Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16662


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Full Text
. (l

ANNO LI17 HOMBRO 90
PAR i A CAPITAL E LUGARES OXUE \AO BE PACA POHTE
Por res mezee adiantados............... lof
Por seis dito* dem................. i-Ar^
Por uon anno idem ............... ion
Cada numero a valso, do mesmo dia. *....... ... fJlW
. QINTA-FHIB 26 1 ABBIL BE
^mx
PARA DENTRO E PORA DA PROVINCIA
Por seis mezes adiantados..............
Por nove ditos don...............
Por um anno dem........?..-.....
Cada numero ayulso, de das anteriores..........
130500
200000
270000
0100
DIARIO
SProptiroaor it Jtianorl Ji$atixfa oe Jtoria 6 -ftlljos
l.




i

B
1
Os Srs 4mede Priaco de C
le Paria, sao os domo agentes
exclusivos de anuncios e pu-
blicarles na Franca e Ingla-
terra
ELEGRAMSJAS
SEffi PMTICUU8 00 0141110
RIO DE JANEIRO, 25 de Abril, s 3
horas e 37 minutos da tarde (pela liaba
terrestre.)
Pedio exonera gao do cargo de presidente
da provincia do Rio de Janeiro o Dr. 'Ro-
cha Le3o.
O uonaelbeiro Antonio Prado contina a
aoffrer de febre palustre.
Hoalem, grande numero de amigos do
conselheiro Antonio Ferreir Vianna fez-
lhe urna brilhante manifestaeao, em rego-
sijo pela sua reeleiao.
Partiram bontem para a Europa no pa-
quete ingloz a Vioc-ondussa de Nova Fri-
burgo, o BarSo e Baronesa de Mam or.
Jer.nyino Ocorio, Antonio Ferreira, S de Miran-
da o mais genios elevados que deram lustra minen-
so ao seculo. Sobretudo urna das palmas, que
mais honra o reinada do D. Manoel foi o reoaac-
mento da poesa dramtica, que cm Portugal sotes
que em nenhuin outro psic se iniciuu, e que para
Hespanha e a liogua castelhana se transplantou e
prodnzio all urna aureola litteraria gloriosa antes
que era nenhuuoa outra naci da Europa.
(Continuo.)
PARTE OFHllAL
\
SERVIGO 1)1 AGENCIA HAVAS
Servico directo
BRUXELLA.S, 25 de Abril.
O Sr. Conde d Pars, respondendo a
urna Jtputacao de seus amigos, disse que
a dissolucSo da Cmara dos Deputados e a
revisSo da Constituijio n'este momento,
bSo de tornar a trazer a monarchia em
Franja.
Agencia Hars, filial em Pernambu .o,
25 de Abril de 1888.
INSTuOSgiO PuPuM
moilidae:;. umu i
LXTTEBATVBA
DE
PORTMiL E 8RAZ1L
PELO
Conselheiro Joao Manoel Pereira da Silva
v
IContinuacoj
2Honram sen reiobdo sabios notaveis dignos suc-
cesesrea do duque de Visen, do duque de Uoimbra,
de Joao das Bagras e dos cosinograpboa Ilustrados
de D. Joao II. Brilharam Pedro Nuots que apar-
feieuou o istrolabio ; Antonio do Gouvein, Andr
de Tcive, famosos jurisconsultos ; Jerooymo Oso-
rie, D. Miguel da Silva, Antonio Pinbeiro e Bar-
tholomeu das alHrtyres, tbeologos, philosophoa e
oradores sagrados da primeira plaiua ; Garca da
Orta, medico lluatrad ssimo, alm deoutros voltes
dignos de perpetuo renome.
(jomo nU deviam liogua a litleratura deseo-
volver-se ? Nao partia o incentivo do rei, da fa-
milia do soberano, da corte qua ornava ento os
pacos do monarcha ? As infantas filhas da D.
Manoel, educadas com esmero, manifcstavain gos-
to e dotes Iliterarios. Aprendiam as linguas la
tina e grega, estojaran os clsasicos aotigos, rcu-
niam sssemblas dffl poetas, litteratoa e doutos,
para palestras uteis, animavam as artos hberaes,
e atrahiam o respeito e adiniaoo geraes pelas
Sias virtudes e lluotraco.
Nos saraos que davam no intimo dos pacos re-
gios, pronuviain representaepes de actos drama
ticos e comedias, e foi abi o theatroem que se for-
mou o genio de Gi Vicente, qua pela lioguagem
e iogelera. Iliterarias pertence epocha aatnicr,
posto que vivease no reinado de D. Manoel Citam
asebronicas nam-s de damas instruidas da edrte
des princesas ; Luisa Segea. Aona Vas, Paula
Vicente, alba do poeta cmica, deixaram renome
eto.
Como poderia a lingua fartar-se a um polimento
raaoarV), a urna ccrrecco grammatical, assimi-
lscs du voeabuhs, eloeuces e donaires mais apro-
ximados ongem latas, a urna syataxe msis de
acord oom a do idioma romano, beta que conser-
vasse palavras e rtfi xoes de Godos, rabes gregos
e celtas, que por Gasta tempo baviam dominado o
ais, e dtuxadu. vestigios de sua paasagem V
Latinisando se com os frabalhos Iliterarios, par-
dea, de eerto, a liugua a siogfless, a simplicidade,
a amabilidad int^ntil e sgradave' que tanto ns
ecauta em Fernao Lipes, em Beroardim Bibciro
a tuvGil Vicente i m^s ganboo em harmona sono-
ra, em virilai-, em euerg, em pompa, sem que
Ihe deasppareceasftm as teicods e mile nativa.
Como bao devia proceder da todo esteconjuncto
00 elooieiitos prsperos e gloriosos urna litteratu-
M rada, bnunte, esplendorosa que
bcHsrajse o pase e deixasse suleosluirinosos aa bis-
Kri\ ? Nao era e patria engrandecida, opulen-
ta e entbiaisu)>iH, qu cumpria inspirar a Musa
e Jembrar novos horisontes a iu>agmc5o dos poe-
tas : alli estavam esses mares rasgados pelas qui-
lhs: portuguesas, esees pases da frica da Ame-
res, to originaes e ubrrimos, easas trras ricas e
opulentas da Asia desde Calicut at o Japao des-
de G;a al M.cao, desde Graogaoorat as aaolu
MSWleedd Maliccaat Diu e Duia?, a trave Qo
gs4to f ersico, dos estreitos de Malaisir e Ciroman
el aa ritma dos nos portentosos do Ganges e ao
Indo. Caba a phantasia C0rrr surexcitada por
idadea subliuies e vosr a mente em arroubos
iae'-gnittB e di-slumbrantea.
Uur'nnte o reinada de D. Manoel, ao pasao que
dia-avsm os tatuaos acientificos, se alarga-
vantae (-(.nqnistaa e se enriqueca e gloriara a
naeic'iiai'daOe, reaplendcr.m tmbete nma liogua e
nasa littiratnra, que procedern), na? se (Ole ne-
gar, da epocha anterior, mas que se tornaram
ereecendo e opoleatando te mais vigorosas, e -
bsrbas.
A epoi;bs antecedente devem-ae Bernarda Ri-
beira, Ftirnao Lopes e outro iniciadores da liogua ;
de D, Manoel, Uamiao de Goes, Jvio de Barros,
Ministerio da Agricultura
DECRETO N. 9912de 26 de marco db 1888
Reforma os Correios do Imperio
A Princesa Imperial Reg-nte, em nomo do Im-
perad r, nsando da autorisac2o da lei n. 3319 de
20 de Outubro do anno proxim) udo, ba por bem
reformar os correios do imperio, de accoro com o
regulamento que en este baixs. assigaadj pelo
bacharel Rodrigo Augusto da Silva, do conseibo
de Sua Magestade o Imperador, ministro "e secre-
tario de Estado dos Negocios da Agricultura, Com-
mercio e Obras Publicas, que assim o tenba en-
tendido e facs. executar.
Palacio do Bio de Janeiro em 26 de Marco de
1888, 6i da Independencia e io Imperio.
Pbinceza Impeiu.u. Regente
Rodrigo Augusto da Silva.
iti:<.i i tui vio
TITULO I
De servlro postal
CAPTULO i
OBJECTO DO SERVIOOMONOPOLIO E BESPORSASILIDADB
OO ESTADOO O.IT. KAO PODE SBB EXPEDIDO P3L0
COBBEIO.
Art. 1. O servico postal comprehende :
1. A recepcSo, tran^misaao c distribuico de
cartas, cartas bi.hete, bithetes postaos, maouacrip-
tos e impresaj3 ;
2." O transporte dd amostras de mercadorias e
pequeas encommendas;
3.* A emisso de vales telegrapbicos e do cor-
rek);
4.* A cbranos, por coota de particulares, de
recibos, lettras e obrigaedes ;
5. A recepcao e cobranza de assiguaturaa para
jornaes e outras publicaces peridicas.
Art. 2 O Estado tem moaopolio :
1.* Do transporte de cartas missivas e de cor-
respondencias de qualquer natureaa, fechadas
como carta ;
2.* Do fabrico, emiesao e venda de sellos, car-
tas-bilhete, bilbet.a postaes, sobrecartas, cintas
estampilhadas e quaesqner formulas em que baja
eatampilha pastal.
Paragrspho nico. Excepluam-se:
1.a Aa cartas de simples recommendaco e ma-
nuscritos abertos que qualquer pessoa transportar
ou fiser transportar por servidores seus ;
2. As cartas ja carimbadas pelo correio;
3." As cartas transportadas entre pintos onde
nao baja servico postal;
4. As cartas que forem transportadas para ama
estaeao postal.
Art. 3. O Estado esponsavel :
1.* Pelos valores registrados em cartas ;
2. Pelas quautias confiadas ao correio pars a
emissSo de vales;
3. Pelas importancias cobradas dos recibos,
lettras e obrigaedes;
4,o Pelas quantiaa reeebidas para assignaturas
de jornaes c de outras publicacoes peridicas.
Paragrapbo unieo. A raspoosabilidade do Es-
tado cesaa nos casos de forca maior, ou qaando a
reclamacao por valores perdidos e teita um
anuo depois da data do regiatr.
Art. 4 O correio nao expede :
I." Objecto coja manipulacio ou condueco
possa ser daunosa ao pessoal ou s corresponden-
cias ;
Carta, pacote, ou qualquer remessa que cos-
teaba artigos de ouro ou prata, moedaa, joias,
objectos preciosos ou sujeitos a direitos de alian-
dega ;
3." Papil-mota e titulos oa valores ao porta-
dor, excepto em cartas registradse com valor de-
clarado ;
4. Artefictos, deaeohos ou publicacoas obsce-
nas;
5. Objectos com enderecos ou diseres inju-
riosos, ameaeadores ou indecentes;
6." Animaes vivos, ou mortos qaando nSo pre-
parados convenientemente.
CAPITULO 11
DOS SELLOS POSTAES
Art. 5. As sobrecartas, aa cartas-bilhtto, .os
bilhetes postaes e as ciuue estampilhadas eom os
respectivos sellos fixos, assim como todos os sellos
eJbesivoe, sero fabricados em estabelecimento
publico, mediante contracto com a directora geral
Jos correios, no qual so tamario as precaucoas cm
taei casos neceasanas ; e t o podars ser em es-
tabeleciuj. nt'i paiticular, no pait ou no exterior,
com previa sutorisaco do ministro da agricultura,
commercid e obras publicas.
Art. 6. As dimensoes, frmis e cores, tanto
das sobra cartas, das cartas-bilhote, dos bilbetes
postaes e das cintas estampilhadas, como dos sellos
adhesivos, sero determinadas pela directora ge-
ral dos correios.
Art. 7.* Os sellos adhesivos sero do vajor de
20, 50, 103, 200, 303, 5'JO, 700 e 1*000; oe da so-
brecartas de 100, 200 e 300 ris; e os das cintas
de 20, 40 e 60 ris. Dos adhesivos haver espe-
ciaes para o disposto nos arta. 12 e 18.
Art. 8.' Cada emisso nova de sellos, fixos ou
adhesivos, ser aonnnciada trinta dias antes na
corte e as capitaes de provincias, com a des-
crip^a minuciosa dos meamos.
Art. 9. O director geral doa correios poder,
com autorisaco do ministro da agricultura, com-
mercio e obras publieas. faser recolher, para serem
consumidos, os sellos que devam ser retirados da
circu ac5o, e para este fim marcar, tambem por
annuncios, na corte, as capitaes de provincias e
em todas ss estaco s poataes, o prsso de tres me-
tes, depois do quil taes s.-Uoa nao podero ser
utilisados.
Art. 10. Sao allos os sellos :
l. Que tiverem sido cortados ou rasgados ;
2. Que forem collados, sobrepondo-so de forma
que nao apresenten. obliteraco aua superficie
quitsi completa;
3." Que tiverem caracteres ou signaes feitos 4
mo ou estampados;
4 Que bouverem sido eobertos com qualquer
substancia;
5.a Os fixos que tenbam sido cortados de sobre
cartas, cartas-bilbetf, bdbetes poataes e ciatos ;
6.a Os retirados da c>r,ml*co.
CAPITULO III
TAXAS DB POETE
Art. 11. Aa carias pagam a t.xa uniforme de
100 ris por portes simples de 15 grammas, ou
fraeco de 15 grammas, qualquer que seja a dis-
tancia que tenba de percorrer por mar ou per
trra. Nao haver taxa local.
Art. 12 As cartas, anda qaando nao franquea-
das ou insuficientemente franqueadas, sero expe-
didas pelo co.-reio, cobrando-a-, porm, do destina-
tario o dobro da taxa devida, que ser represen-
tada porsillos especiaos.
A--t. 13. As carias-bilbetes represtntam a taxa
de 80 ris e poem circular em todo o Imperio.
Art. 14 O biihetes-poscaes, tambam com cir
cuiaco em todo o Iiaper.o-, representam-a taxa de
40 tis e oa que forem com resposta paga, a de
80 ris. Ficam abolidos os bilbetes poataes ds 20
ris.
Ar. 15. Os manuscriptos, isto as pecas e do-
cumentos escriptos ou desaunados mo, no todo
ou em parte, que nao tiverem o carcter de um i
correspondencia actual e pessoal, como os autos
judiciaea, os actos da qualquer especie lavrados
por agentes ministeriaea, as guias de cargas ou
coabocimentos, as facturas, os diferentes docu-
mentes de servido dss ompauhias de seguros, as
capias ou extracto de escripturas de particu'ares
paseadas em papel sellado ou nao sellado, as par-
tituras oa folbas de msica, os manuscriptos de
obras expedidas isoladameote, etc., pagam a taxa
de 50 ris por 50 grainmaB ou fraeco de 53 gram-
mas.
Paragrapbo nico. O carcter de corresponden-
cia actual e pessoal nao se pode attribuir s ee-
guintes mlica..-o :
1.* asignatura do r.'mottente ou a designaco
de seu nome ou firma social, de sua qualidad?, do
lugar da procedencia, da data da remessa ; 2.*,
dedicatoria ou honenagem do autor ; 3.a, aos
riscos ou signaes simplesmente destinados a mar-
car os trechos de um texto para os quacs se deseje
chamar a attenco; 4 ', aos precos accrescentados
s cotices ou prscos correntes de pracas de cotn-
mercio e de mercados ; 5.a, emfim, s annotacSes
ou correecoes fetas as provaa de imprensa ou de
composic) musical e com referencia ao texto ou,
execuco da obra.
'Art. 16. Os impressoa da qualquer naturesa,
excepto os de que trata o art. 18, pagaro a taxa
de 20 ris por 50 grammas ou fraeco de 50 gram-
mas.
Paragrapbo nico. Sao considerados como im-
presaos as jornaes e outros peridicos, os livros
brochados ou encardenados, as broeburas os pa-
pis de msica, os cartoes de visita, as participa-
ces de casamento e de nascimento, os couvites
pira enterro, as circulares, os cartoes de endere-
zo, as provas de imprensa com on sem respectivos
manuscriptos, as gravuras, as phot grapbiaa, os
desenbos, os planos, os mappas geograpbicos, os
catlogos, os prospectos, i s annuncios e avisos
impressoa, gravados, litbographados ou autogra-
pbados, e, em geral, todas as impreaaoea on re-
prodceles cbtidas sobre papel, pergaminho on-
carto, mediante typographia, lithograpbia ou
qualquer out:o processo mecnico, excepto a con-
tra -prova.
Art. 17. Os manuscriptos e os imprsssos devem
expedir-se quer aob cinta, em rolo, entre cartoes
ou em estojo aberto de um lado ou as extremida-
desquer em um envoltoriojabertoqner simples
mente dobrados, de modo a nao disaimolar a na-
tareza da remessaquer, finalmente, amarrados
eom barbante fcil ded'esatar-se. ^Os cartoes de
ndereco e todos oa imprcaaos, com forma e con-
sistencia de nm carto nao dibrados podem ser
expedidos sem cinta, envoltorio, atadura ou dobra.
Pangrapho nico. Nao sero expedidos os ma-
nuscriptos e os impressos que nao preeneberem
as condicoes cima exigidas ou que nao estiverem
franqueados .ao menos na raso de 3/4 da taxa,
deveudo cobrar-se do destinatario o dobro da dif-
irenos no caso em que a franqnia attinja aquella
taxa.
Art. 18. Oa jornaes o outros periodieos impres-
sos no Brasil que, em maco ou sacco, com ende-
rece a cada estaco postal forem expedidos pelos
respectivos editores, conhecido como taes, ou
peeauaa por elles devidamente autorisadas, para
que aejam entregues a agentes seus ou directa-
mente aos assignantes, pagaro previamente, em
sellos que para este fim serao especialmente emit-
tidos, 10 rs. por 100 grammas ou fraeco de 100
grammas. Qaando a distribuico tiver de facer-
se pelo correio, cada sacco ou maco ser acompa-
nhado de urna lista de assignantes.
Art. 19. As amostras de mercadorias e as pe-
quenas encommendas pagaro previamente a taxa
de 100 rs. por 50 grammas on fraeco de 50
grammas, alm do premio do registro, o qual ser
obrigatorio para as encommendas.
Paragrapbo nico. Dev m esses objectos ser
collocados em saceos, caixas ou envoltorios movis
de maneira que facilite a sna verifie.acao, e nao po-
dem ter escripto mo seuo o nome ou firma so-
cial do remetiente, o endereco ds destinatario, ums
marca de fabrica ou de negociante, numero de or-
deno e presos.
Art. 20. A taxa do p.Tte das correspondencias
de diversa naturesa reunidas em nm e volume,
ser regulada para todas ellas pela corresponden-
cia que a tver maior; e, si no volume bonver en
commenda, o registro ser obrigatorio.
Art. 21. As cartas, as cartas bilhete, os bilbe
tes postaes, da ultima hora, continaam sujeitos ao
dobro da taxa estabelecida.
Art. 22. Asearlas avulsas qua os capitaes e
meatres de navios estrangeiros entregaren, ao cor-
reio, pagaro a taxa a que esto aujeitas as cartas
nacionaes nao franqueadas.
Art. 2.3. A correspondencia official continua
santa de taxa do porte ; mas, para ser como tal
considerada deve ter uo sobrescripto a declaraco
da autoridade a quem se dirige e da remetiente,
estar fechada, sempre que fr possifel, com o sello
das armas imperiaea, oa do Estado a que perten-
ccr o funecionario remetiente, e ser tpreaentada
ao correio deacripta em protoeollo ou em duas
guias competentemente assignadss e datadas.
Ait- 24. Os autos Crimea em parte a justic-
e par ella remettidos de una a outros juizes ou ti i
bunaes, sao considerados como correspondencia
official; e o mesmo se pratica, quando os escri-
v'S ou secretarios dos tribonaes declaram nos
sobrescriptos que os autos sao enviados em virtu-
de de recurso de reos notoriamente pobres.
Art. 25. Oa macos e cartas dirigidos por func-
cionarios pblicos a particslares nao devero ser
cooaiderados como correspondencia official, embo-
ra tonbam a dectaraC/&oervico publico.
Paragrapbo utico- ExeeDtuam-se : 1' os ex-
emplares do Diario Official remettidos aos assi-
gnantes e autoridades, e de n vistas publicadas
por estabelecimeotos pblicos ; 2 os avisos, car-
tas e magos relativos ao servico postal ou dos te-
legrapbos qua aos particulares remetterem es res-
pectivos chff.a de servico, e os remettidos pelos
ministros de Estado e ohefes de repartieres geraes
e nroviuciaes.
Art. 26. O ministro da agricultura, coromercio
e obras publiess poder pcrmittir, em casos espe-
ciaos, que determinadas corporcoee ou funecio-
narios se correapondam oficialmente, por int rme-
dio do corraio, daraote prazo certo, cem particu-J
larea, sobre determinados assump^s
Art. 27. Nao sero expedidos os paeotes de
manuscriptos, de impresaos de amostras de mer-
e de pequeas encommendas que tenham mais de
40 centmetros de comprimeuto, 22 de largura e
16 de grosaurs, excepto quando as malas para aa
localidades a que erees objectos forana destn.'los,
os comportaren com muiores dimentojs.
Art. i.8 Aa cartaa franqueadas, no todo ou
em parte, com sellos servidos on talaos, sero de-
udas.
Art. 29. Na venda de sellos devem sempre ser
servidos em primeiro Ingar as pessoas que nao
exigirem troco, nem que ae pese a corresponden-
cia i
Art. 30. Os sellos devem ser poatos naa corroa-
poudenciaave estas, quando ordioarias, as caixas
do correio pelos proprioa remedentes ou seus por-
tadores ; prohibido aaa empregadoa incumbirem-
ae diaao.
CAPITULO IV
NKOISTBO DAS COBBE3P. BDECIAS
Art. SI. Qualquer nos obj<-ctos meocionadoanos
artigos, 11, 18, 14. 16, 16 e 19, que pagar previa
mente, a- ja qual fr o seu peso, o premio fixo de
200 iis em sellos, alm da taxa do respectivo por-
te, e que entregar se no correio so encarregado
deste servico, relacionado nonoinalment', depois
de dar-ae oa meama occasio ao ri metiente un
certificado, e nao paisa de ama mo para outra
na mesma estaca) poatal onde entregue, por
onde transita ou a qua se destina, aera ser median-
te recibo. A repartidlo do correio nao se obriga
a prgar iniem ls ica> alguma no caso de extravio
ou subtraoco de qualquer objecto simplesmente
registrado; limita-se a offareeer aa girantias ci-
ma menclonadaa e as dos ns. 7 e 11 do artigo 185.
Ia A correspondencia offieial fica sujeita ao
pagamento do-premio da registro, nos casos em
que as repartieses ou autoridades exj*m essa for-
malidad?.
2a Nao ser teito o registro de carta ou maco
em cuja sobrescripto estiverem iniciaes em lugar
do nomo por extooso d > destinatario, ou cojo en-
derece esti/erfeito em caracteres iniotellgiveis
ou a lapis.
3a A UKresnoadeneia qua tiver de sr regis-
trada ser recebida no correio smento at um
hora antes da que tr marcada para a recepcao da
corresrooadencia ordinaria.
Art. 32. Para que possam remetter se pelo cor-
reio, as cartaa registradas, notas do thesoiiro ou
de banco, bhctcs de lotera e, em gera>, quaes-
quer valores ao portador, ia Uspensavel que o re-
metiente escreva ao lado do fecho da cartavale
(a quaotia pir extenso) mil ris-rubrique esta
declarando e, ao entregar a carta no correio, mos-
tr o objecto cujo valar declarado.
Ia Sa o objecto fr diubeiro, 8tO notas do
theaouro on de banco, e poder ser aceito quando
nao fr poaaivel a emisso de vales para o correio
destinatario, e a quantia a incluir na carta deve
ser exactamente a declarada, que nao poder ex
ceder nuuec da 50*000. Os bilhutes de lotera,
porm, e quaesquer outrdi valores ao portador de-
vem ser admittidos, e o vslor declarado poder
ser menor, mas nunca maior, do que o valor real.
Tambem ae admittem documentos, mas oeste caso
compre que declaraco do valor se accrescente
em documentos.
2 Cobra-se em aellos, pela remessa do valor
declarado, alm da tsxa do porte da carta e pro
mo fixo de 200 rea para ser ella registrada, o da
20 por cento sobre o valor declarado, na isguinte
proporco:
At 1004000 200 ris
Da 10*000 a 15*000 300
De 15*0 K) a 20*000 400
Da 20*00) a 25*000 500
e assim por diante, accrcsccnio sempre 100 ris
ou menos de 3*.
3 Para a correspondencia ser registrada,
mesmo a particular, com valor, nao preciso que
esteja fechada com lacre e ainate do remetiente, s
aos empregadoa do correio expressamente prohi-
bido iotervirein fornecenio sobre-cartas, lacre ou
sinete, escrevendo o endereco ou a declaraco do
valor.
40 O pagamento doa valores declarados que
se extraviarem ou forem substituidas s poder
ser reclmalo no correio onda o objacto tivar sido
registrado.
Art. 33. Sa o remetiente de qualquer objecto
registrado, simplesmente ou com valor declarado,
exigir aviso de recepcao (recibo do destinatario),
pagar pira este fim mais 100 ris em sello que
devora ser adherido respectiva formula im-
prasaa.
CAPITULO V
TALES rOSTAES
Art. 31. Uaver Vales do correio e vales tele-
grapbicos emittdos palo correio do Rio de Janei-
ro, pelas administracoes, pelas agencias de Ia clas-
ae e, de accordo com o ministerio da faienda, pe*
las agencias de 2* e 3* elasse as localidades cu-
jas mesas de rendas ou collectorias geraes tenbam
annualmente rendimento superior a 5:000*
Art. 35. Oa vales telegrapbicos sero sempre
nominaea e oa de eorreio ao portador ou nominaea
conforme oxigirem os tomadores.
Art. 36. O valor mximo de cada vale ser fi-
xado : 1', para os vales telegraphcos e de correio
nominaes em 1:000*000, quando bouverem de ser
pagos no correio da Bio de Jaoeiro e as admi-
nistracoes da Ia elasse; em 500*000 quando o ti-
verem de ser as outras administracoes ; em 2004
quando o tiverem de ser as agencias da Ia elas-
se ; e em 100*000, naa de 2a e 3a elasse das loca-
lidades a que se refere o artigo 34; 2a, para os
vales da correio ao portador em 200*000, quando
bouverem de ser pagos no eorreio do Rio de Ja-
neiro e i.s administre coas de 1' elasse ; em 100*
quando o pagamento tiver de eflectuar-se as ou-
tras administracoes; e em 50*000, tanto as
agencias de Ia elasse como as de 2a e 3a das di-
tas localidades.
.rt. 37. A directora geral dos crralos,"poda-
r, com MUtorisaco do ministro da agricultura,
commercio e obras publica^ e precedendo annun-
cios, augmentar on rednzir os valores fixados no
artigo antecedente e suspender temporariamente
a emisso ou o pagamento de vales telegrapbicos
ou de correi > em qualquer localidada.
Art. 38. E' prohibido passar em cada da, re
quisco de um s tomador, vales pigave3 a um
mesmo individuo e cuja valor exced ao mximo
fixado no artigo 36.
Art. 39. O premio de cada vale da 2 por cen-
to at a quantia de 50*000, pago previamento em
dinbeiro < na seguinte proporoo :
At K'JfOOO 200 ris
De 10*000 a 15*000 300
D; 15*000 a 20*000 400
De20*OU0a25*OUO 500 <
E assim por diante, accrescendo sempre 103 rs.
por 5*003 ou menos de 5*0 i0 ; mas, quando o va-
lor exceder de 50*000, o premio ser de 1 1/2 /.,
decrescendo 150 rs. por 10*030 ou fraeco de
10*000; e si exceder de 200*000, e premio ser
de 1 a/a at 500*000, e de 1/2 /. at 1:000*000.
1 Os vales telegrapbicos, pagaro alm do
premio, a taxa que fr devida repartico do tele-
grapho.
g 2 Os vales telegraphcos e do correio nao es-
to sujeitos ao imposto do sello.
3a Os vales de correio eotregam-se s partes
immediatamente para serem por ellas remettidos
em cartas que devero ser registradas. .
Art. 40. O tomador de qualquer vale poder
exigir qne se lhe di, em occasii opportuna, aviso
de recepcao (recibo do destinatario), pondo um
sello de 100 ris formula de requisco do
vale.
Art 41. Nao permittida a emisso de vales a
favor de individuos designados par iniciaes; po-
dem, poin, ser paseados vales a favor de_ firmas
cammerciaes, de empresas o de estabelecimeotos
pblicos e particularea
Art. 42. Si o tomador de qualquer vale nao qui
ser declarar seu nome e appellidos, sero estas in-
dicacSes substituidas pelas iniciaes on pela pala-
vraanonymo ; leudo preveoida de que, uo caso
de perda ou.inutiliaat'o do vale, nao ter direito
ao reembolso, nem aubstitoioo de que tratam os
arta 46 e 48.
Art, 43 Sao enearregados do pagamento dos
vales telt-graphicos e de eorreio : na crta-o rhe-
aoureiio da Directora Geral; as capitaes da
provincia (excepto na do Ra de Janeiro) oo the
soureiros das administracaa ; as cidades onde
bonver agencias de Ia elasse, excepto a de Nicthe-
roy, oa rsped i vos thesoureiros ; u'essa cidade o
agente da eorreio ou o colleotor das rendas ge-
raes, confirme fr determinado ; e as localidades
de qne trata o final da art. 34, os colectores ga
raes on administradores de meaas de rendas.
Art. 44. Aos encarregados dessa ervioo abo-
narse ba 8, gratificaoo de 1/4 -/. da importancia
dos pagamentos, ns. pto o thesoureiro da Directo-
ra a quem se abonara somonte 1/8.
Art. 45. O* vales devem aer pagos oo eorreio
lo Kio d Janeiro e as administracoes dentro de
24 horas depois de ana apresentac nao contau
do ae os diaa feriadoa ; e nae eoliectonas, mesas
da rendas e agenoias de Ia elasse dentro de oite
dias de vista.
Ia Os vales da eorreio nominaes podem ser
eudossados ; e, sempre qao houver duvida sobre
a iJentidade do portador, exigir-se bao documen-
tos ou o testemuoho de pesaos fidedigna.
2a Nao sero pagos os vales que tiverem
mais de quatro mesas de data, seno vista da
outro qua ser su jeito a novo premio e no vi
taxa da telegrapho, si fr telegrapbico.
Art. 46. Os tomadores de vales podam ser re-
embolsados as localidades eoo qua se tiver rffec-
tuado o deposit) d*s quautias representadas pelos
meemos vales ; mas nao Ihes sero restituid :s o
premio e mais desparas accessorias.
Art. 47. Quando o tomador de qualquer vale
solicitar que o pagamento se realize em localidade
diversa da primitiva, s ser attendido, si quizer
sujeitar-se a todas as despezas de emisso de am
noro vale.
Art. 48. No caso de perda ou da iautilisaco
de qualquer vale, o tomador requerer substitu-
cao, juntando recibo do vale pordido ou inutili-
8ado.
Art. 49. As quantiaa, que houverem de 3er
transferidas de urnas para outras estaces postaes
por motivo de servico publico, sero enviadas por
meio de vales do correio nominaes, isentos de pa-
gamento de premio e sem limite mximo de quantia.
CAPITULO VI
COBBANf A ; 1, DB BECIB03, LETTRAS E OBBISAfES J
2a, DB ASSISTSATCBAS PARA JOBJtAES E OCTBAS PC-
BLICAOBS PBB(00I0AS.
Art. 50. O correio encarregar-se-ha da cobran-
ca de recibos, lettr.s e obrigagoes, pagaveia
vista por conta de particulares.
Paragrapbo nico. Nao se encarrega, porrr, das
diligencias necessarias para o acceite de lettraB,
nem do protesto das que nao forem pagas pal os
devedores.
Art. 51. Quem pretender que o corris cobre
recibos, lettras e obrigaco.'s, devar apresental-os
em qualquer das estaces postaes autorisadas a
emittir vales, descrevel os em urna frmula im-
pressa que lhe ser gratuitamente fornecida e in-
cluil-os com a frmu'a em urna sobre-carta aborta
que tambem sei gratuitamente fornecida, e na
qml afilar um sello de 300 rs.
1 Em cada frmula impressa deverlo ser
mencionados nicamente os titulos apresentados
por um mesmo individuo a cobraveis n'uma mesma
localidade, embora os devedores sejam diversos.
2' Na sobre-carta s podem st incluidos,
alm da frmula impressa, as lettras, recibos e
obngaces descriptor na frmula.
3o A importancia total do producto liquido
dos documentos descriptos nao poder exceder ao
valor que de cada vale pola ser pago na mesma
localidade.
Art. 52. A sobre-carta, depois de verificados os
objectos n'ella contidos, ser fechada na presenca
do remetiente e tratada com as formalidades esta-
belecidas pira o registro das cartas com valor de-
clarado.
|Art. 53. As lettras, recibos eobrigacoss devem
ser pagos por urna s vas e em moeda crreme;
nao se admitte pagamento parcial ou por conta.
Art. 54. Da importancia dos valores cobrados
descontar se-ha : Ia a commisso de 1 /. paga em
sellos pela cobranca de cada titulo, na seguate
proporjo :
At 25*030 250 ris.
Oe 25*003 a 50*000 500
De 50*000 a 75*000 750
e assim por diante, accrescendo sempre 250 rs.
por 25*009 ou manos de 25*003; 2, o premio da
emisso do vale de correio para a transferencia do
producto liquido da cobranca.
Paragrapbo nico. No caso em qne 03 recibos,
lettras eobrigac.-s nao aejam pagas, deixar da
cobrar so quantia alguma polo servifo efiactuado.
Art. 55. As estaces postaes autorisadas para
esaittir vales tambem se encarregaro do receber
e cobrar assignaturas para jornaes e outras pu-
blicacoes peridicas.
Paragrapho nico. As outras estaces pistaes
podero encarregar-sedi mesmo servico, por in-
termedio das autori adas a fazer aquella emissi.
Art. 56. Os assignantes (ou os editores doa jor-
naes e outros peridicos, quando asaim o tiverem
declarada) pagsro os seguintes premios : 1, de
cobranca, pago em sello, na razo de 1 /o ; 2 da
emisso do vale para a remessa do dinbeiro.
CAPITULJVU_
BECEPCAO, TBARSPOBTE E DITBtBCICO DAS C0BBB3-
PONDEBCIAS
Art. 57. Caixas para ieoepco da eorre8pon-
dencia ordinaria, em qualquer hora do dia on da
noite, sero cjllocad,s em todas as estacos pos
taes,em mas dtis cidades onda houver servico
urbano, com iniieacio da hora da respectiva col-
lecta,as estaces de estradas de ierro a em to-
dos os correios ambulantes,nos paquetes brasi-
Iciros e em toda a parte onde fr conveniente co'
local-as.
Paragrapho nico. Haver, alm disto, dentro
das estaces postaes de maior movimento, tantas
caixas, quantas forem necessarias, pira facilitar
a collecta das correspondencias.
Art. 58. As horas durante as quaes as estafos
do correio 1. veui estar abertas, sero marca Jas
ua corte e provincia do Bio da Janeiro p:lo di-
rector, e as outras provincias pelos administra-
dores, sempre de accordo com as conveniaucius
do eommercio e do publico em geral.
Art 59. Em todas aa estaces postaes afilar-
se ha annnnaio) dos dias e horas em quechegass e
partean as malas do eorraio, indicando-se a proce-
dencia e o destino dellas.
Art. 60. Qaando, em caaos extraordinarios, as
correspondencias affluirem de tal modo, que sejs
impossivel expedil-as da urna s ves, poder a re-
messa da imp'essos e de eocommandae ser divi-
dida em duas expedicss.
Art. 61 A condueco terrestre das malas far-
ae ha :
1.a Par estafetas a p ou a cavalls, percorren-
do em cada viagem de ida e volta distancias ra-
soaveis, para o qaa as liabas mais extensas sero
divid las em secces ;
8.a Em carros dat estradas de Carro, por prati-
cantes do correio oa por quaesquer outros indivi-
duos para este fim assalariados ;
3.a Nos correios ambulantes, isto e, nos cor-
rcioa que fun.'cionam em carros das estradas de
ferro, em quinto os trena se acham em movimento.
Art. 62. O servico da condueco 4errestte das
mala, por estafetas em qualquer linha, t deixa-
r de ser feito por arre oatecj, quando esta meio
nao fr o mais econmico.
Art. 63. Os estafetas sero da comportamento
afi-incado ; devero saber ler e eacrever ; usa rao
de uniforme pelo qual aejam cooheerdos ; podero
andar armados ; recebr) das autoridades dos
lugares por onde passarem todo o auxilio de que
uarucerem, mesmo o pecuniario, por couta do cor-
reio para o de*..-moeuho de seus devores ; nao
podero por motivo algnm ser embarazados no seu
transito ; e, quande commetterem Crime pelo qual
dev*m ser presos, a autoridado qua deeretar a
prisas, se ne Ingar nao h ,nrer estaoo postal, pro-
VideucUr com urgencia para qua as malas sigan
com seguranca e presteza at a agencia mais pro
xima, que do mesmo modo dever providenaiar
para que ellas ebeguem ao aen destino.
Arr. 64. Oa coaductores de malas, em carros de
estradas de farro, sari) tainbem da uniforme,
gosaro das mesmas immuniiades que os estafa
las, oceuparo em carros da 2 a elasse a apacida-
de neeeoearia para SiOeommodscao das malas, se-
ro auxiliados para o.jwomptJ embarque d'ellas
pelo pessoal das estradas de tetro; e ser-lhea-ba
concedido o espaco eutreg*! -as e recenet-as em cada estaco
Art. 65. A>s correio ambulantes incumbe :
l.o Na ida : a maniplenlo das correap mdeu-
cias ordinarias da diurna hora, o preparo e entre-
ga das malas destinadas as' localidades que, di-
rectamente oa p>r intermadio da outras. alo ser
vidas pelas estradas da ferro ;
Na volta : a recepcao e entrega daa malas
2.
de, oa para aa ditas lacalidadas,
e entrega
andadas, a receneo e
abertura das mala, destiuadas a admnistraco de
qua eHas dependorem, a conferencia e apartaca
das correspondencias coatidas nessaa malas.
1." Os corress amontantes sero estabeleci-
dos em carros especaes com as aceommdacoes
necessarius ao desempeabo do servico, segundo
iustrucfes dadas palo director geral ;
2 Cada urna das turmas am qaa dever di-
vidir se o passoal de cada correio ambulante ter,
pelo ninas, dous ofiaiaes, e o mais graduado sei
o chefo da turma ;
3." O serwca da cada correio ambulante ser
inspeccionado semanalmente. em dia incerto, por
um empregado da gradoaco superior d'aquelle
que dirigir o mesmo servico ;
4. Nos carros dos corraios ambulantes pas-
soa algums estranha ao, servico postal, nem mes-
mo autoridade, poder viajar nem ter entrada ;
5.a Mediante accordo com as administracoes
das estradas de ferro, podero collocar-se em
quaesquer poutoe deesas estradas, onde nao para-
trens, apearelhos destinados ao recebimento e en-
trega das malas do correio ;
Art. 66. E' obrigatorio o ; transporte das malas
para os portos do imperio, gratuitamente, sem li-
mite da peso nem de voluma :
1." Para as embarcacoas brazileiras de vela 01
a vapor, mercantes ou da armada ;
2.a Para os navios a vapor estrangeiros que na-
vegarem regularmente entra portos brasileiroa.
| 1.a Os donos, agentes on consignatarios dos na-
vios de volaou a vapor, assim como as cooamissa-
rios dos navios du guerra brazileiros, quando estes
nao sahirem eom carta de prego, e quando entre a
ordam da partida e a sahida da navio mediar
mais de 24 horas, devero participar par escripto
ao correio, at as 2 horas da tarde anterior, se
nao tiverem annunciadi pelos jornaes da locali-
dade, a hora da partida desses navios, seu destino
e as escalas que houver.
2. As malas sero entregues, mediante reci-
bo, no coireio ou a bordo, quando assim convan-
cionar-se ; e, anda mesmo que nao h.ja malas,
dar o correio um passe, sem o qual oa navios
mercantes nacionaes nao podero sabir.
3.a A guarda e responsabilidade daa malas,
pertence: as navios da guerra brazileiros ao
commisaario; nos navios mercantes nacionaes de
vela ou a vapor, ao meatre, capito ou esmman-
dante; e nos navios eatrangeiras ao capito ou
cmmandante, si nao houver a bordo oficial on
empregado do correio especialmenta incumbid*
dessa servico.
4.a Quando nm navio qua conduzir ma'.as,
voltar por causa de forca mnor ao ponto d'onde
sahio, uaver o mestre, capito, cmmandante, on
comm8sario (si.o navio fr de guerra) entregal-as
inmediatamente ao coireio da localidade, se o
mesmo navio nao as puder mais transportar, ou ai
a transmisso dellas po. outro puder faser-se coa
menos demora.
5> Ao eotrarem nos portos os navios mer-
cantes, nacionaes ou estrangeiros, devero os res-
pectivos mestres, capitaes ou cammandantes, en-
tregar logo no correio ou, si nao houver ajuste
em contrario, mesmo a bordo, no aeto da visita, si
o correio tiver ahi quem o representa, todas as ma-
las, oficios e cartas avulsas que elles, as trpola-
ces e os passagairos trouxerem. As malas tran-
sportadas pelos navios de guerra brazileiros sero
entregues ao correio palos respectivos comniasa-
rios.
6. Nos casos em qua as correspondencias
transportadas por mar tenbam da sar desinfecta-
das, mala nenbuma ser aberta sem estar presen-
te nm empregado do correio.
Art 67. Mediante previo pasamento de T*500
por trimestre no correio do Bio de Janeiro; de
6*000 as administracoes e agencias de Ia elasse,
e da 4*003 naa ouiraa admioistracas, e as agen-
cias onde houver distribuico domiciliaria, seio
admittidos assignantes para qua sua correspon-
dencia, ao serem abortas e conferidas as malas,
seja logo apartada e entregue primeiro que qual-
quer ontra, mas sonante no correio.
Art. 68. Tambem sero entregues, somante no
correio, anda qua 86 conhecam oa domicilios dos
destinatarios, as cartas que tiverem a declaraco
postarestante. Os destinatarios devero ex-
hibir provas de sua identidade.
Art. 63. A demais correspondencia ser levada
aos domicilios *m todos os lugares cuja popalaoo
exceder de 5,030 almas; e para isso diariamente
haver, pelo menos, na capital do imperio e seas
suburbios tres distribuices, as capitaes das pro-
vincias e nos outros lugares urna, tolas em horas
certas, conhecidas pelo publico.
Art. 70. Qaanto correspondencia qua nao pu-
der ser levada aos domicilios, por nao esterera es-
tes designados nos sobrescriptos ou por nao coa-
starem do indicador que devem ter todos os cor-
reios que tiverem earteiros, far-sa-bo duas listas
em ordeno alpbabetica, urna da correspondencia
nacional, outra da correspondencia estrangeira ;
nesta mesma ordem sero classificadas as cartas e
mais objectos em urna mesa ou estante com as ne-
cessarias divis s, e s dive) eer entreguas nos
ditos correios, quando nao paderem ser racabidas
em casa dos destinatarios. Fra desto caso de-
ver-se-ha exigir declaraco dos domicilios e iu-
scravel 08 no indicador, afim de que a elles se pos-
ea mandar a correspondencia reclamada e fiquem
sendo c mhecidos para outra oaaaeio.
Art. 71. A distribuico nos quarteis, hospitaes,
prises, asylos e, em geral, em qualquer parte on-
de o accesao fr defeso, ser taita laucando se a
correspondencia en ama caixa que para tal fim
esses estabelecimentos devero tar na porta la en-
trada. Quando os ebefes, directores, administra-
dores ou proprietarios dos iodicados estabaleei-
mentos nao quiaerem satiafaser essa conidio, a
correspondencia flear no correio al ser reclama-
da #or oessoa compatente
Art. 72. as localidades onda houver correio
urbano, a correspoadencia ser classiftaada em or-
dem alphabutica para ser entiegus a quam devi-
damente a reclamar, e nunca mediante chamada
dos destinatarios.
Art. 73. A correspondencia simplesmente regis-
trada poder ser entregue no eorraio ou nos domi-
cilios, mas aos proprioa dastinatarias, ou a seas
procaradoras bastantes, ous pessoas a quem para
isso elles autorisarem por escripto.
Art. 74. As cartas registradas cim valor deca-
do snente no correio sero entregue, para oque,
naa localidades onde houver servio > urbano, SO
expedir logo aviso aos destinatarios, os quaes de-
vero examinar bem o estado do tacho das cartas,
abril-aa em preseuca do empregado ou agente de
quem as rec-b-rem ; e. quandi sa venfiar qae o
valor to, no todo oj em parta, subtrihilo, lavrar-
se-ha disto immaliatamente nur termo, Jo qual
constar tambem s havia ndicus da tor sido vio-
lada a carta e quaes eram elles, devendo-seao
mesmo tempo juntar ao auto o s breseripto. E
preciso qaa o auto sejaassigaad, n.s pelo em-
pregado ou agoote, como palo destinatario e por
ama ou mais teatemoubaa, si as honrar na ocoa-
sio: cumprindo a m disto ao destinatario men-
cionar no recibo a taita do ralor no todo oa em
par"- _______-.
Art. 75. Ser) devolvidas,, na primeira mata
qua se expedir ao eorreio de origem, com urna no-
ta em cada sobrescripto, designando o motivo de
devoluco, a correap loian-ia ordinaria, a offi-
cial, a simplesmente registrada e a registrada
com declaraco de valor, eujis destinatarios re
sarem recebe! a oo houverem muddo de rasi
cia para ingar meerto; e trinca ***" ]
n. fr r-eamada, excepto a <'"*+?''.
pessoas fallecida-, a ql "* -w-to

