Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16655

Full Text
ANNO LIIV HUIBIO 89



-
CAPITAL E LUGARES OXDE XA SE PAGA PORTE
PAR A
Por a roezis oiKintados .
Por aeis ditos idem.....
Por um anuo iX:m.....
Cada numero avulso, do inesmo dio.
6,5000
120000
23i?noo
4100
;a
PARA DEXfRO E PORA U.l PROVINCIA
Por seis mezs adiantados .
Por nove ditos idem .
Por um aono idem ^. .
Cada numero avuUo, de dias anteriores .

13,5500
20000
27^(900
#100
Ifroprietatyt ht Mmo J^acjroa.fcc Jara &\6s


TELEGMHAS
SRICO OJ AGENCIA HAVAS
Servido directo
(*) BERLIM, 16 de Abril.
O estado do Imperador da Allemanba
aagravaso aensivclmente.
LISBOA, 16 de Abril, noits.
Parti aqui para Roma urna grande pe-
regrioacSi portugueza.
BERLIM, 17 de Abril, de manba.
O estado de S. M o Imperador Frede-
rico contina a apresentar o mesmo carcter
de gravidade.
S. M. scffre agora de urna broncbite.
ervigo pela via Norte-Amrica
PARS, 16 de Abril.
Oa radieaes accusam o general Boulan-
ger de trabalbar favor e por conta do
principe Vctor, filbo do principa Jeronymo
Napoleo.
LONDRES, 16 de Abril.
The Times desmente os boatos de abdi-
cacSo de S. M. o Imperador do Brasil, que
correram de novo ltimamente.
Agencia Havas, filial
17 de Abril de 1888.
em Pernambu:o,

l*) Este telegramma nio poie ser in
cluido na folha de hontem por ter sido en-
tregue na typographu s 11 horas e 15 mi-
nutos da noite.
A Rprucglo.
BJtP HjjjjAj
naciomidads. lioa s
liiiebaiba
DE
P0RTUG4L E BR4ZIL
PELO
onselhiro JoaoManoel Pereira da Silva
GoTerao da provincia
EXPEDIENTE OO DI>. B DE ABBIL DE 1888
Actos :
O vice presidente da provincia, tendo em vis-
ta o que represontou o bacharel Ridolpha Albu-
querqae do Arauj:>, resolv declarar :
1. A' vista das portaras de 13 de Agosta de
1878 e de 7 de Maia de 1883, pi < um menor de
12 aoaos viajar nos vagons de 1.* classe da En-
trada de Ferro do Recite ao Caxang eam um bi-
Ihete de assignatura de 2. classe, sern pagamento
do excesso, ao qual sao tmente obrigados os adul-
tos, porquanto a taes bilhetes, apazar de chamados
de assignaturas, falta o carcter de exclusivismo
que lhes altribue o gerente da mesma estrada de
ferro, desde que elles sSa transforiveis e ao porta-
dor.
2.a Polas mcstiias raides, e porque um menor
de 12 anaoa apenas um meio passageiro, para o
Ifim dj regular a importincia de sua passagem,
como dispoem as paitaras alludida", podem dous
, menores viajar em carro de 2.a classe com um e
bilhete de assignatura da uaesma classe.
3 Conaiderando qm agereneinapar sua pro-
posta em officio do engenheirj fiscal de 17 de Julbo
de 1885, se o n. 30, o qual servio de base appro
vagSo por parte-d'esta presilente dos bilhetea das
assignaturas de 2.* classe, se obngou a veudei-os
por semana e cm numero equivalente 4.* parte
de urna caderoeta de oitenta bilhete, na pola o
gerente limitar o tempo da venda ao ultimo e pri
meiio dia til de cada mes, nem deixar de ven
del-os por partes, de acord com a referida pro-
posta. *Remetteu-se copia ao engenbeiro fiscal
da estrada de ferro do Recife ao Caxang.
O vice-preaidente da provincia, atteadendo ao
que requereu o esenvi) do civel dosta capital, An-
tonio da Costa e S, reaolve conde Icr-lne um mez
de licenca para tratar do negocios de seu interesse
devendo entrar no goso da referida licenca no prazo
de 15 dias.
O vicepresidente da provincia, em execugSa
da lei n. 2,395, de 10 de Setembro de 1873, resol ve
promover ao pasto de tenente da 2.a companbia do
1.a corpo de cavallaria o alferes da 4. companbia
do 2.* batalhao de infantera do servico activo da
guarda nacional da comarca do Recife, Germano
de Miranda Dimoseyer.Communicou-se ao coaa-
mandante superior.
O vle--presidente da provincia, em execucao
da le n. 2,395 de 10 de Setembro de 1873, resolve
promover o tenente da 2. companhia do 1. corpo
de cavallaria da guarda nacional da comarot do
Recife, Francisco de Paula Lopes, para o posio de
eapitSo da 3. companhia do dito corpo.Commu-
ni.ou-sc ao commaudante superior.
O vicopr sideote da'' provincia, attendendo
ao qua requereu o capitSa da 3.a companhia do 1.a
carpo de cavallaria da guarda nacional da comarca
do Recife, Carlos de Paula Lopes, que provou achar-
se impossibilitado de continuar no servico activo,
reaolve trausfenl-o para o serviga da reserva, fi-
cando aggregado ao 1" batalbSo do maamo servi-
co.Communicon-se ao commaudante superior.
O vice-presidente da provincia, attendendo
ao que requ'reu ocapito da 7. companhia do 3."
batalhao do servico activo da guarda nacional da
comarca do leeife, Jus Raymundo Ferreira de
Araojo Saldanba, resolve conceder-lbe reforma no
di 10 posto.C mmuincoa-se ao commaudante su-
perior.
O vice-preeideuto da provincia, em execacSo
da lei n. 2,395 de 10 de Setembro de 1873, resolve
nomear Joo Baptista Cabra I, para o posto de oa-
pit&o-da 7.a companbia do 3.a batalhao de infante
rie do servico activo da guarda nacional da comar-
ca do Recite.Comoiunicou-se ao commandante
superior.
O vice-presidente da proviaeia, em execugSa
da lei n. 2,395, de 10 do Setemb.o de 18?3, resolve
nomear Joaquina Alves de Oliveira Ges para o
posto de tenente ajudante do 69.a batalhao de in-
fantera do servico activo da guarda nacional da
cemarca de Nazaretb, em substituigSo de Gaspar
Antonio doB Reis, a quem se mandou dar guia de
passagem pira a comarca do Recite, e Joo Cavai-
cante Mauricio Wanderley, para o de capito da
6. companhia d.i mesmo batalhao em lugar de Per-
gentino da Cunha Moraes Piaheiro, que mulou-ss
da comarca.Communicou-se ao commandante
IContinuacoj
Foi D Manoel o primeiro rei de Portugal que
desde Joan I, resolvea impostos, e os msniou e
consegnio cobra, aem audiencia nsm previ nem
posteiior das cortea.
D'ah por diante foi o rei tudo ; delle todo3 de-
penderam ; perante elle todos se ajoelharam ; era
o sol que dava a lu, chuva que refresca va at-
mosphera, o balsamo que purifieava, a fonte de
onde emanavam todas as graess e favores, a aura
vital que se recebia, a fortuna e desgraga que a
cada um subdito cab'a, porque todos, nobres, clero
e povo, arrastavam-se a seus ps, mendigando mi-
gftlhas de proteceo e es^uesendo bros e honrosas
tradigoes de seus antepagados.
Bem se nao despedir do mundo el-rei O. JoSa
II, e ja D. Manoel prosegua as empresas inicia-
das e trata va de continuar seus projectos audacia -
308. Quatro caravelloes se haviam aprestado
para a viagem de descobrimonto das Indias, e nio
tardara Vasco da Gama em tomar-lhes o comma
do, e atirar-se aos mares.
Que iraporUva que Cbristovio Colomba annun-
Cissse ao mundo ter avistado as Indias, o Gatbay
e as ilhas do Cipango ? Vasco da Gam, dobrado
o cabo de Boa Esperanca, que se incumbir de
atlrabir para Portugal o commercio das especia-
ras e alcatifas do Crente ; assim o ideara D. Joao
II, assim o executava O. Msnoel.
Nao se poda al ento recusar aos portugueses
a glora da prioriodade de descobrirsentos e nave-
gacoee no ocano Atlntico, embora nos mares in -
temos da Europa, Asia e frica os houvessem pre-
cedido gregos, pbencios, carthagneses, romanos,
rabes, e ltimamente geaover.es, venesanos e ca-
talaes, maiinbeiros infatigaveis ; e embora tambem
cora os acompanhassem nos grandes tentamens
de alargar os conhscimentos da geographia e da
astronoma, os heapanboes, franceses, hol audezes,
icaadmavos, inglesas, que Ibes imitaram o xem-
plo.
(Continua)
PARTE 0UHIU
Hlalsterio da Hariaha
superior.
O vicepresidente da provincia, resolve, de
conformidad com a proposta do Dr. chefe de polica,
em officio n. 267, de hontem datado, nomear para
o logar vago de 1." supplente do delegado do ter-
mo de Ouricury, o cidado Clcomenes Marinho de
Siqueira Fslcio.
_ O vice-preaidente da provincia, tendo em vis
t o fficio de 14 de Msrco finio, do juis do 2. dis-
tricto de paz da paiocba de Bom Jardim, deter-
mina, de accordo com o artigo 91 do decreto n.
8,213, de 13 de Agosto de 1881, que os eleitores da
parochia de Surubim se reumro para os actos
eleitoraes no consistorio da respectiva matriz.
O vice-presidento da provincia, resolve pro-
mover o 2. escripturario da 3.a seccio do Thesouro
Provincial, Felippe Emilio Menna da Costa, a 1."
da mesma seccao, vago pela aposealacie concedida
por portara de hontem a Landelino de Luna
c reir.
O vice presidente da previnsia, resolve trans-
ferir o 2. cscripturario da Recebedoria Provincial,
Alfredo Gibson, para servir efectivamente Igual
carg na 3 seccio do Thesouro Provincial, vago
pela promoco de Felippe Emilio Menna da Costa.
O vicj-presidente da provincia resolve no-
mear, para servir efectivamente na Recebedoria
Provincial, o 2o escripturano addido ao Thesouro
Provincial, Walfrido Barreto de Mello Reg, ac-
tualmente em exereicio temporario s>a mesma Re-
cebedoriB, em vista da portara desta presidencia
de 15 de Marco prximo passado, e d de boje pe
qual foi transferido o 2 escriptursrio Alfredo
Gibson para servir efectivamente igual cargo na
3a seccao do referido Tbesouro.
O vice presidente da provincia, attendendo
ao que requereram os terceiros ofBciaea da secre-
taria da presidencia, e tea do em vista a informa-
c8o do contador do Thesouro Provincial, annexa a
do inspector, de 11 de Jaueiio des te anno, sob n.
17, prestada anteriormente a respeito de idntica
peico dos supplicantes, resolve, de acaordo cam
o art. 9' Ia n. 3 da lei n. 1884, determinar que
fiquem equiparados os vencimentos dos menciona-
dos terceiros omciaes aos dos terceiros escriptura-
rios da dito Thesouro, sem prejuizo destes funecu-
narios, e com a clausula de que a presento con-
cessSo s comeos a ter vigoi do correte mez.
Remetteu-se copia ao inspector do Thesouro Pro-
vincial.
Por decreto de 7 do corrente forau nomeadoa :
O 1 tenente Gustavo Antonio Garnier, delega-
do da capitana do porto da provincia do Rio-
Grande do Sul, em Pelotas.
O Ia tenente Polycarpo de Barros, sjudante da
inspectora do Arsenal de Marinhs da provincia
de Peroambaco.
Em 7 do corrente :
Concederam-se as seguintes licencas :
De um aono o espitio-tenente de 2 classe,
Joao Curios da Fanaeca Perura Pinta, para residir
no Ra da Prata.
De tres mese, na forma da le, ao 2" tenente
Carlos Eugenio Stelling para tratar de seus inte-
resses na corte.
De seis mezes, na forma da lei, ao olficial de
fasenda .de 3> classe Marcolino Olegario Rodri-
gues Vas. para traeti.r de sua sl' onde Ihe con-
vier.
Foi no meado Antonio Horacio de Bous ese re-
vente da canhonera Lamego.
Em 9 do corrente foi nomesda Iffmso Furtadn
de Mentlonca servente da Reparticao Central Me-
teorolgica.
Officio :
Ao desemoargador procurador da cerda, so-
berania e fasenda nacional.A' vista das duvidas
apresentadas pelos Drs. juises de direito do 2 e
5 districtos crimina* da comarca do Recife, em
officio de 4 de Jaaeiro e 26 de Marco date anuo,
acerca da intarmaca que de contormidade com o
aviso circular do Ministerio da Justica n. 287 de
28 de Junba de 1865, deve ser prestada pelo jais
competente, no seatido de instruir-se o recurso de
grabado reo Joi, que, foi escravode Jo&o Matbeus,
traosmitto a V. Exc, em original, os mesmas ofi-
cios, peticSo daquelie reo dirigida ao poder mo
derador, certido do processa e mais-djeumtotos,
que ser-me-ho devolvidos afim de que se digne de
tmittir seu parecer, declaiando a qual dos dous
mencionados juises incumba prestar a citada in
formacSo.
Ao Dr. chefe de polica. ItHeirado da que
V. S. informa no officio de 27 de Marca ultimo,
sob n. 241, declaro qae por essa secretaria deve o
gerente da estrada de ferro do Recite a Caxang
ter mdemnisado, cosa os passe> impressos ltima-
mente remettidos, de 645 passageas restantes dos
1.045 dados por autoridades|pslicies nos meses de
Marco a Julbo do auna passado, asaim cami das qu '
faram dados nos meses de Agos'o e S'tembro,
sbreos quaas pende iuf rmaco :a dessa repartiera.
Ao inspector da Thesourara de Fazeoda.^
Para os fias convenientes commuoica a V. S. que
a 16 da Mirca fiado tai erecta cannicamente em
parochia a freguezia (i Nossa Sanhora da Coicei-
fo de S Sebistio de Cauhotinha, creada pala-
le n. 1706 de 1 de Julbo de 1882, seada nomeaio
a 21 do mesma mez loara rt<;el-a, na qualidade de
vigario encommendado, o Rvd. Maaael Cavalcante
de Assls liezerra de Maosas, qua par isso foi exo-
nerado da de Maranguape, segundo participou a
o Exm. bispa diocesana cm offiaio de 4 da carrate
mes.Commuoicoa-39 ao director do archiva pu-
blica.
; Ao inspector do Thesouro Provincial.A
Nieas da Silva Gusmo, arrematante das obras de
reparas das pautes de Tapacuri e Mau1, minie
Vmc. pagar a quantia de 903730, importancia
das mesmas obras, da accarda ca.n o certificada"
junto, procedeaio-sc na forma da lei quaata a
prestacao de rospaasibiliiuis.Cammuaicau-se
ao director geral das Obras Pubcai.
Ao director geral das Obras Publicas.as
ta data defer, de accarda com a intormacio da
Vmc, de 27 de Marca ultima, sob n. 62, o requer-
meato de Vicente Ferreira da Casta Miranda, per
rnittindo que seja transferido a Joo Climaca de
Miranda o contracta de execuclo de reparos das
pant s de Caxang, Caiar, Tahiba o S. Joio.
Igual ao inspector do Tbesouro Provincial
Ao Sr. Manad Joaquina, de S, Io supplente
do juis municipal e de orphaas do termo d 3 Flo-
resta, em exereicio. Devolvendo os autos e denun-
cia dada pelo adjunto do promotor publico da co-
marca de Floresta contra Boaventura Rodrigues
da Crus, cabe-me declarar, em respasta a sua con-
sulta em officio de 16 de Marga finio, que a Vmc.
cumpre proceder em ordem a ser observado e res-
petado o pravin.enta dado pelo juis de direita da
mesma comarca ao recurso ioterposto por aquelle
adjunto, no sentido de ser aceita a reirda denun-
cia;.Remetteu-sc por copia ao juic de direito da
comarca.
Portaras:
Para os devidos effeitos, cammunico Cma-
ra Municipal do Recife, que no requerimento de
Jos Joaquim Pereira de Oliveira, sobre o qual
versa a sua informaco n. 15, de 22 de Fevereiro
ultimo, profer hoja o seguinte despacho :
- Em vista do parecer do Exm. procurador da
cora, fasenda e soberana nacional, dou pro violen-
to ao recurso ioterposto, determinando Cmara
Municipal do Recife qu pague as costas devidas
ao recarrente.
A'proveito a occaso para fransmittir moscos
cmara copia do alludido parecer.
-""Remetto Cmara Municipal do Reeife em
seu officio de 21 de Marca ultimo, sob n. 24, copia
da informaeSo de 28, prestada pelo fiscal da Com-
panhia Recife Draiaage acerca dos mietorios pu
blicos da ra da Assumpeao e do lado norte do
Mercado de S, Jo .
Communico Cmara Municipal do Recife
que no requerimento de Raymundo Bernardo Las
serr, sobre o qual versa a sua informacio n. 18,
de 7 de Marca fiado, profer hoja o seguinte des-
pacho :
Neg provmento-ao recurso interposto, /is
das intormacSes prestadas pela Cmara Municipal
Jt> H..;[o aiaaatn'h frt>i-l l r>-* p1'-
Declaro Careara Municipal do Recife que
teve o conveniente destino a peticSo enviada com
o seu officio, a que respondo, n. 33, de 4 do corren
te mes.
__ Nao tenda o juis do 2a districto de paz da
parochia Je Bou Jardim faita a coovocacao de-
terminada pelo artigo 124 do decreto n. 8,213, de
13 de Agosto de 1881, para a elecao que devia
ter lugar no lia 7 do correte na parochia de Su-
rubim, em vista dos motivos indicados em seu of-
ficio de 14 da Margo fiada, sobre o qual versa a
informagio prestada pela Cmara Municipal de
Bom Jardim, em 26, determino mesma Camira
que expega de novo as communicagoes do estylo e
d as demais providencias afim de que se proceda
a 18 de Mio vindouro eleicao de juises de paz
da referida parochia de Surumbim, cujos eleitores
devero reunir-se no consistorio da respectiva ma-
triz conforme determinei por portara desta data.
Remetteu-se copia aojis do 2 districto de pas
da parochia e ao juis de direito da comarca.
EXPBDSESTE DO SBCBJSTABlO
Officios :
Ao secretario da Bssembla legislativa pro-
vincial.De ordem de S. Exc. o Sr. vico-presi-
dente da provincia transmita a V. S: para os fins
convenientes, o balango da receita e despeza do
exereicio de 1886 a 1887 e orgamenta para o de
1888 a 1889 da Cmara Municipal de Timbab*
Ao mesmo.De ordem do Exm. 8r. vice-
presidente da provincia da provincia, remetto a
V. S., afim de ser submettido deliberagao deas
assesabla, o officio, par copia, do director geral
de obras publicas, de 23 de Fevereiro deste anno,
sob n. 33, propando que seja alargado o portio do
itio da Jaquuira onde passam os trena da estra
da de ferro do Racfe a Laxang, mediante in-
demnisaco de 1:000*000, par parte da pravincia
e 500*000 pelos cofres da municipslidade ao pro-
pietario do dito sitio, bacharel Bento Jos da
Para o mesma fim envi a V. S. copias das in
formacoes que a respeito prestaram a Cmara Mu-
nicipal do Recife e ao inspector do Thesouro Pro-
vincial.Communicou-se a Cmara Municipal do
Recife vista de sua informaeSo de 1 de Marco,
sob n. 19, ao Thesouro Provincial quanto de 26
do mesmo mes, n. 146, e ao director geral de obras
publicas em resposta ao seu officio de 23 de Fe-
vereiro, n. 33.
Ao presidente e vereadores da Cmara Mu-
nicipal de NasarethO Exm. Sr. vicepresidente
da provincia manda communicar a Vv. Ss., em
resposta ao seu oflicio de 3 do corrente que, em
vista de representacao do respectivo juis de pas,
foi par portara de hontem feita rectificacao rela-
tiva invocacSs da capaila destinada para reu-
niao do districto de r*nmaverB, conforme lhes foi
communicado na mesma data.
Ao gerente da caixa filial do EnglU Bank
of Rio de Janeiro, Limited. De ordem de S. Exc.
o 8r. vice-presi dente da provincia acenso o rece-
bimenta do officio de hontem, cem o qusl V. S.
envin o balancete das operages effectuadas por
essacaixa filial, durante o mez de Margo ultima.
Aos gerentes da caixa filial do Banco Inter-
nacional do Brasil, nest cidade. De ordem de
S. Exc. o Sr. vice-preaidente da provincia aecuso
e recebimento do officio, com o qual Vv. Ss. en-
viarsm o balancete das operages effectuadas par
essa caixa filial dorante o mez de Margo ultimo.
Ao fiscal da Companhia Recife Drainagc
J Exm.Sr. vicepresiJonte da provincia proferio
boje o seguinte despacho no requerimento de Joa-
quina Inuocencio Gomes, ao qual se refere a in-
formaeSo de V. 8., de 28 de Margo ultimo, acerca
do predio n. 9 da ra Duque de Casias:
Kequeira no fim de presente semestre, nSo es-
tando anda concluidos os reparos.
o Sr. Dr. aimQstrdor da R-cebedori
Provincial.
Bartnolomeu & C Francisco da3 Chagas
Ribeiro-de Oliveira, Manoai Francisco dos
Rds, JoSo Jos Ribeiro de Maraes, J. J.
Alves de Albuquerque, estrada de ferro
de RibeirSo e director g'rd das Obras Pu-
blicas. Informe o Sr. contador.
Ferreira GasaSo & Filbos prejt da Gttar da .dades, villas e municipios vSo se libertando e pro-
O. vi j o i,,j. o. curando camponetrar-se das excellencias do tra-
vica, o N*s da Silva (aru3mao. Pa-
gue-se.
Aona Ferreira de Barros, vigario Au-
gusto Franklia. Mjreira da Silva, Nioas
da Silva Gusmao, Maria Cintra Lima,
Andr 'Avelioo de Souza Liniira, Confra-
ria do |mparo e Olind, Maria Ignacia
de Jes, Albino da Silva Lsal, Cyrillo
Pita de Carvalbo. -Ao Contencioso para
;umpric,a despacho da Jauta.
Offiaio do director geral das Obras
Publicas.-Haja visti o Sr. Dr. procura-
dor fiscal.
Joao dos Santos Moreira .e Malaquias
Gomes de Mello.Certifiqae-s'e.
Fraacisof'Tavaros da Silva Cavalcante.
ho Sr. Contador para cumprir o despa-
cho da Junta.
---------------^ -
eeebeiloria provincial
DK8PACH08 DO DIA 17 DK ABRIL DE
1888
Euzebio Luiz Pereira, Benvenuto Ca-
valcatrte de Mello, Antonio Joaqaim Mo-
reira de Sampaio, Jas Joaquina SimSas
do Amaral, Jo3 Flix de Albuquerque,
Manoel Antonio Pereira, Jos Francisco
Rodrigues Lima.Informo a Ia secgo.
Jos Flix de Albuquerque, Felisbella
Mana Cavalcante de Azevsdo, Carlos de
Arruda 4 G.A' 1* sec^o para 03 devi.
dos fins.
Antonia Emilia de Amaral Aranha.
Certifique-se,
Joaum Luiz Teixaira. -Cumpro-se.
como est da qua elle Saber callos ir-se na altura
da situagSo, por mais difficU e arrtsjaada que ella-
parega.
Dcpois da orgaoisagSo do novo gabinete tem-se
accelcrado de modo extraordiaario o movimenta
abolicionista do sql do imperio e -'jacto natural
- at na provincia do Rio ds Janeiro, a'crdlelu
expngnavel do escravagsmo, e ultimo reducto
da escrvidSo, tem elle se accentuado do modo o
mais positivo e eloquente. Familias inteiras, ei
INTERIOR
Thesouro pro tIu clal
DESPACHOS DO DIA 17 DE ABRIL DE
1888
Pautilla Luiza Vieira Cunha. Jaote-se
oopib das informac,8;B.
Idalino Isidro da Costa Valente, Fran-
cisco Theotonio Pereira dt Costa o pa-
dre Manoel Gomes da Brito. Registre-se
e fagam-se os assentamentos.
Pret da Gaarda Cvica.Eaamine-se.
Manoel Arobanj do Csrmo. Informe
Correspondencia do Diario de
I'eroambuco
RIO DE JANEIRO.Cobtb, 9 de Abril
de 1883
ScinuB.10Ornen eartodevita.A ultima evo-
lucio polticaComo fox recebtdo pela
imprensa o gabinete 10 de Marco.-
Nota diecordante. Afotntnento ooo-
' cionista.-Beniitdf^ "<"" "&Xt
", rtvvtmento tmmtgratauta. Vados
eslatisticos. Petropoli Kvre. Re
unido liberal.AbaencZo do Uberatt.
Carta do Sr. F. Ootaviano. Candi-
datura republicano.Eleic&o de 19 de
Abril.Actividade ministerial. Htfor-
ma postal. Reparlicio meteorolgica.
Conferencia dos magistrados.Incendios
nos theatros.O proyecto de abolic&o e
a reportagem paulista.m formidavel
canard.
Photographar em poucas linhas e em alguns
tragos a phisionomia da epochs, a feigao caracte-
rstica dos aeontecimentos, em seus toos mais de-
Ruidos e accentuados, registrar os fictos sociaes,
polticos e econmicos proporgo que elles se fo-
rero suceedendo, contrastando-os eai phrase ner-
vosa e incisiva, de certo missao que requer urna
aptdSo de espirito especial, um certo trabalho de
synthese e urna faculdade assimilador desenvol-
vida e educada.
No seio das modernas organisagoes sociaes os
aeontecimentos se succ-:dem com tal celeridade
que o observador no pde perder um momento de
attengSo. Tal entretanto a tarefa de qua tomos
incumbidos e que procuraremos desempenbar me
ira ac studio NSo lhe exageraremos as propor-
goes para nSo cahir no sestro de todos os vencidos
que augmentar a forga do vencedor pr demi-
minuir bumilhago da derrota. Accedendo ao
honroso convite de enviar d'aqui estas notas dos
aeontecimentos que pela sua importancia possam
interessar a generalidade do3 leitores deste gran-
de orgo de pnblieidade, procuraremoi antes de
tudo ser imparciaes ambara nSo desta imparcia
lidade que se confunde com a indiffereng.
Escrevendo pata esta nobre trra a que nos
sentimos ligado por tantos e tSo sagrados lagos,
ser nosso principal intuito dizer sampre a verda-
de, procurando assim cooperar, na medida de nos-
sas torgas, para o seu engrandecim-into moral e
material.
SSo este3 os intentos que mavem a nossa penna
ao tragar estas ligeiras observage.-s.
Fsremos o registro diario dos aeontecimentos, a
chronica dos factos, segundo a impressSo que elles
deixarem em nosso espirito, conforme as sensages
que elles produsirem em nosso temperamento.
A ultima volugSo poltica porque passou e pas
com a orgauisagSa do gabinete 10 de Margo veio
abrir vida social bratileira novos e mais lar-
gos horisontes. Pondo em pratica novos proces-
aos de administragSo e levantando a bandeir d
aboligSo, que o seu principal lamina, o ponto ca-
pital do seu programma, o ministerio 10 de Marga
vio, como era natural, congregar-se em torno de
sua bandeira de combate, homens de todos os par-
tidos o de todas as crengas, e fsi assim que pre-
senciamos um dos mais decididos pronuncia
meatos da opiniSo em prol das ideas que levsram
ao poder ao benemrito estadista, o grande chefe
conservador, que ao mesmo tempo urna gloria
pernambucan. Convencidos como todos os espi-
ritas ee scham, de que tratase de solver urna
questSa social de grande alcance psra o nosso fu -
turo, nSo estrsnhar que fosse tSo nem recebido o
gabinete 10 de Mareo que opportunidade e pa-
triotismo de seu programma, junta a reconhecida
competencia das individualidades polticas que o
compoem.
A impreasa de todos os matises, os orgSos neu
tros, foram unnimes em teeer os maiores encomios
ao goveroo actual e urna vea divulgado, em seus
tragos mais salientes o seu programma, foram to-
d-s accordes em reconhecer que elle era o resul-
tado d alfa inspiragSo pstrotic e elevado tino
poltico. NSo podiam ser melhor consoltadas as
exigencias da opiniSo publica, esta grande sobe-
rana que aos pases de rgimen livrecomo o nosso,
quein fa a lei e di forga aos governos para le-
vanm avante os grandes commettimentos, quer
de ordem moraL quer de ordem material. Toda a
gente seria est entre n3 convencida de que
necessidade urgente e inadiavel a solugSo do pro-
blema servil, que uestes ltimos temos constituio-
te um obstaeulo do nosso engrandeclmsnto, pesada
remora de nosso progresso.
O concert harmnico de acclamagas e louvores
com que foi recebdo o gabinete 10 de Margo teve
urna si nota discordante a opposigao svathematica
do Novidades, jornal vespertino que constituio-se
orgSa da resistencia escravist. Embera redigido
com hsbilidade, vio-se solado na sua ingloria cam
paoha contr o actuil governo, para quetn todo o
pais, de norte a sul, otha cheio de esperance, oerto
curnnao comp
bslbo livre.
A' proporgSo que se vai approximando o termino
da malfadada instituigSo que tSo grande^desor-
dens produsio em nosso organismo, social, nos
grato .resistrar. |que j paralellameute .va-,setor-
ntudo ama realdade o movimen'o immigratista,
de modo que hoja bem se pie affirmar que se
ach stabelecida urna corrente constante de im-
migragSo para o nosso pHit. Prova do que sffir-
mamos sSo os segoiutes dados estatisticoa orga-
nisades pela directora da beneaerita S.ociedade
Ceutral de ImmigragSo; e.que fotam publicadas
por tod i a aprensa fluminense. Elles fallam com
a eloquencia esmsgadre dos algarismos. '
Eis a importante e lisdngeita.eatatistica '.
Entrar'am no Imperio, durante o mes de Marga
prximo passada, 12,518 immig.autea, sendo 8,870
\pelo porto de Mantos e 3,864 pelo do Rio de Ja-
neiro.
E' faeil de comprehender que nunca o problema
da immigragSo foi de maior actualidade que no
momento presente. A questo servil e a questSo
immigrantista podem bem ser consideradas como
dous aspectos da questSo complexa da reorganisa-
gSo do trabalho nacional. K' porm neceasaria
generalisar o movimento de imigrsgSo, dirigir a
corrente para todos os pontos do pais, norte e sul,
porque tanto aqui como all, exisrem zonas parfei-
tamente adequidas para localisagSo do immigrante
europeu : a diversidade dos climas de noeso pais
tem- sido reconhecida por todos os viajantes quer
sabios, quer simples touristes.
m dos tactos da ultima decada que nao deve
passar desapsrcebido pelo seu alto valor moral foi
a libertaco da cidade d Petropjlis, que como se
sabe onde fozem a ojia villegialura, no tempo de
verSo, a corte, o corpa diplomtico e o no'sso high
A ceremonia da entrega das cartas de liberdada
teve lugar no dia 1 de Abril com toda a pompa e
solemnidade. Os escravos libertados foram em
numero de 94 senda 11 a titulo gratuito. A liber-
tagSo de Petropolis deve-se aoa esforgos de urna
comm'ssao organissda sob os altos auspicios de
S. A. I. a Princesa Regente. Os titulos de liber-
dade que foram entregues eram concebidos nos
seguintes termos :
tfunquav libertas gratior exstat quam sub rege pi
Pelo presenta renuncio aos ser vigas da......
inscripto na matricula da cidade de Petropolis,
por duterminacSo da lei de 28 de Setembro de
1885, para que entre no pleno usa e gosa dos di-
reitos, que a legislacSo do Imperio assegura aos
suijuris, o
No salSo do Club Liberal, que fuucciona ra
di Ouvidor, reuniram-se muitos eleitores dos di-
versos districtos da corte para resolverem sobre a
attitude que deveriam tomar o partido liberal na
proBima eeigSo para deputado no 1. itlatwto, =
vagn deidad pelo 8r. cooselhe-.ro rerreira Vian-
n, illustre ministro da instiga. Depois de api
mada discussSo em que tomaram parte varias
summidades do partido, entre outras o Sr. Ignacio
Martina, Candido de Oliveira, Bezerra de Meoe
ses, decidi-se sob proposta do Sr. Ignacio Mar-
tina que foase o Sr. conselheiro F. Octaviano au
torisado a apreaentar o nome do caudidato. Na
diacusso havida os oradores que nella se empe
nhsram estavam em profundo desaccordo, enten-
dendo uos que era conveniente a apresentagSo de
urna candidatura liberal, pensando ao eontrario
outros qua era isto altamente impoltico e anti-
patritico porque seria o mesmo que fsser causa
commum com os escravistas e opinavam portanto
pela inconveniencia de se apresentar o partido
liberal, no dia 19 do corrate, disputando ama -lei
gao em face de um ministerio, que embora adver-
sario, quer a aboligSo immedata e incondicional.
Declinandu da incumbencia de indicar o candi-
dato do seu partido escreveu o illustre senador F.
Octaviano a seguinte carta, que um documento
de grande valor poltico:
Ulna. Sr. Dr. Becerra de Meneses.Amigo e
senhor.Foi-me lido o extracto do que se passou
na sessSo ds hontem do Club Libara!, por V. Exc.
to digna e indiciosamente dirigido.
Estoo da perfeito accordo com a opiniSo de
V. Exc que um grande erro do partido liberal
tentar impedir a realisacSo prompta e inmediata
da grande idea pela qual nos temos sacrificada.
Em 1871 os principaes chef s liberaos deram
o nobre exemplo, que hoje devia ser seguido tam-
bem, de ajudar o Rio Branco a vencer as resis-
tencias que Ihe oppunbam os mantenedores da es-
crvidSo.
logo qua obtivemas a reforma eleitoral, com toda
a franquea mostrei ao meu partido que eu era
abolicionista, adoptando a candidatura do Sr. Dr.
Joaquim Nabuea pelo districto da corte, onde eu
morava e suppunha ter influencia.
O partido liberal nessa occaso retirou-se de
mim, deixando-me s com amigos pessoaes.
i Na provincia o mesmo me succedau, apresen-
tando eu caracteres nobilissimos como o Kr. con-
selheiro Eduardo de Andrade, em districto de fsc
triumpba liberal.
< Minha vida tem sido desde enta um luta
constante contra essa instituigSo malvada, que
chegou a deturpar o carcter da nagSo.
N'este momento eu commetteria urna traigao
minha propria conscienca se ajudassa quem
quer que fosse, ainda o meu maior amigo, a de-
morar a extinegSo que nos promettem os honrados
ministros do actual gabinete.
Declino, pois, da honra de indicar candidato
do partido.
De V. Exc antigo amigo e
cisco Octaviano. .....,___ j.
Aparo desta franca a honrosa manifestagao do
testejado chefe liberal, se inda o Srr. Be.erra
de Meneses, eonformando-se com o que se havia
resolvido ns'reun.Sa do eb,ae tentativa infruc-
tfera com o fim de levantar a candidatura do Dr.
Pereira Tavares. .
Tendo prm tslhado este ultimo recurso-s
criado.Fran-
19 de Abril ou
deandidatora liberal ser am
stengSo dos liberaes no pleito de
melhor a ausencia de e
facto consommsdo. .
A conducta poltica do partido liberal nao foi
nesta ponto imitada pelo *rt^5fi'
cano empresentado pelo Sr. Saldanba Marinho
em circular enderegada ao correligionarios, ser
;, Sr Quintino Bucayuva, redactor chefe do f\is,
o candidato republicano pelo 1 districto da corte,
na eleigo que prximamente se vai ferir.
B' intil acrescentar depois destes detalbes, que
a victoria eleitoral do honrado ministro da justica
faoto de que ninguem david, vista do pro-
nunciamento geral da epiniSo em sm favor.
O seu nomo ser levado s urnas por conserva-
dores, libera! e republicano!, accidentalmente re-
unidos, por se tratar d mgn questio do elemen-
Vm'nisterio 10 de M.ro. eptief de ter h tSo
poneo tempo s.samido a gestio dos *ff P-
blicos tem dasenvelvido urna otividade a que nao
estavamos acostumados. ____
O Sr. Ministro da Agricultura expedio o decreto
de 26 de Marga approvando a reforma pastel que
o zoverno esteva autorisado a fssr;e virtude da
le n. 3349 de 20 de Outubro de 1887.
SSo estas as ba!-s capitee! d wlorm. segund"
se na euposigS de motivo que a precede;
," Uniformidada e reducgSo de texasjaara os.bi; ;
lh-'tes postaea'sujeitos ao Jupia em resposta paga,
tendo circulagSo em todo o imperio :
S'ppiessSp'do's cartoes urbano! de 20 rit,'
-9rque#a ".experiencia tem demonstrado "que dSe
prjtriio' raii de corrcio, sem proveito para 0
publico ;
ReducgSo da taxa e obrigagSo do uso de sello*
especiaos para os jarnaes e outros peridicos re-
mettidos peles respectivos editores ;
Cobranga e recebimento d-> nssigmtura de jot
naes e bem assim de,recibos, letras e obrigage;
paga veis vista,, pbr conta de partoulares";*'
- EmissSo de vales 'postees tlegraphcos e dt .
^orreTo, esta'belcendo-se taxas differenciaes par
conveniencia do publico; -
' a Registro obrigat rio para as pequeas encona
mendas e ishgSo de registro para as amostras ;
Applicagaa de apparelhas para receberem b
correspondencia nos lugares" sade bouver estrada
de f :rro e nao parar o trem ;
" Autprisagao para ser rcgularisada. e ampliado
6 servigo dos carteiros ruraes,"recebimento di cor-
respondencia dos lavradores ;
. OcganisagSo do corrreio ambulante'; -
t Nova organisagSo do servigo Jem geral e ida
distribnigSo; *
.ClassificagSo das admimstragtas e das agen-
cias ; 'guarda e respoosabilidade no transportada
malas expedidas por via martima ou,terrestre'.
Propredade da correspondencia postal es
curse'de transparte, estabelecendo-se cautellaspara, .
verfqagSo identidade do remetiente ;
Abertura de cartas cahidas em refugo, sea.
violagSo do segredo das mesmas, com o fim de
salvar valores e documentos ; i
' R-'gras paraos concursos, Om agoas, pronto- -
goes, concessSo de lioengas, apossntadorias ordina
nariss e extraordinarias.
Por su ves o honrado 8r. Conselheiro Vieira da
Silva, ministro da martnha, acaba de prestar rele-
vante servigo expedindo o decreto n. 9916 de 4 dt
Abril de 18-8, quecrt a RepartigSo Cential Me-'
tesroloiica.*4-
Naa precisamos eecarecer as vantagens de tic
til crescSo.
A"necessidade da organiaago de um,bom servi-
go meteorolgico no Imperio por^todos sentida.
Servigo j orgacisajido e produzido os mais appro -
veitavesresultados nos Estados-Unidos, Inglater-
ra, Franca e Allemanba eM realmente estranhavel ..
gue naa o fosse entre nos.
Este utilissimo servigo teve no estrngeiro co-aac
organisadores e propagandistas homens da com-
petencia e mrito BCientifico de Le Verrier, Fita-
Roy, Sacchi, Maury, Davy. Ritter e outros. Se
este simples consideracSo di bem alto o que elle
e o que delle se deve esperar.
O -r. Ministro da Justga tem tambem manifes-
tado a nobre preoecupagao do bem publico de que
acba possaido. Logo uos primeiros dias de sua
administragSo visitando o Asylo de Mendieidade
encontrou-o em condigoes qu o incompatiblisa-
vam'com fim para que tinba sido criado e proen-
rou remediar o mal, e para isto eficazmente auxi-
liado pela iniciativa particular, cuida de faodar
u.n Asylo da Infancia, na corte < Colonia
Agrcola para alienados, n He do Governador,
em terreno d oaiincta fasenda do GaleSo, de pro-
predade do actual Birla de Iteconiss.
Mais tarde reuni oa magistrados da corte e em
mais de urna conferencia tem procurada accordar
com elles. s maios de effectuar a reforma da orga-
nisagSo judciaria, quer quanto ao pessoal, quer
quanto aos processos. Em um longo e criterioeo
discurso occopou se S. Exc. da orgaoisagao e dii-
tribugao da justiga em geral e chamou especial-
mente a attengSo dos magistrados sobre tres pon-
tos :
Primeiro, a necessidade de tribunaes especiae
para o julgamento dos pequeos delictos, de modo
a assegurar mais prompta repressSo e allvar o
grandajury de trabalhos exceasivos.
Manifestou o pensamento de maater nessa
iustituigSo o principio democrtico da a*tual or-
aanissgo do cooselho de jurados, simplificando
perm o processa e redusindo o numero de juises
do tribunal correccional qua se eatabelecer em
cada parochia ou tormo. Convidou de magistra-
dos presentes a constituirem dentre si urna com
ussSo para formular o projecto.
Segundo, a necessidade de rever o processo
da falleucia, de moda o approximalo do moderna-
mente adoptado pela Inglaterra e outros paises da
Europa, e faser cessar um estado de C0U3a8, em
que, pelas deloogas e difficuldades da liquidagSo,
aa pola diser entre nos que a fallencia e a ruina
dos credores. .
c Terceiro, a necessidade de substituir o actual
processo de tomadas da c intas aos tutores,_ notan-
do a quas impossibilidada de faserem os junes o
exame arithmatico e moral palo systema adoptado,
e a conveniencia da creagao de um conseibo de
contas, composto de cidadSos da maior respeitabi-
lidade, para auxiliar esse servigo e promover os
interesses dos orphaos samelhanga do que com
o-maior proveito foi instituido na Italia.
Alm disso lhe parece indispensavel a collo-
eagSo des orphSosem estabelecimentos, que Ibes
garantara a conveniente educacSa e luatrucgSo,
anda que para esse fim se dedusa urna quota an-
nuil de saus rendmentas. firmando desde a in-
fancia essa solidariedade moral, tSo necessaria na
vida social, que resulta do auxilio do rico em be-
neficio do pobre. Ponderou que isto se poderia
couseguir sem augmento de despesa, dando melhor
applicagSo s porcentagens, qus ora aa dadusem
para o intil servigo do cofre dos orphSos.
A terrivel cstastrophe que acaba de enluctar a
cidade do Porto, o incendio do Theatro Baquet,
teve aqui sua natural repercusaSa. NSo s abn-
ram-sa subscripgSe e organisaram beneficios em
favor das victimas de tSo lamentavel desastre,
mas tambem as regies officiaes o governo aler-
tado pelo tiiste exemplo, procura adoptar medid*
aue previnam e attenuem os males de semejan-
tes desgragas. Com este intuito o Sr. Ministro
do Imperio remetteu Illma. Cmara Municipal
os trabalhos apresantados pelo Instituto Polytech-
oico e da que sSo autores os Srs. Luis Schreiner e
Belfort Duarte, sobre incendios nos theatros, re-
commendando-lhe que farmulasse um projecto de
postura a respeito e quanto antes o submettesse a
approvacao do governo. ...
O Sr. Ministro da Juatig depois de terassisti-
do no Instituto Polytecnuico discussSo deste
mesmo assumpto expedio o seguinte aviso aos Hrs.
Lu Sechreinere Belfort Duarte;
o Convindo adoptar medidas no intuito de pre-
venir Incendios nos theatros e attenuar os seus
fataes effeitos, garantmdo a vida nio ti dos es-
pectadores mas tambem a dos artistas e mais pes-
ana. uome.o a V. S. e'ao Dr. Viriato Belfort
soas, nomeio a
Duarte, afim de me aprasentarem as bases para
adopgSo das neceBsarias providencias.
Confio do elo e provada experiencia de V. .
e do seu digne collega a promprificagSo de seose-
Ihante trabalho. ....-
Vwias sao versees que as crculos pohtoCM
tem corr.do sobre o futuro projecto de aJohg>
que tem de ser apresentedo ao Parlamento, em
^rsiiavs reaniSa Com quanto sej. conheci-
dasua id. capitel nSo se pade ao certo affirmar
aual ser o coniuncto de suas disposigdes. Neste
ponto a reportagem do jarnalismo paulist andou
sis adianteda que a da corte de mado que a
Provincia de S. Paul* e a Oateta de Campia
toram os primeiros a dar bases do projecto que se
dis estar elaborado. Dis o ergio pal.ata :
Sabemos que o erojeoto consagrar : i.,*
principio da libertagio immediata e total ao*
actuaes c.ptlvos, faenio-o governo V***jr
gabinete dasse ponto essencial ..**7%r..
ma ; 2, que os libertos ficario obngio! i pre.

