Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16673

Full Text

Qnin \ihi:ho 104
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados. 8$00
Por seis mezes adiantados. v. 15*000
Por um anno adiantado 30&000 ,
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAQES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre & C.*, residentes em Pars34 rae de
Provence
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGAJjPORTE
Por seis mezes adiantados. 16|500
Por um anno adiantado 33$000
Numero avulso do mesmo da. *100
Numero avulso de dias anteriores. |200
Telegrammas
s::,-:::: partculas jo biabio
Rio de Janeiro, 8 de Maio, s G
horas e 30 minutos da tarde (recebido
na estaco 1 hora da madrugada de 9
e entregue as 7 horas da manha).
Tanto no Senado como na Cmara des
Dcputados nao houve sessao hoje por
falta de numero.
No Senado foi hoje apresentado o
orcamento do Interior para 1895.
A Cmara dos Deputados, se fker
sessio amanha tratar em i. logar dos
pareceres pendentes.
Hontem na Secretaria do Interior,
houve reunio do deputados da maioria.
N'essa reunio foi cscolhido o Sr. Gli-
cerio novamente para leader.
Reuniram maiores pjobabilidades para
a eleico de presidente da Cmara os
Deputados Dr. Rosa e Silva e Antonio
Olyntho.
Consta que vo ser dispensados al-
guns professores e substitutos da Escola
Naval, entre os quaes se acham o capito
de fragata reformado Bueno Brando e os
i. tenentes Nelson Vasconcellos c Albu-
querque Cavalcante.
Buenos-Ayres, 9 de Maio.
O ex-almirante Saldanha da Gama vcio
conferenciar com o Dr. Silveira Martins
e o ex-almirante Custodio Jos de Mello,
e seguir depois para Lisboa.
Lima, 9 de Maio.
O presidente" da Repblica Borgonofoi
vaiado na praca bos Touros.
Madrid, 9 de Maio.
Apparcceu o cholera em Tuy (?]
Roma, 9 de Maio.
Venzi, mo?o pertencente urna fami-
lia nobre, suicidou-se, depois de haver
assassinado sua noiva, filha do Sr. Libe-
rati, director da Secretaria da Guerra.
No parlamento foi approvado o or-
camento do Ministerio do Exterior.
Londres, 9 de Maio.
O Times denuncia urna prxima
sublevaco geral na Inuia.
Rio de Janeiro, 9 de Maio, s 5
horas e50 minutos da tarde (recebido na
estaco s" horas e 55 minutos da noite, e
entregue s 8 horas e 15 minutos).
Na Cmara dos Deputados discutio-se
hoje diversos pareceres sobre eleicoes,
nao se votando porm por falta de nu-
mero.
Entre esesjpareceres est o relativo ao
i. districto de Pernambuco, ficando a
respectiva discusso encerrada.
O Senado clegeu para seu vicepresi-
dente o Dr. Ubaldino, e reclegeu os de-
mais membros da mesa,
A taxa do cambio sobre Londres foi
hoje 0e 3/4 d. por 1000.
FOLHSTIM
I
:AVI3S
POR
12 acsimss
.f
QUISTA PAETB
OS NZOES DE CAMELIA
V
A desfacatez de Camelia
(Continuaco)
Polo contrario, cem vezes peior !
exclamou Camelia. Auiando-o perdera
nao s o msu coracito, mas anda a minha
independencia, porque o meu ex-amante
conhecia-ma perfeitamente; no dia em
que me entregasse a outro, dizia adeu9
aos meus doze mil francos de renda.
E a joven desatou a rir.
__ Minha querida senhora, disse entao
Renato, lia as suas palavraa urna cousa
que muito me admira e que at um pouco
me offende..
O que ? .
__ E' que Ihe ouvi, ja por duas vezes
alludir a esse rendimento de doze mil
francos/ due parderia se me amasse...
Enao?
Suppunha que o barao de Gastelli
lhebouvesse fallado de mim.
Falln, com effeito.
ms-rnu^io roriLLAi
EDCAgAO
DROIanAl. H3BAL 2 P2TSICA
HERBERT SPENGER
CAPITULO JV
A Educaco Pliysica
Com o vestuario, como com a alimentnco, a
tendencia para urna insufliciench perniciosa.
X'este ponto tambem, manifesta-se o ascetisni).
A tlieoria corrente, ssno apresentada em formu-
las definitivas, pelo menos vagamente expressa
establece, que nao se deve prestar allencao s
nossas sensaces.
Que ellas nao pdem servir-nos de guia, mas
de extravio, parece s:racrenca vulgar, redu-
zida sua forma mais na. E' um grave erro ;
porque nos somos constituidos muito mais ntel-
ligentemrate. A causa habitual dos nossos ma-
les phvsicos nao a obediencia s nossas sen-
saces", mas a desobediencia a ellas. O que faz
mal nao comer quando ha f jiue, mas comer
quando nao a ha.
O vicio nao beber quando ha sede, mais
continuar a beber depois le apagada a sede. O
mal nao est em respirar aquelle ar fresco que
tio agradavel s pessoas que gosain saurte :
mas em respirar ar viciado, apezar do protesto
dos putmes. O mal nao est em elTiCtuar exer-
cicios activos para os quaes, como se pode ver
as crianras, a natureza lortemente nos impel
le ; mas em desprezar continuamente os dicta-
mes da natureza. Nao predijudicial a activida-
de espontanea e deleitosa- mas aquella que
continuada a despeito da febre e dos incommo-
dos de cabera. .
O exercicio physico que agradavel ou indi-
ferente nio o que prejudica; mas aquel le que
(' continuado quando o cansaro o prohibe. Ver-
dade que as sensagOes nao sao guias valiosas
para as pessoas que vivem constantemente na
doenca ; as pessoas que durante inuitos annos
teem vivido constantemente em casa, que exer-
cem excesivamente o cerebro, mas cousa algu-
ma o corpo, que para jantar nunca consultaram
o estomago mais o relogio, pdem na verdade
ser engaadas pelos seus viciados sentimentos.
Mas o seu estado anormal j 1 o resultado das
transgressos aos seus sentimentos. Se nunca,
desde a infancia, tivesse desobedecido ao que
nos podemos chamara consciencia physica,ella
nunca ralbara, mas continuara a ser um moni-
tor fiel. ,
Entre as sensares que nos servem de guia
ha o calor e o frite qualquer vestuario feto
para enancas sem ter rigorosamente em vista
estas sensares, est coudemnado. A nocao
vulgar de que necessario enrijar um pre-
judicial engao. Muitas enancas tem ido -enri-
jar fra do mundo: e aquellas que sobrevivem
a um tal rgimen bao de soffrer constantemente,
quer no seu desenvolvimento, quer na sua cori-
stituicao. A sua appareiicia delicada indica de
sobra"o mal producido, e os frequentcs ataques
das doencas devem ser um aviso para os paes
frivolos diz o doutor Combe. A base em qu?
se fundamenta esta theoria extremamente su-
perficial. Os paes ricos, vendo os rapases e as
raparigas dos lavradores a brincar a todo o ar,
apenas' semi-vestidos, e, addicionando a este
fado a geral sade da populacho dos campos,
tira a injustificada conclusao que a saude e o
resultado da exposiro ao ar, c resol ve que os
seus proprios filhos andem pouco enroupados !
Esquoce que o rapazio que salta nos adros das
aldeias a muitos respeitos, favorecidos pelas
circumstanciasque a sua vida gasta-se em
quasi perpetuos divertimentos; que esta todo
o dia respirando o ar fresco; e que o seu sys-
tema nunca perturbado pelas sobre-excita-
ces do cerebro. Embora pareca o contrario, o
bom estado da sua sade mantido, nao em
consequencia do seu pouco vestuario, mas a des-
peito da falta delle. Ksta conclusaoa que nos
consideramos ser a verdadeira; porque a perla
de calor animal a que esto sujeitog os rapazes
do campo um prejuizo inevitavel."
'/Continua/.
PARTE OFFICIAL
Actos do poder executivo
Decreto n. 1692 A-de 10 de Abril de 1894
Approva o rcgulamento dos Correios da
Repblica
O Vice-Presidente da Repblica dos Estados-
Unidos do Prasd resolve, em cumprimento da3
disDosices do decreto n- 194 de 11 de Outubro
Nao ihe disse ser eu rico ?
D'sse ; mas que importa isso?
Importa, de certo... Iniporta-rae a
mim vel-a convencida de que nao sou ca-
paz de fazer o que outro feria, e mesmo
mais largamente ; e que nenhuma mulher
podar dizer que, dando-me o seu cora-
gao, fez um contracto em que ficou lasa-
da ..
Os labios de Camelia franziram-se com
o sorriso amargo do amor-proprio ofendi-
do ; recostou-se na poltrona, poz a mao n?.
ilharga, fitou Renato e exclamou cora voz
clara e em tom de zombaria :
O Sr. de Savenay, segundo me pa-
rece, est com ideas da me propor um
contracto... Depois do qae tiva a honra
de Ihe dizer, permitta-me accrcscentar que
n3o estou venda !
Renato permaneceu um instante como
que atordoado pelo efieito chqaefla.phr.ase
de dous guies ; mas depois ropTOOu como
pode.
E a conversajao continuon.
Nao seguiremos os dous interlocutores
nos meandros do seu dialogo, para o qual
seria necessaria uma infinidade de pagi-
nas, por isso que durou perto de tres ho-
ras ; liinitar-nos-hemos a dar conta delle
em resumo.
Apoz longa discusso e
tergiversajSes, as quaes
scintillar todas as faces do seu espirito,
ficou combinado que, como ella e Renato
pareciam experimentar, emplmente expe-
nmentavam, grande prazer em estar jun-
tos, achar-se-hia a casa da ra de Pro-
venga, todos os dias aborta para o man-
cebo, do meio-dia s duas horas^; mas,
com a condicao expressa de que iria alli
como um amigo, e que nunca por uma
palavra ou por um gesto, testemuuharia
de 1893, que estabelece as bases para reorga-
nisacao dos Correios da |Republica, para cor-
responder s exigencias e desenvolvimento do
servico postal, approvar o reaulameoto que
com este baixa, assignado pelo engenbeiro loac
F.lippe Pereira, ministro e secretario de Es-
tado dos Negocios da industria, viacao c obras
publicas que assim o faca executar.
Capital Federal, 1U de Abril de 1894, 6. da
Repblica.
Flobiano PbiXoto,
Joo Felippe Pereira.
RegulJimcnt da Reparticao Geral
dos Correios a que se refere o de-
creto n. 169* A desta data
PRIMEIRA PARTE
no CORREIO FEDERAL E SEUS SERVCOS
TITULO I
DO SERVICO POSTAL INTERN'O
CAPITULO I
A niein compele o servico dos correios-a cargo
de (uem est o que comprehendemonopolio
da Unidoo que est excluid do monopolio -o
qae os correios expedem eo que deixam de ex-
pedir
Art. 1." O servico dos Correios federaes^Ia
Repblica dos Estudos-mdos do Bral compe-
te a Uniio e esl a cargo du Ministerio da In-
dustria, Viaco e Obras Publicas.
Ari. 2." Este serrico divide-se era-interno
ou nacional, e externo ou internacional :
I. O inierno comprehende a recepco.trans-
missao v a entrega de correspondencias de qual-
quer natureza, dentro dos limites do territorio
da Repblica;
2.* externo-consiste na permutagao reci-
proca de correspondencias entre os Correios
da Repblica e as reparlicocs dos Correios es-
tabelecidos no territorio da Unio Postal Uni-
versal e as situadas fra desse territorio, e bem
assim na execucao de servicos que decorram
de tratados e convences.
Art. 3 A Unio tem monopolio :
i. Do transporte e distribuicfio de cartas-mis-
sivas, fechadas, e de correspondencias de qual-
quT natureza, fechadas como carta ;
i. Do fabrico, emissaoe venda de sellos, car-
tas-bilhetn, bilhetes postaos, sobre-cartas, cin-
tas eslampilhadas e de quaesquer oulras for-
mulas em que houver estampilhas poslaes.
Art 4 Esto excluidos do monopolio de
transporte pelo Correio :
l. As cartas abertas ;
2. As cartas fian meadas o carimbadas nos
Correios de origem, conduzidas por qualquer
pessoa e as que j tenhara transitado no Cor-
reio ;
3." As que forem transportadas entre dous
pontos onde nao lija servico postal:
4." As que forem levadas a uma estago do
Correio.
o." As que forem transportadas no recinto das
cidades, vla* c povoactes ondenfto baja s^r-
viio de caixas, para collecta de eorrcspoiden-
cfas p. distribuicao domiciliaria, e as que as
cidades. villas e povoaces, onde houver cai-
xas para collecta c distribuifio domiciliaria,
qualquer pessoa h'zer transportar por servido-
res seus.
C." As cartas fechadas relativas a servico das
estradas de ferro, das corapanbias de navega-
gao c de transporte, em transitnos trens, car-
ros ou embarcaces, com endereco a suas res-
pectivas estages ou agencias.
Art. 5." Alm do transporte de cartas-missivas,
fechadas, inclusive as cartas-bilhete, e de cor-
respondencias de qualquer natureza, fechadas
como carta reservado ao monopolio ua Unio, o
Correio recebe, expede e distribue):
Io, bilhetes postaes;
2, manuscriptos ;
3o, impressos ;
4o, amostra? de mercaduras ;
5,cncommendas.
Art. 6. O Correio tambem executa os servicos
seguintes:
1. recebe, expede e distribue corresponden-
cias com ou sem valor declarado, e sob as for-
malidades do registro;
2o, earitte e paga vales poslaes ,
3o, procede a cobranca, por conta de terceiros,
de recibos, litulos e obrigages, pagaveis i
vista;
V, encarrega-se de tomar assignaturas de;or-
oacs c publieacies peridicas ;
5, fornece livretes de identidade a quem os
requisitar.
Art. 7. O correio nao expede ncra aistnbue :
1, objecto cuja manipulado possaserdamno-
sa ao pessoal ou s correspondencias;
2o, carta, pacote ou qualquer objecto de cor-
respondencias que contenha artigos de ouro,
prata, bronze ou nickel, ou de qualquer outro
metal de valor, moedas que estiverem era circu-
lado, joias, pedras finas, cbjectos preciosos ou
sujeitos a direitos de Alfandega, excepto as en-
coramendas registradas com declaraco de valor;
3o, papel moeda, tituios e valores ao portador
pagaveis vista ou a pra-o, bilhetes de lotera,
interminaveis
Camelia lez
0 desejo e intenco de sahir do terreno
neutro da amizade para forragear no do
amor. A mais ligeira infraceo deste
tratado devia ser punida com expulso
immediata e sem appellacSo. Renato
sujeitou-se a tudo que Camelia julgou
conveniente exigir, e afinal despedio-so
da ladina peccadora, radiante de satisfa-
go intima, e convencido da que dra um
grande passo.
Apenas elle sahio, esfregou Camelia as
mos, persuadida, e com razo, de que
fra ainda muito maior o que ella dra.
Com effeito nao Ihe propuzera Renato
logo na primeira vista, e apoz cinco mi-
nutos de cotiversacSo, um contracto de
doze mil libras de "renda para substituir
o subsidio imaginario do tal inoeo e nobre
esrangeiro, que nao existi nunca seno
na imaginaco de Camelia, personagem
de pura e simples* phantasia, inventado
para as necessidades das circumstan-
cias ? Camelia recusara : Camelia nao
ignorava que o pescador que puxa com
demasiada pressa a linha, perde muitas
vezes o peixe que j comesava a morder
no anzol, e que Ihe bastariam para 0
apanhar alguns segundos de paciencia.
Alm disso Camelia era insaciavel, e vis-
to que Renato se Ihe offerecia como presa
fcil e condescendente necessitava come-
car por Ihe adormecer toda a possibilida-
de de suspeita e desconfiauca para me-
lhor o despojar.
De entio em diante aproveitou Renato
amplamente a permissao que obtivera de
Camelia ; todos os dias ao raeio-d a apre-
sentava-so em casa della, e as mais das
vexes ultrapassavam as suas visitas o li-
mite das duas horas que haviam sido mar-
cadas, Seria amor o que o Sr. de Save-
excepto em carta registrada com valor decla-
rado ;
4, artefactos, desenos e pubcaces obsce-
nas.
S, objectos com endereco ou dizeres injurio-
sos, ameagadores ou indecentes;
6, animaes vivos, ou morios quando inconve-
nientemente preparados ou acondicionados ;
7, plantas vivas e outros oraos de plantas,
taes cpmoestacas, enxertos, folhas, ramos, flo-
res e mizes de plantas, ou sementes, cujo tran-
porte.^r suspeita ne alguma molestia ou praga,
lenha sido prohibido pelo Governo,
8o, todo equaluuer objecto de correspondencia,
cujo peso, Vlume e condiges de recebimento
nao estiverem de accordo cora as regras estabe-
lecidas neste regulamenio.
CAPITULO II
DA RESPONSABILIDADE DA UNlXO
Art. 8." A Unio responsavel :
Io, pelos valores declarados em carta e as en-
commendas registradas;
2o, pelas quantias entregues ao Correio para a
emisso de vales;
3o, pelas importancias representadas em vales,
legaltaente erniltidos, depois de recebidos os
competentes avisos ;
4o, pelas importancias recebidas de cobrangas
por intermedio do Correio e por conta de tercei-
ros, de titulo?, letras e obrigag5es pagaveis
vista;
5", pelas importancias recebidas para assigna-
turas de jornaes c oulras publicagoes peridicas;
6o, pelos valores a que se referem os casos pre-
vistos nos aceordos e convenios internacionaes.
Art. 9." A Unio paga :
Jl." Ao remetiente ou destinatario de carta
registrada com valor declarado ou de cncom-
menda cem declaraco de valor :
Io, no caso de extravo ou perda total, a im-
portancia integral do valor;
x, no caso de extravio ou perda parcial, a im-
portancia correspondente ao valor que faltar al
ao lmite da declarago.
1" As importancias recebidas por cobranga
de letras, ttulos e obrigaces, no caso de perda
ou extravio, deduzidas asdespezas efectuadas e
bem assim as importancias destinadas assig-
natura de jornaes e outras publicares peridi-
cas, quando nao entregues aos editores, geren-
tes, administradores ou emprezarios das resfe
ridas publicagoes, deduzidas as despezas.
Art. 10. Quando eonvier ao Correio, a indem-
nisugao de eiieonuncndas de que trata o n. 1 do
art. 8 ser feita por objecto igual ao que se ti-
ver perdido ou extraviado.
Art. U. A Unio fica subrogada nos direitos
dos remetteutes ou destinatarios de carias ou 80-
commendas com valor declarado, logo que pa-
gue a rispectiva indemnisago.
Art 12. A responsabilidade da Unio cessa :
1." quando as correspondencias, magos, en-
commendas. vales e outras importancias tenbam
sido entregues, medante a orova de recibo, aos
destinadnos, pessoa doua familia ou que com
elles residam, aos seus erapregados ou procura-
dores ;
2", quando a reclamago for feita depois ao
prazo marcado para esse tim ;
3", nos casos de forga maior.
1." 0 direilo reclamago por valores per-
didos ou extraviados prescreve, decorrido um
anno. a contarda data do registro da correspon-
dencia, da emissio dos vales, da entrega dos do-
cumentos para a cobrauc; ou do dinheiro para
asslgnatura de jornaes e outras publicagoes pe-
ridicas. .
2." Sao caso3 de forga raaior : guerra civil
ou estrangeira, incendio, inuodago, naufragio,
desastre :n estradas di ferro, do qual resulte
perda ou destruigo das malas ou das correspon-
dencias, tomada ou roubo, rao armada, de
malas, correspondencias e valores nellas cou-
dos, do poder dos erapregados, conductores ou
estafetas.
% 3." Nao sSo considerados casos de forga maior
a tomada, rou'o ou subtraego de malas, de cor-
respondencias c dos valores nellas comidos, pra-
ticados por empregados do Correio ou encarre-
gados de servigo postal por cujas mos tenham
passado as malas, correspondencias e valores a
cuja guarda estiverem confiados, e bem assim a
ausencia forgada em virtude do servgo publico.
Art. 13. A Unio nao e responsavel:
1, pelos valores nao declarados, incluidos em
cartas e outros objeclos de correspondencias re-
gistradas ou nao;
2", pelo extravio, perda tota' ou parcial de t-
tulos para cobrangas que nao chegarera a ser
effectuadas;
3", pelas consequencias da demora na trans-
raisso ou na cobranga d03 ditos titulo?, moti-
vada por erros ou oraisses commettidos pelos
remetientes: ...
4.; pela interrupgo ou suspensao da publica-
go dos jornaes, revistas e peridicos, cujas as-
signaturas tenham sido pagas;
> pelos prejuizos resultantes de avarias as
correspondencias e encommendas por accidentes
de transporte ou de manipulago ;
6 pelas cartas e objectos de correspondencia
r
nay experimentava pela peccadora ? Nos
nao o acreditamos. **
Renato nao era susceptivel de experi-
mentar esse sentimento divino, alm disso
o material dos seus dasejos partencia a
Bartha da Croy, cuja imagem longinqua e
quasi apagada Ihe oceupava ainda um lu-
gar na sua alma, quando elle se nao acha-
va sob o encanto immadiato da fascinaco
real que nelle esercia Camelia. O phano-
meno moral que Mximo da Bracy confir-
mara, contando a Renato a historia do seu
duplo amor por Margarida e por Diaria,
reproduzia-se assim da certo modo.
Nao, nao, o Sr. do Savenay nao amava
Camelia, mas desejava-a loucamonte ; e
ella todos os dias com uma habilidade in-
fernal, e sob pretexto de extinguir a
chamma que fizera nascer, o Cujos pro-
gressos estudava vida e cuidadosamente,
ateiava-a cada vez mais.
Assim conservava Renato na convenien-
te distancia, nao Ihe permittindo transpor
o apartado circulo em que o encerrara.
Com .uma.palavra, com um gasto, com um
olhar, mpunha ella silencio aos impulsos
apaixonados do mancebo ; e se elle inten-
tava reagir, se diligenciava tirar a masca-
ra de uma engaadora e respeiosa ami-
zade, a sua physionomia expressava logo
um pezar tito real que Renato curvava a
caba$a e subraettia-se dcilmente ao jugo.
Necassitaremos nos dizer que decorreu
a primeira semana sem que o Sr. da Save-
nay se atrevesse sequer a pronunciar o no-
me do bar8u de Castelli, que por conse-
quencia nao se effectura a ceia e que per-
der elle a aposta ?
Ao cabo de quinza dias julgou Camelia
ser tempo de dar ao seu papel uma cor, e
de fazer caminhar para o desfecho a come-
dia em que era ncomparavei actriz.
ou quantias que os particulares entregarera a
empregados do Correio, nao encarregados do
servigo do registro ou de emissSo de vales, para
registrar com valor declarado, converter em va
les ou applicar a outro servigo, ou aos proprio3
encarregados do servigo, quando estiverem fra
do recinto das repartigoes ou lugares destinados
a execugo de taes servigos.
Art. 14. Os empregados do Correio sao pessoal-
raente responsaveis por todas as faltas, irregu-
laridades ou crimes que praticarem no desempe-
o de suas fuDCSes.
(Continua).
Questura Policial
2.' secr-So X. 99.Secretaria da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, em 8 de
Maio de 1894.
Sr. Dr. Governador.Participo-vos queforam
hontem repolludos Casa de etengo os se-
guintes individuos :
A' minha ordem, Augusto Menezes, remetlido
pelo subdelegado da freguezia de Santo Antonio,
para averiguagOes policiaes e Genuino Accioly
de Oliveira ou Manoel Francisco dos Santos'
como gatuno. ,. .
A'ordem do Dr. Delegado do 2o districto da
capital, Alexandrina Maria da Conceigao, como
gatuna. .
A' ordem do subdelegado da freguezia efe San-
to Antonio, Francisco Pereira de Lima, cooheci-
do por Chico Quebrn, como desordeiro.
A" ordem do subdelegado da Magdalena, Sym-
phronio Jos Correia, po- uso de armas prohibi-
das ; e Manoel Joaquim da Silva, por embria-
guez.
A' ordem do subdelegado do 3* districto da
Graga, Manoel Candido dos Santos, como desor-
deiro.
A cerca dos factos ltimamente occorndos
no municipio de Tacarat, recebi do delegado
respectivo e do juiz do i districto os otticios
seguintes : .....
Oelegacia de Polica do municipio de JatoDa
de Tacarat, era 25 de Abril de 894.
11 lustre Coronel Dr. Julio de Mello Filho,
dignissiraoquestor policial do Estado de Per-
nambuco.
Communico-vos para vosso conhecimento e
fins convenientes, o seguinte lacto que passo a
ex por-vos : .
Tendo o juiz do 2 districto deste munici-
pio, cidado Jos Rodrigues Cavalcante manda-
do que um inspector de quarteiro daquolle dis-
tricto procedesse una diligencia nos criminosos
amores do assassinato do capito Antonio Joa-
quim Freir Leitinho, Prefeito deste municipio,
efectivamente o dito inspector seguio no dia 20
do corrente da povoagao de Tacarat, com des-
tino as Fazendas Erna, Gia c Joazeiro, todas
neste municipio, cnegando dita diligencia na
Fazenda Joazeiro, alli encontrou um grupo de
criminosos, capitaueados pelo criminoso Andr
Avelino bornes Correia da Cruz, que atirando
este sobre a forga da diligencia que acorapa-
hava o inspector, travou-se renhida lucta re-
sullando a morte de Adelino Gomes Correia da
Cruz e Jos Gomes Correia da Cruz, ambos ir-
mos de Andr Avelino Gomes Correia da Gruz,
tendo evadido-se os outros de que se compunba
o grupo.
Regressando a diligencia para a povoagao
de Tacarat. ao chegar na Fazenda Gia, foi des-
pertada dita diligencia por um forte tirolcio dos
criminosos que ja se achavam emboscados no
luar Gia, que depois de tenaz resistencia, reti-
rou-sc a deligencia com tres gravemente feridos
pertencentes a mesma diligencia. Chegando
ao meu conhecimento dito facto naquelle mes-
.nodia para alli seguio uma forga de meu cora-
mando, tendo ido at,perto da Serra Negra, onde
nao foi mais possivel alcancar ditos criminosos,
que suppouhoterem oceultado-sa para a mesma
Serra.
Sade c fraternidade.
Tenente Abilio Gomes de SaNovaes.-Dele-
gado de po icia. ...
Juizo districtal do Io di3trtcto do municipio
de Tacarat em Jatobi, 23 de Abril de 1894.
c Illm. e Exra. Sr Dr. Julio de Mello Filho,
raui digno questor do Estado de Pernambuco. -
Communico-vos que tendo procedido uma dili-
gencia o inspector de quarteiro da povoagao
de Tacarat deste municipio, no dia 20 do cor-
rente, no intuito da captura dos criminosos as-
sassinos do infeliz capito Antonio Joaquim
Freir Leitino Preleto daste municipio, aconte-
cen que no percurso daquella diligencia no lu-
guar Joazeiro desle municipio, onde o inspector
havia tido atienda de alli se acharem os referi-
dos criminosos, efectivamente alli chegando, en-
controu-se com um grnpo composlo por aquelles
individuos, intimando-lhes ordem de pnsao, fo-
rara recebidos com um tiroteio, em con-equencm
do que o inspector com sua gente respondeu
inmediatamente ; de cujo tiroteio oram victi-
mas da parte dos criminosos dous irmos do
Correia da Cruz, um por nomo Adelino e outro
Jos Gomes, sainado salva a gente da diligen-
cia.
. Terminado o tiroteio o inspector retirou-se
com sua gente, guando inesperadamente depa-
A pouco e pouco e por graduafoes in-
sensiveis foi-se modificando a expressab
de sua physionomia ; a alegra e o das-
enfado foram substituidos no rosto poi^uma
melancola um .tanto pensativa ; o seu es-
pirito menos vivo e scintillante parecau
tornar-se mais temo; s vezes fitava em
Renato, como que obedecendo irrastivel
attracgao prolongados olhares" quCpintavam.
a perturbaco da sua alma Depois, quan-
do olhava para Renato afstava d'elle os
olhos e corav pdicamente.
N'uraa palavra, o mancebo nao tardou
a persuadir-se de que o amor ia invadindo
o coracSto t5o perfeitamente eouracado de
Camelia e nao deixou por conseguinte de
saborear o melhor que pude tao encanta-
dora illuso.
Um dia, tres semanas, pouco mais ou
menos apoz a apreseiitacSo do Sr. de Sa-
venay na frisa do theatro das Variedades,
envoveu-se a peccadora em um grande
chale, mandou buscar um fiacre e sahio.
O carro que a levava parou porta n.
22 da ra Causse d'Autin. Carne lia |
apeou-se, entrou, demorou-se alli uma hora
e depois voltou para casa. D'alli a duas
horas phegou Renato.
__ Diga-mo uma cousa ? perguntou-lhe
a peccadora, apoz alguns minutos da pa-
lestra. Cr no magnetismo e no sonam-
bulismo ?
Na verdade, respondeu o Sr. da Sa-
venay, hei de ver-me embaragadissimo
para responder-lhe.
Porque ?
N3o tenho nenhuma opini3o assenta-
da a respeito das sci encas oceultas ; mas
de certo tem um fim, fazendo-me uma taj
pergunta ?
Sem duvida.
Qual ?
rou com outro grupo dos mesmos criminlos,
que avisados do tiroteio e victimas que se leve
no Joazeiro, vicram emboscar o inspector no
lugar denominado Gia. e entrincheirados ize-
ram fogo na gente da diligencia, de cujo fogo
balearam a tres dos rapazes do inspector, estes
responderara por tiroteio, porem estando os cri-
mi osos entrincheirados, ignora-se se sahio al-
gara del les baleado.
O delegado logo que soube do Jacto imme-
diatamente procedeu as diligencias "necesarias.
Sendo aquella diligencia ordenada pelo juiz do
2" districto deste municipio.
< Saude e fraternidade.
< Antonio Nunes de Souza.Juis districtal.
Em additamento cbeme levar ao vosso co-
nhecimento que pelas diligencias procedidas
sobre o assassinato do Prefeito capilao Antonio
Joaquim Freir Leitinho, verifieou-se terera sido
autores de seraelhante crime diversos indivi
dos capitaneados por Andr Avelino Goates
Crrela da Cruz.
Ao Sr. Dr. Alexandre Jos Barbozt Lima
muito digno governador do Estado.
O questor
Julio de Meti Filho.
2."secgo-N. 100-Secretaria da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, em 9 de Maio
de 1894.
Sr. Dr Governador.Participo-vos que foram
hontem recomidos a Casa de etengo os se-
guintes individuos .
A' minha ordem Luiz Jos de Freitas, remetti-
do pelo subdelegado do 1 districto do Poco,
como gatuno.
A ordem do subdelegado do 1 districto de
S. Jos, Pedro Celestino de Souza, como gatuno,
minha disposiglo.
A' orde o do subdelegado da Varzea, Luiz Ma-
noel Felippe dos Santos e Eduardo Daniel Luiz
de Franga, por embriaguez e disturbios.
Coramunicou-me o subdelegado do distric-
to de Beberibe que hontem, de 2 para 3 horas
da larde, estando a lavar suas roupas a mulher
de nome Silvana Pulcheria .Rodrigues da Silva,
moradora na Estrada Nova daquelle districto, a
qual te ido levado consigo um seu tilho menor
de 2 annos de idade, succedeu, ao sahir ella
para estender ditas roupas cahir o referido me-
nor cin um poco, de cuja agua se servia Silvana
para a lavagem das mesraas roupas.
Voltando porem Silvana au lugar em que ha-
via dcixado seu filho e nao o encontrando, cor-
reu pressurosaao alludido poco onde encontrn
e retirou j morta a infeliz enanca.
Avisada do facto aquella autoridade compare-
cen ao local e deu as providencias que o caso
exicia.
Sr. Dr. Alexandre Jos Barbosa Lima, mui-
to digno governador do Estado.
O questor,
Julio de MeUoFilko.
Thesour do Estado de Pera
bueo
Despichas do dia 9 de Maio de 1894
Abaixo assignados moradores em Girada.
Informe o Sr. Dr. Contador.
Bacharel Augusto Nery Carneiro Monteiro.
Informe o Sr. Dr. oolador.
Antonio Maria Ferreira Eaptista. -Certifiqe-
se.
Benedicto Augusto Accioly Lins.Informe o
Sr. Dr. Contador.
Balbina Maria Candida do Xascimeoto. In-
forme o Sr. Dr. Cootador.
Guilherme Spiller.Informe o Sr. Dr. Con-
tador. _
Joaquim Marcoliao da Silva.Informe o Sr.
Dr. Contador.
Jos Bernardino Ferreira.Informe o Sr. Dr.
Contador.
Jos Thomaz de Souza.Informe o Sr. Col-
lector do municipio de Caruar.
Bacharel Virgilio deCusmo Coelho.Volte a
Couladoria.
Estrada de Ferro Central de Pernambuco.
Informe o Sr. Dr. Contador.
Pedro Augusto da Silta Pra.-Volte aoDr.
Contador. J .
Quartel do Esquadro de ua vallara. Inlorae
o Sr. Dr. Contador.
Collcctoria do municipio de Olinda.Volte ao
Sr. Dr. Conlador.
Reeebedoria do Estado de Per-
nainbueo
Despachos do dia 9 de Maio de 1894
Francisca de Paula da Rocha Pinhciro.-Infor
me a secgo
Carvalno & Irmcs. Informe a secgao.
O porteir,
Custodio R. da Silca Guimaret.
Eu sou mulher e por conseguinte
curiosa... Quera satisfazar m capricho
de curiosidade.
E o que que a impeda ?
__ Nada ; mas cont para isso Mi o
icnhor.
Mil vezes obrigado exclamou Re-
nato. Poderei era fin servil-a n'alguma
cousa ? Vamos saber de que que ae
trata ?
Trata-sa da cousa mais simples deste
mundo
Tenho pena, porque dete modo nio
tenho merec manto algum era auxilial-a.
Ter o de se no rir da minha fra-
queza, da minha supersticao...
Mas diga-me, minha querida Camelia,
de que que se trata ?
Falla-se muito, ha certo tempo, de
uma somnmbula muito celebre, a quem
chamara Mlle. Hermengardo. .
E ento ?
Segundo oujo dizer extraordina-
riamente lucida no somno magntico : co-
nhece o passado, o presente e o futuro,
revela a quem a consulta as cousas mais
my8teriosas e mais sorprendentes
Renato nao pode abster-se de sornr.
Ah est, disse Camelia, ahi est )
a rir-se de mim.
De modo nenhum !
Rir-me-hia quando muito, da somnm-
bula.
__ Faria muito mal, eu por mim era
na sua sciencia. Vou consultal-a ; e cono
nSo me atrevera ir casa dalla ssinha,
contei com a sua companhia...
Que prazer I exclamou o mancebo
n'um accesso de alegra.
Quer ent&o sor meu cavaJieiro ?
(Coturno).


