Diario de Pernambuco

"(JUJfja ni" ^aTrVfjr "O e mssra fi.c ,| ,eIa ivo a
anuo de 1S>87.
D^-pois do breves esnaldeTagees ds 8r. Joaquim
Pires Ja ior, a que respondeam us 8rs. Jos ua-
ciarw de Castro, Lour-nco Antonio de Carvalbo,
Cond- de ,stro e Pinto CoeHio, foram approya-
das todas aa ooneluses do parecer do conselMo
'por proposta do Sr. eaade de Castro, na qua-
hdade de mimbro do c seibo fisc i, a que se a-
soeiaram todos os corpos gereutes, foi lncelo-na
acta um Voto de sentiotento por ter fallecido o ac-
ci nista Sr Franeiseo de Oliveira Cbamieo
Prcx^dendo-se votaoio dos cargos vagos fo-
ram eleitoa p*r* presideute da aseembja geral o
S^. Laurenco An'ouio de Cirvalhi, para vogaes
erf-etivos do esuseha de administraeio os Srs.
Ea?enia de Mendia e Antoni>.Joee de Seixas, e
para vog eff.-ctivj do conseibo fiscal, o Sr. Dr.
Zaferin) Pinto Coelho. .
No ultimo da de seaso, aotes das ferias da
semana santa, e paschoa, proseguio a diseaasao
do projecto sobre a rgie dos tabacos orania cam
grande proficieneia e ortesia o 8r. Miraes de
Carvalbo, deputado regenerador do grnpo a qae
preside o Sr, Antonio de Serpa Pimental.
Aa proprias folhas govetnamentaes prestan ho-
measgem aos vastos conh^cim -ntos eeouomicoa do
seo illustre adversario, ebegando a escreyer, qae
se nesse partido, o aerptVbeo, ba urna aptidSo aa-
perior qae se impunba par a pasta da faseada,
certamente o Sr. Maraes da Carvalho.
' natural qoe os Srs Hiatsu Ribeiro, Arroya e
outres liuninaros desse partido n5o gostaaaem dos
elogios to encarecidos com que a imprensa pro
gressista exaltou o orador a qud me tefiro.
Hi nisto ua principio de jastica relativa :
qae o Sr. Moraea de Carvalho luatecti sempre
nos limites da mais stricta orbanidaia a sua ar-
gumentaclo vigorosa, emqaanto muitos dos seas
correligionarios mais salientea pretendem atacar o
gabinete com vosea descompaatas. o a. fazjudj das
carteiras dynamimetros.
Aotes de concluir, d.-vo referir-ine a outro acn-
t.cimeuto musicil a qu,e teaemaa de aiai=itir aqui
brevemente; o coac j-to em que toaaSo-S pirre
um filha do fallecido visconde de Nogueir (ia-
eiutho AagttdtoSaot' Vnn* e Vasconeellos) qae era
nisso miuistra em Washington e deixau a familia
e n precarias oiraurattancias
E;ta mema i, eosa ama corsgem heroica, f>i
pra t aria quando vio as peaaimas eeadiafial em
qae ae aehava a casa de seu. pia, eatuiou cim a
c lebre Mine. Vi.rlot, fe a sua cstra cama pri-
aa u'um tbeatro de Italia sob um paendony
4o Capitn Jofin.J. da Bocha850 metros Pre-i rafa de lieor de Jaaipabo, de sea fabrico, exeei'cu-
mies 2504, 60* e entrada livre. 7 cavallos inscri- te bebida, muito transpar. nte, de aroma delica-
mo, toi muito victonada, e boje um verdadeira
artista qae Liala va admirar, applaudir e auxi-
liar na uiHai que se iiapos de substituir ocu pai
leja c ... igasmente r"ep"esntada ua Expos.oao lo- fcp" com sua mai e irm ,s.
Aqu tena, pois, outra artista (frica bam por-
tuguaia. Urna cominisao de s 'ufe iras da noasa
primeira sociedade, constituida em cemniasao,
t in protegido a S a. D. tsathild de Sant'Ann
Vancoocelios, que tudo me fz saspeitar que vista
o seu mrito e as granlea protsecoea que tem,
vira tulvi-z a ser eacripturada para a proxim
opoch lyrica no tbeatro de S. Carlos.
Hojeen beneficio de Begiua .Paccini, a novel
artista pirtuguesa que taatoa applauaoa tem fio-
lbi.ii o.iqU'lle tbeatro.
'Criiqu* aera com os Patiianos a ana f-sta
art t ca. Aiuda nao vi os aartaf.
__ A velb pr.ca di tures do Campa de Santa
Aa ia toi eondeuju.da, p.r ain-tc.r prompto ira
abiininto, pela commisso de peritos eacrregada
ltimamente de f-.ser vialuria aa casas de espe-
et uub d capital.
O actu! emprexario j recebeu a intioncio
respectiva e devera ser indemuisado pelos pr.jui-
S'8 quesuffre com esta, aiiiis muito ju*t rcao-
luei.).
Infelizmente as toiradaa nioaeabim em L:abd>.
C -n.-triiir-se-ha oulra praya em mais solidas coa-
Sispoaa.
Ae^ba de falleeer em Cintra o ministro da Alle-
mauba a'eata efine. bara- de Schi iiidiha's
A este reaoeito cacrevia houtem o OBasaasreto
de FcM^aso. .
Acabamos da e-r dolarosumeute sorprenda s
pela BotieMa do fallecateato do Sr Bario de
S,-b, a -tr rdtaip .lenciario e -u\
xtraorUin-.rio d- It, M. o lao^r.Uor d A .. -
uha aa al L*boi.jaato i qaal aa ataava
.creditaoo .es-ir ii de Obturara d 1832
a O lllu oa, qi- g>Sva roa L's >J
Va asaw.instifiaaad eym.>ih ta. ou -eo.naia aaa-
j a ras ds arde, eta Ciatra, *iet'st d.
cengesae qas h tns di.s o atacara. O Nr Ba-
rio Hasta pajeado mcom noiado des ie o com co da
na. -*) sggiav.namta do estada ic lino r.
dor Croi.berixo aTiir fcarS) a lambeta m -anete,
er maii-- ..,.io iquelle ea-rania asa
O r. Barao tr eoatempiraueda
dor ua univers: iade e d'abl a pr -tscaji*
diapi nsava o tal ecido prin -ipe, e qoe Ibe valen a
sua coUocca> em Luba, toreando um poaso a
prax eoiab'-lecide de ado mati.er aa servica
activo diplmalas casados com estrmoge ras. U
Sr. Bario foi eaaado em pnmeiras nupcias eesa
urna reubora iog rzt, sendo a actu ti Su. Boroneaa
nalaraliaada h dlaud. xa.
A mirle do imp-rador impn-3ianaa profun-
damente o lustre diploansta e o a-u mal eatar
aggravou-se. Apesr da oonaelbo dos medios
em contrario, S. Esc. iasistto em partir para Cin-
tra, no f')"{ d ata aom.ua. Um daaaacrtUa-
mento, que hauvera no comooio d -a en lente, obri-
gou-o a daas hjraa de demora uo cammbo c m nm
t-mpo agrrste e chuvoao e a fazer parte do tra-
jelo a pe debaixo d- ebuva.
c O Sr. batdo de Sehmidthals foi ..eco n u : i i.
entio de ama congestio pulmonar, que naa h uve
meio de debellar pelo ag^r*vamenta rpida qae
4og-. se maoifestoa, com g ande in'eoaidade, da
leso de conoci, que de muito o kffl ,-i. Todos
os estorbos e todo oa cuidado, da scieueia. da fa
milia e dos amigos mais dedicados foram, infeliz-
mente, imprufiejos.
O Sr. Bardo .de Sehmidthals era am cava
Iheiro distinctissimo e, oo desempenho da ana ele-
vada missdo, hoave-se sempre com a mxima cor-
recea, mostiando a mnior pympatia por Por tu
gal e desrjos os mais imcers de repreieutar
Iraluaecte na corte de Lisboa aqaelles sentim utos
de afciodo e de cordealidede, qae professav, pelo
noaso pais e pelo nosso querido soberano, o im -
aerador Quilherme.
a 8 M. e -rei D. Luis, qoe tioha em grande
eoosideracao o carcter do Sr. B.rio de Scbmid -
tha's, agraciara-o o ana paasado com a gra-erns
da ordeas de Christo, urna das mais altas e apre-
ciadas distiDcc', qoe S. M. coatnma conceder, a
Ch'goa a 29 de Marco, de Berlim, 8. A. o Sr.
infante O. Auguato.
Foi decretada a amnista para todos os reos por
delietos t-leitoraes.
Ja
KVISTA iMAftll
tsarsa matsManmata-^Por asu da presid n
ca oa provincia de 6 do carrete mes f arase ao-
aseados :
Qerasaao de M reala Dammeyer, teaeata da a*
0 mpaakia do 1* cor a da c.v.liana d gaarda
saei mal da r> r^. do tt-cife ;
Fnaaeisco de Paala Lopes, cap tio da 3* eom-
paabm ao atesma corpa
Jada Bapiiato Cab'al, espita) da 7* e^mpaabi
do S* b.ulba de lafatera da gaarda uacioaai
la referid, comarca;
Joaqaiai Aivsl*de (Hiveira Gdaa, t.naat' ajo
daate do 69* baulhao de infantera da carnerea
le N.sarrth;
Jui > j6valcaot- Miuneio Waaderiry, c.p'li
da 6a cHapi.ehia do m-amo b.t.lha i.
P r seto da m ama data, f h reformado ao
e-too pott i, o capitdo da !i eompaahia do S. ba
t-iaao a. latautina d enmarca do Befe, Joa
K.ymind Knmr de Arauj Sal lai.h i
l.lkrrlacies- \ Ezia. Ata. U. Mara da
Panbc.cio Pctaara d Gumioeaee digno fi taca
aossu muaig s <> Srs. e-pi'o Joa li uinn.no dr
Arauj > Pioa ira e L'iis Su f
nh-ir.i, todo rr-i ente, aa paro- hi da Lus,
da cunares de Pao d'Alb iiberuram eua
e ausa.a de preat.eu de e rc al Desamor dr
18o'. r do o are eeer-v., rsa nvaaro de 43,
ari do zl 1 Sr captldo Jos (iemiai.oo 11 as dr. Lais
Eu K (K'rtud qai esee acto de philaetropis, da
iaua patraiea > ilisatres agriealturas pala sea
P'Si* rrraambacaao Amantii tra
u.a. |. .urna. %h i-mv.ilfa, uo ** rala Peraaa-
ba >, DavHado o* a gainir p.rr.ia '
l* IVurure ro' i i" 'anfa afaatr .^^0 0>e-
isaat rYaaaioa l5t>d atU "* e.eai'oa.....ripte.
X* Coiiaul c* 'UOme.ro- PrvuHoa 16td, 4Ud
ir e '" -'a^eaitsaa
3* A..iiu..cdi 7 UKi .aeiroa 'Premios ZOOft,
bUd e entrada livro. Iuscriptos 4 oaVa loa.
aan>i
5 Dr. Sauza Res1.100 metros. Premios
SOOdi 50d e entrada livre. 7 cavallos inscriptos
6* Claudio Dubeux 850 metros. (Premios
200, 50 i e entrada livre. 6 eavallos inscriptos.
FncswleN d*a 8 do cornnte e no lugar
Qaeimadas do termo da Gloria de Gaita, Joio Ss-
verino de Lima ferio gravemente, com ama faca-
da, a Jado Maaeel dos Santos.
Foi presi em digrante delicto o criminoso, con-
tra quam abri a raspec-liva autarids.de policial in-
quentu, a que ja dea o devido destino.
ssasslnaio So lagar Uuricury do termo
de Cabrob e no da 28 do me prximo fiado, Sal-
viano Marques da Costa assassinou, eam tres ta-
cadas a Elias Nuaes de Barros.
Preso o criminosa o sendo interrogado confesssu
o crime.
Ao inquorita qae fot ab Tto pela respestiva an-
toridade policial, toi dado j o devid-i destino.
OutroNo dia 4 do crrante, m Alagoa-
Beeea da termo de Nazretb, o em t eras do <-n-
grullo Gamelleira, Joaqaim Lapes de Souza Fra-
seo asaassiaoa a Floriano Barbosa
O criminoso foi proso e esta senio inqueriij.
Cinco crlzsilooaoa-Ti t,d foram anto-
hon'eui presos n > eugeuho Goyauaa Grande, se-
gundo ao St\ Dr. chefe de p.licia acaba de Cotn-
mnuicar o Sr. delegado do G .yanna.
Sao elles Jos de Sansa Naacimonti e Jos Braz
de Mello, criminosos de atarte e ties ladroea de
cavallos.
Foi ama boa oolheits.
Pro ltela, da BabiaO vap .r nacioaal
Camilla, cbgado hantcm dos -partos do sul, foi
portador das segoiates uotiaias da B .hia, cujas da-
tas alcaic un a 7 da corrate : -"'-
Fuuccionava regularmente a asaembli le-
gislativa protrineial.
O Sr. Dr. Fraueisco Muaiz Barreteo de Ara-
gao, coacedera no dia 3, carta de liberdade a 20
eser*va.dos seus
Obra paOs Srs. Manael Jaaquim Freir,
Jos Joaquim Aives Pachet-o e Francisco da Ije-
moa Duarte, tendo ptomovida urna subacripca
entre amigos do Eduardo Gonc&lves Cascao para
o seu trat.menlo no flospit.nl Portugus de Beue-
laaad l t ado colbido H KH), fizeram as se-
gume deapesA : ^.
6 das de tratameato no hospital imi
A um credor 2'i^0>>
Carro para condacf;aa ^" 5d000
Gargeta ao cauhero '0(
dissimo, e de gosto agradabilissimo. E' o melhor
qao temos encontrada no genero.
Encoutra-se na ruada Iiaperatnz a. 42, em
easa de Alheiro Olivoira, b do B .rio da Viotoria
n -69, de Jos Joaquim Al es & C.
Beneficio-Era beneficio dss victimas do pa-
voroso incendio que derorun o thetro Baquet do
Porto, nm grapa de artistas e amad..rts d b je
um variado espeetacnlo no thaatro Saata Isabel.
O fim hamatarie dessa feata artstica, u por ou-
tro lado os atractivos que ella prometa,devem levar
boje ao Santa Isabel grande maasa de espectado-
res.
Na f.'3ta tocando as bandas da music do (Trpo
de Polica eda Sociedade Euterpc Commercial, que
generosamente fbrain cedidas para eose fim.
Pssaaaineiiio-No dis 6 do corrente, falle
ceu da villa da Bonito, a esposa do Sr. Antonia
Gomes da Silva, all establecido, D. Emilia Mar-
cionilla da Silva.
Cinta va a finada 40 anuos de idade e c-a ama
seahr.ru dotadla, de virtudes o unreeidim-jate es-
timada pir todos quaatas a cauheciam.
Cansl L'lterssrio 4cadeie-Ej'i
sociedade funecioaari em eiasia ordiuaria haj .-,
a 4 1(2 horas da tarde.
Han le era de lalsayOs Srs. Manoel
Moreiri Ribeiro os C esl belecid a raa da Im-
peratnz n >. mas i de
man ei_-1. n da
Borepae U Isr-
ny, na Frauga.
Kxperiir i o)s aa8eyf'r-r qne
Sobra.ido 95JO00. remetteram nos aqj. lies ee-
ahore ea'a somma, sendo 50OK) p.ra ser eotre-
gie ao H ispirai Portu,:ueZ, e 45UIX) p.ra ser dis-
tribuida p r viuvaa pobres e neeessit-.d ia
Oa OaOdO desuados ao Hospital ficam eua
noasa paier para s Tem entregue peS'Oi habili-
tada para rec bel. is.
Q'iauto ao mais, usemos aaaim a diatribaicio :
A' i>. Vtiquilin Vidal, un rus do Santa
Tberesa n. 1
A' D. Laura Vctor, raa d> Maogua n. 26
A' D Mana Autran, ea B Deribe
A' D. J .auna Pires, ra de Siuta Rita
a 13
A' D. Hermelioda Sote, ra Vi cande de
Aibua,uerque u. 64
A' D Mana Jo.nua da Silva, mi do Pa-
Paire N br.!
A' D. Auna Gal vid, rui taparialt lado
da f-rro-vi. cima da bece i d i Lima
\ D. K t asWaM *.*es dos Santos,
ra. da S>lr iade a. 39
A' D. Mari.a Ptres de Souza, traveasa
do Peixt> a) 78
500i
540)
5*OW
si>m
5/.000
5/00)
5O00
M800
5*000
Nova fba1<-Amob esta aasociacaa J,
no respetivo tbe.'riuha, o s a espectaru: i d >
do eorreutn urea, represen ando o dr ii o Crtae
pela honra, aa uiasast V Ect detculpe..
at -lrai me.lra.-Am.uni. etatr*
10 uo a oa uuiiua e 1 hora da la-de, estarlo :
poe o .pre.-ito pub tata, a ru Da^ai do Ct-
zi.s u. 61. 1' abdsr, diversos raaraUas prnuiios a
oleo a s Eitai -U aidas.
gabpsuaaa l> Typ.graphia Uaiversai, de
G. Lapj'te C, eb. oedar pubiicidide. ea fo
iSMta, i us. a Tabe 1* Comparativa das corrida
1* 11' eas/nUa n.> Prado Peraaabacaao, oa Meio
F.c lun d g.aa r as .putas-
B' am q... iro m qu por distaaciss, se aehaa
atiaas m su pavesa, os siam das amate
Id es, u lempo ds eorttlaa e os ratei
p ii' -s, uo Prado.
afr.ba.hi canoso, pode euxili*r ss pessaas qoe
a sh c .rri las em s Ja p.-ofareaei p.r ete
u qued- aoim.l.
Agradeeetoo o miaoq' nos fes a L.v-aria
L.tp re A* un xemp ar do toih t > em qiesia ..
Citafe enca Ex a Sr. D-. J.aoumAa
reno N .o-jcj J- ir.uj realisou .uteboutem a noi
te, aa tttaatru ssassas Is -bel, a eoad -reuei qu a S
eaeiara p.r ?r. ci r a oova paaii da qoaati
servil eexplic.r a sua attitude paraole o gabinete
de 10 de Vtarc >
S. B4 tallo t daraota umi hora, teado eahu-
siadtioaiaeat .aplaudido rr.pdtidas vetei.
O ib -tro eateve < piubado de geute, notan i i-a '
a n J grande uumer de a.nbaras, umitas cava-
Ibeiros da mais fiua sociedad'! p ru.iaaic i
Cempaama Ferro Carril O Sr. Dr.
Cirios A.berio de Menes a diriginos a caria
ao.ixo a preptaito da que diasemos antehoiie n
com relaciio a tolhas na serviea da empresa de
que ger.n'e.
Abate ido nos de novas conaideracoaa, ealrega-
m is aa criterio poblico as ezplieavoaa que d o
Sr. Dr. Cirloa Alterto em refereucia is inlicalas
f Ibas, deixaudaqae Cida qual forme o seu can
ceito pela que te>a observado.
ca a caria :
Recite, 13 de Abril de 1888.Illa. 8r. re-
dad .r.Nao me f j possivel responder bootem
mesma a acensar; > qa': V. S- fez a esta compa-
tible oa aua Revista Diaria sobre irregularidades
n. exeeuv'o loi b .rarioa O facta qae V. S.
se .refere foi motivad, par teradoecido casaalmea
to am dos an.maes do carra em viagein, cireum-
ataacia absolutamente impossivei de prever e de
evitar. Atrasos co no este raramente se dio. Ha
oros porm que sao frrqaeates. qae sao diarios
meemo, mas que sao lamb-m mevitaveis, comu
eatuu eerto que V. S. ser o pnmeiro a rrcoohe-
oer, se quizar se demorar am poaco a indagar a
caasa del las.
As linbaa desta companhia esto tracadas de
modo a tornar obriada a p.saagem de todos os
carros, erntofiasas viagens, pelas rnas de asaior
inoviinenio commercial da eidade, inclas.ve a poo
te do Rec fe, qae ama garganta ea qeefreqaeo-
traaate os vehculo Sisa verdaderamente ea-
gasgadoa. A i m date, todas ei lases tdt soj-ita
a deavi t obrigados, qoe estabelecem asna depea-
deacia e imple ta entre tsdos os carros da aesma
liusa, e aeeao entre oe de diver-as liabas.
a A priiaeira eircnsaataicia tas coas qae s-j
raro o carro qae nao aeffra qaalqarr atrasa eas
saa marcha, por motivos qa-' udo cnegiro at
imprenta por serva peqaeoos em ai e p-rque
fore de ae repetirem ji ae taraaram habitaaes,
porm qae oo s > por islo ara m reaes e asaosa
dig.iws da arteoedo dalla. Nao h i jaem aa eirva
do carrea desta comp.ohia qae oio o svejs esas
taalrmrate dessorsdos por canocas, uj a eoa-
.act res ae bbstinaa em oio dar-a'-aearor uanor-
taneia ds obeervaeoes e aos pedidos qae se loes
dirige.
A seganda cirenmstancia fas coa qae o atra
so de aa carro acarreto o de muito ostro, atra-
sos qae, repetidos em t .dad a ng--na, p-rtar
baa pur tl forma os borai qaa s^toraa ib
p.asivel reun-li.l os.
Para remover os inconv, nirntea rraaltsates
da primeira eucoiastaneia ru na > teubo me o em
miah.a india ; diariamente reeeoo parte d todo,
a providencio sempre que eocoatro esa sigum
u'ellrs culpa dos rmpregAdns. V. S p deria fa
zrr muito, cham.oio par isto a atteaedo das su
tondad-8 euca.rrgi'a de dirigir o maviiaenlo
din vehicui. s oa .dad.-.
> A segunda eireamstaacta tamben ndepea-
deate de miuha voni.de, qoir por ser devida i I -
p-g-apbia da eid.de, qur pelo obataealoa que
tra s mure raeeatrda esta e apaahia quaad"
im pre eodido toaasf atapioa trech a de su.s li-
abas a legare poasivew de se o lzer
*) eip-drute vulgares ds fsser sshiroa.
tro carro ua hora di aja s atrasa mnito. de
faser u linbat t d.S as man .br.s piativi. para
r-a'abeleeer os bnr.ria, s. d ariamente p-^stoi
a exoeaoio, pom sdo imotieatrs par remediar
u mal e alias ad> poJeia ser seapre postes ea
pr t ce
Sdo as pxplic.co-s qae i le dar oDa V.
S f-, ele. Vari* Alberto de Menezei, ge-
rrn'r
lole.tr de Janlpabo-0 Sr. Antonio Mar-
tin Saldan"! Fnho mimaseoe uos com oms gar-
da toa quuidad., p4d que a recoaameudamos eos
oossos leitorea.
a-lisss Interaaelonal de aeja'tts-
Eite Club taz h jo a|ta/*iua:o lam.liar do-ces-
tUJlC.
IiiiIIom Parirla L'mos no Jornal do Com-
tercio da corte :
Sebern os nossos leitores que ama commiasi de
asfceiiilistas allemes, dirigida pola Dr. liarlos
loa Steiaeu, s.. xuha aa proviucia do Jlatto
GrdSso, de regreaso da douga excursiio qae nova-
mente fez ao Xing.
A esrta qu aoaixo pablioamos, dirigida por
aqaelle incsusavel ex.tl- phssd de Mella Reg, e aa qual nosuffieo a
copia, cntm particulares iuteressantes, dando ao
ineamo tempa idea de ama p.i-ta dos trabalh .s
ecieutiiaos emprehendidos psia referida commis-
0WJ s3 a.
y----------Pedemos acerepce'it'ir quo o solicito presidente
Somma 47lXHJ da provincia de Matlo.-GroddO prestar de bo;
mente a. Dr. Cirbs Vaadea Steinau todos os au-
xilios quo estiverem uo sea alcance, particuiar
mete na parte r fer nte questlo dos indios que
coustituopara Matto-Goosao objo.to de capital a-
teresse.
W ruta a carta a que nos referanos :
I Im. e Exm. Sr. Inspirado pelo interesan
manifestado p r S. M. o Imperador, bem conu pe-
las rec 'i n ni.coes d diversas miarsTertos o
anuos de 18S4 e 1887, e tend resabido de dous
ant cessored de V. Ex:, aos q :
rrronh cidos os amibos da sci-ncia, dirija-me
ch'-io de confianca a V. Exc. a fazer-lhe um pe

