Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16687


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Full Text
AMJSTO LXX
Domingo d Halo de 1994
NUMERO 119
DIARIO
3PK03PBI1B;
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NA SE PAGA PORTE
Por tres mezes achantados. 8&000
Por seis mezes adiantados. 15$000
Por um anno adiantado .... 30$000
T
*m
PEMAMBUCO
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAgOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre & C.*, residentes em Pars34 rae de
Provence
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por am anno adiantado .
Numero avulso do mesmo da.
Numero avulso de dias anteriores.
161500
33$000
100
Telegrammas
::::;: paetzclas r: jiasio
Buenos-. Vrrcs, 26 de Maio.
Foi desenberta urna conspiracao anar-
chista, que tinha por fim lancar bombas
de dynamite no Congresso, Bolsa, e pra-
ca da Victoria durante as festas de non-
te m.
r Come imitan temente foi tambem des-
coberto 11 m deposito de dynamite.
Effeetuaram-se muitas pristes.
Projectam-se leis especiaes para re-
pressao dos anarehistas.
Santiago, 2fi de Maio.
A Corte de Appcllacao condemnou
os msmbros do Ministerio Vicua \5
annos de inhabilitacao cargos pbli-
cos.
Pars, 26 de Maio.
O almirante Gervais representa a Fran-
ca as ceremonias do;casamento uo Cza-
revich, da Russia,
Madrid, 2(1 de Maio.
Tem havido tempestades de nev na
Caliza, Sovia e Burgos.
O telegrapho elctrico nao tem podido
funecionar e as linhas-ferreas foram obri-
gadas interromper o trafego
L^STRCCAOPbPLAR
BDOACO
fflIBliIiSCWAL, JIOM L PHYSICA
HERBERT SPENCER
CAPITULO IV
A Edueaf&e Physica
Uma excitaco iiieiiial agradavel tem una
influencia altamente fortificante. Veja-se o >(-
feito '[u-' i* boas i ivas ou a visita de um velho
amt ra sobre os enfermos. Nota-seo
cuidado Cciiii que os mdicos recommandam aos
debis um 1 eompanhia alegre. Lembre-se quo
...... la mndanca de instas. A rer-
dade (|Be a blici lade assim oblida q me]
mor :6s
Ac a rirculaco do sangae, facilita o
comprimento de todas as funece.-.-. tendea lo,
porttil j a augmentar a sade quando
ella a .i a real mral-a quando
perdida. D'aqui a superioridade intriuseca dos
sobr a. 1 extrsm > interesse
quo as cranos 1 imam pelos jogos e a alegra
s m peas rom qui se entregam as mais rodea
- di: lauta importancia como os
exefeicios que as acompanham. Kcomoosexer-
cios B is uao prxluzem estes estmulos
menino- s > necesariamente demeiantes.
(Conintii 1
PARTE OFF1CIA
.
GuTcrnu do Estallo de Pernnn-
buco
Ex, dia Jo de Abril dr 894
Actos :
1 _- iver lado* do Estado, consideran lo que a
portara de 20 de Agosto de 1892, rescindindo o
da o noaiihia Ann, fez desapparecer
os tootiv is justificativos do acto doil de Junlio,
que -niipi iuio o logar de administrador do dies-
tro Saot.i I abel;
Considerando que toraa-se necessario a exis-"
tencia de am ei ipregado a qnam acombe selar-
pela boa dtrecgo e economa do mesmo lliea-
tro ;
Resolvo nomear <> Ur. Manoel de Siqueira para
.se- 'v o 11 ; i vo da Inspec-
rheatro abrtido-ihe, oa qoalidade da
presidente la roesma. a* funcefies que. pelo Re
gulaoaento de s de F. vertiro de 891 compe
tiam ao ad minis tradr, cora os vencimeotoa mar
cados na tabella atri'xa ao mesmo Regalamen-
to, ticando revogddas as disposices constantes
dos 8 6" e H floa arta, i e 77 do rt. 7.
O govemador do Estado, resolve declarar
sem effeito a portara de 31 de Marco rindo, que
rou o baeharel Eugenio Antonio Goocalres
Pire; do cargo de promotor publico do munici-
pio de Gamelleira o remover o mesmo baeharel
para igual cargo 110 de Gloria de Goyt, onde
assumir o exercicio dentro do prazo de lo das.
Fizeram-se as necessarias communicaces-
O sovernador do Estado resolve remover o
promotor publico do municipio de Gloria de
Goyta, baeharel Augusto Nery Carneiro Montei-
ro para igual cargo no de Ipcjuca, onde dever
assurair o exercicio dentro do prazo de IS das
FizeraiUFse as necessarias coramunicagfjes.
O govemador do Estado resolve nomear o
baeharel Manoel Theophilo de Araujo Lima, para
o cargo de promotor publico do municipio de
S Jos do Egypto.
O govemador do Estado, resolve remover o
promotor .publico do municipio de Victoria, ba-
eharel Virginio Carneiro Mendes da Silva, para a
a 2 promotoria publica do municipio da api-
tal, devendo ussumir o exercicio dentro do pra-
so de i5 dias.Fizeram-se as necessarias com-
municaces.
S O govemador do Estado resolve nomear a
baeharel Antonio de Papla Pcssoa de Figueiredo
para o cargo de promotor publico do municipio
de Victoria, devendo assurair o exercicio dentro
do prazo de 90 ilias.
- O govemador do Estado, attendendo ao
que requereu Francisco Baptista Gongalves, ni-
co coocurreole ao provimento dos officios de Io
tabelliao do publico judicial e notas e escri-
vo de orphos e aanexos do muuieinio de S.
Jos do Egypto, resolve prove-o na serventa
vitalicia dos alludidos offlcios, devendo asfeurair
- Srs. membros da Inspectora dos Theatros.
S. Exc. o Sr. Dr. govemador do Estado, man-
da communic ir para vosso conneciraento e de-
vidos fias que fica marcado um novo prazo de
15 dias, a contar de boje, dentro do qual deve o
empresario Giovanni Sansonne prestara flanea
de 1:000*000 de que trata a clausula 5' da por-
tara de 6 de Junlio do anno prximo pasado.
Mutatis mu'-andis ao Dr. inspector do Tle-
souro do Estado.
Expediente i Actos.
O govemador do Sstado, de conformidade
com o dispostonog 1. do art. I. das in3truc-
ces de l de Agosto do anno lindo, resolve
adiar para 30 de Julho prximo vindouro o con-
curso as vagas de juizes de direito do munici-
pio de Granito, ao qual annexo o de Ex e do
de Ouricury.
O govemador do Estado, resolve exonerar
o baeharel Domingos de Abreu e Vasconcellos
do cargo de promotor publico do municipio de
Timbaba.Coramunicou-se ao Dr. juiz de di-
reito.
O govemador do Estado, resolve nomear o
baeharel Olympio Bonaldo Aa Cunlia Pedrosa,
para o cargo de promolor publico do municipio
de Timbaba, onde assumir o exercicio no
praso de 30 dias. Communicou-se ao Dr. juiz
de direito.
Expediente do Dr. wretaro
Oflicios :
Ao Dr. inspector do Thesouro do Estado. -0
Exm. Sr. Dr. govemador do Estado, manda
conimuniear vos que o baeharel Eusebio Bran-
dan da Rocha, em 9 do ciirrcnte assumio o ej-
ercicio do cargo de promotor publico do muni-
cipio de Gamelleira, par o qual foi noneado
por portara de 31 do mea lindo.
Ao Dr. juiz de direito do municipio de
Buique O Ex.o. Sr. Dr. govemador do Estado,
manda declarar-vos que podis tixar vossa re-
rideooa, temporariamente, no municipio da Pc-
dra, nao obstante o acto de 3 do corrente que
deu orgnnisago judiciara a se municioio m-
dependente do de vossa jurisdieco, devendo lal
concessao ser entendida de modo a nao pr.ijn-
dicar o servico regular da administracao da
justica
Ao rommandante doesquailro de oaval-
laria.- Exm Sr. Dr. govemador do Estado,
manda comfrunicar-vos que exonerou hoja o
lente coronel Austre.clino Paes Harreito do
cargo de coramandanle do corpo policial, e re-
co'nmpnda que o ooandeis por em liberdade.
Espediente do dit J> de Abril de 1894
Acto:
O govemador do Estado, attendendo no que
requererara os hachareis Joaquim Aleobiadea
lavares de llollanla. juiz lo direito do muniri-
pi de Timbaba, e Benedicto Teixeira Palha,
juiz de direito do de Boa-Vista, resolve conce-
der-Ibes permuta dos respectivos cargos, de-
vendo ambos assumirem o exercicio de suas
f'unegdps dentro do praso d" 6dias.Fizeram-
se aa necessarias coramunicacies.
0 ri.-ios:
Ao Dr. inspector da Alfnndega. Reinetto-vos,
para os ns convenientes, o pedido de.gneros e
mus artigos para supprimento do almoxanfado
do presidio de Fernando de Noronba, o qual me
foi trans'iiitido pelo respectivo director com o
ofliciu ii .'3, de 9 do crrame
Ao mesmo. Rogo-vos que me informis
sobre o assn.Tipto do bflieio aqui iun'o, que de-
volvereis, u. i, de 6 do corrente, do director do
presidio de Femando de Noronba.
Ao mesmo.Commonico-vos que o eapilSo
Jos Vicente Ferreira da Suva Jnior, assumio
em o l.' do corrente mez as funegoes do'cargo
de almoxarife do presidio de Femando de No-'
ronua para que foi nomeado em 19 de Feve
reiro deste anno.
Ao mesmo.Transmitto-vos o tormo do
ame dos ganaros e mais artigos remettidos
para o abaalecimento do almoxarindo do pre-
sidio de Farnando de Noronha, pelo rapar Ja-
cubype, all ehegado em 31 de Marco nulo.
.Vo mesmo. -Transmuto-vos o orcamento
das desp sas que tem de ser effeetua as pelo
almoxaiil. li i lo presidio do Fernando de No-
ronha e quj me foi remettido pelo respectivo
director com o oOcio n. 60 dj 9 do corrente.
Expediente do Dr.,Secret trio
Officios :
Ao Dr. presidente do Superior Tribunal de
Justica.O Exm. Sr. Dr. Govemador do Esta-
do manda communicar-vos que em 3 do cor-
rente concedeu ao baeharel Sebastio Ildefonso
do Reg Barros, juiz de direito do municipio
Ekuqoe, permisso para fixar sna residen-
cia temporariamente no de Podra, uo obstante
o acto da ni s:na data, que deu :i este munici-
pio organisaco judiciaria ndependents do
d'aqaelle devenno tal concessao ser entendida
do modo i nao projudicar o snico regular da
admiuistraca > da justica.
- An Dr. inspector do Thosooro do Estado.
-O Exm. Sr. Dr. Govemador do Estado, man-
da communicar-vos que em 3 do corronte con-
codeu ao baeharel Sebastio Ildefonso do Reg
Barros, juiz de direito do municipio de Buique,
pormisso para Bxar sua residencia tempora-
rianuule no de Pedra, nao obstante o acto da
mesma data que deu est3 municipio organi-
saco jndiciana indopendente daqueile.
Ao mesmo.O Exm. Sr. Dr. Govemador
do Estado, manda declarar-vos, para os fins
convenientes, qu de acord com a vossa in-
formagao u. 189 A de 4 do corrente, indeferiu
noje o requerimento em que Vicente Claudino
Alves reclama contra o pagamento dos impos-
tes a que est sujeito a confeitaria, de sua pro-
priedade, sita na ra do Barao da Victoria
n. 56.
Ao mesmo. -3. Exc. o Sr. Dr. Govema-
dor do Estado, manda communicar. para vosso
conhecimento e devido fins, que por portara
de 9 do corrente, foi designado o eidado Jos
Pedro Velloso da Silveira Filbo, para exercer
o cargo de secretario da reparticito das Obras
Publicas, durante o impedimento do funecio-
nario effectivo: que najmesma data otteve 3
mezes de liceoca.
Ao comebandante do corpo policial.O
Exm. Sr. Dr. Govemador do Estado, autopisa-,
vos a excluirdes do estado effectivo do corpo
do vosso cotmando as pracas Theotonio Alves
d .Mi!;R Lui do Rega Albuquerque e Manoel
V'ieira da Silva, deque tratam os officios ns.
806 e 097 de 9 e 10 do corrente, do cominando
do mesmo corpo.
dos n este Estado, do que pelos accionistas e
obrigaciouistas todos em Londres.
Giovanni Saasone. Deferido, nos termo das
portara d'eata data
Semitono Micittl da Silva.Como requer.
Joao Baptista Larangeira e outroO gover-
no nao dispe de passagens.
Mmoel Minteiro do Nascimeoto. -Informe o
Sr. Dr. Juiz de Direito do municipio di Pedra,
mandando juntar os d>cumentos a que se refe-
ran) os artigos '.' e 3." do Decreto u. 2,568, de
28 de Marco de 1800.
Mari i do Livramento Nonato. -Indefertdo,
em vista das iiiformyjOes.
Vctor Leandro Pereira L:ite. -Remettido ao
Director do l'r.'-idio de Fernando de Noronha,
para mandar -o "gar ao peticionario a copia
da seu processo, anoexa i esta |>:tigo.
Rodrigues .v- Lemos. -A lei n. 61de6deJ
Abril d 1893, citada pelos recorreutes. c insig-
na. certo, com i tributos sobre loteras os cons-
tantes das lettras Ii ie C, do n 10, 5 4.* art. *
que resam :
B 5 '"., sabr o valor dos bilhetes de lo-
teras vendidos n'este Estado sem chancella de
algunia das casas de vender bilhtes, collecia-
dos como t:i :s, em sello adhesivo.
C 3 ",' sobra loteras do Esta lo:
Ni especie, trata-se d: lotera municipal.
constituida por bilhetes vendidos no Estado.
Est nO > tem presentemente, lotera alguma ;
a estas cabiria o imposto da lettra C. Por ou-
Iro la lo : a innovago do ontracto fetto pilos
racorrent ;s cora a muncipalidade de Olin la
revela quanto se po le tornar confusa a arreca-
daco ao imposto quando entendido como a en-
feudo o aigiio collector d'aqu.dle municipio.
Vssiin qti i fraeco seria o bilh.-te ini'.ropria-
ments designidj como 5 20 de urna unidad;
ficticia si. com inuit b;m pondera o Sr. Dr.
Procurador Fisc.1'1, nfto se limitassem as pro-
m;ssas le til bilbde a um e nico d>s quafro
sorteios di que fallara os recurrentes. Para que
assim fosse seria miste1- que tal bilhete pudes-
s entrar era todos os quatro sorteios que na
opimo dos rec urentes constitujra urna lotera,
pirec 'iido-lhes que cada sorteii nao pissade
iricc.io de lotera, o que seria visiveinunte ara-
biga'-,. i) silo qu: assim n.'io ilesde que cada
bili nc. vendido por occasio de cada sorteio,
feilo esta iieiihuui valor mais tem, pira os sor-
teios siguilos, claroqm cada sorteio vale
iima lotera distincti, e os chamados 5 20 coas-
lituem rialmente un bilhete initiro. Rjfutado
assim o sophisnii com que s
aogOes tao claras, forca
que sonenl; as desposees capitulada-, as
citadas lettra B e C. se deve ir buscar o impos-
to para loteras, que nao no Decreto 11. 89o de
19 da litio de 1888, ucont.-stavelmente modi-
ficado pelo hgislador ealadual para a especie
vertente. Assim, pois nao se tratara! > de lo-
teras d ) Esl ido, propriamente designadas na
lettra C, determino qa3 n'essa. como as de-
mtis loteras municiriaes, se arrecade o impos-
to previsto 111 l.-ttra ti. de o 'sobre o valor
dos bilhetes vea 1 idos uo Esta lo, gutiqaerqne
seja a '! :n iminaco que a quiser dar a taes n-
leles.
Secretaria do Goverm do Esta lo de Pernam-
buco, 2.r> de Maio d; I89i.
O porteiro.
' H. 31. daSilva.
ErmjWinda Rosa de Lima. -Indeferida, quan-
to a annuidade da Recife Draynage, e quanto a
decima nada ha que deferir porquanto ja se
ach a casa era questio isenta da decima
contar de 1800, conforme as informages da
Contadoria.
26
Paulo Jos Alves.Ao Sr. Dr. Contador paar
cumprir o despacho.
Pedro Ignacio Themudo Les---a. Lopes Macha-
do .\; G Mara Theodorica do Reg, tiyppodro-
1110 do Campo Grande, Fieldon Brothers, ex
Compaiihia M inufaetureira de Pernambuco e
ArthurMachado F. Pereira da Silva.Informe o
Sr. Dr, Contador.
Joad Pelisario de Lima e herdeiros de Ma-
noel Antonio Magalhies. -Informe o Sr. Dr. Ad
ministrador do Recebedoria.
Clemente Vctor Grau-lin- Declare o rlra a
qu: se destina a certidao requerida.
Abiixo assigaado procurador do Concelho
Municipal de Garanhuns.Informe o Sr. Col-
lector do Municipio de Garanhuns.
Herra slinda Roza de Lima. Ao Porteiro para
entregar ao iuteressado.
Recebedoria do Estado
Despachos dodia.'2't de Maio de 189-1
Antonio da Silva Fontes, Carlos Estanislau
da Costa. Antonio Francisco de Salles Duttra,
Amelia Francisca da Costa e Jovino Coclho de
Oliveira Carvallio.-Informe a 1." seccSo.
26
Francisco Alves de Souza.Informe a 1." sec-
(,'io.
O porteiro,
Q mt 'dio !i. da Siloa Guimardes.
INTERIOR
A desafronta
(O Paiz. do R.o. to 16 de Malo)
<) 00 1t 'xeaiio envioa tioatem ao coogres-
80 na-ional araa m-npagnin juntifcau lo a eoire-
ga do pass^o.rte ao Sr. c>3 egado de negocios de Pertog-,1, a a orden ante
nonata axpa-'id o m\;'t *o oaaxilmro em Lis
nrjt Da'a o rairar Iwii c lade, delxndo aos
eaidadOi do respectivo cm^ul o ar:hlvo da lega
eiii. E' reiitaeat dcloro^'-ssliia a rai>tara de
raUcO-ti oiplomauea* ea-re os doi govaroo,
i't8 as conrticdei de tu zide. de vineo acao
enire.l.'l.n!,)..,con_vir < S-:|.in qjaes foreca s d^coTPU'.ta^ il>ise acto,
t 'MggrtVd da noasa o'3 111 off^O'iiOa, nada.
t thx*.i v*. pl> o a d'v> iOilar o *entiai.:i'.os
!* c.ordiaiiad' a 9 e-tiaii a:e boj* existentes
E'a olugSo lolorosi ms oecessaria. L zo
qoe o coama::d"uie >h i"-", oaval BO'UwneM
mirla oeste po'to sa arrogra o direito de coa.:e-
der asylo nos Insurrectos da baha, so'oreoo 1'o
o eeu arbitrio, felsameoie encadado na ti ce i > da
ext'-r..n;-!aliade a aego da jturtca pboli2s
local, presumimos qae este seria o desenla-
ce do comeo, caso o goverao de Sna Mi
e-i'.-.-i- Pidehselraa, eudcsaanJu o dfs-tiao
.20 seo trefega delegado, se obstioasse em se-
jBrjUrt^fl.'.aieesqanlill ados deserto-es setas leis
i- pi-Ti arga nos irbuanes D-azit3>r8.
De Abaixo assignados. proprietarios n'esta cida-
le. -Attendido, por despacho d'esta data na
peligo da Recife Draynage Conipany Limited.
Gereme da Companliia Recife Draynage.
E' publico e notorio que anuos e annos se
tm passado durante os quas, at hoje, hao sido
'wrddo no'praode d^sr-gommaoicoJ* Po"falraente pag03 pelo Estado as annuidades
se aoDr.juiz de direito.
Expediente do Dr. Secretario
Officios
Ao Dr. inspector doVThesouro do Eslado.-O
Exm. Sr. Dr. Governado*; do Estado manila com-
municar-vos que o baeharel Salvador Celso de
Albuqaprque, em 26 do mez prximo (indo as-
sumiu o exercicio do cargo de promotor publico
do municipio de Ingazeira, para o qual ro re-
movido do de Triumpho, por portara de 23 de
Pevereiro ultimo, croe con-iderou sera eneito
sua anterior remocao para o de Ouricury.
la que se obrigou: a passo que os contribun-
tes pequea faeco da populajjo d'esta capital
S Piir ,s.30, !n?-S sobrecarregaios, vin-se pri-
vAdR nao s do servico a que se obrigou o pe-
tii joaario, pessimamente feito quando nSo n-
terfympido e transformado em perigoso des-
serv.-cos mas anda impossibilitados por forca
do privilegio, de contractar esse trabalho com
quera ipelhor o possa fizar.
Assiip, confortnando-me com o bem dedusido
parecertda 4." seceo do Thesouro, iodeflro a
Sresent peticao, urna vez que mais deve este
overuoiintereasar-se pelos contribuintes, to-
Questura Policial
2.* seceo N. I>3. -Secretaria da (Juestura
Policial do Estado de Pernambuco, em 25 de
Maio de 18P4.
Sr. Dr. Govemador.Participo-vos que foram
reC0lhld08 Casa de Detenco os segutntes
individuos :
No da 23:
A' minha or lem, Joo Bernardo e Lourenga
Mari a da Conceico, vin los esta de Boin-Jar-
diin e aquelle de Palmares, como alienados,
com destino ao azylo da Tamarineira ; Manoel
Bjspo .le Lima ou Manos] Veriato, para aver-
guaces polica ts
-V ordem do subdelegado do 2." dislricto de
S. Jos, Manoel Anastacio de San!'Anua, por
disturbios.
A' ordem do subdelegado da Varzea, Joo
Ignacio dos Santos, como vagabundo.
No dia 24:
A" minha ordem, Jos Felippe Santigo, por
embriaguez.
A" ordem do subdelega lo da 'reguezia de
Santo Antonio, Joo Alves de Freas, Adelino
Ricard > dos Santos, .1 >s Vicente Irenne, Jos
Feliz da Silva, Francisco Manoel. Apolinario
Vieira de Carvalho e Joo Paulino dos Santos,
por disturbios, minha disposicSo ; Auna liosa
de Jess, por embriaguez.
A' ordem do subdelegado do 1 districto de
S. Jos, Julio Eloy de Menezes, como gatuno.
A'ordem do subdelegado do i. districto da
Ba-Vista, Marcolino Manoel da Matta. tambem
como gatuno.
