Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16675

Full Text
4WNO liXX
Sablmdo 1* de Halo de 1994
M NlvltO 10
*
DIARIO
' PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE I SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLICAQOES NA FRAN-
Por tres mezes adiantados. 81000 | QA E INGLATERRA
Por seis mezes adiantados. 15$000
Por um anno adiantado .' 30$000
Os Srs Mayence Favre & C.*, residentes em Pars34 ru de
Provence
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por um anno adiantado .
Numero avulso do mesmo da.
Numero avulso de dias anteriores.
16|500
331000
1100
1200

Telegnammas
::".:::: ?a.ticulab jo habi
Rio de Janeiro, n de Maio, s 5
horas e 50 minutos di tarde (recebido na
estacao s9 horas e 15 minutse entregue
s lo horas da noite).
Na Cmara dos Deputados ainda hoje
*ttto houve numero para se cffectuarem
vetacocs.
E' provavel que a mesa fique compos-
ta com os Srs.: Rosa e Silva, Antonio
Olyntho, Bacellar, Thomaz Delfino, Coe-
lho Lisboa, Anisio Abreu e Filleto Pi-
res.
O Senado terminou hoje as elcicoes
de suas commissoes.
Telegrammas officiaes de Porto Ale-
gre e Montevideo noticiam a derrota dos
revoltosos commandados por Ornellas Di-
arte e outros, morrendo 80 c entre clles
G officiaes.
Foi dissolvido o batalhao dos Fran-
co-atiradores,
A taxa do cambio sobre Londres
foi hoje 9e5/8 d. por i.Jooo.
Madrid, 11 de Maio.
Ao tratar-se na Cmara dos Deputa-
dos da questao de Mellila, e orando Sal-
mern, deram-se tumultos.
Londres, 11 de Maio.
Lord Rosebcrry declarou que, mesmo
no caso de urna votaciio contraria em as-
sumpto do programma ministerial, per-
manecer no governo,
Caracas, 11 de Maio.
Deram-se terremotos em Ejido, que
foi destruida, em Merida, que ficou tam-
bem quasi destruida, e em outras povoa-
coes. Sao muitas as ruinas e as
Art. 80. "A'excepgo de sellos adhesivos ou
de urna etiqueta impressa ou fabricada por qual-
quer outro processo mecnico, carimbo ou chao-
celia, indicando o nome do remetiente, sua resi-
dencia, firma social, qualidade e prolisso, nao
permittido ligar.ios bilhetes postaes papel ou
qualquer outra substancia com o flm de augmeo-
tar o espago destinado correspondencia, nem
juntar-lhes amostras de qualquer especie.
Art. 86 Os bilhetes postaes, que nao satislize-
rein as condiges cima estabelecidas, embora
tenham o peso e as dimenses exigidas, sero
taxadoscomo cartas nao (panqueadas.
Art. 87. Os manuscriptos de que tratam os
arts. 42 e 43, estao sujeitolfa franquearuento
obrigatorio e integral de 100 ris por 5) gram-
mas ou fraego de i0 (grammas, nao podendo
exceder cada mago ao pi;so mximo de 2 kilo-
grammas, nem apreseutar sobre tnenhum dos
lados diraenso superior a 43 centmetros, ex-
cepto autos judiciaes : quando porein, taes ob-
jectos forem apresentado em forma de cylindro
ou rolo, o dimetro nao pode exceder de 1" cen-
tmetros** comprimento nao pode ser maior de
75 centmetros.
Art 88. Os manuscriptos devem ser aposen-
tados ao Correio, cintados, entre cartes, em
rolo, estojo ou cylindro de metal ou papel, aber-
to as extremidades, em sobrecartas abenas,
amarradas a eadarco ou bafbanti-, ou simples-
mente bobrados de modo a facilitar a venlica-
go e a nao dissimular a natureza da corres-
pondencia. ^
Art 89. Os mJnuscriptos. que contiverera ou-
tras notas, alm das permittidas nos arts. 30 <
51, e de carcter de correspondencia actual e
pessoal. sero franqueados como cartas.
Ar. 90. E' prohibido incluir nos manuscriptos,
cartas, cartas-bilhete, bilhetes postaes, irapres-
803, amostras e lodos os demais objectos, cuja
incluso prohib la as correspondencias ordi-
narias.
Art. 91. Os manuscriptos encontrados as cai-
xas do Correio, que nao satisluerem as condi-
ges eslabt-lecidas nos arts. 87, 88 89 e 90, nao
serao expedidos, embora regularmente fran-
queados.
Art. 9!. Os irapressos de qualquer na'nreza.
excepto os jornaes, peridicos e revistas, publi-
cadas no Brazil, pagam a taxa de 10 ris por 30
grammas ou fraego de 50 grammas.
Arl. 93. O franquearaento dos mpressos
obligatorio e total; a falta, no todo ou em parte
dar lugar nao expeigao dos irapressos.
Art. 91. As condiges do recebimento dos im-
iressos, as notas nellcs permitlidas c os objec-
os cuja incluso nesia classe de corresponden-
cia prohibida, sao os mesmos estabelecidos
para os manuscriptos.
Art. 93. Os impress sapresentadosao Correio,
que nao satistizerem as condiges estabelecidas
para seu recebimento, ou cootivercm alm das
notas permittidas, outras de carcter de corres-
pondencia actual e pessoal, sero franqueados
como cartas, para serem expedidos, e os que em
victi- ,aes con(,'c(-'s forcm encontrados as ca xas do
I Correio nao sero remeltidos a seu destino.
damnosa ao pessoal ou
futidas, nauseabundas ou
pria caixa dever ser encerrada em um e*to-
jo de metal ou raadeira, com tampa de para-
fusos, ou de couro forte e espesso ; 2." os cor-
pos gordurosos, de diftici liquefacgo. tacs
como: ungentos, sabes, resinas, etc., cajo
transporte aprsenla menores inconvenientes
devero ser postos em um primeiro envoltorio
(caixa, sacco de panno, pergaminho, ele.,) o
qual ser collocado em urna secunda caixa de
madeira. metal, ou de couro forte e l espesso]:
3 os pos seceos, corantes ou nao, devero ser plantas vivas e outros orgaos de plantas de que
collocados em caixa de papelao, as quaes por, trata o art. 7. n. 7
sua vez sero collocadas em saceos de panno i o.* os bilhetes postaes dobrados, enrolados ou
ou pergaminlio.
gao possa ser
respondencias .
2." as substancias
ptridas;
3." os artefactos, desenhos ou publioages ob-
cecas ;
4. os obectos com dizeres injuriosos, inde-
centes ou ameagadores;
5." os animues morios quando nao conveni-
entemente preparados ou acondicionados, as
as cor- de subdelegado do Io c/islricto do
nclla.
Ao Sr. Dr. Alexandre Jos Barboz* Lima,
muito digno governador do Estado.
O questor
Julio de Mello Filho.
Art. 107. E' permittido expedir pelo Correio
em mesma remessa, amostras, impressos e
manuscriptos agrupados em um s pacotc, ma-
go ou volume, desde que satisfagam as condi-
gOes seguimos :
1.*. Que o peso total do volume nao exceda
de i kilogrammas em cada remessa, e que as
dimenses e o peso das amostras de mercado-
ras, tomadas isoladamente, nao excedam os
limites marcados a esaa classe de corresponden-
cia ;
2. Que o rolume seja expedido por um s
remllenle e com enderego a um s destinata-
rio ;
3." Que os objectos incluidos no volume, pre-
encham tomados isoladamente, as condiges
de recebimento e verilicago : s contenham as
olas perarittid** e nao eslcjam nellcs inclui-
dos objecios prohibidos, segundo a ciarse de
correspondencia de cada um ;
4.' Q'ie a taxa total do volume seja calcula-
da e paga pela do objecto que estiver sujeito
mais elevada ;
seja
obligatorio e a
mas.
IXSTRUCCAO POPULAR
WTE"
EDUCABA
lci:al, moul *
P27SI3A
HERBERT SPENCER
CAPITULO IV
A Edueaeo Phytka
Art. 96. Os jornaes, revistas e outros peridi-
cos, infpressos no Brazil, expedidos pelos res-
pectivos editores, redactores, gerentes ou admi-
nistradores, connecidos como taes, ou pessoas
por ellos devidamente autorisadas, para serem
entregues a agentes seus ou directamente aos
assignanteo, ou por quaesquer outros individuos,
esto sujetos a taxa previa, obrigatora e. iute-
gral de 40 ris por 100 grammas ou fracge3 de
tOO grammas.
Mas o po i:r dos orgos digistivos limitado.
Consequ-'ntjmente, qinlo teem de
una grande quantidaded'essse material necjs-
sariopara a sustentaco da temperatura, s po-
dem preparar urna quautidade pequeoa do ma-
terial qu; necessario para a cjistituico do
corpo. O dispendio excessivo de combustivel
implica urna diminuicao de meios para outros
tlns. Don le resulta j urna dkninuicfto na esta-
tura, j urna infariori lado da lecidos, j ambas
as cousas simultneamente.
PABTE OFFICIAL
CTtis uo psdi:r i:\ecitivo
Decreto n. 1692 A-de lo de Abril de 1894
Approva o regulamento dos Correios da
Repblica
Re^ulaincnto da E ;;.j-livi Geral
dis Crrelos a que se refere o de-
ercto n. U51>' A destadata
PRIMEIRA PARTE
DO CORREIO FEDF.R.VT. K SF.U5 SERVICOS
TITULO I
DO S8RV1QO POSTAL IMIERXO
CAPITULO VI
Taxa- de >ji:e='imtie$ de peto e dimc>iso?s=con-
dicgi d; re -chmenlo das corresponden tas
Art. 78. Todo c qualquer objecto de corres-
pondencia que transitar no Correio, et sujeilo
a urna taxa, que ser paga pelo remetiente ou
pelo destinatario, a qual representa o prego da
manioulago, remessa c dis'.ribuigo da corres-
pondencia e sor demonstrad 1 por meio do sello
de Correio adhesivo ou lixo
Art. 79 O fraoqueamento da correspondencia
6 facultativo, obrigatorio, total ou parcial.
g |. Factltatiooquando permittido ao re-
metiente pagar previamente a taxa ou deixar a
cargo do destinatario esse pagamento, total ou
parcial.
!. Obrijatorio quando a corraspondencia
nao 0 expedid 1 ao seu destino, semque o remt-
ante pague aotecipadamente a taxa cu parte
della.
3." Total -quando o pasamento da taxa e
exigido anticipadamente, integral e de urna s
vez.
g 4. Parci- quando basta urna certa quota
da taxa para que a correspondencia seja reraet-
tida a seu destino.
Art. 80. Frniuia o direito concedido por
lei a certa e determinada correspondencia para
que transite no Correio isenta de taxa.
Art. 81. As cartas, quaesquer que sejam as
distancias que tenham de parcorrer, por mar ou
por trra, dentro dos limites da Repblica, pa-
gam a taxa de 100 ris por porte simples de 15
grammas ou fraego de 15 grammas.
Art. 82. As cartas, ainda quando nao franquea-
das ou insufficientemente franqueadas, serSo ex-
pedidas pelo Correio, cobrando-se, porm, do
destinatario o dobro da taxa devida, que ser
representada por sellos especiaes.
para as cartas o limite de peso ser de 300
grammas.
Art. 83. As cartas-bilhete sao da taxa de 103
ris cada urna, circulam era todo o territorio da
Repblica e podem ser utilisadas na correspon-
dencia internacional, paga a respectiva taxa.
As cartas-bilhete que. pela incluso nellas de
qualquer papel ou objecto permittido, exceder
esse pe30, serao taxadas como cartas.
Art 84. Os bilhetes postaes sao da taxa de
40 ris cada um, os simples ; e da de 80 ris
cada um, os duplos ou com resposta paga; de-
yem ser poslados a descoberto e nao enrolados
ou metiidos em sobre-cartas on acondicionados
de modd a occultar parte de sua superficie ou a;
modificar a nalureza ostensiva dcsta especie de I
co"ripo,,.di,nri.a. '
Art. 97. Os referidos jornaes, revistas, ou
peridicos, quaudo liverera de ser expedidos
pelos correios ambulantes, devem ser apresen-
preparar-ltodos dobrados e em mago, ou avulsos, em
saceos, com enderego aos destinatarios, as re-
partiges poslaes e acompanhados de lista de
asignantes, quando a destribuigo tiver de ser
feita pelo Correio.
Art. 97 Quando os ditos jornaes, revistas
e peridicos tiverem de s:r expedidos, por via
maritima ou fluvial, ou por qualquer outra que
nao seja correio ambulante, sero apresenta-
das as condiges do artigo anterior, deven-
do, porm, os magos ou exeraplares avulsos
dirigidos a cada destinatario ser sellados iso-
ladamente, sendo, neste caso, dispensada a lis-
ta de assignantes.
Esta classe de correspondencia ser recebi-
da nos correios ambulantes at ao momenlo ,da
partida dos trens.
Art 99. Os jornaes, revist?s e peridicos de
que tratamos artigos antecedentes, nao ouiu
suflicientemente franqueados ou que nao satis-
fizerem as condige3 de recebimento j esta-
belecidas, nao sero expedidos
Art 100. As araoitras de raercadorias pa-
gam a taxa de 100 ris, por 30 grammas ou frac-
gao de 30 grammas; o franqueameuto ser
previo, obrigatorio e inlffgral e esto sujeitos
ao limite do peso mximo at 250 grammas,
e de dimenses de 30 centmetros de curapri-
ment, 20 de largura c 10 d altura ; si po-
rm. o volume apre=entar a forma de cylindro
ou rolo, os limites de dimAmses* sero de 30
centmetros de co oprimento e la de dimetro-
Art. 101. As amostras nao tydem consistir
em objecto algum de valor mercantil e de-
vem ser collocados em saceos de pahno, cau-
ro, lona, encerado ou papel, cstojos ou caixas
nao fechadas ou fechadas de modo que o con-
teudo possa ser fa ilmente verificado, era cy-
lindro de metal, raadeira ou carto forte, em
frascos de paredes grossas, tudo de modo a
nao prejudicar as correspondencias e ao pessoal
Art. 102. As encoramendas postaes, cora ou
sera declarago de valor, esto sujeitos taxa
de 100 ris por 50 grammas ou fraego de 50
grammas; o pagamento ia taxa, assim como as
formalidades do registro, sao obrigatorias para
esta classe de correspondencia.
Art. 101. As encoramendas com declarago
de valor, alm da taxa e do premio lixo do re-
gistro, esto sugeitas ainda a urna comraisso
correspondente a 5 / do valor declarado.
Art. 104. As encommendaa postaes, desti-
nadas a localidades servidas por estradas de
ferro ou navegago, nao podem ler dimenses
superiores a 30 centmetros cbicos ; si, porm
apresentarem a forma de cylinJro ou rolo, po-
dero ter 75 centmetros de comprimento e 2>
de dimetro ; as destinadas a outras localidades
nao podero ter mais de 40, centmetros de
comprimento, 22 largura e 16 "de altura,, e se
apresentarem a forma de cylindro ou rolo, po-
dero ter 30 centmetros de comprimento 15
de dimetro; o peso das primetras nio podera
exceder de tres kilogrammas, c o das segundas
nao ser maior de rail grammas.
Art. 105. As notas permittidas as encom-
menda3, os objectos que podera ser nellas in-
cluidos nesta classe de correspondencia, esto
declarados nos artigos 64 e 6S, dest regula-
mento, e no capitulo -Da correspondencia re-
gistraa-esto estabelecidas as condijOes de
recebimeto, de registro e premios a que licam
iujeltas as enoommendas com ou sem decla-
rago de valor.
Art. 105. As amostras e encoramendas esto
ainda su)eitas s seguintes condiges communs
de recebimento : 1. quando as amostras con-
sistirem em materia liquida ou gordurosa, de
fcil liquefacgo, devero ser inseridas em fras-
cos de vidro hermticamente fechados, sendo
cada frasco collocado em caixa de raadeira
suficientemente guarnecida de serragem, de
algod&o, ou de substencia esponjosa em quao-
tidade sufficicnte para absorver o liquido no
u-60 Je qu brar-io o f iso ; Tuliue'ite, a pro
5* que o franqueameuto
taxa integral ;
Paragrplu nico. Nao sero expedidos os
objectos agrupados encontrados as caixas do
Correio, nao ou insurlicientementa franquea-
dos.
Art. 108. Serio franquea los como carta:
i' todos os objeclos de correspondencia, cer-
rados cujo conteni n> se possa verificar sem
violago:
2 todos, os objectos de correspondencia qu;
contiverem 11 >tas manuscriptas, irapressas, ou
sas, ou bitas por qualquer outro processo me-
cnico, nao permittidos ou de carcter de cora-
municago ao destinatario, isto de corras
pondeacia actual o pessoal
Art. <9. As cartas avulsas, embora sellad is,
que os commandantes. capites ou mestres dj
navios estrangeros entregaren! no Correio pa-
gano a taxa a que esto sujeilas as cartas na-
cionaes nao franqueadas, sendo como taes tain-
bom tratadas a3 de simples recommendago;
aberta?, entregues ao Correio, trazidas por pas-
sageiros de navios ou de freos de estradas de
ferro. Sero porm, consideradas tranqueadas
as correspondencias selladas e carimbadas cm
correio brazileiros ou estrangnros e bem as-
sim as selladas, segundo a tarifa e sellos do
paiz a que pertencer ou de qu: depender o na-
vio, portador em pleni mar na caixa movel do
mesmo navio ou entregues em mo- do cora-
mandante, capito, ou mestro e bem assim as
selladas, recebidas em mo, no ultimo porto ou
00 da partida do navio.
Art. UO. As cartas, cartas-bilhete e bilhetes
postaes, apresentados em qu-ilquer eslagodo
Correio, pira serem expedidos, depois da hora,
ficam sujeos laxa dupla para que taes ob-
jectos possam ser recebidos e expedidos, e ao
triplo da taxa se forera apresentados na ultimj
hora.
$ Io Depoitdo h-ira o tempo de 30 minutos
decorrido do termo fatal annunciado para o re-
cebimento das correspondencias ; e ultima hora
o tempo decorrido depois da ultima meia ho-
ra, at ao momento do encerramento das ma-
las.
g 2" Nao ficam sujeilas a taxa dupla ou tr-
plice ; Jas correspondencias que aprasentadas
nos carros dos correios ambulantes ou a bordo
at o momento da partida dos trens ou dos pa-
quetes.
Art. 111.!As correspondencias que forem fran-
queadas, apresentando era sellos valor superior
ao das laxas que deviam ser pagas, sero ex-
pedidas ao seu destino, sem que, em hypothe-
se alguma, o Correio indemniza o excesso.
Art. 112. O franqueamento das correspouden-
cias ordinarias deve ser combinado de modo
que as taxas sejam. representa las, quinto for
possivel.
Art. U3. Sao isentos da taxa :
1" os vales do sorvigo ;
2o as correspondencias j franqueadas, re-
expedidas ou devolvidas como refugo ;
3" as correspondencias de servico postal, tro-
cados entra a directora, administfages e ou-
tras repartiges postaes e bem assim as troca-
das com adninistrages e autoridades dos cor-
reios estranceiros:
4* As correspondencias o.Ticiaes expelidas e
recebidas pelas autoridades e funecionarios fe-
deraes e entre si, as expedidas e recebidas pe-
las autoridades e funecionarios federaes e pe-
las autoridades e funecionarios dos Estados;
as recebidas e expedidas pelas autoridades e
func ionarios de um e outro Estado, e as expe-
didas e recebidos, entre si, pelas autoridades e
funecionarios, dentro dos limites de um Es-
tado.
Art. 14. Para a correspondencia official,
alm da isengo de taxa, em virtude do direito
de franqua, nao lia limites de.peso e dimen-
ses.
Art. 115. A correspondencia official ser sem-
pre entregue no-Correio aos empregados en-
carregados dasse se. vico, de mo mo, acom-
panhados de duas guias, datadas e competente-
mente assignadas, ma das quaes ticar archi-
vada na repartigio, sendo a outra entregue a
portador com o respectivo recibo.
Art. 116. Fica a correspondencia official su-
jeita a um exama summario, exclusivamente
exterior, no acto de ser entregue ao correio,
afim de ser verificado, palos seus requisitos, o
direito de franqua.
Art. 117. Quando do exame resultar a exis-
tencia de omisses de requisitos exteriores,
tae3 comoa declarago dos ttulos, qualidades
ou autoridades, quer dos remetientes, querdos
destinatarios, das repartiges de onde partem
e daquellas a que se destinara ser a.corres-
pondencia, sem demora, devolvida ao remet-
iente para fazer as necessarias rectificages.
Art. 118. Si o remetante S3 recusar a fazer
s rectificages exigidas pelo Correio ou si, por
falta de tenpo, nao for possivel devolver a cor-
respondencia para aquelle fim, ser a mesma
expedida cora a nota virilique a franqua,
representada por um carimbo com a lettraV
ou langado penna, e na estago postal dosti-
nataria, depois de procedido o exame exterior
e outras diligencias, ser a correspondencia en-
tregue, ou laxada como carta nao franqueada,
si \ot considerada correspondencia particular,
alm da pena em que incqrrer o contraventor
pelo abuso da franqua official.
Art. H9. A correspondencia de carcter offi-
cal encontrada em caixas do Correio sar ex-
pedida a seu destino com a notaEncontlftda
em caixarepresentada por um carimbo com
as lettrasE. C.ou langada : peana, e a ras-
respeito della a rapartigo destinatana proce-
der como fica estabelecido no artigo antece-
dente.
Art. 120. Sarao retidos no Correio
' acondicionados de modo a oceultar urna parte
! de sua superficie, assim como os que tiverem
papis ou retalhos de papel ou de qualquer ou-
tra substancia em que se possa escrever cora o
fim de augmentar o formato ou a superficie
destinada correspondencia, 011 que tiver qua-
esquer outros objectos collados ou amarrados
de firma a augmentar-lhes o peso;
7. os manuscriptos e os impresos nao ou in-
suficientemente franqueados;
8." os pacotes ou magos de manuscriptos, im-
pressos, amostras e encoraendas, com dimen-
ses ou pesos superiores aos determinados ou
que nao preencherem todas ou alguma das con-
diges estabelecidas para o recebimento da
cada urna dietas classes de correspondencias :
9." os jornaes, revistas c peridicos, quando
nao satistizerem as condiges exigidas para
Beram como taes considerados e recabidos ou
cstiverem nao ou insuficientemente franquea-
dos
10, as amostras nao ou insuficientemente
franqueadas e as que consistirem cm objectos
inteiros, formando pares, desimanados ou so-
lados, ou em retalhos de mais de 50 centme-
tros, quando nao estejam inutilisados de modo
a tirar-llies o valor mercantil, sem que seja al-
terada a forma ou a substancia dos mesmos
objectos
H, as correspondencias de Posta Restante
com enderegos em lettras inicaes. excepto
quando indicarem logar de destino, ra e nu-
mero da casa;
, as amostras d; vi Iros, substancias liqui-
das, resinosas OH gordurosas, saponceas, co-
rantes, graos, farinhas, sementes e de objectos
cortantes e perforantes, qu; nao satistizerem as
condiges especiaes de seu acondicionamento '
13, as correspondencias enieregadas a des-
tinatarios designados por imciaes, que nao in-
dicaren! o logar do destino ;
14, as encoramendas encontradas as caixas
postaes :
15, as correspondencias com enderegos in-
completos, illegiveis, irregulares ou desconhe-
ci los, assim como as que nao tiverem ende-
rego algum.
16, as correspondencias damnificadas, estra-
gadas ou mutiladas as repartiges ou as ma-
las do Correio em vrtuie de siuistro marti-
mo, terrestre ou de outra qualquer causa;
17, as correspondencias franqueadas no todo
ou era parte com sellos nullos:
18, a correspondencia oficial contendo car-
tas, papis lanuscriptos ou irapressos e ob-
jectos Cff.a incluso -prohibida 11 is correspon-
dencias particulares, ou sejam estranhos ao
servigo o aquella correspondencia, c bem as-
sim as qu; apresentarem indicios evidentes ou
contra as quaas houver denunciada conterosi
ditos objectos.
Art. 121. Sero'apprehendidas :
1." as cartas, pacotes, quaesquer remessa ou
objectos de correspondencia ordinaria, con-
tendo artigos de ouro e prata, joias, pedras ti-
nas e objectos preciosos ou sujeitos a direitos
de Alfandega;
2. as correspondencias ordinarias contendo
papel-moeda, ttulos, valores ou obrigages pa-
gaveis vista ou ao portador;
3." as correspondencias de taxa reduzida que
contiverem fraudulentamente objectos sujeitos
taxa mai3 elevada;
4." as correspondencias as quaes forem fe-
tas as declarages falsas de valor ou forem
franqueadas com salios falsos ou falcificado-'.
Art. 122. As correspondencias retidas e que
por qualquer dos motivos indicados ueste re-
gulameuio nao possam ou nao devam ser ex-
pedidas, istribuidas ou restituidas aos remet-
ientes, sero tratadas como refugo : c as ap-
prehendidas pelo motivo especificado no n. 4
do artigo anterior sero aprasentadas ao chefe
superior da repartigo, acompauliulas de autos
dos quaes conste de modo claro a infraego ou
contravenco le postal, afim de que os in-
fractores u contraventores sejam punidos-
Art. 123 .Fica estabelecido como regra geral,
sem excepgo, que as taxas, premios fixos epor-
cantagein a que esto sujeitas as corresponden-
cias e os sarvigos a.cargo do Correio, sarao
pagos e representados por meios de sellos pos-
taes-
Art. 124. As correspondencias aprasenta-
das a bordo de paquetes ou navios brazilei-
ros, vela ou a vapor ficam sujeitas s seguin-
tes regras :
1." si a bordo dos paquetes ou navios houver
agente do Correio, as correspondencias sero
franqueadas, em pleno mar ou mares territo-
riaes, portos marilimos ou fluviaes de outras
nacas com sellos do Correio do Brazil;
2. si, porm, a bordo dos referidos paquetes
ou navios nao houver agente do Correio, as car-
tas entregues aos commandaiites, franqueadas
ou nao, sarao apresentadas aos Correios brazi-
leiros ou estrangeros dos porlos da escala ou
de destino das ditas embarcages.
Art. 125. E' vedado aos Estados tributar,
por qualquer forma, a correspondencia e outros
objectos que trausitarem pelas repartiges pos-
taes federaes.
(Contina)
Thcsouru do Estado de Pcrnam-
buco
Despichas do dia 10 de Maio de 1894
Augusto Carlos de Noronha, Jos Marceilino
da Silva B*aga e Paulina Maria da Conceicc
Informe o Sr. Dr. Contador.
Secretaria da Cmara dos Deputados.Ao Dr.
Conlador para os devidos fin3. *
Caetano Soares do3 Sanios.Volle aoSr. Dr.
Contador.
Francisco de Araujo Lima e Firmino de Arau-
jo Lima. Volte ao Sr. Dr. Contador.
Medeiros Layme & CInformo o Sr. Dr. Con-
tador.
Jos Ignacio Gomes e Pedro Jos Vieira.
Voltem a Hecebedoria.
Domingos Pinto de Freitas.Junte conheci-
mento da dcima do ultimo semestre
Antonio da Silva Florencio e AnlonioMarinho
dos Santos.Deferidos para ser tomada por ter-
mo a nanga.
Manoel Paldal Gareia.-deferido nos termos
da informago da Contadoria.
Gomes & AlbuquerqueDeferido alim de ser
considerado irresponsavel pelos dbitos do an-
terior aquilino.
C dos Res, deferido aflm de ser irresponsa-
vel pelo debito dos anteriores inquilinos.
Maiia Francisca dos Aojos. Deferida alim de
ser considerada isenta da dcima de sua casa
n. 1 do largo do Santo Amaro, da Ireguezia da
Boa-Vista, relativameute ao exercicio de 1891,
de accordo cora a lei n. 1544 e 44 art. 1 da
lei n. 2125.
Hermn Lundgrem, Maria do Carmo e Silva,
Paulino Avclino da Costa.Indefendos em vista
das inforraages.
Joaquim Je Almeida Gomes e Francisco An-
tonio Carneiro. Deferidos alim de serem consi-
derados irresponsaveis pelos dbitos dos ante-
riores inquilinos.
Silva Guimares .t C.Aguardem 03 peticio-
narios apresentaco dos seus recursos a que se
referem neste Thesouro, afim de que se possa
conhecer da procedencia do seu pedido.
---------------------------i
Receuedoria do Estado de Per-
nambueo
Despachos do da 10 de Maio de 1894
Beiro & Almeida c Henrique Tavares In-
forme a secgo.
Pedro Francisco dos Santos.Como requer.
Jos Duarte Pereira.Junte o conhecimento
do l. semestre correte.
Pedro Francisco dos Santos.Junte o conhe-
cimento do 1" semestre do exercicio corrente.
Joaquim Fernandos da Costa. Deferido visto
3er oassumpto da algada desta Repartigo.
Sanios Costa &.C -Deferido visto ter esta
Repartigo competencia para resolver sobre o
asurapto.
Firmino Alves & C. -A 1.' secgo para os de-
vidos fina.
Thercza Maria de Jess. Informe a 1 sec-
go.
* II
Domingos Pereira da Silva.Informe a 1."
secgo.
Augusto Carlos de Noronha. Pedro Jos Viei-
ra e Jos Ignacio Gomes -Informe a 1' secgo-
Manoel Cabral de Mello e Antonio Jos Barbo-
sa. Certifique-se.
O porteiro,
Custodio H. da Silva Guimares.
--------------^_-----------
Instrucco Publica do Estado tle
PcrnambKco
Despachos do dia 9 de Maio de ls'j 1
Manoel Antonio Lete. -Enceminhe-se.
Secretaria da Instrucgo Publica do Estado da
Pernambuco, 10 de Maio de 1894.
O porteiro,
Fcndon Attico Leile.
0
mm\m
Governo do Estado de Pernam-
buco
Concelho Municipal de A fo jados de Ingazeira,
em 5 de Abril de 894
Cidado.-0 Concelho Municipal de Afogados
de Ingazeira, tendo conhecimento da terminago
da revotta. que ha mezes na Baha de Guanaba-
ra. criminosamente se levantar contra o gover-
no legal, tem a satislagao de congratular-se con-
vosco por to auspicioso acontecimenio.
Saude e fraiernidade.
Ao Dr. Alexandre Jos Barbosa Lima, muito
digno Governador do Estado.
Luiz Antonio Chaves Campos.
Presidente.
Ricardo da Silva Rabello.
Joo Jos de Veras.
Jos Francisco de Araujo.
Manoel Alvcs Barbosa.