Ha p-mcos dias, como V. Ex?, na ignore, v i
m .8 mus amigos de umi expidici. j i -
gies do Xiug A nassa t-.r'.fj t^pa ..l c o
dr, eoutnrme porujittirein .s tatas (o y n. us in-
dias de Matto-Gr.sao, e, eom s. -.ci', p.aso lao
eir o'har latiiwpuecivo pjra
de 1884 e 1887. Ai.:m a aeiea
v icia lucrar a couti cer, por ai. .. i :."c..,
a tribus, daa qoaas an-enaruno'e a'
era-o d :s.-o..h -! I >s, t ij p u acti .1 .
se p..r uaad.meote a 3/Kla ....., i. q. Batid-
lo re.nai >. p dea f (roex-tjr bracas atis.
''. se indo me paucos raeija, ui. p.s.o, sam o
untilft valiosa de '/. Ex, dar na cas:a'a
:o apa-ta ao ai'o p-orm ni, -cjjj i j^eat
se torna neo-asar o.
Pretendo, eto meiado de re reir, v-s'ar os
croa-os de S L>oren';o. ep.r la o ae i-opiss-
- tambara aos ala>i*at4fitvi dos Paria* s-
ta^os an da villa de O ni-idu? Na obs-
tauf. paree* oe gr.od-? sleaosa pira celia obser-
var ti' i Parte* stoa.ttioata.
Od i iasi tuda se igaor<-, 4 esoeocda d i
p ci qie faVaifi viajante m.'prepara 1 para se-
me*ot<-e iuv .'.< ;i>, sauawea at seu livro; da
>a bagua apenas : e d .6 p avras. Mas tttum
aenu este pao ofisttate paca cianaar a
d.s co ijnatai de nsaitat auna, d* qoe os Parieit f
ter:e eatoaV d ta.? c-... ?,v-
veioenie easicrrou a popaiacdo prebstoric da ea-
bicir.t do f .p.joz para o norte e late.
Ora, o c nnec.in a' i d.s tribus que al a pre
tente hora alli exUtcm, a haa* pnuetpal na qi- s-
ta. i uporuntissima de av-.rigaar em qa i grao de
parear.dco estavam c.iocad.a amigamente am
r.ole auin-ro ie trit-j, qao koje : aoflaio esp-
ibaJ- u i* vastos terne nos do Brasil, da Bolivia
e das (juyanas.
V i resto deste ab rissassl que anda exis-
tem ao jus'amenie os Parieit, que aleas disso eio
m naca, m.is central do cnineit- sui-am-rican.;
fiuaiin- ote, perdea boje, em contacto eea a ci-
viiiaacio, rap Isine.nlii, todos os sigoae oaraete
risticos caj* iodagauo de summi valor para a
aei.ncia.
< f rt .ato ebegada a ultima hora para faz;r
se o i xame de que se carece. Nmguem sabe,
quaud urna cunmiss i competante e munida de
ledo* os recursos qae a aei- neia moderna -xige,
como a actual, vira a esta provincia. Deseja-
nos medir iactam ule os indgenas com loatro-
meutos appropnados, pbat.g.apbil os e faser ol-
lecco eibudogica para poder compara.' ludo c.m
aa medidas, os retratos e objectos de outrss tri -
bus.
s Einfi-n. o pedido que tenbo a honra ds diri-
gir a i/. Etc. qai se digas vista da iap>rtao-
ca da miaba misado, dar suas ordena na seatido
de qae tejam enviad i a esta capital om num r i
de Poricupara terem examnalo*. Q'umto maior
o numero, tanto melhor, m a desrjafel qu de
apreoco.cm p lo meaja quatro horneas e du.o mu-
lberea trasendo c uidigo os priucipaes otenallios
da iadastna indgena, sendo os oojectos de maior
cossideraedo : id es, pites, panullas, teeidos, tran-
cas e tambe o par tiuutarmeate ostros qae empre
gao par oceasi i de saas testividades, coma aas-
c.raa, rufeites, etc.
Posan garantir a V. Exe. qae tado qae os di -
tos indios troaxerem Ibes ser comprado por pre-
ii* convenc nados.
* Se verdade o qoe geralmente se disqae os
producto desta provin;ia devem ser esta lados
coa aaor cuidado para qoe driles baja o nseibar
conb cimenta ea ostra p.r le do giob SOaS >
nutrir a eip-raoc de qae os aeaa traSkaibas sao
serio perdidos, p o se f*edicia easnari tiaftaate ao
producto aaa imporzaate e ao aun. tempa mis
de -eeaibeeado : ao aossea.
a He-ovo a V. Eie. es ateas protestos ds sabida
estiaa s dsatiasta eo aiaeraaao.
Dees gaarde a V Exe. Oryabi, 10 de Ja-
cairo de 1888.Dr. Carlos ana dea SUxmen.
Cal amia laalr-Ea LevaHa Parret,
pruxiaa e P-na, aaste aaa verdadera ex,
hornea .terjata aW seraata qaa
se rsp.iB.a por Pars, para saetear i
d s trasveales. A' Urde, oaa at tres
eaferao, vrsdaaViro ea Uisas, erraSaa sasn
pelos grdai bjsderard, dirigais es a aa ear-
naaosc-a astaasi haaintade Oafras rasa**
piiaeipalaesayo boalevarda H.aaaisa e Males
h-'bea.
T ios eHas alo aataraes da Cat.lsah, fabre
de edsos para rxporUcia A m.i puta a>ss>s
oten liga nao saa eofaraas d'oa-e^aa;.; ai
cas prrfdtamsnl i e.astiiarl qme as familias
tilaratn volaat-riseseata paraatiral as deyO*
um ladrdo, de am animal depredador, de ama cor-
tesa e de um mrninu.
Come como nm paHre ; est contente com nm
padre; paciente como um padre ; basta-lhe nma
esciissa comida como a de am padre ; tal o su
carcter de padre.
Vai adente como am gaerreiro; va adiauta
e vai atrai da caca eomo am gaerreiro ; tal o seu
carcter de gaerreiro.
vigilante soase nm agricultor e como o
agricultor nao tem somno completo ; vai adiante
e vai atrs da casa eomo um agricultor; tal o seu
carcter de agricultor.
D, ja a obscaridade como am ledrio; tal
o sea carcter de ladro.
a Agrada-lbe a escurido como a am animal
depredador ; tal o sea carcter de na animal
depredador.
E' amigavel como nma cortesa ; tal o sea ca-
rcter de corteaS.
E' dormiohoco como na menino, acaricia-
dor como um menino, tem a lingua como um me-
nino ; tal o sea carcter de menino.
Des ontros caracteres que marca ao cdo o livro
sagrado, como se v, nao explica sendo seto, e nem
falla do do servo.
Nao crivel nm eaquecimeuto. Deve crer-se,
p it .uto, que e.-.te carcter no cao t. maaifijsto
que basta mencional-o aem outras palavras.
farsante E' este o nome que se applica
gcraiineute a todas as substancias, qae tomadas
po bocea, sao capases da. provocar evacaacocs
alvinas.
A divisSs mais simples que delies se polo faz;r
de purgantes brandoa, em fort ia edrasticos. En-
tre todoB .oles alguna ha cajo usa i- assas c nn-
mauj, e so padem diser porgantes papadarea, qaaea
o oleo de ricino, o ataca, o tal amarga, o seme e a
caneca de negro^aque.cornaca a, voga iraitaco de criad, p lis que nao faltam pro
faoos medicina qa uo o r. cjitom para todas
as doencaa, sobretodo syphiliticas.
Vario o modo de obrar dos diffdreates pur-
gantes, e verdaderamente sobre isto a scienoia
medica baili a saa diatineco, e dslla se s;rva
camo criterio na saa appiieacio.
Subjetivamente considerados alguos porgantes
obram sem cansar disturbios aotaveis, eioqaaato
que a acelo de outroa aejojpanJj tds de dores ab
daminaes mais ou menos graves. Alguna, espe-
cialmente os mais brandoa, cauaam psacas eva-
cuacoea de variavel abundancia o s de fezes ;
emquanto qae oatros ubrram irritandoa mucosa do
ini-atioo, e nao p'O.-uramo esviaiameato da tubo
intestinal, ou o f sstamuato das feze.s, Cdrtameute
tambem ama abundaute secreceo de mucoaidade
int-atina! que augmeuta o num to e o votume das
t vacaaedes.
O uso dos purgantes deve datar de lempos es-
quec dos. Foi, comtuda, posto em grande reputa
cao po nntig. m-dico Galeno, e se conservou
at certa tempa p.r ni n> l.nge. Com a aeii-
cina porga-iva se caravam tadas as -utermdadea,
teudj-ae em mira eliminar da corpa os saceos im-
puros' retidos como causas de m leatiaa, ou d- pri-
mir o dai-nte. P.rn, amd* no aeiula p ssla se
Camprehendi a nieessidade de orna refaim. de
tal metbodo de cjra, e o asa dos purgantes foi
muito limitado, e voi > a sel-o ele a hoj. mais, tai-
vez n.ii sempre com razio E' certa qoa o medi-
co maitas v.z a ti-m nos purg.nt i un pre i si.
io de cura, espacialm'-ats se esta altira
lmeata individual ad.
.'.>en retan';a, eepeeisaasaote nos piitcs
astaa, e anda man oo naaao, j-6li te diser
qoe se faz ia lis purgantes, e ver Ja
.rnnau.Ia in Jiffer'at esoeci. m
i i as mniaoi, o qae<, | i.lq.jer r|oe ) a
a a icio de q-ic sao atacados, se c de ab. .-
bata .brgacia administrar prim-iro qrMtad.ua
.ote e rep ''ir de *-. lo;t sWpoii a te b-
T.l eertasaeiite a dssaWaf
povo eos porgsotes, cjj se ido aseo d eara ds
todas as reolestits, qoa tsea coa bsvsroi par
W'liiam Jetaeaon, John Adam, Albert
Gnewy. Adolph flerscb, Gierge Oryla,'
Doh-rty. Wiliiam Moff.lt, Frederico Guill
Panas. Carme o Gonzlez Alvares, Cusi isa ffhaa-
e.seo de Jesu, Mauoel Francisco e Jeconyaa tsat-
rai.Co.
Sabidos no vapor ingles La-Poa msho
sol :
Dr. Joaquim Aureli. Nabuco de Araujo, Joaaaia
Vidal, Joa Angosto dos Santsa, J BluardadaO.
G .odio, George Crosfield Gatis, Alfredo a S.
Conde, M de Vasconuelos, Du. val ae Seosa *m
teeDr. Aunibal Palcio
Sabido para a Europa no vapor frasees, fu.
le de PernambuBO :
J. Augustudos Santos. Pedro Osono de Ceraasi-
rae 2 filhoa, Jd.na N vaos, Madame Melaai i-asat
ser, Eugaue Ksuffmam, Cordolina da Aiaaisa,
Amalia Dantas, Augusto Ca valen e. Biitlsajatal
Muy- r, Carlos Mayor, Rvd. Jodo Evaogelisfa J.
Caatanho, Erorsto D. da Casta Amorim saaaasv
nhora, Amando Carneiro, Manoel do. Santos, C
Ploym e aaa aenhora e Durval Leance.
Beuuloea eoctae Ha amanhias at-
gumtes :
Do Instituto Littcrario Oliodense, s 10 aeras
da maulla, em saa sede, do canselbo director.
Do Mont -Po dos Typograpbas de PexuaaSsa-
co, 10 horas da mannd, em sita seda raa dk
Coronel Su.ssuna n. 41, o andar.
estaa de ueteucuuMovimento dos aaa-
sos da Uasa de J>eteogSo do Recite no dia ttd
Abril de 1888:
ExisUaua. 313 entraram. ; sabiram b) :
tem 34'd. ',

*
slraoeteae. 1.-
gantes, i le R.y. a eabre In negro, elu r rjsv
i, de \r.'atm-, e
miueri s, ; at cel-.-bras pJui.a du ,'.l.w>r, da
Bra'ot, e de o abas safes, pr v.rra t-.- p .t
epjcba ta ieag a pao.ea para tolas as sete
ii os ; a teof ebega a estolid -z h taltal,
h}t4< ie qaerer prsaaerever latnrtsaeot *%
porgaatia, d'roii qae alivilax p-tjr>,
a|a Has tfse %j9 m le aaSita)praSa d- v .
e osaojuie/aojs, pamarda m 4 tem ds sseat sfagar
asa, se /aaadrsraaaewte ha ascetas1 sea, de psjr-
gsatts nlo mu.to te<'.**, pit 'templo da oles de r
- sai ag ata-ral pur-
gativa, de algams pils1 de atoas, ats. Jaaais,
patea, levea-d> abasar d.sse rasara. d-- ^a< o
uta o freqaiite as-i d prgas ade -d ^s> >-
gnimi i 11 a";-.;.'! o vi. el, ms tea
loro, a: un irjpelsi aiter.e>a-.s qae caasa-a
ioteitiiii k qae e-oneirrem para eufrauqaeeer de
ordinario o proeeaso d> digeaflo.
r.a, prtante bam qa < na .ca, se so ami ais tras
sea po-gante a .s >n niuad, sa'act-jlo aas laten-
tes, sem qaa hija a prescrpcii mlica.
Qiem ao coieprrbeuder, por ezeaplo, cama a
inconsulta propinaci) de am purgante a urna
enanca adietada d. urna infl. amaoai lateaual
mi ie t irnir-sa-lhe ie daici. tamoea tatad ?
Abatenham-se, pois,os do oso das p.,'aotes to-
das ss oessoas debdta, e na maos as grvidas e
a lactentes.
eda tlua purloa de Persamauco li;
cife, 12 d Abril de 1888.
Boaetim mteornlosrico
Asabas;
Nacionaes ^24 ; molheret 9 ;
Total310.
Arravoados 298.
Bons 280. :
Dientes 13.
Totai293.
Movimento da enfermara :
Teve baix :
Senhiiinha Ferreira Bastos.
Foram viaitadoS os pre .s desta estibVeeiastv
to p.r 119 pesso.is, a^ndo 77 neacos e 42 ..
res.
Uuaplinl Pedro IIO movimeate deste
hospital no da 12 do Arbril, foi o seguate ;
Entrarais............... 27
Sahiram................. Id
Falleceram............... 4
Existen)................. 558
Foram visitadas as respectivas enfermaras as-
i Dr.
Moscoao, a 8.
Cysne. o, s 9 1 id.
Barroa SobYinho, as 7 3(4.
Berardo, s 9 3 4.
Malaqnias, as 9.
1 Puntual, as 9 114.
Edtevlo Cavalcante, s 9 1)4.
Simdcs Barbosa, s 10 1.2
Cirurgiao dentista Num. Pampilio, s 8 1/i t-
ras.
O pbarmac :utieo entrn s 8 1,1 .; sabia s 4
da tarde.
O ajuJante entrn s 7 I|4barai da ssassZ
sabio ii 4 1,2 d tarde
l.ot.-i la do arsta.-ParAE s os prsaiir
da i* sai da 15 i >ieria Oo Urao-i'sra, estrasaas
era 13 : fn
MI i 3>:Htm
W U:l**it>m
iMts ***, #m
Bstiv p-eaadw e.nt Ma^aaV os srraaVW
nam tai:
73 ii ia
Zttli pYsadadM coa ^Plffi) / tngttnXm sav
aaervs:
910 f? fl IWM !ll 1*10
Ea preavad s e>a *'/*/ t s-galataa a
9*
m


/
letl
um
um
upa
dora Barmetro a Teaso a a 1
E ** tm Jos 0 do vapor 1
fc* 31
6 m. 236 760-89 19,20 89
28-3 7fisM 21.39 74
12 29--9 7Bl8l 21.49 68
8 t 29' 8 760 rc 20,61 66
S v7-8 li i-'l 1*87 71
1 euip-ra.ur* .uiaii.ua3d',50
Dita mnima23*,2>-
civaporacdo em i orasa-i sol: 5,-9 ; som
ora : 2",7.
Chuva0,"9.
Direeeu do vento : E, ESE e SE alternados
de saea noite at 1 bora e 8 mnate ; E al 3
horas e 28 miaatos ; SE at 4 b.ras ; Est 4
n .ras e 18 mnalos ; ESFi at 4 boras e 58 ama
tos ; E ai 5 boras e 10 amato; SE at 8 baras
e 3 I minuto ; E t 9 baras e 30 minuto da a.-
uba; ven.vel de g a a preioaiaao ia 8B at
a-.-ia aue.
Vdteeadade adia do vasta: 1-.88 por segoado.
sebaloaidade asedia: '1.45.
B itasiav do
Dia
13 de Abnl
13 de Abr
tr,f 47V5 14764 Vtm
lun uv'/t um um
KpptittmWi $
imttm
l;>rsV**f
W H S./1
MWM
urtsm
uovm
0< asa ros de 9801 s 9U0 aatie ptemmtm
ewa lOsVXW iaelasive e da sorte graade.
O. oa.. roa de 13191 a Vi'f) es'ia pr.:SiJar
ixHa ald ia^aaive o da >ne de V Metes.
O aasaMsa] de 5*801 a ,5M>J eato pres
eosa MMltJ.
Os asswat .s de 13101 a lUO eOo pres
coa 6-JsV) 0
Os iiu n.-r-s teruiuadoi eat 01 esto preaiadar
cota tOMIOli,
O numero terminados eta 95 estia pteaisvaas
asa laijntltT
lanas oa naraeros terminados ea 4 e 5 estar
premiados com 30jii>XJ excepto os terminados eat
04 e 5.
A seguate lotera eone no dia 16 do corresste,
eom o plano de f>0:()0 i*O0J.
lioterla J.t Para-A 6 parte da 17 la-
tera, pilo saga plauo, cojo premio grande i de...
60:0004 s-r i-x r.hiia os da 16 lo corrate.
Ceatiierlo pablleoObituario do dia 12
de Abril :
Joaquina Luis do Bapirit Santo, Pe
54 auno, solteira, 8. Jos; bronobite.
Josepba Mara Caraeiro daCiob, Pernaabaes,
71aoo.s, solteira, Bia- Vista; graagrena senil.
Angosto, Pernambao, 11 meses, Boa-Viste
eoDVUled'S.
A b-r^a, Pernaabneo. 9 dias, 8. Jos; tetaat-
Braz C rrea da Silva, Amazonas, 57 anuos, ol-
ro, Bauto Aotoaio; benberi p.r.lytica.
Joo B .ptidta, Pernambaca, 1 auna, Santa Aa-
toaio ; febre paludas.
Josqaim Ferreira Cavaleante, Pernsmbaso, HP
aonot, Holteiro, Bos-Vist*; ferida penetrante 4
b lomeo.
P.tt'o Rodrigues da Silva, Pernamba-o, 8V at-
aos, aolieira, Ba Vista; cholera aparadles.
Marieta, Pernambuc, 2 anuos, S. Jos; toes*
remitente palustre.
Joanoa, Pernambaco, 2 anuos, 8. Jos; saraa
DO.
J<4o Ventara, Pernambaea, 65 sanos, saltsra,
Baa Vista ; tubrculos pnlaanares.
Sebastian* MariadaCaaceicao, Pernsmbaco, w
sanos, solteira, Baa-V-st; cicbet paleare.
Fraoeise > Chave L"is, Alsgas, 72 anual, asi
teirs. Boa Vista; diarrb
Alfreda, Paaaboca, 6 mesas, Boa-Vista ; fa-
tro entente.
C ano. Peraaaboeo, 4 aonos, Bo VwU; -
qa lache.
Mna, Pernstatbeeo, S. Joa; frsqaesa emtge-
C aai ails d-r Pi^; Fraaeiseo de Paala Me
aaa, Prre-av* o, 59 saaoe, casado, J.basta;
Jmmk** ata da lassja.-
i e.rr- i a asis laerativ.
Ka Pris. a media d dtsris de aaa eftsa asada
p r 15 l.-aaesw, aaga-otad asaea e proven ole da vaata de pialas de abarato ape-
balas ua trente das cafs.
Utua.ateat foi lvalo a eoaa ss.riala de
psliei do bairro de Magdalena aa cdta ema .a
Agostiobo R^., caj. reae-t.. is Shoras d. trl,
e leva va j i a quai 10 traaea ea Botados. Ti-
aha .lea disto eesaaisp fraaeo a aa-da d
franco* e aa aaga.&co ebaaro ds oaro, e-ai
c.d la e medalha d> saei sartal, q* devi ter
castado pelo a-isas 300 francos.
AKot nbo Rasa aa s.barbo r.pas de vio*>
e dous aaai* ea eara ataato yiap .de duviiod qae eile e.tlVess- realasaate pn-
v.io do U.o d.S peina, 'Oterr g.ad;-0 '"
proeedeaaa daqoe.i j.i, o '6t> d'** *" *
da par ua i seneura eajo
lora d
' Dli e preverbio* seraa daa **
N. Xeni Aoetta 8 se Uto :
. O cao toui oilo e.saceeres t de na padre, ae
nm guerreiro, de am agricultor, de om servo, ae
Baje:
Pe, .-ote Oaaiii, aa 111
mpy* de Ooada a 1. a* asvaa.
Pe. a<*ato R-itca. a 10 1/i
a>VuaMl*eeIAtmme m. U. al
aareeta, ac-a, tiene, esa.
Peta aasato Ptata. as 10 lf
ida e> S. B a. 5S, ae m-ms. \m*~. evaVae, .
^T?rS*+K saOls b-ra. a. ra. 1-
-arai-. la, aa-si nr i ata ads asta.
fatS-Stuea aWi aaaaasaaaa;
Use:
A'. 8 b ras. aa acns d- aaesa Aatat, a>r
alaad- B-mAf* Fren 0^t.>a>a iaetar ; ia
ba^ aa saatrra 4a dta-Vte. pe aleta eCl-
as-ae t* .e.iv-e Osaw* ; a 8 ea-ae. av Tere. pr
aaa oV D. data Paawa da aldv.
wa-aada tara :
A'8 h.s. aaaatrad HeU. ,
d. D dara H Mag
da awas.
Pr^aaiaa. per .I- de D
tarree,
i esa
ala.
Ptaa
A 7 **, *m
I a s Pleae'ia da
-a...|elrs* -CaagatWs
br.dilai o Anmle : .
AioOboC-rio... Aatoaiet D Cerdees Iga-s
de Soasa, M.ooel P.ee*o e Haunqa M. d Al-
Chagadoi d Eu-opa no vapor iog!s Ls
Piala :
CHBOHICA JBICI4RIA
Helacet
mgmiif OIUMSARIA EM % 1)1. ABRIL
DR 1888
ptfawcsciA vmm%k do n< ss. oo*-
saXacia') t>rjeitOZ ItaBO*
Htcrtlmrio Dr. VtrmMto CotUo
m\'m aaraadaiiiaiaaii, r*f-J* *^ *^5"
Iraal, os aberta
la
JDLtltl'T'H
Baaaas
O Meis Crae Pi-btdre %*mim en
c r <> m aearaargai r.
Oo C.ra-R *a*sa Bttra*' P-t^dsas
,.,,. a|H ra.-s-. '"* *-
W! |>fcvV.-s'l" "" asta
lava- aaiiaa -aai, om ''
Um a H e '*>0 .-.ra TaV
l*Hrn' a^Ra a W d : aW
as., >, t nali-f 1a|ai La..
a a'", aaa i a aaa"
#. f MtVi Ka asa a Ja
laasal *- CaVt -
mvemlf T-r.mM arrata. ,** f*-
a a a iararwl
1) a-|i Manada -li-orr a
anda J Liarv Pavea. B''.* e ">.
raaaia.-lir leM. Cav .m*mu 'f't** *""
ataai .. eo-nmea-e-e vaaerata

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atoaaa^ataaaaaaaHH
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lr.al 9mmmvmmmm*GHkWBmw
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V
Diario de PeraambueoSabbado 14 de Al ril de 1888





^corrido Alberto Rodrigues Braneo. Relator o
Sr. desembargador Pires Ferreira. Adjuntos 01
Srs. desembargadores Toscano Barreto e Tarares
de Vasconcellos.Deu-se provimento ao recurso
para se julgr culposa a fallencia contra o voto
do Sr. desembargador Toscano Brrelo.
De Campia OrandeRecorrente Joao Bar-
bosa de Barros e 8ilva, recorrido o juiso. Relator
o Sr. desembargador Tavares de Vasconcellos.
Adjuntos os Srs. desembargadores Alves Ribeiro
e Pires Ferreira.Deu-sj provimento, unnime-
mente.
Prorogacao de inventario
Inventariarle D. Leopoldina Goocal ves Lima.
Relator o Sr. conselbeiro Queroz Barros, presi
dente interino. Conoedeu-se o prt.so pedida.
PASSAQENS
Do Sr. desembargador Buarque Lima ao Sr.
desembargador Toicano Barrete :
Appellacoes crimes
De Ip^jucaAppellante Jai> Porfirio das Ne-
vos, appellada a justica.
De Paulo AffonsoAppellante Targiuo Ferrei-
ra Bara'a, appellada a Justina.
De Alaga de BaixoAppellante Joao, ex-es-
cravo, appellada a justica.
De AtalaisAppellante o juiso, ap,;ellado Af
fonso da Silva Gaimares.
Do PilarAppellante o juiso, appellados Vi
cente Ferreira do Nascimento e outros.
Da ParahybaAppellante o juiso, appellados
Jos Lucas e outro.
Appellacoes civeis
Do R cife Appellantes D. Dina Candida da
Cunha e Joaquim de Almeida e Silva, appellados
as meamos.
Dj R.-cife-Appellante Manoel Silvestre Fer
reir Bastos, appellados os herdeiros de D. Jose-
pba da Rocha Pereira.
Do Sr. desembargador Toscano Barreto ao Sr.
desembargador Delfiao Cavalcautc :
Appellacoes crim.-s
De Garanhuns Appellante Jcs Joaquim da
Silva Casaca, appellada a justica.
Do BuiqueAppellante o jaizo, app liado Ma-
noel do N. da Silva i avalcante.
Dj TraipAppellante Manoel Soares da Silva
Mello, appellada a justica.
Appellaeao civel
Do RecifeAppellante F.oriauo Passo, appel-
lados Moraes 6t Marques.
Appellaeao commercial
Do Recife-Appellante a companhia The Cen-
tral Sugar Faetones, appellados Viseond de
Campo Alegre o mtros.
Do Sr. desembargador Delfiuo Cavalcante ao
Sr. d s mbargador Pires Ferreira :
Appellaeao commercial
Do ReeifeAppellantes Ernesto & Leopoldo,
apollado os de Oiiveira Gastio.
Do Sr. desembargador Pires Ferreira ao Sr.
lesembargador Monteiro de Andrule :
Appellaeao civel
De Bom CsnselhoAppellante o juiso, appel-
lado Bento Americo de Albuquerque Cavalcaute,
senh r do eacravo Tertulian?.
Do Sr. desembargador Monteiro de Androde ao
Sr. desembargador Pires Goucalves :
Appellaeao commercial
Do RecifeAppellante Jote Ma'.hias Fereira,
appellados Luis Gooealves da Silva & Pinto.
Ao Sr. desembargador Alves Ribeiro :
Appellacoes crimes
Do Recife ippellante o juiso, ap^cado Joao
Fe.-reira de Millo.
DePedrasde Fogo App liante o juizo. ap-
pellado Altino Jos Rodrigues.
De S JoSoAppellanle o juiso, appellado An-
tonio Amaro da Costa.
D*' CabaceirasAppellante Jos Francisco dos
Santos, appellada justica.
De Bom Jardim -Appellanle Jos Francisco
Pereir, appellada a justica.
Appellaeao civel
Do ReeifeAppellante o cnsul de Portugal,
appellado Joj Gualberto da Silva Lima.
T_fi Sr. desembargador Pires Goncalves,como pro
curador da cora e promotor da justica, deu pa-
recer nos seguiutes feitos :
Appellaeao crime
De Pao d'Alho Appellante D. Joanoa Coelho
Carneiro da Cunba, appellado Pedro de Araujo
Pinheiro.
Appellacoes civeis
Do Cabo Appellante Joo Chryeostomo de
Sena Tapioca, appe'.lado Joao, escravo
Do ReeifeAppellantes Joao | Antonio Pinto e
OBtros. appellado Antonio Jos Pereira.
Appellaeao commercial
Do ReeifeAppellante Joaquim Jos Gomes,
appellada a mas-a fallida de Joa Tarares Pi-
nbeuo.
Do Sr. desembargador Alves Ribeiro ao Sr.
desembargador Cavares de Vasconcellos :
Appellacoes crimes
De ArelaAppellantes Antonio Francisco de
Salles e outro, appellado Jos Mathias Gomes.
Da Victoria Appellante o juizo, appella io
Jos Lma de Almeida.
Appellaeao commercial
Do RecifeAppellante A. Lainbert, appellados
a Baronesa de Calmares e outros.
Do Sr. desembargador Tavares de Vasconcellos
ao Sr. conselbeiro Queiroz Barros :
GMUBCM
lio lata coi nereiul
OVTAC*->K8 nfPICIAKS DA JCSTA DOS COR-
RECTOBK8
Reeife. 13 de Abril de 1888
Cambio sobre Londres, 60 d[v 24 1|16 d. por 11,
do banco, bootem.
Dito sobre dito, vista, 23 7,8 d. por 1*000, de
banco.
Cambio sobre Porto e Lisboa, 4 vista, 123 0(0 de
premio, do banco.
i r^d ate.
Angosto Piuto de Lemos.
i .,.,,., .- .,. ._
Pedro Jos Pinte.
** 'ment b ncario
BECDTB, 13 >E ABRIL DB 1888
PRAVA IX KECIFF
Os bancos adoptaram h je i i5;ialu,ente a taxa
de 24 1/8 d. sobre Londres e saecaram a 24 1/4,
achando pouco diuh iro
Em papel particular bouve negocio a 24 1/2.
O mercad fecbou quieto.
PRAVA DO RIO DE JANEIRO
Todos ob bancos saecaram a 24 3/8.
As tabellas expostas aqu foram "f.-.u :
Do Lobdoh Kahk :
Appellacoes crimes
De Iuaras -App^llaate o juiso, appellado
Joo Horculano Rodrigues de Andrade.
Do PombalAppellante Francisco Leandro dos
Santos Platea, appellada a justica. .
De AtaiaiaAppellante Jos Francisco Rosa,
appellada a justica.
Appellaeao commercial
Do ReciteAppellantes Gomes A Pereira, sp-
pellado Jos Soares Fernandes de O.iveira.
DILIGENCIAS
Appellaeao crime
Da Princesa-Appellante David Rodrigues dos
Santos, appellada a justica.
Coin vista ao Sr. desembargador promotor da
justica :
Appellacoes crimes
De FloresAppellante o juiso, appellado Sim
plicio Alves dos Santos.
De TimbabiAppellaate o juiso, appellado
Liberato J o da Silva.
Con vista as partes :
Appellaeao commercial
Do Reeife Appellante D. Mana Joaquina das
Dores, appellado Francisco Cecilio Fernandes di
Silva GuimarSes.
DISTBIBUICOE8
Recursos crimes
Ao Sr. desembargador Monteiro de Andrade :
Da ImperatrisRecorrente o juiso, recorrido
Preciliano Tu vares de Meudooca Sarment.
Ai S'. desembargador Alves Ribeiro :
De O.indaReeorreoje Mauoel da Costa Ban-
deira, recorrido o juiso.
Aggravo de peticio
Ao Sr. desembargador Pires Ferreira :
Do commercio RecifeAggravante a com-
panhia The Central Sugar Faetones, aggravado o
juiso.
Aggravo de instrumento
Ao Sr. conselbeiro Queiros lia; ros :
Da PalmaresAggravante Fiavio Jos Bezerra
Cavalcante, aggravado o juiso.
Appellacoes civeis
A> Sr. dsembargador Tosca jo Barreto :
De PanellsAppellante o juizo e o libertando
Joao, appellados Manoel, Francisco e Isabel.
Ao Sr. desembargador Monteiro de Andrade :
Do CaboAppellante Gil Clemenlino de Hol-
landa Cavalcante, appellado o liberto jferino.
Ao Sr. desembargador Pires Goocalvea :
De Santa LusiaAppellante Antonio Gomes
de Mello Lins, appellado Jote Goedes Nogueira.
Appellacoes commerciaes'
Ao Sr. desembargador Delfino Cavalcante :
De SerinhaemAppellantes os h'rdeiros Bow-
man, appellado Manoel Peres Campello Jacome
da G -ma.
Ao Sr. desembargador Pires Ferreira :
Da Parahyba Appellante Paulino Augusto
Rodrigues Viauna, appellado C'audino do Reg i
Barros.
Ao Sr. desembargador Alves Ribeiro :
Do RecifeAp ellante Antonio de Castro Mon-
teiro, appellados Silva & Alves.
Encer m se a 8<'ssao s 2 horas e 15 minutos
d tarde.
\
r PBiiaciilis rPETpo
novo comniaadante da Fora
leza d Buraco
O Diario de Fernambuco, o Jornal di
Recife e a Provincia, en seus noticiarios
de bontem, deraai coaio verificada a no-
laeasSo do Extn. Sr. brigadeiro FraneiscD
Joaquim Pereira Lr.bo para coiDinan'iaiit-
da fortaleza do Buraco dest pr vinel a, u
que Ibes coostoa por uin telegramtn reae-
bido da Corte con a data de aDte-bontetn
(12), e no qual o Exm. Sr. conselheiro
ministro da guerra mandara nnsmo parti-
cip.r qu lie brigadeiro a sua non.eag5o
para o Iludido cemmando.
S 'ss> fin -zi por si e tradaz eai que
grao de consideras .> o noraeauo e tido pelo
nomeante.
Coogratulaado nos com esfie acto de
justi;a do Exm. Sr. cona Iheiro Thorauz
Coelho, iinp8'-no8 a conscieneia que extr-
ne-tnos tlgumas espontaneas i on-i "! r.i
i,j,-s a r-epeitd, e com as quiea tr.>duzire-
iuos os nobilsimos seotimentos qu^ n .-
dispertam tSo acertada rs-olhi do governo
imperial.
O veteranj de nossa Independencia,
Exm. Sr. brigudeiro Pereira Libo, de b
milito jazia em cooipl<-to esqu-- imento, ero
bora por causas oSo proposita-a, <; pelo
que o seu mrito e aptidS-s incontestados
nao esta varo sendo Bproveitedos.
Esse ostrauimo que o acaso o tinba im-
posto, e coro o qual ell* tragara bero se-
rias privaos-a, e isto j no ultitno quartel
da vida, feliz neo te parou de acabruohal-o
e nao tardar que ae transforme na sensa-
tez e actividade que sao peculiares em S.
Exc, e que irSo ser agora desenvolvidas
no sea novo com ruando.
Militar de tempera antiga, de preceden-
tes os mais honrosos, e pelo que jamis se
desviou da mais illibada liona de conducta
de cidadSo e de funecionario as umitas e
importantes commisso'js de que foi iavesti-
do por ambas as polticas constituidas,
quando no poder, e de cujos desempenhos
nunca se sabio de reputac&o manchada,
anda na ultima que exeroea, a directora
do presidio de Fernando, S. Exc. se foi
infeliz porque eucontrou de emboscada ac-
cusadores desleaes e gratuitos, triumpbou
por firo porqu estnagou a todos elles nos
tribauaes da justiya publica, onde tornou
patente a sua nenhuma culpabilida le nos
tactos lamentaves all entSo occorridos, e
aos quaesS. Exo, procu ou reprimir quan-
to coube em suss attribuic,3es.
ion taes predicados que tanto o recom-
mendam aduirauSo do seus concidadSos,
e sobretudo coberto de ttulos honorficos,
esse producto insuspeito e attestativo de
um paseado de relevantissimos servigos
Nacho, e probidoso quanto os que mais
possam sel-o, justo era que o actual gover-
no de Sua Alteza a Regente Imperial nSo
deixasse por mais tempo margero do
fuuccionalismo (ao denodado an:iSo, e por
isto bero digno de ser aquinhoado.
Parabens, pois, ao nomeado e nSo menos
ao nomeante pelo acert de su i pr-f Tcn-
oia para o referido ooromando.
Reofe, 14 Abril-88.
Un veterano.
Despedida
Joao Oiiveira Boa-Vista, retirando se boje para
Europa no paquete Tamar, despede-se de todas
as pessoas que o honraram o m sua amisade, e tf-
ferece-lhes os seus insignific.nt<'8 prestimos na ci
dade do Porto.
T. mbem declara que fica como seu proentader
bastante, o Sr. Antonio de Oiiveira e Silva, esta-
belecido ra do Imperador u. 81.
Ao coDiDiercio
Jo; Antonio PilrS.i, nico representante da
firma Jos Antonio PilrSo & Irmao, faz sciente ao
corpo do cooim-reio que admittio para socio de seu
.ttaheieeimento a seu irmo o Sr. Manoei Antonio
fin .1 ; continuando o nego.'io sob a autiga firma,
da qual fiom am os representan! 's e Hsp^n
saV'is
Outroaim, tendo de seguir para a Europa nj pro-
xiin; vapor fica o dit. seu s.cio, ein ene. ausencia,
na gerencia do esiabeleomento.
Reeife, 12 de Abril d^ 1888.
w