A' ordem do subdelegado do 3." districto do
Pojo da Panella, Joaquira Cavaicante de Albu-
querque, Pedro Jos da Silva, conhecido por
\ae-c un.mo e J010 Antunes Soares, conheci-
do por Guriatan, como desorleiros.
fiesta data assumio o exercio do cargo de
subdelegado do 1." districto de S. Jos, na jua-'
lidade de 1." suppleote, o eidado Manoel Ro-
drigues Nogueira Lima.
Ao Sr. Dr.' Alexandre Jos Barbosa Lima, raui
to digno govemador do Estado.
O questor,
Julio de Mello Filho.
2. Seceo.N. 114.Secretaria da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, em 26 de
Maio de 1894.
Sr. Dr. Govemador. -Participo-vos que hon-
tem foi apsnas recolhido Casa do Detenco o
individuo de nome Deodato Francisco datjilra,
a ordem do subdelegado da freguezia de Santo
Antonio, por offensas moral publico.
Ao Sr. Dr. Alexandre Jos Barbosa Lima, M.
D. govemador do Estado.
O questor,
Julio de Mello Filko.
---------------
Thesouro do Estado de Pernam-
buco
Despachos do dia 25 de Maio de 1894
Baeharel Joaquim C. de liveira Andrade
Ao Sr. Dr. Contador para mandar escriplurar.
Paulino Barbosa da Silva. Volle ao Sr. Dr.
Contador.
Marianna C. de S Cavaicante.Informe o Sr.
Dr. Contador.
Jos <\;\ -ova Amaral, Companhia Progresso
Colonial. Machado & Lop ts e Silva Guiraares
ft C. Saja vista o Sr. Dr. Procurador Fiscal.
Philomeno G, Correia de Araujo. Certifi-
que-s".
Leo & Irrno. Observem os supplicantes o
disposto no artigo 33 das instruccOes de 27 de
Julho de 1884.
Joaquim de Almeida Gomes. -Ao Porteiro
para entregar ao interessado.
Mara do Carmo Alfonso Nunes. Nada ha que
deferir em face da informago da Contadoria
da qual se verifica quj os vencimentos alludi-
dos j foram pagos.
Joaquim das Marees Ferreira Landim. De-
ferido, em vista das informaces.
Paulo Jos Alves.Deferido, para dar lugar
a transferencia das apolices a que se refere o
Peticionario em vista dasiiiformacijes.
Francelino Au^rico dAlbuquerque Mello
Restitua-se.
Di en ctoorar-se os leito-es do a-ugo qae
o* sna oecasiSo escrevemo. e cdjj oiico erro
fot esoe-ar que o goveao portaguoz, amalo
p'-uia radlt&o de aen^o poliiico, deaaopro
asoe o acto loiperl oeniiasimo do eomnaodaato
da t' iJello e 04*0 nao prire?iise o rebeldes
po~ c te acontado;, os imnose'.bilitassq ao meaos
de l'garem aos sena compaohelfos de rebel
lio, os federalistas do R;o Graad do Sal. M:
Ibor do qoe odi psiiamas faier, a m-usaife-n
especial historia e jalea os acoatecimeotos coi
trapoado aos sopbismas dos rep'PS'mtaotes da
soberana po.-:ugaeza os arosias do air-ito oter-
nac aal.
Nao oas (anaremoa piren ao dever de re-
ce i3'."uir qos seua grande planos esse lamenta-
v-i t-plsolio da laiervejgSo monarchlca porta-
gu 11 as uijeugoes in'.e.-Qjs da repblica bra-
tii'ira. Basta p>ra isao resinar de ou ra fraia
a dsatrioa qae expendemos por ociaa'o do re-
faci dioo aos oaurrectoB. e corri tnaiorfcoe con as luforraac<5es eatMitab*a< que
oas offereceo proprlo commialin'^ Cas iti.i roa
eua acidolada controversia pela impreasa platina
com os deshonestos e iogratos individuo* por
elle aco'oerUios a sombra ala baadetra porta-
guezs.
Ao rebaatar a revolta naval o Sr. conde de
Pa;o de Arcos liaba telegraptudo para Lisbdt
p.-eveaio graves sao essos polticos e reclaman-
lo a pr?8snca de vasos le guerra portu'.;cez.s
para pratecgfto dos seas nacooaes qae elle ante-
vi.1 go'peados profundameote nos seas Intereises
. imeagados na sua tranqail dade pela erepcSo
do g'aade jiovlmeato tramado aa sombra contr
os poderes constituidos da repblica. Declarada
a rebelliSo varici-ae qa' os insurrectos, apoia-
dos morslmente pelo g oaao do commercio es-
tran alearais da* torcas oavaes aqai sartas para ga-
randa d 1 propriedade e da existencia dos saas
compatriotas ama corapiacente inercia, ernaaga-
da no rotulo da 'neotraudade. Gragas a ella s'
catreeameotoa iateiros paasaram de bordo de
navios uj'rcailes, coja carga era ]qridicamente
protegida pela bandeira a bordo dos ditos navios
arvorada, para os porrjes dos vasos em poder dos
revoltosos, abasteceodo os assim de provIsOes
P'.ra o caso de resistencia goveroamental e pro-
1 -'-ira'.m'.o correlativo da lata.
Nao era est-snha a uinguem a sjcapatbla com
que o comoianJante d- Mmlello tratavaosio
sa rectos e esse proprlo tficial se eucarrega de
da- publico testemonho das saas boas relagOes
cim os revoltosos, loformando impreoaa no
R.o da Prate qae por varias vei.es se entender
cora.o Sr. Saldaoba e ebegara a oJerecer-ibe'O
refugio do seu navio na eventaalidade de am lo-
sncce*80. As Impradencias comecaram abt. Os
comaianlant-s das forjas navaei aqal destaca-
das nSo pidum, sem tocorrer Jo'oma grave de-
lapnco-. ao po*r publico braxlleiro,eoireter
relacjs caak*>,i rebeldes, tasto mais quanto se
egquivavam por cumulo de provocagao a cum-
prirpra em trra-com os representantes da sobe-
rana nacional deveres de cortesa diplomtica,
cuja fali-.', aao importaodo um aggrivo bandei-
ra, comtado tradaxla ama franca m vontade ao
poier, e'x-'Ca-ivo da nacSo.
Pela ibeorta de lord Ra-sell, e conformemente
aos preceitos da jarisprodencta Internacional,
coata^radu em arestoa aotabilisaimos, os rebel-
!e< de qaalqaer pala a nSo se'em recoohecldos
Dulgeraotes dertjm ser tratados como dellu-
.sotes com naos, e o representante ou o afren-
te de ora governo amigo, desde qoecomees
miaim relajas de cordialidade ipso facto
o-.i-'re.'peitaa autoridade legal, quer diier, a so-
berana da naci. E' corrente que nao foram
so os ot&claes portugueses que se deram a ro-
p-itineocias de hoorar os revoltosos com o tra-
lamento s devilo a belgerantes, mas o caso
iue nenhum veio publica-nenie denunciar se,
coafessando a soa intimidade com 08 cheles di
msurreicao, comao Sr. commandaote Augusto
de GasttlhoB.
lato porm pooco vale e o goveruo victorioso,
desde que nenhum incidente grave vlesse por
ejn jogo o prestigio da autoridade publica., cer-
rara os olhos a semlsaote alarde de sjmpatbla
peta cansa dos revoltosos, averbando a coma
de oolbaatasaios levlanos, deacolpavels em ioai-
viiuos da mesma corooracjSo e pelas qoaes um ,
gov-rno, correcto diploxaticameote na mano
tengan da neutralidade, nao poda s r em boa
lgica responsabilizado. A qoestSo porai foi
oatra.
Dorante sis m^xes os revoltosos bombards;-
ram a cidade de Nitoe-oy, metraibaram a capit il,
depreiaram embarcagOes. paralysaram o coro-
mercio, levaram go paoi-o populago, e nooea
o commandaote CastlIQo, enea-rogado pelo seu
govemo de garantir a propriedade e os interes-
rni de seos sabditos, tentou niervr ofli:losa-
meoip, "Ouruaoitariamente junto aos Insurrec-
tos de modo a abrandar-lbes as fu las que
iam victimar na faina cuotidiana os seas com-
pat iotas ladefesos. 0 Sr. Aa^asto de Castilho
o pronno a declarar' na soa dsagragada epis-
toia ao reJactor da Peusa qae de ama vez.
e a i o ver*agao coa o Sr. Saldaoba, aonae
Ibou (he, elle o msrioheiro disciplina lo e del, a
maoter-se na mesma nentralidade criminosa eaa
jue ja se acbava, romiuando o eu projecto de
raigao. O dever do Sr. CistilQo, o seo dever
Irnperiogo de militar, representando om paiz
amigo e IrmSo era, desde qae se permittia ac
miradagsm com om almirante ja trar.sviaio das
oormae de 1 bediancia e disciplioa, cbacoal-o ao
bom camlabo e acouseihal-oa detin'r .-apelo go-
v -m legal, a por a sna espada impollota ao
8evigo das iostituigOes oacionaes ceja Dase,
tioio oas Repblicas cono oas mon-rcbas, e a
severa observancia da lei.
0 Sr. Castilho, que na eaa quahdade de ebefe
de orna divisio naval, attendendo-se as circum-
siaccia8 especiaes do momelo, devla ter rece
bido iostracgOes especiaes do sea goveruo, no
poda em fuadaraeatar graves su-peiiai de in
terveogo aimoUda por oarte do seu sooeraoo.
uoanler essas relages amls'osaa com os rebel-
des e iosiuaar aos aeatros a conveniencia de
se iOnaer'are.'Q oessa attitode, recusando assln
ao poder publico meagado a cooperago do seu
brago, que a disciplina e a honra militar m-a.-
vam obrigatoria. E' anda o mesmo official
qaem oterece asylo ao ex almirante Saldaoba
oa Dypotoese de om malogro da saa criminosa
aventura. Contando com esse aiylo tao genero
smeme cl'erio, o almlrautn rebelde com ga a
metralhar as cegas, loucaneoie, a oopu'ago da
capital, compusta em grande Darte da cidadoa
portugueze, sem que o hamaaltano Sr. Gasti-
Ino se compa lega dos miseros aqu asuas^ioados
i>era Iscaio pala-laoo e recorra aj sea p-es:lgio
para Ida .reoar os lmpolsos desiraidorvs.
Resol'ese emfim o poder paoltoo, possaidor
de tonos os meios de accao a desaggrayar a na-
gao da fflostruosa offensa com qos, dorante 8ei->
mezes, a infamara om bybribo ajauameoto oe
reproDos, e marca o prazo de 48 Doras para o
inicio das operagOes de guerra. Veo lo se per
dido, o Se. Saldaoba raco*re ao commandaote
da Mindello*. a^radecendo a Providencia o
ter- he deparado lio liberal protector, prqaeoas
oui-a esquadras, rae-mo naqaellas em que elle
saDia gozar sjmpathus, estava-lbe imoedido o
camiano da salvaga; que era a escada do pota-
16. Antes disso j o Sr- Cistilbo se presura a
ser portador de ama propoaia de capi'ulagao p
parante a recasa formai do inciyio vije-p.-es'.
deuie da Repblica se resalveo acouur osre-
oeMes, tornando se aastm, Cumo beu diz a moa
sa tmonoldue, que cootra o direito loe ga-aauo.
Cjtimos aqoi larg-imeote se o ai-ylo da'io(
iiea esquadrila ponu^aeza esteva ou nao de
aciordo com o que --laic-'m os codigo mteroa-
ciooaes e Concluirnos bertameu'.e pela aeeaiiva.
O pod-r poblioo fi aggravalo sea m^ies, sem
que as forgas estrangeins tive9sem teaiado :qi
pelir a eelvageria dos ataqoes por parte dos re-
voltosos. O sen papel, como Inroincs imente diz
a -eosagem, era deai'.mples espectadoras, alhi-ia-
em absoluto nossa duseogo, con encareo ex-
Dr. Fuert-s, distinctissimo onge-
nheiro cuja reputaco un versal mente
conbecida.
As plantas formam um atlas com .11
mappas, onde estao detalhadamento es-
pecificados todos os trabalh js que devem
ser executados, com informaces refe-
rentes aos ser vicos de estacoes de qua-
rentenas, abasteciment o de agua, m
tos, drenagem, mi torios, latrinas ete.
Sabemos que o Dr. socratario do Inte-
rior trata de comecar com urgencia oa tra-
balhos de aaueamento naqueila cidade,
seguindo risca as indicacoes apresenta-
das pelo Dr. Fuertes.)
Do Diario d Santos de 12 ext ahi-
mos as seguintes noticias :
Ao amanbecer do dia de liontem as
patrulhas de cavallara, que rondavaiu a
cidade, ouviam que de uma cocheira,
ra Bethi.'ticourt sahiam gemidos aba
fados-
Incontuienti as pravas tratarain de dos-
cobrir o que era e depararaiu com uin
homem estendido no eno e banhado em
sangue
Communicado o facto ao Dr. delegad,
este parti para o logar de crima aconi-
paikado do sen escrivao e do medico.
Ahi chegados, verificaram que o indi
viduo apresentava muitos ferimentos, en-
tre el les um da grande tamanho na bar-
riga, por onde sahiam os intestinos.
Das declaraces do ferido soube a auto-
ridade charmar-se elle Francisco, liespa-
nhol e ter sido aggredido por um Ricar
do Moreni e D uningos alart
Ricardo foi encontrado deitado em uma
das casinholas da cocheira, e era to
visivel a sua perturbacao quo .a autor;
dade prendeu-o, assim como a Galart.
Comparecoram ao lugar os alferes Bar-
nardino e Geraldo, do 3.- da polica, e
ura tenante do batalhao Operario, que
maito trabalharam no servico de enfer-
mairo
O ferido foi recolhido Santa Casa,
era astado* grave, sendo provavel que ve
nha a fallecer em virtuda dos ferimentos
que recebeu.
A autoridade retirou-sa do logar <>
criraa s 5 1 "2 da maahi, depois de ter
escrivao lavrado o competenla acto
Hoivtem, s 1 l hora- <1; tarde,
aps apartida do ultimo trem para 1
Paulo, aprasentaraai-.s>: na es!a-,ao tras
individuos, acompanha'los dv ui:i pajaj 1
carrejando iir.i bali d^ :-a i leir;'..
Esses individuos ruostrarara-se inconi-
modados por terain perdilo o trera, ftm
que milito "p rae isa va: u ambar.ar o tal
balni
Dtriginun-sa ellos ao Si Accaci. a-
raiva, encarregado das bagagens, a quetn
proraettcraiu pa^-ar, aliai de guardar o
elusivo de assegarir a prooriedide de seus sud
dito, tornaodo effectivos os julgados de direito
intenacloo.il meritim j, fasendo r3pita- os seos
bens e de garantir Pies a existencia, era caso de
luta ex'.rema, pilas malvas que serupre ton o
direito de imur era beaelicio os seus campa
trilas aos partidos degiadiaoies. Os revoltosos,
sitiados por ierra, impedido' de fu atravancar a barra a esqoadra legal, prompti
para o combate, ia-o (orgosameote cahlr sob a
acglo di jusuga publica, caso bao p-eferissem a
morte na susteatago do seu condemnado des-
vario.
Nestas clrcom-t.nefas que a esqoadrllha
poMogaeza se in'erpOe lleguimamecte, fran-
qoeia o refagio de bordo aos insurrectos, arro-
ga-se o direito de sobrepor nu faiso arasio de
direito iaternacional aja. sdiegao local e arro-
gantemente farta aos tnbunaes brazlleiro-> o*
criminosos que pelo longo spago de seis mezes
tmoam dentro da baha do Rio oe Janeiro altea
lado por todas as farias cootra o crdito, a 8a-
garaoga e a niegrdade da patria. Confondia-
do territorio real com territorio de Hcgao. ne-
i'anio jasiiga local o direjto de apreciar -qaa-
lifjcar deeto?, fuadaoio em direito o refugio
dalo a deseriores nttlr.ares em plena oahla, s-
do de um monstruoso crime, o Sr commandao-
te Ci3tu.no nao s escarneca da nossa desgraga,
como horailbava a nossa ecberaala.
Affirm o Sr. GastilOo qoe necea pedio ao seu
goreroo ins'.racg?s para o caso de ibe ser sol
citado asylo e entretanto este official quem
pelo eu prgprl puoho escreve Impreoaa ar-
gentoa, annunstanio-ihe que ames mesma do
S*. Saldaoba se proounclar pela revolta, ) o ti-
na avisado de qoe no caso de perigo fotoro pu
oba-lbe a dlspns!gao os navios aob sea commaa
do. A m f aqui evi lente e clamorosa. O
Sr. Castilbo esiabeleela a bypothese de um ma-
logro e com anter-ipigo do mezes offertra o
asylo; eairetaoto esquacia se de aajeitar ao cr|-
teno do gofvao de Sea M.gestade Fld-lis-ima
a eventaalidade por elle p-evista e DeJir-lby as
asOoccfjes espeolaes para i-ssa conjuectu-a ao-
lindrosiesima.
A faita de eapago proaibe-nos ddatsgOes. Ata
aba coattnuaremos.
mmm ja ^iao
bah em lugar oceulto.
O Sr Accacio, desconfiando d-aa
Opamonicoa o facto ao eliefe da estaca 1
que prenden o preto a u.a i >- indi
tendo ofl outros dous se evadid"
Um desses individuos, sendo persegu
do por populares, ao chegar V pru>;a da
Repblica trepou-.se em ura telhado o
comeyou a disparar contra o pov> tins
da revolver.
Afiual fo preso a o povo quiz Iin-
cbal-o.
Chama-so elle Benedicto Anji e eat
na cadeia
O individuo preso na astafjb chama-so
D'Agostini Daniclle e o preto Joa<>u-n
Qoncalvrs de Oliveira, sand ambos n-
colhidos a cadeia.
O facto prende-se a un ioubo dado ha
dias e amanhi completronlo-. 'a. t
Com re!ac5o fuga dos presos da
cadeia da cidade do Amparo, de que de-
mos noticia, accresceuti o Cerrcio o ae-
guinte :
Desda que se deu a avasao dos presos
da cadeia desta cidade nao cessou a pii-
lica suas diligencias, sendo hontem p es
um dos foragidos, Joaquim !iidrigua.s
Fr;s, condemnado a 3 I annos pelo jurv
de Sirra Negra,
Tendo sido hontem de manh avisado
o Sr. delegado de polica Joao Carneiro,
de que no Corrego Vernielho fora visto
um dos criminoso mandou este para l
SUL
S. Paulo
Datas at 15 de Maio :
Noticia a Gazcta de Braganca o se-
guinte :
Segundo consta, na" visinha cidade
de Santo Antonio houve um levantamen-
to popular, por causa de uma prisao
mandada effectuar a raquisicao do Dr.
promoter publico dessa comarca.
Ignora-se pormafores, sabendo-se.en-
tretanto que para l seguio forca para
man ter a ordam. '
A cidade de Piracicaba Tai ser ilu-
minada at fins do mez de Satembro pela
luz elctrica
L-se no Estado de S. Paulo o ie-
guinte :
Chegaram hontem dos Estad s-Uni-
dos da America do Norte s plantas de
saneamentrj para a cidade e porto de
Santos.
E' nm trabalho minucioso, organisado
varias pracas afim de effeetuarem a sua
priso.
Depois de ter seguido a forca, offere-
ceu-se para ir tambem o soldado de uome
Lobato, o qual, ao chegar ao sitio do ca
p tao Maximino Moraes, foi por este avi-
sado da que alli prximo achava-sa ura
dos presos fgidos
Lobato, seguindo o conseibo do Sr
Maximino e por este acompanhado, foi
seguindo um trilho e ombrenhando-se no
mato, ahi vio acoutado o fugitivo.
Este, ao ver o soldado, avancou para
elle de faca em punho, mas o soldado va-
lendo-sa do reda que levava, defanda*e
a atacou o criminoso, que afina 1 rden-
se, sendo praso s horas da tarda e cow>
zido cada por Lobato e as pracas qae
chegaram depois da prisao.
Segundo diz o criminoso Fnes, eato
alli ascondidos outros presos.
A polica no louvavel fin do desempe-
nhar sua misaSo, tem l varias pracas,
sendo tambem auxiliada por varios otS-
ciaas da guarda nacional.
E' digna da louvor a auctoridade que
Uto activa se tem mostrado .
Lc-se na Gascta de Piracicaba, de 13,
o seguinta : .
Ante-hontem (4), s 4 1/2 horas da
tarde, foi a populacho desta cidade assona-
brada por um desastre borriTel. O Sr. ,

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Diario de Periiambuco Damiag**3IcMao de 1S94
\=ssssmsasBsammmmmtsmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmammmmmamBssssaast
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Lniz BraziKeo Prrez, estimado profeasor tiarcou com aquelles chefea de familia e outras Foi esse o nico rio cujas aguas acrescidas
artia. musical-_de Pe6SOas Qas referidas carracas, que, ro.daudo uttingiram o Jeito da estrada de ferro, cobrin-
com exornaras dimcuUkJtie* sotaae os trittWs da doi*em pequea asstansao, san todava knpe-
liuha ilaiOaxang, chegando mfim a&tpevoa- dioUrafego..
do, desseaaom Ne.uoit. d>2> pan 26 haixaram considera-
Foi esno; sea duvidn; ura tanto de 'tenera absent as aguaiad* tolos-o*rios, inclusive o
dade; mas S. S. CDnaeguio v.seu daplo in-
tuito : dar. transporte -ae p3snis raudas em
Iputinga,4ir poBeoalmeiite daipr o8,rtrabalho3|Aiilia foram iaqu3iios ; e estes ansiaos ja
de soccmn envCaxang, cumprindo observar ptajpm reparados.
que S. 8_-ibi senapre acampaojiado psnDr. Jos EstradaueJa
Pernamhaco, uBgenlieiro fiscal, da Liaba frrea
do Reottrao Casanga
Um'wscaller foi tarabem eondusido n'uraa- das
referidas carrocas, sendo lanzado ao rio em Ca-
fo piano e eximio
Tinte e tantos annos dejtae, amago
caca e da pesca, sen'ar aai una n
em sua casa, ra Pnoante de Mor
esquina da ra Verguann, ihmpava
espingarda carregada nensaa as ar
de fogo I ) quando, paar unr-mavim
qualquer, a arma d span eai a c
toda, resvalando pelo amaniata, empn-
er-se por traz da cabe$a,iperto dajea,
la propria' mulher, D. Albertina Correa,
aue se achava de p a espanar a mesa do xanga, onde prestou servicoa^de Bal vaga
-,to. Cahr, nm rlar nm jantar. Can 0 sem oar um gemino. r.ra e hoaUm pelas 9 noras do Ula r !gra530U d ali
moga de l\ annos, casada a um auno. 0 Sr Dr Questor, que-aida vaincom diver-
Deixa um filhinho de 39 dipjs. i sas pessoas ein camsgas, como para ali fora por
Amavam-se muito~ e *riviam na melhor nio npderam. anda tra -sUar os ir^ns da ferro-
barmoma. Quano 6o,de.u esa regrasso-j o Casanga e
A polic a procedew-o auto de corpo ae mr p^rte da Vartea euavam fora de perigo-
delicio, encontrando! 26 orificios de ckum-r >'o obstante* o sr l>r. Julio, da Mello deixou
bo no meio da cabana, da infeliz senhora,
dous amigos conduziram o desgra5ado
mari'o,.c*daa.
