Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16671


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Full Text
AKXO fciXX
Torya*ftMra J ti

DIARIO
PERNAMBUCO
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados. 85000
Por seis mezss adiantados. 5&000
Por um anno adiantado .... 30&000
B 93 MM0B3E. F&8BIS0& BE F&BX&
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAgOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Mayenco Favre & C, residentes em Pars34 rae de
Provence
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGAJPORTE
Por seis mezes achantados. ... 16J500
Por um anno adiantado .... 33000
Numero avulso do mesmo da. $100
Numero avulso de das anteriores. $200
Telegrammas
SSSUgflftaffZSULAfi 20 SIASIO"
Rio de Janeiro, C de Maio, s 8
horas e iO mirutos'da noite.
O Cong-resso Nacional abrc-se ama-
rina.
O julgamento da eleico do Dr. Mar-
tins Jnior ter logar dcpois da abertura
da Cmara dos Deputados.
Telegrapham de Lisboa dizendo que
o commercio est impressionado com a
prohibicao do governo do Brazil sobre a
entrada dos gneros portuguezes.
A epidemia do cholera diminue, nao
tendo mais havido nenhum caso fatal.
IflSTBTCAQ POPULAR
EDCA^AO
HERBERT SPEXCER
CAPITULO IV
A Educago Phjsica
E' tanibeui um facto. conliecido pelos physio-
losristu. que o prazer ilndo Dlos bocados muito
desejados um estimulo nervoso, que, augmen-
tando o traballio do coraco e impt-llindo o san-
uae com maior vigor, auxilia a subsequenta di-
geslo.
Estas verdades esto em harmona com as
mximas da moderna criuco do irado, que es-
tatuetn a variedad* de alimentario
Xo s se deve desejar urna mudanca peri-
dica de alinienlacao. mus tanibem, e pela mes-
ma raso. essa variedade se deve desejar a ca-
da repasto.
O melhor equilibrio dos ingredientes,^ e o
maior estimulo nervoso, sao vatagens que se
encontram n'este caso, como nos antecedentes.
Se temos de apresentar tactos comprovativos,
nomearemos um que o soguintea fncilidade
com que o eslomago di ge re mu jauta? feito pela
cosinha franceza, enorme na quantidade mas
extremamente variado de pratos Pouca gente
podeni afllrmar qus amesma quantidade de um
genero de alimentos possa ser digerida com
igual facilidade, embora seja bem cosinbada.
Se alguem desejar mais lacles pode encon-
trados em qualquer livro moderno que trate da
jnaneiru de crear os animaos. Os aniones de-
senvo vem-sc mellur quando cada rarsio e feita
de diversas coisas-
As experiencias de Goas e de Stark forne-
cem a prova mais decisiva da vantagem, ou me-
lhor da necsssidade, da mistura de substancias,
para producir o cinposto que melhor quadra n
accjto do estomago, (i)
t2 alguem objectar, como provavel que a
variaco da comida das enancas, a mistura de
alimentos a cada repasto, pode dar muito tra-
balho nos respondemos que mnliuin trabalho
considerado demasiado quando visa ao desen-
volvimenlo mental: pot?, para o sen futuro
bem estar, um bom desenvolvimanto pbysico
igualmente Ja maior importancia.
(t) Eocyclopedia de Anat ma e de Pliy-
siologia.
t Contina).
tambera aproveita o disposto nos artigos
cima citados.
Foi por demais cuidadoso em visitar
semanalmente a cadeia desta cidade,
providenciando, nessas occasioes, de ma-
neira que alli to permanecessem in-
dividuos que nao estivesse.m legalmente
detidos.
As prisGes existentes no j-eferido edi-
ficio (cadeia) n5o comportara grande nu-
mero de presos : palo que alguna ha
que cumprem as penas que lhe foram
impostas ua casa de Detenco dessa ci-
dade, para onde sao tambem remettidos
quando doentes afim de seren alli tra-
tados na respectiva enfermara.
Entretanto, nao se pode diz
cadeia desta *idade, nao est em boas
cendicOes hygienicas, tanto assim que
poucos sao os detento* alli acommettido3
de qualquer enfermidade.
Dos individuos denunciados,' presos e
submettidos a j ulgamento no Tribunal
do Jury ; da absolvilo de alguns inter-
puz o recurso de appellaco para o Su-
perior Tribunal de Justica, fundando-me
fiara isso no art. 24 da referida Lei ji.
5 de 14 de Novembro de 18W?do que
dever ter tido conhecimento V. Exc.
111ra.
Sade e fraternidad e.
e Exm. Sr. Dr. Arminio Cbro-
lano Tavares dos Santos. M. D. Procu-
rador Geral do Estado.
r que a
Mappa dos trabalhos da Promotoria Publica do
Municipio de Olinda relativo ao anno de 1893
C CJ! *> W M OOCC'-10Q:*'Wt* CtCGtMOiC!
NMEROS DOS
HKOS
PARTE OFFICIAL
II!'.!. VTtUIO apresentado ao Exm.
Sr. Dr. Governador do Estado
pelo Dr. procurador geral sobre
os trabalhos do ministerio pu-
blico.
(Continuadlo)
PROMOTORIA. PUBLICA DO MUK.CIPIO DE
OLINDA. EM 15 DE FE VKKKIKO DE 1894
Illin. e Exm. Sr.
Curaprindo o que por V. Exc. me
foi exigido era officio de 3 do corrente
mez, recebido a 11, passo as raaos de
V. Exc. o mappa de que trata o art. 76
5 10 do legulinento de 23 de Janeiro
de 1893, con as observacoes que se se-
guem :
Duran ta o anno'findo (1893) deram-se
alguns dos criraes previstos no Capitulo
1." do Titulo 6. do Cdigo Penal ; e
apezar de estarem taes criraes compreo
hendidos -na excepeo do art. 407 d-
mesmo Cdigo, com os documentos ne-
Thesouro do Estado de Pernam-
bueo
Despachos do dia 7 de Maio de 189-i
Jacintlia Candida de Alencar, Silva GuimarSes
t Cornp, Joaquim Juvencio de Almeida e Au
gusto Frederico Vasconcellos.-Haja vista o Dr,
procurador lisca.
Dr. Pedro de A. .Lobo Moscoco.Certii-
que-se.
Francisca Maria do Carino. Informe o Sr.
Dr administrndor da Recebedoria.
Fricijca Feliciana Lopes Bastos e Maria
Rjta de Moraes Pimentel.Ao Porteiro para en-
tregar ao interessado.
, Recejbedoria do Estado de Per-
nambuco
Dspachoi do da 7 de Maio de 1894
Diogo! Carneiro Rodrigues Campello, Jos
Duarte ftreira, Flix Cypriano da Silva Teixei-
ra Augusto Labiile, Francisca Maria da Coa-
ceigao fugo.Informea seccSo.
Pedro Augusto da Silva Proa.A !. seccao
para da cumprimento ao despacho retro.
Carvaho Jnior & Leite e oulros.Dirijam-
sc ao Ttesouro do Eslado.
O porteiro,
Custodio B. da Silva (juimaraes.
Commando Superior
Com o exercito, bem derla aber o Sr. Custo-
dio que nao poda cootar pa-a urna aventara
aaarebisadora, d atinada a deimo'ahsar e aob
verter a instiioicao poltica d-U qoal com tanto
amor e heroismu i>e bavia batido at a sua cor.-
agracao o'arn estatato constitucional. Entre-
tanto, parece que elle acradltou na patarra meo
tirosa de alonas cposplradorea civis, que se jc-
taram de lotl jencia em algoo.) corpoj da cuar
olcao da capital, e vaidoo. aitrlbutado-se qoali-
dadea da dommacSo verdadeiramejie illoaoriaa,
para logo aferiu a honra do Roldado repaDlicaoo
pela craveira do sen carcter sem escrpulos, e
conloa com a aabeaao Incondicional ao moTi-
ment criminoso qoe projectava.
Para indispor contra o goteroo a goarda na-
cional, cojo peosjmenio poltico nao coobecia,
em virio le da falta de concentracao ellectlva,
permaoeote, dos cidados ,armadoa em tempoi
de t-aoqoillidade pnbi'ca, promoveram es che-
fea d- coojpiraco conflictos entre nracas do ex-
erco e da milicia cvica. De8is disseo^Ces es-
perara o desastrado pescador de agoas torrad
qoe n classe so mellodrasse, e ao reoeotar la-
ta, balda de entbasiaamo celo coverno co jsiioi-
do, Degasse o seo aus lio a defea da cidade,
qoe elle se propoGba a vioieotaxeote atacar, no
caso do marecbtl nao acceder a imposicio iuaal
tante da renuncia.
Preparado asBim o terreno, creada aaimospbe
Oppoa9loFelioMmo 430, |Aon4
148, para senador; Sebaito Fieary 61JJ,
Netto 303, Ribeiro 223, L. Lite 157,
Olegario 89, para depuUdoi.
Faltando grande numero do aatoatioM,
a jnata ooatioaoa a reaoir se ti 7 do oor-
rente, dia em que receben qiui todas M
do nerte o pode espedir oa diplomas toa
eleitoa.
A aparadlo final foi a segointe
VlM
5,3
5,297
4,893
4,201
3.9M
3.770
3,184
1894
Ordem do dia n. 30
Para que se d a devida execuco fago publico
a Guardi Nacional sob meu commando, que por
portara, de 15, 19, 21, 23-24, 26 e 28 de Abril
prximopassado, designei os batalhes de inj
fantaria, abaixo declarados, para a elles licarem
aggregados nos termos do art. 45 da Lei n. 602.
de 19 de Sete.mbro de 1-S3U, os ofliciaes se-
gaintes :
1." Batilbao-Tenentes Eduardo Firmino da
Silva e Anthino Alfredo de Carvalbo.
2. Balhao-Capilao Jos Candido deMoraes
Fiiho.
3." Batdhao-Alferes Manoel Pinheiro.
4. BatahoCapito Joaquim de Medeiros
Rapo?o.
5." Bata|iao--Capitao Francisco Mauricio de
Abreu-
6 BataUoTenente Joaquim dos Sanios
Ramos.
7. t-atalhio-Capitao Sebastiao Muniz Pazilio
Pyrrho e lenentez Gaspar Antonio dos Reis e
Pedro Celes|ino de Brito Macdo.
8. Balalhap-Tenentes Severiano de Paula
Franco e Francisco de Lima Coutinho.
2 B talhiio da Reierva CapitSo Manoej
Francisco Pedrosa. <
4. Batalh da reservaCapiio Manoel Leite
Pereira Bastos.
Juiio de Mello Filho,
Coronel commandante superior interino.
Quartel du Commando Superior da Guarda Na-1 ra moral, o ex almirante vib.-on o grande golpe,
ciumaldo Municipio do Recife, 5 de Maio de O caodidato ao govero supremo do paii soopa-
ntia, na sua empaOa di capataijoveocire de re-
rolucOe*, que o preMdots da Repoblica Scarla
isulado, sem elementos de lata para resistir a
eeqoadra sublevada. Dorante dois das a soa al-
ma viren embalada as sednccOes deesa mira-
gem fascinadora. O exercito, leal sempre a Re-
poblica, estara Hrme ao lado do ebefe do Eslado,
disposto a todie os sacrificios na defexa da coa
stitalcSo, ooM eotbasiasmado, oppondo a an-
dada desees traidores a mnralba da sos f, a
intransigencia da soa bonra de militares.
A guarda nacional, sobre coja absieocS: tan-
tos clcalos engaadores flzera o enfatuado can-
diibo, agitada por ama corrente de indlgoacio
patritica, acode ao pnmelro appe-lo, prompta
para o denag^raro solemne da iofatituic&o repa
blicana. ler omioioeameale offendila. Ningoem
faltou ; oSo se oovio ama patarra de besttaco :
nao se percebia om marmnrio de descontenta
ment. Pengara a Repoblica, perlgava a Patria
e na grande noite moral dessa nefanda rerolta,
a brarora desaes dignos represeotaotes do pora
fulguroa como om relmpago do patriotismo pi-
co. A guarda nacional ta emtim mostrar ao pan
a soa furca, a soa dedicacao a I-i, o seo respei-
to e o seo amor ao rgimen democrtico, que es-
sa Camorra oaral tentara conrerter em pasto de
ambicies, para retoucamento de olfgarcbiaa
reis.
A consclencia da sua responsabilidade, nestr
instante da aossa rida histrica, fez dessa mili-
cia, nao or. vada bs mallos anuos oaa angustias
de guerra, orna surorebeodente legiao de beres.
Commerclantes, tuduetnaes, capitalistas, enge-
oheiros, adrogados, joroalistas, calxeiros, em-
p-egados de escrlptorio e operarlos, deeplram
os seos casacos de trabalbo, enrergaram o uni-
forme, ariaram as espadas, ditseram adeua
as esposas, as m3ie, aos lhos e ao lar alegre,
onde o amor doorava e p?rfam-m ludo, e eil-os
disputndoos postos mala ariscados, enrtinda
risoobamenle as>agroras das roadas por| noites
fe roses ao
INTERIOR
A Quarda Nacional
( 'OPoiz do Rio, de 19 de Abril )
Agora que a lula esia vinualiueote ermmada,
e que eonre o Brazil icteiro alrorrja, o'am es- sem dsscaoc), repeinado os ataques
olendo' festivo, ama poca ae p. Questura Policial
2.* seccaoN- 96.Secretaria da
Policial do Estado de Pernambuco,
cessarios, e tundado no art. 274, denun- ^"^ d 1894
que se indigitaram
Olinda, 15 de Fevereiro de 1894.
Questura
em 4 de
ciei aos que se indigitaram como au-
tores.
O mesmn, porm, se nao pode dizer
com relaco aos crimes capitulados nos
arts. 303 e 336 o indicado cdigo, foi
grande o numero delles ; de seas autores
denunciei e diversos foram os condemna-
dos pelo Tribunal do Jury.
Me parece, porera, que a disposico
contida nos arts. 22 da Lsi n. 15 de 14
de Novembro de 1891, e 166 3." do Re-
gulamento de "23 de Janeiro de 1893.
sendo por demais liberal, desde que con-
sagra a doutrina de seren inmediata-
mente soltos os reos absolvidos em crimes
cuja pena for menor de 10 anuos de
priso cellular, ainda mesmo havendo
appellac, ha coucorrido de algum
modo para a pratica de semelhatites cri-
mes, principalmente para com o crime
previsto no art. 356 combinado com os
arts. 357 e 358 do Cdigo Penal, urna
vez que, absolvidos os reos tero de ser
soltos por ser o mximo da pena 8 annos
de priso cellular, ao passo que ninguem
contestar o grande alarme e o grande
susto e terror que causa s familias,
sociedade emfim, individuos que fazendo
roubar meio de vida, sem medirem ag
consequencias de tamanha audacia.
Em idnticas condicoos se acham ou-
tros crimes, alias graves, e aos quaes
Sr. Dr. Governador.Participo-vos que foram
recolhidos Casa de Dotengao os seguintes
individuos :
No dia 2:
A' minha ordem, Manoel de Freitas, remetti-
do pelo subdelegado da Varzea, como gatnno
e por embriaguez!
A' ordem do subdelegado da freguezia de
Santo Antonio. Maria Joaquina da Conceico e
Severina Antonia do Espirito-Santo, para averi-
guaces policiaes.
A' ordem do subdelegado do 1." districto de
S. Jos, Manoel Alexandrino de Oliveira, como
gatuno, minha disposico.
No dia 3 :
A' ordem do subdelegado da freguezia do
Recife, Manoel de Moraes Pimentel, como desor-
deiro e Joao los de Saot'Anna, como gatuno.
A' ordem do subdelegado do 1. distrieto da
Poa Vista, Jos Francisco da Luz, preso em
flagrante por crime de ferimento
A" ordem do subdelegado de Afogados.r oo
Martins dos Santos, para averiguaces policiaes.
A' ordem do subdelegado do Peres, Ral
Joaquim dos Santos, por crime ce deflora-
mento.
Communieou-rae o delegado do municipio da
Victoria que, no dia 21 de Abril ultimlo logar
Mourisco, pertencente ao 4." districto daquelle,
municipio, estando o menor de nome Autero de
Paula Sobral a brincar com um seu camarada
de,nome Antonio Flix Garca e achaudo-se
elle com urna espingarda, conteceu disparar-se
esta, empregando-se os projectis no menor
Garca, que falleceu das depois em conssquen-
cia dos ferimentos recebidos.
O subdelegado respectivo, tendo sciencia do
facto, compareceu ao logar e procedem s dili-
gencias legaes, de cujo resultado ebegou a evi-
dencia de que o facto fra todo casual.
O Promotor Publico,
llernardino de Sama Utas.
Ao Sr. Dr. Alexandre Jos Barboza Lima
muito digno governador do Estado.
O questor
Julid.de Mello Filho.
2.*Secco-N. 97.Secretaria* Ja Questura
Policial do Estado de Pernambuco em 5 de Maio
de 1894.
Sr. Dr. Governador.Participo-vos que foram
hontem recolhidos Casa de Detengao os se-
gantes individuos:
A'minha ordem, Manoel Francisco das Cha-
gas, remetlido pelo delegado de AgujfcPrcta,
como vagabundo, Manoel Francisco dos santos,
como alienado, com destino ao Asylo da Tama-
rineira.
A' ordem do subdelegado da freguezia do
Recife, Hans GuslSo Olson, por insubordinacao
ao commandante do navio.
a ordem do subdelegado do 2 distric'o da
Graga, Joao Braga, como desordeiro e vaga-
bundo.
A' ordem do subdelegado do 3." districto do
Poco da Panel la, Miguel dos Anjos, coco, indi
ciado em crime de ferimento.
Pelo subdelegado do !. districto da Boa
Vista foi perseguido na madrugada de hoje, na
ra da Intendencia, um individuo que conduzia
uraa bacia na eabca, o qual, entretanto, conse-
guio evadir-se deixando a dita baeia dentro da
qual se achava um per um taxo, uraa camisa
de senhora, um ferro de engommar, duas toalbas
para mesa e um raoinho.
Os referidos object03 fleam depositados nesta
Reparticao afim de zerem entregues a quem for
de direito.
Falleceu hontem, as 2 1[2 horas da tarde, na
enfermara da Casa de Detenco, victima.de
febre typhoide, o detento Francisco Victoriano
Al ves dos Santos, que alli -se achava recolhido,
vindo do municipio de Floresta-
Ao Sr. Dr. Alexandre Jos Barboza1 Lima,
H. D. Governador do Estado.
i Julio de Mello Filho,
to, cabe-nos o dever ae tribotar as corporacOee,
cujo co corso salroo a patria da aoarcba, a
homeoagem da noesa admiragao, aolecipaodo
nos assim ao jalgomeoio e to leuror da his-
toria.
Oa ambiciosos traidore?, qoe a 6 de Setembro,
apoefaodo se, por um golpe de audacia, i:es na-
vios de guerra, lev?niaram o grito de rebelliSo,
contaraoi com o apoio moral de certas classes,
j iofloencltas por esee ambiente de dssgosto e
bosuhaade ao rgimen dominante, qoa leota
meota ie formara, grabas a caoip'Bna dos or-
gaos de imprensa ;n*ecios caumlbagem feae
ralista.
E8ae trabalbo de sapa reroluciooaria, feito as
escncarss. em pleno sol, com arrogantsimo
despreso da aotoridade constituida, das norman
mais simpl-s ae conseragao insiiloclODal, pre
ooociara aos rspiritoe lucidos a conmlsao me-
donba qoe reio emtim abalar a coosiitul(S} re-
pubi'cana do BraxU, o crdito e a integridade
da patria. A estratgica poltica era erldeme
para qoem Dio regolas^ a eua apreciacao por
om criterio opomista sobre a fcstabllldade da
forma di eoverno, consagrada no pacto funda-
mental ae 24 de Fevereiro.
As prlmeiras correras ao sol foram simples
enaaios de agiiacao a qoe as lolnas partidarias
dos rebeldes, soo a capa de omiraa, alardeaodo
pusucas tristezas aote os morticio'os do oi, ae-
rara porpor>8 formidareis, colorlndo-as ro-
maoticameoie de ama doce piedaae eraogelica,
cejo objeciivo occolio era alcangar do marecbal
Floriano orna criminosa abstencao, oeces^aria
Dar o xito da arentnra premeditada pelo am
bicioso Sr. Silveira Martins.
Durante largo iexpo a revolucSo do tal foi
uveramente telegrapbioa ; o campo de balalba era
realmente o jornallsmo ; e as muolcOes de qoe
os reroiocliioanos at peno tempo dlspuoham
mais emeazes do que as belticas eram boatos
amea^adores, a legenda de Gomerctndo, os an-
ooDcios de cercoa s pracas de guerra, os libel-
los injuriosos ao iromioeote Julio de Castllbos,
a poe:lsaco da ineorgencia, em qoe se dlzia
palpitar a alma dnese heroico povo rio-graoden
se, contra o despotismo sectario de um governa-
dor feroz.
Preuispoz-se assim a coosriencia publica a fa
ror dessa campanea, serrida mllltarmeate por
mercenarios, coja esperaoca, como mais tarde
materialmente se demoDsttoa, era a depredaco
dos diobeiroa encomradoj as repartieres arre-
cadadoris dos Estados invlidos, as ccotribot-
efies onerosas e bamilnaotisslmas de guerra e
por fim o saque era todo o sec cynismo e he
diondex.
Tanto o Sr. Silveira Martins corjflava nessa
tac a hypocnta, gentinos que o ristiaram elle declarava sem re-
bucos esperar a cada momento a e.-upcSo de mo-
rimeotos iosorrecetooass nos Estados, impondo,
pala exigencia de dis'-ribulfiao de forjas, a queda
do marecbal, obstinado na resisteccla aos inva-
sores.
Tacteandoo povo, sentiodo-o minado pelo des
cousoio o as sceaas horrorosas que tinbam por
Ibeatro a ampiao dos pampa?, o Sr. Custodio
de Sell?, ] cero do sossobro da ;ui candidatu
n a presidencia, resolreu nprjveitar-se da pro
paganda j feita em bem-fino do Sr. Silveira
Martins e, caodilbagem por caudilhagem, impor
a soa asurpaco a uo azuugalo fibuao rio -gran-
densa.
Haria na capital om bom fermento de oppasl
cao civil, que no momento dato dara a orna re-
oellio os recursos flnaoceiroi e mantena em
trra o ambiente de insubordinaQo social, India-
pensavel para desaggregar e enfraquecer as for-
gas legalistas, e dar animo, en hosiasmo, disci-
plina e cobeej aos insurrectos. Ni armada, os
elementos para urna crtama eram em grande
Damero, por causas diversas, alineis de especi-
ficar nesie momento,e essa desapproracAo i
poltica severamente republicana do marecbal
patenteava se no,acodameoto com que officiaes
convidados a seguir para o salase eaqiivavam ao
desempenbo dessa boorosisslma misso, pretex-
tando afinidades de pareoiesco com alguna dos
ebefes revolucionarios.
balas, iropegando em feridjs e morios, dan lo
as triocbeiras o exemplo da brarora, da leal-
dade da bonra e do sacrificio.
As ooites que elles antes passaram, aOagando
os nvelos da cabe'lelra dos riltioe, pasaaram-oas
agora, as liobas ds fogo, veodo cair cmara-
das vaientes, receoendo o adeuB dos bravos que
sentiam a alma libertarse do corpo, boslilisaa-
do os negros rebocidores que rtaham fecundar
& metra I ha a f patritica dos deteosores da le.
A' lembraoga desses da* terrive3 de setam-
bro, em que os legionarios cidados fizeram o
noviciado da guerra, na.) ha alma oobre qae nao
siota toda a grandeza da lucta e todo o heros-
mo da resistencia.
Debalde, ao principio, os estipendiados da
rerolta teotavam prorocar a desobediencia, a
fadiga ao desgosto, os intrpidos mil-caaos da
Repblica, Insinuando-Ibes cavilosamente que
camprla ao exercito a defesa do litoral bombar
deadosiles cootiauavam no posto, iocansareie,
ruinando a malta sofrega de sangue, que pela
ooite alta vaguean pelas aguas da baha, esire-
lejando de clarGs a ir va amiga e protectora
dos criminosos.
Em Nitberoy, a cidade que o martyrio immor-
toliaou, a eoa utrepidez fez prodigios, tao entba-
elsticamente defendern o tolo cubicada pebs
rebaldes, com tanto ardor souberam lutar, com
taota bonra souberam soccombir, deixando
patria o legado immaterlal dosacrilicio sopremo
pela sua grandeza e pela soa alva;j. Cdoto a
tantos cidados morrem em Mocaogod as raaos
da marlrjhagein assaltante ; trezentos sucoum-
bem, feridos pelo miasma palustre, nos panta-
nos de froarase. E quando o Rjverno orga-
nisou a recente exoedico do Paran, para eu-4
(rentar os sicarios de Gamerciodo, anda a su ir-
da nacional contriouiu com urna brigada de
guerra I
Immortal Repblica, como ta sabes ser ama-
da, como a idolatra do tea culto multiplica le-
glOes, ririliBa e rejuvenece os que j envelece-
ram, transforma emepopas as lutas psla tua
gloria !
Povo armado, e guarda nacional tem por mis-
so a defesa da llberdade, a seguranca das ins-
t'.ioicOes qoe garaotem. Atteotar contra om
governo copstituilo e legal, golpear directa-
mente a nagao na coa soberacia, subvertel-a,
anarcbisal-a pela sobreposico da f jrgs a voota-
de popular.
A milicia cvica do DistrictJ Federal tere a
ooco oitida daai.roata soa digaidade patrio-
ta, da ameafa aoa aeu9 direltos,a d'abi a cohe-
sio, a disciplina, o ardor om que responden ao
desalo dos rebeldes, postando-se ao lado do ma-
recbal Floriano. oeste momento, persoaallaacio
vivada Repblica.
A patria deve-lhe mallo. O coragao da re-
volta pulsava na baha do Rio de Janeiro e a de-
fesa da nagao. Vaientes legionarios civis, he-
roicos batalbadores da Repblica, seja para a
vossa conscieocia premio supremo de sacrificios,
a cerfza de que a vossa lealdade e a vossa bra-
vura cmentaram a democracia brazileira, e que
sa'Dgae por ros derrabado na defesa da lber-
dade ha de tornar para sempre fecunda e glorio'
sa a patria que defeudestes,
Dr. Prudente de Moraea
Dr. M. Victoria o
Dr. Balboas (senador)
Dr. Castro (para deptado)
De. Gjuvi (dem)
D:. Abrantes (idea)
Dr. Hermenegildo (dem)
A jan;. teve communicaco de qae nio
boavo eleiylo em Jitahy, Ctala j, Gjb-
csiglOj Flcres, Nota Boma, Doro, Oaao
Fino, Mouamsdes, Barra e Santa Rita,
a aatentiM que faitavam de Natividad*,
Porto Nacional, Boa Vista a Rio do Somue
nSo alterando o resoltado conhecido, man-
dn expedir os diplomss.
Oa senadores Soasa C**io ji parti-
rn! para a Capital Federal e o Dr. Ba-
lboas pretende partir depois de aaanhl,
bem oomo os deputados Alve de Castro
e Hermenegildo de Morsas.
No dia 7 reslisoa-te o baoqante
offereoido pelo Pres.deote do Estado oa
repres sotantes goyaoos no Googresso Na-
cional.
Tomarsm parte nsllo os representantes
do Estado na asssmbls estadoal, ebefes
das repartieses, membros do Snpsrior Tri-
bunal e o jais de direito ds capital, mem-
bros do directorio do part io republicano
federal, jais seccional, delegado fiscal,
commandante ds polica, etc.
O servico foi excedente e sobreaaesa
foram levantados os aegnintes brindes : im
Presidente aos representantes de Croras
no Congreaso ; do Dr. Leopoldo de Ba-
IbSes ao Estado de Goyas na pseos de
Presidente do mesmo Estado : ds Dr. Car-
valbo Ramos i Cmara dos Deputad d*
Estado ; do tenente-corooel Berasrde An-
tonio ao peder jadiciario estadoel; do Dr.
Gama e Silva s Municipalidades ; do Dr.
Artbor Napolelo ao directorio republicano
Scoates loases ; do .tnsate eorooel Brito,
Presidente, so Marscbsl Floriano Peixots;
do Dr. GuimarSes Natal s Prudente te
Moraes ; do Dr. J-yoas sos representante*
do faoooioaslismo Federal no Estado ; do
major Psnlo Povoa polioia e do senador
Soosa a Repblica.
A' noite bonra baile no palacio do Go-
verno.
Dersm comeen no dia 5, ds co*-
formidade com o lei, so serrioe de reiaIo
e alistamanto eleitoral, as c immiasSss sisi-
taa para tal fim.
E' provavel qoe ponoo trsbtlbo tunhssi,
poia at hoje nennnms poticSo Iba* tai
presente.
Tem chodo mnito ltimamente
estado sanitario continua regalar.
Alguns oommeroiantas que tm re-
mettido dinbeiro para o Rio, em cartas
registradas, qaeixam-sa ds extravos
acreditam que estejsm se dando na admi
niatrs^So de S. Paulo.
NSo oorrendo aqai notas do Banco 4*
Brasil, o commercio v se forcado s re-
mettel-aa para s Capital Fedsrsl e peto
correio, com declaracSo do valor, como
exige o regula meato.
Entre os qoeixoaoi esto os Srs. Ps-
Iubbo e Rogosiao de Carvalbo.
O Jornal de Goyan suspenden a sas
pnbllcaclo temporariamente, por falta ate
tinta, e em breve, coasta-acs, sppereeera
neBta capital nm novo jornal, dedicado *
lettraa a destinado a pugnar psla navega-
(So do Araguaya, teodo como redactor**
oa Srs. Silvio Mauro o Lnis Quedes.
8. iPaaio
Datas at 29 de Abril :
Foi preso Jos do Almeida Cjsta,
autor do asssssinato do soldada do 10.*
regiment de osvallsria Raymaodo Pinto
de Oliveira, facto este consumado ua na
Breaser, na noite de 22 do correte.
Oa empregsdos da limpeas publica
fiseram greve.
Por eisfj motivo as ras contraes o do*
nrrabaldes noaservsram durante todo dia
de 25 o lixo que nellas tinha sido deposi-
tado.
Sobre o motivo da parede corrersm di-
versas veraSes, porem a maia correte era
que os empregsdos nao queriam eoati--
nnar o trabalbo, porque a empresa tinha
os bous pagamentos atrasados em dota
meses.
Le-se no Correio Pattlittano de 29 :
c Os gatunos penetraran*, na nsir* d*
ESTADOS M SJSIAO
SL
G o y az
Eaoreveram ero 10 ds Abril ao Jornal
do Commercio, do Rio de Janeiro :
< A j anta aparadora daa eleioSea de 1
ds Margo reuni-se no dia 31 dease mei
e inieion ra aeus trabalhos abrindo 57 au-
tenticas, qae lhe foram presentes. O re-
sultado aparado foi o segainte :
Prudente 4345, Manoel Viotorino 4323,
Dr. Bulhoes 3918, Castro 3332, Gouvea
3113, Abrantss 2931, Hermenegildo 2841.
anto-hontem, na caaa n. 34 da ros Fat-
renoio de Abroo, onda e eatsbelscido cos
caaa importadora o oidadau Martin Lois.
Entrsrsm pelos fondos, roobando 20
pecas de seda, 30 de oaaemira o varios
o otros o.jeotos.
c Tambem tent ram forgar o cors,
qne n5o oonsegairai^.
Monta s importancia do roubo sa*
10:000)9000.
s Tomn conhecimento do facto o ma-
jor Octsviaoo, 2* delegado de polica,
ao qne parece [nlorser difficil rssliaar-a*
a pnsSo do aotor on autores do roubo.s
Appareoeram em Santos sstempilbM
falsas.
A rsapeito dis o Diario di S vitos :
Ha diaa qae o ioapeotor Ribsiri sa-
bia por informaoSaa qae se faleio vas*
eitampilhas nesta cidade; oa *s* locar**
visinhos, participando injmsdiata-SMsnte jate
\