Zr^SF
A' inriuoria
DO AMIGO E C<'LLEGA
'IIKM'o li: IIIIIIIS 1JIHA
IliKS JIMIIIt
Em o I. anuiversario de seu infauslo
passamento
Consagra,
6. Landim.
Rrcife, 14488.
gyr
*-^
z&
lascavado purgado .
bruto.
-ttame .
1*50.) a I**
1*2-0 a 1*260
*800 a 1*000
< olc M 13 OB BBIL OB 1888
Manteve-se a mesma cutacio de hontetn, 6*350
por 15 kylos o de 1* sorte do sertSo.
Knt adaM de assuear e lgodlio
HEZ DB BBIL
A8SUCAR
Entradas Das Saceos
2 11 14.847
Via frrea deCaruar. . 2 12 4 39
Ammaes...... 2 13 1.9 6
Via-frrea du S. Fraucisco . 2 a 10 30.125
Via-ferrea do Limoeiro . 2 4 9 na .948
Somi 56.292
ALGODAO
Entradas Das Saccas
2 a 11 2.464
Vap'Ti'S...... a a ii 446
Via-fcrre> deCaruar 2 12 653
Animaes...... 2 a 13 2 864
Via-f^rrea de S. Francisco . 2 Id 1 126
Via-frrea do Limoeiro. 2 9 1.891
OSedlils Cbaoti-ai-o,coja fama oniveual,
um [.uriraote miIiiio, i frt acimut*', de sabor m#ito
doce e efficacia segura par.i d bellar a corist^sc^o
(du.eta de v. ntr<) ; o seo empregji diario utilin-
sime para as pesaoas gotosas, atacadas de rbeuma-
liemo, de eonsniui;ao sangunea, biliosas, promptas
a cougeetoes do ceiebro, s vertig-ns, euxaquc
cas, diopostas s bemorrbuidas ou embaracoa gas-
trieos. E'rh t.iDtem purganl" por exeelleocia
daa mulberes u das criai.c-.s.
Para evitar s perigos das C'iitratacfous du
Sedlitz e dos medicament-s disimtricos cujo
umco preparador o Sr. Cb. Chanteaud, ezija-ce
nos rtulos o nome do- autores.
orssraeve Cbstnleand
Ao Illtn r. Or. Inspector Instrae
cao publica
Pedim ao Illos. Sr. Dr. inspector da iostruc
co publica, que mande publicar o Programma
geral de preparatorios do corrente anoo. Muito
confiamos no carcter e selo de >S. S. e por isto
eoperames ser atendidos.
Recife, 11 de Abril de 1888.
Muitoi ciicabulhos.
Club de Regatas
Pergunta-se ao presidenta deste club se
contina a frequentar como socio do mes-
mo club, um Sr. que foi condemnado por
crime infamante pratHado no Prado Per-
nambucano se nao este o caso da ap-
plicacSo de um dos artigos do estatutos ?
eliminacSo !
Neste club nada se observa, cumpre-se
tSo somonte a vontade dos soberanos
Elimina se uns por ter atacado.......
lisas, suspende se outros por simples troca
de palavras com um caxeiro de alfaiate e
um presidente Agora que o caso ra-
vissimo, deseja se saber qual ser a pena
applicada.
O Crispim.
----------------m
M. 4*
PurgacoForlaleclmnio
E' atcancado mediante o uso das IMuUa Assu
caradas de Bristol, estes dous procesaos sao inee-
paravelmente redusidos um s, e o mesmo ]&
nao se pode izer de nenbum outro cathartico
existente.
Por esta mesma razio ellas s> indnbitavel-
mente o remedio alterativo o mais efficaz e pre-
cioso qne jamis toi receitado para as curas da
paralysia, irsqutsa nervosa, debilidade geral, ver
tigeos e tooturas de cabeca.
Estas eofermidades acbam-se geralmcnte mais
ou menos ligadas, quer j c mo effeitos ou causas,
com urna certa cindifio morbosa do estomaga, do
figado, ou d:s intestmis.
Sobre estes ergios as Pilulas operac de urna
maneira directa e com urna tal promptidao e forrea
eurativa, que verdaderamente faz admirar, em
quanto que por outro lado, ellas do vigur a tido
o systema.
A SalsapVrilba d>. Bristol, sendo de todos os
agentes o mais notavel para a renovacio da vita-
lidade do.s mgue, torna-se em taes casos indispen-
savel.
A-i Pilulas vio dentro de vidrit.hos e por isso a
sua boa eonservacio doradoura em todos os cli
mas.
ED1TES
Somm:.
9.111
UOdlv i.i-'o
V4 1/8 -H 7/8
Pars........ 991 39C
Italia........ 398
490 494
at 223
New-York..... 2*090
Do Ihtbbiiaciomal :
bO d/v viito
L.irdrcf! ... ... V4 1/8 3 7/8
Pars........ 394 398
Italia....... , 398
493 494
221 223
Principa' s .'idades de Portu-
gal........ r , t28
2*090
Do Emmsh Kabk :
UO dji vista
24 1/8 3 7/8
Pana. ..... 394 393
[Ulia....... . . 398
ilambur...... 490 491
iac:^ e Porte..... iit 223
Principan vidades de Portu-
g'........ 228
liba doa Avren .... , , 231
Sha db Madeirs , , 2*8
Sv-Y..rk..... g 2*090
. f M.-tl Ir- laucar
aa 13 i>b abkil na 1888
t atcuciacat, ummeraal A aricla, rea ISlToU o
M v "*'". ( ao agricultor, por 15 kilo : *inaP.r..... ^ 2*700
Ookiuia Laocl..... 2*801
BrtnO" H Bouerk . 2*400 a 2*i;-KJ
3- no . 2*2I0 a 2*300
> 8. regalar . liHOO a 2*00U
. . 1*700 u;H>v<
Ultimas cota.e* de frela-
nas-nto
Carr-gaudn aqu para :
Liverpiol | io vapor)ussuear a 15, c algodis a
1/4 e 5 0 o
E tados-Uu>dosassuear a 15/ e 5 0/Q
Canalaasuuar a '20/.
Santosnsaucar a 140 rs.
la-regando na Parabyba ou Rio Grande do
Norte para :
Eatadoa-Unidosassncar a 17/6
Liverp'ulalgodS; s 5/16. ,
Vapores despachados
Vap. ing. La Plata, para :
Moott-vid : 100 sace >s com coeos fruefa).
Carreg. J. Lopes de Barros.
Vap aost. aZicby, para :
Holl: 23 810 sacc a com cancos de algodo.
Carreg. Julio Puerstemberg.
Vap. fr. Ville de Pernambucc, para :
Lisooa : 300 saccas com algodao.
Hvre : 6.109 couros verdes, 10.000 pontas de
boi r 2 saceos com borracha.
Carreg. diversos.
Pauta da Alfandega
SWiAlfA DB 9 1 14 OB ABRIL B*J 1888
(Vide o O'ariojde 8 de Abril
\avios ti carga
Barca sueca Mentor, para Bltico.
Barca inglesa Charles Cox. para Estados-Unidos.
Marca noruegnense Tordewkjoli, pafa Bltico.
Mngne aliemao J. O. Fuhte, para Santos.
Itn ...ue nacional Pratere, Para o Porto.
Lear ingles Adamantine, para Canal.
Lg r h-.Mandes ti. H. Leemhui, para Ri> Oran-
de do Sol.
Pataeh) portugus Victoria, para Lisboa.
I'attu-b) noruegnense Fer'*, para Estador-Uoidos.
Patacho aueco Almina, para Pelo'as.
ilav os a descarga
Barca norueguens Honor, car vio.
Barca uoruega Fortuna, cari.
Barca uorueguense &jire, madeira.
Barca norneguense Un on, carvio.
Barca dinamarqueaa Arma Carpes, varios gene-
ro.
Barca inglesa Ethel, nacalbao.
Barca nacional Marianninha, zarque.
Brigue italiano Immacul'ta, varios gneros,
trigue uorueguense Leetdl, carv&o.
E-i-una nacu nal Carolina, xarque.
Lugar Ingles Martha Percival, carvio.
Lugar americano Le* Erknutn, varios gneros.
Patacho nacional Rival. Zarqu-'.
Patacho portugus Fanny, vinbo.
I m por t:t fo
Patacho nacional i Pelotense, o entrado
de Pi-lotas em 12 do correte e consig-
n .do a B-ltar, Oiiveira & C, manifes
tou :
Xarque 182 895 kilos ordem.
Vapor nacional Ri GiMdc do Sul e es.-ala ovo 13 do cr-
lenla e ciisiguu io a Pereira Carneiro
& C manifestou :
Barra vaz<>8 250 ordem.
B tt r 1 caixa a Jos Joaquu lves
& C.
Biscoutos 6 engradados a Maia & Re-
zende.
Charutos 2 caixS'S a Joaquim Lopes de
Barros.
Calcado 1 csixao a Joto Joaquim de
Almeida.
Cogosc 5 caixaa a Jos Joaquim Alves
A C. j
Colla 5 caixas a Fnocisoo Manoel da
Silva & O.
Feijo 50 saceos a Fraga Rocba & C.
Fazenfas 4 caixas a diversos, 9 a or-
dem.
Licor 5 caixas a Jcs Joaquim Al vea
4 O.
L-vros 6 caixas ordem.
Linguas 10 caixas A. A. Fal :2o.
Panno de algodS 100 fardos orJem.
Pipas vazias 60 orden.
Papel pintado 1 caixo a Me leiros A (J.
Queijos 1 caixa a Juu Joaquim Alves
d C.
Sola 1 rolo a Marceilino Crua.
Wcrmoutli 1 caixa a Jos Joaquim Al-
ves & C.
Vinho 5 pipas a Soares maos, 8 barris a Jos Joaquim Alves
Vinagre 1 pipa e 5 barris aos ruesmos
Xarque 1.906 talas a Maia de Rezende.
195 a Amorirr IrmAos & C, 200 a Baltar,
Oiiveira & C, 200 a Joaquim da Silva
Carnero & C, 80 a ordeno.
O Dr. Sopbrouio Euticbinano da Paz Por
tella, juiz de paz do 2o anno da paro-
cha de Sai.t.11 Amaro de Jaboatao, em
virtude da le, etc., etc.
Faco saber aos que o preseute edital virem ou
a'rlle noticia tiverenj cinhecimento, que sor parte
do Dr Lamino de M->r.:ca Piutieiro ino f-i dir.gida
a peticio do thi or segninte :
lUm. tir. juis de pus de Jaboatio Dr. Lau-
rino de Mbrars Pinheiro, sendo credor de >. Fran-
cisca Landeliua de Moraes, casada aetualmunte
com Jote Theotonio Percirir*Je Carvsiho, da quan-
tia de 978*liOJ, importancia de duas letras ven -
cidas. j, fra "8 jur .s eatipulados, querendo se
conciliar com os supplicados, requer V. S. que
se digne de mandar citr ao supplicado, para a
primeira audieucia deste juiso, pena de revelia e
custas ; e como da supplieada, que j foi moradora
n-ste disiricto, ignrese o lujar certo do sua
aciual lusid ncia, requer o supplicaiite a V. S que
justificada a ausencia da supplieada em lugar in
serte, a mande citar edit:Jmente. Nestes termas
P'-de a V. Si. deterimeulo. E. R. M.
Jaboatio, 8 de Marco de 1888.O advocado,
Argemiro Aroxa.
Estava sellada na fima da lei com urna estam-
pilba de JoO r'8 n gu-arnente inntilisada. N
qual peticio se v O despacho seguiut. :
Como requir ; marco o o a 15 lo crrente para
tenas lugar a conciliacioe justifieaci-'rrqaeridas.
jHboatao, 9 de Mar.o de 1888. 8 pbronio Por-
tella. ,
E uada mais se continha em dita peticii, aqu
fielmente copiada. E se teudo procedido juatifi-
cacio requerida, sendo aqueridas duas uttemu-
i-ii.o que deposeram acerca da existencia, em lu-
gar iocerto, da supplieada U. Francisca Lande
lina de Mi-raes. form os aut -a devid.mente sella-
d s e preparadas, e subindo ellee rcinba con-
elnro proien a seotenca do theor S'goinre :
Provadu, como se acha, pe" d-poiinento das
teatenconhas, que a supplieada D. Francisca Lan-
deliua de Moraes acha-se auseute em lugar in-
Certo, bei por justificada a eua ausenci-., para o
ti., de ser citada editaltnente, conforme foi reque
rldo a i. 2, deveudo o edital que se passar ser pu
bliesdo pela impreusa e afiliado nos lugares do
costume. Cuitas pelo justificante. Jaboatio, 22
de Marco de 1888. Sophronio E. da Paz Por-
tella.
E nada mais se cootinha em dita sentenca cima,
mu bem e fielmente aqu copiada.
E em virtnde da mesma sentenca o escrivio
Sassou o presente eiital de citacio com o prsso de
3 das, pelo qual chamo, cito e M por intimada
a justificada D. Fraocisca Landeliua de Moraes
para que, de conformidade com a peticio e despa-
cho neste transcriptos, compareca na primoira au
diencia deste juiso, deeorrido o referido praso,
afim de fallar aos termos da conciliacio constante
da mesma peticio, pena de rev lia.
E para que chegue ao conbecimento de todos
mande: passar o presente edital, que ser affiado
nes lugares do cestume e publicado pela im-
prensa.
Dado e passado, n'esta paroebia de Santo Amaro
de Jaboatio, aos 12 dias do mes de Abril de 1888.
Eu, Benedicto Andr Xavier, escrivio de paz, o
escrevi.
Sophronio Eutichinio.no da Pos Portella.
DtLARACOES
Companli a de Fiaffn e Tecidos
de Fernambuco
Recebe propostas para fornecimento de :
Pedrs bruta ou de lastro de navios, entregue a
bordo dos mismos navios ou postas na Torre,
(por tonelada.)
500.000 tijollos de alvenaria grossa.
15.000 alqueires de cal preta.
Areia grossa, por candis.
Devem ser entregues, at o dia 15 do corren'e,
as propostas e as amostras dos ti] los 4 ra do
Commercio n. 5,1 andar, ou ra do Bom Jess
n. 54, armaztm.
Recife, 3 de Abril de 1888.
Antonio Machado Gomes da Silva,
Gerente.
dUal n. 34
(3 praga)
Por esta inspectora se f*s publico que j 11
horas di dia 16 do corrente a z, serio vendidos
em prafa, porta dcsta reparticao, as seguiutes
mercadorias :
Annazem n. 7
Tres fardos da mirca JF, us. 1 a 3, viudos de
Liverpool no vapor ingles Thiles, entrad no raen
de Marco do corrente an io, contendo saceos de
canhamafo, pesando liquido 1,01 i kilogramrcos,
abandonados aos diris- s por Julio Fuers'CDbsrg
dem, dem, sete fard .s da marca JF, ns 1 a 4,
400. 300 e
Mariner, entrado no me de Marco do corrente
anno, conVndn saceos de ca ibamaco, pesaud i li-
quido 2,310 k .graintn >s, abandonados aos direi-
tos por Julio Fueratenberg.
3.* seecio da Alfandega d- PernambuCJ, 13 de
Abril de 1888
O ebefe,
Domingos -loaquim da Fonseca.
M Garlos te
Sarao en 21 de Abril de 1888
Os senhorea socios podem procurar os seus in-
gresaos na sede do clnb, a contar do dia 14 do
corrente, das 7 s 8 lt2 horas da noite, em mi
do Sr. thesoureiro.
Secretoria do Club Carlos Gomes, em 13 de
Abril de 1888.O 1- secretario,
Pompeo C. Casansva
Fabrica de Findo e Tecidos de
Pernambuco
Sio convidados os Srs. accionistas a reuuirem-
se em assembla extraordinaria no dia 16 do cor-
rente, urna hora da tarde, no sali do predio da
Asaociscio Comaiercial Beneficente, pira discuti-
rem e approvarenl os novos estatutos, o que dei-
x iu de ter lugar na sessio de 12 do mes prximo
passado, pela falta de numero dos Srs accionistas
exigido no 4 do art. 15 da lei n. 3150 de 4 de
Novembro de 1888.
Recife, 11 de Abril de 1888.
Manoel Joao de Amorim,
Presidente d'aseembla geral.
Jos Eustaquio Ferreira Jacobina.
Io secretario.
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector, faco pu-
blico que no dia 14 do corrente ir a praca peran-
te junta espacial d-itu Thesouro o fornecimento
do fardamento manufacturado da guarda cvica,
constante das pecas seguiutes .- 120 sobrecasacas
d panno azul, 120 calcas do mesmo panno e 120
capotes de panno alvadio igual uo que actualmente
usa a mesma guarda.
Outrosiin; os concurrentes dev rao fazer as suaa
propos'.as que s-iio eutregues aquella junta, acom-
panhadas das amostras que deveio cooter 0,20"
de largura e abranger a da fazenda, e bem assim
apresentar um exemplar da peeja manufacturada
para amostra da mi de obra.
Os meemos concurrentes deveri) se habilitar
perante a junta da faz nda do dia 12.
Secretaria do Thesouro Provincial, 7 de Abril
de 1888.
O ofitcial,
Ly^dolpho Campello.
IRMaNDADE
DB
,1 S Mi dos Homsiis, erecta na
igreja da Madre de Deas
A uu-sa regedora deata irmsndado faz constar
que em seseio de 11 do corrente mez, deliberou,
301, viudos de Liverpool no vapor ingle por motiv s contrarios a seus bous desejos, deixar
de celebrar no corrente anno oa exercicios da de-
voyio do mez de Maio Outrosim, scientifica 833
seos irruios devotos,que 6eam .-ir. efiVito as cartas
j distribuidas para tal in, agradecendo aos
mesmos o bora ae lhrn--iit. em aceitar as mesmas.
Reeife, 11 de Atril de 1888
Antfnio Pereira Lopes
Tbesoureira.
Sania' casa de misericordia do
Kecife
Na secretaria da santa casa da misericordia d.
Recife. arreo h se p r espac de um tres ano e
n cas .- D. 8 Passugi'-m da Magdal-oa.
S. R J.
Vttdedade K.-c-reuJi%a *nreaiade
luauguracio do retrato d coos.'cio dietineo Dr.
Vicente Ferrere sarao bimestral em 15
do Abril
8cintifieo os senhores socoj e Cmvidalos que
por o-casiiij d.4 iii-.uguraco do retrato, haveri
urna se sio magna.
P.-evine-se que nao sio admiseiveis sggregados.
C invites e ingresos na. secretaria desta socic-
dade. '
Secretaria da sociedade Recreativa Juventude
8 de Abril de 1888.
O 1- secretario,
Manoel Joaquim Baprista.
\bandono de cadeira
Constando que o professor Antonii de xlleluia
Patricio, i'jiii- ae verifica da inf.nn.ca> do
referido delegado litteraiio de data da 22 do cor-
rente, deixou o exercicio desuas tuneco-s, nio as
teudo reassomido dep.is da susp n-ao que sottreu
em virtude de lentcnca disciplinar, de ordem do
Or. inspector geral, chamado pelo presente o
mesmo professor para, no prazi de 15 dias, res
ponder sobre esse facto, sob pena de ser processa-
do revelia
Secretaria da Iustraecio Faoliea de Peruam-
buco, il de Marco de 1888.
O secretario,
Pergentino S. de Araujo Gal vio
MpertacA
BMOITB. 12 OB ABEIL DB 1888
Para o extertor
Na barca norneguense Mentor, carregou :
Para Liverpool, i. ti B^xwell 200 caceas com
15 763 kilos deaigodi.
__ No patacho norneguense Ferm, cerregaram :
Para New-York, J. 8. Loyo 4 F.lho 2,000
saceos com 150,000 kilos ae assuear mascavado ;
F. Cascio k Fiiho 457 saceos com 34,275 kilos de
assuear mascavado
No lugar ingles Ad mantine, carregou :
Para o Canal, J. Borges 300 saceos com 22,500
kilos de assncar mascavado.
No vapur francs Vxlle de Pernambuco, car-
recraram .
Kara o Hevre, H. Nu-scb & C l;0f>9 cauros
salgados com 2.223 kilos ; A. Labille 2 sacos
com 132 kilos de borracha
Para Pars, J. L. de Barros 1,400 passaros
eeecos.
Para Lisboa, F. de Moraes 1 barril com 90
litros de agurdente.
No patacho portugus Victoria, carrega
Para o Porto, 8. Brito Amorim & C. 102 saccas
com 7,586 1,3 kilos de algodao ; C. J. Qoucaives
1 caixa com 50 kilos dj doce, 1 barrica com 45
ditos de cat e 1 barril com 40 litios de aguar-
No vapor inglez La Plata, carregou :
Para Bueuos-Ayres, J. L. de Barros 10,000 co-
cos, frocta.
fara 0 interior
No vapor francs Ville de Maranhao, car-
regou :
Para Santos, M. J. Ramos e Silva 25 pipas
com 12,t00 litros de agurdente.
No vapor ingles Estrella, carregaram :
Para P iotas, J. M. Das 500 b .rricas eom
531-65 kilos de assuear braneo.
Para o R'0 Orande do Sul, J. Borges 400 volu-
mes com 34 814 kilos de assncar braneo.
Para Port>-Alegre, P. Carneiro & C. 1,380 vo-
iuu.es com 113.125 kilos de assuear braneoe 1,050
ditos otm 86,400 ditos de dito.
__ No hiate nacional Aprfy, carregou :
I-ara o Natal, A. da Suva Campos 8 barricas
com 48J kilos de assuear refinado.
__ No hiate nacional D. Julia, carregaram :
Para Aracaty, P. Pinto & C. 10 barris com 960
tros de mel.
_ No biate nacional Correto Parahybano, car-
regaram :
ParB Parahyba, Lopes & Braga 60 caixas com
Segunda se.ccao da Alfandega, 13 de Abril
de 1888.
O thesoureiroFlorencio Dominoues.
O chefe da sceloCicero B. de Mello.
Berekedorla geral
io da 3 a 12 15:763*019
liki. Ja 13 3666l0
16:1*9*619
Reeebedorlsi provincial
l>o dia 2 a 12 6:306*729
Ido-m de 13 920*962
Kerilr Oratnsttfe
e dia 2 a 12 6:560*300
Ideo s 13 385*899
7:227/691
6:916*199
480 litros de gennbra.
Istnhri
Pelo vap. ing.
Rio de Janeiro
EXPEDIDO
.La Plata., para :
140.000*100
'Hcnrtmenloa pblicos
CHE DB ABBIT.
A'.fmidtqa
Mercado Municipal de 9 Jos
uiovimento deste Mercado oo da 12 de Abril
foi o segninte:
>;ntraram :
31 bois pesando 4,379 kilos, sendo de Oiivei-
ra Castro & C, 27 1|2 de 1, e 4 de par-
t colares.
561 kilos de peixe a 20 rea 11*220
27 cargas de farinba a 200 t;.., 5*400
30 ditas de frucas diversas a
30<- rs. 9000
12 taboleiros a 200 ris 2*400
12 Sumos a 200 ris 2*100
17 Matutos com legumes a 200
res .3* 4 '0
Foram oceupados :
25 1|2 columnas a 600 ris 131300
1 Escriptorio 3u0
19 compaxtimeutos de fanuba a
500 ris. 9*500
22 ditos de comida a 500 ris 11 000
92 ditos de legumea a 400 ris 36s8uO
17 ditos de sainos a 7( 0 ris 11*900
10 ditos de fressuras a 600 ria 6*000
10 talhos a 2* 20*000
1 ditos a 1* 1*000
A Oiiveira Castro & C.;
54 talhos a 1* 54*ux
Prazo de 30 d;as
De ordem do D.. inspector geral da Iustruccio
Publica, fco saher aos piofessore publico; Jos
Theodoro Cordeiro de Barros e Jos Belisario Ma-
ri .ho Fa'cio, este da cadeira de Cimbres e aquelle
d do Brejo, que ten Jo-Ibes sido concedida em 4 dj
crrente mez, pelo Exm. Sr. presidente da pro-
veca, permjtarem as respectivas cadeiras, foi-
Ib s marcado o prazo de 30 dias para assumirem O
ejercicio das novas cadeiras.
Secretaria da Instruecio Publica, 4 de Abril de
1888.
O secretario,
Pergentino Sraivi de Araujo Galvio.
Prazo de oito dias
Pela inspeetaria da alfandega, e de ordem da
Illm. Sr. iuspotor ds, Tnes-uraria de Fazenda,
em officio n. 42 de '2 de Marco nudo, se faz pu-
blico qne as 11 horas do dia-20 do correte mes,
serio vendidas em nr -ca portt desta repartigio,
as segnintes merendonas, appreheodidas por di-
versas autoridades, e que se achato depositadas
no paol da Imberibeira.
Um barril da marca VFC, < ic perfeito estado,
oonteodo 10 kilogrammos de plvora.
Um dito da watc-a -'ia ranie c Tiiuconlr. iaciu,
idem, idem.
Um dito da marca FFC, contendo 12 kilogram-
i 03 de polvera em perfeito estado.
Um dito ds marca PF Leio, idem idem idem.
Um dito Leio, idem idem idem.
Um dito, idem idem, contendo 11 kilograinaws.
Dous dit >s sem marca, a variad s.
Vinte e tres pjivarinhos, idem idem.
Cento e um ditos com plvora, pesando 33 ki-
iogrammos e 9 ditos de obras de folba, pintadas.
3." seecio da alfaudegs de Pernamunco, 11 de
Abril de 1888 O chefe.
Domingos Joaquim da Fon.-eca.
ai^aiiiaiMaBMaMMaBi>MiBBBMiBaiBB^ '
Europa....... Ville de Maranhao
Sal........... Pernambuco......
Sal.......... Congo............
Norte......... Maranhao........
Sal.......... Para.............
Norte......... Adianca.........
Sal........... Finance...........
Europa....... Ta u............
Sal........... Neva............
Liverpool..... Author...........
amaabi
16
19
23
26
26
27
28
29
29
Vaporea sahir
HEZ BB ABBIL
Tamar............boje s 2 h.
Jaeuhype.........boje s 12 b.
Espirito Santo..... 15 s 6 b.
Ville de Maranhao.. 16 s 4 h.
Pernambuco....... 17 s 5 h.
Congo............. 19 s 3 h.
Maranhao......... 24 s 5 b.
Pord............. 27 s 5 h.
AlUnca........... 27 s 10b.
Norie....... Finance......... 28 s 18 b.
Buenos Jyres Tagus............ 28 s 2 b.
Southamptou. evo............. 29 1 b.
S utbampton.
Fernando.. ..
Sul.........
Buenos Ayies
Norte.......
Bordeaux ...
Sul.........
Norte......
Santos e esc
199*60
2:145*220
2:314*840
So: aerai
(lo dia 2 a 12
Ideas e 13
Keuda (.rovinoial
... 2 a 12
Idtsm de 13
414:307*072
43.A 9*614
457:5161686
51434*625
4 #61>958
55:4951883
Somm-. total
513:012/569
Kendiuiuiuj des dias 1 11 do cor-
rente
i ->: ari'tcadado liquido at noje
t re^os do dia :
ide de 320 a 40j ria u kilo.
Qaroeiro de 720 a 800 ris idem.
ino tie 500 a 640 ris idsui.
*rtuha de 240 a 320 re a cui..
4itlrio de 240 a 320 ris id ni
iwde 560 a 800 i^s :.i ..
Matado uro publico
Porau. ^Xt.uoSo .ia.'adouro a Cabanga 83
r tes para o consumo du dia do boje.
Sendo: 63 roses perUrocent.es a Oiiveira Castri
C, e3fl a Jivers.r.
Vaporea eutrar
MIS D8 ABRIL
Liverpool..... Edic'or........... boje
Sal......... Tamar............. uoje
Norte......... Etpirito Santo.....amanhi
Hamburgo .. Uruguay..........amanhi
a*
\a io* entrar
Aarorita......... i de Janeiro.
Abel............. Cardiff.
Bro.............. Rio Grande do Sul.
Bridesmaid........ Swaosea.
Baa............. Cardiff.
Cbristian ^crver .. Rio de Janeiro.
(i. C. Stanford..... New-York.
Henrik Verg lad.. Rio Grande do Sal.
H- rm-d .......... Rio Grande do Sal.
Helena........... Hamburgo.
Henriqae.......... Rio Grande do Sul.
or.............. Rio de Janeiro.
Perseveran!........ Liverpool
Pietre............ Rio grande do Sal.
novlincui do porto
Navio entrado no dia 13 de Abril
Pelotas e escala 16 dias, vapor braaileiro
s Arlindo t, de 631 toneladas, equipa-
gem 32, commandaot Jos Francisco
de Oiiveira, carga tams gneros ] a
Pereira Carneiro A C.
Santos 30 dias, escuna uoruegrjflaSO
Shaduoi de 199 toneladas, equipa-
geni 8, oapitao A. Aeka, em lastro; a
II Lundgrio & C.
Southampton e escala15 dias, vap.ir ia-
lez c La Plata do 2079 toneladas,
equipagem 105, cooamandaata A. H.
Dyk-, c*rga varios gneros; a Amo-
rim Irm&oa & C.
Baltimore 34 lias, lugar americano Le-
wis Erhinan de 36 t nel.das, equi-
pag-m 8, capitio W. T Collison, carga
Vaos gen roa; a Henry FarsterA "
Pelotas 34 das, es-iuna brasileira Ca-
rolina s, de 144 toneladas, equipagem
6, cspiti J'-cob Andersen, cari?a xar-
que; Aoiorirn Irruios & C-
Navio sahido no mesmo dia
Buenos-Ayres e escala Vapor ingle L*
Plata com mandante A. H. Dyke,
carga vario generoa.


