Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16678

Full Text
ANN LO
Qnarla-reira 16 dte Malo dte 1W
HUMEBO IOS
. X

PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes ailiantados. 8$00
Por seis raezcs adiantados. 15&000
Por um anno adiantado .... 30*000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICARES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre & C.*, residentes em Pars34 rae de
Provence
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por um anno adiantado .
Numero avulso do mesmo da.
Numero avulso de das anteriores.
161500
33000
$100
1200
Telegrammas
ffimg mmm ro siasio
Rio de Janeiro, 1 > de Maio, s 2
horas c 50 minutos da tarde (recebido
na estaco s 7 horas c .*>') minutos da
noile e entregue as 8 horas e lo minu-
tos).
Ka Cmara dos Deputados foi lida hoje
urna Mensagem do Marechal Floriano
Pcixoto, Vice-presidente da Repblica,
communicando tercm sido enviados pas-
saportes ao Conde de Paraty. Ministro de
Portugal no Brazil.
No Senado nao houvc numero para
se votar.
Londres, iS de Maio.
O presdeme do Bxird of Trade pe-
dio demissao.
Consta que elle se acha comprometti-
do em actos deshonrosos de administra-
do.
Berlim. 15 de Maio.
Falleceu Schlrezer antigo plenipoten-
ciario allemao.
Roma, 1 5 de Maio.
Na Cmara dos Deputados foi rejeita-
da urna moeo de desconfianga contra o
ministerio a proposito do orcamento da
guerra.
IXSTli CCAOOPLAR
EDLCA^O '
J3STTELL"STAL, HIUL S PS7SICA
HERBERT SPENCER
CAPITULO IV
A Edicuri'n Phjftiea
A retira 6, portanto, da nao se veslir em lo-
dos os c;isos da meso maneira, mas de se en-
roupar '.111 qualidade o cm quantiduda suficiente
pan prMjer o corpo contra iaalqner teniaeio do
fri, embira lw Esta regra, cuja importancia
o doutor Conili: quer tornar bam Baliento pelo
itlico, urna daquellas em qu; esto em har-
mona os bomens de seiencia = os hoinens pra-
ticos. Nao enconlramos pessoa algn comps-
tente para dar o s,:u vol 11'osta materia, que
nao cmbala fortemsnte a exnosijjao ao ar dos
menibros das manijas.
Se lia costme que deve ser reprovado, este
costume fatal- deve-o a mata que todos.
K'rsalin-'iit! laineutavcl ver as m;s pre-
judicarem to gravemanta a constiiuigao dos
seus iillios, pila transitada c tm as modas ab-
surdas. J nao pouco o mal qus ellas a si
mesmo fazem. conlonnandi-se a todas as lou-
curas que os nossos visinhos da Franca se lem-
bram de inventar; mas que vslam os seus i-
Ilios de saltirobancos, segundo as imhcages de
La suficiencia qu da impropri'da le de tees vesti-
dos, isso monstruoso. Sf>:'re-e um descoufor-
to. maior 00 monos; originam-se uesordens
Erequantes : susla-se o crjscitoento ou mina-se
a constituico; provocm-se vulgarmente mor-
tes prematuras; tudo porqui s entende que
necessario man lar corteros vestidos pelos mol-
des e faz;ud:is do capricho rv.:i':ez.
NAo si, i' : ara ir la :i la, as mus castigain
e apoqumtam os lili com a insuficiencia d:
vestuario ; mas p>r motivo idntico Impepi um
jen-ro do vestuario qua prohibe a activulade
salutar. Para agradar a vista, escolliem coros e
tecidos completamente improprios para o uso
spero que os divertim n'.os livres reciamam;
e, portant >, para que as roupas nao se cslra-
guem. sao prohib los esses livres divertimentos.
-Levanta-te, olli 1 qu : va s esti igar a la jaque-
te nova., tal a ordena dada a qualquer rapa-
tito que .-: Bonh 1 a brincar no chao, yeoha
c; vae sujai as metas, diz a governante pura
um dos seus p ipillos que d xa o caininho tri-
lhado para tre] 1 terraplena Este nial
duplica lo.
PAR TE OFFiCAL
ACTOS DO PODER EXECLTIVO
Decreto n. 692 A-de 10 de Abril de 1894
Approva o regulamento dos Crrelos da
Repblica
Resulainento da Repartieio Geral
dis Crrelos a <|ue se refera o de-
creto n. loi A desta data
PRIME IRA PARTE
DO CORREIO FEDERAL B SEUS SERVICOS
TITULO I
DO SERVigO POSTAL mamo
CAPITULO VIII
Perm .' ico de fundos vales oslaos
Art. 150. O Correio cncarrega-sc do servico
de permutado de fundos por raeio de viles fot-
tacs.
Art. tal O; vales postaos dividem-se em
nomiaaes, ao portador e de servico.
t." Sominaes -sao os emittidos em favor de
certo e 'determinado individuo, designado pelo
nome proprio. ou de certa e determinada a corpo-
raco, estabelecimento, empreza ou sociedade,
nomedamentc designaila.
2. Ao portador08 emiltido3 sem disigna-
cao de individuo corporac.lo, cstabeleciraento,
empreza ou sociedade, para serem pagos a quem
os apresentar.
t 3 o De servicj-oa emittidos para transfe-
reocia de futidos entre reparliges publicas da
Uniao e dos Estodos, pagamento de venciraen-
tos, aiudas de custa, despezas com transporte de
malas e das resultantes de caso de forja maior,
que tenham sido ou devam ser pagas por em-
nrerados do Correio. :
Art. 182. O valor mximo do3 vales postaes
nominaes ser de l:000# quando tiverem de ser
pagos as Administraces de i.' classe ; de
80O, quando o tiverem de ser as outras admi-
nulrasoea e sub-adnainistracoes; de iWf, quan-
do o pagamento ti ver lugar as agencias de 1,'
classe, e de 100 as de 2" e 3a clases, cujas
rendas comporiarem esse servico e forem para
isso autorisadas.
Art. 153. Para os vales postaes ao portador o
valor mximo ser : de 200*. quando tiverem
de ser pagos lias adimnistraoas de 1.* classe,
de OO as outras adininislracees esub-admi-
nislragoes ; de orl5, as agencias de t* classe-
e as de .' e 3 *, observadas as condices esta,
beiecidas no artigo anterior.
Ari. loik. Sao encarregados daeraissoc pajfa-
meiiio d vales as administraces, sub-admi-
nislragOes e agencias autorisada* para esse ser-
vico, os respectivos the.foureiros ; e nauucllas
em i|uo nao os liouver, os proprio agentes.
Ai!. 153 Os tomadores de valesnominaes -
ou a> portador pagar um premio proporcio-
nal, i:a forma da seguintc tabella
Ate 250'Hi
. 511 < XX)
. lUI'iO n
460"00
* 2 OiOUO
. :t o ,50 o
4 O0 0
. oO'-JOdil
(iiiOOOO
700*00-1
. M'0 (X)
. 901 000
1:0006900
Art. I5C. Si os vales forem
TO0
MOH
t'>00
11800
20tH)
2*501
3i'"0
:50
IMID-J
4io()i
Si 0)
55O
600
expedidos com a
olaurjeii/e para que sejarn entregues na
cidades ou povoages, onde estrjam simadas as
administraces ou agencias desiinalanas a bou-
ver disinbuicao a domicilio, por portador ex-
presto, paKarao mais os tomadores o premio tixo
de 50) ris ; e si exig:em que em lempo op-
portuno se liles de um cerlillcado do aviso de
re :epci>. pagaro anda o premio lixo de iO
reis, ludo eui sellos do Correio.
Art. 157 Os premios dos vales e as d-'inais
despezas com a emis.-ao, serio pagos pelos to-
madores, no acio de aurrseniarem a requisic-o,
e licariio perlence.ido a Unio, desde que a einis-
so se ivalise, nao podundo mais ser restituido
nem mesmo nos casos em que 6 peimiindo o
reembolso.
Paragrapho nico. Os vales-de servico -n-
cam isenios de qualquor laxa ou premio-
Art. 158 Os vales, lou-o depois de emittidos,
serao iminedialamenie reaistraos per conta dos
tomadores, aos quaes n entregara um ceriiilea-
do de registro, e, emquanto nao forem pagos,
oompete-Niedl o direito de modilicar-lbe o ende-
rezo susiar a entrega, ou pagamento delles
Art. td- .Nao permitllda a emissio de va-
les a favor de individuos designados por letras,
iniciaes ou r.ome ue ho in lividtiase ou de-
termine de modo certo o destinatario ; podea,
porm, ser emitiidos a favor de empresas, cor-
porucOas, redaecOes ou administraces de jor-
naes, estabelecunentos pblicos ou particulares
lirinss commerciaes.
Art. 16 i. Si o tomador de um vale nominal
ou ao portador nao quizer declarar o seu no-
me ou appellidos, sero taes indicaces substi-
tuida por letlras iniciaes ou pela palavraAno-
11 v 1110.
Art. 161. Os les postaes emittidos de urnas
para outras rep.irticsa do C-.rreio, soro vali-
uos somonte al ao ultimo da do terceiro nez,
a contar da data da emisaao; terminando osle
pia/.o, s podem ser pagos depus de revalidos,
a pedido do tomidor ou do destinatario.
Art. lu A rovaLdacio dos vales postaes
consiste na concesso de um novo periodo
do de validad; igual ao primeiro, o qual
pode ser succ;ssivamenle renovado, e m-
quanto os vales nao estiverera prescriptos, me-
diante novo premio pag> pelo tomador ou des-
linatario, na repartici emissora ou na de des-
tino, por meio de seiba ordlaarioa, adheridos
no verso do vale, antes de revaldalo ou
pago.
Art. 161. A revalidaco dos vales ser feta
as repartiros emissofas ou de destino por so-
lieitecao dos tomadores ou destinatarios em
urna formula mpressa fornecida pela raparti-
co.
Art. 64. As importancias dos Tales nao pi-
pos prescrevem em favor da Fazenda Nacional,
lio fim de um anno, a contar da data da eans-
sao. .
liste pra/.o, porm, fica interrompulo pelos
procossos ou reclamaces escripias, a rospeito
dos niesmos vales, para os quaes o novo pra-
zo de presenpeo comecar a ser contado da
date da sentenca final, ou despacho derini-
tivo.
Art. 165. O governo poler, cm circumstan-
cias extraordinarias, mediante rapreaentecSo
motivada do director geral dos Correios, sem
prejnizo do reembolso:
Io suspender temporariamente a cmissr.o e
O'pagamento devales em qualquer reparticao
postal ou cm todas as ropartujes postaes da
Repblica :
2o reduzir tjmporanaminte o valor mximo
dos Tales.
Art. loo. As requisices dos vales icarao
archivadas as r;partices de origem, durante
o prazo de tres annos. lindo o qual as agencias
as remetterao s administraces, para seren
verificadas e cm seguida destruidas os tales
dos vales, porm, sero remettidos pelas ag;n-
cias dsadminislr.ices, logo depois d;realisa-
da a emissao e a entrega do ultimo vale do res-
pectivo livro. .
Art. 167. Os vales de servico serao emittidos
em virlude de requisigo especial c em formula
tembam especial c m a declaracao do fim a
que se destiaun as respectivas importancias,
a data e a si.natura do empregado postal, ou da
autoridade ivqutsitante. .
Art. n 8. So potem fazer taes requisicoes as
autoridades o funecionarios competeates para
usar 'in di franqua official.
Art. 169. Aos tomadores de vales sero da-
dos em troca das quantias que entregaren!, os
competentes recibs, podendo os mesmos to-
madores. in qualquer tempo, exigir que lhes
seja declarado si os ditos vales foram ou nao
pagos, c para esse.fim haveruma formula im-
pressa em que se escrevam os dizeres relativos
data da emisso e ao individuo a quem [de-
via ser eifectuado o pagamento, am de que
seja imme liatamente remettida, e, depois, de-
volvida, em registro de servico, repartico
ene irrogada de pagar o vale.
Art. 170. Os vales postaes s podem sar sub-
stituidos as repartiges emissoras:
Io quando perdidos ou extraviados, passan-
sando o prazo de sua validada.
2" quando deteriorados ou nutihsados, logo
que sejan exhibidos. ____ .
fi "Para a substituido de vales ao portador,
o tomador fara a requisigo em uma frmula
impressa fornecida pela repartico, acompa-
nhada nao s do recibo da emissao, como de
attestado do Correio de destino, em que decla-
re estar ou nao de posse do aviso do vale ; nao
ter sido este pago e que nao sera effectuaao o
pagamento, si for posteriormente aposenta-
do.
2o Si o vale for-nominal-o tomador ou
o destinatario ter direito substituigo, re-
quisitanio-a na formaestabelecida, sempre ao
Correio emissor; o destinatario, juntando at-
testado do Correio de destino, passado nos ter-
mos do g 1, e o tomador, o mesmo attestado
e o recibo da emisso. ,
S 3 Nos casos de substituicao urgente de va-
les, o attestado de que tratam os paragraplios
f
anteriores pode ser supprido por declarago,
termos claros, da repartico de destino, em fondo.
Onoveva Rosa da Silva Correia (Jomes -De-
de servico, e em/esposta a tele-
lhe lor expedido pela repartigo
em
telegramma
gramma qu
emissora.
ArL 171. No caso de substituicao de vales,
quer sejarnao portador ou nominaes -os
tomadores ou destinatarios pagaro o-i premios
establecidos ueste capitulo, representados em
sellos ordinarios qu: sero applicados nos va-
les emittidos por substituigo.
Ar. 1/2. Os tomadores do vales postaes po-
dem ser reembolsados as repartidas emisso-
ras, mediante a apr.esentaco do proprio vale e
pedido f.iio em una requisigo impressa, for-
necida pela repartico, desde que o aviso e-te-
ja no Correio emissor.
Art. 173. Quando um vale for tomado sob a
declaracao Anonymo ou com a indicago das
iniciaes d> nome do tomador, se tiv;r de ser
reembjlsado, alm do que ica establecido,
juntar este ao propri > vale e recibo da emis-
so e o reembolso se ertoetnar sem mal for-
malidades, se o aviso estiver 11a repartico
emissora.
Si. porm, ahi nao estiver anda o avi-o, a
requisigo como o recibo de emisso e o pro-
prio vale, ser suometlido a despacho para au-
lorisag-o do re-embolso
Art 17i. Quando, 110 caso da ultima hypo-
these do artigo anterior, houver urgencia no
re-embolso do vale, a repariigo emissora, por
meio le telegramma de servigo expedido a
repartigo desiinalaria, e em vista das intor-
mages iran-wiuidas em resposla autorisai ou
nao v rc-enibolso. .
Art. 175. Si o tomador de um vale requisi-
tar na f.rma ji estabelecida, que o pagamen-
to seja feiio em lo alidade diversa da primi-
tiva, pagar para esse lim todas as despezas,
como se tivesse de ser frita urna nova emisso.
Art 176. Os vales postaes nominaes -podem
ser transferidos por meio ir ende* e, BMte
caso, uo sero mais pagos ao* primitivos
destinatarios, excepto em virtude de novo en-
dosao,
Art. 177 As pessoas, em favor de quem ser
effectuarein os enuosso-", passaio no ecto do
pagamento os respectivos recibos no proprio
vale.
Art. 178. As Broas dos endorsantes, quando
nao conhecidas devern ser autenticadas por
tabellifs, cnsules, ou abonados perante os
empregados incumbidos do pagamenio dos va-
les, por qualquer dos meios permiliidos em di-
reito.
Art. 179. Os tomadores de vales postaes teem
o direito ou determinar que 0 pagamento seja feito a
oulra pessoa
i'ara esse lim dirigiro um pedido,em mo-
delo impresso forneci lo pela repartigo, a ad-
ministrago, por intermedio da repartigo emis-
sora, juntando o recibo do vale.
Art. 181 Os vales seru pagos mediante re-
cibo a 1 as adiinnislraues -dentro de 24 hora
depois da sua apresentago nao se contando
os dios feriados ;
2o. as subadministrages e agencias den-
tro do prazo ue oito das de vista.
Art. 181. Os va es nominaei sero pago?,
mediante recibo assignado:
!. A's pessoas a favor de quem forem emit-
tidos ou endossados e sejarn indicados por eeus
ir "lies ;
2." Aos representantes de casas commerciaes
ou emprezas, aos administradores serenes e
proprietarios de jomaos, aos funecionarios e
directores ou administradores de eitabeleci-
Dia 12
Francisco de Mello Cuvalcantc de Albuquer-
que-Infirme o Sr. engenneiro fiscal da Com-
panhia Recife lirainuge
Joaquim Lopes Ma:bado Nomeio os pnge-
nheito r. Joo Claudino de Oliveira e Cruz,
Jos Joaquim de Mello Cah e Gustavo Mer-
mond
Jos, da Costa Ferreira -Informe o Sr. enge
nheiio fiscal da Companlua Drainage.
Dia i4
Antonio Jos de'Abren Informe o Dr. ins-
pector do Thesouro do Estado.
Ame*ia Francisca da CostaInforme o Dr.
inspector do Thesouro do Estado
Tesante-coronel Frederico Augusto Paos Bar-
reto Informe o Dr. inspector do Thesouro do
Estado.
Companhia Progrc-sso Colonial Informe o
inspector do Thesouro.
Guiseppe Dominice Concedo para os mezes
de Junho e Julho do corrente anno, mediante
as clausulas da portara desta data.
Buena re Horacio Walfredo Peregrino da Sil-
va -informe o Dr. inspector do Tnesouro.
Joo Joaquim de Olieira-Informe o Sr.
Dr. .lu/, de Direito do? execuces criminaes
Jos Antonio Pereira Ialbrmc o Sr. Dr.
Questor lolirial.
aria Rutina do Espirito SantoIndeferido.
Nio Paganello-Deferido nos termos da por-
tara desta data.
Secretaria do Governo do Estado de Pernain-
buco, lo de Maio de i89i.
0 Porte i ro
H. M. da Silva.
Recebedoria do Estado de Per-
nambueo
Despachos d> da l de Maio de tSO 1
Lourenca Maria da Conceigo, flackburn Nee-
dlura 4 CCcrtilique-se.
Jos de Barros Lima-Informe 1- secgo.
O porteiro,
Custodio B. da Silva Guimaras.
Oui-stiira Policial
2.* secgo -N. 104. -Secretaria da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, em 1 i de
Maio de 18W4.
Sr. Or. overnalor.-Participo-vos que foram
recollndos i Casi de Detengo os seguiutes
individuos :
No dia 12 :
A' rainha ordem, M inoel Jos dos Santos e
W llaiu Jones, como gatunos.
No dia 13 :
A' Btmba ordem, Marr.olino Bezerra Torres,
para averiguages policiaes.
A' ordem do suiwelegado da Ireguezia do
Recife Hypo'1'0 da Costa Bastos, conb.-cido por
l'op, por uso de armas prohibidas e como des-
urde ro.
A' Ordem do subdelegado do 2- districlo de
S. Jos, Manoel L;ile Torres Gallindo, por dis-
turbios.
/y ordem do subdelegado Maria da Aununciago, por embriaguez e dis-
turbios,
Communicou-me o subdelegado da fregu-
zia do Reci e que hontem, s horas da tarde
indo o indivitno de nome Luiz Dias de Araujb
a mandado do seu patrao cobrar de Jos l'essi
nina quantia de que ihe era elle devedor. e
acbando-se Pessi em etado de embriaguez, ati-
rou um peso soore Luiz Dias, que, em repre-
salia dea-he com urna canna, resultando dis-
to sahirem ambis fendos sendo alinal presos.
A referida autoridade tomou co:.beciinento do
fado e contra taes individuos procede na for-
ma da le.
Anda hontem, e pela mesma autoridade foi
preso o gatuno de nome Joo aItoi de Souza
Marti 38, por estar laisiliando bilhetes com a
ESTADA D\ jIWAO
Para
de M iio:
a funcionar
o CQgresso Esta-
11 VVWI VO Vt* Jtiiinunwv -------------- i *.. *n i*--- -,w. -_- ------------------ --
inentos pblicos ou particulares quando os va- firma de Oveira & C. estabel"cido com bote
las tiverem sido emitiidos ou endossados a fa-
vor deesas entidades.
Art. 182. Os vales ao porta.hr soro pagos
a quem os apresentar, sem ou:ra formalidad!!
alm do reedha/do apresentante.
Art. i83.^W-- gamento 4*'Vales postaes-nominaes quando ti-
verem duvMas, ou nao reconhecerem a identi-
dadd dos individuos em favor de quem forem
os vales emittidos, podero exigir essa prova
pelos meios seguintes : abonago do cnsul,
de duas lestemunbas conhecidas dos empre-
gados, ou de represntente de qualquer tirma
social.
Art, 184. Quando, nos casos do artigo anle-
cedente, as assignaturas dos recibos forem de
representantes de firmas commerciaes, de pa-
gas do exercito, da simada ou de polica, de
funecionarios publicse empiegados de esta-
belecimentos particulares, devein taes asig-
naturas ser acoinpantiadas de marcas de chan-
cella, carimbos ou sinetes de que uzarem as
firmas commerciaes, corporages emprezas ou
repartiges a que pertencerem os abonadores :
de abonaco de co ^mandante de corpos, ma-
jore3, captaes ou commaudantes de cospanhia
ou cheles de qualquer estabeleciineuto mi'-
tar quando forem >do pragas do exercito ou de
polica ; de commnndautes de navios, capites
do porto ou chefes de quaesquer eslabeleci-
menlos navaes. quando se tratar de pragas da
armada: dos directores ou chefes de reparti-
ges publicas ou estabelecimectos particulares,
quando se tratar de funeciouarios ou de pes-
soas erapregadas em taes repartiges ou este-
belecimentos e a quem interesse os vales.
Art. 180 Quando os recibos dos vales forem
assignados por procurages devero estas ou
seus traslados autnticos IIcar archivados na3
repartiges onde se ell'ectuarem os pagamen-
tos ; e, si o destinatario de um vale nao sou-
ber ou nao Duder escrever, o recibo s T pas-
sado por qualquer pessoa a seu rogo.devendo
o acto do pedido do rogante, e assignatura
do rogado ser legasado por tabellio, cnsul
ou duas testeraunhas.
Art. 18G. Nao sero pagos os vales :
1." Que contiverem alteraces no texto, rasu-
ra, entrelinha, palavra ou palavras accrescen-
tadas, emendadas ou riscadas ;
2. Que tiverem discordancia esseneiaes en-
tre o vale e o aviso ;
.V Quando houver differenga de quantia en-
tre a escripia por extenso e a representada por
algarismo ;
4. Depois de expirado o prazo da validado
ou das revalidages nelles exaradas.
Art. 197. O pagamento dos vales as condi-
ges do artiga antecedente s poder ser fei-
to mediante autorisago escripia, assi^nada e
langada no corpo do vale pelo chefe da repar -
ticao.
Art. 188. Os vales postaes nao esto sujei-
tos ao imposto do sello, e os de servigo esto
isemptos de qualquer taxa ou premio.
Art. 189. Os empregados incumbidos do pa-
gameoto de vales sao reponsaveis, para com
a repartico, pelas quantias que tenham sido
por elles indevidameute pagas a.outras pessoas,
que sejarn os verdadeiros destinatarios.
(Cont tr.a.)
no Largo do Paraizo, e haver recebido em troco
dos mesmos burletes a quantia de 70000 tendo
gasto dita quantia com a muier de nome Fran-
colina, moradora a ra da Senzala 'elha n. 70
1- andar, aquem dera dous aunis de ouro, de
custa de liOOO cada um, um par de botinas,
um dito para menino, um par de sapatos de
charlte, doze covados de chita e tres varas de
madapolo.
Os mencionados objeclos foram apprehendi-
dos e entregues ao dono do referido hotel vic-
tima de tal estellionatario, sendo este remetti-
do por aquella autoridade ao subdelegado da
freguezia de Santo Antonio, visto ter sido o
crime commeltido no districlo de sua jurisJic-
Sa- -
Communicou-me o delegado do rau-ncipio
de Pauebas que no da 9 do corrente, no luar
Santa Cruz diquelle municipio, o individuo de
nome Francelino Aprigio da Silva desfechou
um tiro m Joo Francisco da Motla, nao o at-
tmgindo. felizmente, por ter elle .-e desviado.
Odelinquenle foi preso, e contra elle proce-
de aquella autoridade de conformidade com a
ici.
Pelo delegado do municipio de Tacaratu
foram remedidas no da 30 do mes lindo, ao
respectivo jis de ditrictc,as diligencia* a que
procedeu com relaco ao assassinato do capi-
to Antonio Joaquim Freir Leitinho. Prcfeito
daquelle municipio. Rcando bem provado quaes
os autores desao crime.
Pelo subdelegado da freguezia do Recife
foi hoje apprehendido em poder do gatuno
Joo Kerreira di Silva, um per, que se acha
depositado nesta repartigo alim de ser entre-
gue a quera for de direito.
Ao Sr. Dr. Ulexaadra Jos Barboza Lima,
muito digno governador do Estado.
O questor
Julio de Me-> Filho.
Governo do Estado de Pernam-
bae
Despachos do dia 11 de Maio de 1894
Isidoro Marinho Cezar-Dirija-se ao Tnesou-
ro que est autorisado effectuar o pagamento.
Joo fcaplista da Silva Prxedes-Escriptu-
re-se para opportuno pagamento. <
Jovita Cockle3 de Mello -Informe o Dr. ins-
pector do Thesouro.
Maria Christina Cavalcante Pessoa Gezar-
Dirija-se ao Thesouro que est autorisado a ef-
fectuar o pagamento.
Ditas at 8
Coolinuava
toil.
L se na Provincia do Para de 7 :
t>08oame disseai s ooaierr, realuou-se 00
sabbado a rrooio extraerdioana da sssemOla
g ral do Banco E aissor do Norte, e.'Undo pre-
spnies accHioistus, representando 33.732 ac-
g's com 3 322 votos.
Foi suDiufv.tna a dehbe-acSo da S3sembla a
prjposta da Directora, retereota a reforma do
aito hunco, na rentido de r*;uzi- o seu capital
para 2.000 coutos de ris e retirar dos r-specti-
vos estatutos o que co ceme a emisso e car-
leira hvootaecana.
O dr. Ausus-o Feroanda Beroeaud apresen
toa urna indicaco asslenaia por si e outros
accionistas nete sentido:
1* Autortsar a reorgaoisago do Banco Emis-
80* do Norte, so i a denotniuago de Baaco Pa
rense totnaoao-ae 10- bas" o sego'nte :
a) Redosir o caetlal p*a 2.000 cootos de
res, dividido em 20.000 arces tntegralUadas,
do valor nominal ne iDOioW cada uoia, ao por-
tado', 8Ub8tltaioda.se por cautelas de aeges
-o! novo Banco as actnaea cajtelas de aeges
2 1/2 arcas d'este por cada ama d'aquelle.
b) U novo Banco aesome toda a reipoosabi-
liiaaoe d reitos do Aetivo e Passivo do Banco
que se r,forma.
c) Refundidas as dive-sas contas de Fuios
-i- Heaervas e do Capital do Banco Emissor do
Norte e dedazlda a importancia de 2.000 cootos
para Capital do novo B.n ,c, o excedente i-era
escrlpior-do emReservas para liqutdagoa'.
qoe se liquide definitivamente tudas ai contas
ixal amparadas da -c nal carteira do Banco Emis-
sor do Noie e, ama vez ultima ia ella, o qoe se
aparar pagar para Fundo de Reiem do
novo esubelecimenio.
< 2* Designar a Directora do Banco Emissor
do Norte para oriraoi-ar os eslealos 00 novo
banco, de aecrdo com as bases e os consideran-
dos cima especificados, afiui de serem oppor-
tunamente apresentados respectiva asseuiDIa
geral.
3# Coafe-ir mesmi Directora plenos e il-
liioitadus poderes, Inclusive a de p*oorador em
causa oropria, para reenlarisar a Iludida refor-
ma, pratlcar todos os actos connexos e cense-
qneotes, assignar todo q iaoo ai
refenao fim, bem como fazer na '.eecripiurago
do. Banco os diversos langamentos, de mado a ti-
car curado o Capital do novo Banco, conforme
a lettra do o. 1 d'esu ioiic^go.
< 4* Conceder dita Directora todos os pode-
res em direito neceasarios para a 'ijoiiago da
indemnisaco a que tem direito o Bao Emissor
do Norte, ae acOdr nom a lei n. 183 C, de 53
de Selembro de 1893 escnptoranlo o valo* li-
quidado na con aPaodo ae Reservato novo
Bqco, tlcando nelles subroeada a Dire:torii qoe
fr constituida para o novo Banco.
Apoiada e posta em dlscossis, juntamente
com a proposWVia Dt-ectura, pedio a palavra o
Sr. Fjrtooato Jantor, qoe apresetiiou orna pmen
da para qoe o no 10 Biocu se intitule Bino
Norte do Brazil-
O Sr. Con antioo Q. de Carvalho jostifi-
coa out-a emenda, para serem as aeges nomi
nativas.
O Sr. Dr. Antonio Pinbeiro apresenlou urna
nova emeoua, para que o tyno das acgOes fo-se
escolaido pela commissao eucarregad* de con-
feccionar os estatutos.
' Encerrada a discuaeo e pista a votos a ii
dicsgao-Berneaud, salvas as emendas, foi appro-
vada unnimemente, bem como a proposta da
Directora.
Fot egnalmente approvada a emenda do Sr.
Fortunato Jnior, para qoe o Baaco se deaomi-
nasseBanco Norte ro Brazil.
As demais emendas foram rejeitada'.
O Sr. Em.lo Marlips. .por parte da Directo-
ra, agradeceu a conBanga'que a assemDla Iba
acabava 09 maoifestar e propoz qoe, para f.zer
parte da commissao t-ocarregada de confec:lonar
os oovos psutoto?, "3 neloisse os membros do
cooselno liical do Banco Emissor do Norte, o
que foi app-ovado .
2.1" secgo N. 1>5 -Secretaria da Questura
Policial do Estado de I'ernambuco em lo de
Maio de 189 i.
Sr. Dr. Governador -Participo-vos que feram
hontem recolhidos Casa de Detengo os se-
guintes individuos !
A', minna ordem Joo Ferreira da silva, como
gatuno; Andr Mauoel dos Santos, vindo de
Palmares, como sentenciado; Francisc 1 Borges,
Jesuina da Conceigo e Mana Cardozj da Silva,
viudos de Ipojuca, como alienades, cora desti-
no ao asylo da Tamarin-ra.
A' ordem do subdelegado da freguezia de San-
to Antonio Joaquim Graciliaoo Candido da Rosa
Demetrio da Silva Olivelra Pedroza, Joo Bap-
tista Hispo e Julia Maria da Conceigo, par dis-
turbios. .....
A* ordem do subdelegado da Magdalena,
Theophilo Al ves Pereira, para averiguac s po-
liciaes. ...
Communicou-me o delegado do municipio
de Agua Preta que. no dia 21 do mez lido, no
engenho Cuyab, daquelle municipio, Antonia
Lins de Vasconcellos aprovejtando-se da occa-
siao em que dorma Joo Luiz de Siqueira Ca-
valcante seu marido, e por quem era ella mal-
tratada, segundo confessou, a'irou sobre o
mesmo Siqueira, um pouco d'agua quente, que
queimando o horrielmente.produzio-llie a raor-
te no dia seguinte.
A referida autoridade tomando connecimento
do fado, fez vistoriar o cadver e contra a de-
lnqueme que foi presa em flagrante delicio
pi ocede de accordo com a lei.
Falleceu hontem, s 9 1/2 horas da raa-
nb, na enfermara da Casa de Detengo, vic-
tima de beriberi, o sentenciado Jos Francisco
da Silva, conhecido por Jos Matliias.
Ap Sr. Dr. Alexandre Jos Barboza Lima,
mui digno governador do Estado.
O questor,
Julio de Mello Filho,
EUROPA
Franca
A totora elr-igo do presidente
da RepblicaO < candidatos co-
nbecidos e rpida apreciaco de
algoos joroaes P.ecrpgo da
emDa xadaannamitaReaberta-
ra do parlamente.Nova ae'ro
ta das tribus de Touar?K8No
vo empresttmo da cidade dffa-
riztxposigao regional de Lyao
e a declarago do ministro do
commercio em Carcassoane so-
bre creogas religiosas A. en-
trevista do correspondente do
Fgaro com Humberto da Pa-
lia e a opioio da imprenaa
Ujia declarago doSr. Flourens
Diversas outras uoticiasMer-
cado de Paita.
Comega a fallar-se na eteigo para a presiden-
cia da repblica, que deve realijar-se prxima-
mente, annuociaodo o Gonlois qae b js nove
candidato?, representados nos Sre. Carnot, Casi
mlr Pernr, Challeiiel Lacour, Magniu, B'is oa,
Meline, Dopoy, Waldeck Rousseau e o almirau-
te Gervals.
O Rappe! declara que este ultimo ae nao
apreaenia, e mesmo cao poda ser eleito, porque
militar e o presidente da repblica eleve ser
un paisano, sendo de opinlo i'imuem que se
n deve cootar enm a elfeclividade da caadi-
datoras Waldeck Riusseao e Dopoy
Segundo o Ssuiois, Caeiailr Perler teria
grandes probabilidades de ser tlelto, mas pre-
sidente ao conseibo, a sesso parece ea'.ar deati
r.ai* a ser muito agitada e s por milagre pode-
r evitar um desasir que Ib lnnti)isa a can-
didatara. Os Srs. Ciallemei Licour e Marotn
contam com certos elementos, e o Sr. de aris-
tn ter da 180 a 300 vo.os no primeiro escru-
tinio.
Na opinio da mesma folba, o Sr. Carnot rica
o X da fnlura eteicao presidencial. Uas assega-
ram que se nao apreseotars, outros affirmamqoe
elle trabaiba pessoalmen e na soa reeleigao ; e o
Rippel faz votos para que tennam razo os qoe
assagurau que elle alo apreeentara a sua can-
didaiu-a, nao porque lenba nada a dizer cont -a
o Sr. Carnot, que foi um presidente mais do qae
rasoavet, mas porque a soa reeleicao o conser-
vara oa presidencia por qaartorse annos, i anittf a'ama repubcj.
Seria a duragSo de am reina lo. O d Laiz
Filippe poo u mais urou. o de Lu z XVIII d-
roo exactamente o mesmo tempo, e mano me-
nos o de Carlos X.
Depcis... lea presideots vontvite. Grevy,
reeleito, nao poade completar o periodo do sea
serondo governo; Tmers e de Mac-Mab.o nea
mesmo cnegaram ao fim do primeiro.
O iateresse do Sr Carnot esU em na esperar
que ae digam : basta I
O presideote da Repblica, recebeo. cffi-
cialmeate, no palacio do Biysro, a enoaixada
annamita, qoe veiu aprpsentar-lbesea1 homeoa-
geos de respeiio e ce fld-li tale a Praoca.
A 1 amara dos deputados recomecooassaas
sesadas, interrumpidas pela* lerus da Pascboa,
deveado oceupar se exclasivatce te dos traba-
mos Hoanceiros. considerados como urgeotes.
A ioierpellago do depotato Jsor--, referente
s meditas qoe devern ?er aplicadas contra os
capitalistas e padres acensados de terem abona-
do dloheiro aos ana-chis!as. excitando os a coa-
metier crimes, foi novameote adlaJa, por ooes-
tarem anda encerradas as invesligag j adicta-
ras a respeito.
A commi.-so de orgamento ara,
da qual foi eleito presidente A*-
potado e iitiio mini-'t-o da t atoada, est esa
maolfeala bosiibdade ao mipisierio.
igualmeote o 8r. Etaaroo Lo.kroy, depotado
e presidente da commissao extra-parame lar da
mariuba, encarregada de examinar o faaamen-
lo das ooticias espalbadas sobre o mi estado da
manaba francesa, anreseniou o seo relatorlo,
qae pe83lmisia, soore difTereotes pontos com-
mso.adog.
No entretanto, provocada a volago de ama
mogo de cootianga ao ministerio, foi ella appro-
vada por 3i0 v..ios oa cmara dos depatados.
O miaistario das coloaias recebea noticias
telegrapbicas, anonociando qae a columna ex-
pediclonaria, sob as ordens do coramao lante
Jo.lr, derrotara de novo as tribos de Toaarcge,
na? proximidades de Tjmboactoa-
O novo empresitmo emiiildo por esta cida-
de obteve norma sascesso, secdo cobeno ollea-
ia e cinco vetes.
A importaaola do mesmo le dous milDes da
f rao eos, a taxa de 2 1/i 0f
Foi inaugurada a expodcao regionil de
Lyo. qoe tem sido muito concorrlda.
O Sr. Casimiro Perier, presideote do conseibo,
acompaobado pelos m oi*t-oa da fazenda e da
commercio e industria, Srs. Burdeaox e Marty,
abno-a, perante compacta maltido qoe prorom-
peu em vivas Fraoga.
Noioo-ae a presenga de moitoi depatdos e
secadores e altas peraoaagens civis e militares.
A cidade esteve entenada, remani gande
ammagao.
Os referidos aaioi tros ao ebegarem a Lyio| ti-
veram entbosiastica recepgo.
O Sr. Marty, ministro do commercio. dis-
carsando em Carca*sooe no banquete qoe loe foi
dado pelo Circulo Republicano, oeMaros qoe o
governo respeita todas as creogas religiosas,
mas nao admiue qae estas criem para nin ama aituago privilegiada; fart onedecsr s
ma rsiolar e militar, sem coolemplaco, nem
fraqoeza.
O Sr. Gasto Calmtte, co're^ponderte do
Fgaro, > aoooncia q e foi recebido no Quri-
oal pelo rei Humbf-rlo, o qual Iba f-z am acolni*
meoio li8ongeiro e aecUrages iranqaiLsado-
ras.
O Fiearo depois pobifroa a convfrsacio ba-
vida em Roma eotre o re Huinbeno e o S-. Cal-
mette : e as deciaragOes do monareba I aliaoo
esto seodo objeeto de apaixooados comnenta-
nos nos joroaes, coomeotario d'jade se infere
qoe a opioio em Fraoga acoliten co u deacooB-
aoga e iodifereaga as oeelaragCes do sotieraoo a
favor da paz, a sua affirmago de qae entre a re-
pblica franceza e a mooarchia italiana sOaaente
exilie um mal enteadido, qae nao e fecM expli-
car, mas qoe oo obsia a qae subsista a anttga
sympatbia eatre as duas n cages acerca da slgDiticaco e alcance da eo*
trevista celebrada em Veot-xa, ha dias, entre a
angosto interlocutor e o imperador da Adema-
nba.
O Temps clasailica de logares cemmans as
dciUrage dort-i Himberto a favor e* paz, e
adverte qae ellas esto pooco em barmunta cms
os conatantas aprestos militares oa luna, coa a
imposicao do ministerio Crisp e com a esen-
cia de novos crditos para augmentar os rlemeo'
tos de combate e defesa da mooarchia italiana.
O mesmo jornal attribue certa grvida .> s
insioaagas de Hamberto 1 ao dizer ga, nragas sua rlqasi, pote permiitir-se o la-
xo de ,0 a a especie de cas 33. e taivet se deixe
levar por aapiragoes belliccsas, cjntsndo como
conta com maior exercl'.o e com um armamento
mais completo.
E itende o Temps que taes pnrrse* ocal*
tam o perlido proposito de prepa-ar a treao
para qoe recaa sobre a Fraoga a reso.sabl-
liaade de qoe possa occorrar com o ana ir des
tmpos.
E, de todo is'.o, resulta alie! a convirglo,
qoe em todos os espuitis serenos s> esta laxen*
do. de que urna guerra eu'opa iaevitavel, e
que est suprema liquidarlo dos aggravos a dos
resentimealos das graides potoncia, sera o anl"
co raeio de restabelecer, linda a campaba, a
normalidade das despezas militares, qae tanto
e.3iao obrecarregaado os seus orgamealj'.
O Sr. Floureis, antigo mloislro dos 0Pg>
goc os esrangeiros, acaba de fingir urna carta
ao Fgaro. > ueclaranio qoe uo o aoior neo
inspirador de am artigo pnolicado por es e jor-
nal intitulado Dessoas diploraattques, e qoe
produzra um verdadero escadaio,
O Sr Flourens Ceclara :
> Qaaodo era minsistro dos negocios e-'ran-
geiro, ata dos focc:ioaario3 do Qoais Orsay,
boje embaixador da Frang junto do Qa:-
riosl, psdia-me aaionsaga para pnblKa.- ama
serie ae documentos diplomticos rtlativjs a
qoealo de Tookim.
sis pubcago taha po- coa-equencla 1es*
troir eraves accosages dirigidas contra a a'.xii*
nitt.agao do S". Jales Ferry -a ; :do no eoira*
tanto qae ella levantara vivos protestos da par'
te dos numerosos adversarios qoe o Ir. Ferry
eotocontava na ixp-ensa.
Foi vivamente a'a"ido, cem e!T-ito. ptlos apai-
xoaades, como boje eu o son. Mas os espraos
imparciacs e os amigos da verdade dmurae
rezao.
Nao posso ^omprebender que ri'cm pas litre,
qae tem a p-etsago de gavernar por fi, a pj'.l-
tica externa deva S3r indefliidamen'-e saJtra-
bida a fiscaltsaco da Opioio pmlica >
Foi preso por abaso de ccotta;ca o tta-f se
Elias T-lieyraod.
A pedido da princesa de Sacan, Lehany re.l-
roa a qnelxa-criaie qae levantara contra rele*
rido principe. -
A polica preaden om iodividaa Ind gitado
como espa j e qoe recoabeceass depois ter osa
offici-l allemo. ,.
Tambemfara de'ido o general italiano de Go-
si accosado de espionagem dorante as alunas
manob-as da divisa do districlo militar francs,
mas atinal foi posto em hbsrdade, stndj .Bi-
so, porm, do territorio de Franca.
Foi aberta a exposigo das reliqslas dS)
Mana Aoionietta.
O banqaeiro Rotbsilild offereceu para 41*
versos hospicios 100.000 trancos, qoe las cM*
beram cm premio oa lotera de Maraelba. ._
Corre iosisteatemente o beato do casaratss
do principe berdeiro da Rassia casi asas pnB*
es illeml. __