Sob o titulo Tentativa de assassina-
lo, pub*rca^tj/ de S. Paulo, de 15:
Aute^hontenr, as 7 horas-- da noite,
na 4-f parada, Bernardo de tal, pedreiro,
portuguez, por quertOea-de tHnhajro, des-
fechoumtiTo de-garrucha contra o seu
patricio Joao Muniz. .
O offendidofoi conduzido para-a esta,
cao policial do Iiraz, onde* recebeu os
prmeines socoorros. do Dr, Xavier de
Barros. .
Enr vista-da gravidade do fetimento,-
que no .pescocoy aquelle medico man-
dou transpoTtal-o para a Santa Casa onde,
se acba em tpatamento.
O criminoso foi preso pelo, subdelegada
do Biro
O inquerito corre pela 2.* delegacia,
e bontem -foram interrogadas diversas
testemunhas; entre asquaea existe urna
contra a qual-o criminoso deefechou tam
bemumtiro, que felizmente nao aeer-
tou .
E sotro de aggrcsso-c ferimcnto :
Ante^houtem, s 11 horas da noite,
prximo ao theatro de S. Jos, o tenente
Cataln, do. 114 da guarda nacional, e
Franciscos-Antonio Ribeiro, que o acom-
pauhava, foram aggredidos por um grupo
de pracas armadas do 14 do exercito, que
desarmaram o primeiro e espaldeirarara
brbaramente o segunda.
0 ferido foi medicado palo Dr. Xavier
de Barros, na rep:.rticao central da po-
lica,
Tomou conheciment) do facto o Dr,
chefe de polica que mandn abrir o res-
pectivo inquerito.
Itahia
Datas at 21 da Maio :
Continuava funccionando o Congrasso
Estadoal.
Fora c->mmeraorado cora urna pas-
seiata cvica o 6.* anniverario da le de
13 de Maio
A imprensa mostra-se apprehensiva
com o augmento dos criines, e pedia pro-
videncias,
Stavgipe
Datas at -8 de Maio:
No dia 9 deixara o exercicio da Presi-
dente do Estado o Sr. Dr. Calasans, o
qual no mesmo dia embarcara cora destino
Capital Federal.
Nao tendo aceitado o convite para as-
sumir o governo o vca-presidante br. co-
ronel Horta, foi o exercicio do cargo as-
sumido pelo Sr Dr J>o Baptisia Cos-
ta Carvalho, presdante da Ralac>
Fora demittdo do cargo de director
do ensiiio publico o lievdui. padre Vi-
cente Farrera Baa&M.
Abroas
Datas at l'J de Maio.
Nao tinha po lid > funecionar o Coagres-
so Estad >al pov falta de numero.
msncao, a nao ser o funecionameulo mao de Instituto Vacinico MunicipalS
alguns apparalhosda Draynage. > gunda-feira 2S do carrate; diw ti s II boras
- O Ur.Anuj Waudezijy viaitou u* ra do dia, llavera ante instituto *tccinacka dicecta
Vital dei3geairo5. p;rtenoente aaJ." ditricu.^
de S Jos, 5'i domicilios.
N* 138, 6, 164, >tW, *7 .-OS, i8ft,>|8lts t86 1S8, tW,*M, lln 2W,
nos materiaaMausados pelas eochurrai!i; MB, iJ4, 20i-rNfi> ha esgoto para as aguad de
cnuva e convu reparar esta faltx.
c N. 182 i-Mi juint il h ivia u n p rc >
N. 196affi-'.ini di sunear e tia^ii' e-uros..
c 2i6 -Agougue qu: naonet dj-axirAoom
as poturas.Buiaicipaes.
Fez sa as intimacS.is nscsssarias.
Em tolos os apparlb)s da Draynig3 ha
falta d'agua. .
ali iiearen para o correr a quil*|uer emergen-
cia urna turma de operarios, diversas prac s de
polica e o Sr- teuinte Milb, ofciai da Guar-
da Nacional.
Quer em Caxanf<, quar na Varzea, derata-se
alguns esabaraentos da casas peqnena* que
foum invadidas pdlas.aguas, e muito prejuizos
.etn>iii iveis,, lavouras e aurmaes lomasticos.
' Felizmente, ne-ihuma perda de vida nouvc all.
*a amentar.
, 'No Arraval e pon tos. adj acantea o ai es roo facto
s naama perda de vida.
as providencias oo Arraval foram dadas pelo
respectito i subdelegado que tem ao ser.vico de
soce -rro urna canoa alli existente.
No axang auxiliaram^nuito ao Sr. Dr. qe?-
'tpr no servioo de socoorros os Srs. Arthur de
Mullo e Theobaldo Saldanha, o subdelegado do
districto, os dous officiaes allodidos da guarda
nocional diversas outiaa pessoas.
A cieia doCapibaribe foi nolavel, ao que pa-
roe, dede as cabeceinas do rio ; mas tornou**
ainda maior de S. Lourenco da Malta pan bai-
xo ein conaequencia de terse arrotnbailo o acu-
de do angn io Algodcs, alli situado.
Felizmente passou a sua forca, e provavel.
qu)*no se reproduza raais em idnticas consi-
gues no invern actual.
Nao oos consia por emquanlo que tenba lia vi-
do nortes resultante da.cheia ; mas: os prejui-
zos. materiaes por ella causados loram gnaoas,
como se ve pelo que lica narrado* mais anda
que vai expendido aaa rubricas Regantes
Viii Firrr i de CaxanglAinda.bon-
tem continuou int.rrorapido c trafago dessa
linlu cima de Iputinga.
A lin'ia, que ainda nao foi vistoriada depois da
invasao das aguas do Capibaribe, 6 provavel que
exija grandes reparos, pois muio deve lar sido
dar lineada
Ferra-Carril -O Irafjgo ni liana di
Magdalena d.-ssa amaran, qu; fora iatorrom
pido a noitmb de ante-hoiitjni, no lu^ar Vi-
veiro, foi liontera, pouco dspaifl do m> da,
rcstabelecido, chgando os carros respaetivos
ate o extremo da nasma haba, pj-to qu ainda
aasaao lo no dito Uirgo do Vivetfj com
al quasi os estribos.
Auii-iiontem. og.sr;nij da Companhia can-
sarvou-se at alta nuil; na liu'ia, providencian-
do respeto de sua seguranca, e da posi
salvago de pessoas qu; piliain s;r attingi las
peiaeheia li Capibarib**, qu. na ligdaleua
immediages, flz;sse sentir p:lo espraiamsnto
das asnas.
O digno gereata prestou ess,; rsspjito b m^
serviros, nao a com o seu pessoal, mas tain-
bein dando trauzito un trogo de bombeiros
que, mandado p;lo resp;i:tivo cjininandante,
pan ahi foram seccorrar as victimas da nnnn-
daco.
Cus e outros prestnrain lions sarvig >s.
Os estragos materia ;s na Magdalena, Zurabi,
[putingt a Estrada do Caxang sao valiosos.
Feli/.m inte, porm, nao lia daaioos p ssoa
lamentar.
i:str.iila DniaoV*p*rte em trafafBDdeaaat linoa (26
kilomefcrosi apenas banhala. por um rio de
alguma importancia -o Amaragy cujas aguas
muito se avolumaram com as ultimas chuvas.
Na ponte em_que a traaspoe a hnha frrea
do.Bonito, a agoa quasi tocou a superstructura
ameagaudo arruinar a mesma ponte. Feliz-
mente o p?rigo passou. porque o rio comegou
a baixar lo nivel de^de ante-honte noite.
A linha pouco soffreu com as enchurralas,
e o respectivo trafega tem sido feito cora cau-
tellas.
Estado da ParabybaA.folha l'mi.),
do visiiiiio Estado amara do i do crrante, o seguinle sob a epi-
grapbe Brbaro Assasdna'.o :
No dia 4 do correute, quando regres^ava da
pov.iai < do Desterro para sua fazeuda no ter
rao d fni*eira, foi barli.iraiaenle assasainadoio
nosso dislimeto amigo, coronel Jesoino Villar \
RVIST& DIM.A
Scnail: do Serau'n;ueoNao bouve
bontem sass por terem compan cido as Srs.
Malaqiiis (jongalves, Lana r'r-ire, V.-lloso, Er-
mirio Coatiabo, i*.-tti .; Piano Borgia
A reaoiao foi presidida pelo Bxm. Sr. Dr
Ermirio Cesar Cautinhe.
O Sr. t." secretario t o seguinte expa limta:
Dm Uk|rranaH do -Sr. senador carene] Sera
Martina de [tarare, agradi-csudo a licanca que
o Sen ido Ihe concidera. -Inteirado,
Por fa.ii de ni ehto 'i Sr. presidente declara
oue nao h dissolve i reuniao.
Cunara dos Doputndos ii nteni
nao bc-uv; sasso oesn casa lo (Jongresso per
falta numera
Cuc-ia de Capibaribe Depois da Bbr-
mid-u en .-ia -.jli i d .u > rio le Cafbariae en
l-ii'.i. foi sem davi la a de 24 para 23 Jo C r
rente a manir que tem dalo esse rio.
Das pavoaces mais prximas baulia las p^r
pile, e das qua -s lia noticias, consta que inui-
tos ianmos m&eaes sollreram ellas. Desde
a Passagam da Mag^ateaa at axang i Vanea
todos os terrenos baixos ncaram alaga los palo
transbordara rato do rio. Acuna de Caxang,
sabe-se tumbean qn i a i fr u algtms damnos SS i
Loureii(>) da Mata e inultos prejuizs a culada
du Victoria.
K' provavel q 'e?o d'Aluo, Lime aso o oatrofl
povodos da baca do no tnham lambem suf-
Indo damnos mas disto por ora nada sabemos
ao corto.
As autoridads superiores do Banda agiram
na emergencia com a mxima aoenjia, da ia-
dicago e criterio, dando as providencias qu;
podiam para aciriir aos alllictos habitantes d;
[potinga ao Casanga.
Aiit.-boutara. logo que te ve noticia da clieia,
por carta do Exm. Sr. Dr. (uvernalor do Ba-
lado, qns, estando com sua llustre familia na
Vanea, d ahi nao po lera logo vir a ci la 1^ pw
falta de conduego, o Sr. Dr. Quastor Policial,
por ordeuvdo masmo. Dr. Gov mador, fez se-
guir para Caxang, pela respectiva hulla fer*
rea, urna grande jangada, diversos trabajado-
res, um tenente da guarda nacional e alguraas
pragas, para o tira de preslarem socoorros alli.
Chegando raais tarde o Sr. Dr. Governador,
que se arriscou a faaac a travessia da Varna
ao Recife, eavallo, por caminhos ja invadidos
pelas aguas, -de aeco-do com S. Exc. o Sr. Dr.
Questor fez seguir a tarda em trena especial da
linha da Caaang.duas baleeiras do Arsenal da
Marinha cora as respectivas guarnieses, e se-
gura o mesmo Dr. Questor at Ipotinga, oade
foram arraladas as balaras para aeguirem por
agua at Casanga e Varzea.
Nessas 'baliuiras seguiram um alferes da
Guarda Nacional, e diversas pragas para au-
xiliar o servigo de soccoros.
O Dr. Governador regressou ent5o eavallo
para a Vana, acosrlraud ainda inaiore pe-
ngas do que qprrera na viada, o o Sr. Dr.
Questor ficou em Iputinga, dando outras pro-
videncias- a medida xme ine chegavam noticias.
Foi asainvuaiordenon que do Reeife lhe fos-
sem remettidoa mais dous esealleres grandes,
Jue alli chegaram s 10 horas da noite, leva
os em carrooas da via-ferrea; e foi isso um
alivio par rnnttos chefes de familias resi-
dentes em Caxang e Vanea, -os quaes sem
meios de< transpone para regresaann s suu
casas, se acnavam impacientes e aprehensivos
na Iputinga.
As l* boras da'noite res-irveu o Sr. Dr.
Quastor faier trarenia em rroeas, impelli-
das por tratnhadoree, e, obleada eataa, em-*
Ferro-via de Oliuda e Beberibe
O rio oberibe, uuic i ((ua banba a ngiao dessa
liaba farrea, lava pequea anchante relativa-
mente a ultima que d;u.
A' d;3pcito das continuas chuvas e d is en-
churradas por ellas determinadas, u linha nada
soffrau, que impedase o trafego, porque a ge-
randa da Compannia, vigilante e cuidosa, fez
trabalbar quase sem rspouso as turnias da cou-
gervago para dar vas&o s agn is.
Enfretanto, ante-li jiitein ao neio lia, n i cur
ra ele sattda da Encruzinada para isbarib),
abateu um trilito, qu, afrouxunlo i ni
enra, dan azo a deaancarrilbar nm.trem. o'mal
foi lo^o reparado, e o trem, repasto, Baguio sem
mais embarace ao spu destino.
A linlu acba se em b Jas coa ico :
Ertrada de Perra Centra!. -N estrada e anas vislnhencas foram
veis os damnos causados pela cbaia d > Capiba-
ribe, pelas chavas incensantes e pela- c
quintes enchurradas.
A" proposil i nos terna ministradas as ste-
gaiates infonua|jeg por pessoa muito couipeen-
te, cumpriado-nos aduicionarJ ellas que todo
o paasoal technico e administrativo da estrada
foi a continua a ser incaasarel as providencias
exigidas pelo snecesao.
Kis as laformagoes :
Desda a DOUte de 23 para ii comecaram a
.lar-se paqueaos d -,i lamentos nos ire,
an diferentes pontos la Iraha, tm conseqoen-
eia b in&itracas, sendo mais notaveis os ha-
vi los em Papsra e Russinha.
Ao amanhacer do dia i teve o inspector
'o trafago, engenbsiro Carlos Alb irto Machado,
sciencia d; qua aclnva-se, c unanta, in-
aandada a linha entre os kilometroj 38 e 39.
Iniui: :i ilament, foran dad -s; enge-
nlieiro as previdencias necassarias para a bil-
deagac dos passeiros dos .traus da Sorra e
mixto, de 6. h. 2. m. e S horas, liavendo um
pequenoftraso no hTar.o 1 ss-- trans.
Sen perda de terapo dirigiram-se, emtrem
exprasso, para aquellas pontos, o director euge-
i.lieiro chele, Dr. TheoplHo de Vafconcallos e
o inspector geni do trfago, sendo qua, de
vespsra j havia, para ali:. seguido o enga-
nhiro Carneiro da ualia, chafa da linha cora
o peisoal e material neeassario ao servigo.
Continuando a innnndacso, o leito da li-
nha ficou intrat'egavel, de rapara Victoria,
quasi que em toda a extens&o,
Em quanto a hdmiaistraga i da estrada pro-
videnciava adra d : ser rastbeiecida a circu-
ligo dos trena aesse trecb novos e mais ira-
iiortatites desabaineutos davam-se entre os Id*
lomeares 53a 70, entre Victoria e Russinha,
sen jo mais consideravais os havidos entre os
kilmetros 32 e Ci.
Depois de restablecido o trafego entre
Tapera- e Victoria e de t-rem livre passagem
os trens do horario, deram-se novas e raaiores
innndacOas, entra os pontos referidos, e a es-
tago de Glicario (povoado de S. Jo&o dos
Pombos;, sendo arrebatados pela crrante de
nenas proveniente de 5 aijudes particulares
ni nimba dea, lina alnrrm le grande extensSo,
sen lo o maior de iD metros cora urna altura
de 4 malros e o menor de 40 metros de com-
priraenTO - No dificillimo trecho da Sena das Russas,
apenas deram-se pequeos desabamentos de
barreiras-le corte junto s boceas de alguns
tunnei3, fcilmente foram reparado^
Na ci la le da Victoria foram incalculaveia
os prejuieos causados aos habitantes, com :
enxurradas.
Desabaram diversas casas, quasi todas as
olarias, tendo o nivel d'agua attingido as gra-
des da liaba.
O director engonheiro cban a o inspector
do trafego/permadecer3m na linha at qu* ac-
rara.encaminhadas e em bom andamento os
servicos de reparago da mesma linha, entre
Victoria a 3). Joao e concluidos <& reclamados
Jtre Tape e Victoria.
Sendo erandes os transtornos cansados ao
publico e as prejuizos adviudos do aervigo o
mesmo renda da estrada, com os accidentes
expostosf-aadministragao sent, profundamen-
te, nao poder, de prorapto, garantir o breva
restabelecimenta do trafago da Victoria Rus*
siflha. uisWcomo nSo pode ser alli feita bal-
deagao, em consequeacia dos grandes estragos
asados ao leito, en tanwah extensSo*.
Eotrada de Ferro ato S. Fraaatoao
Sodoa as rios da icnaservida por essS li-
nha .farrea, de 24 para *S do crrante derara
notaveis cheias, especialmente o Pirapama, que
sBoberben as respaiias margaaa.
de Aranjo, abastado fnzeiideiro,;que Rosava de
merccidoie beneeo prestigio o era geralraente
coiis'uiorado e apreciado por-seu nobre caraoten
e generosos sentimentos, tanto n'aquelfe:termo
como nos de Patos, Batalaio e S. Joo do Ca-
riry, dundo e originaria, e alli tem extensas ra-
miiuaces, a importante familia quepertencia.
'uieirainante .inolleusivo e exceseiyamenle
bondaso, exercia.ra'aquallas.paragebs um corao
patriarciiado, cujaa palavras e consclhos.expr-.
niain para todos urnaespecie-de orculo que
sem, discrepancia; se submettiarn .respetosos n
convencidos, atienta a sinceri lade, cordura, re-i
ciidfuHO prudencia que respiravara.
Seucadaver fora encontrado ni dia senuin-,
te, orivado de balas e bago de chumbo, ao pe
de ura* .serrla que lica prxima ao camin&o
por|ue segua e para onda o conduairam depois
le consummado o brbaro attentadoscus fero-
sas assos-iaos, quu o despojarara completaraanie
i-iiiidnzindo o -oiinal que cavai^ava com.todos
os arreios, inclusive esporas 4e prato, etc., e fa-,
nndn anim presumir qua fora o rouno o nico
inovel que os levou a praticarera semelhanie
atrocidade.
Exm. Sr. ce-presidente do Estado a'-
lyis teve conheciment desse- enorme e audacio-
so crime. providenciou corao o caso exiga, la-
/.endo. segnircom; destino.ao Teixeira urna fffrga
de i5 pracas do corpa de seguranga ao mando
de ara ofBcial, coraraissionado no carcter de
autoridade policial, a tira de sindicar do facto,
descobrir-lhe os autores e pers-guil-os podcub
para esse tim entrar nos termos vizinhos de ac-
i-ordo com as respectivas autonda.U-s.
Cartas ltimamente reoebidas do a certeza
(ii'ss.a conjectura, ou antes a conlirniam no todo,
dizendo que fora captaaado no tam 1 de Pombal
11ra dos assassinos. que ludo coufessou. e ein
cnio poder foram encontrad,n a mala e mais
ohjectos roubadoi, bem como a qaaotia de lOi
cm dinheiro, acensceotando que fra essa a
quanlia que lhe coobera na parlitha dos despo-
jos da ilius'-ra victima, e bem aasim que desde
doia das a eraboscavam no lugar do delicio,
senda scus intuitos criminosos chefrarem, de-
pon de consummado aquelle, ate a casa de rao-
rada da mes.ni victima e all completaren! seus
nefandos projectos com o assassinato de sua
virtoesa conorte e saque geral na dita casa ; o
que deixaram de fazer em consequencia de cir-
cumstancias imprevistas que sohrevieram, en-
tre a3 quaes figurou sem duvida era prioiairo
luar o receio de sercm sorprehendidos e pre-
sos.
Outro dos assassinos pagara com a vtoa o
sau horrendo crime, sendo morto sera resisten-
cia onposta sua prisao.
Esses monstros sao liados ou procuravam
tiliar-se ao terrivel grupo de sicarios que desde
o anuo pretrito tem praticado idnticos atten-
tados, fazendo suas correras nos termos de
Pombal, Catle da Rocha, Pianc eSoura, d de
ja om das deste anno tinha-se internado no Es-
udo do Cear em virtude de perseguicao pro-
movida pelas autoridades d'aquelles termos, r
srompto pagamento- Queris que
urna apolice de seguro de vida vos teja paga
pro.nptamcnte sera descont 00. deduegao ne-
nhmna ?
Tomae urna apolice na Equitiitira.
16.* lotera do Espirito-Santo
Extragcao qnarta-feira, 30 do corrate. Bilhe-
tes a venda era mo do agente Francisco Costa
Fcrrovia do LimoeiroNada podem >s
saber acerca da zona servida por essa linha
frrea, a despeito do qua tentamos respaito
derij ) to-nos por carta pessO CW
a duvida de ter.-m ou nao fundara
os qu; nos chegaram respailo d
ro-e anretb, preferimos nada ira.
Traa3?cr^at!ia de lsilaes 0
Sr. Oliveira, agente de leilO ;-. p I J-n t
ir falta de transp .'
itacita e Caxaagldalxou da etfectuar bontem
osJlOes :nnuTicados de predi)-.
Faculdade de Direio -Com o prazo
de 4 me/.e* est abarwa inscripgao dos can-
didatos ao lugar de lente cathedratico da 1 51-
deira da 2- sene do curso jurdico (Direito
Romano,' na secretaria da Faculdade da Di-
reio.
0 processo dessa concurso ssr regalado p! 3
Decreto n 4(59 de 3 de Dzembro de 139,
com excapcRo da exhibigo das proras escrip-
ia e oral e da disseraao. que apenasiversarao
sobre a materia da referida cadetra-
Baaeo da BalsaE' amanli ao meio
dia, que, no predio n 2 da ra Vigano Teno-
rio, devem reunir-se era assembla garal ex-
traordinaria, os accionistas desea banco para
o ra de resdverem sobre a liquidago dalle.
Companhia lf istillaea Fragoso
Estando subscripto 9 capital dessa nova em-
preza, os respectivos subscritores sao convoca-
dos para urna raunifcque se realisar amanha.
a i hora da tarde, navua Mrquez de Olinda o.
