Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16690


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Full Text

AMMOLXX
MHKRO 191

-.

PfiQJPEBDADB' Bl IMJteiL F1SB1IB0& I 7&BX & 9TUB&8
*.*
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NA SE PAGA PORTE i
Por tres mezes atriautados. .. 8$000
Por seis mezes adan tajjps; ... / 5&000
Por am anno adiantado .i.. 30^000
*-
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAQ0ES NA FRAN-
CA E INGLATljRRA
Os Srs Mayence. Favre & C.*, residentes em Pars34 rae de
. Erovence

Telegnammas
Rio de Janeiro, 29 de Maio. 1
horas e"-jo minutos di tarde (recebido
na estacao s .ra horas e 4o minutos da ma-
nha de 30, e entregue s 6 horas da ma-
i '
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adianlados. 16|500
Por um anno adiantado .
Numero avulso do mesmo da.
Numero avulso de dias anteriores.
33*000
1100
1200
nh)
- Foi nomeaa o coronel Luiz Vieir*
Ferreira para fazer o arrolamento e a de-
marcado dos proprios do Ministerio da
Guerra em Pernambuco.
Foi nomeado o tcnente Autuliano
Lins para cncarregar-se da reconstruccao
e melhoramcnto da fortaleza dos Reis
Magnos, no Rio Grande do Norte.
O vice-almiranteCoelho Netto reas-
sume a pasta da Marinha.
O cambio sobre landres fechou
taxa de 9eo,'32, tendo aberto ge 5/16.
PARTE OFFICIAL
Governo do Estado de Per-.
nambuco
IUm. e Han Sr. Dr. Governidjr do Esta lo
Osabaixo assignados, fazendeiros, negocian -
tes e eleitores no Municipio da Flores, jubilo-
sos pelo facto auspicioso di ter terminado na
baliia do Rio de Janeiro, a lucta fracticid, i-
Iha da indisciplina de urna parte da esquadra, e
da ambicio e sdi da pjdsr dos ex-contra-al
mirantes custodio e-t>aldanlia.da Gama, que de
encontr a coiscenci% nacional, tentaram res-
taurar o rgimen bragantino, condemnado, da
ha muito pala maiora dos brazilefros, qut de-
sejam a consolidado da Repblica, nica for-
ma de governo. qua se coaduna com a diguida-
de humana; vem'nngratular-se sinceramente
com V. Exc. que, psU nobreza e carcter, ab-
uegacao e excedentes virtudes cvicas qua exor-
Rio de Janeiro, 30 de Maio, s
G horas e 30 minutos da manha (recebido
na estacao s 10 horas e 25 minutos e
entregue s lo horas e 50 minutos).
Telegramma da Lapa diz que proprios
chegados de Candinhas afirmam quede-
ram-se combates entre as tropas legaes e
as de Gumercindo, e que o degolador Fe-
licio, refugiado com um grande grupo
as mattas do Rio Negro, pedio garan-
tas de vida para entaegar-se.
Montevideo, 29 de Maio.
Os republicanos oceuparam Livramen-
to, que ser fortificada.
Lisboa, 29 de Maio.
O governo de Porcugal confiou Ingla-
terra um memorndum acerca do
conflicto luso-brazileiro.
O Sr. Augusto Castilho foi preso hon-
tem, sendo recolhido ao^quartel dos ma-
rinheiros. Dever responder conselho
de guerra.
Pars, 29 de Maio.
O novo Ministerio ficou assim c
tuido:
PRESIDENTE DO CONSELHO E
MINISTRO DO INTERIOR, Dupuy ;
MINISTRO DA FAZENDA, Poin-
tcarr;
MINISTRO DA GUERRA, Ge
Mexcier :
MINISTRO DA MARINHA, ali
rante Faure :
MINISTRO
cass ;
MINISTRu DAS COLONIAS, Bou-
langer :
MINISTRO DA JUSTINA, Gurin ;
MINISTRO DO COMMERCIO, Bar-
thon :
MINISTRO DAS OBRAS PUBLI-
CAS, Laurdes;
MINISTRO DA AGRICULTURA,
Viger ; e
MINiSTi: ) DA INSTRUCQO PU-
BLICA, Lygfies.
Rio'l;* JapcPO, ; 1 de Maio, s 4
horas e 55 minutos da tarde (recebido
na estaca) s 10 horas e jo minutos da
noite, e entregue as 11 horas).
Relativamente priso do Baro de
Luccna. noticia pela qual hontem fui
aquerido, posso agora afiancar-vos que
c" completamente inexacta.
Ha dez dias, e-de ento at hoje, tem
sido s;mpre visto aquelle Baro no gso
de sua liberdade.
Nunca se fallou de sua priso, e nunca
se cogitou disso.
A comrm'ssao respectiva da Cmara
dos Deputadoe deu parecer anaillando o
diploma do Sr. Eduardo Campos, votado
pelo i. districto da Baha.
Era contestante o Sr. Joo Neiva.
A taxa do cambio foi hoje, pelas ta-
bellas bin jaras, 9 e 1/4 d., mas fizeram-
ae o'peracoes at 9 e 9/32 d.
DO EXTERIOR, Del-
INSTRCCAO POPULAR
EDCA(!A0
milVuim, U01UL E P27SISA
HERBERT SPENCER
CAPITULO IV
A Educando Phytica
Nos rellios como nos nOTOS, a tensfio da vide
moderna exige um esforco cad.'i vez maior. Em
todos os negocios e prodsses, urna concurren-
cia mais intensa onera o esforco e o engenho de
lodos os individuos; o para apropriar os novos
& nBtentag) dos seus logares sob esta terrivel
eoocorrencia, elles vivem sujeitos a Una disci-
plina mais severa do qua ou r'ora.
nao a pes^a de V. Exc. muito cohtribuio,
Oeste Kstu lo. para este feliz acontecimento,
nao eonsentindo qua a trrannia alasse o colla
parasuffocar as legitimas aspiraces e tsndm-
cias democrticas do uovo pernaoibucano, que
deseja a ordem para o livro e segara exercicio
de seus direitos.
Os abaixb assignados sem distinecao de cor
poltica, protestara n'est e municipio, prestar todo
ap>i ja sabia e patriotici administracao de V.
Exc.
Saud; o rraternilade-Ao Illra. e Eim. Sr.
Dr. Ale xandra Jos Barbosa Lima, M. I). Oovor-
nador deste Estado de Pernambuco
Flores, 25 d3 Abril de 180i.
Jos Alves de S. e Mello.
Braziliano Gomes Patriota.
Theodozio Honorato B.
Joaquim Alves da Silvera.
Jos Cordeiro de Souza.
Manoel Alves Queirz Vianna.
Mmosl Leite da F.
Vicente l-'ructuzo da Silva.
Firmo Antunes de Carvalho.
Jjs Ferreira Larra.
Jos Virginio Pereira Nunes.
LiOiii'i i de Aquino Mello.
Francscj Gomos Villa-Nora.
Andrelino Nonas da Silva.
Joaquim de Aquino Birbosa.
Jos Gongalves da Silva.
Apolinario Gongalves di Silva.
Joaquim Jos Gongalves di Silva.
Miiio;l Gom:s dos fl-iis Silva.
Izidro Gonealves da Silva.
Antonio Podro Capslrano.
Jos G >nclves >le Qujtoz.
Lyccrio Jos Bizerra.
Lourengo Alves dos Santo?.
Joo S. Ferratrs.
Joaquim Jendes di Moraes.
Antonio Gomes da Silva.
Sobasliao Mendos do Nascimanto.
Joaquim da Silva Paixao.
Antonio C. Silva.
Antonio Pereira Barbosa.
Antonio Francisco da Silva.
Laurindo Andr Ferreira.
Joaquim Nunes da Silva.
Ar.t nio L. da Silva.
Jos Joaquim de Almeida.
Jos Esterad de Lima.
Pedr> Rutino Almeida BiplisU.
Jos Gomes de Oliveira.
Joaqun] Miximi da Silva.
M>u>el Gom;s (b Qliraira.
Oaldino Goin:s d; Oliveira.
Joiquim Gomjs Patriota e Silva.
Miinojl do NascimentD Mello.
Vicentn Augusto de Oliveira.
Jos Rodrigues da Silva Carvalho.
Manoel da Silva Lopes.
Izidro L3ite Cabra!.
Joaquim Leite Cabral.
Juao Psrmra di Carvalho.
Joa luim Rodrigues da Silva.
Joo Pereira da Silva.
Antonio Domingues da Silva.
Francisco da Motn Diniz.
Deoiato da Paixa) e Silva.
Eustaquio Gomes Patriota.
SebastiSo Leite Cabral.
Sebastio Gomes Nunes.
Jos Antonio da Silveira Ramos.
Antn o Vasco do Nascimento-
Jos Ramos de Olveira.
Hao I Men les da Silva Lima.
Joaquim Limeira Paes.
Joaqnin Alves dos Santos.
Manoel Augusto da Silva
Amonio laboal Fcrraz.
Jos Ribeiro da Silva.
Scbastiao Pereira de Carvallu Juulor.
Joo Alves dos Santos.
Antonio dosR-jis Lima.
Pedro Carlos da Silva
Antonio Ferreira t-'ilho.
Antua'o joaquim Vermslho-
Mmoel Mendes da Silra.
Maooel Mundes Morae-.
Antonio Gomes C Villa Nova.
Torquato Jo? da Silva -Capito.
Torqualo Florencu da Silva.
Manoel Augusto do Aquino Mello.
Lucio Alves dos Sanios.
Joaquim de Sales Silva.
Jos Goaies Coimbra Villa Nova.
Jos Poroira de Andrade.
Manoel Ribeiro Nunes.
Estevo Ribeiro.
Agoslinho Gomes de Aqui o Mello.
Jo-. Alves Pereira Leite.
Cosui: Jos de Sant'Anna.
Galdino Alves Pereira Leite. ,
Hijtoel Luiz Alves.
Joaquim Jos Vit-.
Jos Bezerra de S. Wandor'ey.
Manoel Julio Fonseca.
Pan'ino Jos da Costa. .
Manoel Domingues da Silva.
Manoel E. de Qu;iroz.
Boaventura da Silva Quaresma.
Lourenco de Souza Dmiz.
Lourongo Cordeiro da Fonseca.
Porfirio Rodrigues de Aquino.
Mar:olino Ricardo do Nascimento.
Victor Xavier Correia
Raymundo Gomes C- Villa Nova.
Abilio Pereira de Souza LimaPromotor Pu-
blico.
Ladislau Nunes de Souza BarrosDelegado de
Poiicia.__________
Maria da Conceico, como alienada,
tino ao.asylo da Tamanneira.
Com ndago a grande chala qu- n dii
25 do correnta inuudou jiarte dos suburbios
dest-i cidade, re:ebi dos-subdelegados da Tor-
re, Arrayal e Magdalena, os seguintes officior:
. Subdeleg icia do districto da Torre, "23'
de M110 di t"89i. Participand) a V. s:
as occur.'iicias havdas neste districto por oc-
casio da ch a que inundou partes de.st vo ido, cumpre me informar que felizajents I
rfanhuina vi la teve-se a lamentar apenas pre-
iuizos mata'riaes de mus ou menos algura va-
lor. Sein-meios de qno podesse lancar'mo
para prear socorros as fimilias, cujas casas
icirnm inunda las no lugar Cordeiro Zomby,
Taquary, PonboRixo e parrada ra Ral de~te
districto, devo o salvamento dossa* mesmis fa-
milias e b;m assim Os seus movis, ao auxi-
lio de particulares que da malhor vontade n'io
pouparam sacrificios para to humanitarios.
lins; deveadj fazer especial menejio dos ser-j
vic is prestados pcl >s cidado3 Flonano da'
Costa Lima. Pedro Pereira do Meraes Joo!
Braulio Gomes, Mano;! Galdino, Rulolph) Ba-
ptisti, bem como Maooel de Carros e Silva,
cabo do deslacamento e prajas Dionisio Jos
;aetano, Joo Lourenco Barbosa o fioopildini
com des^*cip.il Emilio de Mello e o 2 sargento da mes-
an corporago Joaquim Fredenco Soares, t -
dos os quaes portaram-se com a maior dedi-
caco prestando os dendos recirso s victi-
mas da inundaco.
-O cidado Antonio Geral lo de Carallio
assugo do dia 0 do corrente o exercicio do
cargo cft delegado do municipio de Granito, na
qualidade de t- supplente.
Em" igual data assumio o exercicio do cargo
de delegado do municipio de Tcaratft, o ca-
pilSo dfi Corpo Policial Jos Ponciano do Ma-
cado.
Ao Sr.ADr.AlexanikeJos Barbosa Lima, mili
to dYgoS governador do Estado.
O que3tor, r
Julio de Mello Filho.
por
Rcce!>edorla do Estado de Per-
nambuco
D ,) Ao< do da 30 de Maio de 1S94
Companliia Progresso Colonial, Domingos
Coelho 6c Soares, Francisca Adelaide G mes.
Victorino Domingues Alvea Miia, Jos Francis-
co Branda-), Bernardo Ferreira de Mello, Bors-
lelman &C, Antpnia Mana,da Conceicto, Del-
flr>. Mana da Co ireicao, |Iano;l Leoncio, Jos
Francisco das Chgaa, cujos coTiportamento3 e \ Maria Ser, Luiz da Silva/ baplistaInforme
servicos fora-n dignos doi maiores elogios. l.*_seccSo.
tra ii -, 1 '- \A\j3 nuil 'i ..- oiii^ij?.-----
Siu-le e fiaternidade.Ai lllm. Sr. Cofonel
Dr. Julio da Mello, M. D. qustor polica! do
Pernambuco.O subdelega io, Antonio Lopss
de Carvalho.
Subdelegada dilpolicia do Arraial, 18 de
Maio do I89i. lllustre Dr. Com 1 me cumpre
levo ao vosso conhecimanio as o-currencias qu;
se dorara neste disiricto, por occasiiio da iirjn-
dago, qua teve lagar na noute de 25 do er-
rante.
A'3 7 h >ras da noute do mencionado dia,
tive sciencia d;i que o Io disiricto do Pogo es-
lava part: inunlad, sem qie hiuvesse o m-
nimo recurso para seccorrer os seus habinta-
tea.
Para l m? dirig lev indo algu:na~ pravas
e clugaHdo ao largo do Monteiro alii enoutrei
os cdados AJolplio Cavalcanta e Aureliano
Bastos, que cotmnig} seguir mi at a illm de-
nominada Toniporal, que ento era o njnto mais
inun la lo pelas aguas, l tiramos algurs mo-
radoras, que amia r.'Stav.mi mu lar*as-3 ruto
todas is casas e tivem invadidas pelu endien-
te.
SoUimos para o lugar Caboc, poisin, foi
impossivel l chegarmos pa quantidalo da eioaal na baha do Rio. di Janeiro,
agua e correntesaqie ta.ia, mas tive ntida :ntut, iBnr,>os ao rH insurreVlo
que todos os moradores das casas ulcinca las ,nu"
pelas agqa, tinlum-se mudado.
Flix Pereira de Souza -Cer'iquc-se.
Antonio Jos Barboza -Deferido.
Cario! Estanislao do Cosa, Vicente Claudino
AiresComo requer.
O porteiro,
Custodio B. 3 Silva (uimaret.
------------
Instruc^o rnblica
Despula d> da 30 do Maio de 1891
Izabel Francisca de Quintal Cumpra-se e ro
gistre se.
Secretaria da Inslrucgao Publica, do Estado
de Pernambuco, 30 de Maio de 1894.
O porteiro,
Fenchn Allico Leite.
INTERIOR
I
Questura Policial
2.' seceoN. tl6.-Secretaria da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, em 29 de
Maio de 1894.
Sr. Dr. Governador. Participo-ros que foram
hontem recomidos Casa de Detenco os se-
guintes iodividuos : .
A' minha ordena, Amaro Jos de Mello, vinlo
de Garaelleira, como desertor da Armada.
A.' ordem do subdelegado do 1 districto da
Bda-Vista, Mari* Francisca da Conceijao, por
offensas moral publica.
A' ordem do subdolegado do 2 districto de
S. Jos, Manoel Leite Torres Gallindo e Joao
Antonio de Lima, por embriaguez ; Francisco
Gomes da Silva, por disturbios Paulo For-
tunato da Silra, como desordeiro.
A' ordem do subdelegado do Arrayal, Ma-
riana Maria do Rosario, como gatuna.
A' ordem do subdelegado do Peres, Joaita
A dcvifronta
(D'O Pah de 13 da Maio)
Declarado a revolti da esquadra nv
coin
rio-
grandense, consoantn ns dedaraejoes con-
Corri diversas ras do lado dono e bem tidas no segundo manifest do Sr Cus-
poucas ioram as qui nao eiicontrei algalas. todio, dolorosaraeute verificamos da par-
hi^W0'!?.? ^i?0 duJ?i d Po&re-,tedeftlguri3 dos representante-s dos go-
ceb aviso de qu e?te ditnrto 11 se adiara! r. ,-.
imm lado e impedindo a sabida de alguns mo- vernos europeos urna indiffarenca ostearo
rador*3, i-umediatamente segu e ciegan lo sa pelo gorerno legal, que na sua heroica
na Maogabeira de Baixo, me foi diffieil conti : resistencia'aos rebaldes procurara manter
puar, era vista da excessna forea dagua, que l princip0 de autoridade e salva-
havia no leito da estrada de ferro. Encontre ^ ,
nesse lugar o negociante Franciscole Paula goard>r os interasses tun tameaUe. da
Lopes, que reside proxino, prestando rale-. sjJjbiica.
v-aute* icos, com seus criados. abOIo i a-i A opinio dos estrangeiros domicilia-
Vadavi,Pfhi!.i.3nl!"?1.en.t?aSa8Uas- 'dos ntrenos era favorarel aoa insur-
Fiz abrir mais alguns regos e adirntc per- ,
to da Tamanneira, auxiliei a mu langa de una &'nta3. e embora nenhum gorerno tiresse
senhora,quo morva em mucambo, o qual ja ti- ostensivamente revelado as suas sympa-
nha lres palmos d'agua. ithias pela revolta, a imprensa europea,
Sagm1 com grana* diSLmldade e d.ogaado em fferal, pareca obedecer a um mot
no lugar Jacar, ah dei as providencias quejul- ', ".. a ,, .
"uei necessarias. a orare positivo, nagellava com atroces,
Follando s 3 e 1/2 horas da madrugida, ja'injustos e estupidsimos libellos, o re-
encontrei as aguas decrosceudo, tanto qie 7 presentante da autoridade constituida, le-
2^ SSS? ^nVvnn1a,'rnn^lnPnnlJa,ha do eonta da iustituSo republicana,
fenva, em vista das promptas prorulencias to- ,, ..Ti 1 r 1
madas pelo seu respectivo gerente, que com da sua impraticabilidade n um povo eduea-
acdvidade dirigilo serrijo para tal fim. do no systema monarchico-representa-
Alona de duas casas coDerias con palha, tiro, as desgrasas que ensanguentavam
que i-aram bastinte estrgala-, f.-limente 'P,ta flniwe^ntB NaeSo
neste districto o prejuisos havidos limitaram- est* noiescenta JJISo-
sead:struig o di baixas de capim e diversas l^mbora o &r. Custodio de Mello nao
plantados em varios sitios, qno ain la se cjh-. tivessa revelado tendencias restauradoras
a Patria, infelicitada por ambiSes,
levantes e caudilhagens.
E' bom attender bem no valor que
para a poltica monarchica na Europa
teria este facto, documentadlo flagrante
da incapacidade do systema para garan-
tir ao povo com os direitos que elle se
arroga, a seguranca publica, coudico
bsica do progresso de urna sociedade
civilisada. Mostrar-36-hia assim ao povo
descrente da instituico monarchica, quan-^
to era Ilusoria a sua esperanca de en-
contrar n'ura rgimen de ampio suffragio
de completa descentralisac&o, de absolu-
ta igualdade poltica, a paz. a harmona
domestica que a realeza, apezar do absur
do da sua procedencia jurdica, ainda
mnntem, attenuando com a fceo parla-
mentar o arbitrio irracional do seu poder.
D'ahi a uniformidade admiravel com
que todos os igaos de publicidade euro-
peu3, devotado.s i mooarchia, terfaram
armas a faror da insurreico brazileira,
acorrentando ao pelourinho da mais vio-
lenta diffama$2lo partidaria o patriota que
encarnara a Repblica e em cuja energ'a
fervorosa vibraram todas as esperanzas e
todos os enthusiasmos da alma juvenil e
democrtica da NacSo.
Por varias vezes racordam-se os lei-
tores, as varreduras da pasquinagem de
alem Atlntico ensovalharam as paginas
da nossa imprensa, attentando ao povo a
f que 03 no8Sos desbragidos insultadores
depositavam na re-escrav;3acao do Brazil
dynastia de Braganca. Nunca se tinha,
na verdade, sentido o povo ; to absor-
vente era a opinio cosmopolita, tilo ar-
raigado parecia ser o supersticioso tem^r
do estrangeiro, to profunda era o in
diffdrenca das nossas classes preponda
rautes, cujo civismo parecia da ha muito
ter-se evaporado alta temperatura da
mercantilisaio social.
Aferindo a valorosa dedicaco republi-
cana pelo torpor servil dos ulicos iinpe-
riaes, os advogados da restauraejo conta-
riam como certa a victoria da causa ao
ver surgir do alcapd da politici nacional
o mgico almirante quo ia emfim, cor-
tando o ar com seu espadim luzente,
chamar o povo intairo s armas pela Re
dempora.
Em toda a aprensa mercenaria es-
trangeira vibraram os clarins da festa-
Gbegrira o grande momeare ento, cer-
rando frleiras, os jornalistas acapacha.
dos aos ps do dolo real, vestido nao de
purpura mas de onro, romperam o asse-
dio moral contra os principios republica-
nos que elles ja enxergavam aos baldSes,
a esfarelarem-se na gafeira do descra-
dito.
lio que deu aos insurrecto*, transportando
at para um littoral visinho, donde f-
cilmente podiain ir juntar-se aoa oeos
companheiros de rebellilo. Manda a vv-
pade dizer que elle nio foi o nico culpa-
do, outros patrocioaram igualmente o
movimento ; affagaram os rebeldea, elo-
giaram-n'os e para mais patentear-lhaa o
seu apoio furtaram-se ao cumpriraanto de
cortezias que a boa amisade, se nao o ce-
remonia! consagrado mandavaui prestar
co representante da soberana nacional.
No momento terrivel, porm, oa outros
mantiveram-se correctamente na sua at-
titude neutral, so o commandante da di-
visp portugueza, estimulado pelos louvo-
res de alguns dos merabros proemnentes
da colonia, conhecend tal vez domis a
politica do seu governo, as suaa conve-
niencias diplomticas, as suas sympathias
pela revolta, julgou-sc no direito de in-
terrir por seu arbitrio na de:iafto de noasa
pendencia, e, insultando o decoro patrio,
acceitou sem rebuco a enmplicidade com
os reroltosos.
Est agora vendo o governo portugus
aa consequencias do seu dijsaao, daua
pretenso interventora, do seu grauh-
erro poltico em confiar a representacSo
do pa z a homens como o Sr. conde de
Pa$o d'Arcos, que, regulando-se pela opi-
nio cosmopolita, em rea de estndar u"
sentimento nacional, indicou ao gabine-
te de sua patria, como mais proreitosa a
linha da conducta que elle seguio, tasto
por orgao do Sr. conde do Paraty coi
do commandante da diviso naval.
O desconhecimento do povo.
Era evidentssima a colligaco contra
a Repblica. Sentamos todos que o am-
biante poltico estiva saturado de ini-
mizades e odios. O proprio isolamento
igno-
rancia deato reno vacilo cvica que o at-
tentado estrangeiro despertou, lera am-
no de certo permisso de que o bra-
zileiro, affarel por ndole, tolerante e
generoso, fcilmente desculparia o abuso
ou delle se daria por dosaggrarado, me-
diante urna satisfaco platnica.
Nada poda ser mais doloroso ao poder
publico do que romper as relaces com
o gorerno do urna nacSo irmi pela bis
tona, pelas tradic^es e pelo sangue. En-
tretanto rompeu.
E' porque esta revolta depurou a com-
prehensao do nosso direito, fortalecen a
nossa noco de soberana, restituiu-no
em toda a saa limpiddz o cavalleiroso
melindre nacional, o sentimento de alti-
vez autnoma, que a infi'.tracao da tor-
rente utilitaria estrangeira tinha entor
pocido e empanado.
Mais urna vez vingou contra as nter-
venfes simuladas 1 hypocritas a doutrina
de Monroe, rigorosamentu proclama-! .
contra as interveucoes claras e usurpa-
doras : A Amerita k dos americanos. <
marechal Floriano, Cora um herosmo que
a historia tem de perpetuar, accresceuta
legenda gloriosn : e o Brasil dos bra-
zileiros. O triumpho nacional foi igual-
dava porm ao pode publico urna como mente urna victoria americana.
servara alagados
,ofact da comminidade de objectivo
0^^;mn;lVJua,d,2^!l.?^",n3dZ5"r5qae cora o prograrama plesbiscitario do Sr.
o destacara m o dwtc districto me oadiurou n-, r
comartiridade e dedicaco dina de menc-io, Silveira Martins, programma que mpor-
principalmente as pr.igas Jofio Bezerra dos Pas- tava n'uma duvda da solidariedada na-
sos, Ara iro Jos de Maria, Vicente Gor.galve--, 'cionaHom a instituico fundamentalman-
aImuL1/1 d"' Al'aUJ- Man33' P,reira Ji!te codificada palo estatuto de24 de Feve-
. Saude e fraternidade. Ao lllustre Dr. Ju- !ra'r(>. convenceu 03 representantes das
lio de Mello Filho, digno Queslor diste Estado, [dynastias europeas e os partidarios da
inbdelegado, Joaquim de Gouvoia Cor- fjrma de gov:rno, cujos principios sanc-
cionam e consagram o privilegio do seu
29
deiro.
Subdelegadad> districto da Magdalena
de Maio de I89i.
lllm. Sr.-Levo ao conhecimento de V. S.
que a affljencia d'agua, [conharida ralgarmsn-
te por cneia) do ria Capibaribo estendeu se at
esse districto, Felizmanta sem occisin ir des-
graga alguma que polesse lamentar, a nao s :
peins o desinoronainnlo de urna casa de tai-,
di Esirada N)va, cuja casa '
pa na margem
pertencente a urna mullier de nomo gueda o
outras era idnticas circuraslancias, qu soffre-
raaa estragos, langando mao esta subdelogacia
de ineios ao seu alcance e de outros que depen-
deram do auxilio de Ilustres cavalh:iros, d-.-n-
Ir elles compre mencionar o nomo do dign >
Gerente da Gorapanjiia Ferro Carril Mijor Felip-
pe Sampaio, de quera salicitei un troly ou car-
roso para raolhor caadjuvagao aoj moradores
da Estrada dos Remedios e suas immeJ aces,
que se achavam sem meios de trausporte para
salvagao, no que_ fui promplamenle atlendido
levan lo nos nesse penosissimo trabalho at s
i horas Da raa lrugada, quando ji estavam todos
livres do perigo ; assim tambera com o Sr.
Gerente da Companliia de Servirs Martimos,
majo.-Alfredo de Araujo Santo's, que man'oa
por miaba disposicSo um es:aler tripilalo
convenienlemciae que prfstou relevantes ser-
ricos, o que lulo foi presenciado pelo activo, il-
laslrado e hu nanitario secretario dessa Questu-
ra Dr. assiana Araaro Lopes Jnior, 'que c ra-
pareceu ao locil ; finalmente man ia o de ver
de gratido que registre tambera o corapareci-
oaento de urna turma da Companhia de Bora-
beiros e seu respectivo commandante, que ex-
pontaneamaate sa prestaram com os meios ao
seu alcance, bem como todo o destacamento
deste dislricto cora o seu digno e incansavel
coramindanie o 2o sargento Joaquim Frederico
Soares, que portaram-se com toaa galhardia e
orbanidade ausiliando-rac cora toda presteza no
cumprimenlo das ordens quelhes foram dadas.
Aproveitaodo a occasiao para pedir a V. S.
que se digne tomar no valor que raeracer o pre
sent officio, mandando louvar os dignissimos
auxiliares, que prestaram-ae seus bons officios
e reitero a expressao sincera de minha rerda-
deira estima e distincla considerac&o a pessoa
de V. S.
Saude e Fraternidade-lllm. Sr. Coronel Dr
Julio de Mello Filho, dignissimo Cuestor Poli-
cial deste Estado.
O subdelegado, I:idoro Theodulo de Maltos
Ferreira.
Nesla data mandel lourar as autoridades sig-
natarias dos oOicios cima transcriptos pelos
relerantes serrinos prestados durante a inun
dagao e bem assim mandei elogiar as pracas
dos respectir s destacamentos mencionados nos
me mos officios.
Por igual motivo lourci ao capitio Miguel
de Abreu de Macedo, subdelegado da Vanea
e mandei elogiar ao tcnente da guarda muni-
dorainio, da que ia emfim esphncelar-se
I a Repblica Federativa Brazileira.
A solaco cris3 nacional, provocada
i pela anteposigo da corporaSlo armada
'de mira '-orporago armada de trra,
em nmade-urna pretensa reivindicaco
do elemento civil subjugaio pela oly-
garchia militar, nao podia ser sano o
restabelecimsnto do imperio, fossem ou
nao modificadas as suas formas intitu-
cionaes de accordo com o sentimsnto au-
tnomo das provincias j experimentadas
no funecionamento regular da fe'era-
co.
Dada a dasuniao dos elementos repu-
blicanos, que, para o criterio dos publi-
cistas europeos, estranhos a evoluco da
nicionalidade, entravam como minora
na mas3a influente o pensante do pa-'z,
tudo Ibes fez suppor qua o novo rgi-
men estava abalado, e que nesse confliito
tremendo s viriatn a lucrar os defenso-
res do imperio. A estes s faltava um
general prestigioso, um novo Martnez
Campos, para intervram na luta, resta-
belecendo a instituico deposta como
meio de pacificar a Naco inteirameute
conflagrada.
Se para 03 polticos europeus, to su-
perficiaes na ob3ervaco das coisas ame-
ricanas,to ignorantes do nosso desenvol-
vimeato histrico, e3ta parecia ser a evi-
dencia, nao para admirar que os mais
extremados servidoras da monarchia, os
que neste momento erricam de bayone-
tas e canhoes 03 thronos j despopulari-
sados, oppondo o previlegio armado
corrente da democracia naturalmente
avassaladora, ambissionassem a derrota
da Repblica Brazileira.
Contra a propaganda democrtica eu-
ropea, contra o espirito revindicador da
soberana popular, que se vai alastrando
por todas as carnadas sociaes no velho
mundo, minando os fracos alicerces
theorco3 da dynastia, nenhum argumen-
to se podia levantar mais enrgico e ca-
tegrico, do que o S03sobro da Repblica
no Brazil, o restabelecimento do imperio
como meio nico de salvar e engrandecer
que courafa psychologca, parante a qual
se desfaziam todas as impertinencias e
coaeces.
E quando todo o povo se aparcebeu
dessa machiavelica e affrontosa tentativa
de irapor dgnidade brazileira urna nova
palhacada imperialista, o sentimento de
independencia alvorojou-se, e tomando
com seu, o lemmade Monroe, resolveu
reivindicar com o seu sangue a autono-
ma nacional.
Por mais claro que fosae por parte de
alguns govemos estrangeiros o desejo de
ver aniquilada a Repblica, nenhum del-
les sa abalancou a considerar beligerantes
os revoltosos, As lic55.es da experiencia
em diplomacia como tudo valem pelo
mais perfeito dos cdigos. Assim como
nenhum Estado accedeu a essa injustifi-
cada pretenco dos rebaldes, naturalmen-
te por estar ainda muito viva na experien-
cia dos estadistas 03 casos da usurpa5o
da Maximiliano no Mxico e da guerra de
Successo nos Estados Unidos, assim tam
b3m nanhum 1 potencia pensou em inter-
vir offiiosa ou officialmente na contenda
domestica brazileira Tratava-se de nm
caso americano e a America do Norte
pelo orgo de Monroe tinha proclamado o
principio da nao ntervenco, affirmando
qua 03 Estados Unidos se opporiam a
qualquer acto dos govemos europeus, at-
tantatoroda soberana das nacSes do con-
tinente, em que a grande potencia firma-
ra to brilhantemente a sua hegemona.
De resto as dynastias, muito antes do en-
sinamento fecundo de Monroe, tinham
sentido bem as inconveniencias da sua
pretenj 10 dominadora, j em 1792; quan-
do por efeito da declarajo de Plnstiz 03
soberanos europeus lancaram as suas for-
$as colligadas contra o exercito republi-
cano francez, no intuito da restaurar a
monarchia deposta, j em 18 .8 quando
os reis pelo tratado de Aix-la-Chapelle se
compromattiam a auxiliar-se reciproca-
mente, em nome do direito divino para
salvarem os principes legtimos dos furo-
res das revolugoes.
Com o andar do tjmpo os procesaos mu-
daram, e sem de modo nenhum romper
com o governo constituido, os gabiuetes
habis sabem proteger as nsurreic^es, in-
sufflal-as e em caso extremo ga-antir a
salva55o dos seus chefes. Supportamos sari''Vir'oresudt p*Io1HIb re flimiaense O*.
exigencias que em outras circnrastanciasl Aif-edo Cnares, qoe t're issea'o oainet a casa
deriamos repellir, arcamos com todas ag!dJ p.daceato, rapen-aii cavara eja^liocitM
. o. ,u r '. *uu'3 i o* aut aai tolo de pe*ar pelo fl ecim~ato -
dffiouldades que ama vontade de alguns 'g, oe.-iro fldadfto.
govemos oppoz ac^o governamental e E a mesi, loierpretailioj oliueiii dalo
entretanto s nos podemos qaeixar hoje do* s seu* coiieg<, aloptoa 9 nsHto 4a aovra
do governo de Sua Magostada Fidelissi- HTm^o8^1'- .-
>,.. j.-.c 1 j ~ ji -I rresi"J. Ac-
ma, que desafirelando a mascara da ami-^Ha. .te Pcntaa. Mdtoo, p^w |iwtii
sade fraterna manifestou o seu plano de Eoas Mr n, e logo e< tgaUa f>t ao
intervengo polo iliegal e affrontoso auxi- oruu do a.
A ruptura de relaces diploiraticas
ntreos iota govemos nloimpirta pe-
los termos da mensagem niim dcploravel
casiis belli A contend uta de awflo
a naco mas sim de governo a governo.
A Repblica nao pod-j, n.lo quor, nem
deve entreter mais "relaces com um go-
verno que dizendo-se amigo, por inter-
medio dos seus agentes violou o princi-
pio de neutralida e, impidi dissr!
nanamente-o arrogantemente, com gra-
ve leso do direito privado, a avgh da
justica publica no momento em que ella
a desaggravar a sociedad* offendida, e
tendo amrmado solemnemente que os
azylados desembarcariam em territorio
da sua naco, nio soub?, nSo podo ou
nao quiz mar.tar a vigilancia necessana
sobra os rebeldes, deixando-os fugir para
poat03 donde, so quizerem, partir 1 .
incorporar-se aos handos iustirrect K au
cochilas rio-grandensas. D > povo portu-
guez nao tem o mini:n> r isentimonto a
naco brazileira, e quem l-:r att
mente a mensagem, elaborada da pri-
meira palavra ultima com urna alta
sab .'doria e um profundo criterio diplo-
mtico, s ver que os sent meatos 1
poder publico p ra com o povo portu
guez sao todos de cordialidade, de sym-
pithia e de affecto.
Se porventura o"jgovoni:> portoguez
insistir em nao nos ca^r urna reparaco
altura do aggravo falto soberana na-
cional, nos, jornalistas o patriotas, em
represalia da interven;!) acint>sa du
pasquius portuguezes, da sacla esten-
dida para as rictualhas da diaapv^ie pa-
laciana, susteutaremos esta poltica de
desaffronta.
- Nada pelo Portugal monarchista \
tudo pelo Portugal republicano.
O0H88aifl riCOMlL
canal ara dos Dc^aJoa
Sobre a *eio do da 17, eacrovn O Patx
de 18 de Mo:
Foiizmeate ful boo'.em cons'.toiii a .ana d-
ficit da ra-nara slo-jm timbTi reeaohecioo
aluns d?pata-o', que taico-D?irl:rirjprejeo-
tacio Da;ionai.
Des le da aopr.iricSo da acd, *v noa do O-
p Mitote, o S*. N lo Pejaina, lembranda 1

PP9
. -
m

\ vm v
fcTT--'..',,.-. t.