BTsTsTaS'!
riaffi"i



i^
2
Diario de f^rnaibocoQuarta-feira 13 de Abril de 1888
-

*
-

I
i*.
I
racio de servaos peto aras .
encendo salaries, qae serio Ui.doi par le. ; 3,
,., lies ficaro aioda obrigatonamesrte leoaliee-
i nor douB anoos, ao municipio de su residen.-
eisTsujeitoa a trabis, iocorrend) aa pin de
ori'aio de aea meses a trmta as reincidencias,
prestados as obras puMieas, se der-ae a mfraceio
^""p^ra'S '. .theat.s-.dade desta
v-araio damol-a cam as devidaa reservas.
Para terminar ama nota alegre. Ha poucoa
Jiaa Pnw'c do Rio, en saa arcedo f^*^'
regalava aos seus leitures cosn sag** btaf"_j
Pessoa fidedigna nos afora* que r. ***<'-
lheiro Paulino de Boas., *p-as ***
projeeto abolicionista da "** ,ne rtr ae-ha republicano, ansae..-*. papel de
do partido uesta provine.
Banco de Crdito Real de fer-
numbuco
caefe
do Brasil
, DA SESSlO DA ASSEMBL*. GERAL DOS
ACCIONISTAS DACOUPANHIAPEBNAMBO-
CAHA DE NAVEGADO COSTERA POE VA-
POR, AOS 3 DE ABRIL DK 1888.
Dredecia do Exm. 8r. eonsdheiro Jote
Bernardo Qalvclo Alcoforado
Ao meio di, armndose preaenteB oa 8ra.se-
. orttas Arli.Br Blakston Dallas, Aatoo.o Jos
KWrek-a Monteiro, coneeiheiro Joa Beraardo Gal
toAlcoforado, r. Jos Nicolao Tolentino de
Garr.lho, Manoel Joo de Amorim, Joo Hola*,
nlvinpio Frederiao Loop, Maccalmont Brothers *
C por feu procurador, Sr. Arthur B. Dallas,
Saundera Brotners fc C, Bebaatido L.opea ui-
m-ries e W.laon, Sons & C. Limited, representan-
do o capital de 533:600*000, o Sr. presidente de
clara berta a sesso.
E' lid e approvada, sem debate, a acta da an-
tecedente. ,.
q -ir Clemente Lima, gerente da couapaabia,
oedio a palavra p.ra 1er o sea relatorio, erequ-
r-ndo o Sr. lyoipio Frederkso Loup a dispensa
da le.tura do meamo relstorio vist* achar be m-
presso e distribuido, fos lia spprovuda por una-
nimidade de voto. .
sobmetti 'o diecussio o parecer da comm.ssao
de exame de cuntae, tajnbem sem debate, appra-
vdo unnimemente. ... ,
rWndo se a proceder a eleicio dos membroe
do c naelha do drecco.toi o segu.ate o resaludo
da votos apurados :
Sr. Manuel Jaao de Amonm
Sr. Thomaa Combar
Sr. Arthur B. Dallas .
Sr. W.lson Suns & C Limited
Olympio Frederieo Liup
Foram decarados eleitos membro do refer-do
Margo de 1888
Aeaivo
Accionistas
Empreatimos hypathecarios :
Boraes
Urbanos
Valores hypotbecados
Lattraa aypjthaaaBtan
Deposito ue adaaua'striain e ge-
rencia
flameas* de leltras hypetheca-
rias
Lettraa bypotBaearaa .tpoaita-
daa
Valorea eaaicia
Banco latero i
.Moteja e utensikiaa
Diversas contas
Ca.xa
rasaivo
CapiUl
Fundo de reserva
Lucros suspensos
Emilsio de lettraa hypotheca-
riai
ijlaransias ale bypoibecs :
Kuracs
Urbanas
Canoa> de administrado e ge-
rencia
Depositantes
Ttulos em eaacao
Lettras bypjtbevarias sortea|af
Juros deiettrab bypothecari.id
Coat-a correntes g*raatiuu
Divideades :
Saldos ao 1, 2 e 3
Diversas sontas
300:000*000
1.329:500*000
414:0(10*000
'3,9^4:800*000
157:100*000
16:000*000
18:800*000
46:900*000
3:9004000
35:804:160
Na Knha frrea deCaruar a propriedada B J-
llioes. situada junto eidade de Jaboatao, distante
17 kilometrcs da eidade do Recife, e oom a qual
se liga, nao s pela estrada de ferro de Cantar,
que a atravossa em grande extensSo, como por ama
larga estrada de rodagem que a corta quaai pelo
meio.
Gosando de um bom clima e dotada de ter-
renos terteis que se prestam a todos os gneros de
culturas lucrativas, offerece todas as coudicoes
desejaveia para o eatabelecimeuto de um nucle >
colonial.
Suauunatmbeos situada as proximidades
da eidade de Jbeart*o. O sea clima e os saos
estaje as. sasnasas coodieo i dos de Bu-
i:7ia*7l3 des aeodes cajas agaas podem ser aprovartadas
consllho de" dteeoao os tres Sra. acci.n.stas ma
VEm.egda procedeu-eleicao d. -=3mmiio
de .-e de eootis. q-e fteoa co .postad^ brs^
accioaistas : Joo Jos Rodrigues Mendos, por U
acciouisiao SoOastiao Li-
votos ; John 11. rJ-'XWeii, por 1 c." ^ VV|.
HOrirManoel JoSo de Amorim, obtendo a pala-
vra, significa aseembl* o aeu roconheeimento ;
Ltegafa qe o nevo eonaelho de d*reccio esfor-
car-se-ha para que o estado da CompanhiaP.r-
nau.bu.-an seja sempre o mai prospero, e con-
elue requerendo que se consigne na acta uo. voto
de lenvr mes. da mesma assemWa p.la per-
feta direccao de seus trabalhoe.
E' approv reauerimouto. ., _,_
Nada mais havendo a tratar, o Sr. presidente
rrados os trabalhos a 2 horas da
14:971*402
9:308*845
6.251:310*120
500:000*000
4:567*431
8:676*129
1,743:500*000
3,197:400*080
707:400*000
Cama<;arianda situada na fregaesia de Ja-
boatao. Urna larga estrada^de rodagem fal-a
r i err'* eoes a eidade de Jaboatao, da qual
dista epena Momearas.
Cortada pane rio Doa, e pojsuindo dona grao
para diversos misteres, gosa de um clima aau
davel.
< Se bem que as vicosas plaatacoes de canas,
alm de outras qa abi observei, demonatrem a
fecundidade do solo, estou, todava, informado por
pessoas competentes, de que as suas trras em al-
guna pantos s4o ntn poueo nrferfores aos das duas
jropriedades cima.
Na linba. frrea doLimoeiro, ae duas proprie
dadea denominadasMussurepe e S. Bernardo,
sitalas no valle doC-tpibaribe e perteaceates ao
Mosteiro de 8. Beato di Bsctfe. Cjrtadas pala
estrada de ferro do Limaeiro e coll. cadas entre a
eatacao de Santa Rita e a de Pao d'Aiho, at ende
se esteodem as trras de S. Bernardo, sai 03 seus
terrenos regados pelo rio Cap'barib?, e em grande
ex'.ensao cobertos de mattas.
Cultiva-se ahi, cum vaatagem a oaona, man
dioca, teij), milbo, arrox, algum caf e fumo,
8. E. & O.
Pernambueo, 14 de Abril de 1888.
> Os administradores,
Manat Joo de Amorim.
Antonio Fernanda Rieiro.
Lu: Duprat.
O gerente,
Jado Fernandes Lope.
Eu,
declara eac r
larde.
para conatar lavrou se a presente acta.
Jos Nicolao Tolentino e Carvaliio, secretario, a
J. N. Tolentino de Caroalho
Banco de Crdito Real de Per-
de 183S
300:009*000
1,217:100*000
414:000*000
3,619:800*O..
132:300* K
18:800*000
83:0O0*00J
12:90rf*000
64:0'J*0JJ
50:301*160
16:000*000
1:725*713
11:261*317
12:676*263
Bauwte oa31 de Jaaoiro
Aeairo
Accionistas
Emprestimoa hypothecarioe:
Kuraes
Urbanoa
Valores hyputhecadoa
Letras hypothecarias
Remssa de letras hypothecarias
Letras hyp .rt.ccarios depositadas
Contas correot -ti garantidas
Valores eauc:oaados
Banco Interaaci mal do Brasil
Deposito dadministracao e gerencia
Movis e utensilios
Diversaa C'jntaa
Caixa
Ks. 5,954:4763155
t*isivo
Capital
Fundo de reaorv '
Lucro8 BBSpeoSM
Emissij de letras hypothecanas
Garantas de.hyp'jtheeaa :
Uuraes
Urbanos
Depositantes
Tiuoi em caucao
Caucio d'adininUtracIo e gerencia
Letras bypotheeariaa norteadas
Juros de letras hypothecariaa
Dividendos :
Sildo do Io c 2"
3.* a distr-buir 4 raaao de
Diversas corttas
REVISTA DIARIA
Rennlo en palacioRealizou-sa hon-
tero, no palacio presidencial, a reuniad convocada
para tratar do intereeaea da coloniaacSo nsta
provincia.
A reuniao foi presidida pelo Exm. Sr. desem-
beigador Joaquim Joa de Oliveira Andrade, que,.
para comporem a mesa, convidon o Exm. Sr. Dr.
Ignacio Joaquim da S^uza Leao, iniciador da idea,
e o Dr. Joa Oaorio de Cerqueira, inspector das
trras e colonisaco em Pernambueo.
Eativeram presentes, alm ae commisses das
aooiuiades Commercial Benefieente, Commercial
Agrcola e Auxiliadora da Agricultura em Per-
nambueo, cerca de 150 pessis, sendo agricnltj-
s, induatriajs, commerciantes, chelea de re,iarti-
16:000*000
46:900*'10J
3:90^*000
1:800*000
l:799*O0Oj preatande-ae o terreno a outraa culturas. Gozan
IW**50 do de um clima aalubre, diap mdj de commoda c
fcil commnuieacao, nao a por urna eattada d?
6:925*000 ferro, qne es liga, como pir umaexcellenie estrada
' de rodagem que as approxima, qur di eidade d>
r*io d'Alho, qur do povoado de S. Lourenco, qur
6,251:310*12) fioalmente da eidade do R'cife, penao, quo reuni-
das offerecsm as coadic;o9 desejaveis para o esc t-
belecimento de um bom ncleo colegial.
* Batre as propriedades que dca tamb;m pro
xiuaas estrada do ferro de Liaueiro, e que pela
salubridade de seu clima, frtil.dada do si'ot ou
trae eondicSea favoraveis, podem com grande van
tagem ser aproveitalas, notam se as tres segua
tes: Tapacur, Bella-Hosa e Caloanda, todas si-
tuadas no valle de Tapacur, e cortadas pelo rio
deste nome e pelo Uoinha.
Una -s'rad* de ferrj de bitola cstreita ligi
estas tres propriedades oom a fabrica oeotral de
Timna, e outra de rodagem com a meema sxteu-
aaj d-lhea fcil commuuicaco com a eatajao do
meamo nome.
As margens do Tapacur, cuja vale consi-
derado mais fresco que o do Capibaribe, achual 83
em qu-.ai toia aaua extmcSo livres de ioaadacoa,
e se terraa de um e outro lado ao de exceleate
qualidude epreatam-so a quisi todos oa geaeroa
de cultora.
Considere eataa tres propriedades reuaidas em
eoadicoes superijres as duiaaitualaa oo valla do
Capibaribe, n3j s pela sua approximacao d.i urna
fabrica central, com p 'la fertilidad ale suas ter-
raa, e finalmente pelos editicioa que possnein e
que ooB-Vi-nieutemeote divididos e preparados olTj-
reeemuma f.ieii e commoda morada proviaaria para
muitas familias.
Na linha frrea de 8. Franciso, o engeubo
Tabating;, situado em trras da comarca do Cabo
e a 15 metros cima do nivel do mar.
Urna estrada de ferro de 10 a 12 kilmetros
fal-o commume r com o porto de embarque na bar-
co<8, eDgenheiroa, deputadoa gerae e proviu-
ciaea, e outita peaaoas gradae.
8. Exc. o Sr. deBembargador Oliveira Andrade,
em extenao diecurao, cujo resumo daremos amanha
expox oa fina da convocacao, deaeuvolveado o pen-
aamento da carta-convite dj 17 de Marco prximo
fiado; e eoacluio lemhrando a conveaieoea de
ser nomeada urna grande commisso de homene
competentes para tratar das condicoea em que
couvm realisar o eatabelecissento de nucleoa co-
loniaes na provincia.
O Exm. Sr. Dr. Ignacio Joaquim de Souxa Leio,
o- Umuuo u** '
ra denominada ii Suape, perto do c-tb de S.
Agoatinho, e dabi por agua em distancia de 35 ki-
lmetros com a eidade do Recife; e outra na ex-
teasaode 9 Irilinnatrna. di Iha coinmunicacio co u
a estafo delpojuca da estrada de ferro de S.
Franciaco e pjr ella em om percurao d 38 kilo-
metros com a referida eidade do Racia. aeu
terrenj cenrp -ae de eoUtaas, amparadas por val-
lea regaisa permanentemente pelo no TaOat.ug
e dlver.ioa riachos, e proiui com vantagem a cau-
ns, milbo, feija, arroa, mandioca, deveudo tam-
t>jm produzir o cacao em alguna lugares.
No prolongamento da estrada de ferro de S.
Francisco foram percorridaa-algumaB propriedades
entre aa quaes as duaa denoiiHaadaa^f erwed.'r e
6'. Sebaitioprximas a C >!onia Orpbanologica
liaba*, e que paceeenlo ao priuipio apropnadas
pana i l"..r,^>i-4, de nm oncleo, verlfiaou-s pos
pregada, pelo sen digno aucceaaor na ^^{^ZT^:rPrZTo, ^^ ^ 8"
Informado de que noa arredores da eidade d)
Garaubuiia, termino do prolougamouto exituin al-
Nem outro pjdia aer o caminho a aeguir-se.
Ni ai linitanlo a queatao da immigracSo so-
te ao auppriinaoto da bracos a-ia estabeleci-
mentoa agricolas, qus poiem e devem aproveitar
oa qo* exiatem anda diaponiveia eotra ooi; e vi-
sando ella outro fim, qual o estabelecimento de
familiaa immigraatea e laboriosas, osa fert 'is so-
asa da provincia, afim de toraal-as productiva,
no interesas geral da pepulacio e riqueaa da
mesma provincia, procurou ae atitea de tulo eatu
dar-ae as condieoaa daa localidadaa julgadaa mus
apropriadas a eaae fim, eacolbonlo-sa de preferen-
cia aa sooaa cortadaa p;Iaa divoraas eatradaa da
f ro, ou aa que Ibea ficavam maia proximaa.
. De tuda qnaato foi viato e examinado, dea ae
coata so Givern Imperial por intermedia do
Exm. 8r. prasideateda provincia a qoem, aa lrm
do art. 3 daa Ioatrucco s de 15 de Outubro de
1836, cabe informar o qua jalgar aasia coave-
niente.
Conheera, po, como se aenaas, e desetiptaa
como foram aesse trbala}, as dewrsaa 1 >calrda-
dea e propriedadea ruraoi, reata apeaaa faser-ae
a acquiaieio da urna ou miia desaas aituacja in-
dicadas para oa prinaairoa enaaios cokmiaes.
Com o fim de proporcionar aoa immigrautea
iaformacoea que os habiiitem a coobecer nao s a
constituios* phyaica, clima, extenaao, fextilidade
do solo e conficea agrcolaa e iaduatriaes daa di
veraaa sonaa da proviacia, cowo os favores e fa-
cilidadea qaa o governo coaeede qu jilea que pro-
cursm toca'iaar-se no Imperii da Brasil, tratou a
aapactor.a eapial de terraa e coloniaacao de
confeccionarOrna Noticia Deacrrptiva da Pro
viaeia de Pernaabaco trabilho este que, ae nao
completo, nao deix de sur d: algama atilidade,
eapeciatmente para aquelfes que procuram immi-
grar para um paix do qaal pouco ou nenbum co-
nhecimento Um.
Vertido, como eat sendo, esao trabalho para
aa liaguaa francesa h italiaaa, foi autoriaada pelo
Exm. Sr. preaideute dt proviacia a.aun impreisio
e a tiragem de 18.000 erampliras, afin da serem
convenientamente eapalhadadoa.
Do quanto tica expisto, reauita a eeguiate
verdade : qaa tuio quan'o ae tem fa.to, embora
piroja a uwiCjj pausa coma, intici sforfo e tra
balho, e conetitae ineddje adiipeasaveia e tan
denles a asaegurat- um feliz resultado aa creaci)
de nm aervreo aovo, em otki prov.ncii onde elle
deaconbecido.
A realizafo pratica da colon iaaclo e iinmi-
gracao na provincia da Peruambico aio ser pro-
blema de fcil aolaci).
A deapeito dja boas daa-ijos e dja maia sn-
c -ro eaforQ08 encontrar ella embarsoos.
lato, porin, ajo sarA motivo para deaa-amar,
e p.-lo contrario nz.lj para pppr a diffija'l.lca
occarreates o BaspregO de nioa capizea da fazel-
aa deaappirecer.
E' o qie tem feito a iniciativa partcul r em
outiaa provinciaa, e pie marto bem faz^l-o neata,
vind i em auxilio da admiaiatraoao para a realiza-
rlo d to utii e praveit03i idi.
Expando com franqueza e lealdade o que 80
ha feito at o presente, twe cm mira ni) s .atei-
rar oa que re intereaJam por eati queat), de que
a provincia de Pernambueo ofi race exc .'lientos
prupirjoie ao deseo volvimcato colonial, e deque
tem ae empregado esfjrjja e diligmciaj paru ube-
gar-ae a eaae resalta i i, entsjo m,a.rar qaa as t'm
procurado correap;nJ r a impirta-cia da iucum
bencia dada peio govarno.
Naa couJicoea eipaciaea em qua ae acha a
proviacia do PornamMco, onde tul) a tal respeitj
eatava at agora Borfaaar, nao ec ple prateuler
que da am da pira oitr >, ae orgaoMa Uin aervreo
regular da oioaiaaclo, e ae cstabalec. urna cor-
reate immigratoria.
U i ->r i i: i t;I) do priaair) n'X:lao na pro-
viucia, depeudc o exit> da idea.
Divido a uji certo cumerj de eircuastanciae
qne, eoto ni) pa.am a-rb^m aareeiadse, taca
como, a tn eacolri. do lo :al, ditfiju Jada de com-
municar;o^a pira a exportar) loa productos eolo-
uiaea o ouxrae^ f.iraoi tafroeaiiarara aa primeiraj
teutativaa em .ilgainis provinciaa d > aul.
A experiencia na provincia do Paras, de S.
Paulo e em outraa, deixa ver claramente que oa
ensaiaa do eolonisaca, feitoa ma prjximidades
daa cidadea onde bavia facilidado de omnunica-
joea e prompta subida para oa productoa eelo"-
niaea, derain um feliz reaultado, e asaegurarum
p)3tafiormate o eatab3leci:neato do outros nu-
cleoa em lugarea mais distanYfs.
Em regra, quem inmigra i> leva recuraoa, e
apeuas o deiejo du melhorar du voniicio e de eo-
cuntrar na aua aova uatria um certo bom eatar de
que nao gozar* e Codas aa facilidades posar
500:000*0 0
4:567*434
8:673*129
1631:100*0 JO
2,912:100*000
707:400*000
83:0J0*O00
61:600*00')
16:000*000
3:900*0OJ
6:961*500
525*000
10:000*0 0
5:346*392
Ra. 5,954:476*455
Pernambueo. 24 de Mareo de 1888.
Os administrad .rea,
Jfanori yoao de Amorim.
Antonio ernandes Ribeiro,
Luis Dupra.
O gerente,
Joo Fernandes Lopes.
5 0/0
?'---------
Banco de Crdito Real de Per
nambace
BUancete em 2i)de Fevereiro de 1838
Active
Accioaiataa 300:00)*Q00
EmpreAimoa by^othecarios :
Karaei
Ui Oanoa
Valorea byp L-trraa hypothecariaa
R-meaaa de letraa hypothecariaa
Lei.raa hypoth carias oepoBiunaa
Bauco snternacional do Bral
D--paaito d'adm.niatra^io e gerencia
Movtia euteneilioa
Diveraaa contas
Caixa
1,22-1:500*000
414:000*00)
3,614.800*000
151:60J*OOO
18:800*) O
63:000*0 0
2:;tOll.,0
lfcOD.lW.KI
l:12*7U
11^024072
33:(ia0*o5d
Ka. 5^1:022*800
raaativo
Capital
Fundo de reserva
Lncroa auapenaos
Euusaao/le letraa hypothectTisa
Garantas de hypotbeeas :
Uuraea
Majes
tanta
Caueo d'adminiatracao e gerencia
L.tras bypotheriaa sorteadaa
Juroa de letras bjrpothecariae
Dividendoa :
Said^ do 1* e 2
3* a dtairiboir a razio do 5 0/0
Cantas correales garantidas
Diveraaa uontaa
500:000*001
4:567*434
8:676*12
1,648:500*000
2,937:40 )*000
707:400*000
63:000*00)
lfcOOviWtO
2:300*000
3:3j6*jO0
5J*O0O
10:000*000
6:63**000
7:662*737
Ra. 5,911:022*800
8. E. e O. JB. i 1,.=.
Pernambnce, 6 de Abril de 1888.
Os admistradnrea,
Manod JoAotle Anm-im.
Antonia Ftrnmwiet Mibmro.
Lo* Dup'rat.
O gaseaste,
Joio Fermmki l*r*.
preBideneial e presidente da reuniao, historiando
oa factoe at entio occorridos e rcfcrjnte8 aoa di-
toa nucleoa coloaiaes.
O Sr. Dr. Jos Ozorio de Cerqaaira, usando por
saa vez da palavr, leu o eeguinte relatorio do-,
trabalhoa feitoa pela reparto de que chefe:
Procurando o Exat. Sr. preaidente da provin-
cia corresponder as emeenho em qua eat o Gj-
verm Imperial, de faxer extoaaivo a eata provincia
o beneficio da eolonisafio e julgaado iadiapeasa-
vel para a realizaos.) da rao grande melhorameato
o concarao etiieas da inic ativa particular, que em
tmtraa provincias tem dado ptimos reeultadoe ;
raaolven convocar para o da 17 do crrante mes,
ama reunio, qual compareoam todas aqnellaa
peaaoas qu; pe'oa seua canhecimeates, expeneuew
e criterio possam coadjuval-o no examee diacuaso
doa diversos prublemas que entendem com aa-
suuipto da to vital iaterease.
< .-; porque uem todoa aaibam o que a'eate 8ea-
tido ae ha feito na provineia, julgnei de toda a
conveniencia confeccionar a ligeira expoaicio que
ae segu, e na qual eucontraro aquelles que quai-
ram timar a iniciativa na promocao da idea qne
vai ser ventilaos, informacea e eaejarecimentos
.odiapensaveis para formar urna opinia qae seja o
movel de anas delibtrscea.
Com o fim de promover o estabelaeimaato de
ndeos coloniaea na provincia de Pernambueo, en-
earregon o Governo Iipp'r.al o engeuheiro Dr.
Lyeurgo Joa de Mallo para eacolher entre aa ter-
raa devolutas ae qua m lujr sa podessem prestar
ccllocaeo do immigrantes, de venda darse pr>f;-
rancia as terraa situadas no monieipu de Gara-
obuna, e bem assim as que foaeem atravesaadas
p-la liuba frrea do Recife a Caraar ou ficasaem
prximas, cabeudo ao referido eogenbeiro explorar
a zooa maia apropriada para a fnodaco de um ou
maii ncleos de colonieaeao nacional e eatrangeira,
t.-ndo-se esa couaideraco :
Io a o pulacao existente e qae estiveaae no
can de ser eatab.lecda SSM pequeas propneta-
rioa noa lotea melidoa.
2 a exteoai approximada das tercas dev
latas, a ana naturesa, o geuero de cultura a que
ae podeaae mais ventajosamente prestar e aa coa-
dic -a climatol .gieae da regio.
< 3* a aituaeao daa terraa em relaoa aoa meioe
de tranaparte flivial e terrestre, distancia dos
mercadoa coosumidorea ou exportadores e a impor-
tancia doa respeetivoa fretea-
No deaemucano a\sta commiaao apreseotou'
aquello engeuheiro, em Jnuho do anao prximo
fui'io, jo Oovtiao luipnal, um bem elaDorado e
ininu.-io.-o relatorio, cuja epia foi dada ao Exm.
Sr. presideate da provtuea. e pelo qual va t<-,
qte a aeepo&o a para *--t' rreosa 4a Odosia
Sseavrra, sjne wtam oetmi da 48 fedumetaoa da
c.iae de Paliaarua, uao.eaMle para aaanum das
lada da refariaU. airada da forro, eosa suj-t da a
sana da matta, torras devolutaa onde ae poaaam
faodar naUeos coloniaea.
'essas condiso-a, tasado da eamprir a uaissao
de que foi eurarregad palo goserao usa reluci
aos interetsea da c Ion saca) n'esta proviacia;
jalgnei acertado e couV-juieuta prraorrer dis^raaa
localidades e pessoaimante colner inferiaaco a e
eaolaMeisseutos qae ose bafaditasaem a emittir um
jsiro mais oa aaenas seguro sobre o aasumpto e
opasseutsr nm plae para a fuada^i) doa piuiei
roa ondeos oonalaul-oe san aisdi^ea de ae
toroarem verdadeiroa cenUos eolautaes de at-
tracoia.
Na taita de terrenos davelatoa, a carpeio das
qae se acham aitnaius aa Coluaa Sutjjtxu de que
tratarei mais aunante, procure! examinar as atar-
gens das estradas de ferro do Rtulo ao S. Fmn-
uiaoo, Piaaiagaeaaaan, Caraar e Lianeeiro, algU-
mas prsprssdaaisa em aaadaOM iavoraveia, de
tacil aoquiaicia e qae fscilitsssem aoa immigraatea
pansa pta e eoaveaieate outloaao&a.
Entre as prupriedadas qu pela son aitaacio
prxima a eatradaa de ferro, eoBdiyoaa da aaln-
ridade, iertilidade do aolo e aeiUdade de comn
aaMoaea, j para toda, a ordem de laiesasaes doa
rmsmgraotes, j paca caaserval-os, quanto fr aaa-
aivel, ua proximidad das astaaeieuimantoa agri-
colas da provioota, da qaa poluta ser auxiliares,
deaaarvaivea ae messao tsaapa a paqaeaa {-
priedade, isaua niaaaiaa.aa.1 u KgaiaaW;
gum&s propriedupea agricolas, oatejli 'do mou
dever procurar iBteirf.r me das auaa coodicoaa.
Alm da propriedaie Brejo que dista da ci-
daie de Garuohuua carca de 20 kilmetros, a que
pelo seu dima. terraa ferteia um parta cobertaa de
mattas e outraa eieinootus que garaatam a cultura
do caf, fumo, e cereaes, exiaf! a proprieiade F
josa distancia de 8 kilmetro!, e que inoautaa-
tavelmeate a maia importante daquella sana, e
fiobnenw aa siiuaoea deuoujiuadaBre/e das
Vlores, Arac, Larangeira, JWe e Mandahu, cn-
joe terr-aoa aproveitaveis a) limitadisaimoa, e
preatam ae apenas ao eatabelecimeuto de a gumaa
ramsiias que all queiram explorar um novo gene-
ro de cuitara,
Da todas aa propriedades all examinidaa,
Fijos a nica que pal) seu clima ameno, camo
o de todo a municipio d'j Garanhuaa, pela aua ex-
tenaao e uberdade da aeua terrenos, offerece con-
dicoea para um ncleo e urna boa collocacij im-
migrautea que queiram explorar com vautagem oa
geuersa ae cultura doa paisea fros.
Em geral aa terraa do uauuieiplo de Gara-
uhuns, excep^ao feita de ama grande parte dea-
tinada a creaco, produaam magnifico algoia),
excellenta fama, c iaduatna eat seo* i explorada com bom reaultado
a ao aiada apropriadaa a cultura da cevada e do
centeio.
