Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16653


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Full Text
I
AfiNO LI7 -- NMEBO 81
PAWi A CABfTAL E MGAUE* *E ff.lO SE PACJA TATE
Por ires mezo* adiantados................ 12A000
Por seis ditos den................ ^m
Pur nm cnoo tdetn................. A\00
Ca ,a numero avulso, do niesmo dia. ... 0 w
S DE AML DE
PAHA DEXTRO E FU1 DA PROILMIA
Por seis meaos, adiantados ....
Por novo ditos idem......
Por un anao idem......
Cada namero avaho, de dial anteriores

13500
206000
270000
100
Prapriei>afce te Mmcd Si^ntixia. bt -tarta 4 Jlljos




L
Oa Srs Amcile Friuce It C
le Paria, sSa as noas ogeote
oxclasUo* do anauneios e pu-
blica.;: s na Franca o Ingla-
terra
JELEGRAMMAS
MP 31 i&EICII HAYAS
Servido directo
ROMA. 14 de Abril.
Telegraumaa da Massouah aonunoiam
que um;. parto d s tropas icliunas j dei-
xaram est) porto para roltar Italia.
rfercigo pela via Norte America
BERLIM, 13 Je Abril.
Curre o boato de qua ser o principe Ho-
henlohe qiv; substituir o principe do Bia-
mank nao suas unecoes ie chanceller do
Imperio.
. PARS, 13 de Abril.
Os orleatiistas sustentam a candidatura
do gfnoral Boulatiger no departamento
do norte.
Muitos joraaes republicanos esoeram que
o genoral Bitilang-r seja derrotado
Agen-:a Havas, filial cm Pernambu;0,
14 de Abril de 1888.
Utf& rWlAt
NACMLID'flP
Awa<
umu e
uIlEBAlUSA

DE
Ihante aefao toda o qualquer defeza legiti-
ma poder-ee-hia oppOr, menos a qua en-
volverse conhcoiio'^nto da divida ou orga-
oisaQo de uulliia do processo adminis-
tra! vo.
c E S. A. a Priacez Imperial R-gente,
era nome do Imperador, conformndose
por immediat rcsolugao de 4 do corrate
con o parecer da mesma scelo, em con-
sulta de 3 do ra*z fiedo, hiuve por bern
decidir qu3 ten-lo o tr.bunal da reia3to
comprehendido bem a sua raissao, d:-la
r,aii) insubsistentes os procesaos iastsura-
dos, sito improcedentes os mencionados
eo.fli-tos.Dus guarde a V. Ex:. A.
Ferrara Vianua, Sr. coneelbeiro procu-
rador da coro.:, soberana e fazenda na-
cionacs.
Ministerio da Concedeu se troca do corpos entre si aos
tenentos R ymundo Pinheiro da Freitas e
H frique Affiuso de Araujo Macado, este
do 13 batalbo de infaataru e aquella do
17 da mes.na arma.
Foi exonerado, a sea pedido, do lugar
do se t tsrio do ommando das armas de
Matto-Grosso o aapitSo refarmado do ex r-
cito Joaquim Ferraz R go.
ninisterlo .\ Fazenda
Foi concedida a Jo3 Eleuterio Lad-
ghcik a deaoisao qua p3dio, do lugar de
praticante da Thesouraria de Fazenda do
Amazonas.
-----------SSSSOr.---------------
Hlnisterio da Agricultura
Foi noineado, sob propasta do director
interino darop-rtijSo geral dos telegia-
phos pura o lugar do eogeaheirochofa do
diatricto de 2 classa, Alvaro de Mello
Coutinho do Villena, com os vencimentos
que lbe coropi'tirem.
.Ministerio da Harina*
Foi no nea lo secretario da conaoiissSo
erganisadora das tabellas de sobresalentes
da armada o Io lente Jos Egydio Gr-
cez Pe.lh-, com a gratifiaBcSo de 1005000
mensalmente.
Foraiu nomea les praticantes da conta
doria de roarinha, Carlos Gordon Ramos e
Jos G. de Moura, que j era addiio.
Teve. ordern de passar da oanboneira
Traripe para a Carioca o 1* tenente Hen
rique Afves Pinto B.sto. ...^
Foi destacado da divisao das torpedeir^s
pra o g-bnete do Sr. inioibtro da mari-
uba o 2o cnente Joao-Cirios Mourilo aos
Santos. _
Tiveram ordem de embarcar : na ca-
nhoneira Carioca, o machiniata de 4* cita
se extranumerario, Manoel Apelinario Da-
masceno, e dj eacoura9ado Riachuelo, o
de 2' tUsse, Francisco Gonjalvas de Oli
veira.
Teve ordem de passar do encouraj^do
Aquilaban para as lanchas terpedeiraa o
Io tenenta Joaqu'm Jos Dias do Aguiar.
POiattiAL 6RAZIL
PELO
Conselheiro JoSo Manoel Pereira da Silva
IV
C OKtmua :oJ
Falta, todava, nesses poetas do socalo XV urna
maia larga metrificsclo, urna mai-r harai ni* de
rima, o gosto artia ico, em fin, de orgaoitar o
verso ; nao a possoia aiada o aecnlo XV que era o
da infancia; sea sacceBBor a devia adquirir, des-
envolver e opulcntar, porque s no aeeulo XVI
que a hngua se fix e firma cora a digadsde e
energa que merece.
A todos os seos contemporneos, porm, sobre-
aahe e iorjin Bernirdim Eibeiro, o autor do roman-
ce Menina mofa. R mantiea pinta a lenda sua
ida, eujpreslando-lhe amores, a que saa condicau,
posto que de fidulgni, nio devia elevar-ee, o que
e acabrunbaram ae desg-. stos, amargaras e 8o-
dades ; o arrancaram sociedade a que pertencia,
e 0 leVaram so'.ina i e morte obscura. Dir-ac-
hia verdadeiru a lenda que a sen respeito corren
e perdurua |>or muito V mp ', si attendessemos que
O p.-eta da melan' b -!i,. e da saudade, e que
aeus cauticua e snspir >s, to mavieses e enterneci-
dos, eiprinem os s ff inentos que supportou, e ,
trahem memoria de tal cidadts passadaa, que (pO encerrado (
como o vento seVvaporam.
Como se expande sua miaen.lia na eancao da
Euadade ?
Govcrao da provincia
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DA 13 DE
ABBIL DE 18o8
Antonio Pereira de Araujo e Silva.
Encaroiahe-8-, pagando o supplicaata o por-
te no Correii.
Capitao Antonio Luiz Rodrigues de Al
rneida.Deferido.
Antonio FUr Ao longo de urna nb ira
Que vai pelo p da aerra,
Onde me a mu fea a guerra
Muito tempo o doce am r,
Me leviu a minba dor.
J era terde do din,
E a agua detlo corria
Per enire nn alio ..rvoredo,
Onde 4a v.xea la, ia quedo
O r!0j otras vei^s nio.
Eotiad-i era Q.n.n lo eo iievam as aves
C Faser tudo gracioso.
&o arrnido auadoso
D-s aguas caoravam ellas :
Tudas as miuhas querellas
Si me poseram diaute
AHi morrer qoitera antes
Que ver por oode passei :
Mas eu que dig"Pasaei !
Autes inda hel de passar.
As aguas que de correr
Nao t-easavam am m meato,
Me tr iixer-m > pensamento
Que asuim eram miabas magnas.
liciano Fra'icioco de Lima, Francisco Soarea de
Furias, Porfirio da S Lita-, Jos Rufino de
Saot'Aooa, Jos Beserra d' Meaeaea e Jos D.>
miagues d.s Santos, por diatarbi:6 e usa de ji-
gos prohibidos.
A' crdem do Dr. delegido do 2 districto da ca-
pital, Manuel Ojio- da Passagem, Emilio H nriqua d Arauj', Joa-
quim Paca Barreto, Aatoaio Fer:iinics da Silva,
Lapicinio LjmaoQ) Carnciro Torres, Antonio Gar-
neiro de Sousa, conhjc:dj pjr Baiac, por distur-
bios e usj de armas dataaav
A' ordem do subielegado da fr<-gusia do Re
cite, Mauoel Ramos da Suva e Jos da Sila, p r
disturbios ; Pper Knft, a requeiim.ntci di coa-
pul da Soeeia e Noruega, A
Participou-m' o Dr. delegado do 2* Tlistric
to da capital, em offieio de h ntem, quj no lia an-
tecedente, as 2 h waa da tarde, foi o quartel -do
destacamento do 2 districto da Poco da Pandl*|\vr
Ul, do"
ca ni t-ooroa,
do Uruguay, a pr miea iva dcate. os Jos gabi-
nosea en- ilaram par nota seprala, mas sunul
tanea, oa gP r,
d Bjib, do Equad>r, da Cilamoi, de Voni-
suela odj Paraguay para um. cjogresao jurdico-
sal auafritano, com o intuito de ceiebrarem um
trata i n leu !o as materias que onati
rm o dir-'.to internacional privado. A ab rtara
c locreaj se effejtuar cm Moouvul) n i dia
25 do j&g'-aio proximj. Cala un dos gjveroes
qu"! W ) convite aeri represntala nelle
por do;u nkaiipotsnc^arijsou dlas; idos.
M r.;-vi(':o, 9Hc Aoril.
Eotrou o ftiq c! Sil deJaaeiro, qua l hi dias
ada a eatc porto. A i m ra foi de-
ipdall que apunhou eai via-
devi. terl
vida i uui
Bu-
aeBtata'Jiento uo uiam^iu m uyj u-i.^ (
invadida por duaspracis de polica, urna ordcoau I
ca do Dr. delegad i do I* districto da capital y^r
ir:: do subdelegad) *h (regueaia de 8. ^striflK
calves do Rccifc, senda esta a paisano, aa qV&r1'
tentaran matar urna mulhcr que no mesoio quar-
ttl se acbava, nao o conseguindo por tor ella f-
gido.
Exasperadas com esta fuga as liulidas p:
commctterioi toda sorte de desatinjs, esti'-s;
e quebrando tudo quanto acuella mu ber
tencia, e muiB urna lJc e um birnal pertenc. atea
ao ordenan;* do subdelegado do referido 2' dia-
tricto do Poco da Panella.
Ach .ndu-se no qu-irtel de p!autao apeaaa urna
prafa, por estarem as demais em diligencia, nt-
obuma resistencia foi opposta ais aggrebsores, qae
ao retirarem-se condusiram doua pares de brincos,
urna cacoleta, am alfiuete e umi imagem de S
Brat, tudo de our -.
Acerca do f.icto procedeu se noa termos da le.
O cidado Maooel Antonio Ferreira Qomes
participon-me ter nesta data passado o exercicio
do cargo de subdelegado do districto de Belm ao
I" supplente Peiro Barbosa de Araujo.
Segundo commuuicacaj do administrador da
Casa de D:tenco fU ceu no hospital de Santa
Aguida, Emygtio da Costa Mello, sentenciado no
termo de Itaino.
Deus guardo a V. ExcIllm. e Exm.
Sr. Dr. Jgn .. io Joaquim de Suuza Leao,
muito diguo vice-presidente da provincia.
-O chefe de pulida, Francisco Domin-
gues Ribeiro Vianna.
fmtmH
1*4 H11 OHI I AL
Hloi ter o da lastima
Pelo uiiiiisi-Tiu da UB'ig. toi expedido,
a 6 do correntf, o aeguinte aviso ao pro
arauor da cd>oa, aoberania e fazenda na-
cional
s Illm. e Exm. Sr Foi ouvida a se^-
de ustiga do t'ona -Iho de Estado bo-
to oa C"iifli tus da fctinbun,Z>b, suscitados
por V Exc. pi>rmendi-r que estava o
tribun-1 da r< l-yao da corte conheceodo
do ob)eto adii iniBtr>-ivo naa appella^oea
civeis na. 6,1.2, 0,205 e 6.213, -m qu
X fazenoa na(-i<>ni.| vont^iide com Domn
Rodriguea d*. C> rvalho, Jo2p Teixeir
e B^rroa e V' n'ura Jo- da Costa, con-
tra oa quuea pn>pus ac^ao execativa para
ha ver a importancia das multas applioadas
pelo aiministrador da reeebedoria, por so-
negacao de impustos, sendo qua a seme-
a que refire-sa a divida, cumpra o suppli-
oante requerer ao Tbesouro Provincial, com
os precisos att-sta'os, a liquilac&o da
mesma divida paia ser escripturada o pre-
sente Assembla Legislativa.
Braz Correia da Silva Entregue-so este
requ1 rimenta ao peticionario com o offi:io
n. 68, de 10 do corrente, do juiz de di
reit > du 2 8 districto crinimd do Racife.
^Pielien Brothers Informe o Sr iespee
tor fin Trieaouro Provincial.
FrAcisno Alx.nlaioo de Pula Rocha
--R-meitHo junt njedi-a, a qu-m o pe-
ticionario se apresentar para ser inspecio-
nado.
Geneaio Libanio de Albuqurque Mo;i-
teiro. Deferido p>r offi io boje expedido
ao inspector gerai da Instra.-cao Publica.
G-r.-iit da estrada de ferro do R-cif
Caxng Indemoi-se pela Seoret na
cura pasees iaipresaos.
Ilalino Izidio da Costa Vieira.Como
requer.
jur L >ur-nc-> da Silva.- Sim, pagando
ha coroedoriaa.
Bu-harel Joio Zeferino Pires de Lyra.
Encaminhe-ae, p-g.ndo o auppU'iaue o
porte no Correio.
Luiza Franjisca dos Santos. Prove 0
que allega.
Bache re M gul Nunes Vianna. Enca-
minhe ae, dev. ni ser p>ga o porte na re
part>c2o do Gormo.
Manoel de Frias. Infirme o Sr. Ss
cal da Cnmpanbia R-cifa Oraioagi.
PautilU Lina Vi ira CintraRemettido
ao Sr. Inapactof do- Thesouro Proviocial
atleo >er de acoordo com su* infor-
macao de 12 d-> correte n. 167.
Trquato L-urentino Ferreira de Mello.
Nio te ni lug-r.
S'T-uria ila Preaideocia 4e
buco, 14 de Abril de 1888
O pnrteiro,
F. Chavm.
ThcMiur Provlacial
DESPACHOS DO DIA 14 DE ABtJIL DE
1888
Silverla Jaeiotha da Silva^havpa, Pereira Car-
ueiro 6t C, Munu.l Palc&o de Mouexes, Tacinna
Alexanarina Monteiro Lopes, Mn el J e de Al
moide, Auiouio Bertoidu Qalvao, Jote Victoriano
de VasconcelloB Pei-eira, Mura Luiza da Pur
caca, Lfieio dj Dr procurador dos Feitos, Ro^
drigo Carneiro k G., M.rouliua Paacboal doa San-
tos, Artbur de M.tc s, Hallidny Se C, e Virgilio
Lopes & UIufurme o Sr. contador.
Benrenuto Cvolcante de Mello Informe o Sr.
Dr. aaminiafradur da Reeebedoria Provincial.
Dr. Juto jph-nu.i Pires Lyra e Bartbol >mcu
A C.Iuf jm> o Cauleoeiuao.
Mara Joveliua Fenm AIVC3 e Jeronyooo Jwe
Ferreira.Htja vista o Sr. Dr. prucuradur fiscal.
Rcebedorla provincial
DESPACHOS DO DIA 13 DE ABRIL DE
1888
Manoel J te Machado -Junte conhecimento de
decima relativo ao ultimo semestre.
Antonio do C^rmo Ferreira Em vista da in
formacao o sap.d CHnt'J nio ple ser attendido
por esta reprticao.
Araujo & C. A' 1* aeecSo para iaform ar.
Bernardo Goncalves Barbosa.A' Ia seccao
para os devidos fias. _j
Rodrigo Carvalho da Cucha e Manoel Jos
Macbadu.Iutocme a 1' B"oc,.i'.
Inspectora Cieral da nsrurco
Publica
DESPACHOS DO HIA 12 DE ABBIL
DE 1808
Joaquim Pedro da Bocha Pereira, professor pu-
blico da Escuda.Justifico.
Inuoceocio Mandes Lipes de Mendon}-*, pro
f sa t publica de S. Jos da Bua-Esperaofa.
Justifico.
Ph i lomen) R.ymuirlo Nunes de Lima, profeB'
sor publico de AUgoiub ia.Justifico.
Frsucisco Alves de Carvalbo Barros.Como
riquiT.
Fr..n -'s 'a das Cbagag R beiro de Cveira, pro-
f ssb'a publica da fregueaia da Boa Vista.En
caminhu-ae.
Juno Cesar Goncalves Lima, professor publico
de Triumpho.Justidc i.
13
Kebastiao Tellea de Oliveira Brandan, professor
publ o dr G ra- Ueirtt. -un.
.1. Jo Jo= Ribe ra oe M raes, prefessor publico
da treitu imoeS. Jos do tteeife.Encaminhe-se.
Franeirca Guedes de Oliveira, profeasora pu
blica do Cibo.Jua itii-o.
J s Vi li ino d Mello, professor publico do
Et.pir.to8.nt >, mTa-'-ra'. Justifico.
Secretaria da Inspiutori G-rl da In-
stru- gao Publica, 14 d* Abril de 188S.
(l porteim,
J Augusto de Mello.
Pernam-
Reparilrio da Polica
2. amicio N 294. Smrir(. de Po-
lica de pernainbuuo, em 14 Abril ie
1888.Illm. e Ex o. Sr. -Participo a V.
Exc que f ram hontem reoolhidos Casa
de Deten^ao os aeguint*a indivi moa :
A' minba ordem, Manoel Pereira Beserra, Fe
aiAHJ E PEESAaiJED
RECIFE, 15 DE ABRIL DE 1888
Noticias do Paclflio; Hlo da
Piata e ul do Imperio
O paquete inicie* Tumur, bontem euirado di. sul,
trouxe aa se^uiute noticias.
i*i-lllc<
Dats lelegraphic.s al 7 de Abril:
Ti l-irramma de Vali>araiso, da'ado de 26 d
largo, da que lias elei^oes - mon s das c-
mara do cougrtss cbihn triuaipbar m os feo
venustas. Foi let" cenador O Dr. D. mingos
.Santa Mara, er-pri-sidente d i. publica.
Teudo desapiiateeid i eouipiniameuie a epide-
mia do cholera em Bawriay, toi supprim*doo ser
VICO Banilario iiugiirdiuarid.
Buiu.s Ayres, 6 de Abii
Cuniii-uaui as aeser en na Bclivia. O gover-
na acba-Be em dirficnld-ides para restablecer a
urden),
Vaipamiso, 7 de Abril,
O iuiiiibI- rm esta >in crise.
H uv> am iiesaniie n>. eirad* def rn, em Coi-
eag p i t. r b lili uuia punte. Victim
-Aj em tiusner i ii- \'.
I Pr.la
IM.. e Uu.ii Ayr >.e.< d- Marooede
Vi tujrvia at o Hbnl, e ir.u gtapbicns at 8
de ADt I *_->
N-. Kepubhca A de Juih.o pr to paiMO aiituoieuto da garda
un 1 >iihl
Des ooriram-ae roabas a bardo dt> varios iva
vio luiidendos no pono de Dueuea Ayres.
Segundo um pr tocollo assi^nada em Buenot-
A/rea pelos ministros daa repab'icas Argentina e
, 7 da Abr.
5.'in.>na fji-m os precos medioa de
3 os Si!gU10?S:
sos c 80 a otaros por 10 kilog?.
3 pesos o 8Dc nf. os po.- 10k'l;ga.
Tr'go, f"4 pe3u3 c 3') ccnta.os p ir 100 kilogs.
Mlln.". .". peeoa a 50 centavos por 100 kil.gs.
7
R p ..ua o prioco D. Qiixo'e, que foi
ir.U''J pi. ") Jilo.
Houv.- aab^ido do cap-ur;cado Almirante uro
icen eiji.'feo do uafljPJjtacho, fieaudj fondas qoa-
tio pcssjiq^ ."-.*
I i Ajv;s, 8 Jeojb
O ; 1 jussS) d) prec 30 do
gayara ,da cCoidova, Omos. A scssai foi mui-
to tempe.!
Est foronda a commiaso p.ra o monumento
coaiOic.ac.''lvo da revo'ucao de Maio.
"!<; (.rsiide do Mal
D D>e <*Correio de Pelotas :
i 111 nlnui.8 dias cbigaram do interior e bos-
pedarauo *' no boiel Brasil doas individuos que
deram os i.;uics do Carlos Aaosta e RomSo Ro-
drigues.
Turnando se notado o facto desses individuos
unicauenU darem a troco diubeiro cm ouro, e
mcsino candan Jo sosp itas o s?u modo de vivcr, o
8r. majo: Kazaia, delegado da polica, chiman
do-os a uu prcssi ;a, intcrr Niio seadi> aitisfactarias as respostas obtidas,
S. S. mand-iu detel-os c deu busca no qoarto que
ambos iccipavum no citado hotel.
Ahi. sob o eulebo de uuia cama, foram encon-
tradas, ale de um par de brincos de ouro com
perolas e podras fiuas, as seguimos meedas : 24
libras sterlioas, 4 onj'ie, 1 coodor, 12 dallar e 1
pstaco b'ipanhol.
N*)'. auii'i -.e interrogados, negaram partencer-
ihes as ince ims e as joias.
A' viste Jisso. o Sr. majar Uacedo fea effectiva
a prisao de Rodrijues e Acosts, que se ucham rt-
calWOaa i i adela, e, hav^udo desc infianca de que
< stes uSo s jira estiaubos ai grande roubo prati-
cado ba puueo teuip) no 6* districto de Bag, em
c-.sa do Mr l- u :el Barcellos, de onde tamben) fo-
ram subti8hidas jjias, cono sab aa os leitores,
trata do eu;- r das autondadea dalii os csclareci-
mentos precisos afim du proc.-der convenientemen-
te.
Em vikgem de Porto-iegre para o Bio
Grande perdea se na iaga dos Pat03 o hiate
Mello I.
Ao ai.K.M Ttaaao abri agua, t to=san Jo o
rumo da tlha d- faioss. <''" A ^ soss broa antes de chegar aquello ponto.
Salvou-se a tripolaco.
O Mello I trasia carga de cereaes e estava se-
guro em 5:00040 0 na compaohia Rio Grandense
desta pra(a.
Santa Camarina
Datas at 4 de Abril.
0 patacho Gentil, chegado da Laguna, lovon
as machinas para o engehao de beneficiar arros,
que vai allifuudar o industrial Francisca Fernan-
des Marti os.
Fallrceiam : na Laguna, D. Mana i'iuho ; o na
capital D. Eduviees de Oliveira.
Minas terse
Foi publicado na corte este telegramma:
Oaro-Preto, 7 de Abril
Calcala-se negados bontem a esta capital mais
de sessenta estro vos. Dd Ltvras e Pary fugiram
mais de quana'a e ser a vos. Vinte qu dah che-
garam toram apresentados ao chufe de polica e
devolvidos s aut .ndad. s do lugar para provi
denciarem. O cominandante da for(a mandada
Musambinho cummunicou estar a ordem publica
restablecida e livre de perigo o De. Ameriuo
Lus.
m, Paulo
Datas at 8 de Abril:
8. b o timlo O crirae de Campias dis o Dia
rio de Noticias de bontem :
Anda bouii m Dr. Salvador Mooiz, honrado
e xeloso ebefe de p licia, cootinuou na cadea des
ta cii"d". '. m o sen S'cretario. as iodagacoas e
inv stiga^o s qae ene-tara ;urca da carta de A.
C.rso, n de qu- oa leitores '.n conhecimento e que
occopa a atteuvao nest a uitiui t das, da impren-
sa da lurte.
Na > tkarapi terminadas tdas s diligencias que
resolved fser o Sr. Dr. chefo de polica, ms po
dem s asteverMr, pelas int rma(,do cobidas pela
n ua reportagem que a carta de A Corso nio foi
mais do que um d. s atuitis recursos de que se
socoorreu Jos Pinto de Aim>ida Jnior para iila-
air e c- ufuudir a Justina na pnica > do crime p r
elle cosauetlido.
A caria, que se dii escrip a p r A Corso foi
fet ou mtndada facer pe < 'lebre rat ineiro Luis
Bianehi, cumpaobuiro de prio > de Jos Pint > de
Almeida .unior. e di cadea dsia cidade sabi
ll> pa'a s-r p ata no correio da erte, de oode
ebe/ou s mana do Dr. Sousa Paraso, chefe de
pOr-la en 1885.
N c- eia desta cidade todos os pr. sos ssbem
disto ar existe um que vio um biibete dado i n
r. mettidopir Aimeila r'mti a Luis Bianvbi, no
qual ei.aiuava o modo p rque devia ser escripia
c-s-i oarU.
Quem or i eodeiae conversar com os presos de
eolio, quB anda li ezistam, ebegari a esta con-
clusa", aue ser por ceno aquella a que ter de
contrario, de maior int resac que as providen-
cias p grar para o imperio. Nao se perder, de vista
que os factos de tal ordem ecboam por toda a par-
to onde as correntes immigratorias vi supprir-se,
conclundo-8Q ordinariamente do particular para
o geral com grande prscipitajj e maior in-
josiics.
J ebegou ao Amparo, hi dias, a segunda
tu a* do engenhairos encarregada do ramal da
Capellmha.
A eomu-nhiii Migyina est empregando toda a
actividade ua construegila dos navos ramaea, com
o fim de estni-rb mais bro/c possivel o seu ra-
mal at Scrra Negra.
O individuo qua em Pirassunung acaba de
casar-so pela segunda ves, son lo uiuda viva a
sua primeira mull t, cbama-se R.phael Sorrsgg
e resida ba t.-mpes cm Valeoca, provincia do
Rio.
A segunda esposa de Riphacl chiini-se Mara
Jmquiua de Freitas.
Cnstaquc o bigana desapparoceu de Pirassu-
ounga.
R ile Janeiro
Datas at 9 de Aba!
Lem 'S no Jornal do Commercio Je 8 :
r*ublii a n. i haniem urna carta pala qu .' o Dr.
Callos S;inea, ebefe da camnisiia alieoii ana
pela segn la ves acaba de dirigir-so s r g o
du X og iovjcou o auxilio do coronal Rapbael
de M lio Reg, presidente di provincia de Mata-
Grossi, pai-a eff ctu-r estados a reapeito da triaa
actualmente mais central na America do Sil, a
doa irecis.
Ta! auxilio nao falroo ao sabio investigador por
parte do illuatro fuuccionario.
A nova carta quo podemos off-roc r aos noss.s
lei'ores, d ida do resultado das pesquitag reali-
sadaS pelo Uc. Cartas St-iucn, co ten lo alm disto
til iniciamento a outng cstulos deB'e geutr ,
taoto mais uteis e urg-ntes quanto sabida que
algumas das noesas tribus indgenas tendeo) a des(
apparecer, e om ellas as ira lieo i e vestigios
histricos qui a seicncia pjder utilisar como ca-
bedal precioso.
E' esta a u va carta do Dr. C irlo3 St.'inen :
< Exm. Sr.'J iin grande praser vou satisfazer
o desejo de V. Exc, proporcionando lbe algumas
iuf irmacoos c rea do resultado do exame dos in
d os Pareis que, para este fim, e par ordem de V.
Exc. me f .ram apresentados, e, desde j, ca e-me
ass jurara V. Exc. qae com isto prestou servida
relavante seicncia, reparando a rtsp-'ito daqu li-
les iudigenaa falta grave, pois que g veruo aabio
e prevjdente nao deve considerar terminada a sua
tarefa, ta> t nente por indicar ao selvag.-.n o ca
miobo da civilisa(io.
E:n todas as tentativas de pacificafl) tem se
procurado syatematicameute destruir o caract r
original dos aborgenes, o qual, entretanto, consti-
tue objcto de sumiro valor para aqaelles quease
decicam a reconstruir a historia, do desenvolv-
ment da rafa bumaua.
Deve contar com severo jalgameuto dos p at
ros o governo que se eximir de mauoi r tffdctuar
comaetentes ostudjs, a resp ito das linga&s, eren-
cas e costo-mes do* aborignes, antes de os aniqui-
lar.
O Brazil, permitta-me V. Etc., carrega nette
p..o .lipa ..a p.rjuena. Perd u-se inbnidade de
canbttinic-.tc* md'sp-aa^'*. w--*-. .., r A
anda lempa de salvar c>nidervel resto."
tb' t-ro !)r. chete de p licia.
_ Lemas no Correio PaulUtano esta desagra
davel uoiina :
A' cicada de Bo'ncat cb-garam cerca de
1,01)0 imuigrantes, dea.iuados ao .ervloo da la
van ura en div< r>aa fasendas do municipio
daqnelln denominar>.
Confu me r fue a Gatera de Bolucat, estes
imai'g-'ot-s, viud.s de Gen va pmo Vapo Kaa
bar, suft'r.ram inuits eufennioa lo* dorante a Ira
vessia e viram alguna de a< as companbeiros mur
re m e atirem atirados ao mar.
Qisesi oa imuaigrantes que as c>ndic5 s hy-
gieuic.a do Vap r n> que vieram ni eraio b a.
* p, r isto mai. de 30 companbeiros aeus suecum
biram na travessia. '
Nao he.iumos, dia o J< mal do Commereto da
l0-ft no uiaufestar a presumpci< de ^u U-s al-
1.Kaede> e quenas, desde que cb gareo. ao cnohe
c. ei.t ds auturid.des c mpetenies, serio ob-
j ,t de imparciai indaga4o com que -e ur a
limo a veidade, daiidn-ae p-ra o cajo a ptovi-
ilfi.ei qn- i a X-ltulameulos autatia.rein, e, su
Dr. tari, imp linln-ae cm toda a soUcitude qu-
V.-l.b UJ a r- petll ae Uet s l> gra^V s, se que
jjj v niadei o. Seria mu depl'raVel que a
jmsstd t e-f a .mpeiibados oa nb.a O s> |.eo. rorTrer daa miraccica regala.iaaaM
rU. d..ta naiuiexa, que nao seriam .em n.fl ibuci-
,, deaf.VuraV.-. 4 patria de muiigraute para o
Brasil. .
A oarseque as qaeixas nio sejam funladas,
cumpie qui isto se torne aert- e puolico por me'
da ii quelite que patente i a verdade.
Qua t-'.mbeui para s Pareis ebegado o ulti-
mo momento, demonstra a simples ciaas ficacao dos
12 individuos que tive occaslia de estudar : 9
homena e 3 mu'h res. Smente 4 horneas su
verdadeiros Pareas. Outros 4 sao filhoe de pas
Vaimaris e miafareci, senda que ellea meamos
se cousideram Pareis por se filiarem os indios
urigem materna.
s Vaimaris, ordinariamente chamados Maim
bares, formam tribu quooocup aa m sosas para-
gens que os farecis e vive com estes em contacto
continuo. Sao provavelmeute pareutes onebega
dos.
O nono individuo do sexo masculino e as tres
mulheres, 08 quaes p lo typo se difForenciam vib
velmeote dos seus companbeiros, sao oe ong- m
Cachinitis posto que creados cam os Pureci. Se-
gundo estou intrmado pelos meamos ludios, tive-
ram outr'or.8 os Cachinitis linguae.pecial, forman-
do tribu iudepenjente al que se ligarom aos Pa
rteis.
Todos estes dose individuos foram phatogra
phad is, cada um de per si, seudo-lhes exactamente
tomadas as medidas doa corpoi.
Tratei tauabem de c on am vocabulario do
Sea os, e de investigar dassuag cren$as, coatnm-a
e tradic^S s bistonC'S, peloquecbetiUiiacoubecer,
sio os farecis pivinbo pacifico, indolente e mu
p uco adiautado em civilisacio. Smeote usam a-
vtstUirio qnaodo e muiuaicam cornos moradores
de s icieda es proxim-s.
Trabalbam exclusivamente com ferramenta,
Beodo j passada para ellos a idade da pedra. Ar-
eoe fl xas ernaram-se boje paraos Pareis brin-
que i>s das crrau$a8.
< Fabricara cestos e peneiras pif itamente
acaoadas; leeem leles de algodo e fta igual-
mente habis no taOrico de outros tectdos fortes e
tinos.
Teem grande incln-co para as bebidas alejo
licaa e pr param, eom mi,ho e m i>ea mastiga
dos, o C'axtr cuui que se embriag m, aobretoJo
par occaaiao das uuag festaa qu. celebram 4 eu
liada das est-t .
Mostram se saberboB com os ooms cbrisia>s
que ibea teeui sido dad .s, poit t queentre si ueu-
lo se hami m uu3 aos .utros pelos nomes u.aaeS
na tribu
> E' iuleressante que, um povo .< m tradicco.-s
escnpUs, as couserve gu.rdadas pelo Cacique que
tem oa memoria d a Keracoes de auiep usad .!
Uetceude o Ca ique em UuOa rect. de Unale, pn
mairo pai d s Pareeu qual tmu> o corp. cooer-
,o d eanelios p io ; nir os ded sd a ps e das
mios urna penenla i semeibaoca da dos motcegos
e, como estes, pequ-Oa caula.
O. pas de Uatale e aua av llamada Mate,
eraui t>rmado8 Je pedra. A V Maio foi a prl
meira ereatura viveute ; nio havia uo s. u lempo
Sol o- m Loa.
ma ves Sacan ella Um pi na barriga e da
tenua ootaiain o pr.meir... nos a cojas aguas
uCou tena para taS-r o cha. surgi depols a
primeira gruta, aiuJ de p.-dr. l'-uba
pro.lusida periquito., ararai e cobr. 8, mas
ei.do ce deata cre.cio eou.orimlo a oarr.ga da
ti ba que envi oeu i lus ntale, *8* '" Pareis
.. aeo. n u, i os, a\ doa aOix, Caehinits e Par
fagHBffw
U resto dos indios descei.de d- uma one que
ne utria com caruo b mana e f-l moita pr
UiZule '
evsaim o Mol eom. a Lua tem o seo seonor. O
.>ol um euf ne de p'uuas ae arra verme ba qae
i dona lira tojua o. da. de uiauhi de Uma cabaQa
,-ouipnuiida, ules de come^ar a cireir, e i larde
reeoibe. A uu te t 'Muala por um mulum gran
e que ea'eu-le a. asa. u> aras. A Lua, ua. oUaS
ffireuiet pOaae., tr-n.forma se de arauba em
,u..tr.. .Bue.:i--a de la a Ultima Ja qua-s .,
e.y sira. O cuiii.li u n. Tblago aeuieado de
I oh, e f-m-'a- lliarell.S
h' .. Uat le q.e oa b m os devem agradeo-r
lloaoSUcu. F ede qu in luoade tu m di oca
ir. au.ua iueu u aub u p rdi la em ama mal
Mote
borre
No caso
4 Antes d.aSo c uiia a i ira, ai 6 ji.,ba e Ouniy Do oeu cabello, que pa..I aa, > S-
ceu o aigoootuu. L)j cadveres de a as t b .
seas, que per. ceram por uCcaaiio de um luceudio
de man, DFaiou o uinbu, emquanta um* bina lm
nena qaeimada, furuedru com as diversas partea
do corpo favas, fejo, baUUa eouos fracloa.
O fuma surgi da sepultura de urna criaaca es.
t.-rrada pitUata'e.
_ Na desejandi fatigar a attenjii da V. Exc,
limito-me a esta su;oati exp)sic>, a qual, no era
tanto, tem alcance maior e e mu lo meaos gro-
tesco do que ptroca i primeira viata. Estas crea
$as mythalogicas formim-:.- i mol) uuitorme na
iinaginav^a de todos os povoa primitivos, e ao in-
flas j de leis geraes a cujo o uhecijjeur.) jmente
pisaivel ebegar at'i >n" graad in ten l de
dados comp.rativjs qu; umi vez perd lo, por nt
nhumti conjtchtra pode ffi supprito
E'co.tumi per^uuur so ata gen'.o acredite
n'um Deus. Qituto aos Pareis acolitara n'uma
serie de entes bObreaaturaes, entra os quaes Sf
contam espiritas maliga is qu ;, revestidos de for-
mas pbaatasticas, babittm os rios e as matas, e,
com vexes d.- mofa, eoganam oa bimanj afita de
os matar. Nada, p irm, indus aer,- que taes
indios facam preces ou deliquem qualquer culto .
Da doutnca christ quad s e.maee 'm o cere-
monial di biptiom ), qu-, de par com o > ip-l-moe
da, consideram bom mcio de obter dos padriahor
terrameata e agurdente.
O seu cbriatianisma ussemeiha-se ao sea ves
tuario moderno. D .baix < daquelu- jaxem todas ae
creadices pagauicas cima e.bo(idis, do meste
m ido que, duoaixo da vestimenta actual, guardas
os trajos primitivos. lito ventiquei palo exame
corporal, tendo-lbe acoado debaixa da roupa, not
borneas um suspeosorio preso cintura, e as mu
Iberes un tanja de algodo.
< 0 que as suas creu^ts ten commim cimae
do chrnanismo a t ua vida eterna. O d>-fuu te
enterrado deutro da casa u deban> da i4le do
prente mais prximo. Na sepultura depositaos.
O'oj, carne, iil', armas e enfeite. para que sr-
vala na. viagein para o cea, a qual calculada esa
seis das. Eites seis das passa-og a tami ia fe-
chada na casa, choranda e em completo j jom. Aa
stimo dia e.vae-se a tristeza, celebrando ae ban-
quete, no q-ial o Caairi n i poupado.
Dizem que o ce lugar mui aprazive e bo-
nito comoaqui a mesma cidade Li nio falta ca-
ca, nem p -.ca, nem mu ber bmia para casar e da:
fi'.hos. Eiperam eucantrar la U: d<\ qua se mu
doU para o cea Com todoaoa seus numerosos irmos
e primas.
c E' de alto iuteressn o que narram quanto ac
lugar que ni principio hannava Uatale. Os ante
passadoS BUbiram o rio e U zals uaieeu perto da
agua grande, onde na se vai pao uem trra. E "
da maior importancia esta tradicca,), que asaenta
uas margena do Imatoaas o primitivo sitio do pa-
vo actualm nte mais contra! d* Am-rica do SuL
Ella corrobora alguna resultados da lingistica,
segundo os quaes grande nauero de tribus se di-
vide em dous typos pnncip es: oa Baccahirys t
os patentes dos Portis A maiar parte das na-
cea do typa taccahiry habita as Goytoaste Ve
uezu-"., senda conbeaidas pila 1 u in ine,io de
C'araiftjs, e qu>i sao oriundas de Matto-Grosso,
ol.sooberia que fiz oa miaba viagein d-- 1884, teo-
do sida confirmada pe. viegein do 1887
0 segundo typ > afins dos Pareis, est disse-
miuada em vaatissima territorio desde oXmgt
at as cordilheiraa e desde is cab'ceiraa do Pri-
guay at a embocadura daUrn.ci, observando-
: a agglomeracio maia densa nos nos que desa
guam uo Amazonas cima de Manas. Dj estade
ag .ra fcito nos Paracas surge a byp .thoae mu pro-
-f-i.*T)l TTOyp i. a -^a* '*'! o^. -a^aul tJSaa se SbV
a dirigida do orte para o sul, no luverso da di-
recc j tomada pela eoiigr .ca do primeira typo.
Possa esta breve noticia, na qual procure?
evitar minuciosidades profissionaes, convencer V
Exc. do bom resultado do estud, pira o qual re
dignou de presiar-me auxilio valioso, bem cjujc-
para, em occ.bio propria, incitar a exames acer-
ca de oatras tribus de Matto-Gr;8SJ, pelos quaes
a sciencie ser agradecida a esta provincia.
< Aproveito a uppartunid.de para reiterar a V.
Exc. ua Aeus protestes de alta estima e subida
qou sillos nio
Illm. e Exm. Sr. coronel Francisco Rtpbaef,
de Mello Bega, presidaote da provincia de Matto-
Qroesi. Dr Carlos Von Den Sleinen, coeta da
eommisso aliemi. Cuyab, 27 de 'evereiro dt
1888. .
Babia
Datas at 12 de Aonl ;
Lemos no Diario de Noticias de 11 :
A respeito aa noticia que par t legramma dV
nosso serv?i particular, demos u* dias. s 'bre ara
grave attentado prticad > no engeubo Pericoara,
,m Sant. Amaro, escre O Popular, desaa cidade,
em 5 do corrente :
. Acaba de dar se neste municipio, entre dona
preprietanos, um facta, que revela em saa andes
descalabro para que marcha a passas de gigaate
a sociedadc bra.ileira, se cantiuuar a pesar sobast
ea o braco da tatalidale.
c O caB i segando referem nos pessoas bem a-
formadaE, passuu-se pela maueira segaiote :
O Dr Jos Augusto d Veiga Oraellas fes eos
o capito Antonio Jiaquim Barbosa de F.eitaa
uma eoeiedade no a u eng nbo .'encoart e trateo
de eucarlar-ae des le eolia na magistratura, sereck
actualmeute a juiz muaieipal do termo do Oraba,
ll.'a prOVnela.
c Viudo ha pouco procurara sua parte mi reis-
dimeutos d. 8 ci dade, uasabeans con que !a-
damento recusara-Sd o Sr. capito B irO-iea de
freitas a pagal-a, pela que ra ,lvea o Ur. Ornet-
las tomar, por inei da f -rea, oam empreg i de uta
grande peasoal de bimens armados, a propiedad*
do p^der do sen bocio, o qu.l par seu term ea-
trou na mesma pr .pnedade aa aue da 29 do p<-*>-
urito, (.exia-fe ra da P.ixi ) c m u o r-f.rc da-
gente arma la e eui io> or um ro do que euipre-
gara contra ele o Sr. Dr Orue.ias. qu-bro a
pjg.s da machina d eugeubi, pracurou inmnsar
as taxja e o vasi ame da east da cal leira,carro
gou todo o as=ucar existente u >a ten laes em ca-
van .as, qu trauxr para e.te fio, e arrein-sajU
r slaote no rio, retiran lo ae depai. de asi-n pro-
ceder, pira a saa or-pnedade eogenho Tary, a*
termo da Feira de saarAua.
sas-sjspe
Datas at 24 de Maroo :
Prestara jurameu o e assumio a presidencia- ta
provincia, o L'r. O ympiu Manoel dos Sautos Vi>
' Lesa os na Gosetade Araoajk de 24 :
O Exm. Sr. De. uiy.op.o Vital, diguissimr
presdeme do proviuera, ig qua teva caaOee*>
uiento de que oe.t. Capital haviam appareei lo df
v. raos cas de Vari la, e n. mtuu. d.i providen-
ciar i re.peilo. cauvidau tolos Uculcativoa r-
idente. neaU SB wuja eap.a ati,u dd CJUtereucia
aubr- sem- Ibaute acoo'eei.ueu'o
. A 1 b ira Jo di 3 ti eorn nte satisfaz a do
ao couvil. de S Ex- ooinparee ram uo paiaela dj
(ufersxi us ulusira ->rs D a : Taimas iag. LO-
p ida, Joi. Am ou da snva H .rques, Aiiaoio
Kdii^u 8 a-- AouSa B >u lia. U.-atOa DaOlas, tae
uie.i Campas, A'Varo relies, L.dislai Btrra.Ha a
J frauciscj da si.va en., faaaodo !"*
pane ra ruun.0 o tt pr ai lale d* ca.atra i
niclpal, deixaala le c ma.ieeero !*r Dt. 80310 0
p.iiea, fio me imm lo de sauJ'.
. r, Exc dec.ra.U, .m.iv.da reuoii s qw
t,,b. p n-un.bi.M.I ,a..opl.r-sprav.J-.aa
que o ...o X g.a, tomuuu a ..es -i-sn IJ*
Mies p.r* .. rem fae P*" '""-1'M
iiu-oi- dUe ui reterimoa :
. la 0. e,.,.,i" .... '-qu. tem
tad liaata apila.
mu; ?
pr aedlaoj o traoWT ep !-
- Kela u gatIVa, qUOCaUSaSOa OH'lVaOSJS, *
. ja* os lee.ii r que O mal se Jese.voivaT
. 3P-anrm liVa.q.a*. Bili"aiSSa>
V- m aer aaOpt> las ..si a U b* . Os gu sf,.:u.l-l.va-dep..* J "'rf^S*
eoooua,* re.puaer.rn arfirma^V.meoW e*~
I1E
wswm
a.

