Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16676


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Full Text
A1%TP
DIARIO
PE9PBIBBa.Bg BE M&H0EL FiGfl|B0& BE &M& & FII.H0S
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados. 8&00
Por seis mezes adiantados. i5$000
Por nm anno adiantado .... 30|>000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE LfUBLICAgOES NA FRAN-
CA E INGLATI
Os Srs Mayence Favre & C, residentes em Pars34 rae de
Provence
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA^PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por nm anno adiantado .
Numero avulso do mesmo da.
Numero avulso de dias anteriores.
16*300
331000
4100
1200

>}
ssst i;c pwnwiAa so iw:
Buenos-Ayres, 12 de Maio.
O Ministro das Relacoes Exteriores deu
um banquete ao Ministro de Portugal
pela conclusao pacifica da questo pen"
guerra portu.
m
dente sobre os vasos de
guezes.
Londres, 12 de Maio.
Na Cmara dos Communs, o Ministe-
rio triumphou por 14 votos de maioria
no orcamento da guerra.
_ Em vista da posicao agressiva dos
rlandezes, a attitude do Ministerio na
quest-ao do home-rule modificou-se.
Madrid, 12 de Maio.
Foi ofiicialmenta desmentida a existen-
cia de um tratado secreto entre a Hespa-
nha, a Italia e a Inglaterra.
O Ministro do Exterior declarou que
a Hespanha est livre de alianeas.
Bcrliin, 12 de Maio.
O porto de Dantzig foi declarado franco.
Buda-Pesth, 12 de Maio.
Tendo o'Senado rejeitado o* projeeto
estatuindo o casamento civil, o Ministe-
rio hngaro deu a sua demisso.
Manifestaram-sc tumultos contra o Se-
nado.
diininue a qu
rio
i f. do Brazil; e dizjni-n'o tambetn as ingentes lu-
I 6l6QP3mrD3S tas, desda en!o trovadas, n* tribuna parlamen-
tar, na imprensa, as associages de toda ordem,
nos comicios populares, por todos os moios e
modos, som mismo excluir os materiaes, mais
ou menos exorbitantes dos dominios da lei.
Foi de certo urna lucta homrica, qus revelou
toda a energa to povo brazileiro, e qus lovou
o seu nomr, aureolado do gloria?, at os ltimos
recantos do universo, at onde poda hayer um
peito capaz do bater unsono com os ssntimentos
"gTrTerosos dasse povo.
Mas o resultado tnal dessa lucta de gigantes,
nao se fez esperar muito, e foi tao gran di )so
quo formidavelfraacampanha soerguida con-
tra preconceitos e interesses, qus, embora ex-
druxulos, tntntn valor occasional, tirado do
meio e do m odoGdo ser da sociedode consti-
tuida, valor qua era preciso annullar pelo soer-
guinunto dos espirtos, pela penetracao da luz
moral em todas as intelligencias e em todos os
eoraces. '
Esse trabalho f;/.-s rpidamente, pois apenas
durou 18 annos. Os preconceitos, gragas ha-
liilissim e enrgica propaganda, foram sup-
plantados; os interesses, giitosa e bi arrmen-
te solpalos porefTiito das santasexplosss do
patriotismo, esclarecido pelos eniinamentos
da moral christ, confessaram-so vencidos.
Todo o paiz traiisrormou-s;, todos os brazileiros,
com raras excepgojs, foram abolicionistas.
Eslava ganha a causa na consciencia nacional.
A opinio publica maafestava-se franca, aberta
e positivamente pela exlincj&o da escravido.
S faltava nm homem- enrgico, de vontade r-
111', de crenca, (b f inabainvel no futuro do
paiz, que tivesse a coragem de propor ao Par-
lamento a solucao radical da questo, Iraduzin-
do em lei o pensaraento da nago.
Esse hornera existia. Molesto, mas de real
mereciniento, nao blasonara as suas ideas e os
seus sentimentos : oraumespiril) concentrado,
mas qus sabia ter nos ncessos' da amtzade
franquezas sublimes.
Esse homem era o conselholro JoJip. Alfrdo ;
a de seus labios quem escrave estas \fcihas. ou-
vio a corisso da que, quando chegasse a ser
governo, era isso em 183.=-, se anda nao es-
tivesse denitivamente cortado o no gordio da
questo servil, elle turnara a espada de Ale-
xandre para fazel-o, ou cahiria abrogado com a
baodeira da abolir > total, completa da escra-
vid i no Brazil.
Cumpro nobrementa ess3 ssu almejo, que
era tambora o de todo; os seus amigos. Dentre
os que na legislatura de 1885-89 tinham assen-
to na Cmara dos Doputado3, embora era tudo
ilia"mais~em preparar os oulros ma- mais apoiassem o gabinete Cotegipa, tiveram a
hombriilade de declarar peremptoriaraente ao
eminente chafe bahiano qua.no Urreno da ques-
to servil, os encontrara sempro como adversa-
rios.
INSTRUCCAO POPULAR
EDUCAC-iO
IIERBERT SPENCER
CAPITULO IV
.1 Ed.cac'i' Phytiaa
Diminuindo a perda do calor,
..Jada de combustivel necessa-
ri ostentar o esdor; quando o estomago
1 aos trabalho em preparar combustia-el
pode Irab
tSSf iJticco 6 COOfirma la pela experiencia
d-aau-1! 13 qu criara animaos. O fro so ,up-
SS Pelos anima* a expensas da sua gor-
ur 1 morado, ou de creso-manto, segundo
"'.;.,: S- o gado que est na engorda for
DMto a urna temperatura l.a.xa, o ou seu des-
onvolvunanto se atraza. ou necessnr.o u,n
SVaugminto de alimentago. (I> Apper-
SHmWS fortemante em qua, para conservar
ca'vallos de caga em boas coudiges, e uec;ssa-
^conservar estribara sempre quente. E en-
tre nsin ividuos que criam cavallos de corrida
T torrente que S3 deve evitar a expo-
"v-u've'rdade scUntilica, corrobora la pela
,,,,n 0;a a reonhecida pelos airncultores e
criadores applica-se, com forga .lupia, as crian-
" Qua no mais pequeas sao e quanto mais
r;mi lo <"o ssu desuiv .IvimentO tanto maior a
influencia qu; o fri tem sobre ellas.
n Fraoc > no inv irno, morrena umitas crian-
cas or terem de 8r lerdas a asa do im
nara r ^ strar. -Quet : afflrma que na Blgica
monvn. duas criancas era Jumo oor urna .me
Srre o:n Julo.. I mortal.dade das
enancas por vasas en rnvs.
Mesmo quaa lose apir isima a davle m du-
ra, o corno que nao est i desenvolvido relati-
va'hnte incapaz. .1 supportar a exposic5o ao
fri com > o lestemuoha a rapidez cora que os
Jddos n 'vis morram as campanhas speras.
Lraz, Obvia. Nos ja advertimos que, era
consequmeia da vana la relacao existente entre
a super.-.cie o a massa do corpo, urna enanca
tino acto legislativo de que leve a iniciativa o
Consclheiro Joo Alfredo, espantoso.
Representa mais do tresdobro do de 1888, c
impe todos os espiritos a crenga de quejesse
desenvolvimentoassentou n'aquelle acto legisla-
tivo, alicerce da nossa actual e da nossa futura
grandeza, alicerce impereci-el, porque leve por
chucuto a liberdade e como rocha o mais encua-
drado patriotismo.
A lei de 13 de Maio do 889, regenerando e
santificando o trabalho, modificando e corrigin-
do os costones, alterou profundamento as cou-
diges dasociedade brazilcirae rasgou-Ihe esses
sorrdentes e doirados horizontes que temos
diante de nos, e que consubstanciam urna patria
grande, forte, viril e feliz
E por isso que saudaiuos sempre jubilosos o
dia de boje, sempre repetindo :
Salvo, 13 de Maie !
tca 1 a^^?
PARTE OFFICAL
_--------------------------------------------------------------------------------r-
Ministerio da Fazenda
Fo-a'n apo-eotado-i os din-clores do Tribunal
d Contas J -s Ignacio Eworion de Almeida e
Francisco Augusto de Lima e Silva.
Foi etonerailo Jos Joaquim Seat>ra, do cargo
i de 3." c-scriplurario da Albndcga do Estado da
Babia.
Foram nomeados :
ln#pwtor da Caixa da Amorlisago, o subdi-
re.ior do Thesouro Peder! Manoel Antonio Fer-
nandos Tri-'O de Loureiro.
4 iMcriptorario do Tnesouro Nacional o da
Recebedoria Frederico Carlos da Cunta Jnior.
3 escripturario da Alfandoga da Uahia, Luiz
Ravmondo Martina Torres.
r.oiiferente da Alfandega do Car, o i." es-
criturario da metna Jo* Pinto Monteneg'o.
Conferente da Alfandi-ga de M inios, o 3." es-
criptutario .la de Sanios, Estado de S. Paulo,
bacharul Alfredo Jos do Sasciioenlo.
^ri, Miado pelas enancas ou pelos ani-
mai^-.-ov 'v calclalo em comparando
peso do corpo, verse-ha que as enancas1 pro.lu-
zem quasi res vezes mais acido do que os adul-
le acido carbnico exhalado
Ora a quantidade de acido (.-
v-ir '1 com 1 mal vivaciq>de, com a quantidade
Vi calor nroduzido. V. amm nos vemos que as
cria.. '. svstema, mesmo quando nao desvaii-
SaS .ni ito>nocado, chamado aproiuz.r urna
quisi Jupiada materiaes geradores
/Contina).
(I) Morln -Enrjcljpendt Ajricullura.
proporca
de calor.
DIARIO BE PERHAMBDCC
RECIPE, 13 BE MAIO BE 1S94
13 de AIjijo
E' s smpre com a maior satisfcelo que relem-
bramos essa data ra^moravel, urna das mais
fulgen! :s da historia contempornea.
Ella, bem qae sejam decorridos seis annos
depois da promulgago da le n. 3353 de 13 de
Maio de t888, faz aioda palpitar a alma nacional
pela repstcusso das grandes emoges de que
foi presa a sociedada brazileiro no periodo icti-
vo da propaganda que Tez varrer do slo palrio
a pungente macula da escravido do homem
pelo homem.
O que foram essas emoges dil-o a magnilude
do problema, de cuja solug&o cogitavam desde
1870 cs homens de coraco, estadistas ou nio,
p ara os quaes a UbartacSo dos escravo3 sjmbo-
tuin O odTtnto|Ubraa4t *ocuu pouUca*i^ooje,-o auno* apoaograado, oduuuu-
Foi nessas condiges que assumiu o governo
o Conselheiro Joo Alfredo, organisando o hist-
rico gabinete de 10 de Margo de 1888. E logo
dous mezes depois, na abertura do Parlamento,
era apresentado Cmara dos Deputados um
projeeto de lei que resolva a questo nos se-
guintes termos : Fca desde j abolida a escra-
vido no Brazil.
Em seu laconismo sublime dizia tudo esse pre-
fecto ; e aioda quem isto esl referindo sent re-
soarem-lhc aosoividosos applausos phreneticos,
enthusiaslicos, delirantes com que todos quan-
uh s-e achavam no recinto do Cmara recebe-
ram esse projeeto, que syothetisava a aspirago
nacional.
O paiz todo aisda se recorda de que o transito
desse projeeto pelas duas casas do" Parlamento
foi to rpido quo gloriticanie; e nem poda ser
de oulro modo, pois que era a nago inleira que,
n'aquellas poucas palavras, expressava a sua
vontade firme de resgatar tres seculos de oppro-
brios m que vegetara, em trras brasilciras, urna
porgo de irmos.
Volou-se o projeeto 13 de Maio, e nessa data
raesma iranzitou elle pela chancellara, oade re-
cebeu o n. 3353, e foi aclo continuo assignado e
promulgado pela ento Regente do Imperio B.
Izabel de Rraganga.
A lei n. 3351 de 13 de Maio de 1888 foi rece-
bida pelo paiz em peso com indiziveis jbilos.
A sua apothese fez-se era todos os pontos do
territorio nacional com as maiores e mais ex-
pandidas testas de que ha memoria no Brazil.
E no extrangeiro, era loda a Europa, Amrica c
Azia civilisada, o acoritecimento grandioso foi
saudado como um acto de nobro virilidade do
povo brazileiro, mxime porque, ao envz de
outro3 povos, extirpara' de vez o cancro da es-
cravido, sem effuzo -de sangue c sem que a
operago podesse fazer periclitar a vida do pa-
cientea nago. ,
Nao faltaram, certo, pessimistas que diver-
gisUm desse^conceilo .UBirersal. Essas Cas-
sandras, porm, era brewflfes virara os seus
funestos prognoslicos dosjjfcdos formalmente.
A solugo radical da questo social, qu em
cerlo modo trouxe, nem podia deixar de trazer,
alguma perturbago ao trabalho nacional, nao
malbaralou as energas dopwo. Longe disso;
foi antes um incentivo para que taes energas se
revigorassem; e o facto que, nao obstante a re-
volucao poltica de 15 de Novembro de 1889, con-
sequeote lgico d'aquella, as forga3 activas do
paiz como que se moltiplicaram.
O (esenvolvimento moral, iutellectual, econ-
mico, eonmercial, industrial e artstico do Bra-
Ministcri da Guerra
Foram transferidos :
Para o 13 regiment do cavallaria o major do
7." Jos Hermenegildo Honteiro de Albuquer-
que, a para este regiment o major daquelle
Rodolphn Leapoldo PialNro Biiteiicourt;
Para a corapanhia do 6 balalho de infan
taria, ocapilo do 3au Jos-^ Rodrigues de Casto :
Para a 4.* campanilla do 38", o capito do 6."
Fortunato de Senna Das ;
Para a 4.* corapanhia do 17", o capio do 18"
Ernesto Antonio Cardoso ;
Para a 4.a corapanhia do 18", o capito do 17
Napoleo Feli. pe Acn.
Para a 4.' batera do 6" regiment de artilla-
ra de campan*, o capito do 5." Jos Eduardo
Abranches de Moura, e para a 4 batera de.ste
regiment o capilo daquelle Joo Itaplista Vel-
lasco.
Do ?5 batalho do infamara para o 37* da
mesraa arma o tenenle-coronel Firmino Lopes
Rogo, e deste para arjuelle batalho o tenenle-
coronel Emvgdio Dantas Brrelo.
Foi eliminado do respectivo quadro o fiel
de lA classe Maooel Ignacio Barravno. que es-
lava curaprindo a pena.,de dous annos de priso
com trabalho, em virtude de sentenga do Conse
Iho Supremo Militar e da qual foi perdoado.
Foram concedidas honras de posto :
Ao Dr. Joo Chaves Ribeiro as honras do pos
to de major-medicodeS." classe do exercito. e
nao da lent-nte-medico de 5.* classe, como foi
publicado.
Ao alferes om commisso do batalho Tira
denles Pedro Pinheiro Guimares Jnior as hon-
ras do posto de lente do exercilo, pelo seu
distincto comportamento no cmbale da Arma-
cao, a 9 de Fevereiro, e pelo relevanles servigos
prestados em defeza da Repblica.
A Camillo da Silva Ferreira as honras do pos-
to de capilo do exercilo, pelos servigos rele-
vantes que prestou na t-arra da Tijuca, como
commandanle da companhia Senna Madureira,
por elle organisada.
A Pedro Cavalcantc de Albuquerque Pcssoa as
honras do posto de alferes do exercito, em at-
tengo aos bons serrieo prestados na fortaleza
de S. Joo, onde foi ferido, fazendo euto parte
do batalho Acadmico de S. Paulo.
--------------y,
Ninisterlu da Mariaba
Foram nomeados:
O" lente Mario Jayme da Silveira para
exercer o lugar de secreiario e ajudanle de or-
dens do commandanle da flotilha de Matio-
Grosso;
Coorado Correa Ribeiro, para exercer o lugar
de escrevente pertencendo respectiva brigada.
Candido Lydio dos San-os -'osla, para exercer
o lunar de mestre de msica da Escola do
Aprehdizes Marinheiros do Estado de Pernam
buco.
O capito do fragata graduado reformado
Faustino Martias Bastos para commandar a Es-
cola de Aprendizes Marinheiros de Pernambuco.
O 1." lente Antonio Mariano de Azevedo
para commandar o aviso fluvial Juruema.
O l. lente Jerooymo Robello de Lamare
para exercer o cargo de ajudante do Arsenal de
Marinha de Pernambuco.
O 1. lenle Antonio Coutinho Gomes Fereira
para commandar o cruzador Liberdade.
Wanderlino Zozimo Ferreira da Silva para ex-
ercer o cargo de *. oflicial da secretaria de Es-
tado dos Negocioi da Marinha, com as honras de
2." tenente da armada.
O sub-engenheiro naval lente Barlholo-
raeu Francisco de Souza e Silva para exercer o
cargo d?. director das ollicinas de machinas do
Arsenal de Marinha do Estado de Matto-Grosso.
Joaquim Antonio de Abreu para excercer o
cargo de secretario da capitana do Rio Grande
do Sul, sendo exonerado Francisco de Paula que
o exercia.
Foram relormados:
Na mesraa classe e corn sold por inteiro, o
machinista naval de 4* classe 2o lenle Eduar-
do Jorge Mois, vislo 1er sido julgado incapaz do
servico da armada;
No mesmo posto, o ajudante de machinista
guarda marinha Jos de Oliveira Castro, visto
ter sido julgado incapaz do servico da arma-
da .
O commissario de 3* classe, Io tenenta Ma-
noel Cesar de S, na classe iramedialamente
superior e cora sold por inteiro da era que se
acha, visto contar mais de 3 anuos de ser-
vico.
O commissario de2*classse capito tenente
Antonio Capistrano de Moura, visto ter sido
julgado incapaz de continuar nojservigo.
O t tenente Theophilo Nolasco de Almeida,
visto ter sido julgado incapaz do servico activo
da armada, percebendo as vantagens a que -
ver diraito
Foram incluidos no quadro dos machinis-
tas da armada, como sub-ajudantes extra-nu-
merarios Luis Duarte do Amaral Chaves o
Eduardo Coelho da Silva, "por terem, com todo
o nsco e debaixo de viw) rogo das bateras da
ilha das Cobras e de Villegaignon, conduzido
o rebocador Audaz das docas da alfandega
para a ensea la de Dola!b-io:
coi ueauUao uw 4>''v da afinada o
pharmaceuteo Carlos Ramos, porque, ten lo s-
do nomsadp para embarcar na esquadra em
operacoes tte guerra, aeu parte de doente em
Pernarabnc, apressntando-se para o servico
depoi de. ter a mesma esquadra seguido
para o sul
Foi concedida ao canego Raymundo Lu-
zitano Ferr indes a demisso que pedio do lu-
gar de pro ssor de primeiras lettras da escola
de aprend as Marinheiros do Estado do Mara-
nho.
Forad exonerados do lugar de comman-
danle da Cscola de Aprendizes Marinheiros
de Peroanico o capito de fragata Antonio
FranciseB/Velho Jnior, sendo nomeado para
comnianlr o encoragado Baha; e do servi-
co da armada o commissario de 4*.classe an-
derlino Zozimo ferreira da Silva, por ter sido
nomeado paro o lugar.da 2o otcial da Secreta-
ria de Marinha.!
Foi incumbido de dirigir 33 trabamos do
gabinete do torpedos do Arsenal de Marinha de
Matto Grosgo o engenheiro naval capito de fra-
rala Jos topes da Silva Lima Jnior.
F'oi ancedida licenca ao i" tenenle re-
formado di armada Caio Pinheiro de Vascon-
cellos parT residir na Capital do Estado da Ba-
bia, perceendo pela respectiva Alfandeha o
sold a q tiver direito. '
Confedeu-se ao 2 sargento invalido Ma-
noel \ntoiio da Porciuncula licenga para resi-
dir no Espdo do Cear, percebendo pela res-
pectiva alpndega o soldojo a etapa que tiver di-
reito.
Foipennitlido:
A Antofio Alberto da Costa prestar exame
de raachitiista da. liar coa vapor do coramer-
cio; m
A IUitin;< Pereira Vas prestar exame de ma-
cJiinista di barca a vapor do coranii*rcio.
.--------------..
Govpr di Estado de ernam-
llHMI
Despichas do diaJOde Maio de 1894
Anlonio'Jos do Nasciraento.-Nao baque de-
ferir.
AnlonioiNobre de Almeida e Castro. -^ eri-
ca-seda ioformagao do Dr. prefeito do muni-
cioio de S.Lourengo ter sido era 29 de Setem-
br'o de 1891 declarado sera ett'eito o acto que
nomeou o oeticionario prol'essor do mesrao mu-
nicipio. No requerimento que dirigi a este
Governo er 5 de Junho ultimo diz o peticiona-
rio ter rft-wado aceitar essa nomeagao, o que
Ihe nao en licito fazer em face da lei. Dada
semelhantj conisso feita pelo peticionario,
nao tera lukar o qu 1 requor.
O mesmr In leferido.
Augusto Xavier Carneiro da Cunha.Inde-
ferido.
Antonio Herminio di Senna.- Informe o Dr.
inspector do l'h .-souro do Estado.
Baclnrel Antonio Cesario Cardoso Ayres.
A" vista dj que informa o Thesouro, nada ha
que deferir.
Francelilo Antonio de Moura.-Ao Dr. ins-
pector do Ihesouro, paro informar quanto ao
lempo de $rvigo do peticionario.
Francisc Bernardo Monteiro. -Remettido a
junta-niedjia do Estado quem o peticionario
se artivsenwa para ser in.-peccionado.
O mesmo. -Ao Dr. inspector do Thesouro pa-
ra satisfaz:-
Germn o Motta.-Apresente-se ao con urso a
qu; se vai proceder:
joo EtodYigoes de Moura.Iuform3 o Dr.
inspector d> Thesouro do Es ado.
Joo Fraicisco Flix de Amorim. Remet-
tido junta medica do Estado a quemo peti-
cionario se (.presentar afim de ser mspecio-
nado. {
Jos Duarte da Costa.-Provado que o sup-
plicante nctabilisou-se como ch-efe de perigosa
quadrilha.n '
a 9 annas at
quadrilha, pelo qu foi justamente co
a 9 an
lende.
ndemuado
tem lugar o que pra
e pnsao, nao
da Silva Cordonille. Indofe-
Joo Cate 10
Mana Candida Tavares de Mello,-Escriptu-
re-se para ser paga oppolunamenle.
Tenenteforonel Manoel Xavier Carneiro de
Albuquerque -.Informe o Dr. inspector do The-
souro do Estado.
Pedro Francisco de Paula Baptista e outros.
-Aguardan opportunulade.
Raymundo Das Prenles. -Escripture-se, pa-
ra opportuno pagamento.
Ulvsses Olindoro da Cunha.-Indofarido.
Secretaria do Governo do Estado de Pernam-
buco 12, de Maio de 189..
O porteiro,
//. M. da Silva.
Questura Policial
2.* seceoN- 103.Secretaria da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, em 12 de
Maio de 1894.
Sr. Dr. Governaior.Participo-vos que foram
hoitem recoiludos Casa de Detengo os se-
grales individuos :
A' minha ordem. Rozendo Rodrigues da Sil-
va, paraavenguages policiaes.
Ai ordem do Dr. delegado do 2o districto da
capital, Gustavo Dutoya, para averiguages po-
hciaes;
A' ordem do subdelegado do freguezia de
Santo Antonio, rsula Mana Pereira e Mana-I
Ramos da Jess das Floras, como alienadas,
com destino ao asvlo da Tamariueira.
A' ordem do subdelegado da Magdalena, Jo-
s Francisco da Silva c Firmino Francisco
Borges, como desordeigos, minha disposi-
go.
Foi capturado no da 7 do corrente. no lugar
denominado Pacas, do municipio de Bom Con-
selho! e recolhido cadeia respectiva, o indi-
viduo de norae Antonio Pedro, criminoso de
mortc no municipio de Atalaia do Estado das
Alagoas.
Ao Sr. Dr. Alexandre Jos Barboza Lima,
muito digno governador do Estado.
O questor
Julio de Mello Filho.
INTERIOR
A Revolta
(D'O Paiz de 1 de MjIo)
GooUouam da miior importancia os telegram-
mas dos nussos correspondentes.
O governo arge- lino parece qae touoa ee-
ns medidas garaouduras da aa neotralidade.
E' assim qae o fugitivos de Casilluos e os t-
sembarcados da embair regrp.mtrfji da Con*
cordla, onde foram deudo-, e que o goerno da
provincia de Enlre-Rioe p.-obioio qae os qae
para ah se dingiram paasassem a froaleira.
Era Montevideo comlonam os dossto? e qaet
x<8. Agora sao oj asjlados da UiQJello e
da < Afloioo de Albuquerque que allegara coa
tra o respectivos commodaotes maos iraios e
dOMltOBfOOf.
Os acnsalos ja aoresentarau a sua dfesa,con-
iraoondo a laes atrmagOes cartas da loavores e
igi-adecimenlos de gran ie numero de teas hos-
pedas queixoo.
O tocideolti da faga dos asyladoa da asqaadn-
Iba portogaiia em M'jatelo trooxa a demis-
sao do eoTnunaaii, qus vlo saDB*Rid^' *
Dast'S oairat occar eocias do coaia os te
guimes lelegrammaa:
L boa, 30.
('. 9 0. d. noit").
Foram demiltidos e deverao responder a con-
pelOo de goerra 03 commandanle Angosto de
Castilho e Tevea, daa corv as Miodoll < e
A Junio de AlouqaerpjH. p.lo beta da va-
a&o do rnv. lioso brazeiroa no Rio da Prata.
Bajaos Ayres, 30.
(\'i 4 b3. e 3U ui. da tarde).
O govaroo da proriacia de Eit- -Rios p-obi
tilo que os emigrados brtzileiros cbegaaoi ae
Bun-js-Ayres e Montevidj pasem a frooleira.
Booo8-Ayr<8, 30.
{K'tS a. e 10 m. da Urde).
onegaram a es-la cidade os t-meotea Llm? Lal
te. Cordeir. e Peni lo, do couragado Bam
qa vm rnceber os navios da --quadriiba aban
aonada pelo Sr. Cosiodio de Mello.
Os emigrado hazileiros q-ie d'aqoi segar
rao e de Montevideo na-a Concordia, foram ae
dios pelas aqioridades locaes e es.o regres-
saoio.
MioUTldo, 30.
(a' 8 h. e 15 m da oolte).
Algu-J3 dos an-igos a-yla-ios da conta Af-
fooao da Aiooque-que tiieram pobiiur pela
Imprensa deata cidaoa noticia soare oa maos
faiameotoa qae receberam a bordo.
Pelo qae dnem, o logar qae Ihes servia de
aavlo na corveta era am verdareiro preaidio.
A ufficialtdade da Affonso de Alboqae-qae
iose-iram em El Da am desmeatido a ae
melbame noticia, e como conlra-prova deram a
punii idade ama carta exorpssa em tensos effa-
sivoa e asignada por 60 ffieia8 e aspirantes,
que se dueui agradecidos pea maoeira por qoe
foram tratados a bordo.
Moateturo, 30
iA's 9 D. da nuil-).
Coalla aqoi qae n governo porlagaez demit-
tio oa Sr3. Aagosio de Casnlbos e Teves do com-
mando da Mmdello e do -.ffooso do Albu-
qaerqap. em vi-tule coi saccesios bavidis
uesta cidade.
Segoiram boi^ ar vapor Helios pra
Cmcorou mais 100 dos revoltosos fagltivos.
SSo poneos oa qoe aqu anda se acbam.
A co-vta Miniello fuadeoa boje denlro
do porli.
Commaotctm noa de Ba^nos Ayres qae 01
aatigoa command'do do Sr. Custodio de Mello
anda nao poder*m sabir do tatareto por falta
de roopa. Algana qoe dlspuobam de recursos
] de^rmoarcaram.
D'O Paiz de 2 1e M-io).
Form en treges ajaigoo3 oflkiaea represen
taales da r-aqaadra Daciooal ot navios aurorados
em Boeaos- \yrei e que ali foram aoandonados
velo S-. Casiodio de Meilo-
Da aptiga esqoa nlba aoa revoltosos e nao
foleuirego-i ao gov^rjo da Repon ica o U-a-
Qus, emOargado por divida do lempo em qoe
era nmplesmenie o paioete Uaous, destina-
do ao iranaporie de carnps verdes coos.rradaa
oas Das cumaraB frlgori6cas. .
0 Sr. Aoga-to drt CastilbO, muito ecanJali-
sado com o 8<*d prente, o Sr oaldaoba da Ga-
ma, fes amas urt-.s revlsgOes a imprcoaa de
Mome'iao, demonstraado qae ja ^caidava da
vida do ex-cootra-ilmi*aDte, desde o lempo di
ueairalidaae.
E a tanta dedicaca) do i>ea prente responde
agora com a togrando o S*. Saldaoba da Ga-
ma, qoe, alm de todo, oorigoo o governo por-
tegues a ama desD. za de 3.000 uoras esie.-li
atK, e para o frete do vapor Podro III...
Algotnas oot-a3 noliciaa luteresaaates achara-
se, con a duai j exractaias, nos seguales le-
Iegramma8 :
Montevideo, li43 4. h. e 10 m. d* t.rde.)
O Sr. Aogu-tJ da Caalilno. commaodiuie d*
corveta tl.alelio resooolenio ao interview
qae ih fea um rep-eieniaote da imoreosa des*
la caoil- disae oue nao erara exactas as asso-
veragOes do Sr. Saldanha 1a G.ma. r*l*uva-
menie ao asyra que Ibe >oi concedido.
Entrando em eiplicagOe, disse o S'. Cistilho
qoe oflereceu asylo ao ex-coaira almiraota,
muito tempo antes que aberiamente rompeaae
com o goveroo do marecbal Floriano Paixoto.
Accrescola o commandanle da Miadello
aue assim proceder porqoa o Sr. Saldaoba da
Gama mostrara-ae desejoio de por qaalqoer to-
ma ser pane, oa pelo3 revoltoio, ou pelo go-
veroo da Repblica < ento Ibe moatr por esse modo poderia evilar comoromlasoa.
Di3e mais o Sr. Augusio de Cas-ilht que cao
m exacto ter elle oilo 00 Rio da Janeiro qua o
seas navios iriam someo.e a ilha G ande.
A este respeiio accrusceaton o commandanle
da Mindeli qoe nem elle nem o sea minia-
iro alwolutaraeoie naJa commuaicarain ao go
veroo do Brazil, quando a eaqaadri ha arpn
para o Rio da Prata.
E' igualmente Inexacto, di3se o Sr. de Casti-
lho, qae as co.-vetas po-mgoea-i tivessem sido
ocompaonadas pela esqaadra americana.
Isio nSo addmittlria ; assim como tamoem pr
de garantir qae nanea ooave ordem para atacar
a eqcadrlloa do seo commando.
O Sr. Aoga^to ae Castilno seguio para Basos
Ayres d'oad4 c regressar 00 Qm deste raes-
Mullos offi:iaes do Babia seguem amaobi
para a vis'.aoa capital.
OSr. Saldaona da Gama est alojado no edita-
do do Grande Oriente UraiUayo com os aspi-
rantes que deaembarcaram.
O vapor Pedro III deva regressar ao Rio
da Prata deairo de 15 aia, depois qae deixar
os asylados a bordo do Aogola qoe o espora
no porto de Asampglo, na frica Portogoea.
' oeste ultiao vapor qae tantas dos amigos
revoltosos da esquadra branleira segtiiro para
L'boa.
Sabemos qae o vapor Pedro III foi contrac*
lado por 8.000 libras para o oeseapenno da
commisso em que se acb.
Buenos Ayres, 1. (Aa o b. e 50 m. da tarde)
Fjram entregues com as devidas .formalidades
ao3 offlciaea brasileiros ebegados de Montevideo
os navios que se acnavam ao sarvigo dQJ revol-
tosos.
O goeroo argeat'oo apenas deixou de entre-
gar o Uranos por fo^ga do embargo interpos-
lo pela caso Rallo, qoe ail ga divida do t-impo
em que aqaelie vapor trafegava como frigor-
fico,
k O governo receben telegramma dos nossos
ministros em Montevideo e Lisboa, commooi-
cando a fuga de grande parte dos revoltosos asy-
lados aa esqaadrilba portagoen, em Aguas uc
Prata, e participando qae por esse motivo baviam
sido exoaeredae das respectivas comunsses os
Srs. Augusto deCastllno e Teves, commandan-
tes das corvetas MioieKi e Affooso de Albu-
querque.
(D'O Paii de 3 de Malo.)
A brigada de guerra da gurda nacional s
ordena do Sr. coronel Delgado de arvalho
acbava-se aote'boatem reunida em Itarar. Ela
a communicacao qoe a respeito nos mandn em
lelegrammas o oosso collega Osear Goaoabarl*
no.
Itarar, i. O Sr. coronel Delgado de Carra-
Ibo, sea astado-maior e o 1- batalbao de artl'
Iberia de poslcfto reuaitam-se hoja nena villa
aa 1' ragtmaoio de cavallara e 15 baialnao da
lofantarla da gaarda nacional.
A vlagam at aqoi tol solt penosa, por
cansa do passlmo astado dos cauranos, o qoa
fas demorar a hagagura qn alnd nao coioa
de goerra Inctam om graaie dfli ralla !e para
o-gaoiar o aervici de ira mpo"j.
A ete contraiempo aoicamaoie ae reine
caresta dos genero*, qoe ae vendem por preca*
faOolotos.
E" nom o estado saoitaria em Codos o< corpas
da ongada, qoe se acbam excetlenlemeote dia*
postoa e ealboaiasmados.
Do Paran ebegam boas noli ca >, qae alies
oio carecem de rpida traas nUsao pelo tele-
grapno.
Ao mesmo t-moo em qoe o oosoo distinc-
to collega assim teiegrapbava de Itarar, eida-
daos rerpeltaveis de Contiba, repaoheanose DO-
goclaotes, pelo meamo me Jo se co*rea poodiam
comoosco aani-oo' portaato a grata noticia do
qae na capital do asta jo do Paran* ja alo pisaa
os revoltosos.
Eis es lelegrammas :
Cormoa, I. Hjateen, aanivemrio aatalicw
do marocha; Fionaoo Peixoto, a popoiacao das la
capital estsve em fasta.
A' ooie a cidadt >o>iroa-e toda iliotaioada
e grao le p -siea'a percorreo *s mu, aaodando
o acluo ura-ecbal, o almiranta Giocalvaa,
exercito, a eaqva Ira oaclooal e oor s p'O^mi-
nenie voltos qoe coogeram para a talvacao 4a
Kepabtica.
Novas e pomposas f-stss te preparas para a
receptaj do representante do marecbal e fo-
vsrno deeteEstado(.aunarme Xavier de Miran-
da prefeito 111 jai.ipal.
Coritiba, 1. Coagratalamo 001 can o coot*
mercio da Caoit.l peta restanragio daa ooaaaa
relagOes cotomerciaeaJote Peruaodea Loejretro
e C.Tobas Macedo e C -D-osioa e C.
Abrimos acora espigo eos telegramma
dos D0830S correspondiles no Rio da Prata e,
como se ve a, sao da maior importancia :
Montevideo, TelegrapQamde Bnenoa-Ay-
res qae a commisso de oficiara Orsxiieiros oa*
viada desta cidaae receben os navios qoe estivo*
ram aa o-dens do Sr Co-todio de Mello aeooe
o Uranos qoe fji emoargado por despacho
do 1 ni federal.
Di mesma procedencia nos telegrapbam qae
o miai-t-o oa guerra do governo argentino o*
deo>a qne sejam engajados oa esquad os oifi-
ciaes Orazileiro* revoltoso* qoe o qoeiram.
A eeqoalrilba brasleira qoe esta em Boeoos-
Ay.-es espera someole a iripolagio oecessaria
an A imprensa arganuda -taca rodeoeole o vis-
conde de Paria, eocar-e Portugal por causa oa deleacao dos azylado* da
esqoalnlnaportogaesa qae em tsnpo fngirax
no Doaato.
Sex'.a-tei-a deven sabir da qoareotena todos
os revoltosos qoe se ac&aa em Mar ti a Garca.
Dj otli ,1 -uii.iade qae ettl 00 referido laure'o,
fallecen de (arbercaljse o tenente Lola TtwoaM'
largo.
Parece qoe tem fundamento o boato de qoe o
Sr. Saldaoba da Gama 1-1 a Li-boa.
.so vapor Campana siguiram para o Rio
de I M O 180 do asyladoa em Casnibos.
3oeao*-Ay e, S. D*. Qairoo Cost, mi-
cist'O das roiagoes exteriora-, moron se satis*
teit) ora -8 explicagOas do vlscoaie de Pana,
encarregado de negocios de Poriagal, rriativa-
mejte ao desemoarque do* asyiaJo* Affooao de
Ainaqoorqoe e-o Mooievideo-
Faiieceu em Martij Gr u, victimada oor to-
be-culo-e, o teaente Ln;i T lauai^luruj Goerra.
DAsembarcarao do ltareto o Sr. Custodio de
Mello e 700 dos seos aa.igos csaamaoladea
Foram rocoibnloi p'oos a fortaleaa de
Villegaigooo atim de reopondere o a coiselou de
goerra os segoiotei officiaea : leoeoede can-
tari Acastro Jorge da Camp >*, tenente Ar-iides
Villas Bo>8, t- leaeo.eTitj Lino de Oiiveira Ro-
mos e alferes em commisso Jayme Aorott~>
Villas Boas.
(D'O Pai: de 4 de Miio)
Ao qu 83 1 .reI< Id! 1 >...-. -J a u-
so correspoodeate em Bueoos-Aye, nao est
resolv la a qoento diplomtica entre Po.iu,al e
a Repblica Argentina.
Sorge om graude embaraco, como ae ver
pela leitu-a do desp.ch) :
Baenos-Ay.-e, 3.
0 procurador da Repblica, encarregado do
examinar o protocolo do litigio arge .tmo porto-
goei, dii qoe a qu -s'.o nao ae pode joiaar con-
cluida com as ultimas explicaces do Viscoado
de Faria e acooaelba an goveroo qae exija ideua
satisfagao do oltrage ao pavilOio nac onal em
aguas oesta capital.
O 1 teueate Barros Cobra poolicoa em
joroaes portaobos ama carta em qu- garante ter
sido assastioado por marub-.i-os da corveta
Alonso ds Alooqo-irqa* o aspirante M io do
Aicaaia-a, 00 momeato em qae se evada com
outro- coliega3.
Cae?.ram as gaaroicSes brazileirasqoedo-
vem condaiir ao Rio de Janeiro os navios aban-
donados pelo Sr. Custodio de Mello. Acaan-ae
du qnarentona.
Tem tambeir. graade actaalidade e importan-
cia o segrate telegramma dj noaso correspon-
dente era Montevideo:
Moutevilo, 3
Cbegaram da Buenos- \yraa 70) dos antigs
commanlados do S'. (instolio oe Mallo. Vie-
ram do lazare.0 da IlQi de Mirtim SaTOM, oade
amaa ti'am uoj 200. que esperam roapa.
J> ae acitara oesta cidade 50 alomaos da
escola militar do Rio de Janeiro e mirlobeiros
o-azileir.js, aeslioados a goaruicao do cazador
Repoblica*.
Parece terminado o conflicto entre os go-
vernos portageet e a*gen de borao do vapor Pedro III consegairaa le-
var a effdito jataaieoto C3 asyiado di esioa-
drtlba portagneva, qae em liu ios-Avei p.-ia
ram-se para o reDocador argeat no Donato*
Os brazileiros residentes nesta capital fon-
daram urna sociedade do bencfl->n'ri3. 0 Sr.
Saldaoba da Gama, offerecendo *)0 -ibrai ejier-
lioas para a respectiva caixa, disa-r que melado
dessa quanua ine fd*a dada por um aaonyno e
qoe a ontra metade era producto de algans 'ira-
Ios de sua propneiade.
Segoera boje para a campanha os asyladoe
qoe vieram de Casiitos e qar aioJa aqnt se
acbavam-
Maitoa ofclaei da S5* OaialbSi de infante-
ra pedem ao marecnal Fior.acj IOUOW qos
Ihea d os melos de rsgreaaar ao rai:", ailfgio-
to qoe esto desprovidos de rerorsos.
O transporte Victoria hoje esperado do
Rio Grande e repatriara graade aama*o d sol-
dados qne ser virara a revolta e qu aqoi 00
acbam a sordo do Desterro.
(D'O Pai: de 5 de Maio)
S9 bem comprebeodemoa urna decJaracIa ro-
c?nte do Sr. Costodto de Mello, o ex-coaira-al-
mirante dissa ler esiado neie perto. po-occa-
aiao da baialha do dia 9 ae Fevereiro. vislo qoe
s assim as explica a soa a'.legagao de hater sa-
bido com o Auidar-ao., porqu? recelira 001
atsqae da eaqoadra do almirante Jerooymo Gao-
calves ao croxad-r Repblica..
Mas se assim Sea mais ama v.z provao
que desde a adbesfto do Sr. Saldaoba daGaau
revolta, o Sr. Costoio de Mello coieea a pia-
no de tal sorte Interior, qoe sea ame nem ap-
parece em nenhuma das referencias da botaatta
de Nitneroy, a qoe alus os cheles revoltosos M-
gavam a maior Importaocia, lio corta ooa M
esta derrota qae Ibes preparo a deamorallsacto,
cojo termo foi a faga de 13 da Ma-fi. .
Eainda mi's Isio vam dimon'tr* O oovi
:. ;*: w .as..?: s.-u** *
. um