Par experieociaa feitaa noa lugareaFlamen-
go, Trahirae, Jiusara, Ceg e em outroa, aeguodo
narmacoea-eBacias que me toram preatadaB em
alguna *eaeea lugarea por peaaoas inauapaicas, aa-
be-se qae o trigo all prodas co Para b;ia orieutar me daa coolicoaa em que
ra aohavam aa trras do aldeiamauto do Riacba do
Mitto, aoje extii.at* Colonia Soecorro da qua deu
um* ex .e'.a noticia na aeu relatorio o De. Lyaurgo
Joa da .vlallo, proeare pjrcarral-aa afi o da pj-
d -r julgar .daa vautagena jj iaonvauieociaa da
aua acquiaiet) para o eatabelecmaota da nm m
Ce Colonial.
Um minucoao exami n'eaaa local ida le, tor-
nav* aa nma ceceaaidade em virtude da recom-
meudaco qu faaia o governo de aerum aprovaita-
d.a aa trras devolutaa que melhor ae praataaaem
a creacaa de andeos de cuioniaavo.
Percorrendo e obaervando, coma fia, toda
aquella tona, e colheudo aa intormacoca necesaa-
riaa, nio recri aftrmar o aJgumte : qui /.So co-
nh oa a'e3ta provincia pinto maia apropiado p.r^
um grande ncleo olanial da que aquelle.
A cultura variada qua aa prestam aqu-'llta
tarraS| a aua vigorosa iertilidade e o aeu exnailcut
clima talharam a extiusta cola.iia pira um uucleo
ni j ir o e da grande prosperidade.
Na relatorio que em Ofseiobro de 1887 apre-
aeatei no Exm. Sr preaideute da proviocia, euuu-
uiei-me sobra aquetle pooto do seguate m)dj :
< Com es bous elecaenos de qua diapde uquella
zoni e podrndo elH faeitmeats por mio da
saiooisaesn nacionHl e eatraugeira aer dotada
ciia o planto ao caf, fumo e oaeo, atienta a oe-
craaidade que tem esta -provincia-d- variar He cul
tara, ii despesa que ae zer no sentido Ja\ligr
uqucliaa terraa a eatacio de Agua Preta, pj
de urna linh* frrea da bitola eetreita, aera 1
isentii compaasada.
Nao djeilar.a apontar a extincta c
ljccrra para o estabelecimento da l.8 nncli
Isnial, ae a diatancia m qne clia fie. da ai
de ferro de 8. Franoiao (48 kilometroe),
mmto mau corta, cm ae tivoaae certera du qha o
' ivaroa qutzfsae tomar a aeu cargo a construeco
d'aqaelle ramal, em todo prtferivel ao quo ee\ea-
tuda para a Lage do Caohoto, no Prolon
mete.
< Attendendo, parm, a iacooveaieacia da
Oaucia em que ficam aquellaa terraa da eatrad
ierra de S. Franciaco, e aiuia a vantagem qu
em faaer-se oa primeiroa cnaaioa coloniaeai
proximidadea da eidade do Recife, offjra<
aaaua todaa as taeilidaiea poaaiveta aa p i
iaanilias da knougraates, aoa da opiuia,
aquellas terraa, nao podem ser j aproveitiadaa
pasa ease fim.
Foram eatea oa primeiroa aervicot feitoa, e in-
diapeaaaveia pata aaaagurar a provincia o colbi-
saento dos truutoa que loe podem advir ds colo-
DJMetO.
vea.
T-jm w ou t6oyX* t...l.i naaV, S-^j u g-
vorno em relacao esta pravinea, eam)U a at-
tenca) da admiuiatraoaio, para oa exenaploa teate-
muabadoa em alguniaa provincias do aul, qu : a
conaeguiram atirahir urna orreote inmigratoria e
am peaaoal laborioso, dispasto a perinauecer ael-
las e ah ddjenvolvar tol< a aua aeuviiade, de-
poia da repetidos inaacceaaoa e da urna cara expe
riencia.
E' aabido qua a falta da pequea lavoura,
est a iudustria agrcola da proviacia reduzida. a
cultura da canea e da atgoddo, e n) ha nogir a
aeceaaidada qua tem ella da variar de prodoucV),
enaaiando a deseuvo.veada ouiroa gauefoa da cui-
tara e industria, qua oa polen catir aujaitoa a
certaa deapezas.
Em taea ondico's, aou de opini'Io, que aa
terraa aituadaa no mnu:ipio de Giranhuna, na
extincta C)lonia 8ocuarro, ou outraa que tiqueo
diatantea da cilada daRacife, nao bj aa maia
apropriadaa p^ru us priuijiroa euaiaos da coloni-
aacao na prjvineia.
Se par un lado corto, qus o municipio de
Garanbnna auha-ae ligado eata capital par ama
estrada de ferro, e gosa de am clima amen), por
outro tambem exacto qae tica elle em ama dia-
tancia da 268 krlometraa, gaatau.lo-aa doua diaa
em urna viagem de ida e volts, e iato par de
urna tarifa anda alta, o que toda canatitue dilii-
culdadea a deap izas qne nao padem ser supporta-
daa pila pequea lavoura, qae se entregaro
quellea que levados, pelo deaejo de melhorar de
aurte, procurarem entabeleoer-aa entre nos como
agricultores.
a Aiaim, contiu) a pensar, que oa primeiroa
euaaioa devem aer feitoa de preferencia na zona
da matta, em algumaa daa propriedadea ruraea
cima indicadas o aedianfe o aeguiate plana :
i Feita a acquiaioao da propriedade aera ella
demarcada e dividida em lotes de 30 hectrea
e in um.
.12, onda (
agasalao e protc
Eete p-jos roe [aa allii a) novo, mas
patritico,ji fai enaaiado palo governo com a crea-
cao de algana nucleoa naciaaaia, que ou por falta
da peraiatencia ou par iacuna de seos directores
deixaram de produzir o effeitos daaejadaa ; cir-
cumatancia, que, nao deve servir de motivo para o
abandono ds to patritica intuito, que considero
de grande alcance, e que deve faser parte inte
grante da ayatema de oloniaacia a adoptar-ie na
proviacia.
'eitaa estas canai ieracoe3,procurarei em aegui-
da, para m tibor caabecimaato "d'aquellaa a queu
irectameute iatereaaa o assompta enumerar, anda
que reaumidameate, oj favores/qne o governo con-
cede aoj immigraatea que se- destinaren, aoa rsta-
belecimeatoB ag-icote* da prov.ueia,ou qaa vierem
eotlocar-ae par coa.a prapra e em trras da Es-
tado.
Tadoa os immigraatas qne demandaremo Bra-
sil, qur ae destinen] s ftacadas, e outroa estaba-
lecimeatoa agricolaa, qur prefiram fixar-ae par
oata propria oa naa ncleos coloniaea faaiadoa
pelo governo imperial, aera recebidoa, agasalba-
dos, alimcatadas par 8 diaa e traaapartadoa por
conta do Eatada, dcade o porto do desembarque at
aa localidades a qua ae dirigirem.
Alm d est-'b favores coacede aiada o governo
oa aeguintea :
Pagamento integral da passagam da Europa
para o imperio, aoa que se destioarem a fas^ndaa
ou outroa esladadaeimentoi agricolaa como traba
Ihadorea, com ou aem contracta da locadia de aer-
v9a
Elle pagameota ae effeetuar, requereado o
fazeade.ro qaa oa daaajar istradusir, previa aato-
riaavo ao governo im aerial, ou aoa preaiientea^laa
provineiaa, e, no ac,o de sau recebimaata apre-
aen:anJo attestalos doa caasulea brazileiroa noa
pirtaa de embarque ua Europa, e daa iaspeeturea
de eoioniaacia, certifiaaado a procedencia e par-
tila do immigraute, ana chegada ao Brasil a defi-
nitiva collaeacao, aendo eata atteat. .d i palo juis da
paz ou preaidente da Cunara Municipal da lugar
onde eateja s.tuaia a fazanda ou eatabelecimeuto
agrcola.
A importancia ileata paaaagem iategral p-iga
peU Eatada ao fazealeiro coastitaa ni t'rma da
circular de 23 de Djzembrode 1836, favor directo
aa immigraate, pala qua a pola aer recabida por
aquelle oam> iaiemaiaaco da de^pasa que huu-
ver faito cam o taanspor'e daata, daada o porto de
embarque aa Eunpa at aa da deatiaa aa Bra-
ail.
Campre draer, qua o Govern) Imperial aa-
uhuma intervenga) ter uaa caatractoa que oa ta-
ze.ndeiroa, parvaatura, fizerem pira a impartacao
da immigrautea, quer aejam fallos com catea direc-
tamente, que'r coa iterraaliarioa.
Oa immigraatea que vierem fixar-se par canta
propria, Q i uaa nucleoa olauiea d) Eatai), ga
uta) aiaua doa aaguiutea favarea :
ii Ju.-v'it) da paaaajem, embarcanlo n>s va-
p)rea daa cimpauniaa uu empresas que tiv.irem
celebrad) oatasetl orna ti>varna Im jara!, pa
ra a aua iu.roiucc!), da que prieo ter co-ihii ii-
m?aio par maio doa agentea coasularca da E i-
ropn.
iZ >ucaaaio de um lata datarias apropriadaa
e-.iu.ura, dev.daineate demarcada cam a rea de
.30 nectarea, e que ser vendido par um precia ra-
aoavel, confirma a q.uilidade dea terraa.
Facullai- di parir v.sta eaae lote, ou em
prestado:a, durante 5 anua na mxima, aliioio-
u 11 i .-a-:-ibe uo seguula-casa maia 20"/ sobre a
impartancia do iota.
Lioe.dale ao immigraate para aaieate om;
ear o pagameuto por presticea, a cantar do Co
uacfo da terceiro auno depi-.a da aeu estabulad-
mea:o ; aoateado-aa-lhe 6 '.0 sobra o valor uaa
preatacaa que pagar autecip ii im Mi .
C-m ilua favarea qua o g)Vrao pracur. aa
e com o g'iude auxilia qua a iniciativa -.iicu-
lar pola prcatar, formandoaa*ociacoe3 qu tauham.
por fin promover p.r tolaa oa laeioa directos e
niirectaa ao ac aleanee, ama immigrar;ao espni-
taaea, uuica qu- uaa pola aproveitar e ser til,
muita aa pe tazar neaa provincia na seutida de
raalisac-sa nella um aervica que pelaa aeua impor-
tantes raaalta loa uoatr.buir em larga eacala pa-
ra o aeu engrandec.aa.euto.
< Com a pjbiicaca-a da preaante expiaicio Uva
em viata o cumprimento de um dever; dizer a
verdade da que examinei e obaervei no deaempe-
nho de miaba commiaao e o que julgo qua ae de-
ve, por ora, fazer.
* E' eata o asa nica meredmaato.Jos Oso-
rii .
Faalaram anda oa Sra. commendador F.'man-
des Lop?a, Viccate Cyaaeiros, Damiogoa Martioa,
Haariquo Miliet, Dr. Lycargo de Mello e Spillet.
Por tim fien resol vida a nomcaco da cooimla-
sa lembrada pelo Exn Sr. preaidente d* pro-
vincia, fijando a di cammisaa compoata doa
aeguintea aeobores :
Viaeonde da Silva Layo.
Baro da Soledade.
Barao de Nazaretu.
Baro de Granito.
Baro de Itapiaauma.
Commendador Joaepb Rraua.
Commeadaior Albina Joa da Silva.
Dr. Francisco do Reg Barros do Lice.da.
Dr. Manoel Gomea de Mattoa.
Commendador Manoel Joo de Amorim .
Dr. Auabroaio Maehada da Caoha Cavilcaate.
Dr. os Hygmo Dasrte Pereira.
A reunio, que cumacaa 1 har, terminan a 3
e li/2 horaa da t.rde.
Sapplentea dejis municipalPor
actoa da Preeidencia da Proviacia de 10 do cor-
reate foram nomeados : .
2 o e 3.* auppleatea do juiz municipal do termo
de Patrolina, Ignacio Fernandes da Purifica;!) e
alferes Alfredo Joa de Amorim, paaaaado ao la-
gar de 1. suppleute o tenente Joaquim Hypnano
Rodrigaea Coelbo.
3 suppleate do juis municipal do termo de Ca-
brjb, Antonio Cleu.eatiao de S.
I4.atru.ccu0 publica-Por acto da preai
deacia da provincia da 10 do crrante, foram no-
A cada immigrante a;r dada um late de ter- meados delegados litterarioa
raa, variando o valur c mforsae a natureza das
ierras, ao que se addieionar a importancia da
caaa provisoria que aa conatruir no lote.
laatallado o immigrante no sea lote recebar
am Ululo provisorio, que aera anbatituido par um
outro definitivo, logo que elle realza o pagamento
da ultima prestaco relativa ao meamo late, paga-
manto qu; pader aer faito a vontade do mmi
graote, iato a viata ou par preatacoes.
No 1- caso Ihe ser expedida logo o respec-
tivo titula definitivo, e no segundo, aero ua prea-
tacoes realizadas naa 5 nunca aagniutas ao 2' auno
da aeu estabeleeiuaento, uom um accreacimo de
20 '|. sobre o preca de late, fieando aaaim o co
lona com o praz) da 7 antiaa para fosar o paga-
mento de sau lote, e livre noa doua prim iros sn-
aoa, para untrogar-ae do todo aoa trabalboa da
lavoura.
Taea favores devem aer tambem conced loa
aoa naeiouaea morigerado^ eatabelecando-ae um
ayatema de colaniaaco mixta, j eoaaiada em al-
guoa lugares, e qua vai d .ni) exeellentas resal
tadoa.
Relata o preaidente da Aasociaco delmmi-
rac- dj Morretea, e.n officia dirigido a preaidea-
cia da proviacia do Paran'o segainte : O n-
cleo acamara quaai toda abaadoaado peloa eatran-
,r o e oceuoai i p>r latruaoa nacioaas, esa, ha
Dtessa, coberto de matta, at por cima daa estra
daa.
Nio havia um s pootilhao nom transito paa-
Bvei.
Oa que all viviam, s a p e para irem cacar
que par l pjaaavam.
. Entretanto, hoja, depois que ellea tvaram sena
titdla diatribaid)B por ordem de V. Exc, promea-
saa de ficarem proprietarioa da seua lotea, aentem
satimuloa e eaperaocaa e tranafarmaram tudo.
Eia nm exemplo inatructivo e qne demonatra
aa vaotagena que ae podam ijuferir de urna colom-
saco mixta.
Se uaa condieSea meliudroaaa da provincia,
iodiapenaavel procurar por todos oa meioa poaai
veiaaeutrala de eatraogeiros laboriosos e iatelli
treates que venham daaenvolver entre oda tod a
ua actividade no intereaae geral da populaco e
riaaeaa da mosma provincia, nao meaos momea-
tasa a necesaidade de preatsr am apoio eflicaz aoa
oacionaea, reanilo em grapas com suaa familias
e promover o sea estabelecimento em trras oontl-
ijuaa aos ndeos coloniaea eatraageiroa, oa promis-
ca&meate, dando Ibes oa meimos auxilios conctdi-
De Villa Baila, majar Sebaatio Jos de Maga-
Ibea Lapta :
Da B 'launte, Joa Pereira da Aguar.
adjunto de protnotor publicoPor
acto da pr.isideacia da proviacia da referida da-
ta, foi aomeado adjuuto do promotor publico da
comarca de Villa Bella, o capito Antonio Lyrio
de Campoa.
jiuarda nacional Por acta da preaiden-
cia d proviocia le 1j do corrent, foi nomeado o
Dr. Antonio da Silva For/eira tenente crargio
do 1 batulho do aarvico la resetja da guarda
uaeional da comarca da Recife.
Xotieiaa do aulO paquete nacional Per-
nambuoo, bontem entrado da sai, pouco aduatou
em noticias.
Eis o que pdenos olhar :
Rio da Prata -Fo. publicado na corte eate te
legramm> :
Buenoa-Ayres, 9 da Abril:
A AesjciacJ da Impreuaa prepara um grande
coocerto que deve aer eff^ctuado na prxima se-
gunda-feira, 16.
O senado continua a oceupar-ae com a diacua-
aao do proceaaa de Olm.a, goveroador da Cor-
dova. ...
Correm aqui muitos boatos a reapeito de movi-
mant.a no norta do Uruguay a favor do general
Sant >a, m.) nad l se sabe positivo.
Rio de JaneiroDa'm at 10 da Abril.
Eacrevea o Jornal do Commereio deaae dia :
O Sr. miuiatro da jaatioa, auompanbado do
Sr. dasembargador chafa de polica e do aeu ofii-
cial de gabinete visitoa bontem a caaa de deten-
qo oada encontrn 415 dtenlos, aenlo livraa 340
horneas e 19 mulberea e eacravoa 43 homens e 9
malherea, e 4 manarea diapoaifo do jaizo de
orphos.
O Sr. ministro parcarreu todas as dependen-
cias do eatabelecimeuto, ouvio um por un doa de
tentoa, informando-ae do motivo da priao e da es
tado dos procesaoa, examinou a eacripturaoio que
eacoutrou em da e na maior cegulariiaie, oblea-
do do admlaistrador e empregadoa as mais miau-
ciosaB intormaco'a.
Rj.couh'-cendo que por auaa pcaaimaa eandi-
o5ea hygieuicaoio prejudiciaea aa solitarias, or-
deuou que s por ordem expressa do desembarga-
do! ebete de polica a ellas fossem racolhidos de-
tento a.
Mandn augmentar as raees, determinou que
se fiseasem dona baabairo* alm dos existentes, of-
ferecen um cracifixo para o -uecraterio e dealaroa
qae ia mandar preparar um altar ambulante e co-
mear um capella para o estabelecimento.
Prometeu aoa preaaa activar oaadamaato das
procesaos e padir aaa jdiz'a p.ra faserem aeaaoas
do jury extraordioariaa afim de seren oa roa jal-
gados o maia breve paaaivel.
Deu ordsm terminante ao administrador para
na parte diana ao Sr. ch'te de plida lodicar os
comes daa presas qae all estiverem recolados
mais da 24 hars sem nita de cu'pa.
Tanda ch'-gado ao meio-di, retiroa-38 o Sr.
ministro a 4 h)raa da tarde, deeiaraaii qua pro-
curara dar deatiaa aos deteatos qae ao ten pro-
fiaao conheeida e que breve aer.a poato em exe-
cacSo aovo regu^amenta, caja eantVccio eati coa-
fiada ao Sr. daaembargad.r cb>fa da polica.
O Sr. uin'atro loavau o admioiscrador e mais
empregadoa pela ordaan, aaaaio e regularidade que
all eacantrou, prometteado-aaaa laalborar os ven-
eimeatoa qaa reeauataeta ser exiguoa.
0 adminiatrador o Sr. m.jor Prudencio Tra-
vaaaos e os demaia empregadoa iompjnnaram o
Sr. ministra at a parta da sabida.
Foi agradavel a impreaao da todos os que vi-
aitaram hoatem a caaa da ditengo, qae cola em
boas condic3)8 byglaniea8, e cajo ser vico feito
com toda a regalardada *.
BahaDatas at 14 de Abril.
Prosegua em seas trvbalhoa a aaaemblt pro-
viacia!.
Lemas ai Jornal de Noticias de 12, sao o
tituloOrga coaaervador :
S b eate titulo, iui.-iau boj, a aua pubiieaca
maia ata orgia da imprauaa diaria, da qual pro.
pnetaria e gereate o Sr. Bento da Silva Fran-
dea.
Du aeu xrtigo programis, extractamca o se*
guate trecho:
filin t-i a um partida poltico, qu- a i tem re
camiienda lo, em todas aa epochaa, pelo aeu aert-
aolado amor a maouteacio da ordem, 8tncta ob-
8-;rv-.ucia daa preceitia da Couatituicio Poltica do
Eatad a eaaes p.iauipioa seguidoa pjla eaao!-.
qae pertencerum e de qae fa.-am luminares Rio-
Branca, S. L'arenco, Lab-oraby e cuja direccio
eat h>je onfiala aoa conaelheiroa biro de Go-
tegipe, J.ji > Alfredo, Farreara Viauaa e outro?,
o) meaoa daiiaadoa a caaaa puo ica. pagoare-
ms cam sincera delicac) pelo p.-o^r mma de
actual govern >, da qua chele o emrito coaae-
Ih'iro.l Ii Alfredo.
Que o favor puoliea oao Ihe faUe nunca o
que a nceramante desejamoa ao novo cjlle^a a
quem damos aa boas vinlae .
Alagoai .taa at li da Abril.
Lamas na Revista do Norte da 14 :
; Hmtem, or valta da 2 ho-aa da tarda, saici-
iiu-se o Dr. Garlos de Boltenateru, engeabeiro al-
lamo reai loace neata capital.
i i n ni hbil e bastante preparada, teve a in-
felicidadu le cahir cm tai estado di penuria qua o
lavou a p.uto di ecibir coa. a aua exbteucia, o
que fez diaparauda d.-ua tir.as de revolver na ca-
beCi.
Excrcoa o carga da enganheird da cinara
muuicipil du qual fii de aittida, datando 'hi aa
aaaa d.iii^u iales.
Oa trabilhoa da Dr. B iltenatera, u ata pro-
viacia, a i innmeros, o foroa coafeaaar que de
alto mereeimento, pas na ouata qaa outroa ti-
veasam levaataJo m.lh-rea eatuioa tupagraphicos,
ao arelada dVnuta da provineia.
Oaixau urn dauluraco eserfpta qua abaixa
publican .
O !>.-. delegad] ompure^eu l;gi e eatraada
em ven>-.iaco a eiieoiitrou nn revolver com duaa
capsulas lautiliaadas e urna piatelt nova.
Na g .v !ta tai eocantraaa a quantia de.......
33*000.
< Diz-ae qu; o Dr. Balt n3t rn disparara daus
tiroa, teula errada o prirseiro, aa cabej. qaa apre-
acnta um euarme rombo.
Ei-irceu o cargo de engonhairo da cmara
municipi!, e ca "batunro a iuaigaificante quantia
pirqui havia enatsaosado oa a.ua aervics, foi de-
mittido.
< Neuham engenheiro fez neata provincia, me-
Ihorea estados topographicas do que o infeliz Dr.
Boltenatern, eatudoa e trabalhos que exiatem dis-
persos.
O Dr. Beltoastern, segundo iaformajoaa de
pesaos fidedigna, era memoro de urna daa mais
importautea familias da Allemaoba, cibeuda-ihe a
beraaca de um titulo de nobresa, do qual vio se
privado em consecuencia da am facto extraordi-
nario em saa vida, que obrigou o a expatnar-so.
Oonbedamaa de perto o infeli Boitouetera,
e ti vemos inm. oo... "..^moea de apreciar a luci-
dez de aeu espirito. Eia a declame a :
Carlos de Salteaste, naac.do em o de N-3-
vembro de 1817 na Allemaoba, nacional! Jade pri-
mitiva, cahido em preacriprja ha 10aunas. Car-
ta de uaturaliaaco nunca requerida durante 31
annaa no Braail. Em coaapleta decadencia social,
inutiliaaio para qualqaer traoalho phy-ie -. oa in-
tellectual por maliguaa doencas chrouicas. Cer-
teza de enfraqueeimenta cerebral em rpido des-
envo'vmento !
Inquino de ama aaaqae na aetual f-ve. do
inverna ficou expoata a repentinas inundacaes
na quintal, corredor eqiarto aioiaei purigo na?
paredes do fondo ; nio ser habitual maia urna oa
duaa aemanaa, que foi cedida pelo dono que soffra
a parda de um auno de aluguel com extraordinaria
paciencia.
Doeate, em penuria, sem cedito. nao pode
pncurar nem achas outra caaa, meioa lie vida tai-
vez por 10 das. Cirre risco da fin Jar n> ra !
< N i deix-i nada do espolio apto de ir a leilo
e cobrir deapezas ; deixa ao contrario dividas en-
tre aa quaea o aluguel qua o miia aggravaute.
E' credor da Cmara Municipal da importancia
de 549'UOO, mas nao tem maia recur?03 de aguar-
dar pagamento. Ama muito fiel aacriikca-ae.
,Iuinente periga de iauodaco da casa por
que a cozinha ameaca dtsabar. N* gaveta fecha-
da aiada algum diobeiro pertenceote cm primero
lugar ao patrio dono di caaa. Hospital!
Corveta de guerra Chegou hmtem ao
nasso porto, proceden'e do Rio de Janeiro, a cor-
veta de guerra Almirante Barroso, navio chefe
dea cruzadores que aabiram em viagem de inatruc-
c) at a provincia do Para.
A Almirante Barroso comnanduda pelo 8r.
Capito-tenente Heonque Pinheiro Gu dea e trae
a aeu bordo o Sr. Chefe de divina) Eduardo Wan-
denkolk, que o commandante em chafe da di-
visad.
Com a Almirante Barroso, haviam sahido tam-
bem do Rio ae Janeiro, com o meamo destino, as
corvetas Primeiro de Mareo e Nitheroy, aa quf.es
devem chegar aqai oestes das
O Sr. Chafe do diviso Edaardo W'andenkolk e
S. A. Real o Sr. D. Augaato, qae faz parte da
olfic.aiidade da corveta, apenaa eata fundeoo,
vieram trra e foram cimprimentar o Exm. Sr.
Deai-mbargador presidente da provincia,
Preaidente do CearNo paquete na-
cional Pernambueo vai de viagem para o Cear o
Exm. Sr. Dr. Caio Prado, ex-presidente daa Ala-
gdas, nomeado aa manu carcter para a provin-
cia do Cear.
S Exc. esteve em trra e bontem foi j .atar com
o Sr. Dr. Pedro Franciso Correia <*e Oliveira em
a caaa do Exm. Sr. Viaeonde da Silva Layo.
Eiigenelro-No referid) paquete Pernam-
bueo veio honiem da corte o Dr. Luiz M. de Albu-
qaerqae Marauho, qae ultimimaute caucluia o
curso do eagenheiro civil na asela polytechnica
do Rio de Janeiro.
Comprimsatamol-3 agradecando a visita que
ais fes.
Muertas*e-aA Exma Sra. D. Antonia
Lina Cina de Araujo, viuva do inditoao Dr. An-
tonio Francisco Corre* de Araujo, de grata e ros-
patala memoria, concedeu liberdade, acm oaus
nem condicio algama, aos 53 eacravoa que pos-
ada, praticando esse acto magnnimo no dia 15
do carrete.
Faltam-noa expresaoes para fazer a apothese
de tio nobre cammettimento.
Aqai o consignando, beijamos, em nome dos in-
telizes arrancados aaaim ao captiveiro, a generoaa
mi da virtuoaa senhora que franqu .">u tantos
homens aa partas do porvir com toda8 aa suaa es-
perancaa. .
Uala lltoertaeSaA Exma. D. Mana das
Dorea Monteiro, praprietana e reaidente no lagar
Jang, freguesia de Maranguape, querendo tam-
bem dar um publioo teatemuoho doa seua gene-
rosos sentimentoa, libertou incondicionalmeote os
uoicos eacravoa que paaeaia, e qae ao Vicente
de 26 annor, Mari de 25 e nma'parte ae Jos, qae
l tendo urna outra parte livre, falla-lhe apenas a
do terceiro coosenhor, que est fra da proviacia.
Foi um acto meritorio demoaatrativo de qaa a
grande idea nao para em aeu caminhar.
Tribunal do Jury do BeelfeFnne-
cioaou boutem eate tribaaal em aesso preparato-
ria.
Acbando-sa presentes, s 10 horas da machi, o
ara. Dr. jus de direito do 1* distticto criminal