1


*
Diario de Pernambuco 4|qinta-fcira 1Q de lalo de 1394
i
(O'O
Arnadto asevel
i Pl ., 4B*io,:** de
I)
Bsti atoia preseoMesja asesa memuilaaajiitUo
coi toia i ua aogunna, eiw^ii iremaaaeo em
ene CobioIio de MelBayepaaasraoo se toa
M oavioa de guerra aaiios: o nuBso asao. an
aaciosamente levauoauo pea-io oraose-oa re-
vena, tentaodo joogorjasoa amoajao anrpadD
n conacieoci* d patna repottlicw.''No dos-
recordamos se esse dia M do sol, de festa oa
atoren, mas a oam alma lodifierente uesaa
tomante 'as coasas do nonio, inmersa ai dj
cvica de asaim ver sa de oossa marinha..apalala de loaras aa de
lea da patria e oo respwto aiatti meo a, pi-
eceo de espesan aearor, ae. desespero e de
Uto **
Qtiando nessatonnentoaa iaNe noa sentamos
a b*nea d trattatbo para formular o oosso pro-
tegi coostiacienal coatra essa a rroaa o ca re-
fritos, poucos poam fa*e- idea '1a ie.npatde
me doj ia pelo cerebro, do abaUmeatO; arver
fonda qae nos p'ostrsva, de tal modo a deailra
sairsoDre o valjr e'iealrtwte- mn nrertoar,
transformada de aabd'to o'am jpgaete de losar-1
jsflfflm, aos eetta^csraM ttcocrdeaiioes' aa
asam ssorar rWuo rita t
Batee siioumaour~conrrr.tir;if*ai toos ane-
aeloreKinien.domitraoie oavam"CTn*do arma
peraaaa aa.na eoBsaHoapo. o-en(rmaeci-
rento da patna, in^aa torosa mife caa tn-
Jume oclosao matonea. Bavnnn alie soffiCsdas
yete ceotransicSo~ nc*"ow de' urna munarenu,
irmada.e na consciaocja popetar peto rigor, nr
socrtico com qae '^eoJo- liona imaosio )enio a todas aa'.rdin8 da democracia
nrnileire.
O proaaociameoio da armadanac-tnal contra
governo constituido, rimpendo de ver a cao e^
iao 1 to xas armadas emptnOadaa aea^e 13
ae NovaaiDro eur.forulecer anoss 01-Raotsac.aj
reBaolieajia,. derrotara* til ires-jrieat*f,a>, tanta
faft* ie civismo, uatu desamo* peloi prtaciptoa
tD3tiiaciooea vigentes <%aa taoos ni. sosten
Mores toeaerriuroa da-legalidad*, adversarios
aarp'ta-iipto'aas'Sjiacoea impostaa peas arma?,
avernos o pesara do deaOameoto de toda a
jatjia coosiroocao. panuca, comtaoio trabaJuo e
delineada oo.'oatasaxo cooatitncioari doifcde
Jsverelro.
Ko oosao rgimen, a limiiacao do mandato,
joca a (cuidarte d-i resiiDelecimeuto immediato,
sendo ama garanta das" Uberdades p&olicas,
jprna o liosa e revottsute qaaiaaer agiacio re-
Tolac.ion.na com o lotuiia. le afi.Ur da inagia
datura suprema do pas O none-n qae pela suf-
ragio do poto, tornaodo se depositario da sua
vooiaJe, eucaruou a aaa sobe ama. S ama aa-
jicaa fergontroaa, oar dasrespeiio pralaoito peioe
yiaclpiod coastitacionaas, otnniao8ano irri-
ota pe a creJito da luiuuici > e pea p- ap-
Hh >le patria, p e ijmuUu..a* ua poltico de
aecStr a bascar noa coifllicia retonj'-.ioaa-ios a
j>anccao do poder qoe o tuto oopoiar me neira.
Saando, porem, coma o caso braai'ero, um
siilit>r je prestigio, affagao pela estiaa pcbi
ayqaem se.arTftga o direitode iaterpre a; nm.
iiorsrica aspiracn nadonal e tonta eoorupor
aootade do paii, exprs livremente aaa ornas
arnr.no do seo entero amoiciaao, e qaando
ase-militar, feltando ignominiosamente a aaa
\>ar, a cjoang-j qoe oelle o cb-fe de Bstalo
epdaitaa, se apoasa de ama fa-ca oval e del,
3a desarmado o poder poolicj- para de momea o
wpelllr a affronta, o auentado a^'U oe norpor-
jBes de viiesis iaas, qtn para 0tnmatijr
tan leutemune a matara ter* de ira forja dos
^ran.ies accn*adre8 como Tcito procoar o vo
Cbdiiriu moro das supremas i.i A armada revoltoa sr, era o ciamor geral.
liesia suoldYaco de u:dj parte da Torga arma-
a, contra cujos elemento* de guerra o poier
jo puco., surpretiea Jilo, n?da pjiia oopor oo
"primeiro mouuot, n6i tiraam0j doloroaameo-
, oa tarde e-so teieoroo da de Set-.-mbro o.
aerla.-io do esminielameaio da R.puai.c, da
piaoucaj da anarc a. caso viu^aste a teuta-
Ta uaurnadora. 0 dever eslava porem cima
i' '.a io, e foasem qoes fosaem as congqaea-
naf, nao tinbamos ootro camiobo a ulibar sendo
C> da a-t/era ood-i'.'iao.a a. iei, -eu) agitar a
lima nacional contra ofermnto ae cuuilr.a-
a^B) qae aaieagoa KObverier oo iodo da amb'gio
bocal a vitalidad* aaRepaDlu: e o cretino da.
jatrte.
Veribcamos no dia segoiate qae a revulia.
xaezar de fena por otUciae* aa ?r>u >.'iuii.i de modo algn o proteaio antea la de eocooiro eo seaumeiitoa le es
aa^a raaiona illas re, deootada a osataigao re-
yah icaiia, refractaria a iu.'U'geocuo, e qae do-
ta ti.s bPda tradtcc&es |WtM irMemeai as-
a a> leava rameuto dHseus .riu^s ".'armas,
..:-. q :o-se contra a nacj .loa n:o* formi-ta
WiB qoe ella Ibea cortSar i para a defea de sea
i' lie almiraue se a<:oava na revolta, pobrc de e-
pirita .ll-ualo pela loacara da grinteza, lar
-ralo de de^eifreadisaimas amb'cOes e que jul-
Sc:Sc-se com (NaoiM a ser cb fe di Bagan, ao
- e debamp.-.rado do novo, prpf-jrio a paca-
K3 de orna vida obscura os ris o-< de a-aa rene-
3o, enjocionaes briibantes, sedu-tjres senpre
5 espirito oe urna civliisacfto, fuDiament'ilmeuie
w.scoriante do sea i-steio qou e o pnoeipii) da
aajkxidade e da ordem.
Tnu.a elBotafla ea:avam ao alo io aloumte,
Otases iriii'.a oimi aiissimo era o i.amero ao^
ajan ir team pa ente, seperior.
Por UMCtc t'noa- e ea^egrapo apoderado dos
avos do guver assao vi.-se todos os navios da e-quadra ob o
a-.:o ios revoltoaoa, pvsonaiiaoa as emoarca-
^rV. o"n ao conjao.;:to a onme do armada, e vio
i.>-,. nCniMaidOto Otal pela i iaso-re j-i m
ralisac& Je um levante cot ira o poder c o
sita, lo Us navios do governo e'tavam, com
Jr-i'o, tripolaocs pel geele da rev.lta, mas a
aneada qaasi toda, represeataaa no que-ella t-
jAa de uaais liust^e, aoueitkdo e aio, esteva em
ra, impotente a ceno p^ra jej-4ggra7ar o eo
>r;o offaidio, ma^ psotaetaado castra easa la-
^.'*hiS: sem i:ea', e auciosa de mil.,:.-ir pela?
jr.3-ia' Tjao.i o castigo a e*^-8 eo!^paBbej-o.
ievairado?, coj tri^tr (e'.lo in..'liva a* hon-
tjha lraic6da da ina/iha urasileira. E o al
san?, o. desgoto era tai p-ofuodc, que al-u ue
ii qoerereo usa- d. frd:', aaaooreelda na
aaVonta da digoi1d: p.tna 6m comoates
^qoe aa t'ausformaram eai le.'endts de heriatco)
ra as iiosiea dodicuior paraguayo, lotnua-
aaeote penaaram em de.-pil a do ves aa p_-r-i.
3B';". pi.d.'-s-" triompbar a revolta _,doa i-a com
aatotiewoa. obscadua ale o oonto de saomette
Beaj ao sao a/b.trio, ao een deaejo de populari
tfaie, pc ?sa partida.atno inepto, a natabUldada
R oubhca, a baaaa e a fortuna da oagao.
3b alectos civis da revofta, fertsa em eat a-
agemas de poltica macbiaveca para o epfra
^oeclnentodu pote- publico,deriaiam a ei'aagSo
' aa.-:oo i co oo um conflicto de corparagoed, Jp
onda a ccanor.a aa e-Mrcib, att'it.a'.n o a ama
intenta de esrcasar aooira. Aprovaitava Ibes
aera e*-a propaganda cavilosa a doclaracio aou-
aBiSiansta. do manifest do Sr. Castodio, o ds
pejo com qaa olle attribuia a qualidale militar
d depositario do pode; exe:aiiooa icfortaa':03
OBI patria, os moniciolos qu- iam p -o eul, e at
b>j>s ae violencias contra a autoaomn federan-
aa, premeditadas pelo sea cerebro perverso apos
a reivindicado coistitaciojal do 19 de Ferorei-
lidarit*ie, que taoti coasoi^uCn de fofa
lavaia danan.a ratajat4aa,ca/ftawcftaa
Saarenmo oertano moTat dea pinta d ciasie.uni "ando o-la id.ioit la e abt
de aaplrBfPBs. daa*Bito8 wa*deveres (aa
maaBBjroaaaB unawassiedaaaana ca'poaa
CtJWi'DoaaaaBeawan cbaam*a danaMitarem aan
caaBjaoamtaak.reaaansabiiaadea atarreotcs Aa?
ewafqae ptuica as rd.
oaMat eaiajamio-procarartelar ai digoidad* da
caaaan-ac*t} reivindicar d4reitoaHpSB Ibe aanialaatr
orawDveru pela coOe*aj moral, pala abse-vaama
raaattcia sai deverec, o Bm->engand8CimealBaa
eaaana .ufaWca, uu* peapaoderanc* no oraa-
ntsmo sosial. D^sde qae am memtoro de ama
coliectividide, aa, don oo maia faltaram ao
comprimeoto dos saos davara, exootrrao
descoosideracao ou o vaxaaae oubl-o o corpo
social de qae faiiam parte, exactameote pela
oocaadftsalidaraaade, pila 005!) de espirito de
classe^ojoff os ana compantieiros devem coosi-
deral-os.volantarlameoe dedigados da corpo-a-
ca a qoa-ce^iwi'seor apreseaodo at a respecti
voaaica par^-mainor aaolfesarem a sai ir-
te*poo atilidade por ease erro.
! DMt3*revwtw,tneHiTepraantavaaarmadana-
cio.ial.era a malaria dos ofihTae, qae, obedien-
tes & le, xeosos mamadores das nsiiiaicOes ja
radas, campridores do sea dever mihur, esta
?OT-eraieTray p-r^aiptOT rpresUrao pad-rpo-
oiao os aerTico:de ToaulMlaiiiiiiiiiHrr da. c-dom. Faltando aos seoa-
dvaeaar,. I da*prada oa sene cama^vatsa** ae
d Liaba* a raolsaaaglo, por parte do gover-1 aminnr o projtteto, orlo a moaan eocr-
-m> -bnunl'airo, da eotrog* doa refalsado*. I r-gad* eiieomlaonta ^e dar pafeoar fri-
fiiH-a-,.uilriaio*o eaee preceito de obdlenoiaa
iatoncade, baatea a a orga aisaaao militar, ore-
to'aasaa- uuOam Bsoontuaesmeat quebrado, 10
eiai vanmlo* qata oa inlegravam oa corpora-
|4:i da armada bratileira. Canatitoiam. ama oa
ira.ctaas : a claase dos desertores e-dos- rebel-
des.. Po-espirito de ctasse a armada, eoxova-
tnadaiaaaua asara a a* toa trdic*o-de-pa*rio.
HBeao, de tidel 'ade, de bramare, devia ler o
maior ecnpaartio-am'dooum'otar peraote a biato-
tia o sea protoito caotra, a dealaaldade e a in-
dia ;a de seos coiOMQbairufr, e (oi laso exacta
aeflta o que elia.nedea presaa em.m'wtrar, de
sagraodo ae pelas- propia- fB&ai: de OOBTO*
orto qae Ihe infligiram os cana.-adaaambicioaos
1 inriels.
DenU-e todos os bravearofDaeda oossa ar-
mada, qae com -mais ardor se esfar^tram em
deaaffronur oa bros da gloriosa corporacio, des-
tcaemos um aome s. oorque, joeiraoa de to
di>s os eleaieatos pe-filo^, desaggoegadores,
anMtJblcoa^fljaoas revalta, a nossa,marioba de
guerra, elle symbolisa a sua ver ladeira tracao
de.le*idadae beroismao almiraot? Je-ony uo
Goncalvea.
Noa primeiroa das da revolta, qoando o e-<-
pinto atndaalQrdoiva aalmaa, e poucoa se. a re-
viva, a prateslar sotemnemente contra a igoomi-
aioaa caadilbagem,.o v^oerando manabetro saiu
do conforto do sea lar e fji offerecer ao mare
cdai'Floruoo. a aaa bravora comprovada, o sea
ooini an.-e lado de-almirante, a sau eatbasia .-
ojo dj patriota.
O qoe elle fez todos o sabem. Jerony no G >n-
5lU-es moatroa qae boje, coma ba aanos no P-
-dKaiy, elle representa ama leglao. Nj da em
qae 0. presidente da, R-publica o oomeoo com-
maodapte-rbefbdis forgas iavaea em operagoe?,
o nes-o conoci, qae ja naba pala grandeza mo
ral desse bom^m do mar am callo' qae raiava
com a Malaria, presagioa-aos alegremente a
victoria. E ella' veio, cmplela, amiravel, m
diaotisaima, pela sabjagacii desse colassa de
ferro e ace, redacto iaveacivel [da revolta, e qae
dorante oito meses espalboa aqai e pelo lau-
rel lo o!.o paflico, a desolarlo e a morte.
H .je qoe voltam Patria oa das algras e
oasjladores, de socego e de fortuna e que a
haVaaUlM cooaolldada aatev am futuro de uto
ras,, agradecamoa ti Jos a maana nacional to
craelmeate ILigBUada em sea co-agio pelo aa-
cr'licio. de oeoa lata sau^reala contra aquelles
qoe eran sena caaaaradaa e -em irraioa, agra-
decauos-lbe todos a paz bendita, qae a alma
braiileira gaza desoporeasa para sempre dease
penadelo monsiraosa da ."evolugio.
Hoora i marinRa hrazilm'a I rljQ-a ao almi-
raute Jeronyno. Giacai^a t
EXTERIOR
0.
Na exnreo militariimo na se compre-
iende ?6'o militar de trra, incluese tar"bem o
ililar de mar, e emjuanto o primeira eaperava
a mamfeJtacao das ornas para entregar ao seo
aicceagor a a ti goveraajaa do paix. dmonslraa-
4o asf.'n o empenbo do exe.-c.tj em eitregar a
am civ.l'a Raoablica coB^olidada, o secundo am
aome damaiaba, em noma d* ama corporacao
itar, cap ttneava. ama revolta na* vajparas
a> se conbecer pela reaaio dos comifiioa eisita-
3arans a voniade soberana do povo.
Hlo fot por diaote o negro projecta dos agi-
tadores clvls ; as doas clasaes, cooae-adoras da
epoblica, naa^a se ron.3iJera.-ara adveraama,
em os fictos aataruavam ssmelaate anape'co
aedproca, provado como estava, qoe o exercito
ao combati a manaba e qae a anioria dos of-
iciaos do. mor verberas* a revoltee 6 espera va
aacqais.sV de novoa.v*BOS,deaerra para.ma
tarialneoje eoa da orden e para a coasolidaco do legimen.
Teodo falnado esa maaoata agitadora, os
aariilanaa da. sabelo ioaacaram o obamadu
respirito de classe > lnertendo.oudeaaatoian
EUROPA
a*Ortog3
Eap icacu offij.oaa do 00a
fl-rjto lusa braeilotro Soiem-
n'sajSu do annis'ara>>rio do
rntrech! Floriaao A epide-
mia- Provideoeiasdo goeeroc
beipaotul ptra eviUr-lhe a
commuaicaoft) As apsorjia-
g5es diBsoividasO Iostitato
Penitenciario da Bjniciici'-
9 (Jariada blaasfls diDoaro
oom o poseo de L^is.oes Ca
q:ddj de H'arrj da Moasaart-
medea a Benguela Tarm'a
<\a dos traibaibos da c mmis-
aSo quo ea ndava as ca ras d .
diminuido doa d.raitoado coa-
sumo eobra bebidas uloo ilies
Ptojeeto da ama exposioSo
B'rir ta ArioaOstras noti-
cias.
Sobre o in jidaato diplom-tico qua sar-
gio eatre Portugal e o Bras:!, por osasa
do Bsylo dado nos navios portugaases aoa
uraaileiros que ali loram palir rafosio,
team ae pubi cada diversas aotisiaa 9 ver-
30*98 maia oa meaos laax.-iutaa, q a oonv 3
raotiflear.-
Procurando ioiormar us da fonta sag>-
ra, dia a Tarde, otivemoaoa sogaiataa 63-
olar.oi ueatos, cuja Taraaiiaia p>dc
aapnuicir. Qnndo eatava psra entr.ir oa
ijrthia do Rio de Jaoairo esquadra ^l
ao go-rerao do maraoaf.1 Pitxoto, o cja -
almirante Saldaa-hi da Gama rt>r:gioso ao
Sr. iJ.-.stiltj, a bordi fi.; Mivldlo, paii..-
do li- asylo e roL'aado-lae qae serviesa de
intermediario para a a- p:t;a!o*o dos o.
sargentea.
O Sr. Caatilho, sata fcor tempo da oom
maaicor com o govorn poctagae3, aem
aequer cjm o n03ao enairragado da neg
cos, que ett-.v em Patropolia, promattea
o <*eylo pisd:do 9 pricaroi o msraohal Fl>-
riaoo para ibe apreeatr a proposta da
capitoiKOJio, copa termos o marechal o2o
aceitn.
Quaado o govarno portaguea racabaa
eoticia dictes tactos, muidou immvitata-
meate ordem a) Sr. C lilao para qaa em
tado procadeasa oootorma a. datoroiiaaglo
do ea&irregado da negocios, ao qaul o go
verooa maadoa iustrac^oss'. Estas iaa-
traecas foram no ae.tido : primdro, da
aSo mtemrmos m^is em qaaeaqaer ne ;o-
R^ipoadaa o noeso governo alo poder aa
quiesoar poja.au deveres de hannaidado,
os prooipaaaxde daato interoaBoaaa..e
at o diapaassa no taattadox-de oactradaoSo
ie'jtrj PorOrgal e o Bramil,. a oppiaham a
semelnaote: entrega.
No aaMtaato, aa naaaaaaarraiaaaaiaam
d Rioide. Janenro. Ogoaerno breaairo
repetir*depois as loas- raclamagas ; mea
o-g>vean portagaai.mantaa a aaa rea
porta, aaae garando qaa ao desembaroaria
oa refugiados em trra portugus*, e ah
oaaerie todas aa* pracaugSe paca evitar
que a las podeasem ir de novo envolvar sa
aasaataeaa lucias civil, que infaliamacta
ffiigam o Brasil.
Oivaraaa poteacias, a qaem o govorno
ex pos a aituagao c-eada palo aea proaa-
dimaoto, a pala raclsmajlo do governo
braaileiro, adberiram ttitade do gomera
ao portaguea, e nease sentido ae maaf taram pelos saos representantes no HlO
de Janeiro.
As oosaas corvetas ohsgaram a B'aeaoa
Aycae.
elmiraote Saldaaha da Gama, telegra-
phoii d''li ao governo portugaez, padiado
aatoris-ifse pare deaemoaroar com oa an-
tros retagiados. O governo respoadati
qie n5o. pedia c moeder tal aatOEisacSa,
e qaa s em Ierra portaguea poda raali-
aar- N'esta sentido, dea instrnocSas rigoro-
sas ao aoaao enosxragsdo da1 negocio em
Buooos-Ayres e ao Sr. Jastilho. Um
transporta vae ali auxiliar a condaccAo
dos rafugebos paxa tarea portagaaaa
Tal a aitaacad preaente, e a verdade
aobre o oooorrido, coctina a Tards. NSo
oramos qoe possa, Laver duaa opioioa^ do
assampto : n'-o podamos nem aeviamos
entregar oa refugiados, mismo ante de
reconbeciUH a violeata providenoia ulti
tnaamante decretada pelo governo biati-
leirn; nlo podamos nam da vamos praticar
qualquer acto que aigoiticasse cu pareoec-
sa iatervaof&o directa ou indirecta ca da-
ploravel lata eivil^brazeira.
Ao governo, lgalmeote constituido no
Brasil, rnaaifastoa sempre o gavorao por-
tugus o mait dejidido empeaho da men-
tar e estreitar as cordiaes ralacSas qce
devem oaatir eatre oadoia povoa irmSos
No quastao dos reiagiados, comprimo.?
um dnvar da bumanidade, a qoe uennuma
aagSo civilisada ae poderia recusar, ao
mesura lempo que demos qaaila governo
aa seguranzas qae de razio e de dtrei-.o
Ibe devUmoa dir.
Fra d'asta saacata e veridioa narrati-
va, iioam osjla-.oraB prevenidos- para nSo
aora litaren aa varias balelas, qaa em di.
veraoa seat:4os e com diSorsatea intuitos,
por "i t<-em sido forjadas O oropela lis
O Jornal do Commercie confrontando o
pruoadimanto do governo nos conflictos
trauco portugus e laaO'brasileiro, diz :
c Vaja o governo qaanto vale a laalda-
de as .nforma^Saa ao paia !
No incidente fraooo-portagaes preten-
deu illadir o paia, daamentiado a aitaaySlo,
tal como ella era realmente, e d'*bt s
resultou am agg avamanto das oiroums-
tanciaa internas e externas.
A respailo do couflioto luao braailairp, o
governo fornece loaeaaxplicacoas claras a
precisas, e d'ahi resalta qaa o sea prooe-
diarento aala na opiaiSo e merece a appru-
va^So geral.
tSo qne raspaita ao Brasil, ao contrario
nSo ha restriccSes, aam diseres vagos,
todos oom pr-izer veam qae o governo
proceden exceltaatameate, embjra aa
dassa a eonjunctu? diffljtl, a alaeia sua
vontada, dos iasargaataa teram procura,
do os navios portugueses, com escap^uj
da qoaeaqubr outres*
O consol baaaileiro na cidada da
Lsboa. faatajou o aniversario do mt^re
ObJ Fioriano Paixota.
Fot a bardo do couracado sOaioaaja*
cum.jr mentar o alm-aata nort-:-a-nar no J3-ban, qaa Iba ratribiio o^v*lhairos't-
ita a rJneza ; a en saga da offsresej
ujj bunque C'inia bras:laira.
- A apiiemia raiuaat}, sempra PiaaM
fiiad- da ohoierina, ooatiaa oom iateaa.-
dade, bavaado o<*80d fataea )i a reig.s-
trar-ao.
As a itoridaies, porem, nao daasuid^ta-
sa d esi'idaa em casos toa.
No aatretaata vai easoadeado-sa aa in-
terior do reino, toado o govarao basa*-
nkei aoviada a Lisboa non comnbsao
m*dic& para eatadal a.
sa feonnara hospanhula, eatao sondo
adoptadas medidas da rigor, para asmar
a ica 1 ; ^ sp tecaia qie a'.li cbaaiS-
fioania da cnoaea, esUclo aqaalla oom*
aiaaSj a iuspacoionar os cidadSoa portu
gue*:s ibaaeUM paragaas, onda as tro-
pas baspauhoias estabaiacaram cordaa tu-
aitasio, que estande aa j largameota a
exarca grande vigilancia, saado os p383a-
gaaraae oigagens coavaaientemaata da-
jFaUafW que ia sar reintegrada a
Aaaae afBo Inn3trial Portagiez, mas
veriti ;ou-aa que oss3 DO:to' aaa tiaba fun-
damento alguna.
A o contrario os socios daextiacta oorpo-
rayle, bem como os dan duas oa'.rt fon
oom elU foram dissoividaa, entregar
j, no minutario das obras publicas, oa
estatutos da nova asaooiacSo.
B ser por asta va quo nSo p.-.r outra
qae esoas associa^Sas sorSo rastabelaci-
das.
O procarador regio junto a R.lagSo
do Parco, comino .dad^r Aatonio Morera
do Castro aoabou do laborar o proja oto
Jos estatutos do instituto qae por sua
iniciativa trata-se de f andar naqoelia
sando, si a oo-tcassat podo sar Paita em
pvaeaeaqa. do disposto: na legalaojfe) vigen-
tu-ada aa-da Agostare MBS ; aaaeUa-pra
judkoaesfca ooostraocSo eutatflMapsaeoi-
tateaoto' dos LeixBae ex>da aa)o|h. do
muran, porto 00a a rarde erroanarie< -d 1
norte doa.paia ; e fiaahnaato sa, )ulasm
poder e oonvir faier-se asmoeaaCa, aasea
as corrdifrjas a impoc-sa ao* cnioasatoaa-
rios, afila da ooaaaaaiiriaevqua da abra
resulta maior utilidad publica e nlo
sejam prejudicados oa iotereses oreados
na ira prtante', pesia da Foz.
Paraca em via da solucio favo-
rs-val a questao dea .oamiobua de ferro de
Mossamada a B mguella, haveado orna
empraaa qae se propia realisal-a sem sub-
sidio.
A joata consultiva da ultramar opinara
ha .ampos por que se coacadesse am sub-
sidio eqaivalente a 75 0(Q do exoesso do
randtmiQto das alfaada ras de Mossama-
des e Biagaalla, a.lcoJado pela media
das renimento* dos aaaoi de 18S2 a
1802.
Sa a noticia aa verificar, como parece
cario, sar de graeda atanos para o tu
taro daqusliatdois diatriotoa da provincia
da Aogola.
A uommissEo incumbida da estad->r
as causas qaa detarmiaaram a diminuicio
do* direJtoa de OJoaammo, relativos a be-
bidas dau por terminados os saus traoa-
Ibua.
Paraca ^ue^ em raleona aloooes, o taoto
eriva ia essaaaiea. tasa, aa direitos que
ooovida ao daaaammao, d da&jiaata tii-
caltsau) aa lioha da airnumv^ltayo o da
antacipayao de, daspacbos caalisados em
8J2, etc.
Ocm raapoito a vinbos, a alta do seu
prayo, a exoeaaivos direitos dos viobo*
meaos alcoolioos, a uoiagam de agua,
t-i:tioaylj dos vicihos am a.guns armas
zeus eatabalecidos oo cidada e outraa eir
oumstanciaa tam influido na diminaicSo
dos dirai'os.
Tambam nao tem deixado da contribuir
para eata decrusuimaDto a concarraccia
das cerrajas, cujo fabrico ultimamante
tem ub'ido ootaval apariaicoamaato.
Segundo noticia o ejommercio do
Portoi a Associag o Industrial Portense
pansa am realisar na frica ama esposa
y basar de diversos p.-oduatos da iudua-
ri- portuguesa.
Qjaodo us ingleses eitSo trataudo de
< 8tabalaoer na Afrioa do Sal ama expasi-
;a 1 permanente da amostra aaspaetmana
de gaueros e manufacturas inglasG, por
oicagao da casa Hannaa O. de Lon-
dres, qua tamoem crear annexo ero
iu3o um servico de informabas commar
ciaas oa jp ida de>xar detaracaitacau a >da
da laduatrial fortaensa qi 1 .r-dis o
alargamanto do aampo da exploracSas
da industrias portuguesas.
Para diiirig.r a crrante cmate-oial,
os ioioiadoraa da oopoaicSo acaoam da
distribuic y.rospaotos mostrando as vanta
gaos que podem ndvir da se est-nder <
oommmarcio para ama regtio tSo rica e
que vai prosperando oom rapidea. lam-
bam explica o eetado daasa ragiSo, tanto
00 que d.s raapoito a imporUgo como a
exports-Qao.
Vio ser traaladaios da igreja da S
lioqua para a crypa de S. Viaaota us
restos mortaaa do primsiro patriareba de
Lsboa O, Tbomaz da A'mai-ia.
Fur>>m estibjlaaidas nogociagSes
entre <\ Uompanhia ds Aguas e a cina-
ra municipal de B jucas para o abasteci-
meuta da aguxs em Mattosinhoa e Laya
Ad c..a-:';<5 a, torniuladua paia cmara,
foram eaviad.s p ra a ->da da coas.;..-'
nbia em Paria.
mos hoje a transcripco, do Diario Oficial, do
-RegulamentO'da ReparttcSo Geral do Correios,
promulgado pjlo D;creto n. i.69 A, de 10 de
Abril do crranlo anno.
Esse reguiameiito temidnaa partes. A primai-
ra que temtpop titulod>6'orrwj Fedemte seus
urvicoi=*,.\y. nespeitOasrelaoues do correio
com o publico ; aiae^iiuda) qua se epigrapha
= /'.ix rcparticnesesai onaaviisaf-*, cogita dos
diraitoa e de'vareeitlo fnaecionaliamo e dos ar-
ranjamorHas dasreparticffBs.
O regulamcntos- maito extenso, l>'elle s
transcrevsrenins-a. 1.a partB, que- a que- mus
de perto nter issa 10 publie >.
Visit:i.daHiiiilairis -Da Inspectora
do Hygiene Publica do Kataio de Pernambuco
remettonimrnos o seguinte am flata de 8 do
oor/entj :
O Dr. Amaro Wanderley visitou hija na
ra 89 (antiga Imperial) 30 domicilios. Xo.n. W
existia nm. porco, endo o oroprietano intimado
para ratiral-o em 2i horas. No n. ai existe urna
cochaira, contra a qual os visinhos reclamam.
No n. So A, existia uina quitanda muito pouco
asseiala. N esse tredMi da ra 89 sao raros oa
apparelhos da Dratnage. e os que existem func-
conam sempra mal, a f.dta d'agua.
O Dr. Artliur Cavalonnte visitou 32 domi-
cilios. O n. 37 l." andar estava muito pouco as-
aeiado ; o auparelho daDrainage est passima-
menie installado em um quarto escuro e ssm
veutilago. N.'4I pouco asseo. N. 43 os appare-
lhos do 2**e t." andares era mo estado. N, 33,
esehatra, era psssimas condicas ; urgente a
suireraogio. N 49 tem no quintal muito lixo
accutnulado, apnarellio desarranjado. N. 43 raar-
cenaria, falta de asseo. N. 5-*> p juco asseiado,
de vaccas no
ieram-se as in-
Desaeabargraor
Uaiidi ia, lana vio aoaoiu. .1. *- J Jl
apparellio mo. N. 60 coclieira d
quintal, dave ser removida. Pisar
qu
tiinaces nocessarias, sendo mircado o prazo
'improrogavel de 15 das para a reraocao de to-
das as cclieiraada ra da Iraperatru, segundo
a ordem do inspector de bygiene.
O Dr. Haptistad; Carvaho visitou 53 d>-
micilios as ras do R-mgal. Imperador, Con-
cordia, Flores o Ponha. O predio 11. 9 da ra do
Rango!,j coudemnndo pela muncipalidale,
est excessivaiuonte iramundo e arruinado ; no
quintal ha multa lam e um poco que deve sar
aterrado. Ra da Penha ns. i e 4 sem esgoto
para as aguas fluviaes qu porinanecem estagna-
das no quintal. X. 1 da mesma ra, tem o quin-
tal era deploravel estado de iuimuudice, que
anda niais se aggrava cora o grande nu-
msro degallinhasque lexist; e comaobstruc-
gio do cauo de esgoto de aguas fluviaes. N. 3
(inesmi ra), tem muito lixo accutnulado o aguas
estagaad-is. N, 5 na raosmis cndilo os do 11. 3.
N. 7 fabrica de vinagro', em bora e^tlJo de as-
seo. N. 9 lama ptrida no.quintal, que nao tem
esgoto. II gruida latnacal ftido, esgoto in-
mundo para nm becco. N. 13 immundo.
Rui Ao imperador. Xa. $ e (O quintaos sera
osgolo, cora mita lam e cacimbas mal conser-
vados. N. l, muito pouco assjio no quintal e
no apparellio, que eslava immuntlo. N. lo esgo-
to mi e algm lixo accuraulado.
- Oa outros nurajioa d stas duas ras estu-
vara regultnnentc usseia los.
Ra da Concordia. N. 2o, acoogue, esgoto
obstruido, gran le exhalaco ftida, tanto 110 in-
terior como na calgada, por baixo da qual pas-
sa o cono deteriorado : urgente um concert
. 3i a 33, acmazeas da maternas cora esiribi-
nas no fundj, pouco assiiadus, exhalando 111-
supportivol tuo cheiro. () N. 33, o! iui de
marcenara, t:tn o apparelbo era mo estado e
prvido d'uma agua fatida lodosa. Osdamais
predios visitados estavam era boas comlicos.
Ra das- Flores. N 37, i'fflciia do tlour.i lor,
tiuliti gran le puntidode de lixo, qua estava
sa lo removido ua occasiad. "
Le^iai) de Soecorras sasaataiaa clu.s
Oli ifiae* da (uarda "Vxairiina.nl S ib a
presidencia do Sr. tnajor Leouidas Louiviro e
peranle erasaido nuin.ri) de associados fuuccio-
nou aa lerca-feira uliiraa easa associacio-
Lida lo i approva la a acta da sesso ante-
rior.
Foi lida uraa cotnraunicaco do Sr. capito
Manoel Cleraiuino Corroa le M 11 >, fucilan-
do a sociedada 1 a-ecusando a reeapaceo da
commuiiiitaco que Iba foi dirigida. -Recebeu-se
cora agr lo.
Outra oa Conlrara da Santissiuia Trindade,
pedinloocompariciraiiito da Legio na procis-
sad que deve ter logar no dia :0" do andant;
-Inteirado. O Sr. presidente convida a todos
que possiira comparecer a se achatan l no dia
e hora designadas.
Koi approva lo unaniraemjnle um vol de lon-
vor a comui'sso eiicarregada dos festejos da
iastallaco.
Foi coufarido, por proposta dos Srs. teneute-
coron :1 .Vv .lino I. lunaiio le Oliveira e canilo
Antonio Mariih > Falcao, o Diploma ueso-
eio bemfaitor ao am. Sr. ooroael Claulio do
Amare) 3 ivagat, cojos Barvicoe prestados foram
m oicionados na acta.
Para entrega lo Diploma e agr lecitn nlo ao
Exm. Rvm. Dispo Diocasano foram uomaadoa
iam Gaioiaraas iam sar ioagBraaem commisaao os Srs. capttaes Adelino Augusto
no qaarle da intratara O oj retrai.oo (i'ereiri de Albu-iu sniu:. Antonio Mirinlio Fal-
aoa raa L. Lo z e D. Carlos a d .
:':.!'..:; .'. Amalia a O. Mana P.a.
= Na Govilba acaba da tar lugar
sentimeatoado Sr
Luis
CompausJaija de Baaposjraus e Proalsi-
ct CliiinisMss---Fomos- mimosalos com
um. exeraplar do ultimo relatorio dessa em-
presa, referaata-ao anao prximo Hndo.
Desse traasdho sa dearehende que a coaa-
panhia fas basn.negoco no referido anno e ob-
teve lucros aa allingiram 166:773M7U dos
quae* 2i:23WO O foram applicados a amort-
' sarao das despacas de inoorporacio. aermmu-
laodo a directora e couvindo a commiss&o i.
cal em.que os59.7l9406, que eram destinados
I a un divideado, fossome iguahn uta destiaadaa
aquello flm.
Diz directora :
Parece-nos que deve-se estar snlisf.iloem
concluirse a organsacSo ou estaioelacimaato
dennitivo d'esta Campanilla em exceUentee
cohdices s:m desfalque de sea cupital, o qual
11 mu foi completo, e no entretanto, durante essa
periodo, distribuimos dividendos na importan-
cia da 1341:0344(10, constituimos um fundo de
reserva de 12:68M5S5. morlisou-sa a inenr-
poraco em 4i:5l8#iO, e temos a distribuir
agora 59:7'9*'<56.
Pelo exame do balanco veris romo se ocha
constituido, da rao lo s.-guro e com boa appli-
caco todo o activo social ; assiiu como t- r -
duzida a verba de devedores divers .< no 1
obstante as vendas se fu.era em larga sacis a
crdito como .proprio do uegocio.
No p issivo, apezar do avu'la lo das Iran-
saccOes e iraportacao. so tamos oradores n>
valor de i82:9 >i\iK) por ttulos nao vena los
Por estes simples dados verais o cuidadoso e seguro o negocio que o V. sem
especulaco, apuiar du de> iivol-ntunto que
tem"
Isto d.a medida da gestan da em>rasa e
das suas boas condioies.
Agradecemo.-* o referido mimo.
Estrada de Ferro BonitaNo'" triuiestre do corraat: anuo
foi o seguinte o balanco dassa ferro via :
ISSSSBS
Jiinoira 5:o8o46i0
Fevereiro 4::tai 5i4U
Marco 4:9i*440
i
um >
morte... por iageaC&o da iib.-aa sendo o
raato :i4rru..: pela eJornal do Ooccmarci j
naat'e tenaos :
c Coatim da ComoS o seguate caso,
tio varidcj, quanto axtraoriiaario :
A semana p vas vi; m^rrau no hospital
da Ifiaastoordia am pobre hom-om, por
naTer iofjarieo am* porafa de horas.
a miinuira qua o Dr. Jas Meoasco,
-^ a a ico que o tratoa, coota o caso, avan-
ga *J*e o oimico, ent--,ndo um dia no
Mapitoi, obsarvju o d'aaia, va q'a sa
t raa ouaoi rashbelsid > dtssa-lhe daqu
a tras di> est promot09 que ag ija-
va o aftimj qua duer qua ares dtaa do
pois devia sar dad alta ao doen e.
*Jo o coaiprehaadea, porm, ssira o
numeottinuo, qua tomou as p&ivras eitar
pnampto aacao syeeatnso da estar na outra
vida,
o dia aagaiata, qaaodo o Dr. Mansa-
co voHoa e.j boapitai, anounsiar-im-lhe ,
oiurta do aoaem. ,iolmraa>, procssou
q 13 o5o podti sar, m*s upproxi-no i-se e
roaoobi:C3a qua offajti Va manta estn am
pr&aenga d'um OA'Iavar, qaa lie qaia da-
do laso aatOjjaiar para reooabeaar o no-
c o do inospara.o tallccimanto.
Fa^-so iacil satataser, aacoa'rou-se urna ero la
da libra. Do canal da degati^o do da
ato.
Estava asaim expiiodo o eaigma.
As liaras foram a cas dea^minaate
di norte. Coaveacido da qaa .norria, o
oom do bomamainho quia leva' cowaigo a
sua pequea iortuna.
ciacBes entra o governo constituido a o
insurgentes, guardando absoluta reserva e 1 oiueoe para proteger oanoaa abandona-
naatralidade ; aeganno, de proceder, quan | das, fiihoa da iadividaoa que estajm
to concessao- da asyio, de acoordo oom
os representante! da> oa'.rss nagSes, qae
tiaham navios da guerra na beba do Rio
da Janeiro.
D'ali a pouco, recaba i o g:verao com-
municacJo- de qoe Salianaa da Gama a
outros se baviam rafugiaio a bordo dos
noasos navios. Immeduuameota, renovoa
a erdam para qae os noasos navios proco-
daaaem da aooorao oom oa navios extraa-
geiros. S entSo veio nova noticia annu ,-
oiande que os refugiados s liabam reao-
:J,
paotagd
Era um.facto ocsamado. Qaasi ao
eaagevA, por mtermedio
tempo,
doa ooco dassadigoificador sentaenta de sot Ido enoarregado de nagoc os da Brasil esa
de iadividaoa
oampciado- eeatenca da prisSo as oadeius,
entesdendo^se tambem essa proteccSo aos
presas bam comportados.
Suas magostadas aurZo convidadas a
aoeaitar a presidencia honoraria da aaso-
oiay2o protectora da projsotada instituigio
qoe se denominar Inst tuto Penitenciario
de Banaticeooia e Candada.
Diversos eoelesiaitieos oelsbrarsm
as igrejas da mesma cidada ama misa
ana aogao- da grasas pelas malboras do
cardeal D. Amaneo, biepo da diooesw, qae
REVISTA DIARIA
Ibido exclasivamiate nos vaaos de guerra foi operado eaxLaboa do cataratas.
Tratatsa da oonstruooao o explora-
cao de um ramal da ligaolo io Doaro
Senado de Pernambueo -Nao bouva
hontem sassao por teram apenas comparecido
os Sra. Luua Freir, Aristarclio Lopes, Paretti,
Baro de Arariba, Pinlio Bargas e Ermirio Cou-
A reuniao 6 presidida polo Sr. Dr. Ermirio
Cezar Coutiubo.
O Sr. 1." socretario procedeu a leitura do se-
guinta expediente :
Um oificio do 8r. Dr. Saldadla Jnior enge-
nbeiro e director da E. F. S. de Pernambuco,
communicando a inauguragao do trafago do ra-
mal da Glicerio a Uniao. que una este Estado
ao de Alagas e convidando o Senado a compa-
recer dita inauguracao, que se realisar no
.da 13 do correte, sabindo o trem desta capital
s 4 horas da manh& do mesmo dia.Intei-
rado. ....
O Sr. Presidente declara que dmxa de haver
sesso por falta de numero e em seguida dis-
.solvau a reuniao.
Cantara dos Deputados -D^ixou hon-
tem de haver sessio por falta de numero.
Foi momead urna oonnaissaje paca ex- Resrulaaiento dos Crrelos-Inceta-
Somma
Joneiro
Fevereiro
Marco
flaursa
Ml.t
5 5484700
o:7li*450
So mu a
I4:.';ii29<
16:23 280
aom.e porte de L
Pereirs le Albuquarque, Antoaio Marinlio
[cao e Diogo Gartoii 1 Rodrigues Campado.
Para visitar 1 cooso io capito Manuel Cle-
mantino Correia la Callo, que se achadoaate,
foram oomiaiassaoad is os 8rs. capites Antonio
Lopes de Aza ve lo; Jas Pelix .le itiitio il,
e Jos Miguel dos Smi is.
O Sr. presi lente deMaroumie na qointvfeira
prxima, i ddearreal 1 ir log ir .1 il ii$ 11 da
Directora e esliera o comparacimenl > d 1 iodos
os socios 11 j goso la saos dimitas.
Nada maia bavendo a tratar encarroa-se a
sasso.
Campanata lyrfea -~ O Sr. loaqnim
Franco, qne actualmente se aclia no Sitado do
Para fazuudo uofe temp ira la iyrica no ineatro
da Paz, pretende vir a esta capital fa.er a
estacad ii ia mea a de Juub > e 'uliio.
O elenco da e 1 n| Sr. Fran'a) esto:
Lconilda'iiabbi -soprano dra ntico.
PaLaira ll 1 ni 11 -so iraoa leggero.
Natalia Papada*
Scarlaiti -mano ipraoo.
Dullerinitenor drama
ttiulio Dgoiaitenor leggero.
Ricardo PetroVich=leuer.
Van-I)..le -t or.
Solv.itore Vinc barytono.
Pr&Qcesco NicoletU -b.is.-o.
Oasparini -basso.
Silvio 'arbino -maestro director
a eompanoia tem 2i coristas, 7 danyirtnas
e diversos professores de orebestra.
repertorio se compoe do seguate :
Africana, Ugonotti, tella. (iuarauy, Giocon-
da, Pagilaci Dinorab Faust, Carmen, Tro-
vatore, Ada, Lucrecia Rorgia, Holiuto, Son-
narabula, Ca.-aliaria Itu^ticana, Bbrea e Barbilre
di Siviglia.
A empresa abrir uina assign.ilura de 12 re-
citas cuja importancia ser cobrada em duas
preatacoea, sendo a primaira na chegada da
eompaabia e a segunda depoia do quinto espec-
tculo, tendo os a signantes o abate de 10 J.
Theatri Santa IzabelPara solera
nizar o 06." untiiversario da inauguraco do
tbeatro Sonta Izabel, S. Exc. o Sr Dr. governa-
dor do Estado, de accordo cora a inspectora
dos llieairos, designou o dia 8 de Mato para
realizar-se naquelle theatro o espectculo em
favor do mesmo, de conformidade com o dia-
posto uo artigo 38 i- do Reg. de 8 do Fe-
vereiro de 1891 e da clausula 4.* do contracto
du 6 de Junho de 1893.
Foi escoliada a festejada opera em quatro
actoa do celebre maestro G. v'erdi,Un Hallo
in Maschera -opera em que a companba apr-
senla todos os principaea artistas.
Pora solemnizar aquella data que sempre
tem passado desappercemda, a inspectora dos
tneatros promove ura espectculo digno do dia.
Dcver dar coraego aquelle espectculo a
magestosa sympboaia do -Guarany, do notavel
maeatro brasileiro Carlos Gomes, a iual em
sceoa aberta ser executada por diversos ban-
das militares e pela orchestra da companba
Sansone, sob a regencia do distincto maestro
Napeleone Maffezzoli
Vobre proeedimeato Conata-nos
que, por occaaio da cerimonia religiosa do
stimo dia do fallecimento do seu sogro, pro-
ferir o Sr. Desembarga dar Fraucsco Luis urna
pezaroaa allocuoao, ao flMar a qual declarara
que, de acoordo com sua raulher, desistia da
lieranca paterna em beneficio das duas orpbaos
hlas do segundo leito do tinado ; e qae nes-
te senado se dirigiram por escripia ao respec-
tivo juiz, logo^juo foremaitados para o invea-
tario.
E' um prncedimenlo uobre, que faz bonra aos
Dficit l:iaaVfaaal
O irafego foi feito palos seguales lien-
Era Janeiro "46 paroarraa lo 3. n kil
Em Foverairo 'la :.o:!'.i'.'
Em Maro t54 2.H9I.5
^Vs unidades uteis Iransportadas for.un, nos
tres nie/.es :
Pass;i-reiros I 7M
Harcadorias fc:57J,t"7 ltoa;
igagens 35 30 -
Auiinaas 9'
A despea abanaren no trimestre I Mi
receita.
i>ele;racia de Trras o Colenisa-
9aoO Sr. Dr. Batata uVaa, delega lo da
[napectoria de forras e Coioaiaacasi m Par-
nanibuco, encetB luje nesl: latie* a sua d -
f/a, respoud'll lo S iiceusaces que lia _- I ;ui
sido d -rigitlpa r'lalivaininte ao NucI.m Cale-
nial Barao de Lneaee.
Entre as publicac s de intareasa privado,
classitcados como .i, n .<. eoc ittra-a 1 o pn-
mairo dos artigos do Sr- Dr. Htinia.....s.
Fcrr<-via Sul do Perii-.iiiili ic 1
O Sr Dr. Jos Joaquim Itodriauas s.il i;: olm
Jnior, director eiiireulieiro .'h if assi
Irada de ferro, teve a delicadesa .1; aos enviar
11 m conv te para a intgoracao, no .lia i.ido
e renta rao/., do rasns' 5a Wliearie, arscan i
ligoco d'is estradas Recife s francisco e .\
KdasRailwav, pela estrade Sul de 9 ni.ni-
buco.
O trem que do H icb I van us ranvi li
para a referida iu.iugurar.io aarttr da Ciaea
Paatas s 4 lloras .la midragada do dia It,
diz o subdito convite, que agr leC onos.
Hospital Portusfui;/.- -A junta aasa-
nistraliva d ste po estabel ciniento reuae-i-e
boje is G lloras .la larde era sesso orl.'uiria.
i'iiio I-'.:iiiiJJar! .i -a o sarao qu.- rc-
alisa essa sociedade no da 12 do oerssHsa se
que bonlem demos noticia, recebemos un .b-li
cado convite que ambarados agradecemos
Consrcssi L.itterariu> Bibeiuio-i
le PilinaresVs-iin .l>'iioinin.ida lo ran-
dada una loase dado aa si dada do Peasjaarae, cu-
ja insialluco leve lugar no dia 7 do aatveate.
Essa sociedade cemaosta ilns rao;-os sd *
dos s tetaras, cando a sua directora 1
compasta :
Presidente, Fernando Griz.
Vire-do, Joo Cirvallio.
{ secretario. Epamin.oii'las de Azevedo.
2" dito, Tlienislnclcs du Aguiar.
Orador, r'aliio Silva
Clasaajatas^^ViBdo da Estado d* Ali m
cheaou a esta ej la'i'' n ll UiagO 11 .i .1
Ariliur Bouveia Costa, qae vera oeeapar n r
de pseriptarario na I id "aa desle \'. >
C laasanursilai Asrrleals) ds i -r-
n.tiuSll loj<", peas h iras 4 1
funccioiia essa associa > im aaaaaab .-;i al
ordinaria, para sprar. ar aa eaaaaai do nao laa
eleaer a sua nova directora.
CI'.s') Carlos '...iineiXo sabbad
x i dio. li di conrete -~. ebib da san aaraoaan-
sical e dancante, eiclusifasaanta paro as
sor. OS
Asseiai,; Medisu-^liarianee^-
: tiatenue >e li": em sesso ordinal
j lugar e hora 'I" costame
Parti.'li Republieanu- Fe-l.-ra!
Goyanna i-u s 1 '|.i
lugar no lia il'i 1 c
r luuio de eleil ras ; os ao Parti-I
blicano Federal, os quaes actaasaran
. la a
ranaiao bi lavrada a acta qua
la :
Aos seis lo maz da .Miio io a in 1 .
s 7 horas la Bol 1, u 1 as da resul n
majorJos Feneirada Silva Limo, a tt
da la i (toyaas pr -!.- I i r
\o assignads, foi pore
o maior L o 1 igario 1 t ,: da (Mii r
expo/. o motivo da *- 1. > "; > d'aajaetla r a-
nii j, a ijnil linlia por Im
tilo Republican 1 P
eoustituic&o ii um directorio c -u ..1! res
resolveros uigocios 1 intirassas do m
Partido- Em seguida foi dclarado pdo
sdrata qu: lia\ ia combinado cosa as dii
influencias do Partid" 11 municipio api
pan memores de lirectori u aes q 1
dicava a pedia a a 1 das p isa hh
se aahavam pr 1 un a
malos iuraibros do dk dorio os c
Ernesto Pereira Rab illo, tea le Va
lentiniano do Reg Ba 1 U 1 Jase 1 -
tino da Costa Brillo, Francisc 1 11 1 aa 1
bello, Pomptlo Jcara Manoel Venal" Bez
do Mmezes, Joa M;nt im le Soaaa, Dr.
(ioncalves .le \ : leo.-nte Jo" Artliur
dos Sanios Aguiar, Mum I de Albnquen| 1.; (ia-
detba, Joto Antonio Bezerra, major I. 1
Corn'-ade Oliveira, major Manoel Oo
Albuuu.njue, major Jos Ferraira da S
Lima, tenente Julii Nogueira de Carvaho,
Jos Ignacio da Cunh.i Rabello, Dr. Mathodo
Romano de Albuquerque Maranhao e Dr. B-
pidiode abran 1 Luna 1' -u ir'-l" Depou
disto, faaram e I unaram pirt r.a .lis 1
Dr. Elpidio Figu r i, o Dr. M slnodio M
nlio, o Dr. Joo Goocalvas, Pranciseo '.i-
ballo' e o raajor Manoel Qomes e flcoa ra !-
vido que (base Domen la uina commissJo qne
coiifeccionnsse os estatutos e uraa .iiitr.i que
tratasae da acquisiian '.: urna
ciiinasse o directorio. Para apriman
missao foram nomcados o Dr. faapidw Figuei-
redo e o ra ijor Laodegario Corra e para a s -
guada o major Ferraira Lima eo major Ma-
noel 'tomes-
Ficou tambem resolvido qu ni irimeira ren-
ni5o do directorio fosse eleita dentre os sena
membros urna comuiissrioexeculiva. Nada mais
liaveudo a tratar foi lavrada a presente acta
que vae assignada pelos ci laios que se aclia-
vam presentes reuniao. Laodegario Correa
de Oliveira, Manoel Gomas de Albuquerque,
Juliao Nogueira de Carvaho, Antonio orne 1
de Albuquerque Sobrinho, Manoel CmsaPn
Tavares de Mello, .los Lnix de Franca, Jn-
vencto t. de Assis, Joaquim Gom.-s de Araujo>
Manoel Ignacio Ferreira do Nascunento, Jose


