Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16670


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Full Text
I -

'
-
ASXO LiXX
IMmlngp I d& Mato dtq IW'III w

rUHE0 101
MMBUCO

P&dPBISBjfi.
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes ailiantados. 8$>00
Por seis mezs adiantados. 15&000
Por um armo adiantado .... .30&000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICARES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Maycnce Favre & C, residentes em Pars34 ru de
Provence
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGAflPORTE
Por seis mezes adiantados.
Por um armo adiantado .
Numero avulso do mesrao da.
Numero avulso de dias anteriores.
16*500
33000
100
200
Teiegrammas
:nv.:: ?snswAa so dusio
Rio le Janeiro, 4 de Maio, s 6
horas e 40minutos di tarde (recebido q^
ostacao i hora e 25 minutos da madruga^
da de 3, e entregue s G horas e 50 minu-
tos da manh).
Por indicacao ' ma/. Delphjho, a Cmara resolveu man-
ter o prc-ceito legal da necessidade de
maioria absoluta de seus membros para
a abertura dos respectivos trabalhos.
A' vista dessa resoluco, foi ainda adia-
da a abertura do Congresso.
_ Perante a respectiva oommisso ve-
rificadora de poderes, comecaram c con-
cluiram-se os debates sobre a eleico do
i. districto de Pernambuco. Orou o Sr
Cupertino Cintra, quem respondeu o
Sr. Martins Jnior.
Assistiram ao debate numerosos espe-
ctadores.
O almirante Gongalves seguio com
a esquadra nacional do Desterro para
Buenos-Ayres.
A taxa do cambio sobre Londres
oscillou hoje de 9 e i,-2 9e9,'i6 d. por
l,*(0O0.
Rio de Janeiro, 5 de Maio, s G
horas e 5 minutos da tarde (recebido
na estacao s 1O horas e 30 minutos c
entregue as 0 horas e 3o minutos da noi-
te).
Na Cmara dos Deputados a commis-
soo de poderes lavrou parecer unnime
em favor do Dr. Martins Jnior.
A deputa^o pernambucana porm
apresentou urna emenda.
A commisso, menos o Dr. Frederico
[Borges, aceitou essa emenda, consignan-
do a annuliacao d eleico de Muribeca, e
recoahecendo o Dr. Eduardo d'Oliveira.
Amanh a Cmara resolver o assum-
pto,
Chegou aqu o general Leite de
Castro.
O Banco de Crdito Movel vae lan-
i;ar, no dia 10 do corrente, um empresti-
mo de f:2O0 contos, e a Companhia de
Estradas de Ferro Norte do Brazil lancar
tambem no dia 7 um emprestimo de...
i2:o00 contos de ris, -
Ambos sjk> em debentures .
__ O couracado Aquidaban passa
denominar-se 2; de Maio;- e o Re-
publica chamnr-se-ha 5 de Novem-
bro
-_ E* provavel que amanh haja nu-
merosa Canjra d >s Deputados para po
der ser aberto o C mgres-o Nacional na
sgunda-feira.
Em cambio effectuaram-se negocios
s tazas de 9; I e 03/4 p. por l^ooo.
Reuebedaria do Estado de Per-
nambuco
D'spaihos do dia de Maio de 1894
M. S. Mua, ompanhia Industrial e Commer-
ciode EstivasIntormn a i.* serg&o.
Box-well William & G.-A' 1." secgo para os
devidos fins.
Joo de Aquino Fenseca, Sil vino Pinto & C c
Joo de Aquino Fonseca -Informe a 1.* secgio.
Manoel Candido de Albuquerque Lomo re-
quer.
Tavares & Lacerda A' vista da informagao
deferido.
Ignacio Rcgo-Informe a 1. secgo.
O porteiro,
Custodio B. da Silva Guimariies.
INTERIOR
k Revolta
PARTE OFFICIAL
Thrsour.- 2 Est:-1o de Pernam-
buco
De.!.i -Ti dia 4 de Maio de 1891
Abaixo assignados empreados da secretaria
do Senado.AO Sr. Dr. Contador para seu co-
nhecimento e mandar fazer as dividas notas na
folha respetiva.
Antn Manoel Fernandos Braga e Machado,
Comnanhia Per'iarabucana, A mesraa, Empreza
de Naw.acio Fluvial, A mesma, Bacharel he-
liato Ferreira de Albuquerque e Joao Das de
QuentalInforme o Sr. Dr. Contador.
Senhorinha F. de Jess Pessoa, Jos liento
da Costa Metra e Francisco Lucas das Chagas
Volle a Sr. Contador.
Mara A. de Moraes PimentclA secgo do
Ctencioso para os devidos lios
Mame! abral de Araujo -Jante o conheci-
mento de dcima do 2.* semestre do exercicio
de 189a.
Pedro Augusto da Silva Pra-Ao Sr. Dr. ad-
ministrador da Kecebedoria para remetter a pe-
tiglo de que se trata
Josepha Mara da LuzAo Sr. collector de S.
Lourengo para tomar nota edejoiter.
Jp&o'-Alves de Farias e Urabellina Ferreira
Pinto- Ao potteiro para entregar ao interessaao.
Sebastiao Lopes Guimaraes e Manoel Figuei-
roa ile lana & FutiosInforme o Sr. Dr. Con-
ador.
Co-a Rei Cvsneiros & C.Yolte ao Sr. Dr.
contador para mandar declarar se os concessio-
riarios estao devendo os juros do semestre ul-
Mara Aira C fiego de Lacerda Barrelto, Ba-
charerv r'ilio de Gusmo Coelho e Jos Fran-
cisco de Frgueredo-Haja vista o Sr. Dr. procu-
"Varia^daCuntia Magalhafs Oliveira-Certi-
,lJos' Pias A. Quental-Informe a secgo do
contencioso. _
Flix C. da-Silva Teixeira-Informe o Sr. ur.
administrador a Recebedoria.'
D'O Pai: de 17 de Abril :
Gracas ainda ao criterio e actividade nunca
desmentida dos nossoi corresnondentes, ja hoje
pedemos nos doseinpenhar do compromissoque
liontem tomamos. Outrr.s infonnages virio a
seutempo; por a^'ora esses teiegrammas satis-
faro em parle a justa anciedade publica :
Montevideo, 1GDepois do desastre completo
da expedigo ao Rio Grande, o Sr. Custodio de
Mello viu-se lorgado a reembarcar na flottlha com
os homens que se puderam salvar.
Os navios revoltosos tomaraii rumo sul e em
Castillios deseinbarcaram mais de 1.0O homens
e cora elles os chefes Salgado e Guerreiro Vic-
toria.
O resto da forga seguiu com os navios rumo
norte. No cruzador Repblica ia o Sr. Custodio
de Mello e no Iris, Meteoro, E-va, e Uramu
os oulros revoltosos.
De Caslillio, o Dr. Carvalho, secretario do chere
Salgado, enviou extenso telegramma a LA Siglo
confessanilo o desastre da expedigo e declaran-
do que disso teve culpa o Sr. Custodio de Mello.
Accrescenta que pelo cx-contra-almiranle foram
abandonados naquella costa e tambera que tive-
rara grandes perdas no Rio Grande.
Desta curamunicago deprehende-se que os
chefes das Torgas de trra nao estavam de accor-
do cora o Sr Custodio de Mello.
O governo oriental desde que teve cootieci-
mento do desembarque deuordens severas quan-
to vigilancia sobre os foragidos.
JEst resolvido que todos sero transportados
n'uma grande embarcago e conduzidos a lina
das Flores para sercm desinfectados.
Ainda podemos adiantar as seguintesnoticias.
Estes ltimos dias chesaram do Estado do Pa-
ran o Dr. Menezes Doria, Piragibe. Jacques Ou-
rique, Sebastiao Bandeira e mais 38 individuos.
Oulros emigrados devem chegar por estes das
e vera no vapor Fortuna, esperado do Desterro.
Os jninaes desta cidadenoticiara outras derro-
tad solTridas pelo? revoltosos ni fronteira.
0 couragado Baha prorapto na tres das, acna-
se de fogos accesos, esperando ordens.
Os briosos officiaes de raarinha, da sua guar-
nigo, e os contingentes da escola militar e do
batal'io Tiradenlcs, embarcados a seu bordo,
sob o comraando do intemerato tenente Loraei-
ro, desejam entrar era combale.
Devemos dizer ainda que no Baha conserva-
se a rigorosa disciplina implantada pelo com-
raandantc capit&o-tenente Luciano de Abreu.
Consta nesta capital que as forgas legaes
acham-se r,o Desterro e tambem se amrma que
o Paran foi completamente abandonado pelos
revoltosos.
A' ultima hora disseram-nos que os abandona-
dos de Castilhos ja embarcarara n um ponuo,
que rebocado pelo vapor Empero,- dirige se para
este porto. _
Temos tambem informagOes relativamente aos
revoltosos asylados aos navios de guerra portu-
A este respeito podemos garantir que a bordo
da A/fonsj de Alhuquergue existem 283 e na *-
d'M" 213. n
E' igualmente certo que 126 fugiram para Bue-
nos Ayres c talvez amanba erabarquem no vapor
Pedro III que os levar a Lisboa e ser com-
boiado pela ffOnso de AUmquerque.
A corveta M.nddh ticarno B10 da Prata, afina
de entrar para um dique e ser convenientemente
reCoraoa'ultima nota accrescentaremos que os
asylados esio em boas condigOes
Hio Grande, 16=Ne.nhuma novidade aqu oc-
correu. depois do nosso ultimo telegramma
Aguardam-se noticias so'ire a esquadra legal,
que deve estar no Desterro, c da apprehensao ou
abandono dos navios revoltosos.
Beina completa tranquilidadc e do interior do
listado s cnegam noticias agradaveis.
D'O Pai: de 18 de Abril)
Nao haviam ainda decorrido 24 horas depois
da promessa que fizemos de proporcionar ao
publico novas informages e novos aines o
bre os aconteciraentos que se um dcsenrolau-
do ao sul da Beoublica, e eia que os nos^os
correspondentes especiaes anounciavam era des
pachos os mais completos a mais cabal victoria
da causa legal, isto 6, o exterminio absoluto da
revolta, que desde longos das agonisava j
desprestigiada e abatida por toda a naci, inva-
lidada pelo criterio de todos os cerebros pen-
santes e apenas mal soccorrida por nraa rac-
co de brasileiros menos leaes a sua patria,
colligados a alguns estrangeiros anda imbuii
dos de idcias monarchicas. natnrnn mu
Essestelegramraas representara esforgo.que
faz OPaiz, sempre qne a sociedade brasileira
encontra-s era momentos crticos, superexci-
toda na sua curiosidade ou bm sn" P;
prehenses por dores agudas; |dessas que ante
sm direcUmente o seu organismo, os seu=
bros ou os seus interesses mais vitaes.
1 ..,......,,,.h.-. ^% iiiu-i onthnsiastlCO a .n
Levantando um viva enthusiastico
blica, saudando nella todo o futuro *
pu-
nossa
[)ir.v- ---------- ._-,:_.
pairia, synthetisando nessa expressao de inl mo
re-osiio o renascimento da paz e da tranquui-
dade da familia brasileira, a resurreigSo, de to-
da a vida nacional pujante c feliz, anuncia-
mos o exterminio por completo da negregada
revolta que traz ligOesiaolvidaveis parao tfra-
Zil republicano e imprime na consciencia dos
nossos compatrioas ensinamentos lecundo=de
honra e dignidadee exemplos vivos de coragera
herosmo, invejaveis raesmo pelas
nages"em que o patriotismo abnegado seja
bravura e
sus o- ^e Sysasvac
de hontem, a
que
te nesta capital e, principa
pria estructura pela exploso de tres torptus
da Gustavo Sampaio. np, PP.
O ultimo golpe_pois era deten.da hnrr^J_
tra os seus camaradas nfteis a patria e a le
fundamenUl do paiz. ^im^]-,
E se nos grato reconhecer esse assignat
do servigo dos briosos oBciaes collocados ao
lado do governo, nao esqueceremos igualmen-
te de reembrar urna circumstancia opposta
e que diz respeito ao chefe dos rebeldes posto
eiParaamaior vergonha para oppfobrio eterno
do ex-contra-almirante Custodio de Mello, foi
elle pedir prolecgo e amparo bandeira ar-
gentina o pavilho da Bepublica oue o caudilho
mais hostilisou, cobrindo de insultos e doestos
o seu povo e os seus homens politices I
Repetindo as nossas congratulagOes com
o povo brasilero, abrimos espago agora aos
teiegrammas completos que hontem recebemos,
noticiando a terminagao da luta, cora honra o
dignidide para o Brazil.
Desterro. 17.
A esquadra legal, sob as orJen3 do almi-
rante Jeronvmo Gongalves, entrou hoje neste
porto, tendo'-lha apenas opposto resistencia o
Aquida!)ar,"uiii<:o dos navios revoltosos que
aqu se achara.
O almirante Gongalves entrou pela barra do
norte e antes iutiinou, a rendigao do coura-
gado. .
Nao sendo attendido e rompendo o nimigo
as hostilidades, destacou a diviso de torpe-
deras.
O ataque foi muito bem dirigido e 3 torpe-
dos projectados pela Gustavo Sampaio era
Echicos minutos hzeram sossobrir o Aquida-
an* prximo costa continental.
Nada mais liouve que merega especial men-
co.
A cidade fora abandnala pelos revoltosos
que j devem estar no Rio da Prata.
Montevideo, 17.
A' esquadra revoltosa s ordens do ex-con-
tra-almirante Custodio de Mello ancorou no
porto de Buenos-Ayres.
Os navios que a compem sao : o Repblica
cornil homens e pavilho de almirante: o
Esperanga com 78, o Iris com 110, o Me-
teoro com 350 e o Uranus com 2li.
E' lamentavil o estado em que se achara a
esquadra e os homens que a seu bordo se agi-
me raram.
Em seu nome e no dos seus commandados, o
Sr. Custodio de Mello pedio a prolecgo da ban-
deira argentina.
Montevideo, 17.
El Siglo recr-beu telegramma da Buenos-Ay-
rs, duendo que o ex-contra-alniiranti Custo-
dio de Mello pedio a pntecco do pavilho ar-
gentino, visto nao podr continuar a luta por
falta de recursos.
O governo argentino, diz 0 rifri-lo telegram-
ma, accedeu ao pedido e mandou carvo para
os navios revoltosos.
Os foragidos de Castilhos s chegaro ama-
nh illia das Flores.
Montevideo, 17.
Tivemos agora conlncimento da nota pela
qual o ex-contra almirante Custodio de Mello
padio a hospitahda le dos argentinos.
Em troca dessa prolecgo, o chefe da revolta
naval corapromettia-se a fazer entrega de todo
o material bellico de que ainda dispe.
O governo argentino, accedendo ao pedido,
vai tripolar os navios com marinheiros da sua
esquadra, at que o governo do marechal Flo-
rimo Peixoto mande recbelos.
Os revoltosos, odlciaos e tripolantes seguem
para o lazareto de Martin Garca para purgar
quarentena.
Montevideo, 17.
O couragado Aquvdahan, souheinos nesse
instante, foi a pique por um torpedo na barra
do norte, porto do Desterro.
Julga-se que foi a caga-torpedaira Gustavo
Sampaio que assim destruio o poderoso navio
de guerra, o nico de que ainda dispunham os
revoltosos.
A esquadra legal, s ordens do almirante
Jeronvmo Goncalves, entrou no referido porto
eno'soft're cbr.testaco que todo o littoral.
desde Paranagu para o sul, aclia-se em poder
do governo brzileiro.
Montevideo, 17.
Podemos garantir que os revoltosos refugia-
dos em Castilhos chegam amanh ,i illia das
Flores.
Nos navios cuja chegada a Buenos-Ayres
hoje noticiamos, lia 32 dentes em estado gra-
ve. O governo argentino j tem alojamento
em Martin Garca para os mil e tantos indivi-
duos que se acham a bordo u que Iba solicita-
rain proteego.
Espera-se nesses prximos das a esquadra
legal brazileira, que tomar conta do cruzador
Repblica e dos vapores armados em guerra.
Montevideo, 17.
Telegrapham-nos de Buenos-Ayres que os
asylados da Mindello e da Alfonso de Albu-
querque estao sendo transportados para o va-
por i'edro III, que 03 levar a Lisboa.
Ascende a 4.000 o numero de revoltosos bra-
sileiros fugitivos, que se acham s entre Mon-
tevideo e Buenos-Ayres. I
Noticias do Bio Grande do Sul:
A cidade de Raqui foi oceupada pelas forgas
legaes.
O general Silva Tavares, che Te das forgas de
trra dos revoltosos, est gravemente enfermo.
Gumersindo Saraiva, s ultimas noticias re-
cebidas, segua rumo da Berra.
Foi agora conhecida nesta cidade a oceupa-
go de Castro, no Paran, pela diviso do co-
ronel Pires Ferreira, que j est em marcha
sobre Coritiba.
Montevideo, 17.
Os refugiados em Castilhos sao em numero
superior a 1.500. '
Confirmamos que s amanh chegaro a una
das Flores, nao podendo ser antes da tarde.
Ainda bem que o nosso estimado collega do
Diario de Noticias j hontem assignalou a
suspeigo que lhe mereca a supposta acta la-
vrada pelo corpo diplomtico estrangeiro sobre
o asylo a dar-se aos revoltosos, antes de 13 de
Margo.
E i agora, com menor acar.ham.ento e con-
vencidos de que nao magoamos a susceptibi-
lidade do confrade, podemos dizer devidamen-
te autorisados que o documento publicado pelo
Diario tudoquanto hade mais apocrypho.
Semelhante acta nao foi lavrada; nao ha-
veria diplomata que com mediano bom senso
fosse capaz de subscivver um documento que
eternamente comprometteria o seu paiz.
O asylo dado aos revoltosos j o dissemos
e ainda' agora o repetimos foi acto de exclusiva
responsabilidade do Sr. capitode fragata Cas-
tilhos, commandante da Mindello.
Essa acta mandada ao uosso collega com o
filo de armar urna falsa opinio d mais urna
tramoia dos rebeldes encapotados em trra, que
tambem a enviaram a O Paiz, n'uin envellope
seboso e escripta com urna orthograpluae gram-
inatica de taverna- .**tfW
O que se diriade um corpo diplomtico que
levasse o desprendiment) pelos crditos de
suas nages ao ponto de firmar semelhantes
despauterios t
Epara julgal-a apocripha nem precisavamos
da autorisago que nos foi dada, porque de an-
le-nSq assim a consideramos, laiii;audo-a ces-
ta dos papis inuteis. ,
(0 Pai: de 19 de Abril;
inda hoje abrimos esta secgo com os des-
pachos telegraphicos do nosso servigo especial.
Elles oiferece o maior interesse no momento,
porque vo referindo tudo quanto se passa cm
torno dos homens que depois de attentarem con-
tra a sua patria, prejudicando-lhe o crdito mo-
ral, arruinando as suas finangas, entorpecendo
as suas relages commerciaes, assassinando
inermes crealuras, victimas innocentes das pai-
xOes polticas, puzeram-se em fuga, evadindo-se
justa punigo de urna serie de crime3 abomi-
naveis.
Agora recriminam-se uns aos outro3, cada
qual quereodo mostrar se meno3 culpado, cada
qual pretendendo os foros de um herosmo de
que nunca deu provas, para fazer o outro passar
por Iraco, quaodb todos foram do urna poltro-
nice inimaginafei.
Que a histoim os coraracnle, porque nossa
penna repugau estabeleeer confrontos entre
gente que perdeu lodo o drcito ao respeito pu-
blico e a todos Os qualitcativos que nao possara
produzr o eteito do Ierro candente sobre pus-
tulas gangrenosas.
Eis os despachos que dictaran! estas linhas :
Montevideo, 18
Acabara de chegar ao lazareto da ilba das
Flores 1.200 revolucionarios dos que se refugia-
ram em Castilhos.
Outra embarcago vaisair para transportar os
que ainda ficaram c sao em numero de 230.
Reporters da Prensa e da Nacin de Buenos
Aires visitaran! o ex contra-almirante Custodio
de Mello a bordo do Repblica, procurando
intervistal-o.
O cnefe da revolta naval recusou-se a respon-
der. Os reporters dirigiram-se ento a um dos
ofliciaes do cruzador, que llies deu diversas in-
formagOes.
Passamos a entraclal-as.
Sobre o desastre da expedigo ao Rio Grande,
disse que fra devido ao procedimento de Sal-
gado, que nao quiz atacar as trincheiras.
Relativamente a factos anteriores declarou
que Custodio de Mello recusou fazer parte do
governs provisorio instituido no Desterro, re-
servando-se as funcgOes de commandante das for-
gas de trra e mar.
Accrescenton tambem que est decidida por
Custodio de Mello a publicago de um relatorio
minucioso dos ltimos successos.
Nesta visita ao Repblica e na que fizeram
os citados repofter aos oulros navios, flcou ve-
rificado que tojoa se acham em estado deplora-
vel.
QNo Uranus o Dr. Gome3, raeilco de bordo,
declarou que antes de entrarem naquelle porto
muito soffrerara, e ja havia alguns das que ape-
nas comiam carne secca.
Em todaaesquadrilha esto embarcados 900
homens de tripolago.
Os navios de guerra argentinos 25 de Maio,
Plcoinayo e 9 ? Julio-, foram encarregados
do servigo de vigilancia e guarda dos navios re-
voltosos.
Montevideo, 18.
Acabara de fundear fra do porto as corvetas
Mindello e Alfonso de Albuquerque. trazendo
a seu bordo grande numero dos revoltosos que
asylarara no Rio de Janeiro
O vapor Pedro III denorou a viagera, por-
quj ultima hora sublevou-ae sua tripolagao.
Os correspondentes do Xew-York Herald o do
Times de Londres tm enviado extensos teie-
grammas aos respectivos jornae3, referiodo tudo
o que temos noticiado.
(D'O Pai: de 20 de Abril)
Anda hoje sao 03 noaios teleg-amm is sobre
os sneceasos do tnl qa? abren este diario dos
varlado3 e emocinimea factos qae se passam
d ale o dia 6 de Selemoro de i8'J3, qumto, de
eurpreaa e por t'^icSo, u n grupo de ambiciosos
se apodero a dor-n.vios d eetiaadr a, oacioiMl.
entao artos neste porto.
A sitaacSo contioi suaplciosa. Prximo
roe.ra do Bio Gr3oJ, Daadoa anda armaios
vao sendo batidos pelos bravo republicanos,
que iot-an9i?entemnte all defendem a legal-
'.ae e os bros nacional.
O governo argentino, em perfeito accordo com
o garande do Rio de Janeiro, exerce severa vi-
gilancia S3bre os revoltosos aj* lhe foram pe-
dir a proteega; da Dandelra e deUa de9de ]4 a
disposigio do nosso illotre representante em
Baenos Ayres as tripoUgOes e contingentes em-
brcalos nos navios qaa deixaram de estar as
ordena do ex-conira-almlrante Custodio de Meilo.
k. 11 CasMlhos, anda aguardan) meioa de trana-
p-rty os chefee revoltosos Goerreiro Victoria e
aigaJo, qoe tambem preferiram a foea vergo-
nnoa morte rahab litante em combate com o*
valenta defensores da Repblica.
Os asytadoa da Mindello e da Affjoso de
Albuquerque ainda ee acbam naa aguas do
Prat.
O vapor Pedro III, em conaeqoencia dos
teiuporaes reinantes, nSo pae at nontem rece
beloi* a eu bordo.
RrUlivamente ao Aquiiaban, tivemos por
copia o telegramas otcial recebido pelo hon-
rado Sr. ministro da a ario ha e que lhe foi en-
deregado. de ordem do.berblco almirante Jero-
nyxo GongalVfS/.pelo- bravo 1/ teneote Bodol-
pno iLopes oa Cruz, comnadante do crciador
Ita/lp, ante-hontem cnegado ao porto de San-
tos-
Outraa iolormagea compleraen'.area e da maior
aciualuade e niereaae contera oa lelegrammaa
do nosso servigo, qoe iaeamoa a publicar.
Montevideo, 19.
Esto na libadas Flores 1.200 dos foragidos
de Ca3tilb03. No nomero dos qne ficaram oes-
aa iocalldade oriental, e excedem de 400, achara-
se moitoa officiaes, os ebefes Salgado e Goerrei
ro^Victoria e o Dr. Carv.ldo, secretario daqnelle
commandaote.
E' muito diffiil que poasam embarcar neste3
prximos tres diaa. RelLa violento temporil do
suestae o terrivel pampeiro varre toda a.cos-
ta, irapedindo a app.'oximago de quaiquer na;
vio. ., .
Na ilha daa Flores eato mnitos fendoa, gran
de numero de molneres e criaogas. Foram da-
da* as provldeoclaa necessarias para qoe tantos
de'graga-'oa nao fiqaem a mingua de ccnTorto.
A seis milhaa do porto eat fondeado o vapor
Pedro III. Alera dos motivo8 qae bontem ex-
pozenjos, o temporal nao permittlo qne a seu
bordo fossm recebidoa os aayladoa do Atlonso
de Albcqnerque e do Mindello.
Congratulo me com a

iam devem aer fozllados.
vosaa derrota.]
Aleen deaaas noticias, a noa resta dlier qoe a
popolagio da capital mestra-ae antmadiaaima e
alegre.
Montevideo, 19.
CommaniCcOes segaras de Buenos Ayre3 nos
infomam de que o marechal Florlano Peixoto
envin in8trucceB ao Dr. A83I8 Braxll para que
receba oa navios da eaquadrilQa abandonada
patos revoltosoa e que se acha sob a goarda da
estuadra argentina.
Da mesma capital, igualmente nos informara
nue o honrado ministro do Brazil aguarda com-
mucicagOes do seo governo, em ordem a repa-
triar os marinheiros e outras gnarnicOe
A aoliiltude dos Dr3. Victorino Montelro c As
sis Brasil, ajudada pelas boas disposlges dos
governn3 argentino e oriental, moo contribu
ri para que o gabinete do Rio de Janeiro consi-
ga tolas as reivindicagoea b;m expreasas em di-
reto.
Montevideo, 19.
O eonselho de sai" argentino resotven imp^r
quarenton de 10 das em Martin Giren ao ex-
coQt'a-almirante Gustadlo de Mallo, officiaes e
trlnolagdea da esqnadrilha.
N fronteira do Rto Grande continuara batidos
p-los moldados republicanos os peqoenos grupos
revoltosos que aieda se animara a incnrsea no
Estado.
Porto Alegre, 18. .
Tem]8ldo aqu raaito festejada a rendlgao da
esqoadrllha revoltosa, em Baegos-Ayes.
Soobe-ae officlalmente ni-sta cidade qua os fe-
deralistas foram recbasaados 00 Raqui.
O coronel Mema Brrelo enderegoa ao ex-
Contraalmirante Custodio de Mello o s guite
teleg*amma:
Os soldados e marinheiros quando se revoi-
Damos agora a palavra ao Sr. 1. tenente Ro
dolobo Lipes da Croa, para re(gair as CDodigss
emqoe o Aquidaban foi poatnKra de comoa-
Santos, 18.
Ao Sr. ministro da marinha0 almirante
Gingalvea manda uommanicar-vos qae teve lo
gar na madrugada de 16 om grande comDaie.
O na< 103 iegaea bomordearam aa posigo?s
dos revoltosos. As terpedeiras atacar .tu o
Aquidaban debatxo de ietjaao fogo e o 100-
tilisiram com torpedos.
O Aqaidabao* sosaohron em pooeo fondo e
tem a tolda fra d'agua, perto da fortaleza Anua-
lovlrim.
P t oscasio da partida do Itaipa, a eeqoa-
d-a -"gal ebegava ;o anti^o fandeadouro dos
revoltosos, doiiiaanio o porto sem mais hostili-
dades do inimigo.
O almirante pedio ao p*eaidente da Repoblica
forgas at n de occooar a cidade do Desterro.
Vivaba Repblica 1-Rodolpho Lopes da Cruz,
commandaote do crutador Italp.
Gragas a nosaa reportagem, podemos accres-
centar algumaa notas a eaie de-apacho, emqnaoio
aguardamos a parte official do combate do Dea-
ierro.
A esquadra legal, depoia de ter ido a plqne o
Aqaidaaao, fez prlaiooeiroa maitoa efficiaea
e marinheiros do coaragado, que a nado procu-
ra vara 8alvar-.se.
Oa marinheiros foram distribuidos pelos di-
versos navios e os officiaes, rocolhidos ao cruza-
dor < Itaip, vleram at Sanios, onde sendo
entregues a aotoridade* militares, foram trans-
portados (para S. Paulo e d'abi deverSo segoir
paja esta cidade, sendo de presumir qoe ebega
rao boje oa amaoOS.
Anda ignoramos qoem commaodava o Aqai
daban. Informages a respeito esperamos a
todo momelo e bem assim oa nome* dos ofi-
cia-s prisionelros e dos qoe BDCcomblram na
Iota contra a heroica eaqoadra legal.
Seguiram pra o sol oa vapores Audaz e
Parabyba. Aqoelle torooo-se neceesarlo para
levar ai Smta Ciibarioa mais 100 pragas qoe o
segUQdo oo comportava.
O cPrahyrta, qne parti por ultimo, levan-
toa (errja3i;* horas da madrugada de hoo
tem.
(D'O Paiz de 21 de Abril)
Conheceodo a avidez em que debate-ae o eapl-
rito-Mb.ico para saber o mais dep-essa posaivel
oa aoMtncimenios qne v) se deaeorolando em
BnenosAyres, cpn^eroe itemeota aoa revoltoau8
all refjgiadoa ; e tambera os pormenores da
lut? em qoe aoaaobroo o Aquidaban*, no porto
do Desterro, telegrapbamos aoa nossos corres-
pondentes especiaes, pe 11 n lo Ins todas as mi-
nucias, sem atleng&o a despezas.
O reauttado tem o nablico observado nos ex-
teo03 deapachoi que dUriniMte ostMIM in-
seriodo.
Hoje, aob-etolo, o trabalbo dos nnaaos dignos
auxiliares, em Montevideo om e a bordo do Ra-
p outro, -do raats elevado alcanc para sana-
fagao da aocieiarea qne erve^OH^ait.
O primeiro dosses teiegrammas vem datado de
Sintos, para onde sogo'o o Iiaip logo depois
da victoria, qaa a esqnadra legal alcaocon em
Santa Catbarioa.
N -lie estio deacripias todas as peripecia* da
Iota, toda a bravura da marinha nacional fl-1 ao
goveroo e a derrota inflingida k goaroigo do
Aquitaoan.
Seguem oa teiegrammas de Montevideo, qoe
Do ten menor interesse, prioc'oa'meote o que
menciona nome Dor nome os officiaes da esqua-
dra rebelde e qne ao governo argentino ped-
ram proteego.
De om facto nao prescindiremos de chamar a
atteug&o dos leitores : Comerciado Saraiva, o
bandido de qaem os revoltosos d ierra qoeriam
fazer om brazllsiro, perdendo a partida 00 sal
de nossa Patria, acaba de declarar-se oriental de
nasclmento para, como tal, tomar parte na revo-
iago da Repoblica do Uruguay.
E eram.as fotrtaa republicanas que mentiam !
Eis-por fin oa teiegrammas a qne 003 refe-
rimos :
Santos, 20.
S agora, chegados do theatro dos ltimos
aconteciraentos no Desterro, podemos enviar ao
0 Paiz, como sea correspondente especial qne
somos na esqoadra legal, informages sobre o
combale naval do Desterro, qaa coocluio pelo
aossobr-j do Aquidaban.
Na noite de 13 para la do correjte reasoo-se
a primeira tentativa de taqvje ao Inimigo. As
torcedeiraa protegidas pelos cruialorea Itaip
e Tiradentes empeobaram-ae na acgo, frus-
trada por ter sobrevindo peasimo lempo.
Na noi'e de 14 para13" nova tentativa p-ati-
coo-se sem efijio am la, devido a clandade e
porque o holopbote do inimigo denuncioa o mo-
vimento.
As torpedelra?, sempre protegidas pelo Itai-
p, rettraram-se e este cruzador fez varios dis-
paros contra as forftflcages ds trra,sendo cor-
respondido com viaor.
De 15 para 16, a noite, o almirante Jeroaymo
Gongalves resolven qne toda a esqnadra bom-
bardeaste as fortiBcages e com effeito a i hora
da madrogada rompaa por completo o ataque,
que nao foi correspondido pelo inimigo.
A's 2 1|2 horas da madrogada, as torpedeiras
atacaram, violentamente o Aquidaban, sido
recebidas com vivisalmo fogo detodososcanhas
do coaragado e daa bateras de trra, qaa auxt
liavam a defensiva.
O Itaip eslava encarregado da protecgSo aa
torpedeiras e fel-o firilnantemeT.p.
Estava determloado qne a Gajta/o Sampaio
e a Pedro Affoaso lancasaom dois torpedos ca
da urna, calcnladoa para menos de 130 me-
tros.
A torpedeira Silvadc, qne da mesma aorte
deveria operar, nao dlaparoa, sfirn de qoe nao
fossem as ontras prejudicadas.
A Pedro Ivo vio-se Impedida de atacar, pelo
abaixameoto da pressSo as caldetra*, o que so-
breveio qoando acgo tomara se d*claiva.
Nesse meio lempo, oa rabocadorea armados em
guerra, aoxiliarea do Inimigo, ieraegniarn as
torpedeiras sem resaltado o eedd Porgados a te-
.irar-se.
Emflm, as conigea ordenadas a Gastavo
Sampaio e a Pedro AlToospi simoltaneamen'e
atacaram otAqaidaban. Este, farido as obras
vivas, continan as3im meamo o fago com a
mesma violencia, s fortisages fazara outro
tasto.
O conracado, devoraos diser, estava em ponca
agoa, protegido ao demals por urna llnba de
torpedos qne as torpedeiras transpoxeram luco
lamas.
Ao clarear o dia, a esqnadra legal retiroa-se
em perleita ordem ao sen faodeadoaro, em Ti-
jacs.
No da 18, da ordem do almirante, tod^s os
navios moveram-se e vieram recoahecer o Ini-
migo.
Nesaa occaslo o cammaniante da corveta al-
terna Arcana, visitn o almirante a bordo do
Anrada e dlsae qne o Aqaldaban fera per-
forado petoa torpedos que iangamos e abundo
nado, soesobrando.
Accrecentoa anda qoe as fortifleages tam-
bem tioham sido abandonadas.
A esqoadra moveu-ae eatao catelos
para dentro do porto do Deaterro. 01
Itaip,destacado para iraier as partes*
at Sanios, sabio jna'.ameote 00 momento eoa
que oa oatros oa dooro do Sambaqui, onde nnbam ectido es re-
voltosos.
Nao boave mais hostilidades e devemos aioda
acereaceoiar qoe a bordo da nossa esouadra ote
houVe mortos nem leridos.
Montevideo, 20.
0 gropao doa navios qoe fo'mavam a esqna-
dra revoltosa esta tandeado jamo litu le Mr-
tico Garca. S o cruza lor R^pabnca >, inds
est em Boeoos-Ayrea.
Amanh deixam a ilba das Flores os 1,20?
asylados.
Os doentes e feridos vio para o hospital de
caridade.
Os que ficaram em Casillo 3t aioda ah it
acham, por cansa do temporal qae nio amai-
ooo.
Hoje, tarde corneja o tranapo-te dos asyla-
dos as corvetas ponogoesM p&ra o vapar 'Pe-
dro III. operacio esta qae o maj lempo nao tem
peraiitido.
El Da publica telegramma, de hoje datado
em Buenos-Ayres, duendo qae coa a presme*
de grande numer de co-religiooarios, alli re
realisoa ama reaoiio poltica de cidadas orlen-
taes perteoceotea ao partido blanco oactoaal.
Os oradores, pelo qoe refere a collera, pro-
oanciaram dlscarsoa violeolos ealaearaiao ex-
preaidente Berrera, a qoem o auditorio dea Bor-
ras.
Nessa occaaiSo proclamo! e a urgencia
revologo oa Repobiha do Uro ay e f preaideote do partido blanco o Sr. Dev alose
Terra.
Aqai, em todas as rodas po'iticas commecta-
8e principalmente a oota de Gamersiaio Sarai-
va, qoe o corresooodeote de El-Dia dix ter si-
do paaaada em telegraaaa.
Aos ebefes blancos qae estavam reool los en:
Baeooa-Ayres. maodoa duer Game-iiolo qae
adhera aos lataitos da reaotto, visto ser cid-
dSo oriental por oasclmeoio.
Sabemos qae entre os asylados ea Gtatuaos
ha moitos legalistas qoe forvm aprisionado* 00
Paraoi e eapecialmeote imencionaramos o aajor
Raymnodo de Soosa, commanJante do 17* baia-
ItiSo de ofaaterla.
Segnio d'aqal em comra sso a Baenos-Ayres
o teoeme Cardeiro de Pana, da goa nigio do
coaragado Sahis*.
Mootevidr, 20.
Eis os officiaes revoltosos qae se acham em-
barcados aos navios surtos em Martin Garda e
Baenoa-Ayrea :
Cruzador Repblica.Coitra-a'miranie Custo-
dio de Mello; secretario. 1.* tenente Jo Nanas
Balford Gaimsra>s ; aja l.oie d*> ordena, 1. te-
nente em commiaaao Pardo Vteira ; cammaa-
dame, capi So teneote Candido dos Santos Lara.
immediato, 1. tenente Maooel Pacheco 4 Car-
valho Jnior; 2.a t> 11-otes Honorio de Barros,
Eduardo ds Ctavalho Piragibe, Antonio de Paro
Pontea; ct orgiao. 1.- tenente ea cemmissao
Dr. Jo&oPedroao Barreta de Alboqnerqu-i Pido ,
lente*coronel de artllkeria Nortaerto de Amo-
rim Bezerra ; ajodaotea de macbioia'.i An&or
Lsopoldiao Arantes e Samoel A le ; sab-ajadao-
tes machloiatas Virialo Macdado de Olivera, Er-
nesto Roe, Josa Antonio de Sonsa, Joaquina Otto
rico Correia de Araujo ; praticantes machiaatas
Viul Arnaod, Antonio Pinto Salgaeiro e Jve
nal Lisboa; id es t re, Joto Tavares Iracema ;
goaaies Angosto Le ore, Joto Gongalves 4a
Matta e Francisco Jorge Perelra; prailco Joio
Baptista de Azevedo : Sel, Canato Jos de Lima
Nobre ; escravente, Jotqaim Pedro L'icadio .
commiaaario Jos Procopio Ferreira Filbo ; 127
marinheiros.
Transporte Iri8=>Cammandante. 1.- teoeata
Francisco de Mattos; 2.' lente Pedro Rotri-
drlgoea Pereira, Alfredo Alvim. Pedro Maaat
Serra, Jos Franco Gal las. Epminondas Miraa-
dela; nachlmsia, Walter Kiaes, Allrelo J >ao da
NoDren, Pedro Paulo da Silveira, Inoeu Ferrei-
ra de Sooza Barros, Aogelo Jos Barbas e Jos
Joaqom Coelho ; piloto Manoel Dhinger, mea*
tre, Joaqom Domingoes de Mana ; contra 'mos-
tr, Joaqoim da Coat Naves, cammiasirio, Loiz
Joaquim da Costa Neves, commiaaario, Latz Joa-
qulm da S Iva ; e 85 peescas de irlpolagSo
Alera dMto, sabemos qae estio emnarcadne
nos referidos oavlos os seguintes officiaes dn
exercito revoltoso :
General Laoreotlno Pinto Filne, coronel Feltp.
pe Nery Po-tnno, tenente-caronel Jonaibas Bo
drigu 's Aleada ; majores Joio de Deas Silveira,
Joo G.yo e Joto Goedes Martins ; caplties Chria
pira Almeida, Francisco de Birros e Ignacio Ca
pistraoo; tenentes Uenriqne Humberto, Joaqom
Leandro Pereira, Damasio Silva, Simio Pinto de
Azevsdo ; alteres Caetano Ramos, Gnatava Jas
Uorreia, Antonio da Rocha Hezerra, Noel lio
rambel, Pinto Peixoto e Joa Marcellino Beeker ;
capiao de artiiheria Tobas Beeker; |. teen-
tea da me3tna arma Luis Tnaumatarg Garra
Machado e aristides Oiyapio Sampata; majar
cirurgio Dr. Pedro Eleuteri Ferreira, lelegra-
pbl8taa Jos Maaoel Baptista e Beato Antonio da
Costa Jnior ; cadete alamno da es:ola militar
Jos de Sonza Vaz, e mais iO soldados.
Estao erido' : corooel Feiippe Nery Pj-iinao
na perna direita ; lente Damasio Silva, (ali-
menta erave oa regto parietal esqae"da ; sar-
gento Migael Victorino, no hombro esqaerda ;
soidado Gregorio Crui.no braga direilo ; sida
do Claudmo Adelo, no brago direilo ; alteres
Antonio Rocha, ni peroa direita ; cabo J:sc do
Nasci ment, na peroa eaqnerda e em conjcaoen
ca proceden se & ampolago ; soldado Amo-
nio de Oliveira, ne brago eaquerdo.
Esto tambem enfermos oob navios ; lata C
nello, Chrispim Mamado, Antonio L-jz dr Silva,
Manoel Pereira Soares, Jos Luis dos S a atoa,
Jos Antonio de Sonto, Joao Dsmascena Bs H
mino Ricardo, Fortunato Alvare?, Fel'.pne d -1
rio, Maximiliano de Mouza, Beaedito Rodrigas
e PrudeocloSimej.
Estao em traamentona itr.a das Flores -. F
berto Leonel Vieirs, Tiborcio Jos doa San >s
Pedro Feroanles, Manoel Felutaoo F
Antonio da Rosa, Manoel Vicente do;
'danoe! Jos. Lanriado Nac-ii Machado, lata I
Siiva Nicolao Bolina e Antonio Gabriel Ans>oao.
Acham-se no hospital o> caridad.-, oa r
Antonio Boaventura de Ol'eira e Aniceto P;-
ni: -1:0 da Gama.
(D'O. Pala de2id.- jjBfB.
A' agona execranda di revolta t>>ra ri' al -
timamente toda o nosso empenoo raferia por
raiuao.
Adveraarios po principios es
contra os poderes consutnilos da Rapaouca, u
combateiles digo-*, viaoj de3le o principio
mostrando i popoiagSo que as cansas de voasa
oppoaig.i a todos oa manejos pratteadoa paloa
revoltasoa eram soperiores a antipitatas P9"
soaes.
Esle baqoear terrivel da revo'ta, desde o fra-
caaso cobarde de 13 de Margo at a faga prad*
pitaaa, a supaltca da mlaer.cordia ao gaveraa
argeatino, conatitoe para cs. jornalisti. da*
plotrioapbo, parque para a Repablica
Hilada qoe se voitatu sempre todos oa
pensamentos, porqaa ah st&j demoostradiS *
evidencia as theses de impat neabum escraoalo qoe fo. raalavamos a r
dos homens qae miuavam revolta.


