Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16654


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Full Text
ANNO LI17.....HIMO
PASI CAPITAI. E M'G.iaES OXDE E PAGA PORTE
,. 6$000
Por .res rnez'8 a:u..ataaos............ 125000
Por seis dito dem.........*...... 2.!^000
Por un atujo. >c',!,u' .......... jjiQO
Ca!a numero nvulso, do meaoio dia.........
l I ARBIL DH 1
PA^A 9ENTRO E PORA DA PROVINCIA
Por seis meses adentsdos........... 13*5500
Por nove ditos dem................. 20(5000
Por urn anno dem........,........ 270000
Cada numero avulso, de dias anteriores........... #100
Ikoprtetaitf &t MmqA *fi%ntix6& U -taria S Upp

IELL JHAS
ctVIGQ -PARTICULAR 00 DIARIO
RIO DE JANEIRO, 15 do Abril, s 2
horas o 53 ernatos da tarde (pela liana ter-
restre.)
Foram nome* os p ra o qur.rt-1-gen-ral
do comoaaodo das armas da Ptroainhucp:
Ajudant". do rleos, o 2.* tenente de ar-
ribara Jcnatbus B.-rreto;
Ajudnnte de peseta, o altores de infante
a Figu-.-iredo Bnto ;
Secretario, o toneate Olegario Pinto.
E'oi no mead j cnsul geral do Brasil
em Veaeeuella, o Dr. Mu.io Teixeira.
Embarcaran! para Pornambuo, no
quete franaez Congo oa Dr*. Jos alaria da
Rocha Carvalho, juiz do direito nomcaio
pira Tacirai, e Jjs da Cuaba Tnixeira,
fe de polica nomado pjra AlagO.*s.
ser,ico m mm wn
Servico directo
VIENNA, 15 de Abril, tarde.
A mrior desordeno est reinaado n'este
momento na Bulgaria.
APLES, 15 de Abril, tarde.
Sua Santidad n Papa Le 3o XIII dcle-
gou ao manssnlior arcebispo da aples
pr.ra ir visitar e compriroentar SS MM.
o lauwridor e Imperatriz do Brasil.
PARS, 15 da Abril, noite.
O general Boulang-r asaba de ser ejeito
deputado pelo departamento do norte por
172.000 votos contra 76.000 e 9.000 ib*
ter';5es.
Sercvjo pela via Norte-Amrica
PARS, 14 .le Abril; noite.
Assoverr,-se qua o genero! Boularger re-
commendou Mr. da Fourtou bos eleitores
do departamento da Lordogne.
Agencia Hav^s, filial em Pernambu o,
16 de Abril de 1888.
videncia divina a D. Manoel de qualidad-s grau-
diosas e qu'isi equivalentes1 s de O. Jg&fl II, eelle
aoube dedenv.ivol-as. Por iaaa couaitara ae saa
up >cha carao da maior glora para Portugal. Noa-
s, n m :. 1 i-piia, atttagtra a nacioli ia-
d da e tSo radi a. N) deixou e o n>va inooarcha
qua por ai marebasaem e progredsaem oa elemea-
toa e recaaos qie encontrara, de antena > e fio
pa'ritic.iiQ nte reunidos e methodiaadoa pal
unstia do Aviz.
Coadjuvou-oa poderosamente e canseguio, dan-
Ulo-lb-s effi.-az impulso, a maior somma de venturas
para o rema, qu' eapautim como 6a realisiraro ta
jcceleradaraeatc.
V. iisou que ojo precisava maia do Cortes, iats ,
re-e h a e concurso de opioiS-s de nobresa, cle-
~.ovo, nao reparou desgraciadamente que aua
aunullacao para scropre comprometa a aorta de
Bl aubditoa o dvixava abandonados aeua suaecs-
iios iuteresses de
COUV.Ci-
ra muitas vasas c se aervia do apoio qu; n'eilae
encontrara e particultrmenta no braca paular,
i, p^rn realisar sena des
ignioa com inaior faciidada o pr..ve;to.
Darunte scu longo reinado de vinte annos, apa-
as as eonV'.'CjU D. Manoel quatro vtze, e a
para assumptjs de formalidades, c someuoa valia.
Seus Bueceabores, imit'indo-ihe o exemplo, e con-
siderando as apeaas representantes da obediencia
' submi8so dos povos para com ca seus soberanos,
cb'iinaram Cortea unicimente para recoahecer ber-
deiic da cura e prometter-Ihes vassallagum. Nao
trataram maia de verificar oa direito da suaces-
ores, designal-OF, elegul-os, e receber d'elles o ju-
rumento de cumprir aa lei e inati-uico '8 patrias :
nao era maia um e nrrac'o sinalugmatico eucr a
nacfio c o lili sin a quom se celegava o poder
ezaentivo ; ,xigia-se a d'ellas um acto de servi-
dao u a promesa 1 de obediencia, em nome des seas
representados.
{Continua)
Is^res a seos propiios caprichos ; aos iutei
validos e favoritos : aiada Jalo II as
IRgfHOJvlll flllILl
nmnw
PAUTE OFUCIAL
fioverao da provincia
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 14 DE
ABRIL DE 18S8
Francisca Lobo del* Carvalho.Rametti-
do ao Revd. Sr. rogedor do Gymnasio Per-
narr.bucano pjrft att-'nder, havendo vaga.
Francisca das Cbagaa Ribeiro de Oh-
veira.Iafjrmo o Sr. Inspector do Tba-
onra Provincial.
Gerente da eBtrada de ferro do Racifa ao
Caxang.Providen-iado.
Alferes J.is Henriquc de Hollanda Cha-
cn.Informe o Sr. commandante supe-
ri r da guara nacional da comarca do
Re ite.
Jo2o J >s Ribeiro de Moris. Informo
o Sr. inspector do Tbesouro Provincial.
Joaquim Femantes de Moraes. Defe-
rido com offi-io de boje ao coronel eom-
rnandante das armas interino.
Martinho Jos de Jess.Em vista dos
fundamentos contantes dos despachos d- st.
presidencia a 5 e 13 de M.io da 1887, o
8upplicnto nSo pola ser atteudido.
MigU'l Joaquim de Carvalho Saara.-
Conceda a apoentadoria com os veacimen-
tos a que tiver direito.
Maximino Ferreira de Souza.Deferido
por offi 10 ao inspector geral da InstruecSo
Puplica.
Secretaria da Presidencia de Pernam-
buoo, 16 de Abril de 1888.
O porteiro,
F. Chacn.
US
PORTUlilL E BiUZlL
KBLO
ConselheirD Jlo lanjsl Fereira da Silva
(Cond 1 <; (o J
V
Comecava em toda Europa, o sea ilo XVI por
urna traafjrmso polifca, social, lit'crarj e
scicntifica, para a anal sr abriam ii'ivosh'ii. OD'es,
qU(J dsTll M 111 i' 1 B u;-piral;5ej dj poVOS,
das ini'i'uicOea e d s ivern-'S. Ddaanrunavaus -
se as s '_>. d'. i-a antigs, ez'iugaia sa o syat-ma
feuiil, e priaeipiava a nova era que se denomina
hiatana ia d> xa.
Arduo devia ser e d-.uioiajo o trabalbo da te -
eundsco e seu prni.'ipio f i de ceno, pregoeiro de
modifca^es -d\ -ae?, trias indi peitaibidoe inri-
ciado com princioiis e doutrinas con iemnavoia, c
canteiiiuieii os ooi prosperse briihantea, outra*,
todava defgracadis e feralmente Bi-utidoa.
A anarchia e laUs c uatant a da dada media
que monia, ao pj ler tyranuico le 11 br<>a uccl'-aias
taco.' poderosos e masera veis regu' a, que cahia a s
pedac'3 ; ao movunenti p .pul.r, que tintas vezes
servir aos res de amparo h faifa, c que se snf
foeava igual neute para esroar todas as resisten-
cias legaea e extralegaes, justas e inj i- s, sajui)
ge, firmou-se poi tuja a parte como substituto ez
elusivo da tatoridade poier attsaiate dos reis,
forman o se gnnd s a*ei na idad i que Ihes de
dicaram cega obedi>nt-ia.
Pra sena suco sacres preparara em Franca
Lui* XI os elementas necfssar.'os ; Isabel e Per-
nand), em toda a cUajMuba reaoista sob u se -y--o.
c-im excepca de Pjrtnt;*1, < m M-p1'"" a Sicil a
qu- =e 'Uea liaviaiu afiait ido ; <;.u Inglaterra, Hen-
riqu-2 VII ; na Iiaiia. a infl '.i tempoial dus
papas aa ioTHM^a entrang 'ras aut mimiis de
Tarios concUtttitri, ostegruti ns de repblicas mo
K g; v da 111 B s lib rdadea que em qualquer
Oatra pnrte ; n O. ica, a iifli nca
los TurcoB cm a ru1- a d-is arahe e a enneeotr..-
cSo de todos os muosulmauoa, emb ra de diversas
neas e na^oes. com -ua (piie em Cousiautinopla ;
em Portugal flua-nieute, D. uo II. que aeabava
de fallecer, e que pr.ilain r*a tuo-emacia da
coroi. como representante de Deas na trra par
toda a direacSo temp 'ra loa pi.vus
D. Mauoel berdra d .1 Ao II um throno ree-
peitado, una auimi 'ad 11 ic-i ;a-1a, uaua naca 1 ci
vilmente prospera e eiiihu-iatmad.. p r aventuras,
mavegacoee, de.cobi ime .s, rqoeotf, dominOi
Itramaiinos, e j:r' gr sos dus MMeaeiaa e das let-
tra.
Os abeolnliso oh a r.em qu-mil > x rcidoa por
komena de genio patriotas ; prestam orna exi-
tseio prcv-itiia ao- apir.t.s. as teodeociaa, s
aspiraeors dos sublitos. Mas govra < ero lim
tes em maca medianas ou tracas, corrom as vibras
das nr.ces, corrompem Ibes os graudes aentim-n-
tos, enfraquecem as e arrastro ao abysm .
Felismente anda para i ortigal djtjrj Pro-
norce Manoel Beato da Silva ferio gravemente,
e 'ti dtias facadas, a Jjaquim Ferreira Cavalcante.
O criminiso foi p.-eso abri se ,> competente inqu^rit).
Pelo referido delegado foi preso o individu 1 1
nomo Seb-.s'iao G ;;n.)3. c^m) indicia da em crim
do aseaisini'.o na pessia de Francisca Hara da
ConceicSo, 00 ing tr Ch5 Dar, do termo de Pedra
de Fogo.
Antohontem, assumio o exerccio do cargo
de subdelegado do distristo d Bblm, o cidadao
i'.dro Barooaa ds Arauj, la quilidada de 1-
auppleute.
Na noite de 7 deste ui !, na povoacio da
Lapa, do V distr-.ct> da frogu do temo dj N-jssa Senho.-a ao O' do G^yanna. o
individu) de nome Manoel Esteva.', eouhecido por
Manoel Bastoe, ferio graveauut com urna facada,
a Mansel Francisco da Sousa, eonh?cido por Ma-
noel Ay Ay, vioda a fallecer 00 dia seguate.
O subdelegada respectivo tomou conhecimento
da fact', fez proced t a vistorii o abra o cjmpe
tente inqaento e diligeocia a cptura do criminoso,
qae evadio-ae.
Deus guarde a V. ExcUlm. e Es.
Sr. Dr. Joaquim Jos de Oliveira Andra-
de, muit-> digno presidente da provincio.
O chefe. de poli i-, Francisco Dom'n-
gues Ribeiro Vianna.
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DIA 16 DE ABBIL DE
1888
FieiJcn Brothers & C., Vicente N'gueira
Ramos, Dr. chefe de polica, SebastiSo Cy-
rillo Gomes Pereira, Augusto Cesar Stepplu
e Jos Fernandos de uliveira.Informe o
Sr. contandor.
Ignacio Goncalves da Paixo.Informe
o Sr. Dr. administrador da Recebedoria
Provinciil.
Jo. quim Alfredo Rodrigues dos Santos,
Jo2o Baptista do Espirito-Santo, Antonio
Nobre de Almeiia Castro e Andr Ave-
lino de Sousa L cam-se os assentamentos.
Antonio Lniz Pereira Dutra.--Certifi-
que se.
Jo3o Francisco da Cunha e Manoel Jos
Gomes. Hsj vista o Sr. Dr. procurador
fiscal.
. Delmro Sargio da Fonsaca e Dr. padre
Antonio Gong'Ives Soares de Amorim.
Ao contencioso para declarar se foi pres-
tada a fianca.
BE
PERHMSflO
Repartico da Polica
2.* Becc&j.-N 297. -Sacrotaria de Po-
licia de Pernarobuco, em 16 de Abril de
1888.Ulm. e Ex o. Sr. Participo a V.
Esc qua f .ram recolhiios Casa de De-
tenerlo os 8eguint<-s iodivi iuos :
No da H :
A' uiinha urdem. Manoel Jos G imes da Silva
;'H.Dono de Albuquerque Maranbe, viodos de
AlagSa Seeca, jumi a ieu i-l i, al qj teuh ,iu o
envenieute destino, B Martiniauj Barbosa do
l'arui ', por d.stu bi.u.
A' ordem do subdelegado do Io districto de Afo-
gados, li'-rvulauo l'ereira da Silva, p r diafur-
bioa.
A' ordem do rio Peres, Antonio Jos de San-
t'Auna, p -1 oisturbioa.
. No da 15 :
A' d> la Parabybi am de responder ama orlem de
b ilvaacoipus
A' ordtm .10 Dr. delegado do 1 districto da ca-
pital, Maioel Audr P r^ira di Silva, Rjsa M -
ra da C>oeeicUo e Joa> Jos r'ossidouio, por em-
brlagaeie disturbios.
A' ord-m Jo do 2* districto, Minoel Duarte do
Beg.i, Luiz Alves da Si v, Climeate Manoel do
Uarmo, Joo Guaiberto de Oliveira. Joo Jas don
Saiitjs, Diogeues Viceul* de Oliveira, Jlo Fran
cisco da Sila, Eluardo Luiz o Espirita Santa e
JjVoi Netu de Meud inca, por embriagues, dis-
tu dios >ff usas a mor-.l publiea.
A' ord^m do subdelegad 1 do Becife, Clauslis
DUudo do K go, por diaturbi >s.
A' ord m di subdelegado de S.nto Antiniu,
J a> G olives Gapitai, oumi indicalo em crim<
de m )i te.
A' ord-m do do l* districto da fregu-zia de 8.
Jo>, Jos das bigts M >ura, M.aa^i t'o-iaooda
S Iva, co h a< ku p '' Vlaueco. J *, Ladis Si
driuee, pe distuibiss e u^-a de arma defesa ;
Manoel Autouio do NaSCimuto, p T erime d
furto.
A' ordem do do 2- districto, Antonio Joaquim
d- Saiit'Aniis, Antonio Guiib rtj G im a, Adredo
Jos !' Mell. e Guiihenne F.-anci-eo *J Sanwa,
p >r dir-t jrin.H.
O delegado do termo de Palmares, p.rtici
pou-ine que oa noite Oe 7 para 8 dj c >rrerite, no
liigar Toca da O iya, d 1 dia"ieto de ijstende da-
quel e termo, os iuli"idu 1* le n mes Maou I Fran-
cisco do** S.qi'iih< eido por Jos
r" .1 nalbeiro, fizeratn uiversos ferimentoa em Simiu
de tai
O erial' so Mtuo'l Fr-ineiscj dos Santos fai
preso em fligraue. evadindo-se o de nome Jo
de tol.
O ubi-I' gal) di referido districto tomn co
ubei-iuienru dj fcto e prucedea a resp'ito i.os ter-
mib d
Helo d legado do termo de Pao a'Albo, ti v
scii-ncia de qu- no dia 13 lo eurmate deste u^ez,
nre'Jen u eriinm i 1 Da aiaj Rmeiro Leite, pro-
uuuuiado no tei ui de Tuaoaoa, uumj iucurs
uas penas do art 305 d i codiga criminal.
Pela metan u .irnl-.de foi remettido ai juiz
i'ompet' nte o oquento policial procedido eouti a
Ant nio KrancBi.0 de Oliveira, por crime de fe.
rimentjs leves na pessoa de Joaquim Mana de
Barros
ComraonicQ-me o delegada da termo de Ja-
boaiio qae, no da 7 deste mes, 0 iadividao de
RECIFE, 17 DE ABRIL DE 1888
AdmlnleitracSo da provincia
Hornera, 1 hora da tarde, peraute a Cmara
Municipal dj Reoife, convocada extraordinaria-
mente para oseo fim, o Ezm. Sr. deBembargaor
Joaquim JcaS de Oliveira Audrade, prestoujora-
rxento do cargo de preaidoata d^sta provincia, para
o qual foi uomcado por carta imperial de 25 de
Mar(j pr.ximo fiade.
Em seguida S. Ezc. diriga-se ao palacio do go-
verno, onda teve lugar o aato da posse, de qua se
lavrou o competente termo, 88signado por grande
ujrr.ura de peaaoas.
A8sistiram ao duplo acta as priucpaca autori-
dades da provincia, diveaoB deputadaa geraea e
provinciaea, magistrados, fuuccionarios pblicos,
officiaes do trra e mar, e muitaa outraa pensse
de conaiderac&a.
Fez as honras militares ama guarda do 2 ba-
t->lbSo de infantera, e tocaram as bandas de m-
sica da polica, do U'b'talhao de infautaria e dos
menores da Arsenal de Guerra.
A fortaleza do Bram den a alva do estylo 1
hora da tarde. *
m
O Ezm. 8r. deaembirgador Oliveira Andrado
um carcter serio, um espirita adisntado. um ma-
gistrado integro ; e, pois, todo iodaz a crcr que
tua administrac;, iuspirpda nos principioa da jus-
tica, ser benfica para Pernambuco.
Pernambucano, S. Exc, quando long desta pro
viucia, nunca perdeu de vista os inten saea da sua
torra, e Bempro acompanhuu o seu movmento pro-
greasivj; de sore qae est perfeitamenfe iuteira-
do da sitaaoao dos seus negocios e ccnbt-cu as suas
necessidades e as suas aspirado 8.
Compre, porcanto, aguardar oa actos de S. Ezc.
para jalgal-o por clles. Aos julgamentoa previos
faltam base, e nao admira que ell< a trsgam rea-
aabiiB de paix&o partidaria, aempre eivada de
exageroa, que ama melbur apreciacao fazem des-
vao cer.
Aff-it i a distribuir justica, como mag-strado iu-
tegr que S Exc. ha de governar com a justica,
ha de ter por normas a lei e O iateresse maximu
da pr ivincia.
Sob tara an.-picius qae se inaugura a nova ad-
iniuistraca. Ella 'ha de conob ra aa honrosas
trad'cdes da Exm. Sr. desembargador Oliveira An-
draae.
pura se ter ama utuicSo segura da beneficio Uta
acs cofies da praviccia.
Em oneluaJa, a aiminiatraala qua terminou foi
de eficaseB e salu'nr.s resaltados, e nem mais po-
dei-aa-bia > xiijir de urna siminr-.tiaeaj interina,
qae io pouco tempa duroo.
Exm. Sr. D-. Ignacio Jaaqu'oi d 1 Sanza Le3o
dave ter tranquilla a conaciencia : cumprio bem o
aea dottr.
noticias do norte do iner.o
1 paquete nacional Espirito Santo, entrada
aatc-bentem do narte, trouxe as seguintea noti-
cias :
Amazona*
Data3 ot 3 de Abril :
Sob o tinlo Commissdo Perutna, cscreveu a Pro-
vincia de 28 de Mtqi :
. Pelo va per itau, chegaram na diminga ul-
tire, 25 do mes ead 'ate, ^s diatinefaa cavalbeiros
quo o -geverno do Pei acaba de designar para
dar nova organaacao administrativa ao visioho
:mf uto de Lorcto.
Compoum esta importante cooimssa, da qual
rnuito devem esperar o commercia fluvial e pro-
greso local d'aquella sympathifi seecAo do P<,r
as peascaa seguales :
|8r. D. Jos Gregorio Basagaitia, prefaito e
C'.mfcande.nte geral, cavalheiro de altus mereci-
menxoi e ieflaencia da aaciedade e no goveino de
Li na.
Sr. D. Sima) Martines Isquerdo, aecretario
da perfeitura, canbecida litterato e publicista,
cujo ame justamente apreciad, ua repblica das
lettrns hespanbolas e amaricanaa.
I). Firmino D.ez Conaeeo, capitla da porta
da Iqutos, um dos valaroaoa aobreviventas do
heroico Guascar, que oceupa elevado posto na
mariuba peruana.
Doua filhos da Sr. Basagoitia, D. Narciso,
sjudbnte do commaidnnte geral, e D. Jos da ma-
nar Jada.
E D. Luiz C'onr.y, nomeado para desempe-
nhsr um carga na Tli-'aouraria do Depirtamento,
digna representante da j aventada bem educada do
Per.
o Anda qua demasiadamente passageira a per-
mr.neneia d'estes tscimaveis hospedes entra na,
dasejamo Ihes aa impressoe8 maia gratas de noasa
cidade e sandamo-1'os com todo offacta desque -ao
mcrecedore
Lomos no Jornal de Amazonas de 2 do cor-
rete : -
Por oce-:3ia de sor entregue ao theaourciro
do thoaauro proviucs', pelo da recebedoria, a im-
portancia arrcaadada na semana ultima, veriSeoa
aquel c lonccionario achar-ac urna cdula de 20J5
visvelmente manahada de materia que muito ae
aaseraelha a sangue.
Presente a cedu'a ao 8r. inspector foi ella ru-
bricada ". datada pelo theaourciro e remoi'ida
presidencia da provincia, pira oa finj legaes.
< E.se facto tem prendido a att nc j publica
e aa autoridades proceder ao exame da dita nota.
Hmtem tivemes ocaasiao de verificar que,
d'aquella importaucia ma3 s~is natas de 200^0 '0
faram ju gadas aaapeitaa.
As autoridades cumpr; preceder naa ditas
cdulas 30 maia minucioso e escrupuloso exame,
tanto maia que esae fact parece prender-se aa do
sangrento ctim? Garca, e talve* poisa derramar
1 IOk sobre as peripecias da aoite de 18 de
Mais re 1886.
As i.otas qae hontem vimo So ua regaintts :
1Nota de 200*OOJ, serie 1.', letra C gothica,
estampa 5., u. 81528, est visivelmente raspada
no centro do verao, ttndo sobre a face da figura
do lado direito urna mancha que parece de ean
guc.
1Nota da S0JJ000, serie 8., lettra C, ea-
tampa 5.a n. 84279, tem duaa manchaa parecidas
cam sangue, no versa um bem viaivel e outra poncj
vUivel.
1Nata da 200*000, serie 2.', letra B, es-
tampa 5a, n. 46775, tem, em o lado direito do
varsa, escripto : ,
44.666.666
320
121:1935615
142:592*459
O honrada vice-presidente, Dr. Ignacio Joaquim
de Soasa L a", ni eorto periodo de sua admin'Bira
Ib, ueguio a rota que cantea tracara ao a-u go-
vrrno.
Pu;nou quant loe fu poas'vel p^lo b-m publico
- I Vantou as forjas da provincia, g,venan 10 com
fileno K ju- tica
Auhanda neompletos *lgu>ia acti. do S'u m^ll-'
grato amecessir, de ssuJoea m< mura, relativa-
mente rtoma mirada di instrucca: public-i,
emp1 -toii os rom bombridade, dando baseescaVel
a ess ramo do a ivica publico,
Tambem dea qui-ncia ana planos iniciados pelo
fia'd.i Dr. tufr sio Cirreia no tocaute cdiniaa
cij ; e com as. s intuitos enipreb- odeu vi g'-n
uaia a esc Iba de t rras, conv-evu para li )
urna reaniii de eomm-iciao'es, indctil-'- s\ e
uvratiT'S afim da tu vil o- sibrr aa c uuno-o J\
emprebeudimeuto. e emfim prusrguio n laiufs de
tornar ama realidad idea lio til qui> vautajos
proviuia.
Em relacAo a finari^.r, f ii econcmio ; e hai
citar a providencia qu timau em relaco aos sen-
tenciados que, dtvundo cumprir as penas ero Fer
uaado de Noronha, estavam na Casa de Delence,
44-316-
1Nota de 200*000, serie 3.\ lettra C, es
tampa 5, n. 17766, tem no verso oa beira de
cima e na de baixo a basignatura Pires.
2Notas de 200*000, cada ama letras B,
serie 1. e 3, estampa 5. ns. 25i5l e 87020, am-
bas ViBivelmeute lavadas a ponta de ae acbarem
com as extremdadea eafareladas.
Renderam Mareo :
A alfaodega
A recebedoria
Para
Datas at 7 de Abril :
Eslava anda tuaccioaanlo a aaaambla pro-
vincial. -
Lemaa na Provincia da 5 :
Auiebont' m noite, quaado achavum-ae,,.
mesa do cha o Dt. Man .el Tapja e >ua esposa e
o ronf rente da n asa a'.fundega Oliveira Guatea,
residentes estrada de S- Jerouymo, tai diBpara-
dium tiro, cujo projectil, paseando entre o Dr.
T-p jos e sua esp i., foi cravar-se na parede
prxima.
Na passagem o prejectil destruio -um dos vi-
dros oa janeila, causando nio pequeo susto s
prese as que esta varo mesa.
Oa moradores da casa procedern] mioucioaa
devala no quintal, roas nao encootraram pessoa
alguma
_ L m a aa mesara folba da 6 :
A' urna hura da tarde de h n em reuni, cau-
fono" eatava annuuciada, em sesso preparac Ta,
a Liga lt' em.itora, com urna concurrencia bas-
tante lis .iij'-ii, otando se eutre as pessoas pre-
eeutea os mais illustrea ebefea do dus partidos
militantes, bem como avallado numero de pessoa
gradas di melbur sucieaade.
L go que se r. cmheceu baver numero suffi
cenle, o Sr. Dr. Joe H. Cordeiro do Castro,- to-
mou a palavra, expoua o motivo da reuna >, o
c .iiviaaudo pr. vie mente paia form.r a m-sa
,. -r. c Uaelbe'ro Tito Franca, presid.nt-, o 8r.
Dr. Cordeiri de Castro, 10 BeeroUrio, u Sr. Joo
(iua'ii ri d. Corta e Caoba. 2 Becretario.
Einpa-sada mena, o Sr. Dr Asis, U d piiuclpaes iniciadoras, npreseutoa diversas pro
puatas, I-morando os meios praticus ma'8 accessi
re" pa'~ aicanCar u d si-jado fim,. Beudo ae-
gindu na tribaua pt 1,do w moetraram muito iuteressad s pela causa,
r j>-aej son de c i p rar o quanto possivd p r tor-
na! a lealisnd.
LKp.ua de lengaa e prolngalas diacussSe, a
cae aciiberou, lom.udo em coaaideracA a pro
po=t s apr.-s litadas, o seguinte :
1 Que a ociedade, que ae fieai chamand .
__L'ga Redemptora d.'B captivos da pr.iViucia do
Poia. i liara em regra geral de alcanzar a ab -
liVao MjraturU da eaeravuo, e que b por excep
^o ionio raras re..rr--r4 iudemuas-va'
2.aQa. c ,ecar a abolicAo p-1 municipio
| i-apl al, mas que ae tSieldtil a toJ.. Ua luga
a viuc.
3o-Q .e j .m 110.11 a lis eom.uies auxi
inl r 0 I il UB pUV.1.,.1 s di muuiOpio.
4 1^ 10 di .i, 1 e 1 p ira lurub da b
a 13 1 Malo pr n.ii -
> il 01 D M ura pr. p z que 08 SoCOS da
\j n K--1 sa^tun u p ideas iu mais possuir ea
ainr, oe..a a riu. prufosta cal .rosamenl' moma
r tod 8 1> ante Oesla pr .posta, o Si Laurian..
Q,i deiLrou uvreo seu esersvo Houurio Flix. A
mrsma cousa fiseram : o Sr. Dr. Atooio Bsser
ra, que declarou livies os aeus escravos Gil, Je-
auina o Mara Jos ; o Sr. Caanlo Nobre, que
eaJea em favor daLigaa parte que tem em
um ccravo de nanv! Pedro ; o Sr. Dr. Goilberme
Cruz qua declarou livres dona escravos aeua de
nome Raymunda e Gliceria ; o Sr. commcudador
Domingos Jos Das que declarou livre um es
cravo su que aa acha em Cunbaotam, assim como
mais Eeis escravo8 de seu irmo, e mais urna ra-
pariga com quem tioha ura contracto de I.-chcS'-
de aervicas a Sr. Dr. Henriqae Santa Rosa que
cedeu tambem urna parte que tem em um esara-
vo ; o 8r. Silva Santos que responsabilicen se
pela liberdade de tres escravos pertencentea a tres
stbrinhas orphs ; e o Sr. Dr. Bazerril que codeu
a parte que tem em urna eacrava de nomo Ba-
sliia.
O 8r. Dr. Aas'8 propoz qua ae fisesac a elei-
clo de urna roeaa effactiva, que dirigase oa traba-
Ibas da associacaa, assim como um conselho com
posta de nove mrmbroa.
O Sr. Dr. Domingas O'ympio propoz que 8e
fiz'-sfe p r acclamacaa a eacalba da mesa e do
coaaelho.
O Sr. Dr. Asis acclamou eff-ctiva a masma
nesa provisoria.
Foram acalamadas membroa do conselho os
seguintes 8rg.-: Dr. AsitS. capirSa de fragata Nu
nes, Dr. America Santa Rosa, Dr. Santos Cam -
pos, c mm- nlador Domingos Jos Oas, Dr. Ma-
noel Barata, Dr. Theotonio de Brito, Dr. Nina Ri-
beiro e Dr. Antonio Bez^rra.
Fallecer o mlico Dr. Joaquim P. Correa
de Freltas.
Renderam cm Marco :
A Alfandega 833:103.150
A Recebedoria Provincial 233:580*233
Haranhno
Datas at V) de Abril.:
Prosegua em seaa trabalboa a Asaembla Pro-
vincial.
Escreveram de Grajab ao Paiz a seguinte
carta, peblicada no seu numero de 2 do c.rrente,
com a data de 6 de Maro 1 :
Sr. Redactor. Com chrgada do Sr. Dr. che-
fe de polica a esta cidade aa exiltacoes cederam
momentneamente ao rgimen da paz : porm orlo
tardou muta.
" Aa ameac is i reprodcela revolucionaria e
sanguinolenta pmpagavam-ae ; o povo pacifico te-
ma ; muitaa pessoa fallavam em mudanca de do-
micilio, quando Luz Anastacio, Joila Pereira da
Silva, vulgoUeiras, Domingas, vulgoDomin-
gas, .Joo Felippe e Joo Grandeanda estes
.di us ltimos escravos do Sr. Luiz R.'drigiias de
Miranda L-'daencaminbarara-ae aa lugar Ip,
perta do rij Mearim, diatsnte desta cidade cinco
leguas para asnquiliar Candido Goncalves de
Oliveira e aua familia. Certamute : aquelles
barbaros mandatarits-oh g iram ao termo dea seus
Jesigoioo, justamente na momento em qae Cauii-
do, pelo mativo deja ser conjuoctaroentc sua com-
panbeira baleada palos malvadoa do conflicto de
26, atravesava no p rto Ip da referido ra com
seu irmo, c ai a:;beira e filhos par. muar-se
receiosaa da idntico atteotado cono miuit-stara
ao Sr. Dr. ehef; de polica. Entao elle e sua f*
ilia foram sorprendidos par muits tiroa que
deram-lbes, pmvinio logo a m-irto de sea irmo
Manel Gaucalves de Oliveira. O infeliz Candi-
do pode escapar-sa, mas baleado uas costas ; can>
seguindo assim o pelo eacooirij 1 d ;s mattaa che
gar esta cidade, depois de ouvir para o tumo
que cerrera aua eompanheira e filaos dous tiro8.
O infeliz Caudido apreeantou-cc gravemente
ftido ao Sr. delegado de polica, afferes Juatiuo
Jos de Souza, s 10 boraa da noite do dis 24 de
Kcvcroiro fin 'o, qae depois do ir a cSSm "do Sp.
Dr. Candido C.-aves avizal-6 di occorrido proce-
den a corpo de dclieto e sato de pergunta ao ot-
fendido.
> Na dia seguinte o Sr. delegado requisitou
pracae ao Sr. tente Joo Francisca da Silva
(Jastro e parti para o lugar do conflicto em dili-
gencia arriscadisaima, porque muitaa estradas
para fra estavam tomadas da embuscada. as
proximidades do p.rto Iud encontrou vestigios de
bomens armados e ouvio o oivar desesperado de
um cachorro. Approximandu-sa para abi via urna
cadella que Ihe parecen pertencer s victirras e
perto desta um cacborrinho morto a ccete ou
cousa equivalento. Nuda mais adiaatanda neste
lugar aasignaliid' roemorealmente, pelo horror do
acontec ment, o"Sr. delegado de polica dirigi Be
s immediacea desse porto, aoude poicase ea-
c ntrar pesaoas que loes esc-Iarecease o faato cri-
minoso. Cheg-.u ao lagarJacar,cujos mo-
radores Ibe declararaui que Luiz Auusiacio,
J ao Pereira da Silva, vulgoUeiras, Domin-
gos, vulg.D-mingrio, JoSoF<-lipp'- e Joi Gran
de foram a aua morada em piocura de um me-
nino filba de Caudida qae pa*ra alli ae tinba re-
fugiado Cerradamente dizendo ; Os homena ah
\4u c matam-me. E diz-na os roe-tn s hab
tantea aoe bomeus que pio.-uravam o memuo qu
esta sahira ao a nafibecer aem a elles dar tcicn-
Cia, e que euppunbam que elle ra para o lugar
Cedro,perto d'ubi, partiram sem domara ; o Sr.
delegido le polica ao ouvir esta narraci', apres-
sa bc com a escuita para este lugar e chrgada ah
pergunta a >a m rad irea pela menino e o qne a -
bem a respeitu d fact 1 criminoso, ao que Ine rea-
puuduram que verdade que um iho de Candido
tiuba vmJo para a aua companhia e que lora ar
iebatado violeotam -uta uo eolio da urna pobre ve-
Iha que miericordioaamente p dia-lhes qua o oo
unt.is m E p -r tA-doa estes moradoree foram reco
uhecid a os aasasoinos que procuraram a infelis
eriaofa no lugar Jacar, e que eatea disaeram-lbes
j ter assaasinado a ,'audid. G.ucalves de Olivei-
ra (felizmente sa'VO, roaa Oale.do gravemeute) seu
irmo Manoel G ucivi s de Oliveira, a Cumpanhei-
ra de Canaid e que dous filbo deste,' e com O que
1 vavam 6cari->m uo Genipap, sitio do Sr. Lu
Leda, para o que fosse d. termina lo. A vista 1"
que otU. delegado de polica reerbeu os aepoi-
mentoa distas pessoas no iuquerit. a qae proce
d u e d- tud Kv.u ao coiihaciroeoto do Sr. Dr
ch fe d pohcia e do Ezm. Sr. Dr. presidente da
pioV acia.
> No da 28 do eaesmo mes, correu coma certa
a iiouc de bar.rem maito oa dous mmicoa no
.na .-in qua uiotaraui aua mi a comp.uheira d..
i..te.i* Ciud'do, t o outfo uo Jla immeJ.au a Vio-
It-ucia commettida petos aasaa^inja 00 eolio da po-
li e velba.
O .Sr. de egadu de polica procura a 1 x;:atido
desaas noticias. Cbegado o dia 4 do c rreu'.e mez
-. tid., hor-. depois da partida ao Sr. Dr che
f de pa lea, f ram "Brbaiaurute accommettid^
u lud.vi'iu jucarves P uby, mar dr 70 anuos
^ ,ua -uuiber Manan. Run a^s jor m atic s dos
Si- L.-u,s nos snbuibiu desta cidade, receb udu
au.M lie ouniaoms fa ,. ,n.t a cou-uoes; ., es a tres tei.m-ut s na c,
,v mesin. instrumento, .lin de oatras
, ll-i.ra liyslC-a
. ,) -., ., i. gado de polica subre o facto piose-
gu os i.rmos a le.
. tuM l eio qu- estu ao alcance da mais re-
b.', pe. v>iidaie, uio se revelam, aem o auxilio
ue ni- n tos esseuei.imeute moostru- Sus que uo
p m uo ar se a s enrgicos aostumes da buma-
1, m mu vi de urna eivageria extrema.
-, ., ,., a -. e-ta ilgerra refl.xoem
.. -,a i is i- reprisaio wimudiaia a es
\. b b 'i onuj tum.nios.
Nu ,. .. 4 i-d. tuina deu esta n ticia :
. .SeKu. li i *u-uie, para o (irsj.bu i Bs.
S -is. ...U mador J .Cavaleant ar Aibuq.er
uu el,-i a pu eu .uterino, aeomp.ub. .o io
,, i iv .a li a, pi ..motor paolii*. u- cu .arc,
Tui fer.ir de Soasa > "- eapn
d 5- b.ialbao i e-ro de Aqum M-reira nomea-
do delegad .. p.nci. m substitaico do alterca
Ju.un J t de -.uosa, que tem de regreassr a ca-
P'.lal.
Seguem tambem hoja 14 pracas, quo vio sub-
stituir aquellas que tivercm da ser recolhilas ac
bata'ho s.
A alfandega rendeu em Marco 196:617*03?.
Plauby
Datas at 28 de Marca,
Lema no Tel-phone s deaaa data :
Um cavaileiro digno de todo crdito, reaiden-
te nu tirmo daa Barras, communicou-noa em carta
de 20 da expirante que diversos bandos de iga-
nos acabam de atraveasar o rio Pnraahyba, na al-
tura da villa do Cdrralinb.', da provincia do Ma-
ruuhSa, dirigindo ae cada banda para aa termes
da Uuiiia, Cmpo maior, Barras e Batalhs, neats
provincia.
0< Diario do Mar .uha> < j havii denuncia-
da a exiateneia d.sau horda de malfaitoreana pro-
ximidades d'aquella villa
Acham-se, pois, oa habitantes dos termos in-
festados por tasea bandidas aob a piejsi da Bas
malveraacSes, sem cantar com garautia para sua
vidaa e propriedades.
O que aa csaaa vagabundos, o que fazem po:
ende tranaitaro, aabem todos de sobra.
< Mais de urna ves temos destaa columnas pro-
fligado a tolerancia das autondadea coa relaco .
essaa aves de rapia que de vez em quando infes-
tara a provincia, praticanio em sua passagem os
maiares attentadea.
Levando o facto ao cinheeimento daa autori-
dadea superiores, pedimos providen.-iaa energicaa.
que garantam a vida e propriedade doa cidadoe
residentes no centro da provincia, contra os ata-
ques d< sses famigeradoa aaltead>raa >.
Escreveram mesma folba, da U \ la :
De Fa -cira a eata parte, urna epidemia aqu
tem grasaado naa crianzas, de um modo assus
tador.
Appsrece urna febre de ma carcter acompa,-
nhada de urna desynteria, que aquelles que aa
accommettidos de taea accesso.. raramente eaca-
pam, nu obstante os cuidadas do muito iutelli-
gente Dr. Areolino de Abreu. Acredite que das
ha, de sepultarem-ae ciuco a seia crianzas .
Ceara
Da;aa at 11 de Abril.
Foi novameote adiada para 5 de Maio a reuuiac
da asscmbia provincial.
Iaaugurou-ae na da 8 a estatua do general
Tiburcio.
A' cerca deaae facto dea o Cearenae a se-
gtunie noticia :
I'iuigiir .u-s antehontem, s 11 b>raa da
mauh, o monumento eiguido a memoria do gene-
ral cearenae Autonio Tiburcio Ferreira de S -tiza
pelos seus amigos u admiradores, na antiga praca
de Palacio, hoja da General Tiburcia.
D -pois do discorao inaugural, foi deavsiada-a
estatua o salvou a fortaleza.
Acbavam-ae presentes oa Exma. Srs. biipo
diocesano, presidente da provincia, presidenta da
cmara municipal, magiatradas, fuucciooarioa p-
blicos, representantes da impreoea, da algumas
edilidades, de estaboleaim ntoa litterarioa e de
eJucac.io e grande concursa de pavo.
A guurda do boira foi f ita palo 11- bata-
Iha de infantera, que formava a esquerda de
monumento, e a diraitu, o corpo de Aprendizes Ma-
rinbeiroa.
Tucavam aa bandas da muaica do dito bata -
Iba e do corpo policial. '
A eatatna, que mede dous metroa de altura,
fundida em br mi', e representa o general, posto
de j), aom a mo upoiada a espada e na direita 0
cbapo, em grande uniforme. Aspecto airoso.
Foi fund la as offi.::nat dos Srs. Tuiebant
Frrea, de Palia.
O pedestal de marinare, de altara de 2,5
m.trca. O exgono da alvenaria do pedra, de 2,5
de face e 1,90 de elevaca.
O pe ie8tal est careada de um gradil de fer-
ro delirado, que apoia-sa a columnas, onda se l4m
loscnpvoj) reiembraudo os fetos d'armas em que
se distingu, o general, na campanha da Para-
guay. O prmeiro dea-se em Cirrientes. na Re-
pblica Argentina, a .25 de Maio da 185, e o ul-
timo a 18 de Agosto de 1869.
Naa faces do pedestal 14 n se as datas do
nascimrnto, pr{* e marte do general. Na face an-
terior l-se:A Tiburcio.
Encerrado o competente auto, que foi assigoa-
do por centenares de peasoaa di8per8ou-ae c
povo.
A'b 5 horas da tarde, parti do Paaseio Publi-
co a pr .cissSo cvica, organiaada para dar a
maior aolemniJade, pompa e rele- ao acto.
Abra o crt.jo o carpa de aprentises mari-
nb.-iroa a -m armas ; seguir^m-se, em ordem, gru-
pos de cnanc-ia almonas do collegioa, le mocas,
de msuiuoa com laucas prateadas, de eetudanea,
de empregados do commeico, comm ssoas, tra-
zendo ricas bui ieiras com inscripca* em letras
douradaa. Fecbava o cort jo grande numero de
pesaaa".
As bandas da msicas, do batalho o de pah-
cia, tocavam aItaratTasaeota
Seguro o la nu Famosa, e, depoia de per-
correr diveroas ras da capital, reaalbeu-sa as T
horaa da noate a praca mide so ergu a csiatua.
All jase ac avaui esp i& muitas famdias, ca-
valbeiros e p -aseas dpovi>.
Por um mteressiut.e grupi de mocas, elegan-
temente trajadae, fui cauta-loo byiaao exprosaa-
m-ute eompoato para easa festa A musioa, do Sr.
teneule F. Beuevolo, aoa agradou muito.
Foram priuunai dos siguas discurroa e poe-
sas. Durou lato cerca de urna h.ra
Os uradoies foram muito spplau lidia.
A prC* estaVi bem deaorala, i lumiuala ca
laoternaa ue paipai de e res, a estarse > chia de
folbas v. -de e rama-. Muitas ru.a lamosu esta-
vam do meamo va d decoradas. A' njuce graa-
de numero de car-as se iliumiuaram .
Nos das 9 10 proseguirn! aa featae con-
gratular naa a la M .ugurayo do m.aumento.
L4 Cenrense le 8 :
Nu Hotel do Lontiercio d-u-se antehoateo,
(Na de l bor .s da noutt, ama faeto b.atante
Contrist.dor.
O Sr S baatia Jos de Oliveira, n gociante
em Bataiit, nosp-d u-seali eeatavaa dormir esa
um dos ap sentos da parte superior do predio.
A'queiia b na, e..do a c>mmettido de um aceeaao
ie B.imu muuii'm ", ie que ba muito s ffe.cb gnu-
se urna d j ... iUb do sali de jamar e preci-
_,itou se, Cahiu lu s.bie a c.lc.da de urna altura de
cerca de des m.-ir.s. M euto despertou e o.sdcS
p,r scc.no Aoullr.in p-ras .as la cas, que O
tiaosp-eruram pnia o ap aeal.i.
. Ap.-w.ta xuai.- f-rtes c .utusoe., Buppan-
i ,- oiie frac U' u um dos vac-.s.
. ni dioad pe Dr. Helv.-cio Manto.
. tttweataio n > inspira ie-ei d
__ goonv m de Sour.- ro 3, -o 'earern :
M a -in.gu. aatauo* striaiannM >n- galos
,iei teor". H. esasM de duas e uuas mais m ma-
,..-, sppare u >.e.-,u v. U u na i-i)re.lioie-
racr., que t n fe ti diversas vlC"m^*, esp-scial-
ui. ni -ias cnanvis de 8 .nu .
H | e .I-I ial.l 3 e.laS .muce.lte V'CimaS,
, 2 n h -*i. i -so -n g Pedr.. Ixuim-ra-s ;
,, ,, ,e .nccuiDbir.n au qd.it. I-a da
,| .. ... v .,,a ,s que lejtaram e .Ul deuegn-
,i co. d- otM
.H .iivemap^n a e nn.n- la. ; e. o mal
teu a.sri.volv r cada vez a ais Pee, poi,
p.rsu ae. nu i |>rn .i. pr .Vi le.i la a. J.ver-
n.d-.pr >. .1,1. qual nao dve d-inorar-ae en
-| .,.. ules ,| bibn lorue se epidemia e 96-
h. u-ai m. ioi'8 dama uessa popuUca ater-
ra ia
Dana nos anda. '
U S.i. .-,, .;reveram mesma fin*.
. P recia .ata. moa .-avado de urna *"
aecca, qu.nl. me.poradanienie embiras gm-
-I
lltSwTi
i