l*

-
\
*

~


Diario de PeroambncoSabbado 14 de Abril de 1888
*
i
PeraaaMe**' *-e
tkrll ele
Pela secretaria do Gyanaso Paroambucano, e
d. 3e- do Revm. S-T Dr. regedor, se declara
abasta. ioscripv*o da matricula par. a aula de
escriptun.cao mercantil, estabelec.da pelo raga,
laaento da 18 de Janeiro do eorreote anuo, a qual
te acha fooecioasndo da 6 4 7 horas da noite,
noe termos do moamo reguiameuw.
O secretario,
Celso Tertuliano Fernaudes Quiotella.
Prazo deSOdias
De ordena de Dr. uapcetor geral da Iualruccio
Publia, faco saber aoi profeaaorea pablicoa 8e
bastiio Tavarea do Oliveira Brsndfto e Antonio
Nobre de Almeida Castro, este nomcado adjunto
da 4* cadelra de 4. Jos deaU cidade e aquello re-
movido de Floresta para a cadeira'de Gamelleira,
que toi-lhes marcado o praio de 30 das para as-
sumirem o exereicio das nov ia caderas.
Secretaria da Iastrueeao Pablica, 12 de Abr.l
de 1888.
O secretario,
l'trgentino Saraiva de Araujo Galoo.
De ordem do Illm Sr. Dr. inspector, faco
publico que no da 9 de Maio prximo vmdouro
ir4 4 pracii. de accordo com as bases approvadas
pelo Em. gr. vice presidente da provincia em 4
do correle o pedagio das barreiras abaixo deca
radas ; sendo a arroma'acSo relativa ao espaca
correr do 1 de Julho prximo lUturo ao ultimo de
Desembro de 1891.
Outresim, os precos infra to correspondentes a
uta anno, e os concurrentes dt-vem habilitarte na
junto deate thesjuro de 26 deste m t.
Caxang 8:123*000
Giqui 5:828*00:)
Magdalena 4:001*000
Motoeolomb 1:177*000
rBpacur 1:601*010
Ponto dos Carvalhos 529*000
Morenos 1:641*000
S. JoSo 1:801*000
Tacaruna !*7J*
Jaboatao 2:992*000
Una ou Palmares 2:0t"*
Timb (estrada do norte) ^'"JJ0
Engenbo Ceusseiro (estrada do Bonito) 1:000*00J
Secretaria do Thesouro Provincial de Peroatn
buco, 9 de Abril de 1888.
L. Campello.
PRADO PERNAMBUCANO
Fro^raxxima da 12 a corrida
QUE SE EFFECTUARA' NO
Domingo, 15 de Abril de 1888
As 41 horas da oanh em ponto
re.npaai.la Braillelra sic Wave-
gaeia Tinr
x*ORTOS DO SL
Vapor Espirito-Santo
Commandante o Io tenente Cario* An-
tonio Oomei
E' esperado dos portos do nor-
te ate o da 15 de Abril e de-
rpoia da demora indispensavel,
.seguir para os portea do sul.
SlaTa
:
Xa.
\mfi
Idadesj
Pellos)
Naturalida-
des)
Pesos
Cor da veatlmeala
Proprletarloa
I uareo -Teaento coronel *s de Oliveira Caatro.-800 metros. Potrancas da provincia, de 2 anuos. Premios : 150*000 ao primei
p meiro e 80* ao segundo
De ordem do lllm. Sr. Dr. inspector, taco pu
blico que no dia 21 do correte ir a praca perao-
te o conseiho de c mpras do corpo de polica, o
fornecimeoto do fardameoto manufacturado para
o mesmo eorp>,-constante das p- c s segointeg :
350 bonets de oleado com ventiladores ; 2650 blu-
sas de brim pardo ; 2550 pares de botinas ; 34
bandas de la para inferiores; 954 bornees de
brim ; 1700 calcas de brim prdo ; 1700 calcas
de brim branco ; 850 calvas de panno atol ; 933
Capotes com capus ; 8j0 praTataS de sola de lus
tre ; 850 mantas de la e 850 sobrecisecas de pan-
no azul.
Outrosim, os concurrentes deverao faser as suas
prcpistat que serilo entregues quelle conseibo,
acompanbadas das amostras que deverao conter
0,20" de largura e abranger o da fatenda e bem
assim apresentarem rxcmplar da peca manufactu-
rada para amostra de mo de obra.
Os mesmos ci neurrentes deverSo se habilitar
perante a juuta da fasenda do dia 12.
Secretaria do Tbes >uro Jrovincial de Pernam-
buco, 7 de. Abril de 1888.
O oficial,
Lyndoloho Cimp-llf.
THEATRO
1, i4 do corrente
Recita ero benefi io das victimas do
Theatro Baquet
Depois da cuver'nra sei exhibido o drama tri-
gina! portugus de Antonio MendeS Leal
8 V 1 PARTE
A fula e a Caridade, brilbanta poesa de Tbo-
mst Kibeiro, recitada pela dUtincta atrir.
Helena Balsemao
Abel e Caim
Baronesa d'Almorol Helena B-lcimao.
D. Julia de Noronha D Honorina.
Onselbeiro Noronha Manhcnca.
Francisco de Mello Eduardo Rodrigues.
Joao de Mello Tbeobaido 8.
Jos Evaristo, agiota Lyra.
Marcellino Pestoa J. Gcnoalves.
Miguel Antones Fer.eira.
Bento, criado gallego Mello.
Dr. M&noel da Conba Tbcmas Espiuca.
Segne-se pela distinga actris p rtuguesa a SRA.
HELENA BALSEMAu, a sublime poesa do SR.
THOMAZ BIBEIRO
2. PARTE
Festa e Caridade
Segue-se depois a chistosa poesa do SR. JOAO
(iONCALVES, e por elle recitada
3 PARTE
Finda-se o espectculo com a espirituosa co-
media em 1 acto
A MACACA
Principiar s 81/2 horas.
Ha ver trem para Apipacus e Olioda, e bonds
paxa todas as liabas.
Os amadores e artistas encarrgados de promover
este espectculo, reservara se para mais tarde tornar
publica a ana gratido para com os cavalbeiros que
espontneamente lm preado ossus valiosos au-
xilios.
Ao Exm. Sr. vice-presidente da provincia, desde
j agradecem a ex tre na delicadeza com que ceden
em favor das victimas, o honuraro indispensavel
d'aquelle tbeatro.
THEATRO
QUARTAFEIRA 18 DO CORRENTE
Beneficio dos arlist s
Teixeira c Coimbra
Primeira representscao do importante drama em
5 actos, original portugus
OS

1.a acto A miseria
2.' dito A Lonca
3. dito 0 chefe di s salteadores
4. dito 0 reconbecimento
5. dito 0 perd&o
Tomam parte os artistas ; DO. Rosa Manbonca,
Herminia Coimbra, Guilhermina Neves, A. Peres,
Coimbra, Pacheco M., A. Livramento, Waifrido M.
e os BENEFICIADOR.
Finalsa com a espirituossima comeda em 1
acto
Urna noib perdida
08 BENEFICIADOS esperam dos seus amigos
e patricijs urna prova de estima, concorrendo cen
o seu valioso apoo sua festa artstica.
A'a 8 l\2 horas.
Transferearla
Em virtude de terem adoecido a actris Herminia
Coimbra e o actor Jos Coimbra, o espectculo em
beneficio dos actores Teixeira e Coimbra fica
transferido para quarta-feira, 18 do crente.
Olga........
Mariposa.....
Violeta......
Castanho.
Peruambuco.
SO kils.
SO
60 <
Branco .........
Encarnado e ouro.
Asul e branco....
J. P. S. 8.
Uon .ra F. da Lus.
M. P. A.
PareoCossaolaeAo800 metrosAnimaee da provincia que anda nio tenham ganho. Premios: 150* ao 1, 40* as 2. a o 3. livra a entrada
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
H
)-'
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
Bom Jardiin...
Pyrilampo.....
Rato..-.......
VIssepa.......
Alcbime......
Ingaseira ....
Hebreu.......
Beija-Flor 2 .
Talifer.......
Colibr........
Edio..........
Tupinamb 2.
Macaco......
Very-Well....
Adamastor ....
Blgaro.......
Judeu ........
Rio Preto.....
Treme-terra ...
Sudan.......4
Postilln......
Furo.......
Vampa.......
1
i
7
S
I
ti
i
i
i
5
i
6
3
l)
5
7
i
i
4
7
5
4
Uliui,
Rodado...
Bio.....
Castanho.
Russo ...
Balo..
Ruoso.
Pernamb :co.
Preto ____
Cstanho.
ALss.. .
Ridado ..
Castanho.
Rodado..
Castanho.
Russo.. .
Preto____
"asta oh.>.
Rusilbo 1
Ruso ...
Cnatauti.i.
Baio.....
54 kils.
54
56
56 <
56
56
56
64
54
64
66
64
66
52
56
56
56
51
54
54
66 <
56
54 .
Verde e amarello.....
Encarnado e ouro.....
Branco ..............
Encarnado e branco ...
3ranco c violeta......
Violeta e ouro........
Asul e bcaoco .......
atarron e crema.......
Branco e asul.......
Preto e encarnadj ....
Branco e asul.........
Lyrio e branco.......
Encarnado e ouro.....
Encarnado e preto.....
Branco...............
Encarnado...........
Marrn e creme.......
Encarnado...... ....
Preto e enearnado.....
Amarello.............
Asule branco........
Branco e grenat......
E. A. B. O.
C.F.
J. 8. C. C.
tf. J.
J. H. S. Raogel.
Augusto Ooutinho.
Alfredo Osorio de Cerqueira.
R.M.
K. Damiao C. Pessoa.
Francisco Limos de Freitas.
Jos Cavaluante.
Antonio Becerra.
JoSo Jos do Reg Barros.
A. e P.
Andrade Lima,
'arvalbo Rocha.
L. 8. x
A. F. Pessoa Querr.
A. Bastos.
M. A. B.
Bernardo Damio C. Pessoa.
Ase vedo e Pin: o.
3. Pareolaimar&o
1000 metrosAnimaes da provincia que ainda nao t3nham ganho nasta distancia. Premios : 200* ao Io, 50* as 2.
e o 3 livra a entrada
LEpicier..... 6 annos.
0
Zephiro...... 4 c
5
Baio...
Russo..
A asao.
Baio...
Pernambuco
56 kils.
56
54
56
Azul e encarnado ...
Brinco e asul.......
Eucarnado e branco-
Azul c branco......
Mano 1 Bastos
A. 8.
J. P. C.
J. Cavalcante.
Filho.
4 PareoCap I a o Joo I. da Bocha 850 metrosAniones aaciuuaes di meuos de mao sangue. Premios : 250* ao 1- c 60* ao 2'
Satn.........
Fgaro........
fi-leteasd (ex
Astciroida. .
4 annos.
5 <
Preto.........
Chita.........
Castanho.
Paran..........
Rio Grande do Sul
54 kils.
66 <
52 .
Preto, encarnado e ouro.....iSousa Res.
Encarnado e ouro..........ICoudelaria Allanca.
Grenat...................'J. M.
5. Pareo-Dr. Souxa Helst- 1100 metros.Animaos da provincia. Premios : 200* ao ir, 50* ao 2- e o 3 livra a entrada
Pampeiro
Ventana
Falsea.....
Pery.......
Cocila.....
Nuruega ...
Hespaohol.
...a
anaoa
Baio.
Pernambuco.
52
Poveiro... . 51
Biio...... o4
Cistauho . 64
M
X M
52 kils.
Encarnado e preto..........
Preto, encarnado e ouro .. .
Asul, branco e rosa...,......
Encarnado e ouro...........
Grenat e ouro.............
. .. .
Azul...................
J. S. O. C.
Sousa Res.
Alvaro Ferras.
Vfanoel Jos Marlins.
4. O. C. A.
Vicente de Salles Meneses.
J.A. W.
t.' ParesClaudio Dnbeo-350 metros.Animaes da provincia. Premios : 200* ao L e 50* ao 2. e o 3 livra a entrada
Tangible.....
TuP7.........
Oialisca.....
Qjixba......
Tempestado....
Hespaohol ....
Cistaoho.
Baii.....
Fovero ..
ttodado ..
Castanho.
Pernambuco.
5S kils.
5t
50
64
66
66
Eucarnado e branco...
Branco, encarnado e (tu!.
Enearnado e ouro.......
Branco e asul.........
Encarnado e branco... .
Asul..................
Jos-Francisco da Silva.
F. O Resende.
M. M.
A. Jacques.
J. Cavalcante.
J. A. W.
(*) Monta Jo por amador.
OBSERVAQOES
PROJEGTO DE INSCRIPCAO
Para a 13.a corrida que se effectuara
Domingii, 22 de Abr1
1. pareoDr Beltrao1,100 metros. Egnas da provincia. Premios 1500000
ao primeiro, 30)5000 ao segando e o terceiro livra r entrada.
2. pareoConaolac&n800 metros. Animas da provincia que ainda nao to-
nbam ganho. Premios : 2000000 ao primeiro, 400000 ao aeguodo e o terceiro livra a
entrada.
3. pareoPeres Campello1.609 metros. Animaes do paiz at meio san-
gue. Premios: 4000000 ao primeiro, 800000 ao segundo e o terjeiro livra a
entrada.
4." pareoDr. Souza R^is1.100 metioB. Animaes da provincia. Premios
2500000 ao primeiro, 500000 ao segundo e o terceiro livra a ntrala.
5. pareo Experiencia850 metros. Animaes 'da provincia que ainda nio
tenbam ganbo. Premies : 20O6OOO ao primeiro, 40^000 ao segundo e o terceiro
livra a entrada.
OBSEftVACAO
Nenbom pareo se realizar sem que -eorram pele meaos trez animaes de pro-
prietarios diferentes.
A inscripcio encerrar-seba no Prado no dia 17 do corrente, s 7 horas da
tarde.
As entradas sao de 10 % eobre o valor dos premios.
Recife, 12 do Abril de 1888.
O GERENTE,
Marcelino Rodrigue da Cosa Jnior.
Pede-se aos Srs. proprietarios dos animaes inscriptos no primeiro pareo o especial favor de lel-os no ensi-
(bamento s 10 horas da manha no dia da corrida.
Os bilhetes acham-se venda nos lagares do coslume, at a vespera da corrida, e no dia da corrida em mo
dos conductores dos bonds e no Prado
Os Srs. proprietarios dos cavallos inscriptos podem procurar os seus carloes Jo ingiesso e de seas criados e
jokeys, no Prado, at s t> horas da tarde do dia 14.
S sero recebidos os forfaits at o dia 13 s 6 horas da tarde.
Recife, 10 de Abril de 1888.
O GERENTE,
Marcolino Rodrigues da Costa Jnior,
0 paquete Finalice
E' esperado dos portos de sul
at o dia 27 de Abril depois
da demora necesaaris seguir
i para
laraoho, Para, Barbados, S
Thomaz e .i'ew-1'ork
Para carga, passagens.e ic naiendas idinheir
a frete, tracta-se com os
AQENTE8
llenrv frrstor k C.
i 8 RI)> DO COMMERCIO -N. 8
1 anda
tonptD!. raniMiiti^t
DE
avecaco Cesteira por Vapor
Fernando de Noronha
\) vajor Jaguaribe
Commandante Monteiro
Segu no dia 14 da
Abril pelas 12 ho-
ras da manha.
Recebe carga at o
_13.
Passag jS at as 10 oras da manha do dia da
sabida.
ESCRiPlORIO
i ae da eompanhla Peraaabiz
eana n. 1
MARITH&
Aracalv
Segu com brevidade para o p 11 cima o hiate
D. Julia, recen carga ; a tratar oa roa da
Madre de Deus n. 8, ou no caes do L.yo, a bardo,
com o mestre.
Porto e l isboa
Para os portos cima, argir brevmen'e a
barca pirtoguesa Ceru ; para o re-to da carga,
tratase com os consignatarios Jos da Silva Loyo
iFibo.
PaM o Porto
Patf cho portugus Victoria e brgue brssileiro
Pratere*. recebt m carga a frete directamente ao
Porto : a tratar com Amurim IrmS >s A C.
Louetl Sutes & Brasil MS.& C
0 njor Allianca
spera-se de i car! -News.
at o dia 26 e Abril o qua
seguir ispo's d- demora ne
888 f" PHIH
Baha, Hlo de faaelro e Sanios
r*ara carga, passagens, o encommendas tracta-
se cornos
cop*\mt PGnN*a8i:c.t.t
OB
.%avesaeio Cotelraior Vapor
VIAGEM EXTRAORDINARIA
Penetlo
0 vapor Mandahu
Commandante .Ibnquerque
Segu no dia 16 de
Abril s 5 horas da
tarde.
Recebe carga at o
_ldia 16.
Encooimendas, passagens e dinbeiros frf te at
U 12 horas da nvnhi do dia 16.
ESCRIPTORIO
Ao Cauda Companhia Purnambueana
n. 12
Receoe tamoem carga para Santos, Santa Ca-
thanna, Pelotas, Porto Alegre e Rio Grande d >
Sul, frete mdico.
As enneommendas s serio recebidas na sgeo
at 1 hora da tarde do dia da sahna.
Para carga, paasageas, encommendas e valo-
res, tratase na agencia
PRAQA DO CORPO SANTN. 9
PORTOS DO NORTE
O yapor Pernambuco
Commandante o caprino de fragata Pedio
Hyvpolo Duarte
E esperado dos portos do sul at
O dia 16 da Abril, e seguir
depois da demora indispensavebJ
para os portos do aorta at Ma-
ndos.
As encommendas sao recebidas na agencia at
1 hora da tarde do dia da sahida.
Para carga, passagens encommendas e valores
tracta-se na agencia
PRAgA DO CORPO SANTO N 9
R0Y4L MIL STEAH PACKET
COMPANY
0 paquete Tamar
esperado do
sul at odia 14 do
corrente e seguir
idepois da demora
necessaria pars
9. Vicente, Lisboa, "VIgo e Son
thampton
ReduccSo de passagens
Ida Ida e voo
A Sontbampton 1> classe 28 42
A' Lisboa 1* classe 20 30
Camarotes reservados para os passageiros de
Pernambnco.
Para passagens, fretes, etc., tracta-se -'" os
AGENTES f
Amorim Irmos &C.
S. 3- RA DO BOM JESS N. 3
COHPANH1E DBS HBiS.lhE
RES haritihes
LINHA MENSAL
0 paquete Congo
Commandante Lecointre
E' esperado dos portos do sul
no da 19 do corrente, seguinde
depois da demora do costume,
para Bordeaux, tocando em
ITakar e Lisboa
Lembra-se aos senhores passageiros de toda
as classes que ha lugares reservadas para esta
agencia, que podem tomar em qualquer tempo.
Faz-se abatimento de 15 % em favor das fa-
milias composta de 4 pessoas ao met>os e que pa-
garem 4 passagens inteiras.
Por ezcepcao os criados de familias que torna-
rem bilhetes de proa, gosam tambem d'este a bati-
mento.
Os vales postaos s se daa at e dia 17 pagos
de contado.
Pai a frete : tracta-se com o
Mefnada felra, do eorreato
No SaIaou da roa do Bario da S. Borja
n. 53.
Asaba*:
Primeiro andar
Sali ds visita
Ussa sala mobilia da jaaaraad, 6 lia daa espa-
laos doorados, 1S laucas e eortiaados, tapete
solas e portas, alasofadas, figmras da snssss,
a gaa com 8 oa 16 bieos, tapetes forro de
quartes.
Um piano torta de Erard. caoriraa para
estante para msica 1 caira de sssea
Qaartae
Tapetes, lavatorios, cantas, guarda
modas, guarda vestidos, diwaos, sfSSBaM ovaas,
atagers, quadros .lustres a gaa, sraassln, aspe-
Ihos, mesas de caiaa, balaios para roupa e qaadroa.
Terraoo a eotreaW
Urna mobilia de janeo, 1 cadeira de
diero a gas, tapetes, arandelas a gas
Segundo andar
Sala do toilet
Urna mobilia i aitscio de chario, mesas
das pequeas, t guarda vestidos coca partas sfa m-
pelhos, commodas, tsilets, lavatorios, slssslsilss,
quadros, 1 lastre a gas, tapetrs e esp ;lbos.
Quartos
Camas, commodas, toilets, gosrda vestidos, cahi-
des, caderas, secretarias, eandieiros, tapetes, 1
santuario, quadros e redamas.
Pavimento temo
Sala de estado
Urna mobilia de carvalho, estantes eavidraea-
das, qaadroa, tinteiros, porta chantes, todo de
carvalho.
Um piano de Hers, 1 estante de jcaranda, 1
estante para msica, 2 duncherques, 1 pndola cosa
2 figuras, vasos e jarros de alabastro, figuras da
bronse e 1 campleta collecio de livros.
Escriptorio
Um cofre prova de fogo, secretaria, 1 estante, 1
mesa para escrever, 1 tinteiro, 2 rwolvers, tapetes
e escarradeiras,
Sala de j.ntar
Dous guarda bacas, 4 aparadores com peoras,
4 ditos de canto, 4 jardineiras, 2 quartinbeiraa, t
quaJro 1 lustre de crystal, 1 mesa elaatica e 24
caderas de guarnicio tudo de madeira pao setss.
Apparelhos de porcellana para ca e jaatar;
copos, clices, garrafas, compoteiras, fracteiras ap-
parelhos dessert, garrafas aom musics, e oatros
muitos objectos de crjstal.
Electro pate
Fructeiras, apparelbo pira cha, salvas, baadei-
jas, galbeteiros, porta grogue, DOrta-biscoita, tia-
teiros, paliteiros, serpootiass, fracteiras, licoreiros,
apparelhos para cha, tacas, colheres, garios, con-
chas, descancos de tacas, porta guardanapos trin-
chuntes, tudo de electrj-plate e chris'i9 r.
Objectcs avulsoa
Mesas elsticas, mesas redoodas, filtros, prensas,
maehinss, escadas de abrir, trem de jardim, bancos
e vasos de jardim, tarramentas, trem de cotiaba
e muitos outros movis.
Urna ai-maco de amarello envidracida e enver-
nisada, 1 bslco, vinhus de diferentes qualidadea,
1 carramanchSo ou viv-'iro para pastaros, 2 figu-
ras grandes com eandieiros a gas.
Un carro novo victoria Mylord com 8 aslas e
2 telina, 2 vaccas tourinas, T cach.rros, 1 carneiro,
t diversos passaros.
Ernesto Amorim, tendo de seguir para a Euro-
pa com sua familia no T.por do dia 12 de Abril,
fas leilopor intervenci do agente Pinto, nos das
13 e 14 do corrente. dos movis, e mais objectos
cima mencionados existentes na casa de sua resi-
dencia ra do Bario de 8. Borja n. 53.
A's 10 horas partir o bond qae dar passageos
gratis aoe concurrentes.
O leilo principiar s 10 1|2 horas em ponto
por serem muitos e difierentes os lotes e continua-
r at s 6 horas da tarde.
Os pretendentes podero obter cathaloges nume-
rados em p.iHpr do mesmo sgente.
Pedido
AOENTE
Angoste Labllle
9 RA DO COMMERCIO-9
CHARIiElRS RELMN
Companhia Pranceza de IVavega-
cao a Vapor
Linha quinaenal entre o Hvre, Lis
boa, Pernambuco, Baha, Rio da Janeiro e
Santos
0 Fapor Ville fle MHMao
Commandante Brant
E' esperado da Europa
at o dia 15 de Abril, se-
gundo depois da indispen
savel demora para a Bav
nia. Rio de Jasaelro
e aasstea.
Roga-se aos Srs. importadores de carga p'lii
vapores desta linha,nueiram apreaentar dentro de 6
das a contar do da descarga das alvareng (jaJ-
quer reclamacao concernente a volumes, que po
Ventoiatenham seguido para os portos do sul.afin
de se poderem dar a tempo as providencias neces-
sarias.
Expirado o referido prase a compaahoa se
responsabilisa por extravos.
rara carga, pai sagena, encommendas e dinhein
a frete : trata -se com o
AGENTE
Augusle Labille
9-RUA DO COMMERCIO -9 -
Para o Para
Com destino ao porto arima segoir brevemente
a barca hrspanh la Virgtm Munterrat ; para a
carga que Ibe Mts) trata-tH a m os consignatarios
Jos da hil v h Loyo ft Filho.
LElLUf
^ Lelliu
De um exi-fllente sobrado sito ra do
B -m JpHirs o. 20, antiga da Croz
Subbado 14 do frrente
A's 11 horaa
O sgeu'e Ousin i o mp-fentemente autorisado,
far Irii do por'ant" e uspacoto sobrado de 3
andares sito ra do Bom Jess n. 20, cujs venda
efivetuada para r-alifacao de urna urgente tran-
saccio, e ser vendido d unitivamente pelo maior
preco, tendo lugar o leiiio no escriptorio do
agente
Na ra do Marques de Olinda n. 19
Agente Britto
De granae surtimento de tasondas, miudesas, 2
ricos apparelhos de porcelana 6o para almoco e
jantar, lanmrnes,.eandieiros para kerosene o gas
carbnico, band jas. bacas, louca., vidros, facas,
c Iheres, jarr c-lonz, egpeihos, copos, 1 cama,
1 toil tt de Jacaranda, 1 mobma de pao carga no-
va, commodas. carteira. marqaesoes, caieiras da
junco, 4 saci'OJJcim roiho-s e muitos outros objec-
tos.
Sabbado 14 do corrente
A's 10 \\2 horaa
toa d ngel n. S
(jraode e variado
Lcilao
De bons movis, finos Crystaes, porcrl
lanas, quadros, j rros, electros, bronzes,
lustres a gaz, b lnar, pianos, prata do Por-
to, 1 carro victoria Mylord com 8 molas,
selins, bancos de jardim, vaccas tourinas,
cachorros e passaros.
O agente de leiles F. I. Pinto precisa fallar
com o Sr. Jos A. Cesar de Vasconcoilos, a qaetn
pede se digne comparecer em seu escriptorio, rus
do Marques de Onda n. 52 ; pede igualmente a
quem conbecer este moco se digne iniurmar a sua
residencia para ser procurado negocio desea in-
teresa.
Agente Britto
' Os srmscij, utensilios e grande sortimsnto de
bons gneros, quasi todos novos, do estabeleci-
meotos de molbados ra das Flores n. 3.
O agente cima, devidamente autorisado, ven-
der im leilio a referida arma cao e gneros, em
um s lote, ou retalhadamente, a vootade dos Srs.
licitantes. Garntese a casa
Segunda feira 11 do corrente
A's 10 e meia boraa
Boa dss Flores n. 3
Agente Brit*o
Da armaclo, utensilios e bons gneros do
e8tabel9cimento de molbados i ra Im-
perial n. 160
O agente cima, competentemente autorisado,
far Irii&o da referida armacao e gneros, em na
j u mais lotes, vootade dos Srs. pretendentes.
Oarassle ae a eaaa
Terca feira 17 do correnta
A's 10 1|2> horas
RUa IMPERIAL N. 160
AVISOS DIVERSOS
Aluea-se o sbbrsdo n. 46 roa da Boda,
com bons commodos e muito fresco ; a tratar na
ra do Cabug n. 16, Iota.
Alaga-se casas a tfaHMJ no beeen dos Coe-
Q-js, junto de S Goncallo : a tratar na nra da
mperatrs n. 7t
Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 73
roa do Rang-el, com muito bons covniodos e
muito fresco, tendo a vantagem de estar prximo
ao mercado publico ; a tratar na ra do Cabug,
loja n. 16.
= Precisa- se de um profeesora j idosa, que
seiba a hngua portugoesa e bem assim a francesa
em seus rudimentos, para lecciooar em um enge-
nbo da freguesia de jaboatao, -distante 2 1|2 le*
goas da rfltncao ; a tratar na roa do Imperador
n. 81, das 11 s 4 horas.
Arrenda se osiiio das Jaquei.-as, eoui grande
easa de viveoda, arborisado e cercado ; a tratar
no mesmo sitio ou ua do Conde da Boa-Vista nu-
mero ^^__^__
Aloga-se as cas- s terreas ns. 33 e Al ra
liba do rvalbo, e a loja d sobrado n largo do
Carmo n 89, todas na freguesia de Santo Anto-
nio i a tratar na loja n. 31 ra Duque de Ca-
xiai^__________________________________________
O abaixo assignads pwticipa ao respeitavei
corpo commercial que testa daU eomproo firma
V'aseoncellos 4 Albuquerque seu estabelecimento
de molbados roa Vidal de N-greir.a n. 8, livre
e desembarazado de todos os imposto* e dividas
commerciaes : qnem se julgar credor da sesma
firma, dnja-se mesma casa n-stes oito das para
ser s-titfeito de seu crdito. Recife, 12 de Abril
de 1888.
Benevides Ooncalves Bastos.
Perderam-se seis apolices da divida publica
del:0K)J cada urna, dos. 2900. 2901. 2902,
29. >3, 2904 e 2905, de juros de 5 0,0 ao anoo, da
emissao de 1828, perteneentes a D. Ctandin da
Silva Pigueiredo, casada com o Dr. Jos Bernar-
do de Figueiredo, que as houvo p r heraoc* de
tua m- D. Qlementina Iheodora da Silva : qoem
as tiver acbado queira leval-as ao escriptorio de
Luis G-ODCalves da Silva t Pinto, no eses da
Companhia 1-ernambucana n. 6, qae ser gratifi -
cado.
AMA. Precisa-se de urna, par- casa de duss
pessoss ; no largo do Carmo n. 9, 2- andar.
AMA. Na roa do Seb n. 20, pr.eisa-se de
urna ama para ccsmhsr e cngjmmir.
^--"Precisa se de urna boa cosinheira ; na raa
da Matris da Boa Vista n, 9.