T^
I"1 <>"


Diario de Pqmambnco ~ iiiiiita-SVira 31 .'fldg* aaertiw requeren aiatersao o
iDowao federal, que tamo (ex pela defexa d do da oa o adiameoto de 30 amotos da lo-utoiobes, >rkM oauaaeito oara Tic impe-
trar do legislativo o tolo de recoabectmeato qi
a saa meci exprime.
* auu-cio eacaM em sosa ReoaWica se es
coatroo, caroiveaJoa respeae-bilHade dos qaa
a faosaraai, era relacao iaSsgridade da ooiaa
patria a unaaa posto* i ao~cjaaente, contra*-
tava, asgamos sea liso ja e sea vaidad-i, cora a
sevaridale da poder execativo, cora a lirai-is
doa rssaolraaaos. Se ai^am- canso'.cao pede
flvar Mu-lia* que lea g-aa.es reapjas.bilid-
dea pula oiuiaaca do regiana.Bolitioo, jo r ctir as comocGes civts qie attin iafellumeate, qae j o sea tciealo da patria
draxlle'ra conloa.10 wcora as fjm-a d-s laiti-
luifOes qae a Bierara loveaclvel p^U-feieragio,
qae a farSo feliz pela llberdade.
Qn o Ciagrem N.cioaal cmsfgoe no seas
annaes, como exemplo a geracOea q*e bao de
soeceder oo, qae o gaveroo legal da Repablica
resisti a uiimacfo] da revol, (aspirado por
essa saalimeato euoe-io- que Uva o pjl-r leg--
Uyo, todo o poder constitucional, a def-nder-
8e at morte, para qae a aatoridade, soberaaa
pela Idi, sobreviva tmperecivel a todas as tenta-
tivas coatra a ordem legal m todo o tenpo.
Aa palavras do aobre leader da autora fo*am
rebebidas debaixo do amor eataasiasmo ; esta,
porm, reeradesceu qaaodo oa mesa se fes a lit-
tara da seguate mocao sobre qae a cmara, ti
aba de e externar:
< Acamara dos Depatado! ciagratala-se cu
a oafiio pela victoria da cama legal coatra a re-
belaia criraiaosa de ama pane da foro* armada,
sublevada pelos iatoitoa ambiciosos de um.coo-
tra-almicaote da Repablica, e posta emrtm ao
aervico dos iateresses dyaasticos e restaarado
res deotro e f-a do paiz.
Kecoohe.ce, posaaida de gala aslifajac, a r-
mela e co-agem cvicas, o a^oor a devataaeoto
s iostllaicoe*, de qae de-am admiravsis p -ova
o chef-i da- nagao, a? for$u militares, ti ;a e
leis a coo*titaiiO, a aarJa naci ial, a t :ra ;-
rada aocidade ticos e de polica e oa (j*ernoa e povoi do O s
tricio Feleral e dos statos, qje, agcadidos
cetas violentas da Mvettt ou aoie.catas por el
la emanas dcr--i interna, opoozaram-lbe viva e b-frosa reaistea
ci.i ou declaragao formal de apoio decidido aos
poderes coostttaldos. A' memoria gloriosa das
victimas do daver e do patriotismo reade a ~i
mar, como ama bomeaagem da patria, o cuito
reverste da adin relo e do recoabeetmeao,
Frrncisco G.icerio .
Posta em discmiao, pello a palavra o S-. <
ma, para jastillcar o sea vot-i coatra*to a essa
mocao, qae miis proprta do re?im m parla
m-?tara qae T adalo o Sr. preailoate da c-
mara. S'aa fystema preideaciali*u a solid
qae coastava de eleicao dawmeaaie daa
sSes, aflm de sarAraUr da wriBM|to de
.^eteroc e recoabecimoM ddiver*03 rasMea
" i . a leader da matarte, o Sr. Glicero dls-c
da opioiao do ir epaudo mMfJro. a
tara, aoezar daavtMervac6as qas aoire o>
to ciada fczo.Sr. Jos Caipertino^nao
mtmfm 9 seu alviire Mgaroa i eieigOis.qaa
SsBBafetus simaltaDeaaHat, seado eotiopeleii
4htecaiote mesa :'.ptotWeate, Rosa e Silva ; r
BB"B-rBldeote, Antooio Oljatho; 2-, Mitta Ba-
nafii tfl ; 1- sesretario, Tbomaz Odlflao; ,
Xrol'boa ; 3-. Fileto Pires ; e V secretario.
TBmmaesaL'jTi.
Cesta am dos eleitos foi empossado do res-
juoT-in cargo, a proporeAo qae era coabeci lo o
mrt.vsdo do escratialo.
Sr. Risa e Silva ao as>amir a presideacia e
_:-r:3 a prasa, agradecea a boora qae Ibe
_28erida pelos seascoliegas.elegeodo-o pa-
at-K alto cargo qae julga f uperior soas for-
.^Bsua.ime Da presente sessao, em qae ao coa-
fn.c '.acamlie resolver qaes'.es da maior rcle-
TasKit e gravidade.
A*ia o eacargo, certo do valioso coacarso de
3Ba*BpaTjhBiros e declaran qae se e xaauu eossivel para coliaborar com os S'8. de
jmMtono amoBn" patritico de coasodar a
OBom. aasegorar a paz e garantir a estabilida-
fi*B.et)ttblica.
obre deputado por Peraambaco, em saa
jfajegatac5o, foi alea ; diaae qae por mus boa-
Tarqe* fosse o posto que eBpoataneamHate Ibe
M 4etgnado pela beaevolencia do partido re-
3aj4auo federal, saberia depol-o nan raaos. d
3BBi tellegas no momento em qae seatisse aba-
-srfi-3 connasga, ou qaaodo as dreomstancias
acHaBrtiarem outro nuil competente paraoc-
naVtMBde, aaaa se exprimi ; Cont qaa
i. was-u cmara impor-se-ba a opioiao publica e
aaoMMieadar-Beba gratidao cacinnal pela or-
fcisr* provettamenio de saas seasOas, DeUim-
TwaiJtdadee elevaco deseos debates e Mo
DCtiittsiO e acert da suas deliberagOes. Sec-
"3BZcoaatante da legalidade, babitaalo atar
x<"- dbjecttvo oolcameote o canprimeoto do de-
isc,*sta cadeira s ama preoccapacfto dornl-
isst.fi mea espiritoa fiel ob3ervaocia da cero-
SStt-Sje do reg Tiento .
8Lfta?a organisada a mesa e agora e-a occa-
se 5ropria para a inverso da o*dem do* tra-
ixas'; deixar de lado a organsacSo das cora-
Bscses, votando os pareceres, cojas discoseoaa
-let.taai'adias encerradas.
Ten essa idea o Sr. Rod ilpbo Abren e a ca-
't-, coasulia-1a immediatamente, approvou
x^asai por ananimidade o reqaerimenta to no-
jss^o^atado.
>L 6r. Lamoaoier Godofredo aproveltoa o ea*
*a< pedio preferencia na votago para o par-j-
az.&O sobre a eleigio do il- distrlcto de Mi
n_ Isas a cmara negoa o sen conseatimeata a
ss!0 mj de entrada oi o voto manifestado pela
TStxria da cmara.
I :raa approvados saccflssivaraeite- o pire-
asrst a. 30 de I89, reconbecendo deputado pe-
a S- diatricto eleoral da Capital Federal o Sr.
f&fftdo Gusnabara; d. 31 de 1894, reeoaaecea
te epatado pelo i- diitrlcto do Estado de S.
las'is o Sr. Antonio Mireira da Suva ; n. 38 de
SASi, reconbecendo deputado pelo Estado do
Scrto-Santo o Sr. Gil lino Tios ie Barros Lo-
-.s; o- 11 de 1894, re.*onheceodo deputado pe
dlstrico do Estado da Pernambnco o Sr.
^is tsidoro S*artif8 Janior ; a 44 de 1894, re-
aSfcecendo depautdos p-lo Estado de Serolpe os
%% Olvmpio de Souta Campos, Minoel Jos de
ftsreres Prado, Geminhas Braill de oliveira
*;.- Antonio Alves de Giaveia Lima; n. 45
fie t9i, recoabecendo deputado Joelo 1* distric-
ie <* Capital Federal o Sr. Jos Carlos de Car-
Tsffia.cotn am votoem separad", en. 48, reco
neceado dermt?do8 p?lo 12- disfricto do E4i-
fctfe Mioas-Geraes os Srs. Carlos Jusliniano
dw Obagas, D'. Lamartine Ribelro Gaimaraes e
3t. as da ^'osta Macbado e Soaia, com um vo
aaera separado.
Toica os deoutados rcconbecidos (orara pro-
SJa?sados e esda um delle3 occcpiu os seas la-
rleade do po-ler executivo cjm o legislativo es |e4g.
Terainoo o illastre deputado flnmtoense,
a'uma vrvrperaracio, pergootasOo se havia um
repreaentaata federal capaz de sanecionar ain
a esse mov,meato de saBajae e lama, wqaife do
iape'io e da honra da patria.
Seguirarn-a com palavra oa Sis. Coelbo L's
boa e Bricio Filbo ; adoptavam a mogao e vie-
ran amos A-cribo na para discutir com o repre-
aeotaate uataao. qae ee mo'troa contrario e
easa maaifadiac&o do poder legislativo.
Aque.leddsetava qae a proposta fosse rolada
por ac:lamcA) n a) term nar procz o ei-o-ri-
maati da ducu'sao, o aae era m-idida reclama-
da po* qaasi todoi os presentes.
Etie, pa-te inieg-aaie na defesa da patrie,
sempra na t locbelra, ora no arduo mieter de
saa p-otiseio, soaviaan lo as dores aos compa-
anei.-os cabidos oa lata, ora de arma ao hombro.
rep?llmlo o inimigo, ve o lambem jaiticar o
sea voto.
E loo depois a Cmara votou o eacerramento
do debate e por g-aode maior i i quasl unnime
mente foi acesia a mocSo do Sr. Gl cerlo, que
ioterpretava os desfjcs nobres de seos coliegas,
e d-issa forma drigia ao poder execntivs as ma
aifestaedea de todo o paiz, pelo sea legitimo
irgSo.
O Sr. Nilo Pecaaba mandou & mesa os panela
relativos contestacao do diploma do S\ Casia
Rodrigues, depatalo pelo Maraubao.
G Sr. Aiiato d Abrsu rejaerea urgeacia para
a.apreseatacaj de ana mocao de solldaneade
ao eod'r exeoutivo, sobre a measxgem que dava
coata eoire B:aztl e Portugal.
A urgeocii foi app-ovaJa. Mas o regiment
iateroo da C*mjr aewrmiaa qie requerida a
utgeacia e poroa la, a casi jalear ae a mate-
ria mesraj moraeato ficar preja1icda. S ls*o
ftito a Cmara oagoa o sea asseotimento A dia-
cia'.o iraraeliata do as^umpto, qaa sera trtalo
noja na i parte a ordem do da.
Sjbre a sjsso de 19 escrevoa o Paiz do
20 :
Deoois da-aparovajao 'a acta e leitara da ex-
pe-liea'e, depais de ure a pastado o comor.)
nissj l-igal os Srs. Cwa Jaao- e Benvolo di
o*n arvtr a Rioaalua, conclido1o as aa-is
iitituicdes e gtraatolo a 'a Itoerlad-*, peio
a patarra pera ordem o S-. Zama.
Hmve em tola a eala um movime-ito de aaa*
sa;ao ; coa os otboe tolos iaterrogavam qaal
sora o assarapto que tavasse 4 trioaaa o aoor<
deputado oaa ano; e aa e**r-IQe csaoolida a pa
av-a. con aquella correegao. dj que se J:a proras na tribana do parlamemo. oano se
ejtao o S-. Zana levaaUr urna preiira'aar da
ordara, terraiaaodo pala apreeotagSo de acis
proaosta, qae sao na-ta coaaide*:iQ&o da soas
arara se dorante as votacOes peqaeaos inci-
.it-3S, qae tO?s da ordem, queaoeoas r?fl-c-
asB ata de parti los polticos. Nao trouxeram
3e:3kado e por tal abstemo-nos de citar essea
Ttfoerimentos ue preferancia, essas verlfii355es
SaOt^tOes, muito babitoae?.
ie bavendo mais numero no recintc, o Sr.
vi:*! :-Q^e levantou a sessSo, marcando para or-
*E da da de bojeeleicOes das comrau-
I".fola da orgaoisaco da mesa, trabalbo pre-
L&.cir, naturalmente e-zm de esperar impor-
:sr.;33 8es>0as, qae se relacionassem com os el-
-.saavimealos politicos de nossa patria.
~. o'Joogresso leve ha das conbacimeoto da
2.fc salera do por exe;u ivo, extraordinario
'Asnaraento, qae velo aannnci.r a Eolagao do
a afjcto diplomtico estabelecido entre o nossa
.rorerco e Portugal e c mmunicaado o rorapi-
a5Sa de relagSes entre os doia pai'.es.qoe a
salaria sempre nos apresentou amigos.
Agora veui a cmara dos diputados, um do
^8Sk:3 da poder legislativo, co igratular-se com
verno federal pelabrilnante victoria, alcac-
taii coatra a caudilhagera e ambicio dos res-
jarradlas, a qa-m a pjtria havia cumulado de
ftsio8 e A sessao de boatem foi solemae por ambos
bjm pea os da vista: de am lado a anciadade
*a iicblico esperando a declaragio de solidario
fade a reoresentagio nacional com o acto do
maracbal Floriano ; do oatro o coograssa-
ntz'a dos aous podares em bomeaagem victo-
ri s cansa legal, qae o restabelesimen'.o da
ji a da tranqaillidade publica, e a coasolld<-
g* *x coBstitoigo de 2S de Fevarelro.
k har 'o excediente foi qae desperlou o ma-
KtSM iateresse; a crdem do dia apea s ma>-ca-
zmeleicOes de commissOes e esse trabalbo en-
-^ccro foi em parle completo.
epos da approvagao da aota o S'. Aoisio de
Afcrae lnformoe-ss Co Sr. preii lenta se a ouca
H6s era opporluna para qaa apreseatasse urna
aE-sjSo, referente ao rompimeato de teljgOes ea-
%ec Brazil e Portogal, mitariaamplamente dia-
aittfalica.
resposta do Sr. Rosa e Silva nao se fez es-
#essr; aaccasiao e;a impropria para ama qaes-
Si dessa nalu-eza e com isso se cootormou o
aMbre reareseatanle do Estado do Piauby.
Sm.seguida o Sr. presidente commuoicou
asura o resollido da reaaiao, celebrada uaij-
fcatem, para se deLerar sobre a apnragio da
<6eAj*o presidencial. Oa traba'ho3 comecaro
i*. T,r:r.'mz segaala-feira oo eiiicio do Senado,
feso j adamarnos em no3SO numero de boa
la cooegxr o Irabalho de eleigo das comnr-
SEf, qaaodo o S-. QHeBrtO pedio a palavra pela
rdea, cbamaado s bre si a atteogao de seus
aasa^as. e avivando alada mais o espirito ag-
jate dos qae assistiam sessio, porque estao
sEtes que esti cmara lavar a aff-'on'.a atira-
i abre a patria, pelos exemplo3 de civismo e
itEsarcialade nos seas afaxeres legislan-
9 aobre deputado paalista vinba propr ca-
ira ama mog5o >le coogratulagao nacional pela
si necio da revolta ciminosamente iniciada
rataa parte nao pequea di marinha de guer-
esotra o goveroo legitimo e legal da Repo
Wtti a principio e depois e?ide:temente contra
i iosti'u'ges.
Compre eese dever com enthaslasmo. Sede
aet lado a nago seote-se desaffrontaia, satisfei-
t* Jf4i victoria da le, pela ioqaebrantavel eaer
ata Barsislencia com qae o seu governo soube
*flfendel-a atravez de tantos perigos, certo to-
dava qae para oa vencidos comega a hora da ex
auacAo dos seas eriales, qae am oatro dever
sais alto cao causate qae seja desviado de sea
cario legal, incumbido ao poder execativo.
Batretanto nao convida aos seas coliegas para
rea testa ; pede apenas aos legisladores de saa
atriaaara expressfco de saa elevada aulorldade
saral em reccobecimeito daqo-llei dos nossos
Laiiiliilffinn. qae, por seas deveres anteriormen-
aVeiaa da constitaiglo e di Rspublica, por ellas
^ai MtxneUe'aa as contingencias de ama reeis-
jm'i r -1-------lat, cojo soccesao depenlera
atlacipalmate da abnegacao e do herosmo, da
fcdeocia -e do deroUmenlo, qae a mocao vam
asWjrar-
9 orador nao foi parle nos heroicos esforcas
a defensores da le nenhtm aerrica prasloa
tablece-se por actos e nAo por patarras.
Ap-esenU o sau programan : opposi.-iomta
rancu, brotil meino, ao goverao da (egalidaie,
e aproveitaodo tun aparto do Sr. Cwlbo L:sboa
de qae fazia opposigaa systeraatica, o noore l
outado pela Babia recoedou a phae da 23 da
Noveabro, era qaa em se.-i Estado prestou o
mais decado ap.'io para a victoria da l^alida
de; tem cooscieac.a de seas deverea e aaa
coap"tencia a qaem qoar qaa fosie para c-i'.i-
cir-os seus actos politicos, qaa tem sido oa mais
altivos em todos os tempoc, ooaca cbegaaio a
usufror nroveito algam.
O 5r. Zima aega aoenas o sen so'o, porqaa
contrario s uaaifestagftes da coaftaaga o le-
gislativo para o executivo, gaardando aasim o-
peceitoa coastitucionaes; como parlameataris
la darla coot-n'a o sea apoo a easa mocito.
Entretaato o prlraeiro a rewobecer a ener-
ga com qae o marecbal Fioriaao safJMa a re-
volta, e por 1S3 deva sar uji doa mala escal-
pados.
Acoa qae o goverao faz r>em era resistir, por-
ine de outra forma era declarar nao se: a pe--
soatticjgao da satorldade legitima; mas na> vo-
ta o cobre merrbro da opposigao e saudoo par-
lamentarlata molivoa do eaibu-lasmo pela victo-
ria da la a do brazilei'-oa contra braxileiroa, poi-
que se de am lado ba{a ordam o.s ras, licam
do oatro sempre rios de lagrimas costosas de
sec car.
Refarindo-ae ao tpico do discurso do Sr Gil
cario sobre a puaigao dos revoltosos esteraoa a
saa opioiSo, fazendo ver qae compalia ao poder
jadicia-io decidir na queslo
Falou da repablica o dos seas partidarios e na
critica que se f jx aqaelles qae adberiram, lem-
braodo orna pbrase do ruare nal Oeoloro de
qae elle f:a repablcano oo da 15 de No veo
bro ; recordanlo quo o ajuiaate-gcaeral de 9
de Janeiro e'a o priaero magistrado da nago.
Cjndemaoa a revolt, que sutfocada deix^-o
em plena llberdade, emquanto que se se d contrario estara talvex em ama fo-taleti, entre-
guo a iras do Sr, Custodio.
A3sim .'andamento o seu voto contra r mogao,
apreasaodo se a reip Ti^o l"G em nome da
maioria do Congrerso o Sr. Nilo Paganba.
O illuatre deputado flaminaaie comegoa di-
zando que contjva que a palavra do S?. Glicerlo
nao sotTresse debate, e sim urna acclamagae no
recinto ; e Lobre leader, da maioria oSo troaxe
um documento polnico em que se podesse com
bater a noma a conducta do preaideate tt re-
publica, a eeparioridado de sea temperamento,
resiatiDdo s intlmagSes z revolta ou ma>s de
que isto margara pra estado doa intuitos e as-
piragOes lesnones as do movimento .estaara
dor qua por ta.ro tempo d^solou o cor^gao do
Brazil.
A moga; lid foi urna coa.ratolacio pat'ia
inteira, boj) libertada das micniaages da cau
dilbagem e da atmospOera abafadora doa pro
nuociaraeacs s das insurreiges.
Lemoroc que o Sr. Zima, fastor da revoingSo
de 23 da Navemoro. af istoa-se da sltaagSo por
occasio da lula oo Rio da Grande.
E a proposito :
Havera aiuda quem se Ulula com o principio
snteatado pela ultima revolta ? pergantou o no
bra depatado. O movimento as aguas desta
capital foi a represso das coerrilbas as campi
as do sol; o manifest Saldanha da Gama
qaa velo dar bmdeira revolta. liaba as 6ua;
Lobas gera* a aologo pebliacaMa, reetauraa
do o parlaraentansmo deixando a forma de go-
veroo 6 eorlo dt6 bayonetas vencedoras. '
qaesto do Ro Grande, nao era para nos a ai
dale poltica na faderag:.
Nao e preciso repudiar sabr os vencidos nem
to pjuco adulterar aa cansas da agitagao s<.m
alma, e qae nao ccnqoistou a solidariedade dos
qua tinbam o que perder, na Him nuigao da pa
tria e ao declimo da aatoridade constituida.
Porveatnra na Cmara paasada hoave um s
reares jntante que qalzesae ser cmplice da re
vo'acJo ? Nao. Aiada nos debates mais on mo-
nos apaixoaadoa do estado de sitio, as seeses
nocturnas d Cmara, todos nos porfa cliega
vamas aeata tribea, viesaamoa da esquerda oa
da direita, para afirmar o nosso amparo le e
o nos8o repu i 10 a ambigio immaderada do poder.
Por isso a mogSo do leader da maioria cevta
lar ama acclamagao da Cmara.
O Sr. Zama disse qoe nao te consolida a reou-
blica acclamando-a as pragas e as ras ; mas,
responde eotao o nobre deputado nomnense, a
repblica foi acclamada pelo sangue dos bravos,
qua morrdram por ella ; pelas vir.ades cvicas,
pela palavra da imprensa livre e honesta, pela
bravura, pelo alto espirito da re3isieocia moral,
pala grandi soperiorilade do chefa do Estado e
do seo governo que sa por am lado assegarava-a
estar-illdade das iastituigoaa aa poltica interna,
por oatro lado triumpnava da triste bloqaeio de
nagoas ealrasgeiras, levando at ellas a coavic-
gao de qaa o Brazil ama nugao iivra e inde-
pendeote.
O nobre epatado refario-sa parti;ularm?ate a
artigos que lea no S'.:ndiru, 'ie Londres, aos
quacs se dlxia que estavam intervinlo nos nego-
cias braiileiros, porque estavam lntervndo em
caaa propria, pois aiui tinbam 84 miibdss star-
linos. E e?se tacto causan profuada seniagao
no seio da Cmara.
Aecrescentoa mais qae teve oicasio de acoa-
pinbar os snecessos diarios de parciatlaade e de
infamia, ferindo o orgalho do Brazil, acempi-
nboa as exigencias ae toda a ordem, impedlndo
o desaggravo da lei, assistindo tambera aos actos
1a bravura do exercito nalflcado, ao eatbasias-
mo viril e brilhaote de todos os patriotas e nao
poda deixarde pi-dir a Cmara que n'uma accla-
mago sagrasse o herosmo da defeca nacional e
boonsse as victimas do dever e do patriotismo.
Disse o nobre depatado pela Babia qaa o po
der executivo alada nao havia aonanclado ler-
mlaago da guerra. EatraUnta a oeniagam,
bello documento, sabido dos velaos moldes a ao
qnal se filoa i oacAo com tanta lealdie e tanti
franqueza, affirmoo a victoria dt aatoridade do
centro a-paripberia do*ra*iL
Conacoa o Sr. Ztrat, pediado a seas collogas
qaa oA) o (aterro npastsem cora n pa'-t'j*, pirquj
aamora acou difBculdade em fallar o priaclpal-
inania neatef. ltimos tempoa.
Nao qa<*r rouoar tarapo A cmara e ser bre-
ve.
Nao amigo do governo. porm do pas o per-
teoce ao namero daqaelles que sempre coloca-
ram cima do tolas as luctas poluic a dig iida-
de p o decoro da autoridade coastttuida.
Pela constitnigai da privativa co apetencia
do congrosso resolver sobre o estado de itio,
qaaa lo a caiz se adiar era gaarra eatran^elra
oa Kravc ommogao intestina.
Oora'io. nao eixoa deesiraahar qao naroea-
sagetn de abertara do Congre-'eo uao ea flxasse
na refereacia i d<-cetacAo] do sitio : acredita
entretaato c'uaia oioiasiolovolaotarla.
Com coleta o vice-presideote da Rapub'.ica
nao dalxaria da explicar as rasoaa dassa eua ta-
sologaa em oaiaoagGi a attrlbuigea do poder
legislativo.
Vio cora prazer que a camar**^oni;ratalou-se
cora a oagao pela victoria da legalidade e acre-
dita na paciQcagao real da toda s Recualica.
Para a capital o ora 'o.* uao pecia* qua o in-
forme ra ; deixoa a babia de G tanabar* entregos
a couvu'fOos de ama revolta e vera oucont>*a!-a
caima e traaqaiiia reinando a orlara as roas.
G' o nobre depatado pela ?8abia qae eaae ea-
taao de tranqallidade e de ordem 3aa de coat-
naar e nada (a presarair que elle se atiere e
qaaodo surgisaera aovas deaordeaa o marecbal
Floriano nao estara desprov io dos maioa i''
reaegao e o Coogreaso nao recaaaria como nunca
recuaou os meios necesaarloa.
Fas diversos coosidaraalos qae citSo fiel
mete tranacripios aa propoata qua anresentou
eeavtaoo a mesa declama qae jalgav?. asslm
camprir o dever de representaste d nagSo vio-
do defeodr aqaillo qae parece er os iatarusaes
nicionaea e nao os do govarn porque aui ed-
v-j-^a,-!j qae nS qaer crear emnaragos a go-
verno.
Terminando eaviou 4 mesa a seguate pro
pos'* :
Considerando qae :
A ordem pablic acht-se rsstabalecida no dis
(rielo da Capital Federal;
qae inda autor isa a presumir q jo possa ser
de novo alterada;
qae anda na bypotbese da qaalqoermovimen-
lo inesperado o goverao da Repablica diapde tos
meios e recursos necaasarlos para dabellal-o,
e msis que no Interesse do p'oprio goveroo
est. o re;t bel8Cimeato da tranqillidade no ea
pinto ios habitantes deeta populosa cidade ;
qae g2o regalar qae suffocada a revolta ta
eequadra fancciooe o congreso federai em ama
cidade declarada em estado de sitio ;
e alm .ti-r-o que acbanlo-se reunido o corpo
legislativo em q lalquer emergencia grava o po-
jar execativo eacoatrara na ripresentaj na-
cional oa racarsos e malo iblispaasasels para
o doaecpeauo di cuaa atiribaigOes coastitucio-
B*es;
considerando finalmente q^ie nos termos do
artigo 34 n. 21 da coaslitaico fedaral da pri-
vativa .ifioaigao do coagresao n-solver defin-
ti va uie me sobra este assamp'.o, submet'-o apra-
ciago da cmara a seguate proaosta :
Fica desde ja suspeneo o estado da sitio para
o diat'lcto da CipiUi Federal declarado peta
presidente da R'publica ata 33 da Jaa.no proxl
mo vindouro.Catar Zima.
O Sr. presidente declaroa que e podio ad-
mitir a lda da aobre uequtado convertida era
projecto de le: e como tal enviava commissao
de coaslttaigaa, legialagao e jusliga.
Falloa u.-r>o;s o Sr. Glicerlo. O leapr da
maioria acottaa decsSo do preaideate eacami-
nhaado a aropasta omnlsso de justica, oo
aatretao'.o deve salvar a respoosabllidade da
maioria sobre ara poato capital.
E este que segundo as normas parlamanti-
res e coostitu'iouaes o congresso s deve tr
conbacimeoto das qaestoes referentes ao estad)
de sitio decretado pelo executivo quando esto
tiver maadado a measagea explica ido os mati
vos qae o levaram a asaira precader e aa medi-
das adopton oara suffjcar a luta.
Fv-z o Sr. Glicerlo essa dectarego em nome
da maioria para qae o sea silencio nao seja in-
tarpretado como tacita annuencia a essa indica-
gao.
Em seguida subi i tribaoa o Sr. Tbomaz
Delfiaoe declarou que niagnem mais velara a
llberdade de seus compatriotas do qua os repre-
sentantes do drt'lcio federal.
O sen fio p rea era enviar & mesa urna pe-
tigao dirigida ao coagresao por ciiadaoa respai-
lareis sobre a retira la da eatataa do fundador
da monarenia da ^praga Tiradentes sendo em
seo lugar callocada a do proto-martyr da Rep-
blica,
Por ultimo requerea qoe essa pedido fo?sa
commissao Je coostitoigao, legislagao e justlga.
JA uoi referimos a esse documento e j o pu-
blicamos na integra em nossafolba.
Foi logo depois snouncada a ordem do dia.
Em sua primeira parta o pedido de urgencia,
concedido ao Sr. Auislo de Abren e a esse de-
putado foi dada eotio a palavra.
Dapols de agradecer a benevolencia de seas
coliegas em promotamenta apoiarem o sen re
qaenmeoto de urgeacia, qie considera nao urna
deferencia pessoal, mas am movimento un-
nime da Cmara pela magnltule do assam-
pto.
Acredita qae a mogad nao offaade a ndole
do system presldencialisla; o anteo intuito que
tiveram os seus signatarios, foi a demonstragao
clara e positiva da solidariedade do poder legis-
lativo com o execntvo.
O qua eslava em jogo nao era a pasoa do
chefe do Estado; erara a dignldade ra Repbli-
ca a a integridade da-patria.
A policio dos revoltosos era capitular ou mor-
rer, e elles nao a flzeram;. segalram, protegidos
pala baodetra ponuuea, para serna despeja-
dos na .Repblica Argentina a intarnarem-se
peta Oriental, ooatrateraisando com os seas com-
nanheiros do Rio Grande do Sal, continuando a
Iota fratricida
Rfario-se k ncame te a esse eslranbo atten
'alo, lembrou os n--s glorioson da tfefesa
da patria a euviou masa a eguote mog3o :
A Caaiara dos Deputado receoeo a raeaoa-
gem do poder executivo, dando coata io rompi-
meato das relagfies dramticas do aoaso cot
o governo portogoez e aoplaode em toda a aua
panitide a attitude enrgica e digna, qae aquel-
lo wube maotar em to melindrosas circa r-
staacias, telando com a maior prudencia oa cr-
ditos e a iignilade da Repoblic.. Anisi> de
Ab-euUartiaa JniorGaldioo joretoFrede-
no BorgeeCo-lao LisboaGabriel Farrelra
Nogoeira ParaoagaAugusto Severo.
Foi acnonciade a discaaio dessa raoco e o
Sr. Martina Jnior pedio eotao a palavra.
Principl n dixeodo qae sigoatario da mogao
nao se jolgaria oorigado a sabir t^bon* e
asar da palavraama vez qae nenhura dos Srs.
rep-esentantea se maiifestoa contra ellasa nao
tlvesse ouvi-io toar do lado opoosto aquella em
qaa f rista a ruogao de qua se 'rata.
Hepublic-n. e repablcano nresideocialista,
oAj desejando qae o saiooubara capa da-
tnrpar o rgimen adoptado pela Constituigao de
24 de Fevrrairo, cumpre-lbe demonstrar qae a
megao que assigaou nao urna reminiscencia
do rgimen parlamentar.
Julga necasaario fazer cw de una vez o
juizo.errado que se fOrma en geral *QOre o qae
seja da.naturata dos e-lylos parlamecitariias.
O p*r!.meau-irao o rgimen de prepon-
derancia, ue ingestas decisiva do pagamento na
espbera da acgAo do pode- exe,.o'ivo ; e o regi-
meu do goveroo dj parlamento, qu, por nter-,
pellaiiOes e voto de disaonianca ao poder exe-
cutivo, ple madar goveraos, pode derrabar
miuilerio. Todo o qae tende a eaCIr fra da
rbita das cauaias era detrimento da aegao do
execativo ora recu-so parlaraeotarlsta. N-o
asm, po era, qaaesquer aaniAsago-r, exprc-
aaa pjr esto (.;-. aquella modo e destinada-i a ex-
ternar o molj de peonar dos representantes in-
cqrabitos ds legislar.
liam effaito, naaa oota neste reglmea a que a
Cmara oa o Sanado discatara e votara mogOaa
como de quo se trata, era que, qa-lquer que
aeia o resul;;.do do deb.ta. nada pirde era poder
o "ebefa do execativo, podaudo auo aunar em
forga moral, carao ao caso prMeota.
A ura apae >o Se B'lcio Fbo re ponda qua,
anda qaaaia a mogSo tlvesse um intuito trano, podara o deveri ser conptituciooal e re-
glmaoUlraeote discutid, itO o valer meramen
te moral do resaltado da votagao.
Ao Sr. Z-.na, que Ibe cita era parta am texto
la'lno. duendo qae o que 6 teatll nio deve ser
orat'cado, resp.-nde qua nao verdudeiro o apo-
phtegma. Ha m utas coasas inuteis no ponto de
vista ptico, que ae faxem a sa deven axer,
por orna quastao da raoradaile, da dignid.de,
de affirraaedo da ideas e de eentiuieatos.
Affirm quo a letra e ao espirito da Constitui
g4o Reoaolic-na, da molda praaideaclallsu, nao
repugaa o tacto da nnifasar o Congras-o aao
modo de;ver e de pansar em cortos assnmp'os de
6aoerior ialereeae nacional.
E' salo, que qos EatudK-Ui doa, cu)0 Sna
do, na opiuio da am celebre esa ta oglez. e
a corporago mais poderosa do oiuaio, "aquella
casa do Coogresao miaifesta-se manas vex-s so-
bra acto a irnnorULtiss'.mos rio chefe da nagao, e
ctiega meamo, em virtuie do|eu panel constitu-
cional, a fazer poltica e admlniatragao.
Se 6 exacto que oa cmara dos i-epreaea'tntes
da grao-e Revolica a Iniciativa dos mestios fica
mu to limitada era vista das largas ait-abuigoes
d.s comraisaes ou comits permanentes, nlo se
m mo oo Sanadoo q-e prova qae am
te eura vicio do psrlamantarlsrao extncto.
Apreseata o o-adir ama *o ogSA iat^rm-'dia,
consiliadora entra-as daai lados da.caraara.
E' a segainte :
i A cmara dos depatado*, teodo appravtd >
a raegao d appaaao ao ac do poder execan-1
vo ao conflicto piriaguez. declara eatreano j
qae aqaelle acto pleaa soberana do poder
execativo que independe de approvagao do Coa
greasoSala das seesfjas.Nilo Pogaaha.
Nioguara raaia pedio a palavra e a discaaso
foi encerrada.
nii baveodo camero para vottgSo fez lr< a
chamada a qoe r.-sjoaderam 48 Srs. depatados,
oendoentao levan ada a seso&o
O S-. preaideate convida os seas collegts a se
reonirem naje oir qoe foaaem a-iiutados os
trabalhas, pois amanad com.garl a aparagao d i
eaigao proaidaacial.
Sob a sessSo de 21 ea;revea o Paia de 2J:
Por ca eabego d masa bouve boaiem sessaa
ao cmara, e ordara do da foi rallgioaamente
cu ap-id, -ando asaim lagar a qaa ticasse til
icliaitiramente coaatitaida.
>a Dora do expeliente, depois da leitara e
approvagSo da acia, a cmara tave cooOeciraen
to do vet> oopo-to palo mareen .1 Floriano ao
p-oject qua-eorgaaiaava o t-tbaaal doeoa:aj
e do o'ojac'-o de xaco de. foga da tarca, auo-
metttido caaailaragio do coogresao pelo mi-
ai-tro da guerra.
O Sr. Uadeiroa o Aibaqaorqae envina maso
dive'saa aa-uJa* notfUitraaato lotero o*-
qaaes estao de perfeito accordo oa Srs. Gllce'io,
Aleudo Gaaaaoara a S.nti.go. O qae se propoe
pura moaiticagno no regiraenlo da casa.
P.a^aad.-H a orden, ao da, Lram sacces-
vamenie apjroraloaos p.'eca-ean. 47,4894,ds
recoabecendo depatado pelo 9- dlstrico do Esta
do de SI aas Ge -'s o corouel Tnaotoalo de M
ftaluaes e Castro ; n. 48. de 1S94. reconlie e ido
d-.-j'.-Jj- p-lo Io ciisuicto do Esta Jo ao *l obao o' Srs. 3aaedc;o Paretra Lette, Joa Fr='
os Viveiros,.Lux Autonio Domiugaaa d S- -
* e Mana"! 8 raardioo 49, Ce 1894. retonbecen-lo deoutados pa'o 2'
aiatieta no E vo Col.gj Faruaodea Vara-, Antonio Edua.'l.
rarrata e Qbrlatiaa 0>-uz ; o. 50. oe 1894. rj -. i-
nliceado depu'-ad-w p-lo 5* dist-icta lio Es-.nl.;
da Babia o* rrs. L'ovgido |Ypiraaga de Amo-
rlra Filgaairas,.Jo Ignacio |ua Silva e Fla:o
Gaedes de Araujo.
.A'.'protio'go que erara votados esaa prc
rec, forara p-jitaaia-tos oa deputadoa prest. > ;u
aigons a> e;ji-.atneae a cimpromiaso lega!.
En 8-gaKa foi apo'ovaia a mocu* cj Sr.
Anisii d- Ab'u.
O Sr. Nilo P guaba reamaren preferencia oara
a ua emaada saOtitatita, a qa.l foi app.*: -
aa*
Ref ;re-se alia todepanlen-ia que tara
execativo per.ut-i aa lea qu aos rz*c, >\
roi,oar r*lagf>'8 diplomticas com outro pi<
aera niervaogo do congresso.
coxsTitucg \o j
Ligeira analyse da conslrucfao de predios,
regras que devent ser obscrvrdas por
occasio de sua execucao c processos a
empregar.
MadEIRAMEN'TO ETC. TELHA.DO
IX
da o m rao no sanado-o q-e prova qae um (-wrn nanf() tamhem dio-ao da n'ita a
paro accidente d-3 natareza multo parlicular, dV "itro ponto tamoam aisaoaa nota s a
natareiaregimental o factode uao se maoif).ta- rialdade dd diraansoes das diversas
reg
rem at o<< daeutados sobre asaaraoras g*raea,
pir mel da rmgoes.
A83im pensando, assignoa a mogao de qae ee
tra'.i o j i-tltica o sea voto qaaato ao assumpto
da taesma, dizendo que ella um conplemento
lgico o oecessario da ^ue bontera fot rppruvada
pela Ciraara.
Aa lado do applauao, do louvor, da maaifeata-
gao de Eratidaa a todos os qaa trabalbarara pea
R-pablica e coatra a revoltapaderea pablicoa
exarcito, guarda nacional, polica, baUloea pa-
triticos, mocidadedas eacolas e Srapreosapor-
que es-a merece urna significativa meogA: na-
quelle voto da Cmarafaz-se preciso coilocar o
iouvo", a dectaragac de silidarledada ao acto do
ebefo do execa ivo,*,peio qual se mostrou ao muq
do qae de -os de taato sangue derramado oa
revolta, alada ficoa saagua as veias dos b-ar.i-
l-iros para eaerglcat!.>3ata lmporem-se aa uagoea
astraaeiras.
Nem sa diga qoe ba nisso cumprlraaata pes-
soal ao presidente da R'publica. -.Nao ba. Mas,
quanlo boavease, elle serla natural, elle seria
justo e neceasario, porque ps ideas ae eucam-m
nos borneas, porque os grandes horneas sao o>
orgos das graades aspiragSes nacioaaes, e nao
poda baver fanego sem orgSo adaqaado a ella,
cono eusioa a pbysiologia.
Ter uioou penado deecalps Cmara de, fal-
lando pe'a primeira v-z no Congresso de seo
paiz. ter abusado durante lanto tempo da pacien-
cia dos sena collegas.
San discurso foi ouvido no meio do maior si-
lencio, rompendo as manifeatagOas de applau-os
e palmas das (ala-las, quanio no vibrante repto
de eloqaeacla o dedicado propagan lista derao-
cata intransigente republicano, lembrava aeees-
aidade da manifestar o Congresso sea apolo ao
podar execativo, da mearaa forma que coogra
Lilou-D-c com o paiz e da o>eama forma por qu-
daverla dirigir 4 imprensa a mais eigniti:atva
demonatracSo de;seu reconbeclmento pela p'opa
ganla liberal contra os rebeldes pronunciamen-
los desmedidos de alguna mos brazileiroa.
O Sr. Brtdo Pllbo cm poucaa pzlavras reepon-
deu '.oSi-. Mar!tr,3 Joaior, justificando o sau tot
contra a mogao a apresentando a aaajsjfatA docta-
ragao qae tamDem est firmada por oatros col-
iegas.
< Embora de inteiro accordo com a sologao pa-
tritica dada pelo governo do conflicto com Por-
tagal, votamos contra a mocSo do Sr. Anisio de
Abren, porque entendemos q e o rogimen presi-
dencial n5o comporta mantfestagoe3 de tal ordem
Bricio Filbo Vergne de AbrenTorquato Mo-
reiraAtntyde JniorJooPanido-Artrier Ros
Lima DaarteA. MontenegroEneas Malina..
Dcpais desaesdeputjdos falou o representante
do Estado do Rio, Sr. Nilo Peganba, qae vera a
tribuna canstraogido porque toreado a oppor
objecc8s ao discurso do seo illuatrecompanbn-
ro 8r. Mirtics Janior, rep'eaeatante de Pa*nam-
boco
Nao qaer -iiscutir o direito de asylo a locugo
viciosa, crea^ao romana, e boje rem a impor aa-
ca e vigor jurdico de outr'ora. Te'ia de refe-
rir-se ao seos estadio? e ao sea corso, na Con-
gresso Veroae, de Traopeor de Aix-la-Capelle e
aos casos isolados no Pacifico e no Rio da PraU.
Questo de borracha, cm diplomacia, ella tem
solugOes ditT->rentes, conforme o temperamento
dos povo, o aspecto da beligerancia, os prejui
zoa das lutas Internas e o legado moral das ge-
ragoes, legitimaode areEtos.
Nem carece o orador para o caso esp anar a
melbor doutrloa ; ella no confli:to portogoez a
da arta do governo braxileiropelo direito e
pala honra da nago. Peos, porm, que se (rata
de um acto ccabado, perfeito, produzlodo effeito,
e de plena soberana do podor executivo.
Nio comprehende a interveigSo do Congresso
em asaum tos desta ordem ; toda a intervangao
parlamentar perturbadora, narebica, e estra-
nba a eui competencia constitucional.
N'uma hyooihese de decliragSo de guerra,
em qae o govarno expOe a vida dos teas con-
cidadSoe, a poaigao da carta geograpbica e o
futuro da libardadeinlervengao do parlamento
condigo de joslig e Impstelo da lei.
llar, tratndose da ruptura de religOes po-
liticas, o iebate e a sanego da cmara popular,
representante das impressOas de momento e das
paxOes naclonees exaltadas esse debate e es- sanegao, e podem prejadicar a soberana do
paiz no estrangeiro.
Imagine-ie, disse o orador, que a cmara ao
eave de applaudir a soluco do governo, fosee
a ella contraria; no ficarla empallidecida e
aniquilada a autoridada da patria no exterior.
Ao meamo lempo pansa qaa tendo silo im-
propriamente aprasentada a mogSo, nao convm
qae appiregam votos oppostos ao sea coatesto
e mullo meaos qae ellas toaba a impugaagao
da cmara.
Lombroo 09 eatyloi norte americano contes-
tando a doatrlna do Sr. Martioi Janior. Naqael-
le pal, quando vem a baila assumptos interna
cioaaes, a wmmiwo respectiva oriatt, xpoe
e aaoaselha o aeaado, mas a materia porqae e
grave, ato solfre debate. O mais incoureniea-
faces das raadeiras dos antigos systemas,
isto se fizennos passar um plano cor-
tando parpondicularmanca urna liuha ou
trave a secgo reatante ser um quadrado
perfeito.
Este defeito tambein prejudicial por
isso que a resistencia offerecida por urna
litiha n'aqurtllas cond5oes, pouco altera
a qua offereceria outra linha cuja seccao
fosBQ rectangular, tendo 4 (maior face
do rectngulo o meamo cumprimento do
lado do quadrado.
Nao quero dizor que esta priucipio
.saja observado a ponto da prejudicar-se
a construcc.oes diminuindo-sa excassiva-
raente urna das dimonsoes indicadas ; mas
sim que em todos os trabalhos onde a
madeira tenha do raesber presso no sen-
tido perpendicular ao seu fibrameuto
pode-sa diminu r da alguma forma a di-
mensao qua for contraria aquella preasao,
sem prejuizo para a obra.
Portanto na escolha das madeiras pre-
cisas para a construco dos madeira-
mentos dos predio3 sao praferiveis as
pecas cujas dimensies da sua esquadna
nao formara quadrado perfeito, devando
ella ter ifcna face mais larga que a outra
Esta oDservago de granda importan-
cia a vista da vantagem qua essa escolha
traz para a obra; assim. se houveram
duas pagas de madeira urna com.......
0,m20^0,m2-! de esquadria e oatra cora
Om22><1,0,16, no caso variante esta ul-
tima deve ser a preferida, porque sendo
collocada no sentido da maior largura a
resistencia que offereca a rotura muito
maior do que a da oatra pega, mu am-
bora teaha maior dimanso no outro sen-
tido.
Sa a3 pegas a eacolher sio destinadas a
escoras ou pontaletes que tm, por conse
guinte, de receber a presso o mesino
sentido do seu fibramento, ento devem
ser de secjao quadrada porque malhor sa
prestaro para aquella mister.
Ordinariamauta a3 linhas nos antigos
madeiramentos sao assentes sobra os di-
versos commodos do edificio, mas era
muitas casas alias sao coHocadas em ou-
tras direegoes da modo que se tornam o
mais desagradavel possivel a vista do
observador.
Sa todas s casas fossaui forradas su-
periormente, este defeito ficaria comple-
tamente mascarado; porm, em geral,
nos estados poucos sSLo os predios forra-
dos, portanto, poucas sao as casas em
qua nao se poda apreciar este defeito.
Tratando agora do madeiramento con-
struido pelo systema de tesouras, vou re-
ferir-ma as distancias que devem as di-
versas pegas guardar entra si.
Consideremos um edificio que tem da
ser coberto pelo systema indicado: depois
de collocados os frachaes suspenda-sa as
tesouras j preparadas, e transversalmen-
te ao edificio sao ellas collocadas, guar-
dando de urna a outra o intervallo mxi-
mo de 4, sobre ellas assente a curaiei-
ra, as tergas etc., davendo astas ultimas
nao distar de 4,ra cma das outras ou que
a sua distancia ao frachal ou a cumieira
no exceda a esse limite.
Sobre a armigo asslm preparada sSo
assentes os caibros de forma que distem
elles O,-50 de eixo a eixo ; finalmente as
ripas cellocadas de 0,-10 a 0,miO vm
completar o madeiramento destinado a
receber a cobertura.
Passando a tratar dos telliados dos
predios dirai que ellas tomara, diversas da-
nomiuaces, conforme o numero da pannos
que contera; assim, pois, temos: telhado
de duas aguas, quando formado por
dous pannos; de tres aguas quando s nma
das faces do edificio termina em empea;
de quatro aguas, quando 6 formado de
qaatro pannos ; finalmente de meia agua
guando se compSe de um s panno de
madeiramento.
Deixo de tratar doa telhados em forma
da pavilhao, porque s ato empregadoa
em casos muito especiaos.
Compom-se elle de 5, 6,7 mais
aguas. A.sua formac&o os telhados as de-
nominara, de vulodio. quando as talbaa
sao assentes sem o eraprego de arga-
raassa ; luouriscado, quando os intervalos
das fiadas sao argamasaados ; meij mou-
riscado, quando alternadamente sao ar-
gamassados os iutervallos ; c/ualicada, j
os lados das telhas e as extremilalaa slo
argamassadas ; finalnante, cruvado ->a
de canudo, quando soraeate as extffaai-
dadas aaio assentes cm argamaaaa.
Qualqnar que saja a eapeci
a empregar preciso avui aid
nacassario na collouaca) das teilms, isto
, ellas devem ser postas da f.-na |i
nio permittam a paaaag^m de au* par
occasio das grandes cii ivas, aaaioi,
tanto em caso algum M davor/i ool
de modo a ha ver menos do 0."1 antr- os
extramos das telhas que fornn i ma-
naes, isto a extreraidade da
iiift-riormente enllocada e:n relacao a da
que lhe sobre-posta.
Esta precaugao tait> mais M0Mavfe
quando se trata de telliado dI
consequancia di serera estas aa I'.
mente penetrados pelas rhuvas u
panharn os ventos fortes.
Urnadifficuldade se apr-jsonta a > 'i
structor quando procura
parte do edifico, a qu.u n". ;
prorapto determinar aa limen 3es
daa diversas pecas d-1 ie
madeiramento, com i d .. lo I Ihado
Sobre esto ^aaaaw pt y'i tive
de publicar ora um dos mais con
dos joraaaa io Via de Aaaaica a te
lho no qual ap;v \i' 'i i!, :
por mim determinad na, por uv io da
quaes, com a maior facilidade p
obtera-ae as dimenaOss do m
de um eiiticio e de *.'U telhad i.
A determiuacao dessaa fiarui
originada pela idea 8jM tive V
o calculo das BsWtWsi Id
calculo eaae que, apazar de sinij -,
nava-se fastidioso por exigir <. c
ao de triaagalos saja reasliir i -
de mais ou bmdoi tea
Xluitas vezes o ooaasi ro
cia da saber de larsmp-n
priraeutos das diversas |
raraent e saperficie da 1 ...n
edificio ; urgencia qne qus '
pode ser satisfeita, por nao
na ocea.-siao uzar dos pi
dos pela inasAciencia I
acha; cora o auxilio daqnsUaa I
o raais aimplsi possivel, ib
ra, calcula imasediataia
doiramento proci?"; pac i c \
urna thesoura qoalqasr
suai partes, eooao is Lai zas,
encaibraracnto ou tal ib*
(A seguir)
/. C. V OH.. ira C
Teuonte-coronel de en
'
MVISI'Y DIARIA