I
{
I


t*
V
i. fl fe jibA ittto
%
\
\
PtoJto 4te gtmaalww ^taaerclm IO ae Mato fle la^
Astiolino da Sites Barretto, Franaisco Jos
Arantes. Manoel Quedes de Moura, Elias Fer-1
reir Mouinho, Luiz de Prnnc Cesar Falcao,
JoaoJosdi Silvn,'Julio Rodrigues da Silva,:
Antonio Coutintio dos Santas Aguiar, Emiliano ,
Aureliano de Arrula Costa, Joae Arthur dos ,
Santos Aguiar, Demetrio Nstor da Triudade,
Antonio Correa de Oliveira, Manoel de Albu-
querque Gadelha, Jos Domingues Antunes dos
Reis, Antonio Roirerio Moruro, Valentimano do.
Reg Barros, Jos Ignacio da Cunlia Rbello,!
B3niro Pereira de Andrade, Jos Wandcrley
Vieira da Cunta, Jos Justino da Costa Britto,
Migu;l Jo.iquiin Se ara, Francisco Cunlia Ra-
teUo, Ernesto Per-aira Rabello, Antonio de Al-'
buijuerquj Tota, Ernesto Jos Arantes, Manoel
Soares de Araujo, Jos Barbosa M.-de Queiroz,!
Jofio Goncilvts de Azevedo, Heronides Ra-
poso da Cuaba Reg, Jais Antonio Bezerra,
Leoncio Francisco 'crein, Venancio Jos dos
Reis, Laursntino Gujdes de Barros, Amaro
Arant:s, Antonio Francisco da S. Amante, Lu-'
dovico (I: Suuza Paehi'c >, Miguel nus de Arau-
jo, Jos d j Fr.-itas Moizinho, Franklino Jote da
Silva, Jos Gomes de Andrade Lima, Joo Go-
mes de Aniradi Lima, Joo Jos Tavares de
S Film, Jos Pereira de Souza Lima, Antonio
Gabriel Renepont, Francisco d Paula Casti-
Iho Curado, Jos Niraes Lins da Silva, Metho-
dioR. A. Maranlio, Jos l'err-Mra da Silva
Lima, Klnidio de breu e Lima FigueirtMo,
Francisco Vives de Mello, Jos Mana Freir,
Benigno i'inbeiro de Meiylonca, O lorico de
Abreu e Lima Figueirdo, Manoel Jos da \
Hora,
Vener.ivel Confraria de Santa
Rita de Cassia) consciho dessa contra-
ria pro ''i m a sua eleicio no domingo 8 do
corrate para o novo conselho do anno de 183i
a 1835, ticon lo e Regedor, Joo do Rocba Carv.dho
Mulheres .
Total .
Arrasoados
Roe .
Doentcs
Loncos. .
Loucas. .
Total.......
Movi monto da eniermaria :
N&o lionve.
Inspetoria do Z. 'distrieto
timo Recife, 8-de Maiode i89i.
Boletim metereoiogico
Horas Term cen i- Barmetro Tenido do
8
*7
4'5
19
3
0
487
mari-
:H^a pid 94
Foram expo-ta
hPira oexle Jr
Para ouoierior
ra.
(aOl
7S8-.69
759-, 16
737-,93
756-,65
757-, VI
vapur
2i),t
20.33
19,87
19,24
19,74
Huni-
dade-
77
Rodrigues
Sab-regedor, Miguel dos Santo? Costa Jnior.
Fiscal, Gabriel Idelfonso das Neves Caldoso.
Secretario. Manoel Augusto Leal
Fiel, Jos Fernandos de Mello.
Agentes :
Adolplio A. Abreu Guimares.
Cactuno Alfredo dos Santos Costa.
CoMfeheim :
Luiz da Cruz Mosquita.
Sebastio Pereira Pinto.
Antonio Pinto da Silva.
aauo.i ilo Nascimento Reg Monteiro.
Anlonio Basilio Bezerra.
Francisco de Assis Epipbanio
Pinto.
Manuel da Cunha Bran^o.
Antonio Honorato Ferreira.
Lydiu Purpurarlo Santiago de Oliveira.
Venancio Hemeterio Lobo Labaiut.
Antonio Carlos i'o ronieu dos Santos.
Sebaso Lopes G. do Amaral.
MultasPelo fiscal de S. Jos, foi
lhida ao cutre municipal, de Janeiro a
Maio rorrete, a quantia de 367*000 de multas
por infraccOes de posturas muoicipaes, naquella
reRuezia.
Se os liscacs das demais freguezias lizessem
o mesmo pois tarabem devem ter muito onde
respigar, provavelmente muitos abuzos seriam
sano dos.
do Mercado
grado
56,*9
26.9
. 27.'6
7,"9
27,3
"Tperatura rainima 26,00
Temperatura mximati,l'6
Evaporacao em 24 horas ao sol 9.-1
Chuva 9"1.
Direcgo do vento, ESE "de meia noite at
0 h. 30 m. da manh : SE com interrupgocs de
SSE at 6 b. 45 ra ; SSE e S alternador Cat
9 h. 27 m.; SE e SSE alteniadcsa' ate 10 h.
45 ra. ; SE at 1 h. 39 m. da tarde; SSE at
4 b. 14 m.; SSE e S aliernados at meta
noite.
Velocidade media do vento 5 "69 por sc-
;gundo
Nebulosidade media 0,68
Boletim do porto
! Pra-mar ou Dias Horas Altura
baixa-mar
P. M. 7 de Maio 6 -h. 40 da m 2-30
B. M. 7 de Maio U-h. 50 da t. 0-40
Hospital Pedro II -O movimento desse
estabelecunento cargo da Santa Caja de Mi-
sericordia do Recife, no dia 8 de Maio foi o
scgninte
Foi o eguiole.o mo'iawaio deBiportac4o :
Atumi
-gniraram :
ABfit et* Mltll.MC.os;
. 93 ,133:iai .
Abril
94
93
Maia em 94
79:8*1
1-104 4.5
8.0 9.1:33:123
8,519.193
613:930
kil.
Fui o prego medio poi 15 tiles:
Abril de 94 3
. ut 93 4*030
Maos em 94 <380
rcco-
7 de
Exisliam.
Entraram.
Sahiram .
Fallece ram
Existem .
77:>
16
------791
3
2
784
-- 789
pelos seguin-
0 valor rta exprtelo fu;
A ti! Ue 94
de 92
Mecos fm 94
Algodao
Eofaram para o mercacio :
Acni ae 94
de 93
Moos em 94
i
2.526:1024H0
2.286'83#it0
69:2^;:700
24 1(3
28.198
4.085
lat ao-
Ehij-os'de caroiaba. Int. JSIhOiw
Cidn. Jmt. 0
osw. *xt fROOO
Iot. 378:800
Cognac, .dat a;8i6
CourmaoeeHr.xL BfcfSl
D .ce. Ext. 2i
ldi. 1:800
Oroeas e oiedlcsmenloj. Int. 114
R-pnador^d. Iqi.
Fannba de mandioca. Ex'.
lat.
Fio. lat. (
Fractar. Im 59
Genebrs. Iot. 13:034
xa. Int. 200
Licor. In. ge
Ma eiras. Ext. Praneb6>8 4
Milho. Int.. 518:66
Oleo vegei-l. Iqi. 774
Guro Perfumaran. Int. -f
Plantas tlr^s. Ext. 10
Polvuao. Ext. 1:800
Sabio. Int, 12::i95
Seoo. Jnt. 7:700
Sola. Iot. 1:364
Va?joorn Iot. (6
aellas. I)t. 861
Vinagre. Int. 24:110
V bo de /roctM. .Int. 900
WerraouiO. lai. 25
l.
tu.
B*r liba30 tambor**.
Breo- 4,600 r.arns ven deudo w de j a 309.
pon-oxtrll.
iaO)3 .loiamee.
Cal201 nrri.;as.
CarcaToe30 oloaes.
CvrfOf de atena.)3uV)>vsKnse% modaodi
ue 300 l J40 pnr M kilos.
Carvo d o*dra4:534 toneladts. veadenilo>ae anluIlc,a aopublico, em bellos vra CJIM
*.
10:473 saceos
mzrm
caixa*
R(.
kl". .
bu
SiJM Rotoli
Nedda Sulli
PP? N. N.
Camponeaes palhafoe
Depoia de algnns compassos faitos peta r-
chestra, ainda com o panno descido, Toaio>
fardos
Fo'am exportados
Para o exterior
0 interior
Abril de 94
de 93
U-ncs im 94
1.118.989
832.482
1.931.471
2.072.821
121.350
kilcs
Pela adrainistrago
de S- Jos foi recolhida ao cotre do Concelho
Municipal a quantia de 81400 importancia de
qualro mullas importas na conformidade do
artigo 4 capitulo 1 ds Lei n. 4, Titulo 5.
Gremio tos Profcssores Prima-
rioslloje, ao meio dia, reuue-se esta socie-
dade em sesso ordinaria,
Seguro de vidaQuando morte bate
a pona, nao se pode evitar o golo-* lalal ; mas
pode-se vencer multas diiculdades resultan-
tes da morte de um bom protector pelo auxi-
lio qu e-lende a familia o peculio recebido pe-
los berdeiros daquclle que leve a precaujao
de segurar a vida na Equitativa.
Tribunal do Jury do Recife
Funcciunou bonlem este Tribunal sob a pre-
sidencia do Dr Jos Juliao Requeira Pinto de
dislricto criminal.
Foram visitadas as enfermarlas
tes mdicos .
Dr. Barros Sobrinbo, entrou s 7 da ma-
nb e sabio s 8.
Dr. Malaquias, entrou s 10 da manb e sa-
ino s 1( 1/4.
Dr. SimOes Barbosa, entrou s II 1/2 da ma-
nha e saino s I i 3/4.
ur. Herardo, entrou as 11 da manti e sa-
bio s 11 3/4.
Dr. Amonio Marques, entrou s 9 3.4 da ma-
nb e sabio s II 1/4.
O.. Lopes Pessoa, entrou s 10 da manb
e sai 10 s >2.
D.. Vieira da Cunha, entrou s 10 1,4 da ma-
nli c sahio s 12.
Dr. Bastos de Oliveira, entrou s 10 1/4 da
mu iba e sabio s 11 1/4.
r. Tavares de Mello, entrou s 11 da ma-
Publico \ nli e sahio s II 3/4.
Phnrmaceutico, entrou
s ihio s 2 da tarde.
Cemiterio PublicoObituario
8 de Maio de 1894.
Huliua Maria de Medeiros, Parabyba, 74 anoos,
viuva Boa-Vit.ta.
Lydia Maria da Conceo, Pernambuco, 40 an-
nos, solteira; Recife.
Maria Alves da Cruz, Parahyba, 50 annos; S-
Jos.
Benedicta Blundina dos Passos, Pernambuco
24 annos: Graca.
Joo Fortunato Cancio de Mello, Pernambuco,
18 annos; S. Jos.
Maria Fausta, Pernambuco, 2 dias: Recife.
Joo Mano de Oliveira, Pernambuco, 1 anno;
Boa-Vista.
Avelina, Pernambuco, o 1/2 annos; Santo An-
Foi o pr'-co medio por 15 kilogrammos:
ADnlae94 11*250
. de 93 9*450
Mais em 94 <800
s 8 1/2 da manh e
do dia
0 valor da txporttcSo foi:
Alrll de 94
de 93
Mus em 94
Agurdente
Entra^m pa.~a o usureado :
A Til Ir 94
de 93
Mais em 94
Furam exportados:
Para o exie ior
o menor
Abril de 94
de 93
1.463:6021300
1.305:S7G*t>00
157:725*900
5.102 pipas
2.632
Mus em 94
2.470
4.966
2.221.888
2.226.854
1.(48.772
1.078.0S2
O respoctivo valor foi este
Aeaa cazuza
.Borracoa
Ca'o
Gfi
Cal
5apil
fCarcfiog do ilgodo
Garrapato
Cascas de aag>co
Cera de Carnauba
Oapos e diu
Cidra
Cocos
CogM*
Cjur nhos e pelies
Dure
Drogas e medicamentos
E-panador-3 .
Farioba de mandioca
Po
Froctag
tOeoebra
Graxa
Ltfor
Madeirai
MUDO
Oleo vegetal
Oaro em moeda
Perfumaran
PiantHS vivas
Pclviloo
SabtO
Seoo
Bola
Vaarovraa
Vallas
Vinagra
Viobo de froclas
Wermoutli
litros
se***
380*00
300*'mo
12JUO
1:20Q*8U>
ltg*8Q0
55:l83*i
633*270
3-000*10
8:03*00l
lo oo-taooo-
90*0O
30:880*000
8:478*400
59:139*250
4:902*408
3:210*UO0
MIMO
61:028*500
3' 4*000
1:160*000
6:417*100
379*550
112*000
0*01 M)
60:683*220
7:4404000
2.-600*060
10U*000
50*000
ttrOJOO
48:874*000
7:70**60*
(0:112*060
48*000
1:722*000
9:644*000
900*000-
750*00*
Em
Souza, Juiz de Direito do I.1 .
oceupanto o tribuna da aecusayo o Dr Virgi-, tonio.
nio Carneiro Mandes da Silva 2." promotor pu- Victal, Pernambuco, 9 dias; Recife.
blico. Francelina Maria Joaqui&a, Pernambuco, 70
Comparecern! 28 jurados. I annos, solteira; Boa-Vista.
Foi submeltido a julgamenio o reu Tiburcio | Celestino Hezerra de Araujo Beltro, Pernam-
Alves. pronunciado como incurso as penas do | buco, 38 annos, casado; Boa-Vista.
artigo 3(0 I do Cdigo Penal e aecusado de
haver no dia 22 de Junlio de 18?3, sublrahido
do estabelacimento de Luu Mezquita, ra do
Brum, 28 laminas de estanho.
De accordo com as decises do jury, que ne-
gou ter o reu praticado o crime, o presidente
do Tribunal absolveuo mesmo reu e condem-
nou a Intendencia Municipal as custas do pro-
cesso,
Em seguida foi julgado o reu Jos Gomes
da Silva, pronunciado como incurso as pe-
nas do artigo 303 do cdigo penal por baver
na Estaco, da Estrada de Ferro entral, 21
de Agosto de 891 produzido Icses corporaes
leves em Jos Vicente Ferreira.
O jury negou ter sido o reu o autor do de-
licio e em face desta de iso foi o mesmo reu
absolvido e condemnado a Intendencia Muni-
cipal as custas do processo.
Produzio a defeza dos acensados o Dr. Luiz
Emigdio Rodrigues Vianna, advogado dos pre-
sos pobres.
O jury de sentenga, compoa-se dos jurados :
Jos de Castro Guimares.
Hermogenes Camargo.
Dr Jos Rodrigues do Passo Netto.
Joaquira Thimes
Joaquim Monteiro le Oliveira Guimares.
Antonio Vieira de Barros.
Alfredo da Costa Carvalho.
Jofio Goncalves da Fonte.
Antonio Adelino de (ampos.
Foi levantada a sesso s 2 horas da tarde.
Deve ser julgado hoje o reu Annibal Jos >ie
Sant'Anna. .
Casameate A's 8 horas da manb de
hoje, na igreja de S. Francisco, effectua-se o ca-
samento religioso do Sr. Braulino Pedro de Mi-
randa com a Exma. Sra. D Anna Landelina de
Oliveira, tilba, do Sr. Joo apistrano de Oli-
Teira.
Hatadnuro PublicNesse estabele-
cimento foram abatidas 81 rezes para o consum-
mo de hoje da cidade do Recife.
AccidenteAnte-hontem, de 2 para 3 ho-
ras da larde, em Beberibe, na occasio em que a
mulher de nome Silvana Pulcheria Rodrigues da
Silva, moradora da Estrada Nova d'aquelle dis-
tricto, pstava a lavar roupas, ao sahir para es-
Francisco Jos de Sant'Anna, Pernambuco, 48
annos, viuvo; Boa-Vista.
ESTATlsTICA COMEaCUL
di:
HKZ DE 4 Hit 11
1894
Na prximo finio mea de Abril, o mnvimeoto
marcanti '* praca do Recif-, cjmia- do ao de
A iril e 1893, aiu.ia ap-e..ti, como i s aoteno-
refl, resoiUdji favoraveu.
Cracram as renJas pabli^s; as operacOes
da ooiaa foram u> s PUioeroKas ; a imco-afiS"
fo' mais vonuo'a ; e, 8e dimiooio a too la.-em
do porto. nm por isaa tai expon-do menor
acervo de producto, oqao atiea arto pe'o rea-
pe -ivo vainr superior m 783:736*^80 ao de
Abril de 1893, nao obelante a queja do sfire^o
do* MS-ucarcS.
Eis os daaos esta,uticos comparados :
Foram arrecadadaa aa aegojes rendsa :
Pal. Alfaatfega :
Abiil de 1894 l 6!4>94*OM
. 1893 l:48i:872*616
Mas ?m94
153:02i03O
Pelo Estado de Pe nambnco
Abril de il4 430:904*427
. 1893 290:036*601
Mais em 94
160:867*623
Foi o prego mlio por pipa:
Abril ce 4
> e 93
alais em 94
O valor exportado foi:
Abril de 94
de 93
Mais em 94
Entraram para o mercaCo :
Abril de 94
de 93
Mus em 94
188*500
(42500
4600
874:489*200
341:040*980
533:443*220
pipas
Foram exportados
Para o exterior
m o interior
Abr
de 94
ue 93
Mais em 94
Foi o prego m.iio por pipa :
ADril de 94
> de 93
Mais em 94
O valor da exportaefio f< i:
ADiil de 94
* de 93
Mais em 94 -
1.365
859
506
litros
595 973
595.973
375.163 >
220.810
Total
Aoril de 93
Mais em 94
466:0i4*T00
420:438*010
4S:606**80
0 valor total da expoitac&o foi pois
Assucar
AROiao
Agurdente
Alcool
Mel
uoaros
Diversos
Total em 94
* 93
Mais em 94
2:2I7:516*48U
1-461:601*5 0
874:488*200
353:956*000
1:240*000.
32:700*140
466 041*290
5:401:554*610
4.624 818*130
784 736*480
285*000
232*500
~32*5 0-
353:856*000
197:354*000
156:502*000
RogaJarara o deacoctjs de lettras na praca de
8 a 12 -,.
Negociara ---.a 08 aoguiates ti oos :
58 apolicea federaan tf valor de 1:000*000,
ja-o uV 5-|., 1:010*000, oa com o agio de
30 analices estado, io v.Ior de 1:000*060,
juros ae 6 .|. ao par.
30ac5e-i da Compaobia Tlbo ranos do
Recif* a Olinda e Beoerbe, do valar ae 200*000
tender dlaVrops"ic5io^iriW^ POQO 145*000 ou com o depr*;ianento............
nm seu filho de 2 annos de idade que havia le- de27 1|2-|. r.ttn.D,i ^ i,.
16 atges do Bao de Crdito R-al, do valo-
de 100*. 9 130* oa com o agio de 30 -|.
325 a-c5s o Haoco de H^roambnco ric valor
reaiisato de 40*000, 65*000, ou com o agio
- 62 1|2 -|
um seu filho de 2 annos de idade que
vado em sua com^ anhia-
Ao voltar Silvana ao lugar em que se achava
trabalbando e notando a ausencia do seu refe-
rido filho, correu pressurosa ao dito pojo onde
encontrn j morta a infeliz creanca.
A autoridade competente comparecen ao local
e deu as providencias exigidas pelo caso
Casamento >ivti~O escrivo de casa-
meatos da -oa-Vista, Grasa, Poco e Varzea,
aflixou no dia 20 do corrente, na repartico do 35 ;
(.620a'5o-)i do Banco Popular, v,.lor realisa
do de (0*000. ao par.
63 a c6-a da Compaobia de Beber.b*, do va-
lor de 100*. a 03*, ou com o depreeiamento de
registro, ra do Imperador n. 41, andar,
editacs de proclamas de casameatos dos se-
guintes contrahentes :
Primeira publicafo
Romulo da Silveira Martina, residente na fre-
guezia do Reeife.com Grata de Freitas da Cos-
ta Pereira, residentes na freguezia da Boa-Vis-
ta, solteiros. __
Alfredo Ferreira da Silva, cora Julia da silva
Ferreira, solteiros, aquelle residente na fregue-
zia da Bo i Vista e esta residente na freguezia
de Santo Antonio
O esurivao de casameutos que funcciona
nos distrintos do i'ecifo, Santo Anlonio, S Jos
e A rogados, aflixou na repartic& do Registro i
de usaraentQS a ra do Imperador n- 751- an- (2t vapores, lo.ando
Mari-
100 arcos da Contoanhia de Sirvios
timos, do valor de 100*050, ao pa
453 preferenrjae* da de Tec dos de Estopa,
d* valor de 2C0*000, jaro" de 8 -| ao par.
55 pre<-reiiciaes da de Tscidos Paolisia, valo-
200*000, ao par.
150 a.-cOes da Caropanhia de Estlvaa, valor
realzado de 60*000, 100*000, ou com o agio
d-65 e3|5 -|.
Kutraram no porto do Recife :
Dj exterior
24 vaporea, otando 43 16> tenelladas
21 navios fKk 6-'iS'*
Do interlo'
o.ir, rditaes de proclamas de casameatos dos
i'es contrarenles :
Primeira pubjicago
Albino de lesos Baoaeira, viuvo, official de
justia, com Tbereza de Jisus Martiniana de
Castro, solteira, naturae3 deste Eslado e resi-
dentes na freguezia de S J*s.
Jos Severino de Souza, martimo, com Fran-
cisca de Senna, solteiros, oaturaes do Rio Gran-
de do Norte e residentes na freguezia do Recife.
Casa de Detenco Movimento dos
presos da Casa de Deienco do Recife, Estado
de Pernambuco, em 8 de Maio de 1894 :
Existan]
Entraram
Sahiram -
Existera
A' saber:
Nacionaes.
Mulheres -
Estrangeiros
495
7
14
4-8
461
9
18
2t 685 oaelladas
2.160
13 nsvios
D^odo para tal tas entrada-1:
AftMl 94 79 emb^rc. com 74 368 uaelladas
. 93-9J 98.267
Men. em 94 1 i
23 899
Sahiram :
Para o exterior :
12 v?no"'-s jtk
(3 navios
Para o interior :
37 vaporee
15 navios
Daudo para total das saitda--
Abril de 94
. 93
Men, em 94
Mel
Foram exportados:
Kan 0 exterior
o interior
Annl de 94
dej93
M.is em 94
Foi o preco mJio por pipa
ADril de 94
de 93
Mais em 94
O valor da exportaco foi:
Abnlae 94
> de 93
Mais em 94
Cohtoj
Eotraram pin o mercado:
Abril de 94
Foram exportarlos:
Pura o exterior :
Ejpicoa-ios
Secaos
Verles
5.982 litros
5.982
veodendo-se os 15 kos
5.982
100*000
93*500
C*500
1:246*000
1:246*000
2.713
819 kilog.
39.784
Abri
de 94
de 93
Meaos em 94
40.608
198.270
157.667
Foram os precos medios por kilo:
E-pi-badcs Seceos
Abri!
de 94
ue93
Man ea 94
920 ra.
700rfl.
"220 "
802,5 rs.
625 rs.
177.5 \
\ Verdes
J477.7 rs.
335 ra.
lJj
O valor exportado foi:
Abril de 94
. de 93
llecos :i J4
32^90*140
73 285*360
40:493*220
77#mbarc8s6e8
5 *
II
A deai* exportaco conslou do seguinte
^gua-g&zoza. Iot.
Borricna. Ex'.
La.p. Exl.
Cae. Ex\
Ci Idt
ICaoil. Iit.
Carocps de algojo. Ext.
(Carrapato. Ext.
Ciscas de aogico. Int.
' Cera de Carnauba. Ext.
10 CXIS
225 kl.
300 a
12
600 barrioas
297 lit.
1:391 944 kl.
5:000 *
30:000
.7:511
IUPOIDiCAO
Foram importados os legaioles gneros :
Albos215 caoasiras, veadeodo-sa a maoica
de 320 a 360 ria.
Ameixaa II vol.
Ameodoaa 5 ^rolaous. ,
Arroz1-851 saceos, vtnJeudoae de 5* i 3*200
por 15 k los.
Aieiie i'ol;vi-a266 caixaa, vendendo-sa o ga
lo de 3*800 5*600.
Azeiiooaa12 volamos
Bacalhao 20.624 1/2 barricas, vanleado-M a
Darrica de 39* 41*000.
Baoba de pomo235 barris, vendendo-aa da
1*830 1*900 par kilog.
Batatas1608 calas, veodendo se do 7*500 i
20*000 por caixu. 1
Biscoito*23 volumes.
Bitter6 volumea.
Caf -3.075 saceos, vendendo-8*de29*33* por
15 kilos.
CamarOe55 voluaes
Canella60 v.lumes, vendeodo-se 2*800 por
k.lo.
Caaianbas9 volme?.
CeDOlas -653 caixan e 4:000 'esteas, vendndo-
se de 27* a 40* por caixa.
Cerveja727 callas veodaodo-se a dalia ds gar-
rafaa ou botijas de le* 4 21*
iCevada56 volomes. ^.^
iCevadioba25 volomes. f \
Coa109 v. lumes, veodendo-se o kiloe. da 4*
a 10*000.
Champagne6 volnmea.
Chicolale7 volumes.
CRonrica 8 volomes.
Cidra 100 volomes.
Cognac51 volme*.
Caminos9 volomes,
28*000.
Con servas448 volamos.
Ervilbah 2 -oloines.
Farnbademandiocal:200sacaos, vendendo-aa
o sacco de 5*800 6*300.
?aioha de trigo15.600 Darricaa, wendaoda-se:
a de Trieste e Huagria de 39* 40* a a
americaoa de 26* a 27* por barrica.
Pe'jo 242 saceos, venden lo-se de 16* a IX*.
Poinas ds loara16 volamos.
Proctas10 volomes.
Gensb'a390 volomes, vendano-se de 7* a
26*000.
Gomroa de mandioca40 volomes, vendendo se
por 15 ki!.. de 5* 5*500.
Hervadoce5 volomes, veoaeado-se de 27* j
29* por 15 kilos.
Le te condeasado75 volomes.
Le^omes4! volomes.
Lt:orea12 volames.
Maizeoa380 volomes.
Maotelg874 barra e 101 caixas, veortendo-
8t o kilo : da Iraoceta em barril de 4*4r,0 a
4*800; e de diversas em latas de 5*0004
6*054.
Peixe de conserva-308 volomes.
Pimenta da lala.107 volames, vendendose o
k I. a 1*100.
Preaootoa18 volames.
ProvisOes82 volames.
Qaeljos133 volomea. vendendo se os aman-
goa de 7* 8*000
Sa-25 volumes.
gal2,010 alqoeires, vendendose os 100 litros,
do oactooa1 de 4* a 4*500.
Salame8 volomes.
Salpico s6 volomes.
fiardioha8108 caixas, vendeodo-se as latas de
1/4 de 400 440.
Toacinbo71 harria, vendendo-ee os" 15 kite.
de 25* 4 26*.
Vinagre360 raarris, vendendo-sea pipa do de
Lisboa de 200* A 220*.
Vinho -127 pipas,*Q1 barris e 2:866 caixas;
vendendo ae a pipa : do de Lisboa de
400* 440*. e do da Figoeica de 430* i
470*.
Xarque-r36:24l fardos e 239:970 kilog. ; ven^
dendo- 03 (5 kiloe : do nacioiel de 7*
4112*800 ; e o o Rio da Prata de 8*500
13*500.
Wiskj45 volomes.
J Dertotartigos
Atpisie80 volomes, vendeodo-ae -por 4MU.
de (0*000 4 12*.
Aseiteie peixe5 volames.
A'.vaiade135 volames.
Barricas e barris vastos4^59 e IO volomes
desmanchados.
de 36* 4 404 por tonelada.
Ceras di veras.10 volames viH)4eodo*se a-w
teUI do 12* a 20* por 15 kios.
Chapeos105 votaareg.
Cliarutos94 vmom^.
Chumbopm leaeo- 11 volones, e em cauo II
volume-'.
Cigarro5 volomes.
Uasenio3:100 barrtaus, 12* or barrica,
kfl. Cobre358 volomea.
laua Colla.3 volnma.
Gordas300 volomes.
casas Cootinnoa e p'tles199 olumes, vendxsOfee o
vol. ceoto de 150* a 2(i0*.
kil. Conrea bol- 315
kU. DrogHB e.me-iicameulo-769 volames.
Djamite 26 olumes.
mato yiofre70 volames.
dsaias Eiaotio13 volomes.
Mil. Eaieirag33 volme-.
Iit. S-'opa104 volomea.
lareilo 90 fclome?, vndeodose o-aeroide
caixsa 6* i 8*.
Farrotm api, 100 feca ; osa anr.iFaj 38
km aramos 0 vola., vm bailas (,'469
ej 61? fei^s ; em oanm.a 12 e aaan
31 volnmea ; em cortanln* 7..vr la ; em en
xadas 215 vol. ; em f>Tgn8 iltwrsaa.
5,212 v-jiunica; t-m fo Ce- ^'esrerw'^'te.,
430 ; em folhfi deFlan*af ftt8 asiC.IJHM.
5 toneladas ; em os 42 voim. ; um pe-us
31 volumes ; em preg laxa-1. 75 : em lamber* T3 evn pitoec.-
3.243 em msehnas e apparelbos.ttiarfdcs
12l vilciLes.
Fio1)38 volomea.
Pumo557 ViInTms, vendeulo-e per 45. kilog.
de 25* t 6G*.
Garrafal e fraseos1,772 voluoH8 e 400 avalaos.
Geaau1 voiuaje.
Graxa330 pipas. 1 barril. 8 calas, e 4,0
kllog., em bexigau.
Jolas1 volomp.
Kerosene 6,^00 volames ; venteado ee. a lan
de 5* 5*100.
Lichas161 voluue-.
Lona17 volomea.
Looca1:797 tt.*.. o caaa :iwndo*e
giga Ma.eiras1.600 prao-bOea ; 100 (boas, remo*
36 fexes ; diversas 100 pecas.
M-irmorea e peoras111 voiastes e 400 de amo-
lar.
Maternas diveraoa8 201 vnlomea.
Mercado-las divenaae2:074 -volomee.
Moveia63 volomes. ,
Ocre50 volomea.
Olaea-416 vjlumes,
Papel 1:521 veiu oea, vendenHo se o reama o
de euabrolbo de 900 a 2*800.
Prfomaiaa36 volomea.
Posorioroa573 volumes, vendonde** de..
6*600 4 7*200 por grosa de calimbas.
Pianos(3 voinmeg.
Pipas vaaiaa789.
Puiassa 15 voiom-js.
Rape16 volme.
Saccoa vasios 25 volumes
galitre-28J vciomes.
Sebe2,714 barrw, veaden lo se por 15 k I. de
11*500 a 13*
Sola21 vola ues, mi endorse o rann d*
nacional 7*000 9*CO0.
Soda-157 volomes.
Timaocoa-33 volumea.
Tecidos dive'soa2 639 vln Tijoh*20.400 pa columes pars face; i.
fiutae594 -volames.
Taoits 31 volamos.
Tj|04 volomea.
Vasauo as31 volomes.
Vellas180 volomea ; veadeodoiBe o paca* da.-
eatrangeiras de 950 4 1*100 ; e acalladas
nacionaes a 12*000.
Vid ras660 volomea.
Zioco12 volumes.
vai ver como se ama.ni os entes liumauo-, qoa*
os tristes fructos do odio, os espasmos da dar,
os gritos da raiva e as cv-nicas risadas !
Si pu T Signore t Signori!
Si-usatemt si da sol me presento
lo son il Pro'o
Poiche in iscena ancor
Le anticue maschere
Metts l'autorgo
In parte ei vuol preadarj
Le receid usan/e
E a ruoi di nuovo inviami
Leranta-se era seguida o panno.
A scena representa um bivio em urna cidade
de campo peno de Mo tallo, na Calabria : log
entrada do mesmo ergue-se um thcatn
de f.ira, cujo panno esta amarrado a duas ama-
res ; uini tarde que 11 le de Agosta Os campo
nezes e os ratoneiros dirigam-se em algaxarr*
e cantarolando para o local do theatro.
Viva Pagaccio :
Eoviva il principe
S dei pagliacci:
I guai discaici lu
Coi lielo unioro
Tonio o bobo da cotnpanhia. almrrecido
com o barulho, dea-aa em frautJ a, acea. Pe-
pe, vestida de arlequiui conduz urna carreta
puxada |x>r um asno, dentro da qual vai deita-
da a bella N'edda, mulher de Canio-, o pa-
Ihaco, vestida de cigana e sa'.tanna. Logn atrax
dalla vera Canio, nctunpanhalo por aideOe.
que o comprinientara feslivaminle
L'rn grande spettacol >
A veiitilrc on
i'repira il vort'umile
E buon aei visare
Vcdrete le smanie
Del bravo Paglinccio
Ecorae si vendica
E leude um LjI lacci.
Silvio, jorem campanez de Montallo, esta
apaixonado pela graciosa <_ yenlil -Nedda, a
qual tanib.'in nao c in lii'.'orjitj aos sous pro
testos de amor.
lo! Vi pare I
Siusateini
Adaro la mia sposa.
Entrara os aldeoes que dingjm-sj a igreja
Verso la cli-esa vanuo conipari
lssi accoinpaguauo la comitiva
Clu a coppie al respeto
Sein a giulava.
Din, don, din, don, diu, don.
O infeliz Tonio, o b >ho, tambera ama a b I
la cainponaza de Cauto, que d.-lle escarnec.
Ceg de raiva, quer violeuUl-a. mas Nedda*
agouta-lhe o rosto retira-s- o namora lo selva-
gem mas jurando vingar-se
Qual Ilumina ave 1 nel sguardj
li occhi obbassai per lema
Ch'ei leggesse il mi peusier
Oh s"ei mi s >rprendesse
Brutale com > egli I...
Basco Popular
Capital 1.5()O.0O0|fJOO0
dem realisado 750.000*00J
Fundo da reserva 65.0008080
BAWXgO EM 30 DE AVJUL JBC 1694 I
Artife
Aooionistas
Letras desesontadas
Puados pubbcos
Eojpresctmos >e. eeuoSes
Adiwitamentos
750vOOOOQ;,
Apresenta-se depois Siliio. que rio Ca-
nio o Pepe- na taveroa; oerto de que e*t*
a sos eom a sua amada, fex-lie os mais ardent '-
protestos e rdubou-lhe voluptuosos beijos.
Sapea ch'10 non rschiavo nulla
Canio e Peppe da lunge a la la ve ra
Ma prudente per la macebia
Ame-auta qui uu vonu
bo scorta
Rebra-se, escalando o muro por onde tinha
entrado, e com a proiuensa de Ned la de qa
messa noite ella seria sua para sempre.
Canio, o marido, avisado pelo bobo Tonio
. lir6-,lSll89f're nlira-sa para eamagar o rival; este, portea,
UoriHia
Diverjas Agerraiaa
Letras lecebw
auo da directora
Valorea depositados
Diversas contaa
Caixa :
m moada.
(jrrente '31 .1.6W)3&
Em oonta
correte no
Banco de
Pernambu-
co 650.COOOQ
36.0845* Wi
l..-T4.8aSl>i
24J.SMf)8>
H.78&Oft
1.59.36O3W0'
^.ooftjeoQ.
-ta-Sva* ao
-1085D3D
Rs K);rMdQ3tA8a
Paaaivo
Capital
Fundo de resejrva
Lucros suspensos
Coatas correotes
Contaa com aviso
Cootaade peculio
Depositse praso fia o
Depsitos voluntarios
Diversas garantas
Dividendos:
Ns. 1,2, 3, 4 o Si,
Diversas contaa
lv&0-GQ>O
i.rs.oaa4o
47.5l6,S90 52-J^ift|9i()
1 .'e*lJ2flPQB0
43J2B2D0
3.637M8*
1.725.885IT6
K).S26.6:i9il*^'
S E. & O.
Recife, 9 de Maio de 1894.
Gustavo daS** A*tune.
Genmfe.
A. Lambert.
Contador.
MUSKIANA
I PAGUACCI
Pela primeira vez em Peajiambuco vae aer
cantada a opera I Pagliacci, do jovem maestra
Ruggero Leoncavallo, a qual foi apresentada na
scena do theatro Del Verme, de Mtlo, no an-
no do 1892.
A opera dividida em dous actos, comecan-
do por um pequeo prologo, sendo o assumpto
cheio de interesse de modo a prender a a'.ten-
cSo.
A aegao passa-se rpidamente, animada pelo
amor, pelociume, pelo odio c pela vinganca,
te.minando por um duplo assassinato em con-
digOes as mais trgicas, desenvolvendo-se todo
isso em poucas aceas.
Os personagens sao
Tonio Pozzi
Canio Vilalta
Arlechino Percopo
Waugiia fgir, antes .de castigar a esposa 1
fiel, Canio a intim a proimnciar o nome d
seu rival. Nedda dizdhe que nunca o pro-
auncinca.
Derisiooe e scherno. Nulle.
Mi bando conoscequel sentier
Fa la stesso; poiche di drudo
II nome or mi dirai
Segue-se o intermeiro. .
No segundo acto o espectculo no theatnnli
nao tarda a comceex. Pepe e Tonio coaaa
guem acalmar o marido furioso, liste resolve
esperar a volta do rival.
Sifd .principio ; avanti!
' Comeca a rearesentaco no theatrinl: Xed-
d a fax o papel de -O Aombina -. que di fuga
ao seu amante Arlechim quaudo est acbe-
gar seu marido Pagliaccr, interpretado aar
Canio.
A acea do palco nada mais do que a trgi-
ca continuago da scena da vida real entra
Canio e Nedda. .
Pagliaccio lernbrando-se do rival, mtuu
Nedda para pronunciar o nome de seu antaa-
te Nedda admirada nao perde o sangae-Bl.
e contina a comedia, como se nada houvesae
paseado.
Canio desesperado exclama:
No Pagliaccio non son : a a viso paludo;
Ei di vejgqgua.e smauia di vendetta !
Q furor do marido trahido augmenta. Os es-
pectadores comprehendem que elle nao st
mais rjpresentando, que o prologonista di am
quadro da vida real, que um uomem que vi-
ve, sotfra eameeca. Todos desejariaoi acudir
pata salvar da mulher ameacada; Silvio,
priraeiro, abre o catninho eutr; a multidio, ma
chega tarde. Canio ja havia vibra loo gol-
ps,e reclama a mull.r agonisante o uonae d
amante. Apreseuta-s^ Silvio que pr-cipita
se sobra a scena. Canio esclama : I* /
tul Bem venga .' e com o m ;smo punhal fe
rSilvio, que calie fulminado pela mort,; prtc
de Nedda Os carapoue/.es precipitom-ie sobre
Canio pira desrmalo e prendel-o. Elle
d isa rpidamente calur a facca. emquante sjne
o bobo Ionio diz cjnicamente, sorrvlo-se a
multidao:
La coinmedia finita
imam otis
l
estico
Dr. S Pereira. rua d.i Miwfllrii a.
da multas m**dico-nni n\\n
lias das 8 meio dia, mamn oot
-.ouiiogos e dias saiUitcaiios.
Dr. Amaro Wanderley. Mti*o
consultorio para a ruu Duqu de Cisi**
o. 71 l.'audar, onie d nousuUa <*
11 horas, da raatiha l h Residencia Hita Direi o il
Afogados.
ata


