Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16679


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Full Text
I.
ANSIO MjULH
Qnluta-roira 1* de Halo de 1994
ILUERO llO

EKNAM
PSOPEIBB&Bl Bl Uj&HOSL FI&BEIB0& BE PARIA & 3?$&H0
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiautados. 8$000
Por seis mezes adiantados. i5$000
Por um anno adiantado .... 30J1000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAQOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre & C.*, residentes em Paris34 ru de
Provence
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. .
Por um anno adiantado .
Numero avulso do mesmo da.
Numero avulso de dias anteriores.
161500
33J000
100
1200
leegrammas
:zr,v::: pasticulas so mm
Rio de Janeiro, 1G de Maio, s 5
horas e 10 minutos da tarde (recebido
na estaco s 10 horas c entregue as lo
e 1/2 horas da noite.
Na Cmara dos Deputados contina a
nao haver numero para as votaces.
No Senado foram reconhecidos os
poderes dos Srs. Abdon Milanez, Ma-
noel Victorino, Leite Oiticica e Mello
Reg, Carlos Castrioto.
Na mesma casa do Congresso foi con-
cedida a licenca pedida pelo senador Aris-
tides Lobo.
O generel Costalat recebeu tele-
gramma communicando que Salvador
Machado derrotla a vanguarda de Juca
Tjgre, commandada pelo coronel Gon-
calves em Ronda Grande, pouco do pas-
so de Iguass, matando-lhc i_jo homens.
A taxa da cambio sobre Londres
foi hoje 9 e3 8 d. por i;000.
Montevideo, 16 de Maio.
U governo argentino contractou para
sen servido os mac'ninistas que serviram
s ordens do cx-almirante. Custodio de
Mello.
Palcrmo, IG de Maio.
Deram-sc terremotos na Sicilia.
Vicua, 16 de Maio.
Foi assignado o tratado de commercio
entre a Austria e a Rnssia,
A' minha ordein, Cosme Damio do Reg Bar-
ros e Antonio Francisco Freir como desordei-
ros ; Sebasto Bronzeado Jos Elias de Arau-
0, viudos de Agua Prea como vagabundos.
A' ordem do subdelegado da freguezia de San-
to Antonio', Joaquim Esperidiiio, disposico do
Dr, juiz de direito do Io districto criminal, como
pronunciado no arl. 338 do Cdigo enal.
A' ordena do sutadelegado do 1 districto de
S. Jos, Mara do Nascimento da Conceic&o, por
embriaguez e disturbios.
A' ordein do ubdelegado do 2o districto da
Boa-Vista, Francisco Gomes, poroffensas ino
ral publica.
A' ordem do subdelegado da Magdalena, Ma-
noel Francisco dos Prazeree, vulgo eco do Ipu-
tinga, como pronunciado no art. 29 1* do C-
digo Penal.
Communicou-me o delegado do municipio
da Iguarass que ante-liontcm, no lugar Cahel,
daquelle municipio, estando o individuo de nome
Januario Franci ver, aconteceudispararse este, indo emprear-
se a bala em Antonio Archunjo Lisboa, morador
no referido lugar Cabete e amigo de Januario.
Dars diligencias procedidas verilicou-se ter
ido o fado todo casual o que foi confirmado
pelo orTciiddo, o qual foi por aquella autorida-
do'rcraeltido para esta capital, alira de ser ex-
irahifl.i abala.
O eidado Autonio Tavarcsde Souza assu-
miu no dia 8 do correle o exercicio do caroe
de delegado do municipio do Brejo, na qualida-
de de 3o supplente.
Ao Sr. Dr. Alexandra Jos Barboza Lima,
muito digno goveniador do Estado.
O questor
Julio de Mello FUlw.
Tlicsouro do Estado de Pernam-
buco
Despachos do dia 10 de Maio de 1894
Fredenco Augusto Paes Brrelo, Antonio Jos
de Abren, Ameia Francisca da '.osla e Compa-
nliia ProgressoColonial. Informe o- Sr. Dr. Con-
tador.
Silva Guimarocs & C.-Ao Sr. Dr. Contador
para seu conhecimcnlo juntando ao recurso.
Abaixo assignado residentes na cidade de
Olinda. Haia vista o Sr. Dr. procurador riscal-
Antonio de Figueiredo Oliveira. Junte o co-
nhecimento do ultimo semestre de decima.
LXSTRUCCAO POPULAR
EDLCA^O
;:"::::::.:, vsm s p2?szca
HERBERT SPENCER
CAPITULO IV
A Edttcacu Ph'jska
Para qua as enancas andeni vistillas geguo-
do a ideii qua as mas tazara da bsllsza, e
para que sejam admiradas pelas visitas, ellas
n&) team vestidos prbprlo* nem em quantida-
le. luiii em quililale, e para qua os vestidos
maito su/eila-i se conservj.il novas e sem estra-
dos, restrinira-s; a actividadj incesante das
criaocaa ane llies to natural e necassaria. O
exercicio que duplainante necessario quan lo
Rccebedoria do Estado de Per-
nainbuco
Dapachos do da 10 de Maio de 1894
Mara Angelina de Azevedo Tinoro. Joao Igna-
cio de Medeiros Kego, Lourenra Maria da Con-
ceigio, Antonio Salgado de Aibuquerque Mara-
nho e Bacharel Jos Nogueira de Souza.In-
forme a i' sergo.
Francisco de Assis Fernandes Vianna,A I"
seceo para os devidos fins.
Antonio Theodoro da Silva, Fernandes de Oli-
veira & CInforme a I seceo.
Florencio Jos de Azevedo Santos.Como re-
quer.
O porteiro,
Custodio B. da Silva Guimares.
te na extracta; do queb-acbo empreado no
curiuroe.
Restam os prodocios aercolas que poneos result.dos,oa exporiago.
O Paratroaj u.'da milbo astant para a ali-
ruentacao do-a eos baoiiant.s e > maniioca di
qoe osam Bii.itos ni tena apphcacSn m lustn al.
Ab lamojas ao n ultimo reca'so do pa s5< maito expo't da-i pa'a Bjeos Aye*.
N5o b- falla oa berva-maite, monopolisada por
sociedades mal administradas e qa-s muito paac
fornece-u a exporl-gr;o.
A verdad-Ira causa de maiter se o onro em
Uxa eleva-la a ruta de um producto exporta
vel, tfodo v^io' 'ii.
O reaMdio para eti oiegas e^ti. indicado :
f'imeotar po' todo os m'ins posiveis a proloc-
C&o do palr. A desappari.ao ia moeda fldoiia
na pelo (ouo. como se fax, nada res dver hto
oo lari .-ena> tornar as traos>cc0es comm>r
Ciaes m lis aiffi :eis e aumour a uxa ja tao
elevada d>s jdms.
Daqui ne pele enloir qoe a situic1 Pi,,a
prrohe de ampacis e ion oossi- aaao m-ior alia oa taxa do ooro. I -lo c quj o
pan ea'. perdido e nlo ce levantar cuii- ? Nao.
a le do orogresso ova'lawil e os panes no-
vos, como o Pa'asoay, deem necsaanaineote
progredir. Soff-eo e lutam durante moitoa ao-
oo, mas acabam entrando n > oaminbo do pro
gresso, qoe traz a prosppndade.
Sao esias as ioformagOes qae deluzimos de
ama folba eairaoRer*.
da
EUROPA.
Hflslra
DadwacOri do presidente no
narlameno. Cuminno i* ferrj do
Congo. -O da de Maio.-Ioaa-
goracaoda expoMfiao de Aoioerpia
Tomulio em 8'axila'.Inc^n
dios em Bjod.xpljr-s coili
nu-da Mo-te d.) eftid'sU C>uvrar.
u vestuario iQSuaiciaote, 6 carceado por quj
a terrivel
apreciada
pode i-stragar a roup i. Ox il.i quj
crueldade d'este syslema possa ser
por aquelles que a sustentatn
(Conlinii i .
PABTE OFFICIAL
Ministerio da Industri i e Viaeiko
K n 7 do correte :
Foram demittidos a bein do servico publico o
telegrapliisla de .' claase da Repartido Gera
dos elegrapliji Alfredo Augusto Soares e o de
2." classe da mesma repartiyo Jos Lzopoldino
de Vasconcellcs CabraI.
Foi aposentado o engmheiro Antonio Vicente
do N tciDBtfOto Feiiosa no lugar de inspector do
do i." dUiricto d.' porlos roaruinioa, com os vea-
cimenios que Ihe c imneirera.
Foi nomcad > o engeneiro Jos Lopes de Cas-
tro Juaior pan o cargo de !. ajndante da In-
specicria Geral das Terras^cjColonisagao, perce-
bendo os venciaien'os que Ihe competirum
__Foi Borneado Americo Vespucio deMira
para o lugar ds auxiliar da commissao de me-
Ihorarncntos do rio Parnahjba, com 03 venci-
raentos que Ihe compcrcm.
--------------..^.
Governo do Estado de Pernam-
buei
\De$pachoi di Ha l de Maio de 1891
Clementino Accioly Lina.Informe o Sr. Prc-
feito do municipio do Bo uto.
Claudino Francisco Garca.Iodeferido.
Companliia Pernambucan de Mavegago.
Escripture-se a importancia de 288,5 ,03 ; quan-
to a de iii))'J a peticionaria procure haver
dos iaterassados. .
Antonio Augusto de Souza e Sa.Escnpture-
sc para ser opportunament'* p g >.
Antonio Joaquim da Silva.-Ao Dj. juiz de
direito do municipio de Satarctb para dar a cer-
tido pedida. .
Estber Crespo Manso.-A peticionaria foi at-
tendida por portara de II do corrente.
Francisco Guedes de Barros. -Informo o Dr.
inspector do Thesouro.
Gonnano Motta.Sins, mediante recibo.
Luiz do Fonseca Oliveira.Informe o enge-
nheiro tiscal da Companhia lenle Draynage.
Manoel Flix do Sascjraento. Deferido, nos
termos da portara de boje
Maria Nicacia de Jess Coellio. Deferido, por
portara de hoje.
Bacharel Manoel Florentino de Albuquerque
Montenegro. -Justifico. Depois de annotado no
archivo da Secretaria do Governo. reraetta-se
este requeriraenlo ao Dr. inspector do Tne30uro
para os devidos flns-
Manoel Antonio Leite.Inneferido. Ao peti-
cionario nao era licito recusar a nomeagao, tei-
ta pelo Prefeito para reger urna das cadeiras do
municipio de Salgueiro.
Soc:edade Congresso Dramtico Beneficente.
Iofonne a Inspectora dos Theatros. -.
Secretaria do Governo do Estado de Fernam-
buco, 16 de Maio de 1894.
CONGRESSO SIMAL
(Dd Jornal do Commircio, de 9 de Maio)
Senado
A se'sSo ordinaria reaiizou se honiem, sob
a presidencia do Sr. Prudente de Morae*.
Foram approvadas a* acias da nluma sessao
preparatoria e da ultima sessai da legislatura
Btoaaa,
Fj lido o expadieoie, que teva o convanieote
dfstino.
Toraoa posse o S-. Dr. Roirigaes Alves, re
preseataote d-j S. Paulo. Ni urdem do dia. nao
ba*ea1a numero oara votar-e o parecer relativo
eieici i Rio Graade do Njrte, saspeadeu se
a resido par meia bora,
Re^berta a sessio, e anda nao baveauo nome-
ro para volar se, o Sr. presdeme recommendoa
is coramissOS apreasarem os respectivos pare-
ceres, attm de com a po3$ivel urgencia coasti-
loir-se a casa.
L9?;nloa se a se3ao a 11/2 hora da tarde-
Cantara do* Reputados
Sob a presidencia do Sr. Gongalo de Lvos,
roalizou-se boatam a 1* sessij ordiaaria desta
casa do Congresso.
Approvada a acta dos ltimos trabalbos e lido
o expediente, a convite do S'. presidente forana
a mesa e preitaram a afurjaagj regimenal 15
S.*--. deputados.
Fall^rn pela ordem 03 Srs, Francisco Glice-
rio e neo Loelho.
Una mais havendo a tratar, levaotou 88 a
s ---a ) As 12 horas e 40 miamos da Urde.
EXTERIOR
//. M.
O Porteiro
da Suva.
Qaestura Policial
i seccao-N- 106.-Sec^eta^ia da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, em 16 de
Maio de 1894. .
Sr. Dr. Governador.Participo-vos que loram
heotera recomidos Casa de DatencSo os se-
guintes individuos :
MERICA DO SL
Paraguay
A medMa tomada pelo gov-rao do cobrar em
onro o* impostes da Alfandeea equilibron o or
faueaia : os i-mpregados s5o pagos coro regn-
laridaae, as colonias bSo sabvencionadas e na
re:crso3 para atlender a sluoa trabalbos pbli-
cos. Tem o reformado aUuns edificios pooliios
e reparado e construido pontea e es'.radas.
A .-tu i.lo eeral do paiz, porm, nao t.a e
ossivel qae b passetn mezes e aDQ03 sem
ajamar a crise. O anno da 1894 apresenta se
mal p ser principalmente mo para os nabitan-
les des caoipo?.
A seca da primavera e ver53 impeairam qoe
se fkejs- m as plan'.acoes de modo normal e as
que sj zeram vieram mal. Ernm uaveua de
i^afanbotos cab.ram sobre o palz daixando as ar
vores sem loibas. Dsto pode resaltar a fom;,
pois o mi'.'io, a mandioca e as Uranjas foram co-
mids. Estes artigoe co'.stituem a costam?da
aliment cao dos paraguayos, e seria preciso
sabsliluil-aa po- a'jcaaante inaortacao de far-
nba de trigo e milho da Repblica Areeatiua.
Como parm p'*gire3?a Importajao qoe val jan-
lar-3e a de todos 03 anigos de primeira neces-
dale, qnando a caia colheita para exportar, o
t'aoaco val tambim faltir ?
A prava mais evidente do mal estar eeonomi
cr. a taxi elevada em que se manteo o onro de
COA
Uto vpm ser falta de augmento na produccao
e da crescente lmporticSo.
commercio importador solicitado por com
mlasarlos estrangei'OS qoe facilitan o crdito e
dio longos prazos, faz encomcoendai, o mrcalo
tica ouudado de mercadoria3 que se vendem a
credit pelo prejo do costo, na esoeraofia alea-
toria -e urna modauca de cambio. Disto resulta
a oecesstdade continua do ouro a qua o pas nao
pue lazer face.
Com effelto a prodcelo do Para?uay nao
augmenta, o nnmero de animaes morios para o
consumo tea Je a diminuir o que dimlnue tam-
bem os ecuros exportados. A exportado de
madeiras est paralysada e di pequeos resalta-
dos aqoelles qoe a ella se entregam.
Nao ba ap Parigual neabami industria que
d producto exportavel. A onlca qoe extatla no
Chico, em Porto Cando, fecbou-se : emo-egivi-
M. Borlet, nov prpsiiente do conselho de
mioisiroa do r^l LeonoMo na Blgica, fez as
soas declararles miniieriaes no p4namnio.
O dooa pontsg iau imnortaotes sao : a reti-
rada do projecto d" representagio p"oporciooal.
determinada pela necessidde de proceder coa
a mai >r brevidade. s eleig8ej, alim de que
nova* cmaras poneam ter convocadas em No
vemb'O. segundo as exigencias c o aonoono de orna proooeti de le recaanlo
oa direitos de Importigao de cpreaes. slvaeuar
na de modo aos interesses da industria e d?
ag'iculnrs.
Apezar de ter sido bem rehilo pi onin:ao.
ha qu-m nao joUoe soateniavel o ministerio ;
porqur, qoan ;o meaos o e'pe'ar, as iilB el la
des qoe ter levuntano. 8-rSo de tal oMrm qoe
a fu sub^tiiuigao imme liaia e argente iuipor-
se-ba orepooderaniemeoie ao rei.
O casaineoio da oriocezi Josephina com o
priocloe Carlos de Hoheozollern reali*j-s no
dia 12 de Maio, em Ba-lim ; cba se grave-
mente eoferma a p-inc^za Clerajntiaa.
Foram reatralftdas no eino 'o lan as or-
deas religiosas qoe baviam sid) prohibidas de
foacriona*.
A Independice Belge. di^ que a Com-
lumia do cam'Oho de ferro do Cmgo, em v sta
de erem excedido as despezas em qoe lava
avallada a conclruccao da linha, contrahi' um
empres'imo bynothecariode 6 milhO3! di fran-
cos (t.030:0-3 *00i) com om| g'Ujo de banquei-
r." de Bruxellas e Lleee.
O mesmo jornal a-crescanta qoe noa qoorenia
kilmetros de lioha farrea ja cooslraidc.', o mo-
viment) de mercadonas fui alm do qoe se tirina
previsto, especialmente em znirlim e borracha
A qaaotldade transportada de mirfim foi do-
rante o anno de 1893 de 550 toiehdas e a de
Dovacha de 300 toneladas.
A compaohia aUmema a esperanca de que no
fu'uro s o transporta da borracba veoba a co-
brlr Ihe as despezas da explorarlo.
O caogressosocialii tabolga re.solvea or
aaaoimidade fo'ga geal oaa 1 deHaio, caas
fesias foram pacificas.
Apenas em amme, pequea cidade de Fian-
dres O'iental. os operarios qm eitSo em grve
promoveram coafiict's^com os gendarmes.
laaugorou-se a expoJtfio jde Antuerpia, sob a
presideacia de S. M. o re Leopoldo lf, que
ebegou a essa cidade.
O povo qus assisti'a a,ceremonia, rompen em
vivas a Blgica. a^clamRado o aegasto soberano.
E' enorma a afieucii popalar na cidade que
j se acba enfeitada.
A exposigao tem sido j vi.i'ida po: 35.00
poneos.
Em Braxellas dea se ultimara me orna u-
moltaosa maaifasiecao ae snir^histas, com a
baoleira negra e gritos de : Moriam os burgue
zea 1
Travou-se cooflijto com a policio, que efTec
tuou seis prisSes.
Em Boom rebeotam sima'taoe'imen'.fl cin-
co i iceadlos, sendo attriboila a saa origen) i
malvadez dos aoarchisias.
Di Aaluerpia partiram logo tropas para Bcom.
Em Liege tem explodido em das successivos
bombas de dynamite-
ma fezexploso mi p oxiaidades di igreja
de Saiat Jicques, com alguas esir gos, leudo
actas arrebentaio tutras na CMI ds resideacia
do bargo*mest*e e no i&ea'.ro.
Os edificios flearam ma.io arrtoado3 e feliz-
mente nj registroa-se neahuma aesg.ag pes-
soal.
Dia3 depois fez exploso ontra b)mbi da mea-
ros materia na ca'a ue reaiden-ia do Dr. Rea-
son.
O edificio Hcon maito damnifi ;ado e, o qoe
peior, morreram algumas paOMOs da familia,
verijaodo'se pjr ultimo acharem-se mojona-
dos aquelle Dr. e saa esoosa.
A polica in3taurou iaqueriio a respailo ; e
por suspeilas de autora ou rumplicidade nesse
attentado, ja foram presos lo anarebistas.
folicea o illu8tre estadista bulga Cdu-
vreur.
HollanJo
A e.eigao para depurados, seu
resultado e as consequjacias desie
Pedido e aceitao da demissa do
gabinete FakltO Io de Maio e as
festas operarlas no reinoDeseo-
beriade ue um quairo de Rem-
brandiChoque de treas em Ams-
terdam e anas coa seque t as.
Realisaram-se as elei^es para a seguada c-
mara em sub3titmc.j da qae (ora aUimameate
dissoUtda.
Sao coQhcidos os seguintes resultados: elei-
tos 28 adberentes ao projecto de le eleitoral
alargando o suffragio apresentado petoSr. Fark
presidente do conseibo e ministro du interior;
37 opposicionlsta, e 50 empales, nos quaes, em
30, os candidatos mais votados, sao amrenles.
Por Amsteadam foram eleitos 5 deputados
partidarios do ministerio, teado fleado 4 empa-
tados.
Os resoltados coohecidos do 2 escrutinio as-
slgnalam urna maisria opposlcao, que serft
hostil por conseguate ao governo.
Km vista disto jolgon-ss logo imminente ama
crise ministerial, que efTscttvameute declaroo'
se, apresentando o Sr. Tack o pedido de demls
sao collectiva do gabinete.
S. M. a ninba acqaiescea ao pedido, nao
tendo a'nda coobecido qaem se incumbir
organisaco do i ovo gabinete.
s operarios promoveram em H tas do Trtbaluo e as levaram ailT-iiioem com-
pleta ordem.
i mesmo nao snTcedeu em oatroi p^nt do
reino, pe oo i ebegam noticias de coutlictis.
O1 Dr. Bredio-i, bisijria lo- d'-rie a cruico
bollanlez, aaouocia no Espectador deHolias-
ia que descobno em Iag axrra um qoadro de
Reubraadi ata agora desconoecido
E' o retracto de um vetbo seojaio o'ama ca-
deira e eavolij n'dn mauto amirelio qus a luz
doura.
A ligo-* de tamamo natural: aun canto
da *-se a satgaalU'a e a dala de 1661.
Ate boje a se ceonecia qaad'O algam de
Rembracdt feto en 1663.
Proximia ciaale de Amsterdam, deu-se
na pooco cboqie eoire dous tren da estrada de
fe-'o, morreado moitos passageiros.
Um nos comboios ea de cargar e coodu-
zia oetraleo, que incenlioa-se e destruio uaos
os Carros.
O reino do dlnhelro
(Anatolio Leroy-Beaulieu)
Traduaidoda Itavista doa Dous Mundos, >
para o c Diario de Pernambaoo
HONTEM E HOJE
(Conlioaasao)
Portarse aggravalo, nao se pode
dizer em
verdade o sea germea e.-tava em oo-tsas carnes aryaoas.
A oossa Europa nao ganhoo com o coouet >
de urna raga exoiic>, porque em vez de aer om
vicio ae aogae particular nos Minos de Cbam
ua de Sed e um mal quasi lio vemo como o
muoao. e qos pois'-sn-bia dizBr urna affjc
gao cooKeoitD, orna vezquedelle todas as o-ges
antigs ou modernas, lem sido mais ou meaos
auingidas.
Cimo que ioberenie ao desenvolvimeom da
civiiisacj material, apparece com a riqaezi i
prlacipaimeaie oud e*ta nao enconira nem equi
llorio social, oem freio moral; era ja, na Uroe
de saa decadencia, a uo-ng das sociedades ai-
Ugas ; e posto parec amei ama rnole.-tia seuil,
a mucidade das nossas r..gn occid-miaes, della
oo se (em com mo preservado.
O diobeiro om seonor de aniig* nobreza.
que reiuoo suo-e maias ragas 'ive-sas aotes de
firmar o seu imperio sobre nos, de modo que
qaem prelendesse procurar as origens d'essa
rea lea deveria remontar a prebisiona.
A cooqois'.a do losa; de oa'O era o so iba de
todos os ebefes barbaroi; e nao foi t-, como
ourSj coatal o, em Tjro Cartaago, entre <
Pnenicios, que o diobeiro domloou. 51 Mam-
mn semita, Plon'-os aryaoo ; e os gregos de
Anatopbaues dispuiavam a aoora Je ter por hos-
pede a Plomos, o ceg. As cidades gregas de-
pois das gae.-ra< da Mella, o a repblica roma
na, aps as gaerras pnica?, caairam soo a ly
rnula do dioeiro, que turua*se o reide Roma,
o o os romano* apossado pelos cavaUei'Oi,
e os paoitsanos reduzaoi a acgOes as cooquis*
tas das legiOes (i'.
Deixenos a autigoidade.
Pareca qoe a realeza de Piulas deveria ser
para sempre destrona pelo inumpho da cruz ;
mas assim naj f inrooj1os,foi elle g que oaservoumaior nome-
ro deadoraiores no velho mundo pagio, appa-
r'entemente convertido f do Cbrisio.
N j o-ietj, em Byzaocio, foram em vo as in'
vectivas de CarysostJiii) co :t-a a paixodas ri-
quezas ; oo c:i.!ea:e, na primavera rt.'s oagOes
modernas, o poder do diobeiro reaoparecia a
medida que refloriam, depois do ioverao das in-
vas6es dos barbaros, o commercio e a civilisa*
gao.
Na idade media nao teve-ae pelo dinheiro o
serapbico desdem do poverello de Assiz, leudo
sido a pedra pbilosophal o grande pesadello
desses seclos de f : a ambiguo d03 sabios era
a transmulagao dos meiaes em ouro. E' certo
que o diobeiro na constancia do feudalismo aio
consqnUtoo lagar ; mas pode dizer-se ontro tan-
to da riqueza, desde que a trra, quasi que a
ooica base della, c infera por toda a parte o po-
de: ; desde que a proDriedade acabara por con'
fuoair-se com t soaeraoia ; desde qae todo o
pr.ip i;t3ri> reinava como eenhor soore o sea
'lomillo aiida que se oossa qaal'.Hcar ofenda
Hamo de cma hierarchia de proprittarlos ?
as epoch38 mais cavalneirosas, os coades ou
ba es,eccle3lasticos oo escolares, os seoores
eetavam looge de desdenbar o ouro, a prata, o
vil metal.
A grande dBerenga entre a idade feudal e o?
lempos contemporneos consista em que entSo
a riqueza lioha orna ouira naturrzae ero adqui-
rida por meioe diversos. Si a cortejivam menoa
era por nao haver escrpulo em naval-a pela
forca ; e qoaado a espada e a courar.a padiam
permiitir-se ludo e imperava no muodo o di-
reito da forga, o fraatrecht doi aUemans, o
mais rico era o mais forte, tendo rico synonyma
da poderoso Li emperere riche, diz da Curios
Magno a njs-a Diada nac'ooal, a Cangaa de
Roiand. (2) NotampodeS. Lniz, segundo o
po Joinville, rico homem conserava anda
o sentido d? poderoso .eob :r, (3) qualidcagss
que paraciam insepiraveis : a riqueza era o a'.-
tribot3 natural do poder, urna atlrabla e ou'.ro
em gravitajao reciproca.
Pelo Hm da Idade media aoparecea ama nova
entilada sob o oome deforiona mobi'.iaria, qae
apenas nzseera, foi logo com leaeacia a coa-
sioir-se ama potencia, de modo qua logo em
comago das repblicas italianas e das commaaas
flaaaeoeae, o dinhei-o debaixa de forma moder-
na, inda3iria, commercio e doangas, tornoa-se
o pnmeiro poler do Estado Inmeiiatameote.
Ao njrte do3 Alpes, em Franga, Flandres e
Allemanba su'g.ram avultadas e rpidas fortu
as burgaezas, qoe admiraram os
neos, excitando o'elles com esse sentimeoto o
de roalevoloacia. No seeulo XIV, Nicolao
Fame!, o aomea maii rico em ouro e prata do
sea lempo, e por toso foi considerado como al-
ch'misia ; e no seeulo seguinle, Jacques Caeur,
ibesoareiro do rei e protegido do Papa, e que
possolado feitorias at oo Egypto e no 'Oriente,
i acorren as accusagOes que em nossos dias f -
zem-se aos monoioliataa dos grandes estabeleci-
meatos >.
Elle empolgou todas as mercadoriag do reino,
diz Joveaal dos U'sinos, e por toda parte tem
disseminados os seos commlssarioa; o que en-
riau -cer orna pseos, e empobrecer om grande
numero de boas marcadores. (4)
Os grandes cegociintes de Augsbourg nSo
sao melbor tratados na Allemanba, que elles en-
riquecen ; e contra os res da Baoca ou do com
mercio se dirige desde os primeiros dias a Igno-
rante inveja de sena compatriotas. (5j
Pasaada a idade media, abatido o feudalismo,
engranJece por toda a parte a poteocia do di-
obeiro ; e veremos prximamente que elle de-
veria ser o berdeiro do feudalismo, visto que os
rea nao fizeram aeoao trabalhar no seo in
lereise.
A Renasceoga em' toda a Europa presa d>
febre do ooro. Em Iuglalerra, ua scandlnavia,
oa Allemanba o g aade att-acvo da Reforma,
com relsgao aos principe- e geaiisbomens, a
paniloa dos bena da Egrtja; e em H-sp- n i. *
(ta botica Hsspaona, qua lorca impela para as
ludias a Culombo e aos conquistadores ? O amor
do onro junto ao amor da roz, psis nesses ra
des co-agOes de castaihaoos ou da genove'.e',
em procara do El Daurado. Mamnoo sabia i
ver bem com o Gbrisio.
O dioaeiro, o iatroso, peaetrava al nos claus-
tros, e abi accommodavase aorratelramente i
ana sombra, por meio da commenda e dos Deoe-
ficio.
E alada, om ou dona scalos apa, oa HolUn-
da, GsflOv, logiaier-a e mesmo Fraoga. eoira
em scena a fioaaga moderna, fazendo saa estra
as repblicas de me-ca lores.
Os aventuremos da Baoca fo-gam o accesso da
cfjrie; tomam lliulos, vialo camprar-se a nobre-
za ; c-.nquisiam lo escabello para mtMber oa soas binas.
Oa seclos XVII e XVIII adrri-am-sa em face
da fortuoa crecceate dos contra:tadores, dos ir-
rematan es de impottoa, fornecedorese ricagos.
803 formas e nomos no'os, os reaes nrecorsores
da alia Banca contempornea. Loiz XIV tem os
irmao* Croiza*. e Samuel Be naro ; o regencia e
Luiz XV, Law os qmtro r Dios, Parla. Saiot-
Simon vio Laz XI / fazendo as tion-as de Marly
Samuel Bernard. e e o vo oiieooo-ae o dn
qns e par de Franca drssa etpecie de p-ostituigao
do rei. Si o Bnaoceiro nao aem socoedmo.
escrevea La Hroyre, os cortex&os dlzem a seo
resp-ito : um burgaez, um qualquer cousa,
em ignoraote si, porm, logra bom xito, do
dem-lQe a tilba > ; ao qae cbamava Mad. de Gn-
gnao adobar su-s trras, e esse adobo com -If-i
to ja. era mol o empregado pela nobreza da
core, a oooto de Doolos ooiar qoe a aaog e a
corte cobrum-se mmlas veaes de luto pelo mes
mo rxo ivo.
Desae que o ooro oio perteocerse mais, por
direito de nasetmento, as pesBoas qualificadaa.
era coosequ-nte qae a nobresa o pocurasse por
mel das alliaogas ; e o georo de M. Poiner a
cootioaago das tradigOss da velaa Frang, as-
8 m como Turcarel ama das figuras clasicas
do nosso autigo toeairo.
Son a mooarcba, a Qoanga j ara ama poleo
ca; e de todos os poderes do aotigo rgimen,
qae a Ravolagao pretenden derribar, neonato
ergaeo-se com mais presteza. Cirooosrea.a
Revolugo sem o seotir trabalbava em seu pro-
vello; e em vo fez catn- a cabega de trinta e
dous reodeiros geraes, entre as qoaes a de La-
voisie1*, oo con8eguiodo seno alargar o campo
das opeagoes dos borneas do diobeiro.
V-se que a ti anga lem seos cosalos de no-
breza. mas a'ab pode concloi' se ama ioslnua
gao, de que oada mi loa se ? qae o pode-io do
diobeiro 'e todos os lempos e de tolos os r
gmeos ? \i->. por mais poderoso qae tenba fido
o diobeiro nos scalo* passados, e canos rei--
peitoa por ventora o foi mais do qae oo nosso,
(7) a. to com tu lo mais de urna di.lerenga entre
o paseado e o presente.
Aotigameute o dinoelro oo era nem maito
meaos poderoso, nem meito mais modesto ; nao
era com certera mais escrupuloso, porm o seu
poder mal 8 > manifestava. O diobeiro, si pos-
so assim dizer, nao reloava por si mesmo; vela-
va se por babito e adoroava-se de qoalidades e
ttulos diversos. Hoje reioa ostensivamente e
oanio os sfarces ; nai carece mais de oceulta-,
sb digoldades e vestes de empreslimo, a ba'-
xeza de au> orlgem e a saa vulgaridaae oallva,
sendo Ihe livre apreaenta'-se f'esca e me3mo
sem eacanlaMsar os uossos pu lores ostentar ana
srdida nudez.
REVISTA DIARIA
D'onie procede esta mudanga ?
E'o fa-:to de oossa civilisago inlusiliaiem
sea comp'exo; pois as no^sas artes, as nossas
scieocias e as nosaaa descobertas tem preparado
e consolidado o imperio do dinheiro, nao smen
te, como o dlsaemos. pela malnplicago de nos
saa ne esai lides. O vapor e o carvao de pedra
qoe tem oootnplicado a riqueza, transformoo-lne
a oatareza, fazendo brotar novas footai de for
tuna, que fluem e refluem sem parar por novos
carnes de urna a ouira extremidade do mundo.
A riqueza rao: a-ia sobrelevoo se territorial,
abaleado os proprieiari03 termoriaes e as aris-
tocracias antig-13, e fazendo em lagar de8tes tor-
Iono8 ao mesmo tempo mats rpidas e mais p-e
canas; e isto cons'.itoe urna rp.voloco ?o ial nao
menor talvez que todas a-i nocas revolugss po
lltlcas, e da qaal dat:a asenso deSoitiva do
novo soberano.
E todo 1
Nao ba nessa u urpago do diobeiro seto
causas econmicas *
Tambem oJo. Ea todnas g'andes revolu-
rj a ua nisior a, o espirito tem ]saa parte, c
qae di-se com refert-acia esaa ..va rea'ez-,
qoe tambem :eve cansas moraes, causa3 espir^
tuaej, e oa qml pelo menas descobrimos duas,
urna de nato-eza religiosa e outra oe feigj po
linca, consi lindo a p-imeira oo enfranquec-
mBalo daf chris: ea soijunda no estabele^i-
meato da democracia.
(Contina).
(1) Veja-se por exemplo. A Delouae, O
possuidires : dinheiro em Roma.
2) Caoga de HolanJ, edigo de M Los
Gaotier, vera 718,
(2) Joiaville, edigi Wailly. p. 149 151.
Foi assim qneem Hsspaiba os altos ba'Sea,
os Tuturos grandes, por muito lemDO se de.
nomiram los ricos amares, como se [distes-
se-se os pnderosos homens obaerveo S*iot
S H.cbeite, t. IX. n. 116 O cecealogista, alie-
mao do seeulo XVl, I uaof, ci.a io oor U Bota'
le diz a esta proposito coa Ingenuidale : A
palavn rico era. iie'e lampo, equivalente de
poderoso, e orno nao ha aada que de tanta ao-
uridade como a riqueza, os grandes BSObore
se presaviado titulo de ricos homens.
(4) M. B3n::ar:, Historia de Cirios VII, 1. V,
p 401 ; Pici'd, 1891.
(5) Certo a bis ona lores moderno, o ^tallo
grado Jsnssan ealro outros {Geschichte des deu'.es-
chen Vo'kes, t. I. p. 335396; iraja'-go [rsce-
la pormad. E, Parlz) lazara a es es grandes
contempo.-a- lestaoelecimenios dos Beculos XV e XVI as cen
suras de qna aimimente alvo a alta Sanca,
eem qne essas qutixas retrospectivas parecam
sempre jostl-adas. Veja-se M. Claud Janae',
O capital, a especulacao e a finanga, 18/2,r.
106-207.
(6) Represantado em 1709. ao reinado de Lsiz
XIV, por ordem da ;'te. Turcaret ou o Finan-
Ciro fii apolandido, sendo anas representagOes
interrompidas, porm, par macninagSea dos ar
rematantes. Veja se M. Eugenio Lia'.Uba:, Le-
gage, 1893.
(7) Inporta nao C3quecer, com f iT-ito, qa
out 'jra em Franja, e notavelmenle na logia
trra, bavia-se concedido ao dinae;ro direitos
que ciogoemlbe recosbscena-bojecomo a venda
de offiolof, de logares da magistratura, deem-
pregoscivis e de gres militares.
(8) A aotiga ordem das coasas, escrevia aqu
mesmo M. E.M. de Vou:u, oppnnba ao poder
facticio do diobeiro o poder laeal da religo e o
poder natural da forga phyaica ; esfas duas ani-
mas crearam numetoaos eqoilibrios aos privile-
gios e preeminencia do sacerdocio, do estado
militar, do naacimento, dos empregos da corte e
da magistratura. Veja-se a Revista, de 15 de
Diiemoro de 1892. A cr!s3 presante.
Senado de Pernambuco---Effertuoo-
se honiem a 12* sesso sob a presidencia do
Dr. Ermirio Cesar Coutinho.
Comnaroceram os Srs. Malaquias Gongalves,
Luna i-'reire, Goncalves Ferr ira, S Per-ira,
Velloso, Peretli, Barros de Larerda, Ermirio
Coulinho e Pinlio Borges.
E' lida e pprovada a acta da sosso antece-
dente depois de orarem os Srs. I'iolio Borges
e S Pereira.
O Sr. 1." secretario procade a leitura do sc-
guinte expediente :
Um telegramma do Sr. Senador coronel Ju-
liSo Augusto de Serra Martins arrjdecendo a
lcenga que Me foi concedida p.-lo Senado.
Inteirado.
Nao havendo. quam queir.i utilisar-se da pa-
lavra na i.' hora da sesso, passou-se i orleni
do din.
Vota-se e approvado a indirago de que
trata o parecer n 4 sobre o faci de s<> estar
funecionan lo untadas cmaras Legislativa do
Estado-
O Sr. presidente declara que eve s.-rfoita
i Cmara dos depuUdos a devida roinaiunica-
co-
Vota-se e approvado em primoira disens-
0 projecto n. 12 de 1893 [revogaro do art. 1
do Decreto de 4 de Setembro de H90 ;
Contina a 2.' discusso do projecto n. 2
deste anuo [instruego primaria esliluil arl-
Depois de orarem os Srs. .Malaquias t!on-
galves e S Pereira approvado o seguinte re-
queriinento:
Requeini qne o projecto n 2 com emendas
v 5." comnussao para dar seu paree >r.
Recife, 16 de Maio de 1894. -Dr. Malaquias.
Esgota-.se a ordem do da.
A de hoje esta : 1." discusso do projecto
n. 3, (leste anno, que concebido nos segnintes
termos :
O Congresso legislativo do Estado do Per-
nambuco resolve :
Art. l. O Estado de Pernambuco, em o dia
I." de Janeiro de 1901, coinuieiiiiirara solemne-
mente a l'iiudaijfio di Repblica -los Estados-
UndOR do Brazil.
Art. 2." Para o disposto do artigo anteceden-
te ser erigido em urna praga publica da ci-
dade >io Recife um monumento coninieinora-
tivo.
Art. 3." O monumento se cnmpnr d una es-
tatua allegorica, principal, da R-pulilica Bra-
zileira, coui pedestal de bronze e este assen-
taoo sobro um largo plintho, constru.io de can-
tara de I." ordem do Brazil.
No pedestal soro representadas ni BOiXO
relevo, as (guras do Bernardo Vieira de Mello,
Fre Caneca e outros pernambucan >s illuslrcs,
qu; tenliam tomado parte nos movi'iu.ntos po-
lticos em favor da liherdadc-
No plintlio serio dspostas estatuas comple-
mentares symbolisando es faitea mais nolaveis
e gloriosos'dos martyres e patriotas.
Art. 4.; O Governa lor do Estado tica auto-
risa io a ianiar abrir'les le j Basta cidade.
na do Rio de Janeiro e as principa s da Bo-
rnea, o concurso artstico do pro.octo d > mo-
numento commemorativo inarcmdo o pteea do
1 anuo o 6 mezes para o rec.ibimenlo nesta ci-
dade dos projectos que eotrarem em.onnirso-
Art. 5." s projectos de que trata n arlifio an-
tecedenle, acompanhados dos respectivos pla-
nos e desanos, ssro julgoaies'por um jury
coinposto de 5 pe-sdas i-lonoas c cooipeleiiles,
oomeadas para -sste fim pelo Governador do
Estalo, qua presidir o ni >no jury.
Ar:. 6.' O autor do projecto de monunie.ito
classiiicado em !. logar receber o premio de
dez contos le roise o do 2." o pr mi dj cin.-n
contos d^ reis
Estes dous projectos pertencero ao l-istado,
sendo os nao classiticados cntregus aestW*
pactivos autores.
Art. 7." Os autores dos dous prime iros pro-
jectos ti-m preferencia na escollia das ptapee-
tas para realisac&o do monumento.
Ait. 8." Ser custeada a obra Ot 0 im do
anno de 1900 com os eagrtea recursos :
1." Subvengo annual nunca inferior a ...
50:' 0 00'.
2." Producto de urna subscripeo publica.
aborta em cotia municipio.
3." Loteras,beneficise outrasquaesquer da-
divas.
Art. 9." Fica tambem desde joatorioaJo "
Governador doEsUlo a dispmler iquantu
de o:0()l).)0 com os astados preliminares, an-
nuni'ios e melborainontos ou prep m d i praca
publica, aonde destinado a iiKiiiiinienlo.
Arl. 10. lievogam-so as AaaoaoajQea em con
t rario.
Sala das sessyes do Senado de Pernaankojee,
II de Mo de t89i.-I)r. Ignaeio irv.V /(.- H-
lu*o.M/PerelH,
Cmara das Deputadns OeiNOU
honiem de haver sessao por li-rcm apenas com-
parecido os Srs. Hareira Alves, Correa da Cruz
e Felino dos Sanios.
Gremio dos Profcssorcs Primaa-
rioslloj?. ao humo da, rcune-sc esta soc.i:-
dade em sesso ordnaia
Em dispnnibiiidaile -S. Exc o Sr.
mador do Estado baisou a seguinte pirta-
ria :
4" Seceo -Palacio do Governador do Es-
tado de Pernambuco, >i de M.io i- 8'.'4.
O (overuador do Esla lo, att <: '. ndo ao
que reaoereu a nrofessira Mana Meara :1o Je-
ss, e tendo em vista as inl'ormaeoes d *8 d .
Abril-findo o n. 38, {de do correnl m .:. do
i ilo d Xazaretb c do Dr. iosperl ir | -:mI
do Instrucco Publica, etermina aja p -ti-
flionara fiqua em dispodibiliia 1 \i-i < moair
os requisitos exigidos pela Constitu. > ba-
ver provado qa-, no gos- de Ha ido
extincto o municipio d; Viceocia, fon
pelo prefeito acin menciona io poss-ie ido
para substitui!-a. Alexandre Jos Barbosa Li-
ma.
Sutiiluea -Por portara do Exm. Sr. Dr.
governador do Estado dalade de ;" I i cotf HMa
foi jubilo lo uo c-argo de prof-ssor publk ) o ci-
d.ido Manoel Flix do N.isi-inieiito. visto c miar
mais de o aun >s de exercicio e acoor-S >:i:-i-
eamente impossibilitado de c mnuir i mi
gisl irio, soguado os parecores da mol n tica
d i 3 de Nvembro de l8.i3 o d: 2 do correnl;
mez.
Visitas militares-S. Exc. o Sr. gana-
ral commandante do 2* districto militar, acorn-
pauhado de seu secretario major L lobaldo M '-
raes e ajudanta de campo lenle Pr lexlalo
Maciel, visiteo antehontem a fortaa o Brum,
o Arsenal de Guerra, os quarteis do ri !%
batalhjs de infantaria e do contiiigfnt; da
cavallaria.bem como o Hospital Militar, lando
percorrido todas as dependencias e ex;
o armament >, material e arrecadagoas.
Ao ralirar-se S. Exc. dirigi congratulacoes
aos respectv >s ebefes pelo estado de assai a a
ordem qua notou un referidos estabelecim.-a-
tos.
Theatro Santa IsabelO granda es-
pectculo em solemnisacSo do 44* annivorsario
da inslallago do Thcato Santa Isabel, lera legar
amanh.
Esse dia nao passara desapercebido, como
tem sampre succedido. Pela primeira vez era
ilembrado, e isso de justica, porque elle indica
examnalo
II