. i

Senado do P*rnauliu-n ''
se liontem a (4* sessSo sob ;i pr .
KriniriooCesar Coulinho.
Estivoram prsssntea os ra
relti. Velloso, EHoho Breas Kr nio
.-VnstarclioLopes, Luna Freir. : n:-. idsL
carda.
ko lilas, sen lo approvadas sem del m <. a-
actas da sssaoda c daa
2- c 29.
Nao lia expedanla ara s ir << lo qn
1 secretario quer palo ir
O Sr. Luna Kreirejui
elle asaigaaaoa pelos
l'inlio Piuho Bor 1 >
reai curso de ostari
lirios ae justiga c acci c ::
Superior Tribunal do JusC/i.
O rofjrilo Sr. ; ina I ; B
proj-cto aiDiettide i
inasraa faz sarta, ; I
Seaadot para soasli
sobre o meamo srejecto.
U Sr. presid sale .
3 commtssis, a qu'! alo baveu ;
dade de aspeets algu
mo o Sr Senador,
o substiiuir.
8 Sr. Lana Frein
ii d; ora-- Sr.
o Sr. presidenta qu3 no ]
dido.
Passs-sa ordem do i ir. '
quere obtciu iawrsao da ordsi .
do discutido em l* lagar o pr<
anno, (monsmnnto commeaorativj
(,'o da H ;pnl>lica).
Approram-sa sem debate os a-
do o 3 approvado com u i
seo n. i teu 1" ora l ios Srs. Vello'
re e Per :ii v rifle io lo ,
Luna Freir a votar'io d i em.a la.
So!)a art t* orar,ni os Sr. VrisU e
Velloso, enviando aquelh Sr. >
amsnda. sob n. 2, que apota la ; i lis-
cusso sendo encerrada -U. < '
por por (alta de numero e ad i- l-an
do projecto.
Sa)iii.'ite-se .i diseosi -' ''
1893, revo jac&o do art. Ij
Setembro da U99, art. 7
Oraraiu os Sra. S Psrsira, saa lesdo
riaado i masa um projecto sabstitn
le ser apoiado e Artstarcho Lope.; odoa
lisenssao adiada peti hora e coa ai j
Sr. Perettt. .
A. ordeiu do dia : ': icao I ts mal
cerradas discuso do projecto u, 2 de I 93.
Cmara dos Depatados ilonlass
ao liouve sesso nessa casa do congresso por
falta de uumero.
Estado da ParalivbaTivsruos uon-
tem folaaa dessa BsUo ate 27 de >:
L'-se na Guzeia d> Cnaars* de 2 i
Tem sido torrenciaes as chuva s si-
timamente nesta capital e suburbios, cIj inte-
rior accceati .se a noticia de que a c. .-o in-
vernosa 6 urna das mais rigorosa?, ue ha
noticia.
Praza aos cos que tacto lao ausp : i lio
tenha seu corresponde ate de penuria em prxi-
mo futuro, como para receiar, pelo 'apto
que temos nos anuos que seguiram aos inversos
abundantes de 1875 c 1876.
Born ser, portanto, que os habitantes das
zonas do interior tomcm sua? precuv'i -, pro-
movendo, quanto couber cm ua.s forras. R'-eea
reservatorios d*a(jua, que Ibea suavise i'.ialqaer
periodo de se.cca, mais ou menos longo, que, por
faialidade, Ibes esteja apparelbado pelo impre-
visto.
Rio Grande do Jiorte As follias das-
te Estado, hjiitem receidas, e que a!
26 de Maio, nolieiuiu lambem que teni
mes os aguaceiros cabidos, sendo rigorosissisao
o idverno. ...
Baro de Lucen*Anle-honu m tele-
grapliamos ao uosso correipoadcute lo m
Janeiro perguaUndo-lbe se era oxacta a prisas
do Barfio de Luceua e o que baria a "-H't'v
Pelo Cabo Submarino reipondea-noa cus nos
seguintes termos: _
Rio de Ja-ir, 29 de Malo a 10 horaa s M
minutos da uoite.
Nada consta.
I
i


Diario de Pernambac finla-feira 91 de Malo de I8Q4
je
chamada.
m Ncleo Colonial SaaMuaa -Padem
calebram amanba a fe3la do sou pa- 03 a transcnajao di segrate :
Decito do Superior Tribunal Federal publica
Diocesano
gefafcl/a horas da tarda llavera aermSo pelo
mofiscnhor TuriDio Tertuliano Fiuia, tendo lugar
em seguida ura Te-lhum, presidido pelo Exm.
Sr D loao Esberard, arcebispo do Rio de Janei-
rn trriiinando o acto com a benfiSo do Santissimo aggravado.
Sacramento que estara duraate o dia exposto tm
"LetoTniprestavelHontem o Sr. fiscal
I pite linpresvi^riuuioiu 01. nai-ui .m.... ^ --..- ..-.,- ______-
da froBUeria de S. Jos, em excuraao pelo seu contractada pelo delegado da Inspectora Geral
dTstrkloTinandou botar fora, por nao se preitar
alimentagao publica, para mais de JW garra
fas de leite.
Duro com elle, Sr. fiscal.
Visita domiciliarla Da Inspector!:
de Hvgicne Publica remetteram-nos o segura
te :
<.]0 Dr. Amaro
UUI Coto U 1UU11U1, O U| lUVIUUllUVUt **w-^v -
Wanderley, vs.tou na ra ^rt?7nitX P8rti^ntem3Dt8 in"
Vidal de Negreiros pertencente ao 2- dlstncto
de S. Jos, 7 domicilios, todos em bom estado
de aceio excepto o andar terreo n. 13, arma-
zem de sal, cal e carvao que nao est aceado,
sendo o propnctario intimado para acaial-o.
Na travessa do Tavares da roa Imperial, per-
tencente ao 2 districto de Jos, visitou 28 do-
micilios ; deste3 pouco se achara bem acea-
do< nao por causa dos moradores sim pelo
propietario, qua nao tem attendido As suas re-
cUmacoes. .
0 propr etario foi intimado para no prazo de
21 horas mandar reparar os canos dos appare-
lhos (particulares) das casas.
0 Dr Baptista de Carvalho visitou 39 do-
micilios as mas do Calabouco e Bom Jess.
Ra do Calabouco n. 8 tem o qaratal pouco
acetado e com um carueiro e apparelho Dayna
ue deteriorado.
. 9, o quintal tem lama.
Todos os outros regularmente aceiad03.
O Dr. Baptista Fragoso no da 2 visitou
28 domicilios em continuagao da ra do Amo-
"k s 1" andar, o telhado tem muita3 gotei-
ras; a corran* precisa chamin e a latrina nao
miccmna^ ^ ^ an iare3i 0 9oau,0 ura pouco su-
ip ea ltrina do i" andar dalla agua para oan-
N. 17 1" e 3", andaros' latrinas nao fuaccio-
aam e rio 3o andar um tanto sujo.
S lo 2" e 3o andares os soalhos um pouco
sujos e as latnnas dos mesmos nao funccio-
""n! 13, 1, 2o c 3 andares, soalhos sujos ea
latrna (leste u'timo nao funcciona-
N 1( i" 2" e 3o andaras. soalho9 suios eo
cano d:is 'latrina as dos mesmos precisa con-
BNo'.l" andar a cozinha precisado chamin
^N 9 i- e 2o andares, soalhos sujos a a latri-
na do 2o andar precisa concert.
Tu Jo o mais regular.
resulta-
Faculdade de Direito -Eis o
di js exames da 2a serie jurdica:
Dia 26
Adolpho Cvriaco da Cruz Ribeiro-Aprova-
du simplesmente em direito civil.
Ma'ioVl Carplttteiro Peres Jnior-Approva-
do simplesmente em direito civil a criminal.
Deiii'-sleuesde Olinda Almeida Cavalcante -
Approvado simplesmente em romano, civil, com-
mercial o criminal.
Jos Luiz da Silva Tavares-Approvado em
coi I e commercial. .
Euclid -s D. de Carvalho -Approvado plena-
nien!-- em direito romano e commercial e sim-
plesm nt em civil e criminal.
l'in r:provado em duas materias.
Dia 28
Beato Bandeira de MilloApprovado lle-
namente em romano, criminal e simplesmcte
em civil e cominera.'I.
Benjamn Vercosa Jacobina. Apptwaao aun-
plesmante em civil. ,
Ernesto de Lomos Duarts -Approvado plena-
mente em "ireito romano, civil a commercial
0 siundesmente em criminal.
Jos Marques I-'ms -Approvado plenamente
em civil e simplesmente em criminal.
Domingos Jos Tenorio -Approvado plana-
meiil 3 em commercial c simplesmente em ro-
i, civil e criminal.
Um reprovado em 3 materias.
Da 29
g verino Ayres da Silva -Approvado sim-
plesmente em" criminal e civil.
Ravmundo BonnaApprovado pleir-ment'
era romano, civil e commercial a simplesmente
em criminal. ,
LiL inl0s Approvado simplea-
em romano. .
Alfredo Octavio Mavignier-Approva lo sira-
; nt; em romano o civi!. .
Trez re provados, sendo 2 em duas materias.
Eis o resultado dos exames do o" auno :
Dia 23
Florentino Olympio dos Santos-Approvado
1 tmente em todas a cadeira.
Urbano Mana Eulalio -Approvado plenamen-
te em eonomia poltica e simplesmeute as
ou'.ras materias.
Manoel Adriano de Araujo Jorga Approva-
do plenamente em economa poutica e
administrativo e simplesmente
^Francisco de Albuquarque Mello-Approvado
plenamente em todas as cadeiras.
Hennqua Daniel da Cmara Pimentel-Ap-
nrovado plenamente em direito administrativo,
ecouomia poltica e processo criminal a civil e
comavrcial e simplesmente cm pratica forense.
Heraclito Cavalcaute Carneiro Monteiro-Ap- Rodrigues do S. Duart
Joao Jos Lopes de Albuquerque Appro-
vado simplesnv-nte em todas as cadeiras.
Hoje serao chamados pela segunda e ultima
vez na 2.* serie do curso juriddico os estuJan-
tes que tem deixado de comparecer;
Dei-amos de inserir essa reapesta na folha de
hontem, porque ella so nos chegon as maos za
minutos depois de meia noite, quando era mpos-
svel dar-lhe cabimento as paginas do Diario.
Gremio dos Professores Prima-
riosEsse gremio reune-seboje.ao meio aia,
em sessao ordinaria. ...,__.___
Coracao de JessOs associadosdesse
apostolado
drneavrn misT celebrada pelo Exm Sr. Bispolia T*r~-Oficial de 17 do corraat
, 7 hons da mnha, e communhao N. 61 Aggravo da instrumento do Estado
de Pernambuco.
Vistos e relatados os autisom que aggra
vante Alberto Lopes Machado e aggravada, L
Companhia Progressi Colonial, negam provmen-
to ao aggfarvo palos fundamentos do despacho
3 que tem deixado de comparecer.- debellada d entre n3, a pode outra vez assumir res. ... ., ,_^
No 5" anno tambem ser feit a 2." e ultima feicao assustadora. Si desde o principio se hou- E o que Tez essa linda mao ? perguntei
.amada vesse orocurado com energa extirpar oa focos Pespeguei-lha una val ente bofetada,
Porquanto, tratndole da acao possessoria
proveniente da turbagao causada pelo desenvol-
vimento de urna estrada cuja construccSo foi
das Trras e Colonisagao. do Estado de Per
nambuco para beneficio do ncleo colonial Ba-
rao de Lucena, pertencente niao Federal,
evidente que a competencia para o caso do
juiz seccional, e nlo do juiz local d Jaboatio,
orne em especies anlogas tem sido decidido
por este tribunal, e principalmeuta no accorda
tocado pelo Dr. juiz a quo.
Cumpre notar que o art. 16 do decreto n.
848, de ti daOutubro de 1890, foi revogtdo,
nao pelo art. 6." do decreto n. 1 da 26 de Favo-
re iro de 1891: qua consgneu urna dspostgao
transitoria sobre a instalta^ao do Supremo Tri-
bunal Federal e mais funccionarios da Justga
Federal, mas sim pelo art. 62 da Constituicao
da Repblica, qua claramente defialu o lmite
das jurisdicOes federal e estadoaes; e assim
tem sido uniformemente entendido per asta
tribunal. E pague o aggravante as custas.
Rio, 9 de Maio da 1891 -Seguem-sa as asig-
naturas.
Mez Mariana na Torre -Termina,
no domingo 3 de Junho, a devogao do maz Ma-
rianno que se venera na capaila da Torre, ha-
vendo missa resada s 9 horas do dia a ladai-
nha noite, executada esta por senhoras acom-
pjuliadas ao piano.
Como nos annos anteriores, tem s do exer-
cida e3sa devogao com todo explendor e con-
correncia de fiis, admirando a boa ordem que
se observa no templo, o que extremamente
louvavel.
ManirestacaoTer lugar hoje, na cida-
de de Limociro, urna manifeatagao de aprego
dos habitantes d'aquella cidade ao Sr. Dr. Jer-
nimo Materno Pereira de Carralho, juiz de di-
reito do mesmo municipio.
A manifestagao consistir na ollerta de urna
toga, e justa como deve certamentc dar urna
perfeita idea da somma da sympatnia, que entre
os seus municipes, tem sabido angariar o >r. Dr.
Materno.
Laoteraa Magrleadecebimos e agra-
decemos o n. 427 do auno XIII d'esse peridico
livre e humorstico. .
O Occidente-D'essa importante revista
de Portugal e do estrangeiro, temos vista o
n. 552 do 17 anno, que est, como sempre es-
esplendido no texto e as gravuras.
Pela sua otierta, somos ratos ao Sr. Leopoldo
A. da Silveira, gerente da Agencia Litterana
Curso Annexo-Na terga-feira o Dr. Jos
Bandeira de Mello toi airo de urna manirestagao
por parte dos alumnos do Curso Annexo Fa-
culdade de Direito onde aquelle Dr. lente de
Geographia e Arithmetica.
Consorcio-No sabbado ultimo celebrou-
se o casamento do Sr. Jo3o d'Aquino Fonseca
com a Exm. Sra. D Adalgisa Gurgel, sendo o
acto civil pratcado perante o Dr. Freitas Hen-
riqu:s e oficiando no religioso o Rvd vigano
Augusto Franklim Moreira da Silva.
A desposada filha do'nosso amigo e conv
merciante desta praga, o Sr. Francisco Gurgel
do Amaral, tendo sido testemun as do acto os
Srs. Zepherno da Costa Valente o Manoel da
Cunha Lobo com sus Exms. Srs
O acto te ve brilhante assistenc a.
Felicitamos aos novos desposados, desojando-
lh-^s todas as alegras e venturas que o amor
proporciona.
.\ssocia9ao Mediee-Pharmaceu
tica'leune-se hoje era sessao ordnar a no
ugar e a hora do co^tume.
Guarda NacionalNa Sexla-feira ul-
tima rsuno-se o Club Central Benelicenta dos
oficiaos da Guarda Nacional.
Foram litios oficios dos Srs. capitao Rodri-
gues da Silva Duarta e outro do ton mte Joo
Francisco Coelho Bittencourt pedndo a sua
eliminag5o em vista de retirar-39 para a Cajii-
tal Federal.
O conselho nomeou para leval-o a bordo urna
commisso composta dos Srs. capito Jos Al-
fredo de Carvalho Jnior i." tenente Vicenta
Bezerra Cavalcante e tenente Hubal.lo Bap-
tista, sendo langado na acta um voto de lou-
vor ao mesmo pela sua assiduidade no compa-
recimento das sessoes.
Houve diversas propostas que foram appro-
vadas, de socios effectivos, sendo concedido o
diploma de socio honorario ao Sr Dr. Horten-
cio Peregrino da Silva, que oft'ereceu, como ad-
voga lo os seus servigos ao club.
Damos em seguida os oficios que ao club
foram enderecados pelos socios Jo3o Rodrigues
da Silva Duarta e tenente Bittancurl aos quaes
alludiraos cima:
Recife 2t de Maio de 189l.-IUm. Sr. Dig-
nairos apresantar em meu nome a esta huma-
nitaria sociedade, os meus protestos de eterna
, gratidao pela prova de considerago que dis-
nas outras ma- pensou-me acompanhan lo-me na dor que anda
sorfro pela perda de minha mi D. Delflna da
Silva Duarte
raram o estado sanitario da villa; mas o vera-
nico do Maio, acompaahado de um sol ardente,
trouxe eomsigo novos casos de lebres, pondo
m ralevo, que a peste ainda nao est da todo
debellada d'entre n3, a pode outra vez assumir
Approveito o enseje para assegurar a minha
estima e considerago. -Saude e fraterndade.
Illm. Sr. captao 1." secretario do Club Cen-
tral Beneficente dos Oficaos da Guara Nacio-
nal.Jos Avelno Rodrigues da Silva, Joo
provado plenamente em pratica forense e pro
eesso criminal, civil u commercial e simples
I; :ias outras.
Dia' 26
Joo de Barros Luna -Approvado plenamente
em direito administrativo e simplesmente as
oolras ;ca 1 raa. ,
Apjllinario Antunes Meira HennquesAp-
provado plenamente em economa poltica e
nplesmente as outras.
Jos da Cruz. CordeiroApprovado plana-
m direito administrativo e simplesmen-
te as outras.
t mo Celestino Franco do Si I'ilno-A.p-
provado plenamente em processo criminal, ci-
vil e commercial e economia poltica e sim-
plesmente as outra-.
Genuino AoMo de AndradeApprovado
plenamente em direito admmis^ativo a sim-
- outras.
Pedro l)nirte MunizApprovado plenament;
em n e commercial e sim-
ple.;' ara8- M
1 Da 28
Jos Cavalcante Ribeiro da Silva Approva-
do plenamente em direilo administrativo o sim-
plesmente as outras.
Antonio Vital de Oliveira -Approvado sim-
em todas as cadeiras.
Jo-'- Correa de Amoritn-Approvado plena-
men'" cm processo criminal civil o commerci-
al, pratica forense, direito administrativo a eco-
noma poltica. t
noel Frederico Rodnguis de Andraae-
Approvado plenamente em processo criminal,
commercial o direito administrativo e simples-
mente as outras.
Jo) Irmeude Arauj>-Approvado simples-
mente em todas as cadeiras.
Jo.-'' Felicio Buarque de MacedoApprovado
plenamente em direito adminstratvo o econo-
ma poltica e simplesmente as outras.
Samuel Hamos do PariasApprovado plena-
mente em processo criminal, civil e commer-
cial e direito administrativo e simplesmente as
outras.
Jos Vicente da RochaApprovado plena-
mente em economia poltica e simplesmente
as outras.
Da 29
Ladislao Aureliano de Miranda CostaAp-
provado simplesmente em todas as cadeiras.
Severino Barbosa da Silva-Approvado ple-
namente em todas as cadeiras.
Joo de Alcntara Fanas-Approvado plena-
mente em direito administrativo o simplesmen-
te as outras. ,_ _.
AgnelTb Tavares de Melro-Approvao sim-
plesmente em todas as#caeiras.
procuraao com energa extirpar o tutos Pespeguei-Ihe um lamiH ""w", o
de inteceo miasmtica, que aqui existom, pon- elle encolensou-se tanto, quo me apertou o na
dd-sa em pratica aquellas medidas,que a scien- riz com tal forca, que todo o dia o trouxe como
:_ .... ..Vinmahin^iiia iii\ mt\m mir\ avimam Um PimOnta) ..
Do outra vez, ma refariu ella, peguei cm
urna espada c, tirando-a da bainha, carreguai,
cia e as circumstancias do mom;nto exigiam _
bem da salvaeao ila todos, a marbo infeccioso,
anida em estado incipiente, n5o ^oncontraria
como encontrou, o terreno amanhado para a sua a fu ido, sobre o imperador. Mas ro, a correr,
1____:___*... ,.*-, hII!im A ni.nnU.il^ A onpnlhap.ja n um pnntAH.i3it-.mrln n frritnr pnm
disseminagao, e nem attingiria utensidade
que chegou em sua marcha assoladora.
E ja hoje eitariamos livres do terrivel fla-
gello!
Ao tempo da invasfio do mal, achava-sa
esta villa em pessira 13 condiges hygienicas :
as ras n3o eram devidamente limpas o acceia-
das; os quintaos eram verdadeiros celleiros de
riqueza Dacterica pela accumulaga-) do lixo
riqueza uacierio \>ma -a*A,uiuiva' u,y ** ^^w.w VJ ,v-M-..-
das casas, do despejo das aguas servidas, e at e resolva-a pela negativa
A~n mnni.;r,n F,^n >, analnc ,mmntilipaj i\ri 11 o- PftPi/notu-art natur,ilrn.'n
da3 materias fcaes, e pelas mmundicies, onun
das da criagao de orcos e g dlinhas. Para cu-
mula, dentro da villa um grande pantano, um
aguda e barreiros, cheios de lama ftida e p-
trida, siuistros laboratorios da morto, fabricavam,
sob a irradiaga? solar, os miasmas pathogenicos,
que em breve deveriam fazar espantosa irrup-
gao.
Foi aessas cradigoes ante-hygianicas, qua
sa assignalaram os primeiros casos futa es, en-
contrando o morbo infeccioso em tantos focos
putrefactos e bacteriferos ptimo, ambiente o
adubo para a sua cultura e germinarlo.
Urgia desdo logo atacar o malem seu es-
tado incipiente, o fcil seria dabellal-o ent&o-
Mas nada se faz nesse sentido : n.mhuraa provi-
dencia se tomeu k bem dagyxiene o sanaamon-
to da villa ; nenhuma medida quoaprophj-
laxia aconselha na eminencia do oerig,cono o
acceio das ras o quintaos, a desinfeccao das
casas, das roupas e objectos dos doentes, a in-
cineraba j do lixo o dos detritos animaes, as vi-
sitas domiciliarias, a queima do alcatrao o en-
xofre as ras e as casas, e outras rauitas;
nenhuma dassas medidas sa pz em execugao
para conjurar o mal; e nem siquer se dessecou
e aterrou convenientemente o pantano e barrei-
ros, causas principaes do infeccionamento. que
ainia permanecem, como a sphyoge da fbula,
prenhes da temerosas anuagas vida da popu-
lagao.
E foi diante desse abandono lamentavel,
que o insidioso inimigo mui socegadamenta as-
sentou entre nos a sua tenda de combate, e ha
8 mezes vibra o gladio do exterminio sobre um
povo indefeso e sera meios de escapar seus
rudes golpes.
No que vimos de dizer n3o se envolve ne-
nhuma censura aos Ilustres mdicos, que o go-
verno do estado tem enviado em nosso soccorro.
Na falta de concurso oficial por parte dos eu-
carregados do velar pela sade publica do mu-
nicipio, quem competa a iniciativa e execugao
de todas as medidas hygenicas e orophylaticas,
que as circunstancias pediam, nada mais tlnham
lser esses mdicos, senao concentrar todos
os 53U3 osforgos no tratamento e cura dos doen-
tes.
Nao possivel imaginar-so, Srs. Redactaras,
0 qua soifreu o povo desta villa nessa phase ca-
lamitosa, que a epidemia nos trouxe.
Nunca viram meus oaos quadro mais triste,
nem mai3 commivedor de que o desta popula-
go, de sbito golpeada por um infortunio enor-
me, bragos com um inimigo feroz, que nao lhe
respeitava os mais caros atfectos, e lhe despo-
voava 03 lares, semeando a morte e o prauto
por onde passava!
Nao pode a minha penna pintar as seeiMM
trgicas a pungentes, que as allucinagOes do
desespero provocavam 1103 miseros, qu; viam
tomb.ir de repente no seio gelado da morte os
qua mais estrera jciam no mundo, e lhes eram
ou a imocencia e o enlevo do lar, qu o arrimo
la velhice, ou o amor e a poesa da vida :
Por todas as casas os solugos o prantos das
familias se misturavam aos gemidos dos doen-
tes o aos estertores dos moribundos O pnico
dominava lodos, produindo actos do cobarde
goismo em uu3, rasgo3 sublimes de abnegagao
1 caridade em outros.
O desvario do medo provocou o xodo de
grande parte da populagao, que em desatino c
s carreiras, buscava a salvagao fra da zona
maldita, em qua a peste imperava. Viver pa-
reca um mijagre no raeo dessa furia collossal
de destruigao, dessa insania do flagello em co-
lera. Pareca que a morto se tiulia toando da
loucura do exterminio, a que inga :m mais es-
capara aos golpes desvairados de sua foice
aliada.
Cidadaos, Presidentes e mais membros
do Conseibo do Club Central Benortcente dos
officiaes da Guarda Nacional do Estado de Per-
nambuco.O abaixo assgnado, tnento do 1."
esquadrf.o de cavallaria da capital Federal,
tendo em 7 de Agosto de 1893 recebido t5o
elevada, quanto esmerecida honra de (azor par-
te como primeiro vogal, d'esta distincta o bene-
mrita associagao e desde aquelle momento
sido alvo do attencOes que s sabem dispensar
roracSes tao patriticos e bnn formados cere-
bros inspirados de ideas grandiosas e uteis
como os dos conspicuos cidadoes, que compera
o referido Concelho do dicto Club, vem com
coiHtrangimento n'alma, o seutimenio sincero,
de s -paraco: estampado na face, o o agradeci-
ment) nos labios, pedir a sua exoneracSo do
cargo, com que foi honrado durante nove oa-
zes e 11 das,
. O peticionario levado a assim proceder
por lar de retirar-se para 11 capital Federal on-
:m de fixar residencia em exercicio de
funegoes a desempenliar, e faz fervorosos votos
liara que esta corporagao tenha existencia pro-
lngala, que auras benficas bafegem os seus
das e qno urna serie de felicidades a acompa-
Siuceramente penhora lo pelo cordial trata-
ment de seus companbeiros fraternalmente os
abraca e despede-SB.
Recife, 18 do Maio de 1891. -Tenente, Joao
Francisco Coelho Bittencourt.
A Imprensa -D'esse peridico, orgao da
classe typcgraphica do Pernambuco, recebe-
mos o n. 2.
Agradscides.
Tlegranunas retidosAcham-se no
Telegraplio Nacional os seguintes:
Galvao do Camaragibe, Souza, de Maranhai,
avisos para Joo Santos, Manoel Audrado Mv
'hCarne corrompida "ela administra-
cao do Mercado Publico de S. Jos, foram langa-
dos ao mar 63 kilos de carne corrompida de di-
versos marchantes ..
FalleeimentoFalleceu hontem nestd
cidade, em casa de. sua residencia, o cidadao
Alipio Carneiro de Mello, cu|o enterramento tera
lugar hoje s 4 horas da tarde.
Paz sua alma. ,
Matadouro Publico Nesse staoele-
cimento foram abatidas 94 reies para o consumo
de hoje da cidade doRecife.
BonitoEscreveram-nos dessa cidade em
U6 de Maio expirante :
Ainda So est a**inEt?ft 9pidl*a3 la-
bres palustres tqjaedia 8bm flagBHa e dizima
es^aafsliz poputogao.
do infortunio, essas sceuas pavorosas da des-
grana, envolto nesse ambiente, saturado de la-
grimas e tristezas, sem meios para assoberbar
a torrente, que arrastava todos, senta cahir-
Ihe n'alma a noite do desalent, o tedio da vida
e do mundo ; e subir-lhe ao cerebro a volupia
do aniquilainento no seio reparador da natu-
reza.
Foi nessa quadra do angustias, que ura
grupo de rapazes destemidos, sbb a denomiua-
cao do Companhia de Jeius, se organisou com o
lim de soccorrer aos doentes, que o medo ou a
miseria abandonava no leito da dor.
E esses mogos, sentindo-sa impulsionados
pelo mais bello dos sentimentos humanos, a ca-
ridade, intrpidos diante da morte, cornam 4
todas as casas, tratavam lodos os doentes, ve-
lavain noites inteiras cabeceira delles, a dos
qua suecumbiam carregavam 03 cadveres ao
cemiterio, onde lhes doitavam a ultima pa do
trra. Honra esses repazes, qna por essa for-
ma, fizeram js a eterna gratidao deste povo.
E' preciso que nao mais so reproduzam os
horrores do passado; a febre est quasi ex-
tracta ; mas pode recrudascer, urna voz que os
focos de infeegao miasmtica n&o estao debel-
lados.
E' o que cumpre fazer sem parda da tempo.
O governo do estado i deu-nos o que nos poda
dar: mdicos, remedios e dinheiro.
D-nos agora a Intendencia Municipal o que
nos falta : ar puro e oxigenado ; d-no3o sa-
neamento da villa; e o povo agradecido bem-
dir os seus eleitos.
A EuuitativaEsta sociedade de segu-
ros de vida, dos Estados Unidos, a pnmeira
a miis adiantda,a mais importante e a melhor
do mundo.
B' a primeira, por que tera a maior quanli-
dade de seguros vigentes, sendo o valor de tacs
seguros em 3. de Dezembro de iS92 de Ls.....
179:000 003
E' a mais adi-intada, porque foi a primeira
que emittio apolicc3 incontestaveis, tomando
os seus contractos simples c concisos, sera con-
digots ambiguas.
E' a mais importante, porque a proporgao ao
seu activo sobre o passivo maior do que em
qualquer ou ra sociedade do mundo ; pois que
era 31 de Dezembro de 189 era de 127 -/-. O
seu activo de mais de L. 31:000:000 superior
ao do Banco da Jnglalcrra.
E a me'kor companh a e a que deve-se p c-
ferir para tomar seguros de vida, por que com-
bina todas as vantagens da idade, bem esco-
Ihido numero de segurados e posigo linancei-
ra e d raelhores resultad s do que qualquer
No entramantes, appareceu a irma de Betzy
que me cantou que, achando-se um dia s em
casa, Bonaparte o agarrara por urna orelha e
lh'a abanara rijamente, fazeudo-lbe muitU^Q
res.
encolher-se a um cauto desatando a gritar com
toda a forga. Voio a guarda em seu.soccorro e
desarmou-rae.
A menina quera entao matal-o ?
Nao, mas desejava feril-o para var correr
o seu sangue 1 J
Os jornallstas devem casar-se -
Urna revista ingloza discuta gravemente esta
questao : Osjoanalistas devem casar-se?
eeantoW!/?808' DtrQ8 93/4 ^ mMh4 ,os preceitoa de Jwu. Eate voltuVi
Dr. Vieira da Cunha, entrn as MTl/% da ma- *ar* no Tr com o _yiflf-r
Pergunta-sa naturalmenti porque se lhes ha
de irapor essa celibato. Ser porque ellas nao
sao millonarios e a prolissao nao os leve a isso?
Nao
Sara porque as preoecupages do trabalho
intallectual, as vigilias, os sobresaltos con-
tinuos em qua os pOe as ameagas dos pode-
rosos do dia, as attribulacoes morsas, lhes in-
flijfto algum vicio profissional, insomnia, esgo-
tamento, algumd esses estigmas de deganera-
go de que falla Nordau ?
Ainda Se osjornalistasnao devam casar-se,
textualmentepouco a sua missao muito
grande, muito elevada, mutto nobre, porqua
ella 03 absorva inteiramente e nao lhes dlo-
gar para outro amor.
Soelle3 03 eleitos da idea, os martyres do
espirito, as < almas heroicas > a devem vivaj
poderosos- e solitarios.
Por maisoonstrangedora trae -possa ser -esta
thsoria para aquellos nossos collegas qua ja sao
casados, preciso dirigir aos mdicos ingiezes
oordiaes agradecimento: a sciencia sagrou-nos
Sola sua voz, a de hora era. dianta saibamos to
os que trazeinos umTaureola na fronte.
O Tabaco -G tabaco pernicioso-ao des-
envolvimentophysico das enancas e paraca qua
esse asssrto nao precisa va de deinonstrac.o .
Entretanto um medico dos Estados-Unidos
fez ha tampos curiosas experiencias a respeito
em collegio freququentadopor 187 estudantas
o durante todo o.anno lectivo.
No flm do anno 77" "os estudantas nao tinhao
fumado urna s vaz, vint e dous fumarao'.as
vezas a setenta fumaro regurlaraente.
Os rasultad03 do exame fiscal raostrrSo qua
os que n5o fumavao trabara na media augmen-
tado 10 | no pe30, 2i "[ na altura, da 26 ( na
circuraferencia thoraxica e de 17 l na capaci-
dado pulraoaar, mais do que os que fumarao
regularmsiita.
Assaear de Canna -O governo do Ja-
pao e o? intaressados as su*3 industrias ostao
so oceupando muito da produccao da assucar.
do cauu naquille imperio O consumo, an-
nual de assucar ne Japao monta a 12.'WO 0)0
libras sendo apenas metade1 dessa quantidide
fornecida pelas fabricas nacionaes, coraquan'o
baja na ilha muiuis localidades 'apropriadas
boa cultura da canna ou da beterraba.
Placa cooimeinorativa No lugar on-
de existia outr'ora na ra Saint JJonor em Pa-
nz a casa em viveu Balzao foi collocada o mez
passado un placa commraiorativa da residen-
cia dfl illustre escriplor. dizando :
> Aqui erguia-se o palacete onde morreu, a
18 de Agosto de 1830, Honor de BaUac, mtor
da > Comedie Humiine, na3Cdo em Tours a
40 de Margo do 1799.
O que a placa nao diz a accrescanta a el
nica parizieuse, em que lejos a noticia, .que o
tal p.laceta nfto passava de um cassaro em
Siie a huraidade devorava to las as paredes
qus mo diz que a mullier de Balzac alli
sotfrcu luartyrios com as dividas de sua dina,
acoudesso de Muyseck ; que todos o livros
e autographos que representavao urna fortuna
foro vend des no pateo em praga judieiaria.
O que nao diz a placa que a haronean de Ro-
thsdiild compren o terreno a demoli a antina
"~ar urna
as ;
capellada Ueaujon para levantar no lug
torrnliacobirta de roseiras a trepader
finlmente que all nao ha rc3to ienhum
humilde morada de um romancista doste
culo.
da
se
Casamento civilO escrivao de cas-
rnosos que funcciona nosdistrictosda oa-Vista,
Graga, Pogo e Varzea, aflixou no dia 29 du
corrate, na repartigo do registro, 'a ra do
iaa. Imperador n. il, I' andar, editaos de procla-
E quem assistia esses cruciantes poemas raaB de casameatos dos seguintescontrahentos
Segunda publicagao
Chri3tinno da Gama Lobo Filho, morador na
freguezia de Santo Antonio, com Clotilde Esco-
lstica de Souza Ribeiro, resideite na freguezia
da Boa-Vista, soltein e uaturaes deste Estado
Primeira publicagao
Manoel Vicente Ferreira, com Francisca Ma-
.ia deMenezes, solteiros, residente na fregue-
zia da Boa-Vista.
Joao Baptista Furtado, empregado no cora-
morcio, residente na freguozia do Pogo, com
Idalina Zulmira Alvos Araujc residente na fre-
uezia de Santo Antonio, solteiros e naturaes
este Estado. _. ,
Inspectora do "districto marl
tluioUccife, 29 de Maio de 1891.
Boletim metereologico
Horas. Term cenli- Barmetro Tensao do Humi-
6 h
9
12
3 t-
vapor
19,33
19,31
21,32
11,Id
20,10
dade-
87
78
80
80
86
arado (a O")
23,-9 75S-.26
K? 760-,23
27,c3 738-.60
16i 737-39
6 25,"8 737-05
. 'eperatura minima 23,73.
Temperatura mxima 29,00
Evaporagao em 2i horas ao sol i."3
Chuva 0-1. ,, a .
Direccao do vento SW de meia noite atea n.
19 ra. da manha ; WSW at 9 h 23 m. ; SE e
SSE. alternados at 1 h. 39 m. da tarde ; S at
1 h M ra. : SSE at 2 h. 33 in. SE at 2 h.
4, m. ; SSE al 3 h. 03 m. ESE at meia
nVeocidado media do vento 23i por se-
gundo
Nebulosidade media 0,6i.
Boletim do Porto
Das Horas Altura
oh* e sanio s M 3/4.
Dr. Bastos de Oliveira, entrn s 11 da
ma iha e sahio s 11 i/2.
Dr. Tavares de Mello, entronas 11 da ma-
nda e sahio s II 1/2.
Pharraaceutico, entrou s 9 1/4 da manha e sa
hiu s 2 da tarde.
Cemiterio PublicoObituario do dia
29 de Maio de 1894.
Agenor, Pernambuco, 8 dias; Santo Antonio.
Adriano Alexandrio Campos, Peroambuco, 49
dias; Santo Antonio.
Julio Rodrigues da Silva, Pernambuco, 20 an-
nos, solteiro; Boa-Vista.
Manoel, Pernambaco, 3 dias; Boa-Vista.
Luiza Maria do Espirito Santo,. Pernambuco,
SO annos, viuva; Bo 1 Vista.
Carlota Eones de Jess, Maralo,' 70 annos,
Boa-Vista.
Bernardina Carlota, Pernambuco, 7 das; Boa-
Vista
Manoel dos Santos, Pernambuco; Boa-Vista.
Maria, Pernambuco,-2 mezes; Boa-Vista.
Luiza de Franga, Pernambuco, 7 meies; Graga.
Josepha, Pernambuco, 18 mezes; Boa-Vista.
Deolindo Paulino. Pernambuco, 4 meses; Boa-
Vista.
Maria, Pernambuco, 6 mezes; Graga.
Bernardino Ferreira de Almelda, Portugal, M>
aRnos, casado; Boa-Vista..
Cecilia Maria de Sonsa, Pernambuco, 86 annos;
Graga.
Um feto do sexo feminino, Petnambucor Beat
Vista..
Severiao Ramos, Pernambuco, 20annos^Boa-
Vista.
esses mundos superiores i Terra.
Tambem alli vemos a affirma^tN
y id as successivas da alma.
Na verdade te digo que nio
1- o reino de Deus, sanio aquelle que
per de novo (3).
c O qua nasoido da carne,
0 que nascido do espirite,
1 c Nao te maravilhes de ea tsr
Imparta-vos nascer outra Tez.
t O espirito atsepra onda qur
ouves a sua voz, mas. nao sabe
elle vem, nem para onde vai
todo aquella que o nascido do _
Quando os discpulos -de Christo
terrogram e lhe perg^nntam : Po
zem os Escribas que Elias deve Ti*
meiro ? >, elle responde: Eliaa j
MEDieiN
r%.
Febre biliosa em urna estran^elra
recentemente chejsdsao Brazil.
Cura proinpta pela HoatOBopatbla
Mraj. R... maior. de3)Jan.ios de elade,
francesa de nascimento, racontamente chegada
ao Brazil (6 mazas), residin lo no Hotel Pa-
riz,i travessa do Bispo Sirdinha, nesta cida-
de, cahio, doeate a 11 de Maio corrate com fe-
bra interna acompanhada desde o principio de
fortes dores de cabega; o que aitribue a cir-
cunstancia de ha ver tomado ura sorveto com o
corpa ainda agitado de um passeio a carro,
bastante longo. Nio vem-lh e a3 suas regra3
ha tros mezes.
At 13 a tarda e3ta em U30 da sulph. di qui-
nina em obreias, urna pogao com atfe&U de
sodt e antipyrint; e externamente da un ti-
nimttito da hire'tenthina com luiian de Sydi-
nhan.
Nao so sentinio melhorar com este tratamen-
to ; fui convidado para madcal-a a 13, cerca da
8 horas da noite. Apresentava urna tempera-
tura de 39 610. Eslava agitada. Estromos re-
laiivaraenta frescos; calor concntralo na ca-
baga e tronco. Este e a face estavam bastante
injoctados. Qu;isava-3e muito da cabega e do
estomago. Pareca qu3 lhe estalava o crneo
-dizia ella; e 111 estomago accu3ava sonsago
de plenitud! e anciedade. Havia estado nau-
seoso e vomito3 frequentas, de bile, amarellos
e azedos. A lingua era amarellada. A regiao
do figado rauito sensivel s >b o rebordo da3 co.-
tella3. Muita sede. Urinas normaas. Dejeo-
g33 biliosas, flui las. Todo o ventra sensivel
Kela pressito, especialmento o baixo ventre.
ores nos membros e cadeira.
Na parte media do baixo ventra, sentia-se,
tres ledos trausversaes, sobra o pubis ou o osso
do penta. urna tal ou qual duresa ou resisten-
cia que sa devia referir ao ulero, provavelmeo-
ta, grvido. Ha perdas sanguneasique se cha-
racterisain por p quenas manchas apeuas.
Preseravo B:l. e Metal, a'.b., ambos di J.
Dia 14(9 h. da manila). Tenap 38 6/10. J
nao vomita. Ainlaame;ma dor de cabega.
Ainda a mesma planitude e anciedade no esto-
mago. (6 b. da tarde). Mus alliviada j do es-
tomago. 03 vmitos bo tem voliado. Suppor-
ta j os callos. Tem ainda bastante seda. A
caboca continua a encomraodal-a bastante.Da
13 -;9 h. da manh;. l'einp. 36 o'lO. Dormio
bem a noite antecedente. A dor .la cabega tm
desapparecido. Estomago cada voz a melhor.
A linsua conserva-se, nao obUante, amarello-
carregada. Persiste a sensiblidade anormal
do vantra. Voltam a3 perdas sanguneas que
Inviam desapparecidj hontem. Accusa multa
fraquezi geral. Levantando-se tam tonteiras
a checa a Faltarem-llie as pernas.
Applico China 3 X. A desata muito satis-
feila eom os resultados conseguidos pela Ho-
moeopathia, tica de mandar clumar-rae em caso
de neces3idad. Dois dias depois manda
Pha'm-icia HomeBpathica repetir a pogfto de
China 3* X e fui informado qua continala a
melhorar. .
Dias dep)isabortou um feto ja morto ue
longa data.___^^
Esquaceu-me dizer que a assistente, a hxma.
Sra D Antonia que a examinara, era minha
presenga, ni noite de 13, diagnosticara mmi-
uencia de aborto -e continuou a assistit-a quan-
to aos solTriment03 uterinos at que o mesmo
aborto se effectuon.
E' digno de nota a promptido de acgo dos
nessos medicamentos neate ca3o.. Em 2. horas
dnanpirecem cunetimsnte a febre e os vinillos
Uttoso 9 ihittro de 3 das o restanta dos sym-
ptomas mais cncommodos, a ponto de julgar a
doante ja prescmdivel a minha presenea
Quanto ao aborto nao ponda ser evitado palo
estado de morte em qua se achava ja o feto na
cavidada uterina.
Recife, 29 de Malo da 189i. .
Dr. /u/10 Mano.
mas elles nao o conheceram .
comprehendem que de Joao
que elle qner fallar.
Jess lhe diz arada em outra
tancia:
Na verdade vos digo que
nascidos de mulharea nio se
ontro maior que Joao Baptista.
e querei bem comprehonder, elle
o Elias que ha de vir. O que 4mm <
vidos de onvir, ouca. (5)
0 fina a demandar por cada una da? j
e pela sociedade inteira clarameoce
dicado. E o reinado do cFilho do I
do Christo social, ou, por outros
o reinado da Verdade, da usqt. e A
Amor. As vistas de Jess dilstiim
para o futuro, para esses tempoe *qtK bbs>
sao annunciados.
Eu vos enviarei o Consolador,
nho ainda muitaa cousas que vai
mas vos nio as podis supportar
Quando vier porm aquelle espirlt.
verdade, elle vos ensinar todas as
des, etc, (6) .
A's vezes elle condensara em it
grandiosas, em rasgos flarainejactc* ..
verdades eternas. Os seus apostolce
sempre o entandiam, mas elle
aos seculos e aos acontecimentos
do de faaer germinar aquelU
na consciencia. da huraanidade.
chnva e o sol faeem germinar a
confiada 4 trra. E' com esse
que elle diriga aos seus estas paJ
arrojadas :
1 Passar o co e a torra, msalof
sarao as minhas jjalavras (7)
(Contimiap-
(3) Joao, III, 3.
(4) Joao, III, 6-8.
() Matheus, XI, 11, 14
(Q) Joao, XVI, 12, 13. A igrej
v n'es tas palavras o annuncio do ,J
rito Santo que alguns mezes depoir
ceu sobre os- Apostlos, mas se a Les
nidade ( porque a ella que se di
osta prophecia), nao era entao capa*
compreheuder a verdade como sl-^
cincoentadias depois 9
(7) Matheus, XXIV, 35.
A' A
Ma vives n'alma... como ura sonlio ratind: "
Enches mea ser de vaporoso enlaio...
Quanlo entra a vaga essencia de t u ^ 1
Pascas em nuvem diaphaaa, sorrindo
Como gon lola airosa SJW, scin lind,
Vai mar a fora da bouanca, em meio.
Tu veos a mim, em palpitante anc :i
N um goso increado est alma bipartinif
E uto em mim o negro olhar arieute
Coratigo pensas-oh idoial do erante i
Que pode amor, mioli'aluia consairrar-t.
Mal sabes tu, oh flor appetecida.
Como eu smto tan pahfe e tao sem vida.
Quando procuro o corago p ra dar-te
Manoel Ara-
B""*"
Pra-mar ou
balxa-mar
P. M.
B. M
Casa de
23 de Maio 11h. 40 da m. l-9o
28 de Maio o-h. 50 da t. 0,ra9o
Deteiic^o Movimento dos
3 da Casa de Deienco do Recife, Estado
de pernambuco, em 29 de Maio de 1894 :
LlTTEMTRf
Existiam
nlraram .
Sahirain .
Existem
A' saber:
Nacionaes.
Mulheres .
Estrangeiros
Mulheres .
kA?copKSuvaa4o Htz.pasaaoojjnell- nada de galante
companhia do mundo, como so v das apoli-
ces vencidas agora,
Os que nella quizerem tomar seguros ou mes-
mo cother informages dirijam-se ao w. Al-
bert Farjcon Inspector da Agencia ra do
Comraercie n. H
!Mapoleao em assados... -D urna car-
la racentemeat; publicada pelo Figaro e es-
cripia por urna das pessoas que cercavam o im-
perador no exilio, extrahimos estas duas curio-
sas aventuras :
Bonaparte, chagando a Santa Helena, hospe-
dou-se em casa d'uin |chamado Balcombe, urna
das fllhas do qual, da 14 annos d3 idada, da
pelo nome do Betzy.
Ora esta pequea, que muito bonita e en-
canta, sobretudo pelo seu espirito alegra e vi-
vacidade do seu carcter, agrada ao impera-
dor a ponto de sa mostrar apaixonado por
ella. M _
Conversando-a hontem, disse-lho eu :
Menina Betzy, nio me espanta ouvil-a ra-
lar tao bem o fraocez, porque acabam de me
communicar que escolheu Bonaparte para ra o
ensinar. .,
Nada, nao sonhor, me respondeu e.ia;
acho-o muito grosseiro para isso.
Asseveram-ma, comtudo insist, que a
menina tinha sabido capdval-o o quo elle esla-
va apaixonado por si !. ___
Vejo que o n5o conhece. Nao tem mesmo
Total
Arrasoado3
Bons
Doentes
Loucos.
Loucas.
506
7
13
500
476
10
14
0
500
436
410
19
5
2
436
Total .....
Movimento da eafermana :
Teve baixa :
Felismino da Silva Pitiguary.
Tiveram alta:
Jo&o Francisco do Nascimento.
Miiiuel Paulino Flores.
Hospital Pedro II-O movimento desse
estabelec.mento a cargo da Santa Caja.is Mi-
sericordia do Recife, no da 29 de Maio toi o
seguinte : ,q
Entraram. z
Sahiram.....
Kxistera..... /0
Foram visitadas as enfermaras pelos segura-
C03: Sobrinho,eptrou.. 6-1,2 Wm*
A vida depois da marte
POR LEN DENIS
TraducfU de Pedro d'Able
PRIMEIRA PARTE
VI0 Chrislianismo
(Continacj)
Ao lado d'estes en'sinos de Jess que so
dirigemaos simples, ha outros nos. quaes
a doutrina oceulta dos E*senios repro-
duzida era tragos luminosos (1). Todos
nao podiara subir a essas alturas, a por
isso que 03 traductores e interpretes do
Evangelho tem, atravez os sculos, lhe
alterado a forma e corrompido o sentido
Apezar d'essas alteracoes, fcil re-
constituir aquelle ensino, se nos desape-
gamos da superstico da letra para var
as coisas com a razio e com o espir.to
E' sobretudo no Evangelho da Joao
que acharemos os traeos ainda visiveis 1
c Na casa de meu Pai ha muitas mora-
das : se assim nao fora, eu vol-o tivera
dito. Pois vou apparelhar-vos o lugar, e
depois que eu for, e vos apparelhar 1 o
lugar, virei outra vez, e tomar-vos-hei
para mim mesmo, para que, onde eu s-
tDU, estejais vos tambem (2).
A casa do Pai, o co infinito com os
mundo* que o povoam ea vida immensa,
prodigiosa, que na superficie d'elles se
expande. Sao essas as eetacSas innuma-
raveis da nossa carreira, estac5es que
somos chamado* a conheaer sa seguir-mos
Dr.-Amobio'Marques; entr0u9 8 1/4 *a.m
' nhfte sahio as 11/2.
Dr. Barros soDnnnu,witv- -.------------- m_iq) R
nhaesahioas7 1/2. ._ aaa (1) L-se em Marcos (IV, W--WJ E-
Dr. Malaqnias; entrou *s 8 da mano esa-* ^3^^^ : A vos outros !Concedido sa-
2?wr enlrou'<' "",da ^^rs.tr^'.r^r s
Or llrardo, entrou as 11 da un *w* ^wbolaa. -.0 mesmo peusanaento
hio Ai 12 __ ,. Q tll ,____. *-^Bo,,nor Matheus, X1I, IX, -Id-
ex-
(2) Jlo, XIV* 2, 3..
IHDICACES WEB
ScdlCM
O Dr, Berardo medico e ocalisfc s
hospital Podro 2.* lera consultorio r
do Bom Jess r- 9.1.* andar. Restte
cia ra Real da Torre n. 29. teleplMiH
. 366
Dr: S Peretra. ra da Imperatrz.
6, d consultas medico-cirargicas lo*
os dias das 8 meio dia, menoaw*.
domingos e dias santitcados.
Dr. Amaro Wanderley, Muice
consultorio para a ra Duque de Ca*a*
n. 74 l. andar, onde d consaltas Ja
11 horas, da manha 1 hora da lar*
Residencia Ra Direita n- 41
Afogados.
Dr. Joaqun Loureiro medico parla*
jo, consultorio rui -i- adog o. 14
resideccis na Ca Pacto n, 5. eaaa t
azulejo, dofrooto n Rreja da Gaapjaa-
ODr. Simpltno MmgnitrV
seu coasultorio ra; Marque/
n. 27 primeiro aaiar.
Especiali'iades liaa do
Iho respiratorio, febre e da ^lle.
insultas das 9 iilia ;
em ata
rde.
RosideaciaRu< ':,. Hospicio n. 41..
Chimarlmi qualj !or e por k
cripta.
Telepuoue q .5^6.
Dr. P&einti* SUm chaf aa it
Paris; com pratica a clnicas de WW-
cker e Landolt, d cousultas de I a 4
horas da lardo a mi do Imperador .
6:j prioaeiro andar.
Telo)hooe n. 588. Residencia Oa-
xang. ..
O Dr, Lobo Hoscoso d commm aa
5ia casa rua da Gloria n. 39 I
huras da maniat 1 da tarde.
d94a fra .lo aarvic-j publk ol
para, acudir a quiquer chai
prorapti para fora da cid
lidiade, operaces, partos e
de^eaaawsa meniaee.
GllaJea
oavldoa e
0 Dr. Pedro Pontati, t\-
nica do professor Wecker, 1
sua viagem a uropa, tem-
rre ra Nova n. 18. orla*
CousulU da-4 s 4 da taraa.;
Telephone n.