2
Diario de P-fnamhn-.Tcr<;a-tcira 17 de Abril de. 1888
I
,-avii, obre tudo
ral satisfaoo.
t Nao obstante a d-eadencu pbyaica i moral
3ta freguesia,>lla comtudo vai marchando apas
'3 leutos no causiuho do progre3so moral e rel-
, e parece nadar an mar da prospendaies,
ido evido ai s<-u digno e virtuoso vicario padre
neo Pioheiro L .bo Bes-rra de Menexes, ageote
rincipil da felicidad desta trra.
. Pasemos v~tos a Dos pela sua residencia mais
ja, pra que cmtinue a derramar tanto bem
jmo tem derramado.
__ Em 5 escreveram da Imperatna a tita to-
Iha:
' Durante este tres dias temos tido copiosas
navas. E' grande a alegra no pavo que ja esteva
spavorido com um aecea.
' \ Teubo conversado boje com alguns lavradores
estes me diiem que s perderao a terca parte do
. lilho, que os demais legme darao bem.
< Quaudo den a primeira chava ,00 da 2, a mu-
sisa sabio, foi a porta da matri toear.e d abi des
rilou pelas ras acompanhada de muita gente do
aovo, parando em muitas portas e festejando o m-
^'Th* multo nao assisto urna feeta to esponta-
nea e sincera ; e nao era para menos. Quemvio
1877 no pe deixar de se horronsar com a idea
je secca.
__ Fallecer em Sobral o major Frederico Ko-
Renden a Alfandega em Marco 147:480*600.
Bit Grande do Norte
Datas at 13 de Abril:
Contina o movimento libertador, registrando a
.mprensa numerosas liberlacoes de escravos.
A 1 do corrate foi proclamado livre o muni-
cipio de Angicos.
As demais noticias constam da carta do noss<
correspondente, publicada na rubrica Interior.
I'arnlivha
Datas at 14 de Abril:
Eatava grassando com intensidaie na capital
urna epedemia de sarampo.
Carta do sertSoJdiaem haver desconhanca de
urna nova secca. As chuvas em alguns pontos tem
sido raras, e em outros tem faltado no todo.
Renden a Alfandega em Marco 63:957*80J
EXTERIOR
Para tanto, basta que d as ou privada em todas as pr^cas importantes o Bra-
sil : basta i,u- se unstre prestas a sscandar a
b* vonude das provincias mais abastadas ; ba-
ta que, no orcamentas de 1889 e de 1890, consa-
gre urna verba do alirumaa desunas de ooatoa de
ris para certas despeaas impresoiadiveis.
Se, por acaso, o governo imperial ponsasae de
modo diff-rent, quem se eocarregaria de PJ0T*r
ao comaj-rcio francs, tia generoso, qua o Brasil
teve rasa em repeliir a deztra que se I he esten-
deu com to viva e espontanea sympatnia ?
P. S.Acaba de checar o seguinte telegramma
dirigid pelo Hr. coaaelheiro Jo> Alfredo C. de
Oliveira ao 8r. Asarde Prince :
. Rio de Jeawro, SO de Marco.Agradec aos
commereiante bmaileirea e franceses as suas fe-
licitacoas. O goverao braaileiro dar o apaio mo-
ral que Ihe pedido, secundando os esforcos dos
prodaetores brazileiroa na exposico de 1889, e
ntender-sc ha sebrv este assuui.to coa- o delega-
de especial logo que ebegue ao Brasil. >
O Brasil a Epsito le 18*0
(Do Jornal do Commercio da corte)
Paris, 20 de Mareo oe 1888.
Conta-se de Mahomet que se decidi a ir 4 mon-
tanha ao ver que a m ntaoha nao ia ter com elle. O
mesmo fieeraoa os negociantes franceses. Informa-
dos de que o Brasil nao pareca disposto a figurar
officialmene na expoaicio universal de 1889, as-n-
taram esa promover a adheao offinosa do Imperio,
solicitando do novo ministerio o seu poio moral
para a realiaaclo deesa idea generosa.
A 14 lo eorreuU, os Srs. Laurlele'., presidente
da cmara eyndical dos negociantes cominissari s.
e Peetor, presidente da canora syndieal de expor
taco, coevocaran nma reuniao de negooiaotes para
Ibes proporem a iniciativa do movimento destinado
o 'conquistar a a-dbesc do Brasil. A idea foi aceita
com appUuse, e ficou assentado que se constitui-
riam duae oommissoes : urna quo toman o nome de
cemmissao franco-brasileira para a exposico de
1889, e ou.ra de commisslo de propaganda.
A 16, os deus mencionados presidentes convo-
caran) neta segunda reuniao, para a qual foram
convidador os brasileiros residentes em Pariz.
No entrementes, porm, a idea conquistara e mais
precioso dos patrocinios.
Com effeito, a pedido dj 8r. Amde Priuee, cu
jas vastas relagoes com a Imperio sao bem conhe-
cida, o Sr. caaaelbeiro Diogo Velho aceitara a in-
Cumbeaia de solicitar na Brasil, para cade segu
h je mesmo, o apoio moral .do govarno e o apjio ef
fectivo dos lavradores, dos indostriaes, dos wgo
ciantes, das aseociscoeB commercia s e de quantos
se interessam pelo progresso ecuuoaiico da pas.
S. Exc. foi a Cannes pea occasiau do auniversa-
rio natalicio de S. M. a Iinparatciz. Em Cannes
exps a S. M. o Imperador o projecto dos n g .; i-
antee fraacezes. Estou informado da que Sua Ua-
gestade nao t se dignou approvar calorosamente
a idea, como ate entregou aa|mesmo conaelheiro,
para bem patentear a sua patritica solicita ie, urna
carta hUtugrapha dirigida, ao Sr. Jorge Barger,
comnuaeario-geral da exposico.
N manhi de 16, regressou de Cannes a Paris o
Sr. cooaelbriro Dijgo Velho, e, aease meaioo dia,
den-ae pressa un eutregar ao destinatario a carta
de Sua Mageftade. Oeclaxou o Sr. Jorg^) Berger
que eslava prampto para conceder a> B.-azil o es-
paco necea.ario para a aua seceo e communiou
logo essa tua reaolucao aus promoteresda i^a.
Este, por intermedio do Sr. Amde Prinee, en-
viar&m incontinente ao 8r. eooselheiro Joio
Alfredo u-jo tolegramna, para felicital o pjla sua
esceocao o poder, e pedir lbe o ap.io do governo.
A 17, effectuou-se a reuniao a quejalludi. Foi
bastante numefOBO.
O Se. Lourdele eommunicou a adhesao csrital
de Sua MagesUde e aarrou eircumstaaeiaJameate
03 passo dadua nos ntimos dias.
Fisea deeiiidoque a presidencia seria reservada
ao Sr. eooselheiro Diogo Velho, a quem se confir-
mara a eeeolhs, desd* que chegasae a (aporta do
governo iasperial. Para vite-prsiientea da com-
misso organisadora foram Horneados ious france-
ses e Jijub braaileiro, os Sr*. E. Lourdelet, E.
Peetor, Eluardo Prado e Sant'Auna Nery.
O Sr. Amde Prince Li numeado secretario e o
Sr. Prat, thtsoureiro.
Asiim iKgaa.sad* a mes, procedeu-se eleicao
da cammisalo de p rpigania, composta de Irauce
zes e braxileiros.
Entre os francezes, figuram os maiores nomesdo
c:mmereio desta trra. Basta citar algumas das
cainira syoSeaCl que nellaa se acbam represen
tadas p-T s-us pre^iJeates ou mjubros mais ota-
veis : apatari, bionses de arte (Barbedieooe),
mantea (D.inag.y!, produotos ebimicos de labo-
satorio (rt)Us au), iivr-iria (Delagrave), correcto
re3 martimos, teci los, etc. Muitos d patadas fas m
orte d eoiDuiidsao, entre os quaes citarei os Srs.
Siegfn J, Flix Faure, antigo ministro, e Tirard,
antig-J sub secretario do estado. O instituto est
rep.eaeotado pelos Srs. Levasseur e Frederico
Passy.
Pur parte do Brazil foram escolhidos os segua-
te} c.v ilheiros, que cita na bhi ordem da n^a-
meavla : Sani'AuM N ry, Bario de Ghwmi, Edu-
ardo ^rado, Baria de Saboia, S. de S Valle, Por
fino Te -se:ra IJ's, Carla de Ameila, Bar> e
Sauta Vicf.ria, Hirmano da Silv> Ramo, D>min
gos -toara* de Paiva, V.sconde de Asevedo Fcrr. ira,
Barao de .Vbuquerq'ij, Perdinaod Deais, J. Sai
res, AdoJpbo Kingelboefer. Bario de Teff. Ale-
xaire Wasnar, Argollo Ferrio, Eaiiie Ueleau,
8chm!df, E. J. PodrosH, Lacerda e Gaimares, es-
tes rious negicia-ates no Bavre.
Amoas as lalas sero completadas em urna re-
nniSi ulterior, n> havendo"permittida a eatreitesa
do prazo que cooaparecasem muitas pcaaoas que
adberiram idea uu qua fosa m coosultalas em
tempa
O negoeian<*s franceses presentes 3esso ra-
ro veram reunir as fuios neoessarios para a pro-
t paganda e tiveram os brazileiros que all se acha-
rara repttTdnS' pravas da boa: va Cio twni Arim 6/ qw-i o-Sr. Foadv pcesi ent-
do na *% ClMw*rra> jaarstul>m-dJS>,naala porl-Jo*ob>ie8aidta*da expiaie Assim,
quv fo anoaouiada avtonaxaftj da ooiiiiiea-
de pr''p'.Bada'novB*VTe, ess Bordeo, ara Mas >-
Iba e Nsoe
A qiisto do comparoimat doraai. a expo-
sica universal mais njtaveis r< preaonCanUs do co noaone fran-
cs dersm saja.fwra8ido.eeio qna-aliosanram
de vereca o Braa>i ti*aa* no1 onawio- de MacCe ao
lado do tlaa-os-da paiaw da aivo mando,
par .-u <;vdo adavcvraaa, eosa ewepofa da repn-
DliqKJ'a-d Bauador. A primeira dos Brasileiros. palo, ssbmno qne, n-
meio d a cuidado qse raotaota o se* aaasaloto
reitabel'eimento, ni* aixm.d a incaresaae pe
tuio q-a4a di rpto-i yautia do-pus. Os
Brasik-irtoroeideataa-na Baropa.sao |aai una-
nimamiait--. da pareesr-qoasaio. dave finar vasio o
epereerv*duo Imperto.
Nao ba mais tempo a perder. Ao- governo ios>-
perwlci>myiti asisrhii w os 17n> milboaa da fran
M de trausmKoaa-quo o Baaail roabaa annual-
meata>coai Franca viesa.pana, qu d o sea
powmari>U,praatoanpiiailo oa aaa>a ei
interesal ia- gaasroaa saatnia. pata, caava na-
cia braeilmra. Se o aaveaiMt- confiiim mi asea.
os desej is do Imperador, dos Brasileiros resideor
tes na Europa e dos negociantes frasease! asis
noUvei8( a- idB4m>da4 las liiaaaf, e saaa.paasi-
ve| jBvvantMMBWoo>aa>iaftii ossass deraai^-
tadrtst duaa- Aasesea*.
INTERIOR
CorrespoB^CBcla 4o Diario de
Iernambueo
RIO GRANDE DO NORrE satal, 13
de Abril de 1888
Durante a satra de 1887-1888 qua vem de fia-
dar, sabiram carregadas deste porto 46 navios
com destino i differentes portos estrangeiros. sen-
do dos seguintes gneros :
Assucar 207,352 saceos.
Algodio 26,178 saeeos.
Silo tres as principaes casas exportadoras.
Os Srs. Fabrieio & C carregaram 18 navios
com 70,000 saceos de asuear e 14,755 de algodao.
OSr. Juaquim Ignacio Pereia carregou 13 na-
vios com 68,923 sacoas de assucar e 6 045 de al-
godio.
Os Srs. Paula Eloy 4c C. carregaram 9 navios
com 68,329 saceos de assucar.
Alru desta tres casas foram mais carregadoa
6 navios pelos Srs. Jovmo Barroto, Eneas Medi-
ros e Ii. Nelson, eom algod, ando am com ca-
rocos. ,
Estas cifras nSa representara a titalioale da
pradneco da provincia, pirque, nao pequea
quaatidade de assucar, carregado em bareacas e
vendido n'essa prici, e algodao dos portas de Ma-
ceo e Mosior, sa constantes as caretas em todas
as viagena dos vapores costeiros, alm de muitas
directas, fetas a Maaasr para carregar tmente
algodi).
Com mais vagar poderemos obter, urna es'atis
tica compleU, limitando-ms agora smente ao
que fai exportada directamente deste porto.
Em geral as noticias de invern que temos
tido dos serlos da provincia sao ms, haveodo a
semelhante respeito serias apreheosdes.
Em muitos lugares as piucas chuvas que temos
tid.i, apenas tem dado para sustentar mal o pasto
para animaes, e quanto a legumes, para muitos,
estSo perdidas as rsperancas este anuo.
A Providencia Divina nos livrari de novas ca
lamidades.
__r Por acto de 2 do correte, foi n-meada pro-
fessora pub ica dm cad-ira de instrueco primaria
de S. Fernando, do municipio do Principe, D.
Joaquina L. Alves dos Santos, approvada em can-
curso. .
Falleceu na villa de Caraubas o capitao
Beato Antonio de Oliveira, irmao do 3 vice-pre-
sidente a provincia. O finado dei*a na orpban
dade 20 filaos.
O honrado juiz de direito do Geara-minm,
Dr. Fernandes Barros, em regosijo do ana che-
gada aquella comarca, de que eatava ausente ha
3 anuas, passou carta de liberdade ao escravisado
Norberto, nico que passuia.
__ Aih .m-sc coocluiio os trabalhos do motor
de vento destinado ao abastecimento d'agua ao
bairro da Ribeira d'esia cidade.
E' um importante melhoramento que se deve
aos oxforcos do intrlligeate e activo empresario o
Sr. Felippe Sheiohardt.
A Villa de ttoyauainha acaba de dealarar se
livre de escravo*, restando apenas no municipio
cerca de 16 a 20 escravisado pelo que, cauta se
qne tm pouco seja libertado tado o municipio-
Na provincia a id* camiaha e nao estarnas
longe de acreditar, que, antes mesmo de ser vo-
tada a ici da aboco, esteja extincta a escravj-
dio entre nos.
__ Sa momento em que escrevemos estas li-
nhas ebega-nos notiea de ter sido libertado todo
o municipio do Touros, b m coma a villa de Pao
dos Ferro.
__ Embarcou hoje no vapor Pirapama, com o
intuito de tomar o paqa.te Espirito Santo no por-
to d Parabyb, o Exm. pa lro Joo Mauoel de
Caivalho, que segie para a corte.
S Exc. foi acomptnhado no seu embarque por
numeroso coocurso da amigas e correligionarios,
sendo feitas as ultimas despedidas a bordo da Pi-
rapama.
Galernos vento coalusam S. Exc. ao parto do
seu destino, onde vai como Ilustre representante
da naci tomar parte na trabalhis parlamenta-
res e cuidar dos interesaos do paiz e da provincia,
que se honra de contal-a como um da seos distinc-
tos filhos.
Ao sshir da barra no dia 8 da corrente, en-
calhou na cori denominada Maninbri, o navio
aglez H'igh Forusene quo segua carregado de
assucar, algodao e pao brasil. Aos oxforcos fetos
pelo capito, auxiliado pelos consignatarios do na
vio e capitana do porto, se deve ter podido desen
calbar tem soffrer maior avaria, que vo ser re-
paradas, depois doqae seguir de novo seu des-
tino. /
0 qivo esteve encalhado comate dous das.
risa ateas
(Da Cidade do Rio)
0 nossos Ilustres collegas da Ofazeta
de Noticias nio levarSo a mal discordar
das opin5i8 hoj* eroittirla* em favor da
administrayao do ex ministro da faaenda.
Nj nosso humilde mado de entender os
nossos dignos collegas empreatam ao ex
ministro servidos que elle nao prestou e
t-pa-voneiam o com perspicacia, ti.io, soli-
jitule que S. Ex:. nSo proven.
Nao nos julgariamos obrigados a ne-
nbuma cimtoatafo, entretanto senao fossa
Jeeorrer la aprecinyao optimista da Gazeta
de Noticias graviss m* erro de apTeciajo
e at doloroso, iujusiija contra a praga,
qoanto uo phenomeno da baixa do cam-
bio.
A Gazeta attrtbaa reperiUfSo do
programma do governo, ou melhor, falsa
opinio acsre-i das ooosequenoias da abo-
licijo, esse ph-.-n m na que nao senao
um dos muitos resultados desastrosos da
poltica do ex-ministro da fazen ia.
A baixa de oarabio nao devida, como
se qu'sr f*5f erer, ao rrw dw caitasj
osas unicamTitB ano jago, qae favs parte
da verba testaoieu'aria do paasado gabi-
nafcav
O Ibaaourra^ estMt .'0< berto, como esta, Bem ncnhavma necessi-
dade de oonojxrat am o commercio no
meru*4o de cambio ; tazaaio parta esMo-
uial d program do g'*We a refir-
ma financeira, em molde amwrcjrnos; ba
ven io, i'.ojto ba, certexa de boas colheitas
e estando a de caf prxima ; nio sttpora-
botnrawia-a divid* flovoRMate; estaardo em
disponibibidade, como estar, por falta de
empnrgJ urgente e fatal, grande aassa do
capataes na prtaaja. dos Estados- U. los e
Landre*) ow aa-quaias tamoa> reUeSea
mais direcraa; a- menos que se nao trate
de uma praoa taaneajia qua praoisa de
um regimea absoluta par* govoinal-a;
esta olatoi qu a baixa- dBKtambto co pude
aar devida, a una qrxssto d oonftaa^a,
mas rnak baixa e vil especulago.
O qua toda a gmt*. saoa qua o ax-
mDtat>o> d raaBada eatrejw Uvsanaman-
te a prec* de Rio di-Janeiro a um baooo e
o cradta da pai o um agente finanoeiro,
a quem, a prego da nossa humilbaoaoj
converteu em endosaante do tbesuuro na-
cional, na famosa ooota crrante, de que
o Estado nSo se servio.
Para taael-o, o x-ministro da faxanla
nao heaitou mesmo em affistar-se do pri-
meiro eatabeleciinento de crdito naciooal
o b.njo do Brasil, e em communhar a
esse agento os m-is reservados planos da
administraslo, fortuna que, todos sabem,
em mSos te um cgo vale muito mais do
quo toda a sabadaria reunida.
D .hi ter so dado o que mais de un cor-
rector a'greda ao ouvido dos seus ntimos.
Tindo noticia de que o ministerio nSo
sa poda manter, aase banco e esse agente
firtanceiro, que alo pintados como bene-
mritos, trataran logo de organiaar a bai-
xa, pelo recio o mais vulgar do mando.
Telegrapharam para toda a parte to-
mando os cambiaos existentes, apodera-
ram-se de Borpreza de todo o cambio em
ser, e estabeleoeram o jogo sobre elle.
mais, aagreda-se na praga qne o sx-
mtnistro da faseoda cedau a esse banoo
urna letra de 250.000 que bavia toma-
do para o theaouro, de maneira que se fe-
cbaram todas as portas, que podam foar
para salvar a praca de momento.
Senhor de urna somma de cambiaos,
que alguna calculara em 1.000.(00, f-
cil foi a esse banco acaparar todos os ne-
gocios e deste modo forjar os demais
baixa.
Isto posto, o banco, o agante e o minis-
tro que deram lugar a esse jogo, longe de
mere rom louvor e confianza, deviam
pelo contrario ser considerados os mais pe-
rigosos inimigos da patria.
O ministro que fez com o crdito da pa-
tria, a forga e a propriedade de um eata-
belecimento particular de exiguo capital,
que preferio delegar a couanca do resta-
do em um banco cuja orientagao era ainda
desconhecida, e que nao repousava em
tradigSes, mas unioa e exclusivamente na
intelligencia e actividade de um hornera,
que poiia desapparecer de um momento
para outro, n'um naufragio semelhante ao
do svodijato do caf; o ministro que ao
retirar se do poder dispoo do dinheiro to-
mado para as necessidades do Estado,
como se deu tora, pode ser tudo quanto
quzerem menos o grande fiaanoeiro de
urna praca moralisada e digna.
E' urna cou-a sabida que o banco e o
agenta tiaanceiro, a que nos referimos, sao
os principies promotores da baixa, pela
ruzito muito simples de que esperam pelo
terror conservar o monopolio que tinham
da eonfianca do ministerio, qua a malhor
intelligencia financeira de que so possa d)s-
por.
Somos de parecer que o Sr. presidente
do eensalho jJeve acudir promptameote ao
mal que est attingindo a pra;a; e os
meioa aconselliados pela Gazeta, desde
que se supprimam os parsitas do tbesou
ro, sao cfficazes.
O que nao acreditamos, porem, qua o
Estado precise de quara quar que seja
para endossaote do sau crdito em Iion-
dres
Nao tememos immigracao de capitaes
como consequencia do programma do go-
verno.
Neste ponto a baixa de cambio, longa
de favorecer, diffi-iulta. A baixa 4 urna
represa.
Da qua deixamos dito, a inferencia que
pode o deve tirar o uommerci" qae elle
nlo devo acreditar no pnico espalhado
pela espeaulacab. O que deve 1er atten
t mente as rovelacSas da Gazeta de Noti-
cias e convuncer-se d que eatamoa per-
feitamente garantidos.
Sa o 3r. Belisario, finanoeiro de impro-
viso, pode a 17 1[2 acbar crdito para
ebegar a 25, quaes sero as tacilidade des
que dispor o Sr. Joao Alfredo, estadista
experimentado e que tem como tradic&o a
eutrgia, a pertinacia, o desiotareasa e alm
disso o desmentido aos proplietas de 1871 T
O futuro finanoeiro uo paiz nuaoa foi
tao risonho.
Bennlo em palacioE' hoje, 1 hora
da tarde, que deve realisar se, em o palacio da
presidencia, a reuniao convocada para o fim de
tratar-se dos meios conducentes ao estabelecimen-
lo de ncleos coloniaes em Pernambuco.
Reprodu'indo a circular expedida em 17 de
Marco findo pelo Dr. vico-presidente da provin-
cia, damo3 pela melhor irma a summa dos intui-
tos que determinaran! a convoeacao dessa reuniao,
que de esperar seja to proficua como pedem os
interssses pernambucanos. *
Eis a circular :
. Em 17 de Marca de 1838.-Illm. Sr.Sendo
manifest o louvavel empeoho do governo impe-
rial, de fazer extensivo s provincias do norte o
beneficio da eolonissea >, 6, cntretaato, inds-
peusavel para a realisacao desse grande melhora-
meLto o concurso effieai da iniciativa particular,
para o estabelecimento de nacleos coloniaes, es-
colha de terrenos para immigrantes, contractos de
locacao de servico e tudo quanto passa aprovei-
tar reciproeameate, ao paiz e aos estrangeiros,
que o proeurarem para seu domicilio.
A*sim, resolv convocur, para 17 de Abril
pr. iiuaa vindouro, ao meio-dia, no palacio desta
presidencia, urna reuniao, que comparecain to-
da as pessoas, que, pelos seus conbecimentos,
uipeii ncia e criterio, possa no intuito de cancor-
rer par oiengf^sadeciaaeatSs do Dras, indicar e
promover a mdli** e auxilios, conducentes ao
resaltado iisoageiio das intenooes do governo.
Tenia- a honra-da convida a V., espero nao
deixari de comparecer a-rffftda reuniao. Aate-
oipaoaraaate agradecido po essa obsequia, sub-
acrevoiJie com tortoepreyo- e consideracSoDa V.
attento venerador e obngado.Ignacio Joaquim
de Suuem he**
Vice-prealdenme da provincia- De-
pois qae Uve lu-ar em pal toio da governo a posse
do Exm. 3r. desembargauor Joaquim Jos de
Oliveira Audrade, S. Exc. e grande numero de
amigos io honrado vice-presidente, Exm. Sir. Dr.
Ignaaio Joaquim de Soaa*- Laio, o aoompanhaTam
at a eaaa- de M resid-Boeiai o. M*nguinh->, indo
todos de carao.
Foi urna prava da aaraeo qoa eaaes amigos de
ram 8: Bite., e qne Mw sva'ter sMo grata pola
significaao que teve.
laialsiaaiSir aat>I*oa>Por acto da presi-
innaiii in provincia de 7 do crrante, foi suppri-
ida-a cade ira de inatruccia primaria do sexo
saaaculiaa do povuaao da Bangala, visto ter tido
destina o raspaeUvo protesaor.
At pr-iffiriw Aato&io Nobsa de Almeida c
Castro, da referida cadeir<. fii designada a 4"
cadeirada eosin) p-imaria de 8. Jos para nella
tuneciooar como adjunto.
sm~" ^* dej8iaalj. Por acto da mesma data,
Eduardo Uaiault para servir, mediaute contracto,
eomam-stre de deseaha do G-ymaasio Pernam-
bucan >.
Por acta da mesma pi-.idaaoia, de 9 da
correuto mes, foi declarada Vaga a caieira de en-
sino primario do saxo temiuina At Caponraa, vista
nio ter entrado em exereieio no prasa legal a pra-
fessora Aunuciad* de M lio Vflt-aegro para ella
removida, e foi mandada cantlauar a exercer o
magistoia nessa cadeira a profesaora Senbjrioha
alendes de A'buq.icrqua, que ra d'ahi removii
para a de Barra da -Jaoada, fieaad assim sem
ereito o quj nessa parte determioou a portara da
presidencia da 18 de Jineiro ultimo.
Por nato da igual data, o par idetico mo-
tivo, foi declarada vaga a cadeira de ensino pri-
mario do sexo mi83ulino de Qamelleira, e nanda-
do nella laaeionar o professor Sebasriao Tavares
de Oliveira Brandao, ficando assim sem efleito o
referido acto de 18 do Janeiro na parte que remo-
ven dito professor para a cadeira d Floresta.
Feltoa da faaenda provincialPor
acto da presidencia da provincia de 9 do corrente,
foi namcado o baaaacel Cauronca Oaetano de Al -
buquerque para exercar o cargo de ajodaute do
procurador dos feitos da faseada provincial na
comarca de Floresta.
oarda~nacioc7atPor~atos da"pr--
dencia da provincia de 7 do corrente, foram no-
meado para a guarda nacional:
Teaente cirurgio do 3 batalbao da muoieipio
do Recife, o Dr. Francisco Mariauna de Vivei-
ros;
Tente cirurgiio do 4o batalhio do mesmo mu-
nicipio, o Dr. Jos Julio Fernandes Barros;
Alfejes da 4.* comoanhia do 2 batalbao do mes-
mo municipio, Francisca Jos Dias Pereira.
utorldaden poltelaeaPor acto da pre-
sidencia da provincia de 14 da corrate e propos-
tas do Dr. chefe da polica de 12 e 13, fo.am no-
aieados :
Sublelegado de Macico, do termo de S. Lau-
renco da Matta, o alferes Manoel Jos Ferreira da
Costa.
2. Supplen'e do snbdwlegado de Mari cota do
termo de Iguarasan, o erdadSa Manoel Jos Perei-
ra de Morara.
Prado Pernamlnicano Antehontem
teve lugar a 12 corrida de cavallcs no Prado Per-
nambucano.
Nao obstante a chova que cahio pela maub, nf-
flaio grande caia de espectadores, e a festa esteve
animada.
O resultado dos pareos foi esta :
1Gtanhou o Io premio Violeta a o 2* Maripo-
sa Duru a corrida 76 segundos, e deu a poule
13*300.
2 pareo1" turma de 8 animaos. Oanharam :
o 1* premio Ingateira, o 2o lieija Plor II, e o 3'
Ral'io Durou a co.-rida 65 segundos e deu a pon-
le 19*903.
2' turma 7 animaes. Oanharam os premios :
1' Foto, 2o Tupynamb, 3o Macucio. Duru a cor-
rida 64 segundos e deu a poule 9*600.
3 turma8 cavall is. Ganharum os premios :
10 Treme-Terra, 2. Rio Preio, 3o Posttl'on. Du-
rou a corrida 64 arguu/ias e a poule deu 424300.
3* pareo--Qanharam os premios : 1* Cndor, 2
L'Espicier, 3o Zephiro. Durou a corrida 82 se-
gundos e a poule deu 18*000.
4* pareo (iauharam os premios : 1" Fgaro, 2o
Satn. Durou a corrida 63 segundos e deu a pou-
le 7*900.
&> pareoOaobaram os premias: 1" Ocila, 2*
Noruega, 3o Patupeiro. Durau a corrida 86 se-
gundos e deu a poule 8*100
O 6* pareo foi supprimido.
Cemlterio em BeberlbeAnte hantem,
conforme eatava >nnunsiad >, f bemzida com todo
o ceremonial do culto catliolieo o Camisera qi ,
em Beberibe, no lugar Cahenga, coustruio o Sr.
capito Luciano Eugenio de Mello.
Depois da mi isa celebrada na igreja da pavaado,
seguio o Rvm. Sr. vigario da S de Olinda aeom-
pMibado de tres outras aaceidotes, e grande con-
cursto de povo, formando prestito, para o referido
lugar} onde teve lugar a ybeocSo, sendo entoados
os cnticos adbequadoj, e tocando as bandas de
msica de polica a do 14 bat%lb>?o de inlantaria.
Foram atacad,s muitos foguotes.
Feita a benoao do Cemiterio, voltou o prestito,
que se compunba de cerca de 300 pessoas, entre
as quaes muitas de utiuce.Ja, e dissolvea-se
porta do t mplo
Seguirn, porm, os convidados do Sr. eapitao
Luciano Eugenio de Me'lo e as bandas musicaes,
para a osa de sua residencia, onde foi servido um
lauto almoc/a, A cuja sobremesa foram trocados
numerosos brindes, sendo repetidas as saudacoes
ao Sr. capitflo Mallo, iniciador da idea da con-
struccSa do Cemiterio, tao felizmente realiaada.
Termiaou a festa s 2 borai da tarde, reinando
sempre a maior cardialidade.
~Noltea en* Claro E o titula que' dea "o
Sr. Paulino de Britto urna callee-cao de verso
seus, que reuma em um folheto publicado ao Para,
de onde nos rem-.-tteu um exemplar.
O 8r. Paulino de Britto verseja bem, tem estro
e felis em algumas composices.
Eis um bonita espcimen dos seas versos :
N'aqueUe dia em que tlraram hirto
das entranbas do rio,
como urna estatua o carpo de Theresa,
to paluda e to fro,
dase um velho doutor, a mao pausando
no seio da suicida :
Volta o calor ; e este calor... (sorrindo :)
este calor a vida!
Annos depois, em luxuosa alcova,
inda o mimo doutor
visitava a infeliz que definhava
no seu leito de dr.
E disia ao sentil-a em fogo, e o pulso
accelerado e forte :
Ai! sempre a febre I E este calor... (baixinho:)
este calor a morte
Tu, celebrado Amor, s como aquello
misterioso calor,
urnas veses a vida, outras a morte,
e sempre o mesmo amor !
Agradecemos o mimo que nos fes o Sr. Paulino
de Britto.
L. ga Operarla rertaambsseanaCo
mo eslava annunciadn, esta soeiedade proceden sob
n presidencia do Sr. Jos Calasans de Figaciredo,
a eleico do seu novo directorio uo domingo 15 do
correte, o qual ficou composto dos senbores :
PresidenteFirotino Raphael de Paiva, reeleito.
Vice-presidenteElias Emiliano Rodrigues.
1. Secretario Jos Calasans de Figueiredo,
reeleito.
AdjunctoJosquim Arcbanjo, reeleito.
PromotorJos Francisco das Chagas Ribeiro.
AdjunctoBelmiro Carlos Vital.
ThesoureiroDavid Geutil, reeleito.
ProcuradorManoel Augusto da Foaseca, ree-
leito.
Conselheii osIsidro Vicente Ferreiro, reeleito,
Faustino, dos Santos Costa, Jos Ricardo da Costa
Jnior, Irineu Manoel Dias, Hermino Evangelista
da Silva Fraga, Manoel Francisco Pereira da Ca-
uh'.
Tambem foi acclamado, nessa reuniao. presiden-
te hon rario o Exm. Sr. deputado geral Dr. Aleo-
forado Jnior, por servicos prestados a esta corpo-
raclo.
A posse dos novos fuaccionarios ter lugar no
dia 28 do corrente.
Tribunal do Jnry do RecifeTeve
logar hontem a primeira sessao preparatoria d'este
tribunal.
A's 10 horas da manh, achando-se presentes os
Srs. Dr. Joaquim da Costa Ribeiro, juii de di-
reito, presidente do tribunal, e Joo Joaquim de
Freitas Henriques, promotor publico, fes o escri-
v, Florencio Rodrigues de Miranda Franco, a
chamada dos jurados sorteadas.
Compareceram 6 jurados, sendo multados em
20*')OO os seguintes, que deixaram de compa-
recer :
Augusto Ceaar da Silva.
Augusto Ooncalves de Barros.
Augusto Cesar da Rocha Falcao.
Augusto Pinto de Lemos.
Gamillo Lelis da Silva.
Ernesto Arceno de Barras Falcao.
Baro de Caiar.
Frederico Lua Vieira.
-.ugeoio Goncalves Casco.
Iroeo Coelho da Silva.
Jos Isidora Pereira dos Seis.
Jos de Aaevedo Sonsa.
Jorge do Reg B .
Jos Vidal de rfegre
Joa Francisco de Mnaada.
Jos Pedro Velloso da Silveira.
Hermenegildo Eiuardo do Reg Hoateiro.
Manoei da Silva Faria.
')r. Miguel Arcbanjo Pereira da Rega.
Pedro Simeao da Silva Braga.
Faram sorteados os seguintes suplientes :
Freguaia de 8. Frei Pedro Qonealvu
Eduardo Daarte Rodrigues.
Fregtteiia de Santo Antotio
Hauorio da Silva Looa.
Tenente coDnel Francisco Faustino da rito.
Antonio i- rancisca da Costa.
Augusto Fernando do Reg.
*7rec7ieia de S. Joxi
Hanorio Clementioo Martina.
JoSo Uoreira de Meodsnca.
Hermenegildo Coelho da Silva.
Hemeterio Maciel da Silva.
Manoel Hygino de Carvalho Porto.
Frederico Augusto Ferreira de ovaes.
Pedro Jos de Oliveira.
Freguezia da Boa- Vista
Hermino Egydio de Figueiredo.
Francisco Lauro da Silva Josta.
Jo-> Beserra de Barros Cavalcante.
Jos Jeronym > Rabello.
Jos Joaquim Das do Reg Jnior.
Joaquim Pires da Silva.
Joaquim Pereira de Freitas.
Mauoel Antonio Cardozo.
Felippe Nary Goncalves Ferreira da Costa.
Pearo Francisco de Paala Baptista.
Dr. Augusto Carlos Vas de Oliveira.
Epamioondas Pinto B. A. Vasconcelos.
Alfredo Rodrigues dos Aojos.
Freouezta da Oraga
Teaente-coroneI Jos de Oliveira Cistro.
Joaquim Lucillo de Siqueira Varejo.
Custodio Moreita Dias.
Jos Nicolao Ferreira Gomes.
Antonio da Silva Faria.
Francisco Furtado de Mendonc -..
Franciscs Ferreira Tavares.
Jos J>aquim Borges Ucba.
Pedro Barbosa de Araujo.
Jos Mariauno de Barros Cavalcante.
Auoaio Caetano de Oliveira Caragem.
Freguezia de Affogados
Antonio Carnero Rodrigues Uampello.
Pedro Gaocalves Torres.
Manoel Augusto de Mesquita.
Dr. Joaquim Pereira da Silva Guiutarei.
Freguezia do Poco
Jovino Barral da Fooseca.
Dr. Carlos Eugenio Daareha Mavignier.
Foi adiada a sesso para hoja, s 10 horas.
ooresHk sanaaireataco Damiogo. 15
do corrate, o Sr. 2 tenante Hereulano JobI Ro-
drigues Pinheiro, foi alvo de urna significativa ma
nifestaco de agradecimen^a por parte de seus ex-
escravisados, restituidos libardade, eui NaVtm.
bro prximo paasado.
Reunidoi, foram a carro casa Jo residenaia do
seu ex-seoh-ar e offareceram-lhe o retrato pintado
a oleo, eervindo da interprete aos sentim-ntas dos
recem-ubertos o Dr. Pedro Landim, qua paten
teou os dotes altruistas do Sr. 2o teaente Her
culana Pinheira; e o amor, respeito e gratidaa
que Iha votavam os s-!U3 servos de hontem, e dedi-
cados amigas e ooncidxdao de boje.
Em extrema eommovido, o Sr. 2* tenente Pi-
nheiro agradec.u a espontanea manifestacaa de
seus ex-uscravhmdos, offracendc-lh?s em troca o
seu ajaio e amizade; exortanda-os ao mesmo
temp> a nao abaodjnarem o caminho da honra e
do dever em que sempre os eonduzira.
Em seguida foi serv lo um delicado almoco,
onde o Sr. Hereulano Pinheira, sentando a sua
ilbarga os novos concidados, brlndou-os, reite-
rando os mesmos sentimentas que manifestara.
Trocaram-se ainda outros brindes, cm qua foi
sempre felicitado.
Tracas blographleoa 0 Sr. Baro de
Santo Andr- acaba do objequiar-nas com o exem
piar de um folheto de que autor e intitulado
Breves tracas biographicas do Dr. Pedro Fran-
cisco de Paula Cavalcante de Albuqusrque, Vis-
conde de Camaragibe. a
Agradecemos.
Marche aax flambesai-Percorrer as
eguintes ras, a qua fas a mocidade acadmica em
solemnisaco ao da 19 do corrente : praca Pedro
11, Imperador, Crespo, Cabug, Baro da Victoria,
panteda B>a-Vista, Imperatriz,Conde d'Eu, Hos-
picio. Formosa, Aurora, ponte Santa Isabel, Campo
das Pi neceas, Imperador, travessa do Ouvidor,
Duque de Caxia, Livramento, Mareilio Dias, S.
Pedro, pateo da Carolo o Estreita do Rosario a
dispersar.
Proclama** de caaarmento Foram li-
des, na matriz de Santo Antonio, no dia 15 do cor-
rente, os seguintes :
Francisco Tavares da Silva com Isabel Mara
Ferreira.
Jos Justino da Silva com Philamena Maria de
Barros.
Perlmentos Durante a noite de 7 para 8
do corrente, no lugar Toca da Onca do districto
de Calende, termo de Palmares, Manoel Francisco
dos Santos e Jos de tal, conheeido por Jos
Foroalbeiro, fizeram diversos farimentos em Si-
mo de tal.
Santos foi preso em flagrante delicio, mas For-
raalheiro evadi-se.
Tambem no dia 7 do corrente a cm Jaboato,
Manoel Becto da Silva ferio gravemente com duas
lacadas a Joaquim Ferreira.Cavalcanto, tendo.sido
preso em flagrante delicto.
Finalmente no referido dia 7 e na povoaco da
Lapa do 1 districto da fregueaia da Preguica do
termo de Nossa Senhora do O' de Goyanna, Ma-
ntel Este ves, conhacda por Maoael Bastos, ferio
gravemente cam urna lacada a Manoel Francisco
de Souza, eoubeeiia por Manoel Ai Ai, que no dia
seguinte raorreu.
O criminoso evadio-sa.
As respectivas autoridadas policiaes tomaram
onhecimento destes factos, aeguado de le.
tppellarao CommerclalRecebemos
e agradecemos um folheto impresso, contendo as
AUegafoet offeredat pelo autor appellado Jos Joa-
quim da Costa Maia em refutaco das produsidas
pelos reos appellantes Sulzer KaufFman di C.
Club Cinerario Pinto Juolor-D
miego funecionou esta soeiedade, sob a vice pre-
sidencia da Exma. Sra. D. Anna Iiabel de Oli-
veira.
Lida e unnimemente approvada a acta da an-
terior sesso, foi nornaada urna canmisso para
verificar as costas apresentadas pela respectiva
thesonreira
Passaudo ordem do dia, a socia D. Maria
Landim discutio a theae seguate: Igaaldade e
desigualdade das obliquas que so affastam da per
pendicular.
De conformidade cam o artigo 43 dos estatutos
foram impostas algumas multas.
Fes-se o sorteia de algumas toases e o das so-
das que lai de disentil- as na primeira sesso so
guinte em que tambem ser apresentada a biogra-
phia de Anoibal.
Em seguida encerrou-se a sesso e foi determi-
nado o dia 29 para haver essa ordinaria.
Importante lel'oO Sr. Francisco Ig-
nacio Pinto, agente leiloas, continuar baje o lei
lo que hantem comecou a faser no palacete n. 53
da ra Baro do S. Borja.
Ha all a van ler magnficos maveis, bans cris-
taes, louc s e porcelanas finas, quadros, tapetes,
tudo emfim que coacorre para o bam estar de urna
familia de trata ment.
A's 10 horas bajera um bond especial para con-
ansir os concurrentes ao lea.
Iimiliulo PaalenrCommunicou o Dr.
Ferreira dos Santos, director deste instituto, ao
Jornal do Commercio da corte :
< Deade 9 de Fevereiro, data da primeira
applicaijo do tratamento preventivo da raiva en-
tre nos, at 7 do corrente, foi este instituto pro-
curado por 22 pessoas. Dentre estas, apenas 11
foram admittidas em tratamento, nao tendo-o sido
as outras 11 por nao haver, vista das informa-
ces fornecidas, motivo que fsasse presumir que
tivessem sido offendidas por animal em estado r-
bido.
Todos os mordidos, aos quaes feram applica-
das as iuoculaves preventivas, j terminaram o
tratamento, nao tendo neuham delles apreseatado,
at o presente, accidente algum.
Entre a data desta noticia e a mordedura, o
tempo decorrido o seguinte :
Para 1 68 dias
1 67 *
3 66
1 54 .,
2 41
1 38 *
2 25
Procarei colbar a maior somma possival de
dados, afirn ds podar julgar cao escrpulo se o
animal mardedor estava caiaivado.
* Tres pessoas foram. na masma dita, mordidas
peo mesmo cao A raiva deste animal foi reco-
nhecida pela lie. Jlo Pairo Mmceiro de Souza,
mlico do Sjinidauro.
Seis passo is f.ram mjrdidas pir caes, que
apresentaram, de antro m ny n,a;nnij da raiva, 03
mais evidentes. No numero destes aoiutaei fi-
guram: um qua fra mar jilo algum to pe antes
por outro cao enraivado e tiohi na parnt esquerda
urna cicatriz visival; outrj qua morded outros
caes, dos quaes um foi morto por seu dmo no tim
da 15 dias par ter aprentada symptaints da tai va.
Todas ejtes caes marderam maior ou awnor quan-
tidade de outns animaes, taads uto i Mies uurdido
mais de vinte caes.
< Duas pessoas foram mordidas por um mesmo
cao. A raiva fai recaua oi 11 exjerimentalmeate ;
teado sida inoculada por trepanaco, com o bulbo
deste cao, um coelho, este suacaiabio no fim de
vinte dias com toda] os symptoixas da raiva fu-
riosa. As pessoas moi-didis por esse cao s come-
caram o tratamento depois que o animal inoculado
morreu de raiva, apezar de haver Ihes sido recom-
mendalo que sa apreseotassem no instituto na
data da primeira appiicac-a do tratamento. Houve
urna outra pessoa assaltada pelo mesmo cao a que
nos acabamos de referir, nao tendo sido mordida,
pois os deotes do animal nao penetraram na carne
nem mesmo atravessaram a caifa: nao fai admit-
tida em tratamento par nao haver para isto tui-
tivo.
Os dados aqu consignados uo tem o valor de
utra estatistica apreseutaudo um rebultado defini-
tivo ; ser vem apenas para demonstrar o mo vi-
al ntp do instituto e o resultado alcancado at o
presente. '
Commercio de Cavaba ^Lemos na
mesma folha :
O commercio do Cuyab est aofirendo de
verdadeiro flagallo pela enorme quantidada de
modas de cobro que all foram lancadas na cir-
culaco, muito aleja das necessidades locaee, e que
nao acham escoadouro que allivic de eemelbante
praga o mrcalo. Esta accuinulaco re mida
explicavel por faci eventual cujos eftitos con-
vm corrigir.
Na diatribuioSo da nova mo-ia de cobre, dos
typos de 10 e 20 ris, coube a Matto Grosso a
qiaantia de 50:000*000, a qual, accrescendo an-
tiga mada, nao de todo retirada, bastava de so-
baja i'u transaecoes. Occarreu, porm, serem le-
vadas a Corumb mielas de cobre, no valor de
28:600*000, que se dest n ivam provincia de
Santa Catbarina, e d'atli transportadas para a
tbesouraria de fazenda de Cuyab, toinou o com-
petente inspector, ha tempos, a dr-bera^o de
emittir esto extraordinario supprim uto na falta
de outra uai.ia com quo pudasse acudir a paga-
mentos urgentes O ministerio da fazenda appro-
vou eata d< iiberafo, mns tendo dt>ixa 1 > do provi-
denciar acerca do recolhimentu a circulaco tem-ae
resentido tanto raais desta pi-tio-a de eabre
qa tiro na i ba cm Matto Grosso modas de 40 ris
i- a tbesouraria de fazenda tmente recebo em
e-abre frac(aea do l'OO.
< Em carta do u^ssa carrespoadente, que ser
depaia publicada, pede-se ao goveruo que faifa
substituir par m das de nickal aquelles 28:600*
que tanto e nbaracain o commercio do Cuyab, e o
p-dido muita attendivel. a
VeteiiKrloa mala cotupeemadoa
do que os mdicosA absombii do Nord-
Est (Austria) votou para os mdicos qua quizassem
transferii-;e para regioes, que at aqu uo pade-
ram manter n-n medica e que por isso deviam
estar privadas quisi inteirameote da trabalho sa-
nitario, urna pensaa annua que nao excedesso a
200 florins e urna subvengo camplexiva de 3.0J
flarina por anno.
Ora, esta mesma nssembia para remediar a es-
casses dos veterinarios e favorecer o estabeieci-
mento de veterinarios laureadas nos campos, au-
torisou a junta a c c-der sob certas condicoes a
somma annual de ''M flarius, sob certas con licoes
por 35 annos subvencoes da sonma aanual de
300 flarine aquelles veterinaria laureados, qua se
eatabelecerem em regioes, onda se cria gado.
Para prover subvenco de 15 veterinarias
est concedida a somma de 4.500 fhrins.
Vc-se d'ahi que a assembla pansa mais na
criaco do gad) do qua da saude ia pjpuiaeo
dando ao medica s '00 Sanas e ao veterinario
300, como subvenco, para poder prover a sua
subsistencia.
E' claro que a classa medica, at qua prevale-
cam taes opinioes, nada mais pode esperar das
assemblas c far bem despresando as suas espe-
ranzas de Boacorro desta parte
Incendio do tbealro Uniou Square
Sobre o inceudio occorrido em Nova York d o
Dai'y News esciarecimentos que daquella cidade,
lbe taram rem-ttidos pelo seu correspondente es-
pecial.
O incendio teve principio no Morln House Ma*
le, no quinto andar do edificio.
O theatro Union Square, contiguo ao hotel,
achou se immediatamente accommettido pelo in-
cendio e em ambos os edificios asanmio este gran-
de iotensidade antes da chegada des soccorros.
Os bombeiros atacaram com grande energa,
tendo contra si, alm da violencia do fogo, a enor-
midade da rea que elle occapava.
Trab'.lhar .m qoinze machinas em linha, na
praca fronteira ao theatro, onde o fogo se fixou
attrahido pela qualidada do combustivel.
Un.telhada deaabou subitamante ecom elle seis
bombeiros foram precipitados as ruinas fumegan-
tes, d'onde os tiraram desfigurados e mcio carbo-
nisados.
Ao mesmo tempo os movis, arremessados pelas
jan-illas, apanharm e feriram numerosos especta-
dores do incendio. O tumulto assumio proporces
extraordinarias.
Uaa dos carros da ambulancia, qte transportiva
os pibres bimbeiros moribundos, despedido impe-
tuosamente, foi esbarrar com urna esquina, viran-
rlo-s- e atirando pelas calcadas os'desgracadoa que
foram rolar at valeta !
Havia a receiar que o fogo se communicasee ao
fh a tro Star, quasi contiguo, pelas trazaras, ao
incendiado.
UoiiBc-guio-ae bealisar, par meio de luta deses-
prala, a voracidade do fogo.
O guarda-roupa e aderecoJ do grande trgico
ingles Irving, que se achavam no Star, foram re-
movidos ao aproximar-se o perigo.
. O Union Square, de que hoje s resta um mon-
t.i) de ruioas, fra cmstruido em 1811. Durou
pouc e sempre inspirou sspeitas. Eram pessi-
mas as suas'condicoes de edificacd, e, em espe-
cial de seguraooa.
A platea tinba mil e duzentos lugares, as sabidas
eram deficieotissimaB.
Um incendio em noite de espectaoulo teria ce-
bar tu de luto Nova Tork.
Clda Jes na Ina Urna folha inglesa, o
Exchangc, annuncia que o Dr. 3iendman, profes-
sor da astronoma, vend,o qua as observacas da
la nenea podiam ser perfeitas, por causa da io-
tensidade da lus da esphera lunar, achou o meio
de tornar a lente refractora do telescopio menos
seosivel accao da lus, esaurecend > a lente com
fuma de camphora; e, tomando como refractor
urna pbotographia exacta da la, coaieguio resul-
tados assombrosos.
As pl-mici. s, que at agora eram consideradas
octanos, trauaformam-se em campos de magnifica
verdura; o que se julgava ser m mtanhas sao
desertes de areia e mares; e aquem e alm des-
dbriam-se cidades, hab taco s e muitas outras
piovas de industria e civilisaco.
O Dr. Biendman resolveu continuar as suas ob-
servaces em todas as occasioes da la cheia.
A serem exactas as observarles deste astrno-
mo, ter-8e-ha realisado urna verdadeira revoluco
na sciencia astronmica.
*Canai de Pars ao marO mea paasa-
do toi distribuida aos depurados franceses urna
proposta, assigoada par 47 deputaios, relativa ao
canal de Parts ao mar.
Segundo a proposta, o projectado canal ter vea
e meia a largura do canal de Suez e a profundi-
dade variar entre 6 e 20 metros.
A despeza do construeco est oreada em.....
45.000:000*000. j .
Urna sociedado de estadas, presidida pilo almi-
rante Tbonanat, pidi a concesso do canal, sem
Bubveoca nem garanta de juros, mediante a au-
torsaco de recebar porcentagem por tonelada da
carga dos navios que subam o Senna cima do
Boutn. ._ ,
J i,nea-Enectuar-se-hao.
Plo aieote Brito, s 10 li2 horas, na roa Im-
perial n. 160, do estabelecimento ahi sito.
Pelo agente Pinto, s 11 horas, na rus Bario
de S. Borja n. 53, de movis, toacas, vidros, etc.,
etc. e mais diversas apparelhos astronmicos.
__ Amanb:
Pelo agente Britto, s 11 horas, ra do Ban-
gel n. 48, de predios.
:'
i