\ "je .,*' j
" l' l '.-



/
Diario de Pernambuco Qsiula-feira 19 de Maio de 1894
je
o coraecododesenvolvimenlo da arte dramtica
e lyrica era Pernambuco.
Revestiodo-se de galas para festejar o seu an-
niversario, o Sania Isabelpo ter amanh um
8 lugar desocupado, trcando assim patente
quanio a sociedade pernambucana aprecia as
arle--
O programma escolhido ser todo desempe-
nhado pt'la companliia do Sr. Sansono, dando
" cometo ao espectculo a execugao do Ugmn>
Nacin i, seguindo se-lbe a grandiosa sympho-
ma da opera do nolavel maestro bra/.ileuo Gar-
los Gomes, II Guirany, e terminando pelo des-
empenlio da opera em quatro actos Aiia do
maestro Verdi, cuja interpretado est sonada
aos distinc'.os artistas Sulli, Orsmi, Vilalta, Poz-
zi Rotoli e Cervi.
A Pebre Amarilla em Macalie
L-e no Jornal d> Commercio, do Rio, de 9 do
corrente:
De pessoa merecedora do mais elevado con-
ceilo, reeomohegada de Macah, obtivemos exa-
cta* i:.formag6es sobre o estado sanitario dessa
cidade, que, como noticiamos ante-hontem em
urna das nossas Varias, nos constava por carta
nao ser nada satisfatoria
ElTi-ctivamene a 'ebre amarella declarou-se
ha dias na cidade de Macah, imuortada por al-
guns dos navios que se aglomerara ha mezes
naquelle porto; a iuvaso, porrn, nao apresen
ta por emquanto aspecto assustador, mas antes
benigno, pois at o da da partida daquelle nos-
so informante os casos, fataes a pouco raais se
elevawo de 20, na raalor parte estrangeiros e
dos qoe assistera a bordo dos navios ancorados.
A populagao. como natural, apavorou-se
aos piimciros casos, e muitas familias tra-se
retirado para o interior. Coincidindo o faci
com a partida do presidente da municipalidade,
que. por motivo de enfermidade em pessoa de
sua familia, leve de ausentar-se para Alarabary,
e, nao tendo sido substituido pelo vice-presi-
dente, que tambera retirou-se para Tora da ci-
dade, maior tornou-se o pnico do que o caso
permiitia ; mas o medico da assistencia publica
e autoridades municipaes conservara-se era seus
postor dando todas as providencias precisas.
Corno disserao?, atlribue-se, e cora todo o
fundamento, a raporlago da epidemia aos na-
vios qu se acham4ia mezes ancorados na baha
de Macah e que nao conseguiram deeembara-
car-se de seus carregamentos pelo alto prego
que Ihes foi tributado pelos proprieta nos da
ponte d porto de Imbetiba, pelo que trverain
de recorrer ao despael.o sobre agua; e, como
para isso Ibes faltassem barcagas e outros uten-
silios necessarios, tiverara tarabera que esperar
que do no-so porto podesseiu ir taes auxilios, o
que so agera conseguio-se.
Boa parte desses carregamentos consista
em gneros alimenticios, sendo o principal a
carne secca, que, desembarcada, agora em mo
estado, infecciona a cidade por forma tal, que
em algumas ras sente-sc o mo cheiro a gran-
de distancia das casas em que se acha armaze-
nada.
Parece que as autoridades sanitarias e mu-
nicipaes tin sido um tanto benevo'as em suas
visitas a esses depsitos, s condeinnando o ge-
nero quando era completa putrefaego ; dislo,
sobretudo, que se queixa a populagao ; urge,
portanto, um pouco raais de severidade para
que, removida a causa primaria do infecciona
ment, possa melhorar o estado hygicnico da ci-
dade e, conseguintemente, nielhor se possa tam-
bera dehellar o mal anda era estado incipiente.
Sabemos que o zeloso presidente do Estado,
o Sr. Dr. Porciuncula est tomando as mais
activas providencias nesse sentido.
Beneficio Vilalta Realisou-se ante-
hontein, no tliealro Santa Izabel, o espjctaculo
dado p;U Companhia Sansone em beneficio do
1 tenor Guiseppe Vilalta.
Esse benaBcio foi por
prensa pornambucana.
l-'oi urna fjsta clieia d; cntliusiasmo e
decerto ni faltou para o bnllio da noite que
constituiu mais um triumplio para o distinelo
artista'qu: tanto se tem imposto syrapailna
e admirago da platea pernambucana.
O tlnatro estava iuteiramento chelo, e nao
faltarara os mais phroneticos applausos para
coro ir o bora deserapanho da opera cantada e
concorrer assim para mais imponencia da
fesla.
Pela primeira vez que appareceu em scena o
beneficiado, foi elle coborto de delirantes ap-
plau-os de toda a platea. sendo-1h: enlao sacu-
didos innmeros bouuets e flores em profuso
sobre o palco.
f; Apiz o primeiro acto, quando acaboude can-
tar o romance Son pensi aine .. urna commis-
so da mprensa coraposta dos Collegas Eucli-
des Fonseca, Manoel Cavalcanie, Julio Falcov
Manoel Ario e (Jnciiiano Martins Sohrinho fez
entrega ao tenor Vilalta dos seguintes 0*ise-
tos : iina bonita cartera, um riquissuno boi-
quet de flores natura :s e un magnifico relogio
de our.i rain cuja te rapa se achava gravada a
i! i.catoria A imprensa di Pernambuco ao
i. 'ior Vilalta.
Em nome da commisso falhu o nosso colle-
ja d> (azetadi Tarde Unciliano Martins, que
em breves e eloquentss plirases expressou os
sentimentos de que se achava possuiiaa m-
prensa.
Em seguida a intensante Adalgisa Falco,
filha do nosso collega Julio Falco, oCfereceu ao
beneficiado o seu retrato n'uma bella moldura,
com a seguinte dedicatoria" Adalgisa Falco
ao tenor Vilalta.
O resto do espsctaculo correu com o mesmo
.enthushsmo, sando innmeras vezes chamado
i scena o beneficiado qus era sempre recabido
com Mmenlos applausos.
Tamb:m foram muito applaudidos os artistas
Vittoria Sulli e Lui/ Fons, sendo igualmente
chamados scenas repetidas vezes.
O beneficio de antehontera foi em summa
muito honroso para o Sr. Vilalta a quem felici-
tamos mais urna vez pelo successo que obteveJ
devido ao seu ncontestavel talento.
Coneerto O pianista Sr. Elias Pompilio
realisa boje,-no salo do Club Carlos Gomes, o
concert vocal e instrumental que organisou e
j foi annuiado.
Deve ser urna bella festa, julgar pelo pes-
soal que n'ella tom i parte e pelo programraa,
que o si.guinte :
{' parle
Io Saint Saens-Rhapsodid d'Auvergns. Solo
com acc. de 2 pianospelos rs. Elias Pom-
F.uclides Fonseca.
este dedicado m-
6
ceno, conhecid) por Joio Baila, resultando car
o primeiro lo gravemente erido, que veio
fallecer momentos depois.
Depoisdesse crirae, Jo) Baila, acompanha-
do de ara fllho, de nome Jos Ferreira arnas-
ceno, oceultou-sa n'ura rancho existente n'um
rogado, receioso dos prenles da victima, que
di/.ia-s eUm-lhe no e.ncalgo. ''
A's'8 horas da noite do referido da 5, o
fllho de Joo Billa, retirou-se da companhia do
pii sern que Mta o percdi.-sse ; e, quando al
gum tempo depois. regressava ao raneho, Joa>
Halla, toman io-o por um prente de Ignacio
l'ereira, deu-lhe um tin, que, apannando o ra-
paz no peito esquerdo, m:itou-o instantnea-
mente. ,
No dia seguinte, 6 do corrente, o subdelega-
do districto, tendo noticia desses successos, foi
para o lugar do crinie, fazando-se acompanhar
de duas pragas e diversos paizanos.
Al chigando, em balde procuraram o assas-
sino, que se havia evadido p irV lugar desco-
nhecido.
Entretanto, para o povoado ds Calgado lorain
transportados os cadveres, que ahi foram vis-
toriaaos, sendo depois inhumados.
Dos autos fv.-ss remessa aojuiz districtal,
e deu-se sciencia dos tactos aos Drs. questor-
policial e juiz de direito do municipio.
Belli JardimPddein-nos desse distric-
to para declarar que a commisso de alistara Mi-
to eleiioral da nica seceo que ali ha, desde
il de Abril prximo lindo, est tunec mando
na casa de residencia do Sr. Firmino Rodrigues
Lins de Albuquerque, nc largo da [sin, do po-
voado.
Visitas domiciliarias Da inspecl >-
ria de Hygiene nos foi lioiiteni remetiin o se-
guinte :
O Dr. Amaro Wanderley visitou na ra
89, anliga Imperial. |);rtenceiite ao 2." districto
de s. Jos, 3u domicilios.
4 Casa arruinada e por isti, inipossivel
de conserv.ir-se acceada.
V. 16 Quintal coiu pouco acero.
>'. 20 Uuiuttl com lix), a casi nfro t:m
morador.
N. ti Um porro no quintal.
28 Quintal com lixo.
.. 181 Estabulo com muilo aceio, pelo qu:
pode ser conservado. ,,
Xs. '89, '91, l*t, '93 e 197 -QuintalV )m-
mum, com alguiii lix >.
N. 199 Quintal pouco aceiado e com um
porco.
'" Quintal pouco aceialo.
M l'eilas as iiitimaces necessaria-.
To.j.- 'iiais domicilios conservain-se
com muito r .
Dr. BapUo. Fragoso Visitou 35 domici-
lios.
Ra Marquev. -le Olinda numero 39 2. an lar
C isiufaa suja e no 3." do mesmo predio lalrina
nao funeciona.
So numero 37 2.-0 andar notemapparelho,
0 i|U! d logar aos miradoras atirirein poTCA-
rias para o telhado do visinho.
So numero 7 1 andar cosinha suja.
Tudo o mais em CondicOes regulares.
O Dr. Baptista de Curadlo visitn 60 d >
miciiins as roas d > Rangel, Pedro Aflbnso,
Largo do Mercado e ra da l'enli i.
Ra do Kangel62 pliannuia. appar:lli.o da
Dra.vnage funeciona mal, n. 7 quitan la com
quintal pequeo, pouco asseiadoe muitas gal-
Imhas.
N. 53 v
mnitaB gallinfias.
Ru:idiPraia. N. 76 andar app u- -lh >
deteriorado e mal situado. N. ano #quintal
urna coebsira parabais e cavallos contra ai
posluras municipaes. N. 59 quint il com o cano
de esgoto obstru lo.
Largo do Mercado. X. 2 e 4 acougne, I em
oapparelho Dri.vnage obstruido, a despert
das uclamacoesao proprietario, carece de ur-
gente reparo.
Todos os outros era boas condics.
Telesraph Xaelonal -Becobem is da
Betatk) 3 >sn cidade as seguintes linhas :
Commuuico-vos que inaugurou-se no dia
do crrante a estaco telegraphica da cidade
de Serrinha, no Estado da Baha ; a taxa a par-
tir d'esta capital d l 2 0 reis p >r palavras.
Paquete S. Francisco-Por afluen-
cia decarga que nao foi possivel ser toda rece
Oda lionteui, foi resolvido p da Companhia Per-
iiainliucana. transferir para boje s 4 horas da
tarde a sabida deste paquete para os portos do
snl. at o da Babia.
l.ii rd i elacin-I O Sr. Raymundo
Cyriaoo d i i arvalln prestou liontoin, por pro-
curador, a afflrmacouo estylo e ampossou-se
do posto de coronel coiiimiiidaiile superior da
Guarda Nacional do municipio de Granito, ten-
do sido a alfirmago prestada per.inte o Sr. go-
vernad >r do Estado.
Paquete Clyu -Honl im esse piquete da
linhade Southampton tocou no lamarao onde
receben intimago. pelo telegrapho ptico, de
seguir para a illn Grande, visto ter l'eito escal-
la p ir Lisboa.
L'Kein du Brzil-Fomos informados
de que o nosso Ilustre coUaborador Sr. Baro
Godefroy d'Herpeut, autigo redactor da La
Semaine l'arisieime e Spectaieur de Pars, foi in-
cumbido da correspondencia e agencia geral
n.esta cidade do psnodico L'Beko J,-. Urezil, fo-
llia iViiii:/.a que se publica no Rio de Janeiro.
O Sr. Biro d'Herpeut reside no predio n.
1 da ra Bemtiea. Magdalena, onde pode ser
procurado s rjuarta-f:iras e sabbados de 1 s
tkores da tarde pira tudo qnautodisser respai-
lo ;iis su is minivas para o Bdn Hr.iz ou
rdativamepl i as asignaturas, publicaces etc.
etc. do ni 'Sin > periodic i
Comprimentamos ao Sr. d'Herpeut pela pro-
vade contiancx que acaba d* receber.
Faeuldade de Direito. Hoje sero
chamados pela 2.* e ultima ve/., na 2.a serie ju-
rdica, para exame de Direito Coraraercial os
seguintes estu lantes : Deraosthenes de Olinda
(lataioaoti. Jos Luiz da Silva lavares, Eucl-
ds Deocleciano de Carvatho, Domingos Jacin-
io Tenorio, Ernesto de Lemos uarte, Benja-
mn Vercosa Jacobina Filho, Bento Bandeira
de Mello, Luiz Ribeiro Gongalves, Virgilio Au-
gusto de Si Pereira e Luiz de Franca Pereira.
Eis o resultado dos actos do dia i4 do
corrente.
3.' serie jurdica
Jos Lucas Soares Raposo da Cmara, sim-
plesmente em todas as caieiras.
Antonio Fehnto de Soua Bas
"X. 67 venda sem apparelbo Dravnige.
nd i. quintal pequeo, pouco asseial > e
1. e 2. Vice-presidente s5o sympathicos osSrs.
Drs. Antonio OlYitno e Matta Bacellar.
Para o lugar de !. secretario deve lisonjearse
o Districto Federal com a entrada do Sr. l)r. Tho-
mai Delphino.
Os cargos de 2o, 3o e 4o secretarios esto
guardados para os Srs. Coelho Lisboa, Fileto Pi-
res e Aaisio Abreu
Que a sesso da Cmara faga o que nao con-
seguio fazorji reunio do ministerio do Interior.
Carta Geral da IlepiiJilicaL!-so
na citada folba:
Na inspectora Geral de Estradas de Ferro
est quasi prompto um trabaltio que faz honra a
essa repartigo e constitue valiosa contribuigo
gecgrapliia do nosso paii.
E' urna grande carta geral da. Repblica, me-
dindo tres metros em quidro, em que sao deli-
neados cora a maior rainuciosid.ide e a mxima
corrccgo coinpativel com os estudos at hoje
feitos, os rios, montanhas, lagos, locolidades, li-
nhas terreas, telegraphicas e de navegago taato
lluvial como martima, etc.
Esse trabalho est sendo feito na secgo
graptiica da inspectora Geral do Estradas de
Ferro, de que chefe o capito-tenente Lauriano
Martins Penia, e sob a inmediata i^specgo do
Sr. Dr. Chrockatt de Si, inspector geral de Es-
tradas de Ferro, que vai pedir autorisagao ao Sr.
Ministro da Industria e Viago para despender
8 .0003, quantia em que est oreada a sua ira-
presso.
< Pelo que'vimos do trabalho em qucsio, se-
ria um importante servigo prestado ao paiz.
A pontissiut-- Das oflieinas do Sr I-'.
P. oumreau acaba de sabir a luuic mais um
bom livro de sortes ntiiulado .1 Pontissimt,
duendo-se traballio do Dr. Rozelis.
Alem das sorie<, que sao boas em geral, e
algumas mui jocosas, tem o livro urna collego
vanada de coritos, caaradas, etc. etc.
Ao Sr. Bonlitreau agradecemos o mimo que
nos fi-z de ura expropiar,
Slarqucza Rieei da ^a-3ssa dis-
liiicussiiM cantora e CMKeriidta eeatoansa aina-
nlia para o Rio de Janeiro no paquete allerao
l'araga'iss.
tk sua gentileza e arnabilidade vindo despe
dir-se de nos, confesjamo-nos gratos e lile de-
zeja nos prospera e feliz viagera e faria colhei-
ii de Iouims no Rio, onde lude real car o sen
mrito real.
l.-'Ki:!' de Soceorros llutuos dos
o.Hciaes da Guarda diaconal
Presente numero legal de associados e sob a,
presidencia do Sr. inajor Lenidas Loureiro-
fiinccionou na terga-feira ulriraa, essa associa
gao.
L'da, foi approvada a acta da sesso anterior
Foi lida a-respostado Sr. tenente Jos Flix
de Albuquerqve, aecusudo o recebirnento da
cornniunicacao que lli foi feta e felicitando a
Legio. Itecebida com agrado.
Presente o Sr capiao Augusto Gcar Cous-
reiro de Mal tos oi felicitado pelo Sr. capilo
orador, responden do u capilo Cousseir o
O Sr. presidente coosullou a casa sobre a ac-
quisigo dos senhores mdicos e capello que
expontancainenru olferece.m sus servigos a L-
giao, e sendo acceitos u'ianiuieineiite sao accla
raades socios bemfeitores os Srs. Drs. tenen-
te-coronel Francisco de ''aula Arvellos major
Jos de Miranda Curio, capitacs Alvaro Telles
de Menezes, Euzebio Martins Costa e Joo
Al exandre Seixas, e capello o Rvra. conego
canito Telesphoro de i'anla Augusto.
O Sr. canito Calis Jos de Mello, obtendo
a palavra feicitou a sociedade por ter a sua
frente o Sr. inajor Lenidas, que, na qualida te
de presidente ten demonstrado quanlu se in-
teressa pelo grande deseuvolvime ito da Legio.
O Sr. presidente agradeceu
Pelo Sr. lenlo Presares foi requerido que
se declare quaes os so-ios que pro araran fun-
dar esta Lejio e a raz.'io porque. O r. pre-
sidente respondendo disse que : socios de ou-
tra sociedade congenere. desgostoso3 pela m
direcgo que Ine dava a directora, haviara se
convocado sob a presidencia do Sr. tenante Sal-
danha, em o predio em que hoje esta installada
a Legio. e ahi coraegadu as suas sesses, e
que esses socios foram os Srs. tenentes Fran-
cisco da Natividade Saldanha. Joo Ribeiro Gui-
mares Paulino da Silveira Pinto, Salusliano
do Reg Rarros e alferes Leandro Jos Hono-
rio de Sarapaio. Disse tambera que em virtu
A's 11 horas entrou a festa, otflciando o vi- polencia de 50,9 voltas, retirar o oxona da
gario conego Ara'go, que granihs auxilios' atmospliera e arraazenal-o em agua pura. So
prestou festividade, para cujo brilhantismo i esta agua inmediatamente estenlisala for ab-
pnncipalmente concorreu. i servida, o zona que ella conluzr aos orgds
Ao Evangelho pregou o talentoso e eloquen- digestivos aaniquillara logo os bculos (la te conego Machado da Mello, que teva por uuia i demia.
meia hora o auditorio suspenso de sua palavra s microbios privam-nos cada dia de ura
inspirada. (alimento ou de um habito. Os maldito patho
*' tardo honra grande procisso e noite gen icos invadiram ludo
tova logar ura sdlerau; Te-Deum, antas do qual, A agua Dolavel j nao podo se- bebida pelas
fez-se ouvir o tambera tilentoso progador co
neg Fernando Rangel.
A nova mesa regadora de 91a 93, da irman-
dade do Espirito-Santo flcou assim eleit't:
Juiz o cidado Jos Pimental, escrivo, o ci-
dad&o Francisco Antunes, e thesoureiro o ci-
dado Paulino da Souza.
Empossar-se-ha no dia 20 do crrante.
I.iccs pratieas de ortho^raplia
assa livro de instruego primaria, puol-
cado era 6." edieco e de que auctor o pro-
l'essor Joo da Motta Araujo, recebemos um
ex'emplar que nos od'ereceu a Livraria Contem-
porauea dos Srs. Ramiro M. Costa & C.
'O grande numero de edicges qua tem lili
essa obra, perfeitammta adaptada ao (ira
que se destina, urna prava segura do seu va-
lor e da aecaitacao que tm marecido as aulas
primarias.
As lieges pratieas de orthographia teem
approvago dos concelhos de instruego pu-
blica da Capital Federal e de Perairabuco, e
sao premiadas com o diploma de mrito da
exposigo da ndistria nacional em i*8t.
Agradecemos o exampiar que obsequiosa-
mente nos foi orTarecido.
Feri siento casual-----<0 dia U do cor-
rente., no lugar Gnele do municipio de laua-
rass. estando Januario Francisco da Silva a
aiimpar um revolver succedeu disparar-se este,
indo a carga enipregar-se em Antonio Archau-
jo Lisboa, amigo do Januario.
A autondade coiuptenle looiou conheoiinen-
to do fado, cuja casualidade foi verideada.
Assoeiacao ledic Pliarmaeeu-
tic.iteuue-se hoje. em sesso ordinaria no
lugar e bora do coslnme.
Trttjuiiil do Jury do RecifeFuiic-
cioaou houtem este Tribunal soba presiden
cia do Dr. Jos Julio Regueira Pinto de Sou-
zajuiz de direito do t. districto criminal.
Compareceram 28 juizes de faci,
Foi sub'iielli'lo a julgamentoi) reo Joo Be-
zerra de Araujo, pronunciado como incirso qas
penas do art 30 $ nico do Cod. Penal e ac-
ensado de liaver em o dia 9 de Outubro de
li9J. na roa da Guia, ireguezia do Recife, pra-
ticado coiuuiui faca -le ponta leses corporaes
de nalura/.a grave em Joao Pereira' Casado Li-
ma, praga de polica.
Prodozo a aecusago o Dr. Virgilio Car-
nairo Mendos la Silva, 1 promotor publico.
Doduzio a defesa o acadmico Pedro Ariliur
Guimares,
Em face di deciso >lo jury o Dr. Juiz da di-
reito absolveu o reo da accus.igo que llie foi
intentada e condernnou a Intendencia Munici-
pal as cus Tas do proeesso.
Em segundo lugar foram julgados os reos Li-
berato Correia de Araujo e Joo Pereira C isa-
do Lima, praga de polica, pronunciado< as
penas do art. 30-1 do Cod. Penal por sa Inve-
rem ferido mutuamente.
Occupou a tribuna da aecusago o Dr. Ber-
nardo Jos da Gama Lins, ." promotor publi-
co, por achar-se incommodadu o 2." promotor.,
Deduzio :i del'eza o Dr. Luiz Emigdio Rodri-
gues Vianna, advog ido dos presos pob-es.
Era vista das decises do jury fei couderana-
do o reo Joo Pereira Casado Lima a pana de
7 meaos e raeio de priso cellular, grao medio
do art. 303 do Cod. Penal.
O reo Liberato Correia de Araujo foi ondera-
nado no grao mnimo do citado art.; a tres me-
ses e meio da priso simples, sendo posto em
[bordada por ter cumprido a pena em face do
disposto no art. 60 do Cod. Penal.
O jury de sentenga compoz-se dos jura los
Tboraaz'CInrencio de Paula Rocha.
Hermogenas Camargo.
Antonio Teixeira Bastos.
Candido Jos de Ges l'ellas.
Amaro lavares Cootinho.
Jorge Gu:des Araujo.
Antonio Caetano de Olive ira Coragem.
Jos da Silva Marroquim.
t\* *av .oiiiu mu. i/uoi. aiuuuiu iijo ,iii ni iu- '!*
dedo que os raesmos haviam mandado publi- ^Joaquira tunes.
M, n i,n,Q ,i i^^u < ,i r..ih^ a. i-oi levantada a sesso as 3 horas da tarde.
Davem ser julgados hoje os reos Francisco
pilio e Kuciides
Gounod-Fausto-Valsa Delgioieli, pelaSig-
norina Candida Lyra. ^ivil e maritimo.
Tosti-.'-a Mu feindiera-Romance-Sig. K J()s Bel|0 de Amorim,
Pozzi.
Thoraa'. -Mignon-Comais u lepaysfpeta
Signora M. Orsini.
Tosti -Vo t'amo pi Romance -pelo Sig.
Donato Rotoli.
Donizetti=Linda de Chamounix -lo vidico
che pirtiale,- Duetto, Signora Paolina Ber-
nabei e Sig. L. Ferrari.
15 minutos de intervallo
2' parte
Io T. LackAndante et Rondo de Rosenhim,
transcripto para pianos. Signora M. The-
reza e Elias Pompilio.
2 L. MancinelliTizionello Qiiante desierai
Bercmse. Signora P. Bernabei.
3o G. VerdiTraviata Bella si come un angelo
Duetto,Signorina C. Lyra e Sig. F. Poz-
, zi.
4 D. Armengol -Sogno o amore Romance -
ssjjsig. G. Vilalta.
8 Alinovi-."o
Ferrari.
G. VerdiRigoletto | Bella figlia dell amore
Quartetto, -Signorinas C. Lyra e M. Osini,
Sigrs. Vilalta e F. Pozzi.
A orchestra ser dirigida pelo Maestro G.
Polacco e os acc. ao piano pelo Maestro Eucli-
des Fonseca.
Legij de Soccorros MutuosEs-
sa associaglo de oflciaes da guarda nacional
funeciona hoje, pelas 6 horas da tarde, para o
flm de eleger o respectivo conselflo delibera-
Monte Pi Portujptez-03 membros
dessa associagao dev.em reunir-se, em assem-
bla geral, arnaab. pelas Choras da tarde, ao
Gabinete Portuguez de Leitura, para debera-
rem sobre.as contas do anno findo, e elegerem
os res-pectivos corpos dirigentes.
Instituto Arebeologleo -A' bora do
costume, foneciona hoje esse Instituto em ses-
so ordinaa.
Assasannato Communicam-nos de Cal-
do,, municipio de Pesqueira, que s 6 horas
tarde de 5 do corrente mez, no sitio Volta,
stos. idem em
serain teitroRomance Sig.
plenamente em civil
e siinplesmente era maritmi i.
JosiIgnacio de Albuqu:rque Xavier Jnior,
plenamente em civil e martimo.
O estudanle Marcillo de Monra Carvalho no
da 12 foi approvado simplesmente em marti-
mo.
O estudante Joo Osorio Porphirio da Motta
foi plenamente em direito civil e maritimo e
nao como por eng ino oi publicado.
- Eis o do dia i5:
2.* serie soci-zl
Joo Rodrigues do Ifago, plenamente cm eco-
noma e simplesmente as outras.
Antonio Duarte Muniz, simplesmente em
todas.
Artlmr de Miranda Castro, idem em econo-
ma poltica e plenamente as outras.
Joo Baptisla V'ieira da Costa, simplesmente
em todas.
Francisco Jeronymo Basto3 de OUveira, p'e-
natnente em todas.
Eloy Castriciano de Souza, idem em inter-
nacional e hygiene e simplesmente em econo-
ma poltica.
Carlos Augusto de Araujo Costa, plenamen-
te em todas.
3.* serie social
Manoel Carpintero Peras Jnior, simples-
mente era todas.
Adolpho Cyriaco da Cruz Riheiro, idem,
idem.
Tito dos Passos Almeida Rosas Filho, dis-
tinegao em todas as cadeiras.
Pedro Ignacio Theraudo Lessa, simplesmente
em sciencias da adrainistrago e iegislagao
comparada.
dylo de Moura Costa, plenamente em seien-
cia da administrago e simplesmente em i-
n angas.
Dois reprovauos.
Mea da Cmara dos Deputados
Lomm no Jornal do Commercio, do Rio de 9
do corrente :
Si bouver hoje a eleigo da Mesa da Cmara
dos Deputados, bem possivel que o Sr. Rosa e
travaram tacta, por causa je farinha, os indivi-. sTa 8,a 0 primUs nter pares.
dos de nomeB Ignacio e Joao Ferreira Damas-' sabemoi tembem qua para oa lugares de
car nos jornaes de terga-feira 25 de Jullio de
1893 fe fez a dellniliva convocago tudo devido
aos esforgos daquelles cinco senhores officiaes.
Os Srs. capito Lobato e teneote Saldanha
de rara conhectraento casa do falleciraento do
pie do consocio capito Theodomiro Thoraaz
Cavalcante Pessoa, c do da rac do capito Joo
Rodrigues da Silva Duarie, accrescentando o
capito Lobato, que para o enterro desia foi de
signada urna commisso c imposta dos Srs.
capites Autonio Marinbo Falco, Joo Caeta-
no de Medeiros e tenente Ger ncio de Souza
Res, a qual acorapanhou o fretro ao ceraitero.
Rccebidas cora pezar essas tristes noticias
foi nomeada outra commisso coraposta dosv
Srs. canito Jos Miguel dos Santos, tenentes
Francisco da Natividade Saldanha e. Jos Fer-
nandas de Mello para apresentar aos Srs ca-
pites Theodomro e Duarte, sentidas condo-
lencias, e para assistir as missas que se inan-
darem rezar.
A comraisso encarregada de visitar o Sr.
major Antonio Pedro de Azevedo, deixou de
assim fazer por nao ser preciso mais, visto co-
mo o seu encoramodo foi passageiro.
Nada ra.iis havendo a tratar declarou o Sr.
presidente achar-se designado o dia de hoje, s
6 horas da tarde pira a terceira e ultima reu-
nio da asserabla geral que tera de eleger o
coicelho deliberativo,
A's 9 horas encerrou-se a sesso.
Soares e Mmanuro Eduardo MulerL
O reo Francisco Aleixo Jos de Saut'Anna,
subraettido ante-hontem a julgamanto. foi pa-
trocinado pelo Dr. Domingos Cavalcante e Sou-
za Leo Jnior e nao pelo Dr. Emigdio Viauna,
como por equivoco, foi escripto na noticia pu-
blicada.
Operaces cirurgicas No Hospital
Pedro II foram ferias as seguintes:
Pelo Dr. Alcabiades Velloso :
Posthotomia reclamado por phyraozis e can-
cros venenos.
Urethrotomia interna, proeesso de Messonneu-
re, reclamada por estreitamento abraso e ras-
tillas urethraes.
Pelo Dr. Arnobio:
Posthotomia a caivete reclamada por phy-
raozis e cancros veuerios.
Pelo Dr. Viera da Cunha ;
Extracgo de adenoma da rigo mamaria
esquerda.
Pelo Dr. Berardo.
Tarsorrhaphia cora retalhe ovalhar e trans-
plantaco dos bordos em ambos olhos.
Pao d'AIlio Dessa cidade nos escrev;-
ramera 14 docorrente :
Srs. relatores do Diario de Pernambuco.
Permitti que por ineio desta vos demos al-
gumas noticias deste municipio.
E' extraordinario o bem que fazeis a nos
pobres moradores do interior todas as vezes
que vos dignaos publicar as nossas missvas.
Sendo assira, e acreditante na continuago de
vossos bons desejos a nosso respeito, pedi-
mos permisso para dar-mos.noticias deste mu-
nicipio conhecido como importante.
A vida municipal vai com os ernbaragos e
diculdades que lhe sao proprios ; magistra-
tura, magisterio e forga publica vo regular-
mente sendo que os ltimos resenteni-sa da
de serem servidas por pequeo numero de auxi-
liares, em relago s necessidades do muni-
cipio.
ltimamente chegou-nos um destacamento
mandado do Dr. Questor Policial e sob as or-
dens do delegado, d'aqui que muito tem au-
xiliado a manter a ordem publica.
Essa forea'a quem nos referimos chegou aqu
justamente n'uma poca calamitosa para o mu-
nicipio, os roubos succediam-se, os assaltos
propriedada erara quotidianos, a populagao va-
se presa de justo sobresalto.
No dia 23 do mez passado urna diligencia
foi realrsar a captura do grande scelerado Chi-
co Flix, e ao chegar no logar Cha de Capo-
eiras, depois de lucta e de resistencia armada,
foi morto por um tiro aquelle celebre saltea-
dor.
As autoridades locaes, sobre o facto, procca-
deram como de lei.
No dia 17 de Abril installou-se a I." sesso
do Jury, sob a presidencia do Dr. Joo Bap-
trstaC de Oliveira, oceupando a tribuna a
aecusago o promotor Dr. Joo Pacifico.
Foram julgados quatro processos, tantos fo-
ram, os apresentados julgamanto.
O primeiro Rezendo Justino de Salles, grao
mximo do art- 294 2., foi absolvido-
0 segundo Manoel Bautista do Espirito-San-
to, crime de morte, foi absolvdo.
O terceiro Manoel J. Bezerra do Nascimen-
to, igualmente foi absolvdo do crime deroubo
que se lhe attribua.
O ultimo finalmente Manoel Francisco Ber-
nardo, aecusado de crime de morte no engenho
Fortaleza, foi condemnado.
Com esses julgameatos encerrou-se a sesso.
No dia 4 do corrente foi hasteada a bandeira
da festa do Espirito-Santo, Orago d'esta cidade,
e em seguida comegaram as novenas, que cor-
reram com granda animago e enthusiasmo,
durante todos os dias sob a direcgo do nosso
vigano conego Aragao.
A festa teve logar hontere, podendo-se di-
zer sem favor que esteva esplendida.
A egreja interna e externamente profusa-
mente Aluminada j as 11 horas regorgtava de
povo, sendo que muitas familias enchiam as
tribunas e todo o espaco da Matriz.
Telegrainoias retidosAcham-se no
Telegrapuo Nacional os seguintes;
Amonio Si mo, de Areas Padre Elodio, de
Goyanna; Joo Cunha, da Parahyba; e dous
avisos um para Melchiades e outro para Joo
Rocha.
Matadouro PublicoNesse estabele-
cimento foram abatidas 81 rezes para o consumo
ae hoje da cidade do Recife.
V devastadora-^ Turpin, o famoso in-
ventor da mlinite, descobrio ura novo pro-
eesso ainda raais destruidor, a que deu o nome
de devastadora. E', ao que parece, de urna vio
lencia inexcedivel. As raais poderosas forta-
lezas podera ser, com o tal proeesso, reduzidas
a migalhas
Diz o inventor que, cora alguns milhoes e ura
certo numero de navios do commercio, de boa
carreira, pode destruir toda a costa ingleza.
".ora ura s navio de 1,500 toneladas se poder
deraolir brighlon, co grande rapidez, antes
que uraa esmadrlha ingleza lena terapo de
zarpar de Portsraouth.
Era urna entrevista que teve o Sr, Turpin cora
o redactor de um jornal belga, disse-lhe que'
para a sua defeza, a Blgica s poderia utiluar-
se cora vantagens da devastadla e terminou
cora estas considerages :
E' este o futuro da guerra e espero que ser
tambera o seu lira : porquanto urna nova guer-
ra cora taes machinas e substancias destruido-
ras ser cousa mais horrenda que se pode ima-
ginar.
Sobre personagens Um pequeo
exame do Almanach de Gotha nos d curiosas
noticias das origuns de rauitos personagens da
diplomacia e das cortes europeas.
Na AHeraanha, o chanceller Caprivi de ori-
gera italiana e no imperio existem condes de
Perpoucher, de Talleyrand, de Pourtals e de
Brousart que san de ongem franceza.
Na Inglaterra a raima de urna familia alte-
rna originaria de Italia e ha rauitos poucos de
origem hollandeza e franceza.
Na Italia, o miniiterio de marrara foi oceupa-
do por dous almirantes, Acton de origem in-
gleza. O ultimo ministro da guerra era um
fraocez naturalisado italiano, o general Pelloux.
c os irraos do ministro dos negocios estran-
geiros, o baro B'anc, naturaes da Sabora, con-
tinuado francezes.
Na Austria, o conde de Taafe~"n par da In-
glaterra visconde na Irlaodia.
N Hespanha o ex-ministro da guerra temo
nome irlaudez de O' Ryan.
Na Suecia o estrib iro mor assigna-se Foach
duque da, OtranUr
Cousas que interessam saber-a
Mais um bacilto : o do rheuraatismo desco-
berto ha pouco por um medico allerao, que o
extratiio do joelbo de ura doente que elle nao
curou. Esse bacillo tera sido cultivado com
pzito em caldos, na gelatina e at na batata
inglea.
Em compensago a electricidade esta des-
tinada a prestar incomparaveis servigos como
agente therapeutico.
Segundo recente estudos, pode ella fornecer
um meio esencialmente curativo do cholera.
3', com elTeito, possivel. desenvolvendo-se urna
pessoas cuidadosas da hygiene, e daqui a pou-
co ninguera a tomara seuo fe.vida, porque o
melhor liltro n.'io presta para nada. As espon-
jas sao nimos de oaeillos e hygienistas recora-
raendam a sua substituigo por nonecas de al-
oodo i'.ydrophilo que sero postas fra depois
de sarvidas
As ultimas noticias da Aflemallia sabe-se
que os microbios eutravam na rhanteiga e nos
charuioA as inanuficturas de tabaco, ranitos
erapregados licam tsicos pelo c.ostume da col-
lar capa dos charutos cora a saliva.
A raantega nabitada por tnyriades de ani-
inaculos das mais variadas especies.
Apmliees dotaesA* apolices dotaos
da equitativa, vencidas e pagas no auuo de
1892, mostram resultados superiores aas de
qualquer outra co upaaliia da rne-ma nalureza
no mundo.
Pelos mlires ) Sr. Luiz I'rancelino de
Arroda, thesoureiro do exilado Club Mar estimo
ISco, dirigio-nos o Seguinte oHi.io :
Kec fe, to de Maio de 189iSrs. redactores
Pego a '. obsequiosamente a publicago des-
'as liabas, assim como a distribuigo da pe-
quena quantia que repartiro cora os necessi-
tados que implorara a cardade nublica.
Tondo-se dissoiviilo o Club Marcelino Cielo,
em sua ultmia ses-o de assembli geral foi
resolvido que vendidos os seus movis, e, de-
pois de satisfeitas as suas dividas, o saldo que
resultaste se applcasse aos pobres que implorara
aparidade publica, sendo a distribuigo encar-
regada a um i das redages de jornal desta :a-
pitai.
E n obsarrancia a essa deliberago da socie-
dade extiuct i, e na qualidade de seu thezourei
ro, cbeme remotter-lhes a importancia da-
quelle saldo, representada da quan'ia de......
i 4iiO0, aliiii de que se sirvi de destrbuil-a
conv(!(iientm"nie eoin oque muito rae penno-
raro Luiz Francelino de Arraia.,m
Por nosso turno satisfazendo incumbencia,
que nos foi coramettida, convidamos as possui-
doras dos carmes em seguid* enumerados
virara receber do nosso administrador a i)uota
d-! 1^0'0 a cada urna distribuida na general!-
dade, e de 30M e 25'VJ i a algumas pira est-
belecer a igualdade da dislribuigio entre as
pessoas arroladas, inclusive as ltimamente In-
cluidas.
Ns. (US (Feliciana Daraiana,; 110 .Izabel Mi-
ra da Cruz Oliveira O til Francisca de Assis
Nascimento cada urna 30 0.
Ns. 104 [Carlota Miqualina Correia Ribeiro)
lO'o (Bornardina de Lemos 106, 10/ (Umbelina
l'ae.s Barrlo de vibumerque) lOi e 109.
cada uraa com 2400).
Ns. 75, 7d. 77, 7d. 79, 80. i, 8, 83. 84, 8i, 86
87. 8 89, 9). 91, 92, 93, 94, 9o. G, 9. 8, 93,
00, 01 e i e l, i, 3, 4, 5, G. 7, 8, 9 10, 11.
<2, II, 14, to. 46, 17. 18, 19, 20, 21, 22, 23, 24,
2o, 26, 27. ?.H, 29, 30, 31. 3, 31. 34, 3o, 36, 37.
:<8, 31, 40, 4. 43, 44 4o, 46, 47, 48. 49, 50, 5t,
52, 5H. 54. ao, 5-, 57, 53, 59, 61. 61, 6, 63,
64. 65 e 6'o cora 1500 cala un i, sendo addi-
cionada o quebrado de 40 res, para prefazer
a quanla total remeltido de tlft'M, ao nume-
ro 8.
Era recapit'Uago da distribuigo :
3 de 3oo> 9500)
6 de 2OK) 12->0
l de tiO 1*40)
9 de 13)0) 924000
1144400
Da iininundieia tas ras das
grandes cidades [por Emilio Manfredi.J
A imuiundicia das ras das grandes cidades
deve considear-se entre os matenaes de re-
fuio, como um dos mais ricos de bacterios.
Ella os concern muilo mais do que o liquido
dos esgotos e nao disputa senao com as lezes
humanas na sua riquesa bactrica.
Muitos bacterios vivera na ituinundicia, ape-
zar da alta temperatura, do enxugarnento e da
directa luz solar.
As pequeas e frequentes chuvas favorecera o
augmento dos baleros, as torrenciaes dirai-
uue.n.
Os bacterios das ras achara no alienar das
condiges atraosphericas e na coraposigo chi-
mica das iinraundicias, condiges favoraveis
para viverem e raultipiicarem-se
A immundicia das ras, pela sua riquesa de
materias orgnicas e deazobo, forma um excel
lente ambiente de coltura para os bacterios da
putrefaego.
A riqueza de bacterios muito vara nos de
cidade cidade, mas d'uraa a outra ruada raes
ma cidade.
Nopoles ora relago este ponto est em pes-
simas condiges.
Os productos de putrefaego da inmundicia
das estradas se misturara no ar que se respira
as grandes cidades, sob forma de gaz, de va-
por de p muido e grosso, eraporcalhando-a ate
nos andares raais altos das casas.
A immundicia das estradas pode conter os ger-
raer.s do ttano, do edema maligno, da sup-
purago, e datubercolose.
Estes germens, tambera nao adiando na in-
mundicia um terreno para conservar-se indiui-
nilarnente ou para desenvolver-se, podem tara-
bem manter-se vitaes e virulentos por ura certo
tempo
Essa mmudicia pode infectar de dou3 modos,
isto pelo contacto directo ou pela pulverisa-
go uo ar.
Alravez do leito das ras pode sobrevir
urna inftrago no solo de bacterios e substan-
cias orgnicas provenientes das iramundicies ;
pode ser menor ou maior segundo os casos e
tambera maior do que tem lugar no mesmo solo
por meio dos esgotos perraeaveis.
Esta infiltrago est em relago com a regula-
ridade ou construego do plano das estradas e
sobretudo depende da natureza do material que
forma o seu leito.
A malta commurn que se eraprega em a-
ples e qualquer outro material, que nao gose
de propriedade hydraul ca, deve-se conderanar.
Era semclhanles casos a acgo continuada
d'agua e dos lquidos impuros no leito da estra-
da nao impede a solidicago e nem desagrega e
dissolve logo os componentes e emtim transfor-
ma o leito da estrada em um foco eminentemen-
te putrefacto e bacterifero.
O inimigo existe, mas como combatel-o ?
Touco fructo colhemos de saber que estamos
doentes, se juntamente a dtagnose do mal nao
nos prope tambera a cura.
As ras devem tarabem antes de tudo ter ura
leito iraperraeavel e solido (argaraassa qu betu-
me de modo que garanta o solo do toda inliltra-
go e assegurc a regularidade do plano da es-
trada.
Entre as diversas especies de reveslimento,
sao preferiveis os feitos com materiaes privados
dejunctasou que as tera cobertas de cimento
irapermeavel, e que produzem pouca ou nenbu-
ma poeira, pouco ou nenhum rumor.
Nao importa, que o pavimento da ra seja
custoso quando ptimo.
A superficie da estrada deve ter o seu aceio naj
varredura, na irrigago e de3truigo das im-
mundicias.
A varredura deve fazer-se sempre a secco e
ser comple'ada com a irrigago das ras.
Quando nao ciiove, convem regar sempre as
ras.
Nenhum meio distroe melhor as immundicias
do que a sua combusto.
Casamento eivil-0 escrivo de casa-
mentos que funeciona nos districtos do '.ecife,
Santo Antonio, S. Jos e Afogados, afflxou na
repartigo do Registro de Casamentos a ra do
Imperador n. 751- andar, editaes de proclamas
de casamentos dos seguintes contrarenles :
Segunda publicaco
Jos Severiuo de Souza, maritimo, com Mara
Francisca de Senna, solteiros, naturaes do Esta-
do do Rio Grande do Norte e resideates na fre-
guezia do Recife.
Albino de Jess Randeira. viuvo. omctal de
justica, com Thereza de Jess Martiniana de
Castro, solteira, naturaes deste Estado e resi-
dentes na freguezia de S. Jos.
Primeira publicaco
Joip Dias Marques de Oliveira, jornaleiro,
com liUdovina Maria de Albuquerque. solteiros,
naturaes deste Estado e residentes nr freguezia
e Afogados. ,
dAntouio Lui de Siqoeira Mello, natural da
laromelro Tenso do Hami-
aO) vapor d-utr-
757-,95 19,65 83
758-.4S 20.01 77
758-.02 21,17 82
735-,59 Si,01 77
756-70 20,18 75
.ahyba, empregado no Cerreio, com Julia Leo-
Parina de Maga!naes\ natural deste Estado, sol-
polds e residentes na freguezia de Santo An-
teiro
Inspetoria do *. districto
timoRecife, 15 de Maiode i894.
Boletim metereologico
Horas Term centi*
grado
6 m. 24,-3
9 36.'8
12 26,9
3 L 17,3
6 i***
>Tperatura mnima 23,25^
Temperatura mxima 29,25
Evaporago era 24 horas ao sol 6.-4
Chuva 5-6.
Direcgo do vento S\V de meia noite al
2 h. 07 in. da manh'; WSW at 10 h. 05 m. :
S e SSE alternados at I h 22 m. da tarde SE
at 3 h. e 39 m. ; variavel de SSE c SW at
8 li. 5-5 rn.: S m.; SW at meia noite
Velocidade media *do venlo 4,-59 For **"
gando
Nebuiosidade media 0,69
Boletim do porto
Prea-mar ou Dias Horas Altira
baixa-raar
P. M. 15 de Maio 6 -h- 40 da rn 0 -80
B. M. 15 de Maio 12-h. 50 da .1. 2..I3
Passaffciros megados do Norte no va-
por nacional .1/a icio* :
Rayraundo C Barboza, M. J. Molla Leite Ba-
ro de Monte Cordova, Joo P fc'raneo, Zaclianas
Ges, Antonio Costa. Jos C. dos Sautos. Joo
Patricio, Joo da Cruz, Antonio Figueiredo.
Franeisco Barboza Horacio de S, Amonio Go-
mes, Jos Tarares da Silva, Jos Domingos de
Souza, Jos Lopes. Paulo Dinete e Herminia Di
nete, Paulina E. Moura e t nios, Sigismundo
A. Moura, Jos A. B. Mello Rocba. Henrique Ro-
raain, JoseC. Jnior, Francisco Cunha, Raptwel
Nunes, Joto C. Bandeira, sua senliora e 5 flirios.
Maria A. de Souza, O E. H. Hatlemann, Jos
Castcllo Branco, l-r. Joaquira F. de Vasconeel-
los, Antonio R. do Araaral, Joscph Lalhan e sua
senliora, Joaquira Jos de Barros, Jo.inna >! da
Concego Maria E. da Conceigao, Luiz A M-
xoto, Joo G. Trindade, Julio E. Cavalcante, Jos
Pereira Neves e sua senliora, HiUaraann e 2 fi
Ihos, Amonio dos Passos, Padre F. H. S. Galvio,
Alfredo R. de Aievedo, Fortunato Pinhero. Dr.
Tranquillo A. da Silva, Maria E. da Conceig >.
Mana, das Neves, 14 pragas, 4 mulheres e t li-
Ihcw.
___Ghegados do Norte no vapor nacional S.
Francisco:
Vicente Pontos, Arthur F. Lima, Vicente Fer-
naudes, Tenente-coronel Delphino Freir. Major
Miguel Ferreira Pinho, Manoel C. Cuvalcanti,
Rayraundo Rodrigues, J. Eagel, Deeclides D.
de Mallos, Galdino C. de Queiroz, Coronel Joo
Gallnrdo, Jos Joaqsdn de Oliveira Zeca e I fi-
lho. Dr. Honorio Carnlho, Lupicinio A. Cosa,
Fraocisco T. P. Palma, l'ali.ino ruorira, Amo-
nio T Oliveira, Francisco J. P de Mello, ilernar-
dHi F. Costa e 1 filha, Coronel Eneas A. Me-
deiros, Alferes Antonio F. Keariqaa e sin se-
nliora, sui mi e 1 lidio, Joo Uenediclo, Auna
B C unboim, Tlieraistocle* Cavalcanti. Joo B.
de Souza, Maria Olegaria dos Santos, 1 praga e
2 tripolautes.
Chegadoi do Sul no .--r inglez Str n i
Franck Svdney Jo"' .u.z V. Mello, Osear
Oliveira Silva, ftard .-.fd, Abel Augusto, Uelio
de Oliveira, Ant- Xerreira Nunes, Lait Pinto
Cirneiro, Lucio de. Oliveira, Manoel Joaquira Tei-
xeira, Manoel Pinheiro e Joao Anto no Fernan-
des.
Ghegados do Sul no vapor inglez Tu* i :
MSJjnrl G. Oliveira Costa, Victoria Cuide rj 1
Bina, Antonio L. da Costa, Jos C. Lins. J*s
Correia da Rocha. Joo Valentim Tavares. Vi-
cente Carvalho Filho, Manoel Roque Carlos A.
Burle, Alvaro Correia. Manoel Solero Ges, J.
F. de Sant'Anna, Victor P. Ges, Frei Armando,
Francisco B Furtado, E. das Neves Godinlio
Francisco H._ Cavalcanti, Daniel Herard, Tneo-
dolndo Marinho, Marcellino Vasconcellos, Jos
Dourado Fontes e I tiltia, Lourengo da Soledade
e Antonio A. R. Pinto.
Casa de Detenco Moviraenlo dos
presos da Casa de eienco do Recife, Eslado
de Pernambuco, em 15 de Maio de 1894
Existiam
Enlrarara .
Sahiram .
Existem
A' saber:
Racionaos.
Mulheres .
Estrangeiros
Mulheres .
Total -
Arrasoados
Bons
Doentes .
Loucos. .
Loucas. .
482
15
3
414
462
14
18
0
494
4li
404
20
2
5
431
Total.......
Moviraenlo da eafermaria :
Teve alta:
Jos Henriques de Amida.
Hospital Pedro II -O movimento desse
estabelecrmento cargo da Santa Casa de Mi-
sericordia do Recife, no dia 15 de Maio foi o
eguinte :
Existiam..... 723
Enlrarara.....
Sahiram .
Palleceram
Existem .
9
5
737
751
751
Foram visitadas as enfertaurias pelos segua-
les mdicos :
Dr. Barros Sobrinho, entrn as 6 14 da ma-
nh e sabio as 7 i/2.
Dr. Malaquias, entrou as 111/4 da na ihe sa-
nio s 11 1/2.
Dr. Simes Barbosa, entrou s 10 1 2 da ma-
nh c sabio s 11.
Or. Berardo, entrou as 11 1/2 da mauna e sa-
bio s 12.
Dr. Arnobio Marques, entrou as 9 3 i da ma-
nh e sabio as 10 3/4.
i) Lopes Pessoa, entrou as 9 1/2 da manh
e sabio s 10 3/4.
Dt. Vieira da Cunha, entrou as 10 3/4 da ma-
nh e sabio s 12.
Dr. Bastos de Oliveira, entrou s 10 3/4 da
muh e sabio s 11.
Dr. Tavares de Mello, entrou s 10 3/4 da ma-
nh e sabio s 11 1/4.
Pharmaceutico, entrou as 8 1/2 da manh e
s thio s 2 1/4 da tarde.
VARIEDADES
. O Sr. Destrmeaux
ROMANCE PSIGHOLOGICO
ffSJSJ
foSo Rlcheplo
(Contiduaco/
Taato meo pae como miuhi oe oaoifesU-
vara a sna alegra por esie cisameito, alegra
que era coinpartilhada pelos nsssos amigos; ea
ia emOai desposar ara boenera estimado e ca-
val. e^m familia que peles nossos espoosiei fi-
cana fozeo-o parte da aosia, e que deiUva uo
mea agafdie de aoiva vio'.e mil libras de reo-
diraento. Pela miaba parte jolgaa-me feliz;
porqaa se ao s-.na pelo m>a faturo marido
ama u'estas fogosas paixOes que abso'vem a al-
ma, dediciva-lhe pelo menos urna sincera e vita
alTeigo. Todo caombava pelo melbor, qaaodo,
tres das antes da ceriaconta nupcial, mea pac
receben ama carta do Sr. Destrmeau... Ma<.
permito agora o cien amigo, qus totsr'ompa
por am momeara a miaba historia, para p-oca-
rar aa tres cartas qae a documentara, a atina
das qoaes merece ser toda lida.
Sem rnaasso se levanta-, a Sn. B... abra
ama secretarla de p*u rosa, qae se achava jaaio
da sua cadeira,%> recanto da cnaraln, a tiras
um pejaeao embrulbo atado com urna B'.a prsia.
Aioi est a primeira, disse. Ve rtrare-
hendel-o. como nos acontecen a nos.
A Sea. B... leu com vos trmula :
t Era. Sr.
Vojo-tnq obrgado a partir laHsadlauaiaiti
para Londres, e sem poder eaplicar-Uie dan-
monta a.miaa partida. 86 posso aBrmiMsja
que ae t aia da ma ?ortaas> taa asta sarta
mente comp-ometllls.