I I
*>
Diario de tVmambiicoQonta--feira 26 de Abril de 1888
C.:

Art. 96. Iareorrer a mesma mita do artigo
antecedente e destinatario ou remettente de carU
ou qualquer remessa ordinaria ou simplesmente re-
gistrad, eonteado papel inaeda e ttulos ou valo-
re* ao portador.
Art. 97. As reincidencias as infractor espe-
cificadas neste capitulo daro lugar ao dobro da
multa respectiva.
Art. 98. As multas impostas tornar-se-nao et-
fectivas, independentemente das penas cnminaes
em que o infractor possa incorrer.
Att. 9?. O proeesso para tornar effectivai esaa
multas das sansa, exeeutivas peraate o juisa
dos feitoe da faaeada; e, quando os multados na
tenbam meios para atisfaser a multa, ser esta
substituida par prito, aa forma do.eodigo.
Art. 100. Da importancia das multas metade
pertencera ao apprebeusor oa informante, e a ou
tra meUde ser destinada asaaeiaco deqne trata
o art. 22. _. ._.
(Coninaa) .
(.overao da provincia
KIPBDIEKTB DO DA 17 DB ABBtt DB 1888
Acto
reies para ver A reclamada pelo mvrtrian-
wi, e a que pertencer a viajantes e embarcadas
u tiver a declar*Co-posta restante, porque, nes-
, caaos, s poder ser devolvida no fim de tres
Paragrapho nico. A correspondencia mal di-
rigid, oa endurecida a pssioas que hajam mu-
ido de residencia para lugar cjnhecido, sero
devolvidas ao correio de origem, quanla nSo pu-
;i jrem er directamente cncamiubadas ao sen dea-
: .no.
Art. 76. A Directora Geral providenciara, dan-
a as instruocoe ecas jaras, para que baja posta
rural nos lugares que exigirem eate servico e para
o desenvolviinsuto do que existe no munieipio
neutro. '
CAPITULO VIII
raOPBiBD.vDi: das JcoaaasroNDBiieus rosnas
Art. 77. Para retirar-se de urna estaeio postal
aalqur oflicio ou maco ofiioiai neceaaario re-
quiica par escripto da competente aotoridade; e,
sa tdr carta, rcquisica assignada pelo remettente,
ieicrevendo o endereoa da carU e declarando as-
umir a responsabiiidade que provir possa da aber-
tura della. .
l.o Qjaodo a reclamaca referir se a cartas
registradas, necessario collar-se i requisioo o o vicepresidente da provincia resolve, de
respectivo certificado. conformidade com o dispoeto no art. 1-, 7-, da le
i o Aberta a carca pelo empregado ou agente 2033 de 20 de Setembro de 1871, nomear o ba
na prsenos do reelamante e verificada a identi- cnare| Manoel de Maraes e Albuquerque, par
dad das usaigaataras, s.-r ella entregue median- carg0 de adjunto do pramotor publico da comarca
te recibo vassado na requisioo. de Pao d Alho, no tarmo dessa nome.Fizeram-se
g 3.0 Quando a carta tiver no sobrescripto um ag devidaa communicacoes,
carimbo, marca ou designaco por onde se coobe- oficios :
5 ao certo que ella pertence ao reclamante, ser __ a.0 conselheiro presidente do Tribunal da
dispensada a abertura de que trata o 2., com- ae|8Caj do Becife. Transmiti a V. Exc afim de
tanto que na requisica esteja reproausida, por tef 0 convenieQte andamento e ser opportunamente
modo perteitamente igual, o carimbo, marca ou de- devolvida a carta rogatoria expedida sjusticas
aignaeo. desta provincia, pe*o juis de direito da 4.' vara da
S 4. Quando a assignatura da carta nao for coa,arCa de Lisb i, a requerimento de D. Carlota
igual a da requisieo, ser a carta novamente fe- Marcellina Soares finheiro, para avaliacio de bens
ehada e lacrada com o sinete da estaeio postal, pertenceutes ao inventario do tinado Joaquin Jos
escreveudo-se na parte posterior do subscripto a da Costa Pinbeirj Snior,
seguinte deciaraco :Aberta a pedido do 8r. i\.. Ao Sr. Juan Busao, vice-conaul de Has-
gue declarou ser o signatario d.sta carta. panba.Aecusando recebidj o officio de hontem
Art 73- So podem ser reclamados os mseos de datado, em que o Sr. D. Juan Busoo, vice-conaul
manuscriptoB, de impressas e de amostra que tive- de Hespanha, me participa haver reassamido a ge-
-em deciaraco do nome do remettente. rencla do ineaaio vice consulado,declaro aa Sr.
1 o pra poderem ser retiradas esses objectos > jugr, jaaoa quo desaa ocsuirencia c
( neceasario : que o remetiente faca requiBico por cjmenta aa estacoss competentes.
eacriDto na qual declare o endereca.e contedo do Keitero ao Sr. D. Juan Buson as seguranzas de
mugo ou macos ; que sua identidade s ja conheci minha perfeita estima e diatincta consideraco.
da e quj elle pasee recibo. r'iaeram se as devidas communicacoes
s-2 Quando se tratar de msc>s registrados, Ao inspecter da Thesouraria de Faaenda.
dever o remettente collar re^aicao o respecti- C-mmunica a V. S. paraos fina convenientes que o
va certificado, bacharei Francisco Iopjldo Marinho de Bouia
Art 79- & prsao para reclamar corresponden juj, m00icipjil e ae orpbos do terma de Linoei.-o,
cag ser at duas boras antes da partida das em 3 Jo correute mea reasaumio o exercicio de seu
nja|ag cargo.reuuneiando o resto da licenca, em cojo goaa
Art. 80. Os sollos afiliados naa corresponden- 89 achav.
cias reclamadas pelos remettentes serao sempre Ao mesma. Communico a V. S. para os fina
obliterado. convenientes, que o bacbarel Jos Julia Begneua
Art. 81. Depois.da correspondencia seren ex- pint9 de Sjuw, juia de direito da camarca de Ciin-
pedidas, so poder o remettente reclamir a sus ares, em do correute mez, reassumia o exercicio
penso da entrega dos objectos registrado, e as de seu cargo por terminado a licenca em cujo gaso
seguimos condicOea : 1, faxendo a requiaicao par ga aehava,
Bcnpto e declarando que assume a regponsabili Ao meamo.Commuuico a'V. S. que o ba-
dade completa pelaej conseqneneias da uspencao c.harBi Alfredo Seraphieo de Assis C'ar\alho, jui
da entr ga ", 2a, apreaentanda o certificada do re- moujcpB| e de orpbos dos termos reunidos dttCim
"istra ; 3*, ja-i:ificando a identidade de pesaaa ; 4, oras e Alaga de Baixo,em 5 do corrate me, re
satisfa'eao aatecipadamente a importancia do a83Um0 o exericio de aeu cargo por ter deixade o
despacho telci;rapbico em que a requisieo fr de jai de direito interino.
?ran^miltilaestasa destinataria, quando bouver a^ mesma.flommunico a V. S. para os fias
de recorr 'r-ae h esa^ meio ou tax* de um objecto conVententes que o juii municipal e de orphaos d
TPgiatriia q mndo a iequis9o for por via postal. u rin0 de Pa U'Alba, bacharei Joo Bipcista Cr
Parairrajbo uoieo. A reclamicao de que trata tea de Oliveira, ne da 13 do crrante mes, deixou
eate artigo s poler ser apresentada na estaco 0 elerccij da vara de direice da comarca do mes-
'sm que as correspondencias tiverem sido registra- ,j,0 a0me, por ter nella entrado o juix efiectivo,
das. reassumindo-o o de seu earga.
CAFITULO IX __ Aa mesmo. ParasGas coavenientes trans
BErcaos mitto a V. 8. copia do officio n. 2,980 de 13 da
Art. 82. Oj abjectos qu-, por qualquer motiva, carreate mez, em que o couselheiro Quintino Jos
nao devam ser expedidos ou que depuis da possi- de Miranda, cummunica ter deixado o exercicio du
veis deligencias nao possatn eer distribuidos, con- Carga de presidente do Tribunal da K Inflo deala
' sideram-se cahidoa em refugo. capital, por ter terminado o respectivo trienmo.
Paragr-ipho uaieo. Na ba rfugoa officiaea ; Ao mesmo. Transmitto a V. 8- para os fin
porque diveraa ser devolvidos em demora 4 res- convenientes, copia do officio de 14 do correte
peotiva-joparticao ou autaridade, cam nma nota cm qUe o bacharei Jus Navaes de Sjubj. Gaxvalha
declaratoria do motivo da dovoluco, os officio e ju de direito da comarca de Tacarat, commu-
e maco que nao puderem s r distribuido. 0C4 ter renuncalo o resto da licenca, em cujo
Art. 83. No principio de cada trimestre aa g3g0 ge achava e aceitado o carga de chfe de po-
agoncia* reuetterao, na provincia d Bio de Janei- |ca da provincia do Cear.
ro Directora Oeral e, as outras provincia s ao meamo. Bemetto a V. S., para os fina
resp ctiva* administra^Sea, o objectos, ordinarios convenientes, as ineiuaas notas do ga consumido
e re-naTadas, que hiuverem cahida em refugo ; e uo mel a Marco fiado cam a illuminaco das
abi taes objectos sero aujeitos au exame de em- qaart<'.is do 2. e 14 batalhOea de infantera,
pregado3 para este fim deaiguado. companhia de cavallaria e enf^rmiria militar
S lo. Sero devolvido! logo ao remetiente o \cm a8siin a infarmaco junta por cpi, do en-
obj'eetos em cujoe sobrescriptos ou cintas honver geobeirc encarregado das obras ariUtarcs, de 14
jualquer indicafa por onde possam ser conheci- do corrente, sob n. 199, relativa ao meamo con-
dos. .. sume.
8 2.a Qii'quer refugo reclamado pode reexpedir- __0 iaspectrr da-Arsenal de Mannba,Da-
se a eataoo psal donde foi devolvido. claioa V. 8., para eu canhecimento e fias conye-
Art. 84. N.)s ultimas diaa de Junha e Deem- uientea, que, segundo cmsta de avisos da Miuis-
bro, na Directora Geral em presenea do contador, ter0 da llariuha, de 7 da corrente. sob na. 486 e
do thaaoureira e de dous officiaes, na admiaistra- 490f ,j D'aqiiella data exan rada o 1 teneate
coas em preseoca do.administradar, do contador, do Leopoldo Baudeira de Gouva da Jugar de aju
theaureiro e de uujoffijial, os refugos do semestre dante d'eBBa inspeceo, e nomeado o 1." tenente
anteeior serla tratados do seguate modo : Polycarpo Ceario de Barros para exercer o refe
1. Os jorflaes, asaim como a amostra e peque- rd lUg,r._Communicou-de aa inspector da The-
nasenaaoimeoJas que ti verern valor, apartarse- our.ria de Fatenda.
bio para ser vondido3, e as anoitra e pequeas Aa engtnheiro Ariatides GalvSo de Queiroa.
eniammealas sem valar veual s-'ro inutiliaada. Segundo consta de ttleramma da Exm Sr. mi-
2 D.is LopTOMO e manuaerptos cintada apar- oistro da agricultura, cammercio a obras publicas,
tar-ae haoos que tiverem a importancia para serem je houtem, foi Vina, por decreto de 4 dj correa
archivados durante dous a:ino, e o cutre s.ro te, eXuuerado do cargo de director do prolonga-
inutilisadaa. melo da airada de trro do Becife ao 8. Fran-
3. Ai carUs e cartas-bilhetes sero abarlas sem ciSCo.
serem lids ,.uti!iaanda-se as qua na contiven-m o que lhe communico para os flas convenientes,
valares ou documentos. Cummunicou-se ao inBp.ctor da TbS^uraria de
i O bilhetes posUea seria tambem inutiiisa- FaIOnda.
doo. Parlaras :
1 Si no acta da abertura de urna carta ca- o Sr. chefe da ataco de Garanhuns mande
hida em retaso eneontrar-se dentro della documea- dar passagem deaaa estaco ate" a de Una, par
to ou objecto de valor, ser techada outra ve, ont da provincia, a urna praca do 2. batalbo
'tomando-ee nota da ame do remettente, afim de de iiifanteria.
ser couvidada a recebel-a, mediante recibo. o Sr. ebefe da eatacao de Una do prolonga-
2. Das operagoes par que paasar a eorrespon- mento da estrada de ferro do Becife ao 8. Fran-
denci.i cabida em r. fuga, lavrar-ae-ha terma, do cgco mande dar paasagem at a cidade de Oara-
qual aa admiuistrav s remettero copia Directo- unun, a um cadete e duas praets do 2." batalba
ria Geral. de infant.ria, correndo essa despesa por conta da
A,rt. 85. Pcrtencero ao Eatada os impressos e pruvacia.
manuacriot'ii importantes, aBSim coma oa valore* f.xpedibxxe do db.sbcbbiabio
encontrad s em carUa do refugo, que naforem re Officios :
clamados D4 praxa de dous annaa. Ao agente da Companhia Brazileira de Na-
CAt-ITULO X I vegacio. __ De ordem ao Exm. Sr. presidente da
pehalidades provincia, aecuso o recebimento do officio em que
Aquelle que, sein autonsaco, tiver de-
Art. 86.
psito de cartas para distribuir ou expedir, acorre-
r na inulta de 100*000.
S 1 o Fica sujeito mesma p u .lidade quem con-
duiir cartas para onde bouver servico poatal.
S 2. A multa ser dobxada, si o infractor for
mesUe, capito cu commaudante* de n.via, empre-
gado em coiraaa de ferro ^eu oceupado na trans-
porte de mal, da carreio.
Art. 87. O mestre, capillo ou commaudante
que, cbcgindo ao porto rio destino ou de eacala do
navio, nao cutn'gar i mala ou malas que Ihee tive-
rem sida caafiadas, incarrer na multa de 200|.
S l." locorrcrao n?ta mesmamulta os comman-
dantea, capites, uvatrea, trpolasjtis e pasageiros
dos paqueiea.ou uavioa de vela 6o da vapor, na
ciouaes jU estrangeirus, que uo entregarem loga
no correio oa a bordo, si bouver ah quem repre-
sente o carreio, a corree pon lencas avulaa' que trou-
xerem, eibb>ra regularmente franqueada.
| 2 Us donos, agentes ou consignatarios das
navios sero respoaaavuis por todi as infraeces
ou irreguiaiidades comm^ttidas no servico p,stal
pelas m- stres, capites e commandantas.
Art. 88. Quem, para c inseguir as vantagens
concedidas carreapondenc. cin i I, usar do'eo-
dereou aimulado, lato attribuir ao destinatario
oo ao remettente funrea publicas que nenbum
delK's exTca, incorrer na multa de lOOf'JOO.
Art. 89. As autoridades ou os funcionarios que
e vali-rem da correspondenoia officinl para servi-
ren> a invres;ea particulares, incorrero na multa
de 200*000.
Art. 90. Deixaro de gozar do direito de rece-
bar as correspondencias em eu.ia ca* as peasoas
que, na occasiodereeebel-aa, maltratarem os car-
teiroa co actos ou palavras e aqueles que mal-
tratarem a empr.-gadas aa repartioaa poga'o a
multa -e 30*000.
Art. 91. Aquelle qu-, por qualquer.forma, em
bara^ir O gJTO das malas ou a tra lamiasa das car-
reap'.ni acins esaa entrega, lucorreii na multa de
500"
Art. 92. Aqu. lie que, para franquear as cor-
respaud u i in, usar de aellas servidas pagar a
malta de 25*000.
Art. 93. Aquelle que, sem autorisacio vender
habitualuoente sellos, perder o appreheodiJo e
pagar o dabro da valor dell.-a.
Art. 91. Aquelle qne, aatoriaado a vender
Bellas, etf.iutnar a venda p^r preo> parlares ao
fixadaa, iucorrer na mulla de 25*0>M)
Art. 95. O destinatario ou remettent de earta,
pacote ou qualquer remeasa que conteob artigo
de ouro ou prta, maedas, joiai. objdctaa preciosos
oa sujeiros u direito de alfanoVga, pagar a malta
de 25 0/0 des valorei encontrado.
V*. Exc. participa que o vapor Pernambuoo chegou
las porto do aul h je, a 7 1|2 horas'da manb,
seguir para os do norte ainaah, s 5 da
tarde. Cammunicou-se secretaria da agricul-
tura.
Ao Dr. juia de direito d > 1. dia^icto crimi-
nal da ajBtBAfcM do Becife.De ordem da S. Exc.
o Sr. presidente da provincia, communico a V.
S. que, no sea officio de hj::t.m datado, exarou se
o seguate despacha :
Aa Sr. director do presidio de Fernando de
Noronh para eatiofazer a requisico.
Ao Dr. jaiz de direito da 2." d;atrreto crimi-
nal da comarca do BecifeDe crdem de 8. Exc
o tr. presidente da provincia, transmitta a V. 9?,
para os fina convenientes, lpia da aviso do Mi-
nisterio dos Negocios dajustic, de 4 da eorreate
mea, eommuaieaodo terem siia perdoadus os reos
Jca Ferreira dos Santos e L arene,->. esto con-
demaada pena de galea perpetuas, na termo de
Xazureth. e aqadle a de sete auno de pnso, no
termo de Laopoldina.
OKaPACHOS DA PRBSlriSCIA DO DA 24 DK
ABRIL DB 18j8
Candi lo Jos Radriguea.Iofar.ne o Sr
inspector da Tne'sauraru da F Jos Bntt-liio.RemettiJo Cmara Mu-
nicipal do Becife para reaolver.
Jas Joaquim Alvea & C Sim, ^com
as re8tricr1;5-'8 do estylo.
Luoacio Beserra Cavaleante da Albu'
querqne. Dirija-ae ao juiai competente.
Dr. abino Pinbo.Def-rido com offi-
cio da hoja Theiouraria de-Fazanda.
Secretaria da Presidencia de Pernam-
buo, 25 de Abril de 1888.
O porteiro,
J?. Chacn.
2.
licia
tepar(lt;o da Polica
BnucSo.N 331. Secretaria de Po-
de Pernambuco, eos- 25 de.Abril de
1888.Illm. e Ex Kic, que bontoa nSo Li recolbido indivi-
auo algum Cata de Detanyao :
O delegado do termo de Beato, participou-
me ter no da '0 destu mes prendida o m lividuo
de oam Francisco de Barro Corroa, a requiai-
yio do Dr. jais municipal do tormo de (iaraubuna,
pronunciado naqoeWe termo, como incarso na
penas do art. 257 do Cdigo Criminal.
O delegado do termo de Sennhaam, participou-
me que no dia 16 do corrente, em trras do euge -
nho Sant'Anna, daquelle termo, o individuo de
nome Jos Candido de Santiago, ferio com urna
tacada a Antio Vctor da Silva.
O criminoso foi preso em flagrante.
Aquella aotoridade tomou conbecimento do fac-
to, fe proceder a vistoria e abri o competente
inquerito.
O cidadao J >e Bellarmino Pereira de Mello,
commuaicou-me ter ao dia 21 do oorrente assu-
mido o exercicio do eargo de delegado do termo
deBonito, na quadade de 1- supplente.
Deus guarde a V. Fxa.Illm. e Exm.
Sr. desembargader Joaquim Jos de
Oliveira Audrarde, muita digno presidente
da provincia.O cajete de polica, Francis-
co Dammgaet Ribaro Vianna.
Thesour Proviacial
DESPACHOS DO DIA 25 DE ABBIL DE
1888
Antonio Jca de Faria MachadoInforme o Sr.
Dr. admiatrtiadoT da Becebedoria Provincial. "
Dr. Felippe de Figueiroa Para.Entregue-se
a qaantia rm deposita.
Antonio da Chaga Bibeiro Machado, Enedino
Gtoncalves Fern-ia da Luz, Francisco Damio C.
Peaaoa, padre Dt. Manoel Qoncatvea Soares de
Amorim, Numeriano Ausuatode Mello.Haja vis-
ta o Sr. D procurador fiac .1.
Albino Jos d* Silva, Manoal de Fisneiroa Fa-
ria & Filaos, Manoel C. C rreia de Mello ecam-
panbiss da segura Indemnisadora, Phenix Per-
nambucana e Amphitrite. Informe o Sr, conta-
dor.
Epaminondis Jos da Silva, Francelina Veira
de Araaja, ChrlsDiniaao Ghrispim Coelho Braa
dio, Manoel Delfiaa de Medeiros Favilla e Joa-
quim Amancio Bodrigues CoslhoS-.'g;atre-se a
lacam-se es assentameotoa. #
Antonio Soare Bapoo Entregua-se pola
porta.
Recebedorla Proviaelal "'
DESPACHOS DO DIA 24 DE ABRIL DE
1888
T. Mara de Jess Figueueda IrmaCertifi
que-se.
Jos Nagueira de Souza, Claudin Fra.icelina
de Mello, Mara Joaquina da Silva Santos, Pereira
Carii 'ir & C Inlorme a 1* secgao
Manoel Jos Machado, Castro Medeiros & C.
Deferido de accoido com as iniormacis.
Nicas da Silva Guarni.Sim, com relacao ao
" semestre do corrente exercicio.
Erneoto Jo. de Meneses.D'fcrido quaoto ao
exercicio corre it e em relaco aos exercicios ante-
riores deve o sopplicaute dirigir ee ao Thosaurs
Pr ivincial.
Machado Lapes 4 C.Indeferido.
Dr. Francisco da Assis E-sa e SilvaEm vista
das inf'rraac's nada ha que deferir em relacao
ao exercicio carrate.
Damio Lima quitaco dos impastas a qae esto obrigados.
Joa Joaquim Simesdo AmaraEm vista das
informacoes o supplicante ni pode ser attendido
por esta repirtca e sim pela Theseuro Provin-
cial.
INTERIOR
de
Correspondencia do Diarlo
ernambuco
PIAUHY thebkzina, 8 de Abril de
1888.
Com a subida da Sr. conaelbero Joa Alfieia aos
conselhos da cora, entendeu o Sr. Dr. Viveiros de
Castro que devia pedir sua demisso de pesidente
desta praviacia por ser o cargo que exerce de im-
mediuta confianca. Lago queiai canbecida seme-
Ilimito deliberaco immeuso petar espalbou-sa no
partiJo conservador, que entusisticamente tem
applsudido a ciitenosa administracao do illustre
presidente.
Estavam j projectadas significativas demans-
tracoma de a orego e estima.
Seriam otFerecidos a S Exc. um eplendio*o baile
no paga da aaaembla provincial e am lauto jautar
poltico oa casa da tonmte esronul ManocJ da Paz
E consta que S. Exc seria acampaohado at (Ja
xias por grande numero de illastre eavalheiros.
O Exm. Sr. conselheiro Joa Alfredo, porm, re-
casou a demisso pedida em cermot hoaroaos ao
Sr. Dr. Vi ?eiro* de Castro.
S. Exc. coutua, pois, oa admioistraco da pro-
vincia a eooteuto geral da opima o.publica, que faz
justica aas seus alto dot?s de administrador e que
grata aos seus relevantes servicas prestadas
provincia.
Eaiendeu, parm, a Inprensa, orgai da partido
liberal, qae devia censurar com sea castamad j des-
bragamento de liaguagtm esse procedimeuto do
Sr. Dr. Viveiroa de Castra, especulando com a di-
vergancia palitica que existe entre os honrad >s
8rs. miuiltra da marinba e canaelheirj Grames de
Castro.
Admrou a tado, parm, semelhante censura,
pois o 8r. Dr. Viveiro de Castro pedio demisso,
que fai reeuaada. Gaaa, portanto, 8 Exc. da con-
fianza do novo gabinete e nao tem motivas para
deixar de acompauhar o Exm. Sr. conselheira Jao
Alfredo, de quem desde seus lempos academices
tem recebido prava de apreco e estima. Mas a
uppasico liberal aqu systematica e caprichasa ;
ceusura tudo e qunndo nao acba o que ceoeurir
inventa e caluTiuia.
Continua o Sr. Dr. Viveiros de Castro a prestar
o mais decidida interesie pela causa da instrueco
publica. Depoisde haver estabelecid n;a escolas
puolicas desta capital as caixas ccanamicns esco-
iarea,- 8. Exc. expedio o seguinte reglamento,
sobre a creaeo de museu e bibliothecas esco
lares.
Begulamento n. 101.Creando bibliotbecas.
museu8 e excaroes escalares as escalas publicas
da provincia.
O presidente da provincia, usando da f icuidade
que lhe conferida pelo g 4 do art. 21 do .Vio
Addicianal, resolve expedir o seguinte regalamen-
lo sobre as bioliotheuaa, muaeus e excureo.:a esco-
lares.
Art. lo Fies instituida em cada escola publica
desta piovincia ama pequen bibliuthec, conten-
do obras elementares, especalmeute sobre artes,
industrias, doscobertas, ecienoias applicadas, que
posaam aprovetar luitura dos alumnos.
Art, 2 O fim desta iost'uicaa orear nos me-
ninas o gasto pela leitura e facilitar-Ibes os livros
atis.
- Art. 3o Os recursos das bibliotbecas escolares
se compdem :
Io Da fundo que for votado na lei do oroa-
mento.
2* D-s fondos especiaos qae votaren as mc-
hicipnlidtdes.
| 3o Da producto dos donativos oa legados dea-
tinador g bibliotbecas.
Art. 4 No fia de eada anno os iuspectores Ili-
terarios informarn', circumstanciadameute ao dire-
ctor da instrueco publica do estado d-a bibliothe-
cas das escalas sujeilaa aua jurisdieco.
Art 5o Os pratessores publicas podsro organi-
aar cam o coocurso de teas alomaos ou de parti-
culares que generosamente se prestarem pequeos
niuscus das pnneipaes prodiiccdes das localidades.
Art. 6* O fiaj destaa eolleccoes desenvolver
ooa alumnos o habito da ohservaco e refl ii),
preparando-'- para o ensina das nof 's elementa-
res das ciencias pbjsicas e naturaes e para as
licocs de coutat.
Art. 7 8a permittidbS os passeos ou excursoes
eacolares sao a direcea da pr.fesaor.
Art. 8 Oa passeos escolares fasem-se recom-
maodavjis como medida bygienica e par offrece-
re.-Q sri'irg,[-m i>cq i:sj^a de ao^oes uteis, quaado
bem orguoisadas o dirigidos.
Ait. 9 Nao conveniente que a cada passeio
concorra grande namero de alumnos.
Ait. lo. Oa passeos ou < xcurses eacolares se
realigaro do seguinte moda :
1 O pr.fe-usar avisar de vespera urna classe
composta a saa escolba, teudo em vista o lugar a
que ae destina e a naturas* da eo que lhe quer