*
. : U

I am.**
-j


Diario de Peruambaeo Qaarta-fcira 16 de Jiai* de 191
.
X
gt hasta j do rtomtnio publico tem can-
sado pessim. impressao, porque oo provocoa
neonum desmentido, oeodo-i entretanto qae
o ciarfwl|,l. looapJ o caiameato' viseara o
preBJ ie Ciroot.
Esta em nariz o coronel ingle Mijenaie, affi;-
mando-se qu- a aaa visita a capital franeen ten
por m concluir ora accordo eotre os governos
ingle e t-ancez contra os aoarchita, ndo a
primeira couseqneo:ia deste accordo a pri9o do
anarcbsta Meuuier.
Parece que outraa p-isges se segatrao a eata
porqae a polica inglesa cooliecc parfeitanrunie
aa moradas doa anarchietis residentes **ca Ingla-
terra e exerce soOre elle a maior vigilancia, de
modo a pode!-os prender quanto qaue:
__Cjosia que c toverrio oopox Be aa projecto
de co iverro ua atvi la egypsi i, ao dsbo que o
governo ingle den-lhe a Boa approvaca.
O anarctiiBta Emile Henrj, autor do atteo-
tado do boiel Terminas, comparecen peranie o
Tribooal de Appellaco do Sen, motrando-8e
calmo e reapooendo cjaicam*ute drame iodo
o ioterrogator.o a qoe foi >uom'tillo.
O menor, tribno.il coDemoou-o a morte.
Emile Hrnry goo pooca importancia sea
tinca, e ao ouvil-a, injor.ou i tribunal.
Acaba de ser execotaao e:u Djon o c-imi-
noso Aognsto Lauri^r, qae ba tunjos assaosinou
a ajaTT* esposa e a amante-
Descobrio-se, enterrado em pleno carneo,
peno explosiva?. ,,
Era complalo de 11 caixaa de folha, qae coo-
t iaham vanas snbs.aocas mmicas, i iiograoi
mas de plvora veroe e 10 de dynamite, grande
prreo de p'egoe, e tiualraente orna bomSia.ia
de todo prompta, do y.
__Noticia a imprruaa, com expresabas senti-
das enfermidade aos estadistas Gladstonn e
prit cipe de Bim^rck : bem como o fallaciaento
do general deuivis o F mn, inspector do exerci-
to ex-minis'ro da goerra, qoe fot victima de om
aa'iJent-!, por o:casio de um passeio a cavalio,
rtc qoal deu desastrosa queda, a cuios ellitoa
gabrev.veu pouaas bo'aa.
O Euvemo tomn a si as exequias do distincto
te eral.
__loi:iou se o trabalho diplomtico relativo a
concluiao de um tratado de coj mercio com a
Italia. ,-.
A impreosa republicana de opiniao que o
governo deve cootemponsar na concicsao MM
tratado. ._
Tamoes as diBcoldades que exisDam com
PTtuual, 'obre o pa'amento do couoon daa es-
tradas >- ferro daauella nsgo, foram aolaina
das definitivamente e ds uoj modo aiiafacmno
para arabos os paite*.
Foi oe oovu eleito oela circorascripgSo de
L> kjs departan, oto 'ladre e Loire, o Sr.
Wilsoo", ~r]0 diploma ;. aonol'.ao pela Cima-
ra dos Diputados em Fevereiro proxmo pas-
0 S'. Wilnon, genm do ei-prestdeote da Re-
publica, o finado Gr-**y, aquelie iadividoo
ccm-jlicsdo do trafico de condecorages verifica-
do na constancia do sea gover.o.
Nesse coi II cto entre o como eleitoral daquella
circomeerisgo e a Cmara dos Diputados, aguar-
dare o procedimento ulierlor uesia.
O Dr. Carne) os Herz. de accordo com 08
berdeiros do Harao Reioacb, decidi pigar a
Bomma de trea cciltiOes de francos sobre os dfi-
cits denunciados na q etio do canal de Pa-
Dama.
A' vista disto, o eoverno reiaxara a ordem da
extradicao daquelle persooagem, que cootioi a
peraiar,ecer ua Isglaterra, em iratamenio de sna
sanie.
A* noticias qne se colbe,,am entre os con-
gressos operarios faziam suoro* Que as feaias do
trabalbo, no Io de Maio, celebrar-se-hum c
calma aos anuos p-eci
de ace os an&rchistsa nao tonariam parte oas
manif.-st ces, por interdicco das delegacOes
gccialistas.
Effectivamente afsim aconteceu.
Cor^ram traoquillaa as feslas operirias, qoe
se realuaram em Pariz, e n'ou'.ros centros rau-
ceres e europea?, de qoe j na BOticias telegra-
pbra'\ com excepcao. porm, de Vienoa, Bilbo
na Hest-arb e Ham-re na Blgica, onrte no cor-
rer da noite sobrevieYam graves tumultos.
Effectivamente pelos governos d'.versot tiohatn
sido totuadas enrgicas medidas para garantir a
ordem durante as lestaa e a imprensa mostrare
jubilosa e tece elogios as roto'idadea pela efti-
cacra das mesma medidae. coj) eipega provi-
dente maoteve :: traoqoilidarle no geral.
Ei destro'da pnriacer.d'o a fabrici de ar-
tigos pyotecbniecs de Mr. Kugieri.
Igmlmen'e foram a offi;>nas de serrara do
arsenal de marinha de Tjnloa. cajos prfjuizos
roate'iaes s5o urgidos en mus de c:nco milbOes
de francos.
Houve graade numero d:: pesaoas feridas.
Ob'eve sficcesso oclwsal na Grande Opera o
Fa'a'aff d- Verdi.
Verai, que djrigt) a execocao, foi applaudido
deliraoiemenie.
O publico a'ompaniava e-te appl-;u-03 de
acr'jrnacSes entusisticas Franja e a Italia
anidas.
A feicao pre,lominante do mercado de Pa-
ria fo' a de realiscOe?, soffrendo mui o os va-
lor g industriaes com rea disposicao do merca-
do, por locidirem nelles os priacipaes movimen
tos op rados.
As acc6es da Comoanhia a 1.20 francos, descerara para 1.127 trancos e
aioda designam dispo?'c6es para a baixa.
As questesejm a cmara de Pars continan)
na orjera do dn, e, segundo a crenca ge-al. pa-
rece qae a prarogacao da ronverSo eocontra
gran-ies obstculos em ser sancionada, de sor-
te qoe a baixa provocada pela lenso das re
lardes roa a mnni-.ipalKaie e tambem nela dl-
miaoico do dividendo que fei agora distriuui-
do.
Eoireanto a ilaacSoda Companhia i prospe
ra e, aparar da iiim'.acic*" dos seos lucro, an-
da o'dividendo foi d 23 C 0/0 sobre o deeB
bsUo pri-pivo de 250 fraoces per acga-
Tamnem as a:ge* da Companbia dos Omni-
Dus soffreram a Daixa de 20 francos, fi'ando no-
rro 963 francos, ao passo que vai distriboi- o
dividen io de 40 fraucos por aeco de 500, isto
porcento-
Pela oslado dessa companhia, segundo o re-
latono anouai ao ba ruao plaasivel par* tal
cabida, que s tem justiucat&o uo nivroJtsmo
do marcado para esses valores.
as aeces do Credit Lyonoais bouve grande
movimecto, orineipalmente pela libetacao dis
aeces d 500 francos, apiKov&da em asserro'a
geral, oar prestacO?* rie SO franco a pagar em
25 de Selembro de cada anna at 1896.
O proprlo Crtdlt Lyoona-8 adiamar aos ac-
cionistas e pela taxa do Banco de Frene a im-
portancia das p-estages a pagar
Os acckDlstas que qnizerem liberar desde ja
as suas argOes, podel o bao fuer com o desejn-
tu de 3 0^9 ao anno.
A laxas das prjoroissorias, qae c Gredil Lyon-
nais emute, foram BxarfaB da seguinte forma:
A un anoo de nrcBO 2 0/0, a 2 anoos 2 f/3 0/0
e a 3 annas 3 0/0. *
As obrifagOs da Camaa de Pars seff-e-am
com os preparativos da nova emisfo, de ma
neira que as de 4 1[2 0,0 ja nao poderam ir alm
512 francos.
O mercado mooetario acceniuoo condigOss de
firmeza, mas apezar aisso bouve facilidade pare
es descontos taxa de 2 0|0.
ncasas ner-Hasidalss, os nossn-: gestos de b*ni
estar, de confo'to sao os lagos por meto dos qoaes
o diobeiro oos traz p-esos. Ora, aa ooasas arte-*,
as co3sae indu-trias, as nossas setnelas mater-
nas tem mol iphcado inQoitamente as nossas o--
cessidades ; e i joa de apossamento do uosso corpo e eopinto
pelo diobeiro.
Nanea os bnmeos liveram tantas necesaidades,
tal a ver'ade; aex. em lempo altura a vida
civil sada foi sojei a a igoaes exigencias. Ot li
miles do nece.-s?i o recaaram, e s isto bas-
tanie para qae o dlob i-o assuma mais cod*rio,
de modo que p-eoda se causa desdes ell-iitjs
nossa civlliaagao, urna vez que aa vida molerna
tu P)demos exalara nobrez, pais nao nos peza
abater nos a ella; mus'imnorta notar que esta
rao.-. ioo tre g a pobrezi r&> ex'sie mais, nem as faci-
lidades, nem a dignidade qne c la ti.h i as ci-
vilisagjs mais simples, entre os pavo; mais no-
vos, 8cb um co mais cleuente; po-que tambem
o hornera moderno oSo vive mais de um bolo >e
arroz ou com um poohado u-" timaras; nem
aianga da India ou do Egypto tasa mais as nos
sas molteres.
Nos somos fi bosdo 0.'idn'.e, nascidos n'a
ma trra miis rude; oai pare^mo-nos com os
lyrins dos campos, qae n5o trabalbaip n-m tiam
vestiudof oos roelbor qo Saloma en tol* a sua
gl.i'ia ; n.rio podemos, oem os nnssos filaos, to-
mar pjp modelo as aves do co, qoe ao neraeara.
nem ceifjai, nem tem ceileiros ; (1) nao lemos >
sobriedade e a p ciencia do Sera ta, lilho >io de-
serto, e oem poderiamos afaz?r-nos a cinta de
cabellos ce camello e aos gafanbotoa no Bau-
tista.
Feliz Oriente teliz infaccia da civilizar'
em que a pob-eza era nobre! rm amo santo e
o orophe'a, prximos a naturez, podlam sacu
dir sobre as cidades o p de seos ps desialgos,
para ir viver, livres e satisfeitos su o a abobada
celeste !
Esses lempos longiaqucs, esquecidos do O -
ciderit, ii es reverao ma:s as nossas ragi-
ene-vaii.ts. O mundo iem enveltieclJo, a ierra lu
resfralo e teto.se tomado m-nes maieraal ; o
0rient8 mesmo sen'.a-se morrer, gMta-ne' re-
cua sexpre peranie cossa crilisagao ir sai-a.
o cnr' 'r'ave!. a volgvidade. o avasallante con-
fortdvel esta em vrtkwde cooijuHia-- o uodo ci^
sorle que somos e^cravos de qoo.-sb jecessid;-
des. p'islone:ros rte adssas ar'es, rt no,-sa vid-i
urDana, e pirtanto servos da riquera esujeitis
ao -eioo do dn:i:'.iro.
E j-i que nao ponemos a?i" diversamente; j-1
qne a masa dos bomeos iem oecessidanes su-
penores aos seas recursos ; ja qoe eda gfra-
gao as invergOes d:t ia n-tn, a uiffasao da i-
sfui-gD e todo qoanlo chamamos O'ogre su nos
prometiera novas manifestarles del le. a Que v>m
v para que serve def->zer ua li^ueza ? Hyp > i
sia en lodo caso, oo iuconseqaeocia ; porqu-,
para nao incorrer n'ora oo o'oulro ca.o, ser n w-
hia preci-o redozr as oecefsidades, ao passo
que oa nao queremos, oo naa sabemos fazei-o ;
e afsim, bom oo mao grado, para vver-se cemo
hemens moderaos, devemos contar cem o d -
nhei'o e delle f.zer'cas
Qae um mongs de cabera raoada e qm leaba
fet: voia de pobreza fail- contra a nquezi, cora-
prebeoio o perfeamente ; pois o seo batiit.i de.
oorel e os ps Jescslgos dao Ihe direito a Irm ;
nasos outro', os mundanos, os atarefalos de
oegocios, os coiretores, oa oe corteiSos d for-
taoa, nao podem pretender o m-amo ai eito.
Os mais ardentes protestaoies centra a opu
lenca dos ricos, e qoero as diz onde comeca o
rico ? reclatrm para o o conforto, a ibasUaca,
o bem estar da vi a ; e istj aiona reprearta o
dinheiro-
Como pobreza, s-ria fcil elogiar a rijueza
O n~d--tr os patos 8-gsndo sua riqueza, o.
p n'is a que estiraos chegados.
E' um piiz piar--! qusntu deslua nn.sias ani |
cis palavru a nnb'es palzes, maltis-vezei ricos
de "Mili louga e gloriosa niatona.
Nim se diga $ae caiumrno o nosso tempo I
Daraute os ir:>t-s aooos qu- se segoiraa a
guerra de 1870. p r tres ou quatro veze.s z o
gyro 1 Euroo; o que nao deixa'a ctaitas ve-
tes de ser iasuppo'tavel para om f-ancez, que
sob o imperio viajara, depois de Sebas'opol e Je
4j|lermi>, nos lempos que ja vo looge e'em
qae a Fra-igs p-s-'-sva aluda por ser orlmeiga
potencia .do continente. Note! loo, oa vergo
iiti.i d;i d.-rola qae urna cousa, depois de Me'Z
e Sedan, oos le motiva ao-< otbos da Earop
cnrisUn e da A*U rau"suimaaa : o losso diabel
ro. A enormida ie do resgata pago a AH-
aa.i nos renJ;a, da pnr:e dos i ovos dmlrados,
ora i'aova e bomilnaaie cjn4eragSo; pos a
Frang oaj era mais o paiz da cava laria e das
cruzlas, o paiz de S. Luiz. de Joanna a'Arc e
de N'ip>it-o ; Fringa das flores do iys e d*
triclo*, l nna se lemalo o paiz .ios ciuoo rui-
IbareH de ai:loj8, mn^tmii oe ouro, qua oos
altrabia Je slavoi oriboioxis, g- rmaoog prot-8-
tunes, nec-latinos catbolicos, do O'tente e nao
rae o do O'.cenie, ama s.rte go dmir-gao
inv^j a. .'em-lbaoie a t8 nu^ Djrgaszjs e alleos d monstran io? lan-
rlameote ao antig) iiegociaoto. ao fallido ret1-
nwto da capital p^'a ui .izinnang-, depol-3 de
vaa ajosa concod-iia.
Abjecti aureula 'e toi'b.ires de ruilbOas! menos
aviit i'ii-s *-m todo ca?o ara a fron'e que sanara j
iiobr fri la receb la a dijo c rago nao pos
uia-se des.-es milhOes, do que para o etran
gniro cojos olrjcs cupido? nelles se .deslomara
v m !
A r qo-:a, enmn a compe'eadem os moder-
n s, Hiiinmca mais ravi-iada oos povo,
qu-* nao hOt-arMOi por octra. >i na'a cons-r-
vl-a nao lns fosse preciso ser fortes, urna vez
nw la.n'o em hossoj das, com n >s tem.'cs b-ir-
barng. si o lerr?) p61-* gu> dar o oarc.
G icies e p*nuen>.*', lo lo-i os pivos hrje quj-
rrun u i.a poltuca que pgue, coujo diz o re.lis-
in" an!o- asomo.
I r^ei d pe-Bado nSo o noten, roja v -inice
iem>a i>oi,io o se i idl nn dinb- tro, e so^s e-<-
pe'augas n nqu-za; nos iiv,s HAcamnabaar*
p-ir,i esse ti Como I-rael, a uossh Frang por
raciti ibt,go prorurou o remo de D-us. comoa
tenrio cruzadas da revologo por soa f-4 po-
s>u id<"al; e donan de tamos peclos de las e
de crnriaa. ser.! oecsn 'izr-SH c.esa tiobro
FraiiC', en roo iienan o disse cora refermea ar
restos iie Ju:a qne ella nao ci mais senao oa
fio za ?
.Continua).
Alm isso, por mais alto que seja o entre Recife e Maceio sao muito elevadas as tari-
ladrilhamento, jamis pertnittira haTerJfas das ferrovias Recife S. Francisco e Macelo
correntes por baixo do piso, sendo por*
tanto despresado esse" principio tao
aaoos precedeotes, leodo-3e certeza e fazendo Ibe o paovgyrico, um philoscpbo po-
derla mostrar-se tal pois a riqueza tsm tam-
bera seas mritos e suas virtudes, como igaal
mente seos vicios, seos perigos e suas lenta-
Ces.
Em ti moral, nem ama, nem ou'ra valori-
sam :c oor si mesma ; nem de urna, nem de
out a affirmaret que aos eleve ou aviite, qoe nos
purifique ou eoospurqne ; pois ambas nao poj-
suera loirinsecameote a vjrtode punficalora o
a graga santificante, valenio apena* pelo aeuti
ment qae Ibes communieamos ; e s bom oa mao uso qae d. lias fazenos, d que se
manifestara libera'oras ou oppressoras.
Q ie proveiio ba em iateotar a riqaeza ora pro-
COXSTRUCqAO
Ligeira analyse, di construcfSo de predios;
regras que devem ser observadas por
occasto de sua cxccucdo e processos a
empregar.
B8QOAOBIA
VIII
Relativamente aos caixilhos. os mais
empreados sao : de par ou de abrir, e de
correr.
Os prime:ros feralmente usados as
frentes dos predios, ora sao todos en vi
drarados, ora at a altura de sua meta-
de eontem venesianas ou persianas.
E' a formacao do jcaixilho o trabalho
mais delicado do carpmteiro.
Na confeccao do caixilho de par com
venesianas dever haver o maior cuida-
do, principalmeutu no engradameuto
das reguas ; as mechas devem ser feitas
de maneira a nao se dar com facilidade
o seu desaggregamento. Aa mechas
nao devem entrar a secco e o caixilho
uo deve ser afogado antes de estar
tambem completamente secco.
83-
lutar as edificaces.
Hoje, no Rio de Janeiro, j ninguem
emprega o tijolo da ladrilho em predios
destinados as habitacoes ; as casas, por
mais diminutas que sejam suas dimen-
soes, sao soalbadas sendo os soalhos
suspensos e convenientemente ventila-
dos. |
O respaldo do cimento sobre os bal-
drames de al venara .de pedra ou de ti-
jolo tambem muito empregado nos Es-
tados de preferencia aos soalhos de ma-
deira.
Nao sabe-se qual o principio que dita
semelhante trabalho : se a economa, se
a dtiraco.
Quanto ao primeiro principio todo
Ilusorio, por isso que a alvenaria de
pedra ou de tijolo revestida de cimento
nao trabalho to econmico, que faca
supplantar as grandes vantagens dos
soalhos de nyideira ; quanto ao segundo,
nao posso admittil-o em consecuencia
da facilidade que ha em se estragar.
Alem disso o cimento, mais que o tijolo
tem a propriedade de conservar por mui-
to tempo, toda e qualquer humidade.
A respeito dos forros de madeira elles
sao : de jauta, saia c camisa, xadrez c
tambem cntabeirado, abobadados etc.
Aioda ha quem empregue o forro de
estuque, isso o forro formado por gra-
deamento ripado e rebocado com arga-
massa de cal, gesso e areia^fina, e al-
gumas ezns com p de marmore.
Estes forros muito usados principal-
mente nos edificios da alta architectura
quasi se acham substuidos pelos de ma-
deira em vista de se poder ornamentar
estes com flores, bastiaes, festines etc.,
pegas que, sendo fabricadas separada-
mente, sO fcilmente collocadas.
Alem disso o forro de estuque nao se
presta fcilmente a ser ventilada o que
uo acontece cora os de madeira que per-
mittem deixar intersticios por onde o ar
penetra no interior dos edificios.
Nao s nos forros como nos soalhos os
barrotes nao devem ser muitos espacia-
dos, podeudo-se mesiro tomar, em regra
geral, O^O para distancia entre os
eixos de dous barrotes consecutivos.
Esta distancia podara ser augmenta-
da se o soalho for assente sobre o terre-
no, caso em que se poder ele val-a a
0,m80.
Quanto as esquadrins dos barrotes nun-
ca deverio ser menores de 0,"11 HV16
para os soalhos e 0,'"05 e^),mu8 para os
forros.
Deixo de tratar dos soceos ou roda-
ps, alizares, etc., por nao offoracer a
menor dificuldade sua construeco.
(A seguir)
/. C. de O Uve ira Cruz
Tenente-coronel de eugenheiros.
i Unio.
Cumpre, poi, raluzil-as, tanto mais quanlo,
addicionados ao prego das passagens os gastos
com o transporte de bagajera e a aluneniacao
dos viajantes, cnegarao esles maior dispendio
effVctuando o transporte por via frrea do que
por mar ;-o que ba-de concorrer para por bices
ao trafego entre Recife e Maeei.
Baratear, pois, os ttansportes ferreos urna
condigao essoncial para o desenvolvimento do
trafego entre os referidos pontos: c o rneio pra-
tico de cliegar realisar esse intuito j nos o iti-
dicaraos: accrdare:n-se as administragOesdas
tres linhas interessadas, e eslabelecercm condi-
goes peculiares urajtrnfego mutuo no s para
passageiros, mas tamb-ra para rnercadoiias em
geral, visto que estas se artplicam as reflexoos
st pra.
Con^ta-no3 que desse alvilre esla cogitando o
Sr Dr Saldanlia Jnior, digno director enge-
nbeiro chele da Estrada Sul, que, segundo nos
informaran), j Iralou respei'o cora o Superin-
tendente da Alagoas Railway e do raesmo modo
se entender cora o Superintendente da Ettrads
Recife ao S. Francisco.
Qu'." entrem todos da mellinr vontade as vis-
las do principal interessado nos transportes fer-
reos- o publicosao os nossos votos.
Mlalstoria ca Justina-Por esse Mi-
nisterio foi ezpedilo o segninie Aviso :
Htnisterfo da Justina e Negocios Interiores.
Directora do Interior, -l.'secgao Capital Fe-
deral, de Haio da l*!).
Continuando mea t ddgrammn de 28 de
Abril ultimo, om rosposta ao que dirlgistes n>>
din anterior: sobre a consulta feita p:1o pre-
si lente da Cmara Municipal da capital iloss:
Estado quanlo a dar-si principio agora ao ser-
vico de qualifieaco neitoral mareado para 5
do referido miz, e qne em tul epoc-i uo bode
realisar-se por estar a meema cunara oceu-
na 11 no servij > do apur ico da eleigao a que
se proceder al de Margo, tfeclaro-vos que o
< overa i tifio t?i:i competencia mi-a adiar oo
aifrtiliar a poca de iniciac3o ou revisa i d i
dstain-oto, nem, outrosim, para approvar actos
Da mesma secgfto e relator sobre ama replira
do bacliareIJulio l'ires Ferreira so parecer ja
approvado da i secgo em qn'- opina eile ser
o Conseltvj incompetente para dar parecer so-
bre o sea opsculo. Notas sobre Magaa nor-
tuguc.a; concillando que u;i,i h k me conhe<-i-
menlo da replica, nata versar ella solire mate-
ria j vencida.Approv.id t
I).' 3.* sei.o. relatar a Dr. Jo.i Feliciano ia
Molla, sobre a petioto da proresxora Slaru No-
nato iiv|uerendo que Ifea sejil re reclua a gra-
(licago de monto coiii'lumdo que nao esta no
caso de ser alten ida,pprovad.i.
Da mesma seceo. relator o rededor do nasio sobre a pcligo di professor.i Hi'a de
Cassia ie Olr.cira Lobo, r.'qii:-rendo a pMtt-
eago de bous aervlcos, roiielinndo i;'io astar
ella no oaaa de ser ttendla, rialo mo eaattar
alada .*> aaaos id enVeiiio cxercrcin. qoaaii
fot posta em disponibilidade e ser aqtielk- lapso
de lerapo esscencial para a ceucesso na grali-
ticagao requeuda.Ali id .
n i raeema mwco, rdaetor o rr. Cicero '
grfno, sobre a pelieo da prod'-sor.i T. T.-za
Josephina da Gmha Salles, refaareaaa i osa
jubilarn com lodos os veaenwaios, con. lando
que ella esla no caso de ser alten 11 la. rompu-
tando-3ft-llie o ord nado, a eraliflragao ordiaa-
na e a de boas serviros. Adi i lo.
Ao ser li lo a perecer adiado da :t seerJai -o-
bre a petigto ie professor Bellarmino boaes
Alcoforado. roqanreo o profeajor Marinho Cenar
novo adiaraenio, o que foi approvado pelo i^on-
scllio.
A liiiprnnsa -A' luz da publici lide eiu lioni mu um perio lie i assim iatitnla lo er-
gao da classe typographica, e d qne
o Sr. Joo Forra.
o sju programma diz que Ir
palo engrana -cimento da classe, pugnar.
pelo Inu
' i1 "
ai ili i da
HAVISTA DA!A
Seria lSngo tratar aqui detidamente
c*et>o. que de ; nlemSo tem ella ganan oos ro*a Idesta parte da construeco ; por isso
gOes de aens juizes ? oo obter contra a mes pa \ng0 faro ir,a3 d0 que dar urna lisreira
urna senteoja, que a nossa razio nao sanee o-1
na?
Os santos que abandonam seu< ben e deixam
o monlo ppra ence-rar se na bartreuse ou na
Trappa podem uondemnar a riqnea ; mas j
isto nao assenta em nos outros, eeoiL- do mon ;o
comprinlo deixar es logares communs caducos
aos rbetjricos e aos sophisias que se contentara
de ser sabios em disco'sos e de callentarle
em palavras ; e vre Tolstci e aos seos ron
selheiros, o aurvjiK Soataief oa o moult Boa
aaref, o condemnar oa hemens, qoe vivera ai "'
maotira dos senhores qbe passelam sob roarria
Q L'ESTOES ECOanMICAS
O reino do dinheiro
(Anatolio Leroy Beaulieu)
Tradvanido da t Eeviata dos Dona Mundos, >
para o < Diario de Perno mbnso
HONTEMEHOJE
Q (Contlna?gSo)
" Qoal a raiio do podero do diobeiro em nos-
sas sociedades modernas ?
* Pra Isso descobro diversas, sendo urna sem
duvida, e torntrrmos sobre este ponto, os nossos
vicios; mas nao esta a nnica cansa, porque,
anual de motas, nao certo qne sejamos mala
viciosos do qne o foram os nossos pas, sendo
indisnutwej,-porm, qne temos mais necesaida-
des do qne elles.
O btjmemvre, aquello qoe escapa i servido
do dlDisrro, o qne menos ie daixa aposur
desse tyranne das alm.s, e consegnintemenie,
aquelss. |oa tem menos neeesaidides, poli is
sol e comem pao no suor ae ntrem > (2 Ra
ei-itreanto, para baver direito a censura!-.s, a
esses ricos qoe vivem do p&o que oo sewea-
ram, care e qaando nada qae o censor se be
meio pastor e bata rro a fouce, como ess-
g'snde e simplorio Tol'ioi.
Deixenol-o dizer, poiro, qae o dinheiro resta
be.ece a escravmao e usurpa o .' abaino a"i- i ,
urna vez qoe an menos coos^qoeote cnsito
m^smo. o velho ponnischtchsk que depois ae ha-
ver rea manh escripio um. n^> : i o iir-t a ri
qoeza e o ociosos, nao vai tarde apontar i
oanca no club on applaudir um bailado. A tudo
se apega elle, no entretanto ; e, como a banca e
a grande industria, coodetuna as cidades. as mo
dems Biovlomas, a vi ta urbana, a civilisacc
corruptora ; e assim como Pioosseau oos recon
dnzia so bomem da natu^eza, ao bom selvagera.
recoodoz-nos tamb?m Tolstol ao moujik, ao ho-
rnera dos campos, ao tmloup de pella de ca-jeirc
e izba de madeira.
Ao menos guarna om systema.
A3 declamagOes coot-a a riqueza t-ra lidr> em
laso o paiz tanto ecbo simplesmente porqua nada
exlsts qoe tanta inveja excite aos hooens coran
a riqueza, na qual, coma se sabe, nao que est
o mal, mas oa maoeira pela qual ranitos ri os a
adquir m e emoregam-a'o, seudoque alada este
nao o grande mal. dosio qae r.os oltios das
multka seja tido pelo mais repugnante.
O grande mal, aqaelle de qae 83 reseniem ri-
cos e pobres o cal o do dinheiro, a devogo
da igaobil pecunia, obscena, pecunia, como j o
dizia am antigo ; (3) o respailo avdtaote de
que o cercara em seas corages as nosxas socie-
dades burgupzas e anda aqcelles mesmos qae
be revoltam contra os ricos.
Nao considerar seoo o diobeiro, n5o estima'
stoo a fortuna, medir os borneas e as familias
por esta escala vulgar da riqaeza, eis o que
inconveniente e co"roplor, eis o qae dessecca a
alma e endurece o espirito. 0*a, isto o qoe se
teatemnnb;:, at em nossa Frang nao ha mnto
cavalbeirosa, no fundo do nosso povo, em nossas
pequeas ci >ades e povoacOss, procedendo dj
pxopria lnvengao, e nao porqae o apreadessemo*
dos jadjs, entre os qaaes, atada no secuto
XVIii a admiracao tnha, par objecio o sabio, o
rabbino e o hikham, e nao o rico o o banq^ei
ro. (i).
L moro me de n'ama pequea cidade da Nor-
mand a, minba trra natal, onde por signos me
zes freqoentet om coileg >, qoe ah bavia, dize-
rem-me meninos ie ana doze aoaos, com igve-
josa admiragao : F. mais rico do qoe tu ; F.
o mais rico da cidade, > demonstrando assim
qae o respeito pelo dinheiro ja Ibes estar in-
crustado nc cerebro, isto Ibes era innato, ao
paseo qne esses pequeos normandos nada ti-
nham de semita e neabnm jadeo havis entre
elles. Traziam-n'o do mel em qne vlviam, da
casa paterna, tendo-o bebido no lelte da propria
mil, de sorte qne Ibes passara ao sangae ess'
respeito. *v
Bnrgneses oa aldeios, ama boa porgao d? Eu-
ropa, assim ; e sabemos o qu.3 d-se na Ame-
rica. NSo foi o Yack-ie qne oventon o dito de
om bomem valer tantos dollars? No commum
dos contemporneos, o bornem nao vale com ef-
feito mais pela alma, pelo genio, pelo sent
ment; vale pelo qae possae; e, deverei di-
iel-o? esse genero de consideragao !nSo liga-se
smente aos individuos on As familias, mas pren-
de se tambem s cidades, ie provincias, aos pai-
zes, e anda s nagOes.
(1) S. Mateos, VI 16.
(S) Bondaref, 0 Trabalho e a Biblia.
(3) Joveoal, Satyra Yi.
(4) Vejs-se o Israel entre a nacoet, Caimana
GiYI.
'l noticia para nao deixar de todo de pa-
tentear a sua importancia.
Trataudo das bandeiras direi tambem
que ellas sao rectangulares, semi-circu-
lares, semi-ogivaes, semi-ellipticas, etc.,
sendo as duas primeirasjas maisempre-
gadas.
Em relacao ao modo porque devem
ser as bandeiras assentes, nao demais
azer notar a falta de cuidado com que
este trabalho feito, principalmente nos
Estados em que nao ha posturas muui-
cipaes, que regulem o servico das edifi-
caces.
As bandeiras semi-circulares, semi-
ellipticas, etc., que sobremontam as
portas e janellas sao maltas vezes collo-
cadas no raesmo alinhamento das ban-
deiras rectangulares ; isto em um edi-
ficio que eontem por exemplo, bandeiras
rectangulares e semi-circulares, estas ul-
timas sao despostas do modo que o seu
fecho acha-se no raesmo alinhamento da
verga ou pinasio superior da bandeira
rectangular, inconveniente este que faz
divergirem de alturas as portas ou ja-
nellas onde ellas se acham collocadas.
Para obviar-se este defeito necessario
que Dor occasio de assentar-se as ban-
deiras sejam essas collocadas de maneira
que as v:rgas de todas as portas e ja-
nellas que tenham bandeiras rectangu-
lares, se correspoudam uo mesmo alinha-
mento aos encontros dos arcos das ban-
deiras semi-circulares.
Tratando do soalho tambem meu
dever mencionar suas diversas especies e
o modosporque sao elles formados.
Relativamente ao systema de colloca-
co das taboas, existem tres especies de
soalhos : de junta secca, meio Jio c mocito
c fe me a.
Os soalhos sao tambem : estreitos, lar-
gos, entabeirados, de friso, etc.
Na formacao dos soalhos necessario
attender quanto possivel ao principio de
que a direciio das taboas seja perpen-
dicular a frente do predio e bem assim
que sejam despostas^ da mesma forma
que as dos forros.
E' de todo preciso que a madeira seja
completamente secca, afim de evitar-se
as largas juntas que se observa em ge-
ral, quando nao tomada essa precau-
co.
Em muitos predios o soalho substi-
tuido por ladrilhos de tijolo. E' para
lamentar que a maifadada economa
ainda venha prejudicar a construeco.
O ladrilho de tijolo tio empregado
nos Estados concorre para o deprecia-
mento dos predios e muitas vezes os
torna inteiramente anti-hygienicos.
Como sabido, o ladrilho tem a
propriedade de abaorver qualqaer hu-
midade, razo porque quasi todas as
casas ladrilhadas a tijolo sao hmidas,
a fora as que o solo acha-se em plano
muito superior ao do terreno externo.
O tijolo de ladrilho, em geral, mais
barato que a madeira, convida os pro-
prietarios a empregal-os de preferencia
ao soalho, economa essa que. devia ser
abolida a bem da hygiene das habita-
c5es.
Do Recife MaceloPara sciencia
dos interessados publicamos os pregos do tans-
poite de passageiros entre o Recife e Maeei,
segundo as tarifas aclualmente em vigor as
trez linhas frreas que concorrem para o per-
curso
So esses pregos:
Viajem simples
I', el isse
Recife Palmares 65200
Palmares Cniao 45200
Unio Maeei 2800
Total 13200
raje/ de ida e eolia
* classe
Recile a Palmares
Palmares Unio
Unio A Maceio
95300
t}800
o600
2." classe
3*100
25500
15700
75300
2.* ufaste
45700
35900
35400
125000
linhas o se-
los mjrabros di municinafldad-;.'si s- trata
nao de adiatuento, mas d; simples aterropeo
da iostallagao do servico por causa de torca
miior, como deve ser considerada a conflnei-
dencia resoltante da aparadlo de eloigos fe-
deraes.Sauda e rrateratdade.-Cas'i.MM i
XatsimetUo.Ko Sr. tiovoniador do Esta lo do
Alaranlio.
Prap Exm. Sr. Dr. G-orernaior do Estado, di 4 de
corrate, foi prorigada, por un raez, a ticeoca
eincajo g-'iso seaciuo proaiii.ir publico do
municipio do Cabo, bacharel Uodofredo Mos-
C o da Veiga Pess)a.
Promotores Pu'ilieosr-Por acto- d
12 do corrate, do Exm. Sr. Dr. Gorertutdor do
Estado, foram remov.los os segainces promo-
tores pulico :
Bacharel Jos Francolino de Paiva, do mn-
nitpio de l'acarala. para o de .V.'uis-I;llas,
com o praso de 30 dias para assomir o nspec-
nvo.excrcci'i:
Bacliarel Joo Pacheco de Qasiroga, do niu-
nfeipiode Criumpho, para o da Oaricorv, enn
(i praso ilo 60 das para tssumir as faccOes
Jo referido cargo. I
Foram noin :ados por actos de nuil data,
promotnres pblicos dos moaicipios de l'nuai-
plio e Tacir-a os hachareis: Jos Julio de
Jarvallio O'iveiiM e Baos Alvos Lolio Vena,
na ordem em que so acham collocad-w, seado-
Ines marcado o praso de lo das para assomt-
rem os respectivos esercicios.
R'iiioc:\ sem cffetoPor acto, da
mesma dala, foi cans I -rala sitn effeito a por-
tara de 7 dj Mareo ultimo, |i-la qual foi re-
movido o promotor puidco do municipio de
Barreiros, bacharel Jos Corlho da Silva, para
o de Aguas-Bellis, visto nao ter assumido o
exercicio no praso m-ircado.
Senado de Pernambuco Effoctu-
ou-se hoiitem 11a s3s.so sob a presidencia do
Sr. Dr. Brmtrio Coutinlio estando presentes os
Srs. liongalves Ferroira, Luna Freir, Ermirio
Total 215700
Ora, sendo o percurso as trez
guinte, em nmeros redondos :
Recife Palmares l kilmetros
Palmares Unio 37
Unio a Maeei 88 -
Total
349
Tem-se que o pregoKilometrico desse trans-
porte em cada ama :
riojem. siniles
/.* chafe 2.* classe
Recife Palmares 50 ris 23 ris
Palmares Unio 30,6 18,2 .
Unio Maeei 31,8 19,3
-----
Total 112,4 . 62,5 .
Viajen de ida e volta
i.' datas 2." classe
Recife 4 Palmares 73 ris 38,7 ris
Palmares Unio 49,6 . 28,4
Unio Maeei 63,6 38,6
188,2 . 105,7
O confronto dssses pregos p5e patente: que,
na Estrada de Ferro Sul de Pernambuco, os pre-
gos do transporte Iso os mais econmicos; que
seguem-se-lhe os da Estrada Alagoas Railway ;
e depois os da Eitrada de Ferro do Recife ao S
Francisco, sendo:
Os da Alagoas Railway mais elevados doaue.
os da Sul de Pernambuco:
Para viagens simples
i. classe 3,9 7
- 6,0 "/.___
Para viagens de idz e volta
!. classe 28,2 />
i' 35,9 /.
E os da Recife ao S. Francisco mais elevados
do qne os da mesma Sul de Pernambuco :
JPara viagens simples
1.' classe 63,3 %
2-' 37,9 /,
Para viagens d ida e volta
1.' classe 51,2 /.
2. 32,7 V.
Posto que a liaba Sul de Pernambuco, proprie-
dade do Governo da UniSo Federal, nao seja urna
empreza de carcter industrial, como sao s duas
ontras, e antes fosse construida tendo porobjec-
tivo-desenvolver a prodacgSo pela facilidade dos1
transportes, e simultneamente aportar os lagos
da communhao brazileira, importa todavia sa-
lientar que, em relagao ao longo percurso fazer
Coutinho, Piretti S l'ereira, Velloso, Pmh.
Borges, Barros de i.acerda e Malaquias Gon-
calv s.
So li ios e sem dbalo approvados as actas
da sesso de U"e das reaniOes de lie 4.
Nao ha expediente do Sr. I." secretario.
E'aprovado oprojecton. 3 assignado pelo
Sr. Velloso e Peretli indo a imprimir.
Pela ordem o Sr. Piretti aprsenla como Be-
lator da 2." commissao, um par,ecer sob n. 4,
adoptando i indicago apreseutada na sesso
passada, a qual se refere caaiara dos Srs.
depuiados.
O Sr. presidente suhmette a discusso o re-
ferido parecer com a indicago.
O Sr. Luna Freir, p:la ordem, requero
adamento da disenssao por i\ horas.
Depois de oraremos Srs. Piretti, Luna Frei-
r e Malaquias Gongalves cncerrou--ie a discus-
sq e votaram em 1." lugar o requerimento do
adamento, regeitido pelo que continua a
materia de nove em disenssio.
Encerrada deixa-sa de proceder a votago
por estarem presentes apenas os Srs. Errario
Coutinho, Piretti, S Pereira, Velloso, Pinho
Borges, Barros de Lacerda e Malaquias Gon-
galves .
Passou-se a ordem do dia.
Encerrou-se sem debate a I. discusso do
Srojecto n. 12 d3 -893 (que revogou o art. 1.
o Decreto de 4 de Setembro do 1890) nao se
votando por falta de numero.
A ordem do dia votago da indicago a que
se refere o parecer n. 4 votago do projecto n.
12 de 1893 e contnuago da antecedente.
Estainpilhas .lunicipacs Em ses-
so de hontem do concelho municipal do Reci-
fe, foi apresentado o seguinte protecto pelo Sr.
desembargador Martins Pereira:
O Conselho Municipal do Recife resolce.
Art. 1.a Fica estabelecido o uso de estam-
pilhas para o servigo de arrecadago dos impos-
tos municipaes.
Art. 2.a Dentro do prazo de 30 dias, o Pre-
feito mandar lylographar, em papel de Imho,
estampilhas, guardados os modelos juntos; seo-
do cera contos de res das de um mil reis, du-
zenlos contos das de quinhentos rcis, duzentos
e cincoenta contos das de duzentos res e igual
quantia das de cem reis.
Art. 3. O producto da venda das estampi-
lhas ser recolhido, como deposito, no Banco
de Pernambuco, ficando todo o servigo a cargo
do Thesourero do Conselho.
Art. -i. Recebidas as estampilhas e fei lo
o recolhiraento no cofre respectivo, o Ihesoure
ro annunciar a venda das mesraas, indicando
as cores, valores e insenpgo, para .sciencia de
quem interossar possa.
Art. 5." O Prefeito indicar um emprega-
do do servigo interno da Prefeitura para asss
tir a todo trabalbo e acautellar as respectivas
pedras, as quaes sero recolhidas no cofre de
deposito, com assisteucia dos clavicularlos, la-
vrando-se termo assignado pelos mesmos.
Art. 6." Fica o Dr. Prefeito autorisado a des-
pender a quantia necessaria para tnteiro cum
pnmento da presente resolugo, dando sciencia
ao Concelho, na prxima sesso, afim de ser or-
denada a regulansagao da despeza.
Sala das sesses do Concelho Municipal do
Recife de Mato de 1894.-S. R.-lfartin
Pereira.
Conselho LitterarioReunio-se hon-
tem o conselho luterano sob a presidencia do
Dr. Inspector Geral presentes os Srs. Drs. Re
gedor do Gymnasio, Franco de S, Cicero Pe-
regrino, Feliciano da Motta, Silveira Sobrinho,
Antonio Justino, Porto Carreiro e professores
Fragoso e Isidoro Cezar.
Foram Udos.os seguintes pareceres :
Da 1.* secgo relator o Dr. Franco de S, so-
bro a obra em manuscripto O pequeo Conduc-
tor mechanico ou breves\noces de mtchanica e ma-
china a vapor pelo professor Delmlro Sergio de
Farias, concluindo nao estar a obra referida as
condiges determinadas no regulamento de 18
de Janeiro de 1888, combinado com o regimen-
na direUoB, esforcar-se-ha
i i|ii; advoga.
Sao ser.i um argo oScioso, d'essa oa da-
quella associacao trposrapiii-a, mas sen un
org i de lo la a ctass -. I ;f :n l--:i i i ou a|i mian-
do os erras de qualqaer d-os i- neavkrse,
sempre quj forera dignos de accaeaejao oa !-
fesa.
A imprenta ser mais 'ainda luterana, cri-
lica eniticios, de modo asasCazeros I
res ni llionn nio.
Bandeado o orgo d i ctass i ip'iira, -<>
podemos desejtr qui con* ^guindo
visa, possa arrotar com i'-da: li
qu i o is.-am antolhar sn i tra ia
Partido Re->a!>!ica:io FmMmttt --
Do manideu do Auuragy nos irnuniearasi
om 1:1 do correnta :
No dia o do corrate m da
tarde, r-ti'iila a lite da sociedede d Me :ti-
nicipio. foi eleito por grande r.i.i ua d cida-
doseleitoreso diroctonodo Parti i i fl
:i i Federal qae liou defieitiraaieut > orisaai-
s-ido. adontando-se o programraa d.i partiio
'l iste nome qae I ira su -1 i na capital ia
Unio.
l-'inda a reunio, ia s teve lugar ia i-i
prestimoso cidadio, professor Anl mi gal-
rea Costa, o integro e im ?lli li-
reito d si i muni :ipo, Dr. Jos intomo n i4va
Mello", convidou as pessoaa presen) iparaeaa
casa o ain ofle*eceu am ,-,1,111! agne,
filiando por esta oecasiao diversos rilad
i ibr issahin Lo o tari 1. la ao Exm. Sr. Ur.
governa ir do EMad 1 pelo cni : .-., -
1^ promotor pobtico )-. Looreago c.
(pie, em pnrasee al :vniitad is .: 1.-. (/.
elogio de saaprodcaa alm ii-!m;.i > de --ii
alto tin i govonianioi'iil.
Areaaiao foi presidida pelo r--;i-;ialciis-
Bmo e prestigioso ancao, carril
Leite Nerv, qui n'mna breve n pitr 1
cago, expoz o tttn ilaquellr impon: rea
ma.), Kmi lo um segeida alista ciiados
qae conapoea o directorio lo inrt ln -1 tian
nicipio, o qual foi enllrasiasticaineate arc'aoaa-
do.
Eis a lista dos membros do direrl
:'.-e. tos Camaro.
Vice-prstiiuatt -*Bajor Joo Eva 1 Por-
ra*.
f SeerkarfoCambia Ernesto !'. xlriga isaai
Santos.
2 Seeretirii -T011011!: Slanool A'oiro Tor-
res (iallinio.
fkapmreir -Cepita" 1 Lanreutino Porrf >.
Mtmbrot -Taaeal 1 deas satn 1 Ito Irigu -
Santos, Teaente Tbooni Jos.- da Sd-a lo, Or. Antonia Fernn les di Ikr;
alteros Liberato J is Maraes, capila < Antonio
do Monte Rosa, alferaa Jetjnym 1 Barr r >- A 1
Miraos It.ui.'el, 111 ijor M111 >o! 1! iraar lino l"--r-
reira, cxpili > >rgi 1 Bv -rgisto i-' irreira Kan
Hies, i-ipio Jos !t:niard:uo b'envira C he,
padre Flix (iris, cap Un 1, toa eata Pauli m lt <-
drigoea dos Santos, capit Tu mi J..-.- Mana
ques, alferes Ignacio RodrigUJ.s dos Santos, ra-
pitao i-'rancisco Le.le .Norv, Bjr, Praae seo -losi-
llas Noves,-corone! Manuel da lt c!ia Penaa ie
Azavedo.
O neto da reunio fui assignaln por mais
ie trea Mitas Besanas quo se adiivum preson-
tos..
InterviewO nllerview. entra a r-i ia
Italia e o Sr. Cohoette, reprter do Fgaro-
de Pars, termiuou con
de Humberto:
- So na Europa tolos desejao a i per-
que todos tora razo para dos :j,i-a. Qaaet*
Franjea, apeaar das nevens que a escur
nossos ollios, nos a consideramos s mpre ami-
ga, a amiga que combaten por nos. ao ido da
qual polojaro os nossos irmos.
Acreditai, pois, quo os meus soldados de
Italia possaaa ter aanjnecido os voss. s .-oidados
de Franga, cora os_quaes aflroatarao 01 Baa-
mos perigos. conquistaro as awsmas alonas f
AerediUi por ventura na tenh mi n ban le da
nossa historia as ba tal tas do Manen a -](-
rtno f Um dia ou antes, pedis Be a 1 re-
conliec:r dos dous lados dos Alpes |Ue,
zar de tudo, sabsista a anliira ai ;..:. I a 011.1
se forticar c mi o correr dos annos; tortpi ,
em surama, somos povos ineridioa.i iraaaas
pela lngua como fomos irmos as bat:llu
Eseoila de Caes-No'ici.im os >rna.->
as seguintes palavras
se abri naquella nlade
de N'ova-Vork qtK
urna escola de caos. Qracasaess |.:--...
avengou-so que os caes nao fallara a Bflppa-
gem Ilumina, mas estto BienaM 1 c .iir-:-
heidel-a.
Ha annos atavia em Pars uta io que |i
ser enearregado do desempenho de
incumbencia. Quando nao comprobendia 1> 111,
volta va atrs e secunda ou torceira \
sempennava-se exactamente do s.-u ene
Em Londres um cao senio-se um din insti-
gado polo appetitc- lira um -terrier- i i
ligente. Roubou um pedaeo ie queijo e es-
condeu-o debaixo de um sof-
O senhor fez-se desentendido c o efe, que
era honrado, sontio remorder-lhe a conscieacaa
Tomou entio o queijo entre os lentes e rollo-
cou-o aos ps do amo, indo 0111 seguida 111 II r-
se dehaixo do sof, onde so po/. a ladrar c-
micamente como que a lamentar sua falla.
Segundo conta Urelun, um galgo inglcz foi
enviado para a Frailea, onde leon como quo
aturdido. Assim vivou mozos, smn dar contas
de cousa nenhuma, at que apren lou i hngua,
e ento voltou sua habitual alegra e perspi-
cacia-
Walter Scott teve um cao que BMtdea o c >-
zinhero. Pois todas as vozos que so aflata
no caso, o cao ia csconder-S! a um canto, come
que envergonhado do seu delicio.
Escolla Eeletiea Kxiste em Pars
urna seita buddhista que tomou o nomo de Es-
colla ecletica.
Um dos seus adeptos mais ardeotes a mais
sabios, o Sr. Len de Rosin, professor da es-
colla dos estudos superiores, acaba de comp<>r
um pequeo livro intitulado : Le Boaduisme
eclectiqac, expos de quelque uns des prin-
cipes de recol. E' urna especie de rathe-
cismo semelhante ao que o coronel Olcott re-
digio para o aso dos theosophos da India.
Nao pretende ser um resumo completo da
doutrina budhica; e apenas contera peaaa-
mentos dispersos suggendos ao Sr. de Rosnv
pela leirura das obras religiosas e pnilosopti-
cas da Asa Oriental.
Poder comtndo ser utilmente consultado pe-
los profanos que desejarem conhecer a bella
moral dos ensinamentos de Cakia-Muni.
ExcavaceaO Dr. Doerpfeld, qne tomoa
a iniciativa de promover excavaces nos terre-
nos que circumdao o Pnyx e o Aropago, ie
Athenas, fez urna descoberta valiosa :
trou o local em que se levantava o
nisios, a co descoberta.