^Ta


filiarlo ffe STernamtouc wiiitafeiira 11 tic* llaio ge ilM
.

ao oossu ne-der um^mommto. pDrqa' a ni
nba foftaaa timbea "a d* sua Bxm. ti loa. a
qoer, como vossa Eic. aba. eo a qoirta off-
racer. Pino, U, aetn me ser poseivel Ibe adeus. Fallecer-mf-ia a corauein para lae
per-or^ar o espirito con oursJeaastre que porte
levar 4 dastru'CSo toda a muras Mi:lda*e futu
ra. Qaeira perdoar-me eia esperte *s fuga a-
bita, to i.iexpltcavel ueste momento, na vespera
do mea casamento. ....
V Exc, qoe to leal, coronrehander faml
mente que a miaba honra me ob-ia a a ffnr a
om coo.rato, cojas conrficO-s praueltuas por
aim se toroam boje allealoria*.
E:n p.iocos mas saberei qa>l a exencao do
deeasfe que m aineac. No eaiao'.o cooio f i
com a RonJad-de V. Exc. para na descnlyar
para con miob-i a noiva e sua rxm. mae, as
im roma pp^iio oara a estima qoe Ib-* merec
pira m- lo condtmaar antes de ea me pod<-
jasllfi''a"-*
Axo a fllfia de V. Exc com todu9 as verja
do mVu cora^o, e mutto mais do qae a miaba
timidez we n-m delgado maoir<-btar.
Hel do provarlb'o, nao dovde V. Exc. es?
a minh querida noiva se digaar aardj'-rae al
gu a aT-'-to, qae-o qae elia sai1)) qaanlj soo
di^nu u'ee.
Sacceda o qoe socceder. ella achara sempre
em mim am boiijem honrado.
Son. etc.
Detlrmeaux.
'IEBL'HKOl! A PEDIO!)
Imagina ja qoal foi o nosso "span'o. qnando
mea ose nos dea esia caita ? accresceuioa a
8ra. B. -
Nao jalgoe digno Inventa- qoa'q'er lab ila
oar explicar a snbita desapprsj;j do Sr. Des-
trmeaex.
Tinba fe na palavra das psnoa* qan estima-
va, e pareceu-lhe nainrai e leal pomos ao cor
renta de tolo.
A 0088* esinDefaccSo camolcava-sa rom oau
singular aicie:adecaosada prla tom enigmtico
da caria.
E-n qae consistira t5o brusca climiade?
Nao navena a recelar aUama cata^iroohe mais
grave du qoe urna p<-rda de dinbeiro, no peMo
qoeameacivanfto s o nosso oiafe^te, mo< tam
bem o Roaso presente, mais tambera o nosso
huaro ? .
Qae sig.iiicavaqa sobretodo estas terriveiB pa
laras do rioal: sacceda o que succeder ? .
Nao sahumos > qoe imaxioar, tionawoi me lo
d'esta ..e.'graCE. sinda incognia, e viviaffloa o ama
inquietado raorul i espera de ama segan u
cartq man explcita.
Nao se f-'i e>pe-a: maito e lanceo por Ierra
toaas a3 nosei-8 esperaug?, dea reaade a lo
dos os d"-s3o temore?, como vae ve:, mea oa:j
amiga. E esta:
i
f
NVFFa.l|0
Hermenegildo \ett<> de Azeredo
Coutinho
ti.' AXXIVERARIO)
pal nim d"> px-tfiTU-ii-irirto' do D-nrio de
Pernambaco. H rro-,o-cil lo Neto A--eiu
Camin, man isa) os iypqraiJi,>o,a#* m-'U
olliirii>.c'ehrar u.na mi-si n I ve^to d<* Nossi Senio-a do C'OM, i^las 8 bo-
raj da mm'i d i da 19 do CD-r-^tn.
A e*s- >-u >lioif ai-..i', (>o*ai!.eot- das alrrr.s
creots, coavid'ii-e ni"-n< di *m di'
lieroada 'jmil>ae < so* aiai'ade a aisisttran,
byoi>ihe-ani.n--H d** ja -wo-ra Braulio.
Cmara dos Dcputados
Escreveu a Mea da Tarde de 12 do corrate
em eccao editorial o seguale :
Si o Dr. Peretti desea sinceramente que a
Cmara funecione, porque nao pede aos seus
amigos que comparecam lis sesOe ?
Os nossos amigos por si sos nao pod'em
a constituir casa e 09 Srs. Joao Coimbra, Gua-
rita, Carvaho, Montenegro, Pedro Aloxanlri-
no, Lopes Machado, Leopoldo de Araujo, fial-
das Lios e Cmara, esto cuutaado dos seus
labores ordinarios.
Elles que vcuham oceupar os seui lugares,
curaprindo assim o dever que Ihes mpoe o
cargo que oceupam.
linda na Gazetana Twde de 3 do corrente
sob a rubrica Parliio Republicano -l-se o que
se segu:
Si os deputido* fiis no Directorio ( a phra-
se consagrada ) nao comparecem, como harer
sesso, desde que a minora e composta de
oito memnros, metade do numero indi.-pensa-
vel para o funecionamento da Cmara ?
. Das considerares fcitas resulta, pois, c do
modo mais positivo, que a Jcensura atirada
pelo articulista minora da Cmara, cabe
exclusivamente aos seus amigos
Si, para phraseando o que algucm ja diste do
homem. n'.o se pode dizer da Gaseta da Tarde
que o do n da palavra le foi concedido para
occultor seus pensamentos, lera de toda a du-
vjda que nos trechos acuna transcriptos Bita
perfeila e clarameole externado o proposito em
Demosthene*.
^Vuelco Colonial Suassuoa
O DELEGADO DA INSPECTORA GE11A.L DAS
TRRAS E COLONISACAO AO EXM. SR.
GOVERN'ADOR DO ESTADO E AO. PUBLICO.
VII
Rcsposta as aecusafoes do Sr. Cmlmcnda-
dor Joaquim Lopes Macliado
Continuaco
A denuncia de que o Sr. Cornraendador Joa-
quim Lopes Machado 8e fez portado", versa so-
bre os mesmos pontos, de que consta o seu pre-
lenso ajuste de contas pela imprensa, islo que
sou accioniita da Companhia Progresso Colonial,
que iesei a Fazenda Nacional com aavaliacoda
casa denominada dos Moinhos, que liz plantar
Exmo. Sr.
O revez qna en tema nao pud- evitar, a c-a-
banba me co pensar que o -evar a impoe z
obrigiC'Jo de lae devolver a a* palavri.
Essa palavra, Sr.. ser-lbe-ha pesada, p-irqce
ae trata do qie V. Exc. tam de mals caro no
muodo, como lambem seri pesad i a sua qae.-i
da filba e sna digna mae, com mago* j da...
E', porem. absolota ente necessario. K !ii-
oa'de obrig;-e a faUr Ibe francamente. En
doas paUvras, estou Da impossibilidaia nat-
rial de manter as Diomessas qu fiz a V. Ex.:.
Esion arruinado, completameate arromado.
A miaba formo, coliocada Das maos de oro
dos mms amigos, banquero em Londres, acab<
de se samir com a d'ella n'araa fallase a enorm-
e vejo-me al obrtgado a veo->er as miaba pr-
prieJades de Vervioa para ratisfuer as sqsb di-
. vidas e de qae ea ara 9adr.
Neata triste coojooctnra como poieria apre-
sentar-me a V*. Exc. e reclamar o compnroent
de um contracto em qoe todo lavarla a crer qo
ia procurar simoleemente um dote e m abrigo
para a miseria?
Abrigar qoalquer esperanca oeste saatio, sa
ria proceder, na miaba opin;&>, como uai bo-
mam sem diKOldad.
Tenbo ccrag^m. farei por nn resi^oar roina
da cniuDa ftlicidade. cpmo j me re3igoei a rui-
na da micha foitooa. P.>ra mim serla uroa co-
vardiaacei'arestecasjmeato anda aoa v". Exc.
se oppoie se ao st-a roroplroeuto. AsOracom-
serla pjoc eeaeroso faiar pB*ar a ..oa Ex:.
tilia, que amo laoto, a vida de pobreza e trabi-
lbo que me v*jo obngado a paisa.- para recoo-
qoistar a mioba fortoaa.
Pec>, uits, a V. Exc. qaa considere a mniba
palavr como nao dada, as-im como deolvo a
qoe V- Exc. me deo.
Sooplico IgoalmejH a V. Exc. que me oer
dflj por este facto, to to lepeodaote d miaba
vontade, pelo qail soff o mais do qae niogaeTi
e de qae B a faiahdade poda ser 'ocminad.
A bonlade e a geoerosidaia d V. Exc. exc-
deriam Udos os limites, se pariioip.s*i a *a
Exoia. ti ha os seotimeaos de p'Ofoado affscio
qae Ine coasazro e sempre coasagrar^', qaa na>
dearaere:i dos que me de licoa, e r, fin Imeoie,
me per ailtisse qae por sea ioterm-ai. Ib! jaras
3e aqai um asor etreo.
VsCil'0 ao pdir este supremo favor. Sana o
mais fes des horneo?, se ebegaese a sab-T q -e
sai Exoa. 'ha se diga j ac-edjiar me e q'ie me
aulorisa a esperar iia Ja.
Qae espe-aaeji pjsjo ea ler? Ei.-a. seobor.^
Qaero aliar Ibe coa o co aclo oas maoi. E
pos3ivcl qje em alaos aonos, lrej, por -xm-
p!o com om trobilho perlina, e se a arte me
fafore:er. possa rejoostl'.uir, nao a na fo :u ia
to contiaravel coroo a qo-i perli, ma< U'na mo
dasta mediaan capiz da assaRo-ar a irauqolll-
dade de minna ma'her. Eiieotjmaita exigir
muilo, re lir armalbanm espera. Todava, se a
fllba de V. EiC. se seotissa com rorc para tal
aaciflno, aae 1qoH'Vj1 bMHU paa aa-n!
Qjaro que V. S?, sejs o uiz de to g ava p o-
posta. Procedarei seconl- es decretos d> s>o
c-rao e da voatada de V. Sxc
Se encentrar eln oo sej co agio a minta
propo3to, qae'-a V. Ex:, coaimauicar mi em
daas paUvrasqaa or:zo ma z.weie para lev ir
acabo efta campmhi, aa qnl val depende-a
mioba viJa. 33ie o du em qui o soubi", V-
Ex:, nuica mus oanr falar do mt^, SU ao
momelo do mau -egeesio cerno veajedor.
Fallo a V. Ex:, com. a am volbo sida lo e
espero que mi trate coaoo a om homem. Nao
aceita falsas piedades, neo aeoMbilldal s hip-
critas A smelo clara. Vmo a li'.ba de V.
K co. Qi-qaa ea intente voltar 50 que foi? Oj
refere p: ermo as miohrs esparaogas? Es
pero a deciso de V. Exc. e a sna resposia,
Clin i qua' T3" cinfornarei.
destremtaux.
perfeila < claramente extemauo o; P^^ de quantidade de canoas, at isto! ; ernfini
que se actiam os deputados, amigo da mi'Mii.i n (
/___... An nninrrir,.! n-iri Itl/HP US Ao Il;l IIIII- Mili IITI' VUT ICllllOT etUdOfOaiS QU!!
Gaseta, de concorren-m para laxer sessao na ijuu sou prevaricador e tudo raais quanto pode
Cmara, pondo assim termo a anomala de ,. ^gp^r uma imaginayao contrariada e dirigida
_ 01b, dlse me b Sr. B. estendeado me
a carta, veja. Esta escripia com mao firme.
Seote-a* aqa oca bomom enrico a resoluto.
EfTectivamente, repiiqaM apois d- ter nar-
corrido novamente cem a vista a* paaioa, qoero
asaim failava e pensava era nm h->mom de ca-a-
Seria tnatil accr 8ceoa-, dlsss a Sra. B. .
qae a leitara desta carta impresonou viva
"'vio-^wraio'o e voioa mais estlnia do qa
BWh ao Sr. Dastrmeaux. Nos seguimos a
*&*eSXEo mesmo se deoa.ea a questao
de saber se deviamoa escraver co animoso ra-
psI, a dizer-lbe qoe vlassa e coocluM.e am -
Mmeatn da qoe se mostrava to di o. froi
m li, fc0 p.nionor delle, qoe se bomllbana. eojn
oflerta de um dote para o qoal se uao joigava
com direiio. .
Meo pai provou dos qoa se prestar a am ma>
servico aos grandes impeOindo-os de sirem be
roes, qae al disso a no*8 falicidad^ fomr*
nos parecera laoto malor, qoaato mais tara no*
costasaa
Concordamos na oiioiao da aceitar pura a
ilmoleimeote as proposts ife.Sr. Dastremaox.
Una ooi:a coosa^nos (io^^opu<-.o clara na
carta de mea ooivo; era a HbBb^* "" tranalbo
a qoe ia dedicar pira recDD^Wr a soa furiana.
Tres aooOs mono poncovmesmo para ecoao-
' misar orna pequeoa mediana. En qo- aa o -
coparla o Sr Dett oadx ? Contava elle u nca-
meote com a sorta, como se -poderla parcar?r o-
oma das oas ptira^ef? Heconaio as so"
cooversa4, nao de
ama p-otlssio qea'qoer qoe livsse fi-rcidj a
___ fjpge oovameote exercer. Lamtifaoao oos
uenas da qae varias vewa nos ttona fallado uo
an- em loogis viagens emprebeadjdasootr'o-a,
. de.pai.ea distantes qae >l,8,(*C()JI/illa)<
achar-sc tuo importante corporago poltica :n
stailada ha quasi d us inezes sem ter siquer
eleito a sua mesa para podar funecionar.
Como todo o mundo sabe, a azeia e orgo do
Sr. Dr. Morlms Jnior e de seus amigos pol-
ticos.
E:n vista disso pode se dizer que as suas de
claragoes, litteralmente copiadas no principio
deste arugo, enci'.-ram a rcsposta dos deputa-
dos amigo do mesmo Sr. Dr. M irtins Jnior ao
ultimo appello, que Ibes dingiram os deputados
liis ao directorio republicano, para que lites-
sem aquelles constar-lhes pela nnpiensa a sua
resoluco de concorrerem para o funeciona-
mento da Cmara, ao que at entao se haviain
caprichosamente furtado.
Esse appello, m dizer dos deputados que o
subscrevaram e que sao os mesmos que se lena
raantido solidarios com o directorio, tuina por
tim, como deve estar na memoria de iodos, de-
terminar a volta desses deputados as suas ca-
deiras na Cmara, para que pudesse esla eleger
a sua mesa e proseguir nos seus trabaltios.
Nlo ha sophisma lossivel.
Os deputados dissidenles, si andaram erra-
dos c procuraram por alnum lempo impedir o
funecionamento da Cmara, mostram-se agora
disposlos a cumprir o seu dever.
Si a '"amara ja lioje n.'io osla fnnccionando,
dizem elle.*, Dorque constituem minora '-nao
coniam ao menos em seu seio nuaierj sullicien-
te para lazer sesso independentemenic do con-
curso dos seus adversarios. Venham, porm
estes oceupar os seus lugares e cumprir o seu
dever de deputados, que encontraro a postosa
minoria para collaborar no bem do Estado.
E' esta actualmente a Hguagem dos amigos
do Sr. Dr. Martina Jnior e o seu sentido nao
pode ser mais claro e terminante.
Quera se expressa por tal mido n5o pode ab-
solutamente ter o pensamenlo da nao concorrer
s sesses ou de fuyir do recinto da Cmara,
quando vircm a possibilidade de baver casa
pela presenca de seus adversarios, como alias
por tantas vates aconteceu al a resoluco por
estes tomada de nao conlinuarem a comparecer
Cmara, emquanlo aquelles nao se mostrassem
compsnetrados do seu dever e disposlos a aban-
donar o coiJemoavel procediraentoque estavam
lendo. ,
Seria um cumulo de tariu/smi. que ao te-
mos o direito de altribuir a quera est todos os
das a chamar de tartufo os dopulados e sana-
dores seus adversarios, que nao comparecem a3
sesses de suas respectivas Cmaras.
As considerac5es, qne ah ticam e que nao
deixam duvida sobre o proposito em que es'o
presentemente os deputados dissidenles, se pro-
pOera tambera e tirar a lirapo a sinceridad* dos
daputados amigos do directorio republicano.
O que esperara raais esses depulados ?
E' chegada a occasiao de S. S. Excs. desempe-
nharcin-se do seu cotnproii'sso c apreseniarem-
se na Cmara para faz^r sessao.
Os antagonistas de S. S. Kxca. apregoam a
sua resoluco de fazer casa e aecusam-nos por
eslarem agora fazendo o que a elles tao acrimo-
niosamente ccnsuraram.
Seri possivel que depois das desapiedadas
ar"uicoes feitas a'os deputados da miona, pelos
da"maioria venham estes tornar juslilicadas as
aecusaces que hoje Ihes fazcm aquelles ?
Si isto se verit'tcassc, sera o caso de perguo-
tar : Ubinun gentium sitm ii ?
Nao ; decididamente nao teremos de pessar
por mais esta deceps-'w).
Quem comtanta raso condemnou o procedi-
mento de seus companheiros, nao pode hoje
proceder como elles.
Venham, pois, os Sis. deputados da maiona
sera perda de tempo oceupar as suas cadeiras
i e concorrer com os da minoria, que a isso 03 con-
i vidam, para que haja sessao na Cmara e esta
possa de hoje em diante desempenhar-se de
seus deveres constitucionaes.
O novo nao pode, nem deve ser mystihcado.
A prova real d-a sinceridade e do patriotismo
de cada uma das fragees, de que se corapOe a
cmara, vai ser agora tirada em vista do proce-
dimento de uma c de oulra.
Cumpram ambas o seu dever-taes sao os vo-
tos dos que querem ver nos partidos bons e
leaes servidores da causa publica e nio abulres
que dilacerara as entranhas da patria.
Cumpre o leu devir, a:onteca o que acontecer, tai
deve ser a palavra de ordem para os Srs depu-
tados de uma e de outra parcialidade as ac-
tuaes emergencias da poltica pernambucana.
E porque nao ha de sel-o?
Recife, 16 de Mato de t89i.
Aristides.
jrO que fio dito a para verdad, o
quaes aequer, com que elles se possam apadn- Sr. Cruz era todo tavoravel o Cu.todi.
nhar.
avultava, nao convem esquecer, a de ir comigo
presenca do Exm Sr. Governador do Estado de-
clarar, em bom portuguez, que me havia calum- Fai *.l"aiiaa ","" ??" .*"'_f"**
niado.e por consequencia denunciado sem funda- Jumor e amiffoe do Directorio Repubh
ment algum.
partidarias entre amigos do Dr. Martina
comparecer sua cmara levou ao couheci- > as condicOes que eu havia imposto para uma con- irecem aos Srs. deputados un precedente
ment della os motivos de grave molestia em, ciliagSo entre ne, condigoes, d'entre as quaes |sequer, com que elles se possam apadri-
pessa de sua familia, que inhibir no cumprira;nto desse dever e assim ppdcedeu de
confirmidade cora o respectivo regiment que
considera justificadas as faltas dados era taes
condices por qualquer deputado.
Portanto, a aecusagao dirigida contra o nosso
digno amigo de ter recebido o subsidio, de de-
putarfb as condices expostas e de que tem
conhecimonto o articulista da Cazata igual
que se flzesse ao empregado publico, porque
recebeu ordenado, em caso licenga devida
tilinte concedida.
Os redactores da Gaseta d i Tarde sabem bem
dUo ; mas, que na imprensa tambera ha mal-
creados, que a ninguerr. respeitaai e a todos
atacam, e alguns to pobres de espirito que se
comprazcm em descompor a queiu nao se len-
bra delles, nem mesmo quando os v corre-
rem atraz de si em descompassado ladrar.
O que n5o podemos deixar passar sem pro-
testo sao as inexactides flagrantes e as lalsi-
dades revoltantes, que se encontram no edi-
torial de que nos oceupaur-s.
Essa genle da Gazela di Tarde, decidida-
mente, uao seria e nao tem outra preoecupa-
i'o senao embahir o publico, toda a vez que a
i elle se dirige.
E' o que demonstraremos em outro artigo,
pedindo desculpas a Gazeta desta tarda res-
posta, devida nossa ausencia, quando appa-
receu o seu iditorial.
Recife, 16 de Maio de 1894.
1/ar- i e nao poda oceultar o odio que votava
O poro nada tem que ver com ai bitas ao marechal Floriano a ouem tntava de
Porianto, causou-me admiracao ver o Sr. Dr.
Pereira Jnior procurar-me no dia 17, e dizer-me
que o Sr. Cornraendador Joaquim Lopes Machado
cstava prorapto a aceqitar c cumprir as miabas
condices.
Confesso que cahi das nuvens-e nao era para
meno3 ,
O Sr. Cornraendador Joaquim Lopes Machado
me havia denunciado como prevaricador; e ago-
ra quera reconciliar-se coraigo. apezar al das
condiges onerosas que eu Ihe impunha, quasi
como outros tantos obstculos, que o seriam para
um homem que estivesse convencido da sua ra-
cano.
Ajustem esses Srs. entre si as suas
contas ; mas, pelo amor de Deus, nao
desmoralisem a trra que os elegeu, nem
as instituicGes que tem o dever de sus-
tentar e honrar.
Si os deputados, amigos do Directorio
nao ctimprem o seu dever, comparecen-
do diariamente s sesses, como lizem
constantemente os amigos do Dr. Mr.
Martins; porque no cumprem estes o
seu e vice versa ?
O que se ve a cmara por uns e por
outros abaedonada e o mmize t, dirci
cu dos deputados de uma e de outra
parcialidade, que se invectivara e e
aecusam reciprocamente, pretendando
cada qual para si o papel de cumpridores
zao e da sua justca.
' Uma de duas, pois, ou o Sr. Cornraendador Lo-
pes Machado sabia que nao era prevaricador e de seu dever.
pedindo ou simplesmente acedando,! uma oon- Nao pode continuar essa grotesca
ciliaco, quera por esta forma dar a entender scena, que tanto depe contra os crditos
,, e i j da (Jamara
que fra errneo o seu juizo e falsa a sua de- ___ .__ c_ ,-. .,
n *, Lsquecam os amigos do fcr. Ur. jlar-
nuncia, me havia calumniado eml.m;oub. S. tng ^^^ do Drectorio 0s seus
liaba a conviegao do que denunciara e neste caso, j odog e reSentimentos, e lembrem-se, ao
procurando conciliar se ou ainda sinplesmen'e i
acceitando a ccncilagao, tinha em vista especu-
lar com a minha prevaricago, compartilhar della,
Cmara dos Deputados
A (iazeta da Tarde abespnhou-se com 9
que sob a epigraphe supra dissemos no Diario
de ernambuco de 8 do corrente
Nao podia deixar de ser assim, desde que
demos em balda certa. Indeinde!
Nao perderemos tempo com as insolencias e
os insultos, qud o articulista despeja contra os
"l'enl's^faremos ver-.b, que o subsidio,
me o nosso lastre correligionario edislincto
deputado Federal Dr. Jos Vicente1 Meira de
Vasconcelos recebeu na sesSo deJ89J ando
comparecido somante nos pnmeiros eultimos
das de trabalhode sua cmara fot percebido
mu legtimamente. .
Graude a differenga entre o que se pasou
com esse oosso Ilustro amigo e o modo, por que
pretendem empolgar subsidio os deputados p-i-
redistasque tem impedido desde O da 3 ae
Margo at o presaste a reuniSo da cmara dos
deputados d"e?te Igado, por uma vaidosa ques-
tao de presidencia.dessa cmara em, quo s
acham em minoria. __
Aquelle nosso amigo, logo que deixou de
pulo odio ou pelo desejo da vinganga.
Ora, ao tal ajuste de contas estou eu respon-
derlo, e portanto implcitamente respondendo
estou a denuncia em questo; e claro que sen-
do aquelle pulverisado veio s cora a analyse
das proprias provas cora que o Sr. Cornraenda-
dor Lopes Machado julgou instruil-o, como tam-
bem com outras que opportunamcnte sero pu-
blicadas, pulverisada fJcaratpso fado a denuncia,
da qual alias nao meoecuparia agora, se ella nao
iepre3cntasse uraa oceurrencia na ordem chro-
nologica dos fados, que estou referindo e se nao
lizesse apparecer o Sr. Commendador Joaquim
Lopes Machado sob um aspecto ainda mais re-
pugnante.
Com esta denuncia, que foi um recurso, que
alias nao Ihe aproveitou, o Sr. Cornraendador Joa-
quim Lopes Machado, alera da irftengo de pre-
judicar-rae, quera apparentar um zelo extaaor-
inario pelos ;interesses da Fazenda Nacional,
que entretanto, nao precisa de S. S. para deffen-
del-a, por isso que tem os seus agentes respon-
saveis e habilitados, e pelos interesseado Nucan
Colonial.
Quanto ao primeiro caso, nao deixa de vir a
pello extranhar este zelo serodio, e ao mesmo
[ tempo tardo do Sr. Cornraendador Joaquina Lo-
ipes Machado, de quera a Fazenda Nacional talvez
tenha desagradaveis recordages ; e quanto ao
segundo, nao se deve esquecer que o zelo phari-
saico de S. S. foi tal no Ncleo Colonial, que co-
lonos, era numero de sessenta dirigiram-me um
abaixo assignado, no qual pediam que.osr.
Commendador Joaquim Lopes Machado, tambera
colono, ossed'alli retirado, o que nap se tea
dado, se o Sr. Cornraendador Joaquim Lopes Ma-
chado fosse cora effeito zeloso pelos interesses do
Ncleo Colonial, e por consequencia pelos da
Fazenda Nacional.
Dexando, entretanto, sem mais comraentarios
a denuncia exdruxula doSr. Commendador Joa-
quim Lopes Machado, porque, repito, ser anni-
quillada com as aecusages, a que estou respon-
dendo, continuo o histrico necessario, e passo a
tratar do ultimo incidente, que t langar grande
luz em toda esta questo:'
Estavam as cousas nosse p, Isto denuucia-
do eu, e o Sr. Commendador Lopes Machado affa-
gando a crenga de que a denuncia, que estava
em causa, surlisse o seu effoito, quando no dia
11 do mez prximo lindo procurou-me, no meu
escriptorio, o Sr. Dr. Pereira Jnior, redactor
chefe do Commercio de Pernambuco, e prevenindo-
me de que nao ia da parte do Sr. Commendador
Joaqun Lopes Machado mas rxpont tucamente,
fallou-me no sentido de lerminar-se essa especie
de luta, que havia entre mim e o Sr. Commen
dador Joaquim Lopes Machado, propondo me
uraa conciliagao, e accrescentando qne se nisto
intervinha, era porque eslava acostumado a pro-
mover concilages entre pessoas qualificadas,
sem interesse algum alias, e por isso nao admit-
lia que pessoas, como eu e o Sr. Commendador
Lopes Machado estivessem distanciados.
Respondi-lhe francamente que n5o achava fcil
oaecrdo entre nos ; porquanto nao me inspi-
rando, aero, merecendo mais conanga, o Sr.
Commendador Joaquim Lopes Machado, somente
com garantas eA Juzo poderla eu attendel-o.
Retirou-se o Sr Dr. Pereira Jnior, e no dia
14, tres das depois, novamente procurou-me
para dizer-me que o Sr. Commendador Lopes
Machado faria a desistencia da questao em Juizo,
como eu prupusera.
Doelarei, entao, ao Sr. Dr. Pereira Juniorque,
n'aquclle momento, em vista da denuncia que o
Sr. Cornraendador Lopes Machado, apresentara,
e que de alguma sorte estava em causa, a ques-
tao tinha tomado um carcter official; e eu nao
poda deliberar ou resolvel-a sem que o Sr. Com-
mendador Joaquim Lopes Machado fosse comigo
a prc-senca do Exm. Sr. Govetnador do Estado,
aflra de ahi fazer amende honorable acerca da
minha administrag5o, accrescentando que estava
compromettido para como publico, porque ha'via
declarado, que, quando me fosse permitlido, ajus-
tara contas com os meus inimigos gratuitos
como se verificar do Jornal do Recife de 28 de
Margo deste anno.
Tudo ouvio o Sr. Dr. Pereira Jnior, e rerou-
se, ticaodo eu convencido de que o Sr. Commen-
dador Joaquim Lopes Machado no se sujeitaria
a ella associar-sc.
Em qualquer das hypothe-es era o Sr. Com-
mendador Lopes Machado |quem estava de pesor
partido e representava o potar papel, e era a
mim que a conciliagao aproveitaia.
Foi por isso que sent eahrr-me a alma aos pi's
cora as asseverages ao Sr. Dr. Pereira Jnior.
Mas o Sr. Dr. Pereira Jnior accreseentou-me
logo, que o Sr. Commendador Lopes Machado
iria primeramente presenga do Exm. Sr. Go-
vernador, s, e Ihe pedera entao uma audiencia
para o dia 23, na qual estara eu presente.
V-se por ahi que era o Sr. Commendador Lo-
pes Machado o homem que estava tomando o
lempo precioso do Sr. Dr. Pereira Junicr. Sem-
pre o mesmo homem!
Francamente reprove aquello procedimento
do r. Commendador Joaquim Lopes Machado
por divergir do accordo que eu raposera, islo ,
por ter S. S. ido a presenga do Exm. Sr Gover-
nador s e nao na minha companhia, e o Sr. Dr.
Pereira Jnior declarou-me que tal condigo nao
era necessaria, porquanto o Sr Commendador
Lopes Machado j havia fallado a S. Exc. com
toda a lealdade, do que eu teria a prova quando
do Exm. Sr. Governador me approximasse.
Lealdade no Sr. Commendador Joaquim Lopes
Machado !
Com effeito essa prova deu-me S. S. e de tal
quilate, que, quando nenhuma outra houvesse,
bastara essa para dissecar-lhe o carcter e defi-
nil-o O Sr. Commendador Lopes Machado,'que
havia, j nao quero dizer pedido, mas acceito a
conciiagao, de que o Sr. Dr. Pereira Jnnior se
fizera espontaneo propugnador, foi presenga
de S. Exc. o Sr. Governador do Estado, s, sem
a minha presenca, que alias Ihe Tora imposta
como condigo sineqau, no para cumprir aquillo
a que se havia obligado, segundo a affirmativa
do Sr. Dr. Pereira Jnior, mas sim oara robus-
tecer a sua di-nunci:', aposentando como prova
della a celebre justilicago de uraa s tcstemu-
nha, a qual fra requerida por seu filho!
E eis ahi a lealdade do Sr. Commendador Joa-
quim Lopes Machado!
Procurndome depois o Sr. Dr. Pereira Jnior
para saber do que se havia passado, eu de tudo
Ihe deiconhecimentoe 8. S-, attonito, apresen-
lando duvdar do facto, pois, pareca ter o Sr.
Commendador Lopes Machado em amito boa
cenia, declarou-me que havia de fazer cora qu*
elle Ihe entregasse a referida juslilicagSo, o que
n5o fazendo, elle Dr. Pereira Junir abandonara
a causa.