Diario de Pernambuco
-l

vam nM"**'*t(Mu do a.-. atWwdfcfi*-
a d'onae logicameole se coorlao evid.*ocia
ne 83 dSo trata va mais rta nma loiap*lB*epo-
blica sim pela restaursnao. o que sanp*'as-
leDlamoa em desoeito davengatms fne o fi>
ram feus. cuaca, por.*, pelo Sr. hldaoaacia
Gama, digamos em apa**.
O Sr. Coaludio de MflMo nao po-le referir a
rimeraaanida do AfWdcbao. N?aie ssbpo
BicgO^QJ ignoraba qo*> a asonad r.a otoiatMl
jCQa'a-sa un organi*,? e, portaolo. O Bapa-
Mica eatava a aalvo de am ataon -.
Veo 08 leitores qm tmn avisnlDB bvI-
DI08 com o alarma qae taernos nos araaiaes
TepuDlicaaca. O Sr. Costoiio de U lio, o mi
Bt-o da oca-ioha do marechil Fioriaoo, am dos
qee reubeleceram o dominio d* coasiitoica
hoeral no glorioso movi-neolo e 2} d<* Nove o-
oro. cjtvira-38 a vonads soberana Jo Sr Sal-
Unba Ja Gama, lieota de todas as suas ira-
dlce, aceitara o mais secooda'io do3 papis
oa direccao da revolta, agoardaodo a res'.aora-
{o que 'be daria novos provean equil:j,aer U-
lulo de receote ttda'ga-
K pones e pooco vio a desvendando, cono
vfcm,os iotaos da revolta. E o Sr. Cmtodto
de Helia, tono o prorilo c!e franqueas qn* Ibe
veio no Kio da Prata. ntu'almenle se diaoora a
duer toda a verdade, n'am impelo derraleiro de
Jesldade. Espere o'.
Bis o lelt gramosa :
Montevideo, 4.
O Sr. Gastme de Mello delara nela morensa
aue a sua sabida do Ro de Janeiro cum o Aqu-
cas.foi motivada pelo receio de que o e-oaador
R-'^uOliai., acHando-8e bolado no ocano, fo-
ie atacado pela eaquadra legal.
Gnegoa a esta ridaJe o capitn lente T.l
kae, da eaqoadra poriUKUftta, qap vem oum-
ssandar a corveta Mwdelio.. O Sr. Augusto
de Castno retira ae pa- Lisboa.
Bata de qoarspiBia oa liba das Flores o
iraospurie braztleiro Vwo-i.-
Oa aatuzos eommuiiSa os do Sr. Custodio
de Mallo, em oBane'O d* 7iO, e*io alojado* oa
BjS!>edana de immig'aates. Na liba das Flo-
rea anda ncva o 180.
Qaaai lodos oa officiies de.marioba reool
toso qa qui deaembarca'am aegoiram para
Buenos Ayrea. .
No.iua da visinha capital informara ana o
precorador da Repoolica, dando parecer soore a
anestao ,-rrgeotioo-poringoesi, critica severa-
laerx*1 o procedlmeoto do Viscoade de Paria e
aceoelna t seo eoverno a exigir to governo de
8ua Miieaitde F.delissirai completa satisfacao
das violen:i.s p'aiicadaa oo oorto de Buenos
Ajres pelo nnmediaio e mannbeiros da ABjo-
io deAlbuquerqne.
Mi) -rvldj. 4.
A coramissao de oSciaes braiileiroe tomn
sonta a esquadra qae os revol oaos abaaoaa-
jam em Baenoa A7res.
0 Io tenenie Carlos Pereira L ma assumio o
eomDando do Repblica e da esqnadriiba ; o
J" tenentc Jos t-ka Penido commanda oEi
per ro de Furias esiao coajmandando Iris eo
Ai gaariji^fiea para t dos-estes navios bega-.
m a Bueooa-Ayres sem novidade.
0 lrauoa couiiqh empardado. Aiada Bao
til dada a seoieoca uelioiiva a respeito.
A es^aadra repuolicaoa, sob o commando do
almirante CoGiUes, parti aule Conten de San-
ia Cathanna para BuenosAvres. atirn Ja tomar
coola dos navios entregues ao governo argeutiao
pelos revolt->8j8.
(D'O Patz de S ie Jlatoj
0 oosto correspondente em Buenos-A-, res
ompleta noje o leleg'srama que bontem nos
leio de Monievideo. Effectivamente o r. Ccs-
todio de Meilo sanio oa inieogo de offerecer
combate eaquadra nacioo.tl, cuja orgaji^cSo
itie coustava; dingio-ae para o norte, com romo
a Bahit c. a meio de caminbo retrocedeu, por-
ece as duas macboas de guerra 8 soas oraeos
sofirera n avaria grossa, que temporariamente
B inuiltisou.
De Mantevidj tambem cbega uosinformagoes
siaociosai relativamente A oniesucao que em
carta oppoz o capitao de fragata Aagasto de
Cas.iibo as acco^acoes do Sr.. Saldaoba da Ga-
a. E' urna f jrm avel rep'imeud?, acompa-
Bbada de ponlerages ao procelimeotd do ac-
naadtfr.
Da-ocs arada a nos-o correspondente em ifon-
leti i> no ucias do ex-i- teen e Francisco de
M*itoa. O deouiado qoe o Sr. Custodio de Mel-
> am tea desigoou coos-rva se grato ao pro-
ctor;'ccoaa o tx-coronel SileaJp de nico
'espossavel pelo desastre da expeaicSo ao Rio
fraude.
Esta* ontras Qoticiis cootm-se nos seguales
Ja.lgrammas:
Bneooa-Ayres, 5
Oa revolioaos orasesos "qoe acompaobaram
Sr. Custodio de Mello acbam"se alojados na
Btwpedaria de iminlgr-autes. O sea aotigo tfbefe
es 4 gmaado de todos oa cjnfortos da bospeda-
gtm ouegeneroaamente Ibe conceden a familia
Ma-
O Sr. Custodio de Millo foi intervistado por
sed reponer ira Prensa e declarou que eram
exact: s ae iafjrmacGes enviadas para Londres
peio co're-'poride ne dj Timea.
Cm enVito, SJbiudo di o de Jaoeiro com o
AqodaDan aproara ao norie. visto que r
olvea, *coO'taao pelo R-tpoolica atacar oa
Baia a esqaad-a doalmiraute Jeroayno Goj-
jaive*.
Esta t-niativa nao fji levada a eflelio, parque
em iii^to da viagem expo no urna das calieiras
fio couragado e avarioo-se macbma do cruia-
or.
Eate iacideote fo-Qou-o a regrea'ar ao Das-
tetro. aira de rep.ra- os navias da esquadrilna.
O caottSo Iraca Angosto rteCastilho, ex-
eommandaote da iadcllo em caria publi-
cada na Prensa ataca oSr. Saldaoba da
Gama e chaina o Je ingrato Sea regresso n L's-
Bca, poi forga da exooer^go, esta resolvida
para a o'oxua* ea'iida do paquete Srall.
Koatefido, 5
H: Prenda de Baeno^ Ayres, o Sr. capilo
de fragata Augusto carta explicando asrazesque teve para dar
asylo aaa revoltosos commandados peh Sr. S-
iaaaa da Gama.
O ex-caimandante da Misdello na refer-
a caria fas censaras imoreasa fluminense e,
especialmeatb tratando do Sr. Saldanhi da Gi-
a, cbama o ingrato e coclue por estas pbra-
m:
Comprehendo perfe tameote que o Sr. al-
mirante SaJdaiba da Gama teaba boje; lawoati-
5&J3 pela aor'.e dos desbragados asmraaies de
Bari'.ba que segairam no 'Pedro III comple
lampote (altos ae protecgSo e discnpgao dos
caoioaes qoe os levam a Lisboa.
Devo entretanto dizer aue melaor rJcaria a
este almirante dar evasao aos referidos aspiran
tes, faz el os os pnmefros ut faea, qaando pres
snrosj deixou o aeylo do Pearo 1U ; e me-
laor do aue. iuo isio aiada seria que o Sr. Sal-
dacna da Gama tivesse Oca lo com aquelles rao
ciobos, como se prometiera com o governo por-
tufici, conforme coofessa no protesto a qae
TtBpoado e do dominio pobiico.
! O eneeoneiro Juaqoim Francisco de Paula
e o ex 1* lente Francisco de Maitos, qoe com-
aaodava o Iris qoando a eeqaal'ilba revoh
tosa cbegon ao porto de Bnenoa-Ayres, accusam
sela imprenaa o x coronel Salgado, torando-o
nnico responsavs! pelo desasir da expedigo
to Rio Grande.
O tramporte Victoria J tem a bordo
lodos os arotigos soldados da revolta que esta-
?am ie:o'bido8 no croiador Desterro.
proposito da uodago daSocedade Bra-
teira ae Beneficencia, o que aoticiamus n'um
oi nassos ltimos telegrammas. devenios dizer
jae oa Toraa onvidi dos oD-. Victorino Moa
teiro e o'Sr. Oomiagos de Axevedo, represen-
tafites do governo do Brasil.
O coaracado Aqalxaban pasear i de
ominar se Vinte Qnatro de Maio e o cruza-
dor RepObl'.ca tomara o oome de Qoioie
eNovenJbro.
Os ievnf vasos que estiveram com p3 revol-
moi tomaran oatras dssoaiinsOea.
GMESl SimiL
;
(Jaraal d-a CommtrciD 4a .1 de Maic)
a ad
Soba-preiidenoU di Sr- Gil Gaulari, eflaca
'UU-SBcntem a 13 sesudo preparatoria.
CoaBBBVrtcafBa 11 S-s s-uadoes.
AnprowDUsara acU e l-o-se o expedi-nte.
0 >. Ai metalar Ba/rcto jusficoa e mndau a
mew orna cjal-stagao a elelgOes effectuadas
003 loga-es que se a^havam em estado de sitio,
p-opoodo sejam aonallalas.
Encerrou e a sessa-j as ui horas e 40 miao-
los da tarde.
Cansara dos Departado*
R-jas'HisehoiteiJ a 10* iUJu preparatoria,
so a presidencia oo Sr. Gaogalo de Lugos.
L' i e approvada a acta e pobucadj o expe-
diente, passvao se a ordem do Ca
Fo an app-ova9oo > pareceres das respecti-
vas cjmmis?6es de vericacao de poderes, re-
coniecendo deputados eleitos pelos Estados da
Babia, Mmas Geras, Pe-oambuci). Amazooar,
Rio de Jiaeiro;e Rio Grnflde-do Norte.
A requerin-:no do Sr. GHceno adtou/s:; a
votagao do parecer sobre a eleicao do 2* distr le-
lo drsla capital.
Lvautoa-se a sesso as 12 bo^as e -lo miau-
tos da larde.
( Jjrnal do Canmercio de 2 de Maio)
enatlo
Rialisou-se bjatem a 11* essao preparatoria,
son a presidencia 'o Sr. Gil Goolari.
Gomparec-ram 13 Srs. seoaiorea.
Approvoo-e a acU e leu-s o expediente.
Par prooufta do Sr. Caoba Jumo foi susoen-
sa a sesSo-oor cma icra, arin de qaj. as com-
mifsoes apioieotassem os pare-erea qoe esla-
vas eHabarau :o.
Raabarta a sessS-, f^am idos os parece-es
recoobeoeaJo seaajjr.s os Srs. SaldauDe Mari-
abo, Joaqun 3arneQ'o, Antonio Baena, Gomes
de u*!ro. Nognriri AcjIoIi, P'res de Amonm a
.Rodrigues Aivjb-.
1 S'. Jjo Nsiva requereu dispensa de im-
ptesKa para aqujlles p*fece'es, o qae foi coi-
cedido.
L'vaatou-se a sesso a? 3 boras e a mnalos
da urde.
Cmara dan Depulado*
Sob a presidencia do Sr. Gaogal) de La effeciuou-se non.em^ 11 s:fSo prepralo!
Compareeerauj i Ss. depuialcs.
Foi aporovada a acta da sesso anterior e IIJo
o expaareate.
Nida fo.is baveaJo a tratar, levacnu-ie
sesso as 12 bo-as e 15 mnalos da tarde.
i Jjrnal da Commerclo i
Senada
de 3 de Mai >
A i2"fle89ao p-eparatoria foi boo'>m presidi-
ada pelo Sr. D Prudente de Moraea.
Comoareoeram 20 Srs seoadores.
Approvuo-se a acia a lea-se o expedi-ote.
O Sr. Almeida Brrelo apresetia umi ioa
lesiagao te eisigO s realisadas no Eitado da Pa-
ranyoa.
Na ordem do di o Sr. presidente expoa >
necessidad.- de resal ver o senado se deve reco-
obeer os oovos eleiios apenas com 22 dos BSBH
memrros ou se deve esperar que conparegam
32. maioria regimeoial.
Falunm a respeito 03 Srs Gil Goalart e Vir-
gilio Dama-i", que apreseoiaram in ncagii-s.
O Sr. Gil Goauri requer a retirada de sua
ioflicago, uo qoe o senado coastotr, aop^ovan-
do em seguida a indicagao do Sr. Virgilio D-
maslo.
Foramtido^ o^ patveerej reconbeceado *,nE-
diasa oa S-s Dr Leopoldo de Saibes, Correu
de Araata e Pires Fe-rreira.
Encerroo-se a eesso as 2 boras da larde.
Cmara don Depuladea
Realisoo-se bontem a 12> sessa preparato-
ria, boj a presidencia do Sr. Googalo de La
go*.
fiompareceram 4. Srs. D*poiado3.
A iprovada a acu da sesso anterior e lido o
expediente, passou-se ordem ao da.
Forana anprovados os pareceres ns. 31. 32 33
e 34 reconheceodo epatados pelos Estados d j
Para, Peroambaco e S. Paulo-
A requerimenio eo Sr. Andar Ros, foi adiado
o recondecimenio do Sr. More ra da *uva para
ser discolido depois da aberlara do C>agres*o
Oraram sobre o aisompto %,o sSrs. Ainayle J-
nior, Rios, tiliieno e A-Joipho Gifdo.
Na la mais baveado a tratar, o S-. President-
canJidon aos Ss depatades a comparecerem
boje, hora regioieatai, afita de se p-oseguir nos
traOalboa preparatorios.
Levaotau-S a sesso s 12 boras e 45 mina
tos da larde.
(Jornal do Commercia de 4 de Maio )
Senado
A 13a se33o preparatoria fo* nooiem presid
da oelo Sr. Prudente de Maraes, compareceaao
22 Srs. deputados.
Approvou-se a acta da sessio anterior.
O Sr. Almeida Brrelo apresmiou doenmen
los, atim de instruirem sua contesidgo s eie -
gOes da Paraayba do Norte.
a ordem do da foram anprovados os prete
res, reconbecendo senadores os Sra. aldaob
Marinbo, Silva Sarment, Busaa, Gomes de Cas-
tro, Nagaeira Accioly, Pires de Amorim, Rodr
gues Aies, Crrela de Araop, Pires Ferrelra e
Leopoldo de Bulboes.
Ao riiscntir-se o parecer, reconbecendo sena-
dor o S-- Nogueira Accioly, o Sr. Caoba Juaio-
requ-freu voltas3e c parecer a commisso. O
Sr. Catanda combaten o requerimento, quj foi
rejeltado.
O Sr. Uoaldlno do Amaral mandeu masn
ama aeclarago de que ba'ia votado coctra u
approvagao da eleigJo do Cear e recouUeciaeu
lo da ecuador diplomado.
Prestaram o compromisso razmental e tama
ram posse os Srs- Saldaoba Marinbo, Joaqoim
Sarment, Baena, Nogueira Aceioiy, Prea de
Amorim e Leopoldo da BoihS
e lido
De:-
Sob a prpsldecte do S*. Gongalo d-i
tCeciuouce bonteii a 14* sessio prepar irlo.
CorcpreaB9SBD 66 S s. depotados.
F.)i aDp'Ovada u acta da sesno anterio
O expediente.
Xa orneaj-do da approvou- re;onnceado os oepuados cleitos pelo 3o d>'.n-
co de Minas-G-^es.
Occaparan; s triOaOB os Srs. Tioma
pbino aprwen'.acdo algoos reqorru-i^s qoe
foram approvado." e Francisco G>ce*io.
Foram approvados mais o pare.e--s
39, reconbecendo os depa'adus eb>UM
talo do'spirito Saoto e Io districio d*
FalUram pela oriem os Srs. Aioloio
Medeiros e Aloaqs-niae, Auasto Severo,
Ros e Monieoo^ro.
Levaniou-re a .^esso s 2 boras da lar
( Jornal do Commercio de 6 de Mj:
Sesudo
gr-so.
Rean^rta a sesso, dfC'aron o S--. Pr siaeate
qs a Cmara atada nae potaiaRtatla---
Li'antouise a sesso s oorae di la d"
iura &on Deputado*
omiiigro
lalo de 1894
a
Lagos,
a lo* s^-sro prpps
Sr. D:. P.-uaejtd
alO'la.
de alo
R'alisia-S'^ hant^m
sjd a presideoca do
raes.
Comnareceram 26 Sr. senado es.
L u se e aporovoa se a acia di 3ess
rior
O Sr. p-esidenie dealar jo qae nao tvn4o
numero pi'a ent'ar-ee oa ordem do d
t .nte-
la ie
vaaiar a se-is", .-neairdaiido a m?ai rn^r na d-i
Cunara dos Deputados pon-e se tinh
oomero niKa abrir e o Coigre-tgo. Qi!
a nr.:E--l-a nyootnese tna 114taw a ses-ru
ne, e no a^o C -ni-a
mesma oieea para espe
mar.
L?va :tou-e a mstio 1 bora da tarde.
o que reao'r s- nia.ii.'j-', a
ar respos.a u'oqoela Cu-
Camara do Bepaimfl
R'mIiiou se hon'em. sob a prsi1tMc d'i ?r.
Silo -p-fanba, 1 iiHMBBBat, *3* iBmAo pepa-
P*'n*4a d-ma casa Foi app-ovaoe a ac'a dos iraoalbos aileroies
- .'ido o expeiwat".
A (j-uem do da foi t-abalbos 'e e> nnjls o-=.
Suapondeu-se a aessSo atim de se verificar s1? i chefe da nacSo
CAPITAL FEDERAL
Datas at 6 d lao.
S'hj o titulo Marcckil Floriano fecra-
veu Pata do dia 1. :
Eta todos os terapos e. etn todas ai na-
^oes o povo sempre o priineiro a sagrar
os roa hroes, aqualies- que se saleuta-
ram na pol'tica, as armas, as Utras,
em qualquer esphara da actividalts hu-
mana.
A apotheose mais dignamente itiagi-
nada receben hontem o mareohal Poria-
no Peixoto, assistindo s mantte^iyO
da familia brazeira, que espuntaneame'.i-
te dacerrou o veo da modestia em' que
se oceulta sempre o chefe do Estado,i para
por em evidencia os seos benemritos
servidos em prl da tranquilidade a da
paz publica e da consolidago do negi-
inen republicano.
Militas corporales foram a palacio
comprimentar o chefe do Estado e palas
notas de nossareportagem podemos lajlian-
tar aos nossos leitor s oa seguintesj por-
menores sobre esses fastejos.
O Sr. marocha! Floriano I'-izota nao
pode raieberas pessoas que o foram cont-
primentar, mcommodos de sade o bbri-
g-aram a estar ausente, sendo represanta-
do pelo seu estado-maior.
A commisso promotora dos fertajos
ommemorativos da data auniversatia do
eminente chefe do Estado resolveu con-
forme noticiamos e de aecrdo coiovis de-
sejos expressos por g-rande numro de re-
publicanos- abolir a idea da passuiata,
offerecendo apenas ao Sr marechal urna
cora de louros Hontem esses cavlhei-
ros dirigiram-se ao palacio para razer
entrega do delicado mimo, orou por parte
da commisso central o Sr. capitn Orlos
Pinto Birretto, 1. official da directora
geral da instruccao publica municipal,
que pronunciou eloquente discurso, neal-
9ando os mritos do valente cabo de guer-
ra e recordando a posico brilhante que
assumio na adrainUtraeo suprema do
paiz, conseguindo a consolidaco da Re-
publica e a verdade do systema.
O Sr Io tenente Sadock da-Si, uittdos
ajudantes de ordena, leu eato as segan-
tes palavras de agradecimento :
Ineommodos de sade, que apezar de
ligeiros exigem repouso, me obrigam a
passar alguns dias fra da c dada menos
entregue aos labores governamentaes
Nao qmz porm atastar-me sem diri-
gir a meas queridos filhos a honrosa in-
cumba.'icia de me representarem parante
as corporales e pessoas que no dia do
meu natalicio tiverem a gentileza de tra-
zar ma cutnprimentoa ; sejam elles pura-
mente amistosos, sejam de carcter offi-
cial.
Deixo-lhes nestas linhas escriptas com
toda a affei^ao da minha alma os meus
cordiae> agradecimeutos, a minha profun-
da gratidao.
E' muito provavel quo nestos cumpri-
mentos a'.guem se lembra de generosa-
mente alludir minha conducta aOTjaaa
ltimos tenipos, como soldado e como
bavia na oatra Cmara namero sulicisnie de
membros para a abertora daactial legislatura
Reabrindo-se a sesso, leo-se o parecer da
commisso, reconbecendo senador pelo Rio
Gande do Norte o S-. Alalino Alvares AIToaso.
O Sr. Presidente declaroa que ainla nao oa-
va noniBro snQicienie para a aberlara o Con
uoaaa.
Levantoa-se a sesso s 2 boraa e 40 minlo*
da larde.
Cmara alo* epatado
Sob a presidencia do Sr. Gmcalo de Lagos,
reallsoa-ae bontem a 13* seceo preparatoria.
Canpareceram 18 Srs. deputados.
Approvada a acta e lido o expediente, passoa-
se ordem do dia.
Foram appro?ados os pareceres ns. 35e36,
sobre re^onbesrnentj de deputados pelos Esta-
dos de Minas Gsraea e Pernambuco.
Nada mais havendo a tratar levanta 6e a ses-
eao s 12 tioras e 50 minutos da tarde.
( Jornal do Commercio de 5 do Maio)
Senado
Realiaoa-se bontem a i.* sesso preparar irla,
sob a presidencia do Sr. Prudente de Moraes.
Approvoa-se a acta e lea-so o expediente.
O Sr. A'meida Barreto apressmoa mais ue
documento contra a eleigai da Paranjoa do
Norte.
Picoa encerris a discasso do parecer reco-
nbecendo senador pelo Rio Grande 4o Norte o
iSr. Dr Altniao Tavares Affaoso
O Sr. Presidente observa qae a deliberaco
do Senado em reconbecer poderes de seas mem-
bros com 22 membros j nao tem cabimento
porque tomaran, assento e toratn reconbecidos
10 senadores, devendo agora a maioria compor-
te de 32 membros.
Saipendeu-se a swsao atim 4e venScar-.e si
Ais que trdrenx esta lembranja, eu
diroi que na verdade me julgo extrema-
mente feliz por ter podido, vencendo as
maiores difnculdades. dominar csaa -e-
volta que teria aniquilado a Repblica,
sa nSo ossem o patriotismo e a dadicac >
de todos aqueiles militares e civis qu-i
francamente, heroicamanta vieram auxi-
liarme na dignificagao de nossa patria
A estes principalmante cabe a gloria
do esplendido triumpho que obtivemos,
triurapho que sera por certo a mais soli-
da base da Repblica dos Estados Uni-
dos do Brazil, porque est cimentada
com o saugue dos que por ella se bate-
ram, dos que por ella se sacrificaram.
Quanto a mina, modesto operario desta
obra ingente, nao almeijo outra recom-
pensa alua d'aquella que dimana de mi-
nha propria consciencia, isto a convic-
co de haver comprido em to grave
emergencia com o meu dever de cida-
do, depositario da lei.
Nunca me preoecuoaram nem os does-
toa dos maldizentes nem os applausos
das raultidOes; firmejias minhas ideas e
segttindo a roca que tracei, s tinha em
mente o meu objectivo vencer e dizer
aos meus concidadaos : Aqu tendes a
Repblica immaculada e forte ; lutou e
venceu ; faltava-lhe o baptismo de san-
gne, e acaba.de recebel-o na pia do he-
rosmo e das grandes abnegacoes; estou
contente, posso descansar; nao dormirei
porem; no momento em que sejam preci-
I oe ?mea* servic83, voitarei aasro qae
tenho sido at hoje -defensor acrrimo
das garantas e da iniivisibilidade da
nossa patria.
No devo terminar esto voto de agra-
decimento sem me dirigir aos dignos ci-
dados que tiveram a idea de promover
urna manifestacio de apreco minha
humilde pessoa : agradeco penhoradissi-
mo a puzeza de sjias intencoes ; e se al-
guma coisa rae licito pedir-Ibes que
fayam rew.rte^r qualquer quantia de que
disponham em beneficio de asylos desti-
nados a-> recolhiaientu de criaacas aban-
donadas e de preferencia a orphos dos
defensores da Repblica, que nao tive-
rem melhor amparo.
Sao estes os meus desejos e muito me
agradara vel-os realisados33 da Abril
de 1894.
Floriano Peixoto .
Em seguida O P,iiz enuuraera ex-
tensamente as commissoes que foram ao
palacio Itamaraty, os mimos que foram
offerecidos ao Vice-Presidente da Rep-
blica, e as demonstrares festivas havi-
das em differentes pantos.
L--se na Gazeta de Noticies de 2:
Realisiu-sj hontem a reuna i de as-
selnbia gerai ordinaria do Banco da Re-
publica do Brazil.
A reutiio foi presidida pelo Sr, Dr.
Kangel Pestaa, servindo de secretarios
os Srs. commeiidador Carlos Antonio de
Araujo S;lva e Ur. Osear Vara ly.
Approvados os actos da admini-itraco
foi votada urna mocio de pezar pelo fal-
lecimcnto do Sr. couselheiro Dantas,
procedeiido-se etn seguida elaico da
dotis directores, dos scaes e seus sup-
plntes.
Foram eleit s directores; os Srs. Dr.
Jos de Paiva Magalhles C-ilvet por
13748 e Ignacio Pimentel por HG51,
seguindo-seem votar) o Sr. coosetheiro
Betito iiz da Oliveira Lisboa, que ob-
tevei-GSl.
A apuracSo da eleicao de iiscaes e
stippletites ser feita hoja a l hora da
tarde.
L-se n* O Paiz de 4:
O Sr. Ruy comeca anegar os conceitos
que aventaron ao.s jornalistas portugue-
ses e que fizeram o objecto de narrati-
vas publicas, que aqui resiunimos ha
il;is.
Eis o que a respeito nos escrevem de
Lisboa :
As iulcrvicios com o Sr. Ruy Bar-
bosa, e nos dias seguintes as < uas ex-
nlicacoes e desmentidos, canstitin'rampor
alguns dias o pratinho da bisbilhotice
indgena.
Nao fui bem comprchendidoeis como
o Sr. Ruy Barbosa faz a errata a >-ri-
meira interview publicada ; entre outros
pontos, nos que dizera respeito as cir-
cumstancas da minha expatriacao, a
minha p*tico de hxbcas-h(jius em fa-
vor das victimas do incidente Wandeu-
kolc, arguico de pouca actvidade
contra um dos meus collegas no governo
provisorio eaos qualificativos de violen-
to e intolerante que noassaquei pessoal-
maate ao Sr. conselheiro Affonso Celso,
mas a politic-i imperial nos ltimos dias
de seu governo.
Sei estabelecer a justa distiuceo en-
tre o ca acter dessa poltica, a queoppuz
a mai; vehemente resistencia, e a situa-
co individual do hamjm de Estado, a
quem eu nao quera ferir ua adversida-
de, to dignamente supportada, com re-
criminacGes extemporneas e esteris.
No mesmo dia em que esta emenda
era publicada, Pinheiro (Juagas, em ar-
tigo de fundo, tirava concluses, em
favor dos principios que tinha sustenta-
do, destas palavras desatiladas e levia-
nas que Ruy Barbosa dsse ac seu in-
tervicwer, explicando a revoluco brazi-
leira de 15 da Novembro de 18-9 e ci-
tando actos de desobediencia do exercito.
Esta desobediencia nao foi punida
e o militarismo, consciu do seu poder,
comecou a iinpor se, Quando Celso (vis-
conde de Ouro Preto) quiz reprimir estes
actos de indisciplina( nao o pode fazer e
a revoluco rebentou.
Um homem de Estado, ainda que
exilado de seu paiz, nao deve esquecer
que filho dessa paiz, e deve empregar
o mximo cuidado para que das suas
palavras nao resultem argumentos ou
commentarios que redundem em desfa-
vor ou descrdito da sua trra. Teve
essas cautellas, esse melindre o Sr. Ruy
Barbosa ?
' claro que o ex-estadista do Brazil
percebeu, vist. das concluses tiradas
por um jornalista monarchico, como o
Sr. Pinheiro Chagas, as suas levianda-
dta e precipitacea da vespera, e u'uma
carta publica apressou se a rectificar de
novo essas affirmacoes, escrevendo estes
periodos sobre o exercito e o papel que
elle teve na revoluco.
Nem eu disse nem nunca me passou
pela mente que a revoluco de 15 de
Novembro fosse obra da soldadesca indis-
ciplinada. Sempre impugnei essa con-
ftisio. cuja iujustica nao soffre, no meu
sentir, duvida nenhuma. 0 papel do
exercito na revoluco. a questo militar
qae a apressou, tiveram, uaquelle acou-
tecimanto, apenas a importancia da occa-
sio, que acelera um resultado pre-
visto e mais tarde ou mais cedo inevi-
tavel.
B C >:no o signatario da carta im-
prensa achasse com estas palavras, que
pediam o encerramento da discnsso
...sobram-me desgoatos para esquivar
debates da imprensa, nao buscando no
seio da hospitalidade estrangeira' seno
a indulgencia nos coracoes benignos,
quando nao saja a sympathia dos ami-
gos do direito, a cuja causa ^sempre bus-
quei servir..
E' claro que o sen contendor lhe re-
torquio na mesma moeda : Que passe
socegadamente os dias do exilio na trra
que mais ha de concorrer pelas suas li-
gaco esaffectuosas com o Brazil, para lhe
mitigar as saudades, o que vivamente
desejamos e para isso concorreremos, nao
o indo perturkar com o echo indiscreto
das nossas discussoes polticas..
E assim acabara m as interviews e rec-
tificaces do Sr. Ruy Barbosa, em que
j niuguem falla, por isso que todas as
attencSes se tm -voltado ha dois dias
paro Brazil, sendo devorados os tele-
grammas que communicam os aconteci-
mentos do Rio Grande do Sul, a entrega
de Cttgtndift-A.-Mall. 4 B^nhlaca do ^m^ pprowda. O Sr. Anteas .
Uruguayje o restabelecimento emfim da cado propoa totie 1^5^ em reU a
paz em todo, o vasto territorio da Umo yo-^ a peMe ^im raart, 0 epuUa0 p.
lar, o gua tfitaWm foi pprtiTado uaiiai-
mnm da ^iao___
SUL
la s*aa Oatas Ht 2S d *bril :
D o Diario dt {o Grand de 25 :
c Sob a direo^So 'o b~r.wtaaio opera-
rio a eonatraotir n*vl Sr. ooel Fer-
rdtru Toa^aiatta, foi a"t-h )it-j BwKnvt m oohoaaira Canani, ^a como,
o ebi, \iob B'do aiwtid no faado -io
i..i 7 do cor-eate, sa trouto ao am*d*.
O Sr. Tougambn, gr^ia & hhh rtsoodiio
uida o ."C:."<" j..o a, eo-jijn-uiu em poae>.i
di^a fua^r flic;:>H" nq-i'Vi-i ambaretay&ai
quo ni bis sn ir-amptio p^r* ja maiOG outros qs- j t-iui co>iqjis:ado cot
. pu'H'ias doa apr3i%i'irus da aot capuc-
dada ri' op O f<3to foi Q{ii-hootdia t.rdi3 fest-jn-
do c>a fji-aa-loUs d-i tugantes e boi'.ja
de rn'iohs bosb ii-ls do vrUaaria, ddi\a
yo a c.io>oiieir C'incirc.
-LS s- 11a.ne da o-rra do 18 :
O vapor L.i>aa Ouarw tihoi-j i'-v
i.-, ture*} faiu d corv-rta illeoiil
< Ai-::t*cdrija >, .laso8 liOatam ct
BOtM .vadeada ao Sal 3 resabio a seu
jo<-d'i-> naaBaaaataaaai a m-is d-iu oEjivia
da r'.'ferid corveta, qua viar*ra tar.-.:
: :i;frTeocir com o Sr. eoaawnda'itu des
ta BftioaBB imperio ajertaaaie-, o quai vaio a eata a c -r-i'i-c> 00 rt->Qd-jr i Aanai.
A' 3 hor*i ti i
tr d-i nerr- i 'a-Z'.r o r. co'nm'jdata
-1 -> oS\j'ta < AIsaiiodriQ.
\'i 5 n i-.s o 30 oi.utus aospan^ei e
f j-4 .i so mur.
Sitara A O.:deu,d JaguarKo, qua
1 a grupo d e-cco m.ii-.itjra* aaltu no
1- 8, pilos 2 b->rv> d t^c'i, a habitac^o
do I<-'o R-idnguiii, co C*p3 > ana Pardi-
h, moa i aidude.
A orirniiir* vicsaia foi o fila- to<*s ajar
'ho do dooo d e- 21 anaoa (e id-*da, o oual ec^v .^ui..a-
io de orvallo, na occasia-) a>u qa 1 aia^oa
o grapu.
E'ie oj''' -''a'sndau-<3a, dataca^ado oilo
n-i.o da rav ooosegaido -i'>ivj-fr-8e-lrj4 d<9 gifi'aa,
mus ruuito grH/oroai'.a t-rd).
Un a*"- iruio, tnaaor, H^.jaa- d-r par-
segaido da pari, 01 tnid {j'ie, poia vaio
dr oidde tncolumo j aio a*iui o sou
deB/'-'urac.o p.\i, que upaoufl tava tampo
a f. zr c-zplodir d-ois tiros de pistola coj-
tfw os tn*(ait')ra, fiita o saoi VKtrt toga
depuia.
Irt .> ar cas-id-i o daixoa 11 f h .
C Is-ia tupo**, qu-tro fi an maca a o as
'ifiH.1g.1s q-i-3 as ^sc-;>^raai d-> aec aasasna^das taasbam,
UdM d.w m s barbara oieme.
f a sagaida ao ssaita a caa ( da.
Qja,ado ebegoa a torca ea^ida d cid*
da, j es znHifeitjreatiah.airae evadido.
< A me-jcn*. refera que o Sr. oapitSo
Figuflirad'i Parairu segua oo fia do meZ
pa-and., da oidade i -uU Victoria ptr
a do Kio Qraade, em ooGapnoh-a da ana
ea jo84 ; um tl 10 de trea anuos da dada,
qaaado foi atacada a diiigaacia que oa ca-
daata, por ass-.a as da (arlos Chagas, Ca-
Tolino Amarsl e indio Harcelio.
Dapota da aqs'tado, foi o ieditoso oida-
do b~rbarameut- dagulUdo.
O aapitao Figaairedo Paraira, qae for-
mar* a vugem em busca de lenitivo para
a aaude, poia, soffria do liudo. ooatavH
upaa^s 37 aoaoa de idada a era Ubelliao
em Santa Viccoria, onde., bao mogo, esta
baieoara residencia: se-do natural do Ale-
gr ti, em <\a.o longos aoaos moroa o ^au
ai mai r Vonaacio Paraira.
15ra casado coi urna aancra da impr-
tame familia /ictorieaso e goaavj. de mai-
t^a tympathias no lagar da aua residan-
oa.
Attribue a Ordam esto c'.o da mal-
va le ao aar o oapitaa Figueiredo mambro
da oommiasSo esacutira do partido rapa-
o!i j-jOo em S*atn Victoria.
Dieem folhaada Porto Alagra:
a tfais um importaatissimo producto
matarrai da graadioea obra do virtuoso sa-
aericte Reir Joaquim Cacique da Bar-
roa.
As edacadaa do eminaata apostlo da
aridad, teoio comprado por 25 0005 o
predio ra doa Aodrsdaa n. 131, vio
mudar f*ra ella, -dentro em pouoa tampo,
o S3j ditabalo?!manto da ansiao qua fuca-
:i losTa ra Marachal F.oriaoo n. 133.
s*. da 30 da Abril ap- I
la S. P-ilo I
is 1 o -.ciUtiuo ca opc- '
mamante, sendo por esae raoti?o au pea-
sa a sesaSo.
Teodo oa mar'bS
pnreoida o>-s raaa da
boletins nunaacriptos o -citcuo oa opc-
ritrius anircbutas a demouatrrtm ana
eaiatancia aqui, o ch'fe da polic* ^ao-
don detde o meio ia redobrar toda so pa
trulh'8 4a cidnde, assim como as yfBBB*
das das r^partigScS pubcits, ufi..i d evi-
tr qualquer mentado. As patrulh a aa-
t&0 armad*a a Qambla>s.
A cidada porm conservou- am pas
doixHoco do hvar co da 1 de t .0
gaaiata si^insta.
L^sa no tEst.do d S. ? uk
ds 1 :
H-iatm 8 arras d> M le, no ,'-r-
c;o do U*rm, prox'mo uo q ikrtl to 5.-
IbSo da pocii, expo, i o uraa bom-
ba de dynan sustoc moradorri dos arredcies oa
trsnsiuotos. Na nome-ih da earjio5.
o brigada Jote Calado vendo correr no ic-
rTid'io suspeito, coceegi: claacgi->
pra-id-iu o. Ka*e individuo 'o, p a~ Jr-sut, com-nandar.ro daqusUi bita-
lb3o, conduaido preponga j D- c efe
de polica, a q'ivso, iut-rro-iaco, dec aroa
chamar-so Guilharma S-'iik, ter 9 an-
nua de idada e ser e pregad no dep to
da a-a^ H-;rm*Q'i Dus&- "u lierma oega o facto, attr.baiodc-r
a do-as meaiooa qce alias por ninguBl
foram viatoa no loanl. Nao ouat.-.-i*-, u
brigada Jjs 'Joliad-j afSrica qua foi ella
quam atirou a bomba.
Ba poder da fi h*rzaa cada da ics-
peito foi encontrado : tinha com-ig* u i
o.imenio um awaja do Chavea, qne laclar a
ser di dapoaito a*e ampra;aj.
Em t Ao caso ftaaa datiio pra a veri
g ia.,f?is.
Nao podamos affi'-mar qae Clabir-ne
s.'-* o Rutor deate at'antao, usa a-'ao
luo faga parte di grupo da -*rcL iataa
e*'.rang:ros que por Vbria BwMi teeat
ame 5.do a trtnqn lidada daata capital
av\* ou aso S'j-, pjrm, o pab ico yod*
fi^ar earto da qua a palma timoa tolaa
os pro--ilcr.o!aa para reprrmir os abusos
que por ventura tlguaa disvairados p.-rtjn-
dam pmticar, a qua a cidada cs da
rigiiroaHmaato poi'aiada.
Le se ao Diario fla Hiutce. de 2
aob a pigraphe Atalroamec'O :
t O.vaprtr f-ancea Aquttaatoa tir^-i.-a
a qu-j-a chato da pHssa^air-ja. saadu. c- roo
, um dos mai firtaa da Cno.abia dea
Meeoage.-iaa Alantimaa. navag*Ta g*"-"
do em rain aui, daaiapedidam^n'-' .
Caegou fo-.-t.lea, aaajaai o pfuiBM e.
a-idaodo bam, iaaia-e pleno ajr, qi.n-
do pila orea enciatrou a b-tr.-.t a::;oai
eEithei Friaaa,
Bta, em laatn, achavas-* n caa! saal
colloc.da ; os pbar* da did-raito* pj*i-
gSea martimas davam m iadicagt) a< a>
aobf.i.; dos caaos em damauda o BF4fJJ ;
o t aqoitaijc, julgaodo da man ao oa
pbares de pro*, ooatiouou a rota
fi afija) o paq-i-ts traocaa pilhii pea
parta de bimbordo a barca. Arromo u-a,
outraado pela r em ama distasoia de urna
braga.
Eithal Frite foi-aa aubm:rgi.-d :. A
bordo qu*tro trp>laates aaioamaata, A
equip-gam, emqaanto <> c Aquita.ae fasia
manobra por bomborio, ia atundaudj aa
dovagar.
Fui 1 ame ata
ta*a, lame maaeiro. Fea ai* e l-rg-i,
cabio a r, e atraooa por bare3tre a2 taei
Pritai.
fininguem morreo, p>r falicid-.de.
A cossj ver, perdido como eat o navio,
a oopitaaia do porto deve tratar di aas-
trui-o quoato actas por maio da dju^m-
te, iopadiado qae a correales* sjbrepj-
aba-lfao araia co coevs.
E l foi a fuado a cEth-1 F.itza ; o
cAquitaiae*, avariado excessivama::'.} pe-
ios g-rjps, satio li;atam a 10 horM
mais oa meaos.
Qae a foi o culpado do ebistr 3 ?
(aer coa parecer qae nSo o piloto do
aa>vto francas.
Esplrt-*}aao
Dtas a'. 1 da Maio :
OaEitado publica a a-gaial-i r.i>
lugSo :
c O Praaidanta do Estado, toado em
vista aa informacSas prestada* pala Di-
rectora da Tarros e ColoaistcSo ; coas:*
daraodo qua a Cimpaahia Ftaacaza da
NavegagSo Obargaur K-aaia hava-ido con-
tratado com o Grovarao do Estado a iotro-
duegao da familias iaai^raa'a-. pirujas-
asa. campistas da agriculcorac oa *azlo
da 85 B[0 do seu numero tonal, o de iodi-
o vapor fr^ucsa tiab -, como
A compri io rofsriij predio foi raalisa- '
viduos da oatras praascas na rasa? ns Ir
da, em parta aom a datagao qae tiah^m as
meemas edacaedas, a em parto com o pro-
ducto da saaa ecoconias e da sea traba-
Iho futuro .
Foi preso e recoHiido cadea civil da
capital o negociante daquella prag o 3r.
Eraesto Beack* por tar veadido direrta*
armas o umatc.So sam previa licaoga da
pocie.
O armamento vendido foi apprahandido
poto major Barrlo Vianua ao porto de
Ta^aarj, a bordo do vapor do mosmo ne-
me.
Kefora o Correio Maroaotil, do Pa-,
lotes, qaao Sr. Jwiaim Fraaaisoo B\^oaieopff*c%on m
Oliveira, dono doa aaartM ra Victo **<-. n
a Quatro da Oatabro, na Varzea, om
um dos quaes aarav* o auodito portugus
Manoal dos Santob Coutioho fallecido ha
dias, a Victor.no Bn-gas de Pinna, amigo
do fiando, encontrara 11 do cabioaio oa*
capado pelo mesmo, doa tro da doas fras-
ees, meio enterrados no chao-, 286 librae
atarlias, b, embralhadas em trapos,
eseoadidas 00 teinada, caduihas do tha*
aoaro nacional no valor de 440000%
(Jootiaho, qae era ctaedo, tinh a Ta-
oiiiia en Portaga!, tfabaihjodo maito
aSo como podado'* aa arvoras, moa
tr.mbam como ealcetaiaro, a vivando mai
percamente.
Os valorea encontrados foram entre-
gues-ao vice consol da Pirtagal, Sr. Joa-
qiim Teixaira da Costa Laite.
. Paulo
Datas at 5 da Maio ;
No senado o Dr. Paulo Egyiio fan-
dameatou ama iodio^io di felioitacSo ao
Sr. Btataohal Floriaan Peixoto, Vioe Pra- 3al do. 3f">- *ta*. "*T*
idoat daRapabl.oa, qual foi aoaai.' gratom para .0 Espirito Saato;
{ dan corneja, desde o fia do acao pac-
sado, azacccSo do sea contrato vioaado
es- olaaaala ezpr^ssa, com a in*ranc;o
da immigraotas em sua qna-.i tota'idada
eoItairoj doa qaaa raros s-s raoitraran
diaposte a a parmaaj'r no EsUdo pjico
dopcis de transportados para a Hiuaia-
ria ; c'-.a:oraado qae 3<-;s irnag.-.-,':-s
foram acaitos por espirito do tolaraccia
aa osperdega de qae o Barr!i r3g.i'...m
sar-seduM oom o tempe, e qae eaaas l*raj
de iadividuoe podaaaam sor ~.ia
', eos trabalhos da via-ierroa om cooktraa-
3 da Criba
cus t.dia