dar.
g 2( B-unidos os alamnoa a hora indicada ai-ro
conJusidos pelo professor ao campo, a algum s-
tabelecimento iudualrial, siificiu publicas ou lu-
gares uotaveis qae haja as proximidades das ea-
CoIhS.
g 3" Durante o passeio o professor chamar a
atienda i doa alumnos sobre o que encontrar digno
de obaervaca e aproveilar-se-ha dos factos e pbe-
uom-oos que Ibes cabircm sab as vistas para dar
aos alumnos noc5es atis e praticas. *
Como, porm o estado deaesperado das finaoca
da provincia nao permuto despea avultada, por
mais importante que seja a naturexa do servico,
dirigi o 8r. Dr. Viveiros de Castro a seguate
circular s cmaras muiicipaes da provincia :
Tendo creado, em regulameoto de boje datado,
as escolas publicas desta provincia, pequeas bi-
bliotbecas, tendo por fim desenvolver nos alumnos
o amor ao estudo e faclitar-lhes a leitura de livros
uteis, onde possam adquirir nocoes elementares
sobre artes, industrias, desobertas, sciencias ap-
plicadas, peco a essa cmara qua.preste saa coad-
juvacao effica para manuteoco de to til inati-
tuicao, consigoando em seu orcameoto nma verba
auaual para acquisicio de livros.
Falleeeu o coronel Pacifico da Silva Castalio
raneo, chefe do partido liberal da Parnabvba.
Era um cidado esimadc, pelas suas boas qualida
des e importante pela sua fortuna e amilia.
_ o honrado e distincto Dr. Soasa Martina,
jais municipal desta capital, exercendo interina-
mente o lagar de chefe de polica, avestou um so-
levante servico popolaco desta capital, desca-
brindo ama quadrilha de ladrSes, capitaneada por
am celebre Gil, que j havia roubado as casas
commerciaes dos 8rs. Jos Martins Teixeira, Igna-
cio Paiva Honorio Parentes e projeetara outras
faca abas idnticas.
O Sr. presidente da provincia de accordo
com o Dr. chafe de poiicia mandn faser o recen-
eeamento desta capital.
Assumio o exercicio de inspector da thesou-
raria de fasenda o Sr. Jas Pereira Coelho. S. 8.
tem se revellado um distincto tunceionario.
KEV1STA D1AKIA
Dr. Horrlra Als-esiComo ha vamos n-
nanciado, embarcou hontem, na paquete americano
.Finance, S. Exc. o Dr. Jas Morera Alvea da
Silva, presidente da provincia do Mtranbo.
Accompanhon-o sua excellentissima iamilia e o
Dr. Eduardo de O.iveira; secretario da mesma
provincia.
A' hera do embsrque acbava-se no Arsenal de
Marinba grande numero de amigos e c.rreligiona
nos do Dr. Moreira Alvea, que all foram compri
mental-o, entre os quaes notavam se 8. Exc. o
presidente da provincia e o Dr. chefe de polica.
Urna guarda de honra do 14 batalhio de in-
fantera fex a 8. Exc. as continencias militares.
Diversas pessoas foram at a bordo da paquete
onde fiseram as ultimas despedidas ao uosj dis-
tincto comprovinciano.
Boa viagem e venturosa adminatrafa deseca-
mos ao novo presidoute do Maranho.
Tribunal do Jury do Retifc A'.> 10
horas da mauba de hoiiiem, acbando-se pr-s n'.cs
na aula das sestoes deste tribunal os Srs. Dr. Joa-
quim da Costa Bibeiro, juis de direito da 1 dis-
tiicto, Dr. Joo Joaquim de Frc-itas Henriqaea, Io
promotor publico, e o pserivo Florencio Bodrigues
de Miranda Franco, foi aberta a sessi.
Feta a chamada, Comparecer am 37 j aizes de
tacto
Foi julgado o reo Cypnano de Souza Viegs,
pronunciado por despacbo da De. jaiz de direito da
2o disU'.ct.i, ao art. 'Ob da codita criminal, par
ter no dia 6 do de V'arQO do anao p.-isaal o, no
ea?s 22 de Novembro, sggredido, f.-rindo grave-
mente com am compasso, a Jca Pereira da Cu-
aba.
O jury de sentenca ficau or^aniaado cem os 83-
-uintes jurados, que prestara ao o juramenta desig-
nada na lei i
Hermano Egylio de Figu=reda.
los Daciaaa Veira de Amorim.
Carlos Estanislao da C>s:a.
CipitSa Pedrs Velho de S Barreta.
Jos Joaquim Burges Ueh.i.
Pedro Simeo da Silva Br*ga.
Pedro Franeisco de Paula Baptista.
Antonio da Silva Faria.
Frederico Augusto Ferraira de Navaas.
Augusto Aoesio de Car va: ha Serrano.
Antonia Bufino de Andrade Luna Jnior.
Eiuardo Uarte Rodrigues.
Procedendo-se aa tuterrogatoria do reo, respon-
den que era natural desta provincia, de 25 aunas
de idade, so!teiro, empalhador, analphabeto, que
sabia o motivo par que era acensado, nao attri
baiado dita Hccusacio a motiva particular c qae
nio couhecia as testemuuhas qae juraram no pro-
cesa o
, Qua tendo-se encontrado com o ofi'endido na
praca de P.idro II, e lhe cousraudo que o meamo
diaia. t<--r pido rcabado por lie rpupoad.'nte, lhe
diadera qae nao lhe hsvia raabado -c usa algoma;
que a estas psdavras fai elle respndeme aggredi-
da pelo ofendido, o qual procurou dar-lhe com
urna tabica; que ento, atrae.nda-se com o seu
aggreBsor, conaeguio tomar um compasso, com que
o meamo se acbava armado, nao tendo, poim,
consciencia de tel-o ferido.
Conclu la o interrogatorio e feta pelo escriva
a leitura da procesao, o Dr. promotor publico,
obtenda a palavra, pro Juzio a accasaco, demans-
trando achar-se o acensado mcurso no grao m-
xima do arr. 20") do Cdigo Criminal, por ter pra-
t;cada o crims cam superi; ridado de armas, de
modo a nao poder o offeadido defender-se com
probabilidade de repellir a offensa.
O 8r. Antonio Fernanies da Silveira Carvalho,
patrono do aecuaado, desenvolveu a deles do sea
constituinte, allegando ter elle p-aticado o crime
em defesa de eua pessoa, teida conhecimento do
mal que ae propos evitar, falta absoluta de oatro
meio menos prejudicial, na tenda havido de sua
parte provaciciia ou delicto que dsse lugar ao
couflicto.
Terminados os debites, o Dr. juis de direito,
resumindo a materia da accusacjlo e defeaa, pro-
paz aa qaestoss de faci, e recolbenda-se o canse
lhe a sala secreta, voltou a sala publica um har
depois.
Tendo o jnry, confirmado por n"Ve votos a jus-
tificativa do 2 da are 14 do Cadgo Criminal
allegada p- la defesa, o Dr. juiz de direito publi-
cou sua seatenca absolvendo o reo, sendo condesa
nada a municipalidade as custas
A Besso fai adiada para hoje, aa 10 horas.
Aaaociisro Hilico-PbariuaceuCica
Esta associaoa funeciona haje no lugar e hora
da costume. _
Est inscripto o Sr Dr. Simoea Barbosa para
disaertxr aobre o s-'guiate ponto :quaes as cau-
sas da mortalidade das criancas u'esta cidade e
meios a evital-as.
Incendio nos (nealrosiSobre este as-
sumpto comeoamos a publicar boje na 8' pagina
do nosso jornal um parecer muito importante, ela-
borado peloseogenheiros Laz Scnreioer e Virato
Belfart Duarte, e spresentado ao Miniaterio do Im-
perio pela directora do Instituto Polytechnico
Braseiro.
B-commendamoB sua leitura.
rasfuetesSao hoje esperadas, do norte' o
paquete americana .-('tanca e do sal o paquete
brasiieiro Para.
A llluailrafoBecebemos por intermedio
da casa Corassi, do Bio da Janeiro, esaa revista
Ilustrada, que se pablica em Pana.
O presente numero tras gravuras lindas e arti-
gos inte.resaantea.
A ItmnlsEracoAcaba de ser publicida
no Bia de Janeiro, con estet ituio, urna broehura
em que o seu intelligeute autor, o Dr. Antonio
Joaquim de Albuquerque Paea, trata das empre-
sas que ai Brasil se tem estabelecido para a :m-
migraco, da propagaudJflmmigrautista, da aeco
qae soore esse >usutnpto pode exercer o goveruo a
da nova pbaae (.alitica iniciada pelo actual gabi-
nete.
Agradecemos o cxemplar cam que fomos obse-
quiado.
In i rolloCom este titulo o Sr. Frsnciseo
8 u public ni -m um falheto doas poesas que sa
denomiuam -Um grito da huminidade e No Con-
vento o a -s miinonnau com um exemplar.
Agradecidas.
Gremio do ProfenNorea Primaria
__Ktiuae se ebt* aaaociaco haja s 11 hars da
inaiiha, em 8'sso ordinaria, no lugrr dacostume.
Eamola*)De um "DosaO aesignante recebe-
mos h niem a quantia de 10# para dar de sma-
la a viuvaa pobres.
Hmtem meoino cumprimos a inenmbencia, ha-
veoda assim distribuido aquella quantia :
I). Laura Vctor,-ru do Mangue n. 26
D. Mara Autran, Boberibe "
O Mara da Espirito Santo Paiva, Cam-
po Grande
D. Vlcria Pessoa de Meneses Leal, ra
Imp-iiai U. 6'3
D. Bita M.riada Fonseca, ra Loma ^
Valentina d. 61 2*0 Rrvlaia niualradaReeebemcs haatcm
D o 49J deste exesjileaw semanario que publi-
cado na edite polo Sr. Angelo Agastiui.
Facada-Na da 16 deste mes e em trras do
engenho Sant'Aon*, do termo de Serinhaem, Jos
(Jan ti Jo de 8antie i ferio cam urna tacada a An-
tonio Vicier da ti
Fai preso o crmi i :o em flagrante delicto.
A respectiva autaridade policial tomou conheci-
mento do lauto, mandou proceder vistoria e abri
o competente inquerito.
Matriz da Hoa VislaNa isgunda-teira
30 do corrate, prucipiam os exeicicios do mes
dd Mara nessa igreja hora do costume. Em
outra parte publicamos ama lista qae nos rernet
tea o respectiva vigano das pessoas a quem eu
carregou de pi orno ver donati vea para oa referidos
actos.
As pessoas encarrogadas da festa podero diri-
gir ee ao mesmo vigario ; os outras devem enten-
der se cam as procaradoras das diversas semanas.
Esjtallallca ala populacao eacrava
J tivemoa occasio de noticiar qae, vista doa
dados da nova matricula encerrada a 30 de Margo
do ultimo anno, contava o Brazil nsquella data
723,419 escravos, assim classificados segando o
sexo :
Do sexo masculino 381,615
Do sexo feminino 338 801
Total
723-.419
Segando as cathegorias de idade distribuiam se
do modo seguinte os meamos escravas :
Menores de 30 annos 336 174
Maiores de 30 a 40 annos 195'76
Maiores de 40 a 50 annos 122.097
Maiores de 50 a 55 annos 40 600
Maiores de 55 a 60 acaas 28,822
Total
723,419
Como A sabido, estatuio a lei de 28 do Setembio
de 1885 que, por occasio da matricula, declaras-
se cada proprietario o valor dos escravos dudas a
rol, fizando a lei, segundo categoras de idade, o
valor mximo que poderia ser declarado, e do
qual ttria de deduzir-se, anno por auno, pare-cu-
tagem prestab.'lecida. O valor declarada por esta
forma foi o seguate :
129,316:288*000
105,896:25:iaO0
73,557:811 OJO
52,051:7674000
27,tl9::d500
22,499:874*000
H.lTft IBSflfSBBtl
10,039:004*500
9,<6l:922#O0
6,825:538.500
6,331:973*929
6,259:23 1*000
5,917:863*605
4.974:289*00-)
3,386:997*0 sj
3,379:200*000
i,465:2(.'0S000
2,134:987*000
2,117:757*000
77:175*000
Minas Oeraes
Bio de Janeiro
8 Paulo
Babia
Pernamboca
Maranho
Sergine
Al agota
Eipirito-Santa
Para
Piauby
Parahy'oa
Bio Qraade do Sal
Municipio acatan
Goyaz
Sa ta Cat harina
Paran
Rio Grande da Note
Matto Orosso
Cena
Total
483,220:212*531
2*000
2*000
2*000
2*000
Na formada interpretaco dada ao moda de coi-
tur a duJaeSo, acba ae reduzido de 5 (,, a valor
total cima declarada.
Beferndo'so os mencionados algariamos data
do enci-rramento da mitrieula, ou 30 de Mineo do
anao prorima passa-o, claro que deade ento
dave ter sida considerawl a redueco elfe ituada
p.los tres factores da emaneipaco : alfarria, iia-
le B bit*.
' impiBalfil tetafusiun, anda mesma de modo
approxim ida, qu-il o aigsriams r.sult^ute da re-
dueco. Qualquer eetatistica, alm de Hhar ne
cessaramente, em razo da tempo, aquem dos
factos registrados, seria ain ia deficiente p (la falta
de averbacois para as quaes conceden) os r. gu-
lameutos o prazo de a-is meses A'viata pirem.
da celen dade com qae se tem operado a emauci-
p%cd na provincia do 8 P .ulo, o em outras, ou
em todas, ha razio para ,.tii mar que a populacho
escrava do Brazil nao exceda actualmente de
6U0.000 almas.
A Immlftractto paraos Eatados-bJsbT-
doMGrande numera de jornaes as Estadas-
U lidos peden que se toma providencias B.-ias a
respeito da immigraco, e um se exprime da se
guinte forma :
Esas questo to.-na-se para nos de urna terri-
vel gravidade. -
O accrescimo do nossa populacao, em propur-
ei) sap'rior e que tem ha vi Jo em todos oa outras
piises, causa-nos urna grande satisfaco, mas j
passou a poca em qua n podamos fornecer aos
immigrauti-s trabalho e trra.
A a^uia amencanB esteade hije suas azas a
maior uumiro de cidadas, que ella pode obli-
gar.
Em urna semsna desembarcaran! nos caes de
Niw-Yark 12454 immigrantes. -
No anno de 1882 recebemos 78899? e parece'
que no corrente anno {1887J eate numero ser ex-
cedida.
Os expatnados da Inglaterra e Irlanda sao to
numerosos, que j custam a achar lugares nos na-
vios para serem transportadas.
Na havenda mais tema de dominio publico
ficou fechada a porta para os immigrantes, que
nao tendo recursos, tiobam alguna caoheciinentos
pratici de agricultura.
E' verdada que o Oeste e o Sul anda compor-
tan! matar numero de trabalhadores, do que posaue
actualmente, mas quauto ao grande numero de
individuos, que nao canhecem o arado e que vem
entulbar os nassos partos do Atlntico na esp-
ranos d sabir bem de qualqmr negocio, que o
acaso lbe proporcione, especie de lasaroui do sal
da Europa oa criminosos de marte, alguns j no
comecu da loucura alcoolica, rebutaho da Europa
ceses sao coodemnados a enc'her os haapitaes, as
priso ..-i e os asylos deste pas !
A proposito dente assumpto daremos tambem
algum a a noticias sobre, a immigraco em toda a
superficie do gl- bo durante muit-s annos e qu
foram publicadas pelo j irnal anthropologicoO
Ha nem -sobre 18.740803 individuos, que vi vem
actualmente fra dos pases onde nasceram.
O paiz para onde se tem dirigido o maior nu
mero de inmigrantes eos Eslados Unidos, onde
se conta cerca de 7 300.012 estrangeins. Seguem-
se as oatros estados da America com 6 033,105, a
Asia com 1.548 334, a Australia com 789.521 e a
frica com 140.383.
De todas as u>(9es da Europa a mais favore-
cida pela immigraco a Franca, que tem......
1.001.090 estraugeii'oa. Em seguida temos a Fin-
laudia, na Bussia, com 814 307, a Inglaterra com
296.708, a Allemanha com i76 731, a Suiaaa........
211035 a Auatria Hungra 182 616 a Blgica
145506, a Italia 59.956, a Scaadinavia (Dina-
marca, Saecia e Noruega) 50968, a Hespinha.......
41.7t>3. A Franca que tem um milbo de eatran-
I geiros s canta 482.663 immigrados,
De todas aa outras nacoea sahe mais gente do
que entra.
iocleriatie Recreativa Dramtica
Santo AfroslinUo do CaboFoi no do-
mingo ultimo empossada a directora dessa sacie-
dade qu i tem de funecianar de 1888 a 1889, com-
pasta dos segu ntea socios :
PresidenteEngenheiro Alfreda Silva.
Vce-presidenteJos de Mello Trndade.
DirectorAntonio V. da B. Pacheco.
Vic--direetor Franciaco Laroserie.
Io secretarioFrancisca T. de Figueiredo Lima.
2*.secretarioJ a Baptista Ferreira da Silva.
ThesoureiroFrancisca de Campello Lins.
Vi-e tbi-a mreiraManoel Fernandea Campos.
OralorAlfredo de B. Carvalho."
V'ice-oradorAlalpba Lins Veira.
Parada lasiantaaeados navios em
marcha-O paqu-te Cygue de cem t tela-
das, sabia do porta do Havre 'levando o appirelb
Cabie-arret, do inventor Pagon e tendo a bordo
grande numero d pessoas e entre ellas eogenhsi
ros, capites de navi\ constructores etc.
O apparelho inv ntalo pelo Sr. Pagan tem a
forma de um paraquedas feto de panno da velas
de navio e de dous metros da dimetro. Alguns
paraqaedas sa atraveasad.-s por uro cabo, que fi-
ca preso p pa do navio.
Quando o Cygue marcha va, com a velocidi-
de de Je a onse nos, o commaudante dea a vos
de.parar : a machina a vapor cesaon de funecianar
e foi laucado ao mar o apparetba do Si. Pagon e
o paquete psrou, sem abala, em treso segaados.
Esaa experiencia foi repetida cinco vosea e sem-
pre com o mesma resultado.
Armameata naval ata Europa A
Inglaterra possue seis peots, cujos tiros podem
perforar ebapas de ferra coa a eapessura de trinta
e seis pollegadas e desosis qae perforaos as de via
te e oito.
A Franc. i tem quatorse pegas para as chapas
de vate e ete pollegadas e quatorse para aa de
vicie e cinco.
A Italia tem Tinte pecas para as chapas de trin-
ta e tres pollegadas e a Bussia tem vinte para a*
chapas de vinte e qustro.
Felizmente para todo ha remedio.
O 8r. Waad discobro urna preparaoo a base de
Caoutchouc nao inflammavel, imporavel e inalte-
ravol aoar, auseeptivel de multas applicacoes,
masque destinada especialmente para proteger
os navios de guerra contra a grosaa artilharia.
As bailas laucadas pela metralhadora Narlen-
tel contra urna chapa, com que se encouraca os
navios, forrad dessa substancia, a que o inventor
dea o nome de Woodite, atraveasaram a chapa e o
revestimeuto mas a Woodite contrahia-se e fechau
o rombo que ficau perfeitamente estanque.
Panellaa Desta villa nos escreveai o se-
guinteem 18 deate mes.
O-dia 15 do corrente foi para os pauellensea
am verdadeiro da de regasijo, e desde as cinco
horas da manh qinadn tod^s os habitantes fo-
ram despertados palos estalos dos foguates ao ar
acompanhados dos soas da banda de msica da
locadade, sob a direcea do babl profe.sar Ma-
riano de Assis, at a noute quando se termmou
urna soire em casa do coronel Joa dos Santos,
notara-se que alguroa couaa de extraordinario pas-
eara se na villa.
Foi a installaco solemne do Gremio Litera-
rio Becreativo Panellense no paco de cmara mu-
nicipal qae se correspsnder espec.ativa viri
traser para nossa comarca grande melhoramento.
< Depois de inuitos discarsas e poesas edas
camprimentos da estyio a familias e cidadas qae
abrilhsntaram s festa, procedeu-ae a eleico da
directora e que dea em resultado o seguate :
PresidenteDr Jos Paulino Cavaleante de Al-
baquerque.
1' Vi ce-presidenteVgaria Cjnuio Walfrido
Gurjan.
2- Vice-presilenteTeneute-caronei Jos dos
Santos e Silva,
Io SecretarioCapito Jos M. de Oliveira Gai-
maros.
2 SecretarioAlfredo dos Santos e Silva.
Thesoureiro Maj ir Cesarlo de Benevides
Falco.
CanselheirosMajor Arcenio O. Bibeiro Cam-
pos, capites Joo J. Bibeiro Campa, Jca Bufi-
no de Mella, tenente honorario Miguel do Reg
Barres e Mauoel Albino de Mesquita.
OradorC'ipito Florentino B. L'ite.
Vice oradLr anuaria da Silva Serolio.
Bibliotheeario Profeasor Manoel Ben;gaa da
Silva.
AdjuntoPonoiano Cavaleante.
(JonVa-nos que a pos se ser domingo prxi-
mo.
Parabeus aos Panellenses par esta til cm-
preza e praza aos Ceas que elia corresponda a
vistea doa se* promotores .
sif VicenteDesta loc-ilidade recobemos o
seguinte :
< Esta 4>avoaco que na da 18 do tnez finio
Uvaa-se di mancha da escravido, sf empre-
ganda tedas oa meiss, pira que a importante fre-
guesia de que ella sede, si-ja a primeira regue-
zia da provincia que d o gritoLiherdade.
Para iato os seu3 habitantes acabam, de ac-
cordo com siguas senhares de cngeuho. de fundar
urna sociedada com o titulo deSociedade Liber-
tador i Viceatinacom o fim de tratar da im-
mediata aboligo da freguesia. O nosso am'go o
Sr. tenente Luis Gu-dea Alcoforda, em regasijo
pela fundar;.io da dita sociedade, alforrioa sem
coodccSa aoa ltimos cscravoa que possuia em na-
mei-j de 3, Joanna, Maris e Jos. pha. Tambem &
Sr. Joaquim Mariano daSi'va, reodeiro da enge-
nho 8. Vicente, em regasijo pelo mesmo facto al-
farriou ao seu ultimo eturavo dicao.
O Sr. capito Pedro da Cuuha Cavaleante Fi-
Iho, qae foi at o dia 12 da correute um p'rsegui-
dor de eaeravos, nesae da den liberdade aera con-
dicia ao seu escrava Ignacio, e com a obrigaca
de servicoa at o aia 31 de M ireo de 1839, aos
ultimas que possuia Joa Bibeiro, Bemvindo e
Tertulina, e aos quo eato fgidos se deutro de 15
das se apresentarem, Laurentino, Justina e Ma-
ra.
Reunidos os libertados foram agradecer ao
lluatre cap a, qua possuido da mais viva alegra
offerecen um copo d'agua aos seus amigos presen-
tes, e par esta occasio depois de levantados di-
verses brindes, tomou a palavra a joven D. Dio-
linda de A Andrade Lima, e pronuaciou algumas
patarras sobre a abolica, terminando por entre-
gar a carta de liberdade ao seu nico escravisado
Flix, de 22 anuos de idade
Falhu nests occasio o Bevm. vigario padre
Andr Curcioo de Arauj o Pereira, congratulando-
se com o illastre capito e sua Exma. familia, e
com todos os seus psrochianos abolicionistas, com
quem contava para a immediata a o 1191.- de sua
cara freguezia. Fi muito applaadido.
Durante o copa d'agua turam' brinda loa os
Exms. Srs deputado geral Dr. Aguiar, padre Ju-
lio de Barras, Irmeu Macelo, a iavieta cidade de
Goyanna, o Bevm. padre Andr Cursino, o espi-
ta Francisco Cabral, acodo o brinde de haura le-
vantada ao Exai. Sr. conselheiro Joo Alfredo
Corris de Oliveira.
< A msica Vicentina tocou dorante esta mo-
desta festa abolicionista.
A autoridada policial acaba de proceder a in-
querito policial contra Manoel Joaquim de Arro-
da, vulgo Manoel Sereno, indiciada em furtos de
cavallss, a requerimento do Dr. Pedro Pedresa,
promotor publico desta comarca.
Directora naa ouraa ae couserva-
eo doa porto de Pernambu so Be-
cife, 21 de Abril de 1868.
Bolfltim meteorolnpHco
-fl Q 3
cloras 9 3^ g s 2 0 p 5o Barmetro a Tenso do vapm- OS a
O a
f3 s n
6 m. 253 ' 760m38 19,65 83
9 285 761">21 20,21 69
12 29-3 760>88 20,27 61
3 t. 2808 7.-9ai42 20,0 i 67
6 i78 759m86, 19.71] 70
l'emperacura mxima29*,50.
Dita minima25*,00.
vaporaclo em 24 horaaosol: 4,o? ; som-
bra : 4',5.
Chuvaaulla.
Direces o do vento : E demeia noite at 5 boras
da manh ; NE at 6 horas e 35 minutos ; E at
4 horas e 43 minutos da tarde ; ESE at 6 horas e
30 mioutoa ; 8E at 8 hars e 10 minutos ; ESE
at 8 hora e 25 minutos; E at meia noite.
Vetoaadade media do vento: 2>,43 pur segando.
Nebulosidade media: 0.40.
Boletim do porto '
Altara
< 8. M. P. M. el. M. P. M. 'Da 24 de Abril 25 de Abril 3 [ Hora 913 da manh 337 da tarde 9-45 > 4 0 da manh
0,-39
2,-78
0,20
2,"i89
Btetsnlde sjoclae Ha domingo as se-
guales :
Do Instituto Littorario Oliodoose, s 10 hora
da maab, eut sua sede, do canselbo director.
Da Mont -Po das Typographos de Pernambu-
co, s 10 hora da manb, em sua sede i ra do
Co.-onel Suasauna n. 41, '" andar.
ieiia>NEUeotuar-se-bo:
Haje:
Pelo agente Gusma, s 11 hor 13, na ra da Au-
rora n. 123, de movis, loucaj, vidroa, carrea, etc.
etc., um cao e ama vacj\.
Amanh:
Pela agaut Gusmo, a 11 horas, na ruada
Aurora n. 123, de movis, loucoa, vidros, carro,
etc., etc.
Mlaa fnebreSera celebradas:
Amanh :
A'a 8 bor-8 no Paraso, par alma do desembar-
gador Francisca de Aasis Oliveira Maciel.
Sabbado :
A'a 8 hora na matris de Nasnretb, por alma do
desembargador Francisco de As.is Oliveira Ma-
ciel.
paselroSahidos para o sal no vapor
nacan. I Maranho :
Dasembaigador Luis de Albuquerque Martina
Pereira, O. Beato C. dos Santos Bamos e saa se-
nhara, Dr. Marianno de Medeiros, Dr. Affonso
de Meleiroa, Manoel de F. Guimaries, Edmund
Caz, Dma A'ves de Mello, Mara Alves de Mello,
Mana, i'asiue Mareira, Samuel Vas e saa senhora,
Dr- Alfredo Leite, Joo P. Gaocalve da Silva,
Antonio G. da Cosita Jnior, sua senhora e 2 fi-



