Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16674


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Full Text
AlKrO LX\
$exiafeira 11 de Halo de 1994
\I MERO IOS
ngg
PERMMBCO
PKQPBIB&BE SI SI&itdSL flSSBIEQ^ BE ?&8i* & FI&HQS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados. 8&00
Por seis mezes adiantados. 15J000
Por um anno adiantado .. 30^000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAgOES NA FRAN-
gA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favrc & C.*, residentes em Pars34 rae de
Provence
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGAflPORTE
Por seis mezes adiantados. 16|500
Por um anno adiantado .... 331000
Numero avulso do raesmo da. 100
Numero avulso de dias anteriores. J200
Teiegrammas
orrzciAL
Rio de Janeiro, 10 de Malo de 94.
Governador.
Recifc.
Senado em sessae de hoje unnime
elegeu vice-presdentc Prudente de Mo-
res que pedio dispensa, acceita esta em
seu logar eleito Ubaldino do Amaral,
l'oram igualmente eleitos Joao Pedro i.
secretario, Gil Goulart 2., Joao Neiva
j., Antonio Baena -i.
1." Secretario Senado.
materias que fazem parta da alimentado. E em for nulas ou sellos nullos sao consideradas como
proporgo da gran laza da paria do calor, tem nio franqueadas,
de s.ar a quintilla le d'essas materias requeridas
para a oxidago.
(Contine).
'PARTEOFFIC1AL
Rio de Janeiro, 10 de Maio, s 2
horas e 45 minutos da manha (recebido
na estaco s 4 horas e 20 minutos e en-
tregue as 6 horas da manh).
Foi exonerado do cargo de cnsul ge-
ral do Brazil em Marselha, o Sr. Pontes
Jnior.
Foram concedidas as honras de ge-
neral de brigada ao Sr. senador Pinhei-
ro Machado.
Buenos-Arres, io de Maio.
bra-
O governo autorisou os mdicos
zileiros que se acham emigrados exer-
cerem a sua profisso clynicando.
."Montevideo, 10 de Maio.
Consta que o ex-almirante Saldnha
da Gama, logo que chegar Lisboa, rea-
tara o trabalho em pro da restauracao
da monarchia, ideal que consagrou to-
da a sua actividade.
Una, in de Maio.
Foram eleitos: presidente Caceres; vi.
ce-presidentes Caneraro e Charcatana.
I.i-shon. lo de Maio.
O conselho hygienico classifica a-epi-
demia reinante como desynteria causada
por vibriOes da agua.
Paris, 10 de Maio.
A Cmara dos Deputados permittio
que fosse processado o deputado Tous-
saint como fomentador de grves.
O Sr. Toussaint publicou um mani.
testo socialista, atacando o Sr. Peder e o
amento.
Roma, 10 de Maio.
Os destrocos de urna
mi te, jogada contra
ACTOS D PODER KXECUTIVO
Decreto n. 1092 A-de 10 de Abril de 1894
Approva o regulamento dos Correios da
Repblica
Regulamento da Rcpartico Geral
dos Correio* a que se refere o de-
creto n. 1 <:>* .V destartala
PRIMEIRA PARTE
DO CORREIO FEDERAL E SBOS SEBVICOS
TITULO I
DO SBRVigo POSTAL UTTERXO
CAPITULO III
D<> tiglo da correspondencia
Art. 15. Em observancia do direito garantido
aos cidados pelo art 72 8o, da Constituico
da Repblica dos Estados Luidos do Brazil. o
segredo das correspondencias entregues ao
Correio inviolavel; nenhuma autoridade ou po-
der publico poder dcvassal-o, qualquer quesera
o pretexto ou fundamente.
Art. 16. Nenhuma auloridadc exlranha ao
servigo do Correio poder nelle intervir, alvo o
caso era que a intervencao seja requisitada por
empregado daquelle servigo. ou nos dellctos por
elle< e contra tiles pralicados dentro das reoar
ticoes, liraitando-se a autoridade aos actos exclu-
sivos e concernentes s diligencias do processo.
Art. 17. A nenhuma autoridade perraittido
abrir ou tazer abrir cartas, maso;", mala!!, saceos,
ou caixas do Correio. quer dentro das reparti-
eres ou fora dellas, em peder de etnpregados ou
encarregados de servico, sob qualquer que teja
o pretexto.
Art. 18. A obrigaco de guardar e de fazer
guardar o sigillo das correspodencas o pri-
meiro e o mais sagrado dever dos empregados
do Correio, qualquerque seja a categora ou clas-
se a que pertcncam, f, no deserapenho de suas
unccOes. sao obligados, dentro dos limites da
competencia de cada um. a tomar todas as pro-
vi.lencias para que seja euectiva aquella garanta
constitucional
Art. I!). Constituc violac&O do sigillo da cor-
respondencia por empregados do Correio para
os etteitos penaes:
I*, a abertura, por qualquer.meio, de carta fe-
chada ou objecto fechado como carta, enderezado
a outrem para conhecer-lhe o comeado ;
2o, a sublracgo ou suppresso, as estaces
postaes. de pacotas, malas, saceos do Correio,
cartas fechadas ou abertas, bilhetes postaes, ou
quaesquer outros objectos de correspondencia
equiparados carta.
3". a divulgacao, no toilo ou em parte, do as-
snmpto ou texto das correspondencias mencio-
nadas nos nmeros rntecedentes ou da que ti-
verem conhecimento em razo deseuofflcio;
4", a divulgacao, no todo ou em parte, do as-
sumpto ou texto da correspondencia ollicial, re-
servada ou nao, de cujo expediente estiver en-
carregado.
Art. 20. E" expressamente prohibido aos em-
pregados fazer saber, divulgando por qualquer
meio, quaes as pessoas qu ianteeni entre si re-
lacOea pelo Correio
CAPITULO IV
Dos sellosaottaes,suas especies, valores eemisso
stot ftidos estUos nu'.l>s -renda subuituico
Art. 3>. Os sellos vlidos das corresponden-
cias sero obliterados cooi o carimbo de data,
onde forem as raesraas postadas, de modo que
fique bem legivel o nome do lugar de origem;
os nullos sero tragados a penna, com tinta prcla,
em cruz, escrevendo-se ao lado a palavranullo
excepto os falsos ou falsificados, que sero ap-
prehendidos, para os effeitos previstos neste re-
gulamento.
Alt. 31 Era todas as repartgOes posaes da
Repblica bavera sellos e formulas de franqua
venda para supnrimento do publico.
Art. 33. Os particulares, commerciantes e in-
dustriaes, devidamente aulonsados, podero con-
correr na venda de formulas e sellos, e, em taes
casos, os compraro a dmheiro, com um abati-
menlo que nao poder exceder de 5 ",'<,.
Art 3i. O director geral dos Correios poder,
com autorisago do Ministro aa Industria, Viago
e Obras Publicas, fater recolher os sellos e for-
mula* de franqua que, por conveniencia do ser-
vico publico, devana ser substituidos ou relira-
dos da circulago, e para es-e flm marcar, por
anntincio em todas as repartigOes postaos, e es-
tas por todos 03 nieios de publicidaric o prazo
de tres mezes, depois do qual taes sellos nao po-
dero ser utilisados.
bomba de dyna-
o palacio Odes-
chalcki, fez diversas victimas.
Brasela, io de Maio.
O Banco Popular pedi 3 nova morato-
ria.
Rio de Janeiro, io de Maio, s 0
horas e io minutos d i tarde (recebido na
estaco s8 libras e .j minutos e entregue
s 9 horas da no i te).
Tanto no Sonad > como na Cmara
dos Deputados n lo houve numero hoje
para as votacSes.
A commisso de verificacao de po-
deres do Senado deu parecer reconhecen-
do senador pelo Estado da Bahia o Dr.
Manoel Victorino Pcreira, e mandando
nsabilisar a Junta apuradora d"a-
quellc Estado.
A taxa do cambio sobre Londres foi
hoje de 9 e 3/4 d. por i#ooo,
IXSTRCCCAO POPULAB
EDLCAflA
xsisitsaiAL, mm s psiszca
HERBERT SPENCER
CAPITULO IV
A Eddcur 1, !/, sica
Quaudo a constituigo bastante san para
poder supportal-a, a exposigo qus produz o en-
rijamento s sa opsracusta do dcsenvolvimen-
tp do corpo. Esta verdade to applicavel aos
animaes como aos homens. O- garranos das She-
tlaad supportam muito mais inciemancias do que
os cavados do sul, mas sao auos.
Os carneiros e ovelhas das montanhas da Es-
cossia, que vivem n'um clima mais fri, sfto en-
fesados em comparago dos d'Inglaterra. as
regiss rctica e antrctica, a raga humana,
qaanto a estatura, cae rauito abaixo do estalo
ordinario ; os Laponios e Esquimos sao muito
baixos; e es habitantes da trra de Pogo, que
vivem ns n'uma trra fria, sao descriptos por
Darwin to rachiticos e feios que difflcilmente
a nte os pode crer como pertencentes 4 raga
bnana. ,
A sciencia explica este enfesamento pela sub-
(Kccao do calor, e mostra que, a alimsntago e
ontras condicOes sendo iguaes, o seu resul-
tlo inevitavel. Porque, como j dissemos,
fSfz corapensago do resfriamento, causado pela
tmdiagao que o corpo sempre soffre, necassa-
|* (ffje naja no oxidacSo eooslaato d eertw
e retirada de scl'.os d i circiiluyo.
Art. 2t Sello do Correio a stampilha postal,
adhesiva ou (xa, destinada a demonstrar o pa-
gamento de taxa das correspondencias e outros
effeilos mencionados .neste regulamento.
Art. 22. Os sellos dividem-se era :
1", lixos-os estampados no corpo das formu-
las postaes;
2o, adhesivosos representados por estarapi-
Ihas postaes avulsas, para serem adheridas aos
oijectos de correspondencias ou em formulas
impressas;
3o, ordinarios-o.i applicados ao franqueamen-
to da correspondencia'era geral ;
4", esDeciaesos destinados a certo e determi-
nado Tira ou a certa e determinada correspon-
dencia.
Art. 23. Os sellos e formulas estampilhadas
sao dos valores seguintes :
C Ordinarios :
1 adhesivos-10, 20, 50, 100, 203, 300,500,
700 res, 1*'.W0 e 2*00.1.
g 2" Fix-s:
n, sobre-cartas -100, 200, 300 e 500 ris ;
b. carla-bilhete100 ri>;
ci blhete-poslal4') ris (simples), 80 ris
(eom resposta paga) ;
d, cintas-20, W e 09 ruis.
3." Especiaes:
Taxa devida -10. SO, 50, 100, 200, 300, 500
700 ris, ISOOe 250OO.
Art. 24. Os sellos e formulas estampilhadas ou
de franqua sero fabricados em estabelecimen-
tos pblicos ou particulares, nacionaes ou cs-
trangeiros, sempre mediante contracto em que
sejam resguardados os interesses da UniSo, e
previa autorisago do Ministro da Industria, Via-
go e Obras Publicas.
Art. 25. Os modelos, formas, eflre-s, taxas, tanto
das sobre-cartas, cartas-bilhete, bilhetes-postaes
e cilas, como dos sellos adhesivos, ordinario?
ou especiaes, serio determinados pelo director
geral dos Correio?.
Art. 2f>. Cada eraisso de sellos ou de formu-
las de franqua ser annunciada 30 dias antes,
na Capital Federal e as capitaes dos Estados,
com urna descripgo minuciosa dos mesmos.
Art. 27. As correspondencias, para transita-
rem no Correio, 50 podem ser franqueadas com
formulas e sellos vlidos.
Art. 28 Sotvlidos:
Io, 03 solios e formulas emiltdos de accordo
com os arts. 21, 25 e 26;
2o. os que estiverem era circulago ;
3, os applicados s correspondencias para que
sao destinados;
4o, 03 que possam ser obliterados em quasi
toda a sua superficie estampada.
Art. z9. Sao nullos:
Io, os sellos e formulas que j tiverem servi-
do era outra correspondencia ou tenham sido
obliterados;
", os cortados ou rasgados;
3o, os sujos ou desbotados, de modo a nao se
distinguir seus valores;
4, os que forem collados de maneira que nao
apresentera obliterago sua superficie estam-
pada quasi completa;
", os que tiverem caracteres ou signaes, es-
tampados ou feitos a mo;
6, os que houverem sido cobeitos cora qual-
quer substancia;
7o, os falsos ou falsificados;
8o, os retirados da circulago;
9o, os que forem applicados a iras diversos da-
quelies a que sao destinados ;
10a, os nxos, que tenham sido cortados das
sobre-cartas, cartas-bilhete, bilbetes postaes e
cintas.
II*, as estampilhas geraes ou estadoaes desti-
nadas a cobranga do sello do papel ou de taxa
de qualquer outro imposto;
12*, os sello* postaes estrangeiros.
CAPITULO V
Das correspondencias e sua classificacdo -objectos
que as constitnan notas autorisadas
Art. 35- As correspondencias postaes no ser-
vigo interno sao: ordinariasregistradas-of-
liciaes o de servigo.
Art. 36 Sao correspondencias ordinarias as
trocadas entre particulares, sem formalidades
especiaes.
Art. 37. Constituem objecto das correspon-
dencias ordinarias:
I." Cartas;
2 Cartas-bilhete :
3.* Pilhetes postaes;
4.* Manuscriptos ;
5* luipressos ;
6 Am.siras de mercadorias ;
7. Eucomraendas.
Art. 38. Carta, para os effeitos postaos, 6
todo o papel cerrado cujo contedo nao se
puder re;idear sem violagSo ; com sobrescrin-
to indicando o destinatario e o lugar do des-
uno
Art. 3?- Carta-bilhete um carto, cujas di-
mnades nao podem exceder de 12 a 14 cen-
tmetros de largura sobre 18a2> centmetros
de altura, com sello postal lixo.de modo que
possa ser dobrado ao meio e fechado pelas
margens, destinado a receber na face interna
o texto da correspondencia e em urna das ex-
ternas o nome do destinatario c o lugar do des-
tino ; seu peso oo sera superior a 15 grarn-
mas.
Art. 40. Billietc-postal 6 um carto de 12 a
14 centmetros de largura, sobre 8 a 9 ceut-
metros de altura, de 2 a 5 gramraas de peso,
tendo na face destinada ao endereyo o dstico
bilhete postal e estampado ao sello tixo
sendo a face do verso destinada ao texto da
correspondencia.
Art 4 '. Ral carta?, cartas-bilhete-; c bilhe-
tes-postaes os remetientes podem declarar seus
nome*, lirmas sociaes, qualidades, prufissOcs e
seus enderecos por meio de etiquetas sromma-
das, cujas diraensOcs nao exceden a 5 cent-
metros de largura, sobre 2 de altura ou de
sinete, calimbo e por qualquer outro processo
mecnico.
Art. 42. Manuscripto toda a pega, docu-
mento escripia ou desenliado, no todo ou em
parte, sem carcter de communicago actual
e pessoal dirigido ao destinatario.
Art. 43. Sao considerados manuscriptos :
1." Os autos e quaesquer pegas judiiiarias ;
2," Os instrumentos da qualquer natureza,
lavrjdus por tabelliaes ou fuaccionarios pbli-
cos ;
3." As guias de cargas, coahecimeutos e
facturas;
4* Os dfferentes documentos de companbia
de seguro ;
o." As copias ou extractos de documentos
pub'icos ou particulares ;
6. As partituras ou folhas de papel de mu-
sica, icanuscripluradas ;
7.. Os originaes de obras luteranas cu de
artigo de jomaos;
8.. Quaesquer papis imDressos, gravados ou
thographa.los, que contenhaui espagos preen-
chi los com caracteres tragados ou leito a mo;
9.. As cartas de data antiga e anterior de
mais de um anno, remetdas abortas como do-
cumentos ;
10. Em regra geral qualquer objecto manus-
cripturado. que nao aprsente carcter algum
de communicago actual e pessoal.
Art. .- Os manuscriptos acondicionados de
modo qte nao se possa fcilmente verificar o
contedo, ou que estiverem in luidos em so-
bre-cartas ou.involucros fechados, erabra cor-
tados nos cantos, lomara, para o effeito de
sua classilicago, a natureza de carta.
Art. 41 E' prohibido fazer, por qualquer pro-
cesso mecnico ou a mc, nos objectos con-
siderados manuscriptos, observacoes, nota3 ou
indicages margem ou no texto, com carcter
de correspondencia actual ou pessoal.
Art. 46 O objectos desta categora de cor-
respondencia, quo contiverera observagGe?, no-
tas ou indicagOes da natureza no artigo auteced nle, sero classilicados como,
cartas.
Art. 47. Irapressos sao reproducgles feitas
em papel, pergaminho, panno, tela, carto,
cnapa, lamina ou bloco de metal, madeira ou
qualquer outra substancia, por meio de typo
graphia, Jithographia, photographia, autogra-
phia gravara sobre ac, cobre ou madeira, ou
por quaesquer outros processo^ mecnicos, fa-
cis de serem reconhecidos : taes como a chro-
mograpliia, polygrapiia, hectographia, papy
rographia, velocigraphia e a pjlycopia, excep-
to as rcproducg5es obtidas por meio da prensa
de copiar.
.'I'aragrapho nico. Os impressos feilos por
estes ltimos processos, para serem como tes
classilicados, devem ser apresentados ao Cor-
reio, pelo menos, em numero de vinle exera-
plares. exactamente idnticos.
Art. 48. So'compreheodidos nesta catego-
ra de correspondencias :
1. Os jornaes, revistas e outras publicages
peridicos, expedidos ou nao pelos editores,
administradores, gerentes ou redactores ;
2o as brochuras, os livros impressos, encadsr-
nados, brochados on emfascicubs ;
3o os papis de msica, cartes de visita, de
visita, de enderego, de pezames, de parab-ms,
de felicitaces e cartOes de estabelecimentos
commerciaes, impressos, e sem o carcter de
communicago actual e pessoal;
4o as participagOes de casamento, nascimea-
to e bito,
5o os convites para enterrameuto, Jantar, bai-
le e reunio;
6o as provas de impressao ou de imprensa,
com ou sem os aulographos ou originaes;
7* as gravuras, photographias, desenos, pla-
nos e mappas geographicos;
8* os catlogos, precos correntes, circulares
e prospectos, anuuncios e avisos diversos, im-
p. essos, gravados, litbograpbados ou autogra-
pbados;
9* 03 papis com signaes em ralevo par uso
dos cgos.
impren?aas folhas ou tiras impressas, as
quaes o autor, ou o revisor, vae indicar ouj
indicon os erros a corrigir ou as alterages a
fazer.
2" Sao onsid era los provas de gravara e
de outras impresses do mesmo generoos
primeiros exemplares tirados de urna chapa
gravada ou desenlala, destinados ao exam;
do trabalho ou verilicago da haver ou nao
defeitos ou erros a corrigir.
Act, 49. E' prohibido fazer nos impressos a
mo 011 p">r qualquar outro procasso mecnico,
observaees, notas ou indicacOas do carcter do
correspondencia actual e pessoal.
Ar. 50. Os impressos que contiverem obser-
vages. indicages ou olas prohibidas, sero
classilicados como carta.
Art. 51. Nos manuscriptos. assini como nos
impressos, sao autorisadas as seguintes no-
tas :
1" a assgnatur.i do remsttente, a designago
do seu nome ou firma social, sua qualidade ou
prolisso, lugar de procedencia ou de domicilio,
data da rain 233a, enderego ao destinatario, lu-
do escripto mo ou por outro qualquer pro-
cesso ;
2e a dedicatoria ou homenagem do autor nos
livros, papis de msica, gravuras jor.iaes,
photographias, e a factura relativa propna
obra-
3o os tragos ou signaes, faitos ou nao mo,
nos trechos do taxlo, para 03 quaes se deseja
chamar a attengo;
4" os tragos ou riscos em certos trechos de
um texto impresso, para toraal-os illegiveis ;
5" o noms do convidado, lugar, data, hora e
fim dareunij nos cartOes de convite e da con-
vocac&o ;
6 o endarego do rametlente, seu titulo ou
iniciaos convoncionaos, faltos mo, nos cir-
tas da visita impressos;
7o as annotagas ou correcgOas feitas as
provas de imprensa, de msica, gravura, dese-
nlio, niappis e outras impressOes, com relago
ao texto ou exacuco da obra ;
7" palavras, signaes ou cifras, escriptos as
circulares depois da liragem e raproduzidos
uniformemente em todos os exemplares enlr:-
gues no Correio;
9 as correcgas de erros typographicos ou
manuscriptos;
10 rf modillcages ou addigas n^cessarias
nos textos das provas da imprensa, ou em ra-
talho de papel em separado, relativas corr:c-
gao, forma e impresso, quando as provas nao
luuver lugar pira fi/.el-as ;
11. adata final das assignaturas dos jor-
naes ;
12. as facturas e coatas que se refaram aos
impressos;
13. as algaliamos fait js mo, accrascenla-
dos s cotagas ou pregos crranles dos marca-
dos ou pragas.commerciaes e tambera'o nome
do viajante e a dala de sua passagem ;
14. a indicago escripia a mo, da .data da
sabida dos navios, nos reactivos avisos ;
lo. a indicago nos catlogos e bolatins im-
pressos e abarlos, da ottarta e encoraraanla de
livros por maio da traeos ou sublinhas, taitos
mo, das obras pedidas ou ofterecidas, e bem
assim, os tragos e sublinhas, no todo ou em par-
te, feitos 110 anverso dos ditos boletins e cota-
logos, para chamar a attengo sobra as commu-
cacoes impressas:
16. o colorido as cartas geographicas, topo-
graphicis, planos, plantas e tigurinos.
Art. 52. Xas provas da qua iratain os ns. 70
e 1O do artigo aiit.cedeiita anda sao parmitti-
das as seguintes notas fait:is a mo ;lloi Ti-
re-sa Imprnna-se Peita a correcgo, tire-se
Boa, grave-se Feita a correcgo, grave-se -
lfanda-se outra pro va : quaesquer outras ob-
servages sao formalment: prohibidas.
Art. 53. Todos os objectos desta categora da
categora de corresp>ndencia qu; conlivaraiii
notas nao autorisadas e de caractar de corres-
pondencia actual ou pessoal, sero classificados
como caria.
Art. 54. Sao excluidos da categora da im-
pressos os sellos do Correio e suas 1"jrmulas es-
tampilhadas, obliteradas ou nao, as estampilhas
geraes ou estadoaes, os bilbetes de lotera, cor-
rida ou por correr, e, em regra geral, e em
3.", qualidade do objecto, seu peso, volume,
diraensOcs, quantidade produiida, diaria, raen-
sal ou annual, e a disponivel, nos depsitos
Paragrapho nico Quando as amostras con-
sistirem em seraentes perraittido fazer-se, na
parte exterior do involucro, ao lado do ende-
rego ou etiqueta, mo ou por outro meio, as
indicages da familia da planta, do nome ou da
residencia do plantador, a poca da plantago e
da colheita, o prego do producto, e os mercados
de coa3uraa
Art. 61. Sao excluidas da classe de amostras
todas as materias perigosas, nflaramaveis ou
explosivas que possam ser damnosa3 s corres-
pondencias, prejudiciaes saude ou a vida do
pessoal, e bem assim quaesquer objectos que
tenham valor mercantil, ou estejam sujeitos a
direitos de Alfandega.
Art. Ci Encommendas sao pequeos volu-
me com ou sem valor mercantil, que o Correio
recebe, expede e dislribue, desde que satisfagara
as condigOes de recebimcnis, de taxa, peso, di-
menses, acondicionamento e mais requisitos
estabeleeidos neste regulamento
Art. 64. As encommendas podem ser com ou
sem deelarago de valor
1 As encommendas com deelarago de va-
lor s podem conler joias, pedras (inas, melaes
p-eciosos, era lamina, barra, p ou em obra,
inoedas de ouro, prata, bronze, nickel e outros
raetaes, que nao estiverem era circulago, nacio-
naes e estrangeiros, c quaesquer outros objectos
aos quaes os remetientes allribuam valor certo,
intrnseco ou estimativo.
2 Sao encommendadas sem deelarago de
valor 03 volumes contedo effeilos de comraer-
co, objectos artsticos ou de qualquer outra na-
tureza, aos quaes os remetteutes nao attribuam
valor determinado.
Art. 65. E' permiltido incluir nos volumes de
encommendas,-com ou sem deelarago de valor,
notas raanuscriptas ou impressas, ou facturas,
indicando o numero de ordem, prego, peso, me-
digo e diraensOcs, qualidade c quantidade dis-
po'dvel, o annuncio do fabricante ou do estabe-
leciinenlo que lizer a reraessa, comtanto que se-
jam todas ellas relativas s encommendas.
Art. 66. Nos involucros das encommendas sao
permiltidas as seguintes notas manusoriplas ou
impressas, alm do nome e d lugar de resi-
dencia do destinatario : assignatura do remet-
iente ou designago do seu nome, residencia,
qualidade e prolisso, firma social, marca de fa-
brica ou de coramercio, e a data da reraessa.
Art. 67. E' prohibido incluir as encommen-
das com ou sem deelarago de valor :
1.", cartas fechadas ou abertas, manuscriptos
ou impressos que nao sejam da natureza das no-
las j indicadas, buhles de lotera, corrida ou
por correr, estampilhas geraes ou estadoaes,
sellos do Correio esuas formulas estampilhadas,
obliterado ou uo, letras selladas era branco,
notas do Thesouro ou de banco, ou quaesquer
oulros ttulos representativos de valor, pagareis
vista eu ao portador ;
2.", animaes vivos, ou mortos, mal preparados '
ou mal acondicionador, substancias infiamraa-
Pe
Governo do Estado de
hado
Espediente do dia 29 de Marco de 1894
Actos :
O governador do Estado : onsiderand"
que ja se acha ilevidamente coiist.tuido o mu
uicipio de S liiihi.m : e
Trado em vista o disposto nos arts. !.' *
da le n. 15 de 14 de S'ovembro de 180! Ha-
posiges Transitorias), e g !. do artigo 11 da
Constituigo do Estado, Disposigas Transi-
torias)
Resol ve dar ao referido municipio da Seri-
nhein organisago jadietara ndependente do
de Rio Pormoso ao qual actualm nle se acha
annexo, com sede no municipio do mesmo no-
rae, e designar o da 5 de Abril prximo para
a iiistallago solemne.
O governador do Estado, tendo em vista o
art. 30 da Lein. 15 do 14 de Novenibro le
891, resolve, de confonni lade eom o adg
d'esta dala, nomear o hachare! Argcmin Mar-
tiniano da Cunta Galvo. para o cargo da Joiz
de diraito do municipio de Serinhem.Kize-
ram-se as necassarias commuiiie;ii,' s
O governador do Estado, de conformidade
cmo acto d'esta data, resolve iiomaar o ba-
charol Joaquim Samuel Canieiro Lins, para o
cargo de promotor publico do municipio do Se-
rinhem. Pizeram-sc as necassarias comma-
nicares.
Officios :
Ao Dr- inspactor da Alfan lega II. .
que ma informis, com a possivel breridad'e.
sobra o assumpto d) olficio junto, fue devol-
vereis, da 24 do corrente mez, do l'refailo ilo
municipio de S. Benlo.
Ao Dr. inspaclor de Hvgiene.-Sciente
do assumpto do orticio n. 14 de" 8 da Pevereiro
lindo em que soheitastes providencias sobre <>
facto noticiado pelos jornaes desla cidade, de
seren laucados no rioCapibarilu-os resi-
duos da Lsina Trama- coi detrimento da no-
pulaco, declaro-vos, em resposta. que, com-
patindo-vos a tiscalisago do senira dos ros,
nos termos do Decreto n. 169 de 15 de Janeiro
de lf90. e nao sando licito a quam qu r qu-
seja damnilical-os em banefico profiri, de-
veis proceder como couber em vossas alinbui-
ges impondo a multa respectiva e turnando ou-
tras medidas que julgardas con\enieiitas para
que nao se reproduxan taes fados atlribuindo
mais de urna vez ao gerente ,1a mesma Usina.
Ao Dr. director da liibliolheca do Estado.
Devolvo os exemplares do -Jornal do Re-
cife qua ma enviastes com o o.Kcio 11. 9, de
20 do carreute mez.
Ratribuo-vos nuus protestos de estima e con-
siderago.
Sr. tenente-coronel Francisco Marcellino
de Souza Aguiar.Accuso o recebiineiilo ile
vosso telegramnia de 5 do correle em ^ne
cuiumunicastes ha verdes assumido o exen-icio
1 do cargo de director geral dos l'el -grapnos
qual fostes nomeado por decreto de tt
de Peverelro prximo lindo.
Ao director do Presidio da Fernanda da
veis, explosiveisou sujeitas combusto eapoo-' ",f" UuecZmeno-vos n- f. '
tann nnr ullr In mi i>.liftniP na flidna nnlriM .= -\0TOI1IU. LLOninicn 10-V0S QU- l.ll.U
regro garal, Jtodo e qualquer papel Sirapresso
ou estampado, representativo da valor, os.quees
slpodein ser expedidos era cartas registradas
com o valor declarado.
Art. 80. As wrmpoadeflCiM PwMm t i' poder* e KOiiisnOan^fmK 4r
Art. 55 Para o effeito especial da redueco
de taxa sao elassilie idos :
" Jornaes e revistasas publicages impres-
sas diarias ou peridicas; de um certo formato
em fo has avulsas ou brochadas, destinadas a
diffnndir informagas da intarasse geral, sobre
tactos e sobre assomptoa polticos, litterarios,
scientificos, econmicos, indastriaes e artiscos,
distribuidos, palo menos, uraa vez por trimes-
tre, com titulo especial, repetido emeada publ:-
cago. feitas em aia certo ou prazo anticipa la-
iiuiit; fixo, em folhas nao eneaiernadas, em
carto, panno, couro ou qualquer outra materia
resistente, tiradas em urna otcina de impres-
so, para serain distribuidas por meio de ven-
da avalaa ou por lista de assignantes.
2." Supplementosos impressos cujos textos,
da mesma natureza que os jornaes e publica-
ges peridicas a que se referem, por falta de
espago, tempo ou por coramouidade, deixando
de sabir no corpo das ditas publicages, sao ti-
rados em folhas destacadas, mas constituindo
continuago das folhas principaes, com o tilu'o
-Suppleraento -guardando a mesma forma, t-
tulos, data da publcago e formato, pelo menos
igual, mas nunca superior ao das publicages
de que fizereal parle integrante.
Art. 56. Nos jornaes e revistas permitlido
fazer traeos mo ou por qualquer outro pro
cesso, com o flm de marcar urna palavra, um
trecho ou um artigo para os quaes se quer cha-
mar a attengo do leitor, c bem assim escrever
palavras ou adherir relallios de papel com di-
zere3 expresaos, para significar que a remessa
Gratuita Por trocacomo Specimen-ou ex-
presses anlogas.
Art. 57 Aos editores permittido, nos jornaes
e publcagOes peridicas, por elles expedidos,
adherir pequeas notas impressas relativas ao
servigo dos jornaes, aos pregos das assignaturas,
dala linal das raesraas, desde que taes notas
nao tenham o carcter de correspondencia actual
e pessoal.
Art. 58. Os supplementos expedidos isolada-
mente, pelos editores ou nao, Sao considerados,
para os effeitos da taxa redurzida, como um nu-
mero avulso do jornal.
Art. 59. Nao sao consideradas jornaes, para os
effeitos desla classificago, as publicacOes pedo-
ou nao, destinadas exclusivamente a annuncios
com circulago gratuita ou prego puramente no-
minal.
Art. 60. Amostras sao fragmentos, retalhos de
objectos, ou objectos desimanados, incomple-
tos, isolados. era specmens ou exemplares, ex-
pedidos pelo Correio e destinados a mostrar a
qualidade, ou o typo de um producto, com tanto
que nao representem valor mercantil 011 que o
tenham perdido por meio de inutilisaco.
Art 61. as amostras sao permittidas, nos
proprios objectos ou as etiquetas que os acom
panbarem, alm do nome e residencia do de "
natario, as seguintes notas mannscriptas on
tas por qualquer outro processo:
1.*, assignatura do remetiente, sua Arma so-
cial. Ma qualidade, residencia, marca d fabrica
oa a oommerto, e a data da rameas*;
**, rxterrtrv 4 or*sia prep)*;
tanea por atirito ou choque, as ftidas, ptridas
ou que possam ser prejudiciaes 3 correspon-
dencias c saude (do pessoal, plantas vivas e
outros oreaos de plantas, taes como : estacas,
enxertos, folhas, ramos, llores e raizes de plan-
tas ou sement.-, cujo transporte, por suspeila de
alguma molestia ou praga, tenba sido prohibido
polo Governo.
Art. 68 As encommendas sera deelarago de
valor nao pod^m conter, alera dos objectos men-
cionados no artigo antecedente, mcelas de ouro
ou prata, bronze, nickel ou qualquer outro me-
tal precioso, amigas ou em circulago, na o-
iines ou estrangeiras, joias, ped-as finas, objec-
tos de ouro ou prata, metaos de valor em barra, p-s^j
lamina ou era p.
Ail. 69. Os objectos. que consliturem encora-
mendas. sujeitos a mpostos geraes ou esta-
doaes, devem ser acompanhados dos lales ou
recibos que demnstreos o pagamento dos refe-1
ridos mpostos, e nao podera ser entregues aos i
deslinalarics, sem que estes paguem os direitos
a que taes objectos possam estar sujeitos nos |
logares de destino.
tran-
sferir na piimeira opnortunidale des-e Pre-
sidio para a Casa de betengo n'e.-ta capital.
os sentenciados Antonio Vicira da Sant'Annn
'Manoel Serid, Antonio Anacalo (mus e Pe-
dro de Alcntara Sant'Anna, vate 1 ir sido ex-
padida ordem de soltura era favor dos tres pri-
1 meiroe e achar-se o ultimo a terminar a pana
'quelite foi imposta pelo Jury d> niun cipi<>
! d'esta capital segundo" consta lo sdkio do |r
Juiz de direito do 2." districto t'riminil, da 21
do correte.
Eipediente do Dr. Secre ari 1
Orlicios :
Ao Dr. Jui de diraito do 2.* districto
O Exm Sr. Dr. governador do Ba-
lado, manda communiear-vos que n'est 1 data
! foram dadas as providBncias neeessarias a:im
I de ser satsfeita a reqvisao constata do n**a
olficio de 21 do correte, relativa aoa -nieu-"
ciados Antonio Visara de Sai tAmia. .Man > !
Serid, Antonio Anaclelo lioiuas Pedro le
Alcntara de Sant'Anna.
Ao enganh-iro Patato Jos da Oliveira.
Art. 70. A correspondencia particular, bem "5."rSSSZ7!Sm*l?*i>a?!
como a cfficial. podera ser transraitlidas pelo i *!, Si ?,^' J'
iante as formalidades do ragiSroJ SBffo Z^TSZZ? ***
verno i unto a Estrada* da Perro
a classe
e neste caso taca objectos constituem
da correspondencia registrada.
Art. 71. Sao classilicados como correspon-
dencias oficiaes os olficios, magos, pacotes e
quaesquer outros objectos provenientes de re-
partiges publicas, de autoridades geraes ou es-
tadoaes, competentes para se eoramunicarem
sobre aasnptos do servigo publico.
Art. 72. O carcter das correspondencias ofi-
ciaes veriflea-se :
1., pela natureza do assumpto da correspon-
dencia
2.. pela qualidade ou categora do remllen-
te ;
*>
rio ;
4.
pela qualidade ou categora do destinata-
pelas qualidades ou categoras reunidas
do remetiente e do destinatario.
Art. 73. Sao oficiaes as correspondencias ex-
pedidas e recebidas. entre si, pelas autoridades
e uneconarios da Unio ; as expedidas e rece-
bidas pelas autoridades e funecionarios esta-
doaes dentro dos limites de cada Estado ; as re-
cebidas e expedidas pelas autoridades da Unio
e dos Estados, e as expedidas e recebidas pelas
autoridades e funecionarios de um e outro Es-
tado, todas relativas ao servigo publico geral ou
estadoal, em razo de assumpto, funeges, qua
lidades, e competencia das ditas autoridades ou
funecionarios.
Art. 7i. Sao tarabem elassifleados objectos
de correspondencia ollicial os autos crimes em
que for parle a justiga e que por ella srjam re
mettidos de as para outro3 trbunaes ; os autos
de recurso reraettidos pelos escrives ou secre-
tarios aos trbunaes, com a deClarugo de serem
03 reos pessoas miserave3 ; 03 alos relativos
aoalistaraento de eluitores,**, em geral os pro-
cessos e recursos eleitorae3 ; os exemplares do
Diario 0,ji3ial, da Unio e dos Estados, onde
os houver, reraettidos aos assignantes e autori-
dades, os de revista3, brochuras, leis, relatorios,
boIeliiH, e regulamentos impressos em estabe-
lecimentos pblicosjior conta ou ordem do Go-
verno ; os avisos, magos, pacotes, relativos ao
servigo postal ou telegrapho, que aos emprega-
dos ou a particulares reraetterem 03 rcspectivo3
chefes e os remellido3 pelos ministros e chefes
e rcpartigOes geraes e estadoaes.
Art. 75. A correspondencia ollicial deve con-
ter no sobrescripto ; a declaragio da repartigo
ou do servigo de onde parte, o nome ou a cate-
gora da autoridade ou funecionario destinata-
rio :deve ser apresentada cintada ou fecha-
da e, sempre que for possivel, com o sello das
armas nacionaes.
Art 80. As correspondencias nacionaes nao
pode.n conler cartas fechadas ou abertas, ma-
nuscriptos, impressos ou quaesquer outros ob-
jectos de correspondencia de carcter particular
e cuja incluso seja prohibida oesta classe d
correspondencia.
Art. 77. As correspondencias offiches que
nao satisdzerem as condiges e requisitos esta-
beleeidos nos artigos anteriores, sero classilica-
dos como correspondencias particulares e su-
jelta s taxas para taes correspondencias, sen-
do punidos aquellos qne jocompete.tornete
usarem da correspondencia official ou abusarem
della para defraudar oa direitos da Unio.
fiscal d 'io-
junto a tstrada" do Ferro delUbsiraoa
Bonito.
Ao Prefeito do municipio da Serinli -ui.
Da orden de S. Exc. o Sr. Dr. governador
do Estado rogo qua me informis, coa toda ur-
gencia, em qu di 1 do raaz de Abril lo anno
lindo foi organisa lo o magisterio de^s-muni-
cipio, visto como ileixou da ser memiona la no
vosso olficio de tO do correnta mez.
R LITO RIO presentado ao Kvm.
Sr. Dr. Governador d.> Estado
pelo Dr. proenrador ^t-r:! sa'ire
os traballios d ministerio pu-
blico.
(Continuacab;
Mappa dos trabaUos d:i Pnmttoria io VmnieipU
de Ipojjmeu tm omnmoit S93 art. ?> | tOn
do RejulumcvAo de 23 de Janeii t .nenno
11 uno1.
n
<
-o
u
Crimes
-3
4
i
1 i:

-
2 Art. 07 i 2 3 5
2 30i
7 303
3 - 2!H
: I'ol I
Despn-hos do dia & de Maio de 1X94
Abaixo assignados, residentes na cidade de
OlindaInforme o Dr. inspector do Thefouro.
Alfonso Lucio de Albujnerquc MelloSia,
co n ordenado na forma da le.
Couipanhia Pernambucana de Navegago
Deferido, com olficio desta data ao inspeexor do
Thesouro.
Eslher Crespo Manso -Informe o Prefeito do
municipio de Canhotinho
Fielden Brothers -Remettido ao Dr. Prefeito
do municipio do Recife para informar.
Fraacisco Cezar de Lima-Informe o Dr.
inspector do Thesouro do Estado.
Giovanni Sansone-[n'onne a inspectora dos
taalros.
Manael Mannho Falco -Aguarde a concessao
do crdito.
Mara do Carmo Azevedo-Diga o Dr. Qoea-
tor sobre o estado de pobreza da peticionaria,
ouvindo o subdelegado do districto.
Tenente Paschoal Lopes Vicira de Al randa
Deferido, eom offlcio, destr'data ao
do Estado.
Itwodorifo d Oraira-Cotoo J
[


%.!**
11 wwmmmwmm



Diario de Pernambuco Siexta-foira 11 de Male de 1*994
Dia 9
Ben**wtrr Cfirreia-Cibrai ^-Si-n, com orde*
jado na forma.da lei.
Bacharel Francisca Botelho de And.-ade -In-
fcrueo Sr. Dr. presidente do Superior Tribu
al de Justiga.
Joaquim Ferreira da Silva Informe o Dr.
inspector do Thesouro.
Joo Bezerra da SilvaInforme o Sr. Dr. Juiz
de Direito do municipio de Limoeiro.
Joo Ferreira d. Nascimento -Ao Sr. Dr.
Queslor para mandar entregar esia certtdo.
Luiz Patricio da Silva -Informe o Sr. Dr
Juiz de Direito do municipio de Gjyanna.
Manoel Francisco da Silva e outros senten-
ciados Indeferido.
Manoel Pereira FlorIndeferido, vista da
inforraaco.
Urbano Vlanoel da Vera Cruz-Informe o Sr.
Dr. Juiz de Direito do municipio de Limoeiro.
Bacharel Jos Marianno Caroeiro Bezerra Ca-
valcante -Como requer.
Secretaria buco, 9 de Maio da t894.
O Porteiro
H. M da Silva.
------------^---------------
Questura Policial
2- secgo-X. 1O1. -Secretaria da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, em 10 da
Maio de 1894.
Sr. Dr. Govarna lor. -Participo-vos que brain
bontem recolmdos Casa de Oetengo os se-
gralas individuos : __
A'minha ordem, Antonio Luiz de Sant Anna,
como alienado, com destino ao asylo da Tama-
A' ordem do Dr. delegado do 2. districto da
capital, ''aetano Jos Rufino como gatuno.
A' ordem do subdelegado da fregu ia do
tecife, i-cato Valerio da Silva e Manoel Macha-
do, para averiguacoes policiaes ; e Candido Jos
de Araujo, como desordeiro.
A' ordem do subdelegado do I districto de
S. Jos, Symphronio de Souza Correia, como
alienado, at que possa ter o conveniente des-
uno.
A' ordem do subdelegado do 2. districto de
3. Jos, Ilenrique Manoel Scvenno como ga-
tuno e desordeiro
A' ordem do subdelegado do I di*lnc o da
Boa Vista, Maria Joaquina da Conceico, por
disturbios. ... ___. 4l
** Communicou-me ojuiz do 1- districto do
municipio de Po d'Alho que no dia 6 do cor-
rente, i hora da tarde, era trras do enge-
nto Aldeia daquelle districto, travaudo-se de
razOes os individuos de nomes Paulino Gun-
dello e Braz de tal, deu em resultado sahir
morto o primeiro e levemente ferido e ultimo,
que foi preso em flagrante e contra elle proce-
de-se na forma da lei.
Hontem as 4 Ij2 horas da tarde, falleceu
na enrermaria da Casa de Detengo, victima de
congeslo cerebral, o individuo de nome Anto-
ionio Luiz de Sant'Anna que a li se achava
recolhido como alienado, cora destinoao asylo
da Tamarineira.
0 cidado Manoel Alves Pereira, assuraio
no dia I do correte o exercicio do cargo de
delegado do municipio de Caruar, na qualida-
de'de I. supplente.
Ao Sr. Dr. Alexandre Jos Barboza Lima,
SQitO digno governador do Estado.
O questor
Julio de Mello FUho.
sea do.paia,oa quaas podea.-car.rar rafa ri*
todos-as scalai cooio que ama 8"ae4So invo
COI |laniaia ; o oa'o de r-fl-x aaaarePos hypnoliz
\ Declaroa no parlamento o Sr. 3ga*ta que; a< iit- ii;ewia e aa consciencias.
(a-nua vugem era estr-inhi a qualguar tda po-
ltica.
- Aflai 1e s-am mR-'d- de-ordeo, o o-
verno (lucre'-o a a completa rat micga 'te mao'
r<*atagOiab|>fraiiti no da 1 aue o contesttvel infleucia, reoolrain se soh a presi
teorij de Nace tal e resoltaran, oor deac.o'ilo
r.ooi o projeoud. casoonaato a D. 'arlos BourDoo, desligar se do parido e jira: tt
dei E' carrale qae eote pro.eJimeoto foi acoase-
Ibado pela papa.
O ca? oeoio daquelle principe devia celebrar-
se ni da 23 do mea AbrH, assi'in lo a ce-
remonia altos pe-sooaeen^ estrang-Mros-
O !ua-ech>i Mir'io'z dmoo e -vUdo ex
traordioarto jauto ao gover u de orrocos crie-
eou a Madrid, onde aesembercou entre viras e
iCc'am'.gOes populare'.
No* docemeotos do livro encarnado en-oo
tra-se a afb.-migo do mesmo monarcb* de qae
a Hespantn pude chegur mxima loAie-icia
jaa o do Soba, se em qaalqaer quei a> ja pre-
;eng6es da Earopa ni Af-i;?, ioiervier fraoca
e firmemente, em prol Jos interesies de Marro
eos.
Na Aa alara auemen tn eso tmmeote
o crirne?, nottre*atiindo caire <-ste9 os aiaquea
propriedjje, apesar da energa empreada pela
poli-u coo:ra js baadi io'
E' enorme a miseria, sendo iaapffi Reates os
nietos qae a amondaie Dj Mol la CQe d-,a .'- k byl-.'.s nova aU lo la nojtil s autorida
des atutamr, seidu tomadas medidas pravenu-
vas c.Titra os a>aqaes daqualles.
FjI aj^ieidj acadmico D. Manoel P-ila-
810.
EXTERIOR
EUROPA
ll- pan i j
A>pruv<:g2o pela senado de me-
diuai ail auarcdicas Parecer fa
voiavel ao y Mema do programma
commerciai do gove do Secso
!. api iuo-a oa comara dos depata
dos apr.poslto das occorrenciasde
V-encaDaaifesiagao de Cnovas
cuotra o tratados de commerc.o,
impressao esitqai fato praloifo no
Ktrinen tpaUvras attribniaas a
. a^^-iaV vi me u deste uSj teii
tim poltico-Prohlbifiio de maoi
NstagSp operaras oo Io de Maio
Drffrjao n partido carlisia.conse-
qneole ao calamento de D. Carlos
Cbetada Madrid do marecbal Mar-
tnez Campoi1Contunago da agi-
tagao em Aodalnti4tiitode hostil
dos mooroBem Meliila.
Nj teujJo tiunam se appruvaoo diversas me-
adas ?Ofa a cimttai-sr o anarch -mo.
Ac >! le vjMb casa do ,ia'Une ita,
oca^r J d-(-s;u lar o p'oe'amma coamer
jal j ji?-nc<. Ciji:laio o seu oarec.-r o.'taodo
-irai. .ie pIa adepej daqoeUe programma.
N< ''!E..ra do? -"i-pD-ados, a discorso so -
jos suco-saos de V-ilencia correa tamaitaosa,
j|CO 1o mesmo conflictos.
Xse- ;-:c>ii;03 con-Jtiram ".'urna maoifesta-
o de 59i i no videos coat-a os peregrio s que
aqoellrf por'.o '?.viim emriar3&r oara Rj;.-..
d ao pmto dos manifestantes apedreja-
eia as cer,roe'ni "n qne lam airaos prelad s,
j"..-ij eieg o ae aand, qae foi al assaltado por
D masift stantc armaao de ara sloqai, e fr-
3 ti .i :e leve 0-> qae ro eavam o
jralar.u BW irileoo angarara-se soore o aggrea-
jgt, que iraiui de 'agir por eatre a multldio.
Oiicj'ino-le Valencia, ao sahtr do paaso,
aac.!::. com applau^os por algans KrPds.
338 >3 cargar t) caes do embarque, algoos
janifi ."- :p d:e;aram ihe a carruag-m, e
rir: alo, l nHuJ um grado de opera-
jof ; oaibaramente dous f'adas.e ne-
a,cc: -no .iram obstante maltratados aigoDS
?eregrino8.
As aatorid des lo r-^s tlverlm riae empregar
! forg pablca D-ira que a maoife*tag5j nao to-
jas: iOJ-gCe-, dtttod > om corres-
acect. que as meemas autjridades procede
ato cota iijaaliBcavel incota, po's j5 na vg
jera su *a:.i bli seas i'^s exltalas andavam olliciaado
;t*ie par a maoifestagao.
Vji esquaira^ ce laucei os deu orna carg
obre o- mantfei'Uaies, ponde- 3 ea debaada-
a ; e f6 denois iis-'o os peregrinos embarca am
s va. ores M.>atevdo e Baenos, Ayres ,
HK aci.iV-m se no porto de Va'encta para cjn-
tsil-o-.
Qo i<: :o-1o* 05 jornaes bespaotes ceosoram
i gtasifesCac&o como impropria de am povo
alto.
QUBSTOES EC6\0\IiCAS
O relao do dlhelro
(Anatoo Leroy-eaulie Tradazldo da Fl-vj.-u don ous Haa'ios, para o
D.arlo de Pera mbaco
II >NTEM E HOJE
N4o ba doviJar qoa o dina^lro seja o re das
sociedades on.emporaneas e nellas domioe oo-
beraoameata.
Establecida sai do-aioago sobre as raines
decrescem as aotoriJates an'.iga-, religia, rea
lesa, aristocracia, o Imperto do dinhairo engran-
dece e ioraa-se a verdadei a xoberaoia, a qae
aem mares, aem mpu' O dinbeiru reiaa nao s nos esji'i'.os como
r.oa cor do-, e rara a alma que Iba nao aceita o
jago, ten lo sucedido aos deoses qae p-rec n e
a- s reis qae se ex>ingaem. e tornaado-se o her
dei'o dos alia ej desertse dos in-ono; vagos.
B' a elle e nao mais ao Pai celeste, qae as g.
racoes mo lernas ize-n em seus corc6^4 : Q
teu ooroe seja san.-ticddo juj/.eu reao VcUQa
a I
C<>mo outr'ora Moy s desceodo da men^nha,
*l Chnsto pregado na coz I -n;isse do al.o do
C untar a Mamraoa. oao veria a seus pes, nes:e
mondo resgatado por aeu saogu?, sendo alora
dores do bezero de oaro.
D'onde procede, porm, sja realiza do dinhei-
ro ? E i aem raizes cu nosso pas^ade ? s^-u priacicl
estara em nos >nesaios, em nos^os cootaiax om
nossas coadigOes materiae e moa^-", pobtiea* -
re/tosaa, ou ao contrario derivara duiima do-
minacio exiranba. aotipatbica nossa raga. i oosta s nag's cbrisians po* horneas de umoa
tro sangne e de um oui-a f ?
Impo'ta sabel o. i qaereuog libj'tar-iu da
pesada lyannia do diraeiro. Mas eremos com
etliito desejo de maocipar-iios ?
Como os Nibeluogen da tetraloga, fomos re
ionios es.:ravidao palo oaro do an&o Aioe-i.
en ; a n trooso d*aao, qae guarda o ouo do Rbaoo. e a
oOs nos de-co mecido d qa-m aascera o he-e
que devetraaer-oos a redempgo.
O oiro a^-ande mola da vidi moderna.
fialf^c ji o uno seotito. tacto q.e6ellJo
P'otogoiista da saa- Comedu Hiitu^a,(2i a
por venta-a st* a cusa de ana vida lo'iga. O
tbeiir rom i o romanea nao pana daix^r o-'
ao'ir Urgo empaco aos miln6Js. aos comnite- em
to-n > de una oc-sso ou de n n dote, e di-to
lio exe nploi. Scile e Aogie", para oone''
oa mo'ijs ; (3> deDoia de Balzaa e Scribe as*e
p*oe! lo innein >ai nossas socielades emgaa-
dacja g? "t g Urmeite
A orapeleoca uoiversal, asceogo de novas
carnadas ao oler a &' fa 'CcOi-" paoliu-s. o ao
carecimiento da uta e as exuoriciaa do laxo, a-
tei.ac-i a o par'gos da es ecalsca--', os riscos
a..t-us dos capnaes a Ja-oi. a aepreciagao
con 'naa das for'onas patriajoilaea pth ai-.nu
naigo das >endas do solo e pela 9-ixa Ha tx-
de uiteresee, cao ootras tantas caosc qae em
levad to!;-s as familias antigs o-' rec-nies. a
es*e perpptao des<8soco que cqui^igao du
dioivlro provoca em todas.
E qaatitus s-f ex'^ei) d-s-e desa^Sicego ?
Vivar da eaas reodas, a igoobil ambigio d-
oossas clas?es ba-gaasa-i, t rna-se om soano
qjo s ra-o' eleitcs poden realisa-.
N -ae sorttl '.o, pO'ia--~e-hla sas'.eotar, qae em
pouco temo nao h o.:is re e iiobrai scham-se 'aoa'aent- p- capa 'o 1o meseao cuidado. Nao i que eat.i vul-, .
jar des.-?s:>cego ne'o dinheiro do qual o >ucos \sito conveuteuteniente) arejado.
se tarOUte, manifaste-se oiteniosamante por
Pda parle, poi aiu da repaznanta, ga'la isso
de mi finat", sendo que dea? preo'Cap-gao
mesqjinha ap-naa f^z pratgi a eatalba, ao pa que os daraais a disaiioo'am soo exterioridad-^
da indiU-reoga, am resto das tradigSes aristocra
ti cae.
A vida modamt aoja e^-iola de bypocrisia. e
aelia Uraiiem o iiiobeiro c rao.o' s-r reio; aw'
ajuio "-ai q'ie mais se peasa, cousj de iae
menos re fu a, co do a-< desp -zas, oa nrnnut >-
tos os r> egos, detaibes va!gara-< qu soopo- s-
sarem ignorados pelas nissoo o m educ-'-ia^,
eido e- menagea renidaa vinule da riauet.
E l'ifa-oe tanta Importan na O diah^ln l'i"
procurase anda pascar posaail o o"1""1"'I menos conveniente q
poido-se todo o amor p-oprio, to-a a goria '
Em relacSo a sua formacao temos por- Recife Palmaras, do btola larga, de 1-60 bem
tas almofadadas, envidrat'atbis cora al- construida a conservada, permittm exceder a
mofadas u sem ellas, etc. Nao cora-
prehendo as portas formadas de rotulas,
por ja serem pouco usadas.
Na formaculo dessa3 folhas que sao
destinadas a fechar as aberturas da -en-
trada, os carpinteiros devero ter o m-
ximo cuidado possivel,J
A madeira devora ser escolhida, e bam
velociiade do 4) kilomatros por tura, po-
aendo-se m.'smo attingir san perigo 50 kilo-
m-itros, inclusives as paradas.
No mesmo caso estao as outras linhas quanto
solidez da construcgfto e boa conservago ;
pelo que, dala a dlcrenga da hitla, que para
essas liuhas apenas de 1 metro, podara ellas
secca, afim de evitar-se, nao s que ve- sera risco admittir trens na velocidadc de 40
nha mais tarde a curvar, sob a inuen- kilmetros por hora.
ca dos raios solares, como que nao ve- | Adoptando se, porem, como medias rasoaveis
nha a rachar e mesmo prevenir-se o 43 kilmetros na do Rcci'e Palmares e 13 as priodiide
1 Braadio.
Bxistem nhi, serviado
<27 Muito lixo no quintal
Em nenhum dastes domicilios oxiste appa-
relhos da Companhia Dmiaage.
Foraiu foilas as intimacas rabiveis eaa
cada C
I Os domis domicilios vistalos estavam
bous i-ondices.
. O Dr. Biptista de Carvallio visitn am San-
to Antonio 3' domicilios.
! Ra da Conc >rdiaX fii rortii;o iiiiiiiiikIo
om um grande lamaral tr<-s poi
H. %1. padaria, lixo accuniulado e 2 >orcos.
Intimados para remover os o
lixo.
Travassa da DeleacoT'm cortic 1 da pw-
do Sr. Ihomaz de Carval
apartamento das suas diversas pecas, dua:i oui,-l3 nasa, ter-se-ha o percurso reali-
facto que se da quando a madeira nao j aado no S(,gllin,c tcinpj
bem escollada e nao se acha bastante
secca.
O emprego da madeira logo aps o
seu corte de todo inconveniente, Re-
vendo liaver a precauco de expol a ao
ar livre o tempo suficiente para que fi-
que ella em estado de poder ser empre-
ada.
E' sempre preferivel o uso da madeira, i
que ja esteja por muito tempo em depo-
Recife Palmaros 2 h. 46-
Palmares 4 (llicerio 2 h. 35-
Glicerio Uniao i h. 22-
Uniao Macei 2 h. ai-
Para baldeagao em Palmares O h. 15-
Para alraogo dos passageiros O h. 30-
Total 10 h. 00-
.------------------.-----------------j------ tnire esses nmiirs uc 11 urnas no i. ras
Da escolha da madeira que depende de ,() horas no 2.o cas0i p()iJe,0 agir 1(,,rfe
Ma confeccao das obras de esqnadr.a. :ulminiill.a,,es (las [rvi |in|i;,s para
Nao e raro ver-se urna porta desviar- I .
Entre esses limites de lt horas no I caso e
fe i ta-
re-
te, devido *weal um servio u-celerado de Iranspar-
a acharse'como vulgarmente se diz : te, oirerecen-o todas as garantas de segara**.
empeada. Rc$U sniente a qucslo do prego do trans-
E a que devido esse defeito ? Uui- porte, sobre o qual tambem de bom avizo que
enmonte a pessima escolha da madeira e entendam as referidas adniinistragSes, de
em pregada. modo que, addidonadas as parcellas pagas <-:n
Outro inconveniente que preciso ,c.lda linna_ nao (.xrc,ia o total ao prego commum
evitar sao os nos da madeira, sendo de {de u;Ha via,Pin maritima entre Recife e Macei
todo preferivel, que ella nao os contenha, E. lQ inerpce seria altener,0 esse
e obso mesmo nao se os possa
d latrina il s Imitis
chelea de fazos iutsiram-.-u:; ex|ostos is raio*
solares, e mais um esgun da ;iL'ua< r\i8as,
mbocaa 10 no quintal da can a. 7 da nu
da D-itanrao : nft-j \m lo i-onlinuar.
Ra da DatencaoN I, *m fron a
gao da estrada d; f-rro Central, tro rti^i
de proprioda-l 1 d > BMsn 1 Sr. 8 res I 1 la.
IV-m no palco asa appan-lii 1 da Dra
struido, na qual s" cjottuua a razar 1
reo lo Iraiisli >rdaia inl i da fe/es. qn<
pelo espago cirninn izinli >; uo J.-. c .-iiliiiuar
sem ratonil 1 rariieal e argeata
Praia do Caldeirairo Ns, 2 c 51. nuintaos
iiiiniiiudos.
R.Su, aMarelgo obslroitaa e exhala il ia-
supporlaval fali'! 1.
Ra da Palma. Ns. B3 -- .juin
Uies iminundus e atuila anda.
Ra do Raario Estrena -Pad
n" innai
111 <;-.. ;w. i
1 re-
Ser rico a prlmeira ispiragao do bomem mo-
deroo.
Si acreditasse anda em fadas, a da -iqu-za.
por mais faia que fO'se, seria a madrlnba que
tomarla para seos Albos.
Ser rico ama vocagao para a qaal todos se
julvara fadados.
A riqoea fot sempre ambicionada pelos bo-
rneas, mas amilnente (arera lo alta oante
rollocada, qoa a maior parte delics nao oas.va
levBiar os olOos para ella. Hoje. ao contra 10,
tolos qoerem participar delia ; e aqoelie no
mo bam so cedido, irrita se e diQhtlmenta
peri 1 a socieade o sen ma xito.
O amor pelo bem esta', o de ejo de gosa* da
vida tena invadido todas as cUss*, coosuioiido
um dos tragos da democracia contempornea.
Os povos modernos seotern neje-iiad- de ser
ricos,e o prodigioso leseavolvimanto da in'as
t-ia pareca dever por os bens do mando ao al
Caoea de tonos : era como que ara compromiss>
de honra tomado pela acieocia e pela democa
cu com reareocia as massas. As classae capa
ammce* ao'ieamaote nao lam alan da con n-
gao p.eroa. ten por s-a lado aspiragos ao
conforto, ao laxo, :io daseaaso, tuto, cafa s^-
tisfagaoexua diobairo ; e por mui o raptdamai-
la qas tenbi engrandeci a rtqoesa, as axtgea
du da vna civilizada tem eraseido amia com
maior rapices, assim cono o p-ogresso do b.; u
esta- nao ba (eito seno aogm-Q.<- as ue-es-i-
da les e provorar os app t t-s, o qae cjforai-
se co-d a natareza bu nana.
Da mesma sorte, nooca a riqoezi excitoa tan
tos dearjoa satij deoois que paraca ser acces
sivel a tolos ; o qae tamben c-nfj-mi- com a
alludioa na'ureza. Perdoa-ie menoa a fonuna
desde que oa ella m:is um p ivilegio de cas-
ta. Porque elles antes qu-j > t sirque nao
en como om outro qoalquer ? > repetera dia-
riamente milhes Je se es humanos todos s
qnaes t- ra a mtelli :racia e a vontode encimi
nhadaj ao mesmo or.jectivo. Qaem pobre ev:0
te-se rjfelis, e cr- : ; e d'anl o socialismo e inda o anarcnis
mo.
A corrida a fortuna o espectculo que off-;
recem em qu-tsi todas as partas a* aosras soca-
dadas occidentaap, que assemelnam-se a om
circo ca'regado, onde grandes e peqaeas mo
gos e ve'bo-i, piis arras ando pela eno os lilbos
correm a portla, deitando-se por trra ao oa mi-
cho e ptsaudo se oas aos uatros ; e c'esta bus
O S". :arj7a3 del Castiluo, antigo presidente ica febni ae 0 paIg |j3iroen os tiihos, de a 1-
jcoa^elbo, di.se 1 u as c tes hespanoolas ,e qn^ a edUcacao, ora relagio a maior parta,
abre w traalos do comraercio receotemeoie nSo pa83a de am arrastamento em vista de^se
oecl'.do. ftelo goven ,os qoaes combateo frao- teeple chase, i fo tana, oale tristes d'aq.ie!-
am caodoea co o vejatorios e iej(jaecabem na r is 00 toraam se aguados
o amor p'oprio, to^a a gona em
pa-sa" r.iuio rico.
Senebiatas ao^ l'pns's d nm novellis a i-
raalita, os nossos man iano-< !raieii umt no asea-
ra de ouo e da sor-iso grotesco, sob a qo^'
occuUam PU*' cobicas 6 f.ilta de diabel'O.
.4 Ser e iftj parecer era a misario 8- parecer actoalroanta a palav-a <<" ordpm do-
bomona de qoalqu'r Bd..cario, eng^nhinfo a
rneiiocridade cootra'azer a opulencia ; e si tem
Si atada c s-oicjmo da pasear -em -s sa"sf'gO-,s
da fortcni raramente se aprestla o heroi-: n >
de deixa' t'-ao-'pirar a pobreza.
Dir-ja-hii que esti iurnoj-ie om veto, e qa
o ser pobre om irremeiiaval de mo- ra-im-'nto.
Coitlina).
(2) Veja-se Taini, iYobos Ensaios de aiticae
de hit'il. Ka ".a '.
ti -ir. A. Dnmas Albo, si bem on letnbro
ernaaaa m aguan parte a Sorlafl por naver
'ado por baa a soa moral draratira a ven?**
gao ao i metro A grande 'eroaii't-nsa da vlr
me, s-'guo'io Scme, um cataamito ri.o
M--* es:a d'otrna Ihe exclusivamente peculiar?
,\oe <-'la hon'adinenta a hoiesta moral Dur-
go-xa ?
(4) Mr. Ma'cel Schwob. o Re de masara
d'ouro.
SG1ENCI&S E ARTES
que
lados.
evitar ao
sejam vi-
sivi'is de ambos os
As janellas tambem sao clasificadas
como as portas e idnticas as precaucoes
a tomar na sua execuco.
Quanto as portadas poden ellas ser
formadas de paos de prumo com guar-
nec memo feito nos proprios po-s, ou
entlo ser este de taboas em urna de suas
faces.
As primeiras, muito simples, sao pro-
prias para portas externas, ou de algum
commodo de segunda ordem, as ultimas
sao commumente. empregadas as di-
visos, sendo o gnarnecim-nto revestido
de molduras, de conformidade com a im-
portancia da obra.
Ainda na confeccao das portadas nao
Sermittido o menor descuido na escolha
a madeira.
Quanto a sua collocaco tambem ne-
cessario destingnil-as, j quando sao
(destinadas as paredes grossas, j ao pa-