MITHsDO


2
Diario ita iVrnainlHuwDomingo 15 de Abril de 1888
oiro qiiuito ficando por iaao prajudioado
Qiaoto ao terceiro forara d^ Proer J""' f
"bouvesae varilo-
ob a immediata
f

i
4
I
i
m- mais; Iog que se levao'ou a eeaeii, o geueral
Fvr-r teve ama larga conferencia cara o ministro
da*
perso-
nara
,1o3, proceiendo-Bevaco.'.-cao',
e deaiutecylo das cseaa
aos, aervio' que devia *
fnitO
da guerra. ,
Nada transpiroa, par entlo, 'carca da reaoluclo
d> c iis-lh.
,; 'STs S^'. 0'yo.pio V.U. prop3, a
L.aaoiJ ,.ti ,.,0 quatru d.atnctoi o n-**a
J,fM,wui i"a-presentad* por L*h
'SrSU.rp.ra .ocaSir se d, tr .oalho o. .1-
Z Osata. A.var0 Te-, ^"^ ,
alijar coaveaientea.
Dita, at 13 de Abril :
N^da reterem a. folbaa digno de nwoeao.
Noticias da Europa
Eif o complemento das ooticiaa trasidas ante-
.ouiem pclo paquete ingles La Plata.
Franca
O tribunal da aegunda mstaneia do Seoa pro-
erio boje o seu aceordio daudo provimeoto aore-
"arao du 8r. Daniel W.laon e sua co-rus coutra
sentenca do tribunal conecioaal que os tinba
coudemnado po crime do trafica de condecora-
Oaccordio eatigmatiea severamente os fsctoa
eliminse imputado, ao Sr. Wilaao e domis ae-
UBsdoa, mas, considerando que taea fac'os nao
-aben) aob a applicacio de oeahums le existente,
ibsolve tedo. os reas.
A e.te respeit. d um jornal :
Wilsoa coudeainado em nome da le foi agora
absolvido em nome da mensa lei. Parece que os
iui.es do outr i dia erraram. E comtudo oa factos
sao tidos por verdadeiros tanto por nns como por
ontros joizes. A difirenos est em que une acha-
rara le penal applwavel e ..otros nio
. Wilaoo, pjrm, nao sabe da pneiopara a ru
aem meo a maculado oeui menoe deshonrado, a
accosacio mautida cono verdadein. Ua tactos
e se lbe attnbuem, e que p-aam e pesara i sem
re toda a sua vida, como a mais ternvel das coo-
aenjoaco s, foram, na opioiao de todos o. junes,
realmente praticados.
. D que pensar i.to. Ou por ama casustica
deploravel a colloeou agora fra da aleada da le
um homem ana pratieou reairaents tacto* e.cao
dalosos o puuiveis, ou na lei francesa nao ba arta
ge, que puna taea factos. Este o dilema. Nao
I assim. Nao pode er aaBim.
Qiando se anrc*dea o que se nao pele mer-
cadeiar, quando ae v-o Je o que se nao po le vender,
ka sempre para iaso urna diapoaicio em todoa ob
cdigos penaes. ,
. WiUoo p .ato em liberdade, mas nSo oi de-
elaraoo inu.cunte oem toi perdido. Cjutinua a
ser nm crimino*-, que, por ib*. mesmo qoe na-
expiou a sua culpa ua pri.o temporaria, em qu
tinba sido coidemoad*. tem de a expiar no a8-
prezo perp'tuo. .
Apelar de entre os diverso m-mbros da cmara
prevalecer a op.nij de que Wil.oa devia re.un
Ciar ao cargo de diputali, pir causa do* coosiae-
rando.b*Uate grave* da sentenc* qua o ab*oi-
veu, o genro de Grvy uo parees dispesto a to-
mar essa reso'acao.
AccreBcenta-se que durante algnoa meaes nao
ir cmara ; que far urna viag-m pela Italia e
que depois vcliar a tomar o sen logar entre os
membros d representacao nacional
As informa^js que se est r^cebendo ultima
mente da Franca do questlo Joulanger muito
maior importancia do que a principio se lhe aUn-
boia. _
Evidentemente o boiuangumo, como se ibe
chama, cresce alastra. Ser nma enfermidade,
ama decadeucia, se quiserem, mas am facto.
A caracterstica principal do m.vimento. que
adoptou o ganeTal BouUht como sen symbolo,
guerra ao parlamentarismo. A. mauifetacoes
eleitoraes, qne ae teem feito o .m o nome do ra -
d030 general, sao apregoadas em grandes lettras
como victoria! anti parlamentares.
Proclamase abertamente a in-Eficacia e ruin-
dade do ayat-ua parlamentar e app^la-se para o
cesariamo dem 'cratic?, como sendo o rgimen qu
pode salvar a Praoca da ruin* e do avilum-*a'>.
Bal vas s *fF.rT (tenip-js, a. nrarnca rO, 1TJ
fundo, a m-ama que aasignaluua decadencia e qu3-
da da primeira repablica
O aen-rai B.ulanger n5o tem. coma Uonaparte,
antea do 18 brutnaire, nmeffectivo de gloriosos ser-
vicos militara realcar-lne o prestigio.
Os sena melbores titnUB de popul ridade sao a
famosa cancao de Pau ub : En revinantdela re-
yue e o relatorio picaresco em que o ministro da
auerra o descrevm disfarcado com oceulos anas
I eoxeaolo para nio ser condecido as BU* itas
a Pars, visit. s, talve, maia coubecid-a de Mide=
moiaelle d^ Re.ebembarg, a formoaa actnx da Co-
medie Francaue, do que do coro dos conspira io
res radicaea. ,
Algaim, dixnm jornal que tema presen.*- de-
finio por 8o Boulaogei o general feito por
Paulus o d-8t;ito por Albert Millaud.
S ja, por o, c >m i fr. certo que o boutangismo
K cpnverteu n'um poleroso elemeuto de periur-
"M^rselba elege Flix Pyat, um dos corypbeu.
da communa, de aiuiatra m mona ; Lou ai
40 000 voto* a o general Biulaagur. Em um e
ouro caso, proclama se a guerra ao parlamenta
riimo.
A reaabliei moder'd* segundo ell* mesm* Be
intitula, ten ie a deaapp .reeer, eamigala d< um
lado p-'os partidos monarebieos, do outro palo*
partidos radicaos
Masa foro da cirrente radioal.o qn eompli-
ca a .ituacij interna da Fraoc* com gravea peri
gos interuaciinae*.
Os jornai-s egtraoieiros traaem-n alguma*in-
torma^SiS acerca do coas-lbo de investigaoi) a
que toi auomettido o general Boulanger.
O con.'lb nomeado pelo ministerio da guerra,
coropunda-se do general de divi.ao Pvrior, cun
manante do 6* cirpo d> exercit), e de quairo Ot
ficiaes d8 quatro arma- : Breasouet, presidente
da coinaiiasao cunautivada en ot, comm i. iante da 1 divi.io de cavallana ; de
Frauch -ar, c ni'niu'iaa'.e da 16 divisio de ar-
tilgaria ; e l'h ry, cjmmandante da 29* divisa)
de infantina.
Todo* estes gaaeries sSo mais antigoa qu^ Bou
langei ; ba qu m diga, poim, qae firam impro-
priamenb noineados, prque as nomeaces deviam
rec-h;, : pnm iro em genera.s de divieSo conservados no quairo
actwo em virtude da loi de Id de Mirc de 1875;
a no ultimo caso, nos genera-a de diviso ia aeti-
yidade por ..rlem de antiguidades.
O con* Ih > eonstiru o se no dia 23 pela mnlia.
etorooao.'iih-ciin utid > documentos que lbe trana-
aituo o minioierio; 4 prim ira rauaio assistio o
ministro do interior, M. Sarrien, a pedido do mes
mu eooaelbo.
N) ai 26 foi onvido o general B-onlanger, e
deite f-C" O'-oiiiramni noticia cirvumsianeila :
No da 2 as 8 h jrn da maub pnucipi -u > jun-
tar-Be g-nte a entrada da EiCjU Militar, onle ba-
via de reuu'r so o c lan 'er rej- b ra ordem para e apraa^ntar nease
dia a niMfi uouaelbo, afiuj de perante elle exodr a
ua dele** ; o grupos popular a eaperav.-m, pois,
a tb-s' "i do seu hroe favorito para lhe faterem
ama ovny&o.
O general c-hegou as 9 horas m^uig 10 minutos,
Bj'uma carruagew de dous cavados, acompaukado
or um a|iiluite. la fardad >, levando rj peito a
pisca da L-g i de 11 .ura. Emquantose peiava,
Oa p .puiaia* viotonaram n'o constaotemante, e
elle agradeeeu por du* ua tres veaes com aovi
Beato* de es beca.
O uooo. Iqo coos'.ituio-ae as 9 boraa em ponto na
tala doa ie caaes.----------
Assalo loi muito simples. O general rvrier,
presidente, leu o artigos da 1-i da 18J4 appliea-
Tei. ao eas >, a o geae al de Oreuot, promotor, fe.
leitnra da documentos enviados pelo go/erne,
oa quae* ae sciuem provas, cojo valor se ignora,
de que Bauavger tomou part* activa oa agitaoo
poltica promovida em aeu favsr.
Cumpridaa estas formalidades, foi chamado ao
GAnselho o g'neral Boulaoger. que se demorou na
Mi* at s 10 h ira* menos 0 minaros ; isto ,
poaco mal* le 10 minuto*. As .na. allegacS s,
portan 11, de vea ter sido curtiasioas, o que muito
ae eommeoiou ci (era, b m c ,m> a cireumstancia
de nao ter o general querido aptesaatar te*tema-
abas da au lauoueneia.
'Q'iSSjfo* flvauiwoa resuude durante mea
QQando Boulanger sahia da Escola Militar, re-
tiram-se 03 vivas. O casa ds son glande amigo e partidario o deputado
Laguerre.
Na ra Saint-H mor foi recootaecido ; com<-c>u
logo a iiintar-ae gente em volla da sua carruagem,
e o ajoutamento toi crescendo a ponto de imp'd.r
o transito, volt ando o povo deu gritos deviva
Boulanger! Abaixo T.rafd Te ve queacuii"
urna forVa de polica para abrir eaminbo oarrua-
gem, e a ordem a a muito cuato s reat.i>>el-c-u.
Quanto as impreBs!. qua om Pars produsiram
estes acooteeim?utse, dAttrga ndela deltas o cor-
respondente de om jornal de Madrid no da t> :
. Como era de sup r, os aaiuaipto do da em
toda a cidedo sio o tnamph) elsitoral obtido p >r
Boularger no departamento de Aisae.e a eoflopa-
reucia do general peraote o cooselho d'en^ae.
i O* centros polticos estao muitoa agitados, pre-
dominando a opinito de que ae resoiuco's do con-
selho serSo desfavoraveis ao aecusado, cujo trium-
pao eleitoral dave ter acabado de decidir o governo
contra elle. .*
A sentenca exclaindo Boulanger do exereito,
que a qae todas esperara, considera se urna reao-
lucao gravisaima, sobre a qual ogiverno deve me-
ditar muito. Pessoas sensatas receiam que um acto
tao extremo augmente a popularidade de Boulan-
ger, e citam se os nomes de alguna deputados r -
publicaoos influente*, qae foram ao Eiys-u aconae
Ihar o 8r. Carnot a que nio assigne a ordm re
formando o genaral.
A' altima ora do dia 26, este mesmo correa
pondente commauicava o seguinte :
Eapera-se que esta noite d* entrada no mi
nisterio da guerra o relatorio do cooselho de inves-
tieaco ; consta-me, porn, que o general Lag-
rot anda at gira o nao receben. Seri. oois, dit-
fieil que o publique amanba o Journal Ojfiaiel.
Contina a diaer-se qua as reaolovdes do eon-
aelho serao desfavoraveis para o accoaado.
. M Laguerre daalarou es-a n ita que ss o ge-
neral B mlanger fr excluido do exercito. mao'er
a sua can 'idacura no departamento de Auve, por-
que se, nSo sendo elegivel, obteve um* votacio
eoorme, desde que o seja, certa a eleicao.
. Accrescentou o Sr. L iguarre que o generar
as prximas eleieea geraes, tambem apresentara
a sua candidatura por tolos os ci. calos oade poler
alcancar votos. Essa eleicei, no entender de M.
Laguerre, nio podem tardar muito.
Alguna deputados tenciouam propor na cmara
urna reforma eleitoral no sentido de sapprunir o
escrutinio por lista, qua tavoiece as tent.tifas de
plebiscito, e restabelecer o eaerutinio de arrondis
ement.
m FaUa-se n'uma interpellaeao de muit> alean :e,
que provocar urna di*cnssao ampliaaim sobre a
p .litica interna, para logo que se publique no Of-
ficiel a aentenc* de Boulanger. *
tataa previsoes toram ooafir nadas, o cooselh
votou flectivameote reforma da g-neral, e por
decreto do presidente da repblica, s ibre o par -
eer unauima de conseiho de inve^tigacao, f i ad
mittido de ofiieio reforma do geural B mlanger
A deeiaio tooiada pelo governo om re'psita ao
geueral Boulanger nao occasiooiu nenbuui inci-
dente em P.ria ; cmtud, seguido afirma a Ls
berti, foram tomad3 precauces para reprimir
evi-o'.ualment- qaalqaer manifestaclo.
O caso do di* u'uma grande parte da Europa e
naturalmente a sentenca proferida contra o g"n--
ral Biulanger. Ser um charlato, sari am inaig-
uificaa'e, mis o certo qae j i cou*egdio nm re
clame universal, o que cOBtuma eer meia fortuna
poltica feita !
Nao sabemos anda circunstanciadamente a m-
presao qae caasira m Franca o rigor asado para
ciin Boulang-r.
Casta realmente a ver g-neraes franceses que-
br .r-m a espada d'um c imarada, que se bateu bem
na altima camoanba patritica, qaan lo a patria
i.6 le preeisar d'um dia par o outro do valor de
todos os seas fi.bos.
Urna canconeta qae nos altimos dia3 se tem ven-
dido nos bou'evari di. qae, ae houver guerra...
pour conrnnH ier. ou sep usera bien de Bmlang'.r ;
id-* a veriade que 1870 nio moatrou que bou-
vesae em Franca tanta fortara db taleotoa milita-
res, que se poasa laucar margem deadenh samen-
te qualquer bornean de commando, capas de inspi-
rar confianza ao exercito e naci. B.ulaog".
in--o nicooo e perigoso na paa ; mas, quem sabe?
Na gue.-rra talves pjdease eer nm instrnmeato de
victoria, nio tanto por ter merecimentos excepci >
oaes, cimi par ib oa attribuir o po-
no oa ai om IIare5, as sesoe do senado e da
cmara dos deputados, nio occorren neubum inci-
dente. A cmara adiou-se para 29.
O Sana o approvou os orcamentos dos miniate-
rios dos Negocios Eatraogeiros e do Interior, ree
tabeleeendo a verba desnala aos capetiea das
caaeias do departamento do S na.
A attitude dos grupos da esqaerda parlamentar
fas presagiar a desistencia do piojecto de inter-
pellacio; mas a extrema esquerda decidi propo.
a revisio da Coostituicio.
A Paz attribue os ltimos resaltados eleitoraes
apoltica indeeiaa do miuisterio r sobretodo ao Sr
Srri. u. A Jiutica exige a queda do gabinete.
O Sol dii que est demonstrada a inpiteiwin d.
repblica parlamenUr. A Repblica Franoeta v
o remedio na re irm* do geueral Boulanger.
Oa jornaee parisienses oicapam-se pnucipalmen
te d. questio Boulauger e da abaolvicio do r.
Wilson.
Boulanger agradecendo sos eleitores do Aisne, di-
zia-lbc* :
O escrutinio de domingo paasado, muito diver-
so da propria eleioio, tigniGcava sobr^tudo mani-
feSt-cSaae protesto*, mauifesta(;3;s sobre a aeoes-
sidade de manter a diguidade nacional e a integri-
dade do territorio e protesto contra o e*Udo de im-
potencia em que cataio o parlarneuti e os pede.ee
publ'cos, protesto coutra as calumnias e injnsticas
aceuoiulada. sobre um soldado republicano que nio
tuve nunca em vista senio a defeaa da patria-
Castigado sem motivo, arrancado gran le lam
lia militar da Franca, bou actualmante eb>gwel ;
mas nio o era qua i 11 vos afBrm .Btes sobre o meu
nome as vossas coaviccoea republicanas e patri-
ticas. A manifestacio foi to espontanea, e o pro-
testo ti i evidente qu uto poasivel.
A litio eat dada, ao giveroo cumpre tomal-a
em cauta.
Quanto a misa, o rerpeito que me inspira o sut-
fragio universal inhibe-mo boje de aceeitar a can-
didatura.
Obrigado mil veses, patriotas do Aisne! Aa
suas calorosa, sympathias vieram reeoafortar-me
oo meio doa disaabores porque me tasvm passar.
N2o elvidarei nunca o da 25 de .Mareo. D la-
me pedir-vos que d;ia oj vossos su&7i(t.>s quelle
doa eanlidato que melbor souber e mbat. r pela
honra -la patria e pelos sagrados interessea da re-
pblica.
Alfi un se qae Bonlaoger vai pobliearos'U ma-
nifesio dirigido aoa ieires do deparlamento do
N rte, apreseutando por all a su. Candidatura.
Eate dscumento est eaeripto n'usai linguag-m
baaiaute enrgica, e p.rece deetiuado a ser aa
suiapto de vivas polmicas.
E' um facto, pa, que o general BoaUuger de-
aiste da sua candidatura no Aiane a tavor do Can
didato radical Oooiaer, e nio acemita a eaudida*
tura no Ande e Dordogoo, od. os candidatos r
publcanos ja esto deaignados pt:las juntas loca*.,
mas acemita a candida ura no departamento do
Hasjta pira a eleioio de i de Abril. Para i*ao di
rigir quauto antea .aa prsfi*sio da i ac e'ei-
torea do Norte, e ir all passaalrneute sustentar a
sua candidatura.
A esquerda radical e a extrema esqaerda decidi-
ram que niu ba m-tivj para raterpeilar o minate
rio.
A extrema esquerda min' o comtado o seu pe-
dido para que ae rev.jt a Conatituioio.
Na noite de 28 houve algumsi pequeas man
feata^o-a aoa gritos de Viva Bonlaoger! Mob
sao uveram a menor importancia.
A justa boulangiata j deliberou sobre o proce-
dieaeuto que eve seguir.
Parece qua decidi desistir da candidatura do
general no Aune a faver do candidato Doumer,
que ae apreaeutara como boulangiata.
O Petit Journal dis qae o castigo iuflingido ao
general Boulanger etcesaivo, e que o miuiaterio
travoa umalucta na qual provavelmente nio .nuos-
pbar.
E nio se enganava o Petii- Jornal.
Cabio o ministerio trances presidido peto Sr.
Tirard. Baalisaram-se as previsojs. O motivo
que dea origem a qu la foi a votarle de nm dos
artigo* do programma eleitoral do general Bou-
langer : revtiao da oonttttutf}*.
Ua elementos qae determinaran), a vot.oio par
lamentar nio sio dos mais favoravei* ao fam s >
general. Mas nesta ordem deqoetteae, as ideas
sao as qae earaaterisaa os morimeuto* polticos e
ma a tarde ou mata cedo a supraiasui
nalilal-3 teas de obedecer a esa ragra.
O facti que tiiumpba a propigauda contra o
parla-nentariim i : proo-ama-ae a uecesailili da
reviaio da coastitotoio. Triumpba o boa'itngiimo,
emiuanto ni triamph* B .ulanger.
Hateoa que os acouteciineuto* b" precipitara em
Franca. A mai ira em favor da revisio foi prin-
cipalmente formada peloa deputados radicas* e bo
napartistas.
V.-j moa os factos cora ob us pormeuores :
No dia 29 de Maro o aenado taras mu a Vitacio
do ore no ii '. E.' por n, c im i soflfr-u al.'u.n -a
m ililicaco a v illas*)* n ivimente cmara doa de-
potados n'aqneilt moainidia.
A iatsrpelaeao Hoaunciada pala esqaerda foi
adiad* para u da 30 dopois da votaglo do orca-
mento.
A Lanterna fsi procesaada por ultr.gee ao pre-
sidente da r o Sr. Carnet de aeasssiar com o rei dos belgas a re
vo^acao do decreto que expulsan de Frauoa os
principes de Orleaos
A direita decidi votar a ordem do dia pura c
simple na ioterpellacio da esquerda sobre a po-
ltica geral do gabinete.
O Sr. Carlos Foquet, presidente da cmara, con-
versando c m alguna deputad os, declarou-ae con-
trario queda do gabinete, diseudo que seria um
erro grave crear ama cnse naa circumstanclaa pra
sent*. A cmara adiou para o dia seguinte ao
meio dia a Jiscnasio das modificaees que o seoa
do iutrodu.io no ornamento.
N i aessio de 3<> a cmara dos depntaios appro-
vou parte daa inodificacea* fitas pelo senado no
ornamento e rejeitou a oatra parte. O oroamento
teria de vitar outra ves ao senado, acudo prova-
vsl quo a interp Une io,- annunciada na cmara
fosse adiada par. o dia seguinte.
Na tarde de 3 > o sead* aporovou o oroamento
com as raodificicdea que lbe tez a cmara do* di-
putados, fie ia lo por coosequencia, votadsw 'rca-
meati definitivo.
Antea de proa guir-nos cumpre ter en vista qoe
o general Boulanger ua sua circular ao. eloitorea
do norte dis : Quaalo eu era ministro disoe que.
se quiEeaae a guerra acria um doudo; mas se-me
nio preparasae para ella ana um infm!. Stt-a
meuas-intimentoa-ui) malaram. O genera, fes
lepois uotar que a inaccio do parlamento e oa
ltimos ajonteeimeuto* demonstraran! que a c .m .-
ra ae tornou estrauha s aapirucea do paiz, e que
uio ea cjmprehendendo j um a outro, o nmc i
remedio pira esta impotencia a dissoluclo da
cmara e a revisio da eiuarituicli.
Nesa.i meimo da, t-30 da Marco) o Sr. Laguerre,
amigo intimad BouUngr, aoreaentoa na oama/i
a propoata da revisio da eonatituicio.
O Sr. Pelletau pedio urgencia para a discasslo.
Varios bonapartiatas declararam ap,a-
ra ni sentido da appellacao para o povo ; o Sr.
Bauiry ae Aaaon, realista, declarou que votara a
r vio.ii, mas para ae reatabelecor a mooarch'a le-
gitima, que s quem ple Balsar a Franca. O
miatro da agricultura pedio qua se cap rasse
pelo Sr. Tirai J, qi estava en'.ij u> aen lo,*rtl*
de ae deliberar sobre o pvlido da urgeuji*.
O Sr. Bnsaoo cimbateua propoata de revi*ol>, e
alludiu lo ao ge i'sral 8 ouiaugar, diase que era pre
ciao nio dar esta aatstaoio ao pereiuagem qie
d-sdeeaa.ma'ibi ataoiva aa i istitmcoe* e falla-
va em varrer a cinara. O Sr. B-isa iu conjurou,
pus, oa republicanoa a rejeitarem a urgencia.
O Sr. Ciimeneeau asa ciou-ae a l.ngJa^ein d'
Sr. linea i > cmra 0J boaaparti3 ae, ma8 ap liou a
urgencia da reviaio de urna coastitocio, quia
negaco dos principios da d-mocracia re abucaaa.
O Sr. Uouvier comb.t^u a urgencia. O miuia-
tro do interior pedio a callara que regeitasae a ur-
g ncia, pois nao se deve acc esaentar urna njva
tonte de perturbares a difficaldades aquellas qu-
j ex'Stem
O Sr. (i iblet disse que en'enlia quo a reviaa i
nio remediara a ai tueca >; qae o verdalero reme
dio era ter um governo apoiado em mai ira repu-
blicana que poasa par um dique i fa c:s.
O Sr. Andriem faliou a favor da revisio.
O r. Tirar I, pr i*id-. it) lo ciaaemo le mi us-
tros, d clarou que, se a cmara tomassa em eou-
eideracio a praposta, elle dedioaria ie si toda a
respoaaabilidade, e accraseeutou qae votar a pro
pona aena lar um aovo arguanuto audacioea
maulfeacaoio d'essa manhi.
A a-ssao correa aa varale, tumultuosa e ag
tadissima e a diacusal podo qu*lifiear-se de con-
fusa.
No fin a'eaaes debates, a cmara rejeitou por
253 votoa contra 195, urna propoata do Sr. Cineo
deOiiauO, deputalo bouapartista, para qae a*
aeeeea da cmara uomeaaaeu: no da segai.ife a
commisBao esoecial da revisio da cooatitu.-cii.
Applauaos ironiooso da direita.
Em e por 268 Votos contra 237 a urgeucia da propo*a
para a revisio da cmatitacio. domo o Sf Ti-
rar! tiiihafcito queat- poltica desaa voUQ>, o
miqiBtern re^olveu logo demittir-si 8 ndo suj-
pen.a a aessio at i 9 b ra* a maia da noite.
O Sr. Tirard sabio iin nidiatamaa'e da cmara,
em consequencia d'aqoelle cnequ e fsi a palacio
O -tt C.ruot ac- itou a demias!o que lbe toi pre-
sentada p'lo Sr. Tirard.
En Paria" julgav-e qaa seria chamado o Sr.
Floqaet pelo pre*idute da replblica, atim de sor
e.'Carr-gado da f i'maci | do n.ivo gabinete.
Riabrta a aessio 9 e inaia da noite, resol-,
v-u tornar a reuuir-Be no aabbalo (31) a 2 b iraa
da tarde.
A cmara doa deputadoa tomou em considera}! o
por 230 voto c mira 17), a propoata qu aatoiaa
a c uipaonia de .Panam a cmittir obrigacoe*
com premios sorteados, na aessio de 26 de Marco.
A -oinpa ohia d P .n mi ni tam p moad i es -
fjrooi pira tacinur eata nova emiasio. Todoa
oa seu* expeliente* te-m couvergidi para um
ine e*tas alia* teem ten imore con qua oa p 'rtado-
rea de obrigac^oa afflian a9 m rcado c >m offjrtaa
tae*, qu o sy adicto com orador a; tem Vaste mu
ua v-ses abrigado a recair.
O* oxpsli.-nte* a*i* a i optados pela oompanhia
rem i Jo a a teracio do* typia, do que re*j ta que
s teaha certa procura o typo que masa s appro
sima do nltim emittido.
A*aim oa ultimo* .oniemnam e deprecia-n oa
primeiros, e por fio o Panam ser o cumulo dn
c-.pita.es franeeaea emptegados n'e*ta maifalala
empresa. Dip >ia da e*cala doa lyp a vem agora
o expedente do* premu3. O tmulo 1A coaii,*
anda aberto.
. ooiomasio parlamentar'inenoibi la de exa-
minar a prop uta relativa a emiasio de obriac;a
da cotnpanbia d- Panam con premio* a rtalta,
cineo mcnoroB ai o favoravea autoriaacio p- da, quatro sio-'he hostia e O* doua reatantes
querem que a queatio aeja maia eatalada.
A aospfa de i'aoam deaco de 800 ir. a 270.
Ap -iar da proas* que ha va em levar de aa.'t i
antea da piachoa o paree r da eoiumiasio parta -
meu'ar, v seque alo cmaeguiran. N iS ml.s
em queeai e uaa eundlSjeaa em qie ao doju
o Pauam esta ir'e.uj iiaveimeute perdido.
iualr* Hungra
Liga-so extraordinaria iBSpiiliaaUTsa ia cinfa-
reuc is uiilitsrea q^ie i-ves re.li.ar-se Bases .***
em Vi una, e Bjsn an'- c- len, como o prologo as
eeede o drama, a ir,zuna 8 aio da* delega-osa
da Anatila e da Hiigrta. Ni O.pital auatr.aca
nsistcae em ere-, npparentemente noapengos Je
'un. U 'rra immiueuur, a at atriou-m aj miuM-
tro da guerra esta, palavraa A grsvi late Ja*
cireumstancia. testa p.livras impo: o ole-
Ver d' aproveitar o* ino a-otoa e prep iranno-aoa
para a le'*, enj < pr in.niu ladea auginentain. .
Disaeateou uio, aeinpre certa n ministro preSideute na Uingrta, e o Bario de
F jurvsry, ministro dos honvela, chjgaram ji a
Van ia para ter patM na* delioeraca :* c mnoui
dos ministros daa du i* porcoea da monarchia.
.^Trata-M partieilsrmente de fixar a cifra doa
cred-.taeque aerio pedidos a deleg*c6 a paradas-
p ;a do exircito, que devean ser consideraveis
para CJispletar o ar.n-.m nto dai rea irvas.
Segiulo o pea amento do ministro da guerra,
como estas deepesaa alo absoluta neute p..*g- ir i*
e nio aevtu ultrapa**ar o periolo aeiual do*ai-
ma aentoa que a aituaoio poltica g;ral exige,
urear-se ble recursos eapeaea, deatiaa toa laio
bem a desappar. car com o pr j icio que oa saoiiysti.
B' be n delnuto, nao tem duvila^ o ponto eat
que aa deiegi5 a nio noontrem tailn as premia-
sas. Oevem ellas r.-uoir-se em metalas da Abr: ,
mas parees que serio adiada para depatajjfc Peu
teosles para que o novominis'ro da guerra, o ge-
neral Bario ttaiier, t nha teaoo de uudiucar oj
proj'stos que lue deix*ou o seu autecesser. e Conde
Byuadt-neydb
ajajOsassa
O rei da Anecia ir ao continente no priaeipia
de Abril, indo pnujeiraaoeole Italia e dopsia
Lisboa a bordo do um navio de guerra sueco.
nal
De 8. Psteraourgo suoa iciaaa qae breresieat6
se ratificar o tratado de commerc > com a H-apa-
paub-, e acrese'ntam que a Kaasi.i cuilaem re-
vor os aeua tr.talo* Cnasa outras potencia*, e!
m ospaeial oque tn n esUpaladj com a I iglat.-rra.
Aa noticias da Bisaio. coatiuu*m aealj inquie-
tad iraa.
O governo do czar man loa adq lir'r om urgen-
cia urna quaiitiiade soasijenvel do proviaoaa, tu-
fossajajar os armasen* militare* a construir novo*
depoaitos.
Corie o boato de circular aa Rusaia ama folha
an >ny moacoviti, a asaardit qua s.' co.iaidera iuevitav-I
urna ga-rra eom a All-'ma ;ha, bavenio oez ai-
ino l'h mi na dispostos a d ofender a It usa.
Atfirina-se, tjhrr*, que o Con lo Herb-rt de
Bismarek vai reccboi umi ooadeeoraajat) da Kua-
aia.
Q ias! na meama data daa noticias amaacadoraa
commaaieam ditos d apacho*, que ae vo estrellan-
do as releed 'a entre a Ailemauba e a liaasia.
Aa divergencias, porm, eatre a Sisaia e a la-
glat rr* parec-'m accentaar-ae de novo
O oSanaVjrfJ dis que aa reapoatas do governo de
S. PeivraDurgo, fundada ni modi&cacoda viagem
do diplmate ingles Wo.ri, indias que a Inglater-
ra uio dever, talves esp-rar urna amiaade reci-
proca noa assamp-os da Aaia Central, emquanto
asases nonti conbater a poltica rusas.
Ha motivos para receiar que reuaaca a queatio
do Afghaoiatan que den tanto que fallar ba tetu-
pos.
Servia
Abrise a cmara servia. O discarao do throno
refere-se a assumptos internos, por issojno >ff -
rece Onnenor interease compendiar lbe aqui os to-
pijoa.
Buisiria
Em" Vieana circul.va o boato de qae a prince-
sa Clementina de Orleaaa, mai do principe da
Sa'gana, Fernando de Coburgo, vai ser aubmetti-
da a um conaelho de familia, por motivo do prodi-
galidade. Parece que cata m li la ser adoptada
a pedido doa pareutea da priacesa, que nio que-
rem toierar por maia tempo a* en orn-a deaposaa
que tes na Bulgaria i. cuota do aeu proeelimeuto.
A**egura-ae que a Turqua, em vist i daa obser-
vadnos da Austria, Italia e Inglaterra, reaolveu
nio tratar da questao di Bulgaria, rcnauciuudo a
oceupacao militar do priucipadi.
Da 3opbia commumeam ao Standard, de Lon-
dres, que.o go.'eruo blgaro deeiJ,lo irrev .gavel-
mente olo ceder, por molo t-.lga n, na iutim icoes
da fra, e que, se tanto fr neceaaario, reoorrer
aoa meios exteruos para manter o estado exis-
ten te.
E ter elementos para tal resi-iteaci i.
Butimaaila
No parlamento roa ateo o* d putaloa da oppo-
sioi> levaram, no dia 27 le Marco, maita gente
.na galana da cmara para taier escandal o. A
ntrala levantou-ae grande rana to, u a guem da
parou um tiro d; r-v olver. que matou um contiuu >
da cmara. A mu ti lio foi logo diaparaada sem
que niogu'm entio fos-o ferido, disem aa prraei-
MS mf irma^o ia, pirque a tropa f figo com car-
tuubds d isembala los. A juatic. proeale. F ram
j presos dous deputnd'o*, os Sr*. Poeva e Puiii-
aaaaoe e vana* joraalistaa.
Por noticias posterior-a, coiifirmaudo ajudle*
acootecimeutos, aabe-ae ter havido no eosoicto
vari '8 ->ort -s e muitoa feridos.
O FrendtnbluU de Vienoa deamente que a pre-
seu^a ao re da Rmnima uaqueila cidade teaba
relacio Com projecte* oiiutarea.
X .iiu.iiiar
O sultio Bargas-abeu Said, que voltra de
Musca a 26 de Maru, fullecas ueaaa mesuoa
noite.
6lo d 'na oa pretendentea suceesaio de Bar
gascb-b-n-Said, orno aultao de Z nzbar, um de
tendencia ino cu e outro de teoloocia allemi.
Foi proclamado Kbalitat.
Ooveinava deade 1870. Oa dominios de Zanz-
bar comp m-se da iib deate uomc com una au-
p -rficie de 1,590 kilmetros quadrartos e da de
Tumba Com 960.
Aa froareiraa das posassoaa situ idas ao longo
da costa nfnca'ia sao agora delimitadas por urna
cominisaio emposta de represe atantes da Alie
mana, da Franca e da Inglaterra.
A pupuiaoio dominante a rabe. As raceitas
ale prevenientes das alfandegaa, mas o estado de
Ziosibar eat loage de ser proaparo.
A sua imoa'tacio ex i-le aempre eua expor
f .y! o, que nio paaaa de 4 mi.iio ia da dollars, ao
pasao que aquella excede 6 oailbo t.
A bandeira mercacte que maia figura nos stMis
portoa a da Inglaterra, representa la m 1885
16 navios de grande touolag-m, emquanto Portu-
gal toi ah reoreaeutado uelae mcamo anuo por 3
navi.o ou tonelaseni-
Ot couau:ea recoahaceram offiaialmeate o
novo sultio Sald-Kballf.
Kaialn.-t'nidoa
Diaem de Waabiagtao que o Sr. K w, repre-
sentante do Yw*, apreseiiou cmara um pr jac
to de lei ten lente a crear urna junta permanente
ae a'bitrsgem entre oa Estado* Unido*, a G/.i
Bretanba a Repblica Francesa.
A coiumiaao doa negocios cstranjeims appro-
/ou a propoata que abre um ere lito de 25,000 dol-
an para a conveniente repreaaataclo dos Esta-
loa-Ujidoa oa expojicic de Barcelona.
-.i. I 'i extew. -i
a q tal liaba aid.o na* de Paria, acerca
da demiaaii off i o ra ui.'eno preili.ij
pelo venerando Bari ae C dadeiramento bjaem'rito) e d. orgam-ncii de
novo ministerio aob a preside ncia d o conaalheiro
Jlo Alfredo Correia de Oii7eira. R-finuloje
a ideas do novo pi-egideate do c ma Ino e do seu
mnente collega, ecuador Antonia Prado, acerca
la cxnoccio do captiveiro, o orador coogralu-
i'iu-se vivamente com S. M. o Imperador, com a
Priacexa Imoerial Rigente e sen espoao, S. A. R.
o Conde d'Eu, bem c. uno com todos os brazi'eiroa
por aque.li e/oiucu poltica que pirmitte ef parar
prximo ueseulace du questlo doa rg-ravoa uo
Brasil sem abalo eem c namoclo. N mbum dea
brasileiroa presentes coutava com eata maufesta
(lo, com a qaal quiz o orador sorprenlel oa da
modo agradavel. E' indisivel o embuaiasmo com
que toram acolnidas as palavras do fluaate orador,
prorompendo toda a asiembla em saudacoea a
S. M. o Imperador, Princesa I np-rial, ao novo
minibteri o e ao Brasil.
Seja dado ao autor deasas liabas caviar d'aqui a
manifestacio dos seua melbores deaejos ao illuatre
chele do gabinete, ao benemrito Antonio Prado,
e a todos os seua companbeiroa.
11 de MarcoS. M o Imperador aaaistio h oje
com S. M. a Imperatris t toda a comitiva rnia-a
que mandn celebrar na capaila da Nossa eohora
la Aununciacao pelo repouso eterno do Conde de
Iguaaa, um dos seas amig s amigos camaristas
Um* commiasio japonesa composta de R H -
maoba, presidente da cmara de commareie de
Rioto, Len Oury, antigo vice-coasul da Franca
no Japao, R Inabata e C. Satbo, director da fa
bnea Manifactare de la Rioto Porcelaine & C,
apreseotoa noje as soaa h imenageaa a S. M o Im-
perador, participando ter de partir para o Brasil
com o tim de estabelecer bases de commercio com
a praga do Rio da Janeiro e as de outraa provin-
cia* do Brazil.
A commiasio nao tardar a partir para o Rio de
Jan-iro.
18 de Marco Suae Mageatades demorar-se-hio
nesta cidade at e fim de Marco, p .rundo depois
pira (i aova e d'aili para outros pontea da Italia.
E' para presumir qae Suas Magestadea nio poa
sam ir a Roma, porque, segundo eatou perfeita-
ment9 iufnrmado, estao all graasando com inten-
si lado aa Cobres m darianas, que tem falto muita
victimas. O noaao ministro ra Roma, Sr. Souza
Correia, toi accomnottido da febre, da qual aiada
uio ae acha completamente reatabalecido.
O raiio estado sanitario de Roma attribuido ia
constantes escavano ta que all estao sendo feita*.
e as quaes se euopregam pera aberturas de rasa
6000o irabalhadores.
Coegou hoja a Cannes o Conde de Araguaya,
addido da oodaa legaca em Uadrid, o qual ac
acha em Nisa or molestia de ana esposa.
A 27 e 28 effjctuar-se talo as grandes regatas
interuacionaea de Cannea.
REVISTA lVllii
Cooumiesoaa :
lo giii,-io Leopoldo Pirsa, Ismael 8ilva,
) olo Macbado Primo, Artbar Pinto e Theodoro
B-aga.
Avaliaglo -Iimael Sil7a e Alberto Pinto.
R'visioVirginio Braga, Alberto Pinto e Vi-
tal Mello.
CertamenOau de Prauci. Lopoido Pires e
Leonidaa e SI.
Cuntas Tneodoro Braga, D. Mara C. P. EVsr-
reira e Virginio Braga,
a Falsa ModersiaCun eate titala co-
inecou boutem a s'.-r paolieade um qamsenario,
de propriedad-i e redacci i d >a Sr*. Arihur Lylia
Rabclio da Iva e Soii.liuio Attiee Laite.
Diz elle no sea artigo de apreseatn
Maia ura jorual qua appuieea deapreteacioso
na arena joraaliatica.
Com um fim paraman.; litterario, sena de le-
ve euvolver-ae em poltica de capeoie algama, elje,
filho sincero do eothusiasmo que d o trabIbo e
amor a letiras, surge luz simplesmaate com o
iatuito de esmagar a indifiereu^a, a^reaeotando
ao publico as modestas primicias de joveos intel-
ligencias.
* Movido embora, por mos iohibaii, arrostra-
do com tolas as dii^aldades que sem ssaiatir
semeihanr.es publicacoea, elle, no emtanto, teve
coragem bastante para nio desanimar. Qaiz lac-
tar, aceitju a lucta, reata saber ae casorio com o
aeu dever.
Que logre vida prospera o que lhe deaeja-
m08.
iirectoria das oaraa ae ronarrrs-
cie 4osi peos de Peraambnco Re-
cifo, 13 d Abril de 1888.
Roletim mpreor^loiiico
Si o
doras M
g p 50
e
6 m. 26'3
9 28*-4
12 28'-9
3 t. 28' -6
6 OT* -2
Baroaittro a
0
761>32
7638
761-083
769no90
76'>">-7
1 o
Tensio
do vapor a
18,73 33
73
18,45 64
19,09 64
16,90 58
17.81 66
ICUOU.Iatuln Ol.alai.1 Zii'.UJ
Dita mnima26%O0.
Evaporacio em 24 Dorasao sol: 5,m5 ; som-
ora : 31",!.
Cb'uv iaulla.
Direccfli' do vento : variavel de E a SE predo-
minan lo SE durante todo o dia.
Velocidade mediado veute: 3a,62 por segundo.
Ncbuloeidade media: 0.35.
B- lefirr. do oorto
EXTERIOR
Viagem liHjierial
( Jornal du Commercio da corte )
Cannet, 14 de MarcoJ Ibea escrevi nosta
data em que a Familia Imperial e todo o Brasil
celebrara com jubilo o auniveraario natalicio de
viren osa seub ora que de alto do tbrono d claro
exemplo da dedicarlo de esposa exemplar, jamis
teodo feito fallar de ai aenio pala boudale, pela
aingelesi c pela modeatia. Posao accrescentar
algaaiaa particular! ladea acerca daa demonstra
u-* de alegra que hoja se t.-in aucsadido no Beau
djour.
Ueade pela manhi numerosa a concurrencia
de pessoa- de todas aa claaaea que all vio luacre-
ver-ae no livro tloa viaitautea, e da Europa e do
nono Brazil chegam 'eleg am as de 0 ngratula -
gao a SS. V VI Lnpenaes. A protuaio de rami-
ibetos e fl orea reaiettidas a S. M. a Itnp ratriz
enorme. Aa casia de flores da ra 'le Autibea
nunca aa venderam em tamanha coia.
Ai bmqu te sumptuoao do aumveraario eati-
verana presentes, alm da comitiva, a priucesa aidexat-*. Eira. Sr. Or. I^uaoio Joaquim de Siuss,
O. Januina, a Condeiiaa d'Aqmla e seu fi'holr^.^j _ua ^ e8aB e oatros meios, procurou
lia 'P- ._ .*.- ___ .__:~.U.. ..ll.
Ailtuiiiisiraco ti pro .lucia -Ama-
ahl, 1 i.ora da tarde, o Exm. Sr. dcBembarga-
dor Joaquim Jos de O/eir Aalrade, nome a lo
proei lente deata provincia por carta Imperial de
;;5 i- Marca fiado, prestar juramento parante a
Cmara Municipal do Rejife, e em seguida assu
mira a 11 riiuisrr.ielo.
Auiorlilade policialPor po'taria da
prcaii. a ia da provmaia de 13 lo corrate e pro-
posta do Dr. chufe da polieia de 1!, foi nomeado
subdelegado do diatrieto do tarmo de Granito,
o ciiado Joio Manoel da Silva Barroa, em 3uba-
ticuclo de Franciaca Carlos da Silva Peixot--, que
ped'o exonerado.
Ageatea do crreloPor act03 da pre-
siieuoia aa provincia de 10 do correte e prece-
deudo propoata doadmiuistra lor do correio, toram
Humeados ageutea deaaa repaatirjlo :
Na cidade de Nazareth, O. Silvina Peraira ;
Em Podra Tapada, Antonio Perera de Furias.
tnalversarlo Amanhi tazara 61 annoa
que t .i creada a ordeo hoaorifiaa de Pedro I do
Brasil.
lilberiacaesiEm Cacbotioho, o 8r. Fran-
ciaco Ignacio de Paiva, em regoaijo pela orgam -
sacio ministerial de 10 de Mar^o fiado e de aecor-
do co o o programma do gabioete, libertou sem
condiees o sea nico eseravo Manoel, de 17 an-
noa ''e idade.
Na Raasinha tambem, pelos meamos motivos,
o Sr. Antonio Arcelieu Ua sM*a. IJuigo. libenuu
oa seos uuicos eseravos Lourenco e Antonio, am
boa de 40 auuoa de idade.
Regiatramoa com praser tees actoa de philan-
tropia e por elle felicitamos os seua autores.
VaeclaaeaoCbamamoa a atteocio do pu-
blico c especialmente dos chefes de familia para o
edital da inspectora de bygiene em oatra seccio
deata tolha publicado, referente ao servico de vc-
emelo e re /accinaclo, que se pratica na reparti-
cao da r f rida inspectora.
A epidemia recente de varila, desenvolvida na
corte lo imperio, era que foram ceifadas duraate
o anuo passado 3,357 vidas, um aviso muito sig-
nificativo para que todos prucurea nesta medida
altamente pripbylatica o meio de preservar-se de
tao ternvel flagello, sendo por isao mprescindivel,
lue por urna v. s se acabe com a indifferenga, ae-
oio repugnancia que parece ter a populacio iuo-
culaclo da rympba vacoioica, que tao boa* serv-
eos tem pi estado ha osaidade, sempre qae tem
apparecido em qualquer loo.lidade a varila com
carcter epidmico.
Hraniao aeademiea Amanhi dev rn
reumr se, u'um do. .aloes da Facaldade de Direi-
t o os Srs. acadmicos, at.n de tratarem dos meioa
pr'aticos de commemorar o anaiveraario do decreto
de 19 de Abril que estatuto a libordado de eu-
sino.
Club Mtterarlo Pinte la nior Ene
clnb tunccioua boje em aeaaio orainaria, na res-
pectiva sede.
Sentenciarlos Seguirn hjotera para o
presidio de Feruaudo da Noronha mais 40 sen
tenciad ia, que, deveado camjrir as penas aiaae
presidio, eatavam entretanto na Casa de Osten-
oi- ... .
Troate iaso ana cofrea pcovinciaea um allivio
menaal de 188#0W ou 2:016/* por sano.
Deve-ae eos uovo beaecio aodinj viee pre-
i>. L'iis, oa Croles de Caserta, o Condes de Tra-
paui, o coua'lh iro Bario de Anuos, uosso minia-
tro em Pars, o conselbeiro sead ir Dug Velho
e o Bario de Teff. Sei qua S. M. o Imperador
saulou tira pbraae cloquate e c'mraovedora a
augusta eap iaa, prestan lo homenagem profunda
alia dedicarlo e euiin 'ute* qu i o Jad-*.
A' noite bouve no aalia do Beau Sjoar reaaio
iriihan'e na qaal ae tiseram ouvir diatiuctas da
.uaa e artistas uotavCia.
.las Magestadea receb iram boje a visita du
Rvlo. biapo Mermiliod, e, s 3 1/2 da tarde, rasa no co'legio de Nossa Seu hura da Anuuucia-
^ao o insigne orador sagtalo, que mu adecuada
mente diseorrru com a costumada eloquencia
leer a do bello ibera a da Familia.
16 de Maro*Com a sna comitiva, e t*mbm
,co upaiihadoa pela viseo-idesa de Motta Maia,
i. Ame ia de Nioac e 1>. Helena de Caotro, lo.- .ui
de novo Sua* Migsstades ao coilegio da Auuau-
ciaci> ouvir o u tino serrnio de Merinitol, 8ibi
..fiado que mui dedcalo se tem mostrado por
Suai VIagestados.
lt de- Marcoi. M. o Imperador, S. A. o pria-
., l). pedro Augusto e os Visooadta de Nioac e
Je MoUa Maia a*s.tiram hoja oa igrtja doa Pro-
teataiit a a ura offiaio pela Inperador da Adema-
alia teodo-se acbaio tambera na triste c r ra >ma
p'nuceaa D. Antonia da H .bous .llern, o gri-
dique e a gri-duqueaa da Baleu (bardeiros),o
,rcbilaqae Reuier d'Austria e a arcniJnqaesa, e
ouuieroaaa paaauaa de todas as ulasaea de Cauuea
fl de Muroo Acomp.nbadoa palos Visuondes
le Ifiaao e de Motta llaia, asaiatio boje S. M. o
Imoerador no sslo do Hotel de Vilte a ama a?a
lo da SosiOdale de Lottraa e daa Scieuciai, ata
qual Su Magaatade preaideate honorario. Au
,torio noraaroao e eacoibido.
. Apea a leitura de trabalnos de Jourdsa e
Higa.rd da Lival, doaa eruditos, la Sohan
, verso fraocezes do soneto que, debaito du,
titulo Lagrima de um pai, campos o Sr. D Pe-
dro II P'f fO-9'', o preuaatoro paaaameoto do
o4 lbv, principa D. Atlonao, e o qaal vibraa
e >m gr*1** e expaaossiva naturaiida le a. angus-
t., de SS* pai tocado por taotanba desgraoa.
toce ron-e a bnlbaote ae**i de modo qae
j,val nce recordar. E*uva o pre*i-
maito afr
a
quando
jH.teai.jaw de declarar teeO.dos os tr.b.lh
Jasob, do* redaetores dos Bohot ate
melborar aa condiooaa ecoaomicas da provincia,
quanto lhe foi poasivel.
MtsertaeAo Aatehontem a Srs. D. E le-
trudea JauUaria de Sousa Magalhies conceden
carta de liberdade a nma escraviaada de nome
Apellinara.
Dona de.sitlnadloaA'a 2 horas da tar-
de de quinta-fera, o quaitel do destacamento do
a districto do Poco da Paoella toi invadido por
dous policiaes, paieanaa, um dos qaaea orde-
u.uoado Sr. Or. deleg.do di 1 lialncto e ourro
d i sub lelegado da fregaeaia de S. Fre Pedro
Goaoalvea, e ten'aram matar ama mu her que adi
estava, o qua nio canseguiraa fjor ter ella f-
gido.
lato oa exiaparou 4e tal sorte qae commetteram
grauJaa deaatmoa, eatragando o quebrando tudo
qo,auco prteacia mulhar, bam Como urna redo e
um boreal peneacnte* orlenanca do subdole
galo la u 'le districtj.
N i quartel ap-naa estava de planto nma praca,
achauJo-aeasdema.s om d.l geucia, e neubuma
resisteuciaf.i opp.sta aos aggreseores, que, reti-
raad.-a-, levaram doua parea de brincos, nma ca-
O.leta, um alfiuatee urna imagem de S. Braa, tuio
de ouro. .
Pric-de-n acre* do facto noa termoe da le.
Clan Grnanl'8ioo Vrnsaia Par
anuilia' d.je, a 4 horaa da tarae, devera-ae
reunir Oa a ocio* deate Club Carnavalead, para
approsarom oa seua statutos, na ra do Caj n.
4, au* sede provisoria.
O Aria.ta- Publicou se o n. 3 daata semuna-
rio, propriaJa-Je de ami asaaaiacIJ.
Can I*iiterarlo Hieauea Janlor -
Houtem, lt do crrente, houe aeeaio iraordaa*
na para se faser a aleigio para
qu tiaou asa m compoata :
Preaideute-I.maoi Margues da Silva.
nova directora,
i ad po*" de'raca, a tralucclo era m.ga.&- Vice-preaideute-Pheodoro Jos da Silva Bra-
g*
Martina Sobri-
Ia secretarioJos Francisca
abo.
' 2 secretarioAe^uato Vctor Martina.
Adjauctj da secretariaJos Teixeira Coissbra
Jnior.
B bnotheaaroVital Modesto da Silva Mello.
OradorO y.ojio Eixebio Arroxallas (ialyio.
Vica-orador -O/raciiiaoo M.rtiaa Jnior.
ToeaouroiroArtaur Fiock Pate.
la Dia Horas Altara
i. M. P. M. M. J. M. 13 de Abril 14 de Abr 1151 da maDha 654 Ja tard- 012 Ja macha 6-21 . 0-52 '."48 0.--57 2,-48
Pilo d'Aliio bcrevciam-uos eui l uo cor-
rente':
En 17 de Merco fin lo, assumio o exercicio do
cargo de sub lelegado de polica do l" diatrieto
deste termo, na qualidade de 1* suppientc, o alfe-
res Flix Jos de Oveira Mello.
Na igreja matriz d'eara cidade, durante a
quareama, concorreram ao tribunal da penitencia
e receberam a Sagrada Eucharistia, cerca da 500
pesaos8.
. Em alguns domingos, prgou o Rvdm. cooego
vi gario Augusto de Kua' wetter, prendeado, com os
seas rasgos de eloqueocia, a atteuclo dos seua ou-
vintes.
i< No dia 29, no lagar Cavrapich, torras do
engenbo Musaareppe, deste termo, beira do rio
;pibaribe, foi encontrad i o cadver de um ho-
mem de car preta, maior de 50 anuos, em adian-
tado estado de patrefacclo.
Sciente d'isso, o delegado de polica, compa-
rec'U, incontinenti, ao referido lugar, fea proceder
viatoria no cadver, qoe foi eonduzido para o ce-
miterio publico deata cidade, onde foi inhumado ;
e campno as disposio&es da lei, evideociaoJo-se
ser o referido cadver do individuo Balbino de tal,
qua se bavia enforcado.
Ni igreja de Nossa Senhora di Rosario,
deata cidade, celebrou-ae, como de coatume, nos
dominaos da auareoia, a piedoaa devtocio dos Pas-
aos, o uaa quarta-fsiras, a via-aacra.
Ha meama igreja, no dia 31, a 7 horas da
noite, hasteou-ae a oaodeira do Senhor Bom Jesas
Jos Pasaos, faavendo depoiB novena.
No dia seguinte, (! de Abril, vigente), teve
lugar a respectiva testa, qae conatou de miaaa can-
tada, grande orcheatra, a 10 horaa da manbi, e
a 7 horaa da noite, aarmio pelo Rvdm. conego vi-
gario Augusto de Kusewe:ter, qne brilbantemente
se desenvolveu ; ba vendo depois ladainba, etc.; e
em conciesio foi arreada a bindeira. Foram lar-
gados baioaa ; e em todos oa actos tocou a Sacie-
dade Phi armnica Pao J'rlbense.
< N'essa meama noite, depois da festividade re-
ligiosa, na praca do Coas-.hc.ro Joio Alfredo,
b uve um bnnquedo, denominado fandango,
rganisado por diversos rapa.ea deata cilade, ao
qaal aflu o numero csnsideravel de peasoas, termi-
nando, telismeote, na santa paz.
o Registro com praxer os seguintes actos, nlti-
mamente realsadoa:
O Sr. tenente Sofero Marques de Araajo Pi-
aheiro, em aignal de regoaijo pela asceacio do
conselbeir o Joii A fredu ao poder, libertou 13 es-
cravos qae p .ssua, com a clausula de pre^tacio
de servir;oa por tempo de am aaa).
O Sr. rflij r M-n-icl Tbomas de Albaqaerqae
Maranhio, tambem libertou 10 eseravos, em re-
goaijo por baver-ae formado em matbematicas o
seu lilho Luis Marques de Aibuquerque Mara-
nhio.
Oa herdeiroa do finado tenente-eoronel Franco
Vieira de Mello, enne deram liberdade incondi-
cional aos eacravoa, que couberam Ihea em par-
tilha
Parabena a todos esees benemritos cida-
da 81... Parabena!
. __No da 6 do corrente, a 7 1/2 horas da
noite, foi terido gravemente, com nm tiro, em ana
residencia, ra dos Caldeireiroe d'eata cidade, o
major Ignacio L-op-ol lo de Albaquerqua Maranhio,
teiWo o eriminoao, qae ae diz ter sido um preto,
alto, de pal toe. p .rd o, ae evadido.
O subdelegado do i diatrieto d'este termo,
compareceu ao lugar do delicto, tes proceder via-
toria e maia diligencias da lei, abrindu a tal ref-
peito, o delegado de polica, ioiuerito polica'.
Na qualidada de 3 aupplea e, assumio, no
da 7, o exercicio do cargo de delegado de polica
deate termo, o cidadio Firmiuo Veuancio de
Araajo.
No dia 9, deixaram o exercicio de a us res-
p ctivos cargos, oa Dra juiz de direito e juiz mu-
uicipal, sendo substituidos, o primeiro, p-!o jais
municipal do trra > da Gloria de (io t. Or. Jos
(Jornelio L'itln Rtngel, e o segundo, palo cidadie
Jos L'iis de S ouaa, qa- assumio o exercicio, no
dia 10, n i qualida le de 2 supplent,-.
. __ Pedio e obteve txnn iraeoio do cargo de vi-
gario desta freguetia. o Rvdm. conego Augusto
Adolpho Sares de Ki-.w-iter, sendo norneado
para substituil-o, o Rvdm. Manoel Candido das
Chsgxg (i inriiin, que anda nio tonjiu posse.
O Rvdra. conego Augusto de Kqsewettsr, qoe
durante dona aun oa,o-an alguna das,regen
egta tregueaa, nio deixa a menor desafleicio en-
tre o seua ex-parochiaoos, que sio unnimes em
confesaar o awlo e dedicacao d-aae sacerdote no
espinh osa e ditficil cargo, que deaempeohou. com
oficie ncia.
Tondo encontrada a mat-s desprovida de or
nament os, procaroa a coadjuva^lo de a'gaus dos
teve parocbanos e camproa o que era maia neceg-
ario e iudiapen.avel ao aervico da igreja, ficando
entra si um deffiait. nio pequeo.
Alm do gr&ude trabalbo, qua peiava sobre
sena deb ia hombroa, s R.'dm. eonego Kisew?tter,
foi enesrregado da regencia da treguezia de 8.
Lourenoo da Matta,cargo qae exerceu cumulati-
vamente durante tres mezes, e dep oa, na. mearnaj
condiodea, foi encarregado na regencia da freguesia
de Noaaa Senhora da Luz, ba aea me.ea, deixando
agora e n razio da exoneraoio que alcaocoa do
cargo de vigario deata freguesis.
. Em conclnaio, avaooo a diaer, que am sacer-
dote naa cenlicS a do Rvdm. conego Kusewetter,
dotado de inteligencia, aabedoria e virtudes,
b rara diatincta claase a qae pertence : ara
verdadero apostlo do catboliciamo; e adiaotado
em idade, eamo p da coala 58 annoa, nunca se
fartoo, nesta fiegue.ia, so trabalho, para o qual
era procurado, desimp-ohaudo sempre com profi-
ciencia e solicitado os deveres do sea sagrado ni*
nisterio.
I