r
1

;
1


Diario de Pernambnco--Quinta-feira 26 Abril de 1888
Ikos. tente Laopolda
B. d Gouveia, sua te
jstrangeiros 10.
de Oliveira, Jorf "*. f eT RP- -? ,L'? '
Joto B. da Silva, J"3 A. 8. do Braa.l I ak.r,
Tirwmdia Ijimigannaluu, agama, Sambalinga,
PsoUnde-. Jubo, &*> G011 Vicente Gentil
Fidli Antonio Fiora, Joto Ohapaleiro, Casimiro
V. deOu'ro, Joaquim P. de Carvalho, Salvador
A. do Almeida, Januario Romano, Antonia Pe-
reira, Carlas P. ttibetto, Vicente Bello, Falix Jo
de C Lyra, Ricirda Brenao, Lom-eaeo Beierra
Civaleiute, Salvad>r de Almeida, Francisco M.
Fonseca, Joto A. M. Palacio, Dr. Cypriano Al
Cjfcraco e Antonio C de M. Lima.
I Sahidoi pira o norte no vapor, americano
Finance: ,
Dr. Jos Moreir Atves da Silva, ana senhora,
4 filhoe e 5 criadas, Dr. Eduardo do Oliveira, R.
B. B-nnett, capitto R. Lavender. E. D.
Atkina, O. P. R bberg, Thomas J. Gaafregs, C.
Smith e \V. Moatgomery.
Caa de uelencao-Movimento dos pre-
oa da Casa de Detencto do Recite no da 24 de
Abril de 1888 :
Exis'.iain 317 ; sahram li ; exia'm .au.
A aaber:
Nacanme 286' ; mulheres 7
Tjtal-303.
Arraeoados 261.
H na 253.
Duei/iea 8.
Total261.
Movimento da enfermara :
Teve baix-i :
Joto Rufina doa Santoi.
Foram viaitadoa oa presos d 'ste estabelecimen-
ti pac l'J4 pessoas, sendo 67 bouens e 37 mulhe-
res.
Hoapital Pedro IIO movimento deite
hospital na da 24 de Arbril, foi o seguinte :
Entraran)............... 22
tabiram.. v............. 12 -
Fallecern............... 1
Existen)................. 590
Paran visitadas as respectivas enfermaras
loa Dra
Hascoso, as 8.
Cyaatn o, s 10.
Barros S.ibrinbo, s 6 1 [2.
Malaquias, s 9 i[2.
Ponte!, t9 1(4.
Estevao Cavalcante, As 8 1(4.
Simoia Barbosa, s 10 1|4.
Cirur.i" dentista Numa Pompilio, s 8
^ phaiinacentico entrou s 8 1(4 e sanio
da tardo.
O ajudante entrca a 7 1|4 horas da manha e
sabio i 4 1|2 da tarde.
Lotera do Para -A 8 purte da 18 lo-
tera, pulo ouva plano, cojo premio grande de...
60:000* 8?r exirabida no dia .. do corrente.
Cemilerlo publicoObituario do dia 24
de Abril : oo
Chriepiuiano Jts dos Santos, Parabyba, 23
annos, eolteiro, Ea Vista ; aacite.
Franci-ca Hacia da Conceicto, Gra<;a ; para-
lysis g?ral.
Blanne), Pernambuco, 5 horas, Boa-Vista ; in-
viabilidade.
Joaquina. Fern.ndes de Asevedo, P.rnambuco,-
36 annis, viuvo, Boa-Vista; leryae do figado.
Alice, Pero-.moueo, 8 mezes, 8. Jos ; convul-
*to.
Saverino Jote de Sant'Anna, Pernsmbuca, 7o
annos, s Itriro, li a Vista ; taaot canceroso.
Antonio Francisco, Pernambnco, S. Jos ; con-
gestao cerebral.
Thereza Sebsstiana de A. Machado, P:rnam-
nambuco, 59 annes, casadB, S. Jote ; tuberculose
pulffiormr.
pe-
hc
s 4-1
INDICARES TE1S
O Dr. Barros Cuimares
Piie ser procurado no i seniptorio da re-
dosla d'este Diario, ra Duqu.3 de
Casias n. 42, 2. andt-r.
O Dr. Milet tem o sea escriptorio de
advocacia, na ra Duque de CaxihS,
n. 50, 1. andar.
Dr. Stabra, advogado. Ra do Impe-
rador n. 30. Das 10 horas do dia s 3
da tard..
Medico*
Dr. Barreta Sampaio d consultas de
meio-ilia s 3 horas no 1. andar da casa
a ra Baraoda Victoria, n. 51. Reai-
pencia ra Seta de Setembra n. 34, en-
trada pela ra da Saudade n. 25:
Dr. Joaquim Loureiro medico e parteiro
Consultorio na ra do Cabug n. 14, 1
aa-ar, de 12 s 2 da tarde residencia no
Montiro.
O Dr. Castro Jess medico e operador,
consultas das 11 s 3 da tarde, ra do
Borj-Jesus n. 23, 1. andar. Residencia
Travesaa dos Ruinadlos -Passagem, portao
n. 7.
O Dr. Alvares Guimarftes chegado da
corte, dedica se medicina em geral, e
com especialidade" s molestias do coracao,
pulmSes, figado, estomago e intestinos, e
tambera s convnlsdes e ostras molestias
das enancas. Reside praga Conde d'Eu,
n. 28, 1. andar, e t-io cousultorio ra
do Bom-Jcbus, n. 45, onde diariamente d
consultas do meio-dia s.3 horas da tarde,
aceitando chamado em qualquer desses lu-
gares. Telephcne n. 381.
O Dr. Matheus Vaz, medico, mudou a
sua residencia para a ra dos Pires n.
83 A, onde po lera ser procurado para o
exarcicio da sua profissao. D consulta de
11 horas da manh s 2 da tarde na ra
do BarSo da Victoria n. 32, 1 andar.
Dr. Cerqueira Leite, tem o seu escripto-
rio ra Duque de Caxias n. 74, das 12
s 2 horas da tarde, e de?ta hora em dian
te em sua residencia ra da Santa Cruz
n. 10. Especialidadesmolestias de se
el.oras e enancas. Telephone n. 326.
0cuHa
Dr Ferreira, com pratina nos prinoipaes
hospitaes e clnicas do Paris e Londres,
d consultas todos os dias das 9 horas ao
meio-dia. Consultorio e residencia a ra
Larga do Rosario n. 20.
Drogara
Francisco Monoel da toa & C, deposi
tarios de todas as especialidades pharma-
ceutiras, tintas, drogas, productos chimi-
coa e medicamentos homeopticos, ra do
Mrquez d Olinda d. 23.
Herrarla a vapor
Serrara a vapor e offidnas de carapina
Je Francisco dos Santos Macedo, caes du
Cap harina n. 23. Neste grande esUbele
cimento, o primeiro da provincia neste ge-
nejo, coaipra-se e vende-se madeirt
de todas as qualidades, serra-se madejrae
de :onta alheia, aabim como se preparara
'obras de carapina por machinas e por pre
(es em competencia Pernambuco.
Drogara
Faria Sobrinho A C, droguista por
- atacado, ra do Merque* de Oliada n. 41.
piMftACOES i reamo
MiHisterio publico
Sob esta epigrapbe encotraitoa n Diario dt
Hoticias d* (ne, em umde srus ulloiM nnnteros, a
BOticU de que o Sr. conseiheira Ferreira Via'nn,
actual ministro da jnitica.na ouvavel intuito de le-
vantar bvm alto e sen nom.-, incumbir o notavel ad-
vogado Dr. Carlos d Carvalho de formular na
projecto, para reorganisacia do ministerio pu-
blica
Acerescenta o allodldo joraml, qaa o rdito don-
tor tem trabalho quasi prompto e pretende n'estes
poucos dms faier d'elte entrega ao 8r. conselheiro
Perreira Viann.
Para os verdadeiros patriotas, para aquelles qoe
desatan o adiantamento mjral do nosso pata, o
acto do ilustrado ministro da justica devo merecer
toda importancia e grandes applaosos.
Sabem todos ate onde tem deacido entre nos
a instituicio do minrteno publico, vindo i pro^o
sito lembr.r que o Marqoe* de 8. Vreaatr, em tem-
pos remotos, defioindo a, dase qoe na a a tinha-
m^s muito incompleta.
Aceita p-los palitieos manhosos, pelos macha-
vello, a falsa theoria do que o cargo de promotor
publico tem lga?to intima com a economa priva-
da dos partidos, esquecidoa assim o seos grandio-
sos 6na. temos assistido ao trise espectculo de
dtrrubada* completas, por oeeasito de mudanzas
em no.-sa poltica.
O resaludo de nm saelhante anomilia tem
ido so e sement em prejuiro da grande causa d*
justica publica, porque substitoe-se multas vetes
um promotor publico intelligeote, estudioso, hones-
to e cumpridar exacto de deveres, por um outro
com qunlidade inteiramente oppostas.
Cremas com multo bons fundamentos que, entre
outros pontos importantes, nao serto esqoecidos
pela talentoso autor do projeeto, em confeceto, 03
seguintes :
1.* Tornar os cargos de promotor publico vita-
licios, 4 emelhanca dos de que nos talla o art. 153
da Constituido Politiea do Imperio, estabelecendo
entrancias que, premiando o o ento, sirva de esti-
mulo aos que es pzercerem ;
3.* Tomar incompativeis as funec.s do minis-
terio publica com a advoeacis ;
3<> Augmentar o ordenada dos promotores p-
blicos, de moda que elles, pelas circumstanciaa
de independencia, aiotam se fortes p>ra o bom des
empeuha de seus deveres.
O bem onhecida jurisconsulto Dr. Cirios Perdi-
gto, depois d largas considersc^s faitss na Oa
zeta Jurdica, diz o seguinte : -
Demos, poia, estes (anecionarios a posicio,
as at'ribuicSes, as insignias, o tratamento, a im-
portancia e o accesso que deven) ter.
E 6(5 sesim snas tanecoes, em lugnj de serem
um meio, serio um fim. >
Muito podaramos dia.^r em desenvoIvimnto aos
tres ponts cima indicados; cedamos, pirm a
paUvra q :em, melhor do que poderiamos fazel-o,
\{i ."STPveu sobre o assumpto no jornal scieotifco
0 Municipio, (de Vassouras, provincia da Rio de
Janeiro :
Pura que a promotoria se torne a xagistratu-
ra militante, debout, na pbrase francea, releva
aesegurur a indepeudencia d .8 funecionarioa, sup-
primindo-se a faculdado quu se entreg-^u ao ese-
cntive de dmittil-os com atbitri 1.
O promotor devo ter a certexa que vibra a
eopada da lei, sap rior aos ataques do poder e s
m^cbnaces das mflacucias locacs.
Na possivel e- r ao mesmo temp 1 bom pro-
motor e bem advoga-io. A s^veridade da primeiro
mibter prejudica o ultimo, afastando a clientella,
on o des"jo de nutrir esta e alrgala, o torna re-
misas nos deveres para com a soeiedade, que tam-
bem nobre cliente, c;ufiou-ihe os s.us mais sagra-
dos ioteresses.
II nma verdadeira bypothese, mas esta tao
ignobil, q*A hesitamos em enuncial-a : o funecia
uario publico val-je de 8U1 posijio e a explora
no sentido de beu< filiar o causdico.
Um avi.o do Ministsri.i da Justica declarou
que o promot r nilo role advogar ein prucfssos
civis, usueptiveis de assumirem a feicaa crimi-
nal.
t?e-guntamos qual o processo civil isunto da
posih.lidade de dar espaco ao criminal ?
t Ni procesa's aivis empregam-se o docum n-
to escripto e a prova testcmunbal, que se prestam
i o piocebsos do falsidade e do perjurio.
No jago das transaccSes privadas a cada mo-
ni ota urge a epp_ce delictuosa. As faltas da
ppssoal forense sao outros tantos ensejos de por
em movimento a legislado r presaiva
Eui jn'io de tamauho cabos que panosa e rqui-
voca k ettitude do promotor aivogado.! Accaea a
lalsidade do documento, o porjuria da t^stemunba ;
parece: A desp-ito da procurador, contrariada pela
escriptera t p*lo dipoiiuento.
t'romotor e a mandtnd> o seo escriptorio'para communicar lhe
na sinciiidude confidencial, de qua a advocara
carece, todos es arcanos da caasa, e o cli?nte re
ferio oceurrencias iaquinadas de crim?. Kis umi
face terrivel qae se revela na daalidade sajeita
uoasa analvse. A advocacin o sa:er io'.'ia, em
cuj > seio o ci adao tranquillo deposita os mais de-
licadas myaterios da sua vida, mas na pr.motoria
encarna-sealucta implacavel da sociedade contrao
delicto. Como adunarem-s* em tal conjun^tura
as exigencias dos dous ministerios? Collisto de
devores, que nenhum sophisma s t capas de re-
mover.
Inquirindo o qnn pussa explicar a anomala
argjida, affigurou s-'-nos que foi motivada por
consideracoes de economa.
Pretendeu-se um servico barato ; para isso
marCou se aos promotores um ordonado meequinbo,
preparada a excusa que na Ibes en vedada a car
reir da advocacia.
At bem pouco temp) percebiam os promoto-
res o mais tenue dos vencimentoa; o d.'cr^to de 2
de Uutubrode 1873 augmentau-os, sendo afioal sa-
tefeito um melboramento de ba muito reclamado.
Ddcrete-se a incompatibi idade da promotoria
e da advocacia e constituida -aquella as condicoes,
que mencionamos, adiante-se o passo alero da cita
do decreto de 2 de Oatubre, em ordem dotarem-
se os agentes do ministerio publico dos meios ade-
qoados s suas variadas attnbaices, cuj > exacto
drsempenho pede orna viva mobilidade p.r todas
as regios dos respectivos diatrictae. >
O que mais poderiamos dizer ? E.u linguagem
clara e incisiva, fieam euum-rada os pcincipaes
Jeftitos do ministerio publico.
Aa primeiro ministro da justica, conselheiro Fer-
rei Vianna, cujas glorias na c^rgo, que tio digna-
mente oceupa, desejamos vor contadas pelos 1 tus
dias de governo, cabe exiorcarse para que, antes
de terminada a prxima sessao legislativa, 8 vertida em lei a sua projectada reforma.
Qae o alcance; bem como que possa melhorsr to-
das as instituio.-s presas reparticSo seu Cargo,
um dos nossos maiores anhelos.
Eecife, 24-488.
Aristteles.
Palmares
O jniz de direlto Je Palmtires,
Luiz Igaaclo de Helio Barreta
t AO PDBIilCO
Abaixo don a estampa, sem mais observafto
algums, o officio que dirig ao Exoa. Sr. desembar-
gador presidente da provineia, por oecasii do
desmentido que deu a minha comitunic&co tee-
graphica a S. Exc o delegado de polica deste
termo, capito Hemeteria Portel la, em sua partid-
paco policial ao Sr. Dr. chefe de p.dicia propo-
sito dos acontecimentos que aqui sk dersm no dia
l'i do correte, publicada ao Jornal de 18, e no
Diario de 20 do m.'smo mes.
Por elle dir o publico, se a invordade e lumnia, como os assaltos do odio do... infiel, 'ue
as fcjgicou, sao, ou ntoylesmacajad- s. Eil o :
Juno de direita da-comarca de i'almares, cidade
de Palmares, 18 de Abril de 1888.
Llin. e Exin br.Leuio na parte da polica
bont- m dirigida a V. Eic. e publicada no Jornal
do Recife de beje, um otficio par copia da delegado
de puhcia deste terico, sob a data de 15 do corrente,
ao Dr.cb'f.1 de polica da provincia, em addita,n-*n-
to io tekgrmina, que dis aquelle delegado ter-lhe
expedido na mesmo da, attribuindo-me esae officio
sem acaobnixunta algum, ter dirigida telegrammas
asenstadores, e distuuid s de verdade, p >r ocas-
sia das tiistas oceurrencias qua aqu- se deram,
na dia l' ultima, quando ao diaer do delegado, a
verdade que nada bonvj na localidade, aenio
simples e cummedida empego da fdrea pelas pa-
truhaa, iju 1 fiera postar s aveuidas da cidad ,
uo mu! dt I mar. in armas aas fretros, que easa
autoridad declara ter tiia noticia de virein arma-
dos, s me.ite dito, mas lig-iras eontut :a, em 5 ou 6 pai-
sanos que reeintirnm uo acto de. serem corridos
teiegrammas, que, segunda o mearay oiH.-o xpe i
por attnbuir meo dirnto de di
bliea, qua ido o que sa deu foi f,
ato.
Puco licenoa a V. Exc. paa sigoificar-lbf, como
proieato, em honra do mea carg 1, contra o acerva
de falsidades, com que julga poder defender-seo
delegada, queuamaiUT irriacio das saimase qnan-
da multas pessoaa ue consideracia, entre as quaes
o Dr. aldaiiba, negociantes e pas de familias mu
pracuravam reclamar providencias, contra ti at-
tentados que trouxeram a cidade emseusacto, xac
tamentn no momento esa que o Dr. Cormlio indig-
nado oam tantas vwlaottas e perturbajiu da or-
leaofcy oicia 11
lingJ a opmio
facTaJfem sigu!
pu-
ifica-
dem, s quaes elle mesmo ntolple escapar, sendo
desautorado no quartel pela soldadesca desenfreia-
da, que jsuppunba-se de posse da cidade, e de
lugar dominante juntos feira fallavaao povo, com
toda a ensebase da seu verbs autorisado, tudo em
contrario ao qae afirma n delegado : nessa occa
si3o, repito, foi que 'exped um nico telegramma
ao antecessor de V. Exc. communicando essas oc-
eurrencias e pedindo providencias, como era do
meu dever ; telegramma, que por ser a expreasSo
da verdade.anda urna ves confirmo, o qual feliz-
mente tem per si toda a cidade aom excepeto da-
quelles que se aproveitam da inezcedivel fraques
e inepcia do delegado para fins menos dignos ; fra
queza e inepcia das quaes tem dado constantes
provas, sendo urna deltas a que boje mesmo exhi-
bi, em roda de cavalbeiros, onde se acbavam o
capit Man ni Dias Sonto, tenente Prancelina
Santa Rosa e muitos outros, declaranda-lhes em
ultimtum, por interpellarem-n'o, sobre esses m-a-
moe tactos qne negava < que elle bem via e sabia
da verdade, mas nada poda facer, e do qua bavia
nto era o culpada a !
S, poia, a verdade o que refere o meu tele
gramma da maioria de cojos tactos, eu propro fui
testemunba, por ter de mmtaa morada vsinhan$a
da feira, os presenciado, vendo passar-me pela
porta diversos feridaa asss maltratados, sendo-me
outros confirmadas por diversos, entre oa quaes o
mesmo Dr. Cornalio, que logo aps procurou me
faxendo-me ver sus indignaoio, diante de acont
cimentes tao tristes e sem justificaba e anda mais
em frente a declaracia a que aliado -do de'egada
perante os cavaiheiros que menciono, o que bem
vale a confissa de eu* inverdada quando falsa-
mente e de modo desairoso me contesta ; desa-
nimador, que nestascandico:s, quando o agente da
autoridade na tem o direito de dizer tanto, acha-
te-se por tal modo o delegado de polica deste ter
roo, faltando vergoobosameote a f oficial aa suas
partierpaces, calumniando ao mesmo tempo o ma-
gistrado, eocancida no deseuapcnha do dever, e
que, merc de Dos, nunca deu occasio a sus-
peuar-se de si, sem que entretanto lhe possa at-
ienta* o arr> j 1, a consciencia qoe todos tem, de
que p-la pobreza de animo obedece esse delegad
ae genio do mal qoe afflige esta localidade subscrc-
venda a falsidade e o iusulto em desabafa seus
odios pessoaes
Nao candemno, Exm' Sr., a que se defende, pois
sei relevar as fraquessa do bomem ; mas a mentira
e a calumnia girando sob astro plano, nao aa sei to-
lerar, e por issa que aeiso exuedendo-me na ener-
ga de alguma expresso, rogo a V. Exc. que me
releva, aspim como que ae digne de permittir me
a publicacto de te Deus guarde V. Exc
Mm, e Exm. Sr. desembargador Joaquim Jos de
Uiiveira Andr.ide, mu digno presidente da pro
Joaquim Oliotho Bastos.
Dr. Maooel Barbosa de Araujo.
Antonio Gomes de Mattos.
Dr. Joaquim da Silva Cabral.
John Mullett.
Arthur Gomes de Mattos.
Dr. Carlos Alberto de Menezes.
Demetrio Accacio de Araujo Bastos.
D. Annunciada Camilla Alves da Sil
va.
L^opiliina de AloieiJa
D. Umbelina
Moraes.
D. Raa Candida da Silva Graca.
Esposa do Sr. Arthur de Mattos Sabri-
nho.
Esposa do Dr Pedro Jos de Oliveira
Pernambuco.
Esposa do coronel Joaquim Jos Silveira.
Esposa do major Luis Antonio Ferraz.
Esposa do Sr. Joaquim de Gonveia Cor-
deiro.
D. Argantina Araripe Silva.
D. Marta Magdalena de Avellar.
a
p
Raa da Aurora a. 39, esquina
da ra Formosa
InstruccS), primeiras lettras, portugus, francs
ingles, aliento, geograpbia, msica, piano, dse
nho, bordados eto.
A directora,
Augusta Cmaro-
DtCLARACSR
Ocalista
vncii.O juis de direito, Luiz Ignacio de Mello
Brrelo.
Florala
Sob b c.pa do aconymo, se publicou no Jornal
do Recife de 23 d Marco fiado, um artigo', que
turnando proporto:'s de verdadeiro pasqun atira-
se < utra autoridades honestas e selasao no cum-
primeuto do seus deveres.
E assim, o Dr. Correia de Aranja, o capitao
Gancalvcs Tarree e o major Valgueiro Barras nao
foram p.up.dos n'aqu-lle arancel, nicamente
porque se revelam obstculos perpetracto de
cria.es, B actos meaos decen' 's, que, entretanto,
eram praticados nesta esmarca t
A bombridade, p rm, d'aqu lies cavalh ir s
motivara a tarp.oza da linguagem, que, encobrT-
do a torpes de pinsamento, creou o anonymo a
levantar calumnias, Crimea, e responsabilidades,
que pezam sobre outros, mas nunca sobre aquelles
Ilustres e dignos cavaiheiros.
E, se, o anonymo, d'isso se quizer convencer,
dispa a mascara, que rece'oer a merecida respas-
ta, sem, eutretauto ser mistar o elemento da co-
vardia, que nicamente d.farca anonymos.
Ahi fica o rep'.o.
Floresta, 7 de Abril de 188.
Candido Forras Nogueira.
Uquidfo de porecntagem
A'analys; de pucis destacadas de nns autos, e
anda mais de simpes truch s das nesnas, serve
mais para confundir a quem nao conhece todao,
do que pira habditur a se formar juiso seguro so-
bre urna decisto.
Estand', orno erem>s, eui b f os patronos
dos Sr*. A. A. Pereira da Silva e A. Qoncalves de
As- vedo, se qae.em levar para a impransa a
queito, em qua se acharo einpenhados, e sujei-
tnl-a a apreciauto do publico, seria conveniente
que ant's de bcus commeutarias pnblicassem, de
accordo, todos 08 seus articuladas, arrazoadas, do-
cum-ntas e phicii, at na ordem em qae se acbam
nos autos, pira que s possa farmar um juizo com
verdadeira conhecimeuto da causa.
Y.
^
Frestueata. do Sanilsslma SserameB-
lo .ia BaaVisla, esn 95 de Abril
de 1898.
PeBssoas qae tm da promover os exer-
cicio8 do trn-z de Maria nesta matriz no
corrente anno :
1* semana
Procurad ora
D. Thereza de Jess do Bago Barros.
Z-ladoras
D. Maria Loprs.
D. Amel4 Lopes.
D. Raymunda dos Santos Aluiaida.
D. Carlota ue Barros Barrito.
D. Lonidia Alves Coelho.
D. Aruelina Caropello,
D. Benemrita do Reg Barros.
D. Evelina do Reg Barros.
D. Felippa de Oliveira Andrade.
. Maria Anna do Rgo Barros.
2 semana
Procuradora
D. Juvina Veras.
Z4adoras
D. Cjnstanca'do R-go Dantas.
D. Maria Waldetrudes Barroca.
D. Maria Veras.
D. Maria Anna Barreto.
D. Ermelinda Buarqun Lima
D. Laura da Veig Pessoa.
D. Thereza de Barros Barreto.
D. Theresa de Albuquerqua Cavalcante
Viann^.
L). Tnerez, esposa do Sr. Alfonso Lucio.
D H-meteria de Moraes Carvalho.
D. Francisca Milet.*
3a emano
Procuradora
Baroneza de Campo-Verde.
2 fiadoras
D. Maria Emilia Soares Vianna.
U. Oiindioa Carneiro da Cunha.
D. Adelaida de Lames Bastos.
D. C>rolioa Moreira.
D. Maria Clementina Moreira Portella.
D. Joannad AraujoB.stos.
L). S iphia Cintra.
D. Gcrtrudes de Almeida a Lobo.
D. Mara de Queiroz Barros.
D. Philo nena Fonseca.
4* semana
Procuradora
D. Adelaida de Figueiredo.
Z'iladoras
D. Prxedes Pitang*.
O. Marta das Meraez Bezerra de Menezes.
D. M.ria das Meruez Fo itual.
Espo a do Dr. Joaquim da Costa Ribairo.
D. Maria Bzerra de Menezes.
. Maii, esposa do Sr. Julio Cesar P.
Barreto.
D. Rosa Miraboaux.
D,. Anua Correia de Arnujo.
# Ernestina, filda do coronel Manoel
Gonc->lves Pereira Lima.
D Maria Maia.
Enoarregados da fasta
Padre Dr. Jeronymo Thom da Silva.
Paire Valeriano de Alleluia Coma.
i. 4r.
Constipaiao habilaal do vqaire.
Palatra* consolaiiora*
O Dr. Cyrui \V. Nelson, de t ton, autor das
obs-'rvacoia ubiaicassobra o trataoseiuo das mo-
lestias abdomiiiacn dz urna carta datada em 27
le F- v.'reiT, da 1862
E considero as pillas assucaradas de Bris-
tol, o melhor rem>dioat boje couhecido para a
cura de constipacto chronica de ventre. Ellas
nunca mefalharam, e teoho-as ri'csitado em mais
de 50 casos. Elle acrescenta mais : Qae para
todas as irregularidades do apparelho digestivo,
do figado e os intestinos ellas sao o remedio mais
superier e til que elle jamis tem receitado
sendo oerfeitamente seguras e de eminente con-
fianza. *
Uaa testeirunho semelbante nos foi voluntaria-
mente fornecida pelo Dr. Humphrey L'ttsom, de
Chicago, o qual aponta uo menos de 30 cas s de
eo istipaco haoitual e hemorrhoias. com os seus
names e datas, para os quaes elle administrara as
pillas, tendo alcaocado de todos elles os mais fe-
lises resultados A excdllente forma em qu aa
pilulas vio acondicionadas, achando se mettidas
deu'ro de frasquinbss de vidra, as torna perfecta-
mente invulneravcis e a sua c. nservafto fixi e
perfeita em todos os climas.
En todos os casos de impurezas da massa do
sangue, di va-se usar da salsaparrilha do Rristol,
conjunctamente com as pilulas,
Ao director das obras publicas
Os moradores da Estrada Nova do Cax^ng,
peden a V. S., que se digne prestar attencto para
o mo estado em que se acham as vallas da mesmu
estrada, pois quauda 03 empregados da co&panbia
do Caxang vto fazer a limpagen d. s tnlhos,
atiran con o sujo para dentro das mesinas vallas,
empatando assim a evacucSo das sguas,
Df. iilfa Ferreira
Medico e parteiro, com pratica em vanos boa-
pitaes da Europa as especialidades de molestias
de seoboras e da pille, d consultas na ra da
Cadeia n. 53 i. andar, de 1 s 3 horas da tarde
a reside oa ra da Conde da loa-Vista n. 24 1.
Tclepho e n. 4.2
9
Dr. Barreto Sampaio, medico ocu-
lista, ex-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, d consultas de meio dia s
3 horas da tarde, no 1.a andar da casa
n. 51 roa do Bario da Victoria, ex-
cepto nos domingos e dias santificados.
Residencia ra Sete de Setembro n.
34. Entrada pela ra da Saudade n. 25.
Ao Haci> de Crdito Real de Per-
nambuco e aoa Sr. Cardoso di ir
mo, i'O-proprlelarlos do ensrentio
Coneelcio doa Milagrea, de Serl
nhaem
Constando a abaixo assignada qu; o en
genho ConceicJLo dos Milagrea se acha by-
othecado ao Banco de Crdito Real de
Pernambuco, em sua totalidade, vera pro
testar contra esaa transacr^iio, porquanto
seus fib'S menores Joao e Jos (esta fal-
lecido), herdaram urna parte *o < rogenho
Quileba, (em cujas trras foi levantado o
engenho Conceijao dos Magres), no in-
ventario de seu tinado pai Manoel Jas de
Miranda ao qual tocou dita p ,rto no in
ventario de sua mulher D, Manoela Eleu-
teria de Brito Fo tes, que p3r sua voz. a
herdou de seu pai Antonio Goncalves de
Fontes, e protesta fazer valer em juizo
os seus direitos e os de seu filho tutellado
Joao.
Rio Formoso, 9 de Abril de 1888.
Angelici M-jria Archanja de Miranda.
Leoaiir Porto
i
i!
RHa do linj>3r.\-l >r a.
Io andar
-*. a
Fundado em 1873
INSTaUCCO FBIvIAKIa. SECUN-
DAhIA E RECBEATIVA
RA DE S FAKCI3 JO, PALACETE
N 72
(Junto pstasao)
Neste c dli'go ensina sa primeiras let-
tras, portugus, latim, francs, ingles,
i -ithav'ticB, g ometria, algebra, rbeto-
rica, goographia, pbilosophia, msica,
danca e donenho.
Os professores sao habilitadas e morali-
sados.
Haa atimentacto e predio commodo,
acerado e fresoo.
Admitte alumnos internos, meio-pensio-
nistas e externos.
Os Srs. pr-tendentes sao convidados a
comparecer no cstabelecimento, onde te-
r3a todas as iuf^rmaco.-a.

Podemos assegurar (3)
Infelizmente bem commum, na corte e
nesta provincia, urna molestia terrivel, co-
nhecida pelos nomes de tsica, oonsump-
980, doenca do peito, etc
NSo pretendemos affirmar que o Peito
ral de Cambar, dessoberta do Sr. Soares,
de Pelotas, cura todas as tsicas, porque
at boje tem sido impoasivel curar este
molestia, quando chegada ao ultimo perio-
do; porm, podemos assegurar que todos
os doentes que usarem do Peitoral de Cam-
bar, no primeiro e segundo periodo, logo
acharSo, com toda a certeza, grande all
vio e depois a sua cura completa, por meio
de um tratamento prolongado e persis-
tente .
Peitoral de Cambar nao limita a sua
Contina a executar es mais difSceis
figurinas recebidos de Londres, Parie,
Liab 1 e 810 de Janeiro.
Prima em perf-icto dfl costuras, rrn
brevidude, nadicidade em precos e fino
gosto.
Dr. CoeLi Leite
Hasta Publica
No da 25 de Maio prximo vindouro vender-se-
ba em hasta publica (urna vea que oto se tenha
efectuado venda em particular a aquella data)
as seguintes propiedades portencente a firma
Sears & C, m liquidacao,
O Trapiche do f.ran Para
Tendo 245 ps de eomprimento, 75 de largara
com T de 116 ps de eomprimento, 32 1|2 de lar-
gura.
Este trapiche construido das melhores madei-
ras da provincia, com cobertura de chapas de fer-
ro estanhado.
Tudo no melhor estado de conservscto-
O rebocador brazllelro Hattle
Fu ler(eD>
Comprimennto 100 ps, bocea 18 p?.
Casco de ferro, arqueacto 94 toneladas de carga,
marcha 11 m Machina do systema Cnmpomd ingles com cy-
lindrodel7",3" 1- 28".
Foro de cu vallo inlicada 4( 0.
Consumo de carvao 3 1|4 toneladas por 24 horas
com 80 libras de presso. Certificado de Loyds
-I- A 1 (encarnada) para mais 6 annos.
Hachlnas e (liencillos da fa-
brica
De caixas para birracha, denominada Eureka,
com garanta do aluguel.'
Tudo cima mencionado v> nior-se-ha
Positivamente
(Exceptuando a tveutual v>aoa previa en parti-
cular) para liguidaco definitiva da firma S^ars
C. em iiquidacto.
Para infornaco s Jirija so a R. P. Sars 6 C
PAKABHAZIL
8. R J.
Participa a seus cuentos e amigos qu-
tem seu consultorio na ra Duque de Oa-
xas n. 57 1 andar, onde s-r encontrado
de 12 s 3 da tarde todos os dias e
reside provisoriamente na ra do Hospita
Portuguezn. 14.
Frederico limes Jnnior

hoakeopath.4.
3d=Rua do Bardo da Victoria=39
PRIMEIRO ANDAR
a:$2o benfica s cloenyas do peito : cura
tambera muitos deflusos, brouebites e tos-
ses que, as mais das vezs, quando des-
prezadas ato a causa das affeccSes pulmo-
nares.
Este poderoso remedio acha-se venda
em casa dos agentes e deposittrios geraes,
os Si's. Francisco Manoel da Silva & C ,
roa do Mrquez de Olinda n. 23, e
20500 o frasco, 130000 meia duzia e
245OO0 a duzia.
J IGUAttiSS'
Dr. Pac* Barreto
PROMOTOR PUBLICO E
Advogado
inglez e francez
(urtiiK ibrico! oa pratloua
Ra da Aurora n. 37, 2* andar.
OSedlitz Cbanteaed,cuja fama universal
un purgante salino, refrescante, de sabor muito
doce e cmcaeia segura para debellar a constiracao
(duresa de ventre) ; o seu emprego diario ut.'is-
sima para as pessoas gotosas, atacadas de rbeuma
tierno, de constitaia&u sangunea, biliosas, promptas
s congestoes do cerebro, s vertigens, enxaque
cas, dispostas s hemorrhoidas ou embaracos gas -
trieos. E' elle tambem o purgante por excedencia
das mulheres e das criacc is.
Para evitar es perigos das c mtrafaeces do
Sedlitse dos medicamentos d simtricos cujo
nico preparador o Sr. Ch. Chanteand, exija-te
nos rtulos o nome doa autores.
Hurggraeve Chanteand
Eduardo Uadault
Retratista
Ateller, roa Baro da Victo-
ria a. I. Io andar
Incumbe-se da execucto de todos os
trabalbos concernentes sua arte, as-
sim coma lecciona em desenhos e pintu-
ra.
A Nova York
New York Life Insurance Companv.
Compaabia Mutua de Seguros de vida e Mon
te-pio dos Estados-Unidos da America.
Fundada em 184543 annos de prosperidade !
nica Companhia de Seguros de Vida estran-
geira autorisada a fuuccionar no Inpcrio do Bra-
sil.
Capital cerca de ceno e setenta e cinco mil cantos
teres
Renda annual cerca de qyarenta mil cantos de
ris.
Deposito na corte no Thesouro Nacional.
Dutentos cantos de ris.
Mais de du entos mil cantos de ris pagos a vid-
vas e orphos e proprietario de apolices desde sua
Mjt fundaeSo.
Cerca de seiseentot cantos de ris pagos no Bra-
sil a herdeiros de segurados em cerca de 5 annos.
Mediante ama pequea aomma annualmente (o
prauoia na idade de 35 annos casta cerca de 40/
por anno porcada cont de ris segurado) pode cada
um constituir immediatamente um capital para sua
familia no caso de morte ou para si proprio ae che
ga ao prazo escolhido.
Pata prospectos e infarmacoes com o Sr. Theo-
doro Christiansen correspondente representante da
Com: aobia tm Pernambuco ou can Julio Guima-
res agente viagante da Companhia, de passagem
por esta capital, qua pode ser encontrado no es -
ciptorio d'aqutdle senhor.
lor'cdade iti crcailia fuveniade
Sarao par iniciativa dos socios Manuel Dantas
Bastos e Manoel Jas Tavares Giria en 19 de
Maio. Convites e ingrseos para este sarao todos
os das.
Secretaria da sociedade Recreativa Juventude,
24 de Abril de 1888.
O 1' secretario,
Manoel Joaquim Baptiata
ComprnTiia de EdiGca^ao
Assemblea geral
Do ordem da directora convida acs Srs. accio-
nistas para reunir m-se em a^sembla geral or-
dinaria, no da 7 de Msio prximo vindouro, s
11 liore.i da manhl. no escriptorio da compunhia
ptaca Podro II n. 77. "1 andar, aHm de ou tiren a
leitura do parecer da commissSo fiscal e dos rela-
ori'S concernentcs aos negocios s.'ciaee no .anno
de 1887.
Recife, 6 de Abril de 1887.
Ricardo Menetes,
Gerente.
w
1
MEDICO HOMEOPATHA
Dr. Ballhazar da Silveira
Especialidadesfebres, molestias das
eriaicas, dos orgaos respiratorios e das
enhcaa,
Presta-sa a qualquer chamado para
fori da capital.
ATISO
Todoa os chamadas deven) ser dirig
dos i pharmacia do Dr. Sabino, ra da
Barto da Victoria n. 43, onda te indicar
sua residencia.

EDITAES
Perante o Sr. Dr. Juis substituto dos Feitos
da Faienda dVsta provincia, Lyndolpho Hiebi-llo
Correia de Araujo, se vender em praca publica
no dia 27 da corrente mes, pelas 11 hons da ma-
nh, d"p,is da audiencia, os seus seguintes :
A casa terrea de lijlo e cal n. 1, sita 4 ra do
......nos G- hos, fregoesia da Ba Vista e a
olgria em seguida a menina casa, tudo em estado
de ruina, pi stencente a Jos de Amorim Lima,
hoja a sena herdeiros, avada lo tudo em 80J4.
Um sobrada de tres andires sita raa de 8.
Jorge n. 74, fregueaia deS. Ffei Pedro Gone-lves,
rm bam estado,.perteoesute a Francisco de Mello
Cavalcante de Aibuquerque, por execucto contra
Jos da Silva Nevea, avaliado por l:0 JOJ.
O dominio til do terreno de msriuba n. 230 B,
sito ra Imperial, freguesia de 8. Jos, nos fun-
dos das casas ns. 227 e 295 A, pertencente a An-
tonio Pereira de Parias, avaliado por 2004.
Recife, 18 de Abril de 1888.
O solicitador da Fatenda Nacional,
Luiz Machado Botelho.
Entrada de Ferro de
Pernambuco do Re-
cite ao S. Francisco.
Propoala para fnrnecltneiito de
3.OVO ion Inilno de carvo de
pi-dra
Esta companhia recebe propaetas pira o forne-
cimento de 3,600 toneladas du carvao de p?dra por
tempo de um anno, mediante as seguintes condir
coes :
1 O carvao devora ser de a'guma das especies
conhecidas por C-ry itberdare Merthyr, Penti-
kiber, Nixons Navigation, Ocean Merthyr on In-
ai le Mertbyr Smokalets Steam Coal, primeira
qualidade e double screened, provada com eertifi-
eid i da mina, o qual para cada carga de navio
dever ser apresentada ao superintendente da
companhia.
2. despesa de descarreger o carvao do navio
e todas as outras' da Alfaudega etc., serto per
conta do contractante at a entrega no Caes da
Companhia, onde o carvao ser tirado das alva-
rengas pela companhia e pes-.da no trapiche em
Cinco Pautas, facilitando se a os meiss de por si ou pessoa de sua confianca
inspeccionar e conferir o peso, o qual seta aceito
como definitivo por ambas as partes, nao sendo
depois attendda pela companhia reelamacto al-
guma.
3. 300 toneladas de car vio pelo menos serao
mensalmente entregues por conveniencia prop.-ia quizer o c&ntractanto en-
tregar maiur quaatidade, a companhia sujeita so
a recebel-a, cointanto que nto 8'ja apresentada
para pagamento urna conta mensal de mais de 300
toreladaa durante o tempa do contracto.
4' O contractante dever obrigar-se ao paga-
mento de nma multa de 1:0004 por todo e qual-
quer mea em que deixar de forn cer a qnantidade
estipulada de 300 toneladas, assim como se for re-
conhecido que o carregamento ou parte delle nto
de alguma ds qualidadea mencionadas na Ia
destas condicoes.
5.* As propostas para este contracto deverao
estipular o preco da tone'ada de carvto em di-
nheiro sterlm, o qual para realisar-se o paga-
mento de cada conta mensal ser redundo a
1 000 ao cambio da cotacto das transaccoes do
Banco ao tempo da partida da ultimo paquete da
Real Mala, que pausar para a Inglaterra no mesmo
mea da conta.
6." O contracto entrar em vigor na 1 de Se-
tembro prximo vindouro e o primeiro supprimento
dever ser feito para o referido mes.
7. Ser lavrado um termo de contracto baseado
as c mdices cima estipuladas, o qual ser as-
signado por ambas as partes.
8 As propostas deverto ser lacradas e remet-
idas ao superintendente aa companhia no Cabo
antes do da 31 de Juho prximo futuro, no qual
terto de ser ellas abertas no escript;ario do mes-
mo.
A companba declara que de mod-o algum fica
por este motivo obrigada a aceitar a proposta
mais barata ou qualquer das que lhe forem spre-
sentadas.
Escriptorio da superintendencia, Cabo, 26 de
Abril de 1888.
Wells Hood,
. Superintendente.
Monte Po dos Voluntarlos da
P tria '
A directora para o anno social de 1888 1889
ficou composta da seguinte forma :
Presidente
Teaente Henrique Cecilio Barreto de Almeida.
. Vice-presid nte
Tenente Antonio Joiquin Machado.
! f. cretario
Tenente Isidora T. de Mattos Ferreira.
2* secrettrio
Tenente Joto Francisco de P. Valles.
Ihesoureiro
Tenento Joto Paula Ro.a Cesse.
Orador
Tenente Silveria Fernandos de Araujo Jargo Filho
(rele tu). ^^___^___^^_________
Thesouraria de Fa-
zenda
Psiamento de coatoras
De ordem do Iilm, Sr. inspector, faca publico
que de amanha por dinte, serao pagas nesta the-
souraria as costuras feitas para O Arsenal de
Guerra", durante a 1 quinxena do mes de Maro
prximo fiado. nc j
Tbesauran. de Fasenda de Pernambuco, 25 8
Abnl de 1^-O^reuH^ ^ 8>n,Annfc