"1


?

-
I
-

6
afo iie rtemAiuniim-'-Sabbado 14 de Abril 4e 1888
Decara^o
Ernesto D. da Costa Amoro), retirando se para
Europa, declara que drixa com eucarregadode
todos os seua oegjcios o eo botante procurador
O 8r. Eugenio Chaline. Recif*, 12 de Abril de
1888._______________________________________________.
Excellcnte morada
Alora so ucaa casa em Apipucis, com cotnrao-
o pr grande familia ; a tratar aa roa Vidal de
Ifegreiros, lar^o das Cioco Pont, n. U2.
~~ Caixeiro
Precisa- se de um menino coui pratiea demo-
lhados j na rca_de Hortas n- R__________,__
Ao eommercio
Eo, abaixo aisignado, declaro pelo presente que
OOmmei Hvre e desembarajado do qualquer enus,
DamiJo Lima 4 C, o seu esUtelecimeiito sito
A ra Bario da Victoria n. 16, e se alguem se
iulcar aom dircito ao niesmo, far suas reclama-
reis no prMJ de tres dias, a oontar deata data.
* Becife, 13 do Abril de 1883.
Bernardino Ferreira de Aieveio.
3* expsito de retratos
A valor novldade americana
RETRATOS PINTADOS A OLEO
Por 20$000
Com rieamoHura donrada em alto relevo, o que
ha de mais lindo para um presente ou sala de vi
sita
Sem maiM deapea a faaser
Convidamos o publica e as Exrnas familias a
ver os retratos americanos que nio sao com mol-
dura de estanho envernisado, nem chapa de ferro.
Como alguos retratistas d--8t* cidade annuuciam,
e apreeentam retratos pintados em papel com
moldura de espelho ordinario por maior preco.
EsposicSo : Domingo, 15 (Je Abril das 10
1 hora da tarde
Al-Baa naque de Casia*61
Noe dius 'atis a qualquer hora.
Jos Augusto Dias,
Agtnte geral.
A o commercio
Eu, abaizo asegnado, obrigado adcixar o era
meieio para tratar de minha saude, resulvi vender
rjoeu estabelceim nic, como abaizo se %; ootro-
lim, peco a tedia os c-redotes aprsenteos, suas
contaspira serem pagas, pois que de qualquer
forma reslissrei a ven-ta. Recife, 2 de Abtil de
18S3.
Lua Hermelmdo.
Ama
Precisa se de ama ama paralavar e eogommar
tasendo mais altroaa ervice, menos comprar e
ootin,ar, que t!urma em eaaa ; na ra Duque de
Casias o. 14, aobtado. a? air. ^____
Ama
Na roa-de Santa Kira n 83, anda se precita
de usa ama par carrijai meamos.
Ama
Precisa te de urna ama para cuidar de ama
criac e engoramar para urna pessoa ; na rna
Duque de Caxias n. 54, a- andar._________________
Ama
Precisa-se de tuna sata qe teja boa cosinhei-
ra ; a tratar com Joaquim Moreira Reis, defronte
do hospital, nos Coelhoa. _______^^
Ama
Preeiea-se de nma ama que engomme e coainhe
com perfeicSo, para casa de duas pestoaB ; na ra
Mrquez do H'-rvnl n. 10 '________
Ama
Na roa de Santa Thereaa n. 20, precisa-se de
ama ama para ujudar o servido de ama casa de
pouca familia, sojeitando-ee a djrmir em casa.
Ama
Precisa-ae de urna boa oosinheira paga-se bem:
ama Dujiie de Caxiaa n. 44, loja de-fazeudas.
-*x--------------
4ma
OITEiWi
80-Rua Duque de Jaxias80
Cretones claros, faaenda de 360 rs., a 240 rs. o
covade.
Alpacas de urna t cor, a 240 rs. o dito.
S'da do Japao, a 280 ra. o dito.
Lzinha eaeocean, a 210 rs. o dito.
Brim par par* roup de m. uin'>, a 300 rs. o
dito. .
Cambr ia de salpico* br ancos c de core:, a 5f5
a peca.
Camisas brancas finas, a 3/000.
Chales de eaaernira es'ocexea. a 24000.
'.taau felpudas de If por 5000.
Bramante tuperior par-i lrnc.)<8, de 10 palmos
de largara, a 1/500 a Vara.
Lencos eeooeeaea, a 2/500 a duti.
Riquiasir os coitinad. a de crochet.
Ditos de cambraia bordados.
Madapo'ao acuericruo eoperior, cem 20 varas,
por 7/500 a peca, fazmda de 9/ Lima Con ti no & C.
urna casa na Hapnnga eocn 4 n a qonrtos e quin-
tal, 8t a quiintia d- 3:000/ : a tratar na ra
Nova n. 15, l.ja de chap d-: sJ
Offerace 9e uooa smi para lavar o en-
gomraar paracas de familia ou meimo de
aolteiro : quera precisar dirija se ra da
Roda n. 11; na venda se dir quano.
Ana
Precisa Badeuma ama para comprar c co-
sinhar-pra casa de familia, na ra Duque
da Caxiaa n. 14, sobrado.
Amas
Precisa-se de duaa toa .s, sendo nma boa coai-
nheira e a nutra boa eog'.mmadeira, para servico
e aseistencia interna, que e.trjaai matriculadas :
a tratar na roa da Aarc-ra n. 67, 1* andar.
Aiiiainoca
Precisa-se de ama ; a tratar no Becco do Rosa-
rio n. 8, 1 andar._________________________
Ama de leite
Precifa se de om< ama de lrite 5 a tratar na
a da ReatauracSo n 3 i'r' ra rjn da Giia.
4n.H para eugommar
Prec3.".-BO do urna que bern deeempe-
ube esto rrjyster, ttndo caderneta, no 3.
andar n. 42 da ra Duque de Casias por
cima da lypcgraphia fo Diario.
Alu^a-is^/ barato
Rus do Bi-m Jess n, 47, 1 8n1ar
Ra doUorrediT do Bispo n. 78.
Ra de S Jote 74.
Ra do Visc.nde de Itaparica n. 43 2. andar,
aun Viseoiide d. Itapanea n. 4', armaieni
Ru d', B ;m .leeus n. 47, 2. andar.
frata-t- na ra d (ki.i morcio n. 5, 1* andar
torio de Si iva Uimarut &C.
Urgente
Precian ate de -; r^ta oaiorel.
rat : nn alelier le andame Faaoy
rna Xma n. 1H, pnmeiro anuar.
Fontc (TUchoa
Vende-se o sitio ti. 16 perteocento a
Luiz Moris Gomes Forreira ; tratar no
rhesuio.
Attenco
Em quanto ao arrendanuent-j do erigenho Ga-
melleira em Santo Anto, j4 hoive urna offerta
de 900/000 annuaes, independente de ir em pra-
fa, dndose fiador para garamu da reoJa sos
conaenboret. Outr> elm, pode se a quem quer
que se)a, oa por pref r<-nc a, on dnndo mais, que
aprsente fiador counpeteure, as mesillas Condi-
;5es cima Recite. 13 de Abril de 1888.
Francisco Alvs de Moraes Pires
Procurad r de urna consenhora.
Roubo
De 9 para 10 da corrente ausenten te do enge-
nho Pnelo de B izo o preto Daniel, carragando
comsigo um relogio d- ouro perteocent ao abaixo
ass'gnado ; pede te & aotondales a ppr hen^a >
de dito relogio. Sup -- ae que o ref. rido preto
tenba seguido para ..C-b u Santo Aotao.
Aotuuie Xavier Roarigues Campello.
Aviso
A' chamado urgente, teodj de seguir no pri-
meiro vapor para as hrgoaa, onde nedenorarei
por algn dis, Viao em m nha aueeocia, como
roeu baataote procurador, au Dr. Ferrer. Recite,
13 de Abril de 1868.
Manoel de Araojo Caldas.
Attenco
De 18 a 30 do correte ter de concluir-se a
praca do arrendamento do enenh> G*nB6lleira
em Sioto AdiSd. a prete id ntea dignem-te di
rigir ae 4 roa Velh* d<- S*nca K ta 11 22 para |-
ceberem verdnde rae inf>rmac&ea e inatrucedet a
respuitn. aem oque seri affoa'ados, como tem ai-
do em 15 Hni.oe oa que preteoderam, ficand setD-
pre o mr-gio reodeiro, que agora finda o trienui >,
a 40300>> ten*i avahado o ogenho o armo pat
ado poi 30: 00/000.
R*cifV,4 <*> Abni de'lr-88.
Franeseo Aivet d>- Moraes Pires,
l'r curador de urna con-aeobor
Hippi)drino Grande
Tod s o t'nhorea Mib-etip'oret do HIPPO
DBOMO DOSAWPU GKANDE >a convidado
para uma r mnii q> iir inr 7 h >raa Ha
noife do da 19 do > a ala d-> .t>-.c,a
dos trilbos urbaout d-' Onnda. na ra da Aur >rn
(entrada '1. tua da U'.'So), fim le tratar ae da
approveo i reapeciiOJ ecialutos e do pl "
ategnir ae na obra. Re"f-, 7 de Ahril de 18'8.
________________io Dii. a Barrto-___________
Criad
Preciante de un copeiio ; na ma da Aurora
numero 31.
ga-se
O l- andar de n. 2S roa Vidal de Seereiros.
O 2- 11. 66 e o 1- de n. 18 ra de Maicillo Dias.
O terreo o. Sf e o 3- de n 3 roa da Penha.
O terreo, 1* e 2- de n. 84 ra estrella do
Rosario
A cishd'I i traveeta da Hora,
dem 28 ru- de Nanea Machado, no Espinheiro,
om bona commodos.
A tratar ua ru>; do Hosricii, numero 33.
Alug.
se
as 8"gantes casas : a da roa do Lima n. 30,
grande casa, c m agu :, gaz e apparelbo, e a da
meeina ra a. 22 ; a tra'ar n< ly;ographia de J.
E.'Pnree'i, ra Marqaez d^ Oiinda n. 8.
Alagase
a capa n. 17 A rus do Atalh).
'>tJJMM0W8tHMM
EXP0SIT10N
Miiile d'Or
Umvu# 1878
Croiid.Cheialitf
en KM mures ntcouptuscs
PERf UfflTlRlA ESPECIAL
de
LACTEINA
E. COUDRAY
PratoBiMd* pelu Cel*l>ridadea Hadieas de Parts
PARA TODAS AS fcCESSljADES DO I0UCADM
PHOWC TJ$ ESPECIIS
mde itllt de IACTIIIA para bi anqnetr a pehe.
t de LiCTElIU tara t Uaeadtr.
, CBEIE e Pt e SAB0 de UCTEUU para t barba.
' POIASA de UCTXIIl para a b'lleza dos cabrUot.
ACIA de UCiriHi pan o toncador.
II El de UCTEIIA pan embellerar os ntrltor
SOIC1A de UCTEIIA pan lenrm.
e ACIA HITirilClOS de UCTF.1KA.
9 CIEK UCTEIIA ch .nuda selioi da aeQt.
UCTEUU ,ml braaqoear a pelle.
imi Aimot 'mie ha FAtmi
pars 13, ne d'Ejujkiei. 13 pars
i OtpttHet ta Mdrj aa Periamanaa, Pkaiaaeiaa m
CxtcilemrrM da menea.
J
Reloj oara
\ ri do
Precisa ne ci um rapainhn de 12 14
aDDos para criado, d- min li ()r aus con
da t; o 3. andar uo precio n 48 oa
ra Duque d<> CiB p r cima da rypo-
graphia do Diario.
A antiga e bem rcred"rta 'fBeina de relajoeim
sifa ra 1 du Mar( n 4, acxba 'de ser trans-
ferida para a
ni;. L-rg;i du Kos irif n. h%
O seu pmpiieinri 'n1 um completo e mniln
b ui s niD'nlii de avixm n'ii tendele A ii
arte e C' m urna 'ongn piali-a d m- em-, ff rece-
se a'> oub ico 'in feral >ra siirnrregnr te de to-
det ot concert t a> r lo^i. a, cair de msica,
eir
Eipera eontii uar a i-rifi-r-ca de acoe
tregiT r-bi q" *r t mprr aoli
ciT i DO ru.iijinm ii d m '
ttfin Larsi ao Ros^r o42
li ti v \V >|.rhird.
Ao (mlilico
O abaixo aae'trii d i, ai m i>le das dividas
pt-iteiic-iiu < A (MN d.ii-giii'ii Fcricr-
l ampoe & U, declura u he ni ff" to pro
Curasao que btta p-ff O dil .1 ;aq lili Jfrt
r ira Campo pxrx i nada*- di-
vidat. Recif., 12 de A... i- l8-*8
D vi i itn tvtlt Man,
roNHtlh'ir
Ha taa da Sfcn' Cf r fO, iccii-a-s'' de um
boni c binbeir.i ou i-oii be.r>, irz udu fi>n(j* de
'toa conducta.
O EXTRACTO COMPOSTO DE
Salsaparrilha
do Dr. Ayer,
eta-
ides
Ao
E' nm altera ivo **o egel
" i^LS^a^ai
afleoeSee cine tera a:
contagiosas, e as oecastasiailaa pelo mercurio,
mesmo tonino vitalisa o evlqncce-o aangve com-
fuicando urna ac5ao tatida^l ao organ
re] umuescendo o syswma ine'n). i.a grande
Medecina Regei^eradora,
i composta com i veida3aakMap>-7
Honduras, os Iodos de
ontro? ingrediente de
ivas, cuidado
A formula c ger:..
medica, e o?
PABK1L1IA i' Vi
Remedio Absoluto
rara as enferinMades "ccatoDtSlS Telo estado
closo do aangj^ ,to r,ct,cav<,
da
lo e de ferro, e
cia e virtudes
te preparado!.
r'eralto-tSsAUSA- i anuos ; na rna Mrquez de Oiinda n. 32.
CRIADO
Precisa se de nm criado de idade de 12 14
utra iNiiai'ucfin da soa
M etT.'Uns, e
,THtHa-eomo a
Eet conecn
i'uito tnaia que qn
. mcllior para purificar o
J>REP.VB4L
DR. J. C. AYB-I- ps CA.,
Lowell, Mas*, B. U. A.
' renda as prinaipaes
4 ^vifa Carnes e C.
Bata do Cretpo n. SI
Receberam pelo ultimo vapor sortimento com-
de capas de casemira, merino, gorgurSc e
id <, para seohora, o qne ha de mais novo, & pre-
eo raaoavel; receberam mais seda preta e gorgu-
eo, e vendem por preco baratissimo.

FarellB p carifo I aipji
Cbcgc u a primeira remessa do precioso farelK
de canuc de algodsri, o mait barato de todosoe
alimeutes para aiUmaea de rata cavallar, vacenm
saioOj etc.yO caroco de algedao depois de ei-
rrahida a casca e todo o oleo, o mais rico ali
ruent" que ae pode dar aos animaes para es forta
engordar com admiravel rapidez.
os Kstudof Unidos da America do Norte e na
ra elle emoregado (com o mais feliz re-
su)!.' lojde preferencia ao milho e t
que sao muito mais caro e nao eo de tanta sus-
tancia.
lar no Recirv nmFrit Barba
Urgente
Cosinheira
Precisa-se do urna cosinheira ;
picio n. 3.
na ra do Hos-
r
''
Precia- de i>erfell rnalarel-
rna, aielier de Mme. Panny. rna No-
va O. I.5..I-" andar.
Pao tcnteio
Mello & Bise' avisam ao respeitavel publico
que todas as tercia e sextas teiras te"io eate aa-
boraso pilo ; 4 ra larga do Roaario n. 10.
rrenda-sc
na secretaria da cauta cata o sobrado n. 24 ra
do Imperador:
1 aodar e sotSo 600JOOO
Loia 400*000
Para acabar
Bicos brancoi e da^ cores a li, 1 i500, 1*800
e 3*000.
MadapolSo americano, cjnvpequeno toque de
(Mi de 10* a 5*000.
Algodao T, (americano) de 7* a 5*000. _
Bramante para leoves com 4 larguras d-s 1*20)
a SOO rs. o metro.
Lindot cortea de jrorgur3o de seda com afeites
de velludo de 150*600 a 60*000.
Modernos cortes de gorguro de seda para Gol-
lete, com pequea toque de mofo de i0* a 4J jOO,
que maravilha !
Sanare cem Iiatraaanetuad88, lindos padioes, de
1*200 a fOO rere lo covado.
Etamines, brancas e pretas de linho, faaenda de
1*200 a 320 e 400 ris.
Fiehs do malht, delicado teetdo de 3* e 4* a
1* e 1*500.
Tnaile da Vecay,de 32-) 1$, grande pechm-
cha !
Cretones, lindiesimot padrSes de 360 e 400 a
200 ris o covado.
Completo sortimento de lepiea du fcfltaata a
1*500, 2*000 e 2*590
Liados cortes de cambreia brdala, branca e
de careta 5*000.
E mu tos outr^s artigos que se vende por preces
sem competencia e qoe admiram.
Previne-se que dcstes artigos nSo se d amos-
tras.
Raa Duque de Caxias a. U
Loja das Estrell ,s
___________Telephono n. 21Q__________
\o armazcm n. 19 dn na do Bom
Jntjtatj
vende-se caeiras austracas (unco) mais barato
do que em outra qoalqncr parte. "Ver pan: crer.
Nanea perder a meda
ELEGANTES vestidos brancos bjrdados em
fina oambrsia transparente, para aenboras, ven-
dem Pedro Antuncs & C, preco do 22* 30*.
BONITAS guxroicoes transparentes bordadas
10* duas pecas
INTERESSAN1ES vestuarios a taarujo, de c
res divTsas, para crisneas de nm anno 5, pree-j
8* & 14*.
Novo sortimento de rendas de seda preta e de
cores e tambera de linho
Grande variedade em bieoa de linho e tambem
de seda, diversas -ores e larguras, receberam :
Peora nlnnea ..* C.
63Ra Duquo de Caxias n.63
Nova Esperanca
Tintura indiana
Para tineir instantneamente a barba e os ca-
bellos brancos e grisalh>s da mais bella cor preta
castanho : vende-ee na b dioa frnneeta de
Roi.quayrol Preres
aaiiua da crnz= D. Mara Honorata Ueguelra de
Baatii Fimo de Nenia
O bacharel Manoel Nicolao Re^aeia Pinto de
Sons Victoriano Begueira Pinto d Sonsa, Fran-
cisca Honorata Regneira Pinto do 8otw* e Idall-
ua Regueira Pinto de Souza, Bgradecem s pea-
8048 que se dignara de acoop'--nhar ao ermitao
publico oa resaos mertaea do au mui prelada ern-
sirte e mi ; e de novo cunvidam todos os seot
parentea e pesso-s de sua amizade para asi-isti-
rem as missas qoe mindam Celebrar por aua akna
oa matriz do Por; da Paoella, pelas 6 1(2 horas, e
i a do SS. Sacraux nlo da B >a Vista, s 8 boras da
manbS do da 16 do corlate, stimo de seu pas-
eamento : e desde j4 se c-nfessam eternamente
agradecidos todos os que re digoarem compa-
recer. ^^_^__^____^^^_
Eduardo tionealve Catara
Eugenio GunQalvis Caaeo, Ismeoia G^orjalves
Cseao, Francisco de Paula Gcmcalves F rreira e
Emilia Adelaida Ferreira, irmoa e coohadoa do
fallecido Eduardo Goccalves Cascao, convidam
aos prenles e amigos do rrer-m i para atsistirem
as miseas do stimo da (14 do corrente), na ma-
tr rl- B a- Vf. 4 8 "orna Ha aronhi
t
Franceillna lieraida alve*
aSiM*
Joaquim Nones MenOVs Ribeiro, tena filhos e
sogra agr-decem cordialmen e a todas aa peasoaa
que acompanbaram ao cemiterio publico ot natos
m irtai-B de sua preaadiBaioia esposa, mi e filha,
1>. Franeellina Geralda Alves Ribeiro, coofessan-
do p r este m"ti>o teu >tern reconhefiment'.
Desato de Fn-na tSnlmarftea
hinliir
Beoto de Freiaa GunnarSe eeaa fa ilia oon-
vidam aos prente, amigos e collegas do seu
piameado filho, fi. ntn de Fr-itai Guiar' s Ju
mor, i assistirim as missas que mi-nrlam celebrar
na m-trit oe Santo Antonio, no ola 14 d corr n-
le, ia 8 hor.i d> mmi i, i anniversario do te o
paeaamenro, e ea'ie ja se confessxsn gratos a to-
dos aqu lira que aaiciircm u eate aeti- de religiao
p c-rirt-nn
0. Anna de Je
Au' n<" Nuij. s i!h >iiv e ei-Uii filfajp, adrarle
cni eurtl- aliiii ni** h tooas aa pessoas que ac< mpa
nkarain o C'initirm i.uhh.i. a reatos moriaea da
f-'.a p-cc^riH eapMtai mai, li Auna de J* sus P. n
ira iia Kilv, ii.iiein.ui n< >va mente aot parete
e iiiiK<'8 p-r .st'at'rt-m a tniasas qur pi r lia
a'm- manrlnm r'znr ns igrej-- de Nos a Senh ra
d" T rv". 8 h .ra- rta iii'ribi, e no convento da
? i h- 6 h -. uo bb d 14 d^orrente, 7o
di*, rt ti
la' t-# + <> im- tlliaa
far flti. Hrrna
J o lure riu'i u (oto v.!c-nte e seua fi
M|ia i'iiui d ii. in o', lina a todas as p -
Moai qu b. pJHt m arid. aa ob-equio de
m: Un. nhi A ei va <1>- Cr"Hi a da c dade
o Vieiirfia a ii" n i puiilie.i oa raaha m rtHe
e toa mui o ui-aaDa ",i m e mai, L). Igo>a
Hure Im- ne A ti'qt^i^ii' itatacvl r Mi m
reua ig ia e p-i' u,< r i>t-> p- Orn que as atam
aa ni ?>" que p r aua a ui Man f 'ta, 17 li <- e" i-- "- 8 Ort d.. inaiibi. na
,,.,,, Ft I ''' Me .
Mll.e Cotinliii
Una da Imperalrlz n. 39, primeira
ailar
Offertee a sua cssa a Exilias, familias, especial-
mente s suas amigas, na ra da Iirperatriz n.
37, i ndar, para onde mud ejercer sua profia.-io :oui eleicaocia e gesto, poil
aesiene 08 melbor' s J irnaes de m das de Paris.
Garante- prumptidSo e pn C'.s raroav is.
a
O MICROBIO
DA
Btennorrhogia
6 radicalmente aniquilado pelo emprego da
INJECQO CADET
DEPOSITO GERAL:
FARIS, Boulevard Denaln, 7, PARS
Ver a Molioii que terne de embruiho a cada
ridro da njoocd Cadet.
Dirultoi gm todas as principis Pkarnacias do Brasil.