rmsr\


V

.- pjaejajajajBBttBtfBJl
s
diario de Pernamboco QaiotaHfcira 3i /
Drogaras
jirafa Jf Mzchaio. Deposito de to-
das as espoci.r. idades pharmacaulicas,
tiata. Jroas, producios chimicos e ou-
troi medicamentos hoeopathicos, ra
Larga do Rosario n. 34.
Faria Sodrinho & C, droguistas por
tascado, ra do Mrquez de Oliuda o 14
Chamarles Braga & C. Beposijo
de Drogas e productos chimicos, espe-
cialidades Pharraaceuticas, medicaraea-
os homeopticos e lilas, leos, pin-
ceis ele, ele. Rui do Mrquez de Olio*
da a. 60.
Ocealistas
Dr. Brrelo Sampaio, occalista. da
consultas de 1 s 4 horas uj primeiro
andar da roa do Baro da Victoria a
51.
Resideacia a ra Sel6 da Setembro n
34, entrada pela ra da Saudado n.
PllUIUOin A PEDIDO
52
*h A' sea presado padrlnbo J
(r Commendador groes-
?10 Jos Felippe Santiago.
Pelo *ea feliz aontver-
(r Bario
fh Abrefa-o o 6eo alunado
Y 30-5-94.
Jorge B.-aa :5o da Silva.C
A S. Exc. o Si-. Dr. governador
do Estado
Confiados na justica que S. Exc. tem
sabido distribuir, desde que assumio o
governo d'este Estado, e demonstrando
ser verdadeiro amigo do povo, vamos sol-
licitar de S. Exc. a publicagao do rela-
torio da commisslo de syndicancia feito
no Concelbo Municipal deste municipio
da Victoria, em virtude da circular de
S. Exo. de 28 de Dezembro de 1893.
Convictos de que S. Exc. nos attende-
ra, far ao povo d'este infeliz mun cipio
ver o estado em que se acha o mesmo
municipio; visto que o Conselho Munici-
pal se suppoe com previleg03 de fazer o
que quer, e os admirar, como o estatuario
da faMa, maravilhado de sua obra, sem
que, todava, a queira expor aos olhares
roveetigadores e indiscretos dos pobres
nortaes.
Victoria, 28 de Maio de 1894.
Muitos victoricnses.
x\o publico
Tendo mandado ama precator* citato-
ria eo Reino de Portugal para ser c tado
JoSo GoDcalvcs de Soasa BeirSo cobro
doeunentoi Clioi que o mesmo W*lll-|0,-d,F9fditid"- jalao verificou
forjou, para se tornar credor do espolio i ..... j" ------------
de mea "sogro Jos Mara Ferreira
Aprecie o publico : em 16 de Desem-
bro da 1876 mea ogro Joto Mari Fer-
reira da Ganba e Jai o Leopoldina da
Coata Albaquerque, Domingo* L?ooids
d- o.U Albuqie qae acceitaram tres
letras para compra de om vapor a moea-
daa para o engecho S. Loorenco, de Ipo-
jaoa no valor de cinco eoatos e qaatro
cea toa mil re, sondo l.1 a sei om
de am ooato a qaijbootoa mil rea, a 2 aa
dcae .nezea de am cinto aove ceotoa e
ciuci-e jU mil reis, a 3 a a vate e qaatro
meses de um cento nove cont e oiccoenta
mil rei, mea sogro desoontou-M, a ca*
Bwmat-.n fivanHo aa diua leiraa pg*.
Em 1878 embarcou mea sagro para
Portugal, como foi que o BeirSo encontr
ama letra aoei'.a na mesma data coa aa
tres firmas ora meseaa oomora com
qnarenta e oit > meaes qaaodo os doia qae
assigaoaxam essa traneacSo (e qae exia-
tem) igaoram a existencia de tal letra, a
caaa Brcwmao tambem a descenheoe, por
isao jamaU maodoa citar mea sogro por
qae nao existia a t-1 letra, oadu foi que
BeirSo achoa essa letra e easa couciliacSo
do jaii de pai da iragacaia de S. Jos,
requerida noaaao de 1585 em qae era juia,
Joaqu m Cavalcante Hullanda A'-buquer-
que procarador do mesmo BeirSo, como
se v ooa antea de prava de divida o re-
qnerimecto do BeirSo e a conciliacSo junta,
quando en tendo requerido o anoo toda
de 1881 por basca e o mea do Outubro
do mesmo anno nSo acbei no protocolloe,
a dita ceno IiacSo, nom mea sagro fui cita
do pe'a casa Bovnaan como provo com o
depoimento do digco garante do dita ca
porque o BeirSo n*o jonteu o original
deesa Uta, e airx, urna ; abca lrma tira-
da pelo U bolillo Siiveir. L >bof prova eiu
aerante de qae a letra f-Ua, como u
deol&rou o digno gerente na aeu depoi
ment ; apreeente-a para provar, pois de ve
estar em sea poder o original, na con-liliceo
janta aos autoa de proza ue divida re-
querida por B gaeaia de S. Josa no anno de 1835 do
tbeor a. guite :
A reqaerimeoto da casa B woan foi
expedido carta da edites contra Jos
alaria Ferreira da Caoba e pelos annan- bemfeitorias existentes no-engenho"Timb
oioa aomparecea J^So Qan;alvea de Sau/.a .'Asse pertencentes ao Sr. Augusto Cesar
Beirao como procurador do ausenta, os
herdeiroa em coocilacSs perdouram os ju-
ros vencaos at aquella data, assim como
as poquooaa desposas feitas na conciliacSo
aeodo na dita conciliacSo assigoado como
gerenta na ooncord.ta Francisco Aotonio
de Oliveira pergunta-se quem esse Oii-
veira quando o gerente da fundicSo doa
herdeiros Bow nan chama va se k ranciaco
Anconio d Aimeida, oonbecido per todo
oo. mercio do Rccifa, co depoiaiento do
grente actual filbe do fallecido Francisco
Antonio de Almeida di* que de nona
Francisco como gerente da fund-aSo-
Bowman s foi sea psi, Francisco Aotonio
de Almeida qae fci chamado no cemiterio
publico de Santo Amaro no da 23 de
Agosto de 1883
J v o publico qae nSo poda aaatir a
ama ooocilicSo feita co mea de Oatubro
de 1884 prova evidente da lalaidade da
letra, ouaadia inqoa ificavel I ... qu<>m
aaeim abas da boa f jlludiado a justica
tado pode affrontar ; pelo exame feito cu
aegro foi pirque lladio a da magistra-
tura drtfio te a que apresante o origintl
deasaletra, assim como a cooc.li.c3j que
juntou para dar f ;rr;a a pablioa forma da
letra que dis ter pg?t Pols **' conoiliaeSo
aSo hoavr, nao poda ha ver, porque a letra
falsa, a conoiliacSo falsa, em que jor-
ns toram pobhcadjs editos chamando
mea sogro para pagamento deasa letra,
porgue nSo juntou aoa autos de prova de
divida porque a c^aa B waian sendo ere-
dora do ao4 sogro igaorava toda esta
baodalheira que forjaa-te s vim a onhe-
cal-o porque o tallecido Joaqaim Cava!
cante teu procurador dac-aroa-me a ver-
dade e a aJgumas pesaoaa de mea coahe
cimento toi qunndo dirig me a casa
Bowoan e eotrei na apreciacSo por sar
informado pelo proprio gerente qae tam-
bem como eo ignorara essa tratactaia qae
6sate ; embur* o jaic do ci 'el uzease ma
injaaticA, epaellei para o Supremo Tribu-
nal da R'lacfio. esotro qae cocheoendo a
veracidade di maue dacuwootos far-me ha
juatio se -r preoiso p.r* etclareoimeato
d verdae mais provas eu as apresents-
rci, espero no carcter integro jutticairo
des magiatrados do Supremo Tribuno!
verdadeira Castiga.
Rei-fi 30 de M.i de 1894.
Joao Quaiberto de Aedrade Limo.
Alipio Carneiro de Mello
Pedro Antonio Barroso communica a
eus parente3 e amigos ter bontem s
4 1/2 horas da tarde fallecido o seu cu-
nbado Alipio Carneiro de Mello e os
convida para assistirem o enterro do
mesmo que ter logar hojs s 4 da tar:
de, realisando-se o sahimento da ra
da Imperatriz n. 11.
Antocipa desde j 03 seus agradecimen-
tos por esse piedosh acto de religao.
Recife, 30 594.
Ao publico
D Ismenia A. de Mattos Lima, faz
sciente a quem interessar possa qae as
A EQUITATIVA
flB SBEinn fie flos Bstaflas-Uaiflos
7BS-2KITA3L3 LIFE SSK3AS:S-S::i3I7 0? TSS NITSII STATES
KM Ji\EIRO-l-i84
i
de Andrade esto sujeitas a urna execu-
9io superior a 4:0003000 como se vfi na
certido abaixo.
Recife, 7 de Maio de 1894
ismenia A. de Mattos Lima
Jos Genuino Ferreira 2- tabelliao publico
judicial a notas escrivSo do civel,
cornmercio. privativo das execuces,
jury e execuco criminaos do munici-
pio de Ipojuca, em v rtude da lei, etc.
Certifico que a paddo de D. Ismenia
A. de Mattos Lima em meu cartorio
corre urna execucSo contra Augusto Cear
de Andrade e que foi arrematada pela
mesma D. Ismenia A. de Mattos Lima
de cuja arrematacJo pende embargos o
qual est sendo discutido e que a exeeu-
Cjio do valor superior a 4:000$00 alm
dos juros e custas. Dou f.
Villa da Nossa Senhora d'O' de Ipojuca
5 de Maio de 1894.
Jos Genuino Ferreira.
da
Canha contra o cnsul de Pon nga! pela
quentia de seis cor.tcs e qaatro centos mil
res.
ME
Solea Oososaorciai le yeraaas:-
bE9
onraoOct nmcuii da jkt uua oos-
moni
Pn^idoRecif*, 30de Mao i* 1894.
Canbi eob-e Londres a 90 d/v 9 1/4 por /00a
do Banco..
Cambio sebrt Londres a vista a 9 1/8 por....
UOOO.
0 presidente,
AagCE'.o Pinto de Leaos.-
0 Fccretario.
Aatoolo Leonardo Rodrijaes.
Cambio
CStA'v'l DO B'3IF'S
Os Bancos abri.aa) com a t.xa de 9 l|4 sobre
Londres s 90 ita, conservaa-c- e cluraate o da
sem alieraco.
O moumento foi peqoeco.
Em p:ptl paracnlar noave alguns negocios a
9 5/16.
'iaeSec do gneros
Para o aqricullvr
A9SGAR
Dstzs por 15 kilos. 6*400 a
Brinco dem dem .... 41630 a
Soaieoc-n, idea dem. 3*90 > i
Mascado dem idem 9..0 a
Broto rr-elauo...... s/300 a
RetJ2i dem idem I 8- *
eo a f-lsidade do debito de que tornou &-t
creder de meu sogro, se tatao o quo al'
leg pruve-o com doenmentos e nao core
sophiemas, porque se tirou carta de sen-
(0093 e eat de posse dos beca de meo
3*000
24400
2 090
Algodo
Vendido a 1!|000 por (3 kdos.
tlfri
W pipa de 480 llbM 355*030
Agaa?decie
Por fipa e 480 tros 183*000
Coarot
sccos saleados na base de l kilos 793 rea
Verles a 485 reis.
Oarnaabfi
Catase de 12* a 20*000 por 15 kilOf.
Mel
Jottaos nominal a 110*000 por pipa.
TABELLA DAS BNTBAUAS DB ASOCAB B
aueZo
_______Me de Maio
Entradas
3arcacas ....
Vapores......
Ammaes .
Estrada de Ferro Central.
dem de S Francisco
dem de Limoeiro. .
Soomma.
1 A asa-
Das car
Saceos
i a 29 4S910
1 a 29
{ a 30 3183
( a 30 10173
t a 29 57120
1 VJ9 281
122667
lmpor Liverpool e Ltssoa vapor ingles Halara, en-
trado em 24 do corrate e consignado a Black-
barn eComp. :
Carga de Liverpool
Arroz50 saceos a Lopes Albetro e Comp., 50
a Viclortno 4 Silva, 50 a F. Salsa, 50 1 p0-
reir de Carralho e Comp.. 250 6 ordem.
Amostras 1 volme a ordem.
Agua mineral 30 caixai (ao Londoo Baok. 1
Arcos de ferro 100 volaiaea ordem, 899 a Ai.
bino Silva e Comp.
Barr.s de ferro 210 e 333 feixes a A. R- de
Sonza. 455 e 110 a Alian Pate-eon, 191 a Wil-
Uam Hallidav e Comp.
BaUtas 30 catxas a i. I. Altes e Conp.
Barniba 25 caixas a J. S. Seixas.
BlscoDtos 5 caixOdg a Figaeirio Co3ta e
Comp., 3 a Sooza Aculare Comp.
Cbapos 2 caixCes a Aogaslo FeraaaJei e
Comp.
Cidra 50 caixas ordem.
Cevada 23 barricas a Jo.Vj RodrUaes.
Cerveja 20 calx3 a Castro L<>mos eComp.,
11 a o-dem, 15 a CarvalQo e C, 90 a Cosa L:ma
e Comp.
Cobr e 34 relames a J. de S. Agnicr.
Ca 11 volames a ordem, 11 a Ftgaci.do
Cofta e Comp.
Cateados 1 caixao a M. de Barros Cavalcante
Drogas 4 volamos a Compa-jbia de Drogas, 8
a Farla Sob'inbo e Comp.
Estanbo 2 volames a Vunsa ("astro e Comp.
Elstico 1 raixi a Ramoj & Gappdit, 1 a
Francisco R. da Silva e Conp.
Eniad^s 23 barricas a An.ouio Duarte Crael-
ro Viaaoa.
Ferragens 10 volames ordem, 38 a Cardoio
& Irmajg, 1 aos b Silva e Comp., 1 a Antonio Doarte Carneiro Vi-
anca. 24 Res & Siuto.', I Tneo. Ju-i, 4 a J.
A. Vtiga, 1 a A.R. de Soasa, 4 a Miranda &
608OO iSooza, 2 a Viann-i Cidro e Comp., 2 a Alian Pa-
5*800 iterson, 54 a A. Piuto da Silva e Comp., 3 a
iMOO Compaobia Ferro Carril d* Pe'Dambaco. 10 a
Wilam Hiilldi e Conp.. 4 a G.mei t Mit-
tos Irmaos, 5 a Oveira B&tM e Comp., 6 a A.
de Camino e C,
Ferro gusa 30 toneladas a cir'em.
Fio 1 fardo a Albino S.!v\. e Coca?'., 1 or
dem, 10 a;Ramos 4 G^ppert.
Folba3 de chumbo 39 voljme3 aos hardelros
B waann, 30 a A. Silva e Comp;
Folbasue Qiadres 200 caixas a A. r,ds Cirva-
Ihoe C, 165 a AotoMo DjartsCaraeiro Vianoa,
20J a A. Pinto da Silva e Cojjp.
Fogareiros 129 a J. A. Velxa e Coa)., 219 a
Wiilism Hliay e comp.
Girrafas 25 volumes a J. R)drifiuea e Comp.
Looca 16 grades c 2 barricas a i A Veiga,
641 gigjg a J. de M*cedo.
cba 25 caixas a Comes de Millos Trcaos,
12 a Mala e Silva, 22 a ordem, 13 a Ai'onio D.
C. Vtanna.
Loaa 1 Utiu ordem.
Mercadoriaa 71 vo'ames a Grea'. Wtttern of
Brazil Co jipan j, 4aRamo3 & G ppsrt, 6 ao che-
fe da commlssao do liareto. 12 a Figneiiio
Costa e Comp., 1 a frimpanaia PeraatLbocana,
1 a D. A. dos Reis, 1.a Federico e Como., 3 a
Braga & Castro, 2 a J. Pioh^iro e Como., 27 a
Golmaraes e Comp., 1 a Oiiven Basto] e Comp
22 a Companba Tecidos PaalHU, 3 a A. Bas-
tos e Comp., 1 a Compsnbia de; Fiacao e Teci-
dos, 2 a Antsnio Duarte Carasiro Vianna, 6 a
J. R. da Fonseca IjaTjavares & Frer;, 303 or-
dem, 2 a F. LaartaeComp, 6 a A. C. Almei-
da, SO a Oliveira Bastos e Comp., 1 a J. C. de
Aaojo.
Materiaes 6 olomes a Companbia Iadaslrial
Pernambaca, 171 aoa herdeiros Bowmann.
MacrjlQisoJOB 1 caixa a Corcraihla de Tecidos
PaallsU.
Objectos para gaz 8 volames a empresa.
Objectos para escrlptorlo 1 caixa aos berdel*
ros de Maioel C. Ayros.
Pisas abatidas 90 volames ordem.
Papel l|caixs aos berdeiros de Manoel Cardo-
so Ayres, 7 fardos a M. J. de Miranda.
ProvisOes 24 caixa i a Carvalho e Comp., 16 a
Suzar Kanffooaa eComp., 14 ordem.
Pimenta 5 saceos a S. Aguiar e Comp.
f i ae ferro 24 feixes a Vianna Castro e
Comp.
O:eo 5 tambore ordem, .5 barrls a Miranda
& Sooza, 15a A de Carvalho e Comp.
Salitre 5 barricas a Co;ti Lima e Comp., 100
A. Pinto da Silva e Comp., 50 a Antonio Da-
arteCarnelro Visoni, 100 a A. de Carvalho e
Comp.
ADYOGADO
Pedro Pernaabuso advoga nos Jiiaoa
do L-vil e do cornmercio.
Pode aer prooor^do co sea eeoriotorio
Praca de 17 n. 79.
11 ..... 11 ni.lim 1 1111 1 1 j
*r
AL-
Saccas
2427
1109
200
1528
2738
3719
11721
Saceos 10 fardos a J. FaersUb^r?.
Tijoloe para liapar lacas 20 caix&s a C.rvalha
e Comp.
Tintas 3 barricas a Coasanhia .da D o;:;, 33
a A- de Ca^valbo a Como.
Tecuoa 24 lolumea a Matos Camintu e C>"p.
7 a Gongalvea Caoba eCom., 16 a A. Martina,
3 a Pereira t Mag^lDas, 16 a or^aic, 8 a A.
Vielra e Cemp 1 a RoOrigaei Lima e Comp.,
5 a A. de Bruto a Como.. 36 a '0:;nn Jardim e
C, 31 a AlToniollaia eCimp., 14 1 Machado *
Pereira, 15 aA. Amofim a Como., 1 a Francisco
Gargel e I-mSo", 2 t Gu mi-Ses Bisto^ e Comp.
7a A Maiae Comp., 14 a Gaarra, Fernando b
C.,31 a N. Maia eC.,2 a Mller e C 38 a
Bervete Comp., 1 a Sitveira e J., 2 a L Mala
e Comp., 2 a J. Goacalvea e Comp., i a Mjuo'
Collago e Comp., 1 a Tavar;; & Freir, 2 a Moa-
ra Borg s e Co-np., 9 a O de Gasmo, 2 1 Do-
mingo Coelbo & Soares, 6 a B. de Az.-vdo e
Comp., 3 a M. 0(i*eira e Comp., 1 a R. de Car-
valho e Como., 2 a Lelte Baftoa o Comp.
lijlos 1.500 a ordem, 100 a Allaa Patesoa.
Vidros 12 raixas e Th-o. Jos!, 7 a "Viann
Ci-tro e Comp., 7 a So zer Ku.ff.naao e Coxp.
6 barricas a oriem.
Ditos para viirag 14 caixas aos "herd tres
Bowmana 125 a J de S. Asjaiar.
Wnickey 30 caixas a E. Ktctick.
Carga de Lisboa
BaUtas 10.) caixas a Lopes Albeiro e C'inp..
145 a Ferreira Rodrignfls e Comp., 50 a E. M.
de Barro?, 100 a Silva Guimares e Comp iilO
a Conpaobii de Estiva.
Ceoolaa 50 cliSM a Silva 3:laiir:3 3 H1 q 1
50 a tompanhia 'j E Cj'. 100 barriera a L>pe3& Araojo.
Cominbos 15 meo aE. M. de Barro.).
Ervadoje 5 sic:js a Permra Rjarigoes e
Comp.
Livro* l caixa a Mddeiros Ltyme.
Paixe 5 caixaj a Lop-.s Aibeiro e Comp
VlQboSO barra a E. M. da H.irrcs.iOaJ
P. de Almeida. 30 a Antooio 3oares eCoajp.,
50 a A. J- do C. A'ai j), 5 a Ferreira Barbosa e
Comp., 5 a A. Mirtini o Com?., 5 a A. Lopes
e Comp., 10 a Miraol eSouz, 10 a S. A.goiar
eCimp., 5e 10 caixas a Saamco3 e Cimp.,
10 a L. A. Salamr Janior.
Cr2 do P.rto
Aieite 2 o;:x3 a F. Bailar.
Albos 19 cuastrat a C. Lima e Comp., 37 a
Gcades te Araoio & F.lbo.
Cbonrica SO caixaj a A. Mart'nse Conp.
Cartlluas 1 ciixao a P. Fo se?a e Comp.
Fer-agens 7 caixaa a A. Silva e Comp.
Feija 40 sacros a G. da Araujo & Filbn3.
Nazes e castanbas 1 ca.sa a A, Coita & Fio
za.
Rolhas 61 saces ordem.
SalpicOes 12 caixa a A- Mitins e Comp.
Vinh. 30 birria a Figaeira 4 Jlardoso, 3 pl
pas e 5 barris a G)mes M4ia, 5Ja ordem, 10 a
C. Lemos e Comp., 2 e 6 caixas a Miranda &
Soaza, 100 a Antonio de FigaeirJo e Comp.
Activo
Excedente
Renda animal.
Riscos novos.
Total dos riscos
Pago por sinistrc8 e doracoa* veu
cidas desie a organisacao da
Sociedade......
InformacSes e prospectas 00 m
ALBMT PAftJgON,
vigentes
Dollars 169.056,506,00
j 32.366,750.00
# 42.022,605.00
$ 205.280,227,00
f 932.532,57^,00
$ 192.572,734,00
JOS DE CASTftO PAES BARRETTO
SUB-GERF.NTB
Easpecior de agencia.
44--Rua do Cora mercio--44
Capella de S. Vicejte dt
Paulo
SteU^So dUa csiaolas roeebldas
para a canstrucco da (Jape
la Se Vicente de Pasiio ao
Colleglo !a S2 (JoQtl.nac.)
Trao^poM
Goatco 'te Siuia Pe'xa
Maooel M t os
OomiOtftJS S-Vri
11 trino <* "iilvj P,.bei-o
Bemvindo Loreio
A. M. P.r.s
Jos S-oares
Joaquira Almpida
A'iioao Brt*rra C^val-aate
Taoam Jo d Gosmao
Manoel Carva'no
Dr. Mjuo'I W.a.e ley
a. t. Carv.no
Arruda
Aj'Oda'.ie Jo gaarda mor da Alian
da
Boa.iigos Villa Ve'de
Francia o Li-ero Rioeiro de Car-
valho
Manuel Xavie' C. d A'bajaerqt.e
ovtii Goncalves i'& Hilva
A iredo Ferreira da AlbociaerqLe
B-.rao o Almeida
Ar.o-.ro X,gueira
Joaaoa Antonia de A.iiir
Dr. Genlio re A-aor;m
Jos Rodngoea
Franrlsoo Cyoriaco
Victorino Bola
Axaral e IrmSo
Cardoso tsoares
Rragacca e comp.
Joaqoim Caroeiro'l^artosi
Aquilino ttibeiro e comp.
U j-i S'iva e romo.
Goimtre* Sob'iabo
Lemos e Olive.ra
Jofto Qoelroea
Joaqmm Carvalho
Soares N^ves
Aoloaio Da:ta dj F.gae'reio
Gaimaries Bra^a a comp.
Joaqoim Beraardo dos i i.
Eou.-hio a co'np.
Aadr AvjIiuo Pereira (js Santo
Commeodao; Jj. Loo-s A he -
ros
P.lippa Morti-a Cfoi
S.uz. Oveira
Bernarj'no Jjs da Silva
Frari-ij. o R-Hr:o<>a 'le tfocza
13:3*31'100
"200)
Maoifl Borges L*-l
Aiex^odre dos aaiw Se va
Frtncit^o Ferri'a Cruz
Praocln-o Rj-h->#a
Al'O.'.) Al'TUO A''JJO
Jo^ G'*'* Furr r
lo- \i*
J- .\ive d S'l'a ai3
aatcaio Cecilio iu S-n os
Aalo iio Non.o 1 S; v.,
Sa-bja e Tvrrs
Dintel K-riciCJ fi ilWifS
Piala Mtfra
2S0UO i -. Antonio Psroambn^o
25('0;i! Joaqoim Pereira Mag.hais
2tK)0 Diaa
200) J.'Diaia
ldOiAotonlo Awvedo
2t,00) Joi'iUimSilva
aSiK) Ero-*o Ct-rfalnho
i00i Jjiquim FraQi-is<-^ la Cata
iX>.) Oeodato da Silva
s*oW Alfredo Pio.o e com-.
SilvO Jolino Ferreira dog ttaat-os
2iX0 Julio A. da Csasr Ca^ro
2^000
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25'00
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ELEGANTES!
OCNFOBTAVEIS!
Receban grande aortiaesto
A PASAISISS SA1QS
ESBHFTDBID- GOMMERClAL
RA DUQUE DB CAXIAS N. TUL* AN'DA*
Vcnacln l.abalul A C.
TEL,EJmOSE 1%. \\\
Ender?co teieeri>Lico
-i a. es a. rw 1ttJ t:
Q/^'A/Oo9rrI
em tecido da tmia e reji>-
rita phants!a,;tem o