1

5 Dyonisioi
foi approvado o parecer. f09*3 escupturas e inscnpcCes.
'''! ".i"




Diario ffe ?ernamloeo ifcnarta-folra 1Q tfeMaio fie 1994
4
*
je
mvm largo altar quadrangular tejn em uina das
faces ura oaixo-reievo representando uma scena
de sacrificio. O sacerdote prepara-sa para lm- nando de Siqi
molar uui bode ao passo que "detrs "est nm
boi preso pelos chifres.
Na segunda face, um s.ityro arrasta um car-
neiro que o sacrificador val matar coin a pan-
cada do urna massa ; prximo vise urna bac-
chante. Urna outra faca mosta Dionysos e
Pan.
A m or parte das inscripges referem-sa a
ritos e ao culto do deas, multas as ceremonias
do racepco na confrana sagrada dos Iobac-
choi.
A maior parte dos objeclos descobertos pelo
I)r. Dojrpfeld, dato do segundo o terceiro se-
culo di era actual. Algumas estatuas que
per! me ni a tempos mais reatados.
Bous charutosDa Baha nos remeite-
ram os SYs. Guimares, Solidade & '., estable-
cidos on a fabrica lpiranga, ua cidade de S.
Flix doParaguass, urna caixa dos charutos
denominados "/ Prendi, acompai.haado-a da
carta infia.
Confessamo-ncs gratos flnea, e correspon
dendo ella, tumos a dizer que, experimenta-
mos os charutos referidos, e os adiamos muilo
bons, qaer pela materia pruna empregada, qu
magnilico tabaco nacional, quer pelo seu co'ti-
feccionamenlo e respectivo empacotaraento.
Que o fumo de escolha dil-o a fumara cliei-
rosa e o bom paladar que da ; e que a manufac-
tura correcta Uil-o lambem o aspecto do cha-
ruto e a l'acilidadi; da queima e da fuinaca.
Ouanto ao acondicionamiento em caixas, este
como os das raelhores marcas do paiz e do cs-
trangeiro.
Eis a carta :
A ilustrada redaccao do Diirio de Perno/-
bucj.Sa desojo de contribuiruios tambem, na
medida de nossas forcas, para o desenvolvimen
to da industria no nosso paiz, especialm-nte
n'este Estado, montarnos nesta nidada pequea,
porm bem organisada fabrica de charutos sol)
o titulo Ypiranga, de cujos productos tomamos
a liberc'aded uierecer-vos urna caixa esperan-
do que vos dignis expor cum franqueza a ve-
sa erleriosa opiaiao.
Com todo o respeito firmamo-nos como at-
tentos e criados obrigados.(raiinares, Solida-
de-*; C, S. Flix do Paraguass (ahia), Abril
de 189';.
Facililale' de Dirctc-----Soja sera)
chamados pela seguida e ultima vez, para ca-
me escripto d oDireito Civil, segunda serie ju-
rdica, os seguintes esludaoles :
Domingos Jaciatho Tenorio, Ernesto de Le-
mas Duart:. liento bandera de Mello, Severino
Ayres da Silva, Raymundo Bcnna, Alfredo Oc-
tavio Mavignior, Luiz Ribeiro Goncalves e Joa
quim S.uu aio Cardozo.
Eis o resultado dos acto3 do da li :
2." serie social
Emilia Bonifacio Ferreirade Almeida, dstin-
cao cm hygiene e plenamente nas outras eadei-
ras.
Antonio Benriqua Lopes de Barros, plena
mente era todas.
Francisco da Costa :in\ dem, dem.
Jos Pedro Caroeiro da Cunha Pilho, dem em
internacional, e hygiene e Bimplesmente en
Economa
Jos Francisco de Barros Almeida. plenamen
te "ni hygiene ; simplesraente nas nutras. .
Francisco Jos da Silva Porto Jnior, sim-
plesmente <-::i todas.
Manoel Lacerda. dem, idea.
3.1 serie jurdica
Jos.Ignacio de Albuquerque Xavier Jnior,
plenamente em civil e martimo.
Joo Ozorio Porphirio da Mo'.ti, dem, dem.
Jos Bello de Air.orim, plenamente em civil
e rimplesmente em maritimo:
arcillo de Maura Carvalbo, simptesaientcem
civil e maritimo.
Um reprovado.
da na estacao e d'elle tem conhecimento exac-
to. De VV. SS. criado e oDrigadissimo.-Per-
1-1.* lotera do Espirito-Santo
Sera e trahida boje i6 do correte premio-----
12:000*^00 bilhetes i venda no Sonbo de Ouro
Praca da Independencia ns. 3 e 5.
Ma^nitude da Equitativa de se-
guras de vidaY magniiude de qual uer
nsutuigo liuanceira avalia-se pela propqrco
entre o seu activo e o seu passivo, dando ella
a justa medida pela qual se reconhece sua im-
portancia.
Sob esse ponto de vista a Equitativa mais
importante do que qualquer outra de suas com-
petidoras, visio como a proporgo do seu ac-
tivo sobre o passivo e de 127 V
E;imai*.al Moradores do Caminho Novo
escrevem-uos para que pegamos a attenco de
quem competir pan grandes lamagaes que ha
par all, un consequericia das ultimas chuvas.
D'cssas aguas estagnadas desprendem-se mi-
asmas que nao podem oeixar de prejuiiear se-
riamente a gande dos mesmos moradores.
A providencia exigida tanto mais urgente
quanto pela autoridade competente esto sendo
einpragadas medidas no louvavel intuito de mo-
lliorar as eondicoss sanitarias da cidade
E' de presumir poisque seja attenida a re-
clamaco, como de Justica.
Gremio Seientifico e Littcrario
Tullas Itarrctto ---Esse gremio reune-se
boje em sesso ordinaria, s 6 horas da tarde,
cm sua sede, a ra dos Pires n. 117.
Thesouros oc cultosY serie dos the-
OBros estarrados contina.
Conta urna folha ingleza este episodio extra-
ordinario da guerra anglo-birmana, episodio re-
velado ha pouco, em seu leito de morte, por um
soldado do segundo regiment Royal West
Surrey de gnarnico em W'ands-Worth.
Esse soldado, que era <885 fazia part^ das
trapas que cereanira em Mand^lui o paco do re
Theabaw coaseguio enlrar durante a noite nos
aposentos reaes.
Acompanhadode um camarada, como elle
busca de despojos, descobrio por acaso a corta
e o sceptro do monarcha vencido, joias eonstet-
ladas de rubios e pedras preciosas, que parece-
rain aosdous soldados de enorme valor.
Os dous saqueadores ugiram do paco com o
precios jachado, "mas apenas se virara no por-
i\ os valiosos despejos os atrapalharam.
As joias de ouro massien eram pesa las e vo-
Inraosas, e recelosos de serern apanhados em
Sagrante, decidiram-se enterrar os despojos a
aliuns passos da fronieira do paco.
Xesse lugar foi das depoi^ alineada urna
guarda, que provavcl anda l estoja.
Essa conssa > t ex n'm-s causn viva impres-
ao nas autorulatles militares, que mandaVam
procurar o outro soldado, que foi encontrado em
Soiiihainpton.
A principio o soldado soiirevivente negou,
maf lendo-se-'lie dado a cert-za de que nao se-
ria punido e qu : recoberia 1' do valor do
ibesoaro,
grado (a O0) vapor
6 m. 24,'fi 757",95 17,96
9 M.'f 739",Oi 20,i7
2 2T/6 7S9-.27 2.,. 2
3 t. *-7,<7 756-,83 18,92
6 27,1 757-64 18,89
r^rperoUira miniraa 21,50
Temperatura mxima 29,00
Evaporaco em 2i horas ao sol 7."3
Chuva 5m6.
irecgo do vento S e SSW alternados de
meia noite at 2 h. U m. da manh ; WSW
at 4 h 09 nf. SW ate 5 he lo ra. : Wale
10 h. 12 m.; SSW at 11 h. 18 m.; S at II h.
45 m.; SSE e SE alternados at 2 h. da tarde ;
SS8 com interrupOes de S e SE at li h. 31 ra :
SW at meta noite.
Velocidade media do vento 3=44 por sa-
turnio
Xebulosidade media 0,59
Uoletim do porto
Pra-mar ou Das Horas Altura
bai xa-mar
P. M. 14 de Mflio 11 -h. 40 da m 2 -00
B. M. 14 de Maio 5-h. 50 da t. 0,o,80
Casa de clcneo Mov ment dos
presos da Casa de Detenco do Hecife, Estado
de Pernambuco, em 14 de Maio do 1894 :
10 e qu : recoDCi
, C9QMSOU tudo
e dispoz-sc a dirigir
eslava elle era viagem
Uoyanna Daquella cidade escrevem-nos
communienndn que no da 13 do crreme reu-
uio-se o directora do Partido Republicano Fe-
deral daquelle municipio e elegeu a corarais-
sao executiva composta dos cidados :
Dr. Elpidio de Abreu e Lima Figu-iredo.
Dr. Methodio Romano de Albuquerque Mar-
nho.
Majar Leo legario Correia de Oliveira.
Major Manoel Gomes de Albuquerque.
MajorJos Perreira da Silva Luna.
Que mullicrzinha !-----Era S2 do mez
prximo udo de Abril no eogenho de Cuyab
do municipio de ACOd Preta, Antonia Lins de
Vasconcellos, quando dorma o marido Joo
Lins de Siqutira Cavalcante, atirou-lhe agua
quente. que o queimou de tal modo que o in-
feliz veio a fallecer no dia segui"le
A causa desse crime, pelo menos a allega-
da, foram maos tratos que Antonia dava o
marido.
A delinquente foi presa em flagrante.
A ronaganda9 Sr. Soares Quintas
munoseou com um exemplar do segundo fasc-
culo que. sob esse titulo, esl poMtaafldo a
niao Cvica.
Cont'.-rn e--se f.iscirulo a Mensagim do Presi-
dente da Repblica ao Congrcsso Xactonal.
Asradecemos o mimo
Ultimo dia --- Definitivamente termina
boje acobranea dos impostos sobre industria e
profissiio ralativos ao I.* semestre do exercicio
crrante de 1894. que, bocea do cofre, est
proce.leudo a Recehedoria do Estado.
Os Hitribuintes, por tanto, qua aui-erem
evitar a comminneto das multas regnlamsDta-
res, podero amia satisfa/.er n"essa estaco o
pagamento dos mencionados impostos.
Que hucha!Hontem, cerca de meio da,
passatulo pela fortaleza do Brum o almocrcve
Antonio Francisco da Silva, foi attingido, na
regiao frontal direita, por urna ftucAa anda
quente que se escapara de urna peca.
O infeliz cihio sem sentidos; e,
facto o Sr. Alfares Maia. subdelegado do Re-
(ife. ;dli compar-'CU e reinetteu-o para o hos-
pital Pedro II.
O eavallo e seus pertences, que tinham sido
iostos recato .pela sobredita autoridade,
oram depois entregues Jos Ignacio Cabral,
compadre do offendido, e com elle morador
no engenho do Meio, do municipio da Vanea.
FaIlec:incnt"iIiiformam-no5 que, vic-
tima de uma lesao cardiaca falleceu no da 11
o correte, na cidade de Goyanna, onde re-
i provisoriamente, o agricultor Rozendo
Vera Bsrnardes, o qual contava 55 annos de
fdade, dexa viuva.
Xossos pezames a sua familia.
A.Sresss\o e violencia Sobre o que
hontem cscrevemos com esta epigraphe, segun-
do a narracao que nos fez pessoalmentc o 8r.
chefe. da es'ir.co de Tiuma, na feno-via do Lt-
moeiro. de igio nos o Sr. Fernando de Siqueira
as seguintes linHat, que damos publicidade
por dever do cargo :
a Sr-. Red.ictores di R.visia Diaria.
O laclo contado a V. S pelo Sr. Antonio
Lopes Braga Jnior Chefe da estaco de Tiuma,
sobre a epigraphe grmio e tiolencia foi total-
mente e maliciosamente adulterado. Faz-se pre-
ciso q'ie pela vossa Revista, era abono da verda-
de. o rectifiquis.
Tendo sido despachado no dia 9 do corren-
te para a estadio de Tiumaalgumas mercadorias
peilencenles ao Dr- Joo de Siqueira, entre el-
las 50 saceos com cal, so no dia 15, chegou esta
mercadoria esiaco de Tiuma.
.. Tendo o Dr- .io3o de Siqueira grande ne-
eessldade dos 50 sacros com cal, para nao ticar
parausada a obra que est construido em seu
engenho. e tendo o Sr. chele da estac/io de Tra-
ma, par varias vetes, entregado varios pro-
prieiarios, suas mercadorias nos Domingos, vejo
elle proprio pedir ao referido chefe o obsequio
de nao fazer voltar os seus portadores e o favor
de attendel-o como attendia a outros, entregan-
do [lie a sua mercadoria. A nada, por mais
que. rogasse o Dr. Joo de Siqueira. o hornera
se movo; e prepotentemente com maneira* in-
sultuosas respendo: nao Ihe entrego porque
nao quero ; isto, estando os dois a so-, o Dr.
Joo de Siqueira cora um raoviracnto de brac)
de quem perde a paciencia arredou-o, o que foi
bastante para que o hornera que agredia-i
modos insultuo-sos, cahisse por cima de uma
balancaerespondesse, que nao quera oflendel o
c oue" mandava entregar a mercadoria.
O Dr. Joo de Siqueira ja nao se lembrava
mais da mercadoria, quando desagravoQ-se ai-
fasiando de si o lomera que o msuttava: este
enfoo, ie seu mota proprio, foi quem mandou en-
tregar a mercadoria. __
Eis a verdade do facto e para elle podemos
appellar o testcmunho de nessOas cntenosas,
- como o coronel Pedro Ozorio, que esteve oeste
doentia da li-
gro-ducado.
sua doutrina,
cujo systema
a loesma sile
Casamento civilO escrivao de casa-
rae lins da Hoa-Vista, Graga, P050 e Varzea
afHxou no dia 20 do correte, na repartico do
registro, ra do Imperador n. 41, 1- andar'
editacs de proclamas de casamentos dos se-
grales contrahentes :
Segunda nubcaco
Antonio Alberto de Souza Aguiar, com Da-
raiana de Albuquerque Seixas, solteiros, resi-
dentes na freguezia da Graga
Anisio Joaquina da Costa, cora Gabriella Maria
das Neves, solteiros, residentes na freguezia da
Graga.
Antonio Pereira de Azevedo, com Santina Oc-
tavia de Souza, solteiros, residentes na fregue-
zia da Graga.
Prmeira publicago
Dagoberto Hilario Pereira Lobo, residente na
freguezia da Boa-Vista, com Maria da Gloria
Lins Caldas, residente na freguezia da Varzea,
solteiros.
Antonio Vicente Lopes Braga, residenle na
freguezia de Santo Antonio, cora Virginia Rodri-
gues Leite da Silva, residente na freguezia da
boa-Vista, soteiros.
Inspetoria do S. districto inari-
tinioecife, (4 de Maiode 1894.
Boletim raetereologico
Horas Term emit- Barmetro Tenso do
Ilumi'
dxde-
77
is pesquizas.
A's ulti.n 1 lioleiai
para a Indo-China
\ov. seita-^O correspondente SSo-pe-
tersbuapcnsc! li Hazetade MoS'Jtr, d curiosos
letulhes !-<> le, est lazemlo grande numero de ade|)tos ni
populafio li nueza da capital russa.
Os sudaros, de carctermysiico, d-noininara-
se klr.iilioulitas-, isto hoinens do praser.
J noseu relatorio do anuo passado a Socic
dade de propagaclo dasluzes segundo o espirito
da igreja orthodoxa -que fez especlalidade do
estado do 111 mmenlo sectario em S. Petersbur-
go -menciona a ivva seita, sera conhecer-lne a
procedencia e a doutrina.
O correspondente da Caseta de Moscow pre-
tende estar mais adiantado a esse respeito : li?.
elle que a seita veio ha tres annos da Finlandia,
onde j fez numerosos proselytos ao norte da
cidade de Serdobo!, lauto entre os ortbodoxoa
como entre os protestantes.
Easa seita urna maaifestac&o
berdade de predica ailmittida no
Tanto pelo seu rito como pela
os khnikouditas sao individuos
nervoso est desarranjado. Tera
de exaltacao doentia que as outras se tas mysli-
cas que tin apparecido ulimmente, caes como
os riabovtsky- o-petcisburguezes ou male-
vanstebioa de Kiew.
0 tra^o caracterstico da doutrina dos khni-
koulitas um optimismo religioso levado ao ex-
tremo.
Ao passo que esperara o prximo fim do mun-
do e a vinda do antecheidt, julgam se salvos e
contemplara cora serenidade a sua pretensa
santidade.
As suas ceremonias religiosa" compem-se de
uma serie de predica*, versando sobre a per-
feigao propra e a feliciciade eterna que. os espe-
ra. A exaltacao dos oradores tal que ella de-
genera em dancaa circulares desenfreadas, nas
qnaes lomara parle homens e rautheres e (|ue
acabara pelo modo como se terminara todas as
reunies desta especie.
Os sectarios emprestara um sentido allegoriro
aos cus moviraentos, cuja rapidez os approxi-
raa da incorporeidade.
Chegam a pretender que, se nesses momeritos
de embriaguez religiosa, elles se atirassem de
uma grande altura, nao sofrenara nada. Outros
dzera queum desses maniacos quera era ura
momento de ex^ase, atirar-se ao rio, mas que os
seus companheiros menos convencidos irapedi-
ram-o de commelter essa loucura.
Os khuikoulitas conservam na vida privada a
raesraa exaltagodahi o seu deprcio para o
tranalho arduo e o desdera para Ddas as neces-
sdadesda vida.
A historia dessa seita data do apparecimento
na Finlandia de certos plegadores suecos, aguar-
da avangada do Exercito de Salvgo.
Foram elles que introduzirara a predica de
avisaciojlo improviso.
Ese genero de sermo aleanca tal xito na
Finlandia, que em YovenLou, por excmplo, cer-
to medico, vendo-se atacado de um accesso de
pregar, converteu, s em um dia, quasi todos
es habitantes dessa cidade.
Na aldea de Taipala, ura reraendo, sentindo-
se inspirado durante o servigo na igreja protes-
tante, sahio do templo e entregou-sc immediata-
mentc a improvisar um serrallo to excitado,
terminando por cahi- sera sentidos.
Tribunal do Jury do ReeifcHon-
tem foi subraeitido a julgamenlo nes'e Tribunal
o reo Francisco Aleixo Jos de Sant'Anna, 90-
nhecido por Chico Voco, pronunciado como in-
curso nas penas do art. 304 do Cdigo Penal e
accu3ado de haver em o dia 9 de Maio de 1892
no districlo policial do Peres, praticado com ura
ccete no braco esquerdo de Martiniano Fran-
cisco Fortuna um traumatismo, do qual resultou
deformidade. .
O jury de sentenga compoz-se dos jurados :
Dr. los Al ves Lima
Antonio A.-de '"ampos.
Antonio G-racalves Ferrcira Jnior.
Joaquim Monteiro de Oliveira Guimares.
Alfredo Ferreira Mendes Guimares.
Hermogenes amargo-
Thomaz Clarencio de Paula Rocha.
Joaquim Thimes.
Antonio Caetano de Oveira Coragera.
Produzio a aecusago o Dr. Virginio Carneiro
Mendes da Silva, 2." promotor publico.
Deduziu a defeza o Dr. Luiz Emygdio Rodri-
gues Vianna.
De accordo cora as decises do jury que ne-
gou por unanimidade de votos, ter sido o reo o
autor do crirae, o Dr. Jos Julio Regueira Pin-
to de Souza, presidente do Tribunal, absolveu o
inesmo reo da aecusago que Ihe foi intentada e
condemnou a Intendencia Municipal nas custas
do processo.
Foi levantada a sesso 4 1 hora da tarde.
Devem ser julgado boje os reos Joao Bezerra
de Araujo, Liberato Crrela de Arauj e Jco Pe-
reira tasado Lima.
llissas fnebresQuarta-feira, 16 do
correntc, as 7 horas e meia da manha, na igreja
da Santa Cruz serlo rosadas raissas pela alma
ile Olympio de narros Alvcs da Fonseca, 1 an-
nivprsano de seu passamento.
Telegrammas retidosAcham-se no
Telegrapno Nacional os seguintes;
Munoel Uiogo Nascimento, de Porto Calvo;
Jos Maria Silva, da Parahyba : Leraos, de Jara-
gu 1; lente Nolasco, da Babia; Cosmera, do
Rio; Dorainice, de Belem; Deposito AlgodSo Ge-
ral C. F.; da Parahyoa ; e Jacintho Tavures, do
Rio. Avisos : para D.\ Joao Farias, Crav, e Si-
gismundo.
Matadouri PublicoN'esse estabe-le-
ciraento foram abatidas 84 rezespara o consumo
ae boje da cidade do Recife.
Existiara
Entraram .
Sahiram .
Existera -
A' saber:
Nacionaes.
Mulheres -
Estrangeiros
Mulhere*.
Total .
Arrasoados
Bons .
Doentes .
Loucos. .
Loucas. .
481
tt'
10
482
452
12
18
0
482
4<0
40S
18
3
4
4:0
Total. ...
Movimeiilo da enfermara :
Ti! --.ni Odixa:
I.uiza Francisca da Silva.
Jeronym-j Jos dos Sanios.
Pedro Francisco da Silva.
Francisco Antonio de Souza.
Tiveram alia :
Joo Francisco da Silva.
Jos Francisco da Silva.
Jos Mal das (por falleciraento).
Hospital Pedro II -O raovimento desse
sahelecimento 4 cargo da Santa Ca-a de Mi-
sericordia do Recife, no dia 14 de Maio foi o
seguate :
Existiam. -
Entraram. .
719
13
732
Sahiram .
Falleceu
Existera
8
l
723
------732
Dulcia C B. Pinheiro, Pernambuco, 53 horas,
Santo Antonio.
GenerozaMalheiros, Pernambuco, t anno, Boa-
Vista.
Jos, Pernarabaco, 18 mezes, Recife.
Severino Ferreira da Cunha, Pernambuco, 10
mezes, Graga.
Um feto do sexo feminino, Pernambuco, S.
Jos.
Jos Victafino dos Santos, Ceara, 26 annos,
Boa-Vista.
Jos Malhias da Silva, 23 annos, Santo Anto-
nio.
Maria, Pernambuco, S. Jos.
16 de Maio de 1825
O anno de 1825 foi par Pernambuco e
o Cear um anno terrivel. O sangua de
seus generosos filhos correu a jorros nas
respectivas capitaes. Alm do arbitrio e
prepotencia das comraissOes imperiaes,
para devastarem essa parte do norte, e a
levarem ferro e fogo como a um paiz
conquistado, veio augmentar a infelicidade
de seus habitantes a calamidade de uma
secca que ac/oitou os sertoes dessas provin-
cias ; e para levar a populaoao ao deses-
pero, como se fosse o preparo do juizo fi-
nal, estabelec3u-se um recrutamento hor-
roroso, sobre os que eram suspeitos de fa-
voraveis s ideas da FederacSo do Equador,
e os inilizes recrutados/eram atirados aos
pores de immundos navios da vela, para
irem para a Cisplatina, qu quaria se se-
parar do Brazil, como separou-se, afina de
preencher os claros do exercito imperial,
batido por Lavaleja em Sarandy.
O actos de perfidia e traicao patria
brazileira por Pedro I, coagtram o norte e
o sul a lancarem mo das armas, para se
garantirem ; no sul, a nossa antiga pro-
vincia Cisplatina deslignu-s1? para sempre
do Brazil, tornando-se Repblica Oriental
ou do Uruguay ; no norte, porm, a revo-
lucjto, que tinha feito, a Federaclo do
Equador nauragou; e foi afogada em
sangue.
Uma das victimas inmoladas no Cear,
foi Luiz Ignacio Pereira Bolo.
Fazem hoja 69 annos que teva lugar
essa execucao.
Ao jniz Gylvo:
Do HH.ife^upellan'e E-"*1 to i L^opcldo,
appeilada a massa Mil la de Flix Goro-s Coirn-
bra.
AppellacOes civeis :
Ao juiz Costa Ribeiro :
Do HecifeAppellaue os Gomes FerMra
Man', appHiia>ta a Fitzenda ao Estado.
Ao juiz T-ixelra de Sa :
De Nazart-tnAppelldotos Raym ra Jo Das da
A'aujo e -cu timo Manoel Das de Ara ojo, ap
pellada D. Jercnyroa Mana de Araujo.
Ao juiz Caldas Brrelo:
De s. LnoreDciApp**llante Abilio Aagu'o
Pereira d.< Silva, apoellada D. Richel Pertira da
Si?a, menor, c m a sis eucu de eeo pai.
Ao jais Almeida :
De (aua'a sAppellaole o jotzo, sppsllaJa
D. M.n Jos de Jt*. a* Barros e catres.
Embargos infrragentes:
Ao um Canos V, z :
Dj RiJifeE nbargane (.h i'tova Gomes Pe
losa, e/BOirgaila D. Miria Mjaica de Fraosa
Jaldas.
Eacerroa-se a sessio s 2 Horas e 20 mnelo.'
Ja tarde. ,
O Sr. D'. oresideute oesigioa o da 17 dj
arrete, s Ignota* na maaiif, para, -.ta sestla
ext-io'iioarn ir^lar-se do ren,men:o iaieroo
doT ibooal.
do maestro Marchetti, fazendo" a b.rafieiada o
papel de =Casilda.
os raconhecidos d >tes arlticos da Sig. Or-
sini junto a uma educaco elevada e ua io-
telhgencia cultivada sao as m Ihores garanta^
(tara qu: a sua festa s-jja um c : 1 1 -11 -uto das
demais que sempre f da Europa.
SPUKT
3ILSICIANA
^apetlor TriiMtnitl de inl-ra
SESSAO ORDINARIA EM IS UE MAIO
PE 1894
PRESIDENCIA DO SB. DB. PBANC18CO LUIZ
Secretario Dr. Virgilio Coel.ho
A's horas d coaNune, preaesties os Srs. uize-:
era naoisro legal e o Dr. uosula'0 ao pr.cara-
dor eral do E.st.do, foi aoerlaa sesso, depoi-
de lida e apo>-ovad& a acta da antecedente.
Distribuidos e passados o* feitos, deram os
si i motea
JULQA&IKSTO
Habeas-corpus:
Facieote :
Cdjilio Luis da Foaseca.Negau c a soltura,
oaaimeroeme.
Provino de salir.itador :
AlesaaJra America ie Calits Padilba.Con-
ceaeu so a rcoovaca < de soa provi.-ao.
Excoata a pe'.icSo c Jos Fe-r^ira da Silva
Lima, reaulvtu u Tibonai juuooar ouvir o Dr.
su0sii.au Uo |i'0 :ur..!'.) geral ao Iv.Ut!).
I l'AGLIACCI
Curtas a Sansone.
m
Assisti as renresentaobes dos = Pagliacci.
confesso qu de todas as operas qua V*. tera
feito cantar nesta temporada, a dojovcm maes-
tro foi a qu i mais me agradou=Amar s bjn-
ra !=0 eterno dualismo, a produeco de Laon-
cavallo, uma explendfda manifestagao arts-
tica.
A arte ah se aprsenla com todas suas for-
mas novas, c o drama nao uma simples fan-
tasa ua vida do hom trampas um facto de to-
d >s os lugaras, d: todas as pocas.
Emtod) o trabalbo, qua ouv pela priuisira
ve/, no nosso theatro, o que se torna admiravel
em Leoncavallo a facilidade da nspraca 1.
a exponanddade no sen modo da escrev-r,
onde a cada instante apparecein trajuos delici
dos, dilogos vivos o briosos.
Existem nas paginas do trabalbo que o maes-
tro napolitano escreveu para a scana do=Dal
Venir; =, innovacOas barraonicas e urna instru-
mentacSo verdaderamente engenhosa, qu; a
cada passo apresehtam Laoncavao oiiDum
verdadeiro musicista
Alm d'sto, Leoncavallo rev da > parf;to
conliocimsnto do publico e do theatro; temo
instincto da scena e o mrito de acbar a nota
correspondente a l.-ltra, tirnu lo assiin n iis
expressivos os versos que elle mesmo escreve.
O drama desenvolve-se era poucas scenas,
lo las. do mais vivo interesse pan o espada-
dor.
^Si pu ? = a p;rgu;ita que =Tonio=vera
fa/.er aos espectadores, e que abra a onera.
O Pozzi o disse admiravelinente, com to la a
expresso de ura verdadeiro artista que sal
que vae cantar um trabalbo de grande torca,
elavando-se gradulinaiite at a sema.
La comraedia finita* que foi a contirraa-
cfio do excellents artista qua nos traz um mina
j conbacido dos principies theatros.
A Sulli, einbora a sua parta fosse muilo pe-
qu na,com a encantadora voz qu; tan, encar-
reg)U-so do papal do-=Xodda=, salientando-o
muito na aria
Stridono lass libarainenta
Devo tanib-m dote (1: perfeila Cintora, ella saba sainpr; reu-
nir 0 ile ura 1 correcta actriz, qua conbaca as si-
tnacOei da scaua, e o seu modo d: vestir sata
seiri[ira di accordi com o typo qu; apresmU.
=d,eppe=, f dto palo Porcopo, teva rauitas
palmas quando interiianiMite cantou a sere-
nata
Foram visitadas as enfermaras pelos segura-
tes mdicos .
Dr. Barros Sobrinho, ertrou s 6 3,4 da ma-
nh e sahio s 7 3/4.
Dr. Malaquias, entrou s 11 3/4 da raanb e sa-
hio s 1 ?.
Dr. Simos Parbosa, entrou s 11 da raa-
nb e sahio s 11 3/4.
i)r. nerardo, entrou as ti da manb e sa-
hio s ti.
Dr. Arnobio Marques, entrou s 9 1/4 da raa-
nb e sabio s 10 1/4.
D Lopes Pessoa, entrou s 9 3,A da manb
e sabio s 11 1/4.
Di. Vieira da Cunha, entrou s 10 da ina-
nh' e sahio s 11 1/4.
--. Hastos de Oliveira, entrou s 10 1/4 da
ara hS e sabio s *0 t/2.
Dr. Tavare3 de Mello, entrou s 10 3/4 da ma-
nh e sahio sil 3'4.
Pharraaceutico, entrou 3 8 1/4 da manh e
s ihio s 2 da tarde.
Csmiterio PublicaObituario do dia
11 de Maiode 1891.
Maria, Pernambuco, 2 mezes, S- los.
Antonio Gongalves da Silva, Pernambuco, ca-
sado, S. Jos
Calharina Francelina P. de L., Pernambuco,
76 annos, viuva, Boa-Vista.
Joanna, Pernambuco, 13 mezes, Boa-Vista.
Um feto do sexo feminino, Pernambuco, S.
Jos.
Jos Francisco, Pernambuco, 45 annos, casa-
do, Boa-Vista. ,
Leoncio Xavier de Lima, Pernambuco, soltei-
ro, Ba-Vista.
O cadver de um homem, ha-Visla.
Jos Luiz de Souza, l'ernambuco, 12 annos,
solteiro, Ba-Vista.
Antonio Luiz de Sant'Anna, Santo-Antonio.
Arthur Pereira de Mello, Pernambuco, 2 me-
zes, Ba-Vista.
Benedicto da Costa, A'rica, lio annos, S.
Jos.
Augusto los Barbosa, Pernambuco, 30 annos,
casado, Afogados.
Maria do Esprito-Santo, Cabo, 64 annos, viuva,
Ba-Vista.
Ura feto do sexo masculino, Pernambuco, Boa-
Vista.
12
Antonio Francisco Romo, Pernambuco, 80
annos, viuvo, Pa-Vista. *
Antonio Manoel da Pai, Pornarabuco, 08 an-
uos, casado, Santo Antonio.
Manoel Joaquim de Jess, Perparabuco, 7
annos, viuvo, Recife.
Adalgiza, de Leraos Andrade, Pernambuco, 4
annos, Graca.
Maria Salom dos Santos, Pernambuco, 30 an-
nos, casado, Graca
Maria das Dores, Pernambuco, 10 mezes, Graca.
Clotilde, Pernambuco, l anno, Ba-Vista.
Joanna da Conceico, Pernambuco, 40 annos,
casada, Ba-Vista
Francisca Angelina da Conceico, Pernambu-
co, 29 anuos, solteira, Ba-Vista.
Venancia Maria da Conceico, Pernambuco,
30 annos, casada, Ba-Vista.
Sebastio Antonio de Lima, Pernambuco, m
annos, casado, Ba-Vista.
Peter Thedor Hascasson, Noruega, 2i annos,
solteiro, Ba-Vista.
Olyrapia Damianada Conceico, Pernambuco,
35 annos. solteira, Ba-Vista.
Maria Rufina Nunes, Pernambuco, 4$ annos,
casada, Ba-Vista.
13
Manoel Marques de Araujo, Portugal, 60 an-
nos, cacado, Graga.
Jos Francisco da Silva, Pernambuco, 40 an-
nos, casado, Graga.
Thercza Maria de Jess, Pernambuco, 35 an-
nos, casada, Ba-Vista.
Manoel, Pernambuco, Ba-Vista.
Pedro, Pernambuco,, 1 mez, Ba-Vista.
Jos, l mez, Ba-Vista.
elmiro Thomaz, Pernambuco, 20 annos, sol-
teiro, Ba-Vista.
Bellarmino Firmino d'Azevedo, Pernambuco,
54 annos, viuvo. Boa-Vista
Jos, Pernambuco, 9 dias, Ba-Vista.
Oerby Viu'it de Peraai
7. (XMUUOA
H a 8nB-fJro- tem a la-cripcao pn a etima
eerriva do Drriv-Ciua ao- ^a leii-s-d* pea
Ifima ?et 00 Hr-poircmi <'o C.u.pj Grande,
tendo e-;e o ?*u:t 1- pa-eo 20 -ie M.m8C0 ai-t-o.
Alar-orao-, (ii-j!), C-i.ot, Aji-aiio, Fi-
i ir-i., Tnouivi't ,
2 peHomiiiesT1 jo mttmi*
G.i- Al y ii pi-er, lUmm, MjUh Tedo
3- parpo-P.-noidai( OOi m-fo*.
Ci'g-, Pmium-iau', V::aif, Pira-.a.
4- p -?o -Ae* e-rHM a direc'.o-ia do
pu.irooi.OO m-'-o-'.
Teaor, P r.u i.pi, Trinapho. P rasi.n.
Iip-
5- D'.roP-ato -la Ssiaar a-1 "r0 m lfo.
Inaucan:, Gipsy. PatrvBtis, .1 uuie, .Nsps
'tan
6- par?o -10 i^ Jnnii1 401
!)ar.in., Triu^pae, tirilaaaai*,
Tado
m-*'i-i<
All) S*bpoer,
pa'eoG idaj 1 iir-rto u lo Pr-dj P-r-
"amr.uc.ar!ot .100 e r .
HVoac. T ato-a. OoruP.-t Taattf*. Mi#-
'o i-, Nirc.uj.
8- pa-or.i.rj--lDs5o1.150 -r.^i-o .
'rtiunso, Pnan-co, V. gj \or. P,-0-a.
Ma.-c
une.
Eci.
PL'BLlillliOES A l1 SIHilO
Xuelco Coloiiinl Su s-aaa
O DELEGADO DA INSPECTORA OEHAL DAS
fMM E COLONISACAO AJ E\M. SU.
GOVEUXAD3U DO ETADO E AO PUBLICO.
Aggravoa de petigo :
Dj Oitio--A-g aval) e Jo'n Hermino << Oli-
veira, aKs-"av<"ll'OJa,'J- Relator u joiz GalvSo.
Adjuuos es juizHS Costa RiDeiro e Carlos Vaz.
. -Deo-e provimraio, ooanrraeroHnie.
j Da rtecif.; \ggravaote Kr Araoja, agravada a Coxipaon a Naci-.'iial de
misas e Rjuoa- Brancas. Reliur ojaiz Cosa
Ribeiro. Ad|uutos os juizes Teixeira de S e
Gaiv.'.o.N> se ioiiju- conheclraentr', contra o
vjio to Sr. T-ixeira -Je a.
do RecdeAggravante .'o- Verisstmo Mar-
qaes, agravjaa a Compandia Nacional de Ca
uaisai e R^upaa Brauci. Kelator o joia Tr.ixei-
raddSa. A-ijunios os juizes Costa Ribeiro e
Carlos Vaz. Nj toinoa coaSecimenlo, coa-
Ira o voto do Sr. Tixira deS.
Do RecifeAgravantes Perreirt Ridrlgoes &
C-, aggravada a FateOda do Estado. Relatero
juiz Caldas Hj'r-to. A-ljuntos os janes Almei-
da a Costa R.Deiu. N;gou-e provimeoto, uua-
DtmemeDte.
Agravo de instrumento:
De Serinhaeaj Aggravaute Sebaaiio Jos
Bezerra Gavaleaute, agurataloa os derdeiros ue
Fraacuco Ga"clve4. Kelator o joii Ja-Kn Vai
Adjuntos os juizes Galco e Co-ta Rib.iro.
Negou-seproviuienio, unaaimemente.
Appeilagao coinrnercial:
Ds NaiareaAppellaue J J Alves Caaiella
de Arauj-- Pereira, appellada AT.onio ^Xiviei
CarLelru da Maura. Relator o juiz Tsixeira de
Sa. Revisores os juizes Caldas Barreta e Aluaei
da.D-sa se provunenie, unnimemente.
PA8SAQBN3
D) jais Costa Ribeiro ao juiz Teixeira
sa:
Appellago coraraerciai :
Do KecifeAopeiianie Minod Carneiro L ,
appellad > o Hura, de Nia -t .
Do jjiz Teixeira oe Sa aojan Caldas Bjr-
reto :
Appellago crime:
Do BuiqueAppeliaote o pometor pabllco,
apaellado Jo^ Beerra Cahaole.
Appellago civel:
De Palmares.ippel.ante Elias Ag-icio Ralis
e Silva, appellado Joaqum Elias ae Carvaib:
Honra.
Doicis Caldas Buretoao jcix Almeida:
Appellago crime :
Do Limoiio-Appellante o promotor publico,
O Cdambiana il tensro Arlecbino
E' a ti viccino
Heorifieta de
ju'zo de or-
0 jaita, re:orndo
14
Maria Alves da Silva, Pernambuco, 20 annos,
solleira, Santo Antonio.
Hermina, Pernambuco, 45 dias, Santo Anto-
nio \
appella-io Mauuel lavares de Arro-ia.
Do jii-z Almeidi ao jfliz Carlos Vaz :
Appellago commercial:
Di Hecift-AppellBt Jos Antonio Stares
laoior, appellada D. Mana Vicio U a-rrgal
Soares.
Do jai Carlos Vez ao joiz Galvao :
Apiiel a,4o Gomonercial :
Dj KciftAppsilaiite aCUarel Ovidio Alves
Manaya, apyelladoj Manoel Alves Vianua e sua
malber.
Appellago civel :
DeGaamiieira Appl'inte 0.
farros Paes Barreti, appslialo o
raaos.
IlISTKlBItES
Recurso crime :
Ao juiz Costa Ribeiro :
De GoyirraaKecorreot-;
SiDastiSo Jase Laorenga.
Agc.-avos -';. p-ii.a > :
Ao juiz T-ixeira de S:
Da Jarjoato-Akgravanie a\ mesa rege lora da
irmaaaade de Nas3a Senhara do Ljreto, aggra
vado o juizo.
Ao juiz Almeida :
Do Rocite-Aggravante Francisco Bezerra de
Rezeode R?gJ, agg'avado Joao Fraadsco Je O'i
veira.
Ao joiz Costa Ribsiro :
Dj Keeife\ggravan.e coronel Cwbinino de
Aaoino Fjoneca, a^gravada a Fazeuda do Es-
lado.
AgrwjA de instruinento :
Ao juiz C3ldas Brrelo :
De PalmarasAggravaatea Lopes Magalbaes
& C-, gravado Andr Mentor deCarveltio.
AO joiz Carlos Vaz :
Da N-zirethAguravantfl Manuel Francis-o
Gomes aa Araujo, aggravado Hercala io Beerra
de Meaezesi.
Ao iuu Gilva.> :
De Palmares -Aaaratunte Jj R godera de
Barro?, aggravado o joizo.
Appellago ctmmercai
Quera elevou se a uma al ura da artista pri-
vilegia lo foi o Vilalta.
N 1 s: poih desejar um m3lbor=C'anio.=
Os coros foram mudo b:m cantados.
Maffez/pli, o sau bravo maestro, sustentou a
orebastra com toda a seguranca. rjvolan-lo-se
sempre o intelligente director em cuja bocketta
nao ha opera que nao tenha uma execugo
perl'aiti.
o segn lo espectacub dirigi a orebestra
o jovem Polacco, que V. me disse, a ultima
hora foi substituir o MiiTe/./.oli qua esteve en-
commodado.
Subinda a caleira de regeatj elle empunhou
a biclielta, o com o,m!recimnlo que tera. diri-
"0 pela prmeira vez a opara, como se a tivessa
ensaiado.
Antes da concluir n) devo detxar de tallar
no svinpatbico Rotoli.
A'sua insignilicanto parte de=Silvio=teve
uma interpratacto na altura do seu verdadeiro
mrito. Por menor que seja a parte que do-
sempanh: ella sabe sempre dar-lhj grande va-
lor.
OBARVTONO POZZI
Est; dstincto artista que tem conquistado as
melhores sympatbias da platea do Santa Iza-
bal, faz o seu bmeficio no dia O do crrante,
levando a scena a opera de Leoncavallo, I Pa-
gliaci, onde no papel de=Tonio=-elle pe em
prava os seus merecimentos j como cantor, j
' como artista.
Para satisfacer aos padidos de seus admira-
dores, Poz/.i cantar o duetto da opera =Aida=
com a distincta actriz Sulli.
CONCERT ELIAS POMPILIO
E' na quintr.-faira, 17 docorrSnta, que o apre-
ciado pianista pernambucano Elias Pompilia
raalis i no ClubNJarlos Gomes o seu b?nartcio.
Xdle tamaro parta Exmas. Sras. da nossa
socieda le, dstinctos professores e alguns artis-
tas da Corapaubia Sansone, dando assim prova
do apreco aos mritos do conhecido pianista.
O programma que xomposto de trechos vo-
caes e instrumentaos est assim distribuido :
Saint Sa:n=Rhapsoiie d'Auvergne,=a deas
pianos. .
G-ounod=Faust,=vaIsa das joias.
L. Macioelli=Uerceuse.=
Maviglia = Cna sari in teatro.
Vordi=Rigo!etto,=quarttato.
Tbom=Rondo.
Tost=Non tamo pi. .
Verdi= l'r avata,=duatto
Thoinas=-Mignon,=scena.
Doni etti=Linia di chanionix=duelto.
Os acampamentos serto feitos a orchestra di-
rigida pelo maestro Polacco.
'(rosando da sviupatluas o Sr. Elias Pompilio,
estamos certos" que {o seu c.encerto ser muito
concorrido e que nalla comparacero os mais
selectos apreciadoras da msica, t:ndo assim
mais uma occasio de apreciar o valor daquel-
lesqae atse exibir.
LUIZA FOKB
Ksta distinctissima cantora da Companhia
Sansone qu tem tra/.ido a plateia do theatro
Santa Izabd sempre no mais vivo entliusiasnu
polis seductoras notas que com tanta habihda-
do tem o previleg-o -le emittir, faz sua raap-
parigao n> prximo saboada coma representr-
co da opera Lucia- onde no papal da prolo-
gonista ella apresenta-se, manifestando uma
das mais bellas pilases do sfli talento.
Grande numero ((admiradores do mimoso
rouxinal prepara-lbe diversas manifestages
em lioiuenagiin ao seu innegavel marito.
'Com oartesa naquella noite o Santa Izabel
regorgitar da espaciadores que sero teste-
inunhas da mais ura triumpho na vida artstica
de Lui'a Fous.
MAZZ0Ll-0R8I.NI
0 intelligente contralto da Companhia San-
sone pretende realisar a sua serata na pr-
xima semana. Dl
A opera escomida e apreciado =Kuy .mas,
' Rcsposta as aecusages do Sr. Comnunda-
dor Joaquim Lopes Madkub
Continuaco
la, pois, organisar-se a companhia, que de ve-
ra fundar a usina necessara; eslava subscripto
todo o capital, gragas ao prestigio e concedo qw
tera e merece o nomo do seu e corp r.il-ir. 1
gragas as vantagens i|qe proporcionaria e pro
porciona aos seus accionistas a par das vanta-
gens que ofierece ao Ncleo Colonial, alliando-se
desta forma o interesse particular cora o | -ral,
o que sempre lora o raeu desideraluia.
Isto, porm, nao convinha ao Sr. Coramcnda-
dor Joaquim Lopes Macha lo, j porjue va por
esta forma cscapar-se-lli -11 mo ura passaro
que julgava ter seguro, e que s e capou porque
eu Ibe despedace: os la.os, ji por|ue lalvez
ainda aliinentasse a esperanga de que eu o pro-
curasse. E vendo, por tanto, que a sua e-pe
ranga se desvaneca como o fumo, e que a cora-
pan'aia se fundara sera o seu concurs-j, atiroa-
se descomraunalmente contra a mesraa, prorao-
vendo-lbe par todos osmeios e em 1-sespero de
causa o seu descrdito.
Para isso empeniava-se, pedia, rogava, c fea
tudo quanto Ihe foi oossivel. para que os subs-
criptores nao rcalisassem as eutradas sjhsrre-
vendo elle proprio, dos I3d conles de ris, com
que declarava que entrara, apenas 50 aeces no
valor de dez cantos de res, c dessa quautia nao
fez entrada alguma !! I o que induz a suppor
que a subscripgo d'aqudtas .10 accgOes, qne fez ,
s teve por lira servir de mas-ara ao seo proce-
dira-ento funesto, ou de recurso a que se agarra-
ra para ncgal-o, caso as cousas chegassea ao
ponto de ser isto necessario. Era todo caso a
subscripgo das 50 aeges do Sr. Coinnieiidador
Joaquim Lopes Machado nao passoa de urna subs-
cripgo paraimjlez er segundo a pliraseexpres-
siva do povo.
Kssa cainpar.ha de descrdito, forga confes-
sar, sempre produzio algum effeito, de tal forma
que o capital social, que pelo prospecto deveria
ser do seiscentos contos de res, representado
por 3.'. 00 aeges de duzentos mil ris cada unta,
teve de ser reduzido a quatrocentos contos de
res, representado por 2.000 aeges, capital este
com o qual foi installada a companhia, nao tendo
por consequencia, anda desta vez consejnido o
Sr. Commendador Lopes Machado matar a com-
panhia no seu nascedouro, nem to pooco satis-
lazc-r ou realisar a sua ambgo.
Para um bomem acostumado a vencer lado...
Foi justamente por esta occasio, coincidindo
notavelmente com odesapontamento do Sr. Com-
mendador Joaquim Lopes Machado, que come-
garam a appareccr na imprensa diaria os cele-
bres anonymos, a que rae refer no meu pritaei-
ro artigo, e com os quaes se idenlilicou agora o
Sr. Commendador Joaquim Lopes Machado.
E tal. foi a gana de oppor bices realisagae
da momentosa idea, que ia dotar o Ncleo Colo-
nial Suassuna de um melhoramento incontcsta-
vel, que, quando se tralou de levantar um em-
prestirao por meio de debriii'ire* ou d Estado
os mesraos anonymos se atiraram furiosaaeente
contra a companhia e todos os esforgos li/.eram
para que nae fosse a -raa directora autorisada a
realsar aquella Irasiego, em favor da qual
fallaram diversos accionistas p, como eonhe:odor
e bomem pratico na vida commercial, o honrado
Sr. Commendador Jos Maria de Andrade, sendo
afnal approvada unnimemente a aulorisagao
proposta por um dos accionistas.
Ora estava desilluddo o Sr. Conuncndader
loaquira Lopes Machado das suas prcteato>s
posse do Ncleo Colonial Suassuna c posee,ea
pelo menos supremaca absoluta, da cosapaatta
que alli tinha de fundar uma asina, c homem ie
caprichos como diz que aco4mad> a vencer
tudo, segundea sua propra phrase, nio podia o
Sr. Commendador Joaquim Lopes Machado per-
doar a quem Ibe havia cerceado as azas, c, por
isso, nada tendo conseguido contra a compaaaia
que estava installada, nao obstante a guerra
as intrigas de S. S., e que prosperara i sombra
benfica do honrado Sr. Coronel Augusto <
vano de Souza, o Sr. Commendador Ji
Lopes Machado atirou-se contra mim, que ale
lenho sombra alguma a que me abriga* ato
ser a da lei e da justica, duas coasas t q*t *'
S- parece nenbum caso fazer.