D013 das depois veio de novo o Sr. Dr. Pe-
reira Jnior ao meu escriptorio, e disse-me que
a justilicago no fra apresaotada pelo Sr. Crm-
mendador Joaquim Lopes Machado, mas sim en-
tregue ao Exm. Sr. Governador do Estado por
alguem que para isso tinha autorsago.
Mas... quem possuia a justificago? quema
dera? quem tinha interese em que ella pn>du-
zisse efteito ?
Acredito que foi o Sr. Commendador Lopes
Machado quem aprjsentou a dita justifteago a
S, Exc. o Sr. GoverMilor do Estado.
Retirou-se o Sr. Dr. Pereira Jnior do meu es-
criptorio, e no dia seguinte mercio de l'ernamba:o o primeiro artigo assigna-
do pelo Sr. Commendador Joaquim Lepes Ma-
chado.
menos ao nndar o seu mandato, de que
o povo os elegeu para que curassein dos
interesses da patria pernambucana. que,
sempre valen um pouc mais do que as
dissensGes de partido.
Essas dissensGes s podem ser alimen-
tadas at o ponto da nao sacrificarem
tacs interesses.
Em nome, pois, da dignidade do Con-
gresso, da moralidade das iustituicfies
republicanas e das legitimas exigencias
do bem publico, appellaiuos para os Srs.
deputados e os conjuramos a que cum-
pram o sau DEVER.
A cmara n> pJe continuar a deixar
de funecionar.
Quem nao se achar com forcas para
cumprir o seu dever, re-igne o sen man-
dato; mas nao continua a desdourar uma
instituico to respeitavel.
Ser deputado e pret mder, com o sau
caprieboso nao comparecmento ou com
as yagidas vergonhosas do recinto, im-
possibilitar o funecionamento da Cmara
um crime de leso-patriotismo.
O povo que faca justca aos que reincidi-
rem nesse CRIME.
Recife 16 de Maio de 1894.
Severus.
Aeonteeii
entos de Ta-.-aratu
III
Poucos dias depois de tar sido assassi-
nado pelos companheiros do Sr. rnz o
infeliz Bruno, como j dissemos em o
Diario de Pernambuco de 11 do corrente,
ebegara pelo telegrapho em Jatoba a no-
ticia do adiairieuto das eleigoes de Outu-
bro para 3 de Uezembro.
Nao obstante esta soluco nenhuma
modificaeo apresentou a attitude do pe-
queo grupo que acompanhava o Sr.
Cruz.
Em Jatobil continuavam os boatos de
depo-iejo do dignissimo governador do
Estado', Dr. Barbosa Lima, mais accen-
tuadoB anda depois do adiamnto, pois (
tal dcliber&co do governo Foi considera- auVr^ncia.
da)por aquelle^ grupo, como signal de
pujanca da revolta, queja havia obrigado
o governo recitar.
Esta gente que se achava to anima-
da, esperando tanto da victoria da re-
volta, nao tinha deliberaco propria ;
toda ella repeta o que ouvia do chefe
Totonio.
Diaiaun que o chefe da revolta era ami-
go do Dr. .Vlartins ; que um dos motivos
de ter aquelle chefe deixado o minister o
da raarinha foi nao ter o marechal Flo-
riano consentido na deposicao do Dr.
Barbosa Lima; e por Lauto nao havia du-
vida de que, dada a vbtor'.a esperada
n'aquelles dias, seria certissima a retira-
da do Dr. B irbasa Lima e a subida do
Dr. Martins.
Erara estas as animadoras esperancas
que o Sr. Cruz espalhava entre seus
adeptos, e quem os ouvia fallar coahecia
que o odio que voiavam ao Dr. Barboza
Lima nao era tao accentuado como o
a<> marechal Floriano a quem tratava de
soldado traidor.
Chegtndo purera aqu preso o Sr. Cruz,
depois de ter era Penedo lidoo tallado ma-
nifest do Sr. Dr Martins, niudou inteira-
uiente de ideias ; diendn como ^ue para
desculpar-se que nao podia alianduuar o
seu chefe Dr. Martins.
O publico sabe o resto; o qoe aa tes
em favor do Sr- Cruz, que, coinu temos
mostrado com tactos, um hornera co
bertodo crimes, cora prcterico d outro*
deveres raais sagrados e mais nobres que
cu 111 ura ao Sr. Dr. Martins: e o resul-
tado da magua lucta d'onde salii victo-
riosp. a mentira, cabrado mais uma vic
tima engaada por este manhoso hornea
qua tao pernicioso tera sido a aquello in
feliz municipio de Tacarat, que era m
hora o vio nascer.
Voltando um pouco atraz, isto ao
dia em que foi preso o Sr. Cruz pelo
delegado do municipio de Tacarat eai
virtude de ordem superior, varaos infor-
mar ao publico, que nisto tiver algum in-
teresse, da intenco que logo depois de
effectuada a prizo foi manifestada pu-
blicamente pelo Sr. Cruz epor .-eu irraao
Andr, que tambera foi preso na raesma
occasio com mais dois fuciuoras.
Com effeito pascada a primeira im-
presso, certos de estarera con as vidas
garantidas o extra vasa ment de bi! lea-
nao se fez esperar.
Cruz e seu irraao Andr, sera o menor
rebuco declararam na presenca do offi-
cial, que effectuou a dcligcn"ia, que at-
tribuia a des/cita por queacabava de pas-
sar a denincia dada ou mandada por L-i-
tinho ; e fosse elle 011 nao t elle Ihe
pagara cora a"vida ; accrescentando que
mesmo quando daquella priziio Ihe rc.-ul-
tassem um grande bem, Leitiaho uior-
reria. Andr confirma va tudo com ter-
mos s<> proprios dos bandidos fazendo as
mais selvageus antearas.
Isto que acabamos de referir e que fui
dito logo depois de efectuadas as pri-
zes, foi repetido no carainh > de Tara-
rat paro Jatub ; foi anda mau tv
do por Andr do modo o maisferrox atra-
vz das grades da prisfio ; a p,-l 8r.
Cruz, por mais de uma vez, no qiiartfl
lugar que Ihe serviu de *pri> >- K uio
foi ainda isto wi na viuda para c-ta
cidade, a bordo do vapor, tamben) teve
o Sr. Cruz occasilo de repetir ijucila
amcaca, que no tardou muito era aer
realisada.
J v o Sr. Cruz qne os seus actos sao
todos conhecidos ; e nao ha queui se atre-
va i vir pela iinpronsa fazer outrea
I uraa tal aecusacao sen ter milita certeza
do facto.
Testemanharam o (ju-^ fica lit > o Sr.
lente Eduardo de Moraes e Silva, que
nao deve ser suspeito ao Sr. Cruz; a
inaior parte das pracas que tizeram 1 ar-
te da diligencia e alguns paisano*
pessoas estranhas diligencia.
Note o publico ; quando seden a pri-
so do Sr. Cruz e;n Tacaratii. o eapslia
Antonio Leitinho achava-si- nesta cida-
de e neubuma parta leve as deiiuucia
que vieram daquelle municipio era sua
Nao sabemos, porm, e p>r isso deixm-
mos de affirmar. se aquelle infeliz ci-
dado ainda estava nesta cidade quando
o Sr. Cruz e sen irtnio Andr cheg-
ram aqui presos ; mais provavel que
aqui ou la ti vera logo tido conheci mea*
to das ameacas de que nos tornos oceu-
pado.
Apezar do que fica referido, o de ter a
priso do Sr. Cruz todo fundameto : tan-
to ou raais cuno a de outros qua ainda
esto presos ; foi quasi inesperadamente
posto era liberdade o Sr, Cruz, eu irin
e os dois facioras que os acompanha-
vam.
Nio preciso dizer o motivo que ac-
tuou oara realisar-se to desastrada*
solturas ; o Sr. Cruz nao era, como ain-
da nao bem cotihecido ; e como diz o
adagio quemo omr nao o Am frese.\
soube engaar tanto aue convencen.
que
Vendo-se soltas to innocentesereaturas,
Lina uaii --- -iseguiram aquelles para Tacarat, tiran*
que tinham ao grande marechal Floriano, 0 nagta C&( 0 Sr. Cruz para conti-
a quem este Estado de Pernambuco deve
Eis o p em que estavam as cousas com rcla-
co ao Ncleo Colonial Suassuna, c o Sr. Com-
mendador Joaquim Lopes Machado precisa va a
todo transe vingar-se de mim, j-que nao podera
amoldar-m* aos seus caprichos. Para.isto era-
Ihe preciso conseguir dois fins: desconceituar-
me perante o Governo e nivelar-me comsigp pe-
rante o publico.
A primeira destas aspiracoes pode ser que o
Sr. Commendador Jonquim Lopes Machado
ainda consiga porque em nossa trra a intriga
pode muito infelizmente; a segunda, porem, nao
o conseguir, porque depende nicamente da
minha vontade, e cu tenho torca d'alma suffi-
ciente para conservar-rae de hoje em diante o
qua tenho sido sempre at boje.
Eis explicada a apparigo do Sr. Commenda-
dor Lopes Machado no Commercio de Pernambi-
co do i do corrente; eis as razOes das suas ac-
cusacOe?, das quaes vou agora oceupar-mc espe-
cialmente.
Recife, 6 de Maio de i89i.
(Contina).
Manoel Barata Ues.
tanto ; e Ihe ser eternamente grato por
ter aquelle benemrito cidado evitado o
; derramamento de muito sangue e perda
de muitris vidas preciosas.
Esta raiva era devida a ter sido o ma-
rechal um traidor, segundo dizam ; pois,
tendo-se compromettido com o Dr. Mar
tins a consentir na deposicao do Dr. Bar-
bosa Lima, a ultima hora havia recuado.
O que temos dito foi observado depois
do adiamento das eleicoes de Outubro ; e
estavam os nimos do grupo do Sr. Cruz
tiestas d;sposisoas, quando chegou em g
Jatoba a noticia da prisao do Dr. Jos Iga///...
Mariano e de outros.
que senapra
nuar a abusar da boa f
acompanha aos horaens de
Com effeito logo em seguida ua al-
tura, earoscaado-se pelas pernas do diga*
Greueral Lsite de Castro, a quem f i
apresentado como martyr e pers**gu ido
soube incutir no animo daqnelle nobra
militar, que dispunha de umita iiirliiea-
cia no alto sertilo ; que sempre fii paja
governo do marechal Kloriaao a para pro-
var vinba por disposcSo do Sr. ral Leite da Castro seisecutos tomen*
promfos para tnarcharcm para out fos-
se 'maispreciso cm defeza tio governo U-
O Sr. Cruz tratou logo de explicar o
facto, dzendo qne a priso de Jbs Ma-
nanto n'jnhum mal traria a revoluco da
armada, pelo contrario, o partido auto-
nomista podia levantar-se e sena mais
uma difficuldade com que teria de lutar
o governo; e que elles republicanos nada
tinham a temer, visto ser o chefe Dr.
Martins intimoamigo do klmirante Cus-
todio.
O general, irlo conhecendo o Sr. Croa.
sendo-lhe este apresentado por pesso?. da
merecimento, mas que tam!>em estava a
ainda est engaado com o Sr. Craz,
acrediten na historia dos seisecntos liomsm
e levou tudo ao conheeiniaut.i do reare-
chai Floriano por telegramma. qu *oi
publicado pela imprensa desta rulada
de outros Estados
ndirala
Foi sem duvida ama cousa
d'<>- Dara aquelles que j conheciain o Sr.
Note o publico que dizta-se .sto antes g" J 1 J d rffc nem
a priso de Cruz e portante autes de ser u e que p.
Cmara dos Deputados
da priso de Cruz e p
eonhecido por este Sr. o tardio manifest
do Sr. Martins, que desmentiatudo quan-
to o Sr. Cruz disse l no serto e os ou-
tros nesta oidade.
Todava aquellas bravatas do Custo-
dismo e .certeza de venciraento da revo-
luco, com que se mar.ifestava aquella
gente cheia deodios e devinganca e*ei>
cerera, ia prodnzindo um certo effeito;
pois miita gente que coutinuava fiel ao
governo estava receiosa e pretenda at
mudarse, pois se o Sr. Cruz viesse a do-
minar em Tacarat, como dizia, n&o fi-
caria pedra sobre pedra
Chegando oorui, em tempo, tudo isto
ao conheciinento das primeiras auterida-
w.^^ ^ ^---------------- .
de seis horneas para seguir para o sul !
Mas sua alma, sua palma, di-
nos ento.
E este homem sem pejo, que tal ti
do ao respeito devido ao Sr. Ganeral
Leite de Castro, offerecendo aqnillo qa
nunca teve e nem ter que ainda espera
ser acreditado, contando lastorias qae
nunca se deram.
E ao passo que este homem aqu per-
maneca contando santidades, euviava o
irraao Andr e oa dois seqnaz a
Tacarat afim de tratarem de realu
emprexa projectada, que ara o *
to do capito Antonio Leitinho.
do municipio e chefe do partido qi
A
E' iucrivel que a Cmara dos Srs. De-
putados ainda continu a nao reunir-se
ou a fazer forfait na linguagem hippica
da Gaseta da larde.
Esto quasi completos dous mezes
depois da solemne abertura do Congresso _
e todo o povo do Estado de Pernambuco poder roduzr maior effeito. tei
assiste eutristecido ao espectculo, que cortado pela
lheofferecem os seus representantes na pal. .. havia prend _
Cmara dos Deputados. beraelhante1 medida foi, con ae aw, ^^ fo. ^ ^
Onde j se vio pro-cedimento igual ? agua fra na fervora os taes adeptos oes- ^^ ^ e ^ ^^ e
As sociedades mais atrazada nao offe- appareceram.
ao connecimeiiio uus primeii- ... apoj^o governo.
des do Estado, estas deram logo acerta- ^ do oa tm ,n reaoUeram a
das providencias de modo que1 -ntes J fmetmo dia aasaasiaar am aobrinbo a
nrmator effeito fra omal capti0 Leitinho, de nome Moruro par
raz, com a priso do pnn.i- J^ feUo ^ dilgenci. ^a
,., -. ___ j_ havia prendido. Nota o paWeea ; 1
te rtedida foi, como se diz, V otiiieo do ta-
I




Diario de PernamUmco 4fcninlaHTBira 1K le Halo de 184


k
da estada daquella gemte na ra da Ta-
carat, e desconfiando (pois tambem ha-
via sido ameacado ou jurado) foi ter-se
com o juiz do 2" districto e pedio-lhe
providencias para seguranca de sua vida
ameacada por aquelles tres homens, que
eram seus inimigos e que alli estavam
com o fim de assassinal-o.
As providencias foram dadas no sen-
tido de evitar-se o crime ; o juiz mandou
notificar quatro homens a quem incumbi
a ronda do logar.
Vendo isto, e conhecendo que nao po-
derla ser feliz se tentasse realisar sua
iutenco, Andr resolveu retirar-se e
deixoii o servico, como elles chamam,
para outra opportunidade.
Mas um dos tres nao concordou com o
adiamanto da empreza, e fingindo se-
guir com os companheiros, voltou do
caminho e procurando occultar-se no es-
curo da noite, vinha ver se podia sur-
preaender e matar Moror. Acontateu
porem o contrario.
Procurando aquella faccinora atraves
sar um beco que dava para a ra onde
Moror podia ser encontrado, foi visto
pela ronda e esta perguntando quem era
elle, recebeu em resposta um tiro cuja
bala empregou-su no chao e perto de um
dos quatro homens que hia atraz dos ou-
tros tres.
Da ronda partiram dois tiros, sendo o
facinora alcancado por urna bala.
Estava ou nao a ronda no seu direito?
Che^ando um tal mallogro ao conhe-
cimento do Sr. Cruz, que aqu tinha fi-
cado, muito de Industria, tratou logo de
tirar partido desta morte, e foi ter-se
com o Sr. General Leite de Castro, que
continuava a estar engaado, e contou
tudo a seu geito.
O digno General admirado certamente
de tanta perversidadc da polica de Taca-
rat, aconselhou-o que se queixasse ao
Dr. Questor a quem tambem fallara.
Nao sabemos o que sedeu entre aquella
digna autoridade e o tal Sr. Cruz; o
certo que em Tacarat chegaram pe-
didos de informacoes ao delegado e a
outras autoridades que sabendo como
se havia dado o facto, ficaram admi-
rados 1
E' que nao ha quem possa deixar de
ser engaado, principalmente quando
nao se conhece bem as pessoas com qnem
se trata.
Ja v portanto o publico, que a morte
dada em Dezembro ultimo em Tacarat,
que foi to explorada pelo Sr. Cruz, foi
auito diferente do modo porqne aquelle
senhor narrou.
O que vinha aquelle facinora fazer na
ra de Tacarat, onde ja havia estado
mais de urna hora, com os seus compa-
nheiros ? E para que procurava occul-
tar-se ?
Andr morava em Tacaic, para onde
podia ter ido sem passar na ra da Ta-
carat, para que foi alli com os seus
companheiros ? Algum fim tinha.
J est este artigo muito estirado e
enfadonho e nao possivel tratar agora
como pretendamos do assassinato do
capitao Antonio Leitinho. o que faremos
de outra vez.
Continuaremos.
COMERCIO
Protesto
Antonia Pereira de Castro, abaixo as-
signada, vem por meio da Imprensa,
protestar contra a venda qna fez seu
irmao Jos Pereira de Castro a Avelino
Jos de Souza de seu sitio Santo Anto-
nio, no termo do Ex, comarca do Gra-
nito, estado de Pernambuco, contra a
minha vontade e sem .rainha scencia,
nao assignando eu papel algum e nem
haver pedido a rogo a pessoa alguma e
nem ha prova desta feito nullo, que fez
Jos, vendando meu sitio fiado por dois
annos, a um individuo sem crdito, sem
verdade e diguidade, o qual ser deman-
dado ; e como mora o reo comprador no
Brejo de Santo Antonio do Estado de
Pernambuco ( onde o sitio ) e o reo
Jos Peraira d^ Castro, vendedor, na po-
voacao do Bebadouro, termo do Saboeiro,
comarca do Ass, estado do Cear, e se-
gundo o que me concede o 26 nota 16
do Manual do Processo Commercial hei
por bem :
Atteudendo as consequencias silvestre
da audiencia d.i Bom Jardira, termo do
Ex, no iia 12 do crrante, e a persegui-
do que se me faz n'aquella Comarca, e
a pnvacaa do foro, por que o juiz inepto
egosta e subordinado, sendo nosso ini-
migo capital, quer a forca arruinar
minha faculdade, faco a escolha do foro
do Saboeiro onde foi feito o contracto,
domicilio das testemunhas que Avelino
subtrahio as firmas, para legalisar a tra-
passa radical de que sempre usa.
E portanto convido a Avelino Jos de
Souza, sua mulher e Jos Pereira de
Castro, para se apresentarem no dia 30
de Junho as 10 horas da mauh na casa
da Cmara do termo cima referido para
assistir a nullidade do feito. do seu nullo
contracto aqui feito e aqui mesmo con-
tractou para satisfazer.
Ficar de hora em diante sciente o pu-
blico sensato, de que nao dev3 fazar ne-
gocio algum com semelhante trapaceim,
ao qual convido para apresentar suas
provas fementidas ; o qual ser intima-
do por editaes e justificada sua ausen-
cia.
E]sem duvida... nao vem... porque a
mentira s prevalece emquanto a verda-
de nochega...
Mal empregado ser irmo paterno de
quem ...
Bebedouro, 30 de Marco de 1894.
A rogo de Antonia Pereira de Castro.
Raymundo de Moraes Furtado.
i:i.j;h \o
DOS DEVOTOS QUE TEM DE FESTEJAR O
GLORIOSO S. BENEDICTO DO CONVENTO
DE SANTO ANTONIO DO RECIFE EM
JULIIO DO CORRENTE ANNO.
Presidenta por eleico
Illma. e Exma. Sra. U. Balbiua Mara
da C. Alves, esposa do nosso irmi
Manoel Jenuino Al ves Santiago.
Presidentas por eleico
Illms. e xms. Srs. :
Dr. Galdino Eudoxio de Brtto.
Vigario Augusto Franklin Mforeira da
Silva.
Conego Dr. Jos de Oliveira Lopes.
Francisco Damasio dos Santos.
Benedicto Diogo de Azevedo.
"P^gi
ftaa Oewaierclsl de raas-
bne*
COTACSCS K-ICIABS DA JOMTA DO* O*-
BJRWtl
Prui do Reeift, 16 de Mao de 189L
AccOes" da Companhla de Servicos Marianos do
valor realiaado te 1004000 ao par
Ditas da Companma A*riol e Mrcantil do
valor reamado de 104000 ao par.
Obngaces daCompantm Teeidos Pautlsta va-
lor de 2C04000 joros de 8 O/o ao par.
Ditas da Corapaobia Faorica de Estopa do va-
lor de 2004C00 ao par.
Na Bolsa veadram se.
SO Acces da Compnbia Servicos Ma-itimos.
20 Ditas daCottip&ohta Aercola e Mercantil.
30 Oorizasoes da CompanbU Tecido* Paolista
23 Ditas da CompaaLia Pabrtci de Estopa.
O presidente,
Augusto Pinto de Lesos.
O secretario,
Antonio Leoaardo Rodrigues.
Csnblo
VSl'v'A DO HtClKR
Os baacos abriram boje saas ooeracSes a 9 1/4
sobre Londres a 90 dias, co a offertaa saccaam
a 9 5/8.
p.j onoa hera da tarde o mercado brmoa-se e
os bancos offesreenm saccar a 9 3/8.
0 Lovimento neate mercada foi de poaca im
po-tanda.
Em papel particular nao constou negocio.
Catatos de geaeroa
Para o agricultor
ASSGAR
Crlittllsado......54800 a 64200
fc'sioas por 15 kilci. 6*1100 a 6.800
Branco dem dem .... 44200 a M8oti
Someoos, demidem. 3-80J4 4*0io
M.scavado dem dem 248oO a 34000
Broto idem dem....."4o houve
Broto raelauo......24300 a 2*500
Retama idem idem .... IftaN a 241'W
Algado
Nao costeo negocio.
tlcool
Por Pipa de 4$ litros 3404000.
Aaardace
Par cipa de 480 litros 187*000.
Coaroc
secos salgados na base de 12 kiios a 800 rea
KNBttni.
Verdes a 485 rea.
Carnauba
CoU-se de 12* a 20*000 por 15 kilos venias.
del
Cota nos nominal a 110*000 por pipa.
tabella das kntraoas d3 assocab b al-
godXo
Mes de Mio
Entrada*
-i
al
Barcacas.....
Vapores......
Aoimaes .,...
Estrada de Perro Central,
dem de S Francisco
lem de Limoeiro. .
Soomma.....
A88U- AIRO-
car do
Das Saceos Sacca*
1 a 42 19381 1327
1 a 19 920
i a 15 2321 99
l a 13 5449 1127
l a 15 32264 1388
i a 14 3823 2032
61238
6913
Importaco
V por allemao Pelotas, entrado dos portos
do sol em 14 do corrate, e cousigaado a Bors-
telxaa e o-, manifestoo:
Aoiagem 10 tardos a D.as Looreiro e C.
Amostras 3 volames a ordem.
3Aniraaes i a'S. Jones.
Barra 225 a I. daC Ferreiri, 500 a J. A. C.
Vianna, 270 a Pereira Pinto e 0., 405 a Tafeas
La pa e C
Ctl 103 saceos a Pe-ira Ci-Q-iro e C. 2') a
Companbiade Es iva, 473 a leo es Lito* eC,
30 a Costa Lima e C, 75 a C-tst o L-too< e C,
5t55 a ordem, 30 a T. J. d'Almeida, 25 a J. loa-
ai m Alves~e C.
Cagados 1 caixSo a Albinj C^ai e C, 1 a P*i-
va Oliveira e G i a J. L. de Olivira e O., t a
Miujrl de Barro.' Cavalaale, 2 Cuta Canino"
e C, 3 a Ramos Silgado e C, 3 a b'erreira bar-
bosa e C.
Coa o< 7 cilx^es a Miaoel Jjaqaim Fe'aau-
des. 1 a Pereira C Caaos ae uaainoo 6 orri:as a A. te Cirvalb i
eC
Caaella l c^iica a F-rrelra Rol >gaes e C.
Couro* l raido a B-a<* e S*, 2 urd-tn.
Cnumbo 100 caabetes Ciaipinau de Es-
tiva.
Coocolat-i 1 caixi a F-'reira R)dr4ujs eC.
Do:es 2 cjixas aj Viscoode de Gingalves
Pinto.
D-ogas 100 caixas i Coupaohia de Droga.
Fumo 71 volaines a 'Jo.<'a Lu e 'J., 503 a
\lm-MJa Mandado e G., 7 a Miooe Lop-s de sa,
3 a Joaqaim ot Oaaile, 159 AnvedimC,
106 a Gjoclves e Bar-os 5 a Figiflire'1 Cosa e
C., 126 a Catannia de Estiva, 66 a David Fer
reir Porto Biltar 33 a ordem.
Dito em 1 >:tii 386 Iardo< a > r i-m.
Froctas 9 v!ames a A. Macnolo e C
Ferralar^-t 10 vilames i. Compaania Fer.o
Carril de Pernambaco.
Iasrumeotos para ag'CaLtari 4 voloxes a
Cramer Frey e C.
Liaba 1 en xa a A Macbtdo C.
Impressos 1 caix^ a Hago e C.
Livros 1 caixa a Hago e G 3 a Rimio M. ia
Costa e C.
Machinas para caf 4 volasen a Auno Mata
eC.
MaterUes 4S7 volames ao chefe do di trelo.
M ituia ti voiames a ordem.
Mercaduras 14 volaies a diversos, lo a la-
vares La i. sC. 3 a ordem.
Oleo 21 biria S orden, 2 a cip-.'.aoia 4o
porto.
Noaes 13 barrics a M. S. Mala.
Pipas 1.5 a P- d'Oi'veira M?ia, 150 a Paiva
Vajete C 10) a Psreira Pinto e C, 100,a
Corcpanhi- Esnloradora de Alcool, 50 orde O,
70 a M. de C. Mede-rof, 100 a Maooel M. d'.Jli-
veirs, 100 a J. Rodrigues Ma:teira, 12 a M. S.
Maia.
Paoel 2 caixas c Rmiro M. da Costa e C, 6
vo urce* Go'.icalves e Barros
Rap 18 caita* a Perora G Bacos 3 la-dos aos onsuna ario*.
SaDao 4 caixas a Rapria I Dus e C.
Teeidos 7 vulames a Goncalves Caoba e C..'_5
a G. Feraaades e C, 15 a N. Maia c. G 10 a
Mattos Camiaba aC.,l5a Afijas Maia e C 35
a Oliotuo Jardim e C, 45 a A. Maia e G., 20 a
L. Maia eC, 10 a Ferr.ra Irmos e C, 25 a
A. Vieira e C., 25 a R. de Carvalbo e C, 10 a
A. Amorim e C, 30 a A- de Brito e C-- 50 a
MCbado e Pereira, 20 a Mopra Borges e C-, 20
a Rodrigues Lima eC.,31 ordem.
Viabo 1 pipa e 34 barria a Jos Ridrigaes
eC.
Karqoe 500 fardos a M. S- Maia. 612 a H.
Landgrea, 1,103 a Jos Baltir e G 500 a Amo-
nm lrjiaj e C., 300a Pereira Garaoiro e C.
Vapor allemo Lissaboo, eatrado dos partos
do sol em 14 do carrete, e coosigaado a Bors
telmaa e C, maoifestoa :
Caf 70 saceos a P-aga Rocha e C.
P.pas60a A. M. F. Baptista. 45 a M. C Me-
deiros.
Patacho allemio Activ*. entrado de Pelotas
em 13 do corrate, e consignado a Joaqaim da
Silva Caroeiro e C, maaifestoo :
Fareilc 500 saceos ordem.
Xarqae a graaei 16.367 arrobas acs casigna
taos.
Liverpool, vapor icgle Editor, entrado em 14
e consigoado a tlackburo e C.
Ar-cz 150 saceos a Lotes Alheiro e C, 30
Joao Theophilo da Costa.
Manoel de Miranda Lima.
jovita Goncalves da Silva.
Antonio Vicente Ferreira Maecarenhas.
Jos Filismino da Andrade
Presidentas por eleico
Illmas. e Exmas. oras:
D. Julieta Augusta Machado Guiraa-
ries, filha do Illm. Sr. Joaquim Ma-
chado Pendes Guimaraes.
D. Celestina Martins Correia, esposa
do Illm. Sr. Jos Joaquim Correia.
D. Francisca de Araujo Wanderley, es
posa do Illm. Sr. Joao Lzaro da Ro-
cha Wanderley,
D. Auna Mara de Sant'Anna.
D. Thereza de Jess Martinima do
Castro.
x Presidentes por devoco
Coronel Sebastiao Lopes Guimares.
Conego Joito Machado de Mello.
Conego Joo Fernaades Raugel
Coronel Francisco Faustino de Britto.
Jos Paulo Vianna.
Antonio Britto de Lyra
Justino Duurado Fontes.
Arthur Gomes de Mattos.
Manoel Francisco Alves da Costa
Sebastiao Lopes Guimares.
Paulo Miguel Archanjo de Figueiredo.
Presidentas por devoco
Illmas. e Exmas. Sras.
D. Marra de Barros, esposa do Illm.
Sr. Joo Quinteiro de Oliveira Barros.
D. Sophia A velar dos Santos, esposa do
Sr. capito Antonio Carlos Borromeu
dos Santos.
D. Secundina Maria da "onceico.
D, Juvencia de Siqueira Lima.
D. Joaquina Correia Leal.
v Vice Presidentes
Illms, e Exms. Srs. :
Jos de Avilla Bittencourt.
Eustaquio de Oliveira Sant'Anna.
Joaquim Beato Ferreira.
Jos Maria Ferreira da Costa.
Bernardo da Costa Wanderley.
Arthur Pac a Lima.
Pedro da Silva Hastos.
Dr. Francisco do Reg Baptista
Vice-presidentas
Illmas. e Exma. Sras.
D. Rosana,Francisca Bahia, esposa do
Illm. Sr. uzebio Luiz Bahia.
D. Maria Bernardina de Ssnna.
D. Lourenca Maria Barbosa de Araujo.
D. Hermina Mara Antonia de Sant'-
Anna
D. Rita Maria da Sant'Anna.
D. Mathildes Francisca das Ch&gas.
D. Jos.-ha Severiana de Lima, esposa
do nosso irmo vianoel Jos Severiano.
Escrives
Illms. Exms. Srs.
Manoel Lopes de Oliveira.
Felippe Gentil da Silva.
Augusto Heuriques da Costa.
Augusto Braz Ramos do Nascimento.
Franc seo da Costa Lima.
Bento Vieira de Mello.
Francisco Gomes de Araujo.
Pedro Goncalves de Oliveira.
Arcelino de oliveira Souza.
Escrivs
Illmas. Exmas. Sras.
D. Mara Eugenia |Ramos de Mello, es-
posa do Illm. Sr. Bauto Vieira de
Mello.
D.' Marcionilla Bernada do Bom Fim.
D. Felippa Maria do Espirito-Santo.
D. Rodopiana Domingas da Conceico.
D. Floca Amalia de Souza.
D. Luiza Maria da Concomio.
D. Joanna Maria das Noves.
D. Rosa Vicencia de Lima.
D. Benedicta Maria da Conceico.
D. Brgida Jesuina da Cunha Guima-
res.
D. Maria Jeronyma da Conceico.
D. Archangela Maria do Rosario.
D. Maria Perpetua do Nascimento.
Mordomos
Illms. Exms. Srs.
Leoncio Jos dos Santos.
Francisco Antonio Correia.
Manoel Jos do Nascimento Sant'Anna.
Pedro Barbosa da Silva Natto.
Manoel Dionizio da Costa.
Silvestre Lourenco do Espirito-Santo.
Marcelino Correia de Lima.
Mordomas
Illmas. Exmas. Sras.
D. Maria Maximiana Miranda de Sant'-
Anna, esposa do Illm. Sr. Jos Joaquim
da Saut'Anna.
D. Maria Eufrazia de Mendonca Mi-
randa, esposa do nosso irmo vice-
presidente Trajano Silvino de Mi-
randa.
D. Alexandrina dos Santos Monteiro.
D. Maria Jos da Conceico.
D. ''ordulina Urbana Ferreira.
D. Severina Hermina da Conceico.
D. Joaquina Maria do Espirito-Santo.
Capitulo 16 de Maio de 1894.
Frei Amando Bahlmann
Guardio.

