Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16664


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Full Text

AMO LI17 -- PMEBO 98
PA1 CAPITAL E LUGARES OXDU XAO SE PACJA PORTE
Por .res *ea adiantados............... 6g00
Por aeis ditos dem................. 94J00O
Por un anuo dem................. AlOO
Cada numero avulso, do mesmo dia. ....... *
DIARIO
SABBADO 28 DE ABBIL DE
PARA DENTRO E FURA DA PROVINCIA
Por seis mezea adiantados............... 13J500
Por nove ditos idem..........,.. 20)5000
Por um anno idem......-......../..? 270000
Qada numero avolso, de dias anteriores ........ #100
NAMBUGO
J^iriroa tft iiria Silbos
Oa Sr Amedc Prlnce & C
sle Paria, silo os 11 o so > agentes
exclusivos de aanuncios c pu-
blicac'oes ua Franca e Ingla-
terra
TELEGRAMMAS
SERVIC0 PAfiTIGLAH DO 0141
RIO DE JANEIRO, 27 de Abril, s 4
horas da tarde (pela linha terrestre.)
Effoctuou se hujo a 1.a secjHo prepara-
toria da Assembla Garal Legislativa.
Estiveram prssntes 25 deputados.
Acbam-se na corte 25 senadores e 48
depatudos.
Fui nomeado werabro extraordinario do
Cous-.lbo de Estado o deputado pela pro-
vincia do Rio de Janeiro, Dr. Domingos
de Acarado Figueir.
Cocsta ter sido nomeado interinamente
direc.or das offi;-nas de machinas do Ar-
senal de Mariuha de Pernambuco, Guilher-
me Cruz.
Confirmase a noticia das promocSes no
excrcito.
HINCO 04 AGENCIA HAVAS
Servido directo
ROMA, 26 de Abril.
O einbiixador de S. M. el-rei de Por-
tugal juntu a Sonta S, apresentou busb
credenciaes.
Su Santidade o Papa L o XIII rece-
beu boje os peregrinos portuguezes.
BERUM, 27 de Abril.

S. M. a rainha Victoria acaba de re-
gressar Inglaterra.
LISBOA, 27 de Abril.
S. M. el-rei D. Luiz contina a passar
mal de sade.
tiervico pela via Norte-Amrica
LONDRES, 26 de Abril.
O general G.rnet Wolseley, pronuncian-
do um discurso n'um banquete, declarou
que o excrcito e a marinbt da Inglaterra
seriam insuflScient"S para affrontar as con
sequeo-'uB do fallec ment do imperador
Frederico III.
PARS, 26 de Abril.
O general BoOlang-.-r vi d*r um grande
banquete aos seus amigns.
Agenda flavas, filial
i7 de Abril da 1888.
PAITE OFHtlAL
em Paruambuio,

SiCIOUALSDaDS. 1IH&A E
UITESATaA
DB
P08TUI.U E BRAZIL
Coaselbeiro loao
PELO
ManoeljPereira da Suva
Ministerio da Agricultura
DECRETO N. 9912 de 26 de masco de 1888
Reforma oa Correios do Imperio
REUl'LAREVrt
TITILO II
(Concluso)
*> reparlIfOe* e sea peanocil
CAPITULO XI
DIRECTORI* (ERAL
Art. 101. O servico dos correios e o da oavega-
(2o subvencionada continalo a cargo de ama di-
rectora geral quo
funcconar no edificio do cor-
edificios pblicos e, so na falta destes, em casas
alagadas mediante contracto.
Art. 115. Haver, ua capital da provincia das
Alagse em Jaragu, ta de Pernambncj em Cinco
Pontas, na da B*na na ponte da Companhia Ba
byan, na Corte na estacSo central da estrada de
ferrj D. Pedro II, na capital de S. Paulo na Las
e no Braz, em Santos e em Campias nasrespec
tivas estaces das estradas de ferro, estacoas para
a vooda de sello e, at a na hora antes da partid-,
dos trens e paquete?, recebimento e registro das
correspondencias que por elles* devam expedir-se.
% 1 Essas esUcoes estenio em immediata de
pendencia das administracet, por cijo pessoal se
ro servidas. as que exiatirem poder continuar
o pessoal que actualmente faneciona, mas no caso
de vag, sera observada a regra cima estabelo-
cida.
2 Alm dessas estaces pdenlo eer creades
re.o do Rio de Janeiro, ma. do m-.mo modo e com I *j** aessas esneoes po er C
as regalas inherentes s directoras internas da I outras nao a para o mesmo fim, em poito1 ou ea-
Secretaria de Estado dos Negocios da Agrical-1 tocoea do estradas de ferro, com, para commodida-
tara, Commereio e Obras Publicas, como se della
IConltuaeo)
MescUvam-se n'esaes autos c mysterios faceciaa
e ditos satyricos para agucar a curiesidade entre-
ter os espiritos, mas o fundamento, o assnmpto,
aio eafastavam da historia ecclesiaatica, que con-
vinba enaioar ao vulgo Franca, Inglaterra Hes-
p&r.ha, Italia, Allemauba, gosavam todas deases
spectaculos, lo diversos, todava, da poesa dra-
mtica grega ou latina, cojo conhecimento e gosto
ae perder naa trevns e barbaria da idade media.
Um Juan Encina, caatelhano, quasi contempo-
rneo de Gil Vicente, alargara o circulo doa
tutos e mysterio, formando dilogos familiares e
taodadoa em aesumptoa domsticos e pastons
dando-Ihes o ttulo de glogas. Era um passo
dado para desenvolvimento do drama, tirando-o
da acea da historia eeclesiaatica. Eatavu re-
ee'vada ao portugus Gil Vicente a gloria de crear
o drama, deserevendo assumptos mundsnos, pin-
tando caracteres, destrabando a-enaa dramticas.
Bembeteando dos ridiculos da sociedade, pbotogra-
ohaudo paixes e costomes particulares do poyo,
pondo ao vivo sobre e tablado aventuras agrada
Veis e interessantes, que abservam aa attencots e
captivavam oa espectadores.
Comecou Gil Vicente com myatenos e actos sa-
cramentaes, como sena anteceaaorea, passou de-
pe. & vida domestica, s aceas muodanaa, a qua-
dr-a variados de soccessos, reaplendando nes ver-
sos com tanto espirito, graca to pergrina, con
ceitoa tio asropriados, verdades to interesaantea,
que enthaiiaio.ua seus co upatrotas. Escreveu
igual mente em eastelbaao para agradar e servir
a sena viainh s que lhe supplicavam comedias e Ibe
essltavam o talento.
(Continua)
Uzease parte.
Art. 102. A directora geral dos correios ter
tres divisos doncavnaduacentral, contadoria e
thesoararin.
Art. 103. A' divislo central incumbe:
1. Toda a correspondencia com o ministro da
agricultura e diversas autoridades, com oa direc-
tores geraes dos outros correios, com os adminis-
tradores e com os agentes na provincia do Rio de
Janeiro; devendo abrir logo e diatribuir a rece
bida, excepto quando confidencial e reaarvada ;
2. Contractos e concessao d- patentes do pa-
quetes ;
3." Preparo de papis para despacho do Minis-
tro ou do director geral;
4. Concorso, ncmeacSo, distribaiclo, liceocas,
castigos, recompensas, promocs/o, aposentadoria e
registro do pessoal;
5. Crea ci e enppressSo de agencias e de linhas
postaos ;
6. Fiacal'sacSo directa e indirecta do servico
naa estaces e as linhas postaes, no t terres-
tres, como martimas, feita pelos paquetes subven-
cionados ;
T. Exame das raelamaedes coutra a execnc^o
do eervico cm todo o Imperio ;
8. Ioatrocc62S e ordena do director, quer se-
jam em solucSo de duvidas cu onflictos, quer
nao;
9 Horarios, itenerarios e mappas gecg.-aphico
postaes ;
10. Relatorio annnal, guia e boletim postaes ;
11. Claaaifiacao, guarda e conservado da cor-
respondencia e documentos que devem constituir o
archivo ;
12. Creaco, guarda e eonservacSo de urna bi-
bliotbeca.
Art. 104. A' contadoria incumbe :
1.* A escriptnrac-) da receita e despees da di-
rectora geral, a do correio do Rio de Janeiro e
das agencias ue;ta provincia ;
2. A distribuicib oa augmento de crditos para
as sdmtaiatracoes;
3-o A contabilidade da nivegacilo subvencio-
nada ;
4* A tomada de contas s agcni-iaa na provin-
cia do Rio de Janeiro e s admin^strsedas ;
5." A verificarlo e orizanisaco da cootas de e
p rs> o? eorreioa da. Uoo Uoivrsa I :
6." O exame da* contas relativas a forneeimentoe
e condcelo de malas, tanti por paquetes es-
trangeiros, como as linhas terrestres do munici-
pio neutro e provincia Jo Rio de Janeiro;
7. O preparo de documentos de desposa, assim
como das guias para expedicao de sellos, de for-
mulas tmpresaaa, de objecto de expediente e de
ntencilioa;
8. Os balaocos, menaal e snnual, di directora
geral e do correio do Rio de Janeiro ;
9. O ornamento da repartico;
10. A estatiatica das correspondencias, nao (
postadas em todas aa estaces do Imperio, como
distribuidas e em transito, no exercicio anterior ;
11. A recepeo, manipuiacao, devoluco aos re-
mettentea e consumo doa refuges ;
12. O ponto e as folhas para pagamento de todo
o pessoal da diiectcriae do correio dj Rio de Ja-
neiro.
Art. 105. A' tbesooraria incumbe :
1. Arrecadar e pgr.
2." O servico da venda da sellos adoesivos, car-
tas-bilhate, bilhetes-poatses, sobre cartas c cintas
estampilbadas ;
2. O aervifo d^ valea poataes de e para o in-
terior e exterior;
4. O servico da cobranza, nao de recibos,
lettras e obrigacoea por conta de particulares,
como de aaaiguaturaa para jomaes e outras publi-
cacoes peridicas ;
5.* A recepeo, guarda e expedicao de sellos
adhesivas, cartas bilbete, bilh_tC3 poataes, sobre-
cartas e cintas cstampilhadas.
. Art. 106. Haver tambem um almoxarifado para
a rec-epeo, guarda, f rnecimetto, conferencia e
expedicao de todas as formulaB impressss, objec-
tos de expediente c utensilios.
CAPITULO XII
ADMISlSTRAClo
Art. 107. O correio do Rio d-3 Janeiro ser
administrado pela directora geral e dividir-se-ha
em quatro soecea denominadas l.1 recebimento,
2. de distribuidlo, 3.* de registro, 4 de expedi-
cao
Art. 108. A' 1.a seccSo incumbe: a recepeo e
abertura das malas do ioterior e do exterior ; a
conferencia e manipulado das correspondencias
ordinarias contidas nesaas malas e sus distribui-
do s ontras seccoes ; i organisajo dos docu -
mentos de debito pelas correspondencias nao fran-
queadas ou do franqua insuficiente ; a recepeo
das correspondencias urbanas, sua marcaco,
apsrtaco e distrbuieSo s outras seccSes ; apre-
henso de correspondencias transportadas fraudu-
lentamente ; a. estatistica diaria daa malas e das
correspondencias entrada*.
Art. 109. A' 2.* scelo incumbe : a distrbui-
eSo das correspondencias, tanto no correio, como
00a domicilioa; a recepeo e registro dos aviaos
de mudanca de residencia: a classificacao e guarda
das correspondencias que nao tverem podido ser
entregues; a escolha e classificacao das corres-
pondencias cahidas em refugo; e a fisealieacao
dos servicos de distrbuieSo domiciliaria e da col-
lecta das caixas urbanas.
Art 10. A' 3.a seccio incumbe : registrar todas
as correspondencias; a recepeo e abertura dos
volumea de correspondencia registrada procedente
do Imperio ou de pases estrangeiros ; a conferen-
cia, manipuiacao e lancameato dessa correspon-
dencia, assim como sua diatribucio, tanto no cor-
reio, como nos domicilioa pe. a car ten oa da 2.'
seccio; o preparo e entrega 4.a seccio dos volu
mes de correspondencia reg'.rada com ou wo
valor que tiverem de .ser expedidoa ; a chasifica-
co e devoluco da que nao ti ver podido aar dis-
tribuida; a classifica3o da que cahir em refugo ;
a entrega dos avises de recepeo; e a estatistica
diaria do servico a seu cargo.
Art. 111. A' 4.* seclo incumbe: o preparo e
expsdicio daa malas para o ioterior do pas e para
o exterior; o servico d correio ambulante da es-
trada de ferro O Pedro (I e de qualquar ontro
que dependa do correio do Ro de Janeiro.
Art. 113. Contina ha ver em cada capital de
provincia, excepto na do Rio de Janeiro, ama
dminstraco de correios.
Art. 113. Essas administracoes tero a seguinta
elaaaificacSo : 1.a classe 8. Paulo, Minas Geraes,
8. Pedro, Pernambuco, Babia e Para; 2.a classe
Uear, Maranhio, Paran; 3.a classe Alag*,
Amasonaa, Espirito-Santo, Santa Catharina; 4.*
classe Goyas, Parahyba do Norte, Rio Grande do
Norte, Sergipe; 5.' classe Matto Grosso e Piauby.
Art 114. As administracoes tuoccionarao esa
que, como
modo : um
de do publico, em qua'quer ponto dascidades osis
extensas
CAPITULO XIII
AGENCIAS
Art. 116. Hovera quatro claasea de agencias
immediatamento snbrdinadaa s rcspcc'ivas ad-
minietraedt'3.
1 A' 1 classe pertcerSo : as do Nictheroy e
Campos no Rio de Janeiro; as de Santos e Campi-
naa em 8. Paulo; e as do Rio Grande e Pelotas
na provincia de S. Pjdro do Sul.
2o A' 2 classe pertencero : as de Parabyba
do Sul e Petropolis no Rio de Janeiro ; a de Jnis
de Pora em Minas ; e as de Rio Claro, 8. Carlos
do Pinhal, Sjrocaba, Piracicaba, Taubat, Casa
Branca, Amparo, Guaratinguet, Ribeirlo Prcto e
I'. em 8. Paulo.
3 A' 2a classe pertencero : 1, as agencias
estabelecidas nascidades e villas ; 2a, as que tive-
rem dado em cada um dos tres ltimos anuos fi-
nanceiros renda superior a 690jOOO; 3 as que
forem centros importantes pela permute 580 de ma-
las com outras estaces ou pea diatribuieao de
correspondencias mediante carteiros ruraea.
f 4 A' 4' classe pertencero todas as outras
agencias.
Art. 117. Na classificacao das agencias sero
observadas as seguintes regras :
g Ia As agencias de 2a classe nao podero ser
elevadas a Ia, sena) por acto do ministro da agri-
cultura sobre proposta do director geral, para o
que devero ter dado em cada um dos ltimos an-
uos financeiros renda superior a 10:0304000, ou
ser centros importantes de correspondencias.
2o As agencias de 3* classe paasaro a 2a des-
da que aua renda annual exceda de 5:0O0JO0O.
i 3 As agencias de 4a classe pasaaro a 3a
quando tiverem dado em euda um dos tres ltimos
anuos financeiros renda superior a 6004000; e, no
caso previsto no n. 3, 3 do artigo antecedente,
por acto do director geral.
Art. 118. As agencias de 4a classe terj crea-
das, no municipio neutro e provincia do Rio de
Jauera, pelo director geral, e, as provincias,
pelos administradores.
g Ia Esta creaco s ter lugar depois de veri-
ficar se com a poaaivel exactidao (excepto na ea-
tacoaa de estradas de ferro onde, sempre que for
necessario, devem ser creadas essss agenuiua),
iiiu t o ..wBro don UiuradOreS OS localidad*: ua
extenao de r> kilmetros a a distancia em que fie
a agencia maia prxima, seno tambem a despesa
a faxer-se com a condcelo das malas.
g 2a Quando nao houver probabilidade de renda
que ebegue para a gratificaco do agente e as
diarias do estafeta (no caso de ser preciso um ra-
mal,) nao se dever crear agencias, salvo si oa mo-
radores da localidado nbrigarem-se a propr, para
agente e para eatafeta, pesioas idneas, cem as
quaes nao ae deopeada scoSo a renda aparada.
g 3" Na creaco de agencias de 4a classe haver I
commuuic >cSo do director ao ministro e das admi -
nistraces directora cm os fundamentos do
acto.
Art. 119. Na capital do imperio, as capitaes
das provincias e as cidades e villas onde houver
caixas urbanas, poder haver, com antorisaco da
directora geral e dos administradores, pessoas
idneas que se incumbam de vender sellos em suas
casas de negocio, percebeodo at 5 /o de porcenta-
gem dos que compraren) para esse fim.
Arf. 120 Devero ser supprimidas as agencias
de 4a classe, quando nao haja quem nellas queira
servir pe* gratificacao estabelecida, ou qumio
seu rend .euto nao chegue para o respectivo cus-
teio, salvo circumstanciai especiaos.
Art. 121. Nao s as agencias de Ia e 2 claeaea,
como as de 3a cojo movimento f6r importante, fonc-
cionaro, na falta de edificio publico, em caeas
para esse fim alugadas por contracto, as quse,
sempre que fr possivel, os agentes devero morar.
CAPITULO XIV
KBHBBO E VESCIMBSTO DO PESSOAL
Art. 122. As denominacoes, numero e venc-
montos dos empregados da di.ectoria geral do cor-
reio do Rio de Janeiro e das outras administracoes
constam das seguintes tabellas :
Directora geral e correio do Ri de Janeiro
Ns. Denominacoes
\ Director geral
1 Sub-director
1 Contador
1 Thesoureiro
4 Cheles de seceo
10 Primeiros officiaes
15 Segundos officiaes
30 Terceiros officiaes
4 Piis do thetoareiro
1 Almoxarife
1 Ajudante do almoxarife
1 Archivista
1 Porteiri)
1 Ajudante do porteiro
Administracoes de Ia classe
1 Administrador
1 Contador
1 Thesoureiro
1 Primeiro official
3 Segundos officiaes
6 Terceiros officiaes
1 Piel do thesoureiro
1 Porteiro
Administraeois de 2- ciarse
1 Administrador
1 Contador
1 Thesoureiro
1 Primeiro official
1 Segundo official
1 Terceiro official
1
Vencimento annual
10:000*000
8:00 >*000
6:600*000
5:400*000
5:000*000
4:000*(00
3:000*000
2:400*000
2:400*000
3:000*000
1:800*000
2:000*000
2:400*000
1:600*000
5:000*000
4:00*000
3:200*00U
3:200*000
2:400*000
1:800*000
l:fl00000
1:800*00 J
3:000*000
2:400*000
1:600*000
1:800*000
1:600*000
1:400*000
1:400*000
2:400*000
1:000*000
l:200*0o0
2:000*000
1:400*000
Porteiro
Administracoes de 3a classe
Administrador- theacareiro
Contsdor
Officiaes
Administracoes de 4a classe
Administrador thesoureiro
Contador
Administracoes de 5' classe
Administrador-thesoareiro 'JawSi
l Contador 1:100*000
g 1" A tere parte desees vencimentos sera,
conaiderada como gratificacao pro labore.
g 2o Os thesoureroa, alm dos vencimentoa da
tabella, terlo urna gratificacao para quebrs, aend
de 800*000 para o da directora geral e de wu
para oa das administrado as de Ia e 2a classe.
Art. 123. as adminitrae5es de Ia l*">1 fJ5?
renderem annualmente maia de 300:00*wu,
haver, alm dos empregados do artigo 1. o
ebefe de seccio coa o vencimento annual de.....
3:600*000 para dirigir os servicos do recebimen-
to, dstribaico nos domicilios e expedicao das
correspondencias. .
Art. 124. as administracoes de Ia *f^.cuJ
rend.mento annual exceder de 300:000*000, tirar-
se ha'doexceeso da renda 1 1/2 0/0
gratiSosacSo, se dividir do aegainte
terco para o administrador, at a quantia de..
1:000*000, e doua terjoa divididos em 19 quotas,
cabanfo ao contador e ao thesoureiro tres cada um
ao chafe de seceo e l'-pfficial duss a cada um, e
aos segundos e terceiros oesgnados na tabella a
qua sa.refere o artigo 122 ama a um.
Art 125. A'm dos empregados do artigo 122,
ha veri na directora geral, no correio do Rio de
Janeiro em cada administraci, segundo a classe
a qae perteocer, o numero de praticautes, cartei-
roa e serventes que o mioiatro marcar, sobre pro -
posta flU director geral.
l*'Na directora, no correio do Rio de Janei-
ro e as odmiaistracoes de Ia classe haver duas
clasaes de praticante8 e duas de cart 'iros, nao de-
vendo nunca o numero dos de Ia exceder castado
do numero dos de 2a.
2 Na directora e correio do Rio de Janeiro
os pr&ttfaofee de Ia classe tero a diaria de....
4*500 e os de 2a a de 3*500 ; os carteiros de 1*
a 4*000 c os de 2a e os Je 2a a de 3f 500; es ser-
ventes a de 2*.
3* as administracoes de Ia classe oa prati
cantea de Ia claase tero a diaria de 4*000 e os
de 2< a de 3*000; os carteiros de Ia a de 3*500
os do 2 a de 3*00) ; e os serventes de 2*.
4a Quanto s outras administracoes, o minis-
tro marcar, sobre proposta do director geral, a
diaria que os praticantes, carteiros e serventes de-
vana ter.
3a Para os lugarrs de pratic inte e carteiro
de Ia claase sero nom:al.s os de 2a darepirti-
co em que se der a v .g 1.
Art. 126. No correio do Rio de Janeiro e as
administracoes de Ia classe o director e oa admi-
nistradores podeio crear logares de snpplente,
ra:'s dmente tantos quantos poasam ser pagas.
como praticantes e carteiros de 2a classe com a
metal- da diaria que os praticantes e carteiros
deixirrm do recebr quando doentes.
Art. 127. Naa administracoes de Ia clasae, ou
d quulquer outra, que tiverem agjoeias de Ia
classe. correios ambulantes e e.taco-a de que tra-
ta o artigo 115, haver, alm dos empregados
cujo numero fixado no artigo 122 e do pessoal
de que trata o artigo 12., maia tantos praticantea,
carteiros e serventes, e officiaes, quintos forem
necessarios para eases correios, agencias ou esta-
ces.
Art- 128. Aos empregados da administraco do
Amazonia poder o mioiatro conceder urna grati-
fieac&j. local que nao e:coder de 30 por cento dos
vtncimeut ;s filados.
Art 129. O pessoel doa correios ambulantes e
o do servico no mar perceb?ro urna gratificarlo
addicioaal de 20 por cento para os primeiros e se-
gundos officiaes, de 25 por cento para os terceiros
e de 30 por eento para os praticantes. Esta gra-
tificacao nao ser abonada aos que faltarem ao
servico por motivo justificado ou nao.
Art. 130, Qada agencia de Ia claesa ser diri-
gida pjr um Ia official tt-ndo como ajuiante um
2, se rendar annualmente mais de 40:000*000 e,
neste caso ter nm 30 offiaial e um thesoureiro
com veueimeato igual ao do 2 official; c por um
2 official, tendo como ajudanta um 3* as que r ctereuinoBalm;"re at 4(v:000*VOO e, ueste caao
tero *mWeb. um th scareiro com vencimento
igurfaode 3 official; a de Netneror, purea,
ser dirigida por um 3" official, tendo como aju-
dante um praticante e nao ter thesoureiro.
Art. 131. Os officiaes e thesoureiros das agen-
cias de Ia classe podero ter, alm de seus ven-
cimontos, gratificacao local arbitrada pelo ministro
sobre proposta do director.
Art. 132. Oa agentes de 2a classe percebero a
gratificacao fixa unnual de 1:800*; es de 3, con-
forme a importancia da agencia, a de 210* a...
1:400*, eos de4a classe a de 120* a240*000.
Paragrapho anieo. Para a execnco de 2 e 3a
partes destes artigos jdirector geral submetter
appravaco do ministro desde j urna tabella,
nao a de todas aa agencias de 3a e 4a classe com a
renda de cada unta, como das gratificacei fixas
dos agentes ; e annnalmente, no mes da Fevereiru
as alteraces que easa tabella deva ter.
Art. 133. as agencias de 2a class-, e as de
3" que renderem maia de 3:003* ann talmente os
agentas terio sjadantes tambem com gratificaso
fiXi, a qual, couform a mportuuoia d* age.oii>,
aera arbitrada palo ministro sobre proposta que o
dir. tor apresoutar desde j e Jannualmente no
mes Je Fevereiro.
Art. 134. Aos empregados incumbidos de com-
miaso fra da provincia em que tiverem exerci-
cio, serao abonados: passageai para si smente,
ajuda de cueto equivalente a um mea de venci-
mento, e ucea diaria at 50 / deste, a qualjser de
metade para o periodo decorrido, nio s da data
da partida at o dia em que comecar a commia3ao,
como do dia em que esta terminar at aquello em
que o em pregado ebegar sua repartico. Ao
director geral compete tirar essa diaria, conforme
a natureta da commiseo.
' Art. 135 Os empregados incumbidos da injpec
cao de agencias tero direto pusagem e, a'm
do seos rencimentos, a urna diaria ut 6*000, que
ser arbitrada pelo director e pelos administado-
res.
Art. 136. Oa empregados promovidos ou remo-
vidos por conveniencia de servico, quando tiverem
por iseo de mudar de residencia, terio psssageuj
gratuita para si suas familias e urna ajuda de
eusto correspondente metade do vencimento meo
sal dos lugares que elles lorem oceupar, quando a
mudanca fr para ontro ponto da meama provincia,
ou ao vencimento de um mes, quando para pro -
vincia diversa. __
CAPITULO XV
ATTBB0IC0ES E DSVSBE8
Art. 137. O director geral dirige supenormen
le o servico postal e o da nsrvegaco subvenciona-
da em todo o imperio, administra o eorreio do Rio
de Janeiro, recebe directamente ordena do minis-
tro da agricultura e equiparado, para todos os
effaitos, aos directores da Secretaria d'Estado.
Compete-lhe, alm do disposto neste regulamento :
1. Corresponder 88 directamente com o mioia-
tro da agricultura e com todas as autoridades,
excepto es outros ministros d'Estado;
2." Autorisar, por escripto, o pagamento das
depexas, drntro das verbas votadas no orcameu-
3.a Requisitar do thasouro nacional, com mtor-
maco escripta do contador, auprimeoto ao tha-
souro, dos fundos necessarios para o pagamento de
vales poataes e outras despesas da repartico.
4 Autorisar o aupprimento, a crdito, de sellos
s administracoes e a agencias do municipio neu-
tro e provincia do Rio de Janeiro, assim como o
aupprimento de formulas impressas, objectoa de
expediente, utensilios e mobilia.
5. Propor .ao .ministro a distribuiclo dos ere
ditos para as administraes em cada exercieio e o
augmento delles, quando isto fr indispensavel;
6 Celebrar contractos para todos os servico,
ficando dependente da approvacAo do ministro os
que exederem de 5:000* por anno ;
7 .< Informar ao ministro sobre pretencoaa 4 con-
cesso de patentes de paquete a navios nacionaes
ou estrangeiros; ,
8 Informar motivadamente ao ministrs sobre
aposentacio, demisso e remono dos emprega-
dof ;
9. Deferir jarameoto e dar posseaos emprega-
dos da directora e correio do Rio de Janeiro, ojo-
ceder-lhes licenca at 30 dias em um anno, advi r-
til-oi e suspendel-os at 15 dias nos termos deste
regulamento ;
10* Nomear examinsdotes de concursos;
11." Distribuir o peasoal pela seoeas da direc-
tora e correio do Rio de Jamen, podando modal-
o de amas para ootraj srtsoes, quando julgnr eeo-
mereca
vrnieate, comtanto que o da theaouraria
eempre a confianc* du thesonreiro ;
12. Designar o pesaoal que no muaicipio neutro
e provincia do Rio de Janeiro deva servir, assim
nasestacSea de qae trata o art. 115 e naa agencias
de 1 claasa, como no correio ambulaote da estrada
de ferro D. Pedro II, ou em qualquer outre que se
estabeicca na msma provincia, e dispeosal-o
dessas commissoes qaando entender conveniente ;
13. Marcar horarios de servicos, assim com
itinerarios de estafetas e coaductores de malas ;
14.a Designar empregados da directora para
as visitas de nsp^cco que, pelo menos duas vezea
por anuo, em poos approvadas p'lo ministro,
devero ter as admia;strac3;s, asaim como a nave-
g*(o aubvencioaada. alm da inapecro a que ella
est sujeita, nos termos do decreto n. 5036 de 1 de
Agosto de 1871
15. Designar officiaes para a idspecco, nao s
dos correios ambulantes, como das agencias do Rio
de Janeiro, e autorisar a iuapecco Ls de outras
provincial por cmpregtdos das respectivas admi-
nistracoes ;
16. Decidir todas as davidas e conflictos que
so suscitar-m entre os difF.Tent-'-s empregados no
deaempenho de suas funeco-s;
17.o xpedir ordens e instruc^es ;
18. Adoptar uniformes para o passoal dos cor-
reios ambulantes e pira 03 cartCTOs, c>ulu?ror-?s
j estafetas.
19. Adoptar 0 syatema do material fixo ou am-
bulante necessario ao servico.
20. Suspenden at 15 das aos administradores
que nao rem tterem as ioformaces qua Ibes cam,-
pre dar ou que forem exigidas ;
21. Impor multas de 5* a 25* aos empregados
da directora e correio do Rio de Janeiro pelos er-
ras e omissoes do manos gravidade que elles com-
metterem no desmpenho da suas obrigacoas ;
22. Impor multa de 2* a 20* nos agentes, no
municipio neutro e provincia do Rio de Janeiro,
pelos erros c omisaas di menos gravidade que
elles commetterem na recepflo, distribuiclo e ex-
pedicao das correspondencias e quando no devido
tempo nao remetterem o batanete ou nao derem
as informicea que Ihes ferem exigidas ;
23 Impor multas a quaesquer peaaos eatra
nhaa ao correio por infraeco daa dispoaicoas des-
te regulamento (Cap X) ou de contractos ;
24 Prenler em flagrante delicto, na forma des-
te regulamento e solicitar da respectivas autori-
dades a priso de ompregadoa e de outraa pesaoaa
delioqueutes.
25. Propor ao m'niatro, annualmente, n) mes de
Fevereiro, a creaco ou auppresslo das estacoas de
qae trata o art. 114; nova classificaolo de admi-
nistracoes ; o eBtaoelecimento oa sappressio de
correios ambalantes e da linhas postaes terrestres ;
e o augmento se indispensavel fr, do numero de
empregados, praticantes, carteiros, serveares e es-
tafetas, para a dirr.ct ra geral do correio do Rio
de Janeiro, outras admioiitraoes e respectivas
agencias ;
26. Apreseatar ao ministro, no mex da Maic),
orcarneuto b.-lanco o relatorio concernentea ao ser
vic) postal e da nivegaf&o subvencionada.
Art. 13-i. Ao sublirector compete, alejo, do dis-
posto neste regulamento, dirigir os servicos incum
bidoa aeceo central, informar sobre todos elles;
onajuv.r ao dir-.-.-tor ni fiscala icio c iasnacso
lut-roaa; presidir aos concursad; ssr clavicular:-
do deposito de sci'o.
Art. 139. Ao contador compete, alm do dispoa-
to neste regalamento, dirigir oa servicia ineambi-
doa contadoria e sobre ellos prestar inforooaooea ;
e ser clav.iculario do deposito de sellos.
Art. 140. Ao thesoureiro incumbe, alm do dis-
posto neste regulamento, dirigir os servicos da
theaouraria. prestar sobre elles iobrinicoes ao di-
rector e contadoria, propr oa seus fiis ; clavi-
cularlo do deposito de sellos ; entrar no Thesoaro
Nacional at o dia 10 do cada m >z eom o saldo do
mes anterior salvo quando elle fr necessario para
as despesas da repartico, e, neste caso, o dire-
ctor dever fazer es "a declaraco no officio de
meas a do batanate mensil ao Thesouro.
Art. 141. O almoxarife ter seu cargo a rece
peo, guarda, fornecimento, conferencia e exped-
alo das formulas imprpsaas, objecto de expelien-
te e n'eneilioa.
Art. 142. Haver na directora um conselho
composto do director g.'ral como presidente, do
8ub lireetor, do eontador, do rhesoureiro e dos fiis
e dos chefes de seceo do correio do Ri* de Janei-
ro, am d >8 quaes eck o secretario
g Ia O conselho ter cada mez um% reunio or-
dinaria e as extraordinarias para qua fr coavocdo
pelo director geral.
2* O conae'ho ser oavido com voto consul-
tivo :
1- Nos casos de nomeao, promoco e aposen-
tadoria;
2- Naa propostas ie iniciativa do director geral
para ser altralo este r-gula.nj.-nto
3- Ni organisaco ou inodificacjh deustruc-
coas paraexecaci dos differeutes servidos;
4a No ora, 1 ment annual da desperas doa cor-
reios ;
5 as licit coas e contractos para compra de
material cuja importancia exceder a 1:000* ;
6- as lictacoes e contractos para conduce.!o
de malas, qu indo mportarem em mais da 1:03 >* ;
7 Na creaco ou supraaso de agencias ;
8' Na mudanca de classificacao daa agenciaa ou
das administracoes;
9- Na fixaclodas gratificacSes aos agentes ;
10. No augmenta ou diminuico do numero de
empregados, praticantes, carteiros, serventes e es
tafetas para a directora geral, corr-io do Rio da
Janeiro, outras administracSas e respectivas agen-
cias ;
11. Na creaco oa alteraco de linhas postaes ;
12. Na creao de correios ambulantes ;
13. a concesso do patentes de paquetes ;
14. Nos assumptos a respeito dos qaaas o dir -
ctor geral queira ouvil-o.
8 3 Uma copia da acta da sesso do conselho
on de parte della, acompanhar o respectivo pro-
ceaao, quando se tratar de assumpte que tenha de
ser submettido apreciado do ministro.
Art. 143. Aos chefes de seceo do correio do
Rio de Janeiro, alm do dspoato neste regula
ment, compete dirigir os servicos da seceo;
ilarecimentos circam-
r.speito de tolos os contrastos que
st feitos por intermedio da admi-
recommendar aos empregados o comprimentos o
dos seas deveres; reqaisitar os auxiliares ne
ceasarios para o prompto desempenho dos ser-
vidos ; levar por escripto ao cenhecimento do di-
rector geral e, na ausencia deste, ao subdirector
as occurrcncias extraordinarias que se derem na
aeceo e as diffieuldades que surgirem na execnco
deate regulamento e de qaaeaquer instmecoas ;
conceder dispensa at 24 horas ao peasoa' que
Ihes estiver subordinado; prender em Sagrante
delicto ordem do direetor.
Art 144 Ao porteiro da directora incumbe :
abrir fechar as portas do cionam a directora geral e correio do Rio de Ja-
neiro, nao a* as horas marcadas, como nms em
que para iaso reeeba ordem superior; cuidar da
limpesa Interna e externa do edificio; faser as
deapesaa audas da repartico, apresentando men
salmente uma conta documentada das effectuadas ;
tomar o ponto dos serventes.
Art. #15. A cada administrador, alm do dis-
posto neste regulamento, compete :
i.- Con esponderse directamente sobre assamp-
to de sua competencia, com todas as autoridades
da provincia, com o direetor geni, coa os outros
adminiatradores e com os agentes ;
2.- Autorisar, por escripto, o pagamento las
despaaas dentro de crdito distribuido respecti-
va administraoio ;
3- R-qaisitar das tbesouranas de fasenda,
com laformaoio escripta do contador, snppnmen-
tos de fundo para pagamento de vales postaes e
e outras deapesas da admlnistraco ;
4.- Autorisar o suppriamnto a crdito, de sello*
a agenciaa, assim como o supprimento de formu-
las impressas, objaeo de expeliente, utonsilios e
mobilias, nos casos qui o parmitta este regala-
meato ;
5. Dar directora esc
atanciadoa a
boaverem de
nistraco
6.- Informar motivadamante directora sobre
nomeaco, acceaao aposentado, de nisso e rema-
Cao de empregados;
7- Deferir juramento, dir posae aos emprega-
dos, coacedar-lhe lieeac* at 15 dias em am auno,
advert! 03 e auapeadel-os at 8 dias, na forma des-
te regulamento ;
8.- Nomear examinadores de concursos ;
9." Distribuir o servico pelos officiaes e prati-
cantea e, naa admioistracaa que renderem mais
de 300:000*, diatribuir o pessoal pela coutadaria,
teesnir.-riii, e seceo de rscebimento e expedU;lo,
polen! j mudal-o quandojulgar conveniente, com-
tanto que o da theaouraria sempre raer '91 a con-
fiiiif 1 do thesoureiro;
10. Propr directora nova classificacao de
agencias, asaim como a creaco ou 8uppreaao de
estaces com imm.diata depaaieacia di admiaia-
traco ("art. 115) ;
11. Commanicar directora oa motivos das
nomeaces e demiasaa de agentes ;
12. Designar o passoal que deva servir nao .
uas agencias de Ia classe e nos correios ambulan-
tes, como as estajo is da qua trata o art. 115 e
dispnsalo dessas commisses quando julgar con-
veniente ;
13. Propr director! 1 a creaco ou supprasso -
de linhas postaes e o augmento ou diminuico do
num ro da estafetas ;
14. Marcar trararios da servicos, assim orno
itinerarios de estafetas e conductoras de malas ;
15. Designar empregados para iaspaccoas das
agencias e correios ambulaautaa e bora assim da
navegaco subvencionada, alm da nspacco a
que ella est sujeita nos termos do decreto 5036
del" de Agosto da 18 U ;
16. Daeiiir tolas as davidas a eonffict03 que
se auscitarem entre oa empreg-tdis no deaemp3nho
de anas fuu.ces ;
17. Tomar providencias extraordinarias pira
restabelecer as commuuicac :a laterrompidas ;
18. Tomar conhecimeutodas queixas e reclama-
ces e fazer aa peaquizas nacassarias para eacla-
reeel-as ;
19. Impor maltas de 5* a 25*003 aos emprega-
dos da adminiatraco peloa erros e omissaa de
menos gravilade que ellas comaietterem no dea
empanho de anas obrigacaa ;
2'. Im.,r maltas de 2* a 20*003 aos agentes
oa proviuii 1 pelos erros e omisaoos de meaja gra
vida le que elles commattsrem na recepeo, diatri-
buieao a expedicao de correspondencias e quanio.
no devido temo >, nao remetterem o batanete ou
uo derem aa iaformitos qae Ibes forem exi-
gidos ;
21. Impor maltas aqaaeaquar pessoas estrauhas
ao correio por infraceaa daa'diapoaicea deata re-
galamento (cap. X) ou da contractos ;
22. Preuder em flagrante e solicitar das res-
pectivas autoridades a priso dos deaqoeutes ;
1> 24V P-*tpr diveetor r^rnl 49- aa uticur-
reacias extraordinarias, e as diflkuldades qao en-
contrar na exec-icao deste regulbm ;nto e de quacs-
qaer ustrucjoes;
24. Apreseatar ao director gara!, segando am
plaaoauifoeme para todas as aimiuUtra;3 ;s. re-
latorios succintos no principio de cada trimestre
e circumstancialo em Fevereiro sobre o estado dos
servicos a seu cargo.
Art. 146. Aos conta lores, al jo, do diapoato aes-
td regulamento, incumba exacutar e fase- ex ca-
tar os seguintes servias : escripturaco da re-
ceita e dcapeza ; tomada da conta s agencias :
exame de contas relativas a fornecimentos e i
coadueco de malas ; preparo dos documentos de
despesa, assim como das guias para expsdicJo de
sellos, obj actos da expadioate e uteuedios ; o ponte
e as folbas para pagamento do pessoal da almi-
nistrac) ; recepeo, m > ipa'ac i. devoluco o
consum dos refugos ; estatistica das correspon-
dencias, nao t postadas as estac-*s da provin-
cia, como distribuidas em transito, de modo que
ao mesmo tempo sa conb-c-i o movimento da cada
estaco postal ; o registro do passoal ; o orja-
men'o annual, os balancetes mensal e trimansal e
o bataneo annual.
Art. 147. Aos thesoureiros, alm do disposto
oeste reculamente, incuiab : arrecadar a receita;
pagar todas as despeis ; guardar tidos os va-
lorea ; propr seus fiis; prestar as informaces
exigidas palo administrador e palo contador ; en-
trar na theaouraria de faxenda,at o dia 10 de cada
mex, com o aaldo do m?s anterior, salvo qaando
elle tor neceasario para as despezaa da admioiatra-
Co, e nes.e caso, dever o administrador, no officie
de remeaaa do balancete meqsal theaouraria, fa-
ser easa daclaraco ; exacutar e fazer executar o
seguintes servC's : venda e expadico de sellos ;
regiatro das correspondencias ; vales postaes co-
branca, nao e de recibos, lettras e obrigaces,
como de as3ignaturas para jornaes o outraa pa-
b'ii-'icoaa peridicas: da diatribuieao das corres-
pondencias ordinarias e registradas.
Art. 148. Aos pjrteitros tuca nb\ rln ds ser-
vicos anlogos aos do porteiro da directora garal,
a compra, guarda e fornecimsuto de formulas ira-
prtssas, objectoa de expediente e utensilios, e
quaes juer outros que as circunstancias das admi-
nistracoes exigirem.
Art. 149. A cada agente, alm do disposto nes-
te regulamento, incumbe: corresponder-aa direo-
tamante, sobre assumptos de sua competencia,
aom o respectivo administrad ir, com as autori-
dades lo aes e, sempre que fr necessario, com
ontras repartieoes postaes ; faser as dspezas pa
raque estiver aatorisad); dar a ira; nistraco
os esclarecimentos por ella exigidos ; impor mul-
tas a prender em flagrante, ma termos leste re-
gulamento ; participar ao administrador todas as
iccurreacias extraordinarias; reoaatter 4 admi-
mstraco at o dia 10 do cada mez o balaueate
do mez anterior ; e entrar nai callectorias ou me-
sas da renda, quando he tor ordenado, cem o sal-
do da agencia, o qae as de Ia clasa; sara fsito
pelo thesoureiro.
Aft. 150. Aos ajadantea dos ageat?s da Ia, 2a
e 3a clasBe incumbes esariptaraco e oatabilida-
de da agencia.
Art 151. Exonerado am thesoureiro em agen-
cia de Ia elasse ou um agente de outras classes,
passar a qae-u o aubstitair, por mso de termo
em triplieat, oa sello cartas e outroa objeetos
m s u poder ; devenio deases termos ficar nm
como eubstituto, oatro eom o exonerado e o ter-
ceiro ser por esta remettido adminiatracl^ res-
pectiva juntamente com o balancata para 9->r li-
quidada a sua conta.
Art. 152. O agente de estrada de ferro qw
servir de agente do correio, quando for transferido
para outra estaca", pasa ir ao seu saeeessor es
sellos, cartas e outros objeetos em sen p'4er ; por
meio de termo, do molo establecido no artigo an-
tecedente. ,
Art 153. Ettincta ama agencia, dever o ex-
agente reeolh r aquella que for designada pela
administraclo os sellos, cartas e mais objeetos am
aeu poder, mediante termo lavrado em tres vas,
uma das quaes ficar i archivada na agencia desig-
nada, e a aeguud com o ex agente que, para
prestac" de contas, juntar a terecina ao Oalan-
oete.
Art. 154. Neohum empreado do correio entra-
ra no exercicio do lagar para que for nonsesdo
aem pr.svar jaramanto da bsm servir, sob pan* *e
nutlidade dos acto qae pratear %ln daa aeei
radas no oodigo criminal. so'emntdade
mtLWLWKtW^KtM
MM
1 lifBlKfl