Questura Policial
2." secgo X. 102.Secretaria da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, em II de
Maio de 1894.
Sr. Dr. Governador.-Pirticipo-vos que forara
hontem recollndos Casa da Datengo os se-
guintes individuos :
A' ordem do subdelegado da freguezia do Re-
Cife, Francisco Antonio Monleiro, como desor-
deiro, minha disposigo.
A' ordem do subdelegado da Torre, Henrique
Rodrigues Alves e Antoaio Francisco, por em-
briaguez e disturbios.
A' ordem do subdelegado do 2o dstricto de
S. Jos, Jos Xavier dos Santos, como gatuno.
O cidado Luiz Ceciliano de Franca assu-
O reino do dlahelro
(Anatolio Leroy-feaulieu)
Traduiidoda Ravieta dos Dons Mandos, >
para o < Diario de Pernaisbuso
HONTEM E HOJE
O sentimenlo que deve alimenar orna tal so-
ciedade, no que concerne s randas fortaaa?,
aJivioba-se qual elle seja ; e ei encontra-se axa
raga, em cojas maos 03 escodas parecem aglu-
merar-se, prev-se de qne mixio de admirago e
lavpja ser ella cercada.
E' a nislora dos uieu?.
No lando do amiseaoiusmo ha nm germen de
cobiga ; pois esse levaotamento contra a alta
Banca e a Bolsa provem meos da ave.-so s ri-
quezas do qne da pauao par ella', ao passo que
em nosas revolias contra o reinado do ooro
preciso que todo tieja aobre e deaiuiersseado.
Easa cruzada o mais das vezts nada tem de
christS ; e, eabe-o D-.n's. si o noaso boai aojo
os o espirito maligoo qne nos inspira o odio
contra os ricos; visto que o que provoca tanta
colera centra o afortunados da especolago nSo
habimalmente tanto a caridede, o aoior frater-
nal do poDre, o cuidado dos peqoeoos f.-eqoea-
temente despojados por culposas maoobra?, mas
sim e mais anda a raveja, a capldez, u amor ao
diohelro, que escobre-se oa lama de nossos co
rages.
Semitas 00 A-vanos, o grande aggravo da3
mnltides chrisiSs .contra os res da Bolsa e os
alioj bures da Banca coasi-te ou reauiU de se-
rem elles moito ricos.
SI tosemos verdadelros cti-istos, imboidos
00 esDtrito do Bvangelho, nao invejariamos os
princ pea da tinanga; nem serl<, si Uveaseuos
algama censura a fazer aos jaueuj, por eatoe
803"rem as riquezas oeste isaado. gui ternera
o verme e a ferrutem, (li e loage i iovejar-
Ihes a realeza do dioheiro, dirlRir-ldes-diamoa a
Dalavra do re de Sodoma seo pal Ab'zho :
Da mihi animas, caetera tolle Ubi. (2) Ms justa-
mete 10 qae miis nos a.-eg.imo., nao meos
qne os tubos de Jad?, ao dran-iro e por to
mar ueste exceasiva parte qoe com satafdgo
nossa tantas vosea levantara contra Israel.
Jescs disia a mas discpulos : Ningaem pode
servir a doos sennores ao mes.no tempo; v3
nao podis servir Dos e a Mautnoo (3)
Ora, Mammn a riqueza.
Depois do eermo da montaoba, aquellas pa-
avras enveioeceram bastante; e 03 chrlstos.
de nossos dias tem tM3formado todo.
Contam-se qoatrocentos milbes de bapttsa*
dos em nome de Cnri.no, e quintos delles es-
cruoalisan em servir a Mammoa ?
Este, ha desoll seclos, wrnon-se o principe
do mundo; e os mais piadosos partilbam-se en-
tre Deas e lie, de modo qoe ofia a beranca
dos bena eternos qoe Ibes da a maior caoceira.
Cr--8&hia em verdade, qoe aos pobres qoe se
appllca a ameagadora seaielhanca do camello e
do fondo da agalha ; porque si os ebristaos se
laspirasssm no Bvaagelho, temerism sotes a
errtcos; mis ha atada carlsiaos entre dos?
Sob o bablio do moage oa sob o da Irma ae
Pogoda P^-protegtjntea, verdaderos ortbodozos, qae creen
e oram; mas qaaotos ebristaos baveri entre el-
les?
Na maior parte o chrisliaolsmo consobstaoda-
se em formlas e ritos.
Irona das coasas e derisao da bis oria f
NacOes qua se disem cariJtls. nio podea per-
dn aqaellei aos qaaes aecuso de apoderar-
se da rsajaesa; o qa- coastitaa para oa pescado-
res da Galllla sem duvida, om estraobo aggrara,
e faz dos soar aos o vi dos falsamente o Beati
pauperet e ojia* divitibusI
Qaaoto tm-3e diluido 00 correr dos scalos
o elixir divino, e m^smo ente os memores
qaanto a doairloa, oiffere da pratica e as obras
cootrastam om a f I
O que diro aqaelles qse rejeitaraa a lei 4c
Cbna o eescaroeceram da loocara da eras?
O cb-istiaalsmo velo ao mando rehabilitar a
pobreza ; os pobres eram a negreta 'o Ch'islo;
e, depois de dezcoove seclos de osforgos e de
exemplos heroicos, a poDreta parece decidida-
mente vencida, cansando os proprioa chriitlof
de arvorar as soas cores.
Qaaes sao de presente os seos amantes oa os
seos cavilheiros, e qaem a ir tomar por pro-
rnettid* ?
Ei'-a, de oovo viava, (i) a magra desposada
do mjstico de Ombra, e onie esto aquellos
qoe a galanteavam? Qaem d'eatre n, afora
os claostros arruinados, oade rerogiaoD-se as al-
maa doeotas alada n*e;tadas da palxao caduca
do sacriQcio; qaem d'eatre os estenderi a mo
bemaveoloraia pobresa?
A dama dos oosios p nsamento, aquella a
qaem se rendis em segredo os oossos coiages,
6 a riqoeta.
Oatr'jra, exeeptoados os ascetas e es crelas,
at entre os pagaos, stoicos e cyoicos, alo eram
raros os bomeos qne se dedtcavam e dis-o tt-
obam boora a sustentar a bom reoome da po-
PresaHoje, nio sabemos mais ser pebres.
No qae sejamo* to sros.-eiros qoe escape
aos nossos senddos talo qaaoto posas occollar
de delicadas frnlcdes ama honesta pobresa. Pa-
ternos inda as vetes o elogio da pobresa, da
mediocriuade. exaltaodo os saos enconos, a II-
oerdade qoe ella proporciona ao espirito, a pas
qoe tras ao sabio, a qoe lna os cuidado* dos ne-
gocios, o sabor aempra oovo qae di s sffe ges,
o c rento que coofere ao trabalbo eao deacaoso.
ebegaodo os Dais babiliJosos a celet>-ar em
bellas pbrases a alegra e poesa de ser pobre,
alegra e poesa que apreciamos romate em
imagioagOes e nos out-o-, oa de memo-i aps
o l a oes, qnaodo bavemol as pedido, (S) de sor-
te qae para alguos ea'a maneira de iiealiaar de
longe a pobreza on modo de dilettantisno,
qaasl daodysmo.
T-moem to vulgar ser rico, e mesqaiobo
querer sel-o f
Os mais since'os deotre nos faxem-me pensar
no philosopho qae msdla o seo panegyico da
pobreza sobre ama mesa de ouro.
Oa verdadeiros ricos, disae um poeta amado
dos peqoeaos querido dos humildes, sao os
poorea. (6). Nada mais verdaleiro para qaem
tem animo de traoalbir. cordura de cor ter tar-
so com poovo; mas, p&ilosopboa ou creles, tor-
Basi se raros. I quintos cbnsiioa e cnnsUaa,
ootava ba pooco um pensador evangeh >, loa-
ge de saberem con eatar-se rom poica, meos o
sabe n com multo (7).
E quando isto pratlcsm os cbrUtioa, como
preteoder qoe obre o ju Jeo diversameate.
O jadeo, que represeoiamoa como o grujde
sacerdote do coito de Mammn, timoem em saa
sinagoga canta as virtudes da pobreza ; seas
11 vro-, qae tornaram-se oossos igualmeo'. estao
lodos chelos de elogios ao pobre ; e o6a vamos
repstiodo qae a sua religiao completamente
material, glorifica em to lo a riqueza e so cogi-
ta dos beos deste moedo, o qoe revela oao co-
unecel-a bem; pois a riqaeza nio se oclueno
numero dos schemoo esr* dasdesoito beocios
qoe, ba tres semanas de seclos, o jadeo or-
tborloxo implora do B eroo. Urna pane ao me-
nos dos livros hebreos, aquel! mais popular em
Isrsel, aquella mais osada em saa l.murgia,
bem como oa chrutan, exalta aempie o pobre ;
oa P-altaos esio oella de accordo com os Btaa-
geibos, e a nova lei continua a antlga ; o oosso
Beati paopares spiritQ* como om resumo o
Psalmista, tendo algans exegelas at fer.o del
Psalmos o livro dos pobres, dos ebioo.rx re-
presentados como orna contraria de potistas,
ama sorte de puritanos de Jada (8). 0 pobre
o favorito de Jebovab : pobre e jos.o, bfaM e
gaddk sao sjoooimns para esses velbo- Scabl-
tas; e o qoe Os de verdade do qoe re.apg.ti sos
psairalstas, ba qoasl tinto com referencia aos
propbetas, e espedalmeote qoaoto qa-lle a qoe
a critica moderas qualiBca de se Si oa fllnos de Israel se iosolras3em em saa
vida as li.es de seos Psalmos, dispeosarlam
bem as riqassas. Mas, como os ebristaos, tra-
sem nos laoios, repeiem am liogaa mora oj so-
Dlimes versculos dos Caticos de Sioc, e dei-
xam-o'os nos livros do* escribas, em vez de
abrigal as nos sena coracas.
O jadeo en7elbecido abandona seos an'.epis-
dos da exteooada Palestina os looveres da po-
breza, e corre Bolsa e aoa logares oode ba
p.-obabililale de fazer fortuna ; e < elle qae Da
e.-solocionado o mondo pela ao reino de Dmi,
nao er mais seaao na riqueza.
E ao jadeo oa ao ebristo ooe leve applicar-
se esta dora palavra de Renn ? (i)
Em verdade nao o sei, porque, em que peze a
Renao, riada ba jadeos qae sabem sopportar a
pobreza; mas os nao os considrame.', nem
digqamo-aos de notai-o1, para conhecer q e oos
ghettos a moitidio pobre, sem carecer para isao
emprebeoder loagas vlagens: jadeos poores e
resigoados, applicados a toda oatra qoalquer
oceupagio que faier fortuna, encontrara-sa por
toia parte, mesmo entre nos, como dou leste-
mnoho por conhecimento qae tive em Parla de
om sabio Israelita, eato septuagenario, doator
em direito o em mediciaa, tallando tolos as lia- *
3>.as da Europa, e qae viva a maneira dos fa-
inos raobinos sem outras necessidades qae as
da nieldeeacia e ootras alegras qoe as do tra-
balbo. (10)
Mus necessitado qae Splnoss, nem guardar
poda a decencia de pobieza, a qae Torcidamen-
te reaanciara habitando roa do Senna fm
amas agaas loriadas, por ama corrediza e para me snbii-se p ama
escala empinada sem degros regalares. Un ba-
t da madeira todo d 3:oninnctado serv;a-lbo
de bibiiotheca ; orna enxerga e ama cadeira coa
orna mesa de pioho coostituiam toia a m b lia;
e, oesie miseravel retiro, o aacio escrevia obe-
Uadamente longos tratados de leglslago 3 de
medicina do Talmud, sem oa'.ra ambicio seoio
de ver impressos os seos lisros e de coatribar
por saa parte paro dlssipar os prejalxos repro-
eos dos seas correligionarios o dos ebristaos.
Este typo do sabio, do bakbim pobre, pe-
colisrmeole judaico, e psrmanece lnal^e.-avei
nos ghettos do Estado ; e depois do exudo do-
jaleos r3sos, eacoQtram-8e della s pecio ras em
tolos os pases dos doos mondos, desde /lina
Jassy at S. Francisco da Califorla.
s '-oj (5) E' conaa realmente exquisita o ter
poare, escrevla Plerre Lotl ; en besdigiaasa
pobreza Inesperada que ebegoo am bello ala, M
manba segointe de miaba felicissima infancia...
Ella tem me dado valor i mil reeordacOes, traa-
xr-ne encantos a vida ; e nio poseo descrevel-o
satisfactoriamente, todo qaanto aba tem-aetn-
sinado, nem o qaanto lbe toa devedor.
\t) 9i rlslslroi rlcoi, ,wf Cop;*!.






-

1
{



**f
%
Diario de Pernambnco $abbado I S de Mato de S&SM
.
(7) Mr. K.Naville,0 Idteomabo de Ch-iso a
Bmi (8) Veja-ea obra pistbuna de Isidoro L>eb, -de numero, tendo comparecido os Srs. Juvencio
A Utteraara dos poBifg*) Biblu ; Pri, L-o- Mariz, Correa da .Cruz, Moreira Alves, Fehcic
poldoOrf, 1894. Cf Renn, H Horra do j">vo
de Israel, t. III, liv. V, Qd Aoaviai. ES
N53 me cama adeairac cera qce os .pobre*,
03 ebionim tendaoj eesi>io de ser r.ropheins em
Israel, oetn que o jodo civiUBidc, igaotante dit
beatitudes da pobresa, corra zp* o OtnUelro ;
pois ha malta teuipo que se adcstra na caga do.-,
ducados, meaos pf l exoajplas de eeoe pas do
que pelas ligea dos no- eos.
Si tem podido atratessar ce seclos, i (en sa-
bido tornase ern noowm eofa ? tiomens o ve
capar so opprobrlo dos ghettos u&o leto devl
do ao dioneuo ? K*ie. sexuado os nos^os pbilo-
Bopos, qae loe tem permittido levaalar-s sob
a virga-do opprescr ; rou-o da nova trra rto
Etjpte e reegateo o da gervtdo. O ooro tff-ic-
tivam^Q'.e foi o salvador di Israel, o redetnptor
de Jada ; e aind boje, t,m maitos )o,-are* a*
Rusia e da Roumana, a liberdade do Se
e ta etu sua carteira, 3eado o rabio a eaa m-
raga e o seo escudo, e medxo entre nos a calima
que lhe. dispensamos, afere-se id vaiia das vezes
pela ana fortune. ,
Que ojc &.." o dmaeiro. 6 es9 otu senti-
meu'.o a qae o dioh. iro lea uire'.to e elle Ib'o
de* recoebecer.
Nac jorobemos eio Ve-net por *6 caidar, em aiera do aadio
das arma-, do seo rofre. orna vn q..e oee e*ta
oa a "Ba forja. Nio zoaoernoii: o dindeiro
aoico poder respuuve. Uato para o canstac,
omo para o ma*i ara o jadeo, elle empre e em ioda a pa<-t
mipotenoa.
O aaior pelo dtebeiro no jadeo am-Upto todo
D3tnrl e de compiti atavismo, como oos eeg-
mo3 tomlo inculcado i-eropre no correr dos s*
i Cmara dos Denotados -Nao tunete-, vaste plano de iusuueic&o do Canad, elaborado
noil liontem essa cas* do Congresso por falta ;na sua presenca e com o sen auxilio, nao deu
resultado, gracas delaco sua. Muito dyna-
co!03 ; d- s rts que f ad esteiam s Secta-ios t-ios o isnebtas, mpres'o-
caado-me ao m-'smo lexoo qni o c'jriato nao
parece eaiar menos aocaioaao por ul seuti
meato.
Si o dinnei'O con^tilae a forc do jata. qa"
e!fe ex-rce lotlaenoia nos cnr:'ta..'S ; t m vnr.
dsde qoe o oaro torna o jadeo noderoso, oo
ser* oorq-je esse metal orooipoiente em saa
relceos para comaosca ?
.Curitinia).
co
oVm Smfos e Esmeraldino Bandeira.
Iouuffur;n;ao do rainal de rlo-^t' aiuauli, come j teiuo3 dilo, que, em
comieraorago gloriosa data de 13 de HaiO,
sera inaujiurado o ramal de Glicerio, que vem
estabelecer a coramunicuca frrea enlre os Es-
tados de Pernainbuco e de Alagoas, mediante
as liabas Becife S. Francisco e Sulde Pernam-
buca de um lado e a Alagoas Raway de outro
lado.
Para a fasta inaugural, informam-nos s
foram convidados o funcionalismo e a unpren-
sa dos dous Estados, sendo que gmente aos
convidados ser offerecida passaRuiu no3 trens e
IttiMfc, que eiTectuar-se-fia, nos lir-ites dos
mesmos Estados e:n uai barraco adrede all
armado e decorado
Os convidados deia cidade seguirn n'um
trem especial, que partir da estaeji) de Cinco
Pontas s 4 horas da manila. m Palmares
passaro Dar outro Irera da Estrada Sul, que
os levar a!>': a cidade da Uniao, as Alagoas.
de onde regressari o mesmo trem para o local
do Ivmeh.
Os convidados de Alagoas partrio de Hacei
tambem em trem especial de Alagoas Railway
e na L'niao passaro para o tre;u cima, vindo
tomar parle no* referido lunch.
Os governadores dos dous Estados tero as-
Rim opportunidade de se encontrarem, e qnig
de entabolarem negociaces que visean os in-
teresses dos mesmos Estados, salvaguardando
cada qual o que disser respeito i respectiva
economa.
Terminado o lunch rogre-sar o trem inaugu-
ral para Palmares, onde os convidados desta
cidade lomarao novamente um trem especia
(i) S. Ma-he-i. VI 19.
(2) G-soe {3) S. M.m-u^, VI, 2i.
(4) DiBie, O oa-aiiso, canto XI.
i9) Renao. Historia de Israel, t V.
ilO) O Dr.Irael Micb-el Rabbintwici. falle-
cido em Marco de 1893 em Londres, oDd* stia
velbxe achara um relnio.
KVISTA uiAKlA
Pernambueo---Eir3ctuou-
Senado de
se honlem a 10.a sessfio sob a presidencia
Sr. Dr. Ermirio Cesar Coutinho.
Esliveram prsenles os Srs. M-ilaquias Gon-
cilves, Luna Freir, Velloso, Ermirio Continuo,
S Pereira, Aristarclio Lopes, Peretti, Gonjal-
ves Ferreira, Pinho JJorges e Barros de La-
ceada.
Lida e posta a discusso a acta da sesso de
2. foi approvada depois de orarem os Srs. Luna
Freir duas vezes, Malaquias Gongalves, Aris-
tarclio Lopes e Velloso.
Em segaidaforamdase aparovadaa as actas
das reunies de 4, 5. 7-8 e 9. tizendo observa-
ges sobra a de 5 o Sr. Luna Freir.
Nao lia expediente do l. secretario.
O Sr. Velloso justica um projecto por elle
assignado e pelo Sr. Peretti, autorisan doa
construcro de um monumento na cidade do Re-
cife para'commemorar a fundayao da Repblica
des Estados-Unidos do Brazil, deveod^p ar
inaugurado em !." de Janeiro de 49-1.
Fica sobre a mesa nos termos do Regiment,
para ser apoiado na prxima sesso.
Passa-se a ordem do dia.
Approva-se sem debate o parecer n. 3, da o."
comratsso redigindo o projecto n. 10 de 18!'3,
sobre vitaliciedade dos funecionarios do Es-
lado.
O Sr. presidenta declara que vai offlciar-.se a
Cmara dos Senliores eputados, remattendo-
lhe para os fins constitucionaes a resolu^o que
acal)a di ser adoptada.
Contina a *.' discusso do projecto n. 2
deste anuo (instrueco primaria estaJual; art.
3.. adiado na ullima sesso.
E' lida, apoiada e posta em discusso urna
emenda do Sr. Peretti, assim concebida:
N- Substitua-se no art 3."-Se deixar de
ser observado o disposto no art. I." desta lei em
reiac i dislribuifo das cadeiras :
. Por motivos de anliguilade ou dfl merec-
mestp
. Eai virlude de requerimmto do rcspeclivo
rofessir. tudo de cnuformidade com as leis em
vigor ao tempo da execuo da actual organisa-
ao do ensino primario.M. Peretti.
Adia-sa a discusso pela hora, ficando com a
palavra o Sr. Peretti e tendo orado os Srs. Luna
Fraile, Peretti o Si Pereira, aue envia mesa
a seguate emenda que, sendo apoiada; entra
conjuclamente em discusso como projecto.
N. 2 Projecto substitutivo ao projecto n. 2
dsste aono:
Ajt I." O governador do Estado nnra execu-
cao do art. 3o' do Constituigo d> Estado que
estflbekee a competencia para crear e manter
concorrentemeiit.: cornos municipios-escolas
primarias publicas.fica autorisado a dar exercicio
na s le de cada municipio a tres professores
titulados, sendo 2 do sexo masculino e 1 do sexo
ferainino que se ncliarem em disponibilidade
reeberem vencimentos nos termos do art.
12'; u;iico. das disposicOes transitorias e separa
esse lim frem poucos os titulados, sero cha-
mados os professores nao titulados que ttverem
pratfaado por mais de cinco annos, sendo prefe-
ridos os mais velhos no exercicio do magiste-
rio.
Art. 5." Dos tres professores de que trata o
art. 1.". dous sero incumbidos do ensino pri-
mario de conformidade com o regulamento vi-
gente, o terceiro tera a seu cargo a direcejio de
urna bib'iotiieca servida de livros e jornaesdos
mais conducentes iwtrncs&o publica, in lus-
Iria e a agricultura e com alineo se incumbir
tambem da vaccinacSo da iemograpba, de seu
municipio.
Ast. 3." As cadeiras de que trata o art. 2. va-
ras pelas aoosentadoriaa, ilecimentos, ou ou-
tru qualquer motivo, devero ser preenebidgs
BempT3 por prolessores titulados, aim de qae
em cada municipio, por mais looge nac esteja
L'.iilal do Estado, baja ao menos dous pro-1
represeatantes da Escola Normal.
Art. 4.? O bibliothecario em sua vaga [>oder,i
ser subs'ituido por pessoa idnea, com prefe-
rencia pelos titulados em Lyceus e Academias
aaes.
-Vrt. ."i.- Ficam revogadas as leis em contra-
rio.
Sala das sessoes do Senado, 11 de Maio de
1894.-l)r. S Pereira.
adieaco. -Considerando que a Couslituicao
do Betado dispOa qu:uma Cmara nao funccio-
iu cutra;'
portar ao Recife, aqui chegando provavel-
mente entre tinoras meia nuie
Fique, pois, diste inteirado o publico: a
festa miugural nao dar ensejo ir 4 Micei
e d'lli regressar ; e restringe-so as pessoas
convidadas, que sao. comoj ricou indicado,
'as do mundoollicial e os representantes da im-
prensa.
Apoliees dotacsAs apolices dota.'s
da Equitativa, vencidas e pagas n) anuo de
I89i, mostram resultados superiores aos de
qualquer outra companhia de seguros de vida
do inundo inleiro.
Club Carlos GomesE' hojeque esse
Club realiza, em seus esplendidos sales o
sarao musical e dancantc annunciado, o qual
como soem ser de ordinario as testas dessa dis-
tincia Bociedade, deve ser deslumbrante.
Eis o programma do sarao musical.
/.* pnrte
Galli:-Grande phantasia para daas flautas
CantiSerenata para soprano 0mmm amor
m io.
Alfredo XapoleoAndante e polonaire para
piano.
FogitrStanees para soprano
i'erdiDuelo para tenor e bartono.
2.' arle
Verdi Aria da Furza del Destino, parale
or.
Thom -Simple aven, romance para flauta
//jffo-Aria t'n'.tra notte, da opera Mephi fele, paro soprano.
.1. Tlvinte -Grande duelo do Alelo para so-
prano e bartono
Tomara par(e nesse sarao as Extnas. Sraft.
t. Cand da Lyra, D. Thereza Borges i'ii'.-
Marqueza Rici de Paz, e os Sr. A R- Kaposo, t).
Costa, Dr. Eduardo de Oliveira e hante Athos.
O programma foi organisado pelo illustre Sr.
Euclides Fonieca, que o fez cora mo de mes-
ura.
O sarao dancante succedet ao musical.
Santa Casa de MisericordiaTendo
deixado a provedona da Santa Gasa o Sr Cou-
selheiro Correia de Araujo, '|ue vae tomar parle
nos trabaihos legislativos do Senado, assumiu o
exercicio daqudle cargo o vice-Provedor, Gom-
mendador Albino Jos da Silva.
Divino Espirito Santo Eui sua
igreja, da Praga de 18 7. esteja amaiili a ir-
Daaodade do Divino Espirito Santo o seu pa
droeiro, havendo boje vesperas solemues.
A festa constara de missa solemne s ti lio
ras, c Te-Deum as 7 horas da noute.
a igreja esta decorada com pompa, e ser
Iluminada gas exteriorinente.
Sero largados diversos aerstatos depois
dos actos religiosos, tocando urna batida de
mu-ica.
Concurso de FazendaBheerrau-sa
liontein a inscripyo para o concurso de l.*e
2.* eutrancia de erapregos da fazenda; nao
coaiecaro, porm bujetas pravas do mesmo
concurso, mas sim quando lor annunciado. por
coove.nicncirt do servico publico.
Charanda da RecifeA sociedade
deesa denomiuato lar ainaah am p.tsseio
at o arrabal de da Torre, onde assislir a mis-
sa de 9 norai da manh, tocando a respectiva
banda.
Municipio de Villa-Bella-----Tendo
sido creada* urna agencia do correio no povoa-
do de S. Francisco, desse municipio, a repar-
tigo dos corrcios expedir malas directas pa-
ra alli nos das i II, Ib' e Jo" de cada mcz.
partir de 16 do corrcnK
raitista sabido" de Nova-York, para fazer explo-
s5es era Londres, foi preso e enforcado por cul-
pa delle, na occasio de accender a mecha fatal.
Havia dose ou'quiaze anuos que dura va o seu
papel de traidor, passando entre os anarcliitas
irlandetes por ser o mais seguro, o mais dedi-
cado o o mais intrpido dos vingadores da Ir-
landa .
Iina.'iue-se a scena tbeatral que houve, quan-
do ha cinco annos, na famosa demanda Parnell, o
raajor Le Casson ciiegadodaAraerica.deixou ca-
hir a mascara e revelou-se o que eraum trai-
dor
Sobre o lim do mundoL1 se no
Jornal do Conimercio do Rio :
Tiremos ensejo de aqui consignar a opinio
de um sabio europeo sobre o lim do mundo pelo
encurtamento da trra, que inflaindo no sen rao-
vimeato, a arrastar para o sol. Um nosso com-
patriota, o Sr. Jos da Costa Sampaio, cscr.-.veu-
nos do Ribeiro Preto, allirraando hypothese
Contraria, alada que a concluso seja a mesraa :
-o lim do mundo, muitos milbares de anooj
de os de nos.
Parece-nos a opinio do Sr. Sampaio perfea-
raente snstentavel em frente do sabio europeo
e p3- isso aqui a sujetamos como aquella outra
ao juuo dos doutos:
Engaoara-se os sabios que acreditara no de-
ecesekneeto do nosso globo. Pela razao toda
natural a trra cresce como todos os corpos or-
yanisados, e ncnlium sabio otuarft desconhecer
a arganisaQao do gbobo que habitamos. A ierra
so deeroscar no mouienio em que principiar a
sui desorganisago. o que era imnossivel em-
quanto os vulcOes espalhados pela sua super-
cie funccionarera mais ou menos regularmente.
Alem disso a enorme quantidade deaerlithos
que diariamente cabera sobre a sua supe-licie
a is bilh'K's e bilies, a materia coimica era
siHpensfta que nella pousa constanteraente, ludo
ten le a angmenur-llie o voiume e o peso.
(.ira. o que podo succeder daqui a (atinares de
anuos O o seguine: a trra, augmentando de
Ileso e voiume, ir mudando a sua posigSo rela-
ma ao centro de gravidade no espato, e, conse-
HtMOtaneote afasUindo-se. do sol. lornar-se-hia
pela sensivel falta de cal.ino inhabiiaeel para
as ragas que actualmente a habitam. Este facto
j tem sido sobejaraente constatado pelos rigoro-
sos invenios que nestes ltimos annos lera ha-
vido na Europa, especialmente.
Na Hespanlia o inverao que ac bou de lindar
fot extremamente rigoroso, chegando a gelar
rios e lagos, cujo pbenomeno nao ha memoria
de ler acontecido em ontros tempos.
O abaixaraeuto que nestes ltimos anno9 se
leu notado em alguraascordilheiras, nos Andes,
por xemplo, explica-3e pelo desmoronamento
produzido pelas aguas pluviaes que acarretam a
Ierra para os rios e estes para o Ocano, e este,
sentindo-se da diTerenca de nivel, ir transbor-
dando para os lugares baixos, cobrindo-os na
razo directa dos terrenos que ir deixaudo a
descoberto.
Esta exposigo nao tem carcter absoluto :
simolesmenie urna opinio como muitas outras
que por ahi andatn correndo mundo.
Correio de PernaubucoEis a de-
monstrago da renda geral do Correio de Per-
uambuco, arrecadada no mez de Abril de 1894,
comparada com a de igual periodo do anno an-
terior :
O Dr. Arthur Cavalcanti visitou 3i domici-
lios :
N. 50, aguas estagnadas, provenientes de la-
vagens de roupa, fazendo grande laraflcji ande
se chafurdava um porco.
N. 38, hxo accumulado, tratava-se na oceasio
de removel-o.
Os demais predios estavam sofrivelmente
raantidos, funeciouando sempre mal os apparc-
llios da rainage (alta d'agua.
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5?
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Mercado de S. Jos-----''co adminis-
trador desse testabeleciaicato foram mandadas
laucar ao mar mais de too kilogrammos de pei-
ne, que em ms condicOes derara all entrada
para serem vendidos.
Faculdade de Dircito-'Joje corae-
Qa s ll horas da maulla a prova oral dos exa-
mes da 3." serie do curso jurdico ; a 1 bora
da lardea raesma prova dos exames da 2.'
serie do curso social, e sero chamados pela
segunda e ultima vez para prova escripia da
3* serie social os esludantes que nao compa-
recerem a primeira chamada bem como os que
tem de fazer nova prova por dehberaco da
congregado.
Foi este o resultado dos exames feitos hoa-
tem.
i.' i
Bernardino Adaucto de Paiva, distinego em
todas as cadeiras.
Oswaldo Harinho Vaz i!e Oliveira plena-
mente era todas as cadeiras.
Edgar Correia de Gusmo, dem, dem.
A Ionio- Aurelio de Novaos, si asesnente cm
philosophia e historia do direito.
Arlhur Herachto Gomes, dem, dora.
'.dberbal de Carvalbo, idem, dem.
Lin Cavalcante de Albuquer.ue Lius, idem,
em constitucional.
I.1 serie juridi i
Adolpho Viein de Mallos, approvado sim-
plesmente em todas a3 cadeiras.
An-.'clo Jos da Silva Ketto, plenamente em
historia de direito nacin I, e pratica forense e
simplesm?n'e em processo.
Francisco Pires de Castro, approvada plena-
mente em todas a3 cadeiras.
Jos da Frota Vasconcelos, si mfllesmcnte
em Odas as cadeiras.
Joo Nuces de Moura Soares, idem, idem.
Famoso persanas:-:nMorreu 0 mez
passadO em Londres um persunagem famoso na
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CO 1 OCX OO 1 o o