'
A


\
V

i^LVbbsVbbbsVbb1
[ Muniuo


Diario de Pernambne---Domingo 15 Abril de 1888

, o sen aub-.li uto o imit, o qae deaej
. Aetta-ae ab-rto, u'eata edad-, um pequeo
colle-jio. a .o dirc-co "* sr- A"''' ***
d VeoSeosnS)** Dr- F-'P? P'gueo.,
*" H .a-es, o Club Eo Dramtico Peo
d,Al,, .,ei de su oova directo-
rim, dundo seeui.re resultado:
. DirectorTunete Porphir o Couliuho (re*
eleiro). .
. v ;:i_: .lo da Barros.
1 *ecret"ri>- Soliuo.
2 seeret-.noJ.o.ouin M^nte-Raio.
Orad >rfVlu> >no Hrasileiro (reeleito).
Tbesoareiroliaoul R.rensiro.
Procarai rJio Bautista Barrea.
_ As chavas te.m appireciio por aqoi, po
rm, nao contiuuano, UMkts que o calor de-
masiado. l4
A ordem publica val aero nenhuma alte-
ra cao.
At ootra ves.
le- -fatteva ;-ae-nao:
Auonnb: _
Pelo agente Pinto, a 10 li? horas, na ru Ba-
rio de S. B .ran. 53, de m.veis. 1 me aa, vidroa, etc.
Pelo asante Brittu, s 10 1/2 horas, na ra
da Ft-r-a n. 3. do estabeleci.u'-nto abi sito.
f-flPel > aif-ute Gusmu, a 11 hora, na ma Mar
ques d O.i.i fe n. .9, fe ujov-is, piaas, vidroa e
qaadr 3.
Terca faira:
Pelo age -te Brit i 10 1|2 horaa, ni ra Im-
perial ii. 160, do t atabelecimeow ah aito.
Quaitafeira :
Qp.-io agenta Bri't-, a 11 horaa, ra do K.n-
gel o. 43. de predios. .
.! no Caes do
P.'I agente Pea'ana, ao mo
Ap>H>, de I.'Ih co o torro.
da,
&
deate
tHwn* fnebre-SorJo celebradas :
A.oanh : ... ,
A's 8 boraa. na matrs da Bda-Vista, por alma
de D. Maria Houorata Rejueira de Basto Pinto
de Songa.
Terca reir : _.
Aa 7 hora, etn 8. Francisco, por alma de D.
Iga-m Fio. entina de Albu .cerque Barroa.
Qi*ria feira :
A's 8 horaa. uas nutrias di Corpo Santo, han-
to Antonio, Boa-V.st, S.Jos, Afogaios o S.
Jos* da B-a-E-iperaaca, ? "- alma de Manoel buig
de Franca Cal la.
rg*lroso Coceados da aul no vapo.-
iogle Turnar i _
The-doro Simn Bianlerinl, Carloa A. Forra
de Abr.-o e ana seohora, Joo da Silva Brandao.
Joa Ribeiro, Obylon L vy, saa senbora e 4 n
!hoa, W.lliam H Bolsn e Edmund P. C>x.
Shid g para a Europa no meamo vapor :
Manoel Gono.lv.-e Maia, Jos Antonio Pilro
Jnn.or, loao Silveira Boa Vista, GeorgeC-oper
Scott. A ugusto Montairo de >uveira, Mana da
OnccMcao Nanea, Da'easeo Francesco, D-Isasao
Fortunato, Dalaaaao Giovani, Tab i bi Antonio,
Visa;. Eugenio, Caruiato Antonio, Pollo Giaein-
tho, Viasaa Giovani, Z'ppa Guiaeppp, G>llet-
Ga*Uno, Davia Achile, Davia Valentino, Davia
Lncgi, Z ppa M;.r anoo, aua senhora e 1 filbo,
Negrene Aquilino de Foitunato, aua eenhor* e 4
filhoa. RKymund.. Bonella, ani senhora e 2 filhoe.
Pagana Giovani, Bonella Pol >, Jote Rodrigues
Fraguo, aua aenhora e 1 filh:>, Manoel do Reg-
Pontos.
Reuniea aociae Ha hoje as aegum-
tes:
Do Instituto Litforario Olindense, s 10 horas
da manlia, em ana ed, do conaelho director.
Do Mont -Po dos TypographoB de Pernambo-
co, s 10 horaa da manba, em aua sede 4 roa do
Coronel Suaasuna n. 41, ^ andar.
Cana de UeleocaoUovimento dos pre-
sos da Casa de Detengo do Recite no da 13 d>
Abril de 1888:
EiUti-.ic 310; entraram 17 ; sahiram 13 ; exis-
ten 344.
A saber:
Naciooaea 328; mulheres. 8 ; 3strangeiros
Total314.
Arracoados 296.
B >na 283
D -entes 13.
Total296.
Movimento da enfermara:
Teve baixa :
Martinho Ferreira de Oliveira.
Tiveram alta :
Joa Radriguea de Santa Magalhaes.
Manoel Pranciaco Ferreira Gomes.
Hospital Pedro IIO movimento
hospital no dia 13 do Arbril, foi o aeguinte :
Entraram...............
Sahiram................. W
Falleceram............... *
Exiatem................. ^
Foram viaitadaa as respeetiva enfermaras pe-
los Drs.
Viveiros, a 8 1 j2.
Silva Ferreira, nao comparecen.
Ferreira Velloao, a 10.
Moacoso, a 8 1|2.
Gysnei o, 4a 10.
Barroa Sobrinho, a 7 1[4.
Berardo, s9 li.
Malaquias, s 9.
Pootual, s 10.
Estevao Oavalca ite, s 8 3,4.
8im5.s Barbosa, s 9 1|2.
CirorgiSo dentista Numa Pompio, a 8 ho
O pharmaceoticoentrou s 81[4eshio s 4
da tarde.
O ajudaote entrn a 7 lii horas da manna e
iahio s 5 da tarde.
Lotera do FaraA 6 parte da 17 lo-
tera, p-lo novo plano, cojo premio grande de...
60:000< a-r exirahidano dia 16 do cor rente.
Ceaaalierla publicoObituario do dia 18
de Abril : t
Aona Mara da Pal. Pernamboeo, 42 annos,
solteira, Santo Antonio; bemorrBagia cerebral.
Jjaona, Pernambaco, 2 annos, 8. Jos ; saram-
Mara, Pernamboeo, 1 anoo, Boa-Vista ; saram-
pio.
Olegario, Pernambnco, 35 das, Recife; athrep-
sa.
Jo- Rodrigues de Albnqneraae, Cear, 68 an-
nos, solteiro, Boa Vista; diarrba.
Antonio d-a Santos Carasba, Pernambaco, 27
anno, casado, Boa Viatt; cachexia aypaslitica.
Mara Rita da CmeeicS j, P-roambuco, 15 an-
uos, solteira, Boa-Vista; diarrha.
Antonia Mara Jote, Pernamboeo, 25 annos,
solteira, Boa-Vista; diarrha.
Martiniano Gu-de, Pernamboeo, 46 anno?, ca-
sado, Graca ; diarrha.
Francisco Barbaibo, Pernamboeo, 84 anuos,
viuvo, Boa Vista; diarrha.
Adelaide, Peroambuco, 4 meaos, Graca ; aaram.
pe.
Joao Aff -nso Doarte Peixot >, Pernamboeo, 43
annos. casado, Boa-Vista; tsica.
Leomlla Mara dos Santos Aievedo, Pernam-
boeo, 5-) annos, caeada, Graca ; aepticinia.
Joaquim Joa Moreira, Pernamboeo, 46 annos,
casad i. S. Jos; leao cardiaca.
Jos, Pernamboeo, 11 dias, S. Jos; cenvol-
aoea.
Om recemnascido, Pernambnco, morreo ao nas-
aonitaudo -lrtDoa em qiihlquer dease lu-
gares. T*lph n n. 381.
' O Dr. Malheiu Vaz, medico, mudfiU a
su a r 63 A, oo *e poier a-r pr> urado para o
exer icio da aua pr.i8ft 11 hor-a da tnanh a 2 da Urda na ra
lo Barao da Viutori* n. 32, 1 an-l-r.
Dr. Cerqueira Lelte, tero o seu escript-v
rio ra Uuque dd 0-xias n. 74, daa 12
a 2 horaa da tardo, e sl-ata bor eioduo
te em 8ua reai lencia ra da S.inta Oruz
o. 10. Especialidadesmolestia de se-
ahoras e cnangas. Telephona n. 326.
Occulinta
Dr Ferreira, co.n pratioa nos prinoipaea
boapitaea e cuicaa de Paria e Lmdrea,
da consultas todoa os dias das 9 boraa ao
meio-dia. Consultorio e residencia a ra
Larga do R<>aario n. 20
O sar. arroaj fialmares
Pode ser procurado em seu escriptorio a roa
l. de Marco n. 4, 1." aadar.
0 Dr. Milet tem o seu escriptono de
advocacia, na ra Duque de CaxiaS,
n 50, 1. odar.
Dr. Seabra, advogado. Ra do Impe-
rador n. 30. Das 10 horas do dia s 3
da tarde.
Drotraria
Francisco Manoel da Uvi & C, deposi-
tarios de todas hb especialiJadea pharmu-
cuticaa, tintas, drogas, productos chimi-
oa e medicamentos homeopticos, ra de
.Mrquez de Olinda n. 23.
Droaarla
Faria Sobrinho A C, droguista pot
atacado, ra do vlrquez de Oula n. 41.
errara a vapor
Serrana a vapor e officinas de carapina
le Francisco dos Sautos Macado, caes do
' pibaribo n. 23. Neste grande eatabele-
imento. o primeiro da provincia neste ge-
aero, compra-se e vende-se madein s
de t^das as qualidades, serra-se madeiru
le conta albeia, asbim como se preparam
bras de carapina por machinas e por pre
;os em competencia Pernambuoo.
cer.
INDICAQOES TEIS
edlcoaj
Dr. Barreta *mpaio d consultas df
eio-dia s 3 Y o 1. andar da caea
a roa la Barao 0a Victoria, n. 51. Resi
dencia ra Seto de Setembro n. 34, ec-
trad., pela ra da Saudade n. 25.
Dr. Joaifuim Ltmreiro medico a parteiro
Consultorio na ra do Cabug n. 14, 1
andar, de 12 s 2 da Urde residencia no
lonteiro.
O Dr. Castro Jess medico a operador,
oontul'as das 11 a 3 da tard*, ra do
Bom-Jesus n. 23, 1.* andar. Residencia
Travessa dos Remelios Passagero, porto
a. 7.
O Dr. Atoares OuimarSes ebegado da
oo>t, dedi-a st rodi.ina em geral, e
oom especialidide s molestias do coras,,
pulmB s, fijado, es'.omago a intestinos, e
Umbem s cunvulso-s a outraa molestias
las enancas. Reside praca Conde d'Eu,
a. 28, 1. andar, a tem cousullorio ru-
do Boro J"&us, n. 45, onda diariamente d
PMMulws qo meio-dia a 3 horas da Urde,
nOMHDNICADOS
O doto ciupreitlmo
Nao podendo negar que o ultimo empreatjmo
nacional, effeetnado, em Londres, ao typo de 97
de emissi e 4 e 1|2 de joros, toi o melhjr que
tem feito o Brasil desd^ qoe se aoppre de capi-
taea naquella praja, o Jornal do Recife, de hon-
tem, qoor> ndo morder em tolo caao ao actoal Mi
oiatro da Faceoda, dis^e qu< o Sr. conselaeiro
Joao Alfredo em nada coocorreo para iaao e
que as condicSas favoraveis em qoe tomamos o
empreatimo foram orna resultante do estaij d)
mercado monetario de Lonires.
Nao ha dovida de qoe o dinhiro est sojeito a
leis econmicas da procara e da offerta, e b va
seaim qua para a realisacSo favoravel doa empres-
timos sao precisas duas endicooscrdito doa
Estados que os lancam e abundancia de nomera-
no no mercado em qoe sao ellea laocados.
' igua'men'e iaquestionavel que a sitoa^ao
mooetana da pr>ca de L >ndrea propicia ao lao-
camento de expr^atimoa ; e pus cstava realiaada
orna dii condicSes referidas. Mas, pergoota-
m j'. : se nao tora a ootra condioao, pidia o Brasil
to'Qar od emp estimo to a volts J)6:nOO:000 de
Librasem condicoes excepcinioscono as e
qoe laocoo o actoal.
O crdito inatacadj do Brasil coocorreo, pas,
poderosamente para aerem alcanc^das aa va ota
gena inegaveis di emprestim ultimo ; e a prova
disto o proprio Jornal do Recife off.rece na affir-
mativa que faa de qoe a Turqua oo a Roaaia
cjod.coea em qoe levantal-o-hia, em Lmdres, a
Praoca oo a Blgica. *
Conaegointemente, para a caoaecooao do ultimo
e jpreatimo nacional concorreram effectivameate
em larga escala os dous factores apootados pelo
Jornal do Recife, factores que todos cjohecem e
padem ajoisar. Mas, Umo m concarrea, e muito,
para as excellentea coodicojg em que foi effectuala
a traoBacco a coofianca p>8ta no actoal governo,
e especialmente no honrado presidente do ciase
iho de ministros e ministro da faaenda.
Qaer o Jornal do Recife a prova provada da
iiifljenca deate terceirj fast ir 1 Ei la :
No mercado londrino, em 1833, havia ahondan-
cia de capitaes. Diveraoa empreatimo8 foram all
efiectoadoa. Eutr.-tanto, o do Brasil nao pode ser
emittido maia de 89 e 4 e lj2 Ojo de juros.
Em igoaes condicoes se achava, maia oo menos,
aqoslle mercado quaado, em 1886, foi all laucado
ontro empreatimo nacional; e este apenas alean
coa .5 de emissio e 5 0|0 de jaros.
Estara en to, tantj em 18S3 orno em 1386,
abalado o crdito do Brasil ? Ningaem o dir,
porque o Brasil eolio, como h je, sat,afasia reli-
giosamente oa encargos de soa divida, e ento,
como boje, offerecia ae eetrrngeiro idntica sitoa-
co eemomica, dficit nos ornamentos e em plena
agitacao a questo servil, boje anda mais prxi-
ma da aolucao final.
E' obvio, purtant 3, qoe, para as excepcionaes
cyndces em qne foi effectoado o lancameoto do
recente empreatimo em Londres, concorrea tam-
bera e poderosamente a c infianca inspirada pelo
actnal Ministro da Paseada, confianca manitesta
da por todo o pair e partilhada pela imprena a de
todos os pases europeos.
E temos maia ootra prova desse facto. O aote-
eeeaor do honrado conaelheiro JoSo Alfredo oa
pasta da Paseada, o onselh-ir > B luario nao en-
coutrLU a mesma tacidade. nao pie obter aa
meamas vantagena do actoal empr.smo, e por
isso fui adiando a negoeiaco.
Depois qos o conselaeiro Jlo Alfredo sssamio
a direceo dos pblicos oegscioa, novas cond.cds
Ibe foram apreaentadas pira o emprestim. S.
Exc, porem, disentio-as, n-gociou e resisti at
obter as cooh cidas de 97 de emissio e 4 a
lt2 0,o de joros.
E' ijdiscotivel, pois, qoe S Exc. conoorreu em
mxima parte para a conscocao deaae resoltado
e que as favoraveis ccndicis do emprestim sao
urna resoltante doa tr
abundancia de unineraiio na praca dj Lindre8,
crdito ioataCado do Brasil e on6anca poata no
actoal governo do Dais e especialmente no seu
Ilustre e hnralo chefeo Cunselbeiro Joao Al-
fredo C.rreia de Oliveira.
Mabio.
PUBMCACORS 4 PfilHDO
Ao Saperior Tribuntl da Hcl.^>
aGOBAVO ISTBKP08TO P8.OS STSDICOS DA
COMPANHI*. THE CENTRAL HCQlR FACTO
BIK8 O BBAZIL LIMITED, NO* AUTOS DA
LIQUIJACAO DA H8UA COMPANHtA.
A coulra-uimuta do ag-r&vo que iuterpos da
deoiio do D.. jai do eommereio, maodanda ar-
rendar a fubiL-aFirraesa Nicols Moreno,
ebr'ga-ine a invocar a esclarecida atinlo d >
E^ri'H o Tiibuu-.l para orna das i>il'gic.5 pi >Ju
s.itas id f-.v r da mesma decalo.
. Quaalo aa fab/icaa ea'io alugaias oo arr, n-
d-.das ana agricult irea, aenln rm mei > at lembra-
do p io inatano da iuiuiit> do fl. 227, da o
jn s a quS uio pole haver a aajoar -tuvi la d piia
da I litara da^ r so atas de fl-. 38, 41 c 45 e des-
p-chos a fl< .7, 41 e 44.
Hi manifest eafnut da parte do Dr. j i>z do
com.nereio; as fabricas salo est alagadas oo
srreoda 1aa aos agricultores ; os requerimento*,
respostus e despicho qoe U08 autns se encooiram,
convencen) de moJo irseeusavel de qoe esta a
verdade.
At D^xembro de 1.886, bem oo mal, pooeo im-
porta sbelo para a qoeati, aa quatro fabricua
da Cumpanhi Central Sagar fonecionaram. e so-
raeute nessa data cessoa o servic> deHas por ter
sido decretada, em Londres, a sua liquidaco.
E'O Jolho oo Agosto de 1887, ap. ixim.ni i-s
a eolheita da safra fundad, que devia ser f i'
p'la UompanBla, p is el'a bvia contractado c wn
prar aa cannaa plantada durante eisieo annis e
smente havia c.mprado as que o t.nham sido
durante quatro, alguna agiiculiores doa que ha-
viam feito contracto para f-ruecim-ut d-'can-
oas, allegando qoo nao tinhim pf parado aeua
eog-nhoa o nem mesm-, caso oj preparaaae, oo
diam >ffjetuar nuiles a coib-.-ita da aafra, que ha-
viam fu .dado, oa couvicco de qua aeria colh'da
pela Compauhia, requeroram qua lh;> pEBMrTTissB
aproveitarem-ae da fabricaa para ahi rea ia--'n
a moagem de Boa caonasrequerio>rai05 a fl*.
37 41 e 44.
Mandn o Dr. jais do commercio qasr o liqn-
dadoroffi:ial da Uo:npanhia, raome.dj 6elo Tribu-
nal de Londres, dis-ejse sobre csea requ^rimen
t >s e elle prmuncio-ae ooa s-gimte. termos .
< O liquidador ni tem duvida algoma <-a ac-
cordar c >m oa po'iciooarioa arbro a confita da
safra o* fabrica central de Cuyatnbuea, una ves
qu ae lh pairoe l /. io ucar produsido a H
tulo de aluguel. que nenbum onaa pr >voha para a
iiquidaco, que oa petioiunariua ae res.innsabi'ia 'o
pelj8 damnoa que B-.ffr-r^m os machinismos e qu-
paga^m ) ordeoado de om admioiatrador ou peB-
aua d confianca do liqui ta-Jor, qoe dever duran
te o tempo de trabalho eatar oas fabricas. Hecife,
8 de Agosto etc. .
B.a a respoata em que o Ilustrado juis do com-
mrcii se fu-idoo para distar que o aigoitarij da
minuta de aggravo fui quem lembrou o arreada-
mrnto oo alugu.'l das fabrica.
Pedio-se simpleamentd permiis&o para eolher
urna afra ; diasemos que o liquida lor nao duvidav
accordar sobre a c >lheita da meama safra, um
ves qu- ae pegasse 1 0/0 do aasucar produsid >, a
titulo de aluguel; log >, cooclua o juis a quo, as fa-
bricaa eato logadas oo arrendadas !
8e S 8. tivesae mandad > faaar o aieordo 8ib aa
bases or p aiaa, uo laborara no engao em qne
laborou, porque o contracto e clarecera h-in e-.se
ponto ; mas, assim nao procedeu, defiri o requ,>
rimeoto e expedio precatorias aoa d o isitarioa das
fabricas para serem ellas entrego- a, orno fo>a.n,
aem um iuventario, aem formalidade a'goma !
Jja.*, para provar o engao, para demonarrar qoe
ofo bouve e nao ha ar.eodamonto, basta os d>-a
paehos uroteridoa pelo proprio Dr jai do Cimmer-
cio, deferindo reqaerimeotos doa agricultores, u >
nos ti-rma dar aposta doa Syadicos.coino S. S. diz
ua cootraminuta, maa ooa egnintea :
< Concedo a pekuisso pedida, ooa termos da
resposta, aalvo quanto ao admioiatialor ou peaeoa
de CjnauQa do liqui iaute quspoder te!-o, mas
caata da Uompaohia.
Eis aqui c '.ao se conaoltaram oa intereaaea da
massa, seoio ella onerada enm o pagamen o de om
administrador e diapanaadoa desse pagamento
aquellea en cuj i beneficio as fabricas iam trab .-
Iban
Deixaodo de parte esta qaeatao, voltemos ao poo-
to principal, o arreodam-nto das fabricas
Pois quem dizconcedo a permissio pe lida, isto
, para a colbeita da ultima safra que a Cmpa-
uhia devia comprar, pagan lo ae 1 0/0 do aasucar
producido, a titulo da aluguel, tem arrendado por
tempo indeterminado as fabricas perteocentts
massa ?!
Pois 1 0/0 do assocar alogual oo renda para
um engenh > central, cajo Capital garantido de
700:000*000 e com o qual ae dospendeu mais de
mi contus do r.a ? !
A detenoracao proveniente do uso eleva-se pelo
menos a 5 0/0 4o costo dos appar lhos.
A fabrica pie prodazir 30 mil saceos de asa-
car ; a massa r-cebena 300 aaccoa que a OJOOO,
d&ram 3:00.)*0j0. Nao se pola dovidar urna
grande reuaa, om excallente neg-cio para a maaaa,
que amia teria da auffrer a detenoracao doa ap
parelhos pelo oso que d'ellea se fisesse.
Pedimos o pagamento de to insignificante quan-
tia, porque se tracava de u na safra que a Compa
uhia ae tinha abrigado a comprar, o que nao poda
realiaar em conaequcncia de tr tuil oroonaa a
aoa liqui lacio.
Nunca ooa persuadimos porm de que se cogi-
tasee de arrendamento a peas 'as qoe nao tinbam
i tf :luadoa contracto algam c -m a Compaohia, nem
to p >oeo que trufando-se de aemeihaute negocio
h,uv s=( quem o i onailerasse vantajoso, mediaote
o pagamento de 1 0/0 do aaaucar p-oduxidj e a
obrigaco para a massa de pagar bemfeitorias, sam
garanta aiguoia, aem para a renda, nem para os
damn-'S que fosaem causado I.. .
E j Moreno havia requerido precatoria parato
mar p jasse da fabrica, sem que fosaem oo vi loo oa
ayudicoa, aem om contracto, sem una relauio das
objectoa all existentes, aem prestar garanta ai-
guma! !....
Eis o que nos fas perder a calma e a delicadess
qoe lio generosamente nos aUribuio o ilioatrado
jois a quo.
Baila, por boje.
Pernamboeo, 14 de Abril da 1888.
Joaquim Correia de Aravjo.
OtToreoldo Princesa Imperan, ao
Hlnla.ro aa lualicn. a Soprsaa
Tr bu.ul de 4uiilr, a Belacao da
Hah a que foi a Helitra He.i^r
O a B<-lar de l'ernn m nuco que i
Weir..a fue vial Jaifar <* era
bargo* luiYiusresiteBj uu Jals;adusi.
Theses ao< dreitoa de propriedade de Joa Olym-
pio Mara da rjeixas Borges, sua mulber e da
vuva Francisca Mariawda Conceicio, aeoa tres
filhaa orpboa, alf res Vf ilitao de Souaa Video*
e soa muiher Viceocia Rosalioa de Parias,
questo do termo da cidade de Soasa (ua 24 au-
nos debatida).
Suttentac&o dos embargos
Os embargo de nuiudade de fl>. 464 nao foram
aem aiqa-r de leve abaladoa em seus tuu lamentos
pela impugoacio de fli. 468 a 469, oa qual a parte
adversa aoaudtinoa as importautas qaes.Sos jur-
dicas, nelles veon'ladas, para enireter-ae com
impp.rceptiveis f iltas a esaas mesmas pbantasiadaa,
relativas ao tempo, em que foram ellea offarcoidoa
etc.
Em ootros termos abaodoooa a substancia palas
formulas secundarias, deapresou as concha pela
cuacas das ceblas.
E' de feito nimia bumildade trocar a lingoa-
gem da ama pela da crala, esquecer a substaa
ci por imaginarias formulae aacoodariase aifiuo
preferir o accesaorio ao principal e Valor.
No imereaae, portanto, da mes na vamos recon-
daiir a discaiao ao terreno solido, em que a ha
vamos c .Hocado e do qual buscn afiastal-a o
patrono i x a-tverio; e depois da demonstrar aa
thesea formuladas nos uo=a .a embargia apreciare-
ra s as microscpicas objecc-'S labjrioSm-nt-
cogitaiaa cm falta de loor para derrocaros
embargis por nos ufi^r.cidos co-tra a aentenc* d:
fl>. 405.
Primeira these : Nao se oppor emb^rgoa ao
Acc->rdi ISViaor, corno di a lentenfi embargada.
Obtida a 3,-nteuc i em grao da raaurao Je ravis-
ta trataram os emoarga los de dal-a i tea ifl l
Peita a p-nhora a fli 333 e diuhero en ragua
na mao do esenva do feito, L-ouard. J-'s Do
netes, os embargan'es ofireocram m tempo hi-
bil mbargos de nnMidale execuco da senten-
ca fxeqtl-n la (at. fl> 3.) i v a 39).
A materia dos mes moa nao foi v-utilala n-'m
discutidas em todo o cura> do processo da demar-
caca i a< a seuteuca da-la em grao de recurse de
revista pela Ualacao revi:.
Ora ca embargos de nullidadn execuconS i
alo embagoa de nuilidade aeuteoca e ao Aeaor-
uo ; ajtsjsk quaodo o fuudo do direito posaa aer o
mt-biuo.
Se os embargos fosa:m opposto ao Ascor lao
revisor, sel-o-hia parante a Ralacai Olie o prof-
rio, requerendo-ae para iaao vieta a*f rltor do
f itoe nao peranta o juis da ex'cucio e no curso
Logo nao es offir*eeu embargos ao Aceoraao
revisor; mas sim execuolo d. mesma 4,ec i.dii.
J se dase isto uas rada de ni 417 V. a
426 v. i mas a teimoaia da parte adversa em re-
petir ust e ro gr.aseri e oalmar, sos fe y >ltar
c-rga a procurar pr n limpo i qae par domis
O erro repetid i oempre arre e mui'as ve-
es uno a aggravaote de remeta1 ucia ; e a perti
naca em rep'o loil-o prora ap -ias ou f-lta de
meih -r recurso oa designio alioioao de pasaar um
ci:uran mli.
Anda quaado a materia dos embargos
pxeeiicau tnd a naajUar o jolg*do p^la R'Uca
evitorn, ni i iaso" rasi bist-xite para diaer-ae
qoe sao elles oppostoa ao AccorUi.
Iudirectamduti o ato ; maa na i dir ctamente.
\ nuiliada do julgad-i podo ser promovida,
a*n de ootr s uviu, priiicfpalmeote : 1 por em-
bargos a Becteoo na i* u.tancia ; 2.* pir appal
lVa.; 3# por emb->rgie a o Aecordio ; 4.' porem-
s de nullidada dir-otam-nte infriogent.-s
I' 'oleadooppostoa nm execae5-a das aenteo
?aa ; 5* fi talmente, por ucolo recisona oa de aul-
li.laie fim'nta Bueno pg. 6 n 8 form. aonre o
p oc. civil -Baptiata ^ 208 e 23
Ora, todos caaos m i,slendem ravogac i do
julgado; maa qneiD dir q le todoa -lies por isso
as inei >s d rectamente opp atos a ia julkadoa ?
Logo nao >s poli d.anr que o* emoagai uff-re
cidoa Je fl 33 i v. a 395 v. ai > embargos a-i Ac-
i-ordio revisor suneuta porque tenlem a infriogil-
o; purquauto, como j o duaemos, poda-se ch-gar
ao me,mo tim p .r ourros meios e cap-talmente
porembargis da nu'lilade pp st;a execucSo
como foi uooso pripoeito offareceali es p.cs.nt-e.
He mbargos san oes, emdvgoa Accordi)
: .i e eio 'ende--, arajtas veies ao
a tim, que revogsr o j le deix m
par mo de ser omos jaridieos >. a' re oa e sujet-
t i i gras diversas.
I-oagioao o popoaita'mente oa confasao, foi
d-ia-nio do pntr ato ex adversooheg.r 4 desas-
Uala ciuaequenoia de que ao Aecordio s ae po-
oppir eioni j de declramelo.
so, com venia de um e de >iatro ama hor-
n pitante b :resia juriiica ; e oncamos a o eoose
i Paula Bupuata cm a u ..'icelleote compendio
Je tbo-iria e pratica do orojeaao civil e- conmer
ciai t
Os AccoHos das ii-la^Sas, diz o citad) con-
snihe ro un 53 ;, n susaejrive. de embargos
wo/Iea'iooi, ofensivos e de restituieo
L v o piiruuo ri-iiv.-taij e a acutenca embar-
gada jogaram audnsmeote um parad .x i jurdico
avi.nu.ndi > propioico que ae i-xamma.
O ida eatoa lealdade e a sincer.lada la dia-
cuaaiio e a gravidade ;do u-n orgd da juslioa,
quaudo i'Xgnma armas iguaei- ?
Segaoda, que na excuc-to das seotenoaa pja-
se opoor embargas do nuili lado infringantaa do
julgado.
A*sim o dx clara e expresamente a Ord. do
L/3. tit 87 as paiavras e os embargos
aum quo as partes cou iemnad.s pilar. Vir d o-
tr i do dito tempo>. todos oa embargos dt nuhi-
dad?asaim eom> que a aenteuc, toi dada cintra
seuienua ou c mtra parta ni) citada, u qua toi
dada por poita ou preeo, que o juis bouve oo p ir
falsa pr .Va ufj juia tuc un oeteuta em parte oo Di
todo, ou ubre bem de raiz sen cifafio ou procu-
rado da muiher, ou falso procurador ou outroa
saieibiut o : porque sa couciue, aaguud) dircito,
a aeutenr; aer nulla. *
Ora a santeoca i-x q:iand foi dada : 1 por
f"i8i pruva ; 2.# sobre o .-as de raia sem procara-
vooucitaci da 8 guula mulber do exaqueote
igostioho Mandes ; 3. com o faiao e ii.egiti-
iuo proaorad >r, como se 0S)atra doa documentos
appeoaoB a es'es autos fli. 397 v efli 399 v
a 400 v., fli. 365 a fli. 3o v., fli 397 v. a fli 3J9
a tli. 4JO v. e documentos juotoa presente sus
tea Cacao.
L ge, dita sentenca nulla e ana exeoc>
oodiam oa embargante' oppr embtrgos de ualli-
dade infriugentes do julgado.
Tal tambem a opiaio de P -reir e Soasa,
oota 881L blo, tratado sobre execoedes 08,
Baptiata 212
O executado pie formar embargos na ex*
cuca-, dii Pereira e Sousa no 446 ; mas s se
ibe admittem : Io embargos de nullidade ; por
que, contiua o meato i praxiata na nota 880 ao
dito paragrapbo, aentenga nu la minea paaaa em
juigado oem produs ni jade.dat ; 2 os m difi-
calivoa ; uo aaaim, ootiua ua ua a 8o, os qua
forem infriagen'.ea do julgado, nao sendo de nulli-
dade
Logo os infringent-s do julgado, sendo de nul-
lidade, sao admitudos. Libio no 209 diz :
por ootra parte a mesma Ord. prohioe oo fim
do 1. embargos jff .-naivaa da aeoteoc valida .
L >go p-rmitta oa embargos offonaivas da seoteu-
va aulla.
Baptista oo % 208 dis : Sao admiasivei
asa cxeaiivd.-s civaia, 1.a os emoargos de nullidade
do processo e da senlenta..... 5. os infriogeotes do
julgado.
Ord. I. 3. tit. 87 5 2 e 3.
. O rteereto n. 6,4i6 da de Novembro de 1873
1I*j no | te : Os eatmrst.ui infrio'entes do
julgado, qo-- se opp)serem na execuco dos accor-
dos, sarao rem -t 111 >s etc.
Logo oa exteiccio das seotencas e dos acoor-
Jos admittem-ae embargos infringeates do jul-
gado.
Err u portante a sentenca embargada e errou
contra le expressa d aoresaodo oa embargos da
fli. 393 v. a fls. 391 pelo tunlamento da n> aerem
p -rundidos oa embargos infriugentes dos julgadoa
naa execuedea doa acuord >s.
Que a seuteuca ex que ida foi dada por falsa,
prova o que rvideacia-ae : 1. da expresao da
certido de bitos da fli. 354 a 355 v., foroeeida
pelo parocho desta treguesia, pnacipal inte res-
aado na ueciao da causa em favor de Mara da
Conceico Gomes Maris, mi de seus filhos, com
pabilo o notorio ; 2. da apr-o aoo das duae
testemuabas da lis. 369 v. a fli 373 v. ; seudo
orna parenta em segundo grao d..a p .h doa babili
lados ; e portaoto levad) esse estreito iac> de
sangue a favorecer ao seo parete e aos seo litis
consortis ; e o outra, morad ira ha vate anuos do
vigurw e compadre da mi de seas filhos ; e con .
segaiotemeote impelidas j pela dependencia, ja
pelo estreito sarenteaco espiritual a favorecer oa
interesaos de aua ama e comadre, fioalmeote, tea
ten onoaa defeito ssa.
Ora, niuguem p le feraaoer documentos a si
iroprio ; l> go o vigirio nao podia fornecer ssa
certido de bitos na caosa em qua elle inters
aado.
De feito, o parocho tem f publica em suaa cer-
ides de baptisua,o, casamento e ob'tos, qaaodo
estes actia tee n de documintar e inatror ososas
em que-ni-o parte, nem tem interesse principal
e directo ; maa sen 1 > elle o pnocpal laceresaa-
do, oo tem valor jurdico a csrtidao por elle for-
oeeida ueata causa.
Oa outro lado ao pirciaese portaato sem valor
jurdico algon, morm -nte quaado oo sai c rro
boradas de boas ou inolbiroa provas de fjntaa im-