f>
Diario de ^rnambncoSabbado 28 de Abril de 1886
-anatituir tambara o acto da poaae, da qatl dta-
la o direito pereepoSo do vencimento qaa ">
competir. .
Art. 155. Todos oa empregado do correio ao
kierarehicamente aubordinados entre si, na ordem
de su classe ; eato, pw. inmediatamente bu-
aord.nadoa autoridad.: .oper.or da repartido
oodativerem exercicio e, urna directamente, ao
chele do servico que deaempenharem.
Art 156 Oa encarregadoe de dirigir no servi-
as lis resp'onsaveia pala exeeuoo d'elle, mas ca-
a emp.-eg Jo individualmente reaponnavel pelo
mbalbo que 'bu ,i-,,8r ai3 confiado.
** ^ CAPITULO XVI
KOMiQCS, FUNJAS SBSTITIods
Art 157. Opesaoal do eorraio aera oemeado
"ioseguinte m>io: po.-l-er-'o imperial o direc-
tor o aab-diroctor, o contador, o thesoureiro, oa
atetes de aeico da directora, oa administrado
re. contadores, thaaoureiro* e cuetes de secco
ja,' admniatracoea; por portar do ministro os
las 2* e 3 offiiaea, o almwanfa e seu ajudan-
le,' os fiait da theaoureiro, o archivista o por te i-
r e seu .judite, da.dircctona ; os t*,* e 3"'
jfficiaes fiaia do thesoureiro, thesouretros de agen-
eus de l' claase, porteiros, das administraco.i ;
oor portara do director geral os agentes de \ '
ti claaaea e os estafetas no municipio neutro e
oroviucia do Ro de Janeiro, oa praticantes, car
teiroa e serventes, na directora ; por portara des
administradores os agentes da 2, 3* e 4' classes,
e os estafetas uas respectivas provincias, os pra-
ticautea, carteiros e serventes, as adioinistracoes.
Art. 158. Sia da livre escolha do governo os
eargas de director geral, sub director e theaou-
reiro na directora; administradores e theaourei-
rca, a administracSes observada a diaposicio
da ultima parta do art. 159.
Art. 159. Para dirigir as admioistracoea d^ 2,
3 e 41 classes, serio nomeadoe de preferencia em-
pread >s do -orreio, prestando a fian? de que
trata o rt. 170 os ana tiverem nomeaeo para as
de 3* o 4" classes. Qaiodo nomeados em commis-
s2o tanto para' esta, como a9 de 1 e 5", por as
im cuvir ao servico publico, nao perder? os
eus lugares nas reparticoca a que perteacerem
aem o direito aos aeceaaoa que Ibes competirem.
Art 160. Oa lugares de contador, chefe de sc-
elo, 1* e 2o official ser o prvidos por accesao,
urevaleeeodo a autiguidade nos caaos de gualda-
de de mereeimento; os acoessos poietn eff c-
taar-M da directora para administraco!, dustaa
para a directora e de urnas para cutras.
\rt. 161 Nas primeiras nomaacea que se fizu-
:"'j depuis da publieaoo do presente regulameu-
to pilera deixar de ser observado o diapoato nos
arta. 159, 160 o 163.
Art. 162. Serlo lugares de concurso oa de d
offioial, pratcaota e Mitn.
Arr. 163. A'a non acoes em virtaie de aceesao
e ai de 3* official preceder sempre proposta do
director.
Art. 164. Para oa lugares de fiel es propostas
sero feitas palos tbesoureiros respectivos ao di-
rector geral ou ao administrador, a5m de serem
tr&namittidas ao ministro.
Art. 165. O almoxarife propor pelo mesmo ma
do oa-'U ajudaute.
Art 166. Na concursos observar-se-hio as so
ruintes regras :
| !. Siri aunuueados 30 diaa antea.
2." Sarao [ireaididos na directora geral pelo
sob-direc'or e nas administracoea pelos adminis-
tradores.
I 3.a 'araos lugares de S* official sO sero ad-
mitidos os praticantes, e as provas.versaro so-
bro respostas nao s por escripto de asaumptos de
geograpbia poatal, e do regulamento, coino oaea
Sobre exeeuco dos servicos.
j 4." Para os lugares de praticanta de 2 cias-
te us canlidatos devero ter m*is de 18 annos e
manos da 25 lo idade, gozar boa sale e osur
vaccinsdo, ter bom procedimento e conhecer aa
hngjos portugueaa e francesa, geographn g.tu I,
eom desenvolvimento qaanto ao Brasil e aritbmo
tica at a tbeoria das proporges, inclusive, da-
vendo ser motivo de preferencia o conhecimento
das lingiMS inglesa e alldm.
| 5. Oa actaaes praticantes que concorrerem
aos lugares de i. offijial tambam prektaro exame
das materias exigidas no paragrapho antecedente ;
e, na falta d'eiles, sero admittidoi a concurso
pessoas de fra.
6. Oa candidatos ooa logares de carteiro de
:.' claase devero ter maia de 18 annos e menoa
d3 30. gozar boa saude, estar vaccinados, ter bom
proced ment, aabsr ler e escrever correctamente
c co:ibec-r as quatro operacoes taudamentaea
da arithmctic!!.
7." Oa candidatos poderlo apre3cntar docu-
mentoa que eomprovem s.uas habiiitagoes e Servi-
cia, devon lo na claasificac) ser attendidos os
que se nifwinHsl a materias nao exigidaa neatu
Tculamento, aem eorntulo dispensar-in do con-
eurao o candi lato, quaeaquer que sejam esses do-
cumentos.
S 8. ~s procesaos dos concursos realisados na -
administracoos para os lugares de praticante, de-
^eroser envialjs 4 directora geral, acompanha,
doi das in>rmc5e3 n^ceasarias, podendo ser an-
nulladoa aquelles em quo nao s tenba procedido
de cooformidada com -ia diaposicSas deate artigo,
ou que tivrecn sido julgados com manifesta in-
just:ca.
Art. 167. Para agentas de 3. classf nas cida-
des e villas poderio ser nomeados collectores ge-
raea.
Art. 16-3. Para es lugares i-e agentes de 4.
elaase podero ser noncadaa mulheres, prefenn-
do-se aa viuvar, filtias ou irmos dos empregadoa
do correio que para isao reunam aa condicoes ne-
eestanas.
Art. 169. Aa nomeacJa para os lugares de aju
danto de 2.* oa 3. claa8e aero feitas pelos reipe-
etivoa agentes, eob sua responsabilidade, deveo-
do dar 4 directora ou administraco centa
4esses actos.
,Art. 170. Oa theaoureiros nomeados destu data
jm dianta nao podero entrar em exereicio sem
que tenham prstalo a finca que Ibes compet.r,
eg'indo a tabella se;ainte :
Dneatua
Administrac de 1.a classe
2.
3.
. 4
."
40:000*000
25.000*0)0
10:0OOJU0J
SrO-JUOO)
4:000*000
2:000*000
A?e.ica de 1' claase com renda su
,or a 41:000* 10:000*000
Aseucia de 1.' classe com renda su-
0: tOOi 8:000*000
Agencia de 1.a classe com renda al
:0d0 6:000*000
r'ar.grapho i nica Easas fiancas sero pi-
das no Tceaouro Nacional ou nas (Desvararas,
em ceoforojidade com a I< gielaco de fi.seuJ u
Art. 171. O, fi U. como servem s^b a nispoasa-
.os thoaouieiros reapastivos, a catea pres-
tario a fiauv que exigircm.
Art. 172. O aimoxarite da ''.rectora g-ral
prestar a.ci 1: 5:0JO*, tamb m em uonformi-
dad-? con a legislay^io do fazonla.
Art. 173, O.- carteiros prestarlo a flanea do
200*000.
Arel74. QoanJo, para garantir oa interesaba
da tateui nacuma1, na > fr baataute determinar
ou que oa agentes de 2.a, 3.a e 1.' clasaea entrecn
par aa Cilecturiaa ou alinnintiavea respectivas,
em praso mais uu ui nos corto com o eaido das
*#spoctivaa ajeucias, ou que oo Ibes sejam for-
nejila* seiba a crdito, desde qaa neseas entra-
das ua-. h .ja a devida rc.'ulari lade, o director
geral e os alminiatradoraa piirao exigir q*e
i agentes pre'te Sanca cquivaUutq
importancia petir i o 'aea liaucas polero ar pro-tilas em
plices da divida publica, em cadaroetaa de ca'
si isooo.nica ou m liante eran assignado por
urna ou dnaa p"aajaa idon-oaa que sa ddciarem so-
li Jan .invite reapoaaaveia pala importancia de
qualqU'-r djbitc, leu o do limita marcado'.
Aru la. Ni dii .io 3aoatituilosvj;m
aeaalm^jlunjotia : o duvet ir p'lo sub-director
e, na ftlu deate, p*li cantador ; o sub-direetjr
uoatador e. ni fall i date, per um chafe de
eec i, e na falta deate pir um l. official a juixo
i a -celo pelos prim jiros uffiia'a e, qui-
lo na i ;t > houver mais de um, polo mais aoti-
go ; a ul.-aoxarita polo seu ajuJaa'e o, oa falta
um platicante d; sua confianoa ; o por
tein p-lo ajul<.nta e na falta deate por umpra-
"icaate qui o l.reo'.or deai^nar.
lo. Nas em sas hnpedi neutos ; os administradores pelos
jae, aa falte destea polos embregados
I ta grad lados, se 03 houver, excepto ca Un
sour.-.iros, os contadores pelos empregadoa mais
_ra iualoa se ou bouvdr, excepta os tbesoureiros,
ilos praticantes; os tbaaonreiros p;los- seus
e, na falla destea, pjr pessoas de sua con-
fiaja ; os chefes descelo peljj primeiros na
jta deatea, pelos segundos otBciaes ; os porteiros
per pratieantes qn os administradores designa-
re ; os tbesoureiros da agencias por pessoas de
ana confianoa.
Art. 177. O thesoureiro que nao tiver fiel no-
mear, com podiencia e consentimanto do seu fia-
dor, pessoa de sua confianoa par* substitu!-o,
quando imp dido.
Art 178. Faltando o thesoureiro e nao baveo
do pessoa afiaooada qs o substitua, o ministro
da agricultura oa corte e os presidentes nas pro-
vincias poaVSo nomear provisoriamenta pessoa
idnea para servir, inAffdeata de fiaoca.
Art. 179. Os subatitsrtoa das thesoureiroi nao
designados por estes servirs sob responsabilida
le propna, c nao devero tomar conta da thesou-
raria oa entregl-a sextio mediante bataneo e in-
ventario a que pioander na saa presenca.
Art. 180. Nas agencies serio substituidos em
seos impedimentos; os agente de 1 classe pelos
seus aj alantes e, na falta destea pelos 3 officiaea
ou palos pra ti cautos para ate Isa designados ; e
os agentes de ;2* e 3* classe pelos seus anudan-
tes.
Art. 181. Qlando vagar qu .lquor lugar de
agente que nao tenba ajudaate, o juis municipal,
e, na falta deste o juix de pas providenciar para
que o servco da ageocia contina a ser feito com
a mesma regularidade, nomeaado provisoriamente
um substituto do agente e eommuaicando com ur
genaia ao director g-ral ou ao administrador:
CAPITULO XVII
0 POSTO, SDSPESSIO, DEMlSslo E 0TBA8 PESAS
Art. 182. Na directora geral durar o traha-
Iho seis horas diariamente, excepto nos domingos e
das santos de guarda ou f- liados, podendo o di-
rector, nos casas urgentes e extraordinarios, pro-
loogal o ou determinar que se taca em qualquer
da.
Art. 183. No Orreio do Rio de Janeiro, nas oa
tras admlnistracoas o nas agencias de 1 claase
durar o trabalho, diariamante as horas exigidas
pelo serrco, devendo para este fin, sempre que
for possivcl, dividir s o pessoa 1 coi turmas.
Art. 184. laver na contadoria da directora
geral, em cada seifti do correio do Rio de Ja-
neiro, nas administracoea e nas agencias de Ia
claase um livro do ponto em que os empregadoa aa
sigaaro seus nomes s horas marcadas para co-
rarcar o trabilho, e qna dever sor encerrado pelos
contadores, chefes de secco e agentes.
Paragrapho nico. A' exceppo do director, do
no director e dos administradores, todos oa e r-
pregados estaro sujeitoa ao ponto.
Art. 185 U empregado qua faltar ao servico
soffrer deacooto oa perda dos seas vtncimentos,
conforme as regras seguiotes :
1/ O que faltor sem cansa justificada perder
todo o vencimento ;
2/ O com parec ment, sem c&uaa justificada,
depois de encerrado ojponto, importar perda de to
do o vencimento ;
3. O que faltar am motivo justificado, em dia
de trabalho extraordinario, conbecido com antece-
dencia, pender tres diaa de vencimento ;
4. Aquelle que retirarse do trabalho seta li
cenca do chete immediato, >u sem participar u
este que a obteve de chefe superior, perder trea
das de vencimento ;
5*0 que faltar cora motivo justificado perder
gmente a gratificado.
1. Sao motivos justificados :
1.a Moles! ia do empregado ;
2.0 Noje;
3.o Gala de casamento.
2. As faltas por molestia, at duas, sero jus-
tificadas, na directora geral e ao Correio do Rio
de Janeiro, peraote o chefe da ateco a que o em-
pregado peitencer; nas outraa admiuistracoea pe
raote o administrador e naa agencias perante o
agente.
3 Sero provadas com tostado medico aa
faltas por molestia, quando excederem de trea em
cada mez.
4.* Nao se conederaro justificadas as faltas
provenientes do destmpenho de servicos nao obri-
gatorios.
j 5. O descont ,r faltas interpollad is reca
bir smente noa diaa em que ellas se derem ; mas,
si as faltas forem successivas, o deeconto se estn
der taiubem aos das que, nao aeoio de servico,
se acharem comprcheudidol no periodo das fal-
tas.
6 Nenhura descont se far ao euipregado quo
n j comparecer a hora marcada ou nao aasgnar o
pouto :
Io Emqaanto estiver em acrvicida repartico
fra Sella ;
2 Nos das em que tiver de votar, se for elei-
to.
7." Noa casos de qua trata o paragrapho an-
tecedente, far-se ha a devida annotacio no livio
competente.
8. Das deeitois dos alministradores, aos
quaes compete nas provincias resolver sobre a
procedeucia das faltas, poder haver dentro de 10
diaa recursos pata a directora, e das do director
geral para o Miuiaterio da Agricultura
Art. 186. Tambera podero os empregadoa re-
correr, como no artigo aut cedente, de outraa pea-
nas disciplinares, as quaes devero ser sempre im-
postas por escripto e motivadas.
Art. 187. Sao causas de anspenso :
1." A pronuncia definitiva nos termos do Io
do art. 165 do Col. do Processo;
2. A reincidencia em faltas nao justificadas noa
das de trabalho extraordinario conbecido com an-
tecedencia ;
3. Faltar ao servico, sem justifieacio, oito dias,
consecutivos ;
4." Faltar ao servico habitualmcnte sem justifi-
eacio mais de dez uiis por mes;
5. Cobrar a entrega de qualquer corresponden-
cia quantia superior a devida ;
6." Ser rizoso na repartico on maltratar ae
pessoas que techara nella qualquer dependen-
cia ;
7.* Extraviar por descuido ou omUso quslqaer
objecto registrado eom ou sem valor;
8.* Negligencia ou qualqu-r motivo culposo, pelo
qual o empregado nao compra os seus deveres de
pois de admoestado ;
9." Desobediencii Vuluntaria eformal a ordena
superiores em oojecto de servico publico.
10. Desattendcr com gestos affrontosos ou com
exoressea offeosivas ao su superior;
11. Desviar ou subrabir qualquer correspon-
dencia ou valor ;
12. OSender inviolabilidada do segredo das
cartas.
1.* Neuhum empregado pode ser suap?nso sem
6er ouvido.
2. A suap-'naao s poda ser imp?sU por por-
(ra.
3.a D-s suspeneoes haver no prazo de 10
das recurso, nas adininstiacoes para o director
geral a na directora e Cor.eio do Rio do Janeiro
para o Ministerio da Agricultura
4 A pena de suap-nsao nao prejudica a de-
vida indemnis-.clo dos valorea desviados uu sub-
trahidoa.
5. A suspenso, excepto a preventiva, para
resp labilidade do empregado, ou a que reeuitar
de despacho de pronuncio, determinar perda' em
todos oa veucimentos.
Na bypotheae de suspendi proventiva o em-
pregado dcixar do recebsr a grat fcaco, c oa
prouncia ficar privado, alen disso, d/a meta-
de di ordeuado at ser i.fioal c ndiranado m
aboivido nos termos dos arte. 165 4a, e 174 do
Cdigo do Pruirsao Crimlua! ; retitaiudo-se a
outra motado,.dada a -.ibi Ivco.
Art. 188. Nos caaos doi na. 10, 11 e 12 do ar:i-
*(0 sal se ai preses oa que forera acha
dos em flagrante delicto, e tambera o serio aquel-
lea que, dentro d-. repartico travarem rizas e
dellas nao deaiatireuo dep>ia de advertidos.
Paragraoho oo.'O. Em quarquer desses casos
formar se-ha auto do que occorreT, o qual depois
asignado pelo chefe da repartico, por quem o
escrevere por dus tes te inundas, sei remetti i i,
com o empregado ou sam elle, ao juiz compe-
1. '
Art. 189. Os empregados e agentes do correio
tambera esto sujeitoa prisao udministrativa.
casos do decreto u. 657 de 5 de Dezembro de lrfl',1
e art. 36 da lei n. 62S de 17 de Seterrbro de
1851 ; devendo ser a priao requisitada na corte e
r : o thi^ioureiro pelo fiel qua naral *""'.' 1J.,j"''
STell devora prev.ameare desig4aar ; os Provincia do RiodeJaue.ro peto director geral ,
as.:... -J Ministro da AgricultJ
Agricultura, e nas outr..a provincias
peloB administradores aos inspectores das Toe-
soorarias de Fazeoda.
Art. 190 Sao causas de demisso:
i.* Condemnacio noa enmea do prevaricaco,
peita, sub ru, cooeusso, falsidade, peculato,
moeda falsa, forro, roubo e ho i
2." Ser procurador de partos em negocio quo di-
recta ou iudirectaaSento, activa ou passivaraente,
digam respeito ao coireo, excepto nos de inters
sea doa ascendentes, ou descendentes, irmos ou
cuahodos do empregado, fra dos caaos de dev.'-
reuj ser por esae despachados ou expedidos ;
3. Tomar parte por ai ou por interposta pessoa
em qualquer lootraete, tanto na reparticio em
ae exeree eraprego, como em qualquer outra re-
particio postal ;
4 A Tvelacio de negocios coondeociaes, e o
abu oo de confianoa em materia de servico publi-
co, devidamente comprovadoa ;
5. As repetidas faltas, continuas oa InterpolU-
das, ao servio'. sem causa justificada, depois da
urna advertencia e ama suopenao ;
6. A impossibilidado permanente, physica oa
moral, do exercer o emprego, quando o empregado
nao estiver em circumstancias de ser apsen
tado ;
Paragrapho nico. Fra do caso previsto no n.
1 deste artigo, nenbom empregado pode ser de-
mittido sem ser ouvido.
Art 191. Todca oa isxdividuos empregadoa no
servico po&taL sao esMsiderados como empregadoa
pblicos para pnica* dos crimes por elles ou coa-
tes elles commettidoa. /
Art. 192. rodos os ia ividnos empregadoa no
servieo poatal Uta civilmente responsaveia para
com oa particalacas pelas coosequenciaa da recusa
illegal da recepcio, transmisaio e distriboicao de
correspondencia, pdenlo ser contra eMes inten-
tadas bccocs por parda e damuoa.
CAPITULO XVIIJ
LICEM04S E ArOSBNTADOBli
Art 193. Aos empregados do correio podero ser
concedidas licenoas, com ou sem ordenado, por
motivo da molestia devidamente comprovado, ou
de justo atarease particular allegado por escripto
e documentado, quando soja poasiTdl.
1. A lcenoa s comecar a contar-se do dia
em que o interesado comecar a fazer uso dalla.
2." S por motivo de molestia conceder-se-ha
liceoca at um anno, podendo ser com ordenado
nteiro at scia mezea, e, de aoto em diante, com
metade do ordeuado.
3." Por qualquer outro motivo a licenca nao
exceder de seis meses e, sendo com ordenado,
ficar aujeito ao eeguiate desoonto : da quinta
parte, sendo a licenca at doua meses ; da terca
parto, sendo at quatro mezea ; do duas tercas
partes si exceder a quatro mezea.
4 O tenapo das licencas concedidas com or-
denado, suas reformas e prorogaces dentro de um
auno, a coutar do dia em que o empregado entrar
oo gozo da primeira, ser sommado para o fira do
fazer-sa o descont de quo trata o paragrapho an
tecedeote.
5. Era todo caso, fiado o prazo mximo da
lcenoa, mida mais perceber o empregado, uem
ser ella renovada ou p: rogada sera que elle vol
te ao exercicio de suas tunectes e permaneoa i or
tempo pelo menos igual ao da auaeacia determi-
nada pelo goso da Uasa0i.
fi. Ficar sem effoito s liceoca con-odida, si
o empregado nao entrar no goto della dentro de
um mes cootado do dia em que o acto da conces-
so for publicado no Diario Official, sendo na
Corte ; e oas provincias o prazo correr do dia
em que o reapoctivo picaidente marcar.
7 Nio ae conceder licenca ao pmpregido
que, tendo sido nomeudo ou removido, nao houver
entra lo no efectivo exercicio do seu cargo, e
oeste servido durante seis meses.
Art. 194. E' concedida aposeutadoria, ordinaria
ou extraordiuaria, aos empregados do correio.
Art. 195. Sao coidicoes imdispecsaveis para
b'er appsentadoiia ordinaria : Io, ter compltalo
60 anuos de dada e trinta de servico effectivo ;
2o, absoluta iocapucidade, physica oa moral, para
continuar ao exercicio do emprego.
l. Nh cootagem do tempo da servico nao
sero attendidog os diaa de auspooso e da f'alt s
nao jua.ideadas, uem as licencas por mais de 60
dias em cada anno.
2." A incapacidade physifa ou moral verifica-
se pelo ex isafl de tres facultativos e parecer fun-
damentado do director geral.
Art. 196 A apoaentadoria extraordinaria pode
ser concedida : Io, ao empregado que, contando
10 aonos de servido postal, se impossibilite de
coutiuuar no deaempeobo do emprogo ; 2. ao em
pregado que, ndependentemeote de qualquer ou-
tra coudico, torne-ae iuh.bil para o servico por
desastre reuitaate do exercicio de suas tuacco s,
por ferimeuto ou mutilacSo era lucta no desempe-
nho do cargo, por molestia adquirida no servico
ou na pratica dealgura acto humanitario ou de de-
dicacao c.uaa publica.
1 A'a cauaas de imposeibilidade previstas
nestfl artigo sao spplicaveia as disposices do
2 do art. 195.
2. Censando a impoaaibilidode e verificado
que saja este facfo pelo modo indicado no i" do
art. 195, o i mpregado ser restituido aotividade
do servico no raesmo lugar que exercia ou em ou-
tro equivalente, na primera v>rga quo houvor.
Art. 197. Para os cffeitos das aposentadorias e
p-a ^nntar-se 0 t.*mp oosvi^ .-rr^ioa c
em cutr os ,empreoa que doem direito aposeuta-
doria oa r> forma,.
Art. 198. Na aposentadoria ordinaria o eoipre >
gado ter direito ao ordenado do logar por elle oc-
cupada duraato trea annos.
Art. 19?. N! caso de apoaentadoria extraordina-
ria e ua bypotbcse don. 1 d-j art. 196, o empre-
gado ter direito ao ordenado proporcional ao sea
servico, contado nos termos do art 197 ; e na by-
potheae do n. 2 do art. 196, ter direito a todo o
ordeuado.
Ar. 200. A melb.oria de vencimentoa e aprovei-
tar para a aposentadoria doas ano s depois de
toraai se eff;ctiva.
Art. 201. U empregado postal, quando aposen-
tado, poder optar entre o veuciraento da aposea
tadoria oa reforma, nao podendo em caso algum
acuimular veacimeotos de duas aposentadorias.
Art. 202. A apoaentadoria pode ser dada a re-
qo. ria:ento do interesaado, ou por determinacao
do g verno, ind.'p.-nlentera-ate de solicitaciio.
Art 203. Aos fajjBtftea de 2" claase, praticantes
e carteiroa tamben poder o governo conceder
aposentadoria, ordinaria ou extraordinaria, cooai-
derundo-se c rao ordenado duas tercas partes das
respectivas gratificaccs eu diarias.
CAPITULO XIX
DISPOgipES 0EHAX8
Ar. 201 O segrado das crtaa inviolavel, qual-
quer que seja o poder publico que pretenda devas-
eal-o, e qualquer que seja o fatidaosen'o ou pretex-
to allegado.
Art. 205. Nenbuina sutoridade "stranha ao ser-
vico do correio podar nelle intervir, salvo no ca-
so m que sua intervenco seja requisitada pelos
empregadoa daqueda servico, ou nos delictos por
elles ou eoaaW elles commettidos.
Art. 206. A receita e d. speza que correio pela
verbaCrrelo g<-raldevera effeetuar-se direc
lamente pela directora e pelaa adminiatracoea,
salvo ua que ao relerirem a exercicios j encsira-
doa; ciirapriodo oeste caso a respartces prs -
taes expedir as necesaarias guias, quando se tra
tar de transaccoea da rscoita e emqQaoto os docu-
mentos se acbrem neharem nessas repartieea.
Art. 207. Quando a diisctoria, aa aujoiuistrir
coes e as ageueias n) tiverem fundos para occor-
rer s despesas quo Ibes comactirem, sero sup
pridas pelo Thesooro Nacional, Thi'sourarias do
Fazenda ou collectonas de randas aeraos
Art. 208 Do saldo em dnbeiro verificado naa
administrado 3 em 31 dio Dezembro de cada auno
fieurSo nolla^ ai qaanti .a n-eos-arias para oceor-
rer a despexas Jo ezercicio no aernoatre Bddtaio-
n .'; mas em 30 de Juuh oti uo antecedente dia
ui ilj o saldo do exercicio a encerrar-se ser im-
preleriv-elmeota reoolhido 8 Tn-^ajaro, e a Tno-
rrtM de Fazenda.
A.t. 209. A reca* do corre!) ser arrecadada
tanto qumto fr poeaivel, por meio de talos.
A-1 210. O director geral p ider trdenar que
a desp'za cffectaad pelos thesoarriros seja com
provada por d eumenos passaios em duplcala.
Art. 211. O pagamento ou a entrega do quan
tas uu valores em deposito dever ser feito, ain
da di p 8 de encerrado o exercicio, pelaa meamaa
reparta] o deposito ao tiver realia 1 .
Art, 212 Em caaos gravea e argntea, quandi
o emprego do correio fdr prejudicial ho servido,
poder i corresponder se por meio de telegrara-
mus, de oficio, o director geral e oa chefes daa di-
YiBo-.a da direetori. e daa seccoes do corr^ i> do
" > | 09 adraiuiatradores, oa a ; -ates, OS
Art. 216. As formulas impreesas, objectoa da
expedienta ntonailioa ser) foroecidas s admi-
nistracoas pela directora e a agencias pelas ad-
miniatracea.
Art. 217: Sarao faitaa cuata dos agentes de
2, 8 e 4 clasaes as des pesas com objectos de
expediente, isto papel, pannas, tinta de escre-
ver, lacre o las.
Art. 218. Oa administradores e agentes sero
responsaveis palo valor dos saceos de cauro oa de
panno que elles nao devolverem aos corris doade
eases objectoa horjrerem sido enviados.
Art. 219. Os ttulos de nomeaeo, licenca, etc.
expedidos pela directora ou polas adminiatracoea,
sero autbentieados por meio de sello adoptado
pela directora e collocado uo lado da ussigo tura
do director geral ou do administrador, aoa quaes
compete a guarda do meamo sillo.
Art. 220. Naa sdminiatricdes e ageaeiaa, todas
aa ordena, circulare e maia papeia de importancia
para o aervico aero archivado), de molo a poie-
rem ser consaftados fcilmente.
Art. 221. Oa empregadoa do correio sero dia
ponsadoa do aervico do jury, quando requiaitaioa
por aeua chefes; e noa tormoada lei n. 2556 de 26
de Setembro de 1871 do aervico dj exercito e ar-
mada em tempo de pas.
Art. 222. Na directora geral a correio do Rio
de Janeiro, aasim como em cada administraco de
l* cIhsbc, oude fdr poaaivel, formar-ae ba, e:ra
estatutoa approvadoa pelo ministro da agricultura,
urna associacao de sacnorro mutuo a que pertence-
r todo o peasoal da repartico. O fundo da mu-
ciaci ser formado com a dedcelo de um dia de
ordenado, ou diaria em cada mez, dos empregados,
praticantea o carteiro ; daa multas irspostaa por
taltaa diaciplinarea e das d: que trata o art. 100 ;
do producto da venda deobjactos cabidos em refu-
go, e de quaeaquer donativoa ou legados.
Ar. 223. Oa dinberoa da aaaociacolo sero con-
vertidos em apolio-a da divida pablict. Aa pen-
bos sero concedidas pelo modo e na proporca i que
determioarem os estatutoa, dopoia que o capital
houver attingido a 20:000(5000.
Art. 224. Ser publicada annmdra'iote ama guia
postal do Brazil e menaalmente um boletim poatal.
ArE. 2a5. O director geral auometier appro
vacio do miniatro aa nec^saariaa instrucco-ia com
todos os modelo:, naa quaes tarab a stabelecer
um syatama da eacripturaco e contabilidade, aim-
p'ificando, quaoto fr poaaivel, o actual, sm cora-
tudo prejudicar a clareza indiapeuaavel fiacaliaa-
co.
Art. 226. Q laudo o director geal jolgar con
veniente mandar vir do eatraugeiro tanto ooj'etoa
para o expediente, como utensilios para a direct.na
geral e administraco -?. enviar ao ministro da
agricultura urna raicjo minuciosa e dovidamoote
explicada de tac ubjectoa, aSra de que a compra se
realizo por intermedio do agente do m aao miuia-
t-'rio.
Art. 227. Fica revogado tudoqu mto M acha em
vigor sobre servico poatal.
Palacio do Rio de Janeiro, era 25 de Marco de
1888.Rodrigo Augusto da Silva.
Cioverno da proriaeia
DE8PACHOS DA PttESIOKSfiI a DO DIA 26 DX
ABUiL DB 18S
Antonio Teixaira l'im-oatpl latirme o Sr. ins-
pector geral da Io8truccao Paoiica.
Auta M ira de Qiareama Lyrs. "cforic'o.
Benvinda Argemira daa NeveaJunto atiesta-
do do medico oomprob itorio do estade di saa de do
meaor.
Ccciliauo Jos Ribeiro de Vascncallos.la: i-
me o Sr. inspector do i'beaouro Proviocial.
Francisco Pedro Cavalcauti Uchoa.Iufor-ae o
Sr. juiz municipal do termo de (xaraiihuns.
Fraueiaco Tranquiliuo Botelho da Cunha In-
forme o 8r. director do Arseual de Guerra.
Fielden Brothera. Reaottido ao Sr. inspector
do Tuesouro i'rovincial para mandir effoc.uar o
pagamento solicitado, nos torraos da sua inforra i-
co de 23 do corrente, n. 187.
Gctci ai Maria de Barros Correia.I ai o, me o
Sr. inspector goral da Iastrue I 'ii.uo Isidio da Costa Vieira.Estando encer-
rado o cxeicicio financeiro do 18d61887, nao
pjde ter lugar o pagamento requer lo, devendo o
aupp'icante aguardar qua o corpo legislativo vote
opportuuameute o preciso crdito.
Jos Pioheiro da Silva.1) f.-rido cora officio ao
Sr. coronel cammandante daa armas uterino.
Joo Cp:struno de Almeida.Eatregue-ae me-
diante recibo.
Moo 1 Franesco Sores.Deferido com officio
mo tr. (*Jro,l naa.M'iaal.i il.p ttroaaa inf*rlnn
Manoel Dcodato da Silva e l':.o -neo Ati ano
Campos.Iuforme o Sr. iupaetn da Theaouraria
de Fazenda ai ha algum deposito.
Buza Maabonga.Oe-ae oo baveado incoave-
oicnte.
Vieencia Mara,da Coaceicio. Prove o paren
tosco.
Secretaria da Freaiieaoia de Peraara-
buco, 27 de Abril de 1888.
O porteiro,
F. Chacn.
2.
licia
Mlepartico da Polica
B-icya. N. 337. Sscrotaria de Po-
de P^rnatiibuco, em 27 de Abril de
1888.Illm. e Ex. Sr.-Participo a V.
Esc, que foi hont-m racolBiio (Jasa dj
Deteag&j o 3'guiute.iiidiviauo :
A' ordena do subdelegado do Io distrio-
to de S. Jos, Maooel Aatonio dos Santos,
por disturbios.
O cidalao Adolpha Al ves FalnSo Tac-
ques, partiaipou-m: em ofii:to datado do
hontoia, ter naquella data assuoiida o exer-
cco do cargo de subJel<;gadj de 1 dis-
tricto da treguesia de Atugaloa, na qualida-
de de 1 aupplente.
Hoje deixou o exircieio do cargo de de-
legado do Ia districto da capital, pur ter
de seguir para a corte do .apeno, o
Dr.
de eorreiei ambulantes e oa empregado io-
curaOldoa de inspectora.
Ait. \:i. As ihee urariaa das reparticoos poa-
taes devero s ffrer pelo menoa no la dia do m-z
do Janeiro, Abril, Julho e Catabro, una inventario
iuiuuci-,80 dos valores a cargo dos tbesoureiros, o
qual servir dbase a uno laalaac que immedtata-
nent devo ser levantado nas ageavoias do 1* claa-
se ; procedero a ease inventan > empregados das
>eapectivasadministraco-s para uae fira commis-
si nados .
Art. 214. Para a* faltas de compareciraen'o,
erroa eomisaoea de meuoa gra/idaie que oa prati-
cantes, earteiros, serventesa estafetas poaaam c--m
metter, o director orgaaistr desde j a o regala
ment disciplinar que ser ubmettido a approva-
cao do mioiatro da agricultura.
Ait 215 O ministro poder minear para a di-,
rectora geral, media o te graticaco annual. um
advocado para ser consoltado sobre questoe de
direito e ncumbir-ae das cauaas em que a repar-
tico for parte.