; redes de pequeas espessuras.
i No primeiro caso sufiiciente que o
quadro seja formado de modo a deixar-se
'to someute as extremidades do cruza-
mento das hombreiras com a verga, a
madeira necessaria para que pos a elle
quadro) firtnar-se na parede a que
no segundo caso, porem, o
quadro deve ser feito de modo que as
hunabreiras se prolonguem alem da ver-
ga at encontrar o frechal, entrando os
extremos da verga, por sua vez, na pa-
rede at a distancia de poder toruar-se
completamente firme.
Esta distancia em casos normaes no
que
das tarifas. Do modo de ser d'estas, quer para
passageiros, quer para mercadorias era geral,
lano quanto da doreeSo dos transpones, depen-
de essencialmenie o desenvolvimento do trafego
entre Ri^cife e Macei.
E* de crer que as referidas administrages j
tenliam pensado nisso e, depois, 6 de esperar
que cogiten de dar quest.io soluijo liarmo
nica com a llicse econmica e geral dos cami-
nos de terral: transportes rpidos e baratos.
Ministerio da Justina-l'or esse Mi
braiu exp
li-los os seguintos Avi-
': '
Construc Ligeira aualyse da construeco de
pred os ; regras que devem ser observa-
das por occasio de sua execuco e pro- ''
cessos a empregar.
ESQUADRfA
VIII
&' esta tima das partes mais delicadas
da construeco.
O embellezaraento de um predio nao
seria perfeito somente com o esmero
de sua ornamem-aco ; a arte do carpin-
tero alli que apresenta os aeus mais 'apoiar-se slidamente no alicerce ou ser
delicados productos. emendada a liuha, que serve de base a
Um predio para ser bem construido parede, como acontece nos tabiques.
precisa exceder do 0,m60 para cuda lado
P A parte inferior da ortada ^nA\ffS13tS
nistano
sos:
llmisterio da Justica e negocios Int inoras
Directora Geral do Interior 1.a seceo Ca-
pital Fcil ral, 24 de Abril di 1884.*
\.o Sr. presideote do Esta lo de Minas fie-
raes Em otclcn da 9 da Margo prximo
nudo, o presidenta da Cmara Municipal do
Bomm,nests Estalo, consoltoasa nao tendo
havido at agora, naque!le municipio, quilifi-
cacao el litara da accordo com as lais em vigor
o provaL-cen lo a do 1890. enmpria iniciar esse
servicoa do corr;iito como se tratasse de
urna nova qualicaijiu ou ap mas da rcvisio la
existente
Com quanto n&ocaiba ao Governo resolver
sobra iiitarpralago da I -is, em resposta con
sulta declaro-ves, para o f.u.er-los constar ao
referido praeidente que este trabalho nao pd -
considorar-se senao um alist miento inicial, na
cdnformidada do disposto no capitulo II da lei
11. :s. de i'i de Janairo de '89; e art. S." do
Decreto 11. sado onvindo nortanto, quj alie seja ett'e-
etnado na apoca legal- -Saude a fraterudade
Gasnano d> Nammmtio.m
Ministerio da Justig-i o Negocios Interiores
Directora do InteriorI.* secco Capital
Federal, M da Abr 1 de '894.
Em resposta ao olticio de 22 do corrente,
no qual, na qualidnde de membro da cominis-
sao le alistamento do districto da Lagda, me
consult:-.as sobra a lagalidade do procasso cora
que foi constituid e nstallada a mesa da com-
mssao sjccional da alst imento do districto
"'
mo aoa interesaat sf -jdi.zio desagrado aos meabros
o gao .o--., sendo que, em cooseqaenci de di-
af*"iciaa qna se deram entre o parlameno e
gaoioeU' aob-e os mesnos tr.tados, o Sr. Sa
jsia, presidente do couselho, declarou que ia
vese-.'ar ss cmaras ma mogo de conaoga
iielle respeito ; e qae em caso de recosa pela
>ria, o gabinete dara a sua aemiss&o col-
oiva.
Coma quer qus seja, publica'qua om jorna-
sta tendo interpe laio ao Sr. Sagasta sobre os
satos da retinada do ministerio, elle ibe respoo-
ara:
08 tr: dos bao de ser diacotidos.
Sa a dico: sao dorar tres aoaos ver me-hei
origido a con-ervar-me tedo esse tempo uo
ider. Teiho am compromisso com varias na
ies, e at qoe esse compramiaso &e compra, o
en dever i-xige qoe nao abandone a gove oa-
13 do estado.
Podem os conservadores gritar qoaoto pos-
m e cangar-ss, qoe oem por isso me demim-
1. O ornea meio de me f arcarem a abandonar
.poder aerrotarem-me no parlamento.
Qne venha o parecer obre oa tratades, disca-
-se, vote-se, e se os inimigos cbtiverem maio-
,voo me emoora. Mas e qae-em obstracio-
uno, pelar para ellas, porqoe estarei 00 poder
qoe as tratados sejam approvados-
Mo digo isto por amor ao poder, porqoe nada
b> quena prenda a elle, mas UQicameute
-rsjoe anteado nm dever de hoora faser appro-
r 01 tratadoa, qae calebret em nome da na*
o.
Oepois o palor mal qoa polla faier aos coa-
vadores era entrega mes o psder, a entre*
le bia se na> alteo tasse nos atarea qee te-
na a comprlr para com os goveroea das ontras
56>sre iflirieto4 para con: o altos ia teres-
mesmo coneeguindo o premio
Aloda, em nossa velha Europa, acham-i-nos
em atraso em comparago AmeMca, cojos na-
toraes tem-oos por frooxos e emtoroecidos nessa
tocta pela fortuna (i).
S6 no Novo Moooo qae poJe verse como se
atiram os corredores ao assalto da riqueza ; a
Yaokee, desembaragado de tradigoe3 e de pean
do passado, o typo classico deesa eaforgo coa-
stante e universal para acquisigao do dinheiro:
saa fronte tras Ibe a marca, como toda a vi Ja
ameri:3oa tambem a externa.
Ser sio smenie real na America ? Estare-
mos nds comparativamente tao atrasados, e dessa
tensao de tolos os oossos masclos pira o di-
nheiro olo nos Acara tamben orna deforajago
pby^ica e moral 7
Nossa consciencia deteriorase ; as delicade-
zas e es pudores da booest.daie se obliterara ;
oossos sentidos de modernos, bystartcamente re-
quintados por perversas voioptnosidaies, aba-
lam-se em (acto de honra e de escrpulos ; o
diobeiro mal ganho nao tem mais meo coairo ;
e si a improbiade formal noa reoogni alada, o
mercantilismo penetra em todos os logares :
om ootro dos caracteres da nossa democracia.
Medico), advogados, engenbeiroa. esenptores,
artistas, polticos, aa pronssea mais nobres, aa
qae oot'rora mereciam o nomo de liberaes, tado
o mercantilismo est em via de aviltar, tendenio
todas a tornarse om officio, om negocio, e a
apropriar se das valas latereaaeiras e da moral
frooxa da gente de negocio. O dinheiro a me-
dida oommorn das coosas e dos aerecimentos ;
as carrairas liberaes, o commerclo, a iodostri*,
vaiba bonra proflsslonal eaiao por toda parte
em declialo ; tole materia de trafico. Ha em
~"rt) Veia-se o atado da M. A. Chevrillon na
Rnut do 1* de Abril de 1891.
necessita a mxima perfeicao e:n ^eus
trabalhos de escuadra.
A perfeita confeccao dos caixilhos, por- ;
tas, janellas, etc, etc, exige o mais apu- j
rado gosto, a par da pe recia dos opera-
rios.
Em refrra g-eral as construcces nos
Estados resentem-se do grave defeito
proveniente da m constructo das obran !
de es'Hialria ; portas ha queem o mes-
mo jianno d aditicio conten dimansGes
inteiramente differeutes. j
Outro tanto acontece com as janellas
e, por cons'guinte, com os caixil!io<.
Assim que v-se predios conterem
em sua fachada urnas janellas mais lar-
gas do que outras, divergindo mesmo
at as alturas.
(A seguir).
J, C. de Olivara Cruz.
Tenente-coronel de engenheiro.
t VISTA alARIA
Li^a^ao Frrea ena Macei--Dis-
semos, oa dias, ao annunciar a inaugoraeSo, om
13 do corrente, do ramal do Glicerio na estrada
da Farro Sul de Pernambuco,ramal qu; e o
tragojia-ligaeSo rilre as estradas da farro de
Pemaomnco e de Alagas,qne era possivel,
accordaodo-ss as admiojatracoea 'tas trea linhas
frreasRecifa ao S. Francisco, Sul d; Per-
nambuco a Alagas RaiKvay effactuar a via-
gem entr: R-cifae Macei, em trem forreo,
Em relacSo a sua confeccao oao ha a do tempo Ja 10 > meuor cautella em que sejam lasas pecas : Procuraremos demonstrar esse
formadas de partes regulares e cunve-J
nienterae ute dispostas.
E' raro ver se que em om predio as.
assarto, que
depen le apaas da dous factor s, admitti la a
bypothesfl d 1 boa a solida constrnccJo das li-
portas e janellas nao divirjam o nume- '^ >u- 1'''-u,:u' '-'"'^rvago : > percurso a
ro de taboas de quo sao formadas, ha- 'effectuar e a veiocidade dos traa.
vendo umitas em que essas tahuas nem O norcurso affectuar e em numero redon-
em que essas
ao menos foram esquadriadas.
percurso
do da 350 kilmetros, que assim se dividam,
Em rlaco ao trabalho de apparelho 'segundo o relatorio apresentado em '813 p.-l"
o que se d de mais imperfeito, pois
mnitas pe;as sao feitas de madeira sim-
plesmeute faiquejada.
Nos edificios modernos, principalmente
nos que sio destinados as reparticoes
publicas, j se vai attendendo a esse
aperfeicoaaseuto ; entretanto muito falta
ainda para que o trabalho seja com-
pleto.
Raro o predio nos Estados em que
se nota o systema das esquadrias embu-
tidas, muito principalmente nos que sao
situados fura das capitaes.
As antigs portas de rotulas ainda
rcuito em uso, os caixilhos tambem de
rotulas ou de correr muito largos e bai-
xos ou muito estreitos e altos, reclamara
disposicoes terminantes que os venham
regular.
Outro defeito tambem a notar se a
altura dos peitoris ; v-se predios em que
estes sao excessiislmente baixos e outros
em que sao to altos, que difficilmente
poder-se-ha lobrigar a ra ; accrescendo
a circumstancia de que nem sempre os
massicos sao construidos de forma a
permittir approximacao de qualquer
pessoa.
Tratando separadamente de cada urna
das obras de esquadria ; comecarei pelas
portas.
Ha diversas especies de portas, ja em
felacao ao modo de abrir, j em relaco
a sua formacao.
No primeiro caso temos as que se de-
nominan), inteiras que s5o formadas de
taboas unidas de tneio fio travadas por
meio de traveseas que abrangem toda
sua largura.
Em segundo logar temos as portas de
par, que afavdivididas em bandas e que
abrem para os lados; as portas de trea e
de quatro pecas concluem esta classifi-.
cacao.
Ministro da Industria e
dente da Repblica
Recife Palmares
Palmaras Glicerio
Glicerio Unio
Uniao Macei
Total
Yiacao ao Vic-Prosi-
kilora
154,739
90,0%
47,315
Be\00Q
330,034
Sondo todas as linhas bom consirnidM .
achando-se era boas condiges de conservaeo,
pode-se perfaitamente realisar o percurso das
diversas linhas pelo seguinta modo :
Recife Palmaras
Palmares Glice-rio
Glicerio Unio
Uniao Macei
Total
3 b. 5-
3h.
i h. 30
2 h. 35
iOh.30-
Para isso bastar admittir a velocidade de 40
kilmetros por hora na linlm Recife Palma-
res, velocidade que ella perfetamenta supor-
ta, inclusives tres paradas as estages do
Cabo, Escada e Gameleira ; e admittir tam-
bem qua o resto do percurso seja feito com a
velocidade do 30 kilmetros por hora, veloci-
dade que as linhas Sul de Pernambuco e Ala-
gas Railway suportam as mesmas condiges,
isto 6, contando-se tres paradas na primeira e
duas na segunda.
V-se, pois, que dado o accordo entre as ad-
ministrages das tres linhas interessadas,
muito possivel effectuar-se a viagem em 11 ho-
ras de tempo entre Recife e Macei, admittindo-
se 15 minutos de demora em Palmares para
baldeagao de passagejros e 15 minutos n'outra
ettagao para almoco. I
Vamos, porem, adente. As'coodicOes da linba
ida Lagoa, aeciaro-vos. qu-, na conformidade
do disposto 110 art. 5." paragrapho nico, do
decreto n. 4 de J3 de Sate.nbro de 1893.
rmpate s juntas cleitoraas u nio ao Gover-
no tomar eonhecimento da inobservancia de
pr iceitos lagaas relativos orga .is-u.'.o das
comiuiss s seccionae? e miiiucipaas oa ao pro-
c isso da qualiticago eleitorsl, nos termos alli
proscriptos, com recurso voluntario para o Su-
premo Tribunal. Sau la e fraternidada Co
giano do Na$etmento. Sr. Dr. Carlos Antonia
1 da Paula Gosla, membro da commisso seccio-
Mial do aistam nto lo listricto da Las a. -
Seii.-tlit de Pernambuco.\'n houve
hontem sessao aor tarara comparaci-io apaas
os 8rs. Piratii, Mataqnias &oncal\ -. Luna
Freir, Gongalvas Ferwira a Anstarcho Lo-
pes
A r-unio presidido pelo Sr, Dr. alaqaiaa
Ant'iiio Goncalves.
O conviel do Sr. presidente oceupa a cadei-
ra do 2." ecretario o Sr. I.uin Freir.
Por faita da numero q Sr- presidenta iccla-
ra nao baver sasso e dissolve a raunio.
Cmara dosDepatados -Deuoo bon-
tem da fcaver sasso por falta de numero.
Concurso de Fazenda-^Amn h, pe-
las 9 huras do dia, iniciar-sc-ha na Alfandega
desla cidade, nos termos do respeclivo edita!, o
concurso para empregos de fazenda de l.e 1*
entrancia, de accordo cora o Decreto n. 1651 de
12 de Janeiro do crrante anno:
Estad da ParahybaLemos na Unido
di- 8 do corrale a seguiute triste e deploravel
noticia:
Foi anta liontum assassinado, no districto de
Sairinlia, da comarca do Pilar, deste Estado na
occasio de retirar-se da'.Igreja, onde tinha ido
celebrar missa, o Hvdm. Padre Joaquim Aveli-
110, por um in liv do. que descarregoo-lhe cinco
punhaiadas, das quaes veio fallecer poucas ho-
ras depois.
O Exm. Vice-Presidente do Estado e o Dr.
Chefe de Polica, logo quetiverara c nheciraento
de to desastroso acontecimi-nto, deram as ne-
cessarias providencias, no sentido de ser captu-
rado o criminoso, que at o presente ignoramos
quemellle seja.
Lamentando to deploravel incidente, da-
mos pesamos familia do illustre e inditoso fi-
nado. >
Beneficio VilaltaNa prxima lerga-
feira, i5 do corrente mez, fara sua festa arts-
tica no iheatro Santa Izabel, o distincto tenor da
Companhia Sansone, fiuiseppe Vilalta, o qual
leve a gentileza de dedicar a raesraa festa im-
prensa pernambncaaa.
O espectculo constar da opera L'n bailo in
RMueftera a da um trecho musical, expressamente
composto pelo Ilustre maestro-regente Sr. Maf-
fezzoli, para ser cantado pelo beneficiado.
A opera em questo, que sabidamente urna
das mais mimosas coraposigoes da escoll#ita-
liana. e a novidade da composigo musical do
Sr. Matfezzoli, sao incentivo bastante para attra-
hir concurrencia ao espectculo, quando para
isso nao bastassera as geraes sympathias anga-
riadas pelo Sr. Vilal'a, cujo talento de artista
nquastionavel, e cuja melodiosa, extensa e me-
idna voz causa dulcisssima impresso.
Por ludo isso, e mais pela alludida gentileza
do Sr. Vilalta, consagrando sna festa impren-
sa, auguramos e de coraco desejamos que cor-
responda essa festa ao merecimento do sympa-
thico artista, o que importa dizer que esperamos
seja ella esplendida.
Ao Sr. Vilalta agradecemos a attengo de nos
ter vindo trazer pessoalmente um convite para
a sua festa.
Club Carlos Gomes -Para o sarao mu
sical e dansante que esse club effectua amanb,
nos seus esplendidos salos, dingio-nos a digna
directora um convite, que, penhorados, agrade-
cemos. _
Visitas domiciliarlas -Communicam-
nos da inspectora de Hygiene:
Or Dr. Amaro Wanderley visitou hontem
mais de J7 domicilios no t districto de S.
Ra 89 (anga Imperal).Os ns. 99, 103 e
109 estavam muito pouco asseiados e os quin-
tis em deploravel estado de immundicie.
. N. 107Quintal tambem immundo, haven-
do l um porco.
lea la : -:i nm 1 nonaa
quarto.
Oilicinas da marc
quiitaa con minio lixo, .ua-
ii ivido.
Kua 'i t Osa -. (m da Prasa i>> ildani
ro estabulo com gran le lamagal potri lo.
- O Dr. Arthur la Cava'.c^int: viattoa 24 is
micilios.
liui da Imp nlri/.N. 8 lia falla ti. .i-
principalmente n > gikih
X. 88 3 ;ind-r, apparatho -1
cozinlii sem v.-niilacan. .Exial 1 so as ;ar lar
rao deste predio um cano i sSfW 1'!' rnB 11
X. 2 an lar, falta de asa 10. ,1-- -
mulados.
Os domis predi >s visitadM am b
dig s. vkauo sempre huia altad,
appirelhos da Drmiaage.
iBanderailoi'-. os :l e< 2 horas la ur-
de, sera basteada 1 kandeira da '
no convi-nio de Simio Aii"ouio d .oso*
l'rancis'-ans, leudo ioar fin BSBJMala I SBafS
das novenas.
Moeiedade t-ausleal II* da Naio
Essa Bociedadi* mm Icio aade i- ii-n 1 r
memoia aniaiihio ti' anniversarto da u.. un-
dagao
'ara isto ii-ra bagar orna 'Soiroe* qs* r.-a-
hsara na respectiva sede ra da Par-
reir
Xo dia 13 ter lugar a pMM as MWsl
lona.
Paran brilbantismo da festa leew Til-
dados grandes esfurgos ra! is -v-as m-..: i -.-.
I.anterna HagieaR" -!)in e agra-
dcceinos o n. lt-1 ilr>-i' p 'dirn
Mez Hariaao nu H>uteir-"
nos esta pul Hac 0
X'assi-aprasivi'l arrab'Ida i"t'li''-r,ii-
o maior eatliiiuiaaaas o* a- ios do n
A orchestra a aargo de liabili- aaiar
e de distiactaa ai aahm a ten ii--riai.-. 1
variado entre orgao a na;;-'. IPudo M I -1
magislralraeule eetoados oahyai > ,"-
las geulis Miles. Mana I islro,' A
ra a loan Sarment a Jnliela M nnh .
cutas que fZflll par' ilu ii'ro BJBM t i -i-to
execstadeconi louvavai bananarta
A commisso promoiora. i|i:- i-omir -
maveis -i- lluras e illu-tr.-s nvathei
tafla poupado esforros paia dar aaBBior valor
a to elevada Inntl qn'. para os doaatBBJi 1 dus
ullimos, segundo communicam, aun1' 1 -
pomposa.
Faculdvde de Direito'! >
1/2 horas eosaecaa os exaooa oraaa da
e continuara i hora da '.ard*, os da
ai M a
i- saeta
Ijll'IlW
0 c.-'U-
juridica, sendo chamado peia i vea
para exarae escripto da-'I1 seria social
dante Adolpho Cynaco da txuz Kilieiro
l-'oi este o resultado dos exame- da \* -aria :
Jos Canlidio de Frailas, approvada
menie am todas as eadeiraa
Estevo Fortes aste|l-i Branco, plan '.. oie
em Direito Nacional, Proc -; 1 E
Administractivo e iimpiesawoi ra ral
Hayiuundo Fortes ,a>'.-'i 1 Branc 1. pie
era Historia do Direito e Proc aso a siaapaaa-
mente as outras cadairas.
Marti, lio de Lima Alencar
Ernesto V'ieira Sanios, nleamen'a e I'ro-
eesao. a siinpi,' 1 leii
O Vl':SiH;o!-i- orna 1 a a
qne rom ligado, o na ram n il 1
mero anico de nm jora
foi dedicado i svmpuiiiica artista Tal1 :!li.
ante-liontem poroccasiao
th'-atro Santu Is;
O trabalno do apreasao esta irreprene sivel
mente correcto, desUcaso-i
traluxn hoalo da I. ni 1 rtisl
tara libido impor-sa na '/late
Os artiga 1 1 :-
EneiidesFoaseca, Sieli el ioan uanria.
Aos Srs. Froscnl a
devenios a neza
te agradecidos.
Livros de laastratcco primarla-
Pala Livrari Qointi
exeraplares dos 1.*,
tiiameiiie adopl : al an
que aoctor o Sr I C
Agradecendo a geni -
gnida traiiscn.'veraos o pai 1 so-
bre as inesni ss obn ; a "uo, raaliior do sjna no-
deriamos di/.er, dio ur Ma
do valor dos livros em qe
Eil-o:
Em cumpri ment n rti-
lico 'ue o parecer a qua far i o si
do tlieor seguinie : A l." secgo d Litterario de Pernambuco a s -n
tado os i. X' e -i' livros de l< itura p
berlo de Camino em virtud'
do representante da casa dktora de Aues k
C. do Rio de Janeiro, tendo cmio i
cuidadosamente os mesmos livros
seu parecer. Os livrea | la Ojaa M trata
numero d'aquelles que era caso algo;
ser dispensados palo professor qu -.
dehgante faz da prolisso um v-r
docio. Escripto por quera mosl
nhecitcenlo da pedagoga, alia a isto aaMa 1
gnifica impresso e lylhographia d paa
illustrara o texto as quaes ainda se presUm
descango das faculdades nteHtiClaaai do alum-
no e facilidade de transmiss. .los con
los por parte do professor. O anclor fagindo
de colleccionar verdadeiras anadoc a? sem fundo
moral e sem utilidade pratica como o Hzerara j
ate auctores que tiveramlo nome de pedagouis-
tas transmi te por intermedio de seus livros, aos
meninos sob urna forma agradavel principios e
conbecitnentos scientilcos que sao hoje in dis-
pensa veis a quera l ao mesmo tempo que las-
pansa o accumulo de volnmes que seriara ne-
cessarios para adquirir taes conhecimenios.
Convencido da grande verdade do que o casia
de leitura deve ser acorepanhado do de escripia
e orlhographia fez o Sr. Fclisbello de Ca-valbo
acompanhar de exercicios logographicos cada
licgo de leitura de sorte que o alumno vai pro-
gressiva e despercebidaraente adquerinda
nogOes de orlhographia e calligraphia sem cao-
gago nem aborreciroento.
Em vista, portanto, do qne vera de expen-
der de parecer a secgo qne estao no caso de
serem approvados e si tamo Ihe fosse permit!
do indicara a secgo que fosse obrigatoriamen-
te incluido como (iodispensaveis taes livros oas
escolas primarias do Estado.
Sala das sessoes do Conselho Luterano de
Pernambuco, 16 de Abril de 1894Lu da
Costa Ferreira Porto Carreiro. Relator Fran-
cisco Carlos da Silva Fragoso. E nada 1
continua em o dito parecer ad que me -
E eu, Abilio Rosa das Mercs Jansen, aa__
se, o escrevi. Subscrevo e assigno. f?
emolumentos, inclusive impostes anda
21640.
Secretaria da Instruccao Publica, 1 de I
de 1894.-0 secretario. -fV**iwoSar*ua
Araujo Galvo.