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2*000
2,<000
2*'JiO
2i-00
25000
Formula de ngelino Jos
dos Santos ndr;;de
Vi } '-trovad: pela Inapoctoria Gerai co Ry-
2*i'.0i t sae Publioa i> lii> de Jaacio
.mingoi Fdrondei P*ih -iros
Antoolo Lopes da Silva Camp >s
Silva Campos e comp.
Te-toliana Ganop-nie
Maco.i II*'.clito te Aibncne'qso
2 000
2001
Somma 18:509*000
(Costino.)
FINOS B KOCULQS
M
MA33RSP2RDL
EEC6B6 O
;i ry^-ij i<$ toes
*xpiftae5
BSCiru, 29 ol utIO, DB
rara o exterior.
t89i
So vapor ingles Daltoo*, para Naiv-York,
carreK^ram :
P. Carneiro & C, 4,000 saceos com 238,006
kilos de assocar masca vado.
Para o interior
No vapor ingles Liplace, para Sanios,
carregaram t
Cascao Barbosa, 60 birria com 4,300 litros
de agurdente e 204 sac;cs com 0,840 kilos de
assocar masca vado.
M S. Mala, 300 saceos coa 18.000 kilos de
assucar branco.
F. Lemos & C., 100 latas com oleo vegetal.
S. da Figoeira & C, 10 volme? cem 1,200
kilos de abonetes e 5 caixas com 400 Wlos de
doce.
No vapor al emao Etruria. p*ra Sio da
Janeiro, carreeanrn :
I. L- Barroi 20 000 coces f'ac'a.
CiLai & .) j;, 30 pp.a com i 3,500 iKroa
de agurdeme.
J. Pator C, 2i)W saceos com {10,000 kilos
de assocar masca vado.
Na vappr loglez Avia, para Rio de Ja-
ne; "o, carregaram :
Gomes & Fonseca, 10 > saceos com 6.000 los
de assocar branco e 100 ditis com 6,000 ditos de
dito masca vado.
H. s. Mau, 10 ipas Com 2 450 luiros de aga'r-
dente o 243 saceos ceno (4,890 kitos de as.uc&r
braucoO
Companbia de De'tilacao Cenital. 30 piots
coa 15,000 llt-os d alcool.
o v Alegre, carregoa :
A. P. Meoeies, 73 sacejs cor. 3,475 ki!s de
assocar brao:o.
P>ra ^j da Janeiro. Cir.-^jrim :
P. Cirsei'o 4 C, i50"tacca& Den 8,838 kilos
le klirodio.
J. Bioiiita, o.OOO coco3 nlSto.
Nj vipor ouciool I'.abua, pra Pelota*,
carreeoo :
M. S. Maia, 50 pipss coa 23.800 llroa -c
a:ujrdenta.
ro vapor francea Caraveilas para Sialoj,
carregoo :
Comp;nL:a'i? Estiva, 20 plpa3 coa 9,400 litros
de alcool.
Pra Rio de J*e ro, carrezaram :
Ccmoir.hu D^ililajio Central, 20 pipas cera
9.600 lifoa de al'.t-jji.
l5. Alvaa & C i.CO) aaicos com 60.00) tiioe
de aasacar braaeo.
3o vapor laglz MjJeir, para V:to-3,
car-egoo :
Comoannia de Estiva, 30J saceos com <8 0C0
k los de assucar ma^c.avado e 6l i-arris can
55.890 litro da agurdente.
No vapor nacioaJ .'laoela, para o Para,
csrregiram :
A. l.-maoa 4C, 100 sac:os coai 6 000 kiloi
de miho.
P. Cirneiro & C, 500 barricas com 3i,o(.0 kos
de aiaocar bra-ico.
m. lrmao C 00 valuenes coa 12.92, kilos
de assa-'ar brjano.
C- Goimiraej Janior, 600 barricas com 41,713
kilos de assocar branco.
Para Maa03, carregaram :
A. Ir..;."i.)> & C. 3 pioas com 1.410 litro3 de
alcool, 249 barris com 25.310 dlto3 de aguarden
le, 4 dit js coa 20 ditos de alcool, 30 barricas
con 2.233 Kilos de assocar branco.
P. Carneiro & C, 35 barricas com 2.445 kilos
de assacar branco.
C. Goimitass Janior, 40 barricas com 3,093
kilos de a Macar branco.
J. Baltar & C, 76 barricas com 4.835 kilos de
asu:ar branco
J. Moreira, 20 barr s com 1,840 litros de
agurdenle.
Par3 Miroihao, carregaram :
S Gaiouraea & C, 50 barrica,) com 5,803 kilos
de assacar branco.
J. Moreira, t pipa com 470 lilros de agur-
denle.
T. Lapa, 20 garrJSes com 100 litros de ge-
nebra.
Para Cear, carregaram :
P. Carneiro 4 C., 30 saceos com 1,800 kilos
de assocar mascavado, barricas com 1,200 dilo3
da dito retinado e 45 ditas com 4915 ditos de
dito brauco.
J. Moreira, 5 harria com 460 litros de agur-
dente.
Na barcaga Correio Parabibann, para Pa-
rbica, carregoo :
T. Csmpello, 25 caixas com 600 kilos de
mMo.
No biate iNeptaoa, para Macao, carre-
goo i
Companbia de Estiva, 200 saceos com farlnba
de mandioca.
Engeoko Tkabo-assu'
Cneganao ao conbecimenio do abaixo assig
naio qaa algaxc acoosi-lna i oiiiQa Bofra a
vaaJs la eegaano l'.9ibc-as para pr neu (libo, aa^o fcarpiro w^Mino, veaoo de.
carar evitar a v^U 6*> t-ngann.i, no a feitoria no viior de 40.0(XU0O0, devi.'.ament
r.ccu-Gcid ^ em : enuoca proferida uu qoeetlo
a que arraaUram mir.ha segra.
Augusto Ceiar Andrade:
Eaeeolio Tiaabo ast. 6 de Ahril a 894.
2*00 da Julho de W87.
I*')00 g:.;e d'f.crt-.vo de "ranrie ci'Acy.:-;-. dm rn>
1 .ectia "yiijjiUiica* na iir.arexa !.:
MMM ir lO.ts; U ID '' "
Ttfa cando redil sioeote ONiltu -
jomiaetas da ternvcl mol -i
Kovcmatieiao s'-1.. tittieo '-a pNB, ta ?"'a-
ttoa efofooes de peiio, c-ilc.-o?, es.:-.-.- >
oereoa, torea bree ae, bj^tttrlMM, lo _i
ervoa, irites e cetras icHasBiaccde *
r.o!"Pt a do flgado, es'iU'taMlaa,
iuffi'MMlm de estoinsBo, eUra. c
(Olea, eropia; d-.ns, a iro*, pannos
ia-f<:i!e. bocas t boo'3es, aaraaa, es i i
qoa.'rquer BMWttiaS da BOStCO,
lamincria, oorinas dtiCM e 5-.. .
anemia, paralis. erysip^Jaa, p ib .
Js f-eroa.- pW .n.ortRodas, llii
oees, luawrts, nevrai^iae, % etapka ....
morpha, as lrrgalarlia Prova-** com Bajadle oaanro di a;t.- sj
poblicados eos que exulm em Man
efficaci* ineie elixir as molestia. Imtkaa**
Kacocra se Q Tcada na l:o,ic
do Rosarlo c 3.
A'reaBarao Ca. Victoria B. 37 se fu-
preparado.
coi*do cok % r*i.-;rp.'.r<
de usar
ae
i** >a U.UO db 1894J
kl} lodo
na
>-f:ii cera)
Do < 1 a 29
".-.\ 30
Rnaa
Do di* i a 29
\iara 30
9I9.-U8.7JI
37:649J9
3*5:962*957
14 893*830
95:797j026
3C0.855^807
Semina total
l.277:53#833
5i<-jt<* tsjo \ .4ifanj^ o* PacaaiMeo,
30 ds Hilo da 1S?4
O cheft
i. Goocals it Silva.
0 toaaooretro,
Lou Mauwi Rcdnguea ?alaaga.
r.B'i8SD0:HA Di) SS7ADO
Do dll l a 29
foVa -< 30
iiotrf oawAQs
Do la 1 a 20
Idem u 3u
136:8034!5
4.09,92sj
110:8384344
10.915*703
t6A730
II 08?;33
tfieroao Uanlelpxl de 4. Jo
0 aovimeato deste mercada no i;a 29 de
Maio foi o seguintfi : Sntraram.
42 beis fesa^do 7,693 kloa.
465 kilos ce peixe a 20 rs. 9300
7 compart. com mariscos a IDO rs. 4700
4 dito com camares ? 400 rs. 400
31 columnas a 600 rs. 18*900
10 cargas com galllahas a r>00 re. 5A000
3 cassuaeg com {.ralnbas a 309 ra. UOfl
8 cargas comioUbo verde a 300 rs. 22400
2 carcas com ameodoim a 300 rs. 600
7 carga coa macasbairas a 300 tu. 2*100
1 carca com con ja a 300 rs. 300
5 cargdcom laranja3 a 300 ra. IfoOO
1 cargaa com Irnctas a 300 rs. 300
28 earfcu com farina a 200 rs. 5 J600
4 cargas com miiho secco a 200 rs. 8D0
2 cargas com fejSo o 200 ra. 400
68 lugares a 200 rs. 13J600
lo scinos a 200 rs. 3*000
ii comp. com 3iaei"!,s a 1* 11*003
8 comp. com Bclneiros a 700 rs. 5*600
10 comp. com fisuras i 600 rs. 6*000
34 comp. com comidas a 700 r. 23*800
53 comp. com fazendas a 600 ra. 31*800
48 comp. com verdores a 300 rs. 14*400
66 comp. com farlnba a 400 ra. 26*400
48 comp. com tainos a H 96*000
Rendimentos do da i a 28
280*800
7.621*100
Prego do da :
Carne verde de 300 a 900 rs. o kilo.
Sainos de 900 a 1* idem.
Carneiro de 1*000 a 1*200 idem.
Farlnba de 500 a 700 ra. a cuia
Milho de 500 a 700 rs. a cola.
Feiiao de 2*000 a 3*000 a tola. '
Xarqoe 900 rs. kilo.
7.902*900
Movimento do Porto
Entradas do dia 30
Santos 7 dias, vapor ing-lez Cedar
Branch do 1541 toneladas, cemja-
Os adultos BMNrfa caatr* eo!^*?s
sepa pelamaohi e qus'ro a noiie.
As cnaocaa de 1 a i asaaa lomai*i -~ n c+
Iber pela manha e evtre i natte e .. 11
anaos toraarlio doaa ictt'jrc pela x
t noit*_______^^_________^____________
danta F. Hi", equipa^em 99, m as-
tro, a Blackbarii c C.
Cear e escala7 dias, vapor n-n-i na.
Jachype de 382 toneladas, com-
maiulante Alfredo Monteiro, eqnipnjr^m
30, carga varios gneros, a Ompanhia
Pernauobucaua.
Sahidas do inesmo dia
Bltico Barca Mrueguense Aoolus
capitSo L. BoiTCsen, carga algodao.
Porto Alegre Lugar allemSo '.ina
capito Ilerwich, carga assucar.
Varios espera I;
Ro ds Jn<:ro
Rarca portagoeit Margv-'dc
Da Pono
Pababote porlogoei RaroQla.
Lugar portajgajea Ban
t(!r Boroa^Banaa A orenj ir.
Baeaoa hollaadtsa /
Pa utu poticgB' r. Boe ;.
Patache pottagjaea M.. ~. \l
Paurho neo -
Patoctioallemao J. M, Baak.
Lui.cr bol'audrx Fr:tn P .zt.
PaU ho a;tn.o Boriraote.
P.lacnos:if.mio J. T. L'i
" r, ro U".-- Q :.L..
;;'; o log'ea a! ..io:'.
a iV-. %y.o
P. racaa lagle Artba>r.
Barca Deniega S:f.
Logar a^l^r. Aurora.
Patacho bolUadea Afl
Bi-lgoe t.oard*-a A T:crp.
Ljvir itciez Brr
Li :i w Port
ana ncrcega B-avo.
fjj i c-v d. d: Sal
Logar noruei.0D-f- G
Pa'acuo all i! i 1 .
- i
Sarc Inglesa i
b: CardiU
Barco aoraaga Osmoud.
Vspores a esirsr
Slc-t (
H^rveiio, Je .\ w Y ;S a 31.
Maglalaoa*, da Kavaaa, 31.
Ama:o. :s i* 31.
Mez de Junho
CaUeia, d Ntw York, a I.
l' t i, da Fmme. a 2.
N !e, do sul, al.
MoateviJ., ds Eorepa, a 3.
Puranagu:, da Eornp>, ? 4.
'Cntaaae Prince, de N w Yok, a 4
Cbarant da liba G; rd, a 4.
Explorer, de L'verpnol, a o.
Goleridge, do foi, a 9.
Pelotas, do Pa, ato.
Vapore a afclf*
Mea de Haie
N.w-York G;ll'kn, hrj-, is 4 boca?.
Rio Grande do ui e eac, bota, 4^ 4 hora'.
Alagoas cRiode Jane'o. C r.-vellf, .. j .
Porto Aletee ec.,inite!ii., bota, aeAr.oraf.
Sol, Magdaien 31. a; 2 horas.
Babia e esc. Lco.gjp-, 31, s 4 borea.
R:o de Janelrc, Avu, 31, i Abena.
Mez de Junho
Lidboa e Hamborgo. Aoasooa*,2. .i 3 boraa.
Sootbamptoa e esc, Nil<, 2, ai 12 berta.
Santos e esc,, Moatevldo, B. aa 4 barea.
Santrs e mc, P. r^nigoa, B. ai 4 torta.
New-York, Coleridge, 9. as 3 baa.
Santoa e esc. Pelotas, ti, ai 4

[


Piarlo dle 1^^rmaml4*o
-reir 31 *?e Slalo ae, I93-I

/
.
IMS PR NQtVAS
SPAUILHOS DE SED* BHASCA
L.IC4W DE EDA
Capellas de flores de ara e
P'.Uica
FINOS LEQUE3
QUSDE SOBTIMENTO DB SEOAS
BBAKCAS, PBETAS E DE CORKS
Cortes b ancos bordados
Saehet de teda para camisa
A!aaof&4*8 bordsdbe a ouro o
eo. alto relavo
COLCHAS D2 SEDA E RENDA
CALCAS BE *EA
Na imposaibiriadc da meceio-
^r o sortimen'.c qa tiani, pa-
rtimos a Exmaa. fV radias a boa-
ta de Bxa visita
Afl Faradis <-. Baaes
f33 Ra do BarSo da Victoria
TELEPHONE 59
Peitoral de Cambar
Cara d^ tosso dse aperadora
Hb. Sr J. A. do S^uza Sobres. Pe-
>>t?j. Ssodo atacada miah*a coposa da
un toa-* desesperara o de carcter
*>, lunc*i mllo de diversos preparados
*a resillado alia taado, porem, co-
niicinjo dss oures ret-lsadas pelo Pe-
tarvi de Cambar, macdei i .a media tama ate
sojaprsr us irascos ieate preparado e
fcee cosa o primeiro se rsaafteirarrj as
adiWirrrri e o- m o segando vi-a completa-
sw!>i& rcst;V-a!ecip.
Quaira, oois, accfiUr a expreeSo do
ata avalando rconh<3m-nto, po leudo
tsar o a* que iba convier I)e V. S.
aaei&u e criado obrigado. Israel Antonio
"Mide (Sarros de 7>qary, Rio Grande
do Su).)
Kee&httferr.oa a E68'"gnatt.ra aopra. Jos
Aagal Osor'o Bordioi. Frasciaco Ri-
aairo, (Porto Alegre.)
Boffltmrirr-i aa duna *^<'.gcafura da
a^catiores. Em teserauaho de v?rdade,
laie.'o jarrino, J..o de Oiiveiro
RMMa>(Pcrto A:cgre.)
/" HHOO agente o depositario do Peito-
x ce Cambai ncst* Estado a Compa-
ss do Drcga e Prodactca Chimieos.
Manoel Cardos^ iUi&ior
Appfa.adc era 2i de Marco ce-1090 pela ioepe
ttom geral da ^i-rna JBBta 8 .hysece do Rio
e Jar eir.
Ssf Elixir de ecoipoeicao oda vegetal pre-
parado segende as rsgraa psa:e3i.c*aiics,scon-
esfcaas pelos actorjs moderaos e d" recuobe-
slts eaoacidade scienitea tanto no pan como
! atrasgeiro.
fe te Elixir o producto nio t do grande es
ascaj sccjoes poyatologicaa daa sabstancai
cae Issilbeta palaologieaa.cosu) Uabern o re-
aNso ds imaeasas apn!ieaeoe3 dos diverso*
casas te liebres de f-ado palustre.
A appJicaco decte Elixir aa grande epieaaiad
de Seiigjs de 1880 a S5i usis ama vet de
30Et-^Ki a ?ua edicacia ; po:s co priacipi.oaw
prfearac-a gjmpioQao a bexiga aaorta, e ai &
ntl adiantados a besiga paesa a ar ama
53 (tbnl vui?.r apreseotando peqneaaa to-
Eiei-;3* <;sa cem a coitinuaco do Elixir do-
ce-a ssni todava apreaentar receioa dt
Oe.ascjUW.te3iados pubcadoa no Diario df
SerEzmliBOO eaxet da Tarde provam que
-JMSZK.
nceiob de febre amarella o effeilo e adxi-
*?,apresenaado pbenomaoa to maravilbo-
acs que D>!.<'a cidae do R^cifo e no d3 Rio Je
BHafif p meo receio canea a febre amarella,
aasoo caiaedo o doenle coai vomito preto e
wnjUliiitTtiffltffl ciimos periodos enio ne-
if irtn 3 appcacSo em alta dose, despretando
a tsiiaf* asnexa.
3*ie WXX }i conhecido Htonaero de d:gnos mdicos acreaenia-g'
^ara eambater 03 diTereatea ocommaoa todo
Por nitsilo lempo tivemos occsi'So de fai*r ai
iza teh:zn eryipellosas e com ta
.";-. ;ae C'.^roi admirados detSaal-
\- BBa)hN>.
fv'. r;!:-a chegaraos : coatiecer que noa
HH j fDre erysipclio.i. v->. erysipclia como
.asente bu dis neo asarlo j uso de iO 4ia*
sir.
floB raae* iniommodoa das aennoras meaa-
rasffio. gravidei e 003 3sob de parto con U-
>rB de om rasoiado eatlu cerla e seguro e
na rp,T.i oaicSo \M alaotes ^aa aSi
al de applicar o Elixir nem mesmo em oieeo
ajeriares as indicadas na tabella lafra.
#ediinc3 208 digni88imo3 mdicos ace deseja-
na bxer oso deste Elixir em saa clnica no te
%eUaiem t a 033a prescrip^ao, mas sim fazer a
-pfitrtrin em harmona com os cazos cae dceer
a-iem combate., certos de que o madlcamen
aaeamposic^o innocente para p orgaoumo o
arafe frafr- qne seja.
Sodo de esa?
At erissem atcTon anne gOotas de ? em Is
Kraaem &ma coinr das de pa obeia daguo
^s.
D Urea rSgc.tas.
fta 3 1 !v.' an. .: te, tO gottas etc.
Jais ser appilcadaa tu
%ai ftl.
Repw!!on
CwBpaahia de Drogas e Prodcctos ^bimieo
tie, rsa j| nr ni-ia, ra* Lara do Hoaano
l.
Ft> :a BetreiU do Raitrla
a Z
Pty. ,; fredo', Fe; reu-a, rea do BarSo de
4.
faarmacia Martina, rui Daqces de C3xia3 d.
Bl
Biann-icia Rtbeiro a pra^a Maciel Piabeiro 25.
6armacia Victorien?? e Loiz Ignacio de Aa-
Arie Lima, eidade do Victoria
Yv\ qo&lquer ofcrmac^o sera encontrado t
attxtf na rL.'- o P.csario Estrrita n. 17.
Or Bao qoadradoe e conta go-
raa. K'um lado teem gravadoElixir ante-febrii
a ao antroManoel Card03oPernambuco, o te
use t 1 sao sssignadci por Masco!
Peitoral de Cambar
Cara de toase com esearros de
saogue
Levo ao eonhecimepto do publico mais
ja triaiapbo alcanzado pelo popalar re-
eiio Peitoral de Cambar, prep&racSo
ao Sr. Jos Alvaros do Souaa Soares, de
MMh.
Havia sais anrea que orna tostse grave
aM atoraestava dia e nonte, taiendo ulti'
smente deitar ji abundantes esearros de
Bgne; oa pnlmSes, com oerteaa, aoba-
b affeotados e eu teria iofallireU
de tQConmbir a terrivel tsica pul
_>#
Da amigo, Babeado' do mea est do,
atelLoa me o precioso Peitoral de Cam-
^ar4> e aononte com o aso de doie tidroe
rio8teimpcn.ut.8a.no maoioameoto, oo-
sagoi cura--mo r.dicalnufte, teo iai<.o
hoja f'-rto e po^end> j4 en.regar-rai i
lid-a de miaba ft-zebda.
Depots dei'e cato teh> acocaelhado &
muito todo* leo colindo resulcdoa impertan et.
Actualmente fas uto deate prep*rd
eom roaito approraitamento, mioha fi.h
^eufri4e, que tambera se aoha aoffrendo
do paito,
Br*ardo Jote dos Santos.
(Fa&ecdeiro Serrito, Rio Chande do
Sal.)
Recoabeoo verdadeirs e firnn aupra.
Em teatemuiiho d verdad, o eBorivSo d
p-z RuldSo S. de Gonva (Serrito.)
E' nico agenta e depositario do P-titv
ral de Cambar ceate Estado a Co apa
nbia de Drogas e Productos Chimieos.
Dr. Arthur Cavalcante Residen-
cia ra da Impera tria n. 11, 2. andar.
Participa ser^ clientes e amigos qua
mudou seu consultorio para a ra Duque
de Caxias n. 74 1. andar onde ser en-
contrado de 1 s 3 horas da tarde horas.
Dr. Alfredo GasparMedico. Con-
sultorio e residencia ra da Imperatriz
n. 18, Io andar: Operador parteiro tra-
ta com espec ialidades de molestias de se-
nhoras e creancas. Consultas de 8 s 10
da manh. Chamados (por escripto)
qualquer hora, telephonb n. 226
270.A.IA CF.IME
RIBEIRO DA SILVA defeade
parante o jury desta capital e nos
das comarcas margem das vias-
f erreas.
Pode ser procurado Travessa
da Congregajo LIVRARIA