Anesio Augusto do Carvalho Sorraao, as-
sumindo o ex^roicio daqaell-3 car.;0 o Dr.
Macoel Jos Rjdrigu :s Piuheirj.
Dous guarde a V. Ex<. Ilha- e Ex.a.
Sr. desembargador Joaquim Jos de
Oliveira Attdrade, mutto digno presii+ent
da provincia.O ebefe de polica, Francia-
co Djmingues Ribeiro Vianna.
Tbesouro Prot!acial
UBSPACHOS DO DIA 27 DE ABfUL DK "
185
Jos Corroa da VasooncelloaEacripture-ae a
di /ida oos termos da iuforraaca j do Dr. contador.
E-trada de ferro do Ribeiro, Jos de Bulo
S lares, Marcos de Almeida Lima e II iebranao Diaa
da Araujo H ija viata o Sr. Dr. procurador fia -
cal.
Doaatilla Julia Qumaraea.Nao pede ser at-
tendida por agora, visto ter a; eacerrad) o cx-or-
ciiiiorepctivo.
Philadelpha Francisca Peoua e Jos Ferreira
da Coata.Infirme o Sr. Dr. administrador da
Becebedona Provincial.
Miguel Foutoora e Antoaio Vieira da CosU *-
luforme o Sr. catador.
Francisco daa (bagas Ribeiro de Oliveira.
H ja vista o 8r. Dr. procurador fiscal.
Dr. Alvaro U. Cavalcauto, Agoatiubo Ferreira
do Amaral e Silva, Israeaia Goauiua Dias e Ja-
uuarla Bella Poreira da Silva.Registre-so e fa-
cara aa oa astentameotoa.
ulARlO B PERlAiaBUCfj
BECIFE, 29 DE ABBIL DE 1888
noticias da Europa
Conciuimo hoje a reaeuha ds noticiaa de que
foi portador o paquete ingle Tagiu.
Hetpanfea
ielativamente a jeste paix .screveu-nos o se-
prate o nosso corraapoadauto de Lisboa :
O miaiaterio apreacutau o orcamcoto nao a
equilibrado, ma com saldo :
O Sr. Pmgct-rver, miuiatro da fazenda, apr-
senla no ornamento ordinario, om u>ilhoaa de pe-
zetaa :
Remita
Despesa
2.313.947
Portante com ao saldo auperioi a milboea de
pesetas.
851.667.932
819.3*3.985
A s;uieSo seria rx~-ll^n>e, se o resultado nio
fosse obtido, por ^ :-..c eludiente osado e co-
nbecido, de em certoa caos, proceder a ama divi-
aio entre orc.iraento ordinario e extraordinario
alliviaodo aquelle e aobrecarr-gaado este.
A di viaao admiaai vel e mesmo lgica. Tara -
se, porem, abasado delta, e por isao o quo pri-
meira viata pareca callento, nao o de facto.
Realmente o ministro da marinba de Hispauha
pode orgulbar-ae pelo resultado obtido na sua pa-
tritica aapitaco de promover quj a iaduatria
naeonal conatrua a nova eaquadra.
O centro technico da armada est oceupado sem
descanco no exame das propoatas apresentadas em
earta techada para a construecj da trea gran le
crusadorea e vario torpadeiros, baae da futura
esquadra.
Se forem approvadas, o facto ser de urna gran-
de traaeendeacia. Sub3crevem-a' : C. Mnrrii-
td dt C. ; Rival Mordat & C. ; .Martines la Riva
* Palmera ; La Visoaya ; F. (iil ir. C del Fer
rol ; P. Groa Worth, J. Q. Rernice, L o-odres ;
Oalman, Coranba ; e Feitoria Naval Gaditana.
A impreasa liberal lembra que, neate momento,
tanto o referido centro como o mioia'-orio da ma-
rinba devera guardar a mador reserva acerca daa
coudico.'a daa pr oooataa apreaentadas.
O ministro da juatica lo pas vijinho acaba de
apresen'.ar ao parlamento um projacto de lei re-
modelaudo o rgimen prisional aoore aa aeguntea
basea :
a) inlivi iuaiaic) da pena, esiabelecaado o
rgimen celular para a priao preventiva e cum
priincnto daa penas ;
b) attenuacao da pena, peloayatema pr gica-
sivo, c m o maia acertado de todos, e porque fa-
cilita a rehabilitooao social do condemnado por
meio das juntas de proteceao.
c) clossificacXo e elimitico, pela creacao de
penitenciarias espaci^tea, pira os reiocidentea, e
colonias ultramai-ioas para oa dep utadoa ;
d) especialiaato :a, por meio de colonias para
os menores delioquentea, de colonias agrcola;
para oa cooderauadoa agricultores nao reiucideu-
tea, hoapitaea e manicomios juoiciarioa para os
que cn'ooqu "; :m durante o cumpriracnto d* p-? .a,
a dea proouuciados abaolvidoa pir cauaaa de ali>
nscao mental.
0 Sr. Silra.'roa tinha sahdo do .Madrid para a
Audaluzia, e ah tivera urna couferc.icia com o Sr.
Palanca, .aligo r.'pubcauo, um pouco affastado
da po'itica militante.
Parece qua oa doua iliuatrea republicaooa so en
tenderam na larara couforeucia que tivo.am, ejul-
ga-seqie desse bom accordo reaal-.ar iaco i'eata-
vel vantagem para aa ideas que os iliuatrea repu-
blicanos ad'ogam, e propaguin c.m iirm za ecou-
fianca.
Todava, o peridico El Liberal, era nct; dos
ind^pandentea, ceusura o Sr. Salmern pjr have.-
aahido para Cordova e Seviba a fazer propagaada
eom o fira da conatituir un novo parliio repubii
cano, que ae colbqm entre oa fadoraes do Sr. Pi
y Margad, oa postibiliatas do Sr. Castellar e os
progressia^aa do Sr. Ruiz Z irriiba, som uui -ao
st -a ultimo;', como devia tazer cm pr^I da .
uicsmia que, pretoudc defeaisr.
A -Mitigi. orgo do Sr. Saln-eren, incoramida-
se porque o Liberal aoltou non puras a que est ua
conscieuaia da todos %-s verdadeiros demcratas, a
saber : que isto nao fazer prnpagauda repu
bli -iiu, Be uo cUsfazer a feta.
Aununeia-ae ama leuoio da miaoria rcpibli-
cana. para elfectuar a qual sn;ote n espera pu
los S .-a. Ascarato e Muro quo devora ebegar a
Irun o Vadad did. Nellaa, a era viata da attuuJc
do goverua sobre o pedido da minora de mudar o
Sr. VilUcampo pan o presidio da Pennsula, o so-
bre a aiiicitude da amniatia par.i oa emigrado;,
se resO.v.-r, se ebegou a occamo da fazer ao go-
verno actual urna guerra sem tregaaa, viatJ qu:
nao cuuip e aa promoaaas do lib;ralismo que ajeo)
feito desde o sen aJvcoto ao poder.
Oa jornaee de Barc- lona das eouta da inaagu-
ra^ i doa,5-:bo Uo'el Continental Bom capauida-
do para alojar rail hoapid a e que foi edificado era
5i diaa !
O novo hotel intairaraenio iuranioalj a luz
eleutriea, c rata quatro aalii d jautar para 2U
pessoas cada ama : varios saloes-restaurantes ;
servico medico e phorraaecutico ; p.rteiras, pe-
dicuro, cab lleireiro, perfumara, modisto, luveiro,
eatacoea telegraphicaa e telepho i:'c i?, correio ;
caea Je cambio, estauco ; koaqoe de florea u oj-
tros.
pessoal compoe-sa de l interpretes o mais
200 empregados s ordena de Mr. Gainier.
O alcaide de New-York telegraphou ao JeBar-
_ io .i. por^antaudo-lhe se era vtr.iade que em
ciucciita e tres das ai honveaao realiaado tama-
nba obra, e ao recebar respoata affirmitiva, ficou
admirado e felicitoa Baroeioaa pela sua iniciativa
e pelos seus operarios.
Varios j .raaliatas de Madrid foram convidados
para a inaugoraco, que ae veridcou com um ora-
gnifico banquete, em que proaunciarameathuaiea-
ticca brindes ao Sr. Pau, gerento do hotel, e ao
preaiJente da deputaco de Barcelona, Sr. Maiu-
guer, o engeahsiro Sr. Maudejar, o architecti,
Sr. Uameuecb, o empresario daa obras, Sr. Tor-
rea, algn? jorualiatas da Barcelona, varios cor-
respondentes de importantes diarios fraueszes,
italnuos e suissoa, e o alcaide doo Barceioua, Sr.
Rius Faulet, iniciador da Kxposico, qae brrad.u
pela raiioho, governo e imprensa.
Ha piucos diaa soffieram em Madrid s. pena
de garrote oa reos do criraa do Guindaleza, apesar
de tuilas as diligencias feitas pela bondosa ramba
regente para qaa o ministro da justic e o presi-
dente do c raaelho de ministros aceedeaseui a ser-
Ibes o minutada a pena.
Por tres vez a, de noute, na veapera de ser con-
firmada a seuteoca, a raiuha raauJ u chamar
aquellea miniatroa ; mas elles iufiexiveis, inexora-
veis nao anuuiam aoa deaejos humanitarios da
soberana. "
Erara tre oa crimiuoaos Francisco Posue|->, Pe-
dro Cautalejo e Vicenta Camaraaa. Francisca, inu-
Iher ca8da, mandaba i<-Iac5es amorosas com Pe-
dro Cantalej '. Mas o marido apresentava-ae como
um estorvo s dolidas tranquillas do adulterio.
Resolveram os doua supprimil o e, ajudados pelo
terceiro reo, Viceutc Camaraaa, asaaaaioarara o
deagracado, realiaaudo oa doua amantes maia urna
vea o adulterio em presenca do cadver da aua
victima.
O archi-doque de Austria Carlos Luis irmo d"
imperador da Austria, parti para Pariz a 10 dea
te rae.z com daatiao a Hespiaha ; viaja incgnito
com o titulo'de conde de Rotteoatein.
R iunio a poneos das a asaociacao commercial
de Barcelona, em aaaembla extraordinaria, afira
de Ir o relatorio que tem de subir ao governo so-
bre o tratado de coinmercio com Portugal.
A aeeociaeo opiooa que, sendo os productos da
ndustiia portuguesa semelhantes aos hespanhes,
nao h que recejar Comuetencia, pois que a H s-
panha os produz em mslborea coudicoea de per-
feico e barateza'.
Commenta-se muio o aejoro da cmara de
commercio de Barceioua favoravel uo tratado de
commercio com Portugal.
\ arclii -duquesa Isabel, m.i da rainba regente,
'partir para Vienna u o principio da Mi>
Foi grande a agitieo era Matul. Oa fabrican-
tes <* asaucar continuara a uto querer ceder a
exiif-^neiaa doa agriculi
Foram incendiadas muitas piantacoes de canoa
de assacar, uos ulti noa diaa de Abril.
Era Grauada cresce a agitacao, Oa operarios
percorre n as roas era grandes magotes, pediado
trabalho e ente n lo .: latos revolucionarios.
A polica carreg* contra elles e disperaa-oa por
raei s violeut n. O commercio acha-ae totalmente
paraiysado. Teme-se um desenlace mortfero.
Ura deapacnodo goveraador das Philippiuaa an-
nuncia que o gov -ruador do archipelago de Yol
derritou oa indgenas iusurrectos, depois de seis
combatea e icaracadoa.
Oa hespaohis apodararam ae de extenaoa ter-
ritorios, d atruiudo grande numero de tortea e aub-
soettendo os indgenas.
Oa h^spanbca tivoram 15 morto e 70 faridss ;
os indgena 50 mortos e numoroaoa feridua.
No dia 1* de Abril verificou-ae em Salamanca
urna imponente manfeataca >; percorreram as roas
da cidade una 2,000 operan.a, levando desfratda
da urna basduira cora o leraraaPao e trabalho,
e guardando sempre a melbar ordem.
O governador oiyil recebeu ama commiasio doa
operarios, prometteudo telegrapbar ao governo que
mande proceder a obras publicas para dar traba-
lho aos operarios. A manieatacao dusolveu se lo-
go depois em completo aocego.
A quasUo social existe pois em Hespanha,
nioguem o duvida ; mas esto periodo, relativa-
mente pacifico ter permittidj aos seua pensado-
res e homoua de estado meditarem seriameate noa
raeios de preveair que ella se alastre a invada, eom
os seas excessos, e exi,luaa oa domiioa tranquil-
los da ordem e doa iatareases ecoaomieos de toda
a espeoie qae lhta eurapre salvaguardar .
usan
Ai aegoeiaadss entra a Franca e a Italia para o
de eatar doente e surama
1 U_3
'rata lo do commercio tinhara sido quebradaa, en-
tretanto das de ento por parte doa doua goveroo3
tem ae euipregado todas as diligencias para che-
gr a um accordo.
A Italia qua paraco ost disposta a fazor con-
coasea.
Cara eate estado as duas nacSea sofFrera, poato
quaae di^a eer BoMior o soffriraeota da Italia e que
o nao ter chegado a eolocao satisfactoria davido
aa miniatro dos negacioa estraagoiros da governo
traucez, o Sr. Fioureos no miaiaterio Tirard.
A aituaclo entre as duas nacSos comeca aac-
centiar se demasiado tenja, e no so pide aiai-
aar anda se ebegarao a eutonlor-se oa doua Vi-
vemos, para ara novo tratado
Pareae qaa o Sr. Crispi ac ptapSa diaaalver o
parlamanto, e dis ae obstar a diasoluoio. NJj
se p ode diser qU.. 0 Sr. Crispi n conseguase vi ver
parlamentarmeate, mas exporimeatou porventura
embaracos, e julgar ueeeaaario conaulter o paix.
poia qae n,s ltimos tompos se tem dado tactos,
que de algara raido justificim eate appallo na-
Hw
ti de que o enif-a-io exprima principaim-u-e a
sua vootade, o expediento adoptado pe. Sr. Cris-
p, mostroui que o UIoscm estadista busca couHecer
a apreciaoao que o pa:z faz da aua polaca
Attnbue-se ao Sr. Crisp o erapeaho era firmar
uraaallianea com aliglatorra.com o iatai o da
qua as duas aaT3;a te protejam reciprocamente
noa mtereasea qua t m uo Mediterrneo. Aa dia-
poaicoea da Inglaterra aaaegura-ao que sao boas
entretanto a Mrquez de Siliabury tem ae esqui-
vado a ir maia longe da que a ouvir cprdealraente
aa ..bservacoaa do governo italiano.
So dia 10 partiram do Napolea plra Maasa.h
tres paqaet*, qae v. buecar parte daa tropas da
expedico italiana; e ueaao eioarao dia foi apreaen-
tada na (Jamara doa deputadoa urna a >u de inter-
pellaco ao governo sobre a aua poltica na fri-
ca. O Sr. Criapi respondera no da .0.
Kaala S
DeBmen'.e-ae o boato
pontfice.
O- papa receberia ro di i 22 de Abril os romei-
roa de {Uceemos, e uo dia 25 a romana de Portu-
gal, pronuuciaudo allocuco-a n'uma e n'outra te-
cepeo.
Oa romeir.s da Argelia erara tsperadaa alguna
diaa antes, era Ro-.n :.
laRiaterra
En Portsmouth hoave ha das serias desordena
ntr.- us praeas do segaeato de Connaoglit o aa
do regiment de Laico.oh.re. Traviram ai bata-
ihaa em diveraoa pintos da cidade, fic-anlo grave-
mente feridoa muitoa sollados e alguna piiaanos.-
a iram piquete commaodad ia por .,ffi i es, que
a asalte casto conaeguirara por termo aoa con-
li-C'O.
O Sarques de Salebury, que anda cm exour-
ao pelo priueini.do de Galles, daaae all, n'uma
rumio, hiver todo o fundamento pira espirar
'fieos (rabioetea mrop-^us li'.o decraaoguir evitar
ura coofl'ato rntre oa pavos.
('.oaa receio do tumultos ua Irlaada, torn i n.-i-
bibktoB os seia eootieits auaaaoiadoa para 8 de
Abril n-.s proviaeias Je Clare Cark. Os promo-
tores deparara, porai, aue apezar da prchibicao
eoinieio. bao do efectuar se. O governo to-
uou por iaau as ,or.,videueiaj neceasana-i. Eatao
inscriptos como or.-.dorea aaqa-llea eoajieioa ,> de-
idoa O' Biieo, aaoiottaliata, .; Bjnry La-
boacbere, gladeteajsSM
O-Sr. Brieo. eom 400 horaens pro^urou re-
alizar o comicio l-a de Longhlioa, maa a polica
dispersou a r uaio foigi, ticaodo mait^a popu-
lares fendoa com pauladas.' Aqaelta povoaoii
eat ag ira sucgad-i.
A nn;rciisa inglesa tera lombatido cora ve-
hein-ncia a iutervencio pessoal da raanha Victo-
ria oo pr jecto de Basamento da pr ucexa cra
com o principe de BaUenberg, o censura i :e so d
o caractir de fnnilia a omassumptoesscii'.-i Iracu-
to poltico.
Prea'ime-ae que o overno britonnico, eui vista
da attitudc da irapreoaa far indicacoes riiuha
neate sentido, e eapera-ae que o priucipe de Bia-
raarek secundar a poltica inglesa.
Trata-ae activamente um La a I res, pn- iniciati-
va de considrate! numero de n-giciaufa e bau-
queiros, do obter do imperio marroquino uioa aerie
de garantas e privilegios politice, s alcas,
yarautiudo era troea, aquella imperio, emioeiles
sab. ni ^arautir, a liberdade e a integridaie.
Noticias de Roma c naideram mallograda a mia-
sSo que o duque de Norf ..'k levou ao Vaticano, de
solicitar a interveocio do papa na qaasto doa na
cionaliataa ir.and zea.
a aussao de 5 de Abril da eamsri dos eommuns,
Sr. James Fergusaoo, seereta-io politieo do minia-
torio doa negocios eatran^eiroa,^uameutio que a
Gran-Bretanlid teuh*. offerecdo a sua meiaco
antro o imperio de Marrocaa e a repubica doa Ea
tados-Uaidos ; dec'arau. porm, que o rep.-eaen-
tante britaunieo era Taog.-r faz todo o p .avel
para co .ciliar as duas partea.
Huilla
Parece que o accordo enero o papa a o czar tem
aa seguiatea bises: remadelacao daa circumacrip-
coea e daa deunciicoes das dioccaes ; nomeaeo
do 18 bispoa lberdade para todos oa pispos de
irem a iioaiq tr-U.-.r ilos negocios das suas dice-
sis ; traoafereaeia do bispo de Wilna psra outra
dioceae ; tolerancia da lingja polaca no reiuo da
Polonia e alm do Bug e do Nieracu; obriga;ao de
empregar o idioma ra8ao; os padres eatbolicos men-
cionarlo o czar iinraediataraeuto depois do
em todaa aa miaaas e preces.
A Rusaia causate que nos matrimonios mixto,
oa fiihas sejam educadas na religiao do pai e aa fi-
Ihas na religiao do mi.
Bulaarii
A queata da Bulgaria eat no meamo p. Con-
tina a suppor-se queaa disso3coja da Rasis nao
ao pacificas, mas a quaeaquer deraanatracoaes mais
ou meaos bellicas por parte do imperio moscivita,
responle logo con identicaa ou semelhantes de-
moua'ra;oes o imperio Auatra-Iiuogaro.
A Turqua pela aua parte contina a representar
o aeu papel de mediaueri, com a leutido e paci-
encia que caractensara a sua diplomacia.
Communioam ultimaraaute de S >&a para o
Times que o principe Fernando de Coourgo est
muito decidido a resistir a toda e qualquer pres-
ao diplomtica, nao ae retirando da Bulgaria ae-
nao forca.
Aa p.'ssoaa achegadaa ao principe Fernando de
Coburgo andan inquie:as cm aa meagas ie mar-
te enviadas pelos emigrados blgaros e re -eiam
um trama.
A aadtaviio tem augmentado na Bulgaria, onde
ha recoioa de um prouuociamenta militar para ex-
pulsar o principe Fern mdo do territorio oulguro,
e j ae verificoa urna grande maaifoatacl o ios gri-
tos de Morra Fernando i Viva u iussia
O governo servio fez activas diligencia para
que oa gabinetes de Vi-.uaa e Bo-rira BCOeitem *
uaiio pessoal da Servia e da Buigar, no caso de
que o principo Femando de Coburgo reaoxMie ao
thr rao blgaro.
Vienua raoatra-se favoravel, mas Berlim oppde-
se.
Assevaram informacoes Ja Sofia que o principe
Fernaalo parece que tcnciona proclamar a inde-
pendencia da Bulgaria, menor appareucia do ea-
pn-go da c .-erco, ou meara o ae a Riaaia accentuar
a sua pulitica contra o principado.
O governo blgaro tctivasseas preparativos
militares.
Eataa informaces adquircm alguraa importan-
cia, p-lo facto de que a I.iglaterra, a Au:-.ia e i
Italia, quer a lei por meio ..oa seus emiaixadorea,
quer naa conversacoes cora oa embaixadoros otto-
mauoa, nao deixa de agitar o duplo eapectro da in-
dependencia da Bulgaria e d'um moviuieuto ua
Maeedonia.
A Turqua toma tambim medidas de presaaaio
e augm.nta o effectivo daa suas tropas na Mica-
dona.
Orela
Em Athenas por occaaio da feata naoiaaal hau-
v., no dia 7, mamfeatacoes anle-minioit r.acs, que
derara lugar a deairdcua, teaoaado-se tiM| de re-
volver entre oa desordairoa, um dos qua >afe-
rido.
No dia 8 houvo novaa manifesacca em Atbenoois
contra o governo por occuiao do enturo doa po-
pulares assasrinados no motim da veapera.
Tcrrainou agreve dos trabalbadorea do canal de
Coriuth o.
papa
REVISTA DIARIA





'


taaembla CoralNo paquete americano
^liionfa, que hoatem deixoa o naso pono, em
vigera para o sul, embaroaram eom destino i
corte, onde vo tomar Rarte naa trabalhoa da Aa-
eembla G-ral, o aenadar desembargador Alvaro
Barbalho UehSa Cavalcante e oa deputadoa geraes,
Drs. Falippe de Figueiroa Faria, JuSo Juvencio
lUSlVEL