'
m
\



*N
EMarlo if Ifcpna ssilec Sexto-resra Bl && Maio C 3994
*
?
Tlm-tiiu por tisn-li.n I Melicrde Ar-
Graphi ;- offereceu-iios um cxcmplar de um
vo livru de sortea para as nortee de Santo An-
0 o, 8. loilo ; S. Pedro, intitulado Tun-t.mpur
m -i7. arran ad i por un potila que so acober
/"a i;es
Ouro Pra'a
Papel
P,r
ind< 1 id 110
em
f {atttrsj
Teve baixa :
Antonio Luiz de Sant'Anna.
Te ve alta:
Marcos Ratltis da Silva Carvalho coul.ecido por
Marinheirnho.
AB mi o nsedooTo de Sebastian, edictado Bstados-Unidos GC1.0H) 634.000 4iS9."0;i 26.02 Inspctoria do *. 'districto raari
Bra-Bretaaba.-
Franga ..
i loba.
Blgica.
594.00J 54 000 26.70
16.00) i79.t)!)0 9. 9
3.i00 21.400 I2.
133.000 103.000 17.14
i.' 'X .Oti
::0 0 4.60
4.301 4.27,
1*7.000 9.39
37.000 2i.:i
4.300 6.60,
1.5-0 2.71 !
6.200 H.71,
?;>".-0J 8.17
2.f00
4.000
37.000
por Muelle estabuleci ment.
0 livri ; l o *> pastin u. eati dividido ero Franca
duas |iuia': A 1. conten ItjdS .'orles em ver-
se*, ahf p l>s eraias naito bjtu: e a i. tras
antros prolvlo? Iliterarios, como contos, insta- Italia..........
netas eisii-us, duradas, ele. etc. ureeia.........
B" bera ressante case livnnho, cajaofferla lespanna.....
amdecei ,. aos Srs. AffonsoHuirte &i... Portugal. ------
Cteemi. SeleiitiJieo e Silerario Romana......
TobiTi-i iarreli .:->e gremio funceio- Sema......
nou a.:: i itsiu em sesso ordinaria, sobe pre- Austria-Hungria
silencia ili Sr. Manoel Arto, secretariado pelos Paites Baix ..
SrV Men.les Martina e Silva OHveira, Noruega.......
No expedidle o Sr. Ernesto l'aula Sai.tq.s Suacia..........
cojntcnieou presidencia que o Sr. Gregorio Diaamwci
Bell. -!;;! ; ,, incumbir de fazersc:en- ftussia.........
te que i .r iustos motivos deixava de compare- j"urquia
Cel i a r
t) Sr. presidente derlaru a casa que nao se
adan : i presenta o Sr. Olvnpin Qalrac, menv
bro e relator da comuissa > de revisan constitu-
cional, deixava de submetler a materia dis-
onaste.
Iniciada a palestra Iliteraria, leram trabalhos
de sua lavra os Srs. Ernesto Paula Santos, Ar-
thur Bania, BpaminQQdas de Albuquerque e Os-
waldo Pojjji.
O Sr. Silva Olivaira fallou largamente sobre o
romance naturalista
Foi suspensa a sesso s 8 Loras da noite, ri-
cando a prxima sesso designada para quarta- Tolal-----
feira nadoura. Bm*m lork ein 1S3
Prncipe eseriptor O principa de passado calculava-se a popnlac&o da cidade de
Joimille tercairo illio do Luiz Felippe, irmo Nova-York em 1.924.300 habitantes.
mais velho lo Duquj de Anuale, e ex-almiran- No decurso de lmszes reystraram-se 44.370
te da niaiinlia frauceza, acaba de publicar na bitos, S'36 nasnmentos e 16.144 casamentos,
casa Calman LVj um novo volunio intitulado sendo pois a proporco da mortali.iade de t3.4
Vieu- Senvenira, que contem aa anas recor- por .0 0, a mais baixa que se conhere desde
daOes desde a infancia at a revolujao de 48. 77 No auno da j8'J2 asaa proporco foi de
listo prii ip '. que pertenceu marinha fran- 24,26 por .000.
ceza au tomou parto, como duque deChartres No anno que nos ocrupa. a polica registrn
o 3 ( i'ariz, na guerra do Sucesso, m P5j6I i priades : 17.4H6 por desordem 3.8 3 mu-
favor do p rtido libertador, que s snrio na gnerra Hieres) e 20.0)0 por embriaguez.
ftanco-prussiana, apezar de toda a opposicao. Houve 4.112 incendios, dos quae* se apaga-
'com n i. de coronel Leitlierod,que as leis ram 2.763 s-m o auxilio ile bombas, sondo cal-
do oslrac:smo riscaram do quadro da esqua Ira culada a l ilalidade dos prejniaos materiaos em
que nun i se metteu em poltica, dodicou asm- 5.30.W37 doliera,
pr as sua8 horas de lazer a cultura das lettras. Apezar da siluaco anmala das nngocios em
Representa bem esse grupo ue franceses, garal determinada pela cnse monetaria, tiveram
diz o Tune na i sabem manejar com igual d 8- r 'guiar movimento as transaecos de bens de
importancia attingio a 2 5.303.767
340.0 0 112.000 127.00) 20.44' timoRecife, V de Maiode t894.
10 300.000 iOn.O 16.81 Bolctim metereolojjico
OlO.i'tK) 2i5.' Egypto........
Auscralia......
Monaco......
America Central
America-io Sal.
JapSo........
Julia.........
China..........
Malaia fngleza.
Culada......
Cuba..........
Hayti.........
54.000
4'\.-00
40.0))
20
l'i 0
123.0'O
10.. 0>
6.H00
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12.1.000
KiS.Ooo
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14.0W
19.o"0
2.C0O
lt)../0>
100
1.000
83.n)
56.000
1.70)
4.900
5.400
\ lino
4i.0(K)
I-100
7.000
50.000
8.. .10
3 .00o
81.000
930.000
72-1.000
HO.'Mh)
5.00)
1.300
2IO
6 m.
9 .
12
3 t.
6 .
grado
24,'9"
S 29,"l-
H,!)
27,6
757-, i*
759-, 16
737-,6.J
735-,93
786-.6I
.'.7
20.04
|l,07
20,73
20,52
Hunti'
dade- !
Miu^rv,!, largo do Turco e em su cou
suiiuiio dus 12. s 3 Rosidencia Ra do Hospicio u. 41
Cha toarlos a qualquar hora por %
;
Tol6phoifl o ."Hi.
->. Periyad,' Silva olit.ua'lo e
riam grandes lucros para o '.'stado em,particu-
lar e para o paiz em geral, offerociam urna jus-
ta compensaco ao trabalho dos colonos, reali-
sando as suas esperanzas, e danio-lhes os
meioa de satisfaxer os seus compromissos para
com o Governo.
A fundacao, portante, do una usina era una
Aconlceimentos
II
de Tu erara I u*
77 j.is; i'-ni ,y!-Ut'i'a u.iS cyuious iie Wii^-. das ron. liceos indi-i. usaveis para O desenvoi-
'1 ''k;r o Laoiioit, 7) horas iia larde a ra do Imperador :;
'.'Tpenttnra lunima 24.50
Temperatura mxima 30,75
BVaprago em 24 horas ao sol S.^o
ChuVa i-J.
Direcgo do vento, SSK e .S alternados de
meia noite at 2 h. 44 m. da maaha SSW at
3 h. i 9 m ; SW ate 3 li. 39 ro. : NW at 8 b,
75.63 prmaFo andar.
3.78
9 67
4.08
3.44
- 1.80
- 28.64
29.0 H) tO.OO
- I4.fl
- 4.0
3.90.-.900 3.9H.KK) 2.700.000
Em fins ilo auno
2.39 4m. ; SSW at 8 h. 33 m ; S at 0 b 03 m. da
19.85 tarde; SE at al 0 h. 14 m. : SSE at 0 h.
26.03 58 ra; SE eSSE aliernados at 6 0> da tarde;
5.00 Sli e ESE altercados a' meia noite.
Velocidade media do veolo 2-92 por se-
gundo
Nebulosidade media 0,42
lloletim do porto
Pra-mar ou Dias Horas Altera
bai xa-mar
P. M. 9 de Maio 7 -h- 30 da m 2-25
B. M. 0 de Maio 1-h. 40 da t. 030
Hospital Pedro II -0 movimento desse
elabelecimento cargo da Santa Ca-a de Mi-
seiicordia do Recife, uo dia 9 de Maio foi o
seguiute :
Exisliam..... 784
Entraram.....
que
treza a p.-nna e a espada.
Base sea novo iiwv pOe-nos diante, nao de
nm prmeipe nascido pertodo throno, mas.de
urna natureza simplesmenta honesta e de um
corayo sincero e Sel.
Foi o pri cipe de Joinville quem trourade
Santa i llena os rest is de Na> iteo.
A-..m pela agraaNotinavamos ha mo sem precedente de
alguns dias que Lefio Xtl. harta experimentado, I
e nao com boro xito, o trahlmento do famoso
padre tvQelpp, a quero so (altava ter o Papa
como cliente para rematar a sua celebridade
universal.
Emile iautier consagra no Fijiro uraachro-
nica ioteresaantiaaima acerca do Irataraento pela
agua que se faz em Wcarischoffen, ha poucos
anuos u,na aldea desconhecida e que hojeuma
das mais soncorridas
banho
raize, cuja
dolan. 0 numero de edificios projeclados em
1891 asen lein a 2.259. com um valor de cerca
de -^6 milhoes.
O passivo total das casas de coinm icio, de
bancos o companhia de lindas farreas do paiz
que falliram durante o anno attingio o algars-
.800 milhoes de dol-
Em 18''3 importaram se in r^adorias no valor
de '8.35'.2t4 dollirs, ou -9 millies de dollars
menos que o anno anterior.
O oreamento de despezas da cidade d: Nova-
York pira o anno correuto esta calculado --rn
37.iVf.IM, tendo sido do t 3X.664.257 o do
anno anterior.
Em l<9( d.'sembarcaram em Nova-York
e afamadas estae'esde 300.000 immigrantes, em numero redondo; ni
anno anterior desHOnorcaram alli 38^.496.
Ou soja Kn.-ipp um novo llippocrates, ou um Moltlte espiao Um eseriptor na VU
grande Charlatw. como se pretende no Vatica- Con:em),raine de Jules Simn, diz que o falle-
no, pelo que diz aquella folha o que certo ciilo mareclial von Mltke esteve em Franca
que em poucos anno3 elle se tornou um pera- como espiao do seu paiz. Em 1868, diz um es-
nagera celebre no mundo int.-iro. As suas obras criptor em qesto, o conde do Moltke estove em
wadem-se a centenas de milhoes e traduzero-se Franca disfarcado, e inspeccionou a fronteira
em todas as linguas. do Khono e as iinhas de Wissemburgo. Pez
O 'Almanack Kneipp popularissimo na Al- particularmente um estufo das defezas de Tor-
lemanha. e :io anuo passado, de 3 de Marco a I b.ich e de Spocherem. Existe sempre, diz esse
de Agosto, a<-udiram a WoeriscochoftVn 19,718 eseriptor, urna repartiefio de eapiodagem regu-
doentes. nao se contando os que nao se .inscre- lar annexa ao exercito allemo, dirigida por m
veram as listas. gonoral. Comprehende tres secces, testa d^
Sao 8 dos paizes europeos como da America cada urna das quaes est um coronel. Cala um
e da Austria, vera pacientes submetter-se ao destes tem soh si um certo numero de officiaes
mathedo Kneipp, e na sua clientella Mguram ou do estado-maior e diversos amanuenses. Os of-
jifiguraram oBarfiode Rolhschild (Vienna), os flciaes para este servige sao escolhidos com o
Duques de Mecklemburgo. o cardeal principe- maior cuidado dentre os mais capazos e distin-
bispode Schoenborn, o principe Luiz da Bavie- ctos. Em i>"8: o duque de Saxe-Moiningon, cu-
ra, urna Hlha do schah da Persia, o Duque de abada do fnip:rador (uilhermo 11, que era en-
Alencon e o Patriarcha de Vneta, entre ou'.ras to major, fazia parte delle.
pessoas de nota. Em '8"0 tzeram-se muitas nomeaces novas,
Kneipp pajsou por muitas vicissitudes antes escolhendo-se homsns quj houvessom vivido em
de adquirir o crdito de que goza, e ja foi leva Franca e qus a conhecessem bem.
do aos tribunaes pelo exercicio dlegal dalnedi- Operares irur^ieasForam pra-
cia. ticadas no Hospital Pedro II as seguiutes :
Uefendeu-se hbilmente, dizenlo que quandn; Pelo Dr. Alcebiades Velloso :
um medico desenganava u.u doeute, dever de Daas poslholomias reclamadas por phymozes
huraanidade allivia -o, quando se pode, e appel- e cancros renerios.
iouderoais para uro araunoulo mais conviucen- i Pelo Dr. Malaquias 1
Sahiram .
Falleceu
Existem
------801
38
1
762
------801
Foram visitadas as enfermaras petos seguin-
tes mdicos:
Dr. Barros Sobrinho, entrn s 6 1/2 da ma-
nia e sabio s 7 1/;.
Or. Malaquias, cntrou s 11 da mann e sa-
nio 88 11 3/4.
Dr. Simoes i'arbosa, entrou s Id 1/2 da ma-
nila e sahio s li 1/2.
i)r. nerardo, entrou as 7 14 da raanO e sa-
bio s 7 1/2.
Or. Arnobio Marques, entrou s 10 1/1 da ma-
Dbfi e sahio ii 1/4.
servirla por estrada de fono.
O bacharel Jos Uelveaio de Souza
...dvoga nos niuuioipios de Amaragy,
({ululo, Escada Gamelloira o oulros.
Reside na sde do muuieipic de Ama
ragy.
Calea de saoIe*ls de oSho
ootSIoi* e nariz.
0 Dr. Pedro Poolual, ex-chefe de ch-
uica do professor Weeker, de volta de
sua viage:n a Europa, teio seu noasulto-
rio ra Nova u. 18. pr:raeiro audar.
Consultas de I s 4 da tarde.
Telephune o. 539.
Drogarias
Braga $ Micha io Deposito de to-
pa
te, curando o juiz de um rheumatismo chronico
de que padeca. Naturalmente foi absolido.
O mais extraordinario que os mdicos que
vo a Voeriachouen estudar de perto o trata-
mento Kneipp, retiram-se em grande maioria
convencidos da sua eflicacia. Segando o Dr.
Lewenbruc!;, que durante muitos annos reco-
Ineu dados sobre os resultados da cura pela
agua, 30 por iOO dos enfermos lie un restable-
cidos e muitos encontram alivios not'veis.
Esaia^amenta^Na ferrovia de Olinda,
aute-hO'item, cerca de 9 e i/2 hora* da noite, um
Urcthrotoiiiia interna pelo processo de Maison-
neuve, reclamada por estreitamento da urethra.
Eicizo, reclamada por cncep alcele poste-
rior.
Pelo Dr. Vieira da Cunlia :
Exciso de syphluloraa do anus
Exciso a thermo cauterio dos pequeos la-
bios, reclamada por ypertro hia.
Pelo Dr. Arnobio.
Tres posthotomias caivete, reclamadas por
phymozes inflamatorias e cancros venerios.
Matadaun PuhlieoNesse estabele-
trem que subia para Heberibe esmagou o menor' cimento foram abatidas 67 rezes para o consumo
de li annos, de norae Marcelino, o qual era de hoje da cidade do Becife.
foi o
e nao
dia 6 do corren! i,
etru c vtsetro em subir e descer dos treus, es-
tando estes ero movimento.
A polica local tomou conhecimento do facto,
que. ao que nos consta, foi casual
.lui.v da Fazenda do EstadoAs
audiencias deste juizo serio s 10 horas da ma-
nh emquanto estiver funecionando a actual ses-
so do Jury.
Montc-pio PitrtiiKUczHoje s 7 ho-
ras da noite reune-se essa associajo em ses-
so ordinaria.
Telegr.immas retidos Vc'iaro-se no
elegrapho Nacional os seguiutes :
Senador Manoel Francisco Machado, do Rio; e
nm aviso para Nosinho.
MultasDo Sr. Joaquim Machado Dias re-
cebemos a Sigunte carta:
Srs- Drs. redatoros do -Diario de Pernam-
buco." No intuito de ticardes bem informados
com relaco a.uma local que sob epignpbe
Multas." foi hontam publicada na Revista
Diaria do vosso eoneeilnido jornal, pigo-vos
permissfip para hier-vos a segniBtg doclara-
eao :
O fiscal a que vos refor.stos na allulida lo-
cal, como tendo recolhido aos cofres da muni-
Cipaldade a quantia de rois 567*000, prove-
niente' de multas impostas a diversos infracto-
res das p aturas municipaes, desde Janeiro
Sroximo i assado at 7 do corrento m z,
a freir i i i da ri- r'roi Pedro Goncalv -
o da fr a leS. .'os
Sem ou'ro motivo, subscrovo-mo com estima
e con > te, ect. finquim M i i lo Dias.
Fiscal la freguezia le S. Froi Pedro Gon-
calvos.
Lucta e morte -No i
no municipio de Pee d'AJbo, oro torras do
i travando-se de razOas os edi-
vdoos Paulino Guedello e Brazda tal. suc-
edu oravaram Incta le rote resulten licar
uiorto o pirmoiro. o o segundo levemn'; f
rd i.
Inconvenientes -Esc pe lin-
do-nos p- (rae (acaro nh c-
' mp t> al irepi ivm si
proc i que tem unas mulhores de m
vid;; : um I. au lar d'nm los nu-
neros im da ra Dutrae de Caxias, as
qna u
pertub ndo o BPCag da visuhanga at a alta
madrugada. ,
Ah cj o de
sor attendda.
Mnltas-iela adm.ini3traco do Mercado Pu-
de 6. Jos foi i' ici Ihidn ao cofr do C m-
celho Municipal a quantia de 45200 do duas
mullas impostas de conformidade com o art.
4 Captulo 1." da le n. 4 l'itnlo5.
A eireulaco monetaria no inun-
do -A direeso da casa da ftfoe la de Washin-
gton publicouum resumo estatistioo sobre o ou-
ro e a prata amoedada, em todos os paizes do
mundo, assim como a somma da prata que de-
veria tocar desses difterentes paizes. Suas pes-
quiz'is sao tiradas dos relatorios dos cnsules,
funecionarios e principaes economistas. Conclue
deste Telatorio que o volar total do ouro que
circula neste'momento de 30'.3 milhoes de
dolais e da prata 3,931,1 milhoes de dollars e
que o valor do papel-moeda nao coberto repre-
senta 2,7( 0 milhOes de dollars. O total dos va-
lores (ems 1,0<.0 dollars) para cada paiz, o se-
juinte:
D. topes Pessoa, entrou s 10 da maaba Lj.,g as espcciada les pharmaceuticas.
e sa. io s ll 1/4. ,._ ___i.j.1 jj-i. -
Di. Vieira da Cunha, entrou s 10 da raa-
nh' c sahio s 11 1/2.
!K Hastos de Oliveira, entrou s 8 3'i da
ma h& e sabio s 9.
Dr. Tavares de Mello, entrou s 9 1,2 da ma-
oi. e sahio slO.
Pharroaceutico, entrou s 8 3 i da manh e
s hio s 2 da tarde.
2."Ajudantedo pharraaceutico, eutrous 6 1:2
lanh e sahio as 8 da tarde
Cemiterio PublicoObituario do dia
9 de Maio de 1894.
Marcelino Antonio Pereira, Porninibuco, 43
annos, viuvo ; Santo Antonio.
Antonio Jos da Costa Araujo. Pernambuco,
S" annos, solteiro : Boa-Vista.
Um foto, Parnambuco ; S. Jos.
Antonia Maria da Conccico, Pernambuco, 50
tinta, drogas, producios chiraicos e ou-
lros medicamentos ho-opathicos, ra
Liirira do uosario n. 3-4.
Guinar&es Braga & C. Deposiju
de Drogas e producios chimicos, espe-
cialidades PhiniijcetUicis. medieamen-
los hoiueopaBos' e finias, leos, pill-
eis etc.. ele. Ra do Mrquez de Olio-
da ti. GO.
Faria Sobrinho & C, droguistas por
taacado. ra do Mrquez de Olinda ti 14
Oeeullstns
Dr. Brrelo Sompaio, occulisla, d
coustilas de 1 s 4 huras ua pnmeiro
annos, viuva; Boa-visla. n \ _:.,
Urna crianca do sexo masculino, PemammKJ 3dar da roa do larao da VIClolll le
co: Graca.
Jos, Pernambuco, 2 annos : Boa-Vista.
G3S0B1CA JlDICAHU
Verdades ineontcstaveis De to-
das as cousas do mundo o que ha de mais in-
certo a vida.
O chefe de familia que para sustental-a s
conta com o seu trabalho de todos os das, nao
pode garantir-lhe o futuro.
Urna garanta segura para esse futuro s se
poder conseguir com uina apolice da impor-
tante sociedade de seguros de vida A Equita-
tiva-
Tribunal do Jury do Recife
Funccionou honiero este'lribunal sob a presi-
dencia do Dr. Jos Julio Regueira P.nto de
Souza, Juiz de Dir.'ito do I." districto.
Responderam a chamada 28 juizes de facto.
Foi submettido a julgamenlo o reu Annibal
Jos de Sant'Anna. pronunciado as penas do
artigo :*03 do cdigo penal e aecusado de haver
no dia 2 de Outubro de 1893. no districto po-
licial do Peres, ferido levemente a Joaquim
Francisco Machado.
De accordo com as decisoes do jury foi con-
demnado o reu uo grao minalo do artigo 303
do cdigo penal, a tres mezes e meio de pri-
sao simples, sendo posto etn liberdade visto
ter cumprido a pena de conformidade-coro o
disposto no artigo 60 do cdigo penal.
Em seguida foi julgado o rt-u Severno Nery
da Iva pronunciado no artigo 303 do cdigo
penal por haver no Mercado Publico de S. Jos
a 3jle Maio de 189), praticado em Gaurino Fe-
lippe Santiago diversas lesoes corporaes de
natureza leve.
E:n face da deciso do jury foi condemuado
o reu a pena de 8 mezes, 22 das e 1 horas de
prisao simples, grao medio do citado artigo
1303, sendo posto em liberdade por ter compri-
do a pena, nos termos do artigo 6 i do codiga
penal. '-
Produzio a ecusago o Dr. Virginio Carneiro
M-n-les da Silva, 2. pro.noior publico.
ueduzio a defeza dos reus o acadmico Pedro
Arthur Guimares.
O iury de sen tenca compoz-se dos jurados:
i hristovao de Barros Gomes Porto.
Augusto Leopoldino da Suva Neves.
todido Jtose de Ges Telles.
Jorge Guedee da Araujo.
Alfredo Ferreira Mandes Suiniaraes.
Antonio Goncalves Ferreira Jnior.
Jos Lujz Salwado Accjoly.
Leoncio Qutntino de Castro Leo.
Odilon Coelho da Silva.
Foi levantada a seasau s i horas da tarde.
Casa de Dcteneo Movimento dos
presos da Casa de Deten.o do Recife, Estado
de Pernambuco, em 9 de Maio do 1894 :
Junta ('onnrrclBl di> Beelfe
ACTA DA SESSO DE 4 DE M-IO DE 1894
PRESIDENCIA DO SR. DEPOTADO COVMENDADOR JOA-
QUIM LOPES MACHADO
Secretario Dr. Joaquim Theotonio Soares de Avel-
lar
A'a 10 ho*a8 da manna loi iberta a hppsSo es-
tando p-e-ente os S'b, depotanoa Figaeirt-do e
Gn'gel do Amaral, fdsndo por doeme o Sr. de-
pando sopplent coaitneada-'r S Leito.
b'da i apprnva
.e, proceien-se a lnora do se^uo'e
Expediente
.ffii)- :
Dj secretario do Governo deste Estado crr>
daia dp28 do rae passado e rswMlO do Ola 30.
c.ofivi do', ao presdame desta junta para assisr ao
rabarque do Exm, Sr. g-neral Joo VicentP
Ijeit-i d>* Castro qoe segoia no vapor Glica
para a C-.Diiai Federal no referido dia 28 s 9 I/2
ora da manb.Int iral.
Da Junta Commercial de S, Salvador datado dj
25 .o mez paisano, accoin)o o desta jonta 5 do memo mes, no qoal eommontcara a elelcu
a pos8K dos S'8. Franrisco Gnrgel do Amaral e
J u Atuain M r.i-a Das aos cargos de dfpo-
tado8.Arcbive-ne.
Da Joma 'o Correctores datado de 1 do ror
reme rrrre'tendo o h'detim das cotajftas refe
rnte i 8emma de 23 a 8do mez pasaad^.Ar-
chive ee
Foram distribuidos rubrica os e^oi'Jtes II
vio :
Dnri > de Adolpbo de C.stro e Silva, Copiador
do mesmo.
Dwfacb >8
PetirOes:
Da Compaohia Recifense de PaoiQcscao, por
-eu director gerente, pe linio para se dar saiza
no registro da no neac&o do ex usixeiro dpspa-
ch'ne da meama CoDpobta, cldadao OJou
de Gasmao Ca'valbi.Co uo reqoer.
De Jo- de Goes Cavalcnte, p-nindo o regia
tro da nomeajao de caixeiro despachante da
Companhu iVcifense de Paoifieacad Deferido.
)o ApeBtde Ieii0e< Maooel do Naacime^o
-^z.r BnrUa*aqoi, para o rpgiatro do conheci-
mento jonto, r.i m qu> p-o*a hava- pago o re*
peciivo impoato r^Uijvo ao i semestre do cor
reote ejercicio>eja registrado.
De Pranci'co Joaquim Rlbeiro e Castor P-
R 'd'izas, paa o rsgiT i alias arebivaroento da
seo cooiraeto t-ocial. 9ob a rma Rioelro 4 Ri
d-ign,Sej archivado.
D-* A4olpb-i de Castro e Silva, para o registro
de o firma individual. R^taire-s*.
Pelo D". -e:retano ful declarado que j expi-
loa o p'aso ur.uado pela Msretlfsima Juata para
o cjarfo Jvino Csvairao'edeAiODqRerqaePes
?Da, Horneado afanador dn comm'-rclo tirar
re.ipecfvo timlo, o que deixara de fiz-r.-A'
junta re^oDea tic ir 3'Mn eff-it essa nm-acila. \
Nada mais noine,enr-eTacdo ce a :-essao as
10 e 1/2 dora-i da macu.
h'.tj u. 538. KesitJeacia G.>-
xang.
O >,-. Lobo Hoscoso d con?u!t,is oi
; casa ra da Gloria a. 3'1 das 10
tt*da mauh Ida larde. 4cban-
lo-se fjra do servirlo publico oiIerec-se
para aadir a qutqner chamado con.
prourplidao para fora da ridaiie. Euo-
..iidia.ie, O|ieiicoes, pjftus e mjlestiasc
de st-ahoras e meninos.
Advcrgados
Bacharel Fuos Lobao pode ser pro-
curado em sua residencia ra do Im-
perador n. 52. t.' andar, aCCeiUtlido excepeodas plantaces dos colonos Commeii-
lambeai convite para qua'qnor COIDiuca dador Joaquim Lopes Macbalo, seus filbos eso-
cio, avallada em doze mil saceos de assu-
car.
Com, pois, realizar aquelle djsideratuin .'
Como transformar a caima einassucar e o nul
em ale >ol ?
Fallando ento a eate respeito com os colo-
nos Joo Oroncio Franco e Pedro Fontes So-
lha, diss:-roe aquelle que fallara ao Commen-
daJor Joaquim Lopes Machado acerca do capi-
tal nocessario para a fundaco dj uraa pjqu:-
na usina, ee ess capital, em vista da um orna-
mento de igual fabrica estabalect.la pelo hon-
rado e patriota Sr. Baro de Suassuna em Li-
moeiro, foram comprados por noventa contos
de ris, sem ser entretanto atteadida, nesse
calculo, a circumstancia de, por occasio das
compras feitas pelo .listincto eavalheiro Sr. Ba-
ro de Suissuua, estar o cambio ao par ouqua-
si ao par, e actualmente ter baixado tanto, que
o valor dos apparelhos se acha triplicado.
Como qu:r que Se ja, porm, "avalia-se desde
j o aivoroco com que reesbi a palavra do colo-
no Joo Oroncio Franco, qu: pareca por esta
forma interessado, c jiuo eu, pelos trabalhos dos
seus companheiros.
Jj.No dia saguin'e a esta conversa, apareceo-me
no escriptorio o colono Franco, e dec.larou-me
perempioriamente que a quantia necessaria para
a fundago da usina eslava subscripta pelo Sr.
Commendador Joaquim Lopes Machado, seus
filhos e socio sem que eu podesse explicar a
manifestado prompta do Sr. Commendador ao
apoio do. mcu ardente desejo ; porquanlo sou
daquelles que respeitara todos os horoens como
serias e de bem, emquanto o contrario n .o se
provar.
Depois deste, fallou-me pessoalmente ,o Sr-
Commendador Lopes Machado, cora o qual en-
tretinha eu apenas relaco Je comprimeoto, des-
de Jcneiro ou Fevereiro de 1893, e aniraadissi-
mo, cheiomesmo de enthusiasrEos que a minha
boa f nao julgou suspeitos, affirmou-me que se-
ria fcil obtero capital que era necessario, po-
rem mediante certas concessOes do Governo da
Unio que servissem de garanta para o mes-
mo, taes-como : a acquisigo por compra da
propriedade denominada dos Moinhos e a ga-
ranta da exploraeao da fabrica pelo espaco de
20 annos. bem como a faculdade de assenta-
mento de trilhos as estradas de rodagem para
o servico da usina.
Parecerara-me justas as consideraOes feitas
pelo Sr. Commendador Lopes Machado ; pelo que
immediatamente offlciei Inspectora Geral de
Trras e Colonisago e obtive para a usina as ditas
concesses, das quaes dei conhecimento a S. S.
poruma carta de que mais tarde S. S. fez
urna arma, erobora improlicua, como prova-
rei, para ferir-me a reputago e com eliaerguer
o seu castello de diffamago, esquecendo, po-
rem, f"e que se esta carta pode provar por ven-
tura que sou incorporador, accionista, caixeiro ou
o quer que leja da companhia que pretende fun-
dar urna usina, quando eu apenas era esou seu
apologista e tenho prestado e prestarei servicos
ao ncleo colonial Suassuna e aos seus colonos,
tambero pode provar a mesma cousa exdruxula
coro relaco ao proprio Governo da Uuio, por-
qu BOi eu quem se interessou pelas taes
coucessOes, foi o Governo quem as fez ao Sr.
CommdtBador Joaquim Loqes Machado e a ou-
tros colonos, que as pediram pelo meu interme-
dio offlciale ieto por ser eu o competente para
promover semelhante pedido.
Mas semelhante aecusago seria to absurda,
como absurda e mostruosa a que o Sr. Com-
mendador Lopes Machado faz a mim proprio.
O benvolo leitor que por ventura m
oceupou de 1er o que sob a epigrapbe
cima dissemos no Diario dt Perium*
buco de 8 do corrate, devia ter Bon
convencido de que o sana ainato dociJa-
dao Fr ncisco Bernardo nao poda seno
vimentoeprospendada do Ncleo Colonial-uas- te sua orige.u na passa suna, aiim d; serem aproveitadas as caimas 0 (jruz por 'facarat.
!>t; facto, pelo que alli evpoznoi
vio-se que foi depois da paaaagoa d'a-
qoelle (lepittado por Tacaratii, gi a ameaca de que temos noa oc -
plantadas polos colonos durante o anno de i892
e as que o foram durante e anr.o findo.
Ora, eu noliavia obtid) que. o Governo, por
occasio deter-me feito para o uucleo colonial
is omcesses, a que me refer, me izesse tam-' pado, a qual apezar de nlo ter sido
bem a de urna usina por sua conta propria. acreditada, realisou-se infelizm.'ute.
Por miro s eu nao poleria mettar hombros
tuna empresa dessa natureza, e via-me, por
consequencia, de veras comprometti lo para
cora os colonos; porqu; fora,devido a influen-
cia e conselhos meus, que olles se haviain de-
dicado lavoura da cama de assucar, alguns
com sacrificio de outros interesses d; momen-
to, sendo que a safra fundada at agora com
51.
Residencia a na Setb de Seteinlir. n
34, estrada pela ra da Saudade u. 25
Pl'BLISltOl A PE0I1II)
Vuelco Colonial Suassuna
O DELEGADO DA. INSPECTORA OE11AL DAS
TRRAS E COLONISACAO AO EXM. SB.
GOVERKADOR DO ESTADO E AO PUBLICO.
Resposta as aecusacoes do Sr. Commenda-
dor Joaquim Lopes Macttado
- Continuaco
II
Existtarn
Eniraram .
Sahiram .
Existem
A' saber:
Nacionae3.
Mulheres .
Estrangeiros
Mulheres .
Total
Arrasoados
Bons
Doenies
Loucos. .
Loucas.
Total.....
Mojimento da entermaria:
488
8
9
487
460
10
17
0
487
416
414
19
3
0
4-16
Desde que aqui cheguei, em Maio de 1891, e
esludei o Ncleo Colonial Suassuna, que me
convenc do futuro auspicioso que Ihe es'ava re-
servado, bem como do papel brilhante que po-
deria vir a representar como factor do progres-
so e consequente civilisago desta parte do Bra-
zil, comtanto que para elle convergssem as vis-
tas e, por assim dizer, a protecgSo dos poderes
pblicos e tivesse o Ncleo Colonial o desenvol-
vimenlo necessario alim de preencher os lins a
que era destinado, desenvoivimento esse que s
se poderia obter efficazmente, se para elle con-
corressem igual e semultaneamente os esforgos
de todos aquelles que alli tinham interesses, a
corneja r por mim como delegado da inspectora
geral das Trras e Colonisaco, at os colones
que nelle tinham radicado o seu futuro e.a sua
fortuna.
Nao tem outra explicago, era outro obje-
ctivo a constante solicitude com que desde en-
to tenho me oceupado dos negocios do Ncleo
Colonial Suassuna com despendi de torgas e
coromodos e empregando todos 03 esforcos pos-
siveis para eleval-o altura de que 6 digno, cor-
responden do desta forma s vistas e a confiacga
do Governo da Unio.
Comprehcndi desde logo que a cultura da
cann i de assucar, pela propria constituico do
solo do Ncleo Colonial, seria a que mais vanla-
eens ofwfecer-iberia, embora divergissem da
nnha opiniab algumas pessoas que se inclina-
rain em favor do planto do caf.\ do cacao e da
videira sob o falso presuposto de, por ser essa
urna cultura nova neste Estado, poder offerecer
mais probabilidades de lucro.
Nao querendo, era podeuJo impor a minha
opino, mas tambera nao devendo subo dinal-a
absolutamente s outras, ensaiei urna lavonra
mixta, seudo a da cantia de assucar cuito re
dusida.
O resultado obtido foi satisfactorio ; e ten lo
aesapparecido os bices que se oppunham
realsaco do meu plano de prosperidade para
Ncleo Colonial Suassuna, dei maior expan-
i&o ao cultivo da canna, para o que empenhei
todos os meus esfonps, os quaes foram co'mpre-
hendi los e secndalos pelos colonos, tendo
eu obtido do Governo para o ncleo colonial
diversas concesses, entre as quaes a de flear
disposico do Delegado das torrase colonisa-
co bem contos de ris para a compra de tr-
ras limitrophas com o fin de ser alrgalo o
permetro colonial, e offerecer elle maior mar-
gem conservago dos fins a que era destinado.
Mas, se a lavoura da canna tomara incre-
mento, e se teria ella de ser o principal ramo
de cultura explorada pelos colonos, nullos |e-
nam os seus esforgos, nulliticados ficariam os
seus trabalhos e sacrificios, se nao houvesse no
ncleo colonial urna fabrica tacbnica, urna usi-
na que transformassa as cannas em assucar e
o mel em alejol, dois gneros de produego
Iho respiratorio, fdbre 6 da pello. que constituem a maior exportagao do Estado
Consultas das 9 as 11 na pharuaacia e, por consequencia, ao passo que representa-
INDlGCES OTEls
Redices
O Dr, Be'ardo medico e oculista do
hospital Pedro 2 tem consultorio ra
.o Bom Josas ir 9 1." andar Residen
eia : ra Real da Torre u. ~1\). Wephoue
a. : 66
Dr. S Pereira. roa iln Impartfiz n
',i cousjjJtas iDAdico-eiror^ieas tillo
os dias dus 8 i aieio da, manos no
liutatugos e dias santiticados.
Dr. Amaro Wanderley. Mulou
consultorio pan\ a rua Duque de Casi-'?
o. 74 l. aunar, onde d cousului.-. de
IS horas, da naahl l hora A tardu,
Residencia Rt'.a Direita q 4l
Afogado.
Dr. Joaquim Loureiro medico par le
io, consultorio rua r?. Cadug n Hi
reaidencis ua Cas;< forte n. 5. casa dr
azulejo, defroDt" Ja igreja da Campia.
ODr. Simplicio Maviqnier tem
seu consultorio rua Mrquez de Olicd
a. 27 pritneiro audar.
EspecialidadesMolestias do appare
Este artigo j vae ura pouco longo, e empra-
zo a continuago da attengo do publico para o
segrate, em que continuarci a desenvolver o
meu histrico, entrando na parte mais interes-
sante delle, por ser aquella em que o Sr Com-
mendador Joaquim Lopes Machado deixou ca-
hir a mascara, e deixou transparecer os seus in-
tuitos nefastos para o ncleo colouial Suassuna.
Recife, !0 de Maio de 1894.
Mano '. : trata Ues.

Wi*
*h$@
\$C Beatriz Figueiroa ds Fara
Completa hoje 14 prima-
veras i totarjstate jovesn
Beatriz, dilecta lilha do nos-
so bom amigo Dr. Felippe
de Fifrueiioa Faria.
A' graciosa jovein deseja-
mos um futuro isonho. e ,:
aos seus dignos paes enva- v^K.
mos nossas felicitaciies. cJ^H

Falleacid de Me'lo Biset
O PTidiros 4a massa falld f Li'i '* r' i"a
Ranaetra de Mello Biel .envidan o< cr-."
dflUaaarase-iweo es i|aa aaaaae*n-
t8 aHtRdo da massa. raa Diqie de L-xia-
n. 86, 1- aada', iflm de fornalar-se a lua ..es
Ficou ainda veritcado ter sido o u
dante Joaquim Conrado, parate e r.mj-
go intimo de Cruz, e que arta afta era
inimigo do assa.ssinado e nao podia por
mais perverso que fosse. mandal-o mi-
tar sino tivesse sido sugestionado, E i
Iiasso que ito se dava com rela.'&o a
oaquim Conrado, sabia-se o contrario a
respeito de Cruz ; isto ser elle iniai-
go rancoroso daquelle assassinado ; ini-
misade essa que se aggravou com o "f-
ferecimento feito por aquelle prestimoso
cidado e outros amigos ao governo dj
benemrito Dr. Barbosa Lima contra a
insensata revolucSo do Triumpbo.
E nao foi semiente este grande crinu- ;
Francisco Bernardo era homem de tem-
pera forte rigorosissimo no cumprimenta
de seus daveres, quando, j)rineipal:nen-
te, se tratava de criminosos.
Para elle como para quasi toda popu-
lacho do centro Cruz era um reo de va-
rios crimes ; e tendo pegado em armas
contra o governo (entidade que deudo
seus principios sempre venerou) enten-
da que devia ir prendel-o, uraa v z que
era o delegado de polica d-> municipio
e sabia achar-se elle no lugar Tacaico"
na caso paterna, acompanbado de um
grupo de criminosos.
Ao oasso que Francisco Barnardo era
homem que nunca encarava perigo
quando se tratava de capturar crinvno-
so, era todava milito dcil ; e davido a
esta boa qualidade deixou de %mtm a
deligencia pretendida.
Mas isto de. nada lhe servio ; o resul-
tado foi sempre o raesmo, isto a toar-
te da zelosa autoridade ; do prestimoso
cidadao que to bons servicos prestou
nsquelle municipio e no visinho Estado
das Alagoas na perseguico dos crimi-
nosos e que era o arrimo da fajailin qne.
fcou ao desamparo, deixando duas fi-
lhas desassisadas que s a elle obede-
ciam !
E note o publico que Francisco Ber-
nardo nao poda mais ser considerado
um inimigo perverso : acbava-se j no
ti i n da vida ; pois contava sessenta
nove annos e nao gosava ssude.
Agora vai ser publico qual foi o proce-
dimento das autoridades do lugar de-
pois de \ao triste acontecimento.
Longe de imitaretn o procedimento de
outr'ora de prender-se todos quantos
fossem adversarios, como se den em Ta-
carat no tempo em que domiuava o
partido do Sr. Cruz nennuma prisa-1 ae
fez por occasio da morte de que se
trata.
Tratou-se incontinente apenas de pro-
ceder de accordo com a lei aos interro-
gatorios e diligencias couvenientes a fita
de descobrir-se a verdade ; e com tanta
escrpulo se and-m na formar; > da cul-
pa, que at na"priraeira denuncia dei*
xou de ser incluido o nome do mandante,
que s depois foi denunciado com pravas
aliunde colindas.
Apezar de ter ebegado a forca Esta-
dual-roquisitada pelo Prefeito e jua de
direito, nenhuma diligeneia foi ei.ti com
animo de viuganca e perseguicio ; e o
Sr. Cruz deve saber de tudo isto.
Pelo contrario as autoridades erain a
primeiras a procurar acalmar os nimos
com a affirmacSo de que a justica vea
sempre a tempo e s com calina ae po-
deria descobrir a verdade.
Entretanto apezar de tanta cordura
contiuuavam as ameacas ; ora era a
ameaca dirigida a urna testemunha inti-
mada para a formaco da culpa, ora ao
juiz e escrivo, de quem se pretenda
cortar as mos para nao escrever mais
ein, outro prqpesso 1
quando tudo isto se passava e antea
de chegar a forca Eatadual Joaquim.
Conrado, acompanbado de um irmo.
de Manoel Roseno e de outros, nao satis-
feitos de pratcarem o crme por MM
estavam sendo processados, foram a Jar
toba pela madrugada de certo dia, toma-
ram a cadeia publica de assalto e solta-
ram um individuo que havia sido prea
em flagrante no dia anterior a ordrui da
juizdo 2." districto Ainda assim as aado-
ndades nao sahiram fora da lei : forana
apenas processados por mais este criaic I
pronunciados.
e xe o Sr. Cruz o terreno ia
macCea e ven ha dizer qoal a peraegn i
que sotfreu a gente de seu partid-' os
assasjiuoa e arrombad"res .le ca lek :
venha, e articule -o qraar aa la
se pareca c-nn pereeguHjan.
E quando por ventara
vj.-se aparecido alguma viole.i
presalia, uaiguein negara u u aa
aotoridada que assim pratkai a
ha caaos 'etn que a aoturida ;sa
de sabir fra da le, para mal ir
a sociedade e ao gevarn >
tem.
Mas nada houve ; os animne
exaltados; a vida do Prafeito
c pi corra pjrigo e era pracii
caoar mais a situaco : o dele
dava opportunidade e esta a.e*
sempre difficil e demorada, y m BftB
convinha andar-se fazendo dilig -m
seguranza de xito, o une **: paior ;
palo mdios agora o Sr. Cruz, b;. 1;
vir dizer que a morte do Prefeito era a
consequencia de attentados da polica
e, por mais justificados que f.soem oa
actos das autoridades hav um da aat con-
siderados como perseguic- palitiet.
Mas, felizmente, com asta arma ni*
se poder deffender o Sr. Cruz.
Entretanto ao passo que o procedi-
mento moderado e cordato das autorida-
des do municipio produzia eeito de-
sojado, que era a dispersio do* grupo*
de criminosos, retirando-se. una para o
visinho Etado de Alagoas e outros para
s


eredi-'o, neceswr's 4 claseBc.ca) resect.v :| dft ^hi ^^gai limita-se
lato at U do correDle.
I II I


V
Ufarlo de Poroamlineo Sexta-feira 11 ce llaio de 1994
Tacarat, n5o tardou muito que nHo vol-
tasse o susto e o terror quolle infeliz
municipio.
Aproximando-se o mez de Outubro
daquelle anno, espalhou-sc a noticia, viu-
da de Floresta, de que o Sr Cruz viria
em pessoa pleitear a eleicSo de 30 daquelle
mez ; que dara suas ordena em Tacarat
a Floresta e iria assistir o pleito no
Triumpho.
Dias depois desta noticia soube-39
achar-se o Sr Cruz na antiga villa de
Tacarat, uns diziam que de passagem e
outros que para assistir as eleicSes.
O novo partido federalista que sus-
tatava e sustenta o governo, esperando
talvez que fossetn adiadas as ciegues de
Outubro., nenhuma iustruceao havia man-
dado paja Tacarat, mas j a ultima bora
receiosos, talvez, de que tal adiamento
nao se desse, resolveram os seus directo-
res mandar no dia Id, do referido mez,
pouco mais ou menos, um expresso de
toda confianza lavando as chapas, circula-
res d'aqnelles, e do3 candidatos pelo 5
distiicto.
ste infeliz portador com quanto fosse
homarn de coragem provada e que tantos
servaos prsstou na revolucrto de Trium-
pho, era um pouco tagaraila
Passanio por Tacaratii, disse a mais de
urna pessoa o fim de sua viagem e que
nenhuma demora teria em Jatob, e antes
voltaria logo, pois era empregado e tinha
muito que fazer. ^
Esta noticia divulgou-se e o Sr. Cruz
soube que Bruno (ora o noina do infeliz
portador) voltaria para estacidade n'aquel-
les di as.
E quer saber o publico o que aconteced
Bruno foi covardemente assassisado por 2
horaens que se diziam companheiros do
Sr. Cruz, o que o acompanharam quando
este veio tomar assentojno Congresso como
deputado, sando um delles genro do cele-
bre Umbut.eiro, intimo amigo do mesmo
Sr Cruz II
Depois de terem-no assassinado de sur-
preza e despojado das armas, roubaram
os papis que o mesmo levava, cartas e
algum dinheiro.
Isto que acabamos de dizer mais um
fa:to que nao pod a ser inventado somen-
te para ferir o Sr- Cruz ; infelizmente se f
deu, e voz publica no municipio de Ta-
carat que de tudo teve este Sr- previo
conbecimento.
um homem de quem se pode dizer
cousas taes pela iinprensa, sein que possam
ser contestadas cora fundamento, que vem
com a responsab lidada de sua assignatu-
ra atirar a pecha de assassinos de seus "2
irmos a homens de bera nim ament co-
Uma epopa sagrada
Ao teu talento brilhante,
Astro bello, scintillante,
Divino, eterno Luzeiro,
T tens um throno de gloria,
as paginas de nossa historia
No corceo brazileiro.
Silencio, bardos, silencio !
Nem um s verso si quer
Sa atire :io eolio possante
De t2o gigante mulher.
Seu genio, sua belleza,
Sao dotes da natureza,
Sao prendas vindas dos Ceus,
A musa quando excogita
A trra toda infinita
Resvala nos dotes seus 1
Manoel Enarque.
O
*033
H
x
C=3 t*-
a< IW u ""

s
9
p
o
c^q
o
nhecidos como sao os Drs. Miguel Per-
nambuco e Assis Rocha !
O Sr. Cruz, que parece querer fazer
poltica at. com a morte de seus iufeli-
zes irmos, nao tem peijo de dizer aqu
e mandar para a Capital Federal que
seus ditos irmos fqram assassinados,
emprestando-lhes, alm desta falsidade,
qualidades que nunca tiveram.
Sinta o Sr. Cruz a morte de seus ir-
mos, est no seu direito ; mas nao ca-
lumnie.
Todos j sabem aqui que aquelles n-
felizes homens depois de terem em cora-
panbia de outros e capitaneados por seu
irmo Andr ao escurecer do dia 1 de
Abril findo assassinado de emboscada o
capito Antonio Juaquim Freir Leiti-
nbo, Prefeito do municipio e nico che-
fe, que restava, do partido que sastenta
o o-overno, estavam reunidos no lugar
Cajueiro, em numero superior a viute e
com animo de fazer novas emprezas;
dizendo Andr que nao lhe escapara
urna s autoridade do lugar.
Sabendo disto o juiz do 2. districto
foi munido do competente mandado de
priso prendel-os e havendo resistencia
e luta resultou aquellas mortes, dndo-
se tambem outras duas e ferimeutos do
lado da gente que fazia parte da tropa.
Isto cousa muito differeute, nao o
covarde assassinato do capito Leitiuho
de que nos oceuparemos em outro ar-
tigo.
Continua-se.
Apothcose da gentil cantora
Vtoria Sulli
Poesa recitada xo tiieatro Santa
IZABEL PELO AUTOR NA NOITE DE 8
DE M.UO DE 1894.
S lencio, bardos, silencio!
O genio com'o vulco ;
Quem se dirige crtera
E! victima d'uma exploso.
Nao ha na trra louvorea,
Nao ha na trra cantores
Que digam que o genio :
O genio com'o o granito,
Que tem no cimo infinito
Com'a montanha da f.