Diario de PeraambucotyrinUi-feirA 26 de AM1 de 1888
Secretaria do Bispado
De ordem do Illm. e Bevm. 8r. governador do
bisDsdo. fuco aber a todo, o Revms. sacerdotes
qae nos di*s 28, 29 e 30 do correte du se ama
quena omisso no kalendajio do bipado, pelo
que deve-se reiar o offieio e miesa do seguate
28. 8ab.....Vesp. d* seq. com. 8. Petri, M.,
press. t Dom. 4. post Pasch.-a6
39 f v at Dom. IV post Pasch'(4 Apr.)
B. M. V. ad. Egyptum dup.maj. Off.'pr. 1?"-
Diese, pag 52-9 I. hom. Dom. ac*. B. Petri M.
et. Dom. in L et M. pr. (ia App Dce. pg 23)
01. Gr. P. fine. In 2 Vesp com. .ea- L. Petri M et Dom.-al6
30.... .11. 1 N. lnc *P- B. Jacob. Dom. 4 post.
? "Lio da Soledad-, 25_de Abril' de 1888.
Hippodromo do ampo
Grande
De ardan da directora, convido asa senbores
bscriptores do H'ppod'omo do Campo Grande a
entraren com a primeira prestbco de 25 0(0, de-
terminada pela assembla geral de hontem dentro
de 15 das, a eontar do da primeira pablicacao
deate annuncio. Para tal fien o Sr. thesoureiro
Manoel Jos de Bastos Mello ser encontrado no
! andar da roa do Imperador n. 49, das 11 horasj
da manta s 2 da Urde at o dia 6 de Haio pro
limo vindouro Recife, 20 de Abril da 1888.
O secretario,
Jos Dinix Barrcto.
^Cmara Municipal do Rccife
Acbando se era exeeucaj a lei n. 3,318 de 20 dt-
Ontubro, nm virtude da qual pasea a Cmara Mu
nicipal a aforar e fruir os foros dos terrenos
de murinba existentes dentro deste municipio,
disto se fas constar a todos os interessados ; po-
dendo estes satisfacer os foros decerridos de Ja-
neiro do correte auno em diante so cofre da mu
nicipalidade.
Paco da Camari Municipal do Recife, 9 de
Abril de 1888.
Corbemano de Aquino Fonseca,
Presidente.
Joaquim Jos Ferreira da Rocha,
Secretario.
. __________________ ------------------------
Aj celestial con liara da Sansi-
ma Trindade aosseus irmaos
e ao respeita\el publico.
Tendo a mesa regidora dcsta celestial coufra-
ria deliberado expdr em solemne procisaZo as tres
peseoas da Saotiasima Trindade, os doie apostlos
e os seos respectivas fundadores da Ordem 8 Joo
da Matta e 8. Flix de Valois, e t-.ndo obtido di-
pacho favoravel na petico de iicenea que endere-
cou Sua Cxc Revm* o Sr. governador do bis-
pado, a celestial confraria vem respetosamente
acientificar a todo os seus irmaos e devoto d=sta
contraria que se achara uoineadas coi; missoes para
agenciar donativos para a mrsma procisso, sen
do estas commisaes compostas dos seguintes se-
nhorea:
Recif Santo Antonio e 8. Jote
M&noel Ferreira.
Joe Ramea de Oliveira Jnior.
Rodolpho Olympio Goeds de Lac?rda.
Francisco Jos de Sampah.
Bento Manoel de Castro Amoral.
Anselmo Ayres de Aievede.
Tbcodoro da Silva Campello.
Boa-Vista
Tenente Manoel Ant.ni. Viesas Jnior.
Joi Tavares de Medeiros.
Jacintho Pacheco Poutes.
Sendo esta procisso urna d.s mais impcrtaotes
das ordena trinas, p dimos a proteccSo de todos os
bobos caris limos irmaos e devotos es aeus auxiioa
afim de s'r levado a efteito com o maior brilhantia-
mo possivel.
Consistorio em rcunio da commisso, 18 de
Abril de 1888.O secretario da commiseo,
Jos Ramos du Olive'ra Jnior.
Recebedoria de Rendas Internas
fieraes
Iaposilon predial e de taxa de e-
eraiei
O administrador da Recebedoria de Rendas Iu
ternas Geraes avisa aos se:h t'j contribuiotes
doe impostos predial e do taxa de escravos, que
finda-se no u do coifcutti ines u amento livre
de malta do ta>-s impostos, e d pois desse praio
ser pago com a multa de 10 0/0.
Reeebedoria, 16 de Abril de 18?8
Alexandre de Scuta P. do Carino
Dompanhia Usina Pinto
De aceordo com o que preceite art. 15 doa
estatuto*, aio convidados os senhores accionistas
para ama rtunio da aasembla geral ordinaria,
que dever ter logar no dia 30 de Abril deate
auno na sede da companhia ra do Bom Jess
n. 14, s 11 horas do dia, afim de ser apresentado
o relatorlo e o p.recer fiscal, e bn? assim eleger-
se a nova commisao fiscal para o aono vindouro,
Fagos) de conformidade com o art. 73 da iei do reg. du
sociedades anonymaa. Recite, 16 de Abril
1888.-0 secretario,
Jos da Silva Loyo Jnior.
de
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector, fajo
publico que no da 9 de Maio proiirao vindouro
ir praea, de accedo com as bases approvadaa
pelo E*m. Sr. vice-piesidente da provincia em 4
do correnteo pedagio das barreiras abaixo deca
radas ; sendo a arremataco relativa ao espado a
correr do 1 de Julha prximo iutu'O ao ultimo de
Deiembro de 1891.
Outteaim, os precos infra aSo correspondentes a
um anno, e os concurrentes devem hubilitar-se na
juuta deste thesjuro de 26 deste in -x.
Casanga 3:1234000
Giqui 5;828*00J
Magdalena 4:001*000
Motocolcmb 1:177 100
Tapacar 1:601*0)0
Ponte dosCarVaivs 529*000
Morenos 1:641*000
8. JoSo 1:801*000
Tacaruna 1:274*000
JaboatSo 2:992*000
Una ou Palmares 2:001*000
T.rob (estrada do nort-) 400*000
Eng. nbo Ceuaseiro (estrada do Bonitoj 1:000*000
Secretaria do Thesouro Provincial de Ptruaoi
buco, 9 de Abril de 1888.
L. Campello.
Recebedoria Provin-
cial
O administrador da Recebedoria Provincia!, na
forma do art. 45 do reglame! to de 28 de Maio
do anno passado, faz publico a quem" interessar
possa, que no espaei de trinta d.us uteis. conta-
dos do 1' de Maio prximo, dar se-ba principio
nesta repartif&o a obrance, livre de malta, dos
impoit03 de repartible cousntes da tabella in-
fra a que se refere o g i7 do art. 1. da lei n.
1884. relativos ao primeiro semestre do ejercicio
de 1S88.
Recebedoria Provincial de Pcrcambuco, 23 de
Abril de 188S.
Franc-is o A. de Carvalho Mcura.
Companhia de Edificado
C mmunico aos Sra. accionistas possuldores das
acedes cajos nmeros v3o abaixo notados, que
terminou hontem o prexo para o recolhimento da
10* prestacSo com o jaro de 5 O'o e que fica-lhes
marcado novo praxo de 30 das, que terminar a
9 de Maio vindouro para real'nrem o recolbimeote
da mencionada prestscSo mediante o juro de 12
O'O, segando determina o art. 8* dos estatutos.
1446-1455, 1786-1795, 18611865
17961805, 1816-1825,
614 647, 1176-1185,
19961998, 11861195,
1851-1855, 1856-1860,
Reeife, 10 do Abril de 1888.
597 602
1356-1365
17061715
1991-1995
Ricardo deMenetet,
Gerente.
Santa casa
de misericordia do
Recife
Na secretaria da santa casa da misericordia do
Recife, arrenda se p r espaeo de um tres annos
a casa n. 8 Passagem da Magdalena.
roMSEBwn
Balsa con wereiul
COTAgOBS OFFICIAKS DA JUSTA DOS COB-
RECTORES
Reoft, 25 iie Abril, de 1883
Acedes da companhia do Beberibe, do valor de
100* a 160*000 cada um i.
Apolices prorinciaes, juros de 7 0(0, (anuda) S
1:015* cada cont.
Cimbio sobre Londres, 90 djv. 21 14 d. por 1*
do banco.
Descont ae letras, 8 0/0 ao auno.
Na hora da bolsa
\ ea.lcraui-so :
. 75 acones da Companhia do Beberibe.
Rs. 2:500* em apolices provinciana (miulas).
Rs. 1:500* idem, idem.
i ire SHlMlTI)
Aogaato Pinto de Lemos.
) secretario,
P^dro Jos Pinto.
Moviuiena bancario
aiicUT, 25 de bbil db 1868
IRACA DO RECIFE
O mercado teve hoje peuco movimento.
Os bjncoa, em geral, mantiveram no balcJo a
tabella de 24 1/8, cfforeceodo, poroso, saccar a
24 1/1 e atbunio pouco dinheiro.
Em papel particular houve negocio u 24 7/16.
PRACi DO RIO DE JANEIRO
O banco Internacional saccou a 24 3/8 e os do-
mis a 24 1/4
Papel particular foi pascado a 24 1/2.
A tabellas expoataa tufa roraa eatoa :
Do Loaoioa Bam :
T-bella a que te refere o edita! supia
Casas de couixiees, de censignacoes e-e
commi.-'.oes e cocoigrnco.'S.
Ditas ou deposito de vender emgrosso csrvSo
de pedra em torra ou sobre agua
Leja de vender joias sement uu joias er ele-
gios
Ditas de vender reKgios smeute.
Ditas de vender pianos, msicas e inatroan-
t^s mueifses.
Fabiica de rap Meuroo.
DiUs de sabio, iucluaive a que se acha na fre
gacxia de Afogadog.
Ditas do cerveja, viuagr vinbos, gencbrn, li-
cores e aunadas gatvsaa.
Ditas de gaz
Ditas agencias e depsitos de rap.
Empresas anoDyaias ou agencias destes, inclu-
sive a Companhia do Beberibe.
Bancos, agencia: fi!ias e representantes dos
mesmos e casas bascaras.
Companhias, agencias, ou casa de segure cu
qualquer pessoa qae no carcter de agento de
coir.panbias de seguro fixer contracto desta natu
res ou promovel-os, com excepcao dos que teem
sede nesta provincia.
Armasens alfandegados, de d-p^tit ou de re-
colher.
Caas de jogo de bilbar.
Coiisistorio da celesllal confraria
da S ntissima Trind^de
De ordem du mesa regidora, communico a to
dos os ocasos carssimos irxoa que tenio-ee'ob
tido despacho fav.ravtl na pet'(2o eod> tcq-.i-i
Sua Exc. o Sr. internuncio apostlico na corte
deste imperir, relativo a alteraco dos hxbitos de
merino para brim de linh branc, convido a la-
dea es iioss.s irmaos a f xerem stiu hbitos, tfioi
de r.saiati em a nossa festa e proeisflo que s.1 de
m realizar em o dia 27 de Maio do mea slatlnaj
re ; assim como p?de a todas as Ilustres pce.oss
que fasem parte da ele icao por devoco o favor du
maniiirein entregar suas esportuliis ra de 8.
Francisco n. C, 1' andar, em casa do 8r. thesou-
reiro ou commissao romeada, afim de agenciar
donativos para & procisso.
Consistorio da celestial c nfraria da Santissima
Trindade, 18 ds Abril de 1888.
O secretario,
Joo Jacintbo Quedes Lacerda.
BANCO INTERNACIONAL
DO
Ciptal
BRASIL
30,000:00041
dem realtsado 19,000:0004
A cana filial d'este Banco fuacciona roa do
CotLmercio n. 40, sacca, i, vista ou a prazo, con-
tra os seguintes carrespondentes no estrangeir---:
Banco lalernaclonal
do Brasil,
Londou efice
loa a Cosan I y
i Banking Cumpacy l..1*
Hrv que de Par* DE
Seguros contra Fogo
'ESTs 1803
Edificios e mercaduras
Tacas batxas
Prompto pagamento de prejuizos
CAPITAL
R0. 10,000:000*000
Coi
PARS..
Hamburgo
Beriim..........
Br-.mence........
Fr:inkfart s/ Main
Antuerpia.......
Roma.....*.....
Senova.........
apoles.........' r
Viao e Dais 340
cidades de Ita-
lia............
Madrid..........\
Barcelona.......
Cdiz...........
Vlarga........
Parra gom?......
Vaieuei^ e outrar
-idade^ a Hee-
punba i ibas
Canarias .....
Lisboa.........\
Porto o mr.is el- f
' ( Paya-Bas
> Dcutscb Bank.
Bar.que d'Anvers
Banca Greaerale o suat
agencias.
Banco Hypttecario de
Espaa o sUeS agen-
eia*
daJes de Por-
a...J
.)
Eugsh Bank of the Si-
ver Pate, Liinited.
G. Amsink & C."
prsen do ianpe-
Paneo Je PortagMl
suas agenciar.
tngal e iihas..
Uue.ioa- Ayres...
Hont.:vido..
Sova York..
Compra saques sobre quilquer
rio e d.i estranger-i.
Recebe dir.lieiio em cuota correte de mov
oe:.:o com jun-sra razSo de 2% ao auno o por le
ras a prazo a ros conveocionadoa.
O gereuto, Wiiiiaui W. Wcbe/ts.
SEGUROS
IIHITHOS CONTRA FOGO
(onipanhia Phenlx Per-
nambucana
RUADO COMMERCIO N. 26, 1 ANDAR
OIIWRI &
. bKA DO CQMMERCIO-N. 5
Companhia de Seguros
AGENTE
Migurl Jos Alves
N' 1Hna do Bom Jea-N. t
SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES
Neates ltimos seguros a unic-i companhia nesta
praca que concede aos Srs. segurados iscmpco de
pagamento de pienjio em cads stimo anno, o que
equivale ao descont annual de cerca de 15 por
cento em favor dos segurados.
I UMa? K
Companljia t ^eguro
CONTRA FDG
NORTHERN
de Londres e Aberdeen
Posigao financeira (Dezembro de 1885)
Capital subscripto 3.000,000
Fundos accumulados
Recelta aonnal:
Oe premios contra fogo
De premios sobre vidas
De juros
O AGENTE,
John H. Boxwell.
3.134,348
577,330
191,000
132,000
Jaina Pinto .
Colonia Isabel. .
Turbina pulverisado.
Brinco H.m superior .
< 3' boa .
t 3.* regalar .
tmenos ....
Mascavado porgado .
broto.
(ttame '. .
24400 2*1500
245011
2*000 a 24100
24400 a 24500
24100 a 24200
14700 a 14900
14600
14400 a 1450:)
142o0 a 14260
4800 a 14000
NotNao ba ectaco para os aseucares baixoa
e hmidos.
Cotaco de algodite
M 23 DI ABRIL DB 1888
Foram vendidos alguna lotes do.de 1* sorto do
sertio ao a'garismo de 64 ICO por 15 kylos,
Entradas de aiiucar e algod:io
HEZ DE ABB1L
A8SUCAR
Entradas
Barcadas.....
Via frrea de Caruai. .
Animaes.....
Via-ferrea de 8. Francisco
Via-ferrea do Limoeiro .
8
covn pcg-o
TlB Liwpl & LlOl & Gil
INSUHAETDE COMPAITT
Blackbarn, Xecdhaoi k K,
Ra do Commcrcio n. 3
1NDENNISAD0RA
MAKiriMOS E TERBt-SfftES
Estabeleclda -m 1008
CAPITAL 1,000:00011
SINISTROS PAGOS
At SI de Dezenkra de i89
Haritimos..... 1,110:0008000
Terrestres..... 516:000$000
44Ra doCommercio44
London k Brasilina Bank
Limited
Ra do Commercio n, 32'
Sacca por lodos os vapores sobre ;.s ri-
xas do mesmo banco em Portugal, sendo
em LiebSa, ra dos Capellistas n. 75. No
Porto, ra dos Ioglczos.
TUBATRO
DE
VARIEDADES
DIREC^AO DK MIGADO
HOJE
Grande func^So de trabdlhos japonez's
coropletamente novos'
Grande reducto do presos
Camarones altes com 5 entradas. 54000
Ditos bix s com 5 dius..... 44000
Galeras ecadeiras. ...... 14000
Entrada geral........ 4500
Coutecar 4 8 1/1 hras.
Das
2 24
2 24
2
2
' I
ondres .......
Parla........
talia........
Sambargo......
Portaga!......
tow-York......
Do JsnxjiiueioHAi.:
Londres.......
Paria........
Italia........
txamburgo......
Lisboa e Porfo.....
Principara cidades de Pcrta-
gl........
Saw-York......
u Eboubb t*i :
k*dres.......
f*n.......
* .
OSHBOUr.-! .
LUbo e 1'urto ". '.'.''
Prineipasjs fidadsa do P,
Pv......
tibe d;s A; Tes
Qba a ,
Ib*-Yode ..... !
NO djv
-1 1/5 ,3 7/8
391
490
393
m
3S8
..09J
25
21
Soioma
ALOODO
Entradas
Barcacss ......
Vapores......
Via-ferrep de Caruar .
Animaes......
Via-ferrea do t>. Francisco .
Via-ferrea do Limoeiro
DtHM
Fre tante utos
For-im fechados hontem os d.s navios
Haceos
29.446
7 913
4.461
66.401
7.781
116.017
Das Saccas
2 24 3.286
8 24 "-!;
2 24 905
2 25 8 066
a 21
i 23 2.{>f<
18. '90
seguin-
\avlosi a carga
Barca noruo-u:nse Tordeiukjold, para Bltico.
Baica portuguesa Cere, para Lisboa e Porto.
Barca hespanhola V. de Monlterrate, para Lia-
boa.
B*rca norueguense Union, para New-York.
tsrigue naciooal Praieres, Para o Porto.
iJrigne norueguense Leeteh, para Bltico.
LgHr bollandes ti. H. Leemhuis, para Rio Gran-
de do Sul.
Lugar ingles Brazil, para Eatados-Uoidoa.
Lugar nacional Marinho Vil, para Pelotas.
Patacho norueguense Haik, para Canol.
Patacho portugaez Fanhy, para Liab]a.
Vapor ioglex Ediclor, para Lverpool.
Vapor idglez Ashbrooke, para Saltico,
avioai a descarga >.
Barca dinamirquexa Anna Carpe, varios gen-J-
roa.
Barca inglexa thel, bacalho.
Biro niuional Marianmnha, xarque.
Barca inraeguerise Cli'o, carvo de podra.
Barca noruegu^i.s Budit-kkens, varios gneros,
llares inglesa lnberelance, carvo.
Escuna uacuntl Carotina, xarque.
Lugar ingles Marthi Percival, c rvlj.
Uigxr rapes Bridetmaid, earvS).
Lugar pjrcuguoa iotiE leo&o, v.trios gcoeros.
Patacho nacional Rival, xarque.
Patacho nacional Peloteas; xarque.
Patacho norueguense Bams, ea "to.
lRiTlHOS
Porto e Ibboa
Para os portos cima,
barca portugaesa Certa
beguir brevemente
p-ra o resto da carga,
tr&ta-se cornos consignatarios^Jos da Silva Loyo
& Fi ho.
Para Rio de Janeiro, amorim Irmlos & C. 60
saccas com 5,453 kilos de algodo.
Para Babia, F. Vieira 22 barricas com 1,944
kilos de assacsr branca-; J. M. Das 20 barricas
om 2,202 kilos de assacar braneo ; 51. Lopes de
S & C. 1 ca'xa com 120. kilos de doce.
No vapor amerieino Financ*, carregaram :
Para o Para, J. Borges 400 barricas esm 30,198
kilos de asaucar braneo ; J. 8. da Costa Moreira
25 barricas com 1,446 kilos de assocar braneo ; E.
C. Beltr) & Irmo 350 barricas com 18,123 kilos
de asauear braneo e 50 ditas com 3,277 ditos de
dito refinado; Alo rim Irmaos A C. 10 pipas com
4,800 litros de alcool e 50 ditas com V4,000 ditos
de agurdente ; F. A., de Asevedo 100 barricas
cjm 6,152 kilos de assucar braneo.
Para Maranhao, F. A. de As^vedo 40 barricas
eim 4,350 kilos de aasuear braneo; J. Fontelles
2 pipas com 960 litros de aguardante.
ipaiifela Dradlelra de Nave-
gacSo Vapar
PORTOS DO NORTE
0 vapor Para
Commandante Antonio Ferreira da Siloa
' esperado dos portos do sul at
o dia 27 de Abril, e seguir
depois da demora indispensaveL
para os portos do norte at Ma-
nos.
As eueommendas sao recebidas na agencia at
1 hora da tarde do dia da sabida.
Para carga, paasagens onconunendas e valores
tracta-se na agencia
PORTOS DO SUL
0 vapor Manos
Commandante I- tenente Guiflierme
Waddington
E' esperado dos portos do nor-
te at o da 3 de Maio c de-
pois da demora indispensavel,
seguir para os f,-tog do sul.
UeceDe L-.moem carga para Santos, Kauta Ca-
thariua, Pelotas, Porto Alegre e Rio Grande d-
Sol, fete modic .
As i nnecir.mr-ndas s aero recebidas na sgen
at 1 hora da tarde do da da sahi^a.
Para carga, passagen6, eueommendas e valo-
res treta-se na agencia
PRACA DQ,CORPO SANTN. 9
chargIrs mm
t'ompaahia Pranceza de Vav
e5o a Vapor
Linha quinzenal antre o H?vre, Lig
boa, Parnambuco, Bahia, Rio e Janeiro s
Santos
G rapr Vll lo Sais
Commandante Tauqueiey
Espera-BQ da Europa no dia
28 de Abril e segurado de-
pois da demora neceesars
para
B-thia, Rio de J'-neiro e Santos
Roga-so a-p Srs. impirtdores de carga pelos
vapores desta linhu, qi^iram apresentar se dentro
Je 6 das a eontar do da deactrga dns ulvarengas
qual^oer n-camaoSo ci'ocerneuto a vo!u:acs., que
:>orventara tenham seguido para os portos do su!
afim de si" pjderem dar tempo as providencias,
necessitrias.
Expirado o referido praro a companhia nao se
respDsab'lis. por extravi-s.
Para carga, pasaa^en*, encommn'Us e dinhei-
ro a frete trata-se com o
AGENTE
Aiijjiisle. Labille-
9 RA DO COMMERCIO -9
eosia i rttnjiaM.'rA]a
DB
?egaea rosteira pss* Tmtn
PORT03 DO SUL
T- mandare e Rio Foroi(so
vapor Jag-uaribe
Coinajhndiinte" Monteiro
Segae no dia 26 de
Abril pelas 4 ho-
ras da manh.
Recebe carga at o
dia 25.
Encosnmondy.s, paasagens e dinbeiros a frete
at s 3 horas da tarde do da 25.
ESCW,rv10RO
raes da Consianhia Pereant&n-
eana n. f 2
l-Hitetl Mates & Brasil S. g. C.
o nw Ailtofli
Kspers-se de H -News.
at- o dia 26 le Abril o qual
seguir uepod da demora ne
para
Baha, Kio de lanelro e Santos
f'ara carga, passagens, e eneommendas traeca
ie coa os
AGENTES
leHry Korster i C.
8- RA* DO COMMERCIO -N. b
1. anda
R0Y4L M4IL STEAM P4CKET
COIPAKY
0 paquete Ta^us
Espera-ae da Europa at o
dia 'l1 de Abril e seguindo
depois da demora do coatiime
para
Macci, Bahia, Rio da Janeiro, Santos,
Montevideo e Rueuos Ayres
0 paquete Neva
esperado do
sul at odia 29 do
correte e seguir
Idepois da demora
necessaria para
Lisboa, Vgo e Soathampton
RcduccSo ds paasagens
Ida Ida t i>oUa
28 42
20 30
para os paemgeiros de
A .''outbampton 1 classv
A' Lisboa 1" classe
C .rnarotes reservados
Pernambnco.
Par paasagens, fretes, etc., tracta-se c.'.tn of
AGENTES
Amorim Irmaos &C.
^. 3~ RA DO BOM JESS N. 3
"
8-o 9 n o o. n B 1 ce cr a. a B | o ET CB 1 P r B) O, 5 .
n > 93 1 C3 T CD w
* laM D n = 31 a o -t 1 CD O S-: 5 o o. o a> 3 . o. a B 1 o a a o to a '< 1 -S" a. a CU cr B B s>*> iis B4
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to f to S 2.i 3 i o* 5 5 ^ a c es!
< i ; Oir e par tamente O o. a o p. a > es c
i boro-
5 V. H pa cia do Rio Pista. 3-t3T I 3
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" S, te to CJi O os to
^ en o. o. Q. Q. a. a. SS
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05 O ce tf J en
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n CD o a o S.m
8-i s o e a s E t ** 1 3 M CD "*
sr o o o O - S?0
a 3 S'S
CD i 1' J" o
COHPA>Uft PlBRW AMnCJCa VA
DE
^avegaeo Costeiraoor Vapor
PORTOS DO SUL
Dinheiro
EXPEDIDO
Pelo vsp. nao. Uaranbo. para
Rio de Janeirj
Macti
13 sainos a 200 ris 21600
16 mato tos com legumes a 200
ris 3*200
Foram occapados :
26 columnas a 600 ris 15/600
1 escriptorio 300
20 compartimentos de farinba a
500 ris. OOOO
22 ditos de comida a 500 ris 114000
87 ditos de legumes a 400 ris 34*800
18 ditos de 8UO03 a 70 ris 12*600
10 ditos de tsessuras a 600 ris 6*000
10 taibos a 2 20*000
2 ditos a 1* 2*00i
A Oliveira Castro A O.:
54 taihos a 1 54/OUc
Macei, S*enedoe Aracaj
0 vapor Mandahu
Coiniii'.ndBnte ^llbuquerque
Segu no dia 26 de
Abril s 5 horas da
-tarde.
Recebe carga at o
Idia 23.
Ene)mmenda3, paasagens e dinbeiros i fr te at
i 12 horas da monbS do dia 23.
ESCRD7TORIO
Ao Caesda Companhia Parr.ambucana
n:12
Para Lisboa
Patacho p riugu.'z Fanny recebe carga frete,
e aabir com brevidade ; a tratar com Amorim Ir*
mos & C.
Martba Perceval ... Via-ferrea de Limoeiro.
Norsemann........ Companhia Telegraphica.
Rele............. A'ordem.
Staowood......... Fonseca Irm2oa J C.
Sendeoanden...... Hermann Lundgrta Se C.
T'irdeutkjold ...... Wilson Sons & C.
Union............ Wilson Sons k C.
Victoria.......... Amorim Irmaos & C.
V. do Montserrate.. A' ordem.
O 9gnal indica ter a embarcaco sabido.
204*260
4:5434140
4:7l74O
61.350*300
3.400*000
Beirdimeatos puboc
UBZ DE ABBn,
Alfandeya
90 dju a vista
i* 1/8 -3 7/8
^94
490
398
398
494
!>0 ii .
24 1,8 3 7/8
393
490
221
396
i>96
494
?23
m
.'28
-;090
tuvdo de uktucar
KM 2b OE ABRO. DB 1888
A Ateociae&o Cotnmermal Agrolaf ^registrn os
preoj. sbaim, pagos ao agricultor, por 15 kilos ;
b
tes
Brigue norueguense Leetob., para currcgar
aqui, com destino ao Ballco, algodao a 7/16.
Pat. n^rnegaenie Rask., para carrtgar equi,
c.nrd'.'Stioo so Cana!, asaucsr a 26/ e 5 0/q.
Vaporea despachados
Vt'p. auie--. Kinxnce. para :
Marapho : 140 barricas e 50/2 d.tas com Besu-
car, 2 pipas com agurdente.
Para : 911/2 birricas, 17/3 e 95/4 com asaucar,
2.00 de mandioca e 98 pipas om agurdente,
New-Y^ik : 3 barricas c:m borrucba. 800 sac-
eos com aemeiitee de cirrapat 337 fardas de cou-
rinhos e 5 cairas cjm olea de ricino.
Carreg. diverso?.
com assacir
Vap. nse. Maranhao, para :
Babia : 2 barrica e 202 ditas
braneo.
Rio da Janeiro : 600 saces com asaucar bran-
branto, 360 saccas com algod", 25 pipas com
agurdente, i uijs cjia preparados de cajn-
rubeba, 1 axa Ci.m peonas de em e 1 dita com
espanadere.
Carreg. di verlos.
Pauta dti Alfaadcga
aasuBA db 23 a 38 db abbu. d 1888
LVide o Diario de 23 de Abril
Ex.perat-u.1
Cira, 24 db bbil
No vapor ingles Ashbrookt, eawegai!
Para c Baiiu-o, Borat-'lmaun Se C. 500 fardos com
101,935 kilos du a goiJo.
No vapor ingles Edictor, earragarass :
Par Liverpool,' J PontclU 20 saceos com
1,500 kilos de cera de carnauba ; J. Pater <% C.
8,566 siccoa com 6S4..10 kilos de asauear masca-
vadj.
No brigue norue'u a Union, c^negaram :
Pan NW-Y rk, J. S. L jo 4 Filbo 2,000
;accoa com 150,000 kilos de assacir msseavado.
No v^per smeriesno Finana, carregaram :
Para*New-Yoik, H. Nueseh ot C 1,300 pellas
do cabra ; A. M. Peasoa 5 csia om 100 kilos
de siente de earraps
Na barca hspaaho'a V.do Montserrat,cr-
regaram :
r'ara Lisboa, P. Carn^iro & C. 7(X) coaros sal-
gados eacn 8,400 kilos.
Na barca portugaeza Ceres, c rregou :
Para Liabia, J. P. dos 8aritos 1 barrica com 50
kilos de assacar mascavado e 4 garrafes com 64
litros de agurdente.
Nj vapor ull.-mo Rosario, carre^-
Para Lisboa, 8. B. Amorim s C. 59 caceas rom
57,149 kilos dealtodS;.
i'ara o interior
No vapor francs Ville do SaiUob, earre-
g-u :
Para Santos, A. L>bi!c 30 pipas com 14,400
litros de agurdente-
No lugar nacional Marinho 7.". carregoj :
Para Pelotas, 8. Q. de Brite 50 saceos com
3,75 I kilos de asaucar braneo.
No lugar hollandez R. BT. Leennuis, carre-
l?ou :
J Para o Rio drande do Sal J. M. Das 450
. barricas com 38,550 kilos de asaucar braneo.
No vapor nacional Maranhae, carregaram ;
Rendo eeral
Oo dia 2 a 24
Me 25
rienda orovincial
D>dia 2 a 24
Irien de 5
791:1374517
31:9381175
101.915*750
4 41U000
8>3:07.'S693
106:326*750
(soma tota!
seooSo da Alfandega,
929:402/443
25 de Abril
Segunda
de 1888.
O thesoorciro-Ftorenc\o Dominguet
Ja seccaoCicero B de Mello
We*-e&e sorli geru
1)0 dia 2 a 21 31:199*115
Idea de 25 1:492*981
-'096
Rendimonto dos dias 1 22 Ao cor-
rate
Foi arrecadado liquido at noje
Precos do dia :
Curan verde de 320 a 400 ris U kilo,
Carnciro de 720 a 800 ris idem.
Sainos e 503 a 640 ris idaax. '
annba de 240 a 32) ris a euia.
- .'"ilho de 26.) a 320 ris idem
:.ljao de 640 a 1*200 ria idom.
Matad? uro publico
team nbatidaaoc Mi-t&rioaro daCabao;a 79
reses para o consumo do dia do boje.
Sendo: 57 reses perteacentesa Oliveira Css'r.
& C, e22 a diversos.
EmbareaeSeai surta* no
em 941 de Abril
A'ACIONAES
orto
BecebeaorlK provincial
!)o lita 2 a 24 14:69U925
416*446
. Ia:10o370
Berlfe liraiuase
Os dia 2 a 24 11:6^64165
dem d 25 370*373
12:066*558
fos
24 de
Mercado Municipal de H.
O movimeijto deste Mcr-j'-do oo dia
Abril fci o seguintu :
tlntraram :
31 bois pesando 4,725 kilos, sendo de o
ra Castro & C, 25 de 1, e 6 de parti-
culares.
338 kilos de peixe a 20 ris 6*760
95 cargas de fariuha a 200 res 19*000
14 ditas de fructas diversae a
300 rs. 4*200
11 toboleiroe & 200 ris 2*200
BiVIOB
Almirante Barroso.
Carolina..........
Oiqui............
Ipojuca...........
Jagusribe.........
Li9tano..........
MariaMDnba......
Marinho V. JI.....
Maudsh.....i....
Prascres ..........
Pelotense.....:...
Rival ............
CONSIGNATARIOS
(Cirveta de Uuerra)..
Amorim Irmaos & O.
Companhia Pernambocana.
Companhia Pernambocana.
C.mpanhia Pernambocana.
Maia t% Rezende.
Bailar Oliveira & C.
Loyo & Filho.
Companhia Pernambacana.
Amorim IrmSos & C.
Baltar Oliveira & C.
Aui. rim Iraij8 4 C.
Vapores entrar
MES DB ABRIL
Hamburgo..... Rosario...........
Norte......... Allianca..........
Sul........... Para..............
Europa....... Ta.us.............
Europa........ Ville de Santos ....
Sul........... iVeoa. ............
Liverpool..... A uthor............
HEZ DE )UI)
Sul........... Montevideo ........
Norte......... Afanaos...........
Europa....... Senegal............
Europa...... Aconcagua.........
Sul........... Espirito Santo.....
Europa...... Ville de Rosario....
Sal........... Vtiletfcl/aran/io.-.
Europa....... Elbe
Sal...
Norte.........
Eurooa.......
Su!..'.........
Sul...........
Europ.......
Sul...........
Sul.......... Manos
Trent .............
Feniambuo........
Vi/e de Macelo....
Maranh&o.........
O enoque..........
Tamar............
Tagus ............
boje
hoja
amanbi
ainanhi
28

29
2
3
4
6
7
7
U
12
13
13
17
17
19
26
27
27
Vapores sabir
ABRIL
ESTRANGEIRAS
NAVIOS CONSIGNATARIO
Anna Casper...... Fonseca Irmaos & C.
Ashbrck......... Boratelmaon & C.
Aracoj e esc.
Rio Fomoa...
Ham burga ..
S*nt-8 e esc.
Buenos -".yres
Ust......
Santos e esc.
Southaaopto.
HEZ DE
Mandahu'.........
Jaguaribe......
Rosario...........
Allianca...........
Tagus.............
Para.....,.......
Ville de Santos ....
-Veiw.............
JSgi,,
Bridesmaid........
Brasil............
Bams.............
Budstikkens.......
Ceres............
dio.......-.....
De Bay...........
Ethel.............
Edictor...........
Fanny............
Frite.............
* Finante.........
Hsrnut............
H. R. Leemhais...
Iuheretauce.......
JoaEatevSo.......
Leeteh............
Lewii Erchagn...,
Pereira Carneiro & C.
A' ordpm.
N. J. L'detone & C.
A' ordem.
N. J. Lidiston?.
Loyo & Fiihr..
A' ordem.
J. H. Boxwell '& C.
Blackbarn Needhau & C.
Samuel S. Johustoo.
Amorim Irmaos & C-
Hermann Lundgrin & C.
Henfy Forster & C.
N. J. Lidistone & C.
Hermann Lundgrin & C.
Li vi amento t C.
Amorim Irmaos db C.
A' ordem.
Henry Foater & C.
navios
Aurorita.........
Abel............
A. D. Bordee......
Henrique.........
Henrik Vergland..
Heremd ..........
Isb;aien.........
Strsnss..........
noj g 5 h.
hoje s 5 h.
27 s 9 b.
27 s 10 kV
27 s 2k.
28 a 5 h.
29 s 2 h.
29^4 Ih.
a entrar
Rrt de Janeiro.
Cardiff.
Rio de Janeiro.
Rio Grande do SolT
Rio Grande do Sul.
Rio Granda do Sul.
Falmoutb.
Cardiff.
tlovmento do porto
Navio entrado no dia 25 de Abril
Macci1 dia, vapor ingles tDe Bay, de 1,088
toneladas, commandante Rjb.-rt Hall, equipa-
gem 23, carga earocos de algodo iBi well
* C. '
Sahidos no mesmo da
New-Yoik e escala-Vapor americauo Finance,
commandante E. C Backer, carga varios gene-
ros.
NatalHiate nacional D. Antonia. mestre Vic-
tahsn > da Rocha Picado, em lastro.