Peitoral de Cambar
Prlue!pio de urna tubercJ<>e
IKm. Or. Alvares de Sonza S -
' coa grande praaer que oommii >'
V. S. que, tanda estado ha das
ocm ama toase rebelde, a por-
cia deixar dormir muitaa nottea, <
diversos olinioas deata cidt.. ,
dieecram qne en eslava com ba
de tuberculosa.
Farto j de tomar diverso a"1 id
tos sem proveito algum lembrei 1,
Peitoral de Cambara 0, fazendo
vidroa, creio achar me completara
tbelecido, visto 0S0 ter mais te
febre, eto., a por iaso pode ts-zir >
como !he ooovier, a btm da hum H.ii
De V. S. orlado e obrigado. Frouatc
Jote de Barcellos, (l. empragado r.., r*t
rtela Delgado, rna dos Ouriv. s ... 31
no 31 do Janeiro.)
i r %
nltei
1JS
r
o
Dr. Freltas Guimares Medico,
Temo seu consultorio na ra Duque de
Caxias n. 61, 1. andar, onde ser encon-
trado de 11 1 hora da tarde em sua re-
2sidaucia no Cajueiro n. 4. Telephone n.
92
Dr. Herculanu Bmndelra de Mello
Medico operador c parteiro. D con-
sultas das 11 horas da manhi s 2 da tar-
de ra Mrquez de Olinda n. 38, 1. an-
dar. Especialidades: Molestias do eys-
tema nervofo, do tubo gastro intestinal a
da apparelho genito oriuario.
Dr. Bastos de Oliveira Medico e
parteiro, consultorio ra do Mrquez de
Olinda antiga da Cadeia do Recife n. 18
1 .* andar. De volta de sua viagem da
Europa onde visitou os principaes hospi-
taes de Pars avisa seus clientes e ami-
jos que contina dar consultas de 1 s
3 horas da tarde. Recebe chamados
qualquer hora em sua residencia na Es-
trada dos Afflitos n. 32 B. Telephone n-
365.
Dr. Joo Rangrcl Medico operador.
Especialista era molestias da bocea.
Residencia ra do Baro da Victoria
n. 3, 1. andar, onde d consulta todos
os (lias uteis de meio da s 2 horas da
tarde. Attende a chamados a qualquer
hora do dia ou da noite, para dentro ou
fora da eidade. Telephone n...
Dr. Carnelro l.cao-
consultorio e residencia
Medico parteiro,
na do Livra-
Aticfato ser verdadeira a firma a Frt..
ciaoo Joa da Barcellos. Antonio L< f
00 da Silva.
Reoonheco a asBgnati-ra sapra d < nttes
facSo. Eia testemnnho da verdad^, o ta-
belbio Francisco Pereira Ramos.
E' nico agente e depositario do P ito
ral da Catnb-r nesta Eatado Co opa <-u>
de Drogaa e Prodnetoe Chimieos. ,
--------------.-------------- *
Permitirse Bos-ha expende
orna palabra sefore as -nrr
mldadcs dos i^ulmoes e da
garganta.
Quando os pulmdes so chegain a en-
fermar pode-se dizer que o doeoto se sebe
s bordas d'uma enfermidado incurave!,
e o prioieiro passo dado em to pirigosa
Biluacaotosc. Torna-so pois d maloi
importancia o a tal liar-se a tnesma im-
Medialameute. Se por accaso pergun-
lardes de que maneira isso se pode can-
seguir, proraplamente responderemos
cora o Peitoral de nacahuita, cujo ex
clente Xarope preparado e composto
com % maravilhoso e bolsaroico sueco
d'uma arvore do Mxico conhecida des-
de muito seculos pelos aborignes, co-
mo remedio excelso para as infermidades
pulmonares. Essa magniGca preparaco
curar a tosse dentro em poucos das, t
s vezas em poucas horas; alliviar a as-
thaia, curar a irritada membrana da Ira-
chea e impedir Gnalmente o desenvolv-
ment da thisica. Ao contrario de todos
esses Peitoraes e Xaropes feitos de fruc-
tas e oulras substancias acres c d'uma na-
tureza duvidosa, ella nao encerra on si
nenhum acido Prussico, o como igual-
mente nao conten uenhuma mistura dn
antimonio ingrediente este, que abundan-
temente so encentra as preparares da-
quellcspor conseguinte o seu gosto uiio
produz nauseas e suave e agradavel de
tomar-se
Como garanta contra as alciicacos
observe-se que os uomes Lanman &
Eem-p vonbam estampados em letras trans-
parentes no papel do livriuho que 9crve
de envoltorio a cada garrafa.
Acha-se de venda em todas as boticas
e drogaras.
a -------------
Mathemalicas Elemenare
.e E^cnptura^ao Mecau-9
til.
Venanrio Lifcatot ten coosfgaido oe mel.r -
res reDl3iio9 rom appicaclo do aetbo
laitivo qaa ado.U no ecfiao de Escrinioroc::.
Mercantil, feauo que em meaos de 30 I
tem prepn'ado teorica e orticamente, pe.-scw
qcc cram completamente extraaaas ss lite
6 es commerclaec.
Gootioa a leccior.ar as malcras cima ru
Oaqne de Caxias n. 72, i rodar.
ment n. 31, 1. e 2." andares.
Consultas de 11 s 2. Chamados a
qualquer hora. Telephone n. 325.
Especialidades: febres, partos e moles-
tias de criancas.
.---------f.
Dr. Mines Coimdra Clnica Me-
dico Cirurgica Consultorio, ra Mr-
quez de Olinda n. 56, onde d consultas
das 11 as 2 horas da tarde. Especiali-
dadesFebres, partos, molestias de se-
nhoras e criancas. Chamados a qual-
quer hora na sua residencia, na ra da
Soledade n. 31, esquina da ra do Atalho
ou no consultorio
Dr. Octavio de Freltas Medico,
consultorio ra Larga do Rosario n. 26,
1."andar. Antigo interno dos hospitaes
do Rio, de volta de sua viagem a Europa
d consultas das 12 s 3 horas da tarde.
Especialidades : febres, molestia de
pulmo e coraco. Eucarrega-se de
analyses chimicas das, urinas.
A Qji'08 e 40 a-iiiitneiroa do f-nte, 16 metros e
50 e-oimet'u (te 'anta; o psvlmeaio terreo
om ilc-s Balar, d< o* qoa< (ob, ccsi bs fra ; o
.a -. vi;a 'o em 3:000*000, prteooeote a J080 Fran-
cisco Rseis do Rio Carvaio.
Cata roa do Coronel Saaasuna a. (43, com
i'oss po-ta--, e nma qae ca para o becco do Vi-
ngre, doas salas, coo qaarloe, 4 me roe e 60
o-Dtlmvtros d Irot.-, S metros e 18 centmetros
de fondo, por 4504000. j leita o abale da le.
pertenoenta aos berdlros de Aaio-do Jo;
Pinto.
Cae* 4 m He Das Cardse 0. 8, com doas
portas, deas saUr, dota qoartos, cosinbi fr, 4
aet-ose 60 ceirttmetroa de frenie, 13 metros e
40 centimetrofl de fondo, por 1:8004000, ] feito
o abate da le, pertencente a Caadlda Isaoel do*
Santos Aires.
Preguetia da Argados
Caes a ra do Bemflca n- 43, coro daet portas,
doas salas, om quarto, qaioial em aberto, de
uips, 4 astros e 10 centimet'o<> de frente, 10
metros e 10 centmetros de fundo, avslUda
em (50*000, pertencente a Jareado Xarier de
Oliveira Lima.
Casas a entrada do Glqoa a Jsbostao ns 341-C
e4-F; esta com poria e jaoella. ouis salas
om qnario, quintal em abe to 3 metros e 40
oentlmelros de frente, 7 me'ros e <5 ceotimt-
tros o feodo, avallada em 1004000, e aqaetla
com porta e jaoella, dnas sala?, umqo qatotal eo aborto, I metros e 60 ceattmetros de
frente, 7 meros e {0 ceotlmetros de fundo, ava-
lla a en 704000, pertencente a Jos Joaquim da
Csotro e Siira.
Caca no becco da estrada real da Torre n.
7-B, com 4 metrts e 40 centmetros de fente. 8
metros e 70 centmetros d fa-ido, doas sala,
doas qoartos, de Uips, em 60I0 forelro, a^aliada
por 14x4300,ja f-no o abate da le, perienwnte
a Tertolitno Goocal*a de Mello.
Caa do tueco do Maoeo o. 10.com perta e
jaoelu, orna sal, qoarto, 4 metros e 30
ceritime'ros de frnia t metros u 70 cemime'ros
de fondo, por 1484500, ja f.ite o abate da le,
perteDCante a Joaqatm Goms Ferrtira de S>
LeltSo.
E para qae chegae ao connecimer to de loaos
oassoa-te o preseoie, qae ser pebiieado e afil-
iado.
Dado a paseado nesta eidade do Recife, aoi 30
Je Maio ce 1194.
Ea, Ai redo Diamantino de Torres Bandei-a,
eacmio.
Jos Juliao R. Pinto de Souza.
1r. Jallo Mario Medico homeopa-
tha, operador eparteiro. Residencia-Ra
da Imperatriz n. 20, 1. andar. Formado
iela Faculdade do Rio de Janeiro, com
onga pratica era partos e homeopathia,
no norte do Brazil. Especialidades Alm
da de partos, molestias de mulheres (te-
ro, ovarios) molestias de criancas e mo-
lestias agudas das vias respiratoria e cir-
culatoria.
Attende a chamados para o interior
do Estado.
Dr. Barreto Sampalo Oculista
Consultorio ra Baro da Victoria n. 51,
1.' andar. Ex-chefe de clnica do Dr.
de Wecker, de volta de sua viagem
Europa, d consultas de l s 4 horas da
tarde, excepto nos domingos e d'ias san-
tificados. Telephone n. 285. Residen-
cia ra Sete deSetembro n. 34. Entrada
pela ra da Saudade n. 26. Telephone
n. 287.
0 Or Jj' JoliSo R geeira Pinta de Souza. julio
dos fmtos da fooaJa buco.
Faz saber que 00 da 8 de Joabo proz'ao na
saladas anuencias .-ao a praca os {predios
abaiio deilaradcs pealicrados por execuc&o da
'aseada.
Santo Aalcnlo
Soh'jdo na roa Ma-qj*x do Herval n. 64, o
pavimento terreo, leca 3 portas de frente, sendo
orna da escada, 1 salao, o .pavimento euperior
tem i jaaellas de frente, com varaada corrida,
uu.j satas. 4 quartos, co^nba Interna, aedede
frenie 7 metros e "0 cectlmetros e de fundo 81
met-cs e 80 centimetrcs, qaioial morado com
.lennK qaa-ios oo iatenor, VilieJo or.......
4:5004 P'rtenceole a Mails Mur.iz T.varee.
Sobrada i 2 andares na rea do Dr. Feitosa
0. 8 teado pavimento toreo qae urna sala, 3
por as do frente oclasive a da espada, ursa p*
qo>-na c-ioha e qa:ntal tamhem peqccnoe mo-
ato, o i* aviar dai porta- de j'reute, cua va
-anda d>> fTo, dus S!::-", 2 qoartos, coeinba
fra, o 2 aadar duss pitias de frente com va-
randa de ferro, anas salas. 3 qcartos. avahada
por 5:C0'40. pe.-tericento a Joo Francisco
Reqis do Rio Csrvatho.
Ca-a na traversa uo Ojroij n. 4, coa porta e
jan-ila de (reata, duas Sklas, 2 quaitos, cosiaba
.'6rj, i p-qaeao qrnaial morado 'J''m mais I pe
i^ueoosolao e 1 reparliataato, mediado de f en-
te 4 m^t-os b &) ceottmetroa e tres ^ 70 Leritim-jtroa, por 05000, pertencente
a Maqo^-I Jof'! da Co'i P.'reir.
Caa aa ra do Majo- Agooiinbo Bez^rr n.
1, cjo porta e jauela de frente, deas talar, 2
BjstrUM, coiubd latera, mede de fren;e 5 ce
troa e 15 ceatxtUos e de (ando 4 metros t BS
ccntimeir", mi rccipleacij 68>a4o de ruioa.
.,: has n., OJdO, perteoeeate a Mau--.i An-
tonio de Je=is.
Casa a* roa ae Lomtl Valeajas n. *i, cora
po.-t= e jau-:t a de frenie, doas sala, 3 oa-tos,
coinh l'a, (D^iie a> Irenie 3 rastros e 30 ceo-
tlmuros e de (ando t metros e 30 eeotimetio).
quintal murado com parti oe madeira qua a
a&i lilOvSOOO. perteoeeate 3 Anelia Hacas de Car-
vtltia.
Freguezia da Boa-Vista
Ca*a na travsia de J.5o Frnriaco n. 18,
porta jane I* de (rente, urna s-la, 1 quarto.
coalnba inernr, mef.e de frente 3 metroe e 20
eentiraeiros e da fundo 5 metros e 93 ceatuns
iros, avallada por 2004 00, p3rleuce.no a Mi-
go^l F.-sgcbco de Soua Rt-go.
SC=a ni rna do Coronel Lamenhi n. 4, com
pona e jaielli 1: fronte, daas salas, 2 quarioe,
c istnba fra e quintal p^qacoo morado, Uiedln-
do de frpa;e 4 B>e(ros e SO centmetros e de
funtlo 13'cetro; e6il ceaUmetrof avaiads em
l:((04O0per:fDCEGte ao Dr. Amaro Josqulm
daSFojtecEHAlbuqutrqae.
S. Jo
Casa na rsa <'eSan:a Ce;.lia n. 49, coa por
la e jaaella -Je frenie, dnas salat--, 2 qoartu.*, co-
staba fra, pequeo qciotal morado neno de
Irenlo metros s 50 centmetros e de fondo 8
metros e 10 centmetros por 8 04 00 pertencen-
te a HsrmeO'ia Rosa de Lima.
Casa na rja de S. Joee n .3, de pedra e cal,
porta e janella de frente, doas galas, 3 qoartos,
coeinba (-a, mede ce frrnte, l merlos e 20 can-
llmetros e oe fundo 14 metros e 90 centmetros,
quintal murado, caclaaa, avallada pjr 1:2004,
perfncfeoiea Jj Pereira de Aievedo.
ileia agua de pedra e cal & ra do Forte n. 2,
com duas portas de frente e ama no oilao, com
om s 8-lao, a qnal arba.se oceupada com la-
.erna, rcenlo de frente 3 metros e 15 ceoti
metros e de fondo 5 metros e 90 centmetros,
avalia'a c-m 500400O, peitenceate a Anlccio
Doarts Machado.
Cisa roa do Nogoeira n. 8, de pedra e cal,
orna pona e jaoella de frente, uoaa salas, doas
qusrios, costaba f-a. mediado de freote 3 me
tros e 95 cealimelros c de fonda 11 metros e 60
ceatimtlrna, qoiotal morado, avallads por
1.-1004000, periencsate a Aotoolo Climaco Mo
reir Temporal.
Sobrado a roa da Auompcao q. 70, mediado
Estrada de Ferro Central
de PernamDuco
EDI TAL
De ordem do Sr. rector ecgenbelro ebefe.,
ffca poblico que at 1 bora da tarde de 31 do
corrale re<>eb*;m-e nesta secretaria propostas
em cria fecbada, para a conslruecao de cercas
de rame farpado na aerra Os Rasias, com a
exteoao total de 9,000 metros approxlmada-
ooente, se.'.do apenas lornecidos ao contratanta
pela eetrada os moirO*.
A crea dever ser constitolda por qoatro or-
dena da fio de rame, o qoai atravessara os pos-
tes oa moiro-s, qae serSo forados.
as prapostas deverao cooter o preco do metro
correte de cerca.
Ko e.cri,itor!o tecbnico podarao os proponen-
tes examinar o orcameoto desee servico e obter
qoaesquer outros esclarecunentoi a respetto.
O praso mximo para a coociusao daa cercas
seri de 90 dist, coauds da data da asignatu-
ra do contrato.
? Para ser admiuiio coacorreocia depoiitarl
cada proponerte oa Uiaaoara'ia da estrada a
au.ntia de 200>000.
SacrsUna, 12 de Malo de 1894.
O secretario
VclaHsno P. Ribelro da Sooxa.
Edita! n. 1
Mi ca VkC em no e CW em o.ixi -Um t r,t,.k,. peloa itenaeidos, rest.tatodo te-
caxa n. 7, na de U.rrbur no vapor ''"='ibea o frete.
mo Arufczonas.. em 10 de Janeiro de 1893.
conten Jo II (6-te? de cambraia ti- algodao bor-
dadas e ( kiilo de H 6 Me algodao bordado, coa-
slgaioado a Villela ot C.
Marca il em cima e OH em balxo.Uma cal-
a o. 16388, viudo de B^mborgo 00 vapor sl-
lerxSo Argeniins em 2 ae Muco de 1893,
cootenrio liO kdlos lianflo de papel p.n es-
crever e consigoada a Browos A C-
Marca EL k CUrna caixa n. 322. viado da
Hamborgo no vaoor sllemao Aieentln;. em 2
da Ma-co de 1S93, coatendo capsatas para bocea
de garrafas, pesando liquido 17 killos e consi-
gnado a ordem-
Aro-.aiem o. 2
Mraca PF&CUrna caxa sem oomero viada
de Liverpool 00 vapor ioglez Delambre am 14
de Abril de 1893, coatendo 3 kilos de amostras
aem valor, e cons goala > ordem.
Marca FSAH.-Cisco caixss ns. 9381 9385
e 9387, vindas de Liverpool, no vapor ingles
Actor, em 6 de Malo de 1893, corteado apra-
relhos e prodoeto* chin t?, pexando 414 ki los
e consignadas a Compaobia Industrial Aesoca-
reir.
Marca DT.Urna Misa 0. 3 viuda do Havre,
no vapor alleaiaa .Valparaizo. em 9 de Malo de
1893, contando 3 kilos liqoidos de amostras de
loacas n. 5 e consignadas a crdem.
Mar-a CFV.Urna caixa n. 1, viada de Ham
burgo co vsoor alleaiio Sanios,, em 15 de
Malo de 1893, ccatendo 175 kilos liqoidos de
moldos de ferro fundido para garrafas, e consi-
snados a ordem.
arca JAC Duas grades ns. 768 e 769,
viadas de Liverpool no vapor ioglex Arcb'.me-
de?, em 23 de Maio de 1893, corteado teltias
de tinco pezaodo 365 k lo? lquidos, e cen
rigna^as a Jaciatbo de Aievedo a C.
Alfandega de Pernimbuco 27 de Abril de
1894
O Iorpector,
Alexandre de Souza Pereir do Carmo.
Oapitaaia do Porto
Da ordem do capiao de mar e guerra Francis-
co Forjas de Lacera e capitao do Porto desie
Estado, feco publico o aviso '.ofra, caja publica
(So foi solicitada pelo cpitao de fragata cete
da repariico marlUma do Brazil.
l/niutrrlo i:a Marlnhn
E. DO BRAZIL
AVISO HYDROQJ1APICO
N. 11
Gosta do Estado de S. Paulo
Balisameato da Barra e Porto de Santos
De accordo com a lafermacSo que me foi pres-
tada pelo capitao do Pone do Estado da S. Pau-
lo, faco poblico para coobecimeato dos Navegan-
tes, que j se acba restabe'ecida o balisamento
da barra e porto de Santos, Iretirado em 16 de
Setembro oltlmo, como medida preventiva con-
tra os navios revoltosos.
Rpamelo da Carla Martima do Brazil, 10 de
Malo da 694.
Francisco Caibeiros da Graca,
Capitao de Fragau, Cbefe iatenao
C>piUnia do Porto de Pernamboco, em 28 de
Maiode 18a i.
O lecretano ioteriao,
Manoel Jos de C^tro Vilella.
Thesouro do Estado-de
Pernambuco
Edita!
O Mm. Sr. Dr. nspec'.or dete TneS'Oro,
mand< f.zer pcblico qoe no cia 7 do prximo
mez de Jaobo, i a prsca pe asie a juma de fa-
zend?, o fotoeciraento de ta{6es e dietas 1 os pre-
sos pc-b-ei da Ca<>a de Deten(Qo desta eidade,
correspondente ao trimestro de Julbo a Seem
bro do coraente sano, rrvlndo de bare a diaria
ue 560 rls por cada rac&o 00 dieta.
Os seabore8 p.'etendentes doverao orevi.,
te bai'i a.--;e na forma das ..-"j .qI.-. ngula-
mentare?.
Secretaria do Tbesoaro do Estado, 2J de Maic
de I84.
Serviodo de secrelario,
Epzm noed^e P. Bancicira A. de Vaseoncellos.
O Dr. Diomecei G^ccilvea aa S iva, jais d-J 4
cictriclo moacipal do ReJife, em virta!.' I
ei, etc., ex.
Fago faoer aos qne o prsenle edftol vir.m e
delli-noticia uvereu qae ni cia 31 de Malo,
corrale, is 12 borss da manba, logo gfi a res
cec'.tva audiencia tem ae et-r arre atado por
q:;era malor lance off-Tccer orna casa de talpa
coberla de lelbaB, eem nomeracS >. eita a roa de
Dr. Jos. O-o-io, no novosdo na Torre, (regoeila
de Affogados ttuio 3 portas de frente, com doa?
salas, om qua to, costaba iateraa e qdintal cer-
cada de va'as, mediudo 5 metros e 60 centme-
tros de largura e 12 metros e 20 centmetros de
fandoe edificada em erreno rendeiro avalials
por 3004000 e vai a prac para ?agamento da
execegao que motem Birbosa & Tavares contra
Pairo Altes da Sflva.
E para que cheque ao coobecimeato de te dos
mandei passiro presente quo eer afiliado no
lGff*r do cestume e poblicado pela impreoea.
Dado e pausado ueste 4* distfictj municioae
do Recita, fregaesia de Affoga-o-i, ao3 7d|
Maio de 1894.
Ea, Olimpio de Hollsnda Cuacan, ejcri-.ao.o
escrevl.
Diomedes Gonc.lvos da Silva.
Alfandega de Pernambuco
JEdltal n. 88
PRASO DE 30 DAS
lela Inspectora desta Alfaadega se fas pu-
blico qae as 11 boras do dia 4 de Janbo vindou-
ro serio veodidas em prsca poolica as merca-
dorias abaixo descriptas, que nao forano despa-
chadas no praso da lei, por seos donos ou-coa-
signaiarios, aos quaes, alias, dea marcado o
praso de 30 das a contar desti data para as
relirarem, seb pena de, realliala a veads, ci
se attender mais a reclamaco algama.
Armazem n. i
Marca diamante. FF em cima e BC no centro.
Wma caixa n. 174, viada .de Hamborgo uo va-
por allemao S. N-cha, em 19 de Oatobro de
1891, cooleado estampas nao clasificadas (retra-
tos em grarxpos) petando liquido 10 kilos e
consignada a ordem*
O Dr. Jos Jaliao Rgueira Plato de Souza, jois
de direito de casamentes do 1 dtslrkw do
manicipio do Reafe. em faca da ei.
Fco saber a qoem :eress*r posa qae com
o praso de 30 das, a rodar desta data, est
aberto o c ncur?o para o provisento do cilicio
de 1" fficial do registro e esenvao de casamen-
tos desta capital creado pelo decreto n. 320 de
11 de Atril de 1890 e vago em ceesequeotia de
bavr sido nomeado 6ccriv' pectiva scrvfmuarlo Manee! Silrino do Barros
Falcao.
Os cceu-rentes develo janlar ea?. original,
s soas ccticcs os seguintes dacamen'os :
1*, auto de eiame de scffictencii;
2#, cerdao de ldade ;
3", ceri.fi:ado de exame de porioguez e arito,
mf tea;
4.0. f j:ha corrija ;
C, a testada medico de caccidade phvdca ;
6o, procoraco especial, se requerereru por
procaiBdor ;
', fiailmente, cu'rcs docnmcnlos que forem
cooveolt-nte tara prov3 da capacidade prefis-
sional. ledo da ccn.'ormidad^ con; as dispesicoes
do regolamnto aoaexo so daeieto u. 9420 de
28 de Abril de 1885.
E tsra que ebegue ao co~h?cirr,en!o dos inte-
ressarios Bz pausar o prezeacs qae sera publica
do pela imprensa e sffixaao co io^ar do ees
tome.
Cdade do R&cife, 15 de Maio de 1894.
Eo, Germano Molla, escrlvao ioteriao de Basa*
mentos o escrevi.
Jos Joliao Regoeira Pinto de Socia.
O Dr. Sigiaoundo Antooio Qongclvea,
juia da direito da Provedoria nesta ca-
pital do Eafalo da Pdrn'-.mbaca, da Ra-
pabca dos Estados-Unidas do Brazi!,
em virtade da lei eto.
Fago saber aes qos o pr-^rta edital vi*
rem ou o'ella noticia tieeram e a quem
mair iotaresear possa que, n'este jai o de
direito da Provedoria d'osta carutal do Ea-
tao da Pernombneo, da R-pnblioa dos
tados-Unidcs do Bras, cono o inventario
doB beuB deizados pelo finado Jote Daniel
Secreter, 1 da Vi* o de 1894.
Vlcullaoo P. R btlro de Sbu,
aecrttano
O Dr. Jote 'Jacaleante da Allir.qer'qae
Cebos, jota de orphos e anen'.fs do mes! ip'a
de Olinda, em vlrtcde da l*-i etc.
F.go saber aoa qae o pre'ecte edsi v.ica
delle noticia tUereo, qae tendo fallcifi nesta
eidade Tbeodoro Silvelra do E>pir.to-Santo, sem
d.lxar berdelros cuobect lo praaa
chamados os berdeiroc oo qoem diello tenha a
heraaca, para babiliiarem-e na forma da
no praso a- tnata da*.
E para qne ebegne a assAataasaai de tolos
mantel pa ar o preseate qae ier ifBiai? en
logar do cosame.
Dado e parsado nesta cHaie da Olir.daa:.' ti
das do mes de Mao de 1894.
'Ed bacbarel Francisco Lias Ca!dar, c-ctlaj
iabscrevl.
jo* Csvairante de aeaaaaaa r**.
(Ssti cocformei-
BSCLAUCOES
= No dia i de Janho protimo, Irlo esa r
por cielo de pregCo, oa po.-u do prf;fl*ic rr;a ci-
pal, so ro*io dts, 2 vlt*.,oa ktoriooa, a:, adts
no servlgo de vaccinoSo saimil, os qases erir
entregoe* a qoem :;a'or rrer;) cfferecr.-.
a tfferta aceU palo Dr. pr^feiio di :.;U'i
Secretaria da prefeitora a.oa:,-ip.l o > B I
29 de Maio de 1894.
O *?crata*ia,
Joaqatm P*t P<-:'ira 4a P.
De crdrm eo cidad&a lr. iMra>
lotrico convido tr8bclb3 rogas qae desejsr?m oervico, a -omp^ t
com orgeocta nesta seeratarts, ^as 10 h
manr.4 tz 1 ds larde dos d:n sala.
Secretaria da rtparijiSo as Obrad fu: c.s,
om 23 de M^io de 1804.
Veiico Jaaxar
Secrelario
TEATRO^
fll
\:'''
1'
U. id
Grutde
GOirAiMLa LRICA ITAil1.
E m p r z a
G. Sansone
HOJE
o u8 MalO
A PEDIDO GERAL
ltlca repreaeuiagSo da eeplc: ':* c.;:a
os mmm
Pereira de Aeovedo que, em sen testa
meDto, legn 1 nuactia do 2005 a cada
um de seas sobrinhos, filhos lagitimos de
seus irmlos e irmSs e a de
um da aeus primos tamb-.m legitimr s.
porque o mesmo tortador nao daclaroa o
numero e os nomes do ditos legatarios, qae
sSo todos residentes no Reino da Prta-
gal, a alguna b2i cochecidos : o que traz
embarogo ao inventario, per cSo so peder
Bebar importancia qae moataram o re-
feridos lgalos, qae teem do ser atteBdi-
dos oa respectiva parti'.h?, pelo presente,?
requerimonra do iavectaranta e testa-
meateiro Antonio Thomai Pereira, chamo,
cito a hai por citados os meemos legeta-
rios. Bobrinhos e primos legtimos o fita-
do Jos Daniel Pureira de Aiere'.o, para
qae no praso de O das, a contar desta
data, venhttm, peranta ostjalao, raqaerer
o que for i bem de seas direitos, no sea
tido de so habilitaran aos seas legados,
acedo qaa sd serZo contemplados na part
Iba proceder, os qua se babarem den
tro do aliudido praso.
E para qae chegae B3 conhsoimento da
todos mandei passar o presente e msis
cinco da igus! theor, c5 so pera afiliar,
se aijui ncla^srdo cestoms, como tambem
para pabear-ee pela iarpreata n'eeta ca-
pital o nos logaras doa domic ios des lega-
tarios ao Reiao da Portcgel,
Dado e passado n'esta nidada do Rcei
fe, capital to Enfado e Pemambaoo, d--
Repblica -os BdUdoa-Unides do Brasil
ros 31 1894, 3. da Repblica.
Ba Gattava tbsrto de Britto esoreven-
te jaramaatada o eserav.
En Lais da Veiga Peasoa, etarivBO sab
oreve.
Sigismundo Ant:>v.o Condales.
Secretiiria da lairuwio Pablioa do E
tado do Per.'iambuco, 23 de Jaio do 1891.
Aos Srs. profossoras e dirootorai de
esool&a a e^tabaleeirnetos da ansino pir-
ticular :
EDITAL N. 29
io iesdo maitvS dos Srs. professeres
paricalarts at a presante dita camprido
praeeifedo art- 210 i." do Reg. vi
gente, sao intimados, de ordam do Sr. Dr.
icspcc'or geral azel o dentro do praso
imprcrogavel de nm mes, remetiendo
est* repurtigao communiosgSo do diatricto
o loc.l onda _ncoiona.a svss eanoJM
acompanbando ts alluiidas iiistraocSes o
programma doa estados a orna lista norsi-
dtl doa proeso.'as qae nellss faacsion&ra-
O Secretnrio.
Pergentino Saraiva d'ArOMJo Gahto.
Boods para todas ts l.'eb'S e treaa para Api-
poces e Olinda.
Fabrica de vinhose do:e de
fructas do paiz
O prefeilo do municipio to Recite, em com-
prime to do preceito legal, La'.da f-zer patuco
qae o cldad&o Jos de saetao rt^.e-c; a mv
danga da soa f brica da vlabo de c-j e 01 t-i
troclas d9 paii, Bita roa da Aorov, pa-a o la-
do norte da va-frrea do Liraoeiro.
Os que se jolgare prejaijcidoi 00 bcoa-
modades, diriiam a pr ICOS a cada ] no pra.o dj 8 das impro-ogavvis a BHtar d^
E pr^ssnte data, par os aevfdos eSeitos.
SecreUria da Sapriotenlsocia i: HjiijV
Municipal, 30 de aiaio d; 1C94. **
0 C-.ilar o,
Fraacia-io J. do Asgo Bi.-.t--
Fabrica de picar o desliar
fumo
O prefei'-o do rcnnici,"n cfo Ratita m cara-
prlmento do preca:to legi. manda 'a e* paMi^o
qie os cdalos Manoel Lais C, rtqaerrram
a transfarencia de sna fabrica de plear e denir
(amos, sita a rea do Carnario pra a traversa ??
Maciz, lagar permiitido p a le.
Os qoe se algarera p eje cades oa lnroTi'"5
dados diiijam a prafsitan sata rocisasgea no
praso de 8 das laproragawM a eoattr d->
sent data paraos deviics eff;ltos.
Secretaria da Sar>er>otpnd*neii de Hy:
Municipal, "0 de Malo e I89i
t =P?"trr,
Praocisen J. o Rg.' Ba'-c
Companhia
nos do Recife a
Beberibe.
wrba-
Olinda
ASsKM^LE'A GFR4L
Aa!bcrfsdo re! 9
geral convoco os-rs a;
, ordDaiia te reMl'ca, ',. .
i mtio dia de 4 do prximo m; 1
joavirem ler o reiatori" 1
parecer de rentas.
N'eeta seaste ;e o, ?rrr:i I tt tef, r.cmeadaa
U3 Cscae?.
Escriptorio da irc.c-'crir, "
. : S '
Estrada de Ferro Central de
Pernambuco
EDITAL
De ordem do Sr. Dr. diredor eog^abeiro cha-
fa fago publico, rara conecioiemo dos interes-
sados qoe, em coasequentia da ioterropcao to
trafego desta Estrada ent.e Victoria e Grvala,
determinada pelos grandes estragos prodozdos no
leiloda liaba pelas eacbentes dos rios,acham te
depositados na eetagao da Victorir. as mc-rcalorias
despachadas oa estag&o central rio dia 29 em
diante com" deslino as estagSes. alm daqaells;
sendo (acuitado aos saos respectivos i'onos oa
reoebcl-as all, restitoiodo a estrada a differen*
gi do freto pago, oa deixar que ellas 14 perora-
apgarn ai qoe res'abelecido o t-afego, P s-sam
ser levadas a sen destino, sendo qoe nesta caao
oer horaa laxa de armaseaagem ser cobrada.
Qaanto ts merca-ioriie despachadas no Inte-
rior com destino a capital. poierSo Igual cente,
The Great Wsleiot fB acil
Railvay Qompaoj Limi-
ted
AVISO
Palo presen'," fSc 1
(aa virem recebar, .: o cotral, a
irigessima deMritt'-u. a fajaran
rcspondenles ao s c. >trc ; :. ..: 31 c D ct.-
bro de 1893.
Redfe,19dtM.sodcl6S4.
J. H. -.'ij.
* -^
tlecifense de ?anifica<*4o
fcgsemMa gcral
SSoccnvl.lados os S--\
se no da 4 de Joabo priiraj, ao meio d, ao
fcscriptorio da cooipj iia, : "m:iem n. l na
cties do Apoilo, fi- de lomsiva conl.
do relatorlo, parece* fiaeal, rentas do aono |
ximo pa?sido, e "ais fomiidades ex'f-fas
pelos estatotos.
O director pr.-'s'd;
________________Joaqun: Plinto Fa t
Phomonios
De sccordo com o art. 27 \% l- t 2- dos aoa.
sos estatotos, vos aviso da assembla geral am
31 de Msio aidaote, para prectacl} ir conUO o
eleiglo da dirett rii.
Gran, 13 de Maio Co 1834.
A. 8. Carvalbo
I- sacrets.io.

.

3

y l^T, m f^11 11 pin

"* "V
r


*
2LmiL& te ^^waambuc C3ninla-i>lra 3i de Mato de 18114
THEATRO
SANTA ISABEL
po
*
1
.
Domingo3 de Maio---Domingo
A'S 8 1 [4 HORAS EM PONTO
SUBLIME ESPECTCULO VARIADO
?SL3rHAD3 ZLLT7SZ01TZSTA 0 DOUTOS
FAURE NICOLAY
e mi Mojadas las a issilas
Grande soccesso no lEden Theatro em Pars, no thealro S. Pedro de Alcn-
tara, no Rio de Janeiro e nos principaes theatros do mundo
Magicaelegante e fascinapo humana
Experiencias nada pareoidas com as at hoje apresontadaa, a que tem va-
lido (o Dr. Nicoiay mnitaa cartas de felioita^Sas dos peraoDagens maia notarais do
taando e dos monarohaa da Earopa-
O Dr. Nioolay apresentar os meihorei trabalhoa d bou vsBtis8:mo reper-
torio, os meemoB que motivaram a que a imprensa e o pub'ico da ambos os man-
dos o proolamasaem o primeiro illaaionista da epooha.
O MAIS BELLO E VARIADO ESPECTCULO CONHECIDO ATE' HOJE
A maior curiosidade da epocha
A grande viagem fantstica yolta do inundo
Pnjecc6?s elctricas de tamanho satnral
SURPREZ&S INESPERADAS
Precoo ao alcanco de todos.
Oo biihetea achura sea venda no theatro sexta-ieira, sabbado e domingo.
Trcu3 para Oiinda e Apipucoa e bonds para todas as liabas,
SEGURO CONTRA FOGO
Companhia TSorttx Brltlsh & mer-
cantil c Insurance
Capital eubscripto 3,000,000 0 0a
Fundos accumulados 9,452,452, 18* V
BECBtTA ANNAI
De premios contra
Fogo 1.495.418 10- 6d
De premios sobre
divida 992.379 r> ld
X 2.488.196. 12* lld
N; B.A repartic&o de fundoa accu-
mulados sobre seguros contra fogo, nSo
se responsabilisa pelas transaccSea fei-
tas pela de seguro sobre vidas.
wilson, Sons & O..
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
- FOGO
Companhia Phcniz Pernamba-
cana
RA DO COMMERCIO
Para
O Idear lele Francs segu para o porto
cima netes toncos das, e recebe carga a fra-
tes mdicos ; tratar com E. S- Le y, & roa do
Commercio n. 22.
O VAPOR
A vis
Segnlra pira o Rio de Janeiro do da 31 do
corrala,
Carga e eocommendes a tratar com
M. S.Maia
3ua do Commercio n. 7
___________ESCRIPTORIO___________
Hanabnrg uedamerikanie-
che Dampfachiffahrts-Ge-
selbctWt/.
O vapor Roma
E' esperado dos portos do sol
at odia 5 do correte s-
guindo depois da aeceeaaria de-
mora .para
Club Carlos Gomes
De accordo com1 os notos eBtatotos que prin-
cipian! a vigorar em i* de Jonh.i prximo, ri
caca elevadas as mensadad 8 dos seobores so-
cios para 04000 o a joia de 204CG0 para a al-
EQicfbO (Je novos socio*.
Secretaria do C!oD Caries Gomes, em 18 de
Halo a* i9fc-
Al raro Pinto Alves
1" secretario.
Correio Geral
Malas a expedrse hoj
Pelo vapor franesz Ciravellas, esta adml-
niftragaoexpsde malas para os portos de Macelo,
e Rio i Janeiro, recebendo impresao-;* e objectos
a registrar at as 9 1/2 hora? do dia, cartas
crdinarias at as 10, oo at a entrega das realas
com porte duo/o.
Adninistra^ dos Correics do Estado de Per-
nambuco, 31 de Maio de 1894.
O administrador interino
Deudaio P. dos Santos.
Estrada de {Perro de
Pernambuco do Reci-
fe ao S. Francisco
Aviso
C Ff.lo prsenle s5o coavtiadoi os Srj. accionis-
tas detta companhia a virem recebar na estacSo
de Cinco Pomas os Warranta de seos dividen-
dos, relativos ao de n. 61, correspondente ao
te c.tre vencido em 31 de Dfzembro erb anno
paseado.
Eecriptcrio da -urerintsadencla, 30 de Malo
de 1894.
Wells Hoo.i
Superintendente.
Companhia
Florestal Agrcola
De conformldade rom o qce determina a ei
das Boetedaaes anonytaas, tica diposicao dos
Srs. accionista?, no escrlptorio desia corupaobia,
rea Mrquez ae Oiinda n, 19, i- andar, copia
do ba'anco referente ao anno social flodo em 30
de Abril chimo.
Recife, 30 se Malo de 1894.
J. 6. P'nto.
OOatFANlA
H
Serrinos Martimos de
Persiamfouco
Daerdemda liractorla convido os Srs po3-
suio:. coes rrefercucises esta Coia-
fapUa a virem ao es^riptorlo d3 C-i^panhia,
Caes c"a Ccmpaobfa Peroaccbncana) effeemara
tebstituicao dos respectivos tllolo* por ootros
em qne sa achara rreenebicas n3 formalidades
exipd d Ivo n. 177 A de 15
de Setexbro d iao, como determina o
art. 7 do meecno decreto.
Recife, 5 de Maio de 1894.
Dr. Manocl Portella Jooior,
lacre taris.
Companhia do Bebe-
ribe
Previne eo ees sensores coBcesstanarioi de
pente d'agca. qne nos te-tnos da nova disposi-
(3o do art. CG do regniaruent} da peonas a'agui-
e em vista da cerli lo da janta Ce co"
res qae declara ter sido de 9 1/3 d. por 1*000, o
camvo medio sobre a prac de Londre, nos
Irinla dias decorridos de 23 de Abril a 24 de
Maio Co errante anno, o preco d'agoa e casas,
pelas peanas, ser na razao de 6*000 para a
taxa moima e de 441 r". por metro cableo do
excedente co prximo mez de Jaabo.
Recife, 23 de. M.*io de 1894.______________
Companhia Nacional de Ca-
misas e Roupas Brancas
Asiembl geral eztaordiaaria
De crdem da directora, convido os Sn. acelo
Distas para reonirem-se em assembla geral ex-
trao-dinaria, na segonda feira 11 de Juab? vin-
doaro, ao meloda,em ama das sec^oes do edi-
ficio da fabrica, em frente a estacao.central da
E entrada ds Perro Central de Pernambuco, para
auionsarem traoaaccio de crdito com garaotia.
Pj-a qoe ten'oa logar essa rennio pre-
ciso qne comparecam accionistas qoe represen-
tem pelo menos dons tercos do capital social.
Recife, 26 de Maio 1894.
O secretarlo,
Aogoto Silva.
COMPANHIA
Progresso Calonial
Chanada de capital
Da accordo con o art. 3- dos estatutos, sSo
convidados o senhores ECcioRistas a fazsr a ul-
tima entrada do capital de soas aceOes, na razao
p'e 10 O/o at dia 12 de Jaoho prximo, na roa
do Commercio o. 38, e a apresentsr os recibos
das entradas em troca da3 cntelas deOnitivas,
qce serao por eesa occse'So distribuidas.
Redite, S8 de Maio de 1894.
J. A. Barros GulmarSes
Director s^c-etario.
Derby CJub de Per-
nambuco
Sao convidados ca seoborea possuidores das
argOcs pn-fereacicc-s desta socia-iade, :a virem
receber 03 joros carrespondecles ao 8econpan.
Ses-eiar;a do Derty Cinb de Pernambaco, 15
de Mc.iodel89i.
O thesoureiro
_______________________J. L. Teixeira.
Gompanhia Santa Theresa
ASSEMcLEA GE8AL
A' disposigSo dos senbores accionistas acbam-
se, no escriptorio do renla da Ccmpaobla Tri-
Ibos Urbanos, a copia oo balanco, dita da rea-
c&o nominal des accionistas^ lia lista das trans-
ferencia? das ?c?6e3, relativas aos cltlaos exer-
cicios lindos.
Recife, 15 e M:o de 1894.
O gerenie
_______ A. P. SimCe8.
btitBlo Archeologico e Geogra-
pilleo Persambacaao
Qcinta-f8ira, 31 do corrente, ora do cost-
me, navera sessao ordinaria.
Secretaria do Icstoto, 29 de Maio de 1894.
O i- secretario,
___________________Baplista Regnelra.
COMPANHIA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
NORTHERN
Do Londres o Aberdoen
PosicSo financeira
Capital subscripto 3.780.00G
Fundos accumulados 3.000.000
Rcceita annual t
De premios contra fogo 626.0000
De premios sobre vidas > 208.000
De juros 155.000
Agente em Pernambuco,
BoxwellWilliam&C.
TBE IMPERIAL INSCBlNCn C0NPA.MY
LIMITED-DE LONDRES
Estabelecida cm 1803
capital fl,3oo,ooo
(Rs % 1,0<>0;000000)
SEGURA EDIFICIOS E MERCADURAS
CONTRA O FOGO
TAI XAS BAIXAS
PROMPTO PAGAMENTO DE PREJUIIO
Sera descont
Agentas
. B&OWNSC
Lisboa e Porto
Log*r porto saai
Costa Lobo
Segoir brevemente, recebendo desde Jacarea
para ditos portos ; tratar com Amorin Ir-
maos C.______________________________
Bofal lail Sisai Mal ai-
m
O paquete
Magdalena
Com mandante H. C. Rigand
Esperarse da
Enropa no da
SI oe Malo ^e-
goindo depois da
demora necesea-
ria para
Babia, Rio de Janeiro, Montevideo e Bue-
nos-Ayres
Este vapor entrar no por-
to vieto nao ter tocado em
Lisboa.
Para carga, passagens encommendas e dl-
nbeiro a frete : trata-se com os AGENTES.
O novo e esplendido paquete
Nile
Commandanto J. D. Spoener
E' esperado do sol at
o dia Si de Malo se-
golndo depois da demora
fndispensavel para
Lisboa, viga e Soulhamp*""
N. B.Previ?.e-sa aos Srs. recebedoras de
mercadorias, qna a Companhia Mala Real Iogle-
za, conrsetoa com aSenera! Steam Navegation
Gompanynm servido de vapores semaoaes qos
partindo da Dordeanx, Cognac, Cbarent etc, qoe
vem ebegar a Soatbampto> a tempo de balddia
rem as cargas destinadas America do Sol.
para os vapores desta companba.
Rodacgo eos precios das paasagens
Ida liattolto
A Lisboa i cl.f>3s & ?0 & 30
A'Soathanipton clasaii 4 28 42
Cainarocs riervadns pers e< psssagoiro de
PerR-mbueD.
Parapasssg'.ns, bates, arcouaifndxEjirata-w
com o
AGENTES
Ara caj'
v liando drste porto ateo da 10 de Jontro se
Hoiraqsw*
Rio de Janeiro, Santos, Rio Grande do
Sul, Pelotas e Porto-Alegre
Entrar no' porto
Part passagens, carga; frete etc., trata-se com
su1-:
Consignatarios
Borstelmann $f C.
Ruado Commercio n. 18_______
Gonpanbia Pernambicana de
Navegado
Fernando de Noronha
O paquete Beberibe
Ccmmandata teneate Fabio Rio
Segu no da Si do cor-
rente as 4 boras da tarde.
Recebe carga, encommendas, passarens e di-
aheiro frete at i hora da tarde do diada
partida.
F-SCRIPTORIO
Ao oaes da Ce ipanhia Pernambaoana
n. 12_________________
Ceaipia Fsniin* oe i-
CH4R6KMS "EIIIS
Companbi Frai
DE
IVarega^So a vapor
Linba rogular
Pernambaco,
e Santos.
entra o Havre, Lisboa,
Babia, Rio de Janeiro
O vapor Paranagu
Commandanta Baillemont
E' esperado dos portos 4a
Europa ate o dia A de Ja-
nbo, segoindo depois da de
mora iondispensavel oara
Baha,
Rio de Janeiro e
Santos
A
& C
H.9 Rsja do^om JesasN. 3
caonra .trm-^m
ins
V^apor Charente
tegnind
Babia,
B' e;parado da Europa de
volta da 1LHA GRANDE at
o dia
5 deJunio de 1894
indo depois da demora necessaria para
Rio de Janeiro, Santos, Monte vi-
deo e B senos-Ayrea
Este vapor entrar no porto
As mercadorias da Europa pelo referido
vapor mandado. liba-Ciraode por or-
dena do governo esto sajeitas a 95 por
cento de premio sobre o freta ei&rado
oo9 "tjsp9ctivo3 c jnhaoime&toa.
Prevlns-se alada aos Srs. recebedores de mer-
dorias que ? sa ai a rsctamacSea por
faltas, qne forem reconhecida" na occasio da
descarga tos volumes; e que dentro de 43 ho-
ras a contardo dia da descarga das alvare;
dover&o fazer qaalqoer redsiBacaa eoaeerneo-
te a velumes qna porveatura tsnnaa seguido
para os porto3 . a3 providencias aecesariaa.
Rog^-se acs Srs. passageiros de se PBrtt
1 ram na vaspera ta eaegada do apof para
ram as snas passagens."
Para passagens, eargt, frete a etc., lrata'-ss
com os
AGENTES
H. Burle & C.
42jRui do Cttrmtfrcw42
PORTOS DO SUL
Macelo, Penedo, Irtcaj' e Baila
O paquete Jacuhype
Commasd&nte ntoiro
Segolra para os
portos cima In-
dicados no da
SI de Maio aa
4 boras da tar
de.
Receba carga, encommendas, passagens e di-
Dbeiroa frea at 8 1 hora da tarde do dia da
partida.
ES3KIPTOR10
Ao Caes da C'ompanbiaPeroambac&aa
n. 12
ste vapor nao tocou em
Lisboa pelo qae entrar no
porto,
Roga-se aos Srs. Importadores a aprsenla rem
denti-j de 6 dias, acontar do da descarga das al
vares as qoalqner reclamacao concercente a vo*
lamas que porventora tsobam segaido para es
portos do sal. a Jm de se poderem dar a tempo
asiprOTidencias fiecessarias.
Espirado o referido praxo a compsala ote a*
rcspxisabllisa por extraos.
R.*sbe carga, atratar com o
AGENTE
.uguste Labille
9R"a dn Cotmneroio -*-9
Copanbia Rob. fl, Stoams Line
O paqaeta
Catania
E' esperado de Ne York
at o dia i de Juobo e se
guiri depois da demora ne-
cessaria para os
Fort09 do sul
ParOiCtrga, passagens, enccmmcndase dinhei-
ro alfrefe: trata-se coa os
Agentes
Pereira Caraeiro i 6.
Rja do O>mmeroo n. 6
Io andar