HiaflHlHBi
Diario de PcrnamhucoTcrfa-feira 17 Abril de 1888



TPdi aa-n-e Pei'aoa, ao m^io dh, *> Caes do
Apollo, d fardos com ierro. .
mtmnm ftinelre--8^5o celebradas .
71 T^frl- em S. Francisco, por alma de D.
I^^;:;:i.^eA.bu1UerqeUHrroB.
I, Trf ns 't""3 0orP 8 A*8hras u>s S.j03, Afogados S.
,,ma de jf.*. toli
jot-f. r hura. "B matriz de Sin
H SSS-. *-.
tos.
dro aatoaio Plicio Brandio; s 8 horas, na ma-
triada Boa-Ti**, P<* 8,m de J"o rorto Car-
reiro.
A"s 8 h>ras, na orcm 3 de 8. Francisco, par
alai de Joaquina ''os Moreir.
Paaaaarroei Chigadrs dos partos do norte
no vai or ni-cional Espirito Santo :
c Manoe! Rodrigan, Manoel Cbanellcz, Hilan-
no C eroeotmo Perreira, Maria da Lu, Arthur
Mout'.r- Bra?*, 2 pracas de linba, 1 desertor, 1
ex-praca, J > Ivo de H.llanda, Julio Cesar de
Hollonda, J.-s Oriano M Geovaui Parclli, Al
berta C S ruin, Feliuto B. de Araujo, O na Af-
f >nso Ylaia, Affjnso F. Vieira, padre Jos Leone
Mcnesoal, J..s MeueWu B-ntes, Severino Jos,
Parea Garriri, Dionisio Jos Alv-?, Francisco
J. aqunn Ribelro, Valdevino Joaquim Bezerra,
Joaqui.n Percira da Sours, Antonio Francisco,
Aut)-ii> L ag ) l Pityola, Fiimnw Jos Soa-
rea H rcu'ano Bandeira de Mello, Joao Francia
C3 Brit., JoSo de Araujo Costa, Aff nao de Mnga-
Iha. s e Sitvs, W. G. Pater, Manoel Florentino
CarneirTda Cuaba, Jos da Croa Cordero, Jos
Fel.x de liveira, Francisco Ferrcira B-rges'
Fracisco Andr Jos S. ves, Bernardiao de Al
meda, >r. Jos de Souti G- yos.> c sua sentara,
Jos Franc;so de Oliveira. Caries Lain, Ig.ncio
Pernand-8 Lyra, cadeti Antonio I. Carvaita Cos-
to, Antonio Uominguea Correia Leonil, 1 preso e
2 prapas de polica.
oirecti la sa* onraa de eoaser-
cSo lea 9 >noW de aernanibaco Re-
cife, 15 I Abril de i8t>8.
Bolotim :.'.eoroloBco
Ho.-s-
a r 2
! i
BaroT.vtto a
as
M H
H
6 m. 22'-8
9 2^0
2 27-!
3 t. 28>-2
6 !70
Teusao
do Tapor
761i8
76 "S.
761">94
760 M)
76)'87
17,57
19,65
20,18
18,tl
18,89
-o
s
3
'a
o
a
87
83
75
66
71
dancia 'rua Sote de Setembre n. 34, en-
trada pela ra da Saudade n. 25.
Dr. Joaquim Loureiro medioo e parteiro
Consultorio na rua do Cabug n. 14, ll
andar, de 12 s 2 da tarde residencia no
MoDteiro.
O Dr. Castro Jess mdico e operador,
nanitas das 11 s 3 da tarde, rua do
-Jess n. 23, 1. andar. Residencia -
Tr .vessa dos Remedios -Pasangem, portSo
n. 7. t
O Dr. Atoares Quimar3.es ohegado da
o6rte, dedica se i medicina em g com especialidade s molestiae do ooracau,
pulmSc-s, figado, estomago e intestinos, e
tambera s convulsas e outras molestias
das criaDCHS. Reside praca Conde d'Eu,
n. 28, 1. andar, e tem consultorio rua
do Bom Jess, n. 45, onde diariamente d
consultas o meio-dia s 3 horas da tarde,
aceitando bamado em qualquer desses lu-
gares. Telephcne n. 381.
O Dr. Matheus Vaz, medico, mudou a
sua residencia para a rua dos Pires n.
83 A, onde poder s<;r projurado para o
-xorcicio da sua profisso. D consulta de
11 horas da manba s 2 da tarde na rua
do BarSo da Victoria n. 32, 1 andar.
Dr. Cerqueira Leite, tem o seu escripto
rio rua Duque da C^xias n. 74, das 12
s 2 horas da tarde, e desta hora era dian
te era sua residencia rua da Santa Cruz
n. 10. Especialidadesmolestias de se-
nhoras e enancas. Tclephone c. 326.
Occuliaia
Dr Ferreira, com pratioa nos principaea
hospitaes e dioicas de Pars e Londres,
d consultas todos os diaa das 9 horas ao
meio-dia. Consultorio e residencia a rua
1 ClUJv rnLUI'* UiHXIIU^'J','^0.
Dita minima2i\5.
Bcaporaeao em 24 horasao sol: 4."6 ; som-
bra : a.0.
Chuva8,"1.
DireceSo do vento : SE eom peqoenas raterru-
pg-s de ESE de meia noite at *i 20 miontos
da mauha 8R at 6 hora3 -matos ; ESE at
8 horas ; E a 8 horas c ovJ minutos; SSE at 1
hora e 5 mioatos da tarde ; SE com pequeas in-
terrupcoes de ESE at meia noi'e.
Veloeidade miia do venta: 1)99 por segundo.
Nebolosidade media: 0.41.
Boletim do porto
a, o Dia Horas Altan.
B. M. P. M. B. M. 15 de Abril 16 de Abril 058 da tarde 7- 1 115 da manila 0,-63 2,22 0,-75
Operirips clrarglcan Foram pratica-
das no hospital Pedro II, no dia 14 de Abril, as ae-
guintes :
Pelo Or. Pontual:
Amputacao d > penis pelo proeesso de Asssqai,
indicada por epitefioma do penis.
Pela Br Malaqnias :
Amputara i por dessrticulaco do dedo indica-
dor da mSa direita, palo methodo ovalar, indicada
por esmagamento.
Pelo Dr. Berardo:
Enoeleatao do olhj direito reclamada por ophi-
talmia sympatbica.
Caita de ueiencaoMovimento dos pre-
sos da Casa de Detencao do Recite no dia 15 de
Abril de 1888 : -
Existiam 299 ; entraram 23 ; aahiram 10 ; exis-
ten) 312.
A saber:
Nacionaes 297 ; malheres 7 ; sstrangeiros 8.
Total312.
Arracoados 252.
Bons 239.
Dientes 13.
Total252.
Movimento da enfermara:
Tiveram baixa :
Basilio de tal.
Jos Galdino Becerra.
Foram visitados os presos deste estabelecimen-
to por 156 pessoas, sendo 79 honens e 77 nonlhe
rea.
Hoapial Pedro IIO movimento deste
hospital no dia 14 de Arbril, foi o seguinte :
Entraram............... 15
Sabiram.................
Falleceram............... 3
Existem................. 566
Foram visitadas as respectivas enfermaras pe-
loe Drs.
Moecoso, s 8-
Gyaoei- o, s 9 3|4.
Barros Sobrinho, s 7.
Berardo, s 10 1(2.
Malaqaias, s 8.
Pontual, a 8 1|2.
Estevo Cavalcante, a 9 1|2.
O pharmaceutieo entrou a 81|4 esahio s 2
da tarde.
O ajadante entrou s 7 1 4 horas da manh e
Mhios2 1|2 da tarde.
Lotera do ParA 6a -parte da 17 lo-
tera, pelo novo plano, enjo premio grande de...
60:0001 ser extrahidano dia 18 do crrante.
Ceaatterlo publicoObituario do dia 14
de Abril :
Maria Franca da Conccicao, Alagoas, 23 annoa
casada, Graca; pneumona.
Antonio, Pernambuao, 30 annoa, solteiro, Boa
Vista; epilepaia.
Januario Luis d'Almeida, P rnambuco, 50 an-
uos, casado, Boa-Vista, diarrba.
Joao Jacintbo do Carmo, Pernambaco, 46 sn-
noe, solteiro. Boa Vista; plenite.
Jos Soares d'O i^eira, Rio de Janeiro, 42 an-
noa, solteiro, Boa-Vista, tubrculos pnlmonarea
Domingas Maria R. da GonceicSo, Para, 39 an
nca, solteira. Recite ; f- bre puerperal
Mara Severina da Coiceieio, Pernambaco, 38
annos, solteira, Grasa; tnberculose.
15
Josppha Maria do Espirito Santo viauva, Per-
aaobuco, 46 anuos, caaada, S. Jet; psralyaia da
bexiga.
Julio, Pernsmbnco, 2 meaos, Boa-ViaU; aa-
rampo.
Maria Francisca de Barroa, Pernambuco, an-
noa, vinva, Boa V- f'iberculos pulmonaree.
Favatma Besen. ^-- Rosario, Pernambuco, 50
annos, solteira, Boa-Vista; diarrba.
Mara Regia da Cooceicao, Pernambuco, 17
annos, solteira, Boa-Vista ; ulcer gangrenosa.
Man el, Pernambuco, 4 meses, Graca; tebre
inflammatosa.
i Um teto do aexo feminino, Pernambuco; Boa
MigueT, Pernambuco, 2 diaa, Boa-Vta; ea-
pssino. .
Paulo, Pernambuco, solteiro, Graca; albumi-
muf'a. _
Rita Lodovina da Coneeicio Ferrens, Pernam-
bneo, 22 annos, solteira, S. Jos ; caehexia eacro-
fulosa.
INDICARES UTE1S
eatleaa
Dr. Barreta Sampaio d conaaitaa de
HO-dia a 3 horas no 1.* andar da caes
a roa do Bario da Victoria, n. 51. Resi-
Larga do Risario n. 20.
O Or. Barroa Galsaaraeo
Pide ser procurado em seu escriptorio a rus
1. de Margo n. 4, 1. andar.
0 Dr. Milet tem o seu escriptorio de
advocacia, na rua Duque de CaxiaS,
n 50, 1. andar.
Dr. Seabra, advogado. Rua do Impe-
rador n. 30. Da8 10 horas do dia s 3
da tarde.
Drogara
Francisco Monoel da Silva & C, deposi-
tarios de todas as especialidades pharma-
ecuticas, tintas, drogas, productos cliimi-
03 e medicamentos homeopticos, rua do
Mrquez de Olinda n. 23.
Drogara
Faria Sobrinho & C, droguista por
atacado, rua do Merque de Olinda n. 41.
Serrarla a vapor
Serrara a vapor e officinas de carapina
de Francisco dos Santos Macedo, caes do
C pibaribo n. 23. Neste grande estabele-
cimento. o primeiro da provincia neste ge-
nero, compra-se e vende-se madeirt s
de todas as qualidades, eerra-so madeiras
le conta alheia, asbim como se preparara
jbras de carapina por machinas o por pre-
sos em competencia Pernambuco.
Impossivel Ih.-s era pagar renda superior 1 "/
do qne prodnaissem, e essa rendt (que S S. cal-
aulou em tres sontis de ris para urna safra) si
ppquena om relacao o capital malbaratado pelos
eoipreiteiros da companhiaja mismos que corn-
pi-ar.im ob celebres ferros vtlhos dos engenhos do
E_:ypto muito raaoavel, attento o cueto da pro-
duevao e ao baixa pre^o do assu.ar.
Opnco do arrendumento do um predio se regu-
la pelo que ple produzir ou p?!a a'ilidadd que
pode prestar, e nao pelo capital n'Mo empregado.
Si oa emsreiteiros da compaobia tivcas 'm gasto 2
u 3 mil contos em v z de mil como S S affirma
que gastaramo que b se explica pe'o disp rdi-
cionem por isso o arreadainento de taes fabri-
cas valuria mais de 1 % do assucar produzido. ja
que ellas sao mais proprias para produzir dficits
do que assucar.
Com relaea > companhis, o negocio antes
bom do que mo, porque, alm da renda que per-
cebe, ha a vantagim da eonservacSo das machi-
nas e linhas frreas, pois intuitivo que (nlo ie-
to mais se estraga pelo nao uso d> que pe uto.
Si, como S. S. dis, a oaprOBisate proveniente
do nao d5 % anbre o custo, calcule se, par ou-
tro lado, qual a depreciarla proveuientn do n&o
uso de ferros velboa snm couservacio nlguma, e
achar-se-ha que pelo menos, d 10 /0'......
R-vela-nos S. S. que pedio o p insignificante quantia, porque se tratava de urna
safra que a empanhii se tinha obrigado a com
prar. o que n&> pfile realisar em cons^quencia de
ter sido ordenada a sua liquidacao.
N> duvido que tenha sido este o ponto de vida
de S. B. mas outro foi o movel do Sr. Alian
Lambert, liquidante da compuahia, de quem S. S.
recen u inetrnccSes.
O Sr. Lambert, que aqui eateve no meado do an-
no passado, declarou em presenta de todos oe
agricultores por elle convocados, e em resp >sta a
urna interpellacjlo f ita por miro, que nao eonviria
emque as f briosa fosaem arrenlaias aoe agricul-
tores.
PIJBLICiWES 4 PEDIDO
Ao Superior Tribunal da Relajo
AGGBAVO INTERPOSTO PELOS 8YND1COS DA
COMPASHIA THE CENTEAL 8GAB FACTO
BIES OF BBAZIL LIMITED, NOS AUTOS DA
LIQDI3A5AO DA MESMA COUPANHIA.
O artigo, que o Sr. Dr. Joaquim Correia de
Araujo, advogado dos syndicoa da companhia The
Central Sugar em liquidado, publie m no Diario
de bontem para venfic.r um tpico da contra-mi
nata do Dr. juiz do commereio no aggravo nter-
posto pelos mesara syndieos para o tribinal da
Relacio, me obnga a oppr algumas considera-
cea a consideracoes da mea illastrado.collega.
Oobjecto e fim piincipal do artigo, como S. S.
declara, consiste om demonstrar que as fabricas
da Central Sugar (menos a do Cabo) nao foram
arrendadas a alguna dos agricultores que tinbam
contratado cem a companh'ia o fomecimento de
cannss, mas que smente se permittio a esses agri-
cultores eolherem as ditas fabricas a safra de
1887 a 1888. .
Os agricultores pediram, diese S. S., qus o juia
do commercio Ibes permittiase colber nae fabricas
da Escada, Cuyanbuca e Bom-Gosto a safra de
g788, visto comonSipodit eolhel-a nos seus
engenhos particulares que estavam desmontados :
ouvido o advogado da companhia, que era, como
anda o mesmo Sr. Dr. Correia de Araujo, con-
veio S. S que fosse diferida a petico, obrigan
do se os piticioniros a pagar, a titulo de aluguel,
1 0/0 do aasuar que faDricassem, e de accordo
com ease parecer, o honrado juia conceden a pedi-
da permissao. D'onde S. S. concia'! qne as fabri-
cas nao foram alugadas ou arrendadas !
Coofesso que nao comprebendo o rigor d'ease ra-
ciocinio. Quer me parecer qne S. S. provou justa
mente o contrario do que pretenda. 8s o juia
pernttio aos agricultores nsarcm das fabricas pa-
ra a colheita da actual safra, mediante a renda do
1 0/0, o que d'ahi se segu que aa fabricas lbea
foram arrendadas.
Antes, porm, do partir, e anda quando os
agricultores nao se tinham dirigido ao Dr juiz do
commercio para pedir as fabricas, o Sr. Lainb. rt
autorisob a S. S a eonvir no arrendamento.
Porque razi o Sr. Limbart mudou sbitamente
de resolucii T E' fcil de explicar. Tendo-ae
convencido de quo os ag-icultorea nio acceitavano
as suas prop s'.us que nio merecan, siquer, as
honras da discussao, e preteodendo voltar para
Londres e comb.nar com ns demais credorea sobre
alguma proposta mais sena, te ve receio de qu ,
si os agricultores foseeui coagidos a levantar os
seus veibos engenhos para a colheita da safra
actual, nunca mais voltariam a tratar com a C >rn-
p .nhia que elle pretenda reorganisar, to mal se
tiabam dado com o redimen das usinas centraes
com garanta de juros e admioistraco inglesa.
Os lempos, porm, mudaram. J nao ae trata
mais de propostas, nem de reorganlsacao da Com-
panhia ; h je o que querem o Sr. Lambert e os
credorea iaglezes por mi nss fabricas, arrema-
tando as por presos baixos em hasta publica nea
ta cidade.
Eis ubi porqie vi-ram instrucSes de Londroa. a
S. S. para requerer, coma requereu, no cotneca
deate anno que se desee execucio seuteuc de
liquidaco decretada pelo tribunal ingles, isto ,
quasi um anno depois da data em que essa sen-
ti nc foi presentid ao cumpra-se.
Sendo eese o intento do liquidantenem outro
poda ser, pois quo nada ha mais que liqui lar
lhe convm quo as fabricas conserven a pessima
reputar;lo de que goiam, para a Tem vendidas ,
baratas.
Agrad .'cimento
Os absixo assignado, paesageiros do vapor
rirapama que acaba de ehegar a este porto, viu-
do liacifa, t drf qu* mu digno commandanie o
Sr Francisco Rayoju.ido de Girvalho, veom di
al o da imprensa manifestar aoroamoS-. c:ui-
mandaute Garv^lho sua gratidS) e seu reconh.-ci-
mento pelo modo ffctuoao e trato dn cavalh-iro
que Ibes proaigalieeu no percurso de sua viagem.
O Sr. C( mmandaute Carvalha sem duvida, um
mojo eetim.vel que sabe concili r as obrigaSus
de marinheiro com o trato de cavalheiro.
Aproveitamos tambem aoppirtunidade para le
var o nosflo voto de felicitacj ao digno Sr. gs-
rente da Companhia Purnambncana, pe, apreso
que d e pe eouaici que- deposita na p
do seu oommandaate, aeuipre recommond-vel
pela sua pribidade, pelo sen carcter e pela eua
constancia iualteravel n> cumprimento de_seus de-
veres-de bomem de bein e empregado zeloso.
Aceite, pois, o Sr. gerente nosaas homenag 'os
pela justij-i que fas ao marto ; e o Sr. co nman-
dante Carvalho nossos votos da gratidio.
Natal, 25 do Maic> do 1883 -Grman Antonio
Machi !a.Alexandr^ de Sauza Nigueira. -Jos
Amynthas da Casta Barros Antonio C. Mireira
Das Jnior.-Aprigio Augosto Ferreira Chaves.
Manoel Moreira Das -Joo Alves de Oliv-ira.
Joao Dionisio Filgucira.Joaquim R drigues
PereiraAdelaid Basto*. E Amalia Ma-
chdo Natercia dr (Soasa N Francisca
Teixe.-ra Al, hada.Ja5 Lurz
So dia 21 i prosian :i.?saJo, se-
guio para D. IV-li-.c, RioGr Sol, o juiz
munu-ip-.l d'aqueOa comarca, Dr. Viil.-la de Gns-
mao, afin de tomar conta de seu lugar. Ventos
bon -.ncoaos o levem a ealvamento e urna aureola
de fcl cidade o en rol va neese lugar para o des-
canco d'aquelles que o estimam.
Segundo somos informados, embarca
para seu berco natal no vapor Congo, o
raeu amigo o Illm. Sr. Joa de Sauza
Braz.
Se bem quo fi-arnos privados da com-
pauhia de to Ilustre cavalheiro, a quem
a Colonia Portugueza deve bastanta, te-
mos, porem, a con8o^l5^o de que ell^, de-
pois de alguns mezes de aus ncia, voltar
de novo para unto de nos.
Serviyos grandes tea prestado ao Real
Hospital Portugiez e Sociedado dos Mer-
cieiros, eto etc.
De diversas commisB3:s de que foi in-
cumbido tornou-se seropre saliente, com
especialidade quando foi cnsul nesta cida
de o Sr. Dr. Loureiro.
A torro da matriz da Boa Vista deve-
Ihe tambem homena^ero, que, como fiscal
que foi da obra, nao poupou esforgos para
que depressa acabasse.
Desejamos que benvolos ventos o levem
e que meluorea o tragam.
ZVo. 431.
lina cona que lodo manilo deve
saber
O viajante munido das pilulaa assucaradas de
Bristol, ucha se perfeitamente armado e precavido
Tudoisti muito trraii-prente ; mas resta contra aquellas enfermidades do estomago, figado
saber si os agricultores conviro, e si oe syndieos e intestinos, communs em todos os elimas. A pri-
obtero dos tribooaes permissao para levar meira cousa fasrr-se, no caso de um ataque bi-
praca fabricas arrestadas, a' requerimenta e para i lioso, a evacu^yo dos intestinos. As pillas
garanta do crdito de credorea domiciliados no assucaradas de Bristol, couiplotam este servio de
Brasil. urna mam-ira rpida, e sem causarem o mnimo
Disse ainda o Ilustre advogado que nunca
cogitou de,arrendamento a'peseoas que nao tinbam
effectuado contracto algum com n companhia >, fi-
ioco omodo ou dr. Ao par que ellas limpam, ellas
suavisam e curara. Ellas conteem em si um certo
principio enoliente que evita a irrtaco ; a qual
cando esta obrigada a bemteitoria", e sem garan- de ontra forma teria lugar durante umaaturada
purgacio.
Dorante a sua operacao na < se sent essas agu-
das lacinantes e espasmodicas dures, que de ordi-
nario accompanham a aeco preiusida por e.-srs
catharticos mineraes. Para o tratamento de dys-
pepaia, hemorrhoidas. affecco do figado, enxaque-
ca, suppressao, vertigens, clicas, ardencia da es-
tomago, ellas sao justamente o remedio desejado,
e nenbuma outr. medicina conhecida, pode supprir
o sen lugar.
Como se achem mettidas em frasquinhos dt
tia alguma da parte do arrendatario,
Este trecho final que a cAaue de ouro do arti-
go, na verdade,: proprio para impressionar
mas analyaemol-o.
A experiencia feita pelos agricultores, explo-
rando por ai mes ;ios as fabricas, nao foi anima-
dora ; apesar de terem effectuado as despeas
economa snperior a urna terc parte do que d'an-
tes ae despenda, elles dar se bao por muito fel
zea, se apurarem o despendido, inclusive a renda
devida companb.a, sendo que o insuccesaodes ^t^, e||as conaervam-s, inalteraveis e perfeitas
agricultores que arrendaran a fabrica de Bom
G'ato foi completo : nao colberam a safra e dea.
penderam des contos de ris 1
Esses agricultores pediram o arrendamento das
fibricae smente para a colheita da safra de 87
88, porque eaperav.ua que por todo este aono
terminasae o pleito que trasero com a companhia ;
mas as acco-'s est&o to longe do seu tormo final
que elles perderam essa esperanza, e por isso a
sua situaco nao soffreu alteric > alguma com re-
laco (iafra futura, que desde j lhes cumpre
acautelar.
nui todos os climas
Em todos os casos agravados ou provenientes
de impureza do sangue, a salsaparrilha de Bristol,
dever ser usada jautamente com as pilulas.
-----------------soaaois-i ------------
O Sedlitz Cbanteaed,cuja fama universal,
um purgante salino, refrescante, de sabor muito
doce e emeacia segura para debellar a coostipacia
(duresa de ventre) ; o seu emprego diario uti' Bmo para as pessoas gotosas, atacadas de rheuma
tierno, de constituicao sangunea, biliosas, promptas
s congestSes do cerebro, s vertigens, ensaque
Que faser ? Levantar os eens velh.s engenhos ca3( dispostae s hemorrhoidas ou embaracoe gas-
condemnados pela experiencia ? Gontractai com trieos. E' elle tambem o purgante por excedencia
alguma companhia ou empretero a construccio j ,jB8 ma|heres e das criancas.
do urna nova asina, havenda em seas predios a j Para evitar ce perigos das contrafaccoes do
osina da Ventral Sugar Sedlitz e dos medicamentos dosimetricos cujo
Pedir a prorogucao do arrendamento das fabr- nico preparador o Sr. Gb. Chanteaud, exija-te
Amor matera!
a's mXis de familia
Acabamos de lar ni i uportaate ioroa
que v a luz da publicidade na capital do
Imperio O Paiz > a seguinte publicacao,
que, sem mais commentarios, qui trans-
crevemos :
c Dizia NapoleSo I qae, educando-s<
a mulher preparava so o futuro. *
t E de faeto.
A mulher o principal motor do des-
eo volv ment humano. Quanto mais vir
tuosa e Ilstrala fr, melhores e mais
bem educados serSo os horneas.
< A m3i a santinella vigilante que
vela a vida preciosa da enanca, acompa
nhando a, desda os primeiros vagidos at
o momento em que, eito homem, trans-
p8e os humbraes da vida real.
t E quantoa desgostos, e que torturas
angustiosas, os de urna mai que v seu
filbo ainda p->queoino, sem ter expressSes
para dizer o qu sent e, todava, gemea
do, chorando sob a influencia de um in
commoo que, muitas vezes, sabido a
tempo, poderia ser debellado ?
Quem se recorda destas situac3es
criticas, tao communs ao viver de um.
mai,- bSj poder deizar do curvar se res-
peitosumente Hnte a mulher a peraonifi-
cacao do devotamento, da abnegacSo e dos
mais puros e grandiosos sentimnntos que
se aninham no corayao humano !
c E como reflexo desse muito respeito
que temos por ella, dirigimo-nos agora s
mis do familia, s delicadas educadoras
da futura ger*cao
Mais do que as pessoas adultas, as
criancas estilo sujeitas as toases, deflusos,
constipajSes a outraa ffcccSes congeneres,
pela sua dbil compleicao e d-licala
organijagao, j pela sua curta idado que
nao lhes permitte o esquivarem-se do um
golpe d'ar, por exetnpl >, ou d'outro qual
quer descuido.
Todos sabem o qua acontece neste
caao.
A crianca, um dia, deita-se com a
voz pouco alterada e urna tossesinha in
siguiti aut) que, aos proprios pas, passa
desapercebida ; Uepdis, no dia seguinte,
j aquellos pequeos indicios aggravam-
se, vem-lhe urna febricolasinba, inflamma
se-lhe a garganta e dahi urna angina ou
garrotilbo, um momento.
Chama se o medico, quando, s vezes,
j nSo ha mais remedio para a doeoca, e
aquella innocente crianeinha, esperanza
fagueira de urna familia inteira, desappa-
rece repentinamente deixando os paia im-
mersos na mais acerba dor. -.
Oh 1 mais, para quem escrevemos,
iembrai-vos que a Providencia nunca deixa
de so correr quem a ella confia
a E essa presciencia omnipotente, neste
caso, maniesta-se noPeitoral de Camba-
r remedio excellente, quito milagroso
para as molestias dopeito, germinadas, a
maior parte das vezex, na crianca por um
descuido da natureza dos que deixamos
apontados.
< Comprai, pois, o -Peitoral de Cam
bar e tereis prevenido a eventualidade
terrivel de vos verdes privados de vossos
flbos
Aquelle remedio ser mais um auxi-
liar do nosso devotamento, do vosso amor
maternal.
Heitor.
Or. Cuellio Leite
Participa a seus clientes e amigos que
tem seu oonsuliorio na rua Duque de Ca-
sias n. 57 Io andar, onde ser encontrado
de 12 s 3 da tarde todos os dias e
reside provisoriamente na roa do Hospital
rortuguezn. 14.
itifel.ILli.Gnio
Fundada em 1873