oasaa esparaagas froataram-ee, ]\ P'rqa
o eervigo iam conticaado o masmo, jl por-
qae os mmigrantas qaaai em ajajiaa tSa
daizado o Batuda ; oa^sideraado qua das
aclarac^ja doa meamos iranaigraates das
iaformacS-'s coihdas pelo QovBrao, 3 d*
aotoriedada das tactos sa cono.uo bjm au
boa parte doa immigraatas iatroiu: is
constituida por icdridaoi j4 residji.BB
n Brasil, e qua ..provaitero o ser7i>> da
Estado, para (regrossareaa coviaeoto aa
pas da saaa esoucsSae 4 Suropa, faawado
apaas a peqaoca despesi de tranir>)rta
daqai para a Capital Federal; eoaaldaraa-
do qua os aroprtoi iraai^raotes t n de-
clarada qo/oa aecurragrdos oa ooaaanhia
allioiaim-aos aa Ea"opa, faaaodo sentir a
orozisiidade dos doos pontos, e iaonloaa*
do a faclidase oom qua ao podem traas-
portar masmo por trra da Victoria
Ro, orgaaisada assim ora vardadeiro ra-
oratamonto dot passageirba ajaatiaaiot aa
iraani


Piarla ae ?eraml>aee fjtomiiig'o 13 He llaio tte 1994

I
-i
I"
1
randa qus dos piaudi-imm.'graotei iotr>-
dasidos as qiatro viagoas da compana
Ulvea qSo sa taaha lcaliaado no Sat~do
oasis de 10 |0 o q-ia coaatitaa orna por-
oeatg37i nsignifinactieaioia pra oompau-
ar oa aacricioa do Estado, levando mea-
mo em aonts que no meinor acrvico de
iarorgrarjao ata grande paria da3 despo-
sta fija /tilda ; por todas eaaas
rasSsi considerando qu a eompaariia fa!-
toa no'.ora e os^edalosamema a f do
leu c ..i',:to a explora-o ancitaanta |iir<
sa p* >veito procurando illadir a boa f d>>
Estado uta toesaso na organisajao das La-
tas 00 i sa iiivant-im relajos de par-n
teaco < :tra neasaaairos, e cutros aSj ar-
rota i 3 ct;-: v::do em demanda di suj-
postos pareiufu q-ja teoham no E*i^i.
*gun> ioforo H directora do trra >
coon';!C'>, cacuti do procaeso ds c:>o-
taa etietuaio par o paga-neato d-s t>*s-
asgeos ;
R.->aove d"clarr.r rescindido o contrato
lvrado com a oarnpaahia em 24 da Aguato
do a^no paasado, afim de evit r evos o
aaior?3 preja zos que a reproduc;> da
taes abasos poja* acarretar.
Batsetg el CJiremo do Eatado di 3au'-
rito Ssnto em 24 do Abril de 1391. J.
de M;':!o CJ-irvaJaa Musia Freir.
A mesara ol'ia publica o segaiote :
T-'Jiys repetidas roclamsje coatra
o servio da ra^ga;3odo Guand ae Kio
Doce e qae a-; acha affticto a Oorapantiia
Terrea .1 Viajao-
brigada pelo sea contrato a maatsr
naque'ia liaba trsa vapores, entretanto, s
tora um, o *!&ur.iz Freir, iaauffi;ie:n
par- t.'jjr o transpone daacargaa 3 ama
a citra Lcalidaaa ; e, os prejaiaoa que
sata falt* de cumprimeuto a am. das o ki
import.Q'^3 clausulas da sea contr&cti
sccarret^m so comrnsrcio, ao bou facis
de n7a'iar.
Tanto maia senaivei.torga as ess: i-re-
golaridaie qaando sabido que all est se
dae 'v dv-endo o com -ercio da modo m Buipic'os.', aSo Srj-io justo p-">is qaa lee
advea'-'im embirria, a:orm33ts quanflo
tea partera da queu, por iotera38e >ro
prio, d;vq co>p rar pira qco a^ji ati
acceier^a sua marcha prcgreaoiva.
Bahia
Dj-,3 ato 8 de Mato :
Coninat.'va a uncciocsr o C'jnjjresso
Fatadoal.
Le-*e na Gizc-t* da Noticias de 8:
c A CDOviti do Sxaj. Sr. Dr. Qjve-
nador do Sstido, reaniram-8r> boatem D0
pancste da Vit^ria oa Dra. P.-esui l-v
do C laseltio Gsrl de 3and3 Pub
mspejtoiea d* eaeda do porto 1 de by-
giei:e peblies, no atoito de as fi-j);.re;j
as medidos propn 9 e effiazea que vb-.um
a apparecinunto o deieaolvini9'"'to du
cchulera-morbuai, qne a&t aaaolando o
rsino do Portugal.
Dapoi-j da pooderac3-;8 faitas, o Sr
Dr. GoTcrnador de^larou eaiprtgir tod/h
os iceio8 a sea vcaoce para evit-r que
estacidade seja fl gsada por tSo diaoia-
dora tpide ma.
Ao goTaraa da UjIo dirigi tele
grauma a peilaado pra osea patriotiaoin,
ifin de facultar a aut^ridade aaaitari
martima o qasnto 8"jo nf-.asario, attsnto
o movi..,ieativtran8ati.'o locesaaoie ea
tr o porto deat cidade o os daquelle pia,
alam do atizi!io que preatar o aau g -
erco.
c A asta reunio esteva praieot-5 o S".
cooaelbiro Dr. iu'en'lente municipal, que
pro^oioii o Sr. Dr. g >v*raador p^ra o
meir.(. fi a, declarando [r.tjjus aa mari-
dar S'g^-rica e que de aua parte eo>pr-.-
garia todos uaeiorQia em pr! do s*"
ment publico, auxilian o o g-iveno d-
estado nos rao os p-opriyl^tscoa indi^pen'
a7e i qui tonha-n d+ aer p i8t'>a em pra-.
tica contra a invaaSj de aemalha<.te p>ate.tV
1 hoje, para effectuar a eiefcao de sua nova
i rectora.
Vapor ThamarTelcgrammn recebido
'pela agenm da Mi la Real Ingleza, dizque o
apar Thamar sanio uo (lia 11 noute do porto
da Hahia.
Privilegios da Equitativa Oa
previlegios especificados uas apoliuas da Equi-
tativa, iuiportantissima corapanhia de seguros
de vida, de New York, sao garantidos, asiin
se convertendo eu urna parte docoatracto.
Revista aireilemica da Faeuldada
de Direito do ReeifeRecebemos o nu-
mero do anno ifl deaa importante revista pu-
blicada pela Facu.'dade de Direito e de que sao
redactores os Sr. Urs. Hlovis Bevilaqua, redeator
Cefe, Adolpbo Cirne, Bogeoio de Barros, Cons-
tancio Pontual c Adelino Filno.
0 presente MOiera traz artigos firmados polos
Dra. Glovis Bevilaqua, Piaelante da Cmara e
Dr. Jo.", 1 viaira de araajo, e est como os de-
mais digno de acurada leitura.
E" rapreAQ aa Linaria Bolrcau e comporta
pira mais de 200 paginas
agradecemos o exesopiar que nos foi endere-
cado
Filtro nacional Os Sr. l-'erreira i C,
estabelecidos, ra do Conde da Boa-Vista n.
27, cofn armazem e d -psito de producto-; cera-
nucos 1I1 industria nacionil, numosearo-nos
comum Filtro de barro, proprio para casas de
familias u est ib-'lecimentos.
Tem ella a forma de urna jarra commum, c
elegant: formato, e na parte superior seiba o
dopta o depurador da agua; de modo que, ao
oxtrahir-se esti psla ,ornaira, (em-se seas
]>ura a fresca, visto que a mataria prima de que
RgVISTA DIARIA
Senado de Pcraambaco -Nao houve
honteni scsso por teretn apenas comparecido
os Srs. Luna Freir, Goncalves Ferr ira. Si
Pereira, Velloso, Ermirio Coutinho e Pinho
Borges.
A reunio foi presidida pelo Sr. Dr. Ermi-
rio Cesar Coutinho.
A convite do Sr. presidente oCCpa a ca-
deira de 1." secretario o Sr. Goncalves Fer-
reira.
O Sr. 4. secretario procede leitura do se-
guinte expediente :
m otricio do Sr. Senador Dr. Aristarcho
Lopes commuuicando ao Senado que por mo-
tivo de molestia nao pode comparecer as ses-
ses.Inteirado-
Nao havendo numero nao ha sessSo e o Sr.
presidente dissolve a reunio.
Cmara dos Reputados Nao func-
conou hontem essa casa do Congresso por
falta de numero, tendo comparecido os Srs.
Correia da Cruz, Moreira Alves, Fehcio dos
Santos e Esmeraldino Bandeira.
Ikio -ese de OlindaPoi-nos offereci-
do um excmplar do opsculo contendo a Car-
ta Pastoral que o Exm. Rvm. Sr. D. Manoel
dos Santos Pereira, digno e virtuoso bispo de
Olinda, derigio aos seus diocesanos, saudan-
do-os.
E' um documento que faz honra ao piedoso
prehdo.
Confessamos gratos remessa do referido
exemplar.
Era !tfova?ublicou-se hontem o n. 20,
do V anno desse peridico religioso, poltico
e noticioso.
Associamo nos aos sentiraentos que a Era
.Sur 1 expressa as seguintes palovras ao Exm.
bispo de Olinda :
S. Exc. Rvm. o Sr. D. Manoel dos Santos
Pereira, nosso venerando bispo diocesano,
completa hoje mais um anno em sua preciosa
existencia;
Longe de sua trra na'al embora, sera as
doces alegras do lar, que, n'um dia como es-
te, trazera alma urna immensa consolacao,
S. Exc. encontra aqu em Pernambuco '.-ora
cOes que se volvem para S. Exc. cercando o
de urna poderosa athmophera de amor e ter-
nura de veneragao e respeito, e que oeste
dia. de baje, elevara aos esas preces pelo di-
latamenlo de sua existencia tao til a Egreja
de I'eos.
Solidarios com esses coraces liaas,- nos
pedimos tambem a Nosso Senhor para que en-
cha de consolacao os scus das os prolongue b
vivifique.,
Dos nossos labios partem ainellas mes-
mas strophes da Paalmstas : t Dominqs con-
servet eum. st^ivificet eura, et betum facial
eum in trra, et non tradat eum in n mam ini-
micrum uias.
Sacramenta da Boa Vista V s
11 horas da maoli de hoje, 110 respectivo con-
sistorio, reunem-se os raembros da irmandade
do Saatiesimo Sacramento da matriz da Boa
Vista pa--a o rim de elegerem a sua nova meza
Bebedera para o anno de i89i 95.
Caixa Pa Popular-----Os raembros
dessa associacao devem reunir-se boje, pelas 6
horas da tarde, para o lim de elegerem a sua
nova directora.
Eegiao de Soceorros Mutuos dos
ofliciaes da Guarda Vacional
-Fnncciona esf a sociedade 1 hora da tarde de
feito o appnrelho d uso evaporaco do li-
quido e por tanto ao seu resfriameiito.
.V esaas quaii la ios. ainfa mais o Filtro na-
cional a da s t da muto mais mdico prego do
qu: os estr.ingeiros. que nenhumi vuiiagera
lne levara.
No referido deposito encontraro os nossos
leitor:s filtros de versis dinienses, b:a
como ".nuilos ootros artgos de cermica fabri-
cadas de excellent; argua.
.Vos rfrs. Ferreira & C, agradecemos o seu
mimo.
Carta pastoral -Recebemos um exem-
plar da '.'arla pastoral de D. Adauto A. de
Miranda, bispa da Parahyba, saudando aos seu-
diocasaaes no di 1 de sua sagracfio.
Comporl-i ; paginas e escripia, si bem que
em estylo despretencioso, mas com urna certa
eleTacao i conceitos
Ao sr. Bispe da Parahyba agradecemos o
alludid exemplar di sua Pastoral com que
I ve a u isa d; miosear-no3.
S-;m acea de graeag Os empregados
da Companhia de Drogas e Productos Chirai-
cos mandam cantar boje na capella oe Sanio
Annro das Sallinas. um lalainha em aeco de
gracas pilo restabelecimento do sen chafe o Sr.
Francisco Manoel da Silva
Para es^e neto nos i'oi enviado um convite
qu agr lecemns.
Faeuldade ile DireitoAmanha serao
chamados na secunda serie do curso jurdico os
ltimos esfudantes para exame escripto de Di-
reito Criminal, e, para oral, o nico esludante
inscripto no segundo anno.
Na segonda serie do curso social pela segun-
da e ultima vez, seri chamado o estudante Jos
l'elro Cinieiro da Cunha. para exaine oral.
Ni terceir serie do mesmo curso sero cha-
mados para examc escripto, tambem pela se-
gunda e ultima vez. os estallantes Adolplio Viei-
ra de tattos e Genuino Amazonas de Figuei-
redo.
No quinto anno do antigo rgimen, ser.io cha-
mados os esludantes Antonio Pedreira de Cer-
queira, Joao de Barros Luna, Antonio Celestino
Franco de Sa Filno, Genuino Agido de Andra-
de, Jos Cavalcante Rlbeiro da Silva e Joo Iri-
neu de Araujo, pela segunda e ultima vez.
O resultado dos exaraes feitos bontem foi
o seguinte :
1.a Serie
Flavio Correia Guama, plenamente em ambas as
cadeiras.
Francisco Gomes Parate Jnior, i'dem.
Antonio Epaminondas de Barros Correia Fillro,
dem.
Joo Bellro de Andrade Lima. dem.
Benedicto Marques Nobre Formiga, dem.
No resultado dos exames d'esta serie, pu-
blicado hontem, deu se ura engao com relacao
ao esludante Adherbal de Carvalho, que fot ap-
provado plenamente em ambas as cadeiras e
nao simplesraente.
Visitas domiciliarias -Da Inspectora
de Hygiene nos communicaram :
O Dr. Amaro Wanderlev visitou 29 domici-
lios, ainda na entensa ra imperial.
Emumpredio sem nuinaracoi situado en-
tre o numoro 261 (1, e outro tambem sem nu-
meraeo, existia um parco no interior da liabi-
taco l] sendo o quintal abarlo.
N. 26 J, parco no quintal.
N. 69 A. venda jouco asseiada.
N. 26 C, quintal sujo.
N. 273, quintal immundo.
N. 373, pouco aseiado.
N. 277, venta mal asseiada, tendo o quintal
immundo. Predio muito deteriorado.
N. 25, pouco assdiado, principalmente a
cosinha.
N, 29', quintal immundo e cam muitos por-
cos, sendo o morador negociante desees ani-
maes e, segundo diz elle, com o consentimento
do fiscal.
N. 0S, quintal pouo limpo.
Os demais domicilios em boas condices-
N:ssa trecho nao ha apparelho3 da Drainage.
O Dr. Fragoso, encarregaia do bairro do
Recife, visitou em 4 dias U>6 domicilios.
Ra da Cadeia n. 60, 2o e 3o andares, appa-
relhos desarranjados.
N. 50, cosinha suja no i" andar, onde havia
gallinhas e urna cabra !
1 N. 48. latrina imraunda.
N. 40, 2o e 3" andares cji as latrinas ob-
struidas.
N, 36. andar terreo com a latrina em pessi-
mas coniges.
N. 32, latrina nao funeciona.
N. 8, 3" andar, latrina prejudicando a da
2o andar.
N. 18, 3 anfar, cosinha suja e latrina des-
arranjadu, assim com> a do i", que tambem
nao funeciona.
Mesmo n. 12, um saguo cam muita agua
suja estagnada.
8, quintal com muito papel sujo e lama.
N. S, f" andar, latrina immunda e apparelho
desarranjado.
' N'. 2, muito lixa no quintal e latrina mal as-
seiala.
0 Dr. Frailas Guinvires visitou 26 domi-
cilios na ra do Pajsaod. Os predios 29 e 31
nao teem latrinas* nem esgoto para as aguas
servidas, que sao hincadas r.os quintaes.
N. *S, nao tem tambem esgosto de aguas
servidas.
N. 44, com cartico no quintal.
N. 40, tem necessidade inadiavel de urna
reforma completa na latrina e na canalisaco
das aguas servidas.
Os demais predios em boas condices.
di-,ro, 27 porcos fossan'o e revolvendo aquelle
mouturo.
Tendo ante hontem occasiao de passarno
mesmo lugas, por volta do meto-dia, s encher-
goei um dos taes porcos pressurosamente dei-
tado sobre ura colcho de paihas podres ; mas.
era compensayo, vi duas enxudas manejadas
por bracos robustos, substituindo vantajosamen-
teos porcos ausentos na forma do revolvimento
do monturo.
Era tempo de epidemias costuraa-se sedar
anaesqaer escavaces as ras e pracas, e em
gcral todo movimeuto de trras.
Ser por ventura menos perigoso para a sau-
de publica o revolvoto do lixo aecumuiado
no- esterqueiros dAecife Draynace.
Jos BonifacioEssa socie lade lunc:
ciona hoje em sesso ordinaria, na respectiva
sede.
Esiaco tclc^raphieaFoi-nos por
tclet.'iaiii*iia aiimuiorado aetiar-se inaugurada a
estac&o telegraphicada cidade de Areias no Es-
tado da Parahyba do Norte, sendo a laxa de 70
ris por patavra a partir desla capital.
Coagrataiamos-nos por esse fado com os
habitantes daquella cidade que assi n acaba de
dar mais ura passo na caminho do seu pro-
gresso.
Dr. .Julio JInrioRegressou ante-hon-
tem de Catende, onde estere alguns das no ex-
ercicio de sua proissao o Sr. Dr. Julio Mario,
distinelo medico clnico horaceopatha.
S. S. pode ser procurado em seu consultorio,
roa da Imperatria n. 20.
Cangresso fi^itterario Bohemios
de Pilmares-Fnnccionoa essa socieda-
de no da tO do corrate, sob a presidencia do
Sr. Femando Gris.
Dr. Arthuar Cavalcante visitou 22 domici-
lios. Rna da Imperatriz : N. 36 tem no telhado
da cosinha do an lar terrea lixo jogade dos an-
dares ;superiores.
N. 28, apparelho psimamente collocado
em um logar contiguo a um quarto de dormida.
N. 26, esgoto de aguas servidas obstruido,
prejudicando andar inferior.
N. 24. pavimento terreo immudo.
Raa aa Saudade. Na. A, 7 e 9, estabulos
em pesjioilB condices, bem como d.us outros
que dao para a ra Sete de Setembro. Marcau-
se o prazo de lo das para a remocao de todos
el[e3 da Silva Gimo,
xistem tambem all cortijos sendo que os 0uim Nogueira,
Aps a disserttfeo da these o que a
consciencia f 'pelos Srs. Herraes Cardozo e
Pedro C. AiTaiso Ferreira, foi pelo Sr. Fabio
Silva subraetldo a julgamento urna phantazia
de sua lavra.
Motivada por urna proposta f-iti e sustenta-
da pelo Sr. presidente, foi largamente desen-
volvida urna calorosa discnsso sobre a verda-
deira signilicaco da naiavra bemio.
Piada essa discossaa, foram sorteados os Srs.
Epaminondas de. Azevedo e Aulas Soulo para
diisertarem na sesso seguinte sobre urna the-
se nrnposta pi'.o Sr. Fabio Silva.
Reunio AsrricolaE'depois de ama-
iiii l" do cnente, a 1 hora da tarde, que de
accordo com os annuncios nublcaitos na seccao
competente, devem os Srs. A;. icullores co.npa-
recer na sede da Sociedade (oxiliadora da Agri-
cultura onde o conselho administrativo da dita
sociedade tratar de assumpto de summo iule-
resse para el I es.
Atheae Musical Pernambucano
Essa sociedade roalisi hoje ura sarao extra-
ordinario em eoromemoracao ao aaoiversario
da grande Ici de i.) de Mato de 1888.
0 programan da parte musical, condado
direcgo (A Sr. Sanlino Alves Carneiro Pinto,
constar dos snguintes trechos :
PRMBIRA PARTE
VctorMoret4., Symphoma para 2 violiaosi
com acompanharaenio de piano, Original.
Marcbelci -2.". Do re /lauto* cora acompa-1
n'iamento de piano sobre 04 motivos da opera
Ruy Blas, R. (ai.
Archer 3.-. Vasar* de Saln, para piano a 4
mos, Original.
Verdi -4., Pltanlasia de flauta com acora pa-
piamento de piano, sobre os motivos da opera
ZYin ila, G. Briccialdl.
Doiiizelti5., Fnitazie elegante, para violiuo
cora acompanliaraento de piano, SinOtlh
Donizetti 6", dfonaao Failicrno, do de
flautas com acorapanhamcnlo de piano, G.'Ga'.li.
Verdi7.", Trio de llauta, violino e piano, so
bre os motivos da opera .lida, S. Horoarid
Fiada a parte concertante lera lugar em se-
guida o sarao (laucante.
Anguramos urna noite esplendida aos convi-
dados d*essa fesia para a qua! recebemos con-
vite.
Mille Rene Diamant Para o dia
2') annuncia esta intelligente cantora um grande
concert vocal e instrumental, era que toinaro
parte muitos dos artistas da companhia Sanso-
ne, entre os quaes, os Srs. Sulii, Malatesta Ro-
toli, Polaco, ben como o condecido bartono
Coraoletti.
A beneficiada cantar urna bcllissima roman-
sfl do maestro Maffeizoli.
Fazem parte do programma trechos das ope-
ras Mignod, Mephistophles e outras aqui das-
conhecidas.
Os bilhetes achnm--e disposigo do publico
as casas de msicas do Srs. Prealle e Paiva.
Peitoral e Cambar-Do Sr. J.Al-
vares de Souza So-tres, digno inventor do Pei-
toral de Cambar, geralmento apreciado, di-
rigio-nos a seguinte carta, que publicamos com
prazer:
Parque Pelotense, em Pelotas, 20 da Abril
de 894.
Illm. Sr. Redactor do Diario da Pernam-
buco, Recife.
Pelo portador Iho scro apresentadas duas
publicas formas de certidOes Jas Mesas de Ren-
das do Rio Grande ePelatas pelas quaes V. S.
verificar que a exporlago do Peitoral de Cam-
bar para os listados d Bruzil foi no decurso
de Janeiro a N'ovembro de 1893 de 7.917 duzias
de frascos, sendo 6.707 at 31 de Agosto (pe-
riodo anterior revolta da armada), assim dis
tribuidas :
Rio de Janeiro 2.10
S. Paulo 1.200
Baha 901)
Pernambuco 900
Para gao
Porta Alegre a
Maranho
Cear 90
Paranagu 42
Santa Camarina 5
C.707
Se Setembro a N'ovembro (durante a revolta;
foram expedidas l.-23'J duzias para os seguintes
porto s
Rio de Janeiro 48T
Babia 30)
Har 150
Pernambuco 13
Porto Alegre 150
1.230
1.937
Em Dezembro, por falta de vapores, dei-
xaram de ser attendidos diversos pedidos das
agencias nos Estados, pela que em Janeiro ul-
tini) seguiram, por va do Rio Grande, 1.440
(lucias con os destinos abaixo, conforma consta
de outra certido da Mesa d3 Rendas daquella
cidade cuja publica forma lbe ser igualmente
apres ntada :
Rio de Janeiro 480
S. Paulo 300
Babia 300
Pernambuco 130
Para 130
Cear 60
1.440
Exportaro de Janeiro a N'ovembro 7.9 1
"Total das duzias 9377
A exportago de 892 foi de 8.379 daas.
As tres publicas formas que documentara
a presente cam disposico de quem as qui-
zer examinar na Companhia de Drogas e Pro-
ductos Chimicos, ra Mrquez de Olmda n.
23.
Com a publicarlo destas hnlias muito ob-
sequiara quera se firma, com elevado apreeo. De
V S. Amigo obrigado criado.Jos Abara
de Souza Stares. {
It -creativa Commercial--Essa so-
ci dade realiza no dia 23 do correte o seu sa-
rao biamestral, sob a direceo dos Srs. Manoel
residente, M. Ramires, Jua-J,
os A. L. Castro. Octavio G-
de numero t A e 7 est&O inliabitaveis.
de Sauza! J. R. Oliveira e D. Mata P. Pbrges
Somos agradecidos ao convite que nos foi
At a hora de fechar-se a repartico nao enviado para assistirmos a essa festa,
chegaram as notas do Dr. Baptista de Carva- Empreza anneva ao Gremio To-
[[10 bias BarrettoFicou assim constituida
Tlegrammas retidosNo Telegra- j a directora dessa empreza, cujo fim editar
ph > Nacional do Recife tsbao-se os seguints :! pequeas obras Iliterarias o.u scientilicas :
Maaoel Vieira P.ernarde, de Govanca, geren-j Gerente-Manoel Aro.
te, de Rio. Francisco Lima de Cascarel um ai- secretario -Olympio Galvao.
so nara Aiexandre. I Thesoureiro-Ernesto Paula Santos.
Hysienc PublicaEscreveram nos : Academia de commereio-Recebe-
Srs. RedactoresAo transitar, na segunda- mos um folheto conteodo o programma desse
feira desla semana, pela ra outr'ora Imperial, estabelecraenlo de educaco, silo em Juiz de
deparei, no vasto esterqueiro creado e alenta- Fra, no Estado de Minas,
do pelas carrogas da Recife Draynage, entre a \ Agradecidos,
mesma ra, a viaferrea e a estrada do njatadou- Tribunal do Jury do RecifeFunc-
cionou bontem este Taibunal com a presengade
27 juizes de facto.
As 11 horas da manh foi aberta a sesso
sob a presidencia do Dr. Josa Julio Regueira
Pinto de SoozajHiz do direito do t- districto
criminal, oceupando a tribuna da aecusagao o
Dr. Virginio Carneiro Mandes da Suva, 2- pro-
! motor publico.
i Foi subraettido a julgamento o reo Feliciano
! leiiedicto da Rocha, pronunciado como incurso
as penas do art 3o3 do Cdigo Penal e aecu-
Bado de haver na ra larga do Rosarie o de
Abril de 1893, ferido levemente a Antonio Ma-
noel da Conceigo.
Produzio a defeza o acadmico Pedro Arlhur
Guimaraas, e de accordo cora a deewao do jury
foi absolvido .0 reo e condemnada a I tendencia
Municipal as cusas do processo.
Boa seguida foi julgado o reo Sebastio Be-
serra dos Santos, pronunciado as penas do ci-
tado art 303 e aecusado de haver ferido a Ber-
lliolina Gomes de Souza, em o dia 20 de Agosto
de 1893. na ra da Roda.
Produziu a defeza o acadmico Jos Cavalcan-
te Ribciro da Silva.
Era face das decises do jury fo: condemnado
o rio no grao mximo do art. 303 do Cdigo
Penal, a ura anuo de priso cellular e nas cus
tas do processo.
Funccionaram no conselho de sentenga os ju-
rados :
Dr. Joaquim Monteiro Ce Oliveira Guimares.
Jiaquim Thimes.
Allredo dn Costa Carvalho.
Jos de-Castro ttoiraar&es.
Joaquina Eugenio Codeceira.
Antonio Caelano de Oliveira Ccragem.
Leovigildo Samuel da Silva Cosa. 1
Cliristovao de Barros Goines Porto.
Candido Jos de Gocs Tulles.
J-'oi levantada a sesso as 3 horas da tarda.
Devem ser julgados amanha os reos Antonio
Joaquim de Sant Anna e Francisco Aleixo Jos
de Sant'Anoa.
Haspital Portii^uezEnlrou de se-
mana neste po estabeleeimento o mordomo Sr.
Manoel Moreira de Souza.
DIultasEis as inultas recolhidas ao co-
fre municipal pelo fiscal do Recife de 8 a J2
de Maio crreme :
Alfredo Lucio de Sant'Anna tOSoOO
Hermenegildo ti eiro de Carvalho 10300
Pedro Nolasco I0S500
Severino 43200
Alfonso Maia C. 105500
Antonio do Reg Lima 10500
56700
Casamento civil0 escrivo de casa*
montos da > oa-Vista, Graga, Pogo e Varzea
aflixon no dia 2;) do correte, na repartigo do
registro, ra do imperador n. 41, 1- andar,
editaos de proclamas de casaraeatos dos se-
gu ntes contrllenles :
Segunda publicago
Jos Mauricio do Espirita Santo, artista, resi-
dente na freguezta de Santo Antonio, cora Leo-
nidia Mana da Silva, residente na freguezia de
S. Jos, sol tetros e naluraes desle Eslado.
Priraeira publicaco
Constantino Benedicto dos Santos, natural do
Estado de Alagcas, jorcaleiro, com Honorata
Balbioa das Santos, naluraes deste Estado, sol-
teiros e residentes na freguezia de S, Jos.
Inspctoria do 3. 'districto mar!
timoieeil'e, 11 de Maiode 894.
Boletim metereologico
Horas Term centi- Barmetro Tenso do Inmi-
grado (a O0) vapor dade-
6 m. 24,-9 758-.17 19,65 84
9 27.r4 739",0 21.50 88
12 2 i,f,) 7.17-57 20,77 67
3 t. 28,09 7S6-.43 21,23 72
6 27,'9 757-,3i> 2i,33 77
.'"Tperatura minima 24,75
Temperatura mxima 30,75
Evaporaco em 2i horas ao sol 7.m8
Chava nulla.
Direcgo do vento : Calma de meia noite
at )0 h. 49 m. da manh ; S ale 11 h e 7 ra.;
SSE at Ib. 12 m da tarde; SE at lli. 48 m. ;
SSE at 2 h. 29 m : ESE a' 5 h 54 m.;
SE at 6 h, 52 m. ; ESS at meia noite.
Velocidade media do vento 1,-88 por se-
gundo
N'ebulosidade media 0,37
Boletim do porto
Pra-raar ou Dias Horas Altara
baixa-mar
P. M. 11 de Maio 9-h. 10 da m. S-10
B. M. 11 de Maio 3-h. 20 da t. 0-75
Casa de Dctencao Movimento dos
presos da Casa de eienco do Recife, Estado
de Pernambuco, em 11 de Maio de 1894 :
Exisliam....... 48-'
Entraram....... 7
Saturara....... 8
Existem....... 481
A' saber:
Nacionaes....... 453
Mulheres....... 2
Estrangeiros...... 17
Mulhere3....... 0
SPORT
Total .
Arrasoados
Rons .
Doentes .
Loucos. .
Loucas. .
482
432
41Q
17
3
2
432
Total........
Movimento da enfermara:
Nao houvc.
Matadour PublicoNesse estabele-
cimento.foram abatidas lOi rezespara o consumo
ue hoje da cidade do Recife.
Hospital Pedro II -O movimento desse
estabeleeimento a cargo da Santa Casa de Mi-
sericordia do Recife, no dia 11 de Maio foi o
seguinte
Existiam.
Entraram.
Sahiram .
Falleceu
Existem j
4 1
762
16
"~6
8
757
778
- 778
Foram visitadas as enfermaras pelos segra-
les mdicos :
Dr. Barros Sobrinho, eptrou s 6 1/2 da ma-
nh e sahioas 7.3/4.
Dr. Malaquias, entrou s 11 3/4 da manbae sa-
nio s i:.
Dr. Siraes Parbosa, entrou s 11 da ma-
nh e sahio s H 1/2.
ur. erai do, entrou as 11 3;4 da manna e sa-
bio s 12 i/4. ,
Dr. Arnobio Marques, entrou s 9 1/2 da ma-
nh e sahio s li 1/2.
f.. Lopes Pessoa, entrou s 10 da manb
e samo s 11 1/2.
Dr. Vieira da Canha, entrou s 10 1/4 da ma-
nha c sahio s II 1/2.
i>r. Tavares de Mello, entrou s 111/2 da ma-
nh e. sahio s 12.
Pharmaceutico, entrou s 8 1/2 da manh e
s ibio s^2 dajt arde. __^
MUSIOANA
GUIssEPPE VILALTA
0 apreciado tenor da companhia Sansone, faz
a sua-seratana noute 15 do corrente levando
a scena a grande opera de Verdi, tn Bailo in
Maschera, onde o beneficiado faz a parle do
Cont Riccardo.
Estimado pelos dilettantes,(fo Santa Isabel
como justamente o tenor Vitalia, estamos cer-
tos que a sua festa ser urna das mais concor-
ridas pela grande procura de bilhetes que tem
fiavido.
Muitas raanifestaces esto se preparando para
seren offerecidas ao distincto tenor.
RAFFAELO
A companhia Sansone, comegou os ensaios da
opera Barrado, produego do talentoso maes-
tro Napoleono Maft'ezzoli, o regente da orebes-
tra da troupe que actualmente faz a estago
lyrica no ihcatro Santa Isabel.
A opera ser levada a scena na prxima se-
mana cora lodo o apparato que requer o bu
auctor.
Pelas noticias qne temos de diversos jornaes
de Alexaudria, onde foi pela primeira vez re-
presentada, sabemos que um trabalho digno
de ser ouvido. pois o seu auctor n'elle revela
graudes conhecimenlos da arte que professa
com tanto brilho-
Prado Pe--namucaao
O prado do Liuoo abre boje a ana rain
15.a oorrida da ana tabella.
Apresaota concurrencia bom program-
ma e exceiloote iuscripcSo, que oonvtnr-
do a mjama concurrencia, ae crer ^ne
esta ae manifestar brilbante e duccm..
n'^el!a prado.
Pra easa oorrifl^ sSo estos os noiaoa
PALPITES
Io pareoUb.b.uEib-Naroiao.
2. pareoHirondei e Huguauotte
Oublio.
3: pareo Pbilomomo Vingador
Beija Fl6r II.
4 p^rao Pdtropoa II YaoTai-
ni>BO.
5." pareoPt'ooaliYiagdor.-= P^n
tabla.
6. pareoHaguanotts Dubiin Tar-
ca II.
7. p^reoHirondalleDibiqae Na
habo.
CARREIRAS LVRE8
LJai todo oa pareoan&a coatam victoria
oa .rim-"" vn^dores.
r'BA.gSS DE POLE3
Inicia oa corrida da boje o Prado Per
nambnc^oo a veod 1 ce quintas de poolo
rm 2, aenn^pa-hando unaaa taedida a
prf.tiei do Hippadromj do G^mpa Granas
qa "-ra daviaa tem dado bom resu'tado,
p>la ficilidada quu oSa-ece aos apost.dj-
rea.
E' m^ia um motivo de attraocSa ^n.-
tem a oorrida de hoje.
^UKtWK^KtkVt^k^BkWtBkWMSk^KBkTMV^ROR^R^BR^Rlk^R^RK^Rlk^RWR^
BDIGACOES BTEK
i educas
O Dr, Berardo medico e oculista tio
hospital Pedro 1 lem consultorio k rna
do Bom Jess ir 9.1.a andar. Residen-
cia : ra Real da Torre ir. 29. lelephone
11. SGG
Dr. Sd Pere%ra, ra da Imperatriz 0.
ti, d consultas medico-cirurgicas todos
os dias das 8 meio dia, menos no*
domingos e dias santificados.
Dr. Amaro Wanderley, Mulou
consultorio para a ra Duque de Caxi.'.s
o. 7i l. aodar, onde d consultas de
11 horas, da mauh l hora Residencia Riia Direila i I
Afogados.
Dr. Joaquim Loureiro medico pariet
jo, consultorio ra du Oadug o. 14,
residencis na Casf 'orle o, 5. casa de
azulejo, defrout" aa igreja da Campia.
ODr. Simplicio Maviqnier lem <
ieu cousultorio ra Mrquez de Olinda
a. 27 primeiro andar.
EspecialidadesMolestias do appare-
lho respiratorio, fabre e da pelle.
Consultas das 9 as 11 Da pharmacia
Minerva, largo do Terco e em seu con-
sultorio das 12 s 3 da tarde.
ResidenciaRa do Hospicio n. 41
Chamados a qualquer hora e por e*-
cripto.
Telephone n .566.
Dr. Pe*eir da Suva chegado de
Paris; com prauca uas clnicas ae Whe-
cker e Landolt, d consullas de 1 s 4
horas da tarde a ra do Imperador u.
63 primeiro andar.
Telephone a. 588. Residencia Ga-
xaog.
Dr, Lobo Hoscoso d consultas em
sua casa ra da Gloria d. 39 da W
horas da manh 1 da tarde. Achao-
do-se fra do servico publico offrec-6e
para acudir a quinquer chamado com
promptido para fora da. cidade. Esue-
alidiade, operacOes, parios e molesliaB
de senhoras e meninos.
CHir.tca de molestias de olhoa
ouvido^ e nariz.
O Dr. Pedro Pontual, ex-chefe de di-
oica do professor Wecker, de volta de
sua viagem a Europa, tem seu cousulto-
rio ra Nova n. 18. primeiro andar..
Consultas de 1 s 4 da tarde.
Telephone n. 539.
Drogaras
Braga $ Machado. Deposito de to-
das as especialidades pharmaceuticas,
lilas, drogas, productos chiraicos e ou-
tros medicamentos hoeopathicos, roa
Larsa do Rosario n. 34.
Guimares Braga & C. Deposo
de Drogas e producios chnicos, espe-
cialidades Pharmaceuticas. medicamen-
tos homcopaiieos e tintas, leos, pin-
ce:s etc.. ele. Ra de Mrquez de Olio-
da n. 60.
Faria So&rinko & C, droguistas por
taacado. ra do Mrquez de Olinda o 14
OeenHstas
Dr. Barreto Sompaio, occuHsta. da
consultas de 1 s 4 horas na primeiro
andar da rna do Baro da Viciara m
51.
Residencia a rua-Sett da Setembro u
34, entrada pela ra da Saudade n. 25
estricta obngacSo de correr aos seas posta*
no recinto da asseuibla ; ou de vir impresas
declarar ao publico porque se recusim sa coav
parecinunto na cmara.
Nada de tergiversarles; i^s^-oes frasease
decididas.
AasBBH cada um a responsabilidad^ de saas
actos, e venha luz o prorediniento di
tss urna boa oc.asio |r.i sl reparar o
1010 do trigo, 8 por ventura alguina llena ata
bretou 110 seio de 15o ilwstre .or|ioraco.
Ar-roditanios que nu taremos raiijs para
fiz-l-o e veremos nos Srs. doiiutadsa, nao sisa-
ples bedoBMa. eervejando as ve -i... r.
sini verdaden-os republicanos. Iidan
causa publica.
Que nao se veja na agrura da librase alga-
ma prevenco contra quahni pamalidad
Congresso em Indo- quizerauo- ,
imiuaculadas. e at niveas espBBK se em-
blemas de puraas pod.-ssem caber em <
Uticos.
Mas nao rom siiimo sereno n sil
cilica que podemos ver SON corponcto po-
ltica; eleita para curar di s iul 1
guardar se inactiva, alheia a >s 11-
surda aos redamos daopmiao pablni. sem
sentir correr pela epihisss ma tiaetro fr.-
mito, j nao diremos de iasgasgle, naseoa:
certeza da angustia e psssC
Por isso aguardanuN cora um mixto de a:
dade e esperanza, a atlitudc dos Srs. depotadas
perante o exemplar procedimento do Seasaa,
para applaudil-os, se elles c-orrerem pressaro
sos aos seos posto?, ou empunbar o latoso da
censura, nao contra a persoiulidade respeitavel
do Congresso, porra sira Punir o- tran-via-
dos do cuniprimentn de ma deveres, os reta
psos conturbador- do inloresse
Em breve saliremos distinguiros vorda
ros repnblicanos dos palinhadores de aguas tur
vas, e pespegaremos na faco dos ltimos o en
de suas imposturas.
Todos postos.
Alea jacta est.
I'm impmr
Vuelco Colonial Su.issuna
o DEi.rr..\.no da inspectora gi:ka:
TERKAS n COLOMSACAO AO 1
GOVERXADOK DO ESTADO E AO KBUCS
P H B LI A C 0 B S A PEIIIO
Congresso de Pernambuco
O Senado convidou cmara do Srs. depu-
tados para collaborar nos trabalhos do Con-
gresso, visto nao poder funccionar isoladamiii-
fe, poraue a isto se oppem as disposices
Constitucionaes.
Aguradamos o procadimeoto dos Srs. depu-
rados para ento fazerraos algumas apreciaces,
que no caso couberem.
A attitude dos Srs. Senadores, lembrando a
Cmara o cumplimento de seu dever, foi ap-
plaudida por todos que so mteressam pela boa
marcha dos negocios publicios.
Cumpra que o Srs. congressistas saiam
3uanto antes do meio inconveniente e preju-
cial em que infelizmente sa metterara.
0 Senado, que j-havia conquistado a ; yra-
pathia geral, desterrando de' seu recinto ina-
thioaces de baixa potitico, acaba de conquis-
tar mais applausos, offerecando cmara dos
Srs. depurados a melhor ha ventada- para ar-
redar do congresso todos os sbicas, que se op-
ponham ao -seu bom funccionainento.
Sa rao.notavel exemplo de dedacaco patri-
tica houver sido dado em vo, o Senado lava-
r suas mos, e o povo jua iwocura albures oS
seus inflis representantes. V
Os Srs. deputados nSo podem fter mdffe-
rentes ao delicado convite do Sellada ; tem
Rcsposla as aecusafocs do Sr. Ct
dor Joaquim Lepes Mac luid o
Continuacao
Foi dessa noite em diacte que comecci a co
nhecer o homem erra quera suppunha estar c
laborando at ento para o beirlicio do Nuca.
Suassuna, o hornera a qutn havia prestado tod.
o meu apoio, todo o mcu concurso, todo o mee
auxilio por suppul-o bem inteucionado. e po:
consequeucia identificado comido na obra de
civilisaco e de progresso com que eu qu:
dotar aquelle Ncleo e este Estado.
Foi ento que relerabrando factos e palavras.
que me haviain passado desapercebidos ou ra-
mo de nenhum valor, reconbeci o quanto fraer
simplorio em confiar no seu carcter, direi :n -
mo na sua probidade, porquanto moitas veze
dizia-me o Sr. Commendador Lopes Marbadc
com ares de expansiva interaidade. que nao era
por simples patriotismo que se decidir a metter
J'ombros aquella empreza, porque para gasear
2 ou t8*' nao empregaria seas capitac, sende
que tudo quanto nao excedesae a 40 ou 50 de
'ucro nao Ihe convinba.
Conbeci, por fim, o hornera, repito; mas infe-
lizmente j tarde, se bem que muitas p*ssea; d,
Recife e de ttboatao nao se cancassem de ase
aconselhar a que nao me deixasse illadir, ajee
fosse precavido e desconfiad > com relacao a elle
e, para robustecerem os quaes cooselbos. alle-
garaui factos e precedentes que em nada sbona-
vam o Sr. Commendador Joaquim Lopes Ma-
chado.
D'eotie essas pes.-oas, que assim me preve-
niam, sem que eu alias Ihes desse muito crdito,
porque nao exhibian prova das suas allegaf3es,
nem eu tivera ainda motivos para formar o JbbbB"
que boje formo, devo destacar o nome ao Sr. Isi-
doro Lemrs, qne, para por-me de sobre-aviso edar
valor s suas pretenges, allegava conheccrass-
too Sr. Commendador Lopes Machado, porqaaBts
havia sido, durante qaatorxe asnos, seu emprea-
do, como de tudo pode dar testemunbo ainda o
Sr. Dr. Simplicio Mavignier, para o qaal appei-
larei se for preciso.
Entreunto o Sr. Isidoro Lemos que actaat-
mente se presta a ser am dos instrumentos, ss-
nao o principal ou nico instrumento, de aae
poude laocar mao o Sr. Commendador Lotes
Machado para ferir-me, esqoecido aquelle iate-
liz de que cima de qoaesquer coDsiderac5es,
cima de quaesqner interesses, existe uast
coasa que se chama dignidade, e existe san os
tra que se chama consciencia, das quaes nao *
licito nem decente nos divorcianaos,
Deixarei. porcm, esse ajuste de contas para
maia tarde, quando entrar na analyse das pecas
que instruem as accusacOes do Sr. Commenda-
dor Lopes Machado, entre as quaes figara urna
celebrrima justificaran de urna s testeinaoaa.
que nao outra senao o Sr. Isidoro Lemos, cajo
depoiraenlo alias absolutaqjente falso, eos
ser exhnberantemente provado, e coaaaarai
este histrico, auc s estou fazendo poraae
realmente necessario para que o publico paass
firmar bem o seu juizo.
Devo declarar em abono da verdade que esi
vista da minha indignaco e da repulsa ase fia
as suas propostas gananciosas e prejudirtaes as
Ncleo Colonial Suassuna. o Sr. toramendaasr
Joaquim Lopes Machado mostrou-se pesares*
pela minra aititude e, retrahindo-se pedas isa
dcsculpa e inston para que nao se failasse maif
a semclhanlc respeito, rasao peia qual nfto rom-
p inmediatamente com S S. Mas dessa data
em diante nao deixei de licar prevenido, ambn
me alentasse ainda a esperanca de vel-o, em vir-
tude dos lotes que eu Ihe havia concedida, I
como a seus filhos, socio c irmo deste i
sar a companhia. para a qaal, como
concorreria com 130 contos de ris, e aanaarix
a uzina que tao necessaria era ao fataro e prst-
peridade do Ncleo Colonial.
E i a rbita da lei, dentro das minhas atlribai-
cA-s, raaiores sacrificios e tudo faria cnmtasta
que visse realisado esse ideal, qne proporcio-
nara aos colonos os recursos para a saa sab-
sistenria e os meios de saldaran seas acsitos 4
Fazenda Nacional, aflim de oMerem aa Utsios
de propriedade dos seas respectivos lotes.
Mas nao era este o pcnsnmeoto da Sr. Cosb-
mendadr Joaquim Lopes Marhsao; aao era
beneficio nem a prosperidaie > Useasa Calo-
nial Suassuna o qae S. A ta*a eei viata; t
d'ahi o antagonismo em qse dea*
locou em relacao a mim, # i
/