I
Diario de PernambucoQointa-feira 26 de Abril de 1888
^PAMHIE DBi MBi*J.B
res aritime*
linha mensal
Paquete Senegal
Comwandante Moreau
' esperado da Europa no dia 4
de Maio e seguir depois da
demora necessaria para
de Janeiro, Buenos
Ayres e Montevideo
Lembra-se sos sonhores passageiros de todas
as ulusses que ha lugares reservados para est*
agencia, que podem tomar em qualquer tempo.
Prevne-se aos senhores recebedores de merca
dorias que s<5 se attender a reclamacoes por fal-
tas nos Tolumes que forem reconhecidas na occa
sio du descarga, 38m como devcrao dentro de
48 horas a contar do dia da descarga das alearan
gas fanerem qualquer reclamacao coctrnente a
volantes que poverntnra tcnhHin seguido para oe
portes do sul, afim de poder-se dar a tempo as
providencias necesitaras.
Pai miga, p.is3.u>-ns, onooaam das o dinnsir
a frete : tracto-ge com o
AGENTE
Labille
lote de livros comprehendendo um importante Dio
ciooario Universal de L .tense, com 16 volumes.
Segundo quarto
Una cama para casal, 1 mesa i cabeceira do
cams, de mogno e^m i^dra, i copula e cortinado,
2 cortinados e laen, 1 tap te forro de qoarto, I
commod*. 1 berco, 1 cab.de, l lavatoro com jarro
e bacii e 1 espelbo doarado.
Terceiro quarto
Um marauisao, 1 lavatorio com pedra, 1 gpar-
aico de porcelana com 7 pecas, 1 espelbo, 1 cor-
tinido laac*. 1 porta toalbas, 1 mesa de cabecei-
ra de cam, 1 etagere, i cabide r 1 forro de quarto.
Quarto quarto
Cinco mallas grandes para viagro, 1 lote de
molduras dooradas, i lavatorio de ferro, 2 mallas
de mo, 1 eseada, 1 lote de quadros, 1 aiTel com-
pleto para engenheiro.
gala de copa
Attendite
Um guarda-looca envidracado cim tampo de pe-
a, 1 mesa elstica com 5 taboas, 1 guarda-
mida, 1 apparadsr, <2cadeiras de junco, 1 quar-
dra
com
ogiise
b-lcA DO OOMMERCi-9
JMlO
De
dona cavsllis gordos, sendo um para
co la e outro par. carro
Quina feira, 26 di corrente
A's 11 horas
Por occasilo do leilib de movis, cristaes e
electro-pate, no palacete da ra da Aurora n. 133,
casa de residencia do Ulm. Sr. Or. Jcs Goucal-
ves Piolo.
iVt ntervengo do agente
Gusnio
Grande leilo
De ricos moviis, finos crystaes, porcelanas,
servicos completos para cha de superior
electro-pate, ricos objectos de bronze
(obras d'&rte), pianos, tapetes, ricos cor
tinados de dantesco, importantes carros
e muitos outros objectos de luso e de
apur.ido goso
A saber:
SU da visita
Dnas importante! mobilias estufadas e forradas
a seda (Lampa-), H cadeiras diversas, douradae,
estufiiduf e torradas a seda, 1 ccnvtrsadeira ceu
tro de sais, forrada a damasco de seda o com flo-
res artificiaos no centro, podeno formar qaatro
pecas, 1 marqueta estufada e forrada d<> s tim
amarello, 2 raiieiras estufadbg e lorrudas du Mtn
preto, i rico dunquerque (Marqueterie) de enano
ecm pedra e embutida de madeira, 1 dito de dito
com embutido de bnnze emidreperola (Bule), 2
ditos dt> ditos para cantos, 1 mesa para centro de
sala embutidas de metal (Bule), 1 jardineira de
ps rosa com embutidos de metal, 1 oiesinba de
chara) eom embutidos de inadreperola,. 8 jardi-
neiras douradas com jarros e flores artificies, 8
pares de cortinados de damasco de seda com sa
nefas e mais pertences, 1 grande tapete aveluda
do forro da sala, 6 ditos de ;dito para portas, 2
almofadas pira sof, 2 figuras de bronze (raulbe-
res), i relogio e 2 candelabro?, de broqse e es
malte, 2 porta-retratos, 2 passaros de bronze (Cloi-
sonne), 1 porta-cartao du electro pate e porcela-
na, 2 estatuas de ac (guoi reros), 2 jarros de
bronce c pedestal de veludo, 1 grupo de brns<-, 2
estatuas ce bronze (guerreiroe), 2 jarros grandes
com ps de brome e flores artificiaes, 2 jarros de
crystal dourados com ps de metal, 2 ostioaes de
crystal com .i de bronze, 2 vasos pequeos de
bronz; (C oisonn), 1 dito de dito idero, 1 porta-
retrato, 2 porta-retratos de crystal, 2 ampbor&s
de brosse com pedestal dourado, 1 obelisco de bron-
ze, 1 arco de triumpbo de bronze, 1 peca de colum-
na para eniettes, 2 porta -cartees de metal, 2 ditos
de prata ozicidade, 2 poita-retratos grandes de
EUucia, 3 a'buns de diversos tamanhss c 29 eu-
rtas para movis.
(Jabinete
Um ptimo piano allemo, 1 cadeira estofada
para o mesmo, 1 estante para msica, 1 mobilia
estufada com 1 sof, 2 poltronas e 4 cadeiras, 2
jardineiras douradas com jarros de bronze e i-
ree artificiase, 1 importante secretaria com tampo
de marmere e embutido de raadeiras, 1 grupo de
biscuit, 2 quadros oleographi, 2 tapetes pequeos.
2 qa.rto
Urna rica cama de bano com embutidos de sna-
dreperola, marfim e bronze, 1 mesa cabeceira de
cama, dem, dem, dem, 1 guarda-vestido de ba-
no com eepelho biaaote, dem, idem dem, 1 toi-
lette grande com vidro bissote e pedra, 1 guarn-
cao de electro-pate para toilette com 8 pecas, 6
cortinados de crep da China cem seos pertences e
1 tapete torro do quarto.
3o quarto
Urna cama era cpula par? solteiro, 1 commo-
ds, 1 mesa* cabeceira de cama, 1 lavatorio ameri-
cano, 1 gtiiruic'S' de porcelana com 8 pecas, para
lavatorio e 1 cadeira para enanca.
Sala de vestir
Urna mobilia estufada forrada de pllucia cora
1 sof, 2 poltronas, 4 eadeiras, 1 guarda-vestido
deerable, l dito devinbatico, 1 toilette de earva-
lho com grande espelbo e pedra, 1 tapete grande,
2 ditos pequeuos, 4 cortinas e scus pertences, 1
licoreiro, 1 porta-carlas, 1 caiza pra costura, t
lotes de objectos para tcilettf, 1 caixa de pao rosa
com tampo de vidro, 1 eastical do electro-pate e
1 lbum.
& e 6* quartcs
Urna cama de erable com embutidos de. madei-
ra, i ra (a cabeceira de cama de dito, 1 toilette
de erable cm pedra eespelho, 1 secretaria de di-
ta com embutidos, 1 commoda de dito, 1 guarda-
roapa di dito com espelhoa e embutidos, 1 mesa
de dito p ira par centro de sala, 1 cortinado de
carne, 1 i.'uaroicSo com 1 pegas para lavatorio, 1
panno forro de mesa 9 estantes pequeas, 1 cas
tica! de lati, Scortinados de crochet e seas per -
tenecs, X cadeira privada, 2 cabides, 1 guarda
vestidos de mogno eom espelbo, 1 espelho, l es-
tanti' nejuena de nogueira, 3 quadros pequeos
bordados- seda, 1 cofre prova de fo'go com segre-
do. 1 cce :, 1 eaixa de carva'h; para lavas, 2 me-
sas turcas, i quadros de praios e 1 cadeira de
mol i.
Sala do fundo
Um divn e 2 cadeiras estufadas e forradas de
setim siui, 1 cama de Uia para nasal, cpula e
cortinado, 2 lavatoriosd ie-coo cetn podra ees-
pelho^, 4 quadres 'curados, l guania renpp, 1
otd-iiu privad, l bidet, 1 espelbo de ciyjrai, 2
cabide?, 1 laoertadvr, 1 banca com 2 gavetas, 5
tapetes, 'i efg. ir. 1 repo teiro, 1 cesta de crys-
tal eom electro-pate, 2 porta-retratos, 1 tinteiro
de metal e 2 eaatieaei de difo.
Andar terreo
Sala de enti .
Um grande tapete de eseada, 1 cabide de no -
gneira para chapeos, 1 secie'aria de amarello com
estante e diversas cadeiras.
Sala de visita
Urna mobilia de faii, com 1 soi, 12 cad.iras, 2-
peltronai. e 2 dunquerqufs com p.dra e espelho, 1
piano, 1 mesa de jogo com rmbutidas de metal, 2
grandes jarros chapones de bronxe, 2 pedestacs
com tampo de marmore, 1 grande estatua de bron-
ae, i d'-fomador de brjnze. 2 jarros de crystal
com meal, 1 cesta de mariscas, 1 vaso de iouc*,
2 jarros trra eota, 2 ditos de porcelana, 2 casti-
cats de breoae chapones, 2 jarros chipcms de
bronse, 1 lbum, 1 caixa c m 8 caivetes, escarra-
deiras de porcelana.
Gabinetes1
Umamobilia de pi carga com 1 sof, 2 poltro-
nas e 6 cadeiras, 1 secretaria grande de mogno, 1
dita de mogno com armario, 1 estante da mogno
envidracad, 1 mesioba para fumante, 1 prensa
para copiar, 1 cesta de cbifre de veado, 1 arma-
dora e capacete de ac, 1 reposteiro e tanca, 1 eta-
gere grande, 2 espingardas fiaat, 1 caixa com fer-
ramentaf finas, 1 caixa de segrede, 2 bsogaras, 1
tinheirs, 2 cadeiras de junes com bataneo, 3 qua-
dros dourados, 4 dit03 menores, 4 cestinbas, 1 li-
coreiro com caixa de vidro e guarnicSo de metal,
4 ctageres.toscas, 1 lavatorio de ferro com pedra.
Sala do juntar
Urna importaute mobilia de noura, toda enta-
Ihada, composto de 1 mera elstica eoss b tal aU
4 guarda-toncas, 12 cadeiras, 1 relogio, & quad.-os
de pratos, 2 jarros grandes chapones, 2 caudieiros
para kerosene, 8 pareo de cortinados com seas
p rtt-necs, spparelbos de porcelana para almoco e
jantar, ditos de crystal para cha, ditos de electro
pate, tequeiros de prata e electro pate, fructeiras,
galheteiros, porta fructas, colheits, facas, garios,
salvas, tado de fino electro pate e prata, clices,
garrafas, parta fl.rea de crystal, bandejas de cba-
rSo e muitos outros objectos, 1 importante appare-
lho antiguissimo para jantar.
Cosinba
Trem de cocinba, bacas e etc.
Cocheira
Um carro de vis-a vis, 1 dito petit-d.ique que se
pvde transformar em victoria, 1 par de arre-i s
para 2 ca va I los, 1 dito para t cava I lo, 2 pares de
arreios para montara, 2 fa1 damtntos, 1 carrinho
de mo e 1 importante sellim.
Qainta-feira 26 e sexla-leira
27 do corrente
A's O e raeia horas
No grande palacete sito ra da Aurora
n. 123
O agente Gupmj,oautorisado pe'.olllin. Sr. Dr.
Jos Goncalves Pinto, que retirou-se para a Eu-
ropa, far kilao de todos es objectos cima des-
criptos, que ornam a mesma casa. Nos catlogos
que serSo distribu los sera > minuciosamente de-
clarados os nmeros dos objectos e suas quidida-
des.
O bsad q3 partir sb roa \
dar paoBa^ea jra'.: ute:
Jos Samuel Botelbo avisa ao respeitavel publi-
co que anda continua a fabricar bouquets do mais
afamado gosto, para casamentos ou outro qualquer
acto, assim como ca pellas mortuarias de perpetua
a tratar na ra Nova n. 20, loja de miodesas, ou'
na roa da Cade i a do Recite n. 43, loja de selleiro.
Na roa Fornea n. 33, precisa-se de criados.
Seguro!!!
Falsificares
Scih dieta e sem modifi-
carles de costamos
Laboratorio central, ra do Visconde
Rio Branoo n. 14
Esquina a ra do RegenteRio dt.
Janeiro
Especficos preparados peio phar-
maceutico Eugenio Marques
iA lllll'llii't Pede-ee ao Sr. A. A. G. caixeiro de um escrip
UC IIUKUIIUU I torio, o favor de apparecer no hotel Pitla, afim
Apprvados pelas juntas de byeiene da deJec oma carta.
fri B..kl... a n___ j oe nao vier ateo da 28 do corr.nte, entrega-se
Corte, Repblicas do Prata e Aoadomia de auma ^^p^ 0 pr0Curar.
luduatna de rana.
Elixir de Imblrlblna
Bestabelece es rlyap- pticoa, facilita as diges-
t3es e promove as ejeccoes difficeis.
VCsalie de ananaz ferruginoso e
quinado
Para os chloro-anemicos, debella a hypoemia
intertropical, rr-constitue os hydropicos e beribe
ricos.
Saropc de flor de aruelra e ma-
_ tamba
Muito rcommendado na bronchite, na Uemopa
tjst e as toases agudas ou chronicas.
Ole de testadas ferruginoso e cas-
cas de laranjas amargas
_E' o primeir reparador da fraqueza do orga
nismo, na fysica.
Plalas nie-peridicas, preparadas
com pererlna. quina ejaborandy
Cura radicalmente as febres intermittentes, 'e
ao i tientes e perniciosas.
T/iibo de Jurubeba simples e tam
broa ferruginoso preparados
em iaho de caj
EfEcazes as inflamacoes do figado e baco agua
das ouehronicas.
visillo tnico de capllarla e quina
Applcado has coavalescencas das parturientes
tierco ante-febril.
iscu Muiasi Ja Sra & G
RA TO MRQUEZ DE OLINDA
Est se acabando o mando
Sspatos de tapete bardados a lOOO o par
:Vo ba naos a medir
Ba da Imperatriz n. 80.
Para evitar falsificacoes com referencia ao co-
nhecido PEITORAL DE CAMBARA, deve exi-
gir-se este preparado com a firma do austorAr-
vares de S. Soares em rotulo circulando a ro-
Iha do frasco e a marca da fabrica nos involtorios,
rulada pelo nome dos agentes e depositarios
geraes em Pernambuco Francisco Manoel da
Silva & C ra do Mrquez de Olinda n. 32.
Peitoral de Cambar (3)
Descoberta e preparacSo de Alvares de S.
Soares, de Pelotas
Approvado pela Ezma Junta Central de Hygie-
ne Publica, auctorisado pelo goveroimperial, pre-
miado com as medalhas de ouro da Academia Na-
cional de Paria e Exposio Brasileira Allem de
1881, e rodeado de valiosos attestados mdicos e
de muitos outros de essoas curadas de :tosse,
simples, bronchites, aathma, rcuquido tsica pul-
monar, coqueluche, escarros de sangue, etc.
Precos as agencias : Frasco 2500, meia
dnsia 13*000 e dnsia 24*000.
Precos as sub-agencias :Frasco 2*800, meia
dusia 15*000 e dusii 28*000.
Agentes depositarios geraes nesta provincia
FRANCISCO MANOEL DA SILVA & C, ra
Marques de Olinda n. 32.
FUNDICAO GEM.
ALUN PATERSON & C
N.44--Bua do Brum-N. 44
"UNTO AESTAfAO DOS BONDS
rom para vender, por prwo mdicos, aa segu tea ferragnr:
Tachaa fundidas, batidas e caldeadas.
Crivacoa de diversos Umanhos.
Rodas de espora, idem, dem.
Ditas angulares, idem, idem.
Bancos de ferro com serra circular
Gradeamento para jardim
Varandaa de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de lindos modelos
Portasd fornalha.
Vapores de forga de 3, 5, 6 e cavallo*.
Moendas de 10 a 40 pollegadas de panadura
Rodas d'agua, aystema Leandro.
Encarregam-se de concertos, e assentamento da maohinismo o exeontam muM
t.-uLalho com perfeigSo e prestis.
Leilo
D
urna excellente vacca tourina e nm lin-
do cao de caca, raga (Foxhund) ,
Quiuta-feira, 26 do corrente
A'S 11 HORAS
Pul occasio do grande leilao dos ricos movis,
cristaes, prata e eletro-plate, no grande palacete
sito ra da Aurora n. 133, residencia du Ulm.
Sr. Dr. Jos Oonc*lves Pinto.
POK INTERVENQAO DO AGENTE
Gusmo
Agente Silveira
Leilao
O. vinho de uvas, fabricado no Rio Grande
do Sul
SEXTA-FEIRA 27 DO CORRENTE*
A's 11 boras
Na porta do-armasen! do Sr. Annes, defronte da
Alfandega
O agente Silveira, devidamente aotorisado, le-
var a leilo cerca de 30 quintos de vinho p or
conta e risco de quem pertencer.
Mmnu
P CLERV
m
Vende-se em toda a part
AVISOS DIVERSOS
^| A'oga-sa o sitio da Magdalena n. 8, pasean-
do a ponte grande, com casa para numerosa fami-
lia, tem agua encanada e pequeo terreno com
alguns arvoiedos ; a tratar com o commendador
Albino Jos da Silva, na Santa Casa de Miseri-
cordia, ou na ra Direita n. 45, sobrado, a qual-
quer hora do dia. ______________
Aluga -se um pequeo zbalet em lugar perto
do trem de Apipacos e bond, e para himem sol-
teiro que queira pernoitar fra da cidade ; a tra-
tar no Caminho Novo n. 128 Na mesma casa
vende-se quatro quadros da lida historia de
Roma.
Aluga-se o segando andar do sobrado n. 73
roa do Rangel, com muito bons commodos e
muito fresco, tendo a vantagem de estar prximo
ao mercado publico ; a tratar na ra do Cabug,
loja n. 16.
Aluga -se o pavimento terreo do predio n. 4
da ra de Thom de Sousa, tem armaco ; a tra-
tar no primeir andar n. 43 da ra estreita do Ro-
sario.
Aluga-ae cusas a WM no beceo dos Oec
bus, junto de S. Goncallo : a tratar na roa d>
imperatriz u. 18.
Aluga-se o sobrado n. 4o ra da Roda,
com bons commodoa e muito fresco ; a tratar n*
ra do Cabug n. 16, loja.
= Precisa-se de boj protessora j idosc; DjOC
aiba a lingua noiiagaasa c t.^ aaaiSB francesa
em seas rudimento:, para leciioasr ca bk cccc-
nbo da fregueiia dcJaboato, di-'.an', '. -
goas (sticao ; a tratar na ra do Imperador
o. 81, d 11 Aa 4 horas.
Preeisa-SQ de urna cosioheira e de urna apren-
d* para costara ; na iu* Dr. Feitosa, antiga es-
.reita do Rosario, n. 6, 2-. andar.
Precisa-se de nm
ra do Hospicio n. 3.
criado eom urgencia ; na
= ^irendit-se o engeubo Cajabuss da comarca
do Cabo, moente e corrente, e botn d'agua ; a tra-
tar no primeir andar n. 43 da ra estreita do
Rosario,
Vende se ui
bjm fabricante,
roa das Flores n.
i piano em perfeito estado 6 de
garantindo-se a qualidade ; ca
11.
Morada com muitos commodos e agua, ra
Barao do Triumpbo n. 81 ; alagase na ra de S.
Jorge n. 131, taverna.
PerdtT8m-se S'is ap dices di divida ppblica
de 1:0)0* ci.a uoia, dees. 2900, 2901, 2902,
29.)3, 2904 e 2905, de juros de 00 ao unno, da
emissa de 1828, pertencentes a D. Ciaudina da
Silva Figutiredc, ceda com o Or. Jos Bernar-
do d< que as houv-' pr h rauc* de
ma n:' 1) t> I heodora da Silva: quem
aa ti -* leval-as ao escriptorio de-
Luiz Silva & Pinto, no caes du
Goap'.inbin I-cruambTCna n. 6, qna ser gratifi
cado.
O abaixo assiguado, testHmentcirj dos b; ns
du finado Dr. Franeiscj Goncal ves da M>raes,
pelo presente chm a todos os ufilhados do mesmo
finado pura, no praso de 15 das, apresentarem-
se habilitados com cerjjdo de baptismo, afim de
screm contemplados na partilha. Recite, 16 de
Abril de 1888.
Manoel Jos de Bastos Mello.
Mara Jo.quina Vianna faz publico que ba
nove meses o Sr. Jos Joaqaim Goncalves Bastos
nao mais sen pr curado? e nlo tem procurad ir :
todo recebiment3 de .-uas casas com recibo de
sen Danho, psr pessoa de ana confianca. Recife,
23 de Abril de 1888.
Cachorro dcsapparc-
cido
Um novo, preto, de pea brancos, podem leval-o
so sitio do Dr. Va lenca, na Jaqneira, qoe ser're-
compensado.
afc
38Ra do Imperador 58
Nesta gnnde phartr-ucia avia-se receitas e pedidos com prompidSo.,
solicitude e modicidacre.
Asprescrp5es em iingnas ostrangeiras %U fielmente
despajadas
>, O pbarmaceutico pernambucano JOS FRANCISCO BETTENCORT
convida os clnicos desta o.idado que queiram honral-o com sua confianza
para qualquer trabalho profssional e o publico. Garante se a mais atten-
::osa e conscienciosa execuyao.
Esta casa recebe seus productos chimioos e drogas directamente
das melhores casas da Europa, especialmente encotnmondadas para sea
r"eituario.
ESPECALDADE
. larop de Mar, Gico o Balsoio no Tolfi
Preparado pelo pharmaceutico JOS FRANCISCO BETTENCORT,
de urna eficacia verdadeiramente maravilhosa as molestias dos orgSos
respiratorios.
Bronchites, asthraa tosse, convalsa, etc.
:o:
CHA PRETO de pri eir qualidade.
DE MAMADEIRAS aro grande sertimento.
SABONETES INQLEZES de ptima qualidade a precos sem couipe-}
tenoia.
Tinta preta para escrererinalteravely fabricada com muito cuidado
por urna formula ingleza, 'especial para escripturacSo mercantil e reparticSes
publicas, seoca de pressa, perfeitamente preta, nSo corroe as pennas, nao
deposita e d copia.
MEDICAMENTOS
D%
JURUBEBA
PREPARADOS E ESTDADOS
se
e.
as
se

ce
ss
oe
POR
Bartholomeu k C. Successores
P\l\\ I3SO INTERNO
' PREPARADOS SIMPLES
Xarope de Inrnbeba, vinho de f arabeha, pilulas de
farabeba, extracto da fnrubcb:, tintura d inrnbeba:
PREPARADOS COMPOSTOS
Vinho de farabeba, com iodureto do potassio, vinho fer-
ruginoso de Jurubeba, xarope ferruginoso de Jurubeba, pilulas
i'erruginoe&s de lurubeba.
PiVKiV 13SO EXTERNO
Jurubeba, pomada dc?farubeba,"empla8to de
qe
so
a
s
se
'O
aasl
se
ai
Uleo c
fura beba
:o;
nicos preparados de f urubeba appiovados peU Academia de Medicina,
aut risados pela Junta Greral de Hygiene Public, da corte e recommendados pelos
medios contra as molestias do estomago, perda de appette, digestSes diffictis, dyspep-
sias, iheumatismo agudo ou chronico, e todas aa molestias do figado, do baqo,. na
diarrha chronica, na hidropesa, as molestias de or'igens sypkiliticas, etc., to.
:o:
25 annos de aceitarn
ATTESTAM A EFFICACIK D'ESSES PREPARAD03
CUIDADO COM AS FALSIFICACOES
Elixir a siMlgnAtur*-BAR1HOLOMEU& C. SUCCESSORES
DEPOSITO GEfUL
i:m sua uaros.ca e drogara i
RA LARGA DO ROSARIO N. 34
9K
DE
WOLFF& C.
14-RA DO CABM--H. 4
.Veste muito coohecldo estabelecEnjen-
to eucoptrur o respeitavel publico o mis
variado e completo sortiuiento de JO! \*
recebidas sempre directauaeote dos melho-
res fiibrlcaotes da Europa, e que p,'iniam
pelo apurado gosto do mundo elegante.
Ricos uderecos completos, lindas pulsel-
ras, alflnetes, voltas de our. cravejadas eom
brilhantes, ou perolas, annels, cacalotas,
botses e outros multo s artigos proprio
des te generes.
ESPE IALIDADE
Em relogio de ouro, prata e nickelados,
para hona?ns, senhoras e meninos dos mais
aere altados fabrieantes da Europa e Ame-
rica.
Para todos os artigos desta casa gran*
te-se a boa qualidade, assim como a niodtcl-
dade nos precos que sao sem competencia.
Vcsta casa tambem coneerta-se qual-
quer obra de ouro ou prata e tambem relo-
gio de qualquer qualidade que seja.
4-Roa do Cabug-4
ATTENC
CACHEMIRA de duas larguras, matizadas, a 800 rs., o covado.
CAMBRAIAS brancas, bordadss, a 5,J000 e 50500, a peca.
MERINO de cores, duas larguras, a 800 e 1000, o covado. .
SETINETA japoneja, fazenda nova, a 240 rs., o covado.
ZEPHYRES de quadro, padrSes novos, a 200 e 240 rs.j o covado.
LANS com mselas de seda, a 600 rs. o covado.
NANSUK muito finas, padrSes novos, a 280 rs. o covado.
PERCALES miudinhas, padrSes novos, a 240 rs., o cavado.
GAZES arrendadas c8r de creme a 600 e 700 rs., o covado.
FUSTAO branco, desenhos lindos, a 440, 500 e 600 rs., o covado
ESQU AO pardo para vestido, a 360 e 400 rs., .covado.
FICHUS de malba, imitacSo de seda, a 2500, um.
SARGELIM de todas, as cSres, a 240 rS. o covado.
BICOS de c6res, matisados, a 2,5000, 20200 e 20500 a peca.
LENCOS brancos para crianca, & 10200, a duzia.
LENQ03 do linho de cores, 20400, a duzia.
COLCHAS de cSres adamascadas, a 30500, urna.
MADAPOLO americano com 24 jardas, o 60500, a pega.
CORTINADOS bordados, a 60500 a 80000, o par.
TOALHAS felpudas, a 30500, 40500 e 50000, a duzia.
ESPARTILHOS couraca, muito finos, a 50000, 60000 o 80000, o Um.
LENCES de bramante, a 10800, 2200 e 20500, uro.
CAMISAS inglezas de flanella, a 50000, urna.
BRAMANTE de algodo de quatro larguras, a 800 e 10000, o metro.
ATOALHADO bjrdados, a 10200, 10503 e 20000, o metro.
LEQUES transparentes, grande sortimento, a 20500, um.
SEROULAS de bramant-, a 150000, 180(00 e 220000, a duzia.
LUVAS de seda, cora botSes e arrendadas, a 20000, o par.
CHEVIOTTES preto e azulado, a 30000 e 40500, o covado.
BRAMANTE de linho de quatro larguras, a 10800, o metro.
GANGA adamascada para coberta, a 320 e 360 rs., o covado.
COLCHAS brancas de fustrio, a 36500, urna.
PANNO da Costa de listra, a 10000 c quadro a 10200, o covado.
TOALHAS grandes felpudas "para banbo, a 10500, urna.
GUARDANAPOS de linho, para cis, a 20200 e 20800, a duzia.
GUARNICAO de crochet, desenhos novos, a 75000, urna.
SETIM Mcio de todas as cores, a 900 e 10000, o covado.
RICAS grinaldas com reo do blon^i, a 80000, 90000 e 100000, urna.
FICHUS de la, todas as corea, 10000 e 10500, um.
ZEPHYR faaenda muito larga, a 400 rs., o covado.
BALEIAS pura vestidos, a 300 rs.. a duzia.
CAMISAS allomas, linho e algodSo, a 380000, a duzia; pechinoha.
COMPLETO sortimento de bordados e entremeioa.
EXTRACTOS differentes qnslidad a.
TNICO de puninao, a agua de kananga.
Para para banhos de ma"
COSTUME para hornera a 80000.
s > senhora a 100000.
< menino a 50000.
BOLCAS de palha para o mesmo fim.

NA RA Io DE MARCO H. 0

DE
AMARAL & C.
HEBlVEl
i
.


6
Diario de Peraam-Mico---Quinta-feira 26 de Abril de 1888
Tyjogratlcliiioraiiiaaepr
FABRICA
ate llvrae *e eacrlplaraeae
Premiaos aas exposicSes de 1882 e 1885
Manocl J. de Miranda
EncadernacSo, pantano e especialidades
em carfes de vinta.
39-RUA DUQUE DE CAXIAS-39
Teiephonc19*
Corso primario e secundario
Jos de Soasa Cordeiro Simoes participa ao po
blieo qne translerio o acu estsbelecimeoto de ms-
trucco da ra Marquei do Herval para o pateo
do trino n. 26.
Sitio para lugar
Arrenda-se oa aluga se una sitio confronte a
estsoao do Parnameirim, tem excellentes commo-
doa, eom duna casas para residencia, sendo urna
de sobrado, casa para feitor, cocheira, jardim bem
plantado e muitas fructeiras; a tratar a* ra do
Imperador n. 28, ou em Olinda, ra de Mathias
Ferreira n. 51- ______^_____
Soccorro a yelda
A moradora do becco do Bernardo n. 51, anda
Be fas lembrar s almas cartdosas, que nao se es-
quecam da prot* ceao que sempre lhe dispensa-
rara.___________
Ao eommercio eao
publico
Figueire'o &. IrmS) mudaram seo estabeleci-
ment de f a zondas roa da Imperatris a. 56,
para a nirsma ra n. 76-___________________
Sementes de earrapalo
Compra se em grandes e pequeas qnantidades;
na drogara de Francisco M. da Silva 4 C, ru
O Marques de Olinda n. 23._________________
Arreoda-sc
na secrefaria da sarta casa o sobrado n. 24 roa
do Imperador: mmm ...
1-andar esotSo 600*000
Loja _________ 400*000
N. 93:S00
Manoel Carpinteiro y Souza tem urna carta na
padaria de Mello & biset; roga-se o favor de pro.
coral-a._______________________________ -
raria, mamila i typogfa-
piii ew
Bita do Imperador numero 93
Livros de jurisprudeneia, dirrit>, Ktteratura
sciencia e religiao, hvros para iustruoco primaria
e secundaria, livros etn brsnco para escriptora-
c5o commerci-.l. tinta para copiar e para escrever,
de diversas cores, artigos para i-scrptorio e diver-
sos objecfos de g ato e pbantasia, papis pintados
para forro de salas, quartcs, reatanranta, etc.
Encaderna-se coin pr-.-sfess c segnranca, marca-
se eom nitidez car toes de visita e iinpiime-se cono
perfeicio qnalquer trabalbo typographico.
Preces mjdiecs
Uun do Imperador n. 93
CoJoheira
Preesa-se de orna sma (j de idade) que co-
sinhe bem. para casa de familia, no Chacn.
Dirija-ae das 9 horas at *s 4 nos dias uteis na
ra do Commerco n. 5, 1- andar, eaeriptorio da
frente.
Arrobe
DE
c j1, veame Mo meten
pial de BibI jio & C. Snc-
crwh
Appr ovado pela Juma geral dea)
tlenr puhllra da corle
E' o melbor depurativo e cora todas as doen(;as
syphiliticas da pelie, rbeumatismo, bobas, nle-ras,
e em geral as que provena da impureza do angue.
Depcsito em sua pharmaca e drogaras roa
iarga do Rosario n. 34, Pernambaco.
Aitencao
Precisa-se dr duas criadas que sibam oosinbar
eom perfeicjio pura casa de familia ; naru Darao
da Victoria n. 6C, taverna.
Tintura indiana
Para tioeir instantneamente a barba e os ca-
bellos brancos e grisalhos damais bella cor preta
castanbo : vende-se na botica francesa de
Rouquayrol Freres
-Hua da Craz=ta
lailta io Mente Soccorro
Con pra-ee e paga-se mais do que em outra qoal-
qoer parte, praca do Conde d'Eo n. 18.
Caixeiro
Precisa-se de um menino eom pratica de ssolha-
dos ; a tratar no becco do Pocinho n. 24, cu na
ra da Moeda n. 29.
Precisa-se
comprar urna casa na Boa Vista ou Capanga, eom
4 a 5 quaitjs e quintal, por cerca de 3:0004 ;
quem tiver para vender, dirjase roa Nova no-
mero 15.
Lava-se e engonma-se eom
trtvld.de mupa de senliora e de
honieni: na roa do Fogo n. 45.
Cautelas ?o Monte de
Soccorro
Compra-se cautelas de qualquer j.-iaon brilban-
tes, paga-se bem; na prsea da Independencia n.
22, loja de reKjoeiro.
Peitoral de cambara
Agentes e depositarios peraes nesta provincia
FRANCISCO M. DA SILVA 4 C.
No srmazem de drogas ra do Mrquez de
Ohndf.n. 23
Preces: Frasco 2*580, 12 duzia.
___________13S0OO e duzia 24*000
Vifllio e licor de janipabo
Na fabrica de licores ra Bario do Triumpho
(antiga d.< Brum) n 75, vende-se su; en re vi
Dbos licores de janipabo pjr nens proco que
em tetra qnilquer partf. All encontrar-se ha
sempre completo ortiment) de licores e entras
bebidas b?m preparadas, por pree? o mais comino-
de poBSivel.
Tele pilone n. 5?
5