Diario de Pernambnco Terqa-feira 8 de Maio de 1S&4
tere eoohecimeoto deste facto o Dr. de
femado, qoe de combinadlo soto aquelh
op*-ctor aveatanun
mdros cahirests-
Consegairam arranjar am intermediario
pera o negocio, essim,:oomo tmaegecian-,
te acata cidade qoe omprai
samas.
Depois de matruidas as peaaoaa qae de
canbinacZo noss a polica iasa pasear ao
eatamoilbas e aps peqaisaa dorante
sha, Bouba hontem o Dr. delegado que
Antonio Alvos Pareir, valgo Melro, vea-
eiro em 3. Vicente, embarcara no boni
*\u 5 horai da tarde, da villa p.ra esta
idade, ao de passar alguna coatos de
rs em estampilhas.
Deu todas as providencias e aquella
hora estava na estag'o esperando. Pereira,
na pessoa de confiarla da aotortdade,
qae 080 mais o perdea de vista at qae
i preso na ra do General Cmara, aen-
do depois oondaiido i secretaria de poli-
os, onde ja o esperavam o Dr. delegada
t o escrivo ; mal entran na Scwtaria fot-
iavrdu o uto de flagrante, tirando se loa
Beata occasio de om dos bolsos, parante
testemanhas, am embrolho comprimo, pon-
iendo estamphes falsa' de 500 15(5 e
10:5, prefasendo unvtotal de 10:8505 qua
iarn ser vendidas naqaella noite, ooaforme
o plano da polioia.
Dentro do envolaoro apprehondido ha*
via um papel com as seguintes palavras :
Abril26 -Bandi10:850.000. Inter-
rogado. Alves declaroa ter comprado
aquellas es'.amp Ih-s na ponta da Praia a
ara austraca, fizando outraa revelagoes.
A' 8 horas da noita, amquaato o Dr.
delegado tasia o possivel para colhar boas
>fprmago,es sobre o crima, segua pata S.
Vicente o inspeot r Ribeiro, levando um
effiiio para oaubdelegado da villa narrando
0 facto.
Chegado villa o inspector Ribeiro e
presentado o offioio ao 8r. Autao de
Honra, subdelegado da looaiidade, este
firomptamente aoompanhoa o Sr. Ribeiro
oes diligencias a fas r.
A' ama da madrugada seguiram em
trem especial para a villa o Dr. delegado,
Isidoro Campos, o escrivSo Meneaos, o
cffijial da polica do porto Aatomo Costa
e o alteres Levindo, sendo rsoabidos na
estacSo pelo subdelegado Ao'a > de Moara
e oatras peasoas.
Resolutamente puseram se todos a cam-
po afm da. desoobriram os autores deste
erime tSo importante.
Foram dadas buscas as casas de Al-
ves Pereira, onda s se achava ama saa
inn qae franqaeoa a casa a aut- ridades,
encootrando-ae dentro de ama gaveta
dona grandes pacotes oom estampilhas
bisas -o valer de 210:2103000; na de
Joaquim Brros Calado, valgo Joaqaim
Cavallaria, oompromettido no crime ; n*
de J0S0 Felippe Bossi, que exhib diver-
sa* estampilht.8 fe isas recaoidas de Caval
laa.
Condolidas para a cidade -em tretn
especial s 4 1(2 da madrugada, tod-a as
peoaoss envolvidas na tratastada foram ao
ebegarem secretaria do polica nvamen-
os interrogadas.
Al ve* Pareira, o mais embralhado,
leveloa todos os pormenores do Crime,
comprometiendo senamo' to a Joaqaim
Cavallana. cujas revelagoes foram corro-
boradas por ama saa irma que tambem
vea para de por,
Foram ouviaaa diversas testeaunhas
e acareados os cumplicea*
A autoridade procede activamente
para a conclusBo do iaquerito, teodo em
icios mais prov*s importantes do crime,
ontinuando, por isao, as diligencias.
A' raquisiglo do Dr- delegado, o ?r.
para oa > A' asilado edific:o o dopotado IHavio
ao se mestre, o depot-tdo Fiavi, lavan-1 sentimaotos da sens representantes, diri- ndocao e Undo vivas a aata oidadao e ornara. |e--*e ao beoamrito maraohal Florianof-patrinta irtgos comm-r tivoe.
foi aoosspaabsdo pelas adeaicos, pas
o do povo*e olleg*a da minora at o
alio do cDiario da Babia 1 onde foram
ata estar-, aroiuaoiados duoarsos contrarios a desa-
cato.
O parte dado pelo depoUdo Flavio na
ecsas'o em que o presidete da mesa
maodou evaluar as galeras, mal compro-
hendido palo dapucaHo Barbosa, foi :
c Sa em vas de oidadSos pacficos, fos-
a*ra as ga'eriai oocapad^s por oaaalbas,
tirando podras para o reciato, talvez nSo
fossa dada a oriem da evacuar.
Hoje, aborta a aeaaao, o depatado Joie
Igoaao abamos o presideoto ao oamon-
manto do regiment, oompromattaodo-sa
a deeatin da palavra
A mesa nlo sa 30 u formo o e o Sr. Babia
paiiu a p larra para ama explioagai pas-
soal, o que Iba toi negado.
A sessSo tornan-se tumultuosa, e nter
vindo o jovo das galeras foi saapaasa.
Causea estraabesa a preseac* de am
offitial com forg federal, posto a dispto-
S19S0 do preaideate da mea.
Consta qae a mioona foi preseaQ) do
governador protestar contra este facto.
O deputado Barbosa toi alvo, dentro e
fi'i-a do adifji) da cmara, de graadas
demonstrnoSe8 de desagrado, por parte dos
acadmicos e do povo.
Baha, 27.
Um& cim nitsl) dos daputados Flavio, Aatomo Pires, Jas
Ignacio e oommissionado pelos acadmi-
cos de direito, foi a preaaaga do governa-
dor sabar o motivo por qae a torga feie-
rai aceroara-ie do edificio da cataara.
O goveroador respoaden qae nsa'na
oonhecimento tivera da occarrenc a at
aquella momento que de modo algum au-
xiliara ama coac&o a liberdade da ca
mar e do povo qae s requisigao da
mesa torneo na torga, mas para a manu-
ta> gao do ordam.
A oommiss&o volt ja depois ao sal2o do
Diario da Bahas, onda era esperada
pelos demais memores da miaoria, maito
povo e acadmicos
Fallaram eotSo os Sra. Fiavi Pires e
Virgilio, dando coat-i do mandato e pe-
diado qaa todos csassam da maior mi-
deraga o e prudencia e que assistisaem s
aessoes isa reoeies ; e finalmente que
conftaaiem em qae a miaoria sabaria
cumprir o sea dever.
Baha, ,28.
A grande passeiata promovida por ai-
gaos caiseiros em regosijo vct,ria da
lagalidade foi transferida para 12 da
Hato.
Entrn o transporte Paaedo, coa
dasiado os presos polticos de Peraam-
buco.
Os acadmicos de direito pub'.ic-.-
ram manifest contra o prooadimanto do
deputado Barbosa.
A mnor* da cmara dirigi telo
gramm-a ao mareaba! Floriaao Peixoto,
de maaiando a presenga da forga federal
na sesslo de hontem.
H.ja, aterpellada a mesa, respoodea
nSo ter oonheoi ment da presenga de
forga, e qae a nao requisitoa.
Foi resolvida a velha qaestSo da
Compaohia do Gras, passando o Bervigo
da illaminaclo para o municipio e sendo
este obrigado a pagar compaobia.....
100 000 libras, conforme a proposta do
goveroo.
Noseo numero de 29 de Abril, pu-
blic u tambem O Paia o segaiote :
A segaiote carta do Sr- deputado Ar
thur Ros temos nicamente a oppor o se-
gaiote : ainosso correspondente as. Baha
/Poixoto, Bara oon^ratalsr-se oom S. Ero.
pil* viotoria da* mi lagns cmp'e--
esticacao da reb^l iao. Sala ^as sesaB
20 8a Abril da 1894.Mandonga Jnior,
A. Mtraad-, Aigusto Olyapio, J. Sar-
meoto, F. 8raga, P. afiraads. Amado
9ila, E. Paaaoa.
No Saaado :
Moga>.O Saa*do rcibeu jubiloso a
noticia da viotoria da e^quadra nacional
ob o eommando do Almirante G >igal
vel e piaaa a ordem do dia. Em 23 da
Abr.l da 1894 Toeotonio de Britto.
ai'cac > Iadico qae o Seaodo ia-
terpretaado oa sectmaatos do EatAtlo do
Para, dinja telegrammaa coigratula'orios
pala viotoria das tropas legaes ao tnare-
ohal Floriaao Peixoto. o grande brusilairo
qua oom t&ato deaodo e eaergia sastsa-
toa o prestigio da autoridade e defeudeu
a tai, tal? indo o p< da anarehia. Em
23 de Ab'.l da 1891.-T de Bnt.o.
A' 22 fo'-aT. atregaas aos batalhSis
patmutiaes as reapnouva*; baudaiMS, san
.do o acto so'em'ie, e haveado depois dio
paaseio militar.
No menino dia 22 elso- uau-so amo
rea'iXo do faeeodeiros da lha de M--
raj, teodo por fim a fundago de' um
ay.adicato para promover oa molhoram-h-
tos da.adastria pastoril no Estado.
AiJ'itc a idea, torom elaitos a-j*.o fa-
ainduros para coafoccionar os est-tutos
da projaotad-i aaaociaSo, o >j ) objaotivo
assim resumido :
epreseuUr a clasaa dos f-a-iadoir todo qaaato cateador oom os interasso
g?nc
SCiEHGIAS E ARTES
t A's 5 ho-aa a pragt fTioerHl Tibor 1 o, 1 ~~ ~ ""~~
re^orgitava de povo n'a a* legna oai | COXSTRUCI^AO
tanto. Ligeira analysc da construc(o de predios;
A's 5 1/2 firmn gaihaniomoot-j na j regras qjic devem ser observadas por
pratja. o uatal'jo patritico iGrnstivj S..m-
paio.
e Comp-vrecar^m grupoi d^i grao'oais
ulumaas di EvjoK N'>rmrti aea-cigi'>
director, D-. Votootno Po-Haelle, o e
todantes do Lyjea n diverxas asisolas 0^-1-
marinfl v.sto'inmanto u-iiformisa I > ; d--
tioguiado-se a oacola sb a dir-sog^o da
Gxma. Sra. '. Mara Angosta do Amo-
ral, que troaxe suaa alnmnaa ui>r-.-.aan-
te oeo'e uaiorm'3'.das d-s M<*VOS.
A prag toda apreaeotavo aasim urna
bellienna vtat.
. < Nisse momento om frente ao b-*.*-
Iho vaio a o<;m*a-.B85o de gaitis s-iah >r%
que i* offer-soii-h-, em uomo d> b lio sos
caarense, um lindo a rio -.t-todarte d
gorgnrlo daiicudiinante. artiB'icHrae-.ti
bordado.
t S. Exn. o Or. B-iaec F tiWnelle.
illaucce prnoidaute d" ta ado, iatafproaaa-
io o seatim-Kito daa dotiaiCaa ae>ih 'T-s.
almas apartaaas, <\ni d-vam, ptf mdo tfto
signifi'iOrttvi, |ieit* mogos oo, batal-8a pntro*i;os am* "'*
de tympathia, <>ff-jre ead-'-llio da ooasa nacioatlida^e, prorrio, wflu
da ptri)tie*emogao,' ama-brevo-Allocovao,
occasio de sica exccncao e processos a
empregar.
VII
ARGAMASSA.S
Se esttveass escrevendo para urna unicu lo-
calidade comprehen le-se a (acUidade dessa
iudicago, mas esperando que este estudo v
A auspiciosa inaugurado ?era urna festa be-
lissima em dia notabilwaimo da historia eaa-
temporanea ; c para essa festa tem sido espa-
dos conviles, que, c de presumir, serao aeosi-
dos com alacridad, daudo em resultado uniar
solein' idade ao acto
O Irafego proviso/io do ramal, entretanto, so
tei cometo no dia lli do corren'e, o sera (esta
por ora apenas pordous treus mixtos semanaaa
s lisjsnn frim s domintros part ndo amaos
As 6 horas e I" minutos da ma.ih d:i L*;ii;*'o, ea
ter para^rens diffrentes nao m
absoluto firmar principios sobra
[It0.
lado eml Alagoas, nara Glicerio. em 'emamiiuco ; e te
este assum-; 4 hor;| e x minaloi da larje (|t. Glicerio para a
NSo obstante dir i que tomando para baseiUnio.
do qui,apresento fcil ser qualquar pos-1 Esse trafego que subsistir, segundo esta
tngir a umbom resultado, precisando |maUo m ^^ um :i,,..,n, ,ntre
a geatileaa das illustres e patriticas uffer-
taotaa*
c Deram se onthua'aatcos vivas M in-
olyto marechal Fl >rino.
c Sb seguida, enorme maasa de povo
de todas as c'aases eooiaes, em vib-ant-e
acclama Sos do criumpbo djrigio-se pnoa <>
Pasaeio Publico, donde desfiluu ueslum-
brante marebt cvica, qoasi moa popoU
gio da capital, parcorroado varias rusa.
da reterida iadasfia, parete ni poderes poiot agradeceu pelos sus companbe-ro
3oastiUiidos, e detend-i-oa de acord com
a lei.
Propof ae-ref.'rmoe a ntrodavr na ia-
duatria toado em vist4 o melborameat<>
dos paitos, bob-jdouroa, etc.
t (tu dar o prob.ema do tramo orto do
gad 1 e oa maios mais suaves de tribatnr a
industria pastoril.
Promover por todos os m-tioi lioitos a
estinegao do fjrto fle gda em idnraj.
Propor medidas que evitem q*t5as e
trras, orgaaisaad 1 o cadastro da ilha de
sfaoajos
Propv a regnlamenfcagllo e ficalisagSo
de accordo oom o pad*w publico, due mar
eos, Bgaae8 e divisas, fija, do a cargo da
assaoiagao a respectiva ooncassar.
Proteger a tutroduogao do anknias bo-
vinos, equinos e ovmos das ragas maia
aperfeigoadas e de oatros animaos uteis,
ac-ilinutaveis m Maraj.
Promover a obteagSo de c.ncarso do
goverao para os melhoramentoi d'aqueila
ilha.
Puguar pela alteragao da legislagSo or
mina! na parte coaceraeato o turto de
gado, no intuito de torna1-a mais severa,
por via i a lei* especiaos e, fia< mente :
Estodar por si ou por paos al taobaioo
a qudstSo do esooameato dai ag as p u
; o estudo
! sa atting
, tfto sotnente attender a qnalidade dos n%tc-
1 ra (9, aogm -ntindo a qnantidade dos que fo- las ferrovias intere.-sadas no transporte, s qtv*^
rem mais fracos em relayo ao local para onde : s5o a Estrada do Recite ao S. Praadaea, a M
estabeleco as regras que se sefiiem: ...... ,
Arganwsas empregalas noRiode Janeiro, de Pernarabucoe ltete Hailwov. na-te sar
para a formaco dos diversos mosaicos de al-' Eeito depois em con li^Oes ra lis < :rno s para
V3Cumo'tenhodito, -lircil, se nao impusivel' ,ran9il "ucr dc P-**. f *'
seria tratar do emprego das argamassu do um dorias; e e para desojar facas treatasMasl
modo geral, attsnta a falta d homogenoidade nU(.s0 nao demorem iioiito esse accordo qor,
entre os ingredientes que as constitu :rn nos ,_ .
diversos pontos do p-vu. porlanio estudando s t prove.to para o puhlico, mgomtioaavel-
s-u emprego soraeute no Rio de Janeiro, direi mente dar tambem rcsal'a'o ccoBsaasai para
menos trabalhos de alvenaria de pe Ira ou M mCnuiI nlas frreas,
tijolo a angamaasas a empregur-se devora ser,
formada do segttnte modo : I Estamos conv.ctos de que. ,-. **m* -M
f. Para as oras de coaatrncefio ligeira M-1 adarinistraQttai tea Ira Hatear, oasaatestejar
ta com o fim de separar trrenos u lumtal- patera-te iaa4taar s regase esa
os forniacuo de massicos aecunuanos etc. ., ^
iever-se-ba empregar as argamassas BS. t e 2. j irein Terreo, enlre !- a fe e too l em 11 ( i
2. Para as obras em temaos bastante see- ou 1{ |,or;is je surtl! ,v ., ..
deooia do au a inte'689'aite men>n-< v.c-.! eos, sendo ellas de c oiistruccao media e nao
estando sujeitas a fortes ventos pader-se-hal* ***** P8^ m aa^prssaV
einpregar as argamassas ns. 3, 4 ou 5. cei s i e Vi ou o horas da tardo, s vice-ver-
3. fara as obras,de constraccao solida emj '^^mmm sSoataates a saaHsr,etea-
terrenos seceos se devera empregar as arga-
massas ns- 6 ou 7- I lando para isso que os trens. na* lies was fer-
As argamassas de ns. 8 a '4 sao, quasi som- i roas, toquem apenas das ostagOt ailarlaan r s-
pre, empregadas em obras construidas em ter- ,
renos hmidos, pantanosos, alagadizos, etc., ou P,UI*JS
com O m de servirem para reprosa d'agoas Se o servico dos trens. assim orpanisado por
pluvia :s como resrvatenos, acudes, etc ^- accordo ate postar ser diaria, pete fM toase
sas argamassas que, como se ve, sao impor-l
tantissimas, devsrfto ser empregadas coa 1
mxima precauc.o, a finido evilar-se qualquer
damno 11 is conslrucces.
As obras hydraulic;:s constituein a parte
mais importante da scieiicia da coflStsuegao;
nao i' de mais dizer anda que (levar haver o
maior cuidado 111 formacio das argamassas
que tiveran de ser emprendas. Provisoriamente assentado nao pete
torla Avellua da Silva fea a eotrga d .
estaodarte ao commaod>ate do bat^tlno.
t O tenante coronel Joto Baaatana,
digao comiiandant' do Q-ostav S'.m-
a ilha, bem saim a da ca-ialn-y 10
Arary, Tartaragaa, Girar e
spacior da alfandega nouieoa o theaoa- andoa porfetamnnte bem noticiando oa
701ro daqueila reparti;5o, o Sr. ManoelVal irnos sacoesos que all oooorraram, sem
Bcrdo Garoeiro e o esoriptarario Esco
bar, para prosederem a exama as estam-
pilhbB, sendo declaradas pelos peritos vi-
ai vel mente falsas.
a A julgar pela grande qaantidade e
pelo traaalbo pe-feito, acreditamos terem
aido i (portadas do eatrang-iro.
As eatampilbaa de menor valor, de
10)5 158 e 205 tiveram a grande ex-
axtraegao, pois restam poucas.
1 Alves Pereira foi preso em flagraato
e Cavallaria est detido para averigaa-
jSe.
Baha
as folhas desse Estado qne,. at 2 do
Mato, nos foram pneseoles, nada eooontra
moa de notavel.
Entretanto cO Pai-, do Rio de Janei-
ro, Dublcou estes taegrammas :
Babia, 2a.
Segua para o Bio de Janeiro no pa
nete cPatagonia o sanador Virgi.ij Da-
3D8B0.
Q i Diario de Noticias abrin boje
labscripgao popular para ser offerecido ao
almirante Jaronymo Gongalves am brinde
qne atteste o reconbecimento do pavo
babiano.
Hoje na cmara dos deputadoa, agi-
tando a maioria a qaestSo do recorohaoi-
meoto do depatado pela 3.a circamscri-
pgSo, o Sr. Ootaviaao spresentoa reqae-
rimento de preferencias.
O debate e resoluto ficaram prejadi-
sados por haver-sa retirado a minora
O Sr. Joa Ignacio, representante da
min >ria, levantoa depois ama questao de
osdem e n$o pode proseguir por aer con-
tra o regiment.
Ioaistmdo aqjelle depatado do que de-
nominara sea direito, o presidente dec a-
roo suspender a sasaSo e mandar evacuar
as galeras.
Nesae meio tempo, durante o debate,
o Sr. Flavio dea nm aparte quepidiu ser
julgsdo injurioso para toda a cmara.
Nessa occasio e pelo citado motivo, foi
o apartiata aggredido pelas costas com am
sooco que lhe deu o sea ocllega Martina
Barbjsa, qne estava na banoada superior.
Oeste facto reaultou orna suena de pu-
gilato entre o Sr. Martina Barbosa o.al-
guns deputadoa da minora.
Foi indescriptivel a oouasao one re-
non desde entSo no recinto, sendo geral-
mente reprovado pelos deputadoa e es-
pectadores o procedimento do aggressor.
A aeaaao nao pode mais continuar e foi
encerrada.
Babia, 27.
Hontem, aps aa aeenas do recinto-da
cmara, os acadmicos de eireitoy'oonhe-
aedores do facto, oompareoeram /moorpo-
lados, protestando contra o desacato feito
Ihes aooresoeotar oommenlario algum, e
deve conheoel-oa melhor do qae o Ilus-
tre mies onista que wqui se aoha.
c 8r. redactor d't O Paa As oocor-
renoias haviaas na ossembla da Babia
na > tem a importancia qae lhes empresta
o correspondente d't O Paia membro da
reiaogao de am orgSo de pabliciiade,
parcial em relagSo a ultimas evolugoes
polticas dalli.
O deputado flavio. desda o inio trabalhos daqueila assembli, tem inter-
vindo ni>s diacassSas e deliberag88s de
modo apaixooado, inslito e violento, fo-
seado de ha maito reoeiar am ooeflcto,
qae iofeliimente teve lagar.
Peasoas estranhas s latas polticas da
Babia, all pasaando tiveram ocoaaio de
presenciar isso e o manifestaram com
profunda estranheza.
O tpico relativo a intervenga o de forga
federal revela perfeitamante a trama ur-
dida om o inoidente da cmara ; os sig-
natarios do telegramma o qne querem
provocar coonictos que desgostem o ac
tual governador, o digno Dr. Rodrigues
Lima, oa o ooastraajam a deixar o go-
verdo para qae este v a > presidente do
Sonado, de saa parcialidade.
Eaaa balela tem por fim tornar saapei
to ao governo do [marechal Floriano o
gaera! Ianooenoio GalvSe qae durante s
revolta foi o melhor elemento do ordem,
o mais forte esteio .da iegalidada.
Os signatarios do telegramma sao os
alliados da intendencia da capital, que re-
cusou-ae a bastear o estandarte nacional e
por laminarias no edificio de cuas aes-
Sas no da em qoe os bons patriotas so-
lemnisavam o triumpho iegal e qae pela
saa imprensa detendoa a revolta.
Dirigindo-vos estas liuhas, Sr. redac-
tor, mea fim dissipar talaos jaiaes, que
a vista dos telegramm&s publicados aqu
se formero em relagSo ao Estado que- te
nho a honra de representar.Rio. 28 de
Abril de 1894- Artbur Rios.
NORTE
Amazona*
Datas at < 4 de Abril.
Continua o Estado em pas.
Para
Datas at 27 da Abril.
Ao serem reoebidas 21 as noticiaa
da victoria da cansa legal as aguas da
de Santa Gathanna fiseram-aa diversas
manifestacSes de regosijo em Bslem.
No congresso estudoal, qne est fono-
cionando, foram votadas as seguintas mo-
gSes :
Na oamara :
__ A Cmara dos Deputados do Esta-
do do Para interpretando os patriticos
dos rios
C-mbu.
De tudo quanto oooorreo. dorante a reu-
nan laoroa se urna acra, que foi por todos
astigaada.
Haranbao
Datas at 28 da Abril: f
Prosegua em pas o Eatado. \
Fora festejada a viotoria naval da le
gaiidade em SaoU Catanat;.
Piauky
Datas at 7 de Abril
Trttava-se de orgaaisar urna compaohia
de Vapores para a xo Parnahyba, sob o titulo de Companhi a
Fluvial PiauSyeaae.
Jase fea a 1' cbauaada de capital dos
rasoectivos subaciotirea de acgSes.
CeSr
DaUs at l de M-10.
No mea de Abril chavea copiosamente
nao s na capital como no iaterior do E .-
Udo.
Os pesados agano^iroa cabidos na For-
taloaa detarmiaaram o desabameato de
varios predios.
PIo meamo motivo dus c'iuvas fo
ioterr.mpio o tratag-> d* estrada de f r-
ro de Batnr't, seguado se v pea a-eguia-
te local da Repidihca de 23 :
c Desde saobado eat i:tarro apido o
trafego desaa E.t.-.d* entre Riachao e
Qa;xuda, em conaaquencia daa abuadaates
Cbuvas que tem cahido e abatido oa ator-
ros.
a Eis o que nos commooiaou o honrado
Sr. eogenbeiro dreotor :
c IIIastro cidado redactor d'.l Rep-
blica.
c Em oonaoqaoacift de estregos conside-
ravei occesionadoa pelas chavas no leito
da liaba entre Riaooao e Quixad, acbe-se
o trafego atarrompido entre estas eata-
gBes, caagando portento o trem Se passa-
geiros, at novo aviso, so*nate at o
Rachlo. .
c Aai de refozer-se os atorros destrui-
dos e So&r restabelaoido o trafago em pon-
eos das, acham se ne=se trecho, dois trena
de lastro auxiliados pelo possoal da cona-
traogao, trabalnando dia e noiti. Vomi
amigo, obrigado e cri>dd. Diogo Almei-
da .
No dia 30 de Abril A Repblica
conaegrou as anas duas primeiras pagi-
nas ao Marocha! Floriano Peixoto, cujo
retrato inserio na de honra.
Nesae meamo dia effoctuaram*sa graa-
des i oocopa a citada folha no sen n. de 1 de
Maio, nos seguintes termos :
a Estiveram modestamente deslumbran-
tes as fastas qne hontem se realis:aram em
honra ao aniversario natalicio do bene-
mrito vioc-presideute da Rapnolica, o in-
clyto mareohal Floriano Peixoto, o salva-
dor da Patria braa leira e o giorificodor
da iastituigSts republicanas.
c Damos ama ligeira cotioia sobre o
qae foram essas manifestacSes de entbu-
sia8mo e preito de homenagem ao grande
edadao, na qaaea a alma oearense vibra-
va enthusiasticaments de amor e gratidSo.
c Pela manb, ao clarBo do dia qae
despontava, significando para a Patria
querida nm grande feito, as msicas do
batalbSo de Seguranga e Aprendaos Ma-
rinhoiros tooaram a 1 varada em diversas
partes, e do edificio da redacgBo desta
toma subram diversas girndolas.
c Dorante, o dia notsva-se por toda
parte nm tom alegre de contentamento
vibrante.
a A's 2 borai da tarde demos ama
c <)o edificio da redacg-3- deata folha,
o nos8o collega Belfort Teixeirs, em asasfll
da mareos*, sandoa o grande brBiieir
m-.rechai Floriano Poixoto.
* A grande marcha saguio triamphat-
noa'.e imponente.
f Em diversas ptrtas, faohadas iilumi-
raioadte e v:brag3is de patriotismo, q-e
3-1 despert ao nomo bamdito do slvad- da Repblica.
Pouco adianto do Palacio do goverio,
ru- Seona Slxdureira, diaaolvau-so a im
poneate mnrch* taofl^mb-jaux, po'a su-
parvaoioocis de mo tempo, c-tbindo fo aguaceiro.
a A's 9 horas da noit6, no payacate d-
Bioootbeca estadoal, realisoa-se o sar
que as fnrgaa militares offereci.-.m ao b-.ll<>
sexo oearense.
Bmbora o tompo, aiesta estove bo-
tante concorrida e animada, notando -se
muita ordem e fino trato.
c Modestamente bollas as fost* em
honra ao annlversario natalicio do grande.
brasileiro, salvador da Pttria e glorifio-
dor da Rapubtioa
pi raade do Vorto,
Nada ele interesse dau as folhas desse
Estado.
Parahyba
No oa 1. de Maio cerrente oomegou
ser pnblieedo um peridico com o titul-
dn cOuaeta do Commercio.
Da o sao redaogio 00 artigo ds apre
seatAySo :
c NSo urna novidade a cGageta d->
Cimmeroio; ella exprima simpleameate
urna neoasidade inadiavel, e, tssim, surge,
talves, no momento psychologico para o
explanamanto e dis-maaio daqnelles a
aumptoa que entendem com o pi'ogresse
moral e material deata trra. Tud--. quantu
nao attingir a esse magno escopo, lhe ser
elheb, e de medo algum nocapar espago
em so as c-Iumnai'
c A agricultura, o conmereio, a indas-
tria, essas tres akvancas do progresse.
ter4, nesta peridico, o mais esforgado
extroouo batilhador, tanto mais decidido,
qaaato maa indispeasavol incremeatar
aquellos tres ramos do actividade humana
em ordem a prodigslisar a Parabyba os
beneficios dalles decorrenies-
c Nao ha bi quem desooaheg^ que tste
Estado, de algum tempo a esta parta, ini
ciou-se na via do sea engrandeiirnaato
material, com a raalisagao de empresas de
grande futuro, taes como a Fabrica de
Cimento do Tyriry, (actualmente paraly-
sada por caneas que nao vera apello agora
dissutir) a Fabrioa de Fiagao e Tecidos
de Santa Rita, e a Restiliagab e Tanoaria
M9chnioa, em um dos suHarbios d'eata
capital, todas ellas devidaB a iniciativa
particular, que nao ao ibfluxo official do
poder puolico, em regra, empaoilbador
das aspiragSss de am povo qae e tem a
coasoioncia do ser livre.
E8 ah, em poucas palavras e mo-
destamente, tragada a lnba de no asa
conduca na impransa iadapandeate o neu
ira entre os partidos potitiooa do Estado.
35o dossa felba as segantes lcaos :
c De ra >is am impo-taato e til melho-
ramento v*o gosar a Parabyba.
< O estabelecimeoto de urna Empresa
Forru-Oarril n'eate Eatado, que ora ama
utopa, em breve ser ama auspicio
realidade.
c Toado a frenta activos o honrado-:
commarcia .tes dcsta prag, a Empresa
Ferro-Carril constitu r um facto digno
dos mais sinceros etoomioi.
c E iteportajoia do mlhorarnaato f-ji
ooahaoida pela prieaa com que foi sub-
scripto quasi todo o capit'l social, qne
eonsta ser elevado.de 100 a 150 coa'os
para satisfa?r os novos pedidos de ac-
0*48.
c O praso para insoripgao encerrar-so-
ba no da 5 do corrate .
E n 2 de Abril prjimo posado ef-
faotuon-se a abertura dn S^miaario deste
recente biapado, e agora aoaba de ser re
uievidn para o oooveato de S. Francisco,
onde ficar defaitivameate.
< E' digao de louvor a maooira oom
que se tem condasido o xm. diooasaoo,
promovendo quanto em si cabe para en-
grandecer a sua adminwtvaglo e o Estado,
oom medidas de ntilidade para a educa-
gao moral e religiosa de saus diocesanos ,
latves nao baste em o:ii-?fO o Iraiisporle de pas-
saaeiros, ao qual nos referimos, seja elle feito S
ou 3 pesas por semana, at que as circumslan-
cias delennu -ai a altenicao do mesmo servir.
Islo c o que nos parece ra-uavel. 0 que esta
convir i>ir
0 cimento, elemento principal para a (orina- muito tempo, pois importa meilo maior dorar o
gao desse m-Uerial est suj .to a ser deterio- j n1 va{,(.m e quien una psastesate te
ralo com a maior facilidade, e, se nao e mao ____
hbil que se encarrega da confecsto darga-1ea toM te"1" >n't'"i,dio te saaaayaa, rom
massa, obvio que o prejuiso sera certa para 1 prejaiso te lalav'wss te aireases aateaa
obra 011 le for ella empregada. Fiamos qae estas I ira- 1-iev.es. que ex-
Autes de preparar-se u argamassa liydriu- ,
lica necreserio que se f >c-i passar o cimento teraasaoa pndate, s qne satas se sj asesa de
leneira fina a fim redu-a a p; |0,|0:ii tcrao acrudido ianibo:n s administra*
em urna p
o residuo que fica sobre a pen.ira e que vi-
ria de ordinario de SO a 30 por cont om re-
laco a qaanu'dads de cimento penetrado, tor-
na-se ineficaz p ira a formaco da argamassas,
se nao tor elle oovameute triturado e penei-
rado. f
O cimant) sem ser triturado nao faz sulici-
ente pega, portanto, escusado sera tentar ama-
cal-0 n'aquellas condicOes, porque nonlium re-
sultado favoravel olferecer para 1 construc-
yo.
Diversas sao as marcas de cimento que gi-
ram no nosso mercado ; assim tem-se : cimento
Portland, Jolinsou ft C, cimento Portliud
Narges & Ben ler; cimento Portland de o-
logne sur iner; cimento Portland nglez, mar-
ca Blepbaute ; cimento Portland de Confrestu ;
etc.
Tenho visto na formago dos massigos have-
queixas da falta de pega das argamassas ; mas
quasi sempre s aos propnos operarios dever
se esse inconveniente.
A arsamas^a de cimento nunca ser de boa
qualidade se o cimento nao liver sido deposi-
'ado em lugar inteiramente secco, ?e nSo lor
sufficientc.mente triturado e penetrado e se nao
estiver entregue ^3 raaos de habis operarios
que facam a mcsina argamassa com a mxima
peitfeicao.
Nao sraente da boa qoalidade do cimento
que depende a boa argamassa, os outros raate-
riaes empregados na sua composigo ramio
para isso contribuem.
A areia sobre tudo, que o material que mais
entra na coiniiosigao de.ssa classe de argamas-
sas, deveri ser esrolhida, pois nao e qualquer
ar ia que se presta com vantagera para aquel -
le fira. Se eslivermos em lugar onde nos seja
dado fazer una escolha, devemos preferir as
areias das escavages, das montanhas, ou de
ra, trazida peas chuvas por serem quasi sem-
pre angulosas, 'ornadas de graos briliantes de
quartoze e uniformes.
Estas areias fio melhores que as do rio ou
do mar por isso que os graos dessas sao re-
dondos e polidos e quasi sempre de tainanho
desigual.
E' prelerivel o emprego da areia fina angu-
losa, evitando-se a que se api-esentar em forma
de p.
Se circunstancias especiaes se apresentarem
por occasio da escolha da areia, poder-se-ha
empregar a rea grossa, porm de mistura com
a fina, a lira de que esta possa tomar os inters-
ticios que se formare u entre os graos da pri-
moira.
As areias empregadas para a formaco das
argama-sas de cimento devero ser inteirameu-
te seceos.
Feitos estas ligeiras consideraces, direi que
em relagao a escolha das argamassas hydrau-
licas, nao e prudente estabelecer aqu a ordem
porque ellas devera ser empregadas em rela-
gSo aos diversos trabalhos de construccSo Urna
classific.go poderia originar graves engaos,
principalmente se nao fossem bem comprehen-
didos os azares que se podem apresentar de
momento na execuc&o de qualquer obra, sobre
tudo hydraulica.
As pessoas intelligentes e perspicazes nao te
riam dilficuldade alguma em fazer esta ou
aquella alterago, se vissem que em casos es-
peciaes nSo podiam seguir a classificaco que
eu indicasse ; raas. infelizmente, era todos os
trabalhos sao condados a habe;s constructores
e eu nao dezejo ser victima da ignorancia dos
improvisados constructores que infestara o nos-
so paiz, e que tudo sacrificara levados pela ga-
nancia de ganliar dinheiro embra com im-
menso prejuizo para os que a elles recorrem.
(A seguirj
/. C. deOliceira Cimx.
Teuente coronel de engeuheiros.
RVISTA. JilAft.A
Liga^o frrea do Rccife a .tla-
ecit'Adiando se concluidas todas as obras
do ramal de Glicerio Unio, na ferrovia Sul de
Pernambuco, eifectuar-se-ha a sua inaugurago
provisoria no dia 6 do corrate mez, 6. aniver-
sario da diamantina lei que, era 1888, declarou
extincta a escravido no Brasil- *
Desse facto auspicioso, que vae determinar
maiores relagSes econmicas entre os Estados
de Pernambuco e Alagoas, pois que aquel'e ra-
mal, sendo o trago de uni5o entre as respectivas
linhas frreas, tornar mais facis as communi-
cages entre elles; de certo, resultarSo vanta-
gen3 mutuas para ambos, e principalmente be-
neficios de maior monta para a coramunho bra-
zileira, visto como contribuir para cstreitar os
lagos que prendem eutre si os Estados.
De modo mais bello c significativo nao poda
pois ser commemorado o aniversario d'aquella
famosa !ei, que irmanando socialmetite todos
os brazileiros, abri novos horisontes patria,
ascenando-lhe com as promessas da completa
liberdade poltica que trazia no regajo, e tive-
ram a sua consagragao '5 de Novembro d
1889.
Bjtea das tres estradas ile ferro uleiessada* ; e,
pois, eremos que, rendendo-se sua proceden*
cia, ellas cogitarn em breves das de dar a so-
lugSo mais concenla- ea SSSJ a lgica e SBSJ 04
iuteresses poslos em jogo ao problema da vuro
ai HsV 1 B''a entre liecre e Macelo pata qne I
peila ao menos ao trafego de passageiro*
Hysieiic aiimeiilar 11.s iterssa-
tos-Chamamos a attenni 1 do S-. H~. Ins-
pector da Hygiene para os coli -gios desta ci-
dade, que recebem alumnos iutenios, de am-
bos os sexos, atn de qua S. S. se oceupe es-
pecialmente de liscalisar a alinieutai.o minis-
trada s mangas que recebem e lucaco em
taes intrnalos.
Temos ouvido rauilos .pa > e prenles de
taes enancas exleniaram queixas amarg is. nao
s quanto insutficieocia, mas tamlieiu qu
qualidade da alimentario dada ii"s iiitona-
tos. E como contra passa teuns nuvi-lo
mais de ura medico dizer que os casos de aae*
mia e outras doengas sfto frequents nos ol-
legios, por forea da in c insa-Hciente alim-n-
tafte das criain/as.
Podemos ir mais adiant : sallemos de -i"
encia certa que actualiueut; sao p>r l';ini>
frequents as visitas medicas aos intrnalos;
o que corroborara os conceitps que tassa indi-
cados-
Ora, entr-ndo o facto pelos dominios da hy-
giene publica, por quanto elle nteres-;' ..
QTgieaa escollar, mxime a alimeiitir, #ju<*
po le s ir origen le serios s ^r-w -s \> tilos
para a socieilade. eremos estar perfeilani.-.r
Bja aleada te Sr. Dr- Insp-ctorda ilygiene lo-
mar- medidas coercitivas dos abusos qu
talrespeilo aafte pralicanlo sa lir .t i-..- .
collegios e intrnalos.
Sabe-se que allegara elles aonrastia 1; to-
dos os meios de vida omi justiticativa das
restriegues feitas na aliinentago las iTau-;a-
contia las aos s ms cuidados. Essa allega-;
porm, nao procede. i>orque tassa curso de augmentar > preco das p I
seus alumnos, e uo bmvet pai, tu
carregado de taes aiu.nnos qu; s- rasase i
esse augmento-
Seja, porm, ionio tac, a sjBwatte I
peito muito te Berso ihyajtaae, eatecaata
titulo que jugamos opertaaea in! fsrea i
chefe do servigo hvmenico deste Estado.
5" Distrieto de PernainlMseo -
grarama particular do Rio d: Janeiro, .
nos toi dado sciencia, diz que. antelniut a,
Cmara dos Deputados foi apprevate
cor da cocamiasio respectiva roeoahecen-
poderes dos deputados o lo i tos pelo disti
de Pernambuco os Srs. Drs. Jfiguel Jos de Al-
meida Pernambuco, Joaqaim di -trapos Me-
deiros d Albuqu-rqne, e Jos (ioneal\ slfaia.
L.egio de S-eeorros Mutsi.i ala
guarda aaeional i
tehontom comprimentar ; dar a boa vm:
Exuj. r. general Vntonio ron-sPiii it-:l.
digno commandante do i distifcto militar.
Em nome da Soci I-id'1 fallou o Sr
Jos Miguel dos Santos proferindo as seguin-
tes palavras, a que t Exc o ?; -i-
pondeu agradecendo :
. Sxtn.Sr.tner..l Dr.Amlon,,
/.,' \ Legilo de Soccorros Mutue -
da Guarda Nacin;'! do E-
pela voz do seu hu:;
je congratularse com V.
ese tina de vosas pessoa para oaaasaater o 1-
distrieto militar.
A Legiao exulta da C
fagSo ao ver frente
eroico Estado um cidad
nome aymbolisa ama gloria [ara
qressurbsa vem offereCer-V03 -ous ser (
peraads dos elvalos
que lenaltecera V. qu>
gar-vos aflm d que a .
Estado oceupe o lugar que lhe o ipete aM
a Qobresadesuamissuo e seu
vauUidos intuii
Tudo Jde vos lev.: ispci '**-
bucano que j vos coabecs p 1 hoarosa*
tradices, e pelo voseo civismo o polo vosea
acr- solado amor a nosaa patria. Cempnsaea-
tando>vo8 em nome'da I-eajiao, caaaata ura 1
ver gratissimo como pernaiiibucano e ct*B* P*"
triota. O capito ajudante do i" bataluao de
infantaria -Jos Miaud do* So**"*-* _,
Santa Casa de Mlsrfeew-saai-hm
assembla geral dos respectivos membro run-
ccionou ante-hontem a '^n:,ade^d*nJl?
Casa de Misericordia do Kecite para.nosJar-
raos do seu compromisso, elegor a mna tanta
administrativa que tem de funcciooar no biea-
nio de 189V-96.
"-