lateressante
Rep*odoz-*e esiea penla*, drvidaajeo'e cor
rietdo?, os dons periodos segolnt*s do artigo
boDteai publcalo soO ?a-t epigraph-: :
Bajendonos as cotig-^ qje os t taloa ja
em circolaco ubtem nes princpaei Hi-l-a da
Reponlia o> pssimiscno aem ieiao lade >fGr
mar que da emissao "los referidos qiin"<">ioa
contos a Cimpanhia Prnerfao rom iiittr.oi
lade apuraba ciocoeiU contos de ri" com
04 qoaes nao se solvalo qaalqaer daqn-'lles pos-
siveis sinisfOH. E is'o mesmo oa meino* de to-
das as njootbeges ou e-eja na de qoe a Compa-
oOia Prog'esso actiar realmente comprad 'res
para os seos malos de oorigaco. o qaal pou
co pruvave! tendo em conta a imposnibilidade
que de dons aaaoa para ca lem achado outras
div'rsas empresas para collocar os arn.
Nestas condig-** a Comra na Pro-resso
86 tena tres melof? para t*i-r tic ao p-ea-
mido e D08f>iel coofli^o : ou pigar a apolice ou
as apoces aceitando aos prrjudtcados letras a Ion
go prazo esperando nvlhores lempos ou fazer ncei
tar a aqaeUes pelo seu valor nominal ttulos de
obngacao ou eofidar .os propios segara-
d '8 ludo* a aohscrever os referidos ti u'os a
emittir para asstm evitar a cataatropbe da Com
paania Progreso nara qoera a si mas no ae-
ra fatal qaalqaer desUs meaidas.
Argws.
y
J da Fama trombcla prepara-se
P'ra cantar lo solemne festim;
Ja de Baccho a garganta cscancara-sc
E seus filhos se alegrara por fim.....
Esperemos um pouco......
Banco da Bolsa
Em virtude de deliberado da Assem-
bla geral ordinaria, sao convidados os
accionistas deste Banco a reunir-se em
[assembla geral extraordinaria, na prxi-
ma segund 1 feira 14 do corrente, ao nielo
dia, afim de tractar-se da liquidado do
Banco.
Recife, 9 de Maio de 1894.
P. J. Pinto.
Director gerente.
I
DE
Segaros mutuos
Contra fog"o
NA CAPITAL FEDERAL
cima do genio existe
Somonte o poder de Deus ;
A trra toda se curva
Perante os louvores seus
E quando o genio se abraca
Com'um cyclone que passa,
No coraclo feminil.
E' ocano murmura,
E' urna luz que fulgura
N'um magestoso alcantil.
Salve estrella radiosa
Do firmamento da gloria!
Oh! cantora sublimada
Divina, excelsa Vittoria.
Teu nome encerra um poema
Um puro sagrado lemma,
Um estandarte dos Cos.
E's urna recta tragada
Da trra santa morada,
Ao solio excelso de Deus.
Sito poucos cadenciosos,
Despidos d'inspirapo,
Oa versos que aqu modulo
Sao quasi com'o tufSo
Que rola, reba, corre,
Vacilla, trmula, morra.
Sein ter a gloria siquer
De despertar sentimento
De teu gigante talento,
Teu corceo de mulher.
Mas no meio desaa nota
Tristonha desafinada,
Ha urna santa epopa, *
Ao publico em geral
me
Tambem declaro que o
Sr. Dantas Bastos foi exo-
nerado do cargo de ageute
soliciador da Gompauh a
Americana com dala de 23
de Abril prximo passado.
Declaro mais pne foi pro-
mov'do o Sr. Domingo T.
Rocee, como a^enJe na capi-
tal de S. Paulo, ticando o
lugar deste vago, que tem
porariamente oceuparei
nesta capital e dsma3 Es-
tados.
Muito llevo agradecer ao
Or. Antonio Molinari Lau-
Hd, nossomuit.o digno bin-
queiro nos Estados do nor-
te, pela delicadez i com que
me tem tratado, prova da
muito digna educaban, e a
directora agradece since-
ramente como tem sabido
dar princ pi a nossas ope-
ra coes.
igualmente ficam confir-
mados todos o 5 demais
agentes apresentados pelo
nosso banqueiro local, se-
gundo relatoria a]>resea-
tado.
i'ernambuco, 8 de Maio
de 18M
O agente sjera! inspector,
Paul Boosquet.
A^o publico
D. Ismenia A. de Mattos Lima, faz
sciente a quem interessar possa que as
bemfeitorias existentes no engenho Timb
Ass e pertencentes ao Sr. Augusto Cezar
do Andrade esto sugetas a urna execu-
c5o superior a 4 000SO 0 como se ve da
certido abaixo.
Recife, 7 de -Maio de 894
ismenia A. de Mattos Lima .
Jos Genuino Ferreira 2 tabellio do
publico judie ale notas, eservao do civel
commercio privativo das execucoes jury
e execu^o criminaes do municipio de
Ipojuca, em virtude da lei etc.
Certifico, que a pedido de D Ismenia
A. de Mattos Lima em meu cartorio corre
urna execujoes contra Augusto Cezar de
Andrade e que foi arrematada pela mestna
D- Ismenia A. de Mattos Lima do cuja
arrematafilo pende embargos o qual est
sendo discutido e que a execuc2o de
valor superior a 4:0003COO alm dos juros
e custas. Dou f.
Villa de Nossa Senhora d'O de Ipojuca,
5 do Mao de 1894
Jos Genuino Ferreira.
COMMERCIO
grato manifestar que tea-
do chrgadoda Capital Fe-
deral pelo vapor Oreao-
que e tendo de fazer co-
nhecer a Companhia que
represento, ponhomeus ser-
vicos disposicao do publi-
co, podendo ser procurado
todos os dias "teis na ra
Mrquez de Oiinda n. 36,
1. andar, onde posso dar
exactas "xplicacoes da Com-
panhia Americana.
Toma-se seguros sobre
movel, immovel predios,
fabricas, estabelelecimentos
ruraes e commerciaes, ou-
trosim brevemente abrir
urna se?ao martima pa.a o
sul e norte do Brazil.
Prospectos e infermacoes
disposicao do publico.
*!& vootoaerelal de iPeraasa-
nco
-JoTACBi 9mCUB DA JONTA DO COK-
EKTORE8
Praca do Rtcifa, 10 de Ha o ie 854.
Nao bouve cotscao
O presdeme.
Angosto Piolo de Lemos.
O PHcretano,
Antelo L'ooardo Rodri^oes.
CaMbl
PIUCA DO BXCIFK
Os Bancos abrlrsm hoje eais operag6es a 9 5/8
sobre Londres a 90 das, sm eoccn'.ra.-etn toma-
dores.
Oe tarde mostraodo-se o mercado menos fir-
me, os taicos reali-a-am alguma* t'aosaccOes
a esta tasa, baixiodo depois para 9 I/i-
Empape! pani:ular liouve.aai traQ83C(Gei II
mliadas a 9 3/4.
Cotaee de generes
Para o agricultor
ASSUCAR
Crlta!l8ado...... I a i
Bstn8 por 15 kilo. # a 6*500
Braoco dem dem .... 34800 a 5J6iH)
Someoos, dem dem. 3.60. a 390
Uascavado dem dem 2*8o0 a 3J0U
Broto dem dem..... u&d bonve
Broto melauo...... 330u a 2500
detame dem dem .... 24000 a 2i,-..'
Algoda*
Nao conbtoa Deeocio.
ilenol
vor pipa de i80 BtTOl 3204000.
Agaardftnte
Por pipa de 80 litros 1904000.
Cecrot
Secos salgados oa base de U klios a 800 res
omioal.
Verdes a 485 res.
Osroauta
Cota-ae de 124 a 204000 por 15 kilos venias.
Nel
Cota-nos nominal a 904000 por pipa.
tabella das entradas os assccab
oudZo
Mes de Maio
B AL-
Entrada! Assn-car Algo-d&o
Sifcacas..... Vapores...... Aoimaes..... Estrada de Perro Central, dem de S Francisco I&m de Limoe-ro. . Das 1 a 7 i a 9 1*9 1 a 9 1 a 9 1 a 8 Saceos 8209 1697 3741 17062 25U4 33213 Sacca 627 250 83 647 540 1224 3371
Importadlo
N w Yo'k, vapor iogle < Cedar B-aocb, en-
trado em 7 e cooslgaaao a Bla kbarc e C.
Amostras 11 volomea aordem.
Aduellas, arcos e loados para barica 1408 to
lomes a Fabrica de Plvora da Pootesiaba.
Agua rax 50 caixas a Compaobia ce Drogas.
Brea 150 barricas a J. ?. Seixas.
Bambas 6 caixas a Cirdoso t Irmos.
Baoba 50 barra a ordem, 25 a Lape* Albeiro
e C., 30 a Maooel Lopea de Sa .50 a Cistro Lo-
mos e C-
Fogos da cbioa 145 altados a ordem, 15 a P.
de Carvalbo e C.
D-ogas 8 caixas a Campaabia de Droga', 17 a
New-York Life Insuran-
ce Company
Pernambuco, 2 de Maio de 1894,
Illm. Sr, Dr. Antonio Molinari Lau-
rin. Tendo liquidado hoje a minha apo-
lice de eguro de vida Pontina cumpro
o dever de agradecer a V. S. a solicitiide
que eniLregou para tal liquidaco.
Sem outro motivo asigno-me cem
toda a consideraco
De V. S.
Criado e obrigado
(assignado) Camciro da Cunha.
Dr. Frailas Guimaracs Medico,
Tem o seu consultorio na ra Duque de
Casias n. 61. 1.c andar, onde sera encon-
trado de 11 a l hora da tarde em sua re-
2iclencia no Cajueiro n. 4. Telephonen.
92
Dr. Julio Mario Medico /wmeopa- Attebto ,r wi%liTt fir-. de Fnm.
tlux, operador eparteiro, Residencia-Rua 0i(W Joe do B*rcellot. Antooio Lourco-
da Imperatriz n. 20, 1." andar, t orinado 0 a, SUv.
pela Faculdade do Rio de Janeiro, com
Dr. 0(*taviu rie Fivit isMedico,
consultorio na Larga do Rosario u. 26,
1." andar. Antigo interno dos hospitaes
do Rio, de volta do sua viagem a Europa
d consultas das 12 as 3 horas da tarde.
Especialidades : febres, molestia de
pulnio e coraco. Encarrega-se de
analyses chimicas das urinas.
Dr. Alfredo Gaspar Medico. Con-
sultorio e residencia ru i da Imperatriz
n. 18, 1 andar: Operador parteiro tra-
ta com especialidades de molestias dese-
nhoras e creaneas. Consultasde 8 as 10
da manh. Chamados (por escripto';
qualquer hora, tklei'honb n. 226
--------------^--------------
Dr. Arthur Cavalcantc Rusiden-
cia ra da Imperatriz n. 11,2. andar.
Participa sei's clientes e amigos que
mudou seu consultorio para a ra Duque
de Caxias n. 74 1. andar onde ser en-
contrado de 1 s 3 horas da tarde horas.
tonga pratica em partos e homeopathia,
no norte do Brazil. Especialidades Alm
da de partos, molestias de mulheres (te-
ro, ovarios) molestias de criancas e mo-
lestias agudas das vias respiratoria e cir-
culatoria.
Atiende a chamados para o miedo-
do Estado.
Dr. Joo Rangcl Medico operador.
Especialista em molestias da bocea.
Residencia ra do Baro da Victoria
n. 3, 1. andar, onde da consulta todos
os dias uteis de meio dia s 2 horas da
Koonboo a as:gtut .r sapra da ttca-
tacSo. Em taatexgcho d- erdi.de, o U-
bellilo Francuco Pereira R.mot.
E' nico gente e d^poaiUrio rn P ito-
ral de Cmb-r Di-at K*tnd> Ooatpavuki
de Drogos e Poductoa Chimiooa.
Cura de feridas
Fi cooi uso di Elixir M. Sarato>
que curei-m* de nom f-r rCer que ti-e muitu leu-p<, taza ri3 out'-.r molhor-* o >ia a ni toa med'camoQtj a
(h
tarde. Atiende a chamados a qualquer |1ue mu'io^ *'*** rarc'J a*'
hora do dia oa da noite, para dentro ou P"r- 'vo-Ei.x.r M. M.,r.to- rr-p-axln
fna da cidade. Telephone i.... ** ^ <* rtl,u >' ^
Ol^n leu publiour eiCe ut.ra bem d.. hu-
Dn Canieiro LeanMedico parteiro,
consultorio residencia ra do Livra-
mento n. 31, 1. e 2. andares.
Consultas de II s 2. Chamados a
qualquer hora. Tolephone n. 325.
Especialidades: febres, partos e moles-
tias de criancas
pu3iio*r eiie pfcra
m'Oidnde.
Ars.ras.
F. de AnJrada C^st i.
Ageote- e-n Pe.-ca.a'j.i j. : a Onn.i-
nhia de Drog, ru^ Maqun e U'ici*
n .23.
Dr. Bastn le DHvcira Medico e
parteiro, consultorio ra do Mrquez de
Oiinda antiga da Cadeia do Recife n. 18;
De volta de sua viaffem da
Petoral ^e Cambar
Cura de io4e cas: carro de
Levo so nDnh-c'Oin.ii;. do pubif.> amia
um triumpho xlc"C--'o r>eio p >-j iUr r*-
.-andar De volta de sua viagem da j m<)Ji>l Peitoral de .amb lr p.^r %io
Europa onde visitou os pnncipaes hosp:- do Sr> Jy8 i.It, .^^ j ^a
taes de Paria avisa seus clientes e ami- ^rUlU,tm
pros que contina dar consultas de 1 s | H_VJ s,;, uann% ^nn umm t(,SM ^
3 horas da tarde. Recebe chamados a' ^b,^^ dlB onalMf ^^.J. ujt;.
qualquer hora em gaaiwdeneiB na Es- muJltvU eiUr j buudaoua eacarro* tfa
aaM,'>uo j > piilmo-, vom certeaa, hcb>-
Dr. Barrcto Saupnio Oculista
Consultorio a roa Bario da Victoria n. 51,
1." andar. Ex-chefe de clnica do Dr.
de Wecker, de volta de sua viagem
Europa, d consultas de 1 s 4 horas da
tarde, excepto nos domingos e dias san-
tificados. Teleplione n. "85. Residen-
cia ra Sete de etembro n. 34. Entrada
pela ra da Saudade n. 26. Telephone
n. 287.
Dr. Aunes Coimra Clnica Me-
dico Cirurgica Consultorio, ra Mr-
quez de Oiinda n. 53, onde d consultas
das 11 as 2 horas da tarde. Especiali-
dadesFebres, partos, molestias de se-
nhoras e criancas. Chamados a qual-
quer hora na sua residencia, na ra da
Soledade n. 31, esquina da ra do Atalho
ou no consultorio
<>aim*ra4 3aga e C, i a orneo), <3 ao
don Bar k-
fi-axa 2 barricaa a Oli'P'ra Batoo f C.
Kerosn- HK) c^xas a F^r.-fira C.
Mais-na {00 cuj a J. F. de Almeida
Castro Lem-'" e C.
Matartae* 9 voioraps a H. 1v*\.-* < C.
Lio
3) a
trada dos Afflitos a. 32 B. Telephone n.
365.
E?uenho Tioal)u-Hssa'
t.i>*aua au cjfitiecim>>mo io ttMixo \>**\.
a.! i i .i.- nii.':i acoo
veo!' 1 eoifnno T moo-asfl jn'a trrjremii
n-U riwiu, u.hc cr.lfir, nnr-f-*er i, v-;;j" i.-
cht oleeemir/ar na m-i-i* o*--.:.'.* i.ira
'tar *-i}'X oo -nj^nr>.iI mi ..irtl pHfln r-;a
fri.jria noT.lo- ri-c niiPC d-s -U) -:il->va (i-otrn^ia na loertaa
a q'JJ *-ra*l.raiu iDl"ll -'.-a
Hmtnn C-a- Aoii'i^:
Eoentio ISwWI ft. fi ** "......^'*
-----------------^----------------
Peitora! de Cambar
Priuclpi le uan eJ>cril*c
lllm. .~ir. J. A-v-fi* d- S *. S r.rt.
E' coa? gr-nde pr* V. 8. ano, tendo eatado km d-na rn-e's
com m toao rtbeld pool d- naV
me ueixar dora r muitn mut-, omMOltfi
diverso* olinio-.ia doata -iiade, < q d a*rain que eu estaca co a um pni.8 p
de tubarcatoae.
Farto j dn tomar d vr<'" meicaro^n
toa tem f>r> lo hleum lembrei-me do r-ii
Peitir'U de Cambar e, fftn*i na v ro, 0"ei i tabelecido, *>*' ota ie- oin soo nem
feorn, etc., e por bo pHi HHT u*o dewt-
como Ibe convier, a biin da humHr,idd.
De V. S. uriado e obn<-do. Francisco
Jote de BarceUis, (Io emprendo d r*rj*r-
nici Del^-do, ra d > Ourivea n. 31,
no 31 de Janeiro.)
''""'i atf-otHdoa e -u te.-i tmMXsttX-
aawita "*e 8'iL-a.:;oir ternvel ti-ncn jid-
a r.ar !
U:i rai^o, uoerdo d! m<\ eit do,
aci.:,e.-i>iu.me a p^e -ioeo [-'citara/ de < '/
Jar, b aoinni t- com o uso c d. M v.drsa
desle a>0O, C'-o-
H-tui i-ui-e'-me rntic-lme-it-^ mnn iit-i<-3ia
li.j--- I jilo o po"-oi:do etT'.-:-'c: A*
i:c<- do m tawaalBk
D.-puis rnjito uentn a Petora' d todo* i n ooltildn rr.iul-d" :d.. :'.-.( e.
j :'i..ilmentn f-% e*-| (init.- prt>prdo
soiii n'i.ito .-ij;;r'iv-i': .:.),'.o, m cha ti ha
.N-ut.i -i-i'j que U^Dm ee acia lrcodo
do LHSilO,
Btiardo Jji dos tj'intm.
(SVaecdoim to isariit., Kj S-i.)
Rj -onhecn weHaHi--a r firi. aprs.
Etu f-et-.miir.h-> d.^ w-dati-, o aSMfMM de
i<.. K iii'j t. de G...j\. ^ S-. r.-itj.i
E' nico agente e depositario f*o Peito-
ral ne U-iDt>.-.r r.este Estad) a Cumpa-
nhia aa Drogta e Productos Chixi.oa.
e
nercanori*n o yoiuiu a* wn-rira oasm- i^.. i- -.------"-.
4 a PPdrj Anicoes C, 6 S>o omoacr, 6 a J. sicjo coaa 30; OJ kilos n- .anear
A. Das 10 a air.ola a Soota, 0a Far.a S- ',"ur wr>ea BrtHM,
de atsacar oranco e t.tso duo um ca.uuu ii.i.i-
0e 'i'0 in8caado.
E. Kintna K C, *> sarria cm 4,3"0 liUoa
de u^uardeni-.
P. Pinto fe C 800 bar U cota 68 800 Hl'OS de
((U -rJ*-Q!r-
Cj'npanbia de readorii ''folaaTta t''n Baan* n C. | .i0 barrl!','.,' *' ,,llcs""{,,ia- e Ct0
.*anc H*a Rio de
^,01 | Janeiro, cirr-araai
0j-ct04 p.-a e^-iptono i c ix ordpm- L- A. A '>-*6o0.>0 cocos rrori. ______
oi-o6caitasaF.il. d* 5a 27 Darns a' tompaoh a Dai tilacao Cotral, SO pipas txm
orriea) i in-io H'"r> de alcool.
Tecid.isTvoInmpsa N. M.ia a C, J a L. I No vapor nacional Jicubme.. par. Ceari.
Mala e C, 3 a Maznado i'eratfa. 8 a B -rot e O carregaram i 3-
I0ardem,3 a SiUeira e C. 1 a M. L. R;- *- M. utur, M sccos com 3 000 kilos de
anauar ic isc 'Vd i.
i. Cari<'-i). Ui b de
vioa^re e i e Ixas c-in 40 daos J- v-rmoum.
So ni.'. Bjo Jess-, para M*cb. carre
gara-n :
J. Si!?aei'al & L, 31 barrica* kmh 3,00
kilos deassnear banco e 29 ditas com 2,U3- anos
de dito rebordo.
Compabia de Estiva, 100 saceos :oai r.rioba
de mandioca.
Nj aleta D. Aniotiid', para Aracaty. car-
repara m : '
F. Rodrigaes i C, i pipas com 9 0 litros de
agurdente. *
Na Darcaj Mir'.ba., pa-a ParaDisa, car-
regaram :
P. Vianna A C, 4 barricas CS*I40 kilos de
as?ucar braDeo
Nj mate Correio Paradibao. para Para,
birt, carreeoo :
T. Lipa, 50 caixas com 40) litros de aeora,
10 ditas cjai 100 dUOi Ge co^aao e 13 barris
cora 900 ditos di virugre.
Na birraca Divtua P.-ovideocia, para
Mrela, carregou :
A. ujcsley, t Darrlcas com 100 kilos de sebo.
mos.
Tauciobo 18 barris a Castro Lsmot e (', 15 a
Maia e Silva C.
Babia, locar hesoanhal N-jea Paula entra-
do em 6 e rongigeado a Amorim ('Olios e C.
Marque 3029 (ardjs ax c uii^oau i a.
CardltT, barca noroee B-illan, entrada em
7 e consignad i a Looes GuimarSts e I-oaos
Lamo de pedra 1114 toneladas a ordem.
NewCasile, barca allerua T. C Brg, eotrada
em 8 e consijjnada a Enjrez-i do Gas.
Carvao de pedra 741 loielidas a oru'eTi-
Miud'esbu-oogn, bar:a iag HaMombie, en
traa em 8 e canslgnadi a Es'.rada de Ferro ao
Recife a S. Francisco.
CarvSo de pedra 1623 toieladag a ordem.
Trieste e escala, vapor austrii^o i Htillo*, *
entraio em 8 e consignada a H. F ratof e C
Agua mineral 6U caas a J. K-au-e.
Cnapcs 1 caiX' D om* 23 voIjth* a CimpaoGM de Drogas.
Panana de Irlg" 63'.) barripas a ordem K'OO
aos consgnanos 5^0 a Machad >e Lupes.
Mooilia 22 raixOea a A. D. C Vianna 10 a
C. Job ore Leite.
0:eo 1 caixa a Nicolao {Bgois.
P.ego? 2 caixas a Coapauoia Ferro Carril de
Pernimboeo.
Papel 2 caixas a Guimares Cardozo e C.
Ve-moutD. 118 caixas a ordem. 50 a Salzer
Kiuffaian a C-
Vinbo 21 caixas a oMem.
Manieiga 16 aixas a Preira Carneiro e C.
Marmo-e 9 relames a ordem.
Mercaduras 1 catxa a H. Fon:e:a e C, 3 a
or"em.
Mor:ad-ii:s 7 caixas a ordem.
Bacn. 10 di mo. es 1894
rara o exterior.
No vapor ingiex Sirias, pera N-.w Yo.-k,
carregoo :
D. Giuveia, 400 fardo" com 116 128 pelles de
cabra e 100 ditos com i9,8S0 ditcs de carneiro.
Para o iiitencr
Na barca Noraeaoense Stmley, para
Paraoagu, carregaram :
Billrao A Monteiro. 4'jO saceos com 24.0001
kilos de assocar oranco e 200 ditos com 12.000
ditos de dito mancara !o.
No vapor isglea L P.lnc, para Saato3,
carregaram :
Compaohia de Etitiva, 1.030 ;accos com 60 OJO
kilos ce assocar mascavado e 43 pipas com
21,(50 litros de agoardnte.
S Gaiuia-ae8 6l C, iO pipas com 9.400 litros
de al'-'ooi.
Para Rio de Jaaeiro, carrcaraio :
A. Costa & Fioaa, 1600 saceos com 96 00)
kilos de assocar braoco e 900 ditos com 64.000
itos de dito mascavado.
p. Pereira C, 50 pipas com 23,500 litros da
agurdente.
No vapor ingles Delambre, para Santos,
carreearam :
Borle a C, 1,230 saceos com 75.000 kilos da
assacar mascavado
J. Baltar 4 C, 1.150 saceps cem 6,9:0 kilos
ADY0GAB0
Pudro Pornaoibu o advogm ooa Jituo
do civil e do commercio.
Pde aer procurado co aeu e Praga rie 17 o. 79.
Navio Httl**B no m-mo na
t'ortn.Alf*:'' K- u a uoilan lea Jjiaoae,
capliao D. Vo6et, <** ar.
ereadu Nualeiual *1 te. J< a*>
O movitneuio dcsi* mercada oo da 9 4e
Mti<> fui o se^umii- Rniramna
36 hois i**- oo 6,94 kilos.
610 kilo ne peixe a 20 rs. 12420"
16 compart. com mancos a 100 *. HHiAi
10 ditos com oa-nnr.-.-s 100 ra. U IW
31 columnas a 600 rw. 4(a90ti
4 car^a* com ealimbas a 500 ra. 2^0-0
2 rasuaes com eailinnaa a 100 r* 1600
1 careas com nnea.Hi rn a 300 rs. Jl"'
1 caree* e-mi batatas a 'MXj nr. 44(10
1 carea com raona a 3 *> r. 30o
3 carga com laraojas a 300 rs. 900
1 cargar, com frocas a 300 rs. M00
32 carcas com farinba a 200 rs. 6#409
10 cargas com rai'rio secen a 100 rs. timo
5 cargas com fejao a 200 rs. l
67 lugares a 300 rs. 134400
12 suinos a 200 rs. 94400
11 comp. com soioeirt-s a 14 llaV""
8 comp. cote soioriros a 700 rs. 54000
9 comp. con fressaraa a 600 ra. 54400
3* comp. com comidas a 700 rs. 2.14800
65 comp. cox fatendat a 600 is. 3340*j
49 comp. com verddrss a 3oO r*. 144'00
72 cfi-sp. cax farinna a 400 re. 2h4-ii.i
41 cu ca!, com albos a 24 8J4000
Rend meatos do da 1 a 8
2ti74'W0
2.10348W
SXoai.'saeaa*9a pEstoU*'
at di MAIO DB 1894
PreQos do da:
Carne verde de 300 a 900 ra. o kilo.
Suioos de 900 a 14 dem.
Carnero de 14000 a 14200 dem.
Farinba de 500 a 700 rs. a caa
Milbo dr 500 a 600 r>. a caa.
Feiiaa de 24000 a 34500 a ".oia.
Xarque 900 rs. kilo.
2.3714700
Rauda cern
3a dia 1 a 9
Uta d lo
515.-.94-U20
59:5i9.4:5
Ronda lo ta?c :
Dj rita 1 a 9
5":798399
l;0iJ'J54
69:841*833
Scmma total
?3agBi4a csccio da Alfacde^a rio PercamOaca,
O ds Maio de 1S94
O chafe
J. Goacalvea da Silva.
tbes joreiro,
Lois Manoel Rcdngr.es Vlenca.
RECKBED0R1A DO ESTADO
Do da 1 a 9
dem de 10
^avloo esperaf9
D) Porto
P.Ijabo'.e o^negaez Risoatc
De Pellas.
Patacho allemio Acliv.
Pa'albo noraegojas-i arie.
Paii.jtu all-mao Haral-J.
Pa;acoo i.iklft AitbO'.
Barca noruega Sif.
175:343 -893 Lugar ingles Aurora.
Paiacbo hollacdez Aen.
Palacio pertug ex Marinnn VL
Legar portoguerMarirao Vil
Di Hamborga
PjUcjo aliemSo Trios.
De Lue-piol
Barca iaglcsa Lilia i:
De CardiB
Barca no-nega Osmood.
Barca norceea Protector.
Vapores a entrar
Mea de Maio
Siriue, do Sal, a 12.
Soati, do so', s 12
Lisjbtn, do sol, a 12.
Tamar, do sol, a 12.
ManaoF, do NortM 8 13.
Cmela, do No-te; a 13.
Santelmo, do Sel, a 14.
Edicter*. de L'.verpooi. a 13.
Villa de Rosario, da Eo-opa,a 16.
Clyde, da Koropa, a 16.
?ar80i88, da Enrcpa, a .8.
243:1854748
33:8944748
1:7684327
33.6634075
UtCHf DBAUlAft
Do da 1 a 9
Idera da 10
4.0981930
2404374
433942G4
Soviiuenlo do porto
Navio entrado no dia 10
Montevideo pela Babia35 dias, vapor ingles
Narsemao, de 444 loieladas, commandania
W B. Lacy, eqoipagem 56, carga o teleg-a
pb'co ; Cu'opanbia Submarina.
\
Vaporea a aaklr
Mei do Maio
New York, Sil03. 12, s 3 Dona.
Pljmcatb e e Soutbampton e ec, Ta> ar, 12, s 2 toril.
Saotoseesc, Helios 13, s 3 oras.
Sao'.o. e e3"ala, HcHcs, 13, as 2 horas.
Rio ees?, Minaos, 14, as 4 oo*as.
Peno Alegre e esc,, Comen*, 14, is3 'ot.
Porto A cre e es-. Saotelsc. 16 a 4 ::a,
Baenos Ayres, Ciy le, 16, s 3 dorat.
Santos esc., ViHe de Rjsi rio, 18 as 3 batas.
Santos e esc, Paragoawti. 20 is 4 bcrai.
i

;