So}al Haogrisn Sea Navigalion
Compon) Adria
O vapor hngaro
fetofi
Nt casa a. 19, oa Ci ponga, rea do Dr.
Ntbvco
A'S 11 HORAS
O airante cima aatorisado pelo Sr. Jos L_
Alves Vtaona, levar a lelllo ama saobilia te Ja-
caranda com tampo de paira, pitas, jarras)
japoneses e ootros, qaalros, eepslass, slisjain.
serpentinas, nm guarda roapa, toilette coas sa-
pelbo.-obra de goeto. cama te casal, ltate
ferro. marqux6ec para solteiro, berco, miiiilaa
de costara em perfeito esUte. 1 ssesa elstica, t
aparaiorss, cadeiras de Jacaranda, 3 bancos para
jardiai, looca para ju'.ar, dita psr alssaca,
copos, clices. Iicoreiro, garrafas, compotetras
s ootros artigos qoe estarlo patente oo i
leilio.
Agente Pestaa
Leilo
De 2 metas sgoas s tu em terreno proptloao
becco da AsBompgto d. I, livre e ieseass) raca-
das de qaalqoer onos e acbam ee alegada por
16*000 m"Qa?.
Sexta-feira. 1 de JiaLo
Yo armasen*
trav&ita
n.27
do Oorpo Santo
Leilio
Do sobrado de S andares da roa Direita o.
133, boje Marcilio Das, edlcado em cbSos pro
prios.
Sexti-feira, i de Janho
A* mel da
Agente Pinto
RDA DO BOM JESS N. 45
Agente Burlauaqu!
Leio
Sabbado % de Jonho
A's 11 horas
No Armaiem a roa do Imperador n. 4t
De casas terreas
O agente cima por atete, do E&in. Ir. Dr.
joiz de orpbSo?, vender a casa terrea n. 731
roa do Alecrim, em slo proprio, cactaaba e
quintal morado.
Em seguida verdva a c:sa n. 70 roa 4a
Gloria, em solo prcprlo.
Leilo
rr;ii %
E' esporado de
Fiume at o dia 9
ds Jooho se*
nndo depois da
Hamburg Suedamerikauis-
cho Dampfscbifffahrst-
GeseISsc'aaft.
O vapor Pelotas
E' esperado do
Para a-A o dia lO
do Jorbo e-egol
depoi da d
mora nece3aa-ia para
Rio de Janeiro e Santos
Este vapor anirar no porto
Para p3ssagens, srg, fret etc. trata-se
com os
Consignatario;1
Borstelmann & C.
18Sara do Commsrcii18
1 andar
MK-^-PIA DE SEGUROS UT LO
CONTRA FOGO
Capital de garanta:
BA t)'ALFANDEGA N. 16 -- BIO DE JANBIEO
AGENCIA EM PERNAMBUCO:
BUADOCABUG N. I 8, I." ANDAB
Caixa do Correio 210Recife
loaqaim A. de Almelda
Agente representante
SEGURO CONTRA FOGO
Boyal Insurance Company de Li-
verpool
CAPITAL 100,000
LARGO DA COMPANHIA i. 6
COMPANHIA TETHYS DE SEGUROS
MARTIMOS E TERRESTSES
BUS. DO VIOABIO N. 1, 1'. ANDAB
Directores
Baro de Souza LeSo.
Thoraaz Comber.
Julio Cesar Paes Barreto-
Hamburg Suedame^ikanis*
che Dan pf. chiffahrts Ge*
sellschaft.
or Amazonas
E' esperado dos portos do sol
a 81 do corr nte e gegolra de-
pois da demora necessaria par
oa e Hamburgo
Quaesquer raclamac^3e8 s sorlo atten-
didus 48 boree depoia da ultima descarga
do vapor na Alfandega.
Este vapor illumioadu a la eleotrica
e oferece ptimas aceommodacSes aos
8ff. passageiros.
Entrar do porto
Para carga, encommendas, passagan? e di-
abelro a frete, trata-ss com os
Consignatarios
Borstelman & C.
Hambarg"- Suedamerikaiiis-
ohe Dampfschiffahrts-
Gesellschaft.
vapor Montivideo
E'esperado da Enro-
na al o da a de
Jaobo e ssgnira de-
pois da demora cecea-
rla para
Baha, Rio de Janoire e Sance
Este vspor illaminaio loa elctrica
e offereca pticas ecromn^dacrSas aoa
Sra. passageires.
O vapor n3o tem de seguir para liba
Grande por ter somonte tocado no porto
da Taneriffe portanto entrar no porto.
Quaesquer raclaraacoes s ser3o atten-
didas 48 horas da ultima descarga do va-
por na Alfandega.
Para carga e encommendas etc, i tratar com
Consignatarios
orstelmann & C.
18-P.UA BO COMMERCIO18
\ andar
Knot's rrinceL ineofStea-
mera
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estada-laidos, Bfazil eBio da
PraU
O VAPOR INQLEZ
Chnese Prince
e San-
n-
der*)ra necessaria para
Bafile, Rio o ^aiaolro
tos
P3ra carga, p.*igens, encommendas
ohero a frote: treta-se cota os
AGENTES
Henrj Forster & C.
R n do Cossraereio
n.
I- an'-iar
LEILOES
H-^xia-feirs, 1, dever ter l0R2r o l'itao te
sobrado de 2 andares da roa Dieiva n. 133, edi-
ficado em cbSos poprios.
Sabbado, 2, dever tsr logar o leilSo de
movis, loues, vidros e mais objactos da casa da
ra do Payisao(! n. 22 A.
A's O e 23 mnelos, partir o bcod da
linba da Magdalena que dir passagem graiis
aos concorreotes.
Leo
De 1 grande c.u nhas sita a ra da :;oncecao n. 24, fregoesia da
Boa-Vi3ta, tedo nm grande pateo no centro,
com agua encanada a apparelhos da Companhia
Drainage.
Quita-feira, 31 do co /rente
A's H boras
No armazn a ra do Marques de Oiinda
n. 46
O agente Gosmao, aulo'ijado, fari leilo do
quadi'o cima mencionado, o qual preeta-se
par orna ,-rande fabrica ou offlrios._________
De boas movis, looca, vidria, crv?Ues, ci:
dieiros gas, jarros, espetos. 1 e:l:n iogtes e
pertences, cadeiras de joocj e oot-os move;8.
S^bkJo, 2 de imte
Na roa do P*y-:.iv, d.-a n. SI A
A SABER:
Um piaoe, cadeira u eEtrado, 1 mcbitla de
Jacaranda,! espeibo grande, oval, 1 lstrate
crys'.a!, 8 jarros, 4 eUgers, caaticaes e mangas.
Segnru'a tala
Urna mobilla de junco, 2 caleiras dr fca.'anoo.
t espeibo, 1 divn. 1 eetante para livros, 2 eta-
gers, 1 carter,
Qi 'tjs
Urna cama francea, 1 toilette. 1 !*Talort, 1
cama para menino, t tnarqcea", i ,a.odas,
1 cabe. i eap-.-lho, 6 caieiras de jacaraadi e 1
mobliia de pi carga, 1 espete pira litros e 1
carteira.
Bala *'e jantar
Urna mesa elstica, 1 goards looca. t apara-
dores, 12 cadeiras de junco, sopare i r-ra ebfc
ejsaiar, ropos, talleis. garrafas, comete!',
biciP, trem ele casiaba e mais acceraori's ca de fmilia.
Ageole ?!!
Na casa rfa rea do Py?san:' 0. M a
A's <0 boras e 1S ateawoi parir bontl da
Magd:lena que tiara' saM [sn k *M aat-
correles. A entrega qj. ^csa>:> dia e em la
boras.

leilo
18-Rdr. Mo
Comnsreio 18
andar
o a
E' eaperrco de
Kew-Tork e sa-
ira em principio
de Jaoho pare
De importantes predios
Di (>:cc!lents casa na estrada do Mcotero n.
58, perto da estacSo com fcil transporte das 2
linnaa-ferreas do Arraial e Principal, em solo
proprio, comolelamenie desembaracaJ, com as
accommodagSes segoio;88 : 2 salas, 4 qaartos.
coslQba.qoarto para banao e baaheiro, quario
para criados, tarrago so lao, portic u grada de
ferro, com grande independencia ao lado, com
jardim a eiioioao narado, tendo purto no fus-
do qno d sabida para o rio Capbari^e, a casa
esta em perfoito estado Je conservico, teodo a
sala da visita forra>:a, tem eticaDa^cnto e lusire
de gas.
Da casa terrea sita a roa do Riacboelo n. 42,
fregnezia da Boa-Vista, com i prrta o 2 jauei-
las de frente, 2 salas, 2 quarios 3 :o.nba. adtti-
cada em terreno proprio, raudaado 16J000 raen-
8B8.
Da 1 eobr3do degl inar e o!5o so a roa de
S JoSo n. 8, fregoes'o ie S. Jos, tenlo 2 mems
is co fonio do a08mo, rendando 1:1004000
sonases.
Do ?o^raio '' S sudares, si-c \ rr.a riz e Barros n. 8, tregostia do RecifB, ranendo
'3404000 .ianGaya.
Bittts-fcira, U k cocate
A'S 11 HORAS
No armazem raa do Marques de Oiinda
n. 4a
O agen'e Ga^mo, auiorisac'o, far leilo dos
predios cima mencionados, podando os Sr>.
compradores examinal-os.__________________
JLeilo
Ag3.iie Siiveira
De movis de Jacaranda, vidre?, espaibp*,
loocas, etc., etc.
Quinta leira, 31 de Maio
Pa do Imperador n. 32
A'S 10 E 1/2 HORAS
Ao correr do mr*-Ho
Etes movis foram r,insportados ipara esU
casa por ordem de ama pessoa qce tem necessi-
dad? ia liquidar os icos dd?, por ter le ss re-
tirar para fora e aebar-se graTeoente doeate.
Daas mobilias, 4 jarres. 1 cama francesa, 1
grande espeibo, 1 cama ae ferro, 1 toilette com
pedta, 1 aaaaadoraa, 2 eioarradelras finas, 1 safa-
de amsrello. 4 eabite*, 1 boas re logia, Uncs t
v'dros.spparelbo, copos, etc. etc.
Santc
Para carga, encommendas, trata-gj cota oa
CONSI0NATARIO8
Johnston Pater e Comp.
Roa do Commarcio n. Ib
L/ilo
iso. espalara,, vi
mov*?i8.e 2 tino
Sexta-fsira, 1 de Joobo
D morei; pisto, -espalart, vidros, loac*m
ootrae movis-e 2 laoeoloi
AVISOS DIVERSOS
Precisa-se de oir-a eosinheim, cr:.
gommadeira a cm crate ; na re. da ltoaansMi
n. 21, primero andar. ____________
Luis Mana RiOc.ro Goi-ar, -40C-
lecimenio de mcihasos i roa da I'pe .triso.
42, nvia ao pobilco o roa eua '<-- tes. s qoe
cesta da'a depedio o sen caixeiro Jo-i' Vrmm
de Paola pelos ters bena servlcoa r
Recife, 27 de Mals de 1834.______________
Yende-?e orna a- j cao coj tsjwcu. #
trador, para pbarmacia ; qo4B pictetv. u.."ija-
se ra do Livamenio n. 38, qoa tcccj;:ar.
com qoem tratar. _________ _^_^
Precisa s- d* a'r. caixeiro cem arrtira de
aginados, roa estrella do RoB.;r;o n. 31, iajs.
Precisa ae da ou aealjo 'e 10 i 12 aast
de id5do, qoe tenn.t pratica ae m^ihaios;
tratar na roa de Noucj SLcbads n 2 D, Esai-
nheiro. ^__________^^^
Valocipe-les para meninos
de 2 a IS ancos.
Carrinbos ce 4 rodas
para pobres rices.
Argolas da dentcSo
para crlaacaa de pt.-.
Brinqoedcs e jg.-s
Njvo sor liberto.
Papel de rdr e seda
Para ba!6-? < ., broio.
Cnegco nova remer-^a p>-ra loa de n.!?jcat
e instromsntOB do Paira, Ra Nova o. 13.
Cosinheira
Preclsi-je de orna psra coc-pi. r e ccsiunar .
as ra do Bom Jases n. 22.
Gompra-se
Urna c?s^ na fr*gne:>a da Bo-. V-'a a Ssai;
Antonio, com 3 oo 4qoar;?n, c ,;o- indepea-
.lenie ; qoem tlver e qoher elxar
carta nesta escritorio coro -v I rt
Te-reno
Vsc'e-sc or ti Tor. c i Fratte
para trea roas. tratar
ni xa Doqu de Caites a, 3,
Caixeiro
Prerisa-se de um I A
Usnos, qoe d cocr Liamot* tes3 '-. ndachl:
a tratar na roa Veloa o. 82.
Ao publico
Jjc BaptifU da Rov, d<*clar* a-- i ao
commerc' improo o R- Asssaa
Jo Pov-j. sito ao largj do Paraso s. C, usSrs.
Oliveira & C, Utw e desembarace a dei
qaer onn, e qoe nls so nepoosab ;i a
qoaiqoer divida que poass aaparsc r.
Reclf, 31 de Uaio de t8M.
JoSo Baasta d Rasa.
A' pra^a
O r.baixo fslgnad fas publico qae
daat qoe tioha projecu !o com o Sr, ('
Fratnaaco sob a flm.a sed-al r fr, ,.a a
des, Bcoa d.: uennu^ eQeito po.- tat-ee re
o Sr. Prsnco, Scasuo o actl'o e paaarst
do meamo abaixo atsnado e do Sr. A
Paas Brrelo sob a fl-raa de {ferrete e Montea.
Timaste, 30 de Miie te iSfi.
Aibino Jos Mr dv
Crosinheira
Ro Montero, i raa ds Pona d'Asvs o. 1, pre-
cist-sedeoma boa cosinheira psra cara tem-
mirla. Paga se bem.
Criados
a raa te Praocco p. 40,
criados para vetear ; A iratar aa l
qaalqoer hora.







JUlD
pep
[


Diario de Pernambuco ftqinta*teira ludeMaio dc^aM
i.
EFEITE PARA CABELLOS
Para tbeatro, ciaameo-os e ballet
Recebero novo sortimento
Conrado, Antnaea ft O
A BRISA
Bij<
joutena8
Mato sortimento em altinele para g?avtta ,
relogie, pulceiras, broche o bote de coro
romano; Recaben
Courad'. Aalnw A C.
Perfumara
Grande variedade em extractos, tnicos dente
ficios, leos, acnas de toilet. pos de curo e sabe-
netes ; dos oHbores fabricantes de Padi e
Londres acato de receber ocn importante sor-
timen to.
Coarado Antanea fc C
Bolsas de pala
" Um variado sortimento acaba de_ receber s
A.
Clarado Anlonei dz C.
tlTULiBU
Teeoo'a, caivetes e navalbas o que se pode
di3ejar de msia Bao recefrprSo
Currad, Aaluaea ** C,
A'BRISA
Praga da Independencia
Bieos e rendas, novidaies
Receber&o
Coarada, Antunea dz C
A Ir? I HA
Praga da Independencia tu. 4, 6, 8 e 10
SADE PARA TODOS.
PILULAS HOLLOWAY
As Pilulas purificao o Sangue, corrgem todas as desordenos do
Estomago e dos Intestinos. -->
Fortalecern a ande das consttu^oes delicadas, e sao d'um valor incrivel para todas as enormidades peculiares
ao aao femiaao eai todas ac edades. Para os meninos assim como tambero para as pessoas de idade svanQad*
a sua eficacia e incontestaveL
bu medicina sAo preparada wnirata do Kitabelecimenlo do Professor Holl**,
78, NEW OXFORD BTREET (antea 63S, Orforf Street), LONDRES,
E vndanse em todas u phaxmacias do universo.
Ol compradoras alo convidados retpeitosamcute a examinar os rotnloe da cada caica s Pow M do
SU. Oxford Street, ato CaUificagoca.
taem a aaaaja, '^
^XXXXXXXXXXXXXXXXX
EPILEPSIA
HATERA
Carrinhos de Jt*asseio
Para erlancaa
Feries e elegantes acabara de ebegar pa>a
Conrado* Aatnuea fe C.
A BRISA
Praca da Independencia
asXaaV.3
O mala eorapleo e variado sortiniento
para horsens, aecharas e metimos.
Sedas
Brancas, nretaB e de core, lisss e la*
das.
Cachemiras
Cc-rea bordados, eppartilhoo, lno?e,
leaftStiaai, cretone3, zepLiro,
oa se), camisas, puabos, collpii
o peiti&e*.
Perfumaras dos melhrca fabricantes,
Ote., etc.
ftado M enaocti-a por preces rcaami-
0 [ 3
NA
La Gran Via
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ar*W *>,H>f4M:Mo a .'...;.. fe B'e,icr
DoTKxIto er.il : PHARMACIA G. DtMAZIRC, 71, avcn-.iv o Vin.ei-a. PAAM
Km Firmmbuco: tf ti D6-XLAS -t PECCiiCIO li:ii'.\.r. kvj m vi^''-"-1
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APSULAS AZY

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TINTAS PRETA*
CoBa fuU Fr
2TKXI V J-X
*o Tt.-w a i! b4m latas tMiuacatM lilil* i'ul-.e,
taosagas: Oleo K Flj;*fcKiaao, Oleo tt Ricino,
StlJiwa do Copan*, Opiatos. Alcstrfio, ele.
TODO OS MEDICAMENTOS IJM P
M, ra U Iibbb, ka far*.- Es rV-oasioaoo; S7&.X-W*. te sVA id
HOSTIA,
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faraCasiteno
DE
Ocioii Silva 4* C
Calas hespanholas
.iWfcaoaaeaa ni.miiaaaa>a aiaoaaaumn*
AVISO ^ OQNHEOEDORES-DONAS ^ GAZA
Fara azer JBoa Cosinha,
e preciso Boa M.&nteiga
I Exija-se em cada /aa
S Va/xa c/e fabrica abaixo
Alta COTdada para senhor&a a ho-
aUW>
Novo sortimento receben s
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33 Ra. Dnq-ia de Caxi&s.63
f aB^a>d>>
,.' X ->1ir
YDMRIA
Bonita ecllecQRo de fioaa tacas de f
!ans, recebtraia t
PEDRO AKTUUES db C. J
as s-:a Balate de Casias
jBjfym @j1P ? O^a1* 6/?g
:gsigi3n.'rtgagttg6irfrijttsia
BJOTBRAS
lindes gratopos do brilbacte do
d, chtilaine, po'aiira, relos
fiii.ES, pedrss e ivaitoa oatrosartigoa 2J
NOVA ESPERANCA (g
63 Roa Doqdb db Caxias 63
. Yipho An.anes tk C-
-- pjm : sraajii ,;:^ Castai "?
UBAI, POI3, A
E1.A8 COLCHAS pura carnes. UN-
IDOS cortinados para cama e janclas,
presos aeai competencia. Llegante.
objeetoD do biacait, vidro, tc-ira cotta para
toiletes. Grande eortimento de albur:
par.: ratratoa. Pep.el de aoiaaia pera
cartc. Alera de mailes oetroo srtigos
Iae o bello sexo encontrar sempre ia
em conbeoids cass de ROJOLPHO
ANTONES & C*.
87Ra Duque de Caxias67
Fabiica de movis a
vapor
DE
Silva Feroandes I C-
48Ra te S. Jao48
PromptinGase qualqner cncommenda
de marcenara ou carpintera, com a
maior presteza a por pregn raaoaveis.
Compra-ee madeira de boa qoalidade.
' Aceita-se artistas marcineiros e cara-
pinas) que sejam peritos ; e tamben ed
miUe-ae aprendizea pagndose desde lo-
go algam ordenado.
DEPOSITO
49-B,a Bario da Vicloria-49
Para cos-
nhar
Precisa-ge de om ama que saiba co
sinhar, no 3. andar do predio n. 42da
roa Duque de Caxias, por cim ada ty-
do Diario.
4RQUE DE FABRIQl^r.
DpasE^^' em "V" j^. IL. O & 2sT i S (IFr aneja)
A MAIS IMPORTANTE CAZA DO MUNDO
Manteiga garantida absolutamente isenta de Acido Brico, margarina,
Azeite e qualquer corpo gordo.
GRANDE PREHIO Exposicao Univeral de Paric 18S9.
ESSENCIA
QPUATIVA CHABLE
(VEGETAL)
cura : Eczema
Herpes, Acnea
Prurigem
Era Pemm.''itco C" de DROGAS A
PRODo'JiO CH1MICO&
ESSENCIA
DEPURA TIVA CHABLE
( IODURAOA )
cora: Rosela
Manchas mucosas
Ulceras, Syphilis
Dcpojitoa em todas as Pharmaciao.
I
RB-ODADO PS.
o iodc, ocmbisao eom os aaocoi daa plantas antlscorbutlcaa,
nU s Croansaa 'luana oa mala releracti aervl^os, para com>
L*ler Glmn*ulai < paaf Bcu-hiiiem* PaUlimm-
UntorfU+rntrnto* eoerofulMoi MUettlas Mm
yeito Oraacaa laaflaaa, te
E' preferlTel aos oleca de n>
gtia de bacalhao alm da ser-
um flaldlScaate, tamben 6
dxavrstlTO onertrtoo.
i&bjt r.IiA M6WT V mi".
SAINT-RAPHAEL
II
Wffaimmwm
Vinho fortificante, digestivo, tnico, reconstl*
tuinte, de sabor excellente, mais efficaz para as
pessoas debilitadas do que os ferruginosos e quinas.
Conservado pelo methodo Pasteur.
Receitado as Molestias do estomago, Chlorose,
Anemia, Convalescencias; este Vinho recom*
mendado s pessoas ja idosas, 3 jovens, muliiered
e a crianga.
tA^OPi

Cavallo de corrida
Vende-se o animaes de corrida, Pyrilampo,
aeeBB, fiaUabo, Conforme, Iraoninaa 8 Fron-
i d, fc.teAttf o CmbdM Kofo n. lOf.
e Grageas de Gibert
AFFECCE SYPHILITICAS
VICIOS DO SANQUEl
Terdadeiroa productoa fcilmente tolerados
pelo aatomogo e 6a intosUnoa.
tlUIr II fiMill OS
I O" QIBKRT a a OUTIONY, rkatajaaai
itceitodos pelas celebriiadti mtdicaes.
Biacowrmi-sa ds mrracCia. .
Anoarpif. Miriowt-Ltrrrrwi. Pi^ta.
.FALTA OE FORCAS
\ Anemia, CHUtrotim, Debilidad*
tcten*MC CUBA APID* K CERTA PILO
IPEPTOIATO dt FERRO ROBO
wNtca mituaiNoso
\H$conh4cido nttlmllttcl e pretorial
pelos melhoret mtdicot do mundo
PisinataiiialiaalriiliioiamiMdoa,
foa ATACADO.
Il3, Rao rAer-a'.Losoxo, om PAUt
IflopoWfai om ttdtt o orMoaoos fkvmta
REMEDIOS
LE ROY
Populares em Franca, America, Hespaaha
naj colonias, do Brazil, aond astao autorizada
palo Oontalho de Hygieua.
Vomitorio Le Roy
Oltlmamenta emprogado como prepa-
racAo para o aso do Purgante.
PurgantesLeRoy
tAn ommIn cnfirui i l.ili.
Mw proprlos para qualquer doenoa,
Umt noticit tipllottlr tntolit ctia ttrrtt.
Punas Le Roy
frfrsofo concentrado o emuSiot liquido.
la irosaKU eiilloitiTo utoIts uta frasn.
O kuw 4o 100 pU. B> O traseo do as, 1'SO
Aoaatelar-aa das felaicaode*
aalaaer >eaaete a ah lor a
roeo a rasrauai COTTU tan a LE NT
1, Mu* aeiae, M, eea Parta.
DlPOStJoa BM TOSA AS PHASaUCUS
P01ADA "~^A TANMINO"
Pin tornar i dio esbelto iranca ism COA PWMITIVA
POMADA DE ALCATRAO
o QUINA, costra aa PELUCDLAS
SEOUNDO A FORMULA DO DOTOR NVSTCN
PARS, FILLIOIj, ru Lafayette, 53.
^jyajUja miilBCCO : C i Droiii k Prodirtw chlmleos V
VERMIFUGE COLMET
CHOCOLATE oom SANTONINA
VALUTU aara aauai
lata Veraalfa-o
asa sitar sgrsltisl i cMserTs{io
Pars, tt.r.dm Tamp*t. -
Bm Ptr/ismiuco I C" ti DiOQlS h PBODCCTIS CHlalCOl.
oom SANTONINA ey
Mr ai iaaBU8Al \I&,
i rscmatndiilii [lo U ytrltti
irrajio itlnUs. Jr/ \*/\
- Et!r a Irma: f \y
L
beba
ajuru
Este enrgico e prodigioso medicamen-
to, que oomecoa a ser vnlgsrisado em
1883, e qne tSo proficaos resultados tem
produtio na cora do reamathismo, mo
lestias de pelle, enoorrfaeas, aathma,tnos
soffrimentoa oocasionados pela impuresa do
eaegue, e cas differente formaa da ayphi-
lia, estere por algam tempo psrclisado por
siroomatanoia imperiosat; e hoje, porm,
reapparece com todo aeo vigor; o da
esperar que continu a merecerdo illas-
trado publico a nsesma AoceitaySo de que
seopre goaou.
Approvado pela reupeitavel Junta Cen-
tral de Hygiene, por Decretos de 2 de
Jocho de 1883 e 18 de Abril de 1885.
ComposlfSo
n
Firmino Candido de Figaeiredo
PROPAGADORES
Bapttsta & Figueiredo
A venda em qm-lquer Pbarmacia.
Estrellas d'America
sf* o oeaaa o ejueima
Ao queima ao queima I
Tem causado eapecie, mesrxo admirsgSo, em
face do cambio de 9, os pregos por qaaato ven -
deocos as fazendas do ooseo esta^elecimento. E
incrivel I f ?e veodo. Um oasseio AS EaTREL-
LAS D'AURRIJA:
MadapOio Paainbo, lavado, pea 5000.
La e liaiio alcocboado, al:a novidade, 14 o
covado.
Folardioe de belas, liedos padrOes, 700 n. o
ce vado.
Coberlcrea de la. RrsDde, 2^800 om.
Gargcrira de bolas 600 re. o covado.
Mirlni pretos de 800 rg. n 4^000.
Sedas dolyrico furia-cores 2J500 o covada
LC^mbraias brdalas coa um metro de largar
a M2G0 o covado.
aptiatas ftoss SAO rs. o covado.
Gentil peroambocaoa 700 rs. o covado.
Panam linoissimo fcOO rs. o covado.
Vestidos bordados a seda.
Las de quadro. 300 rs. o covado.
L'oho cbinei, 500 rs. o covado.
Verbutinas de todas as cores.
Las americanas 240 rs. o co7ado.
Baptistae Cnissiroas 500 rs. o covado.
Picbua de i 144.
Fiches de linbo, grandes, ? om.
ktadapolao especial de 104, 124 6 (44, peca 20
varas.
Curtes de casemira para calca, 54 um.
Fisnella de la azul e preta 34 o covado.
Iflrins de cores 14200 o covado.
Hanlilbas pretas de seda 44 urna.
Ditas de cores, de seda 74 urna.
Ditas de aleodao 34 orna.
Flanella d l para camisas de homem, 600 rs.
covado.
'Remiras de diversos padrOes, 245G0 o covado.
Etamioes, 600 rs. o covado.
Sedas cbioezas, 14300 o covado.
Csmbraias de c res, arrendadas, 14300 o covado
Cretone babiano, 600 rs. o covado.
Cretoes Irancezes e ingieres
Mirlos pretos e de cores, lavrados, 14600 o
covado.
Vestidos brancos bordados, diversos prego.
Vestuarios para baptisados, d 10 504.
Voille de la 14200 o covado.
Fustas de cores para caiga 44 o corte.
Seiins de todas as cores,
Surab diversas cores.
Cortinados de camb'aia (04 o par.
Mosqutieiro! diversos pregos.
Cortinados de crochet, de 144 404.
Colchas de crocbet (04 urna.
Corles de cclletes dd foslao, brancole es cores
4000 um.
Colchas de cores, grandes, 44 orna.
Baeta encarnada s azul.
Las com listras de seda, 24560 o covado.
Sedas prelas lavradas de 24500 84 o covado.
GorgorSo de seda pura de 64 a 104 o covado
Caiemira ingleza, preta e azul, 64 o covado.
Brlm pardo para ronpas de senboras, 400 rs.
covdo.
Cambraia transparente de 44600 84 a pega.
Dita victoria de 44600 84 a pega.
Um completo e vaiiado sortimeoto de mludezas.
Completo e variado sor'.imeuto de roupas fetas
para hemena.
Um completa sortimenio de casemiras de cores-
Lindo sortiaiecto de vestuarios para nieBinus
mecioas, ultima moda.
Merino' azol marinbo, o que ba de meibor ne-te
genero.
Crep azul marinbo.
Camisetas de flanella, flnirsima?.
Completo sortimento de so'miados e c*pas.
Cachemiras furta-cores, 14300 o covado.
Grandes redes da Babia da Traigao.
Gentil algoana, furia c ros, 14 o covado
Voiles de 15, larradas. de 'odas as cores.
Vestidos braceos bordados, de 164 a 224.
Vestidos em carteos, de cambraia de cores, ulti-
ma novidade, 224 om.
Hasseiina da India, 14 o covado.
Crepons de cores, 800 rs. o covado.
Pregos eem competencia.
Contina o queima
AS
Estrellas d America
f S<=Raa 1- de Marco19
NTIGA DO CRESFCI
Marques & Lima
Hara Meaallna Cu I maraca do Viim
Capitolido Rodrigoes do Pauso, e seas filhos,
Francisco Jos do Petso Goiraaraes (sente),
Mara Rosaliaa de Soasa Gaimaraes, Leonor
Amelia dos Paesos Gulmaraes, Amelia Rosslina
dos Pseos Ga more JoSo Rodolpho dos Pirsos
Goimaraes, lzabel Leopoldina dos Pasaos Goi-
marei, Jalla Leopoldiaa dos Pa^eo; Goimaraes
e Jas Francisco dos Pasaos Gaimaries, con
vidam seas pareotes e amigos para assiati-
rem as mlssas que pelo repouso e'erno de soa
cara esposa, m&e, niha e rma Ka'ia Rosa.ina
GulmarSes do-Passo maodam resar na O.-dtm 3'
do Carmo As 8 Horas da manb de sexta feira 1
de Janbo trigsimo dia de seo failecimento e
desdeja se ronfessam gratos aos que se digna-
rem comparecera esse seto de regiao e nari-
dade.
Ca de Minas
O melhor que ha no mer-
cado.
Prec.08 resumidissimos,
Lotes vontade do com-
prador.
Vendem Venancio La-
bato t & C., ra Duque
de Caxias n. 72.
Escriptorio Gom^ercial
Engenho
Compra-s ou arreoda-se um engenho em
bdis coodigOes, qne safr-ge de tres a qoatro mil
pes, odas trras e bem onrado, perlo de qual-
quer estrada de ferro, preferindo S. Prancisco e
Jaboatao; qaem pretender, pode deixar carta
nesta redaegao com as ioiciaes D. R. trazendo
todas as expcagOea e com qaem deva se tratar.
Pga-se bem. ^^_________^
Gaizeiro
Precisa-se de nm caixeiro de 14 a 18 asnos, e
qne d conhecimeuto de la condocta; na Praga
Naciei Pinleiro n. 14.
^ranciara Pnfiselro d.tlbuquerqae
tfaranbao
Francisco Pacheco d'Albuquerque Mar-
tobSo, D. Anerica B'zi'ica d'Albuquer-
que laraobo, seas tilbss, oras, genroa
e netos, gneas Pacheco de Albaqoerqae
MarsnbSo, seos iiibcg, tteares, Doras e netcs,
agradecern de coragao a todas as pessoas qne
acompanbaram os restos mortaes de sua sempre
praoteada esposa, fllbaenora Francisca Pinbeiro
i'Aihoqoerqae Miran)5o a saa ultima mcrada,
no cia 27 do correte, e de novo con>ldam a lo-
dos os seas pareutes e amigos a asalstirem as
miesas que por alma da meama mandam celebrar
no dia l.'de Jocho, sexta eira s 7 1/1 horas da
manlia, 7/ dia do set. pasamento as mat'izes
da vilta de S. Loarengo, rja da cidade de Pao
Q'Alho e na capelia do Senhor Boro Jesns de Na-
zarelb, por cojo acto ds <.andade e rel'gio de
de novo se coL--33Bm gratos.
^^^^cxroiaaiBaodaMiaTa^
Idalna Aa'ea Ferreira de Mello. Melgada P.
Perreira, Maaoel Jos Ferreira, S3bina fiase!-
ment Ferreira. Ealalia Nacimento Ferreira,
Marta Pbiladelpha Ferreira Pes^oa, Mara rio
Bomparto F. Pessoa, Otn Alves pessoa, convi-
dam os parentes e amigos do fallecido Pedro
Antonio de Mello, para asaistiram as musas que
mandam celebrar na igreja do Rosario, peias 6
1/2 boras da manta do dial- de Juobo ; sea
esposa, genro, cunbedo e to egradecem a todos
qne coraparecerern a este acto de verdaJelra
religiSo.
lilla Tb:< fl-ra t'efioao
Joaquim Fernandt-s Velloso, por Ih r, pai.me e trmaos igradecem penfco-adis-
simas, a todas aa psaaoaa, e a i.mao'isde do
Seob^r Dom Jepas tas Partas, qao so ignaram
acompanbar i'e a ultima morad*, os reatos mor-
tees de saa irrcfi RilaTeoricra VcIIobo, e do no-
vo as convida para as m'ssc?, qae pelo eterqp
rnpousode aaa lima, terf.o derer celebradas na
igreja da M^Jre de Deu3, sexta feira ( e Jnnho
trgesmo de cen p.sanen.o (peloi 7 Ijt bcras
da manha) pelo que dc(,e ]4 bipoiheca sua grz-
tidao.
f
D. Henrlquetn Metlefro*
Carlos Jote de Medeiros coavida os teus pa-
rentes e amigo* pa/a astirem as nmsas qus
serao celebradas uo convenio de S. Francisco,
s 8 bores do ca 31 do corrale, em ccmtceao
ragio do anniv.irsario < faileHmfn'o de saa
adersvel mSi, D. Henriqoela de Uedeiro^, peio
qne desde Ja manifesta--3 agradecido a todos
qoaalos se dlgnarem comp trecer a este acto re-
liioso.
Ama e criado
Prec'sa-se de nm ama e de um criado ; na
roa larga da Roeano o 3 >.
edil JXol vC"\o
Precisa-Be de ama ama qne cosinbe bem ; na
ruada Concordia n. ?5, 2- audar. _____
AXCUL
Preciea-ie para cosinbar e mais servigos do-
msticos, para casa de pouca familia e qae dar-
ma em casa do patrOes : a tratar di Cabrio
Tigre, roa Ha-So da Victoria n. 4.
Ama
Precisa se de orna ama paa cc.inhar e que
darmaem casa dos pairas ; na raa da Aurora
n. 67,pavimento terreo.
Ama
Precisa-s de orna ataa que sJa ccldadsea,
para Iidar com crisnga ; 4 traiar na ra de Fer-
nandos Vielra, sitio n. 5.
AHA
Precisa-se de una para consinbar e mais ser-
vlgos, para casa da familia, qne ateira ir para
fra da cidade, tratar na rea i Imperatriz n.
241 audar.
Ama
Precisa-se to ama ama psra comprar e co-
siniar, La roa ca lateadeucia. antiba o Atalrco
u. 7.
Ama de le te
Precisa-se de urna ama de leite e paga-se
bem ; tratar na rea do Livramenlo o. 24, fa-
brica de calgado, cu na Encrozilna Ja no sitio
doDr. Ayres aama.__________________^_
Ama para cosinhar
Precia-se de urna na ra do Raugel n. 19,
Ioja.
ejCa^aoAJlJUaaaa
Precisa-se de urna ama para o servigo domes
tico em casa da pequea familia ; a tratar na
ra do Livratneoto n. 6, 2a andar.
Vende-se
A tavsrna sita ra do Visconde da Inbauma
n. 49 : a tratar na mesma.
Declaracao
Declaro, para que cbe?ue ao conbecimento de
todos a' quem interesasr possa, que desta data
em diaote meo bastante e nico procurador
aesta cidade, plenamente aulorisado a tratar de
qualquer negocio em que seja eu ioteressado, o
negociante Modesto de Moraes Pioneiro; a assim
tambem que cesearao todos os poderes por mira
outorgados as proourages que, em differeotes
pocas, e para dizersos Eos, passeia' firma com-
mercial Leal ItSos, e ao coomendador An-
tonio Gomes de Miranda Leal.
Recife, 30 de Malo de 1894.
Henriaae Moraes Campello Costa.
A' praca
O abaixo asslgnido fas publico que a socle
dade que li^ba projectado com o Sr. Albino Josa
Mendos, sob a firma commerclal de Franco &
Meodes, tica sem eflelte algnm, ficando o activo
e passivo a cargo dos Srs. Albico Jos Mendes e
Austrlclioo Paes Rarreto e sob a firma Barreto &
Mendes.
Timbauba, 30 de Maio de 1894.
Christ'.ano Franco.
'Cosinheiras
Prerlsa-sa de duaa qne sainan 'cosinhar n'.a
rot da Concordia n. 10, e Veha n. 28.
Boa moradia
"Aloga-ie urna cara na Ni Anonacsada, ira-
veeaa da roa d Jeao Ramofl, awntal murado
excellenta agua para beber.;Jrata-e na venda
do Sr. Domingos, onda se acba as chave para
rer, defronte da eataco do bond, no ponto de
Fernaade Vltira.