r
.. i "" ii..


Diario de P^rnamboco Domingo 13 de Maio de 1804
i^"BF*^ i.........
-se operou no sea anterior enthusiasmo com re-
la fo a fundacao da mina.
Recife, 2 de Maio de 1894.
(Contina).
Manoel Barata OeA.
Pcrnambuco
A minha vaidade litterara acaba de
soffrer um bem rude golpe !
0 Dr. Martins Jnior, a proposito de
urna eleicSo que n5o houvejem Muribe-
ca, desfechou sobre os meus pobrtes li-
vros Caricaturas em prosa e Qnadros de
liontcm e de Iwje todos os raios do seu
mo humor, fazendo-me perder a doce
illuso de ter produzido trabalho de al-
gum mrito, elogiados na imprensa e
que mereceram palavas de injusto apre-
so a muitos homens dos mais eminentes
do nosso tempo.
Tremenda desilluso!
Nunca julguei que Muribeca me pre-
paraste ura desgost tao grande e tao
profundo, pois em materia litteraria
soffrer os esconjuros do auctor dos Es-
tilliacos e da Tela Polychrotna mesmo
um horror.
A impresso que sinto semelhante
dos tempos do bombardeio, ferido
assim por um estil/taco e mudando de
cor tal qual a lela cima referida.
triste ao fim de tantos annos, ten-
do visto as edicoes dos meus livros es-
gotados, attribuindo isso a um certo
apreco do publico, de repente surgir
esta critica faisaiide ne rubar-me to
ingenua conviccSo...
Mas Muribeca ha de pagar-me. Eu
que nao tenho culpa de all nao ter ha-
vido eleicao e de apparecerem esses
200 votos aos Drs. Martins e Jos Ma-
riano, cuja origem um mysterio, sob
a forma de boletim, surgido espont-
neamente, como os cogumellos, hei de
empenhar-me com todas as forcas para
que de hoje em diante all se effectuem
regularmente as eleicoes, pois nao es-
tou disposto a que essa falta me redun-
de em descomposturas, aniquilando
completamente o valor, embora mini-
no, que eu suppunha terem alguns dos
meus trabalhos litterarios.
Ao Dr. Martins Jnior peco que nao
seja mo, que nao misture proposital-
mente factos eleitoraes com litteratura
amena, boletins falsos com contos lit-
terarios, duas centenas de votos (que
numero redondo) com a sua maioria de
15, nem o seu partido com o autono-
mista, fudidos ambos na immensa e
idntica votaco qpe todos conhecem.
E, como tudo o que disse, sob a for-
ma attenciosa que o leitor apreciou no
meu artigo de ante-hontem, ficou de
p, sem replica, sem a minima contes-
tado, repitirei que continuo a lamen-
tar ver o Dr. Martins Jnior envolvido
Nem hilamos no* siolstroa da Velona Espiri-
to Santo, e do Grande Hotel de Santos porque
oestes dcie b tanta.., coiaa qoe o ultimo dell*
mereceo at o nome de novo canal do Panam
quaiiticaUto que e>ta longe d ser svnonlmo a
hooaalldade t
Djqaelle outro de mar de Hetpanba ja acarnos
sclentes pels propria directora da Progresto
qoe o negocio est, sem o menor petar, submetti-
do aos trioonaes da capital federal.
(.Pode nos dizer algueo comoe qaando llquidon
a Progresso-, osnistro de Pelous (Estado do
Rio Grande do Sol)!
Se tica provado que extstem Compaobias de
seguro cootra fego orerlore*. Progresso n'u-
ma propofcao de mus de 92 por ceoto ; se ad-
mltlrmos qae a Comoarbia qaa pagar pootaal-
meoU os sea siniotros merecer* a cooftanca do
commercio! ( do commercio)! e ja vimos como
qoe paga a repetida Progreeso, ebegamos a
cooclusa-i qoe o Sr. Jactas algam iaimigo dis-
ta-caao da ComDani Progresso.
Pelo menos nao selbe podia faxer mais d.moo
do qoe loe Uz aquella pseodo-defesa.
"negar ao pomo de cbamar COMPANHIA DE
F0G0 1? Para os accionistas 00 paia os asse-
gurados? I Quem sabe se qoiz dizer para todos!
Ha tanta maligoldade no mondo...
Argus,
13 de .Maio!
Hoje, que o coracao da patria vibra
em todas as suas fibras e estremece em
todas as suas sellulas pela magnificencia
o siibliniidadc de um faetc tao grand-oso
e altametite patritico, como soe ser
aquelle que relembra a urea lei, que
levou ao jordo da liberdade aquella
raca ignara, para mais tarde dar-lhe
assento no banquete da igualdade e da
frateruidade ; o dia de hoje relembra
tambem o nome do factor da grande
e sabia lei, que soube agir contra as
eminencias do seu proprio partido, para
mais tarde ver bater o coracao da pa-
tria? .'...
Salve 1 sempre salve oh 13 de Maio !
Salve sempre salve oh preclaro conse-
lheiro Joo Alfredo Correia de Oliveira !
Recife 13 de Maio de 18*4.
Parizio de Valladares.
Amaragy
Ao publico e especialmente ao
commercio
O abaixo assi^aid) rendo neata data
saldado una o-iqUs tegr!B40M| declara
qae, so houver alquero q'i si julgae s otedor, presante- o Sr. A it'taio Qe--
vssio d> Souia, ne Amaragy, o qu*l s> oo oiip'tiuifnii
te habilua bito que por ventar p'a apjarneer.
Aproveita. pjrUato a o>-c*aiao pira
provar aos ae> d-tracMrt o 'oio
aquellos que coajorrora-.o p*ra au. aa-
sencia de Amrrfgy, q intento de servir s* o* fait-M que a li e
derm e so eatS > d.i-i 1 > pr-i d-jixar d-'
rea'isar os aeua conprom so, o que es'.i
esbuberote'D'intd provado com o proC-
dim-o"-o que ac* de ter.
A mi ni, pois, aoj seas ir*tutt iaimi
em to tristes manobras ele.toraes, em ,^03 a,f4.4rloa d-j, aae sa -
tudo idnticas as do tempo do impe- ^ ^ ,,i0.
rio.
Se nao tivermos desassombro para
repellir fraudes, venham ellas d'onde
vierem, pouco brilho daremos ao rgi-
men que temos e que nosso dever
tornar respeitavel e querido do povo.
E agora s o tempo poder lancar
algum balsamo na dolorosa ferida aber-
ta pelo Dr. Martins Jnior em minhas
illuses litterarias, assim'decepadas pe-
las duras palavras do poeta dos Estilita-
(os C da Tela Poly...chroma.
Se eu imaginasse um taj desgosto,
anda- que o Dr. Martins Jnior me
chamasse mil vezes discusso de Mu-
ribeca, citando outras tantas o meu
nome, eu me dexaria ficar calado.
Mas quem podia prever que de Mu-
ribeca a discusso cahisse em trabalhos
litterarios, romances ou mesmo contos
fantsticos ?
Cruel surpresa !
E', mesmo, de se ficar inconsola-
vel! ...
Luis de Andrade.
Interessante
bam pautar a aua vid piblia^ e privada
oomo tem t-iit 1 o a'i*ixo as:^iii dura-ic-i
toda sua vida, p-in sipalaitsita aeto ah>-
tno8 t-ai)' s, qaado victima das man
otreaea e torpes peraeguicSa.
R-cife 2 de Mu;o d-<"lS94
Mm)tl lirayner
Gamelleira
Eageoho Timbo-as8a,
Coeganso ao conbeclmeoto do abano asslg .
nado qua alguem acooseloa a mloba gogra a [
venda do eogaooo Timb-as para prkjraicar
meo Blbo, noico Derdeiro neceasano, venao de-
Ciaiar qoe empregare os melos p'vcisoa para
evitar a Vf na do enx^nHo, no qoal posuo oem-
feito'iaa do Vlor de iO OJO/000, devidam reconuecidas em enixuca proferida uu qoeatau
a qoe arra*uram minh *ogra
Aogasto C"ar Andrade:
Eogeobo Timb a*. 6 de AOrii d 83.
Festa da Sandssima Trin-
dade
A commusao abaixi a-unarfa. enca*regada
da ft-u, em vmta do crea'-ido naoiero oeinuaoM
qoe diro* a Ci'n'rari. eavrinp ahsoloumnU
impossivi-l s^ iifiBir a ivo. i-revaime s- uesie
meio para 80intiti<:a r uqoelief qoe aoeir^iu
concorrer para o brllanii*T)o d feni, qo* po
detn remetler suas espsalas em cana lecb-ia
aos segnintes irmCos, Manoel Gooc^lves Agr.
roa do Imperador n.. ao ibesoo'fi'o, Uano-I
Joaqnim Ri peral-iz o. 1 *o 'cr pitv tor F'a'i:ur- dt N-
tividaae Saldaofa ou ei.iao a commi^o.
Consistorio da oomm un.
A rommlffo
Seba'iSo Lotraf8
Agosiinno AcrD' B Posua.
Man-i Jcqa CastoMo Ferr-ia da SiIvb.
Tn^odnro rta S'l* Compeli.
Auioniu Bn>oad. F. o-<*ch.
Js R*moa de Olvela Jnior.
Phoitogrupo B4isea
(D li-pubUca, do O.rt)
E-''oj 1)! o ee^uintw :
Tiv ocaiio a- t* o N >vo pnooogr
p.lo 40* re-.-etm a eiapraaa tn^pnouirj ilr'>-
E'iado.
* machina saos du'ida urna p>i'f-!ico, D' r
qae l'0 d<> s;o elTelt.i mara>i>uto ]a colibr-
do entre 06, esi4 ioxaoaamani todoa os seos met*e< oi^ellajoc e com mm
qaaniidade t-xi'aordiui'ia de uiaifriae* ..h--s.-
iicitts capaz at viar ooa vea transioruo al-
go in
A'ia de 110 rylind-o de moai'a* espacia-*
eotr< ellas a exniO'ClJ -'o grand co>.cerw d-
Omcago, leu urna v 8a.
Sao de perffia escolna o< i'h.ioog'opbi)i<
qne recene a mpr-a* teieononica iie- tao a-ric qje o aud>J<) <> 6r. P>rir "i>-
Saoto, embora ni-oos o-'f-ic-.'! t in tino
exnibiao com anu.''u mu towat as localidan-K
cod" f.z a sua eat*a.
E' um bura mi a>- fate'-te urna fortura.
Interior d"8 Esta)" ou* inda nao ro'ibacen
es'a ma't'ii'ia do *ocl" de E itftifl -
C-)'Mta-ao< quJ "iui',-aa depuU .1- expl <
ro igorca a-ii", o v-u*era a .jue.n por o
se orouutrr-
E' digno d- iiipncao oa* o' qa Drocnrem e
nha- l'Ci menle aK-oi< ain'1'irn con um r>--uo"
de traDilrio tn-iA por glemer.t-i a maid ob>iuie
inveuco do rcalo .
Agente.
Pamplona Ir indos 4 C.
x i.EAiia'
Ao puhUco
D. Ismenia A. de Mattos Lima, faz
sciente a quem interessar possa que as
bemfeitorias existentes no eugenho Timb
Ass e pertencentes ao Sr. Augusto Cezar
da Andrade esto sugeitas a urna execu-
5X0 superior a 4 OOoflO-.O como se v d
c^rtido abaixo.
Racife, 7 de Maio de '894
ismenia A. de Mattos Lima .
Jos Genuino Ferreira 2 tabellio do
publico judie ale notas, esenvao do civel
commercio privativo das execucoes jury
e execucao criminaos do municipio de
Ipojuca, em virtude da lei etc.
Certifico, que a pedido de D Ismenia
A- de Mattos Lima em meu cartoro corre
urna execucSes contra Augusto Cezar de
Andrade e que foi arrematada pela mesma
D- Ismenia A. ale Mattoa Lima de cuja
arrematafSo pende embargos o qual est
sendo discutido e que a execucao de
valor superior a 4:U03-OO alm dos juros
e custas. Dou f.
Villa de Nossa Senhora d'U de Ipojuca,
5 d9 Ma o de 1894.
Jos Genuino Ferreira.
Banco Era virtude de deliberayao da Assem-
bla geral
ordi
nana, sao
convidados os
accionistas deste Banco a reunir-se em
assembla geral extraordinaria, na prxi-
ma 8eguncl a feira 14 do corrente, ao me'.o
dia, afim de tractar-se da liquidaglo do
Banco.
Recife, 9 de Maio de 1894.
P. J. Pinto.
Director gerente.
rr. Hercuiano Bandeara de Mello
Medico operador c parteiro. D con-
sultas das 11 horas da manh s 2 da tar-
de ra Mrquez de Olinda n. 38, 1. an-
dar. Especialidades: Molestias do sys-
teina nervoso, do tubo gastro intestinal e
de apparelho genito orinario.
-----------------------------------------------------
Dr. Freitas Guimaraes Medico,
Tcm o seu consultorio na ra Duque de
Caxias n. 61. 1.' andar, onde sera, encon-
trado de 11 1 hora da tarde em sua re-
2sidancta no Caiueiro n. 4. Telephonen.
92 J .
Dr. Ootavio de Freitan Medico,
consultorio ra Larga do Rosario n. 20,
1. "andar. Antigo interno dos hospitaes
do Rio, de rolla de sua viagem a Europa
d consultas das 12 as 3 horas da tarde.
Especialidades : febres, molestia de
pulmio e coracio. Encarrega-se de
analvses chimicas das urinas.
Dr. Vrhur Cavalcante Residen-
cia ra da Imperatria n. 11, 2. andar.
Participa sers clientes e amigos que
mudou seu consultorio para a ra Duque
de Caxias n. 74 1." andar onde ser en-
contrado de 1 s 3 horas da tarde horas.
Dr. Julio Mario Medico liomcopa-
tlta, operador eparteiro, Residencia-Rua
da Imperatriz n. 20, 1. andar. Formado
pela Faculdade do Rio de Janeiro, com
tonga pratica em partos e horaeopathia,
no norte do Brazil. Especialidades Alm
da de partos, molestias de mulheres (te-
ro, ovarios) molestias de erianeoa e mo-
lestias agudas das vias respiratoria e cir-
culatoria.
Attende a chamados para o interior
do Estado.
----------------*----------------
Dr. Joo Rangcl Medico operador.
Especialista em molestias da bocea.
Residencia ra do Baro da Victoria
n. 3, 1. andar, onde d counulta todos
os dias uteis de meio dta As 2 horas da
tarde. Attende a chamados a qualquer
hora do dia ou da noite, para dentro ou
tora da cidade. Telephone n...
Dr. Carnclro LeaMedico parteiro,
consultorio residencia rua do Livra-
mento n. 31, 1. e 2.a andares.
Consultas de 11 as 2. Chamados a
qualquer hora. Telephone n. 325.
Especialidades: febres, partos e moles-
tias de criancas.
:-----------^~--------------
Dr. Itastos de Oliveira Medico c
parteiro, consultorio rua do Mrquez de
Oliuda antiga da Cadeia do Recife n. 18
1 .* andar. De volta de sua viagem da
Europa onde visitn os principaes hospi-
taes de Pars avisa seus clientes e ami-
gos que contina dar consultas do 1 s
3 horas da tarde. Recebe chamados
qualquer hora em sua residencia na Es-
trada dos Afflitos n. 32 B. Telephone n.
365.
ara c Exm. governador ver e pro
v/ldeneiar
Contra a expressa di8pjsicao da Contiitu'ca
Federal, art. 73 lei esiadoal n. U de 1892,
poae o collecor e o ecMvao das rwilas est*
daaes a^cnoaoUr o cargo {de ibeeoureiro tu
rendas maolcipaes, caraos estes remif>e-a1os ?
Pa-ece incrivel tanto escndalo na ohs-vanoia
dos preceitot legislativos eu olena Rspu'ilica,
porm rea1, e pa-a qoe se verifique a verdade
basta pergootar se a collector ismbem pro-
pnetano de aoaa pbarmacias, orna aqu e ouirt
em Ribeiro.
Acrasitamo si raaU cargos remunerados Ihe
deteem, mais a lei emia; de tal molo, pooco a
pouco, qoe aa leis toroam-ee letras mor.as
e. -e para iag!es v-r.
Abi tica o nosso p'O'esto em face d% Coogioi-
Co Federal e de no*a le esiadoal. resiaodo-
noa a e^peranc* le qoe a sabia e pairiolca
admlnistiwcan do Eim, S-. governador nao tar
dar em fazer jatica. como cottuma
Gamelleira, 11 de Maio de 1894.
Antonio Silva.
Aterra dat Dore*.-Por meio de ora
delicado procesio resoltado de um araode ex-
oerieocia, babil e de trabalbjcoacerva ee a
fr.gaocia das maw escomidas flores que se
abrem na Terra das Plores, na Agua de Fio
rida de Murray Lanman com ei foese apre-
seetada em oai ramaibete de lljres acabada de
colber.
0 oerfome deste modo oMMo doradooro e
delicioso, poia seo odor se impregna os veeit-
do* od no lenco em quj se ba osado, nendo ama
combioaco do poro odor natoral das flores mais
delicadas ; sempre ref-eeca, aempre 8gradavei
e em qoanto qoeda om raitro de sua preseaja
conserva estes rseos caracteri-ti'o. 8
0 Qiioiom Labarraque onica preparacSo d-ste
genero, approvada pela Academia de Medicina
de Parla, om poderoso restaurador das forcas
Qjlolsirado com o mais feliz reoul'ado as conva-
lesceocaa das febles typdolrte?, pneumooia*.
conseqo-'ocias d oirtj. etc.. etc.
Acon*eibai o uso do vosso Qiioium a om
graode nomero de doentes. Depois de ler pro-
corado por molto tempo om tnico poderoso, o
teoho por Om encontrado 00 vosso Qainiom, qoe
eu considero como o restaurador por exceilencia
das consti>oic<8 esgoiadas.
Dr. CaDaret.
Nao gosio de converter as qoestOes de inte*ef-
se geral em qoestjes p-ssoaes oem de levar es-
tas ao publico fasendo da impreopa um Ascora
moir.Visto, ro-m, como o S-. Justus desmeo-
Undo o propno aune qoe adoptes, commec* >
soa nreieodlda re^posta Inserida 00 Jornal du
Recife iehontem ao meo artigo do Diartode Per-
nambuco Je 10 ita corren1, cora a oU'pac!o ti
minbaepig'apheevo 'Xii dier qu r* o fes por
mal, oina-ie i um acto inuii ftio o que ae foi
por faha de recursos otellectoats. eu me off*
reco a Ihe facilitar gratis qoaolas eplg"aob"S pre-
cisar. E vaina pela ioiisodestia a caridosa lo-
teDgao do offe-ecim nto.
A expos'gao nooie-icaqoa se fz no a-tl^o al-
lodidc, cbama-se em boa pa'avrue falstdadel
fallaca.i da Co-nptobia Americana ue negu-o
centra f'go. U^a das mais solidas e fluorescen-
tes eos E'a'ios Uiilo* 1a Repblica no Brazil
(sDgundo ifi^ma o Sr, Justos) diz-re qoe os seu*
iiioloa a emi tir bSo no- v-lor de 1 200:000i000
h ci aodo depo.s o art. 69 io esuiuios daqaella
Cozpanh a nos participa qoe esta comecara soa
ooeragCe. logo qa^ es'ej?. sub;c*ipto o capital
de 500:000/01)0; Se eu :iSo estoo equivocado, a
Americana eocetoo ja Ui temoo as suas ope
rages epor coeseguiote letncs qae admitiir qoe
dos 12C0:OO0/000ja foram s-jbsciptos os......
500:CO050OU resalo f a emilti-, 700:00000'3
enao i.SOO.-OOO/OOO. Qoando eo traoscrevi o
balaoco da P.ogresao. aeinje o coidado de de-
criminar da totalidade do seos litlos aqoe les
qoeestavam emittidoa eos que estavam par*
emittir. Salvo malbor opioiao, acbo eu que
assin que deve escrever qoem oar .-'spena'-o
poollcu qae !. e o contrario dalo nS. saber es-
crever bem cu o5o qcerer diz^r a verdsde.
Na serie dos meos estados preparados sob
Compaobias de Seguro cootra fogo nao liona
aiada ebegado a vez n Compaohls Americana,
porm, vejo-me ua oecessidade a? cceltar o con-
vite qoe to as ciaras na me faz ? 0 Sr. ustus
nao descobre sooeroriade nenboma entre as
Companbias contra fogo ? NSo se diz de fogo
cbaro Sr. Justus, ouvio7
Veuba c bornen de Deusjustissimo a vimos a
fazer ons tantos cuneros qoe sao os meibores
binculos para se fazer taes descobrimentos:
Segando o balanco ja publcalo da Progres-
80 os talos qoe ella tcm emitildo eao pela
qoanti* de 37:975*000.
Segundo ja vimos e demonstramos o capital
subscripto da Compaabia Americana* de-----
500:000/000, differenca a favor deata 462:023*000
isto : no entinto qoe os asegurados pela Com-
panbta Progreaso tem urna garanta re triota e
oito contos de reis (cifras redonda*) os assegu-
rados pela Americana teta qwnhentos contos de
garanta, oo por oolra : A COMPANHIA AME-
RICANA TEM SOB A PROGRESSO |UMA SHE
M0*IDAbE DE MAI8 DE NOVENTA E D01S
POR CENTO1 Percebe f Pois olhe : eu apos
to qai o publico ja perceoeo.
Com mola prensa affirmou qoe a Progresso
tem pago os sena sinlstros Qoe' qoe examlns-
mos este ponto?
Aqoi peno na cidade da Babia, temos cKIJI de Baccho a garganta cscaocara-se
om de tru coctosde tele que seden em i de c
Ooiobro de 1893 e ootro de setecootos em 1 de,E seUS Glhos Se alegram por Um.....
Janeiro qoe seuondo c meas apontamentos AIN-
DA NA) FORAM PAG?S. \
4i|iima* palavra* abre a lranl
ra;as.-Uai verdade qae todos conbecem,
qae 00 vero traosplra-se mais oa meos, segn
do o temperamento de cada pessoa, mas em re
gra geral,' porm, todos transpirara.
Uaa ootra verdade tambem sabida de todos
qoe quaado se transpira oo se tem traospi'ado
maito, acaba-se sempre por ter tete. A sJe
om indicio qoe se deve dar ao organismo a agua
perdida. Empre^am-s; dnaa especies de liquido
para este flm. Um deltas sao as bebidas fer-
mentadas ui'8 como o vinne, a crveja, etc.; oao
p-ecisamoa dizer qoaes sao os seos inconvenien-
te? ; a ootra especie de que se lai aso, sao as
bebidas squosas nao fermentadas meaos noci-
vas, mas nao obstante, perigoas para o estoma
go e o intestinos.
Se qoizerea tomar orna bebida qoe seje inaf
fensiva e at tnica, tomem om vidro de alcatr5o
de Gajot, e poobam orna coloer de cb deste
licor em om cop > d'agna. Com om vidro pde-
se preparar 48 copos d'agoa d'alcatrao.
N&o poderftd'dizer qoe fazemo. gastar diobsi-
ro a-oi. Exijam qae os roalos le^bam o en-
dereco, 79, roa Jacob, Pari'
i
J da Fama trombela prepara-se
P'ra cantar tao solemne festim;
COMMERCIO
Dr. Alfredo GasparMedico. Con-
sultorio e residencia a rua da Emperatriz
n. 18, 1 andar: Operador parteiro tra-
ta com especialidades de molestias de se-
n horas e creancas. Consultas de 8 s 10
da manh. Chamados (por eacripto)
qualquer hora. TBLBPHOMB n. '26
Dr. Brrelo Sampalo Oculista
Consultorio rua Baro da Victoria 11. 51,
1." andar. Ex-chefe de clnica do Dr.
de Weokfir, de volta de sua viagem
Europa, d consultas de 1 s 4 horas da
tarde, excepto nos domingos e das san-
tificados. Telephone n. 285. Residen-
cia rua Sete de >etemhro 11. 31. Entrada
pela rua da Saudade u. 2. Telephone
n. 287.
Esperemos um pouco.
laa > o ata era ia < 4e Coraaia
baeo
SKTOBES
Proavz do Rutifs, 12 de Ua'.o ie 1891.
N&o boave coucio
HoQ"m
Na Bolsa offerece-am vender :
96 ODNgaces da ComoanOia Pemm*)acaaa
do valor de SOOA joros de 6 O/o a I90XW.
O presdeme,
Aogasto Piolo de Lemos.
O secretario,
Antonio Leonardo Rodrigos.
CanbU
peaca 00 bccifi
Os Baocos abriram com a taza de 9 9/tfi .obre
Londres a 90 da, realiaaodo se pequeoas traoa-
aeces.
Pelas doaa boras da tarde balxaram a tixa
9 l/J, eflectuando-se negocios iosieoidcantPti.
Em papel particular boueraai transaccoes a
9 5/8: a oliioia bora nao nada ledras cima ue
9 9 16.
tandea de geocroa
Para o aaricultor
aSSCAR
i>itallsado...... 600
fainas por 15 kilo. 6*200 a 6.S0G
Sraoco dem idem .... 4*0J a 5MO0
SomeDOi", dem idem. ., 3-700 a 3/9U0
ascavado dem idem '. 28j0 a 3000
Bruto idem idea..... ao boave
Broto melado...... 2J20 a 2/100
Heume idem dem .... 1/800 a 2/UiXi
Algodo
Nao coDbtoa negeio.
leonl
Mr pipa de 480 'iu-os 320/300.
Jk*j;(iiardf Por pipa de 480 litros 90/000.
43oaroc
ecos salgados na base de 12 kilos a 8C0 rU
iomioal.
Verdes 485 reis.
Caraacafta
Cota-se de 12/ a 20/000 por 15 kilos vencas.
el
Colamos nominal a 90/000 por ptpa.
TABELLA DAS ENTBAOAS OS ASSOCAB 3 AL-
GoDAO
Mes de Maio
Entrada
Barcacas .11
Vaporea. ?
Aoimaes.....1
Estrada de Ferro Central." 1
dem de S Francisco 4
dem de Limoeiro. 1
ioomma.....
Ansa-
car
Oas Saceos
a 10 14281
a tU 19*9
a 11
a 11 4673
a i 19239
3 10 387
43419
A:g0-
dao
Sai-.cs
1077
50
83
846
696
1642
4494
B&porcae
Hcir*. 12 01 uno; de 1894
rara o exterior.
So vapor lnglez Sjrala, para LiverpjoJ,
carregoo :
Eroest Kba, i.^OO p9llea de carseiro e 300
ditas d? c-bnu.
Dr. Aunes Coitn dico Cirurgica Consultorio, rua Mr-
quez de Olinda 11. 5-3, onde d consultas
das 11 as 2 horas da tarde. Especiali-
dadesFebres, partos, molestias de se-
nhoras e criancas. Chamados a qual-
quer hora na sua residencia, un rua da
Soledade n. 31, esquina da rua do Atalho
ou no consultorio
i No vapor inglex Sirios, para Ntvv-Y rk.
carregou :
Ernai Kanu, 900 r.elle Nj v.por aiiemo, LissaDon. pr< Ham
bo'g'1, carreg'iu :
R. B-o'beis. 1,346 coaroi salgados com.....
6.1R2 kilos.
Pa'a Br*mo, carreeoo :
V. eeseo, 5 barricas com 400 kilos de asso
car 0'ao':o.
Pa'a L"boa earregaram :
M. Lima 4 C. 5 -accas com <6.94 ki"> 1
algod >.
C, Maia C 1 barrica cora 41 t'l.a d ..
car retnado e 2 ditas com fariooa de midi^a.
Para o interior
No lugar fallemao L'.oa, para Purt Al*-
gre. carreearam:
Cortea at Salda-ba. 300 sac-o* om 5"0
kilos Je assocar braoco e 100 ditjs cm 7,500
ditos do dito mascava4(>.
Ni p.Ui'io aiiaj-0 Otto G Sto!bJ:<
para IIm Grande do So!, ^arre^aram :
Beltrao 4 M mt-'i-o. 50 saceos com 117*0
kilos de assucar branco.
Na barca oorue^oeose Stacley, pa-a
Pai-anaiu. rarregaram :
E. C B-.llrD 4 l'tnao, 700 eaccos com 4 000
kilos de aiocar branco e 500 unos com 30,'-00
dl'oi de dito m"8 -avado.
Mocteiro Se Beii-o, 400 saceos com farieba
de mandioca.
No vapo' iogle Del^mbre, para Santos,
caTetfararo :
P. de Oliveira Maia, 2''0 uceo* com t,3
kilos de assocar branco, 50 ditos com 3(>0'i0
ditus de oito uiastuvado. 80 barricas eo'i 5.S80
ditos de dito reflna'io. tO pinas e CC barra com
9,600 li'ro* d icu^r (ente, 40 pipa8 e 15 barns
cora 0.120 "li ra o> alcool.
J. Baltar 4 C 50 sacco3 com 3.CO0 kilos de
assecar branco.
Companhia de Estiva, 1,000 accoa com 60,000
kilos de assucar branco.
No vapor austraco Helios, para Rio de
Janeiro, carregaram :
A. Cosa 4 Pinza, 400 saceos com 24 000 kilos
de ahsocar mascavado e tOO ditos com 35 00J
ditos de di^o branco.
M. S. Mj, 600 saceos cem 36.000 kilo? de
assocar brsnco.
Caacaj e Carbsaa, 472 sacis coai 28 320
kilos de assocar mascavado e 60 dito- 3.$00
it.isde diio branco.
B. Williams C 100 fardo* com 17.72) kiles
de algudilo e 3J9 cacejs com 25 42c Kilos de
assecar brinco.
Companbia da Estiva, 20 pipas com 9.403 Ii:ros
de alcool.
No vapor nglez L. Priac, para Rio ic
Jaielro, carretarim :
R. Lima Se C. 409 saccas com 36.942 kilos de
Igodao.
p. da Silva Bados, 1,356 saceos com S'i 360
kilos de assacar branco e C44 ditos com 38 140
ditos de do mascavado.
No vapor oacioo.,1 Cmela, para Rio e
Janeiro, carrega-am :
P. Carneiro 4 C.,176 barricas coro 18 937 feilos
de ssnear branco, 25 ditaa com 1,875 ditos da
dito mascavaco e 50 sjccos co^j 3.759 ditjs ue
dito branco
Para Porto Aleare, carreearam :
P. Caroeiro 4 C, 1,750 barrios com 14,9J0
kilos deSU .ar branco.
No vapor nacional Jacabipe, para Ceari,
carregaram :
G.deMaitos iriro, 303 saceos com 18000
kilos de milo.
T Lapa 4 C, 70 caixaa com S60 litros de
genebra e 8 duaa com 64 ditoa d> cap.
D. F. Porto Bailar, 2 barris com 180 litros de
alcool.
P. Laroeiro 4 C, 5 barricas com 450 kilos da
afsucar refinado.
M. Goimarea, 29 barricas com 2.328 kiloo de
assocar branco elOditus com 1,198 ditos de
dito masesvado.
Para Mossor, carregaram :
J. RoJngo, e caixas com 36 litros da gene-
bra.
EBITAES
meateiro Antonio Tn iok Pdraira eaaiat
ito 0 bei p t citados ua iaaao< i^l-
r:os. lobrinboi primos legitimo*1 o fiaa-
do Joa Oaoin' P^reira da sete -, para
que 00 pruno de < O diaa, m OJci-r Iata
data, veoh.ni. persntn .ate jeiso, reqaerar
o que tor bena de ua direito*. ao sea*
tido de a tiubiiiur-oj aoa eeos legados,
seadn qae f5 aerto c;>ntsmp!da na part
Iba i proesd-r, i>, qu se babilra-eas dea
tr do all nid<> pr. .>>.
E pars qae sSW'i" o ortahesioMOtn da
todoa mandei ptumur o r>reenfe e mais
cinco de ijujI tr e^r. ni s usr* ffi-ar-
ae *qu; n-lu^.rdo -oaturD', c^a' tambea
para ptiblio-ar-ae pi imprecan n'5t* Ci-
pic* e no lugar? do/oic !ica d a l-tgk-
>araa n- K-ino d Purtugul.
Dado e paaa-^o n'ea' cdf 4i Ks"-
fe, capital co K-'ado d.' PcrnambJ"->,
Repblica *oa aU4os-U B't-ail
o 3l di4 a., mee <"e alargo do muu de
1894 fi d. Kepobliea.
Eu G'iaiavu Iberto a Britto etereven-
te jun-to-cud" n eacr-vi.
En Lu screvo.
S; Pag. 50W rn.de estaaipiia.. o> afjr*
larreoton pels 1 arifrnafjr* do Dv j da
fctto Hflcif-, 31 de Mrc^ d.; 1^94 U
n..-riSi> Luis d> Voi6a Pra.Oi.
O Dr. Sigianundo Aoto-i-> \ime-1-.-,
juis da direico d. Proveiuri. ivwa >-^-
,im a- K. a4. d.- Pera -kiLuo-, It-
bub! -tn irtu d* le >4a.
Fs;i art-r tjoo > peratvaa- edita! 'i
rea -'elle o'ioi tiv-r-in e < q.if.c
ra" interesaar p' q-, a'-^ut.; jai de
dire"t:> da urood"ria d'a-<~ ta-'O d P".r.n>b>"C", 1 R-pub-'ic d>.
tHitut-Uoid-e do Brsall, orre o u>vot5ii>
do b-vi deis.d* pelo ti. DauK!
Pereira d^ Aeov-d. q"*, e>n bu te*'
ment, lettoa oenritn de 2"O oo..
um da ana ubriuhoe, &lh soua irmlus o irraA o de ]l>05 '
um de aoui p-nnu uh'i.id >gi'mjos. E
porque o aao te t-)!r iiA< dnehtroa
numero e os noises it diu^< iegt*ri", 'j-ic
So todoa reidnot-a 00 fcxco do P .
gal, e al^uos co ootihecid>i : o qua tr-.
embra9"> u in*eaU'ie, por nt-i s-i p-d)i
seber s imporsanci q-e ro-niuirHici > M
ferid'ia leg 'O., que lueta o or altondi
dos na reapectiva prtiih, p-ilo or-oeiiia,
i requerimeora do iaveota"-'"'- t-'-
L. A bino ti C, 4 saceos coa .MM ti km ae
assuCar oran'-o, 8 v.jiut>es co bOj kilos de
eab&o e 8 osiaii com 1*8 litros, ae rnueltrs.
Ni oarcaga D. Siout, tar* Retal, or*e-
^.aram :
E. C. Bltrao 4 Irmao, 10 saceos com 600
k loa ie a-suca- retinado.
Nj tuatiD. Auionu, para A'acy. car-
regou :
t. 'ta.. I pipas com 940 litros de aguar-
i-j...
N> riiv arrale ParaOibao*, para Tara-
di C4rrvt{ II. Lima, 11 --ai.os de aaarelio.
A. M-oi-s, 9 a.Dij.
Na brcy Eaterpe, pa-a Ms; carre-
ju :
J. Soota, 234 caixas com 5,6 6 kilos -*e sai a 1
0- Kcnan-ies C, 15 caiu com 210 k lus
da vellaa.
No cter C >luinb >, oara Nsial, c'regoo :
C-mpaubia d Estiva, 200 sacejs com larina-
t liaudio.;-.
L?adima(os) pabll**
tU 38 MA'.J os 18U4
hifandega
Usada geral
Do dia 1 a II
dem d 12
23633U181
34:593>461
Raaaa no Sitado :
0o di 1 a 11 90:08533
idao os IX 14 74ti8O
270:894643
105:350/363
Scmma total
376:5sO:l
Ssenada 5CCo da AUaodega c feruamftj-xj,
12 da Maio de 1S94 ,
O chefe
J. Goocalves da Silva.
O laeacureirpt
Luis Hauoei Hcd.-igafs Valeria.
O weacureiro,
noel rtca.-asd '
RECKBEDOVA DO ESTADO
Do da 1 a II 37:816."75
Idem da li 9:179* 38
(.6 935713
SSCtn PftAflfaVSI
Dn
lien ds 12
4 -39I04
4i6;636
4.785(.0
orlmeato do porto
Nuvios t-n raloa.no (Ua 12
Santos o escala13 dias, vapor inglez S'rior,
de 1.372 iooeladap,2commandante C P. Pfrt,
eqaip.gem 36, carga varios goaeros; a Bla-
ckoorn e Comp.
Portj Diamante .-.epablioa Arpen tina) 47 tias,
logar ingle Sevarn. de '.397 toneiadas, ca-
p;tioM. Wbatesid, eqaipagem 9, carpa tri-
go em grSo ; orrtem.
Pelotas22 dias, patacbo llemao A'.t-v, >
266 toa-ladas, capio F. J. Drost, eqaipagcm
7, carga zarque ; a Jo.quim da Silva Carc"i-
ro.
Navios sthi'ioo nome PelotLigar dioamarqa7.'Eliiat)etha. capi-
tao S. A. Fir.be, carga assocar.
West IodiesPaiacbo dio^marqaea Zari, ca
pitftj P. J. Puerteo, "m lastro.
Rio G'dDde do NjrteHyate nacioaei Boro i"-
sos, mestr* Manoel F. de MMIo, carga va-
rios g^oeros.
Secretaria da Iaat.uc^Au tful a '
Sau/io co Pernembut 25 a r\br da
184
EDIT*L ... ti
Em aditamiuio ><> iia ". 2', 'r
claro, de ordaj da atValS D 1 ipc-.-r
geral 's prnteas-ir ,i>.i.co ice nM>nd s
que, por se ter ver ti do lifissa -: le* m ib
de
ro eooo, cr-.o-e- C"'.apr-. bid.*lati
a ordd-n Co Dr. O m sj mf d;> l^t^^',,
que e!N (-dit.i) a-s r-'<.re, o <-*<,
portanto Hpre,ir tnt-&s JSMta iDe:u-a 1
iit-r.*-' :
se 1
'>.! 1 11
E*rf<-i abro Sj nrom
coosider* *i ssj*jK*ti ,'.^n. > m^aall 1
pn>teaoru M%riu Uafirt nn H..J .> .^ tmtrm
por ai- ter ind* <> 'e rio-
ver 'do eaM i" iJisV p*- e.
Hermeliodn svItiraM d* l,ir>h 5ilaa.
Axodria Ma-q'te Haaja -.i.a dj
aoosju.
UrauU C in- d- s\airai Lc>-.
{) ur-'s
P4 pealian wraisw '/-; 4naye GiU&t.
E9in4i ic ftm Nul de fu-
De ordom do Sr. director engealacN
em elude, fco publico q>te do diu 13 a
Maio ser provisoriamente inaagnmda <>
trafejro do ramal de Glycerk) a Cbo,
ligando este ao estado de Atacaras.
llavera, a partir do dia 1<. tWM mix-
tos duas vezes por semana, aos I" tningaa
e quartas-fc-iras, para aa qSMes ;--_-uia-
rar o horario abaixo.
O transporte de passagein*. haVkV
gens, encommendas eaninaes sr tfito
distinctamente em cada Juma das .'.-tra-
das [AlagOtU Railway e estai ati- aaM >>
unitivamente se effectue o contracto le
trafego mutuo.
O transporte de mercado.-ias em geral,
ser efectaudo directamente deqiial.|SMr
estaco d'esta Estrada para rjualquer ou-
tra da Alagoas Railway e vu--\:-;.
As mercaduras que m destinaren -
erraidu Siunlclp*.! de t. Iosm
o rcovioieoto deste mercado 00 da ti a
Uaio foi o sescmir : Kntraram.
32 tiois pesando 4,091 kilos.
1045 kiloa ne peixe a 20 ra. :-)*00
29 compa-i. com man*eos a 100 *s. 2itM)
12 ditos com camarOea r 100 ra. 1 -i ''
31 columnas a 600 rs. '"f
8 cargas com calimbas a 500 rs. JO00
2 cassaaes com eailinoas a 3C9 rs. oOO
2 careas com ameodoim a 30O rs. > 10
'/ carea com macacne:ras s 300 re IWt
l esr/s co-n canua a 3'M rs. -<'"
9 -aes* com bananas a 300 rs. ;700
3 canas com satasaas s 300 rs ****
1 ca'CM con lonc>s i 30U rs. 4300
2 oargae com Irucras a 300 rs. "*>
38 carkas com furintia a 200 rs. ~Ua))
12 cargas com mho secrn a 200 rs. 2*. mi
6 carga* com fejao a 2u0 rs. *2n
70 logares a 200 ra. iMO
12 sainos 200 rs. U*>
II como, com sai reros a I* i !*>'
8 comp. cox scmeirosa 700 rs. 5Jflt
9 comp. cu ressaraa a 600 rs. .'><,<>.)
34 comp. com comidas a 700 n. M*W
55 com!). com fazenda* s 600 rs. i'-o
49 comp. cora v*>rdjr a 300 r. l''X
73 comp. com faroba a 400 rs. 29*203
40 comp. com talbos a 2# 80S0x
^eodtmentos do dia 1 a 10
S*00
2.-53;;70U
2 lum
Pregos do da :
Carne verde de 390 a 900 ra. o kilo.
Sainos de 900 l idem.
Carneiro de U000 a 1*200 ideo.
Fsriana de 600 a 700 rs. a caa
Bulbo de 500 a 600 rs. a cuia.
FeiiSo de 2J0O0 a 34500 a -rala.
Xarqce 900 rs. kilo.
SaTloi espcra-:r
Do Pono
Palhabo'e pcricga' Ratoslo.
De Pelotas
Patacho aHeroao H-^i.-nte.
P.tactio silemao J. T. L eo.
P Pa:acl"0 ingie.-. alxiaa.
Paiactio allem5o Avi;v.
Palalbo uorcegueuse arif.
Patacbo sllemo araid.
Patacno Isglez Artbnr.
Barca ncraega Sif.
Lugar Ingles Aurora.
Patacbo hollandez Atiene.
Patacbo portag- ez Marino VL
Logar portoeoer Mariobo VII
Vapores a entrar
Mes da Maio
Barata, do su!, boje.
Lissabtn*, do sol, beje.
Tamar, do sol, *>.
Pelotas*, do Sal, 13.
Maoaoi*, do Norte 13.
Cmela, do Norte. > 13.
Santelmo, do Sol, a 14.
Eeicter, di Liferaout, a I-'.
Ville de Rosario, aa Eu:cpc,a 16.'
Clyde, da Europa, 16.
Haoitobi, dj Sol, a 16.
ParagoaesO.. a Barafaa, 18.
cl;robype, no No-'e, a 25.
Vrt-, urc.H n aahlr
Mea de afaic
Sew Y-Mk, Si'ius. boje. s 3 ooraf.
Pijmcntb e esc Sor^u, boje, s 2 J"r*
Sootbampton e e/c, Tsa ar, hoje, s bcras
Saoms e etc., -H-lioe. 13, ** 3 rrorss.
SsDto. e escala, Helios. 13, a* 2 bortf.
Rio e es?, M"ir Ptrto Alegre e esc,, 'm*t>", 14, *t- "o'aa.
Pono Aeerr, e ee-.. SPc"a)e. 16 as 4 tisra.
Buenos Ayres. Ciylt, 6. As 2ina"ra; .
Santos esc,Villa ae R1' rio, I 7 nortV
Santos e esc, Pangado., 20 le 4 i*rao.