*"J!"



Diario de Pernambnco domingo 6 de Malo de 1^94
-
' nal aoma execraada esta que la la f s-
tert-orosa, caa de sorj-licaB ao iovmigo que elles
proclamavam ; vergonbosa na troca'ee rectoro-
co doestea emre os todividnos-que sedizlam os
uaicaa disaos de Agorar na calminaocia da ad-
mioistragol...
Anda sesomente fossea elles os qa*> se con-
vnlaioQMBein neo* agona l-----L eatao po-m
milhares de cris*.e nwlberea, qo> lel-os a rjdeal-08,* outmal os e a agorisal-os.
os grandes exe Jpl trario coinecaracn polloirse oo miseravel nielo
do baodiiismo assararinto e tem agota a coaa
mioco final no ajuotameoto 'bominavtl a qoe
fjram atiradas pelo Sr. Custodio de Mello e sea
compaobeiri s.
Qoe tristeza e afficgOes nos reservara a leito-
ra dos jornaes platinos, qoe nos comea as peri-
pecias desse altimo acto da revolta nvall...
Os nossos telegramraas sao as revelagSes do
que f o espectculo que en Boenos-Ayeg foi
exhibir um homem qae ja merecen ret-peito e
estima em seu paiz!... ,, ..
Continuamos boj- a oarracSo telefraphica
desse uofso diano do Rio da Pr-ta. De tolo
nuanlo abaiio se lera merece que Iniemoso qo-
se refe-e aos abados da corvetas-;. Miodel.o
e Alfonso de Alouqoerque.
Urna questo soore jurisdicgio em aguas ter-
ritoraes levautoo o averno argeatino a p-opo-
sita da captura de aigoos dos homens, qoe coio
o Sr. de Saldanha da Gama, acolheram-se aqu
3 p-oiecgo da baileirz portuguesa.
Alguas deste? asylados tentaram fngir de bor-
do das corvetas ; cnegarara alomar para es*e
flm am rebucador araeotiaa e votvertm efi.al
nara o primitivo anrigo. capturados por una
taaba aa erqoadnlha pirtuKueta.
Foi ieta o qae moveo a nova qaesto dmioma
tica com o governo de Saa MagesUde Fidelissi
ma : qo-stao que peas ioforuiagoes do "n-sso
correspondente em Buenos-Ayres assume carac
ton prjltp
Kis os teiegrummas dos nossos corresponden-
tes :
Mont.vh'ei, V. Um correspondente de im-
portante jomal europea declaran um reoov.er
a-geotioo qu- a calDa do malogro da revolta re-
cae exclusivamente oo Sr. Custodio de Me.lo.
que nada mais tem do qae preieoges a estadis-
ta ambices de dominio.
O Sr. Custodio de Me lo ja pnblicco o anoun-
ciado manifest eoelledecltra que o aesast-e
da exociicao ao Rio G-aude devetn os re?alto
sos aovx-co-ooel S-lgado, qae recnsoa-s<* a as-
saltar a eidade.
O manifest extenso, e se bem que contaba
declaracoes de algoma imp maneta, nao o sao
la Oto que meregam transmisso por telegramma.
Parece qne o ex-eo-ool Salgado responder
ao commandante aas torgas de ierra e mar dos
revoltosos. .
NSo provavel que os ltimos asylados em
Cattilhos cbeguem antes de amanb a tarde.
O vapor Pedro III continua os preparativos
destinados recepco ios revoltosos aFy-aios
as corvetas portugaezas e parece que amanna
& tarde poder* seguir viagen.
Ao qae nos inf.irmam de Baanos-Ayres, a re-
clamago do goveroo argentiuo ao goveroo po--
tugaei, relativamente aos fugitivos das referi-
das corvetas, cont'na ^em andamenU.
Consta entretanto que estes fugitivas, em no-
mero de 30, presos pelo tinmediato da Affonso
de Albujuer^n- quando tentavam evadir-se
n'am reoocadorcom oaodelra argeotiua, ncam a
bo-do "a Miniello.
Negte navio de guerra lambem flca o medico
D-. Aireo, visto a^bar se gravemente enfermo.
Esta larde os asylados da liba das Flore*, qoe
vm Dar esta eidade, serio alorados em om
bar-acao expreosanenie coostroido.
Aieans joroaes notlciam qne o ministro bra
ilei'O ja receben ped io de J50 desses afelixes
qae desejam ser repatriado*.
O govern oriental, ao que sabemos, vai to-
r ar p-O'nptas medidas relativameu e a Interna-
A 100 aei'os de di?taacia fot a 'uvavo S t n
pai-j surprehi-ndida por vivo fogo do ooMcado
e Ih'joo am torp-do que pe-dea-se. Enqaant'i
preparava ootr< projedl, a Gn tav Sampaio
nasa -u pula or. do Aqa'idabac e, a rae-nos de
120 metros de distancia, lancou n-n outro orna
do, qae expludioem rbeio no cosalo do erara-
Cado. que su aba da Gt ai, toi < 04 a yladoi se encoaram Dirigm-Be a Concordia e dabi
|em orna s-t jacta neplorave e desesperados por jdeondi tolo sao originarios.
saltar, i-m trra.
Ea oaso dise- qan o eacapos 4sMiind>!'<-
pretcoJem seguir para reforcar os elenen-
tos de Castodtodt Mello?
Ni.ti ouvi a respete) O ine ells pena-
ra"> nene aiorjiento em vestir se, em alimn
03 projecs aa ana maior narte ita attlagiam tar-se, pois qoe ps-aram multa* p'iv*c0B.
a torpeiira, vreto calcla -em os reoloso. (-t
tv ella a milor dis'aacii. Sib'l-iram por sobre
sea convex e cena de 40 empregarafa-aa oas
Bra-' ms^taii 1a lorpede'ra.
A ? dro Alloaso langiu doos torpelo3, om
f:-li resoltado.
( D'O Palt de J3 de Abril)
Nsio correspondente em Mon'.eviio contini
infatigavel inte.-esssdo pelo Imponaata servig.
a sen careo, -. va! assim da a dia miaistraado -
nos lnfor ^agOis srbre quanto occorro a repaito
dos revoltosos, que, baqorando ra lata, (oram
pedir ab'igo a handelra argentina.
tNSo precisamos dizer que esses despachos of-
ferecem o m*ior hteresse aos mssos leuore,
porque, embora rexusQidamente, elles adimi'.a
sobre os fados tito'macees e clrcumsian iai
qoe e demoradamente podemos sabe, pe'aj
pruaea platinos.
Nao estabelecemo cornmsnlarlos sobre os fic-
tos relatados nesses despacha?; 03 co3soa leito-
-( que delles sjnizem.
AHant, e nesia m^RTia o,,cta, oublicaTi
extracto? qne filemos de alguna jo-naesmlatmo*
boniem recebilos ; lies servam para norrajrar
telegrammas an:e lopes da nosso servigu-
Bis os de.~pacbos de bontsm :
Monlev-do 92.
Carreo aqo! iiictentcrireae o boato de qtp o
goveroo argentino tiob ordendo qae os eavto*
de soa esqnadrs cruias3em fora 1a ba:ra, para
Imoelir qae a Affonio -1e Altiuquerque e a
11.ruello tablssem, sen qae sotas fo^sem
entrirgnes os reoelles braai'eiro? a-ylados a bor-
do.
Inquirimos c"e boas fontes pob-e a veracidad*
de tal cotilla e poiemos aangt- qm elu nao
lem nenbum fon lamento.
Cbegaram os tema a asrlaios qas e3'avauo
em Castiihos'e aos quas nao loi lmoo3U qua-
rent-na.
Monlevirto, ti.
Os a^yUdos ciegados de CiHilh >', Interrj-
gad.is foOr o mallojro da revoi1", infisiem '-'<:
colpar os chafes Salgado e Laoreatiou Pinto, ao-
quae faiem a ma E-lo na liba das Pores 253 dos reb ;l es qa<
querem regressar ao Brasil.
Ao que ouvimos, aperjas hija Iraupor'.e esses
prisionairos segairo pa*a ah.
Os asylados qns aioapanaaram Co^todlj ue
Meno Bcram em Mirtin Greia porque esia e-
riQcada qae a bordo do rrigorlBOQ M te oro
den.mse casos da molestia UfecetOM.
Montevideo, S2,
As corvetts portuguesas Badollo Affjnoo
de Albuqaerqae soutinaam auroradas he* do
porto.
Quasi todoi os emigrados da Rio Grande tra-
xeni 01 arrebs de su 13 moUarkaa.
Montevideo, 22.
A;abaao3 d sabsr qae j co-onel salgado res
Dondera pelas fjih.-s de ananni as aooasaces
que lhe fe Gastadlo de M^llo, danio loe a res-
oonjaOilidade do fa'asso da revolutao.
Nao diffil imaginar qae Slgalo, p>r saa
ves, acensar formalaente 0 ex-almiraote revol-
toso.
Esio embarcados 00 vapor P>dro III* os
?gy *aos doo uavkM da eeqoadrilba portaga-:a.
A Atf iimo de AtOnqiorqaea vai recaber car
vo e anir atunna cooio-juado aqielie vapor.
MootuvirJo, 25.
A cam>ra das denotado* val reunir-se p interpelar o ministro dao r?lac5-"8 exteriores so-
bre a oraem de exool-o do S'. SiUeira Mar
108.
0 S?. Sa!driha da Gama pnbcoa em El 3i-
zlo extensa carta deca snio 'jni cuu :a reoe
ben ausilio dacoioata br-asileira resideote q
Europa.
Oiz -i x coitro Imiratite qoe apona 'o'-eo-'n
200 wkos C'ti" la-ios entw aa *-s amigos po-
UUcos no Rio d Janeiro.
MonWvjdfto, 25.
T-i-oiine amanna a ajMreotvea em srtio Gar-
ca dos oommandtdoa do S-. Cn'adio Je Mallo.
Concia (joe. a maiorla ae^utr para loclid do littoral.
(O Pas de 27 de AM-U)
A noticia du di* a cccopacSo do porto p ei-
dade d Paranaga pelos bravos da esqaucira
naoi"-tal.
AUr-icosa e eochendo-nos do auto* jflbl'*,
oll nos Cfl'gou mi primeir'S horas de hnte 1..,
par 6coHH d-ans'.'nt'" -lli-mios en noleilm.
E:a todo o li'.toral na Repubii<:a, portaoto, ja
n5o tremola em nm k ponto aeque.r o trapo
o-anco d rovelta.
O* Oafenwaa da legaiidade 30 mar entraram
na cii-eaia sem dr um tro e all b'8terar.i o
p.vimta doe Ss!ads Uuilos uo Brasil, aleares
.ela avfiHiva victoria qoe alcanc>ram, m-.'. des-
aleuuiti ig ps'a cc.Oardia do ioimigos, que mais
uoa vez 'ngira, ev taodo o ca-ligo qO' fat-l-
;nte lot-s aerla ofl'gido pilos cida*&05 arma-
dos ecn anroe da le.
A i-'-. horas, on Ulvez em pon-'-os das, os
revoltosos i-staro expolsos da grande rea dos
do's Eita ios do sel que lavad Iran, auxiliados
peU Gcrpruza e pela traicio.
Nao moio lempo raeaea', estamos certos,
j ,1 no anna iciemos c volta delimtiv* C* paz
e o dominio da o*dem at o ultimo extremo me'
riiloml do Brazii.
E' faial qua s-jan teoeMoa a esma<~doH os
taudoa sem disoipiuia e aeoo oraofM, o anea
accava desde do 6 de S^-tembro. -jrem ter proced nenio diverso dos cef^s po.-
Breve iei o h saa forsidave! artiluerta temoa coavicci- <)e- cao da suprema reivindicacao.
Eui'aeiuida fatamoa com o cavaltiairo Samuel
Beocnimal, a qnem se attribaem ob preparativos
da evaoo.
i) -. nos qne e fleo ti ramete bavia fretaio v-
j paro-t para levar vi-rces aos navios di guerra
I portatfaties e psra ir se em cotimrnicc5
diaria com o Sr. Saldauha da Gam-. Que na
realidade este ine envin varios despatnos so
be a revo!u;4o do Rui Grande, aqoi receido
pelo respectivo comiie do qoe nenbnmi rr
ponsao li ladts Ine caba no lacto dos a-^ylad 1,
a iraodo-se ao rio, embarcaren! nos vapores a
qoe coaliara aquella tnisso.
Taes sSo as dedaraces do commenaador B-el.
criimoj.
D>a Dorio da Affooso de AlboqKerqar- foi r^
pslido o vapor Ge .'eral Mitre, qoe transnor
tave/ vveres para os asylados, por ee suspeiUr
que sob tal pretexto elle prowndie dar lns es
caoala para trra.
O vaparx'to ladifferente, qoe com alguns-'a-
gidos eslava preso jonto de um va-^o de gaerra
argentino, coas^go:u iliudir a vigilancia e n-
far-se.
Esplendido ludo isso, de bordo de om navio j
de gaerra fogem 100 borneas de urna vez!
(O Paz de 2a de AOrii)
Che 'a ao nosso conheclmeoto um telegr.irma
olli :tal recebido pelo Sr. ministro da ma'inha,
t'azen-io a -rata nova de que 00 t-aoaifto* oara
faze.- Qac'uar o cooracado cAqnidaban forem
coroados de soc-ssso.
A poderosa machina d>'guerra, que t' ciada foi em tinoo pelo Sr. Custodio ne Mello
e qae tantos aervigos'e u pi-.-aiado ao cete da
revol'a nava!, volveassiia a armada nacional e
14 es:a de novo ancorada no porto do Deaierm,
basteando o pavilbao da Repblica, entro o* na
vios da gloriBa esquad'a doalmiraote Jeroayuo
Goncalves.
Acioalme.ate o ^^aidaban* fot chrismado em
Deie-eis d Abril..jusameate a radiosa da'a
em qae a-irr-iJ para a d--rfg a^aia !u-a em Sjae
cao dos baodos que se passarem do territorio do
Rio G-aode 'o Sal e outras relativas ao cooforto
dos qoe !h pedlrem proteejao.
Ba-nos-Ayres, 21.
Somos informados de que assome gravidade o
conflicto enre a Repblica Argenna e Portu-
gal sobre os a-ylados da Mindeli e AbTonso
ae Aibaqoerqo* qne foram presos por escolia
portoeoza qnando evadlam se sob a proteccSo
da baodeira desta Repnbiica.
Da entrevista qne avernas hontem com um
presnmoso ofliial da amada, commandante de
um dos navios da esqaad.-a legal, e qae aqo<
veioem servic/, podemos coiberas segaiotes n-
formacoes sobre a frota republicana, abrangenlo
esses dados a sna sahida do nosso porto e aa da
tasem qoe foram atacados valenlemente os na-.|
vio* rebeldes.
A esqoadra rep bllcana sanio deste porlo no da
8 do correte com rumo sal.
Na altara de A'catrazes ordenou o almirante
Gincalves qne os cruzadores Parnahyba e
Itaip* egoiSem pa'a Santos onde permane
cena at segunda ordem a segando desses na-
ves, regressando o Itaip a incorporarse a
eeqoadra. desemaenb8da a commissio de que
foi incuTjbldo oaqoelle porto.
Continuando a r-ua rota a esquad-a passoa a
vlita de Pa'i-.nigo, e na altura de Itajahy apri-
s-onoa donf biates com correspondencia offiial
e Darticolar dos revoltosos. Nos joroses de
Santa Catha-ioa e Paran, que foram eacontra
doe nos doos hiater, via-n-se as recentes oromo
goes ao posto de capitio teneote dos 1 teueo-
ta Montero de Burros Pevy Jonior e do ma
ehioista Ero''stmo de Moura.
No dia 11 foodeou a esqoadra em Porto Be'lo,
sendo dtatacado o liaip oara urna exploracao
ao sul.
Da commispSo resre soo aquello navio s pri-
meis tiortis di noite, communlcando o sea
coxmandsate. o distincto 1- teoente Rodolpbo
Lopes da Cruz o almirante Goncalves qoe o
Aiuidaban ettava tandeado na barra do Norte
com dous navios.
Ta' noticia ota era esperada plos dignas re-
publicanos da esjuv'ra legal, que julgasara a
p. asante macbina de goerra com os demals na-
vios na pitara do Rio-G*an le.
A gente revoltosa ao avistar o l'alp fez
musios 8lt;o^e--, movendo se o Aquidaban para
vr ao seo encontr.
O I'aip, r.o vo^tar pi-a Porlo Bello, foi per-
segaido pela ariiineria das torres do *Aqo'da-
baoj nao attio;indo. elizarienie, neabum proje-
clil o velot navio.
At^ 11 oras da noite es'eve a escuadra re
publican* de pbaras apagado?, i espera do ini-
migo em Porto Bello, qoasde o Andrado, na-
vio rhefe, fez sienal para atacar o Aqoidaban.
Sobreveio, porm, forte temporal de SE., qae
imnostihilitou tal iateato.
No dia 12 contiaaoo a borrasca com graede
agoaceiro.
Nos dias 13 e 14 a esqnadra ainda permanecen
no mesmo anco-adouro, tendo sabido algons na-
vios para pxploragoes.
O almirante Goncalves marcon o dia 15 para o
at qae ao inimigo.
Nesse da fand<-aram os navios da lega'ldade
na oabia do* Guachos e as 10 i/2 di noite, ma's
en menc, ao stnal do navio i-.hefe, suspeade-
ratn pa*a dar combate ao Aquidaban.
Com esplendido loar e vento fre*cc do sal se-
gulram c navios ao encontn do luimio. De
todos os pomos da costa quimavauj os revoltosos
tigelb'ncus e foguetes, annnaciando a es^naira
republicana em muvlmento.
O S. Salvador* segoio em direccao i. penta
do Rapa, rempendo fogo conira este ponto de
slgnaes. De trra respondern) vivameote com
fu'i: ra e srtilhena.
Os erntadorss tndrada e N theroy toma-
ram posigao ao norte da fortaleza de Poita
Goasa.
O Santos e o Italn* fisaram dentro do Sac-
es da Armacdo e o Tiradeotes por fra da pos-
ta de Mau-Mat*, para ho?tilisar a fortaleza de
Aabr.tomirim.
A' meia noite o Andraa den o eignal de fo-
.' -, que se ma nieve nutrido at s 2 horas da
maphs, em qne resolbea-se a loa, sendo qaei-
madop*lonvlo-chafe am foguete vermelbo, sl-
goal indicauvo para a divisan de torpederas
atacar o Aqaidabao.
Oa navios cassaram ponco a ponco de ati-
rar.
O coaracado de qoe se acoderaran] os revolto-
sos stava.ftindeado a NO da liba Ratones Gran-
de, por. traz de duaa lishsg ds torpedos, unja en-
tre .Anhaiomlrim e Ponta Grossa e ootra entre
Anbaiomirim e aquella i ib.
iii-aga-torpedoa Goiuvo Sampaio. e as tor-
pealeiraa dealto-mar Pedro Aflbnso e 3iiva-
do*y poderoso eoaracado, qne eolio acbava-ee em
novitiKOlo. _rf _-.^^
Moufevido, II.
Anda orna nota int=re*saate :
O Salgado, ao deseaiba ev, declaroa que 20)
homensdosque o atomaaabivaoa estaviui ais-
poslbs a oedlr indulto, po qae eram BaUaOjM e
t.'aham pegado em armas i>a-a defender o .go-
verou cooKiitDciooal ; mas qoe o* rio gr^e ten-
ses nada pretendan, pola navi^m sido franca,
proposita) u voluntariamejie revolncimarios
des*" o principio.
Das foins do Rio da Prata. hontem recebi-
das, extra tamos as a< guiles notas, 1 uo! oeots
iiiteressautes para a historia da revol'.a.
Foram de r-ordo da Mo lello trasladados
para o lazareto de Martin Gurcia os scguioles
emigrados basileiros :
Capitao lene :t (!; Dr. Clnico Barbosa, t
teneuta (t) Dr. Aqotlioo do Amara', 2 teoente
Artbur Fdreira da Alvarenga, caoiao da guar-
da nacional Antenor lvelra. teneale da rnesma
milicia Cimillo Guimaries, alfares Roten lo Z-.
carias, Ildefonso de Asaved) Lop- s, Joaa da Sil
va Cardoso Mano i Ao.o'iia Muala de Carva-
.no, Antonio Estevo de Oliveira, 2* uiacni.ij-ta
Alfredo Sorgos, aapiranie da escola n val D-
maso Pereira de Novaes, A'tbnr de Briio Pdrelra
e Octavio Perry, cadete-sargento do exercito Au-
gu'io P. da Caoba, sargento i>judaulH Delmiro
Ferreira doiSano), Uot.wm de Alcanzara,
Bernardina Lone?, Dnmioiios da R-wi, Antonia
P. de Albnquerqne, Amenco Viciuo, JoseMacba-j
do de Suuza, K^y lio Jos Marques, Arelando
Caodido Ferrei-a, Fernando Pulcno 10, iota Ka-
na, Prederico Perreira, Jos Mana, Jiaquim Jos
de Medeiros e Joo Paulo.
No la (reto ] se encon'.ravom o 1* tenente re-
formado Alvaro Graca, capilo-ieoeoie E uilio de
CirvalbSp-i Games, 1* taaente JaSo Vellosa de
O veira, 2 teneale Joo da Silva Rtuuo, 2
tenente A:berta Carlos da Cuaba. Traaojailioo
de Alcntara e Artbur de Barro, i)-. Autonio
de Paria, engaobeiro eunqae Su-ter, 4 commis-
sarioa, 4 guarda-mannba, Iti aspirantes, 23 par-
ticulares, i segn los macninhtas. 7 .'o4Uisias, 3
artilheiros operarios e 8 mari ibeiros.
O director de bysieae, D-. Rimos Mejia, rece-
ben o seeuluie teiegrsmma :
Os otficiaes e mais braslleiros em observa
jo qo laza-eto de Martn Garca agradecen de
corago a V. S. asaudacta quo Ibes di igio,
sentindo-se o-gulho-os e felues por encontra-
rem-se oeste momento Brb a rntecgo da baa-
deira arge nina, syubolo da Roerla le a menea
oaJoo da S Iva Biamba.
ConQrmaram-se as noticias da fuga de algons
a*yalos, o que perfeia ritme resal a da eguin-
te interview qne um jornal platino estampuu
Eis as proprias p-iavas da Hoti:ia :
Cooversam 8 com om dos levolacioaarioa
orasileiroa residente eut*e los e qaa foi um dos
que msi8 se empeobaram em COQsegaiV o des-
e-arqae de sem compatieiros de Lata, asea-
dos a bordo dos navios de gaerrj portugoeaes.
Diga me qaeea foram esses trab Interrgalo os.
Pnmeiro, o qoe flzurans, foi tratar do obtor
do ministro de Portugal ama ordem da d-sem-
borqae, o qae nao cojiegaimos, em visto das or-
dena rigorosas qne tinOa i'o seu governo, amea-
gado por Flo-iano Peixota. Depota, pazemo-n'?8
em campa, t-atauio de angaria.- as bo-ts relages
dos Drs. Costa e Rimos Mejia, do gro-mestm
da mogonaria, presidentes da* sociedades de
beneceacal, redaegoes de diarios, etc.
Desg'egadanente tod;s m -ni uidaio se an-
tep?nham aos no'.jos fias. 0 pedido de apoto
ao goveroo argentino por parte :j soberano por-
tugaes, invocaudo as relajees traliccionae de
amisade, inqaebraatavei entre ambos os p izes,
veu augmenta- essas d:fficildaJes. torn-inio um
verdadei-o infe-na, a existencia de 1 ossos deli-
cados compannoiros que euavam a bordo, exte-
nuadas de lome e trio; porque, por tcais que ae
aBsevere o contrario, ourant ramios das a oor-
di dos navios poriOgti"zes nao bavia aeoao fe
jio a carne ec:a, e alm de toda esta sltaagao
referente ao alimento, O) esyla Jos nSo tioham
onde dormir!
Nestas circamstaociai aiiun;la-se a ebegada
prxima do transporte Aogola, qoe devana
cacjuiil-os a Loan.la ou Mogambiqae, asco-
Iba do comm ndante chele da esqu Mriiha.
A qoalque- dos do-tos onae chegasem, sa
encontrariam com preidios poi tUoeaes, nsa
labres por cataren eoade inam buscar certeira
mor te.
Poi enl&o qne oos lembr?to3 de facilitar-Ibes
a evaso. U ua casa eoohi ;ida e amiga da re-
volacio ap-e.-soa 89 em onter os peqaeoioOs va-
pores, os qnaes, deveado conlutir uns tantos
vveres, receberiam o; emigrados qae qaizes
sem correr o risco ue morrer afogados, talvez,
por effeilo de um' bala.
A exenrsao libertadora foi coroada do melbar
xito, e se nio coopegoimos que o contra almi-
rante Saldanba da Gama nos acompanbasse, foi
isso devide a um excesso de bondad de saa
parte para com o chefe do Mlndelio*.
quantos desembarcaran] ?
Creio qne aas duzealoi, porque & bordo
dsquelle navio apeuas ficaran ana cincoenta.
Das 516 qne ambos os navios eocerravam, l ae-
veta estar agora s 300.
B er queeffdctivanente sigam para Loan*
da ou MocamDique ?
(Coai om sorrisa inlenoiomli Nao posso1
eaber. O qae sel qae com excepeto de S jmah levar o lato e a desolarlo a sociedad
orazlielra.
E' urna grata noticia, como tetan.
D > Rio d P'ata, os tolegraamas qi.e bont-m
recebemos-adiantam ahetaa cooaaaoaf-dato
ragidos em te-ritorio or-eotal.
A twrdo da vapor Desterro, que c-rm o COO-
ragado Sabia. cootiiue agora a nossa esqna-
dra as agoa- do ea-.aano, esto recolii'da* mui
Uaspracas dos 17- e 2o- batalbes deiofaola-
ria.
A M'.ndallo-,'a Affooso de A'boquerqoe -
o vapor Pedro III achn-ae ainda a entrada do
pono de Montevideo.
Kstas e outras noticias constan, do seguate
tf-l'r*m na:
Monteviio 23.
Segoado referem algamu pessoas hontsm che
gadas de Cattllhos, evadiram-se daqoella i.ica
lidade seguramente mais un 200 bomen* dos
que all foram desembarcados paioSr. Custodio
de Mello.
A bordo do vapor Desterro, de crdem do
miol3tro braziiei'm aqoi acreditado, foram rec',-
Ihid03 mu to soldados que o-rtenciatn ans 17-
e 25 ba'albea de inUn viram com os revoltoros depais qoe estes se
apossram do Desterro,
Esperam xe determiOagOes do goveno para
qiese.jara da mesma form< reolhi i ?s mnitax
outros desgragados que preferem comaj-ecer
oeraote os iribaoaes de saa paina a otfrer ex
itencia misera"el em trra estraneira.
Os navios za e o vaoor Pedro III toda esto fOra la o-r-
ra, purgan to quarentena imposta p-jlo coasidho
de saade orieoul.
O telegramma que nos inferma estar fluctan
do o Aqutdabaa e o do teor rczaiote :
Destarro, 21O Aqoidabao flucta e est
salvo ; voo empegar meios para conduzil-o ao
Rio. ilu lei o nome para 16 de AOrilGoogai
VP8. .*
(O P.iz. de 25 de Abril).
Do n jaso co'resooodecte em Montevideo rece-
bemos os telegr.imm.8 que mais abaix se haa
de ler e cojo assompio de tal forma importan-
' que nao precisamos eocarecel-o ou co minen -
talo.
Es:o j entregues ao goveroo rgeotioo qu
o* restituir ao governo orazlieiro os n-ivto que
compunbam a esquadriiba revoltosa.
Parte da guarn>c<'i, qoe servia ao Sr. Custo-
dio le Mello em eus i>Uno3 de |tesioacaia a >
Oigao, qaie s r colloeada cm teTorio estran-
geiro e l esta colioc>fa na pocla e nos oaia-
luOes do exerc'O oneaial
I O Sr. G ordem expressa 00 giveroo da republi.a do
Urugaay, deaembarcoo em Mn>tevido.
Ja fal Intimado para re i-aree.
Outras noticias cootm os teiegrammas que
passumos a puolicur:
Montevideo, 24.
Desde boje lieaa 1 dispa^lgo do gdv-srno ar-
geitioo a eoqaadra que commanda'a C stodio
a< Mello.
A ofcialidade e guaraigo va sofrer dez d;as
de q^areatcaa.
Muitos dos asyh.dos em territorio orintale
qoe vierten paraesia cidaia pediram coilo;ago
s autoridades orieataes e, foram alisiaios nos
carpos de polica e nos da gaarai^o do ex-r-
cito.
Out-os prdfe'em emp'egar-s ni3 esiabeeci-
mentas agrcolas e nd.istriaes da campanba e
para all vio ser dirigidos.
Os navios da esquad'ima portugueza ainda se
cooservm deooserv^go Baoitar-.a nest-s porto.
Galcalamos superior a 500 o Damero de pes-
so.s jue estta a bardo do Desterro e aa llar.
.- Flore, e-p-ri-io s^gair par, o Brasil.
Miaieido, 2i.
A policu idilio ou o Sr. Gaspar Silveira Mar-
tina a re.Cirar-se do territorio da repblica onde
reeotrou eem .tteago o-t-oi qae o expulsa-
ra.
M .itos dos revo'to'03 que aqai eUo ajylados
segu^m noje a^smo, cosforme d53ejam, para a
campa oba.
Foi-tbes foraeci'ia passagem na estrada de
ferro.
Naticiam algais jornaes que se proparae3-
plealida festa no edificio do coadlaao da Bra-
zii, aesta ciiade, pa ao me^mo lempo coa-
mem-.rar o aunive.-sario natalic o da marela!
Aguardemos estas datas, que estao proxi'iias,
e deuio" ago-a sobre o feito de Parsaagui a na
lavra ao noaao ilias'-.e correspondeate especial a
b0"-do da esquedra, cajo criterio e proticieacia
ja orovmou ao publicar em telegramma a com-
ult-u desenogio da batala naval do Desterro-
Santos, 26.
A esqoaa.-a nacional oceopou o uorto e a ei-
dade de Pa-aoagua, sem encontrar a menor resis-
tencia.
A ite-bomem, s 8 horas da mtnb, snrgiram
em freoli a barra do norte, vi^rjos do Desterro,
os rasalo'P' Audrada, Ncineroy--., Paroa
uyoa, e T.raaoat.'S. na tes'a da eo'daioa,
cca-torpr-ias Guo'avo Sampao, cruzauorea
S. Salvaj Reconecido o passo, a esqoa-:ra eotron na
ordem m-mclonada e com as precisas camellas
s 'guio para o aocoradouro da c.dade, on Je deo
fondo.
O inimigo abandonava todas as posig.'s e nara
dificoltar a ntrala se limitara, aoies da fu ,
a retirar as bous que demarcam oa canaes, nao
barras do none e do sol.
EuVtuada a occuoagta sem resistencia oa
emoaraco, o almiran;e Jcroaymo Gaogalves des-
t*f/)u o cuzauor S. Salvador q aqu acaoa
de ebegar e voltar seau maior demora a Para-
nagua, conduziado guarnigo para a cidadp.
O -osso digno correspondente en Moaie-
vidu tamoem nos manda noticias de magua m
ponancia : a nota do Sr. V* sconde de Faria ao
t)r. Qoirioo-Costa, sobre o incidente dos fugiti-
vos da Alfonso ue Alboquarqu? ; a ioiormagSo
de que o coronel Piragioe pretende agora exul-
bir se oa coetta dos revolt'jsns, como elle, des-
moralisados al a faga; a revelagao que nos da
qoa'ito a resposia do ex coroael Salgado ao Sr.
Custodio de Mello ; tae* a, entre outras, alga-
mas das novas que nos ebegam de Montevideo
uob eeguiutes teiegrammas:
Monievln.j.26.
E' coabecide .igora o th9or da nota expedida
pelo Sr. Visconde ae Foria, encangado de ne-
gocios de Portugal, em bueoos Ayres, ? nota do
Sr. Quinao Costa, mtoislro das reiagoes exte-
riores da Repuolica Atgentina. t'.
ili loriando a questo. resume-a o Visconde
de Faria, dizeodoque 30 brazileiros foram ore-
sos a oordo da lancha Doauto, porque se acoa-
vaca em le*ritorio portu^aez.
Explicando o seu moda ie entender, declara o
eocarrega'o de uegocios que a laacna esiava
atracada ao costado da crvela Affooso de Al
boquerque; qae houve luta entre os fugitivos
e a arnice portugueza e esta os p-en Jea e
Corriente,, No movimento geral de evacnacao do terri
torio paranaeose, at-azou-Be Gnmircodo Sam-
va. Elle 86 considera ^roobido por Menezes Do-
ria, qae og'a caTegaodo a caixa. onde eslava
deaositiido o orodocio das depredagOS.
(Do P Sorpres, extraoruiaari surpresa nos trooxe
hontem o teleeramma do nosso activo e criterio-
so corteBpoadecteem Mootevi-ii.
De bordo do vapo' Pedro III escatiar?m-8P
hontem de morogada os ravaMoaoa fugitivos
qu" n-rtte po'to pediram asylo esqaadrilba par
lot-a-za.
Com e'les escapno-sn oSr. Saldanba da Gama
o factor principal da coaardia de 13 de Margo, o
on'co q-ie a nosso ver ota deveria seno arras-
lar a riFienado correte de prisionetro, como
elle ckamoD tfl Moutevido o e acylo qae aqoi
solicitara.
Psra a Repnblica, para a firmeza das lnstoi
gbdj repbiicana 00 solo brazileiro, indiff-
reme mais esta evaata. Os posilamines qce
debandaram, tremlos e corridos de pavor, ao
s'.aiples'anoor.cio >as hosdlida es qce tanto 11a-
aoflevam de nao aere &gora que arrostarta as bayonetas le
gaes.
A nota do S'. visconde de Faria ao Sr. D--.
Quirino Costa, qu* hontem pnMicamo-1, bem poz
a evidencia o daver, o compromisso solemne to
goveroo pertvcMe, qce agora cootinoa IdflBtiea
- 1 Uce o da Reoblica Oriental do U'OKaay.
Esperemos portaoto a retlamago e aa-csaoe
soperveii'.eatrt, e vejims qae nova farja quef
eoaornar o ex-nurcero'Sr. Saliaoaa da Gama.
jPar emqoaoto 6 o qa-* nes compre fazer. uem
comprBOeodBrao os lettorca ao lor o muacionalo
telegrarciaa :
M.mt-vid*-.', 27.
A's 9 horas da madrozada de boje fagiram
neste porto de bordo do vapor Pedro III, 400
don ai-y.adas - Tuao o qae sabtmos a respeito que a fua
foi protegida por Beacbimol (?) e que a evaso
ato-se por intermedio do vapor do servico do
pono de ome Repblica.
Acaunonrira onentil Artigas o presentir
o moviaiento. deu tres Uros de poivara eeces,
intiman-to oe lugidves a retroceder.
A afmago foi desatindala.
Atea b-ora -m qae telepnamos, os 400 homene
achacc-se dentro do porto, .moatoados r.'um
UncLic 1 qoe a reaoqce o referido Repaotica
Bufe os fogilivos esta o r. SaldanOa da Gat;a.
0 cao't&o do pono, logo qae teve scienoia -c
atim de syndicr sob'e o facto.
Deste ioqoerit!) ficou etjeociado que a bordo
eslava una guard. e qoe aatu por maito iraca.
foi imooteu'e pa-a impeii- a fuga.
A Aff-nso le Aibuqierqae < a Moiellc, a
e-ta o-ain-ia eslo -a do porta parean-_'
qoarentena.
A' ultima hora, cb-ga-nos o s-.gu'nte teleg-am
ma, que vem nar rasao a- p cedemos o da raaon : o Sr. Saldanba la Ga a 1
evad'o-se do Pedro III para rocolber se ao la
taret-o da liba da* Fiaros.
Montevideo, ?8.
Os MJhuios que as'a madroea-ia sa eva -om
do Pedro III eraa ap as 2S7, e foran saca-
mlnnados para o lstrelo na II ia las Flores. O
saccesso portaa'.o nao teve maiores coosequeo-
cias.
O resto dos asy'ados coose-vam-se a bordo do
referido vapor e amauha virio para trra.
Hontem .'eguiri desta eidade com destino a
Corr -mies mais 300 do* revoltosos, que se ha-
viaun asyiado em Castilbos.
Por determinag') do governo i> Rio de Ja-
neiro teguiram boje para Rueos-Ayres os te
o mes Pe-ei-a L ras e Dmlngos Lene, oiici.es do cooragado
Babia, adm de p material e aavios da esqaadnlha que 03 revoito-
soa entregaram ao governo argentino.
Chegam-ncs do Estado de Santa Caibarin
os p-imeiroB amplexos frateroaes oela victo'ia
da R-publioa. Telegrapnam-nos cidal&os qat
all se oateram pela legalidadee suas saadagoes
guarnimos desvanecidos.
S. F-ancisco, 26.
Glo ia os heroicos defensores da Repblica I
Bemdtta seja a tcao que escreveu o artigo. O
Drama do Paran I Viva a R-;paolica !Eacli-
des Faasio.Dr. Luis Gaalbarta.Partes Por-
tel la
Lagaa, 26.
Sanio o denodado defensor da Repblica pelo
enorme triaupho qae acaba de alcaogar. Vt
o BMKCtMl Fioriaool Vi va a Repaolica I 8-
lette.
Inauguron-se hontem o telegrapho em Ja-
gaaraoyv*. Estado do Pa-ao4. E' um elemento
do traoalbo e do progresso, acompaoi^nto o
oxercito republicano, que reintegra as U11I0 o
floi-eaceote Estado do SaU
Jooilosos, damos os teiegrammas^qoe nos tra-
zem esta uuva.
Jagoa'anyva, 26.
Com grande solemnidade, presentes autorida-
des uivis e militres, foi iaau?arala noje a es
re:ouJuzio para bordp, antes que cortassem osVtago teleg-aonica desta villa. Saoiram ao ar
Flenaao Peixoioje o janUailamenio da refOlU-
(0 Palz de 26 de Annl.)
Coitin a disperso dos soldados da revolta,
ao Rio da Prata.
Anandoaados pelos cb<3fes, oil-03 a procurar
collocago maiestael'>3 que sonara a a apa-
lela coilecu io saque em i. PauJa e aqu.
Nio acreditamos que lis a;rder dos crimes commettidjs, eat etaato, osestran-
geiros asfealanado8 para 1 onr nefanda dos res
Uoradorea sem patrio i3.uo, hao de sempre
guardar de memoria a sev ra itcao que Ibes de-
rata o bria e o civismo e a bravura .das hostes
republicanas brasileiras.
Severa go esta que nos vai traxer todas as
delicias e vanl^ens da paz I
Se volvemos o espirito deste presente de luto,
porque muitas lagrimas anda correa e amitos
males ainda carecem de remedio efli n, divisa-
mos dentro em breve o Brazii, gran le sempre,
pela repblica enriquecido, poderoso e forte,
gagas ao transOordamento das energas qae no
foaxe a deaniilra Integragao na America repu-
blicana.
Agora, destes peqneniaos mexericos e desa-
bafos de chelea potilaoiraes, no Rio da Prata, s
pader vir maior forc para a autoridade repu-
blicana, que se impoz at ao respeito e coaside-
raco dos que eram at ba poaco o echo de todas
as calumnias e lnverdades dos fujes de 13 de
Marcee 11 de Aoril.
Assim, nicamente como do amentos cariosos
e deixando os commentarios os lettoree, abl
van os nossos teiegrammas boatem recebidos:
Montevideo, 15.
Embarcaram ao paquete Riradavia 120 ln
divdaos qae ssrviram I revolta e vleram de
Caetilhos.
cabos com as facas e navainas de que se a;na-
vam a'mados.
O Sr. Visconde de Fana te'mina a nota dl-
zeuio qae iieonum-t razio funiameotal assim
teria o governo potuguez para mandar entregar
aquelles asylados ao governo argentino, faltando
a declarag&o feua ao governo nratileiro de que
s os desembarcara em territorio portuguez.
Montevideo, 26.
A corveta Affonso de Albaquerqae esl
promo a para aaair. Falla apenas qae Urmiae
a passagem do- aydos da Mlndelio para
bordo do Pedro III.
S' provavel qoe e*'-e vapor levante f-rro na
proxi ua madrugad-, comboianda-a a Alfonso
d Albaque-qoe, conforme em lempo noticia-
mos.
Coegou boje a esta eidade o manchal Izidoro
Feroaurtes e vai ega r oa'a Porto Alegre.
Coalinua o xodo dos emig,-ado3 para Con-
cordia. Hoje 89guio uin turma.
Consta que o ei coronel Pragioe tenciona reo-
mr as proximidades da Serr os homens que
constitu a ni a Columua de ebefe Salgado. Com
menta-se, como ut.ima o Iberia da revolta ex-
nime, esie movimento de fugitivos do Jarana.
A resposta do ex-uorooel Salgado ao Sr. Cas-
(odio de Mello ser publicada amanh. Ao qoe
nos cuirtiu. o ex-couira-almirante tratado de
modo impiedoso nesse docnmeaio.
Desde bootem ae liuhas tel 'graphiras qae
aterrara aesta eidade acbam-seeu eommonica-
gao directa com as cidades de Paranagu e Des-
terro.
O Sr. minis'ro 11 mtrtnoa, contra almirante
Coelbo Netto, (ambem recebeu hontem o segaia-
te telegramma:
Satitos, 25.
O Sr. almirante Gongalvca manda communlcar
qtie Paranagaa foi tomada hoatim. Jiuffret, Io
teneute commandante do S. Salvador.
E' Jo Crrelo Paulisiano a seguate noticta :
A respeito do comate navido ltimamente
em Castro, fo-nos cammunicado por sea destlna-
iario, o nosso preitanie amigo Sr. coronel Si-
quaira Maraes, de JuoJiahy, (a seguinte carta,
qus Ihe foi dirigida por um digno offioial sen
cooterraoeo, que faz parte da divisad sob o coa-
mando do coronel Pires Fareira.
c Castro. II de Ab-ii -la 1894M-u caro co
ronel Maraes.Eicrevo-lbs as p^essas dando-
Ihe ooliciaa sobre os aoontecimentos de Castro e
da parte qne aellas tornaran) 03 cosaos soldados
do 168.
Dus.-nioB ioimigos eatnncheirados do oatro
lado do rio, e com a ponte.corta a, impediam-
noB a passagem.
Dorante ama hora e 20 minutos soffrbmos am
fogo doido. E?uva na vanguarda da columna o
3* batalhSo, que* o nosso. A 1* compannia
(composta Jo 168 da Jundlahy) teve ordem de
avangar em liuhd de atiradores. Avaogimos, e
logo depois, secondados pelas 2a e 4* comoa-
nbas (conligeatej da Campias) e pela 3* (do
Amoaro) correspondemos condignamente ao fo-
go do lninaigo.
Urna comptanla do 20- tambem tomou parte
na combatee ama bateria de artilbarla.
A's 5 horas da lrdalo iaimigo debaudou, dei
xando algons cavallot arreiados e reatos demo-
aices. A's 6 Co- is entramos na eidade deba
xo de m isica.
Sabemos que o inimigo p.-rdeu mullos bomens;
qie carregou em carracas e as garapas dos ca-
vallos oa fendos, deixaario 8 morios oo campo,
Da nossa gente morrea a praca Carlos Galtani
ferido no ligado.
Foi iamoem ferida as mos mala ama praga.
1 Os mais todos esto boas. Nossa gente le por-
(ou com urna valenta pouso commam.
Abraco-o-o amigo.SobasUao Puntes. ,
[muttos foguetes. A popalag.1o mostra-se jubilo-
sa por esse graoda meiaorameito. Viva a Re
pabilo !Hajor Lmi Ramos, chefe da commis
sao teleg-apnna. Annibal Porto, telegrapbista
Jaguarabyva, 26.
Com grande enibusiasmo da oopaiacao, cana
de ser ioaagnrada a ustagSo telegrapbtca desta
villa. Viva a Repablica I Vi;a o marecoai
Floriano Peixoto.Mauricio Lioke, major com-
mandante da praga.
f D'iJ Paiz de 29 de AJoril)
Conforme temos feito, desde que pela franqua
do telegrapho os nossos ebrres pandeo tes pode-
ram desempenhar-se das tameges que ibes com
mettenoos, e de que sempre se des'bngam com
a comoetencla e criterio de joroalisias distin-
ctos, aioia noje aos seas teiegrammas que
concedemos a merecida primazia nesta secg;
do nosso noticiario.
Para fandameotar e--ta nos3a prefer- neis, bas
ta-nos inserir esses despachos, e pausamos a fa-
zel-o:
Batmos-Ayres, 28.
O governo portagaez resolveu satisfazer s
exigencias do governo argentino, relativamente
o asylados da Alfonso de Albuquerqae e da
cMindello.
Montevideo, 28.
El Siglo le boje publica a carta doex-coronel
Salgado em resposta ao Sr. Custodio de Mello, a
quem inculpa do malogro da expadlgo eidade
do Rio G ando.
Diz o Sr Silgado que o fra:as3o comegou por
nao ter ido effectuado o desembarque no Cany
e em Camaqaan e accentaon se as dispo^iges
qoe nao asseguraram a posse do porto.
Accrescecta ainda que o Sr. Custodio de Mel
lo preferio abandonar os seas antigs campa-
nbelros em paiz estraageiro, sem armas e s-?m
nsnhnm elementa, a dar um passo vanujosa
para a revolta.
Termina a carta dizeido qae depreza os seas
aecusadores, confiando qne o lempo se incumb"
r de mostra- a verdade do fac'o.
Montevideo, 28.
Ja cbegaram eidade os fugit'vo3 do vapor
Pedro III. Sao em numero de 237.
Dos revoltosos qae se refagiaram era Caeti-
lhos, 250 aqoi esto empngados na pol!-,ia. 4o-
je part-i o resto para Corrientes: oSoprcxici.-
meote 300.
Montevideo, 28.
O Sr. Gaspar Silveira Mir'.ins fui novamente
intimado a sabir do territorio ua Repblica do
Urognay e hoje mesmo embarca para Beeaos
Ayres.
Montevideo, 28.
O Sr. Saldando da Gama desembarcos s 2
horas da tarde de boje. Anda est ferido.
O excontra-almirante apenas teve para rece-
be! o no caes da capitania do porto urna com*
misso da macn arla e ootra da caridade.
Dos companheiroo do Sr. de Saldanba da Ga-
ma, p^qieoo numero aceitn liospedagem gra-
taita da aitoriiida orienta!. A maiorla est
bem accommodada, j i saa casta, j i dos ami*
gos. /
Eslava Oxido o dia\le boje para a gahMa do
Pedro II comboiaio pela Affouso de Albo-
qaerqae e coadazindo o resto dos asylados, em
numero de 280. At esta hora nao coasta qae
tenbam arpado.
Montevideo, 28.
Na prxima seennda'felra a commisiSo de of*
Bclaes brazileiros, caja partida hoote n noticia-
mos, loaiari conta da esquadrlna que esteva ao
servigo do Sr. Custodio de Mallo.
1 Si^emoi que as cmaras e paioes estto lacra-
dos e qas a bordo de cada navio acbam-se am
officiai e seis soldados argentinos.
, Cani'a-Qoj taabsm qae as revoltosos antea de
apra-em p-.ra o Rio da P-au, atira-am ao 0B%
na altura de Cusulno, todas ai armas a eMU*
cee resianUs.
Mouievida, 28.
Consta-no ioe o eneral Hlppoif.o Riaeir*.
o coronel Sampaii forjja-am um c* ci militar
o fi-oot-ira do Brall, desde Urum-y na st
Sanf-iunB do Livrame 10. 4 obsrrvagio \\d-
tabla >os movimai'os dos rev-olioso e a impedir qualqu -.- vele dsde 4e nova 1no.
Na froufcira de Bas eetl o ccruoel C.-.oi
( m co;n a raa forte be*n araada co:iaca.
ifpo-i no vp r Comm*>rro r-'a U>. coren
80 refugiados ce Caatiiuo. Sebeos a.- daM
tsles nom-.np se c-.cam;-buram p..*u Anear.
Montevideo. 28.
Parone ana o resto des ay^adar ro Pedro
III uo qui! desemoarcar, conio rte librara oe
: u.-a 8 comoriorieiro-i.
Deve se dar (>or concluida o ca.flic'o agea>
tino portugu-z, vi-io qsu os fou vc do vapor
[>ou--.i t>8t'io todos em tera.
Nw-York, 28.
O N-vr-Yo-k. Prese elogiado a :< ciiada
do oi-reetioi Flon-no cixo o a-ata inooj,nkr
Ja rev da oavu| e eamagar a can d!x
que v-attj iriao-pno a^sigoala d" codo posinei
uaa nova p. ea de (KOCfaeee P"a L-rsttl.
Sao do Corrtio PaulU'.ano di 27 : j -
rente ass.-guiated Diae, j,ue ttaamal ia^i,r.rotea
iaforuihsotii 1 po-meaor.-o =ob" o i v uta j
Paran :
*b forjar so1) ocommi do d corjv.i Pre
Ferrvi', que couati ocm 1 mu o dr. exr cito
em ojie: rges no Prani, s< o-.n -. 3 "t^i
bem rmanos bam muo ja4M ente
animados de mu o ardar m- da btvaa aa
esqnairao d^ cvaila-ia at- rti'narla.
Consta bta da 10 canties K-opp, eido 7 pega
ie. calibra 7 15 e 3 de ealtura 8 a uaia am
cauii'10 Vee no e 10 ao'.-ai.jdora.
Ceota-ae qu-- Gumc-rsindo (ou asres C'/me*-
sinde, cooio elle ai; aaaaajaa) pu"taa i n P.-agi-
ne, em como as ors legaba uo co 1 e l-,*
traosportar ar'Osria jvl -, -.7 m t*a\^c\ti ,oe
m'-a'r-'a euira Lari- e (^a-;-o.
Como se v o ca .libo > lenta! pariei s ip?e-
ta. As torgas do eo.-oaei Piros Fer.ei:; naa co-
iibecem imt.ossive!8.
A segoanga co n qa C-jn.i's ui' 2f5r n.-.va a
inoxequtoilidv.'ic !)"1 torcas le- >xp o earj ito e :
p-oluzidos oaa iMirat l-.er -.;,;..-, ti- &
sarciu ao troar-m os r.rMM m atapaTM uoa
eaiooes Krapp U l* -v;.-o en. al* Je Cat-
iro.
A 2* iiviso (oodoz a? ;or ncrne-.i i< 1 >a r!
o-, m de camp>, po-qoe .a lavgas -1 'oa
pOe-.u naVo Aa infrio-9a ,m ene ;u, t^n- a e
a potrivnii-mo M na ccrj.ie. Pi-. r rrcira.
Sern d^rigiiS pelo corotl-l S.n-.o D ,r. ^:aosn-
o o o..-.'lEaado cOt-.fe a.) ge-.e-.i Qni.j A
est.i hora deve'o e-tar ja -eania: 1,- .< ,-
tiiflaa e talvez tamoum smm le -ai., i.aa. a
600 a 800 noumi-, que b= ieaYi .... it .f^ e
teve ordem pora seguir.
E*:o em eaminnii, alm dag meo oalas fj*-
;a--, ate 1 .OuO M 1-20) d. Dri.a a atS) -om-
maudo lo eoroe: Delfaee, o cut v es '.r.,en-
tes na:-. ja(i s-ga:ram e esU-'am i .:-. .:*^i-
nno, qu-io la owBWeei a evacineto ta t .'ai.
Nunca '.tingiram a saata 3 0 0 oa, qssaio
mano, 3.50) nomenr, >nprefcendila: t> lis z%
n.visoes eoC me-ciau, Pira^-.De, Juc. T.gre,
Laar-ntioc e a uamanona.
O feroz reruumento a qae procede-ai oo
Paran mal Da>toa para .apar 03 cia*os aertoi
pea oi-ssaa torga bKm4m no Laoa.
Pirag'be e laca T*?* e**iv/era ti 'e Mi*-
go em Jaguarabyva xim cer: de l.O-oO noujns,
e saas avaagidaa ch-garam a Jagoary-'', 3
legnas apenas .de liante. O grasa 1 oo -xercita
eslava a esse lempo em lastro, camtobn M para
as fronteirae ae S. Paulo
Telegramma rec-bilo eei Casera, lefffta ~i dia
17 ou 18, e cjinmuncaio po- praarie a* larcas
da vaoguard, determiam aoa parte desUs 1C-
mediato mo ment de retirada.
E' lacil coojeclurur e- qu- e-ta commaaica-
gao, causadora de to grave alvlire: te ia por
injecto os acoo'.eeniva'.os da dia 13 de Marga
ua baoia do Rio de Janeiro.
Quanlo, poneos dua depois, o corar,,! Pir s
Ferreir tomoa a oifeu.-iva n penetral no terri-
torio oaraaaeose, foi este Jagaa'y ;^:ft -acoa*
trando recemes vestigios da pa4iiem da* tre-
pas federalistas, a saoer: vveres Jete i v? 'os
deixa-los oos pontos de acamomen:o. pavjl s e
ponulooes destruidos, portas arromo 'a--, casas
e raneos dammOcados, lacnpgd;* inai(aaM
e luscos desennos pelas parele, allasivoa "a
oresideute da Repblica, aos picapics aos
comraaudantes as forgas :-va.so-;.s, e Ni dia 27 ai Margo cameg^a em Mtfe o P.ra-
ua o movimento ge ral da deba,, da la.
Laorantiao, Custodio. Lara, Lona, Piragibe,
Mu-al et magua comuMaaie caterva (jgiram
por Paracagu.; Juc* T.g tomou a d-r? ij de
Caoi"?, oa estrada para Gaa-aiwva.
)s prirreiros6varam cerca de 2.000 ho^ers;
es es taiez 500 00 600.
Gamerclndo ficou ala ia, coma ttaseaBM boa-
tem, a ver se arrecada o prodocta de um nova
emprestimo popolar no valor de 50'):0fJ0|.
Elle deve ter comsigo cerca te 803 .rseos,
aa raaiir pa-te ori-ntae-' e corrienunj-.
fO Pait de 30 de ADril)
O nosso correspondente em Mout-' d) loa
d boje a relaeo nominal dos oB a- p-
rautes e oetras pessoas qna c.'-a o S ie S;|-
daa'n da Gama desembircarm ao Peora III.
O ex contra almirante assume gara aas rea
desgotoso.
Eli -, que aqu abandoooo a marinrug a qae
loe servio a os intuitos; elle, qae plaoei >u a eva-
so .desde Renos Ayes at M'tuevii, v'ado-
se em ierra da-se po- Burpreb^udila, po vie to-
dos os aspirantes o oa acomp-ahira.a i diz
qae se disso souoesse uo dse jibarean 11
Se isto n5o ser faresta I. -.
O Sr. Gaspar Silveira Mantas j p:^at."rw
da Repblica Argentina.
Da mais do canta os nossos Latee ai:
Montevideo, 29.
Ent-e os que desemiarjaraa es
do Sr. SalUoba da Gaxa esto oa S
de mar e gaerrs Eiieser Tav.-e*, can -
gata Beojamirm Rineiro de Mello, capi'S r-e ..
te Joquim Franco, pr meiros tenantes Jo\t :.t-
gito Vinhaes, Moateiro da da, Aloe t Faa-
toora, Aoto CoTea da S iva, L^ld'ao CaraMi
Branco, Ltbsoio Limjaaa L'"s, LaaMa L^ssa
Bastos, Antonio Julio de Olivelra ttaailila. A:o!-
oho Vicor Paul,no. Gabriel -9 Meno Mo-a**,
Joo Bacallar Pinto Gced'S, Gentil Par/a Meira,
Laiz Carlos de Carveibo, .'os Monteirj de Maura
R..ael, Jos* Antar.io Cootiorio e Luis Lemadef
segundos lenaatei Ar ur Tiojpsoa, Hooirie
de Limare Kosller, Mauoe! Ferrei-a -ln Landre
e Carlos Alberto Wi.'e; gaardai-mariniia Con-
raioHech. Raphael Brusqne Augusto -e Soasa
e Silva, Jorge do Castro e Ab-eo, Alaa-lj t Si
Peixoto, Armando Borlara iqoi e [guaci Joaqiim
Ribeiro; aspira 1 les RoqaeDias Hibeiro, I. silva
Rioeiro, Carlos Alves de Scuza, Damio ?into da
Silva, Amenco Azeredo Marqaas, Beitar Azavc-
do Marqaes, Frederie 1 Lemas Villa". J. Baarjae
Lima, Torqaato Jonja3ra, Ral Tav=---s, Ta-
credo de Alcntara Gomes. Osucilio Ro*a, Dar-
va! de Aqaiao Gaspar, A Soaza, Sraaa raga,
A. Nones, I. o. A-m^-na, A. Vlctr de Ma t
?. G'.'.co, i. A Fritas, M. L^in!,. r. J. \. da
tiwiro e G- P- Areias; guardas mariona
G- Brata, A. Faneza*. J. A. Cee, A.
Cardoso E. Muolz Campas, P Tenca. WMUaai
d. Carditl, Jos Villaforte, F- 3- Nevea, M.
Campanba, Henriqae A. Gaimem, cap.'.io tisen
te Carlos dos Aojos, guarda-ma-iobi A. 6.
Crdz, 2- tenente J. Baptista de Monra, guarda-
manoha M. M Jacior, 2-tsaente C. Alme'la,
ajudante da maehlnifta J. Dias Br*, gaardaa-
marinha J. A. Lopes, J. I. (Ferrelra, M.
doMartho.J. M. Veloo, L. 1. Silv. ajadaolee
de macbinista Pedro Sautos. A. Madeira, S Sos-
ras Jaior, M. D. de Oliveira, G Geyr, A Olas
Almeida, J S. Alves, A S. Lope, A. Crrela,
2- teoente Sebastlo Saldanha >a Gama, teen
A. S. Lima, I. F. Velloso, I. Bote.bo. L. B.
Neves, A. R. Ga a, 2- tenente Aunibal de Paa
la Barros, guardas-marinb. F. Barreto, L. Lima
Jnior, alfares I. B. Silveira, J. Barbosa da S!la
I. Renlioo M. A. Santo, C Maroaei. i ''*
ra, C Doarte, P. P. Coala. J. M. Sila, P. fm-
relies, J. Vianna. Mano Saldanba da Gama. Car-
los Saltanha da Gama, G. L. ojelo, Joasjalta
Silveira, A. C. Borlido, F- Saatee, astodaaiei J.
I. C. Menezes, D. Ribeiro. P. Ff. A
Ollveira, J. Gutmaraas e G- Melio, '
Narciso da Silva e paisanos J- Vlalt. e Ai
Colas.
O Sr. Saldanha da Gama deaeroa ajaece
besse qoe nio eaUvam com elle "egi
oc aspirantes nio deixerta o P*^ IB-
\
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filiarlo tfe 7eramt>f*o Itomingo g tfe Maio ce ?834