parciaes.
Piaalmeote a sentenca exaqoeuda firmiu se
tambem em orna publica forma iacompieta dos
aut s da aot'ga demaroaaaVo da data de S O n-
valo, de que ae aerviram para a proa nte damarc-
o*i) (io-omintos juncos sobos. 1 e2).
Ora, da que valcm d loumanc is incompletos e
simulados e aos qia4s faitam tolbas no principio
e no fin d'ellea e augmentan o-ae paiavras para
illadir aoa jn-s a tnbjuaes, fiaalmaotav docu-
ment .a talaos T
Mai se todas essas provas oeohum valor juri-
lioo tem e sao pirtauto crimioosts aa peas'as
qui as fiseram juntar a us esc ivea qua se pres-
taratn a trasladar e aimu ar paiavras e concertar
con) o fin da fuvoreoer parle, qaa por carta
poda tergaubi na causa com acedas criminosas
ddstes tactos illegaes e com o fim de tomar trras
quem uo figorouem phaae alguma da presente
aec i, iiimi a i curso dasta, uetn Qi da appal.aci
e revista, nam constitu i procura I >r e nem foi c-
tala para nentn.u dos termos da mesma ?
E' singular 1
A pruneira m ilh T constitu o "procaralar na Ia
e oa 2* inste nota ; a g ma, poin, nao eoussi
tuio nemptra o ulnni periodo da app.laot'i
Basa para oracirao de revista ; e com'ul. aa dit
qoe deva aer considerada como appe lada !
A qu-atio na eepicie nao de sver ser conei-
ler.da mus se ou nao appeltad* ; iato ae
ooustitu.o p .uu.alir para d f oer seus direitos
la dita de seu casamento em diaote, qie teva
logar no aun i le 187J, 2- 03 meaeaia emoaig.dos,
Oitimi p nodi da app Iludi o DO reeurs) de
r-vista ; a foi ctala para quaiquer term i d* cau-
sa da da'a da eu ca amento com o exequ.-nte at
n i exequeada.
Sa uo foi altada; o ^m conititoio procarador
aa oaus., ni pare nalla.
A quaetio de facto e nao ds direito e a*s
que-lo de tacto o tacto dave verear sabr o
p.uto de iab-r se ae o facto existe oo oo.
Averiguada a existencia oa ao existencia do
do f.O'o, levantase eato a quea > la direito
de aaber-se se o tacto positivo oo a-gttivo, isto
aa esta facto positivo oa nagativo o que dovoria
pratioar-se.
Assim aa a segoada maib-r d i ei-qo-ate \g ,.
tinho foi citada pira os term .a da -jais* qun 4
aagniram ao bu easamtut-i ; 3 eonst. uio
d fenle'-a n-i r-'t-urs la aopellay'i o iatrpjai-
ci de rev.aa ed-vis^rtiia p >r spaetta'da :
m .13 e o ni 1 foi. n*m C mstitaio prncura I >r pir ,
o or BeSSO da appdiacio e Ja p|VM)ta ni. polo ser
tida por tal.
R nluv-are x'ravaginte considerar a cim 1
hada utni pesso qie da modo algn figurou
em um feito.
Ou o pa'r >no ex-adverao cansado de moif i lioai
e cogitar nas s las maguas ijo-stS 8 jurdicas dor-
ma o roncava a b>m roncar, quaudo ma-hiiai-
mente traemeasa propia.,-5 oo samba do bom
sena) juridi.'o doajulgador s pi-a suppol-os capa-
tes de engdhr to amarga e mal amsiaada pilula;
oa finalmente qms divertir-se custa dos aeua
adversarios mimoseando-Ih-s cm um dos seus
costumeiros paradoxoa.
A primeira muiher di referido Agoatioho ou
fi :ou ae a 22 de Fevereiro de 1869 com) dis a
eertido ou antes a aentenc da 1* ioataucia como
dissa o advogal 1 dos cmbargido* em uoa artigos
de i-miirg -3 o matante de fl.. 396 v.
Se antes da 1 instan :.a fin u ae a l* mull 't
da refer lo Ag stiuho e este CaSoU se p-L 2' ves
di-vena em tal caso, 1- habilitar a-ua fiiiioo, 2-
juntar pruour ci de aoa segn I a muiher.
Ora, oem 'imt, oem ootra coma res o dito exe-
queote : logo todo quauto piocedeo se dahi im
dianteat a a-'ateoca ex-quania como malh rmen
te o dissemos oa sustenta,! > d; fli. 40J a 409 e
as ras-s de fli 417 v. a 426 v.
Sa Ana Mara, pruneira ma.b-'sr do exeqaente
Agostiuho fali-cea a 22 de Fevereiro de 1869.
c mo diz a certido da bito ministrada pelo vi
iftt\" d ata fregaetia )A en-ii a cansa eatava
appelladi ; se purta.it appellada foi a pruneira
mu bar do .eteril) Agis'iono nio a aegunda.
Da faito a primen mull t da Agoatiobo c mati-
tuio orocorador nin t na 1* como na 2> msta-i-
cia ; e f.>i ci'ada pira todos os termoa da appel
lagioao pasa 1 qua a sgunla in-ilhar Moiie nem
f 1 citada para termo alguin da causa ua 1 e 2a
1113tan.ua ; nam conatitnio procarador, com> fizar
a pnmeira mulber Auas para a appettacao o para
revista in'erp lata.
L.go t figurou em todo curso da presente de-
m.ula d sd-j 1 instancia a' a seoteoea-exequea
da a prim-ira mu h-r A .111 Mara e oo a segn
da miltier Vlone. d> exe]je.uta Agostinbo.
E aaaim o f : t ba proauracio da primeira
muiher A mu 1 Mari 1, faot 1 os 1* com > na 2a ios
.ancia at o recurso d^ reserva f .1 iuterpisto a
12 le Outubro da 1870 em no re dalla primeira
muiher da Agostinb > qisnd-o el'a j era finid 1 oo
a 22 de Fevereiro, coaf >rme a certido do viga
rio,
dase o advogado dos embrgalos (Dr. Beue-
dict.)
fomente na execoco foi que Monica, segn 11
muiher do exsquente AgOatinbo, veio apparecer ;
como tambem foi na ex-cuco que se proceleu a
habilitaci. doa filhos da Agoatioho e de aoa pri-
in ira m dher Auna Mana, fijando portanto a cau-
sa abandonada a 4 anooa e maia.
L go quem figurou como appoll.da na 2a iaa
tancia foi a primeira mulh-r de Agostiuho, Anua,
e nao s segunda mulh-r Mooica do referido Agos-
tiub 1 ; nem como foi a mesma primeira mu ber
Aaui Mana quem figurou uo recurso de revista ;
apesar deja aer morta Santo Deas...
or oatro lado, p>r morte da primeira mu-
iher Aona Mara cessaro os podores de seos pro
caradores e couse^oiuteioeote o procarador qae
figuroo em oome da Anoa Mara depois d. lia mor
ta o fas aem poderes e portanto illegit mmente.
Nem ae diga, como j se o disse, que este pr-
eurt>doi procadeo de boa f ; pois igoorava amor-
te de sua constituate ; p irquanto quaodo eBta boa
f existase no procuraJor oo exista uo. inte
reaaados da ctasa. que uo pie soccorrer-so a
igaorancia do direito, tinha advogado na caosa
qoe lhe maulara habilitar os seos filhos ; mor-
meute sendo os autores portanto prim iro inters
aado no andamento regular d:a faltos ; seguudo
que qu-.-m primeiro aoabe da morte de Anua Ma-
ra foi o seu marido Agostiaho a o vigaro da fre-
guesia o mais iotereasa lo oa demanda teado tem-
po de sobra para levar ao coobecimentu dos seos
procaradores e advagados na seginii iastancia a
morte de sua primeira muiher Anoa Mara, nao o
fes.
Logo deve soffrer a perda de seas direitos por
aua cegiigeocia culposa e mesma com mus re-
quintada malicia da qual n) pola aofarir vanta-
gens jurid oas legas pr.03u.it vig laatetoa .
Deleito os juises e tribunaes nao advinham os
taotoa, que ae paasam com aa partes, qae peraote
ellea letigam, coovm poia aa partes levem ao sea
cuuhseim ato esses tactos, qoe importan) coose-
queocias jurdicas.
O exequeote Agostiaho devia portaato lovar o
facto da morte de soa prim lira muln r Anaa Maria
ao C inn--cim-:ukio Uo- june* ta nrimou luatauaa,
se aquella oceurreucia teve lugar antes da senteo-
ca da primeira instancia como bem disae o advo-
gado no quarto quiaitode auas razoaa o Dr. Bene-
dicto Marqaes da Silva Acau, se aqaalla oceur-
r-ncia teve lugar antes da sentencia da primeira
instancia, e perance elles promover como autor oa
acoo habilitaco de seua fi h's, e ao da relac) ;
se a morto venficou-ae em Favereiro da 1869 20
m 1 s pouco mais ou man>s do ulti no aceorJo
da Retaco do diatricto era bastante t-mpo 20
meses ai dito exequ-ote para qoe elie deaae acien-
cia da morte de sua primeira muiher a seua ad-
vogados para estes 'evar ao cooh cimmto do Tri -
buaal da Relacio do districto e peraote ella pro-
mover a habilitaco de seua filhos ?
Nioguem de boa t o dir.
Logo foi oegligentissimo taoto o vigaro como
o exeqoeato Ag istmbo nao s por ter deixado de
promover a bao.litaoii Je aeua filboa toado para
isto t-mpo; co no tambem deixoo de juntar procu-
raco de aua segunda mulber Moniea at para o
recurso le revista, qua foi int.rposto em nomo de
aua primeira mulber Auna Mtria que eramor-
a, achando-se demaia elle caaado pela segunda
v-s.
Dase o patrmo ei-a 1 verso, que quaado assim
foase esa. nullidade, s poderia ser allegada por
Monica primeira muiher di exequeote Agosti-ibo
a quem ella jrejulieava. Iaao um eugsoo. Alm
da muiher casada, qae nao deu outorga ou procu-
racio ao seo marido ma qu-'ato de boa; de raiz a
Ord. dol. 3- tit. 87 I- d aicoodamnado -a
facuidade d< allegar casas nullida es nos ambir -
goa execdc): 1 >go a bem da muiher casada que
nao dea outorga oo pr icaraco om qaest) de oem
d ra>s, o coa lemaado tea tainb m o direito de al-
legar essas nullidodes.
Se foio cmlemaal) qiem deixou de juntar
outirga oa procu-aoio de la malbor elle nio po-
dar allegar eaaa 00 lilade a que ella dea caosa :
logo o aoal-'maado s podar argir eosa oolli-
dade, qaaodo ella tiver sido cimmattida pela par
te vanee lora, que em questo 8 ibra baa de ra
deixar de apr- eutar procuraco ou outorga da aua
mnlb-r.
O'maia, eimojo diasemos, o reo. que oo
deix m de sorreo. porque appella da sentenca,
qoe o coodemna, pie, para rep llir a pretencAo
do autor, allegar d reiw seo ou de tercairoPan
la Bso'ista obra citada 36 Dig. port. ton. 1*
26 e 27.
farceira tbsse : Qie o Dr jais de direito qae
proferto a seuteoc Manoel Bsrata de Oliveira e
VI lio ui> ad nit'in lo n m aceitan! 1 na x.'cucio
embargos de nuHilade infringeates do julgado nos
meamos ca s em que a ord. oa ad n.tte, procedan
contra a le clara e expreasameote, seudo por
tanto oalla a santenca p ir elle profer la.
Provado, co ao ficou a tima pelo texto expreaso
da ord. dol. 3- tit. 87 l- pela opiuio dos pra-
xistas e o'la Jispjsioo do dec. de 5 de Novem
bro da 1873, que oa execuco admittem a subir
goa de nuili We infringeotas d jalg I >, egue-se
que a aonteaca embargada nalla de pleuo direi-
to ; P >r nao almittiro qut a le o p-rmitte.
O jui u) p le repeuir o que ae I i.
Kieusar o que a le p tutti prosiler cootra
ella a meama le, e portaato e< 11 a tter acto
oo lo.
Qiando os m'smos embargis de ouMilale que
a Iti permita, eases aeorJios uiahum Valor e
torci jurdica teriam, por nio haverem respeitado
a le.
O que d veJst a nmi sent'oc e a suaoontir-
rei i .da com a la.. Q laido ella em ves de c.asa-
grar o preoeito legal, o viola, oauaum valor e aU
10 i laie j irid.ca tam.
Da maia ni xamp'o ia caa>e q.i'gidos qne
aa dsvem d cidir as qa-s 0.8 f,ren*oi e a lei R.-
mana j conhaea a perto da d i-a mil annoa esse
preoeito quando Jisia nom exemplia, sed legibua
ju lio-iod um est .
S a le expreasa que admittem oa execoco
em->>rgoa de uollidada lufnogantes doju'gal>,
como realmente fX.ste. ord. do 1. 3 tit 87 |
1-, esa l-i deve aer oostv ada despito de ca-
sos julgadoa, que a postergan e desobaervam-n'a.
E3ses casoajulgados n-n urna aotoridade jar
dica tem, potS qae.tfa neute Iheg podara
vir de sua cutrmi-lade c.m o meama Kl
tlOlM.
Cialiilio
Alhejo aa loct-s da nnpr usa uor motivos vali
os, Ma nio r-o-rrena, se n) iese estamp
Jornal do Recfe d- 7 do c irreott, n. 8 ),
aoa Gatttlta, s->b a ep.gn.pha & Bmto, o ms
humille nome, com, uro doa mo:ore\da aceua
singue que tanto ae afigira tor h.VidTem Mat
nbaa, por ser eo o ioim.gi das victimas; e ordea
ao sub leli'gdo de Ja..y, Manoel Juai Pore
para praticar o crima escandaloso I
Na realidade muito calumniar.
No tempo em que se den esse facto, q-ie ji
respondido pelo r .-pectivo delgalo, a quem tam-
bem se aecusa, ao Dr. chefe de o licia, esiava
fra deata locaiidade em BaViagoo, junto
Recife, em uso de remedios, e cuidaodo bornea
em meas padecimeotoa physicos.
Nenhuma parte, directa, e nem indirecta
em tal diligencia, e menos verdade di noticiad
ou missiviata d 1 Jornal que aa p sao s que fij
ra t rem sido victeoas, aojam moas noimig >s, 1
aates, pelo cmtrana sao intividuos a quem ten
dispensado fuvorea.
T d e me conbecem neste termo, e aab-'m qq
8 u inauao por iad .le, s nanea procorei, e meao
-c m-elhei deaordena, d rramaado-ae aaogue
meua aem -Ibautea.
A'muito qu i vivo sofirendo de padecimenl
physicos e s procuro melicfir-mn, tendo o nec
aaiio repous u tranquiiid.de do espirito.
O miasivuta que uio ae descubr 1, maa que por
soa liaguagem bem o sei quem conhe.-e-me, t
a-.be qaa sa fos.se h- nem Jeaordeiro, ji me bave-
ria u.,; 1 ua anas invectiva, pelos insultos e Sips-
drtjimen'os de qu fui tracoeirameota victima no
Ooits lempos que ja aa foram. LoVixe-m-', pois, 1
mira.vista em pas que pouco tenho me importado
com sua vida publica n particular e a nutro
'i-no a apreciar 1 da seu mi c- mportameuto
S Beato, aonda muitocmbccida.
O uoissiviata uo digno de orna respr.sta aris,
e t ne.it e-crevo ataa liabas para o publico qoe
n) me conbece.
Sem .re teoh-i sido, e s ou om elemento de ordem,
o que p le ser attestado pilos hom-113 de bem, s
qoe por isa 1 meamo que o misaiviata ae atreve
abocaubar me ti o 111;:..vo lamente. Dito isto re-
cn|no-ms ae sileneo.
Caohotiuho, 9 do Abril de 1888.
Francisco Ignacio de Paiva.
T'auguro millo felicita per il tuo giorno l
natalizio ; g*|
o 1*. Salazar
Re mi'oh-13 forjas podessem
Collocar-te as altaras ;
O faria sem d-'advm,
Poia te dcs-.'j) ventoras.
Sao estas m-u3 aentimantos
Que s-'ir.pre te cnnsagrei ;
T ua actos tem tid^ attentos
No cumprimento da lei.
Cabo.

Barreo.
Agradecimento
Domingos Mafra. 1.0 pratico das barras e porto
desta provincia, retiranlo-ae hoje para Minas-Ge-
raee. por grande iocommodo de aale, vem do
alto da imprensa agradecer a todoa aquellos col-
legas qoe o coadjuvaram a poder eicpn hender soa
viagom, garantindo nunca esquecer to grande
favor.
Recife, 15 de Abril de la88.
Eduardo de Barros flattos
2 o AtflVFBSABIO
Mara Monteiro de Mattos e seu filbo convidare
aoa seas parales e amigos para asaiatirem a missa
qoe mandam rezar quarta fera, 18 do correte, s
8 horas, na matris de Santo Antonio, por alma do
seu aempre lembrado esposo.
Despedida
JoSo Oliveira Boa Viata, retirando-se hoje psra
Europa no-paquete Taar, deaped e-se da todas
s pessoas que o hooraram com aua amiaade, e of-
ferece-lbeaoa seos iuaigoificantes psestimos na ci-
dade do Porto.
Tambem declara qaa fica como s eu procurador
bastante, o 3r. Antonio de Oliveira c Silva, esta-
blecido ra do Imperado- n. 81.
------ 1 soa as '
Ao commercio
Jos Aut'nio Pilrao, noico representante da
firma Jos Aotooio Pilro t Irmo, fas sciente ao
corpo do co om-rcio que admittio para socio de sea
estabeleci'neato a seu irmo o Sr. Maooel Antonio
Pilro ; cootiouand o o negocio aob a aotiga firma,
da qaal fiom am os representantes e respon-
saveis.
utroaim, tendo de seguir para a Europa 00 pr-
ximo vapor fica o dit seo socio, em sua aoseocia,
na gerencia do eatabeleci manto.
Recife, 12 de Abril de 1888.
OSedlits Cbanteaed,cuja fama universal,
om purgaote salino, refrescante, de sabor moito
doce e eficacia segara para debellar a cooatipaco
(daresa de v.-otre); o seo emprego diario otig-
simo para as pesaoaa gotosas, atacadas de rbenma-
tiamo, de conatituo-o saogoioea, bilioaas, promptas
s congestSes do cerebro, s vertigens, enxaqoe-
aas, ditpottaa a hemorrhoidaa no embaraco gas-
tricoa. E1 elle Umbem o purgante por exoelleocia
das mu bares e das criancaa.
Para evitar os perigos das contrafacoes do
Sedlits e dos medicamentos d simtricas cojo
uaico preparador o Sr. Ch. Chanteaod, exija-se
ooa rotlos o oome dos autores.
Biirjraeve Clianleaud
aBU iBt i
Ao publico
Os ssaaixo assignados agradecer do fian-
do d'alma a tistine^ao que recebea de to-
dos os seus amigis e especialmente a re-
dacgJo do Rebate, vahnte e denodao oara-
peSo das ideias liber digalisaio as exequias que tiveram lugar
no dia 5 do corrente pelo prematuro pei-
samentii de seus bcui avd e padrinbo Jlo
Martina R.ymundo.
A sua graiida-i immenss, porqae di-
versos meaibros da sociedade se fiaeram
representar n'aquelle acto.
Os aaas melhores amigos, todos oa ho-
rneas de bjm vieram por sua vea dar ama
prova sol nne da amisade que tenbam aos
abaixe assignados, que em nada se recom-
iu -mam seiio palo seu prjci dimonto 0
pela vida que levam na sociedade
A redado do Rebate, do qual apenas
conhejemoa o seu redactor chefe, acaba
da ns sorpraender com o seu jornal tjdo
tarjado de lucto.
A oidado Fortunato Pinheiro qae foi
o eaoriptor de to luminosos artigua a tal
resp ito a nossa eterna graiidio.
Ais a.nigi--, que cempareceram ao acto
r I g oso q.n tve lugar ana divida sa-
grala e de honra,
h' o qu nto basta.
Au po/o do lugar a nossa eterna gratidlo.
Raef-s, 11 de Airil da 18S8.
Julo M rt na da Silva.
Albino Martina da Silva.
Joao Mamas R.y-nuaio Netlo (aaseste.



s
Diario de Peroainbiitio~<-Bominso 15 de Atril de 1888
Elei^ao
do devotos que lem de festejar a venera-
,el imagen, do Senhor Boa Jess dos
Passos, pela v prime.r., no da 30 de
Setembro do corr-nte anno de 1888,
na capelia doi Aflictos
Provfdorea por eleicSo
O IIIbib. Sra. :
Ignacio Luis de Aaevedo Costa.
Revin. pdre Agostinbo de Lima Cavalcan-
te de Laeerda.
Msnoel Pereira de Andrade.
Antonio Lins Baptista.
Commendador Jos Candido de Moraes.
Manoel Jos Hinques.
Francisco Martina Gomes.
Francisco Antonio de Albuquerqua Mello
Filho.
Jacintbo da llora Pires
Deodato Francisco da Silva.
Provedoras por eleicao
As Exmas Sras :
Esposa do negociante Serafim Ferreira.
Maia.
D. Mara Pontea.
D. Maria Joaquina Martina Ros
D. Annu.ciada Camilla Al ves Provedores por devocSo
Os Illms. Srs. :
Uegoctante JoSj Igaacio Medeiros Reg.
Commendador Mauoel Jos Machado.
Joaquim Fran* isco Collares.
Negociante Joao Francisco Va.
Rufino Jos de Sant'Anna.
Bartboloroeu Looren^o.
Manoel Jos da Silva.
Revn>. Fr. Pedro da Purifica cao Paa e
Piva.
Dr. Albino Goocalves Meira de Vascon-
cellos.
Dr. Amonio Vicente do Naecimento Fei-
tosa.
Dr. Lisboa.
Negociante Mbnoel Arroioio Rodrigues.
Francisco Quin'ino Ridrigoes Eatevea.
Negociante Joao Vasco Cabral.
Henrique de Mir.nda II nriqu i.
Antonio Soares Pinto-
Proprietario Joaquim Manoel Ferreira de
Souzt.
Negociante Albino Narciso Maia.
TeneDte-coronel J t Fiuza ae Oliveira.
Manoel Laiz Ribeiro.
ProveJoras por devocao
As Exmas. Sras. :
D. Amelia Oliveira Coimbra.
Esposa de Frailesco Jos da Silva Gui-
maraes.
Esposa do Sr. Antonio Jos Terzeira.
Filba do Sr. Baribolomeu Valeriano da
Silva.
Esposa do Sr. conselbeiro Quintino Jos
de Miranda.
Esposa do Sr Manoel Gome Mendes.
D. Julia Lu iu do Carino.
Esposa do Sr Laiz Antonio Pereira.
D. Mfcria Eugenia Rocha Bastos
D. Mara Carolina da Silva Carvalho.
D. Mariu H-moria Tavares Martina.
D. Maria MgdaKna Soares de Avellar.
Esposa do Sr. Priinenio Rib-iro.
Esposa do Dr Lin lolpho Hisbello Cor-
reib da Araujo.
Esposa do coronel Apolinario Florentino
Albuquerque Maranhao
Esposa do Sr. capitSo Vicente Ferreira
de Santa Anna.
Escrivss por devogao
Oa Ilais. Srs. :
Rodolpbo Pessoa.
Eugenio Gonjalves Caspio.
Eparoinondas Marianoo de Sousa Gouv^ia.
R-.vm. padre Ignacio Francisco dos San-
tos.
Cocego Manoel JoSo Gomes.
Antonio Gregorio Ch-ves
Escrivas por eleigSes
As Exmas. Sras. :
A. Anna Meqmlina Cruz Neves.
Viscondessa da Silva L yo..
Esposa de D mingos Jes Ferreira.
Esposa do espita) Joao Pedro da Cruz
Noves.
Esposa do propietario Ricardo Gomes da
Luz.
Escrivas por dovocao
As Exmas. Sras :
Esposa de Jos Joaquim M< reir.
Esposa de Miguel Jos Barbosa Guima-
raes.
Esposa de Loureuco da Cunba Ribeiro.
D. Maria Clementina Lopes Ramos e
Silva.
D Joaquina Alves Guerra.
Mordomcs
Os Illms. Srs.:
Francisco Ramos da Silva.
Negociante Diocizio Augusto dos Res.
Negociante Jaquim Dusrte Sia>3 Capitao Francisco Jos Jayme Galvao.
Cepita > Roberto Barbosa d Silva.
Negociante Manoel Potingues da Silva
Girio.
N<-g.i;iante Podro Antones.
Commendir Miguel Jos Alves.
(Commendador LuizDaprat.
Augusto Pinto da La.uos.
M ordo tu as
As Exmas Sras.:
Esposa do Dr. Fran so Reg Baptista.
Erposa do Sr. Antonio Marques Amorim
Jnior
Espora do Sr. Domingos da Silva Torres.
Baronesa de SerinbSem.
Esposa do Sr Carpmteiro Peres.
Esposa do Sr. (Japiulino C. Ucba de
Gusroao.
Baronesa du Itapis.suma.
Esposa do Dr. Raymundo Carneiro Souza
Bandeira
Esposa do Sr. marchante Antonio Sob-
res Rapouso.
Esposa do Sr. Jos da F .nseca Bastos.
D Maria Presciliana Villcla dos Santos
D. Leonor Porto.
L) Edehructes Januria Souza Msgn-
lhaes.
Esposa do Sr. Antonio Silva Girio.
Provecior e be.mfeitor
O Illcn. Sr.:
Negociante Jos Ar.tonio Pinto S;rodio.
Provedora e beoifeitora
A Ex'a. Sra.:
D. Joanna M- Baptista das Neves.
Esposa do Sr. Dr. Fclippo d Figueii.
Faria.
Esposa do Sr. Coromeadador Albiuo Jos
oa Silva.
CommissSo encarregada da festa :
Presidente
Joao Francico Peregrino da Psz.
Secretario
Dacio Jos de Lima Freir.
Tbesoureiro
Fi-lix Francisco da P*z.
Adjuntos commissao :
Augusto Soriano Fernandes Soares.
Frederico Marinbo Mello Tv>-reii.
Consistorio da igreja dos Aflictos, 20
de Fevereiro de 1887.
Vigarie, Zeferino Ferreira Velloso.
---------*flee---------.
Porque me eu slnto tSo
uilseravol ?
To fraco e to lnguido ? Qual ser a
cansa de tal azi e dores de estomago, de
tal acrimonia e de tal sabor desagradavel
na bocea ? Porque ser que alguma ve-
zes smto um apetite dovorador e depois un
oissabor tal por todas as comidas? Porque
quo o meu animo tao requeotemeute
irritav 1, desesperado, melanclico e aba-
tido ? Pcrquu que s vezes nos persua-
did! s de alguro perigo imaginario e nos
amedronta qualquer rumor inesperado, tor-
nando-i'.os agalos corno se urna gr*nd-
caUrnidade estivesse inminente ? O que
significara estas desagradaveis mel mcoli-
Ca8 dores de cabega ; estas palpitac&s vio
ntas do orejao, este desaso.--go fabril, e
estes suores no turnos ; esta inquieto e
imaginativo somno quo nao nos <' repou-
so r-frigerante, mas apenas lamenta^Ses e
palavras inarticuladas e os horrores do pe-
a dolo ? A respost : Estes silo apenas
os syraptomas de indig-siSo ou Dyapepsia
o cmodo e progn>stiuo de quasi todas as
doencac humanas. In'ligestSo a fraqu-z-i
>iu falta dtj poder dos fluidos oig-siivos do
estomago p.r* converter o alimento em
substancia a-ud.ivel para o proprio alimen-
to do c.irpo. E' causada a roaior parte
das vezes pela irrpgolaricra le da dieU ou
liiuouto icnpruprio, falta do exer.icio' su-
davel e r livre puro. Pode ser erivada
por affliccjlo mental, o choqus da alguma
grande calamidade. Tambera pele ser, *
njuitas vez-"s aggravada o intonsifiou',
6e n2o originnda, por fraqu za conse-
quente de applioav mental intensa, de-
masiado trabalho phyoioo, apoquentagSes
domesticas, anoiedaie em negocios, ou dif-
ficuldades riu n iras. Se o estoibngo po-
derse conservar se serapre em erdem, nao
seria a mort^ jamis ura assumpta-do ter-
rivel anciedaie tanto para os no vos como
para os adultos, roas sim seria contemplada
como visita de um amigo que se capara ao
titular urna idade feliz o pa-ifica. Coratu-
do, o primeiro invasor hostil no dominio da
sa 'e b telicidade a iniig sino
Ha por ventura algara alivio, algara re
medio, alguma cura 'i E' esta a pergunta
que faz o infeliz palecente de dyapepsia.
O que se requer u^na raedi.'ina que re-
nov- completamente o estomago, entranhas,
ritis, e que presta assistencia prompta e
rgidos fn;az ans orgaos digestivos, e
que restaure aos systoiiias nervoso e mus
cular a sua energa original.
Tal medicina Mizraente -btivel. Nun
ca na bistoria de < s obertas medicas, co-
mo o evidencia a prova do urna duzia de
.MMEBr.in
lKL-KtllAIltlAW
Servido da Agenda Havat
LIVERPOOL, 13 de Abril.
A&SUCAR .-Calmo.
O de Pernamliue leudeie ;'; 1*6
por qui-im.
ALGODAO:uileulado.
AIB de Pernambaeo vende se
S / d. por libra.
Venda* do da 11:000 fardos.
NEW YORK, 13 de Abril.
A&SCAB: Firme.
FAIR BEFIN1NG de Pernaaabuco
vende ne a II 13 O e. por libra.
Agea ia Havas, filial
14 de Abril da 1888.
em Peraambuco,
Bolsa eom. ^XTAfOBS OFF1CAK8 DA JCNTA DOS COB-
BBOToaa
HaaVa, U .46ni de 1888
Cambio so ore Pelotas, 15 djv. com 11S 0|0 de
de Con 13.
< > r.reaid. r.ro,
Aogueto Pito de Lemos.
'> eeretario.
P.dro JosPiuto.
Slavimerkts baneprio
BEcira, 13 ,-t. hwl S teSS
PKAVA t> KKUIPE
' O mercado estt-ve b j quasi em movimento.
Os baes ir.an:ii er un no bali-o a tsxa de 24
i/8 d, mas offureceram Bucear pnrticulmmcnte a
24 1/4.
Em j>apel particular ulo const-.u traniaeclo al-
grnna.
PKaCA liO RIO DE /AjEIKO
Todos oa bancos saccaram a 24 i
Jsioa Pinto .
Jotonia Isabel. .
titoeo 3 superior .
3. boa .
i 3. regalar .
-i.- ....
Hcfcavado porgado .
oro!j .
ff.'..l:y .
S*7O
8J80
210 a -M"
2*200 a ?3;Kl
UHOO u iOOii
1*70(1 a tm
1*50.) a 1*4 ki
1*2 O :, l*26i
*80l a 1*OUO
M 10 l AUBIL DB 1900
Nao ccostou v Fntcadus de assuear e ala;od Xti DE BIIL
AaSUCAtt
Entradas Das
8arcacst .......S i 13
Via frrea deCaruar. 2 13
Aoimaes.....
Via-ferrea de 8. Francisco
Via-ferrea do Limceiro 2 12
2 i 14
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Saccoa
1S.41
5 04-i
2.148
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6.09")
&a tabellas expostaa aqoi fonMn estas :
Do Lobcob Ba*c :
Uondrea .
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Ostia. .
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Portugal
Sew-York
HO dlv viMa
i 1/8 7/8
394
490-
221
39.
398
194
238
2109U
Do Lrrnjucioaui:
tioadrw. -. .
Pars. .
Italia. .
BaaVbnrgo .
Uaboa e Porto .
Priaeiaacs cidade
gal.
StW-Tork .
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do PortB-
493
221
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398
494
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2*090
Somma
ALOODO
Eutrada
Barcadas...... 2
Vap r<"8...... 2
Vi-ferr> de Caruar 2
Animaes.....' S
Via-ftrn-a de 8. Francisco 2
Via-fcrrca do Limoeiro. 2
S-mma
G6.521
Oas aneens
13 . 2.44
i 13 14b
a 13 97
i 14 294
11 1 195
12 2.22
12.884
Vapores depachalos
Vap. iog. Mamuheusea, para :
Para: 1.175/2 brn<-as, 150/3 e 50/4 ooin tesu
car, 100 pip-s o 125 barris de 5- com agurdente.
Ni w Y k : t amarrados de courinhos.
(Jarrcg. diversos.
Vap. ios Estrella, para :
. fWGr-ud. : 8 barricas, 100/2 o 100/4 di.js
com asencar brinco c 100 bariicss com aasucor
maacav&do
Hel.tas : COI barricas c m assnear hraneo.
P rt". ^Llegrr : 350 onrrieas o 1 030
assucor bruuco e fO barricas e 80 .-j^. c.a a
suenr lEsseavadc.
Carreg diversos.
Vap. nac. Ji-gaaribe, para :
Pnn-udo de Nerorha: 1 barrica o 8/2 ditas
cem i---om biaucc, 65 barricas com dito nudta-
vado, 9 coilas aun saba, 7 i-accos c m sa', 42
acto, c m c l, 12 oceta com carviu veguta>,
114 taidi* ce i1.r41.c-, 4r3 naceos cum farinba de
n.. diuca, 'ib ata -wu fumo, 1 saeco cem feija ,
1 garroiu c< u agurdente e 2 barricas com b>la-
cb
Caireg. divtr-os.
^laviaa despachadas
Barca iny t-bales Cx, para :
Canal: U< 911 s. ecos com assncar masca vado.
Cnlieg. W. J LlliiftlliP.