ec
i,i
J.lr A.'-.* ? p i- i^, SSaorfC-'d i .. fea.
rau oa Vico ia u. a, tfsrl^a >sa ot toitf
comsigo e sim com iodhuao c igaal Maja,
caso a qae se refere a parle poltetaJ, paaitOpAl
no Diario de Peroamboeoo ee 27 A carrale.
Recite. 29 de Malo de 18*4.
________________Joto Alves e Freif.
Caixeiro
Precisa-se de om pequeo na raa de Par-
nandes Vielra o. 24_________________
Gaizeiro
Precisa se de nm caixeiro cora {asuste araa-
ca de loolbados ; raa 4a Imaentiis a. AS.
Caixeiro
Precisa se de om caixeiro de M f la
com algoma pra'.ica do mo.baJoe, s aje
fiador de sai confort) ; i t a.ar na ra et (
pitao Lma n. 15, Sanie Amar?.
Criado
Precisa is de om criado par3 cara a p.a*a
familia, qne sirva para bser otapru e ma.ia>
dos, sendo porm oe boa conJucta ; i (rata.- na
rui das Paroambncari". c. 18, Capan*;.
Para eogomma7
Precisa-se de orna ama para -ijoms. r e va-
tros servigoa AsBaVABBBl; co 3 andar t "resip
n. 42 on rea Loqae de GUitr-i, por ca a di ty-
pograpaia do Diario.___________ _
Alfaiataria
QN te geaero de negocio abrtc-te n -a da
Imperatriz n. II, bu pequeo e bom ecrti:r.an-
to de caseains pa a laaur lo.'p.s, por aaailo
menos qae em eu^ra qualqatr parta.
Garante-se a boa eieccgo
11Roa da Imper- -u-11
Casa na Torre
Alcga-ie tuna na iravesa da raa Rea. I.
com 3 ejnrto., I Balas ep : "io ; i lU' rn
rea Larga do Rasarlo n. 14
Ofcina decarapina
Eocarrega-se de fazer cubas para s.oa no
becco do Copiin o. 2.
EngcL ho venda
Vende-se o engenho Martinica, satig- L.gi
do MaKo, situado ua frcnezia la Las, coovareB
d S. Lcorengo : i tratar cc Jo/ Mar'a Car
ueiro da Cnna. i -na do Apaatto n. tf, !
Parr; cosinhar
No sitio n. 8 de rctaendes vieii. precif^-aa
Je urna coa,oh. ira,
*
riado
Precisa-se tana cria ^ p .. > ,....,. as
doCammercio n Eml8or
S'aota Casa
Casas paiM : )B|ar
Na secretaria da Santa Cjs* -.lii/am-e t.
geioles casas :
N. 8 no Anile fama).
N. 26 roa ao Amorim, casa terrea.
N. 41 ra da Mceda, sobraJo e ioja.
Caixeiro
Preclss-sa te cm de 12 a 14 annos. com ara-
dea ou sem ella, a tratar a r-s
n. 9.
ttfctw
P eclM-ae de um < -. iieLo cb cociLbm
trata' oo escnp'orio : Con '
mero 44.^______^^_^_____^__-
A' praca
O abaixo asugcado .._ aa.a.a c
ao publico qne ne^t data r .....?-"!?-
ao Sr. Albir.:.- Jos Hesaa sob a flma social
Barreto & Menees, n ci<" le T,-l^.f^^^ -'itp
estabelecimecto de fuieii' as e miadesat.
Recite. 30 de Maio t (b94.
ASt'Cl;: 0 P.. r..''-Hi
Chega
r
ram:
8ementes ao.aa de w.-'ics -.
Ra EstreitA o l Po^as Me iides k C.
Obras ?e f/ime
Como sejam :
Cestos pira ccmtxaa
Berncs
Bala.cs pr.ra'papel
Roupeiroa
t> lindas aaaWrM
Ra Estreita do Rc-ario
(unt: a Igreja)
fofas Menfes i C.
LICOKES, ..OJ'IA;, VNHO-J. _
iOS gneros a ^riu:o;^ft qu!i-'ada
todo quactp as j.r pa.- osa
bda dispcoaa, a prensa os mal reeomito
possivel.
(Nao terr-os competidores
Boa I' striia da Rosrro (junte a
Po^as Mendes i C.
Vinho da Serm da
Estrella
Em sncoretaa e g-i'tlas, aoperiar a
odas ea ontraa marcAB, propm para
raes*.
Roa Estreita do Ricr (janto da
Igreja)
Fogas Mendes k 1.
Doce se eco de
caj
Vende-se m u i t a
bomem Oli^da ladei-
ra da Ribeira n. 28.
Nao se vende a re-
talho.____________
^WHISKY
Royal Blend marca VIA DO
Esto excellente Whisky Eaoooaa 4 pra*
ferive ao cogoao oo agnorddaate araaa
para ortficar o ooipo.
Voode-aa & reUlho no aaaiaaaja araaV
aena da molbadoa.
Pede atoyal BM marca Tma.
ojo nome e ambles* ate rea^akaM m
4o Braail.
BRowMi a

WKT\

ir
m. I i a a-
19 ^T^*aW"


'.-.
MARAViLKA CURATWft
i DO CELST.aS
r. Kmphrays de Nova oft
A Vevdadeira Maravilha do Sec'-V
APPEOVAQA LICENCIADA
fe Ir. 11
sjecorta Geral de Hygleno i*
luipcH a Drnzl".
. _tnrvllhn t'n-nl'.ra remedio promjo
para 0 Plsadu-.aa. MaghucmliiCTe, Com,, !
ee-Iuras, Cortadura., oa I^ceractefl. AIUvaa dS*.
estanca o singue, f:.* parar a foftatnza'fio. re j*
t. lBcuat^o, tira o Obscuramente-, e taz f arai a rcx-*
oomc prencanxj.
& Marr-ivilLa Coratfva alllrio prompro
Ctmt raci'a pfira i*imadt.rn<*. i^caldaduraa,
lTu lniaura do bol. a 6 ipeca a >ual(,uer outw
remedio.
A Marnrilho Curativa S lrcaagel nf
tocl2sn9l'ehKn:f;:u'UH, veja do Nartj, JegGengsvrv
k>> l*uauoea. do ?>ioni.to, ou anHrm.irrhckfcaoi
AlworrtiaiaTura neoiprvo nunca falha.
e pvioro pa>a Done rneuamO&s,-s
K&Ucz naa Junta OD Pantos.
A AIaraltfca Carallv o-jpnjtofWBCS
, r.-. Esquine .r, Angaia, *wrta>ali i hwtaJO
liiQammaaaii-cinpf 6cgiiro, uante cffioa.
A MiraTlIha Corr.lTa de multo v%^J
eo.r.o bleccio par* o Ceterm. a Lenecrrhfa <>u af
'k.rc liraccr*, e ou^roa corruuenioa ueLLuactas.
A MnrnTli Cralvn ImpasaTd pn
CKTSrrirrnu", Cuma 51*". Aj-osteni. Paca*
tXo, CaUo-i. ^'.clra?, Jo'vrel'js c Tuicorvi
A Maravhn CnraflTHtrcnernnprocsas
jxua ilarfica sirui I ', o de irtiMTttiofcronJsa.
A MaraviBw Cnmtlr wirrripnt no"
is,r, .. -.:i'l .rrau. >ar romeoowADowi
FSdurast E.-*.)ladumicon:a-aa Latera., Je*.
~-:-::-;:^qb do Dr. Ssspte^s.
ilrairJluH ~j!-el!lcr,
lteai41o* ^7?) (Jeteo--,
i:<:ateJ}n> etartjaarJri
aaW-il do Dr. PavutaH M*p8ii>i*i''''g
*.:_ -rraiuaaesoil.ta^rQri>.os*ct5ratift. SS8S*
. a irjtraarUJo^
UaiPaitSYf' JXKZUCiraOO.,
1*8 t'uliKB Srees. WBW Y0SB.
UN JOS AGENTES
Para rendas em grosso ea
. Pcreaoibaeo
Faria Sobriobo IG.
As sezoes, febres intermi-
tentes. pa'ustre,4, renitentes,
dores de cabera, nevralgias
as mais r beldes, sao cara-
das icfallivelmente com as
piulas contra as sezes do
Dr. Costa Lei te
DEPOSITO
BOTICA FRANCEZA
f. Pcuquajrol
2 2 Ra da Cruz 2 2
Bichas de Ham burgo
Vende se em granjee e pequeas porfre
applica-?e ventosas ceceas i sarjadas ; oa rn
as Larangpirss n. It________________^^^
\ accas de Jeite
Yeodera-ae duas vascas de Ipite, tonrinaa e
msticas; na Ponte de Ucho*. yliio da C Alfaiataria Tfloderna
[18-Etua Larga do Rosario18
Acabs-se de abrir orna nova alfaiataria, coto
esplendido eortimcdi .de casernlras, ebeviotes e
trias, ultimas novirfades de Pars e Londres.
a ofliclna dirigida por nes babil e cot&scldo
artista.
Os teu? r repr ciarlos pedem ama visita no
en e'abele;inijnio
________U^MPJS A MAIA___________
Engenho
VcDde-fe oeogfnio Canandoba, na comarca
lo L'cna a'l[0, o na pooco reconetrnido, com
eitfc/isss trras o rn -tas para safrpjir a^e 2,000
pS?s d- tssrcar srualruete : tratar na raa
iro da Vioioria n 60 roercearla, e a ratra
fondada, ^orr o rendPi'o dn mesroo eogeDbo
.^nna^o
V< lie-, e em exceente armafao de amarel-
ic lo 'a rDMi'r ca s, doo* baicOes de volt?, pro-
[ir a psra fszenda : a trat.r Da rna do Rangel
ncrxero 3._______
Flgad'< entorpocfdo enra-se posiveiaente com tai; ptisiM. EMas >
lio om remedio purgativo" livre de perico pr o bomern ttaie raeo, tj pea
como bastanta activo para o bomern mais forte, e nao constlpacn dnpoie; pela
dcc&o geral grada a todo? qne as oraai. Sao as plalas estandarts da prc-
ansio medica doB Estados-l'aidofl. Sao as menores e mais facen a tomar.
Quarenta em caa frasco
Tumores, cravo. pell veraelba, aspara e oleosa Icnnltdo on corado
por o mais grande de todos os afonnoseadores da pe'fo, t> abo Ccrat!7cde
Reuter. Prodoxa a pelle tormosa, branca e clara e toaos brandas; aflata-
menta poro, delicadamente medicinado, extremamente incompararel como
sabio para a pella bem como do toccador, do banho do piano daa cria&cas.
CAiTEL. Nao genuino sem cada envoltorio t&- a atarea r-
alstrada de Barclay Co, New-York.
TDIUI3
H coat* %
B>AtlSa,
Cma preparacao elegante, extremamente perfumada, reejova todas as im-
nresas do crneo, perservatlvo contra calvicie e cabello cinjante ; fas o cabel-
o creacer espewo, brando faermoso. Infellivel para corar aropgOaa, doaocas
da pelie, glndulas e ma3CQto.,e cura rapidam*... cortadoras, qseimadara3,
eridas, torcedoras, etc
CiiTL..- NSo genuino sem cada frasco ter a marca reciotrada
PARA O
CABELLO
1 PILLE
3I&&PE. BE mSUTSS.
Como remedio da E-t'cSo Calmosa, Pnriftcador dosangoe, dlure'.icc,
e aperiente, nenhnm ouiro appeidado depurativo oa saisaparrilba so appr-
xima saauer ao X>rope de Raoter n. 9. Combina qoatro grandes proprieda-
des em um t .-oaedio, operando a om tempo sobre oa orgtos digestivos, o
eangae, os rins e os Intestinos.
Absolutamente neutralisa xpolsa pelos canaes intestlnaes, rius e
poros da pelle, os germens nocvos,5poe flutuam no sangue, na orina e n
lran8pirac5o
DEi*osiTAi:O destes pbodctos A oompanla de Droga* prodaotot ohiasi^oa
Boa Mwqnati de Oiinda n.^24-
O BtKUIOk
PURIFlOADOa
PABU O
SAXGLK
GRANDE EQroACAO
FAZEND
DE
E
PARA ACABAR
NO
CENTRO DA MODA
N. 3-BUA B0 ABfiA*-N. 3
A* saber:
MadapolSo, aigodao, abitas, cretones, naosok, brilbaotioaa. faatons, brns brac-
ees e de cor, roil-1, meriu pret) o de edr, cachar ra, lana, sedas, c&semiras de todas
aa qiisIida-Jes, cellas, bramantes, atoalbados, pannos para mes, gaardanapoa, bre-
tanbas, toa!b*s de linho pora mesa, esgaiSea, cobertores, colchas, cortioadoa de caro-
braia e crochet, pelerinas, cortes para vestidos, ctn>jas, oollarinho. panboa, gravatas,
berturas, meios, leocos, laquea, mindesas, pertuo>ria, 6tss, bicas de seda e aigodSo
braceos e de cor, sombriabee etc-, etc.
Pre7oe-ee qaa a liqaiiacao com aya s 8 huma da macha e a o aba ae M 5
oras da tarde at concluir se todas as faaendss.
N. 3 IDA DO CABUSA' 13
Ve oda era Jaboato
Vende ^e 3 taverna rm Jaboa'.5o, roa 8 Je
Ms'cj n. 97, cem poneos generoa, teoo a cssa
commDtlcs aira familia, o o motivo da venda se
dir aocorrpra.-'or, psi> ti-r* e desembaragada
GrnHp. e me ai eir de
cafe&eiroa
Na fazrra Berra G.-a^de do mucicipio da
Yictdria. Estada de Pcnamboco, tsro pa--a ven-
de: do dia I de M-i) i m diant?, cerca de (Joo
iz.i.6?3 de ps d cafeeelro, cujos nrecoa, tas
manbea, qoaldsde' u mais esplicsjSr-SjVeja-;* o
Jema! do P. -cife.
LHBP
95
POR
2VISS 32 L'OSTSnS
QUISTA PAETB
03 ANZOES DH CAMELIA
XVII .
Nova desfafatez
(ContinuaeSo)
Entao a condessa ama a seu mari-
do ? disse ella, quando Renato terminou.
Ama-o apaixonadamente, retorquio
elle ; j t'o disse na Opera, quando me
interrogaste sob e o raesmo assumpto...
Aposto que nao saDes que asse amor
una felicidade p-a ti ?
Estsls gracejando?
NSo estou, de certo.
Qie queres tu dizer ?
Quero dizer que se n3o foca esse
amor excessivo, seria a tua a mapa com-
pletamente invulneravel...
Qaeror8 tu concluir que a condessa
deixar de ser fiel ao marido, pelo facto
de o amar ardente e exclusivamente ?
Exactamente.
Iao nao 8U8tentavel 1
Comtudo hei de proval-o !...
Mas como ?
Easa mulher, repito, invulneravel
por todos os lados, exceptuando um (exa-
ctamante o que te pare* mais bem de-
fendido) e por esse lado o/ie a navemos
ZEVEDO & MENDONC
9
SOCIO RESPONSAVEL
ILBEFUmSO BE 1ZEE
Pksrmaceaticc-chimico p la Ecola de Medicina do Rio de Jeneiro, exr- iu
liro apbarraaoeatieo da Hospital Martimo de Saeta Isabel, es pba rma cea tic ioaico
i&r do diversas c^mosissSas medicas da governo g-rcl e provincial no Oeara, ex oia
effectivo, profeasor da Escola de Hamaoidade, es-membro di commissSo de pbjr ais&p
ex-inspector daa aulas do Inst tato Pharmaceotioo do Rio de Janeiro, premiado coreen
MEDALHA DE OURO do mssa? Iastitatj ( ao mrito profissional), alumno do
Curao de Medicina, etc. etc.
Medicamentos niagistraes e officinaes
CAPRICHOSAMENTE PREPARADOS
Grande sortuaento da drogas, pr. doctos oh>mico& e especialidades pharma-
ceutics, Diciocaoe o estraegeiraa.
Faad&s, sondas, irrigadores Beriogas, pesaorios, puverisadores, eto.
Tintas, vercicc8, piccc3 o muitca cairos artigos o pintora. Viats o out* es
srtigc? para fegode artificio.
ARTIGOS DE PHOTOGRAPHIA
PRECOS RASOAVEIS
25MA DO BARAO DA YIGTOBIA 2*
Telephone n. 398
PERNAMBUCO
Convida a seus freguezes para que ve5ham aproveitar
es saldos que ficaram do anno passado; e que se
estao liquidando no anno novo, visto como o que
se receber .este anno custar o dobro do que se
vende ; a saber:
Cortea de Linn bordados a 150OCO e .^UOOO.
Ditca de oaobsasira ricamente enditados a reliado a 9ISi$00f a SOFOCO.
Ditos de ero toco da altaaeia a 125000.
Cacbentira de doaa larguras de 25000 a 800 res a cov-rlo.
MadapolSo aiasricaso a 1 O000 a peaaa.
Dito om a- metro da largura a 14)5000.
Voilea lindissimoa deaoohoa a 200 reit o covado.
Meltons para roupa do hr>m*m a 1^500 o coirde.
Casersiraa inglesas a 3$000 e 35 00 o ccvad>
Qanga para coberta a 240 rota.
Cretooe de 700 a 320 rei.
Ooardaoapoa de 6000 a 3g000 a duaia.
Bramante* de linho com 10 palmos de largara a 25800 a v;ra.
Ficha a 500 rea un.
Sbados bordados do o8r a 600 e 800 reis 3ada pega-
Cortea de fabtSo para coliete a 1& 00.
Lindi%aimoj tecidos arrendadas de cor par ourticadoi do 4 000 a 150G0 e 120C"
o mat'o.
AigodSo americano 5 Ep>rtii^c9 par* enbor a 4000.
dnm para n^rjinHi a 25500.
Toeibaa co ioat&o a 65500 r-ia a doaia.
Flaoella pora wat i i j, lidas desechos a 400 e 500 res.
Merinos pr^tos com dua largaria de -5O0X) a 800 rea o covado
S^rgelioa de todas m o->re a 24-0 reis o covado.
Lines de coiep. lindsimo* pdr5-s a 240 reia o covado.
FUnella da qnsdrra a 500 rci* o covdo.
Foato b-anco Iin oa desechos e 25000, 800 < 13000.
Rocds Ecci'cexss 3 320 reis o oovao.
Panro da CVt l'rtrado par^ mea a i5'3C0 o c v=do.
Cortiotdos do crochet a lf gO 0 e 85000.
Setiaa de cores 8JO e 15^00 reis.
CobTtore8 a 1SS0O Si.
Assim como muifo*
sim como muitos outro.^ artigos
grande redue^ao de presos.
Grande quanid3:2 de retalhos
lans.
que se vende com
de chitas, brins e
Ul
p
r-
LJJ
*
COM POSTA 006
MAIS ESCOLHIDOS
INGREDIENTES
combinados sdenlificamcnte
a todos os respeitos a nx-Hanf
preparacao de
OLEO
DE FIGADO
BACALHAO
COM
HYP0PH0SPHIT08
DE
DIGESTIVO
m
m
o
O
x
o
56 e 58 Rsa Duque de Caxias 58 e 58
Telephone n, 210
43Ra Duque de Caxias43
Os proprietorioi deete rouito acreditado eatabelecimento chamam a aHenjao de
publioo e dsB Exmas. familias que ac*b das e matas oatras fasendea iuteiramente novidade e veodem por pregoa sem oompe-
eocia.
A saber :
de ataca-... Ha de ser o cium1 quem t:a
entregar.
O ciume?
Sim.'
Nao ciosa.
Mas ha de sel-o.
E' imposs"vel... O conde nao vive
seaao para ella, e nem m :s uo pode ser
suspeito.
Camella bateu o p co:n impaciencia.
Mas que fizeste tu da tua inteigen-
cia ? exclamou ella. Pois nao couipre-
hendes qua necossario que aquella mu-
lher se torne ciosa, que forcoso que te-
nha motivos, para isso... Nao vs que se
trocam ps papis e que se tu queres ser
amante da condessa Bertha, nao ella,
mas sim o conde," o seu querido, o seu
marido adorado, quein convm Eeduzir ?
Renato ouvia Camelia, e abria muito
os olhos com a expresso do mximo as-
sombro.
XVI
Folltas solas
A converBajao, cojo principio narramos
no capitulo precedente, prolongou-se por
mnito tempo ainda entre Camelia e Re-
nato ; por mais de duas horas illuminou a
peccadora, com os clarSes da sua dasfa-
jatez infernal, o espirito profundamente
vicioso, mas pouco perspicaz de Renato,
a deu-lhe conselhos diablicos, que elle
devia infelizmente seguir com demasiada
fidelidado. Os resultados da fatal docili-
dade do mancebo nao se fizeram esperar :
vamos conhecel-os.
Aqui devemoa deixar o nosso papel de
historiador para desempenharmos por um
instante as ftniecSes mais humildes, mas
tambem maia facis de simples copista.
Bertha de Croy tinha por habito, imita-
Om rico sorimenf) de sedas o qsa h de mais chic e modoroo.a ec
Um completo eortitsorto de cachemiras iietrad&s a seda, gortido mres. *
Merir" de cores lavredos por pr-coa b->rst8Bmoa.
Om esplendido sortimeote de oretooe* frunoeaes, fines.
Fatbnaas de phantma, teoidoa arreadades sortidoa era cores.
Bramantes de liebo.
Dito de aigodSo de 15500, IfSOO e 2)000 o metro.
Madapoln de lOgOOO.
Dito de 12S000 com 20 varas.
AlgodaosiDho o 75^-00 e 85000 a pe??..
Tapetes de abtf e avelludados pra soph e cama, estampas Hnas.
Um sortimento de espartilhoa baratos & 85000 e 105000.
Ditos de seda para no:vas.
Leqoes de pcnnaB.
Escrt.cto8 finos.
apellcscom veu para casamento.
Mantiihaa de seda e de linho pretos e de cores.
Ficbs baratoa.
Toalhes de cores.
Roopas para meninos, brancas e dn ocres.
Capas pretas com vidrilboi a 355000.
Saies e camisas psra senhoras.
Corricadi s inteiricos de crocheta 255 e 30SOCO.
Ditos pera portas.
Fianelias com ancoras e bollas.
Cortea de vestidos.
Bordados a seda 255 o 303000 o irT*yftai outras fazondia que iao>37d
eever.
Temos um gran'le sortimeato imOittatu 3 Liremos ronpaa p>r eii'Uiniii
eejoB medios.
S no Torrador
LIMA COUTMHO & G
AN8MIA
Para curar radicalmente a anemia, ca-
lrese, ou cores plidas, opilac&e friaaV
dade, e todas as molestias qua tesa asa
origem na pobresa do sangus.
Nao h remedio mais efiicaz que -* IV
lulas ante anmicas Brazilciras do D.
Silvino Cavaleante.
Formula approvada pela Illmx- lsate
do Hygiene de Pernambuco.
Prejos de urna caixa 148M
Meia duzia VH
Urna duzia l|W!f
DEPOSITO
BOTICA FRANCBZA
H. BOaAYaOL
n Ra da Cruz n. fl
fyende-se
Dbs creas r^e tatps m&s'taa de t.-iw* 11
no locar Sitaba, ore (i i V ir, coa tm< ar
coo)U)ol cO, mcl propn s pira fsNM oa*
?srcm testas e ^oaarero dos bubo s-lgciaa : a
tratar ca ru do Pudre aiimx n. '. Unaaa.
Nazarelli
Vender ou ali.u.->o
Na eidade de Kazareth veude-c a,
aluga-sa um vapor com forca de 5 casal-
Ios, urna mach na para desean*; ar a%av
dao, com 50 serras e urna prea, tsaic
em perfeito estado, e bem assim m&acaaa
com os cmodos precisos para taes otja>
ctos, que acomoda para mais de mil as-
eos de aigodSo. A' tratar n'aquella o*
dde, com Joo Clementino de HoIUei
Samj3Jos
E' .is^iro dprDBjicodT OTa neva rnar -4a
tnsgniB-03 ciRr."f-s. ( biihi coia U9er-ona
fomos ; na ctK>tf"-i. a faDrka leMfM, de
B. d-' Res 4 G. Soc< es.-cres, rea fcr dk
Rosario o. W_____________ ^^
Terreno em Oiinda
Vende-se um borr t'rrfco na p*r,\i oca ;*.
gres, i t-atar n< rea em 9. Bcl-io Oo^e o 2
FASTAHAS ........
E' !:nco o sortimcot') de tsciiea s?o<
impisivel de ae deacrevir a granea
reisde de teoidoa de fastrzia, seda*
ISs, n^rjsonk, cambraira branca e dn o-
res ; ped-so ao publioo em gml i priataV
palmete ca l5so>s f.rti-s a visiteras*
Congrego tas D^lTSf
arvalho & Aimeida
RA DO CABGa" r. 8 e 10
Telephone 1?6
L^qnes de G?ze e Pebbh
Ultimas covidadej de Para icjcbea v
Congresso das Daiua^
Galoes e Guarnico s
Com rtdrtlho e eco fidrll h
roecber hodo sortimento o
GGNGagSSO DAS MUA*

5S0 de muitas outras senhoras novas,' to-
mar nota, dia a dia, dos principaes inci-
dentes da sua existencia at alli Uto tran-
quilla e suave.
Vamos apresentar aos leitores algumas
paginas daquelle registro, principiando
no dia immediato ao do seu casamento.
Ser fcil conhecer que estes extractos re-
montam a urna data pouco posterior
conversaste de Renato e de Camelia.
Terca-feira, 8 horas da tarde
E' a primeira vez, desde que sou fe-
liz esposa do meu querido Henrique, que
into o que quer que extraordinario
qua nao posso definir... Dir-se-hia que
prestes toldar ligeira nuvem o co da
minha ventura... Nao vejo esta nuvem,
mas que a adivinho. E' sem duvida urna
superstic&o absurda, e hei de ter, de certo,
de me rir da minha fraqueza e de escar
necer de raiin propria. Digo-o e repito-o
para commigo, e comtudo, apezar dos
meus esforcos, nao consigo convencer-
me.. Domina-me sem cessar um triste
presentimento. Este preaentimento real-
mente insensato !...
O que posso au recelar ? Nada. Que
qua me falta ? Nada. Que desgraga po-
der alcansar-me ? Nenhuma. Nao, ha
so urna... a indifferenea de Hanrique,
succedendo ao seu amora sua traicao
a sua infidelidade... Mas impdssivel
que Henrique casse de me amar, que me
atraicoe, que me seja infiel E' t& im-
possivel como a andorinha vi ver sem a
or, sem sol, o meu eoraoao sem amor...
Eu sou a vida de Henrique, como Henri-
que a minha vida ; por isso, emquanto-
os nossos corceos palpitarem, havemov
de viver um para o outro ; a Deas, que
a hondada infinita, nao nos separar na
morte e pennittir qua 1103 ameraos ainda
alm da campa Isto 6 tudo luminoso e
incontestavel como a verdade, e eu sou
louca em ter medo !
Tudo isto ma enfada extraordinariamente-
J niio tenho tempo de vivar !... Ao jan-
tar, raro achar-ma a sos com o meu
Henrique ; depois necessario vestir-me
e sabir... 6 necessario assistir a alguns
1 P*ra qua haviamos nos deixar as dosses eternos bailes, qne da para dia se
suaves solidoes do nosso velho casello rae iornam mais odiosos. Ha mulheres
Estavamos la to bem, s os dous, no indo para as quaes tudo isto ventura Nao
de urna natureza agreste e radianti que sei e deva nvejal-as ou lastimal-as.
parecia aceitar-sa e tornar-se bella expres-
samente para nos agradar Para que ha-
viamos de trocar pelas lamas e fumos
desta Pariz ruidosa aquella agreste resi-
dencia, de que o nosso amor soubera fazer
o seu ninho 1
jr. ......................
Durante as priuieiras semanas da
nossa estada em Pariz, deixei-me ou ator-
doar por este movimento, por esta agita-
cao, por este tumulto, que se asssmelham
a prazer, e aos quaes deram e3te nome.
Q viver que a mim me convm, o
viver a dito, n'um recanto da provincia e
n ura velho castello, entre os bosques, os
campos, as Mores e o canto dos passari-
nlios. E' nesta vida, s com Henrique,
que esit a verdadeira felicidado para
mim.
t Sem a mnima duvida, se eu dissesse
ao meu marido que quera ir-me d aqui,
ir-noa-inraos sera a mnima reflexao de
Ba parte... Mas este um desejo que
eu nem sequer manifestei, porque pro-
Eu nao gostava de carto da sociedade, J porjilo qua augmenta a minna involunta-
raas a socedade nao ma aborreca. A's ria replalo pela grande eidade, parece
vezea, no tumulto de urna festa, na pre-
senca dos brilhantes esplendores da Opera,
entregava-me eu a urna especie de ine-
briamento febril, causado pelas harmonas,
que, pelo contrario, Henrique se compraz
cada vez mais em permanecer nella ; a
primeira vez que entre mim e elle se d
to absoluta discordancia de sympathia !
pelas luzes, pelos perfumea. Hoje nRolE' a primeira vez que um desejo meu nao
succeda j assim. Parece haver-se estn-' adivinhado, nSo prevenido por Hen-
dido um crep entre mime todas estas rique'
alegras .
Quinta-feira, 10 horas da manha
E a minha tristeza augmenta !... Os
meus presentirnentos tornam-se cada vez
mais sombrios !... Sinto-me assustada !
Tenho medo do futuro.
Sabbado, 10 horas da manha
Entre as pessoas que recebemos mais


Que impaciencia de ver terminar o
invern, para regressarmos a Croy Sin-
to-me extraordinariamente fatigada deste
viver pariziense; recebemos muita gente, habitualmente, conta-se um mancebo que
mas a minha sala est constantemente! nos testamunha verdadeira affeicSo. Cha-
atulhada de pessoas que me sao comple- ma-se Renato da Savenay. E' o mesmo
tamente indifferentes. cuja timidez excessiva me pareceu extra-
Tenho de conversar com ellas, de as ordinariamente original, quando contra-
ouvir, de Ibes responder, de ter espirito dansei com elle no baile da duqueaa de
para Ihes fallar, de sorrir ante o que di- (Chammond-Landry, primeiro baile a qu
isjm os que tm oa que sappSem tl-o. assisti am Paria.

Atten^ao
Vende-ae oras importante arsaatts ei__
rcile, envidracads, nova, com balcM aa peara
e-ciptorlo ; queu pretcnier '-i;a aa a? t
andar do predio n. 29 ca ra da '.ECordl* %u
cci.'i com quem traur.
t Como ello t na mudado dt? enta^ f l
c, pelo manjs a meus olhos Julgara-i
euto ura 111090 iiiiren'io c incxparaaal
parece que pelo contrario, mn deaaaa
mancebos sera principios nem frea ; ^k
nao tm a minran noco pelas lea daow-
ral ; que nada se nportara rom as raaaV
restrictas conveniencias ; que por toda >
parta corram aps o prazo : que o procs-
rara com o ardor digno da inalhor fina,
qua o diligenciara alcancir por todtt aa
meiosura dos mancebos embira, a qae
chamara estroinas ..
Perguntei a llenriqua so achara real-
mente conveniente na sua casa a preseaf*.
quasi quotidiana deste Sr. de Saveaay,
cja fama o tornava pouco recanaaaoia-
vel a meus olhos.
c Raspondeu-me qua teriamos de facaar
a porta a todos os mancebos da ora aa-
ciedade
t Fui por um momento sobcrana^jcaaV
injusta para com este moso.
c Vendo-o vir minha casa todos <*
dias, e parecendo escolher de praferaad
as occasies era qua tinha quasi corteas
de rae achar s, nlo tinha eu imaginad*
ser intanto dalle fazer-me a curte, apaa-
da nao haver nunca pronunciado aja*
nica palavra que me autorisaaae a
litante supposicio !
c Apenas esta su-peita absurda
netrou no espirito, passei a receber
menos froquencia o Sr. de Savenay.
c Em tres visitas traba ella a oerteaaaV*
achar pelo menos duas vacos a porta Ca-
chada. Nao euspeitou de carto asasas-
cluaSo offeasiva, porque nlo 1
de vir como d 'antas, de moda qasi
bem aa cessei da aaa negar artesa ai
(Contim*}.
Typ. do a^aari., raa Doq *<***
.I^P
i mam i
^ .I II -I I !*

.
^


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