-




-
f


aMHaMaaBkn
llEGlVEL


I
Diario de Pernambiie*--- Qnarta-fcfra 18 Abril de 1888


comparecendo 'J""a0.QQQ og jurados qae dei-
Fora? "oScer" LndTumbem multados o.
StdriWS de .upantes:
2S.OO C.t.no de Oliveira Coragem.
Dr Cr" e-eoio Duarche Mavigwier.
Eda.rdo Duarte Rodrigue,
Francisco Ferreira Tavares.
Capito Honrio Omcutioo Martlni.
Jos dt|01iveira Castro.
Jos Nicolao Ferreira Gome.
Manoel Antonio Cardsso. ,,:
Em seguida proeedeu-se aosorteodos segralas
Freguaia de S. Frei 'edro Goneatvet
Carlos Estanislao da Cota.
Freguezia de Sanio Antonw
Angosto Toeophilo da Cunha Peru.
Dr. Francisco de Asis Rosa e Silva.
Manoel Augusto la Costa. .
Fregwtia de S. Jote
Antonio Rodrigue de Albuquerqne.
Haooei Rodrigues da Silva.
Dr. Fulippe Lopes Nett".
Capito Pedro Velho de Sa Barretto.
Freguena da Boa- Yuta.
Antonio Rifiuo-de Audrad-j Luna Jnior.
Antinio Jos da Silva Sarment.
Joo Le. poldino da Reg.
Carolioo G-ncalves da Silva
Candido Ejiy^dio Pessoa do K-go.
Candido Lyra.
Augusto Anea Serrano de Carvalho.
JoSo Brinsl.y Pox.
Jos de Barros Aceioly de Vseo'-icellos
Flix Valoia Corris.
Fraik'in Jcs de Almeida Pogy.
Freguezia de Affogados
Antonio Ignacio do Reg M>de:ros Jnior.
Carlos Pinto de L'Hios.
A seseas foi adiadapara boje, s JO horas.
Imnrema-lieoeoemoa da corte dona opua-
CQlTrublicados pelo Sr. Julio Roberto Dunioo.
O priureiro tem por titulo Curso J'oreado, e'
segnnd i seos por titulo Estudo para a soluefo
das quesloes do cimbio e do papel moeda no Brazil,
e a 3.* edico. ,
Si) ambos, como cm lempo dasenos, bons es-
peeimens par* eetudo d^a queatoes indicadas pelos
respectivos ttulos.
A erra'i retines o Bdbo. .....
I.i,u< rico*- > Dr. delegado do 1. Astricto
da capital, remetteu ao Dr. juiz de direitn dj.**
distrito criminal o ioquerito a qu preceden con-
tra Miguel Francisco Alves, pjr ter fondo grave
mente, u- prsca do Cooselheiro JoJo Alfredoo
desord,iro Luis AnaclctJ Damasceno, quando
este o sggredio. ,
O eublelfgau'o d* fregutti de Santo Antonio
remetsM ..o l>r. |oia de direito do 3. disiricto
crimina o inquerito a que procedeu contra Fran-
cisco Maoo.-l Solano, que deHar-n ser vagabundo,
por ter ferido levemente a Manoel dos Res hanta
Ann, enhecido pal Casaca, facto que se dtu
junto ponte da Bo-Vista
T&ealro anta tel Amanb es-
trs, no theatro Santa Iabe, o Sr. comendador
Ernesto de S Acton, pr.ati digitados e illuaionis
ta, recentemente chegado do sal.
A orgausacao do espectculo parece boa e ca-
pas de attrabir o theatro granie concurrencia.
llypputlronio Campo Grande
Fomos hontim ob=equiades com a cierta de una
exemplar do pr.ijeeto dos estatutos do Hyppodro-
rae do Campo Grande.
Sero ellea oisentidos ua s.sso annunciada
para -manba ocite.
Oa subscriptores qua' os desejarem conhecer
com antecedencia, deverao mandar procurar o
exemplar que Ibes compete n> escriptorio da Com
psjnbia do Tn hoa Urbanos do Recifa a Oiioda e
Beberibe, da 10 boras da mauha s 2 da tarde.
NNorlato dosj Fnnrcionarlos rro-
vin< tat-m de Pernambacs-No dia l do
correte r. unio-se esta associ. cao em assembl*
geral, sob a piesidenoia do Sr. Dr. Witruvio Pint
Bandeira,
AberU a seaso, toi liia e approvada a acta da
sessii anterior.
O Sr. pr-sidente, relatando os trabamos do em-
eelho deliberativo durante o mes social findo, de
clarou qne na constancia do mesmo funceionra o
conseibo nos dias 5" e 12 do carrete; e detaiban-
do a naturea dos trabalhos, o fez com a exposi
fio na ordem ehronologica das sesSes.
Neste sentido assignalou :
Que oa primeiraforamlidas e mandadas enm-
misso de fyodicancia, potieoes das Exmas. Sraa.
DD. Muriu Euphrasia de Asi vedo Moli e Lucia
MariaCarfirod'AnnunciacSo.yinvas dos consocio.
Joviniano de Asevedo Mello e Franeisco de Pau-
la Ferreira da Aonunciscao, salicitando a concea
sao do auxilio social.
Foram presentes as provas prodnsidM pelos
consocios Ignacio Ferreira dos Santos alvo, Jo-
s Henriqui Gomes Vieira, Caetano Ignacio de
Medeiros Reg e Mamede Liberato Acacio Ran-
jrel, tendo resolvido o onselho que juntas aos
procsios essas pecas, fossem os mesmos procesaos
present.es a assemola geral.
F. i mandado eliminar, a seu pedido, do quadro
social, o Sr. Manoel Pereia Brand&o Jnior, nos
term j ios estatutos.
Foi lid*, e mandada commissao de syadicancia
urna propia do 8r. Alfredo dos Aujos, indican-
do para socios aos professrres primarios fjr. SJeO-
tiao Antonio de Albuquerque Mello e Exma. bra.
D. Fraocelma Mariaona da Silva Albuquerque.
Foram lidos pareceres da commisso de syn-
dicancia acerca da admisso dos Srs. Dr. Caeta-
no Maria da Farias Neves, Jos Ildefonso de
Mello e Jeronymo Jos Simo s; e correndo a
a votacao singular sobre os mesmos, foram elles
em resultado della declarados socios.
Que na segunda sessao. aendo presente e lida
ama peticio do consocio Joaquim Innocencio Go-
mes, requereudo o auxilio social por haver sido ex-
onerad >, resolveu o conseibo que o orador proce-
desse nos termos dos estatutos a respeito do mes-
mo couboco, cuja petifo ficou sem seguimento
por dependencia. ... m
I Foram lidos pareceres da commissao de syndi-
eanoia sobre a admissao da Exma. Sra. D. Fran-
celina Maiianna da Silva Albuquerque e do br.
Sebasti) Antonio de Albuquerque Mello; e em
consequeocia da respectiva votacao foram decla-
rados socios.
Foram igualmente lidos e approvados, para se-
rem presentes asaembla geral, os pareceres da
mesma commisfio com relaco ao auxilio social,
solicitado pelaa Exmas. Sras. D. Lncia Mana
Carneiro d'Anunciaclo e D. Maria Enpbrasia de
Asevedo Mello, viuvas dos consocios Francisco de
Paula Ferreira d'AouBciacio e Jovimanoi de Ase
redo Melle, opinando a commissao que seja a eon-
ceso, auanto primeira, de accordo com os arta.
65 e 6b, e quanto segunda, combinados com o
disposto na 2" parte do art. 68 dos estatutos de 20
de Outubro de 1687.
Terminado o relatorio, entrou-se na ordem dos
trabalhos da sesso, sendo presentes os processos
dos soci >s Caetano Ignacio de Medeiros Reg, Ma-
mede Liberato Acacio Rangel, Jos Henriques
Gcmea Vieira e Ignacio Ferreira dos Santos Gal-
io; e depoie de procedida a respectiva leitura.
resoivfune que seguisse a ordem establecida no
J 6, art. 86 d.--s estamtoa, sendo por isst marcada
nma eessSo de julgamento.
De aeeordo com essa deiiberacio, o Sr. presi-
dente declar >u convocar umi eesso extraordiua-
ria para o dia 19 do coi rente, e ordenou que se
fitessem as convenientes comm>inicae6es.
Em 6eguida, lido pareceres da cmmissio
de syudica icia BB > da coucessio do auxi
Ko social s v.uvas U Marra Euphrasia de Ase-
vedo Mello e D. Lucia Maria Carneiro d Annncia-
{So, foram votados os mesan s parecen s e conce-
dido o referido auxilio nos termos d-lles.
EmUm is havendo a tratar, o Sr. presidente
levanten a sesto.
Proi lesmo le oaameno-N ma-
tril do Af gados foram lidos no dia 15 do correte
o geguintes :
Bacliar-I Joao Baptista Crrela de Oliveira com
Maria Aupusta Correa de Araujo.
Fraucisco Tavares da Silva com Isabel Maria
Ferreira ... .
Salustiauo Alves Ferreira da Silva com Mana
Candida da Silva Santiago.
No mesm i dia f>ram fomm lidos na roatris
dmB,a-Via'a, os seguintes : k
SiWino Nuoes Vianna com Joanna Ferreira de
Oliveira. ,. __ .
Sllvino Ednardo Pina com Idalma Libroria da
SlTa- > ^ t i
AMumpia medie*-O penodieo *<,
qne se publica em Paris, refere que aa sessio da
Soeiet de ehirurgb, effectuada a 8 d* Fevereira
do crrante aans, o nosso compatriota Baro de
gaboia tratou de um genero de abeessos trios con-
secuentes a febres intermitientes gi aves que ob-
.ervou na sua clinica do Rio da Janeiro, e qu
dos abeessos
B origem tuberculosa, tio bem descrip
pelo professorLannelongae, ,dos >*+* M
apresentam os mesmos^ g^eo de.cripto.
DKuem por sua efolncio ; indn.indo ludo e
crer |ae .So produsido. pelo microbio da ma
'"Na ooiniio do prolessor Lannelongue, a imp>r-
moltiplos, e qua poderiam ser comprehendido.
uue se devia agradecer ao Barita de Sabo.a a .a*
Kessante commuuicaco, e que sena .moortan e
f,er culturas para psaticar inoculacSas, no intuito
de ver os crolos eram n^*^
dusir abeessos ou mesmo a intoxicaco l>wtra.
Acceacentou o professar Vereu.l, contrariando o
profesar Chauvel, que n5o acredita no microbio
SrSK palustre, \ue dapoi. dos trsbalhoi.de
L-veran nao pode restar da vid a acerca da.ex s
tcncia de semelhante microbio como agente da te
VbX de Saboia panderou que 0 microbio da
malaria j foi descripto por vanos mdicos ita-
lianos que o professor Chauvel nlo tinba xactoi
que o autorisassem a negar sua aeco na produc-
to da febre palustre ; que comquanto aaa
ci de abeessos frios nao seja mu.to frequente,
existe tal qual a deserevra ; nio tendo esses ab-
eessos, orno pretenden o Dr. Desp.s, qustaa-
bem tomn parte oa discusso, nenhum^ relacao
evolutiva com os abeessos deacnpto3 por Uei-
p ch, e que nio sao senio abeessis fl gmooosos,
couhecidos tambem peU denominaco de abeessos
crticos. ,
. Como se v, dia o Brisil terminando a sua
noticia, as concluaoas do BarSo de Saboia foram
aceitas e obtiverao a adhesio des homens do
mais alto valor scientifico na Franca.
Longevldede-Na folha de Agaeaa,-
berania do Povo, lemos a seguinte noticia :
Um patriareba esqueido entre as urxea, um
hroe da guerrt ueninsular, com certeza o ultimo
s brevivente da chmala guerra do Rotusthn,
acaba de fallecer no lagar do Ventoso, d ate con-
celbo, na adiantada idade de 111 anuos, segund.
alguns a lontamentos biograpbicos que nos foram
fornecinos. ,
. Este longevo felis que atravess-u parte do
secuto XVIII e quasi toioo secuto XIX, chima-
va-se Joo Ferreira de Vaseoneelloa, foi casado
quatro veses, sendo a ultima m 18r2, na idade
de 75 annos. Deste matrimonio teve>peaas urna
filha, b.je casada. Doa outros j nio existem fa
lhos algdus, mas existem adraos netos, muitos
bisnotos e tatara'etos. Dos referidos .p'ntarneutos,
ese-iptos pelo proprio punbo do fallecido, que se
acham iucompletos pir terem se rogado afgumas
fo.'bas ea lettra estar sumida e iuintelgivel, po-
demos averiguar que aasentara praca em 1793,
tendo 16 annos de idale, e n um batalhij de in-
fartara, cujo numero oos parece ser 10.
Fe* toda a carnpanha deste auno contra oa
franceses, chegando a ir at Roussilon ; regres
sando a Pjrtugal ni posto de 2 sargento, dapois
que a Hfspanha abindonou os seus alliados
Quandooj franceses commandados por Juoot in-
vadiram pela priineira vez Portugal, j era 1."
sargento, teno tomado parte na batalha de Vi-
mieire, era que os francesas foram completamente
derrotados.
< Em 1810, quando Massena invadi o reino, |
era j alteres de cacadores cinco e entrn na bi-
talba do Busaaco e das Linhas de Lisboa, recebju
do nesta dous ferimentos, um d'elles grave.
Fi por esta occasiio promovido a teoeate.
At 1820 os seus apontamentos estio incompletos
e apenas podemos averiguar que entrn na re-
voluco de 24 de Agosto desse anno.
Mais tarde, porm, vimoa com espanto que o
nosso berae, nao sabemos por que evolucio do sea
espirito, fji capitio da 4. companhia d> regi-
ment 22 de D. Miguel, esteve no coreo do Porto
e entrou na batalha de Souto Redondo, sendo afi-
nal um dos onvencionados de Evora M u'e.
Dopois d'Ste tacto abandooou completarnent
a carreira dsb armas e entre.ctou-se simplesmente
agncultara, da qual se oceupoa at quaji
morte. 03 zeus bens de fortuna eram ectualmeato
mingoadoB e vivia em estado poueo lisongeiro c
ne sem privacoes. Conserrou at aos nltimos
momentos toda a lut-idos do espirito* e m forcas
pbysicas que apenas ba um mea o abandonaran!.
Vinba poncas vezes a esta villa, sendo a ultima
em Outubro posado. *
Directora das obras de conserva-
cao doa porto* de Perasmnco-Ke-
eife, 16 de Abril de 1888.
HiAtlOlsj moteoroloico
doras a 1 I -s ^ 2 0 0 tm Barmetro e. fenso do Tapor i "O i
6 m. 2S.-8 76075 19,04 76
9 28'4 76i'76 20,39 71
12 28^-7 76144 20,58 69
3 t. 290-1 75989 19,93 66
6 27'6 IMitO 20.02 73
Temperatura mxima29#,25.
Dita minima25,00.
EvaporasAo em 24 boras aoaol: 5,7 ; i som-
bra : 2",6.
Chava1,2.
Direccao do vento: 8E, ESE o E alternados
predominando SE dorante todo o dia.
V loeidade media do vento: 2<",85 por segando.
Nebalosidade media: 0,60.
Boletim do porto
19 3 ?. M. B. M. P. M. 8. M. Dia Horas Altura
16 de Abril 17 de Abril 729 da manh 135 da tarde 7-39 143 da manhi 2,-2 0,-77 2,ll 0,-92
Iteiiaesj Efiectuar-se-bAo 1
Hoje:
Pelo agente Britto, s 11 horas, 4 roa do Ran-
gel n. 48, de predios.
Pelo agente Pestaa, ao meio da, no Caes do
Apollo, de fardos com ferro.
Pelo agente GnsmAo, s 11 horas, na ra Mar
qu~s de Olinda n. 19, de movis, loncas, vi Iros,
tecidos, etc.
Amanb:
Pelo agente Pinto, s 11 horas, na raa Barao
de 8. Berja n. 53, de mo*eie, loucas, vidros, li-
vros, etc, etc.
Pelo agente Modesto Baptists, as 11 boras, na
roa estreita do Rosario n. 36, de gneros e b;bi-
das.
Sexta- feira:
Prlo agente Pinto, s 11 horas, na raa Mar-
ques de Olinda n. 5?, de predios,
* lavas ranearesSero celebradas :
H ie:
A's 8 boras, as matrizes do Corpo Santo, San
to Antonio, Boa-Vista, S. Jos, Afogados e 8.
Jos da Boa-Esperanca, por alma de Manoel Luir
de Franca Caldas ; s 8 horas, na matris de San
to Antonio, por alma de Eduardo de Barros Mat-
tos.
Amanb :
A's 8 horas, na Soledade, por alma do Dr. Pe-
dro Antonio Falcan Brando; s 8 horas, na ma-
triz da Boa-Vista, por alma de Julio Porto Car-
reiro *, s 8 horas, no capella da Belm, por alma
de D. Leonilla M. dos Sautoj Asevedo.
Sexta-feira :
A's 8 horas, na ordem 3* de 8. Francisco, por
alma da Joaquim Jos Moreira.
PaaaasrelroaCbegados do norte no vapor
oacional Pirapama:
Dr. Petrouillo de Santa Crus Oliveirs, sua se
hora, ribos e 2 criados, Rusa Carmina, 3irbara
Mana da Conceico, D. Juan Bussin, Joo Bap-
usta aminba, Eduardo Pereira Miranda, Julio
Barbosa de Sousa, Joio Teixeira de Sousa, Alfre-
do Vianna de Soaza, Antonio Jos de Medeiros,
tua senhera e 2 filbos, Domingos Bernardo, ana
aenhora e 8 filho, Carlota de Oliveira, Benedicto
F.rr.ira Albano, Qairino Francueo do Carmo,
Mara Augusta, AlipioBal'ar e feriado.
Chegadi-s da Europa 00 vapor francs VtUe
de MaranMo :
Samuel Vas de Carvalbo e sua tenhora.
Chegado da Europa no vapor all mo Uru-
Johanu Kotbauser.
Chegado de Liverpool no vapor ingles Edi-
tor:
Vas B. Maydcm.
Sahidos para o sal no vapor nacional Espi-
rito Santo
Jos Carlos Vieira, Manoel Pacb'co, Antonio
Raymundo de Mello, Manoel de Araujo Caldas,
Hercnlano Bandeira de Mello, Alfredo Baha, Joo
Francisco Leite, Miguel Vianna, Amelia Torres e
2 criados, Julio Guimares, Porfirio Guimar-s e
1 menor, Candido Joa de Oliveira e Silva, The-
resa A de Lima, Ann* Mara Tranquilina da Por-
ciuncula, Jos Thomas de Oliveira, Antonio Pe-
reira de Lima, Malaquias Raymnndo da Fonsec,
Zaferino Paes de Sousa Gama, Joio Pedro de Sou-
sa, Francisco Ferreira da Silva, Anacleto Luis da
Caoba, alfares Rodolpbo C. da Silva Pessoa e 2
criados, 10 pracas de linha, 1 malher e 1 volunta-
rio da armada.
Chegados do sal no vapor nacional Per-
naiitbuco : .
Tenente Augusto Clemente Monteiro da Bar-
ros, J s Maria Viriato de Sousa, Tbaophilo Go-
mes Sibeiro, engeuheiro Luiz Marauh-i, Francis-
co Xavier de Carvalbo, Jos Pedro Jnior, Anto-
nio. Josqaim deMnaes, Jola Ribeiro, Alfredo da
Silva, Amelio Pires de Carvalho, Antonio Joa-
guim Femandes, Joo Arthur Martina. Adolpho
Banks, Idalina Pires de Carvalho. Amancio da
Gunha, Simio Telles de Meneses, Luiz da Rocha,
Francisco Gomes da Silva, Vasco Guisappe, Fran-
cisco Antonio Ferreira, Joo Manael dos 8antos,
Thecdoric Joule, Jos de Oliveira Bastos, Hen-
riqueta Migalhies 8ilveirs, Manoel de Amorim
Leo, Mana da Silv-ira, Clemente da Silveira.
Dr. Antonio Caio da 8ilva Prado, sna senhora, 2
filhos e 3 criados, J. O. Bastos, Lourenco Beser-
ra Cavalcante, Franeisco Mendes da Fonsaca, Pe-
dro Proel de Meudonca, Jos Ovidio Lobo e Ar-
senio Pinto Laite.
Sahidos para o sul no vapor francs Filie d)
Maranhio :
J ihn Kaweuch, Viseonde de Tabatinga, sua se-
nhera e ama criada, Alberto Furtado de Man-
dooc, Dr. Jos Mari d* Albuquerque Mello, Dr.
Maooel Caetano de Albuquerque Mello, Torquato
Antonio de Almeida, Franeiseo Domingos Mo
reir, Manoel Rodrigue?, Len Marcos, Zabuln
Levy, sua seabora e 2 filhos.
__Sihdo para o sal no vapor allemao Uruguay:
C. A. Paula R*m,8
Chegados do sul nD vapor nacional Jlan-
D. Pedro polinato Ribeirc, Jos Lima, Ernesto
Jos Pinheir Pechi Marinhj de Almeida e O.
dos Santos.
Chegados do Cabj da B Esperanca no lu
gar hurtas Bra^iZ : ^
Sambalinga Pdrachy, Pawjander, Femordia
Pooly, Periataambr, John Flix Coopoosany, Sa-
my fe kor Finservry, Nagamia e 1 filha.
Operae*es elrursjlca -Foram pratica-
das no hospital Pedro II, no dia 16 de Abril, as se-
guintes :
P lo Dr. Berardo:
ExtraccJo de catarata senil dura pelo prooesso
de Wecker.
Daas populas artifioiaes.
Poli) Dr. Malaqiias :
Abertura de abeeseo perinephritiso, lavagem
com soluco boncada.
. casa de ueteocaoMovimento dos pre-
sos da Casa de Detenco do Recite no dia 16 de
Abril de 1888:
Existan; 312; entraram 13 ; sahiram 14 ; exis-
tem 311.
A saber:
Nicionaes 292 ;
Total311.
Arragoadaa 252.
Bons 239.
D>eutes 13.
Total252.
Movimento da enfermara :
Tiveram alta :
Sindolpho.Rolrignes Captivo.
Antonio de 8>nza Almeida.
Tiveram baixa :
Porfirio Francisco da Cruz.
Mauoel de Torres Gailindo.
Joaquim Jos da Costa Coelho.
Hoapliai Pedro IIO movimento deste
hospital no dia lo de Arbril, foi o soguinte :
Entraram...............
Sahiram................. 16
Falleccram............... I
Exiatem................. 563
Foram visitadas as respectivas enfermaras pe-
los Drs.
Moscoso, s 8.
Cysoeio, s 9 1|4.
Barros Sobrinho, s 7.
Berardo, s 8 1|2.
Malaqnias, s 9.
Puntaal, As 9 tfB.
Estevo Cavalcante. W 42.
Cirargiio dentista ama Pompilio, s 8 be
ron
pharmacentieo entrou s 7 1|2 e sahio s 4
da tarde.
O ajudante entrn s 7 1|4 horas da manna e
sabio s 10 1|2 da tarde.
Lotera do ParaA 6 psrte da 17 lo-
tera, pelo novo plano, cujo premio grande de...
60:000* ser cxirahidano dia 18 docorrente.
mulherea 10 ; tran^eiros 9
CHROHCA JUDIGIARIA
Tribunal da Relacao '
SESSAO ORDINARIA EM 17 DE ABRIL
DE 1888
PRESIDENCIA INTERINA DO EXM. SR. CON-
SfcXHEIRO QUEIROZ BARROS
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's horas do costme, presentes os Srs. desem-
barga do res em ame .-o legal, foi aberta a sesso,
depois de lida e approvada a acta da antecedente.
Distribuidos e passados oa feitos deram-se os
seguintes
* JULGAMENT08
Habeas-corpas
Paciente ;
Brono de Mello Cesar. Negoo se a soltu
unnimemente.
Recursos eleitoraes
Do CaboRecorrente Manoel Dionisio da Sil-
va, recorrido o juiso. Relator o Sr. deaembarga-
dor Bnarqae Lima.Negoa-se provimento, un-
nimemente.
De CaraarRec rrente Dr. Estevo Carneirs
Cavalcante de Albuquerque Lacerda, recorrido
Jos Mirabeaa de Mello Hariz. Relator o Sr.
desembargador Delfino Cavalcante.Dea-se pro-
vimento, unnimemente.
Do CaboRecrrante Caetano Jos da Silva,
recorrido o juiza. Relator o Sr. desembargador
Pires Ferreira.Negoa-se provimento, innime-
mente. .
Do Cabo-Recorrente Francisco Dionisio de
Sonsa Chaves, recorrido o juiso. Relator o Sr.
desembargador Pires Gooeaivps.Negoa-se pro-
vimento, unnimemente.
Do CaboRecorrente Feliz Qaldino da Cmara
Pimentel, recorrido o j liso. Relator o 8r. des-
embargadorTavares de Vasooncellos.Negou-se
provimento, unnimemente.
Recursos crimes
Da ImperatrisRecorrente o iuizj, recorrido
Perciliano Tavares de Mendonca Sarment. Rela-
tor o Sr. desembargador Monteiro de Andrade.
Adjuntos os Srs. desembargadores Pires Ferreira
e Buarque Lima.D^u-ee provimento, uuauima
mente, para se unnullar o processo-
De OlindaRecorrente Manoel da Costa Ban-
deira, recorrido o juizo: Relator o Sr. desem-
bargador Alvcs Ribeiro. Adjuntos os Srs. des-
embargadores Monteiro de Andrade e Buarque
Lima.Negou-se provimento, unnimemente.
AggravO de petico
Da Recife-rAggravante a companhia The Cen-
tral Sugar Faetones, aggravado o juiso do eom-
mercio. Relator o Sr. desembargador Pires rf-
reira. Adjuntos os Srs. desembargadores Alves
Ribeiro e coaeelheiro Quintino de Miranda.
Dea-se provimento, unnimemente.
AppeUaspes crime
De Campia Granie-Amellantes Isidoro Ca-
rolino dos Santos e Josepba Mara da Cooeeioa >,
appellada a justica. Relator o Sr. desembarga
dor Monteiro de Andrade. Julgou-se nullo o
processo contra a r, contra o voro do relator e
mandou-se o out>-o reo a novo jury, contra 0 voto
do Sr. d**aenbarga De Traip Apoellante Maooel Soares de Frei-
rs Mello, appellada a jastiea. Relator o Sr.
desembargador "Buarque Lima.Manden-se a no-
vo jury, unnimemente.
De BousaAppellante o juiso, appellado Thea
doro Lopes da Silva. Relator o 8r desembarga-
dor Monteiro de Andrade. Mandou-se a novo
jury, contra o voto do 8r. conselheiro Qantin de
Miranda.
De BuiqneAppellante o juiso, appellado Ma-
noel do Naseimente da Silva Caveleeate de As
sumpoio. Relator o Sr. desembargador Bnarque
Lima.Mandou-se a novo jury, unnimemente.
PASSAOEN8
Do Sr. desembargador Delfino Cavalcante ao
8r. desembargador Pires Ferreirs :
r. Appellaco commercial
Do RecifeAppellante Ftoriaao Passo, appel-
lados Moraes & Marques.
Do Sr. desembargador Pires Ferreira ao 8r.
desembargador Monteiro de Andr*de :
Appellaco ci vel
Do RecifeAppellante Joaquim Soares Neves,
appellado Miguel Jos Barbosa Guimares.
Do Sr. desembargador Monteiro de Andrade ao
Sr. desembargador Alves Ribeiro : .
Appellaoo civel
De Bom ( onselhoAppellante o juiso, appel-
lado Tertuliano, eafravo.
Do Sr. desembargador Pires Gonoalves ao Sr.
desembargador Alves Ribeiro :
Appellaoo commercial
Do RecifeAppellante Jos Matbeua Ferreira,
appellados Luis Gonoalves da Silva fe Pinto.
O Sr. desembargador Pires Goncalvej, como
promotor da justica. dea parecer na
Appellaco crime
De Bexerros Appellante o juizo, appellados
Luiz Bente de 8ousa Bandeira e oatros.
Do 5r. desembargador Alves Ribeiro ao Sr.
desembargador favar-'.s de Vaseonuellos :
Appe.Uc 's Crimea
Da Prdras d FjgoAppellante o juizo, appel-
lado Antn:} J j.- i{ jJrigu -s.
. Da RecifeAppellante o juizo, appellad) JoSo
Ferreira de Mello.
Du S. JooAppellante o juiso, appellado An-
tonio Amaro da Costa.
De Bom Jardim Appellante Jos Francisco
Pereira, appellada a juanea.
Da 8. Joo Appellante J^s Francisco dos
Santos, appellada a justica,
DILIGENCIAS
Com vista ao Sr. desembargador promotor da
justica :
Appellaco crime
Do ReciteAppellante Jos Joaquim de San-
t'Auna, appeilada a justica.
Cem vista s partes :
Appellaco commercial
De ItambAppellante Feliciano Gomes Perei-
ra de Oliveira, representado por sua mnlher, ap-
pellado Mathia/ Pinto de Abr. 11.
DISTRIBUig5E9
Aggravoj de petifo
Ao Sr. desembargador Monteiro de Andrade :
Do Recife Agg avante D. Anna Uinbjlina
Gomos da Costa, aggravado o jniso.
Ao Sr. desembargador Alves Ribeiro :
Do RecifeAggravantes Bern t & C : aggr iva-
dos Josquim Cesta & C.
Appellaco civel
A o Sr. desembargador Tavares de Vasooncelloa :
Dt AtalaiaAppellante Belmiro Jos de Amo-
rim, appellado Casimiro de Farias Bittencourt.
Encairou se a stssao s 2 horas da tarde.
aVuuta Commercial la cidatle do
Hecife
ACTA DA SESSO EM 21 DE ABRIL,
DE 1888
PBES1DENC A DO ILLH. SB. COXMKHDADOS ANTOKIO O0
MKS DE KISA1TDA LEAL
Secretario, Dr. Julio Oainardes
A's 10 horas da manh declarou-se aberta a
sesso, estando presentes 03 Srs. deputados Olm-
to Bastos, commendador Lopes Machado, Beltro
Jnior e Hermino de Figuoiredo.
Lida, foi approvada a acta da seaso ant rior
a fus-se a leitura Ao seguinte
KXPEDIEKTB
IJ..US ofHejs de 31 de Marco, da Junta dos
Corretores desta praca, no primro dando scien-
cia do numero du cotayoes apreaentadas pelos cor-
recorea durante o indicado mes, e no segundo re-
m tundo o boletim das cotaco a officUes de 2o a
31 do dito mes.Pata o arcbv).
Otficio de 7 do corrente, da m sm junta, en-
viaudo o boletim das cotar;5dS oinciaes de 2 a 7
do presente mez.Archvese,
O n. 6 do Jornal dos Economistas-Archive-se.
Diarios Officiaes do ns. 85 a 89.Sejam ar
chivados.
Foram distribuidos rubrica os seguintes li-
vros :
Diaria e copiador de Guerra Fernandas & C,
diario de Ferreira Lima & C, copiador da Com-
panhia Amphitrite, dito de Joo Gonoalves Coim-
bra, dito de Suizo: Kauffimann & C.
DESPACHOS
Petices :
Do Dr. RORrdo de Meuezea, carente rl ''
pauhia de Edificaco. taJ- oouipTido o despactu
da 5 i" ri-ouve, pede que sejam archivados os
bn.hi.ie.os, demonstra(5es da transferencia da ac-
edes e relaco nominal dos accionistas da dita
companhia Archivem-so.
De D. Maria Engenia Correia e Antonio Leite
Marques,para qne se archive o contracto de socie-
dade em nome collectivo que celebraran sob a
firma de Antonio Marqaes 0:874J57 para o commercio de seceos e molha
dos travessa do Duque de Caxias n. 9. Ar-
chive-se, na forma da lei.
De Carlos Sinden, subdito britannico, natural
de Bedford, de 38 annos de idade, domiciliado e
estabelecido nesta prac* om sua casa de commer-
cio e loja de alfaiate rus do Baro da Victoria
n. 48, solicitando carta de commerciante mstricu
ladq. Sao attestautes do creiifo commercial do
impetrante os commerciaotes matriculados Luis
Antonio de Sequeira, Manoel da Cunha Lobo e
Prente Vianna & CComo requir
De Virgilio Alves da Silva Rebollo, pedindo o
lagar de avaliador commercial qae se acha vago.
Passe-se o titelo, de conformidade cem o pare-
cer fiscal.
De Guerra Fernandes 4 O., para que seja ar-
chivado o contracto de sociedade em nome colecti-
vo quo sob dita firma celebraram Autonio Jos
Fernandes, Alipio Rosado de Oliveira e Minervi-
Ino Jos da Costa, cam o capital de 100:000*000
para o commercio por grosso e a retslbo de fasen-
das nesta prac, raa Duque de Caxias n. 43.
Arehive se.
Nada mais havendo a despachar, o Illm. Sr.
presidente eaoerreu a sesso s 11 horas da
manb.
P1BLIC4C0ES 4 PEDIDO
0 conselheiro Joo Alfredo
Cicero, em ama de suas sublimes ora
cSes, dissa que o advogado tinha a hngua-
gem da causa quo defenda.
Foi o Jornal do Rtcife, hto a colum-
na allegada quera, proposito da apre-
ciarlo que vai fazendo da estatura moral
do benemrito pernambucuno, oonselheiro
Joo Alfredo Correia de Oliveira, depois
de sua elevacAo ao importante cargo de
presidente do conselho de ministrosfea-
nos le morar aquella judiioso coaceito do
principa doa oradores romanos-
Quaado em todos os' pontos do Imperio
e, at, ua culta Europa, a opiaiJo publica,
pela voa autjrisada da impreusa te.n sau-
dado o auspicioso advento do ministerio de
10 de Marco, julgand o ofceio de forrea e
cpaz de salvarnos di i que n is ameaca, o Jornal do Raeife e a
sua columna, raivosos de iaveja porque fal-
tam-lhes um dolo DA TBRHA que ohegue
aos ps do couselu iro Joo Alfredo, dei-
*am de parte oonsideraeSes Talioaissmas,
eiquecera-se de*que a impfensa tea de ve-
res muiti graves curaprir, e, antecipau
do juiz is, o que devia merecer-Ibes a sorte
de Ocyro, embebem a peana uo fel e ua
honra das ru*8 e tento, Ioujos. embara-
car, quaes novos Josus, a marcha do sol,
qu, despediado ratos de ouro, busaa,
desassombrado, em caraiabo do capitolio, a
urna de glora.
Pesada tarefa !
Cegoa e obatiaadoa aSo veem que as eu-
capelladae ondas do mar apagam ai gara
tujas que elles deixatn imprioaidas na area
da praia 11
Perguotamoa as : Qual e a grande cri
me pelo qual o conselheiro JoSo Alfredo
merece ser atado ao vossa poste de diff-
maco e costigado com os vossos ssorra-
guesTl
Tendea algum argumento serio, com o
qual possais apagar o brilho de urna estrel-
la que sempre projectou lu viva o sem
maaohas ? '
A vossa chapa i qae o Ilustre conselhei-
ro JoSo Alfredo, alera de mediocridade,
um egoista, um borneas que, langa da pro-
mover os iateresses da patria, cuida em si
e nos seos.
Qaanto ao primeiro ponto, declinamos
do vosso juizo para o do publico sensato,
da irapreasa morauaada.
Nao sabemos com que direito voa dizeis
habilitados impresa tSo arriscada, nSo
ser que tenhais oomo privilegio, somonte
para vos o talento e o saber.
O conselheiro JoSo Alfredo, desde a mais
tenra infancia, deo azo que todos lhe
vaticinisaem um porvir glorioso.
D'elle polemos dizsr o que alguem j
dissa do sempre chorado oonselheiro Paes
Barretto :
a A circumspeccSo em todos oa actos
iofaatis, a benevolencia e affabilidade ao
trato com os irmSos e com os servidores
da casa pateros, a razSo prematura dos
conselhos que lb.es daua- a gravidade natu-
ral do seu porte, a sua assiduidade e apro-
veitameato ao -studo das primeiras lettras,
foram qualidades reconhecidaa e devida-
mata apreciadas pur tolos.
Em seu longo tirocioio acadmico, o
conselheiro JoSo Alfredo, captando assyra-
pathias e afL-i^Ses de mestres e cllegas,
tornou sa sempre recorarneudavel pel^ ar-
dente amor soienuia do direito.
Formado,apresentou-se logo depois de
feza de theses e, se nao nos parecesse iu-
discripcSo tornar publicas certas proposi-
5833 avangads em familia com declinacSo
de nomes, nos daramos o de um dos me-
Ibores talentos da nossa Faculdade de Di
reito, adversario poltico do mesmo conse-
lheiro, qde, emittindo juizo sobre o seu
mercmento intelleotual, teva occasiSo da
dizer qus, at hojo, bem pouoos actos tem
assistido era que o caadidat> revelasaa tan-
tos conhecimeatos juridi .os, par de tan-
ta penetr< Eutrando para a vi la publici, laura.do
com o titulo de doutor era direito,*o conse
Iheiro JoSo Alfredo tornou-so um advoga-
do de nota.
Foram muitaa as causas que S. Exc.
p.ttrocinou e as suas razias, os seU3 pars-
ceres, foram sempre acatados com a fiel
ezpresSo do direito e da justiga.
Ao mesmo terapo, em que o conaelhpire
JoSo Alfredo tornava-se conhesido como
advogado, procurava sondar os abysraos da
poltica e a prova mais evidente de quo ;-s
suas primeiras correras em campo tSo in
grato surtiam melhor eff;ito, est em que o
tinado Visconie de*C.nnargibe, cbet'e do
partido conservador d'usta provincia, poli-
tico do admiraveis tino e perspicacia, nao
duvidou em dar a mSo ao conselheiro JoSo
Alfredo, dispensando lhe auxilio e aniraan-
do-o a que caminhasso.
NSo temos em pensamento escraver a
biographia do consalheiro Joai Alfredo, e,
portaDto, dcixemos os triu-nphos que, de
da em dia, conquistaba, entSo, S. Ex:,
na advocacia e na poltica, e ocupmo-
nos de sua pessoa, como ministro do impe-
rio do gabinete de 7 de Margo de 1871,
presidido pe'o fallecido Via do Rio
Branco.
Foi nesse tempo que S. Exe. conquistou.
es foros de perfeito estadista, demonstrando
pelos seus a'tos qua sabia cumprr os es-
pinhoB08 deveres de seu cargo.
Enumerar os relevantes servicos pres-
tados n'aquella poca da agitaco por S.
Exc. ao paiz e, especialmente, esta pro-
vincia, seria repetir o que tSo conheci-
do o, ainda ha bem pon .os das, foi lem-
brado em urna serie de artigos, publicados
oeste Diario.
Nao vem tora de proposito trsnscrever
aqu um trecho do artigo com que a Se-
mana importante pablicacSo semanal da
eSrte, folha exclusivamente litteraria, rece-
beu em 10 de Margo o gabinete d'aquella
mesma data :
t Desee o Sr. de Cotegipe e sobe o Sr.
JoSo Alfredo os degros do poder. Ha em
S. Exc. muita confianca quanta nova
direocSo que oom certeza dar as nossas
causaB publicas. O Ilustre pernambuoano
, ainda hoje, necesssriamente, as mesmo
homem que era em 1873, por occasiSo da
questSo religiosa e a instruccSo publica cori-
ta qae S. Exc. seja tambem o mesmo que
nesse tempo tanto por ella se estoroou.
O povo fluminense, ou antes o povo,
brasileiro, conta com S. Exc- como um
dos mais distinctos patriotas e notaveis es-
tadistas, que possuimoB para levar avante
muitos melhorameatos de que carece o nos-
so paiz.
Parece desneeessaria adduzir qualquer
outra consideracio. Estas pouoas palavrss,
conhecida a sua fonte, dizem tudo. NSo
o Jornal do Recife nem a sua columna
quem appUude ou censura.
Pas8erao8 ao outrs capitulo de aecusacao.
Atacis o conselheiro JoSo Alfredo por-
que elle permiti que pesadas de sua fami-
lia, procurara oocupar cargos pblicos, con-
correndo desta arte com o sen contiagente
para o engrandeoimento e proaparidade de
nossa patria.
Aquillo que vos chamis am defeito, ato
vicio, para aquellos qae aSo se deixam do-
minar de taoto faror poltico, autes urna
virtude 1
NSo veles que o vosso argumento ad
hominem, que empunhais urna- arma de
dous guinea, oom a qual j vos feriates ? I
O facto de achar se um homem, guinda-
do s mais altas posic3es, priva-o de que
procure o bem estar dos que lhe sSo ca-
ros, daquelles por quem deve trabalnar,
esforgando-se para ceroal-os de prestigio,
reepeito e consideracio ? 1
Em taes coodigSas, o poler seria am
esp.ntalho, um Saturno, urna cousa bb-
sira com ares de um cootraseaso, levan-
tando, aqu um e humilhando all mu
tos II
S ra aoeitavel o veBao reparo, Be por
ventura o oonselheiro JoSo Alfredo proou
raase conferir ttulos e distribuir cargos
entre parenteB que os nSo mereceesem ;
mas podis vos apontar um b dos nomea-
dos que nSo estej* na altura da dianc-
n3o que lhe foi dispensada ?
Muito al.n do conselheiro Joao Alfredo,
tem ido en semelhante assumpto o vosso
amigo senador Dantas, e pira elle so ti-
vestea aempre os maiores elogios!
E' que faaeis como o negociante trapa-
cairo : Tendea am peso para sa compras
e outros para as vendas I !
O cooBelheiro JoSo Alfredo ainda nao
pode incorrer em voasas censuras, por nlo
querer aproveitar os mogos honestos s de
talento, seas comprovincianos.
Pouco ma;8 de trinta dias bS> decorridoe
depois que S. Exc comegou influir direc-
tamente nos neg nos publico e, p^rtanto^
as voasas censuras 0S0 tem ra-.1> de ser,
bSo precipitadas s denotara a^odamento e
irr. fl-.xSo nos vossos actos.
Se pelo passado, p le se julgar do fu-
turo, de veis estar convencidos de que S.
Exc. nSo se esquecer de sua provincia
natal.
Falta vos, agora, atacar a honra do conj
selheiro JoSo Alfredo.
Ide a elle cora as voasas garras aduncas,
obaraai-o de venal e corrupto ; ser mais
um ttulo de gloria para S. Exc., porque,
como deveia saber, ha censuras que hon
rain e louvores qae desacreditara.
Quanto nos entendemos que o conse-
lheiro JoSo Alfredo, dianta dos apddoa e
cora vicios, que lhe dirige n os corsarios, so-
barcada vez mais de importancia, polen-
do repetir como Schiller :
C.vda vez mais tranquillo.
Recife, 17 de Abril de 1888.
Aristteles.
Aa Banco de Crdito Real de Per-
nninliuiii e aos .-4rx. Canoso dlr-
mo, o-iiroprletarios do ensrentiu
Cancelco do* lllln^rc, de eri-
Dhsem
Constando a abaixo assiziaia que o en-
genho Conoeigai dos Milagres se acha hy-
iiothacado ao Buco ae Crdito Keal de
Pdrnambu".o, em sua totalidade, vem pro-
testar contra essa transacgSo, porquanto
seus filh >a meir^j JoSo e Jos (este f.l-
leoido), herdaraiu urna parta do engenho
Quilcba, (em cujas trras foi levantado .0
eogenho Coaceigo dos Milagres), uo io-
ventario de seu finado pal Manoel Jos de
Miranda ao qual tocou dita parte no in
ventario de sua malher D, Manoela Eleu-
terid de Brito Fj tps, que pir sHa v:z a
berdou do seu pai Antonio Grongalves de
Fontes, e protesta fazer valer em juizo
os seus dir -tos e os de seu filho tutellado
JoSo.
Rio Formse, 9 da Abril de 1888.
Angdici Mirii Archanja de Miranda.
-------------- sai
Manoel Vicente da On-
nha ao publico
Constan !o m.i quo aguem dissera ao I
Sr. desembargador Lucena, que fra eu o
autor de um.a versalHada que, contra tile
se publicara no'Jornql do Recife, so utor-
gado a vir impransa protestar contra se-
melhante assergao NSo tenho motivos para
hostilijar o Sr. desunbarg* lor Lucena, a
quirn sou grato e de quera nao recebi of-
fensasque me autorisassem a tal. NSo sou,
nunca fui e nem serei instru nento de pes-
soa alguraa.
Cora certeza o noticiaior enganou-se j
paisduviio qui os dignos redactores do
Jornal do Recife tenhsm dito seaielhante
cousa pe8'a alguma.
JaboatSo, 15 de Abril de 1888.
Manoel Vicente da Cunha.
g **,*
m. -ase.
Enfermldade em nome
Milhares de pessoas pidecem, as quaes nao teers
neobnma molestia especifioa. N) entretanto sen-
tem-se apatbicas, insonsiveis e indifferentes, co-
mem sem vontade, dormem sem o desojado dis-
cinyo, e no t)do sentemse miacravelmente des-
Validus sem causa pltusivel. A cansa tpparente
de tudo isto provm de nma retardada digesto,
do estado semi, trpido do figado, da inactividade
dos fbteatinos. A&m de se rcntituirem os orgos
inertes um atado de salutfera actividade, nao
teem mais do que lancarem mil das pilulas assu
caradas de Bristol.
O Dr. Benjamn Wallia, de Boston, de opinia
que nao ha nada q rar, para os casos onde ha falta de energa vital
no estomago, e suaa depeodenciaa, e oude existe
ana debilidade geral e depresso apparente sem
com tudo spreaentar nma distincta torma de mo-
lestia qualqu r
Todos os que padeoem de prostraco pbyaica
accompanhado de abatimeoto do espirito aoharo
que aa pilulas assucaradaa de Bristol lhea aerviro
de immenso beneficio.
Como se acbem mettidas dentro de frasqninhos
de vidro, ellas conservam-se perfeitas em todos os
climas. Em todos os sangues, a salsaparrilba de
Bristol, dever ser usada conjunetamente com
as pilulas.
No da 24 de Fevereiro prximo passado, se-
guio para D. Pedrita, Rio Grande do Sal, o jais
municipal d'aquella comarca, Dr. Villela de Grns-
mo, afim de tomar conta de aeu lugar. Ventoa
bon&ncjBOB o levem a salvamento e urna aureola
de felicidade o envolva nesse lugar para o des-
canco d'aqnellea que o eatmam.
DliVLAniCOES
Conselho de compras da repar
tlco de Mariaha
Sopprimento de sobresalentea e materiaea aos na-
vios de guerra, fundeados no porto desta capital
e s dependencias deste Arsenal.
De ordem do Ulm. 8r. eaptio de fragata Ma-
noel de Araujo Cortes, inspector interino desta
Arsenal e capito do porta desta provincia, faoo
faco publico que no dia 25 do corrate, s 11
horas da manh, se contracta em conselho, vista
da piopostas apresentadas em ctrtas fachadas,
por tempo de 6 meses, a contar de 1 de Julho a
11 de Desembro vindonro, o sapprimento de se-
breaalente e mateiaas aos navios de guerra, fon-
deados no porto desTa capital e s dependencias
deste Arsenal.
Aa amostras deveto ser aposentadas at
veepera do dia em qua tem de se reunir o coa-
seibo. .
Os obiactos a contractar sao os seguintes .
Abaitecimento do almoxan/ado
A
Agulhas pa?a bitacula. proco d* OH*.
A^ulbao, id.-m.
Agulha para Inna, idem.
Agulha para brim, idem.
Amirras de ferro, dem por kilo.
Ancoras de ierro, idem.
Ancor< tas, idi.m.
Ancoretes, idem.
Arrebem, idem por kilo.
Algodo em rama, idem.
Dito branco, dem.
Dito em fio, idem.
Aserte de 8ebi, litro.
Alvaiade de sraco, kilo.
Dito de chumbo, idem.
Aseite de p '*', litro.
Aleatro da Saecia, barril.
Agua ras, kilo.
Agu has meio- palombar, ama.
Ditas de palombar, idem.
Alicates de aen, radondos, idem.
Ditos de seo, quadrados, idem.
Aeo qaadrado, kilo.







nambucu-"

Dito em turra, idem.
Dito fundido 88, idem. ,
Dito em verga, idem.
Dito batido, idem.
Dito fundido em vario 88, idem.
Dito em vergalho redondo, idem.
Dito em vergalho seztavado, idem.
Dito vergalho oitavado, idea.
Dito em boina, idem.
Dito para mola, idem.
Aldrabas de ferro, ama.
Ditas de metal amarello, idem.
rame da cobre, kilo.
Dito de ferro, idem.
Dito de lato, idem.
Argola de lato, tdem.
Arcoa de ferro, kilo.
Amagro, idem.
Asaa ou pcgadeiras de lato, qualquer. dimenso.
idem.
Asul ultramar, kilo.
Amarello francea, idem.
Archotea alcatroados, cento.
Arco de pao para barril, idem.
B
Bandeira nacional de i a 12 pannos, urna.
Bandeiras de naci de 4 paanoi, idem.
Brisa branca, metro.
Brim de liobo para veame, idem.
Bro o, idem.
Brim da Russis, idem.
Baetilba, ou Amella, branca, dem.
Balases horisontaes com conchas de metal, urna.
Balan ;as para mesa com conchas, idem.
Bandeja de pao, idem.
Baldea forrados, pequeos, dem.
Ditos ferrados, grandes, idem.
Ditos de sola, idem.
Ditos de idco, idem.
Bitacula. idem.
Barquinhas de patente, idem.
B adames, um.
Belmases da farro, kilo.
Ditos de lato, idem.
Borracha em lenco!, idem.
Botes de metal para caizilhos e vidros, idem.
Breo, kilo.
Brochas chatas, dual*.
Brochas para pintar, ama.
Ditas para iai*r 88, idem.
Bronce, idem.
Bronsil, grammas.
Bules de fulha, nm.
Baldeadeira da folha, idem.
Bales de folha, um.
Bagottas 88, ama.
C
Conchas de ferro para coiinha, urna.
Ditas de ferro agatba, idem.
Cera preta para corrame, kilo.
Dita amarella, idem.
Dita em pao, idem.
Dita em velas, idem.
Dita virgem, idem.
Carmim, liquido ingles, vidro grande, um.
Cera em archotea, kilo.
Colcho de capim da 1">,550X666, am.
Cabo delinbo branco, kilo.
Dito de manilha, idem.
Dito de Caizo, idem.
Crtks de ferro, nm.
Colheres de ferro, ama.
Cassarolas de ferro estanbado, kilo.
Ditas de ferro esmaltado, idem.
Chaleiras d. ferro estanbado, idem.
Ditas de ferro esmaltado, idem.
Oarritel de barqaioha, nm.
'Jamures, pelle.
Oadinhos de patente, differentes nmeros, um,
Catracas de diversas dimentoes, idem.
Ditas com manivella, dem.
Cal branca, litro.
Dita preta, idem.
Dita de Lisboa, idem.
Oita de Jsguaribe, idem.
Cadeados de ferro, am.'
Cera da trra, kilo.
Dita branca, dem.
Cimas asnee, idem.
Colla da Baha, 1* qualidade, idem.
Dita de pellica, idem.
Dita de pintura, idem.
^BBBB
Colheres de ferro para pedreiro, urna.
Compasaos de ferro, um.
Correia desolla siogells de Tuke, ama.
Dita de sola obrada de Tuke, idem.
Cobre em chapas, kilo.
Dito em barra, idem.
Diio em vergalho, dem.
Dito em folha para forro, idem.
Dito em vario, idem.
Dito em folha, idem.
Dito em lencol, dem.
Chumbo em lencol, idem.
Dito em barra, idem.
Chavea de fenda ou parafuso, urna.
Ditas inglesas, idem.
Cimento Portland, barrica, idem.
Carnauba em velas, kilo.
Cr, idem.
Cravos de ferro, eeoto.
Canos de chambo, kilo.
Caibros de qualidade, um.
Caldeiro de ferro estanhad?, kilo.
Cobertores de l, um.
Caderones bromeados SS, idem.
Cbinello de vaqueta para a enfermara, par.
Camisola de brim, urna.
D
Dedaes de repucho, am.
Damaec. de l, metro.
Diamante para cortar vidro, um.
Dobradicas de ferro r-foreadas do junta, compri
das, dequalqaer dim'osao, una.
Ditas de dito qu-dradas para machina, de qual
quer dimenso, idem.
Ditas de dito batido qoadradas, de qaalquer di-
menso, idem.
Ditas de lato, compridas, de janta com eizo do
mesmo metal, reforcdai, de qaalqaer dime
sao, idem.
Ditas de lato, compridas, de junta, com eizo do
mesmo metal, reorcadas de qaalqaer dimenso,
idem.
Ditas de dito compridas ou de junta com eiza do
mesmo metal, nao reforjadas, de qualquer di
menao, idem.
Ditas de dito qoadradas, reforcadas, de qaalquer
dimenso, idem.
Ditas de dito qaadradas, nao retorcidas, de qual-
quer diin-nsio, idem.
Ditas de dito quadradis refareadas, pira machi
na, de qualqu r dimenso, idem.
Ditas da ditos reforcadae para madeira, ideal.
Ditas de ferro, idem.
Dital de metal, idem.