*
Considerando mais que o Senado effectuou a alta polica de Inglaterra. Foi o majorThomaz
eleigo de sua Mesa no da 21 de Abril ultimo
e desde ento era diante, tem funccionado sem-
pre, havendo ja completado a discusso de al-
guns projectos entre os quaes o de adiamento
das sesses do Congresso;
Cons lerand) anda que a Cmara nao ele-
geu at hoje a sua mesa, tem deixado sempre
de reuair-se;
Considerando tambem que do facto do func-
eionamento do Senado e do funeeinaraento da
Cmara resulta urna iufracco do preceito Con-
stitucional ;
Considerando finalmente que nao e ao bena-
do que cumpre suspender as suas sessOes, mas
sim a Cmara dos Senborae Deputados que
compete fazer as suas seates : Indico que a
Mesado Senado dirija-se a da Cmaro levando
ao couhecimento desta a suaco acuna expos-
ta, armando-lbe que encontrar no Senado as
melhores disposi(;es para a exacta observancia
do psecjito constitucional.
Sala das sesses do Sanado, II de Maio de
1884. -M. Peretti. -Dr. S Pereira.
O Sr. presidente declara que esta indicaco
vai a imprimir para entrar na ordem do9
trabamos.
O Sr* Peretti (pela ordem) requer que seja
enviada rimacommusfio. declarando o Sr.
presidente que ir i *.'.
A ordem do d* : i.' discusso do projecto
a. lida 1893 e coatinuacao da antecedente.
Baca que no dizer de u.n correspondente iuglez
para a ndpendance Beljt foi o genio da desleal-
dade e da traigo. Ets como esse correspon-
dente resume a vida do famoso espa :
Charaava-se major Le Casson mas, o seu
verdadeiro nome era Thomaz tach e moco anda
fra vivar em Franja busca de emogOes. Nao
Ibas dando porm o boulevard banal passou-se
para a America onde metleu-se as lutas da
guerra de seccessao. Ah comjuistou em quatro
annos de carapanua 03 galoes de raajor.
Fiada a guerra o supposto major L Casson
procurou aventuras melhores. Entrou para as
sociedades secretas dos fenianos irlaadezes re-
fugiados nos Estados-Unidos e mostrando infa-
tigavel zelo as conspiraces que elles tramaram
e anda tramara contra a rai patria e as snas
colonias. A' medida que se tornava senhor de
todo3 os seus segredos, passava-os ao governo
de Londres por patriotismo e tambem por amor
l'da arte, por paixo pelo perigo, pois gastava
com isse mais dinheiro do que recebiada poli-
ca .inglesa, para consg^rar contra os conspira-
dores.
O major L. Casson nao sabia dos concilibulos
dos tenanos em que se urda este ou aquelle
attentado a punhal ou a dynamite, sean para
com o telegrapho transmittir em cifra o plano
ao governo inglez
' Elevara assim o traballio de judas Iscariote
altura de urna proflssao e de um apostolado. Um
Gonladoria do Correio de Pernambuco, em 10
de Maio de <89i.
Eleicao de Contraria-No domingo
ultimo, a CoufranadaS. S. Trindade reune-se
em seu respectivo Consistorio, e elegeu os
membros da nova mesa Regedora, para o anno
Compremissal de 94 a 95, aqual icou assim or-
ganisada.
Provedor-Coronel Sebastio Lopes Guima-
r-.-s.
Vice-PrevedorCapito Victoriano de Ara-
go Ebl-i.
Secretario Agostinho Jacome B. Pessoa.
Tliesoureiro Manoel .1. Ramos.
Procurador GeralCommendador Manoel G
Agr.
ProcuradoresGeroncio da Silva Salles, e
Antonio da Silva Bastos.
Consultores ProvectosManoel Cardoso de
Sou/.a' Jos Ramos de Oliveira Jnior, tenente
Francisco da Natividade Saldanba, Tbeodoro da
Silva Campello, Custodio Ferreira da Silva-
Commendador. Francisco Lopes Guimares,
Joo Benjamn A. da Silva, Francisco Sypnano
da Silva Santos.
Concultores ModernosDr. Zephenno G.
Agre, Dr. Jos Nogueira de Souza Fllho, An-
tonio Colho deMenezes, Miguel A. de B. Fer-
reira, Manoel F. Alves da Costa, Francisco de
Paula Nogueira de ^ouza, Virgilio S. do Ama-
ral Manoel da S:lva Santos de Moraes, Rodrigo
Jos de Pinho, Adaberto J de Paiva, Antonio
A Vilella, e Antonio Lourenco Pedrosa.
ProvedorasDa festa, Maria das Dores Ta-
jares da Fonseca; da Bandeira, D. Urcicina
Julia da Cuuba Guimares.
Tbeatro Santa IzabelPela segun-
da vez canta hoje a companhia Sansone era
recita de assignatura, a opera em dous actos
do joven maestro Leoncavailo/ Pagliacci.
Com a esplendida representaco que teve-l
na noute de ante-hontem, para suppor que
o Santa Izabel regorgite de espectadores, tea-
do urna nova oceasio de applaudir o trabalho
de todos os artistas que nella tomam parte.
Visitas domiciliariasDa Inspecto-
ra de Hygiene Publica do Estado de Pernam-
buco remetteram-nos o seguate em data de 11
do corrente:
O Dr. Freitas Guimares visitou na ra de
Paysanda 24 domicilios.
. 12, cortico pertenceute a D. Josepbina Mar-
ques, maito lixo accumulado.
X. 22, tem a latrina mmuada. -
N. 13, latrina desarrapada.
Ns. 1 B, 1 C, 1 D, 1 E, 1 F, 1 G e 1 H sSo
muito'asseiados, mas 03 seus moradores lancam
o lixo na estrada velha do Chora Menino, por-
que nao passa all carroca da remoc&o do lixo
Estrada velha do Chora Menino,.simplesmente
immunda.
Os predios do becco ou ra da Camboa, nao
teem esgoto e lngara as fezes na maro.
O Dr. Baptista de Carvalho visitou 32 domici-
lios e estabelecimentos co.nmerciaes.
Ra do Liv-amento. Ns. 19 e 31 cora os ap-
parelbos a Draynage ob'truidos.
Ne 5, lojade Kilgado. quintal sera esgoto.com
aguas esiagnadas e pouco asseiado. O appai e-
Ibo muito deteriorado e obstruido. Um pora-
bal itnmundo.
Os deraais predios do mesmo lado (nmeros
impares) e alguns do lado opposto em boas con-
duces e proidos de esgoto
Ra do Rosario Larga. Os ns. 21 a 37 e 36 a
48 acham-se em condicOes regularos de asseio ;
ali existem restaurants bem asseiados.
A padana Muljo & Biset nao estaa assoiada.
Travessa do Queimado. Ns. 1, 3, 5, 7 e 9
(lo)as) asseiadas.
Tribunal do fury do aecifo!Ion-
tetn nao funecionou este Tribunal a falla de ju-
rados.
Foram multados era5K)0os jurados que dei
samo de comparecer e sorteados os seguiate3
supplentes :
Santa m
Arlbur Gomes de Mattos.
Dr. Laurindo Carneiro Lco
Jo3 Pires Licati.
Innocencio Aotuues de Farias Torres.
S. J js
Joaquim Januario Nenes da Silva.
Autobio Vitaliano Albuqm-rque Sobreira.
Boa-Visln
Leovigildo Samuel da Silva Costa.
Joo de Aquino Fonseca.
Dr. Olinto Vctor.
Fortunato Torquato Araujo Saldanha.
lir. Jos ..ntomo Gongalves Helio.
Afogados
Dr. Tiom Alves Aroxa-
Deven ser julgados hoje os reos Honorio
da Silva Romo. Antonio Gomes de Oliveira e
Feliciano Benedicto da Rocha.
Ponte gigantescaO famoso projecto
apresentado ao Congresso de Engenharia e Be-
tailurgia de Nova-York em i890, pelo industrial
f.amegie. de se laucar urna enorme ponte entre
as ilhas Britannicas e o continente, e rejeitnda
por temores tradiccionaes, acaa-se novaraeuie
em discusso.
Como natural, agora como anteriormente,
oppOem-se grandes dilicuidades e fazem-se
idnticas ubjecyOes.
Por causa de ra/.5es de Estado, nao vm com
bons olhos o projecto a Russia e a Allemanli,
sendo tambem apresentado como objecijo po-
derosa o movimento de oscillago que pro'iiui-
riam as violentas e frequentes tempestades que
agitara o Ocano.
Os partidarios de lo arrojada construeco as-
signalam por seu lado a opposigo decidida que
fez a Inglaterra para impedir a abertura do is-
thrao de Suez, e a firmeza em que se achara a
eslatua da Liberdade, de Nova-York, e a torre
Biflel.
Segundo o novo projecto, o taboleiro da pon-
te se apoiar em pilares que attingiro urna al-
tura de 6t metros sobre o nivel das mais altas
mars ; o intervallo entre pilares ser de 500
metros parase facilitar, sf.ra risco de avadas, a
passagera do3 navios a vapor e vela.
Como seja a largura do canai de 23:450 me-
Iros, o;numero de pilares ser de 72.
Aventura pieanteO principe de Win
dischgraetz, presidente doconselho de ministros
da Austria-Hungra, foi ha das victima de urna
aventura que tem feito rir toda a cidade, e com
que por certo elle nao Icou talvez rauo salis-
feto.
Depois de presidir a uraa commisso do se-
nado, ficou s cora dois continuos, ua sala onde
se tinha celebrado o reunio, a dar a ultima dc-
mo ao assuinpto debatido, que era muito im-
portante, i
Os porteiro*, julgando que se tinha ido toda a
gente embora, fecharam a porla chave, apaga-
ram todas as luzes do3 corredores e das escadas
e foram- se embora, licando o senado somenle
com a pequea guarda da noile.
Quando o presidente do conselho quiz sair,
achou-se prisioneiro Bateu porta, tocou a
csmpainh; mas ninguem deu signaes de vida.
A perspttctiva de passar a noite fechado e sera
comer nao seduziuo principe.
Felizmente as janellas da sala davara para a
ra. O primeiro ministro abriu urna, va que
distara do solo saieote 'uns quatro metros e-J
saltou por ella empregando, como se v, o sys-
tema dos criminosos c do3 namorados.
E" claro que no disse a pessoa alguma o que
\; lhe tinha succedido, mas neiu por isso a aventu-
ra deixou de se saber, sendo commeiitada, por
toda a cidade, por naueiras maito dierentes.
A moda-A moda tem s vezes phanta-
sias muito originaes, e a que agora inventaran
os elegantes parisienses prova tambem quauto
ella caprichosa.
E'a bengala exclusivame te para thealro.
Tora o caslo de crystai de rocha brauco ou do
cor, de topaste ou de concha. O pau um jun-
co, mas na as tambera de lina madeira da In-
dia.
Na parte superior do castao tera urna argola
ou serpenle deouro.
A moda, como se v, cara, nio s pelo pre-
go da bengala, como tambem porque esta raras
vezos escapa de um trarabulho.
O liynao grego Ha dias, ura brilhante
auditorio, em que se viam algun.s membros da
familia real da Grecia e do crpo diplomtico
estraogeiro, assistiu na Escola Archeologica
Franceza de Athenas a um espectculo eminen-
Dr. Amaro Wanderley visitn no 2 districto
de S. Jos 26 domicilios :
- Ra Imperial. N. 149, cochoira da bois de car-
roca, pouco asseio.
N. 153, andar terreo, pouco asseiado.
No 2* andar deste predio existem galliahas
(1) e o quintal commum a todos os moradores,
carece igualmente de asseio.
N. 163, pooco asseiado, porco no cruintaL
R] 159 A, no quintal coceira mal limpa.
Consistiu'ellc era ouvr pela primeira vez a
execugo do Hymno Grego cm honra de Apollo,
cuja msica e competente lettra, gravadas numa
placa demarmores, foram descobertas no outo- j
no passado uumas escavages feilas em Del-
phos.
O director da Escola Archeologica leu priraei-
ramenle urna memoria acerca da importancia
d'esse achado e em feguida cantou-se pela pri-
meira vez ante um publico moderno esse hym-
no, o qual estivera enterrado mais de 2.000
anuos I
A pocsia da Grecia a impressionar-nos cada
vez mais o espirite.
aboatoCommunicam-no3 11 do cor
ienie
Um tempo enorme se ha escoado sem que
tenliamos enviado .impresa noticias desta bella
trra.
Hosanas pelo acabamento da revolta daca-
pitnl federal o quig da revolugao do Rio Gran-
de do Su!
Do bem que disso dimana, partilham to los
os brazileiros.
Aqui chove coustaotemente.
A safra de caunas como ha bem tempo
nao succede.grandissima.
Na colonia Baro de Lucena estao cobertas
daquslla lavra quasi todas as trras.
E' um futuroso estabelecimento.
A fundago de urna usina all, a qual feliz-
mente est em va de terminacho, de urna
vantagem enormissima, incalculavel para os
re| lectivos colonos; sem entretanto motivar isso
prejuizo algum para o dito estabelecimento que,
ao contrario, cada vez mais ascende em seus.
crditos.
NSo queremos melindrar a modestia do di-
gna Delegado de trras edirector da referida
colonia, o Sr. Dr. Manoel Barata Goes. mas
aquelle to vantajoso resultado devido aos
esforcas homricos de S. S., e isto se constata
por actos externos seua.
Apezar das despezas enormes quo tem ac-.
carretado a Companhia Progresso Colonial em-
presara da usina, como acontece a tudo que
come{ a formar-se, Usongeiros resultados ad-
virodo arrojado commetmento.
Foi exagerada a avaliao que' o Dr. Bara-
ta Goea, representando os interesses da Uniao,
deu ao predio denominado Casa dos Moiobos
para ser vendida nascente empresa.
A' Casa dos Mtenos nao vale mais do que
6:000*000; entretanto, S. S.,, s coasentio na.
venda dela a Compaohia pelo elevado preco
s ummo!
OPuamos a gosar aqu do nuw sauda-
val clima, proverbialmeate o maMW aos dg
arrabaldes da capitel.
AssassinatoVictima de um punhal trai-
coeiro, suecumbiu em Itamb uo da S do con1
rente, o cidado Luiz Carvalho da Veiga Pessoa,
eavalheir que por suas boas qualidades impu-
nha-se gerol estima.
O inditoso moro conversava porla de um es-
labelecimenlo cammercial quands foi inopinada-
mente agg.-edido por Manoel Guerra que des-
carreftou-lhe sobre o peno quatro grandes pu-
nbaladas de que tete a fallecer alguna minutos
depois.
O ti-aigoeiro assassino foi preso era florante
delicio, achando-so presentemente recolhido
cadeia d'aquella localidade.
O facto foi geralmeate deplorado e causou
grande coftsteroacao populagao.
A Prop:*jati(la-As-im intitulado, a Li-
vraria Iiueraa.-.ioiial oo Sr. Francisco Soares
Quintas, reprodttsiU em .avleos o protesto do
ex-almuante Saldanha da Gama contra o gqyer-
no de Ponarl, assim como um vibrante artigo
do Temp-j do Rio de Janeiro pie o precede.
Agradecidos pela oferta.
SultaPela administracao do Uercado Pu-
blico de S. Jos foi recolhido ao cafre do Cou-
cellio Kanicipal do Recife, a quautia de 260>
importancia de 6 multas, de conformidade com
o ar. v can. ^.", lei 4 tit. V.
Tcte^rammas retidos-^Acnaai-se no
telegrapho Nacional os sesiuiotes :
Para Zea, procedente de Pelotas; Reinadora.
de Heiem: Jos THo. de An^icos; Gatis, de Ma-
cei ; Rosa Candida, do Rio ; e um aviso para
Dr. Luiz Domingues
"latadouro PublieoNesse estabele-
cimento foraat abatidas 80 rezes para o consumo
de hoje da cidade do Recife..
Oito horas de trabaUo Agora que o
parlamnto inglez decretouo praz'o de oito horas
para o trabiibo as mioas, dando satisfaejaa
propaganda dos tr:s S, vera a proposito esta
ooticia de experiencias feitas para a adopgao
desta nova pratica.
J sabernos que o coverno inglez rednzira a
oito horas o tempo de trabalho dos operarios no
arsenal de Woolwich e nos estaleiros do Esta-
do, tirando bons re Um iadustrial declarou, ha pouco, pela ira-
prensa, que proceder do mesmo modo com
igual xito.
Foi o Sr. Hather, desatado e director dos
les engeobos inetallurgicos de Salford,
quem commnnieoo ao publico essa experiencia
ia semana de 48 horas ou do dia de trabalho
de oito-horas, taita uaquella olficina. Diz o Sr.
Mather que o salario foi matar de 04, U do que
no amigo rgimen, sendo esse au-rmoiito com-
pensado por economa as desperas de luz, de
combuslivel e da usura do material. A produc-
to foi igual do antigo tempo da trabilho.
Conclue aununeiando que o trabalho de oito ho-
ras t>rnou-se permanente,as suas oflicinas.
Corno de Amazonas-J noticiamos
nsste logar a formago do corpo do Amazonas
Has milicias da Inglaterra. As follis recera-
co gadas nos diio mitras nolici# dessas damas
enfenneiras e guerreiras.
No dia 3 reuniram-se no Ideal Clab de To-,
tenham, Court Road, as damas promotoras da
beganisacab sob a presidencia da Sra. K. S.
Keartlleh;..
Nessa reunio verificou-se que grande nume-
ro de senderes corresponda a chama i a e deci-
dia-se sobra o uniforme que em corpos femiat-
nos questo capital.
Depois de acalorado debate, que teria feilo
lembrar a da herona de Paulo de Koch, que ti-
nha as mismas inclinagos nasortinas, decidi-
le que o uniforme obrigatorio conpor-se-hia de
urna blusa mililar e de calges e polainas, alm
do esquipamento bellico necessario.
Supes'sicoes -E sabido que as supersttr
fes nao sao preconceitos de gente ignorante
smente, hoinens de valor inteleciual e al ge-
nios as teta tilo at loucura. Entre outras no-
tamos mais esta:
Ibsen, diz o Mans Arlistiqae, assim como lord
Wolselev, muito supersticioso. Na sua mesa
de trabalho tem sempre urna bandeja, um pe-
queo urso de madeira e um diabinho tambem
de madeira com uns piosphoros e tres oa qua-
tro gatinhos e coelbos de cobre.
O que faz o Sr. dessa bichara ? pergun-
tou-lhe um dia urna visita.
Respon-leu-llie Ibsen:
Nao escrevo nunca uraa linha sem que esta
bandeja e os seus bichos estejam diaate de
mim. Sem isso nao p >sso escrever. Pode ser
ridiculo talvez, mas assim mesmo. Quanto ao
uso que fago desses animaos .fingidos, sagra-
do que uuuca revelarei.
Couraca -A couraga que Guilhermo II en-
viou a Bismarck, no 79. anoiversario doste, foi
acompanhado da seguate commuuicaco:
Apresante a Vossa Alteza serenissima as
mais cordeaes felicitages. Ifeu ajudante de or-
deus, o conde de Mpltke levava-osem meu nome
o.na courafa. Que o rijo acj>, destinado a cobr
vosso paito, sej iim syraboto de gratido dos
allemes que vos cing cora iuabalabel tidelida-
de e que eu desejara tastemunhar-vos com pa-
lavras mais eloquentes.
0 principe Birmarck respoudeu com o se-
grate telegramma :
Agradego respeitosamente a Vossa Mages-
tade suas augustas f;licitagOes e as graciosas
palavras com qu manifestou sua alia benevo-
lencia a meu respeito. Ciagirei a nova couraca
como ura symbolo desta benevolencia.e a lega-
rei a raeus filhos como lembranga perpetua da
grasa de Vossa Magestade.
A homoBopathia A horaceopatbia conta
nos Estados-Unidos numerosos adeptos.
A seguinte estalistica di a relago dos disc-
pulos de Hahnmann com os mdicos allopalhas
as principaos eidades da Unio : Phiiadelphia
240 liomceopatlias para 238 allopatbas ; Pello-
durv, o-l para 3?3 ; Mnneapolis, 45 para 328 ,
S_ Paulo, 26 para 200 : Detroit, 59 para 482;
Chicago, 348 para 2,700; Cincinnatti, 53 para
723 ; Colombo, 20 para 359; Indianopolis, 12
para 3>; e Cleveland, 136 para 39; sendo
1,094 homceopathas para 8,011 allopathis.
TelegrammaEis o resultado da ti.'
loteria do Espirito-Santo, seguado telegramma
recebido hontera:
Coa-Vista, soltciros e
//l.-IH-
.-1 i ir . ii'.r-
756-.9S 83
758-,73 20.3 m
758-83 2'U ) 84
7o6-,22 21), 18 73
7o-,86 49,85 75
s idete na. fregueza da
naturaes deste Estado.
Jos Quiotino da Rocha Oliveira, viuvo, resi-
dente na 'fregueza de S. Jos, com Antonia
Aquilina do Espirito Santo, naturaes deste Es-
tado
Alfredo Ferreira da Silva, residente oa fregne-
zia da Boa-Vista, com Julia da .eir,
residente na fregueza de Sanio Antonio, sol-
teros e neluraes deste Estado.
Inspctoria do 2. ?districto -aari-
timoRecife, 10 de Maiode 1894.
Boletim metereologico
Horas Term anti-
grado
6 m. 24,-8
9 2,'6
12 25,7
3 t. ?7.'l
6 K,*
temperatura mnima 24,0)
Temperatura raaxiraa 30,30
Evaporacao em 24 horas ao sol 4.-1
Chuva 1-5.
Direcgo do vento : Calma de meia ..
at 8 h. 6 m. da manli HW at i ii. ; SW
e WS aliernados at 11 04 m ; SE e SSE alt r
uados ale 71 h 35ra ; NNE al ) b. 2 > m da
tarde; N at a h. 35 m. SE e SS:: at.\ alt r-
nados at 7 h. Oc m. ; ESE a" 10 h 57 ni ;
SW ate meia noite.
Velocidade media do vente l,HS for se-
gundo
Nebulosidade media 0,*l
Doletim do porto
Pra-mar on Das lloras Altrra
bai xa-mar
P. M. 10 de Maio 8-h. 25 da ra 5-25
B. M. <0 de Maio 2-h. 35 dr. t. 'OO
Casa de Detenco Siovimento
presos da Casa de etencao do R la
de Pernambuco, em 10 de Maio de 1834 :
Exisliara
Eutraram .
Sahiram .
Existem .
A' sab<:r :
Nacionacs. .
Mulheres .
Bstrangeiros .
Mulheres .
Total .
Arrasoados .
Boas
Doeates .
Loucos. .
Loucas. .
m
4
8
183
MI
10
17
0
m
4*3
40.
t:>
4

453
Total.......
Movimento da enfermara :
Nao houve.
Hospital Pedro II 9 aovirr.eir.o dessa
estabelecimento a cargo da Santa Ca-i de !Ji-
suricordia do Recife, no dia 10 de Ma:o foi o
segrate :
Exisliara..... 702
Eulraram. V Iti
Sahirea .
Falieceu
Existem
------ 778
ll
I
7L7
------778
enfermaras pelos segain-
ertfM s 7 i:i iaa-
c.sa-
13T39
ISiOOOdOOO
4198 1:0004000
23950 . a lo 000
16267 . 2004000
21823 A . 2'K)40O)
5778 V 100 000
11427 . > . , 100 4-00
15684 1004000
1004000
25516 ..... . 1004000
Esto premiados com oOjOOO os seguimos n-
meros : *
691 t 349D 92*1 17227
194' 1 8633 i 0941 26597
Esto premiados cora 20OOO* 03 seguintes nu-
raeros :
8061 9734 15592 19485 23339
9471 9954 186Sa 21U0 26203
Esto premiados com 16000 os s eguintes nu-
meros
1210 6246 11247 20843 27970
1336 6253 12610 21545 28319
4191 7634 12998 26567
5892 8116 18559 27139
Approxiinaedes
13728 1004000 4197 604000
13730 1004000 4199 .604000
Foram visitadas as
tes mdicos :
Dr. Barros So'arinba,
u.ia e sahios 8 i/2.
Or. Maiaquias, entrou a 9 3/4 da manila
bio s 10 1/4.
Dr. Simos flarbosa, entrou s 10 l/l da ma-
nila e sabio s t2 1/4.
D.. Lopes Pessoa, entrou as 10 1/4 da maalii
esa i do s i 2 1/4.
D.. Vieira da Cunha, entrou s ill l da raa-
n!i' e sahio s 12 1/4.
Ur. Bastes de Oliveira, entrou s 10 1/4 da
rayaba e sahio s 15 Dr. Tavares de Mello, entrou as 11 da ma-
ulla e sahio s 12 1/4.
Pharmaceutico, entrou s 8 1,2 da nianb e
s thio s 2 da tarde.
Cemiterio PubliooObltaaria do da
10 de Maio de 1894.
Mario, Pernambuco, i meses ; Born-Vista.
Jos Joaquim Ferreira de soaza, Poilugal, 70
annes. solteiro: Santo Antonio.
Cecilia, Pernambuco, 13 mezes Santo Antonio.
Francisca Mana de Oliveira, Peruaiiiojeo, .*
aun .s, solteira ; S. los.
. Zulmira Correia de Araujo. Pernambuc i, i,
anaos, solteira; Boa-Vista.
. Antonio Gomes, Parabyba, 56 auoos, viuvo ;
Boa-Vista.
Leopoldina Maria da Paz, Pernambuco. 40 .
aos, solteira; Boa-Vista.
Theodora Leite de Albuquerque, Pernamb-xi,
38 annos, solteira; Boa-Vista.
Severino Bnziliauo de And.-aJs Li M, Per-
nambuco, 12 annos; Boa-Vista.
Jos, Pernambuco, 1 hora; Graga.
Antonio Luiz de Sanl'Aana ; Saato Antonio.
Sasoiioe TrJbaaal de SESSAO ORDINARIA EM 11 DE MAIO
DS 1894
PBB8IOENCIA DO 88. DB. FBAKCSOO LD1Z
Secretario Dr. Virgilio Coelho
Todos os nmeros terminados em 9 e 8 esto
premiados com IJOOO
Todos os nmeros terminados emi9 e 98 es-
to premiados com 24000.
Casamento civil O escrivo de casa-
meatos da Hoa-Vsta, Graca, P050 e Vareea,
affixouno dia 20 do corrate, na' reparticodo
registro, ra do Imperador n. 41, 1- andar,
editaes de proclamas de casamentos dos se-
gulntes contrahentes :
Segunda publicago
Jos Antonio do Cruzeiro, natural de Portugal,
catraeiro, com Joaquina Mara da Conceigo, na-
tural do Estado da Parahyba, vinvos e residen-
tes na fregueaia do Recife.
Primeira publicaco
Joo Custodio de Andrade com Francisca Emi-
lia Gomes, solteiros, naturaes deste Estado e re-
sidentes na fregueaia de Santo Antonio.
Romulo da Silveira Martins, empregado publi-
eo, natural do Estado de Alagoas, residente na
fregueza do Recife, com Grata de Freitas da'
Cdsta Pereira, natural deste Estado e residente
na fregueiia da Boa-Vista, solteiros.
Antonio Vicente Lopes Braga, empregado no
commercio, residente na fregueza de Santo An-
tonio, comVirgiuia Rodrigues Leite da Sil ra, re-
A's hera3 do cosame, presentes o S' ...nes
em numera legal e o C-. r. ara-
dor eral de Estado, foi aseria : :
de lida e apcovada a zc\a da :\a..
Distribuidos e passacos os :.^o o Sr. Dr.
preeweite leu em mesa qqj |
co Gonc*lve3 Torres llegauoo que o Sr. juiz
Carlos Vaz nao poda s?r jais uo aggvava e Jo-
Francisco de Barres Reg, por ser lapediat
com.slle eopplicaDte, ptii'.o que fe iceele.-ida ;
dlsecdo o Sr. ]niz Csros, qae a'.ej
memo do aggravo e na DOCastia 1 re-
latara o feito, tevntou ceso prelicr.asr s 1 o iac-
to de baver tancclans'lo r.o wtm cxecS',
I de qui origiaoc-se o aggravo, et esta
para jclgar o tggravc, e foi daeiai
que nos casos de aggr&'o icterpos:o ae iispi-
cbo proferido por ouirt- ji*, ecco a jana .
da Instancia saparior re.
havia o impeimeoto 1 qae e aliadla.
Beram-ae os segrate*
Recurso crme :
Dj Recite Recorreite o jaUo, recorrida
Joo BaDista Jaater. Re.iator o jan Cita Ri-
beiroNe{,aa-re proviriento. ananioami
Do RecifeRecorrerte o juiso, recorrido Hj-
giuo de Paula Hagroniopte. Relator o jc;i ai
meida. Negou-seprovirneuio, ncanimemeote.
Proviao de solicita
Mtalas Jos da 9t!va.Concedida.
Alexaadre Atserico de Caldas Paadoa s Paos-
tino Jo da FonsecaMandou se. completar as
informacoes.
AppelUco criare :
Dj RecifjAppelantJ o promotor pabeo,
appellado Francisco Tavar :s de Soaza. caabeci-
do por Amareilo. Relator o jais GIvo. M
doa-se a aovo jary, anan:meaieate.
Appellacdes civeis :
De GayaanaAppellsnte Dr. Jo da Cuaba
Raoelte. anpeliado Luis ae Audrade de Alba-
qoerque M*raaho. Relator o jais Almeida. Re-
visores os jaises Carlas Vas e Gal vio.Fo:a
recebidoa oa embargos, coatrajo voto do Sr.
Carlos Vas.
Do RecifeAppeilaatea Carlos Joaqaim Goa-
cilves eoutros, appellado Alvaro A'tnur dos
Santos. Relator o joix Carlos Vas. Revisores oa
juizes Giiito e Costa Ribeiro.Couflrmoo-sea
seatensa, contra o voto do Sr. Galvao.
Do RecifeAppellante Braacisco Josujoiai da
Cosa Guedes, appellada D. Harta TaoMousoa
de Macado. Relator o ]oz Costa Rtbeiro. Revi-
sores os jaitas Teitalra de Sie Caldas Barreta.
Foiam despresados os embargos, contra a tata
do Sr. Teixelra de S.
Da Victoria-Appellante D. Jalla Beserra de
Alboquerqne Barros, appellado e jalao. Batatar
o jais Teixeira de 84. Revisores os jetse* Cal-
das Barrete e Almetda. Dea-se enimia,
contra o voto do Sr. Almelda. mM
Dj PalmaresAppellante JosqalaGaauoiaBo
Pasa Barrete, appellado Carlos aaSavaTaixal
ra. Relator o jais Costa Rlbelro^Bertwra!
jnies Teixelra de Sie Caldas wrreto.-
ftrmBU-se Beateacs, aulaaawflte.
111

r
______
p^*


^larf Me ?ernaaiBco- Sabtoad Iltfe linio ge 19941
f
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PASSAGBN8
Dj Jais Costa Ro-ira au jait Teiseira
Sa:.
Appellaces civeis:
de
da Sai'a -*M da llerKJ rila, appellado F.-aa
enea Sjt- i Qaiotas.
D#Palra ).VppsMtote E las Agr'.cio RaUs
e ilv?, i pallado Joaquim Blw dCirvaihi
..ira.
D. a de S ao jai* Calda* Bu-
reto :
Apoellae'ta crime :
Da Liceo ro-Aopeliante o prona'-or pabUCO,]
appelijiiu ilaaoel Trovasao de Arroda.
Re BraOi crinie3 :
Ao loli Galvao : .
De aoo tiohoRecorrente ojaua, recor.iJo
te compostas de Exmas. Sras- da nosssa socie- D->>.:n exnogaio-san* nos labios o Ugeiro
jade -j'ria >, e foi com xr erave, voz comiaovida
A BOite de 8 de Maio dala aa vi.ii artstica .ollios qaaai QuxeaecirtoB pilas la^rijns, queco
da Sulli uai dos seos mais grandiosos trium-f u.-ouu:
ti* rtfl o*rdar-me. mee qoertdo artigo, por
nao poofir, lr.go fea priaeirua pelawea, dar-: ti e a
en* va da uignia qae tuo o intriga.
'.ppeliaate a mata adffliais rjt, Ph^iam.ulu sc ;na lu;u, dl M vezes. .lia raos-
trando-se reconhecida foi aos camarotes agra-
decer coramovida a todos os seus admira
dores que a recebiam coflo outras maniesta-
COMPANHIA MARCIXELLI
E" j co:i!i;cida a orgauisaco da Compaahia
rrica que o maestro Marino Marcinelli contra-
E' ae-
Desearlo (on coate talo por minuto ;o*> prin-
cipio ,13 n.i.ina historia, como o principioe to-
da* as D loogo > .!-s itoid.
nao o d'Qirar u.uit<>. o ool-o hei o cci reate
das ninhw recordado* "'onn .agaraUwse de
i ':,:. R-scaonto-ae a ^carota aaaoa airas.
Ea *ra eotao ama -parga e viva coro mena
pas u'aaa peeaaos *|Ha da provincia
Z?r. Joaquim Loureiro medico parte!
jo, consultorio roa du Cadug n. IT,
residencia na Casa f'orte o, 5, casa de
azulejo, deffoot da igreja da Caatpii
seu COI;
O Dr. Simplicio Mavignier tea 1j
oiisuitorio roa Mrquez de OH*
das 8 horas, e enlao mosroo-se tal qual era, re- ?5o se fizer pelo numero mximo ou to
tal dos empreados do foro revertendo
em igual proporcao a quem tiver func-
cionando no Jeito as quotas pertencen-
tes a empregados que nelle nao fuuc-
velou-me todo o plano machiavelico que havia
concebido sua ambigo desregrada para o fu-
turo erapolgamento de toda a Colonia.
O Sr. Cooimendador Joaquim Lopes Machado
procurou-me d'aquella vez e aquella hora, para' Clonara,
induzir-ine a concorrer com o meu apoio e in-'
a. 27 primoiro andar.
ni praaatBtmwu. parecw-tts panepf*dalfts_HnlflstiH do aDDaf* i nencia dos amigos para que o Ncleo Colonial "upi^rtam ex
o d- ioter-sce. Vuu fznr y.or spec.au.unesaoiesuas .ju dp{.dia t A ,,(,i incito, etc., e,
' Iho respiralorio, fabre e da pelW.
Consultas das 9 as 11 na pharuacia
j | .i Jh Salles.
_ loa V;>z :
Uj Kecifacerrante o jn'.za, recorrido B-l
i SUva.
1, o :::,:.';,.c:,,al :
ao iuiz Teixelra de Sa:
Oe ipo.rt;*RasorreitaD. Ssvriam Cecilia
da Co3w'N.---!r2, recorrido o CoaoetnaMaal-
CipaU
Aggravos de petico :
Ao juiz Galvao:
,D S. LoareDso-AggranteDiagoXler Uar-
.aggravadoojnuo.
|Do Gab -.Ks'rav.: Jjaj eriaiao do un-
veira, nggravado 0 ]U>ZO.
Ao iuiz Cesta Ribeir j :
Ds ee.fdA*gra?*nt Francuoo Ferrei-a de
Arajo, ag 'aralj a Cjaipacjia Nacional de Oa-
mi Jas e Rusas Braacf3.
Ao jaia Tiiseira da Sa: .
DoKeci Aggnvaate Jas Verissimo Mir-
floea, agz-jvada a Cjtapiaaia NooI da l..-
mtaas e u idpaa Branaas.
Ao jais Caldas Barreta:
Do a<--:Ig^ravames Farreira Rodrigues 5
C-. apgra : i' a KaaeaJa N>-lotiil do Eitado.
Ao miz iixeida :
Dj R*:{ A^gravaats a C-JXpa-jfela R-ciien
ca de Paai9ciS&o, gravada a Fazca do E
lado.
Ao jniz Carlos Vaz :
Do RecifeAggnwantes Faaseca 4 Irmao,
aga.Tavr.da a Fazenda da E;iado-
xnua de oatromaoto :
Aojaiz Casta Ribeiro: *..-,-!-
DeS-rionSeiB-aggravante Jot Pirraino Al-
vares Qa:, aggravaaa D. Aana Hsssi33 Waa-
darle;.
Ao'jaiz Cirios Vaz : .
De be-QeaiAggravants Sebean** uf-
Bezerr3 Civaloanta, agg;avadas os UerUeiroj de
FrancH-:o Saasalse a Sil.a.
Appella^es crimes :
A iuiz Almeidi: a__...
Do ecifa-AppeUaate Jj3 A^vsa do Olivcira,
apselli-laa asnea.
Ao ju;z '.anos Val: ...
Da OliotaAppeUante o proraotar pabiius.
.Harta J;s AotOSM Baoge!Mta
Ao jai: ilva : _
Da Reoifi-Appeilante Hrcolano Hirr^oe
gildo Caval.'.ante Mqii appellada a iswnfia-
Ao juz Casta Ribeiro :
Da ResifiAaoalsaoas An'-omo Rodrgaos i >
Sl?a e oot-os, appelUda a jBStifi.
Appaajao commercial:
ao ion Aimeida : __
Dj acilAppeUante Aajelo Rapaael P:-
grtao, aopellados Fraac-soo de Azev-iao C-
AppeUacAo civel :
Aa iua Carlos Vaz :
Oo l-tc.ii.Apnetlant Dr. Alfredo de qaiu-
no Gaspar, appellao Dr. Jaso Miria Ssve.
fiaeerroa-ae a sessSo 1 hora e 15 uiiaet53
da larde.
rra
amrmar ^.. --------- > P,
^j^ssntsts^s ^S-ssrmul;o p"ca goal9e algCi,i ve'
de primeira ordem qp o publico ilumnianse j w ba8taota iotrtaei o nao
conhecA e que com eatoosiasaio tem spplao- '^'f'a iaDo'to
dido: Gabbi! soprano dramatice, de grande"
ta ispasiu
talento e "jspieniia voz; de Marchi, tenor de
carcter Camera e Rosal, finalmente dous
cantores dotados da votes treacas e intentes, e
08 -abena cantar.
A Sra. Gabbi, alm do granda repertorio
cantar este anno. com o e farchi, a Manon
Lescaute de Poocial, sob cuja direcyo es-
tudou o respectivo papel.
De Marehi. far-se-ha ouvir no Lonengnn,
Meptastopheles, Cavallana Rusticana, Hugue-
notes e Tannhuser.
Dos artistas novos Amalia Cruz e cantora
muito moSa, de ^f^Sl^ffSSSU-
* seaia'cisposio a cootrabir re!aOia no-
Vlvii das racor raaor. a tb conse-v. va a psiso pela caj, sae
r.e rtav a lliuaSo da *aa aouga existencia, ea>
7)'fTio ar e com o ebeiro da plvora.
Foi p-e:isaasbaie a esta piixao que u* d
raos a introdcccSo em ::osaa casa ae am P09M
mio, o dqico eotrauno qoe poaae agradar a
me>i pai :*o tr. Destrmeaux.
Travaram relacues D'oma cacada ao javu,
ona meo pai tioba admirado o saogoe fri, a
oreciao Jo uro e a corogeia dests covaibeiro.
to-'e rico Drapriea'm poisoi proori^da
MSICIANA
3ERATA SULLI
Car/as a Sanme.
Urna nouto que nunca mais podar ser es-
qaecida pala Sulli, a da sua -sarala.
A muitos dias qus liavia em torna do mea-
tro urna specie de borborinho, um rumor sar-
do para sa obter um lugar, qualquer que elle
fosse, paraassistir a festa do seu soprano dra-
matico.
Aadava-se para baixo e para cima, num ca-
tninbar iacenaante oli'orecendo-se tudo por urna
cadeira, urna ostra, urna entrada qualquer.
Foram dias de desesiaro para o Arante3.
Pediam-lhe at um lugar junto ao regentada
orehestra, com tanto que nao perdesse aquella
esplendida festa.
Houva mesmo quem se ollereeesso para ser-
vir como oorteiro ; um lugar na caixa.
Se l'oss possivel V. augmentar a sala, anida
seria pequeo o espaco para comportar o gran-
de numero de pessoas que desejavam assistir
essa fasta, a mais explendorosa a que teiiho
visto no Santa lzabel.
Logo s 8 horas da noute o theatro comecou
a encher-se.
Camarotes, cadeiraa, toaos os lugares esta-
vam oceupados pelo que ha de mais distincto
na nossa sociedade.
Era alli, no Santa lzabel o remles-rous da
elegari i i, do gosto, da arte e do mais escolla-
do diletantismo, de riqueza a de supenonda-
de tuuo enfeixado em bouquet magnifico onde
as' expendidas toilettes brilhavam mullico-
TP*
s casacas, os claks, e mais vestimentas gra-
ves tudo dava o aspecto isolemne da admira-
?ao' pala arte, personificada com pojanca em
Vittoria Sulli.
O seu nouie era repetido a cada momento.
Fallava-se no successo da protogoniata.que
de vena ser certo. Que liavia .de cantaf anda
com mais brho, pois va que os mais distinc-
' talento,
sincera
bella presenca
tado de bonita voz, que te* cantado com
grande xito em diversos thealros da Italia, e
que ltimamente foi muito applaudida na Ha-
-Vqui cantar o Schiavo de Carlos Gomes,
o Kniani, Baile do Mascaras el. Meilici a
opera nova da temporada-
O maio soprano da companhia Maiicnelh e
a Sra Guerrini. Aprasenta-se ao publico flu-
minense depois de ter cantada tras estacos
consecutivas no Scala de Milao, e de ter ob-
ts.lo grandes triumphos no Lyceu de Barcelona,
e na S- Carlos de Lisboa onde fo calorosa
mente applaudida no Orplieu de Gluck, nos
Huguenotes e no Lobengnn.
Sobre Occhiolini tenias as seguintas informa-
efies : um soprano Ijrico muito aprecala n i
Italia. Possue urna lidia, voz o canta com
multa correego. .
Tem os seas principis papis na Margarita
de Volois, Huguenotcs, na [ocia, na Sonm-
bula e nos Mediii. .
.Vlvni da Ue ilarclii, traz Mancinalli mais
tenores : Irassilano e Avedano.
Rnsaitano. um rapaz, muito moco, dotado
de esplendida voz. Cantar a -Ada, Sclnavo,
as Vsperos Sicilianas e os Mediis.
Aveda:ia t^commeiida-se lela potencia da
sua voz. que dizem ser verdaleiramenta ex-
traordinaria. Apresentar-se-ha ao publico flu-
minense no Othelo de Verdi.
Conta anda a companhia um artista de gran-
de valor e raro merecimento : e maestro Po-
desti, regants da orehestra.
VemdeS- Peteraborgo onda com gran les
applausos dirigi a companhia lynca que all
trabalhou e'ia qual 'aziam parto a Sembricli,
a Stah!. o Marconi e o Cotogni.
COMPANHIA. LYBICA
Osjornaes de liontem aanunciaram aviada
de urna companhia iyrica qua pretende abrir
assianagtura am de trabalhar no Theatro Santa
Isabel, durante os mezas de Juuho e Julho pr-
ximos
O elenco publicado foi.
Leonilda Gabbisaprar.o dramtico
Palmira Ramini soprana
Natalia PappolT-coatralto.
Scarlattimezzo soprano.
Bulterinitenor drama
Giulio goliai-tenor ieggero.
Ricardo Petrovich -tenor.
Valebole -tenor-
Salvalore Vnci bartono.
Bartolomeu Dadone -barytono
Francesco Nicolettibasso.
Gaspsrini basso.
Silvio Balbinomaestro director.
A companhia tem 2i constas, 7 danzarinas e
diversos professores de orehestra.
que u&a soube reeaaa a convite-, e ass-m se es
tai-elaceram relacSos oaire elles, oae mais^ e
mua 8ea8trftiiarara, a ponto de receber o ar.
ue'tremuaQX eui goss3 casa.
E-a am homeai de finta e tantos oco3 nada
sello, peqaeuo, tn gi-o, m>s extrso.-diaariamea
te lote t gil, s der crdito a men pa que o
tinta nato saltar pa^so de oze pe i largr.'a,
sbbm da altor da ora ea**Ua, e trar a pulso
roea->8 qo^ sa jpIgaTam oacces-nveU.
Hivi apenas dala amos qae alli na'iitava,
iiansm-r,o Mato cbogaf am ^alio da, compr-.;.-
d'uma vsz ataa gra.;d8 prop-iedade, aa lico-
ob-icer uingoem.
Viva s cam cma veiba govsroaa.e, gastan-
do tarta o tsaipo a ler e ootr purie a cgir.
De resto pos3ai neo carcter rio, bastante
sombro, e coja naiurezi agrada parucalat-
meata ao hamor t'U'e de mea pe.
OSr. Dssi.-tneaux lalava pooco, oaa a pro-
posito pareca ilasir*do, goitav* de ouvlr <
criocies de imialaaa, e s
se euiliasiasrnava
sobra caga, ca-
>rva, largo do Tarco e ei seu coo-
8 das 12 s 3 da tarde.
ResidenciaRoa do to'picjo n. 41.
Cfiarnudos a qualquer fiora e por es-
cri5to.
Telephone n .5rjfi.
i>. Pe>eira do- Suva ebegasio de
Paria com ortica uas clnicas ue Whe-
cker e Laadoit, d coasolla de 1 s i
horas da tardo a roa do imperador B.
63 primeiro andar.
Teiephoae n. 588. kesidencia Ca-
xaog.
O Dr, Lobo Moscoso d consultas ern
gua casa roa da Gloria n. 39 dis 10
horas da macha 1 da tarde. A.c'iai!-
do-se fra do servico publico olerece-se
Suassuna fosse emancipado, vendendo-se por
ordem do Governo todas 33 suas casas, bemfei-
toiias e dependencias, que elle, Commendador
Joaquim Lopes Machado, comprara por pouco
dinlieiro, vindo assim a constiluir-se o dono de
toda a Colonia !!
Contra a mascara do tartufo; rasgara se o
veo de patriotismo com que o Sr. Commendador
Lopes Machado envolver o seu astucioso ata-
rease pelo Ncleo Colonial Suassuna, e patente
ficara a sua alma, como patentes estavara desde
ento todos os sous planos, todas as suas pro-
lenges e intcngOes, em favor das quaes seriam
nullas, d'ahi em diante, todas as machinaces,
desde que a ellas eu n.o me prestasse.
Nao descreverei a iDdignaco de que me pos-
sui cora a proposta inslita do Sr. Commenda-
dor Joaquim Lopes Machado, e irritadissimo Uve
de repellil-a desde logo coma deponentes do
mplo, nem todas as canas*
xaraes, vistorias, arbitra-
p us, nellas ola funccio-
nam peritos, louvados etc.
Neste caso as quotas destinadas a es-
tes auxiliares sero destrilmida.s por en-
tre os funecionarios que figurarem
processo.
Xo cogitamos de quotas destribuidas
a ndvogados e p ocurador i-.
Estes importantes auxiliares em ad-
ministracao de justica. exercem urna
industria privada cuja nobreza uo .sup-
uorta preco que uo soja ojtaxado pela
ptobidade e real merecimento.
Suas relacues para con seus cousti-
tuintes se devem reger pelos principios
dos contractos em geral.
Sugeitar o advogado a urna tasa
como regimental de seus honorarios, '
anniquiliar-lhe a prorisso.
Feitas estas e as cousideraces do
nosso primeiro artigo, entregamol-a
justa critica dos entendidos e a>ri--
offensivas da miaba prnpria dignidade, emLu
' l I nos que as luzes a uus e outros limaran
me diz esse mullas vezes :- Dr., o dito por nao i ^ pcr Sll>n>lhl capta e toscamente
dit0 !----- deixamos dito.
Lembro me felizmente para corruborar a ver-J Com onecessario aerfecoameutj,
dade do episodio que, nessa occasiao, appare- ,acceita a nossa ideia, confiamos em seu
ceu na sala o Sr. Dr. Simplicio Mavignier, e ain- bom resultado para funecionaroia e liti-
gantes cuja dignidade nao as deixa em-
penliados em discussocs dt vintcns e^ por-
MM nfiirltr a Mii;.,niifr chamado rom carcter to Sr. Commendador Lopes Machado e,
paia acuuir a ^uuiquti i u unuu um ... ,. I ciacSo dos poderes pblicos, espera :il
promptido para fura da cidade. Eapa-
aiidiade", ooeracoes, partos e molesliase
de senhoras e meninos.
ClS^iea de naolestias de olhoa
ostvidos e nariz.
O Dr. Pedro Pontua!, ex-chefe de cl-
nica do professor Wecker, de volta de
sua viagom a Europa, tem seu consulto-
rio ra Nova n. 18. primeiro andar.
Consullas de 1 s -i da tarde.
Telephone n. 539.
Drogaras
Braga & Machado. Deposito de to-
das as especialidades pharmaceuticas,
tintas, drogas, productos chimicos e ou-
tros medicamentos ho^opathicos, ra
Larga do Rosario n. 34.
GuiraarSes Braga & Deposijo
de Drogas e productos chimicos, espe-
cialidades PharmacetUicas, medicamen-
quiido a conve-sac^o versva
v;io* e *>xereicio* e co^p>.
No e.r2 po! Cite o iypi do ndalga camponez,
anicaiaaote occopado oa cois** a^unaes : sa- ,
sea losare dizer alsacia coisa,tos hOmeopaUSOS 3 lllltdS, OleOS, piu-
ceis etc., etc. Ra do Mrquez de (Mia-
da n. 60.
Faria Sobrinho & C, droguistas por
taacado. raa do Mrquez de Olinda n 14
Oncnllstas
Dr. Barreto Sampaio, oceulista, da
consullas de 1 s 4 horas no primeiro
indar da rna do Raro da Victoria ce
51.
Residencia a ra Selfa da Selembro u
34, entrada pela ra da Saudade n. 25
da assistio as ultimas consequencias.
Recife, (1 de Maio de 1894.
(Contina).
Manoel Barata (des.
Aovo regimiento de cusas
Mal nao sc deve fazer
a unsparafazer baa
oittros.
Ordliv. 4tit. 43 2.
Ieggero-
tos apreciadores do seu ccontestavel t
vinham ainda urna vez render a mais s
homenagem.
Alina! chegou o Polaeco quo faz executar o
preludio.
As respirages comecaram a ser mais dim-
ceis em toda sala; os coracOes entraram a pul-
sar com mais vehemencia, os colos a arfar com
mais ardor e forja.
Apraximava-se a entrada da diva ua sua
companhia.
Ella veio. Foi um verdadeiro aelino,
Todo o theatro a urna s voz acclamava seu
Urna enorme quantidade de ramalhetes cahi-
ram de urna s vez a seus ps.
O palco ficou convertido em mimoso jardim,
em alvorada de jirimavera, onde cada flor vi-
nha tanibeai ouvir aquellas mav.osas notas que
ella tem o ."segreio de possuir, e como que ca-
da una llia repeta ao ouvido
Freme l'aiia per dove tu vai .
Nai spuntiamo ouve passa i tuoi pie.
O descmpenbo dalo a opera de Ponchilli foi
Piu'acUqutodos os artistas tinham-se guar-
dado para naquella noute manifestara suacom-
panheira ique elles haviam de concorrer para
un i ;: [esta fasse deslumbrante.
A Sulli, como qua inspirada cantou a parta
da protagonista com toda as mais protuniia:
impress > que commovera e arrastam
ditono.
A sua voz de grande energa
STnpr: fluente, exliubarantc.
A grande aria;
ocon-
da, Pagliacci Dinorah, l-'ausi, uarmen, Trova-
tore, Ada. Lucrecia Borgia, Polluto, Sonmam-
bula, Cavallana Rusticana, Ebra e Bartuere
di Siviglia. ,__.
Recorremos as nossas notas e encontramos
as seguiotes noticias quo trnnsmettimos aos
nossos leitores. .
O contralto Natalia qua casada com o di-
rector da orehestra Silvio Barbmi, tem cantado
em diversos theatros, tendo obtido grande suc-
cesso noPanajeff-de S- Petersbourg. sendo
em seguida contra'ctada para obcala-du-
rante a estaco de 891 e 1892, onde se exhi-
bi em companhia da Arkel, e do tenor De
Negn, sob direceo do maestro Masche-
o'tenor Ugoliui o conhecemos desde t89z
auandn se fezouvir no -Politeama--de l ia-
cenza-, as operas -Roberto l Diavolo e
Eufemio de Messma. -
Do barvtono De Vnci sabemos que no mes-
mo anno cantou em Catama a Forza del Des-
tino -e Ruv-Blas.
O basso Nicoletti ja esteve no Rio de Janeiro
onde se fez ouvir na Aidn-Rigoletto-e ou-
tras operas de forea- ..__
O tenor Ricardo Petrowich tem cantado em
Rovi"o. merecendo elogios da imprensa no de-
sempenho dado ao papel de Fernando-na
Favorita.
Sao essas as poucas noticias que temos.
Da to'liar o ---- ------
quano se oaoeod aiaiorla, regiao oa poltica.
Da a da raeu p-> sa lhe ff-icoav mv.s, a
nos iemos corno-mea pae, e co oda a jaa-
tica.
fia'propria con o taapo sentame attrabida
para sto oii'a aimpies e erdadtrataeota
amaval, qad oSo tioba todas aa qualtdadea
oriloantea qae pren-lum sobra tuda a iteaclo
d.s roeoinas, ta.sqaa ofTarecla attratlvos re.ea,
reamdoa a um espirito serio e ligairicaente se-
vero C3 30 o meu.
Meo pae tlnh-me educado um pooco i roma-
oa, co-ao ca soldado babuuado a considerar
nooa noTiM'n aotei de indo a coragem, a fo'ga, e
soliaez pay.-'ica e a mo'al.
OSr. D.)atrmaaux corresponda perfeiiamen-
te ao Ideal qos "o tinaa formado d'om marido.
Nso paase muitoAempo soto perceber qoe ella
senta por mico am soatimeoto mnito vivo, e ato
minhacasa niogaemo ignoroo. Loage ao toa
Qitastareo seqoer eoado, mo3travam p.io con-
tra'ia ulegiia.
livia Ugom tempo que meas paes penaa
vim em me c-r, e era precisamente orna ex-
celente o-.casiao de satufazar e.se d*ejo. auto
rizando a corte u'uai boasm bonrado e rico, que
alm de agradar a miaba mae e a m!tn, sanara-
zia ss coQtlifi5eJ bem exiceotes de meu pai.
Foi pois com przer que se acolheram as pn-
meiris decUracaas feitas pelo Sr. De. e depresaa se cnsr.'n a acrordo par a reaia>0
ao nosso casaoneoto.
Havia nm aooo que nos confiscamos ; 1310 po-
oia pascar por ama corte em regra, alada qa. o
mea noivooao tiv.gie pzssado de urna ucnUa
di-icrlcao ; as qoestes da dots nao doran.ais-
oo o ^empo da trocar doaa plavr*s eatre don
oomeas lio francos como o Sr. De.uremaaux e
meu pa ; e o casa nnto Bcou camblnaao pira
oiize ias dspois do pedido formal.
(CoQllnoa.)
ESCRINiO
Frasment do rO nance
Adultera
Indito
PBBLKiCDlS A PEDIDO
Xucleo Colonial Suassuna
O DELEGADO DA INSPECTORA GERAL DAS
TRRAS V. COLONISAIJAO AO EXM. SR.
GOVERXADOR DO ESTADO E AO PUBLICO.
Rcsposta as acensafoes do Sr. Commenda-
dor Joaqnim Lopes Machado
Continuaco
III
Dissemcs no artigo de que o presente
continuaco, que a penuria dos func
tantode probidade.
Conscios uns e outros do que tem a
haver e despender, garantidos recipro-
camente, a coufianca e harmona entre
si se estabelecerfto : o foro n reanimar
e o funccionalisino nao ser um men-
digo nem o litigante um martvr.
Maio91.