*

'..'.'''", -I- ?


ftfarlo de Pornambuco Quarla-felra IO de M
alo de
lftsvf
Ja agora a vinganca enchia-lbe o coracao de
fel e o estrangul ava.
Era preciso dar-lhe expansao, satisfazendo o
seu odio, e o Sr. Commendador Joaiuim Lopes
Machado nao trepidou ento cm aaer-se denun-
ciante, mas denunciante sem razio, sem justiga,
sem criterio, e, porque nao o direi sem pundo-
nor !
E' desta denuncia repugaante e aleivosa que
tratarei ni seguinte artigo.
Recife, (5 de Maio de 1891.
- (Contina).
Manoel Barata Oes.
Sueleo Colonial Suassuna
No Diario de boje apparece um longo rtico
referente aos negocios do Ncleo Colonial Suas
suna, assignado por um colono, o que nao sendo
firma conliecida, ou capaz de ser reconhccida.
constitue simples anonyrao, que nao merece im-
portancia, porque por esta forma foge a respon-
sabilidade pessoal das suas allegacOes.
Poderia deixar de responder-Ihe, se naoesli-
vesse di3posto a tercar todas as a-ma3, menos
as que sao consideradas indgenas de um ho-
mem que se presa, para destruir de urna vez
para sempre as calumnias com que se tera pro-
curado ferir a minha reputaco e a manha com
que se procura ainda prejudicar os interesses e
0 futuro do Ncleo Colonial Suassuna, os quats
ninguem tem tomado mais a peilo do que eu,
como poderei provar exhuberantemente desde
que publique o abaixo assignado de 60 colonosf
quasi todos, requerendo a retirada do Sr. Com
mendador Joaquim Lopes Machado, do Ncleo
Colonial Suassuna, por se ler tornado alli um
pomo de discordia.
Como, porera, no alludido artigo ha um tpi-
co que se filia claramente as accusacOcs alcivo-
sas do mesmo Sr. Commendador Lopes Macha-
do, e o publico me merece muito respeito, tomo
em considcracSo o escripto, pondo de parte o
anonymo, e passo a responder prompta e pe-
rentoriamente aquelle tpico, que o nico
que me poderia prejudicar.
Diz 0 artigo do Diario :
Os grandes cartazes com as innmeras van-
tagens da nova usina correm mundo ; as ac-
ces arrebatadas por occasiao de serem sub-
scriptas parecem pairar em raaos indevidas e
publico o repudio de 210acc6es, ora transfe-
ridas a este, ora aquelles, ora vendidas e nao
pagas e tudo se cala e ninguem sabe ao certo
. a quem pertencem taes aeces e at os com-
c pradores repugnam declarar e provar que as
compraran e pagaram. quando essa prova ob-
viaria o escrpulo do fuoccionario federal.
Na resposta, que estou publicando, as aecusa-
ces do Sr. Commendador Joaquim Lopes Ma
chado e do seu pretenso ajuste de cootas, terei
de abordar este assumpto ; e ento, mas so ra-
llo publicarei os documenlos dos compradores
das falladas 210 aeges, pelas quaes o colono
insta agora, e que sao de natuieza a convencel-o
e a corlar as duvidas pela raiz.
Espere, portanto.se esta impaciente, certo de
que Roma nao se fez n'ucn dia
Recife, 15 de Maio de 1894.
Manuel liare11 Ges.
Nao houve ferimento' de especie al- juizes que, para maior cumulo de nossos trabalho, procuraratanto quanto per- os bancos da Faculdade, procuram arnt-
mittissem suas forcassubrnelter a es-' gistratura e envelhecem nella c muitas
clarecida apreciacao ao Exm. Sr: Dr. vezes ou quasi sempre quando morrem
Governador do Estado um trabalho ja- cobartos de servias, legam a familia
incetado sobre o Miuistario Publico. i miseria.
'Desejaraos que este trabalho do Sr. I Qualquer moco, dispondo de alguma
Dr. Procurador Geral saia a publico,'intelligencia e eqtregando-se cora nie-
porque acreditavel que, depois que for thodo e constancia ao trabalho, tem, de-
conhecido o modo de pensar de S. S. que pois de alguns annos adquirido o snffi-
pelo seu relatorio prova ser espirito cente para abrigar a familia de duras
adiantado, o Ministerio Publico fique ; privaces, mas as condicoes da magistra-
mais cercado das garantas que lhe sao tura silo diversas, por que entrega-se ao
indispensaveis.
Os promotores pblicos, dizem os com-
petentes e o Dr. procurador geral sabe
mais do que nos, deveni constituir urna
carreira distincta 3, alm disto, devem
gosar dos previlegios da vitabeidade e
inamovibilidade desde o acto da posse, s
podendo perderem o lugar em virtude de
sentenca ; devendo qualquer vaga que se
der as promotorias ser preeuchida pelo
ma>8 antigo que a requerer dentro du um
praso que for determinado, cabeodo ao
Governador do Estado nouiear um outro
titulado para completar o numero legal de
Promotoras.
Esta a opinio mais acceita e sobre
ella ja a Imprensa tem se manifestado,
pelo que justo e de esperar que o Ilus-
trado Ur. Procurador Geral no relatorio
que promette submotter a apreciacao do
guma, como devereis ter verificado,
caso o Sr. Braga fosse quem se apre-
sentou nessa redacto para queixar-se.
Communiquei o facto por telegram
ma ao Dr. juz districtal e ao Sr. Che-
fe de Trafego.
fcil de ver-se que, um funecio-
nario de urna estrada de ferro, que vi-
ve dentro da propria estaco com sua
amasia, cujos colloquios amorosos, sao
presenciados por todos, sem o mnimo
respeito as familias, que por alli transi-
tam; que vive dentro da estaco acua-
do, tendo mandado fazer urna grande
cerca ao redor da mesma, temendo as
desaffrontas d'aquelles a quem todos os
dias insulta ; em cuja casa tem mulhe-
res, que alarmam a visinhanc'a com pa-
lanfrorios e gritaras; fcil de ver-se
disse, que este funecionaro, que en-
contra a impunidade do suas graves
faltas diarias, quer por parte de seus
superiores, quer por parte da autorida-
de, que distanciada nao pode providen-
ciar, sinta-se com autoridade para ata-
car e offender a quem venha pugnar
por seus dreitos.
Apello para os proprios empregados
que preser.ciaram o facto, e elles que
venham dizer se eu commetti a violen-
cia de tirar carga da estaco sem auto-
risaco, ou se esta foi entregue pelo
proprio chefe por intermedio do tele-
graphista.
Se eu levei capangas de especie al-
guma ou se foram trabalhadores, que
vivem as circumvisinhancas da estaco
ao aluguel de qualquer que delles ne-
cessite.
A ameaca, que soffri e a qual repel-
li no terreno legal dando voz de priso
ao meu offensor hei%de desarontal-a
perante os tribunaes para exemplo d'a-
quelles, que, faltos de boa educado,
nao sabem cumprr com seus deveres.
Quanto a precipitado da vossa noti-
cia espero que haveis de reparar.
Sou vosso constante leitor.
Joo de Siqueira.
Engenho Bella Rosa, 15 de Maio de
1894. .*
i l
males, e estao tambem incumbidos da po-
lica administrativa, tornam-sa completa-
mente iudifferentes, ou porque protegera
os criminosos, ou porque estes sao proteg-
dos da pessoas a quem devem attencoe-i
ou, finalmente, porqne a ignorancia nao
lhes permitte proceder de modo diverso.
Sanemos que os Promotores muitas
vezes, quando se do crimes nos dis-
trictos, requerem urna, duas e mais ve-
zes deligencias para poderem offerecer as
denuncias, mas quasi sempre fazem-no
de balde, porque os juizes, ao receberem
as peticoes, vo passando o exercicio
uns aos* o otros at que vai cahir as mos
de supplentes que, pesa-nos dizer
rauito mal assignam o proprio nome!
E' o que se d em muitos casos.
Em tempo algum se vio a justica pu-
blica, da qual depende a felicidade dos
povos, to mal amparada ; e os Promo-
tores e juizes de direito, por mais solci-
tos que sejam no cumprimento -a nobre
misso de que estao eucarregados, nada
podem fazer, por que o mal est na le.
Quanto as questoes civis que perante
elles se discutem os males sao maiores e,
de tal forma, que muitos advogados dei-
xam de acceitac causas para nio as'sisti-
rem aos mais desasados sacrificios aos
direitos.
A Justina publica urna verdade por
todos reconhecidanunca deseen tanto
e antes mesmo de ser decretada a orga-
nisaco judiciaria, ja a Imprensa previa
e procurava evitar o que teria de succe-
der.
Nao ha quem ignora que muitos jui-
zes de districtos nao teem urna penna
para darem um despacho ou s teem um
lapis para tomarem nota de objectos que
pedem das feiras e que, quando as parte.-:
remetiera a alguns alguma peticao, vai
esta logo acompanhada da minuta para
o despacho, sendo eerto que muitas vezes
isto ntente nao basta, porque preciso
deitar um signal no logar onde deve ser
escripto o despacito e recommendar ao por-
; tador que conduz a peticao que mostre-o
apontando dedo 1...
A creaco, portanto de juizes de dis-
trictos, como muito bem disse o Dr.
servico publico e o Estado tem o dever
de remunerar-lbe melhor os trabalhos e
sacrificios
Maio de 894,
Justus.
---------
A Agencia Ha vas
T-im bo'v u- avisar ao coraroercic e ao pu-
blico que. acnan-io-se reahHeciiio o ervico u--
it>t'Mi>i>)''oem Coligo, offer^ca nempreas u>esxai
aiitai;en! ijue ;ni- da proibigiio.
&\s a tur 11. reJuzida :
pi*nga..................
H-ni)-nn4..............
H ii-tiiga1................
Bltica, Su'--:i........
AMeiMttila. II l'U I, I *ll
I irikinrra, aot a.......
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rvcirtia por uiBio UH. li'l Hlf^ilnQ .1.
K' IIIDil ii""l)ln-Q4(> *ConOtD'r":' ""J lHH "T
olfe'ectu tnicin^iiie p-i AuEN A\ II \VaS.
Peroababuco. i5 rte \t.io rfn )K9i.
H Jkiimitge, Diro-.ttr.
Protesto
Procurador .Geral, nao corresponde aos eC0U1,raias e em insignificantes parcellas,
Er. n /-. 1 j 1- "1 ,._ uitu S P'iluvra l-i u a *ti'*v C'-' "M aijf'i!its'a
xra. Sr. Dr. Governador d., Estado pro- ^T-nmai, c .odiaj ^ w i-a.u m
cure melhorar as condce3 do Ministerio
Publico, c9rto de que prestar um grande
servico a este Estado e aeixar traeos in-
deleveis de sua passagera, como chefe,
pelo Ministerio Publico, urnas das mais
bellas e importantes instituicOes;
S. S. muito capaz e o mais compe-
tente para apresentar medidas da nelho-
rameutos a instituic.ilo que o tem como
chefe. No que diz respeito aos venc-
mentos dos Promotores, lombre-se S. b ,
siopor demais mingo idos e adrairavel
quo attenta a eleva^ao dos prc9os de t>-
dos os gneros, ainda nao tenham sido
augmentados. E' urna verJado que est;l
no dominio de todos que os P oinotores,
e;n geral, quando teem familia e nao for-
tuna, ao deixaram os municipios onda
exercem os cargos, ficam nos livros dos
negociantes e s por raeio de rigorosas
yoi aa a mellas obaerTacoe feita* po' m\t*-
tea medico tantos noa boapi a-< com-i ni H ca parucUr, roooirarco in* al Parolas a'tner do Dr. Cierno constitoem 010 m.iica!B*o-
(0 ferdadfi'aceu'e neroico, qoe disaipa rapna-
mente a raimhri* no estoaiago. *> paipita(04S
a* "ihii-. n-p-tio-g, o* eu c mt:8Mn ..., m
HIlITii'-aCO-'S CaL8ad:iA P .Tovtoio de duri'tio dilli l!; >-u.ri n toda u
enqoe p'ovuj de qualquer MOex:tacaj o-
voaa.
EleranTrra-Qidcuiia m.i< b Hi fea
qi.e 11 trio cum ww mnei e llr) n o cnta
Ut -eo* pa- sjr.ic e t< rt-npl^ndor du gf'l ? B luiu
irlie f> pr. s ir qu^ tniiiro d" uus l' UO'it Cete
os ptfuros c 1 v ro i ii> i te'ras onde otil
ma>- qri'OiH e as flvn jnieratii hoc uma carna-
da de nB'f.
Pj*m, ha um '*"- i.ndi elprnsfo^nt^ tri!oi
o oi e enhaiam as floren noa rraaaaaCti. r v1*
* 1 da>une-idjis u nee eo >elo. Etl.*a
'.er'a da. fllres, ou a Fiurda.
Por oro prnci.-s. Uu delicado romo 'i apro'ia
frai-ancla, e nv&u cnfirti-ida ?oo o non-* o Ajua Ptcafl a
de Hur'av 4 Lujaaaai. aue r*>f'e-c- v^ri-i
emno -s fl'-s aa** !>* diii a K:i e e:oda n
liivero sudA eumo'cre.-cida* foiha-.
Adverada
Retirando m r.n>r)ijr:i-i*i.iea' d-ate
Eaikdn. a-ifiiifi 1 i. meus coust t ni ta
o i" duri.tM mi.ti h >-nc tij eLC"r*-
O dr mil .-lH^'p^o^ < u QH'i t>.1li<0
Ur. Aat >ui Pranaaa Paaraar do 0r-
VHlh .
U^cif^, 14 4* M-- J- 1891
D.. J aqu'm C'f el d-. r'.nji.
y.
?AHA.3srrs
y,
i
l