19, para trataram da constituigao da mesma
empresa
(Jnio TypograpUica Pcrnaaibu-
eana -Era as-erabla geral extraordinaria e
sessao^da delegados de officioas, funeciona hoje
as <0 horas do dia, essa assocagao, a ra Mar-
cilio Dias n. 88.
Ra d JasaamAo criterio dos Srs
Dr. Inspector da ifygieue e Pr^teito do Munci-
pio subraelteraos a seguinte carta que hontera
nos foi dirigida por um funecionario publico,
morador na ra do Jasmin-
0 que elle diz nessa carta confirma as recia-
magOes de que ha das nos zemos echo.
Eis a carta :
Recife, 26 de Maio de 1894.
Um. Sr. Redactor.^Na ra do Jaarain (hoje
General Seara) muito prximo a casa era que re-
sido, existe nm terreno cujo pToprietario est
atterraado com o lixo proveniente da lirapeza
da,freguezia da Boa-Vista.
Cora as ultimas chuvas esta o mesmo terre-
no iranforraado era urn deposito datpodrides
que a cada momemto sao revolvidas .pur ani
maes suinos, que ali se coaservam-efti completa
liberdade.
Alm dos gazes que se desprendera e que j
teem dado loger a febres de mau carador ; sen-
do urna das victimas umaparenta minha, aceres-
ce que se levantam nuvens de moscas, que in-
vadem as casas e que sao um constante flagella
para as respectivos habitantes
Creia que V. S. prestar um granda servigo
pedrada, pelo seu conceituado Diario, aos Srs
da Hygieae da Municipalidade que lancera as
auesueutas para e3te infeliz logar, seno pelo
cnnnprimento do dever ao menos por caridade
para.com o prximo.
Sem asswnpto para mais subscrevo-me de
V. S. amigo e criado obrigadissimo. Antonio
da mx Ribto. '
Visitas domiciliarlas-Da Inspectora
de Hygiene nos fo^remettido o seguinte :
O Dr Arthar Cavalcanti vizitou 20 domi-
cilioraa Ru do Rosario da Boa-Vista.
.l 37est pouco asseiado e ha gallinha3
no quintal o que nao convem por ser asta de-
masiadamente pequeo. Foi feita a devida, in-
timacfto. .
N, 35-em ms condigftes hygianicas ; quin-
tal muito pequeo a sem escoamento para as
agua*e chuva que invadem o interior do do-
micilia ,
N 31poueo asseiado.
* os dmais domicilios nada ha digno de
O Dr Baplista Fragoso ni dia 25 visi-
tou30 domicilios sendo ns restantes da Traves-
sa da Madre Daus e parte do Becco das Bur-
gos.
Na travessa da Madra Deus no n- 16, 2"
andar o soalho ura pouco sujo e a latrina nao
funeciona
No memo n l. andar a latrina um pouco
suja a nao funeciona.
Os outros era conlicoes regulares
No Boceo dos Burgos u 27 o quiutal com,
agua estagnada.
No n 2 o quintabeoo* agua.estagnada,
No Largo denominado- d Mano el Pruno
exista lixo prejudicun o os transentes e os
moradores
N1 n 7 a latrina nao funeciona
Os outros em conaiegoes. regulares.
endo a lyrapha exlrehida da animal pan as
pesaoas que se aprnseKanvH;|nra esle fira-
Agua pnfjridaSobre a local que hon-
tera publicamas-com a titula, cima, escrave-
nos o Sr. CyrtUe Olrvajra, acd da freguezia
do Recifa, diando qua, da conformidade com
as ordens do Sn Dr. Prefefaa Munaoipal tam
f-eito noite o servicn-d; limpesi uo intuito
de evitar r clamag-a qu? seriara justa*
Entretanto aoaua se refsre ra do Apollo
sobre qua se rafere a reclaraago que publica-
mos, tem o masmo fiscal falto a lirapeza duas
va zas por dia, istoi para evitan accreacenta, que
seja empatado o transito que alli grande,
pela enorma quantidada d'agua que alli tem li-
rado estamna-
Todava en vista das reelamagies que appa-
recara o Sr. fiscal do Recia est disp03tO,
ainda de accordo com as ordens do Dr. Prefei-
to, a fazer a limp;za somente noite.
Le genie de la moda -E' o nome de
urna esplendida revista da. modas parisienses
de qua nos fii o.ferecido o n. 3 do IV anni.
Traz rautos Hgurinos coloridos, certamente
das ultimas modas que devem despertar inte-
rassa no dominio do mundo elegante.
Somos gritas.aoSr. Leopoldo A. da Silveira
gerente da Emnraza Littararia a quera deye-
mos a obsaquiosi lade da olTerta.
Recreativa. CoinmercialOs direc-
corrnptos cor-
O-Dr. Baotista di C-irvalho visitou na
Rua.do.Caju" e Travassa dos Epostos 46 domir
cilios.
Ra do Caj',-n. 34casa muito hmida,
com quintal pequeo tendo obstruido o esgoto
fdas aguas pluviaas.
N. 32 tem o apparellio Draynaga obstrui-
do.
N. 24quintal cora-11 ina cacirab 1 inmun-
da aue deve ser obstruida j
N, 23tem o apparallu Draynago deterio-
rada.
N- 24 quintal com 1 amagal.
N. 16 -quintil com pouco assiio
N. 6-tem agua estagnada no quintal
. Travessa do Caj' n casa valha multo
immunda, ameaga desauar
c Travessa los Expostos n. 23lo,ja e quintal
com aguas pluviaes estagnadas a falta da esgo-
to. apparelho Draynage mo e pessiinameiite
installado ; n. S- quintal CJm bastante lama
. ram dados ao Cear e a Pernenhuro qna de-
. viam .pagar caro o arrojo da nrarein ser li-
! vres, un meio da ascravoa. e la corra
Itezaos-
I A comtnisso militar do Cear fp.
ate *b de Junho de 'tiUk Es cominiss 1
condennou a iegndo parp;tuo, a servigo aaa
obran-.publicas da Fernando de Noronha,
Rayonndo Alexandre Parein Ibiapina, qu>.
all morr -u tristemente langado proposits!-nn-
ite deuin rochado.
I Fot condsoiiiaJ) a degrado pirp-m > para o
1 Rio Negro, o parnambucan<> fni l>-x
Ida Puriricagao, que alli morr ;u aban.ljnili e
esquecido.
Foram devolvidos, ao foro ordinario. -J
Francisco Lima, Jo5o Nepomuceno da Silva
Canguss, e Jos Correia ('amello.
Poneos foram os devolvido- > la com-n'
militar por qua um recrutaraento knN, f*
o melhor meio de exterminar os palmt-u na>
rense.
A cominissai militar, installada em I
buco, e qua mandara matar imnuineros par-
nambucanos; condeoinou a morte. bci
atfixou editaos authorisando a qua; ,
pessoa, poder livra e impuueuiente aial
ausentes, que erara : Manual de Canalh
Paes de An Inde, o coron-l 'o-'4 le B
Falcfio de Lcenla, o teiiente-oiron-l Jo- \ 1
tonio Ferreira, o Dr. Jos da Natividada -mI-
danha, o c-ipitao Jos<'- Franciano Vai .
Carapeba,' Antonio da Vlbuquarqu-- M > i' n;
Men Ianlia. o canino '.
lo R -ui" 1' rn

n. 2 1 quintil pouco asseiado ; n. 13 quintal
com lixo accumulado
' Os dnraiis aseeiaios.
Coueerto0 connecido Sis Luiz Ferrari
no da 2 de Junho prximo, dar o seu ultimo
concert no salodo Lyceu de Artes e Officio<.
Compoe-se a festa artstica de trechos vocaes
e instruraentaes nos quaes tomara parte os ar-
tistas Bernabei, Comolelti c alguns distinctos
amadores.
0 programla est sendo organi3alo cora tre-
chos escolliid >s.
Dcima urbana e outros impas-
tos-^Jliainainos a attango dos pronriatarios
de predios urbanos no municipio d> Recife
para o edital boje publicado, na competente
secgao, relativamente ao pagamento da respec-
tiva dcima. ,
No mesmo edital lia um artigo que intaressa
aos manicipas que esto am atrazo no paga-
raento de ontrosimpostos mumcoa is.
Os tres jaearsDas ollicinas lYpogra-
phicaa da Typographia Industrial, acaba de m-
hir u-.u peqoeoo Kro de aortas aasim intitulado
para as altea festivas de Santo Antonio, S. Jofio
e S. Pedro.
Comporta apenas 32 paginas, e contera, al.'-.ra
das sortea, urna pequea parte recreativa.
Somos agradecidos ao-*xemplar com que to-
mo* mimoseados pelos Srs. Comes Vianna i C
Menino desapparecidoDi ra de
Santo Amaro, om Santo Amaro das Salinas. 11. 8,
desappareceu da companhia de sua mai, un me-
nino de 10 annos de idade. de ora.'. Jos Au-
gusto dos Sanios, conliecido por Jos da .Van-
ana.
Quando dessapareceu ia vestuLi de caiga par-
da, camisa de cinta, chapeo escur >.
Esse menino a moreno, olhos pardos, cabellos
aescovinna, cora uraa cicatriz oera visivel na
fonte direita.
Quemencontral-o poder lvalo ao loca! ci-
ma indicado.
Lsio Jde Soecorros Hutuos dos
OiU.;iaes da Ouarda nacional-Oia
terca-tein ultima funecionou sob a presiden-
cia do Sr.'major Lenidas Loureiro. essa asso-
ao.
rjea-8e a acta da sssso anterior sendo una-
niraeniente approvada.
Lar seguintes offlcio.s: um da So-
. > Typographica Peraambncana,
1 -.: uo comparece a ia-
Inteirado.
ttro lo capito Jo5o Rodrigues da silva
rado.
Outi-a do tenante Vicente F tas daCos-
i -A' co araiasS 1 de syndicancia.
0 Sr. presidente coraniunica qua devido aos
esforgos do facultativa militar capitao Dr
Alexandre Seixas, j se acba emconval-
cia .1 consocio secretario alferes Leandro
1 Sampaio.
Presenta o capito Antonio de Al
Paes BB-rato, foi cUmprimentado
se.
Traton-4 I' outras assum.pl s, ndo a 9
horas levantada a sesso. ,
toras d'essa sociedade em satisfago ao bara n
osito da sua fasta, ltimamente roalisada, re- iS .; ':l,-,,
solvarara offerecer aos seas socios e convida- Jj*. *38?%SZttnf?ltt
dos umrecraio duplo que se raalisar boje, s b*, e o major Emiliano Pelipp m M j
7 horas da noite.
lluapital PortusuezEutrou de sema-
na ueste pi esUbelecitnanto o mordomo Sr.
Jos Custodio Liurairo.
Vapor Planeta Esse vapor sabio da
Baha a 25, deveudo chegar aau amanha.
Devoco doScnhor BomJesus da
KaitempeaoU resultado da elaic da
mesa regidora dessa devogfio para o anuo cora-
promissial de 18941893, realisada a24 do cor-
rente foi este :
Provedor -Kenr.que Francisco Bastos.
Vice-ditoMano;! Leile da Silva.
Escrivo -Julio Pereira da Costa.
Tnesoreiro Severino Marques do E. Sant >s.
Procurador geral -Aristheu Samuel Pe-
gado.
Procuradoras Antonio Pereira da Costa,
Adalberto Gentil 0 Lima, Francisco Pereira da
Silva Moreira e Joo Evangelista de Medairos.
M sarios Joo omes da Costa, Joa-
quim Elpidio dos Santos. Slanoel Pereira da
Con-jrsss'. Idtterarlo Bohemios
de PalmarawaFoaacionoa essa snnadade
ao d'a 24 do correte sob a presidencia do Sr.
Fernando (irte, havendo dissertago das theses
-O que a msica ? 0 que 6 o amig) 1 -em
qu-. tomaram parte os Srs. Jo&o Canana, Anto-
nio Maaalhaes e Epaminonla de Aaeveda
Ocommereio do Rio da firata O
SianUn., de Buenos-Ayres, publicon o SegBn-
te :
Nossas relacas com a Gra-Bretauha augmen-
taram constanteraente nos ltimos dea annos
a construego dos caminhos de ferro deu gran-
1 1 imaak s nuportagOas britnicas em 1388,
1889 e 1890, emquauto qus o trigo argen-
tino fez crescer extraordinaramanta as ex-
portages para a Inglaterra. As relages entre
os dous poins sao constantes e solidas, mais
do qua com 7Frauga, que e no total a melhor
cliente, em segunda linha, da Repblica Ar-
gentina. ,
A Franca o grande marcado para os pro-
ductos argentinos, mais mesmo que a Gr-Bra-
tanha : no ultimo anno. porm, por extraordi-
nario a Argentina exportou tanto para a Ingla-
terra corao para a Franca, mudanga repentina,
devida produc* do trigo, que encontrou um
mercado maist prompto absorpgao na In-
glaterra. A AUemanha est em terceiro lugar
na linha do coramercio argentino, sendo con-
stantes as ralagoes com ella.
Os algarismos relativos Blgica denotara
urna dirainuigo, maso augmento da produego
di trigo argentino pouda alimentar em granda
escala ocommereio com esse naquano reino.
Addiconando o commercio de cada urna com
todos esses paizes, chegamos aos algarismos se-
pultes que demonstrara uuaaGr-Bretanha
.e muito lempo o melhor cliente para o com-
mercio gerl.
Importagoes Exportagoes
C ista, Lniz Olavo do Amorim, Bernardino An-
tonia de Souza, Est-evo Dionisio e Silva, Vicen-
te F. Rio Lima, Francisco .Silvestre da silva,
Sabino Olegario ssis Bulho, Sebastian A. Car-
neiro d; Almeida, E luarda M. Cruz Guimaraes,
Jos M. C. Gunnares.
Zelador -Abilio Antonio Dantas.
Prove lora D. Elzira M. Cruz GuimanV-s.
Escriv 0. Perpetua Carnairo da Alni'.'ida.
tlatadouro i'uUIicoNesse estabete-
eimanto foram abatidas llt rezes para o consumo
de boje da cidadn do Recife.
ftremio Littererio Jos Uoaifaeiu
Essa sociedad; renase Iwje emsessJ) or-
dinaria, s horas do costume.
Sociedade Littcraria T h o ia a z
< inzaga <>s mamhros dessa sociadade
: eirie-se Hoja alini de tratar de assamptosdo
seu interesse.
Multas Multas recalhidas ao cofre Muni-
cioaldo rtecife pelo fiscal da freguezia deS.
r.-vi Pedro Gongalves nos dias 22 e 2-1 do cor-
ren :
Antonio do Reg 10*500
Manoel Pereira llego !0<3 ;
Jeaotfanoel ioj.j .
Luiz A'.ves de Farias it 100
Joao Claudico 23000
Praelamas ;5e eavamemto -Poram
hdos no da -'i ao crrante, na Matriz da B a-
v'ista, os 3 guintes :
i. Denunciadlo
Alfredo C. da Silva cora Joauna Salios iana
da Oliveira.
Liberato Du>rta Bello com Jovita Olympia
do Bom-Fim Ferreira-
2- Denuuciagao
Launano Albino da .Souza com Iguaria Fir-
mina dos Santos,
Roniulo da Silveira Mart.ns com Grata de
Freitas da Costa Pereira.
Jos Qumtino da Rocha Oliveira com Antonia
Aquelina do Espirito Santo.
.Alfonso llenrique Cruz com Mara L. do
ral e Mallo.
Christiano da Gama Lobo Filho com Clotil-
des Escolstica da Souza Ribeiro.
Alipio de Fraaca Mello com Balitea Maximina
Ferro
Joa Luiz Regia com Jeanaa Paulina Pereira
da silva.
Laobina Monteiro da Franca coa Albartioa
Atexandrna Veira.
Annysio Joaquim da Costa com Gabr
Maria das Nt-ves.
Emilio Nun ;s da Silva com Candida liosa
Gmmara :a
3.- DanunciacS 1
Antonio Manoel do Nascimeiito com Anl
!:., iria da Gouceie&o.
.1 ,3 }' Alves com Maria Carolina
da Couceicao.
">.'" v harto Hilariao Pereira Lobo
da Gloria Lins Cal las.
Inspectora do "districto uiari
timolueife, 23 de Maio de 189*.
Doletira metereologico
Horas. Ttrm rBi- Barmetro Tcnso do
Gra-Bretanha
lars) ouro
Franca
Allemanha
Blgica
Brazil
Italia
Esta ios-unidos
Hespanha
Chile
Outros paizes
Total
Media animal
(dol-
393.600.000 133.600.000
174.400.00!) 225.600.000
105.300.000 112.000.000
91.900.600 141.500.010
23.400.000 58.800.009
68.400-000
89.600.00!)
36.400.030
600.000
96.700.000
30.000.000
52.000.000
21.200-000
20.500.000
90.400.000
|.885 200-000 936209.000
108.520.000 93.620.000
Estes lagarismos sio officiaea ;elles mostram
que as importagoes excedjm annuahnente s
exportagfias dat milhoes na media, Isto da-
rla em resanado am balaago de .150 milhoes
am detrimento do paz, no espaco da tO annos.
Os que aereditam na tbaorja do balanco do conv
raercio, deduziro conclnsoas dasfavoravow.
Mas preciso nSo aaquaeer qao as avaiiagSas
officiaes sao (Jmuitr/ aujeitas caucao e se se
reflectir seriamente ma sua reflation so achara
qne nasses dez annos temos exportada" mais-do
que importado.
com
rulenco.
A commissao militar, eotregon por r! 1 I-
Pedro I o punhd a qaalquir inlividno,
assassiaar os itaiw que nao aneriam > *r
vis de um rei que nao respeitiva i v 1 iaoi,
e para o qual o perjurio era lud; e
guontou a trra de scus av.s coui un 1 1 !a
fratricida
A dissolugXo ilhgal e violenta d- r r>
inte bracilam, accarratoa ;; lo
Equador, e a guerra da Ciifiati
Os homens do norte e do e\ti
viram que o l^apotamo ia imperar nm
zil, sob as formulas cooslitn ii a w ; e p
lavraram os seus protaatot, prefarindo r;-rr-r
a seren corron.pidos.
O protesto da Cisplatin 1. '
ragSo do Brazil; a esta vio-sa I 11
da perda da batalha do itusaia
car-llie a independencia, depois le 'r
volvido u'uma guerra conlra a Repabiica \r
gantina, sacrilicamld imm u ios a
09 coraarim argentinos depredarera o
cente coramercio btmileire, tU na li
Kio de Janeiro; e ver o almiranl
Roussin entrar no porto do I
dra flinean de morr jes aeem
imperiosamente o i:i;: liato 1
valor de prosas faites 11 > Me la rMH
raercio francez.
A provincia bra/.il lira Ci
para sempri para o imperio, |i'
,.1 lo peta ing) de lecera
(1 iod Mi'ia.
Foram essae ea reonHadoa la
constituate: unriade smngna das
inmoladas, e um recrutamu'
i; a irte ^nq sol '
das, o da imam w
o ? rvigo da digm la le h
ea parda da >iateirdada poli
peo*, qn 1 d isda 1 I
- {. go aas Ii

1 1
-
6 h.
9
12
3 t.
6
a 0)
Vl-'M
7 59=\ 3*
758-, 10
7o7-.il
757-52
vapjr
18,89
20,61
20,48
21,66
2i,9
H'uni-
23,'9
le\t
26,4
7,0
26,1
.'erperatura miniraa 23,30.
Temperatura maiiraa 2S.00
EvaporagSo em 2i horas a sombra 2.-9
Direccao do vento SSE e S alternados de
meia noite at 2 b. 25 ra. da raanha ; SW at
9 h. 56 m. SSE at M h.; ESE cora interrup-
cOes de E e SE at 10 h. 59 ra. ; SSE cora nter
rupgoes de S e SE at 7 h. da tarde ; SSE e SE
alternados at 11 h 37 ra.; SSE at meia noite.
Velocidade media do vento 3-70 por se-
gundo
Nebulosidade media 0,7 .
Boletira do Porto
Dias
Horas
Altura
Pra-mar ou
baixa-mar ____
PM 25 de Maio 8-h. 50 da m 2-10
B. M. 25 de Maio 2-h- 40 da t. 1.-00
Casa de Detencao Movimento dos
presos da Casa de Detengo do Recife, Estado
de Pernambuco, em 25 de Maio da 1894:
ExisUam .
Enlrou. .
Sabiram .
Exiatem
A'saber:
Nacionaes.
Mulheres .
Estrangeiros
Mulheres .
Total .
Arrasoadoa
Boas .
Doentes .
Loucos. .
Louca
Total.....
Movimento da enfermara:
Teve alta:
Francisco Antonio Dias.
511
1
17
495
473
6
16.
0
"95
430
415
17
3
1
"36
28 de Mala de 21825
Feliciano Jos da Silva Carapinima ; foi a
ultima victima mandada exocutar pela com-
miasao militar nomeada por Pedro 1 para jul-
irar os infames, como elle qualifioou em sua
proclaarag*) de 17 de Julho de' 1824 os perntm*
lcanos a ceareniet, qu9 xigiram o cumpri-
mento de sua imptrial palavra, prome endo nma
eonstituigao com audiencia da nagao a nao ama-
oathorga ou -carta1 de aiforria. 1
Foi essa a ultima victima immolada na cLt-
dade da Fertateaa, do Cear, s vlngancas tm>
poriae3 j maa nem por isso a paa e soeegoty-
.
ESCRINfO
A |ii*iincii*a posa
Todos os dias, logo a->
leito virffnnl, o prinaeii de Ma
ra era discer ao janlim a visifcw san
roseira predilecta, vir r. 1 tn al *
corao ella gentil e esbelta.
Mimada palos carinhos da i&aoceal !
nina, que aquocia-a co-n aa i.
olhares a regava-a cotu o orv.-iin 1
seus sorrisos, a roseira pMBfe
deases benficos afacros e aqruia m .i 1-
samonte o seu caule ira na ia ,
lento de folhagatn verde vi>- m,
de e tao vcosa eoato araa rt rico-
ana a esperanzas da rirge
dijrasava olhares e

* .
Maria esperava mipac.
flor que do sua
ra eeperava anciosa a occa
ponanr a sua Maria a
ra que lhe despeusava. off
sua piimeira flor.

'
Um dia, i c* de c >nl
ria doscobrio n'uin don 1 da
I roseira um
A -aa-. poraeca ia se
Usada.
Calculou que oito
botiosinho Beria nma ro les?
justaaienl '
A roseira nao Gira
deaTellojBj roaeryam-ihe 1
esse dia felia.