9
S ti J.
Os abaixo assignados socios da Socie-
. dade Recreativa Juveutuue, declarara ser
de jstica deslava pViiicVpal- | solidarios com o iniciador do baile-off-r -
mente no despovoamento do foro pelas c> ao C0n8OC Benemrito Manoel Cas-
tao A
Falco.
i 0MMI8SA0
Francisco Cardoso Jnior.
VARIEDADES
um au-
e suavidade,
.dio! in quesli
momeoti
Tusolmiresti -
Tu sol mi tenti
O Sr. Destrmeaux
ROMANCE PS1CH0L0GIC0
POR
foo Klcbe-pln
;.g_ o senbor nao acrotltoa ea tolos o-- m^
maus preteit03? pergontou-ma .lia e-nqj'tto
a anaa ve9lia o tnemao no qoado cootikSO. Per
cbd qao o aeonor uao a-r dit-iva. Toa rsz&o.
Poil d ea nS" voa ao Circo, n ess^ Circo qa
o sohor ama tanta je^a noito. leoois do *s-
p-jctacolj, venaa tomar o cbi com-uigo e coo-
lUr-loe-hei as ras58. E" ama t.-ie ) extrava-
gante mstoria que talvez o lateress", e qa^ o s^-
viio-, qae escreve romarc, poderi aproveiar.
E* eacusado izor qae o Circo me pereceo lo-
Euppo".aei nqoKlla DOite. RSo m-3i!a 1o
peosamenta a eon0d0CM pronttda, e quebra-
va a cabaca pan adiTinaa' q" rciacao po-.tia
sver entre a vida ca Sra. B... e--ti extuo:t.ao
aecavallos trabalbiuJo a libe'darfe, as omaso-
oaa oos seas ex^ccios ,ia nt escola. acroDaUi
peloiicaa-io com facas eo tnucaodo eu a-amas,
rapare vfetiass eoffi tatos da -r-aibacrderosa
farnn'Ji) circuios de pap-' clOTl is* desloes.
dos inventores ce Brtlcala0-4i de caoaieBoae.
,'.s excl.imac5-s eatboslaticaa oo p^qa^no
Paulo, as uas gargaMnoo*, o aeux bravas ea-
treoltsos oo ebe^aram :c>smo a tirar-ms dan
miebaa rflex6e^.
A eootemplacS-o das batiesas pla-ticas deira-
va me iaoenaivel, no qce eu monos peoaan
" Sahi a pe com passos mais rpidos do que
deseiaria a cabeca ardia-lhe em brasa e sen-
ta perfeitamente que lhe ia faltando a conscien-
cia dos seus actos.
A pesar seu, aimagem d aquella a quem ama-
va anda acompanhava-o como urna sombra,
triste |como a tristesa aceanica do mar.
E elle que desejaria esquecel-a, qae deseja-
ria esquecar o mundo n'aquelle supremo mo-
mento em que seu coragao porejava sanguo
E elle que desejaria que se lhe desvanecessem
da mente todos 03 soohos que lhe enriqueceram
a vida por um rpido momento, todas as mira-
gens que lhe haviam fascinado na esplendente
alvorada do seu amor !
E porque a sombra de tudo isto anda o acom
panhava ? Porque tudo isto ainda vinha per-
turbar-lheapaz d'alma, n'essa derradeira tran-
siccao como urna ironia cruel do destino ?
Nao era um condemnado oa sorte ? e porque
ao menos nao lhe consenta a sorte que cahis-
sem silenciosas n'alma as sombras d'es3e ocaso
em que se mergulhava paran&o mais so levan-
tar ?
Porque o voo do esquecimento -esse supre-
mo lenitivo dos que sotlrem nao vinha suavi-
sar-lhc a esperesa d'esse instante que se pro-
longava mais do que desejaria ?
Ironia cruel 1 a lembranca de todas aquellas
cousas que foram a sua suprema ventura, era
hoje o seu supremo tormento 1 e essa lembranca
echoava-lhe a cada passo como um tropel tern-
rivel, repercutindo-lhe em todos as recnditas
profundezas do seu ser!
Ainda urna vez a recordaQ5o d amella noile
de baile, cheia de risos e floresveio lhe ao
pensamento, ntida e Bel. Soavam-lheaos ouvi-
Oblidas todas essas concesses, ao advogado
do Sr. Commendador Joaquim Lopes Machado
pareccram comtudo poucas e insuflicientes para
garanta dos capitaes que teriam de ser empre-
gados na fundago da uzina, que to necessaria
era, e a> desenvolvimento e prosperidade do
Ncleo Colonial Suassuna, e o Sr. Commenda-
dor Lopes Machado de novo recorreu a mim
para por meu intermedio obter a realidade das
novas condic5es que julgava indispensaveis, eD-
tre as quaes figurava a de ser concedida em re-
dor da propriedade denominada dos Moinhos
urna rea de cem metros, envolvendo pensa-
mento maligno esta condicao.. como provarei.
Scmpre no intuito de ver realisada a fundacao
d'aquella fabrica e instado pelo Sr. Commenda-
dor Lope3 Machado, ful Capital Federal em
Julho do anno prximo lindo e de 14 voltei 4 29
de Agosto, tendo obtido do Governo da Uni5o
todas as novas concesses e garantas, das quaes
tratarei mais tarde quando e a proporcao que
forem sendo pulverisadas as aecusaces do Sr.
commendador Lopes Machado e analysadas as
pretensas provas que contra mim tem apresen-
lado.
Por esta forma tinha o Sr. Commendador Lo-
pes Machado obtido tudo quanto desejava para
sc apresentar como incorporador da sociedade
anonyma, que deveria fundar a uzina do Ncleo
Colonial Suassuna, da qual, seja dito de passa-
gem, eu havia lembrado a conveniencia e utili-
dade de serem accionistas os colono3 e os que
nao o fossem, e, era consequencia, convocou ou
fez em seu escriptorio urna reuni&o, a que as-
sisti a seu pedido.
Logo nessa reunio notei, e comigo notaram
causas que assignalainos.
Mostramos o porque o Reg. de 188-1
Srecipuamente concorrera para o aban-,
ono, se nao terror, na defesa de direitosj jjdebraiidaiDias d Anuyo,
e concluimos que a reforma capital ao i Fortunato Porto.
Reg. actual deve ser mais no sentido de j "c Jl"m.sr1
restabelecer a confianca perdida, do que Manoel Jos de Miranda-
apenas elevar taxas para favorecer ex* v
elusivamente ao funecionalismo.
Que isso nao um invencivel e antes
muito praticavel, sem preju zo para ne-
nhum dos interessados, o que procura-
ramos hoje demonstrar.
Al.' condicao para a defesa na luta
est em conbecer-sea propria e a forca
do adversario e s assim a repulsa ser
aquilatada para nao se empregar em
pura perda ou em excesso ao interesse
procurado.
Isso uas lutas judiciaes se conseguir,
sprr:r.riguonr;airoLL^ i
Estados da America do Norte, que tanto
modelos nos tem enviado, adoptarmos o
systema de taxas fixas, correspondentes
a urna certa porcentagem sobre o valor
real ou estimado da demonda ; porcen-
tagem tanto maior, quanto menor for
esse valor.
Entre nos, se nao nos engaamos para
a Justica Federal, ha ou houvc projecto
n'uma das casas do Congresso, naquelle
typo.
A ideia capital, pois, nao nossa.
Por este modo ter o litigante desde
De'.phiuo 'i. da Silva.
Jos Ferreira Lopes.
Antonio Jos Moreira Jnior.
Odn de Carvalho
Jos Candido Moraes Filho.
Mamede Silva Coelho.
Julio-Jacques da Silva
Hermogenes Vieira Moraes.
SO IOS
Antonio do Carino Al me ida Sobrinho.
Joo Evangelista da Silva,
Albino d'Oliveira Campos
Mar. ilio D. Andrada.
dos todas as notas da msica que ouviru, n urna
suprema embriaguez, as palavras chelas de mei- dversas pessoas, entre as quaes citarei o Sr.
guice d'ella, o ruido atordoador do bailetudo
n'uma confusSo terrivel, baralhando-se no cere-
bre n'um concert infernal.
Depois a scena do jardim : ella ao seu lado,
lnguida de amor, a bocea cntreaberta na cx-
pressio eloquente de um beijo, muda e pensati-
va, enlevada e aeria. .
Ilouve um momento em que elle parou victi-
ma de sua illusao e seutiu ento que lagr.mas j
silenciosas desciam lhe pelas faces abaixo.
Manoel Ardo.
IHD1GAGES OTIS
SeaUeos
ODr, Berardo medico e oculista do
o ponto culminante d > seu 'triuinpho, tova o
goberbo-cachet-de un trabalho admiravel,
revelando ainda mais a dualidada de seu t-
lenlo quando disso a Bemarba.
T'arre-'a Raft'rena il selvagio delirio
V farmi pi gaia, pi fulgida ancar
Per te voglio la biouda ma testa
Di i>orpora e d'or !
Alm da-milhares de bouquots, grinaldas, a
tudo quanto V podera imaginar com que se
festejar un boa artista, a Sulli teve em gran-
deinumeros presentes de alto valor lhe foram
offerecidos por commisses, na sua maior par-
COO) ,
ra oa cigotdade da ligara bac, j pp,ira ^ iPm pniistlltorio ru
F-i coa aioftoiar ai-gna qaa n reeatrar naa hoSpiLU redro tem cuuiui.onu.iiu*
cavadaricat o ularoo earallo o olttmo turno, ej(|0 Boin JeSus n- 9.1. andar. Kesidcil
"' cia ra Real da Torre o. 29. telephons
11. c6t>
Dr. S Peretra, ra da Impuratnz n.
6, d consultas medico-cirurgicas todos
os dias das 8 meio dia, manos dcb
domingos e dias santicados-
Dr. Amaro Wanderley, Mudou
consultorio para a ra Duque d Caxi a
n. 74 l. andar, onde d caffloltas de
11 horas, da manli 1 hora da tard,
Residencia Una Direita n- 41
Afogados.
qoe arraatei orecini adato -n^pi'a ama carru>
g-cu o-pH^ueuo P-olo, :>:u! /.alambrado co.
e tose, oa t*o e fcesdola.
Eslava morto por sabir de tu logar, doade
I-na com o petar com qne A 1:0 drixoo o pj-
ri>ii-r> que me i)>teia n:n :.'.- o onoe uaeiti
ado doraato oo*s Boros aobre os car-
v5-s a'doataa i o aa cortod .ale han!.
-i. D-pressa '-'ep'S'S1! urna fa .a d pao
coa) m^nifiga e oma cna du coa asas su
c,.rada ao 8.03100.0 Qa^ o oeiwm, para cu sa-
ber emtim a historia tao ardeotemenie esfe-
A. Sra. B..- qae deo pMa mioe iajpacjeacia,
sorrio-3.
-i- E dizem qoe ae moiheres Bao carlOE88 ex-
claitou ella logo qae flC3tno3 sos.
Major Burlaraaque, que ]4 era pensamento do
Sr. Commendador Lopes Machado collocar-sc na
frente da associaco, deslribuindo a seu bello
prazer os principaes c mesmo todo3 os cargos a
seus socios e tilhos, sendo a gereacia da uzina
ao seu filho Dr. Carlos Machado, todos com
pingues ordenados, sendo elle proprio o encar-
regado da venda do assucar e do alcool.
Isso, porm, nao era tudo ainda : a lo pouco
nao se limitava a ombico gananciosa do Sr.
Commendador Joaquim Lopes Machado, como
mais adiante se ver.
Por esse tempo comegou o Sr. Commendador
Lopes Machado a (requentar a minhacasa com
desusada assiduidade, e muitas vezes a horas
improprias e estando eu em trages raatinaes, j
para augmentar a conanca que cu nelle depo-
stava e j para desenvolver-me os saua planos
de melhoramentos no Ncleo Colonial, e tudo
ainda com um entusiasmo, com urna tal aban-
dancia de argumentago e de segurangas, que
fcilmente illu.diriam qualquer outro que fosee
mais perspicaz ou desconfiado do que cu, quan-
to mais a mim que o auxiliava e protegia chei o
da maior boa f e das memores intencoes !
De urna feita, porm, julgando-me sena duvida
assaz seguro, foi o Sr. Commendador Joaquim
logo o conhecimento do onus que lhe
impoe a demanda ; collocal-o-ha a fren-
te do interesse prejudicado ese resolve-
r pela verdadeira vantagem.
A igualdade perante a le como
sabemos, um dos nossos dogmas polti-
cos ; deve apanhar o individuo onde
quer que elle- se encontr com essa lei
que o amparar era qualquer situaco.
Os litigantes, pois, se devem collocar
em igualdade de meios de sua defesa, de
modo que a forca nao supplante a fra-
queza.
Esse, desidertum teremos, na obriga-
co para ambos os litigantes de. entrar
cada um, em parte igual, com aquella
taxa ; com direito regressivo do vence-
dor sobre o vencido, para rehaver a par-
te com que entrou.
Urna boa dse de prejuizo para os
empregados do foro o tambera devido a
demora ou malogro no recebimento dos
emolumentos que vencem.
Premunilos disso que, nao s fatal,
como voluntar ament acontece e com
alguraa frequencia. parecemos dever
ser um dos cuidados da reforma.
Conseguil-o-ha o novo Reg. se deter-
minar o pagamento da taxa antecipada-
mente, no inicio da causa.
Isso ainda nao urna novidade.
Em nosso direito j temos em deter-
minados casos a seguranca do juizo
que nao em essencia menos do que
aquella pagamento antecipado.
A nica difficuldade pratica tal
exigencia, consistira na impossibilida-
de de satisfazel-a de prorapto, para nao
derimir a defesa as demandas que nao
raro surprebendem as partes.
Essa difficuldade resoluvel ainda
em nosso direito processoal vigente, com
a nanea s custas j exigivel pdo de-
creto "de 1850, ampliado que passe a ser
as condices lembradas.
Estabelecidas e garantidas assim as
taxas e seu pagamento, resta a distri-
buico por entre os funeciooarios, res-
peitando-se as cathegorias desta natii-
reza e extenso do trabalho respec-
tivo.
Para fazel-o j temos precedentes no
foro e ad instar do que se faz com a
distrbuico da porcentagem pala co,
branca do sello da heranca e legados-
divida activa.
Divida-se a taxa de ou para custas em
quotas e estas distribuidas proporcional-
mente entre os funecionarios.
Questionar-se-ha talvez que a divi-
so ser difficil porque o numero de
funecionarios varia com as jurisdieGes
e natureza das causas.
Nao proceder porm a objeceo, se-
Aprigio de Souza Guerra
Ernesto Domicio dos Santos.
Augusto Caldas Brandao.
Jos Adaucto da Costa.
Raymundo V. de Souza.
Manoel Elpidio d'Oliveira-
Ayres Augusto dos Reis.
Manoel Joaquim Baptiata.
M Ra mires
Manoel Pacheco Raposo.
Francisco Hollando- Cavalcante.
Annibal Victorino Silva Guimaraes.
Octavian Figueireio de Menezes
Joas Barretto
Antonio A. S- Fradiqne.
Theotonio Flix de Mello-
Antonio Ferreira Lopes.
Eduardo Barros Mchalo-
Joaquim Pinto Lopes.
Joo de Souza Pontea.
Antonio de Vasconcellos.
Marcelino Jos Baptiata.
Francisco Lopes M Ramos.
Francisco M. Dutra-
Jos Domingues Maia Jnior-
Manoel Jos Sant'Anna Acaujo.
Liberato Flix da Souza.
---------r
GLU6 CU10S liDUS ,
Programma da parte musuml do sarao di
12 docorrente
l. PARTE
GalliGrande //za/ztoJia para duaa flau-
tas B. Raposo a D. Ooata.
CantiDormi amor mi, serenata para
soprano Candida Lyra.
Alf. NapoleoAndante cpolonaisc de
concert para piano Thereza Borgea
Diniz.
FlgerStaiiees para sopraoo Marqua-
za Rici de Paz
VerdiDuetto para tenor e bartono
Dr. Eduardo de Olivcira e Saute-
Athos.
2 PARTE
VerdiAria da Forza del Destino para
tenor Dr. Eduardo de 01vera.
TllOMSimple aven, romance para flau-
ta D. Costa,
BoitoL'altra notte, aria da opera Me-
fistofeleCandida Lyra
THOMAS Grande duetto Jo A mielo
para soprano e bartonoMarqueza
Ricci da Paz e Sante-Athoa.
O director de concartos.
Euclidcs Fonsccii.
A
Tria-
Festa da Santissima
dade
A caismi*e5o aoaixo aasi^aia enca-'*|
11 f-tj, em v:nU do creando coaero de in
que dsoO< a Confraiia. e *-* D00lB'IM
imposstvel s-i dirigir a todos. protaoce *
meio para s.ieotincar aaqoeNeoeee
concorrer pa-a o brilaaolisaao da loota, f
nm remetter sosa eapotulas jpf*^*1
=oa aegoiotei raleo. Maoel <"**
ru do Imperador o. ai> teaoojrwro. aar^et
Joaqom R.raos. o. 40 oa meama rea. ruii'i
peral-i o. I ao ch proralor I
di Hi
Lopes Machado 4 miuha casa, 4 noite, por volta1 gundo pensamos, desde que
uv'daae Saldaaba. oo eolio coaaiMtO.
jaaaistorio da commiMio aos iHo Maio ae
A commmf 4o
Spbaso Lopes Golmaraes
Agustn no Jacome B; ?e>soa.
Manoel Joaqom Raooa.
Costodio Ferreira i 8Uta.
Tbeodoro da Silva Campello.
Antonio Barbo da Fonseca-




a distribu- i ot limos de Oliteira Jaiior-

y- T

D


t
M:
B l$"4-
i-'< IHI^I
ario do Fcr nambnco
\
COSIPAM AM8BIGAN
DE
Seguros mutuos
Contra fogo
KA CAPITAL FEDERAL
Ao publico em geral me
grato manifestar que teo-
do ch?gado da Capital Fe-
deral pelo vapor Oreoo-
ques e tando de fazer co-
nhecer a Co^panhia aue
represento, ponhomeus fr-
vidos disposi^ao do publi-
co, podendo ser procurado
todos os dias teis na ra
Mrquez de Ojiada n. 36,
1. anclar, onde posso dar
exactas ^xplica^oes da Com-
panhia Americana.
Toma-se seariros sobre
movel, immovel predios,
fab.icsp, es tabel ele cimento
ruraes e commerciaes, ou-
troskn brevemente abrir
urna te^gao martima paao
sul norte do Brazil.
Prospectos e inferma^och
dispoaicao do publico.
Tambem declaro que o
Sr. Dantas BasU s foi exo
nerado do cargo de agente
solicitador da Gooopanh a
Americana com dala do 23
de Abril prximo passado.
Declaro mais pne foi pro-
movdo o Sr. Domingo T.
Poces, como ajenie na capi-
tal de S. Paulo, ficando o
lugar des te vago, que tem
porariamente oceuparei
nesta capital e demais En-
trrenos da U< timeoto do propneUrio.
Repetimos que a providencia dote aer seria
po*qoe o mal estar dos habitantes ext-aordi-
narlo. principalmente a noue, e nao ate poneos
oa casos (ataea de febres, que tem apparecoo
depois daU'lna.
Alm disto arvorarato se em poderosos os
procaradores da feliz Compaauia ingiera. Nao
ha qaemtome ama providencia justa.
Aleos habitantes.
Na leco.'Js mas exquisitos extractos
francotes cu ogetes serio igoaes, poroj jamis
supino-es em fragancia a legitima Agaa Florida
de Morray A Laoman, tendo esta, alm disao, a
vaotagem de qce eu perfame refresca, fortifica
e reanima, ao passo aa-- os ja referidos extrac-
tos, por delicados qae s-jam, em regra geral
Irritam semp.-e os ervos e prodazem vagados e
do-es de cabeca.
Assim poia, a Agaa Florida, oo lenco bygle-
nica, oecestaria e elegante, adaptando se ipe
calmete ao uso de todas aquellas pessoas orgs.oisagao sensivel e delicada e de gostos refi-
nado*.
A dorabiljdale de sea exqaisitcar orna tal,
que maitas vezes deoois de lavado o lenco, aio
da subsiste seu soavissimo perfum*. 7

Atteoca
Cuamamoa attenc >o das aotoriades compe-
tentes oara ama iiamandi* que exhala a a fe-
dito borrivel nj neceo do Caj, na mais de cinco
dias.
Acbamos qae deve se' contra a bygieoe.
iOs visinhiRiocnmmOQad'oB.
--------------------------------------,
Dr. Heraulatio Bandeara de Mello
Medico operador e parteiro. D con-
sultas das 11 horas da manh s 2 da tar-
de ra Mrquez de Olinda n. 38, 1. an-
dar. Especialidades: Molestias do sys-
tema nervoso, do tubo gastro intestinal a
de apparelho genito orinario.
----------------e>---------------
Dr. Freitas Guliuares Medico,
Tem o seu consultorio na ra Duque de
Caxias n. 61, 1. andar, onde ser encon-
trado de 11 1 hora da tarde em sua re-
2sidaucia no Cajueiro n. 4. Telephone n.
92
Reconhecemoa a assignatura aapra. Joa
Aogoato Oaorio Bordini. Franoiaoo Ri-
beiro, (Porto Alegre.)
Reconheco as daaa assignataraa d"a
abonadores. Em tsatemanho de verdade,
o tabelliSo interino, JoSo de O.iveira
Vanos, (Porto Alegre.)
E' nico agente e depositario do Peito-
ral de Camba: nest* Estado a Compa-
nhia de Drogas e Productos Ghimicoa.
mete
minar
de suooambir teir! tinca pul- oomo lb oonvier, a b-.m da humar>idade.
De V. 8. oriado e obrigado. Francitco
sl*lg^i /' Io .. *% do, j Joti de BarceUo$, (!. emprendo da Phar-
acia Delgado, raa doa Ourivea n. 31,
no 31 de Jaaeiro.)
RA DUQUE DE CAXIAS N. 72. 1. ANDAR
Venado L,rtul fc C.
TEL..P1INE N. 144
Enderece telegraphico
LoterifiUB
Os pedidos de bdhetes
de tudas as loteras de-
ve m ser dirigidos a
MARTLNS F1UZA C.
Agentes geraes
CASA DI FORTUNA
23Ra 1. da Mrco23
Calxa.do crrelo a. 155.
TelegrammaFf JAI