Vicente Ferreira dos Santos.
Secretario.
-ar
Gaedfl de A'^ujo e Pilho*, 50 -. J. B.
vaibo C, 80 a Soiv-r KauTiiaQ e G.
Amos ra- t voiome a oril> in
Aren* ue fs-rj !*J filies a A Plo'.JY.d .Sil-
va e C
Agu rairHial 10 barricas a Aorant.'S e C.,
50 a G Lina e '_,.
Bi'ras de f-To 74* e 33J f-ixe* a A. de Car-
va no eC, 320 a J. do< Santos liver .
Barriin, 1 taoinore* a n^.ieiu
(/ni uno lOJ roljs a J. ds Aevedo e G.
Cio* de rerro 23 voldujea a Viuva de Mano"!
doa Santos VilliCi. 49 a Kecife Drayaage Goiu-
panv
Cidra o) caixas a B Magalbies e C. 100 a
J. F. d Almena, 50 a Lo oes Aineiro o G., *0 a
one* EauHmam e C
Coapej* 1 malo a R. da Droiinae C.
Cigalos 1 Ssfaaa a NanoH d^ H. Caraleanti,
1 a Ferreira JarOosa e C, 1 al. L. de Olivei-
ra.
Cba o volames a Souza Aeaiar.
Cobre 5 volames a A. de Carvalbo e C, 93 a
A. P- da Silva e i.
Ce-ve] i 20 caixas a Lipes Aineiro e C 17 a
Torres Irmos, 10 B. aealhaes eC. 60 a J.
P. de Alroeida, 50 a Compaob a de Estiva.
Drogas 7 voiuicei a Corapaonia de Drogas 1 a
H. Roaqaayrol e G., 4 a Goim-raes Bra G.,
6 a Paria Sobriabo e G., 4 a SJier K^ulljoaii
eC.
Estooa 3 fardos a ordem.
Euanbj 3 Darncas a Prente Viaooa e C.. 10
a Viii.a de Maaosl dos Saalos Villac, 2 a Mi-
randa e Sooca.
Eo&iiaH 80 biricas a A. de Carvalbo e C.,
23 a A. D. G- Viaaooa.
Fio 5 .'arios a G. de Mattos Irmios, 2 a Pa-
rete Vianna C.
Ferraee^8, 9 voium-M a ordem, 78 3 A.
Pinto da Silva e G. 35 a A. R de Souia, 27
iH. J. RiOeirc, 6 a A. O. C Viaao, 42 a A.
da Carvalbo e G.. 10 a J. de J Azevudu e C.
la V. Silva e C. 14 a Miranda e Sooza, 16 a
Vianna Castro, 7 a A. Silva e C 3 a Frodenco
e C, 1 J. do* San'.is Oliveira, 17 a Gomas de
Mattos L-maos 11 W HlylijG
Folb38 de farro 75 fexei a A- S Iva e C
D.tas de flaodres. 20 caixaj a Viaoni Castro
e C., 35 a Parale Viaaaa e C 10) a A. de
Carvalbo e C
GiQgerale 10 barricas a Torras I maca e C.
Geneora 25 caixas a orde-n.
L)oga 5 ieos a 0. de Gunaj, 17 a Rndri-
hues Lima e C-. 14> a o*dem,5S a J. de Me--
J i i oirr.cia ii de D usina a C.
Leite coadeosado 10 caixas a J. de Aloieida
10 a Guales de Araoja e FUbos, 17 > Sulzar
Kutfoaa C
Ltaha lo caixas a Natto Caapos e comp.. 19 a
ordem, 1 a A. de arvalbo e comp., 35 a G. de
Mattos Ir.naos.
Mercaduras 6 vjlurH3 a Cj.npash a de Fu-
gao e Tecid03, 5 a D. CoelbJ e soare*, 7 a Bra-
ga e Castro, 1 a A. P. da Silva e comp., 26 a
orderjg, 5 a Empieza do Giz, 7 a Estrada de
Ferro do Recite a S. Fraac seo, 7 a Comnaobia
de chapeos, 3 a Souza Njfjuera e comp., 1 a R..
de Drusioa e comp., 27 a Great Western of Bra-
zillan Compaoy, 1 a Oliveira Bastos e coanp.
Materlaes 1.680 volames e pecas aos bardel
ros Buw.nanu, 145 a Cirdoso e I-mos, 39 a
Compaooia de Teeidos Paulisla, 45 a ordem,
286 o Gompaobla Indu-ti-ial Peraambncaoa.
Oleo 6 barris a A. Silva e companbia, 25 a
Compaonia de Drogas, 10 a Guimares trala e
coop., 11 a orjem.
l'a. e 6 fardos a Cosa Lima e comp.
Pbospboroa 10 caixas a ordem.
Presunto 1 caixa a Torres e IrmSos.
Pipa) abatidas 197 volomes a ordem
Papel 35 (araos a T. Jos!.
Peouas 1 caixa aos bcrdelros de Maooel Car-
doso Ayres.
Pasaas 5 caixas a Lopes Albeiro e comp., 7 a
Dias Fernaades e comp.
Soda caustica 50 tambores a Santos e Araujo.
Saceos 6 faraoa a prdem, 10 a J. Farstem-
oerfi!'
Toncinno 1 caixa a Torres Irmaoa e comp.
Tiota 2 barricas aos berdeiros de Maooel Car-
doso Ayres.
Teeidos 22 volames a Aff.oso M.ia e comn.
2 a Silveira e comp,, 5 a A. Vieira e comp., 7 a
A. de Britto e comp., 4 a ordem, 6 a Moora
Borges e comp., 18 a Mattjj Camiaba e comp.,
InrrtlNn floral. O I e fnint-J os lloren
'"''* <'l 'to'iipraz Hsoaa hh t
.'fnien ; e na Aua F' p*i dt> Mn-'.y A Lanro<'',
se eacont'< **'>* lrnr-a u floral tum tjd* rU*
resa p-j-eza.
%* qu iiM .it* lrfiPfiiAM da Aeua Flo-i la !
Vo-.-"y 4 L>..mai. t*o om ratavei delicauo p.rf,.iiie. S-n ma"anno*0 ihirt** de
lliviar a d- 'e can.'Qa nervofli, mmi>( etc., f xoa8 quahda-ies 'leal ifi-ciaues e po'W 'i
dura, a f z^un p^-tioUrnvnte aiNaiatel pir* o
qurto do ooeute, u tOUCatlor o Danho. 10
AVISO
InSo Rytnop e Fr-de-i B on a ri'Qji plgOtr'" 1.i p-e-'ii-, fazem i.unii-
co qu, <\a*4f o !!- t 'O ^nrre-HH m^i. a i m,
censores rto* R*. Raaos *lad.> A G. oo i-1-
h.|--'io3-ntd "j Hraca da luiiepeo'.enc* '. 22
2i, 2o. 2S 30 ; naverulo ijrnu'i'i a *-a caro u
ac.i'vo e pa4iv.i daqnrll oxiii'ila (Irma.
Reoile, 14 -Je Maio de 1891.
J. Ramos P'el rico.
\viso
Rim
Tieuie
c eia i
ja lid
Red
croa o
O ai
Cargo
rico.
Kec
o'. *ala*4o C. diaoiveram m eaei
n 30 de Abril p oxiroo pasia.o, h..-
p qu- ii- h^ca na viabe'p.cirnentn da Pr^ga
ep n lencia n. 22, 2i, 2o, 2i e 30.
r'Be p->ea e latietetlo uo eu capital e lo-
Sr. Ur. Francisco d Rocha Snlealo
tivo e parsivo da exocta (irme, ti m a
ua 0*ma saccessoraJ. Ramos Krede
e, 14 ae M.io de 1894.
Joao Ramo.
Francisco da Rocna Sala o.
4 a O ."-no Jardn e eo uo., 1 a F. de Ai?vedo e
com" ,3a S. N-.jUjiri owQjp., II a B^.-oet e
comn, la*. A h.-iib oip. t o H. it nKa,
il a i.o ino< Li'tBa comp.. 3 a Go'iC'v-* G i
nbi e i":i[i i a. Lopes o Cuiap., 2 a Maia e
co""p.. 2'li. Maia e oomp.
TiUx 85 caixas a Cimpaubla de D ogas, 50 a
A- Si'Va -ump.
Vean 4 e-ade* a or lera. 7 a T. Joft.
Vi'I ros 2 D-.rri'.a- a Manuel J. r'erwra, C'k a M.
U. BolelUo.
QaporCacio
BBCiri, 16 o icio OB 1894
r*ra o exterior.
NO vapor oglez Odictor, pa*a Livarpool,
Carreifaram :
p.jtimao 4c C, 1.013 ailo* op ca-ao.
No vapor allemao, LiSaoou. pn Lie-
boa, carretrou :
D. P. dos Santos, 30 kt'.os de quej oaci^-
nal.
N: barca noraegaeose Galjtbaa*. Da-a
Nett-Yoek. carre>;-.ram :
B. Wiluams t G., 36 caceos com 2,412 xilos
de absucar mascavaao.
Para o interior
No vapor ioglez Delambre, para Santo?,
carreiou -.
Compaoaia de Estiva, 500 saceos com 30,000
kilos de assacar masca vado.
No vapor oac.oa.l Cometa, pira Rio
Grande do Sal, car recara m :
P. Caroeno & C, 5 pipas com 2 350 litros de
alcool e 5 ditas coai 2,330 ditos de agaardeote
Para Pelotas, carregaram :
P. Caroeiro & C'., 1 pipa com 470 li'.rn de
alcool e 4u ditas com 18.800 ditos de aoart'e ue
J. S. Carueio C, 550 barricas som 60,114
I:1 js de asnacar Draaco.
Para Rio JeJaaeiro. carregaram :
P. Caroeiro <6 C, 5i saccas com 3.240 kilos
de aUodo.
No vapor fraocex Villa do Rrario, para
Sa 'toe, cirregaram :
H. burle A G., 150 sacas com 12,673 Kilos
de algodao.
Para R o de Janeiro, carregaram :
H. Burle C, 5O0 saccas com 37,69. kilos de
algouao.
Amorim .rmaos a C, 50 pipas com 23.500
litros de aguardeote.
t*. de Oliveira Maia, 10 pipas com ,700 litros
de alcool e 25 ditas caoi 1. ,250 altos ae bgaar*
dente.
Conoaobia Destilago Ceotnl, 50 pipas com
25,00o litros lie al'ool.
P. Pinto & C, 160 pipas com 75,200 litros ds
agurdenle-
No vapor allemao Pelotas, para o Par*,
carregaram :
Amorim I-maos & C\ 50 pipas com 23.500
litros de agurdente.
C. aimares Jasior, 250 barricas com 16 838
kilos de assacar bronco.
F. Laraeira a C, 500 saceos com 30,000 kilos
de milbo, 6 orricas com 540 kilos ae assacar
retinado e 725 ditas com 45,525 ditos ae dito
Draaco.
E. Kaathack & C, 500 barricas ora 50.COO
litros de cal, 100 sacco- 6,0' 0 kilos ae mi-
lbo e 150 uarneas com 9,73 ditos de assacar
Draoco.
J. Ua.t r & C. 100 barricas com 6,599 kilos
de assucar branco.
F- Lemos C, iO latas com oleo vegetal.
A. R. oa Costa, 3 harria com 480 litros de
el.
No vapor nacloaal 3. Fraacs:o. pira
Babia, carreearam :
F. Rosas, 2 pinas com -40 litros de alcool.
M. L. de S, 1 barril com 470 litros de alcool.
Para Peoedo, carregaram :
M. L. de S, 4 barricas com 240 Kilos de
assacar redoado.
F Rosas, 1 barril com 90 litros de alcool e 3
barricas com 180 kilos de asmear braoco.
J. Cardoso, 1 caixa com 8 litros de coioac, 1
barril com 90 ditos de vloagre e 2 garra'Oes com
22 ditos de vinagre
No vapor nacional Biui:*, para Mao&os,
carregaram :
A EQUITATIVA
Sociufl lat-i Ii Segara? ii Mi ios MailMilos
:ss-s::i2L2 un Ltmmtnmn cf tss :m: statss
En JviiRo i isrt
Activo......
Excedente .
Renda annual......
Riscos novos......
Total dos riscos vigeates .
Pago por sinistres e dofic.o *.* ven-
cidas desde a organisacao da
Sociedade......
Ioforncmco-a e proapeotcs com
Dollars 169.056,506,00
i 32.366,750,00
& '&. 022,605,00
& 205.280,227.00
f d32.532,577,00
| 192.572734,00
Advogacia
Retirando m- temporanamente deate
Estado. 8;ieci ti u meus nnnatit'i q ie durTin aiiuha a nunca tica oocrrn-
-o de idhu eacriptori" o mei umi^o
Ur. Aotoaio Fraucis:o Perer de Cr
vnih >.
Keoif". 14 de Mu < 1894
Dr. Jjaq'j,:m C*fr8t d* .4roa/.
Despedida
S em ter podido desuedir-m* do t'd liemuit i|Hfl ido, 'lisiiiiduoo aoat i<-a r- '
Ugitdg de amimd^. u^V deioul.iH dV.aa..
falta invi>liiii'ri^^'iells4 qi-m nio ir :
oare e oRr*.}<> ln> '-Ii < a>-u* terrinos.
R-ooife, 14 A. M.ii d 18'J.
IJr. Jonqi-m Cotit de Araujo.
Providencias a quem'
competir
Tedo rec'fciniHo 3 veae r ia-munda
Campaobin de R-ioit^ Dr>yaagt o*n
oocrto Ho t-p-r-^iho iia ca-% a. *d nm
do Viaon-le de Oi-y^ona, eat* O'irao-nh'a
nada te' teito em vis'.a do do tii?aiv!:> > o Biiu d nuin^a-iOtO ia4it'l
a.;gnodo diz.ua no trtxlhadortfs.
.r et (J-;miwohin -fbde un fiiodo
t-o nurjii i-s 10'id*''<;-\ >n t-" cmo O tioverm nio pider o'orig-.r Jnou
nhi lser nn^tio-% tj ^m chomi > e
ofii de evitar aos icq'i-linoe *i*"*ai 9
immoQctti rhsiro de84ffrH'.avel (j"ie mcal-
is spparall> >s os quinos ro ac'iici repre-
sando.
Prividonoii Pm' d'*cA'.
Franc seo Fre re.
Despedida
Tendo de despedir-me dos amigos por
ter de partir para a cidade do Rc-cife no
dia 17 do corrate, e d'a'.ii para a Capi-
tal Federal, no di- '9, afiu de tomar as-
sento no Congresso, uio ne foi possivel
T. F. <1- Meio, lii caixas > 80 Mcwa de
gerrbra e 15 Darncas cjid 1,155 '<<<<>6 de arar
ranee
J. Bailar fti C. 105 barris coa 9.150 litros i'*
agurdente e 3l barricas cotu 2,16U kuos dc-
assucar bratco.
T. Lpj, 10 ca'x com 00 litr.s cogoac
SKI di'.G0 dito BrtUiir.
'j Dial- Correio do laco, paro Mosso-
r, irarreOd :
Coiitia.iiiia de Estiva, 4 caix-s com 100 Icilos
de tana.
Nj ariaj D. Siob, par'' N.tal, cir-e
goo :
M. M. da Carta, 6 barricas com 50i kilos de
asaiicar rnlinam.
Para jcaMoa, carreearam :
J. Salgueiral & C. "0 Dam-- .-om 715 kilos
de asjocar braocj e 5 das com 300 lita* ae olio
retina 'o.
No cnter C)lambj,para Maco, carrega-
ram :
M. Viegas, 15 caixas com (05 litros de ge-
ne tira.
L. Uagdbaes, 10 cairas com 30 Ki>os de sa-
bio e 4 uiU8 t o. '1 litros de t-rie.'r i.
No ba'cavi flor de aaru, (ara BM*-
goaoe, carregoo:
Compaonia d Estiva. (t> caixa* coa 230 klos
de saoar, lo "iaa com 80 litro* de geuebra e 1
oai'.co ruui 60 k'ios de a. Wi brc cirrevoo :
Co'opiaota do Estiva, S borris com 180 litros
de alcool.
na oaresca Joveo asieacia, para Pilar de
AhgO'S. carregoa :
M. Viegas, 10 caixas com 70 litros de g?oe-
ora.
aui oa maio di 139*
Aifandega
ne io eral
Oo dia 1 a 15 3SJ iOlavos
Idttn u 16 48:76U49a
Ranaa oo EiUdo :
Da du 1 a 15 117:^761393
ldao 16 23.878.899
438:l63i46S
153:o55:92
4
Scmma total
59l:7lS75i
Segaoda seceso da Alfaodaga tn Pemambcco,
16 da Malo Ua 1894
O cbsfe
J. Goocalvea da Silva.
U liesoureini.
Lo Maooel Rcdngae3 Valeoca.
RECSBBDOtUA DO ESTiDO
Do dia 1 a 15 69.7:i0510
Idem C% lt, 9.840it00
79:390*510
Do da I a 15
dem d 16
73054765
7.346.8
8.0194413
ilot rurnto da Parlo
Navios entrados oo dia 16 de Maio
Rio Grande io Sal e e*c17 dias, vapor oacio-
oal San'elmo ele OlStuaHafias, comruaDdan-
te David ToOioboo, eqolpagem 36, carga, varios
eeneros, a Pereira Caroeiro e C.
New York15 dias, vapor log'ez Coleridga,de
1643 toneladas, commaadaote J. Brovo. eqol-
pagem 48, carga varios gneros, a Biackbaro
eC
Sabidos oo mesmo dia
Saoto? pecVapor tagle Goleri-lg-, con-
miatiaate I. Brear, cara varios .eie-. a.
fazer todas as despedidas pessoa 1 mente,
peco desculpa pela falta involuntaria : offe-
recendo-lhes e bem assim a<>s eleitnres qu*
me lionraram com fena votos, os ineus ser-
vicos n'aquelle logar; contessando-me
grato a estes pela prova de estima qe
me dora.
Agua-Preta 12 de Maio de 1804.
Francisco CermtU da Fonceca Lima.
Osb?h a ux-.ia'a a qi<-m 'oi": r
!>ns-a, quj mraii a ri aaaa -tt R'*' 0
tlCi'ii Piicarrcifa tu il* o '9- DPC'i^ O
ni'l' 0-<" "'i |irnr.iro '(<. ii r i a i B i
Fran i..cn *aH*aa Bor o* d-1 U^*4a -ea -
gO'ii. H.BairiM-'.ii Jo-e J >n < "i.o' (' A'.oi .
Re. ir-. Ti d- Mata n- Jm'.o Ca-altaa a laja
---------------^---------------
Manoel Cardos^ Jnior
Ciwria ,'r.\ a ana lunta de tiTKHnie oo Rw
i" J-i..--i.
kvwt ii. eaaajMMaaa aai vaaaM or-
p^rarto Feawta 8?. ".T*. (:-:a :r.*;VOt'Ci. ariin-
-"iadw8 antaa a'cr.u rr,).ii-rnns t aa ivaaaaa
aa caMKHaM acieotiifea uuto io sais cuma
u *p***i El- Kl;\ir a prudirvo ni. so io (io hs rtc(,<-.t 0'ijsioUutOM da< -obinii'ai
-i uuaaaai naOoiv1^ >.cixc'.amb*.ia e-
q"atio 'aa taitaeaaai afinin-.-.^e. oo diverao*
'."t* f toar* 'V 'onio aaaaaaa.
a i'i-'iiafic cfs:e Emsp na paatravaM
6" ItrtX''.* 0'' eoi^'-ny a ua afteafla ; [.o:s no fi'inne'j aai
p-.iT i-os jtoii1-..iia* o.-viira r.aor.a, ajaaa*
UMMais *ri;Hr.-'a.!uf a b>tiaa paa a *'t aaia
r '' <.' vi:iv'p.- a;.""(!it:ii':'M p^qicnaa le-
t a.'0*."S<>.o aMU U):jvu apr-"eoU' r-criua #e
";"uo.
O avntm'um.a'l'H a^**Mwai n-' Jarme*
PtfU^'3'iaCO i aaaMd 1a Vnr.'.i". !i'ovuiD o que
'T-'J-.H.
N'- !, ao-"*KTaii4o .iti^ri''n.'"i '..i.i .onravinc-
q--e njo 'a
latero u'"j'o -* o aaaa a f<^l* (n<-''i|,
n.--a., -.^j4o o awaaa n*j v,i iirn o ote e
-aatrmo-'-iim u\ tni* i-i. j aaaaaa
ts'-vi a "lO-ir-.a;" ma na -ii"*, n**it**uni49
t u'l'a n^j.-.
Xftr Elixir i .o.iVm: t.i 'lo paaiieii i* aa
.ivie >'-JiiJ-i .|t* -t (iiO< Ul-.l "is C*"i"a tT
i.a-a .a'}*-' <>< nlT^r-u ^i> Macea feudal io te
mu- ti'i-ci-r t D-i'.
O' ti*ii o mopa t v-nj i* araaee%e aa 'jir
...ii'-.-.;-.. ^.* t-c:-> liana aVana ^ciataa
Parar.^KUaBarc nonifgi .S;aalej, .; o G.
Pede.Ki-n, tar(a aaaa^ar
Baria ios,Barca oerutga L v.. cap:lao L. A.
L*tw*, i! lasiro.
[Butaliai'-aw-taM noro<*sa U>itc, -pitia O.
C Ai'- aa i, en la r-
I Run. '?.Piacno Maura Eau.a-.a-, capitaa
! Juba K-uaiwk, ea ias>o.
Ob'e. v.cau
Precenle dfSouin:mpi-j e tcala rorL'a-
| boa, checi'ti ao L-ina Lo o vapor og'i-a C-jee,
' que f^nou lut ii.-1-io |i- o if rayiiu Oltlcw,
tolo em 4ire>tura a I.ti. G-aude uo ItlO aa Ja-
oeiro.
ai4roau aianielBail alo *. Jat
O movimeoui ueste mn-.cauo uu da 1 de
Maio foi o seguate Roiraraai.
38 hus pesando 6,19. kilos.
615 kilos ue oeue a 20 ra. 4J00
7 compari. con marineo* a 100 ra. 47(JO
3 ditos com caroardea 10U ra. 4Mxi
31 columoas a 500 ra, i.s4W
j cargan com italliobas a 500 rt. 24oU0
'' rassoaes com vaiiinnas a 3CO a. 4*">
2 cargas com milDo v-rJe a 3t>0 ra. iMM
i eataaa com ameuiioim a 300 ra. 46'*'
2 carga com macacneiraa a 300 n. 4*00
2 carcas com gerruum a 300 ra. 4400
1 carea co'n ranu i a 300 ra. 4'Mu
I cama com oainnas a 30C ra. 4*W
3 carga com Uranos a 300 ra. 49jo
1 car^aa '.om loocas a 30) ra. 4(00
I cjrgas com (rumas a 100 rs. 4300
GO carcas com farinha a S00r. liOO
16 careas com milbo eecr-n a tOO rs. lt H)
5 carga cora fejao a JOO rs. i 40:10
66 lagares a 100 ra. I34fci0
16 suidos a S00 n>. 34*00
11 comD. com Buir.eiros a '.4 11400*
8 co'up. coa: sciaeiros a 7>H) rs. 54600
0 comp. c. -o fri:ssnra* a 600 rs. 54409
3i comp. cora coraida a 700 rs. 2J4iina
55 como, com f.-tienda a 600 rs. 334000
49 comp. cora verduras a 300 r. 144700
ti-i comp. com farooa a 400 rs. 264400
4! comp. com talos a 24 *>ii
Read'.menloz do dia i i 14
27fi.
3.7U2*.
4.0294200
Prcos do da :
Caros verde de 3)0 a 900 rs. o kilo.
Salaos de 900 a 14 idem.
Carooiro de 14000 a 14200 idem.
Parlona de 6 X) 700 rs. a cola
Milbo ae 500 a 600 r. a coia.
Keuao de 24000 a 34500 a "Oa.
Xarque 900 ra. kilo.
AaT.oa esperado).;
Do Porto
Palbabule por'ogaez Raeoato.
De Pelotas
Patacho tae o Solie.
Patacco alle^o J. M, Raalk.
Lagar noliandis Frit-i Paber Eeaben.
Patacbo aMemao Hi'isonle.
Pctacoo stlemao J. T. Listen.
Palncno c.ruetujase Rsbbi.
Patacho ingles almioa.
Patalbo Doruegaeose Marie.
Patacho allemao flarald.
PatacDo oglez Artbor.
Barca ooroega Sif.
Tapores a eotrar
Mes de Maio
3rar.il, do sol. boje.
Vanitob., do Sol, hoje.
ParagoaES, da Eorcoa, a 18.
Olioda, do norte, 20.
Hogartb, de N-w Yoik. a 25.
Jacobype, do Norte, a 25.
*^^apa)rea a aahr
n Mea de Maia
Saatos e esc, L Place, boj as 41 o-fc
Maoos e esc, Brasil, boje, aa 4 ara-.
Pcrto Alegre e esc,, Coroet; boje -- 3 rarf.
Porto Alegre e ea:., Saotelmi.-, 16 a.< 4 har.
"aotos esc, Ville de Ros; ra, 18 as 3 borai.
lautos e esc, Paragaana. 20 as i bcraa.
Rio e etc. Olioda. 21 la 5 oras.
Santos, Hogartb, 27, as 3 bcrar.