Falsifi aces
Para evitar faltaficacoes com retereoeia ao ce-
ohecido PEITORAL VE CAMBAR, deve exi
gir se este preparado com a firma do au;torAr-
cares de S. Soarea em rotulo irealaodo a ro-
Iha do frasco e a marca da fabrica noe involtorios,
rulada pelo nme das agrntea e depositarios
ri'raes em Pernambnco Francisco Manoel da
ilva & C na do Marques de Oiinda o. 32
NENHUMA
Pasta peitoral tara (^qnirat ama ni jnereli|
do que a da PASTA da NAF de DELANGRE-
NIEH. ra Vivlenne. 53. Paria.
A $ua toga unioersal e bateada :
1 Na sua poderosa effleaeia contra es Rheo-
mas (Couatpacoea), Bronchiws, IrritavOea do peito e da
lanla: acacia asta,-aerificad por (0 mdicos dos
Hospites de Pars.
t Na su mu/tortoriilartr ineont*rtav*l
rcoouticcida pelos membros da Academia de MeUiciu de
Tari?.
- N apaljMs do,li ImU da Facul'ud .le Par
que TCriScarao quo nao coiitluh* i> nem arfes fe
opio, tan como Morphina e Oodeina, remedios estes,
cujos porigos aao beui couhecio.
TITO sao os titules aiithcnticos que recomm.nilau a
I ALO PASTA o o XAROPE .lo N ATE a con -
flaiK-v do* Hedios, e estas titulo nao frSo concedidos
a peiton! algum. quer autigo, quer recento.
Tend-ie un pricipes Pfaamaeias do ado iiUrirs.
N. 9:v0l>
Manoel Carpintein. y Souza t'-rn nma carta na
nadara de Mello Hiset; roga-se o favor de pro
cu ral a^___________________________________________
Para cusiuliar
PrecBa-ae de urna ama p-ra cosinhar,
x>ndi) no* ; "<> .Q ndr d.. predio n 42
ra ru Duque de {'. xi-a, por cima do
Diario de Pemombuco
VEKbJ
__ y. nd- -?e a > -a d- p^-iia e c I e<.b n. 9. no
iiear Campo, 1' tf'e, < tn p.rt-. ej iiei'a d<-fren-
i^h taHct, tiea 4n ri -. c ti- inte.Da,
.iiritia de p-dra e o-i e >rn boa "*", 8 m terr- no
rl,- 141 patato* d fenle aob-e 3(10 l funde, com
d.virpa du.:. ir^ie ; a ir-tar tw ra do Imperad r
..>, I j" _____________
Duas bois ras s iL Uipi i
\i'niia
A'margen da esnda d.i C'.xnnea, a poueis
pase .s d tal e*o do Cord Iro, c m b. cacin.b-.
imllnuli "'* U*W* 'ivindo urna de
(vi ro- 'i't alregutaaOa ; a tratar na tver
na juuie u. 112.
41teaH;ts
Vende-se um estabelicim-nto de molhadng cotr
poneos fundos, no largo do Mercado Publico n.
25-A, bem afregucsado c livre de qualquer de-
bito.
Telephtiite
Yjcent Costa C, 'om fabrica de genebras
^^^Kiaropes, vinhes e vinagres 6 roa da Ma-
dre de I), ua n. 6, pani.'ipam aos seas numeroso,
fresurzea e amigos, que o seu telephone nume-
ro 510.
~OLINDA
Venda se urna casa de t'ipa coberfa de
telha, com 2 aalng, 3 quartoe, eozinha fo
ra, e quintal quo d para o mar ; offere-
cendo a v.'.irtagen de sahir logo da casa
para o banlio ; no lug r Milagrea : quem
pretender dirija-se ao escriptorio de Dia
rio, que se dir quem vende.
Veuila de sitio
Vende-se ou permuta se p.ir preJio ne3fa cidad
um bora sitio coa^ja cata, malina fructeiras
excellente banhojBriOi coa agua de cacimba,
extensaode telno para baixa de capim, todt
murad ona frente, com prrta i e grndeamento, con
caminho de ferro e establo jonto aa dito sitio, nt
Porto da Madeira, conhecido pelo sitio do Jo.
Selleiro, junto ao Dr Ernesto de Aqoiuo Fonse
ca ; quem pretender dirija-se pr.-.ca da lude
pendencia n. 40, dus 11 horas a 4 du Urd.;.
Carrosa
Vende-se nma carrosa quasi nova paia cavarlo :
no sitio da cspella, no Chora-ai- niao*.
l7endc-sc
a 1 .ji de miuderas ra Notra n. 16. Esto esta
aunt 11 rna-te rec un .'darel por ter non-
cas mereadorias c sti eOlMrBado ca urna das me-
Iheres ru.is para este negrcio ; a tratar na racs-
ma luja.
J3om negocio
Vende se uo bom engenho u'agua, situado na
tregueiia da Lus, ha lres legoas da cidade do
Keoife, e.entr as estuches de S. Loitrenjo e Ja-
boatSo, distando da ptimeira urna legua e da se-
gunda legua e meia ; copeiro, tem roda nova e
de ferro, moenda muita o. a, paiol de cobre, b. m
como os vasos do asseutamento ; formas de ferr ,,
distilaco, estufa, casa de bagaco, grande casa d"
siv.nda, com um alpendre aiborisado. capolla,
(eozallas. estribara, casa d.1 tannba cim seus
perteocea, etc. engenho grande e tem
matas e corregos grandes e larg s. Vende-se
tambem a asir, 20,000 cafeeirol, 10,000 baoi
ras e muita rafa : qnen o pretender dirija eo ao
Sr Hebistio Manu -I do liego Barros, ma Oo
lmp-rador n. 81, V andar, que ter melbores ia-
formtf,5e8.
Ca vallo
Veod"-se um bom cavallj de Eell"., andador de
baixo a esquipur, sem achique, BOTO e burato ; a
tratar na ra B..rao da Victoria n. 1>.
V
Receben os seguinte-. ^r;igos e verane
por prer;ne sem competencia.
plisss brancos a 490 rs o miro.
1 ii-.n bruos com duas ordena e froco
do i-Gla-tr de ros/, nal e encarnado a
60U ra ojosetro.
dem cota cenias e bordados a matiz B
800 rs. e'1*200 o metro.
Coiit-s lapidadas pretus e de cores.
Vidrilhos pretos e do diversas ct3re3.
iMissai.g.-s de diversas cOr^s.
Collanndoa rnodsrnoo imitando linho a
5r5000 a ouzia.
i'ulscira8 americanas a #G00 o par.
Grarvie soMm"Hto etu broches, de 500
re. lfUO, l&M, 25, H 4000 um.
(-.ll..iinli.is e punhus de borracha
PuithuB'tks lraho, para homens, a 8rJ00O
a duzi.
Feeds com mrscladoa deecla a 25500
dem maiures, sem ices, ladod, a 2^500.
Grande soriimanto dechromos a 2u0 ra.
a placa.
Bieos braooese dr> cores de 2, 3 e 4
dedos de largura a 25, 5&00, 35, 35500
e 45uU0 a pec>.
dem c6r de creme a 35000 a pec,a.
Porta embrulhos americanos.
Invisiveis dourados e prateadoe.
Lindos leques iranspareat -s a 25, 25<)00,
U, U,M e 65000.
Idea d setirn bordados a s ia, de di
vera-s edres, a 4, 55 e 6<0DO.
Luvaa de t la de liadas cores a 25,
25500 e 350UO o par
Eacbovaes para baptiaados a 85, 105,
120 ,at-H5u00.
Lindas c.pellas paca noivas.
Su8p-nserio* ameriarjos a 25500.
Ol-o Florea.
ijit'08 de iJgoHSo de urna s cor e ma-
tieados a 35 e 455OO a pija.
I 'em de linho, de edres matisadas, a
U, 25500 e 35000 a pe^a
Lu.las luvas de tti ia para meninas a
25'AiO o par, de diversas corea.
dem com palmas de misaangas e com
palmas de t la, para aeohoras, a 25^00,
35 e 35500 o ar.
Galio -s e bn.-os de vidrilbos, gosto mo-
derno.
Lindas rosas de vidrilho preto para cn-
fetar casaeos e capas.
(Juntas lapidadas para enfeitar vestidos,
edrea bronzeadas, granadas, prataadas e
uouralas.
Fivrllas de mola, americanas, para cal-
cas e colletes.
(Jurtinados brancos, de crochet, com
4 j-r.ias de comprimento a 155 e lb'5000.
Tiiunsiiibos para .'.ri*nt.,a, de fusto e
oambrab.1, bordados a 300.
Ex r. tos, o que pode ha ver de melhor
como Bejam : Guerliu, B uquet de ExpoM
5o, P. re Vienne, Eora e Nixiz do Japo,
tuza do Rij da Pratrt, Corilopses do Ja-
puo, Dida, etc.
Agua Florida, ideo da cjtoni>, idem
celeste, idem do J.plo, idem Kananga do
K DUQUE DE CAXUS N. 103
Barbosa & Santos
Engenho
Vende-se on arrenda-he o eng nho Mouabype
de Cima, ds freguesia d" Mnribpea ; n tnfsr em
JaboatSo 00a Dr. Bophroni Porteila.
ATKINSON
PERFUMARA INGLEZA
ritmada ha mait e nm 3 uoatra. pelo *? perfua-e dcli'i.o exquisito
KAfl di: Ouro
PARIZ I87, CALCL'TTA 1:1
pi* extra-fna excliTiria da -ua i-ju iliJalc.
GOLD MEOrVL BOjQQET .
ESS. BOWET I VIOLE?
TIETOL CYPRE
eouiroi mu'toa pr'ai^i < uheei los pila saa
qualidarld e oiir deleilav 1
. EAU t TOtUTTE L0HITS K ATUKM
inccmparavol y .a pctf
a pela tnexca la r&tuuzes
para o lenjo. Artipos dot." p'^j.ara-ioi pl?a
l.itn-!9 4 Gu d- tota u Xrrviiota c hkic$M^
.). A E ATK'NSON
24, Cid Boad Street, Londres.
L Marca de FabricaUna'1 Ro:a branca" t
obre uma *' Lyra J.- Coro. "
Bd?i^ t Wmbmgo
Vende se em pequeos e erauVa; g-rt&t; na
ra da Madre ri,' l ua o. 36 A.
Hoy.
lewlfrs*
Um terreno na roa da Begunracao, era A?Oa-
Fna, ni dinio 400 paluws de f.. i.t.- e 47i de on-
dua ; a tr.taina ra estreitn do Butano n. aS.
paviintn'j terreo.

il B!eml mmn VI4DU
Eate ex''ell.-4iti> Whisky E-" o. ez pr1
ferive ao cognac ou gurdente de cantas
para fortificar o corpo-
Vende-se a retalho nos melhores arma
zens de molbados
Pede ltoysl Blend mima Vlado
eujo nome o erobleuia sao registrados par&
todo Br.izil.
BROWNS & C, agentes.
Engenho
Vende -e ou rreuia-se um .ngeo*>o Ha-tsgBc
tia da Varsea, moer-te e corrente, e mnvidn a va-
por, c.m forcea para safnj.r al 1.200 jvea; 8
tratar c ira ObtIis Rabello &C., ruado Vigari
n. 81, i andar.
Molestias -*^
DB
OLHOS
Pomada Anti-Opitaimica
da Viuva FARNIER
Eala POMAna, urantinMt rlcd. o anuo de I7t4, {
tdqniru e tem conserri'lo o pnmeiro K'fnr na ToTjip.'n-
tica calar. Fm vir-ndr de nm relalorm da tWTA a* Mnni- ?
coa da Paii-, :'..i anlriaaa a Tnda p- o Decalo y
especial em 1807. :
Um arelo deexpef.encia^ (NT effii acia me-nio.onlra a ornraurn iI-all'I.Bflrl A
I das Creaota. pla>a' *am"'" liaar.-O l
bom xito e inlaliive! ua: pftial" ei.rcinoui.
0ra-i( e'
a stigntturi
em frente
Depoaito (raral TBIVIEr.S iDorioaj), Franca,
Eai Hmtmbato: Frsn t. da Sila A <
aa PBivcipaa rnRuariA
Vinhos da tarrcfra
Fins
Care. vellos.
Mad>'ira.
.Mrscatel.
Uva Bastarda e de Passat.
PABA MHA
Oenoino do Lnvradi..'a 500 ra. a rarrafa.
fa merciana de Mwnoel C'irreia & C.
Praactk do Conde al'Ria n 1 ti
Vende-se latsri velho; a tra'ar na ra da Ma-
dre I i82, Be: -lec^x^ affjaloj flj Srvm;
'.Joib: *W*'* tfa PrtU: Bocha-
toii : -.oc de a ^j/.'.a e Pr3*e,
[rtnjtmotilo ;883,Am!>tai(iaiii:
Teca/na ut Prtu oHrt..-.. IfiSS,
Fipoaicaode--rat"l:c -ad.Ti.aaac
ilini
Alimentaco Rica
atfrlteipits utKtsi (kNpktttilN.
A r&MHBA aClDI o o mellior auxiliar
da ama de Il-Ic ua allaic.ilar.o das crlauciinas
Kperln
Hospltaes e Asylos, C -obcroua para aaCriancas,
pessoas i.iu- e as que soflV'-m de
Oattrltls. Oaatre- ia?, Molestias Jo Xntes-
vjio, PritSo de Ventre rebeldes, e tudas
s KBocqC^s .)uo nao pcriniuem ao estomago
iipportar a alliueu.a^ao uccaesarla para A pro-
dueco da forr;a e da aai-.ie.
ni618 i MARCA RE81STBA! : TiRIOI
/Viarrwtriria Jft/.lA.e-n Moraten a (Frtnt*)
kl "rnaioo: Fraa** K. la Silva "* .
ff
,
\*
Vende-se barato
tnperiir manteiga lugletn. em lata de uma libra,
a 1000, Bssim tambem garrafas pira apanhar
moscas a laB50<) ; na ru.i da Im;: rairia u. 2, mer-
cearia, canto da ra da Aurora. _______^^^
Uvraiuento di i'.
v ;1em cimento port'and, marta RoUn", de 1'
ualidade ; no ca^s do Apollo o. 45.
i



r
>
Diario rrnmniin->ii^-Sabftadir 14* die Abril de 1888

i
na k i
toa f de Mario n. 6.
Pa#ti pws ao respetavel pablioo que, tendo augmentado sea
***i*J.*i%i.uJO/de QJAS com mais urna seccSo, no pavimento terreo,
, ,t, i iUades am artgos de ELECTBO-PLATE, convidara as
Exom.8. taiailiua asua numerosos fregueses para visitar seu estbale-
cimanlo, on4e omaotrarfo um riquissimo sortimento de oas de oor
prau, peroles, brilbanea e outras pedras preciosas, e relogios.de aro,
prda e nikei.
Os artigo* que receben directamente por' todos os vapor sao
3Xdutados pelos mais aiamados especialistas e fabricantes da Europa e
Estados-Unidos.
A par das joias de subido valor acharao uaa grande vaiiedade
3e objectos de ouro, prata e electro pate, proprios para presentes do
jasamentos, baptiaados e anniversaries.
Nem em relac&o ao preco, e nem qualidade, os objeotos acuna
mencionados, encontrarlo concurrencia n'ebta praca.
PEROLA& de PEPSINA PURA DYALISABA
de C2XAP0TEAUT, Pharnaaceutico.
Fol o Sr Cb*pcteaut o primeiro-anmico que conseguio preparar e fornecer ao
mdico e aos doentes, em perolas redondas, urna pepsina pura, nao contendo, nem
amdo nem assucardeleite,neai aelatmu.E' Cinco vez** mais activaaueaoepsma que
flirurana ultima edic3odaPharmacopeafrancesaodig^re 100 vez-issupetode carne.
Sua accao da maiopefftcacia; uas parolas toratias depois da comida bastao
para tavoreoer e activar a digestfio, e fa; ^m desappareoer no flm de um quarto de
^
hora as enxaqnecaa, as. dores de caoeca, os hocejos e a somnolencia, que
s3o a consequenc.* de uia ra digestao.
laN PARS, 8, Bue Vivienne. 9 em toda & Drogaras e rnarmacias._____^
Ha---------------->-^=^_ 1 11 wj saasaaaassa ~
E
T<*eidos de phantasia para vestido, a 200 h 24D re., o covado.
Setinetas, idem, o qua ba d* mais novo, a 240 a 280 rs., o dito.
Renda da Coion, branea-e de cores, a 240 e 280 rs., o dito.
/

*
PI10T0GRAPHU E PINTRV
1. premias e medalha de ouro na Exp-
sito de Berlina de 1886.
Medalha de prata, Exposipao Univer-
sal de Anvers, 1885.
1. premio, Exposipo Artstica Indus-
trial, Rio de; Janeiro, 1882.
Diploma de Prog^esso e Mrito em di-
versas exposicoes.
fr ____......_^>__ ,
Photograpbias artticas em todos os
gneros, omellur-que se pdeproduzrr, re-
trates a-oleo* presos r azoaveis.
Grande collee^ao de molduras e varia-
do sortimentede passepar-touts.
65--aillttAlt0 8ViCT0RIA-65

Qwositss principan Vorfmaiariaa, ftoww t Catalttrirm as
Omelh&rdos Salees fafdueawr
_r>
P <"V/r n6 ***
Kvltar IaeiitC&
*
.1
ALLANPATEHSON ttC
N.44-Rua daBrum--N. 44
'UNTO AESfA(!Att OUS BtfNBS
I'em para vender, por pre, o mdicos, as segu f*s ferraffOM:
Tachas fuodidas, batidas o caldeas.
Crivacos de diversos tamanbete.
Rodas de espora, idem,,ideen.
Ditas angulares, dem, idem.
Bancos de ferro com serra circular. (
Gradeamento para iardim "
Varandas de ierro batido.
Ditas de dito tundido, e lindos aw lelos
Portasd fornalha.
Vapores de torga de 3, 5, 6 e oavaltM
Moendas de 10 a 40 pollegadas de panadar
Rodas d'agua, systema Leandro.
Encarregam-se deconcertoB, eassento nin ^. ma;hinismo e secutan ooai
trabalbo rom perfeic&o e preste*.
ffniiifiniliiiiiiuiiiiiiiiiilliiiii.iiiiiiiiliiiiliiiilliiiiliiiiliiiiiiiiiiliiiiililiiiiiiiiiii.iujuiiiintn,.
ANEMIA AS VEBDADEIBAS CHLOROSE
PILULAS DE VALLE!
NAO SAO PRATEADAS
LLET i impreaso em preto sobre oada plala.
b dos mdicos concordc con a Academia de medecina em que.
preferencia que se Ibes di sobre os ouiros lerru^nonos.
Exislem numeror s tmUaces das s&
IMI.IHS K VH'-fiT
Exigir em cada exlremidade do (rat-
eo wit$to impretso em quatbo cosas.
Las modernas, a 320 e 360 rs o dito.
Nansoes de odres firmes, a 10 e 200 rs., o dito.
Merinos de cores, duas largaras, a 500 rs., o dito.
dem pwto, a 800, 14000 e 10000, o dito.
Setins Maco, preto e de cores, a 800 e l(J000f o dito.
Casacos pretos para seniora, ricamente enfeitado-j, a 25^000 e 350O0.
Mantilbas brasleiras, a 5)5500, ama.
ibs pretos e de cores, 8 4^000, 50000 e 60000; alo grandes.
Tapetes avelludados' lindissimos, a 120OUO e 160000, um.
Para as Riman, nofvas :
Grnaldas e veos de seda, a 90000 e 120000.
Colchas de crochets, ricas a 90000.
GaarnicSes de dita para sof e oadeiras, a 80000.
Loquea e espartilhos baratiseimeg.
Setins finos, a 10000 e 10200.
Damascos e popelina branoa, a 900 el04OO, o covado.
Guardanapos de linho, a 20000, 30000 e ~$000, a duna
Atoalhados bordados, a- 10200, o metro.
Pecas de esgoiao para casaquinbos, a 40000.
M^dapolao americano, a 600(>, 24 jardas,
dem pelle de ovo, a 60500, 24 ditas.
Algo< superior, a 30000, 40000 a 50000.
Completo sortimento de casimiras.
Cheviots preto e. aaul, a 30000, o covado.
Csemiras de cores para oostumes, a 20500 e 30000.
Camisas inglesas para bomem, a 360000, a duzia.
eroulas bordadas, a 120000, dita.
Lencos e lindas csixinbas, a 10300 e 30000, a dita.
Meias inglesas para homem, a 20500, 30000 e 50000.
E muitos artigos que se venden com gran tes abatimentos.
As vendas em grosso teeos o descont da praga.
I O J A DE
Pereira & Ma^albes
SUCCESSO*RES DE
Carinri da Caula & C.
59-raa Buque de Caulas 5
j Gotta, Rheumatismo, Dores
SoLugo do Doutor Clin
Laureado da Faculdade de Medicina de Pars. Premio Montyon.
A Verdadeira Solucao CLIN ao Salicylato de Soda emprega-se para curar:
As AflecQoes Rheumatismaes agudas e chronicas, o Rheumatismo gottoso.
as Dores articulares e Musculares, e todas as vezes que necessario calmar os
soffrimentos ocasionados por estas molestias.
A Verdadeira Soluco CLIN o melhor remedio contra o Rheumatismo,
a Gotta e as Dores.
H23 Um explicacio detalhida aoomptnha cada frasco.
Exigir a Verdadeira Solucfio de CLIN & Gie, de PARS, que se ettoontra em
% ____________________casa dos Droguistas Pharmaceuticot._^___^m^^_^^^___r*
MALTINA
Extracto de trigo, cevada e aveia germinadas
Freparado pela Maltne MannfctunngiCo Limited 24 o 25 Hart street Bloomsbury
Londres E. C. ;
* pprovadas pela junta de hygtene-da oe
A MALTINA equivale a 30 veaes o. seu propro peso emrdisstsse e de 3 a
6 veses em poder dastosico a quslquer outro preparado daste.'genero.
A MALTINA tem merecido 6 medalbas de ouro, em diversas axposisSea e
tem Um aceitado enorme na Europa, e noa Estados Unidos tanto, que &>i preciso en-
corperar urna companbia com grandes apitaes (para s*tfa2er- o, consumo sempre
crescente.
Chamase. attngao dos distnetca raeawQS -desta oidade paca es.impoitantJB
preparados da MALTINE AHaaufaciurtng Oompany. Todos os proaucuw melcanjeo-
tosos^sao mais fcilmente assiuiUades em combina^ao com a Maltna, anda msu sao
evidos a torren' cireulatoria e proraptaoieota sZo absorvdos prodnzindo effeit*s
min^diatog.
Lista dos preparados
MALTINA pura.
MALTINA pepsina e panoreatina.
MALTINA phoppbato de ferro quinina e^stryohnin*.
Oleo de figado de bacalbo com leite peptoniaado.
Oleo de figado de b.aalho com leite peptonsado combinado com hypopbosphi
to de soda.
Extracto de carne peptonisade.
Alimento sokwel destituid a obviar a necessidade de digerir-leite de vacca
O leite coudo neaia prepado-est digerido prevameaU pela pancreatioa.
Venden u phtfwatia Central
38 Boa do Imperador 38
PERNAMBACO
pBvs-sa
AssiGNATtA ^ /OjO^S 18, ni* toob, Par,
Venda na maior parte das pharmaeias
i....ifluiHiiii|fiiiii......iiii..^i:mi..........mmmiiiiiiHHiiffii)
oDPAPILLAUD
GRANULOS VaSRSKS-
aefwttaMM o Preparado UrrmtiMm
i ffloai emprendo palu ummidid mtdicn mm m ka
SO AMNOS
Csntr a vmK, httrtme {Pales coulewn Mewrmifimm, Attmtffm 4a
WkATOMO FAVORAVlk lOl MUrTO WA Otnr,Mia OS MEDICIMA OS PASB
CiUi-a ubr* otas truco o neme i B. Taraate* L-PapiUmu.
Deposito mu.: F>b.a.z-xxxa Km Pernamouca : fRAN M. da SILVA A C\
W OL FF&C.
1.4BA DO
'--N. 4
N'este multa <-opheoila eatabeleotnaen-
to eocairtr- r o roap,i*v^l pafctlco o m%ia
variada r coBaplea aortiniento d JOIAS
reeeltidas sempre dr-otAii5at dos, aaclha-
res f .br*cant da Kurnpa, e qua primam
pelo apurado ;oata do mundo elegante.
Hlcoa uderecua eompletoa, lida, pulael-
ras, alHnetea, vola- d ouro oravejadaa com
brilh .it<-, ou perolaa, noeia, eaeoletaa,
botoea e outraa muiaoa ai tigoa propriaS
des te ajeaieree.
ESPE ULTDADE
h.m relogia de auro, prata e nickeladea,
para haa- na, aeotsoro* m alaos doa mala
aere altados fabricante da Europa e Am-
rica.
Para todos os artlos d*eta casa garaa-
te-so a boa qualldade, a-alm como a mod'cl-
dade aos presos que sas i'B eampetaefa.
rl'rsta casa tambr-m coneerto-se qua!-
quer obra de auro ou prata e tambrm rela-
gios de qualqu. r qualldade que seja.
4-Kua do (labujjM
Wt&ARBS fif Bl
ElMtro-MagiMUc^s
ohm "t jare masii & iaum- ^, ,.
OONVULBoes
i mu rtcniTit i hvr% lt ntufu
OsCOiLARE ltr'U^coatMMaM ha mais
de 25 ans-oa, aWot ukcnim pr**'*o
realmente as erasaau'4 GONVUt-Seii
0D aa#wiw# SaitKpQ
. jvttas m raattiaosS
ATTENCO
(Illfi il LO-DfII)
rr 5r^.ri-A^-^5->rir>^\ 51-ar^g^ =^j
CACHBMIRA de daasl-rguras, matzalas, a 800 rs., o covado.
CAMBRAIAS brancas, bordadas, a 5000 e 50500, a peca.
MERINO de coros, duas larguras, a 800 e 101)00, o covado.
SETINKTA JHponeja, fazenda nova, a 240 rs., o covaao.
ZKPHYRES de quadro, padr3ea nsvos, a 200 e 240 rs., o covado.
LANiS com mselas de seda, a 600 rs. o covaio.
NANSUK muito tinas, padrote no vos, a 280 rs. O covado.
PERCALES miudinhas, padrees novos, a 240 rs., o aovado.
GAZES arrendadas cor de reme a 600 e 700 rs., o covado.
FUSTAO branco, desenhos lindos, a 440, 500 e 600 rs., o covado
ESGUIAO pardo para vestido, a 360 e 400 rs., o covado.
FICflUS d malba, iraitac?io de seda, a 2^500, um.
SARGELIM dq todas hs cores, a 240 r8. o covado.
BICOS.de cr-s, matisados, a 2)5000, 2200 e 20500 a pejs.
LENCOS brancos para crianza, a 102OO, a duzia.
LK.NQOS do linho de <6res, 0400, a duzia.
COLCHAS de t6res Hdm.seMd>.s, a 30500, urna.
MADAPOLAO smcricaoo com 24 jardas, o 60500, a peja.
CORTINADOS bordados, a 60500 a 80000, o par.
TOALHAS f-lpnday.a 805OOr 40500 e 50000, a duzia.
ESPARTILHOS couraca, muit.. fiuos, a 60000, 60000 o 80000, o um.
LENCES de bramante,, a 10800, 20200 e 20500, um.
CAMISAS ingkzas de flaorlla,.a 50000, urna.
BRAMANTE de algodao d- quatro larguras, a 800 e 10000, 0 metro.
ATOALHADO b>rrtndes, a 10200, 105OJ e 20000, o metro.
LEQUKS transpiartuites, grso'le sortimento, a 20500, um.
SEjtOQLAS de bramante 150000, 180(00 e 220000, a duzia.
LUVAS-d seda, co.ooiS-s arrond^las, a 20000, o par.
CHEVIOT-TES-prooo azulad-, a. 30000 e 40500, o covado.
BRAMANTE de linho de qu&tro larguras, a 10800, o~metro.
GANGA ftdara>s.'ad.i para cobrrta, a 320 e 360 rs., o covado.
COLCHAS brwicas de fuatao, J 30500, urna.
PANNO da Coat, de listra, a 10000 e quadro a 10200, o covado.
TOALHAS grandes felpu i as para biabo, a 10500, nraa.
GUARDANAPOS de linho, pars cha, a 20200 e 20800, a duzia.
GUARNIQAO de crochet, desenhos novos, a 70000, urna.
SETIM Maco de toda as cores, a 900 e 10000, o covado.
RICAS grinaldas oom veo doblono, a 80000, 90000 e 100000, urna.
FICHUS de la, toda as corea, a 10000 e 10500, um.
ZEPHYR fi-zenda muito larga, a 400 rs., o covado.
BALE1AS p-ira vertidos, a 300'rs., a duzia.
CAMISAS alternas, liaho e lgoJao, a 380000, a duzia; peohincha.
COMPLETO sortimento de bordados e ntremelos.
EXTRACTOS difidentes q^lidadeB.
TNICO de- puninan, a agtia de kananga.
Fura gafai toados de Bur
COSTUME para bomem a 80000.
i senhora a 1,00000.
BOLCAS de palha para o mesmo fim.
NA ROA 1. BE MAR0 N. 20
DE