/
Diario de Pcrnarabnco- Sabbado 2s Abril de 1888
Ferreira de Agu.ar, desembargador HaariqM Pe-
reis.de Luoena, Jos Bernardo O.lvao Alecto-
lo^P.lho, Francisco de AiwBom e Silva, An-
Ferreira e Alfredo Oorre de
felicidade ao leu
rado*Filho,
toaio Goncalves
Oliveira. __
B-ms ventos os condatam cotn
deBan*rPe-a.>iitem, s 4>ras da tarde,
embarou no p^uete.oacional tara o ootu dittioc-
to amigo, Dr. Miguel Jos de Almeida Pornamba-
co qu i vai assuinr a alminutiacao da proviocia
do'Para, pra cuja presidencia foi i
nomeado.
Tambem seguio nomesmo vapor o Ur. Julio de
Mello Filho, secr. (ario da mesma provinea.
O embarque ffdctuou se na rampa do Arsenal
deMorioha, onde e acbava graode numero de
amigos e correligionarios, que all fiteram-lhes as
despedid*, iodo o tros at o piqueta.
Urna guarda de honra do 14* batalbao d* afan-
tena fu ao presidente do Para a* continencias mi-
litares.
Boa viagom e fe'ix administraco Ibes desoja-
mos.
Promotor PublicoPor portara 4a pre-
sidencia da provincia, de 20 do crrante, foi no-
meado pr->mitor publico da comarca do Buique,
Antn.o Marques de 'Albaquerque Cavalcaote.
ProK'gaco de llrenc Por portar
da mesma dala, foi prorogada por 30 dias, a licen-
cs do juis municipal de Serinhaem, bacharel Ma-
notl de Mesquita Wanderlty Lim, co.-n oa venci-
mentos h quo liver direito.
Delegado 1 Iterarlo Por portara da
presidencia, de 21 lo correte, foi nomeado dele-
gado litterario do districto de Campo Alegre, em
Boto C< nselho, Aleixo Santa Cruz Olivtira.
LlcencaPor portara da mesma data foram
concedido 30 dias de licencs, com vencimentos,
para tratar de sua sade, ao engeobeiro Domin-
gos Guilberme Braga Torres, ajodante da repar-
tirn t ucarregada da eonservbco dos porlog e das
obras publicas geraes.
OITlrioa de Joalle*Acha-so aberto o
ccncurao para provimento dos oficios de partidor
e contador e de partidor e distribuidor do termo
de Timbaba, com o praio de 30 dias a contar de
20 do correte.
Os pretndanles devem apresentar eus reque-
rimentos. competentemente instruidos por docu-
mentos que comprovem exame de sofSciencia, fo-
Iha corrida e o mais que exigido pelo art. 14 do
Dec. n. 8276 da 15 de Outubro de 1887.
Tribunal do Jury do steclfeA's 10
boras da manh de hontem, presentes na sala das
aesses i s 8rs. Or Joaquim da Costa Ribeiro, juis
de dirtit) presidente do tribunal, Dr. Joo Joa-
quim ci Freitaa H-oriques, 1" promotor publico, e
o eacriviu ra.jor Florencio Rodrigues de Miranda
Frane-, verificadas as cdulas e teita a chamada
crmpareciram 37 juises de facto, sendo aberta a
eeao.
Foi sobmettido a julgamento o reo Jos Antonio
da Silva, pronunciado por despacho do Dr. juis de
direito do 2" districto, nos arts.257 e 201 do Cod.
Crim.
O jury" de seuteoca compoz-se dos seguintes jui-
xes de facto, aos qnaes foi deferido o juramento
legal:
Mancd Francisco das Cbagas.
Manctl Rodrigues da Silva.
Jet Joaqaim Rabello.
Alfredo R.drigues dos Aoj?S.
Jos Marianno de Barros Cavalcaote.
Pedro Vtlbo de ta Barreto
Hermioo EiyJj de Figueiredo.
Joo Leopoldino do Reg.
Carolino Qoncalvea da Silva
Flix Valois C. rreia.
Pedro Francisco de Paula Baptista.
Frederico Augusto Ferreira de Novaes.
Ao interrogattrio responden o reo que era na-
tural da provincia da Parabyba, de 30 anuos de
idade, soltoiro. joroaleiro, analphabeto, que sabia
o motivo por que era aecusado e na conhecia as
testeiounbaa que joraram no proecss.i. Que teodo
feito no estabeleeiroento de que trata o processo
uma deppiza de 40 ria, dsudo pira pagamento um
c'kel de 100 rs., recuson-su o caixeiro a dar-lbe o
troco sob o pretexto de nao ter recobidj o nikel,
em viata do que elle lancou mao de um copo reti-
rando bc co seguida, mas sendo perseguido pilo
tnesme caixeiro, atirou o copo na roa, nSo cendo
exacto que o ti veste arremessado no alludido cai-
xeiro.
Concluido o in'errogatori, f.z o eicrivo a lei-
lura do prcesso. Consta dos autos que no dia 15
de Marco do enno paesado o reo tiren para si con-
tra a vonti do de sen dono, do estabelecimento de
Viera A Silva um cepo, e sendo perseguido pelo
Caixeiro do mencionada estabelecimento, arremea
son-Ib? dito copo, fetjrndo-o na regio frooto-tem-
poral tsqnerna,
O Dr. promotor poblieo, .pro jasindo a recueaco,
pedio a ccndeuwaclo do reo no grao miio dos
j-rts. 257 e 2(il do Cod. Crim., sendo desenvolvida
a defesa do aecusado pelo advcgsdo dos presos
pobres Dr. Jerouymo Materno Pireira de Car-
valho.
Rec ibidq o conseibo sala secreta, ah respn-
deu os qoeeitoa que Ihe foram pr.-p;9tos pelo Dr.
juis de direito, negando a autoria d.> crime de furto
por ui animidade de votos, e confirmando por cito
?otos o crime de terimentos com a circumstancia
attenui-iite do Io do art. 18 do Cod. Crim.
Em vista destas decieoes foi o reo ccnlcinnado
a 1 met de prisao e multa correspondente a mc-
tade do lempo, grao mnimo do art. 201 do dito
cdigo.
Foi levantada a seesiio 1 hora da tarde, sendo
aaatja para boje, s 10 horas da maub.
In eoo este titulo fui commumeada ao Jornal do Re-
cife e publicada em ana Gazetha de hontein, toi-
nos informado pelo digno capilo dj porto, que a
barca n rupguenae Abel entrou no porto, teodo a
bordo o Io pratico Julio Augusto da Silva Neves,
que fcl-a tundear na voltu do Forte de Mattot,
segundo a communicacSo que receben do pratico-
rcr, a quem pedio esciar, ciu cutos sobre o facto
uiddloHontem, por volta de 1 hora da
tarde, smeidou-se em seu armasem de carne de
xarque, a ra e Pedro Affoneo o. 46, o'cidadis
Aotooio Jos de Mello e Silva, all estabelecido aob
a firma Mello & Irmo.
Por vultu de meio dia, Mello e Silva foi ao
quarto do apparelho, onde demorn se por mnito
lempo, e desconfiando a demora um caixeiro e ir-
mo menor, ebamou om outrd irmo, o qual foi ver
aquelle eacontrando-o cadver, dependurado em
ama corda, com a qual se havia enf oreado.
Chamando entSo os vixiuhos, tirou-j daquella
pasico e fel-o conduzir para a cata de sua resi-
dencia, onde comparecen o Dr. chete de polica e
posteriormente o subdelegado de Santo Antonio
acompanbado dos Drs. Jos Flix, Lopes Pessoa e
Coeta Gomee. os quaes com ce Drs. Barros Car-
tteiro e Looreiro examinaran) o cadver.
Verificada a cauta da morte, o subdelegado de
Santo Antonio encontrn no bolso da calca, com a
qaal eslava vestido o cadver, urna carta dirig
Oa ao capi ao Bellarmino Lonreneo da Silva, a
quem fes vir a sua presenca, e abri a carta.
Eis o contedo deata :
Amigo e compadre Bellarmino.Ao receberes
etta; taivex j nao exista o tea infelix amigo e
compadra.
A causa de minha morte causa justa, poit,
talrez que em certas coadic3es lucre mait mor-
teuio.
< AisiT, o fix, visto quo Deut nao me dea outro
meio mais faxcravel e meaod crimiaeso para com
etle.
t Peco qu V. com etta mnba carta fac ret
rar qoalquer reapinsabilidade que possa appare-
cer as vistas da polica.
ciarlo par qoe nio ae reproduaa par parte do
comsaandantes do* vapora Vita companhia igual
proeedimeolo.
trtad de ferro de CKo*-Em
outra seccao publica o garetOa daata ettrada as
alterares fetat no horario dot respectivos trens
e que tara> lugar dartte ot meaes de Maio a
A Delegado do 1 dlarlelo-Deixou hoje
o exercicio deate cargo, por ter de .eguir plra a
cSrte, o Dr. Anes.o Augusto de Carvalho Serrano,
a aatumi o exercicio do mermo cargo o Dr. Ha-
noel Jos Rodrigues Pinheiro.
Iareja da Madre de DeaDar prin
cipo nessa igreja, aeganda-feira (30 do corrate),
o exercicio do Mei Marianno, que ter feito com
toda a decencia, de madrugada.
IilberlacoeaDuxeotao e cinco cartas de !-
berdade, sem eoadicao de especie alguma, foram
hontem concedidas a seus etcravitados pelot e-
ruintes membros da Ilustre imprtante familia
tinga deata provincia:
Baronesa da Aseada
D. Othlia Cavalcacte
Dr. Heoriqae Marqaes de Hjllaoda Ca-
valcante
Major JoSo Correia de Qieirox Mon
teiro
Capito Luii de Oliveira Lima Jnior
s 11 horas, na ra Mar-
da carnairae araadas.
65
22
17
94
7
2000
IfMO
2*000
2*0 0
2*000
2*000
2*000
2*000
2*000
Total 205
E' com a maior satisfacio que damos noticia
deate acto, digno de ser imitado.
Trbalo o Juponeie* Tm agiadado
muito ot trabalhos da companha japonesa, que ae-
tnalmente te exhiba ni Tbeatro de Variedades.
A f ncelo de antehontem foi ponco concorrida.
Hoje ha grande tunelo de trabalhos completa-
mente novos, comecando s 8 1/4 horas da noita.
Eantolesj m nosso amigo, cujo oome deseja
nao se publique, enviou-noa a quantia de 20*0-0
afim de ser distribuida por pessoas necessitadas.
Dia'ribuimol-a assim :
D. Miquilina S. Albaquerque, ra Vi-
dal de Negreiros n- 12
D. Laura Vctor, travessa do Raposo
n. 55
D II rmelinda Sette, rna Visconde de
A'boqu-rque n. 64
D. Mara Autran, B berbe
D. Joanna Pires, roa de Santa Rita
n. 13
D. Josepha Francisca Miria do Espi-
rito-Santo, estrada do Combe
D. Mar a Joanna da Silva, roa do Pa-
dre N brega
D. Mara Pessoa de Meneses Leal,
ra Imperial n. 266 *
D. Rita Mara da Fonwca, ra de Lo-
mas Valentinas n. 64
D. Marianna Pires, travessa do Peixoto
n 78 2*000
Peanas de acPara o notso mercado
acabara do importar os Srs. G. Laporte & C, es-
tablecidos com casa de commisses, roa do I n-
peradar, urna nova qualidaded* peanas de ac do-
nominadas Gambetla, em atteuco ao grande pa-
triota francs drste n me.
As novas peonas se recommendatn pela d-
rselo, anda quando servida com tinta de m
qnalidade, pir urna invariavel e inexcedivel fl >xi-
bilidade e pelo pnuco custo de cada caixa de 100,
cujo prfeo nao excede a 1*000.
Taes predicados bao d estabeleccr cortamente
preferencia pelas peonas Gambetla.
Agradecemos a caixioha que nos enviaram.
Pic-nlcAs3m se denomina urna linda wa'-
sa para piano, composta pelo Sr. Dr. D .mingos
los Marques, autor do celebra Cochicho, e de
muitas outras composicSes de gotto.
O ten diminuto proco de 1*, d& logar a quo to-
dos os amadores seprevinam d'um excmplar.
Achase venda no armasem de msica dos
Srs. Pralle & C, a quero agradecemos a tfferta
que nos fes de um exemplar.
In-ttliito 19 de AbrilO Club Littera-
rio Diegues Jnior, fundado entre os alumnos
deste Instituto, funcci>nou no dia 26 do correte
em sesso xtraordioaria, na qual leve lugar o Io
congresso dpstc anno.
Neste coigresso a (bese disentida foi: Q i -;
a ongem do h icec ? e tomaram parte na dig-
cuse i, sustentando a origem simiana do hom^m, os
Srs. alumnos : Alberto Pinto, proponerte da thete,
Luis de Franca, autor da idea 'los congressos.
.lo< Martins. Fraaeisco Pires, Virginio Braga,
Vita IMelloe Ismael Marques, esustentaodo a thei
ra bblica os Srs. J,o Machado, Theodoro Braga
e Artbur Pinto.
O congreso, que com fia au meio dia, terminan-
do s 4 horas da tarde, esteva imponente pelos
debates que se travaratn.
A aess foi presidida pelo Sr. Dr Carlos Porto
Carreiro. vice-direetor do Iostitut), que f< por
ultimo o resumo da diteusao.
Ojcnpou tambem a attenclo da casa o Sr. Dr.
Joo Alfredo d-- Freitas, a,ci honorario do club.
A's 5 horas da tarde comecou a sesti ordina-
ria do jury, entrando em discuaso o personagem
Annbal, de 'que foi aecusador o Sr. Tbeodoro
Braga e defensor o Sr. Lenidas e Si.
Foi conferido o premio d'um certamen ttorano
ao Sr. Joi Francisco Martins
Encerrou se a sessi s 7 1/2 horas da noite.
Club Carnavaleaco Cavalbeiroa da
pocaNao tendo comparecido numero suffi
cente de socios, por isso reunifse ha novam ati-
este club, em aesso de as^emb'a geral, amanha,
s 6 1/2 horas da tarde, em sua sede social, ra
d'Aurora.
Come rea da Eacada-Escrevcm nss em
data de 26 do correte :
Ac-hando-sej completamente limpa a matriz
da EacaJa d-poia dos reparos que acaba de fater
o actual vigario, vai ter !ug*r B0 presente anno
com toda psmpa .e esplendor pjssivel, o piedoso
exercicio do Mes Marianno, comecando c acto re-
ligioso das 6 para as 7 horas da tarde. No fim
do mes taro a primeira eommuoho 50 meninos e
meninas dos que frequentam o catechismo na nu-
trs aob a direceo do respectivo parocbo. pres
tando-se a Phlarmonica Escadenae a solemnisar
esta imoortaotn festa.
Acba-se nomeada pelo rnesmo parocbo, para
promaver es meios indispeosaveis para o esplendor
do Caito da Santssima Virgem, a commist; se-
gu nte : '
Guilherroj Mans de Soasa.
H6rmogenes Sancho B. Cavalcante.
Olympio de Sousa Uyrne Lima.
Jos Fernandes da Silva Putte.
nustrieliaoo C. Ponce de L'.'on.
Jos Aatonio Goncalves.
Francisco Guedes da Fonseca.
Joo Carlos Cavalcante de Albaquerque Filho. >
Directorio aan obro* ae eaiterva
cao doa por loa de Pernoto buce Re-
cre, 26 de Abril de 1888.
Boletim meteorolgico
Adeus rogi a Deut por minh'alma e tema
f/ cenia do ti u ofiihado e meu filbuho.
Teu infeliz amigo e compadre.4. Mello.
A vista dista carta, cujalettrae firma foi reco-
ebecid-. como propria, tratando se de na es'abele-
cimento coramercial, o subdelegado nl> t parasal-
Tagu rdatos interreeses dos credores, como ot da
iufe z v:nts> e filho, menor, arrolou o diiih iro
existate oa qumna de 1:740*003, no estabeleci-
meuto, e f- cbando .este, depon de lacrado, depo-
aitou a ch.vee aquella quantia em poder de um
negociante all motad r, oficiando i o Dr. jo't de
crphos sobre o dealino a dar do espolio do finado,
qna, i hom mconceituado e estimado e sua morte
causou coosternaclo a todot quaotos ocoobeciam.
Providencia*Os que embarcaram hon
tem no paquete AUiatifa e os que acompanharara
aeate?, nutarauo com razo que a escada do pr-
tala ratava mal colocada de modo a inspirar re
oeio aos qae tinham de gaigal a.
Em posiclo quasi vertical tinba a escada a pri-
meira plataforma mnito cima d'agaa, de Modo
qae ai scoboras com maita diSculdade poderam
alesocai-a, aiada soasmo auxiliadas por cavalhei-
ros.
Estamos certas de qoe os agentas da eompa-
ahia americana, cuidadosos como lia, proTiden-
Pdo ageote Pinto,
quex de Olioda n. 52.
Terca-ferra:
Palo agente Pinto, s 11 horas, na rus Bario
da Victoria, da nvoi>,*loucas e vidros
xaiaaaa fnebre Sero celebradas :
Hoje:
A's 8 hora* na matris de Nasareth, por alma do
desembargador Francisco de Assis Oliveira Ma-
cel ; s 8 horas, no hospital dos lasaros, e na ci
dade de Nasareth, por alma do desembargador
Francisco de Assis Oliveira Maciel; s 8 horas
na C-inceico dos Militares, pala alma de D. Joa-
quina t. 3. Qainteiro.
Segunda-teira :
A's 7 horas, nos matrises de S. Jos do Recite
e S. Pedro Martyr, em Olinda, pela alma do pro-
foasor poblieo Anacleto Publio de Moraes Car-
valho ; s 8 horas, no Espirito-Santo, pela alma
de Sebastio Jos Gomes Pareira.
PaaaagelroaSahidos para o norte no va-
por nacional Para :
Dr. Miguel Jos de Almeida Peroambuco, Dr.
Geraldo de Soasa Paes de Andrade e sua familia,
Dr. Jos L. M., Francisco A., Aatonio de Paivi.
Francisco R. Almirante, F. Ramos, Francisco C.
da Silva, Jlo P. Tavtres, Maniel J. de Nasci-
mento, Joanna Ribeiro do Sena, Aatoaio dos 8.
Moara, A. Luis de Moura, A. Jorge Ribeiro, J.
Bayme B., Aug.'lo Mazirn, Joaqaim Teixeira C,
Raymandae Adelaide (eriadasj, Antonio Fran-
cisco, Roque Garnier, Minoel do N., Francisco
Gregorio de Moraes, M. Arantes Carlos R.
Luis Lobo da Silva, A. Drummoni, Dr. Jos N.
de S. Carvalho, Dr. Manoel M. Gaimares, Al-
varo de Mattos, Frederico Jonata, D. de Almeida
Pernambaco, J. M. Coat, Dr. Julio de M. Filho,
A. T. Conor, sua senhora e 1 criado, e Rvd. pa-
dre Joo M. G dos Santos.
Chegado da Europa no vapor francs Ville
de Saotos :
Muoiz Luii
Sabidos para o. sul no vapor americano
Alianca :
J. J. de Oliveira, toa senhora, 3 filboa e 1 cria-
do, Adolpho Cardoso e sua senhora, Dr. Jos B.
G. Alcoforado Filho, Dr. Alfredo C. de Oliveira,
sua seahora 1 filho e 3 criados, Dr. Pedro da O
Beltrl*. Dr. Felippe de Figueiroa Faria, Dr. Jlo
J. F. da Aguiar, 1 criado, Dr. AntonioG. Ferreira
sua senhora, 6 filboa e 1 criado, fre F. de Gra-
mes, Dr. F. de A. Rosa e Silva e toa senhora, se-
nador Alvaro B. Uohoa Cavalcante, D. Leonor U.
Cavalcante, desembargador H P. de Lucena, Dr.
M. Falco, soa senhora e 1 filho, D. Clara A. Sam-
paio, Dr. Anetio A. de C. Serrano, Feaeloo Ferr,
E. Muuii, A Pasaos, Alfredo Gaimares, Mr.
Heslop, J. A. Pilge iras.
Chegados de Tamandar no vapor nacional
Jjguaribe:
Ha; o de Aracsgy, sua senhora, 1 filha e 2 cria-
das, Baro de Goycaoa e 1 criado, Joaqum Frao-
cisco Omii, Dr. Manoel Artbur, 4 praeas de poli-
ca, 1 cabo e 3 presos.
Heuiiiet aoelaes Ha amanea as se-
guintes :
Do Inatituta Litterario Olindense, s 10 horas
da manbl, em sua sede, do conselho director.
Do Mont -Po dos Typographos de Peroambu-
co, s 10 horas da manbl, em sua sede ra do
Co-onel Suaaauna o. 41, 2 andar.
Casa de UeleoeaoMovimonto dos pre-
sos da Casa de Deteucio do Recite no dia 26 de
Abril de 1888:
entrn 1
Relator o Br. dasemoagador Piras Gsoeal7es.
Deu-se provimento, unnimemente.
Da ParabybaRecorrente Horacio Henriqae
da Silva, recorrido o JnUo. Relator o Sr. des-
embargador Pires Goncalves. Negou se pro vi
ment, unnimemente.
Da ParahybsRecorrente Jos Vicente Mon-
teiro da Franca, recorrido Risendo Tavares da
Costa. Relator o 8r. desembarga or Pires Gou-
calvet.Em diligencia.
Da Parabyba-Recrrante Jos Viente Mou-
teiro da Franca, recorrido Francisco Justino Oar-
neiro de Vascooeellos. Relator o Sr. desembar-
gador Alves Ribeiro.Deu-ae provimento, unni-
memente.
297
sahiram 6 ; exis-
mulheres 6 ; sstrangeiros
Existan)
cu, 292.
A taer.
Naciooaes 278 ;
Total292.
Arracoadus 252
Bous 242.
I) entes 10.
Total252.
Nao houve akeracao na enfermara.
Foram visitados os presos deste estabelecimen-
to por 132 pessoas, sendo 51 borneas e 81 roulhc-
res.
lloMpllal Pedro IIO movirneoto detto
Hospital no dia 26 de Arbril, foi o seguinte :
Entraram............... 24
iabraro................. 20
Falieceram.............. 2
Existem------............. 594
Foram visitadas ae respectivas enfermaras pe-
los Drs.
M08CO80, a 8 3/4.
Cysnei.o, s 10.
Barrea Sobrinho, s 9 1/2.
Berardo, s 9 1/2.
Vlalaquiaa, a 9 1/2.
Estevo Oavaleaot, a 8 Ii2.
Cirargilo deutista ama Pompilio,
8 h -
O phormaceatico entroa s 8 1(4 e sabio s 4
Ja tarde.
O ajadaate entroa a 7 horas da manh e
sabio s 4 1|2 da tarde.
Lotera do PartaA 2 parta da 18 lo-
tera, pelo novo plaoo, cujo premio grande de...
60:000* ser ex'rabidano dia 30 do corrente.
Cemlterlo Publico Obituario do dia
26 de Abril :
Luis, Peroambuco, 1 anno, S. Jos ; gastro eu
terite.
Francisco, P rnambueo, 2 anuos, S. Jss ; gas
tro entente.
m feto. Boa-Vista.
JoSo Camillo, Pernambuno, 40 aunos, soltero,
B^a-Viata; ccngestai cerebral.
Jlo FianciBCo da Silva, Peruambuco, 36 an-
noa, soltero, Boa-Vista ; tubrculos pulmonares.
Beraardiao, Pernambuco, 10 meses, Graca ; ea
terite chronica.
Fraocisco Mtciel da Rocha, Pernambuco, 32
annos, casado, Boa-Vista ; nephrite aguda.
J)o, Peroambuco, 2 anuos. Boa-Vista ; ia-
rampo.
Julia. Pernambuco, 3 ann:s, Boa-VBta ; menin-
gite.
Galdina, Pernambuco, 7 diae, Boa-Vista ; coa
vuUdss.
Anglica Mara da Conceiclo, Pernambuco, 88
/ annos, vovb, Recife ; decrepitade.
I Anua Joaquina Pires Ferreira, Pernambueo,
86 annos, viuva, Af'gados ;'broncbite asthmatico
Manoel, Peroambaeo, 1 da, 8. Jos ; espasmo.
Anaetacio, frica, 60 aunos, solteiro, Graoa ;
encephalite.
V |- =
floran 2 fi"" g S 2
i*"
6 m. 232
9 279
12 29-4
3 t. 29*-5
6 27'8
Barmetro a
0
75972
761=01
7b988
75833
758n,69
Tinao
do vapor
18,61
21,69
10,77
20 27
19.87
"3
'i
3
33
89
77
65
66
71
Temperatura mxima29*,75
Dita minima23*,00.
Evaporaclo em 24 horasao sol: 4,1 ; som-
bra : 2>,8.
Chavanalla.
Direcelo do rento : SE de mea noite at 1)
horas e 6 minutos da manbl; SE com interrup-
edet de ESE at 5 h .raa c 45 minutos da tarde ;
ESE a: 7 horas e 15 minutos ; SE com inter-
rupco-a deE.SE at meia noite.
Calmara durante 3 horas pela manh.
Velocidade media do venta; 1">,6! por segando.
Nebulotidade media: 0.22.
Boletim do porto
Dia
26 de
9
27 de
Abril
>
Abril
Horas
1040 da manh
458 da tarde
11- 4
520 da manh
Altar-
0,-15
2,-95
0,>18
2,-88
LeiloeeMestror-se-hao
Hoje:
Pelo agente Borlamaqoi, s 11 horas, oa roa de
Imperidor n. 22, de predios.
CHRONICA JUDICIAR1A
Tribunal da Relami
SESSO ORDINARIA EM 27 DE ABRIL
DE 1888
PBESIDEKCIA DO EXH. SE. CONSELHEIEO
QOINTINO DE MIRANDA
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's horas do costme, presentes os Srs. desem-
bargadorea em numero legal, foi aberta a sesso,
depois de lida e approvada a acta da antecedente.
Distribuidos e paasadoa 09 feitos deram-se os
seguintes
JDLOAUINTOS
Habeas-corpue
Pacientes .
Casimiro Jos de Oliveira.Negou-se a ordem,
unnimemente, por estar processado. v
Krancisco Carato e Jlo Galdino de A'aujo.
Mandoa-se soltar, contra o voto do Sr. desembar
gador Tavares de Vasconcellos.
Bernardo Jos dos Saotoa. Maudoa-se oavir o
juis de direito do 5 districto, contra os votos dos
Src deseuibargadores Tavares Je Vascooeellos e
Alves Ribtiro.
Recursos eleitores
De Are'aRecorrente Joaqaim Bexerrs Caval-
cante. ri-corrido Pabio Antonio de MattO Barreto.
Relator e Sr. desembargador Toscano Barreto.
Ueu-ae provimtmto, unanimem nte.
Do CaboRecorrente Joaquim Luis de Siquei-
ra Rocha, recorrido o juso. R'lator o Sr des-
eubargador Pires Ferreira.N gou-se provimtn
to, contra os votos dos Srs. duseoibargadores re-
lator e DelBa C>,valcante.
Da Escada Re, orrente Dr. Manoel Dias Poo-
tuul. n corrido o juao. Belator o Sr. desembega
dor Monteiro de Andrade.Negoa se provimento,
unnimemente,
D* Parahyb*Recorrente Jos Vicente Montei
ro da Franca, recorrido H- rcalan* Tolentino de
Pigaeired". Kelator o Sr. desembargador Mon
teiro de Andrade.Em diligencia, contra o vo o
do Sr. des<-mbargador Pires Gtocaiv s.
Do Recif.Recrreme Jos Migoei dos Santos,
recorrido An-- sucio da Silva Cardoso. Relator o
8r. desembargador Piiet Goocalres. Em dili-
gencia, contra ot votes dos Srs. detembargadoret
relator, Pires Ferreira, Deludo Cavalcante e
Toscano Barreto.
Da Caruai Recorrente Juvenci Taeiano
Manr, recorrido Jos Floreneio de Soasa e Silva.
Da ParabybaRoeorrente Eduardo (Rufino de
Meneses Portado. Relator o Sr. desembargador
Alves Ribeiro.Em diligencia, contra os votos
dea Srs. desembargad ores Pires Ferreira, Toseano
Barreto e Ddlfao Cavalcante.
Da ParabybaRecorrente Jos Vietnte Mon-
te iro da Franca, recorrido Antonio Camillo de
Hollanda. Relator o Sr. dasembargador Tavares
de Vascooeellos.Em diligencia.
Da ParabybaRecorrente Jos Vicente Mon-
teiro da Franca, recorrido Jlo Jos de Almeida
Lima. Relator o Sr. desembargador Tavares de
Vascooeellos.Em diligencia.
Re-ursos Crimea
Do PilarRejorreate o jaixi, recorrido Ven-
tura Ribeiro Agr. Relator o Sr. desembargador
Toscano Barrete Adjuntos 03 Srs deaembarga-
dores Dulfino C-ivalcante o Alv,-s Hibsiro.Deu
se provimento, iinanim ene .te.
Da RecifeRiOrre'iie u juiso. r:virrido Mi-
noel J iiquim. H:!atiroSr. desembargador Ma-
teiro de Andrade. Adjuatoa oa Srs. dosembarga-
dores Tavares de Vaseoncellos e Piret Ferreira.
Negou-se provimento, unnimemente.
Appellacoet eiveis
Do RecifeAppellau'.e o juixj dos feitos da fa
senda, appellados Bei-net & C. Relator oSr. des-
embargador Tojeano Barreto. li visores os Srs.
deiembargadores Delfioo Cavalcante e Pires Fer-
reira.Feram reeebidos os embargos, unnime
mete.
Do RecifeAppellaote Joaqaim Soeres Neves,
appellado Miguel Jos Barbosa Gaimares. Re-
lator o Sr. desembargador Pires Ferreira. R vi-
sores os Srs. desembargadores Moateiro de Ao
drade e PireB Goncalves. Foram recebidoa os
cobargos, unnimemente.
PA88AGEN8
Do Sr. desembargador Toscano Barreto ao Sr.
desembargador Deln j Cavalcante :
Appellacoes crimes
, Do CondeAppellante o juno, appellado Ja-
ciatho Francisco de Housa.
Do RecifeAppallaote o jaiso, appellado Jlo
Aatonio Dias.
Appellacoes eiveis
Do CaboAppellaote Fraocisco Aotooio Cha-
laca, appellado Porfirio, por seu curador.
De GaranhuasAppellante Joaepha Mara de
Jesua, appellado Joaqaim Salgado do Nascimeoto.
Do Sr. desembargador Delfino Cavalcante ao
Sr. d .'sembargador Pires Ferreira :
Appellacio crime
De Alag 1 de BaiX3Appellante o juizo, ap-
pellado Jos Pedro da Silva.
Do Sr. desembargador Prea Ferreira ao Sr.
desembargador Monteiro de Audrtde .-
Appellacoes crimes
De ItambAppellante Jos Mauricio Alves de
Almeida, appellada a justica
De Besrroa Appellante ojuiso, appellado
Manoel Francisco do O'.
Do Recife-Appellante o juso, appellado Bea-
to Gomes da Silva.
Do PiaocAppellante o promotor pjblico, ap-
pellado Manoel Percira da Silva.
O Sr. desembargador Prea Goncalves, como pro-
curador da corda e promotor da justica, deu pa
reccr nos seguintea feitos :
Appellacio crime
Do RecifeAppellaote Jos Joaquim de San-
t'Anua, appellada a justica.
Appellac-J cvel
Da Macei -Appellaote o juizo, app?llada Ma
ria Felicia do Sacramento, aenhora de Benedicto.
Do Sr. desembargador Alves Ribeiro ao Sr.
j desembargador Cavares de Vascooeellos :
Appellaco crime
De Pao d'AlhoAppellaute D. ; Joanna Coelho
CarneM da Cuaba, sppeado Pedro Damio.
DILIGENCIAS
Com vista s partes :
Appellacio civel
De IagaseiraAppellaote Manoel Jos de Ca-
valbo, appellado San.111 Lacerda de Siqueira.
Appellacoea commerciaes
De SerinbaeuiAppellaotea os herdeiroa Bow-
mau, appelladj Mun Dj Reu,f Appellaote Aatoaio de Castro Moo-
teiro, appellados Silva & Alvea.
DISTEIBIC0E8
Aggravo de petico
Ao Sr. desembargador Buarqae Lima :
Do ReciteAgravante Pedro Dias de Assis,
aggravado o juiso dos feitos da fazenda.
Conflicto da jurisdcelo
Ao Sr. desembargador Delfino Cavalcante :
Entre os jeises ae direito ,iaa comarcas do Bo-
nito e Palmares.
Denuncia
Ao Sr. desembargador Tavares de Vascooeellos :
Do Exm Sr. desembargador promotor da justica
contra o bacharel Antonio Ferreira de Sinsa Pi-
tanga, juis de direito da comarca do Limoeiro.
Eocerroa-se a sesso s 2 horas da tarde.
Bregara
Francisco Monoel da Silva & C, deposi-
tarios de todas aa especialidades pharma-
ceuticaa, tintas, drogas, productos ohicni-
30s e medicamentos homeopticos, roa do
Mrquez de Olinda n. 23.
Serrarla a vapor
Serrara a vapor t ojjicinai de carapina
ie Francisco dos Santos Macedo, caes do
Capibaribe n. 23. Neste grande estabele-
oimento. o primeiro da provincia nesto ge-
nero, comprase e vende-ae madeirn
de todas as qualidades, serra-se madeirae
ie oonta albeia, asaim como se preparam-
obras de carapina por machinas e por pre
eos em competenciaPernambuco.
Drogara
Faria Sobrinho A C, droguista por
atacado, raa do Marques de Olinda n. 41.
_ re toas resal ios (!)
A raator parte dos remedies qoe hoje
existem venda, destinados a combater as
enfermedades do peito, e vas respiratorias,
alm de ara gosto sais cu menos repug-
nante, conteos uma grande quantidade de
opio e, comqoanto sejam, muitos delles,
calmantes notaveis, tm um grande incon-
veniente de excitar o temperamento e pro-
vooar prisSes de ventre muito rebeldas,
que sempre produzem reacjlo sobre o es-
tomago, cerebro e intestinos.
O Peitoral db Cambaba', remedio ho-
je reconhecidamente 'ffieaz. longo de cau-
sar csses inconvenientes, devido sua
inoffensiva preparacao, apresonla a vanta-
gem de ter um gosto ngradabilismmo, o
que o torne preferido pelas senhoraB, crian-
as e todas as pessoas de paladar delicado.
COMUNICADOS
O Dr. Barros Culmares
Pode ser procurado no escriptorio da re-
daocSo d'este DUirio, ra Duque de
Caxias n. 42, 2." andar.
O Dr. Milet tem o seu escriptorio de
advooacia, na ra Duque de Caxias,
n. 50, 1. andar.
Dr. Seabra, advogado. Raa do Impe-
rador n. 30. Das 10 horas do dia s 3
da tarde.
Medico*
Dr. Barreto Sampaio d consultas de
meio-dia a 3 horas no 1." -andar da casi
* ra b Bario da Victoria, n. 51. Resi-
pencia ra Sute de Setembro n. 34, en-
trada pela ra da Saudade n. 25.
Dr. Joaquim Loureiro medico e parteiro
Consultorio na ra do Cabug n. 14, lc
andar, de 12 s 2 da tarde residencia no
Monteiro.
O Dr. Castro Jess medico e operador,
oonsuitas das 11 s 3 da tarde, rus do
Boro-Jess n. 23, 1. andar. Residenoia
Travessa dos Remedios -Passagem, portSo
n. 7.
O Dr. Aleares ~Cruimaraes ohegado da
c6rt, dedica se medicina em geral, e
com especialidade s molestias do coraclo,
pulmSeB, ligado, estomago e intestinos, e
tambem s convulsSes e outras molestias
das enancas. Reside praya Conde d'Eu,
n. 28, 1. andar, e tem cousultorio ra
do Bom-Jebus, n. 45, onde diariamente d
consultas do meio-dia s 3 horas da tarde,
aceitando chamado em qualquer desses lu-
gares. Telnph ne n. 381. .
O Dr. Matheus Vaz, medico, mudou a
sua residencia para a raa dos Pires n.
83 A, on exercicio da sua profisslo. D consulta de
H horas da manh s 2 da tarde na ra
do Barao da Victoria n. 32, 1 andar.
Dr. Cerqueira Leite, tom o seu escripto
rio ra Duque de C<*xb n. 74, das 12
s 2 horas da Urde, e d-sta hora em dian
te em sua residencia ra Ja Sauta Cruz
n. 10. Especialidadesmolestias de se-
nboras e crianzas. Telepbone o. 326.
O calima
Dr Ferreira, com pratica nos prinoipaes
hospitaes e dinicas de Pars e Londres,
d consultas todos os dias das 9 horas ao
meio-dia. Consultorio e residencia a raa
Larga do Rosario n. 20.
Explica se assim
O Partido Liberal do Jornal do Recife pergun-
tou hontem cjmo se explicar o seguate qae, oa
lista dos passageiros do Finance, ltimamente sa-
bido para omrte, se l:Dr. Jos tforeira Alves
da Silva, soa mlher, i filboa 1 5 escravos !!!
A explicaco esta e cada um ajuixe e julgue
o procedimento e o valor do que escreveram os re-
dactores do Partido Liberal.
As listas dos passageiros, env.das ] redec-
5038 dos joroaes, foram feitas por um s emprega-
do da repartico da sade do porto, sob a inspac- L
cao do Sr. Joaqaim Caraeiro Lias de Albaquer-
que, digao offieial externo da polica.
Todas as listas dieiam :Dr. Jo j Moreira Al-
ves da Silva, soa seahora, 4 filhos e 5 criados e
atsim foi publicado no Diario e na Provincia.
Sroente o Jornal do Recife, em lugar de cria-
dos, publicou escrav -s.
Na agencia da companha americana foram da-
das passagens pira o Dr. Moreira Alvos, sua mu-
lher, 4 filhos, uin cralo, daas criadas e urna go-
vernaote com dous filhos menores.
Que explicac) agora ter o faeto de publicar
o Jornal do Recife, ira sua hcal, $ escravs em la-
gar de 5 criados ?
Queremos crer, que o que houve foi simplesmen-
te um eogano do Jornal, engao que servio ao
Partido Liberal para considerar, atepocha actual,
mal formados os caracteres que se nao njuria.11 de
possuir escravos.
Os redactores do Partido Liberal esto assim
malsinando aos proprios c^rreligioaanos que pa-
gara as dspotas da columna.
Elles l se entendem...
Frederico Chaves Jnior
HOMCEOPATHA.
39=Rua do BarSo da Victoria=3S\
PRIMEDO ANDAR
1
Despedida
A's pessoas que me hooram com bus amitade,
peco me desculpem por nao ter podido fater-Ihes
pesBoalm-'ute miabas d. spedidas, em vista dos mui-
tos htfizeres que me impossibilitaram de cumprir
esae dever, e na corte, para onde sig) hoje, espero
receber as ordene dos amigos e correligionarios,
que se quizerem utilisar d>s meas servidos.
Recife, 27 de Abril de 1888.
Felippe de FigueirSa Faria.
IiiqualiHcivel
Leodo ho.e n > Jornal do Recife urna noticia com
a epigraphe cima, relativamente a mim, teobo
qae responder a 'lia da seguate forma :
Ao publico e aquellas peasoas de bom senso com
o certificado aba'xo transcripto, t.ioi o navio
Abel foi pilotado por mim.
Ao articulista, o menageiro de noticias, be I i -
guim em summa, o mea despreso.
Recife, 27 de Abril de 1833.
Julio Augusto da Silva Neven.
Certifico pelo presente que o pratico Sr. Julio
Heves pilotou o oavio sob meu comentado, ..arca
n' ruega Abel, e fuadeou em frente ao forte
do Brum pjr causa do v-nti oo dar para seguir
pira o anoradouro da descarga, e dahi tomando
en o reboque fui para o lagar ood* se acha amar-
rado dito oavio miuha lutcira la'isfacao.
Peroambuco, 27 de Abril de 1838.
E. DanieUen.
Ocolista
\
Dr. Barreto Sampaio, medico ocu-
lista, ex-ehefe de clnica do Dr. de
Wecker, d consultas de meio dia s
3 horas da tarde, do 1. andar da casa
n. 51 ra do Baro da Victoria, ex-
cepto nog domingos e das santificados.
Residencia ra Seto de Setembro n.
34. Entrada pela ra da Saudade o. 25.
H
A < Vna York
New York Life Insurance Company.
Companbia Mutua de Seguros de vida e Mon-
te-pio dos Estad's-Unidus da America.
Fondada em 184543 annos de prosperidade !
nica Companha de Segaros de Vida estran-
geira autoriaa la a faaccionar no Imperio do Bra-
sil.
Capital cerca de cento e setenta e cinco mil cont:
de ris
Renda anoual cerca de qvarenta mil conloe de
ris.
Deposito na corte no Tbesouro Nacional.
Dutenlos contos de ris.
Mais de du enlos mil contos de ris pagos a vi-
vf.s e orphos e proprieturio de apolices desde sua
fuodaco.
Crea de seiscentos contos de ris pagos no Bra-
sil a herdeiros de segurad s em cerca de 5 annos.
Mediante urna pequea somma annoalmcnte (o
premie na idade de 35 annos casta cerca de 40
por anno por cada cont de ru segurado) pode cada
om constituir immediatamente na capital para sua
familia no caso de morte ou para ei proprio se che-
ga ao prazo escolhido.
Para prospectos r ;nf rmacfles com o Sr. Theo-
doro Christiansen correspondente representante da
I Com: anbia em Pernambuco en com Julio Guima-
raes agente vingante da Compsobia, de passagem
por esta capital, que pode sr encontrado no es
ciptorio d'aquelle senhor.



1
MEDICO HOMEOPATHA
Dr. Baltiazar da Sivcira
Especialidadesfebres, molestias daa
eriancas, dos org-os respiratorios e das
senhoras.
Presta-se a qualquer chamado para
fora da capital.
AVISO
I
r
li
'
i
Todos nt chamadas devero ser dirig-
) dos pharmacia do Dr. Sabino, rna da
Baro da Victoria o. 43. ende so indicar
sua residencia.
\
Despedida
Seguiudo h je para acorte, sem ter podido des
pedir me dos amigos, peyo-lbes disculpa d'esta
falta involuntaria e all tll'^regj meu diminuto
pres timo.
Recife, 97 de Abril de 1888
Dr. F. A Rosae Silva.
Despedida
Jos Beroardo Galvo Ahoforado J-
nior, nSo tendo podido despedir-se de to-
das as pessoas de sua amizade, o faz pelo
presente, cff rocendo seus serviyoa na cor-
te, onde se demorar durante o tempo da
actual sesso legislativa.
Outro-sim, em sua auzencia podem os
seus constituimos entender-se com seu pae
e o Dr. Adolpho Tacio da Cjsta Cirpe para
quaesquer negocios, em seu escriptorio
ra do Crespo n. 4.
Recife, 27 de Abril de 1888.
iimi -------
V SVS.
- Aa filie desanidas
As pessoas armadas com a salaaparrilba de
Bristol, e que residen! nrs districtos em que rei-
oam as feb'es int rmit'entea e seides, podem real
mente s< mbar de-sa enfermidade aniquiladora
Um frasco deste poderoso tnico vegetal atugenta
os calefrios e perseverando-se no sen uso, as tor-
cas se restabelecem completamente, e o systema
Be fortalece contra a miasma generadora da mo-
lestia. Ella tem sido umversalmente experi
mentada pelo espaco de 35 annos as localidades
infestadas polas sezea e tabres intermitientes.
Porm ob benignos edeitos deste grande especifi-
co cooservador da vida, no se limitara a ama s
clusse de enfermidades ; a sua acyi medicinal
to extensa, como a das proprias molestias.
As fBctofaias de y00 mais h irrivel, o cancro
destruidor, as contrajo -t das juntas, tendoes e
msculos, o entorpec ment e coogesto do ligad.>,
O estado mrbido do e-tomago e do veatre, a aetb-
ma, a totee cmvulaa, as 1 rnpvoJS, o rbeamatismo,
a demlidade geral, sao iubjugadaa com ama rapi-
dez e seguraoca tal, que asaotnbra 08 mdicos os
mais exp-rimenU'los ; gracas as suas qualidades
suavizadoras, curativas e f Tificots.
Vende-se em todas as priaeipaes lojas de dro-
gas em toda a parte do mundo
Leoanr Porto j
n. J4
Dr. Coeliio ^eite
Participa a seus clientes e amigos que
tem seu consultorio na ra Duque de Ca-
sias n. 57 1 andar, onde ser encontrado
de 12 s 3 da tarde todos os dias e
reside provisoriamente na ra do Hospita
Portuguez n. 14.
Eduardo Cadault
Retratista
Aieller, raa Baro da Virio
ra u. SI, aodar
F
Iacumbe-se da execnco de todos os
trabalhos cooceroeotea soa arte, as-
sim como lecciena em desenbos e pmtu-
&
IGUAftASSO1
Dr. Paes Barreto
PROMOTOR PUBLICO
Advogado
E

.Una do Ijaperador
1 andar
Contina a exacatar os mais difficeis
figariaos reeebidos de Loadres, Pars,
Lisboa e Riu de Janeiro.
Prima em perf ico de costuras, em
brevidade, modicidade em precos e fioo
Dr. il*a f' freir
Medico e parteiro, com pratica em varios hes-
pitaes da Europa as especialidades de molestias
de senhoraa e da p -11.-. d consultas na roa da
Cadeia o. 53 1.' aodar, di 1 s 3 horas da tarde -
e reside na ra da Conde da i'oa-Vista n. 24 I.
Teleiiho en. 412

Mflto Ae Mo Carino
Fondado em 1873
ISSTaUCCO PRIMARIA. SECUS
DAKIA E RECREATIVA
EADKS. FBANW80O, PALACETE
N. 72
(Junto f stacao)
Neste ollegio easina se primeiras rt-
tras, portugus, latim, francas, ingles,
arithmetica,_g'ometria, algebra, rheto-
rea, geographia, philosiphia, msico,
daen e desenho.
Oa professores sao habilitadas e morali-
sados.
Boa alimentado e predio commodo,
aceiado e fresco.
Admita alomaos internos, meio-pensio-
nistas e externos.
Os Srs. pretendentes sao eonvidadefl a
comparecer no estabelecimento, onde te-
rao todas as informaeos.