Dr. Octavio de Freitas Medico,
consultorio ra Larga do Rosario n. 26,
1." andar. Antigo interno dos hospitaes
do Rio, de volta de sua viagem a Europa
d consultas das 12 s 3 horas da.tarde.
Especialidades : febres, molestia de
pulmo e coraco. Encarrega-se de
analyses chimicas das urinas.
Dr. Alfredo Gaspar Medico. Con-
sultorio e residencia ra da Imperatriz
n. 18, Io andar: Operador parteiro tra-
ta com especialidades de molestias dese-
nhoras e creancas. Consultas de 8 s 10
da manh. Chamados (por escripto)
qualquer hora, telephone n. 226
Eageoho Timbo-asan'
Cneeauo ao conheomeoto do abaixo assig
na lo qae algoem eonselna i minba soem a
vend m-o Hlbo, anteo herdeiro neci8ario, vecbo op-
caiar pvitar a veo4a do eogenho, no rjnal po.uo t>em-
feitoriaa no valor de V):0*1 i000, deviitamente
reconbecidas em tentea(a proferida uu qnestao
a que arrajlaram minba seg-a.
Angosto Cenar Andrade:
Eogenho Timb ass. 6 de Abril dp i83i.
ftoooaelhoa.mo o precioso Peitoral de Cum-
iar, e soments Com o aso de doie vidroa
deste inspeicjotissimo medioamento, o^n-
seui curar-me radicalmente, aentindo-me
boj-s forte e po^eodo j eotregar-mc
lidoe de minb teseoda.
Depois dse cano teoho aconaelbado a
muito goate o Peitoral de Cambar, e
todos tea colbido resuh.doa imperUoioa.
Aitoaloienta fas oo de^to preparado
eom muito -pprov-itareeDto, mioh filha
Neubides, que Ucnbecn *e acba aufFrendo
do peito,
Bernardo Jos dos Santos.
(Faeecdairo oo irrito, Rio Gr-nde do
Sui.)
Re.oobejo veHadeira firra* aopra.
Em teatemunho d^ verdade, o oaorivSo de
paz Roldio S. da Gouv- (emto.)
E' anico ageote e cUipsitaro do Paito-
ral de Cambar i.eate tUdo a Compa
nhia de Drogas e Productos Cbimiooa.
H
y
Muito devo agradecer ao
tados.
M
Dr. Antonio Molioari Lau-
rin, nosso muito digno ban-
queiro nos Estados do nor-
te, psla lelicadez i com que
me tem tratado, prova da
muito digna educaban, e ^
dirfetoria agradece since-
ra trente como tem sabido
dar principio a nossas ope-
ra oes.
Igaaimente ficam corfir-
mados toJos o< demiis
age ules apresen tados pelo
nosso banqueiro local, se-
gundo relatorio aprese u-
tado.
Pernamboco, 8 de Maio
O agente gera! inspector,
Paul Boosq-iet.
Dr Arthur Cavalcante Residen-
cia ra da Imperatriz n. 11, 2. andar.
Participa set's clientes e amigos que
mudou seu consultorio para a ra Duque
de Caxias n. 74 1. andar onde ser en
contrado de 1 s 3 horas da tarde horas.
Xuclco Colonial Lacena
O Sr Izidoro Lemos, continua a faltai
a verdade, como jurou falso ns.Jusificafdo
que deu em juizo
Ante a prova material do livro de re-
gistro dos accionistas, de que lhe com-
prei e paguei as ac3es em questo, que
valor podero ter estas outras provas de
juramentos e promessas ?
Por ser empregado da Delegacia de
Trras e Colonisago, nao deixo de ter
urna reputacoj zelar; e pens que no
estou impedido de dar as minhas econo-
mas, o destino que me convier.
Acredito que, se as 2!0 accoes que V
S. diz, serem do Sr Dr. Barata Ges,
fossem realmente, V. S. tilo pratico cpers-
picaz nao seria ingnito a ponto de as
transferir sem urna resalva
Para terminar, confirmo tudo quanto
disse em artigo anterior, por ser a verda-
dade ; e estou prompto para' todas as
provas, menos para as taes justificaces,
porque podem apparecer outros Izidoros
Lemos
Recite, 11 de Maio de 1891.
Lydio Jos de Mello'
---------------------------*";---------------
Maced^nia
Sobre o tmalo da innocenie Uacedonia, di-
lecta filba do Dr. Jo5j Martina de Andrada e
de D. M'.rm Macelo :ia de Andrade, am rami
de flores de saudades.
Tigipi, 12 de Mai3 de 1894.
Francisco Paes.
Ao Exm. Governador do
Estado
Dr. Barreto Sapalo Oculista
Consultorio ruaBaro da Victoria n. 51,
1. andar. Ex-chefe de clnica do Dr.
de Wecker, de volta de sua viagem
Europa, d consultas de 1 s 4 horas da
tarde, excepto nos domingos e dias san-
tificados. Telephone n. 285. Residen-
cia ra Sete debetembro n. 34. Entrada
pela ru& da Saudade n. 26. Telephone
n. 287.
Dr. Aunes Coimdra Clnica Me-
dico Cirnrgica Consultorio, ra Mr-
quez de Olinda n. 56, onde d consultas
uas 11 as 2 horas da tarde. Especiali-
dadesFebres, partos, molestias de se-
nhoras e criancas. Chamados a qual-
quer hora na sua residencia, na ra da
Soledade n. 31, esquina da ra do Atalho
ou no consultorio
---------------^----------------
Dr. Julio Mario Medico liomcopa-
tlia, operador e parteiro, Residencia-Ra
da Imperatriz n. 20, 1." andar. Formado
pela Faculdade do Rio de Janeiro, com
tonga pratica em partos e homeopathia,
no norte doBrazil. Especialidades Alm
da de partos, molestias de mulheres (te-
ro, ovarios) molestias de criancas e mo-
lestias agudas das vias respiratoria e cir-
culatoria.
Attende a chamados para o interior
do Estado-
J da Faina trombela prepara-se
P'ra cantar tao solemne festim;
Ja do Baccho a garganta escancam-sc
E seus filhos se alegram por fin.....
Esperemos um pouco......
------------------ Ti.
Peiloval e Cambar
Cara de tose com esearros de
sangae
Levo no nonhrcitnstit do publico mais
am triampho clcsng*do celo popular re-
medio Peitoral de Cambar, pr*p*rg5o
do Sr. Jos Alv-res de -usa Soure*. de
Pelotas.
H-tria siis anooa que ama tosaae grave
me atormentaba dia e noat*, taseod lti-
mamente deitar j abundantes esearros de
sangae ; os paire oes, com certeza, aeha-
vam-aa affeotados e eu teria infallivel-
ESPARTILHOS DE- SEDA B'.'A.NCA
IilCAtt DE EDA
Cape/las d flores de cera e
ptllica
FINOS LEQUES
GBANDK SOBTIMENTO DB SEDAS
BRANCA*, PBETA8 E PE CORHS
Cortes b ranees bordados
Sachet de teda para camisa
Almof.da tordi.das b ouro e
ea alta relevo
COLCHAS D SEDA g RENDA
CA0.-C-& UP. EJBA
N impossibiiidade de mencio- &
Dar o aoretmento que temos, ati- $i\
3J dimn ,8 e.sraH. ffmilik8 h hoo- "fi*
\i ra de urna visita g
1 Ai Ut\% des filies 1
^ ;3S Ru* do BarSo d- Victoria 4
B TELEPHONE 59 C
Peitoral de Cambar
Prlucipio de uox.\ tuborvalone
Ulan. fcr. J Airir** >ia Souz* Soare
E' con? gr*ude przer que oommuoico.a
V. 8. que, tund estado ha dois meses
eom ama toa-o T'balde, a pooto d- nSo
me doixar corm r tnuitas noite#, oonsultei
diveraoa dioicos deata cidade, os quAs
dis^ram que .u estav com um priaoipio
de tuberculoso.
Farto j4 de tomar diver04 mediaaaieo
toa asm provo'lo leum lembrei-me do toa
Peitoral de Cambar e, f*endo ug* <- 4
vidroa, oreio achr eco ocmpUt^rsele re^
tabelecido, via'o nSo ter mais u>-e rvea
frkr, td., e O" igO Dirl Z*r nao dp^
Atteato ser vardadeira a llrma de Fran-
09C Jo< da B4rcellca. Aotoaio L-mron
co da Silva.
RocoDheco a aaaigoat ra sapra da attea-
Uc3o. Em taatemanho da verdade, o ta-
bellilo Francisco Pereira R'.mos.
E' onioo agenta e depositario do Peito-
ral da Cambr oeste !tado Compaohia
de Drogtta e Piodactca Chimioos.
I A3V0CAHA CSIHE 1
RIBEIRO DA SILVA defende
perante o jury desta capital e nos
das comarcas margem das vias-
ferreas.
e;*
Pode ser procurado Travessa
da Congregac;i LIVRARIA
Cura de ferdas
Foi coro uso do Elixir M. Eorat*;
quo curei-me de iirn-a feririiw Oo m-o cr.-
r*oi4>r qu iie muito uiropo, eem pc-d*{
e'nter mihor>a cota mitos aisdiaKtctaj
que tomei. H} ijchjji wi gVMea d-
our-t'voElixir U. Mor ato pr.pagAdo
lor D. >i*rlo, eatoa com^letameata b.un.
Maniota publicar esto p-ira him da hu-
OMwtidsde,
Araras.
F. de Andrade Cos*.
Ageotej em Pernambii.) : A '.'ouifi
nhia da DrogsS, roa Manques da IibJ*
o .23.
Isa
de Peraaar
Dr. Joo Kan;
Especialista em
re Medico operador.
molestias da bocea.
Residencia ra do Baro da Victoria
n. 3, 1. andar, onde d consulta todos
os dias uteis de meio da s 2 horas da
tarde. Attende a chamados a qualquer
hora do dia ou da noite, para dentro ou
fora da cidade. Telephone n. ..
Dr. Carueiro LcoMedico parteiro,
consultorio t residencia ra do Livra-
mento n. 31, 1. e 2. andares.
Consultas de 11 s 2. Chamados a
qualquer hora. Telephone n. 3^5.
Especialidades: febres, partos e moles-
tias de criancas.
Dr. Bastos de OlveiraMedico e
parteiro, consultorio ra do Mrquez de
Olinda antiga da Cadeia do Recife n. 18
I." andar. De volta de sua viagem da
Europa onde visitn os principaes hospi-
taes de Paris avisa seus clientes e ami-
gos que contina dar consultas de 1 s
3 horas da tarde. Recebe chamados
qualquer hora em sua residencia na Es-
trada dos Afflitos n. 32 B. Telephone n.
365.

lerelal
hmim
30TA.C&U mcill DA JO NT A DOS COB-
ESTOE8
Pvaea do Rstifi, 11 de 'Aa 'o de 189i.
Na Bolsa offerec.e-am vender :
96 Or:gac'">e8 da Comoanhia Perninnocaae
do valor de 2001 joros oe 6 /o ao par
O presdeme.
Angosto Pioto de Leaos.
O fecretario.
Antelo Lsooaro Rodrigase.
(arabia
BRACA DO BXCIPS
Os Bancos abrlrsm hoja suas operacOes
a 9
9/16 sobre LoDdrr-s a 90 aias.coastaodo algomas
traacges a 95/8, FecQaodo o mercado a pri-
meira laza comeDie.
Em papel pani.alar oSo ccastoa negocio.
iPo Para o agricultor
ASSUCAR
>nUil98dO......t 8 l
ramas por 15 kileg. a 6*500
draoco dem dem .... 3/8 W a 54600
Someoos, idemdem. 3--60 a 34900
ascavado dem dem 2i8.<0 a 300U
Qrato dem dem.....nao boave
Srato melado......2M0O a 2/500
Vame idem dem .... 24C00 a 2*2 > *
Algodtr
NSo coobtoa neeocio.
Meool
?or ipa de 30 litro* 320000
Asnard^ae
Por pipa de 480 litros 190*900
Conrot
9ccos salgados na base de 12 kloe a 800 r'
toattaai.
Verdes a 485 reis.
Caraanbi
Cota-se de 125 a 20*000 por 15 kilos vendas.
PHel
oanos nomina! a 901000 por pipa.
TABELLA DAS ENTBAOA8 DE ASSCAB S AL-
GoDAO '
Mez de Maio
Piassava 11 fardjs a M. S. Franco, 2i a L. P
SFHivaa
Pelle< 127 fardos a 4'vr'os.
Salitre 4 b^'-ina a A. Silva e C.nii.
T*manco8 35 farda ordem, 17 a C)sta Ll i
e CjQp.
BKcin. 11 o* ii.io di 894
tara o extertor.
Ni barca nora Nev/-Y"'K. carregaram :
B. Williams 4 C. 1.967 8JCC0 c. >r- 198,789
kilos'i" asquear masravado.
No vapor infiel .Siriuf., p*ra N-w-York.
carrearan! :
D. Ginveia, 100 fardos com 30,070 pelles da
cabra e 25 ditos rom 10,000 ditas de caroeiro.
Srnesi Kibu. 70 .nus com 21 000 pelles de
cah-a e 10 ditos coa 2,000 d.taa d* carn'iro
G. de Hattos Irmao, 21 UriiO* com 6,010 pelles
de calrd e 5 diu* com (.000 d.u* dj caraeiro e
40 8e cera vrge'kl.
rio vapo- inglet Jeilmaodole. para Liver-
pool, carreg^ram :
J. Pater & J.. 5,000 wsoofl com 375,000 Kilos
de ca'ocos c aleooa".
N* barc ooroeaeose Alexand.-a, ht
L'vsrpo. I, carreearara :
H. Forster 4 C- 350 saceos com 17,51.0 kilos
de carocos de algodo.
Para o inerwr
fanoei Cardoso J^aor
A* 'Mitu mi da uisrna junta de hYgieoe no rtio
4a Janeiro.
i*lfi ICIizir ii' oooposttjBO toda ve^'et'l pre-
ptraao tranco z# rw%A pnarmacatic^H, acn-
etaatsa pelo ta!or.:. OBOdernes t le recoi.be-
fiua caaacidade soeotiliea i^aio no pas como
a^ *"raeiro.
Erte Eluir e o producto nao so .o raude es
Uio 43s atibes payaiolaeicaM da* tmosuttii
ano UuuD#m (ai'ioloiiioai.como Umbem o re-
iiu ca^ de foi,-res fe f/o.m p^ioatre.
A appJicacio ueste Elixi- na granan epiprnina
d bezigas de 1890 a (SH mais ema tea oe
uoosiroa.a soa eficacia ; pois no or'.acip'odo
priase-ros ymptomas a bexiga aborta, e rnen
u*'i.'-i- adiactr.do? a r-".:.-. pc ca feoril vulgar praseataadu pequ^'wis to
a>Aa& aapp*recac sem todavu iipre'seatar recriOi de
(KrtgO.
0a AUtltO'Uesiados Babbcaito ao O.aMo Pra*jobBco e*Gate *a Tarde prov tteeaM*.
Mms casos de fdbre aiareila 0 effeuo e admi-
rcJ, tk>t que aesia cidac:',o e no do Rio j
Jaoairo pouco recelo cam* a fcb'e amrella.
mcmo staado o doeote com vomito preto e
^M^ '
M. A. dnSHj4C, 44 narncas co>d 2,200
kilo* a* i'ia- rrtiaad, (.* diUs om 1 <00
anas da kiis tranco e 4 uitas com 260 ditos de
cito ma8ti*ra.to.
- B. P. dos Santo., 5 bar. I com 300 litros de
mal
ara Musor ca-regs.-am :
P. rvaioo A C. 8 caixa; com 176 kilon de
Mt>ao, 3 ie .j-iiieDr, 1 Da'-
ni' eom 60 kilot > AtUKMf braoco e 1 Barril
com 40 uros vgu..ribete.
Pa-a 4rae>iy, earrecoe !
J. Cardojo, 3 pipis coa 1.4(0 litros de aguar
dente.
NuhiateD. Antonia, pare A'acaiy, car-
tegaram :
M. A. i* Sena 4 C, 10 birrias com 550 k.los
de asiucar braaco
J. Cerdoso, 40 caix.s e 10 ^arraroes com 48u
litros ae geaeora, 5 cana coa VJ itjs de licor
u 100 ditas com 80 ditos -o i.i^o So biate Bom Jesu;-, para Macio. carre
garam:
. C. BaltrSo & Ira 7 barricas eos 630
kilos de a-cucar relinaoo.
J. Caraoso, 1 barril com 90 litros de vinagre
Nj buta Correio Parablbaa, para Para-
bioa, carretn :
.'. Soasa, 50 caixas com 1,150 kilos de soaj
e 20 litas com 100 ditos de vciUs.
ateadmoagas p-j^M*
KM DB M.VIO DI ldi
faogulneoaestea altimo* periodo* entlo M-
'V.ai* 8Pp,lcCao em alta dow, detaresaaae
a tallbea aonexa ^
Este Elixir ji conhecdo do pablico e de aa
ande ^rimero de d gnos mdicos acream'a f
par comoater os lifTereotea mcommodo to-ati
s elle. de carcter feb-il. ---------l^*'
for moito tempo tivemos oecasiao de aa*r at
pplicacao *oas tebr-a erysipellosas e co a t*o
iom resaltado qae Cc?t tos eflea.
Pala pratica rbpgarnos c coo!xwer tea ao*
taqaeit de feo^e erys p*>liujt -,-\ eryaipeiia coaw
grampote se diz uv. saino o oso Oe 10 ata*
do Elixir.
Nos grande* lRcomm>.los das fenbsrsi meiit-
raaco. (fravidea e nos usos de parto cara fe-
O'-e o de om r3-ui:ado t ce to e separo e
oo de appicar o Ki-xir aem mssmo em d o?*|i
aporiores as indicadas oa tabella ora.
Pedimos sos digciRsicos medico* aoe "1se;a-
em fazer aso desio Elixir em sua ctjt,,,* im'tt
SQieitcrem a nr-asa prescipcao, mas sin faier a
bplicacSo a ba.-mooia com oa casos qne deser
a rem comoater, i,-ios de que o a>s-ilcat]j. e
' comii--BHo innocetittt ;ara orcOiimo ^c
m-i frgil jue aein.
Oodo de. oaar
A's criancai at<* um aooo g(wta<> 2 em I.-
boros em urna colner das to pa enca d ogo:o
lr(a.
De arj anao a tres ir jcitaa.
Da 3 a to mdcos em dtaate, 40 gctUs ""c.
Estas dosd d:rrem sem pre ser a&l'!a4M a
agoa fra.
DepoiKaa
Companbta :- Drogas e Prodnc.c "tiio.coa
Re.^'f. ra i N-oiooal Pba-oae:a, rji Li-;i -ti rti'i-i"
Pbarmacia C'neatai, na Ictiatta tfl '<. r!a
o. 3
Pnarmacia Aifre-o .Ferreira, roa c: Harij !
'Atona n. (4.
Poarmacta Uartin, ra Dacues de CsiMU i.
83.
Pnarmacia Riheiro A praca V-icil PWtMBro 22.
Pnarjiacia Vtetariaae c.r Lua i^oaco de *a-
dradf. Lma, cmade do Vic'ori
Para to*lM4l lataraucle pera a'Jiailllia .
tutor na roa do Roaano Rsireia n- t7.
Oe dohmm f-.s.:os so cjtiadradc8 5 iom /o-
a. N'n.T> lado teejn grvalo 'rlixir aow-fccril
do ontroMsooel Paritoan 11 nai iaiia aa-
j os procrei-tos sio asaraados oor Seioei
PHOSPHATINA FALIRES. Ate as:: :::i
Bam
co da olsa
Em virtude de dalibaraffci da Assem-
bla geral ordinaria, sao coavidados accionistas deste Banco .^ reunir-se eni
assemblca geral ilfliliHiliaia. na prxi-
ma seprundi feira 14 do correntf, ao mim*
dia, atiiu de tract.ir-se da Lqnifbelo do
Banco.
Recife, 9 de \'ao de 1894.
P. J. Pinto.
Director gerente.
Fallencia de Me'lo Biset
Oj yndicos to mas^a fallida de L'j'z a G-rca
Randcira dn Mello Bieet 1 onvidaai o* credore
della a anrefe 'veo os litlo! oos en rruji-
los ao advocado da m>s?a. roa Dnqae de C.'xiaa
n. 56, i' aorta', arim de rormolar-i. a lista credhoe, noeeaaar'a a .classiricacao resnectivs :
isto aic 12 do correte.
ADYOGABO
Pedro Pernaaibuco advoga nes Joia.a
do civil o do commtrcio.
Podo aer orooiT-do do seu escriptorio
Praga de i7 o. 79.
5 earp.-ia core galiinbas a 500 rs. 2*500
3 nssoaes com Kzllinbas a 300 rs 900
t 8 cargas con milbo verJe a 300 rs. 2400
4 carcas com arueadoim a 300 ra. .loo
1 carea com mac^cneiras a 30ft ri. 30t>
2 carcas com gen mam a 300 rs. 600
1 carea eom canna a 3 2 carga cote laranas a 300 rs. Ui
1 carcas com trocas a '/.ti rs. 300
21 carta* com farinna a 0 .*. i03
8 careas com mho secco a 200 r. <*600
3 cargas com fejo a 2(10 rs. M>
68 loeai^s a 200 re. 13460)1
16 sainos a 200 rs. ;:100
11 comp. com suirieiros a ti 11*000
8 comp. coc scineiros a 700 rs. ;.6O0
t comp. com fressaras a 600 rs. 54400
34 comp. com comidas a 700 rs. 234800
55 como. coa. fatenda a 600 rs. 33M0G
49 cooji>. coru verduras a .VO ra. 14*1700
75 rxro.i. coa farntia a 400 rs. :'.U000
41 *a,;. com litios a 24 824000
ReadlmentcB do da a 9
2664000
2.371*700
En.radaa
Pedimos aos dignos flseaes dos engenh03 cec-
traes e inspector da bygiene qae laacsm saa 1
vistas pora os depsitos de Calda aa Usina Tie-
rna.
Ambos esses fanccionarlos pblicos enmprirao
am dever, visitando a dita Usina, as circam-
Yisiubaacas da qaal existen maitas casas, cajos
habitantes deleitam-se coa) o odor > de laes
residuos, etomamo proviiencii serla contra
semelbame f:o de pestes.
O Sr. Fiscal sabe de viata e de olpbato, e o Sr. _
Inspector por ama representacSo de habitanies a_a
deS. Lonreuco cootra o abaso de Ber a calda .
despejada na aio Capiba-ibe semoreqoe preci-1 BmiS e '
iam de esvaslarem os ues deposito?, teitoa* Cidade, (S
Peitoral de Cambar
Cara toase desesperadora
Illm. Sr. J. A. de Sjuzh Soares. Pe-
lotes. Seado atacada minha esposa de
ama tos e deseapendora e de carcter
grave, laocei mSo de diveraoa preparados
em resaltado al um j tendo, porem, 00-
9a.'CagaB.....
Vapores......
Aoimaes.....
atrada de Ferro Central,
dem de S. Francisco .
dem de Limoeiro. .
oomma
Dias
i a 10
1 a 10
1 a 9
1 a 9
a 9
I r 8
Assii-
car
Saceos
14281
1697
3741
17062
2504
39205
Aigo-
dao
Saccas
1077
250
83
647
540
122
38 K
por meio de ex'ensss esca?icfies do cbaa 4os (do Sal.)
ohecimeoto das curas re alisadas pelo Pei-
toral de Cambar, raa^dei immediatameate
comprar doas frascos deste preparado e
logo com o primeiro se manifestaran! aa
melhoris e oom o sagundo vi-a completa*
mente reatabelecia.
Qaeira, pois, acceitar a exprselo do
mea proiando reconhecimento, podendo
o nao que lhe oonvier Ds V. S.
amigo e criado obrigade. Israel Antonio
erros de Taqnary, Rio Grande
imporiaeo
Porlos do sai, vapor nacional Jicobype, eo-
Irado em 6 do correte, consignado Companbis
PernambacaDa, maoifegtoo :'
Algodo 256 eeccis a Raymanio Seixas e
Comp.
Arroz de casca 350 saceos a ordem.
Amostras 3 volemes i ordem.
Gooros 439 i ordem.
Caf 92 saceos ordem.
Famo 36 fardos ordem, 25) volames a Aze
vedo e Comp.
Fio 50 saceos a C Fernandos e ComD.
Ferragens 1 barrica a P. Vlaana e Comp.
Farello 300 saces a Ferreira Rodrigues e
Comp.
Macteiga 16 caixas aos mesmos.
Mercadorlas 6 volomes a Olveira Basts e
Comp, 14 a Affons Man e C.
No Yapo- inglez DeLtnbrc, psra Santo?,
carreearam :
S. Guimaraes k C. 50 barricas com 4,500
kilos de asaccar refina o, 950 secos com 37 U30
bulos de assocar branco e 80 ditos com 51,000
ditos oe alto icascavatD, 2z5 barra cooi 20,250
litros de agurdeme.
M. S. fthia, 244 saceos com 14,650 kilos de
asaocar braaco e 20 pipas com 9 i00 ntrjs de
alcool. **
Baria & C, 1.000 siccos cote 0.000 kilos de
assacar mascavado.
Companiide E:iv:, 1,950 saceos com 11,700
kilos de asracar b'cnco e 300 ditos com 18 00
ditos de dito masca vado.
F. Lemos C, 100 latas com oleo vegetal.
No vapor ustnao He'.ios, para Rio de
Jmeiro, carreearam :
8 Gnimarae3 C, 30 pjpaa coai 15,0 0 litros
de alcool, 25 pipes e 50 barris com 16,250 ditos
de agurrdente.
B. Williams & C, 50 saccas com 4,430 kilos
de algodo.
No vapor r.glez L. P/Inc, para Rio e
Jaaei-o, carreearam :
A. Ctiaoce & C, 700 saceos rom 42 00) kilos
de assacar braceo e 200 ditos com 12 000 ailos
de dito rxascava.io.
C Pessoa, 790 saceos com 47,400 kilos de
asucar branco e 519 ditoc ccu. 31,140 ditos de
dito mascavada.
M. Gartoio, 40 pipas com 18,800 IKros de
agurdeme.
Nj lugar diaamarquz tE.isabelb, para
Rio Grande do Sal, carregaram :
Amorim Irmos & C., 200 saceos com 15.C03
kilos de 8SQcar branco.
Na barca Norueguense Stanley, para
Paranagu, carregaram':
Beltro & Monten o, 100 3?.ccos com 6,000 kilos
d assacar mascavauo.
No vapor nacional S. Fran.isco, para
Penedo, f arreeoo :
i. Sooza. 325 cjxss coai 7,495 kilos de sab&o
Fara Marom. carreeoa :
J. Souza, 80 caixas com 1,840 kilo* de sabo.
No vapor nacional Jacnbipe, para Ceara,
carregaram :
E. C Beltrao & Irmo, 30 barricas com 1,800
icios te ssuear retinado e 50 ditos com 3,750
di:os de dito branco.
I. M. Moreira, 100 barricas com 600 kilos de
assacar retinado e 44 ditas com 4,840 ditos de
dio branco.
I. Salgaeiral de assacar retinado e 20 saceos com 1,500 ditos
de dito masca vado.
J. Dediel, 20 barricas com 900 kilos de as3ti
ca branco*
i. Alves 4C, 10 barricas com 1.033 kilos del
assacar branco e 10 ditas com 1,08a ditos de
ditt mascivado.
(tanda areral
Oo da 1 a 10
ldam ds II
Aifandeg i
175:343*895
61:0.7.253
Procos do da :
Carne verde de 300 a 900 rs. o kilo.
Sainos de 900 a IJ idem.
Caroeiro de tJOOO a U200 idem.
Fanoba de 600 a 700 rs. a caa
Milho de 500 a 600 r. a cois.
Peiio dp 2J00; a 34500 a -.ala.
Xarqoe 900 rs. kilo.
2.637*700
Renda o Rcuec
Oo di. l a 10
: dt 11
59:841*833
20:7634535
Scmma toul
236.3 JU18
90:608/508
326:999689
*asda zz--j da Alaade^a .^- Pernambaco,
ti da Maio de 1SP4 -
Crcbeffc
J. Goocalvej da Silv?.
tSesocreiro,
La:s Kanoel Rcdngaea Valenja.
ECSBEDOillA DO ESTADO
Do dta 1 a dem de 10 11 35.6634075 2:213*00
37:8J64675
~"~-------
E< IFS DRAINAG&
De da 1 a dem da 10 11 4:3392C4 4
4-3394204
"loviii-s-uo do poro
Navios sabidos no mesmo dia
Cear e escala- Vapor nacional Jjcobype,
comnandante Alfredo Mjnteiro, caiga varioi
gneros.
AraeatyHyate nacional D. Antonia.: mestre
Manuel Gusiavj Moreira, carga .varios ene-
ros.
Alta marVapor iuglez Norsemsn, comman
dante Lacy, carga tios telegrapbicos.
Observagao
Nao bouve entradas.
unletpal de H. Jum
deste mercado no dia 10 de
terrado
O movimento
Maio foi o aegainte : Entraen.
36 bois pesando 7,0(1 kilos.
465 kilos de peixe a 20 rs.
7 compart. com mariscos a 100 rs.
5 ditos com camarOes ? 100 rs
31 colamnas a 800 rs.
94300
4700
4500
1S460G
Navios esprale:
Do Pono
Palbabote por:cgnez Ratonto.
De Pelotas
Patacho alleojao Acliv.
Palaibo noruega-ase tfarie.
Patacho all-m-'.o Harald.
Patacno laglt-z Ai toa*.
Barca noruega Si.
Lugar Inglez Aurora.
Patacho hoaadez AHen-*.
Patacbo portogi Lagar porto^cer Mrinbo VII
De Hamborg')
Patecbo aliemSo Triua.
De Lirerpiol
Barca inglesa Liiiai:
De Cardifl
Barca noruega Osmoad.
Barca ooroega Protecto".
Barca noruegnense Spekulation.
Barca noruega Brillan!.
De Tabie B.y
Laar iaglez Albatross.
Oe MiddIe3broogb
Birca iDgleza Ea'lrjmtie.
vapores a entrar
Mes de Maio
Sirias, do So', boje.
Sorata, do so1, hoje.
Lissabcc, do tal, hcje.
Tamar, do sol, baja.
Pe'otas, do Sul, a 13.
Macaos, do Nor'e s 13.
Camela, do Norte. a 13.
Santelmo, do Sol, a .
Ediclor, de Liverpool, a 15.
Villa de Rosan;.-, da Etropa, a 16.
Clyde, da Europa, a 16.
Manitoba, do Sol, a 16.
Paragoass, ia Eorcpa, a 18.
Vapores a saaJ*
Mee de Maie
Nevr York, Si-ias. boje, s 3 horas.
Plymcutn e esc So.*-u, boje, aa 12 horas.
Sootbampton e esc, Tai ar, boje, aa t Horas.
Santos eeac, H-lio. 13, as 3 oras.
Saoto. e escala. Helios, 13, s 2 horas.
Rio e esc, M.ojs, 14, as 4 oras.
Pcrto Alegre e esc,, ^omeu 14, 4a3 horas.
Porto Aleare e es-. Santelmo, 16 s 4 bara.
Baenos Ayres. C:yle, 16, s 2 boraa.
Santos esc, Vil'e de R>Btrlo, 18 aa > bstaa.
Santos e esc, Paragusso, 20 as 4 Doras.
I
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t
i
sa
:* Ht^**-
Diario d Pernambuco Sabbado 1% lo Malo de 1 D4
A.o publico
D. Ismenia A. de Mattos Lima, faz
scient8 a quam interessar possa que as
bemfeitorias existentes no engenho Timb
Ass e pertencentes ao Sr. Augusto Cazar
do Andrade estao sugeitas a urna exacu-
clo superior a 4 0OOS000 como se v da
cartido abaixo.
Recife, 7 da Maio de '894
ismenia A. de Mattos Lima .
Jos Genuino Ferreira 2 tabellio do
publico judie ale notas,escr.viio do civel
commercio privativo das execucoesjury
e execuyao criminaos do municipio da
Ipojuca, em virtuda da le etc.
Certifico, que a pedido de D [smenia
A. de Mattos Lima em meu cartorio corre
urna execucoes contra Augusto Cezar de
Andrade e que foi arrematada pela mesma
D- Ismenia A. de Mattos Lima de cuja
arrematado pande embargos o qual est
sendo discutido e que a execucb de
valor superior a 4:000S0OJ alera das juros
e custas. Dou f.
Villa de Nossa Senhora d'O de Ipojuca,
5 do Mao da 1894
y os Genuino Ferreira.
Es: rada de Ferro Sol de Per-
BdAklco
De ordem do Sr. director engetiheiro
em chefe, taco publico que no dia 13 de
Maio ser provisoriamente inaugurado o
trafego do ramal de Glycerio a Unio,
ligando este ao estado de Alagoas.
Haver, a partir do dia 16, trens mix-
tos duas vezespor semana, aos Domingos
e quartas-feiras, para os quaes regula-
rar o horario abaixo.
O transporte de passageiros, baga-
gens, encommendas e animaes ser feito
distinctamente em cada 'urna das estra-
das (Alagoas Railway e esta) at que de-
finitivamente se effectue o contracto de
trafego mutuo.
O transporte de mercadorias em geral,
ser effectaudo directamente de qualquer
estaco d'esta Estrada para qualquer ou-
tra da Alagoas Railway e vice-versa.
As mercadorias que se destinarera s
pracas do Recife e Macei, podero ser
despachadas com frete pago ou a pagar,
na conformidade das instruccoes regula-
mentares e tarifas em vigor, aquellas,
porm, que forem remettidas das capi-
pitaes para o interior pagaro o respecti-
vo freie no acto do despacho, com exce-
pcSo das mercadorias que se destinarem
s estac.oes intermedias, cujo frete ser
pago at a ultima estaco da estrada
que o effectuar, seguindo a pagar at a
estaco de destino da outra Estrada, que
cobrar o frete devido.
Todos os esclarecmentos de que care-
cerem os interessados sero m nistrados
, pelos respectivos agentes as estacos
das capitacs (Recife e Maceil e em todas
as outras no interior.
Palmare 4 de Maio de 1894.
O Secretario-
y os da Cunha Liberato de Mattos.
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1 a 0> o
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3 1 2 o CP i> c c -3 ra 03
--'/, "'
Edital
Agna encharcada
Da ordem do Sr. Dr. Pr-te tj do mu-
n'Oipio do Raaifn intimo ts proprieUriot
de terrenos Ugadoe, constantes d rela-
fSo iofra, a eigotal-ow deatro do praso de
15 dias, aob as peons da lai:
Ra de Car doto A /res
JoAo Rodrigues P-srer, Gildino Joa
Burity e 6. Sopfat de tal.
Tmvessa da Attrce$ao
Elaaterio W* derl-y, Gandid* 0:ympia
SiBj8?8 e Bernardo Gomes de Seoaa.
Ra do Princ'pe
O* proprietanoa dos predios de ns. 4 a
22.
Segunda Traversa do Principe
Bernsrdico Ignacio GannarSes.
Fiscalisac&o do 2. distrioto da Fregae
eia da Boa-Vista, 11 de Maio de 894.
0 Fucal,
Joao BaptUta da Resurgao.
De crd-m do Exm. Sr. Dr. Jos Jando Recoeirs
Pinto ae Sjos<, pceeldeme o Tribuoal uo
Jnry etc.
Fco raber a todoa o Sra. OoKia> 8 de Jast ca
que irabalbain no ctme, qae anaoba doxe ao
corrpnle as II horas do da deteai comparecer
no Tnhanai do Ju-y ante o megtnj Jaiz, sob pe-
na e deaoLediencia.
E para cootar lavr-i O presanta.
Recttr, 11 de M^j rino do Jury, Jos Jj-qix' D a< do R t;j.
PUADO
UCANO

mmasm m n:
QUE SE REAL1SARA' NO
5ECLMC0ES
Alfandega de Pernambuco
Concurso de primeira e segunda en
traccia
De ordem do Illra. Sr. Dr. inspector degia re
panicao e em coanprirDPn.o d* circaiar da fa
zenda n. 64 ce 30 de Deumbro prximo rindo,
ca marcado o praso de 60 oas, a cuctar desta
dala, para a iui qaizerem bablt-ir, para os empre^os de 'ateQ-
da de f e entraucia, co concomo a que se
vai proceder neata mesma rep*rtigo. a romee-r
fie 9 boras da macha doaia 12 de Maio o-oximo
viiiiiouro, de conformidade com o decreto n.
4.654 de 12 de Jaoelro d-\-te anoo, cujjs ani-
goa 2o e 3* Jisroem o eezoime :
As malinas do concorao para .os lepares Je
pnmeira ect-ancia serio:
Grammatica da lingoa oaciousl (irtio^-apb'.,
auaiyoe e redac^ao);
Grammatica uas lioau.-.a franceza e Ingleza
(lelinra, tradoeco e anaiy-):
A'itnmeiioa e soas appnca^ ia ao commercio
e as reparucVs de fateada ;
Aig-bra a t-qaa^O-a do aeganda ero :
EacripioracAo mercanul por paniias dobra-
dat.
A materias do codcono para empregoa de
segunda eniraniia ferao:
LeitilcSo de faznda ;
Pratics ue tepatliao;
O exame se fM iie acc-i'do com as disposi-
c6es applicaveie da ci'CoUr o. 40 d 28 de Ja-
."-.ho de 1890 e o qceetionano publicado p^lo
Th- sou.ro com a daia de 2 de Seiembro do mes-
mo aono.
Dispoe mala o referido decreto o secuinte :
Art. 4* Os candidatos a empregos de primal
ra eniraQci~, qae qa'zerem g-zar vantagem
Indicada do a-tigo 45 da r.o.nsolirtacio das leis
das altan legas, deverao pre.-tar lambem prjva
plena de qne sabem :
1* fallar correctamente p"lo menos as linenas
franceza e ingteza;
2* atenoroetna. areometria, theoria p'aii.'adoa
meibodos e nso dos laetromemos modernos de
arqaeacao de navios.
Kome*