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a.
_3_
x\ma
Precisa se de urna ama para lavar e engommar
tazando mais alguns servidos, menos comprar e
coainbar, que durma em casa ; na ra buque de
Cazias n. 14, sobrado, se dir.______________
Ama
Precisa-se de orna ama que engomme e cosinbe
c m perfeicao, para easa de duas pessoas ; na roa
Mrquez do Herval n. 10. ________________
Ama
Precisa-se de orna boa cosinbera. paga-se bem:
na ra Du^ue de Cazias n. 44, loja de fazeudas._
Ama
Precisarse de ama ama para cesinhar, em casa
de pooca familia, na roa do Vigario n. 3, 2. an
dar.
Ama
Precisase de urna ama para cosinhar; na ra
Mrquez de Olinda n. 50, tavf rna._____^^^^
Ama
Offereee se urna ama para lavar e en-
gommar para casa de familia ou meamo de
soiteiro : quem precisar dirjase ra da
Roda n. 11; ra venda se dir quem .
f a
Ama
Precisa se deuma ama para comprar e co-
sinhar para" casa de familia, na ra Duque
de Casias n. 14, sobrado.
AMA
Precisa-se de urna de aieis idade, que seja
boa cosinbera e faca o mais servico de um casal
s-.-m Albos : roa Vidal de Negreiros n. 134.
A M .A
^Precisa-fe de orna ama
perador n. 26, 3' nadar
a tratar na ra do Im-
Alnga-se barato
Rus do Bom Jess n, 47, 1 andar
Ba do Corredor do Bispo n. 78.
Roa de S Jos n. 74.
Roa do Visc'jnde de Itaparica n. 43 2. andar,
-loa Viseonde de ltap*nca n. 43, armasem.
Ra de Bom Jess u. 47, 2. andar.
Tatb-se na. ra do Cominurcio n. 0, 1* andar
esur.'ptorio de Silva (luimuraes & C.
Aluga
-se
O 1' andar de n. 27 a rna Vidal de Negreiros.
O 2- n. 66 e o de n. 18 ra de Marcilio Dias.
O terreo n. 27 e o 3- de n 3 roa da Penba.
O terreo, 1- e 2- de n. 34 roa estreita do
Rosario.
A casa n'l travesa da Hora. ,
dem 28 ro de Nones Machado, "no Espinbeiro,
om bons commodos.
A tratar na roa do Hospicio, numero 33.
Jug
0u.se
as segnintes casas : a da roa do Lima n. 30
grande casa, cjta agua, gas e apparelho, e a da
inetma ra n. 22 ; a tratar na lytographia de J.
E. Puroeii, 4 roa Manquea da Olinda n. 8.
Alaga-so
Urna boa casa ua Tamarineira eom excellentes
commodos e grande sitio: a tratar na roa do
Amorim n. 43.
Alu
ga se
o armasem do sobrado roa do Bom Jesos n. 51,
propio para escrptorio oo arntezem de reeolber,
e o l- andar do sobrado da rna D. Maris Cesar
ns. d e 5 e o 2- andar da roa RstsuracSo n 36
c m g andes c^mm-dos para familia, e lampos a
tratar na ra de Domingog J0B Martins n. 50 '
triado
Precisa se da um rapagnho de 12 14
nnos para criado, dundo fiador sua con
du ta;" no 3. andar do predio n 42 da
ra Duque de Caxias ; p-r cn,a da typo-
grapbia do Diario.
Professora
O EXTRACTO COMPOSTO DE
Salsaparrilha
do Dr. Ayer,
E' om alteraJyo tiio eflicaz qne extirpa completa-
mente do Bvsteraa a Escrfula Hereditaria, e as
affeeeoes qne tem atlinidaJe cora as enfermidades
coutaaiosaa, e aa oooasionadas pelo mercurio. Ao
mesmo tempo Vitalia e enriquece o sangue com-
iiulo urna accio sandaral ao orgauiaino 6
r<-j uvt'iiesoaudo o Bystsm iBStsro. tata grande
Medecina Regeneradora,
composta oom a verdadelra Saleaparrliha de
Hc.mlura, do Iodos de Potassio e de Farro, e
outros ingredientes de grande potencia e virtudes
curativas cuidadosa e scientiflenmente preparadoa.
A formula geralmente conhecida da profioaao
medica, e os meluores mdicos receitio a Salsa-
i'Abuii.ha do Dr Aytk corno um
Remedio Absoluto
para ae enfermidades occasionadas pelo estado
vicioso do sangue.
Est concentrado ao grao mais alto practioavcl.
multo mais que qualquer outra preparacSo da sua
clac. que pretendo proporcionar iguaes fleitos, o
por tanto a modecina mais barata, assn oomo a
melbor para purificar o sangue.
PBEPARAD FBLO
DR. J. C. AYER e CA.,
Lowell, Mass., E. U. A.
A' venda as principa* pkarmanlas e drogaras.
Xo srmairm n. 49 da ru do Bom
l-*ii*
vende-se cadeiras austracas (junco) mais barato
do que em outra qualquer parte. Ver para crer.
Sement de carrapato
Cmprase s mente de carn-pato ; na roa do
Hospicio n. 79.
Vinho verde
O qne ba de mais puro e agradavel ao paladar.
A fabrico r'h-oix, roa da Florentina n. 15,
nao onsa contestar a bondad de mnitos riohos
que por abi se vendem, porm desafia que apre-
sentem vinho que dispute a primas'*, do qne ella
tem exposto venda por junto e a retalbo a pre-
sos raioaveis.
Fabrico de assuear
Mnrlilninnio des ttlirlcasatoN Doea
llewarl A C. de 4l*tov
onstruccS i da mais moderna e aperfeir; mda e
de gn.ne duracao.
Moenda eom pressao bydraolica de Stew.rt que
di a melbor expresso c mhecida at buje.
Calderas cem eoonomisador, especialidad des-
tes fabricantes.
Fornalhas para queimar o bagaco verde em di-
reitnra da moenda.
Os apparelhos de Vacuo e Triplo sao de eyste-
ma moderno como ambem as turbinas ou cen-
trifugo.
Orcamentos e msis iuformaces em esa de
Browns & C.
Ru do Commercio n. 5, 1* snd r
Chegon a primera reme asa do precioso tarellc
de caroco de algodSo, o mais barato de todos o
alimentos para animaes de ra^a (-avallar, vacenm
mino. etc. O caroeo de algodSo depuis de ex-
trabida a casca e todo o oleo, o mais rico ali-
mento que se pode dar aos animaes para os forta-
lecer e engordar eom admiravel rpidos.
Nos Estados-Unidos da America do Norte e ns
Inglaterra elle empiegado (eom o mais tel re-
soltado) de preferencia ao milho e ontrn farellos
que sao muito mais caro e nao sao de tanta sus-
tancia.
* tratar no Herir tomFrs| Bocha
Atlengo
Cofres prova de fogo
O Carlos Sioden, roa Bario da Victoria n.
48, loja de alfaiate, recebeo de censignacao e
vende sem competencia.
Sui generis
Detestamos .os artigos bombsticos eom
que riariara.-nte se en-bem os jornaes desta
capital, annunciando como especialilade o
que nunca passou de mediocridade. Somos
positivos, e como taes s timbramos em
nSo engaar aos que nos dispensan a sua
amizade e auxilio.
Acabamos de recebar nova remessa do
ja afamado e especial vinho
Maduro
O coBsamo extraordinario que este vinho
tem tido faz-nos acreditar ser este o unice
que'fca aubatitaindo esees outros que por
abi denominam--Bairrada, Figueira, Car-
cavellos, etc., etc. Duas summidades me-
dicas d'esta capital, recommendam aos seus
amigos o uso quotidiano d'este vinbo, como
mais salatar economa humana por nSo
ter as compoBi,oe8 de tantos clitros, qua
arruinara a saJe da bumanidade, trazendo
como coDsequincias os horrores a urna po-
pulacho que se defnha a olhos vistos.
Recebemos tambera o
Requeijo
em latas, de procedencia de engenhos cujos
proprietarios caprieham em barn trab^lhar
neste crtigo, tra de terem a primazia so-
bre tantos outros similares, cuja composi-
g2o duvidosa.
Em outros artigos como :
SEMENTES DE HORTALIZA
E FLORES, LINGAS SECCAS DO
MO GRANDE E
OBJtCTOS DE VIME
pera isto t^o pouco temos competidor. A
nossa casa tspecialista e as pessoas que
disto se queira n certificar pdem compa-
recer, eom o que muito nos honrarlo.
A par de urna infinidade de artigos de
primejra crdem, que se acham em exposi-
rao, accresce a amenidade do trato eom
que timbramos tratar to os os que nos hon-
ran) eom sua presenya, jauto a modicidade
de presos sem rival.
Ana Estreita do Rosarlo n. O
nato a Igreja
l*cfas Mendes X G.
Cosinheira
Precisa-se de orna cosiuheir ; na roa do Hos-
picio n. 3.
Santa Casa de Misericordia do
Recite
Devendo a junta administrativa fazer celebrar
na igreja de M. 8. do Paraso, pelas ti horas da
mauba de 27 do correte, trigsimo do fallecimen
to do seo provedor, de saqdjsa e veneranda me-
moria, desembargador Francisco de Assis Ohveira
Maciel, orna missa de rquiem, cantada pelas edo-
ctndaa da casa dos-expostos, convida aos mem-
bros da irmandade, a Exma. vuva, psrentes, col-
legas asaigos do Ilustre morto, para asairtirem
a esse piedoso acto.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recite, 20 de Abril de 1888.
O esorivao,
Peiro Hodrigui-8 de Sonsa.
BesembirRSdor Fianeiseo de As-
ais Ollvelra Maciel
O regente do Hospital ds Lazaros, tendo de
mandar celebrar orna missa no dia 8 do correte,
s 8 horas da maobS, na capilla do estabelecimen-
to, por alma do Exm. Sr. provedor da Santa Casa
de Misericordia, desembargador Francisco de As-
sis Oliveira Maciel, de saud sa m< mora, convida
a Exma. viova, a Lima, junta administrativa, aos
parentes, collegas e amigos do ilustre morto, para
assigiirem a epap p;ednwo acto.
<* Adelina Frnnrlsra doa Santos
D. Rita Tbereza Alves dos San tes e Rita Ma
ria dos Santcs, me e irm, c> nvidam ai s parentes
o pessoas condecidas para assittir. a a urna missa
que mandxm celebrar na matris da Boa-Vista,
s 7 t/' horas da niarhi do dia 27 do corrate,
trigsimo dia do seo fallecimi'ut e desde ji se
cent, psam eternamente gratas
Vi,
ui( **)
Multa alienado
3
Na ros Sete de Setambre, antigo becco aos
Ferreiros n. 6, fas-se plisss e recoita-se borda-
os.
_Uma senhora competentemente habilitada, prb-
poc-se a leccionar em c-illegios e casas particola-
res as srgumtis materias: portugus, franez, e
msica e piano: tiatar na ra do Marques do
Herval n. 10.
Ao publico
O akaixo aasignado, arrematante das dividas
pertencentes raassa fallida de Joaqun) Ferreira
Campos & C, declara qne tica v m tff corseSo qoe bavia pausado an dito Joaquim Fer-
rrira Campos pansea>braaa das mencionadas di-
vidas. Reeife, l%Je Abni oe 1888.
David da Silva Maa.
Cldede tfe ,\xai r V.-
A direcroria da ,s oiedade B-oificcite de Na-
zaretb convida a t dos is S' us ssseciados pBra
asaiatirem a urna mies- que manda r. znr pela ana
do provedor da Santa Ca a de Miienebrdis, Exm
desembargador FrDncitt'j de Anus Oliveira Ma
>:iel, no da 28 do correi.t, "na matiis deata cida-
de, s 8 b iras da manbS, trigesim-r do seo passa-
menfo.
Veala de sitio
Vende-se oo permuta se por predio nesta cidad
om bom sitio ca boa casa, muitas frocteirat
exeellente banho do rio, boa agua de cacimba
eztensSo de terreno para baixa de capim, todi
murad ona frente, eom porto e gradeamento, con
caminho de ferro e estacSo junto ao dito sitia n.
Porto da Madeira, conhecido pelo sitio da Jo<
Selleiro, jonto ao Dr Ernesto de Aquino Fonse
ca ; quem pretender dirija-se praca da lude
pendencia n 40, das 11 horas s 4 da tard1;.
Aviso
O abaixo sesignado avisa aos seus amigos e
clientes qu mildou sua residencia e consntorio
da ra do B.-.rii-i da Victoria n. 18 para a mesma
ra n. 59, 1* andar, onde contina a dar consultas
S horas de coa turne.
Recife, 18 de Abril de 18^8.
Dr. Joan Paulo.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro eom idade de 15 an-
uos ; na fabrica Bourgard ra da Imperatris n.
54, e que d flanea de soa conducta.
Criado
Precisa-se de um rapaz ; na travessa do Corpo
Santo n. 27.
Cosinheira
Precisa-se de urna cosii.h ira ; na ra Viseonde
de Goyanna n. 149, casa de familia.
Ciiegaram
os afamados queijos de S. Paulo da fazenda Ita-
fyays. nicos reeebedorcs em Pernambuco Jos
Joaquim Alves & C-, ra BarSo da Victoria, n.
69 e a:bam se venda nos principies estabeleci-
meotos desta cidade.
Diarios ejornaes
Compra-se
n. 85.
para rmbrulbo na rna da Aurora
Na manha de domin ;o 22 foi encontrada urna
cachorrinha branca, pillo macio, muito brincalbo-
na ; seo dono procure na ra do Bom Jesos no-
meio 3.
Carta
O Sr. Antonio P. da Silva Lima tem urna carta
roa Bario da Victoria n. 31.
Ao Sr. Dr. chefe de po-
licia
Nao sendo prohibida nesta cidade a venda de bi-
Ihetes de entras provincias, ao menos pedimos a
V. 8. para ordenar qoe as casas vendedoras de bi-
Ihetej affiem as portas de s- u estabel cimento as
horas em que correm as loteras, alm de evitar a
venda de bilhetes depois de trrem sciencia de ha-
ver corrido a lotera, abusand) desta forma da
eredulidade publica.
Pao tenteo
Melle & Bise', avisam ao respeitavel pnblico
que todas as teryas e sextas reirs teem este sa-
boraso pao ; i roa larga do Rosario n. 40.
Precisa-se de orna menina de 10 l5annos
para enidar de urna crianea de om auno ; a tratar
na ra Nova n. 15, loja de chapeos de sol.
4 Florida
e vende
Recebeu os seguintes artigos
por presos sem competencia.
Plisss brancos a 400 rs o metro.
dem brancos eom duas ordens e froco
de seda tr de rosa, azul e encarnado a
600 rs o metro.
dem eom centas e bordados a matiz a
800 rs. e 10200 o metro.
Contas lapidadas pretas e de cores.
Vidrilbos pretos e de diversas cores.
Missangas de diversas cores.
Colhrinhos moderno^ imitando lioho a
5,5000 a dnzia.
Pdlseiras americanas a #G00 o par.
Grande sortimento em broches, de 500
rs. 10000, 1^500, 20, 30 e 4*000 um.
Obllarinhos e punhos de borracha
Punhus do lioho, para Lomeras, a 80000
a duziu.
Fechs eom mesclados dtela a 20500.
dem roaiores, sem mesclados, a 20500.
Orando sortimeuto dechromos a 2u0 rs.
a placa.
Bicos brancose de cores de 2, 3 e 4
dedos de largura a 20, 20500, 30, 30500
e 40000 a peVa.
dem c6r de cremo a 30000 a pe9a.
Porta embrulbos americanos.
Invisiveis dourados e prateados.
Lindos leques transparent B a 20, 20500,
3, 40, 50 e 60000.
dem da setim bordados a sJa, de di
versas edres, a 4, 50 e G^OOO.
Luvas 20500 e 36000 o par
Encbovai-8 para baptisados' a 80, 100,
120 ,a! 160000.
Lindas expelas para noivas.
Suspensorios americanos a 20500.
Oleo Florea.
Bicos de algodSo de uosa s tor e ua-
tisados a 30 e 40500 a p ca.
Hem de linbo, -io cores matisadas, a
20, 20500 e 3,5000 a peca
Lindas luvas de tdia para meninas a
20000 o par, de diversas cores.
dem eom palmas de missangas e oom
palmas de tia, para senhoras, a 20500,
30 e 30500 o par.
Galioes e bicos de vidrilbos, goato mo-
derno.
Lindas rosas da vidriiho preo p r;i en-
feitar casaros e capas.
Coritas UpiJadus para enfilar vestidos,
cores bronzeadas, granadas, pratsades e
douradas.
Fiv^llas de mola, americanas, para cal-
cas e colletes.
Cortinados braceos, d^ rroch-t, eom
4 jardas de eomprimento a 150 e 160000.
Timosinhos para criangas, de fuato e
oambrabai, bordados a 300.
Extractos, o que pode baver de melbor
como Bfjam : Querlin, Biuquct d- Exposi-
c3o, Pe re Vienne, Exora e Nixiz do JapSo,
Briza do Rio da Prata, Corilops-.s do Ja-
pon, Dida, etc.
Agua Florid, idem de colonia, idem
celeste, idem do Japo, idem Kananga do
Japao.
RUa DUQUE DE CAXIAS N. 103
Barbosa & Santos
A' rna Dnque de Caxiaa n. 61
Vohos da Garr&feira
Finos
Caree vellos.
Madeira.
Moscatel.
Uva Bastarda e de Paseas.
PARA MESA
Genuino do Lavradio a 500 rs. a pairara.
Na merceana de Manoel Correia & C.
Praca do Conde d'Ru a. 1S
i1 MAIS BARAT"
I\a Loja das Lslra.v Azues
Duque de Cana
TelfjpDODB 211
Vende fasendas finas por todo preco e d des-
canto a quim comprar de 20 para cima. Al
Exmas. familias nao devem comprar em outra
loja sem primeiro ver ou mandar buscar as amos-
tras que se do sem penhor
Fazendas de novidade
Teoldoa de linbo bordados enm listras os
qnadros, fazenda muito larga e de lindas odres a
8t0 rs.
Seiltxi de Macu, preto e de todas as core
liso ou de listas a 800, 900 e 1000.
Velludo preto de seda bordado ou eom lista
de Betim a 4f0<0.
Sirlo mf'-stado preto e de todas as cores
700, 800 e 1J000.
Eia-nine de cor-e o eom listas cor de crea
a 500 rs.
Eogaio pardo infestado paravestidos a 366
e 400 rs.
Linn bordado, orna s cor 240 rs.
Vello din he preto e de todas as cores coa
cenias a 1*8(10.
Renda hespanhola eom bicco, preta oo branca
pe seda.
Cassaa Nanznc padroes miudinbos a 280 rs.
Crocbet branco e de cor, desenhoa lindos
ara cortinados a lfUX).
rlnaliias eom ricos veos de Blond a 8*,
10* e 12*000.
Ca de quadros, patries novos a 320, 360 s
400 rs.
aflsao dos Alpes fazenda de listas assetinads
a 300 rs.
Sellnetas avradas de lindas cores a 240 rs.
lumau branco a 320, 360, 400 e 500 rs. qoa
lidade supirior.
Fazendas diversas
4 larguras a 700 e 1*000 sn
Barato
azues eom i
eom 20 varal
Vende se om bom cachorro, muito novo, grande
e valeute, proprio para guardar si'io ou casa
grande ; para ver e tratar na travessa da ru do
Queimado n. 1.
Cidade da Eseada
Vende-se as eegointes casas : sndo nma muito
grande de n. 12 e outra pequea a. 3 na ra do
Ri \ a de n. 25 na ra das Merequitas, as de ns.
24, 26 e 28 na ra da Barra e todas as da ra do
Cochxo.
Cavaflos
Vende.se dons excellentes cavallos russos, an-
dadores de haixo, possaut ~8 e gordus, propnos
para carro ; a tratar -na ra Vidal, de Negreiros
n. 19, e a ver na roa da Detcncio n. 19.
a
RIGAUDeG
Perfumeiroa, Forneoedoras
d.i: Cstst Reits ti Htaptmhi,di Brtcia di Holltndl.
ELEGANCIA PARISIENSE
Notos Psrlnmei sarpretidos ssls irlitocruii ds rtrli:
ZEPHYRO DOS PASPAS
HELIOTROPO
ESS. BOUQUET
PENO CORTADO
IXORA D'AFRIOA
JASMIM
JOCKEY-OLUB
KANAH8A DO JAPAO
LIRIO DO VALLE
AONOLIA
MELATI DA CHINA
MEL D'INOLATERRA
OPOPONAX .
ATOHULI
RbSeOA
YLAaQYLAHBJtBASILHA.
da Bocoa:
Grama Dentifricio de Rigaud, madafem
oleou que loma oa deoles aiTos co o narfloi.
Dentarina Rigaud, qu pvfnmooec,
erita a cara dos Otates.
Em PARS, 8, Ru Vivienne.
Bramante de
perior qualidade.
Madapu I o americano TAetai
e meio palmas de largura a 6*500
garantidas.
4ls para lenc.s a 5*500 a peca, mais estreito a 3*500
e 4*00.1.
juilas e cretones escuroe, claros e wiudi-
nhosa 200 e 240 rs.
Cstssas inaianus de cores a 160, 200 e 240
ris.
Iaii>hoa lisos e de qu&drinbos a 100, 120, 16C
e 20 " Brlea fardo para roupa de meninos a 300 i
320 rs.
Conlelas escoras imitacao de casemiras a
50O rs.
Rela azul cacorpada para ronpa de banho s
700 e fcOO rs..
La de quadrinhos, pairoes novos, a 300, 3-0
360 e 400 rs.
Crepea de lindas cores a 500 rs.
Lencos brancos e de cores a 360, 1*200
t*5< 0 a duzia.
Toalnaa felpudas c alcoxjadas a 3*500 5*
6*000 a duzia.
Helas de cores, brancas e cruas para senho-
ras, homens e meninos desde 2*800 at 6*000
me'hor qualidade.
Enrhovaes para baptisados completos s
105 12*000.
coi lanados bordados para cama oa jsnell
a 6* e 7*000.
Panno da Costa, de quadros oo listas a 1*200
o oval -.
Atoalbado lavrado, lindos dcsenbos a IjSOO
e 1*500.
doardampos a 2*000 a duzia.
Especialidades
Lavas de seda oo pelica a 2*000 e 2*500.
Blcoa brancos c< r de creme, e matizados
2*000, 2*500 9 3*000 a peca eom 11 metros.
Cania lapidadae.para enfeite de vestidos pre-
tas e de todas as cores a 500 e 800 rs.
Bordados, babados e entremeio de fustao t
transparentes a 300 rs. a peca eom 3 metros.
Fne arttlho* eouraca e americanos a 3*560
4*. 5* e 6*' 00.
Grande qo^ntidade de chitas em -'talhos qut
vende ee por qualquer prego.
agencia de retratos americanos
Pintados a oleo, eom rica moldara e corde
por 25*000; esto expostos algons retratos para
o publico e as Exmas. famiiias verem o qnanto
sao lindos e baratos e-fcil a qualquer pessoa ter
um em ;ua sala de visira.
Para encommendar bastante mandar
um pequeo retrato em cartSo de visita, nao u*
porta que seja antigo, dizendo a corados olhos e ds
cabello Agencia de artigos americanos e carimbos da
borracha.
Na Loja das Listras Azaes
Jos Augusto Dias
Para acabar
Saboeiro
Precisa-se ontractar um bom saboeiro ; a tratar
na pisca do Curpo Santo n. 6, 1' andar.
YENDAS
Anloaaao f*e ue ^nUia
A viova, fi,bus, tilba, uuia c netjs de Antonio
Jos de 8unza, eonvidam ats seus parentes e ami
gas para assistirem a missa qoe por soa alma
mandam rezar s 8 h >ras aa manb do dia 87 do
correte, rngt simo do seu taltc.meuto, na matris
da Boa Vista
Carrofia
Vende-se orna carme* quasi nova para cavallo
no siti.i da capilla, n'i Cbora ni' nios.
Oliveira Campos e G.
Bu do Crespo a. SI
Receberam pelo ut aorlimento com-
|ftu de capas de cascinii, merina, gorgorSc e
ida, para senhi.r, o qu:'. ba de mais DOVO, pre-
oavnl; receberam m-n seda preta e gorgu-
io, e vendem por pre^o baraiisaimo.
^astello
Vende-se o i arrenda-se o eogcnho de faser as-
suear, asaim denominado, m > nto e crrante, c m
bastantes maltas, bnas ubrs, todo cortado da
estradas ; podenco safr<-jr de 2.S00 a 3.000 pffes
de assnear e simado no te'im dn Ip jaca, comarca
do abo: a tratar na roa do Marques de Olinda I
n 46. i
crea a i 1*, 1*500, 1*800
om peqneno toque de
Bieoa brancas e de
e 3*000.
UadapnlSo americano,
mofo de 10* a 5*000.
Alg da T, (americano) de 7* a 5*000.
Bramante para lenves eom 4 larguras do 1*200
a tOO rs. o metro.
L'udos cortes de eorgu'lo de seda eom enfeitsa
de elludo de 150^000 a 60*000
Modi-rnoa cortes ue gorgnrao de seda para col-
lete, eom pequeo toque de m fo de lOi a 4*U00,
que maravuh-. t !
Sedas'c)m listiasassetinadas, lindos padroes, de
1*200 a 00 lis o ovado.
Ktamines, brnncua e pretas de Hubo, fatend-i
1*0(J a 30 400 ri.
Piebos o m-. h>-, d licado tecido dt- 3* e 4* a
1* e 1*500.
Toaile da Vechy, de 320 n 165, irrande pechin-
eha I
nes. liadiesmos padroes dB 360 e 400 a
800 i'S o eovado.
i mp'e'o boriimento de legues de f.ntozia a
1*500. 24000 e^*500
Lindos tr'es de cambraia bordada, branca e
de edre a 5*(XO.
E n nitos ontr, s rticos qoe se vende por precos
sam competencia e que sdmiram.
Previne-se que destes artigos nSo se d amos-
tras.
Ra Duque de Caxtas n.U
aLJ* ta Estrellas
Telephone o. 210
Royal Biend marca VIADO
Este exeellente Whisky Escoce* pre-
ferivel ao cognac oa agurdente de canna,
para tortificar o corpo-
Vende-se a retalho nos melhores rma-
seos de molhados.
Pede Royal Ble ti d marca Vlado,
ujo nome e emblema-sao registrados para
todo Brazil.
BROWNS & C, agentes.
vende-se
os utensilios do acougu da roa da Hora, oo Espi-
nbeiro ; a tratar na rna do Hospicio o. 61, oo na
tverua, aonde se acbam el les.
\rmases
i
Vende-se muito barato duas armacoes propnss
para qualquer negocio ; a tratar na ra Barao da
Victoria n. 31,
Bichas de Hamburgo
Vende se em pequeas e grandes porces ; na
roa da Madre de D.us n. 36 A.
Vendem Rodrigues
Barros n. 11.
Paria & C, cua Maris; e
Attenco
Vi iK.'-te urna cssa d- taipa, eotterta de telha,
sita coi 150 palmos de fundo e
50 te .frente ; qui-m pretedenl-a. dirija-se.ao Cor-
redur do Biepo u. 93.
Vende-se
Um terreuo na ra da Regeneracc, em Agua-
Fra, medindo 400 pa'tnos de frente 470 de fon-
dos ; tratar na roa estreita do Rosario o. 26,
avimento terreo.
Livranicnto &C.
vendem cimento port'and, marea Robins, da I|
oalidade ; no caes do Apollo n. 45.
r*
/

mBMLWLWi


1
t
i

i;
Diario de Peraambc--(lnmta--ftra 26 de Abril de 1888
Licenciados pela Inspectora de Hygiene do Imperio do BraziL
GOnAS REGENERADORAS
do Doutor SAMUEL THOMPSON
As Curas mus inesperadas sao densas a este PRECIOSO MEDI-
CAMENTO, reparador por eicelleocia de todas as perdas eiperiraentadas
MEMCAMOHOl FUNDAS E TIHTit
<, TOBAS 1S QUAIUDAOES
I^PHARMACEUTICPSsf^
5 7,Ra o Bgjpe c6Caxia^5 !p
;MI tHlMICB-PHAHaUSIlITW l
ISfCOAiJDABtSIsrJsf
Especial
dade deste estabelecimcnlo
mi B HMPltO fl J
Elixir dentifricio
Contra a carie e amolleciment e dores de dente.
V.nho, xaropes e plalas de jurSeba
Gr..n:ie sortimento de perolas, pastilhss, granulos e pilulas dos melhores fabri
janies^europeus e americanos.
" Gra ide colleccSo de alcolodes os mais modernos e raros.
Aguas mioeraes de todas as qualidades.
Para photographla e homoeopathia
AJcool rectificado e desinfectado, cbiroi.jaavcnte'puro.
A Pbarro>cia Ameri.-an- tem urna secjSo homoeopathica onde se encontrara
alm dos medicamentos preparados com totio aceio e segundo os formularios bahene
manicos mais acreditados, carteirus, vdros avulsns de todos os tamenhos, glbulos
inertes e medicamentosos, tinturas de plantas indig. as e exticas.
Recebo medicamentos diractamentr- de todas as fabricas da Europa e America
MtvNnalaclo por precos commodos a qualquer hora do dia e da noite.
MOLESTIAS oo CORACAO
Ai Grageas Tnicas-Cardiacas LEBRN, tomadas nadse de 4 a6 por dia caritas
ENFERMIDADESdoCORAClO,PALPITACDESeasHYDROPlSIASat6assialsaTaDadai]
LE BRUN, Pharmittutieo-Chimico, Pars, BBStSi, F Montmartre, e 47, na Lafoyetls.
Depositarios em Pernambuco : FRAN-* M. da SILVA e O*.
hito i
FORMULA
NGEL** JOS DOS SANTOS ANONADE
Approvada pela inspectora Geral
da Hygiene Publica do Rio de Janeiro em
20 de Julho de 1887
Este depurativo de grande eficacia as molestias syphili'.icas e impu-
reza do sangue. Para maior garantia da eficacia deste medicamento, publicou-
se grande numero de atlestados de alguns Srs. mdicos residentes nesta
provincia c de muitos cavallieiros que teera feito uso desle depurativo, em nu-
mero superior a 300; notando-se 50 pessoas que se curaram da lerrivel beribe-
ri com este poderoso depurativo.
O uso deste Elixir muio recommendado no tratamento geral as mo-
lestias das senhorase a prova est no bom resultado que tem obtido aquellas
das Exm". Senhoras que delle tem usado.
xyxoraa Dooe rrsjk.o.
Os adultos tomarao quatro colberes das de sopa pela manha e quatro
noite. As creancas de i a 5 annos tomarao urna colher pela manh e outra
Boite, e os de 5 a i i annos tomarao duas colheres pela manh e duas noite.
Dever tomar banhos, fri ou momo pela manha e noite. Resguardo regular.
Encontra-se venda na drogara dos Srs. Francisco Manoel da Vil va
& G. ra do Mrquez de Ulinda n. 23 e phaimacia Oriental ra Eslreita do
Rosario n. 3-
Alcatro Gruyot
Pharmaceutioo, 19, ra Jaoob, parias
O OOUDRON GUYOT serve para pre- b) As CAPSULAS GUYOT cantera alca-
rarar agua O OOUDRON SUYO T teas sido expe- a quatro capailas no momento das refeicCes.
rimeiitado com prande xito nos Hospitues X As CAF8ULAS GUYOT reeommsodlo-
e Frang e llespanuauasenforinidadea dos jf se as eUrermidsdee sc_ uiiites :
PULKES e 8ARGANTA $ TOSAS TENAZES
mCATARRHOS ta BEXIGA ^ TSICAS, BROCHETAS, ASTHMA
DISPEPSIA 5 RESFRIAV.INTOS
O OOUDRON GUYOT constitue na X As CAPSULAS GUYOT So brancas
epoclia dos calores e m tempos de epidemias j) e cada urna leva kKsressa em preto a firma :
a bebida a mais hygienica. ?
absolutamente indiapenmavel
exi IBCRIPTA EM TRES CORES
Fabrica : Casa L. FRERE, 19, ra Jacob, PARIZ
GALERA DUCASBLE
PHOTOGRAPHIA E PINTURA
1. premias e medalha de ouro na Expo-
sipo de Berlim de 1886.
Medalha de prata, Exposipo Univer-
sal de Anvers, 1885.
1. premio, Exposipo Artstica Indus-
trial, Rio de Janeiro, 1882.
Diploma de Frogresso e Mrito em di-
versas exposicoes.
Fhotographias artsticas em todos os
gneros, omelh >r que se pode produzir. re-
tratos a oleo, prepos razoaveis.
Grande collecco de molduras e varia-
do sortimento de passepaf-touts.
polo organismo consecuentes i EXCESSOS de PRAZE!
*>ttaa dio y,'n' eos ornos seaaes dos Jous setos : curio Infarluelmeqte todas as aRsceSe
denominadas ESGOTAIJENTO, taes cone Impotencia, Bspermatorrha, Pardaa-eamlnaM, etc.
O Frasco : 8 Frsnoos (em ^rstnosv.) y; ____...
Todo frasco ge nao trourer a Marca de Fabrha registrada e a *'naturio^^, """" Ftl>"n'*
dase ser rigorosamente recusado. ^2^5-^ da<>a
PARS, SOOXSTX MttDOPATHXQtJE, 7, pue Belldor. ^^S Producto.
Depsitos em Pernambuco: FRU' M. da SUVA Se C
, t tas srluclpaes rh mastn
0^^^^224*^^^<>
jr
*
I
I
i
II
' BEVOLCSO HIVEfiSAL
A resurreif o do cabello e a raorte di caspa
PELO
ARCHI-EXTRACTO
A queda do cabello, que resulta do entraquecimanto do teoido celular em qae se
alimenta o bulbo capillar, urna molestia que pode ser completamente combatida por
meio do Archi Kxracto, sescbbeiqao da cabello.
Esta preparacSo tem urna aeco tnica e restauradora sobre o tecido celular
subcutneo, de extraordinaria ufficacia para a conservacao do cabello, ao qual forneoe
o meamo tecido, tonificado no vos e mais abundantes elementos de vida.
E nSo amente o Areh Extracto d vigor e assim effeetna a conserva^ao
do cabello, como o restaura e renov* quando tem cabido, rmpedindo a atrophia de
bulbo capillar, tal a sua efficacia em tonificar o tecido celular.
A CALVICIE
A calvicie, pois, pode st de boje em diante o luso dos excntricos, que quei-
ram chamar sobre si a attencSo publica e tornarem-se os notavels do seu tempo, mas
j na nm mal sem remedio, do que se possa alguetn queizar com razao. Os cal-
vos pdera afinal triumpbar de todas as intrigas da mocidade. .. e perder inteiramente
o receio de descobrirem-se.
A CASPA
Com a appJicacao do Archl Extracto, a caspa, esse mal que tanto morti-
fica e concorre directamente para a queda do cabello, dcsappareoer em pouco das,
para nSo mais yol'ar.
O bello sexo, oh I esse tem agora o meio fcil de obter com abundancia o mois
gracioso dos seus ornamentosurna basta c ionga cabelleirapropria !
A hereditariedade e' to exacta como a mathematlca!
O moco que ostenta urna tart* e opulenta cabelleira, cujos anneis, insultam
cruelmente a mveja dos faltos de c -bello, nao estar isento do meamo mal, se descende
de pai calvo: quistSo de terppo ; ser brevemente ora elvo tambera, ver es a tao
linda cabelleira ir desapparecendo lfntaronts, deixando ver o principio da calva no
alto da oabeca ou as grandes eneeadas dos cantos. E o qae fazer 1 Usar em tempo
do Arehl Extracto, porque elle o nico prpservativ) da calvicie
0 modo A'nn n lira Franceza, mi Prieiro Je Mareo 19
PREQO DE CADA FRASCO .... 2,0000
VERDADEIRAS PILULAS do D" BLAUD
preparados ferruginosos podem apresentar-se contianca de
intes apoiadoa em documentos to uthenticos com os seguintcs :
dos Mdicos
Poneos
e dos Doentes apoi
Sao empregadas com o melhor xito, ha mais de SO annos. pea malor parte dos Mdicos,
para curar Anemia, CMorose (Crtt pallUti), e facilitar a frrmaca las rapando*.
Se bem que lnsercao destas Ptiuiaa no novo Coiex rrasuz dos dlspe&K de todo elogio,
nos nos limitaremos ums uuiia cltaco, a do i' oovBXia
raxem 35 annos qae ezer jo a medicina, diz el'e, recenneeo as PUmIo le Blaud
< Tantarens incontestavals obre os ontres fe-ruglnosos, e as sonstldero como o
> melhor aatlcnlorotico. i D, Dojbi_C
fx-v ftntt da Academia He Htdlelna da Hrla.
ttunu.kt.-k iKptcttrlawByjUniiBranl,tsnreicHa laeflicad i'iPttOLAS > 1L1DD,tittr'sos-liiiiTtoda.
mlm dets-ee vsltir oue o nonte do itentor soja gratado em cada Pilla como fuiJunto.
CUMPRE DESCONFIAR DAS IMITACES
k nepeslte jeral em PARS, 8, ra Prense, Em Pernambuco : F. M. da aaXVA A O*.
sro como o
MALTIN
Extracto de trigo, cevada e aveia germinadas
Preparado pela Maltine Mannfactnrng Co Limited 24 e 25 Hart Mreet Bloomsbury
Londres E. C.
M pprovadas pela junta de hygiene da Corte
A M AL TINA equivale a 30 vezes o seu proprio poao em diastase e de 3 a
6 vezes em poder diastosico a qualquer cutro preparado deste genero.
A MALTINA ten mt-recido 6 rsedalhaa de ouro em diversas exposicoes e
tem urna aceiUcao enorme na Europa e nos Estados Unidos tanto que foi preciso en
corporar urna companbia com grandes oapitaes para satisfazer o consumo sempre
crescente.
Cbama-se a attencSo dos distinctos medaos desta cidade para os importantes
preparados da MALTINE Manufacturing Company. Todos os productos medicamen
toaos sao mais fcilmente assiiniladoa em combinayao com a Maltina, ainda mais sac
evados a torrente circulatoria e promptamente sao absorvidos produzindo eflFeitos
nmediatos.
Lista dos preparados *
MALTINA pura.
MALTINA pepsina e pancreatina.
MALTINA phospbato de ferro quinina o strychnina.
Oleo de figado de bacalbo com leite peptonisado.
Oleo de figado de b calho com leite peptonisado combinado com bypophoapbi
te de soda.
Extracto de carne peptonisado.
Alimento aoluvel destinado obviar j necessidade de digerir leite de vaco*
O leite oontido neste preparado est digerido previamente pela pancraatina. -
Veniie-s na pharmacia Central
38 Roa do Imperador 38
PERNAMBACO
i:
-l
C mait Smiilet. o irt' *" i*" doi KYULSIVM
bxtsavi::, a* fj> mttt. r\ e sos "ttxjlj
USADO NO WUXOC 1-tTEIRO
KIGOLLOT pwls aoa Bn/*> Mu/? r jompradarsa sjsm
XB
VERDADEIROPaPB 60I10T
tjm m cada sao
frU Hcrtpta
m fate mearme
PECHINCH AS!!
S5o os seguintes artigos por menos de 40 % de seu valor, euios precos admira,
08 que em seguida appresentamos.
A saber:
Batistas e nanzes, de cores firmes, a 160 e 200 rs., o covado.
Merinos lisos, urna largura, todas as *4rS, a 200 rs., o dito.
dem idem de duas larguras, la-pura, a 500 rs., o dito.
Setinetas modernas, padr3s de^bantasia, a 240, 280 e 320 rs., o dito.
Zafiros de quadrinbos, bastante largo, a 20Q e 240 rs., o dito.
Brins de.cores para roupa de crianca, a 320 o 360 rs., o dito.
Brim pardo lona, superior, a 320 e 360 rs., o dito.
dem de linho de cores, padrS's novos, a 800 rs., o dito.
Casimiras diagonal, preU, a 10800 a 20200, o dito.
dem de cores para costuraos, a 20500 e 208< 0, o dito,
Cheviots, superior, preto a aaul, a 30000, o dito.
Pmnos de edres para mesa, a 10400 e 10700, o dito.
Atoalhados de algodSo, duas larguras, lisos e bordados, a 10200, o metro.
Bramante de algodao de quatro larguras, a 800, 10000 a 10200 o dito.
dem da linho puro idem, a 10800, o dito.
Quardanapos de linho, a 20500, 30500 a 60000, a duxia
Lencos de algodao a linho a 10800, 20000 e 3000, a dita.
Meias inglezas para homens a senhoras, a 30000, 40000 e 50000.
Camisas de cretonas finas, francesas, a 240000, a duzia.
dem brancas, inglezas, a 360000, a dita
Seroulss bordadas, de bramante, a 120000 n 160000, a dita.
Cobertas de gnga, torradas, a 20500 a 30000, urna.
Lentjes de bramante para cama de casal, a 20000, um.
Tapetes avelludados, grandes, para quartos e salas, n 80000 e 160000, utti.
Cortinados ricamente bordados, a 70500* 80000 e 100000, o par.
Cambraia8 bordadas para bercos e camas, a 800 rs., o metro.
FuatSo branco bordado, a 320 a 400 rs., o covado.
Madapolao americano, superior, a 600o, 24 jardas.
Algodao cr para toalhas, a 30000, 30500 e 40000, a peca.
Fiche do 12, modernos, a 20000, 20500 o 30000, um.
Enxovaes para calamentos
Grinaldas a veos para as Exuias. noicas,a 90000 e 100000.
Damasca a satine branca, a 900, 10000 a 10200.
Espartilbos, leques e luvas para todos a precos.
Saias bordabas a preg >s sem competencia.
Toalhas de Ubyrintho, riquissimas, a 300000.
D psito de fazendas para os Srs fazendeiros.
As vendas em grosso teera. o descont da praca.
59 -ra Duque de t'axias S9
Loja de
Pereira & Magalhes
SUCCESSOBES
de
Car da Cunta & C.
l'iaiii'l.lal^^it.^M.ia.^ill'lri^
^RAINS
|( de Sanie
*L V du doetter
'VsTauacr
V* LICENCIADOS PELA INSPECTORA GERAL 1JB HTGIENB DO IMPERIO DO BRAZH-
\* Aperientes, Estomachicos, Purgativos, Depurativos
IJ ;ontra a Falta de appetite, a Obstrucco, a Emaqueca, as Vertlgemf,
I* as Congestdes, etc. -> Doe ordinaria : 1, 3 3 graot.
ftf Desconfiar as falsificacoes. Exigir o rotulo junto Imprimido em francs
e com letras de 4 cores, sendo
cada urna lelra de urna cor ifforente e
Im PARIZ, Pharmacia LEBOT. Deaositos em todas as [-iDcipaePnamaeia.
0 Sello da nio dos Fabricantes.
INDUSTRIA NACIONAL
COGNAC BRAZILEIRO
DE
A. M. VERAS & C.
PERNAMBUCO
Esta exccellente bebida preparada com tdae s regras da sciencia, de sabor
e'aroma izases aos do cognac cstrnngeiro. O Cogaac Drazileiro tem feito
grande saccesso pelas provincia do norte a sul.
Presos da fabrica
PEQUEAS GRANDES
Urna garrafa..... ItlOOO 10500
ma duzia I..... 90000 120000
O Cognac Brazileiro encontra-se na fabrica, em todos os botis, restaurante,
buhares e vendas desta cidade, e em Beberibe no* hotel do Jo3o e venda do Jacintho.
Alcool 40 puncen'*' '-infectarlo, para perfumara e bomceop KAROPEVsEIVA.PINHEIRO MARTIMO^
de LAGASSE, Pharmaeentico de Sordeanx
Approvado pala Jnnta de Hygiena do Rio-de-Janslro
Os mdicos franceses mandlo para Arcachon, perto de Bordean, os
doentes traeos do peito, aflm de que respirem o ar embalsamado dos saos
pinheiro* a bebao a seiva que se extrae do pir.heiro mariimo. Estes
admiravets principios balsmicos sao os que o Sr Lagassk concentrou no
seu Xarope e na Pasta de Salva do Pinheiro Maritin.'lo, excellentes
peitoraes receitados constantemente contra a TOsse, os Resfriamentoa,
os Catarrhos, a Broucbite, a Kouquidao, e Extinccao da vos.
CaSS frasco tem s mi roa tfs fabrica, S S>"s e o e//o Ua' di otes osea.
Deposito em PARS, 8, Ru Vivianne, a as princlpaas Pharmacias.
jun iuih i o.
Ra I* de Marco n. 6.
Part pam a* respetavel publico qae, tendo augmentado sea
estabelecimcnto" de JOIAS com mais urna seccSo, no pavimento terreo,
com espe. .lidades em artigos de ELECTRO-PLATE, convidara as
Exroas, familias a seus numerosos freguezes para visitar seu estabele-
cimento, onde encontrarlo um riquissimo sortimento de joias de ouv
praU, perolas. brilhantes a outras pedras preciosas, o relogios de aro,
prata e nikel.
Os artigos que recebem directamente por todos os vapor sao
execntados pelos mais afamados especialistas a fabricantes da Europa e
Estados-Unidos. ;
A par das joias de subido valor acbarao urna grande vaiiedaao
Je objectos de ouro, prata o electro pate, proprios para presentes de
aasamentos, baptisados e anniversaries.
Nem em relacfio ao preco, e nem qualidade, os objectos cima
mencionados, encontrarlo conenrrencia n'esta praca.________________________
Licenciado pela Inspectora Qeral de Hyglne 4o Imperio to Brazf.
PREMIO NACIONAL
di 16,600 fr.
Grande Medalha de OURO
-LAOCHE
Encerrando todos os principios das
APERITIVO, TNICO e FEBRFUGO
quinas
Agradabilissimo e de superiondade pr-
vida sobre todos os preparados de quina,
contra a Depresso de Forcas, as Af-
fecses del Estomago, as Febres re-
beldes, etc.
5?
Omesmo FERRUGINOSO
Hecommendado esstrs Depaperamento
do SANGTJE, a CHLORO ANEMIA, e 18
CONSECUENCIAS DO PARTO, etC
juIninaitoPelletier
ou das trez firmas
. O Sulfato dt Qninina Ptlletisr
preferido por todos os mdicos, por
ser inteiramente pjiro, contra as
Enxaquecas, as Nevralglaa, os
Accessos da febre.contraas febres
intermittenv58 e paludosas,' a
gota e aeuraatismo.e os auoreq
nocturnos. Cada capsula^ da groa-
sura de urna erviha,contm 10 centi-
trram.nas de su"to, e r.ella le-se
PELLETIER.Estaeap9Ulastem
ac<;&o m?is prompta e maist
segura do quo as pilulas e' _
confeitos, e en^ole^i-se mais fcil-
mente rio.que as hostias.
Deuosito em PARS,8, Ea* Vavta""
e nti erinolpaet PkamuaM OnSinaa
Parir. 38. rao Srauot. e as principan PhUaS^kU 4 Mumo