TI

J


Diario de Pernambnco Quinf a*felra iy de Maio de 1894

*

i
24944.
25014.
iom resaltado que Cst-ros admirados de tio al- > P P 6 doa lados-Urna^ cala d 1,671. oda de 14934.
lot eflwioa.
Pela praiica chegamos ? conBecer oue nos
laoae* oe feore erysipeiiwi ..t erysipeiia como
grameote ae dn "ne,asarlo j uso de 10 dlae
do Elixir.
No grande* tncommodos da senboras roen-
naci, gravidez e nos casos de parto com f^-
Dre de o) ra-uiudo r ce to e seguro e
MI co.nposicao ia< /tuies qae na*
ceio de applicar o Sl'tir neci tyesmo em doaeg
periores a iadicaias aa tabella utra.
Pedimos aos diguissimos meo ico* aoe desoja-
ren, faxer oso deste Elixir em sa auum na se
sajeitarem a oessa prescripc&o. maa sim fazer a
oplicacao em harmona com os canon qte deser
a rem combater, certos de que o medcame!-
11' comnosicao touocente para orgamsmo fio
bus frgil qo* seis.
a o to de asar
A's crianc* ate oo anuo gtOotas de 2 em 2s
Boraa em urna colber das de pa cbea d agoso
lm.
De aru anco a tres tn 'ottas.
Da 5 a 40 anuos em dlante, 40 gottas etc.
Estas doses derem sempre ser appucsdas em
agua (ra.
Dcpoattoa
Companbia de Drogas e Productos bimicoi
Rpr-ife, roa flo Marqoez de Olioda o. 23.
Nucioaat Paarnuia, m Ltfx-i i> rtJii'io
3.
Pharmacia Oriental, roa Sstreita do K-xirla
D 3
Pharmacia Alfredo t Ferreira, roa do Bario da
Victoria n. i 4.
Pnarmacia Martin, roa Duques de Caxias n.
w<
Pharmacia Ritieiro a praca Maciel Pioheiro SI.
Pbarrnacia Victoriense de Loix Ignacio ae Au-
flrade L'ma, c.dade do Victoria
Para jualquer tnormacSo sera encontrado
actor na roa to Resano Estreita n. 17.
Os oosioa frascos sao cuadrados e coota go-
tas. N'um lado iem grvaloElixir ante-febril
t 00 ootroManoel CardosoPeruatabuco, e to
do ns prospectos 8o assiffnadoa por anoei
\o publico
J). Ismenia A. de Mattos Lima, faz
sciente a quam interessar possa que as
bemeitorias existentes no engenho Timb
Ass e pertencentes ao Sr. Augusto Cezar
da Andrade esto sugeitas a urna execu-
0o superior a 4 OoSO O como se v da
rtidao abaixo.
Racife, 7 de .Maio de '894
ismenia A. de Mattos Lima..
Jos Genuino Ferreira 2 tabellio do
publico judie ale notas,escrivao do civel
commercio privativo das execucoas jury
e execu\o criminaes do municipio de
Ipojuca, em virtude da lei etc.
Certifico, que pedido de Ismenia
A. de Mattos Lima em met cartorio corre
ama execucoes contra Augusto Cezar de
Andrade e que foi arrematada pela niesraa
D" Ismenia A. de Mattos Lima de cuja
arrematac-ao pende embargos o qual est
sendo discutido e que a exocucSo de
valor superior a 4:000}^OJ alera dos juros
e custas. Dou f.
Villa de Nossa Senhora d' de Ipojuca,
5 da Ma o de 1894.
y os Genuino Ferreira.
-------------------->--------------------
Eogetiho Timbu-ass'ii'
Coeeanao o conheomento do abaixo sig
j) i .Id ()u- h!l'u> :: w- Ina a mimia s era a
venda -lo eiiK-ni:o T mb-ass para iirejr-aicar
m^-o lilho, nico reroeiro oeceitsar.o, ve:.o de.
C-aiar que emprecare os mrios prtdunt para
vitar a venia <^0 'ivenhn, no qnal po-.-uo i-em-
leitoras no valor oe 40 O'.IflAOOO, desniam-nte
r.ci niiPC"! s f-cu euiei.ga preferida uu quebto
i que arra*idrain Qji'ih^ MH{*a
Angosto G^-ar And'rH:
Eneeoho Timb ast, t> de Abril de 934
Hordeaox no vapor fraocet Bqaatrar* em <4
M"rco du 1893, rootendo it kilos de etapas e
unco (aooeDCiop)
Marca S A J-Urna caixa n. 474, vinda de
Hamborgo do uavio aiiemao Cecilia, contendo
100 grammaa ae looca bao ciasfiflcarfa o. 2, e
consignada a So*ej ao Arntrai & (rmios.
Ms-.a J G C-Udi pacote o. 333 nido ie Li
verpool no vapor Delamore* io 8 de AD-il ue
893, connigQiida a 1. Laix reixeira e eoutecdu
ainoairas.
Marca N y & C -Um dito n. 5 rindo de
Hiaburgu no ap.e
Airii ae 1893, couleodo amostras e consignado
a Narciso Maw s> C.
M*rca Jobo H-IdslrinOm dito, id^m idem,
cota amostras de chales de l lisoo e auiosT.is,
oAo manifeataias.
Mirca Fra-icisco Siares QntasUm dito sem
numere, vindo de Liverpool no vpor iogiet
Elitor* ei> 18 de Aonl de 1893, cooiaado im-
presaos e nao manlfertaado.
Marca 0 i & C Um dito stfm num^r<, iaem
dem, cooteodo amostra! e consignado a iintno
Jaraim & O.
barca C 4 FU'DB caixa D. 2,2Q"S. vtzii flo
Havre no vipor franrez Po'iena e n 6 de Jo
Ihod-1 1891, cooiendo 93 kilos de papel pautado
para forro de saU e SO kilos de dito doorado,
conamnada a M- ieirm & >'.
A'faodega ae Perna oouc.. 14 de Ifaio de 1894.
0 inspector,
Aleaodre de Sooia Peretr* uo Carmo
DECLARARES
EDITAES
! Sec(;ao 8-?creta-i i do g-'V'no 'o Estado
tf Prroamhoco. em 15 de Maio de *894.
Eaital.be o-dem ne Sr. Dr. Govmiador do
E-taflo, 'a;o pon'ic.i que ao provime'ito Cus i fli
nos d-- tu tabeilio du pobl c i judicial e nota* e
pcrivo ao civel e aonexos ao municipi de
Acoa Prea. concoreram nn prasn l-ai os cida-
"io Joaqtim Ccrdetro Falcio e Psdro ftaiis ae
Aievedo w silva.
0 sece ario,
JoSo Aoeomo Ferre Cima.
0 Dr. Jos JaliSo Bi^ueira Prato de Sou-
ii, ja a de direito da Fasend* Estado*!
de Pernambuco, etc.
Faz o-b.-r pelo presente que no dia 18 de
M.io do correnta nr.no se hSo arrima
tar por vend e quem mais der em prac
public. destej nisoos bena segniotes pecho-
r&dos por tx-c :i,- fle pedra cal no lugar denominado Bu-
trins em O inda, com 4 janellas e l por-
ta frente, 2 salas, 2 gaoinetes ao lado,
3 quarioa, nosicha tora com ama saleta e
1 quarto : mediado de frente 20 metro o
de tando 12 metes e 80 contimetros, om
eui'o bom estado de oonserva^So, edifija-
da era. terreno proprio, cercado, com mul-
tas srvores Iroctiferas, f.ela quantia de.. .
2:63J|5000, feito o bbalimemo legal, por
raso que W-i avasda em 3:O3OS0OO e
esta a 3 pr^c, Pertence t Uomiogos
Cruu & O.
Arma^ao. pesos o medid** existentes!
na cea o. 2 4 ra d^ D M.na C-aar,, 337.
pela quantia "e 8l(5O0X teiio o jibatimen-
Multas de jury
Por e*ta secretaria sS') convdalo^, de o'dem
do Dr. prefeito do muQKipio do Becif, os Srs-
jorades, aoaixo rela'.ionaaos. a leooherem ao
cofre man cipal oo prat? de 10 dta*. contados
qoe inco-rram ^bia falta ae compare lmeoto a
l se'sao ao jury dn cur ei>te aono, imnosias
pelo D-. jun de di e !o que presidio i m-srua
sei-raj, si' pena a-, odo o prazo, ser a CoBraD-
gi Itiu exeootivam'nte:
Coristovio Jjs"; de OltVrira Goima-
raes liOO00
Francisco de Paula de Alboquerque
Brllo 12"i)C0
Gnlnermj Francisco Porelra de Bri'o liO Hi
Jos Fraocisco de Sjsm Velho 'UfOW
Jjse Antonio ae A'baqaerque llellj 120a0i>0
Joaqoim Barbosa IJOOIW
Pedro da Csia Guedes izUOOO
Aii'oqiu Gomes da Manos Sobriobo 115^0(10
Ao ouu Pereira de Olivetra i5CO0
Epclides .Bevilaqua lioidUO
Gabriel Tavares ue Ly^ 113WK)
Heorlqoe de Miraa-m II nriqaei 11000
Joao Aotonio da Cooba Cartella 11.T'-O
Joao F.-oncisco aa Costa HofiOO
Mjuo-I Riiopiaoo Pavi iio'OOO
Mario de Aguiar Cardoau 155000
Pe ro de Sooza M'uez-s oOO)
Pbiiomet.o ^ugusioda Rosa (!.'>00l
Ulysses Pone- de L-ot llO-JO
Au o i> Alfeio Mi eir de Mea-
donca 110*00-)
Acgo-io Cahral de Barras 110UOO
Augusto Setxas 110*000
Francit>co ae Salles de Ibojaerque
Mello 110OJO
Francisco Antonio do Silva Barbo a M'-'SOUO
Gregorio Tbom Mor' fie S Li lio li0*000
Dr. JiSoE'i'ioOf Cafo P>nseca 1IU000
Dr. Jifio Te.e-p'io.o J S Iva Fra-
goso nofoon
Loiz Gjmea de Figoeiredo l00tXI
M-ooel rte Bnto Aracjo 11040U0
Manoel AI es da Silva Uaia '1 j 1.10
\anoel Caeano de Meoezes Jooior 110*0 0
Toeo'oro Braga de Frenas t* bo-a J0iHK)
Aotooio Leocadio do Kes>o farros t'OOO
Auie-ho Kevo-eio "reir 1055 K)-
'.aetaun la Cisla M^reira M.'iO'iO
Eflaquio Mooel Carmioondas KI5U00
Francisco Hioto L'h> 0."!5')
Jalio Cesar B-i.'.riue* iil'i i;.o
Liber.ij Gomes i e Sooza lOtitOOO
Jos Gomes una Sanios Pereda idoOOO
FiRencio Jos JiaatMo Cav.lcjnte 1055 00
Jos .nionio da ilva Olleira ItfS^tOoU
r. Jos Atoqio de Magalb-s Bai
los 103*000
Secretaria da P'efeitira Maaicipal do R 17 de Mau de 1894.
O -ecreta-i,
Joaqnim J >e K rreira d Ho'-ha .
Compaahia Saata
Theresa
ASSEMeLE'A|GSRa
A diepov.gao dos Srs. acciooisos se acbam no
escnpiono ao cerente da Companbia Tnlbos Ur-
banos, a copi 'o baianco. aia da relago nouii-
oal dos acc,nia|a, e aa lista asa ir^o'feeicias
dan acte-, relat'V>s a>s ltimos exerciciu fia-
dos.
Recite, 15 de Maio de 189.
O n rentp.
A. P. SllD>3
Monte deSoecorro
Urna correte e medalna, ouro de lei
pafa relogi.
Um rdoKio ooro de lei.
Uoi par .ie rosetas de oa'o rom t nri-
laiates, t anoe' coo 1 sapbir e ctrralo
..a nnlnanl"8. 2 an.ieis com esme-aldas
e ne-ila-, 1 par de b-mcos. 1 dito ae
rosetas, z broches. 1 martaina, 4 pares
de b'itOos. I vol'.a aa t-ancelim, 3 em
niema*. 1 reloua. 1 cane-e oo-o da ii,
4 bo'e* "*aim perolas. 1 par de rosetas
rom oitos I i elogio oorc de le.
Urna correte de ouro de le para relo-
trio. J
Un alftnete de ouro ctn biupantes oo-
ro de le.
Um aonel de ooro com 1 rabim circo
l ido de brunaues.
Una correte deoon de le para r>lo-
gto.
Urna pnl:eira i ooro com hi!hote-
i.eqoeoo, 1 dito ae uaro e 1 all e e,
oo'o oe le.
D nenos brilOaniet.
U o par de bnocog, 1 rtdo de argolla,
3 bol-ij, 1 alSnete e 3 aoneis ooro de
le.
Urna corr.'.e dopla, para relcgio ooro
te lei.
Um aonel de ouro com 1 briloaut pe
qoeao.
Urna co-reute rom me I a Ib i, para r-lo-
mo, ooro de lei.
Urna polseira ds ooro com 1 brilbante,
ocro de le.
Uai traooelia, 1 metala*, euro de lat.
Urna volta de ooro com lago e 1 meda-
lna, oaru de lei.
Um traacelim, ou*o de lei
Urna corrate e miValaa para relogio
e 1 relogto ooro de ei.
U oa polseira, ooro de iei.
Um traacelim, niro de le.
Dood bo rs ae ouro com brilhaoJes
peqa-'OO e om broebe de oor > de le.
Duas pul^eiras de ou-o e i relo,* o de
ooro de le para seobora.
Urna correte de ooro de le para re-
litCO.
U a trsn :rlim ou-o de lei.
Doas auuris com bnlbaates pequeos e
4 di l'n par de rosetas de i oro com bri-
inanlei.
Urna correte c->m cinetA pa-a relugio,
ooro de le; 2 botoes ou o baixo.
Urna vol'a de ocro, 1 medalba e 1 par
de brincos, ooro de lei.
U o relogio, oaro de !ei.
Um aooel ue curo co i. brilhan'e.
Urna corrate e medjlba pvfi relogio,
ooro de le.
Urna correla dupla para reioglo, ooro
de lei.
Um par de rotetas de ooro com tor-
actas crcoiada de p- rola.
Uca correle eon-o para relogio, ouro
<*e lei.
U par d-i Brincos e 1 dito de rosetas,
ooro de lei.
Um trancelim e 1 annel. ouro baixo.
T-eg 5lBQetus de ouro. i mo-i
de ooro com argolla, 1 ra, i ,-.
rozeias com coras e 1 deJal, ouro .e
lei.
Urna palseira de ouro co'tten'lnbrilnan-
ie e esmeralda e 1 dita de ooro de la.
Urna ru's-ira rie ouro. com brlltaatm
peqoeH*s. 2 polselra-i aotigas, u:n> car
rente e lej.la pira reoslo, uuro de
li.
Urna volia de tranoelim. 1 par de roe
us, 1 dedal e um aooel ouro de lei.
Urna rui de ou c com bnlbaotes pe-
oueno.
Um- p-.-nna de oorj, lei.
Un auiel de oor com orilbante.
Tres bi>i-* de ooro com 3 onibant1.
Uea fo;ta da Iraoo-lijj ogro de lei.
lio par de rozetas de ooro Cira i,nl!iaa>
ieg.
Un BlRueta, 1 anse! c-m brilhinte pe-
queo, 1 medaltia, I par de bro :<>*. om
mto de roreta o-o de lei.
i5.697;Un ainoeie is ouro com om bnlbaite
peqoeao para manti.
25.723. Doos corces de ouro e osa cruz ooro
oe lei.
5.766. Una polseira, cm brocba de ooro, con-
tendo brilbante* e perolas-
25.83. Un trancrlim ooro de. leie
25.851. U o aunel de oo-o com orna esmeralia,
<-ircoia 25.9Q5- U o alrinete de oaro para manta, cave-
jado de bnlbaotes e um reiogio oaro de
M.
26 -Olb. Una cruz deocr* cravejala de brilbaa-
te .
26.065. Urna corrate e medalha d oaro para
relog'O (-eiibora), orna Jita om me.ia-
Iba park relogio, 1 tranceln. 1 Iji-eto
e om (led^l e um Mog" .oro de leu
2r>073- Una polseira ooro de l.
26.153. Uoa polseira ae oorj com urilbantes
pequeos.
Um uar de rosetas de ouro com brllbac-
ties prqoeuos
25021.
25029.
2504J.
23064.
25148:
25149.
25164.
5180.
25196.
25200.
25221.
2523..
23236.
25250.
25255.
25281.
i53.
25338.
233.0.
2-365.
23377.
2538J.
254S9.
25441.
1C443.
23452.
25i6:i.
25406.
15468.
25473.
15483.
25458
25494.
5507.
25508.
55544.
25560.
25593.
f*256t0.
35631.
23652.
I565.
25o8.
25693
2."
3.
4.
5.a
6.
26.154.
26.157
26.153.
S4LA0DO CLUBCARLOS 60HES
SOIREE ARTSTICA
PROMOV.DA POR
ELIAS POMPILIO
Quinta-feira, ij de Maio de 8g4
PROGRAMMA
1 PARTE
1." Saint Saens Rhapsodie d'Auver-
gne Solo com acc de 2 pianos^
pelos Srs. Elias Pompilio e Euclides
Fonseca.
GounodFaustoValsa Dei gioi
eli pela 8ignorna Candida Lyra.
TostiLa Mia bandiera Romance
Sig. F. Pozzi.
Thomaz -Mignon Connais tu le
pays,pela SignoraM Orsini.
Tosti -Non t'amo pitiRomance
pelo Sig. Donato Rotoli.
DONIZETTILinda de Chamounix
lo vi dico che partate Duetto,
Signora Paolica Bernabei e Sig. L,
Ferrari.
15 minutos de intervallo
2* PARTE
1. T. LackAndante et Rondo de Rose-
nhim transcripto para 2 pianos,
Signora M. Tlaereza e Elias Pompi-
lio.
2 L Mancinelli Tizionello Quan-
te desterai Berceuse, Signora P.
Bernabei.
3- G VerdiTraviatat Bella si com
e un angelo Duetto,Signorina C.
Lyrae Sig. F. Pozzi.
4.* D ArmengolSogno d'amoreRo-
manceSig G..Vilalta.
5.' AlinoviUna sera in teatro Ro-
mance,Sig. L. Ferrari.
6.* G. Verdi Rigoletto Bella figlia
dell'amore. Quartetto, Signorinas
C Lyra e M. Osini, Sigrs. Vtlalta e
F- Pozzi.
A orchestra ser dirigida pelo Maestro
G. Polacco e 03 acc ao piano pelo Maes-
tro Euclides Fonseca.
Bilhetes vend.i na Casa Prealle ra
Nova n 50 e na casa Paiva na mesma
ra n 13.
Principiar s 8 horas precisas, para
que possa terminar & hora dos ltimos
bonds-
Aifaadega de Pern mbuc
Terreno de marlnha sito a roa
do Hespido
Por t.sta repartic&o ae tae puboo que
Sea marcado pruso de qainie das para
Domingos da Silvt. Ferreira vir % esta A -
faodega apre^eotar docau-eatos aue pro-
vena ser ello fjrdiro do terreno a mori-
nLa ainda alegado ito a roa do Hospicio
da Fregusa da Boa-Vista d'esta Cidade,
'-oorme declararen su* ultima peti^So di-
rigida ao Iilm. Sr.^Dr. Iospectrr desta >e-
partidlo, terreno sae que foi requerido
por Eduardo Leigb. Fiado o referido
p.'aeo neohama reclama^So mais ser se
ceiu.
Aif.ode;1 do Estado de Peroambujo
em 10 de Maio de 1894.
O Chele de S-ccSo,
Lu>z Frederico Codeceira
Agencia de tmprestimo
*-ai convidado*.o1* Srs. poasotdorB das cae-
t'hs abauo rte-criptaa virem reormal-as ou
resgatai;aa d'esta data a JO alas eob peoa "e
ee n -odiiaa oonlorme dctermioo as coid
f.0'8 assleajda? palo S'i-e sDeonanies.
i K*. 1512(42(5-220-233-243-254 -
267<=18t-2S4-S88-293-238-30S- 311 -314
-315-369-373 ?.8<424-428- 438-440 -
457 46I-&68-473-481-497497SOt-502
otO-416 520 524-569601624637.
Heciie 1 ne Malo de (894
Loiz Veroet.
COMPANHIA
Industrial e commer-
cio de estiva
I
THEATRO
CoiTldn os Srp, acioniatae a apreHentarem no
escriptorio desla rompanhia os recibo* do aoas
marolU de ooro com medalba ooro entradas de caoit.I para seren substituidos por
,|H |tj. \om tltnlo representativo rl" saas aC0es.
Um aooel de ooro com um hMlnaate Recife, 10 de Abril de 1894.
22970.
33S.
2353.
lo da lei ; vtato c-mo
u.'am avadados em
pr*;;a, p-rtencente
110SOOO e est e 3 pr^ya
a Aoi oio Qomes 'aigueiral J uoior.
E para qoe conste ;paMooaa edital se-
gundo h le.
Dado e passedo ne*ta cidade do Recite,
tos 14 de Maio de b.'Jl.
Ea, Jos da Coata 1-j.o Lima, Escrivao
aobscrevi.
Jk' Juliao Hijueira Pinto de Souza.
lfandega de Pernam-
buco
Ediial a. 3S
(2* prac)
Pela iospectoria aesta A'f^odega ee Tai oobli-
eo qje as II horas do ata 17 de Maio de 189'. se-
rao Tendidas em praca poolua as mercaorias
asaiso descripias:
Armazem a. &
3h-ca C H DUrna caixa o. 991 "Inda do Ha-
tre oo Taoor francei 'Jear em 18 de Dez-m-
hro de 1890, cotitoao kilos oe livro em
nranco, 2 kilos de mappas gecgrapbiccs, 1 k lo
geegrapbo, consignado ao director da iDStrau
jao pnblica na P Barca C H DUrna caixa o 999, dem idem,
com o mesmo contedlo e mais 1 kilo de louzi
m lapis para escrever. consignada ao otreetar
da nstrocco publica do Natal.
Marca C H OCm encapado n. 992, idem
ideo?, com 6 kos de mapnas geoer*ihieos,too-
igoado ao director da iaitrocc,o#Bbica da Pa-
ribvba.
Marca CH DUm encapado o. 1 000, idem
idem. com 6 k los de maopas eograpbicos, coo-
igDado ao director da lostrocQao publica do N i-
Marca B W & O-Uma caixa n. 4, viola de
Liverpool no Tapor inglez Explorer, coalendo
7 kilo de obras cooro unte, consignada a Box-
-ll Williims.
Marca diamai'.e. D P ea) cioia, P do centro e
501 JLeilSo de jalas
Es'-e et*D-leciuieuto fara leiaO no rila 17 de
lao prximo, por iotermedo 'lo afete Mar-
Una, em saa rie a roa do Bom Jesas n. 31, si
11 boras aa manb. do objectos que nao furam!
re^gaiadna al a vespera, coastante das se^uiu-
ihj cxu'.elli'S.
22S16. Um alfi2't'J, metalha, 3 pares 4e hnr-
co* ooro Oo ie', 1 alfiuele t 1 corafao
ooro tiaixo.
Una Doiceira de coro, 1 b'ocbe. 1 par
At brincos cravrjaco de friiDautes, 1
hoene para reirato com c-rculo de nn-
Inantes.
DU'S polceiras, 1 alrJnete e 1 m?lalna
o>iro de le.
Urna voha de oaro, i medalba ou-
M.
Un allinete de ooro ron brilbante. 3
parea ae brioco?, 2 pe-as de brinrug,
imelalba.t couio, 2 cruies e 3 bo-
i6es oaro de lei.
23368. Urna correte e ooro para reicgi) ouro
oe tei.
23391. Um annel de coro com om brilhente pe-
qoeno, 1 pulcnrs, 1 corn&o, I coracao
Ceoo'o, 2co-rentee, 1 aealba, 1 par
de rozeos. 1 uifluct-, 1 titi e om do
iSo oo-o de le).
23419. Um aloete e 1 par deb'loco cora brl-
irianie ouro de le.
23535. 'Jua e iiorooaM.
23890. Um aonel de ooro com brilbante
24315. "na poloeira e um par de Driocos com
^ueralM ouro de lei.
24319. Um anoel de ouro ctm om h'hante.
z433 Urna mnea de osro de 5, 2 voit.s de
iraoce-
lim, l medalba, 2 ligas de roral em u
ro e 3 ttelas ooro de !ri.
24352. Um botSo de ooro com j brllhame-' pe
queuos. 1 tram-.elim, 1 medalba, 2dollar
com l;ico, 1 alfluete, 1 p^ssa ne pol kh
3 anneis, 1 caoeaoarode -i. 3 pii.ei
ros. 1 coador e 1 pooteiro de prata de
le
24356. Doos aon-i de coto com 2 bnlbaotes
Dsqoeoos.
24579. Doos botO.'s de oaro com brilbantes pe-
ooenos.
24c34. Un aonel de turo com brilha&i-ia e 1
rorreute de tu o para relegto.
24725. Urna volta dt ouro, 1 medalba, 1 trao-
c.-lim e 1 relogio ouro de le.
24776. Um par de roncas de curo com brilban-
tes pequeos em circuios.
24781. Brilbante* pequenoa sod papel.
24811. Um aloete, 1 par de brincos, 1 volta
t-acelim e 1 croz ooro de le.
4842. Um anael de oaro com 1 bril-iante
oeqaeno.
24849. Ua anael de oaro com 1 peqoeao bri-
lbante, 1 par de brincos com perolas e
3 batGes de oaro de lei.
248S6. Um alHae'.e. 1 annel, 1 par de brinco*.
1 medalba, 1 volta de ccraao e 1 croz
furo de tei.
24866. Um aonel de ooro com 1 gpbira pe-
quea e uiamaole".
pequeoo e daac esmeralia.*, orna cor-
reate com medalba para relogio, orna
polaeira, doos albaeles, ama cruz e um
rteOal ooro ae le.
26.181. Un aonel de ouro com tres brilbantes.
26188. Dos trace Un. 2 medalbas, e 2 cases
ooro de Ui. 13 colbe:es, pira cba, 1
maraca pr.ta baixa.
26195. Doze colue.res para sopa e 1 para tirar
ropa, prata ae le.
26196. Dos aaneis de, ooro com 2 brilbat-s e
1 (i to com ertmeraldc.
26198. Dezoito colberea para sopa, e 1 cencba
nira sopa, prata e le.
25215. Um par de rosetas de o-ro com brnhan
ie en ci'colj.
56234. Um cordSo d^ ooro, pequeo, I coz. 1
tua de coral em ouro oe H, 1 mhei
ra, 1 aloete, 1 par de rosetas ooro
b.ixj.
26316. Dois pares de brceos e 1 broebe ooro
>e le.
26335. U na correte de ouro para relogio, oo-
ro de -i".
26843. Um par de brincos, cravejado de bri-
lOaot1. 1 crus com ditis. 1 lio de pe-
rola?, 2 dedaea e 1 alh* ie'e, :nro de
lei 12 colberes para ropa, 12 ai as
para cb, 12 gaifos de prata.
26345. Una crreme roui uiealba para relo-
gio, 1 traticelim com medalba, ouro lei.
26350. D'.z colberes para sopa. 11 ditas nara
cba, e 3 ditas para tirar sopa, arroz e
aisorar, prata baixi.
36357. Um aco-l ne coro com nrilbantes.
2615S. Urna crreme para relogio. e 1 rsnee-
lim. ouro de le, 1 ealva e 1 pahteiro,
P'ata le.
26381. Un par de bo'n?, 2 pecas de tioteiro,
1 alfioete. 1 annel com brilhante pt-
qaeoo, e 1 relogio oaro de le.
25385. Urna co; rente de ooro para relogij, e 1
Inne'a ooio ae lei.
26405. Um par de brinco, 1 traacelim, 1 meda-
lna ouro de I-i, 1 trancihm e 1 par de
brincos ooro baixo
Recite, 12 de Maio de 1834.
O gerente.
Felino D. Ferreira Ooih-.
A. Fernaodes
Di-ector secretario.
COMPANHIA
Manufactura de phosphoros
SSo convidados os Srs. accionistas arealua
rem dr-ot o de 30 oia. a cootar <
-lata, a q'iiniaeotrada de soas p-esiage*. a ra-
za i de *0 O/o do capital moscrip o, oo 20 por
aco, em nao do tbesoareiro, roa da Madre
de Dos o. 2;.
Becife, 24 de Abril de 1894.
0 secretario
J. P. G. da Silva.
Legiao de Soccorros !Vliitao3
dos Olficiaes da Guarda
Secretarla do Tliesouro do tSs
do de Ffranmbiico, em 14 de
Uaia de 5 91
Da < rdem do Illua. Sr. Dr. loapeotor
d'e8te Ttesocro, cocido o Sr. ex Capitao
do extinto Corpo de Polica Regional,
Francisco Aotoaio Le pea, a vir r^colher
ao cofre do mesmo Tbesonro a quantia de
17$500, resultante da differenca verifica-
da s favor da Faaenda, entre o aeu debito
de 878500, proveniente de abono para
compra de envainadora o o sea cred to na
importancia de 705000, ficoodo*lba m'r-
oado o prazo de 15 dias para eff^stuar di-
tos recolta i ajen tos.
Sjrviado de Secretario.
Epaminonias P. Banieira Acc'oly Vas'
cjijcsZio.
Nacioaal.
3 e thirca coovocacSo
Da ordem oo Sr. oia)or pregiden-.e, coovidn o*
Srs. socios no goso i i 'oos ni.-euos compare-
ce rem na qo Da le a 17 d correte, as 6 nor^s
da tarde, na ,-ie ita L-ic, para se procede* a
eieigo doco selfo atli-w-Mtivo.
De accordo com s estarcios, fuoccionar com
o numero qoe -om arecer.
Secretaria da L ?''>. 14 de Main de 1894
i'aptiao LeoDCio Lobato
2* secretarlo.
"7" CO;-lPANHlA
Servidos Martimos de
Peraamhuco
De ordem da directora convido os Srs pos-
saiaorea ae nbrigscdes prererenciaes oegia Com-
paotila a tirem ao e-crip'orio da ompanb'a,
(Caes da ComoaDbia Pcrnaubncans) ellecmar a
sobstilotcso dos respectivos tltolos por oot O
em qne se a'tism preeoctiiuas ns fo-malicades
exiK'dae pelodecreio iegiiltlvo n. 177 A ce 15
4e S-iexbro do ano flodo, como deieimina o
art 7 do rofmn decreto.
Il-eife, 5 de Maio 1894.
Dr. Mano. I ?o-t=lia Jonior,
ecretsrio.
Farochia da Varzea
0 major Enac do Beco Barros Falca-), presi-
dente do conceibo de revi-So da quelih'cacSo da
gaarda naeicoal as p^rocOia da Vanea, taz scien-
te qne. oa forma as disoo-icOpa dos decretos
os. 712 de 25 ne Oomhro de 1850, 1 130 de 12
de M-rco de 1853 e 146 ae 18 de Abril de 1891,
os irbailio8 nuiertii'.'s a merma qoaiibc-(ao
comecaro no da 20 (3* domlngai deste mez,
em o pello o 7 a roa ae S. Jco. po^oacao da
Varzea ; e convida os cichdoa Or. Zoiimo da
Cmara Lima, jais ls.'-.lal, capitaes Jos I*-
ooann Torres da Sonta, Tjpobaldo Anpio Mar-
Ium S-l ar.ba, Tiburcio Adelino de Ohveira e
Sug'Mj Guedes e Araojo, a comoarecerem
para esse m, no logar indicado, s 11 boras da
maoha do referido dta.
Recif>, 14 de Mato de 1894.
Knes do Bbo Barros Paleto,
Preiideate.
ANTA ISABEL
Compaahia Lyrica Italiana
Empresa G. Sansone
Grande espectculo do gala para aolemoisar o 44* aaoiveraaro da abe:tora do
theatro.
RECITA EM FAVOR DO THEATRO
SBXTA-FBJRA, 18 DE MAIO
Hrogramma
Primeira parteHymno Nacional pela orcheatra.
Segunda parteExecogSo da grandiosa aympboo a da opera do anaorUl tata
tro braiileiro
GARLOS GOMES
0 GUARANY
pela orchestra da < 'empanda Sansone, aob a d.r'cco do maestro
Tarceira parteUitim. repreaenta^Bo neet* poc da ublime opera do afama-
do maestro
assMBs tima
ADA
na qual tomarao parto oa artistas Sully, Orsini, Vilalta, Possi, Rotoli, Cervi, te., etc.
A's 8 horas e 1 (4
Trem para Ofindx, Ao'.ipncos o Varsa* e booda para todas aa lionas
Ao commercio
Ulive)' & G- eslafeieriiios com ro el i roa
lar^a oo Rosario ii. 15, deparando com oot-o no-
tal de i*o.I ruma, tciaram ao romm-rcio e ao
i ubi'c-i qae desta data em aiante passam as-
signarse Julio ne Olnel'a C.
Beeife. 16 de Malo de 894.
J'ilio de 0 ivelr* (, c.

Companhia
DE
Tecidos Paulisa
Chamada do rapial social
S5.i c -nvirtarios >s renho-ei1 sobscriptores de
ici.''^ i ara o ;-ug mete do capital ro ul a rea-
Earem a.e o ita 20 do correle, no escrjpto-io
prunaorio, a ra do Com Jess n. i. pavlmeo'o
terreo, a primaira ("PflajSo da nerOes obs-
cnptas a rsz&o de 30 O/q oo 60000 porcada
reeao.
Kecfe. 5 de Maio de 1894.
Jn-p A. Sar?iva Jonior.
Companhia de TrilhosUrba-
nos do Recife a linda e
Beberibe.
AS EMBLE'A GER4L
Av'.bnn ceri-I '-onvr.no oa ora acciontrtia parj em sessao
ordinaria ^e 'enni'em. no 6a!o das festOes, ao
ttit i i ais de 4 do prximo mez de.Janbo. atim de
oovirem ler o relatoilo oa directora e jolgar a
parecer i* eoniaa.
N'e.-ta sesso aerao, como de lei, nom"ado?
08 ficapg.
Escriptorio da JireciorK 15 de Maio de 1894.
A. Herei-a Simbfs.
Arsenii de Marinha
Da ordem do Sr. eapiio de mar e goerra
F-aoci-co Rorjaz e Lacerda, instestor deste
araeoal. taco pobll o para iot-tro conRei-imeoto
de qaem nteresear posta, qoe recebe-se p-o
postas em cartas fecbadas, ao uabiaetH do exoe-
dieote do mermo Sr. insptetor, no ala 2t di
correte, as 12 boras oa mana, para contratar
por dona ann >a a regalarisaga) e coocertos do
relogio do trrelo deste rseoal, oa das dive-sar
d"peoaeocias deste e^labelecimeoto, e nun ai
t\m, o* cocerlos dos r^logia-" ou 'h-onm-tro'
dos navios da armada naciooa!, estacionadas o.
porto des e Estado.
Secretaria da m--pecc5o do Arseo-I de Mariaba
de Pe>-uambaco, 15 de M'to de 1894
O secretario
Aniooio da 8ilva Azevedi.
Mont? Pi Portuguez
De ordem do Ilion. Sr. comasendaour prerilen-
te da rnpsa da assembia gerai, convido a to-io-
os Sr?. socios a comoarecerera no Gibinete Por-
tagaez exia fera 18 do correte, as 6 oj'as da
tarje, a o de votar- om da arectoria, e p^o^ede.r-se a eleicao dos
corpos cocoponent8 *a eocielade.
A assemnia norte foocctonar urna hora rt-pois
da aunonciada, com qaalqoe.* aamco de so:ios
presentes.
Secretaria, 14 de Maio de 1894.
O 1- se:rtario
Joao da.Silva Mnreira.
Costuras do Arsenal
de Guerra
De ordem do cidadSo teneote-corooel director
deste arsenal, distriboe*8e costuras nos das 16,
17 e 18 do correte mez, com as ci>stareir-B,
po-ui loras das golas de os. 601 650, de coo
formidade com .s orden em vigor.
Seecao d.-'B cosinras do Arsenal de Goerra do
Estado de Peraambaco. 16 de Maio de 1894.
Flix Antonio de Alcntara,
Capitao adjnnto.
Instlalo Archeologico e (eogra-
puico Peroaiabacaao
Qoieta-feira. 17 do correte, i hora do costa
me, Inv-r sessSo ordinaria,
decretara do instituto, 15 de Malo de 1894.
O 1- secretario.
Baptisla Renei*.
Rece oe doria do E ata do
RelacAo dos contribaintes do imposto de
30 % kre o valor locativo das casa--
commerciaea da fregaezia do Poco da Pa-
nella procedida pelo Unjador A''tas') L'-
c:o deAlbuqaerquo Mello.
Gasa ;Forte
67 Jos Eugenio da Silva Ctnha,
Cabelleireiro
Caldereiro
Sem nnmro eoeosio Jos de Soa-
Zi Correu, o fli ji na de ferre.ro
Mouieiro
4 B Manoel Antonio Alves M. J-
nior, iflki.ia de faoileiro
14 Lylio Frao isco da Silva, o(Bci-
na de marclueiro
16 Mmerviao A. F. L'ma, ea'ga-
deiro
2 Joao de D-'D Hiaorato de Mi*
randa, barbeiro
Pan te
3 Jallo Francis.c B. Cnagaa, geo-
.. glbirra
30/000
70O0
30*000
18/030
108/000
36/000
18/000
0>
lo
E-trada d- Apipocoa
7 J) C. rio Reg Mai', olaria
54 Jiouano Sanios, deposito de di-
versos gneros
F-anci-ico Aotonio da Sil.-a,
dem
E-iradi para o E.igenbo
A Antoou Maris da Cooceicao.
raocno
5 Manoel L-nacio rit Suva idem
Etrs'i-i do Lancoe
Sem numero Francleo Salgado
Braz, olaria
Sem oumero Maioel I< hcu da Sil-
va, idem
Sem oo ero Jos Fj'es Ma-tioi,
dem
Barbalbo
Sem namero Joao Ramos. o'.Tii
Sem i.omero Mauoel Stolmo ae C,
em
Sem nume'o JjSo lap t: Parea e
Comp.
Pnmeira seecao d Hecbelon do
Peroembuco, 11 de Mi o ae 1895.
O r.heff,
Frede ico Colombiano diSilv.i.
90/000
18/430
14/MO
30/000
6/003
108/900
108/000
103/000
108/000
108/000
108000
Estado te
jimriei.
Baueo da )llolsa
Assembli geral extraordiaaria
Nao se tendo effe-tu oo da 14 do correte, a que foi convocada, altaa
de tratar-se da liqodacao do banco, pe a 'esco-
lla vez convidamos os aduanistas a reooirem-s*
oa prxima segonda-feira 2. do cj-recle ao
rapio dia, pa a o mtsmo lim
Rerile, |S de Malo de (894
citerior g^reo e
_____________________ J. Pinto.
CdaiopaaMiia
Recifense de Panifica^ao
Assembia geral
Sao convidados os Srs. o. iun as a ti nairea*
s? no da 4 de Jaobo p ox mi. ao meio d--. a*
cscripto'io ea co"ipaob'a. a'mizem n 65 no
aes do Apollo, .fl o a tomar-m roobeciu.eit3
do relaiono, parece- riscal, coala* d>. anoo p o-
xixo passado, e mais formalidad.s engidaa
pelos esistoios
O di'fctor p'*'deote
Jjsqom Oiioio 8a:t).
Recebedoria do
Estado
De ordem d> Sr. Or. Administra-
dor scientifieo aoa Srs. con trbulo toa
doa imposto* do iodaatria o profiaalo,
compreheodidoa na t.latsea o. 41 da
tabella anoexa lei do urcamooto vi que se acbam collectadoa pe a fraaa
constante daa relacSea abaixo, o qae
nos termos do art. 33 di.a sstrac^*!**
de 27 de Julho de 1833, lhea fie* mar-
cado o praso de 15 bisa iasprorofareit,
a contar da dta du publicacSo do pro-
sete, para a presentar m nesta rapar-
t (la qnaeiquer rec!:ac3ea oa recursos
para o Toesouro do Estado, a^b pona da
oSo serem mais atte.odidoa lora do refe-
rido praBo.
1 SeccSo da Ra jehidori do Estaio
de Peraambaco, 7 de Maio a>; 1894.
O rhcfa.
Frederica Colambiaao da Silva Qiiaa*
raea.
Clatt n. 41TavernaB
Ba Visa
CarvalboT. Sampar, Viscoode de
Goj on4 o. 1,7* divisao, qoota
Damio P-reira ios Sjco-,Payj-
8; Manoel Goocaiv< Lmiao. er.-a *a
velba do PavssaQd a. 5,1' ella,
idem
Jaciotbo da Hjra Pires, eatrata do
Joao d; Barrea o. 1 C, a* dita.
dem
Cotia ramos e C. estrada Aitooio
L'ma o. 51,4* dits, idem
Aotonio Lipes da Silva Campos,
loem o. 72, 4' dita, Idem
Ceca-Castro u ., idem a. 15, i*
ana, dem
Jo- Ka mes Ferrf ira da Croz. entra-
da Luis do Reg o. 2 J, dita,
dem
Aotooio Lons da Silva Campos, di
ta o. 40 E, 9* ana, dem
Manoel Alves Lopes, di o. 41 F,
2* dita, idem
Francisco Simoes de Alxeida, dita
o. 44, 3* dit, dem
Domingos Mjrqo rlcs Sactor,
Fuuaicao c 4, 3 i'iti. iiem
Antonio Francisco Noj' eir, e.-tra-
da velba de S. nio Amaro o. 13
A, i* dita, idem
Jos Roberto de Mo-aes e Si'vo. lar-
go de Santo Amaro o. 6 B, 2a di-
ta, idem
Fraocifco Jos Salles, dita n. 4 A,
2* dita. dem
Manoel Olympio E. Mendooca, di-
ta p. 2 A, 1* dita, iietn
Joao F'o'en lo Alves, travessa do
Fo*te ? 3 A, i* til, Idem
Pedro Nejase do Nasctmento, dita
n. 44, Ia dita, idem
Ter ouaoo Lopes de Sant'Aons, -
t- 1 di a. idem
Clara Amelia da S. n R^sa, dita r/a
Ia dita, Idem
178/m
7/612
116/816
116/916
87/612
87/612
87/612
22/204
231/632
58/408
M/iCS
29/204
41/tM
23/204
I
i
li