-
L
r
1
1"
1 saMsH J



Stlarlu tfe 7emamMeo Terga-ncf ra &

constituida:
fA niva junta eleita flcou assim.
I Provednr,
Sonselheiro Joaquim Correia de Araujo.
. vico- provcdor,
ICommendador Albino Jos da Silva.
Thosoureiro,
Commendador Joaquim Felippe da Costa.
Mordomos, ,,.,..
Dezerobargador Hcrmcgoiics Scrates Ia^ares
Ma^'Sel 'do' Naseu,,n.o Cesar Burlama-
qui.
Manoel Jos dos Santos. .,.
Demetrio Accacio de Araujo Bastox
Coronel Francisco Iaustino de Brito
Dr: Jos Antonio de Alaieida Cuaba.
Dr. Augusto Carlos Yaz de U iveira.
Dr. Francisco Apoligono Lea!,
Dr Jos Bernardo Galvao Alcoforado.
Coronel Apolinario Florentino de Albuquerque
Maranho. _
(raciliano Octavio da ( ruz Martras.
Antn: i Le manto Rodrigues.
Comi ndador Joao Jos de Amorim.
Dr. Prxedes Gomes de Souza Pitaoga.
Dr. Manoel da Trin lade Peretti.
Dr. Alexandro de ou/.a Peiret doCarmo.
CoauBeadador Jos Mana de Andrade.
Dr. Antonio Francisco Pereira de Carvalho.
Supplentes
Commendador Luiz Duprat.
Dr. .lesuino Lopes de Miranda.
Vicenta vives Hachado.
Commendador Francisco Ribeiro Pinto (ui-
maraes.
Antonio Leonardo de Menezes Amorim.
Dr. Manoel do Nascim.-nto Machado Portella J-
nior
Dr. Carlos Alberto de Menezes.
Dr. Adolpho faci da Costa Cirne.
Francisco Antonio QoOtes de Mallos.
Carlos de Moraes ( >:nes Femara.
Major Felippe de Araujo Sampaio.
Major JosCordeiro dos Santos.
Alvaro Pinto Airea.
Dr. Francisco do Rogo Bapttsta.
Ilaior JeronvmoEmilian > de Miran la Castro.
Major Jovino Kpiphanio da Cuaba.
Joaquim Olintho Bastos.
ael Augusto Octaviano de Souza.
Trilmnal do Jury-Hontem responde-
r.un ;i chara ida 24 jatees de beta.
ODr. Jos Juliao Ragueira Piato de Souza,
presiden'.! do Tribunal, multou em 5* os jora-
dos ana d lixaram d i eamparec.
Foram anteado* ans os seguimos suppfen-
i -
Freguezia de Santo Antonio
Guitherme Correia da Cunha,
Manoil do Xascimento Reg Martina
Jo i Esj I la i;! osta.
Pedro Harinh i Fatoao.
I l' ;gu '.i de S. Jos
Odil m Coelho da silva.
Freguezio da Boa \ ista
JoaJ Pires.
vil..; i Ca tao de OHv'eira Coragem.
Joao Augusto .la Silva Freir.
Fr :gu ia de At ig*J -
aoasl Laiz de Olrrefea.
Joa ello.
Fr -guezia do '.'oro
Manual 'I s Sal >s Eloy.
Mi: i"-
: installa la h i e a sessao,
FaenMade de Mrelt=Hoje coraecam
o os;'mes da 1* Sene Jurdica as 1U /.
St-T'M chamados pela 2* e ultima voz os
gaioles estadantes na I.* Serie : Benedic o
Maraues Sobre I liga para exame de Uireiio
Constitu* nal : na 2.' Serie Curso social Pedro
Conv.i dos Sanios pan exame da I eadetra ,
na 3* Serie domesmo Curso Pedro Ignacio me-
ntado Lessa. _
Ser chamado tamben a exame do 2." anno
do antigo rgimen, as 10 1,2 horas Amonio de
Albuquerque Mello.
SiadoNac honve honlem
terem apenas comparecida os Srs.
Lopes. Ualaqaias Goacalres, Luna
miri >. Oongulves Ferreira,
ees e S Pereira.
Ne bouve expediente do Sr. 1." secretario.
O Sr. Presidente declara que nao ha sessao e
d8SOlve a reuniao. .
Cmara dosDeputados .)euou hon-
lem de haver sessao por falla de numero.
Hatulha Me arpoEsse batalh -o
patritico, organisada id Reeife. acaba de s^r
licenciado como fo publicado era ordem do ta
n. 280 do commando do 2.- districto Multar, ba-
scada no seguate telegrama ; procedente ao
Rio de Janeiro : ...
. Recite. Ao commando do 2" districto mili-
lar "
. Portara Je hontem declara que batalho
patritico Seis de Mareo organisado Pernambu-
co seja licenciado, agradecendo-se bons servt-
cos prestados defeza Repblica- General ln-
' A hitla das estradas de ferro
A bitola das estradas de ferro nos diversos pai-
zes. estA bcn lon^e de ser uniforme.
Eui Franca, a normal de Pii. os outros ty-
pos autorisados sao de 1-, 0-75. 0W; na Alle
manha de 1-435, ha alm destes 1-, 0-90,'-90.
0"85, "78, 0-75 0-70, 0-65, 0"'o8 e 0-qi; na Da-
lia o'normal de l"o*8 e os
Eis a especie de dinheiro dessa somma :
Pesos em prata, libras i k9.860.O0, moeda de
ouro il.800.OJO,' prata miuda 313.000, notas de
bancos nacionaes recibidas- para substituir
3.3<>1.000, dinheiro misturado recebido diaria-
mente para 9ubstilu r 1.1)00.000, dinheiro mistu-
rado para uso diario l.tKM.OOi), ttulos de garan-
ta para a oirculajao de bancos nacionaes......
250.0o0.000, mantido em reserva para substi-
tuir notas easUs e inutilisadas, in- a circulagao 326000.000. Total 7ii-193-000.
Olinda -Coramunlcaram-nos:
Effectuou-se no dia 6 do corrmte como
estava annunciada a reunio do eleitorado go-
vernista d'aquelle municipio.
Presente grande numero de eleitor^s, o ci-
dado Jos Candido da Silva Pessoa, oceupan-
do a cadeira da presidencia, expoz os flns da
reunio, saljentando os motivos que determina-
rara a creaco do t'artido Republicano Federal
na capital da Unio e sua rpida ramificaeao
palos Estados.
Em seguida paseando a tratar deste Estado
fez o histrico dos principies acontecimentos
politicos de que tem sido elle theatro desde o
inicio da repblica, pondo em relevo os servi-
ros que causa da patria pertiambucaua tem
prestado 8 honrado governador do Estado.
Apoiado calorosamente pelo eleitorado pre-
sente, quj assiiiou logo formal declaraco de
auxiliar por todos os meios ao seu alcance a ad-
minislraco de S. Exc, foi em seguida accla-
ma lo o Directorio local do partido, que ficou
assim constituido :
Jos Candido da Silva Pessoa.
Dr Bernardino de S. Dias.
Capit) Joo Francisco da Lapa.
Tenente-oronil Henrique Gibson,
'"apiti Joaquim Cavaicante da Fonseca Galvao.
Manoel da Franca e Albuquerque.
Joo Lins d > Moraes.
Tenent r-coron;l Luciano E. de Mello.
Tenente-coronel Joo Augusto de Mello.
Eleva-se talvez a duzentos ou mais o nu-
mero de assignaturas dos eleitores presentes e
dos que por nao poderem comparecer remette-
rara sua- deelaraeOes escriptas.
^KafTaell O Sr. Napoleone MalTezoh,
distincto maestro recente da orebestra da Com-
panhio Sansone. otlereceu-nos um exemplar hu-
presao, em italiano, do libreto de sua bella ope-
ra, em i actos, Ra;'aell>, cujO libreto de Gui-
seppe Ughelti.
O libreto, que lemos, interessante. lia
musi a anda nao ouvida em Pcrnambuco, di-
zem os crticos icuropeus, que corresponde ao
talento do maestro e ao seu saiw fure em
assumptos musicaes.
K nompanbia Sansone conta dar brevemen
le essa apera; e ento ter o publico opor-
innidade de julgar do valor della, que nao pode
ser -amenos as manifealactoa iatetligentes do
festejado ivgente da oreaestra do Santa Isabel.
- maestro Sr Maessoli agradecemos o seu
mimo. ,. ,
Phrases e p1i;nitasasE o titulo de
um r.ov livro do Sr. I)r Clovis 'evi!aqua, que
tanto tem enriqneCido as nossas lettras com
snas produccOes.
Essa n!>ra raz parte d i i Muge, editada
pelos Ptk Hago i <'', da Repelara Americana.
V Bohemia -Inrormam-nos que acaba de
entrar par o prulO mais u.n livro de BOYtoS
,- n esse titulo.
- E" dividido en tres parles Liero tujro -
/.,,;.,.,.:, litroastU: e devido a peona
d Sr. Claudio Gil c editad'' pelos Srs. Hugo
se-J& n. proprietanos da Papelaria vmericana-
Thoatro Santa IsabelUrna esplen-
dida fe3ta realiza-se !io>e ueste theat^e em be-
neficio ila apreciada cantora Vittoria Sulli, a
d stiucta soprano dramtico da ompanba San-
sone.
V pp$a escolhida 6 a gmode opera era qoatro
acto*do maestro Ponchielli Ln ft onde
beneficiada, no papel de protagonista, tera
O alacadista em resposU atirou Ihecom umeos Inspctoria do %. 'dlstrltoim*rl
to de cerca de 900 ovos, fazendo na cabeca, na timoReeife 6 de Maiode i8W.
cara e na roupa do pobre varegista urna fritada : Boletim metereolojico
fedorenla, quo infcccionou a ra toda.
O offeadido demandou logo o aggressor pela
quebra dos ovos c do contracto.
Qnando o presidente do tribunal pergantou ao
varegista que destino tencionava dar aos ovos
podres, replicou este com toda a boa f :
Vendl-os aos coofeiteiros que so se ser-
vera de ovos pas3ados, cora a condicao de que
nao estejam muito podres, como estavam os que
este senhor atirou sobre mim.
E todos 03 confeiteiros de Londres usam de
ovos podres f
Sim, senhor, todos, porque do contrario
nao poderiara vender us doces e os pastis pelo
prego porque os vendem. Cora o assucar e os
adogaotes desapparece o rao goito.
Com a suntenga que conderanou o atacadisla
aggressor, mandou o jais que os 60J ovos res-
tantes fossem destruidos a bem da hygiene pu-
blica.
II trovatorcD'essa magnihca opera do
venerando Verdi, recebemos hontem um exem-
plar contendo una faniasia para piano a 4 raaos
por F. de P. N. de Seixas.
Nao precisamos recommenda -a aos amado'es
que devero omhecel a suflicientemente.
Aos Srs. Prealle & C. agradecemos a remes?a
do exemplar alludido
Soeiedade Recreativa 4 de Uutu-
l>roOs membros d'essa sociedade reone-se
hoie para tratar da discusso do Regiment In-
terno. I
A sessao filnccionar com o numero de socios
que comparecerem.
Era Xova-~Publicou-se hontem o n tuno
V auno desse peridico religioso, poltico e no-
ticioso.
A Viuva MillionariaPara a. Agencia
Litteraria. ra 1 de Margo n. tO, ebegou 06.
e ultimo volurae desse romance "eL. Kicne
bourg, verso porluguez de Julio de Magalliaes
Mais de urna vez ja nos temos referido esse
bello romance, que, como todos os de Kichc-
bourg, tem un grande fundo moral, feto para
educar e n*o, como tantos outros. para perver-
ter a sociedade.
Naquella Agencia vo ppjcurar os nteressa-
dos o referido volume.
Gremio Litterario Jos Bonirael
-Em sessao extraordinaria, reunio-se ante-
hontem, essa sociedade.
O pr;si lente, explicando o motivo da preseu-
te r uniio, empossou a nova directora eleita.
Era seguida foram li las as actas de 22 e 2
ltimos, sendo approvadas.
Pessoal da Santa Ca* -Bis o pes-
soal que no me/, de Abril ultimo OCCUD U 08 es-
tabelecimeutos a cargo dessa p:a iiistitiiieao^.
Horas Tetm cent-
grado
Barmetro Tento do
Humi
dade-
86i
74
n
sessao por
Aristareho
Freir, Er-
Piaho Hor-
768
H
10
201
238
28.)
92
2t9
Hospital Pedro II
Hospital dos Lazaros
Hospil il dos Variolosos
Collegio dos Orphaos
,i M mdicida le
Hospicio'dos Agnados
Casa dos EXpOStOS :
ivn p.ler d-.s amas
No estab il icim ib4 i 219
Total t86o
Companhla Americana de Segu-
ros mutuos contra foo lnlormarani-
Doa qu chsgon do sul, n i pacaiete Orauque, o
Sr. Paulo Busquet, agoute geral e mspiCtor
dessa companhu, o qnal rem tral do desen-
volvimento da mesma emprew, a chu> proposito
pode-se obter sacJarecimentos no i. audarflo
predio n. 36 da ra Marquei de Olinda.
PassaiuentoC una affeegaocacnetico-
cancerosa nnou-se e foi honten; dada a sepultu-
ra a Sra. D. Antonia Amelia Angosta Carneiro
Chacn, respeitavei consorte, do Dr. Aagusto
Tra,ano de Uollaada Chacn, e cuja perda du-
|ila:ujute sensivel para seus
: os outros 0"95 a 0"75;
na Blgica o normal 1-435 e as linbas secun-
darias 1 metro ; na Russia de 1-153; na Hes-
panha e Portugal atlinge a um alTastaraento de
i-676; na India a estrada larga de i"67b; em-
bora all se encontrem mudas de l' e 'f7o. No
Japao de I metro e nos Estados Unidos e Aus-
tralia o Upo de 1-435 o mais espalhado.
O divorcio nos Estados-Unidos
Para cada dez mil casamentos, ha um divorcio
na Irlanda, ha dez naFranga, tjeze na Ing ater
ra quatorze na Russia, vinte e oito na Italia,
auarenta e um na Austria, cincoenta e quatro na
Blgica, e cento e quarenta e oito na Allemanna
Prusslana. ,.
Para os Estados-Unido', nao e.xislem estatis-
ticas, mas as leis de divorcio all so muitocom-
placentes e adversas. ___
Um homem ode estar divorciado em um Li-
tado, e continuar a ser casado em outro : a ani
em um Estado pde-se casar de novo, ao passo
que se torna bigamo se o faz em outros. u as-
tado da Di'kota do Sul o que mais se distingui
pelas fac lidades de divorcio, que tem cansado a
ampanha que se faz actualmente nos Estados
para que se estabelegam bis uniformes de di-
vorcio em todo o paiz.
Nos attracvos, todava, por meio dos quaes
procura obter urna i-arte deste infame coraraer-
cio de divorcios, o Territorio do Oklahoraa vat
muo alera do Dakota Meridional A attengao
publica foi chamada para este tacto por circula-
res de procurtMores dos quaes citamos o scguin-
te: Desde qfe a Legislatura do listado do a:
kola Meridional alterou no ultimo invern a le
daquelle Estado, alargando a residencia exigida
ante de se poder intentar processo de divorcio
de ttitta seisraezes, o Territorio de Oklahoraa
tem attrirdo a attencao como um centro de di-
vorcios As leis do Territorio do Oklaboma
erigem noventa dias de residencia previa antes
do inicio da aeco, como aconteca na Dakota
Meridional antes da alteragao da le. A ntima-
co a um reo nao residente pode ser fela Des-
loa! mente ou por publicag.no. N^>M
exija prora corroborativa como no Dakota Men
!IHzera 03 jornaes americanos que se torna ur-
, alguma reforma slativa ou mdimal que
acabe com leis como essas que tendera a enfra-
nuecer, se no a viciar as leis matnmoniaes de
todos os Estados da ITniao Americana.
Baptismo de ClovisAlguns prelados
ae Frangae especialmente o cardeal Langenleur.
bispo deRemis, tratara de celebrar o 14.
tenario do baptismo de Clom, que. como
i rirmto Agostinho de Tours, realisou-se na-
i cidaue no anno 4% de Chnsto.
r s Frjtv. obra dos francos aFilha Primognita da
Icreia e defensora da Santa LeW Como se ve a
coramemoraco tera insinuagOes de ordem pol-
tica para a Franga e para a Santa Se.
Christao, Clovis nunca^foi depois de baptisado
e, antes conservou-se sempre brbaro nos ras-
trados e nos actos.
.Aquelle Sicambro curvou a cabega, cerlo.
mas nao adorou o que queimra, nem queimou
o-que adorara antes.
ao se trate agora tambem de beatiticago do
koiiing feroi dos ferozes francos. Christao s
elle o foi uo baptismo. fa
Ouanto ouro !-Era Dezembro navia nos
subterrneos da repartigfto de fazenda eANova-
York a somma de 743.193.000 libras esttmas,
pesando 5,000 libras a parte desta qua% em
moedas.
eceasi&o de manifestar
como cantora, j coma artista.
Mnas mamfestacOes segando nis consta.
estao orejadas ntra a apreciada cantnra.que
tem incoitestavelmente sabido captar as syiu-
pathias do todos que u conltocein.
Para-satsfazcr o pedido de seus admiradores,
a beneficiada, eui o intervallo do segundo para
o terceiro acto, cantar, cora o distincto artista
Rotoli. o iluetto da opera -Chrtipia e la fu-
mare, dos irmos Ricci. que tanto auradou
quando foi exhibido no beoefl io de 2 do eor-
rente.
Consta nos que lodos os lugares do Theatro
esto distribuidos, pro nettetido assim una en-
diente real.
Pind o .spectaculo haver conduegao para
todas as linbas de bandt e para Olinda e Appi-
pucos
O canal da ManchaAj d^a de unir
a Franga e a Inglaterra por ura tnel ou urna
ponte nao nova, mas tanto urna como outra
tm encontrado opnoigo era Inglaterra.
frffora um inslez, Sir Eduardo Reed.que
nao s engenheiro nouvel como parlamentar
distincto, concebeu o projecto de um carainho
de ferro tubular entre a Franga e a Inglaterra.
O fundo do mar entre os dous paizes, e ao rae-
nos em certa zona horisontal, tem declives, cuja
inclinagao nao excede 6 milmetros por metro.
Pelas engenhosas combinages do Sr. Reed
pensa-se construir o mencionado caminho de
ferro sobre o proprio fundo do mar, enire o
Cabo Gris e Vez, e um ponto qualquer da costa
ingieaa, situado entre Dover e Faikestone, imer-
gindo-se tubos de ago e mesmo de ferro. Estes
tubos lean a dimsnso de um tnel ordinario.
Cada tubo seria revestido de uraa espessa ca-
rnada de cimento, coutido em ura segundo tubo,
que licaria em, contacto immediato com aa aguas
do mar Cada tubo teria por base pequeos pi-
lares de cantara, e seriara soldados uns aos ou-
tros, sem que houvesse a menor solugo de con-
(inuidade Urna outra en fiada de tubos, collo-
cados parallelameole a 60 menos de distancia
dos primeiros, seria deposla do fundo do mar,
de modo a servirem uns para os comboyos as-
cendente* e outros para os descendentes, nao
havendo por isso receio do encontr.
A navegacao nao seria interrompida, pots ter-
mo medio o tubo ficara a O metros de proun-
didade. ,. .
E' este o projecto que se discute, e que toi
acolhido favoravelmente pelos inglezes mais te
nazes contra essa ligagao, e isto porque lera a
SoV7STSSsi que^oVa se achara o^.os de seus cariuhos e so-
hcitude vigilante.
\ virtuosa finada era urna alma de escollia.
Bondosa para cora o prximo, tnae carinhos
e esposa desvelada, a sua passagem pela vida
foi toda de dedieac&o, de amor e de bemfazer ,
e nessa ortica constante das qualidadas da rau-
Iher consta, acrisolarara-se-lhe as virtudes, une
de Deus agora recebem a compensacao que em
sua justiga sabe deferir aquellos qne seguiram
os seus caminaos.
N'este momento angustioso oue consterna a
familia que a perdeu, seja-nos pennittido levar
at ella a expresso das nossas condolencias.
MultasPela administragio do Horcado
Publico de S.Jo* fji recolluda ao cofre do Con-
ceibo Municipal do Reeife a quantia de 104500.
de 5 multas, por ella impostas na conformutade
do art. 4 capitulo 1 da lei n 4
A Equitativa Quera quizer por uraa
apolice collocar-se ao abrigo de qualquer con-
tralempo, faga ura seguro na Equitativa dos
Estados Unidos.
Matadouro Publico-*-Forara abatida*
no matadouro publico da Cabanga 82 rezes (Jara
consumo publico e destas foi urna para a cal-
Operafcs eirurgieasForam pra-
ticadas no Hospital Pedro 11 as seguintes :
Pelo Dr. Malaquias !
Extirpago do epithelioma da face.
Pelo Dr. Arnobio.
Excizo da vaginal e castragao como trata-
menlode vaginalite plsticae testculo supurado.
Extracgo ue kisto kematico da regiao tro-
chanteriana esquerda.
Pelo Dr. Vieira da Cunha :
Extracgo de adeno sarcoma das regiOes ca-
rotiana e suoer-claiicular direitas.
Pelo Dr. Berardo :
Extracgo de catarata senil dura pe.o methodo
a retalho peripherico processo de Wecher, com
iridectomia.
Sala do Banco : .
Foram receitada3 na Portara durante o mea de
Abril 470 pessoac, sendo 150 bomens. 27b mu-
Iheres, 44 creanga, das quaes fallecerara ; ig-
n>rando-se o resultado dos outros doentes.
Menores empreados em traba-
mos de fabrica-Extrahido do jornal 6a-
lule:
O uso bem como o abuso de empregar meni-
nos nos trabalhos de fabrica, crescaram tanto em
clngarama pedir por parte
(a 0) vapor
6 m- tS,-0 757-,42 20,13
9 J7.'l 75d-,4 20,82
12 27,2 759-13 zl-,8t
3 t. i9,o<) 757-,43 21,39
6 27,"9 7S8-.57 20,18
Temperatura mnima 24,75
Temperatura maxiraa 31,00
Evaporacao em 24 horas ao sol 6.-3
Chuva 2-4.
DirccgSo do vento, SSE e S alternados de meia
noiteate II h. 35 m. da manh S at 2 h.
15 m. ; WSW at 3 h. 11 m. ; W at 3 h.
25 ra ; S at at 3 b. 37 m. : SW at 4 h
22 ra.; WSW at 8 h. 20 m. ; ESE com inter-
rupgOes de SE e E at 3 h. 36 m. da tarde; ESE
e SE alternado at meia noite.
Velocidade media do venio 3-80 por se-
gundo
Nebulosidade media 0.60
Boletim do porto
Pra-mar ou Dias Horas Alt ra
baixa-raar
P M. 6 de Maio II -h. 10 da m 0-35
B. M. 7 de Maio 5-h,20 da t. 0-35
Passageirosmegados do Norte no va
por nacional l'ernuinbuco:
Miguel dos Anjos, Jos Saloys, Caelano Fran-
co, Luiza F. Lima e 2 tilhos, Prxedes Bredero-
dcs, Francisca da Costa, Dr. Eneas Marlins, Au-
reliano Rodrigues, Dr. Carlos Novaes. Baro de
Sohmoes, Joajuim R. da Paz, Franci co Pintes,
Dr. Fabio Nune3 Leal, '. E. Haraond, Feliciaaa
G. Rodrigues e 1 criada, Dr. Manoel B. Rodri-
gues, sua senhora, t tilho, e l criada. Dr. Luiz
A. D, da Silva, Idalina C. da Silva e 1 filho, los
B. Das da Silva, Alexandrino F. C. Lima, Deus-
pidel Barbosa, Jos Jeremas e 2 lbos, P.
Luudwy, Oones, Cbacrae, Juo Dias Andrade,
Aristides P. Granja, Felippe B. da Silva, Anto-
nio Lopes Reg, Joo de Senna, Andr A. Re-
lino, Antoiio G. Souza, Jos L. A. da Costa,
Joo Constantino. Bruno B., Andr Fersen, Ed-
mund Athnn, David Forbes, E. Jenkin3, Coy'
le, Adolpho Hittemann, Francisco Rossi. sua se-
nhora e 4 ilhos, Dr. Alvaro Lopes Machado e
sua senhori, Antonio A. Geroncio, Tenente-co<
ronel Dotniciano L Souza Rangel. Dr. Jos L.
Souza Ranjel, Aran Cahn e sua senhora. Joo
II. de Moma, Olympio t. de Castro, T. Toscano,
Braz Rata, Joo Ratazi, Antonio Camello, Pe-
regrino Mcurano. Joaquim Francisco, Mara Her-
mina, Lu) M Peixoto, 9pragas. I preso, 1 rau-
Ihcr e 1 Hho
Chejados do Sul no vapor inglez Thames :
Genera Antonio Gomes Pi.nentei Augusto S.
Mairo, Tniano A. Saboia, F. Ladislau dos San-
tos, tencroza M., Jos Feliciano, Mara, Domin-
gos, a. Ereitas, Rrailiana S. Lopes. ..ureliano
Fda Costi, Joaqun L. de Mello, Andrea Mari-
nella, Luz Joaquim, A. Monteiro. Solero A. Ser-
rano, Gritutino S. Vit&l Manoel Rolm, Cnelano
Du.tra, Sanoel P- dos Santos Henry Thoraplon,
Paulo F.Gameiro. Tenente Allredo P. Maciel da
Silva e saa sealiora, Meiiton Maciel, RosalinaM.
Neves, Tmente M. Albuquerque Lima, Julia e
Zulmira.L Jos de Hollanda, Tenente Jo* Cu-
pertino ameiro, Maria do Carino, Alferes A. da
T.indadc. Antonio Castello Branco, Joaquim
de Gomnisoro, Antn o C. de M. Correia, Jos
F di Ollveira, Baria A. Oliveira, Auto .io P. da
da Silva,Bernardino Lopes Alheiro, Francisco
A- F. Viinna.Joao Lopes P. de Carvalho Sobri-
nho.Maia A. de Carvalho. Jos de Carvalho, Ju-
no de Carvalho. Antonio Jl Silva, Francisco R.
8. Figuereto. Alfredo Jos Barbosa.
Chejados do Sul no vapor Nacional Ja-
cahupe :
Jos Foitunato. Fclisberto A. Manaia, Antonio
Duarte, 6orge Csanmand. Dr. Joaquim u. Rol-
leoiberg, Antonio Jos Rourigues e sua senhora,
Francisca Alves Pedrosa, Vicente Cajueiro, Her-
meoelgildi A O. da Silva Armur G. Costa, Jos
Pereira lto;ha, Joo de Britto e sua senhora,
ulympio lanas, Pedro Augusto, Eurico C. Paes,
Hermelimf Ramos, Julia Benedica e Benedicta
Mara, Clacdina Maria da Conceiciio. Pedro Jos
da Silva.
Chegados do Sul no vapor francez Onnu-
UiiibelinaM. \L Fernandes, Bernardo A. Bae-
na, Silvino k. Rodrigues, Cecilia A Mouteiro,
Antonio F. C. Guiraares, Paul Bousquet e sua se-
nbora. Manoel Lope', Dr. Eduardo Porto, Vicen-
te Campos Jayme Schlinder. Estaquio F. C. Ro-
drigue*, Aielino V. M. Guimares, Dr. Jos Joa-
quin de S.Freir, sua senhora, 4 tilhos el cria-
da Joo M. Araujo. Waldevino Leite, Leoncio
Machado. Francisco Jos Looes, sua senhora e
1 lilha, A. Ribeiro Lima, Manoel V. Cavaicante,
Walter J. Murley
Sahidos para a Europa no vapor inglez
Th i mes:
Cario* Oito Schwary, sua senhora e 1 menor,
Manoel Laurera J. Pose, Joaquim D. L. Araujo,
Joaquim G. de Castro, sua senhora, 6 hlhos e e
criadiH, Antonio Garca de Castro, w. S. Woo-
drow Charles F- Mackintocn. Fred Foy, sua se-
nhora e 2 Hlhos Joseph Hovre, sua senhora,
Wilhelm Gildelmaster, Madame H. Jones e 2 fi-
ltras Helem Mosley, Viclor Neesen, sua senho-
ra, 2 filhos e 1 criada, Alfredo Lopes Guimares"
F.'g. Felton.
Brazilina, Pernambuco, 3 metes Reeife. -uxti w<> h iMA/it.m *. .. ~~y,. a.
Manoel, Pernambuco, 14 mezes; Graga. ffi^fto *
m feto, Pemambnco; Oraga. o, r-feo_ Cjvionj, p*,,.-.,, i ma
; Te..po: 73 /l"
MulMo.nat Duui-s : Pflilomoinn i, H
e eai 2 8 ro; Graga.
Joao, Pernambuco, 30 dias; Reeife.
Joao Manoel do Espirito Santo, Pernambuco,
75 annos. viuvo; Olinda.
Manoel Wenceslao dos Santos, Pernambuco,
28 annos, solteiro; Graga.
Jacobino Pernambuco, 3 mezes: S. Jos.
Luiza da Conceigao, Parahvba, 69 annos, viu-
va; Roa-Vista.
Sebastiana Possidonia da Luz, Pernambuco,
33 annos, solteiraj Graga.
5
Jos Vicente Rodrigues, Portugal, 14 annos,
solteiro; Sanio Antonio.
Simeo Manoel do Reg, Pernambuco, 42 an-
nos, casado, Santo Antonio.
SeverinO, Pernambuco, 9 mezes; S. Jos.
Amaro Tavares de Mello, Pernambuco, 1 da;
Boa-Vista.
Maria do Carmo, Pernambuco, 3 dias; Boa
Vista.
Florentino, Peenambuco, 7 mezes; Boa-Vista.
Bozendo Ferreira, Pernambuco, 44 annos, vid-
vo; Boa-Vista.
Francisco Victorino Alves dos Santos, Per-
uambuco, 55 annos, casado; Santo Antonio.
Joo tlememino, Pernambuco, 10 mezes;
Graga.
- 6
Maria Julia, Pernambuco, 5 mezes. Reeife.
Anna, Pernambuco, lO das; Santo Antonio-
Manoel Carlos Muniz, Pernambuco, 34 annos;
Boa Vista.
osear Rodrigues da Silva, Pernambuco, 3 me-
zes; Boa-Vista.
Luiz da Rocha. Pernambuco, 20 annos; Boa-
Vista.
Senhorinha Joanna da Conceigao, Pernambuco,
17 annos; Boa-Vista.
Um feto do sexo masculino, Pernambuco;
Boa-Vista.