Enzofre em p, kilo.
Dito em pedra, idem.
Espirito de viuh de 37 a 90 graos, litro.
Estanho em verguinba, kilo.
Dito em barra, dem.
Enxadas da ferro, urna.
Ditas de dito calcadas de apa, idem.
Enzs psra carapinaa ou doriteira, idem.
Ditas para ditos ou donteira, com cabo, idem.
Dita para carpioteiro, com cabo, dem.
Estopa da trra, kilo.
Dita de linho, idem.
Escpulas do ferro, idem.
Dita de lato, dem
Escalas mtricas, urna.
Escarradeiras de ferro, idem.
I Ditas de ferro agatba, idem.
Ditas de folha, iden.
Esquadro de ac, qaalquer dimenso, um.
Estopa de algodo, idem, kilo.
Dita inglesa, idem.
Eacovas de rame para tubos de caldeira, qual-
quer dimenso, urna.
Ditas de cabello, idem.
Ditas inginas, idem.
Ditas de rame, idem.
Espumaderas de folha, unu.
Esmeril em p, kilo.
W
Flele SS, metro. ,
Fio de vela de pnmeira qualidade, kilo.
Dito de aJgodao, idem.
Forquetas de ferro, urna.
Facas para cosioba, urna.
Frigideiras de ferro esmaltado, kilo.
Ditas de ferro estanhado, idem.
Fu il de folha, um.
Chareool, marca
X. XX, XXX,
fiMKEBflO
Bolsa csame retal
CSOTACOK9 OFFICIAE8 DA JONTA DOS COH-
RBCTORBS
Recife, 17 de Abril rf isas
Letras hypothecarias com juros a 974000 cao
ama.
Ditas ditas sem juros a 93*500 cada urna.
Cambio sobre Londres, 90 drv. 24 1(4 d. por 14,
4s> bfloev.
Dito sobre dito, vista, 24 d. por 1*000, de
banco. *
Na hora da bolsa
Venderam-ae :
30 letras bypothecarias com juros.
SO ditas sem juros.
.7 ditas idem.
i) i.reriaecte,
Augusto Pinto de Lemos.
O secretario.
Pedro Jos Pinte.
Movlmento Imncario
tiem, 17 DE ABRIL DB 1888
PftACA DO RECIFE
O movimeoto do mercado foi hoje quasi nollo.
Os bancos continaaram a saccar particularmen-
te a 24 1/4 d.
PRaQA DO RIO DE JANEIRO
Todos os bancos continuaran) a saccar a 24 3/8.
As tabellas ezpostaa aqu toram estas :
Oo Lohdoh Bahk :
Fio de cobre, kilo.
Folhas de Flandres gianfes,
X XX, XXX, csiza.
Ditas, ditas grandes K k-, marca
idem.
Ditas, dias pequeas K?ke, marca X, XX, XXX,
idem.
FormSes, um.
Pouces, ama.
Flor de enzofre, kilo.
Peses de ouro, idem.
Feltro secco, idem.
Fechos de ferro, qualquer dimenso, um.
Pechadoras de ferro para armarios e gavetas, qaal-
qaer dimenso, -ama.
Ditas de dito pan gavetas, duas linguetas e
duas voltea, qualquer dimenso, idem.
Ditas de dite de entalhar, para porto com ou cem
maeantas direiti oo esquerds, qualquer
dimenso, idem.
Ditas de dito de caixo psra porto com ou sem
maeantas direita cu etqaerda, qaalquer di-
menso, idem.
Ditas de dito com ferrolho para caizo, qaalquer
dimenso, idem.
Ditas de dito de bomba, qaalqaer dimenso,
idem.
Ditas de dito francesas, qaalquer dimenso,
idem.
Ditas de dito de embutir, de lanceta, qualquer di-
menso, idem.
Ditas de dito com trinco e macanta, qualquer di-
menso, idem.
Ditas de dito de tambor, qaalquer dimenso,
idem.
Ditas de dito de lancetas para portas de correr,
qaalqaer dimenso, idem.
Ditas de dito de agorja, com c sem canho, qual-
quer dimenso, idem.
Ditas de dito de broca, com metaes e chaves, at
0,i.20 G 080, idem.
Ditas de lato para armario e gavetas, com e sem
canho, qualquer dimenso, idem,
Ditas de dito de entalhar, pura portas, com maca-
neras de pao, vidro ou porcelana, a direita e a
esquerd i, qualquer dimenso, idem.
Ditas de dito de entalhar, para portas, sem maca
r.:is, qualquer dimenso, direita e esquvr-
da, idem.
Ditos de dito de caizo, para putas, com e sem
macitutlas, direita e esquerds, qualquer di-
menso, idem.
Dita de dito com maeantas de vidro ou porce-
lana, qualquer dimenso, idem.
Ditas de lato, para armaric e gavetas, com e sem
canho, qaalquer dimenso, idem.
Ditas de lato de entalhar, para prtas, com ma-
eantas de pao, vidro ou porcelana, i direita e
a e.querda, qualqu.r dimenso, idem.
Ditas de lato de entalhar, para portas, sem ma-
eantas, de qaalquer dimeneo, direita e es-
querds, idem. '
Ditas de lato, de caizo, para portas, esm cu sem
maeantas, direita e a esquerda, qualquer di
meoso, idem.
Ditas de lato com macauus de vidro ou porce-
lana, qualquer dimenso, idem.
Ditas de lato, de duas entradas, de 1 e i chaves,
qualquer dimenso, idem.
Ditas de lato, de embutir, com caixo, qualquer
dimenso, idem.
Ditas de lato, de embutir canastras, qualquer di-
menso, idem.
Ditas de lato com trincos e maeantas, qualquer
dimenso, .idem.
Ditas de lato de tamborete, qualquer dimenso,
idem.
ALGODO
Entradas
Bar cacas......2
Vapores......2
Vra-ferre deCaruar
Aniases.....
Via-ferrea de 8. Francisco
Via-forrea do Limoeiro.
Das
16
a 16
16
17
4 13
14
^nrnma
omdres.......
*STS.
tsJia........
ffemborgo......
Portugal......
iew-York......
Oo Ihtbuuciosai. :
Locares .......
Hom........
isain........
Ssjmbargo......
Lisboa e Porto......
Principis oidades d>. Portu-
gal........
pw-York......
Oo Emltrh Bisa :
iaaatsu-es.....
rVif.......
Italia........
'.lambnrgo .
Lisboa e Porto.....
fincif aes cidade de Porfu-
*J........
flfca dos Azores ....
Uta ?. Mudeira .
Jfaw-York......
W djv vista
24 1/8 23 7/8
394
490
221
39
398
494
223
2*090
S0 djv vista
24 1/8 23 7/8
394
49}
221
398
398
491
223
28
90
H) djp vista
24 i/8 23 7/8
394
490
.21
393
398
491
223
228
*31
228
^090
Cota^ao de assucar
BU 17 DB ABRIL DB 1888
A Associaco Commerctal Agrioola, registrou be
sjjroeos^baixo, pagos ao agricultor, por 15 kilos
Usina Pinto
(Monia Isabel. .
Tlttbina pulverisado.
Braneo 3.* boa .
8. regular .
Soeaenos ....
fcfaseavadj porgado .
broto. .
2*400 A 2*500
2*50J
2*000 a 2*200
2*100 a 2*300
1*800 a 1*900
1*600 a' (*70O
l*50d
1*200 a 1*260
*800 a 1*000
HmaNlo ha ectaco psra 03 assacares baixos
3 hmido..
t ot?ao de algadjt*
EM 17 DB ABRIL DB 1888
Nao constou transaeco algutna.
tradasi de aaraear e algodao
HEZ DB ABRIL
ASSUCAR
Entradas
Barcacas......
Ta-frrea ieCaruar. .
Asurases......
Via-ferrea de 8. Francisco .
tTM-'errca do Limoeiro .
Vapor despachado
Vsp. fr. Viile de Maraobo, para :
Babia : 1 caiza com borracha de mangabeira.
Rio de Janeiro: 250 saceos com assucar branco,
1.000 saccas com algodo e 25 pipas com agur-
dente.
8antoa : 2.200 saceos com assucar.
Carreg. diversos.
Havios despachados
Pat. port. Victoria, para : t
Porto: 400 saceos e 1 barrica com assucar
branco, 300 saceos com assucar mascavsdo,, 100
saccas com algodo, 126 coaros salgados, 500 sac-
cas com farioha de mandioc 2 caizoes com doce, *
1 sacca o 1 barrica com cat e 1/10 de pipa com
agurdente.
Carreg. diversos.
Barca sueca Mentor, para :
Russia : i.425 saccas com aigodo.
Carreg. J. H. Bourel).
Pauta da AsTandega
SUMABA DB 16 A 21 DB ABRIL DS 1888
(Vide o Diario de 15 de Abril
navios a carga
Barca noruegaense Tordeuskjold, para Bltico.
Barca portuguesa Ceres, para Lisboa e Porto.
Brigue nacional Prateres, Para o Porto.
Lugar bollandes ti.H. Leemhuis, para Rio Oran-
do do Sul.
Patacho sueco Almina. para Pelotas.
Vapor nacional Arlindo, para Rio Grande do Sul.
1%'avies a descarga
Barca noruega Fortuna, carvo.
Barca norneguense JEgire, tnadeirn.
Barca dinamarquesa Arma Qarp ,
ros.
Burea inglesa Ethel, bacalho.
Barca nacional Marianmnha, rarque.
Barca noruegaense Cito, carvio de pedra.
Brigue uorueguenae Leetch, earvo.
Escuna uacional Carolina, zarque.
Lugar Ingles Martha Percival, earvo.
Lugar americano Lew Erkmun, varios gneros.
Lugar naciooal Marinho Vil, vmhos.
Lugar ingles Bridesmaid, earvo.
Patacho nacional Rival, zarque.
Patacho portugu-z Fanny, vinho.
Patacho nacional Pelotense, zarque.
Dir portas, qualque
cu sem canbo,
Ditas de lato de lanceta
dimenso, idem.
Ditas de lato de agorja com
qaalquer dimemo, idem.
Ditas de ferro, idem.
Ditas de metal amarello, idea,
Ditas com maeantas (franeezae) idem.
Ditas de metal sortijas, idem.
Ferro em chapas BU, kilo.
Dito em vergalba.', idem.
Dito em barra BB, idem.
Dito em osntoneiras BB, idem.
Dito ingles em barra, idem.
Dito ingles em vsro, idem.
Dito iugler em lencol, idem.
8omma
Das Saceos
2 16 22.398
2 16 5 332
2 17 2.408
2 4 13 41.988
2 i 14 6.481
78.807
Impo.'taco
Vapor francs V.lle de Maranhao entrado do
Bavre e Lisboa, em 15 do corrouts e comiguado
a Auguste Libille, manifestad :
Carga do Havre
Agaa de flores de laranjeiras 10 caizas a Fran-
cisco Manoet-da Silva & C.
Agua mineral ama caiza ao Dr. Viveiro.
Amostras 2 volumes a diversos.
Batanea 1 a J. P. tontos.
Boo.'s 1 caiza a Antonio Jos Matta Guima-
res.
Batatas 100 meias caizas ao consignatario, 100
a 8ilva Guimarafl & C, 100 a Sol.? Ksuffmao
4C.
Chapeos 1 caixo a Adolpho A Ferro, 1 a Mala
lrmo, 1 a Christiani & C, 1 a Carvalho IrmSo,
1 Raphael Das & C.
Camisas 1 caiza a Agostinbo Santos & C.
Cachimbos 1 csiza a Gomes de Msttos Irmos,
1 a Manoel Collaco & C, 1 a Prente Vianna
4 C
Calcados 1 caizo a H. Nueach & C, 2 a Tho-
mas de Carvalho c* C, 1 a Paiva Oliveira & C.
Champanha 10 caizas a Ramos & C.
Couros 1 caizo a Jaeintbo Pacheco Pontee, 3 a
H. Nueach & C.
Capsula* 1 caiza a Miranda & Soun.
Drqgas 6 volumes a Faria 8obrinho & C, 3 a
Francisco Manoel da Silva & C.
Espelbos 1 caiza a Maia Sobrmho & C.
Formas de madeira 2 caivas a G. Laport & C.
Filtro 1 caiza a Ferreira Barbosa & C
Ferragens 1 caiza a Gomes de M&ttos limaos,
Saccas 10 a Oliveira Basto at C 1 a Albino Silva & C.
2.701 Galoehes 1 caiza a Thomas de Carvalho & C.
446 Galo s e espelhos 2 caizoes a H. Nocscb & C.
889 Instrumento de msica 1 caiza a Emilio lio-
5 308 berto.
1.721 Manteiga 35 barris e 60 meios ditos a Joaquim
2.255 D.iar e Si mus & C, 40 e 65 A ordem, 40 e 60 ao
consignatario, 15 e 20 a Joaquim Ferreira de Car*
13.323 valbo i C, 20 e 30 a Ferreira Rodrigues & C,
33 e 35 a Sunca Basto Ainorim Si C., 2 caizas a
Ueoerru. ia;ul. il a pava ValenU & C.
Mereadorias diversas o ,^^,oa a Eugenio Gon-
Calves Casco, 3 a Antooo Jos Maia se o., a
Amoritn Irmos 6r C-, 1 a A. D. L-ina, 6 a R. de
Drusiua A C, 14 a Prente Vianna l C 5 a Gui
maraes Cardos) 4 C, 2 a Maia e Silva & C, 1 a
Ribeiro 4 Almeida, 4 a Manoel Collaco & C-, 1 a
Netto Campos C, 5 a Ferreira Guimares 4 C,
5 a G. Laport 6t C, 7 a Rouquayrol Fr. res, 2 a
Nanei Fonseca & C, 2 a Manoel Isab lia 4 C, 2
a Oliveir Basto 4 C.
Massas alimentici.s 5 caizas a Goncalve Bosa
4 Fernandes.
Marroquim 2 caizas a Joo Ferreira 4 C.
Objectos para chapos de sol 1 caiza a Jos Fer-
reira & C.
Pxpel 1 caiza a Jos Nogueira de Soasa, 2 a
Carvalho & C.
I', i fumarias 1 caiza a M lia Sabrin'jo 6c C.
Piano 1 caixao a J. A. da S. Santos.
Pentes 1 caiza a Francisco Liuria 4 C., la
Nunes Fonseca 4 C.
Porcellana 1 barrica a Ddodato Torres & C.
Qucijos 22 caizas a Joaquim Ferreira de Car-
valho & C 12 a Goncalves liosa 4 Fernandes, 10
a Medeiros 4 Soares, 10 a Paiva Valente 4 C, 22
ordem. 11 a Domingos Ferreira da Silva 4 C.
Roupa 1 caiza a Narciso Maia & C, 1 a A. Lo-
duz.
Tecidos diversos 'jvolnmes a D. P. Wild 4 C-,
1 a Andrade Lopes 4 C, 1 a ,\. Fernandes 4 C,
3 a Bjrnet & C, la Cesar Lopes 4 C, 1 a Olinto
Jardim 4 C, 3 a Machado 4 Pereira, 8 a Rodri-
gues Lima & C, 2 a Narciso Maia 4 O, 2 or-
dem, 1 a Alberto Guimares 4 C 2 a Monhard
Hubcr 4 C, la Guimares Irmos & C ditos e
manequins 1 caiza a Francisco Garge! -x, lrmo.
Tintas 40 barricas a Faria Sobrino, j 4 C.
Vidros 1 caiza ordem, 6 a Bernardioo Duarte
Campos 6s C 16 a Francisco Manoel da Silva c
C, ditos para vidrie 60 caizas ordem.
V'-ibo 18 ciiz-is a branles 4 C.
VcUaa 8 caizas a JosVo F. rnaades <\-\ A'muida
30 ordem. 5 e 3 fardos a Domingos Ferreira da
Silva 4 O, 5 e 3 a Goncalves Rosa 4 Fernan-
des.
Carga de Lisboa
Albos 40 canast.as a Goedes de Arrojo & Fi-
Iho.
Cera 13 caizas ordem
Cominhos 5 saceos a S.uza Bastos Auooiim
4 C.
Ceblas 50 caizas a Silva Guiraaraes & C.
Ftrragens 3') volumes ordem, 15 a W. Halli-
day 4 C.
Palitos 2 caizoes a Jlo Fernandes de Almcida.
Rolbas 9 saceos a Francisco Manoel da Silva
4 C-, 2 a Soares do Ainaral Irmos.
Sordiahas 30 amarrados a Francisco R. Pinto
Guimares 4 C.
Vinbo 18 pipas e 10 barra a Victorino Silva
4 C, 8 c 10 ditos a Amorim Irmos II C, 14 barris
a branles 4 C, 2 a A. A. S. Res, 40 a Autonio
J. Matta Guimaros, 1 a Carlos Rb.llo 4 O, 14a
Manoel Gr. Leitc. 5 a Maia c Silva 4 O, a Net-
to Campos & U., 2 a PficeB Mendes & C, 1 H J.
Botelho au Amonai, 6 e 1 caiza a Raphael Das
4 C.
)ito ingles em cantn iro, iiem.
Dilo L.wmoor eW chapas, idem.
ito Lswmoor em barra, idem.
ito Lawmoor em verg.,lho. idem.
Uitp L wmcor em cantoaeirus, idem.
i;o Lawmoor em varo, idem.
Dito Lkwmoc-r em lencol, idem.
Uito da Suecia em barra, idem.
Dito da Suecia em vrgalho, idem.
Dito patente em barra, idem.
Dito patente em vergalho, idem.
Ditos.para arcos, idem.
Dito para grelhas, idem.
Dito zadres em chapas, idem.
Ferro gasa, idem.
Dito ingles em varo redondo 83, idem.
Dito ingles em varo quadrado, idem.
Dito da Suecia em varo redondo, idem.
Dito galtanisado em vares, kilo,
ruchiaa preta, idem.
Dita encarnada, dem.
Fechos pedreses, um.
Foles SS, idem.
Ferrolhos de metal amarello. idem.
Ditos de ferro 88, idem.
O
Ganchos de ialo, nm.
Ditos de ferro, idem.
Garlopes com f. rro, dem.
Goivas para calafatee, idem.
Ditss para carpiateircg, idem.
Grosas de co, idem.
Gazetas de algodo, k lo. i
Dita de linho, idem. '
Dita elstica patento, idem.
Dita patente, idem.
Gis em pedra, idem.
Gomma lacea clara, idem..
Gesso, idem,
Gadanhos de ferro, um.
G mma arbica em pedra, kilo.
Garfos para cosinha, um.
Dito de ferro, idem.
Gates com sapatilbo, idem.
Ditos singelos, idem.
Ditos dobrades, idem.
Graiza do Rio Grande em bezigas, k;lo.
H .
Hostias, urna.
f -
Kerosene, lata.
Ei
Liza de panno branco, urna.
Dita de papel, idem.
Dita de peize, dem.
Dita de vidro, idem.
Dita esmeril, idem.
Lubrificadores, um.
Linha alcatroada, kilo.
Dita de barca, idem.
Lato em rbapas para todas as dimences, idem.
Ditos em vergalboes, idem.
Dito em folba para ferros, idem.
Dito em lencol, idem. '
Limas inglesas quedradas de 0,101 a 0,550. du-
zia.
Ditas inglesas chatas 1(2 canna, speras e abas-
tardas de 0,101 a 0,550, dem.
Ditas inglesas paralellas bastardas, de 0,101 a
0,550, idem.
Ditas de 3 quinas bastardas e speras de 0,101 a
0,550, idem.
Ditas ionizas maurcas chatas 1(2 canna de 0,101
a 0,550 idem.
Ditas inglezas maurcas parallelas de 0,101, a 0,550
idem.
Dilas de quinas maurcas do autor P. Jachsoa de
9,100 X 0,02, 0.00 X 0,100 e 0,200 X 0,016
dem.
Ditas ameodoinas maurcas do mesmo autor de
0,100 X 0,009, 0,200 X 0,011 e 0,200 X 0,016
idem.
Ditas cyliudricas inaurcas do mesmo aolor 0,100
X 0,200, idem.
Ditas lancbeiras maurcas do mesmo autor de 0,250
X 1,125, idem.
Ditas curvas de 0,101 a 0,550, idem.
Ditas de 3 quinas do autor VV. Wales de 0,101 a
0,550, idem.
Ditas de 1|2 cannas chatas e bastsrdas do mesmo
autor, 0.101 a 0,550, idem.
Ditas parallelas maurcas e bastardas do mesmo
autor, 0,191 a 0,550, idem
Ditas speras do ueamo autor, de 0,101 a 0,550,
idem.
Ditas amendoeiras do mesmo autor de 0,101 a
0,550, idem.
Ditas de ac, urna.
Limat.'s ingleses qoadrados de 0,101 a 0,550,
dosis.
Ditos ingleses redondos de 0,101 a 0,550, idem.
Ditos cylindricos de 0,200, idem.
Lona da Russia, larga, metro.
Dita estreita, idem.
Dita inglesa, larga, idem.
Dita estreita, idem.
Dita de algodo nacional, idem.
Linternas de ptente, urna.
Lavatorios de ferro, um.
Lancol de brim, un.
Mealhar branco para gazeta, kilo.
Dito alcatroado, idem.
Merliin, kilo.
Moiobos para caf do Fry de 6, 8 10, 12, 14, 16,
18 e 20 kilos, nm.
Medidas de ftrro decimaes para ateos, jogo.
Medidas mtricas de folba, ttrno.
Morim, m tro.
Machado, um.
Malhos de ierro, idem.
Marteili de carpioteiro, idem.
Dito d Metal munis, kilo.
Metal papel, idem.
Dito em fita, dem..
Mordente, kilo.
Moiloes bronzeados idem.
Conservas 10 caizas ordem, 8 a H. Nu.-sc'i
4 C, 2 a R. de Drusina de C.
Calcado 1 caizo a Manoel de Barros Caval-
cante.
Chapeos 2 caizoes a C. Wacbsmann, 1 ordem,
1 a Augusto Fernandes, 4 a H. de Drusina & C,
1 a Maia lrmo & C.
Caudieiros I caiza a Asevedo & C.
Ccuroa 1 caizo a 1. P. Puntes, 1 ordem, 1 a
H. Nuesch & C, 1 a R de Drusina & O
Cartas para jogos 2 caizas a Gomes de Mattos
Irmos.
Droeas 5 voiumen a SV,ra Sobriat.o 4 C 4 a
A. M. Veras & C, 5 a Francisco Manoel da Silva
4 C., 5 a O. A. Vander Linden, 2 ordem.
Filtro caixa a Braga Sa.
Fio 1 fardo a Francisco Manoel da Silva 4 C, 1
a VV. Halliday & C
Frascos vasios G37 grades ordem.
Fogos da China 50 volumes i Joaquim Duarte
Simes & C.
Farinha de avea 2 barricas a G. Spieler.
Ferragens 1 volume a Manoel Collac 1 4 C, 2 a
Conrad Wachemann, 9 a Netto Campos 4 C, 2 a
Oliveira Basto 4 C, 1 a Parate Vianna & C, 1
a W. Halliday 4 C, 2 a Maia e Silva 4 C, 6 a
Ferreira Guimares 1 C, 2 a Albino Silva & O,
1 ao Jornal do Recife, 3 a Gomes de Mattos Ir-
mos, 2 a M. V. eves, 20 a Nones Fonseca
4 C.
Genebra 10 caizas a C. A. Vander Linden, 15 a
Joaquim Felippe e Aguiar, 20 ordem.
Instrumentos de msica 4 caizas a Antonio Jos
do Asevedo.
. Linha 1 caiza a Netto Campos 4 C, 4 a Prente
Vianna & C.
Louca 13 grades a Bernardino Duarte Campos
4 C., 177 a Jos de Macedo.
Luvas 1 caiza a Sslazar & C.
Lona 2 fardos a Rodrigues Lima & C.
Mereadorias diversas 19 volumes a R de Drusi-
Ocolos de alcance, am.
Oleo de linh&cu, k'lo.
Ocre, idem.
Ouro em pao, livro.
Ozido da ferro, kilo
Ps de ferro, ama.
Ditas de ferro com ponta, idem.
Ditas de aoo, idem.
Ditas de neo com ponta, idem.
Pedras de afiar; dem.
Ditas de amo'ar, idem.
Dita de rebo!o, dem.
Dita de moer tintas, idem-
Puchadorea de vidro e louca, idem.
f eneiras de rame do ferro galvanisado, idem.
Ditas de rame de leto, dem.
Ditas de cabello, idem. 1
Dita de rame, idem.
Dita de seda sim tampo, idem.
Pedra pome, kilo.
Dita podre, idem.
Plomtagina, idem.
Potassa em pedra, idem.
Pize da Sueei-, litro.
Pinceis escopeiros, am.
P3 preto, kilo.
Picaretas de i rro, urna.
Pas completa?, idem.
Pregos de cobre batido, kilo."
Ditos de cobre de embutir, idem.
Ditos de bronzo, idem
Ditcs de cobre para eiro, iJcm.
Ditos de cjbre de talhamar, idem.
Ditos de ferro para torro, idem.
Ditos de ferro de peso, idem.
Ditcs de ferro, grandes, cento.
Ditos de Ierro, pequeos, kilo.
Ditos batelliubos, idem.
Ditos de ferro, de batel grandes, dem.
Ditos de f.'rro, de batel pequeos, idem.
Ditos de Ierro, ripaes, idem.
Ditos estopares, dem.
Ditos lie rro, caibraes, idem.
Ditos de embocar, idem.
Ditos de ziuco, idem.
Ditcs de ferro galvanisado, idem.
Ditos de cobre ria], idem.
Ditos balrnazcs, idem
Ditos d: ferro, de costado, idem.
Ditos de coitados, galvanisados, idem.
D.tas de c-jbre, de batel, idem.
Ditos de c-bre de costado, idem.
Ditos de cobre para forro, idem.
Ditos de ferro, de gaarnico, idem.
Ditos franceses, idem.
Ditos de ferro, de assoalbo, cento.
Ditos cabrea de porcelana, am.
Ditos cbeos doarrda, idem.
Puncoes, idim.
Parafusos de ferro com porcas, qualquer dimen-
co, idem.
Ditos de porcas com esp lhos, idem.
Ditos de ferro de cabeca chata, difiereates dimen-
soes, grosa.
Ditos de ferro, cabeca redonda, diffareutes dimen-
toes, idem.
Ditos de lato do cabeca chata, diferentes dimen-
soes, idem.
Ditos SS, nm.
Ditos de metal auurello, idem.
Pinceis de m-.lta, idem.
Ditos de seda, idem.
Pratos fundos de ferro, agatba, idem.
Ditos de ditos travssos, idem.
Ditos de dito estanbados, idem.
Ditos de dito esmaltado, idem.
Ditos de" folha, idem.
Piassava, kilo.
Pbar -s para topes, um.
Dito para os lados, verde e encarnado, idem.
Pannos par* mesa,metro.
Pucaro de tolhs, um.
Prato travesea de t.lha, idem..
Dito redondo de folha, idem.
Pelle fie carneiro preparad, ama.
11
Remos de taia SS, metro.
Rebote de ferro galvani.-ado, kilo.
34 aspss de ferro, urna.
Rouge, kilo.
Rxo re, id'.m.
Ratoeiras, urna. \

H,
paa
Folbaa de louro 4 sacras.
Passas 2 caizas e 20 fardos.
Toucinho 20 barris.
Vioh) 55 barris e 60 caizas a Domingos Fer-
reira da Silva 4 C, 13 barris a L. Fe i j de Mello.
para cumian-. cento.
S
bapatilbos de ferro, um.
Ditos de bronse, idem.
Ditos de metal, idem.
Seztante, idem.
8a bao em pao, kilo.
Sebo em veLs, idem.
Dito coado, idem.
Steannas em velas, idem.
Ditas em archotea, idem.
Sondurezs, idem.
Serrote para cortar carne, am.
Sola inglesa, kilo.
Dita da trra, idem.
Suogue de drEgo, idem.
Scente d'e zmeo, idem.
Dito de chumbo, idem.
Sida forte, idem.
Sndalo, idem.
Seccante de ouro, idem.
Safras de ferro calcadas, urna.
Tesouras para eortar metal, ama.
Torm s de ferro de bancada, kilo.
Tornos de meas, um.
Tornos pequeos de mo, idem.
Torquezes, urna.
Traaos du rosca de todas as dimencoes, idem.
Ditos de colber de toJaa as dimensoes, idem.
Trena mtrica, idem.
Tubos de ferro, idem.
Ditos de ferro para caldeiras, idem.
Ditos df ferro para eBtaes de caldeiras, idem.
Ditos de lato para estaea de caldeiras, idem.
Ditos de cobre, idem.
Ditos de chambo, idem.
Ditcs de metal, idem.
Ditos de borracha, idem.
Telhas de zinco SS, urna.
Tijoilos ingleses, .
Tachas de bomba, kilo.
Ditas de sinco, idem.
Ditas de cobre, idem.
Ditas de ferro, idem.
Trincal, idem.
Terra de sene erna e queimada, idem.
Tubos de tintas, francesas, bisuagas, am.
Tinta azul ultramarina, kilo.
Dita amarella preparada, idem.
Dita branca de zinco, idem.
D.ta branca de chumbo, idem.
.
Kecebedurla provincial
Do dia 2 a 16 9:3954
Id'.m de 17 5921494
Vapor allemao Uruguay, entrado e Hambarg* 9
Liabda em 16 do co.-rente e consignado a Borst 1-
mann de C, maniteston :
Carga de HambOrgo
ALatro 20 barris ordem.
Agaa minjral 3 caizas ordem, 21 a Sulier
Kiuffmon fe C 7 cestas a A. M. Veras 4 C.
Amostras 21 volumes diversos.
Arros 50 saceos a Joaquim Ferreira de Carva-
lho Si C.
Bitter 5 caizas i ordem.
Brinquedos 3 cairas a Antonio Jos de Asevedo
1 a J. P. Pontea. '
BofSes 1 caiza a Prente Vianna 4 C, 2 a An-
tonio Duarte Carneiro Vianna.
Cerveja 50 caizas a R. de Drusina 4 C, 30 a C.
A. Vander Linden. 30 a Joo Fernandea de Al-
meida, 21 a H. Nuescb 4 C, 90 e 20 barris or-
dem.
Capsulas para garrafal 1 caiza orden.
na 4 C, 22 a T. Josr, 3 a Manoel g ,Jlac) & O, 4
a Manoel Joaquim Ribeiro C, 14 a C. Wachs-
mann, 2 a Netto Campos & C, 1 a Carvalho lrmo
fe C., 3 a Raphael Das fe C, 1 a Oliveira Bastos
& C, 14 a ordum, 1 a Affooso Oliveira 4 C, 9 a
P. Vianna.& C, 2 a Francisco Mauo.l da Silva
4 C, 7 a Antonio Duarte Carneiro Vianua, 1 a
Christiani & O, 4 a Maia e Silva 4 C, 2 a Anto-
nio Jos du Azevedo, 4 a Eugenio Samico, 1 a
Gomes de Mattos Irmos, 2 a Guimares Cardoso
4 C, 1 a W. Halliday 4 C, 3 a Nones Fonseca
Machinismos 4 volumes ao Jornal do Recife.
Machinas 3 caizas ordem, 3 a H. Nuesch &
C. Ditas de costura 8 caizas a Prente Vianna
< C-, 21 ordem, 15 a Gomes de Mattos Irmos.
Movis 9 caixas a Samuel P. Jobngton & C.
Oleo 5 barris a Francisco Manoel da Silva 4 C
Objectos para litbographia 2 caizas a Fran-
cisco H. Caris.
Papello 2 fardos a Augusto Fernandes.
Pertences para machinas 7 volumes ordem.
Pinceis 1 caiza a Prente Vianna 4 C.
Pintara 5 caizas a Antonio P. de Soaza Soa-
res.
Papel 27 fardos ordem, 11 a Costa Lima 4
C, 2 a A. M. Veras Si C i a Eugenio Samico, 7
caixas a Maia e Silva di C, 11 ordem. Dito de
embrulho 333 pacotes a ordem.
Piano 1 caizo a Prealle & C, 1 ordem.
Pimenta preta 30 saceos ordem, 20 a Joaquim
Daarte Simoes 4 C.
Pregrs 50 barrieas a Ferreira Guimares 4 C.
Phoephoroa 30 caizoes ordem, 20 a Joaquim
Duarte Siaes 4 C.
Parafina 20 caizas a C. Fernandes 4 C
Presunto 1 diz ordem.
Perfumaras 1 cuiza a M. V. Neves & C.
Rolh'is 1 sacco ordem.
Tecidos diversos 1- volme a Frederico 4 C, 2
a D. P. Wild fe C, 3 a Olinto Jardim 4 O., 51
ordem, 6 a Machado < Pereira, 4 a A. Vieira &
C, 2 a Alves de Brto 4 C, 5 a Francisco de Ase-
vedo & C, 1 a Joaquim Agostinho & C, 1 a Cou-
to Santos 4 C, 4 a Bernet & C.
Tinta 2 caizas ordem, 12 a Francisco Manoel
ds Silva C. '
Vellas 6 caizas a Costa Lima & C, 20 a Joa-
quim Daarte Simos 4 C
Vidros 3 barricas a Alfonso Oliveira 4 O, 10
ditas e 3 caizas ordem, 3 caizas a A. M. Veras
4 C, 7 a Francisco Manoel da Silva 4 C, 3 a
Prente Vianna 4 C.
Carga de Lisboa
Aseitnas i caiza a Domingos Ferreira da Sil-
va 4 C.
Alpiste 15 sacos.
Ceblas 10 caizas.
ConserTss 12 ditas.
Exportado
UCm 16 DB ABBIL DB 1888
fara o exterior
No vapor alleruo Uruguay, carregaram :
Para Hamburg i, H. Nuesch 4 C 1,084 eouro
salgados com 13,003 kilos.
- N irarea portuguesa Ceres, carregou :
Para Lisboa, S. G. do Brto 1,951 couros salga-
dos com 23,412 kilos.
No brigue nacional Prozeres, carregaram :
Para o Porto, M. M. Ribeiro 2 caizas com 120
kilos de doce ; S. B. Amorm fe C. 100 saccas
com 8,682 kilos de algodo ; Julio Azevedo 4 C.
4 caizas com plantas vivas.
Para o interior
i No vapor nacional Arlindo, carregaram :
Para Rio Grande do Sal, E. Barbosa 200 saceos
com 15.000 kilos de assucar branco e 25 ditos com
1,875 ditos de dito mascavado; P. Pinto & C. 15
pipas com 7,200 litros de agurdente.
Para Porto-Alegre, P. Pinto & C. 10 pipas com
4,800 litros de agurdente.
Para Pelotas, P. Pinto 4 C. 10 pipas com 4,800
litros de agurdente ; E. Barbosa 250 saceos com
18,750 kilos de assucar, branco e 25 ditos com
1.875 ditos de dito mascavado.
No vapor francez Ville de Maranhao, car-
regaram :
Para Santos, F. Vieira 32 saceos com 1,920
kilos de assucar branco e 968 ditos com 58,080
ditos de dito mascavado ; Burle 4 C. 200 saceos
com 12,000 kilos de assacar branco e 600 ditos
com 30.000 ditos de dito mascavado ; J. J. Mo-
reira 550 saceos com 33,000 kilos de aaaucar
branco e 250 ditos com 15,000 ditos de dito mas-
cavado ; E. C. Beltro 4 lrmo 400 saceos com
21.000 kilos de assacar mascavado.
Para Rio de Janeiro, H. Burle 4 C. 500 aaccas
com 35,390 kilos de algodo ; Burle & C. 25u
saceos com 15,000 kilos de aaaucar branco; Amo
rim Irmos & C. 25 pipas com 12,000 litros de
agurdente.
No vapor allemo Uruguay, carregaram :
Para Rio de Janeiro, J. J. Alves 4 C. 1 barrica
com 50 kilos de doce.
No vapor nacional Pernamduco, carrega-
ram :
Para Manos, P. Pinto & C. 51 caacos com
5,040 litros de agurdente.
Para Para, S. G. ds Brto 154 barricas com
7,510 kilos de assacar branco.
Beclfe iiralnase
i>e"dia 2 a 16 8:727*478
dem da 17 7154'35
9; 902iOiO
9:ii3t213
Mercado Haniclpal de 9. los
O movimento deste Mercado uo dia 16 de
Abril foi o seguate :
Entraram :
28 bois pesando 4,279 kilos, sendo de Olivei-
ra Castro 4 C, 23 de 1, e 5 de parti-
salares.
156 kilos de peize a 20 ris 34120
130 cargas de farinha a 200 ris 364200
23 ditas de fructas diversas a
300 rs. 64900
10 taboleiros a 200 ris 24090
11 Sainos a 200 ris 24200
10 Matatos com legames a 200
ris 24000
Foram oceupados :
26 columnas a 600 ris 154600
i E-icriptorio 300
20 compartimentos de farinha a
500 ris. 104000
25 ditos de comida a 500 ris 124500
85 ditos de legames a 400 ris 344000
17 ditos de sainos a 700 ris 114900
10 ditos de tressaras a 600 ris 64000
10 talhos a 2* 204000
2 ditos a 14 24000
A Oliveira Castro 4 C.:
54 talhos a U 544000
2034520
iendim'.nto dos das 1 15 do cor-
rento 2:9384360 a -
Dinhelro
BBCBBIDO
Pelj vap. nac. 'Espirito-Santo, do norte, para;
Consol de Italia 12 6314000
London & Brasilian Baok 8.9/24460
Englisb Bank of Rio do Janeiro 6 50 '4000
Paiva 4 Valente 2.0004000
Francisco Manoel ds Silva 4 C. 1.6434000
Maia Reaende 4 C. 1.0004000
Carlos L;urene) Gomes 4 C. 400*000
Pelo vap. nac. Pcrnambncoa, do sal, para :
1 Antonio Augusto dos Santos Porto 10.0004000
*Martins Fiusa & C. 6.0004000
Bartbolomea & C. 5004000
Rendimeutes pblicos
MBS DB ABBTT,
AWandeya
Renda per;
o dia 2 a 16
dem Je 17
Keuda provinoa;
Do dia 2 a 16
Idee de 17
530:7451149
36; 8224626
J4:089U54
41801306
Foi arrecadado liquido et noje 3:1464880
Precos do dia :
Carne verde de 360 & 400 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris idem.
Sumos de 560 a 640 ris idem.
Farinha de 280 a 320 ris a cuia.
Viilho de 280 a 320 ris idem
f cijo de 640 a 14000 ris idem. .
Matad4riiro publico
Foram abatidas no Matadooro da Cabanga S3
rszes para o consumo do dia do boje.
Sendo: 63 rezes perteacentes a Oliveira Castro
& O, e 23 a diversos.
567:5674775
68.2694460
Sornmi total
eeoao ds Alfandegs,
635:8374235
17 de Abril
Segunda
de 1888.
O theaonreiroFlorencio Dominque*.
O chefe da seocao Cicero B de Me'Jo,
sVeceaeslorla geral
Oo din 2 a 16 20:0174905
dem de 17 2:3*64325
-':2394230
llovliuento do porto
Navios entradas no dia 17 de Abril
Rio de Janeiro e escala7 das, vapor nacional
Petnambuco de 1999 toneladas, coroman-
dante Francisco Antouio de Almeida, equipa-
fem 60, earga varics gneros ; ao Visconde de
taqni do Norte.
Cabo de B* Esporanca23 dias, lugar inglez
Brasil >, de 344 toneladas, capito H. Da-
viaon, equipagem 8, em lastro ; a N. J. Lidi-
tone.
Rio de Janeiro28 dias, corveta braaileira Al-
mirante Barrosa de 2057 toneladas, comman-
dante capito-tenente Henrique Pinheiro Que-
des, equipagem 270, carga munico de guerra.
Aracaj e escala8 dias, vapor nacional Man-
daba, a de 222 toneladas, commandante Alcidea
Moraes de Albuqaerqae, equipagem 17, carga
varios gneros; a Ccmpanhia Pernambueans.
West Hartlepool (Ioglaterra) 49 das, barca no-
raeguense Clio de 271 todeladas, espitas B.
Cbiistiansen, equipagem 8, carga earvo de pe.
dra; ordem.
Navios sonidos no mesmo ata
Santos e escala Vapor allemo Uruguay ,
commandante H. Mablman, carga vanos gene-
Santos e escala-Vapor francs Ville de Mara-
nhao, commandante E. Breant, carga varios
Sanmartn (Aothasl-Patacho ingles Arriel ,
capito VV. H Tocker, em lastro.
RossiaBarca sueca Mentor capito E. Pehrs-
gren, carga algodo.
galtoiBrigae allemo J. Q. Piohte capito
H. Gruoboft; carga varios generes.


JB O


i
mam

iario de Pernambncoftosrta-feira 18 de Abril de 1888
Dita palh, id m.
Dita preta preparada, dem.
Dita verde preparad, id;m-
Dita encarnada preparada, idim.
Dita atul preparada, ideui.
Dita roxo trra, i icin.
Tijoloo de alveuaria grossa, milneiro
Ditas de tapamento, ideen.
Ditot de ladrilho, idem.
Telhis de alvenaria, ideen.
Torneiras de estanho n. 1 a 10, urna.
Ditas de metal curvas, idem.
Torcidas francesas, metro.
Terrio de ferro, agatha, urna.
Dita de folba, idem.
Traveiseiros de eapim 00 de crina, na.
Ditos de palha, idem.
Vidros corvos para phar :s, brancos e encarnados
oro.
Vidros de vidraca branc03 e de cores, idem.
Vaasjuras de piasaava com c-bo, idem.
Verromae de roscas para calafate, idem.
Vernii branco de boneca, kilo.
Dito de colhor, idem.
Dita branco francs, oncarpado, idem.
Dito amareilo, idem.
Dito de pincel branco e preto, vidros grandes.
Dito de qoeimar nos, kilo.
Dito de alambre, idem.
Dit> branco e prrto de S. Freir, vidro grande.
Dito eeccativo inglez, kilo.
Dito copal, idem
Dito metalice, idem.
Dito crystal, idem.
Dito Br.t Blank Japn, lata.
Dito Bert Weamirag, idem.
Verde Pariz, k'lo.
Vernis de coaltar, idem.
Verde composto, idem.
Dito nativo, idem.
Verde francs, idem.
Vermelb&o da China, idem.
Vidros para vidracas de 0.0020 0,004, uro.
Ditos inglexes de O.O020, 0.005, idem.
Dito da B hiroia, idem.
Ditos lavrados, idem.
Ditos estrellados, idem.
Ditos de c>rt 3 lisos, idem.
Ditos decores carvos, id m.
Ditas opacos, idem.
Ditcs pura eepelbos, idem.
Ditos mnsselina, idem.
Ditos redondos para vigas, idem.
E
Zarcao, k;lo.
Zinco em barra, idem.
Zinco em folba, idem.
Zinco estampado, idem.
Uadeiras
Pinbo americano
Prefo do metro correte de cada taboa de lar-
gara nSo inferior a 0,225 e das seguintes capessu-
ras : 0,120,019, 0 025, 0.037, 0,050.
Pinbo d. Suecia
Preco do metro crrente de cada taboa de lar-
gura nao inferior a 0,225 e das sesuintes espessu-
ras : 0,120,019, 0,025, 0,037, 0,050, 0,075.
Pinho deriga
Preco do metro correte de cada tabas de lar-
gura nao interior a 0,225 e das seguintes espessu-
ras : 0,120,019, 0,025, 0,< 37, 0,050.
Liuro, pao carga, amarello e cedro
Preco de cada urna taboa das espessuras de 0,01,
0,120,019, 0,025, 0,037, 0.050, 0.075, cornos tres
comprim ntos de 5.28, G, 6,16.
Cedro da Babia
Preco de cada urna tub a com 10 metros de com-
primen to : de 0,019 de esptasura e 0,35 de largu-
ra ; 0,019 Je espessara e 0,045 de largara ; 0,025
de eepessura e 0,035 de largara, 0,025 de espessa-
ra e 0,45 de lergura.
Pranehpes de cedro, pao decarga, louro e amarello
Prer;o de cada um de largura nao inferior a
0,1, den, 2 e 3 cortados e de 5,2, 6 e 6,2 de
comprimento.
Pranchoes de sicupira, peroba e cedro da Babia
Preco de cada um de largara nao inferior a 0,m4,
da 1, 2 e 3 costados e de 10, 12 e 15 metros de
comprimento.
Tin ves de madeira de qualidade
Preco de cada urna com o comprimento de 4,5,
jm) 6, 7^ 8a>30 e de 0,22, 0,24e 0,26 de largura
om cada ama das faces. Ficando ao Arsenal o
direito do pedir travs de qualquer das seguintes
madeiras: peque-marfim, guarab, corceo de ne-
fro, louro, imbiriba preta, sapacorana, maesaran-
uba e sicopirti.
Llames de sicopira e de j .queira para embarca-
(oes miadas, preoo de eada um.
Paos curvos de sic apira para roda de proa e co-
raes de navios, preco de cada um.
Corvas de sicopira para cadaates de navios, pre-
0 de cada um.'.
Vigas de sicopira de 15,m25 e 18,30 de compri-
mento, e de 0,30 e 0,35 de largura em cada urna
das quatro fie a. preco de cadw urna.
Enchams de madeira de qualidade de 4,4 e 6,6
de comprimento e de 0,1 e 0,15 de largura em
cada ama das quatro faces, preco de cada um
Toros de Jacaranda de 0,15 e 0,22 de dimetro,
preco por metro corrento ou decmetros cbicos.
Toros de janipabo que nSo tenha nos de 2,64 e
3,52 de comprimento e de 0,22 e 0,25 de dimetro
no topo mais grosso, preco de cada um.
Condicoes do contracto
Aviso de 29 de Julho de 1882:
Ia Os artigos sero de prime ira qualidade e for-
uecidos as quantidades pedidas, aviso sis 30 de
Junbo de 1874.
- 2a As entregas serSo feitas pelos mesaos forne-
cedores no prasj de tres dias ou antes, a contar da
data do despacho para o f jrnecimento dos artigos
nos termos do art. 43 do dec. e reg. n. 4364 de
15 de Maio de 1869.
3' Os artigos ficam snjeitos a approvacio ou re-
provacSo dos peritos competentes, dec. n. 4532 A
de 30 de Junbo de 1870.
4a Os fornecedores pagaro as multas de 10 0/0
do valor dos 'artigos no caso de demora as entre-
gas e de 20 0/0 nos de falta de entrega ou regei-
cao por roa qualidade, iodemnissndo neste caso a
Fazenda Nacional da differenca que se der entre
os precos ajustados e es p r que forein comprados
os gneros nao fornecidos ou regeitados, salvo se
estes forero immedintamente substituidos por cu-
tres da qualidade extractada, aviso de 30 de Mar-
ro de 1864.
5a Os pagamentos das importancias destes for-
necimentos se rao fetos pela Thesiuraria de Fa-
zenda no prazo de 30 dias contados da data dos
fornecimentoB que os mesm s fornecedores obtlve-
rem para eese fim depois de satisfeito o sello pro-
procional, na conformidade dos arte. 1 e 2 do dec.
e regulamento n. 7540 de 15 de Novembro de
1879.
Observares
Ia Nenhuma proposta poder ser recebida sem
que o proponente nella declare que se sujeita a
malta de 5 0/0 no valor provavel do fornecimento
daqnelle tempo, se nao comparecer na secretaria
par assignar o contracto de qualquer artigo q e
for preferido, no prazo de tres dias contados
daquell em que fon m notificados pela imprensa
como determina o aviso de 29 de Desembro de
1874.
2a Nao serao aceitas as propostas que nao vie-
rem acompanhadas dos documentos que compro-
vem ter pago como negociante estabelecido o im-
posto da casa commercial, relativo ao ultimo se-
metre vencido, bem como certido de contracto,
quando for firma commercial e fiador idneo que
se responsabilise pelo pagamento da multas em que
possa incorror, dispensando-se o serem os propo-
nentes negociantes matriculados, tudo de accordo
com os i* e 2* do art. 18 do decreto n. 7685 de
6 de Marco de 1887 e o aviso do Ministerio da
Uariohi de 15 de Feverciro de 1886.
As propostas devem ser acompanbadas de amos-
tras de tolos os artigos que mencionaren) cojio
determina o % 1 do art. 1110 da ordenanca da ar-
mada, de 24 de Setembro de 1873.
4a Nao serio aceitas as propostas que apresenta-
rem artigos nos tornecimentos di rieren tes dos que
constituir o ramo de negocio do proponente na con-
formidade dos avisos de 3 de Julho de 1884 e 15
da Fevereiro de 1886
5* Nenbama proposta ser recebida sem que o
r.roponente n'ella declare por extenso sem claro al-
gara, eiionda, entrelinha ou rasara o preco de
cada objecto, conforme o aviso de 5 de Setembro
de 1879.
6* E' expressamente prohibido usar do antigo
systema de pesos e medidas, decreto n. 5089 de 8
de Setembro de 1872.
7a No caso de apresentar-se urna e proposta
para fornecimento de qualquer artigo, co ser
recebida, visto nao constituir concurrencia na for-
ma, dos avisos de 9 de Janeiro de 1879, de 4 de
Agosto e 9 de Desembro de 1886.
8a Neiiham contracto ser feita com commer-
ciante, ou quaesquer entras pessoas que tivorem
rendido artigos variados ou procurar foraeeer
qualidades ou quantidadei interiores as cont-rac-
tad.s, decretan. 2108 de 20 de Fevereiro de IW
apreeentadaa al
de
atiin
9a As habilita<;o.is devem ser
avesperado diado canseiho, acompanhidas
rcq'ierimentodingidja. Ulan r. impeotor,
deque este aprecie te o proponente sta oania na
casa de ser aceito. ,, j
10*. Nao se receber proposta alguma dep.is do
da e har designados ueste aonuuoio.
II. oTorufeedores ficarao obrigados, NH se
torne Wciso, a continuar com oi^o^moto por
mais 60 dias, alm do prazo estabelecido, sem qu=
Pr isso Ibes d direito .proro^acao do contracto,
egun lo o aviso de 8 de Janeiro de 1!
Jaspeecao do Arsenal de Marinha
baco,T4 de A^ril de 1888.
O secretario,
Antn o da Silva Ateordo.
de Poroain-
Correio gral
Malas a expedir-te hoje
Pelo vapor Pernambuco, esta admiuistracao
expede malas para os D-rtos do norte, recebendo
impressos e objeclos a registrar at 2 horas da
tarde e cartas ordinarias at 3 horas ou 3 |2 com
porie duplo. _
AdaviaUnoSo dos con-eioc da Pe. .i.".; u\; x. I-
de Abril de 18880 atfassniftrxk,
Affotwo do Reg Barrot.
Thesouro Provincial
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector desta re-
particao, faco publico que no dia 18 do corrente
mes paga-ee j, seguinte classe :
Prolessores de Ia entrais, cara relaco ao
mez de Marco fiado.
Pagadoria- do Thesouro Provincial de Pernam-
buco, em 17 de Abril de 1888.
O escrivao,
Silviaa Antonio Rodrigues.
Assoc m te FuccioDirioi Pro-
Havendo o Illm. Sr. presidente desta associa-
cao convocada nos termas dos estatutos urna ses-
so extraordinaria da assembl* geral para o dia
19 do corrente, is 5 1|2 horas da tarde, afirn de
tratar se do julgamento das processes de algn j
senhores associadoe, de ordem do mesmo Sr. pre-
sidente, convido os senhores socios a comparece-
rem a referida cessao
Secretaria da AssociacSo, 17 de Abril de 1888.
O l* secietario,
A. dos Au'ye.