AMARAL&C
VMMo^vvMMVvvvy^^vvvvvaxa\M^y^ VINHO MARIANI
DE COCA DO PER
O irxnkio kabiani que iol experimentado nos bospltaes de Parut, i
S prescrlpto lArlamente com xito para combaler a Anemia, OMoraaa, i
SivMtSe* ma, nioleatiaa Orna Ta respiratorias e Snrraqaecl-
m.ntc do otk6o vocal.
Ot ifUm* reoommacam-no di Petoal /rocas e delicadas, jthauslas ptm Man
ao Vello* e Crirteos.
E' o Reparador di Prturbtoo SJgMtlru ___
O FOHTIFICANT8 por JsaFO^Z^X.ElN'OZA
O WNHO MAMIANI S3 fcWCOirrr.A BU CASA DB
|iri^*^,y^r^ivaAir Em Pernambuco : rranolaoo BC. as SXX.VA \ O".
tstf*ifstJe*ste*ttMi0>tittxt**t+-i^^
c&
MEDCAMENTOS
D V
IJURUBEBA
Z> PREPARADOS E ESTLDAD0S
g" POR
5 Barllioloiiitu k C. Sucmsores
PA.WAL USO INTERNO
PREPARADOS SIMPLES
Xarope de fari)beba, nho de lurubefea, pillas de
Jtiriibeba, extracto ce lurubeb, tintura de Jurubeba:
PREPARADOS COMPOSTOS
Vnbo de IiirilVeba, com ioduroto de pntxssio, vinho fer-
ruginoso de lurubei?, srop f- rrugiu-so de furubeba, pilulss
ferruginosas oe iurubeba.
PA.1W USO EXTERNO

O*
zn
so
rs
se
c
ce
B
Si*
ce
ees
i
m
"5
8
"8.
38
ce
ce
Iurubeba-
Oleo de Iurubeba, pomada de Iurubeba, emplasto de g.
:o:
nicos preparados de Iurubeba pprovados pe i Academia de Medicina,
autorisados p-da Junta Geral de Hy^i n Publ.-, da 6rt e recorornendados peiOl
.redu-os contra as moasfiioi do estomago, perda de appet te, digestZe #', ^J"
sia, rheumatismo agudo ou ch onico, a toi.s ^ molestias do figad,i do bay, ca
diarrha chronica, na hidropesa, naa moL^tv, e ongens syphicas, etc., oto.
:o:
25 annos de aceitaijao
ATTESTAM A EFFICAClA D'ESSES PREPARADOS
CUIDADO Cm"aS FALSIFICAgES nanrjpQ
Elixir tMlmnaiur*-BARHOLOUEU & C. SUCCESS0BSS
DEPOSITO GER\L
Bm sua pilarm ca e drogara t
RA LAHGA DO ROSARIO N 34
UEEHH
n
Bsaasasaasasl


8
Diario de PernamburoSabbado 14 de Abril de 1888
VARIEDADES
Os <'! do officiaes na
llemanha
(ConolasSo)
Quanto 808 manoebos que entram na
carreira daa armas, com viratagens superio-
res, devem apreaentar em primeiro lagar
os diolomas que attestam um oarto grao
de instruegao militar.
Antes da admssao definitiva, procede-se
a um inquerito minucioso sobre o oandi-
dato, no que diz respeito ao sen modo de
vida anterior, os seus gostos e opiniSes, os
seas hbitos, suas rtlacSes sociaes e fami-
lia. Logo qne admittido, nomeado of-
icial interior, e depois tem que seguir o
curso de urna escola de guerra, durante
nove ou dez meses; e ao fim d'esse tem-
po promovido. A partir d'esee momento,
todos os officiaes marcham a viven, ao
lado una dos outros, tem distincg&o de ori-
gem, esperando a promogao por antigui-
dade que es eleva a tenentes.
Quando se d urna vaga, o chefe do
carpo rene todos os officiaes do regimen-
t, afim de decidir se o maia antigo dos
fcehnrich digno de ser nomeado alfe-
rcs. Se a maioria se pronuncia contra o
candidato proposto, este immediatamente
posto do lado e passa-se a outro. Se pelo
contrario, o candidato aceite, pela maio-
ria, os officiaes que lhe recusaram o voto
tem de consignar oa motivos porque asaira
entenderam votar. E' urna das partes mais
importantes do processo verbal da sessao.
O Imperador por fim que se pronuncia
por este ou aquelle candidato, depois de
haver examinado os processos verbaes res
pectivos.
Avanca se sempre por antiguldade. At
ao grao de capitao incluaive, o opera-se em
cada regiment. D'abi para cima, estendo-
se a todas as armas. Fazem-se algumas
raras exceptes, para com os ajudantes de
campo do Imperador e para com os offi-
ciaes que sahem da Academia de Querr,
com o diploma de estado-maior. Fora d'isso,
o principio da antiguidade sempre rigoro-
samente observado Muitas vezes o inicial
v se preterido, o que prova a sua incapa-
cidade e insnffi-iencin para o lugar imme-
diatamente superior.
A subida de posto lenta. Regula em
media, dez annos para o alferes, seis para
o tenente, tr-ze para capitao, dez ou onze
para major e quatro ou tinco para coronel.
Como se sai alferes s vinte annos, as
idades succeseivas sao : tenente sos trinta
annos, capitao aos trinta e seis, coronel aos
cincoenta e oito, e general aos sessenta e
dous ou sessenta e tres. O sold pagas,
adiantado, aos mezes.
E' necessario accresceotar que os f fu-
ces gozam na Allemanha de privilegios
rfciaea e sociaes que fazem da profissSo
das armas, una das nicas profissSiS por
ex silencia, n>uito procurada pela javen-
ture das escolta.
Afim de dar a maior coh^sao possivel ao
corpo de offi aes, o governo allemao creou
c desenvolveu n'uma grande escala os ca
ZD08 militares. Estes estaheleciroentos
onde '8 officiaes vivem quasi em commam,
onde elles comem todos os dias e onde
tiles fazem a sua escripturagao particular,
sao corapostos de muitos sal3es e salas de
jantar, salao de jogo de armas, um grande
amphitheairo que servo para as reuoirJes
geraes dos offi -iaea, gabinete de leitura,
urna bib!iothe"a o urna sala que serve para
OS tribunaes de honra. Reina urna certa
miee en scine em todos estes salas que
cima enumeramos. Vem-se por toda a
parte es retractos dos soberanos e familia
real atsim como os dos camaradas mortos
na guerra. Alm d'isso, todas as paredes
se acham cobertas de lerobrangas guerrei-
ras, trophos de armas, finalmente tuio
que fira a imaginagao dos jovens officiaes.
A nstituigo dos cazinoa tem pir principal
fim a confraternidade entre os officiaes.
Nao so adrante nenhum civil.
Muitas vezes os corpos de urna outra
arma reunem-se mesa. Chamam-se a
estes jantares: (Liebcsirakl o repasto da
asade.
Todas as cidades da Allemanha onde se
en ontra urna forca do exercito allemao
possue um cazino, que na maior parte das
vetes pertenoe ao Estado.
Quando M d esto easo servido geral-
mente pela viava ou pa mulber d'um alfe-
res, son aa vistas de um capitao acompa-
o ado de dois alferes.
Os officiaes subalternos, alferes e tenen-
tes slo obrigados a jsntar no calino. As
despesas nao variam Cada jauta.: custa-
lhea um franco ou um franco e vinte cinco.
Os cazinos alleraes nao pagam nem direi-
tos d'alfandega nem de barreiras.
A' nstituigo dos cazinos de ve se sobre
tudo na Allemanha o desenvolvimeto do
espirito militar.
FOLHETIH
TESTAMENTO yEBMELHO
POR
XAVIER DE MONTEPIN
PRIHEIffiPARTE
. SADA DDS SAL&tlEIHQS
(Continu*go do n. 84)
XL
O que ha para comer f
Temos de tudo... respondeu o pa-
trio com orgulho. Costeletas, beeftecks,
antrecoatoa, fricands, guillabas, pombos,
oaldeiradas de paixa, fritadas cam, io a...
Quanto nos legumes e s fructas da esta-
cXo, tudo quanto quizerem.
Meu pai, d a tua opinio.
E' intil. Escolbe tu mesmo...
Pois bem, que tenho plenos pode-
res, eis o que pego : gallinha fria, fritada,
saUds, "am.iroes, queijo e fracta. '
Morangos ou cerejas ?
Morangos.
Muito bem I Que vinho qar 1 Bor-
dee ux ou Biurgogae T
Ah I quanto o vinbo recuso dar
pinito.
Bourgogna. disBe R'yraendo. Urna
garrafa de vicho velho de Beaune.
Queiem bitter ou absintho eroquanto
espenvm ?...
Nao.... Sirva-nos o mais depressa
possivel.. .
Nao ha de demorar nada ..
O patrio, muito lesto, apesar do gordu
ra por tos aesignalada, dirigio-se para o in-
ferior do estabelecimento, afim de mandar
preparar o almogo dos dous freguatjel.
Datante cs'.e tompo Paulo e Raymundo
i-a Monche
II y a bien des anoes la vieille amie
qui veut bien d aa main recopier mes
pattes de monchos afn de les rendre
intelligibles a mes aimables lecteurs, ou
lectrices, babitait 1'Angleterre et venait
i baque anne a Paria passer a api es de son
pre les ftes de Paques.
II n'est gera de personne arrive a la
soixantaine que ne puisse trouver daos sea
souvenirs quelque episode interressant et
pouvant presentar un intret general au
point de vuo de l'exraple qu'il peut offrir.
Dono, Mme. d'Habeck, au momont de faire
son voyage annuel, alia faire une visite
d'adieu un vieillard qui avait t son pro-
fesseur de chant. C'ctait un Italien qui, ar-
riva quatrevingt trois ana, avait conserv
toutes sas facultes intellectuelles; 1 avait
uogrand coeur et beancoup d'esprit, et
bien que, professeur de tres grand talent et
oompositeur distingu, il n'tait pas riohe
ayant toujours eu la main ouverte em fa-
veur des malheureux. II avait pous
pr3 de soixant ana une jeune orpheline
que la mort de son pire, vieil ami du maea
tro, laissait saos autre ressource que le cou-
vent ou um manage tres desproportionn
quant l'aje. Si Tire que cela soit, et si
trange que cela puisse paraitre, ce menage
tait heareux depuis vingt cinq ans et vi-
vait daos une t b leste aisance.
Mme. Habeck avait t toueba des soins
prodigues par cette jeune femme ce vieil-
lard et de la etait ce une amiti que du-
rait depois des ann^s a l'poque dont il
est question. App enant que Mme. d'Ha-
beck partait pour Pars, le vieux masstro
lu desmanda comme faveur sprale de
remettre une lettre a une de ses tres an-
ciennes, 'ives la princesse Hloe C ..
qu'il savait tre exile, et laquelle, ajou
ta-t-il avec la bonhonie qui le rendait si
sympathique, il dsirait offrir le peu qu'il
possedait *
< Dites lui bien, madam?, que je n'ai
pas oubli de quel' fic, on elle a daign rece
voir dans son palais de Florence l'obscur
professeur ; qui ji m rappelle que c'est
grSc> elie et a son mari que je suis ar-
riv a la reputation et la fortuna, si moa
hum'-ur partogeitse m'avait permis de la
conserver. Aojourd'hui le peu que je
pos le est a son serviee si elle veut bien
acc*pter notre modeste hospitalit. Du res-
te, madame, vous nona connaissez et sau-
rez dir ce qui pourra la decider a venir.
Ce disant il remit sa lettre, et en regar-
dant l'adresse, Mme. d'Habeck lui fit obser-
var que la princesse ne pouv .t selon toute
apparence tre bien pauvre habitant 1 plus
beau et le plus dispendieux quartier de
Pars, celoi des Champa Elysas.
Deus jours ap'ei son arrive, ma vieille
amie se reodit a l'alresse indique, qui
tait celle d'une maison Meable de l.era
ordre, et s'adressant au concierge elle lui
demanda la princesse Hie C ..
< L^ princesse ne reeot pas, ne recoit
jamis.
Mais, non ami, je viens de tres loin
piur la voir, j'arrive de Londres et me suis
charge d'une lettre que je ne puis re-
m^ttre qu'a elle memo. Ayez l'cbligeance
de lui dem^nder de le ver la consigne en
ma faveur, voici ma carte.
Soit que la figure de la vsiteuse lui ins-
pirat de la confianae ou soit plutt la pa-
rese de monter, il reprit:
Ecoutez,-madame, vous monterez cinq
escolberam muito perlo da ribancetra uoi
caraman'-liio de onde podiam admirar a
paysagem encantadora formada por um
grupo de ilhas verdejantes.
Atrs destas ilhas destacava-ae o perfil
da ponte de Crteil, emmoldurando com os
seus arcos o borizoute resplandeccnto c o
velho moinho tao pittoreaco.
A ilba em que se achavam o pai e o fi
Iho, e que una ponte rustica una trra
firme, offerecia naqu lie momento 0 aspec-
to da mais completa solidSo.
E' verdade que ainda era cedo, e ra-
ro, nos dias da semana, qu > as casas de
pasto da beira d'agua, m -amo as mais co-
nheci fas e a -.reiitadas, tenham muita gen-
te pela manhS.
Entretanto dous viajantes entraram na
ilha, onde chegavam, nao em bote, mas
pela ponte.
Urna criada os ac opanhava, trazando
em urna bandeja dous copos, um fras cheio de absintho e urna garrafa de cgua
gelada.
- Onde que os senhores se querern,
collocer ? perguntou-lbes ella.
All responden um dos recem che-
g dos, deaigoando o uMraioan-hilo junto
ao que estava oocupado por Froment .1 e
pelo filho, que elles nao tinham visto.
Depois a collooar a bandeja em cima
da mesa do caramanchao indicado, a cria-
da proseguio :
Os senhores almocam ?
Nao... touaremos apenas absin-
tho...
A criada voltou pira a casa de pasto e
encontrou se no caminho com o criado qu-
ia por a mesa para Paulo c R ymuodu.
Este, ao ouvir fallir xtrs de si, voltar
a c-beja para o 1 ido de onie partiam aa
VOZ 9.
V--I10, atravez dsa grades de madeir
do enraman -bao, dous rostos descoubeci-
dos, poz-se logo a contemplar de novu a
piiysageui.
Por maia ligeiro que fosse o seu mov-
ment, bastara entretanto para chamar a
attencSo dos recern-chegados.
Vendo que uSo estavam sj, o mais v,-
Iho ao companheiro.
Este inclinou a oabeca o respmdeu com
um pisoar de olhos que significava clara-
mente :
Esteja descaosado... i... compre-
hendi...
tages ; arrive en haut du grand escalier
vous en verrez um petit, au bout duquel
vous verrez une porte, c'est celle de la
princesse I
Ce titra de princesse prsente k l'esprit
une toute autre idee que celle d'une sei-
x ene tags au bout d'un escalier de ser-
viee ; mais les personaos qui ont l'habi-
tude de la vio et l'usage du monde ne
s'tonnent guare, et sana autre observa-
ron Mme. d'Habeck commenca son ascen-
sin qui, au reate a Paria, est chdse ordi-
naire et se fait a present graae, au progrej,
dans les conditions les plus agrables u
moyen des ascenseurs, inconnus enoore
l'poque dont je parle.
Comme du haut du chapean de Mme.
d'Habeck j'asslstais cette visite, je puis
bien employer la premire personne.
La clef tait sur la porte da haut de
l'escalier et avec ma vue pircante je re-
marquai deux longs oouloirs droite et a
gauche o se trouvaient une vingtaine de
portes ayant chacune leur numero. Tout
tait propre et tres bien tenu; au bout de
chaqu couloir se trouvait une fotre et
sous chac'une d'elles un robinet ea- en
cuivre tres brllant. Nova frapp n*s
la porte, on oria entres: et en ournt
nous apercunes une femme ponchee dans
la chemine cuisant une cottelette sur un
petit rcbaud. C'tat la princesse I Nous
lui dimes de suite que nous lui apppor
tions de Londres une lettre de son vieux
professeur ; elle nous t entrar avao autant
d'aisance que si elle eut recu m visite
dans son saln.
Pendant que moa a-nie cause avec la
princesse je vais vous faira la description
de la chambrd oa nous etioas Si j'^ri
vais un cbapitre de romn il est probable
que je ponsserais au noir, que je vous
dirais qu'il y avait un grabat dans un
coio, qu'il n'y avait pas de carreanx a la
fenetre par laquelle la pluie et 1'humiiit
de la nuit apportaient dea rbumatismes etc.
etc.; mais comme il s'agit d'une bistoire
vraie, raconta simplement, je dirai que la
pi je ri nous venions d'entrer etait petit
mais fort propre, la fenotre faisi.nt face a
la porte laissait pntrer l'air et le soleil
On voyait la cime des arbres des Champs
Ely.-.3s, des jardins et au loin l'aro de
triomphe de l'Etoile.
Le lit tait en fer, mais convenablement
garni et rscouvert d'un couvre pied bUna
eu piqu anglais. II y avait des rideaus
de calioot blanc oinsi qu'Uf-Mitre, dont les
vitrea taient oouverts de petits ridaux
de mousseline. Le reste du mobilier se
composait d'une commode sur laquella se
trouvait une statuette de la Sainte Vierge,
de deux petites tables dont l'une servait
crire et sur laqu-lU se trouvait un en-
crier en or appartenait videmment a un
necessaraire de voyage. Sur l'autre tabl-i
se trouvait mis avec soin le couvert de la
princesse. Apri cela ua fiuteuil dev.--.nt
lequel tait un tabouret de pieds, puis una
cbaise ; au fond du lit un beau cru irix es
ivoire sur fond de velours noir. Davant
le lit et devant la chamine deux morceaux
de^apis, enda sur la cbimin) mme un
petite pndulo a deux flmbeaux de cristal
et un petit bougeoir en porc->laine. C'tait
certes peu prineier, m-<8 le t mt avait ua
aspect tres net et tres gi.
II y avait aussi derrire la porte un p>r-
te manteau oa; h par ua ridoau semblabla
a ceux du lit et de la fntre; ou voyait
dans cet ensemble tres modeste qu'ou av^it
cherch rendre ce logia aussi ngribl
que possible.
Vous savez que si les mouehes ont de
bons yeux, elles ont aussi de fines oreilles;
tandis que je fnisais l'inventaire de l'appar-
tement je ne p rdais pas une parole d je
que racontait la princesse. Mme. d Ha-
beck avait mis en oaavre toute sadiplomatie
pour la decider k aller Londres, mais tout
en tmoigenaat la plus vive reconnaissan
ce pour l'offre de son vieux professeur,
elle refusait absolument, disant qu'elle at-
tendait de jour en jour l'autorisatia do
rentrer dans son paya, dont ne voulait pta
s'loigner, encor plus en quittant la Fran-
oe En suite elle fit le roit de la raison
que avait motiv son -xil. La princesse,
Fromental e o filho coatinuaram a con-
versar sobre o sitio que os encanta va,
mas foram interrumpidos pela chegada do
criado, qve vinba collojar aobre a toalha
muito alva, m.inteiga fresca, rabaoetea
cor de rosa, pao, gallinha fria appetitosa e
a garrafa de vinho velho de Beauue, co
mo constituindo a primeira parte da refei
cao.
O pai e o filho mornam de fome.
Daram prova disso atacando vigorosa-
mente e que Ihes fora trazido, e o untar doa
queixo substituto momentneamente a con-
v^rsaj&o.
Os dous renem-chegados cooversavim ao
mesmo tempo que preparavam o absintho,
mas embora tivessem o cuidado de f .llar
baizo, palo meaos em apparen ia, nem por
isto grande parte do que diziam, deixava
de ebegar at Raymun o, cujo uuvido era
prodigioaamente delicado e que alias, por
habito protssional, escutava.
Paulo, esse nao ouvia absolutamente na-
da.
Devemos accrescentar que, sentado em
frente do pai, fioava mais distante dos con
versadores.
Alm de que, o seu ouvido nao p-sania
a delicadez* ex epjional do de Ry i.un
do.
Sim, meu caro doutor, disia o m is
mogo dm bnba lores fie absmtno, :oatiuuu-
<1o a conversa co uegala, afBr.uo I ti ., o f-
nhor tem autondade bastante na r<
s:i oti : pra -rr^njar em Priz, m pou
cu tempn, i-liuica de primeira or iem, ''
to numerosa qua nao ba ter moa a iu -
dir...
Aceito, o presagio, meu caro Pascal,
raspn leu o guQ lo doa des 'O.ibe i i s,
repuo lli i)U ru s-r o que em Ftaacacna-
iokio espacialt'ta... Quero comoatere vea
cer unja ii.a docoyas mais te uvcis a mxis
co.uiuud da nossa poca, aqu-lla cuj .a
origeuj, deaeuvolvimeato e oosaqueaciaa
u ex licav lhe ha dasa anemia I...
Ao uuvir esta ultima palabra, lt y-uuii-
do, que al eiito nao tinha ouviio seuo
le .i.o io iu .ous.-i-.-nie e distrabido, toruou
se mullo ..Unto.
A anemia ?
Era a ioeog de que suppunha o filho
ataido e que lhe oausava to grandes ia-
quieta3 a.
Cacem-cbega (o casa de pasto da ilha os
dous ex-ho*p>des da pnsao de Nimes, Paa-
veuve depuis longtomps dj, avait un fr
re ain qui babitait ohea ella ; il tait en-
tr l'insu de sa sce ?ur dans un complot
contra le goavernement extstant. Extr
mement obaritable la princesse tait con-
nue de beau -oap de pauvres gens aux
quels de une fago o oa d'autre elle avait ren-
du aarvice.
Un beau matin une pauvre femme vint
'informer ^ue la nuit suivante on viendrait
arrter le prinoe Q. et aaisir ses papiers.
La mari de cette femme tait un des
hommes de plice charg de 1'arreBttation.
La princesse russit faire vader son
ti ere et bruler les papiers qui pouvaient
le compromettre, et attendit avec l'apparen-
ce du calme la visite annonce, ne oban
geant rien sea habitudes afia de donner
le changa. Dans la nuit la visite domici-
liaire eut lien et la colare des sbires en ne
trouvant ni le prnce ni lea papiers, qu'ils
pensaieat deja teir, donna la princesse
las pas vives oraiates poar sa suret- per-
sonnelle. Le lendemain, sana attendre
plus longtemps, elle se munit de quelques
bijoax et de l'argent qu'elle avait chez
elle ; elle emmena une femme de chambra
et partit directemente pour Pars pensant
qu'ella ferait mieux ses affaires et calles
de son frre psr oorrespondance. Arrive
k Pars elle desoeodit dans la maison o
nous la trouvanes et prit un appartement
ai premier tage, mais pea do temps apri
la femme qu'ello avait amenes fut prisa
le lajaostal^ie du pays, et la princesse,
laquelle elle n'tait pas tres utile et qui voy-
ait son argent sedepenser tres rapidment,
pria la maitresse do la maison de ohercher
une ftmille qui put la rapatrier. Caja est
facile et se trouva ais.tent. Uae fois
sealo la princesse, n'ayant pas de nouvel
les,' ne recevant pas d'argent, tait fort
inqu'ete; les nouvelles n'arriverent qu
trop tot. Sjo not-iire l'informait que son
frre tait l'abri et qu'il lui avait adresa
les fonda qu'il avait en mains; que 1
priuoe et elle rae ne taint exils et que
tous leurs bieos etaient mia sous seques
tre. II terminait sa lettre eu faisant la
prin -esse ses oftres de serviee.
La Princesse li en i est uno famme coura-
gause et prompte dans ses djisions; au
regu de-oette lettre, terrible pour d'autres,
elle .e s'evanonit pas, ella n'eut pas d
criae de nerfs, ja crois qu'elle ne pleur
mme pas, mais elle fit prier la jntitresse
de la maison de monter shez elle ; elle lui
communiqua sa position et la lettre qu'elle
venait de recevoir, et la pria de lui procu-
rar dans sa maison une patito chambre,
afin d'attendre les aiemants. Cette dame,
qui etait une tres bonne personne, lui pro
posa de prendre un appartenent moins
eber l'assurant qu'elle ne la tourmenterait
pas pour le paiement. Mais le caractre
de la princesse n'admetait pas dedemis me
sures : elle insista et s'installa ou nous l'a
vons trouve et ou elle tait depuis plu-
sieurs mois deja.
Elle refusa galemant de continuer se
nourrir dans la maison. Elle ajouta eu
riant : qu'elle avait trouv deux lecons,
l'une lapetite filie de i bouchre qui
lui fournitssait aa viande, l'autre, g a dit
elle la reoommanlation de la portera,
une jeune filio, eleve du conservatoire dans
la classe de chant etdont les parents portiers
aussi dans la faubourg St. II inor, dsi-
raient faire prendre des lecons supplmen-
tairea ou plutot de* rptitions afin di la
faire a vanear pula vite.
Comme dans les choses plus tristes il y
a presque tmjours le cote comique, voici
qu'un baaujour elle fut a peu p-ci re
coanue [je dis peu p i parcequ'elle avait
pass saos vouloir le voir) par un jeune
atache de l'Ambassade de son pays. II en-
tra sur ses pas dans la loge tandis qu'elle
avait pass daa la p :a du fond ou sa
trouvait le piano de la futuro prima don-
na. II demanda qui tait cette dame La
concierge lui rponditc'est Mme H'ae
la maitresse de chant de notre Oemoi
sal'e ; elle demure c: p^i. Le jeune bora-
me qui savait la princesse exile et se rap
palant avec quelle gracieuse bianveillauce
il avait t rucu par le Prince et par sa
cal Saunier e J .cques L .garda, ou, para
melhor dizer, o doutor americano Thomp-
son e seu secretario Pascal Rambert.
Em publico, e por toda a parte onde
suppuaham que podiam ser ouvidos, falla
v ra um com outro nao s de modo que
nenbuma das suas palavras os podasse com-
prometer, mas ainda de rao lo a fijarem
cada vez mais senhores dos seus papis e
fazerem reclame ao futuro especialista.
O doutor pros -guio :
A anemia nSo efa, por certo, urna
desconhe -ida antes da segunda metade do
secuto dezenove, e a prova que varios
autores falUram nella, chamando-a succes-
sivamente hypemia, panhypemia, espane-
mia, Morte e dando lhe outros nomea
ainda, 0 que nao podia aeno trazer con
fusilo lamentavel o indazir a erro as pea
quilas da acieaoia; mas certo que esta
.luenga, embora nao saja de origera essen-
cialmeate contempornea, augmentou de
modo singular actualmente, favorecida pe-
las cireumstan -ias a pelo meio em que se
desenvolve..
c Aa garagSes que preaederam aquella
a que parten jemos, rruinar-m suecessiva
mente a su. vina, fazendo assi n dos seus
tescend ntes candi utos anemia, qae nao
outra cousa aanSo um empobrecimento da
satjua, isto U o estado mrbido em que
o liqui >o sanguia-m insurfi i-nte tan o
era qu .iitidade cuno em qa lila la
i E' intil que lhe repita tudo quanto
tam si o dito e ascriptu a este respeilu .
O seubor fia alias qua se oecupar a fundo
uom isto, qnau lo eu lhe padir qua pss a
|i upo a me noria muito extensa que estou
preparando e conti aubinotter acadeiui.
.le medicina, sol itaado a aua appnvagiu,
p ,ra iuiD a mais preciosa de lo las I
f Julgo demonstrar de modo iu liaeuti-
vel nessa memoria que o empobrec ..eot.i
.o saugue, eaus* da anemi, p le maui-
teatar sa oom efTaito em tolos os periodos
to vida... As .-riangas oasoidas do p i
ou de mai anmicos ven ao muaio em *a
tado de anemia evidente... A anemia p
da provir igualmente dos embaragos causa-
dos por u ua razao qalqaer boa e sutfi-
jieuta alimentagao do re jem nasudo. Eat
provado para mim qua, desde a idade de
ara auno at doze, soora dez criangas otto,
lo menos, sao chloroanemicas >
R ymuni i continuava a esuutar, sera
que r*aulo p 'jebasae a attengio prestada
femme, ne rfiehit pas au tort que ctta
dmarohe pourrait lu faire auprai de es
ohefs, et la lendemain il se precipita ches
la prinoesse qui avait donnla veille la con-
signe qu'elle ne reievait jamis. II revint
et alora la prinoesse lu orivit pour le re-
merjier, mais le priant d'une maniere posi-
tivo de ne plus insster pour la voir et sur-
tout d'oublier son existence Pars, ajou-
tant yie si pr sea relatioas de familia il
poavait l'aider rentrer daos son pays,
oa serait le vritable serviee qu'il ptuvait
lui rendre.
Je me guia oocupe usqu'ici du oot
moral et n'ai pas m ne pens vous
dpeindre la princesse qui avait alors de
quarante quarant oinq aos. J'avais beau-
ooup ent ra lu vantor sa beant, mais outre
que les femmes de aet age tres bailes sont
fort raras, dpouilla du prestiga de la toi-
lette et du luxa je trouvai la prinoesse une
femme tres sympathique, tres gracieuse,
ayant le rare talent de mettre tout le mon-
de l'aise auprs d'elle, mais non plus ca
qu'on pent appeller tres belle. SIU tait
d'ana taille moyanue avac das yeux gris
tres bsaux et une ebevelare magnifique ou
l'oi apercevait quelqnt-s chaveas blanos ;
figure iutelligante au plus haut dgr. Li
front et le our des yeux montraient quel
ques' rides legares et au coin da la bouohe
il y avait un pli triste, que draantait un
pan son apparence de gaiet. C'est qu'il
en est souv.ent ainsi, la bouohe sourit mais
le coeur saigne, et il et tres faoile croire
que la prinoasse ne se voyait pas sans cha-
grn daos une situation si opposa l'habi
tude de toute sa vie, tel courage qu'elle
rat l'a-.llaura U supporter. Notra visite
tait tarmine, les deux fammes, tranga-
res l'une l'utre une beure auparavant, aa
separerent oomma des amies.
La princesse a'tant loua on ne paut
plus des bons proclade son htosse, nous
entrames chez cetta dame ; nous lui dan
ames notre adresse Londres au cas ou
ilarriverait qulqua chose d'extraordinaire
sa locataire. Cette dame nous assura
que les amia de la priacesse pouvaient tre
tranquillos, qu'elle ferait tout ce qu'ella
pourrait pour adoucir uae situation si inte
rassanta, mais elle ajouta que la reserve de
la priacesse rendait cela diffijile. Ai asi, noas
dit elle, touts las raatins j'eavois raajfem
ma de chambre pranira des nouvelles de la
Princessa et sa mettra sas ordres; jus-
qu'ici le seul sarviee qu'elle ait parmis
qu'on lui rendit e'ast d'onlaver sas oaux
sales et de lui appj-ter de l'eaa touts les
matios. Tout la resta elle fait elle rae ne.
J'ai mis le saln sa dispositton, mais elle
n'y ost pas deso-ndua una seule fois et
passe toutes ses soiras toute seule la haut.
La bouna dame ne comprenait ps qua
cette reserve tait imposa sa looataire
par le fait mena de sa situation. Qunt 4
s'ennuyer, la priacesse avait pour cela trop
de ressources dans l'esprit; ella lisait.
:revait ou travaillait, et comraa recreation
elle avait avis assez loin uaa fenatra ua
de ees iatrieurs comme il y en a beaucoup
Pars, mais qui pour la Prinoesse tait
une chose inconnue.
Mme. Hleae avait beaucoup a appren-
dre, et apprit, g^ise l'epreuve que Dieu
lui enviy.it, ce qua peuvent etre dans la
pratique les mota pauvr -t, travail et de-
.emeat. Au moyen d'uae zcelleate lu
nette douze verres, sa lorgaette d'opra,
elle put se donnr le especiada de l'inte-
rieur de ses voisThs? Presqu'ea face la
sienne, mais loinr se trouvait uae fentre
ornea de plantes grimpantes, dont les car
reaux brillante de propret attiraient son
attentioo. A cate te-iatre, des le point du
jour, s'asseyait une jeune filie d'une veng-
taioe d'annes, j olio mais avec ce teint
tiol de l'ouvnare des grandes villas.
Elle faisait des rlaurs artirioielles. Vers
dix heures elle disposait de l'autre cote de
sa petite tabla un grand fauteuil "i avec
los soins les plus touobants elle iastallait
une vieille femme aveugle; uaa graa I
mere Baln tout apparanca. Oa ne pou-
vait entendre, mais il tait ais de voir
que ees deux femmas vivaient dans la
plus complete harmonio. 3a la jeune filia
s'obsentait la matin pour faire ses petites
provisin!, le siir deux fois la semaine
pour rapporter son travail, elle disposait
tout poar qae l'aveagle n'ait non
cherchar et lui prsait la main sur chaqu
ohse. Presque chaqu soir il venait un
jauoe horaraa un peu plus age qae la jeu-
ne filie; tait-oe un frere, tait-oe un
fianc? En entrant il embrassait l'avea-
gle et la jauae filia lui donnait la main ;
ils oausaient un peu ; il leur racontait sans
doute las nouvelles, aprs cela il prenait ua
livre et leur faisait la lectura. A dix heu-
res, jamis plus tard, il se levait et prenait
cong ; quelques fois au dpart je l'ai va
embrasser la jeune filie sur le front. Avac
la meme ten iresse, les m oes soins, l'enfant
couohait sa grand mera et se rernettait
travailler quelquefois bien avant daa la
nuit, soit qu'il y ait quelqua cornmande
pressa, soit qu'il faille avoir un peu d'a-
vanoe pour l'hiver si rude Pars pour
les pauvres I
Oa retour a Londres nous rendimos
corapta a notre vieil ami du refus de son
anoienne eleve; il en fut attrist n'esparant
plus la r voir ; mais il eomprit tres bien
qu'elle volut restar aussi pr) que possible
de sa chara patria. Eavirou ua aa epres
notre visite, la prineesse fut rapella et
rentra dans ses bi ras, ainsi qua son frere
qui bafijia d'uae amnisti. La priaces-
se 14.133 1 des marques de sa- gnrosit aux
bravas gana qui a'taient montrs ai dispo-
ss a la servir. A sa maitresse d'hotel
elle offrit un magnifique bracalet orn d'un
groa brillant et portant les deux dates de
soa arrivs et de son dpart de Pars.
Voulant clbrer par une botina actoa la
joie qu'elle prouvait da voir fiair son exil,
elle remi cin [ milla franos chez le jeune
filia dans son tude. Ou se rend toujours
k l'invitatioa d'aa notaire. Ella s'y ron-
dit accompaga du jauue bonama qua nous
avons vu pra d'elle.
La notaire oommanga par lui demander
ai e'tait son frare ? Non, monsieur,
o'est moa oousin et mon promis; nous at-
tandons qu'il ait assaz d'coaomies pour
s'tablir son tat de relieur. Eh bien I
mon anfant, en sortant d'ioi, vous pourraz
faire publier les bina ; j'ai vous remattre
una patita fortuna qua vous vieut du ciel en
droit ligae, c'est uae amie inconnua qui
vous l'envoia. Las cinq milla frenes que
ja vais vous ramettre soat votra dot. V ra;
pourrez vous tablir et continuar a soi-
gner grand moral Oa peut jugar de l'-
t ranamant et de la joa de deux jaunes
gaos qui ont prosper comme ils la mri-
taient. Mtigre toutes leurs prior'8, le no-
taire na voulut pas laur nommer leur bien-
t'aitrice ; mais comme tout aa sai rae ne i
Pars, ia passage de la princesa fiait par
:re coanu et nos deux jeuaes gens lui
irivirent pour la ramereer uaa lettra des
pl-is touehantas.
La seula parsonne qui ne fut pas satis-
faite fut la mere de la prirna-doona en ex-
pectativa. Elle ne sa pardonnarait ja-
mis, disait ella, de n'avoir pas devine qua
Mme. H!rae tait princesse et de l'avoir
toujours traite) corana una simples mai-
tresse Je chant.
Flt.
pelo pai conversa dos dous desconheci-
dos.
Ou estou muito engaado, observou
P.>s.'.al, ou a idade da puberdade deve se*
essenciaimente favoravel ao apparecimento
ao deseavolvimeato da anemia.
Nao est tal engaado, respondeu o
doutor, pois na pooa em qua o corpo,
tomando o aeu deseavolvimeato, precisara
mais de fortificantea e de desaaoso, a-asa
poca qua o eagotam, ou edm o abuso doa
prazeres, ou com o exaesso de trabalbo.
c O trabalbo sedentario, os estu los for-
jados produzam muito particularmente
anemia... Os pensadores, os earadiosos
estilo mais sujeitos a ella do que O ho
mera entregue por profisso a pesado e fa-
tigante traDalho manual.
O s-uhor admitta em principio o era-
prego do ferro para alcangar a cura dessa
do raga tarrivel 1...
De carto que admiti ;.sendo o ferro
parte coastituite dos glbulos vermelhos
que ha no s.ngua, a absorpgo dos ferru-
giuosos, claro, oao p le aeao fortificar
os glbulos; mas os resultados sao de Ira
tilao s vezas oa n desaniraadora para o
doente. .
f Para mira, o manganesio cerr ve-
z s, mil veas preferi'el aos ferruginosos ;
o aeu podar real mente inau neo, e oou
o saU empr-gu, ad liciooado ao daqualla
plauta rara dos trpicos, cuj* existaucia e
(f itos qu-ai mdagi-osu me foram ravala
ros p do ra ra veliu ra-stri o r. Jhn
iyr, qua aootu para conquistar era Fran-
g. a ui iba rapuiago
Ja quas auproxiraou sa de Paaeal e dis-
aa ln ao ou i xiunu que K.yraunlj uSo pola ouvir estas
p .1 .vr-.s :
Fama que nos ha de permittir ooou-
par uu* tranquilla uonia com o uossjs Oj-
g i ras serios
Paa al sj.rio e depois p^rguatou :
Oju r palera o senhor era Paria ar
raajaf a t.l planta da etfaitos raaravilho-
soa '/
Pie-sd enoootral-a, apezar do sa
prego elevado, trapragara u'a na pr.p
ragao d certus medijara-ntos, ms iguo
rain iniuiramente as suas virtudas contra a
audtoi. .. virtudas qua ella deva sobretu-
do a uraa pr ipar.g j chi nica do qu< me
encarregarai eu proprij, pois couto estaba
lucerno Uojiaiorio era casa... Quanto
planta, man larei ir sm grande quantida-
O ihealro noT.ipo
Os japoaezas adorara duas cousas : as
ba Urinas e o theatro. Maa uao com-
prehendem o tbaatro como os europeus,
para os quaes quatro horas da espectculo
sao muito Bufficientes. Gostam de desfor*
rar o seu dinheiro. As raprasentagoes
thaatraes duram em geral doze horas.
Das nove horas la raaoha s dez da noite!
Almogam e jantam no theatro.
Os japonezes, filho? da urna nago emi-
nantementa guarreira, prefarem sobretudo
os dramas histricos que oonta os altos
faitos militaras dos seus hroes ; no en-
tnto gostam tambem da comedia ; e tanto
verdada que nao ha nada do novo para
elles neste genero.
(Cominuar-se-haj
de ou do Havre ou de Marselha, onde ella
chega directamente.
Quanto tempo calcula o senhor que
lhe ha de ser preciso para triumpbar da
anemia com os seu novos meios curati-
vos ?. perguntou Pascal.
Sois ra zas, quando rauitj, para urna
anemia grave. Dous ou tres mezes ape
as para urna anemia secundaria .. res-
pandeu Jacques. Olhe, accreacentou elle,
deaigoando com a mo o caramanchao on-
de se achavam Raymundo e Paulo, est
vendo, atravez da fulhagem, aquelle rapaz
que est almo; ra.lo all, muito perto de
nos, em companhia, provavelmente, do
pai T.. .
Estou... Eatao?... .
R y nuu-lo tiuha ouvido.
Angustia iodefinivel apodnrou-se delle.
A sua respitago paree tu pirar e tolos
os seus sentidos couceutraram-se mo nen-
taneamenta ara um b : o ou'ido 1
" Pois bem respondea o De. Taom-
pson, aquella mogo est absoluta oente aae-
mico ..
Fromeotal sentio um oalafrio, como sa
acabassa de ouvir um claagor fun-bre.
Jacques proseguio :
Nelle, a doeoga reeent*, mas to nou
muito deprssa proporgS'S de gravitado
siogular .. Se cousa alguraa fizar cassar o
d aanvolvim -oto da locag ., a sua vida cer-
rar perigo...
- Km qae baaeia o aeu diagnostico ?
O que lhe t'.z suppor qua aquella adoles-
cente esteja au-mi ;o ?
Pri oeiru que tuio, oa sua cor. Aquel-
le rosto palillo, aquellas faces di ("ir do
marfira, aquallas labios descorados, sao
aynptoraas cora os quaes irap issivel en-
^aDar-se quera tara un pouao da experien-
cia. Aquelle mogo tem, in lubitavelmente,
trabalb>do muito e eontiuua a trabalhar
.o >i* do que Ine permutara as suas forgas...
Esteuua-8e. .. Ah qua est o perigo...
e este perigo grave... Se eu fosse pai
dalle havio de estar reeeioso.... Maso
pai, provavelmente, nao v esses sympto-
raas.
Todo o aangue de Raymundo gelou ae-
Ihe as veiaa.
Durante alguns segundos o desgragado
estove prestas a,dcsnaiar, mas tova a enar-
gia da ficar tao senhor de si qua Paulo nao
ieu pela sua parturbagao.
(Continuar- se-ha)
Typ. do J:vio ra Ooqus de Uaxias n. i'2
t