PERNAMBBCO
Banco de Pernam-
buco
Capital do Banco Rs. 8:000:0005000
dem realisado t 1:000:000(3000
Fundo de reserva c 1.000:000^000
Balando
EM 30 DE \BH1L DE 1894
Activo
Accionistas
Letras descontadas
Contas correntes caucionadas ete
Caugo da directora
Diversas agencias
Valores depositados
Diversas contas
Letras a recebe
Caixa :
Era moeda cerrente
M-ivimeiMi) ** pJui<" : arralaran 793 4/5
513 em e 280 4/5 em V. na sommi de.......
3:S790l0.
4 Pareo-\ Colonia P-snceti-l.tOO metro
Animges te Peroacboeo. PreniiO' : 259* ae
1. 50* ao a S5# o 3.'
SI it o mantilla por J Cannos, 50 kls. !
A ly-s oppw, uem pjr l..Qawros. SO kls. *
Odible, idem.oa- K Aiex.uunQa, 5> kii. 3*
T^uipo : 90"
i Ba'"o d 2> 8*30 f; Ally S'.oppe- etn f 9*300.
lovioento di ooale t ci ealiram 824 /5,
527 <*r Io e 297 4 5 ea 2V na < mm ce......
4:l24000.
5. Pr^oA Colonia AmericanaHa ade a
1.400 metroi Ani rates Peromutac. tn-
mos : 3(J0* ao l, 60* ao 2* e 30* o 3*
VriQTipno, muota io por O y up Tudo, idea por J. (.ampus. 53 le s. t*
Tarco f, dem ;>or p. Alxnilrio, 50 kl. 3
Tcmpo: 103 1/"
Ra io -! poof'S : T-inmnfao m 1* 17*500 e
em 2 L'OOO ; Tado- em 3* ll*700
Mo-nento da- pea'** : ClrcntaraTi 959 3/5.
631 m 1, 308 3/3 eo i na somma ue......
4:7^8*000.
6 Par^o-Jo Turf Peroambnjmil. (00 a>-
trosani naei d^ P'rnm neo. Ptsjiij : 250*
ao MOoj li> 2' !.-00e *o 3.
Yo.i,moiiaia po-P. Al-xsoi-in.', 30 ki *, I.'
GOefe. idmo po- L. di F.-.nc*. 3 kilo, I-
atcO dem D-r M. P<-sim, SO kilo.. 3.-
TVmpo'83 1|2".
HaiM isa pv0i"8 : Yoo em 1* 8*900 e p-a 2
6*500 ;Ch fuera 2' 9*100.
M. 470 --. t b 237 2i5 e a t as sma* de......
3:3 .7*000.
7. o*ri> A Cofjnia ine'-i>ri Baidisan
1.250 ':ii''-;>- mij. : 300* ao 1-, 60* u 2- >>;30* ^>. 3
Ii.Dii. uioiit'dj air J M;rc-ii,i.> 50 k
Tirc.c.2-, i.ihi, pof P. AI^xikI-ioo 50 k
mi.rk 2 tirro do- M. R.moi, 50 k--.
..?-< uo : 93 1,2"
R. eio a pjuir- : uoa4leredoa e:np.'auJ
un 1-Dohna; e Toreo t\ 'ee 14*00 e
aq-xdl- ty*i00 ; em t U. li t 19*430 e Tjrco
10*70).
4jvimeoto 4m iimos
491 ^m 1 i m 4.5 ,u 2,
3:401*00.
I-
i-
Ciro atar ra t>0 4 5
v toma i ac .....
6.400.000*003
3a9 103*070
5.-93.45"*- 0
20.0005000
10.234.4i*00
3.i 0.214*0*1
773.664*2.0
1.970.285*340
4.177.263*990
Rs. 8*86My3*0i0
Panivo
Captol 8.000:000*000
Fundo de reserva 1.00r .P00*000
Lucros suspen-os. 419.552*390
--------------1419.552*390
Depsitos:
Contas correntes de
raovimento.....8.114.938*930
Ditas correntes com
aviso...........
Letras a premio.
Diversas garantas
Diversas agencias
Diversas contas
Dividendos
984.79^*280
5.627.368*170
__________|4.77.ffl6*ffl0
3.130.214*090
3.470.-')*r.90
2.114 288*160
6.366*000
Rs. 32:868.433*i!10
S. E. & O.
Pernambuco, 7 de Main de 1894.
Willlam II. Wrbster
gerente.
Ed. V. da Silva,
contador.
Casa de Deten^o Moviraento dos
esos da Casa de Deten.o do Reeife, Estado
de Pernambuco, em 6 de Maio de 1894 :
Existiam .
Enlraram .
Sahinar. .
Existem .
A* saber:
Nacionaes.
Mulheres .
Estrangeiros
Mulliers .
, de WT rSmente^rladYn^o Sverno"&ncias^ leis de -pro.^ccao
%r*ZV*roX?1&t*" r. iW* OuKeffiSSaxxa escrevou, lia a.guns an-
Total
Arragoados
Rons .
Doentes .
Loucos. .
Loucas.
488
11
0
499
468
14
17
0
499
4i7
412
18
4
3
437
Undon and Brazilian Bink Li-
mited
Santal do Banco 1,500:000
Pago 750:000
ITndo de reserva 500:000
BALANDO DA CAIXA FILIAL EM PEENAM-
BUCO, EM 30 DE ABRIL DE 1894
Activo
Letras descontadas
Le.ras a receber
Boiprestimos, contas correntes e
tabas
Caixa matriz e filiaes
Garantas noi contas correntes e
avenes v-ntaee
Diversas con as
C*ixa em moedu correa*
65:72 f*140
2,910:485*930
924:816*^00
4.279:9 *Oo
237:90l*<80
42>:l76*<4o
4,6lC:6S3*J50
otrafico entre a Inglaterra e o Continente,
Tabaco0 tabaco 6 urna raercadona cos-
mopolita por excellencia.
O seu comraercio calculado era muitos tni-
lhOes annuaes. Mais de raeio milbae de hecla-
res espalhados em todas as zonas do globo, e3-
tao'occupados pela sua cultura.
Por milhocs cootam-se os individuos que tra
o seu principal raeio de subsistencia na cultura
do tabaco e na venda dos seus productos.
Era mudos paizes o tabaco urna das pnnc
pues fontes de renda, quer como monopolio,
quer como imposto de fabrico, direitos ae ai
fandesa e outros. ,
V urna fierva mgica, tao desejada pelos prin-
cipes quanto pelos vassallos, tao cobicada pelo
pliilosopho quanto pelo seivagero.
As lstalisticas informara que a populacho do
globo consom na media, unnualmeute, por ca-
beca 0.5'K) a 3 kilogramraas de tabaco. .
A Europa produz actualmente 219.390 000 ki-
los por anno, a America do Norte S9a.000.000,
a America do Sul de 120 a 150.000.00>, a Asia
300 a 400.000.000, a frica de :00 a..........
J50.00U.00o.
0 lucro liquido que pode dar normalmente ura
heclare de tabaco na America do Norte de
500 dollars por colheita.
Qual outro producto pode olferecer lucro mais
aHri"-ain as comadresBem diz o ri-
f-'io oue brigando as comadres, descobrem-se
as verdades. As comadres, neste caso so dous
espertalhes que brigaram por no poder ulud.r
UlTravo0uU,se0' demanda em Londres, entre dous
negociantes de ovos. Um ^"^"Jg-
gista, comprou ao outro, que era atacauiista
T.50 ovos pela mdica quantia de
nossa moeda; um ovo por um real A>PJ.ao.3
ovos era Londres nao estarem em certa feUcissi-
raa trra, onde e les custam 400 r.s cada um,
sendo fresco. Os 1.50o, de que se trata, deve-
riam ser chocos ou quasi pobres.
Total .......
Movimento da enfermara:
Teve baixa :
Misuel Soares de Leraos.
Hospital Pedro II -O movimento desse
estabelecimento cargo da Santa Casa de Mi-
do Reeife, no da 4 de Maio foi o
pinhos quo devera concentrar todas as suas for-
cas p ira a fabricacao dos ossos e dos rauscu-
M&es amorosas, que tendes o instincto do
amor, eu vos faco ura appello.
Def^ndei os vossos tillios da avidez ou da
ignorancia dos paes.
Quando virdes u n menino voltar do eslabe-
lecimento extenuado de fadiga, e ejomagrecer,
signal seguro de que aquella pobresinlio tra-
ballia rauito e come rauit i pouco.
Eo tambem s;i que a tome tem terriveis di-
reitos, mas va outros, que tendas os ossos du-
ros e os msculos robustos pelo longo trabalho,
podis coin menor perigo ros fatigar um pouco.
Deixetnos pudicammte escondidas as exigen-
cias do coraco, mas tambem ni dura e cruel
razo do iut;r;sse, adiareis que o filho ad .1
cents vos pagar il cento per uno.* Aquell /
que exiges do menino sangue exprimido da
fraqueza e da innocencia. Sem sab:l-o e sem
querel-o, sois mais crues do que o carrasco, que
por tim derrama o sangue d'um tratante.
Michelet no seu iivro Lafemme, comeca o se-
gundo capitulo, intitulado Voavrirt, com as se-
guintes palavras:
Quando- os fabricadores inglezes, enorme-
mente enriquecidis pelas recentes machinas,
chegaram a lamentar-se Pitt, dizendo, que nao
se ganhava bastante, que nao era mais possiyel
este estado, elle pronunciou urna hornvel pala-
vra que pesa sobre a sua memoria : -Agirrai
os meninos. .
Desde eoto a miseria, augmentada talvez
p sla preiuica e excessos dos paes, offereceu ao
poder do egosmo industrial aquellas pobres
crealaras. .
Fago ponto, porque nao quero qffe a niinna
penna torne-se um ferro em braza para cauten-
sar as chagas. .
Legisladores, hygienistas e paes, todos de
comraum accordo, nao devem permitlir que o
egosmo bem organisado constitua a airaegacao.
O nosso seclo inventou urna grande quanti-
sericordia
seguinte :
Existiara.
Entraram.
775
Sahiram .
Falleceram
Existem .
763
12
"~7
2
77o
------784
13.458:74*560
P*cusito
Depsitos :
Em conta correte
(com e sem ju-
ros)
Com juros e com _
previo aviso l,045:058*7t0
A praso flxo 2,115:069*810 6,617:530*40f>
3 487.401*870
Qm d* ?po>t-3 : Sm t'.o 5.227 4.5 n al.
Cun-tan'o -eo ujv u a Rem t*imBrta*.-
ma Ih 26:139*'jO0.
N.is D.iro tm q--.e s<* achavam Nwlflea,
t xar-m i corr-r Ajoidabn 2. T Vi:iage, Erna, V,i e Ji.aniy.
NOTEMi'O DA3FADAS
FVi um ''a m p.--i. .
Uumm pMawpM :-r|.i i m** d^ omi
O'i -Z:, que -t.ua .i:|j1.i eo T o'oa.
Pii r.,0 Moma-H a. p-opa-ii e q~e
tt a -ihe o i ajt-jf j3 cintavam aem.if i- caajo
ronca tfe exuo aarn, ?e n temor do p ni. vmga-
"-, (arda lo eniau.o, qu' toaansa i dcbai-
x-j Jr u :d oiiveira.
Por P<0 -'8100 ewo dns U a?.
Aj o ih o m nj^o^-a uan a -eiuio ana
veacraade de pw* eri e (aoej'raa-
A a.aij vjlb* olxi "Ti vos de ttHiir rrajico :
iiaj-, faflemjr ?
;-'i :- n.'S, ma.>, s ond a raai i x:-.
Pow, rrmitia o f-Jn, qne eita nogaei a
nao d pjzss, e fm ni ?eii jjraoie i ipa-
goe.
, De prcmDto f"Z s a -seanio era Tooloo e a
nogueirano prodono.
A ollveira no eutante caegara a n'eaa flor s-
oencia, plratada em :impa frtil bmaado pela
m' celrao.
- P.-odosio 40 froctos.
Destes deixon cabir dfi no campo e oat'oc
lauto- n > mar celiou, conservando era seos gi-
raos os 20 restantes.
E esitjs na coineita deram para cotaaeosar
uqolla pema e resollar alada meta e bjx
axeitc
Campo frtil, mir ceiino a bonbl o, olivei-
ra t o poda deixar de viogar. perteocesie
qnaluuer coleols.
O tenor qae j tinhi ludo noU ll. -les-
atinja d todo ; o Toaloa toi sebmerKMo peio
mar crlmo qae iraosbordou eoonu toioi os
Or.ixos alto* do continente ; e s o tingado*,
.qual o Nj bibl'C--, p>e sobrenadar oeM dila-
vio.
Os ciiaver-s t oji-doj, aa fiel as tooloo?
na. qoando baixaram ai agoas, enchia.ii >frf,
lora pasto dos vingaJo-es do cortil g os aa* ta-
jas.
fe. o empo voltoo i saa placdei. e o ma c--
100 d>' revo-to qae estivera. ma^troa .-e o* re-
*, pbo-pboreeeote esta e mamado aqaeite de
gin-.m if que reanido* 'aian par. cada va o
bello a .bisco d 198 000, ma.ilpi!cco do
roctus qae relies cabiram da onveira.
E esta cim a limo dttxado pela tata tafia
froodeoa e saa copa n-oia-a a loco cora li-
oerdade 196,000 plaii iabas, para adobo pra-
prio.
I Or>, j nio .-6 os de dentro, mas o de (ora
taca oeai cunearrem a lata peto trlbofe I
E. cerno, -m todo o casr, o publico seajre
a victima, oom qae aa queda reja tarabea aar
ip-ra quero o qoena eolloba'.
Ja consol, porqoe se dis qae o mal de Mi-
tos consolo e.
Garantas por contas correntes e
diversos valores
C .xi m-tiriz e tiliaes
Diversas contas
Letras a pagar
?37.-901*180
2 136:99*870
4 038:'47*tiO
1-0711*000
8. E. & O.
Pernambuco,
R3. 13.458:748*580
7 de ateto de 1894.
W. H Bilton.
G-'eme.
W. J W.H-ne'j.
Contador.
A mo-alidade, tire-a digaa direc*o-ii;
qnem tira moralidad**; moralisa.
E' o qae parece.
Prado Fcrnaiabncano
^lncerra-ee b-je a oscripcau p>ra a corrida
de domingo p-oxmo no praoo do Lacea.
dtoto? legandoT-lhe os ovos e pediodo o dinheiro. consciencia e desinteresse.
Foram visitadas as enfermaras pelos seguin-
tes mdicos m
Dr. Barros Sobrinho, entrou as b J, aa ma->
nha e sahio s8.
Or. Malaquias, entrous 10 1/2 da manba e sa-
" ir. Herard'o, entrou as 9 14 da manna e sa-
bio s 9 1/2. .
Dr. Arnobio Marques, entrou s 10 da ma-
nba e sahio s 11.
D Lopes Pessoa, entrou s 10 da manna
esai io s 10 1/2.
O.. Vieira da Cunha, entrou s 10 1,2 da ma-
nh e sahio s 11 14.
Dr. Pastos de Oliveira, entrou s 10 1/4 da
m> .ha e sahio s II. '
l>r. Tavares de Mello, entrou s 7 da ma-
nila e sahio s7 14.
Pharraaceutico, entrou s 9 da manna e
s ihio s 2 da tarde.. _,. ,.
Ceuiiterio PublicoObituario do da
3 de Maio de 1894 :
Amaro Machado Nunes, Pernambuco, 20 annos,
solteiro; Santo Antonio.
Anna Francisca Pinheiro Cunha, Rio Grande do
Norte, 68 annos, viuva; Santo Antonio.
Amelia Pereira de Lyra, Pernambuco, 31 an-
nos, solteira; S. Jos.
Um feto do sexo feminino, Pernambuco, Boa-
Vista.
Antonio Jos de Miranda Falco, Pernambu-
co, 62 annos, casado; Santo Antonio.
.Camillo de Lellis Peixoto, Pernambuco, l>8 an
nos, casado; Poco.
Felippe Santiago C. da Silva, Pernambuco, 36
annos, casado; Santo Antonio.
Benedicta Maria da Conceico, Cear, 64 an-
uos, solteira; Boa-Vista.
Ildefonso, Parahvba, 4 mezes; Boa-Vista.
Philomena, Pernambuco, 9 mezes; Jos.
Julio, Pernambuco, 7 mezes; Santo Antonio.
Izaura, Pernambuco, 1 anno; Santo Antonio.
SPORT
Ulppodr jraao do Cunpo Grande
15 CORRID t
Foi realisada no domlogo olimo essa ci>rr da
d= Hipno romo com noa ccncnrrercia e as;aa*
cao ja f.sasaiia cm nossa piafo.
E, lodsvia, s coosaj u'io deaUsaHn tta- awt
de rosas.
Nao foi porqoe a conOjOca oa> carre r- ? <-s
pertasse e-te raov;meQto, poi^ a mosl.-a foi iao.
logo no pnmeiro purno, i"ve se rneme ea.
aloos outros pos eriores e ccmuletoa se p*n
doengani no olt:mo.
Foi um c.pricho, como cu'rc qaslqoer.
E vamos a descr:pgao do resala io das car-
1. PareoA Co'ooia A lema1.289 m irc-
Aa 50* ao 5 ao 3
Vraaador, montado po- J. Campea SO k".
Teao- 2*. dem por J. arce!rao, 50 kls. i"
Tonteo.. dem po: P. Qieiroa. 50 kls. 3o
Tempu: 93"
Rau-io das pioles : VrasaHor em 1* 19*500 r
ea 2o 5* 00 ; Teuor 2o e Tuulm que foram con
itderados empatados em 2o 5*000 cada un
Movimento das pooles : circolaram 684 3/4,
43S ra t e 284 3/4 em 2o, na somma de.....
3.423* 00:
J. PareoA Colonia Iulina910 ma"os
Aotmaes de Pernaabacj. Premios- 250* .o i"
50* ao 2 e 23* ao 3
flalette, montado por P Alenndrloc, 5t k'. 1*
Htrondefle, dem por J. Marcelm",-51 Nababo dem por B. Moreirj, 51 kie. '
T-smpo: 65" ..^
Raieio dss ponles: Galette em 1 M70O e em
2- 6*800 ; Hiroodele em 7*200.
Morimeato das poole : circalaram 574 */5,
u LicACOfs a mm
Cmara do Depulados da
Estado
O procediraento dos d. petados amigos do
Sr. Dr. Martins Jnior credor da mais se-
vera conJemnacSo.
Ha quasi mea o meio que toi ilutaba 11
sessao do Congresso Legislativo e ('amara
dos deputados nao elegeu sequer a sua mesa
Tenuo feflo sessao apenas urna ve/, em qae
se deu coraeco tleica da raes aa rata
essa cmara se tornou a reunir : e pnrqu '
E'triste; mas nao ha outro remedio
dizel-o : porque os deputados do Sr I: '' -
tins Jnior, verificando que se aihavam ea
minora e por isso sotl'reraui un clu-(u ni
efio do presideate, resolver.iin d'abi era '
nao coucorrer mais para a formac" da ca-
modo a poder haver sessao e a se |>~
na aleicao da iuesa :
Foi um proposito indecoroso, qae os faf
puzeram em evidencia.
Ao passo que os deputados, fiis ao Dii
torio de seu partido, coiniiareciaui di
te cmara e aftirmavam osen d-s'jode ia
zer sessao ; os amigos do Sr. Dr- Martras Ju
nior raanobravam sempre de modo a burlar
essenobre e patritico desejo.
Nao podendo ficar indefinidamente snjeitos
aos caprichos destes ltimos depuados, o* pn-
meiros tizeram-lhes um appello para que ar-
regimentassem todos os seas amigos e eoaV
parecessem emura dia determinado, -ra qae
lles se comproraettiam a tambeo coraiarecer.
O publico sabe que esse app>to. alias aceito,
nao toi honrado pelo cumprinnnto da patavra
dada. .'_..
Em vista disso e contiuuand. o nao coaaa-
reciraiito dos deputados martina tas, i s deno-
tados declaram pela imprensa retirar-se aos
seus labores ordinarios, tomando,
compromisso d- comparecerem a aaf
logo que aquellos se compromettessesa
prensa a faiel-o em dia previamente "

MI
i


Anda foi intil essa tentativa.
At quando pretendem esses Srs- deputa-
dos abusar da paciencia deste povo, que bem
poderia etn um momento de justa colera cas-
tiiial-os com a mesma severidade, com que a
paternal bondade do Cnristo nao se poude fur-
lar um dia de castigar a certas mercadores ?
Por fallarmos em mercadores occorre-nos
aqu mencionar um fado, que bem justifica a
procidencia do simile a que recorremos.
Deve estar lembrado o publico de que os de-
putados, solidarios com o Directorio, vieram
mprensa e declararam que em vista da atti-
tude em que se mantinha a cmara, nao se jul-
gavan com direito ao subsidio.
Pois bem differetemente procederam os ami-
gos do Sr. Dr. Martins Jnior, que sendo os
motivadores do nao fuuccionamento da cmara,
nao vieram entretanto imprensa fazer igual
declaracao e ao contrario, segundo nos consta,
foram incluidos em folha para pagamento de
subsidio, gracas solicitude da mesa que ainda
nao poude ser substituida.
Dar-se-ha que pretendam os amigos do Sr.
Dr- Martins Jnior deixar que decorrara os tres
mezes de sessfio, nao prestando outro servico
cmara publica senao o de consentirem na
doce violencia da incluso de seus nomes as
folhas de subsidio ?
Srs. deputados, nao facam descer mais esta
trra do que ja tem descido :;
Sejam dignos no seu pap;l ou renunciem os
seus mandatos ...
Cumpram o seu dever e recmain entao o
seu subsidio.Digns est operarius rnerceu de
sua.
E' o caso de dizer-lhes com o poeta, que h.
Excs- bem conhecem
Saiba morrer quem viver nao soube
Demostenes.
co Teri?a-f etra 8 de
"crditos dos Srs. deput;
jao benfica ao interesse publico.
Os deputados martinistas queixam-se de que
comparecem diariamente sem que os mais se
dignem apparecer.
Continuem firmes em seus postos, compare-
cendo todos, sem olharem o procedimento dos
outros, embora com ares tristonhos de victimas,
esperando o applauso publico, que nao regateia
seus applausos aos cumplidores de deveres.
Os deputados do Directorio declararam .que
por muito tempo compareceram s sesses em
pura perda, porque os Srs. martinistas se recu-
savam a comparecer em numero suficiente para
a formacao da casa.
Deliberem comparecer de novo s sesses, e
se ainda veriflcar-se o nao comparecimento, ou
a retirada do recinto, dos amigos do Sr. Dr. Mar-
lias Jnior, o publico, juiz imparcial, julgar
afinal os autores do crime de leso patriotismo.
Imparcial.
tle 1W1
Congresso de Pcrnambuco
0 povo de Peruambuco tem suas vistas volta-
das para o Congresso Kstadoal.
E" com carto desgosto que elle v passarem-
se os dias intilmente e nenhum alvitre toma-
re m os Srs. Congressistas.
Commerciantes, industriaes, agricultores
consumidores esperam que o Congresso vote as
leis annuas, ou se nao pjde fazel-o presente-
mente, resolva o adiamento das suas sesses.
Acreditamos que pela mente de nenhum Con-
gressista passa a ideia malfazeja de inutihsar
urna sessao inteira.
Cremos mesmo que o sentimento patritico
de todos impe o comparecimento geral ao re-
cinto da Cmara.
O Senado ja deu o primeiro passo; que mi-
te-o a Cmara dos Deputados e teremos assim
o inicio de urna situaco uova.
Coraparecan todos s sesses, e terao assim
cumprido os seus deveres.
Ha situarles polticas em que a inercia um
crime ; nessas occasies o homem publico deve
evitar os ciminlios invios e estreitos dos inte-
teresses individuaes e seguir a rota larga e cer-
ta do cuuiprimento do dever.
O que se passa no seio do Congresso ?
O que ha ah de estranho e inexplicavel, sce-
nas mvsteriosas, para o publico, que converte
urna ssso legislativa n'um jogo de empurra,
intil para os crditos dos Srs. Congressistas,
intil para a causa publica ?
Ha vontade firme e formal de inutilisar a ses-
sao?
Nao, porque os amigos do Sr. Martins Jnior
declararam pela imprensa que firmes cm seus
postas, compareciam diariamente s seses, e
Sor sua vez os republicanos fiis ao Directorio
e seu partido, tambem declararam que esta-
vam promptos para cumprirem seus deveres de
legisladores.
Da boa vontade de ambos os grupos se depre-
hende lgicamente que nenhum motivo existe
para que a Cmara dcixe de funecionar
Si diz o adagio que de boa vontade est cheio
o inferno, nao menos exacto que cima de
tudo elevemos collocar as boas aeges.
Haja mais um pequeo esforco dos Srs. Con-
srressistas, torne-se mais patente a boa vontade
9e todos, e d'esse cahos, que comprometjteos
GOMHERCIO
la coananerelal de +t>rn*m-
IMMM
caTagoaa ofFtcnrs da junta ooi con-
BRTOKG8
PtcjidoRecife, 7 de VIao de 1854.
Nao bouve cotac&o
O presidente.
Augaato Pialo de Leaos.
O ecretario,
Antonio Leooardo Rodrigues.
( ati3o
PRACA DO BCIKK
Os Cancos ahriram suas operace* a 9 i/i o
bre Load res a 9Jdias.
Pelo meio da elevaram a laxa para V 5/8, de
tarde baixaram para 9 1/1 ornele.
O movimeaio nete saercado fot iosignicanle.
Ex papel particular nao cooaioo negocio.
cotae&ea de gneros
Para o agricultor
aSSOCAR
Crlstallstdo ......* 548X)
r3siQ8 por 5 kiles. 6.500
Branco dem dem .... 3<8D0 a 5J0U0
Someno', dem dem. 360-> i 31900
Mascvado dem dem 2*8oO a 31000
Bruto dem dem.....o4o hooTe
Broto raelauo......!M30 a 21500
Relame dem dem .... 24000 a JfiJO
* I goda
Nar- conttoo negocio.
tlwl
ror .-ipa de 480 litros 32040OU
Agasrdnotn
Por pipa de 480 litros 1904000
Caaroi
Saceos saldados na base de 11 klios a 800 res
tomioal.
Verdes a 485 reis.
Csroann
Cola-se de 12/ a 2QJ00O por 15 kilos vendas.
Mol
Oo'smos nominal 3 90*000 por pipa.
TABELLA DAS ENTRADAS DE AS8CCAB E AL-
GHjDAO
Mea da Msio
rtmmmmmoiaati^n^
!Vovo Regiment deeustas
No se deve fazer bem a uns
para fazer mal a outros.
Ord. liv. 4 t. 43 SS--
" Nao vimos offercer opposigo a bem natural
pretencao dos Ilustres funecionarios de justica
quando pedem reforma do actual regiment de
custas.
Somos os primeiros a conhecer qua as con-
dices desses servidores do Estado sfio tanto
mais ditficeis quanto em regra nao pxlem elles
entregar-se,a outra industria.
Mas, de- bem que por amor de urna classe,
respeitavel sem duvida, nos esquega quem quer
que legisla de urna outra classe maior, nao me-
nos digna de attengflo : aquelles que litigam.
E nemse diga quequem nao pode nao ques-
tiona...
E' preciso attender que as demandas jamis
agradam eque nos pleitos judiciaes ptame-
nos, ha um que assiste-o a contra-gosto.
Aceitar o principio para todas as occasiOes
e pessoas, seria contestar fados quotidianos no
foro ; ver-se urna das partes caprichosa e forte
contra outra violentada e fraca, compellida
defender sua propriedode, sua libirdade, sua
honra que valem a propria vida, injustamente
atacadas.
O cangago, a cessago de tarcas do adversa-
rio no litigio, nao raro suppre o direito a quem
falta essa razo de pedir.
Os abandonos forgados, as composiges ex-
torquidas ahi esto superficie d03 cartorios.
Reformar o actual Reg. de custas, elevando as
suas taxas, sem outra considerago, mais do
que por este modo melhorar a sorte dos func-
cionarios reclamantes, se nos afigura no di-
reito, o que os mdicos chamam em sua scien-
cia, una contra-a|)}>lcarao ; augmentar o mal
em vez de extinguir ou rainoral-o.
Expliquemo-nos :
Quem conhece a nossa vida forense sabe que
a penuria do foro congenita ao Reg. de 1874.
Elle.no tanto pela elevagao das taxas do de
1855, como-pelo elasterioque favorece amuitas
de suas disposiges ; pelas interpretag5es, con-
forme, o interesse, ora extensivos, ora restric-
tivos, auxiliado com a m organisagao do nos-
so processo, passivel de mltiplas e dispendio-
sos incidentes, aquelle Reg. tem levado a incer-
tesa do quanto as demandas seja o justamen-
te despendido-
Sempre ou quasi sempre victoriosa a opinio
augmenta-Uva, no caso de controversia, supsr-
fluo, senao imbecilidade tem sido deraandir-
se ou defender pequeos valores.
Ahi vem a realidade do colloquio popular
ir buscarla e voltar tosqueado. D-sa o ver-
dadeiro jogo do perde-ganha :
A incertesa do que ha a despender de um
lado; a certesa porm de gastar mais do que
se procura haver, d'outro, tem levado o desa-
nimo, a desconfianga aos litigantes que assim,
com prejuizo relativamente menor, peta menos
de espirito, evitam os pleitos, deixaudo o foro
n'um silencio tamular.
Frequente-se os nossos auditorios e ahi s
encontraremos luje perturbando essa solidao
os reos de crimes, orplios e viuvas e o conlri-
lo Fisco, isto c, os fatalmente constra n-trras oiip nrafonia __ "^^^^^^^^^^^^^^^^^mfm^mm
"ca. il7^ iP5 n i cc^mPr" .nao per-, mil oitocentoie noventa e quatro. Em Prl>fRtn j ,---
tenciam ainda a Colonia. Bem claro se testemunho de verdade (aiffnal). OTa-1
VJ8t0i nf8: ntes palavras da sua belao Publico-Apollinario Florentino
gidos a justig
E' nesse silencio, pois, qua os funccionarios
encontraram o principal factor das difficuldades
da que se queixam.
Se por taiito o Reg. de 1874, cora suas taxas
menores, rauito menores mesmo d) que aquel-
las que hoje sollicita-se, teve o incontestado
mrito qu > todos divisamos, qual seri o resulta-
do de um novo Reg. smente de taxas mais ele-
vadas ?
A resposta intuitiva e com tanta mais ver-
dade, quanto verdadeira a crise com que se
pretende justificar mais urna caristia devtda:
Suppomos, piis, que a sal vacuo dos funecio-
narios de justiga s est no povoamento dos
auditorios, antes de tudo embora tambem na
elevagao, razoacel para todos, em-alguraas la-
xas, em certas actos que implicara a pnjanga
de quera osprocura, sera opprimir a quera del-
ta nao carece, salvo constrangimento.
Como isso se conseguir, a nosso ver, ser o
que procuraremos demonstrar de outra vez.
Nao nos fique mal o funecionalisrao; nfio te-
mos para com elle a menor dse de m vonta-
de ; ao contrario desejamol-o prospero para ser
probo e indepanaente, como dsve e sabe sel-o.
4 de Mata de 1894.
Bem claro' se{testemanho de verdade" fsVnanT"^ xVTlST^^i'TT0 Keseu.irmI ^P1"
1 9"7 ^ tao ridencio, se Umbam nose retiras-
Para o inurwr
No vapor nacional Itapcao, para Porto
Alegre, earregtram :
J. 8*ttar a C, 300 aicco co" 37,500 kilos de
assocar branco e 50 ditos com 3,750 ditos de
dito maaeai".
Pr Rio Grande do Sil. carrejo :
J. M- LwW, 390 aarrioa com 33,258 kilos de
assucar branco.
Paw Ro de Jaoei'o, carretn :
J. T. Leite, 25 ca'xa fom 375 tilos de doc.
no vapor ai;.mao Salermo*, pira Rio de
Janeiro, carregaram :
B. Williams & C, 305 farUja com 23.060 kilos
de algodao.
F. A de Oilveira, 600 saceos com 36,000 kilos
de assacar b'anco.
No vapor nacional Pernambaco, para Rio
de Jjutiro. carrejo* :
P. da Sil. Ba-ios, t. 30 hmoi com 73 800
kos de asacar branco e 770 dito? 46.100
ditos de Para Babia, carr Va Cllioo 4 r... 275 volnmes com 21.608 kilos
de assucar branco.
No Vapor ulex Avia, para o Para, car*
reearam :
Atnorim & C, 353 barricas om 27,(36 kilos
de asiucar oraoco
M. A. de Seoa & C, 00 barricas com 8.600
kilos ne assocar braoro.
E. Kantnack de assocar branco.
Ho hia'e Rom Jess, para Mca. carrej
goo :
M, J. Feas, lOosiccos com faricna de man
dioca.
Nj bit-iD. Antonia, pare Aracaiy, car-
rejoo :
T. Lipa, li barrica com 760 kilos de aa3ncar
braoco, 4 dita* com 18o ditos de dito retinado,
5 caixas com 40 laros de ge ieb.-a e 2 ditas com
20 Jitos de cognac.
Sj cter Jaguarary, para Macbiba, car-
reearam :
Barbosa <5 C, 6 caixas com 70 litros de ge-
nebra.
Na harisca Lette, para M'C;, carre[oa-
J. Sosza, 110 caixas com 2,330 kitos ce eabao
e 10 duas com f 20 ditas de aoorietes.
Na bar-aga ParaguaSiu'. para Par carretn :
j. R. da Costa. 1 taioa de amarel'o.
PAUrA DA ALFANOE13A
VALORES DAS MERCADORIAS XACIONAB8 SOJSlTA A
DIEEITOS DB BXPORT1QAO
Semana de 7 a li de Maio
Xucleo Colonial Lucena
IV
A carta assignada pelo Sr. Dr. Barata
Ge3 e publicada uo meu terceiro artig-o
um docimento de ordem a nao deixar a
mnima duvida sobre a deslealdade desse
f unecionario para com o governo. Nelle
est consignado o plano de preparar um
ptimo negocio para uina espeeulagao que
nada tiuha de conveniente ao pa;z. mas
que seria magnifica em relaeo aos que a
explorassem no futuro, sendo um dos ex-
ploradores o delegado da inspectiria de
trras e eolonisaco de Pernambaco.
Essa carta, escripta e assiguaia pelo
negociador das vantageus para a CJoinpa-
nhia Progresso Colonial, reclamaudo
minha leitura, recommenda-me que faca
sciente aos nossos coMi'ANHEittoa de ter
sido permittida a concessao do essenta-
mento da Usina assiicareira m Colonia,
nos termos do seu pedido em oficio so> n.
de i8 de Marco. Isto significa que o
delegado da inspectora de trras e eolo-
nisaco, valendo-se de sua posirao de
funecionario oublico, abuzaudo dacoufi-
anca em si posta, advogava, emlucado
nesse carcter e por esse meio, interusses
seus e de outr9iu, em manifesta opposic.o
aos interesses da Colonia.
E depois de ter illudido o gorerna,
exclama em sua carta, no coinego do se-
gundo periodo : felizmente assim ar.onte-
ceu, pelo que durante viute anuos ficir .
N0S84. DlBPOigAO o edificio que lera de rc-
ceber os apparellws c machinismos e zs es-
tradas da Colonia. Mas, nao satisfeto
com o qne obtivera lanando mo do seu
prestigio de representante do Govemo da
Uniao, neste Estado em tudo quanto con-
cerne ao servigo da importante reparti-
lo de trras e eolonisaco para depois
ser apropriado como elemento de lucros
particulares seus e de seus associados na
Uzina plauejada, confessa que estava
prompto a continuar a trahir o govemo
uo intuito de adquirir por intermedio de
urna avaliago por elle promovida, o re-
ferido edificio, e nao someute este, como
Tatamba fmadeira) kilo..........-... 0
T4boas oe amarello, duzi*........... I6J0CO
tas oa maio db 1891
Carta da futuro principal accionista da
Companhia Progreso Colonial :p0dcndo
anda compkah-sb logo que quizumo* o
dito edificio por dma avalia^o.
De facto, fez elle proprio a avaliago
8 obteve para a Companhia tudo',quauto
ella careca por quantia insignificante
tendo em vista o que custou a nacao !
Nao ha nada mais extraordinario do
que isso na historia das prevaricagSes e
tanto mais sorprehendente quanto, por
esse lado, o funccioualismo brasileiro
inatacavel O exemplo do Sr. Dr. Bara-
ta Ges fica, assim, isolado as suas fal-
tas gravissimas sem precedentes as po-
sicoes mais elevadas da administrajOes do
paiz. Apezar da confisso de seu crime,
nos diversos periodos da sua carta, cha-
mava a minha atteng^o para o aviso do
Ministro, injustamente trahjdo.
Attente o publico sobre esse3 documen-
tos que esmagam um reo confesso e ver
quanto pode cahir, quando nao houve a
sua coasciencia e se deixa cegar pela for-
tuna de ser proprietario de 210 accoes,
um homem que o govemo suppoz digno
de subir ao elevado posto de delgalo da
inspectoria de trras e eolonisaco I
Referindo-se a mim o Sr. Dr. Jos
Marcelino da Rosa e Silva no Diario de
Peruambuco. de ante-hontem, emprega a
palavra manejos qua Ihe cahio da peona
irreectidameute, estou certo, e digo que
nao reflctio porque nenhum homem de
bem me pude attribuir aquillo que julga
indigno de si. Como nica resposta de-
vo lernbrar ao Sr. Dr. Jos Marcelino
que, em tudo quanto tenho escripto nao
decliuei urna s vez o seu uome.
E' verdade que elle est em um docu-
mento 4formidavel contra o Sr. Dr. Barata
Coas ; mas trata-se de urna justificaco
que publiquei e bem v que nenhuina ra-
zo tem. Nao reflectiu, pois, quando so
referiu minha individualidade.
Agora um outro documeato que prova
attnbuicOes do Sr. Dr. Barata Ges na
gestao a nos negocios peculiares Com-
panhia Progresso Colonial.
3." DOCCMSNTO
Publica forma
Pcrnambuco, vinte de Fevereiro de mil
oitoceutos e noventa e quatro. k Com-
panhia Progresso Colonial.Deve Joao
Horoncio Franca 5200 cinco mil e duzantas
tenas de barro fomecidas para a Usina a
setenta reis a telha, incluindo o tran-
sporte reis trezentos e sessenta e quatro
mil ris.
E1 certo que o Sr Joo Horoncio Fran-
co forneceu para o telhado da casada Usi-
na cinco mil e duzentas telhas depois que
recebeu o ultimo pagamento, constante
das contas que apresentei Directora da
Companhia Progresso Colonial.
Recife, vinte e tres dt Fevereiro de mil
oitocentos e noventa e quatro. Manoel
Barata Gjs. Visto. -Pinto.
Estando duas estampilhas do sello es-
tadoal assim inutilisado: Reconhefo a
firma stipra. Rccifc, trez de Marco da
d'Albuquerque Maranho.
Nada mais se continha em dito docu-
mento de conta qne me foi apresentado
para extrahir Publica forma, que a
presente fielmente copiada do proprio ori-
ginal ao qual me reporto.
Recife, trez de Marco de mil oitocentos
e noventa e quatro.
Subscrevo e assigno.
Recife, 3 de Marco de 1894. Em
testemunho de verdade.Apollinario Flo-
rentino d'Albuquerque Maranho (assi-
gnado).
Recite, 4 de Maio de 1894.
Joaquim Lpez Mac luido.
:VucIeo Colonial Luecna
Parscendo transparecer na declarago futa
pelo Sr. Isidoro Leinos que eu tenho aeces do
Sr. Dr. Manoel Barata Ges en meu nome, venlio
protestar contra semelliante aleivosia.
A' mor parte das ac^Oes que possuo na Com-
panhia Progresso Colonial comprei e paguei-as
ao Sr. Isidoro Lemos a oitenla rail ris cada
uina logo que S. S. assignou o termo de tranfa-
rencia.
Recife, 7 de Maio dj 1894.
Lydio Jos de Mell>.
-o-
Lcriao de Soeeoirro .tlutuos do
Ofliciacs da buarda naeional
Bedar tea Htotnaria
S.Bxc.o Sr. Dr. Gvernador do Estalo, sj
fiz representar pe i su diguo oflicial de gabi-
nete, capitn Francisco Cintra Lima, na sesso
de insiiilliiQo tiesta sociedade, que teve logar
no dia 3 do corrate mez.
A Dircjloiia.
iHtuda ueral
'Jo da i a 5
'dC|B d 7
2<0itt.7?*
I2;:7i4i:il3
t\ada flaco
o j n, l a 5
-*.. .. 7
I9:1I8750
I0.6i5i75t
373.8iSii0i
39:754*201
.-icmma total il5.61245'j7
tn'ida co rta Alt^ude^a tm feroajio < :o ,
da kiaio m !>S4
O ebefe
i. GoGCahej ua Silva.
J ta-soareiru,
Luis lauuel RcCriKues Valmca.
Do da l a i
RSGSBSDOIA DO K3TID
Oo l 1 a 5
Idea de 7
*E<:iFS UrtalNAai
>7:00'>46 &
ti:9S00.5
53 90649
l
l:i:0*768
'. 2"0i-766
Entrada*

L>ias
Bi.'cacas.....I a 5
Vapores. 1 a 7
Animaes i a 7
Estrada de Ferro Central. 1 a 5
Mem de S Francisco M a 5
Iaj de Limoeiro. .
S'oomma.....'
Assa-
ctr
Sac-os
6516
757
1579
8618
77
Aigo-
dao
Saccas
450
83
306
27J
1122
-J-
19284' 33
dportaeSo
aicim. 5 ds muo db 1894
rara o exterior.