l l
f 3 (".- reunido numero c.**::c ;:;.
ccustitui-Bc aanembla geral extraordinaria desta
eompanbia, eanvocada pela primeira e segunda
vez, por isso convidamos na forma da le para a
tercera rcuoio, que ter lugar com qua'quer uu
mero de associadoe, as 11 horas do dia 23 do cor-
rente, no salo da Associacao Commercial Bene-
ficente, sfim de se tratar da approvacio dos novos
estatutos. Recife, 17 de Abril de 1888.
O presidente de assembla geral,
Manoel Joaa de Amorim.
O 1* secretario,
Jos Eustaquio F. Jacobina.
Mito Aiclioloii e Googrt-
Quinta-feira, 19 do corente, a hora do costme,
ha vera sesso ordinaria.
Secretaria do Instituto, 17 de Abril de 1888.
Baptista Regueira
! secretariu. .
Vaccinafao
Dj ordem do Illm. Sr. Dr. laspectar de bygie-
ne, se fas publico que nesta reparti^o, ra do
Barao da Victoria n. 32, se contina a praticar a
vaccina$io e revaccinaclo, as quartae-feiras e
sabbados, de 11 hars da manha ae meio-dia,
achando-se anda a testa deste servicc o membro
da Inspectora Dr. Francisca de Paula Soares,
que para tal fim acaba de fazer acquisicla de ex-
celente lympha.
Inspectora de bygieoe, 14 de Abril de 1888.
O secretario,
Jost Obim.".-. ta Silva Daare.
Estrada
Recle
Carnar
De ordem do Illm. Sr. director engenheiro che-
fe, faca publico que a cantar do dia 25 do corre-
te, fica alterado o horario dos trens 8. 3 e M. 2 da
frma seguinte.
DIAS UTEIS
Kttafde
S. 3.
Recife...
Tigipi..
Jaboaiao.
Ck+adu
Partid*
Tarde
4.58
5.15
4.40
5.00
M. 2.
Victoria..
Tapera...
Morenos..
JabaatAo.
Tigipi..
Rrcite...
Manba
S.66
I.SO
7.55
8.19
8.40
C.25
7.00
7.30
8.00
8.2
Conselho de compras da r?par
tica de Marinha
Supprimento de vveres aos navios de guerra,
tundeados no parto desta capital e as dependen-
cias desta Arsenal, durante o semestre de 1 de
.luira a 31 de Desambro do 1888.
De srdem do I lm. Sr. capit&o de fragata Ma-
no* 1 d'Araojo Cartea, inspector interino deste Ar-
senal e capito do parto desta provincia, faca pu-
blico que no dia 25 do orrente, s 11 boras da
maubS, se recebe propostas para o fornecimento
dos artigos abaixo declarados ; nao podendo ser
aceita propasta alguma que nao contcnba todos os
artigos annuncia-dos, com exaepcao de pao e carne,
que serio propostas distinctos.
A propasta da carne verde dever contar a de-
elpracao de ser o genero fornecida nao tendo mais
de um quinto de peso em osso, para as diversas
dependencias e sem osso para a enfertnaria de ma-
rinha :
Fi'ftre
Agurdente, preoa por litro.
Arros, idem por kilo.
Assucar grosso, dem por kilo.
Aceite doce para comida, idem por litro.
Azeite de coco, idem.
Aceite para luz, idem.
Alto, artillo.
Aletria, idem por k'lo.
Ararnta, idem.
Boi viva inclusive o pasto, um.
Batatas inglesas, idem par k la.
Bolacha, idem.
Bacalbo ou peix: salgado, idem.
Bolacbinha, idem.
Caf em grao, idem.
Carne seces, idem.
Carne em conserva, idem.
Carne de porco salgada, idem.
Carne verde, idem.
Canscrvas picantes nacion&es (piscles), idem.
Caf moido, idem.
Cb verde, idem.
Chi preto, idem.
Cangicu, idem por litro.
Cervej* Ouines, idem.
Chocolate, k-'lo.
Cognac, litro.
Gouscrvus de gallinha, e carne"de earneiro, de
carne de vacca, kilo.
Extracto de carne, idem.
Ervilh-ts seccas, idem por kilo.
Farinua de mandioca, idem por litro.
Fub de milba, idem por kilo.
Fcija preto ou rrulatinho, idem por litro.
Legumes conservados ou julianas, idem por kilo.
(aliona, urna.
Gela de marmello, kilo.
Goiabada, idem.
Leite condensado, litro.
Manteiga inglesa, idem por kilo.
Matte em folba, dem.
Milba, idem.
PSo, idea.
Pcptc.i Catillou ou caira, idem.
V cijo de Hollanda, idem.
Bspswora de melado, goiabada ou marmelada, ou
outros doees, iderj.
Sal, prego por littro.
Sabo, precio por kilo.
Toucinho de Lisboa, ou Santos, idem.
Tapioca, idem.
Vinagre de Lisboa, dem por litro.
Vinbo de Lisboa e Bordeaux ou anlogo, idem.
Vinho velbo do AltoDooro, dem.
Dietas extraordinaria
Cerveja preta ou branca, nacional ou cstrangeira
litro.
Carne de porco, kilo.
Dita de vitelo, idem.
Dita de earneiro, idem.
Charuto, um.
Cigarros, masso.
Frango, urna.
Filhote de pamba, um.
Grelra (fructas e gallinh) kilo.
Leite, litro.
M r melad a, kilo.
Maca, urna.
Ovos, dosis.
Pao de lot, kilo.
Pao secco, kilo.
i'eras, urna.
Rap, kilo.
Sag, kilo.
Uvas, kilo.
Vinho do Porto, garrafa.
Vinho Collares e Figueira, litro.
Condico.s do contracto
Aviso de 29 de Jolha de 1882.
Ia Os gneros sero de primeira qualidade e
fornecidos as quantidades pedidas, aviso de 30
de Junbo de 1874.
2a As entregas serla feitas pelos meamos for-
- da data do despacho para o fornecimento dos g-
neros nos termos do artigo 43 do decreto e regu
lamento n. 4,364 de 15 de Maio de 1869.
3a Os gneros ficam snjeitos approvacSo ou
reprovacao dos peritos competentes, decreto n.
4,532 A de 30 de Junbo de 1870.
4a Os fornecedores pagaro as maltas de 10 por
cento do valor dos gneros no caso de demora as
entregas e de 20 por cento nos de falta de entrega
oo rejeico por m qualidade indemnisando neste
caso a fazenda nacional da difierenc* que se der
entre os precas ajustados e os porque forera com
prados oa gneros nao fornecidos ou rejeitados,
salvo se estes form immediatamente subsUtnidoa
por outros de qualidade contrastada, aviso de 30
de Margo de 1864.
5a Os pagamentos da importancia deste forne-
cimento sero fetos pela Theeouraria de Fazenda
no prszo de 30 dias contados da data dos forneci-
mentos que os mesmos fornecedores obtiverem
para esse fim depois de satisfeito o sello propor-
cional, na conformidade dos artigos Ia e 2a do de-
creto e regulamento n. 7,540 de 15 de Novembro
de 1879.
torne preciso a continuaren! com o fornecimento
por mais 60 dias, alm da praso estabelecido sem
que por" isso lhes d direito prorogaca do con-
tracta, segundo o aviso de 28 de Janeiro de 1884.
Inspeccao do Arsenal de Marinha de Pernam-
bnco, 14 de Abril de 1888.
O secretario,
_^_^^^^^ Antonio da 8ilva Asevedo.
Recebedoria de Rendas Internas
Geraes
Iupoatos predial e de a de ea-
. crsswesi
O administrador da Recebedoria de Rendas In
ternas Geraes avisa aos senhurP3 contribuales
dos impostas predial e de taxa de escravos, que
nnda-se no fim do corrente mes o pagamento livre
de multa de taes impostas, e depois desse praso
ser pago eom a multa de 10 0/0.
Recebedoria, 16 de Abril de 1888.
Alexandre de Souza P. do Carmo.
15071
15074
15077-
15084
Secretaria do prolongamiento da estrada de fer-
ro do Recife ao 8. Francisco e estrada de ferro
do Recife Carusr. Recife, 16 de Abril de 1888.
O secretario,
Manoel Juveneio de Sabaya.
Prazo de SO dias
De ordem do Dr. inspector geral da Instrucco
Publi 'a, far;o saber aos professores pblicos Se
bastio Tavares do Oliveira Braodo e Antonio
Nobre de Almeida Castro, este nomeado adjunto
da 4a cadelra de S. Jos desta cidade e aquello re-
movido de Floresta para a cadeira de Gamclleirt,
que ioi-lhes marcado o praso de 30 dias para as-
sumirem ocxercicio das novas cu deiras.
Secretaria da Instrucco Publica, 12 de Abril
de 1888.
O secretario,
Pergentin Saraiva de Araujo Galvio.
Contraria de S Jos' d'Agonla,
erecta no convento do Carmo
D ordem do irmo provedor, convido a tedos
os irmos da mearos confraria, para comparecerem
na quinta -fera, s 6 horas da tarde de 19 do cor-
rente, no consistorio da mesma confraria, para se
proceder a eleico da nova mesa regedora para e
anno campromissal de 1888 1889, visto nao ter
comparecido numero legal no dia aprasado.
Secretaria da confraria de S. Jos d'Agooia, 16
de Abril de 1888.O secretario,
_____________ M. F. Paula Reis._______
('amara Municipal do Recife
Achando se em execnco a le n. 3,318 de 20 de
Outubro, em virtude da qual passa a Cmara Mu-
nicipal a aforar e fruir os fores dos terrenos
de marinha existentes dentro deste municipio,
disto se fas constar a todos os interessados ; po-
dendo estes satisfaser os foros decorridos de Ja-
neiro do correte auno em diante ao cofre da mu-
nicipalidade.
Paco da Cmara Municipal do Recife, 9 de
Abril de 1888.
Corbenuno de Aquino Fonseca
Presidente.
Joaquim Jote Ferreira da Rocha,
Secretario.
Praao de 15 diaa
De ordem do Dr. inspector geral da instrucco
publica, faco saber ao professor Joo Jos Ribeiro
de Moraes, que tendo sido designada por acto da
presidencia da provincia de 2 do corrente mez, a
4.a cadeira da freguezia de S. Jos desta cidade,
para nella ter elle exercicio, foi-lhe marcado o pra-
zo de 15 dia-, para assnmir elle o exercicio da nova
cadeira, a contar da data da nomeaco.
Secretaria da Instrucco Publica, 7 de Abril de
1888.
O secretario,
Pergentin Saraiva de Arauja Galvo.
Tliesoiiraria de Eazenda
De ordem do Illm. Sr. inspector, faco publico
para canhecimento dos interessados, que esta re-
partiera acha-se habilitada pelas ordens do Thei
3 uro Nacional n 128 e 131, de 3 e 6 de Setembro
ultimo, para realizar o pagamento dos seguintes
credores :
Tenente Lauriano Jos Pimeata 22j000
D. Joaquina Xavier da Mendenca Peosoa 243J750
Thesouraria de Fazenda de Pernambnco, 14 de
Abril de 1888.O secretario,
Dr. Antonio Jos de Sant'Anna.
Edi'tal n. 36
(4a praca)
Par esta inspectora se h* publico que s 11
horas do dia 21 do corrente mez, sero vendidos
em prne-i, parta desta repartilo, as seguintes
mercadorias:
Armasem n. 7
Tres fardos da marca JF, na. 1 a 3, vindos de
Liverpool no vapor ingles Thales, entrado no mez
de Marco do corrente anuo, contando saceos de
canhamaco em mo estado, pesando liquido 1,015
kilogammos, rabandonados aos direitos por Julio
Fuerstcnberg.
dem, idem, sete fardos da marca JF, ns. 1 a 4,
400. 300 e 301, vindos do Liverpool no vapor inglez
ilfariner, entrado no mez de Marco do carrente
anno, contando saceos de canhamaco em m4o esta-
do, pesando liquido 2,310 kilogrammos, abandona-
dos aos direitos por Julio Fuerstenberg.
3 a seceo da Altaodega de Pernambuc, 17 de
Abril de 1888. *\
O chafe,
Domingos Joaquim da Fonseca.
Prazo de oito dias
Pela inspectora da alfandega, e de ordem do
Illm. Sr. inspector da Tbeseuraria 'de Fazenda,
em officio n. 42 de 2 de Marco findo, se fas pu-
blico que as 11 horas do dia 20 do corrente mes,
sero vendidas em praca porta desta repartico,
as segnintes mercadorias, apprehendidas por di-
versas autoridades, e que se acham depositadas
no paiol da Imberibeira.
Um barril da marca JFC, em perfeito estado,
contando 10 kilogrammos de plvora.
Um dito da marca diamante e T no centro idem,
idem, idem.
Um dito da marca FFC, contando 12 kilogram-
mos de polvera em perfeito estado.
Um dito ds marca FF Leo, idem idem idem.
Um dito Lea, idem idem idem.
Um dito, idem idem, contando 11 kilogrammes.
Dous ditas sem marca, avariados.
Vinte e tres polvarinhos, idem idem.
Cento e um ditos com plvora, pesando 23 ki-
logrammos e 9 ditos de obras de folha, pintadas.
3.a seeco da alfandega de Pernam buco, 11 de
Abril de 18880 chefe,
Domingos Joaquim da Fonieca.
ObBervscoes
Ia Nenbama proposta poder ser recebida sem
que o proponente del la declare que se sujeita
multa de 5 por cento do valor provavel do forne-
cimento daqnelle tempa, so nao comparecer na se-
cretaria para assignar o contracto de qualojfer
artigo que for preferido, no prazo de tres das
contados daqnelle em que torem notificados pela
imprensa, como determina o aviso de 29 de De-
sembro de 1*)74.
2a Nao ser aceitas as propostas que nao vie-
rem acompanbadas das documentos jue compro-
vem ter pago como negociante estabelecido o im-
posto da casa cammercial, relativo ao ultimo se-
mestre vencido, bem coma certido de contracta,
quando for firma commercial e fiador idneo, que
se rcsponsabilise pelo pagamento das multas sm
que posea incarrer, dispensando se o serem os pro
ponentes negociantes matriculados, tudo de accor-
do em os | Io e 2* do artigo 18 da decreto n.
7,685 de 6 de Marco de 1887 e o aviso do minis-
terio da marinha de 15 de Fevereiro de 1886.
3* As propastas para os gneros alimenticios,
menos pao, bolacha e carne 7erde, devem ser or-
gaABadas de modo que sejam todos cantractadoB
com um s negociante ou firma commercial, con-
forme determina o a\iso do ministario da marinha
n, 1,295 de 3 de Agosto de 1880 o 15 de Setem-
bro de 1886.'
4a As propostas devem ser acompanhadas de
amostras de todos os artigos que mencionaren!,
como determina o Ia do artigo 1,110 da orde-
nanca da armada, de 24 do Setembro de 1873.
5a Nao sero aceitas as propostas que apresen-
tarem gneros nos fornecimentos, differentes dos
que constituir o ramo de negocio do proponente,
na conformidade dos avisos de 3 de Julho de 1884
e 15 de Feveieiro de 1886.
6a Nenhuma proposta ser recebida sem que e
proponente nella declare por extenso sem claro al-
guna, emenda, entrelinha ou rasara o preco de cada
objecto, conforme o aviso de 5 de Setembro de
1879.
7a E' expressamente prohibido usar do antigc
syatema de pesos e medidas, decreto n. 5,089 de
8 de Setembro de 1872.
8* No caso de apreseotar-se urna e propasta
para fornecimento de qualquer objecto, nao ser
receb'di, visto nao constituir concurrencia na for-
ma dos avisos de 9 de Janeiro de 1879, de 4 de
Agosto e 9 de Desembro de 1886.
9a Neahnm contracto ser feito com eommer-
ciante, ou quaesquer outras pessoas que tlverem
vendido gneros avariados ou procurar fornecer
qualidades ou quantidade inferiores s contracto-
das, decreto n. 2,108 de 20 de Fevereiro de 1858
10a As habilitacoes devem ser apresentadas at
a vespera do dia do conseiho, acompanhadas do
requerimento dirigido ao Illm. Sr. inspector, afina
de que este aprecie se o proponente est ou nao no
easo de ser aceito.
11a Nao se recebee proposta alguma depois do
dia e hora designados neste annuncio.
12a O fornacedores fi cario obrigados caso se
Monte Soocuifo de
Pernambuco
3 lello de jolas
Este estabelecimento far leilo no dia 20 do
corrente, par intermedio do agente Martina, em
sua sede, i ra de Bom Jess n. 32, s 11 horas
da manha, dos objectos que nao torem resgatados
at a vespera, constante das seguintes cautelas,
vencidas de Novembro de 1886 a Fevereiro de
1887, a diuheiro de contado.
13924 1 par de rosetas de ouro cootendo brilhan-
tes, 1 relogio, ouro de lei.
14247 1 diadema cravejado de] brilhantes e dia
mantas.
14661 1 annel de onro, com saphira o brilhantes.
14825 1 par de brincos e 2 anneis, ouro de lei.
14836 1 correnta dupla com medalha, para relo-
gio.
14838 1 annel de ouro com brilhantes e 1 par de
brincos,oura de lei.
14810 1 par de rosetas de ouro era vejadas de bri-
lhantes e diamantes.
14858 3 cruzes e um collar, ouro baixo.
14862 1 pulseirs de ouro contando perolas, ouro de
lei.
14863 1 carrente para relogio, ouro de lei.
14867 1 volta de ouro para tseohora, 1 corrente
com porta relogio, ouro de lei, 1 medalho
com onik cravejado de diamantes e brilhan-
tes, e 1 relogio de ouro.
14874 1 alfiuet, 1 par de brincos, 2 batoes 2 so-
nis, ouro de lei.
14877 1 caixa de ouro para relogio.
14916 7 moedas de ouro do valor de vinte mil ris
cada urna.
14924 1 trancelim, 2 fivellas para coz e 2 rueda-
ihiubas, ouro de lei.
14931 1 pulseirs, 1 trancelim 6 1 cordo, ouro de
lei.
14952 1 relogio, ouro de le,
14954 1 par de brincos e 6 anneis, ouro de lei, 1
volta de cordo, 1 cruz e 1 dedal, ouro
baixo.
14968 1 relogio, ouro de lei.
14976 2 pares de brincos, 1 medalha e 1 annel,
ouro de lei.
14982 1 pulseira e 1 alnete, oura de lei.
14987 1 trancelim, 1 medalha, 1 corrente e sinete
para relogio e 1 relogio, ouro de le.
14992 1 pulseira de ouro, 1 alfinete contendo pecas
cravejadas de brilhantes, 1 par de rosetas
com 2 brilhantes grandes, 1 broche crave-
jado de ditos, i alunitas 2 medalhas, 1 pul-
seira e um fio de perolas, 1 volta de tran-
celim, 1 cruz, 2 pares de brincos, 1 dito de
vozetas, ouro de lei.
14996 1 corrento de ouro, 1 gargantioha, 1 pul-
seira, 3 pares de brincos, 1 alnete, 1 moe
da de ouro com lajo, 2 pares de boloes de
punho, 1 boto para abertura, ouro de lei.
14997 1 volta de ouro com medalho, 2 pulaeiras,
2 cordoes,.l trancelim, 3 pares de brincos,
1 alfinete, 2 anneis, 4 awedinhas, ouro de
lei, 1 salva, prata de lei.
15008 1 annel de ouro com brilhantes.
15099 1 pulseirs, 1 par de rosetas de ouro, crave-
jadas de diamantes.
15011 1 relogio de ouro para senhora,
15012 1 relogio, ouro de le.
15015 6 bot5as, 1 alfinete para manta, ouro de
lei.
15034 1 par de rosetas de ouro com brilhantes e
perol s.
15043 1 corrente para relogio, ouro de le, 3 moe-
dinhss de ouro, 1 pulseira, ouro baixo, 1 re-
lagio de ouro.
15015 1 relogio de ouro, para senhora.
15048 2 pares de rosetas, 1 cordo, l^ui e 1 an-
nel, ouro de lei, 1 alfinete, 1 parale rosetas,
ouro baixo.
15052 2 salvas e 2 colheres para sopa e arroz, de
frata.
raar de rosetas de orno com brilhantes.
15058 2 moedas de ouro, em boloes.
15066 1 corrente e medalha, para relogio ouro de
de lei.
15067 1 annel de ouro com brilhante.
1503 1 volta de trancelim e um annel. ouro de
\
lei ; urna volta de ouro, 2 cruzes, 1 meda-
lha, ouro baixo.
1 alfinete de ouro, para retrato.
1 corrente c jinete- para relogio, ouro de
lei.
15075 1 annel de ouro com um brilhante grande,
1 dito com um dito pequea, 3 botds com
tres ditos, 1 par de rosetas com btilhante,
3 cruzes com dito, 3 fias de perolas, 1 pul-
seira com brilhantes e 1 corrente para re-
logio, ouro de lei.
15076 1 par de brincos, 1 dito de botoes e 1 alfi-
nete, 2 erases, 8 aunis e 1 habito ouro de
lei.
1 annel de ouro com brilhantes.
1 corrente para relogio (faltando chave)
ouro de lei.
15089 3 correntes e l medalha para relogio, ouro
de lei.
15098 1 diadema cravjado de brilhantes e 1 pul-
seira tambem cr. a vejada de brilhantes.
15101 1 relogio de ouro de lei.
15102 1 medalha e 1 par de brincos, ouro de lei.
15104 1 par de rosetas de ouro com brilhantes, 1
pulseira, 1 alfinete, 1 par de brincos com
perolas, 1 medalha, 1 aunel, 6 botojs e 1 fi-
vela, onro de lei.
15112 1 pulseira, 1 alfinete, 1 par de brincos e 2
ditos de rozetos, ouro de lei.
15122 1 annel de ouro com pedra, 1 alfinete e 1
cruz com dita, ouro de lei.
15130 3 palmos de corrente de ouro de lei.
15131 1 par de rosetas de curo com brilhantes.
15132 1 par de rosetas de ouro cam brilhantes e 1
annel com dito.
15134 1 annel de ouro com 1 brilhante.
|5237 1 pulseira, 1 broche, 1 par de brincos, de
ouro com brilhantes, 1 crus com ditas, e um
fio de perolas.
15144 1 corrente (curta) para relogio, ouro de
lei.
15152 1 pulseira, ouro de lei.
15159 1 annel de ouro com brilhante.
15160 1 moeda de ourg da valar do 9*000, com
laca, 1 salva, 1 prato e thesouro, e 32 co-
lheres de prata.
15163 9 galios e 6 colheres, prata de lei ; 1 par
de esporas, prata baixa.
15164 1 alfinete, 1 par de brincos, 1 dito de bo-
loes, 1 volta de trancelim, 1 peixe ouro de
lei ; 1 alfinete e 1 cruz, ouro baixo.
15165 2 pulseiras, 1 trancelim, 1 moeda de ouro
com lago, 1 par de brincos, 1 broche e 1
dedal ouro de lei ; 1 salva, 1 paliteiro, pra-
ta de lei.
5 botoes, ouro de lei.
15174 1 medalha, 1 volta de cordo, 2 anneis, 2
fecas de pulseira e 1 bolla de ouro.
volta de ouro com medalha, para relogio,
ouro de lei.
15184 1 corrente para relogio, e 1 relogio, ouro de
le.
15189 1 trancelim, ouro de lei.
15190 1 par de rozetaa de ouro cam
annel com ditos e esmeralda.
15191 1 par de rozetas de ouro com
alfinete e 1 dedal, ouro de lei,
15193 1 volta de trancelim, 1 par de rozetas, 2
emblemas do Espirito Santo eS. Joo, 1
annel e 1 boto, ouro de le ; 7 colheres
para cha, 3 ponteiros e 5 moedinhas de
de prata.
15197 1 relogio, ouro de lei.
15199 2 salvas, prata da lei.
15203 1 relogio, ouro de lei.
15227 1 corrente e medalha para relogio, ouro de
lei.
15388
15396
15398
15417
15419
15170
15377 1 corrente de ouro, para relogio, ouro de
lei.
1 trancelim, 1 pulseira, 1 par de brincos e
1 dito de rozetas, ouro do lei.
iodtJS 2 pares de brincos, 5 botoes e 1 relogio
para serhora, onro de lei.
1 salva pequea, prata de lei.
1 trancelim chato, 1 volta de dito, 1 -us,
1 ulnoete, 1 par do rCctagl onro de le.
1 broche de ouro cravejado de brilhantes.
1 allnete de ouro cravejado de brilhantes
,*.., Pe9nenoi' e 1 'e'og0 de ouro,para senhora.
15432 1 corrente de ouro para ralogio, ouro de
lei.
15441 2 pulseiras, 2 traacelina, 1 volta, 2 meda-
lhas e 2 anneis, ouro de lei.
15445 1 trancelim, 1 aunel, ouro de lei, 1 redoma,
oura baixo.
15460 2 pulseiras, 1 volta de ouro com medalha e
1 alfinete, ouro de lei.
15472 1 volta de ouro e 1 par de brincos. 03ro
de lei.
15473 1 corrente e medalha para relogio, ouro de
lei.
15495 1 annel de ouro com brilhante.
15501 2 voltas de ouro e 1 relogio, ouro de lei.
15515 2 anneis de ouro com brilhantes.
15525 1 trancelim, ouro de lei.
15532 1 cravaco de ouro com om pequeo bri-
lhante, 2 pulseiras de ouro, 1 borboleta em
cure, 1 setta o 1 grampo, ouro de lei, 1 ti-
jella, 1 leiteirs, prata de lei.
15534 1 trancelim, 2 pares de argoloes e 1 annel,
ouro de lei.
15535 1 relogio, ouro de lei.
15536 2 voltas de ouro, 1 trancelim, 1 volta- de
brilhantes,
bnlhautes,
15228
1 pulseira, 1 trancelim, 1 moeda de ouro
com laco e 1 annel, ouro de lei.
15234 1 par de brincos, 1 pulseira de requififcs, 1
cruz, 4 anneis, sendo 1 com brilhante e 1
-dedal, ouro de lei; 1 salva e 1 colber, prata
baixa.
15246 1 volta de tura, para ssnhars, ouro de lei.
15248 1 alfinete de ouro com brilhantes.
15254 1 par de rosetas de ouro com brilhantes.
15255 1 cordo e 1 cruz, ouro de lei; 1 cordo,
ouro baixo.
15256 1 pulseira. 1 par de brincos e 1 annel, ouro
de lei.
15258 1 corrente e medalha, para relogio, ouro de
lei.
1525.) 1 triucelim com paseador e 2 anneis, curo
de lei.
15261 2 pares de brincos e 2 alfinetes, ouro de
le.
15263 1 annel de ouro cem brilhantes.
15264 18 colheres para sopa e 1 dita para tirar
sopa, prata de lei.
15265 1 pulseira de ouro com brilhanj" .
15267 1 par de brincos *~ --*.f.com hrilbantes
(5269 1 "-__' J" ouro com brunantes, 1 corrente
e medalha para relogio, ouro de lei.
15270 1 corrente de ouro, para relogio (senhora)
e 1 par de brincos, ouro de lei.
15272 1 annel de ouro cravejado de brilhantes, e
1 pulseira, ouro de le.
15273 1 salva, prata de lei.
15275 1 salva, nitavada, 3 cuacbas paia tirar
sopa, arroz e poixe, de prata.
15273 1 par de rozetas de ouro com brilhantes.
15275 1 annel de ouro com 1 brilhante.
15277 2 salvas, prata de lei; 25 colheres, 12 gar-
rafas, 12 cabos pan tacas e 1 paliteiro,
prata baixa.
15278 1 salva de prata e 2 colheres para molho,
prata de lei.
15279 1 par de brincos de ouro, com brilhantes e
1 trancelim e 1 par de rozetas, ouro de
lei.
15280 1 pulseira, 1 alfinete e 1 trancelim, ouro de
le; 1 trancelim, ouro baixo.
15290 1 pessa de ouro, para pulseirs, 4 anneis, 1
molla, de ouro.
15311 % colheres para cha e sopa, 7 conchas para
tirar sopa, arroz, molho, assucar, 2 pinjas
e 72 garf os, prata de lei.
15316 1 pulseira, 3 trancelim, 12 medalhas, 1 par
de rosetas, 1 dito de botoes, 1 emblema de
S Braz e 1 annel, ouro de lei.
15321 1 medalha de ouro com 2 letras cravejadas j_je'RE
de pequeos brilbantas.
15325 1 annel de ouro com brilhante e 1 trance
lim, ouro de lei.
15328 1 corrente e medalha, para relogio, ouro de
lei.
15337 1 par de rozetas de puro con brilhantes, 1
pulseira com ditos, 1 dita com perola, 1
collar de ouro cem perolas, 2 alfinetes, ouro
de lei.
dito, 1 moeda de ouro eom laco, 1 pulseira,
1 roseta, 1 par de botoes e 1 alfinete. ouro
de lei.
15537 1 annel de ouro cam brilhante.
15c46 1 paliteiro, prata de lei.
15565 1 trancelim, ouro de lei, 1 pulseira, aaro
baixo.
15571 1 pulseira, 1 trancelim, 1 par de brincos, 1
di'o de rozetas, 1 medalha e 1 relogio, ou-
ro de lei
15581 1 annel de ouio cam brilhante e diamante,
1 dito com brilhante, 1 par de rosetas com
brilhantes e 1 dita com diamantes.
15584 2 medalhas, ouro de lei.
15587 1 alfinete, 1 volta de ouro e 2 snaeis, aa:#
de lei.
15594 2 trancelins, { cordo, 5 alfinetes, 2 parea
de brincos, 2 anneis, 1 armaco de oculas
e 1 luneta, ouro de lei ; 1 alfinete, 1 redo-
ma, 1 par de brincos, 1 dito oe rosetas, 1
. dito de bolees, 1 cruz e 1 ponteiro, onro
baixo.
15599 1 corrento de curo para relogio e i caixa
de ouro, para relogio, curo de lei.
15613 2 pulseiras, 1 par de brincos e 1 dito de ro-
setas, ouro de lei
15615 1 trancelim, 1 medalha pequea, 2 anneis e
1 alfinete, ouro de lei.
15619 2 mosquetoes de ouro, 2 chapas de ojra,
ouro de lei.
15622 i pulseira e 1 alfinete, ouro de lei.
15626 1 par de rosetas de ouro cravejadas de
brilhantes.
15636 1 relogio, ouro de lei.
15642 1 pulseira, 1 broche de ouro com brilhames,
1 cruz com brilhantes e 2 anneis com ditos
e 1 volta. ouro de lei.
15669 2 pares de rosetas de ouro com brilhantes
e 1 annel com ditcs.
15662 I correnta de curo para relogio.
Recife, 4 de Abril de 1888.
O gerente,
Felino D. Ferreira Coelho.
Santa casa de misericordia do
Na secretaria da santa casa da misericordia da
Recife, arren la se p r espada de um tres annos
a casa n. 8 4 Passagem da Magdalena.___________
Banco de Crdito Real de Per-
naniboco
Dividendo semestral
Este estabelecimento, de accordo com o art. 54
dos estatutos, paga o seu 3. dividendo raao de
5 0/0 sobre, o valor das entradas reslizadas do ca-
pital, ou 4000 por acci, todos os dias uteis,
desde s 10 bor J manh s 4 da tarde, em 33a
Bj0 a ra do Commercio n, 34.
Recife, 27 de Marca de 1888.
O gerente,
Joo Fernandes Lopes
THEATRO
SiTI TII0
QUARTA-FEIka. ig DO CORRENTE
IHPRETERIVkmigotE
Beneficio dos. artistas
Teixeira e Coimka
Primeira representaco nesta epocha do moralis-
simo drama em 3 actos, original francs, de eos-
tomes allemes
0 Gal de Botany Bay
tomando parte por especial obsequio aes beneficia-
dos, o distincto primeiro artista
Duarte Coimbra
Finalisa o espectculo a verrinosa e espivituosis-
sinaa comedia em 3 actos, do immortal MOL-
01 MEDICO A PA
Ao publico
Os artistas beneficiados, sao toreados a substi-
tuir o espectculo j annunciado, por este, sena
superior, pelo nsnos igual, em virtude da eua di-
tincta collega D. ROSA MANHONCA, haver de-
15344 1 pulseira, 2 alfinetes e 1 cordaa, ouro de vo!yido 0 papei ae que 8e enearregrs, allegando
_____!oi-. ... i estar comprometida para a quarta-feira 18, mo-
tivo esse justisaima, mas que obrigou os beneficia
dos mudan va do ssu programma.
Os beneficiados esperam por sua vez que OS
seu distinctos convidados desculpem-n'os por
esta falta involuntaria e o publico nao os abando-
ne, compensando com o seu auxilio os muitos re-
veses por que tlm paseado.
A's 8 1[2 horas. -
15353 1 relogic, ouro de lei.
15354 13 botdes de ouro, 1 anuel e 1 alfinete pe-
queo, ouro baixo.
16360 1* corrente e medalha para relogio, ouro da
lei.
15361 1 alfinete de ouro com brilhante.
15371 1 corrente e medalha, ouro de lei.
15376 1 par de rozetas de ouro eom brilhantes, e
1 anne! com ditos.
THEATRO
SANTA ISABEL
coa
Esplendorosa festa e grande espectculo
PELu ^
CE1.EBKE, IlXUSIOMSTiV PHYS1GO
COMMBNDADOB ERNESTO DS SA' ACTON
Seenas humoristicas', a experiencia8 que de nenhum nodo .* P^ecem
a8 que ten. aido vistas at hoje e que deram a fama que goza ERNESTO Dh bA
ACTON, as prinoipaes cidades do Brasil, principalmente na corte, onde 101 calorosa-
Mate applaudido. *r*r>sr>
Quinta-feira, de 19 de Abril de 188S
Programma especial flytlflo bie 4 partes
Sendo as l. e 2. parte esoamotagem, mgica tonca e negra, seenas Lumona-
ticas, thaumaturgia, saspensao por fios de cello em amr menina de 3 ^ ^
nnd. o espectculo a .ppreir/Ho verdadeiro Mephys opheles que pe. primeira vea
se .presentar n'eata cidado e que desapparecer o olhoa vistos, dejando todos OB
especUdores etn pasmo geral. oV*> kaleidoscop.o ou symphorama gigante YisUa
deslumbrantes, camlidos elctricos, fogos diamantinos, viagem ao redor do mundo.
Principar s 8 i\i e finalizar s 10 \\i.
Pregos do costume.
sTJssTJBM
ssTsMssl

i;
sr
i
"


6
Mari M> fwwunfciiw%rta~toir 18 te Abril de 1888
MARTIMOS
aranhw.
llDiied States k Brasil M S. & C.
0 nw Allanca
fcspera-se de Me*-Port-News,
at o dia 26 le Abril o qual
, seguir aepoiB da demora ne-
-eiariii para
lio de Janeiro e autos
Para carga, passagens, e neomeadas tracta-
eceos
0 paquete Rnance
E' esperado dos portos de ral
at 0 da demora necessaru seguir
Jipar, Barbado, H
_*___ e*w-irrk
P_ carga, passagens, eacmaiendas odinbem
. frete, tracta-.e com^
lleBfy Forster i C.
N 8 RA DO COMMERCIO -N. 8
1-anean
mbFdks~baTb
ttl 13" 1ARITIMEN
LINHA MENSAL
0 paquete Congo
Cornmandanto Lecointre
E' esperado doa portos de Bal
no ds 19 do corrente, seguinde
depois da demora do costume,
para Bordeau, tocando em
wakar e Lisboa
Lembra-se aos senbores passageiros de todas
.. 'a?ses que ha lugares reservad* para tBt
MMIrJi que podem tomar eui qualquer tempo.
Faz-se abatimcnto de 15 / em favor das fa-
milias composta de 4 pessoas ao mekos e que pa-
garem 4 passagens inteiras.
Por ezcepc.5o os criados de familias que torna-
rem bilhetes de proa, gosum tambem d'este abati-
os vales postacs s se dae at e dia 17 pagdfe
de contado.
Pai a carga, passagens, cmcominic las eainnar
^stM0^eAENTB
4iiguste Labille
9 RA DO COMMKRUIO-9
LELES
Hoie, 18, tffectua o agente Pinto a entrega
doi moueis e msis objectos vendido nos das Ib e
17 do correnta.________________________
_ Amaoh, 19, deve ter lagar o leilao de li-
vros e outros objeotOB qae ainda nlo foram ven-
dido!.___________________________