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com
qu
e
par
Neete vapjr s'ga rii viagem 16 do ant-gat
ommandadoi do S*. Saldona d Gama.
Um aciociame de Baai.03-S.yres D9'-0 ao gf>"
veroo argenta-. \>.e uevetse o Ura a po-
eaasa de ora* diurna. Foi loe reapoaaiaa que
lodos 01 navio* eoriam hoje entregues o ijover-
110 do Brazil.
A Mme-l **e amanba di qoir^otena.
D'qai segai-soa pira Hoeaoa-Ayres 5U) asy
lados, ft'< lriatm a C.-rneates.
Baeeoa-Aj-ea, 19.
Cbeou a esu capital depo-iada o Sr. Sil-nl
ra Mari v!.
Ch'naraai-no* os patatjBtfata joma aUa--
dos pste-io--- a d*oaod*a doa revoltosos ao
marido ")u s'. C itiodto de Mello.
Maitc n.i qj- respigar a f*.-u aeUect*na qo
nos liaos u .aso* caliga de Montevideo Boe
nos-Ay---. : o* homo* le o-ea. porm. bao oa
approvir a n-eter nela que no* merece boje o
esleir mam'e-io do -x *i lr*la*l*Vt-, atoa
Ca lo es I li -gramola Sd nO'-O CO-r9.3ponl0te.
*0 S- C."'-ii.i -J M-I'i **'" corao '' co"'
do do R o G-an le. ->i >ua* prop-ias pU*r.s
QOe Vana.- iMWv-f. pata 1 loln ai* an***
a gran'. polt'oiH'ia d. toe* :o dicia l'ir.
tUN cu). lBueO-Af-a e*a a pr n -
eias a>es- unnife-io dao* em ora va do da 1 *s-
nadr* rea**.ii*. E'de soa cu.'uionas-ja^ f.c>
mos a '.radocc&o.
Dono s :I.s -irtmelras Lobas, tata ao qae| eonmeecn os le.to'es, oaasa o s>.
Gastadla Je Mrtih analta** as cimai do laaa*
ce3r<. por S3te modo :
gaOe&doqee asforcaa de .eaambarqoo na
baviau tentlo tro ataque decisivo conira a*
iricici-T >s, apre*eei-BM faian Jo-mi app-lio
valenta ao patriotismo os eneras* qa* ;*
eoaan 11 rtem, o ando bu qae. 8-m pem ds
lempo, se puz-ssam em ma'cn* para i eta*e*,
8CD [> na de 8 a-em era m torea t-IHiul 1'*,
em fteta 4* orora**! ciegada Je aovas cania-
gentes Peloui o do Bae,
En 01 ra nota del a coaa-csr a mioa ioien
d Mn->rt^r 03 pontos [ort>Se*d*M. arfo-ta
qje le gtaata dita;:i.. e se fosse p-eciso a el
dado, oa c- de nao cooa>yoir ama 8iac>> fi-
vorafe! t lattmagio qa acabava da dirigir a"
COmD 10 t9 ">a pragj.
A resuo^ta df vene ni Salgado, datada rt" 7,
foi qu-j nao sdOi^se poderla atisfaier c^ Ju-e
JC3'.t:- -J tD*Blwi>tow tu mloba iiC, d- isa
aci-:i.:e lowe tornada qj praio jp 2i no--*;
popn Boe BlBpr9ia mdoa oa eOB eslorso.i
pan looiat-a no oartoc pran poaalfol pon*-
berta :. -- no oato ajae o iad:c.v m o pa
triotidOK) iidaile oiur.
Ai; :,.; n viii .1 a;omom!ia d I o-.t
: U .8,oi jnl *""<-i general d>n-> m <
reucido* eJJ ooaaeUiB os offinaca sod**ii>
r'es 1 .. irpcs pra resoe obra al
t0,c. 1 j-r-!-: A-. s-i l'wroetjl--
ra^ ra a ue 70-, por 1 rH He 'i a 01 add
aperfri re proruli de arto-ria iofaoier!
14 1. ctvalUfl, aiaifl de estar afeaat-ta
trtati "ra, p'iiec'a
Mi ae b*D exiio. aobe'Ui a*
gam afi icorao osiioataQuo uo co-po :o
0Xerci idio geoawi fairaattoo Pinfa.
EeW geaeral, por ao* p*rt?. oecl-? "xioai-
me,. ama nata da nace ia lata, qa< a uw-
a u .!.is.i!-'i :>nB ie 93r forcoaajeoiJ
(t; ]Q i, apr de tarto, tria ali a.: 3-.
crifi. tOise BeceSNfil e sa r^CDesiJ prd
i
E- itsin ,"; coodico^s sO mi ncaaia
r .i 1 sega : o-j e*ar a ca'> o projec^
j a ;air mar na tora t>a I
nanJo oaa ? CB "lefeBd-da por tv)0 bom^nj au
aanTi .- itrincDeiradoa por traa de man O-1 i
arela ooatra 03 qoaes e3tavm a^aesiaios qaatrj
canbO 1 > i" taT.b-'-i a eirctto infadar,
composto .ie toaia de .WO borneas da faa a-
nj..., ., iba tentado mu d> aa^ aun <"'-
coobe to d.3 jrnlioa 5'3, r-pe:a- dus -
it u aioaotss receoldaa as atacar sen pac
q )io ; --n--'r e testa 101 qje *-
beu o i--'o waoini!"'1 da atf r*-llu ')
m,, iojica.1 .-le reodiijio qa-f me lm*
f_-:i ... .,., ;ra 9, fa: collocir- u- b
O R ;'". 1 !";* ': O ^ "'-''''' eo: froau la Po i'a
di at-Ka-"*. le oa-t.iaiot >soatuiaa>i f"Z',
coca <- 1* iato--*HM, eootra a fin^natra*
z : 1 lo o.)'t. tfiart-iiaee-ttbtitda'Mtos
milita- i fta t-if'Qlii a cilla i^
O i'.i.,)-: li.iu -onogad) q ia:ido .-s:eri> lo
mne' ib tegtWBM aota, databa de 8 :
K'.n-, reMBlda a <*tU, na qaii me b
m >.i.- V. te- iati.n.-do a-> ioimi?oa r-n uv-io da
praca ic R'.o Graede no.praio u Si ooras, so
p'-,i d ser oomiarJeada po- o3 aa p.ri-<.
pcr : 1 r-icirt'i- hi qoa aeni coate
jado o bomoardelo, a^acarei a pr^g* p.r tur'-..
Esj noticia me aleg'M iaoto m dd;s m'KO vi?i.) de boado, este ;a!iira comal^ume >
de' nootad, e isto d distancia ie o-0>J0 met-o-.
L'ua v-z coos-ifOido tao bnlbaote resou.Jo.
es-'-i aj general S*i*aio, oraenandi me qoe
8im i)rJi d-< enoolitease aa re onneoim-1.)!
ao dOImi netldo. coca o Om de comscar por ani o
assai'o da p.-aja.
Varia3 aetea -u-pendi o bomnardPio, emeo o
que as DaUs do aattoa fo3am tacr oa nossos
goldalos, f ontras taataB etestia -ie roManca-
o fogo, por nao deseoDrir indicio aigain on m-
revelas:? que as trot-as amigas avancasatm co a
deviam. .
Assim paison se todo o da, a' qne pla tarde
pnl qne os esforgos da esquadra ui> r^ni
correspondidos r-eUs forgas de d-'Betari qne,
nandei ce-sar o U>eo ol?r ao fQQdaadourc
err. f-eut,: villa de S, l* do Norte.
P.-la aaaba do da 10 lia le.anUr aor-o.-a **.
B'pablt^ e o5>-a a marcb* a?aaj ab.lxa.
indo COllocat-me <:m frente ao pbarol da b-ra
mas peno da inargr-m oppoata, par* inform.- me
me'.hor do occor.iu e tomar as meaidas se^ui
do as circamsiancia* ; soobe pelos aaera*a Su
galo e Liareaiioo que a nossa vanguarda es^;
latando contra n^uas forgas inlmtgas, cIcj
em mais de 6M borneas Dum a:m4oa
De ootroa ponto*, e espec alroen'e p^los rale-
les coraiieis Jonaibat Pereua e Portir.bo. oa
fOllB'aa f^niios do campo da Bat.lba, sono-
qne esa raante vansnarda resista todn. po-
rru qa 1 sja< BD.ces se esiavam ttgH04j e
qa m r. ootros oEficies cao manes vsiema. o
eo-onel Pranin Coaba a o a->pirantN.coiao ti-
nbaa ebegado a-6 a baier-se c :rpo a corpo J
trteos iQim.Roa. que naviamcs perdido ouiu-
todo o 2o- bat.lbao de iafaniarla e^rca de 10
boaens da armada.
tliJ apressei 0W a dirigir ao geDe'al S:ilg>-
do a t-eU'.D-e :arta : ,
CreTo qoe e nao de*e tacUaraai tuteara
ioimiiip i* ae3-. atc,s |n'-' '*"* 'J0V:'8
co .'.i.-:.e-ie'.
Aj-3. ai acuam os ba-C38 para recome
restos do o Mo ererco, so por acaso for d
lado,
-;ada podeade conseguir, e tendo a aego-ang
d- qu> r;u icoaefto de com^r a la'a Bataa
vn.ct-da aiaria a mala de dnas legoaa li
e-esso do eserdio. e que por eoiro 'a-io aaia -
fetirva pan ir col!ocar-3e a urna milba de d.s-
tancb bwd qo- atves*e preoc-opado de .tr
cn^ear oanigOes aos que s batiaa mais a^!2
escrevi covamentr ao general Salgado, ai 7 q<
no'te, e sos segantes termos : .
Nao temaa teapo u perder oo atacis o .ni
mij smaabS pela marngada oa retiro me mi-
xaaio o vosb exercito em terna.
aa emora da Si horas 00' p6de aar fita, e
en'li. nen ee-,aer os reaioi do vossa axarcM
ea caso i "rota podentm salvarse.
lotellgenti e militar p-udeate como sois, ton-
n-e-^f lela o-ra a graviiaie da nossa 8itoag5'
A'sS a^ria :a Botte recebia em raeu camarct
do .Rpooi^ o aene-aes Salzalo e Lanrein
D-. q0e tmbaa .Je.arar mo qoe uao pji.ai
camori- a odem qoe Ices oarla dado de atacar
c mimigo. parque seo proorio exercilo tela*
* lati tomsia repetir o qaa Ibes batta vito
antes aae a itiaa qoe elles e seas aodaios ua
tiatn'tomado era v^nc^- ou morrar qoe ja
ica s se odrera opp-rBid-de tao ^^vi
rara t mar *ffactlvo o qoe retara easa dtvls-.
por o'.liao lii'8 iiisae claramente qae a ra-
ladaa
e mon
rOtorcoi ". sacririii'os po- p.rte da marloba revo-
incln irt u oe lon ofiaeg doexaretto liber-
ta 1 ir. qae bitera-a co u rerdadtiro leaaoo
T .iaia, HMla o i:<"\,ga.. enlatado, 0 lenaa-r-
m^qus um ?iercito t.000 tioa^u' ii8 ira
ariu<3. di->i>oniio d a-iilncu a de meiniioa.io-
r^s, 'ka e |aiga!>a c*p > d i ite itr oa at>s !
tO a U ua lrliK-1-a- tOlCtiga*, qU1! COO'latl m
apena* 'e m.iotoe* o> a^eUt qae eia i-o'.t-*-
ria foissem jo prujBiro cp.'cbaie coa as forgas
irji alga*.
Tul' reaoNido aagajlr pa*a S. P-ncl*ro. o
o'io ft*i leado a elleuo e sa resologi p.ir n4.>
t-r do a r.oM-ngin ataatltaetaga pstaa coiomai;-
us os nai..a e ulB lata* o*.l- embatadoa *
qu Oiftaoiatatu y"s 'riaa inuieis Ci>nt iuia>-
aaioo a iui, e qa' ou filauui os va-i pr
pr-iv^r as n-ce3.'i'iH:tai ia ^sanail-', asura ini*
iio qae nanea iiesorovidi d-t r-cnrua.
F.ii entao que de atad'**' 1:01a todos os ofti-
eiaat rHsolvwuos rcf.Ki.rm uu onb-a 1
osvilnao argrotino :o oa ua'>os e 3a* i-ipol.-
g6e9. H^sia como O* offi.naea d- twrra qoe nos
q .izpraa icompaonar n-ixa '>, ^eoi eaibi"'o
em Ca'fini.s ea t-rritr o o-i aol, o ecarclui
di de'i-uoirqoe. eol Vi-ti do rava loROO**"
ji-D'e aa en -ont-o ioa**il cara a sq-iadra mi-
mii,'a n"i -'i mio- oroaito o *cr lica-ia r..-
leramaute Bsia --nulugo fot oicainmcaJi ao
g-rirti-i Saina 10 nts oe oe>xar o o..rto do Bto
a- ade.
O que soc airto psA na dominio do pabllco ;
nao sa loroa srro
Senado de PernambncoNao houve 1
hontem sesso por terem comparecido apenas
OS Srs. Arislarcho Lopes, Sa Pereira, Pinho Bor-
ges, Gongalves Ferrara, Ermirio Coutinho e
Velloso.
A reaoiao foi presidida pelo Sr. Dr. Ermirio
Cesar Coutinho.
Servio de 1." secretario ad-hoc o Sr. Gonralves
Ferr ira.
Nao houve expediente do Sr. I." secretario.
Em seguida o Sr. presidente declarou nao ha-
v.'r sessao por falta de numero.
Cmara dos DeputadosDeixou hon-
tem de naver sesso por lalla de numero
Epidemia de Lisiio:*\"C> fia*'*-, Im-
portante orga>n da imoreasa tla:ninen*e. encon-
tramos os aegoia es leiegranHnas >o Boa trfij >
especial :
Lisboa, 26.
A academia d-a medicina, em sessao a que
comparecern! 90 mdicos, chamada a dar soa
opiniao relativamente epidemia reinante, de-
clarou tem discrepancia de um voto que se tra-
to do chotera-aorbua beaigoo
Cosgeata-se furinalineate que tenha havido at
atora nm 30 caso fatal.
O govvroo tem tomado providencias de bs-
tanle'acert e a popalae&o esta tranquilla.
Lisboa,. i6-
Appareceo dedaragfio assignada por dois m-
dicos Ilustres, dizendoqne a epidemia reinaute
O o cholera-morbus com carcter benigBO.
Lisboa, 27
RejTistrar.iin-sc bontem -t"> casos novos.
Est verilicada qoe o cholera foi aqu iiapnrta-
tado por um navio mercante procedente do Cabo
Verde.
Ue Jrveraos pontos do exterior cbegain ach-
eos eoearregados de examinar a marcha da mo-
lestia 1: classiilcal-a.
Lisboa. 28.
Houve bontem 59 casos novos de cholera-
morbus.
Os mdicos aconselhando ao povo que se nao
alarme, gar.intem que o lypho se npre rei.iaute
mais mortifera que a actual epidemia.
Hamborgo, 18
As compaabiaa de vapores que aqu lem sede
Bopprimiram a escala de Lisboa, at queali
desappareca a epidemia do cbelera-morbns.
Instituto Vaccinieo Municipal
Se^-u tda-teira 7 do correte, das ii as 12 Horas
do dia, llavera ueste instituto vaccinago direciu,
sendo a iympha extrahida do animal para as
p ;- qoe Be apresentarem para serea vacc-
nadas.
A ltenlo publica de?e voltar-jp para a vac-
einacfto como um elemento de defesa contra a
varila, que pela estaco eatmoaa tem feto tan-
to damoo a nossa popo'acao.
Importante uiimo Letnos n'O P"-,
do din. de 2S de Abril:
as trines da Aunficia Brazileira est ex-
posto o elegante mimo que a inspectora das es-
tradas de ferio ao Marechai Floriaqo
Peixoto, no uia 30 do corrate, seu anniversario
natalicio.
.V comraissao escolheu para esse presente
as armas da Repblica de prata e ouro-enllo-
cadas sobre um quadro de veiudo azu! es-uro.
A estrella toda de prata e em cada um de
seos raios l-se urna inscripejio commemorativa
da vida do digno chefe do Estado- Sao as se-
guintes as inscripc*>es que ahi se notam : 30 de
Abril de 181!, data de seu nascimento; 1 de
d.> Margo de 1847, dia de primeira praga ; 1 de
Margo de 1870, combate do Aquluban; IS de
Novembro de Is89, prociamago da Bepubiica
19 de Abril de xM, promogao marechai: 26
de Fevereiro de 1891, eleito vicepresidente da
Repblica: 23 de Novembro de 1891, data era
que as-umiu o governo ; 13 de Margo de 1894,
derrota da esquadra revoltosa, DA babia do Rio
de Janeiro ; 16 de Abril de 1894, em que o l/iu-
daoan foi mettido a pique, e 30 de Abril de
1894.
O centro da estrella de ouro massigo; o
cruzeiro e as estrellas que figurara os 20 Esta-
dos sito representados por diamantes do paiz.
O caf e o fumo que cercara a estrella sao
de ouro verde.
Vizitas domiciliariasGommunicam-
nos da Inspectora de ilygicne :
Comegaram hontem as visitas domiciliarias,
conforme se. annunciou.
O Dr. Amaro Wanderley, encarregado do
servico em urna parte do bairro de S. Jos, visi-
tn 39 domicilios, que estavam era condigOes re-
gulares de asseio, a excepgao de um, cujo p-o-
prietario foi intimado a fuer os melhoramentos
indicados. .
. O Dr. Baptista de Carvalho, encarregado do
bairro de Santo Antonio, visitou 26 domicilios ;
quasi lodos os apparelhos da .Recite Drainage,
fanecionaram mal, falta d\igua. Em alguns
quintaos havia grande quantidade de liso aecu-
molado, sendo os moradores intimados para re-
movel-o no menor prazo possivel. Em u:n pre-
dio o esgoto de aguas servidas estava obstruido.
O Dr. Arthur f.avalcante, encarregado da
nspecg&o do bairro da Boa-Vista enectou as suas
os 1 visitas pela ra da Imperatriz, onde visilou
nonsabihaaae im ocea retirada nao joatiflcada, e
antes^d-. intentar nm assalto, do qaal t.visaa
moa perdiao 2W 00 300 oomeae on mat3, c*oi-
ia inleiramente sobre ellcs.
Sao podeodo faier-lbes madar de resolneao,
fiz pela mah ao dia seguate o reemOarqne
d^toePrt-8 necessario, porqae mea coragio de
brazileiro e de revoincionario exiga o cump'i-
ment dos deveres de bomanidada. qoe ama
vegatlaria a mao proprtos advrsanos.
Tol asslm qua abimos do Rio Grande do Sol
lera nada naver conseguido, depois de tantos
d imicilios. Em qnasi todos nao havia agua nos
apparelhos da -Drainage.. Em dois predios os
quintaes tinham muito lixo accumulado e agua
1 estagnada. Um predio estava em ms condicoes
de asseio, sendo indicadas os incltioraaientos a
ajIotor hydraulico0 Sr. Dr. Gervazio
Campello, proposito de um novo motor hy-
draulice, inventado pelo Sr. Leandro Cavalcaote,
diriginos a segui ite communicaga, que deve
ter "muito iuteresse para os industrialistas em
geral, e nais particularmente para os fabrican-
tes de assucar: M __
. Srs Rtdaelores. Certo de que VV Ss. ac-
ceitam para publicar, empre com a melhor boa
vontade, as noticias sobre os melhoramjntos tn-
dustiaes, apresso-me era Ibes c^ramumear o
resultado da experiencia, que venho de assis-
tir, de um novo motor hydraulico inventado pelo
Sr. Leandro Cavalcaote. constructor muito co-
nhecido em Pernambuco pelas obras que tem
exHcutado e que allia a urna longa pratica co-
nhecimentos de nechanica adquiridos pelo es-
tudo desta sciencia.
- 0 novo motor, cuja descnpgao nao devo fa-
zcr azora, porque o seu autor pretende requerer
um privilegio, fuuccionou perfeilameute durante
todo o fmpo da experiencia, augmentando e
dtminuindo a velocidade coaforme o volunte
d'agua que recebia sem choques nem interru-
. O motor Leandro (permitam-me dar-lhe esta
denominaco) tem a vaatagem das turbinas em
receber a agua por um canno vertical, despe-
jando-a, toda, no pDatq mais baixo, e pode ser
embregado as moendas de expreraer cannas
(actualmente s6 se emprega as borisontaes) sem
necessidade de rodas angulares para transformar
o moviraento, porque funeciona no sentido cir-
cular vertical.
< Sobre as rodas lera a vaatagem ae nao es-
tar suieito s perdas de carga pela contraegao
da veia liquida, pelo choque e resistencia do ar
nos cubos e de nao fazer as descargas de parte
d'agua cima do ponto inferior, aproveitando
Miiffl tola a differenga de nivel. Os coefbxien-
tes de torsao c de atrito sao consideravelmente
redusidos pelo encurtamento de eixo (stwdAO,
vulgarmente denominado menor dimetro e
menor peso.
Se me nao engao em Pernambuco se fez
antigamente uso das turbinas a que chamavara
roiizios, mas actualmente nao me coasta que
naja em engenbo algum, anotar de ser o motor
indicado exclusivamente para as quedas d'agua
de mais de dez metros.
Pelas indicagoes que acabo de mencionar,
sem faz*r a descripgo do motor Leandro, e f-
cil prever que o rendimento til deve ser muito
raaior que os das rodas d'agua e por conseguate
preferivel o seu emprego para 03 industriaos e
agricultores (em Pernambuco a industria de fa-
bricagao de assucar s agora principia a se se-
parar da cultura da cannai que tiverem de mon-
tar novos engenhos d'agua ou substituir as ro-
das.
E' prova'vel que na construegao dos primei-
ros motores Leandro para as grandes fabricas
se tenha de luiar cora difculdades de detalhes,
mas estou convencido de que o inventor ha de
superal-as como j conseguio em um pequeo
modelo.
j Devo acrescentar que parecc-me ser indis-
pensavel nos engenbos o emprego de um volante
ao lado de cada motor Leandro alira de armaze-
nar forga sulciente para despender as occa-
sies em que, palo irregular abastecimenlo de
canoas s moendas, recebara estas muito maior
quantidade do que comporta o trabalno til da
agua desponivel.
Tal vez que algum apparelho semelhante ao
motor Leandro lenna sido inventado na Europa
ou nos Estados Unidos da Araeri a. depois da
descoberta da transmisso da forga distancia,
para aproveitar melhor as grandes quedas d'a-
gua das cachoeiras, mas eu nao tive anda occa-
siao de 1er descripgo alguma.
Communicando esta noticia a VV. SS., Srs.
Redactores, eu nao posso dexar de manifestar a
inintia ad;nirago pela teuacidade e esfurgo in-
tellectual do Sr. Leandro Cavalcante durante
cinco anuos para realisar a construegao de um
modelo tao perfeilo do novo motor.Jaboato, 2
de Maio de 1894. -Gervazio Campillo.
Autoridade policial O clad&o 110-
mealo pan o cargo de I." supplente da dele-
gado do municipio do Agua Preta Herculano
K r-jira Costa e nao tenente-coronel Joao Quin-
tino di!. Menezes (alburio, como por engao foi
publcalo.
Moeda divisionaria---No paquete in-
gloz Tnames*, chegado do sul anta-hontem,
vieram U caxesom moeda divisionaria, os
miaea foram recodados Alfandega, para d'a-
qui serem reiivttidos ao seu destino, que sao
os Estados da Parahyba, Rio Grande do Norte
e Ceira.
Infelizmente, esouecenio-ss o Governo Fe-
d;ral.l> Estado de Pernambuco, para o qual
nao v;io nem un d'aquelles caixes.
Poia pena, porque a falta de moeda divi-
sionaria em Pernambuco 6 Ca la vez mais sen-
si vel.
General Gomes CarneiroLevan-
tou-se na Capital Federal o nuviraento g-oiero-
so'de formar-se um patrimonio por saoscrip-ao
publica aos tilhas menores do bravo general An
tomo Ernesto Gomes Carneiro que imnortalt
sando-sc nos campos de Paran, cabio victima
de sua bravura e dadieagao patria, na ravolta
que a esta enlutou ha pouco.
Da comraissao que promove esta homenage o
ao referido general no amparo dos seusorphos
que ficaram sem recursos recebemos a i-cguiuie
carta :
A commisso tbaixo assignada, no intuito
de prestar justa homenagem ao inditoso general
Antonio Ernesto Gomes Carneiro, secundando a
espontaneidad,; com que rara acollada a idea de
amparar educando, os fi hos hoje orphoa meno-
res e sem recursos dense bravo e illustratto ci
dado, cuja historia, iniciando-se as paginas
gloriosas da Campeaba do Paraguay, leve por
termo o valoroso feito que o imraortalizou nos
campos do Paran, vera solicitar o valioso con-
curso (los bous patriotas para, acquisigo de do-
nativos na lisia inclusa.
Tratando-se de urna demonstrago publica a
aquelle bravo general, a commisso signataria
da presente, agradece o acothiraento que Ihe fr
dispensado, certa de que o concurso p-estado
para to humanitario lim obtera a justa gralidao
da patria.
Rio de Janeiro, 7 de Abril de 1894. Arthur
Gelulio das Noves, -Esteran Jos da Silva.-Jos
Ferreira Ramos.
Do texto dessa carta se ve o seu objectivo, e
pataleando** em aua integra, acudimos solici-
tago qae se nos fez, cortos de que a pjpulagao
de Peroam*raco accorrer- a prestar o seu con
curso idea meritoria, que a elle se impe e
torna-o mesrao um dever.
E'assim que um povo cresce na opinio e se
exalta na propria consciencia.
E' assim que os orphos do general Gomes
Cerneiro serao os lilhos adoptivos da.populago
deste vasto paiz, ao qual deu o pai ludo qoanto
linha de mais precioso.
Que se levautem todos a trazer-lhes o seu au-
xilio
Para esse lira abrimos e.m nosso escriptono
urna subscripgo. e ala aoharao todos, grandes
e pequeos, a lisia de inscripgo e entrada si-
multanea do donativo, para erguer-se o monu-
mento de que cogita a commisso, nico sem
duvida que mais perpetuar a memoria do va-
lente soldado
Restele -Intento da verdade
P .r diciencia das notas que nos foram co-
Ihidas sobre a chegada e desembarque do ge-
neral commandante do 2- districto militar,
omittimos a presenga de S. Exc. o Sr gover-
nador do Eslado ao mesmo desembarque.
S- Exc. all esteve e foi .mesmo a bordo re-
ceber o general.
Sirva esta corrigenda de restabeleeimno
da verdade n'urn facto que pp.rteoce ao hisio-
riado da chegada do i lustre general Piraentel.
Faeuldade de DireitoAraanba sero
chamados |pela seguuda e ultima vez os se-
guales estudantes :
Na primeira serie para exarae de Direito
Constitucional, Alvaro Otloni do Araaral, Arlhur
Heralio Gomes e Antonio Epaminondas de
3arros Correia Filbo.
No o. anno p ra exama da primeira cadeira,
Antonio Celestino Franco de Fdho, Genui-
no Aguido de Andrade. Jos Cavalcante Ri-
beiro da Silva Viceote da Silva Albano e Joo
ir ea de Araujo.
Resrulamento da Admlnistraca o
Geral dos CrrelosAs tabellas que o
novo Regulamentn dos Corridos publica pan re-
gular os vencimentos dos respectivos emprea-
dos sao estas :
.V. 6 A Iminis!ruedo de Perii'iinbi o
l Administrador R:400000
i Contador r..'Oi'iOOO
1 Thesmreiro 5:00
2 Chefes de seegao a 4 8r(i3()00
2 primeiros officiaes a 4:20')NH)
4 segundos ditos a 3 6005000
6 tereeiros ditos a 3:0005'mo
1 Fiel do thesoureiro 3.0
1 Porleiro 3 :' "
10 Amanuenses a 2 OOJ 00-
20 Pnticanies a .soosom)
9 Carteiros de I' classe a 2 udSOOO
18 Ditos de 2" classe a 1:8 1001
1 Contrauo I: 100*000
i Serventes diaria, 33300
Conductores estfalas, diarias diversas.
f. > -Admittira a dai i 1.,
.V. 18 Adminiilraco
do Ata (trtnde do fhrte
4:000*0 K)
3:i.00*0i0
2:OlW00)
t)800*0i0
1:W*000
1:60; 4010
1:400* <)
i:4UU*0 0
1 Administrador
I Contador
1 Thesoureiro a
l OfB-.al *
1 Porleiro
1 Amanuense
2 Pralicantes a
5 Carteiros a
1 Servente, diaria 3S'i00.
Conductores o estafetas, diarias diversas.
A Equitativa-Esta sociedade de *%gu-
ros de vida dos Estados-Unidos, & primeirt^ a
MM adi'inlada,a mais mportiMte c a meliior do
mundo.
E' n primeira, porque tem a maior quantida-
de de seguros vigentes, sendo o /alor de laes
seguros em 31 de Dezembro de 1892 de Ls,___
179:(K)>.000.
E' a mii adiaiuada, porque foi a primeira
que emittio apolices incontes'.aveis tornando
os seus contractos simples c concisos, sem
condigOes ambiguas.
E' a mais importante, porque n proporg3o do
seu activo sobre o pasa vo maior do que em
qualquer outra sociedade do nnuda, pois que
era 31 de Dezembro de 1892 era de 127 ,. O
seu activo de mais de L. 31:0)0.000 supe-
rior ao do Banco da Inglaterra.
E' a melhjr companliii e a que deve-se pre-
ferir para tomar seguros de vida porque com-
bina todas as vantagens da idade, bem e-co-
Ihido numero de segurados e posig.lo financei-
ra, e d\ raelr.ores resultados do que tualquer
companhia do mundo, como se ve das apolices
vencidas agora.
s que nella quizerem tomar segaros ou mes
mo c Iher inforrnogo, diija se ao Sr. albcrt
Farjeon inspector da agencia- ra do l3om-
raercio n. 44.
Ruy Darboza em I.is'toa Soh essa
epigrapbe i-gcreveu, em 26 de Abril, o nosso
collega d'O P.iiz :
Quasi inesperadammle. porque apenas, o
noticiara ura jo-nal da ve-pera, deserabarcou
em Lisboa 110 dia 8, pelas horas da manga, o
exminislro do governo provisorio e ura dos
chefes da insurreigo brasileira, o Sr Ruy Bir-
b)/.a.
-No Liguria, da Mala Real lagleta, foi era
barrado e .Buenos Ayres com sua esposa
Ruy Barboza foi esperado a bordo pelo
conde de Leopoldina, por seu cunhado Dobbert
esposa e filno; bario Danvers, engenheiro Tei-
xeira Judice e Dr. Fernand > de Mello.
Cora a familia dirigu-se logo nara o pala-
cete do conde de Leopoldina, onde Ihe foi olTe-
recido um al mogo, depois do qual foi com sua
esposa hospedar-se no botftl da Avenida.
De Lisboa informam-iiis que, apezar de
ser all co onecido o nomo de Ruy^Barboza pe-
la parte qua toraou efectivamente nos ltimos
aeonteeimentos do Brazl. a sua chegada aquel-
la cidade nao produziu Bensacao, prestando se
com ludo aos mais diversos commeutarios sen-
do o boato mais orrente aquelle que altribuia
viagem de Ruy Barboza o lira de contrabir
na Europa ura empreatimo ;?) para os revolto-
sos. Allirmava-se mesmo as ultimas noticias
que Ruy Barboza ia seguir dias depois para
Pars eiLondres.
Havia tamhem quera ailirmasse que, des-
consolado por ver e 1 qua liaba vindo a dar a
bella obra dos rebeldes, para a qual fora oile
um dos que mais tinham contribuido, tomara
a reaolncjavo do abandonar tudo refugiar-sena
Europa, ou como um protesto, anda que tar-
do, ou como um arrepeodimentoJ
Dos ornaos de Lisb 'a, o Secwlo e o Correi 1
da Manhii foram enirevistar o reeem-chegado
e publicaran! no dia seguate essas interview*..
Temo! as present-s. Resalta de ambas una
evidente reserva e 0 rigoroso cuidado de evi-
tar revelaeoes du qualquar orden acerca da
parte que o ex-inioistro do governo provisorio
t;ujn na iusarreico.
Bemao eofltrario, Roy Harbjza procura por
lodosos modos afastar qualquer suspeigo por
parte daquelles qae o tive.saem julgado envol-
vido as manobrase traiges dos rebeldes!
Apresenta-se cuno .1 per-e.jiiii, siraplesrann-
Ib por ter combatido o governo do marechai
Floriaiio, o parece qu<" tao maculado si; cons
era si con o fac 1 da o julgarem feito com
Custodio de Mello e Saldanlia da Gama, que,
perguntando-lhe o interview d S:cilo q ial a
syrapatliia de que gotavam um e outro, res-
pondeu :
\(> conheti patsaalntsarf* nem um nem
tn. >'o eutanto poiso dizer-lbc que Custo-
dio de Mello tem inuitos inimigos : os proprios
officttM que o*iervi.rii quando elle foi iiiinis
Iro,. fri llre .eram alfeigo^dos. *
. Com Saldauia da Gama Ruy Barbota
muito menos spero, o que nao de certo urna
consolacao para o Sr. Custodio de Mello, a quera
nao faltava seno esta ultima decepgo. .
Santa Casa de MisericordiaDe
conformidad* com o compromisso pelo qual se
rege a irmaudade da Santa Liasa deCMisericor-
dia, se reunir esla corporago era assembla
geral, boje ao ineio dia para eleger a Jimia
Administrativa que deve funccionar no btcn-
nio de 189-1896.
A runio ter logar na casa ao pateo do
i*ara.zo, onde se rene a Junta em suas ses-
sessOes ordinarias.
Beneilceiitc doOfflclacsdaGuar
da nacional -Esse instituto funeciona boje,
as 6 horas da tarde, no predio 137 da ra Vi-
dal d; Negra iros.
Banco da Bolsa-Em assembli geral
retinen) se os accionistas dssse bao, ao maio
dj% de 8 dO CorWBtJ maz, para apreciar un o
relatorio e coutas d 1 anno pnximo hn lo.
liiiNiir Suita Isabel -Emcomma-
moragio do 2, anniversario d; sua fundaran.
o Club Dramtico Familiar di luje um espect-
culo no Thaatro B*vrt* lsab.d, reprisjntaado o
drama em 5 acto Ghigi.
Ant is do lnma haver urna scana de apo-
those d ) Club e sir exacutado o respectivo
hvmin. Btgaindo-se-lhe a symplionia da Senu-
r'imi* p ila orebestra da Companhia Saasone.
Dave ssr urna bella fasta, da esparar quo
saja muito concorrida.
Reunios* de Confiarlas Ha boje as
se^'uintes: .
as 10 horas, da Confraria de Santa Rita de
Cass'ra. liara olego de sui nva mesa.
A's 9 horas do dia, da Confraria da Santissi-
ma Trin lad para idntico lint
A'.-3 horas da tardada Oevogo d Nossa
Senhora da Boa-Morte, para ciiscusses do ras-
pctivo compromisso.
Ga/cta PostalRecebamos o n. 99
dessa excellanta peridico paraensa cojo sum-
mariodamos em segnid*-
Arligos >
F. G.
Manoel Aro
N. Cima
A. Silva
Costa e Silva
P. Arruda
Administrador 3:000*000
Contador 3:4005000
Thesoureiro IVtOaOOO
Primeiro oflicial 2:40toCO
Segundos ditos a 1:8005000
Porleiro 1:6'105000
Amatiuenses a ;6 K)*000
6 Pralicantes a 1:400000
16 Carleiros a i:4T.0UO0
6 Serventes, diaria, 35000.
Conductores o estafetas, diarias diversas-
.V. 17 Altai 11 i'traco di Parahyb.1 do Sorte
1 Administrador 4:000*000
1 Contador 3:000OK)
1 Tnesoureiro 2:000*00)
i Oflicial 1:800*000
1 Porleiro 1:600*'00
3 Amanuenses a 1:600*1000
6 Pralicantes a 1:400*000
9 Carteiros a 1:400*000
i Servente, diaria, 3*f00.
Conductores e estafetas, diarias diversas.
Correios.
O nosso anniversario
Pombos correios
Critica :
R itrospeeto
Nesga Azul :
Cancao do cauoero
Versos atues
Ninb) celeste
Paiamos muertas
.'orreios Hrazileiro
Gazetilha Postal
Conios e pbantasias
Piid >f Alfredo Castro
lela Minoel Aro
Eotieiario Reprter
Nometn :
0 imluralisno) no Brazl R. do A/.evo lo
Expedient*
Sociedade I.literaria Tliomaz
Ganzasa Kssa sociedade rum-sa na
quarta-feira ultima em sesso ordinaria.
Ler im trabalhos litterarios os socios profes-
sor Joo de Deus e o Sr. Targino Filho que
apresentam um esludo sobre a descoberta do
Brasil.
Foi designada a prxima quarta-laira para
tal' logar a" sesso de assembla geral.
Recreativa Commerclal -Essa so-
ciedade realisa boje um rajereio duplo qu:.
de esperar esteja animado.
Fatal Casualidade -N dia 22 de
Abril ultimo no logar Mourisco do municipio
da Victoria, na oocasio-em que o menor de
iioma Sobral brincava com urna espingarda em
companhia de Antonio Flix Garca, aconteceu
disparar-se aquella.'empregando se o projectil
em Garca que veioa fallecer 2 dias depois em
consequencia dos ferimenlos recabidos.
O facto foi injkiramenta casual.
Gatuno -Na madrugada de hontem, na
ra da Intencncia, foi p rseguido um indi-
viduo que conduzia urna baca na cabaca, o
qual, conseguio evadir-se deixando car a mes-
m* baca dentro da qual foram encontrados um
p r i, urn|ta co, urna camisa de.senhora um ferro
.de engomaiar duas toalhis para masae um
moinho.
Essas objectos ficaram depositados na Qu;s-
tura Polic:al am de seram entregu.-s ao com-
petente dono.
Revista de edueaeao e ensino -
li grstramos agradsci los o rjcabimjntj do n.
3 dessa publicago inensal de padagogia, scien-
rias, latirs, artes e instruego pubTict, ed'tada
no Estado do Para.
O su-nmaro desse numero c nsta das saguin-
tas materias:
O projecto da lai sobra instruccao publica.
Pedagoga-A famdia e a escala, palo profes-
sor H. de Sant'An a.
Scinicias Darwinismo fContinuacao:, por
E. Ferriure.
Lttlaralura As Duas Grandezas (piesia), por
Lu/, dos Rais.
Instruccao l'uWica Kxercicios Militares.
Parecer sobre livros escolares por J. Mar-
tins.
Conselho Superior da I.istrucgo, Sessao
em 9 da Jan oro de 1884.
- Mappa numrico e chronilgico dos esta-
belaciinantos particulares da instruego e edu-
cago do Estado do Par i.
- Niticiario.
O Brazil Medico -Recebemos o n. 14.
edicto de 8 de Abril ultima, e cujo summarj
consta :
Bacteriologa -A raaego do indol no chole-
ra-morbos, pelo Dr. Francisco da Castro.
Chinaca peditrica -Semaiotica do appare-
lb) uropoietici, palo Dr. Pernanies Figueira.
Revista de Otologa, rbioologia e raryngolo-
gia, por diversos em diitereut.-s manifimtfOfl s
mrbidas.
Midicina ortica -Tratamenlo da apopiexie*.
Corresnond encaCarta de Pernambuo, do
Dr. Rodolph > (alvo. A proposito da obser\a-
(o publicada pal > Dr. M deber Serzaiello, pela
Dr. Peiicio Brandi.
Chrontca a Noticias.
FallecimsntoNo dia 27 do raez lindo,
falleceu o culado Antonio J. de H. Mariins.
O finado era casado e contava mais de 4o an
nos de idade
O seu enlerramanto leve lugar no mesmo dia
larde.
Paz soa alma.
IputinjfaOs membros da devogo de N.
S. ua'.oiiceigo da cpellinha d'esse povoado
reunem-e para tratar de assumptos do sea nte-
resse.
Juventude-ilaje ter lugar um recreio
duplo na sociedade Recreativa Juventude.
Eiabarqnca Segu 110 vapor Orenoqu
para a Europa o Sr. Joo Benigno da Silva, so-
cio da casa commercial Eugene Goetschel & C.
Feliz viegem.
I^rc.ja de Santa Rita de Ca* sia
lousia nos que era Junho prximo se l'ar a tes-
ta da gloriosa malriarcia Sania Rita com todo o
esplendor e apparato.
O conselho administrativo dessa confraria nao
tem poupado esforgos.
Hospital Portusuez Entrn de se-
mana ueste estabelecaneuto o mordomo Sr. Del-
phim Lopes da Crr.z.
Gremio E.itterara Jos Bonifacio
Esia socieda le elegerj ul!iinam:nta a sua di-
rectora da segniote forma;
Presid.-nti Mmoal do Sacr.am mto : vica di-
to -Marcelino dos Santos; 1* viea-dito -Lnia
Alvos: 1." secr taro Leopoldinode Paula : 2."
dito -Targino Filh >; Orador Professor Joo da
Dms. vice-dito-Cardos j Rais; Tlusoureiro -
Otjsses do Aiiuino ; Bibliotecario -Elias Lo-
pes; dscal -Hiirique Sergio: commisso de
redaego : Mire dio dos Santos, relator, Ma-
noel do Sacramento e Ulysses da Aquino, mem-
bros ; commisso da syu licaucia :Luiz Al-
vas, relator, tianrique Sergio e Andr (lomes,
membros; commiss) de coutas .Andr Go-
mes, relator, profass ir Octariano Rocha e Hen-
nque Sergio, mambros.
doje, rennir-se-ha, em sessao da assembla
geral, para dar posse mesina directora.
Tribunal do Jury do R-cife llon-
tem responderara a chamada neste Tiibunal lo
juizes de facto.
Foram multados em 55 os jurados que deixa-
ram de comparecer e sarteidos os seguintes
suplientes :
Recife
Pedro Cavalcante Albupoerque Uchoa Sobrinho.
S tnto Antonio
'os Luiz de Franga Torres.
Hermogencs Caraargo.
Guitavo Wolicbard
Bernariiino Ferreira A^evedo.
Dr. Francisco Alcedo da Silva Marrocos.
Francisco da -silva Pires Ferreira.
Joaquim Fernandos da Silva.
Alfonso Martina da Silva.
Luiz Burlamaqui.
Albino de Almeida Guedes.
S. Jose .
Alfonso Freilas das Cagas.
Boa-Vista
Dr. Fabricio Gomes Andrade Lima.
Joaquim Thimes.
Jos Raymundo Araujo Saldan:a.
Rodolpho Vulpiano da Cmara Pimentel.
Jos Luis Salgado Accioly.
Gratn
Caelano Augusto Bezerr.
Afoijado*
Frederico Sodr da Cunha Motta.
PoQO .
Gaspar de Menezes.
Aggeo Brrelo de Mello Lago.
A sesso ticou adiada para amanh s horas
do costume.
Hat a laura PuJilicoNesse estabele-
ciraento foram abatidas 103 rezes para o consum-
rao de hoje da cidade do Recife.
Casamento civil0 escrivo de casa-
mentas que funeciona nos districtos do .'ecife,
Sanio Antonio, S Jos e Afogados, affixou na
repartigo do Registro de Casamentas a roa do
Imperador n. 731- andar, editaes de procla-
mas de casamentas dos seguintes contrahen-
tes :
Segunda publicago
Francisco Al ves de Souza, artista ;com Ma
ranos Alves de Souza, solteiros. naturaes des-
te Estado e residentes na freguezia de S. Jos.
Primeira publicago
Jos Mauricio do Espirito Santo, artista, resi-
dente na fregu;ta de Santo Antonio, com Leo-
nidia Mana da Silva, residente na freguezia de
S. Jos, solteiros e naluraes desle Estado.
Inspctoria do *. districto mar-
timoRecife, 4 de Maiode 894.
Boletim metereologico
lloras Term centi- Sarometro Tensdo do
, Movimento da enfermara :
Teve baixa :
Marcos Ralis da Silva Carvalbo
Tere alta :
Francisco Victorino Alves dos Saartos, qne lt<-
lecen s i/f horaa da larde.
Hospital Pedro II -< movimento desse
estabelecimento cargo da Santa Ca-a de Mi-
sericordia do Recife, ao dia 4 de Maio foi o
seguinte :
Existima..... 76-,
Entraran!..... SO
Saturara .
Falleceru
Existem .
------ 785