\*"t\
'4
Dr;Joaquim Loureiro medico partei
jo, consultorio ra du Cadug n. 14,
residencis na Casa Forte n. 5. larde
azulejo, defroot" da igreja da Campioa.
__O Dr. Simplicio Mavignier lam o
seu consultorio roa Mrquez de Olinda
o. 27 primeiro andar.
EspecialidadesMolestias do appars-
Ibo respiratorio, fabre da pelle.
Consultas das 9 as 11 oa phannacia
Minerva, largo do Terco e era seu con-
sultorio las 12 s 3 da tarde.
ResidenciaRa do Hospicio o. 41.
Chamados a qualquer hora e por es-
cripto.
Telephone n .566.
Dr. Pe*eira da. Silva chegado de
Paris; con pratica uas clnicas ae Whe-
cker e Laudolt. d consultas de 1 s 4
horas da tarde a ra do Imperador g.
63 primeiro andar.
Telephone n. 588. Residencia Ca-
xang.
O Dr, Lobo Hoscoso d consultas er.i
sua casa ra da Gloria d. 39 das 1<>
horas da manh 1 da tarde. Achan-
do-se fra do servico publico offerece-se
para acudir a quiquer chamado cora
promptido para fora da cidade. Espe-
alidiade, operacoes, partos e molestiase
de senhoras e meninos.
Advogados
Bacharel Enos Lobao pode ser pro-
curado em sua residencia ra do Im-
perador n. 52, SL* andar, acceitando
tambera convito para qualquer comarca
servida por estrada de forro.
O bacharel Jos Helvecio de Souza
advoga nos municipios de Amaragy.
Bonito. Escada. Gamelleira e oulros.
Reside na sede do municipio de Ama-
ragy.
Clnica de molestias de olhos
ouvIdoH e nariz.
O Dr. Pedro Pontual, ex-chefe de cl-
nica do professor Wecker. de volla de
sua viagem a Europa, tem seu consulto-
rio ra Nova n. 18. primeiro andar.
Consultas de 1 s 4 da tarde.
Telephone n. 539.
Drogaras
Braga g Mxchado. Deposito de to-
das as especialidades pharmacaulicas.
tintas, drogas, productos chimicos e ou-
tros medicamentos hoeopathicos, ra
Larga do Rosario n. 34.
Guimares Braga & C. Deposijo
de Drogas e productos chimicos, espe-
cialidades Pharmaceuticas. medicamen-
tos homeopatieos e tintas, leos, pin-
ceis etc., etc. Ra do Mrquez de Olin-
da n. 60.
Faria Sobrinho & C, droguistas por
taacado. ra do Mrquez de Olinda u 14
Oncullstas
Dr. Barreta Sompaio, oceulista. da
consultas de 1 s 4 horas u> primeiro
Ddar da rna do Baro da TielsfW ce
51.
Residencia a ra Sele da Setembro u
34. entrada pela ra da Saudade n. 25
PIBLMOES A PEDIDO
Xui'lco Colonial Suassuna
O DELEGADO DA INSPECTORA GERAL DAS
TRRAS E COLONISAgAO A0 EXM. SR.
GOVERNADOR DO ESTADO E AO PUBLICO.
Resposta as aecusacoes do Sr. Commenda-
dor Joaquim Lopes Macliado
Pretextando boatos e dicterios, que diz lhe
terem chegado aos ouvidos.e cuja authoria me
attribue sera o mnimo fundamento; mas na
realidade contrariado por mim por forja das
cirenmstancias em que elle proprio se collocou,
e em virtude do cargo que exerco, as longas
vistas que havia langado para o Ncleo Colonial
Suassuna, o Sr. Commendador Joaquim Lopes
Machado julgou-sc obrigado a um ajuste de con-
tas pela imprensa, e, para Icval-o a efeito, tem
publicado urna serie de arligos, dos quaes foi o
primeiro eslampado no Commercio de Pernam-
buco do I." do corrente mez.
Se este ajuste de contas era realmente neces-
ario, e se o Sr. Commendador Lopes Machado
bi com effeito toreado a fazel-o, nao o sei eu,
nem me compete decidir ou aquilatar, nao teo-
do sido por mim provocado : O publico que
tera de sobre elle proferir a ultima palavra, o
essa palavra servir sem duvida de pega instru-
ctiva para a definitiva dccisSo dos poderes
competentes, com enderezo aos quaes parece
escrever o Sr. Commendador Lopes Machado,
nao tendo em vista outro interesse seno o de
ferir-me, o de desconceituar-me perante clles
como um meio de alfastar-me do seu caminho'
sto de destruir o raaior obstculo aos seus
intuitos perniciosos a prosperidade, ao desen-
volvimento e quic a propria existencia do N-
cleo Colonial Suassuna.
Se desse ajuste de contas, porm, to leviana-
mente provocado, resultar a demolipao impre-
vista e cruel, de algum carcter, a culpa nao
ser minba de certo, mas 9im c nicamente de
quem, por estar habituado a bolir com muitas
pedras, encontra alguma que por lim lhe bata na
cabera ou.....nosps, destruindo assim o que
era de barro, e dando por trra com o que se
apregoava de ouro e de ouro de lino quilate.
As accusaces, de que o Sr. Commendador
Lopes Machado se constituio ltimamente pa-
trono, de ha muito que surgiram aqui e all sob
a astuciosa e traicoeira capa doanonymo, e des-
tas nao fiz ento caso, porque sempre snppuz e
continuo a suppr que o ancnymo 6 cousa a que
se ao deve ligar importancia. Tendo, porim,
o anonymo se corporisado, tendo-se por assim
diier encarnado no Sr. Commendador Joaquim
Lopes Machado ou por outra, tendo o Sr. Com-
mendador Joaquim Lopes Machado vindo agora
tacita, indirecta, mas muito lgicamente con-
fesaar que era elle aquelle mesmo anonymo que
ae multiplicava em seus esgajses, e que, nao
obstante nenhum caso mereca, entendo que nao
devo mais conservarme impassivel nesse silen-
cio que poderia ser mal interpretado, eme apres-1
so em defender-me dos botes que a calumnia e
Diario de Pernamlinco Qninfa-feira IO lie Maio de 1894
i^i
a diffamagao, agora sem mascara, se attreveram
a atirar contra mira, 6em duvida porque, no
cumprimento dos meus deveres do funcoionario
f*ablico, tenno contrariado os seas interesses in-
confessaveis e posso ainda servir de obstculo &
conseccuc&o dos seus fins tenebrosos, que ou-
tros nao sao seno o empolgamcnto futuro do
Ncleo Colonial Suassuna, cuja fundaco marca
um progresso para este Estado, e cuja existen-
cia, desenvolvimento e prosperidade garantem
lucros ruoraes e materiacs para o paiz.
A certas accusacOes, quando partem de certos
individuos, bomens de bem nao descem a res-
ponder, bem sei; roas sei tambera que a nossa
sociedade constituida de tal forma, que o pu-
blico se compe de taes elementos, que, muitas
vezes, as accusacCes por mais fuleis que sejam,
ou por maior que seja o descrdito que as en-
gendre e patrocine, costumam calar em alguns
espiritos, o que faz com que soja preciso des-
truil-as a todo transe, embora seja preciso tam-
bera, descer um pouco da propria, dignidade
para ir ao encontr deltas e esraagal-as de urna
vez.
E' justamenle csse o sacrificio a que ora me
resigno, com a conlianca entretanto de que in-
flingirei quem o provocou urna correcto justa
c merecida, reduzindo-o s suas verdadeias
proporcCes, e tirando-lhe para sempre o gosJo e
a velleidade de querer manchar as reputa'cOcs
firmadas.
Para bem orientar o espirito publico nessa
questao, de que o Sr. Commendador Joaquim
Lopes Machado se fez corypheu, arranjando para
si o melhor papel, embora com gravo sacrificio
da verdade e talvez que do pundonor de alguns
que o ajudam, sera altender as consequencias
que poder ter a sua..... leviandade, para nao
dizer outra cousa que talvez fosse mais cabida,
indispensavel que eu faga um histrico resu-
mido das diversas occurrcncias que se deram en-
tre mim e o Sr. Commendador Joaquim Lopes
Machado, desde o dia em que S. S. se ictroduzio
com ps de l no Ncleo Colonial Suassuna at
o dia em que um pouco descobertos os manejos
da sua ambiguo illegitiraa, e levantada a ponti-
nha do feo das suas futuras aspiracOes, S. S. se
constituio mcu inimigo, e fez o proposito de le-
vantar essa campanha de difTamago. a que o
publico est assistindo, c para corabaer a qual,
rao grado mcu, sou forgado a oceupar a sua
attengo.
No prximo artigo farei esse histrico que
servir para por os pontos nos i, i e dellcs, des-
de j fago a prevengo, resaltarlo aos olhos de
todos as ms inlenges do Sr. Commendador
Joaquim Lopes Machado com relago ao Ncleo
Colonial Suassuna, sem fazer cabedal das suas
consequentes ms intences para coniigo.
Recito, 9 de Maio de 1894.
ianod Barata Gcs.
O Sr. Commerdador Alachado e os
unon vinos
Para evitar duvidas declaro, que nao promovo
e nao approvo as publicages anonymas, que
tem apparecido contra o Sr. Commendador L.
Machado.
O .que liver a dizer contra o meu contendor
scl-o-ha sob minha assignatura, por mais ferino
e cruel que fcja o facto ou documento que.eu seja
forgado a oppr aos manejos do meu gratuito
inimigo.
Sou incapaz de atacar quem quer que seja
por detraz do pao.
Recito, 9 de Maio de 189i.
Manoel Barata Ges.
Qlinda
E8 os nome3 dos eleitores deste mu-
nicipio que reunidos no ,dia 6 do cor-
rente no salo em que funeciona o Con-
celho Municipal sob a presidencia do ci-
dado Jos Candido da Silva Pessoa
constituirn! o directorio local do par-
tido republicano federal a que declara-
ran! solemnemente pertencer, tomando
ao mesmo tempo o compromisso de de-
fender e auxiliar pos todos os meibs ao
seu alcance a administraco do Exm.
Governador do Estado Dr. Alexandre
Jos Barbosa Lima como um dos que
mais se tem sabido impor ao reconheci-
to da patria.
DE OLINDA
Jos Candido da Silva Pessoa.
Eleuterio Roberto Tavares de Espirito-
Santo.
Joo Francisco da Lapa.
Henrique Gibson.
Manoel de Souza Lima.
Jos Alves de Mello.
Joo Baptista de Mello.
Silvio Luccbetto,
Primo Vicente Borges.
Antonio Soares Botelho.
Joc Ambrosio de Oliveira.
Antonio Marcal de Miranda Pinho.
Pedro das Cbagas Ferreira,
Jos Jeronvmo Pereira da Silva.
Adolpho Gibson.
Jos Gomes de Miranda.
M noel Goncalves da Miranda Pinbo.
Manoel Liberato Fernandas Soares.
Manoel Joaquim Goncalves Leal.
Alberto Raptista Rodrigues.
Manoel Bizerra Guedes.
Americo Canuto de Sant'Anna.
Francisco Alves da Silva.
Benedicto A. Aocioly Lins.
Joo Baptista, de Souza Frade.
Antonio Ribeiro de Albuquerque.
Tbeotonio A. de Souza Cavalcante.
Epipbanio de Franca Mello.
Jos Marques Correia.
Manoel Berto de A. Mello.
Manoel Arcbanjo de Barros.
Aureliano '"lves de Souza.
Manoel Antonio do Nascimanto.
Jos Ignacio Pereira.
Jos Ignacio Fructuoso.
Herculano Pereira do Nascimento. '
Dami Ignacio Pereira.
Salustiano Bizerra Baptista.
Anto A. d8 Souza Rabello.
Jacintbo Manoel Vieira.
Joaquim Domingues Ferreira.
Jos Antonio da Silva.
Themistocles Joaquim Madeira.
Manoel Jos Antonio Gomes.
Manoel Firmo do N. Gouveia.
Amador de Souza Gomes.
Francisco Caetano Cbaves.
Adolpbo Nunes de Mello.
Arthur Leopoldo N. de Mello.
Antonio Baptista da Silva Picard.
Manoel Joo Nepomuceno de Lins.
Jos Antonio da Silva Accioly.
Umoelino Adonio M. Monteiro.
Joo Pinto da Costa Souto-Maior.
Manoel Joaquim Botelbo. t
Jos Joaquim Alves de Albuquerque.
Joaquim Severino de Hollanda Caval-
cante.
Vicente Anastacio de Olinda Sern.
Silvino Auguste Nunes de Mello.
Innocencio da Cunba Goyanna Netto.
Claiidino Coelho Leal.
Guilherme Gomes Pinto.
Domingos Duarte Ferreira.
Augusto Alves Roma.
Hortulano Antonio Ferreira da Silvo.
Joaquim F. da Silva.
Augusto Francisco da Lapa.
Manoel Rodrigues de Miranda.
Abilio Rosa das Mcrcs Jansen.
Apolinano Jos dos Res.
Jos Teixeira da Almeida.
Jos Maria da Lapa.
Joo da Motta Reg Leite,
Joaquim Moreira Coelho.
Francisco Miguel de Siqueira Bastos.
Mauoel Procopio da Silva.
Bernardino de Senna Dias.
Frederico C. da S. Guimares.
TJmbelino Pereira da Silva.
Antonio Francisco de Albuque Lins.
DE BBERIBE
Luciauo E. de'fMello.
Joo Augusto de Mello.
Alvaro Joaquim d'Alem.
Manoel M. Villas-Bjas.
Antonio Prieto.
Francisco Procopio Pessoa Dornella.
Luiz de F. Mello Reis.
Jos Francisco de Souza.
Agostinlio Gomes Mendes.
Diniz Geraldo de Bastos.
Prdro Jos da Hora.
Benjamn do C. Lope .
Manoel G. Mendes.
Boaveniura do P. Mello.
DE "ARANGUAPE
Joo Lins de Moraes.
Manoel Pinto de Barros.
Rem tteram formal declaraco escripia
de pertencerem ao partido republicano
federal, declarando coucordar com as
deliberacoes que fossem tomadas na reu-
nio os seguintes :
DE BBERIBE
Jos Joaquim Antunes.
Manoel Erancisco dos Reis.
Jos Aives Jnuior-
Boaventuru Eugenio de Mello.
Paulino Lopes de Mello
Boa ventura Augusto do Mello
Donato Pereira da Rocha.
Joaquim Rodopiano da ruz.
Antonio Francisco dos Santos.
Jos Antonio de Lima.
Jos Pereira Brando
Jos Pereira Brandao Jnior
Jos Paulo Maciel de Carvalho.
Juvencio Correia Lima Wanderley.
Augusto Carvalho.
Jo2o A. Lins
Salustiano Pereira da Silva.
Joo Capistrano Vital.
Manoel Joaquim Pereira dos Reis.
Eustaquio Glicerio da Silva.
Antn o da Moura Cysneiro.
Manoel Secundino dos Santos
Jos Jarinho Trindade
Jos Tiburtino dos Santos.
Antonio Canuto de Mello
Pedro <\-muto de Mello.
Candido da Costa Santos
Francisco Lin de Souza Santos.
DE MARANGU.4PE
Pedro Alpiniano M. Falcilo.
Daniel Mendonoa P. Barretto.
Joio Sotero de Deus-
Antonio Joo de Barros
Joo Leoncio de Albuquerque.
Joaquim Lins da Moraes.
Joo Francisco de Mello.
Jos Thomaz de Aquino.
Francisco Quirino de Oliveira.
Daniel 'os de Albuquerque.
Josino da Chagas Mendes
Antonio L. de Albuquerque.
Rosendo Tenorio da Silva
Manoel Francisco Tavares.
Antonio da Fonseca e Albuquerque.
Antonio Jorge de Paula.
Manoel da Fonseca e Albuquerque.
Manoel Archanjo Pereira
Manoel Falix de Albuquerque.
Manoel Jos dos Reis.
Clementino Jos dos Passos.
Manoel Firmino F. Falcas.
Joo Soares de Britto.
Pedro Lins de Moraes.
Domingos Ramos Bispo.
Mauoel Lins de Moraes.
Victoriano de Souza Carvalho.
Constantino Francisco Guedes.
Abdisio Ermiuo da Souza,
Ermino Jos dos Passos.
Joaquim da F. Cavalcante Galvo.
Mariano Soares de Britto.
Pedro Pereira de Cantalice.
Manoel Therencio Ramos.
Manoel Ferreira Dias.
Manoel Francisco de Jess.
Carlos Augusto da S. Galvo.
Joo Jacome Bizarra.
Joo Severino de Franca.
Jos Joaquim Nuiles.
Pedro Guedes da Cruz.
Pedro Joo Guedes.
Josi: Francisco de Almeida.
Bazilio Ferreira dos Passos.
Mauoel Felippe do Carmo.
Manoel Ludgaro da Paixo.
Joaquim Estanislao C. d'Albuquerque.
Brasiliano Francisco Nunes.
Camillo Henrique Ribeiro.
Joo Luiz de Albuquerque.
Joo Germano do Santos.
Manoel Ribeiro do Nascimento.
Ladislao Ribeiro do Nascimento.
Luiz Ferreira da Silva.
Jos Marques Monteiro.
Ladisdalo Soares de Senna.
Manoel Beringnel de Souza.
Francisco Jos da Paciencia,
Francisco V. Montenegro.
Xuclco Colonial Luccna
VI
Provocado urna discusso que exi-
gida pela minba dignidade em desaffronta
ao qua a meu respeito propalava furtiva-
mente o Sr. Dr. Barata Ges e em cum-
primento do dever que tem todo o cidado
de arcar contra os funecionarios que no
exeroicio do cargo se afundam na preva-
ricado, seria natural que eu me tivesse
de haver com o delegado da inspectora
de trras e colonsa3o, que ao mesmo
tempo o maior accionista da Companhia
Progresso Colonial e o fornecedor de do-
cumentos do que a mesma companhia com-
pra para a construeco da Usina assuca-
reira que vai explorar a Colonia, sacrifica-
da a um excellente negocio, justamente
por quem tinha a obriga;to rigorosa de
defendel-a de qualquer especulaco preju
dicial nacjio. Succedeu, porm, o que
nao era de esperar, mas que eu contava
viesse a dar-se.
O natural era que o nico individuo a
quera eu rae tenho referido e me hei de
referir, que o Ss. Dr. Barata Ges,
apresentado por mim como autor de pre-
vai-icacao e de deslealde ao governo, exi-
hibidas em documentos e3magadore3 e ir-
respondiveis, corresse aos jornaes no afn
de explicar-se, apregoando a ua innocen-
cia, embora contra os brados da sua con-
8ciencia, ou dizendo se victima do facili-
dades era que cahira para proteger Co-
lonia apezar de tel-a reduzido m si-
tuagab em que ella se v O que se d
porm muito diverso 1
Elle se soccorre ao silenc'o, nao impelle
mais contra mira os testas de ferro do
auoiiymato, mas erguam-se como se ou-
vissem um surdo rumor longinquo quasi
iraperceptivel, como se quizessem expri-
mir urna cousa diversa d'aquella que os
impressiona, attonitos, inexplicaveis, in-
coherentes urnas tantas entidades com as
quaes nada tenho, que nao se chamara
Barata Ges e que si estam ligados este
nome por interesses importantes, nao team
direito a acndirem ao som das sentencio-
sas phrases com que estou accordaudo a
conscieneia adormecida do delegado da
inspectora de trras e golonisajo,
Nao nos sorpreheude o plano. Na ira-
possibilidade de dfesa teria de ser este
mesmo o recurso do r. Barata Ge3. J
tivemos de responder a um qua nao foi
chamado e n2o podia pensar que o fura, e
temos de reoponder agora a tras que jul-
gara um insulto o que nao se presta a
isso. nem mesmo na signifisago propria
ou figurada dasta palavra. O plano nilo
produz efeito e havemos de ir por dian'te
apresentando ao governo e ao paiz os fra-
gmentos de urna reputaco que era falta
absoluta de defeza, talvez possivel con-
siderar-se j compctameute esboroada.
Antes de tudo. preciso dizer bem alto
que sou incapaz da insultar a quera quer
que seja. Entre bomens quu se respei-
tam e que merecem respeito nao receio
um tal concoito. Dito isso repito qua e -
crevi : Nao podri u estar ao seu lado
nessa empreza indigna, cuja divisa era
defraudar os cofres federaos, desvalori-
sando a Colonia e as suas bomfeitorias
precisas companhia qua explorassa a
mina da Uzina, enriquecida pelo ouro,
subtrahido ao Thesouro Nacional por osse
meio .
Estas palavras dorara lugar a publica-
co de alguraas outras por parte dos di-
rectoras da Companhia Progresso Colonial.
Devo dizer-lhes qua affirmei a verdade..
COMMERCIO
-* u*aai
de reraaa-
erelal
hm
<;" r* KKTOCBS
P^oca A"cCe la (ioojiiunlr.a :e (O'}003 ao nr^co ue 60W0.
tu8 da Coapaunia ('>dasirui. Coiuxti io de
Eillva. no VHlf reMlisaJ !- 60 OOJOCO.
Ditas do B-iqco Pouq ar uo valor riaiuadj de
tO ao p^ego d; par.
Cuino o ubre Lou do R?nno.
Ni Bo< vnieram e
70 Actes da ompanhi do B^beribe.
35 Ditas da CorapaaDia Iidusirul, omaircio
de Estiva.
100 Ditas do Banco Popular.
O presidente.
Augusto Piuto de Lemos.
O fecreiarlo,
Antonio Leonardo Rodri^aes.
Cawble
Os Bancos abnram cora a laxa de 9 3/4 sobre
Londres a 90 da* havendo pequeoos ceocioa.
De tarde o mrcalo mnsiroo se meos r'me e
oe Banco saccavam a 9 5/8 omeate.
Em papel pat calar nao coqjiou negocio.
Para o ajricu>ar
SSUC h
JrWalisado......* *
alnas per 15 kilcs- # 6*500
8raoco dem dem .... 38W 81600
3oioaaos, tdemidera. 3-60 a 3*900
aj<.-i7jaoidemi4em 2i8^0 a 3<0OJ
Hruso dem dem.......as houve
3rato mrlauo......2*300 a 21500
letame dem dem .... 2JU00 22x)
*l?die
Nao conbtop Dezccio.
<0' ftipa de 430 ltron 320*090
?or pipa de 480 uros t90*0O0
'fleceos saigadoi na Dase de i2 kiios a 800 reis
oa.iw.
Vardes a 485 reis.
Qaraanjaa
ucta-s de 12* a 20*000 por 15 kilos venis.
Co.amos nominal a 90*000 por pipa.
Eu p&o podia estar ao lado do Sr
Dr. Barata Groes nessa empreza indigna,
nesse designio, nesse emprehendimento
que o dantinava de apparelhar, sacrifi-
cando os interasses da nacao, um prodi-
gioso negocio futuro,
Devidameute nao contava commgo nem
com pessoa minha para esse fim. Seria
preciso desconhecer em absoluto o porta-
guez para ignorar qual a empreza a que
rae refer no tpico do artigo, que trans-
crev com a perfeita conscieneia do que
disse e sera retirar uenhuma linha. O
modo porque o Dr Barata Ges aecumu-
lou vantagans enormes, que equivalem a
muito onro subtrahido do Thesouro, -o
que tanto importa desvalorisacito pro-
vada do que foi vendido por diminuta
quantia valendo muito mais,dest dito e
sari repetido at a saciedade nesta serie
de artigos com a coragem e persistencia
de um hornera que nao tem na historia
do seu passado facto algum, ou tradicyio
alguraa que lhe mareie a rapntajao.
Prosigo resoluto e impvido apresen-
tando ao publico mais um documento quo
esnaaga o Dr Barata Ges e que ter a
conveniente analyse.
E' este :
4." documento
Illm. Sr. Commendador Joaqliim Lo-
pes Machado : Colonia, 14 de Janho
de 1893.
Acaba de dizer-me o Sr. Joo Ho
roncio Franco J que V. S. tem escrpu-
los em empregar seus capitaes empre-
za colonial da Uzina assucareira ; e pen-
s que os outros associados, que dispem
de recursos, o acompanharo no juizo
acerca do assumpto.
Fiquei sorprendido com a declaraco
que fez-me o Sr. Franco, porque nao
devia esperar que S. S. tao animado a
realisar um. melhoramento de mxima
importancia para a colonia e de gran-
des interesses para os colonos associa-
dos ; sendo V. S. um dalles, empregan-
do o seu valioso concurso em prol de
urna cansa de resultados bam vantajosos
para todos mudasse repentinamente de
opinio.
Entretanto, preciso saber se V. S. piu-
sa boje como hontem, quando falln ao
Sr. Franco ; aira, de que toma as pro-
videncias necessarias a evitar despesas
sem utilidade para a colonia, em quauto
tempo. Aguardo a sua resposta, que
peco entregar ao portador; pois de
amanh em diante tomwro outra di-
receo os servicos a meu cargo.
Sou com estima e consideraco, de V.
S. amigo, criado e obrigado, Manoel
Barata Gcs.
Reconheco a firma retro.Reciff, 23
de Fevereiro de 1894. Em testemunho
de verdade o TabeUiio Publico, Apoliiia-
rio Florentino de Albnjuerqua Mara-
nho.
Da leitura das cartas cima resulta a
prova de que o Sr. Dr. Barata o insti-
tuidor, o progenitor, e o principal inte-
ressaJo da Companhia Progresso Colo-
nial ; a explicacao do procedimento qu*
tem tido como delegado.
Recife, 7 de Maio de 1894.
Joaquim Lopes Machado.
VII
Nao passou desapercebiJo ao Sr. Dr.
Barata Goes o meu escrpulo em identi-
ficar-me com o seu pensamento para che-
gar ao fim que teve em vista com o as-
sentamento da una Usina no sentido de
explorar o Ncleo Colonial Luceua. Em-
bora na carta que me dirigi da Coloni
a 14 de Junho do anuo passado, que pn-
bliquei por ultimo, diga que sou be dos
meus escrpulos pelo Sr. Joo Horoncio
Franco, j os tinha conbecido e eu os
declarei depois francamente. Em todo
caso o proprio Sr. Dr. Barata Goes
que falla uos meos escrpulos e assim
est bem justificada a micha declara-
co de que nao podia eu estar ao seu
ado.
Falla o Sr. Dr. Barata Goesjna sorpre-
sa que lhe causou a declaraco do .->r.
Franco, em vist da minha aaflMkflo an-
terior. Nnnca o Sr. Dr. Baraia .-s
eonheceu em mim animai'o MM pr*-
teuco : pelo contrario ara elle que se
mostrava animado, o o nico
delinea va o seu plauo e des'-r.-vu
o futuro risouho que se desenliara aos
olhos, daudo asa exposico, e aa
cartas um anparencia extraordinaria-
mente seductora. Em quauto al i n-
convenc do designio do prejodirar i
Colonia que o delegado de tenas oa>
Ionisaco rev-.:lou, podia ter paree
animado ou po.ssuido do enejo 'le au-
xiliar um emprehendimento atlaCala*
na e a Pernambuco : depois ijii,' m fan
mou a minha convieco em ronirari n"i <-.
o meu modo de procador tcoa bem ex-
tremado e muito claro. Parata moitaa
as solicitacoes para me finar accin:*'
at ultima hora ; porem nao clieguei
ser accionista da crapa:i'uia M tftM
se organisou para explorar a (*"1 >:iia.
lato nao quer djzjr que o tros, alheios
completamente s confidencias da Sr,
Dr Barrita Goes. dcscjiiiecando o seu
plano, a seu proposito, nao oceta>-. de b.ia f aeeeaa da mesma coni|.:t!ihi;.
O3 capitae-o procrala colloeaafa aava>
niente o quaado esta como ilizia
Prospecto de o' lie .Setembro de IS93
que comecava por estas palavras s ".vin-
do de exordio s vantagens ni 1 ha
ueste Estado usina qua offaraca tantas
vantagens de aaiprego de capital romo
a que se pretende fundar ellos se ani-
mara e procrala lugar na e peeulacio.
lucrativa.
O capital nao merece censura.
Eu que me achara em coadicaa es-
teciaes e nao podia estar ao lado do
)r Barata Goes, porque esta va a par
de tudo quanto se auinhava em seu ce-
rebro,
O ponto principal da analyse o que
se liga ao terceiro periodo da carta,
Ahi que est mais nina das manifes-
B
TABELLA DAS ESTHAOAS OS ASSCAB B
GoDAO
Mea de .Maio
AL-
Bnir..'i
i
:.'..
3&rcaga ....
VaporeB.....
Aoimses
Strafla de F--roCentral.1
em de L'.rrioeiro. .'1
Soomraa .
I (
1 a
i s
a
1
1
ABStJ-j
Saecw
8209
7S7
1579
86S8
4774
20977
d&o
Saccaa
627
250
83
306
272
1122
2660
Iiuportaco
Vapor nacional Fernarabuco,* entrado dos
porto* do norte em 5 do corrente e consignada
a Pereira Carneiro e Comp.
Barris 200 a Amorim Irmos e Cimp.
Caf 12 eaccos a R. Broibers e Coap.
G.mroa de mandioca 15 oaneiros ordem. 5
a C-Jtta Lea e Comp-, 10 a Pereira de Fariai c
Comp.
JiLorandj 4 fardos a Farla Sobrinl9 e Cotnp.,
12 a CoTinannia de Drogas,! a 6. B'aga e Corp 5
L)uca 4 carneas a i. i. C. Simoes.
Pipis 18 a Amorlm IrmSos e Coap.
P. 1.1 20 f-rdos a Delm'ro h Goavefa
Trjpoe 16 fardo a B. Willi-m e Comp.
Te ido 20 t*ru* a AfToQ'O Mau e Comp., 13
J. F. Marques, 2H i Cottipicnu ae Ese.va. 15
a E. Kaoucb, 1 a Mu e Cxop., 35 a Umo-
aminiia e 1'.>mn., 5a Oas Lia-eiro e Com:'.,
3 i orem. 3 a S L. Moreira, (4 a A. Amorim
edap.,4 a R. oe Carvalao, 20 al.L. Ma
ctiado.
T^p.oca 9 eocapalos a Darld Ferreira Po-to
B.dar, 15 G ii.-O't-t & Rarro. 9 a Cosa Lima
e Comii.,10 a Pereira QeFarias e Comp., 10 a
Si.uta Auwr e Comp.
Saccu 3 Urojs a H goel do Ao|os.
Svueoles 1 caixa ao r.onscl de Franja.
RKcinr. 9 oc 11 10 db 1894
rara o tuner.
lia barca noraegaense Aeolas, para o
Bltico, carregamn :
Borslelmau St t, 5C0 fardj* com 80,974 kilos
de algodio.
Para o interior
No vapor ieglex L. Pnoc, para Siatos,
carreea.-am:
S. Gaimares & C,25 pipis com 11 750 litro
de alcool.
G. Paolle, 300 sac:os com 1,800 ki:os de
sanear branco
Coa-paobia de Estiva, 600 sarcos com 30on
kilos 0e abocar branco e 1.500 dito- 6:1,203
oit.is de iio mascav,iiij, 50 Daris c>j 4,500
litros de aturdeuie e 3u caisai con 3,000 Kilos
de do-e.
No vapo'' inglez DeUmbre, para Santos,
carregaram
E. Kantoack 4 C, 50 barris com 21,5(0 litroa
de agurdente.
No vapor oaclcoal J icubipe, pira Cear, I
Carregon :
J. Soma, 3P0caixas com 39,00 kilos d sabSo. 1
No pat300 aHeajEO Otio G. S'.olborg,
para llu Grande do Sai. carrearam :
V. ua Siivejra 4 C....400 barricas C333 43,975
kilos de asiocar braoco
BeitrS) 4Moate.ro 350 S3CCO coi 26 250
kilos de assacar branco.
Cortez kilos de asacar branco.
Na oarca rorueaease itacley, pa.a
Paraoagu, carrehram :
E. C. BtUrao e I mae, l.;"0 --anco? com.. .
72 030 kilos de asacar ortoeo e4!0 if i t o a com
.4.000 anos 'e illu maca?ado.
No niale Uoji Jeus, para Maco. carre-
caram:
C. Lemos & C 100 ss:cos com briab ce
mandioca.
G. de Brtto 1C saceos Mal firtBi de raau-
dioca.
Na barca;i D. Sinbi, par' N!a!, car.-e
garam :
E. C. Beltro* Irm-j, 38 tarrtca* com 2,280
kilos de assncar relia.-do a 8 ditaa com 6-0 ditos
de dito banco.
Na barcaga Martba., paa PartM, car-
regoa :
J. S:;nza. 200 caizas com 4.80J k:Ijs de 83-
bo.
Na barcaca Diviaa PrcvlJeocJa, para
Barra, carregu :
i. Soaz. 10 caixas cora 230 kilos de sabao.
Para S. Miguel, carregoo :
J. Sooza, 20 caixas coa *50 tilos d? sabao,
No lugar allemao Lina, para Porto Ale-
gre, carrejaran :
Games Foaseoa, 300 saceos com 22,500 klcs j
de assuear oranco.
Moilmriilo Ni vi 1 ; aiiMo no n>a 9
Bliic. D'lgoe n rorgnense S. N BaMay
cp.iooC. H isaios-t-u. carta klgoi-a.
bse: taca
NI o n u?e entrada.
eercado Baaletital .l H. Joa*
A rnoTimento deste mercado co da S t
Maio foi o segoiote : fiitrarrn
33 hois esa-'do 4,890 iciloa.
435 kilo de peue a 20 ra. S*7
5 compart. com mariscos a 100 -j. 500
4 ditos com caraardea p 100 rs. *0u
31 columnas a GOO rs. (v9a>
5 cargan com galliahas a 500 r. 2A5C0
1 rassuaps com galinnas a 309 4300
1 cargas cot milbo vr le a 300 n. #300
5 carga com inaccneiras a 30M rs 1*5*0
3 cargas com geruDom a 300 rs. 4^00
7 carga com bananas a 300 rs. 2*100
2 carga com larao;as a 300 rs.
3 cargas com toacas 30 rs.
i cargae coro frocus a .100 r.
19 cargas com fartoba a m.) rs.
16 cargas com rnilh.o secn a 200 rs.
5 >v,rga8Com fejao a 200 rs.
67 logares a 200 ra.
12 saraos a 200 t.
11 comp. com soijc-os a I*
8 comp. com PDioriros a 700 rs.
9 comp. com iressaras a 600 rs.
3i omp. com comidas a 700 r*.
6o como, com fatendas a 600 rs.
49 comp. com rerddrts a 3oO r.
72 comp. com hriaaa *00 re.
41 cemp. com talbos a 2*
i*""'
380t
:,tt>*)
1400.
I3400
JA40
Ufonn
5MC0
5A4t
2.i**m
33*000
1447IW
2-?*f0
HliOW
Reodlmenloa do dia 1 a 7
266*001
1.837480t
i.lo1800
Bt oa MAIO D* t!'J4
RSCSBEDOPJA DO ESTADO
o dta 1 a 8 28:484*049
dem da 9 t:86i858
as :ipk
Do da 1 a 8
liten di 9
DRAINAGi
33:345*917
2.381*778
1:404*277
3 783*055
Procos do dta :
Carne verde de 300 a 900 rs. o kilo.
Sainos de 900 a lidem
Carceiro de 1*000 a 1*200 idea.
Pirraba de 600 a 700 rs. a caa
Mbo ae 500 a 600 rs. a cnia.
Mo de laO a 3*000 a ola.
Xarrjue 900 ra. kilo.
ijcvo'. caperadar
Di Peno
Paloaboie por:ogoez Rasono.
De Pelotas
Patacho ^liemao Activ.
Paiaio uoruega-ese Marie.
Pa'.3^oo ail^miio Harali.
Patacoo lctea Atura*.
Oarca norc-ga Sif.
Logar ingbr, Anrora.
Patacbo hollan-Jez Aflea.
Patacao portag ez Mar:ano VL
Lagar ".oria;nerM~Tioao Vil
Oe Hamborgn
Pa'scao alenlo Trina.
De Liver pe ol
Barca ingk-sa Lilia i:
De CardiB
Barea noruega Oaruond.
Barca noroeaa Prctecto-.
Barea o- '? kataliaa.
Carca Dornefa Brillant.-.
Vapores a entrar
Mea de Maio
Siriua, do Sai, a 12-
So-ati,dosu', a 12*
Utataana, doaai, 3 12.
Timar, io lol 12.
-Macaca, do Nar.e a 13.
Cmela, do No-te, a 'v
Santelmo, do Sal, a 14.
Edictor, d; Liverpool, a 15.
Ville de Rosarle, da larcpa,! 16.
Qyde, da Eardpa, a 16.
Vapores a sabir
Mes da Maio
Sanios e eec..Cedar Rlancb, bo], as 4 1.
New Yo.k, Si-las-, U, ts 3 Ooras.
Pijmcutn e esc 80/ ta, it. as t2 na
So:jtbampton e e*c.., Ta r, 12, i 2 MA a.
Sanios e e-c, H li:s (3, as 3 oras.
Sao'.o. e eS'-ala. Hatloa, 3, t t Dorar.
Rio ees*, Minis, 14, as 4 oc*-
Peno Alpgrn e -se 'o-neii t4, >3 t-o-z:
Porto Aleare e ',". Sanie-nc, 16 *i 4 h;ra.
Renos Ajres. C,y le, 16, s 2 doras.
Santos esc, Ville de B ?rio, Horas..
'
/
^.>-,
I 1