Diario de PeruanibacoS;sbbado 28 de Arril de 1888
118
da
Mi
Ra da Aurora 39, esqalna
da ra Formosa
Instrucco, primeiras lettras, portugus, francs
ingles, allemo, geographia, msica, piano, dse
abo, bordado etc.
A directora,
Augusta Carneiro'
EDITAD
Secretarla da P'*'****** d*
Pernambuc, ei t f de Abril
de 18*8.-*.* eccao.
ror esta secretariase fas publico, de acco.do com
o disposto no tart. 157 do regulamento annexo ao
secreto n. 9,420 de 28 de Abril de 1885, o edital
abaixo transcripto pondo em concurso eom o praao
de 30 das os oficios de partidor o contador e par-
tidor e distribuidor do termo de Timbaba.
Pedro Francisca i.'cneia de Oliveira.
EOITAL
O Dr. Bellarmino Guedes Corris Qondim, juia
muuicipal do termo de Timbaba na provincia de
Peroambaco, por S. M. o Imperador, que Deus
guarde, etc.
Fsco saber aoe que o presente edital virem e
d'elle noticia tiverein, quo achaudo-se anda ni i
prvidos os oficios de partidor e contador e parti-
dor e distribuidor d'este termo, criados em virtude
da lei provincial n. 1,363 de 8 de Abril de 1879,
convido os pretend ntes aos referidas oficios, a
apresentarem seus requerimentos, dentro do praio
de 30 das, a contar da data do presente edital,
como preceita o art. !- da lei n. 3,322 de 14 de
Jolbo do anno pasaado, ccmbiuado com o art. 11
do decreto n. 9,344 de 16 de D sembr de 1884.
OutrOBm, far mus saber asa mesmes pretenden
tea que es sena requerimentos devem ser compe-
tentemente instruidos com exam? de cufEciencie,
olba corrida c o ma:s exigido pelo art. 14 do de-
creto n. 8,276 e 15 de Outubro de 1881.
E para que ebegue a noticia a todos, mandei pas
aar o presente, que s buco do costume- e d'elle se extrahiri copra para
ser remettido ao Exm. Sr. desembargador presi-
dente da previucia pasa o Em indicado no art. 157
do regulamento oor Jecrtto o. 9,420 de 28 de Abril
de 1885, cm di clarucho de lugar e data em que
fr sffixado e publicado o presente edital, o que
tudo ser4 certificado pelo porteiro dos auditorios,
como preceita o srt. 153 de citado decreto de 28
de Abril de 1885.
Dado e pas9aio nesta eiJade de Timbuba, aos
20 dias do mes de Abril de 1888. .
Eu, Saturnino Francisca de Souca e Silva, eseri-
vo da civel que o escrevi. Bfllarmino (JuedeB
Corre a (Jondim.
E mais au se cantLba em dito edital, qua fiel-
mente cupiei em viata do respectiv) original, ao
qual me reporto. DoJ fe.
Eo, Saturnino Francisco de Si uta e Silvs, ucri-
vlo do civel que o subscrevi e ase'gno.Saturtino
Francisco de Souza e Silva.
Certifiso qus pelo porteiro dos auditorios Mi
noel Ambrosio f-creira M lio, me f ai entregue a
eerlio do thjcr seguate :
Certifico ter boje affixado na porta da casa da
Cambra Municipal d'e:ta cidade o edital convi-
dan I? os pretendentes aos oficios de partidor e
contador e partidor e distribuid!r. anda nao pr-
vidos vitalieiamtnte. O referido verdsde, do qu>'
don f.-Timbaba, 20 de Abril de 18880 por
teiro, Manoel Ambrosio Pereira de Mi lio. *
Nada mais se cominba em dita ceitida aeim i
transcripta a cu jo original me reporta e deu fe.
En, Saturnino Francisco do fbaaa c Silva, caer i-
to do civel que o escrevi.
Sociedade Allianca
ScssSo de finanzas
De ordum superior convido a todos os socios
comparecerem na sJe social, seguuda-feia (30
do correute), as 6 1/2 h ras da tarde, afim de ter
lagar urna sesso de financas.
Secretaria, 27 de Abril d 1888.
O secretario,
Rtgo Jnior.
:m
Bala eom uereiul
ktXMTAyOBS OFPICIAS3 DA JDNTA DOS COB-
RECTOBK8
Rteifu 27 de Abril de 1SS3
Apolices provinciaea, juros de 7 0i0, do valor de
1004 101/500 cada urna.
Cambio sobre o Rio de Janeiro vi* ta.com 3(8 OrO
de premio, r>o banco.
Cambio sobre Para, 30 d/v. eom 5(S 0/0 de des-
cont.
Va har da bolsa
Venderam-sc :
15 apolices provinciaea do valor de 1004000 ao
preco de 101/500 cada urna,
ffereceram Vender Comprar
30 apolices nrovinciaes, juros de
7 0|0 de :000*000 1:025/ 1:020/
i' residbou-,
Augusto Pinto de Lemos.
O secretario,
Pidro Jos Rato.
Mov ment banearlo
BEcnra, 27 db abbil db 1888
PBAgA DO KECIFr
O mercado manteve-se boje sem alterarn.
'Os bancos, m geral, saccaram a 24 i/4 d.
NSo constou traosaeco alguma em papel par-
ticular.
FBACA IX) 10 DE JANEIRO
Os bancos saccaram p.la manh a 24 5'13 e ao
fechar do da a 24 3/8.
Estrada de Eerro do Recita a Ca-
xanga
IVMO AO PUBLICO
Durante os mezes de Maio, Junbo, Julbo r
Agosto do correte anno, bavera as seguiotes al
teraces no horario dos trens desta C'mpanhia :
MANflA
Linba principal :
O trem de 5 45 do Recife sabir s 6 23 e ira
at Dous Irtnon.
O de 6.45 do Recife fica supprimido.
O de 5.42 di Dous Irmos sabir as 6.20.
O de 6.45 de Apipucos fica supprimido.
Linha da Vanea :
O trem de 6 0 do Recife sabir s 6.5.
O de 9.26 do Recife ir ar a Vanea de ende
voltar s 10.33.
TARDE
Linba principal :
O trem de 4.45 do Roclo ir at D-us Irmos.
O de 5 45 do R.cife sabir s 6.0.
O de 6 45 do Rcif- fica supprimido.
O de 10.0 do Recife sabr as 9.53.
O de 5.49 de Appu3v-a sabir de Uous Irmcs
s5 57.
O de 6 42 de Djus Irmos fica supprimido.
O de 7.45 de Apipucoa sabir de Doua Irmos
s 7.32.
O trem de 7.40 do Recife sahir s 7 35.
O de 10.5 de Apipucoa a-hir s 9 50.
Lioha da Vanea .
O trem de 6 28 do Recife sabir s 6 43.
O de 8.0 do Recife sahir s 8.18.
O de 9.45 do Recife sahir s J.?6.
O de 6 15 da Vanea sabir s 6 30.
O de 7 9 da Varaba sabir s 8.5.
O do 9 40 da C.xang sahir s 9.20.
Liub do Arraial :
O trem de 6 45 do En'roucaraent s-.bir s 7.0.
Uoa trem novo sabir do Eatrvn.auu-nto para
Monteiro s 8 2.
O trem de 8.18 d Recife fica supprimido.
O de 10 20 do Entroncamento sabir s 10.10.
O de 6 15 de Apipucos sabir s 6 30.
O de 7.20 do Monteiro sabir s 7.37 at En-
troncamento.
O de 9 45 do Monteiro sabir a 9.23
Em todas as estuco.s estaro viata dos Srs.
passageiros as uc vas tabellas com as altiraves
cima descriptaa, e os Srs. aaaigQ-.ntes podem
mandar procural-as no escriptorio da Compa-
iibia
Recife, 27 de Ab ril de 1888.
A. W. Slonehiwer Bird,
Gerente.
IRMaNDADE
DO
SS. Sacramento da matriz da
Boa-Vista
Tendo a mesa regadora fe'ibprado ronuiar ce
librar urna missa so din 30 di : orr ntc, trigsimo
de sen faltecimenw, a 8 hor a da macha, em ana
raatria, por alma de su i-x-juis o Exm. Sr. desem-
b.rgad.-r Fr DC,-.cj de Asaia O.ivtira Maciel, de
siudoau recordac^o, envida para aeaiatir a esa
piedoso acto a todcs oa irnrV s, .a Eama. viuva,
pare ntes e amigos do m snao finado.
O rscrivij nterin?,
Joa Francisco de Figueired >.
Ao com inercia
Constando-nos que o Sr. Caiiato Aires de Azc-
vedo Mala t nha dito que socio da uoasa casi
commercil, vamia peljpreaenfe decHrar que eetc
aeuhjr nada tem com.os nof.aoa negocios desde o
1 de Janeiro do crreme anno. Recife, 27 de
Abril do 1898.
Sal Marques dos Santos & O
Thesouraria de Fa-
zenda
P canse tu de coa tara*
Da ordem do Illm. Sr. inspector, faco publico
que de amanhi por diante serio pagas nesta the-
souraria as costaras feitas para o Arsenal de
Guerra, durante a 1* quinaena do mea de Abril
prximo linda.
Thesouraria de Faaenda de Pernambuco, 25 d
Abril de 1888.O aecretariu,
Dr. Antonio Jos de Sant'Anna.
Hippodromo do Campo
Grande
Cinvido aos senhorea subscriptores p-ra a rcu-
nio da aaiembl <"-'' ?"> 4? cnatituir de-
finitivamente a nu^.i,a.ai3 auonroia Hippodromo
do Campo Grande, no di 30 do corrente, s 6
horas da tarde, no sal>-da O mpanhia dos Trilhjs
Urbiin & d..' Oliud-i (>''.trd pelu run da Unio).
Rcife, 27 de Abril de 1888.
Dr. Joj de S C. de Albnqnerque,
Presidente.
Tesonraria de Fazetida
Da orjem do Illm. Sr. Inspector fac) publico
que, m aesso da Jaita de 3 de Maio prximo
vindouro, receber-ae bao proposta* em cartas fe-
chadai afim de sercootractado o fornecimento dos
seguintes objectos, para o presidio de Fernando
de Noronha :
Mangas de ferro para carroca 4
Mansscriptos 25
Pavios para candieiio pateat a gat 50
Paca de sicupra para uso de carroca 4
Pranchas de sicupira 2
Cordaa de en pecaa 100
Dobradicas de eras, grande?, pares 21
Ft.c s americanos 6
Gis, kika 3
Marteilo para carpina 12
Dtos para pedreiro 12
Milho para seminte, saceos 15
F< ijo mulatinho, dem, dem 8
Em 26 de Abril de 1888.
O secretario,
Dr. Antonio Jos de Sai?Anua.
Corroo goral
AfaZaa a expedir-te hoje
Pelo vapor Vilie de Santo, esta administracio
expede malas para B.hia e Rio de Janeiro.receben-
do impresaos e objectos a registrar at 2 horas da
tarde.e cartas ordinarias at 3 horas ou 3 Ii2 com
porte duplo.
Administracio dos eorreiot de Pernambu jo. 28
de Abril de 1888O administrador,
________________Affomo do Seg Barre*.
Hippodromo do ampo
Grande
De ordem da directora, convido asa senhorea
aubscriptores do Hippodromo do Campo Grande a
eutrarem com a primeira prestaci) d< 25 0(0, de-
terminada pela assembla geral de hontem dentro
de 15 das, a contar do da primeira publicaco
deste annuncio. Para tal fim o Sr. thesoureiro
Manoel Jos de Bastos Mello str encontrado no
V andar da raa do Imperador n. 49, dns 11 horas
da macha a 2 da tarde at o da 6 de Maio pro
ximo vindouro Recife, 20 de Abrii d= 1888.
O secretario,
Jos Diniz Barroto.
Liga Operara Pernatnboana
De ordem da diree na, convido oa senbores aa
aoeados a cimpare crem assembla g-tal qu
tem de imposaar o novo directorio no dia 28 do
corrente, s 6 horas da tarde.
Secretaria d Liga Op-raria, 28 de Abril d
1883.O secretario,
Joa Claseos de Figu iredo
c
ti^ft* de al^odtlo
KM 27 DB ABRIL r>E 1S88
Nao constou veuds ; as cff -rtas para o de 1*
sorte do serto foram na razo de 6/100 por 15
kylo8.
t-utoadas de aacaear e al^u>dilu
HEZ DE ABBIL
ASSUCAR
Entradas
urcaoas *......
Via-frrea deCaruai. .
Animaea......
Via-ferrea de S. Francisco .
Via-ferrea do Limoeiro .
Soinma
ALGODO
Entradas
Baccacas ...... 2
De ordem do Iilm. Sr. capito de fragata
Manoel de Araujo Cortea, inspector deate 4.raenal
e capitSo do porto deata provincia, fa^o publico
qne, de conformidade cim o diapostj no aviso do
M nsteria da Mariuba, a ib n. 422 de 26 de M rc>
find-, e em virtude da autorisacao da presi-
dniLtia dcsta provincia, em oficio datado de 10 du
eoir'nt', cootraclar-se-ha nesta repartico at o
da 30 do corrente, s 11 horas da mauh, dous
mrgulhadorfs p>ra os trabaibos da deatruicio do
c8CJ do vapor nacional Bahia, qu? niotrpgcu im
24 de Marfo do anno prximo pasaado, ao norte de
Goi anua.
I'speoco do Arsenal de Marioba de Pernambu-
co, 26 de Abril de 1888.
0 secretario,
Antonio da Silva Azevcdo.
VERNEAVEL CONFRARA
DO
tnhor Hora J<-~u da Via-inoi a a.
Iftreja da Santa Cruz
ELEIf'')
De ordem do irmo provedor f2: Cji.'Vidadoa
tod.s ->a irma-i:- desta contraria a comparecerem
ni coneiatori'i desta igreja pelas 6 ]|2 h>rat da
noite do dia 30 do crrente, bfio de cifgc-rcn a
ujv.i mesa regedora qne leal de administrar n
mcmi coafraria noaoso c-ir.promissal de 18S8
1889.
CnaiEtorio da veueravel ejnfraria do Senbor
Bom Jess da Via^acra, 26 do Abril de 1888.
O eserivij.
Julio A. Secidea.
4 Gl/. doSop.\ Ard/, do Un.
S:*. B/. Cavalleiros da Cruz
*>*... de Fiu.'.
De ordem do Resp.-. Ir.-. Ven.-, convido a todos
oa OObr.-. drata Aog Off a cinpareeercm em
sui sede no dia 30 do corrente, a 6 1|2 horas da
tarde, dia este desiguado pelo mesmo Ir... Vm.-.
par ter lugar a See.\ de Fi.-.
Reif', 26 de Abril d 1868. E. V. .
Eduardo Goucalvea 18.-.
Seere.-.
Patacho haciun>il Htval, xaiqu.-.
Patachi nacional Pelotent?, xurque.
Patacho uorneguenae Bams, carvau.
IRHtNDDK
Das
2 26
2
2
2 4
2
V6
27
25
25
Saceos
32.265
8 742
8.720
77.082
8.492
Dias
Ae tabellas expostas aqu '
Do Lomos Hj* ;
- tires.......
.......
Italia........
Sarphnr?.......
-cnugaT ......
New-York......
De 'btkb.nac: )H>.i. ;
ondres... ...
Paria........
Italia........
Hamburg......
Lisboa e Porto.....
Principal* cidades de Portu-
gal........
*ew-York......
Oo EauL'sn Bina;:
Uoodres.......
Pan. .
Italia. .
Samburg) .
Lisboa e
Principaea cidades de Porta-
g........
Una dos Apres ,
Oka da Madeira .
!ew-York .
Vapores...... a
Via-ferrep de Caruar 3
Animaes...... 3
Via-ferrea de S. Francisco 2
Via-ferrea do Limoeiro- 2
S omina
26
26
26
27
25
25
130.291
Saccas
3.185
546
911
8 1U3
3 362
4.372
20.734
l-'retament
Foi techado hontem o da buree noruegucuse
Clio, para carregar na Parabyba, com destino
ao Canal, carocis de algjdo a 27/6.

90 /m
.A U 24
391 394
. . 294
437 491
-.'19 221
U080
!ni Ai vista
24 1,-i 4
391
487
219
394
394
49
1080
SO djv i
24 14
39i
487
:':9
I'JtfG
334
594
491
m

26
:;080
Vaporea despachadas
Vap nac. Maodab, para :
Macei : 190 fardos de xarque.
Peuedo: 3 barricas e 5/2 di'a com assucar
braneo, 4 caceas cim cate. 265 fardos de xarque
e 240'caixas com sabo.
Aracaj ; 60 fardos de xarqn-
Villa-Nova: 70 fardos de x i o sdo lou
vaasouras de palha de carnauba.*
Maroim : 304 fardos de xarqne.
Larangeiras : 70 fardos de xarque.
Carreg. diversas.
Vap. amer. "A'lianca, para :
Rio de Janeiro : 157 saceos c-m assucar inus-
cavdo, 432 fardos de algodSo e 25 pipas cj-oj
agurdente.
Santos : 6.498 saceos cim aatuoar, 10 pipas
100 barris de 5o com agurdente.
Carreg divere?.
Pauta a Alfaoda^a
SUMABA DH 3 A 28 DB ABBO. ->S 18S8
Viie o Daro de 22 de Abril
luiportaco
Vnpor amerioanu Allianqa, entrado de
New York, em 27 do correata e cons'gna
do a Hsnry Forater & G. manifestou :
Amostras 5 voluroes a diversos.
Breo 50 barra aos cousigoatarios, 30
ordem.
Birjh 50 birria a Fernandee da Cosa
& C, 100 a JoSo Fernandee de AInjeila,
50 g Gomes, 50 a Gonsalvea Rosa & Fer-
nandas, 100 a Fernandos & IrroSos, 25 a
Araujo Castro d C, 20 a Esnaty Rodri-
gues & C, 20 a Antonio Jos Soares & 0.
25 a Moraes & Marques 50, a Domingos
Cruz C.
Candi iros 1 voiume ordem, 1 a Albi
no Suva d C.
D'ogas 5 voluuies ordem, 17 a Faria
Sobrinho & G, 49 a F. Manoel da &I-
va & C.
Fogos da cliina 10 amarrados a Antonio
Jos Soares 4 0., 20 a Carvalbo & C.
Ferragena 1 voluma a Gomes de, Mattos
Ir.uos.
K-.roaeoe 20 .-aizas Viaoos Castra A C
L;ia 8 f.irdos ordem.
31 lobinas para descaroar olgodSo 2o
xas ji Albino Silva & C.
M'tsqueteiroa 1 oixa aos consignatarios
tfaiona 20 oatxaa ordem, 50 a Gui-
ris Rha & C, 50 a Gomes & P.:
, 50 a C.rv.Ui,. & C., 100 a Fernn-
des <& Irmos.
Mercadorias diversas 6 volumn a A. Du
arte Carneiro Vianna, 1 ao Dr 8. R.
Wing, 2 a Numa Pompilio, 3 aos coneig-
Divino Espirito Sanio do Recife
Cftiisclli fiscal
Consulta
De^ confurmidade com o art. 68 do nosao com
pumisso, convido nos nosso earisairooa ir
ex-juizese bemfeitores couipari-cur^m em o uj^s'.
consistorio domingo, 29 do earrente.pelas 11 horas
do dia, afim de reunidos, darm a cumprimento ao
diapoeto na segunda parte do art. 83 e art 97 do
meamo conj.oromisao.
Consistorio da irmandade do Divino Eep'rito
Santo do Recife, aos 26 de Abril de 1888
O procurador eral,
Miguel Jos Barbosa (inimaraea.
Recebedoria de Rendas Internas
Geraes
iup predial e de taxa de e-
cravaai
O administrador da Recebad, ra de R- ndas Iu
tenas Geraes avisa bls senhorea conu-ibuintee
dos mpostos predial e de taxa de eacravos, que
finda-se no fio do corrente mes o pagamento livro
de multa de tacs mpoatos, ed-pois dease praso
sur pago com t multa de 10 0/0.
Recebcdoria, 16 de Abril de 18E8
Alexandre de ti.ai P. do Carm
Comprnhia de EdiflcacAo
Assembla geral
De ordem da directora convido sos Srs. necio-
nistaa para reunirfm-se em a.ssembla geitl or-
dinaria, no da 7 de Maio prximo vioduuro, k-
11 hoi83 da manh, no escriptorio ''i c-.'rr.p-chia i
prar;* Pedro II n. 'ti, 1 andar, afira de ouriieio a
leitura do parecer da commieso fiscal c des reU-
:ori d 1887.
Kecife, 5 de Abrii de 1887.
Ricardo Menttes,
Gerente.
S creta na ;io Bispaio
D? ord- m do Illm. e Revm. Sr. govermidor do
bispao, frtyj a^ber a *oi.-s oa Reviua. s^jerd^tes
que uoa dias 28. 29 e 30 d > eorrenta du ae orna
p queua cmiaao uo k*lendfia <{; ui-pado, pelo
que deve-se r.z.r o crri.-io smlart iir segaiute
uodo .
8. 8ab.....Vefp. d" seq. com. S. Petri, M.
p ce;, et Dom. 4.' post Pasch. -alb
'9 f vaib Djm IV pjst Pasch (4 Apr.) Fugce
B M. V. ad. Egyptum dup. mij. Off. pr. iu lb-'ll
Dice; p^g. 529 I. bom. Dom. ira. 3. Petri M.
er. Djm. in L et M. pr. (io App. Dce p-g 23)
01. r P.oef. B. ,VI. El Te in Fetia. Ev. Don. in
fine. In 2 Veep eom. seq. L. Petri Vf et D.m.alo
30.....II. 1 N. Inc. Fp. B. Jacobi Dom. 4 post.
Pascb.
Palacio da Soledad?, 25 de Abril de 1888.
Estrada de Ferro de
Pernambuco do Re-
cite ao S. Francisco.
Proposta para forneclnaenio de
3.000 toneladas de carvo de
pedra
tata companhia recebe propoatss para o forne-
cimento de 3,600 toneladas de carvao de padra por
lempo de nm auno, mediante as S'-gmctes condi-
?5es :
i O carve dever aer de a'g:imi d-is especica
conhecidas por C ry .berdaro Mertbyr, Penri-
kiber, Nixons Navigattua, Osean Mertbyr osj lo-
sles Mertbyr imokelecs Steam Cual, primeira
qualidade e double ecrcened, provada com certifi-
cadj da mina, o quai para cada carga de navio
derer ser apreaentado ao saperintendente da
compauhia.
2.' desposa de dscarrrgar o carvao do navir
e todas as. outras da Alfandega etc., serSo por
eonta do contrastante al a entrega no Cae da
Compauhia, onde o carvao ser tirado das al va-
rengas pela companhia e pessdo no trapiche em
C'uc Poatas, facilitando se ai contractsnte todos
os meiss de por si ou peeaca de aua confianca
inspeccionar e conferir o p.so, o qual aera aceito
como definitivo por ambas as partes, o2i sendo
depiis att'-ndida pela eompaabia mcIamacSo al-
guma.
3. 300 tonoladas de carvSo pelo menes ser)
mensalmente entregues m Cinco Pcutas ; mas se
por conveniencia propriaquizer o extractante en-
tregar maior qaaotidado, a companhia sujeita se
a recebel-a, comtanto que nao seja apresentada
para pagamento urna conta ineusal de mais de 300
toneladas durante o temp do contracto.
4' O extractante dever obrigar-se ao paga-
mento de urna multa de 1:000* por todo o qu :l
qoer m'z em que d'ixir de formeer a quantidade
estipulada de 300 toneladas, asaim como se fr re-
oobecido que o carreg ment ou parte delle nio
t de alguma dra qui.lidadea mensionadas na 1>
destaa e indico a.
5.' As propostas para cate cont.sco devera)
eetipuiar o prejo da tvu-Vada do ca.-v3o em di-
ubeiro it.il n-, o qoal para realizar-se o paga
ment de cada conta m.-nsal ser reducido a
l#'W0 ao cambio di cota?5o das traosaccSes do
-.nco ao tfmpo d:i p-.rtida do ultimo paqu, te da
Real Mua, quo paasar psra a Inglaterra no meamo
mes da conta.
6 O contracta entrar cm vigor no Io di- Se
tembro proxisjia vin.uro e oprimeiro sopprim^itj
dever aer feito pira o ref.'rido mea.
7. Ser lavrad-jum frrroo de ccntruc'.' bieeado
as c~ndi(5.'s cima eatlpnUd&s, o qu>;! ser as-
signado par ;mbas as partea
8* As ptopostaa dereiSo s-"r lacradas e re
tidsa ao soperratendei N >. eooipanhia oo Cabo
mtes do da 31 d-? Jubo pr x'mo futuro, no q'ial
teiSo de ser ellas abierl is no script rij do mea-
mo
A companhia declara qu* de mod algum fi.'a
prtate motvo ubrlgada a aceitar a p-.-
innis barata ou qualquer d'.s que ;he furem spro-
ral A.-i-).
heript '. wa rlntrndenefa. Cb<, 26 de
Abril de 1888.
W ills Hoo,
Superiater.dente.
S. K J.
Kocledade RecreaIIa daventade
Sarao par iniciativa dos socios Manoel Dantas
Bastos e Manoel Jos Tavares Girio em 19 de
Maio. Convites e ingresaos para este sarao todos
os diaa.
Secretaria da sociedade Recreativa Juventude,
24 de Abril de 1888.
0 1- secretario,
Manoel Joaquim Baptisjs
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector, fa;o
P"0'"-"0 qu-5 no dia 9 de Maio prximo vindouro
aravai de aeeorda com as bases approvadaa
pela E do carrete o peaagio daa barreiraa abaixo decla-
radas ; sendo a arrema'aco relativa ao espaco a
correr da 1 de Julha prximo uturo ao ultimo do
Dea-mbro de 1891.
Outrosim, os preoos infra sao correspondentes a
nm 8noo, e os concurrentes devem habilitar-se na
junta deste tbesonro de 26 deste m s.
Caxaog
Giqui
Magdalena
*1 ot.vci'leinb
Tapa cura
Ponta dos Oarvalfaos
Morenos
S. JoSo
Tacarnna
Juboato
Una ou Palmares
Timb {"8trad* do norte)
Engenho Cousaeiro (estrada do Bonito) l:6o#000
Secreturia do Tbeaouro Provincial de Pernam
buco, 9 .le Abril de 1888
L. Campello.
P'
3:123*000
5:828*000
4:001*000
l:i 77*000
l:6UO0O
529*000
1:641*000
1:801OOO
1:274*000
2:992*000
2:001*000
400*000
Santa casa de miserieordia do
Recife
Na secretaria da santa casa da roiserie rdia da
Becife, arreu a se p r espuco de um tres annos
" casa n. 8 i Passagem da Magdalena.
Recebcdoria Provin-
cial
O administrador da Recebedoria Provincial, na
forma dr. art. 45 do reglame; to de 28 de Maio
do sano pastado, f z publico a quem interesaar
pasi, que na espac> de trinta das nteis. conta-
dos do 1' de Maio prximo, dar se-bn principio
nesta repartico a cobrauca, livre de multa, dos
impo-toa de r pirica constantes da tabella in-
fra a que se refero oj}5!7d>art. 1. da lei n.
18a4 relativos aa primeiro semestre do exercicio
da 1S88.
Rec-'bed ri^
Abril de 1?-8S
Francia .-o A. de Carv.ilho M,ura.
Provincia! de Ptrcambuco, 23 d
bolla a que se refere o edital snpra
i de ommiafes, de conaignaco.'a
de
a QuirnnrSea Cardo
Castro <&. !., i a B.
Cmtmcio de atoar
m 21 oa ibb- a 1888
A Auociafo Comrntrota. ..jrieola, tc i
K2" *baxi pagos ao agricultor, pos- 15 k
SE.P" .... 2*400 2*500
Uolonii Iiabel. ....
Turbina pulverisado. '.
anoto 3." superior .
3.' boa .
' 3. regular .
flotarnos.....|
Mascavat: purgado .
Bruto....
Btame ...
21000
2*000 a 2*100
2*400 a 2*500
2*100 a 2*200
1*700 a 1*900
1*600
1*103 a 1*500
1*200 a 1*260
*800 a 1*000
NavaNao ba ectaelo para o assuearea baixos
e hmidos.
.navios a carga
Barca oorueguense Tordeuslcjold. para Bltico.
Baiea portuguexa Ceres, para Lisboa e Porto
Barca beapanhalu V. de iiontserrate, oara 't,ia-
boa.
Barca ncruegeuse Union, para iNew-Yjrk.
rigae naconai Vrateres, Para o Porto.
Srigue norueguense Leelah, para Bltico.
Lg.-.r bailanJez t. H. Leemhuis, para Rio Oran-
de di Sul.
Lugar ingles Brazit, para Estados-Unidos.
Lugar nicioual Marinko Vil, para Pelotas
Patacho noruegoenae Hable, para Ca
Patacho portuguez Fanny, psra Lisbaa.
"vapor ioijiez Edictor, para L^verpwl.
. apor idglez Ashbroolce, para Haltico.
\av os inajcarga
Barca dinamirqjcsa Anua Carpes, varios gne-
ros.
Bar a ioglaca Ethel, bacalbo.
Barca nacional JarianmnAa, xarque.
Barca oorueguease BadAikhens, varios gneros.
Barca inglesa nberetance, carvlo.
Barca nacional JUarinho V, xarque.
Escuna nacional Carolina, xarque.
Lagar Ingles Martha Percival, carvao.
Lugar ingles Bridesmaid, carvao.
Lugar portugus Jos E'Uvdo, varios gneros.
na?ario8 3 or era
zo d C, 1 i Vianua
Duarte Campos.
OI-jo 5 b rris aCorapanhii P^rnaibbo-
.-n.i.
Por&oiaria 2 volumes ord-fin, 12a
A. D. Carneiro Vianna.
Pas de f^rro 20 feixes a Aibino Silva &
C, 30> W. H.lli.l.ydC, 30 a Gons du
Maltes IrmSos.
Romos 3i a oarrados ordem.
Relogios 1 oaiat a Ai bino ilv & C ,
5 a ordem, 2 a Ferrtira GruimarHea C,
Tu'inbo 10 barra a Jv'cjuim Pelipps
4 Ajrnisd', 10 a Guimr.raes Iij.jh-o & C.,
10 a A.-aujo Castro & C 5 a Eanaty Ro-
drigues & C, 10 a Antonio Jos (k
<& C, 5 a Silva M-rqoes C 45 a Joa-
quim Duarto SiraSes & 0., 30 a Jos Joa-
quim Al ves A Ct
Teoidos diversos 27 voluaes or-.em,
2 a Machado & Pereira, 11 i A. Raphael
Autooio Scqueira.
^ Tinta 40 volumes i C. VVa hsmann, 25 a
GuirnarSes Cardoso & O.
Vid roa 17 volumes a Ferr -ira G
r3es & C
Barca nacional Mannho o. entrada d;
B ia em 27 do correte e consignada
Jos da Silva Ir>yo & Filho, manifestou :
Pipas vazias 25 orieai.
Xrqu<> 500 fardos aos condignatarios.
IixportiV'5o
avcira, 20 na abbil db 1888
Para o exterior
No vapor all -tnio R,erio, carregaram :
Para Himburgo, H. Lundgrin 4 C. 37 saceos
com 2,230 kilos de cera de carnauba.
Na vapor ingles Edictor, carregaram :
Para Liverpool, J. P*ter & C 1,000 sacc.ia com
60,000 kilos de sement de algodio.
No lugar ingles Brasil, carregaram :
Para New-Yaik, H Prate.- k C. 1,500 saceos
com 112,500 hilos de assucar mascavado.
Na barca portugaea Ceres, carregaram :
Para o Porto, I. S. Layo & Pilh) 1,150 saceos
com 86,250 kilos de assucar maacaavado.
-'ara o intenor
Na lugar uacianal ilarinlu 7., carrega-
ram :
Para Porto-Alegre, P. Csrueiri fe C- 600 volu-
mes com 50,510 kilos de assucar braneo e 1:0
saceos com 7,500 ditos de dita mascavado
No vapor americano AUianca, carregaram :
Para Santas, F. S Macedo 8;brioh- JO sacis
com 6,000 kilos de assucar b--anca e 9)0 ditos cam
54,000 ditos de dito mascavado ; P. Alvea & C.
3('0 saceos com 12,000 kilos de assucar branca e
200 ditos com 12,00) ditos de dito mascavado;
Auiorm Irmos & C. 70) aacaja com 42,000 kilos
de assuear braneo e 950 ditos com 57,OoO ditos de
dito mascavado.
No vapor nacional Para, carregaram :
Har M .nV-s, J. de Albuqueique ii pipa cm
1,440 litros de agurdente ; \morim Irmos & C
70 harria coas 6,720 litros de agurdente ; P. A
de Asevedo 15 volumes eom 1,019 kdob de assu-
car braneo ; P. Pinto & C. 40 birria com 3,810
litros de agurdente.
Para o Para, P. M. da Suva 400 barricas com
32,4'U kilos de assucar branca; E. Barbosa 10
barricas com 674 kilos de assucar braneo ; N. M
iio Eirado 180 barricas com 10,133 kilos de assucar
braneo ; Amorim I.-mos & C. 200 barricas com
12,98 1(2 kilos de assucar braneo ; S. Q. Brito
650 harneas com 42,270 k.lo.i de assucar braneo ;
J. Birges 600 barricas com 45,540 kilos du aasu-
car braneo ; F. A. de Azevcdo 400 barricas com
24,290 kiles de assucar braneo ; J. M. Oas 600
CoiDjiaoliia ile Edificio
Cnnironnico aos Sr. acciniata- Possnldussi daa
accod en}oa nmeros vao abaixo notados, que
ter.nin.iu b :nfera o prasa para o rccolbimento da
10 prest-co epm o juro de 5 0 o c que fica-lbes
marcado nova pras-j de 80 das, que terminar a
9 de M.iir; vindouro par* rcsj.z re;n o recolhimeoto
da mcnci.n-.da preatiC,!) oseaiante o joro de 12
0 o, segundo determina o art. 8 ds catatutos.
1446-1455, 17861795, 18611865
17H61805, 18161825, 597 602
64 647, 1176-1185, 13561365
19961998, 1186-1195 1706-1715
1851-1855, 1856-1800, 1991-1995
Beeifr, 10 de Abril de 1888
[Ricardo de Menezet,
Oerente.
Recbe4t>ria provincial
Do dia 2 a 26 16:2951929
dem de 27 5S5i44
Becife Ouralnase
Os dia 2 a 26 15:0.^2*228
Idees d 27 196J279
T
Casas
eorooli!^^o,,8 Ditas oa deposito de ve adir eagrosso carvsf
de paira tai una ou sabr agua.
Lj-a de vender joisa soie ito ou jiias weto-
gioa.
Ditas de vender relogios einente.
Ditn de vender piano], msicas a instrocaen-
t.-s musica j.
Fabrica de rap Meuron.
Ditia de subi, iucluaiva a qua 3, acha na fre-
guozia de Alagados.
Ditas de crvej.:. vinagre, vinhoa, genob.-a, li-
cores e limonadas gazasas.
D.ts de gas
Diaa agencias e depositas de rap.
Empresas anooyinas ou agencias deates, ocla-
ive C im paohia da Beberibe.
s Baii.-.'.s, agencias filiaos e representantes dos
meamos e casas bancadas.
Caropanhias, agencias, ou casa do segura ou
qualquer^ pes^ja que no carcter de agento de
coirp-iahiaa d seguro fizer contracto desta nato-
lezu ou promove!-os, com excepfla daa que teens
tde nesta provincia.
Armazena alfnndegadoa, de deposita oa de re-
colber.
Casas de jigo de bilbar.
Clio..........:...
De Bay............
Ethel.............
Edictor...........
Fanny ............
dia
Jos
26 de
8*900
2/400
2/OX)
Mercado ttuaiclpai de
O movimento deste Mercado no
Abril foi o seguinte :
Sotraram :
26 bois pesando 4,673 kilos, sendo de Olivei-
ra Castro & O, 26 de 1", e b de parti-
culares.
232 kilos de peixe a 20 ris
60 sargas de farinba a 200 ris
13 ditas de ructas diversas a
300 ra.
12 taboieiros a 200 ris '
10 sumos a 200 ris
14 matutes com legumes a 200
ris 2*8o0
Foram oceupados :
26 columnab a 600 ris 15/600
1 eacriptorio 3u0
21 compartimentos de farinha a
500 ris. 10*500
20 ditos de comida a 500 ris 10/000
88 ditos de legumes a 40U r.a 35*200
18 ditos de sainos a 7,0 ris 12*600
10 ditos de freasuras a 600 ris 6*000
10 tainos a 2J 20*000
2 ditos a 1* 2*J
A Oliveira'Castro i
54 talbca al*
A' crdem.
J. H. Boxwell&C.
Blackburn Needhan & C.
Samuel S. Johaston.
Fanny............ Amorim Irmos 4 C.
Prita............. Hrmann Lundgrin & C.
Hornet............ N. J. Lidistone & C.
H. R. Leemhuis... Hermann Lundgrin & C.
Inheretance....... Livi amento oc C.
Jos EstevSo....... Amorim Irmos ct C.
15:198*507 Leetcb............ A'ordem.
Lwla Ercbman.. Henry Foster & C.
Martha Perceval ... Via frrea de Limoeiro.
Norsemann..... .. Companhia Telegraphica.
Baak............ A'ordem.
* Rosario......... Borstelmann & C.
Stanwood......... Fonseca Irmaoa & C.
Sendeeanden...... Hermann Lundgrin ss C.
Tordeuskjold ...... Wilson Sons & C. -v
4*610 Union............ Wilson Sons 4 C.
12*000 I Victoria.......... Amorim Irmos 4 C.
V. do Montserrate.. A' ordem.
Vori tas........... Amorim Irmos 4 C.
Ville de Santos____ Augusta Labille 4 C.
Condimente dos uas 1
rento
25 o eor-
54*001
193*940
4:946172)
5: '40*660
barricas com 34,806 kilos de aseucar braneo ; M.
F Martins 120 volumes cam 7,366 kilos de assucar
braneo ; M. J. Alvos 10 barricas cem 654 k'los de
*_auear braneo ; M. Borgc3 & C. 5 volumes com
50 dusias de vaeso'uaa de piassava e 130.dito8
com 7,824 kilos de assucar braneo.
Dlnlietro
P. lo vap
'.loraohio
BXTEDlOO
smcr. Fiuaneo,
para
2 000*000
l>ir Jim ca tos publieast
Rcua* eral
Do .lia 2 a 26
:i ro e 'l
caz na abrii
Ai/andega
871:756*832
33:8781158
Fui arree.!.
Freos do dia :
Uarae verde de 320 a 400 rie o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ru iden.
Sumos de 56) a 640 r:: dem.
Farinha de 240 a 400 ris a cuia
da 260 a 320 ria idem
Feijio de 640 a 1*200 is dem."
Hatada aro publico
das nc ''a'ad uro a Cabanga 79
reaes para o consume do dia do hoje.
Sondo: 57rosea pettencentesa OliveirCas -
& C, e22 a diversiF.
O signal indica ter a emliarcaco sabid-.
Vaporea entrar
HEZ DE ABBIL
Sul........... Neva............. amanhi
Liverpool..... Author............ amanhi
MEZ DE SIAIO
Su!........... Montevideo........ 2
Norte......... Manaus........... 3
Europa....... Senegal............ 4
Europa...... Aconagua......... 6
Sul........... Espirito Santo..... 7
Europa...... Ville de Rosario.... 7
So'.......... ViUede Maranhao.. 11
Europa....... Elbe.............. 12
Sul.......... Trent............. 13
Norte......... '('ernambuco....... 13
Europa....... Ville de Macei.... 17
Sul........... Maranh&o......... 17
Sul........... Orenoque.......... 19
Europa....... Tamar............ 26
Su!........... Tagus............. 27
Sul..... ..... Mantos........... 27
Vapor :>s a sabir
Baabarnacde-s sartas no )ort<
em 3 de Abril
XACIONAES
C0HBIOHA.TABIO8
Barca nora-guense Abel, entrada o
GardiP, em 26 do corrente, e coasigoaJ a
ordem, manifestou :
CarvSo de pedra 517 toneladas a Oom
lpabia do B-baribe,
Hfl'iia provincial
2 a 26
dem do J7
113.887*788
3.380/544
904:634i)0
117:268 3
Sommi tota! 1,021:903*322
Segunda secoo da Alfandega, 27 de Abril
de 1888. .
O thesoureirowreaeio Dommgues.
O ehefe da seccioCicero B de Mello.
tereXsedorla aerak
Oo da 2 a 26 37:233*896
dem de 27 1.099/874
38:333*770
K AVI OS
Almiriiute Barroso.
Carolina.........
Oiqui............
Ipojaca...........
Jaguarib..........
Luaitaoo..........
Mariano inha.......
Marinho Vil......
Marinho V.........
Praaeres ..........
# Para...........
Pelotense.........
Rival.............
(Cirveta de Guerra).
Am-ri n Irincs & C.
Companhia Pciaambueaua.
Cvmpaubia Pernambucana.
Companhia Pernambucana.
Maia 4 Rezende.
Billar Oliveira 4 C.
Loya & Filho.
Layo Se. Filho.
Amciim Irmos 4 C.
r.ie dcltaquido N.ite
Balti.r Oliveira & C.
Amorim Irmas 4 C.
ESTBANGE1RAS
HAVIOS C0H8ISBATABI0S
Anna Casper...... Fooseea Irmios & C.
Ahbnok......... Borstelmann 4 C.
Allianca........ Henry Forster /t C.
Abel......... .... Companhia do Beberibe.
Actor... ......... Samuel L. Johnston,
Brideamaid........ A' ordem.
Brasil............ N. J. Lidstone 4 C.
o""............. A'ordem.
ciudstikkens....... N. J. Lidistone.
Oeres............. Loyo pi|B0.
MEE DE ABBIL
Santas e esc. Villtde Santos____hija a 2 h.
Southaaaptou. yeva............. 29 1 h."
or.meato do porto
Navics entrados no dia 27 de Abril
Hayr: e escala20 diaa, vapor francos V/e de
Santos, de 1,008 toneladas, commandante A.
Tanquery, eqnipagem 36, carga varios ganen;
a Augutto Labille.
Rio Formoso e Tamandar6 horas, vapor na-
cional Jaauarib, de 412 tonelada*, commandan-
te Alfredo Monteiro, equipa rem 30, cm lastro
a Compauhia Feroamboeana.
Babia13 dias, barca u icional Marinho V, de 223
toneladas, capito^Guilburme de Oliveira Bran-
co, cquijiagpoj 10, carga xarque; a Loyo 4
8antcs33 dias, piUcha portugus Vertas, de
176 toneladas, capito Maaocl Marques de Saa-
sa-, eqtiipagem 8, em lastro ; Amorim Irmos
4 C.
Liverpool e escala -20 das, vapor ingles Ador, de
1,07 J toneladas, commandanre Di vid James,
eqnipagem 28, carga varias generas ; a Samuel.
L. Jobuatan 4
Saludos no mesmo da
Hamburgo e escalaVapor allemo Rosario, com-
mandante H. Sehutterow; carga varioa gene-
ros.
Santos e escalaVapor americauo Allianca, com-
mandante James Beera; carga varios gene-
res.
Manis e escalaVapor nacional Para, comman-
dante Antonio Ferreira da Silva ; carga varios
gene roa
Arenilla Lugar americano Leis Cherman, ca-
pitio William F. Collison; em lastro.