1
763
------781
Foram visitadas as enfermaras pelos seguin-
tes mdicos .
Dr. Barros Sobrinho, entrn as 6 1,2 di mt>
nh e sabio as 7 1/2
Dr. Malaquias, entrou s tt da manb e sa-
bio, s 12 /4.
Dr. Simes arbosa, entrou s 9 I i da mtv
nh e sabio s H.
Dr. herardo, entrou as 11 da manb e la-
bio s 12.
Dr. Arnobio Marques, enlron s 9 3 4 da ma-
nb e sabio i 12 1/2.
O Lopes Pessoa, entrou s 9 3 4 da manhfi
esa; 10 s 111/4.
D.. Vieira da Cunha, entrou s 10 da ma-
nh' e sahio s 12 1 2.
Dr. astas de Oliveira, eutrou lo da
mo .h e sahio s li.
!>r. Tavares de Mello, entrn s II da ma-
nila e sahio s II 12.
Phar.maceuitco, entrou s 9 1/2 da manh 1
s mi s 2 da larde.
COMUNICADOS
Sctc de Maio de IM-.Ti
Completam-se amanh 69 annos, qu^
o minotauro inperial representado pu-
las suas cammmsdes militares m.indou
fuzilar, na cidado da Fortaleza, capital
do Cear, o cidado Francisco Miijue!
Pereira Ibiapina, por nao ter levan-
tado hosannas ao acto arbitrario o vio-
lento da dissoluco da constituinte
brazileira, em prol dos interesses im-
periaes e de sua dynastia ; embora cir.
prejuizo dos interesses do povo brazi-
leiro c da honra e dignidade
nacional
Contra esse acto, attentatorio <
brios e dignidade brazileira protest.i-
ram algumas provincias do norte,
pecialmente Pernambuco e o Catata
appelando para a narco e proclamando
a 24 de Julho a Confahracdv do Equa-
dor.
Caro porm lhes custou a audacia ,
a forca e o fuzl exterminaran! essa r
de hroes, que sabiam morrer qaand. -
nao podiam vencer os que nao firftjtjj
exterminados pela forca ou pelo fuzil,
nao escaparan ao recrutamento br-
baro e selvagcm porque passou o (
r nessa epocha.
VARIEDADES
m
(aCfil
757-,89
739",60
737-81)
733-,98
7a-,64
sao do Hiuni-
vapor 19,23 dade-
83
20,16 8
21,10 86
20,86 75
20,33 77
grado
24,'9
2.-.' 2
23,8
t8,l
27,!)l
Temperatura rainima 24,30
Temperatura raatima 30,30
Evaporaco em 24 horas ao sol 3.m.6
Chuva 2)m8.
Direcgo do vento,Wflde meia noite at 10 h.
da mauh SW al 2 h 50 m. ; da tarde ; SE
at o tk 36 m. SSE at 5 b. 46 ra. ; S
7 h. 43 m ; SSE at 8 b. 40 m. ; SW at
II h. 30 hi ; WsW at meia noite.
Velocidade media do vento 2,m36
gundo
Nebulosidade media 0,90
Boletira do porto
Dias Horas
af
at
por se-
Pra-mar ou
baixa-mar
P. M.
B. M.
Altara
4 de Maio 9-h- 2o da m 0-43
4 de Maio 3-h,3o da t. 2"5n
Casa de Deteneo Movimento dos
presos da Casa de Detenco do Recife, Estado
de Pernambuco, em 4 de Maio da 1894 :
Existiam
F.ntrarara .
Sahiram .
Existem .
A' saber:
N ananaes. .
Mulberes. .
Estrang^iros .
Mulheres .
Total
Arracoudos
Bons .
Doentes .
Loncos. .
Loucas.
Total.....
486
6
o
487
436
13
16
0
47
4'8
414
18
3
3
438
O Sr. Destrmeaux
ROMANCE POMOLGICO
KM
'Jco nicheplm
Ob I avsiaba, anda, 'stiok an Cirro. L' tara
le tao bonlio I 0 H -.i'iqoe COO'aael la
'o 'oa na !( ? pgoa, e aoint-ae, *e ia *oaa-s^e 1
Vi'---r- ift \avallo8, c-;s saDiuB e macacos. B
r-Oo-e todo clownt.
O pqaeoo Pauta aDgroeava comic.-.m-*.>ts a
va: nena ol->*ra, qa" p-oca c *v cooj > -t
'os-f oraa pal'Vra magra, fat-odo-liie de-tiCat
txlas as latina. Compeoeodia se lego qu" es-
a palavra extraogmra. descoabicida, coonnba
para o''e tnesuo-os maravilbo"S
Repeta a altando aeaoie o<> -o, b-tendo s
rabo*, con os i/lboa bomidos e a* f.ce* accesaa
em 4t*ey>*.
O Df-nino noaca ji so Cto i i Oe ^a.
MSe, noaca. respondeg-me. Por Bata a*e
i o r.ii>r-3oas actaa
au coaegia. a avO nao me teva la.
F>qj. i i'duaa'li). SaDia qaa a Sra. B... le-
vava o aff.'C.o pelo sea oeio at est'tgl-o com
oi'mn.
A S a, B... era o -a av "n toda a extea-
sao da paiavra, e lano mas l* a qc-ii o e.-r-
aentrava todo o en affecto Desle peqneai: o or-
oho qae era a iu ato iva.
i'aalo Tifia am armtnbo*. 1-.;to, oaeiecido at no* mais pbantasticoi ct-
opehoa.
Os livros das ma;s boinas aatampas, oa kfva
quedos de m'aitr novidada. as gaii-s' m vt
U'.'.' mala bellos e atrafagante, tatisfatiam
sem cessar t* ao*8 voutad-a ae c-!anc.-. ?t-
rac.a-me, pola, singular qa* Ihe reiM^e>s c
patata* 00 t-r*11, tao n*toral Uo ap k aio oa
soa edade. Maufes'-' di*Tet*raenie a miaba
Borpreta, e, jalgando qiea S-. B... estav, do-
mnala por algara pretaiiu contra ee gent-
-n de espectculos, fiz d'elie ama verde!** apo-
loga.
E.og .va p-le p-azer, Uo pnoco fatiffae'a para
o e-spTito e tao ntereasaate pr a i*ta, e ebe
guei. pirece-ma, a Bcstentaodo qoe a mielllgencia tambe ala od>
estar em actividada, oa cooiemolac*o da* o-lle
ia' plsticas qae ae revelam a dignidade aa 6
.-i.-a iuuioa.
Vi i, dase a Sra. B-... com om lerisO
ijih) sonor ama o Circo. qnsi too c au o
meo Paol), oo iatv-e on poana !-. s ra-
i6es nao ?o aa mesma*; aa* vaho amase
ootras Nao teubo r.e.bumis oojeccObS .orats
qae opp a eate especiacolo, crei*-o, n?en ami-
0; e a prova qae oe omito boa voUJs loe
confio Paulo para o levar la.
A Briaasja laucoa se no< bracu* de toa
ab.-a coa-a com temara, ao uaesmo lempo 5oe
m? di-igia 0'-n o'har ebeio de r 'ifv.
Mas en qoerc one ia iHttH tambem, itse
file auit'.ojeat-. Tn aborreces-ta sioba roa
cava
Nao, ro. replicn 'soa'**eD,e, ma- c.-
rJ-mea. NSo ven. Di'* orl\ ho.
E, como era forgj*o dar -.-xpii i^.5SS M pe-
quena tv.-auno, illa fa loa na asa MtKfttli di-
e qae nao Ib-i con*ea-.ia a ila a i-s'.es sis
cnloa In'antis, do fro qne rrceim, dr. re*-
argecte \\e Bafea oe dar a ama carta, e 6
iros pequeos etiataeolua cajo B*JMn*re r-.-'cu
C*ra conven -er Puiln, mas que m dem^n.'.rt.B
qoe a Sra. B... ttaba qnaeaqaer m t vs pi*ri
colares 6 secr=.os para nao ir ao circo.
Leo-me a dvida no rosto, e corea om pctT
Continua
SPORT________
lllppodromo do Caa* Ciraale
Tem boje Ijgar n"t^ prad* a sia ,5 *
3-rrid-i, onji pregrmm e mtraiti^o
Pra easa corrida a&o eatao ca oosan
PALPITES
1. pareo Taour 2.8 Viogado: Ttm
[jo.
2. pareo Qa.otteafcaboTeda*.
3 pareo Fomaca 2*=Tnpy 2*
Pbiiomomo.
4 pajraa GaletiePatohou i > -li.
% f pareo arondelloTriBatphi- L-
biin. a
6.' pt*ao--Cferfo-Yb*--Tr*iniaaa.
7.- parea*-.a*eotaroirt*t**aHrek *
-Dublin.
GAfiREIftA LIVRES
Com aaMpolooo 2* pana, todo
01 outros, o vonoador nlo conU victoria.
i