Mara tambam ia deixa
paraser flor desabrochada, waa >
pletar 15 annos.
No din seguinte a roseir -
turnante a visita qnotidiaua da san
raasante aiuiguinha.
O sol subi ao meiu do C
apparecau...
O sol occultou-se no occaso .> roseira
espera va debalJe. .
A la deapontou, envolven-lo oji
o pomar no seu sudario de luz uij.
sa a a roseira continuava a Mpacaf ..
No dia humediato succedoa o nfluao, e
no outro e nos i^uatro No antanto, o botlo c> escara, en tren--
ra-se, desabrochara...
Na manb do oitavo dia alg
proxiiuou d roseira e affastou-V.a ^sl^*
lhos. O ruido das folhas que m tm
ram foi como um solace botado que o
pobre arbuatosinho desprendeu. s ^mpre-
hendendo a intencao d'aquelle que so ap-
proximava. .... 1 (
Em vez dos rosados dadinhos de Ma-
ra era a mao rude a pesad do jardinei-
ro, que lhe ia arrancar da -mimosa baste
a sua rosa primognita.
O estallido do ramo que se parta M
coma o derradiero gemido que roseira
soltou vendo parar em mies extraan-
o premio por-olla reservado para rec,n,
pensar os extranvoa d'ao,aell qoo fAra, o
sen najo bemfeitor.
Momentos pepoia oqualla flor nnocen-
te ae ostentava entre muita ontrns fliree,
sea-vindo de ornato ao leito mortnario da
innoaente Maria, e como ella esta va pal-
uda, como ella so eonaorvav erena.

A roiewi de Maria Bao "" f9"
duxiroutmaToeaa... ^ .
SEnttto P**l* Samtas.
JTMMn
I
z
' ,
J


m
'^ ."2"
filarlo ge y^rnmiwiM PttmAiKB 2^ leak f- **Hi
MEDICINA
i
Historia de um caso de Ttano traumtico
seguido de gangrena. Caso importan-
tissimo. Cura pela Honieopatlna.
0 Sr. Flix Arequind Lieutier, de cerca de 30 annos de
ida Je, estatura regular, temperamento sanguineo-nervoso, con-
stituidlo forte; empregado como desenhista de i.* classe, na
Estrada do Ferro de Caruar, soffreu ha poucos annos. de ac-
cidentes syphiliticos, primitivo e de transigi, adores osteoco-
pas etc.,] contra o que tero tomado mercuriaes e iodoreto po-
tsico, as doses classicas da velha escolla.
Era Outubro do anno prximo passado; sobreveio-lhe urna
pequea pastilla que depois se ulcerou, na parte media da face
interior da perna direita. Esta pequea ulceraco s foi dila-
tando lentamente, de sorte que em Dozembro attingia j s pro-
porees de2t[2 centmetros de dimetro. Era arredondada,
de bordos a pique e aspecto cimento, com suppuraco de ma
qualidade. e anuida de aureolalivida.
\ te lempo; duas outras pstulas, primeira anlogas,
brotavam sobre um e o outro malleolo do mesmo la lo.
A 21 de Dozembro depois de um banho fri, geral, que to-
ii! ra. alto 'lia, comerou o Sr. Flix de sentir-se encominodado,
:ando mal estar geni, com dor na costa e queixo inferior,
por occasiao des movimentos de masligaco.
A ia ha manifesta difficuldade nos morimetttos de abaixa-
i; alo da mandbula inferior, de ia dos msculos ele-
vad >res da mesma mandbula [trismo
A 7 i a mastigagao era impossivel o qudxo eslava pro-
curado. A..i m upo as pessoas de
casa notavam tal ou anal alteracAo no? ti ysionomicos do
lite coja face tomava a : ressao c n icida em luiguagem
0 ^p. F.lix ao Recife (estara na Jaqueira : casa
. para o lim i ar ao L)r. Mello Gomes
depois de o examinar, classieou os seus soiTrimentos de
// imalta e prescreveo-1'i A 31. temi
p dora loo Sr. Flix, 6 abrigado a recollier-seao
leito e recorre aos servidos mdicos do i)r. Simes Barbosa
Esl .> leo examinar diagnostica tremma-
*terminato fa rada
d e lo tratamento d Chamado o pr. vieira
u o i);-. .: ia i Inicia o mta-
.....ao da 9.
A5, pessoas interessadas pelo doenle que o seu
tvando e o medico bia -
l r l- i Ap digono
.:. convidado
ar-me do seu tratamento. Acced aeste appllo.
. i aesse lempo, nao acreditava absolutamente na
ira visita a rai-me em sua
Vieira da Cunha que d i-me qua o
:. lia para di. aei Ei minan
\ r i quasi completo, queixos cerrad <-. rijeta dos
cur-
tos d i reotre riso
mem
nvulsao sbita d i ios
p iriph rica : msi i
tent ge i -d d igtuti-
.: ratos d esp sm a
i de urna pessda amiga, urna phras
: i triste etc., de
Pa arde e na da tiahara e
Durante o
se bavia d '
. para a ir da-
res de s ip i da ^ em i bor
A 6,o .' 4wt, o tronco est recurvado para traz. As eonvatodes
.. |," em y mtn'tl'ji -m inter-
i lasa ores. Retpira lurant UJ -

La deglutirn [apenas toaia agua on loit-:, por
>o outra \ de saf-
io,rosto te. Ha sede forte iialito felido; suor
cscorrendo em bagas; miliar vermelna
100. 0 do?nl -1 lo em urna ca-
li pode mais Qnei; de calor
extr irdin rio. A temperatura normal. .'. ulcera da perna
. purg abuD lanteuiente m i sani ida nao
esta dolorosa. As pstulas dos malleolos c i le ulce-
rar- -tHBt*
iscrevo BeU5%, I colber de 2 em 2 horas.
Dia 7, convulsoes muito fortes, dolorosas a frequentes, que
o doente da cadeira a baixo duas vezes, em um
Beus enfermjiros. () Pulso a
I I -iiiiji 37 [i. Prisao de centre. Salivacao.
1/ curiui vt /- .v. t colber de 2 em2 horas.
Dia 8Asativaio se tem tornado muito profusa, n estado
co ivulsivo a mpre o mesmo. Na occasiao das convulsoes solta
I gritos agudos, 'fita dordiz elle que tente nsssa occa-
tiaono pciioe ootfa. Pede-me instantemente me mude de medi-
camento.
Ntuvmica5' pot, I colher de em2 horas.
1 nclhora. Spasmos niais curtos e in:nos fr-
qoentes, de tO em t minutos poucomaisou menos. J nao gri-
,:i!o. 0 J a 80, a temperatura na axilla (sovaco) a
37 8i40.
Vm* 30* de 2 cm2 horas.
11 i I0-Osspasmes do tronco se estendem para os membro
inferilos que se entesara e sao saecudidos no acto das convul-
soes que se tornaran boje mais frequentes, porem inais curtas
do que dantes. Continuam os engasgos. riuor menos i undan-
ite consegulo dormir alguma cousa,aos
vez emanando despertado pelospasmo. Ex-
puisou alguna gazes ftidos e esta maulla teve urna pequea
Continua Nux-v. 30a.
Lia 11Desde 4 noute autecedente, convulsoes inais fortes c
frequentes. Recrudesce o suor. 0 doenie est emncinitrei, mu
II .- kord a pretexto mesmt fa e o sju temperamento normal, secundo sou
informado, apenas aggravado pelo estado actual.
O medicamento que fielmente se adaptava a este estado
moral era Ignalia: prescrevo-o na 5. pot,.
Nao era passada uraa hora, aps a primeira colber de Igna-
lia, arga; tarde, suor e sede mais moderados;
tpasmos miis afattadot,em interra.los jd de 15 minuto*, nppio-
Kmadamente. Durmi juan hora durante o din em decubito
i rtul, muito socegadamente. E' a primeira voz que cooseguc o
decbito, desde o dia 5.
Dia 12Spasmos anda mait afastados. de Ir' e n 12 hora.
As ulceras se irritara.
Em torno do circulo lvido que as limita, a pelie est ede-
mac ida e rosea. Mand" alternar com Iguatia Bell. 5.
!>ia 13-0 estado tetnico vai cada vez a mais se modifican-
do para melhcr.
O trismo j incompleto. As convulsfics sao mais inten-
sas ras pernas. sobretudo na direita Alguas furnculos li-
ridoa, apparecem no lado esquerdo, planta do p, perna e cou-
xa As ulceras tem augmentado de dimensao. Estao muito
rouxas em derredor. PreRcreo Lchesis 5. de 2 era 2 horas.
Dia 18 Spasmos mais frequentes e llorosos, Reclama instan-
temente por Ignatia. nico remedio que llie faz bem diz elle.
Volto a Ignatia 5.
Dia 29-Ulceras muito irritadas, lancinantes, ftidas. O
furnculo plantar se tem ulcerado. Cada lancetada qu
prococa um solremli" gerat. A perna direita est ede-
macia la. com uns tons rseos.
0 Pulsea 12;), Teaip 38 3/10. Mado alternar Atteniavm 2.
com Ijn lia 3.
Dtr2iEst s.'nsivelmoute melhor.
Desde o dia 5 so hoje consegue o Sr. Flix conservar o
decbito dorsal todo o dia. Dormio bem. Sente-se bem dis
n. u;''o obstante umi reacgSo febril, de 38 8/10.
0 edema ia perna melborado. Convulsoes raras c curtas.
i i 22 -Temp 37 6/19 pulso a 100, fraco, superexr.itavel ;
suor continoo, maij abundaot. A milliar ver.nelha de que
j i '. jaa cobre-lbe agorc todo o tronco. Ulceras
dolonsa tnesma .avajein, de aspecto escuro, sem vialidade
gangr.;nadas. Clieiro gangrenoso intenso.
Ars ". de 2 em 2 horas, bavagen) com Cpeolina.
Applicaces tonicte de Carvo vegetal e Chin > finarnentc tri-
tur;;
Di' a -Pwwegue a gangrena. Aeeuaa n doente fortes do
naa juntas e ao longo dos o.;sos co a abatimeato gersl, as
quacs ib< tiram todo o repouzi, nao--permittindo-lhe pregar
olb, hORtem. v'entre preso desde alguna dia3. Fezes
re ,. ioe auladas no recto, noceisitamfc) de preeeeaoa
mecb Ungoa a: .arcuada. Bryon 5, e r-
3 alternadamuDte.
les v.
. s do 'i rso e
. a 100, fracc, iatorraitteate. NSo ob-
stante, ti nuito bom appelite,
. alem de ovos quentes, papas eta,
desde que de!clararam-3e as raelhoras no Ttano.
Da 28. Ai i o rncml.ro c :; deaapparecide comple-
. Os furui ilado sempre de cor notar
tros murcliando.
A itar,entra ut mortifl-
;o. 0 pr. era-
das vo selimpando Pisso a eurr a* ul: eline
Bm| lo; nem ocarrt), uem o ti po-
dem as I avagos com Cfeolina. Como
applicaro inti nio.
Dia.z. Volta^ mnltracSo iraa. Lan
das s, provoca aovo sebresaltDS nos
memore- infeiMores. Vi
Dia I de i'ivereire. O mesmo estmiu : BUi 5 de 3 em 3
horas
Dia 3 e-Fovereire. .A hypercsthesia (snsibilidade excesj
i a gangreoa.
; restando apenas al-
qur.ixo a bocea abre
(;Cumpre-iU3 aqu r preto virtude. Ha W aiof
qU i i me ediii
mo essfi de d erdadeira caridade christa com que o
i moros de suai familia se desvelavam
Beteediaai i dp. pobre moco qu c object desta ob-
sia) dimianio consideravelmente depois das primeiras applica
cOes de Beti.
Botos esbranquicados repullulanmo toldo das ulceras.
Lavagen com agua simples.
Dia u. Pasao a alternar Bell 3 com Siph 30.
Dia 13. As ulcerad entram francamente em cicatriaaco.
Cesaou a bypereatbesia. SphurO*, 1 doze de 6 em 6 das.
t& de Marco. Ulceras cicatrtsadas. SO restam duas peque-
as excoriacoes de poucoa raillimetroa, no meio do tecido cica-
tricial da antiga ulcera da perna. 0 doente coraeca a abusar,
tem-se entregado a movimentos excesaivos de locomogao pelo
que a perna direita se acba um pouco edemaciada e quente.
Recoraraendo-lhe repouso at a sua completa cura.
Em fina de Margo a ulcerac&o crescia, os tecidos de redor ea-
tavara irritados pela absoluta falla de rgimen.
O Sr. Flix entra, nao obstante, na vida activa, sustentando o
uso de Sulphur.
Hoje, esta no goao da mais floreacente saude.
O caso exposto impOe-ae por aua importancia. Trata-se de
pessoa muito conhe ida nesta cidade; cujo grave estado de mo-
lestia preoecupou por tanto aaUenco deanuita gente. Nao es-
tou phantasiando factoa. Nao posso por tanto ser suspeito dos
iucredulo3 da hoaicepathia.
Sei de quanto sao estes capazes Quando se propalou
neata cidade a noticia da cura do Sr. Lieutier, nio faliou quera
nao dissesse :
Curou-se I ? Pois, entao, nao tinha Ttano Um ou-
tro : l Qual homoipatnia O medico empregava remedios al-
lopathicoa, em altas dze3, diss i m dada mente (I f)
E rinda aobejou quera.accresreotaase: que o Ttano
nao era bicho de-sete cabecas I. ..Que poderia citar tetnicos
que se hadara curado, as pencas 1
Que se testara na especie de um caso do Ttano, reconhe-
ceram-n'o os Drs. Simes Bartola e Vieira da Cunha^que dia-
gnoslicaram Ttano traumtico e reputaran! o caso perdi-
do ao Dr. Simes Harboza cito de oitiva, por informagi5e3 que
' me forara ministradas. Quanto ao Dr. Vieira da Cunha ouvio-o
do viva-voz, na casa do Dr. Leal, e em presenca deste e do Sr.
David Gomes Ribeiro.
S. Senhoria declarou entao que se tratava do Te'ano trau-
mtico e que o caso era perdido.
Nessa occasiao diverg do collega quanto natureza do
Ttano que raputei spontanea por nao haver irritagao as ulce-
ras ; conceito que, depois, vi-me obngado a reformar pela mar-
cha que seguio a molestia evidenciando a mais e.-Ureita res
gao eutre as ulceras e o Ttano em si, e-grande irrriabilidade
da paite da -mellas, que j i na noute de 5 se Uaduzia por se-
crepo excessiva de um pus de raa .ualidaie. Tambera diver-
g do Dr. Vieira da Cunhaem protrnostico, antepondo a sua
senlenga car-o perdido a seguinte aBrmacao : caso prova-
Tjlmente curavel.
Este modo de dizer muito intrigOD o Dr. Vieira da Cunha,
para quera o medio mo leruo a d i mais, sabe que o
no vemdeum mtcrobto, nao pode em consciencia aiancar
semilbanCe pr i) leitor sabe o que o miarob !
Eu Ih'o explico : 6 o in&nt :t [as; oque mata
o que. cura, porque ,o, por-;ue o
matar nao (-. de modo exagerado sobre o orga
rao. e esta aeco t\u qoaao exagerada vai morte, quando
limitada e bem t: o ailwpatbia modeni
que ja alfirma qu > in ouco tardar que nao
coifosse que o ioJlnitesimal cura! (ttomcepatbia). Eo que
9 j easas tentativas de curar a pitiysica, e o carbnculo, a
f re a < arella etc, com o micro: domes-
i cirbun nUoedi diversas
>- Itaraa ou dynamisacoes I
as, deixeuaso >mm-
: do fot wo, o pr -
Para provar a gravidade% Ttano, basta citar os seguintes
trecbos deauhorea allopatbaa :
H Ttano se termina m re ; o de
suceombe o mas das vezes do segundo ao quarto dia: o
commodo maior da deglatico, o augmento dos -.:
de aspnyxi.i. e rcsfriamenlo das ixtremidadea, cao indicios da
termiuacao fatal; Quando ao contrario a affecco deve terminar
felizmente, o iotervallo <|ue separa os paroxismos toroa-se cada
vea mais lonso, a dor acalma-se, a dexIocAo vai se fazendo
mais fcilmente e a relaxagao dos muscu!o< gradual e nao brus-
ca ora alanos casos suoras copiosos d8daram-se Jamis
l'nlltoloji; externe
' O Ttano urna molestia gravissima ,/ trs mortal,
lulo o //! i que invade todo o syatema ~muscular da
vida anima!.
A therapeuca dest' molestia nao menos impotente do
que a sua anatoma pathologica e certamen te os praticos se
consolariam fcilmente com o silencio desta, si se podesse in-
dicar-lhes um bina meio curativo. Nao sao tentativas que li^rn
falbado ; repilirei aqu o que teobo dicto do tratamento da raiva.
molestia ainda mais ternvel do que Tetan.v
A classe numerosa e varala da antipasma los, dos nar-
cticos, dos tomos, dos excitante-, dos aoiephlggisticos, dos
diapaoretteos ; emfim todos os m^os que a sciencia preconisa
e ato os que nao preconisa tem sido eopregados O raciona-
lismo caba em lace do empirismo Vidal de Gaeti*, Patholo-
gie externe Tomo II.
O Ttano se termina /v' i m sos, Quando prolonna-sc, deixa alguma esperancada.com. Bli-
tar Curlin'j em >4( casos wi/oou 238 vexesa lerminaeo pola
m orle.
E' verdade que se trata aqu do ttano traumtico. Canfor-.
me a raaiona dos autores o espontaneo menos mortfero.
Valleix. Gaide da Medicin Pratique. Tomo I
as condiges de gravidade desta molestia, como vm de
expol-o mdicos allopatas eminentes, p:rguntarei agora aps in-
tolerantes adversarios da Homeopathia, quelles que a difamara
e proserevom systematicaments sem o mnimo criterio, porque
n;m Ibes eonhecjiu a doutrina que nao leram se quer ; nem su-
jeitaram-n'a prova experimental, nico meio possivel de veri-
licaco as sciencias positivas ou de fa tos; perguutarei a es-
ses : se o niethodo de tratamento que dispOe de unios de cura
de molestia tao formidavel, nao digno de f e de estado i... Se
esse niethodo cura ou nao cura em una palavra ?
A qu; tristissimo ridiculo se remettem, ante lacios desta
ordein que tao eloquentemente se imp;m consciencia de to-
dos, esses que, na impotencia de combaterem a Honieopathi i,
leal e vantajosamenle, uos jornaes, nos livros, tas Academias,
nos Hospitaes, limitara-se a desacredital-a, a socapa, chaman-
do-a de agua fra, agua do pote etc., etc. !
Dizer que a Homceopathia cura todos os casos de Ttano,
Sue a gravidade desta molestia assim desapparece, anta pro-
cuidade dos noss >s meios therapeaticos, Cara avangar umajn-
verdade, propria s da ignorancia pretenciosa ; mas que a gran-
de mortalidad.: da molestia verificada pelo tratamento allo,.athi-
co, aqu consideravelmente reduzidal facto que nao soffre
conteslago.
Lastimo nao ter mao nenhuma obra de estalistica compa-
rada do tratamento do Ttano, n'um e outro syatema, com que,
de presente, podesse confirmar o conceito emittido da superio-
ridade do tratamento HorneeDpatliio, neste terrivel raorbus.
Fundo-me para arirraal-o na minha experiencia propria, e
na dos collegas horaaeopallias, e ainda na dos allopatuas que tem
nesta molestia obtido^successos empre-jando medicamentos homaeo-
p -thicos.
Um coramenlador de Jahr, no British Journal di/.: exami-
nando os relatnos dos hospilaos homeoeopathicos de Vienua,
Sinz, Kremsiir e Nechanitz, de 1832 a 1848, verifica-se terem
sido ahi recebidos apenas dez tetnicos, dos quaes suecumbiram
seis, sendo que dos quatro curados, s um nao er t traumatito.
Poucos sabem que Aconitum pode determinar o Ttanodiz
Hughues fProfessor de Materia Medica e Therapeulica na dscola
Hoinceapathica de Londres) em seu Manual de Therapeulica segun-
do o Methodo de Hahnemannmas as referencias a casos de en-
v nenamento que dou era nota porao o facto fora de duvida.
Aqui anida possuiraos algumas experiencias da velha cola de-
monstrando que elle lio tetanifugo, quanto tatanigeno. Em
minha segunda nata encontrareis rsteienctai de nove casos tra-
tados por Aconitum (dos quaes oito erara traumticos); destes
casos oito curaram-se. Contina o Dr. Hughes; 0 Dr. Stillc
(medio allopatha) cita oito casos da forma traumtica da mo-
teslia em que. o empego da stryknina foi seguido da cara, A doz.-
foi do um oitavo a um de sseia avos d > gro. ::-i: medico sen-
te-se embaracad ) em explicar taes r asaltad os, aos quaes nao
pode seno SQggerir a idea de que a strychuiuu acuie por substi-
tuico, o que, conf )rme os Srs. Trousseau e Pidouz, equivale a
dizer que o procesa i 0 hormBopTthico. A bomoBopatbicidade da
stryclmini io Ttano nao tem uecessidada de demonstraeSo. l'.'
um destes actos que tendem a provar o carcter (bnaamental
da le dos seraelhantes.
Tratarei agora las miabas experiencias psssoaes no trata-
mente desta molestia. No Manual Uhico qua publi-
quei em Belcm do Para, em 188J, e cuja lia
muito esgotou-s l-se is paginas 128 a 129 :
F. cria.. fi'li doS. ifigu I F .'. tolva,
' \.N-1. Ii
tema do tr tfttme 'i ttUop ; eo. Cuy- pela
Qua-ido fui '. tea a havia
sido ja'desensaada pelo medico, allopatha (o Dr. 6o linho) que
ato entao a tratara, o qual chegara e* de
fumo, Bem nada conseguir.
Havia aporto constante do tonie ge-
raes, vindo p>r paroxkmos D pelo menor to.ue.
y A temperatura ora elevada, haviam syjnptomas de gastro-
enterU muito ra>rd\ diarlha amareflaJa.com tenesmos,
(pUXO ipio -i "''i. e I m resultado
nenhum Com ahora certa i, forma
sitio palustre,
ino do Arscni-j, o qual sendo tambem impotente ; empreguei
Chitn., sobre'.ul i aos symptom.is de gastro euterite
coucuraiUante e d-> eaniroeo previ i do funn em '...-t c
Aqtttlle madicamwtjto \Ckatn.,) foi oro a-
diilo xito, sendo applicado om o* s depon lt* dinamisagoes.