:
aTl



m\
~nr:
Diario de Pcrnambnca Sexta-feira 11 de llaio de 1891
/*
EMTAES
Edital
-Igua encharcada
D< or-dsin nicipio do &43tfa atino da terrenos al*gdj>, oaa^AOtns d rela-
9^> infra, a esgoUUi. ajero dj praso da
15 das, a* pao** da Ui :
Ra de Carian A y res
Joio Rodrigues P">reir., ti*idino Jos
Burity <* S-->pbi da tal.
Trovessa da AltraccHo
Elaaterio W aerley, CaoOidr Oympin
Sitadas a Brnario Gomas da Sana.
Ra do Prin&pe
Os proprietai.oa dos predio do os. 4 a
22.
Be Anda Trave'sz do Principe
Barnsrdiuo l^Dacio u.maraes.
Fiacalisacao do 2.' diatricto da F*ei>n?-
Bta da Bu-Vista, 11 da Maio di 891.
0 Fiscal,
J>ao Baplsta da Retmreic.ao.
O C*r. J .ee Junio rti^aairi Pinto da S -
z*,jj'zdo dimto da Pasead* Esti-
djl di Parnamb'ico
Fz sbjr pa o p'e-eata qae no da o
da Mu do orraa'.a anoo, a hSo da ar-
rematar por venri a qaotn mais dar era
praea pjblica des e juibo os baas segan-
tes, penhorados por exeoucio da F*and.
SVagoesia do tiecieA casa me -aeua
de pedra cal numero 73 ra do Via
uojda da Ita^arioa, oio urna p>rU da
trente, aia aa So, roade de frente- 2 roa
troa h 90 centiajatro-j e da fandi 9 I nu-
tro* e 20 cent.matroa, q.iiat^l mralo,
uvaiiad em 200)50.0 Parteaos- <-o lur-
diiros da Paulo Partir Suii.
O sobrado da tre andaraa nuaiaro 1,
no beouo L^rg, tin no pavimento terreo
3 qaarto3, 2 partas da fr.-n e, 2 eicada*,
a "a qu* periores pelo bodo Lrgo a oatra pala
roa da Seasala Veiba, mude da franta 15
metros a 40 cantimatroa a da tundo o ma-
iros e 70 oentinctros ; o Io andar tem 4
janellas de frente, 2 aalaa, 3 qu-rtos, O-
ainba interna; o 2* andar 4 janelUs
de trente, 2 ealaa, 4 qcartos, C03nhi
eterna ; o 3. andar 4 janellas da
frente, 2 salas, 4 quarto i, coaiaba iater-
oa, em conolato esudo da rainaa, ava-
Uae'o em 3:0OJi500O. Pj.-tence a Domin-
gos de So iza Araujo
t'.'j'ia! da -otJ Ait>nio A arma-
5.0 iavoraisad* a esvidr.j-td, i_e madei-
ra da amarello, q te aa a :h* ra Larga
do R>aario numero 5), avahad em 8005
Partanca a Andr*de Lima & Irmao
A casa da paira a el numero 8 i raa
da S tata 1'heres*, cm port e jaoolia d-
frente, 2 salas, 2 quarca, OMada tora,
mede da trente 2 matroa a 85 caatima
tros a de fundo 9 mitroa e 80 ceatimi-
tros, pejaeno quintl mur.uo, avhala
em ":U0J$0JO. Partanca a Liis Paretr
o Faria.
A sasa n. 1 raa da Lomas Valenti-
nas, com porta e jamada da 'rene, 2 sa-
las, 3 quartoa e cosinba, mede d reate 3
metros e 30 eeatimetri.8 o da tuudo li
metro a 5 centmetros, qantal murado
com portSo que di para a raa da Virag>V>,
avaliad* em 2:000000. Parten}- a Ama-
lia Rosa de Uervabo.
Um baloSo com tampo da p i Ira c un
varo da tarro, que aarve para paadur*r
carne, existentaa A ru* do Marques do
Hervai n. 2. avahados em 50JOQJ. Per-
tenca a Balarmino Alvaa Aroaa.
U b13.1o e a armacio eavidrafads, d^
madaira de amarello, que se acbatn n<
casa ?. 9 ra da Padro Alf >asj, ava
liados em 3 JOS )C:0. Portence a Pereir*
Carvalho & C.
Fregueais de S. Jji\ ciaa da pe-
dra e cal o. 35 ra da Lomas Valenti-
nas, com porta o jinolu da trente, duas
salas, 2 quartos, cosioba .-i, meiindo da
frente 4 metros e 50 caotimetres e da
fondo lo metros e 30 centmetros, qaintal
murado, avadado em 1:0004000. Parten-
ce ao Dr. AatoQo de oi.a* Oirna L mu.
A casa da pedra e c.l n 25 ra do
Nogueira. com porta e janala c!e traato
2 salas, 3 quartos, cosioba tora e quinto!
morado, mede ue frente 4 matroa e 40
centmetros, e de fundo 16 metros, ava-
hada em 1:200^000. Portance a Baptia-
ta & Aaevedo.
A casa de padra a cal n. 35 raa do
Jardim, om |>orta e jacella de frento, 2
salas, 2 quartos, qaintal mo~ado, conba
fra, medindo de frente 4 metros e de
fundo 13 metros e "40 centmetros, ava-
hada em 1:200,5930. Portence a Maooel
Jos P.iricio.
Fregaezia d* Bo*-V8taA cass (o'a
risj n. 139 ra da Vi.coado da Goyan-
na, com 2 tulheiros da pedra a ecl, mada
ae frente 23 metros e 50 ceutimetros e
de fundo 95 metros e 10 co.itimoro*, tar-
rea prjprio, junto a masma olaria tem
ama Eaeiagua com 2 quarto', 2 portas da
trente, 2 jane'las, portSo que di para a
rus do Visoonda de Goyanna, avahada em
4:0C0S)OO. P.rtena a M*noel dos San-
tjB Barros.
Frflgueaia de Afo^aduaA casa de pe-
dra e cil o. 54 uo biceo do Qaiabo, com
porta o jaoella de frente, 2 salas, 2 qa-r-
tes, C03nba iaterna, msda de freva 4
meros e 15 ceatimatfuB, e de fondo 11
metroa a 30 centmetros, quintal parte
mura-: o e parte em abarto, estragada,
avahada em 1500003. Pertenco a Jose-
pba .Maria da ConceicSo.
OlindaA c ia ce pedra e cal n. 21
em Dnarte Coelbo, cot p^a o janelU de
freete, 2 asl.s, 2 quarts, cosmba f a,
mede de trento 4 metros e 10 centmetros
p de fundo 14 metros e 10 centmetros,
quinta! murado, avahada em 250^000.
Partanca aos herdeiroi da Andr da
Abren Porto.
A casa n. 27 no VaraJouro, edificar!
de podra e cal, cjo 2 jauallaa a am< pe-
ta de frent*, 2 ala<, 4 quartos, co3nha
ra, meda de franta 5 metras a 85 cent -
metros a da fundo 18 matroa, ouintal em
aberto, avahada em 1:0035300- Partea-
ce ao Mosteira da S. Ber.to.
As casas ds. 10 e 12 raa do Gasda-
lape, tanda a de n. 10 porta e janella de
frente, 2 alas, 2 quartoa, oosaha ioter-
da, med* de frente 2 metros e 80 cent-
metros e-da tVndo 13 metros e 8) centi-
metro, qaintftl en ib;rt) avahad en
1C05000.
A de n 12, de taipa, tam 2 salas, 1
pari, cjstnha, interna interna, parta e
janalla de freata, made daafreate 3 me-
tros e 10 Moiimur>* a de tundo 8 me-
tros e 10 a- avahada em 2035000. Partencaa aos
herdeiroa da M*ria Jo^quioa do Livrs-
meato.
E pr qaa oo uta, mui-h eiital na
forma da 1-m.
Dd-j a p*md> nasta oiiada di Rad-
a aos 10 da Al to Ai 18 J4.
Eu, Jis d G>it^ Rao Lima, escrivao
subscravi.
Josa JuliJj R guaira Pinto oeSruza.
O Or. J. JiliaiRiruar* Puto da Siu-
ia. j lia da diraito da faaeoda estadua
e Paraombujo, ec. i
F*z saber palo presante qua no d
de Maio do corrate aano, sa hii da arri-
matar por venda a quem m&s der em pra
Ca publica dests jiisoni baa saguiatei,
panhorados por exacugSa da cas^nda :
Fregaeaia do RjoifaAcosada padra
e cal n. 1 na travetaa do AjoIIo, om 2
portas, l janella de frente, 1 sala, 1 qna*
to, 1 pequeo sal&J, mate d> fran'-e 8
matroa e 20 cent>matroa a do fundo 3 raa.
tros, sem quintal, aval a la em 2005003
Prtanse a Mari* J >s Oordeiro
Freguetiada 8> VistaO raadimeito
meas*! d a*** n. 23 ru< da S Goiy-ilo
com 1 porta, 2 jaaallaa, 3 quarto*. oai-
nba fra, pala qu.ntia da 2i$'y01, f uto o
abatme ito lagal. Partanca a G j.Iberia-
Gomes Padilha.
Freguaeia do Afogados A. casa n. 32
no Bacao dj Qiioo, com 4 tnatroi a 60
cattimetroi do franta, 10 metros o 53
cantim'tros da fundo, pirta ajne!la, 2
sal-tg, 2 nuartos, eaaialM '-a. quintal em
aberto, pala qiuntta da 36 !30.)0, taita o
abatimento da lai. Portenca a rier.to Joa
quim Gomas.
A casa da taipa n 153 na E Vada da
Gaqui'i JaboatSa, fragjezia da J*b>a'5),
com 3 metros a 70 cantimetroa da frente.
8 metros e tj) cait'.-uatro* d^ fund;. 2
portas e 1 jaaalla da f'eita, 2 aalai, 1
qaarto, cosiaba daat.-o, quintal em aler-
to, solo forein', pla quantia da 905033,
taito o abatimoato legal. Partanca a Joa
quim de Almaida Qiair>B.
A casa de taipa n. 2 A, ca Estrada c'o
Gaqu a Jaboata >, com 4 metro* de fren-
te, 10 metros e 10 oeotimetros de iuodo.
porta e j-nella, 2 talas, 1 quarto, oosioha
dentro a parti ds mala ra, av tr>0.i003. Pertence a Jos Soriano de
Soaaa
A cesa n. 319 na Estrada d > Geqoii a
JaboatSo oom 3 metros a 50 cantimetroa
di frente, 12 matroa e 20 caatimatros da
fundo, da ta pa, 2 salas, 2 quartos, oosi
noa dentro, quintal careado, tarreoo fo>
rairo, pala qaantia da 153)030, teito o
abatimeoto da le. Percance a Manoel An
tomo de Magalb^ee.
Fr^gueaia do Poc/,A caa n. 7 B oa-
tr'ora 11 na ra do Costa Laits, com 2
j coallas de treu-.e, 2 portas a 1 janalla no
oitSo, 2 aalas, 2 quartos, cosinba lora,
com pequeo tarrago no interior, mada de
trente 4 metros e 65 caotimatroj da fun-
do, l2 metros a 30 centmetros, quiuta!
careado com portao da mad-ira, avahada
em 1.2O3$0O0. Perteaae a Jos Manoel
Balsario.
A casa n. 10 na Eatrada do Eacana
ment, di taip, com porta e janalla de
frente, 2 sala, 2 qoarto*, cosinba fra,
medinio de frente 3 metros e 93 cent-
metros e de f un Jo II metros e 2) cent-
metros, quinta! cercado, terreoo proprio,
avaliad* em 2335300. Perteace Jos
Marqoes da Fonseca Burgas.
0 terreno onde existi a caa o. 8 no
Cbacon, made da freata 3) p->!mos e a
tundo 300. avahado em 120*000. Por
teuce a Silvioc
A casa de pedra e cal n. 2 no Becco do
Arraial, oom 5 "janellas de frente, e em
cada v>tao, 1 porta e 2 jan*.las, 2 sala*,
4 quartos e cosioba, mada da frente 11
matroa e 40 centmetros a de fundo 9
metres e 55 caotimaros, sitio c--rcao, S
C>m portao de pe ra e cal, a c*aa tam 1 i
terraco no iaterioi^ terreno proprio, ava-
hada em 1.2003003. Pertenca a Si xa
tiS> Corroa d-j A'buquerqaa.
1 relogio avahado em 1550C0, 1 pipa
grande om 8*033, armacao e balcSo de
picho em 50$-)00. axiatootaa na Eitrad
do krraial a. 123, prefaaenda tado 735
Perteocem a Antonio Fohaardo da Amo-
no) Jnior.
OlndaA eaaa da taipa n. 23 out-'ara
21 na raa do Bien Succasao. com porta e
janella de frente, 1 quart 2 salas cosiaha
tora, mediado de treo'e 3 metros e 60
cacti metros e da fundo 7 metros e 70 can
timetros e quinta!, avahada em 1005000
Pertauc-i a Joaooa Francisca ds Pul*.
A casa n. 61 a ra de Fernandas Viat-
ra, oom porta e jane'la, 4 matroz e 5 caa-
timetros de frente, 18 metras d iundo, 2
aalas, 4 cuartos, oosioha fra, quintal mu-
rado, pela qnautia da 9005000, taiio o
;abatimonto da lei. Pertenca a S. Pedro
Apostlo.
A casa n. 11 a raa do S. JoSo, com 3
matroa e 32 centmetros da frente, ll me-
tros e 70 cantimetroa da fuado, porta e
janella, 2 salss, l quarto, avahada em 535
Per'.ence a Francisco Antonio de S uaa
JaboatSo.
A casa de taipa em Tigipi, com porta
a janella de frente, 1 acioa sala, sem mus
compartimento, qaintal pequeo e m
aberto, mediado da frente 2 metras e 60
cantimetroa e de fundo 8 metros a 50
centimotroB, em rcao stado, avahada em
50S003. Pertence a Antonio Jobo do Es
pinto Santo.
A caso da pedr e cal com cornija em
Tig.p;, c >m porta e jaaell* de frento, 2
portas no oito eequerdo, 2 saia, 3 qoar-
tas, oosinha atara, e baai asim um com-
partimento aansx 5 a masma casa, proprio
para eatabaieeimooto, com 2 pertas de
tren*-e, mediado toda casa inciusvs o
compartimaoto, qaa tam porta de commu-
cag3o para a casa de residencia \S metaos,
e 20 cantimetroa de freite, 13 metros e
60 centmetros de fundo, qaintal grande
com arvores fructferas e em parte mura-
do, avahado em 2.000.5000. PartOCJ a
Francisco Jos do espirito Santo
E para constar passou se edita! na for-
ma da lei.
Dado e pasaado nasta o^daie do Rej'fa
aos 10 de Maio de 1894.
Eu Altredo D.amaaao de Torres Bin-
deira, oicrivSo
Jos Juliio R. P. de Sonsa,
E.inJa de Ferro Sal de Per-
BaDibaco
De ordem do Sr. director engetiheiro
em chefe, faco publico que no dia 13 de
Maio ser provisoriamente inaugurado o
trafego do ramal de Glycerio a Unio,
ligando este ao estado de Alagoas.
Haver, a partir do dia 16, trens mix-
tos duas vezepor semana, aos Domingos
e quartas-feirajy para os quaes regula-
rar o horario abaixo.
O trausporte de passageiros, baga-
gens, encommendas e animaos ser feito
distinetamente em cada juma das estra-
das (Alagoas Railway e esta) at que de-
finitivamente se effectue o contracto de
trafego mutuo.
O transporte de mercadorias em geral,
ser effectaudo directamente de qualquer
estaejio d'esta Estrada para qualquer ou-
tra da Alagoas Railway e vice-versa.
As mercadorias que se destinarem s
pracas do Recif*j e Macei, podero ser
despachadas com frete pago ou a pagar,
na conformidade das iustruccoes regula-
mentares e tarifas em vigor, aquellas,
porm, que fbrem remettidas das capi-
pitaes para o interior pagaro o respecti-
vo frete no acto do despacho, com exce-
peo das mercadorias que se destinarem
as estacoes intermedias, cujo frete ser
pago at a ultima esta?o da estrada
que o effectuar, seguindo a pagar at a
estacan de destino da outra Estrada, que
cobrar o frete devido.
Todos os esclarecimentos de que care-
cerem os interessados sero ministrados
pelos respectivos agentes as estacoes
das capitaes (Recife e Macei) e em todas
as outras no interior.
Palmare 4 de Maio de 1894.
O Secretario-
y os da Cunlia Liberato de Mattos.
DECLAEAyES
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Secretara Iostrac;ao Publica do Es-
tado da Pernambuco, 19 de Abril de
1894.
EDITAL N. 27
De ordem do Dr. Iuspector Gsral da
InstruccSo publica e em virtude da repre-
aentagao que Ih foi presente pelo Dr.
Ragedor do Oymoasio Peroambocano,
chamado o proicaaer desae estabeleeimento
Dr. Uaymundo Carneiro de Sonsa Ban-
deira a allegar dentro do praao de 30
diaB os motivos pelos qaaea nSo tem se
aprosen'.ado aula de ciencias N-turaas
deeda o dia 10 de Outabro de 1890, data
em que Ihe foi concedida hornea pire to-
mar parte nos trabalhos do Congresso Fe
derol, sem q .e, entretanto e durante as
ferias do masmo dngresso tiveise allega-
do qualquer motivo que juatificasse a sua
auaeucia.
Na forma, po;s, do art. 197 2 dt
Ragulamanto vigente da Instruccao Publica
e de ordem, como j ficoo dito do Dr. Ins-
pector Geral da IostraccSo Pnblica, rica o
efarido professor intimado ptra no a'.lu
dido prKBo da 30 diaa apresentar as uuas
allege^oes.
O mencionado praso correr do dcimo
quinto dia da pubhcacao do presente edi-
ta,! sob pena de procedarae a sua reve-
na, da accordo com o 1'. do citado ar
tigo.
secretario,
Bac^ar-l Pergantino Saraiva de Araujo
Oahao
Edital
Aos proprietarios de
easebres e cortijos
Do crdem do Dr Preteito o em obe-
diencia a lei intimo ^e'o preEento os pro-
prietarios de CB8brea e cortijos constante
da raalo infra. a deaocupal-oa dentro
do praso ae 15 das, cootadoe deeta data,
adm de serem reconstruidon una e m-aiiv -
rados cutros, visto ee aeharam om oon-
diSas taesdo insalubridade que rao po-
dam continuar a ser h-:bitacoi.
Raa do Socago
O-i easebres ns. 67 a 83, 37 a 47 o os
nove eaistontas noa fundos ueste ultimo.
Ra da CooceicSo
Oa cortiQos rs. 6 e 24.
ua de SebastiSj Lopes (antigo Gariqni)
Oa doia cortaos existentes nesaa ra.
Raa do Marques de Harval
O cortijo eaisteute nos tendos do so-
brado n 64.
Raa da Vic:ori* (antiga Nova Descoberta)
As ooeneiraa e caaebr<8 ahi existentes.
Recife, 9 de Maio de 1894.
O saperintond nte da bygiene manio^pal,
Dr. Emygdio Montenegro.
Alfandega de Pernambuco
Concurto ae pnmeira e segunda en-
trancia
Da ordem do Illm. Sr. Or. inspector deeu re-
pamcao e pul coujpriiipn o da cirnalar da fa
tenda n. 64 e 30 de Dewmbro prximo Hado,
fica marcaao o praso de 60 uias, a contar desta
data, para a iascripcAo dos candidatos qo- se
qcuer^m nabiiitar, para os empresos de ateo-
da oe e eotraiicia, 00 coaco'eo a que ge
vai p'oced.-r nesta mesma reparticSo, a ronegar
Se 9 tioraa da manha do da It de Maio prximo
vlndouro, de cooforuidade com o decreto o.
1.651 de (2 de Janeiro dette aaoo, cajos ar li-
gas Io e 3* dispem o eeauime:
As materias do conenrao para ;os logares ie
primeira eut aocia serao :
Grammatica da Imgua nacloasl (irtaograpb'.,
aoaiyse e redacgSo);
Grammatica das iiooas traaceza e logleza
(lenca, ir3dacgao e analyap):
Aritomeiica e soas appncagO ao commercio
e as recartigo?8 de fazenda ;
Algora a qus do segundo ero ;
Eacnpiuragao mercantil por panidas dobra-
das.
As materias do concarso para empregos ce
8egaoda eoirantia nerio:
Legislagio de fazenda;
Praticaue repartigo;
0 exame ee farA ae accordo rorj] as diposi-
gea applicaveis da circe lar o. 40 de 28 de Ja-
nbo de 1890 e o qoestioaano publicado o> lo
Id souro com a dala de 2 de Setembro do mes-
mo aooo.
Dlspa mais o referido decreto o segoiote :
- Art. 4" Os candidato* a empregos de pnoHi
ra entr^ocir, qae quizerex gozar da vatagem
otiicada uo al K-o 45 da consolidago das lea
das alfaoiegaf, devero prestar tambera prava
plena de qae txibem :
i* fallar correctamente pelo meaos as lingoss
franceza e ingieza;
2* sienometria. areemetria, tbeoria p-atirados
meibodo arqaeagao de navios.
Art. 10. Para que sejam a un i'i os ao exi-
me de P'ir. era eoiranc, os candidatos prova
rao p-rsnt.'i a coin mssln :
l* qn- iem mais de 18 anuos de idade e me-
noa re 23 ;
2- qae e5o de bom procedimeoto cu-aprindo
i eommisso e particularmente ao sea nresi
deaie exaaie maiio escupaloso a respeUo da
forga p-obante do^ documentos sob pana de ef
fecliva responsabilidad* pela falta de veracidade
deque pjrvectu- esejam inqnoados.
Do m-'smo rnodo, cara a nscnpgao do con-
u-sj oe seguida entrela, os candidatos ii-ve-
rao a|i'' s-n.u-r a comrn'ggAo:
1- rertidao das colas qae livercm ao poni
de soa rei>a'iicao ;
2* ailestado do cot ptenle ebrfe sobre a su
sptido para o servigo pul Iicc.
A't. 11. 0 roncoreo sera fetj em das coo^
secotivos. cas 9 ho as da manha as 3 da iar<>e,
salvo molestia de agom membro da cccLOJiesao
ou xamicador.
T'-cira ecgo da Alfandega de Pemamboco,
12 de Margo de 1894.
0 befe,
Luiz Frederlco Odeceira,
PRADO
I1CAN0
Companhia
DE
Tecidos Paulisia
Ctiamada do capital social
Sao convidados os seobores sobscripiores de
aegoes i a-n o anmente do capital social a rea-
l.sarem at o da 20 do corrente, no escriptorio
provisorio, a ra do Bom Jess n. 1, pavimento
terre-o, a prime.ra presagio das acgOes fobs-
cnpias a r^zao de 30 O/o oa 600OO porcada
i.ccae.
Rcc fe, 5 de Halo de 1894.
Jos A. Saraiva Jonior.
COMPANHIA
DE
Servidos Martimos de
Peraambuco
De ordfm da directora convido os Srs pos-
soioorea de chrigages prefereociaes desia Com-
pannia a virem ao escriptorio da ..ompaob-a,
(C^e.J da Companb'a Parnajibocana) eUecoar a
sub^tituigo dos respectivos tnolos por oul-o
emqaesa8cb>m preenchidaa ds fi'malidades
exigidas pelodecreio letruLtlvo o. 177 A Ce lo
de Stembro do aono Ondo, nomo deietmina o
art. 7 do raesmo decreto.
Recife, S de Maio d 1894.
Dr. Maooel Portela Jonior,
^ecrttsrio.
"S R J.
Sociedade Recreativa
Juventude
Baile (em homenagem ao cono;io benemerifo
M Conv'ies pa>a esie baile em mo ooserretario.
Inxr'ssus em mao do ibesou-eira da cjm-
m*eao.
a a ita. s;0ea ra crmmis'so n3 rnriedada
Recrativj Jav^mnde, 14 ue Ab-d de 1894,
O sec ca'io d rommissao
S rarde Coelbo.
Monte Soccorro de
Pernambuco
(Transfereacia de Ieilo)
De ordem do C<>n*elbo F>bc1 faco pu-
blijo que o leilSo da joias qae devia se
effectu-ir amacha1 oeste estabelecimento
liea trausfcriiio para o da 17 do corrente'
Monte Sotmorro da Pernambuco, 8 de.
Maio de 1894..
O gerente,
Felido D. Ferreira Ooslho.
Asfaadftp de Pera, ntaes
Tcrreao de marinhi alto a rea
do Hospicio
Por esta reparticlo se tas pubco qae
Sea marcado o preso da quinee diaa para
Domingos da Silva Ferreira vir esta A>
far.ega apreaentar dooaaueatos que pro-
vero ser elie forairo do terreno do mari-
na ainda a!.gado sito raa do Hospicio
da Freguez:a da oa-Vista d'esta Cidade,
cootormedecUrurem saa ultima peticao di-
rigida ao Llm. Sr.Dr. Inspectrr desta ie
pa:tigao, terreno osse qae foi reqierido
per Eduardo Leigh. Findo o roerd<>
p.-aso neahuma roclamacSo mais aera cc
ceita.
Alf ande ja do Esado de Parnambajo
em 10 de Maio de 1894.
O Cheto da SeccSo,
Luz Frederico Codeceira
Ageacia de mprestimo
Sao coevidados o? 8rB. pos6uidore8 das ce-
telas abaixo derenptas a virem retormal-as oa
reagataPas d'esta daia 30 das eob pena .'e
erem vendidas conforme dctermin&o aa cotdi-
c s asaignada pelo S-te anenhanie?.
Ns. 151214-215- 220233243-254
257=283-234-288293298308-3H-314
-315-369-373-388-424-428- 438-4*0 -
457 461-468-473-481-497-487501-502
510-416520-524-569601-626-637. |
Recite 1 de Malo de 1894
Luiz Vtrnet.

QUE SE REAL1SARA* NO
Dia 13 de laio de 1894
Pello*
Kalnra
lid.
I
i
Cor da veatl-
menta
Propritflavr*.
!. PareoConaolac;iio1.C00 mei-ou Aaimaes de feroamooco qje nao tenham rarh''
premloc nos nradi s oo R-^if-. contanno oa nao fktoria. Prem os : tSOM-if)
ao I.* 50*000 ao 2.' e 23*000 ao 3.
tqoidabaa 2*
Erna.......
Osman.....
Ga-to......
Narciso......
Rodado .....
Oaaiaobo ...
Roi>. talbad
Pedrez......
Casta nbo ...
Pernamb.
H | Amarello e roxr___
5\ Encara, e preto...
51
54
54
Pr"o e ncErnkilo.
Oaro e p-eto......
2." PareePernambuco1.150 mtroAntmac i Fenambaco.
ao 1., 60*0(0 ao 2- e 30*000 ao 3.
llPInto......
2;Hironu-lle...
Hoguenot.
Pyrilampo
Dablim....
Hodaio......
Usixubo ...
Pe'o.......
rordilbo.....
Rddado......
cernamb.
af
52
5!
Ol
52
Verde amarello.
amarello o rexo-
c I
Rosa e preto......
rVeo eOaro......
3. PareoSpottmao-1.100 metrosAnirnaes de PsiiwMwie.
1.', 50*000 aa 2. e 2*000 so 3.
1 S. Bito*.
>. G de Mw
i. V. do Ru Brao'a.
Cooi. PratMidade.
Cood. Eeancta.
Premios : 300*000
C n1. Nerondio.
'. Cavalcanie.
B. -".-.m ns.
A. Silva
Azeveao k C.
Preai)3 : 200*00 Pbarisen....
Pniloipnmo..
Beija-flr 2.-
4 Vingador
Castaoho
ttodalo......
Poroto.
o:
52
62
52
R^sa e azal..........
Ver Je e rosa........
Encara, e bonet pre o.
M Pe-e ira.
i. Furtado.
'.. Ab-"n.
UooJ. l.de JgchJ.
4.' PareoAnlmaco-1.200 mefi-os Aaimae" I. 50*000 ao 2\ e 25*000 ao 3.
^ingo........
Ydo........
Petropoll? 2.*
Chefe........
Oir......
Teiraoso.....
Abysaio.....
Preto...
Boio-----
Ru*80...
Rodado..
iO'SO...
Rod ido..
M- Udo.
Pernamb.
51
52
5t
52
52
5S
5
Verde e anarelio.....
Sacarnado e preto...
Aiul e rosa.........
Eicaroa (o azal___
V^r.le e -oa.......
Sacarnado e braaco.
'4mof| Pimnte!
F. R. Rsmea.
J 'io Francisco
. Simoes.
. G. M: lr>f.
J. G. de Mi ranas.
LT. Gjnc'lTei.

5* Pareo -uppics
ie*ir-1200rnatros-Ailjaes n Pernambuco. P-emiJJ : 2)0*000
i.\ 50*000 ao J. e 25*100 ac 3.-
Beija-flS- 3 .
Vingador....
Tontn.......
Pon tai.-le.....
?aicbouly-.-
Rodado
Rosilbo. .
Caaiaabo.
RU330___
Pernamb.
52
52
52
52
52
Ea:ar.). bmt. pret..
Preoe oaro........
Encarnado e brinco.
'. A'jres.
Cond. I. de Jnho.
>nr 4 C.
M. L. M. Jaoior.
M. J. Aivei.
6/ PaieoImprens Pt>raambacna--tfuavfoiB1 800 mptros Anime: de Pe 2ja-
bujo Premios: 500* ao l.100* ao e 50* ao 3.'
Haeanot...
Dablim.....
Pigmea.....
Tiiarapno...
Tado.....
A!ly-Sioper
P.rylampo .
Tuteo i...
Pernamb. 56
52
Zuo....... 50
tf-llado..... * 54
50
rtnao. ,---- * 43
ToMiibo..... tr 54
Alazo...... 3!
Rio e amarello.....
)u- e preic.........
Eicarnado e preto. ..
Amarello e verde___
relo a ooro.......
Rosi e preto........
Verde e encarnado....
. C Campo.
Atevedo A C.
Al.nal da A C
Joal. A'ray.-l.
J. Maraes.
A. M. da Aimelda
A. Silva.
J. E. Ferreira.
7. PareoDerOy Club de t*emnabncot.tuO metroAnimie* de Pe-Dmia:
Premios: 250*000 ao 1.a 50*000 ao 2.* e 25*000 ao 3.*
Palchooly..
Nanabo-----
li-b-que. .
Hiranielle.
Malaio.....
Rarao.......
Alazo......
Pfiras......
Casunbo ..
Mellado.....
Peroaaab.. 52
a 52
52
c 52
32
Encimado e branca.
Azal eouro..........
Ama-elh e rozo....
Amarello e verde
. J. Alte*.
Joai. C-azeiro.
P. Brrelo
H. Cavalcsote-
. Moraes.
bsrvae$s
As corridas termiiaro s 5 horas da tarde.
Em pornholasespeciaester lugar a venda
e o pagamento de QUINTOS dz poules de %"
O preco de cada qu nto ser de 1$000.
i\o calculo de rateio nao sero pagas as f: ac-
edes inferiores a 100 res*
Os animaes inscriptos para o 1. pareo devero achar-se no ensilhameolo
rt 9 \\i horas da manha.
Os forfaits sero recebidos al sabbado 12 do corrale s 3 hora dj
larde na Secretaria do Prado.
Os jockeys que nao se apresenlaretn convenientemente trajado* coro a*
cores adoptadas no programma por scus palres. nj sero adroillidos pjsageui
e sero multados do accordo com art. 51 do cdigo uo wraam
Previne-se aos senhores accionistas de procurarera os seus ingressos na se.
crelaria do prado ra da Imperatriz B. 26 1."andar.
A Directora chama a altenco dos Srs. proprietarios e jockeys para o art-
21 e seus e o art. 46 que sero restricldmente observados e o horario que (or
marcado na pedra ser rigorosamente cumprido.
Chama-se ulteuco dos Srs. proprietarios, e jockeys, para procuraren! o
seus cartees, e caderudas na Secretaria do Prado am de serem entregues aos
joi tetros no dia de corrida.
0 porlo do eusilhamento s d entrada as p;ssoas qu3 vierem com animal.
Mwm
A archibancada do centro, fica exclusiva-
mente reservada para as directoras congeneres
autoridades civis e militares e imprensa.
PRECOS
Entrada Geral ....... 1^000
A Entrada para Senhoras c GRATUITA
O Secretario,
Jos G. S. Gouveia.
Secretaria do Prado, 10 de Maio de 1894.
*- .
iBna 1
_

i > -.

J
v'.':-:- \:


1PSPPP
Piarte de Ffemaiubuc $extafcira 11 de llaio de 1894
K.0JECT0 DE NSCeiPCAO
Para a 7.a corrida a realizarse no domingo
20 de Maio de 1894, sendo a corrida
no Hippodromo do Campo Grande em
despedida.
1." PAREO de 12ao 800 metros. Animaos de Pernambcco qce nao
tembet ganto i. e 2. premios nos prados do Recife. PRBMIOS :
2501000 ao priaieiro, 50-5000 ao segucdo e 25fj00 ao terceiro.
Art. 5.--Oeb!qua, J*rde c Faamco 2".
2." PA3Xo'tvKdade 1.050 metras Aoimaeo da Pernambuoo. pks-
mios : 250)5000 ao primevo, 508CO eo aeandj e 255000 ao ter-
ceiro.
A-t. 5.Avtatureir, Jfrsmarek 2., Pirtaaot, P'utao, Triumpbo, Hugaenote,
PyriIt.nj-.-o, M uriiy. Pygmea, Hiroudeile, ):.b!in e Turco 2o.
3. PAREO--Prabldade 1.000 metros. Aniaiaea do Pernambaco. pbbmio
Di5003 ao primoiro, 50/5X0 ao segundo e 25JO00 o ter-
ceiro.
Art. 5--Ca do pttreo 23 de Maio e Horatidade e m*is Naoabo, Qalet, Barlim,
Mu'aio. Ai/y-Stoper, Ida, Todo e Sana Sooai.
4/ PAREO-.Vgradeclmenio a Oreet^ria do Oippodromo 1.200
metros Ilandcap. Animaos de P*m ambleo. PREMIO : O/JOJO ao
primoiro. 5GSC0U ao Bagando e 255000 ao teroeiro.
Art. 5."Biszasrak 2. a Aveotureiro.
PesoPiramon 57 kilos, Plu'lo, Bogoeaftte e M*nrity 54 kilos cada un,
Dublm, H>rondelle Triampho, o Turco 51 kilos eda um, Tudo-, Ida e
Pignsr. 50 kilos Oada um e os dem's 48 kilos.
5.- PArEO Prado da Estela 1.700 marros- Handcap Animaos de
qu-!quer pa,z. PREMIOS : 400S000 ao primeiro, 8000 ao segundo
e 40(5000 so terceiro.
Peso -Allante 54 kilos, Gtyaia bO kilos. Apollo 55 kilos, Potrcpolis 13
koa. Napolitano 54 k'los e ox flemaia 40 kilos.
." PAREO--10 de Suttho-Handcap 1.400 metros. Ammaes de P9roRn
buco, pbem'08 : 300/5000 ao primeiro, 60(5003 ^ ao segundo e 30*030
so terceiro.
Art 5.aAventurero, Biamarck 2.', Pirmon, P.'ntio e Maariiy.
PesoHu^uonore, Dublio, Pyri.-ampo a Tri-m^bo 55 kilos ':?.d^ aa, Todo-e,
Turco 2', N&babo o Hircndee 54 kilos c.da um, e os demaia 50 kilo?.
7 PAREOGratido a Directora do Prado Peroam?acairo 1100
metros. Animaos de Pemambuco que nao te ota ara gor>o no Derby.
pbkmios : 2=>0(5000 ao primeiro, 5CWOO0 ac segundo e 25)5000 ao ter-
ceiro.
Art. 5.'Hirondelle. Tupy 2. c Fum8ca.
8. PAREC-Concinsao 1.150 vatros. Animaos de Pernambuao. pbk
mos : 2500000 ao primeiro, 500000 *o segundo o 2f000 ao ter-
ceiro.
Ar. 5 O* do pareo Moralidade e P.-obidude e os T<-nor 2.
Observares
A ics;ripy3j que nao for aoompiobad.. da reepastiva importancia, ser re-
geitada.
Os pareos Moralidade, ProHada, Dfeseturia do H pptdromo, 10 de Jaobo,
Ditectcria do Pr&io Persarobucsuo e CoaeJapSo, ci>' contarn viotori.
Ndnhum dos pareos uer considerado ra'.iado se no se inzerevursm e
corrererc 4 8nimaea de 3 oroprietsrios differ<'ntes.
A iaacripyo tsr bgar terca-feira 15 do corrate co logar o hora do
entume.
Secretaria do Derby-Ciub 10 de Maio de 1694
O FIEL D3 THEOUREIR>
A. \. Gomes Penna.
Club Carlos Gomes
Se entiflec ac Srs. socios q3 correte teri '.ug r nm sarao mesieal e dansan
te, podentoj munirea-se tbegoorsn do Ca ra 7 s9 aoras da nou e.
D- acrordo cem ia e^:atato d?o serlo aDso
lo' m*"' "^THit loi t.u ufados
-a.Una uo Ciut> Cirios Goaif3, ero 7 t
Alvaro Pinto Alves
1 gpcretari.
Ven
erav^
1
Irmafid Se do S.S. Sacr^osen^ !s
matriz da h- Vista
De rritm do i-nao ;uit, e em vjriu'ie ao qno
piicdio* coriiDroajiaso de.'ta irmaoda.'., pao
C-oldaJ.- tdos oa oos-os Iramoa p^ri rPum-
dos t.~ H li -as 'ia nanh de domingo 13 do
correnif, ic ass^mbta (t^ral. oo consis'.o-io da
rsped1 tnct'ii, e at-poi" da roispa do Espirito
Sanio, f, gerem j* oo'osfDOCCiooar^s qap tt>n
de "?- a ir. aodade no acno de 4894 189'.
Cogs'p i; da irmaonadH rio S 3. Sacr meatj
ta Boa Vista, 10 ae Hato de I89t.
O es'-iivao
Arthnr T-iX-t'a Rsstos.
Thesouro do Estado
de Pernambnco
De ordenf do Sr. Dr. inspector do
Thesouro do Estado de Pernambujo feo
pubiieo qae no da 11 do oorrente apea
pagar-ee ts nesta Re-par'icio a cl ds 2' entrela era d:3po*
ludada.
arara do Toesouro do Estado de
P! 10 ie Haio di 1894.
O escrivSo da deapea,
Alfredo Gibson.
Em eumj i da loi faz-
blic torea ir p tasa, a altera-
. g deste
pi, coltectados para pagamento
do imposto da decima, no corren te exer-
.0.
" s