r



Diario de Pernambaco Domingo O de Maio de l*t>l
I


PERNAIBUCO
RELATORIO da Companhia Re-
cifense de Panificago que ser
apresentado na prxima reu
nio Tereis comprehendido o motivo que nos obrigou ao retardamento desta
xeunio, deixando de cumprir-se na epocha legal as disposifoes dos arts. 36 e
2, n dos nossos estatutos. ......
Convinha que viessemos perfeitamentehabilitados a instruir-vos da ver-
aadeira situafSo desta Companhia, propondo-vos qualquer medida attinente a
melhoral-a. ...
Nao vos sao desconhecidos os principaes incidentes que vieram pertur-
bar a sua marcha regular. .
O fallecimento do ex-Director Gerente que se seguio a um prolongado
incommodo, accarretou os maiores embaracos e atrasos, principalmente na es-
cripturacao, que ficbu parausada em Dezembro de 1892, por falta das necessa-
rias notas, livro caixa e outros papis, tudo em poder do mesmo finado.
Sem o exame destes documentos e a escripturacao relativa ao ann
findo, nao podamos prestar-vos informaces exactas. '
Gerencia
Em Agosto ultimo, ainda cm vida do ex-Director Gerente, tornando-se
imprescindivel dar-se-lhe um substituto, recahio a escolha no jactual que acce-
da em acceitar o cargo, sem poder escusar-se, tanto mais tendo em attencao os
grandes interesses do o Banco da Bolsa de que e gerente.
Reunios da" directora
A directoria, logo depois de completar-se de- novo pela forma estabe-
lecida em nossa lei orgnica, continuou a observar cora regularidade o d'sposto
no art. 19, reunindo-se todas as semanas e extraordinariamente ate em das con-
secutivos, conforme as circunstancias exigiram. .uio-r.
Das actas respectivas consta a ordem e natureza de suas dehberar
Na presente reunio devereis, para cumprimento do disposto no art.
17 da lei citada, prover efectivamente o cargo de director, elegendo a quem
julgardes mais conveniente.
Situaco econmica c inanecira da Companhia
Podemos affirmar que i prospero o estado actual da Companhia e ali-
mentamos fundadas esperanzas de um futuro muito feliz que nao estara longe.
Se nao podemes hoje apresentar-vos um saldo a distribuir^ como lucro,
comtudo, pelas transaccoes realisadas no periodo do anno findo, ve-se o enorme
desenvolvimento progressivo dellas.
Isso fcilmente se demonstra em face da seguinte nota estatistica de
entradas e sahidas de farinha desde o anno do inicio desta Companhia.
ESTRADAS DE FARINHA
189159.411 barricas
189245.557
189373.548
sahdas
189131.753 barricas
189249,183
189388.188
Os lucros obtidos deSS-is transacoes durante o ultimo anno attingiram
a somma de 180:2220700 que comparada a do nosso capital efectivamente rea-
vos offerecemos copia da acta de nossos trabalhos em que fizemos transcrever o
conjuncto das circumstancas que fatalmente nos conduzem a essa conviccao.
A Directoria, assim julgando, cumprio o seu dever e decretou o com
misso dessas accoes em numero de 11.241 que representam a somma de.........
674:46o$ooo.
Igual procedimento teve esta directoria, ainda na administracao do
ex-Gerente resolvendo a 2 de Janeiro do anno passado o commisso das accoes
pertencentes outros accionistas por nao terem realisado no tempo competente
algumas de suas entradas.
Devedores geraes
OfFerecemos vossa apreciaco as sommas dos valores representados
pelas contas dos devedores geraes divididas por semestres, cemecando de De-
zembro de 1891 Dezembro de 1893.
1891 Dezembro 314:4188550
1892 Junho 469:5688750
Dezembro 608:1658220
1893 Junho 853:1798510
Dezembro 426:2448675
Alm dos devedores geraes figuram outros devedores especiaes e entre
elles o ex-Gerente.
Nao obstante termos providenciado para que fossem feitos diversos en-
contros de valores, ainda assim avultada a responsabilidade do espolio do
mesmo finado.
lisado indicar um imponente resultado, desde que sendo o capital de
516:5408000 produzio vantagens correspondentes a quasi 35%ou um Puco rnais
da terca parte de seu valor!
Resta ainda attendermos duas seguintes considerares : I.* Sao
poude a Companhia fazer melhor manejo de seus negocios, por terem sido des-
falcados os seus recursos, pois infelizmente houve exagero em despezas com ac-
quisico das padarias, succedendo isso, porque tal vez o ex-Gerente fosse fascina-
do por lucros que nao correspondern! a espectativa. 2-. A Companhia
qnasi que nao encetou es trabalhos propriamente da sua industria de panifi-
Apezar disso poderiamos ter exibido um grande saldo na importancia
de 154:8028379se nao tivessemosapplicado a maior parte delle em fazer face
as dividas mal amparadas ou perdidas.
O facto dessas dividas perdidas nao muito extranhavel e pode ser
atribuido ao grande e rpido desenvolvimento da Companhia em seu inicio ; foi
talvez o tributo da inexpeaiencia ou demasiada confianca no futuro.
Com esta providencia que adoptamos ficou o activo da Companhia es-
coimado de ttulos duvidosos e ao mesmo tempo veio o prejuizo induzir-nos a
maior cautela em evitar a sua reproducao.
Preferimos que o balanco exprimisse urna reahdade.
Estas assercoes encontram base em documentos irrecusaveis.
O crdito da Companhia que se resentio de algum enfraquecimento,
boje felizmente se acha fortalecido pela,pontualidade com que vai satisfazendo
nos vencimentos os seus compromissos, de modo que^tudo se encaminha a
poder ella em breve tempo ver valorisadas suas acedes.
O sen activo garante perfeitamente nossos capitaes, que nao estarao
dependentes de casos fortuitos. ...
Possue ella, alm de ttulos de valor incontestavel, bens mmoveis
cuio preco actual excede muito ao primitivo, devido sso nao s a causa geral
que au^men'tou o valor da propriedade urbana, porm anda por terem sido
alcruns delles beneficiados. Mesmo seus terrenos devolutos a ra Imperial
seriara hoje de um custo superior a aquello porque foram adquiridos.
Em concluso, o estado da Companhia c bom ; 1.' porque effectuou
do progresivamente ; 2." pelo crescido numero de padarias que possue, ficando
assim garantida a eflectividade do mesmo negocio ; 3.' porque todo seu activo
social st representado por valores incontestaveis ; 4- finalmente, porque os
devedores geraes sao por quantas pequeas e em geral pessoas de merecido
crdito. ..
Alm disso procuramos desenvolver os trabalhos da panificacao por meio
de processos modernos e aperfeicoados, permittindo melhores productos e mis
abundantes e de precos reduzidos.
Em vista do que acabamos de expor, quem podera duvidar do fulnro
auspicioso desta companhia ?
Xinguem por certo !
Eisde que modo se nos afigura a verdadeira situaco della, que por
mais alguns dias de paciencia e confianca no futuro obter os melhores resul-
tados desejaveis.
Reccita c despoza
Saldo em 31 de Dezembro de 1892
Lucro na conta de fazendas geraes
dem em diversas contas
Gastos geraes ....
Despezas judiciaes ,
Juros ...
Prejuzos as contas de padarias .
dem em diversas contas .
Balanco conta nova
CRDITO
26.247.179
128.814882^
51.4078880
Rs. 206-469S879
DEBITO
50.4938420
1.1748080
37-655$23o
54 192S6111
47.519S285
15 435S254
Rs. 206.469SS79
-------------------=
O guarda Livro.
Joao A. Borgcs c Silva.
Obras do edificio da fabrica de panificacSo
Nao temos abandonado a ideia da construeco de um edificio apro-
priado a todos os servicos relativos a industria que exploramos. Se dispozes-
semos de maiores recursos, j teriamos encetado as obras principaes, entretanto
alguma cousa tem se adiantado para effectividade da ideia.
Possuimos plantas e projectos bem estudados, que attendem todas
as necessidades de accomodaces.
O terreno pertencente a Companhia comporta todas as obras que te-
nham de ser executadas, sendo ptimas as suas condicoes de capacidade e to-
pographicas.
Pensamos quo esta Companhia s attingir ao maior grao de prosperi-
dade, quando tiver conseguido a realisaco de seu principal desidertum.
Para isso cumpre nao poupar esforcos.
Fabrica provisoria
Este estabelecimento nao chegou ainda aos fins desejados por falta de
urna obra complementar e indlspensavel ao aproveitamento de suas excellentes
machinas e apparelhos que bem valem o preco de seu custo.
Essa obra, to urgentemente reclamada, a de que se necessita para
fazer funecionar o fornoj mschanico, pois os do antigo eystema nao satisfazem
as exigencias do servico.
Alm disso, em urna epocha como esta em que o trabalho bracal vae
sendo carissimo e mais difficil ainda encontrar-se o pessoal para elle necessano,
de-ve-se empregar todos os esforcos afim de que tenhamos as machinas, pois
smente ellas podero conciliar a baratesa do producto com a caresta do tra-
balho.
Padarias c depsitos da Cumpanhia
Comprehendeis o motivo principal de ter-se feito acquisico destes es-
tabelecimentos, dos quaes smente poderemos ter por ora, emquanto nao fune-
cionar a fabrica central, lucros indirectos, provenientes__jdo consummo de fari-
nha fornecida por esta Companhia.
Quasi todos, e assim conveniente, sao geridos sob a responsabilida-
de de terceiros que fazem todas as transaccoes por conta propria.
Os depsitos, como dependencia da fabrica provisoria, nenhum lucro
tem podido produzr, reflectindo-se nclles as causas que acabamos de notar em
relaco a ella.
Transferencia de accoes
Durante o anno decorrido apenas foram transferidas 10 accoes em 27
de Outubro e outras 10 em 30 de Novembro, sendo todas vendidas ao par.
Accoes reemittir
Decretado o commisso de 11.391 accoes, conforme j vos relatamos,
teremos de reemittil-as para complemento do capital da Companhia e observan-
cia do preceito legal.
Pleitos Judiciarios
Em Juizo corre urna aeco executiva municipal para cobranca de um
imposto de importaco a que nos recusamos por sua inconstitucionalidade.
Julgamos zelar melhor os VOSSOS interesses, nos oppondo a cesso
de bens requerida pela firma social Mello e Bizet que fo desattendida
pelos Trbunaes, proferindo contra ella o despacho de fallencia.
Algumas propostas para um accordo nos tem sido feitas, porm as con-
sideramos inacceitaveis.
Ainda nao tveram o ultimo julgado as duas accoes em que figura
esta Companhia e Jean Meier, das quaes tivesteis sciencia pelo relatorio an-
terior.
Srs. Accionistas : Acreditamos ter cumprido o dever de informar-vos
circunstanciadamente de tudo quanto mereca menco a respeito dos negocios
desta Companhia.
Alguma outra qualquer informaco verbalmente vos daremos, se assim
entenderdes.
Disso que temos dito se conclue com evidencia que nos achamos pos-
suidos da' mais robusta f no futuro desta Companhia.
Effectivamente, se reflectirdes sobre todos os factos e attenderdes que
ella, sem mudar a sua agradavel perspectiva, tem resistido a muitos embaracos,
seris compellidos partilhar de nossa conviccao.
Agradecendo as sobejas provas de vossa confianca, pedimos e conta-
mos com o concurso individual de cada um de vos para que a prosperidede da
Companhia corresponda aos nossos esforcos em beneficial-a.
Recife, 30 de Abril de 1894.
Joaquim O Unto Bastos.
Pedro Jos Pinto.
Joaqaim Mauricio Goncalvcs Roza.
Companhia Recifcnse de Pauificacao
Balanco em 30 d Dezumbro de 1893
ACTIVO
Accionistas .
Accoes a reemittir
Fazendas Geraes .
Letras a receber.
Devedores geraes
Ttulos ao portador
Diversas contas .
Caixa
8oo.ooo$ooo
O balanco e demonstrado de lucros e perdas que encontrareis em an-
exos mostram o movimentocommercial dos negocios desta Companhia durante 5es de conta a
0 afino findo e os resultados de suas transaccoes, importando a despeza em
5i:667.$5oo ea receita em i8o'.222S700.
Verifica-se, portanto um saldo que reunido ao do anno anterior attin-
e 101:711S895 eliminacao das dividas perdidas, pelo que anda resultou o li-
quido de 15:4358254.
J vedes, pois, que, se nao fossem os motivos expostos, este liquido
elevar-se-hia 128:5558200 sem incluir o saldo do anno anterior na importan-
cia de 26.2478179. ,. .
Se fizermos um exame comparativo dos rendimentos em diversos an-
nOS, encontraremos lucros sempre crescentes. _
Pedimos a vossa attencao para os seguintes algansmos, que por si so
evidenciara esta verdade dispensando qualquer outro cDmmentano:
Lucros em 1891 Rs. 89:9378360
> 1892 Rs. i49:0338394
1893 Rs. 180:2228700
Esta progresso muito animadora e nos leva a firmar um juizo seguro
quasti as grandes vantagens que'ter de colher esta Companhia.
I Despezas de nstallacao
Padarias
Cauco da directora .
Dividas duvidosas
Movis e utensilios
Machinsmos .
Immoveis
Fabrica] provisoria
Edificaces .
Material rodante.
Entradas dos accionistas
6S3.460SOOO
258.1588200
78 9018480
426,2448675
141.2028500
476.5108130
13.362S660
3.7SS600
200.975S3SO
210.3738110
4O.OOOS00O
51.8118190
1.2058750
28.3468230
36.216S040
8.875.S910
15.052SOOO
2.3950O0
2.080.9188245
595.250S610
Rs..... 3.476.1688855
PA8SIV0
Capital.
Caufo da directoria
Fundode reserva.
Consideramos esteassumpto oda maior transcendencia cm nossa expo-
SfSo, porque os facto, que vamos relatar affectam grandemente ao nosso actvo jLetras'a
Como sabis, os nossos Estatutos no art. 8., de conformidade com as Diversas contas
Jis vigentes facultam Directoria a attribuico de decretar o commisso d aquel- Lucros e perdas .
las accoes cujos possuidores nao fizerem nos prazos designados suas entradas.
Pelo exame a que procedemos nos livros da Companhia, chegamos a
jprtdencia de que nestas condicoes se achavam diversas pessoas, que figuravam
?wno possuidoras de accoes e no entretanto nao o eram, porquanto nenhuma en-
trada de facto realisaram. .
Mesmo as irregularidades que se notam no livro de registros, c
2.OOO.0008000
40.0008000
2.9788081
881.6568170
536.0998350
2.042.9788081
1.417.755S520
15-435^254
Companhia Recifcnse de I*;iiili<-a<;fi<>
m Scnhorcs accionistas.
Sendo urna das incumbencias do Conselho fiscal, determinadas pelo irti .0
28 dos Estatutos desta Companhia, tomar conhecimento da gesUto de x'us ne-
gocios, examinando sua escripturacao e documentos, assim o nzomo- c-ai rcla-
laco aos do anno de 1893.
Confrontando as contas que indica o balanco, e djmonstra,\!<> de luc-
perdas, annexos ao relatorio da Directoria, com a e5cripturao:<< dos livro, en-
contramos tudo conforme e regular. Essas contas cstao exacta c convrem
ainda com os documentos em que ellas se baseam.
Instruidos pelo relatorio, tudo examinamos com a devida atloncao 3 fi-
zemos justica considerando mnito regular o procedimento dos actuaos Directa-
res, no desempenho de seus deveres, tornando-se credores de louvor.
E' digna de honrosa mensao a actividade do Director Gerente, j-! >r...n-
do-se em desembaracar a Companhia de muitos entraves que a porturbavam.
Concordamos com a opiniao de que o futuro desta Companhia c |
tedor, assim continu a mesma boa vontade, zelo o trabalho dos que a diri^em
actualmente.
O relatorio melhor vos informar das causas ene influi.am a nao podcrjm
os Directores apresentar melhor resultado de seus esforcos.
Achamos prudente e sobretudo muito leal o alvitre dos directores, eli-
minando de seu activo crditos sem valor algum e que somonte serviriam para
mostrar um saldo ficticio.
O balanco, portanto, exprime urna realidade.
Com certeza, dizem bem os directores, imponente o resultado di coni-
paraco do valor de nosso capital realisado com os lucros obtidos ana traamc*
coes durante o anno findo, correspondendo estes a mais de 34 d'aquclla im-
portancia,
E' tambem animador o desenvolvimento sempre progressivo dessas :r.ui-
saccoes, a contar do seu inicio.
Entretanto, entendemos que nao se deve demorar um t instante dj -c
levar a effeito a construeco da fabrica central, como meio seguro de exp! >rar a
industria que constitue o principal objectivo desta Companhia.
Fomos ouvidos a respeito di delibericao da Directoria que decretou o
compromisso de 11.391 accoes. I
De facto, os seus possuidores nao realisaram as entradas a ella- relativas.
Quando convocado o Conselho fiscal para examinar o debito do ex-(c-
rente resultante de diversas contas e differencas nos depsitos de farinha, tivo-
mos entao opportunidade de verificar factos que at pouco tempo antes nos
eram desconhecidos e nem podiam ser investigados, quando formulamos o nosso
ultimo parecer. .
Se examinardes a escripturacao da Companhia e as actas das reunios da
actual Directoria, fcilmente comprehendereis o que afirmamos.
Como sabis, pelo.fallecimento do coronel Luiz de Paul* Lopes, ficou
vago um dos logares na Directoria.
Esta com
nossos Estatutos
de eleger um Director effectivo. Essa escolha sera pelo vosso entono
acertada. .
Srs. Accionistas: O conselho fiscal dando por finda a sua missao, prp..e:
Que sejam approvados o Balanco e contas apresontadas, referente-- ao
anno findo.
Recife, 1 de Maio de 1894.
M. J. da Silva Gmmaree.
Domingos Pinto de Frcitas.
Vctor Goncalvcs de Souca Bcinto.________________^^
-------------------------------------------r
>gares na Directora.
ipletou-se interinamente pelo modo estabelocici > no .irtigo 17 de-
as e portanto, em observancia tambem ao citado artigo, torois
\:,-i-,-,.- atrart',\m K.sn.i p.sr.olha sor:! m;lo vosso criterio a mai*
P^CACOESA m\M
3.47<5.i68$855
O guarda Livros.
Joao A. Borges e Silva,
Ora, teado a unta apuradora dado ao Dr. Mar-
mam a asserco de nao ter havido as entradas e para tudo melhor apreciardes, f Demonstbacao da^Conta ds Lucros Q Pbbda,s em 30 de Dezembeo de 1893 tias apenas 15 votos de maioria sobre o Dr.
Xuclco Colonial Lui-cna
Em artigo, sob esta epigrapln assignado p^lo
Sr. Commjniador Joaquim Lopas Maclwdo, pu-
blicou houtoin o Diario o SL-cuir.te tracbo :
NQo podia cu estar ao seu la lo nessa em-
pr3za indigna, cuja divisa era defraudar os
cofres federaos, desvalorisando a Colonia e
as suas beraleitorias precisas companhia
que explorasse a mina da Uzina, enriquecida
pelo ouro, subtruhido ao Tliesouro Nacional
por esse meio.
A Companhia que prjjecta montar urna usina
no ncleo Lacena, a Progresso Colonial e en-
volvendo o indicado trecho um insulto, empra-
zamos o Sr. Coaimendador Lopes Machado a vir
com provas declarar :
t. Se a empresa a que ella sj refere a com-
panhia -Projresso C.lmial e caso afirmativo;
2." Quando e como a compenhia subtrahio do
Thasouro Nacional o ouro qu; enriquccju a fu-
tura usina da mesma companhia ;
3." Quaudo c como foram desvalorisadas a
Colonia e as bamfeitorias desta com fraude dos
cofres federaes.
Ati1 agora haviamos despiezado as ihsinua-
Qes dos anonymos, mas ama vez que o Sr.
Commeiulador Lopes Machado parece querer
com a respeitabilid id: de seu nome dar-l!ies
corpo julgamos usar de un sagrado direito,
pedindo-lhe, como cavalheiros, coatas e provas
da asserco que parece alTactar;'; companhia,
que temos a honra de administrar.
E (esperamos) o Sr. Commendador Lopes Ma-
chado nao deixar pairar por muito tempo a
duvida; ha-de apressar-se, conn um cavalh ;i-
ro, vir confundir-nos ou defendernos.
Recife, o de. Maio de ISDi.
Jos Goncalves Pinto.
Jos Marcelino da Rosa e Silva.
J. A. Barros Guimarries.
--------------.-------------
Pernambuco
D'O Paiz de 30 de Abril)
Citado nominalmentc pelo Dr, Martius Jnior
no debate da sua cleigao pelo Io dislricto, onde,
para se justificar de ter obtido juntamente com
o Dr. Jos Marianno 200 votos em Munbeca, diz
que eu e outros amigos tambem obtivemos no
2.* dislricto numero de suifragios iguae3 ao do
candidato autonomista, devo declarar que tal
argumento nao collie, pois nao consta na eleico
de Pernambuco secjao alguma onde nao tendo
ha\ido eleico apoarecesse. depois um resultado
como o de Munbeca dando igual e to avultado
numero de votos a candidatos adversos.
O caso do 1." dislricto nico no seu genero
e felizmente isolado era toda a eleico de Per-
nambuco, sentindo eu que nelle se ache envol-
vido o Dr. Martins Jnior, que sempre esperei
nao pactuasse com essas tristes manobra elei-
toraes.
O que me consta, e vejo dos jornaes de Per-
nambuco, que em algumas seccOes do 1" dis-
lricto c nomcadamente em Muribeca nao houve
eleico, sendo todava presente a junta aparadora
um boletim dando 200 votos ao Dr. Martins e ou-
tros UO ao Dr. Jos Marianno-
1 EMua-do de Olivcua e leno sido lonlalos p
isso os 20 volos (.;. cnrnpre'uMda ;
publico iraporUincia capital qS>' fletar* da vc-
nticacao dos lacios eleitoraes do dilo munici-
pio.
A qualilicaco elcitoral alii feit, em lwo, e
sem reviso posterior, consta d<> 2W eleitor<-,
dos quae por fallecimento*, mudancas c outras
causas se calcula qne diminuan {de um terco,
dando pessoas complanles como di* cenio c s-
tenla e Unios o effeclivo do dito eleitorado em
1* de Marco.
D'alii a priiwira causa de justa sasoe;ta para
essa victoria por 15 votos de maioria, e onde en-
tra este municipio com o contingente de 100
votos I
Mas nao 6 s islo. No Di trio Atrrrnu
de 31 de Marco, aeha-se publicado un: abaixo
assignado de 73 elcitorcs de Munlicca declaran-
do nao ter has ido eleico e nao terem compare-
cido as urnas.
Poucos das depon metan conreiluada fo-
itaa putihcou oulro abaixo assicnalo de i' elri-
lores do mesmo municipio, corroborando o pri-
me iro.
as firmas ce ambos sao recontiecidas em la-
belio c o< documentos sao Mtheoli
Tirando pois da loUlidade do ekilorado de
tnoeaeea 102 eteMarea, rettam IW ;ioclt
os morios e mudados) que se lransionn.:ram
no avultado e elstico mero de ?u).
15 votos de maioria apenas ao diploma,! 1.
O boletim por onde se ci a apnracao da o
mesmo numero de 2 0 votos ao Dr. lose Ha
no, o que na< circumstanc :s c^H-ciaes du
eleico parece denotar accordo.
Lastimo ver o Dr. Martin- Jnior involviiu
nessj negocio, e sinto que depo |a M
vida no Recife entre todo os repab nra
protestarera contra a revolta, san i :
dos frente do prestito O illostr
Dr. Borbosa Lima, o genera '.
Dr. Martins .rumor, nova --'. 1 5; d i? pr
oc:asio do pleito, reossaado o Dr. Martias en-
trar em w accordo com os amig s do |
dor para a apresentur.:i 1 wa.
que seria victoriosa, ve.i I .
n'estc episodio que iembra o= do
tempo do imperio.
Alm desse acdente de Me
apparecer a toda a lar. p
astre do partido quo w n
rechai Flori:;no e a violn.: .'
como revoltoso depois da
nifesto adherinao ao des
6 de Selembro, Entre a.~ da
situaco cm Peraambuc 1
Martins Jnior, esta evideol'
circumstancas le occasil
Impunna-o o patriotismo ,
no resultusse aftetoriados e ve-
rificado que as dona et
uns 200 votof a ma qui
ponsabilidade da victoria 1 ><
adhesos revolta,
subversivos, altentatorio-
governo constituido, pesa e'
o Dr. Martins Jnior.
Ja nao queremos dize
aproa
a victoria dos a
Bambuco, pronuncia urna
nos pareceu ;upo.-
aue assim eram mvoreci I
ato republicano dissiden
de dos 200 votos de Mr, .
Martias e dos outros i- 0
Convicto de qu : ahi daito rxpeoto,
lando do todo o cora u-
nior involvido numa trica, qu
lustrara a Repblica, nivelan
recursos eleitoras ao regimeo decahilo. 1 "-
rao-lhe que o meto de Mnribeca e mik
genero, e que a citaco de meii nomo no
artigo do dia 27 urna pequenma represalia
rae ver ao la lo do lustre go\ernador nao de
hoje mas ha quasi doM amos, .-ustenlan lo-o
com o esforco e contraminonJo os llanos la
sua tumultuaria deposicao, imaginara pelo *
migerado Sr. Custodio Jos de Mello.
If