IXSTiCC.0 PBIvlARlA. SECDN
DAKIA E RECREATIVA
EDADES F8ANCIS 30, PALACETE
N. 72
(Junto estacSo)
Neste ollegio ensina sa primeiras let-
tras, portugus, latim, francs, ingles,
arithmotica, geometra, algebra, rheto-
rica, geographia, pUilaa ipha. m usica,
Oa professores s3o habilitados e morali-
sados.
Boa almentacSo o predio commodo,
aceiado o fr.'sco.
Admitte alumn a internos, meio-pens-'O-
nistas e externos.
Os Srs. pr te.ident>8 silo convidados a
comparecer no estabeleeimento, onde te-
ro todas as iuf jrmaj s.
:.}<
Frederito Uftaves Jnior
HOMCEOPATHA.
39 =Rua do Barao da Victoria=39
PRIMEIRO ANDAR
) MEDICO HO.VIEOPATHA i
i )r. Baiuiar da Sveira \
V
i \
Especia dades febi-os, molestias daa .
or; meas, dos org^os respiratorios c das / J
aenboras.
i ', Presta-se a qualquer chamado
( } ora !
pan
AVISO
( Todos > j dns pharmacia do Dr. Sabino, rua da
j | Barao da Victoria n. 43, onde se indicar
| i aua residencia.
nglez e francez
Cansa iberleoa oa pratlcoa
Rua da Aurora n. 37, 2 andar.
nos rtulos o nome dos autores.
Barggraeve cnanteaud
Ao publico
Os abaixo assignados agradecem do fun<
cas da companhia, apezar do mallogro da primeira
tentativa?
N'esta aflictiva Bituaco, os agricultores da Es-
cada tomarain a seguinte resoluco. Convencidos
de que a eubstiturco do carvio, qae o combas-
tivel d'es8ae fabricaa, pelo bagar;j effectuar urna
conaideravel economa, e eabendo que eaea econo-
ma pode eer obtida pelo emprego da Eetafa do d alma a distinoco que receban de to
moreno, > invento do hbil eng nbeiro Nicols dos ob seus araigjs e especialmente a re-
Moreno, qae se acha n'esta provincia, propaaeram (gcejo fj0 Rebate, valente e denodado eam-
fornecer-lhe caunee e concorrer com o c.pit.lne- ideias libertes, o acolhimento pro-
cessano para as despsas, urna ves que o enge- i
nheiro Moreno, arrendasse a fabricaFirnuna
durante o pleito, toinasse a ai o servico technico, e
O meu illustrado collega bem sabe que o con
.' estabellecesse all a ana eetufa ou galera, me
S.r m v ndeTquaP ."-* 27^. | muito <*+~2** *
L da cousa alheia Z pra.o certo ou indeter-1 do aU^'^^^^"^ qae
minado, mediante raaV-gta>* jlg* JgZSSTSm empresa, do rue pelo des'ej
. o aue em direito ae chama arrendamento, ae a F"^ ...... ..------r? ,ii-. w,
, o que em
cousa immovel.
Si nao bouve arrendamento, o que hoave entilo?
A rectificacSo de ;. 8. n'eata parte nao tem ob-
jecto.
Queixa te S. 8. de qae, concedida a permissao,
o juiz expedisse cartas precatori&a s justicae lo
caes para serem aa fabricas entregues pelos depo-
sitarios aos agricultores sem um inventarte, sem
formalidade alguma...
S. S. est completamente engaado.
As fabricas estavam, como rinda estao, arres-
tadas, e portanto depositadas. Ora, o depositario
de um immovel quem p5e em arreesdaco os sens
froctra e rendimcntos, oa quem arrenda o predio
depositado, precedendo autorisacio do juis que
decretou o deposito. Ord. do livr. 3 tit. 86 15,
T. de Freitas 449.
8endo aaaim, d'esde que e Dr. jais do commer
ci autorisou o arreodameut > daa fabricas, a ;
guia se espedir cartas precatorias para que ob
depositarios fizesaem os contractos com as conJi
(des ] estipuladas e entrega? sem aa fabricas.
Foi o que se fes, porquanto oe agricultores to-
maram poase daa fabricas asa virtude de um con-
tracto escripto aseignado por elles e pelo respec-
tivo depositario, no qual ee declarou qae oe ar-
rendatarios se obrigavam a pagar a renda tal pelo
praso tal, bem como a restituir as fabricas no es-
tado em que as reesberam. I
A censura de S. S. nio pode, pois, attingir o hon
rado juis, cujo prceedimento foi correcto, ainda
mesmo quando nao se tiv?sse feifo posteriormente
contracto, porque n'este caeo a culpa seria do de-
positarlo, e tambem de 8. S permitta-me disel-o,
qne, como advogado da companhia devia oppor-s--
h que entregassem as fabricas sem o contracta de
arrendamento.
Entende 8. 8. que a entrega daa fabricas aos
agricultores foi um negocio to bom para estes
quanto mo para a companhia : bom para os agri-
cultores, porque poderam colher a eua safra em
fabneas, cada urna das quaes custou mais de mil
contos de ris, pagando a renda de 1 "/ sobre o
assucar prodosido; mo para a compautua pela
deterioraco proveniente do uso dos apparelhos,
que se eleva a 5 % do custo.
Quanto falso este juiz .!
De d us males os agricultores preferiram o me-
nor. Collocidos na al'ernativa de perder a safra,
ou de colhel-a as fabricas da companhia, cuja
porcentagem como todos sabem, fraquissima,
so passo que as despesas sao enormes, pois cada
tonelada de assnear custava tnesma companhia
de 604 a 70*000(1), os agricultores pr. feriram
tentar si, a poder de economa, aufeririam algum
lucro, arrendando as fabricaa, e n'esaa esperance
sa pediram.
de mostrar praticatuente aoa agricultores d'esta
provincia a vantagem do emprego de aua estufa
ou galera.
Bequereu, pois, de accordo com oa agricultores
da Escada, o erren lamento da dita fabrica e o
honrado juia Ib'o permittio pelo tempo que durasse
o pleito e aob ae mesmaa coodicoes do arrenda
ment feto aos agricultores.
pois o engenbeiro Moreno ei nio agricultor
nem conbractante representa os agricultores da
Escads, por enja iniciativa le ae apresentou re-
querendo a fabrica Firmesa.
O que ha em tudo ieto, pergunto eu, de aienoe
legal, ou menos conveniente para ambes aa partee
iateressadas ?
A massa em liquidago, dis S. S.,'pagar a
bemfeitorias E' de direito que o dono do pre-
dio pague as bemfeitoras nteis feitaa pelo arren-
datario, ai aa quiser conservar; no csso contrario,
podero ser levantadas.
O honrado juis nada resolveu em contrario a
sito. O pinico do nobre patrono por essas b mfei-
toriaa qne elevavam o valoradas fabricas, nio ae
explica, salvo se s quer conservar aa fabricaa de-
preciadas como estao. .
Iam ser expedidas as precatorias sem pi vio
contracto. > Sem duvida, porque o contracto
feto pelo depositario.
Nio se estipalou garanta alguma para a ren-
da. O honrado juis autorisou o arrendamento
com ns inesmas condicoes concedidas aoa agricul-
tores, de quem nio se exiga garanta para a ren-
da ; mas si a falta dessa garanta apedra den-
cndalo para 8. S. baatava que S. S. a podase por
urna simples petico ao juis o jad, quo a teria
concedido, corro elle proprio declarou em eua c >n-
tra-minuta ; nio era motivo para aggravo.
Por minha ves peco a esclarec Ja atteoeiJ do
Egregio Tribunal da Relacio para o incidente que
faz objeto do aggravo interposto pe os syndieos
da compajbia em liquidacio. 8i os agricaltoree
ou pessoas que oe representem nao pudarem arren-
dar aa fabricaa, a eafra de 8889 ficar compro-
intdda, e nao podero elles resistir a tantas p-'r-
d:8 successivas, todas provenientes desea triste si
tuacio que lhes creou o contracto com a Central
Sugar ; e por outro lado, nio ee resalvar nenhum
intereaee legitimo da massa em liquidacio, visto
como mais ganha esta com a eonservacio das ma-
chinas pelo nso que d'ellae "ee faca e com bemfei-
toras que eleve o valor daa fabricas, do que em
tel-as pararysadas, de fogo-morto, e desacredita-
das por diapendioaissimas e iiopreataveia no con-
ceito da todoa.
Becife, 16 de Abril de 1888.
Dr. Jm Hygino.
digalisado as exequias que tiveram lugar
no dia 5 do correte pelo prematuro pa>-
samento de seus bom ave e padrinho Joo
Martins Raymundo.
A sua graiidan immensa, porque di-
versos membros da sociedade se fizeram
representar n'aquelle acto.
Os seus melhores amigos, todos os ho-
mena de bem vieram por sua vez dar urna
prova solemne da amisade que tenham aos
abaixo assignados, que em nada se recom-
mendam sonio pelo seu procedimonto e
pela vida que levam na sociedade
A redacc&o do Rebate, do qual apenas
oonbecemos o seu redactor chefe, acaba
da nos sorpreender com o sen jornal todo
tarjado de lucto.
Ao cidadao Fortunato Pnheiro que foi
o eaoriptor de tao luminosos artigos a tal
respeito a nossa eterna gratidlo.
Aos amigos que compareceram ao acto
religioso que teve lugar una divida sa-
grada e de honra.
E' o quanto basta.
Ao povo do lugar a nossa eterna gratidao.
Recife, 11 de Abril de 1888.
JoSo Martina da Silva.
Albino Martins da Silva.
Joo Martins Rtyrauoio Netto (ausente.
-------- li ----------
Dr. lva F:rreira
Medico e parteiro, com pratica em varios hos-
pitaes da Europa nae eepecialidudea de molestias
de senhorss e da pelle, d consultas na rua da
Cadeia n. 53 !. andar, de 1 s 3 horas da tarde
e reside na rua do Conde da lioa-Viata n. 24 I.
Telepho c n. -
Letmiir Porto
lina da Imperador a. 4ft
Io andar
Contina a executar oe maie difficeie
figurinoe recebdoe de Londres, Pars,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeicio de costuras, em
brevidade, modieidade em preooe e fino
gosto.
A yus York >
New York Life Insurance Gompany.
Companhia Mutua de Seguros de Vida e Mon-
te-po dos Estados-Unidos da Amaran.
Fondada em 184543 annos de prosperdade !
nica Companhia de Seguros de Vida estran-
geira autorisada a fanecionar no Imperio do Bra-
sil.
Capital cerca de cento e setenta e cinco mil contos
de ris
Renda annual cerca de quarenta mil contos de
ris.
Deposito na corte no Thesouro Nacional.
Dusentos contos de ris.
Mais de du-.entos mil contos de ris pagos a vi-
vas e orphios e proprietario de apolices desde eua
fundacio.
Crea de seiscentos contos de ris pagoe no Bra-
sil a herdeiroe de segurados em cerca de 5 annos.
Mediante urna pequea somma annualmente (o
premie na idade de 35 annos custa cerca de 40*
por anno por cada cont de ris segurado) pode cada
um constituir immediatamente um capital para aua
familia no caso de morte ou para ai proprio se che
ga ao prazo escolhido.
Para proepectoe e informacSee com o Sr. Theo-
doro Christiansen correspondente representante da
Com anbia em Pernambuco ou com Julio Quima-
raes agente viagante da Companhia, de paesagem
por esta capital, que pode ser encontrado no es-
criptorio d'aquelle senhor.
IUUA1.1SSU'
Dr. Paes Barreto
PROMOTOR PUBLICO
Advogado
E

;
Oculista
Dr. Barreto Sampaio, medico oca
lista, ex-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, d consultas de meio dia a
3 horas da tarde, no 1. andar da caea
n. 51 ma do Bario da Victoria, ex-
cepto nos domingoe e dias santificados.
Residencia rua Sete de Setembro n.
34. Entrada pela rua da Saudade n. 25.

Hua da Aurora n. 39, esquina
da rua Formosa
Instrucco, primeir-s lettras, portugus, francs
ingles, allemio, geographia, msica, piano, dese-
nho, bordados eto.
A directora,
Augusta Carnein-
11 Eduardo Gadault
Retratista
Ateller, rasa aro da Victo-
ria aa. 1.1 andar
Incnmbe-ae da execucao de todoa oa
? traba I boa eoncernentea aoa arte, ae-
sim como leociena em deaenhoa e pintu-
ra.'
Conselho de compras da repar
(irao de Marlnha
Supprimento de sobrealientos e materiaea aoa na-
vios de guerra, fundeados no porto desta capital
e s dependencias deste Arsenal.
De ordeno, do Illm. Sr. captiio de fragata Ma-
noel de Araujo Cortes, inspector iaterno deste.
Arsenal e capitio do porto desta provincia, face
faeo publico qae no da 25 do crranle, e 11
horas da manbi, se contracta em conselho, vista
do piopostaB appesentadas em cartas fechadas.
por tempo de ti meses, a contar do 1 dn Jnlhn
11 de L) i'-rubro vindonro, o supprimento de 80-
bresalentes e materiaaa aos navios de guerra, fon-
dean^ o-, porto desta capital e a dependencias
deste Arsenal.
As amostras deverio ser apresentadas m 4.
vespera do dia em que tem de se reunir o con-
selho.
Os objectos a contractar sio os segnintea :
Abastecimento do almoxarifado
A
Agulhas para bitacula, preco de urna.
Agulhao, idem.
Agulha para lona, dem.
Agulha para brim, dem.
Amarras de ferro, dem por kilo.
Ancoras de ferro, dem.
Ancoretas, idem.
Ancoretee, idem.
Arrebem, idem por kilo. -
Algodio em rama, idem.
Dito branco, dem.
Dito em fio, idem.
Aseite de Sebo, litro.
Alvaiade de sinco, kilo.
Dito de chambo, idem.
Aseite de peixe, litro.
Alcatrio da Soecia, barril.
Agna ras, kilo.
Agulhas meio-palombar, urna.
Ditas de palombar, idem.
Alicates de ac, radondos, idem.
Ditos de a(o, quadrados, idem.
Ac quadradb, kilo.
Dito em barra, idem.
Dito fundido 8S, idem.
Dito em vergas, idem.
Dito batido, idem.
Dito fundido em vario SS, idem.
Dito em vergalbio redondo, idem.
Dito em vergalbio sextavado, idem.
Dito vergalbio oitavado, idem.
Dito em bolba, idem.
Dito para molas, idem.
Aldrabae de ferro, urna.
Ditas de metal amarello. idem.
rame de cobre, kilo.
Dito de ferro, idem.
Dito de lati, idem.
Argola de lati, tdem.
Arcos de ferro, kilo.
A magro, dem.
Asas ou pegadeiras de lati., qualquer dimensio.
idim.
Azul ultramar, kilo.
Amarello francez, idem.
Arch .tes alcatroadoa, cento.
Arco de pao para barril, idem.
Bandera nacional de i a 12 pannos, urna.
Bandeiras de nagio de 4 pannos, idem.
Brim branco, metro.
Brim de linho para veame, idem.
Brin io, idem.
Brim da Ruesia, idem.
Baetilba, ou fianella, branca, dem.
BalanQ.e horieootaea com conchae de metal, uses. .
Bataneas para mesa com conchae, idem.
Bandeja de pao, idem.
Baldee forrados, pequeos, idem.
Ditos ferrados, grandes, dem.
Ditos de sola, dem.
D tos de sinco, idem.
Bitscalae, dem.
Barquiubas de patente, dem.
Badames, um.
Belmasts de ferro, kilo.
Ditos de lati', id'em.
Borracha em lencol, idem.
Boioes de metal para caxilhoa e vidroa, dem.
Bren, kilo.
Brochas chatas, dosis.
Brochas para pintar, ama.
Ditas para caiar SS, dem.
Bronce, idem.
Bronsil, iramujas.
Bules de folha. om.
Baldeadeira de folha, idem.
Bales de folha, um.
Bsgottas 88, ama.
C
Conchas de ferro paracosinha, urna.
Ditas de ferro agatha, idem.


m
f HiCMl


Di
SS-I 11' IX \JM. UMi&
ttbutio-ferca-fcira 1. de
le 1888
Ora prett pera corrame, kilo.
Ditm amanilla, idem.
Dj en P*o. idem.
Dita em velas, idem.
Dita virgem, idem.
Oarmim, liquido inglea, vidro grande, am.
Cera em aichotes, kilo.
Colchao de capim d; ln>,5r>0X666, am.
Cabo de liub> branco, kilo.
Dito de manilha, idem.
Dito de Caixo, idom.
Crcka de farro, um.
Oolherea da ferro, ama.
Cassarulas do ierro eatanbado, kilo.
Ditsi de ferro esmaltado, idem.
Cbaleiraa d ferro eataahado, idem.
Ditas de forro esmaltado, idem.
Carritel de barquiuha, uoj .
Comarca, pella.
Cidinhos de patate, diferentes nmeros, am.
Catracas de diversas dim;ntoJs, dem.
Ditas com mnivella, dem.
Cal branca, litro.
Dita preta, idem.
Dita de Liaboa, idem.
Dita de Juguanbe, idem.
Cadeados de ferro, am.
Cera da trra, kilo.
Dita branca, dem.
Gioaas asnea, idem.
Colla da Bihia, 1* qualidade, dem.
Dita de pellica, idem.
Dita de pintura, idem.
Colheres de ferr; pura pedreiro, ama.
Compasaos de ferro, um.
Oorreia deaolla singella de Tuke, urna.
Dita de sola dobrada de Tuke, idem.
Cobre em chapas, kilo.
Dito em barra, idem.
Diiosm vergaiho, dem.
Dito em 1-ilha para tarto, dem.
Dito em vi ro, idem.
Dito em folba, idem.
Dito cm leocol, idein.
Chumbo em leocol, idem.
Dito (iri barra, idea.
Chaves de fenda oa parafuso, urna.
Ditas inglesa*, idem.
Cimento Pcrtlaud, barrica, idem.
Carenaba em vo as, kilo.
Or, idem.
Cravos de ferro, ceato.
Canos decbuino kilo.
Caibros de qualidade, um.
Caldeiro de ferro eatanbado, kilo.
Cobertores de 12, um.
Cadernnes brouseados SS, idem.
Coinello de raOBSta para a unf trinara, par.
Camisola de brim, urna.
D
Dedaes de repucha, am.
Damasc de la, metro.
Diamante pura ortar vidro, U'n.
Dobradicas de ferro refirmadas de junta, compn
das, d- qu-ilquer dm*nsao, u' Ditaa de diti qa-idradas para machiua, de qual
quer dimensa >, idem.
Ditas do dito batido quadradas, de qaalquer di-
mensao, idem.
Ditas de latao, campridas, de jauta com ciio do
mesan metal, raforc>das, de qaalquer dimeo
s5;, idem.
Ditas de lato, campridas, de junta, com eixo do
mesmo metal, ref< readas do qaalquer dim:nsaa,
idem.
Ditas di dita campridas ou de junta com eixo do
ovaina metal, naa rcfircadaa, de qualquar di
mensio, idem.
Ditaa ae dito quadradas, refurcadas, de qnalquer
dim -.sao. idem.
Ditas de dito quadradas, nao ref oreadas, de qual-
qi'.'r dim-nsai, il-m.
Ditis de dito qia1rad:s refarc*ds, para machi
nar, de qualqu r diin-ns), idem.
Ditas de ditos ref oreadas para madeira, idem .
Ditas de ferro, idem.
Dital de metal, idem.
E
Euxofre em p, kilo.
Dito em pjdra, idem.
Espirito de vieai de 37 a 90 graos, litro.
Est nho i m ver?uiuha, kilo.
Dito em barra, dem.
Snxadas du ferro, ama.
Ditaa de dito calvadas de ac, idem.
Enxs para cartpinas ou doriteira, idem.
Dius para ditos oa doriteira, com cabo, idem.
Dita pare cirpinteiro, com caba, idm.
Eoip* da trra, kilo.
Dita de liuli >, idem.
Escpulas do ferro, idem.
Dita de taino. dem.
escalas mtricas, urna.
Escarradeiras d farro, idem.
Ditus de ferro agaib> idem.
Ditas de foik*. 'deai.
p.s^uadro de ac, qualquer dimensao, um.
Estopa de nlgodao, idtm, kilo.
Dita inglezn, i Jera.
Escovaa de rame para tobos de caldeira, qual-
quer diir.iii.sao, urna.
Ditaa de cabello, idem.
Ditas ingl tas, idem.
Ditas de rame, idem.
Espumadeiraa d- folba, urna.
Esmeril em p, kilo.
m
Flela SS, metro.
Fio de vela d* primeira qaaiidade, kilo.
Dito de algodSo, idem.
Forqaetas de ferro, ama.
Facas para eosiuba, ama.
Frigideiras de ferro esmaltado, kilo.)
Ditaa de ferro estanhado, idem.
Fu il de folba. am.
Fio de cobie, kilo!
Folhas de Flandres gran'es, Chareool, marca
X, XX, XXX, caixa^
Ditas, diU3 grandes K Ditas, di'as pequeas Kke, marca X XX, XXX,
idem.
Formras, um.
F uces, urna.
Flor de eaxofre, kilo.
Petes de euro, idem.
Feltro secco, idem.
Fechos de ierro, qualquer disjensao, um.
Feebaduras de forra para armanoae gaveta, qual-
quer dimensi, ama.
Ditas de dito para gavetas, duas linguetes e
duaa voltas, qualqaer dimeosSo, idem.
Ditas de dito de eutalhar, para portai com ou Eem
nucautas a direitt oa esquerda, qualquer
dimeosSo, idem.
Ditas de di'o da caixao pira portao com ou sem
mncantas direita ou esquerda, qualquer di-
mensSo, idern.
Ditas de dito c-.-m frrlho para caixao, qualquer
dimensS), il m
Ditas de dito de bomba, qualquer dimensao,
idem.
Ditas de dita francesas, qualquer dimensao,
idem.
Ditas do dita do embutir, ce lanceta, qualquer di-
meuaSo, id. in.
Ditas de dito com trinco e mavatta, qualquer di-
mensSo, idem.
Dits de dito de tambor, qualqaer dimeasa.0,
idem.
Ditas de dita de lancetas para partas de correr,
qualquer dimensao, idem.
Ditas de dito de ag rja, com e sem canbao, qual-
quer dimeasla, idem.
Ditaa de dito de broca, com mefass e chaves, at
0,n20 0 080, idem.
Ditas de lata) para armario e gavetas, c:m e tem
caubae, qualquer dimenslo, idem,
Ditas de dito de entalbar, pira pirtia, com maca-
n4:cs de pao, vidro oa porcelana, direita e a
esquerd", qualquer dimensao, idem
Ditas do dito de eatslhar, para portas, sem maca-
t.4tas, qualquer diincn-o, direita 0 esqu r
da, dem.
Ditas de dito de caixSo, tJara pjrtaa, com o sem
mac-icus, direita 8 a esquerda, qualquer di-
uieiislo. id. m.
Ditaa de dito cum mnca'-Us de vidro ou p.rej-
lans, qaalquer dim'neil'', idem.
Ditas de lat>, para i.rniaric e gavetas, com e 6em
canbao, qualqu :r dimensao, idem.
Ditas de lato do eotalhar, para p.-rtas, camama-
caetas de pao, vidro cu porcelana, direita e
eiquerda, qLalqu r dimensao, idem.
Ditas de latao do eotalhar, para portas, sem m i-
cantaa, de qualquer dim -Grao, direita e es
querda, i lem.
Ditaa de lati, de eiixlo, para porta?, cm ou sem
maciLtse, direita e a esquerda, qualquer d-
meib-', idem.
Ditas d lat&a cjti raac^ataa de vilra ou parco-
Una, quniquer dim asilo, idem.
Ditaa de Utto, de duaa entradas, de 1 e 2 chavos,
qiiulLjuer dimenso, idem.
Ditas de lata., de embu'ir, com caixao, qualquer
dimensao, idem.
Ditas de latao, de embutir caoastras, qualquer di-
mensSo, idem.
Ditas de lata com trincos e mv-nttas, qualquer
dimensao, idem.
Ue deihUi de tambretc, quaquer dimeneao,
idem.
Ditaa dirceuso, idem.
Ditas de lati de ngorja cem cu sem canbao,
qaalquer dimeurao, dem.
Ditas de ierro, idtm.
Ditas de metal amai-ell-, idem.
ita com irjBCt.iie'aa (fnncecas) idem.
Ditas de m.'tal sortijas, idem.
Ferro em chapia BB, kilo.
Dito em Vtrgalbilo, idtm. %
Dito em barru B8, idem.
Dito em c-.ntoneiraa BB, idem.
Dito ingltt eui barra, idem.
Dito inglet em vario, idem.
Dito ingles em Itufol, idem.
Dito ingles em cantn i.-', l*m.
Dito jw.njjr em chapas, idem.
Dito LiWmoor em burra, idem.
Dito Law-noor em vergalhia. iiam.
Dito L Wioor em cant^neirag, idem.
Dito LaWinuor em varao, idem.
Dito L-'-Waoar em len^ol, idem.
Di'o da Uuccia em Du, jirru.
Dito da Sueci^ cm vtrgalbSo, id m.
Dito patente era barra, dem.
IJito patente em v"r1,,s',i '"Km-
Ditos paia arcos, idcin.
Dito paragrelbag, idem.
Dito xadret em chapas, dem.
Perro gura, dem.
Dito iogiex cm varao redoudo SS, idem.
Dito inglez em Vario quadrado, idem.
Dito da Suecia em vkihj redondo, idem.
Ditn galvanisado em vuroe?, k lo.
Fuchina preta, idem.
Dita encarnada, dem.
Fechos pedreses, um.
Fules faS, idem.
Ferrolbos ce metal amarillo, idem.
Ditos de Ierro SS, idem.
f.0MIERft
Bolsa com ucreui
^JOTAf;bKS OFWJUB3 DA JONTA DOS COK-
BBCTOBES
Sem/e. 16 d Abril de 888
Arxilices geraes de 5 0/0, do valor de 1:000j a
96J/00 cada urna. ,
Na hora da boina .
Venderam-so :
30 sdoc s g raes.
Dresidf nte,
Angosto Pinto de Lemos.
t> uecretarJo,
Pi dro Jos Pinto.
E'iatita da Alfaudrga
sitmN* !>:. 16 i. 2\ de abril d- ISrg
(Vide o Vario de 15 de Abril
Hotment boticaria
BECrB. 16 PH ABBIL DB 1888
r-KACA DO RECIFE
- O mercado rra.iteve-se sem alteracSo.
Os bae s offereceram sacear particularrcente
a 24 1/4, sem achar dinbeiro.
Em papel particular houve negocio a 24 7/16.
PKAA IK) KIO DE JANEIRO
Tcdosos L ancos Shccar-.m 24 3/8.
Aa tabellaa expoataa aqu tomn estas :
Do Loauoir Babe :
Ganchos de latSa, um.
Ditos de ferro, idem.
Garlopes com f. rro, tdem._
i
ajotac&o de assuear
SS 16 OS ABRIL CB 1888
A .4ociaco Comrnerca Agrcola, registrou es
pr-oo* abaixo, 'pagos ao agrieulter, por 15 kilos :
kilo.
Gaivaa paia calafates, idem.
Ditas pira carpi.teirct, idem.
Gretas de ac, idem.
Qaxetas de algodao, kilo.
Dita de linho, idem.
Dita elstica pitete, idem.
Dita patente, idem.
Gme era podra, idem.
Gamma lacea clara, idem.
G.'sso, idem.
Grada.'.has de ferro, am.
G >mma arbica em podra,
Garfos para cosinha, um.
Dito de ferro, idem.
Gatos com sapatilho, idem.
Ditos siogelos, idem.
Ditos dabrados, idem.
(iraixa do Rio Grande em bexigas, kilo.