I
I

>
I.
Diario de Pe

--Sabbado 2 d Abril de 1888
PRADO PERNAMBIICANO
FESTA DECARIDADE
tor ida extraordinaria en beneficio da Santa Casa de Mizericordia e Hospital Portngnezde
Beneficencia
QUESEEFFE0TA1U
Domingo, 29 de Abril
As .. horas da inanbaemponto
Santa Casa de Misericordia e ao
29 do corrate,
de couvid >r o candoso publijo d'eata cidadea cooperar na obra de bonsfi-
Tendo a empresa do Prado Pernambucano offereddo graciosa e espontneamente
Hosital Portuguez de Beneficencia em Pernarobuso, o producto liquido que rendesse o Prado na corrida do da
as fWfctivaa Juntas Administran vas teem a honra de couvid ai o candoso publijo d'esta cidadea cooperar ni
fpniia fiue pQuella dina empresa se prop3o pratijar. ..,.,
S As Juntas imiuistrativaa de ambos os estabeleeirentos esperan, pois, que o bondoso publuo pernambacano nao recu.ra
diante do p.ppllo qac lh f,.zem e cooperar p >ra minorar o mal dos rr-uitos iofehaea entregue ma seus cuidados.
Srao iui-8 os seguinUs Srs. : ,,.*, .l r n
Jues de chegada.-Dr. Alexandre de Souza poreira do Carino, J .ao Jos Rodrigues Mandes e Arthur U^Ias.
Juites de partida. Commandante J. J. da Rocha e commendador Luiz Duprat.
Juiz do diitancialo.Dr. Augusto Vaz. ,..*# h j e;i M
Juizes de Raa. Joaqoim da Silva Salgueiral, Carlos Boteluo de Amida, Albino N.roiM Maia, Hennque da Silva Mo
r,ra, Arthur Jos de Andracie Pinto, Frao.isoo Canuto Boa-Vi.gem, Eduardo Gonces e Feliciano de Azevedo Gomes.
Juiz de pesagtm. ioko Alfarrs.
Juiz de cnsilhament Claudio Dubeux. '
Juizes de archibancada. Dr. J< aqoim Correia de Araujo, Visconde da Silva Loyo Vicente Nanea lavares,
dor Francisco Ribeiro Pinto Gu.maraes, J.s da Silva Rodrigues, Dr. Pedro Affonso do Mello Dr. Jos Antonio
Cunb u Dr. Prxedes Gines de Boilf Pitenga, Dr. M.daquias A. Goncalvea e Dr. Augusto Coelbo Leite.
Durr.nle as corridas tocarSo es musicaB do 2* batalbao de infantera i a do corpo de polica.
commenda-
de Almeida
PROJEGTO DE INSfiRIPCAO
Para a 14.* corrida que se realizar
Domingo, 6 de Maio
1.* pareoConsolacSo800 metros. Aniones- da provincia que ainda nao te-
nb&m ganho. Premios : 2000000 ao primeiro, 400000 ao segundo e o teroeiro livra a
entrada.
2.* pareoDr. Souza Beis1.100 metros. Animaos da provincia. Premios:
2500000 ao primeiro, 500030 ao segundo, e o teroeiro livra a entrada.
3. pareoPerca Campelle1.300 metros. Animaea at meio aangue. Pre-
mios : 3000000 ao primeiro, 600000 ao segundo e o teroeiro livra a entrada.
4 pareo E. Chaline 1.000 metros. Animaes aa provincia. Premios :
200)5000 ao primeiro, 400000 oo segundo e o terceiro livra a entrada.
5. pareo Prado Pernambucano1,609 metros. Animaea de qualquer paiz.
Premios 400)5000 ao primeiro, 80)5000 ao segundo e o teroeiro livra r entrada.
6. pareo Tentamen 600 metros. Pequiras (1,"30 mximo de altura) Pre-
mios : 1500000 ao primeiro, 30,5000 ao segundo e o terceiro livra a entrada.
OBSERVAQES
As entradas sao de 10 % aobre o valor dos premios.
Nenhum pareo ae realizar sem que corram pele menos tres animaes de pro-
prietarios diferentes.
A inscripcSo encerrar-se ha no dia 1.* de Maio s 6 horas da tarde, no Prado.
Recifr, 26 do Abril de 1888.
O GERENTE,
Marcolino Rodrigue da Costa Jnior.
THEYTRO
DE
VARIEDADES
>!.
>ome
1.
ladea
Pello
Xaturalltla-
den
Pe) Cdr da veHlm-nia

Proprlelarlo*
Par-Conoiarao-800 metros Animaes da provincia que anda nao tenham ganbo.
ao 2# e ao 3 livra a entrada
10
11
Vi
13
l
15
16
C iuimboque .. 9 BUUOS.
t
t
i inj-Sonci.... 0
poatiUoo ...... / m
Bcija-Flor 2 .. 4
Cadeux ...... b
L'imbuj'in.... 8
Veado, (x Pe
dra ->.olle ... 4
L\ Plata..... 6
Macaeo...... t
Vi lepa....... l
-oaaparte... .* 5
1
Blgaro....... b
4
Russo.. .
C tatiuho.
Alaaao...
Cutanho
Russo.. .
Oastauho.
itasse.
B*io.....
Castaubo
fcrnaiub xa.....
56 kUa.
56 <
56
56 .
56 .
54 .
56
56

51
56 .
56 .
:>6 .
56
56
56 <
54 .
Verde e amarello. ...<...
Lyrio e branco...........
Branc-o e asa)...........
Aia! e branco..........
Asu e eucsrnado .......
Encarnado e branco....
(Jrenat e branco........
\mirello...............'
Branco, preto e amarello-----
Verde e amarello..........
Encarnado e oardj. ........
&nl 8 branco.............
Violeta e auro............
Prato e branco.............
Cucarnado e braneco.......
Preto, encarnado e oaro .. .
Premios i 200* ao i, 40*
X. P. T. O.
A. F. Cabral.
"A. Oervaaio Meieiros.
L. C. A.
M. k. B.
ii. M.
dtfury Gibion.
L A.
t
Vi. C. Albnqaerque.
Antonio Fernandes de Albuquerquc.
Jos J. do Reg Barros.
Prancigso Jos.
J. L.
VI. K.
T. C. L B.
Coadelaria 1 de Abril.
H
DiaEC^AO DE MIKADO
HOJE
Granie funegao de trabalhos aponez's e
completamente no vos
Grande reducto de presos
Camarots altes com 5 entradas. 5*000
Ditos bsix.a com 5 ditas..... 4*000
Galeras e catiras....... 1*000
Entrada geral........ *500
Comecar f 8 1/4 horas.
II
2* PareoPeres Ca
ipello -U00 metros-Anima. o paia at < ieasa.|Vj
o Mr livra a entrad
Premios i 303* ao 1' e 60* ao 2* e
Piltense ( ex
Asteiroide. .
Fgaro.....,...
Galathe......
Maestro.....
satn.........
anuos.
'JaaUnho..
Chita......
KuBilho....
Tordilho...
Preto.....
iio Grande do Sai
i. Paulo.
Paran..
50 kila.
64 >
52 ..
60
54
Grcnat.........
escarate e oaro.
Creme e encamado.....
Preto, encarnado e onro.
J. M.
Coadelaria Alliaoca.
Moraes & Bibeiro.
Coudeiaria 1 de Abril.
3 parro.unralvea Pialo1609 mtros.
Anioaea da provincia,
livra a entrada
Premios : 250*000 a.s !, 50* ao 2' e o 3
l.B. hacine......I 9
2io.......... 5
3|Pampeiro.....I 4
annoB.IRasso-----
|Cstanbo.
'Balo.....
Pernambuco.....|56 kiloe.
54
bi
Verde e amarello.......
Branco e acal........
Encarnado e branco ....
.J. A. de Mello.
Jo& Cavalcante.
J. 8. C. C.
' ParesPrado Pernenabacaao16u9 metros.-Animaea de qualqner pais.
2." e o 3 livra a entrada
Premios : 400* ao !.?, 80* ao
lIGalathea......I 5
2 Maestro-----.. 3
3|Gastiglioni.....| 4
anuo
IRusi)> ..
Tordilbo.
Zaino....
Rio Grande doSul|54 kils.
8. Paulo.........50 .
Franca........'.|57
I Escarate e oaro...
Creme e encarnado.
Bruno e rusa ......
CoadeUria Allianca.
Moraea & Ribeiro.
J. D. Costa Bragn.
5. Pareo-Ir. Soasa el- 1100 metros. Animaes da provincia.
a entrada
Premios : 250* ao i-, 50* ao 2- e o 8 livra
Treme-terra ... Jagnaribe ... Coodor........ Noruega....... Capeta........ Occila........ 4 6 5 5 4 7 anuo;. a
6. Pareo 1 Bxper
Tempestade Lcaeiru....... Tangible..... Zamhy...... L'Epicier----- Don Qaixote... 7 6 9 6 6 0 annos. m m
Castauho.
Baio.....
Cas'unh 3.
Pernambuco
52 kils.
54
54
56
52
56 >
Encarnado.............
Lyrio e branco.........
Branco e asa!...........
Asul e ouro.............
Preto, encarnado e ouro...
Greuat e branco.........
Coadelaria Unio.
Coadelaria Firmen.
Joaquim Cavalcante.
V. Ferrer de 8. Meneses.
Coadelaria 1 de Abril.
A. O. C. A.
- 850 metrosAnimaea d provincia que ainda nao tanham ganho n?sta distancia.
mos : 200* ao Io, 40* ai e o 3 livra a entrada
Pre-
Liaia.iSja airallelra d,e Mave
ga^o Vapor
f ORTOS DO SUL
O vapor Manos
Commandante 1- tenante Guilkerme
~Waddington
E' esperado dos portas do nor-
te at o' da 3 de Maio e de-
pois da demora indispensavel,
seguir para os porros do sul.
UeceDe tamoem carga para Santos, Santa Ca-
tharina, Pelotas, cto Alegre e Rio Grande d)
Sul, frete modic .
As rnncommendas s sero recebidas na agen-
at 1 ba da tarde do da da sahna.
Para enrga, passagena, encommendas c valo-
res trata se na agencia
PRACA DO CORPO SANTN. 9
ROY AL M4IL STEAM PAiKET
COHPANY
0 paquete Neva
esperado do
sul at o dia 29 do
cerrente e seguir
epoia da demora
necessaria para
Lisboa, Vgo e Sonthampton
Reducto de patsagene
Ida Ida e voUa
A Sonthampton 1 classe l 28 42
A' Lisboa 1' classe 20 130
Camarotes reservados para os pasaigeiros de
Pernambnco.
Para passagens, fretes, etc., tracta-se u o
AGENTES
Amorim Irmos &C.
!i. 3- RA DO BOM JESS N. 3
Russo
Castanho. .
Russo ....
Baio......
Liusso-----
t'ernambneo.
56 kils.
56
56 >
56
56
56
Branco e asul.........
Lyrio e branco.........
Verde e amarello......
Branco e azul..........
Violeta e ouro..........
Branco................
lalio Cavalcante.
C-odeJaria Firmeza.
I. A. Paiva.
F. Damo C- Pcssoa.
Mano I Bastos Filho.
S. H. C "
{*) Montado por amador
OBSERVARES
favor de lel-os no_ ensi-
Pede-se aos Sis. proprietarios dos animaes inscriptos no primeiro pareo o espacial
lhamento s 10 horas da raanh no dia da corrida. .. _
Os bilhetes acham-se venda nos lugares do coslume, at a vespara da corrida, e no da da corrida em mao
dos conductores dos bonds e no Prado ,
Os Srs. proprietarios dos cavallos inscriptos podem procurar os seus arfos de ingresso e le seus criados
jokeys, no Prado, at s 0 horas da tarde do dia 28.
S sero recebidos os forfaits at o dia 27 s 6 horas da tarde.
Recifej 24 de Abril de 1888.
""- O GERENTE,
i8"

!

O s
" -o
Marcolino Rodrigues da Costa Jnior.
Companljia he Seguro
NOETHERN
de Londres c Aberdeea
Posicao nanceira (Dezembro de 1885)
3.000,000
3.134,348


Capital subscripto
FundoB aecuraulados
ReceSta annual:
De premios contra fogo 577,330
De premios sobre vi'.as 191,000
De juros 132,000
O AGENTh,
John H. Boxwell.

OUIIU FOCO
Tke Liverpool & Mi &
INSURANCE GOMPAITY
Blackbnrn, Needbam k C,
Ra do Commercio n. 3
Seguros cotra Fogo
ESTi 1803
Edificiot e mercadorias
Tacas baixas
Prompto pagamento de prejuizos
CAPITAL
M. t0,OOO:OOOOi
%mmnm e
N. o-KUA DO COMMERCIO -N. 5
London & Brasilian Bank
Limited
Ra do Commercio n. 32
Saca por todoa os vapores sobro s cl-
zate do mesmo banco era Portugal, sendo
em Lisboa, ra dos Capellistaa n. 75. No
Porto, ra doa Iogl*zea.
Companhia de Seguros
AGENTE
3Iiguol Jos Alves
N. J-Kua do Bum Jenu-.\> 1
SEGUROS MARTIMOS E TEBRE8TRES
.Sestea ltimos segaros a aaica companhia noata
. que conced' acs Srs. segurados iseropco de
pagamento de premio em cada stimo sano, o que
equivale ao descont snnual de eefea de 15 pj;
ceuto em favor doa segurados. ^^^
IJiDEMNISADORA"
0tajwt h $t%mm
MARTIMOS E TERRESTRES
Estabelecida em 1883
CAPITAL 1,000:000^
SINISTROS PAGOS
At St de Deieakre de ll*d
Martimos..... UM:0MJ000
Terrestres..... 3I6:00G$006
44Ra do Commercio44
5-a =
S 2
B 31
i-s-
ci sr ?
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ja )
=5
Pacific Seam j^avigaoo tompany
STRAITS OF MAOELLAN IJNE
Paquete Aconcagua
GAKCUiUBS BEIMS
Corapaahla Frauceza Se Xareg
cao a Vapor
Linha quinzenal entre o H^vre, Lia
boa, Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro e
Santos
o m TiJii He Setos
Commandante Tanquerey
Espera-se da Europa no dia
28 de Abril e seguiodo de-
poia da demora necessaris
para
Babia, Rio de Janeiro e Santos
Roga-so/os Srs. importadores de carga peloa
vapores dfata linha, queiram apresentar se dentro
' de 6 das a contar do da descarga das alvarengaa
qualquer recamaco concerueute a volumes, que
porveatura tenham seguido para os portes*do sul
afim do se poderem dar tempo as providencias,
necfssarias.
Expirado o referido praso a companhia nao se
responsab'lisa por extravos.
Para carga, passagens, encomm?ndas e dinhei-
ro a frete trata-se com o
AGENTE
Augusta Labille
9-RA DO COMMERCIO-9
OarAWHIE DES M1388.4 -E-
RES MAR1TIHE8
LINHA MENSAL
Paquete Senegal
Commandante Moreau
E' esperado da Europa no dia 4
de Maio e seguir depois da
demora necessa ra para
, mmmm de Janelr lineaos
.iyres e KMlrvido
Lembra-ae aos aenhores paasageiros de todat
as classes que ha lugares reservados para cst
agencia, que podem tomar em qualquer tempo.
Previne-se aos senhores recebedores de merca
dorias que s se attender a reelamaedes por fal-
tas 113 rolumes que forem reconhtcidas na occa
aiSo da descarga, assim como devero dentro de
48 horas a contar do dia da descarga das alvarc-n
gas fazerem qualquer reclamaco concernente a
volumes que poverntura tenh^m seguido para os
portes do sul, afim de poder se dar a tempo as
providenrias necessarias.
Pai'i carga, pasaaeenB.eucoinm r.as Bdinbar
a frete : tracta-se com o
AGENTE
ngaste Labilie
9 RA DO COMMERCIO-9
De oarneiraa amarillas imitayao de conro
de porco
(COM AVARIA)
Sabbado t do correle
A's 11 horas
O agente Pinto, levar aleilSu porconta e risee
de quem perleocer, 1 caixa com carneiraa ava-
riadas d'agu do mar, e existentes no armsaem da
ra Marques de Olinda n. 52.
Em continuaco
Vender o mesmo agente 3 barricas com 150 da-
ias de cbamini.
Agente Pinto
Le-Jo
De movis, iouja, vidros, espclhos, quadroa
e tapetea
TERg.\FEIRA 1 DE MAIO DE 1888
No I- andar da aobrado da ra do BarZo
da Victoria n...
Leilao
_____ DE
A saber:
O sobrado de um andar e sotaJ da ra da Auro-
ra n. 87, em frente a ponte de Santa Isabel, com
grandes Bccommodacoas para duas familias, par
ter cosioba no pavimento terreo e no sota >, sa-
las e quartes grandes, com agua, gas e esgoto e
rende annoalmente 1:3724.
Urna casa terrea rus da UoiSo n. 56, Cvm
duaa aalas, quatro quartos, banheiro e oulroa me-
Iboram?nto8 necessarios e que rende 5004-
Quin'a feira, 8 de Maio
A's 11 horas
Agente Pinto
Em seu c-script r> ra Mrquez de Olin-
da n. 52
Leilao
!ha
lOUrtMIH l'i:H\*Hfct(i\A
DB
avegaco costelra por vapor
PORTOS DO NORTE
Farahifba, Natal, Macdu, Mossor, Ara-
city e Cear
O vapor Jaguaribe
Commandante Monteiro
Segu no dia 5 de
Maio, as 6 horas
da tarde. Recebt
carga at o dia 4
Encommendas passagens e diuheiros & frete at
4s 3 horas da tarde do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Periambucana
n. 12
Para Lisboa
Patacho portugus Fanny recebe carga frete,
e sahir com bievidade ; a tratar com Amorim Ir-
mSos & C._________________________________
Porto e Lisboa
Para os porto* cima, seguir brevemente a
barca portuguesa Crea ; para o resto da carga,
trata-se com os consignatarios Joe da Silva Loyo
& Fi ho.
I
Hoje, 28, deve ter lugar o
ras a variadas.
leilao de earne:-
Terga-kira, 1 de Maio, 1 de jm-vea, loncas
vidros, no 1- and'.r !o s&brado roa do Baro
ca Victoria n...
Q intafoira, 3, o de predios, cofre preva de
fogo, carteiraa e movis, no armasem ra do
Mrquez de Olinda n. 62
i1
E' esperado da
Europa at o dia
0 de Maio, e se-
ruir depois da
Jemora do costu-
me para Valparaioo eom escala por
Baha, Rio de Janeiro e Monte
video
Para carga, passngeiros, enc.-mmendas e inhdei-
ro a frete. trata-se coai os
AGENTES
VUson Sons dk J., Umlted
N. 14 RA DO COMMERCIO -N. 14
igeiitc Burlamaqui
Leilao
De boas casas terreas
Sabbado 28 do cor rente
A's 11 horas
\oarmaz.m roa do Impera
dor n. S*
O agente cima, por mandado e assistencia do
Exm. 8r. Dr. iuis de direito da provedona, ven-
der em leilJo pela segunda ves a casa terrea c-m
!o proprio, n. 22, ra doa Ccelhos, oom mnito
bons commodcs, pettencente aos bens da finada
D. Auna Paula de Mendonca e Silva ; duas
casas em s'o proprio, rna de S. Francisco, n. 25
e a de n. 25 ra do Fogo, pertencentes so in-
ventario de Candida Mara Ferreira, a requeri-
mento do ioventariante.
Os Srs. pretendentes podem exaciinsr ditas
casas.
Do aobrado de um andar ra V<
n. 82
Quinta feira. 3 de Halo
O agente Pinto, legalmente autorisado, lev .r a
leilao o sobrado de um andar da ru Velb 1 u. 12,
pertencente ao patrimouia da Seminario Episcopal
de Olinda.
A's 11 horas
Em frente ao armazem da ra do Mrquez
de Olinda n. 52
Agente Pinto
Leilao
De urna burra preva do fuga de Miluer, um
banco com 2 gavetas.
Urna mesa com rmario, urna carteira, um ttel-
ro envidracado, urna vitrina, candieiros a gas,
guarda-louca, aparadores, malas da viagem, cama
de ferro com lastro de rame e muitos outros mo-
vis.
Quinta feira 3 de Halo
A'S 11 HORAS
No armazem da ra Mrquez de Olinda
n. 52
Por occasio do lello de pre-
dios
U Alaga-se o sitio da Magduleaa n. 8, pasean-
do a ponte grande, com casa para nuoierosa fami-
lia, tem agua encanada e pequeo terreno com
alguna arvoredos ; a tratar com o commendador
Albiuo Jos da Silva, na Santa C=a de Miseri-
cordia, ou na ra Direita u, 45, sobrad.', a qual-
quer hora do dia._______________________
Aluga-se nm pqueno ohalet em lugar perto
do tr>m de Apipucos e bond, e para homem sol-
teiro que queira pornoitar tra da cidade ; a tra-
tar no Caminho N vo n. 128. Na mesma casa
vende sn quatro quadros da linda historia de
Roma. ____________^^_
Aluga-se o segundo andar do sobtado n. 73
ra do Rangel, com icuito bons commodos e
muito fresen, tendo a vantagem de etar prozimo
ao mercado publico ; a tratar na :ua do Oabug,
loja n. 16._________________________________
Aluga-se o pavimento terreo da predio n. i
da ra de Tboin de Souza, f..-m armaco ; a tra-
tar no primeiro andar n. 43 da ra estreita do Ro-
sario._____________________________
Aluga-se por 164000 a casa terrea com 3
quartes, ra Imperial n. 198, e a da ra da Ma-
triz da Boa-Vista u. 42 : a tratar na ra do Pillar
n. 56, tayerna. ________________________
Alnga-se casas a 80C0 no boceo dos Goer
ajs, junto de H. Qonca'lo : a tratar na tv& da
mperatria n. 7o. ^__________^
-Aluga-se o sobrado n. 46 ra da Roda,
com bons commodos e muito fresco ; a tratar na
rna do Cabug n. 16, loja.___________________
= Precisa-se de urna professora j idosa, qne
aiba a lingna portuguesa e bem assim a francesa
em seas rudimentos, pura leccionar em um enge-
nbo da regueiia de Jaboatio, distaate 2 1,9 -
goas da estaco ; a tratar na ro do Imperador
n. 81, das U s 4 horas.____________________^
Precisa-se de nma cosinheira e de urna apren-
diz para costura : na ra Dr. Feitosa, antiga es-
l-F- j_ 11____:. e o.
treita do Rosario, n. 6, 2- andar.
Precisa-se de urna cosinheira que d flanea
e tenha caderneta ; a tratar na ra do Imperador
n. 81,eacriptorio do lado do caca.
Na ra do Coronel Snaesuna n. 118, precisa-
se de urna ama de leite, sem fiihos.________
Est por alagar o sobradinha n. 17 rus
das Trincneiras ; a tratar no andar terreo de
mesmo. __________________
__ Pede se ao lllm. Sr. delegado do Monteirv
que tenha a bondade de lancar sua vista em um
menor que a mi o maltrata, pois a crianca pode
ser vista. S. S. tenha a bondade de dar pr vi-
dencia. '
Os visinhos do Monteirs.
= Arrenda-se o engenho Cajabuss da coma rea
do Cabo, moente e correute, e bom d'agua ; a tra-
tar no primeiro andar n. 43 da roa estreita do
Rosario, _______ m
Perderam-se seis apolices da divida publica
de 1:0004 cada nma, de us. 2900, 2901, 3902,
3903. 2904 e 2905, de juros de5 0i0 ao anuo, da
emiesSo de 1828, pertencentes a D. Claudina da
Silva Fieueiredo, casada eom o Dr. Jos Bernar-
do do Figueiwdo, ua mVD. Clementina Ibeodora da Silva : quem
as ti ver acbado queira le val-as ao escnptorio de
Luiz Goncslves da Silva & Pinto, no ** da
Compaohis I!crnambncana n. 6, quo ser gratn-
cadj.__________________________'
" -1, io, testamenteir; doa bt-na
du f ... Or. Franeiscj Gonalves de M-raes,
pelo 1 .- tntechenu a tudos osafilhados do mesmo
finad ra, q||rraao de 15 iiae, apresentarem-
ertidao de baptismo, afim ae
ler.i -nt-uiplados na paitilha. Recife, tb de
Abril de 1888. ....
Manoel Jos de Bastos Mello.
Caixeiro
pr um oaixeiro de 12 14 annos, qne
di iut.rmrco de sua conducta ; a tratar em San-
to Amaro das Salinas n. 40. __
Attenro
De utvo pede-se aos Srs. Eaeqniel de L:ma e S,
LononoJcaoLobo, Aristid.s Honorio BeserraO
Meo.es, a virem ru. de Santa Bita n. 83, arjrn
de saldarem s us debitoe, isto emquanto ante.



Diario Huta I* imprralrli numero I
0 proprietario deste eubelecianto pretende
retirar se do commercio, epir mo convida 01 seus
fregu -s r. o publica em geral a foroecerem se per
nreoo diminuto de quaesquer dos muitos artigo*
que tea em sen dito estabelecimento, poi* ocea-
liSo de compraren barato por sor orna liquidacAo
t. valer que fas dos seguintas arligos : cachimbos
de espuma, penteiras para cigarro e para charuto,
de espuma e de mbar, port-fumos e port cigarros
de chagrui e ceuro da Bosaia, famoa eatrangeiros
das mareas : Virginia, Trea CJastelloa, Birdreye,
Asitico, Turcj, OttoanaoJ, Mixturo, etc., etc. ;
charutos legtimos de Havana e Hamburgo, reoe-
bidos ltimamente seias, collarinhos, lencos de
linio e de seda, camisas de meia, de merino e de
Huella pra homea; bengalas, perfumaras em
extractos, leos a sabonetee, etc., eta.Em cigar-
ros de sua fabrica e charutos da Babia tambe
far abatimento, sendo em poroao.
N. B. As pessoas que desejarem a chave do
eatabeleci ment podem desde j aaer sua pro-
pofta._____
Attendite
Jos Samuel Botelho avisa ao respe i ta ve] publi
eo que anda contina a fabricar banqueta do mais
afamado gosto, para casamentos ou ontro qualqner
acto, aasim como capailas mortuarias de perpetua
a tratar na ra Nova n. 20, 1 ja de miodeas, ou
na ra da Cadea do Recite n. 43, loja de selleiro.
ItjPSifpiaclylarspmFapir
FABRICA
Be livroa de enrrlpluraro
Premiiiua as exposivd s de 1882 e 1885
Manoel J. de Miranda
EncadernaoSo, pautacao e especialidades
em cartoea dfl visita.
39-RUA DUQUE 1>E CAXIAS39
Telephone194
.'. *"
-/
V

*\V
&
y
y
Corso priinarie c secundario
Jos de Souaa Cordeiro SiroeVs participa ao pu-
blico que transterio o scu estabelecimento de ins-
trucco da raa Marques do Herval para o pateo
do Carreo n. 26._________^^_^^______
Soccorro a velha
A moradora do becco do Bernardo n. 51, ainda
se fas lembrar s almas caridosas, que nao se es-
quejara da protecco que sempre lhe dispeoba-
ram.
Ao commercio eao
publico
Figueire'o & IrmSo mudaram sen estabeleci-
mento de fazesdas ra da Imperatris n. 56,
para a mesma rna n. 76. _____ _
Semenles de carrapato
Compra se em grandes e pequeas quantidades;
na drogara de Francisco M. da Silva & C, ra
o Marques de Olinda n. 23.
I

S
9
3
a
n

9
9
Arrcnda-sc
24
na secretaria da santa casa o sobrado n.
do Imperador :
1- andar e sotSo 6004000
Loja____________________400*000
N. 93:S00
Manoel Carpinteiro y Souza tem urna carta na
padaria de Mello & Biset; roga-se o favor de pro
carel-a.
Cachorro dcsappare^
cido
Leo novo, preto, de ps braccoj, podem lvalo
ao sitio do Dr. Valenca, na Jsqueira, que aera re-
compensado.

:

3

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r 5? 3.
52
c=a
3
O Vigor
do
Cabello
do
Dr. Ayer.
Preparado Sob
Bases Scientiflcaa
PhysioZogioas,
para o
Toucador.
0 Vigor do Cabello
Do Dr. Ayer.
Derolve, com o bruno e frescura da jOTentnde, ao
cabello griaalho ou branca ama rica cor nato-
ral, caeranho on preto, como se deseja. Pelo seu
uso, a9 asco claro ou rojo pode dar-se urna cor
escura, e grossura ao oabello ano, mqaanto que
frequentcmente cura a calricie, porem nem sempro
Inipede a queda do cabello, estimulando o dbil e
enfermo a cresoer vigorosamente. Reprime o pro-
greaso e cura a tinha e caspa, curando quaai todas as
aoeaeaa peculiares do pericraoeo. Como Cosmti-
co para aformosear o cabello das Sennoraa o
Vigor nao tem rival; nao contem azelte ou tinta al-
guna, torna o cabello suave, brilhanle e sedoso na
apparencia, c communica-lhe um perfume delicailo
agrad>*vel e penuaneute. '
PREPaSASO PBXO
DR. J. G. AYER e CA.,
Lowell, Mass., E. U. A.
A' venda as principas* puarmaciai e drogsxiaa.
Atleni
Cofres prova
de sitie
O Carlos 8inden, ra Bario da Vie'
4S, loja de alfaiate, reeebeu de consicnaco e
vende sern competencia. ^^
Sui generis
Detestamos os artigos bombsticos com
que oiarismente se enchem os jornaes desta
capital, annunciando como eapecialidade o
que nunca passou de mediocridade. Somos
positivos, e como taes s timbramos em
dSo engaar aos que nos dispensara a sua
amizade e auxilio.
Acabamos de recebar nova remessa do
j afamado e especial vinbo
Macl
esa
in
i
Ama
Precisase de urna ama para lavar e engommar
tasando mais alguna aervicos, menos comprar e
cosinbar, que durma em casa ; na ra Duque de
Caxias n. 14, sobrado, se dir. ______
Precisa-se de urna ama que engomme e cosinhe
c-m perfeicio, para casa de duas pessoas ; na ra
Marque do Herval n. 10.
Ama
Precisa-se de urna ama que engomme com per-
feicio, para casa de familia ; a tratar na rna Ba-
rio da Victoria n. 7, 2" andar.
Ama
Na ra de Santa Bita n. 83, ainda
do urna ama para carregar meninos.
se precisa
tlosinheii'
Precisa se de urna ama (j de idade) que co-
sinhe bein, para ca de familia, no Chacn.
Dirija-se das 9 horas at as 4 nos das otis na
rna do wommerco n. 5, 1- andar, escriptorio da
frente.
Alleuciio
Precisa-se de duas criadas que snibam copinhar
com perfeicao para cusa de familia ; na ra Barao
da Victoria n 60, taverna.
Coupru-se e pegase mais do que t m outra qual
qaer parte, praca do Conde d'Eu n. 18.
Ama
Fabrico de assucar
Hacblnlwmo dos abrlcantoa llanca a
Menan A C. le Glsassgow
onatruef > da mais moderna e aperfeicoada e
de grande duracao.
Moenda com pressio bydraulica de 8tewart que
d a melhsr ezpressio embecida at hoje. .
Caldeiras cem econnmisador, especialidado des-
tes fabricantes.
Fornalhas para qneitaar o feagaco verde em di-
reitura da moenda.
Os apparelbos de Vacno e Triplo sao de eyete-
ma moderno como ambem as turbinas on cen-
trifugo.
Ornamentos e mais informacoes em casa de
Browns & C.
Ba do Commercio n. 5, 1' andar
uro
O consumo extraordinario que este vinbo
tem tido faz-nos acreditar ser este o nica
que fica substituindo esees outros que por
abi denominara--Bairrada, Figueira, Car-
cavellos, etc., etc. Duas summidades me-
dicas d'esta capital, recommendam aos seus
amigos o uso quotidiano d'este vinbo, como
mais salutar economia humana por nao
ter as coojposc5es de tantos outros, qua
arruinara a sade da humanidade, trazendo
como consequencias os horrores a urna po-
pulacho que se defnba a olhos vistos.
Becebemos tambem o
Requeijo
Precisase de urna boa cosinheire para casa de
familia : a tratar na roa Bario de 8. Borja no-
mero 38.
Ama
Precisase deurna ama para comprar e co-
sinbar para casa de familia, na roa Duque
de Casias n. 14, sobrado.
^Precisa-te de urna un*
parador n. 26, 3' andar
a tratar na ra do Im-
Precisa-se de um rapaz ;
Santo n. 27.
Criado
na traveasa do Corpo
Carrosa
QVcnde-se urna carroqa quaai nova para cavallo :
no si ti) da c-.pi-lla, ni Cbora m-nios.
Lava-se e engomma-se com
brovidade reupa de senhora e de
homem: na roa do Fago h, 4S.
Cntelas m Monte de
Soccorro
Compra-s cautelas de qualquer joia ou brilban-
toe, paga-se bem ; na praea da Independencia n.
**i lcja de rekjoeiro.
Peitoral de cambara
Agentes e depositarios geraes n'sta provincia
PEANCIBCO M. DA SILVA & C
bo armatem de drogas ra do Marqnei de
Ohnda n. 23 H
Precos : Frasco 2*580, 1/2 duaia.
13f000 e duaia 24*000
e licor de janipabo
Na fcbri cu de licores rna Ba>io do Tnumpho
(ant:ga du Brrm) n 75, vende-Ee snreri res vi-
nhos e licores de janipabo por menea preco qne
en outra qualquer parte. All eneontrar-se-ha
sempre completo ortim> nt de licores e entras
bebidas b m preparadas, por precu o mais cemmo-
ds possivvl.
_______Telepbnne n. 699
Semenle de carrapato
Comprase ament de ceropato ; na ra do
Hospicio ti 79.
ATKINSON
PERFUMARA INGLEZA
akmadt ha mu Ce un scalo; aieaKlodu
asoatraipt'lo wn p-'okp dccalo a <- xqusito.
TSaZ MaDALHAH D. ORO
PARIZ STh, CALCUTT* I I
peU *Ttrt-hn orc "oria oe sq qo&i.dACt.
Porf.ime* mor ios de AJiioson
FAGR/CA ., C MB'DiUM
* raro e peculiar prrj -.losido
n^inrmlosKpodemsei *oli j.poriate.-o#dio
u In Trolore- oa Apeale, dintel.
AOUA DE COLONIA BE ATZINSON
m rival pelr, aeu perfumo o sua cooceolra;.
Mcantualttoi prodocioa BMBilarea vendido
-.,. J2* Oaa aouo
a.li^ FLO,DA DE ATKINSON"
Sanelo pertua p^, Ud MD a
uau eacolaa eiouiiiu
Umtn* aC^JaUM hj^w .I.krUaiU,
Aluga-se barato
Rus do Bom Jesns n, 47, 1 andar
Ra do Corredor do Bispo n. 78.
Roa de S Jos n. 74.
Ra do Visconde de Itaparica n. 43 2. andar.
ua Viaconde de Itapnriea n. 43, armaaeoi.
Ra do Bom Jess n. 47, 2. andar,
fratt-st' na ra, do Commercio n. 5, 1* andu
escriptorio de Silva (iuimuraes <% C.
Alnga-se
O 1 andar de n. 27 ra Vidal de Negreiros.
O 2- n. 66 e o 1- de n. 18 rna de Marcilio Dias.
O terreo n. 27 e o 3- de n 3 roa da Penba.
O terreo, 1- e 2' de n. 34 ra estreita do
Rosario.
A casa a- 1 travesa da Hora.
dem 38 rn de Nanea Machado, no Eapinheiro,
cm bons commodos.
A tratar na rna do Hospicio, numero 33.
Alug'tA-se
as seguintes casas : a da ra do Lima n. 30,
grande casa, com agua, gas e apparelho, e a da
mesma rna n. 22 ; a tratar na ljtographia de J.
E. Purcel, ra Marques de Olinda n. 8.
Aluga se
o armasem do sobrado ra do Bom Jess n. 51,
proprio para escriptorio ou armazem de reeolber,
e o 1' andar do sobrada da roa D. Mara Cesar
ns. 3 e 5, e o 2- andar da ra Restauraco n. 36,
com g.andes commodos para familia, e limpos ; a
tratar na ra de Domingos Jos Martina n. 50.
Criado
Precisa se de um rapaainho de 12 14
annoa para criad?, dando fiador sua con
dueta; no 3. andar do predio n 42 da
ra Duque de Casias ; pir cima da typo-
grapbia do Diario.
FufillB J3 canp l alfil
Chegcu a primeira remessa do precioso fsrellc
de caroco de algodao, o mais barato de todos os
alimentos para animaea de raca cavallar, vacemm
suino, etc. O caroco de algodo depoig de ex-
trahida a casca e todo o oleo, o mais rico ali-
mento que se pode dar aos animaea para os forta-
lecer e engordar com admiravel rapidez.
Nos Estados-Unidos da America do Norte e ns
Inglaterra elle emoiegado (com o ruis ielia re
sultado) de preferencia ao milbo e outros farellos
que sao mui'o mais caro e nao sito de tanta sus-
tancia.
* tratar ato atecisv eiunFrata Sorba
MEDAI.HAS de OURO e de PBATA
Diploma efe Honra na Exposifte
Pvit: 1865, 1878, 1S85, 1888, 1887
CURA
DiS
Incontinencias de Orina
coa as
GRAGEAS GRIMAUD
Ferro-Ergotadas
tpproradti por dinnu Socledadet de HtOJcInt
d Franca a de Estnattm.
Imprtradn ka mala de SO annoa
non Xloopltaoo, Aovlotj, Colonisa poctlton-
ciarlas, sempre com feliz xito, as A/feccSe
chlorottcas e Anmicas de toda especie.'
l'lliaum core
NOVA MEOIOAQIO PRECIOSA E UNMM
PARA OTJBAB
INCONTINENCIAS DE URINA
Venda em Grosso u Casa de GRIMAUD FILS
t, ru Ribvt, Ptris-Auteuil.
Em Ptrnambuco : FRAN M. da SILVA C.
em latas, de procedencia de engenhos cujos
proprietarios capriebam em bem trab&lbar
neste artigo, afim de terem a primazia so-
bre tantos outros similares, cuja composi-
cSo duvidoaa.
Em outros artigos como :
SEMENTES DE HORThLICA
E FLORES, LINGUAS SEGCAS DO
RIO GRANDE E
OBJECTOS DE VIME
p?ra isto to pouco temos competidor. A
nossa casa especialista e as pessoas que
disto se queira o certificar pdem compa-
recer, com o que muito nos bonrarSo.
A par de ama infnidade de artigos de
primeira ordera, que se acham em ezposi-
$ao, accresce a amenidade do trato com
que timbramos tratar to os os que nos bon-
ram com sua preoenc.3, junto a modicidade
de precos sern rival.
%ua Estreita do Rosarlo n. O,
junto Igreja
Pogas Mendes l G.
Saboeiro
Precisa- se ontractar mu bom saboeiro; a tratar
na piaca do Corpa Santo n. 6, 1' andar.
^^Hats se por predio aesta eidad
^^> boa casa, muitas ffneteirat
i banho do rio, boa agua de cacimba
no para baixa de capim, tod<
morad ona freats, oom portio e gradeamento, con
camiuho de ierro esUcao junto ao dito sitio, ni
Porto da Madeira, conbecido pe sitio da Jol
Selleiro, junto ao Dr. Ernesto de Aquino Fonse
ca ; qnem pretender dirija-ee i praca da Inde
pendencia n. 40, das 11 hora a 4 da tard-.
4 Florida
CtiegaraiD
a raiscirats nuimacu:
os afamados queijos de S. Paulo da fasenda Ita-
tyaya. Uoicos recebfdores em Pernambuco Jos
Joaquim Alves & C, ra BarSo da Victoria, n.
6i) e a.'bam se vrnda nos priucipses estabeleci-
mentoa desta cidade.
Na manb de dominio 22 fo encontrada urna
cachorrinha branca, pilo macio, muito brincalho-
na ; seu dono prosure na roa do Bom Jess nu-
meio 3.
10,5,
cor e na-
Precisa-se
comprar urna casa na Boa Vista on Capunga, com
4 a 5 quintas e quintal, por cerca de 3:000 ;
quem tiver para vender, dirija se ra Nova nu-
mero 15.
Pao tenteio
Mello & Bise', aviaam ao respeitavel publico
que todas as tercas e sextas teiras teem este sa-
boraso pao ; ra larga do Bosario n. 49.
...flW#
Sebastlao lom Gomes Peana
Mara Lucia Oomes Penm seus filhos e entia-
dos agradecem do intimo d'alma a todos os pren-
te e amigos que se dignara m acompanbar os rea-
tos tnortae de seu marido e pai, Sebaatiao Jos
Games Penoa ; e de novo os convidan) para a sis-
tirem as mi seas que mandam rezar por sua alma
na igreja do Espirito Santo, s 8 horas da manbl
do da 1 de Maio, stimo do sen fsllecimento.
Prafessora
Urna senhora competentemente habilitada, pro-
poe-se a leccionar em collegos e eaeas particula-
re as seguinti materia: portngues, franca, e
msica e piano: datar na ra do Marque do
Herval n. 10. *
Ao publico
O abaizo assignado, arrematante das dividas
pertencentes maesa fallida de Joaquim Ferreira
Campo & C, declara que fica ni iffdito a pro
c uraco que havia psssido ao dito Joaqoim Fer-
ci ira Campos para cbranos das mencionadas di-
vidas. Recife, 12 de Abril de 1888.
____________________Dvid da Silva Maia.
Nez de Hara
Com a devocao de CoracCa de Mara, cilicio das
almas, medalha milsprena, novena de N. 8. da
Penba, de N. S da Conccic), mediUcao do Kosa-
rio, etc., ele., dedicado
N. S. lia Peuha
Um lindo volume coeadernado 2/000
________Km todaa as llvrarlaa
O, aloaquina B. *- aalnlelro
Francellino Quinteiro manda celebrar urna mista
na igreja da Coneeico de Militare, boje, 28 do
correte, a b horas da manb, pela alma do sua
veneranda ta e mii de criacao, U. Joaquina Ber
carda Severiana Quinteiro, 1- anniversario deseo
passamento, rogando aos prenles e pesaoa de sna
amisade o sen c-mpnrpcim- ntc, pelo que Ihes fi-
cara grato, e pela alma da meema um Padre Nos-
so e Ave Mara por caririaeie.
Menina
Precisa-se de urna menina de 10 15 annos
para cuidar de urna crianza de um anno ; a tratar
na ra Nova n. 15, loja de chxpos de sai.
Vinho verde
O que Ba de mais puro c agradavel ao paladar.
A fabrica Ph-niz, ra da Florentina n. 15,
nao ousa contestar a bundade de muitos vinhos
que por abi se vendem, porm desafia que apr-
senteos vinho que dispute a primasia, do que ella
tem exposto venda por junto e a retalho a pre-
cos rasoaveis.
VENDAS
Vende se um piano em perfelto estado e de
bom fabricante, garaatindo-se a qualidade ; na
ra das Flores n. 11.
Cavallos
Vende-se dons exccllentes cavallos russos, an
dadores de hsixo, posaaotes e gordos, proprio
para carro ; a tratar na ra Vidal de Negreiros
n. 19, e a \r na ra da Deteucao n. 19.
Prnfeasor publico Adelo Pa-
bilo da Horaes Canalho
Tertuliano Ernesto de Moraes Carvalho, D. Au-
ta Elysa de Moraes Freitas, D. GertruoVes Floren-
cia Montarroyos de Moraes, Lourenco de Moraes
Fr.tas Barbusa e Mara E'ysa de Moraes Freitas,
agradecem a todas as p-saoa que se dignaran) de
acompanhar ni tima morada oa restos mortaes de
aen pretadiasimo irmo, cunhado e tio Anacleto
Publio de Moraes Carvalho ; e de novo a convi-
dam, bem como a todo os prente e amigos para
aesistirem as miBsas que por sen eterno repouao
mandam celebrar sefjundM-f ira 30 do correte, s
7 horas da manb, i a..itiir. da villa de Muribe
ea, na de S. Jos do Remire, e na de S Pedro
Martyr de Oliud-, pela c;ue se coiifesaam summa-
mentf n< Oliveira Campos e C.
Bna do Creapo u. l
Beceberam pelo ultimo vapor sortimento eom-
->lete de capas de casemir, merino, gorgurc e
eda, para senhora, o que ha de.mais novo, a pre-
co raaoavel; receberam mais seda preta e gorgo-
jo, e vendem pac preco baratissimo.
X armairm n. 49 da roa. do Borxi
Jeaua
vende-se cadeiras anstrincas (junco) mais barato
do que "em outra qua'quer pnrte. Ver para crer.
onnnin
R?cebeu os seguintes artigos e vende
por precos seo competencia.
Plisaos brancos a 400 rs o metro.
dem brancos com duas ordens e froco
de seda cor de rosa, azul e encarnado a
600 ra o metro.
dem com contas e bordados a matiz a
800 rs. e 141200 o metro.
Contas lapidadas p re tas e de cores.
Vidrilhos pretos e de diversas cores.
Missangas de diversas cores.
Collarinhos modernos imitando linho a
50000 a duzia.
Pulseiras americanas a iJOOO o par.
Grande sortimento em broches, da 500
rs. 10000, 10500, 20, 30 e 4^000 um.
Collarinhos e punhos de borracha-
Punbos de Hubo, para homens, a 80000
a duzie.
Fechs com roesclados dtela a 20500.
dem maiores, sern mesclados, a 20500.
Grande sortimento decbromos a 2u0 rs.
a placa.
Bicos brancose de ures de 2, 3 e 4
dedos de largura a 20, 20500, 30, 30500
e 40000 a pe$a.
dem cor de creme a 30000 a pega.
Porta embrulhs americanos.
Invisiveis dourados e prateados.
Liados lques transparentes a 20, 20500,
35, 40, 50 e 60000.
dem de setim bordados a seda, de di-
versas cores, a 4, 50 e 6^000.
Luvas de t la de lindas cores a
20500 e 30000 o par
Enchovaes para baptisados a 80;
120 ,at 1G0OOO.
Lindas cpellas para noivas.
Suspensorios americanos a 20500.
Oleo Florea.
Bicos de algodo de ama e
Usados a 30 e 40500 a pega.
dem de linbo, de cores matisadas, a
20,20500 e 30000 a pega.
Lindas luvas de sia para meninas a
20000 o par, de diversas cores.
dem com palmas de missangas e com
palmas de seda, para seohoras, a 20500,
30 e 30500 o par.
Galles e bicos de vidrilhos, gosto mo-
derno.
Lindas rosas de vidrilho preto para en-
feitar casados e capas.
Contas lapidadas para enfeitar vestidos,
cores bronzeadas, granadas, pratsadas e
douraias.
Fivellas de mola, americanas, para cal-
gas e colletes.
Cortinados braceos, de crochet, com
4 jardas de comprimento a 150 e 160000.
Timo8nbos para criangas, de fusto e
cambrabai, bordados a 3000.
Extractos, o que pode haver de melhor
como sejam : Gaerlin, Bauquet de Exposi-
glo, Perle Vienne, Exora e Nixiz do J.ipo,
Briza do Rio da Prata, Corilopses do Ja-
pon, Dida, etc.
Agua Florida, idem de colonia, idero
celeste, idem do Japlo, idem Kananga do
Japo.
RUa DUQUE DE CAXIAS N. 103
Barbosa & Santos
Cidade da Escada
Vende-se as seguintes casas : sendo urna muito
grande de o. 12 e outra pequea a. 3 na ra do
Ria, a.de n. 25 na ra das Merequitas, as do ns.
24, 26 e 28 na ra da Barra e todas ai da ra do
Cochizo.
Caf do Bonito
Vende se caf do Bonito, de superior qualidade ;
na traveasa do Ca ioca, aimaiem n. 9.
Para acabar
Bicos brancos e de
e 3/000.
MadapolSo americano,
mofo de 10 a 5/000.
A!ff dSo T, (americano) de 7/ a 5/000.
Bramante para lencea com 4 larguras de 1/200
a S00 rs. o metro.
Lindos cortes de gorgurSo de seda com enfeites
de velludo de 150/000 a 60/000.
Modernos cortes de gorgoro de seda para col-
le te, com pequeo toque de mofo de 10 a 4/00,
que maravilha 1 1
Seda com listraaassetinadse, lindo padrees, de
1/200 a 800 ris o covadn.
Etamines, brancas e prcta do linbo, fasenda
1/200 a 320 e 400 ri.
Fichs de muihH delicado tecido de 3/ e 4/ a
1/ e 1/500.
Tuaile da Veeby, de 320 a 160, grande pechm
o f a
Viohos da Garrgfeira
Finos
Carca vello.
Madeira.
Moscatel.
Uva Baatarda e de Pasan.
PABA MESA
Genuino do Lavradio a 500 rs. a gairar.
Na mercearia de Manoel Correia & Cfc
Hraca do Conde d'Ku n. 16
B' MAIS BABATO
Na Loja das Listo 42 oes
A' roa Duque de Caxias n. 1
Telephooe 211
Vende fasendas fina por todo preco e d dsav
conto a quem comprar de 20/ para cima. A
Ezmas. familias nao devem comprar em oatti
loja sern primero ver ou mandar buscar asi
tras que se do sern penhor.
Fazendas de novidade
linbo bordados com listraa c%
muito larga e de lindas odres a
aa tita
paravestidoaal
Tecldoa de
quadros, fasenda
800 rs.
Sello de Macan, preto e do todaa
liso ou de listas a 800, 900 e 1/000.
Velludo preto de seda bordado ouecaste
de setim a 4/000.
70r80One6uSSb8ted Pr6t 6 detdM M#fc*
Bs^miae de core e com listas cor 'da
a 500 r.
Eagulfto pardo infestado
e 400 rs.
lalnon bordado, nma s cor 240 r.
Vellndlnho preto e de todas as crea
contas a 1/800.
Beoda hespanhola com bicco, preta oa bruta
pe seda.
Cassa Nansuc padre miudinbos a 280 i
Crochet branco e de cor, desenhos liod^
a ra cortinados a 1/000.
Cirlnaldaaj com ricos veos de Blond
LaU de quadros, pairSe novos a
400 rs.
Mimo dos Alpes faaenda de listas
a 300 rs.
90, 36S
asseunad
Sllatelas lavradas do lindas cores a 240 rj
Fu ni o branco a 320, 360, 400 e 500 rs qa-
lidsde superior. ^^
Fazendas diversas
4 larguras a 700 e 1/CCO %
a za eos A
co m 20 varu
Bramante de
perior qualidade.
Madapuiao americano Ltai
e meo palmos do largura a 6/500
garantidas.
AlKodo americano muito large e snperioa
para lences a 5/500 a peca, mais estrei to a 3/601'
e4/000.
CUIIas e cretones escuros, claros e iwudi-
nhosa 200 e 240 rs.
Cassas indianas de cores a 160, 200 e 2-4:
ris.
Iiioho*i liso e de quadrinhos a 100, 120, 1>.
e 200 r.
pardo para roupa de menin o a 300
iBrlas
320 rs.
Caalnelas escuras imitaco de ca gemirs
500 rs.
cucorpada para renpa de bansa >
a ZCO, 3:L
1/200 i
Baela azu
700 e 800 rs.
La de quadrinhos, paltes novos,
360e400rs.
Creps de liadas cores a 500 rs.
Lencos brancos e de cores a 3 60,
1/510 a duzia.
Toalnas felpudas e aleoioadas a 3/500 5/
6/000 a dusia.
Hela* de cores, brancas e cruas para senas
ras, homens e menino desde 2/800 at 6/00S
melhor qualidade.
Enebovaes para baptisados completo m
10 c12/000.
Cortinados bordados para cama cu jaMs
a 6/ e 7/000.
Panno da Costa, de quadros ou listan a 1/2S
o cavado.
Amainado lavrado, lindos desenhos s IsfSQS
e 1/500-
Unardanapiia a 2/000 a dusia.
Especialidades
Iauvas de seda ou pelica a 2/000 e 2/5CC.
Bico* brancos e r de creme, e matiaadsa
2/00Q, 2/500 e 3/000 a peca com 11 metro.
Coalas lapidadas para enfeite de vestidos prs-
tas e de todas as cores a 500 e 800 rs.
Bordado*, babadas e entremeto de trillas
transparentes a>300 rs. a pega com 3 metros.
Espartllhos coi.raca e americano a 36fe."
4/, 5/ e 6/'. 00.
Grande quantidade de chitas em "etataos ojb>
vende se por qualquer preco.
cores a 11/. 11/500, 1/800
com pequeo toque de
Pintados a oleo, com rica moldura e eordfca
por 25/000 ; esto" expostos alguns retrato pan
o publico e as Exmas. famiiias verem o quaast
sSo lindos e baratos e fcil a qualquer pestes 4b
um em tua sala de visita.
Para enrommendir bastante mniinai
um pequeo retrato em carto de visita, nao at-
porta que seja antigo, dizendo a cor:dos olhos 8 o
cabello chega um lindo retrato dse ado.
Agencia de artigos americanos e carimbos d
borracha
Na Loja das Listras zoes
Jos Augusto Dias
padioea de 360 e 400 a
le ues de f;ntaia a
branca a
Esl se acabando o mando
Spato de tapete b rdado a 1/000 o par
Nao ba nano a aaedlr
Ra da Imperatri n. 80.
>*
Cidade de \azaielb
A directora da 8uciedacle Beueficeute da Na-
saretb convida a t idos o aen aasociados pra
assistirem a urna miaaa que manda reaar pela alma
do provedor da Santa Casa de Misericordia, Exm.
desembargador Francisco de Assi Oliveira Ma-
ciel, no da 28 do correte, na matri desta cida-
de, 8 hora da manhft, trigsimo do seu
ment.
paisa-
EXPQSIQAO ^ ONIV 1878
Mdaille d'Or ^^CroiL,ClieTalir
US PLU8 HUTES RECOUPiKItl
Nova Creajao
PRIHVERAj
E. COUORAY
Inventor d*
PERFPMARU ESPECIAL de LACTEHA
rio atnoitdo do sl> mundo.
Saboneta......., PRIMAVERA
Oleo............ PRIMAVERA
Agua de Toucador PRIMAVERA
Essencia........ PRIMAVERA
P d Arras...... PRIMAVERA
FA&flICA E DEPOSITO :
S PARS 13. Rne dEighieo. 13 pars
icaa-ta i raad m Utu ufriaotaM Nrfuurlu
HIIIIIMIIIIIIIHH
cha
Cretones, lindissimos
200 ris o covado.
(-1 mp'eto sortimento de
1/500, 2/000 e 2/500
Linde cortea de cambraia bordada,
de core a 5/000.
rruitos outr. s artigos que se vende por precos
sem competencia c que admiram.
Previne-se qne dcstes artigos nao se d amos-
trae.
Rin Duque de axias n. U
LoJ. das Estrellas
Telepbooe n. 210
IMAMADEIRA-BQMBA
MONCHOVAUT
-A nica com vajv-uia, em que nunca
o leite orna a deaeer
HIHA DE CIYSTAI IDH rASAFUSO T1MEADI
Veda I has
da Ouro
$
de Prata
Royal Blend marca YUDO
Este excedente Whisky Escocea pro-
ferivel ao cognac ou agurdente de eaaaaay
para fortificar o corpo-
Vende-se a retalho nos melhoreo 87
zens de molhados
Pede Royal Bleaitt marca Vlad,
cujo nome e emblema sSo registrados pan
todo Brasil.
BROWNS d C, agente.
'
\
U

Armagoes
Vcnde-se mu:to barato duas armagoes are.^fa
para qaalquer negocio ; a tratar na ra Barao da
Victoria n. 81,
Bicbas de Hamburgo
Vende se em pequea e grandes porces ; a
ra da Madre de Dens n. 36 A.
Lite MUS
Vedem Rodrigues
Barro n. 11.
Paria & C, ra Varis'
Livramento A .
Tendea, cimento port'and, marea Robins,
ualidade ; no oaea do Apollo u. 45.
del
OplnlAo do D- BOUCHUT, lentel
fairregado di Facaltadc de Medicina de Par ]
medico do Hospital da> enanca* enfermas, no ten J
| hrro Uygiena Oa Infancia t
a Urna maunadelra. baa aoondiclonnada 1
derp tr -una vlvula onde o leite nunoa J
i torne a rteaoer : este o principio da I
a MAMAOEiSA MOf CHOVAUT.
!Bta4aM|raw^iriaiattMtH(aHl .
AtteiiQo
Vende-se urna casa de taipa, ceberta de telsa
sita ii" Encapamenti, com 150 palmos de fonda a
50 de frente ; quem pretedenl-a, dirija-se ao Cor-
redor do Bispo n. 93.
Vende-se
Um terreno oa roa da Regeoeracao, em Agaa-
Fria, medindo 400 palmos de frente e 470 de rau-
dos ; tratar na roa eatreita do Rosario d. Ms
avimcn to tu
as el I o
Vende-se o arrendase o eogenho de faier ss-
r, asiim deoamiaado, mo I bastantes maltas, boas obras, todo cortado da
estrada ; podendo afrejar de 2.500 a 3.000 pie
de assucar e situado no tumo de Ip juca, ecmsrca
do i abo: s tratar aa roa do Marqses da Olsam
n. 46.
I
wkmiwtwWKwk^km\



Diario de PenmmbacoSabbado 28 de Abril de 1888
MCCnC/kMENTOt FUNDAS E TIMT15
V .fOlfcl U QUALIDACCS
**.
VERAS& C::j
^FHARMACEUTICPS^
:m sWMico-rUAAHAennOT-t
KfEDAllDABP iTHB
Q -*^
5 7,Ra do.Sope Je'Caiiafe5 7.
Especial dade desle esabeleeimeoto
E'inr e liiiMti b JinilR
Elixir dentifrieio
Contra a carie e amoliecimento e dores de dente.
V.nlio, Xiropcs c pillas de joruleba
Grande sortimento de peroles, pastilhas, granulos e pilulas dos melhores fabri
?*etic9 europeas e americanos. g
"Grande eolleccSo de aleoloides os mais modernos e raros.
Aguas mineraes de todas as qualidades.
rara photograptala e homoeopathla
\laooI rectificado a lesinfoctado, cbiroi araent* puro.
A Pnarmicia Ameri-an; tem urna sec$5 l!oro Jtn dos mdieremitos preparados cora todo aceio e segundo os formularios bahene
maocos mais aeredftdw, carteiras, vidros avulsos de todos os taroenhos, glbulo?
artes e medicamentosos, tintures de plantas indgenas e exticas.
R<*ccbu medicamentos directamente de todas as fabricas da Europa e America
lffufinaUcSo por precos commodos e a qualquer hora do dia e da noite.
Peptonas Ppsicas
de CHAPOTEAT
Pharmaceutico de 1 Ola****.
Appnrada- pela Jauta d'Hjgtene do Rio-de-Janeiro. Empregauf- f mm
Hoapitaes de Pars e nos de Marlnha
A Peptona o producto e digesto da carne de vacca pela pepsina de Chapo Teaot
jxtraolda do estomago do carneiro e transformada em um alimento solursl, lmme-
diatamente assimilavel, que vae ter a todos os pontos do organismo por meio da
airculaco venosa, e alimenta os doentes sem fatigar-Ibes o estomago.
O Viaho de Peptona de Chapoteaut po. isso indicado naa molestias que
tem por causa as mi digestoes, as aeccoea do ligaao, aos intestinos, as
gastrites, na anemia, na chiorom; as molestias do peito, na dysenterla
dos paizes quentes, as digestoes difficeie e laboriosas. Este Vinho alimenta a6
owcRfes, que nao supporto c. comida, augmenta a atcrecSo do leito das pessoas
que cria o e torna-o mais rico; fortifica os velhos e le>-nta promptamente as torcas
dos alaBW>
A Conserva de Peptona de Chapotaut, que pode ser empregada misma-
mente e em clysteres, tem o-poder de alimentar durante meses os doentes uiais
graves, como os tsicos, que nao possao tolerar alimento algum, os macorosoa, os
que sclrem da bexiga, dos rins e da medalla espinhal.
kV piSMM nio confundir o* PEPTONAS DE CHAPOTEAT eom outrts fatrttaW
com carne de cavallo e vegetase fermentado*.
Deposito cm Parla, 8, Rae Vivl-nne as prinipaea Pharraaolae
FORMULA
i
JGELINO JOS DOS SANTOS ANDKADE
Approvada pela Inspectora Geral
la Hygiene Publica do Rio de Janeiro em
20deJulhode 1887
Esle depurativo de grande eflicacia tas molestias sypbili'.icas e iropo-
m* do sangue. Para matar garaotia da elBcacia desle medicamento, publicou-
se grande numero de allestados de alguns Srs. mdicos residentes nesta
jirovincia e de mudos, cavalheiros qne teein feifo uso desle depurativo, em nu-
mero superior a 300; ntando-se 50 pessoas que se curaram da terrivel beribe-
eom osle poderoso depurativo.
O n?o desle Elixir mu'no recommendado no tralamento geral as mo-
'eattas das senliorase a prova est no bora resultado que tem oblido aquellas
4*& Kxrn". Senlioras que delle tem u^ado.
xwxaiaa b xjsj^ob,
Os adultos tomaro quatro eolheres das de sopa pela manh e qualro
zaKti. As creancas de 1 a b annos tomaro urna colber pela manh e outra
mohe, e os de 5 a i annos tomaro duas eolheres pela manh e duas noite.
ttercrao tomar banlios. fri ou merno pela manh e noile. Kesguardo regular.
Enconlra-se I venda na drogara dos Srs. Francisco Manoel da ilva
4C., ra do Mrquez de (jlinda n. 23 e pliaimacia Oriental ra Estrella do
flosario n. 3.
^^^y^
VINHO MAEUANI
DE COOA DO PER
O vnrao wabiahi que tol experimentado nos bospitaes de Parta,
i ..r-scrtpto 'ariamente cora eiilo para combater a Anemia, Cbloroee,
BiCMtSoB mas, Molestia das Fia respiratoria* e nfraaaoet-
mssts do orgo vocal, ^^ ..
molHa,
aos Ve>9# e Crian^ae.
V o Reparador .n Perturbaos dlgiUra
o rOKTIPlOAN'-a por H^rcmT-J^BJgOXV.
o VIKKO takAftlAril S3 Hconr.A BU ca* DB
V f r mat mUTiiHi,!1. teahranl liuim- : aTtwTwt.ll, hit, ll'.Kwa.
5 Em Pemu.'niuc'j : Prandaoo BK. da SZXVA C*.
GALERA DUCASBLE
PlOTOGHAPHfA E PINTR \
1. premias e medalha de ouro na Expo
sico de Berlim de 1386.
Medalha de prata, Exposipo Univer-
sal de Anvers, 1885.
1. premio, Exposipo Artstica Indus-
trial, Rio de Janeii o, J 882.
Diploma de Progresso e Mrito em di-
versas exposipoes.
Photographias artsticas em todos os
gneros, omelh>r que se pode produzir, re-
tratos a oleo, precos razoaveis.
Grande collecpao de molduras e varia-
do sortimento de passepar-touts.
fi-ilii Va
revqloo nmm
m xix
A resorrei^o do cabello e a morte di caspa
PELO
ARCHI-EXTRACTO
A qued do cabello, que resulta do enfraquecimento do tecido celular em que se
alimenta o bulbo espillar, urna molestia qu* pode ser completamente combatida por
meio do Archi Extracto, UESBrauglo da cabello.
Esta preparado tem urna ao^So touioa e restauradora sobre o teoido celular
subcutneo, de extraordinaria eficacia para a conservado do cabello, so qual fornece
o mesmo tecido, tonificado noves e roais abundantes elementos de vids.
E na smente o Arehl Kxf racto d vigor e assim efifeotua a oonservac&o
do cabello, como o restaura e renova quando tem cabido, impedindo a atrophia de
bulbo espillar, tal a sua eflicacia em tonificar o tecido celular.
A CALVICIE
A calvicie, pois, pode ssr de boje era diante o luxo dos excntricos, que quei-
ram cbamar sobre si a sttenclo publica e tornarem-se os notavie do seu tempo, mas
j nao um mal sem remedio, do que se posaa alguem queixar eom razSo. Os cal-
vos pdem afinal triurnphar de todas as intrigas da mocidade... e perder integramente
o receio de descobrirem-se.
A CASPA
Com a spplicagao de ArckI-Extracto, a caspa, esas mal que tanto morti-
fica e concorre directamente pan a queda do cabello, desapparecer em pouco das,
para nSo mais vol'ar.
O bello sexo, ob I esae tem agora o meio fcil de obter com abundancia o mis
gracioso dos seus ornamentosurna basta e longa cabelleirapropria l
A heredilariedade e to exacta como a mathematica!
O mogo que ostenta urna tarta e opulenta cabelleira, cujos anneis, insultam
cruelmente a invoja dos faltos de cabello, nao estar isento do nfesmo mal, se descende
de pai calvo: qutstao de tempo ; ser brevemente um calvo tambera, ver es>a to
linda cabelleira ir desapparecendo lentamente, deixando ver o principio da calva no
alto da cabeoa ou as grandes enseadas dos cantos. E o que fazer ? Ussr em tempo
do \ re tai Extracto, porque elle o nico preservativo da calvicie
0 modo de osar acompanha o frasco
A1 rae i limita Fuera, raa Primairo de lu? l 9
PREgO DE CADA FRASQO .... 2r|p00
Tgrageas de Ferro Rabuteau
Laureado do Instituto de Franga. .qido de Therapeutioa
O emprego em medicina de Ferro Rabuteau baseado na Sciencia.
AsVerdadeiras Grageas de Ferro Rabuteau sao recommendadas nos casos de
Chlorose, Anemia, Plidas CoreatCorrimentos,Debilidade,Esgotamento,Convalescencia,
Fraqueza das criancas, Depauperamento e Alterago do sangue em consequencia de
fatigas vigillias e excessos de toda a natureza. Tomar i 6 grageas dor dia.
Nem Constipaco nem Diarrhea, Assimilafo completa.
Elixir de Ferro Rabuteau recommendado as pessoas que nao podem engulir
engulir as grageas. Um calix de licor aos repastos.
Xarope de Ferro Rabuteau especialmente para as criancas.
lili Urna explicado detaltiada acompanha cada frasco.
Exigir o Verdadeiro Ferro Rabuteau de CLIN & Gia, de PARS, que se
encontr em casa dos Droguistas e Pharmaceuticos. u
GRASEAS
deCopahiba, Cubebt
atanhia e Ferro, Bismuttio
Alcatrto, Terebenthina, *
INJECCAO
\

liGli U
38!{a do Imperador38
Nesta grmde pharmacia avii-ro nceitas e pedidos com promptidSo,
Bolicitude e modici-Jade.
As prescripeftes em ioguas cstrangeiras sao fielmente
despachadas
O pbarmawuti^ pernambu!>no JOS FRANCISCO BETTENCOURT g
convida os clnicos .esta cidade que queiram bonral-o com sua confianza
para qualquer trab*llio profissioaal e to publico. Garante se a mais atten-
ciosa o con,eL'iusa execuco.
Esta casa recebe seus productos chimicos e drogas directamente
das melhore8 casas da Europa, especialmente encommendadas para sea
receituario.
ESPEOALBODE
6
l
Preparado pelo pbarmaceutico JOS FRANCISCO BETTENCOURT,
de urna eflicacia verdaderamente maravilhosa as molestias dos orgos
reapuv. torios.
Bronchites, aslhma iossts convolsa, etc.
:o:
CHA PRETO de pri eir qualidade.
DE MAMADEIRAS am granae sortimento.
SABONETES INGLEZES do ptima qualidade a precos sem compe-
tencia. # .
Tinta preta pura ascreverinalteravel, fabricada com mnito euidr-^
por urna tormuta ioglexa, eGptteial para esciipturaylo mercantil e repartiera
publicas, seca de pressa, perfoitamentc preta, nao corroe as pennas, nao
''eposita o d opia.
r^
E DAL i A DE HONRA
0 OLEO CHEVtlEE
]M4
i aalnlectado Jo Aicjtrao,
Unioo tlumico, e nut muito
Mmtrtl if D'OC'tetmte lo ,
Uto.
0 OLEO de F1GAD0
DE BiCtUO FERRUGINOSO
i umict orearte.lo ano ot'mitti
tdmlnitlrar o Forro itm p.-o-
iozir Prlao d Vaatra, oom
htommcjo.
/ MrSXTB (tlaa FilB
\H. na i rnV-liitsurtrt. II
lu

&CHEVml
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DIPLOMA DB~blf
tr.v. iTiliu ron TOOA M
Col9brllaie3Hedicas|
hk rSAIICa K DA ItlSOTA
iTIAS*D0 PE1J0,
FFECS0ES ESCR0FUL0SM
CHL0R0S1S,
ANEMIA, DEBILIDWE,
TSICA pulmonar,
BRONCHITES, RACHITISNIO
7- *-*t*"* ai 11* -
* "Rfl Ori* i'
Vinho de Coca
'niWlHTi I <\rat i/ri""
uanauxM pbla inspbctoria m wtoiiwe do gR'Q po mazu>
r
kt
Ra 1 de Narco n. 6.
Part pam ao respeitavl publico qm, tendo augmentado seu
bcleciii-cnto de JOIAS com mnia urna seccSo, no pavimento terreo,
com especialidades cm artigos de ELECTRO-PLATE, convidam ae
Extras. amilias o seas numerosos fregueses para visitar seu estele-
cimento, onde ene ontrarSo um riqusimo sorti. lento de joias da c\v
prata, perolas. brilhsntea e ontraa podras preciosas, e relogios de uro,
prata o nikel.
Os artigos q oem directamente or todos os vapor
" i mais afamados especialistas e fabri
Estados-Unidos.
axeoutados pelos mais afamados especialistas a fabricantes da Europa
A par das joiaa de sabido valor acbarSo urna grande vaiiedade
Je objectos de ouro, prata o electro pate, proprios para presentes e
.basamentos, baptisados e annive.rsarios.
Nem em relajo aa pr^, e nein qualidade, os objectos cictm*
^nados, encontrarlo concurrencia n'esta praa.
[Hyglenlca e Presen/adora
nem cansar
accidente algum.
A GRAGEAS FORTN, ferio as primeira qneobTera a ewm*<&& fa Atoimi*
de medicina (1830) e que adoptaram-ge noa Hogpitaes. Curam a* molestias secretas,
mais rebeldes sem fatigar os estmagos mais delicados.
A INJECQAO FORTN sempre recommendada como o complemento da medica;So.
Depot Um m Fer^umburo i rRAH M. da SILVA 0*>, e b*b principa* Pkarmaadaa.
pecIM^
bio os arguintii artigos por menes de 40 % di seu valor, cui .a prec 8 adnJ:r.
08 que em seguida appreaentamos.
A saber:
Batistas e nanzes, de cores firmes, a 160 e 200 rs., o covado.
Mermes liaos, urna largura, todas a, cores, a 200 rs., o dito.
dem i lera e duas larguras, II para, a 500 rs., o dito,
betinetrts modernas, p.drSss de phnUsia, a 240, 280 e 320 rs., o dito.
Zafaros de quaririnhoa, bastante largo, a 200 e 240 ra., o dito
Bnns de edres para roupa de criaba, a 320 e 360 rs.. o dito
Bnm pardo lons, superior, a 320 e 360 rs.. o dito,
dem de linho de cores, padr8>s novoa, a 800 rs., o dito.
Casimiras diagonal, preta, a 1(5800 e 20200, o dito,
dem de cores para costumes, a 2*$>500 e 28( 0, o dito,
Cheviots, superior, preto e asul, a 30000, o dito.
Ptnnos de cores para mes, a 1^400 e 1(5700, o dito.
Atoalbados de algodSo, duas larguras, lisos e bordados, a 1(5200, o metro.
Bramante de algodlo de quatro larguras, a 800, 1,5000 e 10200 o dito,
dem de linho puro idem, a 10800, o dito.
Guardanapos" de linho, a 20500, 30500 e 60000, a duza
Lences de algodSo e linho a 10800, 20000 e 30000, a dita.
Meias inglesas para homens e senhorss, a 30000, 40000 e 50000.
Camisas de crotones finas, franoezas, a 240000, a duzia.
dem brancas, iuglezas, a 360000, a dita
Simulas bordadas, de bramante, a 120000 160000, a dita.
CoberUs de gnga, torradas, a 20500 e 30000, urna.
L"nceB de bramante para cama de casal, a 20000, um.
Tapetes avelludados, grandes, para quartos e salas, a 80000 e 160000, um.
Cortinados ricamente bordados, a 70500, 80000 e 100000, o par.
Cambraias bordadas pra bercos e camas, a 800 rs., o metro.
FusfS S"-anco bordado, a 320 c 400 rs o covado.
Madayo.o americano, superior, a 6*000, 24 jardas.
Algodio cr para tcalhas, a 30000, 305O e 40000, a pec^.
Fichi de 15, modernos, a 20000, 20500 e 30000, um.
Emovaes para rsameatos
Grinoldas e veos para as Exmas. noias,a 90000 e 100000.
Damascs e setins branca, a 900, 10000 e 10200.-
'Espartilhos, leques e luvas para todos Saias bordadas a pregos sem competencia.
Toalhas de iabyrintbo, riquissimas, a 300000.
D psito de faaendas para os Srs fazendeiros.
As vendas em grosso teem o descont da praga.
ra Duque de Caifas 59
Loja de
Pereira & Mag-alhes
SUCCESSORES
| de
Catiro da Caaaa & G.
,
a
wmsmm
OS
MEDICAMENTOS
t
S
ce
tfD
ce
=
se
3