'
:
.. wM ^rilm



flHario de yernamfoaeo Poiaaago O de Malo de i^S4

/
i.
"i
4
nada tendo contribuido para as diver-
gencias dos araig03 do Dr. Martins, nao posso
era abandonar o Dr. Barbosa Lima, cujo ca-
rcter enrgico, talento e consumado tino ad-
ministrativo admiro, nem por me ao servico de
manobras eleitoraes como essa para favorecer
a quem quer que seja, e muito menos a quem
csperava que itesse o exemplo de altivez e de
tbridade rcpellindo com indignaciio taes re-
cursos.
I.uu de Andrade.
J. Benigno da Silva socio da casa
Eugena Goetschel & C. desta Prafa
partindo para a Europa uo vapor Ore-
iwque afim de effectuar as compras an-
nuaes despede-se de seus amigos e
freguezes aos quaes offerece seus pres-
timos em Paris.
Recife, 5 de Maio de 1894.
J. Benigno da Silva.
Ao I>r. Bclarmino Correia de
Oiiveira Andrade
UOYA.NNA.
Um amigo, que, com sua familia, se
confessa eternamente grato a S. S. e a
sua Exfna. familia, por immensos favo-
res e uttencoes que jamis esquecerao,
nao obstante j terem Ihe dirigido pd-
zames pelo telegrapho, enviam-lhe, por
este meio, um abraco de sincera condo-
lencia pelo infausto e prematuro passa-
mento do seu dilecto e extremecido
filho Dr. Raphael, o joven medico de
tantas esperancas pelo seu talento, ap-
plicacao e conducta.
Recife, 5 de Maio de 1894.
D. C.
9HBVKI
3BB3B3XII
T;pi6
Os actos do rae* mri*no nei'i I: c>ii-
dajeeatil) sendo feitjs cora grande bri-
IhwttisaBO.
Os versos h2o ido ham entoaioa pelas
Fxmcs. 8rM. DD. Marta Digna Rita
Correia e ce cores precisamente enea i a
dos
Todo o p.coropanbmeoto a seraphina
e seb execiivSi do insigne ^compositor
Dr. Domi',gi>**4rque8.
A coocerreneia de i-iiatecteB aoa actos
tesi sido rnuito regular e dia a da
mBis si descnrolTe. ParabeD, poio,
a BannuaaSo que ae encarregae da roali-
ear essa festividad* qu consta ter em
seu Sua! todo o esplendor.
Ca^ame-ito
Argarairo Osorio da Silva Barros, avi
sa as peisoas convidadas p-ra asaatirem
f.o acto do seu casamento na igrej- de
Nasea Senhora da Peaba, qae por motivos
imprevistosser elle celebrado na na trie
de Santo Antonio,no mesmo dia e hora
desgoodo.
Afolados, 5 de Maio de 1894.
Elei^a
o
Dos devotos e devotas qae t*im de faste
ira Virgem S^ohora do Guadalupe
em sat Igrej* em Olipda, no dia 11 de
iVovembro rte 1894.
Juiz por eleicSo
Antonio Francia jo de Barros Ljte. (ree-
leito)
EscrivSo por eleicSo
Francisco Aot nio daa Chagas. (reeleito)
Thesoareiro
Elisio de Soasa Dmaso*
Joiza por eleicSo
D. Anna Ciernen tina de Soasa Barros
(Protessora^
EscrivS por eleicSo
D. Mar ti cha Maria da ConceicSo Estoves.
Precaradorea
l-Jos Bento Machado.
2-Podro Jos de Macana.
Mesarks
Bel mirlo de 0 i ve ira Rouxino'.
Manoel Ulysses de Carvtloo.
Jos Theodoro Gjes dos Praaeres.
Hercalano Pereira do Nascimento.
Jacintho Vieira do Sacrameato.
J0S0 Victorino Esteves.
Ajrostinho J&oome Becerra da Cesta.
Antonio Paalino dos Santos.
Joao de Oiiveira Ferr.
Joao Flix da Crus.
Joaquina Antonio dos Santos.
Themistoc'ee Joaqiim Madeira.
Zei-dur
Jos Marques Correia Jonijr.
Jaiz por devocSo
Jos Jlo de Amorim. (Capitalista)
Dr. Antonio Estavo da Oliseira.
Dr. Fraccioo Leopoldino Goncalves Li-
ma.
Corone; JoSq de Meara.
CapitSo Fredarbo Ulyaaes de Carvfc'ho
e Albnqnerque.
CapkSo JoSc Bento Monteiro di Franca.
Tente Sot Datiro dos Passos Bastos.
Pro?ea3or Manoel Boigao da Silva.
Jcs Antonio Cavalcante.
Augusto Pereira Raais.
Claudio Correia de Amcrim.
Francisco Marcelino do Amara!.
Jaizas por devocSo
As Eszaas. Sras. DD :
Delca do Reg Sarna M-irgalhao.
rancelzio n'A'meida Lana.
Octavia, esposa do Sr. Mscoel Mor aira
Campes.
Hermia da Fonseoa Car7abo Monteirc.
Marra Julia ce Aasvedo 5o3res.
aria esposa do proessor Jos Munia
GuimerSes.
Gertrudes esp:sa do prefeesor Tertuliano
Seoflfto dd Moreos Carvelho.
a esposa do Sr. capitSo Calixto Jos
de Moli.
Ambro3na tiiha do captto JoRq-na *-
bello Pfisaoa de Britto.
Anna Gfemeatoa da Albaqusrqao Me-
dczcb.
Cecilia M'.reiradoa Santos Figueira aposa
do Sr. Manoel Smtea da Fijcoira.
Mura H'uri-jaeta Toixeira MagalhSea B3
p.sa do Sr. Fraderico Magalblea da
Silv*' 1 r.
Eicrivc por devo-jao
Manoel Jos de Castro Vlala.
Eduardo Palmeira.
Antmio Fausto Jote Rodrigues.
Quolavo de Britto.
Jos Pedro Alexandrino Bezerra.
Manoel Francisco daa Chagaa .
Jos Xavier Rodrigaea Campollo.
Uiabolino Maciel Monteiro.
Aareliano Alvea de Soca.
Antonio Bernardo Primo.
Manoel Bondad a de Soasa e Sil?
Hermenegildo Sergio Ribeiro.
Jlo Samuel Maia.
Jos de Oiiveira Ferrr.
Juvencio d Oiiveirti Franca.
Theotonio Amancio da Silva.
EdcricSs por dtvocao
As Ezism. Stku. DD. :
Argemira ebposa do profesaor Jlo Fer
auodca Soaret.
Mara Clementina Vieira de Mello.
Loepoldina lba do Sr. / ntoaio Corris
Lobo.
Cara eaposn do pr<>or Antonio Casi-
miro de Barcelto.
Mr>a esposa do Sr. Maoool Marques
Santiago.
Anna Barbosa Slgueira.
Anna esposa do Sr. Frtocisco FuloS".
Maria filha do Sr. Jos Joaqaim de Soma
Motta.
Maria Julio da Silva Braga.
Jauta filha do Sr. Jos Joaqaim Fernan-
dos da Silva.
Candida Maria da Coaoeiclo.
Olmdina espos* do Sr. Andr Martina da
Costa.
Argemira Mari-, da Paixlo.
Maria Francisca da S:lva.
Joaquina espeja do Sr. Jos da Costa Pe-
reira.
C->sma Barbota dos Aojos-
Mordooaos
Alfares Iaaocenc o da Cunhi Goyaana.
Vicenta Ferreira Lopes Peliaoa.
Vicente Aaustacio de Oliada Serpa.
Juio Caetano R'beir.
Vonlinario Jos do-. Seis.
J0S0 Clemot do Sanfa Rosa.
Z Francisco Silrestre.
Joaqum Candido de Saot'Aona.
Jo5. Rob^rfo d'AsanijjgSo.
Adolpho Nuoei d Mello.
Aristides Jos Damaccno.
ftfaooel Praociaco de Cbriao L<*al.
Alteres Jos Jor .nyoao Pereira da Silva.
Francisco Xavier Pireira da Silva.
Joao Ainixo da Cuoh-.
M*coe! Joa^uim dns San-'os.
Arthur Leopoldo Nunea de Mello.
Jos Estanislao da Caaha.
Mordomaa
Aa Emaa. 8r-. DD. :
Msih esposa do Sr. Jos fgaacio Pereira.
Rutina Rodrigos da Suva
Mana fi'ha do Sr. J0S0 do Mosto.
Belaira da Silva SimSas.
Engracia esposa do Sr. Manoel Felis da
Cruz.
BelL'-rmina Maria da Conceic3".
Man- esposa do' Sr. Manoel Joaqoim da
Cosa.
Adna filba do Sr. Adelico Jos do
Monte.
Rita Daarte Continho.
Joenna Maria do Natciaento Gomes.
Theresa filha do Sr. Joa Bernario Lina.
Candida esposa do Sr. Manoel de Sonza
Lima
Maria Francisca de Paula.
Rogaoiana Arrodo de Barros Cavalointe.
Ermelinda Mana Ferreira de Lima.
M*.ria Rosa esposa do Sr. Emydio Antonio
de Oiiveira.
Olivia filha do Sr. Joo Goncalves Pe-
reira.
Fabib.arw Maria Ferreira de Lima.
M-u J-jvita da Csnha Prear.
Olinda, 4 de Maio de 1894.
O vigario,
Joao Evangelista da S Iva Castro.
COMMERCIO
a4aa sanaerclaf le rerasasar-
ooTAtiOaa omciAaa i>a jdnta dos cok-
unoaasj
Pvca do Rieife, 5 da Maio a 189i.
Acedes la Compaobia Fabrica de Estopa do
valor de OO* a SlO^OoO.
Obriea(6es da Gompanbia de Estiva do valor
de 30 jaros de 8 O/o so par.
Na Boma fenderatn *e '
50 Ac{5e< da Compaobia Fabrica teEsopa.
80 uengagOes da Comnaob
O presidente,
ogosto Pmto de Lemoa.
0 secretario,
Aaloolo Levoardo Rodrigaes.
PBAQa DO BCCIR
Os Bancos abrlram coca a Uxa de 99/16 sobre
Londres a 90 das.
Pele meto da elesaram Uxa pira 9 Z/8, rea-
lisaado-se iraanacj^c limitadas.
Em pap I oarticalar aouversm peqaeaastrao6-
acgCe a 9 3/i.
inpertofo
Vapor ingfea cThames, entrado doB
portos do sal em 4, e coasigaado a Amo-
rim IrmSos & C.
Xarqae 2,560 fardos a diversos.
BZ Da MAIO DB 189i
Al/andtga
amad eeral
Oo dia i a 4
tion da 5
163:2U6O0
86:976Ji93
Rsadv -< fc*tc3
Oo di 1 a 4
i-'i^ .'. 5
2i:648iil
4:47n#5Ja
50:87.793
J9:118750
Scmma total .79:3%t&
Saganda sccSo da Alfaad'za a Pernaatosso,
5 da Maio de s4
O ebef
J. GoDalvea da Silva.
O Uieaaruiro,
Luis auoil RcdriKae^ Vlenos.
RECEREDOUA DO ESTADU
Do da 1 a 4
dem de 5
9:o8,983
7:44t*65t
17:000*634
Amaragy
Ao pahco c especialmente ao
coman relo
0 abaixo astignado taodo nesta data saldado
ui3 comas integralmenie, declara qae, se boa-
ver alaem qoe se jalean sao credor. aprsente
se ao Sr. Antonio Gervasio de Sooza, negociante
oa vi la de Amaragy, o qual 88 acba competen-
temente habilitado para satlsfaser qualquer de
Olio qae oor veotara po9.=a apparecer.
Aprovelt, portanto, a eccasiao oara provar
ai a seas deinctures e a lodos sqoeiles qoe con
corrram para a ena aossncia de Amaragy, qo*
jamis teve o intento de servirse dos factos qae
all se daram, e .-e esto dando para delzar de
realisar 04 seos compromissos. o qae esta exbo
beraotemeote provado com o procedimeato que
acaba de ter.
Arglm, po mesqainboa dvorpario lesejo qoe saibam pao-
lar a sua vi ja pnblici e privada como tem feito
o abaixo assigoalo cipalmente neotes nltimos tempos.qnando, victi-
ma rta ml* iofranes e tn-pe persegois^es.
Kacife, 2 de Mau de 1894.
Manoel Brayoer.
Xavlsnento lo parto
Navio entrado no dia 5
Mansos e escala11 das, vapor nacional
Pemambaco, de 1,990 toneladas,
oommaBdat-te Roberto Ripper, > quipa-
gem 60, carsra vario* gneros a Pereira
Carneiro & C.
Navios aahidos no mesmo dia
Santoa e escala, vapor allemSo cSalerco,
commandante Schamberge, carga, Va
rio* gneros.
Para, vapor ingles Avio, commandante
S" Mieg, carga, varios genero*.
Rio Grande do Sol, brign dinamarqus
Rosa, oapit&o N. H. Brinok, oarga,
a asacar.
Barbados, lagar ioglea Aureola, capi-
tSa M. Haberg, em lastro.
Vapore a enerar
Mea de Maio
Jjcnhypc, de sol, boje.
i)elambre>, do sol, bcj.
O-eacque, do sul, boje.
Arazooas, da Earopa, boj.
Caravellae, da Earopa, a.nanb5.
Edictor*, de Liverpool, a 15-
Villa de Rjsario, da Earopa, a 16.
Vapores a aaalr
Mes de Male
Sol, Paroambico, boj.e i* 4 oras.
Santos e esc, Salerno, boje, as 4 boras.
Earopa, Oreaoqae, boje, ai 2 horra.
Saotos e eec. Amaionas, 7, as 3 boms.
Santos esc,V.iie ac RosErio, 18 as 3 botas.
EDITAES
.Vuelco Colonial Lucena
TRIOLETS
I
Vem c, Minhco meu pobre,
Vem ni3 contar tua aeco :
.lurast falso |>or cobre
VJima justificaco?
Procedesse infamamente :...
Viveras eternamente
Inda mais baiso que o cao !
Nao qmzeate, pois, ser nobra ?
Vem c. Minhoc > meu pobre
Vem me contar tua aego.
Foi trinta dinlieiro a paga,
Ou foi vil bajulacao ?
O tal Minhoco e una "Chaga:
Sj poz a venda em leilo :.. )
Val esconder de quem passa
A tua cara-e. Oh'. destrraga:
Quanto te deu teu patro ?
O que vale mais ? Indaga.
Foi trinta dinheiro a paga,
Ou foi vil bajulacao ?-..
II
Procsli infamemente !
Mas, eu deixei-nie engaar,
Dando ouvido ao promitente
De S'jr socio em firiiihar" :
E hoje, nem me falla nada,,
J vi que tudo pomada',
Que eu s fl me desgranar!
Fujam de mim toda a gente...
Proced infamemente
Mas, cu deixei-me engaoar'.
Si vend meu juramento,
Si mentira eu fui jurar:
M: perdoem '. Meu inteuto
Nunca foi damnificar :
Depois, -j fui castigado :
Me enganaram, fui logra.lo.
Nao irei mais fariobar !
O que meu depoimento,
Se vend iinu juramento,
Si mentira eu fui jurar
(Prosegu
0testamento roauado.
O Dr. Marcos Tallio dos Res Lima, jais
de direiro da Fasenda Municipal do
Recife etc.
Fas saber pelo presenta qne no dia 21
de Maio do corrent* anno se h3o de arre-
matar por venda a quem mais der em pla-
ca publica deste j'iizo oa beaa segaintes,
penuorados por ezeencao da Faaenda a
nicipal.
Fregaeaia "de Santo Antonio.A ar-
ms$!o e o balcao de ljuro iavernisada de
amarallo, existentes ra do Viscoode de
Inhaama camero 41, avalladas em 300S.
Pertencem a Franoelino Antouio da Silva.
Um cofre de ferro existente roa larer
do Rosario numero 42, avallado em ICOS.
Pertecce a JordSo Antonio Pereira.
Urna duaia de oadeiras de amarlo no-
vas e empaibadaa, que esistem A ra do
Dr. Faitosa aumoro 25, avalisdas em
98^)000. Perteacem a Manoel de Miran la.
E para qne consta, passoa-se edital na
forma da le. Dado e pssado nesta cida-
de do Recife, aoa 4 de Maio da 1894.
Eu, Jos a Costa Reg Lima, eacrivSo
Bubscrcvi.
Mnrcoa Tallio do R^r Lima, .
Vende aa 3 partes do engenho Santa
Anna, no mnnioipio de SerinbSea a tra-
tar no Recife, rna do BarBo da Victoria
a. 4b, loja, com J0S0 Correia.
O dito engenho da grande proiaccSo
e de traospofte fcil, basta diaer qae limi-
ta-as com o afamado ingnito JaoirA.
Edital
Esirada de Ferro Sal de Per-
B3Dll)UC0
De ordem do Sr. director engenheiro
em chefe, faco publico que no dia 13 de
Maio ser provisoriamente inaugurado o
trafego do ramal de Glycerio a Uni&o,
ligando este ao estado de Alagoas.
Haver, a partir do dia 16, trens mix-
tos duas vezes por semana, aos Domingos
e quartaa-feiras, para os quaes regula-
rar o horario abaixo.
O transporte de passageiroa, baga-
gens, encommendas e animaos ser feito
distinctamente em cada (urna das estra-
das (Alagoas Railway e esta) at que de-
finitivamente se effectue o contracto de
trafego mutuo.
O transporte de mercadorias em geral,
ser effectaudo directamente de qualquer
estaco d'esta Estrada para qualquer ou-
tra da Alagoas Railway e vice-versa.
As mercadorias que se destinarem s
pracas do Recife e Macei, podero ser
despachadas com frete pago ou a pagar,
na conformidade das instruccoes regla-
mentares e tarifas em vigor, aquellas,
porm, que forem remettidas das capi-
pitaea para o interior pagaro o respecti-
vo frete no acto do despacho, com exce-
peo das mercadorias que se destinarem
s estac5es intermedias, cujo frete ser
pago at a ultima estaco da estrada
que o efectuar, seguindo a pagar [at a
estaco de destino da outra Estrada, que
cobrar o frete devido.
Todos os esclarecimentos de que care-
cerem os interessados sero m nistrados
pelos respectivos agentes as estacoea
das capitaes.(Recife e Macei) e em todas
as outras no interior.
Palmare, 4 de Maio de 1894.
O Secretario-
y os da Cunlia Liberato de Mattos.
PERMMICANO
C3 010 0
a =: II co a M ^ 1 a 0
4 a H O Manh a - C^i CT. ^ C^ 'O O C t 00 00 '3 s co =
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2>6 4 rn IO
..- >-> o i Jl - 3
a<73JO^ fi
SECLARACOES
Pax-8-5 pablico, a qaem tnteressar BOM,
qae Wado sido ba maig de 30 das aprehendida
do I* d la- rielo da Grnja, 1 c: Braveo! que se aiba
a quera pertenc, ira ella em praca por ordem do
Dr. prefeit", na porte do eaili io maoicipal no
dia 5 do correte, o meio dia. por coala de
onam perleocer, para pajtameoio das despeaB
felas, s- aoti-s 11S for recia'nada por sea dono
com a* rr-tcisaa prova?, e por csie paga ditas
desoezss.
Secretaria da nrefeitura mooicipal do Recife
aeaio ie 189i.
O sficretaric,
Josqoim Jos Ferreira da Rocha.
D oretn no cidado Dr. Director Geral in-
terino convido irsbslhaJo'es e donos de carro-
jas que iie-ejrtTo servido a comparecer coa)
urgencia a esla Secretaria das 10 hioras da ma-
liii 3' 3 da tb-rdtr dox dias nteis.
Secretaria da Repaitic&o dan Obras Publicas,
em 5 de Maij de 1801
O secretario fn'e'inr.
Velloso Jonior.
O Dr. Lua Us*r a Vot^a resaun, |ui
de direito do civol, n'este municipio ds
S. Loarenco da M*tta em virtude da
lei, et Fago saber a quem intereesar psasa,
qae no dia 9 de Maio prozimo vudouro
s 10 boraa da manh. &-> aala das aadien
ciae desta Villa,- irlo a praoa pola sega -
da vez e com o abate de 10 0(Q sobre a
ava'.iaco 03 bons aegaintes a saber : daas
locomotivas ns. 1 o 2, em perfoto estado,
aveliada cada ama por 10:000(5000; 1
lccom.itiva n. 3, tarabeas ou perfeito es-
tado, m&ior qne as de ns. L e 2, uvili^da
por 14-.OOOSOO0, 130 carroa da farro, para
tranapoite de canoas, todos em prefeito
estado e de ns. 1 a 133, ava'iado cada
am por 300(5000, cojos bens sarao vendi-
dos a qaem mais der e maior lance offe-
rocor, para pagamento da ereeagSo qae
move a Paseada Federal, cootr a Coa-
panhia Tae Nortb Brasilian Sugar Facto
no Limited. E para qae ohegue o conhe*
cimento da todos mandei p&ssar o pro-
sete edital qae asr publicado pe- im-
prenea e outro de igual theor para ser
afzado na porta da sala das audiencias
desta Villa.
Dado e passado nesta Villa de S. Loa-
renco da Matta aos 30 dias do moa de
Abril de 1894.
Eu J0S0 Benigno Pereira do Lago, es-
oriflo o eaorevi.
luis Sakiar da Veiga Pessoa.
CLUB BMOT FAMILIAS
TSSATO ILm J3ASSL .
Domingo, 6 de Mato
Grande especta&ulo em solemuisaco
ao 12" anniversario do Club.
1.* PARTE
Grande apotheose e Hymno do Club a
\ erando orchestra.
2.* PARTE
Symphonia da opera Semiramis pela
orchestra da E. Sansone e regencia do
consocio A. Barcellos, segue-se o impor-
tante drama em 5 actos
GOeSXGOC
Guarda roupa novo e appropriado sob
adireceo do consocio Joaquim Maga-
Ihes e mis en s'cene do Club.
No intervallo do 2.- para o 3.* acto
ser executado o tango
composto a dedicado ao Club pela conso-
cia Exm.* Sr* D. Clara Magalhes.
As 8 horas em ponto, bonds para .as
linhas principaes.
AVISO
As 1." e 2." filas de cadeira.s sao reser-
vadas as commisscs e imprensa.
Veneravel
Coafraria i Santa a de Cassia
Da ordcni do con?elao administrativo defsa
veneravel confraria, convido a tolos os notsos
cariasimas iraiaos a com?ar?cerem em nosso
consistorio ioii'Dgo 6 do Crnn'e, pelas 10 do-
ras da manb, para, reunidos em numero lezal
do collego repr. sentativo, proceder-se a elaico
dos noo8 fonecionarios que teem de compor o
novo conselbo para o anoo comprorxissal de
18941895.
Consistorio, 3 de Maio d < 1894.
O secretario
Miguel dos Santos Cos? Jnior,
PiiOJfiCTO DB INSCREPCIAO
Para a 15.* corrida que se realisaino da 13
de Maio de 1894
1* PAREO I'e'nambnco 1.150 metrosHandcap. Animaos do Pernam-
buco, prbmios : 300)9000 ao primeiro, 601.00 ao Besando e 3OJO00
ao teroeiro.
PesoBismarck, Piramon, Maarity e Aventareiro 54 ktlos cada osa, Plotlo
Hugaecota o Pirylampn 52 kilos cada om, Triampho, Dablio e Taro* 50
kilos cada am e os demais 48 kilos cada am.
2.* PAREO IrapreRS* Perncrabucaaa 1.800 metrosHandcap. Am-
maea de Percambuco. Praiaos 500J003 so primeiro, lOOOOO
ao segando e 505000 ao terceiro.
Art. 5." Bismarck, Piramon, Maurity e Aventareiro.
PesoPlatSo e Hagaenote 56 kilos cada am, Pyriiampo e Tiiampho 54 kilos
cada am, Dublm e Tarco 2.a 52 kilos cada am, Tudc-e, Pigmea e Nababo
50 kilos cada um e os demais 48 kilos cada om.
3. PAREODerby Club de Peraanbaeo1.100 metros. Animaos de
Peroambuco. premios : 250C00 ao primeiro, 50000 ao segando o
25J000 ao terceiro.
Art 5. Os do pareo Iapreasa Pernambacana e mais ?1jo, Huguenota Piry-
lmpn. Triampho, Dablim, Tarco 2., Tno e Pigmeo.
4* PASEO Hippodrorao do Campo-Grande 1.050 metms. Animses
de Pernambuco. pbbmioS ; 250i$000 ao primeiro, 50(5000 ao segando
e 25)9000 ao terceiro
Art. 5. Os do pareo Imprenaa Pernam baca Derby Ciub e mais Ida, Berm.
Ally Stoper. Nababo, Hirondelle, Malaio, Debique, Ja-de, Pethohoolj, Gal-
let, Tenor 2. e Sana-Soaci.
5/ PAREOSportman 1.100 metroa. Animaes de Pernambaco. piamos:
250^000 ao primeiro, 500000 ao segundo e 25(J000 ao ter-
ceiro.
Art. 5.a Os do pareo Imprenaa Pernambuca, Derby Club e Hippodromo do
Campo Grande e mais]Mouro, Mascote1 Famsc*, Mahacerei, Traquin*, Men-
digo, Pootable. Tapy 2.*, Scepticismo, Frontim, PrsU, Golosa e Toolon.
6.* PAREOAnlmaeSo 1.200 metroa. Animaeo de Perm.mboco. pre-
mios : 2500000 ao primeiro, 50JOO0 ao segando e 250000 so ter-
Cfliro*
Art. 5. Os do pareo Imprenaa Pernambacana, Derby Club, Hippodromo do
Campo Grande e Sportman o maisRegente, Euireb, Talioier, Beije-flir,
Conforme, Narciso, Philomomo Vmgador, Villagem, SanU F, Tiberio,
Vioginca e Pbariaen.
7o. PAREOInicio -1.000 metros. Animaos de Pernambaco qae oSo tenham
gacho premios nos prados do Recite salvo a cosr'da de 15 de Abr,
de 94. contando oa nSo victoria. Premios : 2500000 ao primeiro!
500000 ao segando e 250000 ao terceiro.
Observares
Neoham dos pareos conta victoria,'nlo considerara se realitadoa, sem qae se
i e ere va m e corram 4 animaea de 3 proprietarioa difieren tes.
A propoata qae nao estiver acompanhada da respectiva importancia nao
ser lida.
A inscripcSo enoerrar-se-H tera-feira 8 do corrate, aa horas da tari*
na secretaria do Prado a roa da Imperatris n. 26 l.8 andar.
Secretaria do Prado Pernambacaoo, 2 de Maio de 1894.
O secretario,
los 6o 8. fioinreis.
Monte deSoccorro
O0 LelISo dejlas
Este eetabflecimento fari leilo no da 9 de
laio prximo, por intermedio do agente Mar
nos, em sua ie a roa do Bom Jesas n. 3t, s
II boras da manha, doa objectos qae nao forsm
re.'gstadcs at a vespera, conatante das seguio-
Ips cauteas.
22616. Um sIBntte, 1 medalba, 3 parea de brin-
cos ouro de lei, 1 alficeie e 1 coraco
ouro baixo.
52970. Urna pnlceira de coro. 1 broche, i par
de brincos cravejado de C/rilhantea. 1
broche para retrato com circulo de bn-
Ibaoles.
2313S. Dais pulceira8, 1 alfinete e 1 medalna
ouro de le.
23233. Urna Tolla de ooro, i medalha ouro de
lei.
23337. Um aloete de ooro com brilhaote, 3
pares de brinco?, 2 ppasas de brincos,
i melalha, t corSo, cruies e 3 bo-
loes ouro de lei.
23388. Urna correte Je ooro para relogia oaro
de lei.
23392. Um aoael de ouro com am brilbente pe-
queo, 1 pulceirs, 1 cordSo, t coracSo
de ouro, 2 cor rentes, 1 medalba, 1 par
de rozeias. 1 alfiocte, 1 snnel e um do-
-tao ouro (>e lei.
23419. Um aloete e 1 ?3r debrincoa com brl-
loante ouro de le.
23538. go-o eorrS fi &56laa j3 roiOfiio
ooro de le{.
23G90. Um aoael de oaro eos brilaante.
23771. Um anael da oaro Ccm 1 bnlbante. um
par de rosetas cravejarfas de brilbames
1 broche com brilbanie e diamantes.
23891. Um par da rosetas de curo com Dri-
Ibantes.
2432o. Urna puicira e cm car de brincas com
esmeralJss coro de lei.
24349. Um aan^-l te ouro cem om bril&aote.
14336. Urna moeda de ouro de S, 2 volUs de
i-auce-
Hm, l medalba, 2 ligas de coral em cu
ro e 3 ttelas oaro d? t-i.
24232. Um botSo de ooro cam 2 brilbau'e3 pe
qcenos. i trancelim, 1 medalba, tdollar
com lato, t alfinete, 1 pessa de pol'pira
3 aunis, i caeta ooro de lei, 3 palitei
ros. I coador .e 1 ponteiro de prata de
le'
Dous anneij t!c ouro com 2 fcrilbantes
243.6.
24579.
24=34.
24725.
21776.
54781
2'si-:.
4842.
24849.
24836.
24866.
2467.
24894.
2499.
24901.
pequeos.
Doua bo'.Sis de oato com biilhaotes pe-
24902.
qnenos.
Um dcnei lo cura com brbastes s !
cnrTsnte ds ru.-o para reloR'o.
Urna voita de curo, i medalba, 1 tran-
ceiim e 1 relegio caro ae !e.
Urnpir de rojeias ce ouro com brhan-
tea peqoenot era circules.
Brhaces peqoenoa soo pape!.
Um alSac'.e, i par de brincos, 1 voita
tranceiim o i cruz caro de Iti.
Um Encel de oaro coa 1 brilCanie
neqacno.
Um accel de ocro erm 1 pequeo nrl-
iarntc, 1 par de brincos com petlas e
3 bc'.es da onrn de lei.
Um alnete, i annel, 1 par de bricco3,
i medlba, 1 vi.lta de corSo e t cruz
raro de lei.
Um annel de onro com 1 Bgpbira pe
qcena c diamantee.
Um broche, 1 rar de rozetas, 1 meda
Iha, i t03arto de caro, 1 dedal, 1 au
D"\ curo de le.
Um ilfloetc de oorc (Iccompleto), ama
moediDba de oaro com pe de prata para
alfinete coro de lei, i par de boie
(quebrado?,), 1 vclta de cordao, 1 acne,
1 cruz, 1 tig=. onro baiso.
Urna corrate e medalba para relogio
onro t;- lei.
Um ccr de rosetas de ocro com z mi-
mantes e diamantes, 1 par. de rosetas
com orlinantes pequeos um alfinete
cravejado de ditoa pequeas, l volta de
ouro com lac> emeaalha, 1 polceira.
1 par de ijnuccs e 2 medaibas e 1
relogio oaro de lei.
Urna pulceiera rravejada de brilbantea
e com fio* de perolaa, i broche lodo
cravejado de brilbanUs, 1 par de brin-
cos '.aobsm cravejado ds ditos.
24913.
24931.
24932.
24934.
24944.
25008.
25010.
25012.
25014.
2502!.
23026.
25027.
25029.
25033.
25C35.
25039.
25049.
25064.
23087.
25031.
25098.
25148.
23149.
25164.
25180.
23185.
23196.
23200.
2521!.
2o23.
23236.
25259.
5235.
25281.
-5323.
23338.
253 0.
i 365.
25377.
20383.
25394.
25429.
Um reloi io de ouro, le.
Um par de rotetaa de oaro con bri-
Ihinies.
Dom botoes, 2 volts* de traocllin sa-
le tettias de onro e 1 reiogio te caro
lei.
Urna correte e medalba, oaro de iti
para relogio.
Um rtlogio ooro de lei.
Duas paicelras, 1 broche, 2 pares de
briocos. I dito rsalas oaro le.
Um brocee oaro c< m circalo de peru-
las, para retrato, ( slfioete, 1 voita de
iraoiiim e I croa oaro de le 1 cordao
1 emblema da Seooora da Convicio,
oaro baixo.
Urna correte rom medalba e porta relo-
gio para Sra-, 1 par de briocos e 1 me-
d Iba de oaro de le.
Um par de rosetas de oaro com 2 bn-
lhintes, t annel com 1 sspbi: e rcalo
ue brilbintes. 2 aoaeia com esmeraldas
e perolan. t par de briocos, 1 dito de
rosetas, 2 broches, 1 medalba, 4 nares
de botos, i voita de Uaocelim, 3 em-
nlema.', 1 redoma, t caete onro de lei,
4 boibes com perolat, 1 par de rosetis
com 2 ditos e I relogio caro de lei.
Urna correte de oaro de le para relo-
gio.
Duas salvas de prata oitavada prata de
lei, 12 coibere8 para oopa, 13 dilaa
para cba, 12 garpbje, 12 raioa para fa-
cas e 1 paliteiro praia baixa.
Urna salva oitavada, 3 colceref para ti-
rar snupa, arroz e peixa prata de lei
Um alaeie de onro com b i baaies oa-
ro te lei.
Um par de b'iocos de oa~o com b:i-
Ibaoie? peqoenos e 1 par de orine.:-?
oaro de lei.
Dais jares de rosetas de ooro CfvpjS"
das e brilbante- 2 anneis coo 2 bn-
lharit'8, 1 anntl cum 3 ditos e 2 os
de peroles.
Um psr de brceos, 6 sane s ooro 1*
le. i vola te co d&j com croa e 1
dedal ooro raixo.
Um annel te ooro cem 1 rabio stMsV
lado de brilbsotes.
Urna calais de onrj te le para ru
gio.
Dois bnllf3, 1 sssucarciro, 1 e:'.eir* '.
mantecoeira e 1 Iraeira prata a
Uxa polcetra de curo n briitiiotes
pequeo-*, ci-m cruz, c^a b".ili.it -, I
correte com meaalaa para rel?
onro de le; l o d"1 perolas el re
nuro de le.
Um trani-eiim, i LieJa'ba e 1 annei de
ooro te lei.
Urna pckei.-a te ooro cam h-bant^
peqoenos, 1 dita de coro e 1 :.'!;:e e,
ouro oe i. I.
Deas peca.*i peaa i aa orro CM
aoenos Drilbantei.
Um par ta brli "
3 bclOo--, 1 sinnet; e 3 s-.. o:
le.
Um comnle dupla, fin. rerlo oern
ne lei.
Um par de rosetas -aaam
neis, 1 ioce-to c 1 cru; ooro *e tei
Um aanei de oaro som 1 b/iibaot s
qreno.
Urna corrfo? <
eio, oaro te lei.
^oseira e ere cam 1 t>ii
onro de le.
Um traneella, 1 me lalba. oaro
Urna vclta te oco ci a Isco e
Iba, core de lei.
Um iraoceiinj, ooro de M
Urna correrle e metalas rara rslrgio
e 1 relogio OBro te ei.
Uir.apn's.-ira, ooi
Um i-aucelira, ^nro de l3.
Dooa bol6?8 t i erro rom br'l':
peatti 003 e om Cocbe do oors de le.
Dnas poUeii-as de oaro e 1 relo/.o c-e
oaro de lei par? ecnbora.
Urna correte de onro do el para re
log:o.
Um trancelim ooro de m.
Dons aooeis com brilbau.es pequeos e
4 dito com esmeralda.
Um trancelim, oaro de le.
Um par de rozetas de caro con ri-
Ibaotee.
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*

CnMMB 1




Hiairfjito M*mnu*m*uem Pomingo C de Maio #e I*Q4
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25:82.
J5a3.
411. mi orrenlecum ctnet par relogro,
ooro da le j 2 bo Oes 00 o oaixo.
ma 1 de brizos, ouro de lei.
Um rekgio, ooro de lei.
Um aooei de ooro cote DNlbanie.
Urna correo e medaiba para relogio,
ooro de le.
Uto*corrate dupla pra relogio, ooro
de le.
Um par de roietas de ouro com tor-
aueaa encolada de pirla.
Utoa correte de ooro para relogio, ooro
ne lei.
um par a Drincos e t dito de rosetas,
ooro ue lei.
Uto transelim e i annel, ooro baixo.
Um aiinete, 4 bao s, i ir -I". *
cordoes e 6 moeainbas de -
ifjea, ooro de lei.
Tres sltloetes to ooro. i moe
de ooro com argollo, 1 figa, i
reze-.a cim coraes e i dedal, ooro e
lei.
Urna polseira de ouro cociendo brilnan-
te e esmeralda e 1 dita de ooro de le.
Urna Iteira, 1 salva, praia bcixa.
Qo-t-o castigaee de prata, 2 salvas, I
pailie ro, 18 coloerai para ropa, 12 ditas
t.i-3 cha e 2 comas para assiiCar, pra
ti de le. Urna polseira. 1 altin'te e i
par ce roteas, ouro de I".
Um tTnc8lt seta.-, 1 dedal e 1 orna croz, ooro de
lei.
Us-ia voi>d ue cordao, 3 ttelas de ooro,
i mdalos peqoeoa, 1 boio, 2 aooeis,
caro de lei, 7 eolberes para cfca, de
prati.
Urna pulseira le ooro, com brillantes
pequeos. 2 onlselras antigs, orna cer
rente e inedalha pira relogio, oaro de
lei.
Deas polseiras de ou:o cntenlo oeas9
cravpjalas do brilbaotes e lios de pe-o
las, I deadema de ouro cravjadas s>
brilhantes, 1 par de rore:as coro dito
Una ct.z te coro com brhaotes, e t
fio re oeroles.
Urna volta de trancelim, 1 par de ro.
tas, 1 dedal e am annel ooro de lei.
Una '.ruz de ou c celo briMttON
oaeoos.
Urna peona de ooro, !ei.
Um an-!rl de con- cem brtlbaote.
Tres batas de ooro com 3 bnlhaot;?.
Una vo;ta de traocelim ooro de lei.
Urna correle de onro para relogio oa-
ro de lw.
Deas imlceiraa, 3 alfioetea ouro oe le,
i tolt rte tranceln, 1 m dnlna, i aifi-
nete 1 p r de brioeos onro baixo.
Um par de r.aeUi deouio com bnlban
tes.
Un alfl ietfl, 1 anap! c-jbj brilbante pe-
queo, i medalb:', I par de brincos, um
dito de ri t-ta c o de lei.
23-607 Umaifi-iMe d? ou-o coa um brilbante
{equeno pan manta.
25 753. Dous coroea ce ouro e orna croz ooro
de iti.
25.766. Urna polsaira, um brocha de ooro, con-
do bnlbantas e parolaa-
25.832. Uj2 uaoct-hm -oro de lela
25.831. U o aooel de ooro cora orna esmerala,
circciao.i de P'ilant 8.
25.9i4. Daas polseiras coro de lei.
25.984. Um par de rosetas de ooro "ora doos
IKlIfeactee e um relogio ouro de lei.
25 985. Duus medaiba onro de le.
25.986. Urna carrete ce oaro para relogio, orna
.i oe ocro, um medaltia, om alfiae-
'-, am oar de rosntas coro a le.
2S.9<>5. L'm IRoete de ooro para mana, crave-
j. do de brillles e om relogli ouro de
il.
26.01o. Urna eras de com crav^-jalada brilbao-
26. 023. Uoi a^inel da ogro com om brilaarjie,
om di com am br.lbanle e doas esme-
rada*, uona polscir?, urna crreme
para reoslo, rma dita com ni<-dilba
'- K.) pi ra .-enDora. oo'O do le!.
26.043 Uua alia e oaa co'-Iteres para moho,
pra!a lei.
26.055. Una correte dupla com medalba para
r loco, ^ua^ polseir.s, duas aiedalDa*.
tres pares de bric -os, ana olta de con-
os de ou-o, com tbtetast. t pf de bo-
leea, ?uas moedinhaa de ooro e doos
a noel* coro d. lei.
26.04 U n anii 1 de oaro com om brltaanie.
25.065. Utoa correte e medalba de oaro para
relrg o (seoboro), orna iti com mena-
Illa para relogio, tt'aocelim. t Idelo
e om dedal e um n-logla ouro de mi.
6.072 l'cna pnlaeira, ^ma crranlo e meJalba
pro -elegi, utoa vdla de trancelim,
me me'ialba, doos aifineies, am par
rtp '^rola. 3 r>n:of>. um oassador, nmu
r doma ncompleta e im d'dal ooro de
zel.
2f.0'3. Urna polseira ooro de le.
2'UOSl. Un aiin-l de ooro esm om brilban'e,
tj Ob 6-s '>e ooro coro tres diis, orna
Wi-a d. ou'O com medulhuo, oo k, doas
Co r ee rtuas mtdalaas para reoslo.
utj par e b'incos, seis moediobas de
oo j wd 0- 6-uoro de tei.
26.087. U o relog'0 ooro de lei.
26 092. Djos aneeii di* ooro com doua brilhan-
lee. orea corren-e de oopo para reloeio
om traocelim pHjuno e 1 p.r de brin-
cos ooro de lei.
26-101. Um par de rojetas de ouro com g-*o
i^s pngeotes cravejadae de bnlhste^,
om alQuete crav-jado de brilbante, um
avo menor com ditos, om annel coro
d .ihaote, orna caixa de ooro paa ro
e or. o' >o ou o de lei, om cordao
oro baixo.
Uta puUelra e ara annl oondelel.
Urna medaiba oaro oe le dua croae^
ouro biix, 1 iBiix com colher, um pa-
h eiro e urna slva de prata.
6.I53. Un* poiseir? de ouro com urhantes
pequeos.
26.154. Un ^ar de rcse'as de ouro com brbac
ttes p-qceoos.
26.156 Urna pulsara oe ooro cam pedras me-
laico, oro Da dj argoOos zom pcdra3
> deas medalhaa de onro.
26-1:7 Uan olta de ouro com medaiba ooro
ff lei.
26.13U. Umsnnelde ooro com am brilbante
pequeo e daas esmeraas. orna cur-
reo'.e com medaiba para relogio, urna
pntsetra, dooslOaeles, ca* croz e um
d"dal uro de le.
56.(59. Da traoeellm.4aa mertwlhas, doos al-
bnp't DOtSei, orna mo'-ria de prata com
aro e ac de ooro, curo oe lei e orna
moedinoade prt'.a.
26.181. Um annel de ooro com tresbrilbantes.
26.132 Urna poi?eira e um alRoefe o:ro de le.i
26183. Um corr.n'.io para rtlogio. ouro de le.
Uta poic-ir.i i oirjnfrte e i par de re-
setas ou c let.
Djz- coih-Tes pa-acb de prata.
Dd s traD&hos, 2 medalbas, e 2 cruzes
ocro de le. 13 ruHfrea, pira ca, '.
ma'aca prata baixa-
Um par de binooe, 1 dito de nevUs,-
ele, 1 '. a', 1 volia de trancllim
. om ri.ea o1-.) u.? lei.
Un oe tibie brtlbactes e ,'iQueza, 1 polceira de oo-
f0 eo briH e diamantes, auas
a:edala' com .Tilhantes. t volta de oo
ro oem mcda'bo oaro oe le, mais 2
tio de perolas.
26193. botn roloeres i ri sopa e i para tirar
opa, prata de ici.
26196. -.D-i acoeisde ooro com 2 brilbautas e
m*ilto coro esmeralda.
26198. D^biio cr.lberej rara sopa, e I cencba
'ora sepa, prat.; e le.
26215. Um par de rosetas de onro com brtFbsD-
te em circulo.
26334. Um cordao dt on-c, pitjo'-no, I croz. 1
fi a de coral em oaro oe let, l puleei
te, 1 alnete, 1 par de ro.etas onro
biixo.
26316. Dcis-pare3 de bricecs e t broebe curo
oe le.
26335. Uoa correte da ouro para re!jg'.o, ou
'o oe lei.
21943. Um par de brincos, cravejado de bn-
loantes, 1 crol com ditos, I fio de pe-
rolas, 2 dedaes e 1 alnete, oaro de
jV lei ; 12 eolberes para sopa, 12 ditas
para cb, 12 garlos de prata.
jM)|0i5. Urna correte com medaiba para reo-
slo, 1 traocelim com medslba, oaro ue'
le.
16380.
36357.
26358.
26369.
26381.
25385.
28391.
26403.
D-s eolberes para sopa, 11 ditas para
cb.e 3dl<8 pa.-a tirar opa, arroz e
aeU'ar, prata Oaixi.
Um auoel ue ooro com orillantes.
Urna corren'-e para relogio, e i ranee-
Hm, ouro de le. t salta e i paliteiro,
p-ata le-
Uuj ^.r ue brinco* ooro ;e lei.
Um par de bo'6-s, 2 p--ca- de tinte'.ro,
\ aiiioeie. 1 anoei coui brllt&nie pe-
qoeuo, <- 1 relogio ouru oe le.
Urna co'reate de ooro para relogio, e 1
loue-a ou-o ne le.
Uio aiflneti- onro d- lei.
Um i a' J- nrinco, 1 .rancelim, t meda-
ina ou-o de l< 1, i IranciUJ e 1 par Je
brincos ooro 0-1X0.
Recfa, 16 de Abril de 1894.
O gerente.
Felino D. Ferrelra Coelh-._______
Legio de Soc :orros Mutuos
dos Ofieiaes da Guarda
Nacional.
De o: dem do Sr. major preslriente, convido es
socios d ata legiS-i a comparece't-m n f'd< so
cial no domingo 6 damaDba, competentea'enie auiformiado, abm
de compria-enta'raoa o Exro. Sr. general cum
mandante do 2- districto militar.
Secretaria da Lgiao. 5 d- Maio de 1894.
O t secretario
Ceffttao F.-tncti",o V F,ai" """.'.^"
Veueravel
Devocojde Nossa Senhora da Boa Morte
K9sa geral
De o-dem do irmao jniz convido a todos os
carisirooi irmaos a comparecerem em oosso
consistorio dom ogo 6d.i floreante, sel '8 3 iiarss
da tarde, afim te reonirmo' i mesa geral o-s-
eatimos e aoprovarmos no^ <;ompromlso
C-ngisforio da veoeravel devoq^o d^ N. S. da
Bo Hone, erecta q Igr-ja de ??. do Carao, 5
de Maio de 1894.
O osenvao
Maximiano Alv s da S'ia______
Cel<*s?ial Contraria d San-
tissima Trindade
Da ord&rc do fOftiOOM rroao p-av-p-tor beru-
feit.>r e ta conforiridade com o art. 59 do coro
promisn, cunvtfo a iodos o> nossos c-risiia)03
iru Sos a comoarecrein em o.sho consistorio rto
romingu 6 do'cor-eij'.e. prtas 9 hora da cnanh,
para aaststirem a oaiew w itv do Bapirtto San-
to e era seguid* pro-e 'er-ee a eleigS mf.-ii regseicra p-.'a o anuo cesprojJHC! e 9
93.
Secretoria dp C"le3-ol CoBfrart* da Saatissi-
ma Tridaie, aoa 2 de Mai i da 1894.
o fp retom
Agos'.lnhi J^c.-.ffli m. Pbpo.
HIPPODROMO
DO
CAMPO GEANDE
\
Csas*HSfi^S
insana m i$.k mmm
QUE SE REAL1SA.RA' NO
Da 6 de Maio de 1894
Entrada gratuita, porm s ter ingresso
quem se apresentar decentemente vestido.
AiTemataco de vi-
tellos touriaos
F*i-*e publico a qnem Dteretsar que
por ordem'do Dr. Profei.o irlo em prc^a
no dia 9 do crrente, ao rooio da na por-
ta do dific municipal, por maio dia
pregSo um vitello e orna vitella de T*<
toorina, utilis&do* na v^coioao&o aoimal,
os qoaea sorSo eotregusa a quera oaia
offerecer, se for aooeita a offorta pelo
meamo Preteitn.
Secretaria da Preteitma oioDiaipal do
Recite, 5 de Maio de 1894.
O secretario,
Joaquina Jos Ferraira d Rocha.
Allandega
Pagam-se amaoba as sepolntes folbaa :
Arsenal de Uarinba, pragas reformadas e 00-
tros pagameotos aS-> fpfcjfloaC8.
AKandaga. 5 de Maio ne 1894.
O vapor Caravella
CoasMuadant? Honry
S' esoeraoo do* aortos 4o
B0roi
ranla, spgoio Jo depots da 00
Huid apenaaasl oara
Bahia. Rio de Janeiro e
Santos
Rog-*a aos Srs. Importadores a aoreeoU-em
destro de 6 diae, acornar do da deacarg dasaN
vareo a qoalqaer reclamaba coocereeQte a vo-
lame* ne i>oreatara inbam sagaida cara ao
po-ioa do sal. a da ra poirem Ur a lempo
astprovideocias neeessanaa.
Expirado o referido praao a com paso-a tao *
rasp meabilisa sv axlravioa.
Ift-oebe carga, tratar com o
AGENTE
Auguste Labilie
9Roo d Comnwroio**
Nsnei

3
S
a
I
Pellos
>'.>tnra
ltda.de
Cdr da Veatl-
menia
Proprletarloa
COM PAN H A
Industrial e Commercio de
Estiva
Convlio fs sribores accionistas a anrcreoti-
reci oo ri^lforio desta companbia os recbo*
de soks e:itrk(!os Je capital, para oerem ?ot>?ti
tatios por oa .limo represeotativo de snas ac-
Recife, 10 do Abril de 1894.
A. Fernn es
Dirdctor aewelarl.
Agencia de Emprestimo
^So convidados 03 Srs. possoidorcs Oas cao-
tel-i8 abalso dpcriptas :> virem reformal-as ou
re8gatai;as d'esla oa*H 30 das ob peoa "8
eere-ii vendMas conferrre determina. as cocdi
cCb assi^nidai pelo S>-re anenhantes,
fia. 1512*4,215-220-233-243-254 -
257=283-284288-593 298 -308 311 314
315369373:t8424-428- 438-440 -
457 461-168-473 4*1 4974*7SOt-502
iO41652052456960162r3637.
Becire 1 ae Malo de 1.894
Loiz Vro.
Aviso
P^rfiamento da ftta da Graqa
AvisB-aa a>js propriat^riai daicista. fi-
tas ra da Q.-aj, n ffejriQzia do mas
ano nome, qa< nesta data f i determinado
o perfii-imeito taza' -le tadaa rm, so lan-
do conuauBr a constraglo doa marx-, da
aocordo com o mesm > p^rtiamento e o
26.124.
56 IS1.
dispiE'.o no artigo 37, tit. 3., op.
lei maniaipal n. 4.
Prateitara Haoteipal ) Ruiie,
Maio do 83*.
Heroaiano R-3"vs,
1 da
4 de
n
Uhefe d> servido teihnico.
THE1TR0
ijrrarde
COSPA^BH IWk inum
Em pre z a
G. Sansone
26184.
26185
261&8
26191.
26193-
3SQUNDA-F[RA, 7 DO CORENTE
W reeiio de sssi^notnra
BondR para tedas it i:nb,ia e treas para Apl-
docob e Olinda.
Faa bc< pobhco quem posa totereas&r
que, tendo s do ha m*ie de 30 riia, ap-
r?r8f:6cr'ida no 2 diatHcto da Qr=c urna
c-bra tija qae 8". Saib queai perenga,
Hv& ella om prava por ardem do Dr. Pre-
feit", na porta do edificio manicipal, no
dia 9 do crrante (! fjira), ao m>io dia
por cont-s de qnem perterc^r, par* paga-
mento dB despi'z: a cita, se antea o3o
for r-clamada por sea done, com aa pre-
Oibaa prcv3c, a po>- este pagas ditas dss-
peies.
Secretaria da Prefeitura Municipal do
Kecita, 2 de Main de 189i.
O secratario,
Jcaqsim Jor Porreira d Rocha.
Thesouro do Estado
de Pernambuco
De ordem do Sr. Dr. inspector do
Thesouro do'Estado de Peroambujo fcqo
poblico que no da 7 do eorreote mea
pafrar>se-ha nesta ReparticSo aos empre
gados das aeoretarias do Sonado e C-
mara.
Thesonraria do Thesouro do Estado de
Pernambuco, 5 de Maio de 1894.
0 eacrTto da desposa,
Alfredo Qibton.
! PareoA Colonia Alienan-1.230 metros Animass de Pernambuco.
UQJ ao l50i 2.-e 250(O
Premeos
Tooloo.......
Teoor 2. ..
Aouiduo!>n 2'
ViiiO'ior ...
Colosso. ...
Rodado.
Alaiao.
Russo...
Rodado
"ernamb. - 50
50
SO
5'
* 50
Ouro e prrto..........
Amaralio e mao.. ..