INDUSTRIA E ARTES
O eMprexo do oleo para acal
oaar as agltaco do mar
CONFERENCIA FEITA NA 80C1EDADE DE GEO-
OBAPHIA DO RIO DE JANEIRO PELO 1."
TENENTB DA ARMADA FREDERICO COR-
BE1A DA CMARA.
(Da Revista Martima)
III
( Conclus&o )
Diario de PernambucoQuinta-feira 26 de Abril de 1888
f O vento tinha arrebatado as vigas e
taboas com que fora a escuna carregada e
que ae aobivam sobre a tolda, quanJo o aeu
commandante, o Sr. capitlo- Lae, Iem-
brou-se de applicar o oleo. Toraou $, bom-
ba que servia para alimentar de azeite as
lanternas das btaculaa e introduzindo um
tobo de penna na rolha, deixou o oleo cor
rer gotta a getta sobre o mar. O effo
foi o desejtido : ornar toraou se relativa-
mente calmo, nSo obstante o furacSo con-
tinuar anda mais por omitas horas.
-. O capitulo Persen da barca sueca Bri-
tish Queen refero que ha um anoo, mais
ou meaos, demandando a entrada do porto
de Valenca (Hespanha), durante urna forte
tempestade, o vento saitou justamente no
momento em que o navio ia dobrar o nfu
ro de testa do molhe, sendo, por isso,
obrigado a fondear fra. A tempes-
tado recrudesceu e as vagas varriam
o convez de proa popa ; o capitlo fez
suspender no iaes da bujarrona unuacco
de lona cheio do oleo e o mar deixou de
embarcar.
O commandante da Palas, navio de
guerra dos Estados-Unidos, assim sa ex
presea :Na minba travessia de Nagasak'
a Yikoama, encontrei fra do golpho de
Saraga urna tempestade, durante a qual o
mar tornou se muito grosso.
Lambrei-me das publicabas da Ra-
particSo Hydrographica do Washington, re-
lativamente ao effeito que o oleo pro luz
sobre o mar e resolv fazer a experiencia.
Eu tinha mandado fazer tres pequeas
taceos de lona, de cerca de seis pol'.egadas
Ce largura sobre um pe de profundidade ;
enebeu-se cada um com meio gallo (2 lit.,
25], mais ou menos, de oleo de cb (tea-oil) ;
coeeu-se-lhcs a abertura e fizeram se pe-
queos furos as proximidades do fundo.
Suspenderam-se todos tres na proa e
uos turcos, de modo que pudessem mergu-
lbar n'agaa ; o oleo espalbou se com rapi-
dez maravillosa e em menos de 10 minu-
tos, cobriu um espaco quasi quadrado, que
q2o tinha menos de 20 ps de lado e no
qual nSo bavla arrebeotaglo alguma ; era
o effeito desojado, mas um pouco depois,
cuando a parte oceupada pelo navio fiaou
coberta, continuou se a experiencia, de
nodo que, depois de ter sido incrdulo so-
bre este assumpto, estou inteiramente con-
vertido -e pens firmemente que um mar
muito perigoso pode tornar-sa compara ti
vamenta sem perigo pela applicaglo de
cito sobro a sua superficie.
Citamos, por ultimo, da memoria do al-
m.rante Clou, um exemplo de salvaglo;
lO&iisado no mar em circumstancias muito
criticas.
Diz o capitlo Greenbaok, do navio Mar
tha Ccbb :
. Durante urna das fortes tempestades
que apanhei no ultimo invern, tive a boa
fortuna de encontrar um navio em perigos
cui o capitlo me fez signal de que ia a pi-
que ; que seus escaleres tinham perdido o
fundo, e pedia que s tirassem daquelle
apuro. Eu corria com a gavoa e o traque-
te nos ltimos rizes ; o outro navio G-
mente com o traqueto; eu tinha perdido
mena escaleras, a p;.vezada tinha sido car-
regada pelo mar que varria a tolda : a
nica embarcacSo que me restara era um
pequeo bote de 4ra,80'
Fiquei indeciso sobra oalvitre a tomar
porque tinhu oerteza que meu botesinho
era incadaa de aflrentar o mar que havia
< Consarvei-me assim pdt nauitas horas
na esperanga que'a tempestade abrandas-
se e o mar se tornasse menos grosso : mas
por fim, approxmando-se a noute, sem
signaes de que o tempo melborasse, resol-
vi fazer urna tentativa para salvar a tripo-
laclo do navio que esta va prestes a sosso-
brar.
Meu navio levava um csrregamento
do petrleo e grande quantidade deste oleo
tinha ascoado para o porlo e-cada vez que
sa touava a bomba o mar acalmavaao lon-
go do costado. Resolv aproveitar esta cir-
cumstanca para arriar o meu bote. Collo-
que-roe pelo travez e a barlavento do na-
vio naufragado e mandei tooar a bomba
real. .
t Notei, porm, que o navio abata mais
rapidamanto que o oleo e, si bem que ti-
vessemos um mar relativamente chao a
barlavento, nloobtinhamos effeito. algum a
sotavento.
Arribei e, passando pela popa do ou-
tro navio, oolloquei-mc a sotavento delle e
to perto quanto me foi possivel.
c Fiz de novo funecionar as bombas e
ao mesmo tempo derramar pelos embor-
naes o conteudo de um barril de olej de
peixe que tinham os a bordo. O effeito foi
mgico: em 20 minutos, o mar entre os
dous uavios e em toruo -del'es aoalmou in-
teiramente. Permaneceram os vagalhSes,
mas as volutas e. arrebeotaglo desappare-
ceram, e o meu botesinho, com tres be-
nieDs, nlo teva diffiiliada 3m remar para
barlavento ; fez duas vagans e trouxe qua
si toda a tripuladlo. N&te interm o outro'
navio pode reparar o seu menor escaler
com lona e delle se servia para salvar os
oficiaes e o capital.
Na nossa marnha de guerra s conhe9o
um caso de emprego do oleo. O Sr. ca-
pitSo de fragata F. Lorena, commandante
do Parahyba, ci^co dias dopoifle sua par-
tida do porto de Montevideo, foi colbido
per um forte pampeiro, durante o qual o
mar tornou-so ameagador, como se acn
tecer as paragens em que navegava.
NSo querendo correr, porque *Parahy-
ba j se bavia portado mal em urna corri-
da que em idnticas condigoas tentara em
vagem anterior, resol veu capear e, para
attenuar os golpes de mar, que muito fati-
gavam o navio, recorreu ao emprego do
oleo, consegundo o almejado effato.
A' vista destes resultados, perfeitamente
explicados pela theoria e plenamente con-
firmados pela experiencia, pergunto : Nao
chegado, entre nos, o momento de levan
tar a propaganda do emprego de oleo como
auxiliar as construcgS js hydraulicas, como
instrumento de salvaglo no mar, principal-
mente dopois dos naufragios ltimamente
'occorrido8 em nossas costas ? Nlo esta
urna questlo que interessa enenharia,
cavegacSo, ao commercio, bumanidade
emfim ?
Slo interrugagoes qua ouso formular
solicitude e patriotismo, tantas vezes pro-
vados, da Sociedade de Geographia do
Rio de Janeiro.
Chegando ao termo da tarefa a que es-
pontneamente nos impuzemos, sgradeco,
senhor, a honra qua me fazeia, -asaistindo
a esta conferencia ; a V. Exe,, Sr. presi-
dente, o" ter-me concedido opportanidade
para tratar deste assuajpto. ante tZo cons-
picuo auditorio ; aoa meus iilustraios con-
socios, a benvola attencSo que me dispen-
saran! y e aos mestres e collegas, que aqu
vejo presentes, a espontaneidade de seu
comparecimento neste recinto.
Nao poderei melhor concluir, senhores,
I do que fazendo minhas as seguintes pala-
vras de um Ilustre economista, Rossi, tra-
tando da prnducglo da riqueza, diz :
a Ha no homem e, portante, na socieda-
e querer ; e, como elle pode cooperar fa- ria por manifestar as suas preferencias,
voravelmente, quer pela comprehensivo, *
quer pelo poder, quer pela vontade, pode
igualmente ser um obstculo. na com-
prebendendo, nSo podando ou nao queren-
do.
Fago votos, Sr. presidente, para que a
Sociedade de Goographia do Rio de Ja-
neiro queira iniciar, entre nos, a propa-
ganda do emprego do oleo para aoalmar
as agitacBes do mar :
Tenho concluido.
laceadlos aos theatros
Com o seguinto aviso do Ministerio do
Imperio foi remettdo .a Cmara Municipal
da corte o trabalho infra sobre meios de
previnir os incendios:
fOLHETIM
TESTAMENTO FEJtMfiLHO
POR
XAVIbR DE MONTEPIN
PRIMEIH PARTE
L FADA nos SALUUSIEaS
* _
Continulo do n. 95}
XLVIII
Nao vira um vulto gracioso caminhar
com um livro na mo, e santar-se no ban-
co rustico, dobaixc da folhagera dos gran-
des castanheiros.
3a a moya qua vinha assim tomar fres-
co a dous pasaos das floridas ribanceiras
do Marno ficava invisivcl para Paulo Fro-
aental, ella tambera nlo dava pela presen-
ta do bote e do pescador, oceultos aps seus
olbos pelos salgueiros reclinados svbre o
Marco
O vulto graoso os nossoa leitores nao
poderSo certamenta ter um s instante do
datida a tal respeto era o da Martha
Grraudchanvp.
Lia (jo romance quasi esquecido, mas
delicioso, embora paradoxal, daSra. Emilia
de Girardin, Margarida ou Os dous amo
re, essa historia commovente de um cora-
?Io que se divide entra dous sentimdntos
igaaM, sem poder conseguir desprender-se
nehum e que acabava por matar a in-
teressante herona em cujo seio palpitava.
Martha tinha chegado a urna das ultimas
pbasea do romance, aquella em que Mar-
gaida dizia oomsigo, fallando do Roberto
de lo Fresneaye : He eu nao me cazar
eom elle morrereil E ao mesmo tempo
responda a si propria Poderei viver sen
EsttvSo Durnac f
A filha de Perin, no momento cm qua
oomeoa a nossa narrado, tinha o corajJo
virgem de amor.
Nanea pensara seqner que esae coragSo
pertenoeria um da sem reservas aquella
3le soubesae fazel o palpitar mais acelera-
ament pela prmeira ves.
O qao nSo a impeda de considerar eo>
Ministerio dos negocios do Imperio1.a
directoraRio Janeiro, 27 da Mar9o de
1888.
Sua Alteza a Princeza Imperial Regen-
te, em nome do Imperador, manda remet-
ter Illma Cmara Municipal os inclusos
trabalhos presentados a este ministerio
pela directora do Instituto Polytechnico
Brazileiro e de que sao autores os so-
cios do mesmo instituto, engenheiros Laiz
Schreiner e Viriato Bolfort Duar-te, sobre
Incendios nos theatros, meios de prevnil-o
e de atenuar os seus effeitos- e_ha por bam
chamar a attencSo da Illma. Cmara para
a neeesaidade de ser quanto antes formu-
lado e submettido approvacSo do gover-
no um projecto de postura determinando as
condico -s que cumpre observar na cons-
truc(So dos novos theatros e os melbora-
mentos que devem ser desde j adoptados
nos existentes, afim de premun! os contra
o perigo dos incendios, facilitar a prompt
dos espectadores, artistas e operarios, pos
tas em pratica as precaucSes aconselhaias
nos Iludidos trabalhos, especialmente quan-
to a porta de sabida, qua devem ser nume-
rosas e abrir para o exterior.
Espera o guverno imperial que a Illma.
Cmara, considerando a importancia o al-
cance de taes medidas, para que a socie-
dade brazileira n&o venha a lamentar ca-
tastrophes semelbantes ? que tm ocur-
rido nos ultimes tempos em diversos pai-
zes, providenciar sobre o assumpto com a
solicitude de que digno pelos altos inte-
resaos humanitarios que a elle se ligam
Josi Fernandes da Costa Perefra;
INCENDIOS NOS THEATROS
Meios de -preveuil-os e de attenuar os seus
effitos
A arte um pfoducto espontaneo, imme-
diatn e neoessario da actividade humana e
nao o resultado do ocaso de um concur-
so de circumstancias, qua poderiam nao
terse encontrado: a expressSo directa
da natureza no que ella tem de mais hu-
mano e de mais primitivo. A arte prece-
de ao propria pensamento : antes de pro-
curar comprehender e explicar o mundo em
que vive, o homem, sensivel ao prazer da
vist.i e do ouvdo, procura desde entilo, em
combinacSo de linbas, de sons, de rao vi-
ment, de sombra e de luz, gozos espe-
ciaos, e o trajo de seus esforcos persiste
as obras recentemente desoobertas de um
tempo em que mui cortamente sua activi-
dade intellectual devia ser singularmente
restricta.
O primeiro homem que teve a idea de
dando Ibes certas disposicoes agradaveis
vista.
Estas preferencias encontram occasioes
nataraes de se accentuar na construc;2o
das moradas destinadas aos deuses e aos
poderosos; os templos e os palacios, para
sercm dignos de seus habitantes, deviam
distinguirse dos outros abrigos, destinados
ao vulgo, pela grandeza, magnificencia e
pelo carcter de sua decoraba?.
A oonstruccSo e a ornamentacSo, subor-
dinadas natureza dos materiaes e ao fim
a que eram destinados os edificios, produ
ziram espontneamente os diversos gene-
ros de arebitectura considerados em seus
caracteres geraes. Por um trabalho lgico
de fioncentraco e de assimilacSo, anlogo
ao que se nota na formacSo das grandes
legendas e'das epopas antigs, cada um
destes gneros completou-se com tudo o
que poda concorror para- a expressao do
penvamento, que se pie considerar como
constituido o centro e o ncleo de toda a
combinadlo, que, primitivamente como na
epopa e na msica, urna harmona sac-
ceasiva ou de signaes mais ou menoB ex-
pressivos de ideas ou da sentimentos, com
a differenca que os signaes qua se combi-
naos na epopa e na musiaa s5o palavras
e notas, ao passo que na arebitectura alo
linhas, formas e cores, exactamente como
na esculptara e na pintura: poder-se-ia
mesmo dizer que a architectura urna ex-
chegsson as preces aos ps do Supremo
Architecto, produzio a ogivj, invan;So ara-
ba, mas cuja applkacSo systematica per-
tence Franca.
Surge o renascimento : Oresgus d o
supremo grito regenerador das artes, e,
ante os povos admirados, apparece a Log-
gia dei Lanzzi, tao servilmente copiada na
sala dos marechaes de Barlim.
Hoja a nossa arohitectura inteiramen-
te outra. O problema que lh apta a
civilisayao actual reduz-sa a termos muito
simples; pede lhe que cubra vastos espa-
tos, onde possam rounir-se e circular mul-
td3es numerosas ; mas ao menoa-tempo,
por ama feliz coincidencia, a scieacia
presenta lhe precisamente os materiaes
mais adequados realizagSo deste pro-
grama a : o ferro e o ac.
R<:flctindo um pouco, ver-seba que as
formas archibancadas do passado estao in-
timamente ligadas com a natureza dos ma-
tariaes empregadoB, com sua forja de re-
sistencia, com o comp imento do vSo.
A introdcelo do ferro as construcjSss
do ve ter por consequenca urna modifica
gao anloga ao systama architectcnico.
Debalda repetir-se-ha que o ferro nSo
se presta a ser empregado de maneira ap
prente uoa edificios, por nao convir s
formas monumentaes ; seria mais de ac:6r
do com a verdade e com a razio dizer qua
as frm s monumentaes adoptadas, tendo
sido urna consequenca de materiaes pos-
tens&o da esculptura, analoga tanto maislgu,Q]o qualidades differentes das qua pos-
frisante quando consideramos os templos!gU9 0 ferro, nSo podem adaptarse a esta
subterrneos da India, talhado em um s
crear um abrigo em baixo da trra, ou
de construir urna cabana, nao penson cor-
tamente em crear urna obra artstica: elle
obedeca a nma preoccupa;ao extranha
esthetica, semelhante que nfluenca-
va o primeiro artesao na centecclo do ma-
chado de slex.
A architectura nasceu de urna neeesai-
dade puramente physica : mas por isso mes-
mo que" a cabana apresenta vista um com-
plexo de linbas e de superficie, era de pre-
de tres elementos : comprshender, poder ver qee o sentimento innato da arte aoaba-
bloco de pedra, bavendo, porm, a diffa-
renca que a esculptura imita formas for-
necidas pela natureza, ao passo que o com-
plexo do modelo architectonico s existe no
pensamento do architecto.
Os p'rimei-os architectos, 03 sacerdo-
tes, levantam uonumentos, que, devendo
ser um obscuro emblema da divindaie, re-
prodaziram, em um modelo ideal, os gran-
des traeos -da architectura natural. Ora
imitamos o sublime das altas motanhas,
contruindo as pyramides, instar montium
educta pyramides ; o a estas montanbas ar-
tificiaos d3o urna figura symbolicas, ora
imitam o firmamento, por meis de tectos
estrellados o as cavernas, por meio dos la-
byrinthoa subterrneos ; ora relembram as
planices do mar, por grandes linhas ho-
risontaas, os rochados a pique, por trras,
e as florestas da natureza, por florestas de
columnas, Nao a morada do homem que
elles imitam em urna heroica emulacSo, a
architectura divina. >
Os sacerdotes procurara reproducir os
mais imponentes tragos do universo, pe-
dindo emprestado ao supremo artista -seus
proprios materiaes: a pedra, o raarmore ou
o granito e empregando-os sob as tres di-
mensoes, com prime nlo, largura e profundi-
dade.
Em todos os monumentos da Assyria e
do Egypto encontra se a solidez conseguida
pela massa dos blocos dispostos em pyra-
mides mais ou menos truncadas ; e pre-
ciso r Grecia para 1er, nos seus tSo bel
los monumentos, urna theoria architectooica
perfeitamente estabelecifa e que pode redu-
zir-se a tres termos principaes: a columna,
a platibara e o frontSo.
A architectura romana, copia servil e
abastardada da bellenica, realss, gracas
ao arco de juntas normaes, que bavia sido
importado da Asia, o typo da solidez, to
perfeitamente como o pode fazer o Egypto
com os blocos anormaes, escapando, po-
rm, ao pesado, mudo e immovel das con
strncjSas ogypciaa.
Na arebitectura byzantina dominara a
ligeireza e a ousadia ; pede romana o
aroo, mas a ligeira columna grega substi-
tue o museta p dreito, e sua cupola,
resultado do urna fantasa architectonica,
foi-lhe imposta peio symbolismo chriatao.
A necessidade de construirse igrejas
muito mais altas, para que mais depressa
mo anormal, como inadmissivel, essa dua-
lidade na paixo, e dizer comsigo propria
que o seu cerag&o nSo poderia abrir se ao
mesmo tempo a um amor dnplo.
Se tiver da amar um dia, murmurou
do repente a orphX, poni de lado o livro
e deixaudo rrai no vago os seus grandes
olhos, sinto bem que o meu coracSo nSo se
poder dividir. Pertencer a um s.
O pensamento, mesmo vago, do amor,
perturba todas as almas jovens.
Martha ficou pensativa.
Naquelle momento ouvio um ruido ligei-
ro, que arrancou-a de sbito sua medita-
c&o.
Era como que urna agitacio inslita as
aguas do ro.
A moja levanteu-se e olhnu.
Atravez da folhagem vio primeiro urna
liaba, depjis urna mao segurando essa li-
nha, depois outra com nma pequea, re-
de e empregando esforcos para fazer en-
trar dentro dessa rede um sargo magnifico,
agarrado no anzol e lutando qom a energa
do desespero, i
Depois de nm instante de luta, o sargo
ootrou na-rede, e urna voz alegre, sem se
lembrar que poda ser ouvida, exclamou :
Isto o que sa pode chamar urna
bella preza I... A minha vclha Magdalena
nao ha de acreditar quaodo vir 1
A voz de Paulo era meiga e de bello
timbre.
Impressionou Martha, que, curiosa como
todas as filhas de Eva, quiz s;-.bar a que
pescador partencia aquella vesj o ver com
os proprios olhos sj a p'umagem valia o
gorgeio, como dira o fabulista.
Nesse intuito, caminhou at beira da
ribanceira coberta da rclva, agarrn para
suster-seem un galho do aaigueiro ao
qual Paulo tinha amarrado a sua orabarea-
c2o e debrugou-sa pra a frente.
Este movimento por demais rpido, fez
com que a moja perdessa o equilibrio.
Escorrcgou, saltando um grito de sust),
c teria cabido dentro d'agua so um de
seus ps nao twesse ficado preso om urna
raiz.
O livro eacapou-lua da mao, rolou no de-
clive e cahio no bota da Pauto.
Paulo, inaravilhaJo com a sua pescara
milagrosa, estava de ccoras e procurava
triumphar de urna operadlo diffijil para os
seus dedos pouao praticos, isto despren-
der do anzol o sargo, qu? pulava no fundo
do boto.
Ouvindo o grito dado por Martha Grand-
[^jhamp ergusa-se, volando o rosto para o
lado da ribanceira, de one partir o grito,
e fioou mudo, falmMo, -amo que em ex-
ilie.
Um quadro tao encantador quanto ines-
perado offerecia-8e-Ihe aoa olhos.
O bello rosto da orphS apparecia inun-
dado de Inz no meio de um diadema de
verdura, quadro natural que coadanava
maravillosamente com a sua belleza de
ondina ou de drada.
Era urna apparieao to mesmo tempo fan-
tstica e divina.
Ao avistar aquello ideal rosto de vir-
gem, aquelles dous grandes olhos da vellu-
do fitoa em si, Pulo aentiose commovido
at ao amago da sua alma.
Pela priraeira vez na sua vida, experi-
mentava urna perturbado inexplicavel,
urna aensajSo impossivel de definir, porm
extremamente deliciosa.
Martha, *do seu lado, acabava de sentir-
so avaasalada pelos mesmes santimentos,
acempaabados de igual emocao.
As suas delicadas maosinhas continua-
vam a apertar o galbo do salgueiro, ao
qual so haviam agarrado.
Com o oorpo inclinado sobre as aguas
que corriam silenciosas e o olbar confun-
dindo se com o olhar de Paulo, ella acha-
va-sc, como elle, sob o dominio do encan-
to, em verdadeiro extase, como elle.
Esto estado de mutuo hypnotismo durou
alguna instantes ; depois o mogo, tornndo-
se em primeiro lugar senhor de si, sentio
todo o sanguo das suas veas concentrar-
ae-lhe uo coracilo.
As suas faces enrubeceram.
Foi a senbora, perguntou elle, tiran-
do com gasto gracioso o sen cbtpo de pa-
Iba de abas largas, foi a senbora quem
acabou de me sorprender e inquietar sol-
tando um grito de suato*?.. .
A voz de Paulo, pronunciando estis pa-
lavras, era mais suave anda do que no
momento em qua, alguna minutos antes,
chegara ao ouvido de Martha.
Par seu turno a moga corou extraordi-
nariamente.
Sim, senhor, respandeu ella, fui l
efectivamente...
O que lhe auccedeu ento, miuha se-
nbora ?
Por um tris que a curiosiJade nao
me prega urna pega. Estiva quasi a cahir
oo rio. Felizmente as minhas mSos ag*r-
rram-se a este gslbo e o meu p encon-
trou urna raiz, o que livrou-ma da queda..
S o meu livro escorregou at ao seu bote.
Vira o livro aoa ps.
E' verdade... esta elle .. disse
abaixaodo-se para apanbal-o.
XLIX
A, vos da Martha era melodiosa.
metal.
A consequenca lgica saria, poia, nlo
oonaarvar estas formas e crear outras no-
vas, derivadas das propriedadea do proprio
ferro.
E' com o auxilio d farro e de seus
compostos e arbucetos e com o dos appa-
relhos automticos, que conseguiremos de-
bellar os incendios tao frequentes em nosBo
sculo, as salas de espectculo.
Antes de entrarmos no estuio dos meios
empregadoB at hoja para provenir os in-
cendios nos theatros, fagamos urna rpida
exposigo de differentes catastrophas, pro-
curando assim mostrar a importancia de
assumpto to palpitante, qua interessa as
nossas vidas e s de nossas familias.
Em 1881, por ooeasiao do incendio do
theatro de Nice, urna revista alleraa, recor-
dando certo numero de desastres da mes
ma natureza, em diversas capitaes da Eu
ropa, dizia : c At boje Vienna tem sido
a capital mais favorecida, onda al a do ia
cendio do velno theatro do Kimerther, em
1871, do theatro de Treuman em Junho,
de 1863, e do pequeo theatro Orpheuns,
n5o sa tem constatado nenhuma catastro-
phe da natureza daquellas qua acabamos
de enumerar, t E,.cono urna triste res
posta, a 8 de Dezembro do mesmo anno
sepultavam-se, debaxo dos destrocos fu
megantes do Ring Theater, mais de 1,000
peBBoas.
Os escriptores que reunem os materiaes
de urna estatistioa dos incendios dos thea-
tros, chegaram a conolus5aa realmente as
sustadoraa.
Segundo a extensao dos periodos que
abraogeram e o numero de tactos qua re-
colheram, a vida meda de um theatro va-
ria entre 10 e 22 annos, e todos esto de
accordo em afirmar que um theatra est
fatalmente condamnado a peraaer pelas
chammas.
O modo de construccao, a natureza doa
materiaes, a accumulaclo na acea de or-
namentaco'as faitas com substancias essen-
cialment ioflammaveis, o grande numero
de luzes fixas e ostras em movimento nos
bastidores, a illuminaclo da rbalta, tSo
funesta aos artistas, sbretelo s dansan-
oas, o uso obrigado do gaz, cujas explo-
res sSo frequentes, e que*, felizmente, hoje
esta sendo substituido pela luz elctrica ;
as imprudencias quasi inevitaveis do nume-
roso pesaoal de servico na scena e dos
Urna voz de ourof como se costuma di-
zer.
Penetrou eerteira no coracSo do manco
oo. _
Como hei de fazsr para restiteir-lbe
este livro, minha senhora T perguntou elle.
NSo poseo neste lugar at onde a senbora
est porqae a ribanceira muito ingreme.
Atiral o sra imprudente... a encaderna-
ySo muito delicada e poderia estragar-
se. .. Onde poderei atracar ?
Mas, Benhor, replicn Martha, eu te-
na muito pazar en interromper a sua pes-
cara.
Qua importa a minha pescara ? I
Responda-me, pego-lhe.
Pois bem, j que assim o quer, all,
esquerda... no pequeo braco que cos-
teia a propriedade.. O senhor encontrar
um deaembarcadouro.
Vou ter com a senhora.
Paulo, louco da prazer, desamarrou o
bote, pegou nos remos e dirigio-se para
o braco do Marno indicado pala orpba.
Esta, no parque, nlo pardia de vista em-
quanto segua por urna avenida que cos-
tea va a ribaneeira.
Remando, o mogo conBervava os olhos
fixos nella.
Eu julgava, pansa va elle, que to
perfeita belleza nlo podia existir sanio no
pensamento dos artistas ou dos poetas...
Tenio chegado quasi extramicrade do
brajo do Marno, vio um bote amarrado ao
lado da ama escada ; prandeu all o sea,
pegou no livro e subi os degros.
Cbegava ao ultimo quando Martha, um
instante encoberta por urna ramagem muita
espesa, qua rodeava um caramanobSo, de-
biixo do qual viam ee cadeiras rusticas,
tornou a apparacBr a approximou se a pas-
so rpido, embora beaitaute. /
Em frente um do outro, os dous para-
ram.
Ambos estavam commovidos, perturba-
dos, e Paulo tanto quanto Martha.
A orpbl abaixou os olhos sob a influen-
cia do olhar de deslumhrado que fixava
nella. o filbo de Raymundo Fromental,
achando-a mais bella anda de perto do
que distan ia.
Com a mo um pouao trmula aprosen-
tou Iha o volunte, eortejando-a.
Aqu tem o seu livro, minha senho-
ra, balbuciou ella em voz to baixa que
Martha adivnhou-lhe maja do qae obvio
plavras. E' para mim urna felioidade a
oocaaio que se me offerece de ser-lhe agr-
davel, resttuiudo-o... Sim, urna verda-
deira f^lijdade. .
Sem erguer os olhos, a fiiha de Perin
estendeu a mo para recebar o voluae.
amigos dos artistas e dos directoras, etc.,
eta. ; todas casas causas e talvez mesmo as
io.flammac8;a espontaneas devem provo-
car, em eapaco maior ou manar de tempo,
a destruiente de um theatro.
Hija o perigo augmentou anda mais
com o nuuero sempre crasaente das fie-
ries, que exigem urna mise en icene appa-
ratosa e excepcional e notavelmante o em-
prego de fogos do Bengala, descargas da
arma de fogo, etc.
As emprezaa velam com a maior solici-
tada na execuclo das medidas da seguran-
ga ; mas a forga das cousas suparior
toda a providencia humana, e as cansas
dos incendios dasafiam sampre as mais
acortadas maddas.
A maioria doa architectos enc-arragados
da censtruc'olo de um theatri ignora as
disposigojs a adoptar para conjurar em pri-
meiro lugar as probabilidades de incendio
e em seguida ae oonsaquencas de um ai-
nistro desta natureza, no que diz respeito
aos espaciadores.
A rotina reina, qaal sobarana absoluta,
no ponto de vista das apropriacSas inter-
nas ; o que preoecupa o artista e a elagin-
ca exterior, a fachada. A'.m d'isso o
dono ou director quer, antes de tudo, o
maior numero possivel de lugares, sacrifi-
cando o numero e a largura das sabidas.
Urna obs.Tvac.lo important3Sma, que
resulta do estuio atteuto dos factos, que,
sa nlo se apagar o incendio, immadiata-
mente depois de tar sido descoberto, elle
camiohar com iimi tal rapidez qua nlo
mais poder ssr dominado ; visto qua os
auxilios eh-ga n sempra muito tarde para
uom effl;acia agir sobre un f:o ia jan ls-
cente de urna forga e de um poler quasi
irresistiveis.
Ha alm dsso um outro obstculo con-
tra a qual quebrar aa-ha sampre o jogo das
bombas : o medo, o terror do publico,
aapbyxiando-sa as sabidas sem poder sa-
bir, e formando muitas vazas urna agglo-
meraglo ic espaasura iocrvel, qua nlo
permita a entrada aos bombairos, como
acontecen em um incendio na groja dos
jesutas em S' Thiago do Chile.
Quanto aos soffrimeptos presunidos das
victimas, estes incendios ddsonvolvam se
com tal rapidez e determinam quasi im-
maditamante urna furaaci de espassara
tal, qua os espectadores que nlo puderam
sabir ticam aspbyxiados anta3 qua a fuma-
ga venba attingil-oa- Muitas deile8 morrem,
feridos pala queda dos destrogos inflam-
mados, que se desprendam das partes su-
periores da ssena. Emfim muitos (sobretu-
do as mulherea) deamaiam logo qua a fu-
maga oa envolve.
O Sr. Donnia-Monnicr, professor da
Uaiversidade do Ganebra, autor de varios
trabalhos mui conhecidos sobra a chimioa
dos gazes, inventor de um appsrelho des-
tinado a advertir automticamente ao en-
genheiro da imminenaia da exploraglo de
fogo grisou, suppSa um theatro moderno,
em cuja acea teve lugar um incendio 9
estuda os phenomenos complexos que se
produzam.
A prmeira consequenca do facto
urna elevaglo consideravel de temperatura,
que duplica, triplica ma3mo o volume de
ar contido na sala, phenomeno este em
coasequeneia do qual muda-so a crrante
de ar, na qual, o gaz comprimido procura
urna aahida ; urna grande quantidade de
xygeneo absorvida e transformada em
gaz nlo respiravel. Mas como ha mni pou-
co oxygeneo, por causas diversas, no re-
cinto eatreitameute fechado do theatro,
produz se oxido de carbono, como acontece
sempre que queima-sa o car vio em quanti-
dade insuficiente do oxygeneo. Ora, este
oxido eminentemente toxiao : assim pois,
as pessoas que nlo paderem fugir imme-
diatamente, cahem antes envenenadas do
que asphyxiada8.
Os seus dedos tooaram ligeiramente nos
do mancebo.
Por mais ligeiro, porm, que fosse esse
contacto, produzio o effeito de urna pilha
elctrica.
Martha reoebau no coraglo um abalo
desconhecido ; teve urna sensaglo ao mes
rao tempo deliciosa e quasi dolorosa.
Um estremeaimento percorreu lhe todo o
oorpo.
Os seus olhos entrecerrara m-se e as suas
pernas vacillaram, como se o solo oscilases
sob os seus ps.
Nlo sorprenderemos ninguem afirmando
que Paulo sentio por sua parte commoglo
igual.
Martha foi a prmeira a tornar-se senho-
ra de si, emquanto qae o mancebo empre-
gava baldados esforgos para avassalar a
sua emoglo.
Agradego a sua bondade e a sua de-
lijadeza, disse a orpbl.
Paulo nlo responden.
Ficou immovel.
Dir-se-hia qae o contacto dos mimosos
dedos* da moga acabava de o transformar
e.-'i estatua.
Toda a sua vida panosa concentrar-sa
tus olhos, que continuavam fixoa uo rosto
de Martha e parecaos nlo poder desviar-so
mais daquelle ponte.
Com os olhos sempra baixos, a moga
nlo va aquella olbar, mas seatia a saa
persistencia e oada vez ficava mais pertur-
bada.
A sitaaglo tornara-se por demais critica
para poder prolongar-se.
Era preciso sabir de semelhante estado,
fosse como fosse ; quebrar aquello silencio
incommodo, fallar, erafin, anda que fosse
para nlo dizer cousa alguma.
Paulo comprebandeu, e ao cabo (de al-
guna segundos cnoetou. a conversaglo com
esta banalidade :
E' um livro de histeria esse qae es-
tava lalo ?
Nlo, senhor, am romano.. res-
ponden Martba.
Um romance histrico ?
Nlo... um romance de oostumes...
am romance moderno... o que chamam,
se nlo me encano, um estudo analytioo do
coraglo humano.
PermU-rae miaba senhora, que lhe
pergunte o nome do autor ?...
A Sra. Emilia de Girardin.. ,
E o titulo da obra ?
A moga corou.
O titulo qae lhe pediam rocordava-lhe
as reflexSes suggerdas um pouco antes por
um dos capitulas que 'estava lendo, e que
(Continua)
produzram nella una agitaglo de&conbe
cida.
Era entretanto impossivel deixar de sa-
tistazer a curiosidade do seu interlocutor.
Responden pois :
ste romance intilula-seMargarida
ou Os dous amores.
Ah I exclamou Paulo, conhego-o.
J o leu ?
Li-o, sim, minha senhora.
E o que pe asa da idea qae serve de
basa ao livro T perguntou de chofre Mar-
tha, que sa tornara corajosa pela desejo s-
bito de conhecer a opinlo do joven des-
conhecido sobre urna questlo qae tanto a
preoecupava.
O que pens da idea ? repetio Paulo.
Acbo a falsa.
Martha, cajo coraglo bata desusada-
mente ficou calada.
O mancebo proseguio :
Nlo eata a &ua opinilo, minha se-
nbora ? a nlo lhe parece to triste o
desenlace T
Anda nlo cheguoi ao desenlace, res-
ponden a orpha, mas prvejo-o.
Qual a sua opinilo ?
Margarida vira a morrer victima de
um doa amores que povoavam-lha o cora-
glo ...
Paracia qua a palavra amor eustava a
sahir dos labios da moga.
Ab pronuncial-a, a sua voz tornou-se
mais fraca.
Acredita que o coraglo possa repar-
tirse assim entre doas sffectos ? pr.isegaio
Paulo com paixlo.
Nao, senhor.... murmurou Martha,
cujo embaraglo e cuj emoglo augmenta-
vara. Creio... supponho .. qu/s o senti-
mento de qua se trata n"stc livro deixa de
existir ee nlo for uoico... Crea que o co-
raglo que se divide fraco, Bam vontade,
sem coragem... Vou at mais longe....
Creio que se illude, e que, in-ugiaaado que
ama verdadeiramentc, engana-30.C .
E tem razio, miaba senbora, excla-
mou o filho de Raymundo Fromental. Ha
queatSS que ama pessoa rasolve fcilmen-
te interrogando a s propria I- Sinto que
o meu coraglo, no dia em qua,o entregar,
nlo sa ba de dividir; ded^r-se-ha intei-
ramente e para sempre ao mesmo dolo I
Amar urna mulher com todas as torgas da
nossa alma, isso, aira, o amor, ;deve ser
o co. Amar duas ao mesmo tempo, a
negag3o, a profanaglo do amor!.
Pronunciando estas palavras, Paulo aai-
mava-se, os olhos brilhavam-lhe, urna es-
pa ia de alegra refl?cta e no sea rosto e
illumina va_ o.____________(Continuar stha)
_Typ- do Divio ra Daqae de Guise n. 42.


4

aH


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