I
11 nm 1
lilwWt j


I-

Diario de Peraamboca lEomiugo 13 de Mato de 18IM
pracas despachadas com frete pago ou a pagar,
na conformidade das instrucc<5es regula-
meutares e tarifas em vigor, aquellas,
porm, que forera reuaettidas das capi-
pitaes para o interior pagarlo o respecti-
vo frete no acto do despacho, com exce-
pco das mercadorias que se destinarem
s estacoes intermedias, cujo frete ser
pago at a ultima estaco da estrada
que o effectuar, seguindo a pagar at a
estacao de destino da outra Estrada, que
cobrar o frete devido.
Todos os esclarecimentos de que care-
cerem os iuteressados serlo m uistrados
pelos respectivos agentes as estacSes
das capitaes Recifa e Macei") e em todas
as outras no interior.
Pal marea, 4 de Maio de 1894.
O Secretario*
Jos da Cunlia Liberato de Mattos.
r 1 r- -t n o o >4- r- r- a*5 o
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O* 2.S -2 . -3
i n i O 1 S 2.1 --* s
3 A]fande>a de Pernaaibuco
Edital o. 3
P^A>0 DE 30 DAS
' Wa iMPMtOrl desta Aifanaeea se faz po-
l:eo que uti 11 doras no da 4 de Junno vindou-
ip 3-To v-idi'ia em praca puolira as ne'a-
4en*< ris i dei.TipUi. qu-" no foraro dp*-
> Da i;' n i rai"i *a loi. por eeon loos ou cou-
.>>2:) iro< qc:?*, ali*8, tic niarc-^o o
pra?u n^ 3' Ha^ c-aur oeU d^ia p-r^ as
j;Hrar-io. ot) pe';a de. rpaM>ala x vead, So
e alieoder i. ais a rpclraac*o alloma.
Arujaiem i 1
Mar > diECant-. fF'tu cuna R0 00 nt>n'ro.
Ujia ''! xa n. 2*4, vooa r*'a;c a> S. Ki*b*. n 1* Owoiro df
189!, CO'M'-r'dO C^tampa nao cli"ltOrta cetra-
)oj pji eaTiio-) ificiOJo liquido 10 k-lott e
COLSlgnaoa a crnftr.
3!a-fa V* vid nwm e CV/ eai blxo.U-na
cma n. 7. v.nla m'ia AmtOO', eai 10 op Jan>\ro de 1893
ro'iien io 11 6-te# rt caoihria (! aiao-iSo bor-
dadas e 1 k i! d- tii dj d'^odao bordado, coo-
iifroado a Vilela & C.
irta W r OH ere balxo.Urna cal-
a n. tf388. vin 'o re Hmoar:o uo vapor l-
l^rrao ^riff""". poj 2 ^e M diUCOdo liO k 'loe iiqnl"i de ni-p-l p.re e-
c;?fr h 'icsiguada a B'tnf is 4 C
Sarc- El, h CUxa caixa n. 322 vin-io d
Hmhorto-U) fJ'-or ille nio Ateeotins* wn 2
ti. Mi-ci de 1^93, connnio upxaias pr twcc<
Cf (vrr..faf, petaudo i'quuo 17 kiilos e coei
pmdo a oraerx.
A'-atetn n. 2
J4r.:ra PFA. Uma raixa nem ncme-o vinda
J^ Livt-rpooi no vapor inte Ir z Delauore t-m 14
Ce Abril ae 1893. conirodo 3 kilos de zmosirnf
smd valor e rons cnada ? ordem.
arc KS4H Cinco eeixM n?. 9385 a 9385
e 9367. ludas de Liverpool, o va,.o<- aijl-
Atnor, em 6 de Maio de 1893, contendo <
reibcs e prodacto chmeos, ppian'io 4i4ki l0 e consignadas a Couipacibia lodcsiral A'uc-
retra.
M>rra DT.ia >-ixa n. 3 ioda du H^vre
jr> "?por alleOia" .V 1S93 contwdo 3kno* liq^idoa de .mcfctr.s ce
kasa n. 5 conunadas a o'da).
Jiir a t'FV.Uaa caixa n. 4, vi^da d^ Ham
horg no v*por llemao Sames eca 15 d-
Maio de 1893, conteodo 175 ki.os IMoidon d-
U.old'-s d<- ierro fundido para garrafa:, e .^)rj8i-
fcuattos a orneen.
Marca JA*C Doas graies n. 768 e 769.
viudas de Liverpool oo vapn' irg.ez Archiiue-
iip? eaa 23 de Mai" de 1893,5conteodo leliia-
Je ilnco pezsndo 365 k'los IqotdcB, e c> n
ueaa".aii a Jacintbo de Asdtedo C
Alfaodega de Peruatobuco 27 de Ab'il de
1894
O In?ne"l>r,
Alexnndre de Sovza Pereir ;do Carmj.
|dita1
Agua encharcada
De ordena do Sr. Dr. Prele'to <*<> rao-
nicipio do Recite- ntimo ts propritrioe
de terrenos ekgodoa, ccnatct8 da rcla-
jV> cra, a eegoUl-o dntr< do preso do
15 dias, sob as penas da !*: :
Ra de Carduzo Ayres
JoKo Rodrigaea Pereir, aldioo J Bority e D. Sophia da U>\.
Trovetea da AitrtceSo
Elenterio W derey, Canda* O ympw
S;ie3s3 o Brn8rdo Gomea de Seuna.
Hua do Principe
O propitanoa dos predios de ds. 4
22.
Secunda Travetsa do Princip
Bernardmo Ignacio Gu>m*rftes.
Fisoalisacao do 2.* diatrieto da Frei^e-
zja da Boa-Vista, 11 de Maio do !894,
0 Fisoal.
Joo BaptUta da Reasurtcao.
O E>r. Joa JaliSo Regaeira Pinto de
Soasa, Jui? de Direito da Fasenda Es
tadasl de Pernambaco.
Faz ta'ocr pelo presente qne no da
fite cinco de Maio do correte anno s>
fajo de arrematar por venda a quem asi
der em prsga publica este Jaiso os bens
egnintes:
Uma casa terrea roa da Coronel Sa>
Mana n. 67, com poita jaaelia de fren
te, 2 *1. 3 qoartoi, coainka fora a
qintal murado, msdindo de treett. 3 me-
tros e 40 eentimetros de fondo 10 me-
tro* e 60 centmetros, avahada em.....
1:0505000. _
Orna os terrea a roa do Coronel bu-
asigna c. 69 com portajaoolla do frot-,
2 salte, 2 onartoi, oosinha ra e qiinUl,
i 40 cent-
metro* o de fundo 10 tootroa e 60 omti-
mir-m. vaiiitd* ei i :tKrl)400<).
Um o- terrea a ru o Caroeel Sa-
ann> n. 8 ., tx>ta p-jrta *> jae"a, 2 -
Uo, 2 qurt-. i o-toiata iaterat e qaictal
murado me^ioda i fro< 4 metro o 25
entietri a d<- tun^o 11 metro e 70
eentitaetr-.', avaluxia em 800 Utott 0 errH i raa do Coronel Sa-
Miura n. 9, oota porta e janel do freo-
to, 2 aulns, 2 qifct-Uio, o-wiuti trm e quin-
tal murado, av.t Uro c8 ierran na Mroilo Dia
n. 110, com p-j-t e jn-lla do h^-tv, 2
salsa, 2 quartoa c->air.ba *r pequeo
quiatol murario, ta^dindo- di fr->rjto, 4
wo'ros e do tundo 12 Sito, v*lidu oto
8005000. Ti-d^s n tregu'Z^a do 8.
Utn* rxa^ trro r'< d Ro com ports e Jh"tjIK t h-er>to, 2 Ua 2f
qiisrto?, omiolm lo*a o quiolnl maraflOj
modito dn tronto 4 metro o 20 Cinli-
m'tro, o do fundo 1I> nsotro o 40 eonti-
mtroB, avalinda em 1:000(5000.
Una cae terrea a ru da Bda n. 4.
com porta e JHnoIla do frente, 2 sla, 2
quartoa, cos mrdiedo do frente 4 bitui e 60 centime-
tr<' e do fondo 15 nofo o 10 esntime
tro, avoliada em 1:00- $000.
Urn sobrado do l andar e otSo ra
Es'reita do Rosario a. 28, teed> no pvi-
uento terreo 3 porraa de freoo o seai
rapar nj"to, no saperiur 3 portas de
treme coa varfcnda de fbrro, 2 aaias, 2
joartia e 1 gaLiaete, e so sotJo l jaaelU
de frente, 3 pequeos qnartoe e coiaba,
medindo de fre.it>- 5 metros e 15 centiae-
troB, de fundo 14 metro e 80 castiiae-
trosr avallado eci 600<5000. Tuda, n*
tretrueeia de 8. Antonio.
Um sobr-do de 1 andar o soto Tks
de D msg<:s Jos Martina o. o', tam o
p.vimet terreo com 3 portal da fmate e
1 janel'a no citio, aem rep*r:imenl ; oo
superior 2 portas de frente, oom varauda
de torro o 4 j-naliae no oitio, Z n.laa o 4
qnartos, sendo o sotAo i aailo, medi.do
de frente 4 m-troa e 45 c*ntim"t.-o8 e uo
faado, 21 metroa 60 centia.etr<-a, *.?a
aao em 6:0005000.
Um sobrado de 2 andar* e roiSo ra
do Vigario Tenorio n. 24, tendo o pav
oi<>rjtu :erreo2 portas- de treute, se^. i<-
partimento; co aadar 2 salas, 2 qui-
tos, cosioba intiirna ; no 2* andar 2 sa'a.
1 quarto, no sotSj um salSo, medindo de
trente 4 metroa e 65 centmetros e de fun-
do 14 metro e 9J centmetro, *v* ido
'm vial- sen mAo eaUdo em 6:0005003
Um sobrado de 1 Andar e sotao ra
do Torro u. 6, tendo no pavimento ter
reo 2 portaa de treat<-, e sem repartirnen
to ; no l* andar 2 sala, 2 qo,rtos e cozi-
oh* interna, e no aotSo 2 jboII-8 de fren-
te, 2 salas, 3 qa*rfo o cainba interna
medindo da treote 4 rDe'-ro e )0 centime-
tros e >ie fondo 18 metros e 60 centme-
tros, em vista do seo mo estado, avalia-
d em 5:COO$000.
Um sobrado de nm andar o soto a ra
de Tbom de Soaaa r. 2 teado o pavi-
mento terreo 4 portaa de frente, aem re
partimento; uo andar 2 janellaa o 1
porta de frente c >m varanda de trro, 2
aalas, 2 quartoa e cozioba no so:So, me-
dindo de trentd 7 meins e de fuodi 10
ditos, em vifa dssea mo estado, avalis-
do em 5:C0$0O0.
Um sobrado de 2 andares a ra do Tbo-
m de Souaa o. 4, tendo o pavimento ter-
reo 3 portM da frente, sein renartimecto;
i o
aaeato a todos paanoo so o preseote que
sr publicado o kffix-d>>.
JgOdo e paaaado nesU ci-ade n RoQife,
n. 11 Am Mki rl, 1894.
Eu=A!fredj Diamantino de T. Bandera,
aaertvAu.
Mares TaUio das ReU Lima.
DECLARARES
A 'e^ !* eviir.nc cotillea e eoj vi-tnJ*
as HpvOo r.oniida no H. 43 tu. 3o Ja le
n 4 rni'iii>-'! *m roma e aj*oao>i uiiaeu-
tn 8JOraoam*Hiai c? n. \2\ IW
C-JO'ie a B->-Vra, iiumano o p'ooneu'io
M 8n r(i..o'"i oara fiz'- 'Smaocbar as
iv[triac Bg, io* So de cvr'8'roCcSo irrecu
la-, d u 6 i.itn. S t-ara >*<* ti uatu o p-t !> 48 hora* t'*^ nar comco, e,
nao c.iDii'i'i'iv, i'eii'O'H'" o--r i r-et*ilo* V.aiii--.ipi d R.ci'e e cunta do mineo
prornai.rto.
R'Cite, 10 re Mw -o 1894.
0 ruel no i**'i;o t**Bi"0 taontcip'l,
H-tcoUno R;oo.
Df n-a-ui no Dr. p rinieiifltoi na tiv-
ei^'-t roUM]i:;iat, '.r'io ponli-o o sei;a'nle :
N* ten<',i fi'a, 14. apme^rS'n jt v.'i'.-s d<-
micria'ei no i diB'"no ae S. J-'f ; o mor-
oores. em enja* r.arae fon.-n. eoroo'- as lotrc
e.# n'e!'' "at n^s'a:s uicmc-paes, se*ao
mollail"' n fn'mi da li.
O meemo se eoNndv cum io-!os 03 oa'r^i (*is
trictos em que o serrico de \iiius saotia*i ]
comeeo*.
SeceU'ia da Sopenct-",iencia de Hj^ine
Kooidpal lt oo Uno d* i8'i1..
Francisco J. do Rugo Brrnj.
Secreaco
Alfil!.d8< de Pefiinbaco
Tfrriao ti' anriahsi tito a raa
do Hospicio
P>Bta repartilo *<. taa publico qne
i.;* marcado u pt:o o quinao das para
Donjingo da Silva Ferrara vir eta Al-
fndega apreseotar docuc ent .a que pro-
voca eer ello fur-jiro do terreno do mori-
nLa air.Ja alagado aito a raa do Hospicio
da r*VegufeZ.:. da Boa-Vista d'eata Cidade,
ooolormo declararem soa ultima peticSo d:-
rgida au Um. Sr.jDr. Inspectc-r desta ie
partijo, te.-r.'no aaae que foi requerido
por Eduardo Leh. Fmdo o re/erido
.- jpraso uei.hjat rcciamucSo mais
'ceita.
A!fande;a da 3aado
em 10 de A.io da 1894.
0 Chef de S*cc2o,
Luz Frederico Codeceira
SOCIEDADB
4oxilia4ra da Agricultura de
eer se
do Pernaaibujo
Compagina Trilhos Urba-
nos do Recife OJinda
Afi^embla geral
D acrordo coro o sr. 147 np. 1, i e 3 o de
crea 4C* da 4 4 Jolfio e 1891, acba-ie dis-
posica- ci.'S Sr. dloplta, no escriptorio da
re* {832 a 1833. e relai.o nominal do* CCiODlsU
e a ti:a ilaa UaOff'rvnciaa das ac^-Oss.
Recite. 48 dfl aoril ce 1894.
0 presidente a directora
t. Pereira Sim-*.
C-n.elbo a^mlrieirativj
Sao coDvid.dos os ira. coembroa dent cone-
Ino pa'a u^a .-80 exiraorontara, que cera
logar oo ni ierc-f-ira 15 io cirreni*. oa de
Oc(al, t bora da ume, e na qu.l deliberar se-
oa coui ns ni*robro qoe roaioare-erem. visto
ter ralbado por falta do quorum a eestao de 26
e Abril.
Fita extensivo o presente convite a todos os
memoro a ><~><;iedade e mai acrioo'.unei qre
qoitire'uj *.s-6tir t cima meonooada peesSo,
na tioal tratar 8e tu ae pr.testar per-ote o go-
vro. f<- .eral contra o projecudo angmenio de
15 0/0 cap la.-if-* da eetra-li de S. Ftaocisco.
Iteci.'e, 7 de M.u- < Heorioo" ""ni>toM!et
_ ____________Gerente.___________
Veneravel
Irmandadedo S.S.Ssc'ausento da
matriz da Bja Vista
D rrdem do irmSo jnlz, e em virinde to qne
i r-o-'tva o compromisso deta irmaodade, So
r, nvidado* lodos os nosios Irmios para, reaoi
ios i: (1 horas a macha de domiogo 13 do
arrete, em asgembla geral. no cooeiRtono da
ep'ctiv mjt'ii, e aepois da n.isa de E.jp'rt'.o
Sn'o, clecer.'iu e no'08 fQO'Xion.rm qce leai
de reger a ircaodade no acoo < Coos'storio da irmanoade do S 8. Sacr.meoto
da Boa Vista, 10 de Malo de (894.
O esaivSo
A'thar Teiz-tr BspIoi.
IOCIEVADE
Caixa Pia Ppnlar de Pernam-
baco
D ordem to Exm. Sr. pr^slde.'te, convido a
tjios os ocio ocias para comparecararn no
lia 13 do i-O'reme, as 6 horas da tarda, ?ede
da so-icgao, riui de proce-er-se a eNicao da
oova directora.
Ssb O secretario
Loiz P.rnaoda?.
COMPANHIA
Servidos Maritinios de
Pernambuco
De ordem da directora convido os -s poi-
soldores de obrigaces prefereociaes Jesia Com-
pcobu a virem ao escriptorio da I nrnpach'a,
(Caes da Compaobia Pernasbticaoa) elTac:u-.r a
Bcbstitotco dos respectivos ttulos por oui-o.
era qae sa acbam p'eencni-us n forraalioadet
exigidas pelodecreio euiM."j o. 177 A de lo
de Setembro do aneo fiado, como determina o
art. 7 do raesmo decreto.
RsciN, 5 de Mato d 4894.
Dr. Manoel Po'tella Jcnior,
Secretario.
Agencia de Emprestimo
^a.' convidados os Srg. poesoidorfS das enc-
ube abaixo datcnptae a vtrem reformal-as ou
rtegataTas d'esta data a JO dlia eob pena re
urreiri vendidas conforme dctermico as condi-
c6es asign.dja palo Srte jpeohanlae,
N,. 151244St5 2)33243254 -
37=28:-284-288293 298-308 311 314
-315-369-373388424-428- 438-440
157 _461-468-473-481-497-487501-502
.S10-416-520 524569604626637.
Recite 4 de Malo de 1894
Luiz Vornet.
DE
1 andar 1 sala, 2 qoarlos, o no 2"
odar 1 sala e 2 quartoa, medindo de
fre to 7 metroa o do tunco 6 ditos, em
vista do sea mo estado, avallada em
5.0005000.
Uma ea>a terrea roa do Commerc.o
o. 24, com 3 portas de frente, 1 porta e
1 jaoolla no oitSo, sem repar.imento (lo-
te!) modiodo de frente 6 metros e 41 cen-
tmetros e de fuodo 6 metros e 45 cent-
metros, arbada em 4:000(5000. |
Um aor-r*-do de 3 ndar- s a ra do Com- j
meroion. 26s tendo o pavimento terreo 3|
portas de frente, sem pepartimento : no l-
o 2* andares 3 po-taa de frente e 3 d
oitSo, com vranda de ferro 1 Bala, 2
quar'os; e oa 3' andar 3 jaoea' na
freote o 3 no oitao i aala, 2 ooartos,
medindo de frente 3 metros e 2^ een-
timetros, e de fondo 4 metros e 60 ceo-
timetroa, ero v-st de aeo mo estado,
avaliudo em 4:00.>SOX). Todo na fre
guezia de S. Frei Pedro Gentil ves do
Recife. O quaea bens perteocem u
Moateiro d-s S. Beato e 5o a praca por
execocSo que Ibe movo a taseoda do
Estado.
E para o^e coaste, rasson-.o edital na
forma da lei.
Dado ti paseado n--s*a cidade do Recifo
do Peictmbaco aos deee ue Maio de mil
oitocento e noventa e onatro
)Qz=lfredo Diamantino ae F B-ndeira
Rscnvfto.
Jos Ja'iao R Pinto de Souza.
P0JKCT0 DE NSCRIPCAO
Para a 7.a corrida a realizar, se no domingo
20 de Maio de 1894, sendo a corrida
no Hippodromo do Campo Grande em
despedida.
1. PAREO-O de Malo 800 mtro?.
tonbam gaofco 1 e 2. premios
250300 no primeiro, 505000 >
Art. 5. Debiqne, J-rdo e Furoac* 2".
PAKEOMor/ldade 1-050 metros
2.
Animaes de Perr.ambaoo qne p8c
no prados do Recite. PRBMI03 :
aogundo e 250 ao terceiro.
Aaimaea ce Ptrosrobuso PEK-
MI08
ceiro.
2505000 ao primeiro, BOfOOO ao segundo e 255000 ao ter-
3.
4.
O Dr. Marc"0 TuHio dos Reis Lima, juia
do talcos da pVzonda Municipal do
Eitdodo Pernambuco etc.
Fsb saber qen findos os oob da lei,
se bao ce arremabir em t>rc publica
Wete jtt'so. no ai 21 Ao corrento oa beas
abaixoi declarado pent.iradoa por eseca-
c3o ca Fzendi Municipal.
Casa 8 ra da Conceicao D. 4, r.a Tor-
re, fregueaia de A gados, com 3 jautl
las do frente, 2 portea no oitSo, 6 stros
o 60 centri-otroB de frente, 10 mfroa e
30 cemtimetroa do fondo, 2 a-laa, 4 qaar-
tos, cosinha fora mais 2 quartos, sitio ju-
rado com porfo de ferro, *.vahada em
quatro conloa de roia, pertencecte k Af-
fonto Ernesto Stixr.
Um cofre de ferro avtlKdo em 5'SCOO, |8
e 24 taboai de amareilo da grosura da'
6 poieg^dns, avaliadaa por 120(5000,
perte'r.oentea Pdro Augusto d-4 Silva
Proa.
Qninse caixaa com vioho do Porto mar-
ca VOL i>valiadae por 125)5000, per-
teocectoa a Coet Lima 4 O.
Um cofre do ferro prov* de fogo : re-
liado per 500)5(/0J, 1 oarteira raede
a mocbo avalkdoa por 505000, e 1 niega
por 105000, perteacoDte* a Companbie do
Tocidoa P-olisU.
Um cofre de ferro prova do fogo aviado
por 2OO5OOO L oarteira e mojho por 205000
e 6 sacos com arros, por 12O50C0,
pertencentos a B-l'-bazar MtgalbSrs (S C.
E par qao chegao octici* ao oaoheoi-
5.
fio
Art. 5.Avontnreiro, framarek 2., Piramon, PlmSo, Triamphn, Hugaenote,
Pyiilampn, M. uriiy. Pvgmeu, curoodelle, Dubn o Turco 2 .
PAREC--Probldade 1.000 metroa. Animaos do Peraambuco. PBEMlos
'?505000 ao primeiro, 505000 ao segundo e 2o000 ao ter-
Art. 5-o d paieo 20 da Maio e Moradode e .ais Nababo, Gabt, B .rlim
MJaio, Atiy-8toper, Id, Todo Tenor 2. e. Sna-Sou2.
PAREO-Agridecoaento a Directora do Hippodroino 1.20J
metros- Handcop. Aniraaee de P^rnamboco. PREMIOS : D$OOo ao
primeirc. 505000 ao segundo e 255000 ao terceiro.
rt. 5."- Biemarck 2. e Aveotureiro.
PCSOPiernn 57 kilos. PiaJo, Huguenote e M.urity 54 k.o8 cada nm,
Dull o, Hiroodello Triumpbo, e Turoo 2- 51 kilos cda um, Tudo-, lia o
Pignien 50 kilos cada um o os demais 43 kilos.
PArEO-Br qu-lqu.r pe. premios : 400SOOO ao primeiro, 805OCO ao segundo
e 405000 oo tercairo.
Peso-Ablento 54 k.los, 0>yac> oOki'". Apollo 55 kilos, Pelropoiis o2
koa, Kap-.!iranr. 54 k loa e oa demois 4G kilos.
PAREO-10 de uho-Handcap-l.toOm***: tatBMB do rarcam-
buco, premios : 3005000 ao prim-dro, t>05000 o segando o SUfOtW
ao terceiro.
Art. 5. -Aventareirop Bimtrck 2.*, Piromoo, Plutiio o MaOTlty.
PesoHuguenote, Dnbl.n, Pyriampo Triitmpho 56 kilos cada ce, Tadc-e
Turco 2-, Hababo e Hirondelle 5t kilo^ cada nm, e oa demais 50 kiioa.
7. PAREOGratSd&o a Directora do Prado Pernnmbaeaso1100
metros. Ar-imaea de Pernambuco que nSo tenbam gnnHo no Dorby.
PBBMiS : 2-05000 i;o primeiro, 50K>00 se- segando e 255000 ac ter-
ceiro.
Art 5.*Hirondelle. Tupy 2. Frmica, o Pbiicmot o.
PAREO-ConeEnsrt^ 1.250 uiatroe. Animaea de Pcrpamboco.
Mos : 2505000 ao primeiro, 505000 ao segundo e 2 50C0
ceiro. 1
Art. 5 O do parea Moralidade o Pi-obiddo e mats T^nor 2o.
Observacdes
A inacripao qae nSo for acompanb&da da respectiva importancifi, ser re-
gentada. ,
Oa pareos Moralidade, Probidade, Direotona do H ppodromo, 10 de Janho,
Directoria do Prado Peroambucano e ConclusSo, n&o contarfto vicform.
Nenham dos pareos aera coBaiderado realisado se nto at inecreverem e
oorrerem 4 animaos de 3 propietarios differentea.
A nscripjSo ter logar terca-feira 15 do cerreote co logar e hera
lostume.
Secretaria do Derby-CIub 10 de Maio de 1594.
O FIKL DO THESOUREIRO
A. h. Gomes Penna.
PRADO
QUE SE REAL1S ARA' NO
Da {5 de Maio de
Cor d veali-
menta
Proprk-lartaa
1
PareoConaolaco -1.000 met'oe AQimaes de rernaraouco que nSo icnham ->oho
premios n.a pfad.s do Recita) cootaoao oo Do victoria. Premos: 250tK)0
ao 4.'. 500CO oo 2.* e 25^000 ao 3.
1 4qaidabaa2* 5 Rjd*do ------ Pernam).. 54 Amareilo e roxo...... V S. Bi-ro-.
i Ea....... 5 'Iatla0!i-:i C M EocarD. e preto..... S. G do Med-ircs.
: 0.*maa..... 5 Ki>. talbado 1 O* Preio e eacaroaoo.... 1. V. do Ri. Branco
i Ga-6iu...... 7 Pe;lrez...... i 54 Oaro e preto......... Coo o Narciso...... O '^asiaooo .. 54 Cood. ttitancra.
2." PareoPernambuco1.150 metmaAniroae Hp Pe-nTiboco. Premios: 300WOO
ao 4., 60OC0 ao i." e 30*000 ao 3.
Plo'So.......
Hirondeile...
Pyriampo-.
Oublim.....
Rodaio...
; i-:. n!)o
Tordilbo.
Rodado...
eroaob.. N
52
a 54
a 51
Verde e amareilo-
Amareilo o n x >.
Rosa e preto......
rVeo e Oaro......
Good. Nerouiio.
i. ('avalctoie.
A. Sil-a
Aieveco & C.
3o FareoSportmao1.100 metrosAmmaes de Peroa^bncc. Premio. : 2oC0tl ^o
1.-, 50*000 ao 2. e 25*000 ao 3.
t PbJriseu.... S Castanho.... PerDamb-. o Rosa e azol.......... M. Pe-eirs.
i P.'iiloinnmo.. 5 Kodato...... 52 Verde e rosa........ .'. Panado.
3 Heiia-fldr 2.- 5 i 2 C- At>-o.
4,Vingador.... 0 a 52 Encara, eboaet preo. Caai. 4. de 1 2".b?
4.' PareoAnimaco -1 2C0 metros Aalmaes de Peraamoao. Premios: 250*"00 so
4. 50*000 ao V, e 25*000 ao 3.
Cin{;o........
Ybo........
Petropol' !
^bsfe........