Ho3tias, urna.
K
Kerosene, lata.
la
Lixa de pannj branco, urna.
Dita de papel, idem.
Dita de peixe, dem.
Dita de vidro, idem.
Dita rgioeril, Uem.
Lubrificad orea, um.
Lioha olcetroada, kilo.
Dita di barca, idem.
Lata) em chapas para tadas as diincnses,
Ditos em vergallo's, idem.
Dito cm f ollia para ferros, idem.
Dito em leocol) idem.
Limas inglesas quedradas de 0,101 a 0,550.
idem
du-
Ditas inglesas chatas i|2 canoa, speras e abas-
tarda de 0,101 a 0,550, dem.
Ditaa inglesas paralellas bastardas, de 0,101 a
0,550, idem.
Ditaa d. 3*quina9 bastardas e speras de 0,101 a
0,550, idem.
Ditaa iuglzas maurcas chatua 1|2 caoua de 0,101
aO.oOiiem.
Ditas ioglc/aa maurc la parallelas de 0,101, a 0,550
idem.
Di'as de quinaa maurcas do autor P. Jacbaon de
0,100 X 0,02, O.iOO X 0,100 e O,2C0 X 0,016
idem.
Ditas iimeodoinaa maurc-ia do magreo antor de
0,100 x o.ooy, o,oo x 0,011 e 0,200 x o,on;
idea
Ditas eyliudricaa maurcas do meamo aulor 0,100
X 0,200. idem.
Ditaa laocht'iras manrcaa domeim) autor de 0,220
X 1,125, idem.
Ditaa curvas d- 0,101 a 0,550, idem.
de 3 quinas do autor W Wales do 0,101 a
0,550, idem.
Ditas d. 1|2 canoas chatas o bastardas do mermo
'rcr, 0101 a 0,550, idem.
Ditas parallelas maurcas bastardas do mesmo
aotor, 0,191 a 0,55'J, dem
Ditas a3pi;ras da uiea-na autor, de 0,101 a 0,550,
i Ji-.il.
Ditas -:mendoeira3 do mismo autor de 0,101 .i
0,550, idem.
sea, urna.
Liui :3a iogteaes quadradus di 0,101 a 0,550,
duz ..
Dil ingleses redondos de 0,101 a 0,550, ilem.
Ditos crTmdrJaoi de 0,"00. dem.
Laoa o Rasaia, larga, metro.
Dita C-Tc-ita, idem.
s larga, idem.
Dita ostreita, idem.
i it.i de ulgodlo nacional, idem.
Linternas de ptente, urna.
Lavatorios de ferro, um.
I de brim, u.i .
sr branca p.ra gaxeta, kilo.
Dito l.'atroado, ilin.
d, kilo,
a pira caf le Fry de 6, 8. 10, 12, 11, 16,
18 o 20kilof, u .
Medicas de f. rro deciaiaOt para seceos, jojo.
Hedidas mtricas de falba, temo.
Morios, mi tro.
Machado, um.
M.ili ia de ferro, idem.
Miile.lo Je carpiuteiro, idem.
| Dro de pedreiro, idtOK .
I monis, k-.i..
Mrtal papo), im m.
Dt i (ID fila, IdOflS.
VIordeute, kilo.
V!o5'.'8 bronteados idem.
O
Ocoles de alcance, nm.
Oleo -. HtDsyx, kilo.
Ocre, idem.
Ooiotm pao, livro.
OxJu rf. ferro, kiio.
Ps de ferro, urna.
Ditas de ferro i-orn panta, id-rn.
Dtas da ac-', idem.
I>ita8 iie 80) com pona, idem.
Pedrea de afiarj dim.
Ditas de amoar, idem.
Dita de rebolo, id- in
.tii de moer iiotas, idem.
l'uehadores de vidro e lonca, idem.
i'i'urirsa de anime it^ ferro galvaoisado, idem.
Ditas do rame de lato, dem.
Ditas de cabello, idem.
Dua de rame, dem.
Dita de seda s-'in tampo, idem.
Pede p'ime, kilo.
Dita pjdee, idem.
Pi'iintagina, idem.
bendres ......
Parla........
Italia........
Samburgo......
Portugal......
Sew-York.....
Do IsTaBfcjcioa.u :
Londres... .
Pars........
Italia........
^^^Hptgo......
LieW.. e Porto .
2ria. mos de P-rta-
gai........
Sew-Y.irk .
EsKumi Bar -.
I

HO djv vlu
H 1/8 SB 7/8
394 39
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4'JO 191
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SO djv vista
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Jeiua Pinto
Jo'.ouia Isabel. .
3'suco 3.1 superior
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dos ...
Hascavsdv purgado
t nruta .
'tRtarc- .
2/700
2*800
2100 a 2*60; i
2*200 a 2*300
1*800 a 2*000
1*700 a i*8tM
11500 a 1*600
1*2)0 a 1*260
*800 a 1*000
Cotaco de algod&a
em 16 nn Asan, di 1888
Nao coustou ven tas.
3ati-adus le aisacar e algodSo
UBZ DB ABRIL
AaSUCAR
Entradas
rt-.reacas...... 2 14 19.958
Via frrea deCaruar. 2 i 14 5 248
Auiiaes...... 2 16 2.148
Via-ferrea de S. Franeisco 2 12 38.88
Via -rorrea do Limoeiro 2 12 6.09 >
Bs,
o nr.ma .
ALGODO
Entradas Dias
caca*......i 14
ss...... 2
\'ia-tcrrt'f de Caiuai 2
.'.niii.aes......
Va-i'.rrpa de 8 Pr neiaeo 2
Via ferrea do Ljsaoearo. 2
14
14
16
12
w
72.313
2.614
446
697
6 296
' :.::,
:5.2JS
13.801
C94
493
398
398
491
Vapores deapaehadaai
V'ap. uac. K-pii-it-- Sanio, para :
Baha : 200 barricas ci.m Msoeai branca.
Hio de Janeiri : ^000 saccaa com algedio, 70
oaecos cora cocos (fraota) ~> pipas com sguar-
Voto.
Oarreg. diversos.
Vap. al!. oUrugu-y, p-ra :
Rio de Janeiro : 5uu t ceas com a'godo
pipas rom Hgoardente.
f>< "o. ei m TSu."
II -.il bui^u : 1 (1)54 cures salgados.
Ca.r.-g.
e 25

<0 djv
24 1/8 3 7/8
394 39o

190
21 22*
\a>J d.' -pa jlido
t. o ni i, Pi ir, p.ra :
w-Yok: t. 500 e a ecos com assacar ni.
P
N
Carreg. Loyo <,
iVavioM carga
Barca iuecn Mentor. 'ico.
rdeukjo'.d .para B
re*, para Lisboa e Porto.
Hriirue aleirao J t F'chU, para taur
oi>a. Praxeres, Per o Porto,
.; lullandes ti. H. Leemhuis, para Ra Gran-
de do 8L
PataciiJ portugus Vtcoria, para Lisboa.
Patacho Vapor nacional Arlindo, para Rio Grande do Sal.
.\av os descarga
Barca norueguensr Honor, carvao.
Barca noruega Fartuna carve.
Barca uoraegoenau Mgire, madeira.
Barca uoruoguenae Un on, earvo.
Barca dinamarquesa Anua Carpes, vares ger.e-
f. I -
II r a inglesa Ethel, bacalha.
Barea nacional Atarianmnha, rarqae.
"irii^uH iiorueguenaf Leetch, carvao.
. naeitn.i Carolina, sarqne.
L_.'r iugle Marlha Percival, car.
Lunr americano Lew Erlcman, vurioa ^mros.
LCi; r tacioi al Marinho Vil, vinbos.
r og'et Brd"smaid, earvo.
.: i '{( 'l. \>.r ue.
PalaUO ,.Oi.U i. I ai;l|r, .':.:
Pataeho ingles Ariel, xarqne.
Putachj nacional Pe/oen*, xarque.
ExpsrtacSs
ancin. 54 ob ABait, E 1888
r'ara o exterior
Ka barca n< ruegueno Mentor, carragou :
Para Liverpool, J. H. B.xwall 25 tacoas com
1,688 kilos do aigodao.
o vapor iiglez Maranhense, carregaram :
Para New-Yoik, Martios 4 O. 8,400 couiiahos
de c-bra.
Para o Menor
No vapor ni.cio:ial Arlindo, carregaram :
Para Sames. Araorim Itmaoa C. 600 caceas
com 3>.0"0 kilos da aaeucar branca e 600 ditos
com 36.000 titos de dito mascavad'i.
No vepor allerriaj Uruguay, easregaraa :
P' F- A. do Aaevedo 300 saceos com
18.0 Okilaa v sscar brauco e 1,000
CO.tOOeitvs de dito aascavado.
Par Ki) i'.-; Janeiro, H Baria A (J 5
7,.92 ki oa de Igodao ; Amorim Irrnas &

No vapor nseioaal Espirita Santo, car:
n.ui :
Para Rio fes, Irucra ; 1!. Borle &C. 400 accas cem 28,476
k io i ; Amorim Iru.aos i U. 25 pip>s
ora 12,00'J Iit oa de aguar.len
Para Babia, V. A. 'te As-vedo 100 barricas com
10.831 kiles de. ass m ; M. J. Bam* e
120 kilos de t.
na?ijual I'ernamduco,
ram :
P* il Oliveira -SO barrieas cam I
I o 40 uanis c
; J. U;rges 20 barricas com
.r braneu ; Pin
a 4.800 litros de gurdente
Para Para, Pinto, Ferreira & C ; a 25
barra cura 4.80J litros de agaarJe. isio
100 kitOkdodoee; J. 15 i barricae
6l,42a kilo d suear breocj ; M. A rieona
6 10 barrica com 2,-555 kilos de assuear re-
finado.
Potassa em pedra, idem.
Pie da Sueei, h(r;.
Piuceis escopeiros, um.
Pos preto, kilo.
Picaretas de ferro, urna.
Pas completas, idem.
Pregos de cobre batido, kilo.
Ditos de cobre de embutir, idem.
Ditos de bronxe, idem
Ditcs de cobre para fero, dem.
Ditos de cobre de talbamar, dem.
Ditos de ferro para torro, idem.
Ditos de ferro de peso, idem.
Ditos de ferro, graodes cento.
Ditos de ferro, pequeos, kilo.
Ditos batellinhos, idem.
Ditos de ferro, de batel grandes, dem.
Ditos de ferro, de batel pequeoag, idem.
Ditos de ferro, ripaes, idem.
Ditos estopares, licm,
Ditos iie ferro, caibraes, idem.
DitJS de ernbacar, idem.
Ditos de sioco, idem.
Ditos de ferro galvaoisado, idem.
Ditos de cobro npal, idem.
Ditos balmases, idem.
Ditijs d'i ferro, de eostade, idem.
Ditos de costados, galvanisados, idem.
Ditos de cobre, de batel, dem.
Ditos de cobre de coatado, idem.
Ditos de cubro para forro, idira.
Ditos do ferro, de guaiaicio, idem.
Ditos franceses, idem.
Ditos do ferro, de asaoalbo, ceuto.
Ditcs cab 91 de porcelana, um.
Ditos caber;* doureda, idem.
Punco?, id'm.
Parafusos de ferro com poica?, qualquer dioDcn
tS. i, idem..
Ditoa de porcas com eep \h >s, idem.
Ditos de fono do cabeja chato, diftereotes dim;n
eo -s, grosa.
Ditoa de ferro, cabeea redonda, d>ffreate3 dimen-
toes, idenf.
Ditos do lato da eabeca chata, drffereotes dimen-
so^e, idem.
Ditos SS, am.
Ditos de metal amvrello, idem.
Ploorii d- m-lta, idem.
Ditos de suda, idem.
Pratos tuudos do ferro, agatha, idem.
Ditos de ditos travssos, idem.
Ditos de dito eataohados, idea.
Ditos de dito esmaltado?, idem.
Ditos de f-dha, idem.
Piassava, k lo.
Pnai a para topes, um.
Dito para oa lados, verde e encarando, idem.
Pannos para mesa, metro.
Pucaro de tolba, um.
Prato travessa de f.'lha, idem.
Dito redondo de folba, idem.
Pclie de carneiro proparadn, urna.
H
Kemoa de taia tS, metro.
K bote de frrrc galvauijado, kilo.
A nBpas de ferro, urna. ,
Kouge, k-lo.
Ux i re, idi in.
Katoeiras, urna.
Hipas pata cumieir, cento.
M
^ipatilhos de ferro, um.
Dit is de bronte, uem.
D tos du metal, dem.
8 xtaite, id' m.
Sabio em pao, kilo.
Sebo cm velas, Jein.
Dito coado, iaem.
steariuas cm velas, idim.
Ditas em aichotes, id:m.
Sondureza, idim. .
Serrote paru cortar curne, um.
Sola mgiea, kilo.
Dita da ten;., idem.
S.ingue de drtgu, idem.
Se.e.nte de nuco, i.kui.
Dito de chuoiOu, idem.
Sida torte, idem.
S.udalo, idem.
Scecante de coro, idem.
Safras de ferro calcadas, urna.
T
Tesoosaa para eortar metal, ums.
T iroct du ferro de banaads, kilo.
Tornos de mesa, um.
Taros pequeos de mar, idem.
Ti.rqufzrs, nma.
Traaos do rosca de to las as diineccoes, idem.
Ditos de colber de tojaa aa dim nsbif, idem.
Trena mtrica, inem.
Tunos de ferro, idem.
Uitos di forro pra estaes de ea!Joirae, idem.
Dit.a de latao para estaca de Caldeirae, ideui.
Ditos de cbr, idem.
Ditos de chumbe, i ierr>.
Ditos de metal, iunn.
:t03 de b rracia, dem.
Telbaa de z-.nco S;>, urna.
Tijoilos ingle-.es, mu.
Tacbas de bomba, kilo.
Ditaa de zneo, dem.
Ditas de cobre, idem.
Ditas de ferro, idem.
TrinCal, idem.
Terra de sene craa e qoeimada, idem.
Tubos de tintas, fraocesap, biauagar, am.
Tinta azul oltramanna, kilo
Dita amarella preparada, dem.
Dita biaoca de sioco, idem.
Dita branca de chambo, idem.
Dita palha, id id. ^5
No biate nacional Ap dy, carregoa :
Para Moasor, A. 4- da Suva 8 barra cam300
litios de m.l.
Na barcaca Divina Providencia, carregoa :
Para Mcei, (J. de Unto 18 garralo.s com 216
litros de genebra.
I>inhei-o
BKCEBIDO
Pela vap. nac. Pirapama, do nor'e, para/
G ir..-. de Mattos & Irmo. 6.321/170
Dr. Maooel Joaquim de Almeida Cas-
tro 3.000*000
F. Tertuliano de Albuquesque 869/50 I
viacbado & Pereira 710/UOJ
Machado L .p.-s i C. 400*000
Ju. de Castro Honteiro 273*520
BXFKDinO
Pelo V'P. nac. eEapirito-Santo, para.
Macei 10000*000
Bio de Janeiro 8000*000
Pelo vap. nac, Jaguaribc, para*
Fernando de Noroubfa 6.538*627
ea RE CE ASBIu
Alfomdeya
Dita preta preparada, idem.
Dita verde preparada, id-.m.
Dita encarnada preparada, id'm.
Dita asul preparada, idem.
Dita roxo-terra, tem.
Tijalos de alvenaria groisa, milheiro
Ditas de tapumento, idem.
Ditoc de ladrilho, idem.
Telbus de alvenaria, idem.
Torueiras de estanho n. 1 a 10, urna.
Ditas de matal curvaa, idem.
Torcidas francesas, metro.
Terrina de ferro, ugatba, urna.
Dita de fo'.ba, idem.
Travoas2ros de capim cu de cima, am.
Ditos de palba, idem.
Vidros curvos para phar=, brancos e cacaruados
um.
Vidroa de vidraca brancoa e do cores, idem.
Vaasjurasd piaasava com c->bo, idem.
Verrumas de roscas pira calafate, dem.
Verniz branco de boneea, kilo.
D to de eoilier, idem.
Dito branca francez, escarpado, idem.
Dito amareilo, idem.
Dito de pincel brauco e preta, vidros grandes.
Dito do (oei.'oar ni, kilo.
Dito de alambre, idem.
Dit) brauco e pr.-to d S. Freir, vidro grande..
Dito ceccativo inglez, kilo.
Dito copal, idea
Dito metalice, idem.
Dito erystal, idtm.
Dito Br.-t BUnk Jcpon, lata.
Dito Bert Wm r8g, idem.
Verde Pariz, kilo.
Verniz de coaita-, idem. ,
Verde compacto, idem.
Dito nativo, idem.
V' i fiancer, iaem.
Vermcltio da China, idem.
Vidros para vidracas de 0'K)20 0,004, um.
Ditos notases de 0.0020, 0.005, idem.
Dito da B 'hernia, idem.
Ditos lavrados, idem.
Ditcs estrellados, idem.
Ditos de con-s liaos, idem.
Ditos de corea curvos, id m.
Ditos opacos, idem.
Ditos para erplhos, iicrc.
Ditos rcuaBcliua, dem.
Ditos redondo para vigas, dem.
Z.reo, k lo.
neo un barra, idem.
Z uco cn folba, idem.
Z'OCO estampado, idem.
liaieirtu
Pinbu americano
Prco do metra crente de cada taboa do lar-
gura nao inf'ri ira -1,225 das seguiotes es. cssu-
rus : 0,120,019, 0 0.-5, 0,037, 0,050.
Pinb i d Suecia
Pr-'co do metm e rr no oo cada taboa de lar-
gara ni loferier ; 0 225 das seupintes i ap
ras : 0,180,019, 0,0--.), 0,037, 0,050, 0,075.
nga
Pref i iio io"tro e-irreote da ala ta6a do
gure. uft-'i int r r 0,228
ras : 0 120.019, 0,036, i 37, 0.030
L uio, < e.',,"i, ir.ir.-llo a eca'ro
rr^c/i d o* 0,120,019,0,026 0U;7, 0.060, 0,076, com os tres
eomprim otos de 528, 0. 'i.l'J
Cedro fla Bxhia
PteOO de cada nma t b a c ui 10 oaetro de co;i-
primentn : aeO'-IO Je 8jt6sura.>c0,;5 de lrg .-
r ; 0,019 le esp-sra e 0 015 de largara ; I
de ospo-.-urii i t.'.OJj d lirgur5, (1,025 da espesan-
ia e 0 45 de li rgera.
Pran bScade c ir pao decaiga, louro emaraH
Pre^o de Ca4 um de largara n r.tenur a
0,1"!, de 1, 2 e 3 cortados e de 5,2, Ce 6.2 de
c iiiipriai uto.
Prancho.a de sieuprOj p aba c cedro da Babia
Prega d cada USB do largura na i.if-riar. O,!,
da 1, 2 .3 costados e do 10, 12 e 15 me roa de
comprim'.-.' .
Troves de nadeira dequalidade
Preco de anda uem ;-im o comprim'ii'o d'. 4.a1),
5", c, 7", 8, 10 e de 0,22. 0.4e 0,26 de largara
em cada urna das f^ees. Picando ao Arsencl o
d ieito do pedir ti-avea de qualquer das seguintea
madtiras: peqa--marfim, guarab; coracSo de ue-
gro, louro, i'ob;nb i p "cta, sapaeorana, nmsaraa-
duba e sic |
Llames de si-opiri e de j iqneira para euibarca-
(3as miudas. nreeo d eada um.
Poacurvjs de siopira paru rola de pioa e co-
rsea d- nv a, preoj de ca la um.
Curvaa e sicopira para cadastes de navios, pre-
co de cada um.
Vigas de eicapiraao 15,m25 o 18,m30 decompri-
m uto, 9 de 0,30 e 0.35 do largura em cada urna
d-is qai'r.i fie-s, prego de cad urna.
ii'ibams de madeira do qualidade de 4,4 e 6,6
de cooiprimenta a de 01 e0,l5 de largu'a em
cada urna das quatro faces, prec i da cada um
Toros de jkcuraiiia de 0,15 e 0,22 do dimetro,
preco por raetr.i corrento ou decimatroa cbicos.
Toros d janip.bo que nao tenha nos de 2,64 e
3 52 de comprimento e le 0,22 e 0,25 de dimetro
no topo mtis grosso, preco da cada am.
Coodicoes do contracto
Aviso de 29 de Jaiba de 1882:
1* Os artigos sero de priuieira qualidade e for-
necidos as quaotidades pedidas, avi.-o ti i 30 de
Junbo de 174. '
' As eutregas serSa feitas peloa mesaios foroe-
cedorea no prasa do ti-a dias ou antes, a contar da
data do deaoacho para o f irneeiioento dos artigos
uia termos do art. 4 ja;;, e reg r. 4364 de
15 d- Mai) do 1869.
3* Oa art'gos fieam 6ujo.ti>s a sppravagaoon ro<
pravaco doa peritos couapeteotos, dec. n. 4532 A
de 30 da .lunho de 1870.
4 Oa fo.-uec. ion s pagarao as multas de 10 0/0
do val ir dos artigoa no caso de demora as entre,
gas e de 20 0/0 nos de falta de entrega ou ragei-
c4i por mi qualidade, indemnisando oeste caso a
Fazenda Nacional da differenoa que se der enti-e
oa pregos ajustados e os por que forem compradas
os gneros nao fornccidas ou regeitados, salvo se
ates forem iinineii taroento aubitituidos por cu-
tros da qualidade entractada, aviso de 30 de Mar-
ga de 1664,
5' Os pagamentos daa importaaoU3 deatea for-
necimeotos sero fetos _p lis Thes.uraria de Fa-
sendo no praao de 30 disO contados da data dos
foriieeitn-nt03 que os mesm s foroecedares obtlvc-
rcm para c.-ae lim depois do satsfeit i o sello pro-
procioual, iii eonformidade dos arta, lo e-2" do de;,
e re^ulaueutj u. 7510 do 15 do Norembro de
1879.
ObservagS. s
l Nenhumi proposta poieri ser rece'jida sem
que o pr -ponente ualu declaro qaa se aajeita a
multado 5 (1/0 no valor-provivel do fomeotofeota
.iaque'lo tomiill. so nao cooaparec-r na secretaria
p.r. assigaar o contracta de qualqu.-r aitigo q a
Ir preferido, no prazj de trea dias contados
daqualP em IH for ra uo'.iaados pela imprenaa
fimi il t.rmitia o av;so de 29 de D.zembro de
874.
Nao i os a? pr ipostas que nao vio
rem '.cmpanliadas doa dseomentoa que compro-
vem ter pigo como negocente estabelooido o im-
posto da Casa comm -rclal, relativo 00 ultimo SC-
metre vsaeido, b.iu eomq certi ai do contracto,
quando for firma eommercia! e fiador Ma i o que
p MMabilia l pelo pagameutu da mu'.tuaein que
posos acorrer, dispeusaudo-sa i. sereui oa propo-
ne SS ii tt- leiaiitea matri-ulaio1, tud i do aecordo
com os | Io e 2 di art. 18 do decreto u. 7685 de
6 de Margo de 1887 e o aviso do Ministerio da
Itsrrioha do 15 de Fevereiro de 1886.
As propostas devem 8 ?r ucooipanhadas de amas-
tras d- tolos os artigoa que mencionaren! cojjo
determiua u J 1* do art. 11B da ordenauga da ar-
mada, de 2S de S t mbro de 1873.
4 Na cera aceitas as prop istas que aprescota-
r. iu artigo* nos t raeotmeoto* diffjrentea dos que
eouatitutr o ramo de negocio do proooaente na esa-
formidade dei ivisos de 3 de Jaiba de 1881 e 15
d Pevere.iro de 18o6
5' N nhnmi prop,ata sor recebada sem que >
oropo lente n'eii i d'-clare por cxteos i sem claro al-
gom, e-oiodi, entruhaba oa rasura o prego de
iij'-to, ciuforma o avia) do 5 :ie S'tembro
de 187!)
6" S' expresssuaeote prohibido uaard aotlgo
Tatema 'lo pesos e medida*, decreto n. 5039 de S
.. S reabro be 187^'.
i* No caso de upr.;3. atar-au una e propos*
para fctroeeimeata d. quaiquor srtiejo, uj ser
r eebidsj visto nfto eoaMitolr con u.-rencia na lr-
wa d..a avia -a de 9 da Janeiro de 1879, de 4 di
ag Bto e i i- Doaombra de 1886.
8 N.-i'.huui e.i .i seto ser t to e>m c^mmer-
, -.(i ii laetqaer oatr pessoos qa* tiv^rem
vend lo K.ti;'a svariadas ou p'OOOrM f-raocer
qnalidadea ou qaaatidadea inferiores aa contrae-
t*d*s, er-t'ii. 2108 loSO ie Fevereiro de 135S.
9 As habili'acia devem ser presentadas at
a vospera-do diado oonae-ba, acompanbadee de
anmeato dirigtd-> aa Ulm Sr. inspestor, ataa
deque este. sproeiQ .e o propommte i-ai ounaa oo
cas i de a r aceito.
10* Nao se receberi pr-poata a'guma dep iisdj
da e h ir* di'e'., te aiinuiicio.
11*. O. foi-nee-d rea tiearSo fbrig-.doa, casase
torne preciso, a eontioaar cm o tomecimauto por
mais 60 dt .i, -lin do prizo stabaleeido, aem que
p r isao Ibes di eito pruro^agao d i contracto,
s'-juu a o uviao de 28 do Janeiro de 1881.
Iaapecg&o rio Arsenal d Marintia da Pernaia-
bueo, 14 de \'.-v\ de 1888.
O secretario,
Antn o da Silva Axeved'j.
V, 9 de 1, e 9 de parti-
!?enda aerat
Do dia 2 a 14
Idrm e 16
.'dada provincia)
Do di 2 a 14
J
4S6:073220
^8.556*534
53.298*968
5 790.186
530:7451149
64:089 i 154
Socrnin total
secgao da Alfandega,
594;834?303
l de Abril
' rroga-
gonada
do m
O thesoureiroV^rencio Damhiguts.
'hefs da socgoCicero B de Meti.
KerebeUorist geral
Do dia 2 a 14 18:287*885
dem "6 16 1:760-020
ra Castro &
calares.
650 kilos de peixe a 20 ris 13*000
71 cargas de farioba a 200 ris 14*200
32 ditas de frnc-as diversas a
ra. 9*600
23 taboleiros a 200 ris 4*600
58 Suinoa a 200 ris 11600
32 Matutos com letames a 200 -
ris 6*400
Foram e-ccupados :
51 1|2 eniumnas a 600 ris 30/o00
2 Eacnptorios 6o0
40 compartimentos de farioba a
ris. 20*000
35 ditos de comida a 500 ris 17a500
187 ditos de legume a 400 ris 748u0
34 ditos de suioos 70 ris 23*800
20 ditos de treaauraa a 600 ris 12*000
20 tainos a 'i 40*000
3 ditos a 1* 3*000
A Oliveira Castro 4 C.:
108 talhoa a 1* 108*0(K
Recebedoria de Rentas Inlenias
Geraes
IapoMtua predial e cravos*
O ad riinistrador da Kecebadoria de Rendas la-
tenias O'raes avisa aos seuhorea eontnbniotcs
dns impostos predial e de taza da eacravoa, qud
finda-ee ni lim lo corrate ciez o pagamento livrd
de umita do ta< s iinpostos, e d poia deasa pr.i:o
ser pago eim a multa de 10 0/0.
Reeebadoria, 16 de Abril de 1888.
Alejandre do Souza P. do Carmo.
Secunda pni?a
Por esta inspectora se fas publico que a 11
hiraa do dia 19 di cintente mez. serSo vendidaa
em praga, porta desta repartigo, as aeguintes
mercadorias :
Armazem n. 3
Urna caixa o. 6, marca letreiro, contando livros
impressaa brochados, pesando liquido legal 154
k igrammas, abandonada aos direitos pelo Dr.
Sabino Pinho.
dem, urna caixa n. 7, idem idem, pesando li-
quido legal 153 k'lo rammos, abandonada aos di-
reitos pelo Dr. Sabino Pioho.
Ter eir secgo di Alfandega de Pernambuco.
10 de Abril de 1888.O chefe.
Domneos Joaquim da Fonseca.
Rendimtiatc d.-jg dias 1 13 do cor-
rento
390*0:'0
2:518*36)
20:017*915
aecebedorln provincial
o dia 2 a 14 J68*3J8
\am de 16 il*218
r, ------
9.-3C:
Oerife Uralnaso
* 2a 14 7:156*3
it 16 1:571*158
B:7.'7*478
Mercado nanlclpal de 9 Jos
.uovimonto duste Mercadcncs dtas 14 e 15 de
Abril fai o Eenjuinte:
;raram :
33 bois pesando 9,962 kiles, sendo de Olivei-
Foi arreeadado liquido at noje 2:938*36 J
Pregcs do dia :
Darae verde de400 a 56) ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ria idem.
S USB as de 560 a 640 riu idam.
t nriuba de 280 a 320 ruis a cuta.
Milho de 280 a 320 ris idem
eVijao de 560 a 1*000 reta idem.
Matad- uro publico
.-am abatidas os Ma.tdouro da Cabanga 33
reas para o ecnsnn-c df dia do boje.
es terteucates a O/iveira Cas T
.t C, e 20 a di versas.
Vapores eutcar
hez na aneiL
Sai........... ernambua....... hoje
Sul......... C'.nqo............. 19
Norte......... Maranh&o......... 23
Hamburgo..... Rosurio...........
Sul........... Para..............
Norte......... AilianCM.......... 6
Sul........... Finance............ 27
Europa....... Ta us............. 2S
Sol........... Neva............. 29
Liverpool..... A uthor............ 29
Vapore* ahir
MBZ DS ABRIL
Norte....... Pernambuco.......
Bordeaux ... Congo.............
Ctmossim... Pirapama.........
Bul......... .Varanhio.........
"Norte...... Para.............
Santos e esc. Allicnca........... 27 a 10 h
Norte....... Fimnee........... 28aI0h.
Baenos Ayres Tagua............. 28 s 2 h.
Southamptoa. ^r*ei;o........,,.., 29 1 h.
18 s 4 b.
3 h.
21 s 5 b.
24 s 5 h
27 s 5 b
\tt\ios entrar
Aarcrita......... Ri > de Janeiro.
Abel............. Cardiff.
Bro.............. Rio Grande do Sal.
Bans ...,......... Card ff.
(.Iirifti.ni >criver .. Rio de Janeiro.
(i. C. St-oford..... New-York.
Ueorik Vergland.. Rio Grande do Sal.
Hennid .......... Rio Grande do Sal.
Helena........... Hamburgo.
MoTlmento do porto
Navios entrados no di-t 15 de Abril
Havr* e escala^19 dias, vapor francez
i Villa de Maranhao.a de 1775 toneladas,
co'iimand.into E Breant, eqaipagem 43,
carga varios gneros; a Augusta La-
bille.
Manos e escala -12 dias, vapor nacional
< Espiritp-Santo, e 1,999 toneladas,
oo mmand unta C-rlos A. Gomes, eqai-
pagem 60, carga varios gneros; ao
Viseotide e Itaqui do Norte.
Liverpool e eecal"2o dias, vapor inglez
Editor, de 1.0S0 toneladas, cotn-
mandante Tliora z Ohandler, equipa-
gem 28, carga varios gneros ; a S irauel
L. JobnatoD
Camfssim e escala11 dias, vapor nacio-
nal Pirapama, de 360 toneladas,
comamnlaot''. Francisco Carvulbo, aqai-
pagi-ra 30, carga varios genuros j Cotn-
panhia Pdrnambu tana.
Hamburga e esJaU -21 dias, vapor alla-
inao t Uruguay d? 1,506 toneladas,
eommandinto U. Mahlmana, tquipgetn
39, oarg varios g tueros; a Borstel-
raann & G.
Nabio snhidos no mesmo dia
Rio Je Janeiro a aatsalaVapor nae.ional
t Espii ', coromanlant-! Carlos
A- Q-iines, carga vari:s gneros.
Oonal Pataubn nTUfgna a Fer o, ca-
pitao M. JtiBt, carg i lisati r.
Barb-idua--Lugar ingl-z t Nelly, capitSo
H-nry Olae.n, em lastro.
Navios entrados no dia 16
Sw..nse*-33 dia, lugar inglez Brides-
rnaid, a do Dav-is, equipogstn 13> farga carvao da
pe-ira ; urdam.
B.bia12 dias, l?ar nacional
nbo 7., de 23b teneUdaB,
AugusM Fraaeiaoo da anha,
g8,n 10, 'ros;
& Filtio.
OtWucrcSo
N2o bouve sabida.
Mari-
capitn
equipa-
a Loyo

IIEBHI


iliarie de PeruainbcoTcrca-feira 17 de Abril de 1888
.



kilo.
< ootclho tle compra* da repar
tica de llarnha
Supprimento do vveres uo, navu* do guerra
Zafios uop* teta eapH.1 o ... depenen-
ci.g desto Arsenal, durante o ,em s'rc de l do
Jolhj h 31 de Deumbro de 1881.
Da fl'dem do I lu>. Sr. capitao dd fragata Ma
noel d'Ar-ujo Cortes, inspector iateriuo deste Ar-
ceos! e capitn do provincia, faco pa-
blico nue uo di 25 do crrente, s 11 boras maoi, 6 rece.be propostaa para o fornecinaento
dos rticos ubaixo declarados; nao podeudo ser
aceita proprista alguina que dj contonha todos os
rticos anuuueiaJoj, eo:u exeepetO :e pao carne,
que seiio proi'.'tas digtiuetos.
A'propMta'da carne verde overa canter a de.-
cira'eo de ler o geneto torneado uotendo inais
de um quinta ae peso em oaao, para es diversas
dependencias e seen oaao para a enfermara d< ina-
rinba :
Re rea
Aguardte, prec^ pjr litro.
Arrea, idem por kla.
Assucsr groaao, id'.in por kilo.
Azcite doce Dar comida, idem por l'tro.
Ardite de cojo, iaem.
Az-'.tu para luz, idem.
Albo, mio.
Aletria, idem por k!o.
Araruta, idea,
Boi vivo inclusive o pasto, uin.
Batatas inglesas, idem por k lo.
Bolacha, i um.
Bacaln" ou peiri a-*lgao, ideas.
Bol> '. .?.
Cal eui grao. Mi in .
Curne leatm, idem.
Carne fin conserva, idem.
Cante de poro aligada, idem.
Carie Verde, idem.
ates uacioo&ca (p'-ki.s), idem.
Cal aoid >. idea.
Qb vende, i i. a.
Cb4 preto, idem.
Catn por litro.
Cervej i Gatnes, iletn.
Chocolate, k^o.
Coguac, litro.
Coservao de galliohs, : carne de carneiro, de
carne ce v aeee, kilo.
Extracto de carne, dem.
Erviib s secc .-, i leaj pea kilo.
Panana >e mau lioea, ideui por litro.
Fub4.de raibo, un pn kilo.
Pcij abo, tdea por litro.
Legumcs eo.s'rvad e oa.jaliaaas, id'.m por
Galinb, U'.ia.
Gele n matin* !'o, k o,
Qoiabada, ideen.
Leit^ eondeoaado, litro.
I iga i:. ;lea, ideal p kilo.
Mat:e cin foiha, ideas.
Miih.., dem.
Pao, i
PepMDa Calillan ou ca'if, ideas.
Qu ij i d< Bol i a id ni.
Rapadora :a ou murmelada, ou
tur- id rj.
Sal, pieee perii
Simo, preco por k-'o.
B'.al i ; Liaooa, ou Santos,
Tapioca, i.iu.
Vin:._-i a i. .
Viafaoda Liaboi e Bardeanx ou aualogo, iJem.
Vinho veibo do alto Donro, ideas.
Dietas exlraor narias
Cervcja preta on branca, nacional oa catreDgcira
litro.
Carne de ai n >, ki'O.
Dita de veio, idem.
Dita de ourneiro, ;Jcui.
Charut i, un.
Cigarros, masso.
Fran urna.
Filhjte 'ie p.-.mbj, uui.
Grel'-a (fructaa e galliuh ) kilo.
Leite, inro.
M:.rmeliida, kilo.
MacS, urna.
Ovo, uzH.
Pao de lo-, ki!o.
P3o leccu, kilo.
Pavi "ii i.
Rap, kilo.
i.g, kilo,
Uvaa, k'lo
Vinbo do 'orto, garrafa.
Vinho Colibiee e Figueira, litro.
Coudic'8 do contracto
Aviso 1* Oa gcoeros eerao de primeira qualidade e
forn-cidos naa quantidadea pedidas, aviso de 30
Je Junbo de 1874.
2 Aa entregas eerao fritas p?loa meamoa for-
uecedorea no prazo de tros diaa ou antea, a contar
da dfta do despacho para o f irneeionento doa g?-
ueroa uoa termo do artiga) 43 io decreto e regu
amento n. 4,364 de 15 de Maio de 1869.
3 Oa gen-r-a fieam anjeitos apprjV^So ou
reprovaco dea peritoa compwtentea, decreto u.
4,532 A de 30 de Junl.o de 1870.
4a Oa foroecfdorea pagaiao aa multas de 10 por
cento do valor dos goaeros uj cuso de demora as
entregas e de 20 por ceuto nos de falta de entrega
on rejricao por m qualidade indemuiaando aeste
caso a fazeuda naciunal da diS. renca que se der
entre oa une ja juaradea e oa porque forera com
prados os generoa nao fornecidoa ou rejeitadoa,
salvo ae eatea forrm immediatamente aubstitaidoa
por cutres de qualir'ade coutractada, aviso de
de Mateo de 1864.
5* Oa pagamentoa da importancia deate forne
cimento seaofeitoa pela Thefouraiia de Fazenda
no pitzo de SOoiaa coatadus da data d.s f.n.eei
mectos que es miamos fornecedores obtiverem
para ease fin dtp is de aatiafeito o sello propor-
cional, na conformidade doa artigos l" e 2* do de-
creto e regu'iumento u. 7,540 de 15 de Novembro
de 1879.
Observacoea
1* Nenbama proposta peder aer recebida sem
que o propon' Dte deila declare que acaajeitaa
multa de 5 por cento do valor pravavel do forne-
cimento daqelle tempo. ae nao comparecer n se-
cretaria para aseignar o contracto de qualquer
artigo que for pr> fendo, no prazj d tres das
contado8 daquelle em que iorrm no&cadoa pela
imprensa, como deteimina o aviso de 2J de Oo-
zembro de 1874.
2" Nao aera aceitas as propostas que nao vie-
rem ac lgtnbadaa dos docuinvuto 1IM compro-
Yem ter pt.i j coiuj nrgociante eetnbelccido o ira-
poatc da casa c mm-reial, relativo ao ultimo se-
mestre veucido, bein como cercidao de contraetj,
quando fer firma cnumere al e fiador idneo, que
Be reapcns bilite pelo pagamento das maltas m
que posiia incurer, dispensando ae o aeremos pr -
ponente aaoMakWl matriculados, tudo de aeeor;
do coui oa ?5 Io e 2* do artigo 18 do decreto n.
7,685 de G ue Marco do 1887 e o aviso do minia
terio da ronrinha de 15 de Feveieiro de 1886.
3" Aa prjpjatis para oa {renfiros alimenticio,
meooa pao, bolacha e carne verde, devem a-'t or-
giniaadas de m ido que sejam todos contractadoa
Com em t negocame ou firma coinmercial, aoo
forme J -termina o a\ iao do mimstario da mariiha
D, 1,295 de 3 de Agosto de 1880 o 15 de Settm-
oro de 188i>
4* Aa propoatas devem ser acompauhadas de
amoetiaa do rodos os artigoa que mencionaren},
como delermina o 1* d.. artigo 1,110 da oru.e-
nanca da armada, de 24 de Setembro de 1873.
5* Nao gPio aceitas :is prop stas que apresen-
tareui geni ros poa fjrnrcimentoa, differentea dos
qne c nstitui.-o ramo'de neg'to do proponente,
na aaaiuraaidada dot avieo9 de 3 de Jolfaa ce 1884
e 15 .e t'evrmro de 1886.
6* \.nbiima proposta ser i ce'oids sem que e
propnente nula declare por ext- nsj sem claro al-
gnm, ii>ei>da, ntrelinha ou rasura o pr. co de cada
objut >, conforme o aviso de 5 de Setembro de
1879.
7* K' <;xprcv8amente prohibido usar do antigc
aya 11 me '<; pes^s e neilidas, decreto n. 5,089 de
8 de Setombro do 1872.
8a N oaao de presentar-si urna s proposta
para f. r.n (imcoto de qualquer objecto, nS > aera
receb'd i, visto oSo constituir concurrencia na for-
ma t-e avises de 9 de Janeiro de 1879, de 4 de
Ag to e9 de Detembro de 1886.
9* Neabmn contiacto sori eito com eoinm:r-
ciante, cu qu .esquer outraa peesoaa qua tlverun
vendido cei.eroa avariaoa ou prooorar fornecer
qnaliad 3 01 q'ianridade inferiores s contracta-
da. 20 de Fevereiro de 1858
10" Al liabiliiscoes devem ser apresenfadas at
a'.'. dpeonsiiho, aeompanbadaa do
requ '.irigido ao Illm. Sr inspector, sfim
de <: <. ocie se o propoacnte est ou nao no
oaao de t.-i aei
ll1 .Vio ae reci bee propoeta alguma depois do
dia e hora designados neate anouncio.
'ti' Oa f ..mecedores ficarao obrigadoi cato se
torne preeiao a continuarem com o foraeciaiento 1
per m^is 60 das, al 1 e&tab leeido aeui
que p>r 850 lh-s d din ito prorogacSi do cori-
tlet 1, 8 'gundo o aviso d 23 da Jaue.ro de J881.
Inspeccao do Arsenal d U.rinha de Per;,
bueo, 14 de Abril de 1888
O secretario,
Antonio rl.i Silva A: vedo.
Estrada de ferro da Kecife
Carnar
De ordem do Illm. Sr. director eiiKenheiro che-
fe, t-e 1 publico qur- a curar do dia 25 do corre-
te, fica alterado o horario dos trena S. 3 e M. 2 da
forma seguinte.
DUS UTEl
ClaD Garios Gomes
Sarao a 21 de Abril de 1888
O a 'un |) eierr. procurar oa seua iu-
grPS808 nt olub, a contar do dia 14 do
eornn'e, daa 7 s 8 l|2 h av.a da noite, em m<
rio Sr. th;'8ouieiro.
Secretaria do Club Carlos Gomes, em 13 de
Abril de 1888.O 1- secretario,
__________Pumpfij C. Caaanava
SEGUROS"
martimos costra fogo
Compaah.-i i'healx Per-
nambiicana
RUADO COMMERCI N. 26, 1 ANDAR
Dmied Siates & Brasil M- S. & C.
0
-."-'
S. 3.
lieoifr...
Tigip:..
Jabo ao.
M. 2.
Victoria............
Tapera.............
Mrenos............
J ib iaf3o............
TigtpW.............
li cite.............
.';. :