No vapor francez Oreaoqoe, para Bor-
deaos, carregoo :
A. F. do Ref?o, 860 granmss de oaro ueltn e
600 cius de prata veiha.
Na barca nornegaeDse S. N. Haesen,
para L'wpool, carrezaram :
t- Williams G, 16 fardo] com ,935 kilos
de ljiao.
Na barca noroeeoeope AlexandrE, para
V**'1"0 't carre?aram :
H.Frter&c, 47,244 kilos dscarocosdel
algo-o.
m barca noraeguenae Aeolna, para Li-
verpool, carregaram :
Bo'BMjnto & C.t 490 fardos com 5,197 kllo
de algoio.
Agnareste cactncai :"ro............ 33i
Dia destilada ou alcool.............. 623
Algodo en rama, kilog............. 720
Arroz con caoca, dem................ U0
Ass.icar Braooo, ideen............... 308
Diio maacavade, idea............... iG6
Diio reinado. dem.................. 3.'0
Bagos de msraona, dem.......:.. 130
Borracha de leite mangabeira, dem... 14624
Cacao, dem................ ...... 900
Caf b>m. dem ................. .. 242DL)
Dito es riba oa restolbo, dem........ 14^00
Ditocrjji:o, em................... 24i00
Cera ero telas, kila..............___ 14000
Dita vegetal em Dmto, kilo....... ,.. 14000
Carocoi ou seaieote de algoiao.ideui. 40
Ca"'anat?ira (eernen'.a;............. 120
Carnauba ld*m.................... 906
Oarvao ce poara, looelaaa............ 30;000
Conros eccas espichados, kilog...... 770
D.tjg ditoa salga-Jos, dem........... 720
Ditos veres, dem................. 405
Coarinbo am........................ 240G0
Cocos em case?, eeato............. 104000
F'rlnba e manaioca, lit............. i.'O
Graxa sebs, kilo?.......... ... 700
Genebra, litro....................... 480
Jaboraady (Mna). dem............ 800
Mio3 de sola, valar nominal.......... 7J'J
Mel de tanqoe on meligo, litro........ 145
Milo, kiio/r........................ UO
[Palles de cabra eoo ctbello, valor do
cenio............................ 19J4
dem de cameiro em cabello, valor do
cerno............................. 504
Sement de carnauba, o kilo......... 40
Sabio, kilo.......................... 360
Sebo etn rams, kilj .......... .. ^4q
mercado liualeipl de a. Jos
-) movimento deste mercado no da 5 de
Maio foi o seguio!* : Sotraram
38 hois sardo 7,210 kilos.
635 kilos oe peue a 20 re. 13410'
U compart. coco mariecos a 100 ra. liO
7 ditos com camarOes ? 100 rs. 470o
31 columnas a 500 rs. S460G
1 cargas com g&llinbas a 500 m. 45:0
2 rassoaes com eaUicna* a 300 rs. 4600
l carcas coai btalas a 300 r?. 4203
7 car^a com ma^icbeiras a 300 re 24'00
1 carga cooj cebolinco a 300 rs 410)
3 cargas com ger.mnm a 300 rs. 9G0
3 carga couj canna a 300 rs. 580o
7 CaTgi coa i3ra'!;.'s a 300 rs. 24101
3 cargas cem troclas a .Vt) rs. 4900
47 cardal com farinSa a 200 rs. 9440J
3 cargas com mfeo seseo, a 200 n. 'JCO
3 csrgascom fejSo a 800 rs. 4601
68 locaros a 230 rd. 360'3
32 golBM a O rs. 64i00
11 cornp. com suiraeiros a 'f 1100J
8 comp, eos 8cm.-i.-o3 a 7Q0 r?. 54603
9 comp. c ,m fresaaras a 600 rs. -54400
3i cuuip. com comi&a a 700 rs. 234S00
55 coorJ. CQiL f.izend&i a 600 rs. 334000
49 comp. com verdares a 300 rs. 144700
70 cotrjp. eoea f;.rQ0a a *O0 ra. 2S000
41 comp. com talhos a 24 825000
Rendimentos do dia 1 a 4
2764700
1.0104000
i. 3.64700
Pragos do da:
Coree verde de 300 a 900 rs. o kilo.
Sainos de 900 a 14 lUern.
Car^eiro de (4000 a 14200 dem.
FariQa de 600 700 rs. s caa
Mllbo de 500 a 6'.W ra. a cuia.
Feijao da J4000 a 34000 a -;ala.
Bicalbo 709 rs. dem.
Xaruue 909 rs. kilo.
Hovi alent ci ior o
Navios entrados no dia 6
Buenos Ayres e escalaJO dias, vapor francez
OreDOijne, de 2,465 tonelada, commaodaole
Bourdon, equipsgem 123, carga varios ceno-
ros; all. Borle Jt C.
Baha e escala6 dasVapor nacional Jaca-
hipe, de 382 toneladas, commaodante Alfre-
do Mjntciro, equipaeem 30, carsa varios g-
eros: a Corapihla Pernamoacana.
Bania3 dUs, gar nespanbol Naeva Paala
de 316 toneladas, capitao Francisco Mirietsai'
em-paf-m > Carg Xinjot; a Amoi I-
a -f & .
Naul12 da, hiaie nac oaal D. Sinfii In 60
'ca-!-'a', m u-:n >, cirga usaCif ; a jid- j>.,jii. h i> i
>a.
Mica.13 das, fi'aie n-ciooal Cor--i i- M
cao le 60 looelai-t-', ule-ira ?. ana rf
Ciant eqmpagem o, c*-< s.l, a H.-o>-
Joaju Pjsiioa.
Naci a-ttiid )i ao rn'-tan li<
Bjrdeaux e MsdiV comoiacdanie Bwrdja; carg -m %*
ros.
Resano de Sitla FBarca mea r.-ioca.
espi ao (' G. Nentiy ; em lasiro.
Nasioa entrados uo d 7
Santos e pacata 8 das ano* ini-* D'laiu-
bre, de 812 tooelada0, cnmainiMii \V. in'
die, eqaipagem 23, ca ga va-ios f*. e-..8: a
Blurkb iro k C.
Cirdif37 masBarcanorne?aon^- iriplaol,
de 733 toneladas, cap ti to>mvut. ag-.
paeem 14. ca'<{: carvo de psir.-; a L<*|Ma
Goima'Se I-o>a><<.
New York40 das, lar ingles Ang'a, de
631 toneladas, caoilo i. I ile n-t-e, equina
gem 10, ca*ga varios g-eros; iorlt-ra.
Terra-So a40 das, lijar iu?iez Edwird-
Seymonr*, de 160 tonelada9, ca ta. B*ir|
Osea. eqoipageui 7, cargi ua^ilba; ila-
(ktoro 4 C.
Maca'.10 da, hlate nacional -Alalina di-s
A'jos', de 60 tooel^daa, mea'.rr J mqnim -'a
Rocha Bpzar'-<, eiuipag-ui 5, carga sil; a Mi-
nop Joaqniu peasoa.
NewYork-19dla, vapor iogle Ce I-' B'-^o^h.,
de 1,941 toop'adan, comm.oi-iiH F. S I II.
ejuipaueo 22, Car^a vnn s eneros; a Bla:k
boro & C.
Nav-iua aabidoa ao m'smo di i
EitancisVapor allemao Etro- a<, comman
dan"1 G. Cantieny; carga vari03 xen-ro.
PorioA'3i;'eeescila=Vipor nacioo?! [aoo^n,
coniuigOlant A. StUj:d; car.;a 7anos gene-
ro.
OborvacJ >
Procee.ite3 da Eu-opa ch-giram aa LanarSo
os vano'es ailer&So A riiois, fraoOM Ca.'u-
vella f- Inglez B.-aaiebu-cV, juo depois de
8erea in'imados p-io leie.r-anno ptico, seeni-
ram rm airt-iiiTa a liba Grade, qo R'o de Ji
aelro.
Xarloa esperados
De Pelota: i
Patacho allemo Activ.
Pa'a'bo noru^guease Mara.
Patacho all-m&o Harald.
Pttacno lislez AilDor.
Rarca noruega Si!.
Lugar mglez Aurora.
Palacho hollaadei A'ien-.
Paiac.o portagaea y.irinno VI.
Logar porlngaer Marinno Vil
De Harnear;, .i
Patacao alieajao Trina.
Da Liverpoi
3arca Inglesa iiia ;
Di Hull
3arca alloma F: C. B-tk.
DeFieerwoed
Sarca noruega Gouica
taparas a amts'&p
Mea da Maio
Jicanjac, de so', hoje.
.-'h.-Eb-o.j mi, bojs.
*03jz Crabe lar, la Borop j.
Mar iliuncli., de rl*w Yark, hoje.
Helios, de Tr.- !--. 3 i;.
Siriua, do Su*, a ri.
Maoao?*, do Nono s 13.
Camela, do S ile, a T3.
Santelmo, do Sal, a 14.
Edict^r, da L'verpool, a 13.
V:!Ij de Rjsano, da Eu-opa, a 16.
Aconlccimcntos de Tacai*at~
I
O Sr. Atitonio 6 C>rraiad.i Cruz te:n
viudo na Gaseta da larde e Jornal do
Recife, r[ueixir dos pela polica dois iriuios sus. E'
justo qtM Sr Cruz aintn a marte de
se"s irmos ; as uta sentimanto, nafu-
Fapores a sabir
Mez de Maio
Sanios e esc. Amatonas, hoje, s 3 botas.
Santos e esc, edar Blaoc, hoje, as 4 horas.
New York, Si m, 12. s 3 oras.
Rio e esc, Man n, 14, as 4 horas.
P^rio Aleare e esc,, Cmela, 14, as 3 horas.
Porto Aiere e es:., Santelmo, 16 as 4 har.
Santos esc, Ville aeRaserlo, 18 as 3 oras.
ral, por maior qua seja ; nao dova unpj-
dir que se faite i vartlade e ninguem me-
lhor que asie estremecido irraSo sabe como
corresn os uegocioa am T.icarat a como
se d Masdizera ver lado aorta conftMsar-sa
o nico responsaral por aquelles conso-
guintes aeontoisiraentas; e o Sr Cruz ma
at hnje tem vivido esreando-ae de Iravaa
para poder engaar oa li->meus da b3a f,
como tem feito constantemente, neoltava
a verdade para poder apraaantar-ae, ago-
ra, como martvt o paraegaido, foseado
qncixa ao tiustrefa ohamando de oasasanoa
a todos quanto m tempo nao se deixt-
rara illudir por tito manhosa ereatura
E' assim que se dirigindo, em tom de
queixa, em sen alludido artgi n-i Jornal
do Recife de 29 do.mez rindo ao Exm. Sr.
general Leite de astro, um dos que ainda
est engaado, assevera com una puerili
dade digna de d, ter aid-j o tenente Ab-
lio de S Novaos um do* assassinos de
seus irmloa, quando aquea digna autn-
ridade niv) foi e nein mandn ao lugar do
conilicto; e nao se contentando uora tao
infame calumnia atreve-se ainda a dizer a
mesma cansa com relacao ao linnrado Dr.
Miguel Pesnambuco, que felizmente sendo
bem couliecido neste Estado e em todo
paiz como homem de bem e de intencSes
lionestissimas, incapaz d" lanear m"io da
meios torpes para conseguir este ou aquel
fin, principalmente mandar assassinar,
nao precisa de defeza nem aecaaaeSea dos-
ta ordem, que por inverosimel por si
mesmo se destroe; e o mim) qua o Sr
Cruz, com tamanlia gentileza faz a aquelle
distincto cavallieiro, que est cima des-
tas e outras imputa5es, elle o devolve
intacto para continuar na testa de quem o
mandou e onde fica pei-feitamante ajusta-
tado, como se provar
Feitas estas ligeiras considerares pas-
saremos a informar ao pnblfco o que sa
tem dado no municipiodeTacaratdecerto
tempo esta parte e qual o procedimento
das autoridades d'alli ; e o taremos com
toda isencode espirito, provocando desda
j o Sr. Cruz ou algiiem por ella para
provar o contrario do qua avancamos ;
pedindo ao mesmo tempo ao respeita-
vel publico qua procure nformar-se de al-
guma pessoa do lugar qua nao seja Cruz
ou qualquar de suas partes e fijar sa-
bendo de quanto Capan a pomba rola
que anda por esta cidade a m^strar-tt
compadecido de tudo e por tudo, sentindo
horror do menor crime, tudo fingidamente
Sim, o publico va ver quanto 6 perni-
cioso este afeminado rapaz causador de
todas as desgracas havidas em Tacarat
de dez annos esta parte.
Para nao sos alongarmos muito tratare-
mos somante dos ltimos crimes pratica-
dos do meiado do anno passado para c,
isto das tres mortes que alli se deram
em passas amigas do actual governo, de
5 de Junho do anno passado a i de Abril
do corrate anno e incidentemente nos re-
feriremos a datas mais antigs
Dipois de pacificado o municipio da
Triumpho tudo corra em Tacarat em
perfeita paz ; tendo porm abarto o Con-
gresso Eatadaa! em Mareo d aquelle anno
passado em Abril, salvo engao, passoaj,,rtd4*
por aquelie municipio de viagam para
esta cidade afiui de tomar aaseato no Con-
gresso como deputado o Sr. Cruz, acom-
panhado de um grupo de geute armada ;
este mesmo que acabava de pegar em ar-
mas contra o governo do Estado e que
vinha com as maos tiutas do sangua de
nm c;dad2o honesto e ptimo pai de fami-
lia, o infeliz capitao Benedicto de Cam-
pos ; nao se achava, porm, ainda sacia-
do ; tanto que durante o pouco tempo que
deciorou-se all, foi bastante para deixar
o germen da discordia e da intriga, ali-
mentando eperanas de prxima subida
de seu partido o dizendo o que era preci-
so fazer-se.
E' assim que o infeliz cidadao Francis-
co 39rnardo de Araujo, entao delegado de
polieia e um dos chafes do partido que
sustenta o governo do Exm. Sr. Dr. Bar-
bosa Lima, recebia um recado mandado
sem log"o
Semilhante ameaca era de ama insen-
satez to evidente que uinguem acredi-
tou.
Mas quer saber o publico o que acon-
teceu ?
No dia 5 de Junho daquelle anno, iato
, dous mezes mais ou menos depois da
inacreditavel ameaca, Francisco Bernar-
do de Araujo que havia recebido aquel-
le aviso de que temos tratado, mandado
pelo perverso deputado, cahia victima de
um tiro dado de emboscada e to certeiro
queematou instantneamente .'
No mesmo da em que se deu to tris-
te acontecimento foi conhecido i
mandatario e depois o mandanti- do fin
brbaro crime.
E quer saber o publico quaes foraiii
estes perversos ? uaa prente e a;;.:
de Sr. Cruz de nome Joaquim Conrado,
conhecido por Joaquim da tia, foi o
mandante c o fmulo mandatario o la-
renta deste de nome Manual BaaettSJ
Note o publico o aegoiate ; Joaquim
Con ado, conhecido por Jwaqauai da Iiia
nao tinha iiiimisade con Francia B '-nar-
do que ioduzisse por si mesmo i mandar
matul o ; teve porm 1-rga conferencia
com o de. utado o eslava indigitado n a
ser o delegado de polica kdo tunniciaia
na prxima subida do si-u partido est-
rada com toda a certeza naquelL-s dias
pala gente que e^tav em oppoaicio na
governo honestis-im.) do h\m. >r. Dr.
Barbosa Lima-
Medite o Ilustrado a benvolo nabti
sobre o que fica dito, -pie ni i p '. ase
contestado com fundamento por ser um
facto muito conhecido em Taunraii e
veja de quasto capuz este boa m sjm
tanto tem sabido engaar.
Estaque escreve estas i'.m-o::, hawidas
liabas nenhnma preven^So sem osa
Sr. Cruz, o, s o faz eom a fim du r.^sta-
lecer a verdade.
Conhece este sanhor desda ssai i'iirnai-
ra viada a esta cidade tendo lite sida al-
gures, apresentado pelo Sr. Baria a
Caiar ijue foi importancia qne nunca teve e quem pri-
meiro foi engaado.
Repetimos nenhum prevencaa teanae
contra este hoin.'m, mas nii podeiuu
tolerar que continu a paaaar por ha>
:n sm santo dj crimes somos ai-
migos acrrimos dos hnbusteirotf ; daa
Lobos que qiierein passar por Criaros
e entendemos prensar nna aervico a >>
ciedade em geral e en pir;i'ii!.i.- a
aquelles que vivem mnis perto eUe
afint de que se previuam para nio sBf
mais tarde devorada.
A occasio amis opporuna. urna
vez que este sanhor, ene parece ais sa-
ber inais o que diz, tem feito geraer o*
prelos cantando em prosa rasa sua inno-
cencia, persuadido talvez que Mata t-
davdenio haja urna s pnsnM hm ci-
nheca os seus fetos.
Para n&o alongar mais este ariigo na>
seguirem is ein outros prometta idi qn-
nao nos aastaremes da verdale dos
tactos.
Continu.
Falletici-i de Me lo Biset
O' f/tdttnt '! -naa-U filll.l *. L'-x '* 'i '.'..I
BaetVera d- HaMa aVaei -aastas o> aavaeaaa
i'elU BJ'cwfl u--!! .n ion-i -.m pi-a* v-
tos ao atviMa-U 4a >n-ii. m I) qae e C-xi
n. 06, 1- a i-'h Sm <' fir ruU---.5 lisia-hs
c-ediioi. *Mrn cU.-uirt :.;i reipeji v :
is'.o al li 4 corone.
Joaq-r n Pr*M: c a.i i;i, oiroo |j.
li*. rni'-au l.i-e i-Oi>or-rn/.t-o'e oara o reiuo
ie H'-t-uj!, nao o >< lu v-,,- iir-*- p r hi-
la 'e vtDii-1, o-'s-o.'m-'-i--, i *aeawiaa pa<
ivatas, -i 'u ,i \- veast-, e aT**Srissi ? si-
oiiatos p'.M-r'1'i ih n44-ff lo Pj'io; ssio
oaio n-'X4 eno*-e:^l is -cu > njjo* ai
s.'". pro'-'.Mdo*e: o* aroiini FranciscoJj Fr-
'iii'iH si.r-'i*, i 1 s ni.-, i -i'it j >s> p-
i-n iia -jju P ata, na or t?:a em q ie ssiao
C )l 0-'-3*
faetf', 5 le uo i^ HPi.
Cit a Ptj de lltj', !r./i pala
\ ;.la o-, -li stisMam P.ria. pile i
pr->-ir-ir por toia parta, ni rmajT.o.l*
toti-ii o, uio-i li-aon-td-i pur-r*cia, rslr -
^i-'o-i i ta{radiVlMtaa4 pn-tr.
S' variai-sir O-^sita d-t ai lie ta
d-i-i 'iW'ji, .). imi.i da iiala da
t3:'..w nqi-jll-o d* uto-:;ii dtiio'd
k?4Vie>-ae ptraiiief so l**ris, .-
i*
Jaeob.
Vaala s^ em qu*t t>Jc ai ob a :;.
---------------^---------------
No Trtalo ds t.arapautici .i p'ofes-
sor Tcous aoiatie-s oaa afta roaai i* u a leeidan*-'
ou da um* bso''ijs:u eiaatitasuana!, anana*
gaa-sa qi*-n in^iriarelawataaMiria?asila
o donato a ns mi< <-ii ve---a JouckI-o oor
moio da? Pirlas d enaic a. d: flsrt -.'.ni
di Dr. CUrtan.
por aquelle deputado, de urna das estacoes
de Paulo Affonso ameajando-o da morte se
no deixasse logo aquella municipio !
Nao houve qnem acreditassa em tal
quixotada ; por mais desraiolado qua fos-
ee aquelle deputado nao mandara reca-
do tao compromattedor, accrescentando
alera disao que a mesma sorte teria o
capitao Antonio Lsitinho, outro chefe e
A.0 pillllc>
D. Ismeaia A. da Mattos Lima, taz
scie.ite a q;i3.n interasar possi qua as
bemfaitorias existentes ni eogenhi Tiaaba
Asea e pertaacentes ao Sr Augaato Ce ca-
do Andrade estao sageitas a ama axaan-
cSo superior a 4:000l
llacife, 7 de Maio da 1994
^ismcuia A dt i/ *..
Jos Genuino Penetra 2 taaaUi&o
blico judie al a notas escrivio da
commcrcio priva' iv
e exacooJLo era de
Ipojuca, em virtade da le etc.
Certifico que a pedido de [anta
A. de Mattos Lima em meu cart vio narra
urna execujao contra Augusto Cesar de
mesma Andrade e que t inniealaila
D- Ismenia A. de afattoi Lim.i d eun
arrematacSo pende embarg >s o qn
sendo discutido e q;ie a exncucan ,le
valor superior a 4:00;)$ Oj alm'dos uros
e custas. Dou f.
Villa da Nossa Senhora d' de Ipo'uca
5 de .Mar, de 1894
l Jos Cmmim Fcrrcira.
J. Benigno da Silva socio da esa
Eugene Goetschel & C. desu PnaJ
partindo para a Europa uo vapor Ore-
noque afim de effectuar as compras an-
nuaes despede-se de seus amigos e
fregueaes aos quaes otnwece seus praa-
timosm Paris.
, 5 de Maio de 1894-
J. Benigno da Si/i*.