Pello*

Na tur e
lid. s
*

Cor da Proprlolarlo*

1.* PareoConaoSat^fioI.COO metroa Aoimaea de Pernambaco que nao lenham emba
nrprnlna nna orada nn R-cif- (nnlinnn nn nftr, vir.taria Prem'n.4 : fllUOO
premio nog t-'ud ao !. 50*000 ao 2.' e 25*000 ao 3.
Prem-os: 250*000
Aqoidabaa 2<
Ebs.......
Osman .....
Ga-6;o......
.Narciso......
Bodsdo ..... Pernamb.. 54
i^aatanho ... 54
r\ur. ultiad a ;i
Pedrez...... m 54
Gastaoo ... m 54
Amarello e roxo. .
Encaro, e preto...
i*r'0 e nocaroaio.
Ooro e pret......
VI S. Bitof.
i. G de Medeiros.
;. V. do Bio Branco.
Cood.Fratcroidade.
Good. Estanuia.
2. PareoPernambuco1.150 mtrns_Apima-a d* Penambnco. Premios : 300*000
ao i 60*0(0 ao 2. e 30*000 ao 3.
PIoISp.....
HirouU'lle.
Hagu--DOt..
Pyrilampo
Dublim-----
Roda lo...
listanbo
Preto.....
TordiTho.
Rodado...
3ernamb.
5
52
5
54
SI
Verde e amarello.
Ama-ello o roxo.
Rosa e preto.
rve-o e Oaro.
Cood. Nerondio.
H. Cavalcsote.
H. r.amros.
A. Silva
Azeveoo & C.
PareoSportmas1.100 antros Animaes do P.vnamhnco. Premioa: 20JOOU so
1., 50*000 ao !. e 2-5*C-00 ao 3.
Phiisea....
Pbiloinomo..
Beija-flr 2.'
l Vingador....
Gastanho.
Rodado...
Pernamb.. 52
52
w-
52
Rosa e azul.......... M. Pereira.
V-rde e rosa........ J. Furtado.
G. Ab-^o.
Encarn. e booet pre o. Goad. 1. de Jacho.
4 PareoAninmc*o 1.2CO metros Anima* d<* Pornamburo. Premios: 250*000 ao
1. 50*000 ao 2*. e 25*000 ao 3.
Secretaria Ja InatracjSo Publica do Es-
tado di Pernambaco, 19 de Abril de
1S94.
EDITAL N. 27
De ordena dj Dr. Inspector G-*ral da
Ios't!aceito publica e em virtade repre*
Bentacaj qne !*>: fot presente pelo Dr.
R?gedor do Oymcasio Pernamb-jcano,
oham*')'1 pr< cf t desee eatUbelasimento
.-, da fjarneiro de Sonta Ban-
dir.j ( in livoe pelos q'.is nao tem se
>.pv.,.,r. ,,i\ &d!a de ScJ^tioina N-taraes
dzd, o di 10 de Catabro de 1890, data
era que Ibe toi concedida listnca p mar parte nos tr^balhoa do Congreaao Fe-
deral, 8em qae, entretanto e dorante as
ferias do mesiao C>ngre8so tie8e allegn-
do qaalquer motivo que jastifcaese a aaa
aMaeia.
Na forma, pois, do art. 197 2. de
R?gu!amecto vigent da Instrcccao Publica
e de ordem, como ]& tcou dito do Dr- Ins-
pector Geral da Ic8trncc.ao Publica, tica o
referido profesaor intimado ptru no alia
dido praao do 30 dias apresentar as anas
allegaos.
O mencionado praso correr do dcimo
quieto di* da publicsc&o do presente edi-
ta! aob pena de procederse a aaa reve-
lia, de accordo com o 1\ do citado ar
tigo.
O secretario,
BaehMel Pergantino Saraiva de Araujo
GahcLo
Art. 10. Para que sejam aimtiiios ao exi-
me de P'io eir eotrincia, o* candidatos orova
rao p-raote a commissao :
Ia qae tem mais de 18 aoaos de idade e me-
no* de 25 ;
2- qae sSo de bom proceditnento conprindo
commisso e particaUrmeme ao sea nresi
dente exame mnlio escupnloso a respeilo da
arca probante do* documenloa sob pena de ef-
feciiva respoosabilidade pela falta de veraeldade
deque porventa'a esiejam loq iiuadoa.
Do mesmo modo. pa'a a macripcao do coo-
ru-sj de segaada eot-socia, os caudidalos deve-
rao presentar I commisso:
1- ciTiidao das notas qoe tiverem no ponto
de 8a reparticao;
2- attesiado Jo competente ebrfe sobre a su
apddao para o eervico publico.
Art. II. O concorto a^ra feito em dias con-
secutivos, das 9 ho as da maoha s 3 da tarue.
sjIvj molestia de algom memb'O da commisso
oo oxamioador.
T'*caira seccao da Alfsndega de Ptrnamboco,
12 de Marco de 1894.
O chile,
Loix Prederico Codeceira,
Companhia
DE
Tecidos Pau8;a
Gbamada do capital social
Sao convidados os senborea snbscripiores de
accOes tara o augmente do capital social a rea-
i'Earem ai o dia 20 do crreme, no eacriptorio
provisorio, roa do Bom Jess o. 1, pavimeo'o
terreo, a primeira prestacao das acres tubs-
cnptaa a razao de 30 0/o ou 60*000 porcada
. CC'O.
Kecife, 5 da Uaio de 1894.
Jos A. Saraiva Jnior.
COMPANHIA
DE
Servidos Martimos de
Peroambuco
Da ordem da directora convido os Srs poa-
sr.iaorea de obneagea preferenciaes eaia Cwn-
pnnnia a virem ao escnpiorio da nmpanrua,
(Caea da Comranbia Parnaaibucan) ell^ciu>r a
' substitcico dos respeciivoa sJdIox por oui,oj
em qne ss acham preeocbidaa ns f\>'malidade*
exigidas pelo decreto le!i-.lt;vo n. 177 A ce lo
de Stembro do anno Ando, como determina o
art. 7 do mesmo decreto.
Reci.-, 5 de Maio i* 1894.
Dr. Maeo*l Portella Jacior,
Secretario.
S R. J.
Sociedade Recreativa
Javcntude
Baile (em homenagem ao consocio beacmerifo
Mano I Caetaoo, em 12 de M.io,
Convites para e^te baile em mo ao secretario,
lngressos em mo do tbesou'eira da com-
mi*sao.
Sa a ns Ffs-Ces da ermmis ao na -nrielada
Rt-.cr jr O sec eiano da commisso
M'ffipde Coeln.i.
Veneravel
Irmandade do S.S. Sacramento -Ja
matriz da Boa Vista
De ordem do irmSo jaiz. e em viridde do ane
preceitoa o compromtaso desta irmandadi', fSo
c nvldado todos os nos-os Irmos para, reuni-
dos Se U boraa aa raacba de domingo 13 do
correte, em asgembia geral. no consistorio da
respectiva matriz, e oepoia da mise do Eapinto
Santo, elegerem os novosfuoccionarios qd tem
de rrger a iro.andsde no ar.no de 1894 i 189*.
ConBtstoMJ da irmannade oo S S. Sacramento
da Boa Vista, 10 de Maio de 1894.
U esnivao
Artbnr Telxl' Bailas.
Gingo.......
Yoo.......
Pet'opolif 2:
Ghefe.......
Gaic......
Teimoao.....
Abysmo....
Pre^o...
Biio....
Ru80...
Rodado..
-to-so...
Rodado..
Melado.
PerostnO.. 5
52
52
5 i
52
* 5i
52
Verde e amarello.....
encarnado e preto...
Atul e rosa.........
Eicaroao e azul
V^rde e '0 Kncarnado e branco.
Uannel Plmeotel.
F. R. Ramos.
Jao Francisco
U- Runfies.
S. G. M-neirc.
I. G. de Miranda.
U. Goncalves.
Faculdade de Direito
Por esta Secretaria se faz publico o horario das aulas dos differentes curaos desta Facul-
dade, approvado pala Congregago em sessao de hontem. para o correte aono de 1894.
Horario das aulas da Faculdade dr> Direito i'OR cife para oaano
de 184
m
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a
32
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2.' ..
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I.' .
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3.' ..
4." ..
Materias
Philosophia e Historia do direito............
Direito publico e constitucional..............
Direito romano.............................
Direito civil ................................
Direito commerciul.........................
Direito criminal.............................
Medicina legal ...........................
Direito civil, coutinuaco da 2a cad. da 2a .serie
Direito conunercial.......................
Historia do Direito nacional..............
Processo criminal, civil e conunercial.......
NocOes de Economa poltica e Direito adin
Pratca forense...........................
Dlft r iioras
2." 4 6." 3" 4' Sato.
101/212
10 1/2 12 ..... .
........ 12 1 1/2
12 1 1/2 ........
...... 10 1,2 12
101/2 12 .
... 12 1 1/2
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1.a ..
2.a ..
3.a ..
A 1.a c-ideira da 1.a serie do curso de Sciencias
Jurdicas ................. ..........
A 2.a cadeira da 1.a serie do curso de Sciencias
Jurdicas...........................
Direito das gentes, Diplomacia histrica n
tratados...............................
Economa poltica...........................
Hvjiieiie publica...........................
Sciebcia da administraco e Direito administra-
tivo ------..........................
Scienda das financas e Contabilida le .lo Estado
Legislnco comparada sobre o Direito privado
(noces;................................
101,2 12.........
1 1 1,2
10 12 12
t0l/2 2
12 1 12 :0I,2 12
10 12 12
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2.a ...
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2.a ..
Ia ..
2.a ..
Explicaro succinla do Dimito palrio consti-
tucional e administrativo........... ....
Hxplicaco succinla do Direito patrio, crimi-
nal, civil e conunercial ................
Explicaco BUCCmta do Direito palrio pivices-
sua!.................................
A 4.a cadeira da4.a serie do curso do Sci.'iicias
Jurdicas..............................
10 1/2 12
101,2 2
012 12
9 101,2
Se ccOes Philosophia e Historia do direito............
L ... .... Direito Publico e Constitucional ............. Direito das genles, Diplomacia e Historia dos ........ ........
t retados........................... .... B 12 112 2a
Expheacao succinta do Direito patrio, constitu-
2.a ... .... cional e adniiniaslrtivo................. Direito civil, duas cadeiras.................. Explicaco succinta do Direito patrio, civil. ........ ........
es 12 1 1/2 H
<
Y. Histria do Direilo nacional................... ........
g Direito criminal............................ ........ *
3? a Noces de legislarn comparada sobre o Direilo
pnvaao.............................. ....... 9 10 1.2
*2 4.a ... .... Economa poltica........................... .> . .
o Sdencia das financas e Contabilidade n lis-
CJ 9 ... 6.a ... tado .................................. Scicncia da admiiiistrago e Direito adminis-Irativo............................... Noces de Economa poltica e Direito administrativo.............................. 9 10 i/2 ........ A

Explicaco do Direito palrio processual....... ........ 9 10 1/2

1012 12
5' Pareo-uppieoieaur-1200m?t'osailmans de Pernambuco. Premios: 230JOOO ao
I 50*000 ao 5. e 25*000 ao 3/
Baja-fldr 2
Vingado'..
Touion.....
Poatanle...
Patchoulj....
Rodado
R.ikIQO. .
Caatanho.
Russo___
Pernamb.
52
52
52
52
52
Encaro, b-mt. pret..
Preio e ooro........
Encamado e branco.
':. Abrea.
Coud. l. de Jaaho.
>>ut 4 C
M. L. M. Jnior.
M. 1. Al vea.
o"' ParaoImprens* Prniambueana-Handcnpl 800 me'rosAnimaes de Pernam-
buco Premios: 500* ao 1. 100* ao 2.a e 60* ao 3
Haeo-uot...
Dublim.....
Pigmea.....
Tnumpbo...
Todo .....
Ally-Stopar
P.rvlampo .
Torco S....
P'eto ...
Rodado..
Ziloo...
H,liado.
ft'HSO. ,.
Tjrdilbo.
Alazao..
Perttarob. 56
c 52
50
54
m 50
m 4%
m 54
%t
Rdico e amarello.
Juro e preto.....
Encarnado e preto.
.Vnarello e verJe..
Jreto e ooro.......
Riaa e preto......
Verde e encarnado.,
1. C. Campos.
Aeevedo & C.
Almetda & C.
load. Arrayal.
J. Moraes.
A. M. de Atmelda.
A. Silva.
1. E. Ferreira.
7* Pareoi>eriy Club de femambaco-! loO metmaAnimaes de Pernambuco
Premios: 250*000 ao i. 50*000 ao J. e 25*000 ao 3.
Patchootj...
Nababo.....
D'bique.. ..
Hiramelle...
Ualalo......
Raagi....
Alazao...
Pmns. ..
Castanho
Mella Jo..
Pernamb.
52
52
52
52
52
Encarnado e branco..
Azul eouro...........
Amarelli e rozo.....
Amarello e verde.....
M. J. Alves.
;oui. Cruzeiro.
P. Brrelo
H. Cavalcante-
a. Me raes.
Secretaria da Faculdade da Direito do Recife. 2 de Maio de 1894
0 Secretario.
y. Telcsplioro da S. Fragoso
BEmB
bssmcees
As corridas terminaro s 5 horas da tarde.
Em portinholasespeciaester lugar a venda
e o pagamento de QUIMOS d< poules de %
O preeo de cada qu nto ser de 1^000.
No calculo derateio nao serao pagas as ff ac-
tes inferiores a 100 reis*
s aaircaes inscriptos para o
as 9 !|2 horas da manh.
Os forfaits sero recebidos
tarde na Secretaria do Prado.
Os jockeys que nao se apresentarem conveuientetnele trajados com as
cores adoptadas no programma por seus palres. nao serao admiltidos pesagetn
e sero multados do accordo com art. 51 di cdigo u iwrt'ma.
Previue-se aos senhores accionistas de procurarera os seus ingressos aa se,
crelaria do prado ra da Imperatriz n. 26 1."andar.
A Directora chama a attenco dos Srs. propriotarios e jockeys para o art-
21 e seus e o art. 46 que sero restrictamente obsorvados e o horario que for
marcado na pedra ser rigorosamente cutuprido.
Chama-se alleuco dos Srs. propietarios, e jockeys, para procuraren) os
sous cartoes, e cadernetas na Secretaria do Prado aliui de serem entregues aos
jorteiros no dia de corrida.
O portj do easilhamento s d entrada as passoas que vierem com animal.
1. pareo devero acbar-se no ensilhamenlo
at sabbado 12 do corrents s 3 horas da
POJECTO DE NSCRITCAO
Para a 7.a currida a realizarse no domingo
20 de Maio de 1894, sendo a corrida
no Hippodromo do Campo Grande em
despedida.
qca ta
Animaes de Pernaabaeo
noa prado* do Recife. PUBUQS
segundo e 25f$00 ao terceiro.
o.
fi
A archibancada do centro, fica exclusiva-
mente reservada para as directoras congeneres
autoridades chis e militares e imprensa.
PRECOS >
Entrada Geral ...... 1^000
A Entrada para Senhoras GRATUITA
O secretario,
Jos G. S. Gouveia.
Secretaria do Prado, 10 de Maio de 1894.
1.' PAREO-O de Halo 800 metro?.
tpnbam ganho 1 e 2 premios
250(JOO0 ao primeiro, 505000 ao
Art 5.--Deb:que, J^rde e Furnag* 2".
2." PAREOHozMlldadc 1.050 Miras Animaea oe P mios : 25OJ000 ao primeiro, 50$ 00 ao segando e 25-/0U0 so ter-
ceiro.
Art. 5.0-Aentreirj, B smarek 2., P/rmon, PiatSo, Tiiump'-', Hugoeoote,
PyiiLmpo, M urity Prgmea, iroodelle, Dabin o Taroo 2o.
3." PAREO -Prabld;de1.000 metras. Aaisnaea da Pernambuco. pbkxi-m
?5 ceiro.
Art. 5 Os do pareo 23 de Mho e Moralidad e mais Habito, Galet. Birm,
Malai, Ally-Stoper, Ida, Tudo e Sans Sonai.
4. PAREO-Jgradeclmano a Directora do Hppodromp i.200
metros Ilandcap. Animaes de Pornambcco. PRKUOa : 259W0C ao
primeiro 5O50OO ao segundo e 255OO0 ao terceiro.
rt. 5.- Bismarck 2. e A?entureiro.
PesoPiramon 57 kilos, Piu-3, Higaencta e M-urity 54 k'oB cada am,
Dull a, H.rondelle T.iampho, e Turjo > 51 kilos cada om, Tudo-e, lia o
Pigmen 50 kilos cada um e os dema^e 48 kilca.
PAtE J-Prao da Estaaclflt 1.700 metros- Ilandcap Aoimat* de
qo'Iqwr pai-j. prmos : 4001000 ao primeiro, 80^000 ao segaada
e 40(50CO o terceiro.
Peso-Anlante 54 kiios. G kilo*. Napolitano 54 k los fl oa riera na 46 kilus.
PAREO 10 de guaho -Handcap I.4t;0 m*:rrs. .Animaos d Parnam-
buco, pkemics : 3000O0 ao primeiro, 60^000 ao ga-ao o.3Jj$03'J
ao terceiro.
Art. 5. Arentureiro, Biamarck 2.% Piramon, Hatta i Maari'y
Peso Huguooote, ubl:n, Pyri.'ampo e Triampbo 56 kdos cada en, Tsidc-fl,
Turco 2-, Nababo e Hiroodalie 54 kilos cada uo, e oa demaia 50 kitot.
7 PASEOCratido a Directora do Prado Pernaaibac;ico-llOJ
metros. Animaes de Pernambuco que nao tesh.im grio no Derby.
phe;os : 2='0J5000ao primeiro, 5O5000 ac segunde e 2b50(X) te sw
ceiro.
Art 5.*Hirondelle. Tuty 2. c Fuffisy?.
8. PAREOCoacSilsoj 1.15-J uetros. Animes de Percambaso. P
anos : 250(JOOO ao primeiro, 50(5000 ao segundo e 2 (JOCO ao ter-
cm-o.
Ar. 5.Oj Co pareo Mor.idado e P.-obidiie e mas Tccor 2o.
Observares
^ A insoripcaj qu3 nao tor acompanhnda da reapeatir* sportsne e, ser re*
geitada.
Os pareos Moralidade, PeoHdade, D-'rect tu do E:pp" Directora do Prado Pernambacano u OonclucSo, uj oontarfi victoria.
Neohnm doa pareos ser considerado realisado se n?:o ae iemmtmmtM
correrem 4 animaes ce i proprietares differentes.
A inscripgao ter ligqr terga-feira 15 do cerraste co logar e hera do
costume.
Scretari* do Dexby-Ciub 10 de Maio do 1894.
O FIEL DO THESOUREIR")
A. %. Gomes Penna.

w- i. "'.....m......


JI_
^Jl
Siarte de PernauRlHie 8abBm 1$ de Maio de
18&4
THEATKO
SNTA ISABEL
Coupanhia Lyrica Sansone
jaOJB-SABBDO, 12 M MAIO BE 1894-
10* recita
Pela primeira vez a noviasima opera da Leoacavallo.
os umm
BodcIs pas todas as liahas e trens para Appucos
Preferencia aoa Sra. sssiijuaatea at boje, s 10 horas do ola.
Brevemente beneficio d tenor Vjlala.
-H0JB
e 01 i oda
Oompaakia Lyrica Italiana
Empresa G. Sansone
Grande eBreclacalo de gala para 3o'emD83r o 44- anniversario da abortan do
theatro.
SEXTA-FEJ.KA,18DEMAI0
Frogramma
Primeira parteHyano Nscional pela orcheatr?.
Segccda parteExecucao da grandiosa syrphoca da opera do immorttd maes-
tro brasileiro
CARLOS GOMES
Carvaho Jnior & C, travesa do
1 Campello o. 4, 8* dita, dem
Manoel da Silva Nogeira de C. Re-
stauracin. 42. 4 dita, ;d<-ra
Joaqnim Aatcnio da C-ista, dem n.
7, 5* ilii, idm
Joao Antonio da Coat?, dem a. 57,
4* dita. dem
M?.Qoel Mo.-rira de Sonta, D. Maria
C-Bar as. 3 b 5. 8" dita, dem
Menezes Scalappe & C, i lea n. 9,
5" dita, idenu
Gotees <5t Silva, ideai n. 18, 3* dita,
dem
Miooel Ferreira Los, dem n. 39,
3* dita. dem
Goimarart:'& C, Viseoade de Itapa-
rica o. 21, 3 dua, idem
Manoel Ferrera Celtio, dem a. 2o,
3* dua, idem
Abiilo Rodrigues d'lmia, idem n.
47, 5* d;'.a, dem
Recto de Freitas Guiaaarss, idem
z. 51. 6' cita, dem
Joao darnos da Silva, P. do Chaco
c. 21,5* dita, dem
Joao Leoncio a?. Oiiveira, S. Jorga
o. 30. 3'*dita, Iaem
Joaquina Feroandes & C ioem o.
56, 3' dit-'.idem
Marcelino Lopes 4 C.idemn. 92,
6 dita, Idea
Alfredo Faz & Prima, idem n. 131,
6* dita, idem
Recife
Manoel GonsaUes Stetla A C, S.
Jorge n. 135, 10 aita, idem
Santos Lapes & C, idem n. 139, 8*
dita, idera
Alvaro Uclioa, Gaararapes u. 14, 4a
dita, dem
Francisco C&rnelro da Cunda, idem
n. 15,4* dita, idem
Saverio & C T.-avessa do Ocideate
n. 5, 2 d!ta, idem
Cjoetaot>no Rodrisues Mendes', dem
n. 13, o' dita, iiem
GardOM) & C., Barao do Triunapho
o. 35, 5* dita, idem
Jonauim A-itonio Rod-igaes Sobri-
noo, idem o. 53, 4* dita, dem
Jos Francisco Domiagues, idem n.
5. 5a Pinneire & Gomes, hro do Carao
n. 25, 4* dita, iaem
Jos A' tooio do Coate, Idem n. 51,
116*816, 6.' dita, idem
I A-irnuo Perei-a da Luz, idem ?. 53,
87*612 \ 7.a dila. idem
Jos* de Mello Salgado, idem o. 63.
8.a dita, idem
RO'.'rigo-s Melra, idem o. 67, 4*
d>ta, dem
Aj'ojio Caraiba Monteiro, idem
o- 6J, 5.* CUs, idem
Ja>raiu Carnero Barooa dem n.
73. 7. Jitn, iiem
Jo; F.-qco Fe-ralra idem n. 75, 8"
dtu, dem
Morera Suva e C Pedro Affmo
o. 4, 12" ^sa, b^.-a
Fiu-u-:ra j S'Ivh, idt-ra a. 4S e 46 A,
7.* olla, dem
Santo*da FlgneiraeC, dem n.
0 82,11 din, idem
Figueira e Carado, dem n. 1, 9'
dita, de -a
Permra Cirvslba e C, iiem n. 9,
12" dita, ideen
Francisca J.wfi Lap-s Brag^, dem
f. 43, 9a dita, i lem
Samuel da Mo*ta Botelbo, idem n.
_51, 5* di'n, iiem
Aquilino KiD->iro e C, idem o. 61,
7." dita, idem
pela orebestra da Ccrr.panhia Sansone em Bcena sberta, sob a drsccSo do maestro
xa:. m:jij&&33z>zaxx
Terceira paneUltima represenlacSo aeBta poca da sublime opera do afirma-
do maestro
116*81*
87612
20454 !S
U6/S816
' 58*408
58*5,08
58*408
58*i08
16*8'3
146*020
116*816
58*408
58*408
146*020
146*020
6:979*755
262*836
204*428
87*012
87*612
432806
16*816
116*816
87*612
116*816
87*Stl
8:191,5722
11
ADA
na qual tomarao parte os artistas Sully, Marzo!', Orsini,
etc., etc.
A's
Vilalta, Pozsi, Roto, Cervi,
8 horas e 1[4
Haver trens e bonda para to^aa ss linhas.
Preferencia aos Srg. ass>goantes at quarta-feira, 16 do corrente, noite.
A bem da flezunnja publica e em virtud-
das disposKCes cootidaa no art. 40 tit. 3o da le
n. 4, acbando-se em mina e ameaganda emiaen
te decabamento as casas o. 121 e 431 da roa
Conde da Boa-Vista, iotimado o poprietarlo
od sen representante para fazer desmanchar as
referidas casas, que sao de consfrncco irregu
lar, d.ta de taipa. E para esta tire tica determi-
nado o prazo de 58 boras para dar cometo, e,
nao cump'indo, serao demo^das por ordem da
Prefeitura Manicipa! do Racife e conta do mesmo
propnetario.
Recife, 10 de Maio de 1894.
O ebefe do serv'co te:onico municip"1!,
Hercnlano Ramos._____^^
De ordm do Dr. sc>eriQtendnte da n^-
gieoe municipal, torno publico o seguinte :
Na Ee?onda fei'a, 14, comec-ar5o as visitas do-
mic'iarej no i districio de S. Jos ; os mora-
dores, em cojas casas torern encontradas inlrac
jes previstas as postaras municipaes, serao
moltados na forma da lei.
O meBmo se entende com todos os ontros di
trelos em que o servico de visitas sanitari s ja
come;on.
Secretaria a Superintendencia de Hygiene
Municipal 12 de Maio a?. 1894.
Francisco J. do Reg Barros,
Secretario
resa annexa ao Gremio
Tobas Barreto
Scientiflco aos Srs. socios aesta Empresa que,
dando comprimento no que prsesita o regola-
meDto d3 meema, ncmeei secretarlo e theeonrei-
ro, para conmigo co stiturem 3 respectiva di-
rectora, aos empresarios Olympio Galvao a Er
nes o Paula Santos que cesta data cam era pos-
ados dos respectivos logares.
Recife 11 de Malo de 1894.
Manoel Ario,
Garente.
recursos
poca de
do refe-
Emp
Thesouro do Estado
de Fernambuco
do Sr. Dr. inspector do
Estado de Peraambuio fwjo
no da 12 do corrente mez
nosta ReparriQao a clie&e
l1 ntrancia em diapo.
De ordem
Thesouro do
publico que
pagar-se-tfi
de professores de
nibiiidade.
The3ouraria do Thesouro do Estalo de
Percambuco, 11 de Mio do 1894.
O escriv3o da desposa,
Alfredo Qibson.
LegiaodeSoc2orros Mutaos
/ dos Ociaes da Guarda
Nacional.
De or^em do :llc='.r(* ranjor preaidea'e, e fe-
guando an'ermlna o a't. 12 nico, convido os
Sr. ofiiclaes, socioi la L^%tm>, a comparece.-em
do dia 13 uo correte, a 1 uora da tarde, an
nossa .ls, sita roa da lD^ratriz r.. 2, prl-
metro nHr, afim de proceder-se 3 eleic&o para
nova directora.
Searetariada L?gi2o. lid-; Maio de 1834.
O fe?retaro
Cpilao F.anc!-".o A. Ferreira Maealh=8.
ti^o qGaeaquer reclamacSea ou
para o Tbeaoaro do Estado, eob
dSo serem mata attendidos tora
rido praSo.
1.a SeccSo da Recebidoria do Estado
de Pernambaco, 7 de Uro de 1894.
O ohefd,
EYederico Colambiaoo da Silva Qaima*
rSes.
Classe n. 41Tavernas
60:000*000
Recife
Coatrlbcintes:
Marcelino Fonles a C, ra Mrquez
deOliodi n. 2, 1* divisao, qaota
Meneze3 Schlappe& C, idem a. 50,
8a dita, idem
Antonio Mello & C-, idem n. 30, 8a
dita, idem
Pestaa dos Sactos & C, Bom Jess
d. 38, 8a dita, idem
Abrantes & C, dem n. 48, 14* dita,
dem
Costa Pereira, idem n. 13, 5* dita,
idem
Antonio de Azevedo Aodrade & C ,
idem n. 27, 4a dita, idem
Jos* Lopes da Coala 4 C, idem n.
37, 7* dila, idem
A. Ferreira ua Silva & C, id'.-m n.
43, 7 lite, idem
Joaqoim Lopes de Azevedo &C-,
idem n. 53, 3a dita. Idem
Gomes Feroaoas & C, Commercio
n. 28, 3a dita, idem
Au'.onio Caraense, idem n. 30, 5
dita, idem
Joaqun) Lopes de Barros, A Gibral,
a. 1, 5" d:ta, idem
Manoel Peres Rodrigues, Tham de
Souza n. 2, 4a dita, idem
Jos Antonio Marera Jnior, idem n.
10, 3a dita. dem
Andr Antonio CbrlBtalo, idem n. 3
3a dita, idem
Mi-anda & C, Torres n. 14, 4* da.
Mam
Rodrigues & Micbado, largo do Car-
po Santo n. 2. dila, dem
Goimares & Valede, idem as- 4 e
262*826
204*428
204*428
204*428
379*652
116*616
87*612
175*224
175*224
58*403
58*408
116*816
116*816
87*612
E8*'.08
Recebedoria do
Estado
De ordera do Sr. Dr. Adrainisra-
dor ecientieo aoa Srs. contribaintes
dos impostas de indastra e pr>fisa3o,
oomprebendidoa as cliasi n. 41 da
tabella aoaexa lei do orcaraecto yigonte,
que bo acha
constante das rclacSes abaixo, e qae
dob termos do art. 33 d&s iustruccSi
de 27 de Julbo de 1883, lb.es fes mar-
Oftdo o pra-o de 15 tina improrogaveis,
contar da data da ptiblisacBo do pre-
ente, para apresenirem nesta repar-
6,14 dita.idfm
Joao Alvares de Salle?, Vigario Te-
norio n. 4, 5a dita, dem
Marcelino Martin Sesteira, idem n.
6, 5 dita, idem
Silviao Silveira 4 C dem n. 21, 5a
dita, idem
Floriodo Jos Baptista, idem n. 33,
5' dita, dem
Silva & C, Mariz e Barros o. 2, 5
dita, iaem
ioo Moura, idea n. 6, 1 dita,
Meo
Antonio Luiz Crrela, idem n. 1, 5
dita, idem
Joo Pinto, idem n. 7, 5 dita,
i den
Domingos Rodrigues Freitas, largo
d A'sembla n. 11, 5 dita,
idB
58*408
87*612
175*224
379*652
116*316
U6*8!6
116*816
116*816jEe'
116*816 Jo?.
29*304
116*818
116*816
118*816
3:971*744
Eecife
Gome.s Vianna, larzo da A3setcbla
o. 15,6' cita, dem
Severioc & Irmao, idetu n. 17, 6
dita, idem
Severmo' & fraio, Amorlm n. 9, 2a
dita, dem
Pinto de C:9tro &C..ideaan. 17,
4a dita. dem
Joo Beserra 3a dita, idem
Marcoimo Fj reir de Souza, idem
n. 36, 2a dita. ibtj
Joao Rodr! da u. 29, 6a lte, dem
Casemiro Jase Gonclw, Domingos
-JJo? Mirtlos a. 48, 6a dlia idm
Luiz Pinto Saralva, dem n. 50, 6a
dita, idem
Jos Morei-a de Souza, idem a. 80,
6* dita
Salvador dos Sanos Araujo&C,
idem n. 104 6 dita, dem
=== i
146*020
146*020
43*805
87*612
58*408
43*805
146*020
146*020
146*026,
246*020
146;00
Santo Antonio
Jorn5 da Silva Perora Lisboa. 15 de
Novembro n. 14. v9. dita, idem 233*632
Adriano Ma:a & Rodrigue?, idem
n. 28 14 a dita, idem 379*652
Pereira, Ferreira & C, idem o. 40
13. dita, ideui 350*418
Manoel Francisca de Souza & C,
Ces da Rpgeoerc-ca n. 51, 2.
dita, ide-o 43*806
Joaqoim GnrictovSo & C., Ctbog
q. 11 e 11 A, 14 dila. dem 379*652
Joao E^pindola da Costa, boque de
Camas n. 2 5. d;ta, id^m 116*816
Nones & Silva, dem n. 22, 5" dita,
dem litpSIG
Paulo Jos Alves & C, Birao da
Victoria n. 60, 12. dita, idem 321*244
Jos Fernandes Lima & C, idem ns.
1 e 5, lo. dita, idem 409*!38
Rocha & C, dem o. 17, 10. dita,
idem 262*836
Jos Joainim Alvep & C, idem a.
69, 14.a dita, dem 379*652
Jos Gil de Moraea, frinsaeiras o.
23, 4. dita, dem 87*512
Jos Rodrigues & C, T-avessa do
Queimalo n. 3, 9.a diU, dem 233*632
Cosa C, idem a. 9. 7. dita, 175*224
Manoel Joaquina Alves Ribelro de C,
T-avessa di Csxias n. 16, 6.a dita,
dem 146*030
Manoel Jis Vieira & C, Rosarlo n.
i. 9.a dita, idem 233*532
Marques Sebrinbo & C, dem n.
20, 7. dita, idem 173*2!4
Antonio Marques & C, idem n. 38,
7. dita, idem 175*324
Manoel Soares 3 C, id8 a. 44,
11. dita, Idem 292*040
Soares Neves & C, idem n. 43, IIa
(i ta, dem 292*040
Deifino Lopes da Cruz, idem n. 23,
14.a d ta, dem 379*852
Amaral Primo & C, idem a. 37 6.
d'ta, iuem 146*020
Dourado Fontes & C, Dr. Feitosa
n. 18. 6. diti, idem 146*0K)
Pegas Mondes & C, idem n. 9, 12.
dita, idem 321*244
Pimentel Pereira & C idem n. 47,
7.a dia, idem 175*224
Gomes Augonto Gya de Miranda,
Largo do Paraizo u. 14, 11' dita,
dem 292*040
Franco Ferreira Je C, dem n. 16,
10.' dita, idem 262*836
Vieira 4 Silva, Francisco Jacintno
ns. 24 e 26, 12.a di>a, dem 321*244
Manoel Gomas da Canoa, idem n.
70, 7.a dita, inem 175*224
Z^fe-ioo Valente & C, idea n. 72.
12.a dita, idem 321*244
Manoel Alvos dos Santos & C, Joao
do Rgo n. 2. 9.a da. dsrn 223*632
Antonio Ja Moreira Gomes, idem
n. 8, 4. dita, idem 87*612
Marques. divlso 175*224
Joao Fernandos Docressinoro & C,
idem n. 34, 7." dita, dem 175*224
SUtdo da Silva Ostro, Conselbeiro
Peret n. 11. 5. dita. dem 116*816
Manorl Joaqutm da C-oz, Agostinho
Bezerra o. 21. 6a dita, dem 146*020
Liurenco Braga & C, Pedro Ivo o.
10. 7 dita, idem 175*224
Romano & C, idem n. 22, 5.a dita,
idem 116*816
JOk Ferretra da Silva 4 C, Abren e
Lima n. 6, 6.a dita, dem 146*020
Francisco Pr*1ra da Silva Rola,
idem n. 8. 8.a dita, idem 204*428
Francisco Mam 4 C, idem n. 28,
6a dita, idem 146*020
Joaqu>m Alves da Sil va Jnior, idem
n. 5. 6a dita, idera 146*020
Migu! Domingos dos Santas, Fre
Caneca n. 2, 6.a Hita, dem 145*020
Manoel Joaquina Pemr dos RMs,
Pauliao Cmara n. 2, 6.a uita,
idem 146*020
Jaao Martina 4 C, Idem n. 44, 7.a
dita, idem 175*224
Min el Jo>ouim F-roandesda Silva,
dem u. 3, 5.a Ua, dem 118*816
naodes de Olivelra s C, Largo
do Ca'aao o. 2, 10." dita, tdeoa 2625336
Joao Pimentel Pereira, dem ?. 1,
8" dita, idera 204*i38
G1 ic Ro dita, idem 87*612
Os niespoa, idea n. 32, 2." dita,
dem 43*805
J. C. Va--enn(Hlo:i & C Llvramonta
n. 28, 7.a dita, l^ea 175*224
Lopea 4 Araujo, dem n. 38, ii
dita, dem 375*652
Lopes UagalbSes 4 C, PeoDp ns. 6
e 8. 14 J!t;>, id^m 375*652
Neves Pedro3a 4 C, dem n?. 31 e
33, 12.a dita, dem 321*244
Alves da Costa & Filho. Largo da
Penaa n. 6, 12." dita, idem 321*244
Franco & C. o. 8, 12." dita, idem 32t*2U)
Manoel Pereira da S^lva, Largo da
Pecha d. 10, 10.a dita, id^m 262*835
Actonio Francisco da ai!va Maia,
idem o. 12,8.a dita, idem 20i*428
Amaral & Irmao, Visconde ds I n-
harnaa n. 46. 8.a dita, iiem 204*428
Ramod 4 IrroSo, dem n. 62 B, 5."
dita, ioem U6*816
Jos Gon>,a've3 d'Oliveira Mnniz,
idem o. 1, 7.a dita, idem 175*224
Footes A C, dem n. 3, 7.a dita, 175*224
Jo- Co'reia Lette, idem n. 5, 7.a
dita. dem 175*224
A-tonio Preira de Haga'.bae?, idem
o. 7,8.a dita dem 204*428
Doiiineoe Amorim 4 C, idem o.
45, 10.a dita, idem 26W36
Antonio B3oto Campos, dem o. 49, _
3.a Jita, dem 58*408
Maia e A'.ves, iiJem n. 74, 5a dita,
dem
ALtacio da Costa T-'Koira, traveB-
na do A. Guerra a. 9, 6. dita,
idem
Antonio Gu'ibencino dos Santos,
arclio Das a. 16, 10. dita,
idem
Jo' Batolaso de Santiago, idem n.
26, 5a dita, idem
Nogoeirada silva Dmio*, dem n.
74. 6a dita, U-m.
Aatoaio coae C, idem a. 7o, 7a
dita, Ioem
F.-reira Cruz e C, idera n. 91, 8
oi'.a. dem
Miguil de Az-'vedo Andrade, Lar-
go de S. Pedro n. 2, 6.a dita,
dem
Antonio F-M-nandes de Figoelredo
Poiva, Lomas Valentina ri. 15, 5
dita, Idem
Joaqoim Aives e C-, Coronel Suas-
suca n. 1, 6* dita, iiem
Josa Gascaives Das, idem n. 17,
7a dita, Idem
Silva Minos e C, Santa Thereza
n. 30, 4a dita, idem
Victorino dos Santos e., Tbias
Barreta n. 24, 4a dia, idem
Aloino Jiaqrjii Caslho >acbeco,
i?em n. 34, 6a dita, idea
Goncalves Araujo e C, Felippe Ca-
DMTlo n. 4, 4. dita iaem
C-sa-ioGonjjaives dos Sa#tos, idem
n. 71, 5 dita, idea
Antonio Cecilio do< Santo*, Mr-
quez do Herval u. 3i, 6 dita,
idea
Barbosa e Tavares, idee n. 23, 9a
dito, dem
Firmiao A vss e C- idem n. 73, 5
dita, idem
Lima Filbo e C-, Travessa da Con-
cordia n. 1. 7a dita, Idea
Silva e C, Concordia o A, 2a dua, dem
S. Jos
Silva Fiorae C, Marcilio Das n.
137, 4- uita, dem
Manoel Goncaives Marques, idem
o. 141, 5' dita, idem
Jos Games FeT ira e G., Coronel
Snassuna a 2t8, 7- dita, dem
Bellarroioo Crrela da Silva, idem
n. 119, 6- dita. dem
Manoel Goncaives ds Moma, dem
n. 149, 6- dita, dem
CasersKo Adolpho e C, idem r.
296. 4- dita, idem
Rocaa Pereira e C, S. Joa c 12,
5 dita, dem
Kocba Pereira Fiibo e C., idem n.
83, 4* dita, idem
Carolina Candida do Mont, Mr-
quez do H idem
SsdOs e C, idem n. 98, 3- dita,
idem
Jo dos Sanioi Moreira, idea n.
124, 5- dte, Idem
Araujo oC, dem n. 146, 3' dita,
idem
Daniel Marques, idem Q. 160. 4' di-
ta, idem
Jos Anacleio do Nasc'mento, idem
n. 170,4- dita, idem
Jos Das Goimares e C, idem a.
141, 4' dita, ldfcn
Joaqaim Perora da Suva Res,
idem n. < 65, 6' dita, iaem
Vicente Jos aa Siha, Tobas Bar-
reto o. 7, 4' dita, dem
Jos Antonio d'Aguiar, dem n. 31,
3' dita, dem
Rosta Pereira e Sebrlaho, idem n.
33,3- dita, dem
Viceute JUsda Silva, Dias. Gardo-
so n. 60, 3- dita, idem
Cllmero Alves da Farlaa Pedresa,
dem D. 9 C, t* dita, idem
Jos J. dos Sanio, dem n.,94, 4
. mta idem
Gaetaoo Pacheco da Silveira, Pa-
dre NoDrega o. 66, 3- dita, idem
Manoel Joo dos Samos, C*deu No-
va n. 29, 6- dita Idem
Affonso HdiioJo-o Botetoo, dem n.
59. 2- dita, id-m
Manoel Jos Pachaco da Silveira,
Idem b. 65, 2 dita, idem
Costa e C dem n. 33 A, 4' dita,
idem
Jos Silveira e C, Mea n. 20, 4*
dita, dem
Maoo'l Bartnolomeu Ferreira Goi-
mares, Vidal de Negreiros, o. 2
3a dita, idem
Franoaco d>s S*ntos Mareira, idem
O. 34,4* dita, idem
Jos Alves da Silva Maia, o. 86,
7a dita, dem
Jos Lopes Ferreira Maia, ideas n.
154, dita 8a, idem
Pe-elra da Cosa e Comp., idem n.
21, 4 dita, dem
Joaqoim Broo*a daSaui), idem n.
23. 4 dita, idem
Jos Ferreira, luem n. 92, 1* dita,
idm
Jos Das de Almolda, idem n. 115,
4a dita, dem
Marques Rihv-i'o Pires e Comp.,
idaoa n. 143 3a dita, idem
Manoel Coelho e Comp-, tem n.
149, 3a Ji'.a.idem
Flrmintj F*rroira e Camp., dem
o. 151, 1 dita, 'ieai
Manoel (i r.wM da Co^ta, idea n-
155 4a dita, dem
Manoel Alves de Seon:',n. 157, 4
dita, Idem
uva Comp-, travessa do Pratan.
7,3 oita, idem
B^nto Almeidi e Comp., idem n.
2, 3a dia, ideas
Joa Anabrio o Comp., Domingas
Tneatooio n. 2. 5a dita, idem
Mano"-! da C >t* Fernandes, aem
n. 15, 3 dUa, idem -
Jo3 49, 4a dita, idem
Gregario Pereira Flonanoi.. &1, 4 dita, dem
JoiFe-roira Souto, Chrlsiovao Ge-
lombo o. 14. 3a dita, dem
Joao Rioeiro Gurnarae', t-avasa da
Serigado a. 1, 3a dita, dem
Carneiroe Cooap.,For:e a. 54,2
lita, dem
Manoel 'o Niscimento Ribeiro Pea-
no, NogD<*ira n. 1.4 dita, idam
Eoeemo da 8 l Ulivei.-a, idem o.
29, 5 dita, idticu
Jlo MarlinB d- A'sumogao, Santa
Ritan 1 A. 4". Uta, ide-n
Meii-a Coma e Cora o., Padre Mn-
oiz n- 1. 3a diti, :dera
Faar'co Marcelino Moateiro, idem
n- 7, 7 dita, id?m
Francisco Birhosa d? Freitas & C.
dem n. 13,4a dita, dem
Jos da Costa e Comp.,dem 3. 61,
3a dita, idem
JoSo da Costa Januario, Saeta Rita
146*020 n. 1, 3 tina, idem
Barreno & Cemara, largo do Mr-
cado n. i, 7a dita, idem
Jo- Francisco Gaeies, idem n. 13,
6 dita, idem
Vanconeellus e Comp-, idem c. 15,
5 dita, idem
Gomsa & Irmao, S. Jo n. 2, 4a
dita, idem
Marcelino Ansberto Lapos, travesa
de S. Joa a. 1,4a dita, idem
Jos Leaos de Oliveira, Pescadores
n. 43, 2dita, idem
Aseveao Rocha e Comp., travessa
do Psixoto n. 15, 2a da. Meo
Gomes & Albnqnerque, 89, n. 53 A
4 dita, idam
Joaqu'm Heonque da Suva, n. 110,
4* uita. idea
Aotonio Pereira e Comp., idean.
128, 4a dita, idom
Joaquina da Silva e Coajp., idem
n. 164, oa dita, dem
Joao Pereira do Nascimenlo e Silva,
idem n. 226. 4" dila. dem
Sontos Cruz e Comp., id-a n. 232,
2 dita, idem
Jo-qoi Maciol dos Sanio:, idea
u. 226, Ia dita, idem
Jovino de Carvaho Cavalcanle,
dem n. 322 A, 1 dita, dem
Maria Constaatlna Lopea das Dores
ioem n. 324,3 dita, Idea .
3cip!l io de Miranda, dem a. 3 6,
Ia dita, idem
Amonio ae Albaquerqua Machado,
idem n. 55 C, 3a dita, id?m
Joo Porfirio de Farias, idea n. 99,
2 dita, iaem
AntonioNoaeira e Comp., idea
a. 111,3' dita, idea
Francisco de Alouqoarque e Comp.,
idem n. lio, 4a afta, Usa
Peretra e Comp., iesa a. 133,3'
dita, idem
Manoel Cesar de Mallo, idem n.
155, 2 dita, idem
Jligoel Archanjo ae Senna Santos,
i'-iena n. Id7, 4' dita, idem
Jos da Souza Hala Leitao, idea n.
213, i' dita, idem
Jo.* Soares Fernaodea deOlivaira,
idem n. 227, 6a dita, idera
Joa CaeUna Fidz Lima, idea n..
229, 3' dita, idea
MeoezesNobrega e C, idem n. 261
A, l dila, Idea
Jos Rufino de Mlo, idea a. 267,
3a alta, idea
Momira Silva e Caap., iiem n-
269,2' dita, Idem
Aodre Avelino Pereira do3 Saatos,
idem o. 277,2 dita, idea
Joaqoim Gomes Ferreira de Si L"l-
tao, dem o. J99 A, 2 dita, dem
Joaqoim Rodrigues Bluencourt,
travessa do Villafia o. ;2 C, 3'
dita, idea
Macoel Pedro de Soaza Ratis, bBC-
Oo Azul o. 44, 3a dita, idem
Manoel Coelbo da Silva, Gacellei-
ra o. 8.2 dita, idem
Perpetua Maria d. Conceico, idem
D. 29, i dita, idem
175*224
20^*428
87*612
116*316
175*324
2/4*424
331*244
175*i24
292*040
233*532
321*244
233*532
116*816
175*234
116*816
i:.6*020
262*836
116*816
146*02 0
175*224
204*'i28
146*00
116*816
1462020
175*224
87*612
87*512
146*020
87*612
116*816
146*020
233*532
116*816
175*224
43*806
58*408
175*224
146*020
116*816
87*612
87*612
43*806
43*806
87*612
7*612
87*612
116*816
87*012
43*808
29*204
29*204
53*408
29*204
58*403
43*8.' 6
58*408
87*312
58*408
43*806
87*612
29*204
146*020
584(,8
29*204
58*408
43*805
43*806
43*805
58*408
58*408
43*806
29*204
35:862*894
O abaix asignados,
agentes de Lamport Holf,
avisam aos seafeores rete
hedores de carga pelo va-
por inglez tMadura>. qne
em conse qaencia de ter si-
Jo i9timado a segur para
a Ilha Grande, procederao
a cobranza de 25 \ sobre
o fete exarao aos respec-
tivos conheci meato .
Fecife, 9 de Maio de
1894.
Bhcktant fc C.
isiiii pfinm