JURUBEBA
PREPARADOS E ESTIBADOS
POR
Barthlomeu & S. Successores
P\R\ USO INTERNO
PREPARADOS SIMPLES
Xarope de Jnriibeba, vinho de 9urubeba, pilulas de
alurubeba. extracto de larubeb.:, tintura de Iurubeba:
PKEPARAD03 COMPOSTOS
Vinbo de alurubeh;*. com iodureto de potassio, vinho fer-
ruginoso de ajnrubeba, xarope f< rrugiaoso de !urubeba, puUs
ferruginosas de furubeba.
PiVR\ 13SO EXTERNO
4
i-
a
s


s
Oleo de furubeba, pomada de furubeba,"emplasto de
lurubeba.
:o:
Unios preparados de lurubeba approvados pe Academia de Medicina,
aut risados pela Junta Geral de Hy^i^ne Publica, da corte e recommendados pek
mdicos contra aa molestias do estomago, perda de appette, digestoes difficeis, dispep-
sias, rheumatismo agudo ou ch onico, e tolas as molestias do figado, do.6tJ{0, na
diarrhea chronica, na hidropesa, naa molestias de origens gyphiliticas, etc., etc.
25 annos de aeeita ATTESTAM A EFF1CACU D'ESSES PREPARADOS
CUIDADO COM AS FALSIFICAQES
Elixir a assigoatura-5ili7/iOLO.V/^7& C. SUCCESSORES
DEPOSITO GER\L
Em sua pharm ca e drogara *i
RA LAi-GA DO ROSARIO N 34
JEBt
LAfaZZStnxvxssrs
COLLARES fiOTEE
aa*ro-MaianUc<
U Iaaf
i MMf "I Aires *! 6 a*ntiW
OONVULoEB
i ri rirru i avt iu uuifa ,
*OsC0LLARE8 Rr^B,coihak ka skis
lile 25 JoroaS wiu os aieoeeoe pra^er'io.
I realmente aet^u** OOf4VUI.ldfS
'ajtititmiin ec wm tempo a dentado.
Pan vitar te FalamoogO. aa laalfjSM cali^y*, V" *M
mSmT w&&s^^ ^hm
CONST'PAgES e MOLESTIAS do PEITO
XAROPE
ANTIPHLOGISTICO
DE
BRIANT
PARS, Pharmacia BRIANT, 150, ra de Rivoli, PARIS^
Aa celebridades medicas de Pa.ia reccnimeridao ha mais de 50 annos o
XAROPB BRIAUT como O medlcamonto iielUval de gotto maxs agradavel e
de tfficacw. mais certa contT OS Dnaxoe. Conlpaocs. Oatharro. etc.
Em Xarope nunca fementa.Deve-sc exigir a Brocnura em doto
I com a assltmatura Dem llslvel do Inventor:
DEPSITOS BU TODAS PUI I i'H.MtitACIAS

I

r lltBlHl
1
f^kWaWaWk\WkW


Diarto de PcniambucoSabbado 28 de Abril de 1888
INDUSTMAj^ABTES
Incendios nos sneatros
INCENDIOS NOS THEATBOS '
Meios de pretenil-os e de'attenrtar os seus
efeitos
<( ContimiagSo)
MATA FUEGO
MEIOS PREVENTIVOS
Os tueios mecnicos empegados como
a, do descobrir um comego da incendio
.5o ja.utigos; consisten,, geralmente e.
fazer funccionar, sob a influencia de oj-
lor urna campainha eleotnoa. Sena por
^positivos que liveram por priue.p.o o
".chamanto de urna correte elctrica em
o.osequeneia da dlategSo de ama lara.ua
oa de ama baste metlica, sob a influen-
cia da elevado de temperatura prodoaida
desde a origem do inoendio.
Estas disposigoas apresentavam em ge-
ral gravea inconvenientes. Como esses
apparelhos fi eram chamados a funcoionar
em circumstancias accidentaos e em pocas
excessivamente afastadas, as superficies
do contacto oxidarara-se, de modo qno a
correte nao pode pasear ne momento op
P Quaudo estas correntes oram destruidas
com metal noxidavel, prodazio se o mes
mo effeito desastros, em consequeucia do
deposito de p ou por causa da interposi-
cSo de materias animaes, como teias de
aranha, excremento da moscas, etc. Era
preciso limpar estes orgSoa, cousa em que
nao so peosava sempre.
M. de Gaulne proeurou obviar todos os
inconvenientes no apparelho construido por
Mil.
O apparelho pode sabir da posicao de
ropouso de dona modos:
Io, pelaaegao do calor, qae, recurvan-
do as laminas, estabelece automticamente
seo contacto no vrtice do ngulo, de mo-
do a dar passagem correte, para fazer
tocar a campainha, e esse toque continua-
r todo o tempo em que durar o contacto;
2o, pelo facto do cordSo, o que taz pas-
ear a correte por causa da iuterposigSo
forjada do ndex. Essa aocSo qnasi bru-
tal nSo pode alterar a seosibilidade das la-
minas trimetalicas, em consequencia d
precaugSo que o iovento toraou de mu-
las com um proloogamento muito Hexivel
de ago.
Este apparelho corresponda a todas as
necessidadea e a todas as objeccSas. Sua
principal qualidade consiste na fiscaBagao
constante a que est submettido em con
sequencia da su omprego diario : desde
iaz tocar a campai-
Antes de nos ocmparmos oom os appa-
relhos automatioos, nicos que se possam
admittir para a extincglo do incendios
nos theatros, nao podemos deixar de rela-
tar ama curiosa experiencia qua teve lu-
gar em Bruxellas a 24 de Setembro de
1876 com um apparelho destinado a com-
bater os incendios o matafuego ou ex-
tintor, construido por um engenheiro hes-
panhol, o Sr. Binlas.
Urna casa da raadeira, que, para esta
experiencia, tinha-se enchido com toda a
sorte de materiaes combustiveis, nos quaes
lao9ara se fogo, foi sbitamente livre das
cbammas pela interrencSo deste apparelho.
O extinctor Binlas repousa em um prin-
cipio, que j servia para combinar muitos
outros apparelhos contra oa incendios, a sa-
ber : o desprendimento sbito de urna gran-
de quantidade Je gaz acido carbnico, gaz
improprio eombustSo, e que, sendo lan-
gado no meio do f:o incandescente, ex-
tingue-o sbitamente
O que ha de novo nesta aparelho a
feliz disposigSo para a produogSo do gaz
acido carbnico pela decomposigSo do bicar-
bonato de soda por um acido, e a d de
enviar ao seio do foco, pelo proprio acto
de gaz acido carbnico, urna dissolucao
salinma eminentemente propria para comba-
tir o fogo.
Eis a disposigSo do mecanismo :
Um recipiente cylindrico de bases con-
vexas enceira am ou'ro recipiente menor e
com tu nica com este ultimo por m?io de
vlvulas, que abrein ou fechara, segundo o
sentido de rotagSo de urna baca que pas-
ea pel meio dos dous cylindros.
Entre os dous cylindros existe um es-
pago hermticamente fechado, que contm
urna dissolugSo salina, encbendo-lhe com-
pletamente a cep acidade.
No pequeo compartimento ou recipiente
interior exista urna mistura liquida de ci-
dos orgnicos, que, quando se abrem ae
vlvulas, acta sobre a dissolucao do bi-
carbonato e produz gaz acido carbnico,
cuja pressao, mu consideravcl, capaz de
atirar a dissolugSo a urna grande distancia
por intermedio do langas ou tubos de in-
cendio.
Para preduzir o acido carbnico, ompre.
ga-sa bi-aarbonato de soda e urna mistura
de acido trtrico e oxlico. A dissolucao
salina encerra bi-carbonato de aoda e alun.
O alun, derramado no foco por meio do
tubo, sob a pressao do gaz carbnico, ope-
ra a vitrificagSo das suporficies banhadas
pelo liquido, e previne ,-renovacao do fogo,
facto muito commam nos incendios.
Um aparelho porttil, mantido naa raaos
do bombeiro, contm 12 litrs d'agua com
a8 substancias qa designamos : projecta
o liquido at seis metros de distancia, o
basta para extinguir rpidamente o fogo
2.' A raoovagSo do inceudio as partes
j extnctas impossivel,
3.* Poda sa penetrar no interior dos com
partimentos atacados pelo incendio, traba
lhar no meio dallo, abrindo passagem atra-
vez da fumaga, por meio do jacto d'agua
expellidopela pressao.
Sao portanto, iocontestaveis as vantsgens
que apresenta jsse apparelho : e as expe-
riencias de Bruxol as, qua tivemos o prazer
de asiistir, nao deixam a menor sombra
de duvida sobra a r ffioaoia deste extinctor.
BES PIE ADOR TYNDALL
4
de que o apparelho est em bom estado
o attrito constante do ndex superior no
vrtice do ngulo conserva sempre liropa
a superficie.
O dispositivo de Gaulne diz Mr. iaO*
ck^rt, susceptivel prestar serios servigos,
sendo collocado as estufas, que devem
ser mantidas em urna temperatura constan
te : assim seria avisado quando a tempe-
ratura necessaria for excedida, de modo a
remediar proroptamente.
Esta faculdade coostituiria, para certas
industrias, urna notavel economa, contri-
buindo ao mesmo terapo em muitos casoe
para garantir a perfeicSo dos resultados
obtidos.
Como se v, esBes apparelhos, que aca-
bamos de descrever e outros congeneres,
nao servem para extinguir os incendios,
ama vez estes declarados ; sao simples avi
sadores.
Vejamos agora quaes os meios propostos
para a extincgSo rpida do fogo.
rOLHETlM
TESTAMENTO TRBHELHO
POR
XAVIKR DE MONTEPIN
PRIXEiai PARTE
k FADA DDS SALGUEIROS
(ContinuagSo do n. 96j
LI
Paulo comeu pouco, e logo que terminou
esse Silmo.9,0 frugal, pegou no obapo.
Vai sabir... j T 1 exclamou a velba
criada um tanto admirada.
Bem v que aira, minha boa Magda
tena...
Onde vai tao cedo 1
Renovar a minha provisao de isoa.
Tenciona entSo pescar hoja tam-
bera ?
Mas di certot... boje, amanha e
todos os das...
Com que entao a : pesca vai ae tor-
nando ama paixSo ?
E' peto menos para mira um grande
prazer...
Santo Oeus o que faremos com
todo o peixe qua apanbar?
Guardal-o hei no fundo do bote...
eileJ se consrvala vivo...
Munido entlo do vaso da caizinba de
zinco, Paulo atravessou o no para ir fazer
aa suas compras em casa de Tardiff, o ven-
dedor de instrumentos e de aocessorios de
pesca.
Nao era esse alias o nico motivo da
sua sabida matutina.
Qaeri& ver se poda sabor quem era a
moca com quera na vespera conversara, a
Fada doo ^tlgueiros...
Perto da embarcacAo daa lavadeiras,
oe havia amarrado o sen bote, encon-
trou o patrao da caaa de pasto da ilha, qae
p#rguntou-lbe, corapnasentando-o :
EotSo, eBt satisfeito?. .. ft% hon-
tem boa pescara T
oosem nao tenho razio de queixa,
qu-j a correte paasa e
nha psra indicar o compartimento em que em um apartamento.
e chamou o criado, plese ficer certo Um outro rcodelo, que pode ser rpida
mente transportado nos hombros, de duas
dimeneSes ; contera 30 ou 40 litros e pode
projectar o liquido a 12 ou 15 metros.
Dous typos de extinctores sao roantidos
sobro rodts com as capacidades respecti-
vas de 80 e 125 litros; convetn perfeita-
raente a borlo dos navios e mesmo nos
theatros que n3o quizerem ou nSo poderem
erapregar o apparelho Quenel; o jacto do
liquido vai at 20 metros.
Um carro destinado a trazar quatro
apparelhos, podendo ser transportados nos
hombros, e cuja capacidade de 4 litros
cJa ura. *
O carro transporta 250 litros d't-gua duas
oaixas com saes, baldes, linternas e outros
aocesaorios.
As grandes vantagens do extinctor Bi-
nlas sSo :
1.- O liquido extinctor nao pJe destruir
nom deteriorar os objoctos, inoflfensvo
s pessoas que por acaso sejam por ella
atacadas.
Ho numero das inventes atis, relati-
vas a rcendos, deve'moa citar o respirador
de Ilustre pliysico T\/ndall, que permute a
qualquer pessoa estaoionar por moito tem-
po em uma atmosphera suffocadora de fu-
maca.
Durante o incendio, muitos pessoas mor-
reado asphyxiadas pela intonsa fumaca que
sa deseovolve, e que irapede a entrada dos
auxilios necessarios salvac2o, v se de
que importancia capital o instrumento
qu ora passamos a descrever, e qae deve-
ria ser adoptado geralmente.
Um engenheiro sueco, Oesberg, da Sto-
ck >lmo, imaginou um costnrae de mergo
lbador que permitte pessoa vestida com
elle estacionar as charamas- elle basca-
do na antiga tradic3o qua 'nos oonta a pro
priedade que tem a salamandra de resistir
acc&o da chararaa, era virtude do liquido
qua constantemente exauda da palle.
Compulse o apparelho da um duplo en-
volucro, que abraca o oor^o como uma
ooaraga; o interior de borraoha, o ex-
terior de couro inglez com um certo nume-
ro de pequeos orificios. Urna bomba,
manobrada exteriorraente, lanca constan-
temente no envolucro agua fresca, que es-
corre pelos poros o molba a superficie ex
terior. O bombeiro suatenta uma raraifi-
cacSo do raesrao tubo, com que ataca o in-
cendio ; ao mesmo tempo lanca-se no inte-
rior ar sob uma certa pressao; este ar in-
cha a roupa e sahe pela viseira do capa-
ceite, arrestando os productos da respira
cao e desviando ae^olhos a fumaca e a
chamma.
O capito Ahistroeno em 1887 fez uma
experiencia publica em Beriim; elle pas
seou, durante mais de um quarto de hora,
revestido da roupa cima descripta, no
meio de quatro enormes pilhas de madera,
banhadxs de petrleo, as quaes se havia
laucado fogo. O calor do brazeiro era tal,
qua nao se padia supportal-o a 40 pasaos
de distancia, e, entretanto, Ahiatroer.e as-
sentava-se e en -ostava-se contra os pilares
de maneira incendiados.
O respirador de Tyndall muito menos
complicado: corap3e-se de um cylindro d
0U,10, que se adapta boca, no qual o a
atravessa cana las alternantes de carvio de
raadeira, de cal e de onte embebida em
glycriua e rctm as partculas de c rvao.
O apparelho pois, ao mesmo tempo
absorvente e filtrante a o ar chega puirfi
cado aos pulmSes.
Munidos do respirador c cora os olhos
protegidos MM. Tyodall e Shaw Acarara
mais de uma hora em ura quarto fechado,
ebeio de massas espessas de fumaga fornn-
cida por tres fornos cheios de madera re-
sinosa em combustao.
A' vista deste8 faotos, nSo se poder por
em duvida a utilidade e a simplicidade
desta apparelho, que poder salvar tautoe
seres humanos da mais horrivel das mor-
ios.
instantneamente a serie de manobras ne-
cessarias para inundar o ponto ameacado
e parar a propagacSo do incendio.
As manobras sao produzidas ora por ao-
c5es mecnicas, ora por meios eloctrioos.
SISTEMA MECNICO
A parte superior da seena, as partes la-
teraes, o sub solo e as frisas sao atravessa-
dos par ama reda da tubos, de dimetros
variados, convenientemente distribuidos,
vindo todos ter a um tobo commum, ligado
canal8ac.ao da agua, sob pressao da oi-
dade.
Em tempo ordinario, uma torneira, col-
locada perto da ramificscSo, est fe hada ;
e os tubos, oollooados na sceoa, estao cheioa
de ar comprimido ; de distanoia em dis-
tancia collocam-se torneiras fachadas por
meios de cordeis, tenaidos em pontos con
venientes na proximidade das torneiras cor-
respondentes.
Quando declara-se o inoendio em um
ponto dado, ura ou mais cordeis queimam
e abrem as torneiras correspondentes, qna
deixam escapar o ar comprimido, que en-
cbia a canalisac&o ; esto depresso do ar
comprimido na canalisagao faz abaixar uma
vlvula, que n'este movimento acta sobre
um paso, que, cahiodo, abre a torneira da
ramificaoSo; a agua sob pressao invade a
canalisagao e espalha-se logo pe1 os orifi-
cios.
Grabas a esta combinacSo, um movimen
to elemeatar, produzido pala ruptura de
um cordel combastivel, sufficiente para
manobrar todas as torneiras, inundar o
ponto ameagado e circumscrevor o incen-
dio.
Esta systema do cordeis deatendidos d
lugar a objecgSss, pois que em um mo-
mento qualquer raanobra das vistas e das
decorares de sceua poda arrebantar os
cordeis e, portanto, obrigar os apparelhos
a funooionar, causando graves prejuizoa ao
emprezario pelos estragos causados pela
agua, em tolas as pegas do mjvitnento
scenico, como tambem suato aos espeota
dores ; tactos somelbantes t o acontecido
umitas vezes e aioda no anuo paBsado em
um dos theatros de Darmstadt, na Alle-
manha, paiz que ltimamente tem adopta-
do em suas salas de espectculo appare-
lhos seraelhentes. >
A esta censara tSe justa escapa o sys-
tema elctrico, que ora passaraoa a expr.
SYSTEMA ELECTIICO
APPABELHOS AUTOMTICOS
Hir* n Maxem penson que seria til ap-
pellar para os meios automticos : combi-
nou uma tre de apparelhos muito enge-
nhosos e propoz qua se estabelecesse ura
systema de protecylo tal que, declarado o
incendio em um ponto qualquer da scens,
o proprio accidente produz automtica e
.No apparelho extinctor automtico elc-
trico, a rle d-s cantlisaclo estabelecida
do mesmo medo que no systema mecnico,
com a diffrtrenga, porm, qua ella nlo est
cheia de sr comprimido.
O systeraa comprahende tres partes dis-
tinctas :
1. Um apparelho feohaodo ura circuito
elctrico sob a acc3o da elavaco de tem-
peratura, produzida pelo incendio ;
2. Uma torneira automtica enviando a
agua sob presso da cidada na canallada
da scena ;
3." Um systema serviudo para abrir as
boceas do escoameoto nos pontos perigosos.
O apparelho qua serve para fechar o
circuito elctrico sob a accZo da elevagao
de temperetura, produzida pelo incendio,
comp3e-se de duas laminas, separadas por
uma pequea p;ga de metal fuzivel, sola-
do das lat: as por papel ou outro qul
quer corpo solante. O aquecimaoto, pro-
duzido palo ioceodio, funde o metal e es-
tabelece entre as laminas ura contacto,
que focha o circuito da pilha sobre a tor-
neira automtica de tomada d'agua.
Esta torneira comp3o-sa de um electro-
imn, que tornase activo sob a ac;So da
correte ; ataca a armadura, que faz func-
oionr.r urna alavan .a, um grande peso gyra
entSo, da esquerda para a direita, dcscre-
vendo 1/4 de circulo. S>b a accSo do
peao, e por intermedio da alavanca a de
uma pequea biella, a torneira brese e a
agua sob pressSo invade o tubo.
Existe tambem uma segunda torneira,
manobrada por um volante, que serve para
parar a agua quando est extincto o in-
cendio ou era caso de reparacSo
A agua que invade os tubos vai derra
mar-so justamente no ponto ou nos pontos
em que declarou se o incendio ; poderse-
hia fazer uso de tubos simplesmente per-
forados, mas preferivfel Iocalisar %a sua
omissao d agua no ponto mesmo em que
aomecoa o inoendio.
Este resultado obtido por maio da ori-
ficios de esjoamento, abrindo-sa por expo
sao do algod&o-polvora.
Esta ezplosSo produz so quar pela in-
flatnmajao da cordeis pandantes muito
oombustiveis, deitando ogo, atravez de
conductos, nao o algodSo plvora, colloca-
dos em pequeos mbolos, quer tarabam
elestricamenta por um fio delgado de pla-
tina, que torna se incandescente pela pas-
sagem da corrento e iofl tramando o algo
do plvora.
Para iaso os dous fios conductores sao
separados por uma materii isolinta com-
buativel e uma snhstancia conductora fu-
zivel.
- Emfira, quando nSo se tem agua sob
presso, o qua acontece em uma cidada
pequea, aproveita se da propria corrente
elctrica do modo segainte : ara peso cabe
sobre ama hasta de ferro, que quebra uma
garrafa de acido sulfrico, collocada auras
da um reservatorio de agu at a motado e
encerrando urna certa quantiiade de giz :
produz se uma grande quantidade de aci-
do carbnico, e, como u reservatorio esta
techado, a pressao produzida recalca
agua na canalisagito.
Eis em Bubstincia o prin pi dos appa-
relhos empregados para garantir as Balas
do espectculo que, como disse cima, nlo
estao ieentos de grandes rl-feitos.
APPARELHOS GREENEL
Os apparelhos automticos, ha alguus
anuos empregados para a extinecao dos in-
cendios, recentameote derara um grande
passo na senda do progress >, devido aos
aperfeigoaraentos nelles introduzidos pelo
Sr. Greenel de Rbode Islaod, aperfeigoa-
mentos de ordera tal, qua hoja centenares
da edificios dos Estados Unidos e do Ca-
nad achara se protegidos do terrivel fli-
gello, gragas ao apparelho automtico do
dislincto norte-americano.
O fim que teve e;n vista o constructor
foi to somonte applical-o >s grandes fabri-
e mais de ara pescador emrito poderia ter
inveja da feli dad do pescador calouro...
Onde foi que sa collocou ?.... De-
baixo daa madeiras, sera duvida T
Nio, em frente.
Ab 1 ah I... ao lado dos salgueiros
do Pequeo Caatello... entre oa dous bra-
gos do |Marno...
Exactamente. .. Amarrei o meu bo-
te a um dos salgueiros da propriedade que
o senhor chama o Pequeo Caatello... A
quem parteoce aquella chcara 'i accrea-
centou Paulo, muito satisfeito com o rumo
qua tomava a conversagao.
NSo sei...
Como entSo, o senhor, que est esta-
belecido c na trra, nao sabe 1
Sei a quera partencia, mas foi veo
dida, e ha#pou o lempo que habitada pelo
novo comprador... u n estrangeiro, segun-
do dizeni. Eis a nica informagao que
posso dar lhe.
Ignora tambem o nome desse estran-
geiro ?
Absolutamente.
Paulo contiaaou o seu esminho, dizendo
comsigo que aquillo que nao podia sabr
all, havia de saber alhures.
Portanto, era vez da ir casa de Tar
diff, escondeu em ura raontSo de hervas,
margem do rio, as vasilhas de qua se mu-
ir, e encarainhou se para a estrada de
Gravellas, que devia conduzil-o at (ren-
to da propriedade.
Seconheceu-a fcilmente; mas o portao
e a cancella achavam-se fechados, e nem
direita, era esquerda havia u na nica
casa oujos habitantes podesse interrogar.
L ficou na estrada, immovel e muito
desconsolado, e ao cabo de alguna minutos
ia tomar a resolagSo da retirar-se, quando
a cancella abrio-sa e um trabalbador sabio
do parque.
Paulo corr.'u a elle e parguntou-lbe :
Pode ter a bandada de dizer-ma a
quem pertenca a propriedade d'onde o se-
nhor acaba de ashir ?
Eu lhe diria com todo o gesto, se o
soubesae. .. respondeu o trabalhador rin-
do ; mas nSo sei.. .
Entretanto trbalha l...
E' verdade, desde ante-bontem.
E ignora o nome da pessoa em cuja
casa trabalba ?
-7 Trabalho por conta de um empreitoi
ro, o Sr. Daraichal. ... s a elle qae oo-
nhego...
Mas, pelo menos, vio o propietario ?
Nem de longe.... L aa casa, por
ora, s ha uma moga, casada oa solteira...
Mas o que lhe posso dizer que nunca en-
oontrei, nem encontrarei jamis oenhuma
gual I Oh I oh I ama verdadeira oabega
da Santa Virgem ou do um anjo, como nos
quadros de pistura...
E' a dona da casa ?
Pode ser que sim, pode ser que
nlo... NSo lhe posao assererar.. .
Paulo coraprehendeu qua desse lado nao
havia tambera meio de saber de alg'uma
cousa, e agradeoeu ao trabalhador, que se
afastou.
Paciencia I pensou o mancebo. S
o tempo e o acaso poderSo ioformar-me ..
Interrogar anda oatras pessoas saria intil
e ridiculo...
Retrocedendo immediatamente foi bus-
car as suas caixinhas de sea no montSo
de hervas onde as bavia* guardado, e en-
caminhou-sa para a casa de Tardiff, afim
de muirse de vermes e _dirigir-se para
sua casa, onde o almogo o esperava.
Tinha pressa de voltar para o sea pon
to de pescara, nSo oom o des-jo de apa-
nbar algara sargo monstro ou alguma so-
Iha enorme, mas na esperaoga de tornar
a ver aquella que lhe appareoera na ves-
pera.
Por isso .-oraeu s carreiras e, mal ac
bou, dirigise para o sea ponto, debaixo
dos salgueiros, pondo iaoa na linha e ati-
rando-a dentro da agua, nas quasi sera
observar se o peixe iscava.
Naqaelie dia a pesca era para elle um
simples pretexto, que lhe dava ensejo de
ficar de sentinella parto da ribanceira do
pequeo parque.

Jacques Lagarde dissera a Pascal qua
era preciso redobrar de actividade para
que a casa da roa de Miromeanil ficassa
prompta sutes dos oito dias pedidos pelos
armadores ao secretario do Dr. Thomp
son.
Pascal tomara logo medidas radicaes,
das quaes a principal consista em espalbar
o dinheiro a mftos largas.
Esperava ganbar dous dias.
Com effeito, pouco ficava por fazer.
O numero de trabalbadores fora dupli-
cado, e o trabalho caminhava com rapidez
quaei inverosmil.
O livreiro Antonio Fauvel mostrara-se
escrupulosamente axacto.
No dia segainte. ao da visita do Dr.
Thompson ra Guagand, ella entrega-
va ao comprador a collecySo de livros des-
tinados a guarnecer as estantes da biblio
theoa da casa.
Jacques reesbeu-o de modo particular-
mente amavel, pagou-lhe a quantia estipu-
lada e perguotoa-lhe se dentro en pouco
estara de posso dos volumas raros e pre-
ciosos de que lhe fallara.
Fauvel prometteu visal-o logo qae es-
tes voluntes estivessem em seu poder.
O Dr. Thompson pareceu ficar satisfeito
com esta resposta.
Era-lbe preciso o Testamento Vermelho,
custasse o que eustasse, mas custava ob-
tel-o barato, isto sera gastar um sol-
do, e deixava caminhar as cousas, tendo
o cuidado de nao precipitar os acontec-
mentos.
Jacques inspeccionara as ultimas obras
da ra de Miroraesnil.
Era-lhe preciso agora pensar as do caa-
tello.
All que estava para elle o ponto ea-
pital.
Por isto, logo no dia seguinte, parti
para Saint Maur, afim de visitar Martha e
certificar se com os seus proprios olhos se
os trabajadoras do erapreiteiro Demichel
nSo perdiam o seu tempo.
Quando l chegou, teve o prazer de ve-
rificar que tudo ia tSo rpidamente quanto
possivel, mais depressa mesmo do que pre-
vra e esperava, e o empreiteiro em pes-
aos, que l se achava, promettea-lhe que
dalli a tres dias estara tudo acabado, se o
armador de Pariz, a quem tinha escripto
pedodo lhe que mandaBse um operario pa-
ra aooleboar as portas, nao sa demorasse.
LII
Martha estova contentissima com a vi-
sita do Dr. Thompson, pelo qual senta,
como sabemos, tanto sympatbia quanto re-
conlieeimento ; com candida expansSo pa-
tenteava-ihe o prazer que tinha era vel-o.
Tambem eu tenho prazer, muito pra-
zer, em achar-me ao seu lado, redarg o
medioo. Tenho pela minha querida Mar-
tha o affeoto mais torno.... mais pater-
nal. .. a sabe por que, accrasceotou elle,
abafando um suspiro fingido.
Depois perguotou :
Como tem paseado estes dous dias ?
Muito bam...
NSo sa aborreoeu ?
Nem um s instante, comquanto D.
Angela, tSo boa para mim, faga-me muito
falta, reconhego ..
__ Como empregou o seu tempo ?
Passei, assisti ao trabalho dos ope-
rarios e li no parque...
Tara entao livros ?
Encontrei alguna na pequea biblio-
tbeca da casa.
A filha de Perin teve o cuidado de nao
fallar no incidente ara tanto romanesco da
vespera, do livro oabdo no boto do joven
pesjador, nem da entrevista que tora o
resultado do inoidente.
__ O seu isolamento nao, ha de agora
durar muito tempo, prossguiu Jacques ; o
tedio nSo ter tempo de ss otreduxir na
aa existencia demasiadamente montona.
cas, mas c3, considerando as grandes ca-
lamidades resultantes de um inoendio em
salas de espectculo, propomos a sua adop
gao uestes edificios, sendo collocados nos
lugares conveniente?, qua iniiearmos na
conelu8o.
O fin a qua se prop3a o apparelho
parar e deter a marcha do incendio ho co-
raego da sua manifastagao por intermer'io
da el.;vagao de temporatura ; acta com
oxoessiva rapidez (ao fim de dous ou tres
segundos) e nSo exjge, para entrar era
funcgSas, o auxilio da intellig acia huma-
na, quasi sempre perturbada no raeio do
pai..'O geral, consequanca ioevitavel de
accidentes desta natureza.
Collocara-s3 em torno do edificio linhas
de poquenos !ubos, p r'o dos tactos, e dia
Unte uma da outra da 2,50 a ^OO ;
todos estes tubo3 entroncam com ura en-
canamento do maior dimetro, o.n co a-
municagSo com o reservatorio, de modo a
estar em pressao a agua dentro dos tubos.
A cada urna destaa linhas de encana-
raeoto acha se adaptado um apparelho
Greenel, de tres em tres matros da dis-
tancia, protegendo, portanto, cada ura del-
les uma superficie da cerca de 30 metros,
tanto na parto inferior como na superior
dos edificios.
Dsclarando sa o iocendio em um posto
qualquer do edifisio, o calor oomraunica-ss
rpidamente parta superior, onde a tem*
peratura eleva-ss at ao grao necessario
para fundir a sida, que retm a vlvula
do extinctor automtico.
A disposigSo da canalisagSo pode ser
modificada de modo a adaptar se a edi-
ficios de differentes planos de construc-
gao.
Uma sida fuzivel em baixa temperatu-
ra, a 155 Farenhct, a nica substan-
cia, era que, devido sua forga como me-
tal quando fri, as pode fiar para ter um
resultado vaotajoso, dando sabida a gran-
de maesa d'agua, que extinguir o incen-
dio no nascedouro.
O bom resulta lo de semelbante invento,
para extinguir automticamente os incen-
dios, depende nicamente da promptidSo,
com qua o metal fuzivel obedece eleva-
gao de temperatura, e assim podemos bem
avahar quito importrnte deve sor a cons-
tiucgSo de todas as partes componentes
do apparelho, da modo que nada posea im-
pedir-lhe a rpida maoifestagSo.
Este caracterstico essencial foi plena-
mente satisfeito oom a coastru;guo simples
do apparelho automtico, no qual -. em-
prega-se pegas delgadas de metal.
Fagamos a descripgSo do apparelho, que
se acba representado na estampa n. 1 an-
nexa a este taabalho.
Um diapbragraa metallioo delgado, mais
capaz de resistir pressao d'agua, forma
a parte inferior do corpo do apparelho :
ne centro do qual existe um orifiio de pol-
legada e meia de dimetro, pelo qual des-
carreg,i-8e a agua.
E (i torno d>-st orificio ha um aonal
perfeitamente ajustado; e elle fachado
por um disco de metal, doce, mantido em
ura prato circular de cobre, cujas bordas
sao dentadas, oonstituiado por isso ura re-
flector, isto a corrente d'agua, despren-
deodo-se da abertura, cortada as extre-
mida les em jactos, tanto para cima como
para baixo.
Todo este syst?raa sustentado por uma
alavanca lisa pola sola fuzivel, e 10 ou
13 segundos, depois de manifestado o in-
cendio, o apparelho entra era aogao.
Funccionando simultanearaenta aora o
primeiro extinctor, existe un apparelho de
alarma, posta em acgSo palo comego do
incendio e sarvindo de aviso s possoas de
que se manifastou fogo em algura lugar do
ndificio: consisto ella era uma vlvula,
collocada no encanaraento principal dos
extinctores, que abre sa pala corrente d'a-
gua, circulando no encanaraento, quando o
apparelho funcuiooa, ou quaudo nos tubos
produz-se alguma fenda : o movimento da
vlvula coramunioado a ura mecanismo
que, entrando era acgSo, taz tocar urna
campainha.
Isento dos inconvenientes dos outros ap-
parelhos congneres, o extinotor Grosnel
dotado das excedentes vantagens seguio-
tes :
1.' Sempre est prorapto a entrar em
aogao a qualquer hora do dia e da noite ;
2.a Para fanecionar, nSo dopeude da
iutelligencia, da fiscalisagao, do sangue
fro ou da presenga dos borabeiros ou dos
empregados ;
3.* Acta promptaraente por causa da
extrema sensibilidade do calor ;
4.a Limita o fogo a uma carta distancia
do ponto era qua comegou, e espalha a
agua sraente nos lugares necesarios, evi-
tan lo assim produzir esr g;s a av-ras
era outros lugares ;
5.a Declaranioso o fogo e nlo sendo
deacberto pelos empregados, nao s o
apparelho Greenel extingue o incendia
come tarabsm por meio da campainha de
alarma avisa ao encarregado de que seme-
lbante. accidente teve lugar.
S
(Continua)
Daqui a dous dias ir morr em Pariz
comnosco...
Ao ouvir esta noticia, Martha sentiu o
seu coragSo coefranger-se.
J !... exclamen ella com inganui-
dade.
E fica contrariada com isso ? perguatou
Jacques, muito sorprendido dora aquella ex-
clamsgSo.
A moga tivera tempo de recuperar a sua
presenga de espirito.
O senhor nao pode acreditar que eu
fique oontrariada... responden ella. Ape-
nas, a julgar pelo que me diasara, ea nSo
esperava que a casa ficasse prompta tSo
depressa... Julgava que bavia ainda mui-
to qae fazer em Pariz.
NSo se enganavs, mas andn tudo
muito depressa, gragas aos cuidados e
incesaante vigilancia de Pascal Rambart,
mea secretario.' O sea quarto est prorap
to e se a casa nao estivesse atopetada de
operarios de todas as especies, que tornara
a morada muito desagradavel, eu a levara
hoje mesmo commigo...
A orpbS ficou um tanto paluda.
Partir tSo depressa I disse ella com-
sigo. EntSo nSo o tornarei a ver 1
Mas agora s ter um pouco de pa-
ciencia, proseguio Jacques ; depois de
amanha, segando todas as probabilidades,
ir ter oom a prima Angela.
Terei muito praxer em beijala....
Mas preciso oceupar-me de si. J almo-
gou ?
NSo, e fiz tengao de falmogar com a
minba querida Martha.
Nease caso, vou mandar Marieta fa-
zer aa compras..
E' intil.
Como assim ?... NSo ha quasi nada
aqui...
Pouco importa. Decid que riamos
ambos almogar em alguma das casas de
pasto da visinhauga .. Ser para a minha
boa Martha ama distracgSo. .
O Sr. doutor bondoso de mais para
mim ..
Tudo quanto fago ainda pouco...
E' digna da maior affecto, Martha... mi-
nha querida tilha ..
Ao pronunciar estas ultimas palavras,
Jaiques Lagarde pegara as mSos da or-
pbS.
Paxou-a suavemente a si e enoostou-lhe
os labios na testo.
Era a primeira vez que o medico se
atreva a f.zerlhe ama caricia.
Mortha sendo so feliz com esta nova pro-
va de affecto.
O doutor acabava de chamal-a sua fi-
lha.
No beijo que recebia, vis o berjo de um '
pai, enoontranlo nella o retreto vivo da
crianga idolatrada que ella perder.
Tal era a irapressSo de Martha.
A de Jacques foi muito differente, no
momento' era que os seus labios rogarara a
testo Ja moga.
O contacto daquella carne virginal fll-o
estremecer.
Paroced-lhe que o sangue tocnava-se-lhe
mais rdante, que o coragSo pulsava com
mais violencia e que urna especie de em-
briaguez subia-lbe ao cerebro.
Essa halluciuagSo foi, porra, passageira
como ura relmpago.
Jacques repellio suavemente Martha e
olhou para ella com uma especie de ter-
ror.
Vou-me preparar.... disse a orpbS.
Va, minha querida filha... Eu fico
aqui sua espera.
E nSo se impaoiete, por pouco ha
de ter qua esperar.
A orpbS sabio.
Emquaato se diriga para a porto, Jac-
ques a:ompanhava a com o olhar.
Quando 'desappareceu, elle murmuxou
qnasi inconscientemente estas palavras,
que encerravam uma mullidlo de pensa-
mentos :
E' tSo billa, que chega a causar me-
'do !...
Nease momento resoou fortemeute a cam-
painba do pateo. | .
D .vano signal no portao.
Ura trabalbador, deixando a argamasa
qua estava a amassar, foi abrir.
L estava ura mogo, que pareca ter
dezoito ou dezenore annos.
Esse mogo, que trazia na cabega um
chapeo molie, erapunhava um pequeo em-
brulho.
Bom dia... disse o recem-ohegado
ao trabalhador que acabava de abrir-lhe o
portlo. E' aqui que chamam o Pequeo
Castalio ?
E' aqui mesmo.
Nesse caso acertei...
E o mogo entrn no pateo.
Da umajanella do pavimento terreo Jac
ques L.gacde vira o qua se passava e ou-
vira o curto dialogo.
Sabio.
Desoja sigua oeusa, meu amigo 7...
perguntou elle ao recem-chegsdo.
Sim, senhor-----Perguntava se era
aqui o Pequeo Castello, e di.se-me aqu
esta"homem que sim ..
__ E efectivamente, .. O que dese-
a T...

(Continuar-st-ha)
Typ. do Diario ra Deque de Casias o. 43.
wasMWswmm


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