f
r



Diario PeraambQCOjF Terga^fr "Malo de
ODIPAIH A1BIHU
DE
qu
nhecer
dispc
Segaros mutuos
Cuntra fogo
NA CAPITAL FEDERAL
Ao publico em geral me
grato manifestar que ten-
do chega*oda Capital Fe-
deral pelo vapor
e e tendo de fazer co-
a Co^panhia eue
represento ponho *~eua f er-
vicos disposicao do publi-
co, podeudn ser procura Jo
todos os dias Ceje na ra
Mrquez de OiiuJa n. 36,
I. andar, onde posso dar
exactas "xplicacoes da Com-
panhiS Americana.
Toma-i-e segaros sobre
movel, immovel predio?,
fabrica!--, estabelelecimentod
rues e commerciaes, ou-
trosim brevemente abrir
urna Fe-cao martima paao
sul e norte do Brail.
Prospectos e infermacoes
osicao do publico.
Tamben declaro q-ie o
Sr. Dantas Bastos foi exo-
nerado do cargo de agente
solicitador da Compaa a
Americana com data d 23
de Abril prximo passado.
Declar/j mais pne foi pro-
mov'do o Sr. Domingo T.
Roces, como a^enf. na capi-
tal de S. Paulo licando o
luiar deste vago que tem
porariamente o ce upar ei
nesta capital e demais Es-
tado?,
Muito devo agradecer ao
Dr. Antonio MolioariLau-
rin nofso muito digno ban-
queiro nos Estados do nor-
te, pela delicadez 1 com que
me tem tratado, prova da
muito digna educ cao e a
directora agradece sioce-
ramente como tem sabido
dar principio a nossas ope-
ra coes:
igualmente fteam confir-
mados toJos o< demais
agentes apresen lados pelo
nosso banqceiro
gundo relatorio
tado.
Pernambuco, 8 de Maio
O agene geral iuspector,
Paul Boasquet.
Fallcceu nesta cidade no dia 5 do cor-
rente o artista Manoel Coelho Muniz, que
casado apenas ha 2 mezes fra accomet-
tido da urna hemorrhagia pulmonar.
Bem joven, pois apenas contava 34
annos, deixa inoonsolavel a sua.viuva,
que apenas lega- he um nome honrada.
proveitando a occasiao agradlo ao
digno moco Frederico de Miranda Curio,
os servicos que prestou ao finado, e que
jamis 'sero olvidados pela familia do
memo.
Recfe, 7 de Maio de 1894
y os Lanriano da Silva.
senioras e cavuh-Mros aae anda compareceram
I na sede abrilnaouo lo mu *a** prese>icas o
acto que aCt eve lotjar is 7 horas da nolte.
Mano especialioeuie a^rauece digo direc-
tora cedido seos salOsa pira ler logar a refe.iua ios-
UHQ'dO.
S, todo* to p-eUr.o, sua gra-Hli.
Em 6 de Malo de 18A.
A commissa).
Mascaras abaixo
Deicansamoa as armas o.ra om armisticio.
Prometemos que terminado este, volaramos
parta.
B oiramos, do recom'ci da nos-a gloriosa
.A,or,n tarfa, quaes os seua motivos determinantes.
V>reiO-, Magj leuJOohjK4aSr. D-. Hano-l Barata
G-! apparecido oa irati.-vasa by jotnecaodo ao
publico a goa pslara vaioss de qua vira por ai
meaco d'feoder-Be das acomowiidas iraicOes
que Ibe nao at.rao o* eeua wjostos detracto-
res, estamos por uso libertados da nobro in-
cumbencia qce axpoutanejmeuie ooi xpaie-
cpouius, pois. as a'm..
K S. S. uinpreao* diier-lbenao tera que
graecr-oo* o ssnico qo nev parecer Iba
ier>ao*-!hi preataao.
Nao.
Nos vet-'O'iiamoj purcinar a juscj ce ama
cima, e c a U-iWiJiialidale d.i nim^m.
Jupiniano.
A' diga directora do Hlppo-
droma do Gsmpo Grande
jdsti9a!
A opicISo publica pede a essa director!, como
jaincelra que para nao lcar dei uu laca jo-l-ca ve-a conira o jo.key malvaao
J.is Marc.lino. coobo tolo apt.iaraui Iorono
i- pareo, qut> alen do i'So Ivcar o ao">al Ta
oor, iratoa de C"c8ga-r*r a torta a ral o Tonlon ;
em seguid, no i- p^rt-o, aunou praticaoio aB
mesmna faganb** com H-ri:udelle, at na freDta
das arcDiDancjUaa, qu-, alo uevu dar ob escn-
dalas peraote os olbod do publico e directora ;
iiasaiva o dito aoimal de queixo torio, (awnflo
riiiug i.r o animo do publicu.
Goubecld B*a iane de arbitrariedades pe'o
toawaiu joclcsj. eapr< a optDiia publica que a
dlgaa Jirectoria dio ueaari im9*uf, e Ibo aeja
da Toda* as 1" prensa* jl -en r*-l2iado conira
eBe malvado jockey, qo ism al prtcpliado a
vida de seos coinpaobtiroa e pedido as dianas
directoras a ex?oisfi..> ue* mlaiio olcy,
com o que muito mcrariaoi a sociodaaa* C'jijjje-
oeres e a burnaaisade em tttf. Picamos ccq-
vico?, Sra. director., a.* qa- ftrao jast 5a.
7-3-94.
A opiniao publica.
EDITIS
00
agar
do
Ao publico e com capeclalidade
ao coaantercio
Silva Rimos & de-l*r,m ao publico e ao
coaimercio que nao se r-sponiabii-sam por de-
bito alum cooirabiio bji non da lirma, a nao
ser a^xic'i'da por seo p-oprio porb^, oa pe*-
soalxea>e; d^c ar.m mais que fauja o prseme
artiga por ierem sido victimas de om audaz ga
luoo qu", usanio da en nrma, foi em um arma-
tem de x^rqoe na ru da Paia e comprou utua
pjrr;o de tarque eai eeo nome.
Hec.f.', 7 de M&10 de 1891-
Sva Ramos & C.
local, se-
apieseu-
PhoBograptio Edison
(Da {'publica, do C-:t.r)
Ktv'oi nos o seguate :
Tiemos occasiio da >- o N>vo pnonogra-
nbo que re:ebeu empresa teiepoooica desie
E'tado.
A macbioa sem davida ama pe'feico, por-
que alm d.. sea elleito matavimoMO ja coabeci-
do entre 005, esia laiuoaamaote preparada com
todos 03 Beos metae* aieilaios e com urna
quautidade leoUs capax a< viajar aaaoi sem trais'-orno al-
Mi
Alm enire ellas a exniblcJ do grande concert de
Cbicago, tea urna v sas.
Sao de perfeiu escolba o* phooograpbjs
que teceoe a empresa teiepbooica ae-tia cidade,
tan'o urfo qoe o o-iido ao S*. Pereira dos
Santos, eaoora meaos ap-)rflfOiido tem sido
exbibioo com vaoia^eai em tjdas as localidades
onde fax a sua est-a.
E' um bom mel ce faie*-e urna fo'tora. no
Interior do* Estado* que aiod* nao cojbecen
esta raaraviina do seclo de Elieoo .
Consta-nos que emorea depois de expol o
em algumas sestj, o vender a quem por iseo
se oropoier-
E' digno de alieocio para o; que procurara ea-
nbar hci ameote alaooi diobt-iro com um pouco
de trabtlbo teodo por elemento a mais sublime
inveocao do seclo
Agenie*.
Pamplona Irmaos 4 C.
CEAKA'
Edital
Estrada de ierro Sal de Pcr-
asDibaco
De ordem do Sr. director engenheiro
em chefe, faco publico que no dia 13 de
Maio ser provisoriamente inaugurado o
trafego do ramal de Glycerio a Unio,
ligando este ao estado de Alagoas.
Haver, a partir do dia 16, trens mix-
tos duas vezespor semana, aos Domingos
e quartas-feiras-, para os quaes regula-
rar o horario abaixo.
O transporte de passageiros, baga-
gens, encommendas e animaos ser feito
distinctamente em cada {urna das estra-
das (Alagoas Railway e esta) at que de-
finitivamente se effectue o contracto de
trafego mutuo.
O transporte de mercaduras em geral,
ser effectaudo directamente de qualquer
estaco d'esta Estrada para qualquer ou-
tra da Alagoas Railway e vice-versa.
As mercadorias que se destinarem s
pracas do Recif-j e Macei, podero ser
despachadas com frete pago ou a pagar,
na conformidade das instpuccoes regla-
mentares e tarifas em vigor, aquellas,
porm, que forem remettidas das capi-
pitaes para o interior pagaro o respecti-
vo frete no acto do despacho, com exce-
peo das mercadorias que se destinarem
s estacoes intermedias, cujo frete ser
pago at a ultima estaco da estrada
que o eFectuar, segiiindo a pagar [at a
estaco de destino da outra Estrada, que
cobrar o frete devido.
Todos os esclarec mentos de que care-
cerem os interessados sero mnistrados
pelos respectivos agentes as estacoes
das capitaes (Recife e Maceil e em todas
as outras no interior.
Palmare-, 4 de Maio de 1894.
0 Secretario-
Jos da Cunha Liberato de Mallos.
< * Z. n ^ O 0 ; r-H "tj, 0 LO '
c> c ->; to to t t oo , si O
M 1 ': 0
* ! . erj cr. "* 3 2 ; co rr m O t- C- 3C XI 1 *
2S O a o 5
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<: >*< 0 4 censor- 1
-t 0 S 1 **1 rr:
u 1 X
O
a m O M 2 -11 "1 .2IJ '3 ci B -
- O < /; JK" <
aoDlicadu pela improsa e CQxado
cosime.
Dado e pausado nesta villa de Agua Prela, em
21 ae Anrii de 1894.
Eo, redro Severo da Cosa Leite, escrlvio o
escrevl.aUaaoel Pioreoilao oe Albaqaerqae
Monteoe<;ro.
Certifico que sflix- i o idiial oa porta das aa
dlfOCii-'S df-ei wiil.i, para o concurso d narti---or
e nitriDoidor dHAif luonicipio. ou t.O cfB
cial de jostica servindo de gorieiro. Cielo Pires
de Carvalno.Em 21 de Abril de 1894.
E iaais Dio te Cootioba em cito edital aqu
Belmente copljdo.
Agua Prera, 81 de A^-tl do 1894.O efcMvao
de orpr.ajs, Pedro Severo da Cj-j a Leite.
Re cebe doria do Esta
do de Pernambuco
EDITAL N. 8
O -dmi.-iiatrfd-ir da Racebedoria d este
E-*tado,f'E puhlico, para coohecimeoto dos
respectivos c ntribuictee, qna, deotro de
trioU \iB uuaia imprcrogavria cootai s do
!. de Maio prximo, serSo arrecadados,
bocea do c-ilra es irapos'os abaixo men-
cionados decratado peU lei de orement
em vi.;or e relativos n 1 seme*tre do
exeroieio corren'e < 1894.
Reoebedona do Rutado de Prnambacoy
23 d Abril <3 1894.
Jbffonso d' lbuqverque Melli Jnior.
l>i'D 40 0(0 Sob-e o valor locativo das casas
de eooKueico, i.;da-tria e profiasao na o-
ded ^o iocife.
30 0|Q sobre o valor locativo dos oasas
de cumoercio, iod<:stra ou profis.So tora
da fd~de do Recite.
20 0-q sobre o valor locativo dos dep-
sitos ou rtepeodeacias dos estnbeleiiaea-
tos s'ije'to a impos'.os ele 40 0,q.
2;J000 por tutelada da Ivarooga e co-
no le c*n o dessrg*.
Cornpnrii' de bf-mn^iros.
ODr. Beruardiuo Mirauhao Jan d Dir-110 e de
aozentea do moincipio do Bejo -a Madre da
Deas do Es-aao ue Peroaoibuco en virladeda
lei Pie.
Faro sab^r aos cue o prRoente e-liial vir-m od
eile'iioticia liverem;qu baveudo fallecido re
pentinamenie no dia cloc do crreme mex de
Abril no diirico de Jetona djte municipio do
Brejo a onde era rro'ador L*on das Das oa Gri-
ta, solielro, seo deixar te-iamento e nem her
deiros preseot-- o conbeciaos. teudo-se proct-
dido por este Ju'io a arrecadaSo de aeu ispo-1
lio que se acba devid.mente depositado, sao
chamados oa berdeiro e soc es:-ores do meBn
tinado Leom-iai Dias da Costa, e todo' que di-
roiio tertnam <-m sua neranca.a virem habilitar-
se de conformidade com a lei no i,ra?o e seseen
tadws a coGiar d daif aes'.e.sob p-nadesepio
ceder Ando erte praxo no* ulterioes lermos da
art^caflcao. -
E par* que thfcue ao corihecimenti de iodos
mandel larr o prseme qne sera aladn no lu-
gar ao coso-ce. e pnbhcal-o por tr. z exe8 no
Diarij OQ ia ne6te lisiado e remetier do'.S de
igual tbf-or a> Juiz de Dir<-ito do mcoicipto de
Igoaras p.ra cer publicado om na sede a'esee
muuiripio e oatio na liba de I.smaraci aonde
coiitta existirem iai.io-i 00 meuio tinado.
Da ;o e passado nesta cidade do B eji da Ua
dre Je D.-us ros 26 dus do mez ce Ab-il de
1894.
Eo, Joaialm Cordeiro Falcao, escriv.lo de or-
pbeB e aojene o escrev', BernarJino MaraDbao.
E uada mais se cooilnha em oito edital cima
cornado do proprio original ao qna! me re poto
e don t.
Ea Joqaim Carolino F.lcao. escrivao de cr-
phao e susetites o escrisi. Certifico ea porUi
ro intenou dos aaditorli.s qi nenia data aflixei
no logar oj coiiome o ednal cima meoclona-
1 do dou f.
Cldi.de do Brejo !C de Abril de 1694. O odi-
lri ue jostis e e p.-ieiro iUsnoo, Sergio Jo;
DiciBflses.
N*da mal p comtnba em dita cerliillo acirca
cooiala doo <. Ci-mmm do Brejo !6 de Abril de
894. Eu, Jo.quim Carolino Falcaj, escrivao
ce o-pbiio8 e ausoles oesenv: e a.ngoo. .0
escrivao de orbaos e aoseotes, Joaqmm Caroli-
no Faicio.
PRADO
MMBUCANO
PaOJEGTO de nscripcao
Para a 15.* corrida que se realisarano da l
de Maio de 1894
1.
2.
3.
5.
PAREO-Fe-nambnco 1.150 metros-Handcap. Animaea de PJ;
buco pbsmios : 3000000 ao primeiro, 60S-00 ao Bagando e .-UUUU
ao terceiro. D,
Pcso-Bismarck, Piramon, Maarity e Aventurero 54 kilo cada um, flatl
Hoguenote o Piryiampo 52 kilos cada om, Triunapho, Dutbo Tara OU
kilos cada om e os demais 48 kiles cada um.
PAREO-lMprcasa Pernambucaaa- 1-800 aetroTHandcap- Am-
maes de Percambaoo. iremos 5005000 eo pnmeiro, 1000000
so segando e 500O0 ao terceiro.
Art. 5. BiGmarok. Piramoo, Maurily e Aventareiro.
PesePlutSo e Huguonofe 56 kilos cada um, Pyri-ampo e Tnampbo 54 kilos
cada um, Dublm e Taroo 2." 52 kilos cada um, Todo-, Pigmea e Nababo
50 kilos cada um o oa demais 48 kilos cada om.
PAREOEfterby Club de Pernairabuco1.100 metros. Acimaes de
Pernambuco. pks:mios : 250*000 ao prmeiro, 505000 ao segando e
251000 ao teroeiro.
Art 5." Os do pareo I prensa Pernombacana e mais PlJtSo, Hagoooota r'iry-
Ismpo. Triuropho, Dublino, Tarco 2., Tado e Pigmeo.
4 PAREO -Hlp|xdrmo do Campo-Craade l.OoO netr^- Ammaes
de Pernambuco. PBKMioS : 250^000 ao primeiro, 50.J000 ao wgando
e 25(5000 ao terceiro ,/-... ra i-
Art. 5.* Os do pareo Imprensa Pernam'jnca e Derby Cmb e mais Ida, Horlia.
Ally S'oper. Nababo, Hirondelle, Malaio, Debique, Jarde, Pathobouly, (*sl-
lot, Tenor" 2. e dena-boaci.
PASEOSpormB1.100 metros. Animaes de Pernamonco.
250,5000 ao primeiro, 50^000 ao segando e 2o0OQ
ceiro. .
Art. 5. Os do pareo Imprensa Peroambaoa, Derby Clab o Hippodromo do
Campo Grande e maia^Mouro, Mascte, Famarja, Mahu^eres, Tra^oiDaii, Ma-
digo, Pontable. Tupy'2 ', Scepticismo, Froaiim, PirsU, Coloes Tosvloa.
PAREJAnlmaeo 1.200 metros. Ammaes de P^rnambaoo. PB-
MIOS : 25C5000 ao primeiro, 505*000 ao segundo e 230000 ao ter-
Art. 5. Os do paroo Impreosa Pernambaoana, D Campo Granel e Sportman e maisRegente, H-nireb, Talicier, Ber|a-flor,
Conforme, Narciso, Philomomo Vingador, Villagem, Sax>ta F, Tiberio,
Vioganctt e Pbariseu. ,
7o PAREOInicio-1.000 metros. Animaos do Pernambuco que co tenbaai
eanho premies bob prados do Recite salvo a comda de 15 de Aln,
de 94. contando oa nao victoria. Premios : 2oO*000 so pruneirol
50|S000 ao aegundo e 25(5000 ao terceiro.
Observares
Nenhom dos pareos conta viotori, nRo consideran! se restados, sem qoo so
. Bcrovam e corram 4 aninuaes de 3 proprieUrios difiereotes.
A proposta quo n2o estiver acompanhada da reipeativs ipor.*nca *
' "'A nscripcao encerrr-ae-bi terca-feira 8 do correte, as horsi ds tarda
aa secretaria do Prado a ra da Imperatris n. 26 1." andar.
Secretaria do Prado Pornambucano, 2 do Mato de I*M.
O secretario,
PBEUIOS :
25(J0C0 ao toc-
5.
Casameato
Argemiro Osorio da Silva Barros, avi-
sa as pe-aoas convidadas para assistirem
so acto do sea casamento na igreja de
Nosea Senbora da penha, qae por motivos
imprevistosser elle celebrado na matriz
de Santo Antonio,no mesmo dia e hora
designado.
Afolados, 5 de Maio de 1894.
ki
eoramereio
de
Vende se 3 partes do engento Santa
Anos, no ra'ioicinio de SerinbSera a tra-
tar no Rcfe, ros do BarSo aa Victoria
n ;5, laja, cim Joto Corris.
Oditoongeabo ds grrode proiaccao
e de transpona fac!, bas:a diB"?r qae limi*
ta-ce eem c* atareado "u^enho Jc^jir-
Terrenos aa freguezia das
Gta^as
aonnnriad'i |pM5o para o dia i
Acatos f.e
do correte a oe veraoo terreno* ua f.-egee-
zia de Soasa Seottora rtaa S-acas. per-engentas
Alii/.o Rozado de Oliveira Guerra el a irar.nde d<. S. P-aru o'Ocrtws o R-c,fe.
... r" t-. j 1 <-> jnl, cs.0 asrten.vntes ao aerrvo -'o l).-. ludo Hooo
Minervino Fernando da Costa "*,^. Belaa i maod^do* ao corpo do commercio que nosaa data sera ar h; lo-la p qualqui- Iransacclo relativa
diasolvsram amigavelmente a sociedade a0 Clt.)! t-.;recoa. visio ctia.-as niar.otenita
SacreUria 'a InstroccSo Pablioa do Es-
tado da Pernambuco, 19 do Abril de
1894.
EDITAL N. 27
De ordem do Dr. Inspector Geral da
Iast'ucgao publica e om virtudo da repre-
sentacao que Ibe foi presente pelo Dr.
Rdgedor do ymnasio Peroambucano,
chamado o prefeaser desse estabelesimento
Dr. Kavmuodo Caroeiro de Sonsa Ban-
deira, allegar dentro do praso de 30
das os motivos pelos quaes nao tem se
apreeentado aula de Sciencias Nataraes
desdi o din 10 de Outubro de 1890, data
em que Ihe toi concedida lionnga para to-
mar parte nos irabalhos do CongresBO Fo
deral, sem qe, entretanto e durante ss
ferias do mesmo C .ngresso tive-se allega-
do qaalquer motivo que jastificaaae a sua
scaencia.
Na forma, po*. do art. 197 2. de
Ragolamento vigente da JustruccSo Publica
e de ordem, como j ficou dito do Dr. loa-
pecior Geral da InstraceSo Pnblica, fica o
eferido professor intimado ptra no a'.lu
dido oraso da 30 dias apresentur aa sua
sllega^SS.
O menciondo p"ftBO correr do dcimo
quinto dia da publicac&o do presente edi-
tal sob pena de procederse
Edital d. 26
!u*p?ctor; Geral da Instruc^o
Poiilica
Do ordem do Dr. inBpactor geral' da
Instrac9ao Publica, faco saber aos profes-
res em Jisponibilidad abaixo deparados,
os quaes tem mais de 25 snnos de ezerci-
eio, que, em virtude de ordem do Dr. Go
veroador do Estado, contida em officio de
l de Mroo passado, devem, dentro do)23368.
praso de 45 das, a contar da data do pre-
sente edital, presentarse a junta medica
do est.ido, afioa de serem inspeccionadoo
de sade.
Jos 6. S. Souvia.
12970.
2323a.
23253.
23337.
a su rav?
que gyr n'esta praca sob a firma Guerra,
Fernando & C retirando-se o socio An-
tonio Jos r ernandes.que era cominandita-
rio pago e satisfeito do seu capital e Iu-
cros, s continuando os abaixo assignados
sob a mesma firma a com a sua exclusiva
responsabilidade
Recif, 5 de Maio de 1894
AHpio Rosado de\Oliveira Guerra.
Mi nervino Fernando da Costa%
de Socccrros Mu-
dos Officiaes da
Nacional
Lesna
mos
Guarda
agradec mesato
A commissSo exeeotiva do esiejos a ins-
Ullaeao a Lfgiao de Soccorros Unaos do O-
flci:.ea da Guarda National, vem pelo prts^nle
/estar sni gratidio ao Exm. eReVro. Sr.
do distnctor milita', coroctl Savsget.
B;spo diocesano, aos Exms. Srs. c mroandanie
e aeo esUdo-maior, commancantes do e IV
bata'nOes e teas cfficiaes. tcente coronel Dr.
director o arsenal deGaerrp, major Or. Corio
airecior do Hospital MilUar, coaimarjdaBte e offi
ciaes do corpo policial, commandaate do esqoa-
drao de cavallaria estadoal e s*os officiae, as
asso'Kc68 representada?, redacefies do Jornal
do Kctfe e Oazeta da Tarde ., bem asslm a
todas as exceUentiBsim.is sentiors e cavalneiros
o sen mtgnanim compireciaienio para obft-
Ibaniisma e encraDdec'mento de boj festa de
rastaiIscSo ; e bem como agradece as Exmas.
>or Bentioca e pofse jodlcitl aaoa re!o Dr. jnii
de dire'to ao civel, cartorto do escrivao Mi-
clssitr.o.
Qa^lqaer transaccao to UrieTeito sendo rea
Ksd* par ictenaeoio <(;< pess procoradorss
Dr. Fe^e- oj ;j sollcitsjor Moreira Dia=.
Recife, 1 delaio riel89i.
lis, de sc-jordo com o | 1*. do citado ar
t;g"-
(.) 8ecretr>o,
Bacharrtl Pergantino Saraiva de Araujo
GalviLo
jEagenho Timbo- assn'
CneRanoo so cootiecropiuo i!o abano aselg
na^o que alpu^m seoosv-loa a miuna sora a
veod* Dtea Bine, nnico cerdeiro necessano, vecbo de-
c-mar qpe empreeare os ox-irs r-:fci8s para
pvilar : v-nrta 00 tax""1!*, no qoal possuo bem-
fdtorias no v lor de 40 00000, oeviuamsnie
ptconOeeidJseB'nUiuc proferida na questSo
a que arrasuram Qir.ha --ogra.
AVffestu O -a' aodrain:
Engento Timbo a^.-. S e AUe tj 1394.
ESPARTILHOS
ELEGANTES!
CONFORTA VEIS I
Receba graadeaortimento
~~. **..-*"-
.vtKQ'WM
i. BPfcacSecretaria do Govtrao do Estado de
Pj ni-.nr.nco, *-m 25 oe Abril do 1894.
Edital.Do oraem do Sr. Dr. Govemador do Es-
tado e t;:i ofcSPrv<-ncia ao disposto no art. 157
to r'golatD. uio aooexe ao decreto D. 9,120 p
28 de Anril de J883, fnco poblieo o eaital
aoaixo trangjnpio, pourfo eaa coocurso, coto o
pra?o rio 30 du.a, os i'fcio^ c partidor e 0:3-
tnbui:or o menicipio de Agua Prela.O se-
cre'ano, Joao Anena o Ferrtira L;aja.
EDITAL
0 Dr. Macot-1 Florentluo de Abaq'erqse Kontt-
negro ju a ds dtretlO do municipio de Affua
Preta.' &siaclo v-e eruambuco, em virtuie
da lei ote.
F.co sater a qoern intereeear pos^s. que com
orau de 30 Gias, a contar oerta da ti, es.a
aborto o concurso para os provirxeulo de para-
dor c eotribuidor deste municipio, un viitoiie
da portarme? 18 do correte, do Erra. Sr. Go
veruadur do Estaic, em vista da renac" qae
ffi o re-ipectiv Berventaar-o Mlgnei Corola oe
QaMrcz B rrot, cajos ciflicins fi.ra.o creados cela
le/provincial p. 1 40o ue 12 de Maio e 16:9.
/Os coneorrf niea oevtro juntar, em origina'
aa Boas ptticoes. os sefrointr-s dofomiitos : !
-auto de exame de siifficencia ; 2, certldao a-
iiade ; 3, csrtlfica'o ce exacoe ariihm.tica ; 4o, folh corrida ; S'.au-sado rae
dico de eopacidade pbyaica ; 6. proenrrcto es
pecul s? re-]Oererem por procurador ; 7* fipal
m^ole. ootros liocamentoa que forem conveDien
es pa-a p*o*a ce <:apacidaie proflssional. Tud
decoor>rmidade coa o art. 210 aens para
erannos, do decr*.to n. 9,420 de 28 de Abril d
1883.
E para qce rl^co*? a0 coobecitnedto dos late*
reBsados, maa-lti passar o p-eata.d que seri
BfcUq3o a que se refere o ed tal supra :
Manoel Marmho Cavslcanti d'Aibuqaer-
qu".
Tberesa JoBepbina da Cunha Salles.
Benjamn CooBtact da Ontra Salles.
Clara Olympia de Lana Freir.
JoSo Landelino Dornellas amara.
Maria Cristina Cav*lcanto Pesson Cesar.
Gracilinns F-*licissim Cbral.
Carlos Joa Dias a Silva.
Maria do Rosario Pinheiro.
Leoocia. o Lnna t-reir-.
Antouia d<-s flojos da P. reiuscuU.
Oigoa de Sota Risa.
Hermellico Elseo da Silva Cnec.
Isidoro d-rinho C^z-r.
M-ria Theilnaa de M.icedo.
Itebal Francsca de Quentai.
J00 Jos Ri-'eirc.
'T.ritt ?r.co80J* de Soasa.
Fes Vt-lois Corris.
Tberee Kmia da Soosa Gomes.
Maris MareJooiMs P-rcir de Lima.
A>i elift Aftgoata oe Movaos Qaiotal.
FcIbcod Adolphn Hn Cuoha Salles.
Paulina Maroeiioo Tberes* Alexaodrins d B-rr-s Mello.
Maria Paol na Alvea dos Santas.
Maria Claro de Mello Fisoeir.
Leopoldina Rou,na Me-des Gon9l*-eg.
Manoel Faiix do Ssaeimeoto^
Lpovegiida Maria da Silva O rdeiro.
F^lisbins Constenca d'Asevi
Secretaria d. .lcetracclo PuM ca do
kdd da Poruutabi;co, 12 da Aord de
1894.
O Becret'irio,
Pergentino Saraiva d'Araujo Gal ao
s0ES
te
as coedi
Agencia de Emprestimo
S5o convidados os 8rs. pcssutdorHg das cae-
uhs ab3ixo rf-egataas d'edta aaia a JO rilas eob pena
ferein Vf-ndi!a3 conTcrme determino
crs ssiignada pelo Sr.e anpnnantes,
* Ni. _,5i_2l4_2l8-20-!33-J43-2')i-
257=283-284 -288-293-298 -308 311-314
-315-369-373-288-424-428-438-4i0-
457-481-468-473- 481-497-497-501-302
510-416-220- 54-569601625637- |
hecile 1 de Malo de 1894 .
Leu V^rnet
Monte deSoccorro
50' E Este estabflecimento far leilao no dia 9 de
Malo prximo, por iaiermedio do anete Mar-
uc, rm aoa sisa a roa do Bom Jess n. Jl, b
il doras da maoba, doi objectos que do foram
rescatados at a vespera, constante das seguin-
|pg raotellas. j k.i.
22616. UmalOnit-?, 1 medalha, 3pares de brin-
cos onro a le', 1 alfioeie e 1 corceo
ouro baixo.
Ums polcetra de coro 1 broche, 1 par
da brincos cravejado de fcrilbaotfs. 1
broebe para retrato com circulo de bri-
dantes. .
Du'8 polceiraa, 1 alflnete e 1 meaaloa
ooro de lei. .
Ums voka de ouro, 4 medalha ooro de
Um altioete de ooro cod bnlbante. 3
pares ce brinco?, 2 pessas de brinr.oe,
lmelalba.1 roruao, cruxes e 3 bo-
i6ps ouro de lei.
Urna conente Je ooro para relORU ooro
oe lei.
Um annel de onro com om brilneote De-
qneoo, 1 polcers, 1 cordao, 1 coracao
de ouro, 2 correntes, 1 rxedalba, 1 par
de rozetas. 1 alfintte, 1 fnntl e om to-
15o ooro de lei. .
Um afloete e 1 par debrtncos com bri-
inante ouro de le.
Saa corrsa o ala3 Pf roloalo
cero de lf!.
Um annel de oofo com brhante.
Um annel da ooro cem 1 bMlhante, um
par de tosttas cr^vejadas de brilbanies
1 broche com brilhamee diamantes.
Um par de rosetss.de caro com Pri-
mantes.
"na pulceira e cm par de brnces enm
^(.laerslssa ouro de lri.
Um aonrl de onro cem cm bnlhante.
Urna mneda de ocro de 52. 2 sitas de
iracce-
lim, l medalha, 2 hg de coral em ou
ro e 3 teteias ooro de !ci.
Um bateo de ooro cm 2 bMIbaate pe
queuos. 1 iranclim, i meoalha, tdnllar
com Upo, 1 alfioeie. 1 pfSJa -le pulwira
3 BODeU, 1 uanea ouro de ti i. 3 palitei
ros. 1 coador el pcnteiro*e prau oe
lei
Dous ann'iJ de ooro cum 2 brbantes
perjoeno?.
Dous boi5'8 de ouro com brilbanles pe-
rcenos. 1 .
rjn annel de uro rom bnlhani.es e 1
.-rrerjte de 'Uo para relcglo.
Urna voita dt.curo, 1 medaiba, 1 .ran-
c^lim e 1 relogio oo'o de le.
Urapar de rosetas ce onro cora Srilhan-
les peqceocsem circuios.
Fr.lbaotes pequecos od rzpel-
Um alttaete. 1 par de brincos, 1 vea
traacelim e i croz ooro de lei.
anoel de ooro cera i oMnan.e
23392.
23419.
2352!.
23690.
23771.
23891.
243J5.
14349.
2433a
24352.
243:6.
24579.
24f3i.
24725.
24773.
2TS1
248t.
24913.
4931.
24932.
24934.
24944.
25008.
25010.
25012.
25014.
4842.
24819.
28S6.
24366.
2487.
24894.
24S99.
24901.
24902.
U.n
r-equeno. ...
:o.l de ocro cem 1 p.qr.pno bn
te, 1 par de briocoa cora perolaa e
3 botOfs de ouro de le-
Um altioete. i snnel, i par ne brmcoa.
l mediina, 1 rolla ce cordao e 1 cruz
f.uro do iei.
Um accel de ouro cern i f:phira pe-
qcena e uiamantes-
Um broche, 1 rr de rcar-tai, 1 meda-
lha, 1 rosarlo de curo, 1 dedal, 1 so-
rv l curo de lei.
Um ficete de ouro (incompleto), ama
mcedi^ba de ooro corn p de praU para
alfinete onro de le, 1 par de batOes
(qnebradof^. 1 vul'a de cordao, t aone!,
l crax. i tiga ouro baio.
Urca correte e meJaltia para relogio
ouro de lei.
Um pr 00 rosetas de ouro com 2 bn-
Ibaoie* e diamantea, 1 par de rosetas
com briibatites pequeos um altneie
cravejado de ros pequeas, 1 volia de
onro com lac e iueoalh3. 1 pulceira.
1 par de brincos e 2 medaibas e i
reloglJ ou'o de Ui.
Urna polceiera cravejada de brilbactes
e com fios de peroias, i broche todo
cravejado da brilhsntee, 1 par de brin-
cos tambera cravejado da ditos-
25021.
25026.
25027.
2029.
25033.
2JC35.
25039.
25049.
25064.
23087.
25091.
25098.
25148.
25149.
25164.
2560.
2o83.
23I9G.
252C0.
2o2ii-
2S23I.
HW.
25281.
15323.
25338.
253 0.
3 3c5
25377.
2538.
5394.
23429.
Um relotio de ooro, lei.
Um par de loxetaa de ooro coa bri-
manes.
Dois Dvtoes, 2 voltas de trsocllla so-
te tettias de caro e l reiog de osro
lei.
Urna correte e medalha, ooro Ce lei
para relego.
Uai rtlogio coro de lei.
Duas poiceiras, i broche, 2 pares ds
Mocos. 1 etilo rosetas ouro le.
Um broche ouro sosa circulo de pero-
las, para retrato, 1 slfloeie, 1 vota de
irn, lim e 1 ern coro se le 1 corda
1 emblcaa ds Seobora da Conxica,
onro baizo.
Urna correte rom medalha e porta reio-
ro para Sra., 1 par de brincos si me-
da iba de curo de le.
Um par de rosetas de ooro rota 1 bri-
Ihintee, 1 anne' com 1 saphir s cirrslo
ue brilbante8. 2 aooels com eemerslsas
e perola*. 1 Dar de brincos, 1 dito ss
roseUs. 2 broche. 1 medalba, 4 nares
de boidus. i volta de t-aocelisj, 3ea-
nlemat, 1 redoma, 1 caneie coro de lei,
4 boiCes com perolas. 1 par de rosetas
com 2 ditos e 1 1 elogio ture de lei.
Urna correte de ouro de le para relo-
10.
Duas salvas de prs'a oitavsda praU de
lei, 11 colheres oara soopa, 13 ditas
na-a cha. 12 garpbos, 12 rabos rara la-
ras e 1 paliteuo prai baixa.
Una salva octavada, 3 coli.ere para ti-
rar soopa, srros peixe P'Sla de lei.
Um aloeie de ocro c ,m b. i bsolM os
1 u de lei.
Um par e brtaess de cu-o com b-i-
Ibanter peqcenos c I par de brinco*
nuro de le.
Dois pares de rosetas de ooro rr>veja-
das e brilbtnle- 2 anneis cem 2 bri-
lbant-8, 1 acntl com 3 ciios e 2 fes
de perclas.
Um Fr de brincos. 6 snne-s 00-0 4
le. i vola de co.eu, eom croa e 1
dedal coro ea*.
Um snnel de ooro cem i rcb:m circe
lado de brbantes.
Uaa crrente de cor. de le p*1" riit-
(10.
Dois bnllfs, i esfucareiro, 1 leiteira, i
manteco-i-a e 1 frneira prala de lei
Usa palceira de toro c e briibao**
peqoeno-, cv-m cre, c^m b'iihaDt-'. I
ctr.-enie rom D>04aiBB pira relogio.
ouro d* le:; 1 lio de perclas e 1 reloirio
nnro do le).
Um tren-em, 1 medalha e i annei de
ouro ff lei-
Uaa ptl:eira de onro cem h-haote.-
l-t-qneoos, i BltJ de ccrc e 1 aitl.e'r.
ouro de M.
D'j cneoos bnlbaatei.
U u pa- rioeo, 1 di'o de artoHas,
3 batees, '. oeru ae
lei.
Urna corr n'.e dupla, rafa rsstfP
ie lei.
Ua p-ir de resetes t trsnc lisa, 3 ao-
neii, 1 looeto e 1 craz oaro te le.
Um aune! >:e ooro c.m 1 brQaLti pe
sjseas.
Urna co'reutc con ^;e;alba. para r lo-
10, on'O ce le.
Utix seftaeirs c otn corr 1 brilbacte.
oeej d *o> -
Um Ira i'0 te "',-
Urna voHa de ooro eaa tofio e 1 meos-
Iba, ocrt de i
Um tranceim, ou:o do M
Urna correte e medica para relefi?
e 1 reli'Rlo OBM de ei.
00 a patsetr, ocro ac iei.
Um tranceln', uro de le.
Dona btfOVs do curo com briltjantes
peqa-P03 e um broche de oun de le.
Das seteeiras ae oore e 1 re.o^io s
onro de lei para secfcora.
Urna correaje de curo de Ui para re-
io:o.
Om irsncelioi ouro de 1*1.
Dona sonis com bnlhantee peqaepcs s
1 dito coa e Um trsacelim, oro de le.
Um par de roletas de earo cea bti-
Ibsaies.
t