CBCD
IUI I .!
sai



UrMliot das Virgens Vlanna, dita
e/o, 1" dita, dem
Domingos Marques e C, travesea do
Maduro e/o, 1* dita. dem
Antonio Cardoso da 8ilva, largo de
Santo Amaro e/a. Ia dio, dem
Jos Franclscj Bdrelra, 1 neceo do
Pomba B|0, (* dita. dem
Toereza Moraes A. de Souxa, estra-
da veiba de Santo Amaro o. 10,
I* diti, dem
Laciada S Altes Pimentel, dita
sin. 2 dita,dem
Jos Perelra llaaende, estrada JoSo
de Barros n. 15. i* dita, idem
llaacel Telles de S)uia, CardOBO
Ayres n. 3 C. i* ai dem
Cosa da Gonoa Maciel de F ria.
Visconde de Gayanna n. lio. 1
dita, idem
Basilio Migio da Silva Gnitaa-a-?,
dita o. 45, o dita, idem
Francelina Mana dos Santoa. e?tr>
da L:ii (o Rsgo n. 10, i* dlt,
dem
Feliope e Barros, dita n. 47 D, 3"
dita, dem
S9JM4
J90
J9*J04
S9JH0,
29*10i
43*306
29<10i
29 292U
1164816
29*0i
E8408
tarto ~ V
SEGURO
47:559^096
1464020
1164816
2044428
1464010
1164816
1464020
434806
1464020
874612
1464020
434806
434806
1464020
1164816
1164816
1164816
434806
146JOO
434805
1164816
584408
584408
874612
Graca
Jos Joaqalm Oas, Payasada n. 2
6" dita, idem
Borges Leal & C, Viscoole dd
Goyaona n. 91-C. 5* dita, dem
Menaes Irmo A Primo, idem n.
215, 8' da, idem
Saol Maraues dos Santo?, Crioolas
o. 24,6a dita, idem
Severioo Martins, iem n. 33.5
dita, idem
Joaquim Amonio da Costa F<"-reira,
Peraambacsnas n. 38, 6' dita
dem
Castelto Branco & C, idem n. 25-D,
2* dila, idem
Jos Calado do H. Reg, Joaquina
Nabuco n. 36, 6" dita, idem
Dores & C.idem n. 29, 4 dita,
idem
Antonio Alves Pacheco, iaem n. 39,
6* dita, :dem
Jos Mjreira da Silva, Graf-a o. 3.
V dita, idem
Herco'aoo Martinlaco Nasmento,
dem o. 13, 2* dita, idem
Luis Jos Affonso, Ponte a'Ucbi n.
d- 20. 6* dita, idem
Jos Jarintho de Olivcira, idem n.
21, 5' dita, idem
Ribeiro & Rodrigues, Idem n. 57,
5* dita, idem
Araoies 5* dita, idem
FirmiDO Gaedes de Lacerda, Agua-
tria d. 9. 2 dita, idem
Aoeoato Leal A C, estrada des Af-
flxtoa n. 20,6' alta, idem
Perfeito & Alves, idem o. n.SA,
Sdia, i Antonio a'.Vmeida &C, travesea
do Portella n. 15, 5" dit?, dem
Joaqcim da Costa Perelra Torres,
Santo Elias n. 14. 3* dita, idem
Joi Soares Ferreira, Nuoes Micba-
do d. 2-D, 3* dita, idem
Joaquina A bino & C-, Hora n. ?0,
4* dita, dem
Joaquim Antonio de Sonsa, pstrada
de Joao de Barros n. 6 C, 5* dita,
idem 64816
Francisco de Paula Gama, idem o.
6 L diH, idem 294204
Manoel Joaqnim dos Santos Ferrel-
ra, idem n. 20 A, 3 alta, idem 584408
Silva Maia & -, dem n- 22-C, 2*
dits, dem 4348Cb
Severioo Miguel Candido dos Sao-
tos, idem o. 23, 1* dita, idem 294*0.
Julio Costa, estrada Belem o. 6, 4'
da, dem 874612
Manoel Jos Parlado, dem n. 12-D,
3 dita, iem 58/105
Antonio de Bri'o Lyr.-1, idem n.
10-G, 3- dita, idem 584408
Jos Joaqnim dos Santos Jnior,
idem n. 3, 4' dita, idem 874612
J:5o M;cnado Botelbo, travrssa do
Campo Alegro n. 2, 1- dita,
dem 294204
Jannibo Soares Rapoeo, Estrada
NovadeBebiribeo. 3-A,3'dita,
dem 8W408
Jo?qoim A. S Ferreira, dem o. 2,
2* dita, Idem 434806
Desiderio Basilio de Lima, travessa
daMatinha n. 5,3 Ita.idem 58J4C8
Alejandrino LorencoPiobeiro,tra-
versa do Rosarinbo, (lem nume-
ro) 1 dita, dem 434806
Felippe Machado, travessa do Fei-
tosa n. 6, t* dita, iaem 434806
Francolino Fernando da Silva, i 1em
o 6 C. 3 dita, idem 584408
Mello Costa & I-rxao, dem o. 3-A,
4a dit?, dem 87461*
Manoel Antonio de Lima, Campo
Grande, (sem numero, 1* dita,
dem 294*0
JsaoFerreira Brara, iderr, (sem no-
mero) i' dita, idem 294204
Costa Silva 4 C, S. Jo5o n. 17, 3
dita. dem 584.08
FranciscovCbaves de Aesle, dem
eem numere, 1 di'a, dem 294204
Mico-1 Aureliuoo Lois Alves, idem
sem numero, 2a dits, dem 434805
51:804392
=3H itrr----1
Poco da Panella
Custodio Rodrigues Nvee, estra-
da do Arraial n. 66, 4* dita,
idem 874612
Antocio Feluardo de Amorirr. idem
n. 23-B. 2a dit, Idem 434806
Lino d'Abreo Cerquelra, iiem n.
25 C, 3a dit, dem 584408
Jos Lui Ribeiro, dem n. 27,3a
ditp, dem 584408
Joaqun Jos Corris, Harmona n.
10, 2 dit?, idem 434806
Lu Goocaives Lon'enc, estrada
do B ejo n. 1-C, 2a dita, dem 584408
Beroardi'io Antonio de Soei) & C-,
dem n. 13-A, 4a dil, idem 87461*
Francisco oe P^ola Caroeiri', via-
frrea do L moeiro n. 3 B, 2a d-
t?. iaem 434806
Antonio Ferreira da Sllv?, idem o.
7, 3a mta, idem 584408
Manoel Aoolooio Pereira de Catiro,
S. Joao o. 11, 3a MU, idem. 584408
Amancio Braga &. C travessa de
s. JSo o. 2, 3a d t, idem 384408
Antonio A-coverde de Mello, Agua-
fria b. t6, 3a dte, dem 584408
AJrimo da R^cha eereir, encaoa-
mento n. 12. 3a dita, idem 584408
R}ori*oes Gongalves, dem n. 22,
2 dita, dem 434806
Antonio Va*qoet de Carv&lbc, idem
c. 19-F, 4 dita, iden 87461*
Jos Boteino de Reaende, travesea
do Costa Leite n. 2, 2a di'a,
dem 584408
Tbereaa Mana de Jess, Amisade
D. 17, Ia aita, idem 294)204
Jos de Araojo arvalbe, Sant'Anaa
n. 11,3 dlt?, Idem 584.08
Maraues & C,idemn. 7,4a dita,
otra 874612
HTpoliio Martina Gomes Finbo, idem
n. 37, Ia dit?, ide-n 2?424
Carlos Lopes Feroandes, idem n.
41, dita, idem 584408
Manoel Rodrigues Alves. Sant'Anna
de Dentro o 17, 2a dita, idem 434S08
Francisco Acgmto Perelra da Ro-
cha, est-ada do Parnamerlm n. __,,
t-A. 3a dita, idem 84408
Manoel Simplicio Torres, Casa-Por- .
te n. 4*. 3- dita, idem 884408
FranciS'-. Gincalves de Araojo,
o. 15, 4'dit,ldem 874612
Camilln Jos Domiogoes, Idem o.
17. 4a dita, dem 874612
Maooel Gonc,lvts de Araujo, idem
n. 55. 2 dita. dem 4J4806
Antonio Carvalbo de Aievedo & C,
idem n. M. 4a dita, idem 874612
L oo o'Abreo Cerquelra, Travessa
da Casa Forte o. 1, 4. dita,
idem 884406
Ferreira ft C, Poeira n. 2, 5.a dita,
idem
Mano-i Pedro8a dos Santos, Monlei-
ro n. 44, 4.* dita, idem
Manoel Ferreira da Crus, idem o.
1, 4.a dita dem
O mesmo, iaem o. 17, 4.a dita,
dem
Ballarmlao Alves, Largo dJ Moo-
teiro n. 4, 4.a diu, -J-m
Manon Goihbm de Frailas, Alto da
Lvada n. 8N l.* dita, dem
Manoel Ferreira dos Sautos Braga,
Limarao n. 1, 3.a dita, idem
Manos! de Carvalbo, Pjnte n. t, 4.a
dita, dem
Benedicto Jos da Mello, Quilbo o.
8, 2.* dita, dem
Manoel Goocalves Njgujira & C ,
Es rala de Apipocos o. 2, 3."
di a, idem
Feliope Mirtns, idem a. 9,3.'dita,
idem
Joao Felliardo de Amorim, Largo
de Apipucus n. 46,3.a dita, u-m
Victorino Tobas de Mello, travessa
do Apode n. 1, 1.* dita, idem
Serapbim Braz Aies, Eit.-ada do
Acude o. 12, 2.a di a, dem
Joaquim Ferreira Alves, iiem n.
47, 1. dita, idem
Jo? Portee M-rtina. Est-ada para o
EogeLo n. 4. 5* dita, idem
Jos Radrlgos Alves, idem n. 14,
4.a dita, dem
Viova Mara Guiiberaai a da Silva
Oliielra,Travessa da Carola n. 1,
2.* dita, dem
Jos Fo'tes Martios, Pedra Molle n.
5A, 3 a d' a, idem
Fraossuo Aives de Sooza, Largo
de Apipocos n. 54, 3 a dita,
idem
Antonio Feliza-do de Amurim, Es-
trala do Arraial n. 31, 3 a dita,
idem
Miguel Francisco da Silva, Via-Fer-
rea do Limoeiro, eem numero, 1.a
dita, dem
Antonio Rodrigues Talles, Estrada
pa-a o Engeobo n. 15 A, 2." dita
iaem
Francisco Antonio Correia, Coqu"'-
res do Arraial, sem nonaero, 2.a
dita, idem
1164316/
874612
874611
874612
874612
294204
534408
874612
434806
584403
584408
584408
874612
294*04
434806
294*04
1164816
874612
434806
58f408
584408
294204
434806
434806
4:4654842
Varzea
Diogenes Correia, Estrada Nova n.
174 B. 2.a dta, idem
Arceiioo Jacques, idem n. 178, 2.a
d'ta, idem'
Jos Joaquim Ramos, idem n. 194 A,
2 a dit, dem
Jo&> Baptl'ta Ferreira, idem c.
109 C, 1.a dita, idena
Jacques & Fragoao, o. 121 A, 2.a
dita, idem
Aotooi) de Miranda F'agoso, dem
o. ni, 1.a dita, dem
Joo Bapiita 4 l'Uiao, o. 135 A, 2.a
dita, dem
Pedro Bszerra da Costa G-aeda, El-
trada de Caxacg o. i, 3.a dita,
dem
Biptis'.a t C, idem n. 11 B, 2.a
dita, idem
Gama F.lrio 4 C, idem n. 13, 4a
dila, dem
Silva A Scbfappe. S. Francisco de
Paola o. 31, 4.a dita, idem
Joo Rodrigues, Estrada do Ambal
n. 4B, 1.a dita, dem
Manoel Severioo Pdreira da Cosa,
idem n. 1 F, 1.a dita, idem
Be ierra Cavaicante & C, Bruna n.
1E. 2 oita, 'dern
Brandao & C, Elacao n. 5, 2.a dita
idsm
Jos Gaedes, liba o. 7, 2.a dita,
dem
Mara Magdalena Puntes, Idem sem
nomero, 1.a dita. Idem
Jos C. de Paola Fdrreira, S. Joao
n. 5, 2.s.diia, idem
Manuel Oiymplo Ftrrei."!, idem n.
9 B. 3.a di'a, idem
Fiore tino Rodrigues Campello, idem
n. 20, 1.a dita, idem
Francisco de Paula Ferreira, idem
o. 13 Ia dita, idem
Jost oo Francisco Duart?, idem n.
26, 1' .i;ti, idem
Aprigio Silva Se C, idem n. 1B, 1.a
dita, idem
Ant>n:o Pedro de Alcntara, Sol o.
21, 1.a da, idem
Joao Crlo* Pereira e Silv;, dem
o. 27. 3.a dita, dem
Francisco Cbrlsoiaoo da Costa, La-
raogeiras o. i A, 2.a dila. dem
Leopoldina Cenar de S. M-Taes,
Ertrada da Barreira n. 2, 1.a dita,
dem
Jac.oiiio Rodrigues C.npeilo, idem
o. 33 A, 1.a aita, i"em
Alexaodriuo Correia Gomes, Estra-
da do Cemlteno o. 2, 1.a dita,
idem
Santos & Fragoso, Estrada do Be-
bedooro, sena nomero, 1.a dita,
idem
Francisca de Miranda Couto, idem
sem nomero, 1.a dita, dem
Jos- Alves, Estrada da Barreira,
t> nu'rero, Ia dit idem
Fraocsco Nogueira de Mello, idtm
n. 39 A. 1.a dita, idem
Tnomas Bez^rra Cavalcante, Casan-
ga n. 3 A, 1.a dita, idem
434806
434805
434806
294204
434805
294204
414806
584408
434806
874612
874612
294204
294*04
434806
434806
4348C6
29420 a-
434408
584408
294204
294204
294204
294*04
294*04
584408
434805
294205
294204
294*04
294*04
294*04
294*04
994*04
294204
55:82348*8
< Continua)
Em cumprimento da lei faz-se pu-
blico a quera interessar possa, a altera-
cao do valor locati vo dos predios deste
municipio, collectados para pagamento
do imposto da decima, no corrente exer-
cicio.
Freguezia de S. Jos
(Continuaco)
Travessa do Bandcira
2 Julia B. de Aguiar 108J
3 A mesma 12%
10 Julia B. de Aguiar 108S
12 A mesma 965
]6 A mesma 1088
18 A mesuaa 108$
20 A mesma 108$
22 Jo&o Qon9alves da Silva
Beir3o 96S
24 O mesmo 96S
26 Manoel Cypriano Ferreira
Rabel! o 48$
28 O mesmo 60$
32 Julia Bastos de Aguiar 103$
Travessa do Cunha
2 Francisco Cardoso das Cha-
gas 72,5
4 Mara do Carmo Maia 72$
8 Jo Lopes dos Meis Mari-
nho 120$
10 Thomaz A. Coimbra 192$
12 Manoel Jos Machado 1685
1 Jos Jeronymo da S Iva 144$
3 O mesmo 144,5
Travessa do Raposo
1 A A. Francisco Pereira de
Carvalho 1684
1 B O mesmo 120$
1 C O meamo 144$
1 Antonio M. de Oliveira 965
3 Joao e Leopoldina, filhos
de Elisa L. Lopes Nasci-
mento 72$
5 Francisco de Medeiros Ra-
poso 96$
7 Al. Fortunata. F. Raposo 1205
9 A. Marques de Oliveira 1205
11 O mesmo 168$
13 JoSo da Silva Santos
17 A. Marques de Oliveira
21 Diogo Augusto do3 Reis
23 O meamo
25 Leopoldina do Amaral Ra-
poso
27 Joaquim e Luiza, filhos de
Diogo Augusto dos Re s
29 Joaquim A. das Reis
31 Diogo Augusto dos Reis
33 Diogo A. dos Reis
35 O mesmo
37 O mesmo
39 O mesmo
47 O mesmo
49 Joao da Silva Santos
51 Antonio Marques de Oli-
veira
53 O mesmo
55 O mesmo
57 O mesmo
61 O mesmo
65 Diogo A. dos Reis
67 O mesmo
69 O mesmo
71 O mesmo
83 Jos Augusto
85 O mesmo
87 O mesmo .
89 O mesmo
Becco do Tavares
Ns.: -
2 Diogo A. dos Reis
4 O mesmo
6 O mesmo
8 O mesmo
10 O mesmo
12 O mesmo
14 O mesmo (
16 O mesmo
18 O mesmo
20 O mesmo
22 O mesmo
1 O mesmo
3 O mesmo
5 O mesmo
7 O mesmo
9 O mesmo
11 Manoel de Souza Tavares v
13 O mesmo
15 O mesmo
17 O meimo
19 Diogo Augusto dos Reis
21 O mesmo
23 Manoel de Souza Tavares
25 Diogo Augusto dos Reis
27 U mesmo
O mesmo
O meamo
O mesmo
Travessa do Freitas
Ns. :
2 Miguel Ribeiro Pavao
Antonio Pereira de Oli-
veira Maia
A Joo Baptista Gomes
da Luz e outro
Antonio Pereira de Oliveira
Maia
Lourenco Alves de Brito
Francisco Antonio de
Mello
5 Diogo A. dos Reis
Travessa do Valente
Ns. .
2 Jos e Julia, filhos de Joa-
quim Ferreira Valente e
Emilia Clementina de
Castro
Becco Azul
Ns. :
2 Antonio Correia de Vas-
concellos
O mesmo
mesmo
mesmo
raesm
mesmo
mesmo
mesmo
ir esmo
mesmo-'
mesmo
mesmo
mesmo
mesmo
Francisco de Mello Caval-
cante de Albuquerque
Firmino S. de Vascon-
cellos
34 Maria T. Monteiro da C.
36 Jos Lopes da Silva
38 O mesmo
40 O mesmo
42 O mesmo
O mesmo
Jos Luiz da Siva
O mesmo
mesmo
mesmo
mesmo
mesmo
mesmo
mesmo
mesmo
Travessa do Gusmo
29
31
33
8
24
34
38
1
4
H O
8 O
10 O
12 O
14 O
16 O
18 O
20 O
22 O
24 O
26 O
28
3J
32
O
44
54
56
58
60
62
64 O
66 O
68 O
70 O
O
O
o
Ns.
4
Paulo de Albu-
12
J4
3
144
144$
168$
16*$
141
1691
180$
180$
168$
935
935
168S
192$
1925
1923
180$
180$
96$
95$
96S
96$
9rt$
96S
96$
96$
96S
1805
180$
180$
180$
180$
180$
180$
180$
180$
16
180$
168$
1805
180$
180$
180$
180$
180$
18 $
180$
18'$
144S
18)$
180$
216$
180$
180S
180$
192$
2135
300$
144$
1921
144$
120$
180$
18'8
180$
180S
1805
180S
18U$
1803
180$
180$
1805
180$
180$
180$
180$
120S
144S
96$
108$
132$
132$
132$
I44S
168S
144$
132$
1*05
1205
120$
1205
144$
132$
Manoel
querque
6 mesmo
8 O mesmo
Travessa do Lima
Ns. ;
8 Joaquim Antonio Pereira
10 O mesmo
O mesmo
O mesmo
Manoel Pereira de Maga-
lhes
Travessa da Matriz de S. Jos
Ns. :
2 Margarida A. Ferreira
Marques
4 A mesma
6 A mesma
8 A meama
10 A mesma
12 A mesma
14 A mesma
Ra de Luiz de Mendonca
Ns.
2 Thereza G. de Jesu Oli-
veira
6 Joaquim -filho de Joaquim
Francisco do Pego
10 Maria filha de Joaquim
Francisco do Reg
14 Maria Francisca do Reg
Mello
16 A mesma
26 Joaquim Amancio de Lima
28 Pedro T. da Cunha
*30 A, Ismael JoB da Silva
32 Desembargador Alexandre
B. dos Res e Silva
1448
144$
1443
1535
153
153S
153$
2378
240$
240$
2405
240$
2404
240$
240$
36'Theonilla C. de Lima
36 A. Joao Ferreira Laureiro
44 Manoel Martins Peres
46 O mesmo
48 O mesmo
50 O mesmo
Via-ferrea
Ns.
2 A. Joaquim de Almeida
Gomes /
% B. O mesmo
2 C. O mesmo
2 D. O mesmo
4 Josepha Francisca de Souza
Lima
4 B. Jos Joaquim Ferreira
de Souza
4 C. O mesmo
4 I*. <) mesmo
4 E. O mesmo
4 F. Rita Carolina Barbosa
4 M. Francisco Gomes da
Silva
26 G. Joo F. Ramos de Oli-
veira
26 F. O mesmo
26 G. O mesmo
26 H. Gaspar Jos de Mello
32 Vicente A. da Motta
5 Joo Antonio Francisco Al-
ves
7 Manoel T. de Mello
9 O mesmo
15 Antonio Goncalves Dias
19 Rosa V. das Candeias
21 Maria da Conceico Car-
neiro
23 A. Nicolau da Cruz
Travessa do Cipriano
Ns.
1
3
2 Kduardo Jos de Mello
4 O mesmo
2.' Travessa ]do Vil laca
Ns.
2 Bernardina Maria da Con-
ceico
2 B. "Antonio Jos Bitten-
conrt
4 Francisca Carolina da Cu-
nha
14 Luiz de Franca e Silva
14 *. Anastacio
14 B. Joo Pereira do Nasci-
mento e Silva
1 Antonio Jos Bittencourt
Ra da Jangada 4
2 B Felippe Fernandes Eneas
8 A Florentino C. da C.
10 Pacifico Jos Martins
12 O mesmo
14 O mesmo
16 Joo Augusto de Lima
18 Marcolina Mana do Patro-
cinio
20 Genuino Alves de Souza
22 Jos Monteiro
24 O mesmo
26 Guilherme Jos Ferreira
da C.
28 Francisco de Assis Lopes
Emilia Ferreira Curado
A mesnaa
Ns.
Cabanga
6
8
10
1
3
5
7
576$
72)$
84$
84$
841
108$
96S
965
96$
965
120$
1805
180$
180$
CONTRA FOGO
Companhia North British & Mer-
cantil c Insurance
Capital subscripto 3,000,000 0* 0d
Fundos accumulados 9,452,452, 18d 5*
De
De
RECEITA. ANNUAL
premios contra
Fogo
premios
divida
s sobre
1.495.418 10a 611
>992.379 6* ld
2.4-8.196. 12a ll'1
N; B.A repartidlo de fundos accu-
mulados sobre seguros contra fogo, nao
se responsabiHsa pelas transaccoes fei-
tas pela de seguro sobre vidas.
Wilson, Sons &C.
1803 COMPANHIA DE SEGUROS M UT UO
CHABGtDIStHIIS
Cottpaakl
PC
Navegad* a
Havre,
Rio 4* Jaak>
Licha rogla* entre o
Pernambaco, Bfchia,
e Sattoa.
O vapor
Ville de Rosario
Coamnodanto Dtniel
B' raperroc te
Enripa ffgt'i
depoia da
peosatel i. 3
144$
60$
605
96$
96$
2405
108$
180$
84$
8S
120$
605
603
963
963
963
96 S
96$
1205
180$
108$
1325
1203
132$
1445
96$
1205
72$
72$
728
72$
72$
72$
725
72$
60$
965
CONTRA FOGO
^R.aGDa3essa
Capital de garanta:
<2&:519:100$000
BCA d'aLFATOEGA N. l6-RIO DE JANEIRO
AGENCIA EM PERNAMBUCO:
RUADO CABUGA N. l8,l. ANDAR
Caixa do Correio 210Recife
Joaquim A. de Almeida
Agente representante
COMPANHIA'TETHYS DE SEGUROS
MARTIMOS E TERRESTSES
RA DO VIGARIO H. 1, 1. ANDAR
Directores
Baro de Souza Leo.
Thomaz Comber.
Julio Cesar Paes Barreto.
A Francisco Antonio de Si-
queira
Emilia Cezar Monteiro
Ethelvina E. Wanderley
Joo Pereira do "Nascimen-
to
Joo de, tal
O mesmo
Maria V. dos Santos
A mesma
9 Thomaz de Aquino Ferreira
11 Joo V. Alves
13 Valentim Jos Alves
15 0 mesmo
Pontal da Cabanga
Ns. :
4 A Marcelino Jos A. Costa
6 A O mesmo
10 Guilhermina Maria da Con-
ceico
12 Francisco Jos de Abreu
14 Maria rsula dos Praze-
res
20 Francisco Jos de Abreu
26 *v Antonio Joaquim de
Mello
Ra da Gamelleira
Ns.:
8 Manoel Coelho da Silva _
12 Antonio Lucas do Nasci-
mento
16 Antonio Jacintho
14 Joo Pereira do Nascimen-
to
20 Urbano Carneiro
15 Manoel Coelho da Silva
17 Joo B. do Espirito Santo
21 A Alipio Farias Bezerra
23 Joanna Maria da Conceico
(Contina).
608
72$
60$
1205
96$
725
72$
725
72$
723
965
96$
965
1205
725
48$
72$
96$
965
1205
84$
965
84$
965
1205
1205
2165
60$
333$
120$
156$
1203
1205
18"5
1805
2:6$
120$
COMPANHIA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
De Londres e Abcrdecn
Posic&o finnceira
Capital subscripto
Fundos accumulados
Receita annual:
De premios contra fogo
De premios sobre vidas
De juros
Agente em Pernambuco,
Boxwell Wiiam & C.
3.780.000
3.000.000
626.0000
208.000
155.000
THE IMPERIAL INSURANCE CONPANT
LIMITED DE LONDRES
Estabelecida em 1803
capital l.oo.ooo
(Rs S4,000;000000)
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CONTRA O FOGO
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PXOMPTO PAGAMENTO DE PREJUIZO
Sem descont
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?erpool
CAPITAL t>,0
AKSI2S-rOSLJ! Si C.
LARGO DA COMPANHIA N. 6
ij-
para
Jiserlo. Babia, Rio de Jai
e Manto*
Este vapor entrar no por-
to virto nao ter tocado em.
Lisboa.
Roga-<& aoR Srs. Rnportadcrci a apreaesiaraav
dentro ae 6 das, acontar do da descarga ata>-
Tareogas qoalqnt-r recUaaicSc concernenle a 'ja-
Ipmes qne norveutura leniaOi aagaiio ;:
Dorios do sal. aJna de ae DOderco lar a toa***
as'provtdeacias oereaaariaa.
Bipirado o refrrio praao a compannia ota ^
resp osabllise ccr extravio!.
R-.-cebe carga, airau-r com
AGfcNTE
4uguste Labille
9Rn do Commercio9
MARTIMOS
Ch abaixo assignados,
agentes de Lamport Holf,
avisam aos seohores rece-
bedores de carga pelo va-
por inglez Madura, que
em conse quencia de ter si-
do iotim2do a seguir para
a Ilha Grande, procederao
a cobranca de 25 [o sobre
o frete exarado nos respec-
tivos conhecment08.
Pecfe, 9 de Maio de
1894,
Blackbura & C.
ikMv
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Companhia Phcniz Pernambu-
cana
RA DO COM HERCIO,
Bamburg Suedame-ikanis-
che DaD pfchiffahrts Ge-
ssllschaft.
O vapor Paraffuassu
E' esperado da Boro
pa al o da ae
Maio e seguir de-
pola da demora ner8-
sarla para
Babia, Rio de Janeiro e
Santos
Este vpp'ir Iluminado a las he'.rica
s ofiereoe ptimas acaommoda^d! awa
Srs. paacagsiros.
Qaaeaqaer reolamscSea s aerSo atten-
didaa 48 horas epoie da ultima descarga
do vapoi na Aifacdega.
N. B.Eata vapor rio toe >u no porto
de Lisboa portanto entrar no porto.
Para carga, encommeDdas, passagena e di-
ahearo a frete. trata-sa com os
Conaigoatarioa
Borsteli'aa 4 C
18-Rae.'do Commarcio 18
1* andar
LM Brazileiro
PORTOS DO NORTE
O paquete Olinda
Oomnaandaute o capit2o de fragata Gui-
lherme Waddington
Espera-se d o 8
portos do norte
a>;o da SO de
Maio segoindo
oxpcw da .lo
ra iodispensavel para
ilacei. Bahia, EapiritoSanto o Rio de
Janeiro
As eocommendas sero recebidas ate 1 hora
da larde do dia da sabida, no trapico- Barbosa
no Caes da ComparhlaPernambacaoa n. li-,
Aos Srs. carregadores pedimos a ana atienco
para a clansola 10a dos conhecuueotos qoe:
No caso de naver lunma reclamac&o coot^a a
eompriaCia, por avana oo perda, devo ser leila
por ecrlpio ao atieote respectivo do pono de
descarga, deoiro ae tres das depois de naali-
aaaa.
Nao procedeodo eHa formaltdade, a compa-
oh'a tica iseDia de toda a reoponaabilidade.
Para passag -os, (retes e ocomoeadas tr.
a-e com' os
AGENTES
Pereira Carneiro i ti
6Ra do Gommercio 6
1* andar
Companhia PeraamfH.cai.ad6 Na-
vegado
O paquete ingles
La Flace
Direco Satirios
Se^-oe ra o d I a
1 o correte
as 4 boras da
(arde.
Rec^oe carga, eacomoiendae, pastaren e dl-
o.'ieirjs a freto at 1 dora da Card? do da
da partida.
E9CRIPT3RIO
Ao Cae da Comoanhia Parnamboana
a. 12
The NorldiLme oSleaiers
O paquete Ma ni toba
t' eaperada do Rio de Ja* tro
et'oir depois da demora aect
ria para
NovaYoik
Eax direitara
Para carga, passagena, encomtceoaaa
Qbtiro a frete trata-se com os
Corientarioa
Boxwell Williams & C>
Roa do Conamorcio n. 26
bowii&ii nmmmi it ir
nprjl
PORTOS DO SL
, Pcnedo, Aracaja e Itik
O paquete
S. Francisco
Commandante Pinto
Secoir para s*
portos aoxi -
dlradoa no M>
ilf de Main a*
4 noraa aa a-
Recebe carea, eocorameodas, pasaageoa aV
obeiros i [rete at a 1 taora da tarde do da dz
partida.
ESJRIPTORlO
Ao Casa da ^,'ompaobi P-irnmbocar
a. 12
LEILOES
A gente Oliveira
Leilo
Daom obrado de9 aniari>a e asti, no falte
do Turco, sota o. 3, ua fregaeaia de S. *ia*
Sexh-fei^a (8 do corrale
A't 11 hora*
O cante 01'*ei.-i, compeieoiemeote aotaraav
de, levara a leilio o sr>brado de i andana t aa-
lio, lendo j i* ao lar 2 aalas, 3 qoartoa, eosioaa
fra ; o S* aniiar com os me so ao, coja sobrado vai ds roa a roa reajdaaaa
mroaalmeole 80/000.
Os Srs. preteodeotea deado | podarlo ir taa>
minar o dito sobrado._____________________^_
Agente Oliveira
Lei'o
De ama casa terrea o. 40, na ladetra da>
radonro em Oiiaia, com t aoriaa e 1 janal
tranta. 1 salas e 4 qaartoa. qaiotal, eic.
Sexta-feira, 18 do
A't 11 hora*
Xo ?irflii.zcaa ni i i ale Sev
Teaabro n. 3
O agente cima, comoeteemenlt intorlaadr
levara a ieilao a casa terrea tob a. 40, lauta
do Vir.-idooro, em Olloda.
Os Srs. preten-ieratas desde ji pjderio ir eia-
minir a dita caa.
Ageile Oliveira
Leilo
Do sobrado de om aodar, ico n. 6, 4 raa i
Vigario Tenorio, fragoeaia da S. Pre:
SoDcalves do Recite, com t portas ie freo 19
no oitao qn da para a travesea do Vgana.
cujo predio o copado por orna mercearta.
Sextt-feira, 18 do c*rreite
A't 11 aorta
So armazeaa fe roa 1 h Xt .>
?caabra a. 39
O sgente cima, por mandado do Bxa. Sr. aaa*.
| ola de dlrelto de orpbaoa e a reqaeriaMBk t
oveotariiDle dos bens do acervo de asa am
Anna Mara Tneodora Perelra Daraa, levaada
leilo o importante sobrado cima.
Os Srs. pretendeaiea dede ja poderlo ir esa-
mmar o referido sobrado.
Leilo
De orna linda armacao eavariiaada e eaTtat
cada. 1 balcao, candielros a ai. eoiaiaatai*,
estenio doorado, S mesaa e i maofajada
Sexla-feira. 18 de lai
A'S 11 HORAS EM PONTO
Agente Pinto
Na loja da ra< da laperatrU. 24
LA SAISON
Garante-^ a cbave da cata
A g'ente ^estaa
Da importante barcena alaria Caratfaa, avi
prompta i ovezar para qaalajaar parte, aa
lotacio para 300 seceos, a qtial aefta^e aaaaaal
em frente ao trapico- Pieaa.
Um terreno coa) SO pelaaoe da freets e Na 4
fondo, bem arbortio, no logar cen aataad
Arraial, ao pe das officio a.le Lf iriftv
Sexta felra, 18 te e#m
A'S IX HORAS
(Vo armatem trava do Otrpm
n.Z


Diario de Pemambuce ftqliitai3|ra 11 de Maio de l^ttl
1

AVISOS DIVERSOS
Precisa-se de orna cosinbeira, atoa eo-
^geeamiidei-a e um crodo; oa roa da Imperairu
a. Si, t>nmiro an Aluna-se a casa u. 1 a ti-aveta na Hora,
os K^ioheiro 4 tratar Da roa da Imperatriz
tMefo81____________________________________
P ecisa-se
lacia a. 3.
Jo Tbonaz Cmalmole Pewoa
de orna criado ; a ra do lio-
AMA Prueba ce oe urna, e aaue, que
Basare e cosiofi,. he ai. pa cga do pequea
tAmtia; na roa Nova n. <2. I- andar.______
'"= Alcga-e oo t rrreoda-i *n ere que fs eve a fabrica de caproheba > m
aufcj a_>m, roa de L-j do fi-go n. 4, lendo
feactaeta terreno e agua encanada, e pela localt-
aaee lamsoho, preaia-t" para qoaiqoer fabri-
ca ; tratar na rueeroa roa coa. o Sr. Lopes do
ferracdo ou fabrica de cigarro* aga de C* ruar, tenso puno de embarqa n.
freate da casa.
t
5o
re. o
Estrellas d'America
*ao rea o queliua
Ao queima ao queima !
Tea causado especie, mes'.io admirsr;So, em
Sace a cambia de 9, 09 precos por qoaato yen-
Aw.ss faz-ridas do noaeo esta >ele'oimen'o. E'
iachvetl f -e vaodo. Um Daaseio AS EaTltEL-
_4S O'AUEKCA:
afadapolo-Pantano, Invado, paca SOOO.
La e nnbo alcoebcado, alia novii.de,
859.
FaUntioe de balas, lindos padr6es", 700
ce vado.
Gmertores de l. eraortei, 1*600 um.
-jC'Korioa de bolas 600 rs. o coTado.
_ttttO&< prelos de 800 n. a 4*00.
S5e< C_orsi3K bordabas couj ora metro de largur
a isS2>. o covado.
Bautistas finas 2i0 rs. o covado.
'ieaCtf oeroambocana 700 ta. o covado.
Paaaaia lioiiBaimo 00 rs. o colado,
featldoa bordados seda.
__tde<;uadro. 300 rs. o covado.
_'nh? ciacz, 500 rs. o covado.
YerKitiftan de toda as __aaierlra0s 240 rs. o corado.
fiac'sus Cmutima* 500 rs. o covado.
rVsss de \ a 14*.
'?icr_as de liaba, graniea. J* ora.
JTcvif.o i) esp-cUi de 10*, 12* e 14*, peca 20
Cartea oe caoeroira pa'a calca, 5* oro.
^'.mae'.it de la zal e p-eta 3* o covado.
atTMaj Seaqiaas pretas de seda kl ama.
PAas t cores, de 8ada 7* utta.
Ottn ce algodao 3* orna.
Hailiiill i c.. (a para camisas de bomem, 6C0 rs.
ccvaoo.
O9t?zr!ras de diverF09 padr6es. 2*500 0 covado.
BS3(oes, 609 rs. o covado.
ferija coinezas, 1*100 o ce vado.
<_B_-raias ae c r**, rreo1ad98, 1*300 o covado
_?a_e oabiano, 6'jO rs o covado.
_teCoas (raDcezes e iogiezes
Mlcioi pretoa e de cores, lavrdoa, 1*800 o
cunde.
^t*o branco* bo-dadoa, diversos pregos.
'YeaUTanos para d* pisados, d_- 10 a SO*.
^acCede la 1*200 a covado.
aatio de cores para cala 4* o corle.
3<_3 de todas as cores,
Seras.diversas rores.
C^otades de cambraia 10* o par.
IMaeeat'.eiroi diversos presos.
Cralo adoo de crochet, de 14* a 40*.
C*It3_ de crochet 10* urna.
fCcirtcii of co *000 um.
vlof^aaa de cores, graodes, 4* orna.
8ae~ eocaroada e azol
_ji ce_ liegas te eeda, 1*560 o covado.
__ gretas lavradas de 2*500 8* o covado.
(SgT^Qfia de seda pura de 6* 10* o covado.
O-aaerra inglesa, preta e azul, 6* o covado.
__ ^rdo para roupas de seoboras, 400 rs. o
SKite'ata traosparen'e de 4*tiOO 8* a pega.
OCa victoria de 4*600 a a pera
*T completo e vanado sortimeoio de mtodezas.
Ci_? pcn -fioeas.
Cssampleto sortimenio de caeemiraa de cores.
__:< acrttt-eQto de vestuarios para meeioos e
i&nfiias, ultima moda.
Sf'rui}' azul mariobo, o que ba de melbor nette
i-Zr.+i>e real mariobo.
O-siaetas de flioella, floif airea?.
__{!eto soriimento di socretodos e c-pas.
iacaeoiiras furia-cores, 1*500 o covado.
Graolea redes da B !-e5 dlas, lavradas. de todas a cores.
Teidas hracos bordados, de 16* 22*.
Venidos em carios, de cambraia de corea,
aiaoovidade, 22* om.
Ba5*?uaa da India. 1* o covado.
Creos de cores, 800 rs. o covado.
fce$oe sem competencia.
oottoa o queima
AS
Marianna Caodida de SJ Cavalcame PS8aa,
Tb-domiro T. Cavalrar.te Pe.'o. J.ao T. Ca-
valcaote Pefaoa, Joscpba C. Cavalcanle Pes^a.
U-iria C. Cavalcante Pesso, t^apl lina C. Caval-
raoie Pertoa. Mana Rosa de Moras Pesan* e
lidefooeo de S Cavalcaote Pasaos, viova, hlbjs,
Dora e een'O do li.mc.i major J. sa rnom.z C-
valcaole Pe.'soa, fuamKiPuie pecoradr.s, aura
decem is pesso. s que re dleaaram acompanha:
os ret03 uoriao de seu eempr*) lerobrado ma-
rido, pal e 8jk '> ao cemiterio do tiarro, e cin-
vidam a todos qoe acomp-nbaram o eot-rro, e
bem aisim ao-* seos amigos e paremos Dra
assistirem a mtssa qo- ro do finado, no saiba.io 19 < da manb, oa matriz de S. S. da Paz de Afoga
dos, pelo que desde ia fe cor.lessam gratos por
eate acto de religio e ca'idarie.
t
4uu Ferrelra de Houia liina
iofio Bezerra Chaves e soa lamili^,
do n'i'O "'alma agradecem a todas as
lefaoas flp sa arxizade o favor que
Ihe fiz^rara em .i-empachar l o c--
m'tetio pobl*o n-ta c<<'ade de OhDda
os restos rro'UP8 le J ft.i Fe'reira "e S~cza L--
mi esposo <>* sea rrii.< ; flloH, irr- e nota,
Alexandnra Pereira de Sooza Liona, e ae novo
convdame >odo os pareles eami.-ns da fami-
lia para ass'sureai as miasas ie 7- di qoe
aero celebradas na lgre.a do Seohor do Roa-
fim. 88 6 ti horas da tuaahA oe saboaou 19 do
correte, confessando se deade ja yeradeci-os a
tedos que coniparvcerem a e-se acto de religiao
e crinarte.
SAINT-RAPHAEL
^JS^
Vinho fortificante, digestivo, tnico, reconstl-
tuinte, de sabor excellente, mais efficaz para as
pessoas debilitadas do que os ferruginosos e quinas.
Conservado pelo methodo Pasteur.
Receitado as Molestias do estomago, Ghlorose,
Anemia, Convalescencias; este Vinho recom-
mendado s pessoaa j idosas, s jovens, mulbares
e scriancas.
radre Hunri.
'rceteos don
iM
z- aiinivirsario
. Anna Mara do ^ascimento, Loorcnco Alves
Sairzar Jnior, soa seohora. lilhoa e cenro. Joa-
qoim Aiea aa F<>oseca, sua seno rs. iiltia e
eeoro e Jvaqom Km lio da Conba Uooiz, mao-
riam celeorar misaas por alma >.e seo prezao
rmo, tio e padrir.ho, pad>e Ignacio Friociscn
do9 Santos, quita-feira 17 do co rente, pelas 7
Horas aa aorS. na Izreja oo Carmo, em Olio
(ir. ; e ara ns :k'.I as convidam as pessoas de
SU88 amizaJes, aniecipando uesJe j agradec-
mantos.
t
Missa u*ebre
A qae (<>l annuaciada pelo de^can^o
pterno oo b-i'aieiro francisco ioaquim
P-reira L"Oo fien trsoafe'ma ra'a quinta
fera prxima, 17 do correnie, as 9 b'rai
da maobl, n greja de N S. do Rocano de Ti
gipi. A f.lta .ie um aure'iiote aae a poderse
C'lebrar no fallectmemo oo ueamo hrigadeiro, deu causa
a esa tranaf-rrocia.
f
Anfun'o da Nil-a Catira
A in-cton- da a-koc acao Comme.'Ctal Bene-
cente doa Ue'Ciei'oa, convida es prenles do
finado Amonio da Silva Castro, seu rio, para assistirem a orna missa que pelo seu
eterno Cescan^o, masda celebrar no dia i 8 do
correte, s 8 horas aa manhd, na igreja do
Espirito Santo.
FrasrlHo Pinto de Masaltia.*
Mara Amplia Martios c Iguacia Mara
da Gloria mandara celebrar oa igreja 6a
Saota C'GZ, no d'a 19 Jo correrte mez,
missan por alma de Francisco Pinto de
Magalbaes, 3- aoaiversario de seu fallecimento ;
e para asaisiil-as convidan! os amigos do m-emo
Qnado.
t
Eduardo Caplairano Bodragnea
elle
1. Bnrrversario
Sobre seu tomlo esparjo om puohado
de coi os e aaodadrs.
17 -5 -94.
Mana d'issumpcao Espirito Santo.
t
u!ti-
Estrellas d America
12=Rna 1 de Marco19
AMIGA DO CRESPO
arques & Lima
publico
Ao
Joequim Ferreirade Carvalho & C li-
idtnfn a firma Amara! Primo & C,
ise&raaz -redores da referida firma, nao tendo
traoc- algum qualqoer recibo por oatros
o.
Vinho Bordeaux
Fronsae e Kedac
^eede ae em qoartolaa e eogarrafados na
Adega Portugueza
3.a* das Laraogeiras n. 4
Sanes Barbosa, Cuoper i C,
AttenQo
O Ebaixo assignado vende oe sos cavallos
oteteados Biamarck 2., Feniano. Dictador, Tibe-
ro Ma'aoge e Favorita, ipoderrOo tratar se aa
caaeira do Derby.
Asaiin procede, por que as directoras dos pra-
drta. ariariplmente Derby Club Pernambucaoo
Prado tPeroambacano, estSo impossibilitando
as oorndas, ja excloiodo os mena cavallos j
nao adittinao os bona, e isto por que entendem
e os proprieanos de eeus aai ;i aes devem di-
sar4he8 o < estado de saos alludldos animaee,
para assim melbor fazerem o seu jogo. Desde
ce o proprjetaroa assim oo procedem. admit
Ss a legiao dos protegidos, dos que pactoam
coa o honrados prepostos dos directores
ae aesim estSo prejudicando as sociedades, que
dri.'.
Bscd, 15 de Maio de 1894.
F. Crrela de Rexende.
t
Bdaardo Sette
Primeiro aooiverbarlo
Deb'ucado sobre seo tmulo derrama
prado* de saudades
Eduardo Lima.
17-45-94.
Ama
Pre isa se de urna ama para o secvico de duaa
Desaoaa, prefere-se a que dormir ; no pateo do
Paraizo o. 8, 1- andar.
Precisa- se de orna ama para coainhar i. tra-
tar na roa da Maare de oeus n. 9.
Amas
Precisa se de duas, urna para cosinbar e ontra
para servido de casa de familia, na roa dos Goa
rarapes n. 94-
JK.XVXJL
Preeisa-se para coainhar o mais servaos do
rcesticos, para caca de pouca familia e que dar
ma em casa do^-patres : tratar na fabrica
Tigre, ra Barao da Victoria n. 4-
Ama
Precisa-ae de urna que saina cosinbar a tratar
nr roa Duque de Casias n. 88, (pbarmacia t.
Ama
Precisa-se de na* ama pura andar com crian-
cas, dsndo basca de eua conducta; ra do
Hospicio o. 3.
mi Mr "i i M
Pracisa-ae de orna copeira e de urna sua para
erhecs, ooe dormam em c<>ea do patrio ;
t-atar na Capunga, ra Joaqoim Nabuco n. 61.
Ao commercio
atioel Joaquim da Cruz participa ao commer-
l0m geral, que retirando ae temporariamente
rai\)toeal, deixa como seos aicos procura-
leve* os Sra. Vctor Goncabes de Sonsa Beirao
Beroacdino Alvs da Conba, aicos a faser qual-
traosiCCSo; asaim como aproveita a occa-
i* ara oespedir-ie dos seas amigos e fregu
m aela prestasa de sua viagem nao o pode
taer aseeoalmenta, o cfferece seus prestimos
m floer qoe estej.
Sampaios
K asm denominada ama nova marca de
-aaaaii&cos cigarros, f bricados com superiores
fam: oa coaoedda fabrica Meteoros, deJ
. dosjWt>* tarto o. JO.
Ama
Precisase de ama ama; na ra barao da
Victoria n, lt, loja. ,_____________________
Amas
Prcc.sa-se de tinas amas, urna para cosinbar
e ontra para eervico de casa de familia, paga-se
bem ; tratar na roa da Imperatriz o. 5, loja.
Ama e criado
Precisa-se de ama ama e de am criado ; na
roa larga do Rosario n. 30.
Cosinheira e engommadeira
Precisa-re ; na rna estreita do Rosario o. 3,
pbarmacia.
isivro perdido
Roga-se a tuemacboa um'quinto volme do
romanceA Calumniade Escricb, pertencente
ao Gacinete Portugnea, desapparecido de Ponte
de Ucba A Casa Forte, no trem de 8 e 45 da
Doite do dia i do crente, digne sa de entre-
gal-o rna do Rangel o. 57, qae alem de bem
g.atIBcar-se, ficar-se-ba mnio peohorado.
Cofre
Veode-se am cofre
lave rna.
na roa do Rangel o. 7,
Engommadeira
Precisa-se de ama engommadeira para casa
de familia ; traar na roa Duqie de Casias
numero 84._____________________
Cosinheiro
Preci w-e de um eos ir beiro on cosinheira ;
trata; no escrlptorio rna do Commerclo na-
merotU.
I
iRAlNS"
deSmte
du docteor
S?
VFRDADEIROSGRAOSolSAUDEdqD'.FRANCK
\fk UCEMCIADOS PEA INSPECTORA GKRAL DE HT8IENE DE RIO DE JANEIRO.
\i Apereaes, Estomachico, Purgmtivoe, Depurativo
|# Contra a Taita de appetite, a Obatracco, a mnxaqneca, as VerMy
/# as Conste, etc. Dote ordinaria: 1, l 3 griot.
(9 Desconflar das, falslcaceos. Exigir o rotulo Junto impresa em trance*
vra5ck^ pr^ggiSellada Unlo tosFarlcantef
Grageas Demazi^e
Ae'. rovadaa \pcla Inepoctoiia do Hyjlene c.o Braztl
CASCARA SAGRADA
V^rdaAeiro Rctnrtliu contra
PRISOoeVE^TH^!
Deposito flsral : PHARMACIA O. CEMAJIBE, II, aicnna i Vllli-n.. P/VRIS
_ Em FerntmGuco : C* ie DB-
lODURETODEFERaCLCASCAa \&
Contra AMELIA e CHL0R0SE :'M
W0 jtroditrt ntlu.a Prieo itc. KiiCk y.: T .
IFE. 71. BTcmia i vlIlT.m. PARS t-r '
i PB0D0CT0S raUdICaS. rw-1-i.-T----.!- /
II.I I I -'-- .^s
OBRCIAS
lacre
TNTAS PRETAS
DS COABS
ColU ifiida i frm