Diario de JPcrnambaco ftuinltt-foira IO de Mato lo 1SQ4
**t
\
*
tacGes do pensamento criminoso do Sr,
Dr. Barata Goes, na explica5&o das pa-
lavras afim de que tome as providen-
cias necessarias a evitar despez\s sem
tjtilidade para a colonia, em quanto
tempo.
No seguinte artigo abordaremos este
ponto.
Recife, 8 de Maio de 1894.
Joaquim Lopes Mae/iado.
Ncleo Colonial Lucena
Em resposta ao appello do Sr. Isidoro
Leaos, cumpre-me declarar, que em
companhiado Sr. Lydio de Mello fui
^presentar o livro de transferencias da
Cmpanhia Progrosso Colonial para S.
S. assiguar, o que feito, me retirei dei-
xando ainda em seu escriptorio o Sr.
Lydio.
Recife, 9 de Maio de 1894.
Come lio Gouve ia.
Interessante
Aos negociantes, ind09triaes, agricultores p
prticnlarfS.
Una das coisas mais Importantes para cada ora
deDseiocootesiavelmenteo Seguroem qualquer
dan Kaes applicac8.
A ooiuiao boa oa rae, porm, imparcial e in-
so'pf-la qu-* pederemos formar da diversas
CoTpanhtas, <"* nvBN ine oo offereeem seus
fnicos aquella que se fonda oos propnoe da-
dos qae t-l<* uo- aao as relaces de seos ex'.r
cios passados.
Setal verdaie precisava demonstrarlo U'-
biamos em esforco aoalisaado apenas a v d
roromercial de qualqner ama das Companii.a-
toie em estado mai* (l)re?ceo'e.
Fetas estas coosiderscOes geraee pedimos ve
nia a directora da Companbie de seguros con'r:.
logo Progreaso para traoscrever aqni aleen* tre-
chos do seo relatorio do h"oo de 1891. princi-
piando pelo BalaDQo em 31 deDezembro daquel
le anno :
Activo
Contracto de seguro 28.191:20'000
Coritas correntes 36:731 *8'1
Emprestimos com garanta 5:117*97'
Tiintos a emif.tr 362:055/000
Ttulos emmidos 37:975*00 '
Titclos sea*8o de transferncia SrS'WO'-X)
Valores diversos 5:797*73(1
Lelra e obrigsefaB a receber 8:494*E40
.Movtis e ulcuciuos 2:26o930
Cala 5.12W760
Caspas 1:013*30J
28.961:8915051
28.591:200*000
I:l0i*6i5
600:000*000
37:975*000
4:908*:0>
J9:703*Ofi
P.SEIVO
Coc 1:1 de garanta
Conta de cobranga
SercSo hincara
Ttulos de obrigacao
Joros de i tutos a distribu r
Larrcs suspensos
28961:891*051
A existencia em caixa de pouco ira a de
cioco conos de res para orna sociedade da io
dol uo Progresso, lendo ainla a distribuir
perio de des contos de res de ju'os de tiloma p
BBspendido os locos pelo valor ->e 29:703*205
mais do que molesta, sobre tido 8 seobS-va
qoe fora 'o cotracio de seguro e dos seus pro-
irnos titu'in exiuilos e a emltiir, os restantes
saldo* do reo activo matsou menos realisaveis e
JDCioindo movis, otenctlios e r-bara, prefasem
em cifras redonda apenas 70.0004000.
Qae acontecera se cm to pooco sat'sfactoio
esludo a Compaobia Prugreeso for obrigana
ve? siQi-t-o a Pdlver orna oa varias da' suasapo-
lles o. 1966, 1951. It06 oo 1929 de 300:, 193:,
110: e 100: respec ivamenie ? E' cerlo que con-
Jorree ja viraos tem ella ainda per emi tir qui-
nnen-os e 'antos cootos em ttulos, porm nao
menos re-to qoe na actual crise tioaaceira que
rcffre o paz inteiro, urna emisso franca do me-
Jhcr papel qce ella for serta uiu desastre e con-
sesoiotemenie s teotsl o sera orna loucora.
Biaeao'D nos as catacoas qu- os Molos|ja
em circui^ao obtem mi principies Bulis ua
Repblica nao pepsimisrao riera leviandade a(-
Tincar qoe da emisaao dos referidos quiuhenioi
cotilos a Companbta Progresso com dlOicul-
ade apurara cocoeola cantos de reis cora
03 qu>es nao a-* solviam qualquer daqaeiies po<-
B'Vfir. in'siros. E isto mesmo ua meh >r de
lodas as bypotneses oa seja o > de qoe a Girnpa
nhia ProgresiO acbar realmente compadore.
ara 03 seos ttulos de obrigaejio o qoai poj-
i provavel tendo em conta a imposeiblidan
qoe de dous aonos pan ca t*m acbado cu r.-s
titereas empresas pira collacar os seos.
Nesias ondigftes a Compaa a Progresso
so tena trexraelos 7) para faitr lace ao presu-
mido e poj' el conflicto : oo pagara apoilce
od as a plices averbando aos p-ejudicadoa letras
a longo praso esperaodo melbores terapos ou
lser acceitar a aiudles pelo sea valor nomioai
toljs de obrigacaoou convidar aos proprio*
segralos iodos a sosbireve'os referidos tita
tos a emittir para assim tratar a catastropbe oa
Comoaobia < Progresso pa-a quera a si mesrao
eeria fatal qualquer destas medidas.
^aexrtosici doi fados decorridos etn 1892 a
Direcr.ora oa Procresso fai a consideraco
joe o anno nao foi propicio a Companoi* e
Isto palo fado de terem pago sinistros uo valor
20:050* 03 ?*]* apeaos s-;te decimas po- oa 1
te capital q e d s ter assegarado Admira H
( cgaigera nao so pela relativa insigo fl aoc i
-los sinistros nagos como tambera pelo moiio i-
fereiile proctdr das Companbida de S^U"os
qoe arlan pe>o seo futuro.
C.) o e. eiio os jomaes provara coasailem n>
Kom oaamuocios d praios effcica-'os po- si-
ciito< que na opiniio daqofllrs e do publico
eattt cm dalle ana pe.ua que ven a r-fr
carosalicerces do sea crdito e oa> hi divida
qoe isio coQs'.itu-a o meinor bem de araa Con-
paahta.
Fallalo -1 sini-'trj d- mtr Hspanba itn
<> liiutaari j lepaltoo parj os trDQOte<4 da Capt-
Ul Pideral e aJirait qua nS3 tu om-ao- pi
sareffl o Dleilo jadiciarij. Poie nao navr
Basar, po'pm > qw de emo ba detrimei o do
rsc4\ sus eata |io--jue o
mstnaric firrjudi.;ado torna se an inimigj ter-
nvi-1 'J;i C imnaaoit e o puMica <;ae tero cenae-
cimenlo eo pl-o o'orU30!a-e iuva'iav-lrat-ate
^m favDr do segorado e era coseQoericia con'ra
a CoTjpinbia. Eis porqop esas ce-era a cuat
.jp rnrio evitar O'- plelios ju iiario.s Babead e<
colber agentes qoe tenhatn perfeiu c-jas:len i^
do seo cargo nao tendo s ora viata fjiar m-jito'
secnros porm sim fazsl-os bem iostruind.) ao1
prelend-ntes qoe ignorem as coid'Cb>-s, aa 'o.--
maJidades as bases e'mflm era que se faodaaeot
o seenro ; esciarecendo os tundidos e qu^ s-i
ha~ po-na vez e delgadamente a:>eti- a;
nropo-tas feitas de boa e recasar aa de tq it I
les qoe considerara ama apolice de 8agafo co uo
nm aeio de fazer dinbeiro com prejaiso da er-
oVndo todas easas medidas Bnteoavu nn
da^osiilutjr effao qua deUa sa npeN, 8>
r*s'^ ou icio : p-igar ao se^a-a to arais-. -
steoie e levjr o fado a canta da pwteGCia
o fuicro.
Argus
----------------4---------------
lo publico
D. Ismenia A. de Mattos Lima, faz
sciente a quem interessar possa que as
bemfeitorias existentes no eugenho Timb
Ass e pertencentes ao Sr. Augusto Cezar
de Andrade estao sugeitas a urna execu-
^t> superior a 4 00OS0C0 como se ve da
oertido abaixo.
Recife, 7 de -Maio de '894
ismenia A. de Mattos Lima .
Jos GSiiino Ferreira 2 tabellio do
publicopdicale notas,escr'.vSodo civel
commercio privativo das execuc3esjury
e execujo criminaes do municipio de
Ipojuca, em virtude da le etc.
Certifico, que a pedido de D. Ismenia
A. de Mattos Lima em mea cartorio corre
urna execucSes contra Augusto Cezar de
Andrade e que foi arrematada pela mesma
D- Ismenia A. de Mattos Lima de cuja
arrematacKo pende embargos o qual est
sendo discutido e que a execucHo de
valor superior a 4:0003vOJ alm dos juros
e clistas. Dou f.
Villa de Nossa Senhora d'O de Ipojuca,
5 da Mao de 1894.
Jos Genuino Ferreira
\o publico e com especlalidatle
ao comaerclo
Silva R^mos it C. de larara so publico e an
r.oojCDervio qup ri3o se r^spousabliesara oor de-
bito akuta contradigo en oup da fi-ina, a nao
ser ansigida po- seo prop'io posd", ou ire^-
soalmeoie; deciaram mais que faza o presente
artigo por te-era sido victimas de ora audaz ga
tono que, usando da ra firma, foi em um arma
icm ie xarque ua rus da P-aia e comproa aiua
porcao de narqup em nome.
ltecife, 7 de Maio de 1891.
SUva Ramos & C.
Ao cammercio
Alipio Rozado de Oliveira Guerra e
Minervino Fernando da Costa declarara
ao corpo do commercio que nossa data
dissolveraiu amigavelraente a sociedade
que gyra n'esta praca sob a firma Guerra,
Fernando & C,, retirando-se o socio An-
tonio Jos Fernande8.que era commandita-
rio pago e satisfeito do seu capital e lu-
cros, e continuando os abaixo assignadoa
sob a mesma firma e com a sua exclusiva
responsabilidade
Recife, 5 de Maio de 1894
Alipio Rosado de Oliveira Guerra.
Minervino Fernando da Costa,
New-York Life Insuran-
ce Company
Pernambuco, 2 de Maio de 1894,
Illm. Sr, Dr. Antonio Molinari Lau-
rin. Tendo liquidado boje a niinha apo-
lice de seguro de vida Pontina cumpro
o dever de agradecer a V. S. a solicitude
que etnpregou para tal liquidaco.
Sem outro motivo assigno-me cem
oda a consideraco
De V. S.
Criado e obrigado
(assignado) Carneiro da Cuu/ia.
Banco da Bolsa
Em virtude de deliberaco da Assem-
bla geral ordinaria, sao convidados os
accionistas deste Banco a reunir-se em
as8einbla geral extraordinaria, na prxi-
ma segunda feira 14 do corrente, ao meio
dia, afim de tractar-se da liquidajao do
Banco.
Recife, 9 de Maio de 1894.
P. J. Pinto.
Director gerente.
Xn baahs onde realiza um de
seus mi'"-ainumpho* a Agua Fionda jb Mur-
rav *L riman, prudutindo por aspira dii--), o
pr ter dos p'aterps eo rn-is Bnala'torio do-
las hygienicos. D- ma arm gs-rafa de
AaiCi Florid na agoa do binbo 5 S'ifli;iente A
reaniraar o co'ou ron fatigado f.ir'ale''Br a
naturesa mais prosuada, espec>simeo oromrar;o proi-n d excpaaio calor, oe t->Da-
Ino wx igera'o. i hpj* paysico oa moral, oa de
nao acostomada aeiucao,
A?eosaco de frscur<, fortaleza e a tranqoili-
dae que f xoerimpot;-. o fysiema nervoso depoii
de uro bantio asirn prpparado io lizivelpare-
ce que uraa oovs vid* toma po-seEsSo do corpa,
e qoe ou pspirit.. 'iias se expaodem em bOBca
de maiores go-os. 6
pago at a ultima estaco da estrada
que o effectuar, seguindo a pagar at a
estacSo de destino da outra Estrada, que
cobrar o frete devido.
Todos o esclarec raentos de que care-
cerem os interessados serio m nistrados
pelos respectivos agentes as estacSes
das capitaes iRecife e Macei) e em todas
as outras no interior.
Palmare-, 4 de Maio de 1894.
O Secretario-
Jos da Cun/ia Liberato de Mattos.
Fallencia de Me'lo Biset
Os 8yndiro8 ** massa fallida de Lolz da G Bandeira d* Mello Bisel > envidara oa errdore-
della a aorese'itsreai os tialo* oos seos crdi-
tos sn advogado da maesa, ra Di.qae de Oxia-
n. 56, 1- anda-, afim de forraolarse a lisia eos
creduos, necescar-a a claseiticacao respectiva :
isto al 12 do corrente.
Joaquim Fraocuco a Com;, saa ejposa e fi-
iha. retlran'lo te tnmnorariaicente par* o reioo
de Portugal, e nao optando despedir-fe pr fal-
ta de tempo, pes-dme-t', de spos amigos a pa
reies, o fa* p'-lo preseot', e ifferecem seus di-
minutos presiimos na cidade do Porto; assim
como deixa encarregadus dp seos npeocios os
Sre. proenradore: os amigos FraociscoJos F-'r-
naaaes Marco, Jos de Sooza Bra e Joao Pp-
reir da Costa Piolo, na ordem em qae estao
coi tocada*.
hecf-, 5 de va-ode 189.
Dr. Frcitas Guimarcs Medico,
Tem o seu consultorio na ra Duque de
Caxias n. 61, 1. andar, ende sera encon-
trado de 11 1 hora da tarde em sua re-
2sidencia no Cajueiro n. 4. Telephonen.
Dr. Octavio de Frcitas Medico,
consultorio ra Larga do Rosario n. 26,
1." andar. Antigo interno dos hospitaes
do Rio, de volta de sua viagem a Europa
d consultas das 12 as 3 horas da tarde.
Especialidades : febres, molestia de
pulmao e coraco. Eucarrega-se de
analyses chimicas das urinas.
Dr. Alfredo Gaspar Medico. Con-
sultorio e residencia ra da Itnp-iratriz
n. 18, Io andar: Operadorjpartetro tra-
ta cotn especialidades de molestias dese-
nhoras e creaucas. Consultas de 8 s 10
da manh. Chamados (por escripto)
qualquer hora. telei'HOKe n. 226
Dr. Arthur Cavalcante Residen-
cia ra da Imperatriz n. 11, 2. andar.
Participa sers clientes e amigos que
mudou seu consultorio para a ra Duque
de Caxias n. 74 1. andar onde ser en-
contrado de 1 s 3 horas da tarde horas.
Dr. Barreto Sampaio Oculista
Consultorio ruaBaro da Victoria n. 51,
1." andar. Ex-chefe de clnica do Dr.
de Wecker, de volta de sua viagem
Europa, d consultas de 1 s 4 horas da
tarde, excepto nos domingos e das san-
tificados. Telephone n. 285. Residen-
cia ra Sete de Setembro u. 34. Entrada
pela ra da Saudade n. 26. Telephone
n. 287.
---------------?---------------
Dr. Julio Mario Medico homcopa-
tlia, operador c parteiro, Residencia-Ra
da Imperatriz n. 20, 1." andar. Formado
pela Faculdade do Rio de Janeiro, com'
fonga pratica em partos e homeopathia,
no norte doBrazil. Especialidades Alm
da de partos, molestias de mulheres (te-
ro, ovarios) molestias de enancas e mo-
lestias agudas das vias respiratoria e cir-
culatoria.
Attende a chamados para o interior
do Estado.
Engenho Timbu-assa'
Cneeando ao conbeclmento do abaixo assig
nado que algu-'Ci acnrjuelna a ranina soer a
vend do eoenno Tmb-sse para prrjnoicar
m^-u tilho, antea t'erdeiro oereiwaro, vei.to ce-
caiar que emprptfare os meios p'-cisos para
evitar a venda do enapnho, no qual pi-uo nem-
feitorias uovIo' de 40 000*000, devidamnte
recioheciddS em-enterca proferida ua queatao
a que arrastrara minha --nya.
Angosto 0a' And'ilp;
Eoeoho Timb aatti, 6 de AOrit de i99*
EDITAES
/-" nao u
O i i~ i ^-, -rn CO i5 > o 23 a I s o g '3 O
-< ca < M . erj C5 -a* C< "*S eo r-> tj< ~-> o 10 t- t- SO 5
o *! i O) a o
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o '2S 2 . -o
1 i t "3 c3 Mil 11 -f m s I-H
r5 *?.'/} J m *~ ' CS
THEATRO
ANTA ISABEL
Cmpanhia Lyrica Sansone
H0JBQINTA-FBrA, 10 M MAIO-HO-E