Mari m gwaiidme Tw^a^gfra 8 tle Maio
.*.*--- ." .sffl "AftJft
15441. Urna corrente com cete par reiogio,
caro de le; 1 fcotea oa o baixo.
184A3. Urna volta de oiro, l medalto e l par
de brincos, ooro de lei.
15452. U a reiogio, ouro de lei.
18463. Um aoeel de ouro co. bnlhan'e.
28466. Urna correle e medalba para reiogio,
caro de lei.
18468. aw eorreote dopta para l8l0 ooro
de le.
18473. Um par de rosetas de ouro cora tor-
qnetas circulada de parola.
55*83. Orna correte de onro para reiogio, ooro
oe lei.
18468 Um par de orino e 1 dito de rasetas,
ooro de lei.
35194 Um trancelim e i anoel, ooro baixo.
J5501. Um altinete, 4 boirs, i t ira, 2
cordes e 6 moediobas de >
t6es, coro de le.
35507. Tres alceles de ooro. 1 mo
de ooro com argolla, i Bga, t
rosetas ccm coraes e 1 dedal, curo ae
lei.
25508. Urna polseira de ouro coniendo brilban-
te e esmeralda e i dita de ooro de lei.
23323. Urna Itit ra, 1 sala, prata baixa.
2553!. Qoat-o cssticaeg de prata, 2 salvas, <
plue ro, 18 colberes para sopa, 12 ditas
pira cba e 2 conxaa p*ra aseocar, pra-
ti de le. Urna polseira. 1 aitinale e i
par e roieas, ooro de le.
15540. Um l-ancel|ro, 1 corto, 2 pares de ro-
letas, i dedal e i orna croz, ooro de
lei.
25341. Una va..a ue cordao, 3 ttelas de ooro,
i medalna pequea, i botao, 2 anoeis,
caro do le, 7 colberes para cb, de
prat:.
2L:5ii. Urna polseira de ooro, coto briiaantes
pequeos. 2 pnlaelras anudas, orna cor-
rente a medolba pira relo?io, ooro de
lei.
25548. Dous pulseras de onro contendo oessas
crav-jaas de bnb,.nes e lios de pero-
! s, t deadema de ooro crav<]ada9 de
b'libantes, i par de rozeiaa coa) dito?.
23516. Orna ero (ie ooro coro brilhantes, e 1
23560. ma ?ol Je trancelim, 1 par de !
IMi i dedal e orn annel ooro de lei.
25393. Uoja .rus de oo c COlfl brilbao'.<
ooenss.
23610. Cra peona de uno, lei.
25631. Ua au?e! de onr com brllbante.
25652. Tres bf>t6> .oooro com 3 brhaot^s.
25663. ma tolla da iranceiiai ooro de lei
95677. Urna correte ue onro para reiogio oo-
ro de lei.
25681. Doas rulceiraf., 3 a^floet.-'- ouro Je le,
1 vo.".;- d> tran:'elim, 1 tn dalna, 1 alfi-
nw:e 1 pr de bro".* ooro baixo.
25'.'82. Um par de rosetas de ooro com brilban
es.
25693- Um altinei-'1, i aaEt-l c--m bnlnarjte pe-
qceao, 1 medalt;-, 1 par de brincos, am
dito de roleta coro de lei.
23-Ci7.U -d'OGro com um brilnante
" p"on ico ra manta.
25 723. Dow oroes 8B curo e orna crcz ooro
re le.
25.766. Urna pui^i.-a, um '.broche de ooro, con
teodo brtlbaate* e pt-roias-
25832. Um iraocilim coro de ele
15.881. U r- ana de oo-o com cma esmeralda,
circulada de bnlhanti-s.
25.914. Doas pol-eiras ooro de iei.
25.934. Ujj per de rselas Je ooro rom dous
brilhantes e om relogia ooro de lei.
25 985. Du^e toediitias ooro de le.
25.986. Urna corralo de oaropara reiogio, orna
i se :.>'3ro, um; medalba, nm alun-
is, ota par ce rosetas ouro ae le.
25.913. Um alunte de ouro para manta, crave-
1.0 de bnlhantea e om reiogio ooro de
W.
26 .01 o. Bata crui c'eoura cravejaia de brilban-
ie:.
26. 020. Um annel de tara com om brilnante,
om f.:iv cosa om rtrilbante e doas eime
rada-, orna pnisetM, orna correte
par reiogio, orna dita com medalba
( ti k) psra aenoora. ooro de lei.
26.043 Data ifva e duas co bres para roolbo,
ora'a lei.
26.055. U aa crrante dupla com medalba para
reiogio, ; tres pare9 de brincos, ama volta de con-
ias de ou.-o, com tftteas, 1 ?ar de bo-
'0 '-.- -j.-:ednbaa e onro 6 don?
noela caro de lei.
2c 0'4. Un auoel de ooro com nm brilbaote.
26.065. Una corrente e medalba de onro para
reiogio (jenbora), ama dita cjm meda-
Iha para reiogio, 1 traocelim. 1 Ijueto
e om dedal e om reiogio ooro de lei.
26.072 Urna polseira, urna correte e medalba
a a relceio, ama Tilta de traocelim,
osa medalba, Jobs alb'oetes, om par
r*dtw 'ccomp'eta e cm dedal ooro de
iei.
2.u<3- V ca polseira onro de lei.
28.081. U a ann-l de ooro esm um brllbante,
ir.- bu -8 '-'e ouro com tres ditos, orna
voi a de onro com medlbo, on>Ki, doas
e-i r tese duas medalaas para reiogio.
u i. par de brincos, seis moedinbas de
oo-o em bi-'Oesouro de tei.
?6 087. U o reiogio ooro de le.
26.092. D ua aunis de ooro com dona brilban-
le, orna correte de oo-o para reiogio
om iraacelim p-quno e 1 par de brin
roo onro de Iri.
23 t Un par de rosetas de ooro com gran
des pingeotes cravejadas de brllbiotes,
i> alfloeie cravejado de brilbaote, nm
"> menor com ditos, om anoel com
i totes, orna caixa de ooro para rap
e oiu "orriaoou'3 de le, om cordao
0 iro baixo.
26.124. Uoa pulseira e nra annel onro de lei.
26 151. Urna medalba onro de le., dnas cruzes
j ooro baixo, 1 calix com colber, nm pa-
lieiro e orna salva de prata.
26.153. Urna pnlseira de onro com urllbaotes
p- qoenos.
26-154. Um oar de rose*a8 de onro com brilban-
tten pqaenos.
26.156 Urna pula ira ue ooro com pedras mo-
saico, nm par aj areollOes jota pedras
* rtua- oied^lbas de ooro.
26 157 Urna volta de ooro com medalba coro
- U\.
56.15. Umaonel de onro com om brilhaote
p qti'.'iio e duan escerala, orna cor-
rente com medalba para reiogio, orna
polseira, dons alHoetei, orna croz e um
rt iiai noro de le.
J6.t59. U n t-anceiiti. doas me^albae, dons al-
DGe'es r-o -s. proa moeda de prata com
a:o e ico de onro, ooro oe tei e ama
moediabade prala
26.181. Un annel d ouro com tres brilhantes.
26.182 Uma polseira e nm alfiriefe ooro de le.I
26183. Ua correntao pra rtloio onro de le.
2614. Una po^c-ira 1 ainnfete e 1 par de re-
setas onro lei.
26183. Dose colhereB para cha de prata.
26188. Dos trancilins, 2 medalbas, e 2 ernzes
ooro de li, 13 colberes, pira cha, 1
meraca prata baixa.
46191. Um par ds briDCoa, 1 dito de neetie,
3 tn ''i, 1 de.al, 1 volia de trancilim
'om tia ooro do le.
26193. Un r-e alho de onro cravejado de
tri!isnte e (otqoeza, 1 palceira de oo-
ro co'u bnlbuaies e diamantas, duas
lalha com brilhantes. 1 volta de on
ro com medaibao ooro de lei, mais 2
fios de perolas.
26195. Dose colhres para sopa e 1 para tirar
cpj, prata de (el.
26196. Doii anoei? d otro con 2 brilhantes e
1 dito com esmeralda.
26198. Desoito colberes p-ra sopa, e 1 cencha
mn sopa, prata e le.
26215. Um par de rosetas du onro com brilban
le em circoij.
26i34. Um cordao d. onro, peqoeoo, 1 croz. I
h'a de coral em onro de le, l palcei-
ra, '1 alfinete, 1 par de rosetas onro
baixa.
26316. Dois-pares de brceos e 1 broche onro
de le.
2S?35. Urna correte de ouro para reloglc, oo-|
ro de lei.
26343. Um par de brlBeog, cravejado de bri-
lijantes, i eras eom ditos, i fia de pe-
rolas, 2 dedaes e 1 alfinete, onro de
le; 12 colberes para sopa, 12 ditas
para cb, 12 garlos de prata.
26346. Urna corrente com medalba para reio-
gio, 1 trancelim com medalba, onro del
le. '
26350. Ds colberes para sopa, 11 ditas para
cha, 3 ditas para tirar sopa, arros e
atascar, prata box*.
36357. Uasunel de coro com Drilbantes.
96368. Urna crreme para reiogio el iraoce-
lim, ostro de lei, 1 salva e 1 paiiteiro,
p-at le.
26369. Um p*r de brincos ooro de lei.
26381. Um par de bo'Oes, 2 pecan de tiote'.ro,
1 alrineie. 1 annel com brllbante pe-
queo, e i reiogio onro de lei.
25385. Urna creme de onro para relogn, e 1
looea onro oe le.
29391. Um alfinet- ooro de lei.
26i03. Um par de brinco, 1 trancelim, 1 meda-
Ina ooro de M, 1 trancilim e 1 par de
briocot coro baixo
Recle, 16 de Abril de 1894.
O gerente.
Felino D- Farreira Coelh-.
COMPANHIA l
Industrial e Commercio de
Estiva
Convido es 8enbore8 accionistas a apresenta-
rem no escrloiono desta compacnia os recibos
de soab entradas de capital, para nerem obsti
tul Jos por oiu litlo representativo de snas ac-
edes.
Recife, 10 de Abril de 1894.
A. Feroanoes
Director secretar!.
Aviso
^Perfilamento da ra da Gra$a
Avisa-se aos proprietarb? das osa.s, a -
tas roa da Graga, na fregaezia do mis-
mo nome, que nesta data foi determinado
o perfilamento lega1 de toda a ra, poden-
d > continuar a construj{lo dos maros, de
aocoro com o mesar perfiamento e o
disposto no artigo 37, til. 3., eap. Ida
lei manioipal n. 4.
Prefeitara Municipal do R .ziie, 4 da
Maio de 1891.
Hercj-:r. > Rtraos,
Chefe do servijo esbnico.
Aferifoes
F2-:o pobeo c qcem iltorataar que
durante o roez crrante, recebe ee sem
multa o impo.io d eferi3o de pesos, ba-
laceas e raediza, dos estabe'.eaimentOQ
cornn3er;iae8 das fritiez'Ba r Afogados e
Qraga, ro edificiu di6ti raunicipadade,
das 9 1|2 hora da mfitiha t 3 da turde.
Secretaria da Profeitura Municipal do
Recite, em 1 do SSaio d 1894.
O secretario.
Joaquim -Jos Fer era da Rocha.
Da orden) do cidado Dr. Director Gcra in-
terino convido trabalhaJu'es e denos de carro-
5s qne de^ejarem servlgo a cmparecer com
urgencia a esta Secretaria da:i 10 loras da ma-
nh s 3 da tarde oi das utel.
Secretaria da pn-tico ;ias Obras Pobl'ca,
em 5 deMa de 1894-
O secretario tn'e'inr.
Velloso Jonior.
Recfebedoria ds. Estado de
Pernam&nco
De ordem do S:. D-. adm nt^tra^or s ieatiBco
aos se^birrs com ibulntee ucs mpustoa ae m
dustria e protis-ao, comprrbeoMido* na classe n.
42 da tabella am.exa a le do orcameoto vigen e
qoe se ar.n<*m i-oil^ciaio* pela rrma ct-astaDtv
oas reii6a sbaixo, qo>; eos ier.. o oo art
33 das irjftroi {Cks o- 27 ne Jollio oe >88l, lhe
Oca mrcalo o praeo ae. 15 dua improrogaveie, a
coutar "a cata da pablicacS < ao presente, para
aprpaentarem e*ia reparigao oouesquer recia-
aig^Ci'-^ ou recuses para o Tbei-onro do Es'ado,
8ar> pena de oo serrcn mata aitecdidos lora do
refer jo pt?m.
i seccoo 'a Recebe-mna do-Estado d- Per
nambacii, 7 de Maio ae i89i.
O ebefe
Frederico C. d-.5-iiv GaimarSee.
SOUlEUAUt
Auxiliadora da Atetillara de
Cm-eibo amoiristrativo
Sao ccovuJ*u9 os 3r. mem.oros deate conce
Ibo pa*a ama ws-So ex'rai.rfli aria, qoe cera
logar no da terca-f^ira 15 to cjrrenl*. na eoe
social, 1 hora da tarde, e na qail deluerar se -
ha com os membr.is que comure erem, visto
ter ralbado por falta de' quorum a eessao de 2d
de Att'll.
Fi;a e^teneivo o presen'e convite a todos os
merobros da Utanma e m> s -- qniterem asistir a cima mojiocada m-ssao,
na qual tratar se na de pr jtestar per ote o go
vern^ fe eral coa ira o pro^t-do aoiimen-o df
25 0/0 as a'if < da estral. do S. FranCiCO.
Recife, 7 ae Mi -"e 1894
Hr;q*e AngnetoUilet
Gr>-nte.
Club itrios Gomes
Sceotlfico Hiinra. so^'os qce sabba-jo 13 co
corrente lera !og r uti sarjo musical o dansn
te. po-Jendoja-ioantrem-se do seas iagreasis no
Ib-soaran. do C!u., da 7 as 9 oras da ncu e.
D- a-'ccr.'o com ue eoiatu'-oii nlo cerSo abso-
Intimen'- admiillio* cr.nTidados.
Secretaria io ob Ga-I8 Gomes, em 7 de
Miio da 89i.
Alvaro Pioio Alves
1* secretario.
vidas e das chuvas evitando que fiquem
estagnadas.
. O germen da diarrha cboleriforme
existe nos vmitos e as materias feces
dos doentes e se transmitte principalmen-
te pela agua, pelas roupas e tudo mais'
que estiver em contacto immediato com
o doentrj.
E' da mais alta importancia que as
materias vomitadas e as feces dos doen-
tes, assim como os objectos manchados
ou attingidos por ellas, sejam immedia-
mente desinfectados.
A desinfeccao ser obtida com urna j
soluco de. sulfato de cobre, encerrando {
50 grammas de sulfato para um litro
d'agua.
Os vasos depois de desinfectados e bem
assim as bacas das latrinas devem ser
lavados com agua saturada de acido mu-
riatico.
As roupas manchadas ou nao, devem
ser immersas em agua fervendo tendo
em mistura 250 grammas de soluco de
sublimado a 5/1000.
A agua potavel deve ser objecto de
| attenco toda particular e minuciosa; a
i agua recentemente frvida d urna se-
I guranea absoluta, conservada depois em
condicoes que garantam aquella segu-
ranza.
Os excessos de toda a especie, princi-
palmente os alcoolicos e de mesa sao pe-
rigosos.
Abstenco absoluta dos fructos mal
sazonados e dos productos alimenticios
que nao estiverem em boas condicoes.
Os resfriamentos devem ser evitados
com.o maior cuidado.
Toda diarrha ou perturbarlo gastro
intestinal deve ser observada com at-
tenco.
O superintendente,
Dr. Emygdio Montenegro.
Associjicio
Arrematago de vi-
leos touriuos
Faz-je publico a quera ioteros*ar que '
por ordem do Dr. Profoiio ir2o em pr^ga
no dia 9 do corrente, ao cceio d>a na por
ta df dificis raunicip-l, por moio da
pregSo um vite:'o e urna vitella de r-y;i
tourioa, utilis^do ra v.coinagSo animal,
os quaos serfio entreguts a qaem c ai
offaiecer, se far acceita a offarta polo
mesmo Preeiti.
Secretaria d Prefeituta Maeioipal do
Reoife, 5 de Maio de 1894.
O secretario,
Joaquim J :e Ferreira da Rocha.
Companbia
DE
Tecidoa Pau'3a
Gbamada do eaplul social
Sao ccnvidsdos os seohores sabscripiores de
acjOes ^ara o ?ag'Deote Jo capital >o;ial a rea-
hsarem ai o lia 20 do correte, no escMpto*io
proviDortc, a ra do B<>m Jess n. 1, pavlmenio
terreo, a primeira prstacao das accOes tnbs-
criptas a razaa de 30 O/o on 60X000 porcada
cete.
Hacife, 5 de Maio de 189i.
Jos A. Saraiva Jonior.
Banco da Bol-a
Asemb Geral
Nao tendo se effeetnado por falta de numero
de accionistas a que fora convocada para o dia
28 de Marco ulii.no convido oovameote aos se-
nbores accionistas a rencirem-se em assembl
seral ordinaria, h da 8 do correte, ao meto
dia, aba) de tomarem conbecitnento do relatono,
parecer Qfcal e con'.as do aono prximo pasca-
do e procederem nos termos dos Estatutos.
Recife 1 aMiodel894.
- -. Gerente,
Pinto.
T^!V
Gompahia Trilhos Uba
nos ao Recife Olinda
IsseinMa geral
De accorio com o if. 147 ni, l, 2 e 3 do ne
creta *0i de 4 de Jolbo de 1891, acaa-se s d
posicodos Srs. acfior.teta?, oo escriptorio da
companoia. leeis do balacas do ex^rcicio d^-
1892 a 1893, e relaco nominal dos accionistas
e a Its'a das tran^f-rencias ds aeces.
Recife, 16 de Anni 1a 1894.
O p'esWrjte ^a directora
- Pereira S:rr6es,
Thesouro do Estado
de Pernambueo
Do ordem do Sr. Dr. inspector do
Thesouro do Estado de Percambu.30 fi-co
publico qoe do d>% 8 do corrente mes
pagar>ae-ba nesta Rcpax ir2o a c!aesa de
ap"3'.atados o jubilados.
Tbesouraria do The onro do Estado do
Pernambueo, 7 de Mr o da 1894.
O escrivSo da despeas,
Alfredo O ib son.
COMPANBIA
DE
Servidos Martimos de
Peraaambuco
De ordem da directora convido os Srs po-
suidores de obrigscAes oraferenciaes lesta Com
panbia a virem ao eacriptorio da v.ompaDb'a,
(Caes da Comoandia Peroanbueana) effectoar a
sub^titefeao dos respectivos tltolo por out-o^
em qne s ach-m prpeocbidas ns formalidades
ez\g-dv-i pelo decreto legtljtlvj n. 177 A de 15
de Setembro do anuo fiado, como determina o
art. 7 do mesmo decreto.
Recife, S de Malo de 1894.
Dr. Manod torUHa Jonior,
Secretario.
Comniercial Ag-icola di
Periambuco
Aes-tnb'a garl orliiwia
Ccavidausos avs Srs. foclos P'a rosnin
qniiiu f-ira 10 to ci rrenie. s 10 or.s C-x'yo*
una,Om de}ntirem aa^ontai e reUtorie do
aono social hado, e -e-i-em iciva directo-i.
-c.**taria to Asc-!-.:--cao Co '" -'C'.-l Affieola
ds PdrDatnbacoJ 7 -ir ta-o d lW.
Aivtro Koh) AirS
(.p.reiario.
ecife Draiaage
A evB)paMa fas pcbir-o para coooeeioieatA
dos intere&sadcs, iue coocou n: mes de .-
prximo pasando, os p;>ar;'loo3 abaixo declara
dos :
FregfiKJia de Santo nto^io
Roa 15 de Suvemb.-o o. 1, jppareino o. 5 8ii
loia.
Recife, 5 de Maio ce 1895.
J. F. MackinJcsb,
Gereo'-e.
SOCISDDAK
Uoiao Beneficente dos Ua-
chiaistas
Co'smofllco ^o* 0s. socios qoe se tcbam sm
atreo, qoe po' fleiiberava de assem^l R-r!
foi marcado o pas> oe9u di^n, contar aa !
de Mjio em diante. pa*a entra-em com os seu-
respectivos d'-biis d aono de 1893 pura ca,
podeodo eer Coul'U'Oioem p-est.gOej meOjaeS
e se ao tiseremsaa eliminados.
Ou'ro'm. a m ?m* ass- mola ger-l coOfi'e
ando qne rtifii uit' ec pugn'-SH a* o>Hiijai>>ia
des de 189, 9t e9i. resoveo udult", pelo q.r
convida o< Sr-. ocs que a elle ea'ao sa)$|is
Cingir'.-o a drliber^Qa &<'in>a
Sala das ae-8e3. t-m 27 oe Abril de 1894
O secretario
Joaquim Gaptisia Sllvt-ira.
Superintendencia da Hygiene
Municipal do Recife, ein e
Maio de 184t.
Estando confirmada oficialmente a
desagradavel noticia do apparecimento
do cholera em Portugal cumpre-uos es-
tar acautelados e uao crusarmos os bra-
cos, esperando desprevenidamente o que
possa succeder.
A cidade do Recife, pela natureza de
seu slo, apresentando porosidade e per-
meabilidade favoraveis diffuso epid-
mica, com urna edificaco, em sua gran-
de parte, affastada dos preceitos hygie-
nicos, sem drenagem, sem ar, sem luz,
sem agua abundante, sem exgotos com-
pletos, sem latrinas e mictorios, quer
pblicos, quer particulares, em numero,
disposicoes, conservacao e asseio conve-
nientes ; em condicoes de attingir a um
fim desejado, nenhuma resistencia pode-
r offerecer ao inimigo infeccioso que
nos pode bater a porta.
Assim muitissimo preciso fazer-se
para, de algum modo corrigir, com os
meios ao noso alcance, o que infeliz-
mente foi feito outr'orasem base alguma
scientifica e de progresso.
Mencionadas as nossas condicoes sani-
tarias, de natureza e consequencias bas-
tante serias, cumpre Inspectora da
Sade do Porto, Inspectora de Hygie-
ne, Municipalidade, Directora das
Obras Publicas, Companhia Drainage e
de Beberibe, na esphera de suas attri-
buices, secundar os intuitos do Exm.
Governador do Estado, que, para garan-
tir a populaco contra a invaso d'aquel-
le terrivel morbo, abri verba extraordi-
naria com que possa custear as despezas
com medidas propbylacticas que assegu-
rem um completo desidertum.
Em materia de hygiene a sua mais be-
nfica aeco a que vai ao encalco do
mal e consegue evital-o, e um tal desi-
dertum nao se consegue sem pr em
jogo meios enrgicos e indispensaveis
como: quarentenas, lazaretos, visitas
domiciliarias, rigorosa polica sanitaria
sobre os gneros alimenticios, sobra o
fornecimento d'agua para o consumo, so-
bre os ser vicos de esgoto e apparelhos
de latrinas, sobre a remocao e destino
convenientes do lixo, desinfeccoes, aterro
conveniente dos alagados, etc.
Nao se deve esperar o apparecimento
do mal e a sua disseminaco constituindo
epidemia para depois combatel-a ; agir
deste modo seria lutar com o impossivel.
Tratando-se de medidas preventivas
como meio de salvaco publica nao se
deve allegar economas mal entendidas,
porque essa economa hoie reputada pro-
veitosa redundar amanna em grandes
dispendios e o sacrificio irreparavel de
vidas preciosas.
Todos devem procurar o maior asseio
e completo funecionamento nos appare-
lhos de latrinas, canalisar as aguas ser-.
Para maior conliecimento dos muni-
cipes faro publicar algumas disposicoes
das posturas municipaes e do regula-
mento da Companhia Draynage para que
nao e chamem I ignorancia qliando se
trer de proceder a rigorosa polica sa-
nitaria :
Quando, por qualquer infraeco das
postaras municipaes, o infractor ou o
responsavel pela infraeco nao satisfisr
a intimaco ou o determinado pelas au-
toridades municipaes, .sera o servico, re-
I mocao ou melhoramento, feito pela Pre-
feitura custa dos infractores, sem di-
Ireito a qualquer reclamaco.
A n"io ser nos logares designados em
posturas e na falta pela Prefeitura, nao
permittido fazer-se deposito de lixo ti-
rado das casas e quiutaes, sow pena de
ser multado o infractor em 1U5000.
Nfto permittido despejar estrumes
as ras on as estradas, sob pena de
3S000 de multa ou dois das de priso
correccional e o duplo na reincidencia.
A cooduecao de esfmme s poder ser
cita em carracas i criadas, quando o
ponto do destino permita franca entra-
da as mesmas, no caso contrario s ser
permittida em caixes ou barricas tam-
bera fechadas ; os infractores pagaro a
multa de 5S000 e o dobro na reinci-
dencia.
Fica prohibido dar escoamento para
as ras, pracas, beccos e estradas do
Municipio, s aguas servidas das habi-
tacoes.
Todos os moradores da cidade sao obri-
gados a manter limpa a parte da ra
fronteira habitaco.
Todos os moradores da cidade sao obri-
gEdos a conservar limpos e sem lama ou
immundicies os quintaes das casas de sua
residencia; os infractores pagaro a
multa de 2S000.
Ninguem poder lanear aguas sujas
nos canos geraes pelas sargetas existen-
tes ; os infractores pagaro a multa de
108000.
Nenhuma casa poder ser habitada
sem ter apparelho ou deposito para des-
pejo das materias feces com sypho e
agua suficiente para as lavagens neces-
sarias ; o inquilino ser multado na im-
portancia de 28000 a 6$000 sempre que
se verifique a falta de aseio no appa-
relho.
O inquilino ou locatario que concor-
rer por qualquer meio para viciar o am-
biente de modo a prejudicar a saude pu-
blica ou a de seus vizinhos ser multado
em 5S000 e o dobro na reincidencia e
obrigado ainda a remover as causas que
determinarem a viciaco do ambiente.
Quando, porem, a viciaco depender
das ms condicoes do predio ser releva-
da a multa e intimado o proprietario
para fazer os reparos u melhoramentos
indispensaveis e reclamados ; caso, po-
rem, nao faca o concert necessario pa-
gar o respectivo proprietario a multa
de 108000 e o dobro na reincidencia.
E' prohibido laucar nos riachos, fon-
tes acudes e pocos, d'onde se tire agua
para consumo, substancias orgnicas ou
mmundicias; o infractor incorrer na
multa de 20-5000 ou em 5 dias de priso.
Os proprietaros de cavallaricas, esta-
bulos de bois e de vaccas leiteiras, de-
vem manter seus estabelecimentos era
completo asseio, transportando de dois
em dois dias e em carracas fechadas todo
o estrume existente e procedendo desin-
feccoes por meio de enxofre e alcatro,
tambera de dois em dois dias e por cca-
sio da remoco do estreo, menos para
os estabelcimrntos de carros fenebres
que faro desinfecces diarias; os infrac-
tores pagaro a multa de 108000.
E' prohibido conservar nos armazens,
tavernas, botcquins, confeitarias ou casas
de venda para consumo, gneros seceos
ou lquidos falsificados, corrompidos, ou
deteriorados ; os infractores soffrero a
multa de 108000 a 30S000 e as penas
do Cdigo Criminal que couberem ao
caso.
Em qualquer casa, onde se tiver dado
caso de molestia transmiBsivel, a autori-
dade municipal sanitaria ordenar as
desinfecces e outras beneflciacoes que
forem neceesarias e, sem que estas te-
uham sido praticadas, a casa nao poder
ser oceupada ou posta em aluguel, in-
correndo o infractor na multa de 308000.
Nenhum enterramento ser feito sem
attestado medico, que dever declarar
si acompanhou a molestia ou compare-
ceu para verificar o otnto, salvo nos pon-
tos afast.ados da cidade, onde nao naja
medico na occasio, de vendo a verifica-
co ser fita pela autoridade civil ou
policial do lugar com vistas ao medico
da polica.
Quando a molestia verificada for con-
tagiosa ou infecciosa compete ao medico
ou autoridade dar immediato aviso
Inspectora de Hygiene.
Ser punido quem fornecer attestado
de bito por simples informaco.
As pessoas que suecumbirem febre
amarella, cholera, bexigas, typho e ou-
tras febres graves, sero sepultadas sem
perda de tempo.
Sao prohibidos na Capeila do Cemite-
rio de Santo Amaro os depsitos de cada-
veres, os quaes somente podero ser fei-
tos no necroterio do mesmo estabeleci-
mento, podendo, porm, em quanto se
realisar alguma cerimonia fuuebre, all,
relativa ao morto, ser o cadver deste
transportado para a capeila donde se-
guir para a sepultura.
Nao esto comprehendidos nesta dis-
posico os que fallecerem de molestia
epidmicas e contagiosas, cujo deposito
ser feito na sepultura onde a inhuma-
co deve realisar-se, sendo fechada com
a presteza a que se referem estas pos-
turas,
Os carros que conduzirem cadveres;
qualquer que seja a causa do fallecimen-
to, sero desinfectados na frente do Ce-
miterio e antes de voltar para o respec-
tivo estabelecimento e bem assim os
pannos mortuarios que o acompanham,
o infractor pagar a multa de 108000
duplicada na reincidencia.
E' rigorosamente prohibida, quer nos
Cemiterios pblicos, quer nos particula-
res, a inhumaco em catacumba, de pes-
soas fallecidas de molestias contagiosas
e epidmicas, as quaes nicamente ser
sepultadas no sul>soio, em covas com a
profundidade de dous metros, sobre as
quaes ento se poder erguer monumen-
tos funerarios, as condicoes estabeleci-
das em rcgulamento.
Fica prohibida a venda de garapas e
bebidas que possam arruinar a saude :
os infractores sero multados em i 08000.
Fica prohibida a venda de frnctas
mal sazonadas : os infractores, alera de
perderem as fructas que sero inutilisa-
das, pagaro a multa de 28000 a 58000.
E' prohibido vender leite de vacca an-
tes de passados oito dias depois do nas-
cment da cria : o infractor pagar a
multa de i 08000.
E" prohibido vender leite que tenha
sabor amargo ou que seja de cor ama-
rella : o infrator soffrer a multa de
101000.
E' prohibido vender leite de vaccas
doentes e especialmente affectadas de
molestias contagiosas, infecciosas oucons-
titucionaes e que estejam ;m ms con-
dicoes de nutrico : os infractores paga-
ro a multa de'308000.
Nao podero fornecer leite os auimaes
que rbtfern jnlg-ados em mo estado pelos
mdicos municipaes ou pela Inspectora
de Hygiene do Estado.
O vendedor de leite obrigado a apre-
sentar o competente visto dos mdicos da
municipalidade ou da Inspectora de Hy-
giene, sempre que lhe for exigido pelos
agentes municipaes, sob pena de 10^000
de multa.
Disposicoes do rcgulamento da Companhia
Recife Draynage
Os moradores dos predios devero com-
municar, sem demora, a empreza qual-
quer desarranjo que se der nos appare-
lhos e canos pertencentes s suas casas
Os proprietaros ou locatarios das ca-
sas, em que houver apparelhos, partici-
paro no escriptorio da Companhia, por
escripto datado, qualquer interrupeo
no servico dos mesmos apparelhos, men-
cionando a causa que deu lugar, si for
delles conhecida.
Si dentro das 24 horas seguintes par-
ticipaco de que trata o artigo antece-
dente n3o tiver a Companhia mandado
examinar e concertar o apparelho, os pro-
prietaros ou locatarios o communicaro
ao engenheiro fiscal que providenciar
pela forma do artigo seguinte :
O engenheiro fiscal, logo que receber
a communicaco de que trata o artigo
antecedente, examinar ou far exami-
nar por engenheiro da companhia a in-
terrupeo do servico do apparelho e a
causa desta.
Si pelo exame conhecer-se que a inter-
rupeo provm de negligencia da compa-
nhia ou defeito da obra, ser a mesma
obrigada a reparal-a iramediatamente,
sob pena de pagar a multa de 10S000 e
perda das annuidades, em quanto durar a
interrupeo do apporelho.
Todos os concertos e reparos nos ap-
parelhos e canalisaco, assim interna
como externa, que se fizerem necessarios,
sem que tenha dado lugar a elles alguem
reconhecidamente responsavel por essa
despeza, sero feitos pela companhia j
Sem indemnisaco alguma.
A companhia mandar remover o lixo
do interior das habitacoes duas vezes por
semana, sob pena de lhe ser imposta
pelo engenheiro fiscal multa de dous
mil reis por cada habitaco, onde esse
servico deixar de ser feito, e o' duplo na
reincidencia.
O Superintendente,
Dr. Emygdio Montenegro.
A Mndela de Pernambueo
Concurso de primeira e segunda en-
trais
De rfrtem do l<\tr. Sr. Dr. inspector desta re
p8rtico e em cc/>rrimen;o o ciraolar di fa
zenda o. 64 e 30 de Dembro prnzimo finito,
fica marcado o praso fle.60 d'a1, a contar desla
data, p^ra a i-:?cripj;ao dos can ildatos qo'ee
Qoiserem baiuUUr, para jj tmp/v-j* ce da de 1 e ? entranca no coocnrso a qoe se
vai proceder neet.-i mesma repartico, a comee?r
is 9 horas da rrsnha docta 12 ae Ma;o oroximo
flndoo'o, d>: conformiadf com o decreto n.
l.b.31 de 12 de Jauelro ittn anno, cojos arti
go Io f 3* itni 6eco o gecciiiie :
As mntrria8 dj eoDCorau para ~oi logares de
primera ent ancia serSo :
G'imroati^a rln linkoa naeirn! (irthog'aphia.
a..iy.e e. reacca >);
Graromatica iias 1 ngnas 'ran:eza e loglfza
:leno'a. irudoccao e analT*") ;
A'itrimeti'"a a noas api>i jOis ao ccmmercio
e 3s repar^sOS de facec>!a ;
Aig hra a equacO '8 do s-ponln erio ;
Eacnp'U'icSo mercantil por p.riidas dobra-
das.
As material do emenrso psra empreges e
segunda eniramia ser?o:
LegielicAo de _
Praticatfe repartlcio;
O exime se fara oe accordo con n
coes applicateit da eircuUr o. 40 de 28 de ,
nbo de 1890 e qoeaiooano pnblicado
Tb tonro com a dau de 2 de Setomoro do___
mo aono.
Dispo" mal o referido decreto o Mgalola ;
Art. i* Os candidato a empregoi de prioxi-
raentrvacir. qoe qo'ierea gwxar da Tacttgeo
indicada no tigo 45 da cunsolida^lo das lelo
d8 alfanlegur, daveraj pre-'.ar lambeta prava
plena de qoe aabeai:
1* fallar correctamente p-lo menas as lingaas
francesa e inglesa;:
2* stenomet'ia. ireometris, theoria p'aticadoo
methodos e oso doc inttromeo'os motemos de
artjceacao de oavioi.
Art. 10. P*ra qoe ae|am amiuiioa ao exa-
me de p-io eir enmoci, os caooidatos orova-
rao pranla a comoBlssao :
1* qoe tem mais de 18 annos de idale e me-
nos qe 25;
2- que sao de bom p'ocedimenlo cu :prino
i commiesao e particolarmenie ao st-o oresi-
denle exame molto esc-opnloso a respeito 4a
f j-ga p'obaote do doenmentos sob pena de ef-
fectiva responsabilidad- pela falta de eracidade
deque porsentara es'eiam Inqiioados.
Do mesmo modo, para a mscripcno do con-
curso de segoada entraocia, os candidatos deve-
ro aprt-8eotar a commisgao:
1- certido das notas qoe tiverem no pootc
de sea repartico ;
2- attestado oo con ptente ebrfe sobre a so
aptidao para o servico poM'co.
Art. 11. O concoreo s-ra feito em dias con-
serotivos, das 9 bo as oa traoh as 3 da tarce,
od examinador.
Te-cetra seccSa a Alfandega de PemamtMCo,
12 de Marco de 1894.
O ebefe,
Lat Prederico Csdeceira,
THEATRO
Grande
COIPAOli LYBICA IT4LI.4IU
Em prez a
G. Sansone
HOJE! HOJE!
TSB9A-FEJA, 8 DO QOMORl
Fosta artstica em b--nefi-.io da prtaa-dona
Victoria Pelrii Snlli
dedicada
uamboca.
excellentisimai MOfeorM c P r
Repreents53 da efplenlf-a OBera e ; 4 act03
de Fcnchieili
ir*
m
do3-
> H m
Grisp 8 li Mm
No iriervallo do 3- ac.o e d p"dfdo geral ser
canta.o o doeiio cimico bnffo.
f m gop tomar&o parle
ROTOLI.
a 3E:>'EF;:1DA e:Sr
Depois do doatto a beoaficia-'r r ;rradeCir
dos camarores aos srm convidados.
Bondi para todas as llah-.s e trens para Ati-
pncos e Onda.
BeTeraente a ul na novtdade mns'ral a Ita-
lia, a sublime opera co maestro Lt-ecc; valb
Os Palhaccs
Austrian Llojd'a Steam Na-
vigatiou Corapany
O vapor astristco
Helios
E'es.rera'/o de Trieaireal
o da il do crreme o se-
guir uepois da demora oe-
cesjana para a
Baha, Rio de faaelr*
tm
Para crga, paseag'os.encommcodas e dinael-
ro a (rale: trata-e com os
Agentes
Henry Forstere Comp
8Ra do Co *if*cio- 8
1 andar
Koott's rrioce Liae of Stea-
mers
LINHA REGULAS ENTRE OS
Estadof-loides, Br.zl e Pi da
Prata
O VAPOR INGJLEZ
Lancas tran
;-*nnce
erado de
New-York e saei-
4 em poocc3 das
para
o
Sanios
Par cirga e eneommendas etc., i traUr coa
Coosignatarioa
Johnston Pater e Comp.
15 RA DO COMMERCIO- 15
CiPilllS FifHlao J8 8l
I
PORTOS I O NORTE
Parakyba, Natal, Maco, Mouor, Ar*-
eaty e Ciar
O paquete Jacuhyp
Ccmmandanto Monteiro
egtlr para os
porto cima la>
dlcados no dio
11 de Malo lio
4 Doras di Mr
de.
Recebe carga, eneommendas, paoaageu o dl-
nbeiros i frete at a 1 bora da Urde de dia da
partida.
ESCRIPTORIO
Ao Caos da Companbia Poraaaabaoaaa
a. 12

\

' I




Diario de Pernamboeo Terca-feira H de Haio de 1994
CongiaotiiA Fraacfi*
OE
-tiaaeg -^5o a
Liona ttgular rlw o
Pert3.T.hcO", Baha,
e San...
vapor
Havr
Ri<
Lii-.bon.
Ji.-it>
O vapor
Villo d3 Ros
no
K' ererrac d
B'T- pa at o i*
jP^I ccor. ole *f-
5^=*t;u oo tiepoia da
ndispeosavel d-arTa par
HaceiOt Baha, Rio de Janeiro
e Manto
Este vapor entrar no por-
to vi to nao ter tocado em
Lisboa.
Roga-e sos Sr?. Importadoras a anreseotarero
ent.-a le rt (.'as, acontar do da descarga das al
varelas quaiquer reclamagSo coacsrrsat a ve-
lomea ase norveniura te.'iaui aesido para *
porto? do sel. ajm de ae poderes Mar a temeo
as providencias necess3,:as.
Ei pirado o referido prazo a compaoota a So 8<*
resnosabllisa oor extravos.
i^R cebe carga, aira; -room o
AGfeNTE
Aug-uste Lahilie
9R'ia Ht Oomaiercio--9
PaciOc *ieam taigation Cora-
paoy
STRAITS OF MAGELHAM LINE
Mm Ma tit
i Xaro'H^ de Sumar
t-*i* .;:r"-vl eDergic" nieticame'-to
\ o eateriDnador da< tujas r*a*ntt-s "U
ami^aa, calta-rroa, aufocc3.a, brcichitea
; ehrosHoaa, ifOQWV '-a, e g I'dnp o* itfi^arrmr~l,~a rrMvent** d* i J
ritn^-io O'-a rrr.irt.'' ;.f.
Conveu c>do Nanttv/o no* fysicos.
COMFOSI9AO
DtC
Pese
A(jpr..va.-)o p-!- rpf.itael J-int*.
de Hy"'' e
Prop gado ras
Bitplsa 4 Fgu.4i\:d
E'.contrs-se em qnalquer pharmacia.
P^..^xpj >.. < % w> aj 11 B ,
I (Ci Ata rovidf-de para aechoras e ho- j
v Novo .Ttijrenti receben a .
XOVA EPEBASC
63
Rna D" -a^ljaa>'
li3
feB*a>aaMaja
O
%"' a
VIJUrUi
ESSENCIAS ENTRADAS C^M GUAUDAQE EXTRA
-epostos lea principan trluicanas, l*:uu'cisiuas o batetteroisaa a^
Bonita cclleccao de fioaa tACac de
poroalaoa, racebei~m
PEDRO ANTONES di C.
O paquete Sorata
E' esperado dos portal do eol
s^at odia 13 de M \ mora oara Liverpool com escala por
&.sboa, Bordeai e Plymojjfh
i-.Fara :ara, passagem. encotumenaas e dioei-
ro a frete trata-se com oa
'AGENTES
Wlson, Soqs 1 C, Limited
10RA DO COMMERCIO10
1* andar
O vapor allemao
Etruria
L OS Ba Baqne de Casia
4 11 ^100!^0nS^Saf!0^!t^
I
BIJOTBWAS
Liodoa r.mpos de biilhicte do
Canad, chatilainea, pola- ira, meiaa
tinf.B, pedr8 e nruitoa outroa artigOB
NOVA ESPERANOA
63 Roa Duqoc ok Caxias
63
a5v
-ai*
E* esperado da Estancia Deotee
poacos das e seguir dep-is da
-demora neceaaaria para
do
Rio de Janeiro, Santos, Rio Oraade
Sul, Pelotas e Porto-Alegre
Para carga, ennommendas, passageas e di
nheiro a frete trata-o com os
AGENTES
Borateln an & C.
18 Rut do Commercio 18
1* andar
Hamburg Suedamerikanis-
che Daaapf?chiFfahrts-Ge
sellschaft/
O vapor Pelotas
E' esperado dos poMoa
do enl Deett-8 ponaos oas
e seguir depois da demo-
ra neceesararia para 0
Para
Para
cornos
Em viageot directa
passaKeD8, <*-aga, frete etc.
trata-se
Cenaignatarios
Borstelmann & C.
18Ra do Comnwcio18
1* andar
LE1L0ES
O edcs completo e et>ri'lo aortimento
para bornana, senhoras e meninos.
Sedas
Brancas, pretas e de corea, lisas a la
vradas.
Cachemiras
Ccrtea bordados, eppartibcs, lnoaa,
Ptc inaa, levantinas, cretonea, aephiro,
chapeos de sol, camisas, puchos, collsri-
obos e peitibos.
Perfumaras dos melhores fabricantes,
etc., etc.
fado se encontra por preQcs resnmi-
disaimos
NA
La Gran Via
8 A-Boa da lnpera(riz--58 k
DE
Otnon Silva 4* C.
CUTELAMIA
Tesooras, caniv^iea e bavaltias o que se pode
desejar de mais fino rec^berao
Conrado. Antuaea A c.
A' B R I S A
Praqa da Independencia
Perfumara
Gr ficios, leos, acnas de toilet, pos de ouro eeabo-
oetes; dos m. ihore fabricantes de Pa-iz e
Londres acata de receber om importante sor-
timetto.
Conrado Iniunn d C
Leilo
De 25 saceos com pimenta da Iadia, ave-
riada 'agua do mer, vindo de Hambur-
go no navio Rocas.
Ter^a-feira, 8 deMaio
A'S 11 HORAS
No trapiche Baltar
Por intervencao do agente
Leilo
Agente Britto
Da importante mercara n. 29, roa do Mar-
qod do Herval. A eaoer :
Urna arujaco de ararello eavidracada e en-
Teroisada com balco de pedra marnore, 1 co
fre prova de fogo, i cartera secretaria, i mesa
com preosa para copiar, i relogto pareae, gran
de sortimeotd de gneros 'slrangeiros, 33 anco-
retas e S barris de qninto com viobo branco, 10
doz'. is de cerveja, |10 dozias de cognac 0oo e
manas ontros gneros que m vendero ao correr
do ojarttlio por te* o dono de mudar de ne.
gocio
Garante se a casa.
Quarta-fir 9 de Maio
A'j 10 1/2 bcra8 em ponto
EXFEITEW PAR CABELLOS
Para trteairo, csamenos e bailes
BeceberSo noo sortimcnlo
Conrado. Ansnnea k C.
____________A BRISA______________
Bicos e rendas, navidades
Beceaero
Conrado. Amanea <* C.
A BRISA
Praca da Independencia ns. 4, 6, 8 e 10
Bolsas de palna
Um variado soriimento acaba de receber
Caarado tniunex A. C.
Bijouterias
Novo aortimeoto em aliinetes para
relogice, poicei-as, broches e botots
romano; Receben
grvala-,
de coro
Cound itnluati & C.
AVISOS DIVERSOS
o escriptorio deste Diario compra-se um
compendio de cborograpb uo Brazil, pelo Dr.
"Moreira Pibto.
Precisa. 86 48 ama
gommadeira e om criado
o. 21, primeiro aadar.
osiatieira, ama en
na rna da Imperatrii
Precisa ae de om copelro
da Cadela n. 35.
tratar na roa
Precisa-se de doos caixeiros com pratica
de aolbadoa ; roa de Horias n. 17:
Na. roa do Livramento n. 8, deseja-ie ter
noticia do Sr. Domingos da Costa. Bino de Jos
da Costa, da fregonia de Santa Eulalia de Fer-
meaioes, Concerno da Gaiaiarea, em Portugal
Yende te ama taverna em ponto pequeo,
bea para prir,ciyinte, e bom ponto para nego-
cio ; ?a ra Imperi! n. 213.
Precita-se de um menino de 12 a liannod:
atraatar no pateo do Parauo o. 12.
Veode-eeom bonito caroeiro de sella ; a
tratar naCapooga, entrada do Darby n. 48.
Versos burlescos e nao bur-
lescos, de Leovigildo
(Escrtptoi em varias pocas, em varios es-
tilos, mas8em varias preUncOes.
Vende se na livraria de Hago & C, roa 15
de Navembro n. 46.
. arrinhos de Pas^eio
Para erlancaa
Fortes e elegantes acabaa oecbegar para
Conrado. Aolune de C.
A BRISA
Praca da Independencia________
Fabrica de movis a
yapor
DE
Silva Fero!ides k &
48Ra e S. Joao-~48
Pfomptifica se qnalqaer eccommend*
de macensria oa carpintera, com a
m ior presteza a por royos rasouveis.
Compra-se madeira de boa qaalid&ds.
Aceita-se artista marcineiros a cara-
pinta) que sejam peritos ; e ttmboEJ ad
mite se apreadiaea pagndose desde lo-
go algam ordenado.
DEPOSITO
49-Roa Bario da Victoria- 59
Veode-se um sitio oo Arrayal, com casa e com
modos para graue femilia : tratar no meimo,
Baa daHarmonia n. t._________
Cariado
Preciaa-se de um orlado : a tratar na roa 15
de Novembro n. 81, oo Imperatris 17.
Caixeiro
(fjPrecisa-ae de um de 10 a 12 annos de ldade,
com piatica oa sem ella : tratar na roa do
PavBssoda o. 9, venda.
XAROPE
de
F0LI.T
' oxiin- I
xntomnta occa-loaadu pelas nevralous, a gota8 I
AS BMZAQUBCAS, O CANUCO DO CKKBBKO. A IHHITACaO NKB-I
VOSA, AS I'KKUCCl-ACKS, O CALOR DO CLIMA, A o-SF DA I
asthma. da i.ROsciin-K, da okii*e u proicnontc lie' ual- J
(juer ouira causa. I
XAKOl'E de FOLI.KT provoca um son.no profundo I
anlogo ao somno normal; com o sen c-mpron
nao se csU exposlo a nenlium dos ijiconveuien-1
tes do opio ou da morpliina.
Eainelhor forma d'adminlstracSo do I
chloral; sua couservaco pcrlulta, e, I
asstm aconselli.ido, nao Irrita o esto-
mago, o Formulaire de Thrapeutique
O XAROi'K de POLLET se renda em
quasl todas as pliarmaclas de todos os |
I aizes e se prepara em Casa de
t.rgrwE. a. cii3iipiiin?C^Sif, 19. r. jmo, Pirii I
TNICO
ANALPTICO
RECONSTITUATE
O Tnico
mais enrgico que devem
em pregar os Convalescentes,
as pessoas idsas,
as Mulheres, as Criancas dbit
e as Pessas
fracas de Constituicao.
DE
'^yg^
VG4J
IC
S
COM CXUINA '
SUMO DE CARNE
PHOSPHATOdeCAL
Comporto
com Substancias necessrias
e indispensaveis na
formago e no desenvolvlmento
da Carne
muscular e dos Systemas
nervosos e ossosos.
S.tXZ. X ""&-' i-u">-uu5a!uu(is, eic. tM\ urna paiavra, iodos aaueiies estados de Lan
htoli^tSS8gSS5?n><>1 e Esgotamento nervoso, afiaouWos temperaiuantosde ho eiastt|
talmente predispostos. JEm I.yon, Pharmntrtu J. MAL. rtta de Bourbon, 14.
Deposite ea Pernatnbuco FRAN~ M. DA SILVA & C" e en todn s Phinmcus e Dregarii.
*&
**>