Ganr......
T'imoso.....
Abysmo.....
Preo...
8..O------
Ru-so...
Rodado.-
tQ'-O...
Rodado..
Mi. lado.
Peroamb.
SI
5i
52
5
52
51
52
Verdee amareilo.....
ocarnado e praio...
Azul c rosa.........
Kacarna-o e azal....
V^rde e ro<*........
Eacarosdo e b-anco
anni pimenid.
F. B. Kmo*.
f&o Fraocico
. Sim*?.
S. G. Msh-c--.
J. G. oe Miranda.
U. Goac-.lves.
5' Pareo-SuppleaaeMtar -1200 mflt'oaAaifispa i*e pern.mbaco. Premios: 230*000 ao
4., 50*000 ao 2.- e 25*000 ao 3.-
Bija-flor?0.
Vingador....
Toolon.......
Poaiable.....
Pa'.cbouly....
Rodado
Riciino.
Ousuobo___
RU330.......
Pernamb.
52
52
52
51
52
Encarn. b-mi. pret...
^reio e oora.........
Encarnado e branco..
\ A^ren.
Ciui. 4* de Jiabo.
>. & 0.
M. U. a. lar.i:.
H. i. Mm.
6. PaisoImprcns. Peraaniooesi--fa) buco Premios: 5u0* ao 1." 400* ao 2.* e 50* ao 3 *
Dublim.....
Pigmeo
Triumpbo.-
Todo.....
Ally-Stoper
Pirylampo .
Torco 2 .
i Rodado......
IZiino.......
n-llridO.....

rtuaao. ,-----
Tor,lilbo.....
Alazao......
Pernamb.. 52
SO
54
C 50
* 43
c 54
52
loro e preio.........

Escarnido e preto. ..
Amareilo e veris___
Preto e oaro........
Ros: e preto........
Verde e eocaroado....
A'-evedo a, C.
Alneida & 0.
;ou1. A-rayJ.
J. Moraes.
A. M. de Almeiia.
A. Silva.
J. E Ferrei-a.
7PareoDerby Ciub de s*ernan*baeo4.(00 metro- .taimae de Percm^aco
Premios: 250*000 ao 4. 50*000 ao *. e 25*000 ao 3.
Patcioolj...
Nababo.....
0-biqUP. .
Htranielle.
Malaio......
RoJso----
Alazao...
PeulMS...
Castanbo
Mellado..
Pernamb.. 52
* 51
V 52
a 52
52
Encarnado e braceo..
Azal eouro...........
Amareilo e roio.....
Amareilo e ve.-jp.....
M. J. Aire*.
ou i. Cruzeiro.
P. B-rre'.o
H. Cavalcsnte-
t. Moraes.
bsrvas
As corridas teriinaro s 5 horas da tarde.
Em portinhoasespeciaester lugar a venda
e o pagamento de QULXTOS d podes de 2/
G pieeo de cada quinto ser ce 1^)000.
No calculo derateio no serao pagas as fac-
j'o-s inferiores a 100 reis*
Us aimaes ioscrlpios para o 1. pareo deverao acbar-se qo etisilhaiiittnlo
as 9 1(2 horas da roanha.
Os forfaits so'ro recebidos at sabbado 12 do correntia s I hora* da
tardo na Secretaria rio l'rado.
0 jockeys que nao se apresentarem convenientemente trajados BM a
cores adoptadas uo programma por seus patres. alo serio dtniUidos i p.'s.t^era
e sero multados do accordo com art. 51 do cdigo uo mniimm.
Trevine-se aos senhores accionistas de procur.trera os seus iogressos na se.
crelaria do prado ra d*a Impcrairiz ti. 26 1."andar.
A Directoria chama a altenco dos Srs. proprietarios e jockeys para o art-
21 e seus e o art. 46 que serao"restrictamente observados e o horario que fo:
marcado na pedra ser rigurosamente cumprido.
Chama-se atleucao dos Srs. proprietarios. e jockeys. para procararan os
seas caites. e cadenetas ua Secretaria do Prado atita de ser entregue* nos
oorteiros no diu de corrida.
0 portad do enshamcnto s d entrada as possoas que viorem com animal.
PKE
to ter-
iris
do
A archibancada do centro, Oca exclusiva-
mente reservada para as directoras congeneres
autoridades civis e militares e imprensa.
PRECOS
Entrada Geral ...... 1^000
A Entrada para Senhoras GRATUITA
O secretario,
Jos G. S. Gouveia.
k



Secretaria do Prado, 10 de Ma'o de 1894.
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1 vm i
mmm
iaJ


I------------------------


Mari* 13 de linio de 1&94
THEATRO
Grande
C0MPA\iiH LRICA IT1U1JI4
Em prez a
G. Sansone
HOJE
D^MINQOjlJ D 3:31MO
BECITA EIFBAOEDiNABI
Ultima representfio da eapleadnia opera de
Leoncavallo
Os Pallia^s
Dar principio ao espectculo o spplsudilo
daeUo
Bcnl para todas as diib e trens para Aj-
pocos e Onda.
theItro
IM IflUI
l!M.W,E
Ter^a-feira, 15 do correte
Beneficio do 1* tenor dramtico
G1USEPPE VILALTA
o qtisl teni a subida horra de dediral-o illas-
rada imprecsa pe-oarnb-.icina e sos alatlncioa
aesipnaottt", coro a opera em & asios to iramor-
la! maeMro G. Verii
l!m Balb iffl M-sschera
Em un dos intervallos o beneSciado cantara
pea prlmeira vez 0 romanen
Son pensi a me!...
escripo e dedicado >o tresroo D^ln raa-siro
Xapolcone Os Srs. assignan'ea terso preferencia aosseua
logares at noite .o Eabbadr, 12 do correDte.
Trena D3ra Oiinda e Apipucos 'e bonds para
todas as lindas.
Thesouro do Estado
de Perna albuco
De ordin do Sr. Dr. impeetor do
Thesouro do Estado de Perrtambu3o fago
publico que no da 14 do corrate mez
pegar-se-h* casta Re paniego -a ciaste
de profeasores de 2* a 3" ntrancia em dis
ponibidade.
Thesouraria do Thesouro do Estado do
Pernambueo, 12 do M.io de 1S94.
O escrivSo da deapess,
Alfredo Gwson.
Parochia do iec.fo
Rev;ESo da qoalificacSo da Guarda
Nacional
O capitSo Jce Gorgel do Armrhl. pre
sidecte da commissSo de retiaSe da qua
lifioacie da guarda nacional da parochia
do Recite tz caber que oa forma df.s
disposicss dos decretos ds. 722, de 25 de
Ouiobro o 1850, 1130 de 12 da Marco
de 1853 e 146 de 18 ds Abril de 891,
comecarlo no dia 20 (3,- domingo) do
correte mea em nma ds salas do Ars-
tal de Maricba, os trabalhos do cooceiho
de qaalifica2o dos cidod&os aptos para o
servico da guarda nacional.
Km vsta disso convido c-s cidaa&os Dr.
,lo3 da Silva Ramos, juis do respectivo
diatricto, capitaee Libanio Presidas de
Carvalbo, Leoocio Lobato, JoSo Groncal
ves da Fonte e atieres Elias d- Gra iii-
beiro a comparecerem no referido dia, <
9 horas da manhS no lugar indicado para
iaserem parte do meamo cooceiho.
Recife, 13 de M.io de 1694.
" Joa Gorgel do Amaral,
Presidente:
COMPANHIA
Iudustrial e commer-
cio de estiva
Convido os Srp, accionistas a apresentarem no
escriptorio desta companbia os recibo* d soae
entradas de capital para serein substituidos por
cm tiiolo representativo de sois acgOes.
Recie, 10 de Abril de 894.
A. Fernacdes
Director secretaria.
* INSTITJTO BBNEFIOESTE
eos
Officiaes da guarda nacional
De ordem do capitu vire-pre>idprte, convido
os S s son qneFioo para no comineo (3 do
rorren'e. as 6 t/z doras da Urdp, -na Vida! dt-
Negrec-s n. 173, aflm de tratar** o negocio
orge. tes ao ruesmo lasi-tatu, ocanio logo ali-
sados os S"3. saetea que cao seodD posaivel ha
ver a dita reoo.au 6 l-lta da numero, se.- ehTec
toada pela tercera vez cata o damero que com
parecer.
Pecife. H de Malo de 189*.
O secretarla
Noces da Ponaaea.
Legiao de Socjorros Mutuos
dos Officiaes da Guarda
Nacional.
De or'em do il!us"e oaior presidente, e te
gando aeierm'.oa c a-t. <2 ootco cosvWo u?
Srs. offio'aes, socios da Legiao, a comparece?-n*
no dia i3 uo correrte, a 1 tiora da tarde, h
Rosas .)J, ef'a i roa ta Imvratrii >. 2, pri
meiro odar, afim de procede-se a eleicao pera
nova directora. .
Secretaria da L'i'Sf, ti dJ Uaio da i89.
O f secretar-o
CapitSo F-ancisco A. F-;-reira Magalhafa
Companbia
DE
Tecidos Pauliaca
Cbama'a do raojtal social
3So c -ovidaJoa os senhore1-- sooscripiores de
rgOea para o auT,ente do capital fodal a rea-
i earem al o oa JO do crreme, no escriptoro
provisorio, raa do Bom iesus a. 1, pavimento
terreo, a prhnejra prestacao das accoes ul*-
criclas a razia de 30 O/o ou 60000 por cada
accao.
Rec:8, 5 de Malo ae i89.
O: A. S:_raiva Joniar.
jParorhia de Afolados
"h-rel Joeqoim Silvelra Sobrinho
presid ii'o jo couiu-bo de re'isao da qoalliia-
8o da ^itfd DSBioot da parochia de Afoga-
. 7iJ M ;."> I" Otabro de 1850
.100 te '.' >) Ha co de 1153 e 148 de 18 de
At> 11 i'e i8.l, o; ir iav* S meama
' (3- domiog)
i n\ u p'6df0 u. 2l d" pjleo da 'z ;
e cua^i'a os ii*:.dat3 Dr D:orcedes Goncalves
Ja'S Iva, jniz dlsirictal. capitSes Antonio Hari'
r.h i P.if-ao e A teri Gircalves Ferrara Pilo >,
'. G r > .!o de daazi i\ i' o alteras siiooel
rto a compreceiem para eese tico, oo
..-alo, as 9 Soias da caoba do da re
fe'iiio.
Recife, i. de Miio da I89i,
Mjnjel J. aj-sim Silvdra Sorjriobo
Presidente.
Empresa aonexi ao Gremio
Tobas Barreto
Sci-T.'.ico sos Sr\ i En >re* qne,
dando i SBpriBeate ;o qjm -. :eni o regula-
uuuto dj mesnia, BoMsel rto e theeoore-
ro, para commigo co fUtaireta s respetlva di-
rectoria, aos empre-arios Olympio Gulvao e S--
uesio Pasta Sanios qaa oesta data ticum empos-
bsJo3 dos respectivos loeareB. -
P.ecifell deMaio de 1894.
Mannel Ar5o,
G-ren e.
Eui cumprimento da lei faz-se pu-
blico a quem interessar possa, a altera-
cao do valor 'ocativo dos predios deste
municipio, collectados para pagamento
do imposto da decima, no corrente exer-
cicio.
Freguesa de S, Jos
(Continuaco)
Ra do Dique
Na. :
20 Henriqueta E. da Rocha 1898
22 Joo Rufino Barbosa 120$
24 Dr. Tclesphoro G. de
Araujo 1448
28 Julieta e Constantina 1658
1 A Antonio Jos Silva do
Brasil 1088
5 Joo Ferreira Loureiro 189$
7 Filhos de Manoel Fran-
cisco, de Araujo Campos 1898
9 Leopoldino C. de Souza
Moraes 213$
11 Generosa Maria Ja Hora
e seus filhos Antonio e
"andido 2733
13 Joo Ferreira Loureiro 2138
27 Manoel Goncalves Ferrei-
ra e S. 2738
44 Ig-nacia M. de Jess Paula 1968
46 Antonio Joaquina Caco 3068
53 Manoel Goncalves Ferreira
e Silva 2738
63 Antonio Jos da Costa 14-'S
5 Joo J. de Madeiros Re-
sen e 1.1398
9 Ordem 3.- do Carmo 2958
11 Vicente F. Barbosa Lima 2408
10 Bernardo Jos da Rocha 189S
21 Manoel Joo de Amorim 6035
23 Joo Flix da Rocha 240S
27 Maria do Carmo e Souza 333j
29 Pedro Gomes da Costa e
outro 2738
31 Herdeiros de Joaquina M.
de Almeida 1898
33 Walfrido B. de Oliveira
e outro 3338
39 Augusto H. de Miranda 333g
53 Irmandade da Matriz do
T. em Portugal 1798
61 Jesuino de Miranda Oli-
veira
Becco de Christovam Colombo
Ns. :
2 A Manoe! Tavares Mo-
reira 393$
6 Francisca Maria da Con-
ceico Reg 4383
8 Maria das Dores 2735
12 Jos Ferreira de Souto 213S
1 Jos Francisc3 Moreira 4388
3 0 mesmo 5465
5 Irmandade do Sacramento
de Santo Antonio 2738
7 Auna Romeiro de Alhu-
querque Mello 3938
13 Joao Ansberto Lopes 2738
21 O mesmo 273S
23 Francisco Fabio do Mon-
te 333$
Ra do Jardim
Ns. ;
2 Manoel Tavares Moreira 2978
4 Antonio do Carmo Ferreira 21' %
6 Jos de Mello Salgado 3333
8 Izabel Maria da Concei-
cao e Silva e outro 237J
10 Luiz da Silva Ferreira 240S
12 Ernesto D. da Costa Amo-
rim 1895
14 Arthur Goncalves MacSes 2135
16 Dioniaio B. de Mello 1898
20 Christina Maria da Con-
ceico 2498
22 Antonio F. de Figeiredo
Paiva 1898
24 0 mesmo 189
26 Manoel Tavares Moreira 4178
28 Jos Francisco Moreira 3335
32 Leonor R. Albuquerque
Mello 2618
40 Dr Antonio Clodoaldo de
Souza 2498
44 H. j. Vieira da Silva 4418
46 Jos Francisco Moreira 573$
1 Marcelino Ansherto Lo-
pes 3338
5 Candido Affonso Moreira 1898
15 Jos Antonio da Costa
Fernandes 1655
17 Joanna D. da Costa Pa-
trio 2738
19 Jos Antonio da Costa
30 Graciliano 0. da Cruz
Martina
46 Bernardino da Costa Cam-
os
oac
50 Joaquina Francisco Lopes
52 Thomaz T, Bastos
9 Antonio Ferreira de Carva-
lho
13 Anua R. de Albuquerque
Vello
15 Bernardo Jos da Roch*
19 Maria Augusta Pereira de
MagalhSes
Ra de Antonio Henrique
Ns. :
1 Etelvina e Julieta, filhas
de. Affonso H. Rodriguen
da Silva
13 Antonio Soares Pinto
15 0 mesmo
21 Joo Ansberto Lopes
Ra do Nogueira
Ns. :
6 Anna de Jess Moreira
10 Francisco d-< Mello Caval-
cante de Albuquerque
14 Domingos Gomes de Amo-
rim
18 Bento de Freitas Guima-
res e outros
40 Maria Amalia de Albu-
querque Mello
24 Manoel Fernandes Velloso
30 Victorino D. Aires Maia
32 Jacintha C. de Almeida
Pocas
42 Manoel Cabral de Mello
Manoel Jos de B. Mello
Ordem 3." da S. Francisco
3 A mesma
5 A mesma
15 Albino da Silva Leal
19 Jos Antonio da Motta Gui-
44
1
Fernandes 4998
9 Ordem 3.- do Carmo 1898
31 Joaquim Antonio da Silva 2438
35 Francisco M. de Oliveira 213S
39 Joo Ansberto Lopes 273S
43 Maria A. do Carmo 2438
Ra do Forte
Ns. :
1 .ioo Flix da Rosa 213S
6 Manoel Pinto Pinheiro 4025
8 Jos Antonio Pereira da
Silva 1808
10 Isabel Maria- da Concei-
co 2738
12 Jos Rodrigues Gomes
Villa Cha 1895
14 Joo Francisco Pereira
Landvn 1898
16 Tertuliano S. da Silva 2008
26 Antonio Jos Rodrigues
de Souza ft% 2738
28 Antonio Rodrigues de
Souza 189$
maraes
21 Maria das Dores da Silva
Duarte
23 Theodomiro Cesar Duarte
Ribeiro
31 Augusto Cesar da Rocha
Falco
33 Antonio Jos Machado
35 Joo Baptista Gomes da
Luz
37 -Joao Carneiro Leitao de
Mello \
39 Francisco Jos Fernandes
Mariz
41 Engracio Ribeiro de Mello
43 Galdino Antonio A. Fer-
reira
47 Bernardino Antonio da Sil-
va Lisboa
Ra de Santa Cecilia
Ns.
8 Manoel Fernandes Velloso
18 Claudino Josc de Mello
3 Joo Ansberto Lopes
9 Manoel Fernandes Velloso
11 Francisco F. Cavalcante
Lins
13 Jos de Souza Carvalho
17 Maximiano F. Duarte
23 Francisca A. Vianna e ou-
tra
35 Umbelina M. R. da Silva
37 Ordem 3." de S. Francisco
Ra de Santa Rita
Ns.
8 Antonio Ignacio A. Xavier
12 Flix A. Alves Mascare-
nhas
16 Jos Paulo Botelho
24 Maria A. de Miranda Lins
3 ) Victoriano de Arago Ebla
40 Manoel Joaquim Alves da
Costa
42 Antonio G. de Miranda
Leal
44 Anna Maria do Nascimento
Ai Manoel Martins de Amo-
rim Santa Rita
50 Antonio do Carmo Ferreira
68 Manoel Jos de Mattos
l Jos Soares Neves
3 Josepha R. de Araujo
7 Maria Joanna do Nascimen-
to Vianna e outro
13 Manoel Rodrigues Correia
de Mendonca
19 Antonio P. Cardoso da Ga-
ma,
25 Iria M. Pereira de Moraes
27 Joo Luiz de Araujo
29 Bernardino J. Pereira Ra-
mos
45 Ordem 3." de S. Francisco
47 Jos Ramos da Silva
51 Francisco Jos Vianna
55 Francisca Candida da Sil-
va
63 Manoel Jos de Mattos
65 Jos de A. Maia e Silva
75 Dr. Francisco J. de Sam-
paio
77 Delphim Lopes da Cruz
87 Iria M. Pereira de Moraes
89 Antonio Joaquim Casco
91 0 mesmo
93 Marcelino A. Lopes
99 Joaquim Lopes Azevedo
101 Jos Joo de Amorim J-
nior
Ra do Padre Muniz
2 Francisco Jos Vianna
8 Carlos A. Araujo
12 Antonio Diogo da Silva
14 Alexandre Rodrigues de
Almeida
22 Jos Joaquim da Costa
Pinto
30 Antonio Jos Coimbra Gui-
mares
32 Ordem 3.* de S. Francisco
40 Vicente Alves Machado
42 Manoel Goncalves Salgado
56 Francisco Jos Leite
58 O mesmo
60 O mesmo
1 Jos Paulo Botelho
5 Baro de Petrolina
7 Manoel Marques de Amo-
rim
9 Vctor Neesea
13 Joaquim Antonio Pereira
i Octavia da Costa Amorim
17 Antonio Leonardo Rodri-
gues
19 Antonio Goncalves de Aze-
vedo
27 Othon Coutinho
33 Vicente Alves Machado
35 Octavia da Costa Amorim
37 A mesiT
39 Jos da Costa Amorim
2738
213S
2733
1928
2133
2138
16SS
1968
3 "98
2713
2718
1898
2735
240$
333$
4745
6668
3093
2975
2138
2133
3335
2705
2708
2738
3605
7315
393?
486$
333S
333J
333
393$
660$
480$
333$
189$
2733
240$
189 i
213S
2735
2738
3333
333-)
2135
150;
2618
4539
3123
213S
1538
9738
3218
3003
2373
2978
3338
1:1468
1:140*
2733
1:000$
2738
6738
7235
?318
2948
2618
2855
3r9S
6668
457S
4505
2408
2735
6215
4538
1:0003
3333
2738
1178
1898
1208
1898
2133
2828
1388
2138
2i3S
4405
3338
1895
1:2423
1:1798
955S
1:2'-
1:1278
7548
1:0593
1:0475
5135
3608
3605
3608
4505
41 F. de J. V. dos Santos.Reis
Jnior
43 Manosl Ferreira Barbosa
Jnior
47 Joo Luiz de Araujo
49 Jos Ignacio A villa
51 O mesmo
61 Adriano A. de A. Jordo
67 Wilson H. & C.
Travessa da ra Nova de Santa
Ns.
11 Antonio de Padua da Fon-
seca Bankes e outro
15 Maria Ignacia da Fonseca
Bank e outros
Largo do Mercado
Ns.:
1 Bartholomau LournQo
5 Bsrnardo Goncalves Maia
11 Joaquim Jos Goncalves Gui-
inarcs
15 Alexandrina Maria R. Fer-
reira e outros
17 Jos da Assumpco Olivei-
ra
19 Helena Machado Soares
Avilla
23 Henrique B. de Oliveira
1. Becco da Rua Nova de Santa
Ns :
1 Jos Paulo Bjtelho
3 O mesmo
5 O mesmo
7 O mesmo
9 O mesmo
11 O meimo
13 O mesmo
15 O mesmo
Rua de S- Jos
Ns. :
4 Lourenc.a Maria do Espiri-
to Santo
6 Eugenio da Silva Oliveira
8 Francisco Jos Vianna
30 Antonio Joaquim Casco
32 O mesmo
34 Antonio Pereira Mendes
36 Joo Ansberto Lopes
38 Antonia Emilia do Amaral
40 Joaquim Nicolao Ferreira
42 Damio Francisco Campos
46 Bernardino da Silva Ramos
50 Jeronyino Salgado Castro
Guimares
58 Tito L vio Soares
62 Leopoldina C. Temporal
68 Antonio Jos Pereira de
Mendonca
21 Isac Esnaty
23 Jos Joaquim dos Santos
35 Manoel Fernandes Velloso
47 Baroneza de Cimbres
49 Joo Ansberto Lopes
51 Francisco Jos Rodrigues
Praca
Becco da Rua de S. Jos
Ns. ;
2 Francisca Maria do Carmo
Reg
4 A mesma
Travessa de S. Jos
Ns.:
8 Anna F. de Souza e Silva
20 Monsenhor Muniz Tavares
7 Ordem Terceira de S. Fran-
cisco
9 Manoel Fernandes Velloso
17 Antonio Pereira Mendes de
Azevedo
23 Alexandrina Maria Raposo
Ferreira
23 'os Gomes de Oliveira
Piedade
9155!
8643
2758
4008
4608
8608
1:2005
Rita
Aviz
O abaixo asignado?,
pgentes de Lamport Holt,
avisam aos se/thores rece-
12os'bedores ds c-irga pelo va-
.,..!por inglez Madura, que
em conseqoeocia de ter si-
-4 o i^timrdo a seguir para
6308 a Ilha Grand^ prosederao
2,35 la cobrzoca de 25 [o sobre
o fete exarado dos respec-
tivos conheci meato-?.
Pecifs, 9 de Maio de
1894,
I c\burn &C.
Este vapor entrar no por-
to viito nao ter tocado em
Li:-.boa.
Rofra^e 3os Srs. importadores a apreseatarni
dentro ce 6' das, acontar Co da descarga dual.
rarrDgaa q-jaiqcer reciaioacao cessereente i wo-
inrtHtf -ae prventu-'a isaoaai sssLuia rara m
i lo ful. aia 'i** se i>oderun as'provideacUa re essarias.
k*oira*o o rr-i' rido prazo a eexpantua sSg a*
rasp.-abaDiiisa por Mranos.
a.yoec. : cora o
AGkNTE
&ugust .Lafeille
9 Ra
8465
7)23
6668
4533
Rita
33 Antonio Ignacio
do Reg
Medeiros
3 Iria M. Pereira de Moraes
Rua dos Pescadores
4 Joaquim Lopes de A.
6 Dr. Antonio Toaqu m de
Moraes e Silva
14 Florinda Maria da Concei-
$o
20 Manoel Fernandes Masca-
renhas
22 Antonio Joaquim CascHo
24 Joo Ansberto Lopes
26 Seraphina P Ribe ro
32 Marcolino Pedro Souza Braga
38 Jos Luiz da Silva
5 Joo J. de Medeiros Bezen-
de
7 Jos Cordeiro dos Santos
13 Manoal Tavares de Moraes
21 Manoel Goncalves Marques
Ferreira
23 Antonio Joaquim CascSo
29 Jesuino de Miranda Oli-
veira
31 Maria J. da C.
3 Joanna de Siqueira Varejo
37 Ignacio Torres de Jess Ban-
deira
39 Dr. Jos Joaquim de Souza
41 Antonio F. Orpho de Souza
Travessa da Praia do Forte
Ns. :
6 Joo Jos de Medeiros Re*
zende
8 Jos Rodrigues GuimarSes
10 Joaquim Francisco Lopes
12 Antonio Jos Rodrigues de
Paula
12 A Antonio Joaquim Casco
12 B O mesmo
22 Luiz Ferreira de Almeida
Praia do Forte
Ns. :
6 Antonio Moreira Reis
12 O mesmo
14 O mesmo
Largo do Forte
Ns :
2 Jos Francisco Moreira
Travessa do Peixoto
Ns.
10 Bernardino Pereira Ramos
12 O mesmo
14 O mesmo
20 Manoel Fernandes Masca-
ren has
78 Maria Moreira Ramos
80 A mesma
82 A mesma
84 A mesma
86 A mesma
88 A mesma
90 A mesma
92 A mesma
3 Maria Amelia de Freitas
Moraes Pinheiro
5 A mesma
7 A mesma
17 Affonso A. de Brito Ta-
borda
(Contina)
1478
1475
J473
1473
1478
1478
1473
1478
1838
1655
1895
2393
2378
2138
2378
2378
2 38
2138
2738
2973
3338
2371
2738
2733
3333
3098
3 '38
2733
3333
843
843
3338!
1*98;
i
1868
3098
1658
3098
S005
3338
9355
3333
2133
1898
2735
2738
261S
2138
933
3938
2138
2618
3095
3593
3333
2738
3335
2735
2133
2163
3093
. aburg- Suedame' ikanis-
cho Dampfschifffabrst-
GeeellscLiflfi
Vapor Lissabon
E' eswraf'o do
rti! a-e o <:u lt
do correr.tfl se-
JdBB2nind3 dipds iu
..'amo.-s oeeaasartl para
Lisboa e Hamburgo
Eotrar no porto
?r.?a passatens, carga, frete etc., trata->e ere
Consignatarios
Borsielmaiia 4"
-1