'al

f Completa hoje mais um anno
i di sua preciosa existencia o nos-
x. so estimavel amigo o veterano
2 mjor Joo Casiano de Abrcu,
* pFestimoso e honrado solicitador
{ dos auditorios do Recife.
i Felicitamos a este nosso dedi- y
J"S cado amigo e desojamos qu;con- J5
S tinue a gosar por muitos annos y
f dias iguaes ao de luje.
T
Vfj*
ReciL', 16 do Maio de 189i.
Aljuns amigos.
y.
f
Htt*~-^OS***O-^*-8*-
llliistrissiiii.is Srs. Kedactores! do
Diario de Peruambuco
Acabo do ler no noticiario do vosso
Diario urna accusac;ao a mim feita, to
injusta quanto calumniosa como veris
da narraco do occorrido, que passo a
expor-vos com toda minuciosidade :
Mandei despachar cargas no dia 9
pela manh na estaco do Recife. com
destino a Tiuma onde resido. Devena
aqu chegar no dia 10 as II horas da
manh o trem d carga marcado pelo Re
gulamento da Estrada. Mandei pes-
soal e carros para conduzir dita carga,
cuja falta me causava grande prejuizo.
A estrada esqueceu-se de enviar o
despachado, como era do seu dever.
O mesmo aconteceu no dia II.
A falta de pessoal deixei de mandar
no dia 12, sabbado, dia em que chegou
a estaco, sabendo eu as 4 da tarde,
quando j nao podia providenciar visto
6 pessoal de trabalho estar fatigado.
No Domingo mandei a estaco rece-
ber a carga, o que recusou-se o chefe
voltando os portadores alugados.
Em vista do prejuizo, que me causa-
va semelhante falta, fui pessoalmentee
pedi ao chefe, com a maior brandura, a
entrega da carga, dizendo-lhe que esta
entiega era urna justa reparaco da
falta de remessa da referida carga no
dia 10, quando eu a havia despachado
no dia 9 pela manh.
Fiz-lhe ver que nunca houve, como
todos sabem semelhante recusa.
Declarou-me que nao entregava-me
a carga porque nao quera.
Disse-lhe ento, que da estaco nao
me retirara sem que o chefe do trafe-
go providencasse a respeito, a quem
eu ia telegraphar.
Em resposta obtive a ameaca de ser
posto fra da estaco pelos respecti-
vos empregados, e, tirando ou fazendo
menco de tirar urna arma, dei-lhe
voz de priso, sahindo, nesta occasio,
de dentro da estaco, oceupada pelo
mesmo chefe e sua amazia, duas mu-
lheres que o conduziram para o inte-
rior da casa retirando-o da plataforma.
Logo depois veio ao meu encontr a
mais velha, com modos desabridos e,
atirando-me aos ps urnas chaves, dis-
se-me, que o chefe nao podia ser
preso mais por estar no interior de sua
casa e se o motivo de tal questo era a
entrega da carga ali estavam as chaves
e que eu poderiaretiral-a, palavras rex-
tuaes, presenciadas por innmeras
pessoas.
Achava-se presente, ento, neste
momento o Sr. Casanova, que sahira
da sua casa trazido pelo alarido das
taes mulheres e o telegraphista da es-
taco, que apanhou as chaves e consul-
tando com a Sr. Casanova que em-
pregado superior da estrada e o referi-
do chefe, que estava na bilheteria, foi
entregar a carga.
O meu pessoal, depois, da primeira
recusa, foi todo para a fera, sendo eu
obrigado a alugar gente compjesamente
a mim desconhecida para conduzir at
os carros a carga, que me foi entregue
expontaneamente.
Rcgresso Ierra natal
Hoje que regresso ao seio da trra
natal, onde estive retirado ha quai dois
annos e em servico da inspectora do 2."
districto dos portos martimos no vizinho
Estado da Parahyba, abraco aos amigos
e aqu ponho a disposico dos mesmos
os meus fracos e mingoados servicos.
Em obdiencia as ordens de meu Ilus-
tre e houradissimo chefe e amigo o Sr.
Dr. Antonio Vicente do Nascmento Fei
tosa, aqu me acho a servico da inspecto-
ra, procurando sahir-me da mesma for-
ma que sahi-me do servico da Parahyba,
com elogios escriptos de qu^si todos os
chefes que l estiveram e que souberam
fazer-me justica, o que muito lhes agra-
deco de coraco.
a Parahyba fui muito mais bem
acolhido do que esperava e a imprensa
seria foi u au i me em tecer-me os ele-
gios inmerecidos a minha obscura pessoa.
O illustre Dresidente daquelle Estado,
o Exm. Sr. Dr. Alvaro Lopes Machado
acolhendo-me to benvolamente, deu
provas exuberantes de que aprecia os
servicos daquelles que como eu, sempre
bater'am-se pelo ideial Republicano/, que
foi firmado para sempre no Brazil' pelo
intrpido, brioso e intemerato Marechal
Floriano Peixoto, que fez de sua gloriosa
espada urna muralha de bronze para
impedir que os canhes dos inimigos da
Patria anniquilem as nossas florescentes
instituices.
A briosa redacc.o da Unido que me
acolheu em suas columnas durante um
longo espaco de tempo que durou a im-
patriotlca revolta, os meus sinceros agra-
decimentos pelas provas de amaade e
consideraco a mim dispensada.
A familia Parahybana um abraco e
especialmente as duas que na minha
fraca opiniao constituem o patriotismo
de to patritica terrra, refiro-me s il-
lustres familias do deserabargadores Bal-
tar e Babello.
Aqui ou alli, aonde o destino me con-
duzir, saberei cumprir o meu dever, o
dever de gratido.
Recife 14 de Maio de 94.
Fortunato Pinhciro.
O relatorio do Dr. Procurador
Geral do Estado, o Ministe-
rio Publico e poucas palavras
solare a magistratura.
intuitos do legislador e est exigiudo
muito urgente reforma. Em regra, sao
pobres homens muito incap&zes de deci-
dir as lulas do direito que surgem cada
momento com todas as suas complica-
ces.
A substituico delles por hachareis ou
Drs. em direito, como d'antes, s nos
traria melhoramentos. {pera> porein as diftcufdades em grande
W ..ma dsede- t estao vencidas porque S. S est
satisfazem os comproraissos contrahido.
Cora to parcos venciraentos, rQo ha du-
vida, os direitos nao estao bam garanti-
dos e toda reforma ter effeito negativo,
Dr Procurador Geral ter, certaraente
de entregar se a um trabalho mais ou
menos pesado no sentido de collocar o
Ministerio Publico na posicSo que o es-
parte estao vcnciaas porque
disposto como prometteu no seu relatorio
a apresentar ao Exm. Sr. Dr. Governa-
der do Estado um trabafhoj oucata'Jo so-
bre o Ministerio Publico, no qual, -tanto
quanto permittirem suas forcasprocura-
r Bupprir as faltas do quo acaba de apre-
Quem quer que tenha urna
instruco e um pouco de patriotismo,
analysando os mos effeitos de u".ssa or-
ganisaco judiciaria, sentir pezar como
sentira talvez se estivesse leudo urna
das mais tocantes paf/inas das Ruinas
de Volney.
Alem dos males apontados teriamos I senta.'
muitos outros a apontar, se quizessemos, Consultando S. S.
mas dispensamo-nos porque sao bem co-
nhecidos e ninguem mais ignora que a
instituico de juizes de districtos to
prejudicial aos direitos quanto' talvez
a ordem publica ineia du/.ia de guards
municipaes mal pagas a disposico ex-
clusiva dos prefeitos !
,1,
Passaraos portanto, a tratar, mbora
que ligeiramente, de outros assuiiiotoi
que envolvemos em nossa epigraphe
O Ilustrado Dr. Procurador Geral Je-
clarou no seu relatorio que. sendo o pri-
meiro a reconhecer as lacinias de sen
1 mu !! inaawa
COMERCIO
aos mais compe-
tentes, porque as consultas muito cscla-
recera, recorrendo as legislaces dos Pal*
zes que esto 110 caso de ensinar-nosnao
.-esta duvida muito poder ,-onseguir.
Nao somente a organisaco judiciaria
e o Ministerio Publico que exigem re-
forma.
A magistratura, em geral, tem sido
urna das elasses mais dessrotegidaa, poi-
que falta-llie garantias indispensaveis a
vencimentoa condignos com os trabalhos
e sacrificios.
Em geral, os mogos, apenas_daixam
ijtcrtncu
RKcrriv 15 0% m.IO u iJ.
Aiionia P^r- ra Ca-tr-, tx a*a*:n*4a,
*ai *-i" ilifio il^ liniifima. i>-.-it**i-'' re-Ir a
mu 1 (JO- -* --i irio-io JosA P-'.-ira i'..-t-.
4 Av'li'iu Jo-e ie So'ij. -1 hiiih S-1 ti a-i-
muIu, no iriui> lo Exn s-finars* 'Hi '1~f: < .
S-'^i'ri ar Pnr;i-ii Hi.Ci. i-ooua '..um. t-..i"
s-21 ioin^< icHHMia, na.i aHit>iuii >o iii"i
al^tim neii ti w p-n-'O >.<> n^-j.ia <
li'J.-D* e I'-IU fU ;r,iv< i1-"l.' f-l'ii Hi'l.i ajfjrf l-t
i-Mta. vi-Dif'1'i me-i- Hiti' Ha-i a**V* ni'i>M>,
ni n-iivi io'j usa c-diio, e.o >#. m-
n'daiie, 11 qu o
reo coronad.- no *'r|0 -S.it. i.hi-w o --
aVatl'i de P::-na mOu.-.o (.ouI- 'I '" ''
Joie Pi e-ra aS Oa*!*, vh-m,1 ii *"i>a<*ai
Jo H-ii-doaro, i-'..o -i S n-....... '-)-j.i-'.<
Af-r, t-iaio oo i>.'j, e- .''i-i-i-i o'i'i- "*
eotlCA-ixu 2'J "o!. n"> o M^na-I no Purtra-*
Go'om rodi un a. b At'llJJ ** ."-.(j-'l '.-IH .ilVK-T.' '4 Kil
"-ucia Jk la Ji'I'mi. !-ru di HMj, ") ii-
t '!e*iH Cur.V!', e > B" r- alcA'i -li......ni- <-l
B-l< PUl*t>>, 1 >'l*vB' '' '" o..nj'l-
o jaif itniil-1. -v' -i-i< !:-' n.-li', <"'i "1 '......
iQimi.o i;p ai 1 >"- l-r- -.-.^-'*r rti -
itn-t ti -iilJii-, '^c1 --'-.'n. '. lo-i 10 4**1 -:.
iOSuH lu '':tii 11 ('ifMii., .KVIl'd'M aV f-
i.u iii^h. H'iH A*-nio miii.'.'i'o Srw, a.*
k.litar .1 l.-.r--f* rali*.| !- on- tem'- ;-
K p-i-kaO'o i..-iinio d.....J-s-' -i" v b>, ma
Dtaunar *. I** P--->-< C.-t-, p^-a !
Mii-treiD mi ili- 30 : i i 4- 10 -i.ira aa or.*-
utii M e*'< Ca'ita'., Wl i ".ii'.h 'i
dr, para a-Mell* a ,u iii.'le rto f11-> rt" '*u
mi.iiii conlrai.i am> le l> e myii ui-sau co lr'--
:ou siinlazer.
Ficrj ue n.i-i em rttam* Imw* o panio
aeu-at.i, qw nao n-fcm faier ii- coua semein.nie trapaarttm, o ac. r-.o-ido
para apreceina- NM uru.s leiumiii. ; n uu^i
aera iiiilmdo oo' Hdltata osurio^n. < au-
tfncia. E aera duna... Nao *-m... or-
qoe a meailr. .- i>-evjie.:M ni qiaiiM i-.'a.i-'
nocPa... Maleuiiireg.iv a*jr irs& pa'rt
ua Henndou-o, 30 da Muco ce 18-U.
A roto ue A" mi-a P^rer* de Casiro, Ruy u'i-
do de Morae* Fo-a io
Di
ilidfi
J-niro
t "it m*
as r*
espeuiaa
S-!')O" linj l>ra o K r'.-.
nuca ter p.idiii rnspo lir-im -)-h^.-i.,h t.i-- im- '* s?i.-._-ia:a e ) n
U^ftea d '^!t*> in^'i.'iiii-Hri'.'qii^ea qwvn oln r )
Ciir.fi '-.i--;i Inwa -'; i>* i?-u.i .rn;n.
R.oiie, 14 , Dr. Joi Irc
vj>.
,)
trovidciicias a qum
competir
Tend" r-c"-m>"-'i i5 vetr. t. iii*nt'ind
Cuio|M coo^-rto i*i .p.r-l\i ua e-a- i S'J '
do Vinj'initi ce G-yun-ia, u:a Onj^r.h
nuda inito a vi,*.1. ii-> itutiito u." i r
d<> Mvxtrrl'.i a aun aocoaai*n o ajaaaJaVa
KUjJU'ido "iicm OB trubihaJ-irea.
'.^r> Nt-> O-impaahii* ss-le m nw !.>
9^ "iri5H t^B njida-it^t rn t -a s> ib-h.
O n I... i.o' l"n >et* H-n'a >'ia ct'ioa .'.-t-
.fin iiuaan apttHratb >a o faaM ra kc iuj ryaja>
WtCMIi.
Pr-vi'iao.'.ia Pri""'d ipciv .
Fr mese i f'.-e re.
Ua Coaaamerelal tc Perti*G-
bace
C'iT*.0sa OPVICIAB8 DA JDNTA DOB COK-
BKTOBE8
Praea do Recife, Ib de Ma o d 1894.
Apnl es Ger-es jaroR de S 0,\ do valor de...
1.000*000 a l.OiOAOOO.
AccOes da C mpaoua de roeaa e Prodar.to*
Omicos do valor realnado de 80*000 2000.
Ni Bo a veaiieram e *
7 Apo re Geraen.
50 Ac(0ea da Couipaobia de D.-oeaa ePrcdic-
ios Cbiuiicos.
O presidente.
Angosto Piolo de Leoios.
O fecretario.
Antonio Leonardo Kodri^oes.
Cambio
PBtCA DO RK'J'FB
Os ban".0K abriram com a]taxa de 9 3/8 sobre
Londres a 0 illas.
Pelo mel da baixarm a tan para 9 I/i. of-
ferecendo''e ta'oe a 9 a/6 realisando pequeaos
negocio? do oltimo algarismo.
Em papel particlaar buu?er3in negocios lia i-
tadoi a 9 i/2.
(atfefi de generas
Para a agricultor
ASSUCAR
JriataliBado...... 3*800 a 6*200
laiaaa por i5 kileg. 6i<00 a 6i80t-
Sranco dem dem .... 42'W a 5*8oj
vimeaoi), dem dem. 3 800 i 4J0X)
H taca vado dem dem 2*8o0 a 3*000
ri-oto dem dem..... nao boave
B*ato melauo...... 2*300 a 2*500
Rtame tdem dem .... ;.0X) a 2*100
Al^oilir
Colamos a 11*800 por 13 Mof, sem constar
oegjcio.
faleonl
. or pipa de 480 litros 340*000
AgaardeaCe
Por pipa de 480 litros 188*000.
Conroc
saceos salgados na base de 12 kiios a 8G0 ric
looiiual.
Verdes a 483 reis.

Carnaoba
O Dr. Procurador Geral no seu bem
elaborado relatorio disse, entre outras
verdades,que a pratica est demons-
trando que foi um grave erro a creaco
de juizes de districtos e que estes, em
geral, na formaco dos processos, reve-
lam inaptido para o exercicio das attri-
buic^s de que estao investidos, dejxan- Cottooa nominal a 110*000 por pipa,
do transparecer ignorancia e desidia ; e
accrescentou que com'muito mais acert
procederam os Estados de S, Paulo, Ba-
ha e Rio de Janeiro conservando em
suas erganisacoes judiciarias os juizes
municipaes da*ki de 3 de Dezembro de
1841 modificada pela e 13 de Setembro
de 1871,
Disse muito bem o Dr. Procurador Ge-
ral, por que a instituidlo de juizes de
dist ictos talvez muito peior do que
parece. Depois della muitos crimes, at
de homicidios, teem ficado impunes, nao
soffrendo os autores o menor incommodo.
Em quasi todo os municipios do inte-
rior do Estado dao-se crimes graves e os
CoU-ae de 12* a 20*000 por 15 kilos venias.
Efel
fABELLA DAS EST8A>A8 02 AS5CCAR g AL-
GoDAO
Mae da Maio
En'.radas
3a.*cacas.....
Vapores. .
Animaes .
Estrada de Ferro Central.
dem de S. Francisco .
dem de Limoeiro. .
soorama
Das
1 a 12
1 a 12
1 a 14
1 a n
i a 14
1 a 12
a asa-
car
Saceos
19381
2179
4949
288 1
3707
39017
Algo-
dio
Saccap
1327
910
99
9C5
1032
1918
601
jara o exterior.
Lij8aboa<
p-ri Ham-
lio vapor allemj,
burgo, c--rregou :
R. B-oibern, JiOcoaroi saltados oon I.3J0
kilos.
No apor Ingles cdictor, pa*a Luarpool,
carreaoa :
G. Brain, 80 fardo con 14./34 kilaa ii ai-
gooo e 12 duos com 41,470 ano* ue real aoa
de algoaao.
* No vapor ingle Sirioe, pra Plew- ars;
Purria! )U
J. ue Micedo. 900 pelles de cabra e 83 diia*
Gilaibea. i-ara
de carn-iro.
N. oarca noraegueose
New-Y>ra;, carregaraoi :
B. Wiiiiaaia t C, 4.OJO saceos com 300,000
tilos ue absucar maseavadj.
Para o vulertur
StaaleY"
pa.-a
Ni barca noraeoeose
ParanagnA, carresiram :
E.G. B-liro* InuSo, 2 0 eac:os coro J2 00.1
kilo de aSOcar branco e 00 dita* toa 30 000
anos ao ailo mas No'vapor logiez Delambre, para-Santos,
carregaram .
SAnorim I mao* 4 C, ICO barris cot 9,ooo
litros de a non leassocar nraaco e 2 00 .-.itjs Cim.....
132,000 uito< de dito miscava o.
CjmpantiU le K-uiv.,3 pipas con 1.410 litros
litros de alcool e 1,000 saceos caui 60 00 kilos
de assncar mascav.id j.
D. F. Pono daltar, 130 sacs com 11,2:2
Kilos de algodfto.
P. de Oiieira Maia, 10 barris com 880 lltrrjs
de alcool.
A. Carvalbo, 5,5'0 cocos (rucia.
No vapor francs Vill< do Rosarlo, para
uo de Janeiro, carregaram :
L. Albeiro, 210 saceos com farlnba de maD-
dioca .
S. Esnaij, 175 sacos com urinm de mao-
dloca.
io vapor austraco Helios, para Rio de
Janeiro, carregaram:
M F. Leite. 450 saceos com 27 000 kilos de
assocar braoco e 350 ditos com 21,i0 ditas de
dito masca vado.
M. Sobiioo, 100 saceos com fariaba e man-
dioca .
No vapor nacional Manos, para Rio de
Janeiro, carregaram:
P. Alves G., 30) saceos coa 30,030 kilos de
assocar branco.
M. da Cuta Mareira, 100 saceos com 6,000
kilos de assucar mascavado.
J. S. da Cos'.a Med-iro?, 234 sarcos com...
14,040 kilos de aasocar braoco e 2G6 ditos com
15.960 ditos de -lito mascav.do.
ti. M. do Erado, 1 barril com 178 litros de
alcool e 4 barricas com 132 kilos de assucar
brancOj
Para Cabia, carregja :
F. RjsaB, 10 barricas com 902 kil js de assncar
reoaio.
Para Victoria, carregon :
F. Roas, 50 barns com 4/;C0 lliros de agur-
dente. *
Nj vapor opcional 3. Fraaci3:o. para
Pene&o, carregaram ;
J Soaza, 450 ca xas com iO.350 kilos de sa-
bao e 2 dita- co 100 ditos de vellaa.
P. Lapa, 10 caixaa e 5 garra'e com 155 li-
tros de genebra. 2 c-iisas com 20 ditos de cog-
oac, 2 ditas com SO ditos de capil e 3 ditas com
24 ditos de cidTa.
Para Pao de Assncar, carragoo i
J. Soaza, 50 caixas com 1,150 kilos de saba>.
No vapor.allemao Pelotas, para o Para,
carregaram :
E' cilmamlo o sygteui nervoso iiuiu X^run"
de f llet o uai mimno calejo, qoe .f o wupr
gne lautJ cooira a g->ua, rt.eojia'i-u.", h n-"
vraigia. a e jxai jua, a inma, a atuBWt,
como contra a insomuia c-us.iia p-l* ?*x-it
q nervjias oo por pr-oc un^gom ini>'i.e<
iaaff?^jjji>'.'^^rr-^^iaaajM TI-*'*
A. Cbiice C., 160 o meo cou. 5 2'5 flus
ilo- de asxQ-ar DniMU.
V. da S iveira C, 2K' barricas soii 14,620
k I n ie aaaucur branuo.
J. Biliar it, 50 barricas com 9.600 kilos
de assu:' br^n'-o-
M. Guana. 400 barrica* cora 28,153 kilos de
assncar branro.
P. Lemoi .. 100 latas con olo PB<>tal.
S. Campdlo, 4,01*0 c-ixas com 5 000 kilos
de sab'.
P. Alfs A G., -00 barricaa con 61 219 kilos
de assucar Dranco e 50 uius com 1,829 unos
de dito retinado.
Ni oarcasi D. Sinb, par' RaW, car.e-
giram :
/,. ende, 30 ciixa* com 690*llos di itrao
J. Soon 200 iaxaa com 4.60J kiloa de eabao
Para Macanibi, carregoo :
A. Mendos. 150 caixas com 3,450 kilos de
8Boao-
Na laocba S. Gancilo, pira Portj oalvo,
carregou :
J. Souza, 16 caixis com Z'iS kilos de saqaj.
leandlmeai p-a^M*--.
Klfandeaa
Randa geral
Oo dia 1 a 14
dem d 15
323:012/960
66:389^01.1
Ranaa a* Estado:
Da di 1 a 14 U7:2lO*6
1-3*3 .,a 15 10.465*711
Sexma total
389:4014951
127:676*SS3
5<7:07**33
Sagti4a seccao da Alfande? o fernaaiuoco,
15 da ili-.o de 1894
O chefc
J. Goagalvea oa Silva.
O tneaoareiro,
Luiz Hanoel Rcdrigaes Valenca.
RgCSBEDOaiA DO ESTADO
Do da 1 a 14 55:216*194
dem de 15 14:*.34* 69:720*510
.ECIPS DBAIfiAQi
Oo la 1 a 14
dem d 15
7.1i5*6
160098
7:305*765
Despedida
Tendo de despt'dir-me dos amibos por
ter de partir para a cidada do liecit'a no
dia 17 do corrate, e d'alii para Capi-
tal Federal, no di 15), ati:n il tomar as-
seuto no Congresso. ni > aM bai BaeMH
fazer todas as despedidas pessoa linate,
peco descnlpa pela falu involiinuria ; offe-
iecendi)-llies e bem assim aus elotnres aJM
me bonraraia c un reas votos, os meus ser-
vicos n'rt'juelli logar; confessando-nae
arratta a esies s'.a i>rovu de t-stima qun
me derii.
Ag-ua-Prita IS de Main de 189-1.
Francisco Conidio da Foiieeea Lima.
egssav.^UrgE.Th<.. :iJE^saBgBaaMMBM
Bubn conmaaiania P. U. Hi.uu, cai-
C Varios gem-riB.
L'oiir'BBht(-h ritrueguense Alezatdta>
capitSo C. A. Qil'caieo, carga ci-r^oa
de algod&o.
Wt-roi-lii Buntclpatl te Jo*
O movimeuto iit-sip meveado ou aia 14 de
Main foi o aegeintf- Rniraram.
36 bois pesa:,do 5 8 kilos.
878 kilos .ie peixe a 20 rs. 5*100
6 compart. com marisco* a iOO -s. *600
2 ditos com camarObs 100 ra. *t 31 columnas a 600 ra. !S*600
4 carga com gallinhas a 500 ra. 2*4*00
casoaes com gailiobas a 3CO ra *9O0
1 cargas co -i milbo verle a 300 ra. *300
' cargas com amendoim a 300 ra. *Jio
2 cari; com macacneiras a 30> r. *600
1 carga GO*S cebolinbo a 300 rs *103
i carea com laranjas a 300 ra. *300
1 cargae com Iracias a 100 rs. *300
8 carcas com arinha a 200 T*. 1*4'
3 cargas cora mho seeco a 200 re. W
2 carr-iaeom fejo a 200 ra. *40'
Co lugar.-a a 200 ra. 83*000
14 suiues a 200 rs. 2*800
i i comp. coro soleiros '. 1*1 ii*0-i
8 cotip. cox scinriroB a 700 r?.
9 comp. c irn fressoras a 6O0 ra. 5*400
3 comp. com comilas a 700 r. 23*000
55 cora/, core (aienda* a 600 rs. 33*000
48 como. Cira verddrts a 300 rs. 14*400
80 coras. cQ (amina a O0 r. 31*000
4! comp. com lalbos a 24 4*OeX)
Rendlmentos do dia 1 a 13
237*400
3.495*I0t
3.732*900
Movmeato do Porto
Entradas d > dia 15
Havre17 dina, vapor fruicez tViila do
Roaario de 1239 toneladas, comaan-
dante J. Daniel, equipagem 4, carga
varioa gneros, a Augusto Labille.
8antos7 dias, vapor ingles La Placa
da 867 toneladvs, oommarjdante A' Ma-
thsen, equipa^am 24, cirga varios ge
neroa, a Blackbarn & C.
par7 dias, vapor nacional a Cometa
da 718 toneladas, comxaadante Daniel
Ogg, equipagem 31, carga varioa g-
neros, a ?ereira Carneiro & C.
Sabidas do mesmo dia
Hamburgo e esoV.i7por allemSo tL:a-
Pr?co3 do dia :
Carne verde de 300 a 960 rs. o kilo.
Sainos de 900 a I* dem.
Carneiro de 1*000 a 1*200 dem.
Farlnba de 6Q0 a 700 rs. a cnia
Milbo de 500 a 600 r. a cnia.
Feio de 2*000 a 3*500 a "oa.
Xarque 900 r. kilo.
Xavlo espera So>c
Di Pono
Palabote portogupx Raeonto.
De Pelota
Pat3Chosne-oSofie.
Patacco allemao J. U, Bnnik.
Lugar boandc x Frltn Faber Beobemi.
Patacho alemSo Horisonte.
P.lacno sllemao J. T. Liasen.
Patacho noruefU'Qse Rabbi.
Pa'.acbo ingle: rilmloa.
P:albo noruegneoae arie.
Patacho all'inap Harald.
Paiacno Ingles Artonr.
8arca noruega Sif.
Lugar ioglex Aurora.
Patacho hoilandez Atiene.
Pataco portogeex Marinbo VI.
Logar portacoer aiarinbo VU
Vapores a entrar
Mei de Maio
Santelmo, do Sa!, hoja.
Clyde, da Europa, a 16.
Mauiob:., do Sui, a 16.
Pargoaps, Jacnbype, co Norie, a 25.
Vapores a aahlr
Mea de Haie
Pcrlo Aleare e esc,, ".ora>t:, hnje, a3 ho-a?.
Porto A'erft es".. San'elmu. 18 as 4 tura.
Baenos Ayres, Cly !e, 16, s 2 horaj.
Santos esc, Vine de Rustri, 18 a? 3 hJia
Santoa e ese., P.ragatsa, 20 lairai.