BJ
COBHM3I11.- HEB\AMfcll>t
DE
Navesnco costelra por rapo?
PORTOS DO NORTE
tarahyba, Natal, Maedu, Moseor, Ara-
caty, Cear, Acarahu e Camossim
O vapor Pirapama
C mm ndante Carvalho
Segu no dia 21 de
Abril, s 6 horas
da tarde. Recebe
carga at o dia 20.
Encommeudas passagens e dinheiroe a frete at
a 3 horas da taide do dia da tbida.
ESCRIPTOR10
Caes da Campanhia Pemambueana
n. 12
Com**x
l _"TS K
Ce_.]>;'.. hia lrallelra de Nave-
gaco k Vapor
r-RTOS DO SUL
0 vapor Maranho
Com mandante Jo_o Mara Pessoa
E' 3spDt-.4o dos portos do nor-
te ateo da 23 de ai>..i de-
pois da demora indispenaave,
I seguir para os pnrtos do snl.
Keceoe lainoe.m carga para Santos, Santa Ca-
tharina, Pelotas, Porto Alegre e Rio Grande da
Sul, frete mdico.
As enneommendas s scrSo recebidas na agen-
at 1 hora da tarde do da da sabida.
Para carga, passagens, encommendas e valo-
res trota se na agencia
PRAQA DO CORPO SANTO N. 9
PORTOS DO NORTB
0 vapor Para
ttidanto Antonio Ferrara da Silva
L' esperado dos portos do sul at
o dia 27 de Abril, e seguir
_depois da demora indispenaavol.
"para os porto do norte at Ma-
r neos.
As eucommeodas sSo recebidas na agencia at
1 hora da tarde do dia da sabida.
Para carga, passagens encommea-a e valores
tracta-se na agencia*
PRAQA DO CORPO SANTO N 9-
COMf4"OI l'i:KVAa8lC*\t
DE
aregaco Costelraoor Vapor
PORTOS DO SUL
Macei, renedoe Aracaj
0 vapor Mandahu
Comoiandante -41buquerque
Segu no dia 24 de
Abril s 5 horas da
-tarde.
Recebe carga at o
_*_ 23.
Encommendas, passagens e dnheiros frete at
as 12 horas da m-nh do dia 23.
ESCRIPTORIO
Ao Cotuda Companhia Pernambuoana
n. 12
Agente Pestaa
Leilao
Da 158 fardoa oom feno vindoe de Antuer-
pia pelo bergantina Noruega Ferm
Quartafeira, 18 do corrente
Ao mel dia em ponto
No armasen, do Sr.. Bastos, no caes do
Apollo ;
O agente Pestaa, autorsado, vender no dia e
hora cima mencionados, 158 fardos com feno,
viudos de Antuerpia no bergantina Noruega Ferm,
por conta e risco de qnem pe tencer e a qaem mais
der.____________________________________________
Agente Pestaa
Da importante casa terrea, oom sota, em terreno
propno, sitio com arvores fructferas, ezcellente
agua, j.rdim ao lado, com commodos para nu-
merosa familia, muito propria para qualquer
estabelecimento, sita rstrada do Sequa, qae
vai para Jaboato, sob os ns. 81 e 81 A, per-
tencente ao espolio de O. Francisca Romana
Moreira da Coste.
Quartafeira 18 do corrente
A's Hbora8 em ponto
No armazem de agencia de leilu s, ra
do Imperador n. 49
O agente Pestaa, aatorisado por mandado do
Czm. Sr. Drs juiz de orphos o com assietencia
do mesmo, vendei no da e horas cima mencio-
nados, a importante casa terrea, perteneente so
espolio de D Francisca Rumana Moreira da Costa,
sob ns. 81 e 81 A, situado estrada do Oequi
que vai para Jaboato, ern sota, em terreno pro-
prio, sitio com multas arvores frnctiferss, ezcel-
lente agua, jardim ao lado, commodos para grande
familia e muito propria para qualquer estabeleci
ment. *
Leilao
De 5 barricoes com louga amarella para al-
roojo e jantar, movis, pianos, espelhos
ovis, quadroa, urna espingarda na, pre-
suntos de famb-e, copos, clices, garra-
fas, compoteiras, colchas, toalbas e redes
finas.
Quartafeira, 18 do corrente
A's 11 hora
No armazem da ra Mrquez de Olinda
n. 19
Por intervencSo do agente
Gusmo
Agente Britto
3. leilao
DE
De. una casa terrea n. 26, ra da Aesumpcao,
aervindo de base a ultima cfferta.
Urna casa terrea ra Das Cardoso n. 7, ser-
viudo de base a ultima offerta.
Onarta felra 18 do corrente
A's 11 horas
Ra do Rangel n. 48
Leilao
De bous livros, constando de importantes
obras dos segaintea autares :
QUINTA-FEIRA 19 DO CORRENTE
Alexanu.^ r,,-., Georee -ond, Chateaubriand,
Walker 8cott,Garnie., roh(. (jamb-tta, Pedro
Ivo, Paulo deKick, Machado, ,j-_._. nnjillo
Castello Branco, Jule Verne, Mery e muitfos uu
tros.
Agente Pinto
Na easa em que residi o Sr. Ernesto Amorim,
roa Ao Baro de Horja n. 53, por occasiio de
ieilao de maveia.
AEBDte MoflBsto Bautista '
Leilao
De 1 barril com vinagre e 1 dito com vinbo
branco, 24 frascos de geni bra, 2 fiteiros para por-
ta, 1 dito para balcSo, entoneles, miudezas, 1 ap-
rarelho de eleeso-plate, 2 lustres de vidro para
gas carbnico, oandieiros, movis e diversos oatros
artigos. |
Quinta-feira, 19 do corrente
A'S 11 HORAS
Xa roa _mrelt_ do Bonarlo n. 3C
Agente Pinto
Leilao
DE
Perdern -se seis apohees da divida publica
de 1:0.Oi cada uro, de os. 2900, 2M1, 3902
2908, 2904 e 2905, de joros de 5 0|0 ao anno, da
emisso de 1828, pertencenfes a 0. Ciandina da
Silva Figueiredo, cacada com e Dr. Jos Bernar-
do de Figueiredo, qae as boure par heranoa de
raa mii D. Clementina lbeodora da Silva : quem
aa ti ver achado qaeira le val-as ao escrip torio de
Lula Qonoalves da Silva & Pinto, no caes da
Companhia Peiamboeana n. 6, qae ser gratifi
cado.
AMA. Na ra do Seb* n. 20, p recisa-sede
ama ama para cosinhar e engommsr.
Silva C. estabelceidos ra do Coronel Suas-
sana n. 1, participain aos seus credores e ao com.
mercio qae admttiram como socio de sus casa
commercial ao Sr. Jos Xavier Estolano Santia-
go, girando desta data em diante a firma de Silva
i Santiago, a cojo cargo flea o activo e pasaivo
da mesma.
Recife, 16 de Abril de 1888.
Silva & C.
*
Aluga-se o sobrado n. 46 raa da Rods,
com bons commodos e muito fresco ; a tratar ns
na do Cabng n. 16, loja.
Un francez
fabricante de licores, cbimico, distildor, e qae
pde*prepsrar toda claase de vinhos e licores, cer-
vejas sem ingredientes nem falsificacio, especia-
lidade para cognaes, vinagres, perfumaras, etc.,
etc., etc. Trinta*anuos de pratica, d lindes pra-
ticas, e tambem associa se a algama casa desse
negocio ; a tratar na ra Tbooi de Sonsa n. 1,
hotel, deizando carta com as iniciies B. de P.
Sitio para lugar
Arrenda-se ou alaga se um sitio confronte a
eatagao de Parnameirim, tem ezcellentes commo-
dos, com duHS cxsas para residencia, sendo urna
de sobrado, casa para feitor, coebeira, jardim bem
plantado e mnitas fructeiras ; a tratar ni rus do
Imperador n. 28, ou em Olinda, ra de Mathias
Ferreira n. 51-
Criada
Precisa-se de urna ciada que lave e engomme
com perfeicao e faja mais servidos, excepta o de
eo inba, estando matriculada ; a tratar na ra da
Aurora n. 67, 1 andar, das 6 s 3 horas da ma-
nta e das 5 s 7 da noite.
A o commercio
Ea, abaizo aesigoado, obrigado adeizar o com-
au icio para tratar de minha siude, resolv vender
mea estabelecimtnto, como abuizo se v ; outro-
sim, peco a todos os credores apresentem auas
contas pura serem pagas, pois quede qualquer
lraa realiasrei a venda. Recife, 2 de Abril de
1883.
Luiz Hermelindo.
Por 2U0m~~~
Aluga-se urna boa sais e gabinete, muito pro-
pria para escriptjrio, sita ra Duque de Cazias
n. 85, 1- andar ; a tratar na loja do predio.
Prado Feruambucano
Tabella comparativa ou meiofa
(linio de gaiibar aa aponan
E" o titulo de um folheto de 20 paginas, no qual
ao v os n mee dos cavalks que tetm ganho, um
ou mua premios, assim como o tempo gaat> em
diversas distancias ; com este conh' cimento pde-
se apo6tr com oertesa de ganhar vende-..c em
todas as livrariws e no Caf Ruy.
Ama
Precisase de ama ama para lavar e engommar
tazendo mais alguna servidos, menos comprare
cosinhar, que durma em casa ; na ra Duque de
Cazias n. 14, sobrado, se dir.
Ama
Precisa-se de ama sma que engomme e cosinhe
com perfeicSo, para casa de duas pessoas ; na rna
Mrquez do Herval n. 10.
Ama
Na ra de Santa Theresa n. 20, precisa-se de
urna ama para ajudar o servido de ama casa de
pouca familia, sujeitando-ee a dormir em casa.
Ama
Precisa-se de urna boa cosinbeira. paga-se bem:
na ra Duque de (Jazias n. 44, loja de fazendss.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar, para casa
de duas pessoas ; a tratar na ra Formosa nume-
ro 37.
Ama
Precis8-se de ama ama cosinheirs, para peque-
a familia ; a tratnr na ra Baro da Victoria
numero 54, nova agencia de movis.
Ama
Precia se de urna ama de meia idade, qae eeja
boa coainheira e faca o mais servico de um casal
sem filhos ; na raa Vidal de Negreiros n. 134.
Ama
Offerece se ama ama para lavar e en-
gommar para casa de familia ou mesmo de
solteiro : quem precisar dirjase ra
Koda n. 11; na venda se dir quem .
da
Ama
urna casa na Cspunga com 4 a 5 quartos e quin-
tal, at a qoantia de 3:000 : a tratar na ra
Nova n. 15, loja de chapea de sol
Hippodromo doDarop
Grande
Todos os senhorea subaenptores do HIPPO-
DROMO DO CAMPO GRANDE sa i convidados
para urna reunio que ter lugar s 7 horas aa
noite do dia 19 do corrente, no salo da eeta$So
dos tnlhos urbanos de Olinda, na ra da Aurora
(entrada pela ra da Uoiao), afim de tratar se da
"_""""**? dosrespectivoB estatut.a e do plano
a segnir-se na w-*~nfr 7 de Abril de 1838.
Jos Dib'z ~... ..
Precisa se deuma ama para comprar e co-
sinhar para casa de familia, na ra Duque
de Cazias n. 14, sobrado-
Para cosinhar, qua compre e darma, precisa-se
de urna ama para casa de p uca familia ; na ra
Primeiro de Marco n. 17, 2* andar.
Ama moca
Precisa-se de una
rio n. S, 1 andar.
a tratar no Beceo do Rosa-
B
Precisa-se de um coiinheiro ou cosinbeira qae
seja perito, para ir para um engenho em Seri-
nhaem; paga-se bem : a tratar ra do Bom Je-
ss a. 4, escriptorio de Manoel Ferre'.ra Bartholo
ac.______________________
Procurador
Urna pessoa competentemente habilitada, efle-
rece-se para procurador de alugueis de easa ; a
tratar na rna Velba n 36.
Soccorro a velha
A moradora do becco do Bernardo n. 51, ainda
se faz lembrar s almas caridosas, que nao se ea-
quecam da protecclo qae sempre Ibe dispenBa-
ram.
Ama e criado
Precisa-se de urna ama que seja boa cosinbeira
e de um criado de 12 16 auvos : a tratar na loja
n. 10 da ru__do Crespo.
Aluga-se oaraio
Rus do Bom Jess n, 47, 1 andar
Ra do Corredor do Bispo n. 78.
Roa de S. Jos n. 74.
Roa do Visconde de Itaparica n. 43 2o. andar,
rtna Viscoade de Itaptuica n. 43, armazem.
Raa de Bom Jess n. 47, 2. andar.
f rata-ie na ra do Commercio n. 5, 1* andar
escriptorio de Si.va GKiimarsws & C.
Alugfa-se
Vapores nacionaes
EMPREZA NORTE E SUL
Rio de Jaueiro. Santos, Rio
Ci ande do ul e Pelota*
0 vapor Arlindo
Ea'.e vapor sti-
ra para 08 portos
cima indicados
no dia 20 do cor-
ente, impieteri-
velmente, s 10
horas ua mauba.
Recebe carga, eneemsoendas e passageiros para
os meamos portos : a tratar co
PEREIRA. CARNEIRO & C.
N. 6.-RA DO COMMERCIO N. 6
1* andar
A SABER
Um sobrado de nm andar e aoto, ra da
Aurora a. 87, em frente ponte Santa Isabel,
com grande accomodaco para duas familias, por
ter cosinha no pavimenta terreo e no soto, salo
e quartos grandes, com agua, gas e etg to, rende
annuahaente 1:272*000.
Urna casa terrea rus da Unio n. 56, com 2
salas, 4 quartos, banbeiro e outros melhoramen-
tos, a qual rende 500*000.
SEXTA-FEIRA _0 DO CORRENTE
A's 11 horas
No armazem ra Mrquez de Olinda
n. 52
Leilao
De Dma aimacfio envern-'zada e envidracada,
om balcSo, um cofa-e de Milner, urna balanza.
Urna machina para fazer g.'o, urna dita para
fazer msnteiga, urna dita para cortar madeira,
urna dita para turar, um turno, urna safra, um re-
belo, nos t-lle, urna f ija e ferramentas.
Agente Pinto
Na caea da ra do Bario de S. Borja n. 53, em
que morou o 8r. Ernesto Amorim
Porto e! i
AVISOS BtVEiSOS
Precisa-ee de um criado ; na raa Mrquez
de Herval n. 33, 2- andar.
Aluga-sc casas 8*0bU
. junto d> _. SoftcaHo :
imoeratriz n. 7
Ao commercio eao
publico
Figueiredo & Irm$o mndaram sea estabeleci-
mento de fazendas a ra da Imperatria a. 56,
para a mesma ra n. 76.
Semenles de carrapato
Compra se em grandes e pequeas qnantidades;
na drogara de Francisco M. da Silva & C, ra
o Marques de Olinda n. 23.
Ao publico
Antonio Lniz BaptUta, com taverna ra da
Santa Cruz n 1, previne ao reepeitavel publico r
com especialidade ao corpa commercial desta ci-
dade e sena fregueses, o_ue deizou de ser sen cai-
zeiro seu filho Manoel Julia) Baptista, assim como
nao se responaabilisa por qualquer debito coutra-
hido por elle. Recife, 16 da Abril de 1888,
Lavadeira de barreda
Preeisft-se de urna lavadeira de barrella e que
d ernhecnaento de sua conducta : na ra Augus-
ta n. 274.
O 1- andar de n. 27 rna Vidal de Segroiros.
O 2- n. 66 e o l- de n. 18 ra de Marcilio Das.
O terreo n. 27 e o 3* de n 3 roa da Penba.
O terreo, 1- e 2- de n. 34 rna estreita do
Rosario;
A casa n- 1 traveesa da Hora,
dem 28 ra de unes Machado, no Espinheiro,
om boas commodos.
A tratar na ra do Hospicio, numero 33.
0 Remedio do Dr. Ayer
lUHW SEZES.
E' um tnico forte puramente vegetal, e,
pelo conhecimento practico dos seus caci-
tos, Gauantiuo couii remedio certo para
as febres malignas. Estas desordens de-
vem a sua origem a um veneno miasmtico
que penetra uo sanguc pelos pulmdes, altera
o tlgaJo e motiva as ditterentes rlwsusg de
febres conliecidns por Terciarias e
QuatrenariaE, Internas, de Fri,
Malignas, Intermitientes, Remit-
tentee, Biliosas, 3 Typhoide.
O Ikmkiiio r>o Dr. Ayer nutrallsa o
o minattanco e expele-o do systema.
ontem quinina era ingrediente al-
:.i '; ,1 seguro e inoffensivo. e
'.:;.. .-c ii.
r:-.i:i'A]:.\l>0 PELO
DR. J. C. AYER e CA.,
T.owell, Mass., E. V. A.
A' venda as principaes pharmacias e
drogarias.
Ao publico
O abaizo assignsdo, arrematante das dividas
pertencentes massa fallida de Joaquim Ferreira
Campos & C declara que fica eim tffdito a pro-
cu roci que havia passado ao dito Joaqaiui Fer-
reira Campos para cobranca das mencionadas di-
vidas. Recife, 12 de Abril de 1888.
David da Silva Maia.
VENDAS
Vende-se o estabelecimento de c-olhados i
rna da DetencsVn. 9, e a armasao de molhadog
da rna de Luis do Rago n. 19 ; a tratar na
mesma.
Bichas de Hamborgo
porcoes ; na
Vndese em pequeas
rna da Madre de Deus n.
e grandes
36-A. .
Pao tenteto
Melle & Biae*. avisam ao reepeitavel publico
que todas as tercas e aeztas teiras teem este sa-
boroso pao ; ra larga do Rosario n. 40.
RUDO
ti.
Precisa se de um criado de idade de 12 14
annos ; na ra Marques de Olinda n. 32.
Sitio
Aluga-se um excelente sitio com boa casa de
morada, no estrada do fiennuinento, em Parna-
meirim. A ciisp fica prozma la tstacao desse
nome, e alea de aebur-se perfeitamente limpa,
tem ptimas aceoamodaQCB- para familia, pois
cota 1 Ejla de v6't8." 1 grande sa'a de jantar, 7
quartes [toreos, sendo om delles para dispensa, e
outro para a ru-, corintia com agua encanada da
Companhia do Beberibe e pa para luvagem de
pratos, quarto para f> itor e quarto para banho
com cbovisco. O lugar muito aaudavel e vai ser
nestes peucos das illaminado a gaz, para o que
j esto sendo assentados os encaoamentos e os
lampcee. Ha no sitio urna pequea casa de tai-
pa, que serve para morador ou para feitor que te-
cha familia : trata se na praca de Pedro II ou
pateo do Collegio n. 6, andar, das 11 h-ras da
manbS s 3 la tarde, com o Dr. Jos Vicente
Meira de Vasconcellos.
Multa allenco
Na roa Rete de Sctembro, antigo becco dos
Ferreiros n. 6, faz-se plisss e recorta-se barda-
dos.
Cavallo
Vende-se um bom cavallo de sella, andador de
bauo a esquipar, sem achaque, novo e barato ; a
tratar na ra Baro da Victoria n. 15.
Em Timbaba
Vende-se ou trocase urna casa de negocio, bas-
tante afre est livre e desembarazada, propria para prin-
cipiante : a traiar na ra Vidal de Negreiros nu-
mero 2, com J. E. A.
OLINDA
Vende se uma casa de tupa coberta de
telha, coro 2 salas, 3 quartos, cozinha to-
ra, e quintal que d para o mar ; offere-
cendo a vantagam de sahir logo de casa
para o banbo ; no lugar Milagrea : quem
pretender dirija-se ao escriptorio do Dia-
rio, que se dir quero vende.
Venda de sitio
Vende-se ou permuta se por predio nesta cidad,
um bous sitio con b:
ezcellente banbo d) rio, boa agua de cacimba,
ztenaSo de terreno para haiza de capim, todo
murad ona frente, com porto e grudeamento, cora
caminho de ferro e estadio junto ao dito sitio, no
Porto da Madeira, conhecido pelo sitio de JoSo
Selleiro, juuto ao Dr. Ernesto de Aquino Fonse-
ca ; quem pretender dirija-se praca da lnde
pendencia n. 40, dos 11 horas s 4 da tarde.
Firmino T. deAsevedo, Jezuino F. de Ase-
vedo, Manoel Maria de Araujo, Capitulina de
Asevedo Araujo, Bellarmina de Azeveao e Maris
de Albuquerqce Araujo, convidam aos seus pa-
rentes e amigos asaistirem as missas que pelo
eterno repouso de su* sempre lembrada mulher,
mai, sogra e av, O. Leonilla Mara dos Santos
Azevedo, mandam celebrar na capella de Belm,
s 8 horas do dia 19 do corrente, ti~o do ueu
pacBamento.______________________________
arroba
Vende-se uma oarropa quas nova para cavallo .
no sitio da capella, no Cbora.nninos.
Duas boas easas de taipa
venda
A' margeos da estrada do Cazang, poneos
passos da estcSo do Cordeiro, com baa cacimba,
rendando mencaluente 104000, servindo uma de
tavru i e muito afreguesada ; a tratar na taver-
na junto n. 112.
Engenho
Vende-se ou rrcuda-se um engenho na iregue-
sia da Varzea, mocte e corrente, e movido a va-
por, c m fore.a para safrejar at 1,200 pea ; a
tratar c.m Carlas Rabello & C ra do Vigario
n. 31, 1- andar.
frigeiilio
Vende-se ou arrenda-se o eogenho Magu&hype
de Cima, da freguezia de Muribeca ; a tratar em
Jaboato com o Dr. Sophronio Portella.
Para acabar
cores a 1/, 1,3500, 1,1800
core pequeo toque de
Aiugd
se
as seguintes casas : a da ra do Lima n. 30,
grande casa, com agua, gaz e apparelno, e a da
mesma ra n. 22 ; a tratar na lytographia de J.
E. Puroeli, roa Mrquez do Olinda n. 8.
Professora
fanoel _ul- de Franca Calda*)
Francellina Maria de Franca Caldas, Anna Joa-
quina da Rocha, Joo Luiz de Franca Caldas,
Sebaatio Luiz de Franca Caldas, Manoel do Car-
ino Rodrigues Esteves, Francisca Maria do Carmo
Rodrigues Esteves, Oaldino Kodrigufs Esteves.
Jos Rodrigues Esteves, Boaventnra Rodrigues
Esteves, Lupicinio A. Rodrigues Esteves, Antonia
Maria do Carmo, Maria Francisca de Aguiar,
Isabel Florentina Gomes e Ignacia Maria de Cal-
das Brando, feridos p>da sentida morte de seu
sempre lembrado esposo, filho, irmSo, genro e cu-
nhado Manoel Luis de F.ianca Caldas, tallecido no
povoado do Altinho no dia 12 do andante, convi-
dam a todos os parentes e amigos para assistiren
as missas que pelo eterno descanso d alma do fi-
nado sero celebradas as matrises de S. Frei Pe-
dro Qonoalves, Saoto Antonio, Boa-Vista eS.
Jos, todas nesta cidade ; e as matrises de Afo-
eadoe, Escada e S. Jos da Boa Esperance, s 8
horas da manha de quarta-feira, 18 do corrente,
stimo dia de seu passamento.
Uma senhora competentemente habilitada, pro-
poe-se a leacionar em collegios e easas particula-
res as seguintes materias: portugnez, franez, e
msica e piano: tiatar na ra do Marques do
Herval n. 10.
f
Lraria, emera^ s typogra-
uo be*
a tratos na rva di
^Para os portos cima, eguij brevemente a
arca partugueza Cera ; para o reato da carga,
trU se com os consignatarios Jos da Silva Lnyo
ac r i no *
Para o Para
Com desfino ao porto cima .egniri brevemente
a bar a hespanh ,1a Virgem Monterrat ; para a
carca ^ue Ibe Mta trata-*e com os consignatarios
Joa d Silva Loyo a Filho. *mrios
Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 73
rna do Rangel, com auitj b >us conrm<. muito fresen, tendo a vautagem de estar prximo
ao mercado publico : a tratar na ra do Cabue
Ha n. 16. '
~ PreciBe, se de nm pr fensora j idosa, qne
taiba a lingua portuguesa e bem aat>im a franceza
em eeus rudimentos, para leccionar em um enge-
nho da freguezia de Jaboato, distante 2 1|2 le-
goas da estaoio ; a tratar ua ra de Imperador
n. 81, das 11 s horas.
O abaizo asiiguado, testamenteiro dos bens
do finado Dr.- Francisco Ooocalves de Maraes,
pelo presente chama a todos os anillados do mesmo
finado pire, o> prsso de 15 das, presentaren!
se habilitados com certidio de baptinmo, afim de
serem ooo^mnfados na pandos. Recite, 16 de
Abril de 1888.
Manoel Jos de Bastos Mello.
Cosinheira
Precisa-se de urna cosinbeirr ; aa rna larga do
Rosario n. DO.
EngommadciraT-
Precisa- se de uma engommadeira para casa de
pouca familia ; no pateo do Carmo n. 18, seguodo
andar.
Arrenda-se
na secretaria da anta casa
do Imperador :
1* andar e s^taa
Loja
o sobrado n. 24 ra
6004000
400*000
Criado
Precisa-se de nm
numero 31,
copeiio ; na iua da Aurora
Cosinheira
Precisa-sa.de uma casiuheira
pelo n. 3.
na ra do Hos-
Engenho
Arrenda-se, vende-se on permuta-se um enge-
nho movido a vapor, distante desta praca 14 le-
guas, com boas trras, pedreiras e fornos para cal,
boas matas, graude ilha para jlta de gado, em-
barque prozimo a casa de purgar, tendo nova e
ezcellente casa de vivenda : quem o pretender,
aonuncie.
Btaa de Imperador numero 9 3
Livros de jurisprudencia, direito, litteratura,
sciencia e religio, livros para iustruecao.primaria
e secundaria, livros em branco para escriptora-
eao commercial. tinta para copiar e para escrever,
de diversas cores, artigos para escriptorio e diver-
sos objectos de gosto e pbantaaia, papis pintados
para forro de salas, quartos, reataurants, etc.
Encaderna-se com presteza e seguranca, marca-
se com nitidez cartoes de visita e imprime-se com
perfeicSo qnalquer trabalho typographico.
Pucos mdicos
Rna do Imperador a. 1M
Arrobe
DE
Sals, ji rsliii ii
ral Moldeo & Um-
Joaquiui loai Moreira
Isabel de S Moreira, seus filhos e familia, Ca-
rolina Augusta Moreira e ana familia, agradecem
do intimo d'a'ma a todas as pessoas e s diversas
irmaadades que se dignaran! acompanbar ao ce-
miterio publico restos mortaes de seu inditaso
marido, pai e filho Joaqaim J< t Moreira, e como
ultimo servico de oaridade. pede-ibes sua assis-
tencia s missas que mandam rezar por sua alma
na Orden Terceira de S. Franccco,sezta-feira 20
do corrente, s 8 horas da manb, stimo dia de
seu fallecimento, pe a qne protesta m sua eterna
gratido. ___________________^_______
t
ipprovado pelajonts geral de by-
Kleoc publira da carie
E' o melbor depurativo e cura todas as duendas
svpbiliticas da pelle, rheumatsmo, bobas, ulceras,
e em geral as que provm da imuureza da angue.
Deposito em sua pharmacia e diogarias rna
arga do Rosario u. 34, Hernambuco.
Negocio vanlajoso
Hdame Elda Corti, por motivo da morte super-
veniente de seu inditoeo irmao, Rodolpha Volfe,
poneos das depois de ebegado esta cidd% vsude
O hotel da Travesaa das Crnses n. 2 ; nm uoa pon-
tos mais importantes para negocio, estando o hotel
muito afreguezado ; a tratar do mesmo.
Jallo Porto Carreiro
Josepba A. Porto Carreiro e seus filhes mandam
resar orna misa, na matriz da Boa-Vista, s 8
horas da manb, do dia 19 do corrente, 1 anni-
versario do passamento do seu lembrado filho e ir-
ma Julia Porlo Carreiro.
Para assistirem a este acto sao convidados os
sena pe rentes o nmififos.
Bicos braceos e de
e 34000.
Madaporao americano,
mofo de 104 a 5*000.
Alg dao T, (americano) de 74 a 5*000.
Bramante pra Jencoes com 4 larguras de 1420C
a 800 rs. o metro.
Lindos cortes de gorgurao de seda com enfeite
de velludo de 1504000 a 604000.
Modernos cortes de gorgurao de seda para col-
lete, com pequeo toque de mofo de 104 a 4U00,
que maravilha .' !
Sedas com listrasassetinadas, lindos padroes, de
14200 a 800 ris o covado.
Etamines, brancas e pretas de linho, fazenda de
14200 a 3-20 e 400 ris.
Ficha de malba, delicado tecido de 3 a a
14 e 14500.
Tuaile d3 Vecby, de 320 a 160, grande y^u.u-
cha !
Cretones, lindissimos padroes de 360 e 400 a
800 ris o covado.
Completo sortimento de le raes de fantasa a
1500, 24000 e 24500
Xiindos cortes de cambraia bordada, branca e
de cores a 54000.
E muitos oatros artigos que se vende por precos
sem competencia e que admiram.
Previne-se que destea artigos nao se d ames -
tras.
Ra5! Duque de Caxias u.M
Loja das Estrellas
Telepbone n. 210
Nunca perdero a moda
ELEGANTES vestidos brancos bordados em
fina cauabraia transparente, para senboras, ven-
dem Pedro Antunes & C, preco de 224 304-
BONITAS guarniedes transparentes brdadas
104 duas pecas.
* INTERESSANTES vestuarios a marojo, de co-
res diversas, para enancas de um anno 5, precs
84 144-
Novo sortimento de rendas de seda preta e de
cores e tambem de linho.
Orande vsriedade em bicos de linho e tambem
de seda, diversas cores e larguras, receberam :
Peoro ninnes -t C.
63Roa Duque de Cazias n.63
Nova Esperanca
Bom negocio
Vende se om bom engenho d'agua, situado na
freguezia da Luz, ha tres legoas da cidade do
Recife, e entr* as estacSes de S. Lourenco e Ja-
boato, distando da primeira uma legua e da se-
gunda legua e meia ; copeiro, tem roda neva e
de ferro, moenda muito boa, paiol de cobre, bem
como os vasos do assentamenta ; formas de ferro,
distilaco, estufa, casa de bagaca, grande casa de
vivenda, com um alpendre ai bondad, capella,
senzallas, estribara, casa do niriiiha com seos
pertences, etc. O engenho grande e tem boas
matas e corregos grandes e lars-s. Vende-se
tambem a safr.i, 20,000 cafeeKvs, 10,000 banana-
ras e mnita nos : quem o pretender dirjase ao
Sr. Sebastiio Manoel do Reg Barros, ma do
Imperador n. 81, 1- andar, que ter melhores in-
formaedes.
Dr. Pedro Amonio Palalo
rsadio
Maria Angosta B sr. Brando e Marianos Au>
gusa Pires Branda), cunhrd'i c sobrinha doDr.
Pedro Brano, convidam a seus pxrentes c ami-
gos oara asaistirem as missas que por sua alma
mandam celebrar na reja da Soledade, as 8 ho-
ras da manb do dia 19 do corrente, trigsimo do
seu raseairento.
Eduardo de Barros ;<((<
2' ABMIVKR8ABIO
Maria Monteiro de Mattos e seu filho convidam
aos seos parentes e amigos para aesistirem a mies
qne mandam reaar qunrta fera, 18 do corrente, s
8 horas, na matriz de Santo Antonio, por alma do
sen s.
CARACOES!
XAROPEdei
_>__ TVIUHE
Ha maii de cincoenti tnnos qoe pntlco t medicina, l
la Jamis encontr! remedio malt atlcaz qu o caracoli
tcontra Irritares do peito.
V CEMCTIHi, U loitpgler.
n.-.te Xarope. de sabor ezcellentei de uma!
[poderosa cfllcacla contra as Irritarse dal
Garganta c do Peito, Fluxttes, TosM
[rebelde, Catarrh Affntlooa Clir6nica.\
Fharaiel MUBE, Post Satnt-Esprlt (frasfi)
A. Qazagne, Onro e Suretcsor.
Em Pernambuco : FRAM" M. da SILVA '
-
iihvh i


SaSBl
MOTILADO


; x
.
*
'

i
Diario de fananfeue*
& 1* de Atril de IS68
BRAVIS
combate
COM
eicacia
lf
PALUDAS
AocoDselhsdocomptimo xito spautes fr&OM e dooatadaspfetposasaooapobrecimento do aaague. Tomase
eom d*se ie oto doze g-oas d cada nfelcio. Rumorosas imitaeea. Exigir a firma &. BBAVAIS
__________imprimida ?armellia. Peposito na mor parte das Pharmacias.
MYOLCO KI7EBSAL
A resurreieu do cabello e a morle PELO
ARCHI-EXTRACTO
GRANDE LOTERA
**
os
o

-9-
A queda do cabello, qae resulta do enfraquecimanto do tecido celular em que sep
alimect o bulbo espillar, urna molestia quo pode ser completamente combatida por O
meio do Archi Extracto. resrrbjcXo da cabello. O
Esta preparscao tom urna accSo tnica e restauradora sobre o tecido celular ^
3ub-CUtaneo, de extraordinaria eficacia para a conservacao do cabeljo, ao qual fornece I ^^
0 mesrao tecido, tonificada nevos e mais abundantes elementos de vida. 1^**
E nao smente o Arehl Extracto d vigor e assim effeetna a conservacao. sv
do cabello, como o restaura e renova qaando tem cabido, impedindo a atrophia de
bulbo caDilUr, tal a sua effieacia em tonificar o tecido celular.
A CALVICIE
A calvicie, pois, pode ser de boje em diante o luxo dos excntricos, que quei-
ram chamar sobre si a attnc3o publica e tnrnarem-se os noave'is do seu tempo, mas
j nao um ical sem rem-dw, do que se possa alguem queixar cora razio. Os cal-
vos pdeni sfinal triumphar de todas as intrigas da mocidade... e perder inteiramente
o receio de descohrirem-se.
A CASPA
Com a applicacao do ArchI Extracto, a caspa, esse mal que tauto morti-
oa e concorre directamente par.4 a queda do cabello, desapparecer em pouco das,
para nao mais vol'ar.
O bollo sexo, ob 1 esse Ura agora o meio fcil de obter com abundancia o mois
racieso dos seus trrnatnf-ntos-uma basta e langa cabelleirapropria 1
k heredllaricilade e Uto exacta coiun a matheniaca! 2
O 01050 que ostenta urna tsrt e opulenta cabelleira, cujos anneis, insultam
cruelmente a inveja dos faltos de c- de pai calvo: qutatSo de tempo ; ser brevemente ara calvo tambera, ver es-a (8o e^
inda cnbelk'ira ir daMppwrrrendo b-ntam'. nte, deixando ver o principio da calva m ^
alto da cabeea ou as grandes enseadas dos dantos. E o que fazer T Usar em tempo r-zQ
do Arch Extracto, parque elle o nica preservativo da calvicie I '^5
O modo de usar aconipanha o frasco o
A' mu ia lrar Franceza, m Primeiro de Marga i. 9 1
PREgO DE CADA FRAS JO .... 2,$00
ooooooo oooo oooo oo ooooooooo
CORTE
EM nm DO MONTE fl) DOS SERVIDORES DO ESTADO
Premio maior...... 300:0008000
PLANO
09
^
10:000^000
5:0O>,JOO
2:0000000
1:000JOOO
500000
2OCJ0O0
1000000
S!
so
DE
MUS* dos CARMELITAS
BOYER
TJnico Su.cceasor
dos Carmelitas
IjaJEISi 14, Ra de fAbhaye, 14
CONTRA :
Apopleja
Cholera
Enjo do mar
Flatos
Clicas
Indigestos
Fefcre amarela, etc.
Ler o prospecto ro qual tai emitido
cada vidro.
Deve.se exigir o letretre toraoeo 4 preto,
em todos oa vidros,
seja qual lor o tamaabo.
1 premio da ... .
1 dito de .
1 dito de \
3 ditos de.......
8 ditos de- .....
15 di*os de .
30 ditos de .
80 ditos de......
150 ditos de.......
401 ditos de........
99 ditos para a centena do 1." preawo a 2004000
99 ditos para a centena do 2." premio a 1000000 .'.'.'.'.
99 ditos para a centena do 3 o premio a 6i 0000
99 ditos para cada ama das centenas em que. achirara os premios de 10:000(5, a 400000
4.000 ditos para as desenas cujo ultimo algariamo fr igual ao do 1." pramio, a 400000
2 approxiraacSas de 5:0000000 para o 1 premio
2 ditas de 2:0000000 para o 2. dito .
2 ditas de 1:0000000 pra o 3." dito ...'..'. ',
Odia dacxlrac^o ser annuncado no dia, de Maio proxiaio futuro.
Preco de cada feilte Mein 30$000
Com a pequea quantia de 10030 p le-se ser contemplado com premio de 10:0000000
A venda principiar no din 12 do corrente
A tbeaouraria tn?arrga se de mandar KlbotM para qualqner ponto (to Iberio, correndo todas as despezas
por sua conta o recehe como diuhiro bilhetes premiados di GRANDE LOTERA DE PEJtNAMBUCO extrabida
a 8 de Mu reo prximo paseado. '
E,'aJ^or.Unte loteria oomp3'BO d 40.000 BILHETES a 300000.. subdivididos em intotros a 300000,
meios a lo0GOO, decimos a 20OOOe trig simo a 10000
300:0000000
50:0000000
20:0000000
30:000$000
40:0000000
30:0000000
30:0000000
40:0000000
30:0000000
40:0000000
19:8000000
9:9000000
5:910$000
11:8800000
160:0000000
10:0000000
4:0000000
2:0000000
63
. Yeode-se barato
operior maut' iga ogle. em Uta de ama libra,
a 1J00, asaim tambem garrata. para apanhar
moscaa a 1^500 ; na ra da Imperatris n. 2, mer-
cearia, canto da roa da Aurora.
Yende-se
Um terreno oa roa da Regeaerac&o, em Agua-
Fra, mediado 400 palmos de frente e 470 de ron-
das ; 4 tratar na raa estreita do Rosario n. 26,.
pavimento terreo.
------------AS------------
Enermidades Secretas
BLENORRH AGAS
GONORRHEAS
PLORES BRANCAS
CORRIMENTOS
recentes ou antigos sao corados eai I
poucos das em segredo, sem t+"\z
men nen tisanas, sem cncer nem
molestar os igaos digestivos, pelas
DO DOUTOR FOURNIER
Cada Pula tem gravade Hava, aunmiut,
piuilas, 6 ra. lijeocXo, 4 ni.
PARS, 83, Piuco da 1* ATade.
Ifeiialia da OfiO, Pirii
885
vendc-se
a loja de miodzas raa Nova n. 16. Ejl .eeta-
gpij t bekcimcnto trna-ae recommendavel Jior ter poa-
j cae mcrcad'riaa o est collocado em u>ua dM me-
I lhw1es rusa Par "te nfgocio ; a tratar nt mes-
WJ ma luja.
'licenciarlopela Inspectora Gerat
de Hyglne do Imperto do Braz,
21
DO HOSPICIO21
O thesoureiro, Lmz A. F. de Almeida*
DEPSITOS EM TODAS AS PHABMACIAS
DO Universo.
xx> ooooooooooo oooooo oooooo
GALERA DUCASBLE
PHOTOGAPHIA E PINTR4
1. premias e medalha de ouro na Expo-
sico de Berlim de 1386.
Medalha de prata, Exposipo Univer-
sal de Anvers, 1885.
1. premio, Exposipo Artstica Indus-
trial, Rio de Janeiro, i 882.
Diploma de Progresso e Mrito em di-
versas exposi^oes.
Photographias artsticas em todos os
gneros, o melhor que se pode produzir, re-
tratos a oleo, prepos razoaveis.
Grande collecpo de molduras e varia-
do sortimeto de passepar-touts.
VINHOdeEXTRACTGoeFIGADOoeBACALHAO
XaropeZed
(De CODEINA e TOLU)
O X&rope Zed emprega-se contra, as
Irritafdes do "Pcito, Tosse dos Tsicos, Toss4
convulsa [Coqueluche),"Bronchites,CcmsIipafSOf
Catarrhos e Insomnios persistentes,
PABIS, 32, ra. Drnaot, m nt riAUUfiUf
imtucmiimEmciis^iiiim'h.
BWww
Vonde-se
em todas u priidrms Phormaetaa
e Drogaras.
Deposito geral :
PARIZ
21, Faubourg Montmarre, 21
O VINHO deExtraoto de Figado de Bacalhao, preparado peloSnr. CHEVBIER,Pharmaceutico de 1" classe,
em Pariz, possue ao mesmo tempo os principios activos do Olee de Figado de Bacalhao e as propriedades therapeuticas dos
preparados alcoolicos. E' precioso para as pessoas cujo estomago mo pode supportar as susbstancias graxas. O seu effeito,
como o do Olea de Pitido de Bacalhao, soberano contra as Escrfulas, Rachitismo, Anemia, Ghloros,
Bronchite e todas as Molestias do Peito.
VINHO deEXTRACTQ DE FIGADO de BACALHAO CREOSOTADO
Deposito geral :
PARIZ
21, Faubourg Montmartre, 21
A CREOSOTE de FAIA
Vende-se
ea todas u priicipaes Pharmacl as
e Droaar'ai.
suspende o trabalho destruidor da Tsica pulmonar, porque diminue a expectoracc
desperta o appetite, faz cessar a febre, supprime os suores. Os seus efleitos combinados com os do Oleo de Figado de Bacalhao
fezem do VINHO de Extracto de Figado de Bacalhao Creosotado, de CHEVRIER, o remedio
excellencia contra a TSICA, declarada ou imminente.
por
MEDALHAS de OURO e de PRATA
Diploman ele Honra na ExpoaicOea
Paria ; 1865, 1879, 1885, 1888, 1887
CURA
DAS
Incontinencias de Urina
con ai
GRAGEAS GRIMAUD
Ferro-Ergotadas
Approradii por dhertas Sociedades da Medicina.
de Francd e do Cstrangeiro.
Empreadas ha mata de SO annoa
nos Hospltaes. Asylos, Colonias peniten-
ciarlas, sempre com feliz xito, as AffcccGa
f.hloroticas e Anmica de toda especie.
l'iilliilan cores.
NOVA HEDICAglO PRECIOSA E NICA
PABA CDBAB
INCONTINENCIAS DE URINA
Veniii em Bruno ni Casa de GRIMAUD F.ILS
I, roa Hitara, Parls-Auteull.
Em Pernamtvco: FHAN" M. da 8ILVA O.
a nai nraciPAEs pharhacias
INJECTION CADETj
a certa em 3 das semoutro jiistaenti
-
at**ilmm- tana** ;/ JPAMMM
INIIISTIlUallNU
llffl t
FORMULA
ANGELfXO JOS MS SANTOS ANDHADE
Approvada pela Inspectora Geral
da Hjg-iene Publica do Rio de Janeiro em
20deJulhode 1887
Este depurativo de grande efficacia as molestias syphili'.icas e impu-
reza do sangue. Para maior garanta da efficacia (testa medicamento, publicou-
se grande numero de altestados de alguns Srs. mdicos residentes nesta
provincia e de muitos cavallieiros que teem feito uso deste depurativo, em nu-
mero superior a 300; nolando-se 50 pessoas que se curarara da terrivel beribe-
ri com este poderoso depurativo.
0 uso deste Elixir muio recommendado no tralamento geral as mo-
lestias das senhorase a prova est no bom resultado que tem obtido aquellas
das Exm". Senhoras que delle tem usado.
XVXODOO 333S TTS.AJR.
Os adultos tnmarao qualro clberes das de sopa pela manha e qualro
uuiie*. As creangas de i a o sanos tomarao urna collicr pla manha contra
noite, e os de 5 a 11 annos tomaro tinas colhercs pela manha e duas noite.
Oevero tomar banhos, fro ou memo pela maooS e noite. llesguirdo regular.
Enconlra-se venda, na drogara dos Srs. Francisco Manoel da > ilva
3c C, ra do Mrquez de (Jlinda n. 23 e pharmacia Oriental ra Estreita do
Kosario n. 3.
n
ALL4NPATERSN ft C
N.44Bua do Brum--N. 44
5IINT0 A ES MfAO DOS BONOS
1 em para vender, por pr& o mdicos, sa sogoi : ^a ferragans:
Tachas fundidas, batidas e caldeadas, m
Crivacos de diversos tamanbos.
Rodas de espora, idem, dem.
Ditas angulares, idem, idem.
Bancc3 de ferro com serra circular.
Qradeamento para jardim
Varandas de fejro batido.
Ditas de .dito fundido, de lindou modelo3
Portasd f'oraalha.
VaporeB de forca de 3, 5, 6 e avaM
Moendas de 10 a 40 poli eradas de panadurs
Rodas d'agua, systema Leandro.
Encarregaiu-8e deconcertws, oaassnti.-'.anto va roHchinHioo ossoatsm
trabalho com perfeicao e presteza.
oval'
4.
COGNAC BRAZILEIRO
DE
M. VERAS & C.
PERNAMBUCO
eta excediente bebida preparada com todas as regras da sciencia, de sabor
ajaroma iguaeg aos do cognac cstrangeiro. O Cognac Brazlelro tem feito
rrande sueueiso pelas provincia do norte e sul.
Prcfos da fabrica
PEQUEAS OKANnEa
Uraa garrafa...... 10000 10500
Cnoaduaia...... 90000 120000
O Cognac BrasViro encontra-se na fabrica, em todos os botris, n-ataur^ats,
bilharaa e vendas desta cidade, e em Beberibe no botel do J0S0 e vnda de Jaciutbo.
AIcool 40 purifles'- 'infectado, para perfumara e bomosopathia.
SAUDE PARA TODOS.
UNGENTO HOLLOWAY
O Ungento de Holloway um remedio infallivel para os males de pernas e do peito; tambem para
as feridas antigs chagas e ulceras. E famoso para a gota e o rheumatismo e para todas as enermi-
dades de peito nSo se reconhece egual
Para os males de garganta, bronchites resfriamentos e tosses.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle no teem semelhante e para os membros
contrahidos e juncturas recias, obra como por encanto.
Esos medicinas ?*o preparadas smente no Eslabelecimento do Professor Holloway,
78, KEW OXFORD STEEET (i ntei 533, Oxford Street), LONDRES,
K vendemse em toda1, as pharmacias do universo.
maT O compradores slo convidados respeitosamenie a examinar os rtulos de cada cauta e Pote, se nto teem a
direcao, 533, Oxford Slreet, sao alsilicasoe.
<#*.
l,l^''Ji|li^A<'pfS!i'lfflti.iTJli SI WTRA1\S^ \* UCBSCIADOS PBLA INSPECTORA GERAL DE HYGIENB IlO IMPERIO DO BRAEI.
SI /^T ., 12 ApPint, Etomachicos, Purgativos, Depurativo*
tUSonl
da dadeur
v RA.tr k
_ lontra a Falta de appetite, a Obstruceo, a Enxaqu. ca. as Verttcemi.
as Coneet5es, ote Dose u (linaria : 1. t 3 jrdos.
0 Desconfiar a^ Qsiflcacdes. Kxiglr o rotulo junto imprimido em trances
4 e om letras d, o*-, scn.o 0 Se,0 fa D||, dos fabricantes.
cada urna letra de urna cor diflerente e
lm PARIZ, Pharmacia LGSOY.
DefMlUt em Uais as ,riaclpM PkamtMt.
Licenciado pela Inspectora de Higiene do Imperio do Braiil.
CAPSULAS de SNDALO CITRIN:
de
MO
Preparacao alguma mais etticaz contra as
ESTIAS E C Ti. T A. &
tos nedicoa.
nF.PORITO-* Rv TODAS AS rniWCIPAFq PHARMACtAS.
ama semauB,.
m LONDRES.
IIURI k i
Ra f de Narco n. 6.
Part pam ao respeitavel publico qu, tendo augmentado aen
estabolacirr cnto de JOIAS com mais urna seocSo, no pavimento terreo,
oom especialidades em artigos He ELECTRO-PLATE, convidam as
Exmas. familit-s e seus numerosos freguezes par visitar seu estele
cimento, onde ene-ontrarao um riquisaimo sortimeto de joias de ou* a
prata, peroles, brilbntes e outras podras preciosas, e relogios de oro
prata e nikel.
Os artigos que recebem directamente por todos os vapor sao
ezeeutados pelos mais afamados especialistas e fabricantes de Europa e
Estados-Unidos.
A par das joias de subido valor acbarSo urna grande vaiiedade
ie objectos de ouro, prata e elactro pate, proprios para presentes de
asamentos, baptisados e anniversaries.
Nem em relacSo ao preco, e nem qualidade, oa objeotos acia
mencionados, encontrarlo concurrencia n'esta praca.