Cureij p ., 'iw.'iin eu na citada Obra,um caso de
Ttano traumtico, lade, devido axtracco de biros
dos es ; no qual caso^haviam symptomas glBrricos muito pro-
fundados, vmitos, na:ir._ j, timgua u'ierta de um branca sujo-
Foi por mira publicado, n'om dos jornea
.Icsla cap.
Na Capital do Amnzonas_curei no EstabajecmenlD dr Edu-
cm tos ArtDceS de que era b medico a-raed mi i all
i tempo -era a Mmeopatbica)a um alumno atacado da va-
ispontanea de molestia, mas-cujws cynvuises eram ge-
neralisadas e intensas. Os ntedicainenos que aprovaitatloi n
te cao fjram Acn., Bell, e Rhus.
Nio sjr destituido de interesse, para concluir com este
trabalho, que gaseemos un golpe de vista retrospectivo ,e yn-
tbetico sotite as iadicagOes mais importantes suggewdas p-;locaso
expojto e o moda porque oorresponderam s i mesmas os tae-
dietmittos horaeopathicos empregados. ComBcemios pelea pbe-
rromerKurttanicos em si.
Dos dictos medicamentos dois agiram de modo .benfico
contra estes phenomenos : .V.r-uiapplicada na 5' e 30' pot., em
pleno apogeo d molestia, consagne melhora mudo sensivel e
quasi immediata. No dia seguinte {9 ao do seu emprego os
accessos sao j& mais curtos, e distanciados e menos dolorosos.
O pulso-so tira urna aiflferenga para menos, em30 batimentos por
minutos, o que quer dizer -mais tora no funecionalismo do cora-
gao. Na noite desse dia houve expulso de gaaes e na manh
seguinte urna pequea dejecrao. A aegao benfica do husmo,
aqui se explica.
I "Por conter como principal alcaloide strychinina,o sime
mais perfeito do Ttano, at hoje conhecido, naphrascde Hughes.
i. por adaptar-se aos hbitos de vida do doente (abuso de
caf etc.) e constipago de ventre actual. Paz Aivarez avangaem
seu Troludo de Therapentira II imnpalhica que o maior numero das
curas alcangadas no'tetano o tem sido por meio da .Vu.r-t. Toda-
via recrudescem os phenomenos tetnicos no da II, coincidindo
esta aggravago com a mudanga na potencia do medicamento que
da 3.* passara a ser applicado na 30". Tal circumstancia nos leva-
ra ao emprego da potencia primitiva de preferencia mudanga
do medicamento, como iizemol-o, si rases de forga maior nao nos
impellissem neste sentido. Quero fallar dos symptomas raoraes :
temperamento em extremo emocionavelchoro abundante, a
solugar, a proposito de bagatelias. Variabilidade de character, o
riso faemenle se laccedendo ao choro, ele. Este quadro era
ciaracteristico de Ignatia. .l desde o comego da molestia havia
en observado qee mais por cagan siuIliii ihiejm n impres-
ao>phvsica, toque da superficie etc, se despertavam as convulsoes.
Outro o mora* de nux B oobm em UeaiasitaUia, netaM(ihora
de sfmptosan8 o qusrbrde smatajubasncaerisUco. em aaiena de
indiaagfieB therapeuliaat) d'ain veio que Mhuate mu rao ase e
fosse bem succedida aua. sobstiUg*o por Ignatia. Ja daaoa-
logia da composigao osmoiea entre as duaa-attbiustoias em natsmo
lera como alcaloide principal a strychmin se devia i abrir a sua
analoga' therapeuttca-uque portan to onde a primeira taibasse po-
desse ser bem suceedida a segunda oa vioe-wrsa.
Habaeataon (o descubridor da-Houuupathia) oassideraaa lj-
natia como um dos prraeipaes medicamentos uo tratamento.sk> t-
tano. Na phase da moieatia em que a gangrena eraonue utaia cha-
ma va a attengo do-psaco: Artenicutn foi o grande medioasaenio
Entre os seus etfeitosrm hcmeiu sao. se encontram : prostrago
de forgas, com suores, sobretudo fros, fraqueza c intermitiencia
do pulso, ulceras, furnculos etc., lvidos e negros, mor.iiicago.
esoharas, edemae ou infiltragJo -serosa, reacvo febril, agilayao!
sede, eta; sua liomiepalhicidade era, itoclauto, perfaita aqu
As dores lancraantes as ulceras que sobrcaotlo molwtaran.
o doente, roubando lite todo o repouso. ced^rsuu a Itetl. ano tem
em sua Pathogenesia dores lancinante* tr. nos tdctni, safmt.ulu
ao otqne, com estremecimenlos. sobresaltos etc., gangrena e
sphacelio, etc., ele.
Kinalmente a cicatrisacao das ulceras 6 promorida por su -
phur 30. que a nossa escolta nreconia como ruedicanK-to sobera-
no neste sentido, como antipsorico poderoso que .
Hccife, z'idtiMaiodeltjOi.
Dr. Julo .Vano.
Medico Honio-patha.
S??)KT
I">3r3i-?3a!> ti Canipo raodt>
RoaUsa boje a st wrrtrta, nra i qam n o-
pcf'iooa ao lbbeo mu nx-*lleole provramv.
A' e-;.; CUBdijftt) r#>i:t- uia< inscr;pgii es
mtiurea para.taetrofl de ni->o tarf.
fdda la ica poW, tnv >" wiisisiMi CHUM'
:.- gyaioseote sm
irse a eil-, e3Torrr*oi
Pa .pit :
; ;-.( EO oSfUiN das sjsaw apra,
d8cfies :
l* p.. e.. im- R '.-'d \U'-\
J. ivrto-T : 'i' i ._;,'f> |...
3. p ITucv 4
4.' ^:-r ">B snsrk *V-t i,.i i'-)--.:., 2."
3." : m Viamn\4orVla--..i .
fi. f imaaoTtfdn .
yo : ,_. v >-. ).; TmlooMal, o.
-v matando o espirito de i
US \ fgl^JOamoraotrabalbocomo
. _______________________'__ maliciosamente espaihade
Xutlca Colonial Suassuna
a peligo a que me refer no meu ultimo
artigo e como me ronata que o Sr. ccmmenda-
dor koaquim Lopes Haebado diz que foi ella {si-
ta, aluciando eu colono-, provoco-o a proval-o.
o escrevo os neenM dos signatarios para
dongar este artigo; porm o Sr. commen-
dador Lopes .Machado ou alguem por si poder
saber quacs foram os coleos que nsignartsm
;gao, lendo.-a na Ivpographia do Diario de
on le Beara sua disposigo e do
publico
i [Um. e Exal. Sr. Dr; delegado das trras e
colonisaco de ernanibuco.
i Os abaixo assignados que representam a
maioria dos habitantes do Colonia Lucena, cer-
goa de um cantinho de Ierra onde possam exercer
sua actividade, coaiprando com o trabalho hon-
rado o sustento de que tanto precisam.
A Colonia llevo constituir una t funda.
Todos os qu: ueila habitar mi deven vite na
maior homegeneidade de ideas c pensamentos.
collaborando para o seu progresso malenal e
moral, inspirando-so nos couselhos de V. Exc.
que, para corresponder coniianga depositada
pelo Governo que lile indicou esse honroso
posto, e pilos demais (ovemos que nelle o
tem conservado, deve ser o seu guia a pro-
tector.
Base desidertum, porcm, nao se poder con-
seguir, conservaudo-se una miaatia trefega,
qu; ludo estragar perturbando a tnuiquil-
lidad ; dos lares com as dissencas intestinas,
matando 0 espirito de associago e quig o
descredil > pr l'u-a c
paiiiado, e finalmente divi-
dindo em dous campos adversos esta colonia,
digna de melhoc sorl i.
Todos os malas que viraos do apontar c ou-
tros que a mUlligenda esclarecida de V. rxc.
supprirdemuidam ornis severo correctivo,
que nao pode ser outro seno a completa ex-
lirpaco.
Para essaoperac&o de bygiene moral v. Exc.
encontrar o melhor auxiliar no compendio das
los reguladoras des direitos. e obrigaces d s
colonos para com a admiiiislrago.
Ii V. Exc. que tem lido energa bastante para
percorrer a estrada larga e limpa que condn/.
a perfectibtlidade, j Uo prximo do termino
onde o esperara as saudagas das familias agra-
tencem, uuia, das pessoas que ll.e foram indi
c nas para me substituir na pos-e nominal das
mesmas aeges, oulra, de mim forgando-me a
um donativo calumnioso a Santa (asa de Mise-
ricordia.
Tenho o dever de honra ik demonstrar que
nao ,sou um perjuro c que V. S. nao se di
deu e apenas aecusou-se. ^i for mister com-
peluei V. S. a um juramento d alma para qu
os homens serios d'esla capital, con vi i
que S. S. o maior accionista da Companhia
Progreaso Coknial. poique nao ha duas opi-
niGes a esle respeito, vo presenciar faltar V
S publicamente ,-ua ronsciencia. perjurai
Outras pcfJMM poderc ser pi r mim chama-
das a jarasMss ttam de rntt que V S. n*i
consiga marear a nimba reputacan para salvar
a sua.
Voltarci a bjsprensa pa
ver c confundir ao Den gado de 1 "10-
ii ncAA que prepaioii para si nm i-
quer agora exp!-ral-o por meio de lala
ferro, porque islo coive tai t i ostros.
Recife. 2G Maio I89'i.
/
Ao 5>r llitnoel Karatu sMsjsj
Congratlalo.' i iniiu dic
Por occasiao ./. erem fnuti id
atranca des seus iwi ii
sao de Ihl a i, tjt Tarn
Tin rtilo darlo i iununda a froiii
Saliisl..' da batalha mira.i no e r.
Por Ierra dnriiiasl o rborU vil
Que abaler te nao poude i falla .1
decidas dos c lonos desprotegidos, e at, ha
pouco, desprezadoa, nao poder recuar mais. In sec'lo do Dover. Rebilge a luz pnl nt.
tos deque a nomeaco de V. Exc. se impoz devera 1110mo ,;slIueC(.r rcrl;ts SUfffIL.sl0ci (,n,| Do jusi.cn, de D-,us o braco vlogai,
como urna neeessidade, quando foi preciso im-
pedir o desmoronamento completo desta fuuro-
aa colonia, em um lempo em que o esbanjamen-
to dos dinheiros pblicos tporquo nao dizer f a
iaimoralidade tinha tocado ao seu apogeo, sen-
do V. Exc. aqui rece'oido pelos primeiros actos
.- muros demoliste intriga deprimente
so produjera effeitos, as almas estrellas, para 11)t,.,,j volando ., iasf.--, ,,,., ,;l0 ,,., |lU,lo,
s lenilirar-se da grande responsabilidade que!
tora pelo bjm ou rao resultado colindo na
colonia durante a admiuistrago de V. Exc.
Isto concorrerj, esperara os supplicaules, para
que V. Exc. voncendo os ltimos obstculos,
que praticou, como urna especie de Providencia, i ^^ mhm Q remedl0 cJ.trcmo ;i0 IU|1 quc
mas leudo depois por urna orientago pouco feliz,' (amb ,m extremo.
a que o hornera mais forte est rajeito, deixa- j ^^ LoJM^ ig ^ PeTewiro ue l89i.
do-se Influenciar por certos personagens, cor- geuem w pj-gDilBti de Colonos.-0 ssu|i-
rendo d'esfarte no desagrado da maraados co-, pli(,an|es aedarcin IHlaes sio o thmmfot mim
lonos que se manifesiaram desde logo em oppo-1;( quo M rc|tl.on|i aflm llc po ,r sta Me&^
sico dmiuisiia/o de V. Exc, convencidos i prov,dtncar
agora, tambera pelos ltimos actos que V. Exc. j ^.^ 2;{ ^ Fcverer0 dc ^04.
ainda em lempo quer (rutar o honroso caminho ^^ Qes _mn Exm Sp ^ dele^ mIo
to brilhantemente encelado, e do qual infeliz- dfl tcrras e co|nsa5;u0
mente por momentos se desviou, vcm respeito-1 (1. sif,llatai.os d;1 pcli(>.ri0 relro nl0 iiuli.
samante pedir em nome de suas familias, que V. i mm pe,o3 nome3 o$ indviduoSi a que se re.
Exc. empregando um pouco de energa nw.{feirwn) porque, alm de liles parecer ocioso,
nao deixe-o menor vestigio daquella epocha quejdesde qU(J pela3 f|iClQ3 Me,ados e por outros
ara os supplirantes foi de desolaco e de dor. d< nao odsruIU os Uppiicante3
par
Esta colonia foi creada, V. Exc. sabe-o melhor
do que ninguem, para proteger os nacionaes e
estrauge ros pobres, que quizessem prosperar
cora o trabadlo, fazendo progredir a colonia., V.
Exc. cora a sua adrainistrago criteriosa e econ-
mica ia satisfazendo perfeitamente os intuitos de
SUa crcago, quando leve a infeliz idea, perrail-
ta-ttie V. Exc. a expresso, de convertel-aem
receptculo de dinheirocralas, qne para ella ar-
regalaram oa cilios concupiscentes. 0 resultado
nao se fez espcrarN. Os potentados com os seus
prenles e apaniguados tomarain lotes, e depois
de conseauirem esbulharalguns paes de familia,
quizeram a colonia toda... e teriam at acaba-
do por eliminar V. Exc. e seus dignos auxilia-
res de adrainistrago, pois para isso iam collo-
cando na colonia os seus prepoatos, se a Provi-
dencia nao tivesse despertado V. Exc. Os aup-
plicantcs comprehendendo a desgraga que os
ameagava, de.-am o grito de alarma. Por elles,
por suas familias, pela colonia, por V. Exc.
mesmo lancaram mo de todos os recursos que
ibes estavam ao alcance, e com o maior sacrifi-
cio recorrerara at a imprensa... Mas tudo foi
debalde Correrara os tempos at que julgan-
do-se seubores absolutos, revelaram, talvez pre-
COCemenle, os seus tenebrosos planos... Esbar-
rado*, como feram, em suas desordenadas pre-
tensOe^, V. Exc. sabe o que elles tm feito, j na
praga do Recife, para desmoralizar a Companhia,
j na propria colonia espalhando a intriga e a
diffaraacao, po.1 intermedio dos seus dignos
amigos, com o flm malvolo de impedir que os
colono? lorncgam caimas a Compania, para tor-
neeel-as a urna engenhoca, levantada com o ca-
pital delles, e dirigida pelo mais graduado dos
seffs adherentes. Nao tem recuado dianle de
i alguma. Agora mesmo, caprichos.mente
te opputeram a passagem pelos lotes, que ainda
lagaram, pois at as sementes das canoas
que plantarara se achara a dever colonia) da
frrea como manifest intuito de demorar
liufgo da-din.a, e portanto ticar a a;!mi-
;o mu a sjompanhia iiupossibilitada n>
iortor>o raaehinismo, retardada a- raoagem
dasannas,oquc trara o desprealigio panga
(Eompanhia e o proveito para a engenhoca delles
filialmente relatar.todos os.iacidentcs desta
campanha, sobre ser ocioso, porque V. Exc, a
colonia, a visirraa cidade cte Jaboato, uDirlie-
oe-os. O que os supplicantfe3 desejam.'e insiap-
LtJemente rogara a V. Exc. em nome de suas fa-
milias, da traniuilidade c proaneridde da co-
lonial-
No eeo a fulgurar, da d usa da Ver !.i I
lirlianl.i pela fama da sua asrestade.
Teu nome laureado lia limito se tiiojou
E, da mentira negra. mmunda. o vi1 mM,
Reprobo, pundento-um monslro con-umn;
De ferro ruim Rmdhlo, balen e se qi brea '
l'KI.IXTO 1)F. NA\ AMO.
conhecimento e quo s por V. Exc. deverisin
tr sido apreciados, tornava-so claro, transpa-
rente mesmo quaes eram ellos nao quizeram
desear a Individua lid ade; uraa vez, porm,
que tornarse nacessario obedecer ao respeita-
vel despacho de V. Exc exarado na alludida
petico, por intermedio da commisso abaixi"
assignada, que tem plenos o Ilimitados poderes
para representar os mesuras signatarios, de-
clarara com a energa e desassombro que con-
tinan] guardar em todos os seus actos que os
elementos mos, sao :J0AQT'IM LOPES MA-
CHADO, negociante na praga do Recife seu
socio CARLOS DE PAULA LOPES, seu irrao
FRANCISCO DE PAULA UOPES, engenheiro
CARLOS ALBERTO MACHADO, tiln do pri-
meiro e chefe do trafago da estrada de ferro
central de Iternumbuco e ALBERTO LOPES
MACHADO, anda tilho do primeiro
Colonia Lucena, 26 de Fevereira de 1894.
Latino Gesario de Mello, Francisco Floro de
narros Aj-aujo, Francisco de Salles Evange-
lista, Adolplio Augusto Combe e Antonio Fau-
rv..
Da 1 'itura desta potigao tica o publico sa-
bendo como sao mal vistos o Sr. Conimenda-
dor Joaqoim Lopes Machado, seus filhos, socio
e irmo entre os colonos do Ncleo Colonial
Bua&una.
E' tal o inleuBMM que tomo pela rninna de-
fesa, que, colleoionados os arligos que foram
publcalos, sjr lida em folhetos. Tenho con-
cluido.
Recife, 2G de. Maio de 1894.
ManoelsBarata Gil
- ?---------------
A j r. Bar ta Gcs
0 artigo de hoje, da crie dc4 arligos fofos
que nada provam e que sao a.iuaior vergocba
ipura nm funcionario publico, o ultimo, ao
que prete, de urna defeza estafada que indi-
tinflU a opinio sensata.
Agora commigo, Sr. Dr. Barata Goce, Dele-
fado de Terra* e Colonisagao e murar accionis-
ta da Companhia Progresso Colonial.
Intimado judfcialmej;to:rHiriaei enujUo fqsj
V. S era. aedoista da"iGompanhia Progresso
Cafcnial p*rteilondo!lhe ia(J.aojOi vara em mea i.ome, a seu pedido, Depuz-a
vefdada, e je declaro pernote a opino pu-
onmprc com argumentos- incoirtpstaveia provar
es'arfalsidade de que o pUblice'j est convai-
lonia que : inspirando-so'V. Esc.' vivamente^bSca-que a negativa de.V. S. fr falsa', e que pie
na generosa iotenaao que Drosimo a creago da
colonia, elimine de vez esses elementes mos,
fazendo-os substituir por :paes de familias-po-cidd.
bnes, raaBtireconhBddamentc* lionestok e traba- 0. -Sr- Dr. Barata Ges nio .receber tlaas *-
lhadore3, que vegetam com suas fadlilias Amin- Ues a importancia das O acedes queHieper-
'Itclatoi-io laCom ittti.lia c!- l*a
itilieac*rio
E' preciso salvar a Companhia a t< do o tran-
se : esta nisso emp-. nbado o foiuro do itauco
da Bolsa.
Director gerente.
No uino de 20. mostramos que o relatono
nao o verdad iro dando para despeas ge-raes
a veiba lie lis. 30.4' .'J42U, quando s a V Ig-
nranos e de Rs. 38:70U0 0.
Ha ainda vo naJango dua> verbas de qtn* de-
vemos oceupar-nos. Uma e a de Letras a reer-
ber Rs 78:901 480.
Ora, a Uompauhia nao descosta letras ; nao
faz operages dc crdito a nao ser o emprego
de seus fundos em ttulos ao portad r; prtan-
lo, nosso ver esta verba a coniiuuagAo de
dividas perdidas.
A outra o a dc Diversas coutaa Rs...........
476olot30. Sobreest temos a agu inte ex-
plcago : A Companhia mantera WHua Ira-
balhadorea peneiraado fannia velha e mista-
ran do-a com a nova para dar-lhc sabida .Co-
iibecemoa por experiencia.)
A familia penetrada mxime acodo velha da
um prejuizo de 25 a 40 V no pezoe quaulida-
de. (Nos fallamos de paanque
Tendo a Companhia um deposito d<> 40 a 50
mil barricas, houve portanto, o prejuizo de lo
a 15 mil barricas e o processo da poeira.
Esta circumstancia que nao aparece no re-
latorio foi colorido com aqueile titulo. Se nao
houvesscinos lulo uro parecer bacal quo dw le
encontrado tudo conforme e rogular no? ssjp-
poriamos que esse relatorio a expresso gu-
duiua.da inverdade !:- J'acile Probandatnt.
. Mas preciso acreditar no que assiRnaram
os tres Luzeiros do commercio desta nraga. om
dos quaes, pea sua illustrngo e verbosidade
fez jus ao cognorae do grande tribuna da Re
volugao Francexa !
Precisamos concluir; nio entallemos de ci-
fras, j o dissemos ; nossa escripia t por par-
das singeias e assim vamos apreciar o estad >
real* da Companhia.
Vejamos:
|CtM
Fazendas Geraes tt8:1582(i Deve-lores Senes 4262*4i:>
Ttimos ao portador
Dioheiro U.363M40
EcptculagOes c p. 3jO78Ju0
ovis, immoveis, edili-
-cago, fabrica ele. f&VAfJ9i'
9ni:7A3
Accionistas
Deecontos
l.nlirr.s a pagar
Ditersas cuntas
Dficit verificado
PeassM
516'SsOHPII
o36:<9:i:
U 71:118*31
Para diminuir este dficit a Compaabia tem
o dever de uzer pronjpla rime
restante do cap ta. mii% Ui.3Mi sobre as
aeges nao -comniiasadaa, IVeadoaiada o sal-
do dc Rs 72t.76W650.
Mas, scudo estas aeges em su:. otis-
darle pertenceates ao Manco da ^'as
amigos, prenles e adh"ie e-\ fura a Coapa
ubia osa eliamada J.. .Entretanto atsssnpiaaiia
tem ainda deante de i osn benito fetufo :
Aprojrcilaros terrenas que possee na Im-
perial, eo plautio do trigo, montar moiaAos
de vento nais baratos e menos disoeedsseos)
e mandar vir apparclhos aperfeigaadoa para
fabrica de todas as qualidades ile astas di
ras e molles. I
A Companhia uae poder e iltir,
suas T.coes; m e poder dar applirecae aos
seus ttulos de valor inconlestsnreW o ees>
lurahir usa tuiprestimo com o poverao u bmc-
mo no. eatrange ro ; para o oe le ailecsn
astucia geito eu habilidade ao seu digne ge-
rente. Nio failecem, certamenle I
Vm occiemneim.