Kocarnafio e bal. prt.
gacaroado azol-----
Croz St C.
Azeved G*
A. G
G. de Jnnho.
Coud. Grnzeiro.
j o ?areoA CoEonSa Italiana910 met'ngAniroses de
230* ao i. 50* ao 2. e 25* ao 3.
Pernamnnco. Preml30
Hlrontlells...
tallet.......
V.&lato.....
Ta^io......
Nabaoo.....
Castaaho.
Rodado...
Mellado...
Haio......
Alazao-----
Pernamb.. 51
51
51
t 51
51
AmareMo e royo___
Eocanado e verde..
erd-e amarello___
>
Sranco o eoearaatto.
I. N. da Slva.
Osear.
l. Moraes.
1. u.
?. A- Pai Jorge.
3 PareoA Colonia Port/:e;aeaa~!.00Q metrosA;iimaa
mos : 250* ao l 50* ao 2. e 25* o 3.
de Pernambuco. Pra-
Foatca 2..
T-aflQinas .
^air......
Septiciaeo..
Aoysmo. ..
Pbilomomo.
Ueodiim ...
Top 2.'-,
M. Raposo..

P.B8t>.......
C&t;.nho
Mellado.....
Modado......
Casiaono ...
Alazao......
5ernama. 51
51
* 51
51
61
* 51
51
51
Azul e ro3.......
i>o*a e pr o......
Azul e encamado.
P.-eto e ooro......
Kocarn. e branc.
Boearoado e aio'.
Sncarnano a v.-rde.
Ferreira & Irmo.
A. Silva.
S. G. Medeiros
\. M. de Almeda
U. Goncalvee.
M. J. G de Miranda.
J. F.
Sncarnacio e hrecclGorreia Rezendo.
4.. ParF-oA' Colon* Francesa -i.200 mpro?A'i^aes de Pernambuco. Premios
250*000 ao l., 50*030 ao 2. e 25*0JO ao 3.
Gillet......
Hlalo......
Aliy-Siooer..
4 Pat^doQiy....
5 Rodado......
5 Mellado.....
5 Rudado......
5 Russo.......
Pdraaia!).. 50
I Si
(T 31
50
Ver'!) e encarnado...
Verd* a amarello.....
OU'J e 0-.-1:.........
Encarnado e Oranco...
Osear.
J. Moraes.
A. Marques.
M. J- A.
5' PareoA Colonia AmerJcana--/a(2cp1 400 metros Aoioaae3 da Pe.-cambuio
Premios: 300 ao 1. 60* ao 2.' e 30* ac 3.*
Triompho.
Hironoelle.
Pymeu...
Dubbm.....
Nababo....
Torco S.o..
rodo....
5 Mellado .
3 '-.'asi'.Qiio
i Ziino...
5 Roda a Aiaao ..
0
o Bato....
Peroacob.. 33 |
48 '
W !
* 57
53
50
53
?,n^nrn3'lo e nretn...
Amarello e rozo.....
.>Br(Ta preto........
r'-to a rusa......
ETCsrn :o <. ('"anco.
Eocaroalo d ^sVle..
Verle e aaarello ...
Gonj. Arrsyal.
J. N. da Silva.
A. M. oe A'meida.
XZRVtdO & G.
* ?.- -ge.
J. Ferreira.
J. iloraes.
6 o par?0ao TusT Pernanahueaoio1.100 antrosAnimaos de Pernambuco.
mos : 250*000 ao 1., 50*000 30 2.' e 25*000 oo 3."
Pre-
Traqoiaas...
Caosorua
Ouro preto..
Caico......
Erna ......
Petropoliu 2.'
VillaBe......
Ydo.......
Cuele........
Compones...
Vivaz.......
5 Mellado...
5 Itso.....
Preto......
RrlrSD____
Ca^taco..
Rodado....
:Baio.....
Rodad : ..
! Mellado..
5 CasUQbo-
Perna:nb.
50
SO
3J
50
50
50
60
50
0
50
50
Rosa e preto......
Eocarnato e preto..
i!re o e Ooro.......
Azul e encarnado.,
Pre'o e encarnado..
Rosa e aaul........
A*ireilo rozo
ftranco azul......
Verde e roxo.....
A. Silva.
Gond. Arrayal.
;ond. Perdlita".
S. Ge MeJetrdf.
dem.
loio Francisco
A. F da Costa.
F. R. Ramos.
. S!D . H. Oveira.
S. A. D.
7." PareoA Colooi \ insl'v
Pernios :
na Hindcap -1.250 ma'rosAnlmaes de Pernambuco.
300* ao l? 60* ao 2.' e 30* ao 3.
Aventurero..
Bi^marck ...
Maury.....
Dublim......
Tarco 2.....
Gasianho.
Rodado...
C.stauho..
Rodado. .
u.zao. ..
Pern?mb.. 56
* 59
00
50
43 j
Grenat e musgo....
Efarnado e azul..
Eaeirnado e verde.
Preio e ouro.......
Ensarnado e verde.
A, M*ira.
J. G. Reseni.
A. A. F. Taques.
Azevedo a G.
J. B Ferreira.
01rY3#O*S
As corridas terminaro s 5 horas *a tarde.
Em portinholas especiaes ter lugar a venda
e o pagamento de QUINTOS de poules de 2.
O preco de cada quinto ser de .$000.
No calculo de rateio nao sero pagas as frac-
coes inferiores a 100 reis,
As poules e quintos que nao forem pagas oo Hippodromo, sero paga
aa Secretaria de quarta-feira em dianto.
Nenhum pareo se reulisar se nao disputarem 4 parelleiros,
A arcliibaucjda central ser reservada para a linpreusa, auctofidades e
familias das directoras das associacDes hyppicas d'esta capital.
Pelo porto do easilhamenio. somente tero ingresso animaes e carros.^
A Compauhia de Trilhos Urbanos do Kecife a Olinda e Beberibe, pora
disposico o publico, o numero de trens necessarios para a respectiva conduccao-
S6 tero ingresso na casa das apostas as directoras das associacoes cong-
neres, auctondades em servico.
O horario ser restrictamente observado, encerrando-se o jogo do l.* pareo
s 12 horas.
Os animaes inscriptos para o l. pareo devero achar-e no ensilhamento
as 9 1|2 horas da manh.
Os forfaits sero recobidos at sabbado 5 do corrate s 3 horas da
tarde na Secretaria do Hippodromo, ruj Larga do Rosario n 16, l.- andar.
.Secretaria do.UippoJromo, 2 de Maio de 1SU4.
i
O secretario,
Lopes Vieira.
Companhia
DE
Tecido* Paulista
Cbamada no Mollol social
88o convidados os sennores snbseripiores de
aeges para o anjente do capital social a rea-
iisarem a;o -lia 20 do correte, oo escriptorio
provisorio, a roa do Boca Jess n. 1, pavimeaio
terreo, a i>rimeira prestado das ccoaa Eobs-
cnpias a rsza- de 30 O/o ou 60*000 porcada
soeae.
RecHe, 5 da Mato oe 189.
Jo' A. Saralv^ Jonior.
}. J\. ti,
Aocfedade RecrealTa fa-
?entnde
Recrelo duplo -m 6 d- Miio
P.TticIparoos aos socios e as Exma. familias
para 033 coadjavvem coai a ana pr..-sen5 ae te
recreio. o qaai rica aob a a receso it>> consocio
.'oaqu'm Pinto da Coala Pftr"ira.
Recile, 5 Je Maio d^ 18'.4.
Jj3quim de O'tvsira
Prasldeate_____
Club dos Caiadores
Ssle ciot> carnav3!eB',n anaiih dooins:o>,
pelas i horaj da tarde, f.irJ s*ao eral em aoa sede i ra Croz n. 13, i' andar,
para lEiposBar oa nova tlirr.orla.
Os secnor^s ausociados Que comoaregam.
Baijco da Bolsa
'.*.?eemb' Gerl
Ni o t^ndo se effecin^dj por falta de comer
de accionistas a que fofa convocada para o dia
28 ue Marco oliixo convido aovamenta aoa se*
aores accionistas a rooCiro&'M .em a?sembla
ceral ordinaria, a> dia 8 do correal?, ao meio
dia, aftin detornarp'n conh^closento do relatarlo,
pareen- fiscal e coniaa do aono prximo passa-
do e proci;der-m oos termos dos EalatutOB.
RecN 1 de Mia ce 1894.
O direcior G"ren:e,
P. J. Pinto^__________
Santa Casa de Misericordia
Jo tlecife
Por s.'ta srcretaria se declara que no da 6 do
prox'roo vi idou'o mea ne Mu'o. por Ser o pri-
raeiro domingo desse nez, ao oioto dia, ae reu-
nir em aaaejBbl* BOfaf, oa sl d>s ^MO-ia da
Iliraa. j'jnts eilmloUtrativs, a i-mandade da
Santa C?* de Misericordia, :.fim de procad?'-ae
a ^letgSo da nova joota para o bnalo a 1894 i
tC'35, ^jiodo "" m5"^^ .-i-erobla atoptar-se
qnaesqoe' medidas >tt dade, de cooformidatt) Ceja a disposico do art.
26 do comproroisso visf-ute.
Secreinrta da Santa Basa de Misericordia do
Recife. 27 de AbMI de 1894.
O cscrivi)
Jo- H -norio B. We Menexes.
.icipjracos
Austrian Lloyd's SteamNa-
vigation Corapaoy
O vapor austraco
Helios
E' 98t>era o di II do crreme e se-
guir uepois da demora oe-
ees-aria para a
Baha, Rio de laaolro r Ase-
f
Para c^rga, pssajfos.eocomcccndas a dinbai-
ro a frete : trata-se cora os
Agenten
Henry Forstere Comp.
8 RtMi du Co ivcio- 8
1 andar
LE1L0ES
Leilo
Oe 25 aopcoa oooa pimenta da ludia, ora-
riada d'a^oa do mar, vindo de Hactbur-
go no navio Rosta.
Terc^feir3,
A'S 11 HORAS
No trapicho Baltt>r
Por interverr^ao do
8 de Maio
pgente
Leilo
jente Brillo
D importante ciprcearia n. 29,1 roa do Mar-
Ag
qnei do Herval. A -?osr .
Urna arLaa^ao de a-areilo env^dragadi e eo*
verniSid cot balejo de pedra marnr. I co-
fre nova de Kigo, 1 carteir;i tocratan, l mea
com preosa para co;>iar, 1 relogla pare", grao-
de BOftinMHtiJ "e g-neros -str^nseiro?, 3- anco-
rets e 5 barra d oo>oto com vinoo braoea, 10
ozi s de cerveja, jIO .)oz>as 00 coganc 0.io a
monos entras groaros qoe se enJi-rSo ao correr
do marttlo por te: o dono Cu aMav de ne
g"f!0.
Garante M a casa.
Quarta-f3r 9 de Maio
A' 10 1/2 noraa era ponto
AVISOS DIVERSOS
Q o "eciptorio deste (Mara corop-a-ae om
corapundio d CQorograpbU uBrasil, pelo Dr.
Mur<*ir? Pio'o.__________^^^^^^^^^
i -..". i- i >ii wiuUr'rd, ui en
gommdeir e om crudo; na roa da Imperatris
o. 21, pnro>ro oadar.
PrOciao se de om copt-l.-o ; i tratar na reo
da Coe
Preci8-<-se de non" canaWai eaai praca
Na ra oo Livramenio o. 8, de noilci do S-. Dc>m t-g ? d> C-al, fllho da Jos
da Cosa, na frt aaao'dea, Coacoteo d^ GiiaiarSes, eo r.-rtugal
- Ven-ie se om inverna aa pMM equeno,
boa p'ira principiante, e bnra ponto d.i nego-
cio ; r
So pateo do Mrrcaoo Poonco pcroi-u m ora
f-mbrolbo con dlveros man.iaios ae a..liacio :
qcem e acboa pode eoirocar oo carlono (.n5o Cosa Rocba a ras ce L>mat Valenllois
o. 22. qoe ser -ratiticado.__________________
Precisa se de om menino d* 12 a <4acoof:
trasiar no pateo do Parano o. 12.
Osinhairo
Precina--e dw um
Pavsacr'D n, 19
bom cosiobeirj ; & na
Attencao
Kontt's i'rinceLine ofStea-
mers
LINH4 REGULA ENTRE OS
Isladtt-tiidos,' Br-^l e Bioda
Prata
O VAPOR INGLEZ
Lancastriaa Prnce
E' dse erado de
Ni-vr-York e eabi
ra em poucos d as
para
Santos
Para crj;a e eucommendaa etc., tratar cero
Consignatarios
Johnsf on Pater e Comp.
15BA DO COMMERCIO-15
Qnem precisar de orna pesvoa com nntica de
azncultnra, b>>m como para lomar centa de al-
gom Iota na Colonia Lucena. pode > ixar a vito
oesta iyoograobla para *r p'o-ora1o.
j Caixeiro
P'ecjss.8e de m calseiro d; 12 14 "rim,
com algoma p-atica da moindo8, qoe o fiador
de aoa conduca ; na raa Viacoode de lboqoer-
qoe o. 13, Boa Vista.______________________
Vende-se
Em Aqua-Fria de Beberibe, ?oa de Olina o.
14 (antiga Santo Aotonioi, am sitio com casa do
pedra a cal e arvores fructferas ; a tratar no
OMOOM.
Feitor
Preciaa-ae de om feitur ; m roa Impert na*
mero 17.
Gosinheira e en^omma-
deira
Preclsa-se ; na roa eatreita do Rotarlo o. 3,
pbarnoacis.
' i n he ira
P-ec'sa-se de oo?s b^a eos obei*, p?.-3 c.aa
de familia estrangeir, nos rr->08ldi,; informa-
jCes na rna do Coomercio n. 7, eacnptaro.
Caixeiro
Precisa se de om rapax que trha p-alica tfc
fixeodas e dando ^teeudo de ren bom cempor*
asoen'o : 4 traiar no Baxar de Afocidos.
Criado
"reci.'a-ee de om cnaJc ; i. roa do rj3asdt
p.19
Caixeiro
01
MM3GH1IS
Conpaahii Fraaaceca
PE
Preclsa-se de om m*r.icj com pratica de mer-
cearia, ,1- 12 & 14 anr.s : na roa Marqcox do
Brval n.73._______________________________
T^noeiro e torneiro
; Precisa se i*e um lornriro e de om t^noelro,
fque s^j'm peritos; na roa HarSo iafMNli
gomero 49.
Declarado
Afericoes
Fs-se publico a quera iatereasnr dorante o meo crrante, rebeba se aero
multa o mpo,>t d afen3o de poses, bs-
isnoaa e medidna, dos eafabeiecim-.mtoa
commerciaes das freguozias de Afogadoa e
Grao*, oo- edificio d^kta municipalidad^,
da* 9 1|2 horas da maohS s 3 da Carde.
Secretaria da Prefeitura Munioipa' do
Recife, em 1 de Maio d 1894.
O secretario.
Joaquim Jos Fer-eira da Rocha.
Para conbeetmeo o doi Inte-essadus f*co pu-
blico qoe de amaoba em dlaotd cemecarao a ser
f-itas vitas domiciliarlas por toda a cidade
afim de vertQcar-se o grao de asaeio de cada ba-
bitacto, priocipalmeote no que dix respeito aos
qaintaes, latrioas e coeiobaa.
Sendo cm medica da alio aleones trjieaieo
IiDoela p-lss aiit conriicO'M s^oiiaria adoaee
e exclusivamente em beuetic'o do poblico, a In-
spectora de hjgieoe espera que ea'e aoxilie as
autoridades saoitarias do modo mais ampio e
efficaz facili ando laes visitas e observando a3
medidas indicad:'s.
Inspectora de Hygiaoe, em 4 de Maio de
1894.
O inspector,
D". Rodoiho Galf8o.
* Becifesse de PaaiSea$o
Flcam a difpoalcSo dos Srs. accionistas o
bl*nco e mus papis exii<*os pelo art. 147 do
decreto 434 de 1891, no escrip'onc desta com-
panhia. no caes do Apollo n. 65.
Recite, 1 de Malo de 1894.
O presidente
Joaquim Ollnto Bastos.
Licha rogalar entre o Hvn, Urano,
Pernaroboco, Baha- Rio dd Jaasiro
e Santos.
O vapor
Yule de Rosario
Goamtndanto .'ame!
E' eaperrac da
E'T"pa at o ai a
l^docorrte se-
KQ.u ln:l'3pesavci dunora para
aceo( Baha, io'de Janeiro
e ante
Este vapor entrar no por-
to visto nao ter tocado em
Lisboa.
Recebe carga a tratar amo agente.
Antonio Fernando d* Barros Lj-a declara par
.fina commerciaes, qoe desta data >m diant" aa-
' 'ipn'.r 8e-ba Aatoolo Pernand*e B: rrco.
Haclfo, 5 oe Aoril de 1894.
antoDic Ff-nandes Barro.
Vaccaa toa rias
Vend^m a .'nTsa Uorlaas e mstica sem
rr.u'.t > boas coodico^s, a'ra no sitio da C apat-
a* em Fonte de Ucboa. das 9 hjras da ;ruo hite
5 da tarde, ______ ____________________
Feitor
Precisa-se de om feitor oara tratar de am :|>
tio ptrta da cidaae : na roa joaawnu o. 17
Grande? engenbos
Vende-se oo arrenda se
O abaixo asstgoado tam r-solvldo veuder oa
arrendar seos eniienhos Porto Bico Porto Ale-
gre, a tratar nesta cidade. Disiam seis legaea
para a esUcto de Palmares, por boas estradaa
para carro. Vende ae as safras criada*, gadoo
e animaes pelo qoe vaierem. luccmmodot da
sade levam-ro a aste Om.
Palmares, 1 de Maio de 1994.
at^ io*o *>U Pereiri.


f

MUN




zx

Diario de PerBbaco > Domtiiyft O de Mato de S04I

uinium
VIMHO FEBRFUGO
TNICO E DIGESTIVO
^^OV-A-PO PEI-A. *lo*.X>*m*Z^ PE ^'A ^B ""
0 VINHO DE QU1NIUM de Alfbbd LABARRAQE, eguentemenle tnico e febrfugo, deve ser preferido &
r^VTXHn' DFP OTJIN?UM ^LABARRAOCE, preparado com o QUINIDM (extracto de verdadeira quimt)
tS.^^iS^^^S^^^^rico em priQcipios activos-e 0bre qual os me3lC0
l"a------- ._--------r-rr----- ^^*c ci a. chammowt e c, buoc-
FABIZ,
19
R STSaIOR PARTE OJLS PHABMACIAS r>B TODOS OS PA1ZES
FRANCISCO GRGEL & IRMAO
CASA DE CONFIANQA
himh fieas, modas e confeccOes
ILVUUd
Sotiuiento permanente de tecidos e outras mercadorias cui-
dadosamente escolhidas as principaes pracas da Europa, principal-
mente em Paris e Londres, de onde recebem as principaes novidaiies.
E' sempre variadissimo o sorlimento que manlm emse das
brancas e de cores, las, linhos, tecicos d'algoo, enxovaes para casa-
mentos e baplisados e amitos outros artefactos.
Superiores tapetes, alcatifas, esteiras da India, lindos tecidos
para reposteiros e rnuit s outros arligos para decoracoes de casas-
PRESOS MDICOS
Ra Primeiro de Margo nJUA
TlXFPt.ONEl'58
Lajurubeba
Este enrgico e prodigioso nsedioanieo
to, qoe comecou a ser vugrisado en?
1883, e qne tao proficoos rosultadoB tem
produzio na cura do reumatbismo, mo
lestias de pelle, leucorrhe*, aathma/.Bos
Boffrimertos occasionaios pela impureaad<
Bangoe, e as ifferentes toraias da syohi-
lia, estove por algum tempo paraltsado por
siroumatancUa imperiosas; e hoje, porm,
reapparece com todo aea vigor; e de
esperar que continu a mereoerdo illas
trado publico a metma tcceitacio de que
se-ipre gosou.
Approvado pela respeitavel Junta Cen-
tral de Hy^ieno, por Deuretos de 2 de
Junbo de 1883 e 18 de Abril de 1885.
DE
lirmiBo Candido de Flgaeiredo
PROPAGADORES
Bapsia &. Figueiredo
A venda em qu Iquer Pharmacia.
| Cintas ..espaMs
Alta rcvid>de pura senhoras e r.o-
SMsli
Novo sortimento recebeu a
Perfuma ria
Grande variedade em exmeos, tnicos dente-
fulos, o'eos. aeosa te toe.t. pos de ooro esabc-
oetes ; dos mrlbores fabricantes de Panz e
Londres ac.ba de receber oa> iaponante sor-
tiOMltO.
Conrado aniones A C
EXFEll'E* PARA CABBLlO
Para tbeairo, caeameo'os e baile
Berebero novo sortiojcnto
Conrado, AnSnnea A C.
A BRISA___________
Bicu8 e rendas, iiovidades
eeeaerio
Conrado. Aniones A C.
A i:RIMA
Praga da Independencia ns. 4y 6, 8 e 10
"Bolsasde alria
Um variarlo sortimento acaba de receber
Ciiorado Aniones dV C.
NOTA EirEBAXCA
63 Rus Doqne de CsxiasMKJ
r > Si iisi Bijouteria*
Novo sortimeoto em alBoetea para (-avaU ,
relogios, poiceira.s, brocbes e boioes de ooro
remano; Receben
Cocirsd AbIuds t C.
C aninhos de Paseeio
Para erlaneaa
Feries e elegantes cab*m oeohegar pata
Conrado. Aniones C.
A BRISA
Praga da Independencia
Ama
Precisa-se de urna ana
para cosioharf comprar e
fazer mai alguas setvi^os
para casa de 3 pes^oas. e
rua a ImperaIriz n. 24, 1.
audar.
Ama
Precisa-se de om acra para casa de pequen
familia ; & irsiar na roa larga do Rosario nu-
mero 30.
Ama
Pre isa se de urna ama para o ssevico de doas
oessoas, prefere ee a <;ue dormir ; no pateo do
Paraso n. 8. j- andar.____________
PreCoa-se de orna *>a ; u& rua da Irrpera-
triz 2. 41, que seiba cosibbar. _____________
Ama
Preciet-ie do nms :tna para coeinbar; na roa
t^arSo de S. Borja n. 36_______________
Ama
YIDMMA
Bonita cclleccao de finas "ta gao de
porcelana, receberam
PEDRO ANTUNES A 0.
4 vyvrz e/y-
Fabrica de movis a
vapor
DE
Silva Fenundes i C
! 48Rua vie S. Joao48
Promptifica se qualqaer encommends
de marcenara ou carpintera, com a
maior preatesa a por preces rasoaveis.
Compra-Be madejra de boa qaalidade.
~Aceita-se artista marcineiros e cara-
ayana e/?"i' pinas) que sejam peritos ; e tmbeos ad
lene de Caxtas
r^!i^aTS*-4StJ!iaT!tfJ!*
mittese apresd^aes ptgando se desde lo-
go algum ordenado.
DEPOSITO
BIJOTSRIAS I 49.Ra BaDrj0 da victofia-49
Liados grampos de brilhante do
Canad, chatilainet. pulsoiras, meiaa
fices, pedras e muitos outrosartigos
NOVA ESPERANCA
63 Roa Duqok oe Caxiab 63
O m&is compiti e variado sortimento
para homens, senboraa e meninos.
Sedas
3rancas, pretas e de cores, lisas e la
vradas.
Cachemiras
Ccrte8 bordados, erpartiihos, linona,
perc linas, levantinas, cretones, sephiro,
chapeos de sol, oamisas, poohos, collari-
nbos e peitiinos.
Perfnmarias dos melhores fabricantes,
etc., etc.
Todo se encentra por preces resnmi-
diasimos
NA
La Gran Via
8 i-Eua da luptntft-58 A
DE
Otioo Silva 4* C.
CUrELABIA-
Tesonrafl, caivetes e navalbas o que ss pode
desolar de mais fino recebarlo .
Conrad*. Aolnaes A C,
A'BBISA
Praga da Independencia
Antones & C-*
Rodolpho
; i Bata Boe de CaaJa *
A
NarnaDlrelta n. 78. sobrado, precisa se de
orna ama para cofinoar e comprar ; paga-se
bem.___
Ama
Preclsa-se de orna qoe saiha coiinbar a tratar
nr rea Doqne de Callao n. 88, (pbarmsclin.
Ama
Preciss-se de oca ama para andar com crian-
fas, dando banca de saa conducta; roa do
Hospicio n. 3.
Amas
FINAS COLCHAS para cama*. LIN-
DOS cortinados para cama e janeias,
precofl Bem competnncia. Elegantes
abjeetos de biscoit, viJro, te;ra cotta para
toiletes. Sraode sortimento de gibaos
para retratos. Papel de fantasa para
cartas. Alem de muitos ostros artigos
que o bello sexo encontrar sempre na
bem conbecida casa da ROJOLPHO
ANTUNES A C\
87Raa Doqne de Caxias67
Engenho venda
Vende ee o engenbo Uuribeqninna, eito no
mnniciplo be Mu-ibeca, distante das estacos de
JaboatSo e dos Praieres orna e meia legoa de
estrada piana de rodagem desta ultima eitacao,
o qual eafreja annnalmente 4,000 p5?s de aseo
car sendo a malor parte das plantas em varseis
de macap, com excelleote cercado, d'agna e
tem moito boas obras, veode-se com a safra fu-
fara e resto da presente, e tambem com um sitio
nnexo so mesmo eDgenbo, o qoal tem um so-
brado em Munbeca : qoem pretender dlma-ss
i rua do Imperador o. J6, i aodsr. d 11 Ss 9
boras da tarde, qoe achara qoem d os eselare-
clmentos qoe forem exigidos, preco e frms de
negocio. O motivo da venus dir-se ba ao com-
prador.____
Preci.-a-se de doas amas, sendo ansa para co-
rintia e outra rara eervicod domsticos ; cu roa
Imperial b. 17. _______ _
AMAS
Precisa-se de duas amas, orna para cosiebar
e cEiru para sarvico de casa de familia, raa dos
Goararapee n. 94. ^____________
Ama
Precisa se de orna ama para cosinbar e mais
servees de casa oe familia ; tratar na roa do
Bario da Victoria n. 19, leja.
25:000
E' qoanto se paca por orna boa c oeiobelra
para casa de pooca familia : trata se na roa da
Magda n. 21.____________________________
Medicoes de trra
Pelo engenbeiro C. C. Cariloi, raislencia na
cidade ra Kicada i roa do Hio n. 13.______
Horteio
Preclsa-se de om horteio com bastante pra-
tica, para o ebgeobo C>tua rioba, na comarca
da Victoria ; a tratar na roa do Cabaga u. U .
Gi-anApi semeateira de
cafeseiros
Na faienda Serra Grande do mnniciplo da
Victoria. Estado de Pernambaco, tsm pa'a ven-
der do dia 1* de UAo m dianta, cerca de doa-
milboea de ps de cafeseiro?, cojos precos, tas
manbos, qoalidades a mais explicacoe8,veJB-se o
Jorosl do Rtcife.
Sitio
Vende-se um sitio no Arrayal,com casa e com-
modos para grande femilia : a tratar no mermo,
SiadaBarmoaian.S.