i


Diario de Pcrnamboco Ctuan'tftv-feira 10 de lia i o de 1804
20
Manoel Cardos^ Jnior lV\" o \S ... so o^Mt,...
muito bom estado de cooservacao, eaifi >t
Approvato em 11 de Harto de Ut'JO pela in-n-
ctona geral da uigna juaia de .nvgiene ao rtlo
de Janeiro.
Bate Elixir de coinposicao toda vegetal e pre-
parado segando ai reg-as pbarmaceuticas.scon-
selbadas pelos autorjs modernos e de recuntm-
rtaa capacidde saent'fica iaato no pan cumo
o es'rangiro.
F.-te Elixir o producto nao so lo (fraude es
torio das acete* pnysiologicas da. sobstancai
orno tamoem paihoiogiu-js.coffio timbero e o re-
sollado 083 lojraeaaas applicacoes nos c-iversot
caso, de febres de fundo palustre.
A apefteacao deste Elixir na granaeepiemiad
de bexipas de 1890 a 1891 inais orna vei ne
noostrou a sua efficacia ; pois do principio dos
ricoeiros sympmmas a bexiga abor'.a, e roc<
nseraais adiantadus a bexiga pnssa o s-r orna
ca febril vulgar apresentantt pequeas to
snefacoes jee coqj a coutinaacao do Elixir oe-
sspparecem sein toJawia apreaeotar recelo, de
perico.
Os maltovwsialos oublicalos no o ario i-
Pernamboco eGuieta da Tarde provain o que
ditera 33.
Nos caaos de febre iSBareila o effeito e adroi
ravel,aprepeniando ob-O^T^nc tao innravilbo-
003 qoe cesta cidade do Rictfo e do do Rio Je
Janeiro pouco recS'O caos-, a feb'e aiaarella
Besmo estando o ooente com vomito o-eio r
sanguneonestes ol inJ periodos eoiao ce-
sesno a apalicacao eoi alia uose, desprexaodo
a tallnea annexa
Este Elixir 9 conbechlo do puoco e de un
ande <"imero de d gnos mdicos acrcsen'a-gr
para comoater os aifferen't-s incoinujodos to do
selles de carcter f-b-i'.
Por DJ-jito tempe t> venus occasiSo de 'aiT s.
ppiicaQac .as t-*t>:--* i-.-ysip-llosas ce ra iao
dotn resoitadc que fiSb*MM admirados de lo ai-
tos eCaito.
Pela tram-a chegarooa ; connecer ine no
urjoes di fere eryipeiJi i erjstpeiis <*omo
ramente s-i diz ae<,.>asatiu o uso de 10 olas
do Elixir.
Nos grande' incomruo:loe das senhorss mena-
roacSo. grvida e nos Casos ce pari c*rjr>
bre de om rabilado T ce to e se^tro e
isa cn.-nposico ta( jmtes nne n<
ceio de applicar o El'Air uern Cjesmo em do^e
aoeriores i indicadas na tabella mfra.
Pedimos aos dlgnissimos medico* aae dese;a-
rero faser eso des'e Elixir a sua ai mea d*v ee
soieitarem a eossa orescripcao, mas ira faser a
oplicacn eco harmona com oa casos que deser
a rea combater, certus de que o medlcamer
dn romposigao innorL-nia para n oiganismo fio
aU3 frgil que aeia.
flod> ds nsar
A'8 crianc. ate om i-ono gtOotas de J em le
(toras em urna coloer das de pa eieu d agsso
Ira.
De bd anco a tres ir- goteas.
Da 3 a (O anoos em Ciante, 40 gottas *tc.
F.Bta8 doses derem eempre ser appcadas ea
agsa fra.
Depo.ito*
Companhia de Urogae e Prodnctoa Sbimico
Recife, ma no Marqoei de OlmJa Q. 13.
NaciOQal Paarn*-ia, rui Li' 3.
Manuela Orienta' ra Ksfsita do Kaxarla
p. 3
Pba-macia Alfredo Ferretra. roa do Bario da
VHo'i n. 14
Parmacia Maitin, ru Duques de Caxias n.
83.
Pharmacia Ribeiro a praca Maciel Pinbeiro 11.
Pbarroacia VictortMiM d-- Lua Ignacio oe Au-
drade L'ma, cidade do Vicoria
Para qaalquer informaco sera encontrado c
otar na roa do Rosario Estrella n. 17.
Os oosfcos frasco* sao ouadrados e cent go-
tas. N'um lado teem eravaioElixir aate-febril
e do oDtroMaaoel CardosoPernaabuco, to-
doi os prospectos s o assigDados por taaoe!
da em terreno propn.., cercdo, oom mui-
tB arvores Irnotitoras, i.elit qmntia de. .
2:"i3)5'JOO, feito o abstimeo'o legal, por
uso que tar* avalinn em 3:OJOJ0OO e
etta a 3 pr-y. Fertuace k Ooj>iugo>
Oru & O.
Armacao, pesos e mtdd4 exi.tente
os o->e* n. 2 i rus de D M.na 0*sar,
pela quatitm >ie 810000, tiio o ,%b:iaoa-
to da lei visto cono '-ti avallados cu
RC$0'.>3 e ettH a 3 pr-to-, p-rteoceute
u AqC nio Qto/Da Salgueiral j uoior.
ti part que uoosto passou-so edital as-
goudo a Pe!.
Oa^o e passedo ne1'* oidnd-3 do R^si'e,
kos 14 En, Jos da OosU jtego Lima, E.cri&o
aobscreVi.
J e Juliao Rijueira Pluto lie Soaza.
0 Dr. Jo de direuo do. feto-t da fiuada aeaid E->>jj
dH Ptjrnambuco, etc.
Pa;o sabe' os qj-i o pre^ent^ virm que en
pra^= paoiica dse |aito do da 1 di Jautu -e
nao de srreimttf ba -|uem mti* O soordj i- 2 ad a-e< o. 13J, mo roa de
Marciho Oa^. frerfiwtu de i. J^.p, meluido d-
(eu'e9 >' 50 'icntiaietros e d fuaio 18
muiros e 80 cemim-t'O-. leudo o pavimeoio ter-
r-.-o 3 pj-t4* 'iR fri ile, a-u lo ou aaiOes com ntu t-tToCo ou le a coslobi o 1*
.Odar 3 j*. el a* d-? fr-uti co.n .varaodas e fer-
ro, dm. si'a-, 2 i|irt.>s co.iobi fra a 2o ;Q
dar i lanelia* di Ireo'.e, dna' a'is, 3 quirtos e
costana fra avallado por 8:000* para pagamen-
to do qa-i lleve a (ji-u U do Esta lo Dionisio Hi-
lario LjpeS.
A ca- o. lo de pedra e I sita i r. di Sj
cfgo. fregoetia da Boa-Vista, m*dlo io de Jre'iie
20 pal nos e ae loado 58 l|2, com pona o j*ol
la n fretne, duas s-ilas, 1 nuano, urna aleta e
cos'nii exiero e qaini.l au.-ato rom pina-i
qoe di pa-a a roa atalwda em IroOOJ'lO oa-a
nairamei;t() 10 iua .iei a m-sma f.ieu-ia J &j
Soa-es da Rcba.
A caaa n. 18 de pedra c L'iiz do R-'go, em Santo Aa i-o da Salinas, [re-
i i. J.,rv A a Ti .nnnm guexia da Boi-Vista, mediodo de f-nat 4 AlfandeSa (le rtrnaill- uoaelOcsni miro, e defualo lo mt.-o< CO
LRTIAS do ESTOMAGO. Tumo CfiasaiE
Festa da San'issicna Tria-
dade
A coami.so abaixo agnignaa, enea-regada
di festa, em vtfta do creacido oumero aeirmos
ce di-i' Ce : liuolrari*, e S-ir lie absoluiam-nta
KDpossivel g- 'liruir a luaos. nrevaiece S- iiesie
niei para s. i-ulirtca- a aqoel'ee que qoeiraaj
coocorrer pa'a o OrilHaniHajo da festa, qm po-
dem remetter suas epo'tu'as em caria fechada
aos segmotea iroJos, Manoel Gooclves Agr,
roo. do I operador n.. ao tbesooreiro. Mano-I
Joaqnlm H mi?, n. 40 na mem> ra, rualda lia-
peral ic n. ao v'cepri vtor Fraucuc* da Na-
ividaoe Saldaof a ou eolio a commisr).
ionsiftorio da commissao aos 1j de Man de
1894.
A comralffo
SebastiSo Lopes Gomiaraes
Ago9iinbo Jacomo B. Pea.oa.
Maaoel Jo.quim Ramos.
Custodio Ferrara da Silva.
Toeodoro da Silva Compeli.
Aolonto Barbo.a da Foneca.
Jjb Ramo* de Oliveira Jonior.
\uc!co Colonial Luccna
TRIOLETS
(C o acia ido)
V
Minhoeo, i "iei-te tanto,
Q\i". mcu brago so cansou!
T es peior que o recanto
Que p'ra latrna ticou !
Jurasse falso por cobre!
Foi descoberto, mcu pobre...
Queni tuo vil ja praticou f I
Tu nao choras? notens prante ?
Maih'K-o, ja deite tanto,
Que meu braga se cansou !
. Quem jura falso mais lanu
Que os lameiros do pal
K' pr a ti to nobre fama;
Pois nao paseas de um taful
Entra a uuh vil criadagem,
En're :i mais vil garotagem,
Debaixo do co azul.
T nao serves nem p'ra ama!
Quem jura falso mais lama
Qus os lameiros do pal!
Xunca p:nsei que d'ummogo
Sabisse tal po.lri lo
Nao teas mais carne e nem sso
Virou ludo em corrupgo !
Morresse p'ra sociedaue'.
Quandopassas na cidade,
Dizemi nao tem expressao...
E' depiiz un hado poco !
Nunca pensei que il'um mogo
Sabisse tal podridao!
Pelo qu:, meu vil MmMco,
Eu nao quero dar-t3 inais. ;
Dar era ti da- n'un; tOco;
Mas, eu nao sou contumaz.
Vou te deixar ao desprezO
E por ti ao diabo rezo
Te entregando a Satans ;
Pois nao tens alma-s ouco
Pelo que, meu vil Jf'n*oeo,
Eu nao quero dar-te mais !
O testamento roubadt
buco
Edital b. 39
(-1 ?rara)
Pela iospectoria desta A'f*ndegi se fax nnbii-
co qoe s 11 horis do oa 17 de Yl-io de 189'. se-
rao veadida. em praga publica as mercauorias
aBaixo descripias:
Armasen n. 4
Ma-ca C H D-Ja caixa D. 99( inda do Hi-
vre no varo.- (rames "ear em 18 de Dei-m-
bro ae 18Q0, coutendo 1 kilos ue livroa em
riraoco, 2 kilos Oe mapoas geourapbicos, 1 k. lo
de obra. <\. eographO. co'isinnado ao director da lutruc-
g f>ublic' da P'ranyba.
Barca C H DUor cauta o 99!*. i^era dem,
com o i.-irp'uo GuBieQ io e crala 1 kco de looz<
em lapis para ncrev-r. C'-.a-ignada ao dirw.or
da in'.trurg ""blira lio Natal.
Mar;;a C H D -m encapado n. 99. dem
ider, C"in 6 ki os le mapna. geogrphicua, >a-
flirnaoo ao director da laet'ucgao pobli^a oa Pa-
rihyba
Ma-ca C 11 l>Uii encanado o. 1 000, Mem
Mein, rom 6 k los de ma oas geograpni.'.o, con-
fiscado ao director da metrucoao voblica do Na-
Ma-ca B W &C--ma caix< n. 4, vala de
Uverporl do Tpor ingle Explorer, conten i o
7 k""a ne obras couro Htmu, conaigoada a Boi-
w-ll W.Hams.
Marca diamante. D P em cima. P noeotro e
P PG do. ladosUrna c^ix' o. 1,672. inda de
Rnrdeaox nn vapor francs Equateor en i4
M-rgo de 1893. ron endo 22 kilos de ccapas de
zinr.o faanonoiop)
Marca S A J-:oa caira n. 474, vinda de
Hamburgo no navio ailemSo Cecilia, conteni
100 gramolas de loaca dSo ciaR.ia'ada o. 2, e
cons'gnarta a Soe. o o Amoral [.-mi*.
Maca J G C-U P-coie o. 335. vmdo de Li
cernool ao vapor Deambre- em 8 de Att-ii ne
1893, conaigoada a J. Luiz leixei-a e couteodo
amostras.
Marca N M A CUm dito o. 5, vioin de
Hamburgo no vapor Montevideo em 12
Artnl de 1891, cootendo amostras e eeasignadii
a N-ciso Mala e C.
Mirra Jjho HeldsUinUm dito, idsm dem,
com amosiras de cbales de la lisos e amosins.
nftn rciDfe*ianas.
Mrc* Francisco S-ares QuintasUm dilo rem
nnoipr, vindo de Liverpool no v.por ingle.
E-H'i't. eui 18 de iiinl de 1893, cootendo ua-
prpimos e ni" uiaoifftaado.
Marca 0 J & CUm dito sm numen, ioem
dem, moteado amosiraa e consignado a Omiti
Jaroim & C.
>arca C* F-Uro raixa n. 2.263, v'nda do
Havre no v.por l'ane** Po-ieoa en 6 de Jo
Ido d- 1891, cociendo 93 kilos de papel pautado
par* forro sal e 20 kilos de dito dourado,
consignada M-iei'os 4 G.
AKandega de Pernatbuc., 14 de Maio de 1894.
O inspector.
ceotirfl'it-o*, cooi po'l e jan-lia a> f.-em. du-is
sala", S rju nos, co.mo* '', um. s.leu e, 1
qoano coio sotio, em terreo (orsifo e quintal
murado avalladj cm 1:3" 0/iOOO pi'a pagateuto
do que deve a mesma fat-jua.. Francisco M-rtini
Rapo-u ou Toertsa.
A ca.a tre- n. 64 de nedrs e c-1 *lta roa
do Padre Fia'i'oo midiaao i(e freuts 4 metros
n 5 ce' t'-.n-troi e de (a"do 12 metros e 60 cen
tijjeirua, coro por'a jan-lia oe freate. daas na-
U, 2 qoartos. co.iuba f-a. cacimba e q.iotal
murado avallada por I-0*1*000 pira oigam-u-
todiqu-5 deve mesma UinJa A>'oa o Jos
da Co=la.
A casa d taipa o. 8 fm ter^no foreiro i.ita
a travessa de Joao 4o Brro-, fregoe/la da Bo--
Visia, medtndo ri" freoie 6 meiros e 40 ceoii-on-
trj* e de 'U'ioo 8 netro* e40 centimetrog, com
nma pona e dea. j-cel as de frente, duas .ala>,
3 qoariod, ensieh* icterna e qoiolal cercaqp ava-
liado i>m :00 0 p.ra pagamento do que deve
i a.i s ua li A casa oe laipe n. 6 A, Uta air.vee9a do
Marqa- p, f-eeaetia do Pugo, medind" de frente
4 metr^ e 90 i-ea-imetr-ia e de endo 9 metros e
8<) cemim'iro* Com deas ..las, 2 quartos, co9i
ooa interna e quinal em abeito ViliaJa en(
2 OOJ o.ra pag-menlo do oe dve i roe'ma
foseada IoriO'en:i MMa da CoQoeioo ou Joe
Je Miranda Crrela L id'
A casa de i-eira .-al o. 6 4 ra das Laran
gniras. f-egii-i.da Varzea, rneiindo ^ frm.te
6 metro, e 10 ernttmeiro- d- fanio 8 etro-
80 ceotim-tro-t orn dnas jaoellas urna porta
de frente, uns salas. 2 qnarco., atea saleta, cj-
sinbi 'mro e quintal em aberto avahada por
1:800001 onrj pagamento do qae deve a nes-
ma fabada Maooal Aa.elmo Corroa da Figuei-
f .i.
A ca te'rea o. 6 roa do Pnan!, f-egnezu
do R^cife, medmdo ae freote 4 metro, e 90 cea-
m tsos e di fundo (J metro, com ''oas portas
de f-euta, daa-t ala-, qaario., cninha f'a e
qaiotil nurado, svan-.ds eon 11031000, i-ata
paga cent.> dd ^.e d nio Ferretea da Uva.
A casa de piira ral.O 8 sita ro de Dias
C*r'tO'i f-cezia deS. Jo., mediado de fr*n
te 4 uiewos t43i-eatimei'0.e,de (unto 13 metro--
70 emim-tro. com porta e jaoella de frente, 2
salas. 2 qaanai, coamba qointal moraio av-
hala pela qnaana d^ 1:000*000 pan pjgam-o
to do qoa nev a ae..raa f.zeod^ GaaliJa I-abei
:o' Santos Alies.
A casa o. 9 ata i roa da Ma ir de Oos, fre
gaeiia do ivcife, aWiodo di frntn 4 -netros e
W) ceournt-t-o e de fuodo II weiroi e 80 centi-
malru. com aus ojrisa de freote e t grande
sa 4j joe serve e arraasem, 1 sota) co a j.o-l-
la ia- o lato le uetrac ( aqj*nj q.ano lo
qoirit-al avallada por 6:OJO*'X)0.
O sobrado de 1 andar n. 29 4 roa (> Burgo.
e 85 ceu'iroetroe e de fundo l( mr< e 80 cen
tiroetro. tendo o pavtmeuto terreo 3 ponas de
frente endo urna na escala, gruoda e lauque
I serve de a'masem. O andar sopsrior tem ou^a
O D-. J >-e Jul a Reunir Piulo '- Soasa, JuU
de dir-uo is caiiaiiienios do Io disiri-iu du
muni-ip'o do ^ette. en foc* da lei.
F.go a^Oer a qiern nieressir possa que com
o prszo -e 30 da*, a contar aesta data. **tA
abe-to o c ocurro para o pr.'Virs-nto do uffi:io
de Io officui 'io rag'.iro ese,nv4o de camoiMn-
tos desta capital creado pelo decreto n. 3!0 de
11 de Abril d-; 1890 n vago em conseqieo. ia de
naver sido o^m^ado e o re.
pectivo serveoiuario Manuel Silvioo ae Barros
Fslclo.
Os coocu-rentes deterJ juntar en ongiaal.
. sna. "etigOtiS os seguiat* docamen-oi :
i*. aot-> de 'tme de ruffioieocu ;
2*, cerlidao de idade ;
3', certificado de exame de portuguiz e arltb-
met'ca ;
4, foiha corrida ;
5o, a'testad" medico de ca^acldade phy.lca ;
6*, procaragu especial. -. reiaererem po-
procorslor ;
", linalmeote, ootr.->s documentos qoe forem
conveniente* r-ara prov di caoacidale protis-
siooal. lado de ccB'orroidade com as disni.sice".
do regol.ment) anae.o ao decreto o. 9420 Je
28 de toril de 1885.
E rara qoe coegue ao cooheciraento do iota-
res.ado* hz pa*sar o aensaate que serft publica
do pela imp-eosi e lualo no *0gar do ees
to.De.
Cidade do R-cife, 15 de Maio de 1894.
En, G-rmaro Motta, esenvao ioteriao de casa-
mento, o eserevL
Jn< J'i'iS i Regueira Pm'o d Sou^a.
Alexnd'e de Pcoia Pereira do Carm > l portas com varaodas de ferro, dua. salas. 2
qnartoa. casiobafora e quintal murado avallado
em 2 000.5 amos para paga-mamo rtoqn". deve
a mesma lazeuda o. tilti*. de Jjquim F.rreira
Vaiente.
A casa a. 66 sita ruarle Domingo. J-S-i M"
tiOB. fegaezu do Hecife. medindo de frouie 5
metrosede fundo 17 metros e 30 cnlimit',;i*
con daaii p utas de frente e'e.oe ao aj e qoin-
t-l murado avahado em 3:J* para pigameuio
do qrj-;"eve mesaaa fazenda os oerceir^s Ado!-
;>no e Amelia.
A ca.- n: 20 .na i roa *.do Socago ir*cnetia
da Boa-Vista mennoo de frente 4 etros e 15
centmetros e de toa* i 13 meiros 70 c.o im-
tro luartj., r. iiinh interna quintal u-o-ado ava
liada em 1:60")*0:W para pagaaaenio do q.e deve
i mesuia lateoio Fraucisca Florencia Lope.
Basto*.
A cana n. 21 a iravewa do Faixoto. fregn^zia
do Recif-". m-viiiirto d* fr-nt* I ssairos e 65 cen-
tmetros e de fundo 11 metros 20 ceot-'uetos
com porta e jaoellade frente, doassala-, 2 aaar-
tos, 'nsmoa (Ora e quintal murado aealida
em 800*0 0 para pagamento que devs 4 mesma
fazen la b,dm*'ndo oe Uoraes Carvalho.
A c n. 63, de pe Ira e :.l. ita no largo
dos Remedio-, Tregoexia .e Atingido., me nodo
de fr*c:ite 3 m-troa e 40 ceoiimeiros e de foodo
H metroi.e 70 eentias-tro* Com porta e j.oella
de freote. anas salsa, 2 qoa ios, cosioha iPter
oa.cacimoa e sjaiatal murado avallada em 20)*
pra pagameot do qoe dee a menma faienda
Ma-i do Nascimeato eCQtiaa Mana do N*a
cimento
E para q tfl ebegae ao cnohcm ee todos
m-ndei pas.ar o p-esemequ' ,*t-k publicado e
afBxalo no ngar do cost'-iue.
Estaco de'PtmamBuco, em virtude da Ui :^%X;?t&Xi^*
etc., etc. Eu, Jc Luis da CoataRucba, escriva^, o suo
Faco Sher a tolos que o presente edital virem
O D: Francisco Altino Crrela de Araujo,
jni de orphilo* d > municipio do Recife,
O Dr. Jos Jaliao Rigaeira Pinto de Sou-
sa, iu't de diieito da Fasenda Estadonl
ce Pernamboco, etc.
Faa saber pelo presente que oodia 18 de
Jvjaio do corrento sano se hSo de arrema
tar por venda e quem mais dar em prags
publici deBtej uizooa bens aeguintes penbo-
rados por execa^Sea lfaaenda: a ca.a
de pedra e cal no lugar denomioado Ou-
teiros em Oinda, com 4 jaoellas e 1 por-
ta de frente, 2 salas, 2 gabinetes ao lado,
3 qnartos, cosinha ra com ama saleta e
ou d'elle noticia tiverem qoe no da deze-iels d
correte, ao meio da, na agencia travesa do
Corpo Santo i. 27. o agente Joaqom Maximteoo
P-'Staoa levara a leiao poblico o segniute: Urna
mob'.ba de junco com encasto de palbiona. obra
de talba, corniola oe om sof, du-s cadeiras de
bracos, do*8 di c- po de pedra n doze cadeiras de guaro'cSo. vs-
liadaa por 800*000. Um toilette de amarello
qneimado com lampo de ped-?, -valiado per
70*000. UDa cama de -nal de. amarello qaei-
mado, com eiialtia, por 70*00t). Urna marqueza
de au-arello, aalia-ia por 2a*0 Um guarda
ttettdo de amareiio, av,iiado por 160*000 Um
enarda-looga de anjarello. av^iiado por 120*000.
U na mei-'*ominoda.de aciarello, avallaoa por
bOOOO. Ua bid-, com pedra. avahado or
30*000. Una mesi elstica com tres taboas, por
700tM), Qcatro p. de cromos, avahado* por
2*000 D'ii> pj de sr'o-es da fortooa, avaha-
no por ?*'H!0. Tes caDid-s deatarei.o. ava-
liado po-13*000 Don. pa-es de escarradd as,
avllalos or 4*'XI0 Urna baca de louga. ^va-
hada p'.r 3*000. Un jar'O, avaliaao por 2*0.0
Urna almofada para sofJ, avaiia ia po* 5*000.
Qaalro sanefas e ora varo, avallado* por 20*000.
Quatro treles peque' o, osados, aaliaaus p-"
10*;")00. Um duo para sota, osado, avallado por
121000. Um bino-alo pura leatro, avalado por
8*oOO. Um esneiho oval com moldara dou-ali.
avahado por 73*000. Un sSo. avallado por 40*000. Un ?nsrdor com
guarda comida, ; valiao- por 60*0C0. U a roa
peiro. avpliado por 2U00. S-is fadeiras para
sala o jaotar, avalladas por 3O4O0O Una me-
siQba para c;ife, avallada por 3*000. Urna e-
cuva avalida no' 800 ras. Dezeoove pratos de
p peora, por 2*000. Um bale do louea, avaha
dor nnr t*0u0. Um bue de fland-es, avallada
por 30 ri. S^is racea, avahados p-:r 3*000.
S^is cooos, avallados oor 4*800. D ze pires, uva-
liados 'por 2*000. Qait.z-f coles-as. avahadas
por 2*500. Qiat.-o cni-viras.peqaeoas, avalladas
por 8U0 ris. Urna eopeira, avallada por 3*030
Ditos moves e oncas per'ence an espolio oe
D. Maria Olivia da Paz e va-i a leil-i publico a
n-qae-imeato de Alomo Moreira de Soaza, inven-
unat do mezmo e.pf lio.
E P3ra qae cingue ao conbecimirto de lodos
maadei pa.sr o preeente edital, qoe eer pobli-
cado pela tmprensa e outro^in igual ibeor que
serA atlixado no logar du cosame.
Dado e pamd-i nste manicipi--: do Recif8 aos
... de Maio de i83i.
Francisco Altino C. de Araojo.
screvi.
Jop JiiM-i Reeoeira P;n-n de onza1'.
'BEGUEACOES
Monte deSoecorro
O' laeilo de jolas
Este esiab leciiueuto far leiao no da 7 de
Jaio prosimo. por iaiermed-o "o geme Mar
lias, em soa rete a ra do Bom Jesc n. 32, ;s
11 horas da mantia. do. objectos que nao foram
reegstados at a vespers, constante das tequio-
tes cau'.e'las.
22616. Um alSltte, 1 medalha, 3 pares 4e. b'in-
cos ouro do le, 1 alfioee e 1 coragSo
miro balXO.
52970. Una pnlceira de ooro, 1 Droche, 1 par
b-oene para rotriio cpm C'rcolo de bu-
lo.; ates.
23235. l.'u-s oolceiras, 1 alHnete e 1 meialoa
ouro de le.
23253. Uua volia de ooro, 1 medalha oor
li.
23337. Un a'linete de oorn rom bri|bap-te. 3
parea de brincos, 2 pesas de brinco?,
Imelalba,! io-uSo, 2 cruze. e 3 bo-
i6es ooro de lei.
233S8. Urna correle e ooro para relogio ooro
ne lei.
23392. Um aoofl de ooro com om brllhene oe-
qaeno. 1 nalo-i-s, 1 coroo, I coragSo
deou'O, 2 co'rea'ee, 1 medalba, 1 par 263.5.
de rozetas, 1 slflaete, 1 annel e om co
ifto ooro de lei.
Um altioete e 1 par debrincos com br
inanie ouro de le.
23419.
23581.
miro 9 ie.
23690. Um annel de oaro com brilhmle
243J5. "mu pulceira e um par oe Drincos com
^sixieraMas ooro de lei.
24319. Um aou-l de ooro cem tim bnlbante.
2433o. Urna m<--eJa de oaro de 5*. 2 voltas de
trance-
lira, i medalha, 2 figas de cora! em ou
ro e 3 ttelas oaro de (1.
24332. Un botio de oaro cem l b-llhan'e-1 pe
qaeoos. 1 trancehm, 1 medalha, Wollsr
com laca, 1 alfloete, l'pesia -le puh-ira
3 annel., 1 canela oaro de Ir-i, 3 pali'-ei
ros, 1 coador e 1 p.mteiro de prat de
le
243 6 Doos anneis de oaro com 2 enlsales
Oequeoos.
24579. Doos DoiO-s de oaro com brilbsaies pe-
oaeoot.
24-34. Un anne! de onro com brilbaoies e 1
nrreote de <-a o para relcgto.
24725. U na volta de onro, 1 medalha, 1 tran-
cehm e 1 relogio caro de le.
24775. Um par de peseta, oe onro com bruan-
te. pequeos em circuios.
24781 Hrilhani*4 pequeo, soo papel.
241U. U-n alfioee, l par de brincos, 1 volta
t'jQcelim e 1 craz ooro de lei.
4842. Un aoael de oaro com 1 briloanle
DequeDO.
2.8.9. Ua anoel de oaro com 1 pequeo brl-
loante, I par de brincos com perolas e
3 botes de ooro de le.
24826. Un altineie. 1 annel. 1 par de brinco..
1 medaiba, 1 volta oe cerdao e 1 cruz
"uro de lei.
24866. Un annel de onro com 1 phlra pe
quena e diamantee.
24934. Una crrente e medalha, ouro de lei
para relog.O.
24944. Um rJogio curo de lei.
25014. Um p Ibames, t anne' com 1 sapblr e circulo
ue dfiriatil-3. 2 an..eis com e.mersldas
e perola'. par de brincos. 1 dito de
rosetas. 2 brnebes. 1 medaiba, 4 nares
de Dolos. I volia ue trancehm, 3 em
nlema*. 1 relooa, 1 caete ou-o de lei,
4 boie. com perolas, 1 par de roset>s
cora 2 nitos e 1 (elogio ouro de lei.
2502- Umi corrale de ouro de le para reto-
mo.
25029. Um alfitete de ouro com brilbante3 ou-
ro de lei.
2304). Um annel de ouro com 1 rabim circa
lado de brilatit"..
23064. Una correute deour.i de le para nlo-
gm.
23148. Urna pal:eira de oaro com brllhantep
|i-qaeoo(t, i dito de ooro e 1 al;.ee,
ooro de le.
25149. Duas pegas oequ- naos de ooro com pe-
queo onlOaniei.
25164. U n par de brinco., 1 dito de argolla,
3 boto-:), 1 altinete e 3 annel. ooro de
li.
25180. Urna corr-nte dupla, para relcgio oaro
ne lei.
25196. Un noel de ouro com 1 brilbaot pe
queao.
2520O. Urna crente com me Jalas, para ralo-
gio, ooro do l-i.
'2322. Uina uulseira 5 ooro com 1 brilbaate,
our.> de le.
23231. Un irao;elia3,1 medalha. ouro de le|.
23236. Urna v^ita de ooro com lago e 1 meda-
ina, oor<- de lei.
2525 >. Um iranceiiro, ou-o de lei
25255. Urna crreme e meJalna pararelogio
1 rel-iglo ouro de -el.
25281. U >-a pal.eira, curo de lei.
a63ftat. Um trancehm, uro de lei.
25338. D-ios noiO^s de ouro com brUhantes
|ieqajDO-t e um broebe de ooro de let.
253.0. Duas puUeiras de oaro e 1 relo^o de
ouro oe le para lenbora.
2 365 Urna crreme de ouro de lei para re-
Ingle.
25377. Un t'aaelim ouro de lei.
25381. IJoas annea com brilbantes pequeos e
' uro com eameralda.
25429. Un par de roi-Us de taro com bri-
inantes.
25441. Una crrente cm cioets pa-a relogio,
ou'o de le; 2 boioes orno baixo.
25443. Urna volta de <>nro, l medaiba e 1 par
oe brincos, ou-o de lei.
25.52. U o relogio, ooro da le.
25464. U n annel oj ouro com brilban'e.
25406. Urna correte e medalha para relogio,
curo de le.
25488. Urna correute dupla para relogio, ooro
de le.
25473. Um par de rosetas de oaro com tur-
saetas crcoisd de perola.
15483. Uaia correte de ouro para relogio, ooro
de lei.
234S8 Um par de brincos e 1 dito de rozetas,
ooro de lei.
25494. Um t-aocelira e 1 annal, ouro baiso.
25507. T-e. altiuetes de ooro, 1 mo
de oaro com argolla, 1 liga, t p
rozetas cosa coras, e 1 Je jal, ouro -e
lei.
25503. Urna palsaira de oaro contendobrilban-
te e esmeralda e 1 dita de oaro de lei.
25544. Urna uulseira dH ouro. coui brilaaates
peqa6S. 2 poWelra. aotigas, orna cor
rente e meUatQa pira relogio, curo de
le.
25560. Urna volta de trancelim, 1 par de roa
taa, 1 dedal e un annel ouro de lei.
25593. Urna ruz ds ou C com bilibantes pe-
uuenoa.
25610. Urna p-nna de oaro, le.
25631. U o auiel de ouro com nrilhaate.
23652. Tres botfies de ooro com 3 brilbante.l.
15665. Usa volta de iranc-li-n oaro de lei.
25:82. U n par de r,z-t.s de ooro com bnlhsn-
l8.
25693. Uo altioets. 1 anael com brilbante pe-
qneoo, I medalna, i par de brinco., am
dito de roieta u'o de lei.
25.697^Uo aifloeie de ouro com um brilbaate
peqae.no pa-a manta.
25.723. Doos coroOes ae ouro e ama eras oaro
oe le.
25.766. Urna pal.eira. nm broche de ouro, con-
endo brilhante. e perolaa-
25.832. U'o trancelim ouro de lele
25.851. U o annel de ooro com urna esmeralda,
-irculada de brilaanies.
25.9Q5. Un allinete deouro para manta, crave-
jado de brilhantes e um relogio oaro ae
i-i.
26.01b. Una cruz deouro cravejaiade brilhan-
ie -
26.063. Urna correte e medalha de oaro para
relogm (-eoliora), urna dita com meda-
iba para relogio, 1 t-sncehm. 1 Iji-eto
e om ded e um n logio ooro de le.
26.073. Urna pols-ira ooro de lei.
26.153. Urna polseira de. oora com Drilbantes
peqoenes.
26.154. Um oar de rose'as de ouro com brllbac-
ttes p-qoenos.
26.157 Urna volta de ourc con medclba coro
delti.
26.133. Um annel de ouro com om brilbaote
peqoeno e doa ecmeraHas, nma cor-
rrnte com medaiba para relogio, urna
polseira, doos a'lineles, orna cruz e um
dedal ooro de let.
Un-innel de ouro com tres bri'hantes.
Do s trancilios. 2 medslhas, e 2 cuzes
ouro da let, 13 colntred, pira cha, 1
maraca pr.ta batxs.
Doze coloeres psra sopa e 1 para tirar
scpi. prata de le: -
D(-i. aoneis de ooro ^om 2 brilhautes e
1 d t> cot esmeralda.
Dezo'lo colherea para sopa, e 1 cencha
n^ra sopa, prata e le.
Uo par de rosetas de ouro com brilban
'e em circo lo.
Um cord&o d. oarc, pequeo, 1 craz, 1
liga d roral em ca'O de Isi, 1 polcef-
ra, 1 altioete, 1 par de rosetas ouro
haixo.
Dois pares de brceos e i broche coro
de le.
Urna correte de ouro para relogio, oa-
ro de 1-i.
Um nar de briocos, cravejado de bri-
inant-"". 1 cruz com ditos, 1 fio de pe-
rolas, 2 dedaea e 1 alele, caro de
lei 12 colneres para sopa, 12 di'ae
para cha, 12 garios de prata.
Una crreme rom me-lal-ia para relo-
gm, 1 trancelim com medaiba, ouro de
lej.
D-s colneres para sopa, 11 ditas para
cha. e 3 ditas para tirar sopa, arroz e
assurar, prata batXi.
36357. ,U o a <.oe| decoro cm orilLantes.
26358. Urna correte para relogio, e 1 ranen-
lim. ouro de le, 1 salva e 1 paliteiro,
n-ata le.
263S1. Ua.psrde botoes, t pecas de tiateiro,
t alhoeie. 1 ann&! com brilbante pe-
qoeno, e 1 relogio ouro de lei.
23385. Urna correte de ouro para relogio, o 1
inne'a ou:o oe le.
25403. Um i a de orlr.co, 1 trancehm, 1 meda-
ina oaro de li-i, 1 trancilim e t par Je
brinco* "orobaixo
RClfe, 12 de M.io de 1894.
O gerente.
Felino D. Farrtlra Goelb".
THEATRO
Gram
(MPANIH LRICA IT4U4JU
Emprez a
G. Sansone
HOJE
QUARTA-FEIRA, 16 DE MAIO
11' recita le matere
TROVADOR
Bonds para (odas as linhas e trens para Aj.1-
pdcos e Olinda.
S4LA0 DO GLBCARLOS GOMES
son;i i: artstica
PROMOVIDA POR
ELIAS POMPILIO
Quinta-feira}- IJ de Maio de iSgj.
PROGRAM.MA
1 PARTE
1." SAINT Saens Rhapsodic d'Auver-
gne. Solo com acc de 2 pianos<=
pelos Srs. Elias Pompilio e Euclides
Fonseca.
2.e GounodFaustoValsa c Dei gioi
eli pela Signorina (.'andida Lyra.
3.' TostiLa Mia bandiera Romance
Sig. F. Pozzi.
4. THOMAZ -Mignon Comais tu le
pays,pela SignoraM Orsini.
5. Tosti -Non t'aiuo piRomanea
pelo Sig. Donato Rotoli.
6. DonizettiLinda de Chamounix
c lo vi dico che partate Duetto,
Signora Paolina Bernabei e Sig. L.
Ferrari.
15 minutos de intervallo
2* PARTE
T. LackAndante et Rondo de Rose-
1-
.
nhim transcripto para 'J pianos,
Signora M. Tlereza e Elias Pompi-
lio.
L ANCINELLl Tizionello Quan-
te desterai Berceuse, Signora P.
Bernabei.
G. VerdiTraviatat Baila si com
e un angelo Duetto,Signorina C.
Lyra e Sig. F. Pozzi.
D. ArmengolSogno d'amoreRo-
iLegiaode Soc:orro3 Mataos
1 dos Olficiae8 da Guarda
Nacioaal.
* e 11 ima convocscio
De ordem do Sr. major reside o'.e, roo t lo as
S's. socios no goso 4os cis direitos comrsre-
cerem na qa ota fel 17 so corrale, s 6 aorta
da tarde, na tele da L-gia-o. para se procede- a
eleigo do co..selbo deiloerativo.
De accordo com a estatutos, foneciooar casa
o numero qoe enrn arecer.
Secretaria da Lg'*o, li d Malo de IM.
Oapiio Leonciu Lobato
f secretarlo.
OMPANHI-
M
Servidos Maritimos de
Pernambueo
De ordem d. directora convido os Srs aoe-
saidores de r.bngacOes prefe-eociaes nesta Ceas-
pannia a Irem a> escnp'orio da nmpaohia.
(Cues da Comnanhia Pernaubocan) effedoar a
sub-tito:;ao dos respectivos ltelo por oei os
em qne sa acham preeochids. os fo*aialidade
exigidas pelo decreto leti-1 tivo o. 177 A de 15
de S-ienbro do an:.o fiado, como determina o
art. 7 do me.mo decreto.
R ;cife, 5 de Mala de 1891.
Dr. Msoo'i ?ot-lla Jaoior,
^e.-retsrie.
Paro cha de /\ focados
O capito M'.ooel Joaquim S Iveira Sobinbc,
presidente do cense dio de re islo da qoal fica-
gao da guarda nacional da parocbla de Afosa-
dos, fas saner qo. oa 10-ma osa dpo-icoes
dos decreto, os. 722. ae 25 de Ootob'n a> |85U.
1130 de 12 de Ma-co de 1833 e U4 de 18 de
Abril de 1891, 03 trabalhe. mberentes a meams
qaalirjcsrio comtcarao >oo dis 20 (3a domingo)
deste niez, em o predio n. 21 d pateo ds fas ;
e convida os cisadacs Dr Diomedes Gonc>l*es
ds Silva, juiz disincial. espudes Antonio M.ri-
nhj Falcao e Antonio Gjncalve.s Fer.u.-s Flfio.
teen'p G-ro-co de Soasa R i< e aller s Maaoel
Gomes Porto a coronare -e- ern para edse rim, no
lagar indicado, as 9 boras da xanha do da re-
ferido.
Recife, 1 dMalo de 1894,
Manoel Joaqom Silvrlra So rioho
___________________P egidente.
Companhia
DS
Tecidos ?au!3a
Chamsda do rapal sncial
Sao cinvidatos ts enno'e- subscriptores de
iCCes | ara o .ogrr.enle du capital o ial a rea-
l.ssrem ai o iia 20 do (O-r-o'.e. oo ercrinto'io
provisorio, i roa do loro Jegus o. i, paviaen'o
terreo, a nrime.ra prenucio r'aa croes sob.-
cnpias a r.zao de 30 0/j oo 60JHJ0O por cada
accao.
Rec fe, 5 de Maio de IMli.
Jor A. Sar( Jnnin'
maneeSig
G. Viklta.
26.131
26188.
26195.
2619o.
26198.
25515-
2634.
26316.
26335.
26143-
56330..
AlinoviUna sera in teatro Ro-
mance,Sig. L. Ferrari.
G. Verdi Rigoletto Bella figlia
dell'amore. Quartetto, Signorinas
C Lyra e M. Osini, Sigrs. Vilalta e
F- Pozzi.
A orche3tra ser dirigida pelo Maestro
G. Polacco e os acc. ao piano pelo Maes-
tro Euclides Fonseca.
Bilhetes vend.. na Casa Prealle ra
Nova n 59 e na casa Paiva na mesma
ra n 13.
Principiar s 8 horas precisas, para
que possa terminar hora dos ltimos
bonds-
lfa°a de Pera minies
Terreno de marioha alto & raa
do Hospicio
Por esta reparticSo se fas publico qae
fca marcado o praso de quinse dias para
Domingos da Silva Fcrreira vir esta Al-
fandega apreaeotar documentos que pro-
vera ser ello fjroiro do terreno da mari-
oLa ain* alagado sito a roa do Hospicio
da Fregoesia da Boa-Vista d'eaU Cidade,
cottoroe declararen, aaa ultima pe ti cao di-
, rgida ao Itlm. Sr.'Dr. Inspector desta ie-
i particao, terreno ase que foi req xerido
por Eduardo Leigh. Findo o referido
praso neahomu reclamajSo mais ser so
ceita.
Alfandera do Sstado de Pdrnambn^o
em 10 de Maio de 1894.
0 Cheto de SeccZo,
M-'z Frederico Codecei*a
Agencia de Emprestimo
-io convidados os Srs. possuidores das cae-
Mas abaixo derenptas a virem reformal-as ou
regalaras d'esta data a JO das eob peoa --e
eren vendidas conforme dctermiaao as coodi
cOes 8ssignada9 pelo Sree aoenhantes,
Si. 15121421S 220233-243-2J4 -
267=281-284 -288-293-298-308 311 314
-315-369-373:'M424-428- 438-4.0
457 461-4684734814974875015J2
5,0-416-520- 52.-569-601-626 637.
Recile 1 e Malo de 1894
L'iiz Ver-iPt.
COMPANHIA *
Iudustrial e comraer-
cio de estiva
Convido os Srs, accinrji-tis a apresentarem no
escrilono deaia componhia os recibo1 de soas
entradas de capital para seren eobstituidcs por
um iiitilo representativo de saas aegoea.
Recife, 10 de Abril de 1894.
A. Feroaodes
& e -to- ser-reirio.
COMPANHIA
Manufactora de phosphoros
S5o convidados os Srs. accionistas a reaica
rem dent o de 30 tps, ft cootar ra presente
data, a qnir.'a entrada de seas presiaoe-. ra-
zo de 0 O/o do eapuai sunscrlp o, oo 205 per
accao, em ir-ao do thesoureiro, ra da Midre
de Daus n. 2J.
Recife, 2. de Abril de 1894.
O secretario
_____________J. P. G. da Silva._______
Secretarla do Thesouro o Ka-
do de Peraembuco, em 14 de
Malo de Sf9I
Da ordem do Illm. Sr. Dr. Io-'pcotor
d'este Tesjcro, cnn"ido o Sr. ex Capit'o
do extinto Corpo de Polica Regional,
Francisco Aatoaio L-^pes, s vir r.oolher
a-> cofro do memo Thesonro a qaantia de
J7J500, resolunt'. da d.fferanca verifica-
da 9 favor da Fazenda, entre o sec debito
da 87850, proveniente de abono para
compra de eavaleadora e o seu crdito na
importancia da 705000, ficando-lha mar-
cado o prazo da 15 dias para effdstasr di-
tos recolhi mantos.
Srnrl-! de Searetario.
Epiminonias P. Danleira Aeeioly Vas-
cinaUo.
Companhia de TrilhosUrba-
nos do Recife a linda e
Beberibe.
AS-EMOLE'A GERAL
Adtbohsado pelo Sr. p-^si-ient- da ss.exbla
gersl coovoco o. ar. accionistas para em ses.ao
ordloaria se reeoirem. oo sai&o das sestees, ao
meio dls de 4 do prximo mes de. Jcnno, alia de
oavirem ler o reatoiio da directora e julgar o
psrecer de cooia.
N'eeta ses.ao serio, como de lei, nomeados
os Hscaes.
Escriptorio da directorio, 15 de Maio de 1894.
A. Pereira SioO-.
Corapaahf.a Santa
Theresa
ASSEM-LE'AIGEI'.tL
A dlcpo.icao dos Srs. sccmmstss ee acham no
es(riptono o. gereole da C-impaobia Tnitiu- Ur-
banos, a copia do balare'. "rs da relacSp nomi-
nal do. accmoiKiac, e "* I ata oas T'Offe-encas
das acetas, rel.tiv.a a>. oHoiob eierciciot lin-
dos.
Recife, 15 de Maio de l&9t.
O a rente.
A. P. Sistas
Declaracao
O abaix i as.lcnado declara a qaem nie-ejt-
nossa, qo- duran.e .oa aseac derla Estado
ric-jm encarregados de locos o. seis oegocoj
parti Francisco
gando, s.a Iriuso Jo- Josqnim Cori de Ar.sji.
Recife. 14 de Malo de 189.
Dr. Jo'qum Co'ra ds A.-uio.
Ao commercio
Uliveira 4 C. eelah<>lecido. com roiel a raa
larga do Rosario o. 15, n^parando coai oot o be
tal de igo*l firma, decicram so cnmm-rcia e ae
rubiico qoe desta data no diante pa.sso as-
signar se Julio de Oiiel-a a C
Recife, 16 de Maio de 1894
_________________J-.lio n- Qijvelrs C.
Parochia da Varzaa
O ma|or Eneas do Reg Barro. Paira\ i'sai
deote do concelho de revi-io d qoaiticsco da
gaarda nacional da parochia da Varita, fas soco-
le qoe. oa forma "as dtspo-ictas ds decretos
na. 722 de 25 -e Oomhro de IfSO, I 130 de 12
de Marco de 1853 e 146 dr 13 Je Abril 1891,
os transidos Inhertnies m'rrca qaa.ic cu
cemecario no da 20 (3* dcmingai desie mes.
em o p edo o. 71 roa de I. Jcio. poo;i3 ia
Varxea ; a convida es cid^dio. Or. Zjalfflo ia
Cmara Lims, jais tMatHetsJ. caplaes e.J;-
nuano Torres da Goete, T te-, baldo Ai po Mar-
tin. Saldaoba, Tiborclo Adellos de Ol veirs e
Eugenio Guedes e Aranjo, a comea-ece em
para esse (im, no log;-r iocicado, i II boras da
mmha do wfcfiaa d!t.
Recife, 14 da Miio de 189.
EniS do R-'go Bsrm< F^ld,
Presideote.
Arsenal de Marinha
De ordem do Sr. esprio de mar e corra
Faocico Forjat de Lcerda, sHpMbtr deste
arsenal, fsen pt.Dl! o pira Lt-ira co:hs'UB?nto
de qaem interesfar po.ra, qoe rrcebe- no.tas em cartas fecba-ias, no gabinste dn tv-
diente do mesmo Sr. Icsptctor, lio da 22 ia
correot*, da 12 horas da minna, pir cj'.t'a'a'
por doas sonos a regola-is cSj e coree-tos do
relogio do torrean deste ar.-nal. o. das d v.-ias
dependencias deste eslabflec(,reot',, e "-a i?-
rim, o. concert, dos rlesjta* on rhroomr-tros
dos nr.vios da armada aactoaa!, estaciortato oe
porto desie Balado.
ieerataria da io'peecso d-> Arsn I de Marimba
dePeruamboco, lde M'io -le 89
O secretario
An'onin da 'niva Ases*rt\
jMont Po Poruguez
De ordem do Illm. Sr. cNBreendsCur oe.i; c-
ta da mesa da ssmb!es grl, convid j a todos
os Srs. socios a rjmzwrecer'm no G.bn-t- Po*-
tagnes sexta le < 18 do corrrntj, s 6 Oirs da
tarle, atin de vat.r-', ase iotas, rt-Ltjrio ao-
cu da alrecioria, e pree*-** a e'e:cio dos
corpas compooents fia sosielad'.
A a.semoia pode foaccionar nmabora d.ao'.s
da snnancisds. cis qaslqacr ame j de sodas
pre.eoteB.
Secretaria, 14 ds M<:o de 1894.
O 4- secretaria
Jo.0 Mi'tln ds