Tarde
58
15
4 40
5.00
Manea
6.66
7.: 5
7.55
8.10
8.40
6.25
7.0-1
7.30
8 00
8.2a
Secretaria do pr^liDgamecto da eatrada de f r-
10 do Reefe ao S. Fr.-.neisc > estrada de ferro
io Baertc Ctraar4 Recife, 16 de Abril de 1888.
O secretario,
Manotl Juvencio de 8qbofa
Confraria de S Jos' d'Agonia,
erecta m convento do (armo
De ordem do irmao pri-vedor, convido a t.doa
oa irre. a da meama coafraria, para coaiparecerem
na qcinta -fera, s 6 huras da 1 .ide de 19 do eor-
r> nte, ni corsistorio da meama confraria, pr.ra se
der a eleica. da u va mesa regadora para n
c-mTomieecl de -i S J-% vitt." o
compareeiro Bnawro legra!no di apresado.
Secretaria da eodVaria d_ ^. Jjeai Agonift, Ifi
de Abril de 1888.O secretario,
M. f. PuK Reis.
Cansara HtiDlelpal do Recife
Achanio se em 1 xecucSj a lei n. 8,318 de 20 de
Outubro, um vjrtada da qu.:l p.ssa a Cmara Mu
oieipal a aforar e fruir o f n dos t rreooa
ra mi.riuha exittentea dentro deate mnoieipio,
disto se faz eooatar a tolos oa in'eressados ; po-
dendo estes satistaaet oe Uros riccorridoa de Ja-
do correuti: auno em diaate ai Cofre da ma-
i.icipalidade.
Psc> da Caraar. Municipal do Rocifc, 9 de
Abril de 1888.
Corbeniano de Aquin) Fon seca,
Preairtrnte.
JoiQuim Jos Ferreira da Rocha,
Secretario.
Yaccina^o
Do crdem do Illm. 8r. Dr. Inspector de hygie-
ne, ae f-x publici que neeta repartic, ra do
Uaro da Victoria n. 3!, se contina a praticar a
vaccinaco e revaccinacSo, n is quartas-feiras r
sabbadca, de 11 h^ras da mn/h as mcio-dia,
achando-se anda atesta d-Bt'' servil,-: 0 memoro
da lo.ip atara D.-. Fraacise io Paula Soares,
que para tal fim acaba de faz t aequisicio-de ex-
cellente lympha.
Insp'ctoria de hygiena. 14 d Abril de 1888
O secretario,
Jos Guilhermeda Siloa Duarte.
Praso ce 15 diaa
De ordem do Dr. inspector Ker^l d* instroccio
publica, figo sab t ao profesa r Joan Joa Ribeiro
de M-racB, qua tendo sido designada por acto da
presidencia da provincia de 2 do corrento miz, a
4.a cadeira da fregoesia de 8. Jos dott cidade,
para neila ter elle tiercieio, foi Ibe marcado o pra-
zo de 15 dina, para assumir el.'e o exercicio da nova
cadeira, a contar da data da i.omeacao.
Secretaria da luatruccao Publica, 7 de Abril de
1888.
O secretario,
Pergentino Saraiva de Araojo QalvSo.
Tesouraria d Eazenda
Da ord. m do Illm. Sr. inspector, faco publico
para conbecimeoto dos interessados, que esta re-
parlicSo acba-se habilitada pelas ordeus do Tbei
souro Nacional n 128 e 131, de 3 e 6 de Setembro
ultimo, para realizar o pagamento dos eeguintes
credores :
Tenente Lauriano Jos Pimenta 22flX)0
Dr. Joaquim Xavier de Meudonc Pecsca 2437c0
Thef ourana de Fazenda de Peruambuco, 14 de
Abril de 1883.O aecretario,
Dr. Antonio Jjs de S lii'Aura.
Olinda
Eacrlvo lr. Calila
Foi transferida para o dia 19 de Abril a praca
do arrendamento, por um anno, dos alaguis da
casa n. 13, sita ladeira do Viradouro desta ci-
dade. Esta caga vai pmca a requeran nto dos
herdeiros dj D. Fr.incellioa Carolina de Albu-
qnerque.
DO
BRASIL
cap tal 3o.ooo:ooo^
dem reallsada I9,000:000d
A caixa filial 1) id e Banco funeciua ra do
Cou_mercio n. 40, sacca, vista ou a prazo, con-
tra oa seguintes correapmdentes no cstran^eir .-:
(Banco laiernaclonal
LONDON......{ do Bradl, Rio de Janeiro
Loodon office
( Losaos & Couiiy
( Banking Cumpany l..'J
p.PK (8r.>tia de Parla t den
PAttt..........( Paya-Baa
Eiambargo.......
^erlim"-.......) OeueboBuk.
Bremente........f
Prankfart s/ Main j
Antuerpia.......) Bar.que d'Aavers
Roma...........1
genova.........I
aples.........v Bausa Qecerale a tiaa
Uiio e mais 3401 agencias.
cidadea de Ita-t
lia. ........../
Madrid.........
Barcelona.....<
Cadia..........
Malaga........I Banco Hypc-teeario de
Tarragon?......\ Espaa e suus agen
Valeoci e outraal eiss.
idade a Hea-
panba t iihas
Canarias......
Liigboa.........\
Porto e mua ci-f Baaeo Je Portugal t
dades de Por- j
tugal eilhas...;
Buenos -Arrea..'. .) Engisfa U-mk of the Ri-
klontevideo...... ver Pate, Limited.
Nova York...... Q. Amsink & C.
Compra saques obre qualqner praca do imp9-
ria e do estranger-i.
Recebe dinheiio em ennta correte de movi-
mento com jomara rasSo de 2% ao anno e por le-
ras a prazo a juros convenciooados.
O gerente, Williara M. Webtert.
UE
Seguros cotra Fogo
EST: 1503
Edificios e mercadorias
Tacas baixas
Prompto pagamento de prejuitos
CAPITAL
Rs. t6,O0:OO04>lO
aessTDt
tr n -* ?
N. b-KUA DO COMMIRCIO -N. 5
Cumpanljia e Seguros
contra ja&a
NORTHERN
.speri-Be de 1 -News,
at o dia 26 Abril o qual
scgniri-i isa '.-mora ne-
paaaxi!i para
Baha, Rio de Janeiro e dantos
fara carga, passagena, e oacominendaa tracta-
e com os
O paquete Finance
E' esperado doa portos de su]
at o dia 27 de Abril depois
da demora necessari seguir
__para
tlaraohao, Para, Barbados, K
'ffhoinaz e Xev-Vork
Poja carga, passagcns.a i* m n.'ndaa 1 dinheir.
a frote, tracta-so com os
AGENTES
Dean hnte k C.
RU. DO COMMERCIO
1 aiida
N. 8
3.134,34-i
577,330
191,000
132,000
de Londres e Aberdeca
Posicao Gn.inceira fDczerabro de 1885)
Capiul eubs-ripto 3.000,000
Fun ios acramnladoa
ieceia a^nsial:
De premio* contra fugo
D proioios Eobre vidas
Do juros
O AGENTE,
John H. Boxwell.
London k Brasilian Bank
Linuted
itta (io Commcrcio n. 32
S*aoa por todos os repares sobiv. s ci-
xas do m;-BiBo basco ca Piitiigrtl, sendo
em Liabo-', ra dos Oapellistas n. 75. No
Porto, ra dea Ingl.-zcs.
,\i. iihia de Seguros
AGENTE
Migurl Jos Alves
!V 7 Kua dn Boni Jcaa-v.
SEUKOS MABITI>10S E TEBRE8TRES
Neaies ltimos seguros a unic> compaohia nesta
praca que eoneed a-s Sre. segurad s i si mpcao de
pagamento de pieciio em cada stimo anno, o que
equivale ao descont annnul de cerca de 15 por
cento em f>ivor dos segurados.
OafMXIilE DGS MESA-,!?-
RMB HAHITIMES
LINHA MENSAJL
O paquete Congo
Corninandantc Lecointro
E' esperado dos portos de sol
no dia 19 do corrr.nte, eeguindo
depois da demora do costume,
para Bordeauj, tocando em
itJakar e Lisboa
L mbia-se aos senborea paasageiros do toda
liases que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualquer tempo.
i'.-z-se abatimanto de 15 /0 em favor das fa-
milias composta de 4 p< ssoas ao Dichos e que pa-
jarera 4 passagens mteirajs.
Por excepcao os criados de familias que torna-
rcm bilhetcs de proa, goa un tambem d'cste abati-
mento.
Os vales postaos s se dae at e Jia 17 pagos
da contado.
Pai u ;arga, pasaagen3, neo ain".ii das e dinbsir
freie : tracta-ae com o
AGENTE
angoste Labillc
9 RA DO COMMIRCIO-9
COHP.t.\HU PEtl.\lM.l%>A
DE
A'avcgaco costeira por vapor
PORTOS DO NORTE
tarah/ba, Natal, Macdu, Mossor, Ara-
City, Cear, Acarahu e Camossim
O vapor Pirapama
C rom ndante Carvalbo
Segu no dia 21 de
Abril, As 5 horas
da tarde. Recebe
'ga at o dia 20.
Apparelhos de poreeltsata pura ch4 e jantar;
copoa, clices, gai!i\fas,toiu< rteii ai, fioeteirat ap-
parelhos desaert, garrafa com msica, e outros
muitos objectos de cryatal.
Electro piale
Fructeiras, apparelho pira cb, salvas, bandei-
ja8, galheteiros, porta-grogae, oorta-bisc^ita, tin-
teiros, paliteiroa, aerpcntiaaa, fructeiras, iicoreiros,
apparelhos para cb, tacas, colherea, garios, con-
chaa, descanooB de facas, porta guardanapos trin
chantes, tudo de electro-plate e christufH .
Objectcs avulsos
Mesas elsticas, mesas redondas, filtros, prensas,
saehinai, cacadas de abrir, trem de jardim, bancos
e vaaos de jardim, terramcnta3 trem de cotinha
e muitos outros movis.
_ Urna armaco de amarello envi Jrac-'.da e enver-
nisada, 1 balcSo, viubos de differentes qualidadea,
1 carramanchao ou viveiro para pagsaros, 2 figu-
ras grandeacom candieiros a gax.
Uo cafro novo vietoiia Mylord com 8 molas e
2 selins, 2 vaccaa tourinas, 7 cachurroa, 1 carneiro,
e diversos pastaros.
Erneeto Amorim, tenda de seguir para a Euro-
pa com ana familia no vapor do dia 12 de Abril,
fax leilio por intfrvenca do ageato Pinto, nos dias
13e 14 do correte, dos movis, e mais objectos
cima mencionados existentes na casa de sua resi-
dencia ra do Bario de S. Borja n. 53.
A'a 10 beras partir o bond que dar pasaagem
gratis aon concorrentea.
O leilo principiara, s 10 1|2 horas em ponto
por eerrm muitos e difierentes os lotes e continua-
r at s 6 horas da tarde.
Os pretendentis poderoobter cathalog03 nume-
rados em poder do mesmo agente.
Pedido
O agente de leiloes P. I. Pinto precisa fallar
com o Sr. Jos A. Cesar de Vascocceilos, a quem
pede ae digne c-mparecer cm seu eseriptono, ra
do Mrquez do Olinda n. 52 ; pede igualmente
quem conhecer este moco se digno informar a sua
residencia para ser procurado negocio de sen in-
teresse.
Leilo
Agente Britto
Da arma^So, utensi'ios e bons gneros do
estabeheiruento de roolhados rui Im-
perial n. 160
O agente cima, competentemente autorisado,
far Nilo da referida armaco e gneros, em um
t ou mais lotea, vontad dos Srs.'pretendentea.
arante e a cana
Terca feir 17 do corrent
A'a 10 1|2 horas
Ra IMPERIAL N. 160
urna dita para J/urar, um torno, um i eafr8, um r?-
blo, um f lie, urna foija c ferrameotaa.
Agente Pinto
Na caea da roa do Baro de 8. Borja n. 53, en
que morou o 8r. Ernesto Amorim.
Alnga-se o sobrado n. 46 ra da Boda,
com bons eommodoa e muito fresco ; a tratar u
ra do Cabug n. 16, loja.
Alagn-ae casaB a 8000 uo becco des Coe-
hoe, junto de 8. Goncallo : a tratar na rva da
Imperatria n. 7.
Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 73
ra do Rangel, com rcuito boas commodoe e
muito fresen, tendo a vantagem de estar prxima
ao mercado publico ; a tratar na ra do Cabug,
loja n. 16.
= Precisa-se de um profeasora j idosa, qas
saiba a lingua portugaexa e bem aseim a francesa
em seas rudimentos, pura leccionar em um enge-
nho da freguezia de Jaboato, distante 2 l|21e-
goaa da estacao ; a tratar na ra do Imperador
n. 81, das 11 s 4 horas.
Agente Pestaa
Leilao

o

LDJTT8A FQ&0
I & Loados k
IITSUHANGS
KJMPAr^
uu a,
Blaciborn, Needbaui & 0,
Ra do Coramercio n. 3
IXDEVLMS ADORA
iiompMta ib Sftfpotw
MARTIMOS E TERRESTRES
E CAPITAL 1,000:000$
8INISTR0S PAGOS
At llde IteztMhro do f l4
Martimos..... i,if0:00d$000
Terrestres..... 316:000^000
44 Ra do Commercio44
THEATRO
QUARTAFEIRA 18 DO CORRENTE
Beneficio dos artistas
Teixeira e Coimbra
Primeira representaco do importante drama em
5 actes, original portugus
OS
Sa teaores Ha Mont&n&a ilnsPi tires
Deiioniinaco etns acto*
1.* ae-to A miseria
2.* dito A Lonca
3. dito O chrfe d"S salteadores
4. dito O rrconbecimento
5. lito O p-rflj
I oa artistas ; DO. Rosa Mantiene,
Herminia Ooi.r.br.i, Quilbermina N>-V'e, A. Peres,
Coica o a, Pitcheco M.,'A. Livramento, Waifrido M.
e oa BENEFICIADOS.
Finalisa c.m a eapirituosissima comedia cm 1
acto
Urna no perdida
08 BENEFICIADOS esperam dos aeus amigos
e patricios urna prova de estima, concorrenio cem
o sen valioso apoio ana feata artstica.
A'a 8 1| horas.
iii
T'fBf
Compi. I. a C3raSlelra de Kave
ga^o Vapor
PORTOS DO NORTt
O vapor Pernarabuco
Commandante o cap tilo <-le fragata Pedio
Hyppoltto Duarte
t,' esperado aoa portos tfo aul at
0 dia 17 de Abril, ? seguir
depois da demora indispanaavel.
para 03 porto* do nftrtt at Ma
naos.
As eucommendas sao recebidas na agencia at
1 hora da tarde do dia da aahida.
Para carga, passagens onr oinmenuai o val res
traefa-ae na agencia
PRA^A DO CORPO SANTO N 9-
Porto e 1 isboa
Para 08 portos cima, aeguir brevemen'e a
barca portuguesa Ceres ; para o re>to da carga,
trata-se com ot consignatarios Jos da Silva Loyo
& Pi'ho. '
Encommendas passagens e dinheiroa a frete at
4s 3 horas da taide do dia da aahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Oempanhia Pemamhiieana
___________________n. 12____________________
Para o Porto
Pati cho portugus Victoria e brigue braxileiro
Prateres, rccebtm carga frete directamente ao
Porto : tratar com Amorim IrmSis & C.
158 fardos com feno vindos de Antuer-
pia pelo bergantn) Noruega Ferm
Quartafeira, 18 do c rrente
Ao mel da em ponto
No armazem do Sr. Bastos, no caes do
Apollo
O agente Pestaa, autorisado, vender no dia e
hora cima mencionad e, 158 fardos com feno,
vindos do Antuerpia nc bergantim Noruega Fsrir,
por conta e risco de quem pe tencer o a quem mais
der.
Agente Pestaa
-~ Perderam-89 seis aplleos da divida publica
del:0K) cala orna, de ns. 2900, 2901, 2902.
29D3, 2904 e 2905, de juros de 5 0,0 ao ano, da
emissao de 1828, pertencentea a D. Claudias da
Silva Pigueiredo, casada com o Dr. Jos Bernar-
do de Figueiredo, que aa houvc por heraoea s
sua mil D. Ciemcntina Iheodora da Silva: quem
as tiver echado queira lvalas ao cscriptorio i;
Luiz Gopcalvcs da Silva <6 Pinto, no eaes da
Compaohia I-'tmambucana n. 6, que ser gratifi-
cado.
AMA. Na ra do Sebo n. 20, precisa-se ie
urna ama para cesinbar e engommar.
Precisa ae de urna boa coainheira 5 na raa
da Matriz da Boa Vista n. 9.
na roa Marques
Precisa-se de um criado
do Herval n.33, 2- andsr.
H.!
ara o Para
(Jom destino ao porto cima seguir brevemente
a ba. v h apanh da Virgem Munserrat ; para a
carga l'ue Ibe falta trata-ae com oa consignatarios
Joa da Silva Loyo & F1II10.
LElLES
A'a 10 hjras de hoje (17) deve partir da es-
tacao da roa do Brum o bond da lioha la Magda-
lena, que dar pasaagem gratis aos concurrentes
ao leilo de movis, no palacete da ra do Baro
de S. Borja, residencia do Sr. Ernesto Amorim,
j comecado hontem no pavimento terreo, deven-
do continuar boje pelo pavimento superior.
Leilo
Em continuar
Hoje, 17 da Abril
O de bons movis, an uuciaoo por intervenco
do agente Pinto, para o palacete da ru do Baro
de S. Borja, residencia do Sr. Ernesto Amorim,
contina hoje 17>, pelos movis e mais objectos
exieteotea no pavimento auperior (primeiro e se-
gundo andares), constando dos ohject03 de ns. 1
a 2l0,_do catalogo j distribuido, bem como :
Urna luneta aetron' mica de Bardoo n. 5, com
um ocular terrestre, augmentando 100 vexes, e
3 oculares celestes, augmentando 150, 250 e 350
vexes. ______________^__^____
(irande e variado
Leiliio
Da bons movis, finos crystaes, poreel-
lanas, quadros, j-rroa, electros, bronzes,
lustres a gaz, b Ihar, pianos, prata do Por-
to, 1 carro victoria Mylord com 8 molas,
selins, bancos de jardim, vaccas tourinas,
cachorros e psssaros.
Terca fe ra, 17 do corrente
No palacete da ra do Baro de S. Borja
n. 53.
A saber:
Vrimtro andar
Salo de visita
Uma liada mubilia de Jacaranda, 6 lindos espe-
lh >8 riourados, 12 laucos e cortinados, tapetes para
solase portas, mofadas, figuaade br-nze, lustre
a gaz com 8 ou 16 bieoa, tapetes f>rro de salas e
quait-F.
Um piano forte de Erard. cad iras para piano
estante para msica e 1 caixa de msica.
Qnartos
Tapetes, lavatorios, camae, guarda roupa, com-
modas, guarda vestidos, diwane, eapelhoa ovaes,
atagers, quadros ,lustra a g-z, murquea-a, ceot -
Iboa, mcstisde cama, oalii s para rou a e quadros.
T.-rraco e corredor
Umi mbilia sVJanea, 1 endeira de mola can-
dieiro a gas, tapetes, arandelas a gas e candieiros
Segundo andar
haia o luil-1
Uma mobilia imii>ic3 de vbhiZo, mesas redon-
das p> quenas, t rfUarda veetid a com portas de es-
pelboa, comuj das, tn.U, lavaionoa, aimotadas,
quadr-. s, 1 lustre a gz, lpvtrS e esp-Ohos.
Qnarios
Camas, eommodaa, toil.-ts, guarda vestidos, cabi
des, eadeirae, secretanaa, candieiros, tapetes, 1
anttatiO] qiadros e r amnaa
Pavimento terreo
tSnl 'Ir eolud..
Un mbilia de crvalb.t eataatsa cuvid'aca-
da>, quadros, tinteircs, porta S m: a, tudo de
carvaibo.
m piao d aera, 1 estante de Jacaranda, 1
eaiante para msica, 2 dnneherqu.8, 1 pndola com
2 figuras, vasos h jirra de lbair..,'figuras de
broi.se e 1 compl ta le livn s
Es 1
Um cofre prova de ia, i esta1:
meaapara eaerever, 1 tinten 2 itVfoivers, t,
e eBcarradeiraB,
Sala de j .ntar
Dous guarda Lucua, 4 ..p r 1 jiedras,
4 ditos decanto, 4 jai linelt -, 2 qu-ir'iubeiraa, 6
quadro. 1 lastre de cry.tal, 1 sar-s e 24
cadeiras de guarnico tudo de mai ira pao setim.
Da importante casa terrea, c 'ai aota, em terreno
propno, sitio com arvorea frnctiferas, excellente
agua, jardim ao lado, com commodos para nu-
merosa familia, muito propria para qualquer
estabeleeimento, sita estrada do Oeqai, que
vai para Jaboato, sob o; ns. 81 e 81 A, per-
tencente ao espolio de D. Francisca Rjmana
Morena da Cnl".
Quartafeira 18 do corrente
A's 11 horab em ponto
No armazem de agenciada kilos, ra
do Imperador n. 49
O agente Pestaa, autorisado por mandado- do
Cxm. Sr. Ora juiz de orphos e com aasistencia
do mesmo, vendei o da e horas cima mencio-
nados, a importante casa terrea, pertenceate ao
espolio de D. Francisca Romana Moreira da Costa,
sob ns. SI e 81 A, situado est'ada do Gequi
que vai para Jaboato, com sota, em terreno pro-
prio, sitio com umitas arvorea fructferas, excel-
lente agua, jardim ao lado, commodos para grande
familia e muito propria para qualquer estabeleci-
mento.
O abaixo assiguudo, testaosenteiro dos bea3
do finado Dr. Francisco Gon;alves de Miraes,
pelo presente chama a todos os nilhados do mesan
finada pura, no prazo de 15 dias, apresentarem-
ae habilitados com certido de baptismo, afim serrn contemplados na paitilha. Recife, lo a
Abril de 188S.
Manoal Jos de Bastos Melle.
Silva ce C- estabelecidoa ra do Coronel Suaa-
auna n. 1, partie:p-nu aoa seua credores e ao com-
mcrcio que aJuittiram como bocio da bus casa
commercial ao Sr. Jo: Xavier Estolano Santia-
go, girando desta data em diante a firma de Silva
i Santiago, a cujo curgo tica o activo e passivo
da meama.
Recife, 16 do Abril de 1888
_________________________Silva & C.
Por 20I0O
Aluga-ie urna toa sal c gabinete, muito pro-
priapara cwipt.-rio, aita ra Duquo d<; Canas
n. 85, 1- Hndi.r : a tratar na loja do predio.
Prado Pernambucano
Tabella comparativa on melofa-
clllaio le nabar un npuslas
E' o titulo de um folbeto de 20 paginas, no qual
ae v 03 n injef dos cavalls que teem g^nho, um
ou m*is premio, assim como o tempo gasto em
diversas distancias ; com esto conh"cimento pde-
se apostar com certeza de ganhar ; vende-.e cm
todas as Uvrarias e ao Cal Ruy.
Ao publico
De 5 barricSes com louca amarella para al-
rao^o e jantar, movis, pianos, eapelhoa
ovaas, quadros, uma espingarda fina, pre-
suntos de fiamb e, copos, clices, garra-
fas, compoteiras, colabas, toalhas e redes
linas.
Quarta-feira, 18 do corrente
A's f 1 horas
M> armazem da rita Mrquez de Olinda
n. 19
Por infervenyo do agente
Gusmao ____
Agente Britto
3. leilo
DE
De uma casa terrea n. 26, ra da Assumpco,
servindo de base a ultima ofierta.
Um* casa terrea ra Dias Cardoso n. 7, ser-
vindo de bse a ultima efierta.
Oiiarta fera IS do corrente
A's 11 h -ras
Ra do Rangel n 48
Agente Pinto
Leilo
DE
PUJE KiKCBS
A SABER :
Uoi sobrado de um nniar n aoto, ra da
Aurora n 87, em frente ponte Santa Isabel,
com grande accomodaco para duaa familias, por
ter cesioha no pavimnit. 1 terreo e no soto, salo
e qnartos grardeu, c ro agua, gaz e esg.to, rende
snnualmente 1:27OK).
Urna csa terrea ra da UoiSo u. 56, cem 2
salas, 4 quartoe, banheirn e cutros melhjramen-
tofl. qual rende 500*000.
SEXTA-FEIRA 0 O CORRENTE
A's 11 horas
No armazem ra M.rquiz de Olinda
n. 52
Antonio Luis Baptista, com taverna ra da
Santa Cruz n 1, previne uo reapeitavel publico e
com especialidade ao corpo commercial deata ci-
dade e seas fr xeiro seu filho Mauoel Julio Baptista, assim como
nao se responsabiliaa por qualquer debita contra-
hido por elle. Recif.', 15 di Abril de 1888,
Lavatleira d barrella
Precisa-se de uma lavadi-ira de barrella e que
i conhecimcnto de sua conducta ; na ra Augus-
tan 274._______________________________________
Cosinheira
Precisa-se ele uma cosinbeira ; na ra larga da
Rosario n. oO
Perdeu-se
Na sexta eiro, 13 do corrente, perdeu-
se na estaco da ra de S. J0Z0 e na oc-
casio da pertida do trem das 9 1|2 horas
da manhS, uma volta de ouro, com um
laco do mesmo metal.
Gratifica se generosamente a quem a
tendo achado, e quizer leval-a ra do Cal-
dereiro n. 44.
AlteiiCdO
Le la
De bota Iivms, constando de importantes
obras di s s-guint a -ut res :
Alexandro Du^riHa.. G ir ni. Chateaubriand,
Wmk'r :- ier I > y, Gaoab tea, Pedro
Ivo, Paulo .ii'Kk. ".i.-ha i, Oau:o:'a, Camillo
Castillo Branco, Jue Ve.ne, M ry e muitos ou-
tros.
AgMit* Pinto
Na casa ees que r- s -'i o Mr. Ernesto Amorim,
ra do Baro de -. Borj n 53, por occasio de
i-i lao de movis.
Lriio
De uma arma. Zltl envidracada,
U11, o 1 i U ni uin* balanca.
.Uma machina par:. f.MraiO, uma dita para
faxer msoteiga, uma diu para cortar madeira,
A bordo do vapor ingles Estrella, foi praticado
um roubo por um tripolante que desappareceu;
pede-ae acs Sra. cnsules das nacSes estrangeirss
que nao conaintam no embaique de quem nao apre-
sentar os ducumeotaa da aotoridade compettnte.
Eiigonunadeira
Precisa se de uma engommadeira para casa de
pouca familia ; no pateo do Carmo n. 18, segando
andar.
Negocio Viiulajoso
Madame Elda Corti, por motivo da niorte tu per-
veniente de aeu inditoso irmao, Rod Iph > Volfe,
piucos das dep is de cb>gad > esta cid de, Ttudc
o hotel da Travesea das C uzea n. 2 ; um uo- pon-
toa mais importantes para negocio, estando u hotel
muito iifregiieza 1 ; a tratar 00 meami.
Precisa-se de um coziaheiro ou cozinheira qus
seja perito, pira ir para um eng.nbo em Seri-
nbaem; pagase bem : a tratar ra do Bom Je-
ss a. 4, escriptorio de Manuel Ferre'.ra Bartholo
a c.
f L T. (J.
i:slf Csiallena;e t'up
The final ti-, R. Tb m versus P. Davis, wl be
p'ayed on PPeduesday 18 th. fat c mmenciog at
4 p. m.
H. W. St nehewer Bird
Bill Se
Engenho
Arrenda se, vende-ae ou permuta-se um enge-
nho movido a Vapor, distante desta praca 14 le-
gOus, Ci-n boa trras, pedreiraa <- tornos para cal,
boas matas, graud.. Iba para ola de ado, em-
barque pr. zimo a caaa de purgar, tendo nova e
exceliente casa d.' vivenda : quem o pretender,
annuDeie.
Sitio
Alnga-se umexe>len'- sitio cim boa casa de
roornda, na estrada do Ensaa ment, em Parna-
mi-irun. cas fiea p.uxoia a esta^o desse
nomo, e al n d-; aeh^i a- perfeitaoieme limpa,
tem ptimas aceosmod toe- para familia pois
conta 1 sala de virola. 1 rMnde sa'a de jantar, 7
quartes internos, sen lo um deltes para dispersa e
utrn para a ru., O.-inlia em agua encanada da
C mpanhia do Keberibe e pa para Invagem de
prat. s, q'.urto pata fritar e quarto para banho
e: m ehovisc 0 lugiir auito saudavel e vai aer
oeste p'iucos das iNuminudo a gas, para o que
jeso anido aaspiit-idoa na ent-anamentos os
lamp 3^s. Ha oo sitio ama pejui-na csa de tai-
pa, qu serv p.ra moiador ou para feter que te-
nh familia : trata se mi praca de Pedro II OU
O > 6, 1- andar, ds II b-ra da
irMiiti t 3 a tard-, com o Dr. Jet Vuente
Itsira de VaacouQ.'! .a.
mm

ssssstHHslHHHBHHHHHBI
sSgsMB sxWspiaVsaVSi



6
Diario lie Pernan-imeoTerca-f eir 17 de Abril de 1888
Deca a^o
Ernesto D. da Costa Aroorim, retirando se para
Europa, declara que deixa com > en'-- rr.gnd i de
todos os seus uegieioe o seu b.sUn'o procurador
O 8r. Eugenio Chtline. Recif', 12 de Abril de
1888.__________________________________________
Excedente morada
Alaga ae ama cas* em Apipuc n, com c"rnroo-
d08 para grande familia ; a fr..tar m ru Vidal de
egreiros, largo d*e Cinco P.inrs, n. H2.
Caixeiro
Precisa- se de oo menioo com pratica de no-
lhados ; na ru* de Hirtas n. 17. ____________
Ao conimcrcio
Eu, abaixo assignaJ >, declaro pelo presente que
eomprei livre e des- mbraf.do de qualqner onos,
a Damio Lima & C, *u etabeleci_ntO sito
ra Bario da Victoria n. 1b, e s tguem ee
jalear C1m direito a mesmo, tara sais reclsma-
toes no praao de tres dias, a oontar desta data.
Kecife, 13 de Abril de 1 888.
Bernardina Fureira de Azevodo.
A o commercio
Eu. abaixo assignado, obrigado adcixar o c m-
mereio para tratar de uiinba aande, resolv vender
meu t'stibslecimmto, cemo ab:iixo se v;ouro-
lim, peco a ttd s 03 Madores apresenUm suas
contaa pira serem pagas, pois quedo qn-dquer
forma realiearei a venda. Kecife, 2 de Abril de
1888.
Luiz Hermchndo.
V frlegsm fragmei '
FRANGiPANNI
0;:oponax o Psldiwn
Oarlsslm* ? Qeradia
J^ Fendt-te em todas ~ .
' \4* tu I^rfumarUit o '
_?> tDrogarim o*''
_t2_dSe_^. '
"UBI
B 1 ^ _. Q
1 II -|S
> o O.C a
=: o d e c

0ITENT4
80-Ilua Duque de Caxias-80
Cretonea claros, fuzenda de 360 rs., a 240 ra. o
covado.
Alpacas de una t cor, a 240 rs. o dito.
Seda do Ja pilo, a 280 rs o dito.
Liziiiha; escoces*, a 240 re. o dito.
Briol pardj para roupa do menino, a 30 ra. o
dito.
Cambr. ia de saipicos brancoa e do core;1, >
a peca.
Camisas brancas finas, a 34000.
Chales de casecnira escoceses, a 2J000.
ToalhB fe'pudas d* 7 por 5/000.
Bramante superior para lencoes, de 10 palmos
de largura, a 1/500 a vara.
Lencos escoceses, a 2/500 a dosia.
Biquiasimoa cortinad- s de crochet. >6
Diti s fie cambraia bordados.
Madapolao americano soperr. erm 20 varas,
por 7/500 a peca, faz-nda de 9/OiK).
Lima 1 outlno A .: .
XAROPEoeCARACOES
BE MURE
Ha mais di cincuenta anno 171/8 pratico a medicina,
e jamis encontrei remedio mais eWcaz que o caracol
confr aj irritacSea do peito.
D" i.HRESTIFS, t luttllier.
Esto Xarope. de sabor excellcntc. de urna
poderosa eftlcacia contra as MrritiifSea da
Garganta c do Peito, Fliures, Toase.
rebelde, Catarrho Agudo ou Chrnico.
P'wmacia MURE, PoDtSaint-Esprit (Franja)
A. Qazagne, Gen.ro e BasmMfc
Em Pemambuco : FRAN" M. da SILVA O
Ama
\
Precisa se de orna ama para lavar e engoramar
tasando m cnainbar, que durma em t-a.H ; na ra Duque ae
Caxias n. 14, sobrad >, bh oir.__________________
Ama
Precisase de urna ama para cuidar de urna
criauc* e engommr para uui pesaoa 5 na ra
Duque de Caxiaa n. 54, 3 andar. _________
Ama
Precisase de urna ama que enavmme e cosite
c ui perfeicSo, para easa de duaB pessoas 5 na roa
Marqmz do H'-rval n. 10______________
Ama
Na roa de Santa Tbereaa n. 20, precisa-so de
urna ama pura ajudar o servico ai non casa de
punca familia, sujeitando-se a dormir em casa.
Ama
Preciaa-Be de nma o >a c-aiuhoira. paga-se bem:
na ra Du ;uo de Caxias 11. 44, luja de fazendas.
Ama
Precisa-so de urna ama pura eosinbar, para casa
de duas passoas ; a tratar na ra Formosa nume-
ro 37. _________.
Ama
Offerece se u:na ama para lavar e en-
gnmraar parac.s.i do familia ou mesmo de
solteiro : quem precisar dirija so ra da
Roda n. 11; na venda se dir quem .
Ama
Precisa so deuma ama para comprar e eo-
sinbar para casa de familia, na ra Duque
de Caxis n. 14, sobrado.
Para coainhar, qu compre e durma, precisa-se
de nma ama para cata de p.nca familia ; na ra
Pnmeiro de Marco n. 17, 2* andar.
Amas
Precisa-se de duas su:!, sendo nma boa eoai-
nheira e a ontra boa engommadeira, para servico
e assistencia interna, que e ti jam matriculadas :
a tratar na ra da Aurcra d. 67, 1- andar.
Aiua moca
Precisa-se de urna ; a tratar no Becco do Rosa-
rio n. 8, 1" andar.
Ana e criado
Precisa-se de urna ama que s ja boa cosinbeira
e de nm criado de 12 16 anuos : a tratar na toja
n. 10 da roa do Crespo.________________________
Ama para eugommar
Precisa-Be de urna que bem desempe-
nhe este roystar, tendo caderneta, no 3.*
andar n. 42 da ra Duque de Casias por
cima da typograpbia do Diario.