hmmK'ii m t Ht^f-Ww* c*c:oistM stllj tc'flt,
14 aw: Oleo *.-r.'^(:',!3 ocamao. Oleo di i> i' ino,
Blamo da C*pah, Otlatn, Aleatro, etc.
TODOS OS KDlCaJ(E*IT08 OS 1>0
I a. oou.nrarua,H.ra < TaM, ta mh.- ga pi>biSooo : pi^ajc-ss. ta O* *>C*
>8al lHBpat^am
HOSTIA^
para Pbarwuxias
H03TI.*B
ASTHM & CATARRHO
Curados pelos
CIGASlfcOS
O PO
OPPrtESSOES TOSSE DEFLUXOS NEVRALGIAS
APPKOTADOS T. LICrUCIAno PELA IKKIWcKohia r.KHAL I.F. HYOCF.XK 1;0 BRAZII.
Venaa or atando J. espic. 20, roa Suni-Laxar* m PABIS. jyja-ie > firma:
RBA0-I0DAD0 USSft)
O IODO. comBtnado oom os uceo das plantea anUscorbuticaa,
praaU as Craanoaa daaataa oa mala .'eteTante* aerrtcos, para coav
bator lanauloa da jasaoaoa Bacaitiataa PolideAt-
JBngorgtanaaatoa erful~oi BoUatiu, Mm
peUe Croafaa UteUa: eta
E preertvel aos oleca e
gado de bacalbao; tierno* aer-
jeq flotdtocante, tamben 4
depurativo nrtico.
Mm\M tM.MBmOI'WK".
5 uircs ciauzcesme. T~iilllifil Grule.- Ss-csiq.'u) Universal, JPnrir 1S89. mK
i4 Diz.lczn&* i" HbaMt 1H Hadalhas da Curo e 6 ."tfeaiha* de Pruiu. ^
trnim Mm estlsi
CUJA BASE o BOA! ISITE Ql
ii' o melbor alimento para as crianzas de lepra made. Snppre^Mb
< Insurtciencia do leltonia:.j;j'.Alefacilltaodijsiuaina... Couiseu^S*
neo uo Ua diarrbea riem voinUos u sua dlgostao 6 fcil e con-p'.eU. ^*|
Enpr6ga-ta tambem vantajtxzmenle como alimento para os j^
Adultos 8 Convalescentes que tm estmagos delicados. 5
verdadeira IiCtjj YV--& c-Js vaccjj iiCrsi.s icndo cOBerv,ido seu aroma c j3
^^todassuas aualidadeSMutrlUvu. /-Ic-.n dos raudus servidos quo esta conserva presta Kroia, 2
J2[au Exercllo e aos Hos,.llaes, ella icm t'a:i'.ado ua po^u.io ua aliuieaucao dos partlcularefi ,l
ffan -juaes ella assegura um loite a.:radvel. saudavel e iiatuial. -^
Ixljlr a Firma : eejcei iex.'J i i Kirca i: Tthtlu : ki.-ho ds FL3BASOa.
SA. casa Bcnrt Kestl neo tem nals, como outr'ora, nm nico agente para o Kratil ;%M
seus productos achatu-se as prmeipaes casa3 Uuportadoras, drojfarias, pharinacias e tojas ^
de comesiiveis. i F.m PAB1B, 19. rxm du Parc-BoyaU
HENRI NESTLE, em VEVET. | Etn lomjuks, v, > mu.
OleoJigadoJacalhao
DOUTOR DUCOUX
Iodo-Ferruginoso, com Quina e com Casca
de Laranja amarga.
Q uando se trata de curar a
DOENCAS DO PEITO
ESCRFULAS LYIMPHATISHIO
ANEMIA CHE-OROSE, etc.
os Mdicos dao sompre, sem hesitar, a preferencia ao OLEO de FIGADO
de BACALHO do D' DUCOUX, Iodo-Ferruginoso, com Quina
e Casca de Laranja amarga, porque elle nao tom mao gosto qual-
quer o que a sua composicao o faz eminentemente tnico e corroborante.
Deposito geral: 7, Boulevard Denain, em PABIS
Acha-se para yeDJcr em toda aa Pharmaciaa e Drogara acreditada do UniTerto.
Desconfiarse, da JFalaiflcacties e Imitacoes.
REMEDIOS
LE ROY
rpateles em Franca, America, Hespsshs e
iim colonias, no Braiil, sosde stao autorizada
palo CoaeUio de Hygdesa.
Vomitorio Le Roy
intimamente emprsgado como prepa-
racao para o oso do Porgante.
Purgantes Le Roy
Irn tcaioi coalarxi i Mil.
Seo proprios para qualquer doenca.
lima notici uplloatita tnroiti cada trrtft.
Punas Le Roy
Extraoto concentrado dot Remtdio tiquidot.
Ib rrMfKtt iqllMtlTo utoIti cti irasco.
O Irasco da 100 pll. B' O lraaco da 25, 1IQO
Acautelar-se daa falailicaeSea
qaalqacr arrodaeto TU lia Imi ende-
rezo ti Pkaraaaa COTTII 6*m ti LE MI
81, Rui da Saine, M, am PaW*
DaToarros em tobas as phamacias
As nicas Verdadeiras Pastilhas de
VICHY
PASTILHAS VICHY-ETAT
Vendidas em caiiinhas metaalicas scelladas
EXIGIR A FIRWA DO ESTADO
ESTACO DOS BANHOS
15 de Maio 30 de Setembro.
Dtpaitoi nn Pernamiuco: A6. LABLE; MASA k
SILVA JIIOB a su princisiti PUirauiu e Drapiiss.
Roteiro da cos-
ta do norte
No escriptorio do Diario vnde-
se a 3^000 cada exemplar do roteiro
da costa do norte do Brazil._______
T^noeiro e torDeiro
Predea se fe um tc-rneiro e de om tano^lro,
que sp]'m peritos ; na roa barao da Victoria
Domco 49. ______________^^___
* Feitor
Precisa-se de um fnitor ; na ra tapina! no-
mero 17.
oeGIBt
' e Grageas de Gibert
AFFECgEt lPHILITICAt
VICIOS DO SAHOUE
Verdadetro productos ftcllmente tolerados
pelo estomago e c* inteatinoa.
. Uillr aa Flrmu d*
I r> OIBIRT i atOUTIONY, PkiraMttlHl
SeceitaOos pela* celcbri&ade* nudicau.
tucowij-nwi imiapou.
Atwnrom. Manom-Urmrt. Pila.
VERNIIFUGE COLMET
CHOCOLATE oom SANTONINA
BTAixrrrj. ura aatrar u loubbibis
ata Vermlfoco (rauniiaiidiit pela (L
mj sitar lindare) e cuawrifto iiatfliidi. V/ <
PKIS.U,r.ditTuip.'t>ltlritrmt:
Em Perntmbuco C" ti DB08A8 a FBIID11CTM CHP COt
Agua asitica
Do Dr. Bosc
Preparajao inaravilhosa
para tingir instantaDeamen-
te a barba e 08 cabellos da
mais bonita cor preta e cas*
tanhos.
Preijo de urna caixa 3#500
Meia duzia 20^000
Urna duzia 36^000
DEPOSITO
BOTICA FRANCEZA
2 2 Ra da Cruz 2 2
Grande e aatigo armazem de
lou^a do paiz
Delh'no Caeimiro oa Silva Sobral anda oto
vez participa ao repod'avel publico aquein ueve
mu'.t.s alteurOea qae ca>a Ola aug. enta o seo
e.-Uocsl. cimento com moterniAtiimas pecas de
barro, como sejam garao idos nitros de Penedo
(carril qoartioba. mas com torneira) obra mullo
delicada e permita, e Goalmento todo qoaoto te
pode desejar em looga do paiz; maior sortlmen-
io de gaiolas depalba e de maelra, mel de abe-
iba, aseite de de^d e Uno aseite oe peixe ; ludo
vende por presos moderoissimos, car vi j m
b rrica por precos commodos, lenba em acba
te. ; emrim -p-to toda boa coadjuTscSo dos
delicados iregotz-s.
Cosinheira
Pfoira-e" de urna boa cosiobeira, para casa
!' familia etrat.Kira, nos arr?baldes ; informa
i,1 Oe* na roa do Co amercio n. 7, escriptorio.
Xarooe de Sumar
Eate agnaavel e eoergico madcasiaoto
o eiterminador dao totsea reawotea
---------------------------- wwww IVfliaytoa w
antigs, catharros, nffooafSea, brMebttea
chronicas, ronqoidSea, e em geral coatra
todos oa padecimentos provaaieatea da ir*
ritacSo dao vas respiratorias.
Convela como Unitivo mm tjriico*.
;COMPOSigAO
DK
Roubaram
Um cavallo alazao cachito, f'enta >her*a, haif
xeiro e men?iru. com estes ferros S. T. Y. B.
recommrnda ee &> autoridades a apprebeot&o e
gratifica se a quem der noticias certas.
Oom Conseibo, 15 de Abril de 1894.
Domingos GooccWes.
A o commercio
0 abaizo ag6igoado faz publico que oeaia dala
veodeo seu ee'abelt-cjment a praca da Indepen-
dencia os. 3 e 5, denominado, O Socbo deOoro,
ao Pft Joaquim de Soma Hootelro.
Reclfe, 12 de Ua Fraocisco de askis Fernandes Vianna
Criado
Precisa-se de um criado coe enieoda de Eer-
vico de ropa ; tratar na ra da Soledade n
98, esquina da ra BarSo e S Borja. J
Casa para comprar-se
' Compra-s orna casa terrea oo asacoradada,
que ler.ba a Sqoartos boi?, salas de visitae
jao'ar, cosinoa, etc.. qaint-1 oo terreno oo oiiio,
qce eslrja em bom eslaio.llvre e desembaracatis,
as regoinP8 roas : Hospicio. Gloria, Aragao,
CoDCKijao S. Gongalo. Pires, oo em al^uma cu*
ira que seja enchuta ; a tratar na roa da impe
ratrii n. 88, 3' andar.
Caixeiro
Precisa-ae de am caixeiro com pratica de ta-
verna ; na ra do Bram o. 35 B.
Santa Gasa
casas para alagar
Na secretaria da Santa Casa ala^am-se as se-
Komtes casas :
N. 8 no Ambol Varzea).
N. 36 roa do Amorim, casa terrea.
N. ii roa da Uoeda, sobrado e loja.
Ao commercio
Cobrador
OuVece-se om mogo competentemente habili-
tado para 'obrador de casas commerciaes, bas-
tante coobecido neeta praca, com Doa letra,
activo e trsbalbador, e que d fiador de soa
conducta moral e civil: quem de eeus prestimos
nre isar, deixe carta ferbada com as inlciaea
J. S. A prrra da Independencia n. 20.
Gaixeiro
Precisa-se de um menino ;
tina n. 3i.
na roa da Floren-
Cautella do Monte de Soc-
corro
Ouro, prata e bnibanUs, em obras velbas e
peroveitaveis, sendo de boa qualldade, pa
apio maior prego do mercado, oa roaeslre
Rozarlo n. 1, omcina de relojoto._____________
Franco & C.
Pateo da Penba numero S
Priclsamdedous calxeiros que tenham pratica
de molbaaos e sejam connecidos no commercio.
Caf de Minas, especial pali
Vendem Venancio Labstut & C, i roa Doqoe
de Casias n. 72, 1 aodar
Gaixeiro
Pre:isa-ae de om caixeiro de 13 a 16 acnos de
idade, com pratica de moldados, que d fiador
de sua conducta: tratar na Ponte d'Uchoa
n. 57.
ClTELARA
Tesouras, caivetes e oavalbas o que se pode
desejar de mais fino receberao
Conrado, tuluie de C.
A'BRISA
Fraga da Independencia
Bieos e rendas, novidades
lecebero
Conrado. Aniiinc dt C.
A atltlHA
Praca da Independencia na. 4, 6, 8 e 10
Perfumara
Grande variedade em extractos, tnicos dente
ficios, leos, aguas de toilet, pos de ouro esabo
neles ; dos melhores fabricantes de Paria e
Londres acat.i de receber um importante sor-
timento.
Costrada anlonea dt c
ENFEITE PARA CABELLOS
Para tbeatro, casameotos e bailes
ReceberSo novo soriimento
Conrado, Inlonea dt C.
A BRISA
Bolsas de pala
Um'.variado soriimento acaba de receber
Caarado Anlunea
C.
Bijouterias
Novo soriimento em aifinetes para grvala-,
relogios, pulceiras, broches e bolOea de ooro
romano; Receben
Courad.', Antnnra 1 C.
Carrinhos de Fasseio
Para erlancaa
Fortes e elegantes scabam decbegar para
Coarado, Anlnaei dt C.
A BRISA
Praga da Independencia
Finito Gulifs.. FJBlMl
Approvado pela reepaitevel Juta
de Hygiene
Propagadores
Baptista i rigielrd
Eccontra-ae em qualquer pbarmacia.
| Cintas hespaiholas
I


A;ta novidade para aeohoraa e bo-
arena.
Noto aortimento receben a
NOTA EtrEBIVl
63 Roa Doqoe de Cxiaa',3
g*#j ljOaOtMa%aaa ^j
a aaaf a^afjaa0>ai
VIBRARA
Bonita ccllecolo de finaa tagaa
porcelana, receberam
PEDRO ANTNES & C.
OS Baa aja de Caslaa
\
191
BIJOUTERIAS
;
A
i
1
Lindes trrampos de brilhante do
Canad, cbatilaioea, pula-iiraa, meias
finaa, pedraa e rruito outros artigoa
NOVA ESPERANCA
63 Roa Dcqe dk Cauas 63
lagigggggigigglggaa
XWXaBXJV.S
O maia completo e variado sortiaento
para bomena, aenboraa e meninoa.
Sedas
Brancas, pretas e de corea, iiaaa e la
vradaa.
Cachemiras
Certes bordados, eapartilhoe, linoaa,
perotlinaa, levantinas, oretooea, sephiro,
chapeos de sol, oamiaaa, panboa, colluri-
nhoa e peitilhoa.
Perfamariaa doa melborea fabricantes,
etc., etc.
fado se encontr por preooa reeenai-
dissimos
NA
La Oran Via
8 A-Roa da .ptatrii-ft A
DE
Oinon Silva 4* C.
Fabrica de movis a
vapor
DE
Silva Fernandes i G
48 Ra de S. Joao48
Promptifica se qualquer eucommenda
de maroenaria oa carpintera, com u
maior preateaa e por precos rasoaveis.
Compra-te madeira de boa qaaiidado.
Aceita-so artistas maroineiroa e Gara-
pias) qae sejam peritoe ; e tambe ad
mitte-ae aprendisea pagando se desde lo-
go algam ordenado.
DEPOSITO
4Mia Bario da KicUria-4S
Rodolpho Antunes & C
t Raa Duejae de Casias
lanvilha
FINAS COLCHAS para carnea. UN
DOS cortinados para cama e janeiae,
precos aem competencia. Elegantea
Dbjeetoa de biacoit, vidro, tetra cotta para
toiletea. Grande aortimento de albana
para ratratoa. Papel de faataaia para
cartas. Alem de muitoa osrtroe artigoa
qae o bello sexo encontrar lempre aa
bem oonhecids casa de ROJOLPHO
ANTONES ft C.
SiRoa Duque de Caxi*s67
rrtftdttttito
Urna pessoa offerecendo
as melhores garantas dese-
jar arendar um engenho p-
denlo saftejar de tres a
cinco mil paes de assucar.
Informat^oes ra do
Commercio n. 24, Lunch
RoomRecite.
Arma^ao
Comprarse ama armaco prrfeita na raa da
Imperatrli n. 3t._______________________________
Para cosi-
nhar
Precisa-6e de orna ama que saiba oa
sinhar, do 3a* andar do predio n. 42 da
roa Duque de Caiias, por cima da ty-
pograpbia do Diario

I
1 i a| i y .



*

8
Diario de Pornambnco o
o
r-
<
o
fr
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ni
2
3
U.
ce
UJ
Q.
DELICADO
AGUA
FLORIDA
sa%\ 1 95-
PURA I SEM
RICA ! RIVAL
^ 1
A LANMAH
Mantem stimpre a ua popu-
laridade. Cautela com as
?OTACCes.
DURADOIRO
73
m
n
73
m
co
o
>
2
H
m
m
Vende-se
Duas cafas com cao e silin do pcvoado do
Ba-' : a traiir nr taveroa de Ci tscu de Bar
TOa. no edppido nrvoartn.
Engenho
Vende-.-e o eogeono Canaodcba, na corosna
de J>boatao, oittsote im leguas da estc8o
molto bem d'igoa, coa exlesas trras e m-i-s
para satre jar ate 2,000 pies do assocar sdddsI-
meiitf : i iraiar na roa *-rSo da Wiorla n 60
mercearia, e a -a'a loodada, com o reodeiro
do mpsmo eoeenbo.
Alaiataria Moderna
;48-Ru3 Larga do Rosarlo18
Acaba-se i'e abnr ama nova alfaiatarja. com
espteDdido sort:m<;dto :de casemlras, ebeviotes e
brin?, ultimas novMsdes de Pang p Londres.
A cicloa dirigida por om baoil e coobteido
artista.
Os seos propietarios pedem orna visita do
en es'abelecimento
___________CAMPOS A MAIA
Gi anHe sementeira de
cafeseiros
Na fatenda Serra G-ande do municipio da
Victoria. Estado de Poraambacu, tsm pa' a ven-
der do dia 1* de M. j t m diaot*,- cerca re don
milboea de ps de ea'esero', cojos precos, tas
maobs. qoalidades e mais explicag5es,vpja-se o
Jorial do Recife.
43Ra Duqu- de Caxias43
Os proprietarios deste muito aoreaita lo eotabelecimento chamam a attengao do
pablioo e das Exmas. familias que actbim de recebar nm complot > snrtimento de -
das e mnitas oatraa faaendss iutairamente envidado e vendem por presos nm compe-
encia.
A saber:
Om rico sortimento d*> sedas o qua ha de maia cbio e moderno.seo
Um completo sortimento de cachemiras listradaa a suda, sortidad mres.
Merinos de cores lavradoB por precos baratissimos.
Um esplendido aortimento de cerones franceses, finos.
Fastnaaa de phantaaia, tecidoa arrendados sortidos en cores.
Bramantes de linho.
Dito de algodlo de 1*500, lf800 e 2J5CO o metro.
Madapollo de lOfOOO.
Dito de 12JO0O eom 20 varas.
AlgodSosioho a 7*000 e 8*000 a peca.
Tapetes de ateatif* e avelludsdos pr enph e cama. et Um sortimento de espartilhos barates a 3OC0 e 1'>\JC00.
Ditos de seda para nolvas.
Leqaes de pomas.
Escn-ctoa finos.
'Capeliasoom vea para casamento.
Mantilhas de seda e de iiobo pretoa e de cores.
Fichs baratos.
Toalhaa de cores.
Boopas para meninos, brancas n de corea.
Capas pretaa com vidrilhosa 3S0OO.
Saiaa e camisas para senboras.
Cortinadas ioteiricoe de crochets 25* e 3O$0CO.
Ditos para tortas.
Fianellas com ancores e bollas.
Cortea de vestidoa.
Bordados a teda 25(5 e 30,5000 e muitas cueras f-send s qne
descrever.
eTemos nm grande sortimento de caz.airas e fa-e nos roopjs por eniim nonda.
os modiecs.
S no Torrador
LIMA COUTMHO & C.
rUNDW
Vinel
44--RA BA8A0 DO TRIMPHO
adunas a rapar
Mosada*
Kodas d'agua
Yantas fundidas e batida*
Taixas batidas em cravaca"
m. cssive sr
\ersos burJescos e nao bur-
lesco?, '?e Leovigildo
(Escrtpio' ero va (as pocas. tm varios es-
tilos, mus #?to \arias pretcnc 8..
Venoe ee na livrdria de HcgO A C., roa 15
e Njvrmbro n. 79
Doce secco de
caji
Vende-se muito
bom em Olinda ladei-
ra da Ribeira n. 28.
Nao se vende a re-
talho.
Terreno em Qlinda
Vende-sp nm brrr t.rreoo na p-aia dos Mila-
tree, com 33 ualmos ue f-ente e os mesmo* ae
fondo : a tratar aa roa de Matblas Perreira od-
mero 40.
Bichas de Hamburgo
Vende se em Rrsrw o peqmnas porcfs
applica-e veotosaa eccas das Laranppjrps n li-_________
Criado
P-ecisa-fe de na criado : tratfir na rna 15
de Novemri'0 0. 81. on ImiwatMs 17.
Queijos Italianos
farniezi e
B
Beglaoi
Receben Joaanim ciin?co & G rna do
Cah'ip^ n. II.
Crandrs engenhos
Ven-le-te ou arrenda se
O sbaixo assignado tero r-solvido vender oo
arrenda: seus eoeenhns Pjrto fiieo e Porto Ale-
gre, a iratar o>-?ta cidade. Disiam eeij lpgoae
para p est.'fio de Palmares, por boas estradas
para ?arro. Veudo se as saf'as criadas, pados
e animaos peio qne vaierero. Irjctmmodos de
EBfie levam-'o a esie tm.
Palmares, 1 de Main nw IS94.
JoSc pp.lix Pereira.

POB
QUISTA PABTS
OS ANZOES DE CAMELIA
IX
Interrogatorio
(Continuajo)
Os compridos aneis da seus cabellos
louros pareciam acariciar-lhe amorosa-
mente us contornos do pescoco encanta-
dor.
Ao lado dalla, mas um pouco mais atraz
estava sau marido que a olhava com ado-
raco' apaixonada. Quasi de minuto em
minuto voltaya-se Bartha, afim de sorrir
para Henrique, e muitas vezes estendia-
llie disfarcadamente a mao que elle aper-
tava s oceultas. O casto e santo amor
daquelles falizes esposos saboreava assim
sem escrpulos nem remorsos, todos os
prazeres do amor clandestino.
Dis8emos j que Mme. de Croy, cosn a
sua belleza tSo fresca, tao brilbante, de
Corto modo tao ingenua, Bervia de ponto
de mira a todos os olhos da sala.
Entre porm- aquella multidSo de espe-
ctadores, cujos binculos se voltavam in-
ceesanteraente para o lado do seu camaro-
te Acharam-se principalmente duas pes-
sots, que de dons pontos differentes ofia-
ARATAS
de Marco
Estemp i nte eatabelecimento contina a liquidar por preces sem
os artigos abaixo menciona^ b.
Brim pardo com pequeo diteitj a 400 rs. o covsdo.
Linn com bolinbaa, lindos pdiSes a 240 ra. o covado.
Mfd8pel5o pello de ovo, de 12|000 por 10*000 a peca.
Dito famoso para camisas a 10*000.
Dito americanos muito largo 12000.
'retoes mnito largos, lindos pfcdrSes a 400 rs. o covado.
Fianellas brancas e de ocre* para v-b idos e p^ra camisas a 4C0 rs. o covado.
Br m bracc n. 6 a 2*200 avtr linbo.
. 'hado braceo e de cores a 3^000 o metro
nadis de cambraia bordados a 1*000 o par.
'i >trios de j erar y para meninos todos os preces.
i > nlhsB brancas pretes e de cores, a 3*000 urna,
i nado* de cor para janella ultima novidade.
p'rto sortimento de feobos para todos os precos.
v. r.a e l&tla.
st preto duas larguras a 1*200 o covado.
competencia
ANEMIA
Para curar radicalmente a anemia, ca-
lorse, ou corea plidas, opilacao frial-
dade, e todas as molestias qua tasa asav.
origera na pobresa do anguo.
Nao lia remedio mais efficaz que as Pi-
1 ulas ante anmicas Brazileiras do Dr.
Silvino Cavalcante.
Formula approvada pela Illma* JssHa
de Hygiene de Pernambuco.
Precos de urna caixa 1*500
Meia duzia > 81000
Urna duzia I5|000
umposrro
pnrrGA FRANCEZA
H. HOaUAYROL
22 Ra da Cruz n.
ti
Convida a seus fregnezes para que veuham aproveitar|E;;;^^ lof:co
urna.
os saldos qae ficaram do anno passado. e que sel.
-v T i I Meiss francesas para homem, a 125000 e 148000 a duzia.
estaO liquidando nO annO nOVO, VIStO COmO O qiiej Sedas 1 .s e Uvradas, surrabs e setins todas as cores.
se receber este anno custai o dobro do que se S*Tmr P"186 de cor fmnT %^m 8 Mm ro9 OOV8do*
i Cortes finos de Cksemira pera caiga a 00000 um.
vende ; a saber
___
W ^par^
Cortes de Linn bordados a 15*000 e QfWOOO,
Ditoa de cachemira ricamente enfeitados a vell&ao a 35*000 o SOf )QC.
Ditos de cratone da alsassia a 12*000.
Cachemira de doaa largaras de 2*000 a 800 reis o covado.
Mdapol8o aoericaoo a 1OJ0OO a peas.
Dito com u-b metro de largura a 14*000.
Voiles lindsimos desechos a 200 reis o covado.
Meltocs para roopa de homem a 1*500 o oovado.
Caaemiras icglesaa a 38000 e 3**00 o covado.
Q-acga para coberta a 240 reis.
Cretone de 700 a 320 reis.
Guardanapos de 6*000 a 31000 a duzia.
Bramantes de linho oom 10 palmos de largura a 2*800 a vara.
Ficbs a 500 rea nm.
Bsbadcp bordados do c> a 600 e 800 reis cada pega.
Cortes de fustSo rara collete a 18'CO.
Lindissimos tecidos arrendados de cor para cortinados de 4 "000 a 1*000 e *20(
o metro.
AlgodSo americano 5*C00, 6*000 e 71000 a pe^a.
Bsfstttc&oa para senhor a 4*000.
dem para meninas a 25500.
Toalbas de fnstSo a 6*500 rn'a a dcaia.
Flanella para vestid.,, lindas desenhos a 400 e 500 reis.
Merinos protus com duaa largaras de 2*000 a 800 reis o covado.
Ssrpens de todas as corea a 240 reis o covado.
Linons de cores. Iindissimoa padr5es a 240 reis o covalo.
Flaneila de quedars a 500 reis o covado.
Fustao braceo lie os desenhos de 2*000, 800 e 1*000.
Randas Ercocesas a 320 reis o covado.
Panro da C >*t* lirtrado para mest a i*600 o covado.
Cortinados do crochet a lOfO 0 e 8*000.
Stima de cores a 800 e 1*000 reis.
Cobertores a 1W0O mm
Aseim como muitos dutros artigos que se vende com
grr.nde reduetjao de precos.
Grande quaniidade de retalhus de chitasf brins e
lans.
56 e 58 Ra Duque de Caxias 56 e 58
Telephone n# 210
""alisan para homem dormir.
"tte para aeobora, idem.
Z i li ros Isob e com listas a 400 rs. o covado.
J-.riRS em caTtSo para vestido a 10030 pechinch* I
4 o urdidos sortimento de bordados por presos baratissimoa.
3 U5ea franceses grandes e pequeos.
Lu's, lequot, espartilhos, extractos, longos, e muitoe cutres artigos qoe liquidamo
por prny-.B baratissimos.
S na Loja do Povo
ua Io de Mar$o-19
TELEPHONE 61
SAEHSIS0 BA SHHA & S0BBISH0
vara com igual fisidez, mas com expresaSo
muito diversa.
Urna destas pessoas era Renato: os
leitores j sem duvida o haviam adivinha-
do. O seu pensamento e o seu oihar nito
se despregavam de Bertha, a a sua atten-
cilo estava de certo muito longe das har-
monas um tanto selvticas da opera de
Meyerbeer. A outra pessoa era Camelia.
Desde que a condessa de Croy entrara no
camarote, a peccadora que estremecer
ante o seu aspecto e cujo oculo de marfira
nao se afastra mais do radiante rosto da
condessa, parecia presa de commocao vio-
lenta e indefinida. Dir-se-hia que lhe tre-
ma a mo e que os olhos dspediam re-
lmpagos atravez das duplas lentes dos
oculis. *
Apenas findou o segundo acto, sanio
Renato da platea, sem se lembrar sequer
de Camelia ; subi ao corredor da primeira
ordem, e entrou no camarote de Bertha
Henrique de Croy estendeu-lhe a mao.
Renato cumprimentou a joven condessa, e
trocou com ella e com seu marido algumas
das insignificantes palavras communs, que
sao como que a moeda miuda das conver-
sacoes da boa sociedade; depos, aps
cinco minutos assim empreg-ados, reti-
rou-se.
Camelia vendo-o entrar naquelle cama-
rote, n5o pudera conter um moyimento
de manifesta sorpreza ; a expressilo da
sua physionomia alterou-se ; parecen
quasi alegre. Dr-se-ha que se sentia
alliviada, e que ia emfim saber a explica-
cao do enigma, por muito tempo, e debal-
de procurado. Pela primeira vez, desde
o comejar do espectculo, pousou ella o
oculo sobre o parapeito do camarote, e
approximou do nariz o ramo de camelias
vermelhas e brancas. Decorreram assim
alguna minutos. Camelia voltava-se Ire-
quentes vezes, e nao tardou a dar signaes
de inequivoca impaciencia. Esperavs,
sem duvida, alguem que nao apparecia, e
ella nao gostava de esperar. Afinal abri-
se a porta da frisa, e entrou Renato.
Boa noite, querida, disse elle dis-
tradamente.
E sentu-se atraz da sua amante.
Camelia respondeu-lhe com um pequeo
gesto.
Que que tem ? perguntou Renato.
Que quer que eu tenha ?
Sa o soubesse, nao lh'o perguntaria.
Pois bem, nao tenho nada.
A inda bem. Vendo-a assim com
um ar to enfastiado, suppuz que se sen-
tisse adoentada.
Ento eu estou com ar enfastiado ?
Est um tanto ou quanto.
Isso tanto menos gracioso, quanto
certo estar com effeito um tanto adoen-
tada, e ser o senhor o culpado.
Eu?
O senhor mesmo.
Ora esta !
Pois acredita, meu caro Renato, que
me proporciona urna vida muito agrada-
vel?
Parece-me... comecou Renato a d-
zer.
Hoje, por exemplo, disse Camelia,
interrompendo-o ; julga-me com muitas
razoes para o louvar ?
Que fiz eu ?
Nao" sabe ?
Nao, realmente.
Em primeiro lugar, tinha-me pro-
metido ir buscar-me para me levar ao
Bosque
Nao pude de modo algum.
Porque?
Porque fui com Mximo de Bracy
examinar uns cavallos que lhe querem
vender.
E' isso mesmo, os seus am'gos esto
primeiro do que eu !
Nao o supponha...
ruNDicAo do mm
e
Contina a manter em seu3 depsitos completo sortimento de utensilios para lavoura ven-
endo sempre por pregos mdicos;
MACHINAS A VAPOR de diuerentes SYStemas e tamanhos, de Robiusoo e outros fabri-
cantes, e de 2 a 12 cavalloi.
CALDSniAS A VAPOR mnltitubulares de Fletcher, para funecionar com o fogo das for-
oalhas das tachas-
CALDE1RAS A VAPOR Cornish e typo locomotiva para funecionar com lenha e bagaco.
RODAS para agua:
BOMBAS de motun-continuo.
MOENDAS e meias moendas, garantidas.
TACHAS de ferro fundido e batido, cravadas e caldeadas.
ARADOS de differentes systcmas,
, CRIVACOES para fornallias.
MACHINAS para descarogar algodo de 14 a 50 sorras com al montadores e empastadores
a voutade dos agricultores.
Fazendo parte da direccao de sua fabrisa o Sr. engenheiro Augusto Clark, vantajosa-
mente connecido dos Srs. agricultores pelos seus trabalhos de montagem de grande numero de
Usinas funecionando neste Estado, incumbem-se de mandar vir e erigir garantiodo a produccao e
ualidade de assucar;
APPARELIIOS c meios apparelhos de vacuo
DISTILLAC0S completas para alcool e agurdente, a vapor fogo n, para grandes e
pequeas fabrica.
52-RITA BARIO DO TRIUMPHO-52
^P3S3.3srjiiyx3tJoa

w
p
z
>
Fayo mais do que suppol-o ; tenho a
certeza... E ainda esta noite me deixou( fazer justica formosura das outras.....
s, no meu camarote, para andar fazendo
visitas na sala, sem ter sequer vindo di-
zer-me duas palavras...
Em que visitas falla ? perguntou
Renato.
Ora, foi visitar aquella gente que
est all defronte de mim.
Camelia designou Henrique de Croy e
Bertha
Bom, j sei! pensou Renato. Ca-
melia teve eiume de me ver fallar a urna
mulher mais formosa do que ella, e por
isso me recebe to mal...
Nao tardar que saibamos quanto o po-
bre mancebo se engaa.
A peccadora proseguio :
Cheguei quasi a convencer-me de
que nem se quer me faria a honra de vir
dar-me as boas noites.
Bem v qua sa havia engaado.
E' verdade... e agradego-lhe o ter
vindo.
Seguio-se um momento de silencio, e
foi Camelia quem o rompeu.
Aquelle sujeito a quem fallou no ca-
marote marido daquella senhora ? Como
se chama ella 7
E' o conde de Croy.
E' seu amigo intimo ?
Nao, apenas um dos meus conhe-
cimentos.
Que tal acha a condessa ?
Nao a acho m, respondeu Renatov
com affactada ndifferenca.
Nao a acha m! exclamou viva-
mente Camelia E' muito difficil de con-
tentar 1 A condessa encantadora; eu
pela minha parte'nunca vi mulher que se
lhe possa comparar.
Nem mesmo a senhora ?
Nem mesmo eu.
Que enthusiasmo 1
Isto nao enthusiasmo, boa f ; e
eu son bastante formosa para deixar de
S a fealdade que tem direito de se
mostrar invejosa...
Entilo, replicou o mancebo, nunca o
foi, e de certo nunca o ser.
Ora, deixemo-nos de cumprimentos
desses, e fallemos da condessa.
O que nao posso explicar a sua
preoecupaco a respeito della.
Nem eu .. Mas sem qae possa adi-
vinhar o motivo por que, interesso-me por
ella, sinto-me curiosa de tudo que lhe diz
respeito.
Como se chamava eila antes de casar ?
Mlle. de Lasparo...
Tinha certeza de me nao engaar...
murmurou Camelia para coinsigo mesina.
E proseguio em voz alta :
E' casada ha muito tempo ?
Ha dous annos, me parece.
-*- E ama seu marido ?
Loucamente.
E' um mogo de merecimiento, mas
provinciano, e um tanto selvagem.
Elle sa educar ?
Duvdo.
Porque ?
Porque ama demasiadamente sua
mulher, e como lhe agrada a ella, tal
qual n3o mudar...
E' rico ?
E'.
E' ciumento.
Nao tem razao para o ser.
Ha de vir a sel-o.
Porque ?
Porque sua mulher, quer queira,
quer nao, em breve se ver rodeada de
adoradores, o que ser muito natural nao
agradar ao marido.
E' possivel.
E' certo... Onde mora a condessa
de Croy ?
Mora na ra Troudat.
A p roveitem o invern
Venrie-sp por prf50 raioav-l p*s de a?pofas e
? :>PO!Heircs com 50/.:. a l metro ce alicra ; a
*- iraiar oa rna Capitao L'.ma, triV .-sa da
J.:"!!) de Wga c, 19, .ucencia de RlHjo Coos-
Vai a casa della ?
Algumas vezes.
Renato?
Camelia ?
Aposto que vai l muitas vezas.
Engana-se... replicou o mcnceb>
com tal ou qual erabarago.
Quer ser franco ?
Sem duvida.
Entilo confesse que faz um pouc 1 a
corte a Mme. Croy.
Nao confesso til... exc'amom Re-
nato, corando mo grado seu.
Camelia fingi nao notar aquella acu-
sadora perturbagao.
Valha-me Deus disse ella com in-
dulgencia, nao lfcvia n'isso grande mal.
Julga que nao conheco os homens Sio
todos o mesmo Colloque o mais serio e
prudente d'elles, ao p de urna mulher
moga e bonita, e nao pagar urna hora
sem que lhe tenha feito declaragoes de
amor, das quaes nao sent nem urna si
palavra... Felizmente para todo e munde
sao cousas que a nada obrigaun.
Renato fechou-se n'uma negativa obsti-
nada, e Camelia fatigada parecau
vencida.
A officina
At aqui temo-nos encerrado, .
vendo este livro, nos limites um poeco
restrictos da claasica unidade de accio.
Quer isso dizer que o intoresse da noaaa
obra (admittindo que haja nella um s>-
teresse qualquer) se tem concentiadonsiBB
pequeo numero de personagens prao-
paes.
(Contina).
Typ. do Dior, ra >oq .d x' H



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