-^i
*,
Licenciado pe* Inspectora geral de Hygiene do Imperio io BruB
Xa
(Codsi&A, Tol ote.)
A iccSoda Codeina pttra se echa completada com a do Tol e da
Auun o>. KjOu.ro cerej-i, que fuem do XAROPE do I> ^FT*
Y Pasta Xed), o peitoral mais enrgico em todo' os casos de :
aRcoaxTfc. roiuca KcarBiaatKMToa. pmeohooab. UsBOsBBaisi m
****.** X X XXX
EPILEPSIA
HrSTER
CONVLSES
MOLESTIAS
NERVOSAS
Cura qnasi sempref
Allivio sempre!
POR MEIO DA
SOLDCAO ANTINERVOSA
Laroyenne
VENDA EM GROSSO
PARS, 7, Boulevard Denain, 7, PARS
PHARMACIA DUREL
Depsitos em todas as pmncipaes Pharmacias do Brazil.
XXX X XX *
MAUCA DE VABKICA
LINHO ALAGNE
Tirar Fdrinha de Linhaca qualquer causa de alteracao e talai-
ficacSo, fazer d'ella urna Cataplasma inalteravel; tomal-a
antisptica e instantnea e evitar o empreo da roupa, tal &
o alvo conaeguido pelo Sr. Amaos, com ecu LINHO AULA6NE infinitamenta
supeaior a todos os productos similares. Cinco minutos de immersao na agua fervenda
bastam para obter urna cataplasma flexivel, leve, localisavel a vontade, conser-
vando durante muito tempo o calor e humidade e permittindo, aem deteritaetto, a
addico de substancias medicamentosas. Experimentado nos BoapUtu*.
Deposito geral : B. auiache, ph- de 1" classe, em Saint-Etienne (Franca)
vndese em pehnambuco, na compu ns DBoaas a paosvoxos casaKMM.
Que tcm eni icu poi/er amostra* ti dispo$ic&o dpt .srJ. ttedieo*.
NOVO THERMOMETRO
MEDICO de LON BLOCH
O EflAIS 8EN8IVEI. OE TODO* OS SYSTEMAS
Mwi

l la.tram.ittcc le*
i utisnatara :
PARS, 'i, rus d
no mummu, tu
Entrept,
TOD4S
CONHEC100S
l PARS j
rsinapAKa casa*. I
"-' Jl
W" .imt>i1>naa<,M;|jaa>-fti>oai.'.ar,i.fciJ,
6APSULAS AZYMAS E. JfORUN
t
OBREIAS
TIHTAS PRBTA1
x di coaas
ColU H,*U* PH,
StSrVXTjBICyXAJD O
o. as
knnMfWaiilp^aAMa aiuautu mUm, nntL
laattat^OUoiiricaaaaaMalkas,Olee .i Ricino,
atoan* da c.a.hn., Opiato*. Aleatria, ate.
HOSTIAw
M*es Aatfftmom
fm Pharmvki
ROSTAS
asisssssssss
todos os atzniaaJixNToa em po
M, m m ISBfh, m rmt-U.- Ba H.-umbMo nuur-
tiavaaf
nsssssss sssssssasts'
LINIMENTO SNSA5I
ara *% Cavahos
1DPPBESSA0 -sr .-^ snSTITi
do FCCrO ^f^Ti^f-i! o FOGO |
e aa
QTJEZ.A
do PEIJLiOi
ai
iasalunu
-MC-ifOES
mee em 8 uinuto,
Santa Casa de ifiscricordisi
do Recife
f
_ I
A cura fai-se com c
um ior e sem cor r, m..i raspar o peiio.
Pharm GNEAl ?/5. Roa St-Honor .PARS
)oooa*omwi'
Para ter a Verdadeira Agua de
VICHY
(FRANCA)
Exigir o nome da Fonte sobre o Letreiro
e sobre a Capsula.
CLESTINS. 'a&JSr-
GRANDE-GRILLE. -"J
H 0 P I T A L.- Et">aSO
________Ter o cuidauo lie designar a Fonte.
Coanmendador Kllaa
Uva
A IHma. junta da Sant. Casa de kisrrfecrSM
do S"cffe, convi a os sarntes e ssisa s
finado commendador Elias Baa >s: a 8 ,*a
irmao bercleitor da Santa Casa, a ra arsisitrava
a sisea oe por sos alma f r cele rar na larris
de *. S. do araii.., is 8 hora- da om ba 4a ata
<0 do cor-ente aoniveraaric do s- u r irnmoii
S-creUria da SldI Cam. de U nrordl i e*
Recife, 7 de M.j m i&&4.
O f \4o
Jos Honon.: H urM'
Depn .' e,5!S'""n-*aM: AM- tABILLE; MAR 4
silva JUNIOS e ais principios PUmiciu o Dn(ariu.
LOMBRIGA
SOLITARIA
CORA CERTA
em S IIOBAS. com os
UOBUL.OS DE SECRETAN^
rhtrmusutico, Primado com modtlh
CHICO REMIDI INPALLIVIL
ADOPTADO PELOS HOSPITIES DE PARS
)Depo3Urios em Peraamtisco:FRAH=-' H. da SILVA A P'
afnae Ant ale aiorrira saina
Tiim*i
A viovs e Alora I J.> M ir D
pa->nu> ,- i- ?B .-/*.
nrim as uii.-sas qac i^an aoi ei o Or ea 3
oe S. Francisco. tf{i ?"ira I do fu o te, is
t-o'as da tDFor. elo dftcanc asaras Se ea*
fsnemoeo mnu^ i- r>-i ; aeaSi jl s -os acraieciment..
s
t
Frecsa-se de urna D a
para cosMfiarj comprar e
fazer mais alguas servicos
para casa de 3 pes-oa*. e
ra dm Imperatriz n. 24, 1.
adar.
Ama
Pre isa se de orna ama para o secvico (le doas
nessoas, prefere-se a que dormir ; no pateo do
Psrano n. 8, i- aadar.
n V**XA#< pta
Prpcia-8e de urna ama ; n ra da Iq pera-
triz 2. 4, que eaiba rosinnar.
Wjmpbr v>'< a airante Llana
Maooei Caalc*[ii*S.irKto, Vend ,a re O-
veira Lima, Sy-Jror.io Cavai.-aate Ll. Air.eSo
Cavalcaote L'roa (ao-H t Edcardu Catairaate
LiaiM, Annt Amelia .'i Alhoqce qce, Alspd-e
Deoceciano de Albo^P qae. Nana n? Csncrl
cao Qceirn, Joaqciu, C..vjc ate Barr< tr. Praa-
sisco c Ove.'aL'E.*. paia, i dUos l tidoi
e nos de Sy ; phrocij C'vsiiaolc L ma, afraSS
Cf m do intimo d'alrra a toia *s p -.aa aja* aa
dignar m aromparbar ses* rwtr^ akortas* atts
C'miteno publico, e de n vo (urv ai-as aera
assistirem a misaa qiie aria saa al j a ana^aai
celebrar na matriz ae S. Jo-, no da 8 daca
rente, s A l/J horas da mn i, artenpande
desde j o sen p't-fcn.o leconre n-olo aar
esse art> Je 'elitiio e rariStSu.
Ama
Na ra Direila n. 78. sobado, precisa se de
orna ama para cocinear e comprar ; paga-se
betn.
Ama
Precipa-se de urna que saina coeiohar a tratar
nr ra Duque de Caxias n. 88, (pharmac;*
Ama
Btaaa r< dr, aa
Anna Pedreas, Ma'"< Peo-.ea J.'aoOT Cs-
tanho au^enie,. lote 'as r?^ Paaenaa, raja
esposa Lina R.mos P-a-iiBa, to^. Bh. Marta
Adce Ramos Pedro Van<.fl fias Heves Peleo
sa, Joaquim M. da- News PeCroaa e ic Leiz
Ferreira (preseutes). veeai do i ( rro n'a'ma
ag-aderer a todas a." peoas qn-se ilicuraa
acompiohar i sea ultima moris os rrsirt sipe-
taes de -ua sempre lemr-ada riloa. i'sna, tta e
prima, Rosa Pedros^, e. de novo confitase aa
peasoas de toa ami.ade para a.-i- <; em as au-
pa* do 7-da, que man'; m renr per alna da
mesma Aada, na ;grf ja di N. S. da Feoa, os
dia 8 do correte, as 8 Ooras Sa msnha e reala
urna vez se confessam gratos por este acio de
relijiao e raridade.
Precisa-ge de una ama p.ra andar com crian-
cas, dando Gaoca de sna conducta; i tua do
Hospicio o. 3.
Ama
Precisa se de orna ama cara cosinbar e mats
servicts de cafa ae familia ; tratar oa ra do
Baro da Victoria n. 19. leja.
25:000
E' quanto se paca por orna boa cosinbeira
para casa de pooca familia : trata se na roa da
seda n. a._____________________
Ama e criado
Precisarse de urna ama para o sfrvico domes
tico de urna casa de p-qnena familia, e de om
meo no para criado : na rna da Detengo no-
mro 17 B.
vGa, LVtL wciv* ^>
Pracisa-se de urna cope.ua e de urna s tr a para
criar, qs, aue durmam em casa do patro ;
tatar na Ca runga, ra Joaquim Nabuco n. 61.
t
daa A usuato SMaa
t anoiversario
Mara Macdslen. X Da pt.cf'hr caevi
dam os seos pareotes e amigas aasirtirea as
missas que mandsm cele- rar oa igreja *S Esa;-
rito Santo, ir 8 or g da oaobt no da I SS
correte, pelo eterno repeoc de e rtmpre
cborado esnoao e pe. Joa Aoeoa'n Da. d-i-
ceiro aooiversario de ees fallecimeoto, ronfea-
sandn>P rteade i tpn eridr.s.
ABA
Vcsenka Gaanra di
I* ao1 versan.)
Maooel Gooealveb dos Sanios e seas Alaos
convidara os seoz parete' s pesa} i fs saa
amizade otra assisti-em a miti-a qor msodasi
rezar na m>trz de Afogcms s 8 h -as ds >
ob do da 10 iio co'rente, pel< sima dr saa
esposa e mi:. 1-sn-tia Gomes Sos S'O'ts. !
aooiversario oe seo falle imento, con ei.-ano-se
desd ja gra os.
t
Precisa se de orna ama para cosiohar ; oa
pra^a Maciel Pinr.eiro c. 10.
Na ra da Ikion. 13, precisa-se de orna para
cosinbar, e que durma em casa de sejs patrOes,
paga-fe bem.
Prrci8a-ee do um
Paysaodo n, 19
CosiDheiro
bom cosiobeiro
i ra
Attenca
Qoem precisar de urna pessoa com pratica de
aericultUra. bem come para tomar coala de al
gum lote na Colonia Luceoa. pSde deixar aviso
nesia typograpbia para ser procoralo.
Caixeiro
Preciga.sede m caixeiro de 12 i 14 anoog,
com algoma p-aiica do moiosdos, que d Bador
de ena conducta ; na rna Vizconde de Alboqcer
que n. 13<, Boa Vista.
Vende-se
Em Agoa-Fria de Bebenbe, toa de Olinda n.
14 (amiga Santo Antonio., um sitio com casa de
pedra e cal e arvores frugferas ; tratar no
mesmo.
Paire Amaro J j*e de Ohod? B-'o Moa
Dia 11 de Maio de -894
Oilavo a g ni versan o B> seo pa .-ato.
Sem Dees, Teas irmios a nuca
E' ooilinad*.
Orae por mim boje, que ion
Seris orados.
Saudade deseo pits
Celebram s* misa o- ns ?'ma
Domingos iot Beterra, Mana Besera M>i
qo8, Lioerata Jos Uarques. coovioam os p-
renles e ami.os para aaeirtir-a as aaSJsas do 7
dia ne sea falledmemo qoe maoaao) retar peta
alma de toa esposa, ccai e eo^ra, n -aelia Sa
S. Jos de Boa E: pe-anca oa do eng<:r-o L-
moelro, qoarta-feira 9 do correnu. p-ij* 8 l'l
boraa da manb tirando desde ja eternamente
gratos por este acto oe reikiao e canda-*.
f
A familia de D. Joanoa Baptiats Se A aojo
Bastos manda celebrar miasas vr alna ** mer-
ma Uada, na sastris da Boa Visia, as corta
-a manba ie quart fera 9 .. Barrenee, irig.es!
c:o dia do seu icfaus'.o passameo'o.
Precisase de om feitor
mero 17.
Feitor
na ra Imperial no-
Gsioheira e engoaima-
deira
Precisa-se ; na roa es'.reita do Rosario n. 3.
pbarmaeia.
>osinheira
Precita-8e de urna boa cosinbeira, para casa
de familia entratigeira, nos armbaldea; ioforma-
coea na roa do Coamercio o. 7, escriptorio.
Caixeiro
Precisase de um rapaz que t?nha pratica de
azendas e dand" atteetado de ten bom compor-
amen Oriado
""rec.B-Be Se om cr:ado ; roa do'.Pajsacdi
n.19
Temoitao uaare de Alt>cquerqae Ma-
rantiSo. sea mo'ber hibae mao-i.>m reaar
ml.s.s por alma de Jo. Anzolo Moreira
Das, na matus de s. Loorencj, a- 9 bwras
da manba do da 8 de M io, 30- de sea a
maato-
t
CafxeitxM
Precisa ee de dees ca.xelroa
moibadoc e dando Bador n
om e 6 i t8 aonos. e tetra
tratar na rna ae Calcad:a b. t
com pratica a
'ordneta, seaS"
de il a 14 : a
Taoeiro e torneiro
Precisa ee 'e uoj torneiro e de um tanoelro,
que sejtm peritos ; na roa Eario da Victoria
numero 49.
Declaraijao
Antonio Fernando de Barros Lya declara para
fina commerciaee, que desta data em diante as-
sigoar ee-ba Antonio Fernandes Barros.
Becife, 5 de Aoril de 1894.
_________Antonio Fejnandes Barros.
Gaixeifo
Na roa de S. Jorge n. 92, p.ecisa-ae de om
caixeiro qoe tenna pratica de molbados e d
aboao de snaondocta.
Terreno par*, alugar
Aluga se om grai.d: te -enn cisi a- oa e tras
mei'agoas, propno para carroc s. na roa Sa
Prcgrriic n. S8 ; na cj &et
ra Do^oe de Cotis :<-. 5 t C-S.
Caixeiro
Precisa-se d pratica sVgaa
Ihadcs, de ida :e J t6 8
nbecimento i-e su-, eoasasta ; na n>a sa Lista
n. 15, em Santo Ai;-: da fistisaa
Santo Antonio, S. Joao e S.
Pedro
Na ra da Palma n. M exista craoSe qoacti
dade de nades d u-pei Ce seSa de diversas
M lata 3*Ofio
Traquee de cbombo milaelro IIMn
Estalos para sorte, mila-iro ksMttt
Queijos Italianos
hmnm
E
eglonl
ecpb'B Jocacim ChriiovSo k C roa do
___________ Cabog n. ti.

Caixeiro
Precisa-se de om com pratica de
roa Vidal de Negreiros o. 86
SP
fe

J


8
nmm do bowio
"Diario de Penaambuco Terqa'fetra 8 dcMailrjfa 1834*
m i
Continua a manter em seii3 depsitos completo sortimento de utensilios para lavoura ven-
cendo sempre por preces mdicos; .
MACHINAS A VAPOR de diflerentes systemas e tamanhos, de Robiuson e outro3 fabri-
cantes, e de 2 a 12 cavallo* _
CALDEIRAS A VAPOR mnltitubulares de Fletcher, para funecionar com o fogo das for-
nalbas das tachas. .
CALDEIRAS A VAPOR Cornish s typo locomotiva para funecionar com lenha e bagaco.
RODAS para agua:
BOMBAS de motun-continuo.
MOE.NDAS e meias moendas, garantidas.
TACHAS de ferro fundido e batido, -avadas e caldeadas.
ARADOS de diflerentes systcmas,
CRIVACOES para fornallias.
MACHINAS para di
a voutade dos agricultores.
<- .iy<.'uti una iiumu
MACHINAS para descarocar algodo de 11 a 30 serras com alimentadores e empastadores
Fazendo parte da direceo de sua fabrica o Sr. engenheiro Augusto Clark, vantajosa-
mente conhecido dos Srs. agricultores pelos seus trabalhos de montagem de grande numero de
Usinas fuoccionando neste Estado, incumbem-se de mandar vir e erigir garantindo a produccao e
ualidade de assucar;
APPAREI.HOS e meios apparclhes de vacuo
D1ST1LLACOES completas para alcool e agurdente, a vapor fogo n, para grandes e
pequeas fabrica.
58-RUA BARAO DO TRIUMPHO-52 .
A ZEYEDO & MENDONCA
SOCIO RESPONSAVKL
ILDEFONSO DE AZEVED
Pharrraeeutioo-cbimico pola Eicola de Medicina do Rio do Janeira, exr--o
liro Bpharmaceuticodo Hospital Martimo de Santa Iaabal, ex pha ra ceutic ioaaco
iar de di/srsas oimmisBSsi m-dicaa do governo gral e provincial no Oar, ex oa
effeotivo, professor da Escola de Humaaidde, exmembro dvs commissSo de pby siap
ex-inapector das aulas do Instituto Pharmaeeoti'jo do Rio de Jfcniro, premiado comm
MEDALHA DE OURO do mesan Instituto ( ao mrito prcfhsoual), alumno do
Curao de Medicina, etc. etc.
Medicamentos magistraes e officinaes
CAPRICHOSAMENTE PREPARADOS
Grande sort-mesto de drogas, productos chimicoa e especialidades pharma-
ceuticas, nicionaes e estrangeirae.
Fundas, sondas, irrigadores, seringas, pessarios, pulveriaadores, etc.
Tintas, veruiaes, pinceis o maitoa cutros artigos artigos para fogo de artificio.
ARTIGOS DE PHOTOGRAPHIA
PRECOS RASOAVEIS
25RA DO BABAO DA YIGTOHIA 25
Telephone n. 398
PERNAMbUCO
* DELICADO ' Jf

AGUA
FLORIDA 33 m
Se o a/"8\* PURA H BWRJ SEM TI m
rr RICA QmB RIVAL co
< O
UJ ^P j ww* >
HERAY
U. ce IiAKMH m
L Q. Man tem sumpre a sua popu- rn
laridade. Cautela com as
BIITACOes.
fi DURADOIRO ^
.-.
43Ra Duque de Caxias43
Os propietario deste muito acreditado estabelecimento chamam a atteocSo do
publico e das Esmas. familias que acabam de receber nm completo sortimento de se-
das e muitas outras faaendsa iuteiramente novidade e veudem por precoa eom compe-
eucis.
A saber :
Cm rico sortimento de sedas o que ha de mais chic e moderno. ec
Um completo sortimento de cachemiras liatradas a seda, sor:Ha mrea.
Merinos de cores lavrados por presos bsratissimoa.
Um esplendido sortimento de cretonas franceses, fios.
Fattnaas ds phantasia, tecidos arrendados sortidoa ees cores.
Bramantes de lioho.
Dito de slgodSo de 15500, 1SS00 e 2.J5CO c metro
Madapollo de 1G0OO.
Dito de 12SO0O com 20 varas.
Algodaosioho a 70000 e 80000 a peca.
Tapetea de alcatifa e avelludadoa p-ra scph e cama, estarrpis lindas.
Um sortimento de eapsrtilhos baratos a 80000 e 100C0.
Ditos de seda para noivaB.
Leques de peccaa.
Estrictos finos.
Capellascom veu para casamento.
Mantilhas de s-da e de linho pretos e de cores.
Fiohs baratos.
Toalhaa de cores.
Roapsa para meninos, brancas e de ce res.
Capas pretas com vidrilhos a 35SCOO.
Saias e camisas para senboras.
Cortinadas intairicog de crochets 255 e 30SQC0.
Ditos p&ra portas.
Flanellas com ancoras e bollas.
Cortes de vestidos.
Bordados a seda 255 o 3050CO e muitas uutras iazendes qaa impossivei eo
descrever.-
Temos um grande sortimento de cazemiras o tazamos roepas por eocouimen da
por preces modiecs.
S no Torrador
LIMA COUTMHO & 0.
Para curar radicalmente a anemia, ch-
lorose, oa cores plidas, opilac&o frial-
dade, e todas as molestias qua tem sua
origem na pobresa do sangue.
Nao h remedio mais efficaz que as Pi-
lulas ante anmicas Brazileiras do Dr.
Silvino Cavalcante.
Formnla approvada pela Hlma" Junta
da Hygiene de Pernambuco.
Precos de urna caixa 15500
Meia duzia 88000
Urna duzia 15S000
BOTICA FRANOBZA
H. B0QAYR0L
22 Ra da Cruz n. 22
Obras de ime
Como sejam :
Cesto*. pra compra f*
Bsrfl' s
Balaca paratpapcl
Rooptiros
e lindas cadeir.-s*
Ra Estreita do Ropario
(junte a Igreja)
Togas Mendfs C.
UOORES, OO&NA, VINHOS, FI-
NOS genero de primeira qoalidade,
todo quanto n pie desojar para urna
boa dispensa, a pregos os mais resomidos
possivel.
(Nao temos eompetidores
Ra istrrita do Rosario (junto a
Igreja)
Pocas Mendes & C.
Vinho da Serra da
Estrella
GRATOS LQ0ACA0
FAZENDIS
PARA
DE
E MIUDEZ4S
e garrafas, superior a
marcas, proprio para
Em ancore tas
todas a outras
mesa.
Ra Estreita do Rosario (junto da
Igreja)
Pocas Heniles i C.
Che
garam
!
ACABAR
NO
CENTRO DA MODA
H. 3-B DO CABfiA'-H. 3
A' saber:
Madapol3, BigodZo, -hitas, cretooes, naoBok, brhatlirias. fostoos, brins bru-
ces e de c5r, voil, merino pret) e de efl-, cachera ra, lana, tedas, cuernma de todas
aa cualidades, flanellas, bramantes, atoalhados, pannos para mean, ^aardan^po*, bre*
tanhas, tolh-s de linbo p&ra mesa, esguiSes, cot>ertnre, colchas, ccroados de cata-
braia e crochet, pelerinas, cortes para vestidos, c.mj*as, collarinhos. panhos grarstas,
bertaras, meias, lenQos, laques, miadesas, pertoviriax, ttas, bicos de seda e .i!godSo
braceos e de cor, sombriabae etc- etc.

Previoe-sn qua a liquidagao conu>;a g
>rai da tarde at concluir se tod: s as faeendas.
8 horas da maabi e acaba se aa )
Vinho Bordeaux
Fronsac e Hedor
Vende se em qoar.oias e eogarrafados na
Adega Portugueza
Roa das Laraogelra? n. i
Ennes Barbos?, (Cooper 1 r,
Agua asitica
Do Dr. Bosc
Preparacao inaravilhosa
para tigir instantneamen-
te a barba e os cabelles da
mais bonita cor preta e cas-
tanhos.
Prego de urna caixa 3#500
Meia duzia 20#000
ma duzia 36.|000
DEPOSITO
LOTEA FRANOBZA
2 2 Ra da Cruz 2 2
m:
5
m
POR
"visa rs mmm
QUISTA PABTB
OS ANZOES UE CAMELIA
III
A embaixada
(Continuac&o)
Aonde yai ?
Vou comprar pastilhas.
Para queru ?
__Para Camelia. Te ve o aprumo ne-
cessario para n'as pedir, e como"n3o que-
ro que ella me sappanha contrariado, vou
levar-lh'as.
Ento volta frisa?
Sam duvida.
Olhe, tenho urna idea...
O que ?
racao de Renato. Este successo ultrapas
sava-lhe as esperanjas.
Antes mesmo de proceder de um modo
directo, j o homem a quem quera con-
quistar estava a seus ps, ou pelo menos
anc|oso de o estar. Era prova disto a
embaixada do baro Castelli. Ora, ha-
vendo- se como se houve e fallando como
fallara com o baro, descarregra Came-
lia um golpe arrojado, um golpe decisivo,
doB que do campo da batalha decidern da
perda ou da salvacSo dos imperios. A
impossibilidade, na apparencia absoluta,
de se approximar della, devia ateiar, qual
fole de urna forja, a chamma nascento no
coradlo de Renato, e metamorphosear-Ihe
o capricho u'uma paixao de bom quilate.
Pelo menos Camelia assim o pensava, e
por 880 se pode afirmar que conhecia
perfeitainente o corceo humano. Nao po-
deremos, por consegninte, deixar por mo-
do nenhum de lhe fazer justiya.
Logo que Castelli sahira da frisa, vol-
tra Camelia iminediatamente para a
frente. /
Renato
theatro.
Como dissemos, eubira j o panno para
o segundo acto.
' Ella lan^ou um olhar circular ; olhar
que se afeteve por um segundo na cadeira
em que Renato 'deveria achar-se. A ca-
deira estava devoluta.
. Sahio para ir ao encontr de Cas-
Vamos comprar as pastiIhaB e ao te^li, disse comsigo apeccadora ; n5o tarda
Krt lJio A,ra Iqe volte...
Obras importantes sobre
Religiao
Espolio do finado
DK. FELIPPB KERY COLLaCO
Os preiendeotes prdej dingir-se ao Arrajal,
ra
iar e L'eeta occas a-, escolberao as obras qae
lnee conierem^_________________________
Alfaiataria Moderna
[18 Ra Larga do Rosarlo18
Acaba-ge de abrir orna dovs alfaiataria, com
espleodido Borlimdto ,oe caxemiras. ebeviotes e
orios, oltimashovidades de Pars e Londres.
A oSicloa dirigida por um baDil e coobtcldo
artista.
Os seos proprletarijs pedem ama visita no
seu esiaelecimeDto
_______CiyPJS A MAIA _
Grandes eDgenhos
Veode-se ou arreoda se
O abaixo assifliiado teta r-solvldo vender oo
arrendav seos engeoboB Porto Rico o Porto Ale-
gre, a tratar nts-ta cidade. Disiam seia legoas
para ? esUcSo de Palmares, por boas estradas
para jarro. Veudn seas afras criadas, gados
f anlmaes pelo que vaierem. Iacommodos de
sale levam-io a *ie tim.
Palmares, 1 e Maio de 1S94.
Joo Flix Perelra.
caminho lhe direi.
o baro
sahiram juntos do"
E espreitou o momento do 6eu regresso
para lhe gstair a expressao da physiono-
mia. Mas esperou debalde : Renato nSo
IV voltou.
Est furioso... excellente ,As
Improperio coleras deete genero nao s5o duradouras !
'^ Am3ih3 a estas horas est o pobre mojo
Camelia senta um, successo de rgulbo e d0ido por mim .'
alegra vendo o rapido'e completo uiccesso
das saas primeiras tentativas contra o co-
Quando a peccadora fallava assim cove-
sigo mesma abrio-se pela segunda maz
porta da frisa. Camelia voltou-se, pus-
pondo ser o baro que lhe ia levar as pas-
tilhas.
Era com effeito Castelli que levava na
mo um grande cartuxo de varias gulodi-
ces. Camelia estendeu a mo para as re-
ceber, dizendo ao mesmo tempo :
Obrigada...
Acto continuo fez um movimento de
sorpreza. Notara que o barSo nao a s,
e na pessoa que o acompanhava, e que
at quelle momente so conservara um
tanto modestamente afastado, reconhecra
Renato. Sentio ento urna sensacao mix-
ta, sensacSo ao mesmo tempo de prazer e
colera, sensacao que lhe fez vibrar o cora-
c3o e lhe duplicou o brilho dos olhos.
Este relmpago, porm, foi repentino, por-
que Camelia comprehendeu sem demora
todo o proveito que poderia tirar daquella
circumstancia inesperada. Castelli afinal
nao lhe deu tempo para nada.
Minha querida senhora, disse-lhe
elle pegando na mao do seu companheiro,
permitta-me que tenha a honra de lhe
apresentar o meu amigo baro Renato de
Savenay, o qual deseja immensamente ob-
ter a insigne concesslto de lhe poder algu-
mas vezes fazer a sua corte.
Camelia respondeu com fria e ligeira
inclinacSo de cabeca, ao profundo cumpri-
mento de Renato, e em seguida voltou-se
para o barao e disse-lhe com a dignidade
altiva de urna senhora de boa sociedade
que se julgasse oifendida :
O que o Sr. de Castelli agora fez foi
urna ac5ao de mo gosto de que eu o sup-
ponho incapaz! Foi urna impertinencia
que eu n&o mereca e que me prova ter
de V. Exc. urna idea demasiado vanta-
josa.
Santo Deus exclamou o baro, em
extremo embaracado, por quem nao sup-
ponha..
3eneDtes aovas de hortalicas e floras
Rii Estreita do Rosario (junto a Igreja
Pocas Mendes k C.
N.
O BA MODA
3 OA DO CABGt'-SJ
Ourives oceu-
lista
Thodoro los Hamos de clip
E. UDelecmu cum cfBciua de ourives ra flas
LaraDKeirs o 1 avi aos scub fregueses e ao
respt-i'avel publico, qoe m^niem ofciaes bab
luadisjimo. para ext-cu.o de qualquer trabalb
cooceropD'e a sua arle, especialmeoie crava
cts para bnlbaotes. ocelos, penciDei, monocu
los. etc.
Donra-ce, p-atf-ia-se qualquer mt-til, roncer
lo em leques de madriperoU ou outrs qualquer
espece, Karaouooo p e;cs mdicos.
Ra das Laraugeira? d. 1
Bichas de Hamburgo
Vonde se em grandes > pequ -as pnrcO^
applica-*e veototas eccaa e sanadas ; bi rn'
das Laraneeirs n. II
FANTAZIA8
E' lindo 3 sortimento de tecidos sendo
impossivei de se descrever a grande va
riedsde de tecidos de faotaaia, sedas,
ISs, utDauuk, csmbrai. brancas e de co-
res ; pede-se ao publico em geral v princi-
palmente aa Ezmas. fumiliaa de visitares o
CoDgreso das Damas
Car va I ho & AJmeida
BA DD CABUGa' n. 8 e 10
Telephone 196
Gales e Guarnicoes
Com vidrilho e aem vidrilbo acaba de
reoeber lindo sortimento o
GQNGRESSQ DAS DAMAS
Leqaes de Gaze e Peonas
Ultimas novidades de Parii receben o
Congresso das Daroas
Egenho veoda
V'-ode se o enpeho Moribeqoiona, sito oo
moDiciplo be Uunbeca, distante das estacOes de
Jaboatao e dos Prazeres urna e nx*)* legos de
estrada piara de rodagem desta ultima eet o qual safreja aouDilmeote 4.0L0 peg de a-so
car, fpodo a meior parle das plantas em vstseas
de macap, com excellente cercado, d'agua e
tem truio boas obras, fnde-se roes a safra fu-
fora e resto da presente, e lambem com um ti 10
sonexo ao mesmo eogeono, o qual tem oro so-
brado em Munb?ca : quem pretender dl'ija-se
a ra do Isperador n. 90, 1 aoaar. de 12 as 2
boras da tarde, que achara quem d os esclare-
cimeDto9 que forem- exigidos, prego e forma de
negocio. O motivo da veo 'a dir-ae ba ao com-
rador .__________________
Vaoeas tourinas
Veodem-se vanas teurioas e msticas em
mnito boas cond'coJ.8. atra do sitio da Capel
ola em Foo'.e de Ucboa, das 9 boras da manh
da tarde,
Mas Camelia interrompeu-o inopinada-
mente, dizendo :
Nao fallemos mais em tal O que
lhe pejo, Sr. de Castelli, que se esqueca
do caminho de minha casa...
Depois accrescentou immediatamente,
em tom menos secco, e dirigindo-se a Re-
nato :
Quanto ao senhor, que tinha to
grande desejo de me fazer a curte, que
achou meio de me ser apresentado, mo
grado meu, como me custaria muito sup-
por-lhe urna intencXo offensiva, quero pe-
dir-lhe urna explicacXo ; mas nao 6 este o
lugar nem o momento opportuno para
ella... Esperal-o-hei amanha era minha
casa, ra do Provena n. 7, s duas ho-
ras da tarde e... muito boa noite, meus
senhores. '
E depo3 de ter novamente dirigido aos
dous urna cortezia que os puzera lateral-
mente fra da porta, voltou-lhes Camelia
as costas, encostou-se beira da frisa e
pareceu dar ao espectculo a mxima
atten?lo.
O barao e Renato, ambos seriamente
desnorteados, retiraram-se immediatamen-
te. No momento, porm, era que trans-
punham a porta da frisa, voltou Camelia
um tanto a cabaca, dizendo:
Sr. de Castelli...
O baro esperando estar novamente em
graja, deu rpidamente meia volta.
Olhe que se esquece destas pasti-
lhas, disse-lhe Camelia com um sorriso
irnico ; peco que as leve...
E pegando no cartuxo, quasi o obrigou
a recebel-o
gCastelli sahio furioso da frisa e atirou
as malfadadas pastilhas para o regado de
urna das mulheres que abrem e fecham os
camarotes, a qual ficou muito admirada, e
sobretudo encantada por tao grande pe-
chincha.
Figad" entorpecido cora-se positivameDte com estn plelas. Elias PAi'A
iio nm remedio purgativo vre de pengo para o bomem mais fraco, b**n ^-,
como bastante activo para o bomem mais tone, e nao constipa. aepois; pela j ~
Jci.ao feral agrada a todos que as araro. Sao aa Diluan tiHiandaris ta p'o-l r in4l!fr
asaomedica dos Estados-Unidos. Sao as menores e mais tacis a temar.
{Jo a renta em cada frasco
ilJKAO COTfeAT > VO IE
Tumores, cravo. pelle vermelba, aspTa e oleosa tmnidido ou carado
jor o mais grande de todos os aformoseadores da pelle, o Sabao Curativo de iciafj
euter. Produia a pelle formosa, branca e clara e maos brandas; aicolata- r s>aa
mente poro, delicadamente medicinado, extremamente incomparsvel como ?*
blo para a p^lle bem como do toucader, do banbo e doqnarto tas enancas. TDIaa^TS
tAlTELi- Nao genuino sem cada envoltorio ter a marca r-
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TBJLCiOWERO B &;;.&& Y
Urna preparacao elegante, extremamente perfumada, remo ve tona ** im
arrezas do crneo, perservattvo contra calvicie e cabello cimento; faz o uiirj
o creacer espesso, brando cermoso. Lnfeilivel para corar erupcoes, doeoc.<<
da pelle, glndulas e ma.ato., cara rapidamj... cortadoras, qieimacuraa,
ridas, torcedoras, etc:
CAiJTKi^A.NSo genuino sem cada l:ajco ter a marca resistratia
PASA O
CABELLO
k PFLLE
XA&eP E &ETE& K 2-
Como remedio da E-tccao Calmosa, Purirjcado: oosangne, dlareticc,
e aperiente, cenhom outro appellidado depurativo ou satsaparrlba se appro-
xima sequer ao Xarope de Reuter d 2. Comtina quatro grandes proprieda-
des em nm s *emedio, operando a um tempo sore es orgaos digestivos, o
sangne, os rins e os intestinos.
Absolutamente neotralisa xpulsa peles canaes Intostinacs. rlus e
poros da pelle, os germens nocivos,;poe tlutuam se sangue, na arma e na
iranspiracao
depositas. OS destes PB0DCCT08A cempanhia de D-ogaa proiactoi chiaucoa
Ra. MarquA* da Olixtda n. 24.
PURIFICADO
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Sabaojfrnsparente cristalino
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Sabao transparente cristalino
Aviso ao respeitavel publico que se acha no mercado
urna imitagao muito infenor ao meu sabao cristalino, um-
versalmente conhecido e que muito mais caro do que a
minha produeco, visto na ter duraejio alguma e alcm disso
muito prejudicial hygiene.
Para possuir o verdadetro sabao exija-se sempre minha
firma.
W. Rieger, Fr^rkfurt a. Maio.
O baro travou do braco de Renato e
dirigio-se com elle para o foyer. No ca-
minho nSo pronunciaram urna nica pala-
vra.
Apenas all chegaram, largou Castelli o
braco do seu amigo e logo ambos se fita-
ram.
Foi o barao quem primeiro romp?u o
silencie.
Ento que me diz ? perguntou elle...
Digo-lho que acho Camelia encanta-
dora ... respondeu framente Renato.
Ah c essa a sua opiniSo ?
Sem duvida.
E que pensa do modo por que ella
nos recebeu ?
Pens que estava no seu dir6to.
O meu amigo, j. vejo que philoso-
pho !... Eu que nao me resigno fcil-
mente com o extraordinario azar que o
senhor me originou !
Ora !... Bagatela !
Muito obrigado Fui tratado como
um lacaio por aquella serigaita, e isto por
sua culpa!
Ora adeus Nao queira agora ati-
rar-me a primeira pedra !
E se o fizesse ?
Faz i a mal.
Realmente ?
Esquece-se de que anda agora quan-
do lhe communiquei a minha idea a adoptou
com solicitude, achando-a devras diver-
tida ?
__ E poda eu suppor que o caso toma-
ra um tal aspecto ?
Sem duvida ; mas bem ve que nSo
lgico exprobrar-me pela simples razSo de !
que eu nao podia suppor o que succedeu
com o senhor.
Sim, anal tem razo.
E demais, onde est o mal de tudo
isto ? proseguio Renato. A que nos pro-
punhamos ? Fazer com que eu fosse ad-
mittido em casa de Camelia : j:i ft Oj ae
attingimos o nosso fim, por isso que em
espera amanhl s duas horas.
E vai ?
Que pergunta!
Pois far muito mal.
Porque ?
Porque Camelia est to irritada
contra o senhor, como contra mim, p recebel-o pouco agradavelmente.
Quem sabe ?
Entao, perguntou dmira-lissimj do
sangae fri e do aprumo de Renato, 'spera
achal-a araanh muito amavel para com-
sigo.
^ Espen, respondeu Renato, pj a
mais incomparavel fatuidade
O baro sorrio-se com ar incrdula.
Renato vio este sorriso e disse-lhe :
Meu caro amigo, en que quero
fazer as pazes entre o senhor e Camelia,
convido-o para ceiar com ella um dia, da,
semana qae vem... Olhe, de hoje a oito
dias.
De hoje a oito das ? repetio o ba-
rao. Aceito de bom grado, mas...
Mae, o que '?
Aposto, duzentos luzes, se qu'Mr,
em como essa ceia nao se effectuar.
Est apostado, disse Renato, batea Jo
ligeiramente na mao que Castelli estendaw
para elle.
E agora ? perguntou o bario, volta
para a sua cadeira ?
NSo, responden Renato, vou-me ma-
bora.
Aonde vai ? ^^
Vou casa de Albina e otte, o moa
amigo podia fazer-me nm favor r
O que ? .
(Contiiua) .
Typ. do Diario, ra Duque dC.M



mm*



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