87*612
116*816
175*224
145*020
146*020
87*612
116*816
87*612
29*204
58*408
116*816
58*408
87*612
87*612
87*612
146*020
87*612
58*408
58*408
58*408
29*201
87*612
58*408
146*020
43*806
43*805
87*612
87*612
58*408
87*612
175*524
204*i>
87*6(2
87*621
19*204
87*512
58*408
58*i08
29*204
87*612
87*612
58*408
58*'.0S
116*816
58*408
87*612
87*612
58*408
58*408
44*806
87*612
116*816
87*612
20444.8
175*224
87*6'2
C8*408
(Continua.)
SOCIEOADE
Caxa Pa Popular de Prnam-
bnco
De ordem do Exa. S'. preside-ite, convido a
todos os socios e socias para comparecerem no
dia 13 do correte, aa 6 horas da tarde, a sede
da associacao, afim de proceder-sa a elsi>ao da
nova directora.
Sala da G. P. P. de Pernambnco, 11 de Maio
de 1894.
O secretarlo
_________________Lclt Fernandes._______
Club Carlos Gomes
Se eot;fi:o aas Srs. socios qce sabbaio 12 i'o
corrente ter log-r um sarao musical e dansao-
te, podendoj mooirem-se dsseus iogressos na
tbesourarit do Clu, da 7 s 9 oras da non e.
De accordo com os estatutos n-lo serio abso-
lotimenU admittllos con i dad o a
Secretarla do Club Carlos Gomes, em 7 de
Malo da 1894.
Alvaro Pinto Alves
1- secretario.
Alfaodega de Periduboco
Terreno de marnala sito a rna
do Hospicio
Por esta repartiGSo se fas publioo que
fe* marcado o praao de qainae das para
Domingoa da Silva Ferreira vir esta Al-
faodega presentar dooaoentos qae pro-
vena ser elle foreiro do terreno do mari-
nha ainda alagado sito a roa do Hospicio
da Preguezia da Boa-Vista d'eata Cidade,
conforme declararem saa ultima petigSo di-
rigida ao Illm. Sr.ijDr. Iospeotor desta ie-
particSo, terreno esse que foi requerido
por Eduardo Leigh. Fiado o referido
praao oenhama reclamacSo mais ser ao-
ceita.
A]faode;o do Estada de Peroarabaoo
em 10 de Maio de 1894.
O Chafe de Soccao,
Lwz Frederico Codeceira
Agencia de Emprestimo
Sao convidados os Srs. possuidores das cau-
telas abalxo desenptas a vlrem reformal-aa on
resgatal'as d'esta cata a 30 das sob pena ne
t>erem vendidas conforme determioo as condi-
cObb assignidas pelo Srse apeonantes,
Ns. 151214-215-220-233-243-254 -
267=283284-288-293-298-308 311- 314
-315-369-373388-424-428- 438-440
457 461-468-473-481497487501502
10416520 524-569-601-626-637. |
Rece 1 de Malo de 1894
Luiz Vernet.
S
Bahia,
Hamburg Suedame-ikams-
che Dao pf*chffahrts Ge
sellschaft.
"ara gras su'
E'esperado na Euro
pa at o dia. 18 -e
Maio e egaira de-
poia da demora ceies-
sarlu para
io de Janeiro e
Santos \
Esta vap ir illamiasdo & Iu3 el-ac'rira
a ofiareoe ptimas aeccmmcdas<5as aos
Srs. pasa^gairos.
Qnaesrjaer r^claaacSes a serco atan-
didaa 48 horas depoic da ultima deso^rga
do vapot na Alfaodega.
N. B.Este vapor p2o tooja no porto
de Lisboa portarto sntrer no porto.
Para carga, eacoaaeidas, passageE e di-
sheiro a rt-ta. trate-si coa os
Consignatarios
O pecaste ingles
^5* la c
.ja
Dredd Sasoc
tmrtim
8op*w n o d i a
lf o cr-rrcDte
a. 4horas da
tavde.
Recebe carga, encommend&s, pcru^rx- c di-
ra.eiros a frete at 1 hora ta tai de to la
da p&rtids.
ESCRIPT^RIO
Ao Caes daComoanhia Per:.anLixrna
n. 12
Austrian L'oyd'o Steam Na-
vigation Compfny
O vapor acstriaco
Helios
E' esperado de Trieste e es-
guir depc's oa decora ce-
cesssria para a
Baha, Rio d:j Jaaciro o aa-
tm
Para carga, pasagen8, enccmicaJ-b e dabei-
ro a frete: trats-se cora os
Agentes
Henry Forslere Comp.
8Btm do Co i"wcip 8
1 aedar__________^^
Pacific Steaia Savigalio Coa-
STRAITS OF AQELHAM LINE
O paquete Sorata
E' esperado dos portos to sol
^.at odia 1* de M se
guindo depois da MtMMfM de-
mora para uverpool com escala po?
Lisboa, Bordeaax e Mj^sath
Tara carga, passsgem, encoameadas e dinhel-
ro a frete trata-se com os
[AUTOS
Wilsofl, Soas i t, Linited
10RA DO COMMERCIO-10
1* andar
Kontt's IMnce Line of Stea-
mers
linha regular entre os
Estados-laidos, BfcZ'J e Fi
Prata
O VAPOR inglez
Lancastrian Prince
os
dl-
tan d"C.
218Rae do Comaurcio 18
1* andar
E' eeperato de
Newyorke segui-
r em pencos das
para
Santos
Para carga e encommenias etc., UaUr ccd
Consignatarios
Johnston Pater e Comp.
15BA DO COMMERCIO-15
jnj
O paquete Tamar
E' esperado do al at
o dia te Maio se-
gu'.ndo depoia da emora
adispeaaavel para
L3^>oa. Vlgar e ovita-oa^f
Para cargi. passageae eacomL':
a aairo a frat : trata-se com os AGENTES.
O paquete Cljde
CommacdaDiQ A. E. 6n!i
'I* ITB-M Bnropa no dtt
O s:e Kjo m-
-;.Sla
r.'ceMB*
ri.... ir
Macei, Baha, Rio de Janeiro, Monterdo
e BuanoB-Ayres
X. B. Pwmoe-e: ao 3ra. r -.-r-"dor--8 de
mercadoriaa, qa'; a CorapMhta I Realiogi-
sa,eoatrscloa coa aG^.. N'vrgata
Compaavaa servico da vapore? c caaes va*
partiado de Bordean:, Cognac, Ct re : etc, qm
era chegar a Sontaaaptcs a: de <.uld4Hl
rem as carcas destiaadaa a Sai..
oara os vaporas desia coapa
Redacto nos prayje :. i,r.at
' .,::,
A Lio 1 6JMM l 30
A'Sc:: l- ?i?KS **
Casasfotes rsesar?2dc.3 :
Paraaatinsj
Para pa^sajrana, ce*i,.ajoiaa.nt z, .reU-it
cera oa
AGENTES
Amorim Irmao Je Q.
H. 3BaadoBoa 5osuN. 3

1-
I1E6IVE1
f i;ii^l,:: V. _;..!.


I

Diario de Peraaiafcnc Rabilado 1$ de Haio de 1*5*1
r. iipjg
*i'.iW
GBAKtiKOSS SEGUS
CompHht* PrtMtceact
na
A'avcgi^So a vapor
Linha rugnlaf eatre o Hu-rr-, Liaba*,
Per m j;co, Babia, Rio de Janeiro
e Sautos.
O vapoi-
Ville de Ros
no
Co^n:fudnto Dante!
Indis,
Mac.:
di mera para
ss&hla, aio de
e Santos
R' eaperroc da
Europa at o da
S do crente so!
u.odo depoisda
| .Afo ar7?jaze77j o travessa do Corpo Santo
n. 27.
0 agente Pestaa vender per con''/ risco oe
quera p&rteoce; a caixs3 com eanrtja em xao
estado, aoliaa mencionada*. '________________
Leilo
De 3 garrotas tonrio.s e 1 garrete novilhc,
tourDO
Segunda felra, 4 do corccnle
AO MEIO UIA
H$ praca oo Commerclo (Lingceta)
Por iotervenc,ao do agente
(mi*
M:EI3I0-A-9^.0 -A.IT-A.XjC3-ESICJL
SOUUCAO e COMPBEsgQg
Leo
ENXAQUECAS ? CMOHEA
p*r2KT $ DENTARIAS, MUSCULARES,
DOHEa ( UTERINAS, RHEUMATISMOS,
0 mais aeo, Inofftnsioo e poderoso meicamsrdo
CONTRA A. 3DOI55J,
*+*U8 o 4LO, r^e Bonaparte, 40 ? ^^^
Este v?.por entrar no por-
to vito nao ter tocado em
Lisboa.
Boga-- | ..^rrm
dentro de .....r do da descarga da* al-
farro gas joai raetai i to contonate a ?*
Ikt.-i ju id lo yare i
por tos aa ful. aja de s-; podewai dar a tempe
asjproidtnias neeeveartas.
Expirado ..- vaso a cempaecia nao s*-
nsp.'nsaotlisa por extraviar.
R cata carga, atraiar com o
AGENTES
Labille
do Gommoroio fi
De 18 regsa p cass bracea e pre'a, vtoa-
a para coli,
plomas para chapeco, cortes se cachemira para I
taitidoa, dt,z:as ae fichas, falsa com maoieiga
Wfiiriza, ci'.ns com mirt&eifcda Boa, ditas coin
anchova*, carrafa cura licores fiaos e cultas
ui arca norias.
Terfi-fera, 15 o corante
A'S 11 HORAS
'No armazem a rilado Mrquez \ Olindu
n. 48
htmtflnmtjb do ageste
GMfe
tfoadem-seem Pernarohuco na C0HPA5H11 de DEOCAS e PEOEOCTOS CHnBCCSem;sprincipaspharnuciaaaaxegarii
risita ABt
LUgUf
9-R
na
Hamburg- Suedamerikaais-
cho Dampfschifffahrst-
GesellscLaft.
Vapor Lissabon
E' esperado do
sol a> o dia 19
do correte se
?9.;uindo depcis da
demor olorosarla para
Lisboa e Hamburso
Eotrar no porte
Para puaigena, ?orga, f.-ete etc., L'aa-se com
Consignatarios
Borstelmaiia C.
18
os
Segundo leilo
Da c*sa 'erea ella raa do Boro G""lo D. 13
na Torr*, fr^coeaia de Afogadoa, com 3 jaoeliaa
de frente e 1 porta no oitao, 2 salas, 3 qwtos.
oaiBOa intfDa, com sitio, ediBcada em terreno
proprto, Dertecceole ao execn;ado Frackiin Ma->
Boel da Fanat, avallada a 2:000*000
De sohrado site do lar?o dos Remedios t. 30,
r>egueza de Afogarfo*. perfencente a F.-iDcls^o
Gomon Ferreira de & Leiao, avallado em..
540O00
Ter A's \\ horas
So armazem a ra doMarquez de Clinda
n. 48
O apente Go^mac, aotor3ado por mandado rio
Exm. Sr. Dr. jais de aceito d09 fe'os da faseo-
da. levar a se refendOR para pagamento das execares que
tro-e a azenda do Estado contra os seus pro-
priP.iarios.
w TRftTftS!l^iTs^r/c

an
tm
Noto preparado, aezS ocuu:?co, rem irrit&.nte : acalma
wsLom
^> dore;; dentro do 24 hars
a&tre o microbio ospociflco, e cura com main seguraaca, t- promptidao ijue outro qualquer!
Nova formula i
^-SAST
cflhvicia cor;
?0P.a^fie_0 c:9beba' e cura raJicalmoute, sem
suprime o
yi-iiiio uc rcciciva. pe a roa accifl ta_
Faz-sc uso do agATXco-Sj^ai-TAS. h>, ou juutamcnto con a isjscco Xaum.
iuij6iaHod!iraili ^UPEJRFl,
Extrae:.. cuncoitrado a verdadim sal-sapanlha vemica. nica efllcaz. O mais ndcrooT-
aoDK-smo toafro. o mala brando dos depurativos. Especico dos Vicios do S'tiiaue. dos
MUteuutatieuiOK, da zvlattYue da JPclle, O da aff. ccoes especiaos, auo lie cura
conjurando MUCidenles W/nvcls que, U..i r^-uor.tcnicnle, saoconscquei;cla dessas docnca-!
Exigir s >lglttac Uo Fiiricatte DUFFRRCN. Th" <1e 1 el. 3, ru des Rcsler, PABIS "
OepoMUei en. P(m;tu.Cu l ctf iOSAS MMBSTM UOOtM' n *& '
Al
R'i do
Corcmeraio n.
X* andar
Leilo
Hamburg uedamerikanis-
che Dampfschifffahrts-Ge
selsciiaft/
O yapor Pelotas
E' esperado dos portoa
i'o fu! a 13 do correte
e seguir depois da demo-
re necessararia para o
ara
Em iviageca directa
Para passagens, f^rga, frete etc. trata-se
cora os
CenaignatarioB
BoiTteJmann & C.
18Ru--i da Conmero18
1' andar
The Korioi Llaa of Steamers
O paquete Manitoba
E' esperado do Rio de Janeiro
sana para
Qii,s> E' esperado do Rio de Janeiro
>,; j^-ate o da 16 >o correte e se-
P^-oir depois da demora necea-
Nova- York
SZca tireitara
Fara carga, passEgen3, eocommendas e di
nbeiro a frete traia-se com os
Consignatarios
Boxwell Williams & O.
Ra do Commorcio n. 26
LEILOES
Agiite Sfiveifa
Leilo
SA3BADO, 12 DO CORENTE
A' 11 horas
Da i litio oo Arraisl, junto o estaco logar deno-
minado Haogabelra de Gima, eob n. 32 A
Na a enca a rna do Imperador d. 4o
O age.oip Silveira por mandado e com asis-
teacia do Esm. S-. Dr. juiz de orphSos, a re-
(joenreeno -:le D. Goilnerroina Ferreira Gampoa,
lovenUriaote oo-' bens de sea finado marido
Antcnio a Silva Campos, levar a :eilo o refe-
rido 6tio cora mela agita de pedra e cal, com 2
aaeas e 2 pnrl33 de recte, & ditas no oito, 2
salas, 3 qoarloe. co^inba, medlndo a casa de
reate 22 palmos, de fondo 76, o sitio ruede de
jrente 100 palmos e de faado 270, murado na
frente com pcio de ferro com diversas arvoree
tnetiferas .:idmoa coa exceliecte agna pota-
vel e 1 tanque.
Os Srs. pretenderes poem examinar.
E3 coutimac^o o cesmo agente levar a lel-
lao tivi.-tcs movis exiKtentes na meem agen-
cia.
Agente Pestaa
Leilo
Di importante baretca denominada Mara
Carolina, completamente nova e prompta a na-
vegar, teodo lotacSo para 300 sacecs e viaja parr
I pojuca.
SADBADO, 12 DO CORRENTE
A's 11 horas
Ere frente so Trapicbe do Sr. Fioza, onde
acba-sea meema focd<:ada
Em cootinnacSo vender o mesmo agente em
seo armazem travessa do Corpo Santo n. 27,
s 12 horas, o cegointe :
Urna mobilla de Jacaranda, completamente
nova e com tampos de pedra, 5 tapetes para
sof, 5 ditos para cama, 20 pecas de morim, cor-
tes de calca?, boleas pequeas e grandes, corti-
nados, colchas, jarros, relogios de diversas qoa-
lidades, cadeias, extractos, leos, enfeitea para
t oilette e oatros moitos objectos qoe estar&o pa-
tentes aos Srs. compradores.
De ruoveie, qoadros, (sptlnos, reloglo, tandiei-
ro, jarros, tap**te, etpgere, locess, vidros e 430
extmplarfs da Grammctica lofauil adoptada aos
3 graos do eosico primario, etc.
Quarta-feira, 16 doco/rente
A'S 11 HORAS
Na casa rita & roa do Alecrim n. 38 D
O ogeot-" Oliveira, aotorisado pelo profrssor
Arlbonio Veira, qoe retlra-se para outro Esta
do, levar a leilo. i mebilia de amarello, 2 ca-
deiraa de balolco. 1 esuote, 2 aparadores, mesa
de jantar, sof de Jacaranda, marquezas, i es-
pregaicadeira, 1 caaia de ferro, 1 commoda, 1
meu de io:lett moloura, 1 reloglo americano, 1 canditiro d.
suspenso. jarros, almofadOes para sof, tapete,
etageree, 2 medalboes, pares de lanterna, loc^a
para cba, iriz^da, dita para jautar, calix, copos,
tacho, iivros de sciencias, artes e lettras e 430
exemplares da Grammatica Infantil cima.
AVISOS DIVERSOS
No escriptorio des-
te Diario eompra-se
um compedio de choro-
graphia do Brazil, pelo
Dr. Moreira Pinto.
Precisa-se de ama cosinheira, ama en
gemmadeira e um criado ; na ra da Imperatrii
o. 21, primeiro aodar.
Precisa-se de um copeiro ; a tratar na ra
da Cadeia n. 35.
Vende-seum bonito caroe'ro de setlu ;
tratar naCapucga, < ntrada do Derby n. 45
Precisa-se de um criado ; tratar no pateo
do Paraizon. 12.
Aluga-ee a casa n. 1 travesea da llora,
no Espiobeiro i. tratar na roa da Imperatriz
numero 82.__________________________
Cosinheira
Preclsa-se de ama boa cosinheira, para casa
de familia eslrangeira, nos arrabaldes ; info-ma
c5er oa rna do Cocamercio n. 7, escriptorio.
Criado
Ageite Pestana
Leilo
De 50 caixae com cerveja allemS Tigre, estra-
gadas, sendo JO em meias ganafas 30 n io-
teiras, viudas de Hambnrgo no vapor allemao
Argentino, entrado neate porto em Abril pr-
ximo passado.
Segudafeira. 14 do corrate
A'S 11 HOBA3
Preciss-se de um criado : tratar na rna 15
de Novembro n. 81, oa Imperatriz 17.
Roubaram
Um vallo alazo cachito, frpnte aherta, bal
xelrc e me'elro, com e3tea ferros S. T. Y. B. ; i
recommenda se s autoridades b apprehec^o e
gratifica-se a qoem der noticias certas.
Bom Conselbo, 15 de Abril de 1894.
__________Domingos Goncalves.
0 solicitador Jos de
Castro Ouimares por
meios manhosos e fa-
zendo papel de c-
mico consegriio des-
contar me urna let-
tra do seu proprio
saque e do acceite de
Manoel Rodrigues" da
Silva cuja lettra j es-
t vencida porem o
saccador nao apareceu
para pagar e o accei-
tan te ignora- se se per*
tenceao rodos vivos
Ser da sua forja ?
o que se precisa sa-
ber.
Recife, 11 de Maio
de 1894.
Jos Pereira Bastos.
?'
CHLOROSiS
Cores Paludas
l.VMa^lM
DEBILIDAOE
Consump9o
S LICOR DE L^PRADEV
" COM ALBUMINATO OE FERRO
Empregado em todos os Uospitaes. o raelnor ferruginoso para a
Cura das Molestias do Pobreza do Srmgrue. Nfio enegrec* os denles.
PAHI2: COIXIH C, 49, Ru de JOaubeago, e em os pioarmacla
VEROADEIROS GROSdeSAUOE do D'.FRANCK
LXZMCUDOS FEU INSPECTORA GKBAL DE HKMB.NS DE RIO DB JAKHUKk
Aperientes, Estomachicos, Purgativos, Depurativo
Ooutra a Taltm, de appetite, a Obstrncgo, a Hnxaqueca, as Vertlgeof
as Consot5e, etc. Dose ordinaria: 1, i S graos.
Vr /tf Desconflar das faiificaoses. Exigir o rotulo junto impresao em trance
ViRAICK Af com lettras de 4 oraa, sendo r0i/ Mn iinin wm r>/..
i^JlZ^r od*ettra URMORO DA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARIZ
sta preparacio 6 provcltosa as Crianca finca e rnchiUca*. e favorfsa-lhes o crescl-
rnento; convcui tambem as Senhora* fraca ou tinemicaa, as quaes racillta a tena-
trunciio e previne as tifflculdades da iilade. critica, activa o i-rntn helvciment da
6aUile dcpols do parto. Kesiabelecc a forca viril do;i homens enfraij uecidos e raclllta-lhes
as Di/CHten laboriosas, desperta o appetite sem produzir os ardores proprios s out-as
prei-arar-Ses, cao da lo^ar a prlsao de ventre. diarrliea ou fadlga do estomago.
' por isto quc deve sur considerado como o mcllior Regenerador do Sangae.
A9m d$ erltar ai ZmitarOes a Falsiflcaoyes fraudulenta, ei//a-M i r'tsigntturt
1 BESSE, nico sucesor de liobiquet Levasaeur
?HAMACIA XOBI DepoiiUrioc m Pernambuco ; Franc SI. da Silva & V
OPOOOOOOOeCOOOOPOOOOO0i0t)Ufl00gO00O0(
33
0S?HATItf4
AUMENTO -------
doe mais agradareis e do fcil digestao.
Sou empreco precioso para as criancas, desde
a ISads di 5 a 6 mezes, e mrmente no momento
da dsmama-los. Facilita a dc.ittie.ao.
Anaegura a boa foruiaeao do osao.
l'revm ou deta os defeitos do crcsceuca.
cinaes Phirmacias de Francia e Estrangeiro.
T. JONES
FfiMKMTE DE PERFUMABA INGLESA
EXTRA-FINA
VICTORIA ESSENCE
O perfume mais delicioso no mundo.
Euma grande colleecao de extractos para o leseo
da mesma qualidade-
LA JUVENILE
P6 sem mistura cbimica alguma, pan o rosto,
acibrente e invisivel.
CREAM IATIF
Conserva se em todos os climas; um ensaio
demonstrara sua supertorldade sobre oe outros
Cold-Creams.
AGUA DE TOUOADOR JONES
Tnica e refrescante. Excellente contra as
picaduras de Insectos.
ELIXIR E FAOTA 6AMOKTI
Dentlficlo antisptico e tonteo. Branque, os
denle, e fortlflc. m goaglTM.
3, BomUrwmt dn Oaf stow, 23
PARS .. ._____
AVISO as SENHORAS
O API O Leo znalbor remedio
contra as Dres, Atrampa, BuppreaaSea
e rerdaa uteriuma de que soflrc a mulber
no i momento das apoca*. Mas. vende-se.
oOtp nome de Apiot, productos falsificados.
O Jkptel puro, o nico cuja efflcacidade
tem sido venfleada nos bospltaes de Parla 6
O AtMel dos Inventores, os Snrs. Doutores
HOHOLLE
!.....MHrh-
vrnnmsiMat
***.!
naM.
Ka* de I
, aaaorimltaet Nurmatlu.
1^SS^^SJ^^C'f^Z'iSS!^'9i^i^:.