I



Mara Peraainbnc Qnarga-feira HG de Malo de 19I
WPP^a-^ ... I
SANTA
THEATRO
ISAIEL
Companhia Lyrica Italiana
Empresa G. Sansone
Grande especaoslo de gtla para solemnsar o 44* acniversario da abertura do
tbeatro.
8BXTA-FB)RA,1SDEMAI0
Frogramma
Primeira parteHymno Npciona pela orchestr-.
Segunda parteExeeu3o da grandiosa sj aphona da opera do immortal maes-
tro braaileiro
CARLOS GOMES
0 GUARANY
pela orchestra da Companhia Sansone, sob a d 3ST. J&AJPJFJ3ZZCXXjX
Tare-ira parceUltima representadlo cesta poca da sublime opera do rffama
do maestro
SJISBS8 f 8391!
ADA
na qual tomaro parta os artistas Sally, Orsioi, Vilalta. Pozsi, Rotoii, Cervi, etc., etc.
A;s 8 horas e lj4
Hsver trens e boois para a liohae.
Preferencia aos Srs. assignantes atqoarta feirr, 16 do correte, a 12 horas do d a
Costuras do Arsenal
de Guerra
De ordem do cidadSo !?Denle-coronel director
d?3te arsenal, dislates .,? costaras dos das 16,
1" e 18 do correc'e rae, cot as eottaveirat,
possmdcras das calas de ns. 60i 650, de cdd
formidade com as orlen ea vigo-.
Secjo das costuras do Arsenal de Goerra de
Estado de Pernambuco, 16 de Maio de 1894.
Flix Antonio de Alcntara,
Capao adjunto.
Instlalo Archeologico e Gegra-
fo Pernaiobacaao
pfciei
Qaiota-feira, 17 do corrente, hora do costu
ice, haver* ppssSo ordinal-'.
Secretana uo asututo. 15 de Miio de 184.
O 1- secretario.
Baptisla Regueira.
Eui cumprimento da lei faz-se pu-
blico aquem interessar possa, a altera-
cao do valor locativo dos predios deste
municipio, collectados para pagamento
o imposto da decima, no corrente exer-
cicio.
Freguezia de S. Jos
(Continuaco)
Travessa do Peixoto
19 Maria Martins da Silva Fi-
gueiredo 237S
23 Antonio Jos de Carvalho
Jnior 2738
25 Augusto H. de Miranda 237S
43 Dr Joaquim Elviro de Mo-
raes Carvalho 288 %
Ypyranga
N.
2 Dr. Augusto Coelho de Mo-
raes 327$
Ra do Ypvranga
Ns.
2 C. Manoel J. de Amorim 324S
13 Victorino Domingues Al-
ves Maia 189S
15 Manoel Paulo de Albu-
querque 180S
17 O mesmo 1805
19 O mesmo 1808
Ra do Muniz
N.
2 a 6 Joo Antonio Francis-*
co Alves 9008
Larjro do Viveiro do Muniz
N.
2 Fabrica de destillaco de
alcool 1:2008
Ra Imperial
Ns.
2 Companhia de Panificaco 600#
12 Cassiario Fernandas Vieira 2405
18 Joaquim da Silva Netto 420-5
20 Maria do Rosario e Silva e
outro 3208
22 Joo Baptista Gomes de
Souza
24 Antonio Maria Costa,
26 Joaquim Martins Morena
28 O mesmo
30 O mesmo
32 O mesmo
34 Delphin^ a Silva Duart
3G A
r. mesma
40 A mesma
42 Maria F. C. Gomes
44 Bernardiuo J. Ramos
46 Jacob Antonio Vieira
48 AntonioJJ. Machado.
52 Maria F. C. Gomes
54 Domingos Jos Avila e ou-
tros
56 O mesmo
58 Joaquim de A. Gomes
58 A. Filhos de Manoel Fran-
cisco de Oliveira
58 B. Laurfano de Mello Ac-
cioly
60 Agosnlio Jos da Costa
62 Joo da Costa Magalhes e
sua mulher
64 Joaquim Rodrigues Tava-
rei de Mello e outro
66 Agostinho Jos da Costa
74 Manoel Marques da Silva
e outro
76 A, Minervino jde Moraes e
Silva
78 Diogo Augusto dos Reis
80 O mesmo
' 82 O mesmo
84 mesmo
86 Dimas C. de Albuquerque
88 Diogo Augusto dos Reis
90 O mesmo
92 O meamo
94 Cariolano da Abreu
100 Jos Antonio de Araujo]Li-
vramento a outro
240$
2408
264S
2645
3008
2648
2645
3008
3008
7208
3605
3008
3008
7205
2'65
2168
1:3328
576$
210$
420S
2648
n64S
24'S
7205
7448
360$
3608
3608
3608
2648
360S
900g
4805
4805
3188
1 2 Os mesmo s 348$
1C4 Os mesmo s 3240
106 Osmesmos 30CS
108 Manoel C. M. da Silva 3605
110 Thomaz Times 480$
112 Rita Pires F. Loyolla 6008
114 Francisco das Chagas Mon-
teiro 200$
116 Silvestre L. do E. Santo 240$
120 Francisco Manoel da Silva 360$
122 Jos Antonio A. Livramen-
to a outro 144$
i 124 ^)s mesmos 1448
126 Tbereza Maria de Jess 120$
126 A. Jos A. de Mello 3008
128 Antonio F. Pereira de Car-
valho 8608
130 Jos Antonio de A. Livra
vramento e outK 360 S
132 Os meamos 360$
134 Os mesmos 3608
136 Os mesmos 360$
138 Jos Correia de Vasconcel-
lqs 4808
140 e 142 Anna Maria de Me-
deiros Reg 900 S
144 Dr. Antonio Clodoaldo de
Souza 2408
146 O mesmo 24,,5
148 O mesmo 6008
150 Luduvico da Silva 660S
152 Francelino de Mello Ca-
bral 2648
154 O. mesmo 2048
156 Jos S. Fernandes de Oli-
veira 3008
158 Antonio Goncalves de Aze-
vedo 3605
163 J. t\ Marques Lacerda 1928
162 Joaquim da Silva Netto 24'8
J64 0mesmo 2408
166 Jos Moreira da Silva 2408
168 O mesmo 2405
178 Emilia B. de F. Gomes 4808
180 A mesma 420
190 Bernardo Jos de Araujo 2648
104 Jos Soares Fernandes de
Oliveira 240$
200 Manoel do Nascimento e
Silva 2645
202 Amaro Jos dos Prazeres 264S
202 A. O mesmo 2408
202 B. Bernardo Joaquim Go-
mes 288$
206 Manoel Patro do Nasci-
mento 2645
214 Joo Jos Barroso da Sil-
va 965
216 Maria J. de Barros Albu-
querque 5^4$
218 Agostinho Bizarra da Silva
C. Jnior. 2168
224 Joo Pereira do Nascimen-
mento e Silva 2405
226 O mesmo 240$
226 B. Maria Candida 685
228 A. J. Maria da Conceico 192$
232 A. Lourenco R. da C. Oli-
veira 2405
234 O mesmo 2168
#36 O mesmo 6098
238 A e 240 Agostinho B. da
Silva Cavafeante. 6C08
250 Josephina Maria de Miran-
da e Silva 3123
258 Apolonio a Maria, filhos
de Samuol do S. Boret 120$
260 Jos Jorge de Azevado 1208
262 Manoel P. Vianna 120$
80 Juvelina A. da Conceico 168$
282 Guilherme Jos dos Santos 168$
302 Amaro A. de Farias 72$
3t4 Bernardino Jos Pereira
Guerra 216$
318 Dr. Manoel Francisco de
Barros Reg 2763
322 D. Antonio de Miranda
Castello Branco 120S
324 Candido C. Siqueira Va-
rejo 1208
326 A Juvino de Carvalho Ca-
valcante 216$
32fi B O mesmo 216
326 C O meomu 216$
328 Joo Alves de Miranda Va
reja C. Branco 240$
7 Gaspar T. de S Leito 273$
9 Gertrudes L. da Costa Coira-
bra 120$
19 Manoel Ferreira Barbosa
Lima 1:2398
23 Dr. Francisco de Assis Rosa
e Silva 33^$
25 O mesmo > 2975
27 O mesmo 330$
29 O mesmo 4045
35 Jos Antonio de Araujo Li-
vramentoje outro 3975
de Almeida
37 Dr. Francisco de AssisRosa
e Silva
39 JoB Antonio de Araujo Li-
vramento e outro
43 Filhos de Jos V. dos San-
tos Reis Jnior
47 Francisco Antonio da Sil-
va
5' Jos da Silva Lopea
53 Luiz Frederico Codeceira
55 Manoel filhode Joaquim de
Souza Maia
55 A. Joaquim
Gomes
55 B. O mesmo
55 D. O mesmo
55 E. O mesmo
61 Joaquim da Silva Netto
67 Maria J. da Conceico
69 Manoel Joaquim da Silva
75 Jos Francisco Moreira
77 Joaquim da Silva Netto
79 Joanna A. de Albuquerque
89 Agostinho Jos da Costa
107 Augusto Gomes da Silva
111 O mesmo
129 Joaquim de Medeiros Ra-
oso
ulia B. de Aguiar
135 Raymundo N. de Oliveira
141 Dr. Antonio Clodoaldo de
Souza
143 Thomaz Times
147 Antonio D. Marques Romo
155 Dr. Antonio Joaquim de
Moraes e Silva
167 Joaquim da Silva Netto
167 A. Companhia do Beberib
167 C Jos Carneiro
179 Dr. Miguel Archanjo Mon-
teiro de Andrade
181 Joanna M. da Conceico
Oliveira
185 Joo T. da Costa
187 Joaquim N'colo Ferreira/
191 Joo Luiz de Araujo
193 O mesmo
195 O mesmo
207 Maria da C. dos Santos e
Silva
209 Baro de Araripe
211 Joo Gomes de Abreu e
Mello
217 Antonio Moreira Reis
221 O mesmo
227 Jos Soares Fernandes de
Oliveira
231 O mesmo
233 Maria Rosa J. do Carmo
239 Francisco M. Ribeiro Sette
247 A. Pedro Joaquim A. Ri-
beiro
249 Joanna B. Bizerra do Ama-
ral
25 L Mirandolina do Nascimen-
to e Silva
253 Joo Baptista Ribeiro Gui-
mares
259 MariaTheodora daAssump-
co Ferreira
261 Manoel Patro do Nasci-
mento
261 Silvestre
261 B. Lu;za B. de Aquino
261 E. Felicia Maria da Con-
ceico
261 F. Jos Joaquim de Soaza
Beltro
231 G. Bernardino Antonio de
Freitas
261 H. O mesmo
261 J. Trajano Jos Diniz
26! N. Maria P. da Conceico
261 O. Jos Ricardo Cavalcanti
263 Antonio Cesar Marinho
Falco
265 Joanna Maria da Concei-
co Azevedo
265 B. Francisca Bizerra Ca-
valcanti Lins.
267 Antonio C. de Mello Fal-
co
269 Joo Fernandes Ramos de
Oliveira
269 A O mesmo
2^9 B O mesmo
269 C O mesmo
273 O mesmo
275 O mesmo
277 Gaspar Jos de Mello
283 Joanna B. Ribeiro da
Silva
285 Joaquina Maria da Concei-
co
291 Joo Victorino da Silva
299 Antonio Raymundo Caval-
cante
299 B Vicente A. da Motta
303 B David da Silva Maia
305 O mesmo
307 O mesmo
309 Bazio Miranda
309 A Joo do Nascimento
309 B Pedro Braz
3';9 C Manoel Branco
289 D Jos Alfredo Bezerra
Becco do Malmor
Ns.
1 Joaquim de
mes
Almeida Go-
' 414$
3333
6635
417S
3718
360S
3895J
4083
213$
192$
1928
192$
1208
12 8
2168
2408
240S
2105
2408
4205
- 3008
5405
3605
4565
4008
420$
7805
4005
1205
1205
4805
480$
6003
3605
156$
180$
180$
9608
1:U)05
3025
192$
1:043
48 $
2165
480$
1689
40SS
3608
1445
1685
240$
216$
144$
1565
965
144$
2165
2163
96$
144$
3008
2405
2408
2405
2408
240$
240$
240$
216$
240$
240$
240$
1208
120$
1205
1328
300$
360$
2403
1923
965
965
60S
608
608
3 O mesmo
5 O mesmo
7 O mesmo
9 O mesmo
11 O mesmo
13 O mesmo
15 O mesmo
17 O mesmo
19 O mesmo
21 O mesmo
23 O mesmo
25 O mesmo
27 Fabrica de
alcool
Travessa do becco Malmor
Ns. :
3 Joaquim de
mes
5 O mesmo
7 Manoel d6 Moraes
9 Joaquim Almeida Gomes
19 O mesT-o
21 O mesmo
23 O mesmo
25 e 27JO.]mesmo
i
10 O
Distillaco de
Almeida Go-
2 A 0mesmo
mesmo
Iiha
de Santa Rita
N. :
4 Fabrica de pregos
Travessa do Lourenco
Ns. :
2 Manoel Jos da f osta
4 O mesmo
18 Florinda
' .:
1 Manoel Jos da Costa
39 Lourenco Ribeiro da Costa
Oliveira
Travessa das Formosas
Ns. :
2 Baro de Limoeiro'
4 O mesmo
6 O mesmo
8 O mesmo
)0 O mesmo
12 O mesmo
14 O mesmo
16 Q mesmo
18 O mesmo
20 O mesmo
22 O mesmo
24 O mesmo
1
de
120$
120$
963
96$
96$
968
96$
96$
96$
968
965
960
963
1205
de
5
7
8
Dr. Manoel Francisco
Barros Rcgo
Jos Soares'Fernandes
Oliveira ,
Diogo Augusto dos Reis
Antonio P. de Oliveira
Maia
O mesmo
11 Joaquim de^Deus Goncal-
ves
13 Abdias B. dos Prazeres
15 Francisco Xavier de Car-
valho
17 Raymundo P. de Britto
19 Francisco Xavier de Car-
valho
Travessa da Via Frrea
Ns. :
6 A. Clodoaldo de Souza
8 O masillo
12 O mesmo
3 O mesmo
. 5 O mesmo
7 Antonio Pereira de Olivei-
ra Maia
9 e 11 Anna C. Ferreira de
Carvalho
Travessa do Gomes
Ns ;
2 Antonio Moreira Reis
4 O rae-rao
Travessa dos Marty res
Ns. :
6 Diogo Augusto dos Reis
8 O mesmo
10 O mesmo
12 Filhos de Antonio da Silva
Ramos
14 Os mesmos
16 Os mesmos
2. travessa do becco do Malmor
Ns. :
2 Joaquina A. Gomes 725
144$
1448
728
845
1203
723
843
84$
605
725
1443
144$
1803
96$
120$
1208
1208
120$
1203?
965
96$
96$
96$
968
96$
Principe n.
28 A,
D.
4 A mesma
6 A mesma
8 A rresma
10 A mesma
12 A mesma
14 A mesma
16 A mesma
725
968
96?
96$
968
9'JS
96$
108S
I88
1083
72#
603
1203
12! 5
120$
144S
144$
144$
48S
48$
4008
84$
965
96$
848
848
845
72S
16*$
144$
144$
800$
120$
120$
60S
Recebedoria do
Estado
De ordem d. Sr. Dr. Administra-
dor ecieatitk'o aos S.s. conuibuintea
dos impostos de indaatria e proseSo,
compre heno idos as claeaes n. 41 d
tobeil* ant-exa aklei do ornamento vigente,
que ce acbam collectados pea forma
constante das relacSes abaizo, e que
nos termos do act. 33 dsa iuatrucvos
do 27 de Ju'ibo de 1883, Ibes tica mar-
jado o praho de 15 cas improrogaveis,
contar da dt>ta da pubiicaoSo do pre-
sente, para 6pre3et.it.rm resta repar
t'C.ao qnaequer reclataacSes oa recursos
p*r.>. o Tnesoaro do Estado, s.-b pena de
nao aerara mais attundidos tora do refu-
ndo praZo.
1 a Sacyo da Reoebadoria do Estado
de Percumbuco, 7 de Maio de 1S94.
O ebefe.
Frfdericd Colombiano d. Silva Quima-
raes.
Ciaste n. 41Tavernas
Bca Vista
F-aochi'O ?ali: nha e Coa'p., Iaa-
perairu o. 2. 8' divlsao, quva 204i28
Jo-! Gice*- G .nenes, dem n. 26, 9
oiU. leui 133^632
Lo:z M. Kiaeiri Grma-ies, dem
d. 42. 9* dita. dem 233/032
Vi nua Irmiij e Comp., dem n. 55
4" Ji'a. aem 87/612
Fraoi-ico Onfoao da Silva Pirto,
ieu c. 23 6* cita, dem U6J020
Aitooio Je.- Martins, pmca Mciel
Pioheiro o. 2, 7a nita, dem 175/224
3a Aotooio Ferreira Pjrto, etn .
c. 4, 6' dita, dem 146/020
Lc!t Jjs Falgado, i30i n. 6, S*
di!, ide-i 116/8'6
AJH:uo Ferr.'i-a Duaitj e C;mp.
i'.0) n. 8, E dita, idem 116/816
JcqdiB Daoue'o ',? Co d. M,e41U, i.'eto] 146/tO
Bvaar-'ltio Igoajio GaimarSeJ,
H-MD Q. 30, 5 iit, idem 116/816
Fraooli o Joe Domingos, 'dem Q.
15, 6" '.!8,ld Aon: Besa Gallote e Cctnp., Ccn-
Cf-Hj n. 8, 4 dita, idem 87/612
PrfDCieCo Grego. Yisconde de Pi-
lo', b n. 17 3 cita, idem 58/408
Ferand-.s Jjnio- eGomp.. Viseen
ce e Albuquerque n. 54, 6 dl'a
ldm 146/020
Bectj Oo^ in08 Dia3, dem o. 116
4* dita, idem 8o/612
Fernn es fe Silva, dem n. 27 4*
dita, m m 87/612
AQtomn or d* O. L'8bon, iliem
n. Hl.t .tita, idea 116/816
Jjaqcirn M""' Oliveira. Pjn'e
Wina n. 118. i." Jiia iJ.m {16/816
Ma"m n.
>2. 2'iih. irtem 43/S0S
Cr>-z S''0riiiio e 41 43, 7' dra. ideta 175/2:4
We Tn-monio U, mioguef, idem n.
77. 5* ;, deo 116/816
Joaqi'iui CKia e Cntcr*., pa'eo da
Sinu Crcs n. 2,8* r.iw. dem 2U4/428
Fer-jrae Cj:up., lueta D. 20 4
oits, idea 87/612
M'f.ei Uritnf! T.vre?, Aurora n.
39, 5- dra. i 116/816
Vi.ifCocellH S"brinbo e Comp..
dem n. H, 8 Jila, dem 254/428
J.-pede Millo e Comp.,dem u. 83
ol, loeca 233/632
Mhuo^i )uqmm dr- Cota Ramos,
dem n. H3, 4" dita. dem 87/6'i2
Pedro Ij Cjv ipat f, Goutle da
Bja-Vit-' ti. 15. 8- dits, idem 116/816
Co^ta Rocn e t,ouip.,iJeta n. 29,
6 <.'it-. ideo 146/OiO
o"7,x Oiivpiw eComp., dem o.''
31.7' i'.'.ti, i--a> 175/221
los 'c-ci-u tCap, idem 79, 5"
fita.t-Jem 416/816
F.-a"iti'c- it > t'-av^ Jclntno de
Soa:,'. 'arta n. 87, i' iHu, :d-m 87/612
Aaly.'iio Fernandas >ia silva Maciei-
ra, dea n. 97. tita, lJen> .9/04
o v 1 mao, iotm n. 143, 5"
d.'ta. Idem 1IC/816
VeriHtruo SEljraf-ir, Rlccboeio
c. 58, 5*dita, idi-na 116/816
Viuv< Raelia, PriQce7a uabel o.
1, 8 dita, iifm C4 428
Moreira & Sobriobo, Uaian d. 2,
6* dita idem
Silva Seuoa, idem o. 54,16* di-
Ie>, dem
Albino Ferreira dos Sanio, Vlecon-
de de C&maragtbe o. 34, 8a d ti,
Idea
Gesteira & Esteves, idem 59, 5 di-
la, I ic-m
Souza it Cela, Rosario n. 11, 4a
da. tdt-ia
Dacini;o8 Mogaeira e Comp., idem
u. 43. 5'dta. dem
Viuvu Manoel R Ribeiro & Firbos,
dem o. 51. 7"dita, idem
aooel Jote Alves, Gervasio Pirts
o. 40, 4a dita, idem
V^orKuei ro e Coap-, dem n. 54,
6a dita, Hem
Autonio Angosto L^mos & Subri-
nbo, idex n. 31. 6* dito, dem
Justino Ferreira dos Sanio;, dem
n. 49, 6a dita, idem
Jote Gozcdlves Martins e Comp.,
)dem 53. 6 dita, icem
Vctor Malillas Braga, icem n. 139,
4* dita, dem
Vicente Carlos Pires, Socego n 33
5a uitc, idem
Jot- Correia de Bro,
22 a, 3a dita, dem
Moreira & Souza, dem
3a dita, dem
Joaqum da Rocha, idem n. 52, 5a
dita, idem
Elias Aosaeto ae Comp., travesea
do Principa o. 9, 3 dita, dem
Al"f-s tie S4 e Comp., dem n. 8,
3a dita, dem
Fignerio Silva e Comp., idem n.
10 A, 4a dita, dem
Joaqaim Ta'-ares Ribeiro, Sama
Croi n. 36. Ia dita, idem
Antonio Lou Bapli-la, idtm u. 1,
4* dita, dem
Domingos e Comp, idem o. 9,6*
afta. Idem
Justino Gomes de Almeida, dem
o. ti, 4 dita, idem
Frsocisco Duarie, S. Goagalo n. 27
5a dita, n m
Ranbeel e Comp Coronel Lime-
oh: n. 26.4"dit,t4erri
Anijiro L-salvi3,fioeln'j r. 12,5
dlia, i.:- in
Jo Bonains, ld>m n. 26, 6a dita,
luem '
Feopa Be:i-io Nery, travessa do
Coelho o. 5, 1 di;a, idem
Francisco oares de
n. 7, 2a Mil, idem
TVrtuljano Gacg'iro f!os Sant03,
General Seara n. 31, 5a dita,
dem
Jos Mure'.ra Gulmaraes, L<:ac Co-
roaiio n 2,4* dita, dem
Albino Azevedo e Comp., Biro
de S Boria n. 54. 7a di-a, dpm
Veri88imn Marqaes e Comn No-
nes Machado n. 46 A, 7a itr.,
dem
Beroardo Jos da Silva, idem n. 48
7 dita, irtem
Casfiano Goncalven Rod.-igoe?,
PrcRrcsso n. 20, 2a dita, idem
Maoool Per-ira Pav.io, Conquista
n. 27, Ia dita, Idem
Sefcasii20nai;onba e Comp., Nya
pba o. 22, 4a dita, idem
AJevtdo f Co ap., Feri.^udea Viei-
ra n. 24, 5a dita, dem
Joo Qdeiroi e Cooip iie i Q. 68,
4* una, idem
Joao ta Co.-ia Cardoso, iiiem n. 2
A. Ia dita, idem
Gm.es Filho e Cooop., Pombal n.
16 3 dita, idem
JoSo Frannsco de Psnla, idem n.
5, 2a dita, idem
Rorigcea Carvalho e Comp., Vis-
coode da Gayanaa n. 62,3a Qiii
id-m
Manopl de Olieira Menor, dem a.
7i. 4a dita. dem
(CojitiDua.) ,
Fariasj, idem
116/816
26:/836
204/428
116/846
87/612
116/816
175/224
87/612
146/020
146/OiO
145/020
146/020
87/612
116/816
58/408
58/408
U6/8J6
58/408
58/403
87/612
87/6.2
87/612
146/020
87/612
116/816
87/612
U6/36
146/010
29/204
43/806
116/ 18
87/612
175/224
175/224
175/224
43/316
29/04
87/612
116/616
37/612
29/204
58/408
43/806
58/4G8]
87/812
Roga-e aos Srs. importadores a aprweoUrcto
dentro de 6 das, acornar do 4a descarga das al-
vareo gas qualqoer reclarnacio coocerneBle a so*
lames que oorveniura lenbaio legsldo iara w
porto? do sal. a jm de *> coderas dar a tenpo
asiprovideacias necesasria.
Espirado o referido prtio t compaonia alo
rasp nsabliisa per e\trsvios.
tt ebe carga, atraer con o
AGfcNTE
A^uguste Labille
9 Rrt dr Commercio *
lm\ Mail Si Mt\
BV
O paquete Cljde
Ccmmandante A. E. Bill
Espers-ss
Europa no
ce K;io
Heiro ppo
demor neee
ra pan
llucei. Bahia, Rio de Janeiro, Monta vdo
e Buenos-Ayre
S. B.Previr-.e-J- ros Srs. rect-sedores de
iBercadria8, qae a Comoanhis Mala R3al Ingle-
za, co3iTr.ctoo coa aGeneril Steam Nategsttca
Gompjovom servicoda vapores srmanaes qai
Dar'.laao'de Borrt3nx, 'Ognac, Cbartot f!c, qoe
em ebegar a Soot&aosptca a icaioo de tslsdsl
:em as ca'ga dptioadbs America do Sai.
oara os vapores de3ta compar^ta.
Redncjao aos predas das ptssa^ena
4 Lisies l ClJHM *t SJ
VSoll'.iamiioai'C'assa M I il
Camarotoi; resarvados para os pasaag;1ros de
Pe'oamtico.
Para paasag-ns, treie?. sswsWBistlillS, -.rcU-st
X'UX os
> AGENTES
A. -ioihi rn?.&o $i C.
L 3y-Raa aa8-m '--iiN. 3
_.-----------------_------------.---------------------1------------------.----------------------
Hamburg Suedamc-ikanis-
ebe DaD pf.-chiffahrts Ge
sellschaft.
O vapor Para*2ruassu'
E'esperado 3a Euro-
dx at o d:a I de
Maio e srgc.ra de-
pois da demora ceres-
8;:a para
Baha, Rio de Janeiro
Santos
Este vapor illumiocdo a las elsctrica
a oftereue- ptimas acQcmmodc^S-^a aos,
Srs. pasiagairoB.
Qaaeequer reclamabas e seSo t.tton-
didas 48 boraa depoic da ultima descarga
do vapoi ca Alfandcga.
N. B.Este vapor n2o tocia, oo porto
i de Lisboa portanto entrar no porto.
Para carga, ea"ommeddas, passageris e di-
aheiro a frte. trata- M oa os
IMKrZSHBDS
Aviz
o,
absiix apsignado?,
ggentes te Lamport Holr,
avisam aos senhores rece-
bedores de carga pelo va-
por inglez Madura, que
em conse qcencia de ter si-
do intimado a seguir para
a Iiha Grande, procederao
a cobranca de 25 io sobre
o frete exarado nos respec-
tivos conhecimentos.
Pecife, 9 de Maio de
1894.
Fl Cdburn&C.
PORTS DO SL
Sacei, Penedo, Iraeaja e Balita
O paquete
S Francisco
Coma&ndatte Pinto
Segoir para os
portos cima Id-
, dicadis no da
il de Maio as
4 oras da tar-
Recebe carga, eocommendas, pafsageoa e di
nheiros a rete al a 1 hora da larde to ia da
partida
ES JEIPrORlO
Ao Casa da (/ompaobiaPernambccaca
'. -2
Consignatarios
Borstelnan & C.
18-Rae. do ommsrjio ~1B
,; andar
Lbjfd Braziieiro
PORTOS DO NORTE
O paquete Olinda
Oomjmandaute o capitlo de fragata Gui-
lherme Waddington
Espera-se dos
ponos do norte
aiio dia tO de
Maio segoiodo
diDOl' da .tDO-
ra inuiapeoavel para
Macei. Bahia, Espirito-Satito e Rio de
Janeiro
As eocommeodas eero recebidas al 1 hora
da tarde do da da sabida, do trapiche Barbosa
no Caes da CompanhiaPernambusana o. 14.
Aos Srs. carreeadores pedimos a soa alinelo
para a clausula 10* dos conhecimentos que:
No caso de ha ver ^(goma recl33cao coot-a a
companhia, por arana on perda, deve ser feitt
por eecnpio ao agente respectivo do p orlo de
descarga, dentro de tres diss depos de Baali-
saria.
Nao procedendo esta formaildade. a compa*
ohia Oca isenia de toda a respousabilidade.
Para passag:n8, freles e eocommendas Ira-
a-se cem os
AGENTES
Pereira Carneira C
6 R>ia do Commercio6
1* andar
Cotupaaba Peraam&Bcan d^? Ha-
HU%
Companlila l'ncccfa
l>E X
.taTcg '^io a vapor
Linba rotular e^tre o Havre, Idbes>a
Pernamboco, Bahia, Rio de Jaceird
. e Santos.
O ?apoi-
Ville de Rosario
Coartiandanta Daniel
E' eaper-,iG da
Err'pa at o dia
docoreple 8i-
XQiudu tiepois da
|ndRpesael d-mcra pan
laceiOj Oahla, a!o de SaiaelTO
o tantos
Este v>po:' entrar no por-
to vi to nao ter tocado em
Lisboa.
O paquete ing'es
La i1 lac e
Direco Stalos
Set'ue o-o dia
do correte
-- 4 horas da
urde.
ReceDe carga, encommendas, pastaren e di-
nneiros a (rete at 4 1 hora da tarde do dia
da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Cae da Comoanhia Pernambcana
___________ o. 12_________________
The Norteo Une of Steamers
O paquete Ma ni toba
E* esperad- do Ro Ce Janeiro
yai o da i do corrate e e-
goira depuis da temora ncces-
saria para
Nova York
Gai diroitura
rara carca, pasB?gens, eoccrcrce-das
?beiro a freta trata-se com os
Cnictitrios
Boxwell Williams & C
Roa do Commercio n. 36
LEILOES
.
Qnarta.fera, 16, dee ter logr no vsrisdo
Icilo ce faieodas, r-erfomarls e srmzcao da tota
ds roa da Imperains o. 24, em lotes, a venta-e
dos compradores.
i


:
H

i
Diario de Pernamtoaco 4|nwtareira 14* se
Leil
ao
De fazenda-? e perfumabas,
em lotes
Hoj
18
AMA frrC.oa ec tic aai. i_ iid..r, q. c
compre p C3inh.. bem. pa-a casa de pequtna
familia; oa roa Nova n. ii. Na u la sAisaN^r/awpararis 24 Grande e aatigo armazem de
16 do
a SA
PRINCIPIARA' A'S 10 HORAS
Auna ne a rua/D. 1 a travesea "a Hora.
do Es..iDhiiO a irstar Da roa da Iinpe'atn
[amero 81.
P. eciaa-se
plcio n. 3.
ar. ama criJu
duH
A?
.Leilo
Ds rrovcis, quairi?, -Rp-loos. relogio, taodlM-
ros, jarros, tapeten, e-.aters, locc/s. vidros e 45i
exempla^s da G-am.; una lufanil adoptada aos
3 graos do sonco pnmaro, ttc.
Quarta-eira, 16 do co/rente
A'S 11 30U3
Na casa sita a ra do Alecrlm n. 39 D
0 agpat* Oiivpira, autorizado pelo prof-sso:
Arlbnoio Vifra, aj", retira-se para ootro E*ta
do, levar a leiiaj. 1 mobilia de amarelio, 2 ca-
deiras de baloigo. t '>8t- i.t >. 2 aparadores, mesa
de janta'. t-ofa rfe jacaraoda, ina^O'-ias, < es
pregi:ira,;ira, l ra a de ferro. 1 cotnmoda, 1
mesa oh toilette, 6 qaadr,-s olegnpb'a com
molanra, 1 relocio ame-vano. 1 caodklro d.
suspenro jarros. Lijotades Dar sof, l?p?te,
etatere.<-, 2 rnerJalr6s, ja-es ce laoteroa, looca
para cha, ni da, d la para jamar, cliz, cop**,
tach.3, lirres d* s..i-o-ias. artes e Miras e 480
ejemplares da Grnmaaiica lalamil toma.
Agsnie SiSveira
2 leilo
Qaaita-feira, 16 do corren le
.4'* 11 horas
Da 1 sitio no ArraiU, junto a palacio losar deno-
minado MangabMra deu, oo n. 3J
0 sgeotp Silveira po* mandado e -com asis-
tencia do Exm. S-. Dr. jai* de bxpnaoj, a re-
cuenmeoto d>i O. Guillermina ftefpira Campos,
nvenUrijiite do- heos de Beu--*oado mando
Antonio a Silva Campe, leva;* a ieiloo o refe-
rido sitio com roela a.:oa d* pelra cal, <-om H
janellas de frente, 4 di es e 2 portal no. oftao, 2
salas, 3 <\ rtn, cofinba, m^dlnio a casa de
freote 32 nalmoi d- fuodo 76, u Uto orede de
frente 100 palmos e de fondo 270, inorado o
freo'e rom portSo de fer'o, cacimca rom ex
celierite ugua, bornea, agua encanada para a
c feeiro e dittrsas 'rocifi-as.
Agente Pestaa
Grande leilodeiimdis
Por mandado e pssisteocia do Exm. S-. Dr. jaiz
de O'-pho?, cojo? roove? nenencem o espo-
lio de D. Maria i. livia da Faz.
Quarta-feira 16 do corrente
A'S 11 HORAS EM PONTO
No armazem travessa do Carpo Santo
n. 27
A SAf'ER :
Urna mobili* de junco com encosio de pa'bi-
nha, completa, e com lampo de pedra, l tiiet
iie amare.'lo com pedra. 1 cama detajarelo quel-
mado. para ca.a!, 1 marqaeza de amarelo, t
gerda TJ.-Udo ae amarelo, 1 goarda oca de
dio, urna meta comroo'ia de oito, ( toilette de
dito, 1 n>e>a e!isii:a com 3 t.boas, 4 res de
crotjns. 2 ditos de arvore ds foriona, 3 Camdes
de amr:reilo, 2 parps oe esoarraeiris i baria e
arro de liua, 1 almofada para sof, 4 sacefas -
1 varao, 4 up-ies paqueos, i tiito grande, 1
Dioocolo, i espeltio ovni moldara ooraa. 1
Cindieiro de ruspe.ipao, 1 aparador cora eoarda
com la. ( roupero. 6 caieiras, i ruoi j pr
caf^ 19 pratos. 2 maiitegner: s 1 bule de ooea,
1 dito de Flandre, 6 clices, 6 coros. 12 pire?, 13
cbicaras, 4 dita; p^qi-na, 1 sopeira, 1 mobilia
de j-icarcnl com pedra. meia mon lia de janeo
com asseoto de madeira, 1 lavatoMo e 1 quati-
obeira, 1 cima ce amarello, 1 berg; e 1 banbei-
ro de zinco.
lougadopaiz
DelfiDo Casimiro da Silva Sobral anda urna
vei parloipa ao resoei'avel publico a quera muit.B a'ten,Oes qoe ca a dia auc enta o seu
estabaUcimenio d.m moderoisimas Degas de
barro, como sejanj. garao idos Bros de Pinedo
(barril qoartioba. roas com to'neira; obra rroit
delicada e pen.ita. e Or.almento ludo quaoto *e
pode testjar em louga d p*ix; maior sortimeo
to de ga'olas de palba e de ma eir, rael de tr-
illa, aseite de de-d e fioo aieite de peii" ; tu"o
vend- por pregos moaeroissimos, carva> m
b rn-a por precos ctmmodos. leoba em arha
etc.; emhm -sp-ro toda boa coadjuv^gao dos
dellcMOK ?regotZJfl.
Siipaios
E' fsaim dsommada a^a nova tnrra ''e
(o^;,n ti :oi! cigarros, i b'ia-'-s i om suonorp
fomos ; oa condecida f*Dica U'-eor-s. de i
ft. de Seis C. Soccesucres, i roa lar^a ao
RjJarlc n. -SQ _________________
Xcrre|iji para alagar
Aliea s-i um g'andf tereao com a-ca e tres
mei'vuoi'B, p-op-ro p^ra carroc. s, na ma do
Profv.fo o. 28 ; tratar na loja das tsi elias,
roa Dc^ne ce C xias 86 e 58.
Caixeiros
Prec8a-e de den caixw'ros com pratica de
molhsdoa e dando fiador oe oa conducta, neoon
om de 16 a 18 annos, e outro Je 12 a 14 ;
ratar ra rpa das Clcad8 ". 2 ^________
VaV"*V^^VUV AVISO aos OONHEOEDQRES ^'DONAS ^ GAZA
fxtfi-M em carfa /ara pgpg [m J30cL COSllhcL
a Marca da fabrica abaixo
preciso JBoa JS/lanieiga
USAI, POIS, A
DE
3HETEL Freses
em. VALOG1TES (Franga)
A MAIS IMPORTANTc CAZA DO MUNDO
Manteiga garantida absolutamente isenta de AcMo Brico, RargaWna,
Azslte e que.lquer corpo gordo.
GRANDE P5SEJBIO Exposiqao Univeral de Parir. 1SS9.
' T.V,-VT-
v^jZ^S^,W-Mj7^
C'jsiaheira
P-ecIsa-se de nma boa cosmfiei'a, fli'a rasa
de familia eatraree'a, nos itbaldea ; info-ma
gOes na roa do Co'smercio n. 7 scripi.irio.
Roubaram
Uo cavall.) alaiao cachito, frenla ajeria, h.-jf
xeirc'e meieirti. com e.ies f-rros S. T. Y.B.
recomm^nJa se a- aato'ldaes appreht'Oro e
grptifl' a e a qaem der noticias c*a.
Dom CjCi-iiio. 13 de Abril de 1894.
Domneos Gocctlves.
Aocomaerco
, O .-biixo a^sieuado fas publica 10-- ne^ia Cata
veodeo ct-a e>'aT-!-ciaien!o a p-r.ga n>. ladeneo-
den^ia aa. 3 e 5, aeoomiondu, O Soco oe Oorn,
ao !-r. Jcaqu'im df Scuza Moalelro.
Re.:re, 12 de a.o dei894.
Francisco de as>s Farna'i'les Vanos
Criado
Preci-ia-p ''e om criado id emenda de ser-
vico de copa ; a tratar na roa da Soledade n
98. esquina d rcaBr) eS Borja.
S

ienililisaiEGtfl
i a m 3 mm ses guio iicmuaiCl
'AJSIS y, BtnOerard Denaiit. V PARS
iienositos et:i loaos as priacimies Ibavaiacag e Droas*ric-f^
&mm&&
IPILLAS DIGESTIVAS DE PANCREATINAl
M de 0EFRESNE
T^j Pharmaceutico de i" Classe, Foiiiecedor dos Hospitaes de Paria
A Pancreatina empreada ros hospitaes de Paris, o mais poderoso
BI digestivo, que so conheca, visto como tem a propriedade de digerir &
'!*'; tornar assimilaveis no smente a carne c os corpos gordurosos, masfS?!
?i tarnljcm o p5o, o ainido e as fculas. I^)
S j Qualqucr que seja a causa da intolerancia dos alimentos, alteracao, ouj?
ca ausencia do sueco gstrico, inllammacao, ou ulceracOes do estomago, outiii
IFalta .0 oppotte. Anemia. | Gastralgias.
'Sls digestSes. j Diarrhea. | Ulceragoes cancerosas.
Vmitos. "| Dysenteria. j Enfermidades do figado.
Platnlencia estomacal.) Gastrites. \ Emmagrecimento.
Somnolenciadepois'comer.svomitosqueacompanham a gravidez
PANGBEATtKA DSFRE3IE em frasquinhos com a dose de 3 a 4 colhe-
adazinhas rlepois ria comida.
Em ca k DEFRESNE autor da Peptona, PARS, e em tote as PharE3C3S
,^1

ima
Leilo
De nma linda armago e vidtagada e enver-
nizada, balcao, caodieiros gaz, eacanamento,
e3D"lho dooralo e 12 cadeiras de jonco.
Um varUdo ortimento frsnceza?, so'ssas e ailm3. couataado de :
C-etooes, cbita?, bnns, oxfords, das, las,
mei?, camisas de meia, ditu de linbo, leaoes.
lavas de sSJa, fichs] lengo, oerfomwnas finas
e moitas oatras fszenlaa de cor que serfto ven-
didas em otes vcoiade dos oajpradore.
Quarta-fsir 16 de Maio
NA LOJA DA BIJA DA IMPERATtlZ N. 24
(Em liquidarlo)
O agente Picto legalmeate autorisado levar a
leilo as fozendas novas e de le, perfumarlas,
armago e mais objectos da leja da roa da Iape-
ratnz n. 24.
Garante-se a chave da casa.
O leilo principiar 43 10 bo*ai em ponto, por
serem muitos e diferenles os lotes.
Agente Oliveira
Leilo
Dsnm obrado de 2 antares e sotao, no pateo
do Tvr-j, so& n. 3, ua fregaezia de S. Jos
Sexta-feira 18 do corrente
A't 11 horcu
O agente Oliveira, competeniemeote aatorisa-
do, levar a leilo o sobrado de 2 andares e so-
to, teodo j 1 andar 2 salas, 3 quartos, cosioba
fra ; o 2o andar com os me-mos commodos e
so y, cop sobrado vai de roa a roa rendendo
mensalaienle 80000.
Os Sr. preteodentes desdo j poderlo ir exa
minar o dito sobrado.________________________
Agente Oliveira
sao
Les
O.