Pela primeira ves a Dov.'ssima opera de Leoncavallo
OS PALITOS
Bonds paia todas as liuhas e tren? para Apipucos e Oliada
Preferencia aos SiS. asaignantes at boje, s 10 loras do dia.
rcvemeae beneficio do tenor Vitalia.
Cmpanhia
DE
Tecidos Paul3a
Cbamada co capi'al social
Sao cjnvidaios os eeabores Bobscripiores de
aeces i ara o ajlente do capital ?ocial a rea- lOOPiarainador.
1- certidSo das notas qoe tive-em no ponto
de sea repartican ;
2- attesiado do caap-tpme cb*fa sobre a so
aptidao para o servico publ co.
Art. 11. O concurso *ra fet) em diit coa-
serutivos. das 9 bo as da mson as 3 da Hr e
salvo molestia de a'goa aembro da coiumii
Recebedoria do Esta
do de Pernambuco
EDITAL N. 8
O administrador da Recebedoria d cate
Estado,fB publico, para nonbeoimento dos
respectivos erntribuiotes, que, dentro de
trinta dias atis improrogaveis oontad< s do
|. de Maio prozimo, serSo arrecadados,
bocea do colre. es impostea abaixo meo-
ciooadoB deoretadot pela lei de orcameoto
em vigor o relativos ao 1 semeUre do
ezeroic>o corrao'e e 1894.
Recebedoria do Sitado de Poroambaco,
23 de Abril de 1894.
ffonto d'Albuquerque MeLh Jnior.
Tr postos a qae se refere o edital snpra
40 0|Q sobre o valor locativo das casas
de commercio, iodmtria e profissSo na ci-
dade do Recife.
30 Ojo sobre o valor locativo das casas
de commercio, induatria oa prosiSo tora
da cid-de do Becile.
20 0q sobre o valor locativo dos dep-
sitos ua dependescias dos estabeleinaea-
tOB 8ujetos a impos'.os de 40 0,q-
2i$000 por tonelada de aivareoga e ca-
noa de carga e desoarga.
C;rrjpaohia de bombeiros.
Secretaria 'a InetracSo Pablio* do Es-
tado d j Pernambuco, 19 d; Abril de
1894.
EDITAL N. 27
De ordem do Dr. Inspector Qeral da
InstruccSo Publica e em virtude da repre-
1 sentaefio qoe Ihc foi presente pelo Dr.
! Regedor do Oymcasio Pernambooano,
chamado o prcesser desse estabelesimento
Dr. Ravmuudo Carneiro de Sooaa Ban-
deira, allegar dentro do praso de 30
dias os mutivos pelos quaes n2o tem se
apreseatado aula de Sciecoias N*turaes
desde o dia 10 de Outubro da 1890, data
em que Ibe foi concedida liotnca pare to-
mar parte nos trabalbos do Congresso Fe
deral, sem que, entretanto e durante as
ferias do mesmo C mgresso tive*se allega-
do qrialquer motivo que jattificaaso a aua
ausencia.
Na forma, pos, do art. 197 2o de
Regolameoto vigente da Iastrucc&o Publica
e de ordem, como ja ncou dito do Dr. Ins-
pector Qeral da Iastraeeto Publica, fca o
teferido professor intimado para no a'.lu
dido praso de 30 dias apresentar as suas
allegac,3s.
O mencionado praso correr do dcimo
quinto di* da publicado do presente edi-
tal sob pena de procederse a soa rev
lia, de acoordo com o 1'. do cit -d ar
tigo.
O secretario.
Baohar.-l Perganino Saraiva de Araujo
Oalvao
l earem a; o uta 20 do correnie. no escriptorio
provisorio, a roa do Bora Jess u. 1, pavimento
terreo, a primeira p'Ptajao da accOes fobs-
cripias a razao de 30 O/o oa 604000 por cada
;icco.
Rec la, 5 de Uno de 189*.
Jos A. Saraiva Jonir,
vJUMPANlA
DE
Servidos Martimos de
Pernambuco
De ordem da directora convido os Srs pos-
soldores de nbngacea preftireociaes desia Com-
papbia a vlrem ao escriptorio da nmpaaha,
(Caes da Companbia Pernaxbocaaa) eTectuar a
substitoico dos respectivos titulo por ootios
em qoe se acbam preeoebidas ns formalidades
exigidas pelo decreto lagislsttvo n. 177 A de 15
de Setembro do anoo finio, como determina o
art. 7 do mesmo decreto.
Recife, 5 de Malo d* 189.
Dr. Manost Poitella Jonior,
Tecrelsrio.
S. R. J.
Sociedade Recreativa
Juventude
Baile (em bomeoagera ao conoocin beaemenfo
Mino I Cattano, em 12 de Mito)
Conv-'tes para ente baile era mo ao secretario,
loerpdsos era mo do icesou-eira da com-
missao.
Sa a das 8fs-0es da ccmmi85o os. Modelada
Recriativa Javeaiode, 1 uk Abril de 1894,
O sec e'.ano da commlsso
M-m'-d Coelbo.
Associce
rcial Agri
Pernambuco
Commercial Agrcola de
DECLARARES
*
Dr. oluka Ran;
Especialista em
i el Medico operador.
molestias da bocea.
Residencia ra do Baro da Victoria
n. 3, 1. andar, onde d consulta todos
os dias titeis de meio dia s 2 horas da
tarde. Attende a. chamados a qualquer
hora do dia ou da noite, para dentro ou
fora da cidade. Telephone n...
Dr. Carneiro L.eoMedico par teiro,
consultorio h residencia ra do Livra-
mento n. 31, 1." e 2.a andares.
Consultas de 11 s 2. Chamados a
qualquer hora. Telephone n. 325.
Especialidades: febres, partos e moles-
tias de enancas.
Dr. Bastos de OliveiraMedico e
parteiro, consultorio ra do Mrquez de
Oliuda antiga da Cadeia do Recife n. 18
I ."andar. De volta de sua viag-em da
Europa onde visitn os principaes hospi-
taes de Paria avisa seus clientes e ami-
o-os que contina dar consultas de 1 s
3 horas da tarde. Recebe chamados
qualquer hora em sua residencia na Es-
trada dos Afflitos n. 32 B. Telephone n.
365.
---------------?---------------
Dr. \unes Colmara Clnica Me-
dico Cirurgica Consultorio, ra Mr-
quez de Oliuda n. 56, flide d consultas
das 11 as 2 horas daTarde. Especiali-
dadesFebres, partos, molestias de se-
nhoras e cria.icas. Chamados a qual-
quer hora na sua residencia, na ra da
Soledade n. 31, esquina da ra* do Atalho
ou no consultorio
Edital
Aos proprietarios de
easebres e cortijos
De crdem do Dr. Preteito e em obe.
dieocia a iei intimo pe'o presente os pro-
prietarios de csspbres e conigos constante
da rela$So iofra, a desoc:upal-oa dentro J
do praso de 15 dias, cootados deata data,
a6m de seren reconstruidos una e mol ae-
rados oot.'os, visto se acbsrem cm con-
di5astaesda insalubridade que cao po-
dem continuar a ser habitaco-i.
Ras do Socego
Os easebres ns. 67 a 83, 37 a 47 e os
nove existentes nos fuodos deste ultimo.
Ra da Cooceisao
Os corticos 'i.Ce 24.
ua de Sebastiao Lopes (antigo Geriquiti)
Os dois crt:cos existente! nessa roa.
Ra do Marques de Herva!
O cnico existeuta nos fundos do so-
brado n. 64.
Rna da Vic:cri (antiga Nova Daaioterts)
As coebniras e casebrs shi existeutes.
Eeeife, 9 de Maio de 1894.
' superictend n:e d fyieoa mnooipal,
Dr. Emygdio Moateneg'o.
Eirada de Ferro Sa! de Per-
nrmbaco
De ordem do Sr. director engertheiro
em chefe, faco publico que no dia 13 de
CMPANHIA
Industrial e Commercio de
Estiva
ConvMo rg Rpohorps accionistas a aprffenta-
rem oo <-s .ri'>iorin dcsta compactua os recibos
de suas entradas de capital, para nerem eobsti
mi 'os por uiu ututo representativo de saas ac-
C Recife, 10 de Abril de 1894.
A. Fjrnaoi-fs
Director sacretari.
Agencia de Emprestimo
fi i co- viados os Srs. posmidorts das can*
tihs abaixo ne.criptas a virem re!ormal-38 ca
resgatal aa a'esta data 4 30 das eob pena ne
ser n vendidas conforme dotermioo as coadi-
cO^s ssjieoadas pelo Sree apebanles.
K. _|5121i2i5-220J33-243-2-
267=283 2S4 -288-293-298-308 31 3(4
-315-369-373-38S-424-428- 438-440 -
457 -461-468--73 481497497501502
5.0-416-520- 524-569-601 626637.
itece 1 de Malo de 1894
Lniz Vfrnet.
G lub Carlos Gomes
Sn entiOco a.is Srs. socios qce s.bba n 13 o
corrente >r lif r um saro mus 'a! e daii.n
te, pdenlo ja inonir^m-se de 8ejs iagressos ns
tb-so-irari do C!u r.a 7 s 9 oras da nou e.
D- aorordo com oa e.-.;atutos n'io seiio aneo-
lot meo', admlitlio* ron-ldadis
Secrttar'A uo Ciob Carlos Gomes, em 7 de
MalO d 13'>*.
Alvs?o PiQio Avea
! secretar i/>.
Recebedoria do Estafa de
Pernaiifeo
De crdem do 8r. Dr. ideo nistra-or scieatifico
Assemb'a geral ordinaria
Convidantes aos Srs. sucios p*ra reeoirem se
qointa frira 10 do correle, s 10 aoras da mi-
003, afim de jol^arem as cootas e relatorto do
aono social lido, e eleerem a nova dirtctorla.
^pcr-iaria de Asaociacao CommercUI Aercola
de Pernamaaco, 7 de Malo de 1894.
Alvaro Pialo Aives
1 secretarlo.
T^Hr
Gompaihia ,Trilhos Urba
nos do Recife Olinda
Assembla geral
Da accordo com o art. 147 ns. 1, 2 e 3 do de
creio 404 de 4 de Jalbo e 1891, acba-se 8 dis-
p33";o dos Srs. accionistas, do escriptorio da
coropantiia. acopia dos balangos do excrcicfo de
892 a 1893, e relaco nominal dos aectooistas
a a lisia das transferencias das acgOes.
Beato, 16 do Abril de 1894.
O presidente da directora
A. Pereira Slmoes,
Haver, a partir do dia 16, trens mix-
tos duas vezespor semana, aos Domingos
e quartas-feiras, para os quaes regula-
rar o horario abaixo.
O transporte de passageiros, baga-
gens, encommendas e ananaes ser feito
ili.siinctamente em cada [urna das estra-
das (Alagoas Railway e esta) at que de-
finitivamente se effectue o contracto de
trafego mutuo.
O transporte de mercadorias em geral,
ser effectaudo directamente de qualquer
estacao d'esta Estrada para qualquer ou-
tra da Alagoas Railway e vice-versa.
As mercadorias que se destinarem s
pracas do Recife e Macei, podero ser
despachadas com frete pago ou a pagar,
na conformidade das instrucces regla-
mentares e tarifas em vigor, aquellas,
porm, que forem remettidas das capi-
pitaes para o interior pagaro o respecti-
vo frete no acto do despacho, com exce-
peo das mercadorias que se destinarem'
1 s,estac5es intermedias, cujo frete ser
que ee acoam roueciaaos pe
tas relar,0es abaixo, e que oos ter.. O' uo art
3 das iDbtruc{0e8 ie 27 de Jolo de 88J, Ihes
flea marcado o praso de 15 dias improragnveis,
eootar < a cata da pcblicaci do preseaie, pra
apresectarein esia reparico qoaesquer rt-cla-
mces ou recn'oos para o Toesoro do Er-ado,
sot peoa de nao serrn mala atteuJido3 tota do
ref'ruo prBo.
i* teccan da Kecebedoria do Sitado de Per-
nambrc!', 7 de Maio ae 1894.
O ebefe
Fredprico C. d< Silva finimH-S-'.
onte Soccorro de
Pernambuco
(Transferencia de leilo)
De ordem do Conselho Fibo-I 50 pu-
blico qae o leilfta do joias qae devia sa
effectuar amanhS neste estabeleimer.to
fioa transferido par o da 17 do corrente*
Monte Soceorro de Ptrnambaoo, 8 de
Maio de 1894. '
O gerente,
Feliao D. Ferreira Coelbo.
Alfaadega de Pernambuco
Concurso de primeira e segunda en-
trancia
Ds crdem do ll!m. Sr. Dr. ios rector desia re-
partico e 11 cunnprioen'.o da circular da fa
r.enda n. 64 e 30 de Detembrj protimo tindo,
fca terreado o r-raso de 60 dia# a contar desta
dala, para a iu3cnpc&o dos oaotldatos qa- se
qoizerem Oabltar, para os empreos Ce ia?eo-
da de Ia e 2* en tranca, oo concorso a qoe se
vai proceder nesta mesma repartigo, a conoc.r
s 9 boras da manha do da 12 de Maio nroximo
vindouro, de cooformidade cara o decreio n-
1.651 de 12 de Janeiro desta anoo, cajos afli-
ges 4 e 3" dispem o sezointe :
As materias da conenrso para o logares e
primeira ent-ancia serao:
Grammatica da liagua naciousl (jrtiograpb1
at.aiyje e redacr^o);
G-acumatica nas lingoaa Traoceza e logiza
liri.ura, iraduccSo e aoalyse):
A'itlmetica e suas appucavOs aa commercio
o as reparic0-i8 de fazeada ;
Alg-bra a equ2Ces do s?guodo ero;
Escripiurasao mercantil por par.i tas dobra-
das.
Ai materias do concurso para expresos ce
eeunda enirancia sero:
L.iylf-cao de (azenda ;
Pratica de repartico
Oexame se fan oe accardo om as dUpin:-
f6es applicaveis da ci'colar n. 40 di 28 de Jc-
. 1.; 1 1890 e o qoestioaario publicado p>-to
n- sonro coa a data de 2 de SeeaDro d j n^j-
;;".. i auno.
D'Sp-' mai3 o referido decreto o spguinte :
Art. 4" Os candidaij^ a eropregos de prim-;1
ra c-n!r.vri:r. que (iU'zereai g >z3r da vaotagsm
la uo a Hao 45 da cousoliiarao das leis
das ai fio '-eeaf, deverle prestar tamben prava
p!?na {e qae sab-ic :
1 fr.'.loi- correctamenle p'lo menos as lingaas
(rpncess e li; : 1
2' trnorr!.-tr;3 areometria, theoria pratica aos
meihodos e oso dos !D-Srumen.os colemos de
ar^aea(ao de navus.
Art. 10. Pi-n qae sejam admt'iaos aa txi-
m" de n'-- fira eo'.rancia, os candidatos orova,
rao o ract^ a pommlsaao :
! qn i-<:\ ruis ce 18 annos de idade e o
no> ce 25;
2- qoe o de bom procedimento cu^aprinlo
a commieso e particciarmenie ao seu oreji
'ente exame mal o escrapoloso a raspeito da
fj-ga probante do' documentos so!> pena de ef-
fecliva respoopalulutad1 peia falta de veraeldade
Te-c^ira fecca da Alfandega de Peroamboco,
12 de Marco de 1894.
O rbefe.
Luit PrederiroCudeceira.
Thesouro do Estado
de Pernambuco
De ordem do Sr. Dr. inspector do
Thesouro do Estado de Pernambuco faco
publico que no da 10 do correte bmbj
pagar-se-bi nest Rfpartidlo a classe
de pro fes ore 3 de 3a entrela esa d spo-
nibilidade.
Tbesoararia do Thesouro do Estado da
Pernambuco, 9 de M*.o de 1894.
O eacrivao da despea,
Alfredo Gib*
de qoe porventara es'.ejam inqoraados
Do mesmo moJo. para a oscrmcao do con-
cu-8) de segoada ent-aocia, os candidatos devs- J'IJ"., o T ,m
ra apre8?otar a commissao: arcellno T. Lyrt,
Hippoaromo do Campo
Grande
m reunio da Directora de 7 do cr-
rante, de accordo com o 3- do art. 51
combinado com o nico do art. 52 do
cdigo de corridas, foi resolvido ser mu -
tado em 409S000 o jockey Jos Marce-
lino por nao ter disputado os premios
do 1 e 2- pareos da corrida de 6 do cor
rente, quando montava os anima.-. Tenor
2- e Hirondelle, a despeito da ordem da
Directora
Secretaria do Hippodromo do Campo
8 de Maio de 1894.
O secretario,
A. Lopes Vicira.
Instituto Archeologico e Geogra-
phico Pernambicanu
QoiB'.a-ieira. 16 do crtente, hora do cost-
me, bav-ra sessao ordinaria.
Secre'.aria oo lostitato. 9 de Abril de 1834.
O I* secretario,
Bapiista Repaetra.
Recebedoria do Eslado
Relaclo dea cootribaintss do opiato de
40 c/ sobre o valor locativo da fregoeaia
de Saato Antonio no exe'ciaio d-> 1894,
pelo Untador A9f*>aso L seo de Albaqaar-
que Mello.
Roa do Coccelbeiro Perette
Nj.:
62 Julio Rodrigoes da Silva, ferrado:
(fondo)
29 Jo>liQo Caliitrato dos Saato?, bar-
bel ru
35 Jcao Ga,Inerme Gomes T., fli -ir-.a
de marcioetro
41 a 45 Jo6 Dui'te Pareira, cocteira
liba do Carvaino
7 Praocisco Chrisnano Gome?, bote-
quim
2 Mancel Perora di Silva, officica de
plni'uhi (fondo)
Uecco do Caiaboocc
40 La z de Souza D:?s, holtl
G-oerat Abren e Lmi
2 Actaoio da Sooza Oliveira (300/n).
deuoslto
4 Jos Praoci.-co de Andrade, offi I-
na de cale.dos
1A Dr. Francisco do Reg Baptieta,
cocheira
i e 3 Jos da S'l.-a Morara, cecneira
P-.droIo
16 Francisco Pelht Civalcaot, ofici-
na de maro ueiro
18 Manoel Hair>os da C-jeba, oficia
de marcioeiro
Travesea da Matns
JXA Aa'onio MiCario de Ans, offi:'-
11a df> alfniate
4 Jocepti Piutll3, olfi.i/a de ca-
edos
Malinas de Alooguerqne
3 Clcmen'.mo Jo Bar.oetra, drpo-
ltO il CarvlO
15 Manoel Perem Sant, clli ira de
chai-oB
23 Miuoel rio? R.is, r!epi;i:o d? car-
vo
25 e 27 Clemente Hiji?:, ttotara n
Travesa de M (? AlftasjasMP
2 Mm-je! Paala Pljta : BpetltS
ue carvo
F.-ei Ciaaea
1 PraMfiaea de ?*a'.s HalVs, oUls
de can o i
3 Aaglo a a,:'ta Arjdrade, ofi:ini
ue anraasira
Psatlao Cirra-a
8 Ad.-.pbo Pveiradcs Santos, afllct-
na de chap *
28 Vreo e T. Cesta Las, cffi::n 1
Risreioelro ruado)
9 P.i'jia Aodrieur. -sfarli
13 F-iicia da Caacngao ..vtl-a, s-
sisteote
21 Aatoalo Pyav^aeade Par.!a fario, oficina da fuuittir
L-:.") da ('n'mo
2 Peraandes de OiiTel*a C, d-;p. -
B'to co tintas (faao)
6 BMlsranao Srarcs de Scuj, i-ffici-
ba de alfaia'e
18Rob-rto Praacisco Forlada, -r-
Ce.ro
9 Pelicano i.'aGos'.a Prtoa, iepesito
de CHrvSo
13 J0S0 Darningas da Ursa Pinio, casa
funeraria
13 P.'ccii'co Jcs ro N ssimento, of-
liciaa de palhinba
Traversa di Carmo
1 CmJida Lyra Paes, assislete
f Roa do Fugo
10 J .'o B p'ista do Amara!, betel
20 An oolo Loarnco Martios, depo-
sio de carvao
30 Catmi-o -Mariobo Crrela, serta-
Ineiro
botel
40*W
aVB
40O0O
2i*XU
80fmk)
144 M0>
3i0JC
6 000
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Francisco da Aodra.de, bar-
Arsenal de Cierra
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Santo, ba-t*e'ro
fina da Pea ha
-4 Miooe Antooto Cardcao, barbetro
I tjLnael Mirceiino do Sacramento,
officina de alfaiale
fi Fkmcisoo ds Cb3ga8 Monteiro,
olfictoa de latoeiro
11 GM.ae Cipriano de Sonta, btr-
-tapiro
15 1M Joaquira .a Bocha, relejoaria
Viecooan de lubauma
Asionio Piuio B-ierra de se-
lo, loja dp fuun-iro
tocio' Raymundo da Miranda,
|a de foaile.ro
i.iao da Silveira Pinto, lojade
Tlale
^1 tftonio daCcs:a Mslei-os, lja de
fonlle'ro
48 AaV-itft- S. Corris da Silva, toja
luuca ae narro
i Alfonso Ferreira, Iwbeiro
ias 4 C. flivetaat eneros
amo Marceliaa Bapiifa.'leja
de foneiro
15 *ebel Maa da ConceSclo, loj oe
l0Ua de barro
29 i Soasa Gomes Fonseca & C, bar-
fcfiro
-y Hjnseca Ftio & C deposito de
caf
i Angosto de Soasa & C, depos.to
de caf
Ped'o Affooso
-Jl siannel Lop*; R-d-igues, hotel
Ji Ibftj Sontos ac. C, arnusem de
a loaqaim de Monra, ofieiaa de
calcadas
^% A Victorino Domiogne* Alvea Mia,
escrlo1 rio
lotanma
40 Soo Baprsta de Soui>. fnoileiro
Pedro Alfonso
-40 ^''orina Aogtsto da Suva Piato,
neposito
-41 ttUdgero de Aqoino Cesar, deposi-
to fe cEarros
44 fraficiaco Alnuquerqu--, fuailet-
ro
60 Balchior Miauei nos Santos, oln-
cina ce niar(lnQlro
6J*?u]ja!i[!0 Jos* db Macado Fllbo,
armeSt-n de i-al
I Asneno Ansliae* ce Asenropcao,
ba-neiro (fondo)
$ Ar bnr B.i ubioa dos Santos, arma-
se i de f al
17 JLais a Silva Baptiza, cffinna de
marcioeiro
V oDsia*:rio dos Saotos. fcrrr-.dor
33 Comillo Pereira <:e tteodonca. of-
fii a de roa-xineirn
S> Antonio H inralo Ferreira, diver
eos ^eneros
37 irino Cvsicante do Albuquer-
que. h'.iel
48 Ix J.aqum dos S-sotos, officina
f"e ma'cineiro
39 leal Daniel Primo e Comp., depo-
sito oe caf^ e sabao
Si -Keperanca Luisa da Luz, deposito
de carva-o
59 Gutiberme B dvj Lima, hotel
1 I..;...; da a.-.-va Bottlbo, coebeira
(fundo)
Pateo do
1 Vi:tor Resera,
res
3 > da Costa Baiiia, diversos ge
Dero3
1 Pe.ulno Leoncio de Cirvalho,
pasito ce couros
Bec'.o CaeUno Lnis Vieia, diter
tos gneros
2' travesar de Pedro Aodso
Carl03 Jos ue Medeiros, oeposiio
llanoel Amando do Espirito-Sta-
to, taoo-iro
3" travesa de P*dro Alfonso
4 Carlos t*ioto de L^mos, dt-poaito
de trapos, cimento e algo o
g O Dsesmo. armasero de irados
10 M'.guel Aiitoti daCo?ta. ioreei-o
II Fr?nctaco Gonyalvea M> reir, f
cia de ^oceraios
Marc:lio Das
I Alipb Je Franca e Mello, loja
fooileiro
6 Manuel Garrido Juoior, hotrl
18 Francisco Gaoriel das Cbagas, Irja
de fonileiro
-28 JcaoTavarea & Pardimeote, depo-
sito de sola^
3<\ Joao Bibeiro e Coxp., deooaode
cafe
Jnveac o /,ff.-iM0 Fe.-.-eira, bar-
0c 10
34 fuxelra & Mir.nda, deposito de
caf
36 t c*du Luis 1 as da Caoba, loja
ct trf.all iro
36 A Jos Ribelro da ConceicAo, offi-
ctoa ae aiarcmeiro
40 D oo A u o dos Res, deposito
64 Joao RvaUk.eitsta do ,flacimea facrxa de m- 46 Ma tiolaoo Jos Eas Goavela,
Darbeiro
70 Alci es de Asib e Comp., fabri-
ca de violas
71 J B^ymnndodaa Cbagas, depo-
sito de carvao
74 Francie > Mareelino das Chags,
diverus .roeros (fondi)
1 Maou i F -nejs -o da Silva, offici
oa de tu il :o
3 Aaionio nos Saoioa L os, 4magi-
arrio
13 Alfredo Je Aim-ida, deposito de
mas-a
17 aoes Cora e r0mp 10 0,0, de-
roeito de ca to (fondo)
A Baplisii* eCnmp.. Darbeiro
tsgaaiy & Baok*, armatem de fu-
mo
33 Valeriano Braulio F. Meneses, bo-
te!
37 Mancel Antonio da ilv, ifficina
defo'dlelto
Joto Man oel Ponte?, cfficina de
cnapeo?
Mano l da Silveira Pinto, cfficina
de alfaiate
46> Joa-i P-a'iino, catileiro'
47 AntonjF. S. Peterboorg, barbei
ro
33 Vieir^ S Iva e Comp., officino de
marc;ceiro
S8 Joao ..-ol nodo Nascimeoto, loja
de seHei'o
61 a 69 Pdilino Anacas dos Santos.
oficina .ie marclnelro
^7 J'son:en finoopooli do Eplrit0-
Santo, officina de fnnilelro
79 Ffauci.-co AoloD'.b Corrtia, cflhina
de cdxOea
Antonia Manoel Femantes, diver-
sos ser-eros
Aotomo Aoteotta de Lima, offi.'i-
na p Ltaibar.or
$9 Fer-eits Cruz, dep sito de '.amn-
eos
L3rjo de S. Pedro
4 Manoei Honi>rao ds Mirauda, ({fi-
na de marcintiro
8 A Joao Baptleta da Cruz e S Iva,
officina de fui iieiro
6 B Joo Isidoro da Silva, deposito
de loo;as e carvao
8 Angelo Custodio oa Cosa, oflrioa
de a-i ateiro
8A Vaocefao Franc s:o Ce Arauj-,
cfficina de mar 8 Generosa Mana na Hora. aasiatfD'e
1 Parcio A ves da Siwa Pout 8. ilfi
ctoa de alfaiate
Havesea 10 Francisco Perreira Vita', depasi-
to de 'liveraos geoeos
Lomas Vaie^tinaa
Antcuio dos Santos, botel k
Xavier tU'8 Santos epo-
giio (i- o i versos gen-roe
II Manoel RaHso Francisco da Silva,
depovio de diverfo (eneros
Coronel Suasfu.a
Li Jos Jcaquim do Eapiau-Sgiito,
fc^loja de alaiate
de
19
31
39
43
83
80
18
46
48*800
liiOOO
awoiw
3IO0O
SU 00
4OI0O0
4S0OO
40,1000
120*000
i20*000
15000
160*000
12)*' O)
120*000
tU*UO
110*OC0
1309600
8^000
160*000
144*000
80*000
144*0-0
2i*00
120*000
69/000
96*000
32*000
48*000
243' 0
160*033
48*000
110*000
60*00'
40*000
32*000
96*0C0
32*000
32*(00
120*0)
24*0 O
32*000
80*000
120*000
120*000
120*000
964000
80*000
48*000
46*000!
*6*U0i> l
40*000
96*000
80*00fl
44*000
60* 00
120*000
120*000
96*000
S4000
6*000
31*000
16u*'JO0
120*000
80*00
96*000
32*0(0
36*000
40*000
80* Q
14U-00
80*000
40*000
160*000
160*000
48*000
32*000
48*000
40*000
48*000
144*000
144*000
144/000
48*000
48*CC0
40*000
48*000
96*C00
e0*000
32*000
40*000
32*000
4yfO0
aj*uoo
48*000
144*000
48*GC0
8;ogo
80*000
60*COO
4' 8 IgaadirS.'fHrjelus'Baodelra, cffi-
eioa cecurives
52 Tbeotooto Marcllio, deposito de
seceos
5 Ailonio'Baarte'rie-Figaerredo, de-
posito
7 Jos CtTseiro Btfbosa, deposito
d rafe e padaria
23 Ladislao Barqueada Suva, officina
dd ca '5 i-dos
Feippe Camar&o
72 Tneodo'o Ba zem Fllbo, officina
ne marcioetro
i A jiunio Das da S'foa. coebeira
19 Joaquim Jos Nooea, coebeira
31 Manoei Ferliodif8 M, coeneira
Mjrqoei do Herval
34 Joao Demetrio da Silva, barbelro
I a 5 Amonio rte Sousa Ollveira, ar-
masern de maipriaes
31 Jos Vieira & C. armazem de ma-
te'iaes
35 Jo&o Pe-eira Lis*, armazem de
materiaes
39 Barros t-B>lito. armaiem densa-
terip, (fondo)
79 Hdame M. Pascol. assistento
39 Joo B. Pereira, deposito de c*r-
TO
Liro da Prarta
3 Manoel ria Silva Farias, armazem
de maipriaes
II Laurejtno Prea de Carv. Ibo, ar-
matem de materiaes ,
13 a 15 Vicente F. Aiboqoerqoe as-
cimento, armasem te materiaes
Cadvia Nova
1 B J Jeronymo Bastes,* officina de
ferrelro
7 .Romana de Jess Vieira, deposito
de carvao
Traveasa do Livramento
12 Joao Ribeiro C. Goimaraes, alfai-
ataria
14 iBolmiro Meira, officica de fnoilei-
ro
8 Jos Jacome .da Costa, alfaiala-
rta
1H Antonio Tbpoipro, alfiiataria,
28 Joao R. de Qieiroz, deposito de
ca-vio
11 MekbiodesS. Antonio Saotos al-
faiate
!. secjao da Recebedorta do Estado de Per
i.'.mbucj 4 de Malo de 1894.
O crpfe.
Fredertco C. da Suca Guimaraes
60*000
40*00C
40*000
160*000
120*000
120*000
66*000
40*000
3*000
32*000
60*000
96*000
160*000
160*000
240*000
40*000
57*6C0
191*000
160*0-0
320*000
96*000
li*000
32*000
32*C00
32*000
48*000
60*000
32*000
Bate *pr 4 iIlHtoiuado ne e4Krt9*
e oftereoe ptnas eaomm- daf8 ai
Srs. paaeaeeiroB.
Qaaeaqner roclamae^BS a serlo atten-
didaa 48 boraa deporc da nltiina dtwoarg
do vapoi na Affandejsa.
. N. B.Ete apor pSo toc.jn no porto
de Liaboa portanto antrar no ponto.
Para carga, enoommeadas, psagena di-
aheiro a frete trata-s com os
Consigo^atarios
Boratelirao (fcC.
18-Ruf, do Cowmaroio;18
1* audsr
ttaduoju os pfB^oa ai uM>csat
J-ta tu* >volto
A'kuou. f uh* t .30 i 30
A'SaHtnami)ioai'u. -'18 i 41
Camarotes reservados paea npwa Perrumtjoeo.
*fara.pa*.gati, freas.eceanauda, vrata-a
coa sh.
AQENT88
A.norimlrnaao'* &C
S. 3-Ra do Bom JaiaiN. 3
LHLOES
Kont'8 < rince Line ofSta-
mers
UNH. RKQULA8 ENTRE OS
EsUdw-tuiiios, Br.zl e Rio da
Prata
O VAPOR INQLEZ
Lancastrian Prince
E' peerado dia
N^v York e sabe
i em poneos da?
para
Santos
Para carga e encommendas etc., tratar com
os
Consigo atarioa
Jofriistoii Pater e Comp.
15-BA DO CGMMEROIO-15
Si-xia fei-a, 11, tipe ter lagar o leilSo de
faxendas liauas e ivar.ada, uo armasem da
roa do Bom Jesos d. 45, beaa como 1 a-roi-ca e
dtff. rB.ntea movis.
Agent Pest&aa
Leilo
De 150 8-ecos com 292.J00 cero'asem resteas.
marca M^B, viudas de M. Orenoqee. avarladaa coro asna to mar, un
su miima viagem Ar 6 do cor-pot a p-t-i pono.
QuDta-fT 10 de Maio
A'S 11 HORAS
No armazem traveasa do Corpo Santo
n. 27
O ageo'p P-stana vead-r pn- ennta p risco de
quero p-rten-e-. as cenlas cima mencin oas.
Ao pablic e ao coirmercio
O kb.iiosHtn*dD.Mrmis>ecTaTr ao peMleu
e aocum'Derclo, em coral, que, Mono compraao
(Auna*io Soaza e C. o eainbeleoroento A raa
do Vinconde de fabaoma, aotiga do Manuel n.
65, passou desde 26 de Ab-il ultimo flata da
nomp-a) i syr.r o sea ngocio aob a saa ooisa
Brroa. mo tenlo rxais aqoel'a out-a fi-ma nos
ooosnoilidaoe i,aii.a.
O esiabeledimeato de que se trai i, dedica se
4 nfi; a io e venda de caf, enag'o-so e a reta
Ibo, mapsa de roilho de 1* 5a qoalldade. Leva-
da, caco. eto. ; e bem assin a veuda de eeoe-
rna de < 8 iva : f noh feijan, mitbo, carne, ar-
roi, man eiea. phospfeoroi. btalas e moltos oo-
tros gneros alimenticios qo, Seria enfado^bc
enumerar.
EspQ-a, poii>, o abarxo a lio e proteccao jdo commercio e especialmente
do respeitavii publico, a quem pele urna visita
ao referido estabckcirneuio, certo de que sea
ero servido.
Recife, 7 aeMai de 1894.
Antonio Fe mandes de Barros
T-lephone n. 101
Caixeiro
Precisa se de cm rapas que fnha pratica de
asendas e daod" tiestado de eeo'bom cempor
amen o ; tro'ar no B*ar d Alosados.
Santa Cata de Misericordia
o Recife
f
Com
Ge
Hamburi Suedamerikanis-
che Dainpfsch.f^fahrts-
sellscaafr/
O vapor Pelotas
MARITIICOS
AVISO
Os abaixo asst2cadoe, senles d- Lamno-t
H It, avisam sos senboree receoedoies de ca-ua
pelo vapor im.'1-s Madora*. qns em^onsean-n-
fia de tr sido mamado a secuir para I ha G-ao-
rie, proceaeSo a cobranca ae 25 0/0 sobre o
f ete exarado noa*e?peciios uoobCimentos.
Recife, 9 de Maio de 1894.
Backbnro &<:.
Austnaa Lloyd's SteamNa-
vigatiou Corapaoy
O vapor nstriaco
Helios
E' esoerado de Triestre a'
o da 11 do crreme e ge
<5Uir aepois da demora ne-
cesaria para a
Baha, Rio de Janeiro e Sao
ta
Para carga, paesageos. pncommoodas e diobei-
ro a frete : trata-so ceas os
Agentes
Henry Forstere Comp.
8 Ba \ Co itreio- 8
< aadar________________
Cyaipaohia Pcroaoibflcaadj Sa-
vegaclo
PORTOS 'O NORTE
Tarahyba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
caty 6 Cear
O paquete Jacuhype
Commandante Monteiro
Segoir para os
porios cima in-
dicados do dia
111 de Maio lis
'4 oras da lar
Recebe carga, ncomraendas, pasaapens e di
abeiros a frete al a 1 hors da tarde do da da
partida.
ES3RIPTOR10
Ao Cae* da (Joropaab* ParQamboojaaa
_______________ 12__________________
Opaqaote -nglea
( La Place
Direelu a Satos
Spfne no dia
IV do correte
< inoras da
tarde.
Recebe carga, encomnjendas,.paeaaanB e di-
oiieiros a frete at 4 1 ora da tarde do dia
da partida.
E8CRIPI *RI0
Ao Cae daComnankia Pernambcana
__________________p. 12___________________
PaciGc feeun Navigation Com-
paey
STRAITS OF MAQELHAM LINE
O paquete Sorata
E' esperado dos portes do sol
at oda 1* de Miio se-
.lu'.Ddo depois da necesaaria de-
mora para Liverpool com escala por
Llaboa, Bordeaos e Plyaionth
' Para carea, passagem.eocommendas e dinbei-
ro a frete trata-se com os
fAQENTES
Wilson, Sons 11, Limited
10RA DO COMMERCIO10
Ia andar
Hamburg Suedame-ikaois
che Dan pfschtffahrts Ge-
sellschaft.
O vapor Parag-uassu
E* esperado da Euro
na at o dia 18 oe
Maio e seguir de
pois da demora neces-
aaria para
Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
E' esperado des ro'toa
do POl uete8 pouro' 'ias
e seguir depois da demo-
ra necessararia para o
Para
Para
com os
Eoi viageaa
pEseagens, arg-i
directa
frete etc.
trata-se
Ccnaignatarios
Borstelmann & C.
18flfcn do Commercio 18
1* andar
CH4a(iEUas?,EIJKIS
Companbla l'raoon
OE
ImM cao a vapor
entre o
Baha,
Havre, Lisboa,
Rio de Janeiro
Linha regular
Pernambaoo,
e Sao toa.
O vapor
Ville de Rosario
CoamAodanto Daniel
E' eaperrac da
E-n pa at o dia
16 docorrole^e-
gu>ndo depois da
indispensavel d>mora para
Macelo, Baha, Bio de Jaoelro
e Mantos
Este vapor entrar no por-
to vi-to nao ter tocado em
Lisboa.
Roga-se aoaSra. importadores a aprsenla rpm
dentro de 6 dias, acornar do da descarga das al
vareogas qualqoer reclamagio concernente a vo-
lamas aue oorventnra teubam sagaido para porto* do sul. aJm de se poderem dar a temno
asjprovideocias oeoassanas.
Expirado o referido praso a companbta o4o f
rasponeabilisa por extravos.
i IRecebe carga, atratar com o
AGENTE
A.uguste JUabille
9R" do Commercio9
amburg- Saedame'ikaois-
cho 0am,pf8chifffahrst-
Gesellsc'.iaft.
Vapor Lissabon
JLeilo
De um variado soriimento de f sendas
limpns p a-.a-i'iia?.
Sexta fetrr, 1 ( do carrene
A'a 11 hora
Ageite Pinta
Ra do Bom Jess r. 45
Em conlinuacao
U>ua arroaca.!, i cofre, mcbHa* de jacarando,
aparadores qoadros, jarres, Hgura3, camai e
outroi moV'.
Agente Britto
.LeilaO
En contmuQao
Urna tmportnte armagao de amaredo envidra
Qaoa, b rcs. toncas onro- or>jpr.los.
Sexla-fp'lra, i. 1 do cr-em<
K .a da Cimeonita n. 29
_______________A'S 10 E 1/2_______________
Segunda leilo
D^ irps raeia^ aguas na ponie de Ucbfla n->. 21,
13 e2, edificadas em ie-ri-no fo-eire e dp urna
parte do -n^eobo S. Jj&o da liba de lana
raca.
Espolio do D-. J ao H .no io Bez*-r*a de
M-ntTP
Xo armazem ra l de Xo-
emliro o. 39
Sexta-feira, II de Maio
A'S 11 HORAS
O agente Mirtina levara a IpHN pela segunda
ves, po' "soacb" uo Ilion. Sr. D-. jnis de drpi
to da ffzeuria do Estado, em soa pre.'enca, das
roelas oas p parce do eogenbo cima t>eriet>
cerne ao r-ferido espolio.
g'ate SilYcirj
leilo
E' esperado
sol a< o oia
do correle
do
1*
te-
guindo depois da
demon ncpssaria para
Lisboa e Hambureo
Entrara -aa parte
Para passagens, carga, frete etc., trata-se com
Copaigoatarioa
Borstelmann 8f C
De 1 sitio no Arraul. no .1,,-ar i-nnroinido Man-
gbeira de Cima, *ob o 33 A
SABBADO. 12 DO COaREMS
A'a 11 lloras
Ni aiencie a ra do Imperador n. 45
O ageotp Siiv-r-ira por mandado e com aesig-
teocia do Esm. 5 Dr. juis de orpbao.<, a re-
i,UPrimeoto de O. tioilbermina Perreira Campos.
in"Dt-ri-jnie do- beos de eeu tinado marido
Aoiooio oa Silva Campos, leva-a a eilao o refe-
rido sino rom meia agua de redra e cal, com 2
janellas e 2 portas de frente, 4 dios no citan, 2
8*ias, 3 qu-rios. cofinba, medio io a casa de
f-euio 22 nalmo* de fondo 76, o sitio roed de
frente 100 palmoa e de fondo 270, com diversas
arvore* frunifuras cacimba com excellente agua
pi-tavel e 1 tanque.
Os Srs. preieadeot?8 po 'em examinar.
Em codik uacto o meimo ageole levar a lei-
lo diversos movis existentes na mesma agen
ca.
' i, w <----r--------------------------------
A gente Pestaa
Leilo
Di importante barcaca denominada Mara
Carolina*,'Completamente nova e prompt* a na-
vegar,-toado luUcao para 300saces e viaja pare
Ipejuca.
SAPBADO 12 RO CORRBNTE
A' 11 horas
Em frente ao Trapiche do S'. Finia, oade
aibH-re.i mo.-aoa lu-d aba
Em cootiao-cao veadori o paaemo aseol m
sao armaspm i "-a^-a do Corpo Santo o. 27.
a 12 horas, o seguate :
Orna mobiila de Jacaranda, completamente
nava e com lampos de peora, 5 peles para
sof, 5 ditos para cama, 20 pegas de morim, cor-
lea de calca-, bo'-cas p-qnena-< e grandes, corli
nados, colchas, jarros, relogios de diversas aoa-
.bdaa<>8, cadri', estrados, leos, eofpite para
iojlette e outros monosoojectoa qae estaro pa-
tentes aos Srs. compradles.
03
Raa do
-.ommeroio n.
Io andar
18
Boyal lail Steai Pacret m
m
O paquete famar
E' esperado do gal al
o dia 1S ce Malo se-
guindo depois da demora
indispensavel para
Lisboa, viga, e MoQamp'-an
faia carga, paaaagens encommeuus 0 di-
meiro a frete : trata-se cem os AGENTES.
O paquete Clyde
Ccmmandaate A. E. BU
Esperaos da
Eoropa 00 da
O oe M:-io ee-
ti'ndo depois oa
demora Decessa-
ra pa- :i
Macei, Bahia, Rio de Janeiro, Montevdo
a Buerioa-Ayros
N. B.Previse-fj aos 3rs. recebPdorps de
Oif?rcadoriaa, qae a Corooannia Mala Reallngle-
sa, coo;rscloo com atieneral Stearo Navi-^auoo
Companvum servido de vapores stmanats qo?
partlndo" de Bordeaos, t'ognac, Cbarent etc, que
vem ebegar a Soutbamptoo a tempo de baladia
rem as cargas destinadas a America do Sul.
para os vapores desta compta.
AVISOS DIVERSOS
No escriplorio des-
te Diario eompra-se
um compedio de choro-
graphia do Brazl, pelo
t)r. Moreira Pinto.
Precia. nr ae urna cosiDb--ira. urna eo
gomavdeira e um crudo ; na roa da Impera tris
n.,21, pnawKaandsr.
P^ecia se Oe um
da Cadea n. 35.
copelro ; a tratar na roa
Ve.n:te-*eum oons-.o Caroeiro de seil; ; a
tral-.r Da Cspqnaa, anteada to Derby n. 48
Caixeiro
Precisa se de am oixelro com pratica ae la-
verna ; n> roa do Brum n. 36 B.
commercio
Cobrar'or
Off."ecese om moco compeieMemente habili-
tado par cobrador d f\awi 1 om.erciaQ*, bas-
tante coobeodo neta praja, aniyru e i-;-balia(ior, e que da fiador de sna
coodocta mcr*l e ti-II: qom r,e seos presumo
Drecisar, telxe carta ferba :a com as iaioiaes
J. S a praca da In eppodpocia 11. 20.
Graa^.e destila^ao
Precisase le um bom destilador emnj en-
jjenho na cimarca de Jooat&u; a tratar oa p.a-
teta do H rvHi o. ti.
C'sinheira
Pnee^ase de orna boa eos ubeira, p*-a ciaa
de lamida etra.-(Keira, noa rr baldea; lo/jrm.a
{fies na roa dp Ca>M)oreio n. 7, pseripta'io.
Criado
P pc'sa-se de om criado : a tra'.r na roa 18
de Novembro n. 81, on Imperat is 17.
T^uoeiro e torneiro
Precisa se <* ora tornelro e de om tanoelro.
que spj:m peritos ; na roa Barao da Victoria
numero 49. _________________
Caf de Sioas, especial qoali
dude
Veodem Venanco Lbi-tot & C, i roa Doqoe
de Caxiaa 0. 72, 1 andar
Bilma apiii
uva
A Illma. jaota d Saot> Cua de Miserieerats
do R-cife. cenv'a \oe. prenles e amigo < do
finado comrapodador Elias Bapnat. Silva,
irmao duEieiu da facta Gasa, n-ra amisiirem
mi8sa qua por ata alma f ri cele rar na iRrrja
de ri. S. do trata, as oras da ma: ha do u
10 do correte aoniversario do sea pasaameat*.
Secretaria t iaat Casa de Miiericordl 1 ua
Recia, 7 da Malo ca 1894.
O servio
Joe Hooorio B. te Meoafea.
Cauteila do ivloote de Soc-
corro
uro, prata e hrhant-s. em obras veibas e
pe'oveiiaveis, sendo de boa qualidade, pa
aolo maior prego do mercado, oa ruaeslrei
Rosario n. 1. officina de relojotlio.
A o publico
Joaquim Ferreirede farvalrn & C li-
quidante da firma Amoral Primo & 0..
dejaran) que s a eiles deven; pagar os
devedores da reerida firma, oo tando
valor algom qualquer recibo por ontros
paaaado.
G anH emeateira de
cafeseiros
Na fasenda Serra Grande do rooniciplo da
Victoria. Estado dp Pernambuco, tam pa'a ven-
der do dia de M io m diante, cerca de 'ou
milhfoes de ps oe caf^seiro-, cojos precos, '.as
maoboa, qnalldades p mals expIcac5e8,vea-e.o
Jornal do R?cife.
Engenho
Vaode-ee oeogeono Lanandcb, na comarca
de J-biiata.), distante sel- leyu-'-s da esuca,
multo ocm d'<(ua. coro extensas ter tas e matas
para safrj meute : a iratar oa ra ara da Vitoria n 60
mercearia, e a laf-a fondada, com o reodeiro
do aieemo enaenbo
f!tAun C
Cbarn
Oa ftbu'. i'roioa. cunbados ro-
britmos de D. Amelia Cbacou, agr-
iivcaat s petacas qoe tiveram a
bondaae da acoropanbar ao cemite-
ri as rtstoe mortaes de saa presa-
da mal, iritl, > nnbada e tu, e avt-
aoa\ qaa as mi-a** por ssa alma
eero celebradas no fabbaro 12 do corrate, t
7 b.iras, 00 corttf.10 a Coracio Kncbari.-t co, e
4s 8 horas, oa mt'it da Boa Vista.
^^*a^plia^TEoara^taaBia
I- auoivrraario
Manuel Gonratres dos Santos e seos Dlbos
coovidam os sen.- pareles e. possoaa de loa
aoiisade para auOattrem a roirxa qae mandam
resar oa mi tris da Abitados as 8 boras da ma-
nba do da 10 do correte, pela alma de toa
esposa mal, J aoniversano ae mo fallei imeoto, coniessando-s
de*d ja gratos.
UuntelhrlM ,tlxadr Bel
dia* < Reio e Uva
Uaoal Joaquina ae Fiiueiredo Reis e
Silva a esta llbva (ausentes o ura entes)
gares a ocios, mandam celebrar mirras
oa freja to Carc>o. as 8 horas da aanba
00 dia 10 do corrate, 2- anmversaio do falle-
cimeDto do sea STOpre lembrauo esposo, pai,
sogro a vo, ciiBaalbeiro Airxandre B.-roardino
dos R'a p Suva.____________________
t
rreadamento
Urna pessoa offeiecendo
as melbores garantas dese-
l'ar areedar um engenho po-
dendo saiejar de tres a
csnco m.il .paes de .aasusar-
Informacoes ra do
Comme;cio n 24, Lunch
Room Recite.
Bichas de Hamburgo
Veode se etn ran^'? oequ applica-se ventosas seecas sarjadas ; o* mr
das Lif-anyeir.-is n. 44
Alaiataria laltiierna
.{48.- fina Larga .do Rosario18
Acata-se de a bnr unja nova lauu'ia. com
esplendido,so-tim^dto fie caseml'a.'ChPff'o'ps r
irlos, ultimas oovrdsdes de Pars L'-aire*.
A officina dirigida por.um-baoil c CoultuCldo
artista.
Os seos proprletaros pedem nma visita no
seo estabelecimeuto
CVMPOi MA1A
Dr. Ma Perreira da Niy*
A familia do t nenle-'-oronel H-orique
G bsu manta, lo da 12 do correte di-
ser ama mit-s* por '>lma de seo compadre
e amigo Dr. Jumo >rrera 4a Sil-
va, 30* da da t*P oass.iaepto, oa Rreja de S.
p-i'o Mi'tv em OH"*, -b 8 iu-s "a -n-n-'.
t
f
A familia da 9. Joanna Eapti Ba8u s rai-naa celebr musas nr alma da mea-
ma lioaii?, oa Btatris da Boa Vista, la 8 boras
ca mtnba e qaarta letra 9 do eotratla, trigsi-
mo aia qo so iofans:o passamento.
Ama
Pre Isa se dt ama ama para o secvico de dnat
pess ias, prefere-sp a que Paraso o. 8. I* toda-.
Ama
Precifi-se dt f roa qoe satb* c.-mha? a tratar
or ma Duque de Caxtas n. 88, (pbaramiat.
Ama
Precisa-se de nn ama pan indar eom crlao-
(as, dsodo fiaoca de ana condocta; 4 roa ao
-Hospicio o. 3.
ama"
25:000
E' qnaoto se paca por urna boa cciiobeira
para casa da pooca famil'a : trata ae na roa da
Moeda n. 21._________
Ama e criado
Precisa-sa de ama ma paca o servico domes-
tico d ama casa da pequea familia, e de am
tren.no para criado : na raa da Deteu;o na-
mero 17 B._________________^^^_^__
Pracisa-ie ae ama copeira e de ama sna para
ciiatj, aue dortcam em ca do patrio ; A
t-atnr oa Caponga, roa Joaqnim Habtco u. M.
AMA
Precisa se de orna ama para coainaar ; na
praca Maciel Plobelro o. 10
4an
Na roa da Uillon. 13, precisa-se da ama para
cosinhar, e qoe turma em cata de tejs palroas,
paga-se bem. ________
Grandrs engentes
Veode-se ou arrenda te
O abaixo assiitido. lem r-soivido vijoder.oo
arrenda seos enaenhos Porto Rico e Porto Ale-
gre, a tratar ott cidade. Disiam seis leguas
psra pstacao de, Palmares, por boas estradas
para jarro. Vauo> se as safras criad*, cados.
e anlmaes pelo qae vaierem. Ioctmmodos del
sable levam-ro a oste Hm.
Palmares, 1 de Malo de, IS94.
Joan F"llS PpfPle.
Ama
Ptecisa^e d orna ama ;
Victoria o. 11, loja.
WHS&Y
Royal Blend marca Vi ADO
Ette oscellente Wbitky Eacucea pre
fenwoi ao cognac oa aguorddeote oauna
para ortificar o co po.
Veode-aa retalbo nos maioria arma-
se na de mol li-coa.
Pede Rojal Blend marca Viado.
onjo oome o embiema aao registrados por
todo o Brasil.
_______________BROWWBas C
Kerosene ieexplosivel
NEW ERA OIL
De la fabrica de Jubosmitm
Nw Tork
BsitlBsioi y coinlDsto mstaniaue
YENDBM
fonseca Irmo
Gusinheira e engomma-
dra
na roa eatreita do Rosario n. 3
na roa baria dar
A..XWXA
Precisa-re de ama ama para cata de
[tw'n ; roa larga do Rosario 0. 30.
Ama
Precisarse de ama aar para cosi bar e lavar
pa-a orna casal a qoe darma ro casa de seas
pairees, paca te bem, oa feratela do Banco ; 4
tratr na Praciobe n. 25 Iqjs do Cbapo Cblqae-
Precisa-se para nidar oe um menino de 1
laaos; 4 tratar m raa Direita o. 31, arausea.
L aixei ros
Precisa -se da dtpa caixeiroa rom pratica ae-
mclhados e dando fiador de toa condocta, sendo
uro de (6 a 18 aooos, e ostro de 41 4 14 ;
tratar oa roa das C'cadas p. i_____________
Terreno para alugar
Aloga se om e*aude terreno cotn a^oa e tres
mu'aaois, proprio para carree t, na raa do
Proeresso o. 18 ; 4 trttar na loja das Esl ellas,
roa Do^oe te C sisa a-. 56 e
Caixeiro
i ,Precita-se;
iPbarmac.J.
Caixeiro
i pra
V
precisa-se de om com pratica de molbados ca
ua Vidal %e Negreiros q^ 86 aliga Pateo do
erge
Precisa-ae d^ um caue'.rc & pratica de mo-
ibados, de idade de 16 a 18 atos, qne o ca-
occimento e eoa conducta ; oa na do Lima
n. IS, em Santo Amaro da* Salinas.
Feitor
na raa Imperial oa-
Precisa se de cm Wtor
mero 17.
Ccstureira
ca raa do Progresa
Precisa se de cosiurer
oomero 17
Alugs,-se,J|arato
O sitio denominado Escobar, a travesta 4
Mo'ocoloroto tAI>a^d>s) com cas?, viveiro, co-
queiros e mau.u-i-rs dando frnetos, e a cata
terree n. 31 4 rea da Se aila nova ; I tratar oa
roa de S. Jorga ... o. ou roa Diraiw de Atesa-
dos o. 84.
oupa trocada
A lavadeira qoe por engao levoa da ett cao
do Arroda ama trooxa de rotpa deizaodo oatra,
coja ronpa marcada com s le ras LM, quelra
ir irol-a i roa do CotoveIJo o. 13.