BlennorrlMtjia
40 Gil!
C'. radiclmene aniquilada p?!o er^Grec fia
M
DEPOSITO a SR AI,
Te&SJa, Tio&levard Seala. 7, 9AS.S3
u6t- a NoUclA guo sor-ve Je embrulho t cada
r'rfro ^a njccee Vadet
U CfKitu: :m uuiu ai friicpaes Pnaraiacias e inri.
gfrnr--------------;-------;r-r-yr-.^pri
AGUA
Hirml natural Purgativa
RUBINAT
fFonte do Doutor LL0EACH1
_ i .
MA Analysis ta Academia Ot Haihina di Pmrit prora QM
Idita agua contem 103114 da suBstanoias Utas das quena ;
1 SULFATO DE SODA a tULtATO DB MAQHKSIA
86g265 T tsaap
X. C*10r aoora o tetratro .
JuBi|una Mari* uc-aoo : i de
me ida
Al
Primeiro annlversario
tAdolpbo Bessooi de Almeida, Joaqui
oa Hara Bessonl de Almida Filna,
AdeUide B. de Oliveira Andrade, de
Darg;dor Joatjoim J. de Oliveira
Andrade e Hlhoa aueectpsi bauharel
Leopoldo B de Oliveira Aadrade, Zolroira Brito
de Oliveira Acdrade, .mbel Bessoni. Clemsntina
Varia B. de Almeida, rcnviiam sena parentes e
amigas aaistirem as missas qoe mandan ce-
lebrar na igr^ja da Gicria, s 7 aoras da manha
do da II d.i correu-e, p^lo eieroo reoouso d1
sua eempre leaur^da mi. esposa, avo' e IrmS,
Joaqnioa Mana E. Ce Almeida, 1- anniversano
do sen fallecimecto, confessuedo-se nesde ja
agradecidos.
t
im PERHAUtUCj: S" ItMHUl I
Harte do Carao Peccira da Crui
Jojquia FaoBtiuo Pereira ta C'uz p eeus ti-
l.io- Cosxe HlisiaMo P. da Croz, Joao Paoiccc
P. da Cruz, Jo^ Vital P. da Crea, Mano-I Teuts-
t'boro P. d3 Cruz, tf cervina do Moate P. da
Cruz, Julia Prfcilia F. da Crua. Maria Salom
P. da Cruz, Eulalia P. da Crn e Ecua P. da
Croz. ccovidam seu^ pa eotes e amigos pera
assislirem a mi. aa ana mar.dam ceieOrar na
igreja de 8. Goocalr, m 7 t,o-a3 da manh, por
alma de eoa p-< tn-J* molQer e mi, M.ria do
Carmo Pi da Cruz. Desd. ja ameaipam oa asas
agradecirafnios a todos que Be dignarem a3S!9tlr
a tao candoso acto-
Ourives oceu-
iista
Tbodttro Jom Baaoa de ellp
Ertabelecido con if- ;na de oanver roa cas
! L3.-an?e'rns o 1 z--: .-a sena fre jaesea aa
respeiiavel pabltco, qcs mantem ofciaes bsM
lltaissiffloz para execo.o de qualquer t. abala
concerneate sos arte, r-specimeoie erava
gV.s par;-, rbactos. ccoicb, p.ar- ue*, ao-a-i-
KM, c:c.
Doora-ee, arateto-se qualqoef mttil.
toa em lessM le Bwtriasfea cu oatra qoaii. -r
especie, garantiodo preces m:dlccs
Ra las L^raujt iraf- n. I
C
aixei'cs t^
t
BritEadelra Fmnasimeo JauquL-n
Pereira Lobo
Quartj anniversario
A familia de.sa veterano da indcp^aJeocia do
Brazil mauoa celebrar na aegonda-feira t ie Maio, s 9 oras da ma-
nila, ua igreja de N. S. do Rotarlo do Tigipi. e
o>"-. eese aclo ae Carldae e reglftc, pede o
coojparecim"rito do todoa seos parentec n mais
peesoas de >ua omizade. aos quaes agradecen:
aniecipadarceote ans essa prava de considera
gao que em exiremo os peohorar.
e--.'" wtt assMSMMBEMsaaMMsasasjsaoasi
Kanoel Saldlno do Naaclmenta
tJoo B^rto Moneiro da Franca, fea
malher efilbo mandam rezar urna mitaa
por alma de seo padrillo Mauoei Gaiiino
do N^scimeoto, na matriz de S. Pedro
lrtyr em Olinda, Eabbado 12 do correte, as
7 horas da maoh, pelo qao convidara aos pa
rentes e amigos, o Dem s para assistirem a este acto de rig.f.o carida-
de. Conf'tssando-ncs ."eodz j grates a todos
ijca comparecerem.
Precisa sp de dops ealxeiroa com rratici de
OBeibaos e daudo tiedor .' roa foodula, endA
acr, de 16 a 18 aonos, e cutro de 12 c 11 ;
tratar na roa oas CalradsR a. 2
Terreno para alugar
Alaga se era grntide terruo com c- ua e tres
mei'asuES, propr o pera carree s. na roa do
Prog'eso o. 28 ; fatar na leu cas :;>i eltai,
roa D^'e Se Cxiss n--. 86 e SU.
Gaixeiro
Precisa-se de um csixe.iro com praC3 d.' mo
Ibadec, Je idaoe de 16 : 18 -Dn.-e. <;u d co-
nfiscimento re sua conducta ; na rea do Lima
o. 15, -a: Santo As; ro das Saiioas
Feitor
Preclsc-Ee de um feitor ; na rus Infera! Ha-
rnero 17.
D. Rufina Harta de Sledelroa
O general Antonio Francisco da Cos'.a, sua
mulber e filos, do receso d'alma, agradecendo
aquelles dignos cavalheiros que se pre.-i-rarn
acompaobar ao cemiterio os restos mortaes de
sua preada Bogra, mSi e av, rogam-lhes de
novo o Inexprirclvel e caridoso obteqnio de as-
sistirem a> mi-sas qae mandam, pelo eterno
descaoco de ra alma rosar, no da ti do cor-
ante, s ; l/i horas da manb5, na igreja da
Coneeicao dos Miliares ; pelo que desds j as-
eguram a conquista de i?ual agradecimeoio.
aria daa Dores da Silva
Daarte
tJoaquim da :lv. Doarie, sua mnlher
e pareotes agradecem no intimo d'aima
a todos iqcelles qoe 8 dignaram de
acompaobar a soa uitima morada os
restos iso.-taes de suatempre lembrada
Alba, emiada e prenla, Maria das Dores da
Silva Dearte, e de novo os convidsm para atis
tirem as miesaa do 7-dia do seu paesamento,
que tero lugar na igrfja do Carmo, aabbado 15
do correte, as 7 horas da maoha, confessando
se desde \i su'i mameote grato.
Amella AueuMia carneiro
Cbac.n
Os nios, irmSos, cunhadoa e so-
brinnos de D. Amelia Chacn, agra-
decem as peseras que tiveram a
bondade de acompanhar ao cemite-
rio os restos mortaes de sua preza-
da mi, irmS, ruobada e ta, e avi
gam qoe as missas por soa alma
sero celebradas no sabbaflo 12 do corrate, s
7 horas, oo collegio Qo Coracao Encbarlttico, e
s 8 horas, oa matriz d Boa Vista._______^^
JaHHBBHiinsaLSBaCBHHEa
lluncllnu Anlinla rcieik-a
G capitao Jos Tneotocio Pereira ce Cr-
valho e seos fihos, Miooel CapUolino Pe-
reira e seos filbos. batharel Carlos Vieira
Pereira, (auzente) e Amelia Vieira Perei-
ra. convidara ao pareotes e s-migos do ?eu pre-"
zado irmo, to e pai, Ma celioo Arjooio Pereira,
para assistirem as musas qoe por alma do mes-
mo mandam rezar o.', igrfija da Madre de Dtus,
s 8 horas da maub do dia lo do correte, 7*
dia de seo fallpcimentn.
Ama
Pre isa se de urna ama para o secvico de duas
pessoss, prefere-8e a que dornir ; no pateo do
Paraizo r.. 8, l* aodar.__________________
Amas
Precisa-se de duas. orna para costnhar e ontra
para servico de casa de familia, na roa rarapes d. 94.____________________________
Preciea-se para cosiobar a mai3 tervicos do-
rcesticop, para cafa de pouca familia e que dur-
ma em casa doo-patroes : tratar na fabrica
Tigre, roa Bario da Victoria o. 4.
Gusinheira e eD^csma-
deira
Precisa-se ; oa ra tstreita do Rotarlo o. 3.
paaraiHta.
FuDeiros
Preciaa-6e de um co doos ofliciaes de fooilei-
ro ; ra de B:mca c. 7, rVscgcm da Mag-
dalena.
Caixeiro
Precisase de om rapaz que t. nb.\ pratlca de
fjzecdas e daudc Etiestado de fec com compr-
tamelo ; tratar oo Bazar de Afoeado*.
Caixeiro
Precisa se de cm repes portognez, de bom
comporumento e com biataote ortica de mer-
cearia, oa rna Visconde de lobaoman. 73.
Franco & G.
Pateo da Tenba a a narro s
Pricisimdedoos ra^xeircs que lenbam pratica
de molbaaos e sejam conoeeMM no commercio-
Ao publico
Uabsixo assi^oad declara q e uesta data
comproa ao S'. Pedro de Salles Rasas a parte
que liaba (ua qoalidaue de socio) oa iilkioa da
(errador, sa roa de Pedro A!Too~o o. 17 ,an
liga da rTaia) Meando c'cra em dtaute responta-
v-i por tudo qoaoto dis6tr respeito a metoia
cicira.
Becifo, i de Maio de 1894.
ConiCanc) dea Santos.
Caderneta perdida
Perdeu-se a caderoeta n. St5C5, de orna acan-
tis recolbida C>ixa Ecoaomica ; a pseoa qae
acbar, ieoba s bo_dad3 'e vlr eutregl a no ea>
cnpiori'i da Gazeta da Tarde*, pateo do CsrOM
n. 28, qoe ?.-r gratificada.
Engomniadeira
Prfccisa-ec de a:nu cogemma^eira para cata
do fumilia ; tra ar oa rea Puiae de Caxias
numero 84. ________________
Caderneta perdida
Perdeu-se a caderneta da Caixa Economi.a -
15112, p.'.rtt'ncente a Loaraie* F.aocisca Braai-
iioa ; quem a encontrn M favor de eotrefar
a roa da Sensalla velta o. 30, qae ser/, grs.ifi
cado.
Roteiro da cos-
a do norte
No escriptorio do Diario vende-
se a 3$000 cada ejemplar d da costa do norte do Brazil.
Precisa-3e de croa que saina cosinhar a trstar
nr roa Duque de Caxias n. 88, (pbatsac .
Precisa-se de oca ama para andar com criara-
ca, dsndo fiaoca de soa conducta; ra do
Hospicio n. 3.____________________
25:000
E' qoanto se paca por urna boa ccsicbejra
para casa de posea familia : trata se na raa da
Moeda n. 21^____________________^_ ___
Pracisa-se de orna copeira e de orna ama para
crias(s, aue dormam em era do patrio ;
tratar na Capung*, ra Joaquim Naboco n. 61.
Gaixeiro
Precisase de om c--ix?iro coc prt-c?. ae
verna ; oa roa do Brum a. 35 B.
Ao
commercto
Na ra da UoiSo n. 13, precisa-se de urna para
cosinhar, e qoe durma em casa de sejs pztroes,
paga-se bem._________________________^
Ama
Precisase de cma ama; na ra barSo da
Victoria n, 12, loja.
Precisa-se de nma ama para casa de pequea
familia ; roa larga do Rosario n. 30._________
Ama
Precisa-se de ama ama para cosinhar e lavar
para orna casal e qoe dorma em casa de seos
oatroes, pagase bem. na fortaleza do Buraco ;
tratar na Pracioba n. 25, loja do Chapeo Chique.
vCa>a>YiA>vCou
Precisa-se para cuidar de nm menino de 2
tnnos; tratar na roa Direita n. 3i, armazem.
Criado
Precisa-se de om criado ; raa do Cotovello
nomero 19.
Cobrador
02erece-se um moco ccmpeteotemfnte habili-
tado para cobrador do c:a. a s. bs-
tente conbfc-cido nesti praea, com nna letra,
activo e trabalnador, e que d fiador de saa
conducta moral e dH qu-m de seos prestimos
Drecisar, deixe carta fechada com as iniciaes
J. S. praca da Ino:pppdt-ncia o. 20.________
Grande uettilae,ao
Precisa-se de nm boa destilador em ara en-
gento oa comarca da Jc.bo.it5o; a iralar na pra-
cta do Herval n. 13. _
Ao publico
Josqaim Fjrreirado Carvalho 4 C l
quidante da firma Amaral Primo & O.,
dec.f.ram quo 16 a elles deverc pagar oa
deverlorea da referida firma, n2o tesdo
valor algara qnalqaor recibe por outro.
passado.
Tanoeiro e torneiro
Precisa ae 'e om torceiro e de cm t<>noelre,
qae spjsm peritos; ca raa Barao aa Victoria
numero 49.
Cautella do Monte de Soc-
corro
Ouro, prata e brhantes, em obras velbaa o
peroveitaveis, sendo de boa qoalidade, pa
apio maior preco do mercado, oa roaestrei
Rozario n. 1. officina de relojoffao. ________
Para cosi-
nhar
Precisa-se de nma ama que saiba co
sinhar, do 3.* anda- do predio a. 42 da
ma Ducpe de Caxias, por cima da fl-4
pographia do Diario
i'.
T*
v .



S
Diarlo de Pernambneo Sabbado de Halo de 1894
SunmiiiiiiiiiiiufiHiB
5

LUZ 5
DIAMANTE,
LONGMAN & MARTNEZ, Z
2 NEW YORK. Jj
ai Livre de Explosao, Fumaya .- Mo Cbdro av
A venda era tod -s o Z
_ armazems de seceos e mo
Para curar radicalmente a anemia, eh-
lorose, on cores palida3; opila9o frial-
dade, e todas as molestias qua tem sua
origem na pobresa do sangue.
Nao h remedio mais afficaz que as Pi-
iulas ante anmicas Brazileiras do Dr.
3ilvino Cavalcante.
Formula approvada pela Illma* Junta
de Hygiene de Pernambuco.
Pregos de urna caixa 15500
Meia duzia 8S000
Urna duzia 158000
BEPOSITO
BOTICA FRANCESA
H. R0UQUAYR0L
22 Ra da Cruz n. 22
Agua asitica
Do Dr. Bosc
Preparado maravilhosa
para tingir instantaneamen-
te a barba e os cabelles da
mais bonita cor prela e cas-
tanhos.
Preco de urna caixa 3$500
Meia duzia 20#000
Urna duzia 36JOOO
DEPOSITO
BOTICA FRANGBZA
2 2 Ra da Cruz2 2
. FANTAZAS
' lindo o sortimeoto de tecidos sendo
impoBSivel de se descrevtr a prande va
riedsde de tecidos de farjtszia, seda,
la;, nanBouk, c&mbraiaa brancas e de co-
res ; pede-se ao publico cm gen>l i princi-
palmente as Ezdb, familias de visitaren) o
CoDgresso das Damas
Carvalho & AJmeida
BA DO CABGa' n. 8 e 10
Telephone 196
Galoes e Guarnicoes
Gom vidrilho e sem vidrilho acaba de
receber lindo sortimento o
GONGRgSSO DAS DAMAS
Laques de Gaze e Peonas
Ultimas covidades de Psriz recebeu o
Conresso das Daicas
Bich*
* INOFFENSIVO *
O GRANDE
> < 0 4 t PUBIFICADOR H *l !> <
9sn3?&'&,>
SUS1P1RRILR1
<9 < 8RI8TGL amar odas as impuwzm bo SANGUE E HUMORES
P EFFICAZ *
Obras de Vime
Como sr jaro : Cestos pra compres Berc's Bala'os para papel Boopeiros e lindas cadeins* Ra Estreita do Rosario
(junto a Igreja) fofas Hiendes & C.
LICOKES, COtiNAu', VINHOS. FI-
NOS genero* de primeira qualidade, e
todo quanto se pie desojar para uma
boa dispensa, a prego os mais resomidos
poaaivel.
(Nao temos eompetidores
Ba Estreita do Rosario (junto a
Igreja)
Pocas Mendes 4 C.
Vinho da Serra da
Estrella
ALOJA E.11UZH DAS ESTRELLAS
Convida a seus fregaezes para que venham aproveitse
os saldos que ficaram do anno passado. e que ar
estao liquidando no anno novo, visto como o que
se receber este anno custar o dobro do que e
vende ; a saher:
Cortes de Linn bordados a 150OCO e ?nOQO,
Ditos de cachemira ricamente enfeiUdos a veUsdo a 95#000 e SCfQCO.
Ditos de cretona da alratsia a 12000.
Cachemira de doaa larguras de 20000 a 800 res corado.
MadapolSo americano a 101000 a peas*.
Dito osm ni> metro de largara a 145000.
Voiles lind.'stimos detenbos a 200 reis o corado.
Maltona para roopa de homem a 105CO o corado.
Casemiras iogleas a 35000 e 30'00 o covado.
Ganga para coberta a 240 reie.
Cretone de 700 a 320 re.
Guardanapoa de 60000 a 3SO00 a duzia.
Bramantes de lioho com 10 palmos de largura a 20800 a vara.
Ficbus a 500 rea un.
Babadoa bordados de edr a 600 e 800 reis cada peca.
Cortes de fustSo para collete a 18(00.
Lindisaimos tecidos arrendados de cor para cortinados do 4,000 a 10000 e 15204
o metro.
AlgodSo americano 50000. 60000 e 7J00O a pe-a.
Eapariilboe para aeshor* a 40000.
dem para meninas a 95500.
Toalbaa de fnato a 60500 rris a dssia.
Flanella para vestida, lindas desenhos a 400 e 500 reis.
Merinos pretos com dus largaras de 20000 a 800 reis o oovado.
Sargelios de todas as corea a 240 reis o covado.
Linons de cores, lindissimos psdroes a 240 reis c covado.
Flanella de qnadres a 500 reis o covado.
FustSo branco lin os desenbos de 20000, 800 e 10000.
Beodas Escocesas a 320 reis o covado.
Panno da Costa Iletrado para mesa a 10600 o oovsdo.
Cortinados do crochet a 1( $0 0 e 85000.
Setijs de cores n 8JO e 10000 reis.
Cobertores a lfSOO S.
Assim como muitos utroa artisos que se vende com
Rodolpho Anta oes & C*
0 Raa Dnane de Callas %7
A
Maraflfha
FINAS COLCHAS para camas. LIN-
DOS cortinados para cama e janelas,
precos sem competencia. Elegantes
objeetos de bisccit, vidro, trra cotta para
toiletes. Grande sortimento de albuDS
para rstratos. Papel de fantasa para
cartas. Alem de m'iitos oaCroa artigos
que o bello sexo encontrar aompre na
bem oonbecida casa de BOJOLPHD
aNTUNES A C\
57Roa Duque de Caxi&s67
Perfumara
Gnr.de variedaae em nieros, ton'ces dene-
Gcop, leos, atas* de toilet, pos de coro tabo-
oeles ; dos nHboree fabricantes de Pas e
Loodre* ac tmenlo.
Coarado manea A C
-/
Cinlas hesp^oholas
{
Alta novidde para senboras e ho-
mens.
Novo sortimento receben a
NOVA EirEBANCA
S^
63 Boa Duqoe de Cbzbb'63
YIDRAMA |
Bonita collecclo de finas ta^as de T
porcelana, recebersm
PEDRO ANTUNES C.
i
artigos
que
e garrafss, soperior a
marcas, proprio para
Em aoenretas
todas as cutras
mesa.
Ra Estreita do Bosario (junto da
Ireja)
Pecas Hiendes 4 .
Chei
f
garam
Se entes novas de hortslicas e floras
Ra Estreita do Bosario (janto a Igreja
Pocas Mendes k C.
Queijos Itahanos
ParmezoB
E
ReIuDi
Recebto Josaoim Cbrisiov3o & C roa do
_____________Caboga p. n.
Vinho Bordeaux
Fronsac e Meclor
Vende se em qoanlas e engarrafados na
Adega Portugueza
Roa das Laraogeiras n. &
Ennes Barbosa, Cooper I f,
Obras importantes sobre
Religiao
Espolio do finado
DR. FBUPPE NERY COLLAgO
Os preteDdeotes prdea mricir-se ao Arrsval,
^Linba do Limoeiro) ondeacbarao com anea ira
lar e 'esta occas -, escolberao as obras qne
Ibes convierem.
\ ersos burlescos e rao bur-
le?cOv, de Leovigildo
(Escrtpio; em va-las pocas, em varios es* {
tilo?, mas sem tarisa preteOCOr8>.
Vende se ca livraria de lingo & C, & roa lo
de Novembro n. 45.
como
grande reduc^ao de presos-
Grande quantidadt? de retalhos de chitas, brins e
lans.
56 e 58 Rna Duque de Caxias 56 e 58
Loja e armazem das Estrellas
Telephone n 210
44RUA BAEAO DO TRMPHO- 44
ftiacbnas a vapor
Moendas
Rodas d'agua
Taixas fundidas e batidas
Tabeas batidas gem cravacSr
Caf de Kmas, espeeis! qaa
FGNBIGAO DO I0WUK
e
Contina a manter em seu3 depsitos completo sortimento de utensilios para lavoura ven-
dendo sempre por precos mdicos;
MACHINAS A VAPOR de diuerentes systemas e tamanhos, de Robmson e outros fabn-
cantes, e de 2 a 42 cavallos.
CALDEIRAS A VAPOR multitubulares de Fletcher, para unccionar com o fogo das for-
nalhas das tachas. .
CALDEIRAS A VAPOR Cornish e typo locomotiva para funccionar com lenha e bagago.
RODAS para agua:
BOMRAS de motun-continuo.
MOENDAS e meias moendas, garantidas.
TACHAS de ferro fundido e batido, eravadas e caldeadas.
ARADOS de diferentes systemas,
CRIVACOES para fornalhas.
"INAS p,
la vontade dos agricultores.
MACHINAS para descarogar algodo de 14 a 50 sorras com alimentadores e empastadores
3 Ba Beqoe de \
BIJOTBRIAS i
Lindos grampos de brilbanta do it
Canad, chatilaines, pois-iras, meias g
finas, pedrsa e iroitos outros artigos $
NOVA ESPEBANCA
63 Rca Duqdk dk Caxias 63
S
XWXEXJV.S
O mais completo e variado sortimento
para homens, senboras e meninos.
Sedas
Brancas, pretas e de cores, lisas e la
vradas.
Cachemiras
Ccrtes bordados, e'partilbos, linons,
pere linas, levantioai, cretones, sephiro,
chapeos de sol, camisas, pannos, collari-
nhos e pe i ti! nos.
Perfumaras dos melhores fabricantes,
etc., etc.
Todo se encentra por precos resomi-
disEimos
NA
La Gran Via
8 A-Boa da ImperatriK58 A
DE
Otnon Silva 9' C
Fabrica de movis a
vapor
DE
Silva Fero.ndes i C
48Ra de S. Joao--48
Promptifca se qoalqoer encommeodt
de marcenara ou carpintera, com a
msior presteza e por preco's rasoaveis.
Compra-se madeira de boa qualidade.
~Aceita-se artista* marcioeiros e cara*
pinas) que sejam peritos ; e tambea ad
mi* te se aprendiaes pagndose desde lo-
go Igum ordenado.
DEPOSITO
49-Roa Baro da Victoria- O
E.\FEITEW PARA CABSILLO
Para ibeiro, ciuintaioD b-:in
Becebsrao novo soriinj^to
Cunrndo. nlniF* A C.
____________A BBISA____________
Bolsas de ^alna
Dm!variado onftiajeoto seba de rfceber
Clarado Anlaari
Bijouteras
Novo sertimeoto em alQnetes rara cavila-,
reloirlos, pelcei'as, broebes e boiocs ce ooro
romano; Receben
lonrad Anluart V.
i arrinhos de Pas?eio
Pr rrlnnran
Fortes e elee^ntes cabo oerhrw pa a
Coorado, talnnri A BRISA
Praqi da Indfjiendenda
Cajurubeba
Este enrgico e prodigioso medicamer-
to, que comecoa ser va'gor'sado em
1883, e qne tSo proficuos rebultados tem
produtio na cara do renmat'niemo, mo-
lestias da pf!lo, l-sucorrheaa, r.sthma,'cos
soffrimentca occaaionades pela imparesad
sangoe, e o a d.ff*rcntes formas da yph -
lis, esteva por algnm tempo par.-l satu per
sircumatancias :mperiosa; e baff, porm,
reapparece com todo seo vigor; e 6 de
esperar que contieno a merec* rdo Jos-
trado publico a me>ma ecceiUc.o de qoe
sen pro goaoa.
Approvado pela reepeitavel Junta Cen-
tral de Hygiene, por Desretna de 2 de
Joobo de 1883 e 18 de Abril de ldS.
CJap*8l^O
OU
Firmino Cacdido de Figaeireio
PBOPAGADOBES
Baptista& Fi^ueiredo
A venda em qutlquer Pharmacia.
GS
Ha m burgo
Vende se eui granaos a peguinas porcoes
applica-fp ventoeas seccas sariadas ; na rn
das Larsnceiras n. i'i-
63
POR
'' 27ISS SS I.ffiffl
(CINTA PARTS
OS ANZOES DE CAMELIA
VI
r
A somnmbula
(Continuajo)
Vejo.
Pode descrever-me ?
Perfaitnmcnte... E' mo50, louro,
tem olhn? azues, e bigode apenas nascen-
te... assemelba-se a um cherubim...
Camelia voltou-se para Renato, sor-
rin<* n.^ ., ,
E' realmente muito difficil fazer o
meu retrato disse o mancebo. Nao ha
muito que esteve cinco minutos a olhar
para mim.
Camelia proseguio :
Uma vez que o conhece poder 1er-
lhe no espirito e no cora^-So ?
Perfeitamente.
lito agora que vai ser curioso 1
disse para comsigo o mancebo.
Mlle. Hermengarde nao responden im-
mediatamente, e Camelia repetio a per-
guata.
Prefera que me nao perguntasse
sao... mnrmuron a somnmbula.
Mas porque ?
Vendem Vpnaccio Libitct & C, rea Daqoe
de Caxias n. 72, I andar
Vende-sej>
Urna casa de fjolop, en cons'roccSo ja bsm
augu-eo'sd", sia no brero do Trndade n. 10
2- dlstrlcto de S. Jos, com 27 palmos de frente
e 41 de fundo, em tc-reoo propno. medindo 30
metros de comprimeoto ; a ratar na mesma
casa, das 4 horas da tJrJe pm d'ante.
Porque receio que a minha resposta
lhc cause pezar.
Ora exclamou Camelia sorrindo-se,
parece-me que se engaa.
Mlle. Hermengarde abane u a cabeja e
retorquio :
Nao, nao Eu nunca me engao.
Entilo falle.
Quer que falle ?
Sim, quero.
Entao, proseguio pausadamente a
somnmbula, s de si dever queixar-se,
se as mnbas palavras a ferirem no cora-
40.
Sem duvida Mas o meu coracao
alheio a tudo isto ; por conseguinte pode
fallar.
Renato applicava o ouvido com pro-
gressiva attengilo e estrenuo interesse, nao
de todo alheio a certa inquietagao. Ca-
melia parecen notar-lhe a perturbado, e
langou-lhe um olhar penetrante, que elle
supportou o melhor que pude, esforgando-
se por sorrir. A somnmbula comecou :
TU
Uma carta de amor
O homem que eu vejo, disse Mlle. Her-
mengarde, sabe murmurar palavras enga-
adoras aos ouvidos de todas as mulhe-
res.
Renato fez um gesto negativo.
Silencio murmurou Camelia; ouga!
A somnmbula proseguio :
Neste momento acha-se o seu cora-
cao dividido... a sua voz e o seu olhar
sao duplamente mentirosos.
Mlle. Hermengarde calou se.
Isso muito vago, disse Camelia ;
desejava pormenores.
O que que quer saber ?... Por-
gante com exactido que responderei.
O mancebo de quem se trata, por
Faaendo parte da direcgo de sua fabrisa o Sr. engenheiro Augusto Clark, vantajosa-
mente conhecido dos Srs. agricultores pelos seus trabamos de montagem de grande numero de
Usinas fnnecionando neste Estado, incumbem-se de mandar vir e erigir garanunao a produegao e
ualidade de assucar;
APPARELHOS e meios apparelhos de vacuo
DISTHXACOES completas para alcool e agurdente, a vapor fogo n, para grandes e
pequeas fabrica.
52-EA BARIO DO TMMPHO-52
isso que ponto assente ser um mancebo,
vai todos os das casa de uma mulher
que lhe prohibi fallar-Ihe de amor.....
Ama elle realmente esta mulher ?
Ama-a, sem duvida, mas...
Mas o que ?
Engana-a...
E' falso, exclamou Renato.
Silencio disse Camelia pela segun-
da vez, e proseguio.
Disse que a engaa...
Disse.
Como?
Tem um amante,
a A quem ama ?
A quem o diz, pelo menos.
E quem essa amante ?
E' uma figurante da Opera.
Bonita?
Sim.
Mais bonita que a outra mulher ?
Nao.
-Pode descrevel-a ?
E' alta, delgada, bonitas cores e ca-
bellos louros...
A' proporgao que Mlle. Hermengarde
fallava, tornava-se cada vez mais falsa a
situagao de Renato ; o seu embarago aug-
mentava progressivamente ; senta a testa
cobrir-se de suor rio, e estava, como se
costuma dizer, sobre brazas.
Quanto a Camelia, a cada resposta da
somnmbula mais se lhe assombrava a
fronte e mais triste e dolorosa se lhe tor- |
nava a expressao do rosto- Comtudo con-
tinuou a interrogar com voz, cuja irnica
amargura mal disfargava.
E, ha muito tempo, perguntou ella,
que dura essa encantadora ligacSo ?
Ha mais de dous mezes.
E durar muito tempo ainda ?
Nao vejo no futuro.
E o mancebo amado pela mulher
loura ?
Nao.
Est certa disso ?
Estou.
Ella comtudo afHrma-lhe que o ama.
Affirma, porque elle rico e d-lhe
muito dinheiro.
E ella engana-o ?
Muito ; e mutas vezes.
Camelia olhou para Renato, que j mal
se poda conter.
A peccadora pensou sem duvida que se
havia adiantado, demasiadamente na pri-
meira experiencia, porque declarou em se-
guida :
Bem, basta por agora !... Decidi-
damente, meu caro Renato, tinha razao ;
o somnambulismo nao tam senso commum,
e eu nao creio em nenhuma palavra de to
das estas loucuras !... Vatao-nos embq-
ra, que me sinto um tanto indisposta...
Renato, encantado por se ver assim li-
vre do supplicio que supportava, havia al-
guna minutos, nao esperou que Camelia
repetisse o que dissera. Mctteu dous lui-
zes na mao do Dr. Brunner e n3o notou
que Camelia deixava cahir uma nota de
cera francos no eolio da somnmbula.
Esta ultima, com quanto permanecesse
anda adormecida, fez desapparecer imme-
diatamente a nota no bolso.
Renato e Camelia tornaram a metter-se
no coup que os esperava. No curto tra-
jecto da ra da Chausse d'Antin ra
do Provenga n5o trocaram uma nica pa-
lavra. Camelia achava-se sob o peso da
evidente preoecupagao de Renato, e sobre
modo embaragada nao sabia como ence-
tasse a converaagao. Afinal chegaram
casa.
Posso subir comsigo ? perguntou Re-
nato.
Hoje prefiro estar s... Como j& lhe
disse, sinto-me muito indisposta e necessi-
to repouso.
Entao, at amanha...
E esperou a resposta.
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___________CAMPOS MAIA
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Na faxenda Serra Grande do D.oaieipio da
Victoria. Estado de Pernambeco, tm pa*a ven-
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Mas Camelia nSo
para a casa com
zella.
respondeu e subi
de uma ga-
a ligeireza
D'alli a duas horas recebia o Sr. de Sa-
venay a teguiute carta :
t Vai de certo chamar-me louca, e
muito ridicula ; rir-se-ha de certo de mim,
que sem duvida o mereco. Nao tenho so-
bre o seu coraglo o minimo direito, e por
isso de nada me queixo, nem mesmo do
muito que hoje solri ; tinha-o prohibido
de me amar e o senhor obedeceu. Eu
pela minha parte jurei que o nao amaria,
mas nao cumpri o meu juramento... a
culpa minha... Porm como havia de
prevel-o ? Para que havia de presumir
demasiadamente da minha forga de animo?
O senhor rene em si todas as se-
duccos ; tem por si a mocidade, a belleza
e a fortuna. .. os seus olhos sabem men-
tir, e os seus labios tambem, nfelizirente.
Possue o dom fatal que prescreve o amor
aos coragoes mais rebeldes... Eu sabia-o,
sentia-o... e comtudo*tive a loucura, eu
que nao queria tornar a amar, de lhe con-
ceder livre accesso junto de mim, de o re-
ceber todos os dias...
t Cahi na cilada que a mim propria ar-
mei... Sou punida por onde pequei! Ha-
via tido um bello senho ; havia creditado
nesse amor em qu lhe prohibir fallar-
me, e quo os seus" olhos tao claramente
me expressavam!
t O meu coragSo, que at ento me pa-
reca morto, reaninira-se, despertara,
mo grado meu, tornava a resusctar...
c Talvez, dissra eu para commigo, tai-
vez eu possa ter anda um'futuro de amor,
um futuro de felicidade...
c De repente, porm, dissipa-se o bo-
nho, a illusSo desapparece Ah I que as
palavras da somnmbula, aquellas pala-
vras que eu ouvia, fingindo sorrir, mas
alma, jamis me sahirao da memoria Ama
outra mulher .' Tem uma amante A som-
nmbula nito menta J me informei, set
tudo...
Conhego-a ; chama-se Blondine, e
formosa, mais formosa de certo do que eu.
Nao lhe levo a mal, Renato, nao tem de
certo culpade a amar... Mas para que
havia de me dizer que me amava, a u:iin ?
Fez muito mal e comtudo perdo-lha...
Nao diligencie tornar a ver-ine.. Pees
lhe por compaixSo, pejo-lhe de jodhos l
Eu alm disso ausento-mc, saio di> Pariz...
aonde nao quero voltar... Vel-o junto de
outra... Vel-o com ella... Seria dema-
siado soffrimento ; e como n3o querd que
o odio me entre no corago, ausenti.-uic.
Seja muito ielis. e saiba que o amava...
adeus...Camelia .
E' fcil de comprehender o que se pas-
sou no espirito do ingenuo libertino, de-
pois de concluir a leitura da longa epstola
que, nao hesitamos em declralo, nos pa-
rece uma obra prima no genero. ;itten-
dendo-se ao personagam a quein e-'. diri-
gida.
A astuta peccadora atacava Renato por
todos os seus lados freos ao mesmo tem-
po ; e s Deus sabe quantos ell>u eram !
Por isso o effeito foi prompto como o
raio. Renato pegou n'uma folha de papal,
tragou nella rpidamente algomas nhas,
fdchou-as em um enveloppe juntamsnta
com tres notas de mil francos e sobre-
scriptou-a para Bloddina.
Aquellas poucas linhas significavam
pura e simplesmente a separagao- Renato
restitua a Blondine a sua completa liber-
dade, desejando-lhe ao masmo
prosperidada.
(Contina).
?


com a noite e a deeespera$ao no
.iii, lijas i w---------i r\ Zia
intimo da'Trp do Dmr, nu Dofw daCaxiaa 41
I