Rua do Cuntneroio n. 18
< andar
Konti's -'""rince Line ofStta-
mers
LINH4 REGULAR ENTRE OS
Esladft-l'oiilos. Brzil e Riada
O VAPOR INGLEZ
Lancastriaa IMnce
E' esperado de
New york e eegnf-
r era poucos das
para
Santos
Para carga e encommendas etc., tratar com
os
Consignatarios
Johnston Pater e Cooap.
15-RUA DO COMMERCIO-15
OPMaftiaaiua Seis
npfli
PORTOS DO SUL
Saceid, Penedo, Aracajii' e B ahla
O paquete
S. Francisco
Commandante Pimo
Seguir para os
porios cima lo-
dicadus co dia
RIO de Maio s
*4 Doras da tar-
Recebe carga, encommendas, passageos e di
Dbeiros a frete at a 1 Pora da tarde do dia da
partida.
ES 3RIPTOR10
Ao Caea da Companbia Peroambacana
-, 12
mi Nail siiu Paco! coi
Mr
O paquete Clyde
Commandante A. E. B-:ll
Espera-sj
Europa no
ib ae M.jo
^aindo depo
demora nece
ra para
qi
<-**
4208
2733
1538
1538
1538
1>38
11 S
1535
120S
1448
1S93
117S
H7S
1178
2373
1445
144S
1448
144?
1448
)44S
1443
1148
1538
1178
1178
2133
Macci, Babia, Rio de Janeiro, Monte vdo
e Boeaos-Ayrea
S. B.Previne-e-j aos 3re. recebedor8 de
mercadortas, que a Companhia Mala Real Ingle-
za, cootracloo com aGeneral Steam Navegation
Campan?nm servicode vapores srraanaes qua
ua.-Uado de Bordeaux, t.'ogaac, Cbarent etc, que
vem ebegar a Sootbamptn a lempo de balddia
rem as cargas ciestinadas a Amrica do .Se!.
para os vapores desta compara.
RednccSo nos preooa =a pansagsaa
Ifa lia > to
A Lisboa i claea SO i 30
A'Soutnamoton V ciase* 38 41
Cerasrotco reasrvarfos pnra o pa-Br^proa ce
Pernambaco.
Para piangroa, fretef. iMintaeridM, irte-.'a
com 03
AGENTES
Amorim. Irmao & C.
??. 3Ttr> Wr> Bom 3oaneN. 3
IHAMEDBSBlilS
Compaobia Francesa
DE
iaTeg-?o a vapr
Linba rogidar entre o Havre, Lisboa,
Pernambueo, Babia, Rio de Janeiro
o Santos.
O vapor
Yule de Rosario
Co.-sn-'Rndente Daniel
E' eaperrac da
Ehr.'pa p! o oa
lado crenle se-
'ttin'u tepois a
lndispesael demora para
ncelo, Baha, Rfio de Janeiro
e Santos
Cospaaiis Psrflanbacasi^ li-
O paquete :ngles
ri i
jS k'lace
Directo 8saos
Scfoe n
IV do corres a
= ioraa da
tarde.
Recebe carga, enco-uruend..', ps?Ea;en i-
nheiros a frete at t bora da tarde j
da partida.
KSCRIPT-'BIO
Ao Cae daCo: manhia Pernambetma
_______________n. 12________^_^
Austrian L'oyd'sSteaaiNa-
vigation Corapany
O vapor aaatriaco
Helios
E' esjeracio d Triestre e s^
guiri deprjis da deiora -
^ceseeris para a
BaMa, SLio de Jaai'c'Ira e 9&m
t9t
Para carga, paspagpoj, pncjmmcndaB e uiate:-
ro a frete: trata-te coa os
Agentes
Henry Forslere Comp
8 Rua (L Co weio- 8
\ andar
Haroburg uedamerikar>is-
che Daaipfschifffahrts-Ge-
sellschaft/
O vapor Pelotas
E' esperarlo dos rorto
do ?ul i 13 do correaie-
e seguir depois da dene-
ra neceesarana para o
Para
Era viagera directa
Para passagens, <*arga, frete etc. lrz\z-i
com os
Consignatarios
Borstelmann & C.
18 Rua do Commareio18
1* andar
Hamburg Stiedame"ikanis*
che Dan pfchiffahrts Ge
sellschaft.
O vapor Paragruassu
E' esperado da Boro-
Di al o dia I a di
Maio e seguir de-
pois da demora nerss-
________ ssria para
Babia, Rio de Janeiro e
Santos
Este vapor dlcmioado a los elctrica,
e ofterece ptimas accommodagSes ao
Srs. pasaageiroa.
Qaaesqaer reelamacSes so serlo attss-
didas 48 horas depoie da ultima descarg
do vapot na Alfandega.
N. B.Este vapor po tocia ao porto
de Lisboa portante entrar no porto.
Para carga, encommendas, passageos e di-
oheiro a frete. trata-s com os
Consignatarios
Borstelman & C.
18 Rut #do Commeroio 18
1* andar
The Norton Llie of Stetners
O paquete Manitoba
K* esperado do Rio de Janu.x
^ai o dia l do corrale e ?e-
ignira depois da demora necei
svrre
siria pira
Nova-York
E
Fara carga, passageos, encommendas e
nht iro a frete trata-se com os
Conaigoataros
Boxwell Williams & O.
Rua do Commarcio n. 26
LEILOES
Agente restan
Leilo
De 80 C'ixas com cerveja allema Tig'e, esra-
gadas, Beodo SO tm meias ganafas a 30 em in-
leiras, viudas M Hamburgo oo vaper allemc
Argentino, emraao neste porto em Abr pr-
ximo passsdo.
Kegnad i-feirn, 14 d e*rreate
A'S 11 HORAS
No armazem a tracoma do Cono Saaa
n. 27.
O agente Pestaa vender por conU i r:sce ae
quem pert-ace- r.s catxss com cerity. tm mk
estado, cima meociooadaa.
JLeilo
De 3 garrotas toarlo** e 1 garrote aovliba,
toarlo
Segunda f sira, 14 m errea(*
AO MEIO DIA
i pr8ca do Csmmerclo (Liogaata)
Por intervenfo do agente
(isnio
I
I

-*


<
p
Diario de Pera^oibae Domingo lfi de llaio de 1894
l -| MITTT II I" --T^^^^i^^-- .-r^
Leo
De i egis dp ff,,i branca e pre,
0 par;* menino, c.-t> de 16 a para
Olam.rtt pura cbpcoa. corlea ee eacbeaira p?rj
vestido*, dazias de flcoos. latas coia msnttU'a
inglesa, tilias ectrt marcena Coa, oncbova-, ptrrafaa com Iisre*
mercacorise.
Terctfr?, 15 o carrate
A'S 11 HORAS
Ab armaseth a ra do Mrquez de Olinda
n. 48
Por mtmea$o do agente
Se^runlo leilo
D casa eriea siia- ra do Rom Goto n.- <3
na Tor,-.', fregneria de Afog. 3 ji&tsibi j
4a (reste e perla to oitEo, 2 ais, 3 qo<
cofi. ntjrca, coa? sitio, acuris-ida ero terrario
prcario, uertenc^ni." ao ex^csia^o Prsi.ko Ma
noel Pariaa, aviada a 2:000;0O
Dj s : arado sito to Isrgo doo K^roedns p. 30
fregui .' da Aoaooi, rnrtcoceote a Frrt' I seo
Goc -i ... Se I. ::'io, iViiiad era...
SfcOOOO
Ter^a-eirs, 15 de M*io
A'S H ItOfiiS
2o armazem a ra doMrquez de Clir.da
n. 4$
O acrc-r.te Gas-nao, aiortsado por r-arKad do
Eie. Sr. Dr. jc; rfe aceito dos feos da fazen-
la. lavara a se.n.-.do ieVko oe p-anio* acifta
refnao; para pa^arrento das roove :. fozesda do Estado cootra os seus pro-
prletaHos. ____
15
1. i>
HFXANQA
, modas e conecco
__ UmhiImIo ptlt /pactor.i tf M/titr. o Imp** IrS.
CAPSULAS de SNDALO GITRIN
d.e Ja
Preparado algoina ruis affioas oor.tr aa
MOLESTIAS SECRET,
io que as amosat Copsulat rrM,^!i2raJf?2*,2K25.?,m "meiM) enra eer>qU (teatro d. na __
mfaws, moma av c-, am LrvaarooL. mtjlmm, Lmmcamjc a* araras, .. im
paroan-o iu toda a pihicipiu ranoKCim
Ama
Mi Iivsira
ao
Da ".-ovis, qnadres, espalos, relogio, tand;'
roa, larras, ti'p--te;<, togora. lorcas. vidros e 4'-
eteranla--s da Grircnjuiics Ina. til adoptada ao?
3 graos do eosino priBurio, etc.
Quirta-feira, 16 doco/rente
A'S i HORAS
Sa cas, sita A roa do Aletrim n. 3? D
Q i*TeotJ Glivi-a, antorifido p"lo prof-eeorj
alrl&OQio Viera, qiw rellra-ae p^ra ootro Eta
do, !ear4 a leilo, 1 c;i bis de amarello, 2 ca-
MrM ae balolco, 1 esta ole. 2 apararior-P, Oea
B|ntar, sof de jacarando, marqofsas, t es-
precnicadeira, 1 caa msrt <' tc'ititc, 6 qoad'os a oie-gr.iyh'a cora
tara, 1 relogle aaici^aoo, 1 i\andi*-iro d-
MOeasio. jarros. iDo!d6ca oara sof, tp^te,
teae.-fc--, 2 'n!-d3l!)5f<, fvw de lant^rDa, lonca
par; ea; irlt>d8, t'ta pera jauar, calix, copo*,
achj, litros de e< it-nciae, 'les Ivitraa e 450
sxeir.olr.res da 6r*BMBMfca lolaotit acto*.
Agntile Siveira
2 leilo
Qaatta-feira, 16 do corren te
A'a f 1 horas
D i sitio do Arraitl. jauto a -staco logar deno-
eiraado Map^ab^ ra da Cima, ?ob n. 32
O aguata Swi-a por mi:o:ta'i(, e (vire ascif-
tenesa fio Exai. Sr. Dr. juta dorpho*, a re
<}aprtte:to da D. Guherr&ioa Fcreira CarntO
in??otariarite do- bens de sea "ado raando
Aataiti a Silva Carapop, levar a eilo o refe-
rido at::o cota tcei aet de pelra e cal, rom 2
lanelU* de frente, i das e 2 portas oo oitao, 2
3!aa,-3 qortoa, cufiuba. trerilnio a casa de
1 recto 32 palmo*, de feudo 76, 0 sitio mee de
(reaie 100 paltno e de fondo 270, murado na
treme coto porto de ferro, cacimna cota ex
oetlexiie apea, bemba, sgoa encanada para a
-<4&\ qaarto de banbo cora tanque, parreiral, c-
feeiro e diversas frocici-as.
Sortimento permaieale de tecidos e outras mercadorias cui-
dadosamente escoltadas as principaes pracas da Europa principal^
luente ern Pars e Londres, de oade recebem as principaes novidades.
E' s< mpre variadissimo o sortinunto que manlm emse das
brancas e de cores, lis, nnhos, tecicos d'algo -ao, enxovaes para casa-
mentes e baptlsados e muitos nitros artefactos.
Saperiores tapetes, alcatifas, esleirs da India, lindos lecidus
para reposteiros e muit s ootros artigos para decoracoes de casas.
PRECOS MDICOS
Marco n
Pre isa se de urna ama para o secvico de dnai
rewoas, pr^fere-RR a jne ()or:r ; co paleo do
Praizo d. 8. ( aadar.
Amas
Precisa se de duaa, orna ps-a cssinhar e OTt
para servida de casa de familia, na rja dos Ga-
rarapes n. ?4.
Jatqutna
re* rawaci de Al -
meiata
i
Pfimeiro nniv^r-a- o
Adolpfto ftet.^ni d? Almeja, J >; qni-
na M.na Be*ot ae Alin id Filo,
Aelaide B. (je Oiiveira Antirade. >-
eTiD-jrgidor Joiqciti J. oe "nieira
Auorfd.: e liho-* oert' i ..-t'irel
L oMo ri e Onve.ra ; tnt
M Qnveira Acdrade, ularl ; Citaietioa
tJaria B :' ... r a'-i: e
amlo-. a riarrea i .;.. :anfaB re
A *YVY* A le:'r',r ,:" ''gr r* "2 Glor J% '* fa'' li-J1*,
aVaKJl*vC'*A< do da 14 do corrtoe, p-lo e eroo renfOo*1
Precisa-fe paia coslDOar rcesticoF, par^. caa de r-oosa familia e que dtr. JoaooiQ'IUra B. ma em csa petreea : i t'^tar n librica "feo falleciOfny, eootrnioao^e n'S<"e j
Tigre, roa Ha^a- da V- i na n. 4. rd*cl"oa.
Ama
f
Ama
Ena Primeiro
4
A
Precisi-se de oxt
Cap, dsndo b
Hospicio n. 3.
XTnleo approvado
pela ACADEMIA DE MEDICINA DE PARS .C
^XICIR O yEHDADEIHO W
14,RuedesBeaux-Arts,PARIS Cj
ANEMIA, CKLCnOSIS
FRAQUEZA
POBREZA DO SAN6UE
Precisa-se de t;ra:> v>p s^.tra cosaos: a tratar
or rea Dnqoe de Csiii.- ,. 88, (pearsc 5
-----------------------------------.--------. lint de Carasio Vereta da Crsi
i Jo-(ta:' Fties'ino P*rra iC ot seas fl-
Itao Cosaoa ^itata'io ?. 4* G-s, Jj-- P^muco
de ojx sea p:-ra andar com crian- p. ,, rBI JjrC Vu, H s c. Mm0, Tt,,.
auca de sua cc.'octa; a toaoojnbaro P. do Ceas, tfioervaia d3 Moni- P. da
, C-of, Jdia Pre*. iiu F. du Orui. 4> r
*Y\/V* <> ^ru2> iolaa f. da Croi e Ko t^Okji*VcAvC^j^> ,'-rea, convidan! s^u aa>oile oaaigos wra
Praclsa-se ce orea ciiL'iru e de urna rnra para "*si*l're,B aae omw!oi e. j'ar na
cri'ig;, ana dnrtrara era C"rt do pst' ; : fegi.nda-feir.-i 14 ->o i a :-. al ta igreja .;e S.
l'ttar Da CapBnfn, 'ta Jcaauni Maboco n. 6i. | Gingal^, a 7 :o-;g a* i ro
P'-2a>a ir.if'ier e ii, i"U (o G-.rroo v. ds
|(Vas. D'Sl. j-i so ecipioi o< sei.' a^rti^c
; lo.- ; \.-Zi que se dignaie:i: aM:ir t tao car:-
'kii
N ra da (Jciaoo. 13, pre,"ia-se de uaa para,' doo nffp.
CMiOftai, e aoe diurna eiu casa de sejs pafrOe,'
pa^a-fe oem.

AVISOS DIVERSOS
Pfactsa-se de urna cosinheira, orna en
goacade'rc e utn rrmdo ; na roa da Imperaint
d. 21, ori(ni'o aortsr.
Precisa se ae lita coptlro
da Cddea n. 35.
--. tar na roa
ESSEKCIA
QiPUfTIVA CHABLE
(VEGETAL)
cura : Eczema
Herpes, Acnea
Prwigem
En Pernnmhueo C'' de DROGAS &
PRODUCTOS CHIMIOOS. ."-..1>
ESSENCIA
DEPURATIVA CHABLE
(IODURADA )
cura: Rosela
Manchas mucosas
Ulceras, Syphilis
Depsitos em todas as Pharmacias.
Pre--isa-se d6 um criado
do Pra:eo n. (2.
a ir.lar oo pateo
A!oca se a casa n. I a traveera da Hora,
ao Btpioielro trstar ca roa da Imperainz
nanerc 82.
I
garantida absolutamente pura
Pecisa-se
picio o. 3.
de orna criado ; a ra do los-
O solicitador Jos de
Castro Guimares por
meios manhosos e fa-
z ndo papel de c-
mico coiseguio des-
contar me urna let-
tra do seu proprio
saque e do acceite de'
Manoel Rodrigues da
Silva cuja lettra j es-
t vencida porsm o
saceador ne apareceu
para pagar e o accei-
taat-3 ignora e se per*
lenee ao rol dos vivos
Ser da sua forja ?
o que se precisa sa-
ber.
Recife, 11 de Maio
de 1894.
Je s Pereira Bastos.
em. C-A.KE35TT-A.3Sr perto IsGm.y (Franga)
CASA ESTABELECIDA E1YT 830
Encontra-se esta Manteiga em casas de confianga.
0 OLEO CHEVRIER
dealnlectado pelo AlcatrSo,
tmeo e btfunt'CO. c iue multo
tJimtna as propried&dei do \
o!$o.
0 OLEO de F1GD0
DE BACALAO- FERRUGINOSO
4 unte pr^urafAo Que pern> tt
tdmin/ttrar o Ferro em prv-
duiir Pnao de Veutre, ntm
Xccommodo.
DEPOSITO gera.1 en P1R15
21, na di rioi'-Sotttmartrt. 21
^G^O^^
BRANCO.L01RO. ,
l(,E FERRUGINOSO]

Jya.Ho.d.l'V'C
DIPLOMA DE HONRA]
BICKITAIIO rou TODAS AS
Cele oriiadea Medicas |
6\ r ihm;a ida ei hopa.
ai
MOLESTIAS DO PEITO,
' AFFECgOES ESCROFULOSAS I
CHL0R0SIS,
ANEMIA, DEBILIDADE,
TSICA PULMONAR,
BfiONCHITES, RACHITI3K0
* / >f io di Honri.-:'
Vinho de Coca
LICKNCIADOS PELA INSPECTORA. DE HYGIENE DO IMPERIO DO BRAZIL.
Cosinheira
Pcceiea-se Ce ama boa cosiobeirs, para casa
e fatii; eatracReira, nos arra baldes; info-ma
jfcs os isa do Goamercio n. 7, escriptorio.
Criado
p-ecs;-se de ota criado : tratar na roa 15
4e Savemoro a. 81, oo Imperatrii <7._______
Roubaram
Bo cavallo alazSo cachito, f-ente aberta, hai-
xelrc e melelro, com estes ferros S. T. Y. B.;
reeommeeda se s aotorldades spprehenao e
rattica sea qnem der noticias certas.
g^nselbo,15deAbrildel894.
mKU ^ Domingos Goncalves.
FuoileirGS
PrecisB-se de ona ou doos officises de fonilei-
ro ; a os de Bemflca n. 7, Passsgem da Msg-
alen a.
SIMN VIOL.ET AIN & C" uticos saccessores fle V10&.ET PRKRKO
tt-Y" THUIR (Pyreneas-Oriantaes) WM Sa TTQJa.
'dURsica para
coi ?mG i Kalap
MTtDA
O BYRRH ama bebida cujao virudeo ioniuas tornou-se
escuzado assignalar.
Compsto com vinhos velhos de Hespanha exoepcionalmente
generosos, postos em contacto com substancias amargas judiciosa-
mente escolhidas, este Vinho contem todos os principios dasmesmas
8 nao tm no estomago aquella acejio corrosiva do alcool que cons-
titu a base da maior parte das especialidades offerecidas ao publico.
E", ao mesmo tempo, muito saboroso e cbsolutaniente irrenre-
hensivel ao ponto de vista hygien'co.
0 BYEB3 pode ser tomado a qualquer hora, sendo puro na
dose de um cauce de Vinho do Porte, como tnico; misturado
com agua, n'um copo grande, como bebida refrigerante.
- EXt*OS! ci OURO (o naais alta recompensa concedida.)
aakttc* aa cu da FRil- H. cU SUVA tf atu principa casa*.
Kola-Bh-Natton
a CAFEiN-'v, TiixIOBROUINA, TAIHBK) e MATERIA ENCARNADA i
Elixir, Vinho e Granulado
gJCtTaetOS fluidos, Pastilbas, Ptala*,
TQff/CCS ESSEflCMLIRESrE
RES
% de Kola aaaaaaja
DORES
de Pars, desde 18M pelos
-i,-i--t rsotinrioa esperlswnisiapB como maior i.t-'-. as h-xp..
*'*****' autores Do acmetz. HrcnaRO, : iax, Hkv.bz, Monnbt, etc. na
--.il "' '. s>yeutrla, Blabete. lbamlacala.
...... :...: h -o ou intelK'Ctr.al.
. .--.3,^^ ,> Hr^.Mt JSprlMlHBM .. Pnl< -id Wr*lhmm' rnia-ajfir"-1........ ...-P. o luc-.o. mmico."
GRAGEAS
FORTN
INJECQAO
Hyg'tnta Praservadart
em causar
aoc/efenfe tigum.
dCophlb, Cubaba
MafanAia Farro, titmutho
4/catrio, Ttrebenhina, *
i QRAOEAO FORTN, forlo u prcieiras qua obtivoram a oppro'acJto da Acadtmim
de aeelio"** (1830) e qu adopt*ram-se nos Boapitaes. Curan aa molaatla* aaorataa,
f^ftf ieidee tem fatigar os estomagoa mala delicados.
A IRHXOOAO FORTN aempre racoauBeadada como o complemento da medica cao,
Saraaoaitaxrloa m yanvauxibuoo FBAN* tt. da. SILVA, ato O*
ACTIVA8
PILTJLAS
m DEBEISTOL
<
QD
O
m
H
VEGETAES
ASSTJCARADAS
SEGURAS
H
Q
>
IS

Ama
P cc:?i =e ^e cma ma ;
rtsto'ia o 15. loja.
na roa Lwrto da
Ama
f
Itrigftileir :'rurla.-o Jaieu
Perera Lokj
Qoattj Eoversario
familia <1egp v^terace 0-, iorpro mt:* i
Prcla.ce e usa a^c para cosinhar e ixvari B;ai;l fliaaei epleferar ; mis por ca alo a
pan> ooa cas^l e qa*! doraa un casa de seus i na seRO'a-fe'a 14 ie Mao, ac 9 r.o- di ma-
Daii-n. pasa f becu. va forlali-xa o Boraco ; M. "a ^rja ae N. S. do Rucarlo d' TiRpO.
tratar na P-s.-jnha n. 25 oi- do Charteo (inloo'-. a."i sata actj ae cariJsde r*-!;xi, p'deo
IT ^^ y^- Z----------------------CjQjpareciaipnio a^aVaJCVXvfflV* | passoas de ui aiolzade. aos qaars sera.iec'a
Precisa-^ rara ui Mr tie utn menino 2
' i.n!ecipadan:e3e iis e priva ce cor:n:tra
nniios ;
*" lua ui i tr-U- na roa Di-e.la n. 31. a,n.zl"m. ca'- ^ P::i vxtTl a:o >-*,Wf*
OSO^HODE 013UO
DE
Jo? qsira de Sooza Montf ir j
raca da Independencia 8 e 5
inlunii Iun di* Cosa Aranjo
Stimo da
Antonia M.ra ra Cut Aranjj, L-'
Cnviaa M. da Costa Aran o, Biaodma
M. da C Araujc, sgNectoi ccrdial-
aeole todos s pirectr-s e esioas ds
14 ioteria ci Espirito Santo' ?*
r i niar ?.
Extraccao
o c. rniterio publico o; reaits monats it
sea rrezado irxSo Anin: J.. da U>st? Aran-
jo, e novameole roovdsa ao aesem e jf aa.
QABTA-FEIRA, 16 DO CORRSNTJ | ir-ais pesoas de soa cansase para asris'.irem a
Intianaferivel ; missa que pele repooro e'.ernj de foa ;rj,3
Os p
dos: bi!
WHITE
'S
O mala admrauo dos r>er*.uines. Os outroa
can^am em qtunto qnc a "Rosa broncu" i
i do A'UCDtoN coDserra-BO &y^'[i'e resca
ATKihSK'S
AGUA de COLONIA
Com fama desde dous sccmIjs, tum dado
; lo.'.ir a urna profu>ao do hnociies aem
Taior. Iiiii a niai* fina.
Vataadem-se em toda a pirt".
-r. a. a:. ^T-gTarsoy,
1*4, OJd IWld m*lnm*^ U'aW*Mt
^V.AI'SO! !-*; ---.- .--:. C-.l f Ula-
CU-.'o a/Aj| ^ icrri'-, Q i ti.a--* de
akWlC* SMata lit>4 liftasj" COUl
rak.sIr'A
Intianarerivel i" ^ que ueic repuuro e;e;nj ae aa iaii
pedidos sero promptamente altenai-' mandara celebrar na igre) da Santa Crtz q-ar-
L-H..A j__j. ; : ta f^ira 16 do correiip. as 8 eras Ai tn-ira. e
Ariaa Veode-feuma evidragada roa da Ixperatrir
n. 34.
.- -'-'->
TINTURA NICA
instantnea
Para a barba e o cabello
(Im6frasco)sempreparacaoalguna nem Uvagea
Paius, niiiOL, Kui; Lafaybtte, S3
kpoiiu ta Pernambuco: C* d> Drogai a Proiactoj cblmicot.
Aocommercio
O ?baixo assi^uado faz publico qoe neata dala
endeo seu esladelecimento a praca da Indepen-
dencia ns: 3 e 5, denominado, O Sondo deOuro,
ao i-r. Jcaquim de Sooza Mouieiro.
Recire, 12 de Ua>o de 18..
Francisco de a-i- F^rnandes Vianna
Leopoldina de %'. fereira
i Pedro Luizde Oliveira e tu* n'.ier Paikiaca
. Pry.'.'.:,o;i de (Hiveira, Candido da Slha Ca v;loa
e ta molber I^ntz Pry^lboii de Gartal:;c Ma-
noel Pryslion e sea nnltier Claadioa Civalcao-
te e Uan Trysibon. convidan] oe *eos paro'.*!
e amigo* r-ara assist.rem misas na igrej- .>
1N. S. do Terco, no dia 15 do corren', por altaa
de -im presada conbada. um uno' a e tobhQba
Leopoldina de Vascoii -tilos Pereira, pelo qae
desde j se cool >sam lomoiainecle gratos per
este acio de relteiao e ca.-ida.le.
Ciiado
Preriaa-se de um criado ooe enicada de fer-
vico de copa ; tratar oa ra da Soiedaden.
98 esqoina da roa Bara) ne S Borja.
TaveiD
Vtnde se orna lavprna beai locslisada, na es
iradn rio Maduro n. 42. oro poneos fundos e
nasiaoieafeguezada, propria pare principiante;
iraiar na mfuia.
8anap
aios
As nicas Verdadeiras Pastilhas
PASTILHAS VICHY-ETAT
Vendidas em caixinhas metalicas scelladas
EXIGIR A FIRMA DO ESTADO
ESTACO DOS BANHOS
15 de Maio 30 de Setembro.
Deaiitos ara Pernambuco: KOB. LABILLE; HABA ft
SILVA JNIOR a uaa priadiucs PhariDaciaa e llropi&a,
Grandes eDgeohos
Vendp-e ou arreoda se
O abaixo f ssignado lem r-solvlo vender ou
arrendar seus encenhos Porto tiieo o Porto Ale-
are, a tratar nefa cidade. Disiam seis leguas
p*ra .> eetfcao de Palmsrrs. por boas estradas
para carro. Vend se ts taf-as criadap, gados
e anlraaes pelo que vaierero. Incammodcs de
eade levam-co a *sie rim.
Palmares, 1 de Maio de 1394.
Jo5c Flix Pereira.
Alfaataria toderas
[{8Ra Lera* rio Roparic18
Acaba-xe de abrir urna nova lfaiataria, com
espleodido BO>-tinir;dto l -rins, ultimas Dovidsdes de Parts e Londres.
a oiclna dirigida por um bail e conocido
rusta.
Os feos t-rcprielsrios pedem urna vicita no
seo esiabeiecieemo
CAMPO? & MAIA
rrarE. senieateira de
cafeseiros
Na fazoeda Serra Grande do municipio da
Victoria. Eudo de Perosmbueo, ta pa'a ven-
dar do dia 1* de M.-io m diant", cerc:- de don
oDilhSea' de ps de cafepeiro-, cojos precos, las
oanhos, qcalldade.a e roais explicajOes.veja-ee o
Jornal do Recife. ______________'
Engenho
Vendp-fe o eoy>aao liaooadbivt, na comarca
de J'boaiao, aiataoie nm leguas da estscSo
muito oom d #goa, com extensas ierrs e matas
para s^tr. j r aic 2.00o pies d-. assecar Htoual-
Oitute : a iraiar na taa --Aiiu da Victoria n. 60
mercearia, e a faf'a (oteada, com o reodairo
do mesmo engecbo._______________i
\ersosburJescos e nao bur-
lescos, de Leovigildo
E' . magnib'.oa cigarros. I bricados com superiores
fumoo; na coonecida fabiica Meteoros, de 1
B. c. e Rei8& C. Succeaaeres, roa larga do
Rocano n. 30.
Vende-saf
Urna casa de lijlos, em c-nsirncjao ja bem
suKtueQ'ad.-, sita ro becco do Trindade n. 0
2- dl.slricto de S. Jote, com 27 palmos de frente
e 41 de fundo, em te'reoo pruprio. medindo 20
metros de comprimento ; iratar na mesma
casa, das 4 boras da tarde em diaote.
Caixeir
Qt'recisa se de um rapas qae tenba pratica de
azendas e dand-i attestado de feu bom cempor-
aiantn ; tratar no Bczsr de Afoeado*.
oae J.tiulm Ferrelra de Wuaaa
Setimi da
Bernardioo Ferreira de Aievedo e
Joaqoim Francisco Or, bao oe Sooza
maudam rexar algum s mlesa: por
!ma de seo creta.:o .i Jos J qui
Ferreira de ouxa. oa orcea 3' do C--
terca-felra 1S do correrte, s 7 I/j boras
da manba, pelo que convidara os paret-s a
amigos, e beta aseim ae o finadj para assistN
n-m a este acto de religo e candade. satdo nos desde ja grdK.s a todos qae con pare-
creo:.
f
mo.
Conaclbelro afaa Bernarda Cal-
van Alcufiiradu
A familia do conselbeiro Jos E ma ro G '.
vo Ai do Ltei:io, ro da 16 o corre: l", 4- -DOi^^a-
rio de .en pausmento. na matriz a Hna V i.a,
s 8 be rae da manbi, e na ig eja oo M.o.e..-j,
s 7 1/2.
Caixeir
Precisa se de um rapas porluguez, de bom
comprtamento e cem bstanlo ortica de mer-
cearia, na ra Visconde de Iabiuma n. 73.
Ao commercio
Oobrauor
Offerecese um moco competentemente habili-
lado para cobrador de ca tante conhecido nesta praga, com Doa letra,
activo e trabaador, e que d fiador de sea
conducta moral e ci-MI : queco de seus prcslimos
orecisar, delxe carta fechada com as iniciaes
J. S. praca da Independencia n. 20.
Caixeiros
Precisase de dous caixeiros com pratica de
mclbados e dando fiador de soa conducta, sendo
am de 16 i 18 annos, e outro de 12 i, 14 ; a
tratar Da rea das CiIci -. i
|a>. Buflna Hara de Meaelraa
O genera! ad.ooio Francisca da Gaota, aa
muloer e rilhos, do reeps-o a'aaVa, agrao>CCT io
aqoeliep dignos catalaaira aaq se t:re?t 'a
acompanbar aooeariuno es/eaoa ...:> u .s
sea prezada eogra, njfti o ato, rogso-lbes da
novo o iDexpriuilvel e csnc 'o cu.equx d- n-
fisrem a. mi^sas qae -toa
descanjo de (-ca sima retar, co d .; i rio NT-
rente, s 1/2 bcres ca mari-.S, n Ifreja aa
Gccccigao dos Militare- ; pe.'o qc-- o-e'.a j> j.
:eguram a ccoquist. de bjajal ^gradee Biir c.
Marcelino Antonia Pereira
0 cspito Jo Tceoio-jio Pe-eira oe C
valbo e teus fimos, Msaao Capiui'nc Pe-
reira e seos fifcos bth.-ei Cartos Vietra
Perei.-a, (auzeutt) e Amtii Vtaira Pee.
ra, convidara ao larentps e am'go9 do t'O ?*e-
zado irmio, to e pi. Ma c; Iioo An.cr.ia P- reir,
para assistirem as missas (M r,o alma o toes-
irn maedam rezar oa Igrej da Madre aa Des,
s 8 boras da iiiaab do uu 13 do correata, 7*
di-" da sao faHta>#.nln,
Caixeir
Precisa-se de um caixeir com pratica de mo i
lbadoe, de idade de 16 i 18 BBoas, que d co-| Forttto Pri; mmmmmm.
ntiecimento < e eoa conducta ; na ra do Lima
d. 15, em Santo Amaro ds Salinas.
Gusinheira e eogoiQiEa-
deira
Preciaa-se ; na roa estrella do Rosario n. 3.
ptarmacia.
Clemete perdida
Perdea-se a ct-derneta da Caixa Econmica n.
15112, pertencente a L^nrepga F.aticisca Brasi-
lina ; qnem aencoLUrcu fac* favor de entregar
roa da Seasalla velba n. 20, que ser gratili
cado.
es-