*-^r
;i-\v. ..r."-,:-


I I
'

i,
i
Diario Uie PerMambiK* ^- 44Mimu-fo*fa IO de Malo de ISH4
fiodolpho Aot oes & /. XamiH* de Sumar
n Daaue de Calla *M ^^ tgm,v eneras, njedwesaeeto
o estermi2dor aas toesea r>ient.-e ou
antigs, cathurroi, auiooa j&Vs, broi ohttr
bromeas, i unqiii 4 fes, 0 n geral cootr
todos os padecimentos prevenientes da ir*
ritacio das viats respiratorias.
Convm como unitivo ros tyaicos.
iCOMPOSigAO
M
ip Mi ils Fgsunla
Approvado p*l respoitavel Jacta
de Hygif.e
Prop gado res
Ba|.ltsla & FiuHre Er.ooDtrn-Bfl en qoalquer phrro*C'a.
lODiS AS QIM4-MI1AS
A
Haraviiha
FINAS COLCHAS p.ra cama. LIN-
DOS cortinados pira cama e jaoelas,
prOQOs aern eorop-tenria). Elegantes
abajectos de biscuit, vito, tetra cottu para
toilotes. G.-iincie aoiUtuectu de albura
risaisi. Pnpel do- taitaaic para
i. Alero de-.iB'>itios oT-t- artigo
O bello sexo encontrar aempre un
lasa coobeoid* casa de KOjOLPBO
4HT0NBS 4 C.
CTftsa boque de Carias57
**=-
Cintas hespanholas
A;ta rjovidade para senboras a ho-
rneas.
Novo sortimento recebea a
nova EreB.t.\-c.t
63 Hu* Duqoe de- Caxias*
di rOlMp
no-i
au OUIR
ioraans
Duori
Oleo Fkjado Bacalhao
DOUTOR DUCOUX
linio-Ferruginosa, cotn Quina e com iCaoca
de Ixiranja amarga. f'
Quando se trata de curar a*
DOENQAt QO PEITO
ESCRFULAS EWKHPHATISMO
ANEMIA CrUQROSkE, e
; o Medios dito sempre, aern hesitar, a> preferencia; OXaBP de FIGADO
ie BAGALHO do D' DUCOUX, Iodo,Fi\ruginoso. com Quina
1'a.Casca.doLaranja aiaaigan, pewmp.eUp. ojio, tem m Kto qual-
ner e que a aua cumpoaiesjtt^.iair nsstlataMmott* tomco a corroborante.
Deposito geral: 7, Boulevard Denain, em PARS
MBtei em. ,(oi4 as.-Pbsfmacias e, Drogara,, acreditadas 4o
abarse
BtMa*%ii/tfir-*amu.Mal*iiflefires f Imi/iifo.
-%.
"-j.^-%i
Va%
.<% J"%l
YIDRARIA
Bonita ctlleccSo de finas tacao de T
porcelana, rrcebersm
PEDRO ANTUNES 3 Bus Baic;<- le Caita
I
i00IVBiai9s9U9as9aU9Mal
BUOTBRIAS
Liodf s grampos de br i I balite do
Canad, chatilain&, pula-iras, meias
finas, pedras o rroitoa outros artigos
NOVA ESPERANCA
63 Roa Ouqob ok Caxias 63
O mBia completo e variado sortimento
para hoznens, sechoras e meninos.
Sedas
Brancas, pretas e de cores, lisas e la
vradas.
Cachemiras
Ce r tes bordados, eapartilnos, 1 inore,
prci lioas, levantinas, crotones, zephiro,
chapeos de so!, camisas, puohos, collnri-
nhos a peitii'nos.
Parfaiaarias dos melhorea fabricantes,
etc., ato.
Todo ae .encentra por preces resumi-
diasimos
NA
La Gran Va
8 A-Boa da Saiperalriz-58 A
EJE
Ornen Suva 9' C.
" CUrELlBI
Tesonras, :ani' es e naval! ai o que se pode
deaejar de ma'g fino rcc-berSo
Conrado, Autustea & C.
A' B R I S A
Praga da Independencia
Perfuma ria
G^f-nde variedade em PXtrstXo, tcnlcvs deDte-
cis, Oieos, aeoas ae hwlet, p efe caro eeabo-
netes; dos tni'ihorei fabricantes de PaMi e
Londres acata>dfl weeber uu iaponante sor-
timcLt ;
Cuaircdo fntunes t C
/ RBAQ-IODADO (%&>)
# l^----------J.:BnreB
ANEMIA
Para curar radicalmente a anemia, ca-
lorse, oa core3 plidas, opilacio frial-
dade, e todas as molestias qua tem sua
origem oa pobresa do sangue.
Nao h remedio mais efficaz que as Pi-
lulas ante anmicas Brazileiras do Dr.
Silvino Cavalcante.
Formula approvada pela Illma* Junta
de Hygiene de Pernambuco.
Prejos de urna caixa 15500
Meia duzia 8,000
Urna duzia 15$000
B1LPOSITO
BOTICA FRANOBZ
H. ROUUUAYROL
22 Ra da Cruz n. 22
Agua asitica
Do Dr. Bosc
ESFElE FAii C.*EE.LOS
Pira iDearo, tu lie
Reeebtrio noro ci '.
Conrado, anlaaei & C.
A BRISA
lil
c.s
e rendas, u-'vicales
Pragt
Berebero
Conrado. Amanes & C.
A miSiA
d Independencia ns. 4t 6, 8 e
Bolsas de alna
PaTrar io sertimeato icli ?? receber
ja. ELE
Conrado Aniunen fc C.
Bijoueri
. Njvo 8ortiiDer>to eca alBbetes para
loa, pnlc Me*
rorcaoc; R'fbeu
envsto',
de oare
CotJrad.' Antanrs C.

Passeio
i arrinhos
Para erlanras
V;.-. elepnotea acaban ce (llegar pa: a
Conrado. Aniune C.
A BRISA
Pracn da Independencia_______
Fabrica
do
move? a
Pieparacjio maravilhosa
para lingir instanteDeameD-
t.e a barba e os cabelles da
mais bonita co prea e cas-
tanhos.
Pre^o de urna caixa 3$500
OiMeia duzia 20#000
Urna duzia 36^000
DEPOSITO
.OIIOA FRANOEZA
2 2 Ra ia Cruz 2 9
Obras de Vime
Cerno eejnm :
Cestos p ro comp'&s
Barc s
Balsee p?r papel
Re n pe ir-'8
e lindas cadeir^s-
Ra Estreita do Rosarlo
(junt< a Igrej?)
yapor
DE
k
48Ra ue S. Joao48
Promptinea se qaalquer enoommends
da mercenaria cu carpintera, com a
maior p.tateza a por procos rasoaveis.
Comptr.-ae msdeira de boa qualidade.
r^Aoeita-8e artistas marcineiros e cara-
pinas) q"9 sejam peritos ; e tambe ad>
miite se ec"esdises pagando-se desde lo-
go algam ordenado.
DEPOSITO
49-a Bario da Yictoria-49
P
LICOKES, COiMA J, VINHOS, FI-
NOS gneros de primeira qualidade, e
tndo quauto se pe desejar para nia
L6a dispensa, a prejos oa mais reaonndos
possivel
(Nao temos competidores
Ru<* l.straita do Rosario (junto a
Igreja)
Pocas Mendes k C.
Viuho da Serra
Estrella
da
Em aocoretas
todas as ontras
ara cosi-
nhar
Precisa-se de orna ama que saiba co
sinhar, do 3. anda- do predio n. 42 da
roa Duque de Casias, por cima da ty-
pographiado Diario_____________
77 "Caixeiro
Precisa-te de om de 10 a U aonos de Idsds,
cosa piatica oo sem ella : 4 tratar na ro do
Palmada o. 9, Tend.
e garrafas, superior a
marcas, propino para
mesa.
Ra Estreita do Rosario (Junto da
Igreja)
Pofas Rendes k C.
Chegaram!
Se mentes novas de hortalicas e floras
Roa Estreita do Rosario (junto a Igreja
pocas Mendes i C.
Gaixeiro
Na rae de S Jorge n. 91, p.cia-ae de nm
caixeiro qae taoba pratlca de molbados e d
abono de raa conducta.
XABOPD i?_____________
o IODO, combinado oom os sueco das puntas anttscorbuucss,
presta Cnugu daaaaaa os mais relevante* sents, para coro-
batsr ghMMMala* *"*+-/*? Z-**''*'~*
^ WmgttroitMMm^^tm osjs*'a(|s>oaia,o. ~m ^SjssjpSnaj **s
pella Crmtm *. e.
E" prefertel o oleoa de O-
wTtlwfSZ a^det)Malt
,:i, eaiaiaeaaf UmpeD
anpwrtLt** aerda-
mms.b a. u saaosH rau1

Grageas Oemazire
Arvro-adaa pela Inepaotoiia da Hyjiene do BrazJl
CASCARA SAGRADA I |ODURCTOoEFERrtaCASCARA
Contra AKSMW e CHLC&J3E
VENTRE
' 1JHIK<
PRISAOde
HABITUAL.
Dpttto geral : PHARMACIA Q. DEMlt*E, 71. >(.. d
Em Ptrntmouca : f il DRGiSfcrgCMCTM fniKICi
sai
SJHa>. pars
ASTHMA & CATARRHO
Curados peloa CIA? ESPIC
OPPrESSOES TOSSE DEFLUXOS NEVRALGIAS
Al'1'KOVADiiS F UCPjrCIADOB PELA IKSPSCroIUA t.UlAI- L>K HYGIB.NB '-O BRAZ1I.
Vnoa por atat.-ido J. ESPIC, 20, roa Sutot-LMr em PARS. ET'ja-le a jlrmn
ru RH toail AS PR.IMC1PA PMAKMAIA SI PKANCA I tO tl
'*
awat
CAPSULAS AIYAS E. QORUN
CBREIA3
Lmor*
TINTAS PRETA
\ db coas
Ctlli.'ifwiAM
ssjB"VT:rJE:c5:i_A-iDO s. o-. T3. cv
hn tanr? w ti >vWn n dlcawilM MlMtt I IlflIM,
Mtsai Olao U f ar1* kaocalbao. Oleo Ricino,
Ifiiimc da Cpah.>. Opiatos. Aleitro, ale.
TODO* OS ICKDIUAJCENTOS EM P
1 a. oottiear a rtla,(t, m < TaooM, aa Parim. b% P%ntmbw: iraasT"5a. a M ae
o**
HOSTIA.
JP4teat A*ymm*
pmn Pbarmtria:
H03TIA8
Un
ffMaaaaaanM at
loooa-osac
Vinho fortificante, digestivo, tnico, reconsti-
tuinte, de sabor excellente, mais efficaz para as
pessoas debilitadas do que os ferruginosos e quinas.
Conservado pelo methodo Pasteur.
Receitado as Molestias do estomago, Chlorose,
Anemia, Convalescencias; este Vinho recom-
mendado s pessoas J idosas, s joveos, mulberesr
e s criancas.
saatlaa Pm*ma2oao: 0 ii atiaana* PtilisHil TllSUaAl^iaqa^BJSfltSaataiasaeaat
VERDADE1R0S GRAQSnESAUDE bo D'.'FRANCK
GKRAL DE HTOIBNE DB RO DB JANEIRO
**
*
?. UCKHC1AD0S FEL INSPECTORA
a Aperientes, Estomacbicoe, Purgttivoe, Depurativo*
* Contra a Falta de appetlte, a Obatrucco, a Saiaqneca, i- VertlpenO
a.i Cong-estdes, etc. Dote ordinaria: i, a S graos.
* Desc mnar das falsiflcacaes. Exigir o rotulo junto lmpresso em trances"
^ii1tWccor^Se^de0 o Setota Unodos FaprcanBf
JJaV Pajara, tasnianf xY a taaas a anrarassMiaMa
I
i "-'_>:* .
r... libas '.
I '
' .., '.\;i:. :.- .;-:. -tu Univorrai, -'uri? ti
f-t iTfTil*"**" 1" *--' '''-'" '-"'-> Onro e G Meclaikttv ae Grecia.
I : ..
-^ ;
I
'.-

CrJS. CASi o BOM X.EXATS y^
oelhor amei.to j.ara as erial made. Suppre^b
ca do leltc eacUitaodosmair....-
,iadife'Qsuiuc lacil 0 COi--i/'.eta,*B>



.

-^

uega-es tzmbern natajtaalOMie cerno alimento -ura as
tos a Convzleao*nte$ que tm atomagM delicado.
'.::,:.:..
Ver< i je vtccA3 ss:ssas tendo conserpdo gou arca*a ej
inutriUvas.a S riuc osla cou>erv preste Frota,
ho Excrctto e ao-? Hos,-lties, ell i tem ganrado sua poseso ca alimeataco tos particulares,]
'a.v> unos *',',* assegma uin -Itt agradavel, saudavel j uatuial. .- -.
Bt a Raai : aUUTKA azsTXVB a a KstN a Fabrica : Hlriio US PiASsasotj. J P
A CS ~2eari xrestl ote tem iisIk, cnio outr'ora. um uairo jente para u Brasil ;J$
seus productos acbam-se c^c prlnclpaes casas importadoras, drogaras, pbaraiacias e tjas^j,
de comesnveis
hen: i _:, -- -- vnvEY. {f~ I?1?:
ra rfr* F.avc-Bovol.
REMEDIOS
LE ROY
Populares em Franca, America, Hespanha e
aas colonias, do Brazil, aoade stfto autorixadof
polo OouseLho de Hygiena.
Vomitorio Le Roy
ltimamente empragado como prepa-
racao para o aso do Purgante.
FurgantesLeRoy
Bros ioaos ahrm a liada.
Sfio proprloa para qualquer doenpa.
Umt noticia upliottit tnvolii cada lama.
PilulasLeRoy
Entrado concentrado dos Kamtdioi liquido.
Dd praiiatt Bipliealiva avolv cadalruM.
O Irasco da 100 pil. B' O Irasco da 35, 1'50
Acautelar-se das falsiflcacSes
RECUSAR
qaavlaiaer Prodaoto (U lio ltTir a eaade-
reao $ Ptaraaila COTTU Saan U L lOT
81, Ru* do Saina, 51, aa "araa.
DEPSITOS BU TOBAS AS PHARMAQAS
As inicas Verdadeiras Pastilhas de
VIGHY
sao as
PASTILHASYICHY-ETAT
Vendidas em caixinhas metallicas scelladas
EXIGIR A FIRMA DO ESTADO
ESTACAD DOS BANHOS
15 de Maio 30 da Setambro.
unves occu"
isla
Theotloro aloa Ramo de Stells
K useleeidu ceai offi ips a* tunvni -"Ua '?.s
Larsagelraa n I avia tos snir. fruf.sts 0 io
r.-p-i a- insd s-iao-- : zt i s-iii o i'f aua ijii' r tah -Ib
coricc.-m ne a (_0ig tur a b-iibaatifa, oCijl>s prncioex, moco'O
los. i".C.
D u;i"H p'tttm >p loatqaei m't'i. eaocer
lo-" e>D I''iup8 Ja inait'lDerolii ea .oir quainue-
espec'p, faiaoiiriJo o e orid'ncs
Eua las Laraa^^irap d. 1
IvIiOP*?
^GIBt1
DlfilUt aa Ptrnamhuco: AD6. LAB1US; HABA k
SILVA JOIHOH i au adiaiaM ruraaau t tropriu,
e Grageas de Gibert
AFFECfEt tYPHILITICAS
VICIOS DO SANGUE
Verdadeiroe productos acllmente tolerados
pelo aatomaejo e OS intoaUaoa.
[d- Q1BBRT de BOUTIQN Y, Ptamaailaao|
Stceitados pela* celebridades medicaes.
piacoNmR-si das jmitacOu.
Apamarpaa, MAisoni-LiyTWTa.
VERNIIFUGE COLMET
CHOCOLATE oom SANTONINA
nrAUra un aatnlr aa LSMBUGaS
aaa viTiaflasjp*a*a,'ll4l> P* Uf* i
| tai aakor atnlaial laajaytag ialefiaa. Jt <
PAMS. St. r. tu rana*. tjHf trmt: _
I Km Pai7.am6Uco P- aa MOSAS a, MIWCTH CBaKOl.
f
4
Ph
O
s
t)
"
w
t
A TQ8SE E
FEITO^Ai;
DE
A1TACAHUITA
MEPARADO KXi
LANMAN
E KEMP ;
NS!W VOtK
O BALSAMO MA)S EFFICAZ
PaOOUZ CURAS AOHIRAVEIS E TCM
TajUM^friADO | EM aulTOfr CASOS DE
RjiMK'CA i|PiiTE.
FLLIVEL
M
t
MARAVILHA CURATIVA
FATAZAS
E' lindo a surtimento de tecidos sendo
itnpussivel de se descrevvr a grande ts
qtedjsde de teoidos de faott.va, sedas,
lis, oanso-.k, c< robra-i a a braocaa e de co-
rea ; pede-se ao publico em geral < princi-
palmente aa Esmas. familias de visitaren, o
CoDgresso das Damas
Carvalho & AJmeida
RA DO CABUGa' n. 8 e 10
Telephone 196
Galoes e Guarni:oes
-om vidrilho e aem vidrilbo acaba de
rebeber lindo sortimento o
GONG?.KSSO DAS BAMAS
Laques de Gaze e Peonas
Ultimas novidadea de Paria reueben o
Congresso das Damas
Queijos Italanos
Parmczoi
E
Beglausl
Receben Joaauim CDriaiovo & C, ra do
________________Cabug o. H._______________
Saoto Atonio, S. Joao e S.
Pedro
Na roa da Paiai* n. 20 existe grande quaotl-
dde e. ba a- de papel de seda de diversas
'6-P8. dola 3aW00
Traques de cboabo milbeiro I500
Entlos para sorte-, m Ibtiro 4*000
Vinho Bopdeaux
Fronsac o Hedor
VeQde se em qaar.Oias t eu^arrafados Da
AJega Portugueza
Roa das LaraGgeira? n. i
Ennes Barbosa, Ceoper i f,
Estrellas d'America
Wao cesoa o ejuelma
Ao queima ao queima !
Tem cansado especie, mesuio adaairsgSo, em
face do cambio de 9, os precos por qn oto veo-
do:oa a-i fazeodas do noso esta:elecme"'o. E
incvHl I r -e vendo. Um Daeseio AS B.TRBL
LAS D'AMEKI :a :
aia; c o Paoinbo, lavado, peca 3*5000.
La e liobo alcoebeado, alia novidide, U o
aovado.
Fulardioe de bia3, lindos padrOes, 700 re. o
ce vado.
CoBeriores de l. grandes, 8*800 nm.
Gorgsrioa de bola- 600 r o coTddo.
Minti* relos de 800 Sedas to ly.ico fo-'a eores 1*300 o novado.
GmDraiaa bornaiaa com ooi meiro de largara
ra, 1*2C0 o covado.
aprimas tir.as 2.0 rs. o covado.
Gentil pernambneana 700 rs. o covado.
Panam lio isaimo t:00 ra. o covaio.
Vesiidcs bordados s seda.
Las de qa*dro. 300 rs o covado.
L'uh" cbines. 500 rs. o rovado.
Verbotinas de todas as roes.
Las amerirants 240 ri. o coado.
Bapiutas el.l8^imal* 500 rs. o covado.
Plenas de i* 113
Ficbos de linnj, raa ''* 9* n.
tadapolaj esp-clat de 10, 12* e 14*, peca 20
varas.
Plauella de i azol e P'eta 3* o covado.
MlriP- d^- c..n-- 12C0 o covado.
Mamilbas prtas ae serta 4* ul.
1 las be co-es, de seda 7* urna.
Dl'as de alsoiao 3* ex-.
Fianella d la para camisas de bomem, 6C0 rs.
covado.
Diias para paletos e calca (e 15) 2* o covaco.
Eiamioes, 600 rs. o turneo.
Sedas attioesas, 1*100 u e va "o.
Cambraii'S oe c .-. s,r.-eoda >s, 1*300 o covado
Cretooe babiano, 8.0 ra. o cavado.
Cretcnt-s Iraacesea e ingiezes
M-nts pretos e de aeres, lavrcios, 1*800 o
covado.
Vestios bancos bordaf.oi. diver-os nrecos.
Veatnanos pcr^ ft--pasado?, de 10 a 50*.
Voiile de la 1*200 ti i:jvdo.
Foslj de cores psra calta 4* o certa.
Sstins de todas as corea,
Surab aiversas ores.
Coriitiao3 de camb'aia 10* o par.
Mosanueifoj diversos preco?.
Cortinadus Ce trot-bet. de 14* 40*.
Colchas de crochet 10* cea.
Corle? de colleies da fosiao, brincos e de cores
5*000 om.
Coicbas de cores, grandes, 4* ama.
Bae'.a ensarnada e azol.
Las rom list-as ce seda, 2*360 o covado. .
Sedas pretas lavada de 2*500 a 8* o covado.
Garguro de sda pura de 6* a 10* o cavado.
Ca-em-ra inaleza, preta e azul, 6* o cov?do.
Bnm pardo para roupas de seoboras, 400 rs. o
cov.do.
Cimbra'a t'ausparen'e de 4* 8* a pega.
Dita victoria de 4*600 8* a peca
Un completo e variado eortlaeoio de miucJezas.
Cimpleto e variado sormeoio de roupas fetas
para bfmtns.
Um completo soriimeoto decaeemiras de cores.
Pregos sem competencia.
CoottDa-o uueima
HAS
Estrellas d America
li- Rna 1- de Marco1*
AJSTIGa DO CRESPO
Marques & Lima
Obras importantes sobre
Religiao
Espolio do finado
DR. FELIPPB NERY COLLAgO
Os pretendeotes pedem dirigiese ao Arraya),
fLiaba do Llmoeiro) ondeacbarao com qoea tra-
tar e n'eeta occasiao, escolberao as obras qne
Ibes convierem^____________________
\ ersos burlescos e nao bur-
lescos, de Leovigildo
(Eecrtpto' em varias pocas, em vsnof es-
tilos, mas sem varias preteoefies >.
Vende ae na llvraria de Hago C roa U
de Novembro n. 45.
Or. Humphreys de Nova Toitc
a Ve.dadeira Maravilha do S*c %
&PFBOVAOa E UCEXCIAB a
al>v laaaeetarta Geral a> HrtirH aa
lana*!* ao Brzi>.
. Mn?*.vilba Vu\ al'.ra 11
ra ai Pisadura*. Alachucauama. i...
jedums. Corladuras, ou LacFrao%aa. AIMrlsaa
atanco o s ligue, raa parar a 'nflasiinMi :*ri nstas
k iuui.a.,-5... ttrao dnaaorancun i. a fassarar tala
jotuo >- eucan-o.
A .namTilwa Jaraalva alimofataspaas
.-lirs rbida para OgaaBaadurus. EacaWaduraa,
h.eji.iuura .le boLoo saoaraur a qaaKtatr uaSaX
a^aaaaaa,
A iMaraviiha Canil'" in;?aaa/al >
. i- un Ha^,,rliaidavMda(1-. Narlr. I lIMhll
. :j!SoKpiss3efai^~j^m
Klt^dts as Juntos ou ri rasa
A Rla.cviiba Cnmivn Ao-arcada -.n,r?j)
. r r'.squlK-ncln. Anatln. ..iyirdfift..- ?upa
'klLunmadaaaeiupr- aegiuxA s.iivefflvO
A arnvllfca l'rrmlvn. multo sWn*
l-o.thj lnloc^Ao p^ra o l'atarrf., a 1/ rhra** a
v(.4va Branraa, e outros oorrlmentos u.-Minante
# itlarns-ilha Cral-^a Iib'3<: paa
c. .r i ceras rhaparisuilica*. Ai.airmu-. e-iaasr
<. CalfcK. FrtJtra. io-weux Tamona
A Muravllha Oa rail va ( r-rap3r> ;iia a*>
^*.ra lflarrb-a siroplea. t- de Dtorrlk.: rfcf
A M^rafilba Carullrc <.i. II ta aa
iXroUtrlah Crfvallari-;aa. para Ior^l- :x'7sa
Haduxai.v.ifoladuraa.<'ontu *ua.lja-i-ra\e~- Sa>
Esiiscla^dadas ao Dr. tTfiSf^fK
<.r-aoi-!l.M Eaaeaiacaa,
.'uainenlo tf>araviHniaaH
Hram'li-. H n >. ni!l;-av,
Stantlii Veaa^rico^laak
0 Manralao Or. HaaipB. >; Ma .rjttisa Juar-.a.
. j _' -rmidwte* e modo dernraiasao aasiaiia. aaoaV
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A venda em toe' a o
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FaLrica de rdo
Agnas e limonadas mm& it
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Soda w. t. r ginger, ale, lim', larsrji
cura-gao, abacaziB, ^uud.ii^, ^t-soe
oauniiha, horte I pim.'.i.tA, etc. eto
2-A-GAE8 D-> JA?IiiVi 33-14
Pede-se aos Senho-
res consummdores
^ue queirain fa::er
jualquer commuiiica-
(jao ou recia iuaco, se-
jaesta feiano ( scrip-
torio desta empresa!
ra do Imperador :i.
29, onde tambem se re-
ceber qualquer cunta
qde queiram pagar.
Os nico cobrado
resextero s.
Manoel \ntoni daSil-
va Oli.Tei.ra e Heniii io
Francisc foef-
Freire, e (t do ir
preciso o Sr. utonio
Martitis Carvalko e
Joaquim no Je
Castro Nunc
Todos os recibos
des ti empreza deva-
ro serpassad ) setir-
mados eo t lo carim-
bado e Armado pelo
gerente, sem o que
q&g tero ralor :i!gum
SamuelJones
Gerente
Fausei e-c oaaa
o com arauade econoaiia
A VOSSA AGUA MINERAL
analege > **" netmrut*
COM OS
IcOMPRIMIDOSdeVIC!
aoraaturadoo com aaraa das SoaaSas
B- ORILLE, CLCtTIHt, HOHTAl,
HUTCHive, p-roiine, ***
PAHl 3, lotnu rkttu* ml