Bares ing. Arismentinea, para :
l anai : 5 3"0 t axes co:r. asacar mascavtdj.
Carrfg. Pereira .arnnru 4C. '
Oo Eaauan Baaa :
Uoodre.......
?ara.......
USB........
*f*wo......
UHaae Porto.....
?riaapts erdaia. dc Portn-
>; ......
Ja sa Acores .
Tfc da Undan .
Isa-Ycrk......
SO ijr uiiia
24 i/8 3 7/8
3S4
490
?21
393
398
491
223
228
281.
228
.'090
sm 13 0% xma.il. na 1888
A Auociacao Lommtrmat Agrcola, registrua os
moos sbsuxo, pagvi so agricultor, por 15 kilos :
f'a-.ta da /alfandega
lasoo oh 16 a 2! de amu. r 188
Assuear retinado (Alio) 204)
Assuear branca (kilo) .... 150
Assuear mascavado (ki!. J ... 83
Alcool (litro) ....... 180
Anos com casca (kilo) .... 50
Algodio (kilo) '...... 356
Borracha (kilo)...... 933
Conros seceos salgado} (kilo) 405
Coaros seceos etpicbsdoa (kilo) 455
Couros verdes (kilo) ..... 215
Cacao (kilo;....... 40b
Cat bom (kilo) ..... 55u
Caf restolbo (ko)..... 350
Cachaca (litrj) ....... 380
Carnauba (kilo)...... 280
Carados dealgodao (ki|o) ... 11
Carvao de peor de Cardifi (too.) 16*000
Parinha de mandioca (litro) ... 85
Falbas de jaburapdy (kilo) ... 300
oaebra (litro)...... 200
Md (bro)........ 50
M.ino (kilo'....... 40
.a'. Breil(kil..)...... 35
Tuboadoa te au.i-.reJi.; (dona) OO^OCO
. navios a carga
llirca sueca Mentor. pr Rnico.
rinrea ouruegueose Turdeutlcjold para Balv'co.
'triga- alienta J- G h'tchte, para 8-iotos.
Bnu>- NBCioua. Prcwerc, fura o Porto.
Lgi r bjlUooes ti. H. Leemhuis, para Bia Qran-
e do bul.
rikiaeoo portuguex Victoria, para Lisboa,
i'-iiiii-b) BoraegaeoM Fer<, para Eetaous-Doidos.
Patacho jueeo Almina, para Pelotas.
.\av as descarga
Barca noruegaens- Honor, carvo.
tihrea noruega Fortuna carvSe.
Bkix'h noruogo-nan .-r^rire, madeira.
Brca noru.'guens- Un on, carvao.
Barca dinamarquesa Anna Carpes, varios gene-
rus.
H-.r.-a ingiera JAel, hacalho.
Barca nneiounl Mariannutha rirque.
Brigue italiano Immaeuhta, varias generes.
'Srigue norueguens- Leeteh, earvSo.
Kiouna naciiiiil Carolina, zarque.
Lugar Ingles Martha Percival, carvao.
Lugar americano Lew Brkmun, varios gneros.
Paiacbo nacional flival. Sarqu.
Patacho portugu Imporiapio
Lugre aroerioati. Lewii Erhmn eatrado
id Baltimore em 13 do 1 orrente e con-
bigoado a H-nry Forstet & C. tcariifestoa:
AKatrao 10 b-rris.
Bieu 2(X) barricas.
Farinba de trigo 3990 barricas aos con-
sigoatarioa.
Escuna nacional Carolina, entrada de
Pelotas, em igual data o consignada a
AuioriiD Irma 13 & C aoifnaton :
Grxa em b^ing 4:245 kilos
X-rque 7:50kl>s ordem.
Paossla ogUa La Plata, ontiado 'ic3
portos da Europa, em 13 do correnta e
conaigoado a Amorim Irmaoe & C. maoi
festou :
Amostras 32 vi lumes a diversos.
Armas 1 caiza ordem, 6 a Antonie
Du.-rto Curneiro Vinoa.
Agua mineral 6 b-rri-as ordem.
W)bos 22 roloa arder
J-nos e ebu bo 34 barricas compa-
nbia i-o Beb*-riba.
Cartas pra j go* 1 caizn ordem. 1 a
Netto Campos & t.
C-lg-os 2 oi.is3-'8 a Thoxsua de Car
valliu dC.
Drogas 2 voluta a a Hf-rajes do Suusa
Pereira.
Enerado 1 fardo a Cramer Frey & .'.
Eatop~ 7 fardoaa AyostiLho Soplos Fio 3 tardos ordem.
Ftrr.gens 1 ciza a julser K auffmaon
4C.lt coii-p nbia do Bebt-nbe.
Livros 1 caizo a Silva Quimnraca MMtsriaes p*r tel<-grpbo 37 vi.luuies a
W ateru Braziao Telegr-p Compsoy.
M. rcadorias niversis 1 ^.aiza a 0 E.
G-tis, 1 a C. F. t.arrington 1>H. Noescb
dC 2 a G. Spieler, 3 u A. Duarte Cr-
oeiro Vitrina, 1 a Abo Stein <& C. 1 a
Francisco Launa & C. 3 a Wells Hood.
01>'o 15 tambores a Western liraaiao
Telegrapb Comp.my.
Oojitos para oscriptorio 1 oaixa L:n-
don Baik
ProvisSdS 5 oaizas ordem, 10 a Wells
Hood.
Presuntos 2 oaizas ordem.
Queijos 21 oaixaa a J. B. do Csrva-
annos, se encontrou remedio contra indi-
gesto tSo rpido, t5o seguro o tilo sur-
prehend-nto nos seus resultadbg como o
Xarope Curativo, da Mil Seigel, porm
boje ura remedio modelo para nquella af-
fliocllo qu.si que univrsal em todos os
paizes civilisados da Europa, Asia, Afri-.a
e America. Pblicos testomunhoa e cartas
particulares de officiaes do ezercito, ban-
qaeiros, negociantes, capitSes de navios,
mechanieos, lavradores e suas mulberes e
flbas, todos confirmara os seus poderes cu-
rativos.
Acha-83 venda em todas os boticas,
1 oas de medicina em toda a parte do mun-
do e em casa dos proprietaros A. J.
White, Limited, 35, Farrindon Road, Lon-
dres, E. t.
Dpositarios na provincia de Pernambu
co poV atacado : Francia o M. 4 C e Faria Sobrinho & C.,na cidade do
R^cife
Vendedoras a retalho, na cilado do
R cife, Bar'holomcu C, A. M. Veras & C, Rouquerol F.-
res, e T. S. Silva, em Palmares, A. C. de
Aguiar e era S. Joao da Igreja Nova, J.
A. da Costa c Silva.
ED1TAES
O Dr. Sophronio Euticbiniaio da Paz Por
tella. juiz de paz do 2 anno da p*ro-
ihia de Santo Amaro de Jabo:ao, em
virtule di lei, etc., etc.
Paco saber aoa fas o presente edital virejn oa
d'-lle noticia verem cjobeciioento, que por parte
do Dr Loniino de M >r-es Pinheiro mu fji dir.gid
a petiyilu do thinr segninte :
1 ln. Sr. juis de p z de JaboatSoDr. Liu
lino de Morat-s Pinheiro, aeodj credor do Pran
cisca Landelina de Moraes. Cisada aetualmeu'i'
cum Jur Tn-o'wni 1 Pereira de Carvulh >, da quan
tia de 978 cid'-s. j, lora us jur a estipulados, querouio se
conciliar com os supplicadjs, requer a V* 6. que
se digne de mandar CiUr ao suppliciido, para
priuieira audiencia desle juis), p-m de revolia e
custas ; e como da supplieada, qu j i f" niste os.neto, ignrese u iu/ar certo do u
acipal rea.d neia, requer o supplicante a V". S que
justificada a ausencia da supplieada em lugar in
certo, maude citar ediuimente. Nestes trro s
pda a V. S. Oelerimeoto. K. li II.
Jaboatao, 8 de Maicj do 1888. O advogado,
Araemiro Aroxa.
Ealava sellada n; f o 1 da 1 1 com uma estam-
pilba d i V i r. guiar o'-nte inur.ilisada. N
qual petieio se \ o despacho niigmnta i
Lomo requi-r ; marco o da 15 10 corrate para
terem lugar h eoociliuf .0 o justificar rrqa-'ridHS.
Jabuato, 9 de Mar,o do 188.8 p!ir n Par-
telU.
E uada mais se continb* em dita p-fi-j >, aqui
fielmente c .piada. E ai teudo procclid > a joatifi-
cac rcqui-nda, scolo i. queridas dui-i l'tieni.
ubas qne depozeram acerca da existencia, un lu-
gar iueerto, da auppltc.da D. Francisca L lina de M. raes for-iu os aotos devidmente aella-
d s e pi 1 par-d s, c -uh:i iu elies icinbu oca
cluso pru^eri a sentencu do thour s-guiue :
Provado, como so acha, pelo d. poimento das
testi a.uuhi.e. que a tuppiicad D. Francisca L-.n-
deliua de Moraes cha se ausente em lugar m
Certo, bei per justificada a sua aussuci, para o
fim de bt ctala editalmentn, conforme f..i icquo
ndo a li. ti, devenl.) o edital que ae p .ssar ser pu
blicado pe a iinprensa c aOixado nos Ingina do
comume. > uilaa pelo joaiificante. JabiatAo, '2
d- Marco de 1888.Sophrouio E. da Paz Kr-
tella.
E nada irais se cr-ntinha era dita scnteoc cima,
mu bein e ti l-n-ote aqu Cipiala.
E em virtude du roeama aentenca o eseYivo
asnBaaaaaawaKaMsaaaiBSBasasasasaEaasHBB
lbo &. C, 2 oriein, 13 a J.'fto F-irr*ii;l. s
de Aliini i, 5 Guiroaraes Ro.h: <&C.
Ti cidos div rsoB 1 v lume a Mmliar.l
Hub'-r C, 139 or-lc-ro, 6 a Machado
& P-teira, 4 a R. de Crvlbo & O. 10 a
A Vii ira dC, 56 a Luiz Antonio Squei
r, 12 a Amtraoe Maia & C, 4 Gmcalves
Irmao, 3 a LoureiroMaia & C, 4 Olinto
J lUiui vi V, 1 a Aires d Brillo & G, 7
a Guimaraes 4 Pcrioan, 13 a Manoel Das
Oa Silva Guimaree, 2 i a Agcstinho Sen-
ts 4 l; 7 a Joaquim Gongalvca 4 C.
Stitr'y 1 barrica ordem.
Zanao 16 barricas a ordem.
pasaou o presante eii-.al de citacAo cim o pr.izo de
30 das, pulo qual chamo, cito e bei per intimada
a justificad Francisca Landelina de Morm
para que, da eonformidade com a petici> e deapa
eho neate tiaaacnpt s, compare;-! na primeira au
diencia deste juisi, decorrido o referido prazo,
afim de fallar a
da inesma peticio, pena de rev- lia.
E para que ch gue ao conbeci meato de todos
mandei passar o pres-nte edital, que ser afiliado
oes lugares do cstumo e publicado pela im
prensa.
Dado e paas*do, o'esta parochia de Santo Amaro
de Juboalo, a-s 12 das do toes de Abril d 1888.
Eu, Benedicto Anlr Xavier, esenvo de paf, o
escrevi.
Sophronio Eutichiniano da Par- Portel'.a.
BctiLARACOES
Yaccinafo
Dj crdm dolilm. Sr. Dr. lusp^ct'r do bygie
no, se f..z publico que nesta repartic-i, ra do
Baro da Victoria o. 3i, se contina a praticar a
vbceinne/Io e revaecinacj, as quartas-feiras r
sabbadcs, de 11 b ras da mauh a meio-dia,
acbando-se ain-'i a testa d* ste aervicc o membro
da Iiisp.'Ctoii Dr. Francisco de Paula Soares,
que para tal fim acaba de fazer acquuicj de >x-
cellenco ly.npba.
Iusp .ctvria de bygieoe. 14 d Abril do 1SS3.
O seer-tario,
Jos Guillarme da Stlua Duarte.
Prazo oe 15 dias
De ordem do Dr. inspector f.er->l da n-itruc;So
publica, faco sab-r ao professr Joai Jos Ribeiro
de Mir, qua lenlj sido designada por acto da
preail-ncui da provincia de 2 do crreme m-s, a
4.* cudeira da frcguezia de S. Jos de.-ti cidade,
para uoila ter elle exereici >, f o Ibe marcado o pra-
zo de 15 J11 -, p ira assumir elle o ex reieu do nova
cadeira, a contar di data da nomoacao.
Secretaria da lostruccao Poblica, 7 de Abril de
IS88.
O secretario,
Pergntino 8arava de Arauj 1 Gal-.ao.
Tiiesouraria d Eizenda
De ord m do Ilion. Sr. iuspeor, faaj pub'ico
para Cjuhe om o'o d >s i.i-er. a 1101, que es'a re-
pnie tich-ae h hiltada peus ordeus do To-m
a .uro Nac mal u 1-8 e 131, Oe 3 e t de Satuabro
ultimo, para realizar o p.amento dos ceguiiit-s
eredores :
Teuente Launano Jo- Pune ir* -' I) I
Dr. Joaquim X.vier de MeodoOSa Peosia lili*! 0
The-ourari de Pasea la de l'ernainli'.ico, 14 d
Aoril de lb83.O a ccatario,
Dr. Antonio J.is le Sanl'Aana.
Thcsdiiro Voviucial
De ordem do tllm. Sr Dr inspector deaia re
TirUc/io, la,-o publico tue uo da lt do Cirrente
iO'.-z uagam-se saeui*ilu8 ciaai-*s :
pro!-siorea c ia .- 3a entrelas, com relaja-
ao mez Oe vlarc,) HudU.
Pagadoria do Thesouro Provincial de Pernam-
buco, em 14 de A-inl do 1&&.
O rscrivo,
Silviuo An'ouio Uodriguej.
'Vbandono de cadeira
C nU-indo qua o pr tessor An'oni i de xllcluia
Patrelo, cout rme se verifica da iuf rm^co do
referido delegad i lucera i i de data ds ''2 d> cor-
rente, deixoa o exereicio debis tunero amo -a
cendo reassumido depos da ausp n-ao q>.o aotireu
m virtude de sent-oc.-i disciplinar, dc ord> m do
L)r. msp ctor ger*l. exhumado pelo presenten
uiesmo profastof para, ni praz > dc lo dias, rea
oooder nobre issi ficto, s>b peu* de ser proceasa-
do retalia
Secretaria du Iaslruec.lo Puilica de Ptrnatn-
bueo, 11 de Hatea Uo 1888.
. s-erttario,
Per^entino S. le \ ,i)o Ga'vlo
aMaaaasswsasasasasssasasjsaapsMSMziizaiaaMa
Seronda B'-ccio da Aifaudega, 11 de Abril
da 1888. '
O tbesoureiroFlorencio Dominguet
O ohefd da se-.^ Gtc.ro B de Mello.
RBCBBIDO
Pelo vap. ing. Tama;,
para :
Mariis Puna & C.
I|Slll- 3-0
do Rio de Janeiro,
1 rt 000 AUM
Hertoelorln (eral
no da 2 a 13 lt:l 96i9
dem de 14 2:138*266
18:267*885
Kxprtaclo
xcira 13 oa abbIl db 1888
Hsn o exterior
Na barca aorueguonse Mentor, carregou :
Para Liverpool, J. U Bjxwall 1U0 taccas com
7,695 kilos de aigodio.
No patacho oororgu^nse Ferm, CBrregaram :
Para New-Yutk, J. Loyo 4 Pilno 796 saceos
com f>9,6-'5 kilus oe aasuear mascavado.
No vapor francs1 Vtlle de Peraambuco, car-
regpo .
Pura Lsbos, P. de Moraes 1 barril com 90
litros de agurdente.
No vapor ingles La Plata, carregoa :
Pata Montevideo, L. A. du Costa 10,000 coco?,
fruclu. '
No pstaoho portugus Victoria, carrega
ram :
Para o Porto, S. Bnto Amorim & O. 41 aaccaa
ana 3,497 1,2 kilos dc aigouao ; A. Gr. da Silva
Rodriguis 1 barrica cem.94 kilos de assuear
brunco ; B. T iri-ao Jnior 1 caixa com 20-kilos
do doce ; P Pereiri. & C. 1 barril com 60 litios
de agurdente, 1 barrica com 75 kilos de assuear
branco e 1 aaccoc^) 60 ditos de c.f.
No hngoe nacional Prasere, carregaram :
Para o Porto, P. Carneiro O C. 200 saccas com
15,716 kilos dc aigodSo.
Har o interior
No patacho sueco Almina, carregaram :
Pai a P. lotai-, Burle & C. 30 saces com : 4,750
kilos de assuear branco e 70 ditos com 5, 50
duos de dito mascavado.
No vapor nacional Espirito Santo, carrega-
ram :
Para Rio de Jan'iro, Burle &C. 600 .-.accaa com
45,625 kilos de algodo.
Para Babia, M Cunba 100 barricas com 11,757
kilos de assuear branco.
No Vapor ingl.-z Maranhense, carregaram :
Pera Pata, M. J. Alves 1U0 barricas com 6.176
kilos de aesucar branco e 12 latas com 180 ditos
de dito 11 finado ; T. de Azevedo Souza 122 barri
cas com 10.497 kilos de atsocar branco ; E. Br-
m.sa 100 barricas esm 8.370 kilos de assuear
bianco; M. Cunba 500 barritas com 36,9-4 kilos
de aseucar branco ; M. F. Martina 150 volomes
com 10,115 li*2 kilos de asaocar branco ; B. Oli-
veira c C. 5 pipas com 2,400 litros de aguarden-
te ; P. Pinto 4 C 15 pipas c m 7,200 litros de
(andente ; Amorim Irma, s & C. 5 pipas com
2,400 litros de aico', 60 ppaa c 75 barril com
36,000 ditos de agurdente.
' No hiato nacional D Julia, carregaram :
P*ra Aracaty, Maia a Rezende 300 saccoscom
farinha de mandioca.
Su biate nacional Crrelo Parahybano, car-
regaiam : .
Para Parahybs, Lipes Braga a C. oO caixss
com 400 littoi de geuebra.
Bendimeiitas pblicos
SI r>B ABBIL
Alfandeya
Recebedoria provincial
Do dia 2 a 13 7:29 i -510
dem d 14 1:077*818
Beclfe itruinase
Oe dia 2 a 13 6:88l* 04
Ideo a* 14 272-211
8:368328
7:156*235
Benda eral
Do dia 2 a 18
Ido e 14
Kenda provincial
Uo dia 2 a 13
dem de 14
Mercado Mualcipal de s. lose
u movimento Oeste Mercado no da 13 de Abril
fio segoiote:
ntrs,ram :
14 boia pesando 1,229 kilos, sendo de Olivei-
ra Castro 4 O, 9 de Ia, e 5 de parti-
culares.
936 kilos de peize a 20 ris 18720
43 cargas de farinba a 200 ris 3*600
20 ditas de fructas diversas a
30(i rs. 6100.1
12 taboleirca a 200 ris 2140J
9 Sainos a 200 ris 18U0
10 Mabitas com icguaies a 200
res 2*0 0
Poram oecnoados :
25 1(2 columnas a 600 ris 15^300
1 Eicriptorio 3u0
19 compartimentos de fanena a
500 ris. 9500
18 ditos de comida a 500 ris -9*000
y. ditos de legumea a 4(K) ris 36OuO
17 ditos de suinos a 7 0 is 11*900
10 ditos dc tressuras a 600 ris 6W0U
10 talboa a 3* 200
2 ditos a 1* 2*000
A Uveira Castro 4 C.:
54 tainos a 1* 54*00
Oiinda
Eocrlvo Dr, Caidaa
Foi traneterida para o dia 19 de Aoril a praea
do arr.-ndamento, por um anno, d s lleguis da
Casa o. 13. sita ladeira do Varadoaro desta ci-
dade. Esta casa vai pr-r;a a reqaerimcnto dos
herdeiros di D. Prancellina Carolina de Alba-
querque.
(ompanlia de Fuifi e Tecidos
de Pernambaeo
Roepbs propostas pura forni'cunento de :
Pedrs b'uta ou de lastro de navios, entregue a
bordo d s m em d novios ou postas na Torre,
(pir t nelada.)
500.000 ti]' Hos de alvmaria gressa.
15.0iiO a'queires de cal pmta.
Areia gnssa, por candis.
D- vem ser entregues, at o dia 15 da corrente,
as propostas e aa amostras d -a iijoiloe ra do
Commercio n. 5, 1 andar, ou ro da Bjm Jess
n. 54, sruiZ' m
Recif-, 3 de Abril dnl888.
Antonio Macha lo Gomes da Silva,
Oeri-nte.
Suata casa de misericordia do
Recife
Na secretaria da sania casa da misericordia do
Recife, arren a se p refp-ci d um tres annos
a cas* n. 8 4 Passagrm da Magdalena.



8, E J.
ocledade R-cre iilya Juvenlade
Inauguraco do retrato d cong'cio diatineto Dr.
Vicente Perrere sar.'i bimestral em 15
de Abril
Seiontifico os seuhore* s cioi e c nvidalos que
por occaaio d* loanguracao do retrato, bavera
um i se ilo magna.
P.evine^se que nSo sio admiaeiveis tigsrregados.
C'ovits e ingresioa ua secretaria desta socie-
dade.
S'critnria da eociedade Recreativa Juventude,
8 de Abril do 1838.
O 1' secretario,
Man-iel Joaqnim Baptista.
Fak/ica de F.if e fecdas de
.'ernaoibuc.,
S.l i Convidad, a oa Srs. aeoi nulas a reunireai-
e > w asa-'inb a i-xtraor linaria ai dia 16 do eor-
enl-', u.-na h ra da far !. no aaii i do predio da
Amocmca i C.-ni'0-Tc-al H nieficeute, p ia discuti-
r-m e appruvirem o no a estatutos, o que dei-
.i o do ier ing-r na eu38.T. i d 12 do ra z prximo
pausad pea falta :e iiutim dos 8r aceonistas
xitfid' no 4 d art. 15 di le n 3150 da 4 de
Noveinbro de 1888
Raeife, H de Ahnl de 18SS.
Manoel J> ao de Amorim,
Pieaile-if d'areoiba (feral.
Jos Eustaquio Ferreira Jacobina.
1 oe iet-.no.
Prazo de 30 d'as
De ordrm du Dr. iuapee'cr geral d* I isfruecao
Publico, t .c,o aa<.T ana piofessore aunlicoi Jos
Tb'.idoro (.'nrdeiro de llarrus e Ji Helisario M*-
riuho Ka cao. nste da cad -ira de Cimbra e aquee
la do lireji. qu tenio-lhf s sido c ncedi la em 4 do
earrunte uies, pelo Exm. Sr. pr-eidento da pro-
vincia, permjtaram as r-npeetivaa cadeiria, foi-
ii a marcado o prazo de 30 diaa para aesumircm 0
ejercicio das novas Cadeiras.
Secretaria da Iustruccj Publica, 4 de Abril de
1888.
O BPCn tario,
Pergrntino S toioi de Araujo Galoio.
'

Anna Caeper...... Fonaeea Irma is & C
-E -ir............. -ercu-a Carneiro & C.
a Cb.rles ox..... N. J. Lidatone & C.
* eres........... L>T''1 4 Filho.
E'hel............. Bl.ckourn Needhan 4C.
* E-rrcila........ Pereira Caruairo (j[ C.
Fani.y............ Am rim' Trina os 4 C.
Ptilz............. H rm ion LunJgnu 4 C.
Pvrm............. Baltar Oliveira 4 C.
Pon una........... Via-ferrea de Caxang.
Iluuur............ A* ov.-i. u,.
Harutit........... N. J. Li iatone '4 C.
ti. R. tr-emhuis... Hermann Lundgrin & C.
H. Burle 4 C.
Pereira Carueiro 4 C
A' ordem.
Henry P, ater & C.
Hermann Lundgrin 4 C
J. hustou Pater 4 C.
Via frrea de Limoairo.
Johoatoa Pater 4 C.
BUckburn Needhan & C.
Send>'i.anden...... H-rmann Lundgrin 4 C.
T-rdeutkjod ...... Wiiboo Sons & C.
* Tamar.......... Amorim I raos 4 C.
Union............ Wiisoa Sons 4 C.
Victoria.......... Amorim Irmaos 4 C.
V. do Mootaerrate.. A' urdem.
* V. de Pcruambuco Augusto Labille 4 C.
O signal indica ter a ombarcacao sabido.
Vaporea entrar
MBZ DE ABHir.
Liverpool..... Edio'or...........
Norte......... Kspirito Santo.....
Hamburgo Uruguay........ .
Europa....... Ville de Maranhao
8ul........... fernombuco.......
Sul.......... C Ti'ri.............
Norte......... Maranhao.........
Sui...... .. Para..............
Norte......... Alianca
Iininaculata.......
18. Kichte------ ..
Le^Lb............
L Wis Erchman....
* Lbaduoi........
Mentor..........
Martba Perceval ...
* Maranhense .....
Nelly...
Hu.
Finance............ 27
203J520
2:341*81
2:518>36j
Uendimento dea dias 1 '11 do cor-
rento
Poi arrecadado liquido at noje
Preces do dia :
Carne verde de 360 a 40 J ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris idem.
Suidos de 560 a 640 ris dem.
Farioba de 280 a 320 ris a cuia,
Milho de 240 a 320 ris idrro
f eijao de 640 a 1*00 ris idem.
Htid' uro publico
Formo aDatmas oc Matacooro da Cabanga
rexes para o consamo do dia do boje;
Sondo: 63reaes pattcacectfs s Oliveira Cas'r,
V. C, e 26 a diversas.
Etnbarcacoeg mrUi no lorto
em 14 de Ihrll
NACIONAES
83
457:516.686
i8.556*534
486:073^220
56.495883
2.903.085
56.298/968
Somm total
544:372*188
XAVIOS C0KBI8SATABI0S
Arlindo........... Pereira Carneiro 4 C.
Carolina.......... Amorim Irmios & C.
Qiquis............. Compunbia Pernambucana.
Ip juca........... Jagoaribe....... (Jompanhia Pernambucana.
Companbia Pernambucana.
Lusitano.......... Maia 4 Rezende.
Marianainha....... B iltar Oliveira 4 C.
Praseres.......... Amorim Irruios 4 C.
Pelotease......... Baltar Oliveira dc C.
Rival ..........., Amorim Irmiiofl 4 C.
ESTRANQE1RA8
BAVIOS C0H8IOSTAB10S
# Adamantino..... Blackbarn Needhan.
Almina........... Pereira Carneiro 4 C.
Ariel. s........... Blackbarn Ncedbaa 4 C.
Europa....... Ta us.............
Sol........... A'-.-i.............
Liverpo-1..... Aullior............
Vapor a a ahr
MBZ DB ABBIL
Sal......... Espirito Sanio..... boje i 6 h.
Buenos Ay-es V lie de Uaranhdo.. 16 s 4 h.
N.rie....... Pernambuco....... 17 s 5 b.
Bordeaax... Congo............. 19 s 3 b.
Sul......... Maranhdo......... 24 s 5 h.
Norte...... Para............. 27 s 5 h.
~-nt.aecoC Al'.cnga .......... 27 a 10B.
Norte....... Pionee........... 58 s 10 n.
Bu-nos Ayres Tagne............. 28 s 2 b.
Southamptan. Sevu............. 29 1 k.


boje boje
boje
hoje
amanhS
19
23
26
26
27
28
29
29



.Havios entrar
Amonta.-....... Rn dn Janeiro.
Abel............. Cardiff.
Brio.............. Rio Orande do Sa'.
Bndesmaid........ Sw-tnnoa.
Buiib............. Caidiff.
novlmento do porto
Navio entrado no dii li de Abril
Buenos Ayres e escala 13 das, vapor iaglec
Tamar, da 1716 toa-ladas, comniandante G.
M. Hnki. cquipig m 95, carga varios gen?-
ros ; a Amorim Irm toa M C.
Navios- sahidos no m.snn dia
South -mpton e eacauVaoor infles Timar,
commaadaate G. M. Hi ki, carga varios ge-
naros.
New 1foko esealaVapor irglez Maranhense,
commiadante P. B Tregaribia, carg varios
ganerof. _
Estados Uaid-iST-Birca inglesa Charles Us,
cipitoN. Nielsen, carga asso.-ar.
H.vre e esea'a Vapor fraoce V.Ue de Per-
nambaeo, commaniante L. bire, carga va-
rios gneros. i._.
Fernando de Noronha Vpor nacional rio commaadsnte Alfredo STn-oiro, carga
varios gneros. ;,-.
Livcrpool-Lgar iogiez .AlatnSBtm", c.piti
JoeephCl.tk, carga asaucar.
Porto Alegre e escala-Vapir ingles Estrells,
commanaante Watter Wrigth, carga var-.cs ge-
Rio Grande do Norte-Escuna norueguens9|Lhv
dnoi, capillo A. Ask, em lastro.
hebSe.
aSaSaBBV