, P. S.
ai*bemos a ultima hora que segu* pase Be-
ropa no vapor allemAo, para comprar udirnaa,
o gerente daa padarias itisnnlo i
Sr. Jcfio Fernandes doJ


rmn
<
"t"
a "



Diarto de Pernambnco U o mingo ft? de Halo de 1*Q4
A eheia na Torre
Ob moradores do arrabalde da Torre, nao sen-
do indifferentes ao que testetnunharam com re-
lacao a energa e promptidao cora que se porta-
rain o subdelegado do 1 districlo, pragas do
destacamento ali estacionadas e grande numero
de particulares, deai.te do grande perigo que
ameacou a vida e propriedade daquelles que
pela sua posi$ao topographica foram alcaosados
pelas aguas da grande cheia que tomou e conti-
nua a tomar proporcOes incalculaveis, vm tor-
nar publico por ease meioque se Ibes offerece
o seu sincero reconbeclmeoto e gratid&o pelos
agentes servicos prestadog por todos aquelles a
quem te reterem e que tao uteis se mostraram.
Faiemos todos, t>ois. ardentes otos para que
tSo prestaveis quao humanitarios cidadaos, que
nao trepidaram por em risco a sua propria vida
correado em soccorro de todos quanlos reclama-
vam o seu auxilio, esquecendo tudo em favor da-
quelles a quementSo eramtaonecssaros, sejain
justa e devidamente recompensados, quando nao
pelos poderes pblicos, ao menos pelas heneaos
da Providencia.
E assim ficaro satisfeit03 nao s os soccorn-
dos com todos 03 que foram testlmunhas dos
bons servicos prestados, principalmente pelas
pragas do destacamento que se mostraram n
cansaveis-
KX-
k
E' hoje que por entre o risos
i e alegra da familia e dos amigos, |
g festeja mais urna primavera na g
y sua preciosa existencia o uosso
1 Uistinctissimo amigo o Sr. Joo
I Marinho Falco. i
Rejubilados por to auspicioso
4 acontecimento, iremos encorpo- H
? rados abracar o uosso amigo de- V
{ baixo de vivas e do estourar de
i la champagne. I
Recife, 27 de Maio de 1894. Q
Izaias Gomes de Mallos. *
Jeremas Gomes de Mallos
Joo Baptta Galoo. i
~d 'aJC* mKM* aO*PHp'
? *
Ao Commercio c ao Publico
Moraes Filho declara no commercio e ao pu-
blico que nesta data venden o su i stabeleci-
meuto denominado Od Eugland sito a Hua
do Mrquez de Olinda n. A ao Sr. Alvaro
Bavlon, livre e desembaracado.
fiedle, 2(1 de Maio de 94.
Moraes l-'lku.
Ao Commercio c ao Publico
0 abano assignado declara ao publico e ao
commerci i que nesta data comprou o eatabele-
cimento od England, livre e desembaraca-
do, ao -Sr. Moraes Filho.
Recife, 20 de Maio d i 95.
Alvaro Ha Ion.
Contraria da Santissima Trin<
ti: tile
A commissao encarregada da festa
da Santissima Trindade, vem pelo pre-
sente dar um testemunho de sua gra-
tido e agradecer a aquellas corpora-
les religiosas que dgnaram-se abri-
lhantar com suas respeitaveis presen-
Cas o trajecto de sua procisso com o
valioso concurso que lhe dispensaram
fazendo menco da Ordem 3.0 de Sao
Francisco do Recife, e bjm assim aos
distinctos cavalheiro, General Comman-
dante do districto militar, Dr. Questor,
ao Major Augusto Leobato de Moraes
pelas maneiras attenciosas que lhe dis-
pensaram, fazendo cumprir de prompto
o que lhe haviam solicitado, ao seu
prestimoso irmo bemfeitor Manoel
Goncalves Agr pelo grande interesse
que tomou pelo brilhantismo da festa,
a Legio de S. Mutuos dos Officiaes da
Guarda Nacional pelo bom acolhimento
e prompta execucao ao seu convite, ao
Sr. commendador Joo Jos de Amorim
em particular pela grande attitudc que
tomou em esforcar-se a bem de servir a
commissao, a todos estes pois o nosso
reconhecimento e sincero agradeci-
mento.
Consistorio da Celestial Contraria da
Santissima Trindade em 25 de Maio de
1894.
A commissao
Sebastio Lopes Guimares.
Agostinho Jacome B. Pessoa.
Manoel Joaquim Ramos.
Jos Ramos d'Oliveira Jnior.
Theodoro da Silva Campello.
Custodio Ferreira da Silva.
Antonio Barbosa da Fonseca.
----------------.*---------------
Ao publico
D. I-menia A. de Mattos Lima, faz
sciente a quem interessar possa que as
bemfeitorias existentes no engenho Timb
Asse ]>ertencentRS ao Sr Augusto r"esar
de Andrade esto sujeitas a urna execu-
yo superior a 4:000j000 como se y na
certidao abaixo.
Recife, 7 de Maio de 1894
ismenia A. de Mattos Lima.
Jos Genuino Ferreira 2" tabellio publico
judicial o notas escrivab do civel,
commercio. privativo das execuces,
jury e execucao criminaos do munici-
pio de Ipojuca, em v rtude da le, etc.
Certifico que a pedido de D. Ismenia
A. de Mattos Lima em meu cartorio
corre urna execucao contra Augusto Cesar
de Andrade e que foi arrematada pela
mesma D. Ismenia A de Mattos Lima
de cuja arrematacao pende embargos o
qual est sendo discutido e que a execu-
cao do valor superior a 4:0O';8000 alm
dos juros e custas. Dou f.
Villa de Nossa Senhora d'O' de Ipojuca
5 de Maio de 1894.
los Genuino Ferreira.
dietriclricto, cao tem administrador cao tem
nada ; podem deooncitreu no todos os dtas.
Pobre Sornbtm, qae oatr'ora alegre, felli e
eocegado viva ; eaia deserto, triste e lj con-
vertido em trra de valeatoes.
As cialisaudo-ie as de diversos asslgnantes, do ca
pltao Alfredo Gongaives, boorado arrecador mu-
nicipal de Limoeiro coja familia ja tem soffatdo
desacatos.
(Nao lemOram-se porm eiles tolos qoe
< qaaodo servlam de aicovitelros ao mesmo ca-
. iltao Googalvea e qoe como recompensa res*-
1 blam iobeiro, chapeo roopa, calcado, cigar-
< roe. etc., etc., ele, elle era ss majamente
bem). a
Miseravels)
B' realmente horrorosa a actual situagao mise-
randa de-ta iafellz trra: agora mesmo para
maiar cmalo de persgatelo e desresfHto a M
acauaojjlz desabusado deste districto. Lmreo-
go Moneo, de coostroirlum tronca (mstroiaento
boa jo por lei) qae vive a afrontar a bamanl-
dede.
Ser posstvel a contlousco deste eatado mi-
seravel de cocsas I
Onde estamos... na Calabria?
Jostiga Sr. admlolstrador.
Providencias Sr. Dr. questor.
Snrubineoses alerta com oCabellelra.
Prosigoirei.
18-59.
Um pof iodos.
Capella de S. Vicente de
Paulo
Reiaco das esmolas reeehldas
para a cmstrucco da Capel-
la de 8. Vicente de Paulo, ao
CclCegio da Estancia
fCoatluaco)
Trasporte 17:3075000
Francisco Bomingnes 6#000
J^s Marques Ferreira 6WW
Juaquim Costa e comp. A^OOO
loi de Azevedo Mcodonga 6J0u0
Jos Clementioo Bezerra de M:o 5^100
Maoorl Cavlcanie 500o
Artbcr Magaes uoo
A&toclo de Almeida Rabdlo SJiooO
Manoel de Seana StOO
Eran, isco Gjncalyes Marga 55500
Jo4u Ignacio Fra^a BIO00
I. 9. Ai ves e comp. 55000
Moraes 54000
Toeodomlro dos Sanios Selva 550UO
Dr. Jo Florencio :le Girvalbo 55000
Caplto Carlos Feraaudes de Abren 5500J
Plato Saolos e remp. 550O0
Jo.' Dcar.e Peteira 5500
M-o:. da CosU Brandao 550i<0
Fraaci-co Piulo Alves 5500J
. t. Lsureiro 55000
Albino Azeveao 5500O
J0:6 Jjaquim aM Santas 550/0
Sevenno Saraiva de >.;i: aie o$\)
Manoei^Guiaiaraca 5500J
Sampaio riodngaes Maiiibo 65000
J .se Ro^opiaao dos SaDtos 5^000
Capillo Antonio Eoswcnio de Al-
oqoerque 55000
Freuerico 55000
Luz F. Gjmes e Sil7a 35000
Dr. Migoel Felippe de Sooza LeSo 35060
Jot- de Aracjo Veiga o,':\,')
Bema^Filbo 550U <
ioi Ramos de Oliveira Janior 55000
Camlhou Sampaio 55'-0
Jas Esnaty 55000
inlccij Jos Alves 550.0
Lniz Gonza^a 55000
liugclino Macbado da Guaba 55000
Jjse Nogaeira de Sooza 55000
Jos LejD .rJo Grego 55000
Or. Beato Jos da CotU 55000
Jos Francisco Biuei.cjurt 5^000
Peteira Ffrrtira e comp. 550 0
Joiquim Gongaives de A. Silva 55i00
Jo Valtt 55000
Antonio oe Cosza 07eira 55000
Manoel Veriato do Socorro 550^0
I.uu F:rreir e comp. 55000
F. P. Boulnreao 550C0
Jos da G*ma Malcber 35C00
Joao Oliva 5*000
Jos dos Santos Selva 55U00
Loorcugo RiDeiro da Cacha Olive:-
A EQUITATIVA
SocieHMnti Qb Seguros fie Viaa Qos MWio
::s-s;:ita2L3 urs ssjass:s-:33i7 or ns :sits: statss
EH JWIIIK I 1SDI
Activo.....
Excedente ....
Renda annual......
Riscos novos......
Total dos riscos vigentes .
Pago por sinistres e dotaco* ven-
cidas desde a organisagao da
Sociedade......
Ioiormac.3ea e proapec'oe oom
ALBERT FAftJgON,
Inspector de agencia.
44-Ra do Commercio--44
Dollars 169.056,506,00
$ 32.366,750,00
$ 42.022,605,00
$ 205.280,227,00
932.532,57^,00
^ 192,572,734,00
JOS DE CASTRO PAES BRRETTO
SB-GERENTB
Dr. Barrcto Sarapalo Oculista I>r. Artltur Cavalcante Residen-
Consultorio ruaBaro da Victoria n. 51, cia ra da Imperatriz n. 11,2. andar.
1." andar. Ex-chefe de clnica do Dr. i Participa sevs clientes e amigos que
de Wecker, de volta de sua viagem a mudou seu consultorio para a ra Duque
Europa, da consultas de 1 s 4 horas da'de Caxias n. 74 1. andar onde ser en
tarde, excepto nos domingos e das san- contrado dr 1 as '3 horas da tarde horas,
tincados. Telephone n. 285. Residen- ---------------^
Dr. Alfredo GasparMedico. Con-
sultorio e residencia ra da Imperatriz
m. 18, Io andar: Operador parteiro tra-
cia ra Sete de betembro n. 34. Entrada
pela ra da Saudade n. 26. Telephone
n. 287.
Dr. Joao Rangel Medico operador. \ta com especialidades de molestias de se-
molestias da bocea. horas e creancas. Consultas de 8 s 10
da manh. Chamados (por escripto)
qualqtier hora. TBLBPHONE H. 226
Especialista em
Residencia ra do Baro da Victoria
3, 1." andar, onde d consulta todos
ra 35000
Jos .Nuaes da Caoba 55000
Jos Joaqoai de Carva.bo 550OJ
Ladgcro Jardiai 55000
Jos Joaquim Alves e comp 5 OJO
Paulo Jo?e Alves e comp. 5500
GarvalQo Jouior e Lene 55C00
Silveira, Pinto e comp. 55000
Maaoel Licio Marques 55000
Arisibea Barlaxaqui 55000
Uenrique de Sa Leiao 55000
Aqiooio dos Saoios Oliveira 55000
Macbado e Almeida 55000
Magalbaee e Piobeiro 55000
Aires da Costa e Filbo 550 0
Kanoel Pereira da Silva 55003
Aotonio Fraocisco aa Silva Uaia 55000
Bardo de Cooteodas 55000
Francisco Jo gues 55000
D. P. Wild 55000
Manoel de .ouza Le?.o 55000
Francisjo Boielho 55000
Aatooio Heve* 55001
Dominaos Anauociato Litre ato 55000
Galdico Braga 55000
Somma 17:9975000
fCo&tio a)
Engenho Timbo-assu7
Cnegaoao ao conbec;meGto do abaixo assig
nado qae algaem acooselba a miaba soera a
venda do engenbo Timb-ass para prejpocar
mea filbo, anteo herdeiro necessano, vecho de-
clarar qne empregarei os meios precisos para
evitar a vrnia do ?n^pnbo, no qual pjssao fceni
feitorisS oo v: or de 40:0005000, recenbecidas em f enteoja preferida na qnesto
a qoe arrastaram anona sogra.
Angosto Cepar Andrade:
Engenbo Timb-ass. 6 de Abril 4e 139a.
n.
os dias uteis de meio da s 2 horas da
tarde. Attende a chamados a qualquer
hora do dia ou da noite, para dentro on
fora da cidade. Telephone n...
---------------?---------------
Dr. Carnelro LcoMedico parteiro,
consultorio e residencia ra do Livra-
mento n. 31, 1. e 2. andares.
Consultas de 11 s 2. Chamados a
qualquer hora. Telephone u. 325.
Especialidades: fehres, partos e moles-
tias de criancas.
Dr. \uiu-s Coiiuilra Clnica Me-
dico Cirurgica Consultorio, ra Mr-
quez de Olinda u. 56, onde d consultas
das 11 as 2 horas da tarde. Especiali-
dadesFebres, partos, molestias de se-
nhoras e criancas. Chamados a qual-
quer hora na sua residencia, na ra da
Soledade n. 31, esquina da ra do Atalho
ou no consultorio
Dr. Octavio de Frcitas Medien.
consultorio ra Larga do Rosario n. 26,
1." andar. Antigo interno dos hospitaes
do Rio, de volta de sua viagem a Europa
d consultas das 12 s 3 horas da tard.
Especialidades : febres, molestia de
pulmo e coraco. Encarrega-se de
analyses chimicas das urinas.
COMERCIO
2aa coaestorelal to Pernaaer-
baeo
cotaGu mcmi DA JUSTA i!O co&-
RETOBSS
Pt*?i do Reeift, 26 e Vaio di 1891.
Nao boovecotac.&}.
O presdeme,
Angosto Plato de Lemos.
O ecretario,
Aatooio Lsonardo Rodrigaes.
CflMblO
9BAQA DO 8SCIFB
Os Bancos ab-i.am com a taxa de 9 3{16 sc-
bre Londres a 90 das.
Pela urna bora da tarde o mercado Qrmoa-se
am poaco e os Bancos offerectam .saca- a 9 l;i
encontrando tomadores de quanuas o.-miada-.
Em papel r racular boaveram algamas trant-
ac0cS a 9 5|16.
ota^dc de gneros
Para o agricultor
ASSCAR
Grlstalisado......nao noave
usinas por 15 kilcB. nfto noave
Sraaco dem idem .... 45400 a 55300
rnenos, idem iaem. 3-800 a 41000
Sac ivado dem idem 25800 a 35000
3ruto dem dem.....ua bou ve
Broto melaao ...... S53QO a 25500
letame idem dem S500D a 25 i a
Algedc
Constou negocios a 125000 por (5 le los.
Dr. Frcitas Guimares Medico,
Tem o seu consultorio na ra Duque de
Caxias n. 01. 1.c andar, onde ser encen-
trado do 11 1 liora da tarde em sua re-
2sidencia no Caiueiro u. 4. Telephone n.
92 J
Dr. Herculano Bamlcira de Helio
Medico operador c parteiro. D con-
sultas das 11 horas da manh, s 2 de ra Mrquez de Olinda n. 38, 1." an-
dar. Especialidades: Molestias do sys-
tema nervo-o, do tubo gastr intestinal e
de apparelho genito orinario.
-i
Dr. Bastos de Oliveira Medico e
parteiro, consultorio ra do Mrquez de
Olinda antiga da Cadeia do Recife n. 18
l. andar. De volta de sua viagem da
Europa onde visitn os principaes hospi-
taes de Paris avisa seus clientes e ami-
ros que contina dar consultas de 1 s
3 horas da tarde. Recebe chamados
qualquer hora em sua residencia na Es-
trada dos Afflitos n. 32 B. Telephone n*
365. |
W>T
lleno!
Cipa de 480 litros 35550(30.
poli-
cor-
Os pedidos de failhetes
de tudas as loteras de-
vem ser dirigidos a
MARTINS F1UZA & C.
Agentes geraes
GASA M FORTUNA
'23Roa l.de Marco23
Caixa do Crrelo o. i 55.
Telrgramma- FIUZA
---------------Oa
Despedida
Jos da Costa Ferreira, tendo seguido para a
capital Federal, deveodo ir para a Europa, pela
preclpitac&o de ana viagem deixoa de despedir-
se das petfoas de eua amisade. do que pede des-
colpa e Ibes offerece os seas dianaatos presti-
mos em qoalqaer parte qae se acbe.
12-594.
Jos da Cosa Ferreira.
Safubim
Aos illustres cidadEos Dr. questor
cial a o administrador geral dos
reio do Estado.
Ojiando ba bem potco* dias, .pelas colomaas
do cooceitaadfi orgSoa Gneta da Tarde em
o ni artigo qoe com a epigrapne encima estas
lionas, leve o Sr. admin sirador geral do cor
relo conhecimeoto do estado de deamoralisacio
em qae actualmente se acba a agencia do corree' jnP jui0 M..r0 m*J4 t,n^*>
desia localidade, d.s qaalidades indignas doac | fr* *" Marl Medico homcopa-
toalagehte.de aen ciimiooso p-ocedimenio JHa,, operador eparteiro, Residencia Ra
duaimente de ana incapacidade para o'- : da Imperatriz n. 20, 1." andar. Formado
OjUjoer ca-go fol uive com o multo d? 'pela Faculdade do Rio de Janeiro, com
T^ir^^^Z^SeT "L i tonga pratica em partos e Wopathia,
justamente ao contrario ; a ora necessi..., uonorte dorazil. especialidades Alm
tambem ao illosireSr. Dr. qaestor pedirc; s da de partos, molestias de mulheres (ute-
prnT!?.e^LV.o o n.M-i- a ro, ovarios) m61estias de criancas e mo-
0 lal agente, a especie de am novo cabel -fali i i .
vive a injuriar e mercar a (odoe a todos ja pro lestias a^udas das vias resP'ratona e cir-
met:eodo sorras, trono etc., e at balas. culatoria.
Di alto e poerosamente qoe oa aseada far Attende a chamados para o interior
o qae qaiier e .ue emquanto o pal for jola de' ,j0 Egta0,
Aguardante
h)r pipa de 480 litro? 1885000.
MNf
sccos salgados na base de i2 kilos a 795 res
Verdes a 485 res.
Carnauba
Cota-ae de 125 a 205000 por 1S kilos.
Cota nos nominal & 1105000 per pipa.
?abella das entradas 03 assdcab b al-
oudIo
Mea de Uaio
Entradas
arcacaa .....
Vapores......
Aoimaes .
Estrada de Ferro Central,
dem de S. Fraocisco .
Idm de Limoeiro. .
Soommi
i
Assa-
cv
Saceos
37846
2763
9378
51492
6068
107547
Aigo-
dao
Lim lim 4 r;i'.xs a GoimarSes firaga t C,
Ltvro^ 3 caase a P. P. B-.-litreau.
MoD'.e 10 h-.r*iB e 20 rn-io^ ditos a Frag;
Rocha C H5 f 'O a Compar.h a ae Estia.
50 e o a Jo5.-> Fcrnaoes di Aimelda, 10 e 30
crdem, 20 e 20 a Plgoetredu Cost & C.
MOiioria- 2 vola-ne M ec- lz->bel!a C.
12 orieoi. 1 a fioim^iapj Carioo & C, 2 a
Guroarat-;' L ma &C 1 a Viava iie Eugenio G >o-
ciives Catea, 3 a Gimes d^ Uattod I-rSos, 3 a
Prederico 4 C 2 a Costa Campos & C i J Pi-
uhri-o & C 9 a A. Pinto da Silva *t C 5 a San-
ia Z8* te Misericordia, 1 a A. Gaones. 1 a Gul-
mar- Batos & C, 6 ft A. D. C. Vlanaa, 2aF.
R -ta Silva 6e C.
Ooj"C03 p^ra ch peo le sol 3 caixas a A.
Fram-i'co Arelas. 5 a J. Prreira.
Oleo 20 Da'rU a E. Hdhon.
Perfumaras 1 caixa a Pedro Acton?s4 C 2a
Casado Oliveira & ., 1 a Golmarae* Cardoio & C.
1 a Viuva de E. Gongaives Cascao, I a Eogenio
Samico.
Pecas nara macbnas 1 caixa a J. de Ua:c io,
1 a ordem.
i'elles i csixa a Brag & Castro, 1 a G. de
Souia Palie.
Qaeljoo 10 caixas e 1 faMo a *. J. Alvoj & C.
ltouoa 1 caixa a D P. Wild.
Tecidos 2 caixa^ a Moller c C lia Bernel 4
C, i a Francisco Garg'-l & lr:o, i a Olmo Jar-
dn & C. 3 Gaimaraes Lua 4 C, I a A. de
Brito & C, 3 a Sooze Nogaeira & C, 1 a Kanoel
da Canha Looo, 1 ordem.
Tin.as 10 barricas a Gaimarae* 8-i^acf:0.
Veli-.a 3o caixa= a J. F. r.'Almeida, 39 a Figoei-
redo Costa tC.,1 grades ordem.
Vioho 1 bar! a ordem.
Carga de Lisboa
Atho.i 10 paneiros a Costa Lima 4 C.
i] i> i 150 i-i!.-as a oniem.
Conservas 2 caixas a Costa L xa 4 C, 20 a A.
A. alcao.
Livroe 2 caitas eo Dr. Snuia Pinto.
Lmha I calki a A. dos Sanios Co'iabra.
Mercadorias i caixa a Oliveira Bastos aC, la
A. Santo; Coirab.-a, 1 a H. H Piaheiro.
Vmh > 3 ipas e 40 barra a Gaedes da 'Arauj
4 F-lboa, 17 a ordem, 8 a Verissimo Marques
& C.