e*.K
o
ce
es
WG^
Arnca^ao
Compra-ge nma armago p rfeila
Imperatrlz n. 34.
Ma vizinha
na roa da
Moradores da ra das Crioulas, na Capnoga.
pedem anda ao digno Dr Qjestor providencias
par a celebre portogoeza ja conbecida por todaj
as autoridades dall!, afim de qaa nao continu
insultar as vizinbos com palavras insultaosjb e a
ponto de jogar al pedradas. Esperamos ene:
gicas providencias._____________________
"AVISO
JoSo Ramos e Frederico Ramos, arsociados
ob a firma signataria do p-eze:ite, fazem publi-
co que, desde o dia 1 'o correle mez, to suc,
cessores dos Srs. Ramos Salgado St C. no esta-
belecimento da Praga da Independencia es. 22
24, 26, 28 e 30; bavendo tomado a seo cargo o
activo e passivo daquella nxtincta Arma.
Recite, 14 de Maio de 1894.
J. Ramos & Frederico.
TNICO
ANALPTICO
RECONSTITUIRTE
O Tnico
mais enrgico que devem
em pregar es Convalescentes,
as pessoas idsas,
as Mulheres, as Criancas dbit
e as Pessas
iracas de Constituico.
>
IJr
Un
QUH
COM QUINA
SUMO DE CARNE
PHOSPHATOdeCAL
Comporto
com Substancias necessrias
e indispensaveis na
formaedo a no desenvolvlmento
da Carne
muscular e dos Systemas
nervosos e ossosos.
OVINHO DE VIAL a Assoclcfto feliz dos Medicamentos mais activos, para combater a Anemia,
i Chloro.-e, a Tsica, a Dyt 9 Gaslraiglas ou Gastrltas, a Diarrhea atnica, a Idade critica, a
Depsitos em JPernambuco: FSAN" M. MA SILVA & C" e em tvJis ts Pbiraaciis Drctarls.
SAUDE PARA TODOS.
P1LULAS HOLLOWAY
As Pilulas purifcao o Sangue, corrgem todas as desordems do
Esfomago e dos Intestinos. *
Fortalecem a saude das constituooes delicadas, e sao d'um valor incrivel para todas as enfermidades pecullare
ao seio femicino em todas as edades. Para os meninos assim como tambem para as pessoas de idade avanzada
; meninos assim como
a sua eficacia e incontestaveL
Essas medicinas sao preparadas sment* do Estabelecimen'.o do Professor Hollowa,
78, NEW OXFOKD STBEET antes 533, Oxford Street), LONDRES,
E vendemse em todas as pharmacias do universo.
CaT O* compradores sao convidados respeitosamente a examinar os rtulos de cada caca e Pote se nao teem a directo*
533. Oxford Street, sao falsicacoes.
CURA CERTA
de todas as AffecQoes pulmonares
tfft
^
&
' Aviso
De urna casa terrea n. 40, na ladelra do Va
radouro em Olioda, com 2 portas e 1 janell de-
frente. 2 silas e 4 quarios, quintal, etc.
Sexta-feira, 18 do corrate
A's 11 horas
%o armazem ra i de _\o-
vembro n. 39
O agente cima, competentemente autorisado
levar a leilo a casa lerrea eob n. 40, ladeira
do V-irndoaro, em Olinaa.
Os Srs. preiendentes desde j podero ir exa-
minar a da casa._________^^^^
Ramo?, Salgado Se C. dissolveram m'gavel
menle em 30 de Abril prximo passaoo, a so-
ciedade qu- tirbam na estabe'ecimento da Praga
da Iodep-adeocia ns. 22, 24, 26, 88 e 30.
Retira-Be pago e satlsfeito do sea capital e la-
cros o Sr. r. Francisco da Rocha Salgado.
O activo e passivo da extincta firma, ficam a
cargo da firma soccessoraJ. Ramos Frede
I rico.
Bec.fe, 14 de Maio de 1894. .
Joo Ramos.
Francisco da Rocha Salgaio.
Ageit
e Oliveira
Leilo
Do sobrado de om andar, sob n. 6, roa do
Vigano Tenoo, fregaeiia de S. Frei Pedro
Goncalves do Recite, com 2 portas de frente e 3
no olto que d para a travessa do Vigarlo,
cojo predio occapado por urna mercearia.
Sexts-feira, 18 do corrente
A't 11 horcu
So armazem h ra 15 de Xo
vembro n. 39
O agente cima, por mandado do Exm. Sr. Dr.
i nti de direlto de orpbos e a reqaerimento do
i nventarianie dos bens do acervo de saa mal D.
Auna Miria Theodora Pereira Daro, levar a
i gjiao o importante sobrado cima.
Os Sr- pretendentes detde ja podero ir exa-
minar o referido sobrado.
AVISOS DIVERSOS
Precisa-se de ama cosiobeira, orna en
gommsdeJra e om criado; Da roa da Imperatrii
o, U, primeiro adir.
Altengo
O obaixo assignado vende o? seos cavallos
chamados Rismarck 2., Feniano, Dictador, Tibe
rio, Mala-jge e Favorita, (podendo tratar se oa
cocheira do Derby.
Assim procede, por que as directoras dos pra-
dos, priocipalmente Derby Club Peraambocaoo
e Prado Peroambocano, esio impossibilitando
as corridas, j excloindo os mena, cavallos j
nao admittindo os bous, e isto por que entendem
qoe os propietarios de seos ani naes devem di-
zer-lhes o estado de aena alladldos animaes,
para assim melbor faserem o seo joro. Dese
qoe os proprietarioa assim nao procedem, admit
tem a legio dos protegidos, dos qoe pactaam
com os honrados prepostos dos directores
qoe sssim esto prejadicando as sociedades, qoe
dirgeme
Recite, 15 de Mato de 1894.
F. Crrela de Rezende.
Ao commercio
Manoel Joaquim da Cruz participa ao commer-
cio em geral, qoe retirando se temporariamente
para Portugal, deixa como seus nicos proenra-
drre o Srs. Vctor Goncalves de Soma Belrlo
e Beriardioo Alves da Caoba, nicos a faier qual-
qucr traoBiceo; aisim como aprovella a occa-
siglo para aespedir-ie dos seas amigos e fregu
tes, qoe pela prestesa de sua viagem nao o pode
facer pesaoaloente, o cfferece aena prestimos
onde qner qoe
t^W^ CAPSULAS
Creosotadas)
JdoDr.FOUENIEEl
\\ Volcas Premiada!
{Uvmb> ftfmtien ss j
MXIJA^I A D&3TDA DB
flABAlITlA FIRMADA
Todos aquelles que sofrem
Ido peito, devem experimentar
|as apsulas do Dr. Fournier.
Oopostfos em todsa a$ principies Pharmaoits
do Brmmif,
Caixeiro
i'reeisa-se de um rapaz que t-nia pratica de
azpndas e i aid- atiestado de seu bom cempor-
amenn : a tratar no Bszar de Afoeadoj.
Ao commercio
Cobrador
0rTerece-6e um mogo competentemente habili-
tado para cobrador de catas commerciaes, bas-
unt" coobectdo nesta praga, com ooa letra,
activo e trabajador, e qne d fiador de sua
conducta rror.J eci'll: quem de seos preBliiios
nreclsar, deixe carta fechada com as iniciaes
J. S. a pr?ga da Iiriependencia d. 20._______
Caixeiro
Fzei em caza
e com grande economa
A VOSSA AGUA MINERAL
anloga s aguas naturaes
com os
.COMPRIMIDOS de VICH Y]
DE
FCDIT
ursatnrados com agua das fontes
" 6BILLE, CLESTINS, HOPITAL,
HAUTERIVE, S'-YORE, te.
PA-RIZ 23, Aotnu VictaHa PA RIZ
TINTURA NICA
instantnea
Para a ^UaJtBja. e o cabello
(l ni m ffaiteo) um iniirario iljana uta laragim
Pars, rtXLioi, ru Lapatbttb, 53
BeioiiUni Perntmbuco: CII DriflU Pro.a-tM cliaicu.
18
[CHABLE
PARS
1C1TR1T9 R rTBBI
CHABLE
[ 900,000 CoraTos de BiBarrbii
Pwdas
flMIlllAmta%%
freciBa-ee de um meniDO
tina o. 34.
Da ra da Floren-
Cosinheiro
P:eciea-s*> de um cos heiro ou cosiobeira ;
(ratar i>o escnpioric ra do Coimercio na-
T.ero ii. ^_________________
Cautella do iVonte de Soc-'
corro
Ooro, praia e brbaoUs, em obras velbas e
peroveiiavei", sendo de b quahdade, pa
aplu maior prtco do m^rcaco na roaeslrei
Rozario n. 1, officina de relojoiho.
#???????????????
FALTA DE FORQAS
Anemia, thluroai: Debilidad*
extenuando
CURA. RPIDA B CERTA PELO
PEPTOHATO de FERRO ROBIH
NICO FERRUGINOSO
feconhecido assimilavel e preferid*
pefos melhores medico do mundo,
- Deacoafiar-ae da> falsificataes < imilac*.
POR TACADOr
13, Rae Orenler-8'-Lzare, em PABXt
Oepou'toi >m todts n prlmotptu Phrmac
Estrellas d'America
Nao cemaa o quelma
Ao queima ao queim !
Tem cansado eapecie, mesmo admiraco, em
face do cambio de 9, ou oreos por qoaoto ven-
derlos as fazendaa do non o eeta^eleiimpoto. E'
I incrivel I -e vendo. Um paeeeio AS ESTREL-
LAS D'AMERI;A:
I M2'anoiaoFaolnbs, lavado, ppca 5*000.
La p nnbo alcoebeado, ala novid-de, 1* o
covado.
[Fulardioe oe biias. Iluds padrOes, 700 r?. o
cavado.
' CoiiertcrFi de 5. tnr".', 2S0O um.
Gurgcrica de bolas 6H0 r. o colado.
| U nr' o-etos de 800 >s. 4*00^.
j Sedas dolylco furia-cores 1^500 ;> eovada
Cam'irsiaB brdalas cea um meiro de largor
| a 1J2C0 o covado.
ap Gent'l peroarobncana 700 :s. o Covado.
PaDarua linoissimo 00 rs. o colado.
Vestidos bordado? e seda.
L8de quad:o. 300 rs. o covado.
L'ob^ cbioez, 500 is. o covado.
Verbut:ca8 Ge toda as ro-es.
Las americanas 240 rs. o covado.
Bapnstas rioia-imai 800 rs. o covado.
Fichas de i Ii
Fichos de linno, rande. ?/ um.
Madapciw eapt-clal de 10, 124 e 144, Degi 20
varas.
Cures e careroka pa-a calca, 5f nm.
tU uella Ge < azul e pretu 34 o covado.
Mlricn crct. 14200 o covado.
Maoiiiti.j pretaa de seda 44 o^a-
D las de co'es. de seda 74 urna.
Olas d" alco'iao 34 orna.
Flanella t. la para camisas de hornera 6C0 n.
civaoo.
)aemiras < div^rpos padtes. 24500 o co7ado.
Evamines, 00 rs. o covado.
Sedas cninezas, 14J0O o covado.
Cmbralas ne c r.e, arrendadas, 14300 o covado
Cretone bahiano, 6i0 rs. o covado.
retenes Iraocezes e inglezes
liripB p'etos e de cores, lavrados, 14800 o
covado.
Vestidos Drancos bordados, diversos prego.
Vestuarios para bapttsados, d.' 10 504
Vollede a 14200 o covado.
'o-t > de cores para caira 44 o corte.
Se'ins de todas as ci res,
Suran diverfSB rores.
OoriiAado? de caicbrsia (04 o par.
Moeauteiroi diverf.es precos.
Cortinados de crochet, de 144 404
Colchas de crochet 104 urna.
' Corles de colleles da fus'.o, brncode es corea
54000 um.
Cochas de corea, grandes, 44 orna.
Bae'.a encarnada e azul.
Las com !isl?as Ce seda, 24560 o covado.
Seuas p'etas lavadas de 24501) 84 o cavado.
GorgnrSo de seda pora de 64 104 o covado.
Cazurra inlesa. preta e azul. 64 o covprto.
' Brlco pardo para roupas de seoboras, 400 rs. o
COVedO.
Cambraia transpr^n'e de 44600 84 a pega.
Dita victoria de 44600 84 a peca
Um completo e variado sortimeoio de miudezas.
Cimplelo e va'ido sortimento de roupas Litas
para emeos.
Um completo sortimeno decasemiras de cores.
L'ndo sorilseato de vestuarios para meninos e
meninas, ultima moda.
M '. no' a 7.cl marinho, o que ba de meibor ne-te
genero.
Crep azul marloho.
Camisetas de fl^nella, QniFBima?.
Completo sortimento do so reiudos e c pas.
Cachemiras forta-core!", 14500 o covado.
Grandes redes da B.bia ac Traico.
Gentil alogoana, furia eres, 14 o covado
Voilea de 15?, lavradas. de todas as cores.
Vestidos braucos bordados, de 164 224.
! V8t!dos em carloo. de cambraia de ores, o!ti-
j roa novidade, 224 om.
M.'--'eiina da ludia. 14 o covado.
Crppnns de cores, 800 rs. o covado.
j Precoa em competencia.
\ kicttLa o uaeima
AS
Estrellas d America
!8=Rna 1- de Marco19
NTIGA DO CRESFC1
Marques & Lima
Ao publico
Joaqnim Ferreirade Carvalho & C li-
, quidante da firma Amaral Primo & C,
, dec:aram que a a eilea devem pagar oa
| devedores da referida firma, oSo tendo
valor algum qaalquer recibo por ootroa
paseado.
i -"H -~
Agua asitica
Do Dr. Bosc
Preparado maravilhosa
para tingir instentaneamen-
te a barba e os cabelles da
mais bonita cor preta e cas-
taohos.
Prego de urna caixa 3#500
Meia duzia 20^000
Urna duzia 36$000
DEPOSITO
BOTICA FRANCEZA
2 2 Roa da Cruz 2 2
*oo l'rrreira fe Mona Lina
tJoo Beierra Chaves eaoa laaallla.
do ir;iiTo t'alma rrHdecem a tatfa aa
i^essoas de soa artuaoe o favor (a*
lhe Bzfram em accinpaohar i o ce-
ra terio publico oe.it c.fafle rDda
ob restes rcortaes de Jco Pe reir de S^cxa L -
ma esposo*de sea entiao. niba iril e oura
AUxandrin* Pereira de Sooza Lima, e ov
cor.vidam a todos os prenles ami.-o d* faai
lia para assutirem as missie de 7 di se
serao celebradas na igreja do Seccor doBea-
fim, s 6 1/2 horas da manb de sabtado 19 do
corrente, coefessaodo se desde ja teradeeiioa a
todos qoe comparecerem a e-89 acto de re cao
e ciridade.
aniuaie Jon* da Casta Ara Ja
S'tmo di
t Antonia Mina da CirU Araajo. La*
duvio M. da Costa Arau|o, Bl;- 'ina
H. da C Araojc, agradecen ccrdial-
meol* a lodos es parputes e resoi de
-ua amizarte qoe pe digoaram ac mpa
Dbar 2o eemlteno publico os resf.a morlaes de
seu presado irmio aotonio Jos da Coso Araa-
jo, e novsmeate convidara aoa meamos e as ce-
mais pe-)8ot>8 de soa arplzaoe para CBMs'.irem a
missa que pelo repcoso eterno de soa sltra
maodam celebrar oa igreja da Sania Cruz qr'r
la fera 16 do crrenle, is 8 horas da mana,
dpane j p cnl'8'nn) eie-nampnif ajrrad ci-i -
radre tgmmct..
ai
2-
Iracticaa
itsa
^ADO^
^
. UIT AHTPHLIQUE
W
ftf O LEITE ANTEPIEIJCO Qr
f ^v puro ou mlrturado oom agua, dlsalpa
SARDAS, TEZ CRESTADA
PINTAS-RUBRAS, BORBLHAS
ROSTO SARABULHENTO -.
T FARINCEO J-
RUGAS
L?
*L
ANEMIA
Para curar radicalmente a anemia, ch-
Iorose, ou cores plidas, opilac&o {Hal-
dada, e todas as molestias qua tem sua
origem na pobrasa do sangue.
Nao ha remedio mais efScaz que as Pi-
lulas ante anmicas Brazileiras do Dr.
Silvino Cavalcante.
Formula approvada pela Lima- Junta
de Hygiene de Pernambuco.
Procos de urna caixa 10500
Meia duzia > 81000
Urna duzia 15f000
DEPOSITO
BOTICA FRANCEZA
H. ROUUAYROL
22 Ra da Cruz n. 22
a-icivcsario
i). Anna Varia do ftascimento, Loarerco Al vea
Salazar Jnior, soa eohora. rilbos e et-aro. Joa-
quim Alve* da Fjaseca, sm sen-, r;. fiia n
georoe Joaquim fim I o da C :nh Muq.i. aaao-
dam celebrar miasas por alma ce -ti presado
rmio, tio e padriuho, padre Ignacio Kr-musco
dos Santos, qoiaU-feira 17 do ca rpnte. pelas 7
uo'as Ja .ama, na igreja no Carmo. em Olio
da ; e ara as ist.l as convidan] as pe*oaa d-
suas amizaes, anlcipanao desde j agradad.
men(08.
Missa fnebre
tA qoe foi nnuociada pelo dercan o
pteroo-do b-aieiro Francisco Joaqcim
Pereira LoDc fies transferida rara aaima
fera prxima, 17 do rorrele, as 9 horas
da maob., n Igreja de N ?. do Rotarlo de Ti
gipt. A Lita de om sace'ote qoe a poesie
celebrar no da 14, qoe f >i o i- aniversario >
falleimento do Desmo brigadeiro, dea cansa
a es a iraoafereocia.
f
Anlanio da Nilva cusir*
A directora da Asgjcafo Comme.-eial Beoe
ficentp dos Mercieiros, coovida ,:s pareoteu da
tinado Aniooiu da Silva Castro, r-a rio, para assi-tirem a orna nm.i qua celo sea
eteroo descanso, ma3da t:eiebrar oo dii It do
correte, s 8 bara.; da maao, aa igreja do
Espivjlo Santo.
C rlbflro Jim Irraarto .al
to Aire forado
A familia do cuoselbeiro Jof Berna-do Gal-
vo Aicoforado manda retar missas or a ma
do mesmo, oo da 16 do corrpnte, % aonivera-
rio de reo passameDto. na matris da Sna V -.a.
s 8 rieras da maoba, e na igeja do Monteiro.
is 7 i/i.
t
n
ento-
r'aanj Pa ale Mavaia
Resaro ae mirsas por aima de D. Fannj
Pia de Savo a n ma.'is da Bou Vuli,
Da qi'arta-faira 16 do corre te, as 8 horas
da maoo, 1- aaii-ersario e Ama
Pre isa se de ama ama para o secvico de doa3
nessoas, prefere-se a que dormir ; oo pateo do
Paraso o. 8, 1- asdar.
>Afi)v>LVJjAA>Al
Precisa^ se de orna ama para osiobar, 4 tra-
tar na roa da Midre d-; l eus o. 9.
Amas
Precisa se de doas, croa pa-a cosinhir e wrtra
para servico de casa de familia, na roa dos Gaa-
rarapes n. 94.
wcV**U(XwcV*
Precisa-se para cosichar mais servicJB do-
msticos, para casa de pooca familia e qoe dar
ma em casa do- palrdea : a tratar na tabnra
Tigre, roa Bar&o da Victoria o. 4.
, Ama
Preclsa-se de nma que aaiha cosinhar a tratar
nr roa Duqoe de Casias n. 88, (pharseiri il
Ama
Precisa-se de nc;- ama para andar com crian-
Cas, dsndo flanea de saa conducta; a roa do
Hospicio n. 3.
Pracisa-se de ama copeira e de acia ama para
criaecs, aue durmam em c do patrio; 4
t-atar na Capunga, roa Joaqolm Naba o d. 61.
Ama
Precisa se de urna ama; na roa bario da
Victoria n, IX, loja.
Amas
Prrcaa-se de doas amas, ama para coinQs-
' caira para servico de casa de familia, paga-se
iem ; i tratar na ra da Imperatrlz o. 5. loja.
Ama e criado
Precisa se de ama ama e de om criado ; oa
roa larga do Resano d. 30.
Caixeiro
Precisa-se de om caixeiro de IS a 16 anuos de
dade, com pratica de molbados, qo d fiador
de soa conducta: a tratar na Ponte o'Uctda
P. 57._____________________________________
osinheira e engcuWcin
Precisa-re ; na roa estrella do Rosario o. 3,
pa rmaela.
diVro perdido
Roga-se a auem acboa om quinto volme do
romanceA Calumniade Escrich. oerteoeentr
ao Gabinete Portugus, desapparecido de Poaie
de Ochda Casa Forte, no trem de 8 e 45 da
ooite do da do cor-ente, digne aa de eiire-
gal-o i ra do Raogel n. 87, qaa alea da tasa
g.atiBcarse, Bcar-se-ba mai-o peaBarade.
Cofre
Vende-se om cofre ; na rea do Raawet B. 7,
taverja._________________
Engpmmadeira
Preclsa-se de ama eugcmmadelra pan can
de familia; tra ar oa roa Dan de Carlas
nnmero 84.________________________________
Criado
Precisa-fe de ni criado ; i roa d
numero 39.
Feitor
Precfaa.se de om feitor ; ua
mera 17.
4


i
w


y
\
PAZENDAS BARATAS
Ufarlo de Pernambnco ftnarta-feira IA de Halo de 1894
i sssssbbss* ibi m i
arco
c*2-2S3fl
19
Este importante stabeleci ment continia a liquidar por pr 5; b sem c.mpeteccia
08 artigos sh. izo mencionados.
Brim pardo ce m po.ueno deleito a 400 re. o covado.
Linn com bolichea, iiodoa padroes a 240 re. o evado.
Medapelao pello de ovo, de i 2|0C0 p>r 1O0COO a peca.
Dito famoso para camisas a 105000.
Dito americsD >s mu i to largo a I2e000.
Cretonea mnito larg a. lindos psdrSes a 400 rs. o corado.
FlsnelUs brancas e de eres para vea idos e p-ra cornijas a 4'0 rs o covado.
Brim braco c. 6 a 20200 avra linho.
toalbado braceo e de corea a S;000 o metro
Cortinados de cambraia bordados a 1(5000 o par.
Vistaarioa de jercty para meninos todos oa preyoa.
Mantilhaa brac< pretas e de cores, a 35000 urna.
Mosqueteros aaseicanes braceos e de c ir a 155 e i8J0O0um.
Cortinados de cor para janella ultima novidade.
Completo sortimento de fechas par todos os preces.
Esleirs e .loat>fa par forro de s-la.
Merino preto duas larguras a .200 n covado.
Caroales de linho para bomem 1 36J0C0 a duaia.
Eiplendido sortimeoto de camisas de fl*nella com e sem cel'srir.bo desde 2<5 a 1C$ CO
ama.
Meias franc3zas pira homem, 120900e 141000 a duza.
Sedas l'sas e lavradas, aurrabs e setins todas as cores.
Caiemra prota e de cor para roupa de homem a 25200 reis o covado.
Cortes finos do ct>zemira p-ru calca a 8J0CO am.
Camisas para bomem dermir..
Ditos para seniora, idor,
Zepb'rca lisos e com listas a 400 ri. o covado.
Cortea ein ca:tfo para vestido a lOjOOO pecbicch-i 1
Esplendidos aortimeoto de bordados por prejos baratissimos.
ColxVs franceses grandes e pequeos.
Luvss, loque;, espirtilbos, estractos, lengos, e muitos outros artigos que liqaidamo
por preQ"s baratissimos.
So na Loja do Povo
Io de Mm??o-19
TELEPHONE 61


""1
m
H
!>
<
P
QD
*
TNICO
ORIENTAL
CURA A CASPA
IMPBDE A CAHIDA DO
CABELLO
PERFUMA

a
a:
H
fe
Doce secco de
caji
Vende-se m uito
bomem Olfeda ladei-
ra da Ribeira n. 28.
Nao se veade a re-
talho.
Terreno em O linda
Veorle-se om botr t-reno na prsu des MMa-
Bre*, com 35 calinos nr. f-eile e os rcesrrjoj ap
londo ; i tratar o rea de Mathiaa Ferreira no-
aero 40.
4*
44RA BABAO DO TBIUMPHO- 44
Machinas a vapor
Moeodas
Rodas (Tagua
Taixas fundidas e batidas
Taixas batidas sem crava^Hf
mm DO BAWIAN
e
Contina a raanter em seu3 depsitos completo sorlimento de utensilios para lavoura ven-
endo sempre por preces mdicos;
MACLilNAS A VAPOR de differentes systemas e tamanhos, de Robiuson e outros fabri-
cantes, e de 4 a 12 cavallos
GALDE1RAS A VAPOR multitubulares de Fletcher, para funecionar com o fogo das for-
nalhas das taclias.
CALDE1RAS A VAPOR Cornish e typo locomotiva para funecionar com lenha e bagago.
RODAS para agua:
BOMBAS de motun-cntinuo.
MOENDAS e meias moendas, garantidas.
TACHAS de ferro fundido e batido, eravadas e caldeadas.
ARADOS de differentes systemas,
CRIVACOES para fornallias.
MACHINAS para descarocar algodo de 11 a 30 serras com alimentadores e empastadores
a voutade dos agricultores.
Fazendo parte da direceo de sua fabrica o Sr. engenheiro Augusto Clark, vantajosa-
mente conhecido dos Srs. agricultores pelos seus trabalhos de montagem de grande numero de
Usinas fnnecionando neste Estado, incumbem-se de mandar vir e erigir garantindo a produego e
ualidade de assucar,
APPAUELHOS c meios apparellios de vacuo
DISTJLLACOES completas para alcool e agurdente, a vapor fogo n, para grandes e
pequeas fabrica.
O SttMIO DE 01 IU>
DE
JosqoimdeScozafionteiro
Frac da Independencia S e S
14 ioteria do Espirito Santo
Corre hoje
QUARTA-FEIRA, 16 DO CORRENTc
Inti ansferivel
Ca pedidos serio promptamente attendi-
dos: bilhetes desde j a venas. .
Armacao
Vnde-ie urna evidracada roa da Ixperatriz
n. 3:_____________________________________
\ ersos burlescos e nao bur-
lescos, de Leovigildo
(Escrtpto: em varias pocas, em vanos es-
tilo*, m:.s sem %aria3 prelenc6jsi.
Vende pe na livraria de Hago 4 C, ra 1S
e Njvembro n. 45._______ ____________
TaverD
Vende se urna (averna bem localidad, ni es
trada do Magoro n. i, com poneos fundos e
bstanle sif-f-cu'zada, propria pare orincipiaote ;
traiar na nn-frct.
Vende-se
Duas casas rom granie sitio nn p voarfn do
Barro ; a traiar d Uvero d C-iUlo ue B.r
ros, no meemo potaao.
Engenho
Ven^e-ee oangeono Csoaodeba, na comarca
de J-boaij, dislaow a te^aas da ertagao
maito oom d'.boi. cobs xl^uas ter>ss e m^iss
para safrtjr aif 3 006 ps<-s d-> assecar anooal-
meute : a tratar na ra -ara da Vitoria n. 60
mercearia, e a paf-a randada, com o reodeiro
do meemo eoRrobo.
Alfaiataria Moderna
18-Roa Larga do Robarlo18
Acaba.?e de ah'ir orna nova alfaiataria, com
esplendido so'timedto ' orins, ptimas oovirtades ae Pns e Londres.
A i.nicloa dirigida por nm babil e coubteido
artista.
Os seas propr eisrios pedem ama visita no
sea esiaoelecimenio
___________CAVP03 A MAIA
G anrlf semeateira de
cafeseiFOs
Na fazenda Serra Grande do municipio da
Victoria. Estado de Perasmboco, tsm o*ra ven-
rter do da I* fle M-io m dian.e. cerca de aoo
milhp de ps de cafeseiro-, cojor pregos, las
manhus. qoalidadet e mais explicagCes,veja.oe o
Jornal do Recife.
Vinho Bordeaux
Fronsac e Vedes
Vende-se em qoartoiua e eugarrafados na
Adega Portugueza
Roa das L^raogeiras n. 4
Eines Barbosa, Cooper i r,
A ZEYEDO & MENDONCA
SOCIO RESPONSAVEL
ILDEFONSO DE ^ZEVEDO
Pbarmaceutioo-ohimico p la Ejc^I* da Medicina do Rio de Janeiro, exr- ia
tiro opharmaceacodo H- iar de divarsas o>m>ois effeotivo, profsor d* Eicola da dnmaaid^de, naeobru d* lammuJo da pby ai:aa
ez-inapector das aulna i'o Inst'tato Po?rroif.e..ti'!i> do Rm de J.n-iro. primisdo costal
MEDALHA OS 0UR0 do iflsssj Iastitut i ( ao mrito p-< u ooal), lamia
Corso de Medicina, etc. etc.
Medicamentos masristraes e offcinaes
CAPRICHOSAMENTE PREPARADOS
Grande sort naeii'o de drogss, pr ductoa cb.micos o eapeciuiidaaea phan
Ceticas, n-^cionaes e estraDgeir&s.
Fnodas, soedi, irrigadores. seriogs, pessarios, polveriaadoret, ete.
Tintaa, verilees, niocis o muiros outros artigos e piotun. Vistas
artigo? para fogo de rt fijio.
AKTIGOS DE PHOTOGRAPHIA
FRECOS RiSOAVES
RA DO BARAO M YIGTnRA 25
Telephone n. 398
PERNAMbUCO
e oat es
25
GMNDE MQDACAO
IHJBEZAS
PAMA ACABAR
52- -RA BARAO DO TRIUMPHO
&
d
65
9 mm d iei
POR
QUISTA PABTB
OS ANZOES DE CAMELIA
VII
Urna carta de amor
(ContinuacSo)
O tempo estava esplsndido, e a grande
avenida, que cenduz ao Arco da Estrella,
achava-se quasi to atulhada de povo,
como na primeira vez que alli conduzimos
os leitores.
Ora, Blondine causava sen3aco entre os
cavalleiros, e manejava o cavallo com
extrema graca 3 destreza ; todos a acha-
vam muito nova e remito bonita para ho-
mem ; muitos suspeitavam que fosse mu-
lher, mas ninguem a couhecia. Os pas-
seiantes das ateas lateraes'trepavam b ca-
deiras para a ver passar. Blondine se-
gua o seu caminho sem se Iterar, inquie-
tando-se pouco com o effaito que causava,
e procurando alguem qua nao descobria.
Era Camelia quem ella procurara. Afi-
nal descobrio-a indolentemente recostada
em urna maravjlhpsa calache de Kerler,
qne o Sr. de Savanay lhe dera, com urna
Boberba parelha de cavallos cinzentos.
Tambem ella causava seuelo pela sua
belleza, e principalmente pelo luxo da au'
equipagem, pelo esplendor da toilette, pela
attitude pretenciosa, e pela audacia com
que para toda a pa/te assestava a luneta.
Renato acompanhava-a a cavallo. Blon-
dine deixou-os passar, seguio-os a distan-
cia de poucos passos, e esperou que o Sr.
de Savenay se afastasse da amante^ o que
afna'; nao tardou muito.
Renato encontrou-se com tres ou quatro
dos seus amigos e demorou-se a conver-
sar com elles. Blondine chegou entao as
esporas ao cavallo, alcancou a caleche e
tomn o lugar que Renato deix.-a. Ca-
melia olhou para ella admirada. Blondine
inclinou-se para o interior da caleche e
perguntou sua rival:
Conhece-me ?
Nao, respondeu seccamente Came-
lia.
Pois vou dizer-lhe o meu uome...
Que me importa a mim o seu no-
rae. ..
Eu sou Blondine.
Ah! E' Blondine... E ento ?
Temos de ajustar urnas contas, m-
nha senhora...
Nao creio... murmurou a peccado-
ra pouco socegada.
Ao mesmo tempo g^itcu*para o co-
cheiro :
Joo, volte para traz e bata !
Antes, porin, de ter tempo de obede-
cer, replicara Blondine :
~ A senhora desembaragou-me de um
I amante que rae enfastiava, quero portanto
i manifestar-lhe o meu reconhecimento...
Ahi tem Ficamos quites !
E Blondine, depois de ter cingido com
urna chicotada o rosto de Camelia, metteu
o cavallo a galoppe e desappareceu na
multidao.
Camelia soltou um grande grito, lerou
o lenco ao rosto e vendo ensanguentado,
julgou-se desfigurada e perdeu os senti-
dos.
Nisso chegou Renato, e vendo a amanta
Aproveitera o invern
Vinde-ca por pr^co raxoaval ps de aapofas e
sapolitieiros con 50/c. a 1 metro ce altura a
er ira'ar d rna Capilo L'ioa, trav i-sa do
Joo da V.)'ga n, 19, isidencia de Rohoo Coas*
^pirp._____________________________________
desmaiada, foi pessoalmente a urna das
tabernas que orlara a avenida do outro
lado da meia laranja, buscar um pouco de
vinagre, e esfregando com elle as fontes,
fel a voltar a si. A chicotada, apenas lhe
esfolra o queixo : Camelia sentio-se com
isso um pouco consolada 5 comtudo que-
rellou.
Quando o caso foi julgado em polica
correccional, achava-se Blondine na Alle-
manha com um rico inglez, e foi condena-
nada a oito dias de prisio e a cincoenta
francos de multa. Tornal-a-hemos a ver
mais para diante.
Quanto a Renato, sentia-se encantado
com tudo isto. Duas rivaes disputando o
seu coracSo, chicotada, ofFereciam-lhe ao
orgruiho um triumpho muito agradavel, e
davam um brilho verdadeiramente marico
aos raios da sua aureola.
Eis-nos de novo, ap5s um desv o talvez
demasiadamente longo, no ponto de par-
tida, quer dizer, no fm de outubro do
anno da graca de 184... Renato conti-
nuava a ser amante de Camelia; mas a
chamma to viva ciu que o vimos arder
pareca, havia muito, prestes a extin-
guir-se. E de facto nao sobreviven] aos
primeiros enthusiasmos da la de mel.
O mancebo, inconstante por tempera-
mento e por carcter, em brevete sentir
fatigado da ventura d'aquella posse, que
tanto ambicionara.
Entretanto, operava-ee -no3 sentimentos
de Renato um reviramento natural e
fcil de prever, um verdadeiro movimento
de vai-vem. A' proporco que a imagem
de Camelia se lhe apagava no coraco
apparecia .n'elle, mais luminosa a de Bar-
tha de Croy.
A' medida qne diminua a sua assdui-
dade na casa da ra de Provenga, appa-
recia mais na de Mme de Lnzy, onde ou-
via fallar mu tas vezes da joven condessa.
Queijos Italianos
Parinezoa
E
Beglonl
Recebeu Joaaoim Corisiovao & C, ra do
_______________CaDugan.it.
Grandes eogenos
Vende-re ou arreada se
O absixo cBSignado ipiu r-solvldo vender oa
arrenda: sens engenbos Porto Hico e Porto Ale-
ere, a tratar cesta cidade. Dstsm seii legaas
p-.-ra p Pi-cao de Palmares, por boas estradas
para r.arro. Vende se as saf-as criaiap, cad03
e anima"* pelo Que vaierem. Iocommodos de
saie levam-ro a este rJm.
Paireares, 1 de Maio de 1994.
JoSo P>-lix Pereira.
Bichas de Hamburgo
Vpnite ae am eran-os o peqn as porgfi
applica-re ventoess reccas e sarjadas na roa
das Laran^eirss n 14-
Criado
P ec'snse de ora criado : tratfr na roa 15
de N.>emt)ro i. 81, oa Iraperatix 17.
NO
CENTRO DA MODA
N. 3-RHA BO CAB6A' -. 3
A9 saber:
MadapolSo, algodlo, ihitas, cretones, naasok, brilh&ntioM. fustons, brins bt__
coi e de (6r, od-, merino pret) e de cor, cachea rs, lana, sodas, casemiraa d* to4m
aa cualidades, fltoellas, bramantes, atoalhados, pannos para mes, goardaospoi bre*
tanhaa, totlh-a de linho pora mes, esguiSes, coonrtorea, colcha, ccr(iodoi de caa-
braia e crochet, pelerinas, cortea para vestidos, croji*, collarinhoa. pooboa, crsratea,
berturai, muas, lencos, laques, miudesas, pertamarias, Suat bieoe de seda o algedfo
brancoa e de cor, sombrabe etc*t eto.

Previne-sa que liquidado comaos ts 8 horas da maohX e acabe aa 5
oral da tarde Ble concluir ae tod, $ a fasendas.
i DO GABG" -13
Henrique de Groy e sua raullier re-
gressaram a Pariz.
Renato que, de certo modo, se tornara
commensal da irm do marquez d'Audi-
val, teve ensejo de fallar a Bertha, logo
aps a sua chegada, porque se achava
em casa de Henrqueta de Luzy no dia
em que Mira?, de Croy lhe foi fazer a
primeira visita.
Bertha, como sempre, radiante de ven-
tura e de amor, estava mais formosa
anda do que quando fizera a sua viagem
a Pariz durante a qual assistira ao sarao
da duqueza de Chaumont Laudoi.
Henrqueta apreseutou Renato sua
amiga.
Esta ultima, a custo comprimiu um
ligeiro sorriso que lhe assomou aos la-
bios, quando reconheceu o seu par mudo,'
do baile do verao precedente, E quando
Henrqueta lhe disse em voz baixa, que,
aquelle mancebo estava assombrando Pa-
riz com o fausto das suas despeas, e o
escndalo des seus amores, nao poude
abster-se de olhar para elle muito admi-
rada.
AnVial mostro-se encantadora, pediu-
lhe que considerasse a sua casa como
aberta sempre para elle e convidou-o urna
vez por todas para os saraos qne desse.
O Sr. de Savenay resplandeca de prazer
e de enthusiasmo, porni nao tardou a
rnodifiear-se quando vio de perto o par
encantador que jurara desunir. Em to-
das as suas visitas aos condes da Croy, e
que oram frequen'es, pas3ffva o mancebo
pelo supplicto de Tntalo.
Henrique e Be-tha amavam-se tanto,
amavam-se com um amor to sincero, to
profundo, tao exclusivo, tSo ingenuo, que
mais se sssemelhavam a dotis amantes
loucamente apaixonados um pelo outro,
do que a esposos cuja ligaclo rementava
a qua3i dous anuos. ,
Sai/imnrisparnfe cristalino.
Frankfur x* AU/iri.
orno o Mudfycz amo pcifeilc
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1
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minha produegao, visto nae ter durafiio alguma e alem disso
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firma.
W Reger, Fr Dkfnrt a. Main.
VIII
A opera
Foi urna noite, na Opera. Cantava-se
o Propheta e a sala estava cheia. Nao ha
nada, aqu entre parenthesis, raais curioso
para se observar do que a sala da Opera
n'uma noite de brilhante rucepcilo.
Multas vezes nao na scena que est o
interesse do espectculo. Quantos dra-
mas de amor, de desfechos alegres, ou
sombros, se esbocam ou proseguem, palos
camarotes res^Iandecentes com o trplice
brilho do gaz, dos diamantes e dos olhos
formosissimos !
Quantos arrepios de prazer ou de a
cao passam por alvissimos hombros, por
efeito de dous olhare3 que se cruzaram,
ou um sorriso que com outro se trocou ?
Os indillerentes, a gente superficial e a
que goza da ventura de nao ser como nos
observador de profissSo, ignoram as mil e
urna significagSes da telegraphia dos ges-
tos, to usada as salas de espectculo
de Pariz em' geral, e na da Opera era par-
ticular.
Quantas correspondencias mudas se es-
tabelecem assim entre os camarotes, e a
platea, sob as vistas dos ciosos que nem
de leve as percebem. Poderia escrever
cinooenta volumes com metade dos myste-
riosinhos que eu, que Ibes estou fallando,
tenho sorprendido ; e seriara uns volumes
encantadores. Talvez ainda um dia se
esreva. Um bouquet collocado sobre o
parapeito do camarote, urna luva descal-
$ada e tornada a calfar, um leque aberto
& fechado duas vezes successivas, urna
mosinha branca e fina acariciando cabel-
los castanhos ou louros, sob pretexto de
reparar um desalinho que nao existe, con-
ten muitos sentimentos tarap, muitas pa-
lavras amorosas, muitos pormenores de
ventura. Eafini, repetimos, aera sempre
na scena que na Opera se deve proourar
o interesse do espectculo. Tudo que pre-
cede destinado a servir-nes de certo
modo de introdueco ao que se segu.
Naquella noite, como dissemos, canta-
va-se o Propheta, a msica de Meyerbeer,
e os talentos dos seus interpretes attra-
hiain a multidao, de modo que tinha a
Opera urna enchente verdaderamente
real. Em differentes pontos da sala a
perfetamente solados uns dos outros,
achavam-se alguns dos prncipaes parso-
nagens da nossa narraco. N'uma iris
ik> lado esquerdo via-se oa antes adivi-
nhava-se Camelia, contrariadissima por
estar to pouco vista e por se ver assim
condemuada a urna especie de meia obi-
curidade.
Quando mandara ao theatro, uJo havia
j por alugar seuio aquella frisa ; teve
portanto de se contentar com ella. Renato
oceupava na plata a sua cadeira habi-
tual ; finalmente n'iim camarote de pri-
meira ordem, do lado direito, achavam-a*
o conde e a condessa de Croy. A deslum-
brante belleza de Bertha servia de ponto
de mira a todos os oculos, e nao poucas
pessoas perguntavam como se chamava
aquella raaravilha desconhecida anda.
IX
Interrogatorio
A formosa condessa estava naquelle di*
com urna toilette deliciosa e de bom gosto.
Compunha-se de um vestido de t?1"*
afie, cojo corpo nm tanto decetado, dm-
xava entrever os assetinados hombro*
nascer do seio, verdaderamente de ar-
mo re.
(Contimia).
Typ. do Dmr, raa Ouque de Caxia.

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