Diario de PernarabucoDomingo 15 de Abril de 1888
Banco de Crdito Heal de Per-
naubuco
Dividendo semestral
Eitu eatabelecimento, de aec irdo com o art. 54
dos estatuto, paga o te 3. dividendo 4 r.ilo de
5 L sobr<- o valor das entradas reelisadaa ca-
pital, cu 44000 por aceAo, tudjs o* das ufis,
desde ;U 1 huras da munhi s 4 da Urde, em sua
sede i ra do (Jouimereio n, 34.
Kctile, l7de Ma19.de 1888
O gerente,
Joao Fernanda Lope
Prazo De ordeui de Dr. insDcctor g- ral da lostruecJo
Pub'i a, f.c> saber ao pr-feaaorea pblicos Se
bas'io Tavares do Oliveira Braodo e Antonio
Nobro de A'm-id* Castro, este nomeado ajuut.,
da 4" odeira do J ;a dest-. cidade e aqu- II" re-
movido de Floresta para a cadeira de Qamelleira,
que l.i Ib s marcado o prazo de 30 das para as-
suuiirea) oexereici j das a vas endeiras.
fe.cre.uri da Iastrucoo Publica, 12 de Abril
de 1888.
O secretario,
Pergentino Saraiva de Araujo Galvi<.
Para
PROJEGTO DE INSGRIPCXO
a 13.a corrida que se effectuar
Domingo, 22 de Abr1
Premios 150AU0
J ordem du ilin S-". Dr. luspuet.r, faco
publico qu* n> da Oda Maij proxmi vndjoro
ira a .ir.ica. de accO'lu com as bas-s approvade-e
pelo E uj. 8r viee p esidente da proviucia mt 4
do correte o pe-ia^io dad barreims abano deeia
radas; sendo a arr-ma'acio relativa ao spacoa
correr dj Io do Jo'ho proxnno .uto.ro ao ultimo de
D Outdsiu), os precos iufra sao'correspondentes a
am auno, e os ooaeswraot s d-vetn h--b!itr-so aa
junta (este theSJUro de 6 dcsle in I.
Caxang 3:1234000
Q,qui 5 82**00 i
Magdalena 4:trH4000
M-tocol inb 1:177* (0
Tapacnra 1:6'H00
Poute los Carvalhii 529*( OJ
Moren JB 1:641 *0(iO
S. Joao 1:801.000
Tacaruna 1.274OO
J,boatao 2:992(KXJ
Una ou Palmares 2:<'0 00'
Timb (s'radu do nort-) 40'000
Eug. nlio C usa. ir. (estrada do Bonito) 1:000*00'J
S.cretaria do Tht-aonrii t'rovmcial de Piroaui
buco, 9 de Abril de 1888.
L. Campillo.
Compaoliia de Edc?cao
C ir.niuuieo hos Srs. accionista passuidores das
acedes cuj .a nmeros vao abaixo notados, que
teijiui o b- nteni o pr*zo para o neo himento da
10* presfaco e.,m o j.no de 5 0 Q e que fica-lhcs
mareado novo prazo de 30 das, qu-- criminar a
9 de M.iui vindouro pra leal z .reua o rec Ibiinei.to
da sMnei nada prest-cao u odiante o juro de 12
') n. s iti"do 'le' rio'iia o art. 8S do estatutos.
1416-1455. 178I-1795, 186118G5
175H, 18 6-1825, 597 602
6 4647. 11761185, 13561365
19% 1998, lloti-1195, 17(161715
18511855, 1856-186D, 19911995
Kucife, 10 do Abril oe 1X8"*
Ricardo de M-nczei.
Gerente.
Prazo de oito das
Pela inspectora da hlfandega, e de ordem du
Iilm Sr. i.sp olor da Thes-uraria de Fazendu.
em cilicio D. 42 de '2 de Marc find i, se faz pu
blico que as 11 horas do dis 20 do correntu mez,
sei2o vendidas mu prca pita deata reparticao,
as egoiutca ssercadoaa, upprehendidas por di-
Vets 8 autoridades, e que se atbum depositadas
no p-.i. 1 d Imb-ribeire.
liui barr' da marca JFC, contend! 10 kiiogrnU'>m04 de plvora.
Um dito da matea diaa ante e T no centra idem
dem, -deas.
Uin dito d.. marea FFC, entendo 12 kil .gram-
no de polv ra ero pt-tteit estado.
Um dito s marca KF Leo, idem idem id^m.
Un :!t. La), idem idem idem.
Um d tu, dem idtm, contendo 11 kUogmuim.3.
DoUS d't s sim ui' ica, a variad, .j.
Vinu- e tr>s pi varinbo;, dem idem.
Cento e um ditos enm plvora, pesando 23 ki
ogrmmos e 9 di't >s de obras de folha, piutadas.
3.* aei'cS ia alfatideg de Pernam uco, 11 de
Abril de 1888 O ebefe.
Domneos Joaqnim da Fon. eca.
" 1RMaN>ADE
\ S M dos HimiSHS. erecta na
igreja da Madre de Deas
A mesa regedora de-ta irmaadHda tas constar
que em ses*ao do 11 do c trente mea, deliberou,
por rootiy- s contrarios a seas bons desejos, deixar
de celebrar no corrate anuo os exercicios da de-
vocSo do mes de Maio Oatrosim, scientifica acs
ata irmaoe devotos,que fieam sem eiFeito as cartas
ja distribuidas para tal fim, agradecendo aoa
meamos o bom ac. Ihimento em aceitar as mesmas.
Recifc, 11 de Abril de 1888
Antonio Pereira Lopes
Thescureiro.
CleU Caries Rumes
Sarao esa 21 de Abril d.i 1888
Os senbores b icios pndem procurar os seos io-
greesoe na sede do club, a contar do dia 14 do
corrtntc. das 7 s 8 1|2 h r.i da ncite, em m
do Sr. tbesonreiro.
Secretaria do Club Carlos Gomes, em 13 de
Abril de 1888.O 1 secretario,
Pomp.< C. Cusaneva
1.* par^o-Dr B-ltrao 1,100 metros. Egnas da provincia
ao primeiro, 300000 ao segundo e o terceiro livra t entrada.
2 o pareo ConsoIacS1800 metros. Anira>P8 de provincia que ainda n3o te-
nham ganho. Premios : 2000000 ao primeiro, 400000 ao segundo e o terceiro livra a
entrada. .
3 o pareoPre8 Campello 1.609 metros. Animaes do paz at meio san-
gue. Premios: 4000000 ao primeiro, 800000 ao segundo e o terceiro livra a
ontrarJa. .
4. p*reoDr. 9ouza R-is1.100 cetros. Animaes da provincia, irremios
2500000 so prifBeva, SOiOUQ ao tefd e o terceiro livra a entrada.
... ec L:i).o.3ncla1 3 roetre. Animaes "da provincia que
las elsticas, quartinbeiras, cabidas, guarda-ves
tidns, guarda-louca, lavatori. s, 1 cofre ingles pro-
va de fogo, 1 dito americano, 1 dito francs, res-
mas de papel para embrulb latas com maoteiga
inglesa, jarres, Unter as, copos, clices, compo-
teian, talbe.-es mnitos outres m veis.
Segunda f el ra 16 do correte
A's 11 horas
No artrazem ra Mrquez de Olinda
n. 19
P INTEEVENQO DO AGENTE
Gusmo
Agente Britto
3. leilo
DE
ainda nSo
Premies : 20000 ao primeiro, 40,>000 ao segundo e o terceiro
l).J p
tenham gaabo.
livra a entrada. _
OBSERVAgAO
Nenhum pareo se realizar sem que corram pslo menos trfz animaes de pro
prietarios diff>;rentes.
A inscripefio encerrar-se ha no Prado no dia 17 do corrente,
tarde.
As entradas sao de 10 /o sobre o valor dos premios.
Recife. 12 de Abril de 1888.
O GERENTE,
Marcolino Rodrigues da Costa Jnior.
(rande e variado
Leilo
s 7 horas
Do ordem do ln. Sr. Dr. inspectir, taca pu-
lico que no dia 2-1 do corr n'e ir a praca peran-
o c ornecim d'o do fardrnoslo manufacturado para
o memo Corp-, v> us'auto das pe s seguintes :
850 bonets de olead.) c m ventiladores ; 2550 blu-
sas de briin pardo ; 2550 pares de botinas ; 31
bandas de la piru mferiores; 954 bi.rnaes de
bnm ; 1700 calcas de briin pardo ; 1700 calca*
de onm braoco ; 850 calvas de panno atol ; 953
Capotes com capuz ; 8 .0 gravnt-s de sola de lus-
tre ; 850 mantas do a e 850 sobricasacas de pan-
no : zul.
Outroeim, os concurrentes deverao fazrr as susa
pn p aim que aerio entregues qu.lle conaelbo,
aeompanbadas das amostras que devero cooter
0,20o1 de largura e abranger o da fazendu e bem
nssim apreaentarem 'xemplar da peca manufactu-
rada para amostra de mi du obra.
O* mi amos concurrentes drvero se habilitar
pirante a iunta ca ssc
. i I : '
buco, ;,- /.;.llda 1 Qa
C*>aBp&' f:ia Ura iilelra de Xave-
ga^So Vapor
r-ORTOS DO SUL
Vapor Espirito-Santo
Commandante o Io tenente Carlos An-
tonio Oomes
E' aperado dos portos do nor-
te a' o dta 15 de Abril e de-
,pois da demora indiapensavel,
leguir para os pi--f.os do aul.
iieoeoc itunoi-in carga para Santos, Santa Ca-
tharina, Peloraa, Porto Alegre e Rio Grande d i
Sol, freto modic >.
As eoncommenda8 s aerSo reeebidas na agen
at 1 hora da tarde do da da sabida.
Para carga, paaaagena, cncommendas e valo-
re (~ata-se na agencia
Joizo SuMulo da Fazenda
ESCBIvAO TORRES BAN'DEIRA
No dia 27 do corrente, dep.ia na nudieaeis, rio
k prsca, por venda os predios abaixo declarados,
penborados pela Fseorta Provinei! :
Frrguetia do Recife
Casa terroa ra d Arriki u. 22, com porta c
janella, 4 metr.a e 4 centim tr.s de vo e 13 me
tres e 50 entimitros de fund % 2 saaa, 2 quartoe,
cosinba fra, avallada por 400000, perieucente a
Jos Bibeiro de Mend ng
Freguezia de Santo A ntonio
Casa ma dos Hatos n. V, rom porta e janella,
2 salas, 2 quart s, avallada em 4' 04000, per ten
centea a Bernarlo Jos Vltitios -'mheiro.
Freguea de Afogadoi
Casas estrada do GiquiA us 11 e 29, tendo
cada urna, porta a janella, 4 metros e 35 cent-
metros de va 12 metros e 15 ceutimetros d
fando, e 2 salat>, avalladas esti. em 10' 000 e
aquella em L50OUO, perteucenteg a Jiita Feliciana
de M. retes.
Casa estrada de Giqni a Jaboaiao n. 311,
com porta e jan- lia, 10 metros e 8 cent i metr. s de
frente, 12 metros e 50 centmetros de fundo, 2
inartoe, costaba extern, avallada rm 1500< 0,
pertencente a Jo .nna Olympio Beptista Dama-
*>>
' Casa Estrada Nova o. 29, com 1 pona e 2 ja
aellas, 2 salas, 2 qoartos, c amba ioierna, quiotat
em aberto, cacimba propria, e o solo, 4 metros e
80 centmetros de vo, 11 uietn'S e 20 centmetros
de fundo, avahada em 4004000, pertencente a
Joi Emiliano Mo" ira d s..v.
Freguezia do oco
Sitio no Chacn u. 1S>, em terreno proprio, com
algomaa >rvorea fructif rar, 166 metros d- lar-
gara, 60 metros do cempr.menio, urna casa em
mo estado com 4 janellas e 1 porta, 2 salas, i
croarlos, cosinba interna circuida d- janellas,
avallado em 2:01104000, p- rt- nceute a Antonio da
Silva ce C.
Casa tmvessa da Casa-Forte, com 2 janellas
de frente, 2 p nba
lora, com 2 quartos, porto de ferro c^m 2 loes, 2
gradadles de ferro, sitio todo atorrado, urna casa
com porta e janella para tenor, avallada em
1:0004X0, perteneente a Manuel Jos Aguiar.
ALUUEIS
Cass & roa do Coron-1 auasanoa n. 21, fregue-
zia de tanto Antonio, c m porta e janella, 2 a las
1 qaarto, cziuba interna, quintal, por 7|0OO
mensses, pe ten cent es a Miguel dos Aojos Sos res
de Meilo.
Casa araa da Ponte Velha n. 81, 2 portas, 2
salaa, 2 qoartos, eoaioha fra, quintal, por 254000
mensaes, pertencente a Porphiria Boa* de Mello
GflimsrSes.
Recife, 11 de Abril de 11338.
O fficial,
Lyndoloho Cainp lio.
<-jui!a.io i'^i'iiauiiiiiiinii, em 9 de
Abril Je lt. S
Pela secretaria do Gyoinasio Poroambucano, c
de ordem dr- Revm. Sr. Dr. regedor, se declara
aoerta a inecripeo da matricula para a aula de
escriptumcS i me> cantil, esiabelecida pelo regu-
lameuto de 18 de Janeiro do correute anm, a qnal
se aeba funcionando das 6 s 7 horas da noite,
nos tcrm.sdo mismo rcgulamento.
O secretario,
Celso Terfu! ;.u > !'' i-nand-s Qointelln.
THEATRO
Sil iifll
QUARTAFEIRA 18 DO CORRENTZ
Beneficio dee artistas
Teixeira e Cuimbra
Primeira representadlo do impcrtinte drama cm
5 actes, original porto gnea
OS
Sa tea^ores ffaMontantia rlusPodres
PORTOS DO NORTE
tO vapor Pernambuco
Commandante o capitaod fragata Pedio
Hyppoltto Duarte
ti' esperado dos portos do sul at | e escarradeiras
De bons movis, finos crystaes, porcel-
anas, quadros, j-rros, electros, bronzes,
'ustres a gaz, b lhar, pianos, prata do Por-
to, 1 carro victoria Mylord com 8 molas,
selins, bancos de jardim, vaccas taurinas,
cachorros e pasearos.
Segunda fe ira, > do corrate
No palacete da ra do Baro de S. Borja
n. 53.
A saber:
Primeiro andar
Salao de visita
d>g | Urna linda mobilia de Jacaranda, 6 lindos espe-
Ihos doarados, 12 lancas e cortinados, tapetes para
fiarlas e portas, almofadas, figuras de bronze, lustre
a gas com 8 ou 16 bicos, tapetes forro de salas e
quartss.
Um piano forte de Ersrd, cadeiras para piano
estante para msica e 1 caixa de masica.
Qoartos
Tapetes, lavatorios, camas, guarda roupa, com-
modas, guarda vestidos, divrans, eapelbos ovaes,
atagers, quadros ,lustres a gaz, marqaezo-s, espe-
lhos, mesas de cama, bala.s para rouja equadros.
TVrraco o corr-dor
Urna m bilia de. junco, 1 cadeira de mola can-
diciro a gas, tapetes, arandelas a gaz e candieiros
Segundo anidar
Sala do toilet
Urna mobilia a imitacSo de charSo, mesas redon-
das pequeas, 1 guarda vestid* a com portas de es-
pelboa, commodas,' toilets, lavatorios, almeladas,
quadros, 1 lustre a gas, tapetes c eapelbos.
Qoartos
Camas, commodas, toilets, guarda vestidos, cabi-
des, cadeiras, secretarias, candieiros, tapetes, 1
sautuaiio, quadros e redamas.
Pavimento terreo
Sala de estudo
Urna mobilia de carvalbo, estantes envidraca-
dag, quadros, tinteiros, porta charutos, tudo de
carvalbo.
Um piano de Hers, I estante de Jacaranda, 1
esiante para msica, 2 duncherques, 1 pndula com
2 figuras, vazos e jarros de alabastro, figuras de
bronac c 1 completa collecao de livros.
Esiript. rio
Um cofre prova de fogo, secretaria, 1 estante, 1
intaa par* eacrevtr, 1 tinteiro, 2 -.wolvers, tapetes
De urna casa terrea u. 26, ra da Assumpco,
servindo de base a ultima ofierta.
Um* casa terrea ra Dias Cardse n. 7, str
vindo de base a ultima offerta.
Ouarta felra IH do corrente
A's 11 horas
Ra do Rangel n 48
Umie, mmm e \mm-
Lrlo
De nma armacSo envero:zada e envidracada,
am oalcSo, um oofre de Milner. ama batanea.
Urna machina para faser glo, nma dita para
fszer manteiga, urna dita para cortar madrira,
urna dita para furar, um torno, urna safra, um re-
bolo, um Lile, nma forja e tarramentas.
Agente Pinto
Na eaea da ra do BarSo de 8. Borja c. 53, em
que moroa o Sr. Ernesto Amorim
Ba du Iiupernilnr numero 33
Livros de junaprudenei, direiti, lilteratura,
sciencia e religiao, livros para instrnocao primaria
e secundaria, livros m branco para escriptura-
co commercial. tinta para copiar e para escrever,
de diversas cores, artig ,a para escriptorio e diver-
sos objectos de g-^sto e pbantasia, papis pintados
para forro de salas, qnart. a, restaurante, etc.
Encaderna-se c m pr-s'esa e seguranza, marca-
se com nitidez candes de visita e imprime-se com
perfeico qnalqaer trabalho typograpbico.
Presos m idieoa
Roa do Imperador ss. 35
AVISOS DIVERSOS
s
l. acto
3. dito
Uenumlnnrau dos actos)
A miseria
D cnefe drs saltesdorej
4. dito O reconbecimento
5. dito O perdSo
Tomam p&.'te os artistas f DD. Bosa Manhonce, I
Herminia Ooimbra, Guilbermina Neves, A. Peres,
Coila ra, Pacheco M A. Livramento, Waifrido M.
e os BENEFICIADOS.
Finalisa com a espiritaosissima comedia em 1
acto
Urna noit" perdida
S BENEFICIADOS esperam dos seas amigos
e patricios urna prova de estima, coocorrendo com
o sen valioso apoio a sna festa artstica.
A's 8 1|2 horas.
Expsito de Helralos
A naior navidade americana
BETBATOS PINTADOS A OLEO
Por 20000
Com rica mol 'ora donrada em alto relevo, o que
ha de msis lindo para um presente ou sala de vi
sita
Semmili deipeaa fszer
Convidamos o p.blics e as Exmas. familias a
ver os retratos americanos que nSo sao com mol-
dura d e e$tanhu rnvtrnitado, a> m chapa de ferro,
como aiguns retratistas desta cidade annnnciaos,
c apresentam retratos pintados rm papel cosa
moldura de espelho ordinario por aaaior preco.
Esp'-sicSo : Domingo, 15 de Abril das 10
1 hora da tarde
i;i Un oque de razian- OI
Nos dias uteia a qualqoer b ra.
Jos Augusto Dias,
Ag n'e geral..
fiAlliiiil^
o dia 16 do Abril, e seguir
,depois da demora ni dispensa vcl
hpara os portot do norte at Ma-
1 ncg.
As eucommsndas sao reeebidas na agencia at
1 hora da tarde do dia da sabida.
Para carga, paasagena cncommendaa e valores
racta-se na agencia
PRAQA DO CORPf) SANTO N 9
lOHI'AMIIt l'KU>Mal_t\V
DE
AaTecaco Cowteiranor Vapor
VIAGEM EXTRAORDINARIA
Penedo
0 vapor Mandahu
Commandante ^llbuquerque
Segu no dia 16 de
Abril s 5 horas da
tarde.
Recebe carga at o
ia 16.
Enejmnxsndas, passagens e dinbeiros fr< te at
12 horas da innhS do dia 16.
ESCRIPTORIO
Ao Caesda Companhia Pernambucina
n. z
(Jmied SSates & Brasil 1. S. 8. C.
0 vapor Allanca
spera-se de -le* --or'. -News,
at o dia 26 ie Abril o qual
sognir jepo's d- demora ne
aaariH para
llanta, Rio de Janeiro e Sanios
Para carga, passagens, e encommenfUs tracta-
io com os
0 paquete Finance
E' esperado des portos de sul
at o dia 27 de Abril depoia
da demora necessaris seguir
ipara
llarauho, Para, Barbados, M
Thomaz e New-York
Para carga, passagens, e ic uinendas adinheir
frote, tracto-sa com os
AGENTES
Uenrv -.rster k C.
Ra'DO COMMERCIO -N. 8
1 anda
Sala de jantar
Doos guarda I incas, 4 aparadores com pedras,
4 ditos de cauto, 4 jardmeiras, 2 quartinbeiras, 6
quaJro 1 lustre de cryatal, l mesa elstica e 24
cadeirus de guarnico tudo de madiira pao setim.
Apparelbos oe pureellaoa para cbi e jantar ;
copos, clices, garrafas, i-ompoteiras, fructeiras ap-
pareihos deaaert. garrafas eom musics, e outros
u.uitos objectos de crystal.
Electro pate
Fructeiras, apparelbo p. ra cb, salvas, bandei-
jas, galhetoiros, porta grogue, oorta-biscoits, tin
teiros, paliteiros, serpcotiaas, fructeiras, licoreiros,
apparelhos para cb, tacas, colberes, garlos, con-
chas, deacaocos de tacas, porta guardanapos trin
chontes, tudo de plectro-plate e chriauflL'.
Otject. avulsos
Mesas elsticas, mesas redondas, filtros, prensas,
cachinas, escadas de abrir, trem de jardim, banco;
e vasos de jardim, tarramentas, trem de cotinba
e muitcs outros movis
Urna artnacaoce amarello envidracada e enver-
oiaada, 1 balco, vinbos de differentes qualidadea,
1 carramanebio en viv iro para passaros, 2 figu-
ras grandes com candieiros a gas.
Un carro novo victoiia Mylord com 8 molas e
2 selins, 2 vaccas tonrinaa, 7 cacharros, 1 carneiro,
e diversos pasearos.
Ernasto Amorim, tendo de seguir para a Euro-
pa com ana familia no vapor do dia 12 de Abril,
fas leilo p r int do agente Pinto, nos dias
TO tJ I* ao uuucuie. u-b m"t..o, w uio vbjv*...
cima mencionados existentes na casa de sna resi-
dencia A ra do Baro de S- Borja n. 53.
A'a 10 beras partir o bond que dar passagem
gratis aoa concurrentes.
O leilo principiar s 10 1|2 horas em ponto
por serem amitos e difterentes os lotes e continua-
r at s 6 h ras da tarde.
Os pretndenos podero obter cathalogos nume-
rados em poder do mesmo agente.
Pedido
O agente de leiloes F. L Pinto precisa fallar
com o Sr. Jos A. Cesar de Vasconcelos, a quem
pede ae digne comparecer rm sen escriptorio, roa
do Mrquez de Olinda n. 52 ; pede igualmente a
quem conbecer este moco se digne informar a sna
residencia para ser procurado negocio deseo in-
teresae.
Alnga-se o sobrado n. 46 ra da Boda,
com bons commodOB e mnito fresco ; a tratar na
ra do Cabng n. 16, loja.
Aluga-ae caaas a 8*m..U no beuco dos Coi
hos, junto de 8. GoucaUo : a tratar na roa a
imperatris n. 7o.
Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 73
roa do Bangel, com muito bous commodos (
multo fresen, tendo a vantagem de estar prozimo
ao mercado publico ; a tratar na ra do Cabug,
loja n. 16.
= Precisa-se de um professora j idosa, qu>
saiba a lingo. portuguesa e bem asaim a franceza
em seus rudimentos, para lecciooar em um enge-
nbo da freguezia deJaboatio, diatante 2 1 j2 le-
goas da eataco ; a tratar na ra do Imperador
n. 81, das 11 s 4 horas.
Perderam-se seis apoliees da divida publica
de 1:0 O* cata nma, de ns. 2900, 2901, 2902,
29.3, 2904 e 2905, de juros dr 5 0,0 ao anno, da
emisso de 1828, pertencentes a 0. C'iandina da
Silva Pigneiredo, casada com o Or. Jos Bernar
do de Figueiredo, que aa bouve p>r heranf* de
'-ua mi< D. Ciernen tina Iheodora da Silva : quem
as tiver adiado queira leval-as ao escriptorio de
Luis Goufalves da Silva & Pinto, no caes du
Companhia l'ernambucana n. 6, que ser gratn
Cado.
AMA. Precisa-sede urna, par* casa de duss
pessoas ; no largo do Oarmo n. 9, 2- andar.
AMA. Na tua do Sebj o. 20, pr. cisa-se de
urna ama para cosmbar e engommar.
Precisa se de urna boa cosiobeira ; na ra
da Matriz da Boa Vista n 9.
NYPOPHOSFhl'fOS
OOD*CHRCHIXL
XAROPE
jDSTPOPHOSPHITaDECiL
; Emprcgados eom tantc *x.m -ra curtir a
ipbthlslcm e as molestia; Mliercalus
andem*e nicamente em frascos qumirir
\fkm com o nome do dautor Cblbchiu. aobre
j lvU".
,^ob a inhuer.cla dos Hjrpop>osptiltoa
Itosso dirninue, o appclitvi augmenta, aa for-
reas ti >rno a. vtr, os suores nocturnos oeasio,
.c u dotmtc goza de um boro estar desusado.
O hpopkotphito8 qtt- letio a marcm
de fabrica da phannaeja SWANI,
lt, rite Casti'ihojie. Pariz, sio oe uni-
o reconhecirtot e rn:ommeridadP. peto
,K>' CHTJRGBILI., aao- da etcscobrta
'e tute prorrrtertades curativas.
J Proco : 4 trancos por fiasco da Ilraug*.
i CsMkai-rt u prxnc'vtet Pinraaeas.
Arrobe
DE
i, m\
ni li Birtliloiie & G. Sic-
Perdeu-se
.-I 8
CHARfiEiRs mm
< ompanhia Fraoceza de Navega-
cao a Vapor
Linha quinzena) entre o H^vre, Lia
boa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
Ora.le iIbMmMo
Commandante Br-nt
E' esperado da Europa
at o dia 15 de Abril, ae-
guindo de cois da ndiipen
savel demora para a -
ta. lelo de Janeiro
e ssaiii*.
Bbga-se aos Sra. importadores de carga p 1< t
Vapores deata linha.uueirain apreatntar dentro de t
das a contar do da descarga das alvareng: >.
^uer reclamacao concernente a volumes, que po
v> tu.< tenham seguido para oa partos do aul.afin
de se poderem dar a tempo aa providencias necea
arias.
Espirado o referido praao a companhUloa n se
reaponsabilisa por extravos.
Para carga, pa> sagena, encommendas e dinheirt
a frete : trata se com o
AGENTE
Augusto Labille
9 -RA DO COMMERCIO -9
Porto e 1 bboa
Para os portos cima, argir brevemente a
barca portuguesa Certa ; para o ra-to da carga,
trata se com ot consignatarios Jos da Silva Loyo
* Fino,
OTirttlIlt: OKH HRMWA..B
RIEM H.IHITI1EN
LINHA MENSAL
0 paquete Congo
Commandante Lecointre
' esperado dos portos do sul
no dia 19 do corrente, Beguindo
depois da demora do oostume,
oara Bordean i. tocando em
wakar e Lisboa
Lembra-se aos senbores passageiros de toda-
as classes que ha lugares reservados para est
agencia, que pndem tomar em qualquer tempo.
Fas-se abatimonto de 15 /0 em favor das fa-
milias compoeta de 4 pessoas ao mehoa e que pa-
garem 4 pasragens inteiras.
Por exeepeo os criados de familias que torna-
ren] bilhetes de proa, goaam tambem d'eate abati-
mento.
Os vales postaes s se di at dia 17 pagos
do contado.
Pai-i Mirga, passaians.encomm'ndas edmh^ir
a frete : tracta-se com o
AGENTE
Augusto Labille
9 RA DO COMMEKCIO-9
Para o Porto
Pat- cho portugus Victoria e brigue brssileiro
Pratereii, recen- m carga frete directamente se
Porto: traiar com Am nm IrmS >a A C.
Para o Para
Com destino ao porto cima seguir brevemente
a barca h'spanb la Virgen Munserral ; para a
carga qoe Ibe falta trata-te cea os consignatarios
Jos da Silva Loyo & Filho.
LEiLf
Leilo
De pianos, eapelhos grandes ovaes, lindos quadros
de moldura donrada, commodas de Jacaranda, me-
Agente Britto
Da armaga >, utensilios e grande aortimenro de
bons gneros, quaai todos oovos, do estabeleci-
mentos do molbados ra das Flores n. 3.
O agente cima, devidamente autorisado, ven-
der m leilo a referida armaco e gneros, em
um a lote, ou retalhadainente, a vontade dos Srs
licitantes. Qaraote-se a casa.
Segunda feira 11 do corrente
A's 10 meia horas
Ba das Flores o. 3
Na sexta feira, 13, do correnta, perdeu
s" na estaco da ra de S. JoSo e na oc-
c-isiSo da partida do trem das 9 1|2 horas
da mulla, una- vnlta de ouro, com um
luco do mesmo metal.
Gratifica se generosamente a quem a
tendo acbado, e quizer leval-a ra do Cal-
dereiro n. 44.
Allencao
tpproiado pela junttt geral dehj-
Klene pablli a da corle
E' o melbor depurativo e cura todas as doencas
syphiliticas da pelie, rheumatismo, bobas, ulceras,
e em grral as que provm da imoureza do angue.
Deposito emana pharmacia e diogarias rna
larga do Rosario u, 34, Pernambuco,
DAY& MARTIN
Farnectlon dt tus UaJuliOl t Sainas di /aftatarra,
4o Ciarelto .- afartosa SrttaaaMa.
flAIXA BRILHMTE LIQUIDA
GRAIXA..PAsrUNCTlJ06A
OLEO para ASBSXOS
EtssirasMitMSSssrH HriiiiMosiailsIlO
m toan nansas.
DEPOSITO OBSA1. BM l-tili D
", nigli tlnthor*. 07
nui- a. u Bti
A bordo do vapor ingle Estrella, foi praticado
um. roubo por um tripulante que desappareceu ;
pede-so aos Srs. consoles das naco -s estrangeiras
que nao consint sentar os documentes da aul. ridade eompeti-nte.
Engommadeira
Precisa se de urna engommadeira para casa de
pouca familia ; no pateo do Carmo n. 18, segunde
andar.
Sitio
Aluga-se um i-n- lnai ot0 com boa casa ae
morada, na estrada do Eicanamento, em Parua-
meirim. A cas fica prox nome, e alen de achar-se perfeitajiente limpa,
tem ptimas accommod coea para familia, pois
coota 1 sala de visita, 1 grande sala de jantar, 7
quartos internos, sendo um delles para dispinsa e
nutro para a rui, cosinba com agua encanada da
Companhia do Beben be e pta para lavagem de
pratos, qnarto para fntor quarto psra banho
com cbovisco. O Ingar muito saudavel e vai ser
oestes poucos das iluminado a gas, para o que
j es rao sendo asseotadoa os encame o tos e os
lamptoes. Ha no sitio ama pequea casa de tai-
pa, que serve para morador ou para fetor que te-
nha familia : trata-se oa praca de Pedro-II ou
pateo do Coliegio o 6, 1- andar, das 11 h-rasda
manbS s 3 'a tarde, com o Dr. Jos Vicente
Meira de Vasc mceilos.
P L T. C.
Nlnglea Cballeoge Cap
The final He, B Tn m versos F. Davis, WI be
p'ayed on fPedneaday 18 tb. inst c mmencing at
4 p. m.
H. W. Stmehpwer Bird
Hon Sec.
Primelra* letirai, portuaaei, Croa
rea e arubmelica
Na Capui z ra da Ventara n. 11, ensina-se
per mdico preco aa materias cima menciona-
das.
Agente Brit*o
Da armaca, utensi ios e b estab. 1 cinr-nto de molhados ra Im
p rial n. 160
O agente cima, compatenteoiente autorisad ,
far l'i'o da referida arm*coe g'ner'S, em um
s tu maia l<"es, A vontade d a Srs pretendentea.
tiaranle *<> aa ra Turca feira 17 do corrent9
A'a 10 \\ hor-s
Ra IMPERIAL N. 160
Agente Pestaa
Leilib
Dj 158 fardoa com feno viudos do Antuer-
pia pelo brgantim Noru- ga J?erm
Quarta fo-ra, 18 do c rrente
Ao mel dia era ponto
No arraazeui de Sr. Bastos, no .& du
Apollo
O agente Pestaa, autoriaadn, vender no dia e
hora cima mencionad, a, 158 fardoa ern feo ,
viudos de Antuerpia no bergantina N^rnega Fer*>,
por conta e risco d qnem pe tencer e a quem mais
der
Leilo
De bors HvroB, constando de importantes
obras dos seguintea sut res :
Alezandre Domas, Oeurge -end, Chateaubriand,
Walk-r Beott, Gtrnier Deb- y, Oamb tta, Pedro
Ivo, Paulo de K rk, Machado, Gamo s, Qamiilo
Castalio Branco, Jule Verne, Mery e muitoa ou-
tros.
Agente Pinto
Na easa em que residi o 8r. Ernesto Amorim,
ra do Bario de U. Borja n. 63, fot occasilo de
leilio de metis.
Em Tiinhiitiba
Vende-se ou troca se urna casa de negocio, bas-
tante afre-ueiad-., sita no largo da matriz n. 7,
est livre des m-iaracada. propria para prin-
cipiante : a tr* r na ra Vidal de Negreros nu-
mero 2, ci m J. E A.
Engenho
Arrenda se, v^nde-ae ou permuta-se um nge-
nho movido a vapor, diatant* deata praca 14 le-
t"jis, cim bo>a terraa, pudreiraa r tornos para cal,
bjas matas, grand ilba para sola de gado, em-
barque pr simo a casa de purgar, tendo nova e
exceliente casa de viveoda : quem o pretender,
annuncie.
Professora
Una senhi'a competentem'-nte habilitada, pro-
I 5--S- a leccionar em c->llegii>s e easas particula-
res i.s a-giiint s materiaa: portugus, franez, e
muaica e piano: tiat-r ua ra do Marques do
H rval n. tO
Sement de Carrapatu
Compra se s mente de carr. pato ; na ra do
Hospiuio n. 79.
Multa atiendo
Na rna Sete de Setembro. mitigo beeco dos
Ferreiros n. 6, faz-se plisaa e recortase b rd
dos._________________________________________
Cautelas do Monte de
Socorro
Compra-8" cautelas de qoalquer joia ou brilban-
es, paga se bem ; na praca da Independencia n.
38, luja de re'ojoeiro.
Atlenco
Cofres prova de fogo
O Carlos Sinden, 4 roa Bario da Victoria n.
48, loja de alfaiate, receben de consignacao e
rende sosa competencia.
Ao eommercio eao
publico
Figueiro'o s Irmai mudaram seu estabeleci-
mento de faz-odas ra da Imperatria n. 56,
para a m ama ra n. 76
Seuientes de carrapato
"Compra se em grandes e pequeas quantidades;
oa drogara de Francisco M. da Silva & C, ra
o Marques de Olinda n. 23-
Peitora i de Cambar
<)
PREgOS
as agencias : rasoo 24500, 1[2 duzia 13 o
duzia 244000.
as sub agencias : frasco 24800, 1|2 duzia
154000 e duzia 284000.
Agentes e depositarios geraes em toda a pro-
vincia Francisco M. da Silva & C, ra do
Mrquez O linda n. 23
Fabrico de assucar
Machlnlsmo dan abrlranlo llunran
Siewari aft C. Je tilasaow
onstrnccS > da mais moderna e aperfeiooada 9
de grande duraco.
Moeada com preaeo bydraulica de 8tewart que
d a melbor expresso onhecida at b. je.
Caldeiras com econnmisador, especialidade des-
tes fabricantes.
Fornalhas para queimar o bagaco verde em di-
reitura da moenda.
Os apparelhos de Vacuo e Triplo sao de syate-
ma moderno como ambem as turbinas ou cen-
trifugo.
Orcamentoa e msB informacSes em casa de
Browns & C.
Ra do Commercio n. 5, andar
A granie NiYidada Americana
Retratos pintados a oleo
Por 2o$ooo
Com tiesa m< Iduraa donradaa em alto relev-, o l[ie
ba de maia lindo para preaent--s na salas ce vi-
IVa luja daa liMira azues a rna
Duque de Casias n. 81
Rccebnu sr- i'iicuaimendHS ai o din 14.
Jos Augusto ii s
A Ao publico
O abano assignado, tendo ncitado urna lettrs,
trn.t e e>s meses re vista, da qnantia de
4:0(0'Ol, e tend, eata letrr. ae ve cido no dia
10 oo con ente oe, e nao ae aoreseotando a p8-
a. a em poder de qu m ae. cha a referida lettrs,
para rec- ber ana im ortaocia, pede a qnem a rjos-
auir, o oba-quio de apreaenta -u m escriptorio da
ra | de alare o 17. ao Dr Laurino de Vloraes
Pinb. iro ra s-r paifa, oo ao abaixo asaigoado,
no engenho t apibanbe. protestando na i pagar jo-
r. 8 dea e o seu vcni-im.n'o Apr veita o abaixo
asaigoado a ocrai-iau para rl lar. r qoe n- nhums
i.Utra leti'8 de aeu aceite ez venen ne-n por vencer. Eugenho Capibaribe, II
de Abril d- 1x88.
Aiitmiio Tavarea (ornes de Araujo.
;GiitilBhl(iFsinr
Con p'a-se e paga se n ais d. que m outra qnal-
quer parte, pr-c do ConOe o'Eu n. 18.
\ rindo
Precisa ae de nm rapaiinho de 12 14
aootiB para criado, dundo fa-ior sna oon-
do ta; no 3. andar do predio n 42 as,
rna Duque d C*s ; p r cima da typO*
grapfaia do Diario.




i
n


Diario .le Penuuiiiti Domingo 15 de Abril de 1888

Deca a^o
Ernesto D da CmU Amonm, rdiraoio s* par
Earopa, Oeclara qued-iia coin eucrr g- 1 de
todos- seos org.i-s o *< b St.ote procurador
0S- Eugm.o Ch-lioJ. Recif 12 de Abril ae
18S8.____'____________________________ji________
Excelienle morada
Aloga f uta cas* doi para grande f.rod'a ; rr.hr n* ru. Vidal de
Negieiros, largo d-s Cinoo P..nts. n. 142_______
Caixeiro
Prccit de ua irnuiuo coa prutica do ojO-
lhkdj9 ; na ru* de H >rt*e o 17.
Ao coiiiuiercio
Eo, abaixo asigoa lo, declaro pelo presente que
cotuprei livr" e des-robarajido fle qualquer onus,
a Danuo Lima 4 0. o seu esUbeieciateuto sito
irua Harn d* Victo.ia n. 16, e se aiguein se
Jalear c id (Incito bu meemo, tara u s reclama-
eoVs do oras de tres diis, a Miotnr Oo;!a data.t
Rxio, 13 de Abril de 1883.
Bernardo) > F. rreira de Azeverio.
A o commercio
El abaixo asignad", obrigado adcixar o e m
mereio para tratar de minha s^ude, resol vi vender
meu i-lt .bi leeim. nto, cuino ahaixo se *;outro-
im, peco a ti d s os tu dures aprrseotira euas
Con'as n-ra s i ra paga-", pois quede qualquer
forma realisure a venda. Becife, 2 de Abril de
1888.
Luiz Hermelmdo.
I
Licenciados pela Inspectora de Hygiene
do I upe o do Brazl.
CURA RPIDA ( CERTA
ABSENIATO1
ouro dyiamisado
do Doutor ADDISON
da VMoronv, Anemia, todas as Moles-
tia* lo Si/.ttftiiti jiwrtmoy me^mo as
mais rebeldes. .nolestiasehronicaH dos
Pul mfie*, ct ., etc.
Asmaiorcs Illustracoesmedicas l^m attes-
Uulo o poder curativo deste tncicam< uto e
decl.ir.tm n'o : o prlmeiro e o mala enr-
gico doa reconstituimos.
0 Frasco: 6 francos (era Franca)
Todo frasco que nao trou ^? dio
rer a Marca da Fabrica x-^%?2> hfaB,,U
rtgiitrada e a assignatura j^^-"^ halieto.
deve ser rigorosamente recusado.
PARS, SOCltl Mdonslbiime. 7, ru Blidor.
Deposite* em Pernambuco :
E"R-A.3ST~ M. da SILVA c C*
i u tiu u bou Pkuuciu i Bru.
ax
Ama
Precisa se de una ama para lavar e engommar
taz<'i>dum>i* altfuna servicos, meuos comprare
t.ar, qnedurma em cas ; na ra Dnqoe de
C'axiaa n. 14, s-brad ., a au. '
Ama
Precisase da, unta ama para cuidar de orna
eriaajtM e engoovnir para um pi'=soa ; na ra
Di-qua da Caxia^ n. 54, 3- andar.______________
Ama
Precisase de ama ama que eng mine e coainbc
c m pi rfeicSo, para casa de duas pessois ; na ra
Mrquez do H rv.il n. 10
Ama
Na roa de 8anta Tberea* n. 20, precisase de
ama ama para, ajadar o servido di- ama Casa de
pjuca lamilla, aojeitando-^e a dirmir em Cbsa.
Ama
Preciaa-ae de ama b a c iubeira p ga-se bem
na rus Ou ,ue de (Jaxiaa n. 44, I-ja de faaendaa.
\ma
Offerece Be uaia ama para lavar e en-
gomiDar p-racaaa de familia ou meamo de
aolt'ini : qu-m precisar dirij* ae ra da
Roda d. 11; na venila se dir quem.
Ama
OITENTi
80Ra Duque de Caxias-80
Cretones ciaros, fatenda de 360 ra, a 240 rs. o
covado.
Alpacaa de ama t car, a 240 ra. o dito.
Srda do Japo, a 280 rs n dito.
LSziuba* eacorec e, a 240 rs. o dito.
Bnm pardo par roupa de menino, a 300 ra. o
dito.
Cmbr. ia de salpicos brancos e de corea, a 5
a peca.
Camisas brancas fin*!, a 3000.
Chales de casemira eveocese. a 24000.
Toalbas fe podas d 7 pr "i000.
Bramante superior par* I nc > t, de 10 palmos
de lardara, a lit5O0 a t,
Lhdcos raooc-ears. a V500 a dozia.
Riquiaeimo8 cortinad a de crochet.
DiUa de cambraia bordados.
MadapoiSo americano eop^ri r. c m 20 varal,
por 74500 a pee, fas- nd de 9J0i>0.
IJm;i 1 outino fc C.
urna casa na Hapurga tmm 4 S qnartoa e quin-
tal, at a qoanlia d>- 3.IHI0 : a tratar na ra
Novan. 15, I. ja de cbap df aol
Urgente
Precisa sedeuaia ama para comprar e co-
sinhar p-ra casa de familia, Da ra Duque
de Caxias d 14, sobrado.
.%*.%
Para cosiobar, qu- c mpre e durma, pr.-cisa-se
de jma ama para caca de p oca famili ; na ra
Primeira de Marco u. 17, '- andar.
Amas
Precisa-EC de duna m-a, sendo ama boa cosi-
nbeira e a entra b a eogi;mmadeira, para servico
e aseistencia interna, que e t> iam matriculadas :
a tiatar na ra da Aur ri u. 67, 1* andar.
Ama moca
Precisa-ae de ama ; a tratar no Becco do Rosa-
na n. S, 1 andar.
Ama de leite
Precif a-se de om t ama de leite ; a tratar na
a da Kea'aoracSo o 3. >utr'>ra ra da Guia.
Ama e criado
Prccisa-ae de ama m que a-ja boa cosinbeira
c de om criado de 12 16 anoos : a tratar na loja
n. 10 da roa do Crespo.
Ama para eugommar
Preciaa-se de ama que bem desempe-
nbe este myater, tendo cademeta, no 3.
andar o. 42 da roa Duque de Casias por
cima da typographia do Diario.
Ahijase barato
Rub do Bcm Jtsas n, 47, 1 andar
Ra do Corredor do Biapo n. 78.
Roa de S Jos n. 74.
Roa do Viscunde de Itaparica n. 43 2". andar.
4u Viaconde de Itapnrica n. 43, annaaem.
Ra da Bom Jeaas a. 47, 2. andar.
"Yatk-st na roa do Commercio n. 5, 1* andar
esenptorio de Silva QuimarSea & C.
Aluga-se
Prerla<- de peifrllaa roaturei,
ra : aaw uiiiT ir adame Vmauy
tua W% n. 1. priaer aaaar.
Attengo
Em qaanto ao arreadamente do engenho Qa-
me'leira em Santo Anto, j boave ama orlerta
de 9004000 ann-iaea, independente de ir em pra-
ea, dando se 6ador para garamia da renda aoa
COnaenhorea. Ootri sim, pede ae a qnem qner
que neja, oa por pn f i nc a, ou dando maia. que
apreaente 6ador coapetenle, naa mesmaa cindi-
OOea cima Recite. 13 de Abril de 1888.
Francisco Alvt-s de Moraca P>rei
Procurad r de orna t-i nsenbora.
lioubo
De 9 pora 10 do correte aus'ntcu se do enge-
nho Ptnelo de R txo o preto Daniel, car rugando
comsigo um re gio de ouro pertrocente ao abaixo
sas'gnado ; pede se As ao'oridadea a appr heosii
de dito relogio. Sup 5- se que u referido prcto
te&ba seguid,i para n C-b i u Santo Antio.
_________Apt"nio Xavier Roorignea Campello.
Hippodromo ilo i amp
tiraiide
Tod'ia oa aenhores subcnp'orea do HIPPO-
DROMO DO CAMPO (JKASDE s> envidados
para orna reuniio que ter logar ia 7 boraa da
noite do dia 19 do curente, no aablo da ettacSi
dos triiboa urbanos de Olinda, na roa da Aurora
(entrada oela ra da Uniin), afim Je tratar ae da
approvHcao d >a respectivos eatatatia e do pl-nn
a seguir se oa obra. ti. c t.-, 7 de Abril de 18'S.
J< t Un, a Bar lo
O 1' andar de n. 27 A roa Vidal de Vegreiroa.
O 2- o. 66 e o 1- de 18 A roa de Maretlio Diaa.
O terreo n. 87 e o 3- de n 3 roa da Penha.
O terreo, 1* e 2' de n. 34 ra eatreira rin
rt osario
A caaa u- 1 4 travessa da Hora,
dem 28 ru* de Naoea Machado, no Egpinheiro,
om bnoa commodoe.
A tratar na ra do Hoapicio, numero 33.
0 PEIT0RAL de CERE JA
Do Dr. Ayer.
As enemd.idrs nata do. jrosag e fatuos d^ jenr.
ganta e dos pulmoes, ordinariapirjntedesiiTolv. i-..
o p.r priucipio bases i>equeniis, euj s
reuiti.doa nao sao dimeis de curar Be protiipvi-
se tratSo com o rcmi'lloooiivenieiile. Porem
o progresso podo ftr cnp.inoso e a demora fatal.
Os Keafriadow e a Toaaea dio reciprocament. o
resultado d Laringili", Antlimo, Jirn.
Aflecco Piiliiionnr n a Tisi u.
Todas as ainiliiis que ten criai.jas devem ter
0 Peitoral de Cereja do Dr. Ayer
cm casa para o usar em caso de nee easldade. A
perda de um sd dia. pode em muitos casos accarre-
tar serias couseijuencias. Por tanto nao se dere
Serder tempo pnsotoao, experimentando remullios
b efflcacla dovviosa, cmquanto que a enfernri-
dade se apodera do se arraiga profumla-
eme,entaoquese nesecMta tomar nesseiustMiiu,
o remedio mais ccrlo e activo em peu cffeito, ceate
remedio geni durida algunia o PriTORAi. PE
CERSJA DO I)K. AVER.
FBEPABADO ITLO
DB. J. C. AYER e CA.,
Iiowoll, Mass., E. U. A.
V venda as principaes pharmacias e iircc^riar.
CX3
t=s=3