<* y*
0atURA
%
&z>
Essencia.......DATUEA 1NDIEN|
P de Arroz.....DATUEA INDIENj
Sabao........DATUEA INDIEN1
Agua de Toucador DATUEA ZNDIENI
Oleo........DATUEA WDIEN,
Logo para o pelo. DATUEA HTDIEN'
8ACHETS ORIZA 88LID1FICAD08
PLAQUETTES ELEGANTES
16 PERFUMES EXQUISITOS'
EM TODAS AS PRINCIPAES CASAS DA AMERICA DO 8X.
Depurativo e Regenerador to Sangue
F-rl-^ilecrdado y>*lo C3-overn.o de S. X. el Rei dt'itmlia
DO PROFBBBOB
B2
A' lAM
V S : L: 3 R B '. C.'. L SI V A M E N T E E M
T>JX750.;i?, - A CA&A De. fTtttjiJZN.f iS/trA. BUPI*RIM1Z>A. OSur. EUNC Icrtii i ra niOM .-- .i J ?' ; "i- ttt-t Pntfor JlZRONTfMO PAG-LIANO, un to.
tLirijir ir-. -. fruteo t t i-~*t.y*i $ mujrei ce ubricR. epottizdi c^nfcrmcir* .;' i le.
r:s --' jsisto PAa--;.A wo.'
UCprMlUM Ulli .luuuiiiu.*: COHj?AjaA de Dr.OC -i. ..' "mi ii'u- .i Brtitil.
ifc*ji^a5!Bf3rssa
VERDAOEIRAS P1LULAS D" BUUD
Empregun-se com ptimo xito ha mala de SO aaaoa pela mor parta dos Facultati-
vos Francezes a Estrangelros para a cora da SSEM1A, cnLOBOBJS (rt* pmttUm) e a
Formar* da menina.
A nseigo no novo CoAea Francs, utrosim o ficto da baver a aanta n-Hyrlaae I
verileado aetOcacia d'esUa Wataa, sutorlsando-Ines a venda, escusa qualquar encoml.
Si Ma|nl DE8CONFIEM-8E MS IMITA9E8
ROTA.- 4i rrdtdiru Piiuin do Jf filaw J ro a Msdaa aois as hum s 1 Inm
U ZOO (00 Ulula, imi wns t miutk.
pajus, S, mua. PA.XXMMS. Dxposrros su todas as fbjmcipaki psajucacua
SU(/0
OleOdaFigadOdaBacalhao
DOUTOR DUCOUX
Iodo-Ferruginoso, com Quina e
de Ijftraiija amarga.
com Casca
MIL
M r0lDp
WOUIN
trtaKtiW4
DnDfDl)
Quaudo se trata de curar aa
DOENQAS
ESCRFULAS -
DO PEITO
L.YMPHATISMO
ANEMIA CHL.ORO8E, etc.
os Mdicos dao sempre, aem hesitar, a preferencia ao OLEO de FIGADO
de BACALHO do D' DUCOUX, Iodo-Ferruginoso, com Quina
e Casca de Laranja amarga, porque elle nao tam mo gosto quaU
quer e que a sua coniposicao o faz ominen remente tnico e corroborante.
i-afu 1 Deposito geral: 7, Soulev&xd De&ain, em PA.EIS
A.clia-80 pan veoJer em todas as Pliarmacas e Drogaras acreditadas do Universo.
Deaconflar-ae das Falaifica^&e e Imittne*.
MOLESTIAS NERVOSAS
CURA CERTA.
XAR0PE HNRY MURE
liom xito verificado por 15 annos de experiencias nos Hospitaes de Paris
PELA CURA DE
IJpi Icjisia-II'js feria
Chorea
Hystero-Ehlepuia
Molestia* to Cerebro
e do lOspinhaco
Diabete assucarado
Conrufsocs. Vertigena
Crises nervosas
Enacaquecas, Tonteiras
Congetttoen cerebraes
Insomnio
Sperma torria
Da Folnito maiu iaioriutt dliifido fratolUDinU i waHotr W "
HENRY WUREm PONT-SAINT-ESPRIT (Fbamca)
VK.NUt aH B TUUAi Ai KKl>Cai'AB PHARMAGIAS K L'K'.AKl*
FANTAZA8 |
E' lindo o sortimento de teoidos sendo
impoasivel de se descrevtr a grande va i
riejtde de teoidoa de fantasa, sedas,:
lis, nansoi.k, cmbraiab branoas e de co-
res ; pede-se ao publico em gen.l princi-
palmente as fizmi.8. familias de visitares o
Coi'greefO das Damas
Carvalho & Al incida
BA DO CABUGa' n. 8 e 10
Telephone 196
Galoes e Guarnic-s
Oom vidrilho e sem vidrilbu acaba de
receber lindo sortimento o
G0NGRESS0 DAS. DAAS.
kfaesde Gsze e vanas
Ultimas novidadea de Paria receben o
Congresso das Pairas
Criado
fondease
Um csvallo rosse talbado, grande e perfeito
andador de baixo, meio e eqoipando admira-
velmente : i tratar & raa da Imperatris n. SO.
segundo smlar
Engomadeira
Preclsa-se de orna molher qoe -ntanda da ser-
vico de engomados, no sitio a. 5 is Fsnsndfs
Vleira.
P ec'sa-ge de na criado : tra'ar na roa 15
de Novembro o. 81, ou Imperatii 47.
ATKINSON'S
WHITE eos
encanta pela saa docr.ra s-:arc e (L Itatte,
I Bmprogar s a de A i i < >r;gistal
nica eeseucia rex\Udtira.
ATKINSON'S
OPOPAMAX I HELI0TR0PE
WOOD VIOLET I TBEVOL
e MI ros perfumea celebres sA) superlora*
aos mia pela :ia orc e rum ooLural
Veiidtm-e eni toi.i a parte.
J. m. B. JkTXStrOK,
24, Od Bond Street. Londres.
L AVISO I Lefitinus rnente com o rotqlo-
escudo azul e amarello e a marca -le
fabrica um "Rosa branca" com
o completo endareco
NAO HA
KA1S
Oppret&o, Cotarro,___
:e<3 c.t iitHY.
Oblave if mili e'!t raosmaMaS. --
Deposito em todas aa Pbarnasat*
> AUGMENTA *
< H > < P TNICO ORIENTAL ^^^^ ^ CURA A CASPA IMPBDB A CAHIDA DO CABELLO 0 y a
M PERFUMA *
atarla atasallaia Calaoaraes Je
Pasa*
Capitolio? Rodr'sor-s no Pas-" e *e s SI
Mara. Fraaci8cn e Jrup. F-ancisco J .se dea I
-.s Goixa-t-s acst-i t ) Marta Ko.alioa doSaa-
v Goimaia-s. Leooor Aait i as Paatoi Guija**
aes, JocP. dos P^rs Goicr. rteg, Acelia B.
dos Paesos Goirrarae loto ',:. doa aaso* Oal-
m L dos PatSos Guima.-se*, '.dtcYta do intii
d'alma a toda' aa pfMcaa > ae d'gaaram da
acompanbar os ret-io* axrtaes m so? senara
leib'ad esoosa, i. 2i. ftib t a.J Mara Sosa-
lina Galicar&c4 do p. aso, e de rovo coividaa
os pareles a aaiiio- p.ra arfistir-m ss mistaa
e aenipnto qoe por soa alma mandaa resar na
O'detD 3* d*- S. FrancUcf, Ss 8 < oras da maatt
do da ) do corrate, sfucrd M a. 7- "a Se
seo papsame.Bto. e mai' cira vf-igecoole
K-alos por este ato de r>-\ mi e raiMaaa
fJanoel Domlafae a Silva
Nooagpain' ui de mu lai'e'.lj-.en'O
Goiloertce F. 3<^a e Irabel P .-uva. derra-
maiidj fobre a campa de sea ajurida s- lifri-
mas dfl caoda'ieo. c vdsn. oa parenkr e set-
eos daqnelle flnbdo e de seas pas para a- s'Sti-
rom as mi=sas qce nuadaa resar io ci 7 dj
'o:-ente. 8 boras da a>- r b, ni, matrls da baa
Vista, por alma do m r.T.c, t pelo qae ues'.e JA
ne confeseam agradecido .
S Ant- ala Moa-rlra O ai
Tn^efinin cia
A ylnva e Albos ur Jjr Antonio Moreira Das
onvirfan os oeu- prenles e amiios aara assis
tirem as uiltsas que man^am >es<* na Or'em
oe S. Francisco, te'ca leira 8 do correte, as 8
aoras da maoba pelo de.caoco eterao desea
estremoso maridv a pai ; desde ji aatecipam as
seos agradecimeotos.
t
POMADA ROoso*FA TANNIMO
PintornK i dirio caballo trinca a sui COI PIIHITIA
P0ADA DEALCATR0
QUINA contra aa pelliculas
SEGUNDO A FORMULA DO DOUTOR NYTN
PARS, F1LLIOI. rua Lifiyolle, SI.
^taawiu tu riUilirCO: C i r*|u Proinm ttlalea^
ASM!A
Para curar radicalmente a anemia, ch-
lorose, oa cores palidaSj opila9o frial-
dade, e todas as molestias qua tem sua
origem na pobresa do sangua.
Nao h remedio mais efficaz que as P-
lulas ante anmicas Brazileiras do Dr.
Silvino Cavalcante.
Formula approvada pela lma' Junta
de Hygiene de Pernarabuco.
Preos de urna caixa 1(5500
Meia duzia 88000
Urna duzia 15*000
BUPOSITO
BOTICA FRANCBZA
H. ROUaUAYRQL
n Rua da Cruz n. 22
Vinho Bordeaux
Fronsace Hedac
Vende ae em qoartoiaH e engarrafados na
Adega Portugueza
Roa das Laraogeira n. 4
Ennes Barbosa, Cooper 11,
Maoe| Cvale*.ite Brrelo, Veridi-uS >'e Oli-
ve, r* Lina. Syironio 0"!rjn:e L'ms, Alfreda
Cavalcaote Liiua (aa.e te Edoarao Cavalcsale
Lima, Anna Amelia de Alboque'qce, Alexandre
Deocieciano de Albuqnerqn. Mana da Cuncei-
gao Qoeirot, Joaqniua Cavalcante Barrete e Fran-
cisco de Oiiveira L'ma, pais, i mos cunhados
e dos de SyiipiiroLi Cavaicjinte Liosa, sr.de
cem do lutimo d'alma a todas i a p 'gnar-m sRompanbar een re'" BafAsas A o
cemiterto publico, e de n.vo coovi iits-oab para
aeststirem a missa qoe pela sas sima mandan
celebrar ni mat'ix ne S. trt, no da 8 d i cor-
rete, as 8 i/1 noras aa mao'-l, antecipanda
desde ja o sen pifando reeonbecisnento por
eBse srt i Je relindo candaae.
SKlM lr drusa
' noa Pedrois, Marta Pedresa, Joaqoic. C-.s-
tsnho aot-entesi. Jor u ri^ve. Petrosa, n
esposa Lina R.mos Pedrosa, soa fiba Ma-ia
A-ice Ramos Pedrc.-a Manuel wn Neves Pe o-
sa, Joaqnlm M. da- N-^ves Pedrosa e Jos Loix
Ferreira .prsenles) veem do iotiBM d'alma
ag-adeeer a totlis ss pencas qie se di, ntria
acompaoua' a soa oitima mora la .i resir-s mor-
ties de saa sempre lemorada file, trota, ta e
prima, Rosa Pedrosa, e de novo coovnam aa
peseoas de soa anvxade para as sas do 7- dls, que mandam retar por alma da
mesaia (loada, na ;ere]a de N. 8. da Peob:>. no
lia 8 do correte, as 8 boras da manda e mala
orna vea se coofesssin ^r.t j per este seto de
reliejao e candad.
f
1 anrn versarlo
Mara Magdalena M Dia e seo Albos cosvi
dam os seos paredes e amigas A aasietirea af
missas qoe maodam celeorar oa lgreja ao Ep-
rito Santo, As 8 oor s da maobA do dia 8 .o
corrente, pelo eterno repooso oe sao sempre
cborado esposo e pal, Jj Augosto Dia?, p-i-
aeiro anoiversario de sen fallecimento, coofes-
sando-sp desde suradecidos.
vori
t
flWaCo
Cerina Coas aira Bathasa 1.1
Hyglnu Barbosa L.ma e MaxtOaiolato
llenrique os e-a an igos parentes para a.-sis'i-
rem as rclrsas qoe m&adam tetar pela
alma de oa set>pre lembrsds espssa
Ca Cortea Cooslaica Ra^basa Lima, na >erca
f^ira 8 do correte, a 8 aoras. oa igrja de S.
J: de Riba mar, 7- da do tea faitecimento,
couNssando-se desde jA agradecidos por este
acto de religiSo e (-apiade.
S!^5!l3BBBaBBBBBBBBEiaaaSBBBSB^
Pudre Aa'c JjadeOlinda Barcellos
Dia 11 de Mate de !89A
Oavo aauiverdario de seo passamentj.
Sem Daos, meas traaos, a bcmaiidaJe
E' nuil dade.
ora por mim boj, qne szanba
Sarata orader.
Sacdada Ja sen< pits
Ol'hmm a mi^sa or ana alma
t
Domingos ieBeierra, Mara Beae .-.. lar-
qoes, Lioeratj Jo Marques icnttdao o? fa-
reotes e amuos par? asststir aa as ataaas ao 7
dia oe sea faliec'mente qo maodam mar pela
alma de eaa espose, m5i e gotra, na c.relia dt
S. Jos de Boa E.pi--a>xa oa do engei to Li-
rooelro, qoaru-feira 9 io correte, pelas 9 1/1
boras da manbi ficaodo de-de JA elerDtm"nte
gratos por este Beto :. ret^iAo e caridad.
t
A familia de D. Joanoa Baptista de A sejo
Bastes manda celebrar missss por sima da mea-
ra* nsds, na matriz da Boa Vista. As .boras
da minbA e quirU feira 9 do correte, trie- si-
mo dia do seo Infinsto passsmenls.
rrofesar acadeaalaa i
Silva BSiraa*
tA familia do mailoso i>rot
mico AlAerjl
Ai berta aa
acada
ua S'lvi Miranda u^cla
ni.rmi8*>svpor saa alma ks- 8 bor 4a
MdiJi de 7 Aa correte, ca Igraj de Se*
ta Tbaresa. Para aasisti. aa convida ates pa-
reles e amiK's e os dsqoelle Boa->.
+ Teco!ea> ua.ne de AlbsaaefOt*
ranhao, sea rcu her e ti Ibas asandam f
missss por alma de Jo Antoalo Moron
Dias, ns matrls de S. Loarenp, As b
da manba do dia 8 de Malo, AO sas
manto.
r




je
s
?SX2T D3 D32IST3.5
SOB A DIRECCAO
1)0
IS- y'SAQ 8APII3TA US. .EISA COSTA
Drama o ni cine o actos
POR
VCTOR HGU
VERTIDO PARA O PORTUGUEZ
POR
ERNESTO DE AQU.'LNO FONSECA
ACTO TERCEIRO
(Continua gao)
SCENA. VII
Don Ruy Gomes, Hcrnani
Don Ruy Gomes
Sabe.
Hernani
Sim, Duque!
Don Ruy Gomei
Por que'm'o juras tu.
Hernani
Pela cabeca
De meu pai.
Don Ruv Gomes
Hernani apparece d porta do escondrijo,
Ruy mustra-lie tu dos espadas na mesa.
Escolbe. Don Carlos j vai longe.
Trata-se agora de ajustronos conta.
Escolhe, e nao percamos tempo. Vamos
Trema-Io a mo 1
Hernani
Don
Tu queres um duello ?
Vcllio, pretendes combaier commigo?
Quemas de motu proprio
Lembrar-te um dia d'esU juramento ?
Hernani apresenlandorlhe a buzina que tira da
cinta
Escuta : toma e guarda esta buzina.
Em qualquer circumstancia, ou sitio, ou hora,
Senuor, como ta praza -se pensares
Qne eu deva logo terminar a vida,
Approxima-te e emboca esta buzina;
Nada maifl c misterperece Hernani.
Don Ruy Gomes estendendo-lhe a mo
A tua mo ?
apertam-s: as mos-aos retratos,
Sede todos testemunbas :
(Contina).
IBisurio de Pernambnfo Domingo
i Como haviara falhado as tentativas de.jam
outros sociolog os en tendea o illustre
professor de Gratz qne nos livros de todo
el les nada havia ntais que rotrago inapro-
veitavel e que era preciso nao s assen-
tar a sciencia sobre bases novas, como,
igualmente, ter por n&o existentes todas
as observaces, todos os modos de ver
antes delle apresentados. Ma como sup-
porque tarn fecundos engenhos s te-
nham alcangado em suas extenuantes lu-
cubragSes um amontuado de erros ou de
cousas inuteis Comprehende-se que ha-
ffiri que nSo fiza- mhutt a saturena
sem, ao menos, lgumas obserrao^es esa-' Soasare Am htilsm,
ctas. E esta justamente a verdate jSarrityk a* nooaoa amaro,
para ellr3 como para o escriptor das|
Luas das Rafas, livro, onde, a par de' Masett de mSm taibrcm-se ;
urna concepgao acanhada do problema E o carnaval tennraando,
sociolgico, pens eu, se deparam mui- Veiu p'ra o nmbo voando,
tos golpes de vista engenhosos e dignos Como um ave encantadora ;
de serem enceleirados entre as conquis-
tas da intelligencia humana.
Contina
Cloris deBevaqua.
POESAS
SOCIOLOGA
A concepcao
da sociologa cm
Cumplo wicz
I
A construeco de urna sciencia parece
tarefa demasiadamente vasta para ser
iniciada e concluida dentro dos aporta-
dos limites de um seculo. Realmente
que valem cem annos na vida eterna dos
mundos, e na rbita incommensuravel
Sobre, ou nao-qualquerhomem quemo ultraja yem descreyendo a
jater commigo c assaz nobra. i ___
Don Ruy Gomes
Porque? Tens meilo? Naos nobre f--Inferno !
Sobre, ou ua(
P'ra combate
Hernani
Velho...
Don Ruy Gomes
Toda a demora (' insoffrivel!
Yem matar-me ou morrer, eia mancebo!
Hernani
Morrer, sim. Acabastes de salvar-me,
Mau grado meu; portanto, a minha vida
Pertence-vos: tomai-a.
Don Ruy Gomes
Tu o queres ?
aos retratos
Vos vedes que elle o quer:
a Uemani
Faze depressa
A la prece.
Hernini
A ultima que faco
E' dirigida a ti, Senlior I
Seuhor falla
Don Ruy Gomes
Ao outro
Hernani
Oh, nao! A ti smente.
Velho, podss t>.rir-me com a laga,
On espada, ou punhal pouco me importa.
Mas, por piedad'?, d-me esta alegria :
Duque, permitte que eu a veja ainda,
Antes de a morte arrebatar-me vida !
V.M-a
Don Ruy Gomes
Hernani
intelligencia
humana, desde que o primeiro pensa-
mento abri em flor no rude cerebro dos
primitivos representantes da especie no-
minal, rbita de tracado irregular e cuja
orientao.o ainda nao foi possivel deter-
minar com seguranc.a ? Um epycicl
imperceptivel, urna curva inapreciavel
dentro desse circulo mximo que traca a
evoluco mental humana.
Entretanto, entre aconcepcao ousada
que primeiro affirmou a possibilidade de
reduzir a leis uniformes as manifesta-
rles de urna dada ordem de phenomenose
a que vem depois systematizar as obser-
vaces colhidas, num corpo de doutrina
expurgado e firme, quantas geraces nao
passain atormentadas pela duvida e pelo
anceio de empolgar a verdade fugitiva,
quantos dramas se nao desenvolver na
face da trra, quantos imperios, as vezes,
nao surgem e se esbarrondam ?!....
Nao nos admiremos, portanto, de que o
seculo XIX nao tenha podido legar aos
pensadores dos seculos futuros, a soluco
definitiva do problema sociolgico. Ao
enfrentar o temeroso problema, encon-
trou elle valiosos materiaes. De um la-
do, eram os extraordinarios desenvolvi-
mentos das sciencias physicas e biolgi-
cas que, aclarando os horisontes e aug-
mentando o cabedal da experiencia, offe-
reciam ao investigador moderno vanta-
gens inextimaveis. Por outro lado, eram
as tentativas de Vico, as abordagens de
Montesquieu, Herder, Kant e outros espi-
Rei Pegurciro
(HENRI HEINE)
O joven pegureiro rei : throno imponente
Radiante possue na vivida collina ;
Sua c'ra real formou-lh'a o sol potente,
Cujo curo precioso a fronte lhe Ilumina.

Saltitam-lhe em redor gentis, condecorados
De cruzes cor de sangue, os candidos cordeiros;
Sao camaristas seusnovilhos denodados
Semelhando a pavoes, soberbos e altaneiros.
Ha cmicos do reios pandegos hircinos;
Ha msicos tambem... sao da real capella :
Cada ave toca flauta e o gado enche nos hymnos
Chocalhando a valer. Que msica to bella !
Dulcissima harmona em que entra o alegre riso
De abetos e cascatas Clica parece'.
E o pegureiroo rei, gosando o Paraso,
Molle a cabeca inclina e lnguido adormece.
Em quanto o somno o prende, o olhar volve sinstro
Corpulento mastim, melhor dentre os melhores ;
Dos dominios reaes o rbido ministro
De retumbante voz que assusta os arredores.
Dorme o rei; dorme e sonha e estas phrases murmura:
Bem difficil misso de reinar esta minha !
Ah que onde eu vou fruir minha maior ventura
E' no meu proprio lar, junto meiga rainha !
Quanto doce posar no momo eolio della
Minha fronte real, dormir, sonhar... oh? quanto!
Nos teus olhos gentis est meu reino, oh! bella!
Meu poder infinito, o amor, a luz, o encanto
Abril 1894.
Alvuida Cunha.
Elogio Dramtico (*)
Por occasido da inaiigurafdo do Tluatro
de S. Izabel
Monumento honrador de Grecia e Roma,
Quando Roma existi, quandohou ve Grecia,
Surge, avulta entre nos, honrando as Artes.
Surge, ufano de gloria, eleva aos Astros
A fronte altiva, que s Idades mostra
Do seculo o saber, a luz, e o nome.
Monumento honrador, que aformozenta
Hum paiz, onde as Gracas folgao, brngab,
Onde o genio reduz, e desenvolve,
Mimos e gracas, que lhe deu Natura :
Onda brando serpeia, sussurrante,
Capibaribe ameno, encantos todo ;
Aqu, onde a Moral, erguando o bra90,
Ao menos permitte que lhe eu ouca
A voz urna vez sa derradeira'.
Ouvil-a
Don Ruy Gomes
Hernani
Oh: eu compr'hendo o teu ciume!
Mas ves que a flor da minha mocidade
Na mi > da morte est. S generoso.
Responde-me : consentes que, sem vl-a,
Eu a ouca?-Depois, podes matar-me.
Ouvil-a s Contenta o meu desejo '.
Com que dor-ura en perdera a vida,
Se te dignasses perinittir, Duque,
Que est alma, antes de ao cu subir serena,
Revisse a J'clla nos seus olhos puros !
Eu nada lhe direi; sers presente.
Depois, fiars de mim o que quizeres.
Don Ruy Gomes apantando para o cscontlrij"
anda al
Santos do cea Acaso este escondrijo
V. to profundo e surdo a uo deixar-lho
Ouvir algn cousa f
Hernani
Eu nada ouvira. V
Don Ruy Gomes
Etregaei Dona Sol em tua taita ;
A-sim se fez preciso..
Hernani
A quem entregue ?
Don Ruy Gomes
Ao Rei.
Hernani
Ol! velho estpido !Elle a ama :
Don Ruy (lomes
Qv. dizes ?!Elle a ama?
tternani
Enol a rouba:
- Elle nosao rival!
Don Roy Go
Maldito !..Vinde,
o mena va ; pressa
'II a perseguir o roubador corramos 1
Hernani
ttende-m 1 a vinganca, flrm certa,
Nao faz lano rumor qando cammna.
Souto. Podes matar-me. Mas consentes
Que eu ni j empregue em viagar tua sobrinha
E a honra da la nobra cas^i
>ia-me a ti n'essa vinganca '.
Concde-me esta graca, mesmo ao preco
De abran ps. Juntos sigamos
O Rei.Vamos I Serei teu braco forte,
E hei de vingar-te, Duque Depois disso,
Matar-me-lius.
Don Ruy Gomes
E enlo da tua vida,
Assim como boje, dispor.'i.'
ntosselectos que faziam entrever vastas A^0Qt& 03 yc0 Q as vrtudoa m
regioes solicitando a fecundacao da sci- Q^dQ Q cr as30inbrado, e espavorido,
enca. Mas, nao obstante, o enprehendi- A arecu qiul he medonho, horrivel;
ment era milito grandioso para ser le- ^ onde l verdade fu, e brilh
vado ao termo em um tracto de temoo E ndependante, altiva, a voz delata,
tam limitado. Lembremo-nos de quantos
E, ferindo o perverso, os bons ampara,
centenares de annos inedeiaram entre Hy- Tereis normSi 0 typ0 exCelso,
pocrates e Bichat. E a biologa nao ^_____t__________i: i*--------a.
certamente urna sciencia tam complexa
quanto a sociologa.
O problema biolgico teve de esperar
at que se firmassem muitas verdades em
outras dominios, das quaes elle dependa
irrecusavelmente, para, entilo ter a con-
veniente soluco. A
sociologa
igual-
Dos costumes, qne as leis mantem no Globo.
Sao os Theatros da Moral a escola ;
O Povo indcil retratado observa
O erro, o crime, que se espraia a lavra,
Em seu gremio, as classes, que sao suas :
Do virtuoso alli virtude aprende,
Dos mos tambem alli aos vicios foge.
O hypocrita feroz, despido assoma
Desse veo seductor, que illude os homens
mente deve a entido com que vai mar-
chandb, em parte, a deficiencia de pontos; J^ e sordido avareato,
de apoio sobre os quaes tern necessa- ye 'co vngader transtornft, abraza,
mente de repensar. E sabe-se que a'Co^s thesonros, que a injusica esconde
psychologia experimental, para nao falar; Um s vc0 no ^ Mm Jha vrtude,
1 exPl0" 1 Que escape aos traeos, ao vigor, e a forca,
Do mimico pincel, que a Scena esmalta.
Nos Cos de Olinda, jubiloso um da
rar convenientemente muitos dos domi-
nios que lhe cumpre avassalar para ser
urna sciencia em periodo de constituicSo
definitiva. Ainda se mantem na pha-e
da elaboraco ao menos em alguna de
seus departamentos. E justamente
delles que mais necessita a sociologa.
Sao attenuantes essas que devem ser
consideradas em favor dos philosophos
que tomaram sobre os hombros a pesada
e gloriosa empreza de arrancar, das en-
trauhas do desconhecido, o principio e a
forca que agitam e fazem rolar eterna-
mente a irrequieta humanidade, pela su-
perficie do planeta terreno, em demanda
de um ideal que se nao define ou se trans-
forma iucessantemente, movel no hori-
sonte do espirito, as vezes. radiante etam
prximo que o homem, ensoberbecido,
julga empolgal-o s com o extender a
mo, outras, tara distante, tam sumido na
immensidade que a mente vacilla, desvai-
r, sossobra.
Sao attenuantes, cer*o, o nao devem
ser olvidadas. Porem nao menos certo
que nenhum dos uossos socilogos con-
temporneos consegaiu entranhar-se pelo
filo principal do minerio cuja explora-
gao eraprehendeu. E, por isso, nenhum
fez ainda eschola, agremiando, em torno
de certos dogmas fundamentaos, um grupo
de iutelligencias, poderosas e fecundas
que proseguissem na senda eucatada,
aprofundando as verdades obtidas e del-
las tirando todas as naturaes consequencias.
Augusto Comte coacebeu a S(ciologia por
um modo que foi repudiado par Spcncer ;
Buclle apresentou vistas que differem das
de Schaefle ; Lilienfeld diverge de (um-
plowicz, como diverge de Tarde. Cada
axial, tendo um ponto de vista seu, c
pouco aproveitando do contingente de ob-
servagoes reunido por seus antecessores,
vai abrindo urna trilha nova que, como as
outras, corre o risco de ficar em olvido,
a similhancade um caminho tragado so-
os areiaes ondeantes do Sahara.
Esse modo de proceder tem sido ori-
gem de muitas das decepges soffridas no
dominio da sciencia social. A elle de-
vemos igualmente attribuir a infecidade
do novo livro de GumplowiczLua das
Rafasqne acabo de 1er por urna tra-
duego franceza.
Raiou aos fillios, que em seu seio habitu,
Um dia de prazer, suave, e puro,
Como as delicias, que nos Cos rodeio
O Throno excelso de Monarcha -Iramenso,
Que em salas de crystal esteia as bases :
Onde mares de luz rebentao, correm
Da face augusta, que illumina os orbes,
Que ledos gyriio na exteusao do espago.
Hermeto, cujo noma o Imperio acolhe ;
De saber, de virtude, ornado sempre,
Do Sanado Brasico o esmalte.
Firme esteio do Throno, e Patria caro ;
Hermeto para os bons, a gloria, qtypo,
Grandioso projecto, e excelsa empreza,
Fervendo em zelo, aperfeigoa, ultima.
Aqu, o nome seu ser gravado,
E o tempo tragador, de assorabro cheo,
Retrocedendo a rpida carreira
De seu cano veloz, submisso a Gloria,
Ao fulgor do saber, da Inteligencia,
Ha de lleso daixar virtudes suas.
Que brilhante porvir os Cos lhe aguardao !
Na lista dos Hroes seu nomo avulta :
Com elle exulta, oh! Patria! Olinda exulta.
F. Ferr ir a Brrelo.
() A poesa cima no>Sgura na collec-
gao, qua corre impressa das obras do
orador e poeta pernambucano, feta palo
commendador A. J. de Mello.
Virtude da Hypocrisia
( R. de Campoamor )
Eu vi com bastante pena.
Qu' hontem, alma da ininh'airaa,
Mandaste colgar, Helena,
Do teu balcSo urna palma.
0;i a palma nao tit'lo,
De urna candidez notoria,
Ou nao curto o capit'lo,
Que rs'a de ti a historia,
Pois dizem qne um imprudente,
Depois qua a palma avistou,
Affirmra, raaldizente !
Que um galn assim fallou :
Pouco de honradez nos resta,
Se nossas virtudes sao,
Como a virtude que atiesta
A palma desse balcao
Bam entenders, Helena
Esta indirecta malvada ;
Que j publica a scena,
Entre vos ambos pasada
Pos ao mirar embebido,
Diz baixnho o vulgo ruim :
Ha brisas que tem mexido
As flores desse jardim.
Tu negas o facto, Helena,
Pois, em materia de honor,
antes, o Cdigo ordena,
SSB MARTYR QOK CONFJES30R.
Se de ti fallar quizerem,
Sempre ser nescio intento;
Pois honra de ninguem ferem
Palavras que leva o vento.
Encobre sempre a verdade,
Que a virtude, em sua essencia,
opiniao metade,
Outra metade api'absncia
Palma ostenta ; uso pois ;
O mentir nao prudente ;
Mas par'algo Daus nao poz
O coragao bem na frente.
Era confessar nao se exponha,
Mas engaa pelo honor ;
Nos homens isso veRGOHHA,
as mulheres pddor.
Se alguem tua honra isenta,
Sabe pos que ha mil que sao,
Como a virtude que ostenta
A palma do teu balcao.
jos de VASCONCELLOS.
A canco de Muscttc
(MURGER)
Ao amijo dr. Jos Eduardo Tcixeira [de Sonta
Hontem, vendo urna andorinha,
Da primavera lembre'-ine,
De Musette recordai-me,
Co'os olhos cheios de pranto ;
E, durante todo o dia,
Fiquei n'um suave engao
Ante o almanack do anno,
Em que 1103 amamos tanto.
Nao morreu-me a mocidade,
Nem tu no peito ests morta :
Si tu batesse3 porta,
Eu abrira, deidade;
E j que eu tremo pensando
Que no amor s inconstante,
Vem paxtir com teu amante
O pao Mi felicdade.
Os movis do nosso quarto,
Nossos amigos de outrra,
Estao alegres agora,
Despirara o lucto antigo :
Vem ver quao tristes ficaram,
Aps a tua partida,
O leito, a taga, querida,
Em que bebias commigo,
Vestindo o vestido branco,
Que antigamenta vestas,
Como nos bosques corras,
Corrers, qual borboleta ;
Babars sentada sombra
Ua latadn, em que sentavas,
O vinho, em que tu molhavas
A aza da cangoneta.
Deus, que por mira nao te odeia,
Da la os gratos lampejos
Prestar aos nossos beijos
Nos bosques encantadores j
E, tu gentil creatura,
Nao santi, quando abracei-a,
As emogoes, qne senta,
E a traidora me dizia
Que eu j nao ara o que fra.
Va-te, adenB.. tu ests morta
Com o amor que apunhalaste ;
No calendario enterraste
Os nossos dias queridos ;
S revolvendo as cinzas
Pode a lembranga suave
Restituir-nos a chave
Dos parasos perdidos.
J. B. Regueira Cosa.
CURIOSIDADES D BRASIL
Goyaz
MESAS DE PEDRA
Perto de Santa Rita existe urna pedra,
da qual sae um pedestal de tres palmos
de altura e palmo e meio de dimetro ;
sobre esta columna ou cylindro est as-
sentada urna pedra de seis palmos de com-
prido, tres de largo c um de grossura,
formando urna mesa perfaita e bem nive-
lada.
Na estrada de Goyaz para a aldeia de
S. Jos existe urna mesa de padra, seme-
lhante a dos campos de Santa Rita.
ARCOS XA TUR A ES
Urna legua distante da Santa Rita ha
um fexo ou arco natural, de grande com-
pr ment; por baixo della passa a estrada
para o porto do Rio Vermelho.
Pode comparar-se gruta de Pausipe,
na estrada de Puzzoli para aples-
A gruta de Santa Rita atravessada
por um ribeirao e a estrada vai ao lado
delle.
Em Anta ha outro fexo semelhante,
posto que menor : este tem sessenta pas-
sos de comprimento.
Mallo Grosso
pao d'agua
Criam-se grandes arvores, a que dao
este nome, duas leguas a leste das cabe-
ceiras do rio Jaur, e a roda dellas (ar-
vores) urna especie de junco de haste al-
ta e dura, que serve como de canudo, o
qual introduzido pelos orificios naturaes,
que o tronco daquella arvore tem junto da
trra, della se tira a quantidada d'agua
bastante para beberra os viajantes, e as
suas cavalgaduras nos arenosos campos
dos Pareis, onde ha falta d'agua.
PREHISTORIA
Antiguidadc da navcjrago
Ocano
TIAGE.NS DOS NAVIOS DE SAL0MA0 AO
do
RIO
DAS AMAZONAS
II
(Continuagito)
Emfim nesta regio superior da bacia
das Amazonas, achavam prata e outros
objectos que as frotas traziain de Joppe
Jaffa) para Jerusatem ; os uomeJ dos que
estilo no texto hebra co da Biblia perten-
ciam lingua dos Antis, como ver se-ha
adan te.
Dssemos ha pouco que chagando-se
mais aos Antis, o ouro fino era abundan-
tsimo ; com effeito, os Hespanhoes tm,
durante cerca de dois seculos, effectuado
na lta-Amazonia, a lavagem das areias
aurferas, e a sua riqueza nao parece ha-
ver diminuido ; pois hoje, um indio, com
seu prato de raadeira, pode colher at ses-
senta francos de ouro no em urna hora (19)
Foi evidentemente essa regio que no tem-
po de Salomaorecebeu o nome de Tarschich:
pois a etymologa d'esta palavra tomada
da lingua Kichua, que a dos Antis.
Tarsihisch origina-se de tari descobrir
chichiy colher o ouro muido Tarsch-
sch pois o logar onde se descobre e co-
Ihe o ouro miudo. O abadnono de Ophir,
a vizinhanga de Parv*aim que foi preciso
tambem abandonar, pois que era nacas-
das em Joppe que moho perto de Jean-
alem.. O. cap. 9, v. 1J, do liv 1 4fi
Res diz : E tambem a frota de /firait
que trouxe ouro de Ophir, importoa
de quanttdades do arvore Abnug, e
dras preciosas. Notemos que nesta
geni as frotas al liadas trouxero de Ophir
duas sortea de raadeiras, os algimt e os
abmig, porm que nio mais quetio da
raadeiras as viagans a Tarschisch coj
ouro e prata forara o movel principal.
Se se resume o que tem dito os coa>-
mentadores sobre o nome de Tarschisck,
uns suppozeram que significava o mar ou-
tros pensram que poda ser Tarso, ctia-
de da Cilicia; uns apoutaram Carthago.
outros para Gades ; porm esaes logare
todos nao produziara nem onro, nem prata,
nem pedras preciosas, nem tambem pavitas
e monos. Houve quem sustentasse que
Tarschisch n.lo poda estar senao na costa
das Indias orientaos, o que vsivelmente
impossivel, pois que Joas, para la ir, loa-
ge de embarcar no mar Vermelho, foi em
barcar cm Joppe; e qua alui disso a
frota de Hiraih^sahia do Mediterrneo.
Emfim outros commentadores disseram
que Tarschisch podia ser nm porto costa occidental d'Africa ; porm a A'rica
nao tem pavoes, e os mais ousados adiuit-
tiram que podia ser una illia do MMMaX
Estes ltimos se t;m approximado mn pouco
mais da verdade, sem se atreverem porm
a fazer atravessar completamente o ocano
a frotas bem equipadas entretanto e qe
sahiam pnra effectuarem viagens de tras
annos. Independenteraente das pravas da
navegagao que temos dado na introdi d'este relatorio, aproveitamos esta ooca-
8ao para lembrar aos que esto sub a in-
fluenna de urna idea tao errnea sobra a
passagem do Ocano, qua em 1801, ame-
ricanos o tein atravessado na sua maior
largura, uns em canoa e outros cm janga-
da, desde Nova York.
Ora basta langar os olhos sobre um
planispherio para se convencer que. do
Cabo-Verde ao Brazil, a distancia a me-
tade da que existe entre Nova-York a as
ilhas Britannicas.
A junegao dos factos que tem respailo a
Tarschisch o collocam tanto quanto o sea
uome, na vezinhanga dos Antis, a Oeste de
Ophir e na parte mais rica da bacia daa
Amazonas.' A regio de Tarschisch adia-
se pois onde a temos indicado em nosso
mappa.
Examinemos agora algara nome 'g
objectos que traziam os navios de Salo-
mo c de Hiram em suas viagens trienoaea;
pois, excepgSo do ouro, da prata e daa
pedras preciosas, cousas conhecida dea
Hebreos antes d'estas viagens, os oatroa
artigos importados a Jerusalem alli chega-
vam com nomes ptrciuenics a lingua ex-
rangeira, e esses nomes estrangeiros eraaa
evidentemente do logar da proveniencia
dos artigos importados.
Fallemos primeiro das raadeiras pre-
ciosas e odorferas que uns julgarao aer
sndalo. Em o liv. 1 dos Res, cap. 11,
diz-se que os navios de Hiram trouxaraaa
ouro de Upbir e grande quantidade da ar-
vore d'almug, nome cujo plural almuga-
m. Almug pode ter sua derivaglo do>
vacabulo hebraico ala madeira dura oa
madeira consagrada, e do termo Kichua
mucki 1 odorfero, chairo, e cujo verbo
muka chairar* ; ou entio sua etymologa
est as duas palavras Kichua alli boto,
excallente, e inncki cchairoso ou cheiro.
Almug pois madeira de bom cheiro,
foi com ella, segundo a Biblia, que Salo-
mao mandn lazer as columnas do tempU
de Jerusalem. Parece que os navios ty-
rios foro os nicos que trouxes3ein esta
madeira; se o sndalo, podemos afSr-
mar que delle ha muito na Alta-Amaro-
uas. Km o livro dos Paralipomanos, cap-
9, v. 10, l-se : Os serves de Hiram e
de Saioraao, que trouxeram o ouro da
Ophir, trouxeram algum e pedras pre-
ciosas, donde resulta que esta ultima sor-
te da madeira foi trazidas por ambas m
frotas.
sano sa internar consideravelmente; as
facilidades offerocdas pelas novas deseo-
bertas, e a etymologa de Tarschisch sao
um concurso de circunstancias que deter-
minara a regio onde se achava Tarschis-
ch. Emfim digamos que este nome nilo
tem sua etymologa em lingua alguraa a
nao ser o Kichua. Para ir a Tarschisch,
diz a Biblia que o propheta Jouas erabar-
cou era Joppa : era pois para emprehender
a navegagao do Atlntico; poisjnocaso con-
traro tinha de embarcar no mar Ver-
melho.
Eis o que diz o vers. 22 do cap. 10
dos Reis :
* No mar, havia para Salomo urna
frota de Tarschisch, com a frota de Hi-
ram. Urna vez era cada tres annos, vi-
nham os navios de Tarschisch, trazando
ouro, prata, marfim, monos e pavSes.
Os Paralipomenos confirmam essas viagens
triennaes, dizendo liv. 2, cap. 9, v. 21 :
Os'navos iao a Tarschisch para o rei,
com os servos de Hiram: urna Vez cada tres
annos, vinham os navios de Tarschi-
sch.
Faremos observar que a viagam de
Ophir, no reinado de Salomo, nao lhe
renden senao 42) talentos de ouro, segun-
do o cap. 9 do liv. 1 dos Reis : e que os
Paralipomenos, liv. 2, cap. 9, v. 10,
completam esta narrago : Os servos de
Hiram e de Salomao. que trouxeram o ou-
ro de Ophir, conduziam algum preciosas As raadeiras chamadas algum
deviam necessariaaiente serem desambarca-
(19) No anno passado, e este anno
ainda, temos visto os relatorios dos offici-
aes da marinha peruana que estabelacem a
verdada desta assergo e queapontam, no-
meando-os, esses logares t3o ricos onde
as experiencias forara feitas debaixo de
seus olhos.
No texto hebraico, diz-se no plural nl-
emim, e este nome nao tendo sido en-
tendido pelos interpretes traduziram-no
em latim por ligua lubeni, ligua llijina a
ligua coralliorum. Sua otyinologia est
no hebraico; ala madeira, e no Kichua
kumu curva; ou ainda nos vocabuloa
Kichua dlli bom, kumu curva ; oa
algum ou algumim silo pois as madeira*
curvas ou as boas curvas. O erapre-
go dos almug para os pilares nos explica
o dos algum para os arcos entres esses pi-
laras e para a abobaias do templo.
O celebre ph lologo Max Muiier diz
ura dos muitos nomes dados ao sndalo,
no snscrito, valguka. Este va'^uka,
prosegue elle, claramente o noma que oa
marcadores judeos e phenicios teeni cor-
rompido em algum, e que os Hebreo
teem mudado e:n almug. He assim fiase,
o texto hebraico nfto lho teria dado se nao
o nome adoptado pelos Hebreos.
Comparando este vocabulo snscrito com
as etvmologias verdadeiras e expressi/aa
de almug e de a.'gum tiradas do Kichua
al-mucki e rJ-kuina, o valguka de Max
Muller nao admissvel e nao tem race-
bido as duas trausforma^oes que suppoa ;
alera de que, apezar da ua sciencia sn-
scrita, nunca podar elle achar Ophir nem
o ouro de Ophir no Malabar, esta parte
da India por elle indicada ; nossa deinon-
stragao j o tem provado.
A frota de Tarschisch lava va tambera a
Salomo aves chamadas luki, no plural
lakimi: este nome foi goralmentc tradu-
zido por pavo. Notemos primeiro que
a America ecuatorial possue aonan va-
riedades d pavoes e de per;.: oriundos
d'aquella trra, alli vivera no estado selva-
1. Fallamos aqu d'essas duas espe-
cies da aves, porque ambas t'-era os mea-
mos modos, ambas se tainas co.n orgulko^
abrem em leque suas pennas e fazem
roda.
Quem quer que tenha visto os peros fc-
zerem roda, sabe que noste momento tuk
um sora ura pouco abafado e muito par-
ticular produzido por estas ave p*ra ae
fazerem admirar. Pois bam, esta tuk
justamente a origam de tuki, palavra Ki-
chua que significa incitado da orgaiae,
orgul lioso.
(CoMtiHua)
r

, Mi Y


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