(Escrtpio em va-1as pocr-s. em vanos
tilos, mas sera varias prelcncesi.
Vende ee ns Horaria de Hogo A C, ra 15
deNovembro n. 43.
Ao publico
ab'ixo E88i.?nado declara q.e nesta dala
cvojprou ao 8. Pedro de Sallas RoeaB a parle
que unba ^na qoalidaue de socio) na cfllciua de
ferrador, sita roa de Pedro Aflojo n. 7 (an-
Hg* da Fraia) Ocando 'ora em diaote responsa-
vi por ludo quant: disser reapeito a mesma
ibcira.
Recif.', 10 de Maio de 1894.
Constancio dos Santos.
Commemore^ao a lilono-a
dfcta 13 de Maio!
E' hoje o ajMaaia m J3
a ta-
ea s&a em que loa rae onsbrtr a taaVaj
os brasiciros que deo-ppareceu i'es & Va-
nesa Americana a s^acha negra qne not
euTergnnhava esa 'odos os ps;ocs Eur.v
peos, o modesto Rttt uran* z ro daa
Lurangeiris n. 8 c 10, cm rcg.aijo tpre-
eenta boj? a seas numerosos fregar i.' o
as Ezmas. familias ta laolnoie. rote.^Cu,
bej2 como 09 aelfceres vi h:s pera -'ja,
qno se po.e eocontrar no corle i R ju
b'ica.
Viva a cata 13 de Maio Viva o pre-
sidente da Repauiica!
Boaid*.
Criado
Precisa-fe de um c;iadc ; ra o Cotu lio
camero 39. __
Terreno
para alugar
Aloga ae um graude terreno com a mei'aguas, proprio para carros 1, na roa do
Progresso n. 28 ; tratar na loja das Est ellae,
ra DoHue de Casias n?. 56 e 58.
Caderneta perdida
Perdeo-ea a caderceta o. i6C"-., de um> Q--ti-
lia recolblda Cixa Eooncmi" ; a pesaca qa
acbar, ieoba a bordarte te vir entrgala no M-
crlptorioda Gatetc da T-. de, patea do CarnM
n. 28, qoe ser gratificada.
Feitor
Precisa se de am feitor; ua ni Iiper ai a*>
mero 17.

i
av
WK 1
'". '.
.1 .v"



s
c
Diario de P^rnambnoo > Pomingc
SOB A DIRECgO
no
&, jcao sa?i:::a sssueisa costa
Drama em cinco actos
POR
VCTOR HUGO
VERTIDO PARA O PORTUGUEZ
pon
ernesto de aqjuino fonsecja
acto ql'arto
viva chapelle
Os subterrneos que contrm o tmulo de
Carlos Magno em Aix-la-Chapelle. Grandes
abobadas de architectura lombarda. Grossos
pilares baixos, massicas arcadas, capiteis com
masaros e llores. A direita, o tmulo de Car-
los Magno, com urna pequea porta de bronze,
baixa e arqueada. Urna nica lampada pen-
dente de urna chave de abobada, a qual allu-
mia a inscnpco Carolus MagnusE' noite.
Nao se v o fundo do subterrneo: a vista
perde-se as arcadas e pilares que se entre-
crzala na sombra.
Don Ricardo
Ah !.. Deixo da nomear alguns bandidos,
Subornada por Travs, pela Franca...
Don Carlos
Homens vis, creatura desalmadas,
Cujo pualial, do criras sampre s ordens,
Toma o rumo da ptga que mais grossa,
Qual o do polo a nam irada agulha.
Don Ricardo
Entretanto, distingo dous compartes'
Ousados, que chegarara inda ha pouco,
Um mojo e o utro velho.
Don Carlos
Os nom.es d'elles?
Don Ricardo alca os hombro <, em signal de igno-
rancia
Que idade t Don JRicardo
O moco tem vinte anuos
- Don Carlos
E' pena!
Qual vale mais ? Agrippa ou Jlo 'r^Ui^RHH
Aquella cujo erercito esclarsca _^
A predcelo ; que firma o seu intento
Com ura ferro de latea e conta a ajuda
Da bastos veteranos, lansquenetes,
Ou bandidos ousados cujo ferro
A fortuna incompleta rematando,
Talha o succsso gosto do propheta.
Ah i pobres loucos : Com olhar altivo
E a fronte erguida, cubi^osos miram
O imperio do mundo e dizsm anchos :
Tenho a isso direito..-Possuindo
Longas flleiras de canhOes tremendos,
Capazos de arrasar grandes cidades;
Exercitos, esquadras -julgar-se-hia
Que vo marchar sobre esmagados poros
Em busca da fortuna... Puro engao !
No grande trivio da fortuna humana,
Que s mais das vezes nos con luz ao abysmo
Apias tres passadas dao incert08,
Indecisos estacim, procurando
Embalde 1er no livro dos destinos,
Timoratos hesitara... e na duvida
Vao antes consultar um necromante
ato de -|Stt-I
Don Carlos
HernaDi
Don Ruy Gomes de
Silva
Dona Sol
Don Ricardo
O Rei da Bohemia
O Duque de Baviera
Os Conjurados
SCENA I
Don Carlos; Don Ricardo, con le de Casapal-
ma. segurando urna lanterna-Grandes man-
tos, chapus derribados.
B' aqui.
Don Ricardo chapen ni me
Don Carlos
E" aqui que sj congregara
Os conjurados oiju?, todos juntos,
You agarral-os -E' aqui, meu caro
.Senhor Eleitor de Treves: E esta crypta
Lhes prestis !.. -Kscolheram bem por certa
A negra trama o ar das catacumbas
Faz medrar, e as podras tumulares
E" fcil asurar os estiletes.
Porlanto, logo forte E" a cabera
Que se para, senhores assassinos:
I-: veremos... Por Deus p'ra tal facanua
Foi acertada a escolha d'um sepulchro '.
Ser mais curta a ultima viagem.
a Don R toaras
Vio mui lonje estas cavas subterranoas i
Don Ricardo
At a fortaleza se prolongam.
Don Carlos
H 'iii tanto era preciso.
Don Ricardo
D'este; lado
Oatras ate o mosteiro d'.vltenheim.
Don Carlos
Onde Rodolplio exterminen Lotharo.
Bem. Ainda urna ve/, di/.ei-ms, Conde
i >s comes o os aggravos d'ossa gente ;
Onde, como e porque ?
Don Ricardo
Gotha.
Don Carlos
O motivo
Por que tambera conspira o bravo Duque,
Eu sei perfeitaraente : elle deseja
i'm altanan no Imperio d'Allemanha.
Hohenburso.
Don Ricardo
Don Carlos
Hohenburgo preferir
O inferno com Francisco ao cu commigo.
Don Ricardo
Don Gil Telles Giro.
. Don Cilios
Nossa Senhora!
Contra seu rei revolto-se o infame :
Don Ricardo
Por que, segundo diz-se. vos achira
Em sua casa a requestar-lhe a esposa
Poucas horas depois de Vossa Alteza
o nomear Baro. Vulgar pretende
A honra de sua terna eompanheira.
Don Carlos
Mas elle se revolta contra a Hespanha !
Qu:m mais se apoota I
Don Ricardo
Indica-se com esses
O reverendo Vasquez, bispo il'Avila.
Dom Carlos
Tamban) para vingar da espes, a honra ?
Don Ricardo
Depois-Gusmo de Lara. despsitado
Porque ainda o collar da Vossa Ordem
dio lhe outorpastes.
i;on Carlos
h Gusmo de Lara:
Se lhe falta um collar, eu liei de dar-lh'o.
Don Ricardo
O Duque de Lutzelburgo. -Grandes planos
Lhe sao attribuidos.
Don Cari >s
Esse Duque
Tem n rabera enorme, portentosa !
Don Ricardo
E Joao e Haro, que cubica Astorga.
Don Carlos
liases Haro tem feito pagar sampre
Duplo sold ao carrasco.
Don Ricardo
O que sei, disse.
Don Carlos
Pora, faltam-me ah cabscas. Conde,
So me das sete, e a minha conta outra.
Don Ricardo
O velho sessenta, pelo menos.
Don Carlos
Um tem de menos, e de mais o outro.
Tanto peior 1 -Eu velarei por elles.
Pode o carrasco, se tiver carencia,
Contar com meu auxilio. A minha espada,
Pouco grata s faccOes, hei de prestar-lhe,
Se a sua acha embotar-se. Demais, Conde,
Para alargar do cadafalso o panno,
O manto imperial hei de emendar-lhe,
Se tanto for preciso. -Mas, quem sabe
Se me faro imperador ?. -
Don Ricardo
N'esla hora
Reunido o conselho delibera.
Don Carlos
Mas, que sei eu ? Elegero Francisco,
Ou seu Saxonio, ou FredericooSabio.
Com sobeja razao Luthero disse :
Tudo vai mal Ah bellos fazedores
De sacras magestades, qu s na faina
Outras razoes nao vi-em, nao attendera,
Seno as qu: reluzem pelo ouro !
Um Saxonio eivado de herezia,
Um Conde Palatino fraco e nescio
E um Primaz de Treves libertino !
Quanto ao Rei da Bohemiaeste rae apoia.
Principes d'Hesse, cada qual mais curto
Que o territorio, que lhe forma estado !
Jovens idiotas V elhos diseolutos !
Croas, sim; mas cabegas?-urocurai-as!
Enfezados anees que reunidos
Como esto no ridiculo concilio,
Na minha pella de leao, qual Hercules,
Eu poderia carregar! E os tteres,
Desenfaixados dos seus mantos roxos,
Teriam a cabera inda de menos
Que o bobo Triboulet. -Tres rotos faltam-me,
Ricardo E v que assim falta-me tudo !
Oh : de Gand, de Toledo e Salamanca
Tres cidades escolha-eu disporia,
Mea amigo Ricardo, por tres votos '.
fres dasmmhas cidades de Castella,
Ou de Flandres, te atfirmo, Ibes daria
Por seus tres votos, se quizess em. Salvo
O direito, porm, de recobral-as
Mais tarde.
Don Ricardo, saudando profundamen'e o Rei,
piie o sen chapen na cabec
Vos cabria l
Don Ricardo
Nao acabistes,
Senhor, ce tutear-me ?
saud wAi de novo
Desde agora
Eis-nie Grande de Hespanha :
Don Carlos
Miseravel I
Cobica vil! Interessira corja l
Como, atravez do nosso, elles nao perdeni
De mira os seus intentos '.Baixa cirte,
Em que o Rei, de mendigos acercado,
Miga a grandeza tantos esfaimados :
pensii'co
Smente Deus e o Imperador sao grandes :
E o Santo Padre. O resto... reis e duques...
Isto que vale i
Don Ricardo
Quanto a miraespero
Que elles escolham Vossa Alteza...
Don Carlos
Alteza !
Eu, Alteza :..Mi torte me acompanha
Em tuio... Se ou de rei nao passo :..
a Don Ricardo
Retira-t3 Vao chegar os conjurados.
Ah!.. e a chave do tmulo?
Don Ricardo enirtg mio-lYa
Alteza,
Vos pensareis no Conde de Lmburgo,
Guara Capitular qu-; couflou-m'a
E tudo faz por agrad&r-vos...
Don Carlos de Faze
Tudo que eu disse -tudo !
Don Ricardo inclinndose
Incontinenti,
Senhor:
Doa Carlos
Tre3 tiros d3 canlio dissests ?..
Don Ricardo inclinase e sahe.
Don Carlos, /i-ando so. merjulha-se em profun-
do scismar, Cruzaos braco:, inclina o cabrea
pira o piilo, depois erguese e voltasc para o t-
mulo.
(Contina].
A conccpco da sociologa cm
(uinplnwif/
(Continuaco)
II
O intrpido socilogo devera ter in-
scripto na folha de rosto de seu novo li-
vroLucta das rafas, o distico que lhe
veio a mente mais de urna vez no correr
de ua composico : eadem sed aliter. O
pensamento capital da obra de Gumplo-
wicz, e o modo porque a seu ver se trans-
formara as aggrmiacoes sociaes, encon-
tram, nessa formula, urna tradcelo fiel.
Ainda ella perfeitamente exacta t jus-
ta para synthetisar um juizo sobre a
tbeoria desse livro suggestivo o bellicoso,
embora o aucto nol-a d como urna feliz
descoberta realizada nuin dominio que
outros infructferamente esquadriuhram
e revolveram.
As mesmas cousas por formas diversas:
sadem sed aliter. Esta por certo, a
affirmaco que sobrenada no choque das
ideas que remoinham no livro de Gum-
plowicz ; esta a rispida verdade com
que a critica lhe poder embargar o pas-
so, na pretenco de ter absrto urna tri-
lha nova, que vae em ruino certo a cry-
fita onde se esconder, at hoje, a deci-
rac&o do enigma sociolgico.
Si o leitor quizer acompanhar-me na
apreciaco lgeira que vou fazendo deste
novo ensaio sociolgico, convencer-se-
de que nao poderia eu deparar com um
conceito mais frisantemente preciso para
caracterisar a theoria de que elle por-
tador e o modo por que foi elle confeccio-
nado do qu>; esso phrase : eadem sed
aliter.
Embora nao seja um sectario orthodo-
xo do darwinismo, o socilogo de Gratz
Basta
Don Ricardo parte
Seja ou nao seja imperador certo
Que sou Grande de Hespanha !
Don Carlos
No momento
Em que o Imperador csteja eleito,
Por que signal seu nome se aununcia?
Don Ricardo
Um tim le canhao, se Eor o Duque,
Dous, se o Francez, e tres, se Vossa Alteza.
Don Carlos
E essa Dona Sol! Tudo me irrita
E mortifica!Conde, s; me cabe
Por acaso o Imperio, da-te presaa
Em busca!-aTalvc/. lhe agrada um Cesar.
Don Ricarlo sorrindo
E' bem galante, Vos3a Alteza !..
Don Carlos uUtmtnpmio o com altivez
Como ?
Silencio ahi completo '.Inda eu no ilisse
O que pensar permuto em tal assumpto !
Qoand) se saber qnem 6 o eleito?
Don Rica ni >
Dentro de ama hora, quaudo multo, creio.
Don Carlos
Oh tres votos me faltam tras smente!
Mas, convm que esmaguemos sem demora
Essa cfila ousada que conspira,
E apos veremos de quem o imperio !
Contandj nos dedos, e bateado cjm o p
Sempre de menos tres -Sero dos outros!
Porm, Cornelio Agrippa, o sabio astrlogo,
No celeste ocano divisara
Treze estrellas, do Norte, a todo o panno
P'r'a minha a dirigir-se.li' meu o imperio!
Diz-se, por outra parte, que o abbade
Joo Triteine a Francisco o predissera.
Para mais Claro ver o meu successo
Eu devia ajudar a prophecia
Com alguma equipagem de guerreiros.
As prediccQes do astrlogo, o mais fino,
A xito mais prompto e melhor chegam,
Quando um Tlente exercito, prvido
De pees, cavalleiros, canhOes, langas,
Disposto a segurar incerto lance
LJj.-s s^y. i: o-.rl?in c af lx: lx tu;S*
faz cm seu livro actual, como em outros
anteriores, urna applicaco, do principio
darwinico da lucta, vida das socieda-
i des. O Kampf um Herrschaft, a lucta
pela dominadlo das raras, o poncto
central da doutrina, a vis moveus da evo-
lucao social e, o que mais, a teleologa
nica ob'ervave! uesse torvelinho era que
se precipitam e se esmagam os grupos
sociaes. Em verdade, o darwinismo em
aua3 vastas e surprehendeutes applica-
ces biologa, a lingistica, mesmo ao
direiti, havia dado plena satisfaeco
curiosidade dos e*piritos sedentes por
um principio que descobrisse a trama da
unidade fundamental da natureza por
elles presentida, rna3 sempre encoberta
sob a variedade infinita das formas. Era
natural que tambem nesle terreno escar-
ninho da historia, da coexistencia huma-
na, fossem experimentadas as virtudes
da fecunda doutrina de arwin. Assni
o comprehenderam alguns sociologistas,
e assim o comprehendeu tambem Gum-
plowicz ; mas por um modo incontesta-
velmente seu, porque elle tem, para seu
uso, urna variante do darwinismo.
Desta applicaco dos principios da
lucta e da seleoco a vida da humanida.-
dispersa em agrupamentos ethnicos ou
sociolgicos, resulta, segundo o pensar
do escriptor austraco, que a divito do
trabalho hnmaao, no seio dessa; conglo-
meracoes de grupos de povos, regulada
pela superioridade da orca, pelo direito
dos vencedores, de tal modo que sempre
as oceupacoes inferiores e mais pesadas
caibam aos dominados, emquanto que os
m3teres superiores, mais leves e mais
nobres (commando e administrado por
exemplo) sejam o apanagio dos domina-
dores felizes (). Esta diviso do traba-
lho indica-nos claramente que operou-sa
a fuso e assimilaco dos eleniantos
ethnicos heterogneos que luctaram um
momento pela dominagao, lando um urinal
suecumbido. Mas os vencidos nao se re-
signando com a derrota e ainda menos
com a degradaco social que lhes impa
o vencedor, continuam as hostilidades.
O combate sangrento, o duello de mor-
te, ferido a luz do dia, se transforma em
lucta mais insidiosa, menos apparente,
porm nao menos tenaz, nao menos
inexoravel. O odio ao estrangeiro e o
sentimento de benevolencia para cona os
que pertencem no mesmo bando, ao mes-
grupo, sentimento a que o auctor da o
nome de syngenismo, mantm ambos sua
jnue h3o
das, quando
exigirem.
'"dp jogo dessas duas fiprcas. dessas-
dois sentimantos que mergulham suas^ra-*
diculas as carnadas mais profundas do
organismo-individual e da vida da espe-
cie humana, que surgem oa estos desa-
guaes do taorimento social.
Esta a dButrina de Gumplowicz con-i
densada em nnhas fugitivas, porm que'
supponho snfficientea para tra5ar-lhe os
contornos geraes bem accentuadament9.
Crio que ninguem deixar de reconhecer
que essaa proposijoes em que vae aqui
synthetisada a theoria exposta na Lucas
das rocas, encerrara urna somma consi-
deravel de verdades, traduzindo aspectos
reaes dos acontecimientos, modalidades
exactas da vida dos povos. Mas, ao mes-
mo tempo, ser preciso estar hypnotisado
pelo tom de convegao cora que fala o es-
criptor de Gratz, para nito ver-se que
essa theoria insuficiente, e que, era al-
gumas de^suas partes essenciaes nSLo mais
do que o 'renascimento de concepjoas
dualistas abandonada* ao olvido em que
se diluem as concepcSes inprestaveis.
Essa anthithese entre o odio ao estran-
geiro a sympathia pelos consortes n
lembra a conhecida anthithese entre a
philia e o neikos, da qual fazia Empedo-
cles proceder o movimento e a vida de
todo o universo ? E afinal em que nos
esclarece esse dualismo que em ultima
analyse, urna feico das variadas expli-
cacesauthropomorphicas dos phenomenos
naluraes ? Esses sentimentos a que al-
lude Gumplowicz sao reaes, mas, por i
somente, nao explicara a vida das ag-
gremiacSes sociaes, alem de que me pa-
rece inegavel que o syngenismo, acceite-
mos a neologia, se destende quotidiana-
raente, transformando-se pouco a pouco
em solidariedade humana, ao passo que
vae perdendo sua forca, seu poder im-
pulsivo ou, pelo menos, re3tringiado seu
campo de aeco, o odio ao estranho. A
lucta, si subsiste hoje ainda entre os gru-
pos ethnicos ou entre os grupos syngene-
ticos, mais real e mais preponderante
entre as classes sociaes, entre capitalis-
tas, industriaes e grandes propietarios,
por um lado, e trabalhadores de todo o
genero, por outro ; entre os commercian-
tes que explorara as necessidades o a
iganuidade dos consumidores e estes que
procuram, nao raro, fugir s obrigaces
contrahidas ; entre governantes e gover-
uados, entre fracos e humildes de todas
as classes e os prepotentes e poderosos
de qualquer padrlo. Essa combate, que
se fere todas as horas e em toda a linha
em que so abarracou a humanidade cul-
ta, muita3 vezes, intransigente e sal-
picado de crueldades, acirrado palas pai-
xes, ma3, outras vezes, nao passa de
um simples condimento para estimular
a emulaco, sem odios e sem desvarios.
E me parece inadmisssivel que as clas-
ses sociaes dos povos modernos tenhatn,
como pensa Gumplowicz, alguma relaco
gentica com as racas vencidas e vence-
doras no conflicto vital. Entre nos, por
exemplo, a raca que anal dominou o
solo urna fu sao dos tres elementos ethmi-
cos principaes aqui derramados, no qual,
porm, ai o typo aryano preponderou,
notam-se pronunciadas sympathias pelo
typo americano e principalmente pela
forma compsita'que surgiu da immixto.
No brazileiro ha maior quantidade de
sangue branco do que caboclo e negro,
mas os sentimentos hostis das duas racas
vencidas se infiltraram em nossa consci-
encia tenazmente, da modo que s hoje
vae sendo de todo eliminado. E, por ou-
tro lado, as classe3 em que se divide a so-
siedade brazileira nao correspondam abso-
lutamente s racas em conflicto, as quaes,
se fusionando, derramaram-se indistinc-
tamente por todos os misteres ou por qua-
si todos.
Cchit n:a
s formas, Om geoMb da-do :
or sua vez, ser ahandona- Como Pyf^nafiao de Deus um prantc
as circunjstaneil assim o Cahio no seOjda madoa paluda :
Foi a gotta do amor.
nto canta no co a estrella d'alvo,.
Na trra a flor do val :
palve genio, tens outro diadema :
O amor maternal.
A. de Lastro Alvcs.
PREHISTORIA
Aittiguidade da naveyaco do
Ocano
TIAGENS DOS NAVIOS DE SALOMAO AO RIO
DAS AMAZOXAS
II
(Concluso)
Os perus e os pavSas sao as aves
t orguihosas ou simplesmente tukum
as orgulhos como as chama a Biblia.
Entre as variedades de pavSas do Equa-
dor e da Guyana sa acha a que naquelles
paize3 chamam ocho; ora por urna simi-
lhan^a exquisita no epitheto de orgulhoso
tirado de tuki, achamos igualmente que o
grego ogkos torgulhosot tambem tirado
do pavSo americano ocio. Este porma-
norzinho nao deixa de ter seu interesse,
pois dissemos na introduC9o d'este rea
de
na
C'Sti D?vltTa.
POESAS

JRTAMEIT
(H. REINE)
Quando avvenla, a bella primavera,
Do sol os expen dores ;
Abrem o clice em que o odor se gera,
Desabrochando as flores.
Quando a la d'urna noite escura
Dissipa o nrro veo ;
Era torno delta brilliSo. com luz pura,
As estrellas do co.
Quanlo vislumbra o sonhador poeta
Dous olhos radian'.''?.
Com mais ardor lhe broto d'alma inquieta,
Os versos palpitntes.
E' lastima, porem, au'esse lliesouro,
D'estrellas, verso e llores :
Paluda la, sol de fogo e ouro,
Olhos deslumbradores:
Tod'osaa fantasa dclulosa,
Que tanto nos agrada,
Neste vil mundo de raesquinha prosa,
Nao serve para nada.
jos de VASCONCELLOS.
Triplico diadema
(INDITA)
O Eterno, estatuario do infinito,
Paga um dia do marmore e sacde
Qual Phidias o cinzel :
Cava o buril abysmos de belleza,
6 urge
forma subtil, como de Haida
Deus quiz ser Riphael.
(1) Li fluitc des r.ises, p 235.
Ent&o canta no co a estrella d'alva,
Na trra a flor do val:
Salve estatua, D^i* fez-te um diadema
Da belleza ideal.
Reve-se o Eterno em sua obra e pasma :
Peusa e medita e aps mergulha os dedos
Nos abysmos de luz :*
Pega urna estrella, poisa-!ha na fronte,
D-lhe o poder de devassar 03 orbe3
E os pramos azues.
Eato canta no co a estrella d'alva,
Na trra a flor do val :
Salve l Daus te fez mais um diadema :
O genio sideral.
torio que a lingua grega tem parte
suas origens na America, mormente
lingua Kichua.
En presenca da verdade de nossa ety-
mologia, pois que o tuki bblico palavra
Kichua, collocaremos as de alguns philo-
logos que Max Muller tem posto em rele-
vo, pois elles suppuzaram que tuki era
derivado de togei o que pande, palavra
prteacente lingua tamoula ; suppuzaram
anda a palavra sigi que maU se afasta
de tuki, e tentaram fazel-a derivar do sn-
scrito sikki/i crista. Para cumulo de
inverosimilhanca, o doutor Gandart qua
se tem entregue ao estudo das linguas
dravidianas, applica-se a originar togei de
to ou tu, 6 accrescenta arbitraramenta
para segunda base gnu, a fim de chegar a
compor tongu donde faz derivar tongpl,
vocabulo tamul que significara cauda da
pavo.
Quantos esfor^os, quantas combinacoas
engenhosas, quantas transijoes foradas !
Philologos de fama s^s podem-se as per-
rattir. Nunca taremos a ousadia de dar
similhantes etymologias : felizmente a
clareza, a precisSo do Kichua nos livram
de tal perigo.
Em seus Estados sobre a sciencia da
linguagem, o philologo Max Muller nos
diz que os monos trazdos a Salomao eram
chamados palos Habraos. kop/i, no plural
iopkini: teria podido \%ciop e kopini ("2 Y)
e accrescenta que este nome nao pertencia
lingua d'elles tem tem sua etymologia
em lingua algumi semtica. Faramo3
observar qua kop nito s'escrava seno com
duas consoante3 kp, e que em logar de
nterpor a vogal o, se interpozesse a, qua
teria tdo kap e no plural kapim, o que
a verdadeira pronuncia, e eitao tar-se-ha
achado em prasenca d'jsois palavras o
snscrito kapis mono. Entretanto os
Hebreos no foram pedir ao snscrito o
nome dos monos que vinJtan de Tarschi-
sch. Kap e kapim tm sua etymologia
no Kichua kapi, tabarrar f>runente com
a mo, accao mui particular que pra-
tica o mono moda do hornera e que
mais nos mpressiona. Esta orgam de
kapim evidantissimamenta americana.
Urna ponta da ilha da Santa Catharina,
perto da costa do Brasil, tem o nome de
Kapi; no interior das Amazonas, um de
seus afluentes que desemboca parto do
Para, chama-se Kio Kapim (ro dos ma-
cacos), e ro cima se acha a ilha de Ka-
pira ; vG-se que a forma hebraica se ha
conservado ainda nestes nomes (21). Em
quanto ao encontr do termo kapis no sn-
scrito, explica-se, pois qua notamos no
Kichua quinhentas palavras da lingua hn-
donstani (22) tendo em ambas as
os mesmos sentidos.
NSo logar entramos aqui em expli-
cagSo sobra a presena do Kichua as In-
dias orientaes; contentar-nos-hemos com
dizar que neste momento trabalhamos em
urna obra em que, cora geral admiraco,
doinotistrar-se-ha que os Arias e sua lin-
gua snscrita tiveram seu barco na Ame-
rica : temos disso pravas philologicas,
ethnographicas e histrica?.
Entre os objectos preciosos que as fro-
tas da Salomeo e de Hiram trouxeram, se
acha o marfim que designado na Biblia
uebaixo dos dous nomes de Schan-abim
e de Kamot-schan. Max Muller faz
ainda observar que abim nao tem deriva-
5o do hebreo ; mas elle*suppa qua esta
palavra possa ser urna corrupcio do sn-
scrito ib/i.x precedido do artigo semtico ;
e cora esta hypothese, pensa que abim de-
ve ter, coma ib/'/a a significaco da de-
pilante. Empraga-se, verdade, no he-
braico o vocabulo schan por dente. Po-
rm sua origstn americana; o que va-
mos na bacia das Amazonas, onde na
lingua tupiqxiQ a lingua geral do Bra-
sil, dente se exprima por schan, s/iaiua,
shcuc e san; entre os Panos, diz-se
scliaina e schaila ; no dialecto puri, diz-sa
schch e tsch; em botottado sclioun e ds-
choun. Porm sa schan realmente ha-
braico, sua prasenca entre os povos das
Amazonas que o tem conservado, seria
inuis urna prova que. Tarschisch esta va
neste rio, e que os Habreos all prooura-
vara o marfim qua se acha no estado fos-
sil ; ora o marfim f sil o mais vulgar-
mente empregado as artes. Tem-33 ji
descoberto na America seis variedadetl
uando abim, Bio corrupcio do
snscrito iblia ; d a palavra egypciaca at
elephante pluralisada palo Hebreos:
ha corrt3la92o entre o egypciaco ai, aba 9
o Kichua apa carregar apac o carre-
gador,; em egypciaco abah on ap+k, e
no Kichua apa significara fardo. O
norae'do elephante, qua por excellenci*
o animal carregador, pode ter sua oriurera
tanto no Ki-mua como uo egypciaco.
Alem disso ja temos annunciado qne
grande numero de vocabulos Kichua
estSo na antiga lingua -heruglyphca dos
Egypcios,
taem
que, pjlos
commum.
Atlantes, elles
signal
antigo
cima dissemos que na Biblia, o mar-
fim tambem chamado karnotscluin chi-
fre de dentes. Tal pobreza d xoressio
leva a crer que A rvicnua tem anda aqui
o primeiro papel. Com effeito, f*ramos
observar que debaixo da priraeira Iettra
hebraica de karnotclum, tem-se collocado
um hmetz, signal massorethico que da ao
K (Koph hebraico) o som da vogal a ;
ora, como nos permittido rejeitar este
de convencao que nlo existe no
hebraico, temos a 1 i bordarte de
substituir o a por 1. Entilo cm logar da
karnotschan, obtemos kinwtschan. Nes-
te caso dividimos eete termo do modo se-
guinte : kir-notsclian der vado do Ki-
chua kiru c den te note hisc lian e por coa-
traccSo notschan cque apuntado kirno-
tschan o dente apontado. Assim para
designar o marfim, n&o certo ova se
empregarse palavra alguma hebraica.
Os hebreos poderam ver elephante* no
tempo de sua servidao no Egvpt a em
Babylona ; porm na Juda, viram-sa s
165 annos antes de Jesus-Chrsto : alla-
dimos aos elephantes pertencentes a An-
tiocho Epiphanio, rei de Syria, quando
veiu accommetter ao povo judeu. e '|iie o
valeroso Eleaz^r, um dos irmios de Ju-
das Machabe<>, pereceu debaixo do ele-
phante do rei.
Em resumo, depois |de nos havermos
baseado em historiadores, para demonstrar
que os povos da antigudade navegavam
no Ocano o couheciam a America, aca-
bamos de mostrar que os termos cstran-
geiros misturados ao texto da Biblia
que de3gnam 03 objectos traz'uijs pelas
frotas dus do3 rea, teem sido tomados
da lingua Kichua ou dos Antis da Ame-
rica equatorial e meridional.
Fizemos ainia conhecer que palabras
hebraicas transportadas nesta parte da
America, tem-se misturado aos dialectos
dos indgenas, ou mesmo se hio conser-
vado intactas. Esta troca de vocabulos
entre najoas de continentes diversos a
prova qua 03 Hebreos e os Phenicios iam
ao ro das Amazonas, o qual recfbeu d es-
ses navegantes o nome de S.ilorao. O
imperio de Inin ou do Crente, as p tsigfai
indicadas de Parvaim, Ophir c Tarschisch,
os nomes e particularidades que se ligam
a varios logares e ros, formara urna tal
serie e reunido de fados grupados em unta
uuic.i regido, qua a evidencia de nossa
descoberta 6 palpavel, incontestavel. 1)'-
vemos po3 lingua Kichua termos acha-
do o caminho que seguiam ha 28 annos
as frotas de Hiram e da Salomlo : foi aV
la qua trahiu o mysterio de ua nawga-
9&o e nos di explicacH de suas aiiiea-
cias da tres annos por cada viagem, fa-
zendo-nos conhecer qua ellas astaci >aa-
vam plcidamente as aguas das Ama-
zonas.
Iingaa
Para satisfaslo dos noss >3 leitores, ac-
crescentaremos em fim algumas absar\-a-
5033 sobra os Antis e sua lingua. A rai-
graco d'este povo da Asia para America
anterior ao diluvio alguns seculoa, pois
que participaran da invasa dos Atlan-
tes antas do cataclysraa. Alem disso, o
Antis, em logar de esiriptura, usavam no
tempo dos Incas, da quipos ou cordelinhos
com nos, uso que existia entre os Thibe-
tanos e Chins at o tempo do impera '. ir
Tohi, 601 annos antes do diluvio. Es-
ses factos provam a remota antigudade
do estabelecimeuto dos Antis as cordi-
lheiras da Amarica equatorial e merali-
oual e na bacia superior das Amazonas.
Esta nacao primitiva tem sido presar-"
vada contra as invas'es, de 10da destrai-
cio pela altura consideravel e aaparaaa
do territorio que habita, por mil leguas de
florestas virgens que a seoaram dj Atln-
tico e da bandado Occidente por fbnnida-
vais montauhas e a immensidad > d> graa-
de Ocano. A lingua Kichua fllala 1
da por tras railhoas de indgenas, nao se
escrava sano com quatorze lettras : \v-se
pois que san geito inteiramente ori
solfreii poucas alteracdas. O aaiiaeraa
pelo contrario, escrevendo-s.1 c in I I !_--
naes, faz-nos suppor ter-?e appropriado,
aparfeicoando-se, de muitas raizas estraat-
geiras que nalla ato aviatiaoi a < prncipe e
de que foi preciso conservara paanaa a.
O que quar que seja. urna liagaa pri
tiva nao pode ter 39 caracteres. Sob
os lucas, a lingua Kichua tem si 11
lada desde o sagundo grao do latitada
Norte at o trigsimo (ruarlo grao da la-
titude Sul ; e em largura, isto desde o
Pacifico para o Oriente, nlo se fnl'.av
muito alm di quiahentos kilometr.is ;
em quanto que, nos tempo* mais r.-::i >tos
ella tem sido usada ao langa do ri > las
Amazonas at mil e duzeato3 on rail e
quiuhentos klometros do Pacific .
O que mais do qua a estatua, o ajenio, anjo f
' Ouvr-se alm da trra se alevanta
da elephantes fosseis, porm ignoramos sf
estes pachydermas tolos ho sido ani-
quilados num catalysma ou se ainda exis-
tiara no tempo de Salomao ; em todo caso,
o marfim fossil esta va em estado melhor
de conservado ha 2880 ou 3000 anuos.
(20) Lenibramos aqu que no hebraico
o P e"b PH sao a raesma Iettra
(2i) Podara ser vistos nos mappas hy-
drographico3 do commandante Tardy de
Montravel e oirtros mappas afcida.
(22; O hindoustani formado do sn-
scrito, de linguas dravidianas, de* rabe ;
de prsico ; podia-so accrescentar, de Ke-
chua.
Acabemos por uraa ultima observa't.
Humboldt e Klaproth tara dado auta
mal a proposito a deuoraina^o de |iii-
cheana lingua Kichua ; com efeito, um
dos dialectos do Mxico, que tem o nome
de quiche, nao tem ralacio com a lin-
gua dos Antis, e ao quiche mexicano,
como bem se entende, qua devia ser ap-
plicada a expresso de quicheana. Nos-
sa obsarvayio tem por fim impelir toda o
equivoco entre nosso modesto trabalho a
os sabios escriptos do Sr. Brasseur da
Baurbourg sobre a historia, ar&heologia
e dialectos do Mxico.
D. Htnriqut Qtiffroj de Thoron,


1
m^m


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