1
reir '
I
300$
8 Leopoldina A. C. Feruaa-
raes
dO :.. Anti ttio Jaron ino de
168|
20 C. Jos Anaclet -ci-
mento '37<5S
20 A. Ignacio Podio dus Ne-
ves 360$
2 .los Aaacleto- do Nasci-
mento 240/5
; 24 A. da C. Muniz 240$
21 Idaina filha de Maria Ely-
sa de G. P. Sampaio. 453$
23 A mesma 4538
27 Monsenhor Francisco Mu-
niz Tavarea 1688
8 Joao Athanazio Lins Ca-
valcante 333S
10 Antonio Caetano de Carva-
lho e outro 420$
12 Victorino Domingues Al-
ves Maia 1:287$
14 Manoel Francisco 381$
10 J. da Costa Faria 1:215$
18 Manoel Cavalcante de Al-
buquerque Lins 879$
20 Luiz de Moraes Gomes
Ferreira 855?
22 Bernardino Jacintho Perei-
ra Ramos 333$
24 Joo A. L. Cavalcante Al-
buquerque 22<
26 Joaepbina Francisca P. da
Silva 918$
28 A mesma 560j
30 Amia Felizarda de S. e
Silva 261$
32 Victorino Domingues Al-
ves Maia 750$
34 Francisco dos Santos Mo-
reira 300$
36 Maria Adelaide da Costa 6765
46 Laurino de Moraes Pi-
nheiro 213$
48 Anna L. Real 213$
62 Jos Victorino Alves Maia 639$
64 Flaos de Antonio Gomes
de Mattos 333$
66 Jos Luiz da Silva 29 8
72 Emilio Ribeiro Pires 3335
74 Francisca Mana da Con-
27 B. Filhos de Francisca
Joanna daCruz Braz Bastos 960$
27 C Manoel Martins Pires 1:773$
29 Felismina M. de Carvalho 8638
31 A mesma 2258
33 A mesma 213$
33 B. A mesma 237$
33 C A mesma 2135
33 D. A mesma 213$
33 E. A mesma 213$
33 F. A mesma 393(5
33 G. Bernardino Pereira Ra-
mos 2735
33 H. O mesmo 2735
33 I. 0 mesmo 2738
33 J. O mesmo 27.>S
33 K. O mesmo 273$
33 L. O me -rao 2735
43 Maria Moreira Ramos 144$
45 A mesma 1445
47 A mesma 1445
49 Miguel Archanjo da Cruz
Muniz -552$
51 Luiza Francisca do Sacra-
mento 2405
53 Julia Oliudina Pires da
Cruz 3008
55 Joaquim ";5->:-:n-do dos Res 240$
57 Francisco de Mello C. Al-
buquerque 1688
59 Manoel Martins Pires 3 80S
61 Francisca Maria da Con-
eeico 2168
63 Miguel A. da Cruz Muniz 2408
05 O nesmo 1925
Ra do Gazometro
. Jos Tavares Pinbeiro 360S
1F. 1 G. Lenidas Tito Lureiro 2408
. 0 meamo 240$
1 I. O mesmo 240$
1 J. 0 mesmo 240
mesmo 240$
1 L. 0 mesmo 2405
. .los Ignacio d'Avilla 2408
. 0 mesmo 24..'
lrica de Estopa 5:000$
ia Moreira Ramos 144$
iba Maria da Concei-
120$
; CO 120$
. ia de Sooza 84S
8 Manoel 84$
i:rnaeia Margarida 120}
12 Jos Augusto 240$
Caes do Gazometro
1 Luiz Manoel Rodrigues Va-
lonea 3605
5 mesmo 1688
7 O mesan 1848
U 0 meamo 204$
11 O mesmo 204$
13 O mesmo 192$
Ra Vidal de Negreiros
Na.
2 e 2 A. Belphina Lopes da
Cruz. 2:0498
4 Antonio Carlos Borromeu
dos Santos 600$
6 -francisco de Mello Caval-
cante de Albnquerque 2738
ceicao
76 Antonio Maria da Costa
78 Francisco A. Alves Fer-
reira
82 Manoel Fernaudes Velloso
98 Francisco Ribeiro Soares
102 Filhos de Jos Fernandes
dos Santos Bastos
106 Graciliano O. da Cruz
Martins
108 Anna, filha 'de Jos Pedro
Gajo de Miranda
124 Jos de Azevedo Maia e
Silva
126 O mesmo
128 Maria R. J. d Carmo
13 ) Baro de Petrolina
138 Manoel Jos de Bastos
Mel lo
140 O mesmo
142 Olvmpia G, Alves da Silva
144 Jo da Silva Capella
148 Pedro Tertuliano .da Cu-
nha
150 Jos Antonio da Costa
154 Jos Lopes Ferreira
156 Antonio F. de Oliveira
158 Dr. Antonio B. da Suva
Maia
160 O mesmo
162 O mesmo
ll Goncalo J. de Arau'o e
outros
182 Jacob Antonio Vieira
186 Antonio Soares Pinto
18 O mesmo
190 Filhos de Luiz de Franca
Costa
192 Ignacio Pedro das Neves
194 Florinda A. de Macedo
212 Antonio do Carmo Fer-
reira
1 Iria M. Pe eir
3 Manoel Goncalves Ferreira
- Silv-
9 Jos Alfredo de Carvalho
e outros
11 Francisco Ferreira Alberto
17 Francisco de Mello Caval-
cante de Albuquerque
19 Manoel Goncalves Ma r-
ques Ferreira
21 Jos P. Botelho.
23 Jos Domingues Maia
25 Joo Antonio Francisco
Alves
27 Iria M. Pereira de Moraes
29 Victorino D. Alves Maia
33 Mirandoliua S. .Moraes
Pinheiro
^'5 Tito Livio Soares
37 Maria Pereira a Silva Pi-
nheiro
47 Izabel Maria M. Esteves
65 Jos Goncalves de S
67 Jos Carlos Marinho
77 Joo Barbosa Maciel
91 Jos Moreira da Silva e
outros
101 Jos Joaquim Ferreira de
Souza
103 O mesmo
105 Bernardo Jos da Roch*
107 O mesmo
09 Margarida, A. F. Marques
111 A mesma
113 A mesma
115 ViuvadoDr. Symphronio
C. Coutinho
117 Filhos de Jos Ventura
dos Santos Reis Jnior
119 Anna A. do Reg Mello
123 Francisco de Mello Caval-
cante de Albuquerque
135 Cecilia M. Gomes da Silva
141 Albino Jos da Silva
149 Francisca Maria da Con-
ceico Reg
151 Manoel Joaquim da Costa
. Carvalho
153 Manoel Martins Pires^
157 Dr. Goncalo de Almeida
Souto
Ra Frei Henriques
Ns. :
6 Joo Antonio ^Francisco
Alves
8 O mesmo
10 Joo Antonio Francisco
Alves
12 Manoel Fernandes Vel-
loso
20 Jos Xune de Oliveira
22 Manoel Fernandes Masca-
ranhas
i2 Thomaz T. Bastos
40 Umbelina P. de Azevedo
42 Joo Joaquim da Costa
Pinto
9 Bernardo F. de Souza
11 Jos Goncalves de S
3 Jos Lu* da Silva
Travessa do Prata
Ns. :
2 Jos Luiz da Silva
4 O -mesmo
^10 Irraandade do Senhor Bom
Jess das Portas
14 Victorino D. Alves Maia
16 O mesmo
3938
3125
3X)S
381S
2345
333S
4078
3095
4533
477$
5015
9335
4535
453S
501$
834$
213$
453$
600$
705$
220$
237$
249$
393$
vm
441$
448$
396S
2738
273$
2738
7715
8438
520$
558$
333$
501$
550$
48r$
360$
9395
1.239$
7205
417$
393S
297
2978
393S
2K.S
333$
510$
500$
300|
3005
3605
360
30(S
1,5485
3678
3 0$
2375
500$
807S
786$
273$
30''5
6008
2135
213$
219$
1871
1449
213$
16--8
1178
1898
1208
151$
4898
2738
273S
2.38
189$
189$
18 .0 mesmo 1893
20 Joo Goncalves de Almei-
da e Silva 453$
T avessa do Prata
N. >
7 Raymundo Nogueira da
Costa e seus Slhos 1:0579
Travessa do Forte N. 6 Jos Paulo Botelho
1418
Ra da Assumpco
Ns.
12 Bernardo Jos da Rocha 333$
14 lrmandade das Almas do
Recife 273$
30 Marianno da Costa Tei-
xeira 213$
32 Anna F. de Souza e Silva 2733
34 Manoel Fernandes Velloso 2731
40 O mesmo 333$
44 Maria A. C. Souza Ban-
deira 8005
64 lrmandade do SS. Sacra-
mento de Santo Antonio 273$
74 Jos da Silva Lopes 744S
80 Manoel F. Mascarenhas 3305
Ra de Domingos Theotonio
Ns.
4 Padre Albino de Carvalho
Lessa 273S
16 Jos T. Sarment 3575
18 Marcelino A. Lopes 3338
2! Antonio P. Bezerra Aze-
vedo 213$
26 Marcolino P. de Souza
Braga 189$
40 Marcelino A. Lopes 2375
42 O mesmo 237
48 Isabel Francisca Costa Lo-
.bo 196$
50 Antonio do Carmo Fer-
reira 189$
52 Antonio P. Bezerra de Aze-
vedo 2375
5 Antonio Joaquim Casco 273$
7 Manoel Vicente Vieira 273S
9 Miguel Francisco de Souza
Rogo 3335
11 Francisco de Souza Reg
Monteiro 2735
33 Rocolhimento da Gloria 189$
37 Antonio Moreira Reis 333$
39 Eugenio da Silva Oliveira 333$
41 Antonio Moreira Reis 2405
43 Jos V. de Paiva 6005
45 Joaquim Francisco Lopes 357$
47 O mesmo 2405
49 Antonio Moreira Reis 6308
Ra do Padre Floriano
Ns.
4 Joaquim Jos da Costa Va-
leute 1515
8 Joo Ansberto Lopes 1895
10 Joaquim Jos de Carvalho 213$
12 Bernardo Jos da Rocha 156$
14 Albino Jos da Silva 196$
18 Ordem 3.' do Carmo 2135
20 Joaquim Jos de Carvalho 36-1$
22 Sebastio J. G. Penna 237$
26 Maria E. de Albuquerque 3935
3o lrmandade de S. Pedro 333$
Recife Drainage
Re aco dos coocer'"' 'eitj* nos rpar'host
0-!>. !i:-ia Recite D .. nage, do mez Of Abril
do correte'auno; de o.Dforaildade coro a uiti-
'iih parle do artigo 10 do contracto, e 2. d
Re^oiamenio de iS de Janriro de 1852.
R^ife
tus Mrquez de 0! ria o. 28 400
Dita d. 45 9*20M
D ta n. 51 5*600
ima o. 20 4*100
Ditao. 41 10*350
Oua o. 20 14* Dita n 8 14*350
B^cco Largo n. 7 4*110
Unco Jeso- o. 47 4*220
D ia d. 33 5*970
Dta o. 1 4*100
Vibrio Tenorio n. 23 4*100
Dila o. 7 I2ii0
!>:ta o-i2 6**'.0
Largo '.-a Alandega a. 1 4*100
Areial n. 7 4*220
D't* n. 18 31*930
Dr a. 14 7*130
Amoiro n. 17 4* 100
Uiu o 9 4*220
1) u o. 17 4*220
T-vessa do Camiello o. S 4*330
Dita p r o Cepo Sanio o. 30 4*220
Miriz r B-rro o. 8 4*100
Di'* n. 12 7*700
B i g>s n. 7 4<20
Gdarr*pea o. 78 4*220
O. Mana Cettar n. 9 4*220
D tas op. 3 e 3 4*220
D>ia D. 42 Dlla b. 20 i 4KKJ
4* 00
Vual de Ollvei'a o. 4*100
L.r:i do Corpo Sanio n. 9 8*990
Dio n. 6 5*000
D'to n. 6 4*100
Brao d triampbo n. 84 4*100
D :i D. 55 4*100
O'jwrcio n. 2 19*970
S. io'K" a. 11 4*i0
Dil- 0. 82 7*910
Dita n. 23 18*650
Dita o. 4t 4*100
Dita n. 6P 4*100
i'.a D. I0 4*220
Heatanracao n- 13 4*300
Domingos Jns Ma'tins n 16 17*830
Midre de Deus n. 54 4*220
Becco do k' pnarol n. 36 30*8(>
ViseuMe Torres D. 20 4*H0
H?e* o Apvllo n. 39 32*8!0
La'Bo da AMMHOia n. 13 4*100
s. Jo'ge n. 11 4* Bota J sos n. 44 4*120
Santo'Antocio
" Dlla n. 26 6*730
.52 5S80
Dita n e* 4*1(0
Dita o. 8 4*100
33 4*100
D"ao. 18 4*100
Dita n. 22 4*1U0
L ma ValeiUnas a. 46 :<49;o
C.'au^a n. 14 34*330
Dita n. 14 0*100
D-. Paito*) i. 3'. 15*350
,9 26*170
Dit> o. 30 4*100
. 23 4*100
,22 4*100
de Saeta lnbtl (apparelho pu-
!i:<> 4*100
1, :s n. 13 6*3i,0
13 4*100
Hirto a"a Victoria n 2 26*750
Din n. 26 41*650
D 'a -i. 5 4*100
!l'U D. 17 8* 10
Da o. 50 4*100
Tra'eoua da roa Bella n. 7 83*68i.'
Larga do Rjsario 24 4*100
D'ta o. 25 13*800
Di:a ti. 20 4*100
Vi* ondi de lhaonia n. 25 2S*70
Da ii. 67 n 4*101)
DUa o. 46 ' 11*990
Di'a o- <8 15*100
Din n, 73 4*10'
jjao do Reg n 20 9*100
T-avmsa do Carmo o. 18 22*350
Dua n 18 26*730
PeDpps Cama.So o. 38 6*970
D t. o. 2 33*260
Lir.amea'.o o. 36 4*100
"
D ti n. 39 8*170
Morcillo Das n. 64 6*330
Paoiino C-mara a. 8 5*910
Dita n. 19 10*470
Dita n. 14 4*100
Pedro Affooso 0. 30 5*460
Dl'.a 0. 49 3*850
Dita 0. 59 13*310
PanDa D. 9 6*150
Ma 3. 3 11*118
Dita n. 11 12*350
F go n 8 38*5*0
Paocisco Jaintboo. 1* 4*100
TNvegsa da Bomba B. 13 6*330
Dita do Carcereiro o. i9 49*100
Dita da Concordia 0. 52 4*100
Dita do Lobato o. 8 4*100
Da do Arsenal n. 7 85000
Dita das Guien D. 2 4*400
Lirco do Carmo o. 28 7*7.-0
Dito h. 6 4*100
Roa 15 de Novemfiro n. 12 - 7*170
D a 0. 35 M500
D.ta n. 33 4*101)
Dlla 0. 59 10*350
Da n 16 9*660
Dita n. 35 4*100
Dita n. 29 4*100
Hoa lina do Carvalbo n> 20 20*130
Dta Mrquez do Herval a. 29 7*2:-0
Dita n. 71 4*100
Dua no 41 8*360
D-ta n. 67 6*190
Praga 17 n. i 34*230
DUa R-poblica (S. de Palacio; .3*460
D.'a ditu (Quartel C-vallaris) 15*240
Roa Major A. Biae.-ra n. 35 3*97"
Dita 24 de Maio o. 10 4*100
Praca ti. de Luceni n. 11 6*170
Roa Cadena Noa n. 19 5**50
Dt'a Santa Tnereza n. 3i 4*1(0
Dita General Aveo Lima n. 2 4*100
Dita o. 1 de Marco n. 10 12*100
S. ioe
Roa Padre Nobrega n. 36 4*100
Di'.a 0. 32 36*940
Dita Pescadores n. 12 4*100
Dua n. 32 4*100
Dita S. JuSo n 7 4*100
Dita Lora?8 Valeotinas n. 86 4*100
Dita Coronel Suaeaum n. Il9 4*103
t.n. 164 15*710
Dan. 204 4*350
!)ita n. 133 4*100
Dua n. 270 4*100
Oiu Marqoez do HerVil 0. 80 4*100
Dita n. 157 12*10o
Dt'a 0. 148 4*100
Da 0. 213 4*100
Dita Domiogoa Theotonio c S9 6*80
Dua 0. 34 4*100
Santa Ckilia n. 14 4*100
Padre Mumz 0. fb 4*100
Ouentae Noe n. 23 8*5o0
Das Cardoso n. 12 4*220
Dita n. 23 13*'. 0
DUao. 12 4*100
Nogoer n. 8 4*100
Santa Rita u. 73 4*100
Dita 0. 9 6*750
Fai pe CamarSo n. 80 65900
Largo ds Cinco Poulas (Portales) 5*80
Dno, dita 15*200
Pelippe Carnario n. 75 6*810
Padre Nobrega n. 24 40*680
Tvb'.as Brrelo n. 59 26*70
Fute n. 19 18*100
S. Jos b. 12 6*330
m-Vala
Viscondede Camaragibe 0. 30 4*100
DiU 0.11 4*100
Dita n. 23 10*35'
Dua o. 69 32*340
Dua d 27 4*100
C nselheiro Asmar o. 46 4**00
Visconde do Rio Brancc n. 35 4*100
D la o 37 4*100
Dita o. 31 4*100
S--i de Suterobro o. 28 17*950
Visroad" de Albuquerque n. 5 4*100
Diia 1. 123 i*ioO
Dita n. 123 4*100
D'o n. 28 4*100
Dita n. lo 4*100
11. Fre Vital n 22 4*i00
Rosario n. 25 6*630
Deao Fan-i n. 55 4*100
D ta n. 13 3**50
ntotiio Carnsi-o o 59 16*910
Diu n. 82 5*-30
Dita 3. 9 4*100
Dita n. 80 461C0
Becco dos Coelbos (Quadro) 4*100
lajprr Dua o 16 5*830
Dita n. 22 8*81 0
Dita n. 18 13*370
Dita a. 34 8*710
Dita n. 11 10*350
Conde da Boa-Vista o.. 31 9*350
Dita o. 29 47*950
Dua 0. 14 18*780
Sebaftiio Lopes o. 19 42100
Travessa d Joo Francisco n. 14 4*100
Diu do Veras n. 7 14* 50
Santa C-oz 0. 52 29*740
Visconde de Gjyanoa n. 129 10a920
S Recife, 7 de Maio de 1894.
J. P Mi'kiotosh,
Greoie.
^B

1 Jcaqaim Perel-a Villu Boas, de-
posito de carvio
11 Mana dos Praseres, aeposjto de
carrSo
SI Antonio Joaquim da Silva, cffi.i-
na de serralneiro
95 e 97 Estrada M ferro do Recife
aoS. Francisco, arm.zem ae re-
ce loar 3
113 Jos Lopes Ferr> irc M zem de sal
146 Aosrclo Rapbael, deposito de car-
caj
Carocas
1 Joao GoociUes Lima, oflicioa de
crroca
AFUi)pcao
2 Raaos Filho e Comp., genglbir-
ra
4 Gostavo Feitoea, oilidna
lo Anioulo Sevenno Cavalcan'-e, *-
nosio de carvio
12 Ja .-entino Eaas de AlbBqaerqae,
barbeiro
Forte
2 Antjri) Florpocio d. Co>ta AIco-
lorado, geoglbirra
Lareo do Forte
4 Jefe Fraucisco Beoto, cfficloa de
ferrsiro
S nti Cecilia
27 Benedicto Jo^ Angosto dos San-
tos, lija de looc Ob barro
Santa Rita
i Manoel Wanceslo de OlWeira
barbeiro
2 D Joao Martina de Assnmpcao, de
pobiio oe carvao
Padre MCU
21 F'o-iaoo Anseocio da Trindade,
ofBcina de f^rreiro
37 Antooio ia Silva Fontes, otti:ica
de mareneirj
41 Joao Gualbeno de Freitas, .cffici-
na de (errador
43 Prancico Joe dos Sinto?, i.fli
cin* de marc 63 Manoel Franu-co de Soaza. lEB
ria < 67 Jo&o Hoimes, 1 Olena de serra-
Ibeiro
Largo do Mercado
25 Amonio Soares Rapo*o depotito
de car?So
9 Agapito Monis Tavaref, de pos i o
de t'riob.
Antcoio Henriaoe
16 Joaqoim Froncisro e Aimeitfa
Santo, barb"iro
Travessa do Monteiro
6 Alfredo Francisco doCarm bar-
beiro
89
98 Jo*e Vidal de Pinlio, ba-b'-i-o
228 Joao Pereira dj flmli^a. bar-
beiro
236 hernardioo Antonio ue Sa, cffi-
cioa de calcados
Sem nomero Francisco Cot i C,
fabrica de p'egoj
31 Gaspar Jos de M-llo, armasrm de
al
55 Jj?qoim de Almeida Gimes, de-
poeiie de carvo
103 Jod Gjmes da Siha Lina, gengi*
blrra
133 Silva 4 L-ssa, barbeiro
171 Maria Jotepba Lopes, dnoosito
217 MarlioboM. da Suva, d-pjU fe
carvJo
259 Stelvioa M- des Santos, asaisien-
H
307 Jos Francisco de Paula, ifiioa
Je fonilairn
Loiz de Mendonc"!
2 Antonio Jerooymo de Paula, ofi-
cia de ferreiro
Prtroeira sp'gao da Recebedoria do
8 de Maio de 1&94.
O rbefe.
F G-imar

4v
Vi..: i
6',*
.
8U* 11Q&MI
U)*MB
40*M
6M4W
M Mi
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0**t.-
40* '>
lOOJUO
249JM
lOtfAHB

'
48.IL V-
40*OU>
40fsac
SUM
zumm
76 *1
KitwJo.
Recebedoria do Esta Jo
RelacSo des contribainea do imposto de
40 "/ na fregeaia de S. J t, para o
ezeroioio de 1894 procedida pelo lnc>dor
Alfonso Lacio deAlbuqoerque Helio.
Marcllio Da*
78 Joaquim Jos de Oliveira, gengi-
birra
32 JoSo Alvt-s Fe: reir Gomes, depo-
tito
84 JoSo Bernardo Ltnatte, bebidas
90 Joven ino de Asbvedo Cros, offici-
na decalcado
94 Estanislao Jucory, offioina de ou
rtve^
106 Ferreira de Oliveira IrmSo, com
misoes
111 Gnilberme da Coela Pogo, oflici-
na de marcmeiro
118 Francisco Ramoa da Silva, loja de
calgadoe
124 Manoel J aqom de Oliveira, de-
ooso de rarvao
93 Manoel Martina Viaoo?, oolciaa
oe marcmeiro
i!7 Jn Co'ieriaao Costa Pimentel,
offi ina r*e ourives
{19 MenoelJo- Cypribno da Silva.
pintor
127 Fraocl'CO Icaq'j;mdo3 Santos, of-
--^-ticlna ce ca'c.doi
Loma^ ValenS'nas
30 Clan liana ua ~Fonaca e Silvn,
geoglbirra
S. Joao
3 Francisco Pr-.iirn rtaSi!v: La!,
1 T'jsito de carvSo
17 Carvalbo e Comp., t.aposito de
carvSj
63 A Amonio Pereira ra Silva .-. !-
meidi. .teposito de carvao,'
93 Marclloo ta Silva A-aojo, dapo-
8to de 1 arvo
Travessa do Poclobo
67 Araojo Remos, deposito de car-
vo
Felippe Cmara,
105 A Jos dos Saatoo Villaca, offi
cia de ferreiro
107 Joao Jos Bsroardino, deposito
de carvSo
24 de Maio
38 Rsenlo Baptista di Nascimecto,
officio^ de marcmeiro
39 Manoel J^aqoim Cavalcante. gen-
eibirra
Cadoia
39 Maoosl Joaquim Cavalcante, gen-
giblrra
Ypiraoga
13 Jos Rufino Goedes Ferreira, de-
. psito de carvfto
Vidal deNeereiros
26 Manoel da Costa Camarati, gen-
Kibira
38 Joaquim Martina Vital, barbeiro
44 Bartbolomea C. de Lima, tarbfi-
ro 40*000
146 Rnlino Jos de Sani'Anna, co-
chelra 96*000
MARTIMOS
Avizo
O abaixo assignadov,
agentes de Lamport Holt.
avisam aos seuhores rece-
bedores de crga pelo va-
por inglez Madura, qut
em conse queocia de ter si-
do iotim^do a s-eguir para
a Ilha Granel procederao
a cobranza de 25 *[o sobre
o fete exarado nos re3jeCf-
iivos uoohecimentos.
Pecife, 9 de Maio de-
1894,
Fl-ckburn &C.
40*000
40*000
200*000
120*000
403000
lfO*0 0
1200'0
(i 1* i
405C00
93*0OiJ
60*0.0
48*000
120*003
32*000;
I
80*COO |
SOiOOO!
48*030j
160*003
120*000
60*000
120*000
120*000
60*000
56*000
32*000
O paqaete ingle*
La Place
Directo Sutos
Seree no .
lt ro ctirrej.
i 4 b o r a s st
Urde.
Recabe carga, encommeedas, paseasen? it-
DbeirM a frett- at 1 hora da tarde do ate
ca partida.
e5cript:rio
Ao Cae da Con nanhia Pernambc.
_______________0^12________________
:amburg -Suedame-.'kirM"
ene Dan pfdchiffahrts Q
se)lschaft.
O vapor Parag-uassu
E' esperado
n at o i1'i UM
Mam rf>
pols di.
4*000
40*000
sana par
Baha, Rio de Janeiro e
Santos
Este wpur illominado a !a r\- e ofterece ptimas aooomio dtjSae
Srs. pu8-,ug;!ro8.
Q-inesqoer reclaoe^sa s serlo
dldes 48 horaa aeti ie da u.t;a>^
do vapo na Aifandega.
N. B.Eate vapor pSo toooa no
de Lisboa portaoto ectrar no porto.
Para carga, eo.com meadas, paaaagoaa e
ahetro a frete. trata-s som oa
ContignaUrioa
Borxtelnan & C.
18 Bot ,do Comeroio 18>
1* andar
^r
*
SED



Diario de Pernambueo Sexffa-fera 11 le linio Koati's rince Line of St^a-
rcers
aUNHA REGULAR ENTRE OS
k-luidos, Brzl e Rio 4a
O VAPOR INGLEZ
llanca strian Prnce
rada dis
rk e pahf
'iem poneosd.a?
para
Santos
*art carpa e encomoiendas etc., a tratar com
Consignatarios
nston Pater e Comp.
5-EUA DO COMMERCIO15
Companjom servido de vapores semanaes qu*
panjnlo de Bordaux,' ogoac, Cbareot etc, q.ia
iem cbegar a Soatbamptoo a Iem: o de baldja
era as cargas destinadas a ,Aoatiu do ,>nl.
ara os vapores esta cumpa, ri'a.
Red'icySo nos preeps d pawa^ens
l*a ;~~voltc
*. LieUtta f e!K < Xv SO
?.'So. i 44
Caamretes raaanratlae tata w oasaaaafrsw ce
rV--;_ BoeCO.
Par* i~-*jl!33, fr(*e. \iC9.: Su ..
AGENTSS
A.morim '
*. 3 Ko
rio rom laaaiiN. 3
CempaoMa PeroamfeBcaaa do Sa-
4ra-
CH43(iEDaS?.E|]!IIS
Companbia Prapccsa
DE
tfaveg^?5o a vapor
SsMha rogo lar
s Santos.
entre o
B-hia,
Havre,
Rio de
Lisboa,
Janeiro
O
vapor
Ville de Rosario
Coznmandante Daniel
E' eaperrac da
Rnr.-'pa al o da
16 do corete se-
guindo depois da
Stafeiiesavel dt-mora para
MaeelO< Baha, Rio de fanclro
e Santos
ste vapor entrar no por-
to t to nao ter tocado em
Isifiboa.
PORTOS DO NORTE
Parakyba, Natal, Maco, Mostor,
caty Cear
O paquete Jacuhype
Commandcnte Monteiro
t-s de calfac, boleas pepoena* e erando, ron;
n.-do colchas, jarros, relogioe de diver** qi>n-
hdad"0, cada-ia, -Kf-'t'. leos. enf-iee p-n
toilette e O'itns anuos objer.t'j* qce eskia> p->
'entes aos Sre. compraaoes.
Leilo
De 3 garrotas tourin-s e 1 garrote novilh ,
tuurio'"
Secunda felra, 41 d< correnie
AO MEIO LIA
a prac do Commercio (Liogoetu)
Por interveocao do sgeo.e
fiasmS l
Veiiie'se
a ttois f-itJM Phar-nactae
e liroparius.
lAeTdEFlfiAtMBAGALHJir

Depc-tc. geral .
2?, rnuhourg Uantmtrtrt, 21
Secotr para
porios acirna
dlcados no
11 de llaio
'4 oras da
os
lo-
da
is
lar
Re.ehe carga, ensiimniendaa, passagens e d!
hri-o : (rete at a i Pora da tarda do da da
partida
8 JRIPTORlO
Ao Caes da ','umpanhi P^rnembucana
______________-, 12______________
Paciic ieam Narlion Coa-
Segundo leiio
Da casa 'errea sita roa do Bom Gosto d. 13 .
oa To-r?, fregueiia de Afog-.dos. rom 3 )anelia-,'
da frente e I porta UO oito. 2 calas, 3 qoa'to*.
Bastara interna, com sitio, edificad:, em terreno
prepno. Merteoceof no fiwiij'W Prai.kn Ma-
dpI >!e Fa-ia, avallada em 2:000*000
Di s- orado sito no lar^o dos Hfioedns n. 30
freguena de Afogados oertence.nte a Pr*OdSCfl
Gooip- Per-etra de Sa LettSo, avahado ena..
540*000 : ,
Ter^a-feira, 15 de Maio
A's horas
No armazem a ra doMarquez de Clinda
n. 48
O 8geote GasmSo, ?utorl*ario por ruaBindo do
Exid. Sr. Dr. jai* ae ai-e:to nos felios da fa/en
da. levar a serondo lell&o o>> preiio< a'-if/'S
refo-ido* para patatreoio da* etecocaa ooe
moie a fazenda do Bstaxe roatra o* srce pro
prtetarlos. ____________^
O VINHO de Extracto dp Figado de Eacalhao, preparado pelo Snr. CHEVRIER, Pnana I cuiv
emPar:, possue ao mesmo tenipo os principios activos do Clec de Fi?s.do do B*oalliao e as propriedinics therapeuticH Jof
preparados aicoocos. E' precioso para as pessoas cujo estomago nio pode supportar as susbstancias {rni\as. U .seu eTeito,
como o do OlfO de Fig"lde de .Tvacalhao, soberano contra as Escrfulas, Rachitismo, Anemia, Chlorose,
Bronchite e todas as Molestias do Peito.
i NtfOtik EXTRACTO de FIGAD 0^BAGALH/YO CR EOSCgTAD 0
21.
Deposito geraV :
Fauboi.rg Montmartre,
Venda-
m tib a- sr'M sus PharaimciAa '
e Brorar'm. i
-se aos Srs. importadores a aprsenlarero
de 6 das, acornar do da descarga das al
i gas tjoa'qcer reclamacao coocernente a vo-
rae porventnra tenbaoi segaido rara os
) sal. a.im de se podereui dar a tempe
stridaoclas oecessarias.
saito o referido praio a compannia nao s*1
.VDiaMiisa r-or extravio?.
29adse carga, airatar com o
AGENTE
A.uguste Labille
9 Ra do Commercio *>
burg- Suedame'ikaois-
eio OampfschifffaLrst-
Oesellsc'iaft.
Vapof Lissabon
E' esperado
sol ai o dia
do correte
do
1C
te-
guindo depois i*
4taHr< B*e*aflarta para
sboa e Hamburgo
Entrar no porte
Sais. &ssageas, carga, frete etc., trata-se com
Consignatarios
jBorstelmann $ C.
paoy
STRAITS OF dAGELHAM LINE
O paquete Sorata
E' esperado dos portns do sol
at odia l de M.io se-
umdo depois da aecessarta de-
mora para Liverpool com escala por
Lisboa, Bordean.! e Flyaaocch
Para carga, pa.-sagem.eocommenaas e dinbei-
ro a frete trata-se com oa
AGENTES
Wilson, Sods I C, Limited
10RA DO COMMERCIO-10
1* andar
The Norton Lloe ofStsaoei's
O paquete Manitoba
E'esperado do Ro de Janeiro
ai o da lO *o correte e se
caira depuis da demora n-ces-
nm
lira
Leilo
Da movis, qnadros, esp-loos. reloglo, tande-
ros, j-.rros, tapetert. elagwrs, loceos, vidrcs e 45
exempla-f8 da Grammaifa In'a til adoptada aoa
3 graos do eoeino priojari", etc.
Quarta-feira, 16 doco/rente
A'S U HORAS
Na cas i sita a ra do Alenrim n. 33 D
O agent- Oliveira, antorii>ado pelo prof^spor
ArlDOQi'o Vie>ra, qu retjra-ae para outro Esta
do, evar a leilo t raobiha de amarello, 2 ca-
deiras de Daloico. t estante. 2 aparadores, mesa
de jaotar, sof de Jacaranda, marq'oeas, i es
preguifiaueira, 1 caia de ferro, i commoda. f
meu e toilette, 6 qnadros a ole^grashia coo>
mul'inra, 1 relogio ameri."aoo, 1 canditiro d*-
ioapeni4 jarros, almofades para sota, taple,
eiaijere?, 2 taedalbes, pa-es ne laoterna, locca
para cba, irt-da, dita para jautar, C3lix, cor^.
tacho, livres de saencias artes e lettras e 450
exemplareb da G'ammatica InUoiil acim..
A CREOSOTE de FAIA suspende o trabalho destruidor da Tsica pulmonar, porque di: -a^ir
desperta o awx-tite,. faz cessar a febre, supprime os suores. Os seus eeitos combinados com os do Oleo de feg&do de BflCalhao,
fazem do VWHO de Extracto de Figado da Bacalhao Creosotado, de CHEVRIER, o remedio por
exceHencia contra a TSICA declarada ou immiusnte.
Nova York
Ca direitora
Para carga, passageos, encommendas e di
obeiro a frete trata-se com o
Consignatarios
Boxwel Willsaras & (J.
Ra do Commercio n. 26
Sao recommendadas para curar a Cklorose, a Anemia, as
Perdas de Sangue, as Perdas brancas o qualquer estado de esfal-
famento e fraqueza geral, .
AVISO
As PILLAS de VALLET sao brancas e em
cada urna d'ellas esta impresso o Nome VALLET.
pabiz. 19, roa Jaco casa l. FRERE A. Champignt e Z", Sucr -19, na,
lt Ni MAIOR FARTB DAS PHiHMXCUS DS TODOS OS PA1ZES
PARIZ
AVISOS DIVERSOS
LE1L0ES
Sexlafei-a, il, deve ter logar o leilo dp
faiendafi limoas e aa adap, uo armaiem da
roa do Bom Jetos o. 43, bem como 1 armacao e
difft-reotea movis.
No escriplorio des-
te Diario eompra-se
um compedio de choro-
graphia do Braz I, pelo
L)r. Moreira Pinto.
TNICO
ANALPTICO
RECONSTITUIRTE
O Tnico
mais enrgico que devem
em pregar os Convalescentes,
as pessoas idsas,
as Mulheres, as Cri.ir.cas dbis
e as Pessoas
tracas da Constituicio.
ff- il' r^lj
JIA.
COM OU1NA
SUMO DE CARNE
PHOSPHATOaeCALI
Composto
com Substancias necessrias
e indispensaveis na
formaco e no desenvclvIntento
da Carne
muscular e des Systemas
nervosos e ossosos.
OVINHO DE vial e a AssoctcSo feliz a Chlorose, a Tsica, a Dysuepsla. as Gastralgias ou Gastritas, a Diarrua atnica, a Idade critica, a
Frouxlao geral, as lougas Couvalesconcias, te. Er.i urna palavra, todos quelles estados de Lan-
;uidez, de EmmagrecluienLo, de E>gotamento nervoso, aos quaes os temperamentos de hoje estao
alalmente predispstos. Em W.yon, fUarmncin J. l'JtA, ra de Mtourhon, 14.
Depsitos en Pernambueo : FBAlf M. DA SILVA k C[m e em Mts u Pinniclis s Orijariu.
P-ecisatfc oe orna
gomm>deira e nm criado
n. 21, primeiro andr.
-finh; ira. orna en
na roa da Imperatru
Precisa se de om copetes
da Cadela n. 35.
a tratar na roa
Vende se om tonuo carnero de se'l
tratar na Capnnga, atraa do Derby n. 45
Jua do
<-ommercio n.
Io andar
18
cian Lloyd's Steam Na-
liga i ou Corapa ny
O vapor austraco
Helios
E' estrado de Triestre at
o da II io correnie e se
gu:r depois da demora ne-
kte, RS de -fanclro e ac-
tos
tTart Carga, passagens, encomtncadoe e dinbei-
Ms raie : trata-se coo os
Agentes
Hcnry Forstere Comp.
3 P.aa d>, Co tercio 8
\ aedar
Hataburg Suedamerikar.is-
ebe Daaipfschif^fahrts-c'e-
sllschaft/
O vapor Pelotas
E' esperado dos portoa
do sal correniedo 13
e seguir depois da demo-
Ta necessararla para o
Leilo
Para
Em visgem directa
itera -fjassagena, *arga, frete etc.
trata-se
Consignatarios
Borstelmann & C.
18fea do Commercio18
1* andar
m m s
!
O paquete Tamar
E' esperado do sal at
o dia 1* de,Mato se-
guindo depois da demora
indispensavel para
a. viga e SouhaMp carga, passagens encommendas e di-
a frete : trata-se com os AGENTES.
O paquete Cljde
Ccmmandante A. E. Bell
Esperarse
Europa no
I de Malo
guindo depois da
demora necessa
rispara
da
da
se
, Babia, Rio de Janeiro, Montevdo
*e Baeaos-Ayrea
..fretioMa aor 8r- rMbalom de
, qaea Cooifmnnia Mata Rwltngle-
trara ammi-Hnn XtTVgiflon
De am variado sortimecto de f.zendas
limpas e avariadas
Sexfa feir, 11 do correnie
A's 11 hora
Ageiie Pinto
Roa do Bom Jeso3 n. 45
Em canlinuacao
U'na jriasjs.), i cofrn, ranbiias de jacarando,
aparadores qoaflros. jarres, Hgnra?, cama< e
outros movis.
Agente Britlo
Leilo
Em continu^ao
Uoia imporiaote armacao de amarado envidra-
cada, balcao com peara, viobos e diversos gene-
ro, loucas e octros objectos.
Sexta felra. 11 do corrate
Raa d Concordia n. 29
A'S 10 E 1/2
Segundo leilo
De tres meias aguas na ponte de Dcboa n^. 2!,
23 e2, edificadas em terreno foreire e de ama
parte do engeobo S. Jalo da liba de I ana
rac.
Espolio do Dr. J"5o Hano'io Bezerra de
Menetes
Mo armazem raa 1 do Xo-
?entbro n. 39
Sexta-feir?, \i de Ittao
A'S 11 HORAS
O agente Msrtios levara a leilo pela segunda
v-z. p1" >s-?pacbn uo Il!m. Sr. D'. juiz de djrel
to oa fezeasa do Estado, em sea preeeoca, das
meias aguas e parte do engenbo cima perien-
ceote ao referido espolio.
Agente Silveira
Leilo
SABBADO, 12 DO CORRENTE
A' 1 f oras
De t sitio oo Arrail, jooto a estagao logar deno-
minado Mangabeira de Cima, sob n. '2 A
Na aenca roa da Imperador n. 4o
O ageote Silveira por maodado e com assis-
tencia do Exm. S*. Dr. jai: de orpbaoj, a re-
(.uerimento de D. Goilbermina Ferreira Campos,
Inventarime do- bens de sea finado marido
Antonio a Silva Campos, levar a leilo o refe-
rido sitio rom meia agua de nedra e cal, com 2
anellas e 2 portas de frente, 4 ditas no oitao, 2
salas, 3 qoartoa. colnha, medilo a casa de
frente 23 palmos, de fondo 76, o sitio mede de
jrente 100 palmos e de fondo 270, morado na
frente com portao de ferro com divsrsas arvores
froclireras cacimba com excellente agna pota*
vel e i tanque.
Os Srs. preteodeotes podem examinar.
Em contionacAo o mesmo agente levar a lei-
lo divsrsos movis existentes na mesma agen-
cia.
Agente Pestaa
Leilo
Da importante barcica denominada Mara
Carolina, completamente, nova e prompta a na-
vegar, teodo lotacio para 300 saceos e viaja parr
I pe oca.
SABBADO. 12 DO CRREME
A' 11 hoto
Em frente ao Trapiche do Sr. Piaia, onde
acba-se a mesma fondeada
Em eootionclo vender o mesmo agente eat
eo armaiem i travesea do Corpo Santo n. 17,
ti 12 Horas, o tegalote :
Urna mobilla de Jacaranda, completaateit*
nava com tampos de pedra, I tapetes pira
sof, 8 ditos para cama, 20 pecas de morlm, fcor-
Premisa-s de um crudo
do Paraizon. 12.
miar no pateo
Alega -se a casa n. 1 a travesa da Hora,
no Espinheiro > tratar na roa da Imperatr z
romero 82.
Vende-se
ma cssa de lijlo?, em constraefao ] bem
sugaea'ed-, sita v.o becro do T-inoade n. ;0
2- distrito de S. Jos,
e 41 de fondo, en-
metro8 de co',*ini "> ; r-u u- <.i-
caga, dap 4 B<"*' t'" r" d nt .
t-J-J+*+++++++++4 PREVINAM-SE COM AS IMITACOES ^V^^^^^^^VW
SABONETE ORIZA-AVELDADO At
O Melhor
e o mais Suave dos Saboes
PERFUMAEIA-ORIZA
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ACHA-SE EM TODAS AS CASAS DE CONFIANCjA
a^#s%^rVllW>Mia^s^^
lote, com 27 palmos de frente
, n-in. oe fiad i !0 v.__
FERRO MARTIAL-BOOINPP!!
Gosto agrada-el torna a dar com rapidez ao Kamjue sua riiueza e forca. Nao d
prisao de ventre nao ennegrece os dentea nao irrita o estomago.
PARiS, 5t, roa Boflrai. Deposito em Fernaiiilinro : C" de DRJGiS & PH00DCT0S CB1HIC0S.
F'ij Precisarse um t u d>
ro ; a ua de Bemfle< n. 7
dalena.
riros;
oQiciae d. fun.l-i
P*aagfm d H'g
triado
* asat
Preci3a-fe de um criado
numero 39.
ra do Cotuvello
Caderneta perdida
Perden-B9 a caderocta n. 5605., de cma qan-
tia recolba a C'ixa Eccui me ; a pessea que
achar, teafca s bo^dade ne vir entregal a no es-
criplorio da G-ieta da Tarde, piteo do Carme
u. 28, que ser gratificada.
Engomniatieira
Frecisa-po d^ ama engcmraaieira para c^se
de farrilia ; Ira ar na ra Cuque d-; Caxu
nume-o 84.
v* W- i \ i
"' \vv;;.",. $:*> J-fluxos.Bronchites
INFLUENZA
APPROVAQAO DA ACADEMIA DI MEDICINA de PARS
Contra as AFFEICES dos BOFES e dos BRONCHIOS, acalma a TOSSE
e supprime a INSOMNIA. -------------
F. COMAR & FILHO. 28. Rus Saint-Claude. PARS EM TODAS AS PHARMACIAS.
Cadernet? perdida
Pereu-se i enderoeta da Caixa Ec-onotnka o.
15112. pertencen'e a L^ort-pca F aucleca Braei-
leira ; qoem a encontrn f-C1 lnor de entrar
Mi (ia Seni-slia velba o. 20, qoc Sara grstiti-
caco.
SAUDE PARA TODOS.
UNGENTO H0LL0WAY
O Ungento de Holloway f um remedio infallivel pa'J os males de peinas e do peito ; tamben) para as feridas
antigs chagas e ulceras. E famoso para a gota e o rheumatismo e para todas as enfermiilades de peito nao
se recor.hece cgual
Para os males de garganta, bronchites resfriamentos e tosses.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle nao feem semelhante e para os membros contrahidf e
juncturas recias, obra como por encanto.
Essas medicinas alo preparadas smeme ao Estabelscimeiito do Professor Holloway,
78, NEW OSFOED BTEEET (entes 533, Oxford 3treet), LOSDEES,
E vendemse em toda> as pharmacias do universo.
3T Os compradores sao convidados respetosamente a examinar os rtulos de cada cauta e Pote se nao tecm a. SBSSSMI
533, Oxford Street, sao falsicaeoes.
Roteiro da eos- \
ia do norte
No eseriptorio do Diario vnde-
se a 3$000 cada exemplar do roteiro
da costa do norte do Brazil.
Caixeiro
Precisase de um c-.ixeiro cora pratica de ta
verna ; na ra do Broro o. 35 B.
A.0 commercio
Cobrar or
Offerece-pe um moco competentemente bsbili-
lado para cobrador de ca-arf comrcprciaes, bas-
tante coobecido neata praca, com ooa lt a,
activo e trabalhador, e qoe d fiador de sea
coodocta moral e cill: qo-ro de seus prestimos
precisar, deixe carta fe ba-ia com as inicises
J. S. a pra^a da Io Grande det>tila*ao
fJPreciss-se de um bom destilador em um en-
genbo na comarca de Jaboatao; a tratar oa pra-
cta do Herval o. 13.
Cosinheira
Preclsa-se de urna boa cosmbeira, para casa
de familia estraogelra, nos arrabaldea; informa
cOea o a roa do Commercio n. 7, eseriptorio.
Criado
Pecisa-se de uo criado : a tratar na rna 16
de Novembro o. 81, o* ImperaMs 17.
EmftMUHHHJ1'1""""""""1""'""'^
MEDALHASde OUMSO
tos E.rpoKfco'' Vmivtii'tme* t-
rari lStti-lS9
DIPLOMA BE BMt na Exposicao lie 1882
::
Caixeiro
Predsee de om rapas qoe tenba pratica de
a tandas e danto atteetado de sea bom compor
amento ; a tratar no Bnar de Alosados.
Precisa se de coslureir.
ntmero 17
Costureira
na raa do Progresas
*M$i
;c
oceu-
lista