V V." rf* '--"-."--.' I
inTERATUR'
Diario de PerBambucottuarta-ieira 18 de Abril de 1888
O poco e o peadnl
Impit tortorum lengn bic turba farore
nguini innocui non Batista, aluit,
SoBDita uudc patria, racto mine fuen* antro,
Mora ubi dir fuit vil* aalmque patent.
Quadra composta para o
portas de um mercado, que
ia ser construido no terreno
do Club dos Jacobinos, em
Pars'.
[Concluido)
desanimado,
bras contra o mea peito, como uan vest-
Cerno eu roo levantassa
desvenden se rpidamente, de chotre,
miaba iotelligenci, o myateno da muta-
ci na coliula. Observara eu que, com-
ouanto os contornos das figuras das pare-
des fossem snffi:ienteraente diatinotas, as
cores entrotanto pareciam alteradas e in-
decisas. Easas cores aeabavam de tomar
e tomavam cada vez maiz usa brilho res-
plendeote e intesiasimo, qua dava a easas
imugena phantaaticas e diablicas uj as-
pecto que teri abalado ervos anda mais
fortes que os > meus. Olbos do demonios
de urna viveza feroz e ombra, sobre mim
Ee r..vram, de m pontos Hifferentes on
de primitivamente eu nao imaginava causa
igual, e tinham o brilho lgubre de urna
chamada quo eu absolutamente quena, mas
ero v2o, considerar imaginaria.
Imaginaria 1-Bastava-me respirar para
aue me entrassa pelas narinaa o vapor do
ferro candente Espalhava se pela prislo
um odor aspbyxiante 1 ClarSe esbrazea-
dos chamejavam mais a mais daquelles
olbos cravados sobre a minha agona !
Mais rica de cor rubra ostentava-se a tin-
ta nessas horriveis pinturas de sangue !
Eu arquejave e respira va coro grande es-
forco! Ja nao me restava mais duvida
alguma sobre os designios de meus algo-
Bes, -oh os mais irapUcaveia, os mais
demoniacos dos homena Recuei para o
oentro do calabozo, fugindo do ferro es
brazeado. Antevendo esta destruigo pelo
fogo; a idea da frescura do pogo veio sor
prender minh'alma como um balsamo.
Arei-me por aquel'a bocea sempre hian-
te. Olhei para o fundo. O ciarlo da
abobada em chammas illuminava-lhe es
maia secretas cavidades. Todava, desva-
rado por instantes, recusou-se o meu espi
rito a comprehender tudo quanto via. Por
fias, aquillo entrou em minh'alma,de
aBsalto, victoriosamente ; gravou-sa em fo
go sobre a mioha razao medonhamente
convulsionada.
Oh! urna voz, urna voz para fallar!
Oh o horror IOh todos os horrores,
menos aquillo !Dando um grito estriden-
te, atirei-me para longo do boccal do pojo,
e, oceultando o rosto as raaos, chorei
amargamente.
O calor cresca com rapidez extraordina-
ria, e anda urna vez ergu os olhos, tiri-
tando com se estvesse com febre. Tinha-
ae operado segunda mutago na cellula,e
agora era evidentemente quanto firma.
Como da prirooira vez, debalde tentei com-
prehender ao primeiro relance o que se
paesava. Mas nao permanec por muito
tempo na duvida. A vinganga da inqual-
go caminhava a galope, vencida duas ve-
ces pela minha felicidade, nao havia muito
mais a esperar do rei dos Espantos.
A cellula tinha sido quadrada. Agora
va eu que dous dos seus ngulos de ferro
erara agudosconseguintemento obtusos os
outros dous. O terrvel contraste progre-
dia a olhos vistos, com um ruido, um ge-
mido surdo. Em, poucos mamentos a cel-
lula havia tomado a forma de um losange.
Porm nao parou ah a transformacSo
Nem era mea desejo que parasse. De boa
vontade teria eu collado essas paredes ru
dura de terna paz.A mortelEra a 101
nha idea fixa, a mort-, venba como vier,
menos a do paco Insensato como nao
havia eu comprehendido que era necessario
o pogo que tmente esse pogo era a razio do
ferro em braza que se estretava sobre
mim? Podia eu resistir aquella tempera^,
tura? E quando m-.-i.uo pudesse,
paria eu aquello horrivel abraco ?
E o lonsaDgo aohiUv.;-se, achata vaso
com urna rapidez que nao rao deixava tem-
po para refl ctir. O centro collocado so-
bre a linha da sua maior largura, coinci-
da justamente coro a boca escancarada
do pogo.
Quiz rocuar,porm as paredes, estrei-
tando-se mais e mt>is, irresiativaraente me
arrastavam. Ohegou finalmente o instante
em que mea corpo, queimado e contorcido,
apenas oceupava o espago limitado pela
porgao do slo em que se firmava os meus
pe. J nao lutava. mais, porm a agona
de rxnh'alma ezplosio em ama enorme,
longa e angustiada grito de desespero.
Sent quo vacillava all borda do pogo,
desviei os olhos...
Mas eis qua me ferem os ouvidos. con-
confusos sons de vozes humanas 1 Urna
explos3.o, um furajo de clarn* I Um for-
midavel tugido como o do um milhar de
trovos As paredes de ferro precipitada-
mente recuam I Um brago cstendido agar-
ra o meu, no mesmo instante em que, des-
fallecido, eu ia cabir no abysmo... Era
o brago do general Lissae. O exorcto
francez haua entraao em Toledo. A in-
quisigo tinha emfim, cabido as mos dos
seas inimigos.
Edqah Poe.
dea e essuras por causa do certas algas
microscpicas, que n'ellas nascero, se des-
envolvem e morrem, polo passar-se revis-
ta a um bom numero de theorias, todas
com o 8cu cortejo de experiencias e obser-
gW
Quando se trata, em g*ral, da c8r da
agua, occorre, antes de tado, pergunt.-.r
esc-l#e a tem prepria ou perfeitamente inco-
tor e transparente, como a vemos em pa
quenas massas. Para resolver esse'proble-
ma pie so appellar para o methodo expe-
rimental de Tyndall j isto apanhar agua
vezes
VAREMDES
FOLHETIM
TESTAMEMO YEfiMELHO
POR
XAVKR DE MONTEPIN
PRIHEI A PARTE
4 ?ADA DOS SALGSIRQS
(Continuaco do n. 87]
XLII
A cor dos lagos
Urna das cousas quo mais sorprehende,
tanto o viajante como o s.bio, quando se
percorre o formoso paiz da Suissa, sao as
diversas corea dos lagos, desde aquelle
magnifico azul do Leman at s aguas es-
curas, quasi pretas, de Morat. As diffe-
rengas de tona e matizes, a uniformidade
de colorido observada alguraaa vezes, como
succede nos lagos de Zurich, Zag, Coos-
tanga e Quatro Cantos, cujas aguas sao
do mesmo tom verde, e essa especie de
gradagao obserrada, que comprehende urna
grande escola de cores, comegando n ama
aaul esbranquigado e terminando n'um
verde to escuro, parece preto, reoonhe-
cende-se, ainda dentro de somelhante es-
pecies de tons pertencentes ao amarello e
ao verde, provocaram urna serie de esta-
dos, cujo principio j tem bastantes annos,
aos quaes Mr. Forel deu um bom contin-
genta de observagSes, na sua maioria refe-
rentes ao lago Loman, que tinham por fim
reconhecer, em primeiro lugar, a profan-
didade a que penetrava a luz, e depois a
determnagSo do matiz da 'gua, discatindo,
urna vez mais, se tem cSr propria.
Quem tvor seguido um pouco este as-
aumpto, ter visto publicadas, na'magnifica
revista de Ganebra, Archives des. sciences
physiques et naturelle; d'fferentes memo-
rias d'aquelle sabio e de mr. Dufour rela-
tivas a tao interessante problema e ltima-
mente urna nota, apresentada Sociedade
de sciencias naturaes de Lausane, em que
89 contem as conoluso.'S das experiencias
praticadas' durante muitos annos, e um
processo que sorve para determinar a cor
dos lagoB. (
Em diversas occasSes se trabaihou n a-
quelle sentido; estabeleceram-8 hypotbe-
ses variadissimas; fizeram-se conjecturaa
fundadas em engenbosas experiencias, des-
de attribur a cor dos ros, lagos e mares
a simples phenomonos pticos, at acredi-
tar que as aguas sSo amarellas, azues, ver-
1
__Por ora. .. Emquanto a cousa ren-
de... Quando nao render mais no Mamo,
irei para o Ser.a____Vario assim os meus
prazeres...
Urna voz do trvao veo interromper a
conversa que stenographamos fielmente.
Era a do patrio da casa do pasto.
Entilo entao o que que ests fa-
zendo ahi, Fuinha ? exclaraou elle dirigin-
d-se a Julio Boulenois. Vens ainda amo-
lar os freguezes, vadio I I
Amolar repetio o mogo. Ah co-
mo sa pie dizer semelhanto cousa Eu
estava propondo a venda do um lote de
peixe a estes senbores.
Apanhaste peixe ?
Algum.
Quanto tena ?
Cerca de duas libras de brdalos e
tros libras de carpas pequeas...
Leva sao para a cozinba... l voa
pigar-te ..
XL1II
procedente do geh, destilal-a daas
mettel-an'um gran Je tubo de vidro e lazar
atravessar, no sentido do comprimento,
um raio de luz solar ou elctrica. Ainda
mesmo que a agua esteja bem distillidada
e os reagentes chimicoB nlo aecusem a
presenga de materias estranhas, sempre o
caminho da luz se evidencia por urna cor
levissiraa, esbranquigada ou ligeiraraente
azulada, da qual se pie inferir a.cor da
agua para.
A do mar, dos ros e dos lago conten
em dissolugSo varias substancias, a maior
parte solidas, e gazas. D'estea, os mais
frequentes e importantes, s3o o ar atos
pherico e o acido carbnico, e d'aquellas,
o sal commum outroa, especialmente ma
gnezia, quando se trata da agua do mar,
e compostos de cal, entro ellas, o carbona-
to e o sulfato, cm aguas que esto em con-
tacto com algumas rochas calcareis. A's
materias em dissolugSo se attribue em ge-
ral a cor das sguas.
Julgaram alguns, em vista dos residuos
alcangados quando se evaporava a agua
de procedencia diversa, que a sua cor po-
deria ser a do liquido, chegando se a ad-
mittir a existencia de um.t serie de mate
rias corantes, desde o amarello at ao pre-
to, soluveie e de grande poder corante.
Tul conjectura cahe pela base, depois da
se terem observado aguas muito escuras,
cujo residuo fixo era quasi branco e ou
tras azues.
A analyse microscpica de muitas aguas
descobriu n'ellas algas diversas de extre-
ma pequenez e incomparavel belleza. T. n
do varias cores as algas microscpicas, por
sa encontrarein em diversos graos de exis-
tencia ou mor tas e em decomposigSo, attri-
bue-se-lbes a cor das aguas, que tinha de
depender das relagSos entre a quantidade
de materia orgnica e de substancias alca
linas em dissulugSo. As experiencias pos-
teriores provaram, porm, que as algas em
nada concorriam para isso.
O profe8eor Spring, aproveitando a pro
priedade de formar precipitados muito te-
nues, que possuem certas substancias dis-
solvidas na agua, pela aegao de outras
que se lhes adduionam, emprehendeu urna
serie de experiencias que preceder a sua
theoria. Os corpoa em pregados forano a
agua de cal, a agua de barrita e o chlore-
toflde prata, aproveitando para aa primeiras
a propriedade que tem de precipitar oora o
acido carbnico gazoso, dissolvendo-se o
precipitado formando bicarbonatos. Se
agua pura se addicionar cal viva e o liqui-
do transparente, depois da estar em repou-
so, se mistara com agua carbnica, resulta
urna cois a parecida com leite, opaca, que
se torna clara quando a atravessa urna
corrente de acidj carbnico.
Um raio de luz que passe pela massa de
agua fal a primeiro parecer amarella, de-
pois verde, e por fim de um azul tao paro
como o do lago de Genebr 1. Deve, por-
tanto, admittir-se que o lago Leman, azul,
ha de contar partculas de cal dissolvidas
no acido carbnico, e no de Constanga, de
cSr verde, a dissolugSo ha de ser menos
completa : a analyse das aguas de ambos os
lagos confirma-o plenamente, e as do lago
Achen, azues nos sitios profundos, bSo
verdes n'uma das margene, formada de
rochas calcreas.
Averiguada, como parace estar, a causa
da cor da agua, importa determinar seu
matiz em diversas circumstancias anas va-
rias formas que nos aprsenla. Gragaa a
mr. Forel, possue a sciencia urna gamma
de cores a que podem referir-so as de
qualquer agua que se experimente. O
procaao posto em pratica pelo sabio suisso
consista em observar a agua profunda do
lago Leman, no trajete de um raio vertical
e ao abrigo de qualquer rcfLxSo do co
ou das nuvena.
Na experiencia das cores das aguas,
mister philtral as; e, dep is do esterera
claras, collocam-se n'um tubo de zinco de
6 metros de comprimento, cojas duas ex-
tremidades teem diaoos de vidro, de forma
que podem examinar se com um raio de
luz, seguindo um Drosesso parecido com o
de Tyndall.
Qualquer agua pbiltrada, isto sea
substancias solidas que a tornera impura,
apresenta a sua cor propria ; do que con
clue Forel, conforme a tbeoria de Spring
alfombras para os sobrados e os cortinados
para os palcos.
Por mais que eja improvavel a propaga-
gSo u'um incendio na sala do theatro, as
siiu organisada pela oombustSo dos pannos,
tapetes^e cortinas, pJo anda evitar-se este
remoto perigo, impregando se todo aquel-
las tecidoss, no momento da sua fabrica-
gao, cem substancias chimieamente combi-
nadas para tornal-os incombustiveis pelo
meaos ao contacto do um phosphoro ou de
urna vl accesa, pois qua nao necessito
de dizar que a illuminago d'essa theatro
deva eff jetuar se em todas as suas depen-
dencias pela luz elctrica. Em Portugal
j S. Carlos possue esta nova luz cujos es-
plendidos fulgores e inoffansivo contacto a
impoa sem duvida nem objeegao admisaivel
como a;melnor para todo o espectadulo noc-
turno, 'principalmenta porque com o seu
amprego desappareca a cansa inicial de
que a cor dos lagos da Suissa devida *
materias dissolvidas as suas aguas.
todos os iac :cdio3 theatraea.
Alea d'isso, e a titulo do
Moatrando-nos o objecto.
__Ah isso agora que impossivel !
Impossvel por que ?...
O panno est cosido. *
Pde-se descosel-o ..
__Nunca I... E' um feitigo que sa de-
ve conservar no escuro.. ella tem meJo
da luz do da... E' c o mea talismn. ..
Ninguem sa poder gabar de o ter visto
antes do tabelliSo I ..
Julio Boulenois tornou a collocar o sa-1
qoinho sobre o peito e abotoou a camisa.
Pascal e Jacques trocaran} novo olbar.
Pois entilo, meu rapaz, disse Jac-
qaes, seja muito feliz com a sua fortuna ;
mas deixe me dar-lbe um conselho.
D... d... liso nlo cuata nada...
Se querherdar, arraoja casa, porque
dormindo, como costuma fazar, sobre aa
maeiras, as pedreiras, debaixo das pon-
tes, lugares que sao mal frequeotados de
noitc, arrisca-so a qu lhc roubem a sua
sed alba.
Quem a roubassa bem podcri apre
sentai-a em meu lugar, que cito receberia
com-a alguma.
Sem duvida, roas poderia vandel-a, e
vot nSo a tornara a encontrar.
Niuguem sabe que eu a possuo...
Fallei-lhea nisso, porque v sa logo com
quen se est tratando, mas u2o digo nada
a nieguen).... Tenho por ventura cara, com
estes farrapos, de um boj ito que traz pen-
durada ao psenos ama medalba de ou-
ro ?... Tenho cara de pinga Quem po-
deria ter a idea de me roubart...
E'verdade... O certo qua voc
nao arrisca l muitv. E eat vivendo pa-
ra eates lados ?
O theatro Ineombustive
Por causa da horrorosa cataatrophe que
acaba de deatruir o theatro Baquet do Por
to, dizimando ao mesmo tempo mais de
urna centena de vidas, volta agora de novo
a fallar se de queatao de seguranga dos
theatros nos casos mais que provaveis de
incendio. E este um assumpto do mais
alto interesse publico qua merece ser bem
meditado e eatuda o com demora e con-
sciencia, emquanto o espirito publico est
preparado, em resultado do sinistro recen-
te, para o tomar em attengao, como pre-
cisco.
Nao vem, pois, tora do proposito, apro-
veitar o ensejo, para apresentar aos nossos
leitores o plano que em seguida expomos
de construir um theatro incombustivel, pu-
blicado anonymamente, por oocasiSo do in-
cendio da Opera Cmica de Paris, n'um
dos mais interesaantes jornaes hespanhes.
Para construir um theatro absolutamen
te incombustivel, nao s miater, que como
no novo Banco de Hespanba e no monu-
mental edificio que para a sociedade La
Equitativa se est erguendo na esquina
oeste das ras de Alcal e Sevilha, se ex-
clua por completo a madeira no corpo prin-
cipal da construego, como as portas, es-
cadas, janellas, mobilia e decorago.
O exemplo palpavel aquellos dous as-
centes edificios sufficiente, para pravar a
possibilidade da construir a massa ar. h-
tetonica de um theatro, com pedra, ladri-
lho, marmore, cimente, pizarra, crystal,
ferro, ago, e zinco, materiaes todos refrac-
tarios do contagio do fugo.
Nao succede outro tanto com a construe-
go accessoria da sala e da scena, sua mo-
bilia, artefactos e superficies decorativas,
porm indispensavel supprir a madeira,
pelo metal, e as telas ordinarias pelas in-
combustiveis se se quer, e deve querer-se
aubtrabir-se o theatro aos horrores e aos
prejuizos materiaes d'um incendio.
Sam embargo, nos novos mercados, es-
tufas e palacios de expoBgSas, encontrara-
se bastantes applicagSes da construogo me-
taliza e crystallina s portas, janellas, es-
oadas, tabiques, sobrados, para que posaa
reproduzir-se o seu emprego as partos si-
milares dos futuros theatros.
Tambera na mobilia das salas d'estea,
comprehendendo os baos, divans, oadei-
raa, balcSas temos examplos tangiveis da
armago assentos elsticos de metal, seja
do modelo das cadeiras dos passeios puMi:
eos, seja dos das camas de ferro; de sorte
que no estado de adiantamento em que en-
contramos actualmente a industria metal-
rgica pode esta subministrar toda a mo-
bilia d'ama sala de espectculos para o qua
em summa j nSo nos falta orear mais que
os estofos para os movis de desoango, as
e suprema ga-
ranta da publico contra todo o inoendio
que rebonte na seena, o panno de bocea
ha do constituir urna verdadeira muralha
de ago qua fiche hermetiamente a fim de
qua as chammas, o fumo e as acres ima
na;8js das decoragoes em fogo nao che-
gera a transmittir-se para a sala, invadin-
do desde o principio as galeras superiores
onde a aspbyxia Burprendeu 5a maior das
victimas da Opera Cmica da Paris e do
Exater do Inglaterra.
Partindo j do principio de serem me-
talizas as construcgSes da scena e da sala
fija raduzdo o problema da acombustibi-
dade do material sjenico propriamente
dito ; e os pannos tornam-se ncombusti-
veis por meio de pinturas espciaes cujos
effeito podom complotar-se impregnando
os tapidos no momento do fabrico com pre-
paragojs perservativas qua nao Bao j um
segredo para a chimica moderna.
E quem sabe se nao se conseguir tam-
ben), gragaa a esta maravilhosa sciencia, a
incombustibilidad^ dos trajos dos artistas?
Como primeira vista se conclue da
simples apresentsgao d'est: progaamma to-
do elle completamente praticavel, e nin-
guem dir que nao seria til toraal-o urna
realidade.
O incendio do Baquet urna cataatrophe
de tal ordem que preciso remontar at
bem atraz para encontrar em Portag&l ou
tra que se loe poasa comparar, e est mais
que patente no espirito de todos para que
se deixe de pensar a serio sobre este im-
portantissimo assumpto de maior transcen-
dencia.
reaes de Salzw.'rk tem ama profundidade
de 644 metros, attingindo o terreno trio-
sico, d'onde provm o sal quo salara suas
aguas, cuja temperatura de 2Io,25 cen-
tgrados. D 1.860 litros por minuto.
O de Mondorff chegou profundida-
de de 750 metros : a agua, muito ferrugi-
nosa e que contem bastante acido carbni-
co, tem a temperatura de 27<>,30 centgra-
dos.
"5^D pogo aberto em Porgngnan (Fron*
ga), na regio do Pyraneus, d 2.000 li-
tros por minuto.
O de Tour, na margen) doLoire, nao
tem mais de 133 metros da profundidade.
Dk 1.100 litros por minuto. A teropera-
de 18.
Sao muito numerosos os pogos arte-
sianos abortos na Argelia, e quasi po-
de affirmar que aua construego que
os francezes davem o xito de sua tnta-
tiv.a de penetrar na regiao rizinia do Sa-
hara. Existen) 31 nos diatrictas de Oaed-
Riz e de Modna; e 19 no de Tu^gurt,
sendo por onseguinte 50, s na provin-
cia de Con3tantina. Aquolles pogos do,
ao seu conjuncto, 36.421 litios por minu-
to. Ha tambam numerosos pogoa na pro-
vin ia de Oran, tendo um dolas permittido
transformar parte da Ain-Saida, urna rea
de perto de 250 hadares de superficie,
verdadeiro areal, em urna esplendida horta,
dando legumes e fructos succulentos.
Em diversos Estados da Unio Ameri-
cana os pogos artesianos t* n dado a agua
necessaria ao consumo, proporcionando
tambera os seus beneficios agricultura.
Nao devoraos esqaecer que foi, abralo
um pogo em 1857, em Teto Sulie, parto
de Oil Creck, Pensylvania, com o fim de
encontrar agua, que so descobrio o kero-
sene que jorrou do pogo, tornando esse
facto o ponto de partida da nova industria
que to largamente contribuio para a pros-
peridade dos Estados-Unidos. Esto boje
em eXplorago 2.500 pogos de kerosene,
dando 8omanalmente 70.000.000 de litros.
Julio Boulenois voltou-se rindo para Pas-
cal e Jacques :
Entilo, estilo vaudo, disse-lhes elle,
ahi tm a miaba philosophia I Hontem o
peixe nao mcriia no anzol, e s comi aro,
padago de pao e uro. pedago de queijo...
Hoje mordeu o vou saborear um entrecoa-
to cora batatai e meia garrafa de vinho
branco... E viva a psndega !
E, depois d i fazer a sua costumada me-
sura tocando com dous dedos na pala do
barrete, correu para a ribaneaira, afina
de ir buscar no seu bote o peixe qu3 lho
ia comprar o dono da casa de pasto da
Una.
Este voltara para o interior do estbale-
cimento.
Pascal ag&rrou na mo de Jacques.
O que dizes sobre a nossa sorte ?
murmurou Ibo elle ao ouvido. Ahi est j
um qae nao nos deu muito trabatbo para
procurar I Havotnoa de tornal-o a encon-
trar aqui fcilmente. Precisamos da me-
dalba della.. .
Silencio 1 repcou Jacques vendo vol-
tar o rapaz, pue trazia dentro de urna re-
de a sua pesoaria viva.
Boulenois ou o Fuinha, como o chama-
va o dono da casa de pasto, passou junto
del es correndo e desappareceu.
Emquanto sa pasaava na ilba o que aca-
bamos de contar, Rtymundo Fromental e
seu filho dirigiam-se, cnvsrsando para a
ponte de Cbarenton.
Com qu? entao, meu pi, dizia P*u-
i >; desejas que amacha cedo eu venba mo-
rar com Magdalena n casinha que elu-
gaste ?
Desejo, sino, meu caro filho, porque
vendo-rae obrigado a busenlar-me logo
pela manila, hei de ficar muito contente
sabendo que esto na nova casa... Creio
at que faria bem mandando Magdalena
adiante, esta tarde, para preparar tu-
do...
Aps algundos segundos de silencio, R*y-
mundo proseguio, nSo sem certo embra-
90, que denunoia se na sua voz pouco fir-
me :
Quero agora fallar-te de urna cousa
que te diz respeito e me preoecupa muito.
Ha dous annos que trabalhas mais do qae
deves..
Garanto-te... interroropeu Pauto.
Deixa-me continuar disse Fromsn-
tal cortando a palavra ao filho. Sim, repi
to, trabalhas mais do que deves e receio
que os novos estudos indispensaveis para
a tua admisso na escola polytechnica te
fatiguem agora de mais e te prejudiquem
a aaudo. Dse ja va, portanto, que deixas-
ses os teuB exames para daqui a um an-
no___Isto me proporcienaria a tranquilli-
dade de espirito e te forneceria os meios
de fortificar o organismo...
Como, meu pai!exclamou o mogo
eom expresso de siucero desgostoque-
res, devras, que me atraze um anuo 1?. .
tao longo um anno I O que iarei durante
esso tempo aem trabalhar? Afiango-to quo
o tedio me faria adoecor.. .
NSo se trata de nSo trabalhar, mas
de trabalhar lentamente, vontade, e, por
conseguid, sem fadiga... Quero que fa-
gas isso, e nao cedo a toas objocgfjea...
Quanto ao tedio nSo receies.. Has de
combatel o com os passeios, a pesca e aa
innmeras dUtracg3ea do campo-. Alm
de que, daqui a alguna dias, iremos juntos
casa de um medico...
a' casa de um medico I ?... repetio
Paulo. Para qu3 ? Assevero-te, meu, qua
uo estou doente ..
Sim, bem sei, mas ests fraco e pre-
cisas seguir um ragimen que te fortifique...
E' exactamente esse rgimen qua quero
qae nos indique um medico cheio de expe-
riencia. .
Farei o que quizares, meu pai, bara
sabes ; mas ests te amotinando sem moti-
vo... "vigor viria espontneamente quan-
do eu acabasse de crescer...
Os dous passeiantes tinham chegado
ponte de Cbarenton.
Ahi tomaran) o vaporsinho, "e pola volta
das duas horas entraram em casa.
Entilo, meus caros amos, perguntou
a velba criada com curiosidade, encontra-
ra ia o que desejavam ?
' Encontramos, mioha boa Magdalena,
respond.u Raymundo.
E, accrescantou Paulo, nao se pode
imaginar um paraizo terrestre mais encan-
tador. .. E' amargara do rio, tem um vas-
Po^os artesianos
Os principis pogos artesianos conheci
dos sao- os seguintes : -O de Granelle,
perto da Paris, que, em consecuencia do
esplendido resultado obtido, foi o que deu
impulso s perfnragSaa artesianas. Encon-
trn muitas diffiouldades na sua construe-
go, que nao durou menos do 12 annos,
de 1832 a 1844. Tem 547 metros de pro-
fundidade, e penetra no terreno cretceo.
A agua eleva se cultura de 12 ^metros
cima do nivel do solo. No principio dava
2.200 litros por minuto ; quando, porem,
abri sa o pogo do Barry, margem direi-
ta do Sana, o volume da agua diminuio
sensivelmente. Hoje d 600 litros por mi-
nuto, com maita regularidade. As aguas
sao ferrugino8Es e a temperatura de 27,5
graos centgrados.
O pogo de Barry foi principiado em
Setembro de 1855, e terminado no mesmo
mez de 1861. Tem 600 metros de profun-
didade. A temperatura da agua de 28,
o volume de 14.000 litros por minutos. A
agua empregada no bairro para todos
os usos domsticos, e serve para regar o
immenso bosque de Boulogne, alimentando
tambem as suas casetas.
O pogo aberto perto das salinas
\ovo Insecto
As revistas agrcolas da Haspanha ta-
se oceupado ltimamente de urna molestia
que sa manifestou nos laranjaes em algu-
mas regios, molestia que parece nova e
desoonhecida.
Resulta das investigag^s e estudos fal-
tos que a molestia produzida por um in-
secto pertencente ordem dos Hempteros,
secgo dos omopteros, e da familia dos
Lecaninos chamado Lecanium Hesperidium.
Esta especie, como todos 03 seus congene-
res, coberta de urna substancia cerosa,
tem as antenas compostas de seis articula-
g3a3, das quaes a mais larga a terceira.
-------------saaes
Logogrlpho
Andando no mea passeio 7,12, 6, 11, 2, 5.
Bis 8urgeme on idiota7, 5, 9, 10, 12,11, 3.
Mas que cantava tao bem12, 6, 7, 8,9, 10, 5.
Que da caoco tomei nota5, 6, 10, 5.
E tambem urna mnlher7, 8, 9, 10, 11, 5.
Den m'nma tio boa fructa4, 3, 7, 5.
Saturada d'um esseneia5,1, 7, 8,9, 3, 5,11, 8.
Queme tez bem mala nuca 11. ">, 11,2, 10, 7, 8,.
(3,5
Oatro amphibio perigoso1, 2, 8, 11, 12.
Fez-me nm certo trejeito7, 3, 7, 10,11, 5.
Qua cahindo logo em torrai, 12, 7, 5.
Um grito sae do mea peito5, 3.
Soa um esnjancto de notas
Qae vibracoes faz sentir
De certo ser am lonco
Qem nao gostar de m'ouvir.
to jardim, legumes, fruotas e, alm disso,
arvores esplendidas...
__As malas j esto promptas e cheias
de roupa... exclamou Magdalena, cheia de
jubilo. Nao bao de demorar-se por minha
causa. Quando que vamos T...
Paulo vai amanh de manhS, e tu
dormirs l esta noite.
Sainha n'uma casa que uo conhe-
go I exclamou a criada fazendo um momo
significativo.
Nao tens ento desejo de arranjar a
c,asa em ordem amaohS, para quando Pau-
lo chegar, e de o receber com um bom al-
mogo ?
__Olha, meu pai, disse o mogo, a quem
nao passara desapercebida a eareta da ve-
lba dedicada. Magdalena est com medo,
bem o vejo, e a culpa nao dello... Se
me das licenga, vou preparar a minha ma-
linha immediatamente, e, em vez de espe-
rar para amanh, irei esta noite com Mag-
dalena.
__ AL I assim nao ha a menor duvida I
exclamou esta completamente tranquiliza-
da- Jantaremos l... Hei de achar meios
e modos de improvisar urna reteigSozinha
que nos ha de chegar...
Pois eat dito Vai preparar depres
sa a tua malioha.
Paulo foi para seu quarto e poz-se a oin-
pacotar as oousas que Ibe pareciam do mais
urgente necessidade, poia que, tSo perto de
Paria, seria um passeio vir buscar o resto
de qae precisasse.
Quando fioou s com a criada, Raymun
do lovou-a para o quarto mais afastado do
aposento e disse-lhe em voz baixa :
Minha boa Magdalena, precisa aos
oocupar-nos seriamente com Paulo.. mais
seriamente ainda do que eu suppanha..
Eative com am medico..
Iaterrompeu-Be.
E ento? perguntou Magdalena an-
oiosa.
O menino corra perigo.
Perigo l... repetio a criada paluda
de terror, perigo 1 N5o i possivel!
Infelizmente certo .. Ple-se, po-
rm, desviar o perigu por meio de cuida-
dos muito desvelados e muito assiduos...
Elle precisa de alimentagao abundante e
tnica, vinbos generosos, tranquillidade de
espirito absoluta, e sobretudo nada de tra-
balho... o que diz reapeito mesa e
adega, nao economises. .. nao hesites dian-
te de qualquer despeza. Nao ocoasio
para economas... Arraoja os vinhos da
Brdeos e de Borgonha mais velbo, mais
paros... Nao penses em poupar o pouoo
que possuo.... A vida de Paulo para
mim muito mais preciosa do que todas as
riquezas da trra .. Quero que elle vi
va!...
Recite, 13 de Abril de 1888.
M. Nogueira.
E elle ha de viver 1 redarguio a es-
colente mulher, soffreando a sua emogo ;
elle bada viver... prometto lhe... afian-
golhe... Hei de tratar delle com tanto
zelo !... Ah I nao, nao hei de poupar
cousa alguma !.. Dara o mea sangae
por Paulo, se preciso fosse, e com a me-
lhor vontade deste mundo 1
Ah tena mil francos, proseguio Ray-
mundo, entregando a Magdalena um rrolo
de ouro. Quando esta quantia estiver es-
gotada, pede mais...
Nesse momento entrou o mogo.
Ests prompto ?... pergantou Fro-
mental.
Estou, meu pai-----Sagu as tuas
instrucgSes... poucos livros na minha ba-
gagem... Podemos partir.... mas estou
bem triste...
Por que ?
Porque nao vens comnosco.
__ Agora -me impossivel, e sabes per-
feitamenta que o ainto tanto quanto tu ;
mas muito breve te rei visitar, e todas as
vezes que tiver um momento de liberdade,
bei de passal-o perto de ti...
Magdalena fora chamar um carro.
Chegaram as bagagens.
Raymundo metteu algumas moeda de
ouro e de prata na bolsa do filho e acom-
pauhou-o at estrada de ferro.
Sem ser, comtudo, positivamente dolo-
rosa a separago daquelles dous entes que
se amavam louoamenfe, foi triste.
Os olbos de Raymundo e de Paulo rija-
rom ebeios de lagrimas.
A velba Magdalena enxugava os della.
A sineta, que dava o signal de partida,
separou-os.
Urna hora depois a digna criada e o mo-
go chagavam casa de campo de Port-
Crteil.
Retro sedamos um pouco.
Ao sahirem do oaramancho da casa de
pasto da ilba, Pascal e Jaoques voltaram
para o Pequeo Castellu, onde esperava-os
o almogo.
Durante o trajecto, trocaran) apenas al-
gumas palavras, roas, por mais curta que
fosse, a coavemgo versou exclusivamente
sobre o encontr que aeabavam de ter,
gragaa ao feliz acaso quo lhes eolio cava no
caminho um dos homens que por motivos
que conhecemos, ellea desejavam, cima
de tudo, ter ao alcance de sua mo.
' Era urgente tirar partido desse encon-
tr inesperado.
Operaremos em tempo opportuno, di-
zia Jaiques Lsgarde. Julgo prudente es-
perar que estejamos acommodadoa em Pa-
ria, mas preciso aproasar isto o maispoi-
sivel...
> Conta commigo, replijava Pascal ;
Logogrlphos
As decifrag5es dos que toram honteu
publicados sao :
l.Napole$.
2. Botherdam.
3.o_ Pistla.
hei de arranjar as coasas de modo que nao
sa perca um s minuto.
Durante o almogo, o medico, dirigindo-
se a Angela, prevenio-a de que no correr
da semana seguinte seria inaugurada a ca-
sa comprada por elle em Pariz, e aceres
centn :
Como fioou convencionado que a mi-
nha querida prima e Martha morariam
comnosco, pego lhe o obsequio de auxiliar
Rambert em certas minudenoias da instal-
lagao. Julga desnecessario conservar o
seu commodo na cidade, nao assim ?
Da certo, responden a ex-mascate.
Poda mandar transportar para a mi
nha casa aquelles dos saos movis de est-
mago que deseja conservar... proseguio
Jacques. Serviro para mobiliar os dous
quartos que a prima esoolherer.
i E venderei o resto da mobilia, sem
applicagao d'ora em diante... Est dito.
Quando quer qae me occape com isso ?
AmanbS mesmo, se quizer...
Quero tado quanto o primo quer...
Amanh astarei s suas ordens... A pro-
posito, o que pretende fazer dos dous cria-
dos ?
Pretendo lvalos para Pariz... Para
qae deixal os nesta propriedade quando
nao estivermos aqui ?... Podem assim oon-
trahir hbitos de ocioaidade deplora veis...
Amanh oceuparo o cargo de porteiros da
casa,
__E para mim, doutor, perguntou Mar-
tha, nao me reserva um papel activo no
trabalho de iostallagao ?
Nenhum, minha filba...
Por que ?
Nao conheca Pariz, e a sua presenga
seria mais inoommoda do que necessaria
no meio da desordem inevitavel de urna
iastallago...
O que far ento de mim?
Cont deixal-a aqui por alguna dias...
oh I muito poucos dias...
SoBnha I exclamou Martha.
Nao... verei hoje urna camponea
das immediagSes, que vira servil-a, e, a
menos que essa resolugo n3o lhe desagra-
de...
Caro doutor, respondeu a moga, na-
da do que lhe convm pode desagradar-
me. Esperarei aqu, portanto, que me cha-
me para jauto de ai.
E nlo ter medo nessa casa to gran-
_ Da certo que nao !... Da qae tena
medo, e quem poder quererme mal ?
(Continuar st-ha)
Typ. do Diari roa Duque de.Caxiai a. P
i
'


iiafin