era
ost
JRIADO
s
1=3
xn
suana
Adminlttratlo : PARIZ, S, Bouletard Montmartre.
GHANDE-GRILI.E. AiT. c* i lTmphtir.as, I'oe-
ca das vi is digest va.Obstruceoi'S d>> nfada i do liac,
Obstraecocs riscoraes, Coacrcee:. calculosas da liile.
HOPITAL. Affecces das vias di'.'fslivas, Incnmirio-
dos do estomago. Digesto difici, laappetencia,
Gaslralgias, D)spepsia.
CLESTINS.- AflercdVi do; rins. da Iwiira. Areias,
Concrc{oes das onrinas, Gota, Diabetes, Albuminuria.
HAUTER1VE A(Tec(oes dos rins, da beiiga, Areias,
ConCrecoesdasourioa>,Gola,Diabclc<, Album.iuri?.
EXIJA-SE 0 It'OME da FOHTE na CAPSULA
Em Pernambuco, as Aguas das Fonlea de Vichy.
cima Borneadas, achao-se eia casas de
SDLZERAKOECHLlN.SS.mafaCru; Aug LABILLE.
t
Precisa ae de um criado de idade de 12 14
aonos ; oa ra M irq-jer de Olinda n. 32.
Oveira Campos e C.
Boa do Crespo n. 1
Receberam pelo a'tinto vapor sortimento com-
pleta de capas de casemira, merino, girgorac e
eda, para aenbora, o que ha de maia novo, pre-
co raaoavel; receberam mais seda preta e gorgu-
5o, e vendem p>r pre^o baratissimo.
^FarslJo da caroca fls aigoaeo
Cbeg. u a primeira remessa do precioso farelli
Je carneo de algodSo, o maia barato de todoa o
alimeotoa para a'iimac-a de raca cavallar, vaceant
suino, etc. O caroco de algodo depuia de ex-
trahida a casca e todo o oleo, o mais rico ali
meato que ae pode dar aoa auimaea para oa forta
lecer e engordar c>m admiravel rapidez.
Noa Estadoa-Unidca da America do Norte e na
Inglaterra elle emuiegado (com o maia feliz re-
sultado) de preferencia-ao milho o oatroa farell.it
que sao mai'o mais caro e nSo sao de tuntu aua-
taucia.
A tratar no Berlfr* riimFraca Barba
Socctrro a ve I ha
A moradora do becco do Bernarda n. 51, anda
se taa lembrar s almas caridosas, que nao se es-
queeam da prott ccao quo sempre I he dispensa-
am .
Pao tenteio
Afelio & Bise*, avisara ao respeitavel publico
qae todas as turcas e sextas reirs teem este sa-
ttoraso pao ; ra larga do Rosario n. 40.
Arrenda-sc
na secretaria da saota casa o sobrado n. 24 ra
do Imperador :
1' andar e sotas 6O0OO0
Loja 400,1000
Mil. Cotinha
Rna da Imperatrlsi n. 39. prlmeiro
andar
Offerece a sua casa s Exmaa. familias, especial-
mente s snas amiga?, oa roa da Imperatris n.
37, indar, para onde mudio-se ; contin i s
exereer sua profissSo oom elegancia e gosto, poit
assigna os iceihon a joroaes de m.-das de Paria.
Garante promptidao e precos razoaveis.
Para acabar
Tele-phoiie
en-s a IA, 1,1501, 1*S00
Ctre pequeo toque de
N. 93:800
Manoel Carpinteiro y Souza tem urna carta na
padaria de Mello & Biset; roga-se o flvor de pro
coral-a.
Cosinbeira
na roa do Hos
Al<
ugu -se
as seguintee casas : a da roa do Lima n. 30,
grande casa, com agua, gaz e apparelbo, e a da
mesma roa a. 22 ; a tiatar na lyrographia de J.
E. Purel, roa Mrquez de Olinda o. 8.
Aliga-a
a casa n. 17 A ros do Atalht
Reloj oa ra
Criado
Precisa se de um copeiio ; na 10a da Angora
numero 31.
Procurador
Urna peesoa eompetentementa habilitada, ee-
rece-te pora pt- curd r de alaguis de casa ; a
ti a tai oa rna Ve I ha n 36.
Celebres Resfdios Le Hoy
ttlit ti u r^*M Ntaa, 4 na uHf
RDADEIf
POLAS LE ROY
Pcpvltruem FRAN(A, wHitRANHA, n$ A['CA,
no BRA/lL ontfa sao
lutoriada pe/a Junf d H/iient.
ruacos ..............~ Uinuiu
- 9mm Plalas dto toda a CaciHdade de te tratar s, por
i awnwbarBto,edeecurarenipoacoteniDo.f.ll,axpoltam
rpidamente os humores, bilis, humorc riscotct Ticladot
L ojsm oonservam as molestias; eiiaa poriSaata e eaafaa
a impedam as rcc^-lilda*.
?? Smprexam-sa <.
I oairtr t Primeo O* rentre, Vatharrlut,
*'"i. *tJ**mmatlsvio, Falta le
A antiga e bem rcrediiada (fficina de relejoeiro
si .a roa 1" de llardo n. 4, acaba de ser trans-
ferida para a
roa Larga do Rosario n. 42
O seo proprietario tendo nm completo e muito
\, m sortimento de aviam ntos tendentes i sua
arte e com urna tonga pratk-a da meama, off. rece-
se ao cableo em geral para eucarregar ae de to-
dcs os coueert.a de rtlogios, caixas de msica,
etc.
Espera continuar a merecer a enfiaoca de seus
fregueses, e aaaegura-ibes que ser simpre soli-
cito no cumprim>nto de suaa ordene.
tBoa larga lo Rasarlo42
Gustavo Wolliehard.
Precisa se de urna cosinheira
rielo o 3.
m
la
Para cosinhar
Precisa-ae de urna ama para coainbar,
snndo bd ; no 3." andar do predio n. 42
da ra Duque de Caxiaa, por cima do
Diario de Pernambuco.
VENDAS
D. Hara Honorata tarisaeira te
Baatoa Ploio de onza
O bacbarel Manoel Nicolao Regaeira Pinto de
Souz-, Victoriano Regoeira Pinto de Soasa, Fr*n-
cisca Honorata Regaeira Pioto de Saoaa c Idali-
na Regaeira Pinto de Sonsa, agradecer s pea-
soas que se dignaram de acompaobar ao eemiterio
publico oa restos mortaea de aoa mui presada con-
s .r'e e mii ; e de novo convidam todoa os seos
prenles e pessois de tua amizade para asnaii-
rem as missas qoe maodam celebrar por aoa alma
na matris do Pi ci da PanelU, pelas 6 1|2 horas, a
na do SS. Sacrami nio da t
mansui do dia 16 do conente, stimo de seo pas-
samento : e desde i se cenfessam eternamente
agradecidos lodos os qae re digoarem compa-
Ao publico
O abaixo assignado, arrematante das dividas
pertenerntea 4 masaa fallida de Jonqaim Ferre'ra
f'ampoa a C, declara qae fica t m ff^ito a pro
curaco que bavia paseado ao dito Joaq.un JTer-
n ira Campos para eobranca das mencionadas di-
vidas. Recrfr, 12 de Abril de 1888.
D^vid da Silva Maia.
Cosinhciro
sntyKr rrtoet atn inl^tT
x-Cottla
(wMKi.UBsi
i** to aau
PIASMACIA*
Na roa da Santa Croz n. JO, precisa-ao de am
bom cosinheiro ou co&iuheirH, trz< udo Sanea de
sua conducta.
CURA CERTA
de todMB as Affeccpa pulmonares
fL
Todos aquciics quesoffreml
Ido aeito, dvem experimentarl
las Capsulas do Dr. rouRNiER.f
epostlar oa eui Perpamouco :
rHANCISCO M. dv 1LVA 0-.
f
vanee! Lnla de Pranea Caldas
Francellina Mana de Franca Caldas, Aooa Joa-
quina da Rocha, JYo Luis de Franca Caldas,
ciebastio Luis i- Franca Caldas, Manoel do Car-
ato Rodriga*s Eateves, Francisca Mara do Carmo
Rodrigoea EaU-ves, Galdioo Rodrigis Esteves.
Jos Rodrigoea Esleves, Boavemora Rodrgaes
Esteves, Lupicioio A. Ridrigaes E.'teves, Antonia
Mara do Carmo, Mara Francisca de Agoiar,
Isabel Florentina G raes e Inacia Mana de Cal-
das Brandio, f-rid.s p*la sentida morte de seo
sempie lembrado esposo, fi h i, irno, georo e cu-
nhadu Manoel Luiz oe F.:aoca Caldas, tullecido no
povoado do Altinbo nidia i 2 lo andante, envi-
dara a tndns os parentvs e amigos para aesistireTO
as missas qoe pelo eterno descanso d alma do fi
nado serS < celebradas naa matrises de 8. Fre Pe-
dro GuDcalves. Sajto Antonio, Boa-Vista e 8.
Jos, todas nesta cidade ; e nas nr trises de Afo-
^dip, Gscada <> 8. Jote da Boa Espranos, As 8
botas da nanbi de quana-frira, 18 do corrate,
seiimn *1i rtp hpii p.*HH>< rr>.'n' i.
T
Francellina Ceralda .Uves
Hlb*-lr
Joaqoim Nunis Mendis Rbeiro, seos filhos e
eogra agr oWeso c rdialuie-i e atodt.s as peasoas
que acuuip'.nharam ao c^ititerio publico os rratus
mir'aea de tna orezadiB-iuii' esposa, m. o filhn,
l>. Francellina Geial.ia AI vea Riheiro, coLfessan
do p renle ot' fiv.i seu eterno recoiineeimeni .
D. Ik<"#. Florciili it de .tlbu-
qM"|ut- BarniR
J.io Florei.uuo d< Goea OaVaJaaace e s-^ue fi
boe, agradecem di in'im' dVIma h toda as p i-
aoas qu. bes preafaram o raridego obsequio de
a&n.p. nbar eat^sAi de Caruai e a da cidade
da Victoria ao cmnerio pnblico os restes ra ortses
de eoa muito pr.sada esp ea e mii, D. Igoes
Floreutioa de Albrqacrque Barro; eatowni
seos ae ig.is e parentc-a amda padesa qoe asestan
as m'ssas que p r sua a'ma ataudam rezar ti tea
f.ira, 17 do crrante, petas 8 kors da manb, oa
irrsj do winfnt.i de S Fiawciiarn 4n ftriHi,
V'-nde-se a casa de pedra e cal aob n. 9, no
lugar Campo legre, erm porta ejanella de fren-
te, daaa sala, tres quartoa, cosinha interna, Ca-
cimba de pedra e cal com boa agua, com terreno
de 141 palmo* de frente sebre 300 de fondo, com
diversas fiucteiras; a tratar na ra do Imperador
p. 30, loja._____________________________________
Duas boas casas di taipa i
venda
A' margena da estrada do Caxang, pneos
pasaos da eataeo dd Cordeiro, com boa cacimba,
ri ndeudo meoealmente OAOOO, servindo ama de
taverna e muito afregnesada ; a tratar na taver
na jante n. 112.
Engenho
Vndese ou rreuJa-se um engenho na tregae-
aia da Varzea, atente e crrente, e movida a va-
por, com forca para safrejtr at 1300 pes ; a
tratar ctm Carlos Rabello & C ra do Vigario
n. 31, 1' andar.
Viiihos da tiarr^feira
Finos
Carcf vellos.
Madeira.
Moscatel.
Uva Bastarda e de Paseas.
PARA ME8A
Genuino do Lavradio a 500 rs. a gairata.
Na otero aria de Manoel Correia & C,
Prara do Conde d'Rn n 1S
Bieos branc '.- c de
c 3AO0O.
Miiapilo americano,
mofo.de 101 a 5.00O.
Alg di. T, (americano) de 11 5i'.'00.
Bramante para leuv-s c m 4 Urguraa a S00 rs. o metro.
L'u los cortes do eorgu'ao de seda eom enfeites
de vel-udo de I5000) a 60000
Moderaos t tes ue gorgurA.i de seda para cM-
le.te, com pequeo toque de mofo de 104 a if 00.
qu maravjlha I
Sedas com listrasassetinadae, lindos padioes, de
14200 a 00 ris |o covBdo.
Ktainmes, brancas e prctaa de linho, fazenda, de
11200 a 320 e 400 ris.
Ficbs de maiha, delicado tecido el" 3 e 44 a
II e 14500.
Tuaile da Veoby^dc 320 a I6", granic pechin
cha 1
Cretones, liudissimos padroos de 360 o 400 a
200 iia o covado.
C mp'eto sortimento de lo ues de f.ntazia a
liiOO, 2*000 e 2A500
Lio lis corte de cambraia bordada, branca e
de t&rea a 5*000.
E mnitos outros rticos qae se vende por precos
sem competencia e que edmiram.
Pn-viue-se que dcst, a artigos nao se d amos-
tras.
Ra Duque de faxias n. SO
LoJ t das Estrellis
Telephone n. 2lO
So armasea n. 49 da ra. do Bom
Jeaoa
vtnde-se caieiras auairi c .s (janeo) mais barato
do que ero ootm qna'quer parte. V jr pura crer.
Nunca perdis o a moda
ELEGANTES veatidos braneca bordados em
fina canibraia 'ranap.ireutc, para senh'rMS, ven-
dem Pedro Anfunes 6c C, preco do 22* 30*
BONITAS ga^rnoea irac^pareutes b rdadss
10* duas peyas.
INTERESANTES vestuanre a maruj de <
ros diversas, para cri .ncaa de um anuo 5, preue
8* 14*
Novo sortimento de rendas de aedu preta e de
eies e tambem de linho
Giande variedade em bicos de linho c tambem
de seda diversas .Sres r larguras, receberam :
Penro manen di C.
63Ra Duque de Caxias n.63
Nova Esperanza
Bom negocio
Vende 8e am bom engenho a'agaa, situado na
treguezia da Luz, ha tres legoaa da cidade do
Recife, e entre as estacos de S. Lonrenco o Ja-
bo.to, distando da piimeira urna legua e da se-
gunda legua e meia ; copeiro, tem roda nova e
de ferro, moenda omito boa, pa>ol de cobre, bem
como oa vasos do assentamentn ; formas de ferro,
distiluco, estofa, casa de bagac, grande casa de
vi venda, com um alpeadre aiborisade. capel! a,
tcizallas, estribara, casa dj tarinba c no seus
perteaces, etc. O engenho grande e tem b as
matas e correga gmndea e larc-s. Veade-se
tambem a aafr :, 20,000 cafeeir..a, 10,000 banane-
ras e muita r-ca : queu. o pretender dirija se ao
8r SebaatlSo Manoel do Reg Barros, tua do
Imperador n. 81, 1* andar, qae ter melbores in-
formar, oes.
Vicente Casta C C, oooj f.bnca de genebraa,
licorea, xr-pes, v nb.ts e vinagres na da Ma-
dr'. de D us n 6, parti ipaot sos seun uumerosot
tregnte eamigtv, que o seu t i-pbona nume-
ro 510.
OLINDA
Vende se urna casa de t ipa coberta de
telba, con 2 8,1..8, 3 quartoa, ooziuba fo-
ra, e quintal que d para o mar ; offero-
cendo r. v.ntBg- m de sabir logo de caa
para o barran; no lugar Milagrea: quem
pretender inja-ae ao eec.riptorio do Dia-
rio, qa<* so dir quem vende.
Veaila de sitio
Vendo-*:! i permuta se por predio nnti cidad,
um boH sitia con b ia casa, moitas fructeiraa,
.iceilenle baobo do rio, boa agua de cacimba,
exteusio de terreno para baila de capim, todo
murad ona frente, cu,m p r''i e gradeamento, coa
camiobo de ferro e cstacao jnoto ao dito sitio, nc
Porto da Madeirn, conhecido pelo aitio de JoSc
Selleiro, junto ao Dr Ernesto de Aqaiao Fonte-
ea ; qnem pretender dirija se pr.fa da lnde
pendencia n 40, d"3 11 b iras s 4 da tarde.
Carrosa
Vende-se urca earrnca qunsi nova para cavallo ;
no sitio da capelU, nn Coora-at nios.
vendc-se
a I ja de miaderas rna Nova n. 16. Este esta-
beleeimeoto t rna-se recommendavel por ter pon-
cas mered(iria8 eest enllocado cut urna das me-
'hareg ras para este m gocio ; a tr.,t.-.r oa met-
ma fija.
Vende-se barato
buperi t mantejga inglesa, em lata d" u^na libra^
a l/00, assim tambem garratnt para apanhar
most-as a 1*500 ; na ra da Imprratriz n. 2, mer-
cearia, canto da ra da Aurora.
ivramento AC,
voudcm cimento port'uod, marca Rubios, de 1;
ualidade ; no caes do Apollo o. 45.
Cavallo
Vende.-sc um bom cavallo de sella, nndador de
baixo a esquinar, sem achaque, novo e barato ; a
tratar na ra Baro da Victoria n. 15.
A Florida
e vende
WI1SIT
Roya) Blend marca YUDO
Este ezcellente Whisky Eseocez pre
ferivel ao cognac oa agurdente de canna
para fortificar o corno-
Vende-se a retalho nos melhores arma
aens de molhsdoa.
Pede Hoya I Blend marca Tlado
ujo Dome e emblema eao regiatrados pan
todo Brasil.
BROWNS C, agentes.
Ponte dTchoa
Vndese o sitio r. 16 pertencente a
Luiz Morara Gomes Ferreira ; tratar no
meamo.
NENHUMA
Pasta paitoral tem adquirido fima nwle merecida
do que a 0a PASTA de NAF da DELANGM-
NIER, roa Vivienn, 63, Paria.
A sua rdbfl uiiireii'l c baft
1" Na tua portAVOU'i ef/icncin contra os Rhen-
mas (CoiutijfcvcAc), Bruu h gllate do p
^arganla; eQicaoi esta, verificada por SO mdicos do
Hcupiucfi dt- i'
3" Na ua tititfrtnrtliiili' initr*t recouueoMa pelos memoro* da Aowleaia de Medalas dt
Tsrit.
3" as snsljtst ds chitnic* da Faculdsde de Pars
que veriflc:irfto que 11A0 .-oiiiitii, ujti't oe aura Un
opio, tass como Uorpbius e Codcios, remedios estes,
cujos perigoe too beni couhesidot.
Tirp nao os ttulos aiitlieiitlcoi* que rocommendfto a
I A LO PASTA c o XAROPE do NAF a oon-
uanca ta Medaos, e este titules nao frao coneedidos
s peitoral alfrum. qaer sntfao, quer recente.
Tnli-tc lias priacipaes Pbirmaciis do Mans inteiro.
Recebeu os segainteo srtigos
por preyos sem competencia.
Phsss brancos a 400 rs o metro.
dem brancos com duas ordena e frooo
do seda cor de rosa, azul e encarnado a
600 rs. o metro.
dem com contas e bordados a matiz a
sao ra. >> jjjoo .<.,.,.
Contas lapidadas pretaB e de cores.
Vidriihos pretos e de diversas cores.
Misaangas de diversas cores.
Culi .riui'os modernos imitando linbo a
5)5000 a dnzia.
j'ulaeiras americanas a o^OOO o par.
Grande sortimento em broches, de 500
rs. 10000, 10500, 20, 3$ e 4*000 um.
Cullarinhos e punbos de borracha
Funhos de liuho, para hornees, a 80000
a dnzia.
Fechs com mesclados de t la a 25500.
dem maiores, sem mesclados, a 26500.
Grande sortimento deubromos a 2u0 rs.
a placa.
Bicos branc 'se de corea de 2, 3 e 4
dedos de largura a 2.5, 20500, 30, 30500
e 40UOO a peoa.
dem cor de creme a 3^000 a pega.
Porta embrulbos americanos.
I it vi si veis dourados e p rateados.
Lindos leques transparentes a 20, 20500,
35, 40, 50 e 60000.
dem de setim bordados a seda, de di
versas cores, a 4, 50 e 6j00.
Luva8decla de lindas coree a 20,
20500 e 30OUO o par
Enchovaea para baptisados a 80, 100,
IU ,at lb0OOO.
Lindas capellas para noivas.
Suspensorios americanos a 20500.
Oleo Florea.
Bicos de algodlo de ama e cor e ma-
tisados a 3)5 e 45500 a peca.
I iem de linbo, de (Orea matisadas, a
25, 25500 e 35000 a peca
Lidas luvaa de oia para ta.'-niuas a
20000 o par, de diversas cores.
dem com palmas de misaangas e com
palmas de ela, para seoboras, a 20500,
30 e 30500 o par.
GalitLs e bitos de vidrilhos, gosto mo-
derno.
Lindas rosas de vidrilho preto pura en-
feitar casai-os e capas.
Contas lapidadas para enfeitar vestidos,
cores bronzeadas, granadas, pratoadas e
uouradas.
Fivellas de mola, americanas, para cal-
gas e colletes.
Cortinados brac os, de crochet, com
4 jardas de comprimento a 150 e 160000.
Titnoeinhos para enancas, de fuoto e
cambrabai, bordados a 300.
Ex r tos, o que pode haver de melhor
como Bejam : Guerlin, B uquet de Expo-i
cao, Pesie Vienue, Exora e N xie do Japo,
buza do Rio da Frata, Corilopaes do Ja-
pon, Did, etc.
Agua Florida, idem de col mi dem
celeste, idem do JapAo.
KUa duque de CAXIAS N. 103
Barbosa A Santos
Engenho
V'ndc-se oa arrenda-6e o eng-nho lagaahype
de Cima, da freguezia de Muribeca ; a tratar cm
JaboatSo com Dr. Sophroni > Portella.
Bichas de Hairburgo
Vende se ero pequeaa e graudes porc&es ; Da
rna da Madre de D ua n. 36 A
_ MAIS BABATO
I\a Loja das Lstras \zues
A' roa Dnqae de Caxias n. 61
1$m 211
Vende fazendas finas por todo preco e d des-
canto a quem comprar de -0*. para cima. As
Exmas. familias nao devem comprar em ontrs
loja sem primeiro verou mandar bascar as amos-
tras que se dio sem penhor
Fazendas de novidade
Tecldoa de linbo bordados com listras 00
qaadros, fasenda muito larga e de lindas odres a
i0 ra.
Meiltn de Macu, preto e de todas as cores
liso oa de listas a 800, 900 e 1J000.
Velludo preto de seda bordado ou com lista
de setim a 40l 0.
Htrlo infestado preto e de todas as coret
700, 800 e 1*000.
Fiaznlne de coree com listas eor de creta
a 500 rs.
Bogalfto pardo infestado para ves (idos a 360
e 400 rs.
Lmim bordado, ama s cor 240 rs.
Yelludinlio preto e de todas as cores coa
csintas a 1*800.
Renda hespanbola eom bicco, preta onbranca
po seda.
Cassa* Nanzac padres mudobos a 280 rs.
Crochet braoco e de cor, desenos lindo*
a ra Cortinados a luOO.
Grinalnaa com ricos veos de Blond a 84.
10* e 12*000.
V&b de quadros, palroes novos a 320, 360
400 ra.
MI na o dos Alpes fazenda de listas s;:'nal
a 300 rs.
Meltnetas lavrsdas de lindas ccres a 2 0n.
Fumn braoco a 320, 360, 400 e 500 z. ni.
lidade soperior.
Fazendas diversas
Braasante de 4 larguras a 700 e 14000 su-
perior qaalidade.
Madapoln americano Luas azues com i
e meio palmos de largura a 65U0 com 20 rara*
garantidas.
aiuoiio americano muito larga e superior
para lenco a a 6*500 a peca, mais estreito a 34500
e4#0Ol.
jaitas e cretooes escaros, claros e miud-
nnos a 200 e 240 ra.
Cassas indianas de cores a f 60, 200 e 240
ris.
lslnhoaj lisos e de qoadrinbos a 100, 120, 160
e 20 ra.
Brlm pardo para roupa de menioos a 300 t
320 ra.
Caaineas escuras imtace de casemiras a
50o re.
Maesa azul eocorpada para ronpa de baobo a
100 80Oaa*
t.an de quadriobos, pairees novos. a 300, 30
360 e 400 rs.
Creps de lindas cores a 500 rs.
l.eco braoeos e de cores a 360, lJ200ja
145 0 a dozia.
Tnaiba felpudas e alcoxoadaa a 34500 54 e
64IKKI a dosia.
Metan de cores, brancas e croas oara senho-
ras, homens e meninos deade 24800 at 64000
me'bor qaalidade.
Enrbnvaes para baptisados completo! S
105 12401 m.
Cortinados bordados para cama oa ja&ella
a 64 e 74000.
Panno da Costa, de qaadros ou listas a 14200
o ovado.
Atoa.lb.ado lavrado, lindos desenhos a 14S0C
e14600.
ituardnnipii a 24000 a duna.
Especialidades
Vende-se
Ura terreno na roa da Regenerara', em Agna-
Pria, ra diodo 400 palmos de frente e 470 de fun-
dos ; tratar oa roa estreiti do Busario n. 26,
pavimento terreo.
Lavas de seda oa peliea a 24000 e 24600.
Reos brancos c r de creme, matitados
240OO, 245(f0 34000 a peoa com 11 metros.
Cunlata lapidadas paraeufeite de vestido pre-
taa p de tudas as cores a 500 e 800 rs.
Bordadoa, ha hados e ntremelo de fostio
tran-parentes a 300 rs. a peea com 3 metrea.
Ka oarlilnua coi-rac-t e am.ricanua a 34560
44- 64 e 64 00.
firande qoantidade de chibas em retalbos qas
ven le se por qoalquer preco.
.enciiuiMiiBiinHiH
Ptntadoa a oleo, com rica moldara e cordes
por 540; es'ao exposto al^uns retratos para
n publieee as Exmas. familias verem o quanlo
sao lindas e baratos e fcil a qualquer pessoa ter
um em toa Bala de visita.
Para enrnmroendar bastante mandar
nm pequeo retrato em carlo de visita, nao uc
porta que seja anlig ; dizeodo a eor4oS olhjs e do
cabello 1 hega om lindo retrato dse ado.
Ag- n ia de artigo americanos e carimbos de
borracha
Na Loja das Listras Azues
Jos Augusto Das
PC* OLER Y ion-M mi tooii parta


HMVE1


Diario de Peraambaw*Domino 15 de Abril de 1888
i
w
racio m vehsal
Di) NECULO III
A resirreico do cabello e a morle i\ caspa
PECO
ARCHI-EXTIttCTO
A analo cabello, qu- resuU* do enfr^queci.DHnto do tas*a celular ero que se
aliment. o bulo,. oapUUr, ama mol^sti qu> pode ter joniplctatnento combatida por
meio do Arrhl Ktracto, resbreicao da cabello ... .:.,_
Esta prep^r. co tom urna accao tnica e restauradora sobre o tecido celular
subcutneo, de exir-ordin^ria eficacia pra a conservado do cabello, ao qual fornece
o ruesroo teido, tonificado novos e roais aburldantes el-mentos de vida.
E nao smente o Arehi Extracto d vigor e assira rffectaa a conservacao
do cabello, como o restaura e renova quanlo tero cabido, iropedindo a atropbia oe
bulbo espillar, tal a sua eficacia em tonificar o t-i A CALVICIE
A calvicie, pois, pode Ser de hojd em diante o luxo dos cntricos, que que-
-am chamar sobre si a attencao publica e tornarem-se os notaveis do Beu teropo, mas
i nao u.u mal sea remedio, do que se posa alguem queixar oom razSo. Ua cal
TOS pdem afinal triuu.pl.ar de todas as intrigas da mucidade. e perder inte.ramente
o reueio de descobnrem se.
A CASPA
Com a epplicacao do Archl Extracto, a caspa, esse mal qae tauto mort
fica e concorre dir.lamente par. a quta do cabeo, desparecer em pouco das,
Dar nao mais vol'ar. -
O b.dlo sexo, oh l esse tem agora o meio fac.l de obtr com abundancia O mois
gracioso dos seus ornamentos -uro* basta o longa cabelleirapropm 1
a hepeditariedade e' lo exacta com a mathemaUca!
O moco que ostenta urna tarta e opulenta cabellara, cujos anneis, insultara
cruelmente a inv, j, dos faltos de cb^llo, nao estar sent do ro-sroo mal, se desande
de pai ral-o: qu, stao de lempo ; *er br-vemeote um clw tambero, v linda c.belle.ra ir dcsapparecendo lentam nt, deix.odo ver o principio da carra n
alto da nbfloa -u i.a grandes enseadas dos cantos. E o que fazer T Usar em,.tempo
do Arehl Extracto, p-rque elle o uoioo pr-servativ > da calvicie 1
O nudo ce usar acumpanha o frasco
A'rafa la linaria Eniazi, roa Pnmairo e M$ i. 9
VERNAllilUXO
FRECO DE CADA FRAS JO .... 25000
MS DORES Do^
^f>m Elixir, Pe Pasta dentifrioios r4fc/
RR. PP. BENEDICTINOS
da ABBADIA de SOULAC (Gironde)
DOM MAGUELONNE, Priar
2 JKUlJLjmifcJ de Ou.'o : Bruxellss 1830-- Londnt 1884
\S I.:AIS ELEVADAS RECOMPENSAS
1373
NVENTADO
uns
pelo Prior
Pierre 30UB8AOD
O uro m.tidiimo do Elixir Denuncio
dos RR PP. Benedictinos, ton. do.-e te
alranaa (rostas ees agna, prevom e pora a carie
dos dente*, emhraaqueceon, fomteeend* e tor-
neado as geujriv.-is pqrreitameate sania*.
Prstanos itm verttadeiro servieo, .i-sig;na-
bm dmsos leitoras arte mtipo o milis-
sh.o ..roparado. o melhor curativo e o umeo
preservativo contra ai Afieccoes den-
tarias.
I ski Ru HuRuerle, 3
Vi BORDEAUX
oha-$e em todit M bou Pvtnntru, Phirmtciu Drogtriu.
CiSii FCM'i'* El 16'
Agente Geral :
GALERA DCASBLE
PHOTOGRAPDIA E PINTURA
1. premias e medalha de ouro na Expo-
sipo de Beriim de 1886.
Medalha de prata, Exposipao Univer-
sal de Anvers, 1885.
1. premio, Exposiqo Artstica Indus-
trial, Eio de Janeiro, 1882.
Diploma de Progresso e Mrito em di-
versas exposi^oes.
Photographias artsticas em todos os
gneros, o melhor que se pode produzir, re-
tratos a oleo, presos razoaveis.
Grande collecpo de molduras e varia-
do sortimento de passepar-touts.
UBI I1IMIIVCT0R1A65
MEDICAMENTOI FUNDAS E TIHT1S
TOSAS AS QUAUDADES f
c^z
5^PHARMACE UTIC OS^^^'^^d^m'
I57^Rua do Dppe jb Caxia?^ ZF
Especiirdade deste eslabeleci melo
B'lnr b linimento i
JS -
Elixir dentifrici
Contra a carie e amolleoimento e dores de dente.
V nh;>, xaropes e pillas de juru eba
Grande sortimento de perolas, pastilhas, granulos e pilulas dos melbores fabri
csances europeas e americanos.
Gra ide coIIeccSo de aleoloides os mais modernos e raros.
Aguas miaeraes de todas as qaalidades.
Para ph*tographla e hnmreopathia
\lcool rectificado e desinfectado, chimicaaente puro.
A Pharmacia Ameritan, tem urna secjSo boma3optbica onde se encontrara
lm dos medicamentos preparados eom todo aceio e segundo os formularios hahene
manios mais acreditados, carteiras, vidros avulsos de todos os tamenhos, glbulo
inertes e medicamentosos, tintaras de plantas indgenas e exticas.
Receba medicamentos directamente de todas as fabricas da Europa e America
Mp.ilmalaco por precos com modos e a qaalquer hora do dia e da noite.
Em casa de todos oa Pentuniatas e CabeUeireiroa
da Franca e do Extrangeirc
di Fiar i* ^xtp* especial
PRWAHADO COM BISMUTH0
CU. PAV, Perfumista
^^.leiS, '3, Ba de la Fa-iac, Q, Xa A.33IS
COGNAC BRAZILEIRO
38Ra do Imperador38
Neat* gr nde pharmacia atia-se rtcaitas e pedidos com promp'.idao,
*S.i solicitude e modioiJade.
Asprescrlpiftesem incoas estraflgeiras&o fielmente
despaldas
O pbarmaceatico pernambucfcno JOS FRANCISCO BETTENCOURT
convida oa clioi.-oa eata cidado que quiram bonral-o com saa confianca
para qualquer trabalho profisaional e ao publico. Garante se a mais atten-
ciosa e consten-iosa ezecacjlo.
Esta casa rebbe seas pwdactoa cUmi-'o o dregaa direetomeote
das melbores casas da Europa, espuouliento encomrecndadaa para seu
.j reoeituario.
ESPEOALIDADE
i!
I
Preparado pelo pharmaceutico JOS FRANCISCO BETTENCOURT,
de urna efBeacia verdadeiramente maravilbosa naa moleatiae dos orgias
respiratorios.
Brenchiles, asthraa Iossp, convalsa, etc.
:o:
CHA PRETO DE MAMADEIRAS un granae sartifi^tito.
SABONETES INGLEZES de opti>nn qualidade a prejos sem coiope-
tencia. ., .. i
Tinta preta para esoreserinalteravel, fabnoada oom muito cuidado
por id formula inglesa, eape. iaj para esoripturaejo mercantil e reparticSea
pubHcas, seeca de prcasa, perfeiUmento preta, lSo corroe as pennas, nao
deposita e d opi.
SAUDE PARA TODOS.
PILULAS HOLLOWAY
As Pilulas purlftcao o Sangue, eorrlgem todas as desordems de Estomago 9
dos Intestinos.
Fortalecen a saude das constltusoes delicadas, e sao d'am valor incr' 1 para todas as enfermidaHes
peculiares ao sexo feminho em todas as edades. Para es meninos asam como tambera para as
pessoas de idade avan9ada a sua eficacia e incontestavel.
Essas medidoas sSo preparadas smente no EsUbelecnenio do Profesor Hollowat,
78 NEW OXFORD STBEET (antas 53, Oxford Street), LONDBES,
E vondemse em todas as pharmacias do universo.
m o. cvsta. -dados.a*-*. Szr2SS
direcoao. 333, Oxford Street, sao talsicasoes.
pi iwin M!!" vwa
ijLiAii; illii tii 11IU
FORMULA
5~f~aT g>^
NGELINO JOS DOS SANTOS AKDRADK
Approvada peii Inspectora Geral
da Hjg-iene Publica do Rio de Janeiro em
20deJulhode 1887
Este depurativo de grande eficacia Das molestias syphiliticas e impu-
reza do sangue. Para maior garanta da eficacia leste medicamento, publicou-
se grande numero d attestados de alguns Srs. mcdicos residentes nesta
provincia e de muitos cavalbeiros que teem feito uso deste depurativo, em nu-
mero superior a 300; notando-se 50 pessoas que se curaram da lerrivel beribe-
ri com este poderoso depurativo.
0 aso deste Elixir muito recommendado no tratamento geral as mo-
lestias das senhorase a prova est no bom resultado que tem obtido aquellas
das Exm". Senhoras que delle tem usado.
iwxaa dos tts.a.:r.
Os adultos tomarao quatro colheres das de sopa pea manba e qualro
uoite. As creancas de i a 5 annos tomarao urna colher p noite, e os de 5 a 11 annos tomarao duas colberes pela manh e dnas noite.
Oeverao tomar banhos, fro ou momo pela manh e noite. Resguardo regular.
Enconlra-se venda na drogara dos Srs. Francisco Manoel da iilva
& C, ra do Mrquez de linda n. 23 e phaimacia Oriental ra EstreiU do
Rosario n. 3.
DE
A. M. VERAS & C.
PERNAMBUCO
Esta cediente bebida preparada com t->das a regras da seien^a, de sabor
Jarotna iguala aos do cognac estrang-iro. O Coguac Brazileire tem feito
pande saeceaso pelas provincia do norte e sul.
Presos da fabrica
PEQUERAS GRANDES
Orna gerrafa. J^10 l*500
madu.ia...... 9*U00 12*000
O Cognac Brasileiro encontra-se na fabrica, em todos os botis, restanrants,
klbares e vendas desta cidade, e em Beberibe no hotel do Jlo e venda de Jaointho.
------):o:(------
Alcool 40* purificado e desinfectado, para perfumara e homeopthn.
WOLFF& C.
14-Hi DO CWA'-14
N'et multo nhocWo estabeleclmen-
tarnc^tr r rowpeltavel publico o ucaia
variada e c**plet sarllmeirte de JOIA
reeeltidas seniprc dir*ctsMnle ds snelha-
rrs f -br?o.il da Kur*p, o que primam
pela apurada guato do tuuudo elefanta.
Itieos idereces cosupletoa, liudaa pulael-
raa, alfineteie, voltaa de ouro eravtjadaa esa
brllh mi.- au peralas, aaaeia, eacoletas,
botdea e outroa rnuiloa artigo* propria
dea te jeaeree.
ESPEIALTDADE .
Km relogio de ouro, prata e nickeladoa,
para hotu u, senhoras e *^oinoa do* Mala
aereaitadaa fabrlrante* da Europa e Ame-
rica.
Para todoo oa ai tio deata casa garaa*
te-ae a bda qualidade, a.ala como a modiel-
dade nos prestos que aio aem competaela.
M'rota eaoa taoib.ni coueerta-ae qual-
quer abra de ouro ou praia e tambem relo-
j|ioa de qualquer qualidade que aoja.
4-Rua do Cabug-4
Licenciado poli Inietctorlt i Hylieni do Imperio do Brull. ____
CAPSULAS de SNDALO CITRIN
de
MO
Preparago alguxua mais effioaz contra as
B8TIASSECRETAS
do que as famosas Capsulas uttiverealmente recommfndotfat vetos Me*lieom.
unta oab (com instrtMQOei completa pan o tratamento] cura gera'ment* dentro de ama Mmat.a.
EVAXS, 80&8 Se C% em LIVERPOOL. F-lAX*. LBSCHKB e WJBBB, em LONDRES.
___________________________DFPOaJT.i-* RM T'ir>\ *1 p'tlKCIPAK* M \y M*r _*~.______ _________

ATTENCAO
(iOlf 0 1S LOBf IE)
CACHKMIRA de da :s 1. rguras, tuatia >a, a 80<) rs., o covado.
CAMBRAIAS brancas, bordeas, a 5^000 e 53500, a paga,
MERINO de c6re8, duas larguras, a 800 e 1.00, o covado.
SETINKTA j*pon-J9, fazenda nova, a 240 r., o ZKPHYRKS de quadro, patrS-s noos, 200 e 240 rs., o covado.
LANS com mese-las de seda a 600 rs. o trova lo.
N4NSUK muito finas, padr5^s novos, a 280 rs. o covado.
PERCALES miu'tinbas, padrSes nevos, a 240 rs., o Dvado.
GAZKS arrendadas cSr de treme a 600 e 7 FUSTAO branco, destnhos lindos, 440 500 e 600 rs., o covado
ESGUIAO pardo para vestido, a 360 e 400 rs., o covado.
FICHUS f mallia, imitacfto de seda, a 2(&5O0, um.
SARGELIM d* todas s efires, a 24' rs o covado.
BICOS de efires, matisados, a 2^000, 2200 e 2&jQQ a peja.
LENCOS brancos para crianca, k 15-00, a duza.
LKNyOS do linbo de edrea, 2(J 100, a duaia.
COLCHAS da i.ores adam-B'vd. h. a 35500, urna.
MADAPOLAO americano com 24 jard-o, o 6/1500, a peca.
CORTINADOS bordados, a 6050o o SpiOO, o pr.
TOALHAS f Ipudas, a 3^500, 4,5500 e 55000, a duaia.
ESPARTILHOS couraca, muit.. tino, a 5000. 6^.KX) o 85000, o um.
LENCES de bramante, a 1580U, 2200 e 25oOO, um.
CAMISAS inglezas de flanella, a 55000, urna.
BRAMANTE de algodao de quatro larguras, a 800 e 15000, o metro.
ATOALHADO b.rdados, a 15200, 1550 > e 25"00, <> meiro.
LEQUKS transparentes, granoe aoitimeoto, a 25500, ura.
SEROULAS de'bramant^, s 1S5XX), 185'00 225'00, a duzia.
LUVAS de seda, cora boi5 -s e arrendHdns, a 25000, o pr.
CHEVIOTTtS preto e azulado, a 35"00 o 45500. o aovado.
BRAMANTE de linbo de qut o largaras, 15800, o metro.
GANGA adamascada para cob-rt, 320 e 360 rs., o covado.
COLCHAS brancas de fuato, 36500, urna.
PANNO da Costa de listra, a 1500o quadro a 15200, o covado.
TOALHAS grandes felplas p-.r* bnho, 15500, u*.
GARDANAPOS de linbo, para cha, a 252K) 25800, a duzia.
GUARNIQAO de crochet, des-nho* novos, a TOOO, urna.
SETIM Mco de todas as efires, a 900 < 15000, o corado.
RIC\S grinaldas com veo dr bl>nt, a S'XX), H5000 e IO5OOO, urna.
FICHUS de 15, todas as torea, a 15000 e 1550H, um.
ZEPHYR f^zenda muito Lrg., a 4tK) r., o covado.
BALEIAS p- ra vestidos, a 3 CAMISAS llemas, linho e flgoiao, 385 COMPLETO sortimento de briados e eutremeios.
EXTRACTOS tlifTcrentes qu Ii.ih i. b
TNICO de puninan, a agua d< k<0'Pga.
Para para h.iit os de man
COSTUME para bornem a 5'M,0
* senhora a H'5000.
a > menino a 550UO.
BOLCAS de palha para o iremn ri NA RA Io 1)B NARCO M. 20
AMARAL & C,
GONSTIPAgES e MOLESTIAS do PEITO
XAROPE NTIPHLD0EC,ST1C0 BRIANTl
P>lf?/5, Pharmacia B.RIANT. 150, ra de Rivoli, PARIi^
I As celebridades medicas de Pa,U recCTiniem'V> h* mais de 60 annos o
IxAHOPE BR1AMT como O medicamento |'il" al (x-*to maw uorudave, t
I de tfftcacxa mai oerto contTS 09 DtflMO. Contlpa(6 CatUarra*. etc.
E$te Xarope nunca /rjswnSoDeve-se exigir Hrocliur eui uuve Ungua
com asslgualura Dem Uslveldo Inventor :
DEPSITOS BM TOD\S AS 1" .>- i'HMUtAClAi
Roa \ de fiare n. 6.
Parti pam ao regpeitav-1 pablico que, tendo augmentado aea
ostabelecin tnto de JOIAS com mi- iimn MCaKo, no pavimento terreo,
com especialidades em artig.* Kl.F.tJTRo-PLATE, convidam aa
Ezmas. familias e i seus BOlaaroaos (r^gueaea para visitar seu estabele-
cimenlo, onde emontrarlo uro nqawauMi gorti.nento de joias de our
prata, perolas, brilhantes e outr** petira preciosas, e relogios de oro,
prata e nikel.
Ob artigos que reftebem dire-tamente por todos os vapor sao
executados pelos mais afamados -,,... ihlistas e fabricantes da Europa
Estados-Unidos. .
A par das joias de subido valor acharJLo urna grande vaiiedade
de objectos da ouro, prata e electro .plata, proprios para presente da
sasamentos, baptisados e snniv^rs iaa.
Nem em relacSo ao pr V". oom qualidade, oe objeotoa aoim
mencionados, encontrarlo ooncurreu.ia n'esta pray>.