ATKINSON'S
WHITE ROSE
Orlgtaal t unlo venladelr. Obnhecld
i em toda % parte oomo sendo o perfume
[ o bu deUctato. Erltar as oontnfacvoai. ,
aTKINSON'S
FrtKNGIPAWNE I STEPHUH0TIS
ESS.B0UOUET I JOCWrCLUB
I otme perfumea oelebree ato atrperiorea i
| aos outros pe m torea e aroma natural |
Vendemse em'toda a parte.
1.4 ai atjciwaa.
34, Od Boo4 Street, Loodraa.
L AVISO I LpnM kk com o rotnl-J
pa^ escodo uul amareU* a m.rtr da
fabrica una Rota branca' coaa
o aetapleta enderece.
IXieaoTo Jone Baaos te ICellp
BctattelecMu c.ijo offictoa Je corives ra das
LarsMSlras o 1 Wtw a"s seot frnoesef s .'0
r^rp-i avet ptbco, que man'fci offlciaes hab
litadiS-ilEO.-: jara execa-.fo De qualquer ttabalb
conceratniB sua arte, esp'-ci:>imet.iH crava
ruis para b'ilbantea. tculos, pencinei, mooooo
los. ce.
D,nra-fe p-aipta-se qoa'qoei m^t;l, cncer
/r em i^qnee de madriperola oo ooira qalouer
espeta, gsrao'iO'JO piejos mdicos
Ra las Laraugjeiraf n. I
arla aaa atarea da *i va
Datarte
Jcaqpiui oa snv Dr-i- -. d rralber
e parete;. grajerem o m rr v ^'aima
a toios qcfc.lr-- qoe a- d g arara de
aeompanhar roa a lisas morada os
resto' corites de su^.-ea.p"1 ei b'sda
nina, eniiada e prenla, Karts oat Dores da
Silva Duarte. e de novo oe coc*i:.m o: ra snaji
'ir.m as mitsas i o 7- dis de sin p'fxantente,
que teao loaar na iguj oo Carao atbado lt
da rorrele s 7 bo'tf da QIDD4, Cunfelisodo
^e de6de ja so m;:n sala fats*.
t
amena danuma .araaeire
tbaren
O filbor.' mioa. contados e fo-
brtnm.s de D Ao eli < Cateen, agrs-
dtrun ia pes-ia* qoe liveram a
hondad- d- acoapatibar ai/ ac-rte-
o as Nttet rro'taen de raa pa(U-
da mai, ircS, o.bn* e tu. e avi-
san; qoe s ci-i-- por seta sima
perSo relebrada ou f ahbat O 12 do Cirreote, as
7 b iras, oo collegio oo C iratio Ebcbaritt co, e
8 horas na rott"7 d *r. Vis'a.
Dr. Joo Ferreira ds Sihra
A familia do t-ueoie-r-oreri*! II '!qoa
G.bs.ui man 'a, no tts 12 uj corren r M
sar nni miaj por airua o- p^b roaTLiore
e aaifrc Dr < ao *'e rrtra ata ati
va, 30' dia u t.-u u.ss.uin lo. na igreu de S.
P^rtro lla'tv em Oii"", #s 8 ro-as ra n.; ti'.i.
t
Ama
Pre isa se de orna ama para o se< vico de i as
pessoas, prei-re-ie a que torir'r; oo ateo da
Paraiio o. 8 1- Badar.
Ama
Precisa-se de om que satha cosinbi t tr.tar
ar rr-a Duque de CeaMl o. 88, (pnar
Ama
Preciss-se de b arua i ra anJar com cian-
ea?, dando at-ca de soa co docta ; i tos oo
Hospicio n. 3.
eaC9a JeVX vC\
25:000
B' qoanio se pan por Da boa ecti'-aetra
para casa de posea fatrilu : t-ata se na na di
Moeda n. 21.
Praelsa-fe de u:r.a copeira e de fots : ra pa*i
crine aue dure am em c/i do mi-Ai I
t'at r oa C. wp rn Jraquirr akba>-o u. M.
Attia
Na roa da TJ.i^ n. 3, p'e iar.ee rt nu.u par
cosinbar, e qoe o. rna aa cssa de sej patroes,
paga-e bem.
Ama
Precisa se de cma
Victoria r> 12. loja.
.ma ; ua ra barao a"
a&eVaUCXeatfV
Precisa ee (e an i. p.-re pasa de p*qi.e i
f. milla: i roa larsa c;. laasrie n
Ama
Pr- cisa-ee tt uxa 82: p-<'
cma cas.! e .
!.- !:6. s, rata s
. tratr na Prarioba o. 25 o
esaMa' e 'var
< a
,o. i-eo Otivaae.
eaC9aAVaA af^b
precita-fe para ici se nra rrenico de S
ia r:.* f.i-"|ia i. 3', i r,?zeo
Caixeiros
Precisa 83 de daos calxeiroe coa: pratica de
ralbados e dando Bader ie tm rendocta.
le ifi i 18 h Bs. i itw n
- na roa das Calc--djs s. 1
Terreno pan. alugar
| Alega se um graude MtNao :r a-ra i t-*
mei'agus, proprio pra artas n
Frcgri-seo a. 28 ; trata "* loj das 'et .
roa Dd^ue <>e Cxias b-. 36.. o.
Caixeiro
Precisa- esa p'aitca d tM-
Ibadoe, aeiia:edei6: Msoaat, qa* de
ntiecimeoto e ena coodocu ; na nva d Lima
n. 15, em Santo Amaro d. s Salinas
"Feitor
Precisase ri" om f-or
mero 17.
na ras inpera. aa-
Alugfr-se barato
0 sitio denominado Bteaoar, i tratesta da
Motocolomb i Afogados) com casa, viveiro. ca.
queiroB e mangueiras danJo lractos, e a cata
terrea n. 32 raa f'a Sensata nova ; a trata- aa
roa de S. Jorg- a. 5 >, en rea Direiu de Alcsa-
dos o. 84.________________________________
Gusinheira e engojnma-
deira
Preciaa-se ; na roa estrena do Rosario a. S.
pharmacia. ______^^^^
Ao publico e ao coirmercio
O abaixo assignado. vem declarar ao panlrca
e ao commercio, em geral, qoe, ** esmrala
a Angosto Soma e C. o estabulusassjtc i raa
do Visconde de Inbaama, antiga do Baoget a.
66, psssoo desde 24 de Abril alttmo (data *
compra) i gyrir o sea osgoc as* a na
flrms. oto tendj ais taaella
ponsabilidsde algaia
O esubeledlmeaio de ame trata, a>Jtes
i refinado e venda de cafe, em g-oto e a
Ibo, Baria de milbo te Pie qaalMade. tata.
da, cacto, etc. ; e bem aei o a v*a4a da feaa>
ros de estiva : f naba, feijao, aiibe, cara*, af-
ros, maaieita, pbosphoros. batatas e mtjttct ea-
tros genero* slimeoticeos sjae, serta
enamorar.
Sapera, poi?, o abis Miagse** ata* o i
lia e protecclo do rstataircis a ei
do respeilavl pabco, i ojtitai pete
ao referido estibelidmeate, certa
bem servido.
Reclfe, 7 de Majo da U
oatn firma raa-


.' ..". "


ItV
8

Diario de Pernambnco *exta-feira II de Maio de 11
SillllllJlllllllllllllllllC
i,
1 LUZ E
.DIAMANTE,!
LONGMAN & MARTNEZ, Z
NEW YORK.
Livre de Exploso, Fumaca ; Mo Cbetro mr
A venda em to os u
armazems de seceos e mo
^JMEJULiatlOI III
ANEMIA
Para curar radicalmente a anemia, ch-
lorose, on cores plidas, opilado frial-
dade, e todas as molestias qua tem sua
origem na pobresa do sangue.
Nao h remedio mais efficaz que as Pi-
lulas ante anmicas Brazileiras do Dr.
Silvino Cavalcante.
Formula approvada pela Illma* Junta
de Hygiene de Pernambuco.
Precos de urna caixa 1(5500
Meia dazia > 85000
Urna duzia 15$000
D1LPOSIT
BOTICA FRANCEZA
H. ROUQUAYaOL
22 Ra da Cruz n. 22
Agua asitica
Do Dr. Bosc
Preparado maravilhosa
para tingir instantneamen-
te a barba e os cabelles da
mais bonita cor prela e cas-
tanhos.
Preco de urna caixa 3$500
Meia duzia 20#0OO
Urna duzia 363000
DEPOSITO
BOTICA FlANCEZA
2 2 Ra da Cruz 2 2
fc AGRADAVEL *r
< O Q LU L O H Z J _l < Se recommenda como o melhor remedio da sua classe a n o H o > m m z o o 30 O >
^ EMULSAO j^
LAMAN E KEHP COMPOSTA DOS MAIS ESCOLHIDOS INGREDIENTES combinados ^cientficamente e a todos os respeiios a melhor preparadlo de OLEO DE FIGADO DE BACALHAO COM. HYP0PH0SPHTTO8
* DIGESTIVO *
Obras de Vime
Como aejam :
Cestos pra compras
BerC' 8
Balaios para* papel
Roopeiroa
e lindas cadeirss*
Ra Estreita do Rosario
(junto a Igreja)
Pogas- Mendes A C.
L1COKES, COONAU, V1NHOS. FI-
NOS gneros da primeira qualidade, e
tudo quanto aa pio deaejar para nma
boa dispensa, a precos os mais rosomidos
posaivel.
(Nao temos eompetidores
Ra Estreita do Rosario (junto a
Igr'J8)
Pocas Mendes & C.
Vinho da Se ira da
Estrella
Em aocoretas e garrafas,
todas as entras marcas,
mesa.
Roa Estreita do Rosario
I*reja)
Pocas Mendes C.
snpenor a
pnpno para
(junto da
Chegaram V
Se uestes oras de hortalicas e floras
Ra Estreita do Rosario (junto a Igreja
Pocas Mendes t C.
Queijos Italianos
Parniezoffl
Convida a seus freguezes para que vecham aproveitse
os saldos que ficaram do auno passado. e que ar
estao liquidando no anno novo, visto como o que
se receber este anuo custar o dobro do que e
vende ; a saber:
Cortes de Linn bordados a 15tfOCO e 305000.
Ditos da cachemira ricamente entortados a vedado 356CG0 e SOFOCO,
Ditos de cretone da aleaesia a 125000.
Cachemira de doas largara* de 2(5000 a 800 reia o covado.
MadapolSo toencaoo a 10S000 a peas*.
Dito oom di metro de largara a 1451.00.
Voiles lindsimos deseches a 200 reis o covado.
Meltoes para roapa de hornero a 1#500 o covado.
Casemiras inglesas a 35000 e 3-~00 o covado.
Ganga para coberta a 240 rea.
Cretone de 700 a 320 re.
Guardanapo de 64000 a 35000 a dazia.
Bramantes de linho oom 10 palmos de largara a 25800 a vara.
Fichas a 500 reis on.
Babados bordados de cor a600 e 800 reia 3&da pega.
Cortes de fustlo para collete a 15(00.
Lindsimos tecidoa arrendados de cur para cortiaadoi de 4.000 a 150C0 e !20C
o met'O.
AlgodSo americano 55000. 65000 e 75000 a pe;a.
Eapor**!kos pars sabor* a 45000.
dem para meninas a 25500.
Toalhas de foatSo a 6(5500 reis a dcsia.
Flaneila para vt-stidj, liadaa desechos a 400 e 500 rais.
Merinos pretos com duas largaras de 25000 a 800 reis o covado.
Sargelins de todaa as corea a 240 reis o corado.
Linona de core*, l>ndisimos padroea a 240 reia o covado.
Flaneila de qnadrea a 500 reis o covado.
FastSo braceo lin os desechos de 25000, 800 e 15000.
Rendas Eecocezas a 320 reis o covado.
Panco da Cotta lirtrado para mes a i56O0 o covado.
Cortinados do crochet a 1C|0 0 c 85000.
Se tas de cores 8vJ0 e 15000 reis.
Cobertores a 15300 ir.
Asim como muitos dutrop
artigos
qu
e se vende com
Rodolpho Antones & C*
9 Raa Dnane de Callas 9
lanvllha
FINAS COLCHA3 para cama. LIN-
DOS cortinados para cama a janeias,
precos sem compotencia. Elegantea
abjeetos da bisen ir, vidro, trra cotta para
toiletes. Grarjfio sortimecto de albnns
para ratrstes. Papel da fantasa para
cartas. Alem de muitos ostros artigns
qae o bello sexo encontrar sempre na
L-m oonbecids casa de ROJOLPHO
ANTONES & C*.
87Raa Doqc de Caxias67
PerfumEria
Grtde vries)e em estreos, ton'ccg dec'e
lirios, ojeos, acote Ce to'let. r- de onro a est-
eles; ."og m^borr* fabricantes ti- Pars
Loodro* ac.it -. de receber ora importante sor-
tmente
Coairoalo intaaes t C
I--*.
-^
-i. c-. 'a^,^
^tf
Cintas bespnnholas
Aita novidade para senhoras e ho-
rneas.
Novo sortimento receben a
NOTA BSFEBAKfCia.
63 Roa Duque de Csxbb'63
-->"
r'
YIDRARIA
como
grande reduc^ao de precos.
Grande quantiJadc de retalhos de chitast brns e
lans.
56 e 58 Ra Duque de Caxias 56 e 58
Loja e armazem das Estrellas
Telephone n# 210
FANTAZIAS
E' lindo o sirtimecto de tecidoa sendo
impoasivel de se descrever a grsnde va
riedada de tecidoB de fantazia, sedar,
lia, cscBOiik, embraiso brancas e de co-
res ; pede-se ao publico em geral a princi-
palmente as Szmts, familias de visitaren] o
CoDs^reFEO das Damas
Carvaho & AJmeida
RA DO CABGa' n. 8 e 10
Telephone 196
Galoes e Guarnicoes
Com vidrilho e sem vidrilbo acaba de
receber lindo sortimento o
GONGRESSO DAS DAMAS
Ltqaesde Gsze e Penaas
Ultima covidades de Pariz receben o
Cohgresso das Darcas
Bichas de Ham burgo
VeDte se e>r> graov-es o pequ >na3 porcea
apphea-pe veDtocaa reccas e sanadas i oa ro
das Laraoeeires n. 14-
E
Receben Joaaoim CDrisiovao & G raa do
Caboea n. II.
Santo Antonio, S. Joao e S.
Pedro
Na roa da Palma d. 20 existe grande quactl-
dirie de ba 6a de papel de seda de diversas
rd-es, duzia 35000
Traques de cbaxbo, milheiro 250
Kstalos para sorie, m lhtiro 4000
Vinho Bordeau*x
Fronaac e Hedoe
Vende se em qnanoias e eugarrafados Da
AJega Fortugueza
Roa das Laraogeira; c. &
Eunes Barbos?, Cooper i f,
Obras importantes sobre
Religiao
Espolio do finado
DR. FKLIPPB KERY COLLAgO
Os preiendeoies pcdejrj dnieir-se a Arraval,
^Lioba do Limoeiro) oodeacharSo cem anea ira-
tar e i/esta occas So, escolberao aa ebras qae
Ihesconvierem.
44RA BlAO DO TRUMPHO-
Viacbinas a vapor
Moendas
Rodas d'agua
Taixas fundidas e batidas
Taixas batid?s ssm cravaca"
Arados
44

i t
mm
POR
saviss se HOifins
i
QUINTA PABTB
OS ANZOES-DE CAMELIA
V
A desfafatez de Camelia
(Continua cSo)
-v Quando quer ir ?
J-
__ Tenho porta a minha carruagem.
Onda mora Mlle. Hermangarde ?
.Muito parto d'aqui. Mora na ra
Chauss d'Autiu n. 22. Vou n'um mo-
mento por o chale e o chapeo...
Camelia sahio e voltou ao cabo de
tres minutos, integramente prompta para
sanir.
7 Vamos, dsse ella.
Acautele-se, murmurou Renato, sor-
rindo-e, bem sabe que me prohibi fal-
lar lhe de amor...
De cerro.
E se interrogar a somnmbula, e
ella talmente 1er nos coragSee, ouvir-Ihe-
ha dizer que a amo.
Camelia no responden.
Vamos, disse ella pela sagunda vez ;
e ttlttfldo o hra^o de Renato, levou-o
\ ersos burlescos e rao bur-
lescos, de Leovigildo
(Escrtpio: m vaia3 pocas, ca varios es-
tilo?, cds sem varias preteocSrS*.
Vende ee Da lirraria de Hugo & C, roa !5
de Njrembro n. 45.
confite-
Cf de Sisas, fspedai qaai i
Vendern Venancio Lib'.ct & C, roa Daqoe
de Caxias n. 72, I* andar
sitio, onde de manha parara a carruagem
de Camelia. No menino instante apeia-
ram-se os dous. A casa era magnifica; a
escada larga e aceiadissima. Camelia di-
rigi-se a urna porteira muito graciosa e
perguntou-lhe :
Diz-me em que andar mora Mlle.
Hermengarde ?
No segundo, minha senhora... E'
mpossivel haver engao, porque nio ha
seno urna porta.
Muito bem.
Renato e Camelia subiram.
Abrio-lhes a porta e introduzio-os silen-
ciosamente n'uma sala onde nao se chava
ninguem, um negro de libr. No mio
desta sala havia urna mesa redonda, co-
berta de jornaes, de brochuras e albuns,
destinados a illudir a impaciencia dos
clientes da somnmbula as oecasioes de
grande afluencia. O negro reappareceu
ponco depois, fez signal a Renato e a Ca-
mila para que o acompanhassem, e guiou-
08 por um corredor muito comprido a um
gabinete espacoso, forrado a damasco ver-
de e em que alm do tapete muito espesso,
nao se va senito um grande divn e urna
poltrona tambem de extraordinarias di-
mensoes.
Neste gabinete achavam-se j duas pes-
soas : urna joven de 20 a 25 annos e um
horaem de 40 a 45, muito alto e prodi-
giosamente magro-; a joven tinha um ves-
tido branco, e o homem, casaca preta,
gravata branca, chin grsalho e oculos de
aro de onro ; a joven era Mlle. Hemen-
garde, e o homem vestido de preto o seu
magnetisador.
A somnmbula poda passar por bonita,
apezar da extrema pallidez, da fadiga que
se lhe notava as feces e do semicrculo
cinzento que se lhe via por debaixo dos
olhos. Emmoldurava-lhe o rosto, fecSes
suavea e regulares, mas sem frescura, du-
/ do mancebp pirou no xamaao ^ transa da cabello pretoa.
DERNIRE GKEATION
WLHELM KEGEK
Frankfurt a M.
I PARFUMERIB
NIRWANA
BOUQUET DELEXPOSITION
CHICAGO
La Maison obtiat Texposition
de Chicago Fuique Medaille
Bonita eclleccSo de finas tacas de
porcelana, recebaran!
PEDRO ANTUNES & C. \
S Rust Bac;ne de Catxtsts
1 BUOUTBRIAS
| Lindes grampos de brilhanta do
Cacada, chatilainea, pols-iraa, meias
finas, pedras e irntoa ootros artigos
fj NOVA ESPERANCA
63 Roa Ddqoc dr Caxias 63
O maia completo e variado sortimento
para homens, aanhoras a meninos.
Sedas
Brancas, pretas e de cores, lisas e la*
vradas.
Cachemiras
Ccrtes bordados, erpartiihos, lino-.s,
perct linas, levantinas, crotones, zephiro,
chapeos da sol, camisas, pochos, collari-
nhos e paitilbos.
Perfumaras dos melhores fabricantes,
etc., etc.
Todo se encontra por presos resumi-
disiimos
NA
La Gran Via
8 A-Boa da lmperalriz-S8 A
DE
Otnon Suva 9* C.
Fabrica de movis a
vapor
DE
Silva Fe.Dsndes i C
48Ra de S. Joao48
Promptifica se qaalqner encommenda
de marcenara ou carpintera, oom a
maior presteza e por prejos rasoaveis.
Compra-se madeira de boa qualidade.
"~Aceita-8e artistat marcineiroa e cara-
pinas) que sejam peritos ; a tambem ad
mitte se aprendices pegando-se desde lo-
go algam ordenado.
DEPOSITO
4MUa Bro da Vicloria-49
:%FKITI3 PAR CABBLLM
Para iheairo, caranieoioa a baile*
fVeebsrio noro fortiorrto
Cuarndo, anlnnrn A C.
A BRISA
Bolsas de walna
Uai>ariado ponimenln aoba a> receber
Cooradlo taiane
Bijouterias
Noto sortimento em alQoetes rara catata ,
reloglos, poiceiras, brvcbea e botoes oe oaro
romano; Receben
toiirU'. A ai ii nra h---------------------__
(. arrinhos de Passeio
Para, erlinra*
Feries a elegantea acab>m "aeihefra- pa:a
Conrado. Aalanea A C.
A BRISA
Praqi da Independencia
Cajurubeba
Eate enrgico e prodigioso medicamen-
to, qae comecoa ser valgarisado em
1883, a qoe tfio proficuos resaltados tea
produaio na cara do reamatbismo, mo-
lestias de pelle, lenoorrheas, aathma.'nos
sorTrimeotos ocesaionados pela imparesado
s&cgae, e ca diffjreces tormaa da rvaau-
lia, eateve por algam tempo part.adu per
sircometancias imperiosa; a boje, pora,
reapparece com todo san vigor; a da
esperar qua continua a merecardo Ilus-
trado publico ne.'ma teceitacao de que
seo-pre gosoo.
Approvado pela respeitsvel Junta Cen-
tral de Bygrene, por Deoretoa de 2 de
Jocho de 1883 e 18 da Abril de 1885.
Composlclo
FirmlGO Cacdidd de Figoeiredo
PROPAGADORES
Bapsta & Fi^ueiredo
A venda em qaalqeer Pbarmacia.
0 magnetisador tinha o que est con-
vencionado denominar-se boa figura : o
nariz comprido e recurvado fazia lembrar
o bico de urna ave de rapia, o sob os
oculos de aro de ouro piscavam ns olhi-
nhos pardos e sobremodo falsos ; a bocea
pareca ter sido aberta com um golpe de
faca, por isso qne se lhe nao viam os la-
bios. Era, em summa, urna physonomia
que exprima astucia, avidez, e urna mul-
tidlo de outras mis paixoes.
VI
A somnmbula
O velho discpulo de Mesmer, cujo des-
gracioso retrato tragava nc fim do capi-
tulo precdante, um empyrico de origem
allemit, conhecido por Dr. Brunner.
lidade de um autoraato. Renato julgou
at que lhe ouvia estalar os ossos.
Nos, mademoiselle, disse Camelia a
Hermengarde, desejamos consultal-a...
Estou sua disposisao, minha se-
nhora, retorquio a somnmbula. E de-
pois de ter feito signal ao doutor, sen-
tou-se na grande poltrona que estava no
meio do gabinete.
Camelia quasi se deitou no divn de
que fallamos. Renato permanecen em p,
sobremodo atiento ao que se passava, e
nada disposto a dar f lucidez da som-
nmbula e s suas revelaoes, se acaso as
fizesse.
O doutor comecou os passes magn-
ticos.
De certo nenhum dos leitores tem dei-
xado de assistir ao menos urna vez a sce-
nas deste genero; dispensar-nos-hemos,
porfanto, de entrar em pormenores de-
. ClTELtnil
Testaras, cantalea e navaltas o que se pode
desejar de mais fino recoberSo
Conradi*. Anluaea ft C.
A' B R I S A
Praga da Independencia
Bieos e rendas, novidades
ecebero
Conrado. Aniunee A C.
A 6'Rll
Praga da Independencia n. 4, 6, 8 e 10
Andar toda a sua vida a correr atraz! raasiado extensos, e que poderiam parecer
da nomeada e do dinheiro, sem nunca po- insignificantes. Diremos apenas que,
der alcansar urna em outra ; nao era, propor?o que as mos do doutor pare-
porm, despido de certo mrito, e talvez
houvcsse chegado a sahir da obscuridade
que o opprimia, se por duas vezes se n&o
tivesse achado envolvido em varios casos
de aborto, que por fim tnham terminado
no tribunal.
O Dr. Brunner fora por duas vezes ab
solvido, mas nena por isso deixra de ficar
sob o peso de terriveis suspeitas que as-
sustavam a clientela que por ventura a
sciencia real do medico teria podido con-
quistar. Em urna palavra, para viver
aphava-se o Dr. Brunner reduzido a ser o
cornaca de urna somnmbula e a aceitar
os magros emolumentos que lhe conceda
em cada vez.
Mlle. Hermengarde inclinou-se profun-
damente entre os recem-chegadoa, aos
quaes pareceu lancar um olhar vido e
investigador. 0 doutor fea am cumipri-
mento com a empertigac^p e impassibi-
ciam descarregar o fluido magntico, mo-
vendo-se a poucas linhas de distancia do
rosto e do peito de Mlle. Hermengarde,
sentio esta successivos abalos, a ponto de
se lhe ver percorrer todos os membros
urna especie de tremor nervoso. A pouco
e pouco foj-am cessando estes estremeci-
mentos. A fadiga que se notava na phy-
sonomia da somnmbula, foi substituida
pela mais perfeita serenidade, e por urna
expressSo de verdadeira beatitude. Depois
moveu a cabeca de um para o outro lado,
e afinal deixou-a pender sobre o hombro
direito. O doutor assumio um ar de
trinmpho modesto, e po2 termo aos passes.
t EntSo ? perguntou Renato.
Dorme, replicou Brunner.
Est certo disso ?
Poderia atravessar-lhe as carnet
com um alfinete, que o nSo sentira..
Ora odena!
Tem vootade de experimentar ?
Isso tenho...
NSo ha nada mais fcil.
E ao passo que ssim fallava, tirn o
doutor do rebujo da casaca urna agulha
de duas pollegadas de compriraento, e
agudissima.
Aqu tem... disse elle offerecendo a
agulha a Renato : experimente ..
Renato pegou na mo branca e diapha-
na da somnmbula e cravou-lhe o bico da
agulha. Camelia soltou um gritnho, mas
Mlle. Hermengarde nem pestanejou. Re-
nato tirou a aguiha, a pflle purpurisou-se
com urna gotta de sangue, e o mancebo
Iargou a mo, que tornou a cahir inerte ao
lado da somnmbula.
Ento que diz ? perguntou o dou-
tor.
Digo que real a insensibilidade
desta senhora, ou que sobrenatural a
sua coragem.
Pode duvidar quanto quizer, por-
que em breve ter que se render evi-
dencia.
Mas, perguntou Renato, mademoi-
selle pode fallar apezar do somno era que
est immersa ?
ssim o supponho.
Mas entSo nao tem a certeza ?
Nao. Neste momento, pilo menos-,
E como que ha de certificar-se ?
Interrogando... oque vou fazer
immeditamente.
O doutor approximou-se de Mlle. Her-
mengarde, fez-lbe dous ou tres passes por
cima da cabe$a Com a mfio direita, e per-
guntou-lhe :
Dorme ?
Durmo... responden a somnmbula
ao cabo de un instante e com voz extra-
ordinaria.
Est laoida ?
Estou.
^ Pouco on |nuito 9
Grandes engenhos
Vende-re oe arrela fe
0 abaixo a88ignado tero r*solTldo vender oe
arrenda- seos engenhos Parto Rico e Porto Ale-
gre, a tratar neeta cidade. Dismm seis legaas
pira p en-co de Palmares, por bots estradas
para carro. Veude se as eaf-a criada, talos
e anlmaea pelo qae valerem. laammodos de
earjie ievam-i o a este fia).
Palmares, 1 de Malo de IS94.
___________________Joao Prlu Pereirs.
Alfa'atara Moderna
[18-Raa Larga do Rosarlo18
Acaba-ee de abnr orna nota slfaiata'ia. com
esplendido setimt-dto de casemiras. cheviotea e
orins, nltimas novidades de Pars e Lcndrei.
A oflicloa dirigida por am babil e cocb.ciio
artista.
Os seus t>roDrietrrJ8 pedem oras v'siti na
sen esiabelecimento
CAMPOS A MAIA
Gi anif> ementeira de
cafeseiros
Na faipnda Serra Grande do monicipio da
Victoria. Estado de Pernamboco, tsm pa-a ven-
der do dia I* de M. i > m diaote, cerca de don-
milbOes de pea de rafesrlro-, rojos preco, tas
maobus, qnalidades e mais explicacCes,veja-te o
c.'onal do R?cife.
Engenho
Vende-se o engenbo Canaodcbi, na comarca
de J-boLt). dietant sei<> leguas da estacio.
mnitj oom a'.-coa. esm exte-isa? ter-ag e matas
pan safrej .r a'e i 000 pa.-s d; assecar anooal-
meule : a tratar na raa > arlo da Vr-toria n. 60
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iodo o Brasil.
BROWHSft Q,
Muito.
Por consegrante... vif
Vcrci, se me ordenar que veja.
E se lhe dirigir algumas perguntas,
responder a ellas V
Interroguem-me.
O doutor voltou-se para Renato e para
Camelia.
Na verdade, disse-lhe elle, a sorte
favoreee-os de um modo inaudito.. /Nun-
ca vi Hermengarde to prodigiosamente
lucida... E' o senhor ou a senhora quo
deseja interrogal-a ?
Camelia levantou-se do divn, e appro-
ximou-se.
Eu, disse ella.
D-me a sua m3o, disse o doutor.
Vou pol-a em contacto com Hermengarde,
nara que possa interrogal-a ..
E poz a mSo direita de Camelia na mo
esquerda de Hermengarde.
Agora, proseguio o doutor, queira
interrogal-a, que ha de responder-lhe.
Camelia pareceu reflectir por um mo-
mento, e diss em seguida :
Sabe o que quero perguntar-lhe ?
Sei.
Pode dizer-m'o?
Sem duvida. Quer inerr >gar-me
acerca de urna pcaeoa...
*> Homem ou muiher ?
E' um homem.
Ve-o?
a De-me urna poreSo dos seas cabellos
ou pelo menos abum objecto que lhe per-
tenca, e vel-o-hei...
Camelia tirou do dedo de Renato,
anel, e fez o que Use dissera a sol
bula.
Vejo .. vejo... exclamou ella O***
ao mesmo tempo.
V-o?
(Ctmtima}.
Tjp 4o P*ri*l m JM ***** *
latoom
9 moa

I

*
.
^^


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