Sxportaafo
BEcim. 6 MiioJ dk 1894
Isto explica a historia
Faa desoer o balda e tira do tea poco
um s balde cheio do agua ; examina-a e
prora-. E' clara o boa ? Pois, entSo
toda a agua do aquello poco aera clara e
boa ? E' turva e saUbre ? Poia toda a
reatante da aqueile poyo aera o mesmo.
Por meio de instrumento de sondar ca
noaaoa navios obteem miado amostras de
trra do fundo do mar, adqnirindo por
meio dolas ama ideia do ponto oode esto
qaaodo o tempo loes tem impedido a asnal
obierva^So do sol oa das estrellas.
Pois, de mesma maneira, o qae um ho-
rnea falla vem a demonstrar o qae preoc-
capa a sua imsginscSo. Oa aconteciesen-
t s de ama hora nos mostrara, frequente-
mente, urna historia de annos. O musgo
em abundancia em qualqner edificio pro
vara sampre qae o edificio artigo, pois
o passado e o prosete tem ectre si tanta
relaoSo como a qae existe entre a c-beca
6 os pi do hjmem, por meio da ervos
e de artenas, e tuaito amiadadas veies
podemos julgar nm por meio dus outros.
Tomemos um s paragiapbo de ama
oarta :
No mez de Outabro de 1 "1)2, diz
quem u subsoreve, tive um a'aqae d
nevralgiu muito fort.i, qao me p odusin
quiltro muiteS de sorimento. A dor eia
conticua dia e noute, a qusi inaguesta
ve!. Era-me qubsi impossivel dormir.
U prompto e aparte que fosemos, signi-
fica que ;.traa dibto devo havttr urna hiAto-
ria, parque i>* cansas de staqua t." > grave
nao paaem ler se produaido rspentir.a-
men'e. Pode ama tnmpeet&de di8crre-
gar-ae sobra ni n'uma bors, mas ao
fi-rcas reuniudo na atmospbera diir&Die varios
aias. Tai ves aslararemos r .ubs aeser-
9"o ae copiarmos novos paragrapb.s da
mesma carta.
Effectivameate aqui temos u.tj : tTinha-
me visto tfuigido d-arante grnnde tompo,
diz, *de d5r do estomago; sero exa-ero
tinha padecido della durante vinte acnes.
Aqui i ppareco j claro q'.ie a temps-
tadepois o corpo humano, como o orar,
tem sua calma e suas tempestadesera
ama ccasa qua polin preverse so ni).*so
amigo tivess-: eatado em sptido para vui a
vir. Mas, ai que a maior pnrte de r.6*
8om-s cegos para ca sigoae= o avisos q;i nos d a Natnreaa Se rodessimi-a tu-
toode!-oi, que tr-bu.hos pode?i> nos evi-
tr-!.8 M:, em fica, n3o p' r
mudiur ; ; expvrieoeia tsm uaia eacol*
milito doloro a, mas co so aprende e :.
u>kn
dito
,o...';-.ii.'.i ouira escola.
Beferi;:do-B8 ao ataque qu priooipiou
em Outub c at 1892, a Car contin-..:; :
Uom o auxilio de une tt"s romediot,
que ma recetou o medico, pude recu-i-* ventia
pera- um paooo o 4omuo deposs dos pri ------
meiros dou rj.eces, mas isio nSo dur > I
maitc s dias e u dor a lipressnoa de novo ^Jatbfllia
na mesma lores-. Todos oa remedios s
elassea de tratameoto a que recorr foram
inuteis ; a m nha pau'occia is-ae prdend>.
de d a para dia.
Neste estado, um uv i -o mea veio
ama manha a mioha casa e ven.do quaute
en sffria, m-;- ac n.-eiboo que t-imatc
Xarope Curativo da M. Seigel, dizendo
me que elle lhe tmba feto muito bem
n'uma dnr d:- estomago de que tinha p*
decido f.se ulg"u? tempo untes. O seo
conseibo era demasiado sedootor ba
iuadado pra deixir de o seguir, con
prei immediatameote um troceo do
Xarope na drogara dos Sra. Fi^i
Hermanos, e pnucipiei tonal o do
do com as ioetru.';8ea. No fia de 12
horas, qcer diser, depoia a ter losando a
Mrccira doee, observei qae A dor alo era
to intensa e sei.ti vontade de tomar ali-
mento.
Agora te-.bo a tatialayao de informar
a voce qua deade en tao teobo ido gaoh*D*
do torcas de dia para di-, at ao poeto d
aer am doto hornern cParece-me com
84 ma tivcsaem tranafoimado.i
c Imposaiveit, exolamavam en peaioaa
qae me vism depois do meo roetabele*-
seuto ; *f nlo o tiveramoa visto oom
nossos propri-.s t!hjj, oto oleriamit M*>
diudo. Esse romadio deve ser posto ao
aloance de todos, ai oda mesmo das cl-:se
msis pobres quu tanto soffreao de enfsr-
midades semelhanUs, cNaooa ico eooea-
trei tSo bom como me encentro agora.
De xo a voo a liberdae de pub'ienr o
que acoateceu no mea caso ae vot a jul
gar necessario. De >oc dedica-lo. (As-
signuai)) Nicols liwnoll Cama. Qbata da
esrjic-o iJ(,-a canoa Americacoa, La ;' bal
(Geron*) Espat.ba 10 de Agost, L'3."
Agora b.-m : Qae o que BM o
terrivel pa^eemento quo i s:e boro' o .>?-
tria em coosoqaeocia A revralgi* 't K 'e
meiaij nos r!t

ni r ; Ih'i cos'iu i
digestio r-.hronica, ou dyspeps;*, erri-
val veneeo de que baba ssmisds ;; o-
gue Ni a materia que p*oatr jva s
vos. os cntrisquecia e o tazia er'.r sasu ir
de dcbiidade e dor. Ni" ha Ir- :-ot
qua em chI caso ja ffioas, n ote *er
qua open* directamente wbre o eetoa
o figado os outr ;S org.Xc:-. : .*.
pr.is a J'onte do todo o m^l reside D -ii o
t5o Boa ervos.
sto ioapreeiafel servio, foi prt-.t-de
P'lo Xarope Curativ> da MSi Beigel. P>i
o:ia o qua iinpou a eateaafa oa i
us da cantera em toi'liBlafjta, v c.c tea
qae as glaisauL s sefMBMMB
succ-'b digos.ivos, i i:ue expergoi tin-
gre o veuuo en i I S ti aa-
obioisao de natwea ma re
ceemJaeleeeeie, desie madw, ij
por in.ito temp'. a'3>biaut-d.
T.dos em Portegt! i.vcriam : .
l^5es vord..C-i-'-i> ~ .a
iodos o* Rseee lo su i oni-)
moa em tode a amid s"'
i nes'.o pal*. P*
V;<-t s vi i d itstii
n.y o algeaM v-jS (") urna e :' >i^
revelafiu, aa beoefieto que
oom irhe;r.- a ;'m.
O X?.rpo eontivo da M*i S :
u todas
a Pharm^i; 8.
rara o exterior.
ro v&Dor inglez Dalton, par^ New York,
carregaram :
P. Carneiro & C, 2,!1J saccoB com 166,125
kilos Ce assucar mascavsdo.
N< vapor inglez Origen, para Liverpol,
carregaram :
. Pater & C, 375,000 kilos de carogos de al-
c;oo8o.
Na lugar aaraegaense Nantic!;, para Li
verpool, carregaram :
H. Forsier 4 C, 18,750 kilos de carogos de
atgodao.
Ao apar nacional Santelmo, para San-
tos, carreuou :
L. A. da Cosa, 4 000 coc03 fi-ucta.
Para Pelotas, iarre P. P ;. O u, 2o pipas com 11,750 litros de
gearufcDte.
Pdra Pjrto Alegre, cirregcraa :
P. Car(eiro4 0, 1400 sancos eoffl 105 000
kilos de acucar braoco.
Para Ro Grande do Sol, carregaram :
P. C*rneiro & C, 6 pipas com 2,810 litros de
agurdente.
Para dio de Janeiro, carreeon :
C. A. Borle, 490 saceos com 29,100 kilos de
assucar braoco e 510 ditos cern 30,600 ditos de
dito masca vado.
A. Costa & Flua, 500 saceos com 30,000 kilos
de assucar braoco.
M. da C. Moreira, 100 saceos com 5,000 kilos
de a socar masca vado e 500 ditos com 30,000
ditos as li'.o branco.
P. Pinto 4 C.j 50 pipas com 23 500 litros da
agaarleuic.
No vapor inglez Alta, para Klo ce Ja-
neiro, carregaram
L. A. da Cos:a, 10,000 coco-i fructa.
P. Piuto & C, 100 pipas cj 47,700 litro de
agoanlute.
- Wilams & C, 500 saccas cem 38,082 kos
de. algodo.
Conez 4 Saldar.ta, 400 saceos com 24,000 kilo*
de asjucsr oraoco c tOO ditos cea 36,000 ditos
de dito raaacavado.
Guimares a Valis, 103 saceos com 6,000
kilos ae assacar mascavado e 100 caixas com
300 litros de oleo vegetal.
P. de Oliveira Maia, 25 pipas com 11,750 litros
de aga^rdente.
o vapor nacional Plaaela, para o Para,
carregtram :
S. Campeilo, 3,500 coaros salgados com 45,5C0
kilos.
C Pinto 4 C, 1 caixa com 60 kilos de doce e
20 ditas com 120 litros de licor.
Para Manos, carregaram :
"P. Pinto 4 C 6 caixas coa 1,300 litros de
ael e 131 dita.- com 13,110 ditos de agaardente.
lio vapor nacional Jabasto, para Ceari,
car regara m :
J. Salgueiral 4 C, 50 barricas com 5,310 kilos
de asBacar branco, 55 ditas com 4,125 ditos de
lito mascavado e 260 dits com 13,800 ditos de
dito refinado.
C. Fernabde?, 5 caixas com 70 kilos de cera
em vellas.
Na barcaja Marcelllna, para Porto Calvo,
carregoo :
J. Souza, 25 caixas cam 575 kilo' de sacao.
Na barcada Adelina, para Maco, carre-
ja :
Companbia de Estivr, 20 caixas com 400 kilos
de sacSo-
F. Rodrigues 4 C., 10 caixas com 200 kilos
de sabao.
icas Elerjientare
e E-criptura(jao Mecau-*
til.
Venancio l.atatai um c:nsegu._
res resultados vota apolioaao do meto i j ib-
taiUvo qae ado ta co ensino de '- nao
Mercantil, eetido que em meaos de 30 ticoe*
tem preparado tbeonca e pritic.mt 1 r, mcmm
qoe cram completamente exlranbas s a:
6 es commercisee.
Contina a leccionar ss materias aclaa a rus
Duque de Caxias o. 72.1 i dar.
dem de. 25 15. y.1*727 ITM NCMN
Do :s la dem d* M y MJ.4M 7144274
10.0.48CO
Mo intento do porte Da 26 de Maio as bou ve eo iradas oem sabidas.
mi
10730
Imporiavo
Rio Grande do Sal, lugar oortogoez Temera-
rio, entrado em 23 e co asignado a Amorim Ir-
mos 4 C, manifeslon:
Xarqae 25169 arrobas ordem.
Havre e Lisboa, vapor f.-ancea Caravella?,
entrado a 25 e consignado a Augusto Laoille,
mamfestoa,:
Carga do Havre
Coaros 2 caixas a D. A. dos Reis.
Eovelopes 1 caixa a Guimares Braga & C.
Espelbcs 1 caixa a Miranda & Souza.
Drogas 13 volomes a Companbia de Drogas, 5
a Farla SobrinQo 4 C, 16 a A. de Carvalbo & C,
3 a A. D. C, Vianna.
Para o interior
No lugar allemao Lina, para Rio Grande
do Sal, carreeou:
J. P. Marques, 526 saceos com 3^,450 kilos
de assucar braoco.
No vapor inglez Laplace, para Santos,
carregaram J
P. Alves & C, 1,200 saceos com 72,000 kilos
ie assacar mascavado e 300 ditos com 18,000
ditos de dito braoco.
S. Guimares C, 1,000 saceos com 60.000
kilos de assacar branco.
P. Carneiro 4 C, 2,250 saceos com 135,000
kilos de assacar mascavado e 1,750 ditos com
105,000 ditos de dito brarco.
P. de Oliveira Maia, 500 saceos com 30,000
,v11ob de assocar braoco.
No vapor allemao /Etrarla, para TUo de
Janeiro, carregaram :
Cortez 4Saidanba, 800 saceos com 24,000
kilos de assacar mascavado e 400 ditos coa
48,000 ditos de dito branco.
P. de Oliveira Maia, 2 pipas esa 940 litros de
I agurdente.
CBS oa UilO ob 1894
Alfandega
Randa geral
Do dia 1 a 25
idtm oa 26
7.0:8914947
47:614*201
Mercado Municipal de M. lace
O movimeuto deste mercado oo da 25 de
Maio foi o seguate : Entraram.
30 ho8 pesaade i,i 11 kilos.
735 kilos de peu.e a 20 rs. 144700
17 compart. com mariscos a 100 rs. i
14 ditos OOM camaroes p 100 r. IS4UH
31 columeas a 600 rs. 89U
5 cargas coa (ajilabas u 500 re. laMI
! masaaeaeom gaUeasa a 3CT r. M
3 cargas co o mimo verde 300 re.
1 cargas com batatas a 300 rs.
1 carga com m&cacficiras a 300 rs
2 carga com osnunas a 300 rs.
27 cargas coro ger.rQnm a 300 rs. rlOO
5 cargas com fracts a 300 rs. "'N"
40 carcas com farinta 7 cargas cora buco e en J00 n. I MU
5 crga8 0om fejo 3 200 r i'"
67 lagares a 200 rs. '3J4J0
iu sainos a 200 rs. IJfMJ
11 comp. com soiuei > a i lW0t
8 comp. com Mdaeiros 7C<" rijMOO
10 comp. caai freasoras a 600 rs. I M I
34 comp. com cooidas i 700 rs.
55 comp. coi. fateuda- a 600 ra. lS#Out
49 comp. com wrdjras a C00 rs. i470
70 comp. cora ^aritiSa a 400 r.. i8*OJ0
40 comp. com taitws a %i H8M
Resdlmenlos do aia a 24
79X700
6.516*200
6.7-.3/90O
Ranoa do Salado:
Do til 1 a 25 245.333*541
dem de 26 30:7344491
Scmma total
788:50J148
276:0681032
986:2251490
. Segand* aeceo da AKaadiga t Pernambcco,
26 d's Maio de 1894
O chefe
J. Googalvea da Silva.
O tbesoBreiro,
Lo Manoel Rcdngoes Valanca.
RECEBEDOftlA DO ESTADO
Do ola 1 a SS 105:9961871
Pretos do dia :
Carne verde de 300 a 900 rs. o Mu.
Sainos de 900 a 11 idem.
Carneiro de UOM a 1*200 i lea.
Fannba de 500 600 rs. a cala
Milho de 500 a 600 rs. a cuia.
FeiiSo d* 21000 a 31500 a "la.
Xarqae 900 r?. kilo.
SmtIos esperad
Rio (Ij Janeiro
Barca porlngoea M irgarida.
Do Porto
Palbabote por:agaex Rasoato.
DePeloUs
Pstacbo portoguez Marinho VI.
Lagar portogoez Marinbo VII.
Vapore a entrar
Mes ce Maio
Potosi, da Eorrpa. boje
Planeta, do sal s 28.
Hervelios, de Nfw Tork, a 31.
Galilea, do sal, a 31.
Magdaleoa, da Europa, a 31.
Nile, do sol, a 31.
Amazonas, da Eurapa?. 31.
Mez de Junho
Pelote, de Fime, a 9.
Cbenese rrmei ., i- New-York,. 4.
Explorer, de Liverpool, a 5.
Pelotas, de Pi, 10.
Vapres a safclr
Mea de Maia
Sant.- --, Hogartb, boje, as 3 boraa.
Sol, Pitosi, boje, s 2borae.
Porto Alegre e esc, Santelmo, 29, as 4 boraa.
Sal, Magdsleo 31, s 2 Heraa.
Europa Nile, 31, s t oras.
Nfc'vt-York, Galilea, 31, s 41
V
1
IuGilI I
BPkpBBBBBBkaPkMBB^^^^?^*^1^^

\ .


i
I
>
Diario de Pera ra fe neo Domingo $9 de Maio de 18Q4
EDITAES
Alfandega de Pernambuco
Edital n. S8
PRASO DE 30 DAS
ela Inspectora desta Aiforteg se fai po-
Wico qoe as It Horas to ca 4 de Junbo viodou-
ro sero veodidas em praca puolica as merca-
doriai abaixo deaenptas, qu no roraro depa-
bata no praso da ei, por seos donos ou con-
signatarios, aos qaaes, alias, tica marcado o
praso de 30 das a contar deU data p.ra as
retirarem, sob peoa de, realisasa a vead, no
te atiender ruis a reclmaco alguma.
Armaiem o. f
Marca diamante. tFem cima > BC do ceoiro.
Urna caixa n. J74, vlnda de Hamburgo no va-
por allercao S. Nicols, em 19 de Oututno de
1891, coolendo eslampas nao clasificadas retra-
tos em grampos) pesando liquido 10 kilos e
coLsigoada a ordeno.
Marca V&C em cima e CW em bUo.Urna
caixa n. 7, vinda de Hmburg no vapor ale-
melo 'Amazonas*, em 10 de Janeiro de 1893
cociendo II cortes de cambraia ds algodSo bor-
dadas e i killo de fil |de algodao bordedo, con-
igninadoa Villela fe C
Marca M em cima >- OH em btxo. Uaa cal-
xa n. 16388, vindo de Hamborgo uo vapor *\
lerxrio Argentina,* em 2 de Marco de 1893,
eomendo ll lillos liquido de papel para en-
trever e mosigoada a Brovros & C
Marca EL & C.Uma caixa n. 322. vtodo de
Hamborgo no vaoor allemao Argentina fm 2
de M.vro de 1693, contendo capsulas para bocea
de garrafas, pexaodo hqmdo 17 killos e codb
gnado a oreai.
*r aiem n. 2
Mraca PF&C Uma paixa sera numero vinda
de Liverpool no vapor ingUz Delambre em 14
Je Abril de 1893, contendo 3 kilos de amostra?
sem valor, e consignada ? ordem.
Marca FS&H.Cisco caixas ns. 9382 9385
? 9387, viudas de Liverpool, do vapor ingle*
Actor, ein 6 de Malo de 1893, contendo sp a-
re.hos e producto* caimicos, pesando 414 ki los
; LCDSignadas a Companbia lodostr.al Aissuca-
rc -..
Mrra DT.Urna naixa n. 3 vinda do Havre,
oo "ip!>r alteado Valparauu eui 9 de Maio de
1893, ciictrtodo 3kHOJ liq"idos de amostras de
toucasR. S ccn*i2nadan a crde:n.
Mar a CFV.-Uma caixa n. 1, vuda da Ham
r/jr^j no vapor allemao Santos, etu 15 de
Mala de 1893, contendo 473 kilos juidos de
ac!des de trro tundido para garrafa*, e cons-
gnanos a ordem.
Marca JAC Duas graies 115. 768 e 769,
viuda.- de Liviriocl do vapor iugiez Arcb.me-
- eai 23 de Maio de 1893, contendo telhaa
,Jas aJjcintba '.e Asurado C.
Aifandeg de Pern-.mbuco 27 ue Abril de
189'.
O Inppi'Ctor,
Alexnndre de Souza Pereii do Carmo.
?!$
E?5rada de Ferro Central
de i ernaoiBuco
EDITAL
(,; ordem do S'. director engenhelro chefe,
, publico que a' 1 bora da larde de 31 do
corrente recebem-se oesta secretaria propotas
cQ c rta fechada, para a caastriKcao de cercas
ne rame farpado n cerra j.-.s Rossas, erm a
extp.Sj total de 9.C00 metros approximaaa-
eieete, se do apenas icrnecidos ao contratante
pela estrada os motroe*.
A c rea devera ser destituida por qnatro or-
dena de o de rame, o qus! atravessara os pos-
tes oc aoirO s, que sero forados.
as prepobtas deverao conter o prego do metro
correDte de cerca.
i^o e*crl. crio te hnlco pederao os proponm-
s exaainar o orcameoto nc.-se servigo e obter
quiesener cutros esclarecimentos a respeito.
O praso mximo para a cooclusao das cercas
ser de 90 das, contados da data da assigoatu-
ti do contrato.
Para ser aamittido concorroncia depositara
da propecente na tbesouraria da estrada a
.;actia ne^OOOOO.
Sderetarla, 22 de Maio de 1894.
O secretario
VirUano P. Ribeiro de Souza.
Hecebedoria do Estado de Per-
dsdiLgco
Edital n. 9
O Edmioistrador da Recebedori* do Es-
tbdo, fas publico para conaecimeoto doa
respectivos contribaintea, qoe, dentro da
30 dias uteis improrogaveis contados de
21 do corrtnte, serBo cobrados, bocea
do cofre, os impostos de repartiese cons-
tantes da tabella B, aonexa lei de or-
namento n. 64 de 6 de Abril do anno
prximo passsrio abaizo mencionados e
relativos ao 1.a semestre do exercicio em
vigor de 1894.
Kecebedoria do Estado de Peinambaoo,
17 de Mo de 1894.
\ffonso de Albiquerque Mello Jnior.
Impostes a qne se refere o edital oapra
Case n. 4Armezem de b-.chlho.
5Arraazem de farinha de
trigo.
6Armszem de a=;acar.
8Armazem de vender ma-
dft-rRg e serraras.
9 Loja de missome.
n. 12Armasen) de iospeceSo de
algodSo.
n. 13Prensa ou armosem de
vender ou comprar algo-
d3o.
n. 17 Comp<.Dia, de secaros,
agercias ete.
n. 20 Eochimentos de aguar
dente.
21-FandifSo a vapor.
22Fabrica de eabSo.
24 Fabrica de distillacSo e
restilla^So de ulcool.
n. 25Fabrica de pisar fumo e
lser charatas e cigarros.
n. 2?Fabrica de calcados,
u. 29Lujas da chapeas de sol.
n. 31Lejas de ronpa feit com
ou sem oficina.
'12Lojas de louea Lde vidros.
33Lojas de cera.
34Loias de livros e
35=Loia de pianos,
e iostrnmentos.
36Loias de sellins e arreios.
40RefinajSes.
42Ribocaoores.
> n. 43,1'ypographias e
phias.
O Dr. Jos Jacintbo Borges Diniz, juiz de direi-
to def'p menicipio de Palmares, Estado de
Pernamboc em virtnde da le, etc.
Paco saber aos qoe o presente edital de praja,
com o p/axo