H
Mario de PeriiamDuroDomingo 15 de Abril de 1*88
!S=?
LTTRATbA
!
O po?o e o pndulo
Impii tortorum leoRns bic turba furores
Sangninis innocoi non Batista, aluit,
Soppite nuno patria, fraetu nuac faneris antro,
Mora ubi dir fuit vita atasque patent.
Quadra composta para as
portas de um mercado, que
ia ser construido no terreno
do Club dos Jacobinos, em
Pars-
Entretanto paseado nm segundoo del- que cabio pesadamente sobre algaba cousa
r. i ..*___t?- anana an cnnfc.'n n ciannan. lr Eu eatav anniquib-do, exhausto, quae.
norto por rsaa ioterroinavel agona; e,
quando, finalmente, eliea me desamarra
m e que pude sentarme, vi quo la per-
der os sentidos. A sentenyaa ternvel
sentenya de roorta-foi a ultima phrase,
distinctamsnte accentuada que veiu eooar
em meus ouvidos. Depois disto o so ai das
TOzes dos inquisidores pareeeu roe que se
gptgAr,4 no indefinido sussurro de uro so
nbo. Esse ruido trazia roinb'alma a d*
de ma rotayan-talvez porque emroeu
pensamento a associasse de uma rorfa de
.Bjoinho. Mas issa durou pouco, porque
do repente nada mais ouvi. Todava, an-
da vi .1 arante algura tanipo, roas cono que
horrivel ixgr>.yao I Eu via os Ubi->a
dosju^es de toga negra. Parecanme
brancos ess-s labiosmais brancos que o
papel em que trayo estas pal.vras,e del-
gados, grotescamente delgados ; afilados
pila intensidde da sua expressao cruel,
da sua iroroutavtl n-BoluySo,do seu
rigorosa desprew pela oor humana. Eu
via que os de ret s do que pora 'miro re
presentava o Destino ainda sa despenha-
Tam de stus labios. Vi esses labios eon-
tonerom se em una phrasa de raorte. Vi
que so agitavara nr.s ayll b*s do mou no
me ; e trem, s ntindo que o sora nao aeom-
panhava o movimento, vi tambero, duran
te alguna momentos, e horrivel delirio, a
VBg-rosa e quasi imperceptivel ondulc%(>
das tapeyrias negras qua cobriaro as pa
redes. E o meu olliar entao fixou-ae nos
sete cirios que estavam sobre a mesa. A
principio imagina quetinham o aspecto
da cari'iade, e roe nppareceram como n-
jos, meigos e brilbantea, que vinham sal-
Tar-roe ; mas cntao, e repentinamente, in-
vadiu-iue a alma uma nausea mortal e sen-
t ero cada fibra do-mea ser um tremor
convulso, como so eu houvesse tocado no
fio de urna pilha voltaica ; e as formas an-
glicas trunstorroavara-se em esp-ctros,
coro cabecus de cbammas, e eu bero vi*
que delles nao podia esperar soeoorro al-
guna. E entao deslieou pela minha ma
gnaySo, como uma d-lioada nota musical,
dea do repouso ineffav-l que Boa espora
no tmulo. A'ida veiu docemente, fur
tivamente, e pareceu-me que me seria Be-
ceasario muito teropo para aprarial a en
toda a sua plenitude ; mas no momento
mesmo ero quo meu espiito coroeyava em-
fim a sentir roelhor e a af-gar essa idea,
as figuras dos juizea esvahirara-so como
por en.anto ; os cirios r*duziraro-8e a na-
da ; ta suas flmai.s agagaram-se de to-
do; veiu o negror das trevas; todas as aensa-
cSjs pareceram tragadas como em um mer-
gulbo buco o precipitado da alma no Ha-
des, E o universo nao fui mais aue noit,
silencio, immobilidade.
Eu estava desmatado ; mas, entretanto,
nao direi que bouvesse perdido de todo os
sentidos. O que me resta va nao tentarei
definir, ero roesroo descrever ; roas, ero
fim, nem tudo esta va perdido. No maja
profundo sorono,nao I No delirio, -nao 1
No desfalleeimento, -naa I Na morte,
nao Nem mesmo no tmulo tudo est
perdido, de outro modo n5o baveria im-
mortalidade para o homem. Quando des
pprtamos do mais profundo somno, rompe
sos a tenuissima teia de algara sonbo
gado era tal vez esse tecido,nao nos^re-
cordamos do que havamoa sonbado- Na
volta do deBmaio vida, ha duas phas?s :
a prm ira, o sentimento da existencia
physica.
Parece provavel qu, chegando a se-
gunda pbase, possamos evooar as impres-
5es da primeira e que acharemos entJo
todas as eloquontes recordacSes do abysmo
de alem-mundo. E o que esse abysmo?
como poderoroos distinguir ao menos as
suas sombras das do tmulo?- Mas se as
mpreseSss do que chamc-i a prmeira pha-
se nito accodem ao app'.llo da vontade,
todava, depois ds longo intervallo, nao
apparecem ellas sera sereno chumadas, dei
xando-nos maravilhidos, por que nilo sa-
bemos de onda podero sabir ? Aquells
qaa jamis perdeu os sentidos nio o
que desjobro estranhos palacios e physio-
sionoroias extravagantemente familiares as
candente! brasas; n5o o que contempla,
fluctuando nu espaco, as melanclicas v-
b5'8 que o vulgo nao v ; nao o que me-
dita no perfume da algu uj flor desconhe-
cida, nao aqa-lle cujo uerebro se per
de no roysterio de alguma meloda, qu
at ent3o nun a Ihe bavia despertado a
attencao.
No meio dos roeus esfnrcos repetidos e
intensos^ da minha en-rgica applicacSo pa
ra colber alguai vestigio desse estado de
anniquillamento ppar-nte, em que se via
mergulOada a miaba alma, momentos tve
de sondar que o consegua ; curtos instan-
tes, bem curtos instantes tiouve era que
conjurei recordi^yos qu* a minha rasao lu-
cita, em uma poca posterior, me affir
mou nao poder referirse senao a esse es
talo em que a couscien i* parece anniqui-
lada. E8818 sombras de recordaos s me
apres-ntam muito indistinetaroente figuras
do enorme aspect, quo de mira so apode
ravam e silenciosamente me arrastavam
para bixo aind para baixo, cada vez
mais pr* baiao, at ao momento em que
uma horrivel vertig*m m opprmia uma
simples idea do infinito na desoda.
Ellas roe lerobrani.tambem nao sei que
vag* horror, quo uoe mord* o coraba >,
rat-snoo por causa da cal na sobrenatural
desse corucao. Depois vera o sentimento
le uma siibita iramobiliiade em tolos os
seres que me cercara; como so aqu-l|es
que me levavam, ura cortejo de espec-
tros! -hou*essm transposto na sua des-
ciia os limites do Ilimitado e parasst-m
vencidos p^-la infinita fadiga de sea traba-
Ino. Dptis miuh i alna t;o ama seosa
cao de nausea e de huraiiade ; e d'ahi
por dianta tudo o ra-i-j loucura a (ou-
cara de moa memoria qujsa agita no abo-
roinavel.
Tornam a volur bruscamente minha
alma o sora e o roovimento,o movimento
tumultuoso do coracao, e aos roeus ouvidos
o ruido das suas pancadas. Depois uroa
pausa ero que todo desapparece. Depois
ainda o som, o rooviraonto e o tacto,co-
mo uma sensacSo vibrante que penetra o
meu ser. Dep lis a si oples consciencia d-
minha existencia, se.n peosament,situa-
cSo que sa prolonga por muito tempo.
L) p ds, repentina ente, o pensamento, e
ura terror pavoroao, e ara srdente esforco
para comprehender o meu verdadero es-
tado. D-po8 um vivo desejo de voltar
iusensibiliiiado. Depois brusco renasci-
meuto da alma e consequente tentativa de
loovimento. E entao a lembranoa comple
ta do procesto, das tspcaria8 negras, da
senteoya, da minha fraqu-za, do meu d -a
falleciraente Qoanto ao mais, completo
esquecimento ; s muito tarde e pela mais
enrgica appl ,ay3o do pensamento foi que
cheguei a reoordar-me vagamente.
A' entao eu me bavia conservado de
olhoa fechados a senta que estava deitado
de costas e inteiramente livre dos layos
enm que rae haviara atado. Est-'H'ii a m&o
spera ao contacto e viscosa. Djixei a as
sim durante alguns minutos, tentando adi-
vinbar onde estava e em que me tornara.
Estava impaciente por servir me dos olhoa,
mas nSo ousava. Eu tema o primeiro
olhar sobre os objectos que me rodeavam.
Nao era que eu tivesse receio de ver coa-
sas borrveis, mas aterrava-me a idea de
nao ver cousa algu na. Depois de algara
lempo, com urna angustia indescriplivel,
abr os olhos. Estava p us, confirmado o
meu espantoso roceio. O negro da eterna
noite me cerca*a. Fiz esforco para respi-
rar. Parecia-me que a intensidade das tra
vas me oppriraii e soffjuava. A atmos
FOLHETIM
ph r era insupportavelraente pesada. Fi
quei tranquillaraente deitado e procurei ra-
ciocinar. Fiz desfilar pe\ memoria todos
os processos da Iaquisiyo e, partalo
d'ahi, tentei deduzir a miuha verdadeira
p ;siyao. A senteoya fdra pronunciada e
rae pareca qua j ura longo esp.yi de
lempo ma sep*rava d'esae terrivel momen-
to. Entretanto, nao cheguei a suppor qu
estivesso re.il u.-uto morto. Tal d i, a
despeito de todas a3 fi-yS^s Iliterarias,
absolutamente ncoropativcl com a existen-
cia real ; mas onde estava eu, em que es-
tado ?
Os condemaados a mora sabia cu qu"
de ordinaaio morram nos autos de ji-
Una d'essaa solemnidades hivia sido cele
brada na mesraa noit3 de dia do meu jul
gara-nto. Ter-raebia'u rconduzido ao ca-
laboyo par* esperar o prximo sacrifico,
que estava maleado para d'ahi a alguns me
zes ? Coraprehandi logo que til cousa nao
podia ser. O contiogute das victimas
havia sido posto inmediatamente a dispi-
siyao ; alera de que, o meu priraeiro cal-
bouyo, como todos os caUbouyos dos con-
ciunados em Toledo, era csnstiuido de pe-
dras e nao estava privado de luz.
Repentinamente ura horrivel pxnsamentn
f-z me : ffl iir o sangue era torrentes ao co
rafZe e, durante alguns momentos, cah
nutra vez na insensibilidade. Voltandota
cuim ergu rae de un salle, tremendo cop
vulsaraente. Estandi, como louen, os bi.i-
yos cima o era derredor de mira, em to-
jas as direcyS -3 E i nada senta ; entra-
tanto nao ousava dar u n p ss tinh meto
da esbarrar cora os muros do mea tmulo.
O suor porejava c cryatalisava se ora gros-
saa g.ittas g-l idas na miaba fronte. A
-g.inia da inuerteaa tornou-ae por fi n n-
toleravel e eu camin i cora precauyao, es-
ten lento s bracos e. como faz nlo sltal-
os olios fra das rbitas, no desespero de
querer ver, na esperanya de sorprenler
algura tanu> to de luz. D-'i muitos pas
sss, porra tudo era negro e vasio. Res-
pirei mais livremente. Emfira, parecau
me evidente que o que rao estava reser-
vado nSo era dos destinos o mais espan-
toso.
E entSo, como contiauassa a oaminhar
cora preeauyUo, rail *agos rumores que cor
riara sobra os horrores de Toledo vieram
amontoar-se em coofuiao na minha memo-
ria. Ea tiaha ouvido contar estranh s cou
sas a reapeito rt'estes clabouyoao julgara
tudo iseo uma fbulamas, entretanto,
tao medonha que s era voz baixa pnderia
ser repet la. Dvia eu morrer fome
o'e.8ta mundo sabterraaeo de trevasou
qua destino mais pvoroso ainda ma espa-
rava t Que o resultado seria raorte, e
uma morte cruelraeate preparada, eu b'm
sabia, por oooheoer perfaitam^nte. o cara:
ter dos meus juizes: o modo e a hora
era toda a minha preoecupayao e o meu
tormento.
As miabas mos estandidas eocontraram
ao longo um solido obstculo. Era uma
parede, que pareca construida de podras,
muito lisa, bumiia e fra. S*gu encos-
tado a ella, camiohando com cuidadosa
desconfinya, inspirada por certas historias
j antigs. Tidavia sta oparayao ni"
ma da va meio algura de verificar as d-
mensSes do meu calaDOu^o; porque podia
eu fazer toda a volta e ebegar ao ponto da
partida, sam me apreceber de tal, tanto a
parede era perfeitamente lisa. Por esse mo-
tivo procurei a faoa que trazia na algibei
ra, quando fui condusido ao tribunal; tnha
desappareoido'e a minha roupa fora suba-
titaida por outra da grossero estofo.
.. Era mea pansamento cravar a lamina
cm alguma fenda da parede. para marear
o ponto da partida. A diflhuIJade era,
entretanto, yein mesqainha ; mas a prin
cipio na dosorlam das minhas ideas pire-
oeu roo iasurportavel. Rasgiei uma por-
lylo de b:iinha di minha roupa, e callo
criado foi tratar da executar
cebida.
XLI
a ordem re
TESTAMENTO YEBMELHO
POR
XAVItR DE MONTEPIN
PRINEI IPIRTE
.PADAD33 SALraSIHQS
(Continuay3o do n. 85)
XL
Poz-sa a eseutar novamente.
E comtudo, continuava o dontor, por
mais uroeayador qua s>ja o sea ested-, te
nbo C'infianyi, certeza absoluta, de que me
bastariam quatro mezi-s para restituir aqu
le moyo sanie, para f..z-r iir -ular san-
gue rico e generoso nequellas veas dpau
peradas, para tornar rosadas aquellas faces
pallidas e encarnados aqaelles labios bran-
cos 1 para operar, emfira, ura milagre, pila
que, r-animar aquella lampada que se est
pfcgt.ndo por falta de azeite, para outro
qualquer que nao fossa eu seria cousa qua-
si imposiv-.-I. .
R ymundo levantou-se arrebatadamente
da cadeira.
Nao se poderia descrever o que sa pas
saa no seu intimo naqu-ile momento.
I* correr p^ra o homem cujas p-da'rs
reper.utiam no amago do s-u cerebro e du
sea corayao.
A voz de Paulo deteve-o.
Meu pai, perguntoa lbe e moyo, o qui-
tea ?...
Pela segunda vez R.ymundo domincu-
M.
N5o tenho nada, roeu filho, r^spin
dan elle coin voz quasi calma. Quera cna-
soar o criado...
Precisas iie alguma cousa ?
Preciso de vu.ho ... Como vj, a
oss* gamfa esta vsia.
O.ha, i hi v-m o criado.. O' rapaz,
da nos mais uma garrat...
Do mesmo vnho ?... .
Sim, do mesmo, S.a mea pai ?
Ruymundo approvou com o gesto, e o
A conversa- continuara no caramanchSo
vieioho.
P,.s -al terminoa-a com estas palavras :
O sea bom xito est garantido, dou-
ler, e se o s-uhir j nao fossi rico e cel -
bra, a sua fortuna e a sua repatayao esta-
ra m feitis >-g)ra...
Agradeyo a prophecia.. rospoaleu
Ja.-qui-8. Acabemos com o absintio e va
mos almoyar.
Temos tempo. ,M S3o apenas onze ho-
ras, e curta a viagera daqui casa.
Nesse mjioeotd o criado apparecea tra-
zeodo a garrafa do vioho de Baaune e a
sobremesa do pai e do tilho.
R .ymundo quera evitar que Paulo per-
ceb ssa a c.Gr profunda qua lhe torturava o
corayo.
Poz se, portanto, a conversar com fe
bul animay&o o ad-gria ficticia, sen. dei
xar, todava, de dirigir fr-quentemente o
Ibar pra os dous couhacidos, afim de s
certifi ar de que nao 8 levantavam para
retirar se.
Terininou o alraoyo.
T .rnatoos-a des er a p at Charen
ton, m^u pai ? p-rguotou Paulo.
Isso depende da ti.. Se nao te sen
tes muito causado, caminharei de muito
boa vontade...
Nao sinto o menor cansayo.... Nao
re -una diante do dubro d oaminho, e
Ti-io que o ex-rci- io nuito salutur...
Teus razio... Est, poii, oooven-
conado Camioharbiuoa, fumando um
Chai UtO. .
Ura charuto ? r-pe:io Paulo adrai
rado.
E por qu" na- ?
E' ver ladf, porque nao ? S^ fiqu-i
sorprendido, porque fumas tao raras ve-
z-a...
Uma v-z nSo costurao... H -je, no
campo, ao ar livre, um charuto ha de cau
sar mefprazer...
h.' que nio tenho charutos...
Deve havel-os om tia a oertez n<
cas di p.sto... Aqui tins a minha ear-
t-ir, vai p gar a cunta do nosso almoyo e
trnze ih rulos. .
8nn, meu pai. .
Paulo pigou na carteira e enoaminhou
se pa a a casa de p .sin.
M-il tinha dato vinte passos n ha,
quaril) R y nando 1-VaatOU-se apr ssid .-
mente, e, volteando o cir-raancha < da ilu-
da aobava de sabir, p-netrou naquelle on-
de se a ha vara o Dr. Tnompsoa e o SeU se-
cretario Pascal Rambert.
qn-i a ao coraprido sobro o solo, a era n-
gulo recto contra a parade. Tataando era
derredor do meu calabe-uco nao podia eu
deixar do encontrar esse farrapo. Assira
accreditava, aero, contar a extensao do ca
laboyo, nem a minha fraqueza. O solo
ira hmido e escorregadio. Carainhei, va-
eillando durante algura te np >, dapois tro-
pecei e cahi. A minha extrema fatiga
fez con qaa ma oonservasse deitado e n'es
sa posiySo sorprendeu-mc o somao momen-
tos depois.
Ao despertar, estendi nm bray> e achei
a mea lado nm pao e uraabilba cora agua.
Estava tao prostado que nem rtfljcti nessa
circumstancia; beb e comi cora a maior
avidez. Pouco depois oontinued a mi alia
siagem em derredor da priaao c a muito
rusto cheguei ao ponto onde havia denudo
o pedazo da minha roupa. No moooento
- o que cahi j havia contado cincosnta e
'ous p?sso8; conte depois mais quarenta
e oito, at chegir ao ponto de partida.
Log tinha d..d oem pisaos, e, cal -ul.ado
que dous passos fizessem uraa jarda, che-
guei convicyao de que o calabouyo tinha
cinco:nta jardas de circuito. Havia eu
deparado todava com muitos ngulos na
parede, e assira nao me era possivalconhe-
cer a trma do mou tmulo, porque nao
podia deixar da suppor qu3 tosas um t-
mulo.
Na> era grande o ioteressa qua mo le-
ava a taes pesquzaa ae-n mesrao ma
ilantava a esperany sequer ; porm uraa
vaga curiosidade induzia-ma a continuar.
Deixando a parede, resolv atravessar a
circunferencia circurascripta. A principio
camiobe cora extrao-din tria precauyio,
porque o solo, coraquanto psreeendo ser
formado de materia resistente, era en
tr-tanto traidor o vacoso. Depois de dar
alguns passos animei-me e puz-rae a' cami-
nhar afoitaraente, procurando seguir em li
ubi recta, pelo menos tanto quaoto me
fosse poasivel. Tinha dado j un3 dez ou
inze pasaos quando o reato da bainha da
minha roupa embrayou-39-rae as parnaa.
Pisei n'ella e cabi de frenta, a fio com-
prido.
Na dasordem da queda nilo notei logo
uma ircumstancia, que me devia sorpre-
der e que, entretanto, momentos depois,
estando cu ainda estentido no solo, fixoa a
miaha attenySo. Foi esta: o meu queix
estava en3ostado ao chlo, poro o os labios
a a parte superior da cabuya, anda que
uarecendo estar era menor elevayo relati-
vamente ao queixo- n5o tocavara em cou-
sa alguma. Ao meamo tempo parecea-me
que se banhava a minha fronte de um va-
por vsaoso e que um ebeiro espacial de
eoguraelos vellus entrava me pelas nart-
nas. Estn li o brayo e estremec, ao des
cobrir que havia ochido exactamente i
borda de ura poyo circular, cujts diraen-
"Sas eu nao podia calcular na occasia i.
Tacteande a alvenaria do poyo abaixo do
local, consegu arrancar uraa pedrinha,
que deixo oahir. Acorapanhei por alguna
raomeatos o ruido qaa ella fazia de ene m
tro a paredes da abysmo ; porfira sent
que bavia batido nagua, e esse som lgu-
bre ecoou ruidos ame it-i. No mnamo ios
tanto ouvi rumor por cima da minha cab :
<, como de uma porta qua sa facha logo
depois de abarta o um foux> raia de loz
atravesiu rcpantiaaixeate a esenrido e
apagou-sa qu*si ao mesmo tampa.
Vi claramenta o destino qua me estava
reservado e ch.-guei a felicitar rae pelo op
portuno accidente qua mi bavia salvo, ura
passo mais, o o mundo nao mi tornara a
ver. E casa morte evitada a tempo tr-zia
esse mesrao cunho, qu9 cu julgara fabulo-
so e absurdo nos conloa qua ouvira a res-
p uto da inquisiyao. As victimas da su i
lyranniaoo tiuhim outra alternativa alen
la morte com as mais crueis agoaias phy
sicas, oa a morto ornas mais aboiainavcia
torturas maraes. Pura mira fora reservada
esta ultima Os meus ervos estavam a
tal ponto retesados pir,tSo longo snffrimen-
to, que o proprio sora da minha voz cao-
sava-mc eatreraeciraantos; eu mo havia
toruado, portanto, ptima victima pira o
genero da tortura quj m? esperava.
Trmulo, convulso, voltei a tactaar era
dirocyao parede, decidido a antes daixir-
raa ah raorrendo que a affiontar o horror
VAfilEMDES
I
[
O dous h noi-ns olliar-ra p.ra elle com
admiraySo que nao era fingida.
Perdoa-me sa venho apresentar-me
deste modo an senhor contra todas as re-
gras da boa edu -aySo, dase Raymundo
cora voz coromovi-la ; e a minha indiscri-
ylo e a minha inopportuni lado tera urna
lesculpa... Trata-Bo da felicidade da mi-
aba vida.... e o senhor tem n'a as suas
raaos. .
Pey lhe qua se explique.... disse
Jacqaea com fra poli tez.
Estava ulmoy-.n lo no caramancbao
contiguo a esta e o que pude ouvir da sua
oonversa revelou-roe que o senhor era ra-
dico e qua a sua sciencia era profunda.
Snu medico eff ctivamente...
Ha pou -o o senhor olnava para meu
filho, e fallando dalle, do seu estado de
sanie, pronuncou palavras que equivalan
a uroa condemnay&o...
Ah ri-sponteu Jacques em tom de
ppzar, quanto sioto ter filiado tao alto que
fosse ou^i lo pelo senbur I... Pey lhe qu--
me descnlpe.
Ah I doa grayas a Deus por t lo oo,-
i 'o I... Disse o senhor que mu filho es-
t anmico ?. .
Disse o e inf-liaraente a verdade...
Eu, proseguio tt-y uuodo, suspeitava
disto, m ve... O sechor, 1 >g. a priraeira vista, vio
o p'-rigo roctal, m-n accreso< ntandu quj
estava certo de c-ural o era menos de qua
tro mez-s co n applicySo do systema que
czplinava a este senhor. .
tCatuu co i> eff ito o arto disto.
Pois b ni, vi-ni o ter oora o 3"nhar
para p dir-lh piioa I Trate de meu tilho, de meu uni
co filho, cure o e peya-rae tu lo quantopos
auo, qu i dr Iha-h.i sera p z r...
i .mu o su li-biiu.l t dent de nomedian-
t>-, J> ques L g-rde fingi e lo a illu 'ir o observador mais aag .z.
Na verdadd, senhor, disse elle, eis
ura enenntru inteirameota inesp-rado 1 K*
te doeot", u rai-u pri u-iro do-mte frauc-Z,
qu- rae v ra era circurastancias t.\o singu
lares, p.reco-rae p.ra o futuro da multo
bou ng.ur>... Oonsinto era tratar de seu
tliio. mas com uraa cou -licito...
Qual, aemiiT ? qu^l ? ^x-Uraou R^y
muud ; oej i ella qul tur, aceito-a de an-
t'-rao. ..
tisa cofidicio que o meu tratamen-
to ser gratuito. \Jjr..l o tiei em nona
a i-iicia o da buraani iade.. Kssa cura
provar de mais a mis, aos mdicos tV"U
r-zai, meus eoll^g s, que sa snu ura ho-
luem de pr.igresso, apoi^ndu-raa sobr-
tactos pro'aios o n-to Bob.o tbeorias vas...
Cont cora migo, senhor, trstare de sau fi
Ibo e hei de cural-o... Mas ainda nao te-
dos poyos que a minha imagiaaySa agora
multipli-ava us trevas do caUb>uy).
N'outra 8taay5o de espirito teria tido a
coragem precisa para acabar, de uraa vez,
com estes soffrira ntoa por un mergulho
em ura d'osses payos ; porra agora era
eu o mbis completo dos covardes. E te
pois nao pj lia eaqaacer o qua a rospeito
d'esses poyos havia lido, qua asu&tl't ex
tineyao da vida era uma possibilidad3 cui
dadosaraent excluida palo genio infernil
qu' coacjb>.r tal plano.
A agitayao do meu espirito conservou
rae accordado durante maitas horas ; por
fira adorrauci de novo, Ao despertar, como
da priraeira vez achei a meu lado um po
una bilha cora agua. U. ai rc lo devora-
dura me torturava e esvasie a bilha de ura
trag3, Aagu taha de cert algum narc-
tico, porque assira quo a bebi, apoderou-
se da mira um soraao rresistivel, profun-
do, sorano s'melhantoao da morte. Qnaa-
to tempo dorm nilo sei ; mis qu*o l> aori
os olhoa notei qae oa ob3cto3 qta mi cer-
cavara eranj todos visiveis. Q-iayas aura
clara o singular, sulphureo, cuja origera nao
coniegui a principia deacobrir, podia ej
ver agora a extensao o o aspecto do cala
b&uyi.
Eoganara-me a respailo daa suas diraen
soes As paredes nao podiam ter mais do
.inte e cinco jardas da circuito. Durante
alguns minutos caua mma esta doscobarta
enorme affl-yS, alias bara pueril na verla
de, porque, as circurastaaeiaa terrivea
ern que me achava, o qua podia haver de
menoa importancia do qua as dimensSes
da roiuha prisiu ? Por a minha alma ex-
travaganteraenta se interessava por essaa
paerili adea e esf-roei me por dar conta a
mira meerao do erro qua havia corainettdo
no meu calculo. A verdade, finalmente, me
appareceu como um relmpago. Na minha
priraeira tentativa da explorayl) cootara cu
nincoenta e dous passos, ate occasao em
quo cahi; devia estar entao a um passo
ou dous do pedayo da minha roupa, e ha-
via p-roorrido quasi toda a circumferencia
do calabouyo. Adormec nesse momentoe,
qu nulo accordei, de certo em vez de se-
guir para dante, oaminhei para traz, cre-
ando assim uraa circunferencia qu .si du-
pla da verdadeira. O estado de desordam
do meu espirita n3o permittira que eu na-
tasse a circunstancia de baver coraeyado o
meu giro cora a parede a esqueria c aca-
bado com ella direita.
Tambera ma havia engaado cono rea"
ca> a forma da prisa. Tanteando, encon"
trara muitos ngulos, e dahi deduzira a
d de uraa grande irrogularidade, tSo
poderoso o eff rito da uraa absoluta es-
currido sobra quem despert de uma la-
thargia ou de ura somao (Continua)
O theatro no apo
(Conc'usSo)
Mandamos marcar, diz Lip^zirra, os
U0S808 lugares no th ;atro de Pokio onde
se repr-'saatava um drama rauio em voga:
uaicamenta como nos nao sentiasemos oom
a ooragem de aturar jira eapjctaculo intei-
ro, entramos uraa hora.
O thaatro do Pck'a uraa canatrucySo
em madeira, pdenlo comportar alguns
nilb'.rea de passoas. A sala quadrada;
pm.') mais ou meaos a mesraa distribui-
da qua na Europa. Platea no rez do
chio; e direita e esqueria, as frzas
bastaates espiyoaas caten le ra aa at ao
fuaio do theatro. A priraeira orden
pouco o?, s ou meaos diaposta da mesraa
maneira, mis o fu lo da sala oceupado
palos camarotes doa actores Estes en-
trara era scena pr urna g.leria que atra-
vessa o qua nos chamamos fauteuils da or-
eheatra o saora por un corredor qaa oon-
torna o theatro.
Caso curioso; nanee era scena sa mistu-
rara os soxoa. Humos e mulheraa nuaaa
repreaentara juatoa. Ht para Cida saxo
tlieatr 13 especiaes ; oa theatroa de maula-
res agr.dara poueo. Oa actores sab-m
aaraotariaar sa marvilhoaam rata ; oa que
sao eocarregidoa dos papeia de mailleras
adoyam a voz e imitan, cora ura real ta-
lento >s manairas farainiais.
A sooaa era forma scrapra reionla e
lescanya sobr Bul eixo. P..ra mular a
nho prompta a minba casa era Pariz... E
nicamente daqui a oito dias que o pode-
rei receber.
Raymundo ficou paludo.
Daqui a oito das, repetio elle. Da-
qui a oito diaa, a doenya p le tar pro
gredido de modo a nao poder ser comba-
tida.
NSo ex geremoa I replicou Jacques.
vffirrao lhe qae isso nio para receiar.
Tem certeza ?
Toda a certeza... Que idade tem seu
filho?
Dezenove annos.
O qua elle t*z T
Est se preparando para os exames
da adraiaso na escola polyteiihoica.
J i qn-s voltou-8* para Pascal.
Eoto, meu caro R*mbert, o qne diz
do mea diagnostico ? exclamen alie. Tinha
ou nio oh razio quando dizia-lhe que
aquella moyo estava se extenuando cora o
excesso de trbalho ?...
__Pudra, c-.ro doutor, sei que o senhor
infallivel 1 r-sponleu Pasc*l
Oivi dizer isso, pros-guio Riyraun
do, e fiz plena juanea almiravel p-rspi-
o*cia do seu olii. r. Meu filho tem cora ef-
feito traba hado muito de mais m arao...
E' vido de saber... Nao ba ueio de con-
tel-o.
Entretanto ha da ser praiso coo
lelo I A partir da agora, e at nova or-
iora, elle deve ab>ndon>r todo e qualquer
traiialho ... Veja qua ella se alimente
abuudtnteraentH; alimentos muito azta-
los, carnes pou o cozi las e vinbos v-Iii-is
a li luigiguo e de Bordis, eis o que lhe
on-u. F-ya-o respirar o ar puro e fa
r raiito i-xerci-io. S^br^tudo, repito
iii-, pois este o ponto uipiul, abstrray$>
compita de trabdbo nt-11 otii-d... Se o
corpo ae fatiga, tanto meibor, mas eoa*ra
qu o oertebro goza do repouso mais abso-
luto... Ahiten as ramii .s prs:ripy5-s
i niuolfatas e o rgimen a s gair.. gra-
yas a -ssa rgimen, a do-ny* oo f*r pro-
gressos de naturez a inqui talo.. Qaao
do eu ti ver tudo prorapto em casa, d-qui
oito das, v proiurar-raa cora s-u fimo ;
u nprir i t-id .8 as minhas prora asa...
Ruubart, faya-me o favor da dr a este se-
an.ir o raeu enderece era Pariz.
P*a al Suui r tiroU d^ cart-ira un pe-
|>0 d pp I, sobre o qiul es:rv u u n
ao !*, uom de ra ura nuo-iro
Duraiita <^st teup R y .iua i. agr la-
cia a Jequ 8 L g-rd-.
__ (Jn I s-iitinr, diiia o pobr' pu, cuja
i- tinha sa acalra.di ura poueo, mas cu) i
lunyo era ain la profuu I ., < ure rneu t-
llio, e, o j troca da sua .rara, j que recusa
Hceit^r o pouco que poisuo, peya-me a mi-
nha vida 1
A sua vida repetio Jacquaa rindo
Espero que ella ae ha de prolongar por
muito tempo, afira de que o sanbor sej
feliz ao lado de seu filho curado...
Pascal tinha acabado de escrever sobre
um pedayo da pap -1.
Apresentou-o a Raymundo, que o rece-
boa e I-a era voz alta :
< O dr. Dr. ThompsonEm sua resi-
dencia -Ra de Miromesnl n. 15.
Jacques proseguio :
V daqui a oito dias, e, daqui at
l, nem uma palavr a seu filho.... E'
mais do qua intil inquitalo, como deve
comprehender...
Compreheado. e nao commetterei es-
8-i irapru lencia.. Anda uma vez, obri-
gado do intimo d'alma.
P.ralo voltava.
Rayraua lo guardn o endereyo do dou-
tor na sua carteira, p gou no chapeo, co n-
priuentou pela ultima v*z o medico e o
secretario, e dpois caminhoa apressada-
mente ao encontr da Paulo.
.. Pagaei, meu pai, disse esta, e aqui
teos charuos, bera seccoa.
R yrauado escolbeu um charuto e acen
deu-o
O barqueiro achava se naquelle momen-
to no e n b .rea iouro.
Passe-nos p na o outro lado, disse o
raoyo dir'giudjse a elle.
E' j, entrem...
Op minutos mais t.rie punham p em trra,
no ca-iiinno qua os devia levdr ponte de
Cnar-nton e p-lo qu -I t E nquanto camiubava, R .ymundo exa
min.va o til.-io socapa e verifi ava, un
aps outro, os syraptoraas assignalados palo
Dr. Tnorapsoo.
Pobr-< p'i 1 Apzar das promessas tran
qndli-uloias do in-di -o americano, havia'
.oraeuios era qae loe p .recia ver o moyo
est n i lo em um e..ixu>, e tinha que ap-
p.-ll .i p.ra toda a sua nergii, ati o de
impelir que s I.grimas Iba brotassem nos
alaos.
A ess.-s raorai-ntiis de profundo desini-
u su-.ciedi ura vislurabr- de esperanya, e
R y mu lo vi no Dr. Thompson ara sal-
Valor i-nvi o pula Provitena
Fieando sa no cartm*nr2o, Pascal e
J ;qu s pi na-g.nr.s.n na 80 p l-Stra.
Por Deas, iu"H uaf doutor, dizia o
oo np-iih-im ho "X seoreiario 'o onda d-
l'no ni riaix, al uiravel I Aatis naiBii
de unr.-s tu tend<, j teas fr-gu-
s s I.. E' moa f licitada iuau lita I. ..
Mopu(od vista do re-lara.- o n,-go
co Om.. replicou Jioqubs. Curare
o ul jj-en aneraoo, e o bobo do pai ira
por ah fra f.zer a minha apol >gia e elo-
giar o meu mrito... O chamariz verbal
vista sera brixtr o panna, bista fazal-a
raanobrar, e o qua fi:ava atrs pasaa logo
para daata. Feito o rao "imenta de rata-
yao oa himens tolos vestidos la preta e a
cara cobsrta par veua negras veem arran-
car os acccssoria.
Os japaoezea pertancera um pan jo ao
qae actualrarata sa chama no theatro,
eschola naturalista. Buscara a verdade, o
ra .ia possivel. Sa por exarapb a sema
representa ti n j ir.it n, oollocam l flires
naturaes e sa as raaos n3> podara arranjar,
oa necesaariaa da seana, es3ondido8 atraz
das arvorea teem um passara erapalhado
e suspensos n'ura cor l-l, presa a uraa ca-
na compri.ta e f .zem-n'o saltar da ramo
em ramo o da tranco em tronco; e'les pro-
priis imitara o canto dos pjasaras.
Ura relance d'olhas sobro a scena e lin-
guagem do theatro japonez u n i liorna
parte,
feito do exclara .yoJ3 sonoras e
di suspiros lastiraaves, senda diffil
caraprehendeI-03. Feliz nenta, diz ainda
Lipeyerre, tivamos a boa sorte de ter por
visioha uraa bonita biilarina do bairro de
Shirabachi, que nos deu cora a maior ama
bilidade todas aa explicsyoss neceaairias.
De repente ella carregt o aobrolbo e olha
cara um ar ancaao para um doa recantos
da aala. Perguntamoe iba quem que a
polo inquietar assira.
Ura redactor do Iroa Chimloun respon-
demos par ella, em maia voz.
Comprehendemos a sua comraoyao.
Exiate em T kio ara jirnal Iroa Chin
loun que o orgo priaeipal daa buUriaas
da cidade. Ora os japonezaa sao muito
ciuraeotos das suas bailarinas ; e amaahZ
toda a geute sabara que ella sa destrahio
no theatro a conversar com ura tadjim, um
horrivel brbaro do Occidente, como nos
ch.mam os nosaos baos amigos do Japao.
Isso ser deploravel para a pobro rapariga.
Felizmente o inter-sse da paya prende a
attenyio geral. O Hira Kin feito com
aconpanhamento de msica lugubra e can-
tos tristes. A peya cautina a rapresan-
tar-se pela nota adianto, mas o viajante
francez acbou mais rasaavel sahir a tirapo
do theatro.
o raelhor de todos.... Desconfiara, s ve-
zai de outros porque sabem que pago,
mas nunca dest-, que se deve suppor gra-
tuito e por conseguate sincera I
Tens razao, mea caro doutor, babo
ao chamariz verbal I
E Paaeal sabor ou um golo da mistara
preparada com arte e que dava ao seu co-
po reflexos de opala.
Nessa momento um moyo da aspecto sin-
gular, maia do qus pobremente vestido, de-
pois de amarrar ao tronco de nm dos sal-
gueiros inclinados para o ro um velho bote
oeio arruinado, pulou com destreza para
trra e subi ribsn.eira da ilha.
Parcorreu o ;lhar em torno de si, vio
P.is.-al a Jacques sentados debaixa do ca
ramaacbSo e eneaminbau se para ellas.
Este racera-chegado, d^ rosto completa-
mente imberbe, represeatava dezaito oa de-
zenove annos
O seu trajo compunha-sa de ama calya
de brim escuro remendada em vrias pon-
tas e aperlada na cintila por um ciato de
l encarnada na sua primitiva e agora quasi
s-'in cor.
Trazia uma camisa de la tSo rota, que
parec ura crivo, e ara barrete de panno
coas xadrez -scossaz e pala de cauro en
vernisado, acliaa lo sobre a orelha direita,
a d-ixan lo appareuer de c-.da lado ama
mecha de caballos louros, formando annais
UaS fontes.
O p d-t de velludo atirado sobre os
hombros tinha sido outr'ora da cSr verde-
garrafa ; mas, lavado pelas chuvas, qaai-
iiiad.i pe i s.l, achava sa completa mente
desba ado, revelando demasiado tarapo de
serviyo.
Eita rapaz, da feiySes irregulares, de
pliyaionoraia inliff-renta o zorabeteira, pos-
sui ura dessas typas qua nao sa en coa rtm
goralrairate s-uo nos antros e n>s tascas
ios qu iinti. da mo ra algn ra -ippreicia.
Qa-.n lo clieg >u parto da mesinha onde
rsuvara os copos quasi asios de J .cqaes
e de Pasial, p iroa, tocan lo coo dotts
ditos oa pala do barrete e ergu nlo o co-
tovella n altur do ho obro, o qui cns-
ui* para elle u ua m-sura de bm g*tO,
lisse co n voz arraslada :
- esculpem, meua senh.ras... J-j-
..e lieano qoa e-eoia uo ph MpOoro na
.u. ea.xa ? t c uu prtx;o par fumar
ura charuto... .
E designa* caixi de porcelana ih ia
d- pnospbarjs callo :da sabr a bndeij.
(Continuar se-ha)

Tvp. do 0oro ru l>a^Ui de Canas o. t
bIbHHbI
r


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