i



Diario de Pornambneo
fcira O de Mlaio de 1*9-1
DOCUM
TOS
M FAVOR
DO
PBOPAGADO POR D. CARLOS
i*
Remedio sem rival para syphiles em todas as suas manifestares para o rlienma
tsmo e para a morpha!!
> ^u^*c-*
DR. BEZERRA DE BURNAY
n.Ilustrado amigo o Sr. Cario*.Depois de
mamas experiencias e acosado estado sobre o
ejs grande remedio oElixir M. "dorato, cojo
oq minstralo nos hospitaes e em miuba cli-
t.co particular, resolvo, de accorda rom oa meas
ier'tres collegas, o Dr. Medeiros, Dr. Lefreve e
lae S alendes, applical-o pela segointe forma,
lindo casos de sypbi inveterada, rheumatis-
to ebrooico e bonbas.
e..............
Teobo tido o melbor soccesso com o elixir M.
Morato,e algODS dos meos col legas cbamam
be com razao de < salva vida >. O gen remedio
I um prodigio e utico como aoti synilpico e an
li-rbeomattco.
Rio de Janeiro. Margo de 1889.Dr. J. Pitia
Bezerra de Bnrosy.
DAS CURAS
Sr. D. Carlos.As aonas Albas Elvira e Leo-
nor, scffreram bastante tempo de hnmores, sof-
frendo urnas dores oos ossos oa dores rbeumati-
cas, e ontra de molestia de pelle. Nada poupei
r^ra coral a?, porem, sempre em vo. Acabo
finalmente de obter a cara de ambas com o uso
que fieram do senelixir M. Moratoe tal a
mloba satiafaco com o etleito de to bom medi-
camento, que Ibe escrevo esla com o m de elo-
'.al o em sna descoberta.
Sou com re8peito e con siderajaoAntonio Al-
res de Camargo.S Paulo.
DR. EDIMR0J GUIMUIAES
Dr. Eduardo P. Guimaraea, formado em medi-
cina pela Facaldade da Babia, etc.
Atieso Un fide gran, que leobo erapregadr
com feliz resaltado em todas as affeccOes typhl-
licas, oelixir M. Morsio,excelleote prepara-
do do Sr. D. Carlo3. o quj aflirmo com o jura-
mento se tr preciso.
Rio de Janeiro, 13 de Fevereiro de 1892.Dr.
Eduardo P. Goimaraes.
CURA DE RHEUMATISMO
Illm. Sr. D. CarlosMea tiibo, de 21 inaos
de irtade esteve qoatro mezes entrevado das per-
cas e dos bracos, c mendo por maos de ontras
em um estado lastimoso. Principioa a larer
oso doelixir M. Moraiopropagado por D. Car
los, e logo aos primeiros vidros de oso, levan
tou-se e principioa a servir-se de suas proprias
maoa. E' um verdadeiro milagre esse remedio
santo.
Antonio Martina 'Je Siqueira. Santa Rita de
Passa Qaatro.
DR. JOAO NEPOMUCENO
Dr. Jo'o Nepcmnceno de Oliveira Bello, doc-
tor em medicina pela Facaldade do Rio de Ja-
neiro, cavalbeiro da Ordem da Rosa, etc.
A'.te-io que teobo empregado em mioba clioi-
dvil oelixir Morato,propagado pelo Sr. D.
Caries, com re-uliados vantajofos oas molestias
Eypbiliticas ebronica?, sobretodo no rbeomatis-
mo nodoso. O que amroio sob f de meo grao
acadmico e com o juramento se for preciso.
Campia?, 20 de Fevereiro de 1892.Dr. Joao
Nepomuceco de Oliveira Bello.
CURA DAM0RP3EA
Sr. D. Carlos Dispondo ce meios, gracas a
Dscse soffrendo b3 lempo de morpba, eslava
desesperado por nao acbar remedio qae me cu-
rasse, pois totrai ir.do qoe offerecem para este
mal; gratas a Providencia, pode obter ama du
zii no seu elixir M. Moratc, em tao boa hora,1
que me acbo convalesceodo. Os bobe3tesappa-
receram a groseeira do rosto e das maos, ac
bou-se, a pelle tomou a sea devida cor, e asso-
branceihas esto crescendo de novo, consideran
dome sc. e don gracas a Dpos pela descoberta
de santo remedio elixir M. Moraio,qae a quem
vo a amiba s3vago.
Pode mao.'sr publicar eeta para que quem sof-
er. saib3 que boj* se cura a morpba, lomando
xir M. Morato. Deas coarde a V. S.-Jo Co-
rim da Silva. Cidade do Amparo.
dico adjoncto rio hospital da Socie iade Porto-
gueza dr Beneficencia.
Attesio sob re do mea grao, que teobo apli-
cado em mloba clnica oElixir M. Morato
propagado por D. Carlos, com grande proveito
nos casos de sypb'lis terciaria, especialmente
quaodo cbroica.Dr. Antonio Severo Wences-
lao.Rio Janeiro, 22 de Janeiro de 1892.
pletamente bom. A quem ainda nao conhece o
ELIXIR M. MORATO,eu declaro qoe este
remedio santo, porque faz milagres.Andr
BurityPorto Feliz.
DOIS ANNOS DE SOFFRIMENTO
Illm. Sr. Dr. CarlosDoos annos com urna
peroa iocbada e ama eropcao hmida na mes-
ma, com todos os curativos a tempos e boras,
CASO DESESPERADOR em sentir melboras ; para descorocar. Ex-
Jamis vvente aigom tera soffri do da sjobilin I perimentai e aovo remedio indgena oELIXIR
a soas consequeociaa como eo, e ba moito temoo|M. MORATOpropagado por D. Carise sen-
que deseiva a morte, pela vida atroz que teono
levado. Todo qcaoto ba de sypbilis parece que
estava em mim. Estou boje corado, e carado
dever.s, pelo remedio novo chamadoElixir M.
Morato.
Foi a Providencia Divina quem fez descobrir
este grande e magnifico depurativo.Vctor Mei-
relles de MataCidade de Santos.
CURA DE FERIDAS
Foi com o oso do Elixir M. Moratoqoe cu-
rei-me de amas lerldas de mao carcter qoe Uve
muivo tempo, sem poder obter melboras com
monos medicameoto qoe tomei. Hoje, grabas
ao grande depurativoElixir M. Moraioprjpa
gado por D. Carlos, que se vende em S. Paulo na
casa Pelxoto Estrella & C, a roa de S. Denlo, ti,
estou completamente bom. Maodem publicar
esta para bem da bomanidade.F. de Aodrade
Costa.Araras.
DK. MEDtlOS E CUNHA
Dr. Joao Alberto de Medeiros e Caoba, doctor
em medicina p--U Facaldade do Rio de^Janei-
ro, cavalhelro commeodador^da Ordem Militar
Poriogueza de Nossa Senbora da Cooceigao de
Villa Vicosa, etc.
Certifico em f de meo grao que tenho sempre
empreado em molestias sypbiliucas e rbeoma-
casElixir M. Moratopropagado por D. Car
los, celbeodosempre os memore? resol ados.
Dr. Joao Alberto de Medeiros e Caoba.Capital
do Estado de 8. Paulo, 1 de Margo do 1892.
UMA MOg K FELIZ
O laborioso lavrador sr. Jos Leandro de Ao-
drade, prente do Sr. Luiz Gjnzaga de .Oliveira,
joiz de paz em S. Paolo, teve toa esposa e a
rilna rnaia velba gravemente affectadas da lerri-
vel morpba. A molestia, zumbando do m;i
excropnloso traiameiiio medico, ceifon a exis-
teocia da Indilosa esposa do W. Andrade e mos-
irava-se ainda dispostaa a exercer soa fatal.in-
floeocia sobre a pobre moga. O desespero do
pai extremoso ioopiroo ao Sr. Andrade ama re-
solocSo acertada, levando o fazer experiencia
doElixir M. Morato.Os efJeilos dos primeiros
frascos lizeram susiar o corso da molestia fatal
e a continuacao do medicamento operoo a mais
brilbaote cor.
Bse faci deo-se em 1890 de boje completa-
mente out-a robusta e forte, ja csala e com ri-
Ibo, nao aprsenla o menor indicio da enfermi-
dade qoe ameacoo arrebatal a naquella poca.
Contemos ao propor o Sr. Jos Leandro de Aa
drade, a narraco desie caso iaiportante, el-
ment- desenvolvido na segoiute carta :
Illm. S. D-. Csrlos.Fszem boje dois annos
qoe falleceu mlnba mulber, de morpba. Pon
eos mezes depois deste falleclmenio, miaba ri-
lba mais velba, de borne Clotilde, declarou se
com a mesma eofermidade da mae. Recorr a
lodos os meios ecjoselbados por mdicos e cu-
riosos para a cara de mioba blba assim comoj
tinba feto para a fallecida me, e o resallado era
sempre o mesmo, a molestia raminbava a olbos
valos para o seu termo fcCtsl 1 O a>eu parete e
amigo o Sr. Lofz Goozaga de Oliveira, ac'oal
joiz de paz em S. Paulo, e moitas pessaas d'ab
sabem de6te caso desesperador. Desanimado e
sem saber mais o que fazer, foi instado por um
tindo melnoras cootioaei a usal-o al ficar com-
pletamente carado orno estou. Abencoado me-
dicamento. Pole osar como convler.De V.
S. Augusto Calbeiros de Miranda.3. Paulo.
DR. SA'ENDES
Certifico em f de meo grao que teobo appl-
cado em molestias sypbihticas ebrooicas o no-
vo preparaoELIXlrt M. MORATOpropaga-
do por D. Carlos obtendo sempre os melboree e
mais satisfactorios resaltados. Dr. Alfredo
Alm de S Mendes.Vassouras.
GRAVISSIMO ESTADO
Sr. D. CarlosMlnba mae, D. Maria Ismeoia
ficou depois "e diversos iocommodos. com a
m-rpba, rjcaodo com o rosto agrelado em om
estado deploravel, a ponto e lodo o mondo fu-
gir delia, coitada. Os facoltativos qoe mandei
vel-a, dsseram me qoe nao perdesse lempo.
Era om borror. Abaixo de Deus, aoELIXJrl
M. MORA l'Opropagado por V- S. que Qevo a
ver a mioba mae boa e a guisa de volla de va-
gem moito demorada, acoaem suas antigs
amigas a vel-a e a feliciial a Recoobeco juro se
preciso for qae oELIXIR M. MORATOcara
a morphaFaga o u-o qoe convierDe V. S.
Francisca Esmenia da ConceigeoBotucata.
CUR\ DE RHKUMATiSMO
Tendo Ido a Pocos de Caldas ba seis annos
seguidos, pelo rbeomatismo e a prova do pooco
prover-o, a neessidade annuai que all me tem
levado. Tomei agora o ELXIR M. MORATO
propagado por D. Carlos e non ror floda a vi
sita a aguas, porque oELIXIR M. MORtTO
coroo-me radicalmente. K' lal a miaba sa
iisfaco que oereco de moto proprio* este ata
testado recoobecido pelo tabelliaoAlfredo Ne-
bias da SveiraCampias.
FELIZ RESULTADO
Mioba O fia Idalioa Prospera de Sorna, esteve
multo lempo completamente entrevada, pelo
rheumaiimo tendo sido impotente todo a medi-
camento/de qoe laocei mo. Fo;am dous mezes
de uo sem iatermitenclas do novo remedio
ELIXIR M. MORATOpropagado por D. Carlos
qoe pozeraro mioba blba cmoplelamente resta-
belecida. Reconbeco como verdadeiro prodigio
este medicamento indgena Tiburcio Prospero
du tonz".Rio de Jaceiro.
MARA ANTONIA
As dores de ha tantos anuos na peroa e no
braco esquerdo. e orna bola qoe unba ba barri-
ga, e qoe ludo ensinava remedios, mais nin-
guem curava ; saroo agora com aleaos vidros
do remedinElixi- M. MoratoDeas ajude o in-
ventor.Maria Antonia de SoozaJacareby.
GRANDE CURATIVO
I Im. Sr. D. CarlosLogo que ebegoei da Eu-
ropa, iocbaram-me as pernas e appareceu ama
cerosiJa e coot'noa e que era Hmida e escamo-
sa, com aggravaote de amas dores oos ossos
dos pos e das pernas qoe me bzeram soffrer
atrozmente por mais de qoatro mezes. Fui tra-
tado por tres mdicos de oomeaca, te-ido dous
MARA DAS DORES
Mioba mulber b. Maia das Dore', est com-
pletamente corada da lerrlvel molera morpba
qoe soffrea qaasl qoatro annos, lomando monos,
remedios, o anteo medicamento qoe Ibe dea a
reconstituido da saude e a felicidad", chama se
Elixir Moraio, propagado por D. Carlos. Podem
fazer o oso ane convier. Antonio Goolart de Sou-
za.Piraglpu.
MILAGRB
Eo pensei que morria podre de tantos homo-
res qoe solTri e de ferelas amigas que tantas do-
res me dram. Hoje gracas ao remedio indgena
o Elixir M. Moraio, propagado por D. Carlos, es-
tou carado e tendo saude qoe farte, para vi ver
feliz. Abencoado remedio o Elixir M. Morato.
Maooel da Costa Abren. Taobai.
RHEUMVTISMO
So sabe o qoe o rbeomatismo qoem o tem oa
teve, e esses declaro qoe soffri 11 annos, e ped
a Dos, a morte moitas vezes. Usel o oovo reme
dio Indgena o Elixir M. Morato, propagado pnr
D Cirios, eestou bem livredo perlgo, devado
a vida exclusivamente a esse santo remedio.
Sebasiiao Pereira de Agolar.Campias.
ALBERTO DA MATTA
O Sr. Alberto da Matta conbecido guarda II-
vros ao Rio de Janeiro, soffrla moito e ha tempo
detinhando a ponto de jolgaram-no nerdtdo. To
mando o grande anti-sypbtlitico o Elixir M Mo-
ris, ficoo robusto e forte causando eatraobeza
aos meas amigos. EscotemosiO que elle diz :
Illm. Sr. D. Caries. Enmagrec ba lempo a esta
parte, e isto progressivamenle a poni 4e pare-
cer um verdadeiro esqueleto. Perdido appetr, a
alegra natural e o consolo, sobresabludo sem-
pre um certo mo estar. Cancel de tratar-me por
nada aproveitar. Tomet por ultimo com muita
recommendaco o famoso depurativo indgena
Elixir M. Morato, e com espanto meo e de mens
amigos, restabeleci a saude depauperada ir je
como com appetite, sioto (o-gas, coragem, ani-
mo e aptidao para o qoe me for mister. Era sy-
pbilis qae ea tioha, no emanto qae todos attn-
boiam a outras molestias, devldo a vila seden
taria que tenho do escrlptorio.
Prateos pois humanldade pela felicidade
qoe pode boje nsafroir com o spparecimeato de
soberano depurativo n Elixir M. Morato, propa-
ado por D. Carlos. Use Como convier.Alber-
to da Matta.Ro de Janeiro.
ALBERTINA E AUGE
Illm- Sr. D. CarlosVenho chele de gratidao.
declarar-lbe que mioba filba Albertina, loflria
moito do venire, tendo orna bola na barriga,
com muitas dores, e dores acodas na pema es-
qoerda e as costas. A minba liltaa Altee, sof-
frea sempre desde crianza, de mnitos humores
por todo o corpo, tendo de vez em quando in-
fiammacOes na garganta. Foi Deus qoe fez V.
Exc. descobrir santo remedioElixir M. Mo-
rato-pois qoe minhas rilhas uaram delle e sa-
raram. Mas tanto remedio que gastei, tanta vi-
sita, e tanto trabalbo com a botica indo foi atoa;
o nico que coroo a ambas, qae al me parece
milagre de Dos, foi o seo Elixir M. Morato.
Ea nem sel como posa agradecer a V. S. e as-
sim como e peco a Deus qoe Ibe d mallos an-
nos de vida e sade por ter acbado tao grande
cousa como o remedio santoElixir M Mora
to.D. Elisa de Soaza Coteiro.S. Paulo.
por V. S., e pela estn-nheza do fado, trm doos
doeotes mais a Kmr oso e com algomas melbo-
ras ja, apezar do pooco tempo binda qoe o tm
tomado. Qoe imnorinie, qoe bom qne oEli-
xir M. Morato I Tinurcio Niscimento.Am-
paro.
PAI E FILHO
Sr. D. Carlos.Meo filho Jos, esi completa-
meoie sao da grossti-ia do rosto e das manchas
do corpo, qoe todos diziam ser morpba, e, foi
s com o oso do seu remedio o Elixir M. Mora-
toqoe mandei vir do Peixoto Estrella & C de
S. Paulo, ra de S. Beato a. 11. Realmeote
urna boa deseeber a este santo remedio, consi-
derado como o melbor dos decorativos.Cons-
tantino de Abreo e Silva.S. Roque.
rejiedios conbecides sem proveo nenhom e u-
quel compleamente descorocoado, por ver-ae
CHAMA-3E
Elixir M. Mora'.o, propagado por D. Carlos, o
remedio qoe cora a morpba; este poderoso re-
medio descoberto agora e composto com vegetal
qoe tem vlrtade excepcooaes, e as coras qoe
tem felto e esta fazeodo todos os das provam o
sen efleito certo.
O Sr. Custodio Moladlabo, diz qae tomando o
Elixir M. Morato, propagado por D. Corlea,
sarco, esperances qne nao Untia mais por ter si-
do desengaado pelos mdicos.
Toda a pessoa atacada desta terrlvel mal, a
morpba, sara completamente tomando o grande
remedio agor descoberto oElixir M. Morato,
propagado por D. Carlos.
RHEUMATISMO
Declaro ter me corado radicalmente de fortls-
simo rbeomatismo com o oso por algom tempo
do oovo remedio denominadoElixir M. Morato,
propagado por D. Carlos, eoteodeado ea qae o
referido medicameoto. o melbor anti meumatlco
que existe oa u omco remedio qae cara rheo-
maiismo.ly-lario Garfeo de Azevedo.Cap-
vary.
CAMPOS NOVOS
De Campos Novds, o Sr. Felizardo A. Mattos.
commonica-nus que sua mulber qoe est aparta
da ba tempos por morphetica, fez oso do graode
remedio oovo oElixir M. Msrato, propagado
por D. Carlos, e ella nao s6 saroo, como acaba
de juntar-se ao marido.
O Sr. Felizardo A- de Mattos. no expr as cir-
cumataocias, expande se de orna maneira extra-
ordinaria a favor do remedio qae Ibe salvoo a
mulber.
Tem feito prodigio de espantar esta descober-
ta doElixir M. Morato, sendo realmente di-
gno de todo o apreco.
O Sr. Filizardo diz mais qoe depois de aoa mu-
lber sarar, ja tres pessoas daqoelle logar tem
apreseotado molas melnoras de morpba com
o oso do mesmoElixir M. Morato.
8. PAULO
amigo a dar a minba doente o seo elogiado Ceslea prognosticado a molestia de rbeumattca,

PADRE JAC1NTH0
ve enfermo ce-ca de nm aooo, e, entanto eu co-
mo aquelles qoe o trataram, julgaraca no perio-
do por morpha Deailludido por algons tomou
rom paretmenia o elixir M. Morato, propagado
per D. Cirios e sarco. Deus me perdoeea dlzer
que se nao fcEse eu testemonba oceular deste
(acto poro-bia em dovida.
O elixir M. Mcratoi cura a morpb;.
Bemdito sechor o SechorPadre Jacinlho E.
TorresS. Paulo.
DCZE ANNOS
Faz'a mais de doze anuos qce era viclima de
cm infame rheumaCsmo que me tolhia para todo
porin. a conceibo de meu ccega major Moors,
de csar do novo me-camento indgena chamado
elixir M. Morato, fot o cae me fez iw como cu-
tre ora aio, forte, rijo valente e prompto para
tuto.
Recommendo a qcem precisar que tome, para
frzzr bom, s Elixir M- Morato, e mais nada.
ce\cT Tito Alves Ramos.Rio de Janeiro.
DR. ATONUSEVERO
Dr. Antonio Severo Wercesl?o formado em me
dicina pela F.caldadc do Rio de Janeiro, me-
ELIXIR M. M03AT0,e confr aso qoe nunca vi
rem-dio to maravilhoeo, pois fri o qne salvou
Uiinba blba do urna morte certa t Ja se pode di-
zer que a morpba nao urna molestia incaravel
que zomba de todos os meios accnselbados em
medicina.
Dou-lbe os mens parabens por esla grande
de.8C0beria, e Deus o re ompense pelos oeuefi-
cios que della tem resultado a humanidad sof-
fredora. De V S. Jos Leandro ae Andrade..
S- Paolo.
DR.GUILHERME VILLIOT
Sr. D. Canos.Constando me, ba tempes, que
varias pessoas desta cidade e seus arredores
lem feito oso. com muita vantagern, ele sua pre-
paracao-ELIXIR M. MORATOlu ultimamen
le obrigado a laocar mo delia em minba clni-
ca e julgo me boje habilitado para afiirmar a
bem da bomanidade, que ato dos melhores re
rredios que tenho conbeciao para eofermidade-
de sypbilis.Dr. Goilberme Villota.Ro de Ja
otiro.
GRAVE ENFERMIDADE
Declaro que foi mo-dido de orna cascavel, eos
rei-me sem cessar mais de qoatro auno?, fican-
dome ans buracos chagosoe nos pes se sa-
rasa um. abra ootro immediatamenle ; tlcando
anda com paralysla em urna mao desde que fnl-
-^ordido : A^oacelbando a fater uso do oovo re-
n.eriio-EL'XIR M. MORATO propagado por
D. Carlos, loinei o bastante tempo e tiquei com
e intro prognosiicou-Eczema.Tratado com
io'o o cuidado pelo tempo referido, peorei, sem
pre apezar do tralamento. e. ooias.iraoso estado
em que jazia, tiz justa dos tres facultativos rara
decidirem-me o resaltado da jonta (ot uconse-
Ibarem me a entrar em om hospital para serem
m-i applicadas ojecgOes de moohina. Desa-
nime], e tioha raxo pa*a \s?->. Visit3-me n'es-
la ocessiao um amigo aronspiha-rae a qne to-
me o gloriosoELIXIR MORATO -pro .agado
por D. Carlos, acceliei pdla teaia e blegiofl fri-
tos ?os prodigios deste remedio e cem o uso fie
1! frascos acbo roe curado Sioto alta palisfa-
A REALIDADE
Cinco anoo3 de tratamento aseidao de orna
ulcera oa peras, nSo uve resultado algnm ape-
zar do dispendio extraordinario. Trez mez s
de tractamento exclusivaroeote peloElixir M.
Moratopropagado por D. Carlos, deu em resol-
tado sarar. Poderoso, extraordinario o depu-
raiivoElixir M. Mralo.Jos Alves Picheco.
S. Paulo.
MOBPHE'A
Illm. Sr. D. Carlos.Foi depois de orna gran-
de constipacSo que se me desenvolvern! lodo
os syo3Dtoma8 dessa horrorosa enfermidade a
morpna, e apezar do regtmeu diettico, e certo
tractamento quu ebaervei, desenvolveram-se com
tristeza da mmha parte, todos os sigaata caracte-
rsticos.
J volado ao aoiqu'laraento pela sociedade foi
Cao em cornmuotcar Ibe esta cura que acbo ma- qoe p-incipiei a tomar o seu preparadoElixir
ravilhoaa, e attestar a mullas pessoas qae me j M. Morato e, comquanto a principio sentisse
conhecem, que saivei-me de corle certa, gracas'. raeiCoras apenas lentamente, verdadeque com
aoELIXIR M. MORATOPara beneficio ca bu-;a coastaccia do uso me acbo completamente cu-
maoidade mande pnliMr esta atlestadoDe V.' rado.
S.Francisco Peres y HerreraS. Paulo. i Foi sem crenca que laocei m5o deste medica-
| ment, por ler lomaio tanta coosa, infructifera-
A BI j menie no emlanto que hoje declaro e recoDheco
Sou ebrigado p*lo reconneciruento a vir ce-' que noje enra-se 2 morpba, urna vez qae se use
clarar que tioha metis hlbos inuiilisades pelos I aoElixir M. Morato.Rendo preito e bomena-
muito3 humores qae eofnarn e que eslava de-
sesperada ''e ter applicado muitoa traame'tos
que acoosela&vam. e que nenca lire resoltado.
Boje Mo meus hlhos, vres de perigo ecom o
corpo limpo de humores, emfira saode perfeila
e s'o so 8COQteceo rtepnis ae Ibes faser osar ;l
om tempo o glcnoso remeoioELIXIR M. MO-
RA VOpropagado por D. Carlos. Bemdicto se-
ja. 'So feliz acbadoMana Elelvina aa Cocceieao
Tutahy.
gem ao poderoso e portentoso medicamento, o
Elixir M. M rato.E' lal o poder mageslatico do
inromparavel deporativo oElixir M. Morato
que, se ba milaares, elle milagroso. Creia-m-!
seroore, etc.. etc.Antonio Augusto de Almeida.
Rio Claro.
MORPHE'A
Illm. Sr D. Carlos.Saroo a molbar morpbe-
ca a qoem dei cElixir M. Moratopropagado
Fazia moito tempo que seffria de sypbilis, e de
soas cooseqneuclas, e o mea soiTrimento era de
veras serio, porque alm do sotlrimento foram
sempre impotentes todcs os medicamentos qoe
usei.
Exrerimentel o remedio oovo indgena deno-
minadoElixir M. Morato. propagado por D.
Carlos, em to feliz momento qae acbo-me com-
pletamente carado. E' digna dos maiores en-
comios a descoberta extraordinaria deste medi-
camento, o qoal opera to f dicazmente qoe as-
sombra os que soffreram e eslavam descorocoa-
dos como ea.Paulino Nev? da 8ocba.S.
Paolo.
NORMALISTA '
Illm. Sr. D. Carlos.Remeti Boje a V. S. o
attestado que prometti enviar logo que' sarrasse
Depoia dos vldrcs qoe V. S. teve a boodaae
de mandar-me, mandei comprar rinda em Pau-
lo mais seis vidros que tomei beaodo completa-
mente bom da fenda da perna e do enchasso dos
ps. N5o mandei o alterado logo porque que-
ra esperar para ver bem como passava e feliz-
mente posso dizer a V. S. que estoo completa-
mente bom.
Hoje posso calcar botinas, o que nao fazia ba
moito tempo.
Por conseibo meo, diversas pessoas tm feito
uso derse Elixir M. Morato, tendo moito bom
resaltado.
Agradec?, poi3. a V- S. e peco a true me con-
t entre os seus criados.
De V. S. criado obrigadoAatcnio Farrani,
professor publico, Casa Branca.
FERIDAS
Usei com persistencia de remedio indgena de-
nominado Elixir M. Morato por D. Carlos qne
me coroo completndote, de cinco ferelas bra-
vas e feras que ba multo tempo nao havia quem
curasse- Abencoado remedio o Elixir M. Mora-
lo.Marcolioo Gaspar de Oliveira.Taubat.
MORPHA
Iilm S'. D. Carlos.Tem esta o fjm de par-
ticipar-lne qoe estando ha dou* annos smlreodo
da lerrlvel molestia a morpha, tomei todos os
solado e morto em vida. Gracas a Providencia
uve cootiecimeaio do seo remedio de oome EH-
SIT M. Morato., e maodei noscir, fiz oso o
qoe anda estoo fazendo. acbando-me ecmplett-
mente sao. r
Nao sei romo possa agradecer V S o Dea
qoe fez a bomanidade com este leaedio.' por*
creio que me coosolo em gritar bem alto w
-medio que cara a morpba, e qoe so agora fot
descoberto, rhma:se Elixir M.cr.io., pro-
pagado por D. Carlos. w
Aceite os protestos e estima.De ? S cha*to
e obrigado, Emygdio Pessoa.S. Josei "
NORMALISTA
Illm. Sr. D. Csrlos.-Sabindo roe em orna
na tma ferida, fiz oso ae diversos remedio* per*
coral a. porm sem resollado a'gom. Toaai
depois Elixir M. Moraic, pn-pifadopo-D Carla.
e flqnei completameot" b. ro.
se V. S. deste como ibes ronvier =Du V $
c-lado e obrigaao, Aoiooio Farrani! profesMr
pablico.-Casa Branca. v wr
CURA CERTA
Declaro qoe desde que vim de Mtiaga fm-
panba) teobo sido vicima do rheomaiieao por
orna forma extraordinaria, ricando por vetes -
so ao leito em om estado lastimoso.
Tratei-me cons dootores, em Campias e ea
S Paolo, estando oesia cidade, por orna
dois mezes em bospita I pago com asslstette i
cinuo, cunea aproveitando em beneficio as
do serio trata melo.
Hoje esto i sao devera;, porm ro anicasMa)
com aproveitar os MMa que roe d
tomar o grande depnriiivo Elixir M. Mor
propagado por D. Carlos. Cinco mezes sera tav
terrupcao usei este medicamento aproveiti
seriamente seas benficos effeitos. Use
convier.Joao Mouiijo ds A buquerqoe.Sorv>
caba.
RHEUMATISMO
... Todos os anuos eu s viva nove meses,
pois qoe tres mexes pelo meos em cada usa
era para gemer com sgodiaslmo rbeonatisat*
passar com as juntas ochabas a pools de i
lizar-me por esse tempo. Hoj devido ao
dio iodigeoaElixir M. Morato-, proa
por D. Carlos, estou perfeno. e vivo os
mezes de cada aooo, como acano de ler ptwta.
E' celebre a arco medicamentosa fioStrxw
M. Morato. .osario Rodrigues de Meadooca.
Bragaoca.
D. ESCOLSTICA
Voo fallar-te do Elixir M. Mora'o propagado
por D. Carlos, o maravilboso, o incomparavi-l o
santo remedio que me dea vida depois de loo
me desaniroarem e darea-me como sem cura
paralysla de orna peroa, grosseia em todo o
corpo, mullas dores no veatre e Irregolaritat.
O qoe ea soffri s Dos o sabe, foi de osa,
era de mais, e den para cansar meos pareles,
qoe todos jnlgaram nao ler cara as ciabas eo-
fermidades.
O graode remedio chamado Elixir M. Morato
propagado por D. Carlos foi o qse me dea vida,
foi o qne me carn. D. Escolstica Mana Per-
petua. Indaiaja.
MITO GRAVE
Atiesto qae scffn por mallo tempo am:s dorek
agudas nos 038os qne conforme o teupo se 'ocs-
lisavara aqu e all, tiohi om adormecimeuto no
p e mo esqoerda qae resista a mu tos reme-
dios sem proveo e ama irregularidad? oa bar-
riga, que era urna cocsa per uemais. Com ea-
tes soffrimeotos, com modos remedios qae to-
mei e coro a idea qae me dersm, de gorda qaj
sempre foi tiquei magra que era orna insf-sa ;
e depois nm fastio qoe me eofraqoecea a ponto
de qoaai ricar entrevada. A testo mais que to-
mei o Elixir M. Morato preparado por D. Cirios
e que sarel de todo, Ocaudo como raice d? com-
pleta saude, for e e rrbusta. D. Leonor A. Viet-
ra.S. Paolo
* MILAGRE
Urna terrivel molestia syphil tica, iusfla
me para a familia, para os amigos e pan a so-
ciedade. Soffrer quuiidiano, las:imoj e du-
pendiosc.
T.-atei me com maitos especialistas d can-
tal, fiz oso das agoas tbermaes. e non-r -egoa
a vez de olilisar o iratameoto qoe nao
o f (feito desejado. Os conselhos Czeram-me
lancar mo do remedio novo o Elixir M. vralo
propagado por D. Caries e com certo uso elec-
tivo sarei.
E' verdsdeiramente mlracn!oo efe -.
depurativo, e soa seco acti yphiluica tal oaa
causa espanto a quem como ea tsaoMi ao olu
mo estado uesta eofermicade- Para ca osti
resoldo qoe a impoteccii de todea es depora-
(ivos para as molestias de imporeza cessa com a preseoga oo seborane aun sypatlKi-
co, o iofailivel, o milagroso Elixir M. storato-
Para beneficio dsqoelles qae MCiarca. into-
nso a qae pobliqaem esia. Jo!o l Pi
lar. -Campo Largo.
ima achasn-s recahecidas s%a fo^xxia da le d sao
soas muito eoxiheeia^ e consideradas
ELIXIR M. MORATO, soberano remedio para as molestias sijphiliticas e rheumalicas, acha-se approvado pela Inspectora de Hygiene Publica
do Brazii, autorisado e licenciado pelo Coverno Federal, e elogiado pelas entidades medicas scientificas
Agentes e depositarios em Pern'ambuco :
A Companhia de Drogas.Rua Mrquez de Olinda u. 24

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