Caipsi
nma casa na Capnnga com 4 a 5 qoartos e quin-
tal, at a quantia do 3:000/ : a tratar na rna
Nova n. 15, I ja de chapeo de sol
Hippodromo doUamp
(jraudc
Todos os senhoreB snbacriptores do HIPPO-
DROMO DO CAMPO QRANDE sa > convidados
para urna reunio que ter lugar a 7 horas aa
noite do dia 19 do correte, no sali da estacc
dos tnlhos urbanos de Olinda, na ra da Aurora
(entrada pela ra da Uniao), afim ie tratar se da
approvacio dos respectivos eslatutis e do pl-.no
m seguir-se na obra. Recife, 7 de Abril de 1858.
Jos Diu z Barreto
CHado
Preciaa-se de um copeiio ; na ua da Aurora
numero 31.
Procurador
Urna peesoa competentemente habilitada, ofte-
rece-se para procurador de alngoeis de ea3a ; a
tratar na ra Velba n 36.
REMEDIOS
LEROY
Populares em FRANCA, na AMRICA,
HCSPiNHA.noBRAZIL,
onde alo autorisadoa pela Junta de Higiene
Medioac& Depurativa e Re-
constituate dando toda a facilidade
para se tratar s. por preco barato, 0
se curar em pouco lempo.
Essa mcdlcacao expulsa rpidamente
os humores, bilis, humores viscosos vi-
ciados que occasionam econservam as
molestias; purifica p sangue e impedo
aa recahldas.
bruteantes Le Royi
:n lquidos iS
* GRAOS, dosados segundo aldade. con-
vpm oaycclalmoiitc lias Molestia*
Cbrnloaa.
Alaga-se barato
Rus do Bom Jess n, 47, 1 andar
Ra do Corredor do Bispo n. 78.
Roa de S Jos n. 74.
Rna do Visconde de Itaparica n. 43 2. andar,
ttua Viscoude de Itapnrica n. 43, armazem.
Ra do Bom Jess o. 47, 2. andar,
rratfc-ie na ra do Commercio n. 5, 1* andar
escriptorio de Silva QuimarSes & C.
Alug
a-se
O 1- andar de n. 27 roa Vidal de Segreiros.
O 2a n. 66 e o 1' de n. 18 rna de Marcilio Dias.
O terreo n. 27 e o 3- de n 3 roa da Penha.
O terreo, 1* e 2' de n. 34 rna estreita do
Rocano.
A casa S'l travessa da Hora,
dem 28 rna de Nones Maehado, no Espinheiro,
um bons commodos.
A tratar na rna do Hospicio, numero 33.
Alugu-se
as seguintes casas : a da ra do Lima n. 30,
grande casa, com agua, gai e apparelho, e a da
mesiiia ra n. 22 ; a tratar, na lytographta de J.
. Puryf li. roa Mrquez da Oliuda n. 8.
Reloj oaria
A antiga e bem rcreditada officina de relejoeiro
sita ra 1 de Marco n. 4, acaba de ser trans-
ferida para a
rna Larga do Rosario n. 42
O sen propnetario tendo nm completo e mnito
bom b rtimentj de aviamt ntos tendentes sus
arte e cem nma longa pratica da mesma, ofFerece-
se ao publico em geral para encarregar se de to-
dcs os concert.s de rtlogios, caixas de msica,
etc.
Espera contiouar a merecer a confianza de seus
fregantes, e *6aegura-iho que ser stmpre soli-
cito no enmprimento de suas ordens.
42-
O--42
Gustavo Woiliehard.
Extraoto concentrado dos Reme-
dios lquidos podendo subetituil-os. i
para as pessoas que tlverem repu-
gnancia jara os purgantes lquidos.
83o infalliveis contra : A.itlima,
tktturrho, Gota, Hite lunatismo,
rumoren, Ulceras, Perita do
aItpetti-.l'rhrex, Conffestes. .V
lestia do Figaitu, Impigens,*
leriiicllii.lrs, tlenopaitsu, etc. "
qualqa-T prolucto que nao tiver o ex,Aere$o da f
Ph'i'COTTIN, gar do Or. Le Roj
Ra do Seine, 51. PARS j
JJEF03ITO SU TODAS AS PflAJtMACIA8
IHITTTTTTITITTITIT^
stoienie de, carrapato
HSpiSoanV.ffiente dCCa"8pat0i MIB*
Soccorro avcllia
g A moradora do becco do Bernardo n. 51, anda
ie fax fembrar s almas caridosas, que nao se ea-
qMcam a prct< cfo que sempre Ibe dispensa-
am.
DOENCASdo ESTOMAGO
CiaKJTOBS OIFFIOKIS
Dy$ppsias, Gastralgias, Anemia,
Perda de Appete, Vmitos, Diarrhea,
Debilidade das Crianzas
CURA SKQl.RA B BAPIDA PBXO
ELIXIRGREZ
TNICO-DIGESTIVO
com Quina, Coca t Pepsina
Adoptado em todos os Hospitaes
MEOALHAS AS EXPOSIQOES
^AAIS. r. La Briyre.34, t en ts as PharaaciM.
O Vigor
do
Cabello
do
Dr. Ayer.
Preparado Sob
Bases Scien tifie as
E Physiologicas,
para o
Toucador.
Vigor do Cabello
Do Dr. Ayer.
Devolve, coro obrilho e frescura da tafebale, ^o
cabello grtaallio ou branco uns rica cor natu-
ral, castanho ou preto, como se deseja. Pelo seo
uso, ao casco claro ou roxo pode dar-se ama c8r
escura, e grossura ao cabello fino, emqoanto que
Irequenlemente cura a calvicie, porem nem sempre.
Impede a queda enfermo a crescer rigorosamente. Reprime o pro-
gresso e cura a tinha e caspa, curando quasi todas as
doencas peculiares do pericraneo. Como Cosmti-
co para aformosear o cabello das Senlior:i- o
Vigor no tem riral; nao conten azeite on tinta al-
guna, torna o cabello nava, brilbante e sedoso na
apparencia, o coinmunioa-iao uiu perfume delicado,
sgradwel e pt-rmanei-te.
PRBI'ABADO PBLO
DR. J. C. AYER a CA.,
Lowell, Mass., E. U. A.
A' venda lias principaes poarmacias a 4rogriaa
falsificacOesi
0
PAR
C l-ENtpO O TOUCADOR
E O BAWHO
Prlmetra* letira*. portngnei. frnn
cea e ariibmelica
Na Capong-, roa da Ventura n. 11, ensina se
per mdico preco as materias cima menciona-
das.
.Cosinbeira
Precisa-se de urna cosinheirn ; na ra do Hos-
picio n. 3. ______________^^^^^__
Criado
Precisa se de um rapasinho de 12 14
anrjos para criado, dando fiador sua cen
du.ta; no 3. andar do predio n 42 da
ra Duque de Caxias ; pr cima da typo-
ei.aphia do Diario. _^__^_____________
Multa allr-iico
Na roa Seto de Setembro, antigo becco dos
Ferreiros n. 6, faa-se plisaos e recortase bjrda-
doa. _______________________
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D,
tnna I.uizn Ferrelra de a
bal lia -a
Os alferes Francisco de Assis Ferreira Maga-
IbSes e Sergio Evergisto Ferreira Maealhes con-
vidam a todos seos prenles e amigos para assis-
tir.'tn as miaeaa que mandara rasar na igrej i de 8.
Jo* de Riba-diar, buje s 8 bjras da machi, 6.0
anoiversario do falleeimento de sua sempre chora-
da mai.pelo qu..' desde j antecipam snas sinceras
gratido-s:_______________________________________
t
anoel lala de Franca Calda
Francellina Maria de Franca (jaldas, Ann:> Joa-
quina da Bocha, JoSo Loiz de Franca Caldas,
SebastiSo Luis de Franca Caldas, Maooel do Car-
mo Rodrigues Eatevca, Francisca Maria do Carmo
Rodrigues Esti-ves, Oaldino Rodrignts Esteves.
Jos Rodrigues Esleves, Boaventura Rodrigues
Esteves, Lupicinio A. Rodrigues Esteves, Antonia
Maria do Carmo, Maria Francisca de Agoiar,
Isabel Florentina Gomes e Ignacia Maria de Cal-
das BrandSo, tridos p la sentida mor te de seo
sempre lembrado esposo, flho, irmao, genro e cu
nhado Manoel Lua de F.ianca Caldas^ tallecido no
povoado do Altinho no dia 12 do andante, envi-
dara a todos os parantes e amigos para assistire-n
as missas que pelo eterno descanso d alma do fi'
nado sera > celebradas naa matrices de S. Frei Pe-
dro Ooncalves, Saato Antonio, Boa-Vista eS.
Jos, todas nesta cidade ; e oas matrices de Afo-
lados, Eacada e 8. Jos da Boa Esperanca, s b
horas da manb de qoarta-feira, 18 do corrente,
stimo dia de seo passamento.
o.
a 3
AcraDteNbriiIade Americana
Retratos pintados a oleo
Por 2o#ooo
Com ricas molduras donradas em alto relevo, o que
ha de mais lindo para presentes ou salas de vi-
sita. m
_M _;xposic\o
-\a lo ja das listras unes a rna
un que de Caxias n. 61
Recebem-so eueommeodas at o dia 14.
Jos Ang.slo Di. s
____________AGENTE GERAL_____________
Ao publico
0 abaixo assignado, arrematante das dividas
pertencentes massa fallida de Joaqnim Ferrc'ra
(..'ampos & C, declara que fica ei m tffeito a pro-
coracao que havia passado oo dito Joaquim Fer-
n ira Campos para cobranca daa mencionadas di-
vidas. Recife, 12 de Abril de 1888.
David da Silva Maia.
f
loaqulin _io* Horeira
Isabel de 84 Moreira, seus filbos e familia, Ca-
rolina Augusta Moreira e sua familia, agradecem
do intimo d'alma a todas as pesaoss e s diversas
irmandades que se dignaram acompsnhar ao ce-
mi terio publico os reatos mortaes de seu nditiso
marido, pai e filho Joaquim Jos Moreira, e como
ultimo servico de curidsde. pede-ibes sua assis-
tencia s missas que mundani retar por sna alma
na Ordem Terceira de S. FrancBCo,sezta-feira 20
do corrente, s 8 horas da manha, stimo dia de
seu falleeimento, pelo qoe protest. m sna eterna
gratdSo.
t
Ao publico
O abaixo assigoado, tendo aceitado urna lettra,
trinta e seis meses de vista, da quantia de
4:00000, e tendo esta lettra se ve. cido no dia
10 do correolt mtz, e nao se apreseotando a pes-
aoa em poder de quem se scha a referida lettra,
para rect-ber sua importancia, pede a quem a nob-
snir, o obsrqoio de apreseotai-a no escriptorio da
roa 1' de Mare) n. 17, ao Dr. Laurino de Moraes
Pinheiro para sr paga, ou ao abaixo assignado.
no engeuho Capibat ibe, protestando nao pagar ju
ros desde o.seu vencimento. Aproveita o abaixo
assignads a pecasio para d lar..r que nenhum i
ontra lettra de seu aceite existe na circulacao,nem
vencida nem por vencer. Eugenho Capibaribe, II
de Abril de 1888
Antonio Tavares Grois de Araujo.
Para acabar
cores a 1*. 1*500, 1*800
cort p queno toque de
Tclephoiie
Bicos branecs e de
e 3*000.
Madapolao americano,
mofo de 10* a 5*000.
Alg dao T, (americano) de 7* >v 5*000.
Bramante para lenv s com i lrguras de l*20i
a S00 rs. o metro.
Lidos cortes de gorgurio de seda com enfeites
de velludo de 150j000 a 60*000.
Modernos cortes da gorgoro de seda para col-
lete,com pequeo toque de m'.'fo de 10i a 4*.00,
qua maravilha !
Sedas com listrasaseetisadaf, lidas padroes, de
1*200 a 800 ria ..o covado.
Etamines, brancas c prctas de linho, fasenda de
1*200 a 3-0 e 400 ris.
Fichs de malhs, delicado tccido de 3* e 4* a
1* e 1*500.
Tuaile da Vecbv, de 820 a 16>, grande pechin-
cha !
Cretones, lindissimos psdroes de 360 e 400 a
200 res o covado.
Completo sortimento de legues de f ntazia a
1*500, 2*000 e 2*500
Lindos cortes de cambraia bordada, branca c
de tres a 5*000.
E iruitos outros rticos que se vende por precos
sem competencia e que admiram.
Previne-se que liest : artigos nao se d amos-
tras.
Ron Duqae de Caxias o. SO
I.oj das Estrellas
Telephone n. 210
So armai;ui n. 49 da roa do Bom
Jesos
vrnde-se caieiras austrincas (junco) mnis barato
do que em outra qualqoer p .rte. V.- para crer.
Nanea penieroamoda
ELEGANTES vestidos brancos bordados em
fina cambraia iraospxreute, pura senhoras, ven-
dem Pedro Antnnes C, preco de 22* 30*.
BONITAS uirnicoes transparentes b.rdadas
10* duas pecas.
INTEBESSANTES vestuanca a marujo, de c
res diversas, para cri'incas de um anno 5, prece
8* 14*.
Novo sortimento de rendas de seda preta e de
cores e tambem de linho
Grande viriedade em bicos de linho e tambem
de seda, diversas torea e larguras, receberam :
Peora Aniones di C.
63Ra Duque de Caxias n.63
Nova Esperanca
Bom negocio
Vende se nm bom engenbo d'agua, situado na
ire'goezia da Luz, ha tres legoas da cidade do
Becife, e entre as estates de S. Lourenco e Ja-
bo.ito, distando da primeira urna legua e da se-
gunda legna e meia ; copeiro, tem roda nova e
de ferro, moenda muito boa, paiol de cobre, bem
como os vasos do assentamento ; formas de ferro,
distilsco, estufa, casa de bagaes, grande casa de
vivenda, com um alpeodre siborisada. capella,
eenzallas, estribara, casa de tarinha om seu&
pertences, etc. O engpnbo grande e tem bas
matas e corregos glandes e largas. Vende-se
tambem a safr 20,000 cafeeiros, 10,000 banane-
ras e muita ro$a : quem o pretender dirjase ao
Sr Sebastiao Manoel do Reg Barros, ra do
Imp- rador n. 81, 1- andar, que ter melhores ia*
formajes.
Vicente Costa A C, eo f.brica de genebraa,
licores, xrr:pe8, vinbon e viuagres 6 ra da Ma-
dre de Dtus n. 6, partiipain ros seus numerosos
fregruiei c amigos, que o seu t lephoM nume-
ro 510.
OJDA"
Vende se urna casa de t .ipa coberta de
telha, com 2 salas, 3 quartos, oozinha fo-
ra, e quintal que d psra o mar ; offere-
cen-'o i c-ntagem to sahir logo de casa
para o bstkho; no lugi>r Milngre : qaem
pretender (irija-se ao etoripUro do Dia-
rio, quo so dir quem vende.
Venda de sitio
Vend"-- '.i;a se por predb nea*. cidad:
om bom lirio t;;a b>aeasa, muitas fructeiras,
excellente banbo do rio, boa agua do cacimba,
exteosSo de terreno para buixa de capim, todc
murad ona frente, Com purtav e gradeamento, com
camiobo de ferro e esta cito junto ao dito sitio, no
Porto da Madeira, conhecido pelo sitio de Joo
Selleiro, juuto ao Dr Ernesto de Aquino Fonse-
ca ; quem pretender dirija-se pr-.ca da Inde-
pendencia n- 40, di s 11 horas s 4 da tarde.
arroba
Vende-se urna carmea qu -si nnva para cavallo :
no sitio da capella, n i Cbor* _tiqqb.
vendc-se
a luja de miudecas ra Nova n. 16. Este esta
beleeimento t rna-sc recomincndavel por tar pou-
cas mercudorias eest collocado em urna das me-
ibsres ras para este nrgocio ; a tratar na mes-
ma 1- ja.
Vende-se barato
buperi'.r mant'iga inglese, em lata do urna libra,
a 1*000, assim tambem garrafas para apanhai*
moscas a 1*500 ; na ra da Impt-ratriz n.-2, mer-
cearia, cantj da ra da Aursra.
Mvrament & C.
v-.'iidam cimento port'and, marca Robins, de 3
ualidade ; no ca?s do Apollo n. 45.
Cavallo
Vende-se um bom cavallo de sella, andador de
baixo a eaquipar, sem achaque, cov j e barato ; a
tratar na ra BarSo da Victoria n. !.".
i Florida
e vende
" Corcpra-se e paga-se'maia do que em outra qual-
quer parte, prar-a do Conde d'Eu n. 18.
Oliveira Campos e C.
Boa do Crespo o. SI
Receberam pelo ultimo vapor sortimento com-
pleto de capas de caaemira, merino, gorgurSc e
eda, para seohora, o que ha de mais novo, & pre-
co raaoavel; r.oeb rain mais seda preta e gorgu-
io, e veodem por pieoo baratiasimo.
Julio Porto Carrelro
Josepba A. Porto Carreiro e seus filbos mandaos
rezar ama mssa, na matriz da Ba-Vista, s 8
horas da manb, do dia 19 do corrente, l" anni-
versario do passamento do sen lembrado filho e ir-
ma Julio Porto Carrelro.
Para assistirem a este acto sao convidados os
sena purentrs e emiers.
Professora
Urna aenhora competentemente habilitada, pro-
pe-se a leccionar em collegios e asas particula-
res as seguint' 6 materias: portoguez, franes, e
msica e piano: ti atar na ra do Marques do
Herval n. 10.
c?^
4^^
^
0^4?
*/
Br. Pedro Antonio Falcao
Krnudau
Maria Augusta Bastos BrandSo e Marianna Au-
gu's a Pires Braud2o, cunbtdi e sobrinba do Dr.
Pedro Bran gos para assistirem as missas que por sua alma
mandsm celebrar na ieroja da Soledade, as 8 ho-
ras da mauha do dia 19 do corrente, trigsimo do
sen r asenmeiito.
D. gnea Florentina de Albu
qoeique Barros
Joao Florentino d>' Goea Cavalcsnte e sena fi -
Ihos, agradecem di intimo d'alma a todas as pi-
so! qu- Ibes prestaran] o caridoso obsequio de
acompxnhar tstnc&o de Caruarn a da cidade
da Victoria ao cemiterio publico os restos mortaes
de sua mnito presada esposa e mi, D. Ignez
Florentina de Albr.qerqu'c Barros; o a todos os
seas h igis e parantes ainaapedem que ass.stam
as m'ssas que p.r sua alm.i rundam rezar terca-
ft ira, 17 do corrate, pelas 8 'oras du manbi, na
ierrja do onntenta iIp 8 Francisco do Reeif.'.
Eduardo de Barros Hattos
2 ->N1TEKSABI0
Mara Monteiro de Mallos e seu filho convidam
aos seus parentes e amigos para assistirem a mise
que mandara rezsr quarta feira, 18 do corrente, s
8 horas, na matriz de Santo Antonio, por alma do
seu sempre lembrado esposo.
Chegou a primeira remessa do precioso farellc
de caroco de algodo, o mais barato de todos os
alimentos para animis de raca eavallar, vaceura
suino, etc. O caroco de algodo depuia de ex-
trahida a casca e todo o oleo, o mais rico ali-
mento que se pode dar aos animaes para os forta-
lecer e engordar com admiravel rapidez.
Nos Estados-Unidos da America do Norte e na
Inglaterra elle empiegado (com o mais felis re-
sultado) de preferencia ao milbo e outros farell.t
que sao muito mais caro e nao sao de tanta sus-
tancia.
A tratar no Becife cotnFraga Bocha
CRIADO
Precisa se de um criado da idade de 12 14
aonoa ; na rna Mrquez de Olinda n. 32.
Pao Icnteo
Melle & Bise* avisam ao respeitavel publico
que todas as tercas e sextas teiras teero este sa-
boroso pao ; ra larga do Rosario n. 40.
Arrenda-sc
na secretaria da santa casa o_sobrado n. 24 i ra
do Imperador :
1' andar e soto 600*000
Loja 400*000
N. 93:300
Manoel Carpinteiro y Souza tem urna carta na
padaria de Mello & Biset; roga-se o favor de pro.
coral-s.
Para cosinhar
Precisase de ama ama psra cosinhar,
sendo boa j no 3." andar do predio n. 42
da ra Duque de Casias, por cima do
Diaria de Pemambuco.
VENDAS
Vende-se a casa de pedra e cal sob n. 9, no
lagar Campo legre, erm p irta e janella de fren-
te, duas salas, tres quartos, cesinha interna, ca-
cimba de pedra e cal com boa agua, com terreno
de 141 palmos de frente sobre 300 de fundo, com
diversas fructeiras ; a tratar na rna do Imperador
n. 30, loja.______________________________________
Bichas de Hamborgo
Vende-se em pequeas e grandes porcoes ; na
rna da Madre de Deus n. 36-A,
R-'cebeu os seguinte- artigos
por precos sem competencia.
Flisss brancos a 400 rs o metro.
dem brancos com duas ordens e froco
do seda c6r de rosa, szul e encarnado a
600 rs. o metro.
dem cem oontas e bordados a matiz a
800 rs. e 10200 o metro.
Contas lapidadas pretas e de cores.
Vidrilhos pretos e de diversas cSres.
MiasaDgas de diversas cores.
Collarinbos modernos imitando linho a
5^000 a duzis.
Pulseiras americanas a -j000 o par.
Grande sortimento em broches, da 500
rs. 10000, 10500, 20, 30 e 40000 um.
Oollarisbos e.punhos de borracha.
Punhos de linho, para homeus, a 80000
a duzis.
Fechs eom mesclados de seda a 20500.
dem maiores, sem mesclados, a 20500.
Grande sortimento decbromos a 200 rs.
a placa.
Bicos brancose de cores de 2, 3 e 4
dedos de largura a 20, 20500, 30, 30500
e 40000 a pesa.
Idena cor de creme a 30000 a pega*
Porta embruihos americanos.
Iuvisiveis dcurados e prateados.
Lindos leques transparentes a 20, 20500,
3, 40, 50 e 60000.
dem de setim bordados a seda, de di
versas cores, a 4, 50 e 8f000.
Lavas de seda de lindas cores a 20,
20500 e 30000 o par.
Enchovaes para baptisados a 80, 100,
120 ,at 160000.
Lidas capellas para noivas.
Suspensorios americanos a 20500.
Oleo Florea.
Bicos de algodo de ama s cor e ma-
tisados a 30 e 40500 a per;a.
dem de linho, de cures matisadas, a
20, 20500 e 30000 a pega.
Lindas luvas de seda para meninas a
20000 o par, de diversas cores.
dem com palmas de missangas e com
palmas de cela, para senhoras, a 20500,
30 e 30500 o par.
GaliOes e bicos de vidrilhos, gosto mo-
derno.
Lindas rosas de vidrilho preto para en-
feitar csanos e capas.
Contas lapidadas para enfeitar vestidos,
cores bronzeadas, granadas, prataadas e
douradas.
Fivellas de mola, americanas, para cai-
gas e colletes.
Cortinados brancos, de crochet, eom
4 jardas de comprimento a 150 e 160000.
Timaosinhos para criancas, de t'uatao e
cambrabai, bordados a 3000.
Extractos, o que pode baver de melhor
como sejam : Guerlin, Bnuquet de Exposi-
cao, Pt-re Vienne, Exora e Nixiz do Japlo,
Briza do Rio da Prata, Corilopses do Ja-
pon, Dida, etc.
Agua Florida, idem de colonia, idem
celeste, idem do Japo, idem Kananga do
JapSo.
RUa DUQUE DE CAXIAS N. 103
Barbosa & Santos
Erig-enlio
Vmde-se ou arrenda-ae o eng^nho Mnguabype
de Cima, da fregnezia de Muribeca ; a tratar em
JaboatSo com 9 Dr. Spbrouio Portel la.
Duas boas easas d taipa
venda
A' margeos da estrada do Caxang, pouco
pass >a da estncao do Cordeiro, com boa cacimba,
rendendo menoalmcntc OOOO, servindo urna de
tavrrna e mnito afregaexarla ; a tratar na taver-
na jun'o n. 112
Engenlio
Vende-3e ou >-rreuia-se um c-ngenho na fregne-
zia da Varzea, moeute e corrente, e movido a va-
por, com forca para safrejar at 1,200 piles ; a
tratar om Carlos Rabello & C, ra do Vigario
n. 31, 1- andar.
Vios da Garrafeira
Finos
Car vellos.
Madeira.
Moscatel.
Uva Bastarda e de Passas.
PARA MESA
Genuino do Lavradio a 500 rs. a garrafa.
Na mercearia de Mainel Corris & C.
Praca do Conde il'Kn n. 15
CONSTIPACOES, BRONCHITES
IrritacSo do Peito e da Garganta
Contra essas atTeicoes, a pasta peitobal e O
XAROPE de NAF de DELANGHENIEH, de PA.TIS.
possiiem urna eficacia infalllvel veriilcada pelos
Membros da Academia de Medicina do Franca. .Nao
contendo opio nem to pouco saes de opio taes
como Uorphina ou Codena, esses productos mt-
nlstro-se com opUmo xito e seguranca iM
Criancas sotTrendO de Toase ou Coqueluche,
Deposito! naa Pharmaclai do Mundo inteiro.____
Rojal Biend marca VIADO
Este excellente Whisky Escocez pre-
ferivel ao cognac ou agurdente de canna,
para fortificar o corpo-
Vende-se a retalho nos melhores arma-
zens de molhados.
Pede Hoya I Biend marca liado,
cajo Dome e emblema sao registrados para
todo Brasil.
BROWNS 4 C, agentes.
_____i .. -----------------
Ponte d'Uchoa
Vende se o sitio n. 16 pertencente a
Luiz Mcraes Gomes Ferreira ; tratar no
mesmo.
Vende-se
L'm terreno na roa da Regeneracao, em Agua-
Fra, medindo 400 palmos do frente e 470 de fon-
dos ; tratar aa rna estreita do Rosario n. 26,
pavimento temo.
ESPECIALIDADE
lEIRSCH des VOSGESj
i/-je a marca Lon PERNBT
Cata jrrala * deposito a_uaA._.;
LonPEBNET. em Aillerillera (Tranca)
Pemambuco i Charles PLUTM C*
Em Timbaba
Vende-se ou troca se urna casa de neg icio, bas-
tante afre est livre e desenrbaracada, propria pira prin-
cipiante : a tratar na ra Vidal de Negreros nu-
mero 2, com J, A.


\

M-_H________________I
ILVEl



?
.-
mM Hit si
SHfDLGKO UIlVBKSAL
A resumido do cabello e a morie PELO
CCjL\J
AECHI-EXTRACTO
7 ^ffpS^SSfSis A -- -
Subcutneo, da extraordinaria eficacia para a conservav* '
o me.mo tecido tonifieadonovos i;S^^^S a conservo
bulbo cap'lbr, tal a sua effieacia *fio" '^ 0e,Ular'
A LALV Itlfti
A calvicie, pois, pode aar de boje em diante o luxo doa excntricos, que quei-
ram chamar'sobr si a attengao publica e tornaren,-, os notaws do seu teropo, mas
TJoum .al remedio, de que se posaa alguera que.xar cora razao. Os cal
os poden, final triurophar de todas as mtngas da raoadade. e perder inicuamente
o receio de descobrirem se.
A CASPA
Coro a spplicocEo do Archl Extraco, a caspa, ease mal que tauto morti-
fica e concorre aireamente par a qoeta do cabello, desapparecer em pouco diaa,
para nao msis votar. .
O bollo sexo oh I esse ten agora o o>eio racal de obter com abundancia o mois
gracioso dos seus ornamentos-uro basta e loDga cabelleirapropria !
A facredilariedade e' l exacta como a mathematica!
O moco que ostenta urna tarta e opulenta cabelleira, cojos anneis, insultam
cruelmente a invej?. dos faltos de cabello, nllo estar isento do raesrao mal, se deseende
de pai calvo: qu stUo de teovpo ; ser brevemente ura crilva tambera, ver es-a tSo
Jinda cabelleira ir desappareeendo lentaraeota, deixando ver o principio da calva no
sito da eabega 'u na grandes enseadas dos cantos. E o que Lzer ? Usar em^tempo
do Arehi Extrae*, porque elle o nico prpservativ o da calvicie 1
O modo Je usar acoupanlu. o frasco
A'yeara na lyraria Fnncni, ni Primero Je Marco d. 9
YERNAMIHXO
PRECO DE CADAFRASJO
2,5000
k tKO HA R^IPUGWA^ciii
.|^ PAJU tOMWH O **

COJ A.**
JllHifrr L. FOI8SON coiu Cheeolato
Estes Pastilhas, de sabor agradavel, esto rigorosamente dosadas.
Cada Pa$tha contem 25 centigratnmas de Sal (urna colherada).
Dep&sito eral: L. POISSBI. PL*\ 25, Aveaue de Coarevoie, ei Asires, perto de Pars.
mm gj em todas as mams w>wmm
GALERA DUCASBL
PHOTOGRAPHIA E PINTUIU
1. premias e medalha de euro na Expo-
sipo de Beriim de 1886.
Medalha de prata, Exposi^ao Univer-
sal de Anvers, 1885.
1. premio, Exposipo Artstica Indus-
trial, Rio de Janeiro, 1882.
Diploma de Progresso e Mrito em di-
versas exposipoes.
Photographias artsticas em todos os
gneros, o melW que se pode produzir, re-
tratos a oleo, prepos razoaveis.
Grande collec do sortimento de passepar-touts.
85-RM AOIIH
*XJXttJ.tl
EPILEPSIA
HYSTERIA
MOLESTIAS Laroyenne
NERVOSAS
Cota qn*J s*m?tr;
SOLUOlORTilERTOS
eposrt rio ein Psrtamburo .
rmu EM MflD
nm, 7, Bu!btart Dandi, 7, MRS
fHARMACU DU11L
W M. 4 T.VA V .
isibsti nmm
COGNAC BRAZILEIRO
DE
A. M. VERAS & C.
PERNAMBCO
Esta exocellente bebida preparada com todas as regras da sciencia, de sabor
ejaroma iguaes aos do cogoao estraogeiro. O Cognac Brazilelro tem feito
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Atoalbad&B bordados, a 10200, o metro.
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A MAL l'INA equivale a 30 vezes o seu proprio peso em diastaso e da 3
6 vezes em poder, diastosico a qualquer outro preparado desto genero.
A MALTINA tem merecido 6 medalhas de ouro em diversas exposigooa e
tem urna sceitagao enorme na Europa e nos Estados Uoidos tanto que foi preciso en-
corporar ama companhia com grandes capitaes para s -tisfazer o consamo sempre
cresceete.
Cbama-se a attengSo dos distinctos medisos desta cidade para os impoitantes
preparados da MALTINE Manufacturing Compaoy. Todos os productos medicamen-
tosos sao mais fcilmente assimilados em combinag3o cura a Maltina, ainda mais slo
evados a torrente circulatoria e proraptaineota^ sao ..bsorvidos produzindo effeitos
m mediatos.
Lista dos preparados
MALTINA pura.
MALTINA pepsina e pancretica.
MALTINA phoaphato de forro quinina e strvchnina.
Oleo de figado de bacalbo com leit- peptonisado.
Oleo de figado de b ealho com leito peptonisado combinado com bypophospbi
ta de soda.
Extracto de carne peptonisado.
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O leite coudo neste preparado est digerido previamente pela pancreatina.
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58 Boa do Imperador 38
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O8TEO6BSB0 fira ImiTtlTlBiiU a OMCifao ai CriUfas, costra Rachitlsao i HaluUi dM tan.
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CAMBRAIAS brancas, bordeas, a 55<>00 e 5i$500, a peca.
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SETINETA japontJK, fazenda nova, a 240 rs., o rovaao.
ZbJPHYRES de quadro, padrSes novos, a 200 e 240 rs., o corado.
LANS com mselas de seda, a 600 rs. o cova 'o.
NANSUK muito tinas, padr3<-s novos, a 280 rs. o covado.
PERCALES miudinbas, padrSes novos, a 240 rs., o 'Dvado.
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ESGUIAO pardo para vestido, a 360 e 400 rs., o covado.
FICHUS dn malha, imitaco de seda, a 24500, um.
SARGELIM de todas as cSres, a 24' rs o covado.
BICOS de c6res, matisados, a 20000, 26200 e 20500 a peja.
LENCOS brancos para crianga, a 10200, a duzia.
LENCOS do linho de cores, 20400, a duzia.
COLCHAS de corea adamascadas, a 30500, urna.
MADAPOLO americano com 24 jardas, o 60500, a peja.
CORTINADOS bordados, a 60500 e 80000, o par.
TOALHAS felpudas, a 30500, 40500 e 50000, a duaia.
ESPARTILHOS conrea, muit-. finos, a 50000, 60000 o 80000, o um.
LENQES do bramant.-, a 108OU, 2200 e 20500, uro.
CAMISAS nglezas de fianella, a 50000, urna.
BRAMANTE de algodao de quatro larguras, a 800 e 10000, o metro.
ATOALHADO bordados, a 10200, 1550) e 20000, o metro.
LEQUES transparentes, granito sortimento, a 20500, um.
SEROULAS de bramante, a 1501)00, 180< 00 a 890088, a duna.
LUVAS de seda, cora bot3js e arrendadas, a 20000, o par.
CHEV10TTES preto e azulado, a 30000 e 44500, o covado.
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GANGA adamascada para coberta, a 320 a 360 rs., o covado.
COLCHAS brancas de fuatao, a 36500, urna.
PANNO da Costa de listra, a 10000 quadro a 10200, o covado.
TOALHAS grandes felpudas para biaho, n 10500, urna.
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GUARNICAO de crochet, des-nhos noos, a 75000, urna,
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FICHUS de II, todas as cSres, a 10000 e 10500, um.
ZEPHYR fazenda muito larga, a 400 rs., o covado.
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Fara para bnlius de na*
COSTUME para homem a 80XO.
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NA 1.A 1." D MAR0 N. 20
DE
AMARAL&C .
UBIAN NUBIA N N U B I A N

(
NBIAN
N U B I A N
GRAXA LIQUIDA IMPHAVEL\
EUPREOA-SB SEM E8COVA8
O nui initlco LUSTRO d'esta grexa\
conserva-a^ durante urna, fiemaaa,
aeja quaJ fr o tempo.
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APPLICA^E SEU ESOOVA8 .
PASTA UNCTUOSA, em ca xas de lolha. de ondrea, tal cua\
entregue ao Bxercito Ingle*.
THC N4JBIAN MANuFff COMPI L.*, 8 di 9, HOttCr Ltt, LONOHU K. O.
Agente geraea em PERNAMBUCO :
Quimare* A Per man.
N V B I A N
juniiimic.
Ra 1* de Hirco n. (5.
Parti.ipam ao respeavel publico que, tendo augmentado seo
estabeleeimcnto de JOIAS com mais um- secSo, no pavimento terreo,
com especialidades em artigos de ELECTRO-PLATE, convidam as
Exmas. familias e seus numerosos fregueses para visitar seu estabele-
cimento, onde enoontrarSo uro rtyliasisM sortimento de loias de owv
praU, perolas. brilhantes e outrs p^dr-s preciosas, e relogios de oro,
prata o nikeL _
Os artigos que recebem dir^-umente por todos os vapor sao
e*ecutados pelos mais afamados especialistas e fabricantes da Europa o
Estados-Unidos.
A par das joias de subido vlor acharao urna grande vanedade
le objectos do ouro, prata e pl-o.tr.. pate, proprios para presente do
pasamentos, baptisados e anniversariHa.
Nem em relasSo ao pr^Qo, era qualidade, os objeotoo aoiin
menoionados, encontrarlo concurrencia n'esta praca.
un



MMM
hhm^^m
HHI
Diario de fen-am^ o--Terca-teira I? de Abril de 1^88
-
UTTERATIl
Intima
Eu sinto um na el que Htrnphiante,
Urnas como saudades de outra vid,
Onde p'ra aeopre eita ininh'alma fossa
Buscar da lucU a ultima guarida.
0 mundo me abarrer, eu tenbo t
De tudo 1 E s por ti que ''micha luz,
E'qu* anda vivo e qu suataolo a< s hombros
Do viver qu. eu o Mo, aD-gr cruz I
Gomo a une na que se eleva altiva
Qu-n I "' i ,a "> sl "" C
Vai recurvando a baste uanairo
E pouco" a pouco v-se enl
isa
.queoendo ;
Assim eu fui 1 Na quadra venturosa
Da juveutude, eu era entlo oreanga,
Corra a vi a em mares de esmeraldas,
Cu sernpre azul, mar plano de bonanga.
Mas foi pessando o lempo, o a quadraroset;
O mar da vida encapellou as vtgas,
E 0 barco do viyer sem leroo corre
A espedagar se par de sobre as fragas.
E pudo sinda, cheia de coragara,
Em meio ao mar-rlente das paixB.s,
Salvar, j quasi mort, esta minh alma
Vasi de sonhares o iludes.
Vivo aem vida O mundo ae afigur'a
Um vasto ceraiterio, sonde os restos
De tudo quo eu araei repousam fros,
Sombras esparses de meus dias mostos.
Tudo que amoi tombou para o paseado,
Amortalhei minhMm n'ura sudario,
Onde pBsei que attrahida e oceulta
Fosse a curoprir seu lgubre fadario !
Ella, porm, rasgou o manto glido
Que envolva, espanejou as asas
No largo u de azul, de nuvens brancas,
Onde a esperanza vivo d'entre aa gasas I
Forca ou destino ? Te amo o no entretanto
Jamara tu ou viras de minha boc:a
Este s^redo que em mioi m.-sraa oceulto,
Os devaneios de minli'alawi louca.
Talvez que o tempo f*cj o que nlo posso !
Talve* que tu, ao ver-ows^iupro triste
L'.-ias errrira em mitin i roste paluda
A causa desta dor qua era mira Resiste.
E anda ?ssiin talvez qu* o tau despreso
So lance sobro roim. Vers entlo
Picar dentro em meu peito, hirto, gelalo,
E morto este inau pobre corcao.
Abril -12 -
Laura da Fosseca.
O po;o e o peadnlo
Impa tortoran lengos bic turb* furores
Siugiiinis incoroi noa satiata, aluit,
'"Socpite quoc patria, tracto nuno funeris aatro,
liara ubi (ira fuit vita salusqae patent.
Quadra composta para as
portas de um marcado, que
ia ser cor struido no terreno
do Club dos Jacobinos, em
Paris.
(Coetinuaao)
Ess?s ngulos erara smplasuaento pro-
duaidoa poralgumasligeiras depressras com
ntervallos des iguaes. A forma geral da
prislo era um quadrado. O que eu suppu-
cera pedrn parecia-me ferro agora, ou qual-
qaer outro metal, em placas enormes, cujaB
suturas e juntas explieavara as depressSes.
Toda a superficie desta construegao metal-
lica estava coberta de emblemas monstruo-
aoa e replanos, extravagantemente pinta- da Inquisiglo -o
dos, medonhas phantmus gerada da su J50 er
perstclo sepulcbral dos mongas Figuraa de
demonios de aspecto ameagador, com for-
mas esquelticas, e outras iruagens anda
mais pavorosas, de um horror maia re*l, eso-
briam as paredes em toda a aua-axtenslo.
Observei que os contornos d&aaa moas
truosidades eramsuffioienterasntedstn.tos,
porem qu3 as coros estavam manchadas e
Jfsbotadas, como pcl) etf'ito de urna at-
mosphera hmida. Notei entlo que o s 'lo
era de pedra. No oentro escanoarava-so o
poco, de cuj. garganta eu esoapura; po-
rem a bavia um no calabougo.
Vi tud o isso indstiuctaracnte o nao aero
asforgo, porque a minha situaglo pliysica
tiuha soffrido singular mudanc* emquanto
eo dorma. Agora estava deitado de eos
tas, ao co nprido, sobre urna especia de
potro de pa), muito baixo. Urna longa fa
cha, 8tm4hante a un ciato, prenda me
ao potro, dando umitas voltas era torno do
meu tronco e dos meus membros, e apenas
leixendo-me jivres a cabeg e o braco es
querdo ; aia.a assim, s com grande o pe
ooso cstorevpoi cu tomar oaliminto que
estava junto a raim, no ehSo, em un pra-
to do barr>. Notei que haviam levado a
billi i. Cosa terror, dissa eu, porque tor-
turava-me u-na eie devoradoura. Fareceu-
me, augmcQtaalo a elo, poia que nao
passava o s-limento contido no prato de
um polajo dj carne barbaram^nta tempe'
rafa.
Ergui os olhos e examinei o tecto da
prisao. Ficava-me a triota ou quareuta ps
cima da cib-j; o pel cons'rucj'io, pa-
recia se muito com as faredea 1>'< n .
Prendeu-mo a atteocSo urna figura es-
culpida em urna d-:8 .Imofadas: represen-
tava o Templo, como de ordinaria repre-
sentado, terido, porem, em ves de urna
foi e, um objecto que mi parecen a ma
gem ce um enorme pndulo, como tem os
relogio8 antigos. Havia comtudo no aspecto
de8se pndulo alguraa couaa que f-^z com
qu eu o observaa8a com certa insistencia.
Como olhasse para elle, com os olhos vol
tados para cimaporqua ett^ra collocado
juotamente por cima do msu corpo, pare-
ueu me que se movia. Momentos depois
coroprcohendi que no me bavia engaa-
do. O bataneo daquelle peaiulo en curto
e n&tural jente mtiiio lento. Obaervci-o por
algum tempo, nao sem una certa descon-
fiaoca, e sobretudo com muito espanto.
Caneado por fim de acompanhar to mo
notono movimento, puz rao a olhar para
outros obj-*cto8 da prisSo.
Um leve ruido atirahio-me a attengao e,
olbaudo p-.ra o solo, vi algu:i3 ratos enor-
mes qua eorriam. Tinham aahido do poco
que estava minha direita. Os ratos vi-
nharo nos magotes, attrahiJos p'lo ch-iro
da carne. Quo esforcos n5o tivo do faz-r
para enxotal-os I
Meii hora depois, talvez inesmo urna
hora porque eu nSo podia de'.eroiuar pre-
csame te o tempo ergui de novo o olhar
para cima. O que entilo vi confundio-me e
espanteu-ro". O percurso do pndulo bavia
augmentado quasi urna j*rda;' a sua velo
ci iade cons-guintementa era tambem mui-
to raaior. M s o que prncipemente roe
pertarbau foi a i tea de que o pndulo vi-
sivelmente bavia desciio. Pude observar
euto -intil uc-r-secutar que com ter-
rorque a extremidade inferior era for-
mada por um creseente de rqo polido, ten-
do quasi um p de comprmento de ponta
a ponta ; e aa pontas ora u para cima, e o
guie inferior eatava viaivelraento nfiido
como u na navalha. Como urna navalha
tambera, ptr cia pesado e massQO, abrindo
o. a partir do fio, em urna toma larga e
solida. Estava preso a urna pesada verga
de cobre, e o todo sibila va baloucando-se
no espajo.
J nao podia duriiar da especie de tor-
tura que me tora reservada pelo atroz en
A minha dtscoberta do
poqo, imagem doinf-rno,
almenta como a Ultima
Thule de tolos os castigis! Oracas ao
mais fortuito dos acasos coos-guira evitar
easa horrivel pago, e sabia quo a arte de
t..zar do Bupplicio urna cilada o u;na sur
preza era un dos ramoa maia important a
de todo cate phaotastijo aysteraa de execu-
g5aa seoretas. Ora, tent falhalo a queia
no abyaqio, n5o entra va no plano demo-
niaco preaipitar-me nelle ; estava eu des-
ln, e desta vez aem alternativa possi-
v 1, i u o i UstruieS divarsa o mas sua-
ve. Maia suave Ci)>':;nei quasi a sorrir na
uiinha agona, pensando ni siogu'ir ap-
plieacSo que eu fasia dessp. palivra !
Como poderei narr.:r as lougis, longis
horas de borrar mais quo aortaes, dui m
l as quaes contti urna a urna as vibrantes
oscillajSes do pndulo ? Pollegada por pol
legada,linhi por linha,op*rava elle
urna desoda gradual e apenas apreiel
por intervallo3 quo me pareoiara se mi >s,
e descia, e deso*, e descia sem pro Pas
saramsi dias, craia qu muitos diis, an-
tes do ver o pndulo baloujar se tilo parto
da mira que j sentii o sopro acre do ar
agitado p'Io seu b>lan{o. O ebiro o ago
aliado entr.iva-me pelas narinas. Inphrni
a Deus importuna o com instantes sup
plicas, para fazer d-sjer 0 150 mais r-n;
daraente. Tornei-me loueo, fr n.'ti:o e teci
tai levantar- e, c ir ao encontr dessa Iior-
rivel ciiniarra que Be movia. E rnpois,
produ sobra os nerv,.s. Peasei era todaa
casas fatlidade8, at que os mejis denles
r.sgaaaem nervosament .
M..is baixo, -mais balso ainda,o o
p nlulo cada vez maia se abaixava. Eu
senta prazer frenetoo em eo aparar a ve-
locidade p-rpev. licular vdoe'idade lateral,
la para a direitapara a esquerda. e de-
pila fugia para long p ,ra long>, e depois
voltava, -.jom o Tangido do um espirito
emdemnado, -con o raovimsno furtivo
do tigre, ai DMSar-me ptt sobre o 00-
v:. tivara-'ntH, segundo .0 peni tinento qu: me
dominav .
E descia, e invari .vel oente. e impla-
javelraente des;ia! Ja vibrava'a tres pol
I las do m3u paito Tantei violenta
inent-^furiosara-nt'?, libertar o bra^o
esquerdo. Apena9 eatava livro do coto-
vello at rnSo. Com o maior e3rco cu
conseguira, qaando muito, lev ir a m.lo,
do pr^to collocado junto da mira, bosca,
e nada mais I Se eu puies-e romper as
sordas aeima do cotovcll agarrara o pn-
dulo, estorcar-rae-bia por detel o. Dj raes-
mo modo tentara cu faz-ir parar urna ava-
lancbe I
E descia serapre I e inoesjantementi-,
ioevitavelmente desoja Eu respirava cora
uncia dolorosa, c agitava-me a cada vibra-
0I0. En olhia-me convulsamente a cada
baliOfD. Mns olhos s-guiara aquello vo >
,:.'.en lente e des sedente cora o ardor do
rOLHEI
fisTMSNti] umm
POR
XAVIER DE MONTEPIN
enbo mLnichil
o
poyo havia sido adivinbada p.nos agentes
.1FADA D23
SAL3-U2XEQ3
[CostinaacSa de n. 86j
XLI
Tome... respondeu Passal, empur-
rt,ndt> pura o ldo delle a caixa de pbos-
phpros e cxminaudo com attenjo e eu-
rtotidade o personagem exquisito qua aca-
bamos do des^rever.
O rapaz saccou do bolso urna ponta de
charuto cera riuas tercas partes fumadaB e
t.rou um pbospboro, que aacrndeu risoan-
do o eom um gesto de garoto do panno daa
caigas.
Tirou algumss ba'foradas de furaaca com
evidente sotisPagao, cumprimentou como fi-
zera quando cheg.ra, tocando com os doua
dedos na pala do barrete, voltou as coatas
e dirigise para o cstabelecinento.
caminb-ra, porm, uns quinze ou
vista pasaos, parou, deu urna reviravolta e
voltou para o lado do caramanchJo do on-
de acabava de sabir.
Qua typo paodego! murmurou Juc-
i Lgarde, qua na o perd r% de vista
ue o vi a mudar de rumo. Ah jveinelle
:o?o... Quo di >bo qi?rr elle de nos
la ?
A curiosidade do medico foi em breve
' ita.
O fumador de puntas ca charuto parou
asente era freu'a dos dous amigos, o
aepo de fz-.r pela terceira vez a sua a
continenc'u carneteriaUca, lor.oulou esta
jiergauta :
N^ quererao os sonhorea comprar
1 j lot 1 cU Marnc V.. Cousa sobarba I.. .
Voi t pescador?... perguatou Pas-
Sou, siui, sensor... o tenbo coa isto
uita hoira e gloria...
Pescador do rede
De canieo.. No que diz reapeit.
manobra dessa instrumento, n3o tenbo me-
do de ninguem...
XLII
E, continuou Paaeal, voc npanha as-
aim t>.nto peixa com anzol, pata nos pro-
pr logo a venda de um lote T
J vend um boje da raanha... res-
pondeu o personagem original ; tenho ago-
ra outro para vender, o esparo esta tarda
ter mais um, e Ulvez dous...
Com que entao, pesoa a sua pro-
liss.i ? .
E' a mnba profi,sSo o o meu pasea
tempo... Pesco como amador, porque d a-
ato a rir quando eiuto o brdalo ou a c.r
pa dar arrancos no aozol e vejo a cortina
luergulbar... e pesco como pescador, por-
que a uousa torneoe-me oa meios de uo u r
e beber, quando teoho e le, um liirozito
de agurdente .. E viva a pandega I .
Ora abi tem .-orno eu sou I...
Nas^e caso, prosfguio Pas ia! rindo
se, urna protsso que r:une duas vanta-
gens ; o sea divriimento e o .s 'u ga-
nha-po.
Sim... no tempo proprio... qu nlo
a cousa rende....
E quando nao rende ?
Quanco nao rende, o;cupo-me em
outra cousa.
Tem algtm oficio ?
Oficio ?.. Qual historias !... Sao
preciso de offi o para pasaar o tempo agr .-
davilmenle I.. Passo.. eatudo a u .tu-
iezi...
Jacque3 o Pascal nao pu.{erara couter
urna gargalbada.
Voc passeia... o&tuia a oaturz'...
repatio Jjqu's.
Sir, ssnbor.. A b lia mtur. za...
Mas entao voc tara reniim-otos ?...
Ter.bo os quo me diio os meus ao
zes e as minbas minhooas. .
Nesse caso, era sempro voc ia de
comer ora rolacao cora o seu appetito. .
O appatite !... urna palavra q.u pa
rece ser alguma cousa e nao signifi;- cou-
sa alguraa respondeu o oven paj
encolhenio os hombros. Conoilia-a- a c-
pacidade do estomago cora o estado da bii
sa! Quando nao tenho eolio, apsrto 1
a cinta e nio sinto forae.. Qaand us paj-
itos do muito dinheiro, como gnu
Isto estabel.v u urna mt3, como diz 0 ou
tro. E' pr^eiao Ber philosppho !
E voc o diiaa Pascal.
Ora, ao sou.... e oln;.... vai ver
qua a philosoph3 nSo enmagrece muito...
Dixendo o qua precedo, o joven poaca-
bruscamente, cabi em urna grande calma,
o fiquai estendido, sorrindo para esaa
raerte eci ttillanta, como urna crianza pura
urna interessonte teteia.
Houve um novo intervallo de perf-ita
inaonsibilidado ; intervallo abas ouito cur-
to, porque, voltanlo vida, nlo me pare-
aeu que o pndulo tivsiase desddo quanti
dade apr ciavel. Entretanto era bem
possivel que hauvesse 6do longo 03sa es-
pajo de tempo, -porque cu sabia quo era
espionado por demonios e qu' podciiam
tef f-ito parar o pndulo, desde qu nota-
ram a minha inaensibilidade. Cora a vol
ta da vida sonti urna fnuc&o e lima fra
qu"za -oh nexpriraiveisqomo aps urna
Urga i.iauiyao.
Mesmo entre tantas angustias, a natu-
r.za humana exiga que eu me alimentas-
se. Por um esforgo extremo onaegui es-
tirar o brago esquerdo tanto quauto ma
permittiam as cordas que me ligavam, e
apnder.'i-ma do reato que os ratos haviara
deixado. Ao levar r-sse alimento besos,
ura mal osboea'.o pensament> de alegra.
de esperanca, atravessou-rao o espirito.
Entrstauto, o que poderia haver de com
mura entre c meu su e a esperanza ? Mal
esbocado pensammto, disse cu: quantos
nao tem o homom, quo nunca chegara a
ser completas ? I Senti que era p-nsa-
raento de alegra, de esp Tanga ; mas re-
cinbeci tambem que ha-ia expirado, mal
nascera. Era v5o esforcei-me por apa
nhal-o de novo, por compltalo. O meu
iuter.uinavd soffiim uto bavia quasi anni-
quilado as acullades ordinarias do meu
espint>. Eu era ura imbcil, um i liota
A vibrarlo do pndulo fazia-se eiu um
plano '-que formava ngulo recto com o
raeu corpo estirado. Vi que o creseente
havia sido collocado da modo a rasgar-ma
a regao do oora$ao. Comecaria roropen
do a iiiinha roupa, dapois voltaria e repe
tilia a opcrajSo,anda urna vez, e mais
outra. Apezar da espantosa diraensao da
curva percorrida (talv-z triota ps ou mais)
e da sibilante forya da sua desoda, qua te-
ria bastado para feoder at mesmo essaa
muraloaa de ferro, tuto quanto eio summa
poderla fszer por alguos minutos, era rom-
per-me a roup-a. E nesse ponto su-penJi
o pensamento. Nao ousava ir al n desta
pensamiento. Fixei teimoaamante no es-
pirito esta idea, como se pudeaae assim da-
ter a descida do ac. Pus-rae a pens.r no
som que d- sando-rae atrav.-z d^s vestes, na sen^ajo
estranha e irritante qua o attrito do panuo
dor dobrava o corpo e 03tenUva o trou;o,
mostrando um peito robusto e um too de
saude.
Com effeto, proseguio Pascal, voc
n5o tem cara de uo hoinam qua se alunen-
la de ar... O que nao impede que para
buscar todos os sua re juraos pe :a a
anzol, cujo proiuoto deve ser, afina!, mui-
to resumido, d ive-se suppor que vo.
inepto para 00 up>r-ae em outra cousa ou
concluir que um preguicoso ..
- Inepto ou pr^guio, >o 1 exclainou o
philoscpho com gesto da grotesca dgnila-
de. Isso faed de dizer. Nao ha que
ver que nao teubo ofii 10, mas nao p-ya
nada a uiaguem.. Vi"8 do meu traba
Ibo... Pap^i quera f. zar-rae sapat iro
maa a cousa nao era para mira... eu cosa
M palas ao avesso- Tautio as coi.:
ideas da independencia Qu-ro s^-r seuhor
do roeu nariz e goato .10 campo e .da pes-
oa a anzol J v no oa s-mbores que
urna cousa nao vai cora a outra. Ab-iuio-
n>-i a loj o aaptiro par ura vdiio t>o;e,
s vivo em lib riada at que ebegue odi>
ein que vou erdar.
Ah I ah 1 diaae Paaoal Voc tara
esperaOrjali 00 h ritar ?...
Ola aa tenbo, raeu velho 1 respooleu
o p-s.-a lor, qua ia tomando arca de t'. i-,i
ll rida 16 ; e, emqu rato estava eap ra d
h r uci, nasa t cora oa meua bn5 a :
f01 Le trab .luau lo... Seria una aaqaira !
P.asea tua ventada, eaiuta a b da na
tur za e p :sc >. T ras assim u >ia surt'
feliz... Donue 1 qui, acula, onde pu leras,
wtore al iua tetras, sobra o teo, em um
bota, sin u i > padrote*, d.;b-ixo da u .a
p Me, em qu ljucr lugar, aisfis 1 D-
poia oa (ares pissalo mis ri a cama de
p<:iiuas da bersoea te par r mais m >o
8 i.a aiuarellinn a de Vate tr uj.s, que
: n oeB r uo da ta t'aro o eflf-lto do
reo quaranta.. .s Va", eu entao en-
0;i r i um exped-uf. ..
Un exp'li-uta ?. repetid Jac
quea Logar .
Si u, aaubor... e ura expediento qu
nao te:u nada da tolo ... V'j e .' Ex-
plora lioOBSt^raaiite O a or pr ir p.iizi'n-. qn ia lo nao apaniia oa-
da, nj qaer ooliar p r> casi dasconso-
il 1 que s! fas de ti 10 co o oa aioi-
g'3, pro ur.. me a inim que tenho aempra
una lia "oa peixiniiji p*ra ve-id-r-lb-;... B
.l v :io-lno ijua na'o a compra p ir loo u pre-
sa... Tanto p l-a 1 iv s duzi-.s a brlalos,
lauto pda v.idade, e uo ao os b rdaldi
qu > aa pagaia m*is c.-ro... Nio como to-
dos os nas conforma a mioba vontade, di
zii o senhor ba pouco ; o corto que s
mais insensato deaespero ; fashavara 86 es
pasmod3amento no momento da deacida,
se bem qua a morta fosse um allivio, oh I
qua indizivel allivio E entretanto todos os
meus ervos tremiam, qaando me vinha a
idea qua baatava qua o pndulo descesse
ais algumas linhas par 1 quo m > cntrasso
no peito e88a aada e coruscante cimitarra.
Era a esperanca quo assim me agitava os
ervos e quo me obrigava a encoIber-mT.
Era a esperanca a esperanca que no
deaorta, era mesmo sobro o potro do sup-
plico, qu segreda ao ouvido dos condem-
nados morto, at acamo nos calabougo?
da IuquisiySo.
Comprohenli quo mais dez ou dozo vi-
br.ySi'S puriam o ago era coctacto iromedia-
10 cora a miuba roupa, e cora essa obser-
vagao entrou-me no espirito a calma aguda
o condensada do desespero.
Pala primoira voz, depois do tant s ho-
ras, depois de tantos dias talvtz, eu pensei.
Veiu ma ao espirito qua seria formada de
urna 8 paja a corda qu'i me prenda.
Nesse caso estara eu amarrado por um
lago continuo. A priraeira mordedura da
nava'ha do cresoente, em qualquer ponto
de corda, cortal-a-hia o necessaro para
que me pudeaao desprender, fugir aquello
auppliio. Maa, orno devia ser terrivel
a approxiraagSo do ac E o resultado
do mais ligiro movioicnto, seria da oerto
mortal D nais, poderia eu crr que 00
algozes nao houvossem provisto e preveni-
do esta hypotbose ? E seria crivel que a
aorda me passasse p-lo pito, no pcrclUso
do pndulo ? Rjc dando ver frustrada tao
Iraca esperanca, talvez a ultima, ergu um
pouco e cab'ga, de modo a ver distincta-
mente o peito.. .
A corda prenlu-raa, estreitava-me os
membros e o corpo era todos os sentidos,
excepto por onde deoia passar o creseente
humicida.
Apeuas dexei cahir a'cabecu, saut que
ma egitava o ospirito alguma cousa, um
que de indefinivel, quo pareca ser o com
pigmento daquell J qua vagamente
me fluctuara no cerebro, quando leve o
liraento aos labias qua qu imavam. Sim,
toda a idea estava egora presente, fraea,
apenas viavel, ap?nas defiaida, mas era
.n completa. Immediataraente, cora a
energa do desesparo, tentei a execucSo.
Perto de potro a que rae haviatn atado,
formigavam Urna porgo de ratos. Mos-
travara se tpmultuosos, ousidos, vorazps,
e tinham os olhos verraelhos, fitos em
v :z: a pitanca magra, mas um mal
que vera para bem... Iats far com qua
eu ache mais saborosos 03 bine bifes com
batatas e as costelletaS finas cora pepinos
quo virio mais tarde. quando eu for
mais rico... quando eu metter no bolso a
minha haranga. .
- Com qua 'entao, a beranca de que
talla nilo urna chalana ? parguntou Pas-
cal Saunier.
Urna chalaca .. repeli o pesoa-
ior <'3'!.aodalisado.. e esta I Giranto-lha
que serio I A prata e curo ho de fervi-
Inar nos.meua bo'sos como os verraes na
niuba l.taziob 1. H"i da ter tanto diuhei-
ro, qua nao sab'--re o qu > faz-T delle....
Emquanto nao vem, intil matarme no
iraballio, poia nao ?.... Sou um in
tolenta, um va lio, um vagabundo, pos-
v 1, mas desafio quam qu r qua aja a
Jiamarino can->lba, pois uo tago mal a
uiiigie .1...
a Qj >iido ve u-raa a vontade de fumar,
ap miio pntas de charutos ; maris 'ar,
ao roubir. .. Tonbo o orgulho de mi n
proprio, e tiquein dasuansa lo*, raaus bur-
ga -Z--S, b.i de possuir tarabea a conaiia-
rago dos outros, quando soobrera qua le-
abo reudimeutos. Coobego uraa quantiia
da da gente quo boje nao olba p quo sao ha da oomprim-nt^r com todo o
.loataraento !. .
Isso tora para o futuro, obsTvou
J.-qu-s Lg-rda; mas o qua diaera su
j.i e sua mai oa sua vida actual ?. .
f .pai bora bome u, ma tem "leas
obtus.it, responden o joven p soador. Ma
mai boa aenhora, mas oao possua a me-
oor paraella de juizo e deiXa aa 1-^var pelaa
idstoUs da p-.pai... Ej' ganta atrasa-
1.. Si 1 sao da poca em' qu 1 vivera. .
P.pai nunca quiz corapr>-hen ler qua Um
, p z, pn laisso de libar la I a. Carrega-
lor co-iio caiiSH-s^ toda a sa-nana com a
forquilh* qo hombro... A's acgiindaa, pa-
ra a-: Uiatrahir, baba at nao potar maia e
ap.nha ca ti carraapana de tazi-r Eu c B*o gasto nos horneas qua se eraba
o -.da u e do pancadas ns mulbares qu 10 esto n< liorna. -Pap-i dava pan -a i.
rf:u na nai todas as segn ias-f.dras uoit-,
i-ivariav laaute ; e, co uo eu n ) palia de
fra lar inami aauo dando p no-.d e^j pi-
pil, cousa qna aXo devia t'aar, aabi
Oaa e at iioje Os dous vt-lhos nao sa-
b u) o qua foi feito da mira, nam so ostra
vivo ou morto... lato nao impede que oa
estime, apez >r de tu 10, e quando recebar
4 minha beranga, ellas bao de ter tamb m
o aeu quiniiio, palavra de boar... .
O joven pescador interrompeu se para
tomar folego; depois coounuu :
iuid, como so eaperassera a minha irarao-
bilidado, p^n ou fosse eu entS a prosa
a ell'S sacrificadas. A que espacia de
aliraentagSopr sanjei eu"atarlo taes
animaes habituad s aeate pogo?
A despoito de todos os meus esforgos,
tinham elles devorado o que havia no pra-
to, deixando apsnas insigoifioant9 resto.
Acostumra eu a raSo aun moviraante de
va-vam, da balango em direega i ao prato ;
mas, per fi n, a uniforraidade automtica
dasse moviraanto Iba havia roubado toda a
efiiaa.'ia. Vorazea como erara, os ratos
ch^gavara a mordar-me as pontas dos de
dos. Com as mi^alhas' da carne g'orlu-
risa e te operada que anda restav.m,
friccin i co a forgs a corda at onde po-
da alcangar o bruco ; depois fique-i immo-
vi 1 e quasi s-ra respirar.
principio quedara a 8? os vorazos ani-
maes corao espntalos e indecisos, cora a
cessagSo do movraeoto. Depois alarma-
rara-se e fugiram ; muitos desappareceram
palo pog^j; mas durou isto apenas nm in-
stan:-.
Nao havia eu contado en vilo cora a
glotonera d.lles. Venli-rai ramovel, ura
ou dous dos mais ousado3 trepar&m pelo
potro e far.jarara a corda.- Foi o signal
para urna invasao. Tropas frescas preci-
pitaran so para fra do pogo. Agarra-
ram-so ao potro, escalaran-no e aalta-
ram s centenas sobre o meu corpo imrao-
vel. O moviment'i iniforme do pndulo
nlo os afugentava. Apenas o evi'avara
na passngam e continuavara a trabdhar
activamente na corla que me prenda.
Amonto ;vara-sa, empilhavam-ae, formiga-
vam e mo iam-sa n.'esssntemente sobre
raim. Agarrav. a minha garganta ; as beccas fras, im-
munias o viscosas lesses asquerosos ani-
raaes procuravara a minha bocea; suffo-
cava-rae o peao dos que mo cobriam o
peito ; um tedio iue n3o tem nome no
mundo, gelava mo o coragao como ura pe-
sado vmitos, Mais um minuto, e a hor-
ivel op-.'.ragSo estara acabada.
J eu senta o afrouxamento da corda;
tiuha certeza de que j davia estar corta-
da era ra&is um ponto. Grag 3 a uraa re-
aoluca > sobrehumana, couserve-rae aiua
iinmovol. Nlo me haviam falhado os
o 1 ulo8 ; -ah 1 nSo tinha soffrido era vio.
Coraprehandi qua estava livre. As pon
tas da corda roda pelos ratos pendiam em
de derredor do potro e balougavam-so ao
roovimento por elles dado. M. 8 a oscilla-
co do pndulo j rae atacava o peito ;
tinha j cortado a sarja da rombo roupa;
a camisa tambera j estava cortada; anda
oscillou duas vezes, e urna sensaglo de
dor aguda abalou-nos os ervos. Era,
porm, ch'gado o momento da saluaglo.
A ura gesto qua fiz, fugrara tumuhuosa-
raante os meus libertadores. Cora ura mo-
vimento tranquillo e resoluto,prudente e
oblquo escorreguei lentamentee acha-
tando-raepara fra do potro e do slcance
da cimitarra. Por momentos, pelo menos,
considerei-me livre.
Livra o as garras da iquisigao !
Tinha eu apeuas sahido do meu horrivel
gr.bato; tinha dado apenas dado alguna
posaos sobre es lag-s da prisao, quando
cesaou de todo o moviraento da machina
inf-rohl, e vi que, attrahi :o por nlo sei
qua invisivel forc/* subir para o tecto.
Fui uraa ligio qua me langou o deses-
pero n'alma. Todos os meus movimentos
erara pois nJubilavel menta espionados.
Livre I eu havia escapo da morte, sob
u oa especio de agona, para ser arrastado
a alguraa cousa de peior que a morte,
sob outra qualquer especie. Agitado por
to tenebroso pensamento olhci para as
paredes de ferro que rao estreitavam.
Um que de singularuraa mudang quo
a principio nlo pudo distinctamente porce-
ber, produz3 so na prialo er evidente.
Durante alguns miontos do urna distrac-
glo ebeia de aonhos o de estremecimautos,
perd me era imitis e incoherontes conjec-
turas. .Eutlo prceb pela priraeira Ves,
qual era a origam da luz sulphurea que
illuminava a c llula. Pr .viaba ella de
urna fresta de quasi meia pollegada, que
circulava a prialo, pela basa das paredes,
que assira pareciara, o era de facto, com-
pletamente separadas do solo. Tentei, po-
r n em vio, corao as deve suppor, olhar
por essa abertura.
I Continuarse ha j
UfilEMDES
l-e Gommenx
Mesdames, messieurs eeci vaos reprsente
Ui des presenta d'an vieil an qai n'cst plus ; (*>
(I'eat un gommeuz, qu'ici ja vou prsente ;
Garios vaua bien d'cn creer ua de plai.
Oe petit re, k piineeet il aa monde
Qn'il fait deja l'bonneur de sps parenta ;
Ausai voy.z comme uu vante a la ronde,
Sa gentiUesM et ses petita tuleuts.
II est charmant, il est divin, que dis-je,
II poa<\ il fume, il boit, il a du chic ;
Bufia, c'ct aa vcitablu prodige
Q'ie toas lea soira oa exhibe ca pablic.
II acinq ana ; bien vite on votia le gte ;
Papa, maman, fl ittent sa vanit.
C'eBt i. jare que t'oo a grande btp,
D'ea taire na frait comp'temcat gftt.
Vieanent dix ano, alora c'est uo jeana hommc.
Au Boulevard il mootp soa poney ;
Comme cuyer parteut rn le renomme
Et sur le turf il entonce uo jockey.
Dix ana plus tard, il a bu les ivresseg
Do tontea sortea, et c'eat un homme fort
Qiii jette Por aux pieds de sea maitresaes
Et de sen pre il escoospte la m rt !
L'.rtque trente ana pieat aur soot front chauve,
CVat on vieillard, UB, vout, gouttenx.
Pour aon catarrba il prend de la guimauve,
Et Eon amjur, eat un amour honteax.
Puis vient la mort, cette cruel le btesse .'
Eb quoi deja dit ee jeune vieillard.
Qu'ai-je doue fait de ma belle jeaneaae ?
Si l'on aavait!... helas I il est trop tard.
O 1376.
JEtaron G. J. d'Herpenl.
Parodias
Offerecidas ao autor do logogriphi publica-
d& no Diario de 4 do crrante
Logogriphos
1
Miaestou dando com a lingua nos
lentes e nlo disto que se trata. ... Os
senbores comprara-me o pjixe ?
Nlo, meu rapaz, respondeu Jacqu-s
sorrindo. Nlo saberiamos o que fazer
delle.
E' pena... Eotlo vou vendel-o ao
ao patrio da casa de pasta...
Eapera ah dase Pascal. Voc
livre como o ar o nlo tem pressa. Qui ida-
de tara ?
Dzenova annos ..
Essa heraega de que falla, qu-.n Jo
que espera recbela ?
Qo n lo for maior.
Da quera lhe ba de vir a tal herao-
oa ? Da algura prente rico, 8am duvida...
Da ura prente rico ? Qual histo-
rias Alera de papa: e de mamli, que nlo
n um sold de seu, tenro como nico p-
rente um tio .. Elle porteiro na ra Le-
pi-, em Montraartre Havia de ser muito
difiil ao pobre do bomem deixar-me algn
raa cousa. E o qua eatou para rece ber
ba do aer quantia grossa I Nlo'Sei ao c ir-
lo o algiriarao, maa tenbo certeza que a
couaa ser de muitos magos do notas de
rail.
Emfirn, essa fortuna, prosegao Pao-
eal, se ulo de ura dos seua, de quera
i il > podar aer ?
Os Banhores nlo me hlo de acre-
ditar, tio engrgada a cousa !... e cora-
tuio a verdade, tudo quinto ha da mais
vrr ladeiro.
G.r-nt -lhe que havemos da acredi-
tar. ..
Pois bra, ella ba de me vir da f ii-
1 Ih ,ua tivo de as ?er eu 10 d-i Margo
de l8to.
Ao ouvtr estas palvr-8, Jicqu's e Pas-
j^I estra,nacern e trocaiara ura oltiar sig
n>fi :^li0.
\h 1 vo. i as iu em 10 de Mirg)
de 1860 '.' pr as guio P.soal.
dim, s-.nh>r .. e ah est porqua ti
rei uaqu-Jle di- um premio na lotera do
. Caso. E somos seis em Pars que, son
a .0 rm a, tiyomoa a feh iiade de tirar
bons ouraeros... nmeros qua nos hlo de
i..r bma eubr -a no da do recabi.a oto.
E Va *
Paioal -1 JiCques nko podan mais du-
Vidar.
A h.v.m8a ora preSHOOa da u ua das
ariangas a qu* s o uoad 1 iie Tiiuuuen ux,
pilo testimenio qua ell-s co iti- ;iaui, jul-
gaVa ter garant 10 a fortuna.
Ora, aquella rap-z era iu lubita-eliuenta
o inesmo que, segundo aa infor.og8us 00-
Ihidas por Pascal, tiuha, havia muito,
A pardeste navegnnte,6, 1, 6. 2, 7.
Aehiva-s-, urna aenhora, 2, 1, 1, 2.
Gibando para am planeta,3, 2, 5, 5, 2, 7.
Qua foi fal^o Daas outr'ora,2, 3, i, 5, 5, 4.
rila am Ljnlres, aem Paria,
Madrid, Liab a, ou BraxellsB ;
Entretaatr, sau cidaie
Oa Europa, e das maia bailas.
2
. par deste navegante,1, 5, 9, 8, 7, 2, 6.
Achava-se, urna seohora,7, 8, 9, 8.
Olbando para um planeta,9, 8, 6, 4, 5.
Que foi falso Duas outr'ora,9, 8, 1, 3, 5.
NSo aon Londres, nem Paris ;
Madrid, Lisboa, ou Broxellas ;
Entretanto, aoa ciiade
Da Europa, e daa maia bellas.

3
A par deste na^agante,1, 2, 6,5, 4, 5.
Achava-se, urna senhora,6, 2, 6, 2, 7.
Olhando para um plauea,1, 7, t, 6, 7, 3.
Qao tai falso Dma outr'ora,7, 1, 5, 6,6,o.
Nao 8du Londres, nem Pars,
Madrid, Lisboa, e Bruxcllaa ;
Eotretauto, sou cidade
Oa Europa, e daa mais bellas.
jfrt^o de Loureiro.

abandonado a-familia desesperada, com o
seu m > comporta ment ; era Prospero Ju-
lio Boulenois, tilho de Graciano Boulenois,
carregador.
Mas um verdadeiro romance isso
qua voc acaba de contar-nos 1 dsse Jac-
ques ao pescador.
Nlo ha duvida que a ecusa 83 pare-
ce cora ura romance, replicou este. Mas
nem por isto a historia deixa da ser verda-
deira... Sou um futuro capitalista, aqu
onde me vm, embora nlo tenha cara dis-
so.. Ests-me reservado um capital enor-
me, e tenbo aqu dentro um passo para ir
casa do doador ou do tabellilo que me
devo entregar a minha parta da heranga
no da ero que eu completar viotee um an
nos..
Dzendo o que pra ede, Julio Boulenis
-pois era elle eff.ctivamenta deaabotoou
a camiaa de il e moatrou um saqunho dft
panno em forma de amuleto ou da escapu-
lario, suapenso ao psoogo por ura cordlo
forte e repousando sobre o pito.
Pascal e Jacques, eujos olbos fuzilavam,
olhavam fixaraente para o saquinho, que,
aera a menor duvida, encerrava u ua das
medalhas conmemorativas de que e testa-
mento do defuuto conde f,.zia raenglo.
J ma das faces daquell medalha trazft
ct-rtamente as palavras soladas, cuja rea-
nilo cora aa p-lavraa das outraa medalhas
devia fornecer a chave do mysterio, in-
tilmente procurada no lestamento Verme-
Iho
AffectanJo attituda Baluas, qua o fogo do
asu olhar deamentia, Paacal perguntou :
~ Qua pasae aase ?
U 01 raedalba.
Um raedalha de prata, de bronzs ou
do chumbo T
. M Ihor do qua isso I Una medalha
le ouro, de ouro verdaieiro, registrado na
Casa da Moea, e qua Val' pelo menos
cont e triota francos a p-^ao 1 Saria neoea-
sario nao ter juizi para nao comprehender
que, 80 guardei at agora u aa couaita des-
tas sem a vender ou u l-;var ao prego, e
qua am da ella ha de valar mis de mil
vfZ/3 o seu peao !
Creio, u>eu bon r-pz. qw vocaest
gracaiando comuos-o, di8a ooul riso con-
fr-t-ito Piscal, cojos olnoa br.lnantes pa-
re ,-ia.o querer I^r -trava. 00 panno aa pa-
Uvras gravadla na medalha.
Or-c-jar ou -a aeubores I disse Ju-
lio B.iul noia E esta 1
__ i,-uve-no8 o coutrarii.
_ Como hei de pravar ?
(Continuar se-ha)
t-



?
Typ. do Diario ra Oaqua de Caxias n. 42
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