sEH


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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16652


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Full Text
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IIOLIIY --- NGMfififl 86
95
PiBi .4 CAPITAL E LUGARES MDE NA SE PACSA PORTE
..... 6^000
: : : : : i::::: : $T
Por ires naezea adiantados .
Por seis ditos dem......
Por um armo ideo......
Cada numero avulao, do mesmo di*.
100
U DE iHL DE 1
PARA DENTRO E PORA DA PROVINCIA
Por seis meses adiantados............... 13)0500
Por nove ditos idem...............[ 200000
Por um auno idem................. 270000
Cada numero avulso, de dias anteriores ,....... ij.00
DIARIO
NAMBUGO
Ptapxi&&t tft Jtaiwri ftgucirfa te Jara & Itljo*
t-

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Os Srs Imede Prloce C
de Pars. sito ou nesss agentes
exclusivos de annnneios o pn-
blleacaes na Franca e Ingla-
terra '.
TELEGRAMAS
MICO PAR1ICULAS 00 DIARIO
NATAL, 13 de Abril, s 9 horas e 40
minutos da pajinS.
Aqui chegaram hoje os vapores nacional
Espirito Santo e Pirapama da Companhia
Pernambucana.
Seguem ambos hoje mesmo para o sui.
NATAL, 13 da Abril, s 12 horas e
40 micutos da tarde.
No paquete nacional Espirito Santo era-
barcou hoje com destino ao sal, o padre
Joao Manoel de Carvalho, deputado geral
por esta previncia.
RIO DE JANEIRO, 13 de Abril, s 2
horas e 15 minutos da tarde (pela linha ter-
restre.)
Foram rgraciados:
Com o Gr Cruz da Ordem de Pedro I,
S. M. c Imperador da Alletnanha;
Com a Qra Cruz da Imperial Ordem do
Cruzeiro, S. A. o principe herdeiroda Alie
manha.
Foi nomeado commandante da for-
taleza do Buraco em Pernarobuco, o bri-
gadeiro Francisco /oaqu'm Pereira Lobo
PARTE 0IT1C1AL
. SERVICQ fll AGENCIA HN(S
Sereiqo directo
ttESYiCTS 3e Abril.
SS. MM. I uperiaps de Brazil a"bam
de partir par l^opal .
Strmqo pela via Norte-America
BERLIM, 12 Je Abril.
A Post, importante orgSo d'esta cidade,
disse que o principe de Bisraar k ficar a
testa dos negocios e que o casamento da
princeza Victoria ser addiado.
E' provavcl que o ministro da guerra
do gabinete prusaiano d a sua deraiss&o.
G-RENuBLE, 12 de Abril.
Urna nova exploaio ae lynamite acaba
de produzir-se na fabrica d'esta cidade.
PARS, 12 de Abril.
Um manifest dos rnptiblicanoB mode-
rados do departamento lo norte, declara
que a candidatura di. general BoulangT
significa a dictadura e a guerra no fim de
pouco tempe.
Agencia Hav-s, filial em Pernambuio,
13 de Abril de 1888.
wmm populo
NaCIOHALlDADE. WTM l
UIIZSAISA
DB
PORTIIL E BRAZIL
PELO
Conselheiro JoSo Manoel Pereira da Silra
IV
IConttnuacoJ
ConM-C/ia-me a dei. jar,
Tr>bblhi>u p .t me servir ;
Forln toi ordenar,
Doua eorac'- c nformar,
A ama ventado vir.
Cabecea me coobeci-o !
ijji me bem, eeo elle,
'ferden-me, tambero pedi-o t
guaje* te a inorte fui fro,
O b-m qoe triste pa u'elle.
Dei-lbe rainba liberdade,
Nio sem i perda de fama :
Pu nelle aun ka verdade,
Qoi fier sua vontade,
Sendo toda sqh dama :
Por me estas obras pagar,
Nunca jamis qirs catar.
Pelo que aconse hado
Foi el-re por fim forjado
Pelo ceo de melar.
(Continuo)
Actos do poder executloo
DECRETO N. 9885de 29 de fevebei-
bo de 1888
Dd regulamento para o processo executivi
fiscal
A Princesa Imperial Regente, em nome do im-
perador, asando da aotoHsacao conferida no art.
8' 5-, da lei n. 3348 de 20 de Outubro de 1887,
ba por b"m decretar que ee observe o regulament o
que este acompanbt, auigoado por Francisco Be-
lisario S.ares de Souza, do cooaelho de 8. M. o im-
perador, senador do imperio, ministro e secretario
de estado dos negocios da fazenda e presidente do
Tribunal do Tbesouro Nacional, que astim o tenba
entendido e faca ezecatar.
Palacio do Bio de Janeiro, em 29 de Fevereiro
de 1888, 67 da independencia e do imperio.
Pbikcpza Ikpbbial Recente.
F. Beluario Soareg de Souza.
Itesulamenio para eierura do art.
s r,\ da le o. 3318 de O de Ou-
tubro de 1989 obre u procraio
exrcntlvn fiscal.
CAPITULO I
DO EXBCTIVO FISCAL
Art. i<> Compete Fasenda Nacional a via eje-
cutiva para cobranca das dividas activas do Esta-
do, que fjrem certas e liquidas, provenientes :
1* Dos alcances dos respanaaveis ;
2* Dos tributos, impostos, contnbuicoes lauca-'
das e maltas;
3 Dos contractos, ou de oatra origem, posto
que nSo seja rigorosamente fiscal, qaando disposi-
9S0 expressa de lei assim o autorisar.
Art. i" Conaiderar-se-ha a divida liquida e cer-
ta, para o effeito da Faseada Nacional entrar em
juiso com sua intencio faudada de facto e de di-
reito, quando consistir em somm.. fiza e determi-
nada, e se provar : pela conta crtente do alcance,
julgada definitivamente ; pr certidio authentica
extrabida dos livros respectivos, donde c ns'e a
mscrincio da divida de ongem fiscal por doca
meato ineout- sfavel, uos casos em que as lea per-
mittem a via executiva, quanto as dividas que nao
t' em origjm rigorosameute fiscal.
Art. 3 O processo ser sommarssimamente, de
plaoj e pela verdade sabida, assim pelo que per-
tence Faseada Nacional, como pelo que toca
Fasenda Nacional, como pelo que toca i defesa
das partes.
Art. 4* ProceJe o ejecutivo fiscal:
J Contra o devedor;
2 Contra os herdeiros, cada um intoHinm,
dentro das forjas da beranca ;
3 Contra o fiador ;
4" Contra qualqaer possui lor de bens hypothe-
cado, Fasenda Niciooal ;
b" Coutra os socios e ioteressadas do devedor
nos cpntract s de rendas de bons e arremat cao
de direitoj, celebrados com a Fazenda Naciooal,
cada na in lolidum ;
6 Contra o devedor do devedor, qnaudo a di-
vida tem origem fiscal ; ou, anda que nSo tenba,
si aquelle, no acto da penbora, confessa a divida
c Hsaigoa o auto ;
7* Contra o aucoessor no negocio pela divida do
antecessor, quando a ella fo.- obrigado.
un.co Pode ser tambem o eieeativo dire;ta-
mente intntalo coutra as seguiates pessoas, como
represeataotes legaes qne alo:
1 Coatra o curador fiscal oa admiaistrador da
massa fallida, por divida do fallido :
20 Contra o curador en o cnsul, no eaBo de bens
doa ausentes oa das beran$as jacotes;
3 Cootra o tutor ou carador do menor ou in-
terdicto ;
4o Contra o director, gerente oa pdministrador,
oa um deiles, sendo mais de um, quando se tratar
de sociedade oa companhia.
Art. 5o As contaa correntea, certid3es e docu-
mentos (art. 2o) serio especiaes, isto om para
cada devedor ; juotando-se, porm, a urna a pe-
ticao, para serem ajuisados, todos os que forem re-
lativos a um s devedor, comUnto que a divida
aeja de origem idntica.
nico.As conts, certidoes e doenmentos,
emoora ijuisados, podem ser emendados oa sab-
stituidos por novos, que forem para esse fim euvia-
dos pelo tbetouro ou tbeaourarias.
CAPITULO II
DA FORMA D* PROCESSO
Art. 6* Cem o documento comprobatorio da di-
vida, o pr curador da t tienda iniciar o processo,
requereudo ao jmz dos teitos a ejpedicSo de man-
dato execu'.ivo, pelo qual o devedor, oa qaem de
direito, eeja intimado para, no prazo de 24_h>rus.
qoe correro em cartn j dad ua da uitmicao, pa-
gar a qaantia pedida e custae, ou dar bens & pe-
nbora ; timando logo citado para oa termos da exe-
cuco a' final joigamrnto, oomeac&o e approvac >
dos loa vados, avaiiacao e anematacjU) dos bens
penhorudos, e reml-os ou dar laocador.
Io Si a divida for de alcance, oa si se fizer
nec- esaria medida de seguranza, u > s nos casos
de insolvabdidade c mudanza de estado, mas ain
da no de impoBsiblidade de prompta intimacao do
mandado, por estar o devedor ausente ou nao ser
encontrado, ser requerid deade logo mandado de
seaueatro noa b ns do devedor.
! 2o O si qu.'Btru para seguranca da Fasenda
Nacional ser concedido sobre todos os bens do de
vedor, indrpendeutemente de jnstificaco.
Art. 7* A citaco do devedor sera pessoal, <
peloa mems de direito ; nSo sendo encontrado,
ser intimado o procurador o bocio ; si se occul-
tar, ser citado coin b ira certa ; e si rativt-r au-
s- nte da ade do juiso, rm logar incert", s--m ter
deix-do procurador ou socio, o que s justificar
summa issimamente por testrmuubas, sr a cita
Co feta por ed taes, publicados uta foihas dia
riae ; e fiudos os das marcados, correr o praio
8 Io Quando o devedor ou responaavel n&o
residir n n le do juis porm em uatro termo d
provineia onde o jun dos feuoa exereer junad c
C&o, o proct rad. r da Fasenda reinen r directa-
mente o man lado exe utivo ao collector oa agente
bacal r-spectivo para promover all a eitaco i-
peiihnra, perante o juis inanicipal
2 Si residir em provincia difTereote, ser
dirigida a pr-oat. .na ao respi-ciivojiizdaf.it
d> Fas-nda.
3 O edital para eitaco ao ausente s-r d-
10 .1 ao, qi .mi o d-vedor otiver rm lu^ar inc rio,
dcutfo Oa jnrisdieoao do ju t ; r, de a 90 dlaa.
a arbitrio dvs-i, quandu o deved r esliv r m 'U
gai igaurad >, m nutra provincia que nao Seja a
da jui ladu-ca > Hu juis, ou l a d i lo.pe lo.
Art. 8. Uecorndaa aa 24 b ra., i < reo n
C- uipaiei-er para pagar oa s defeuder, prou'-der
ee bn penb r, na lorma da le, c a*-guir ae-ba a
i X'-uc revr-na do i aignaudo ae ih- em
au.lieucla o diao p .ia riubaigop, timl a qu*e&,
o r a penbora ju-gada por scuveuga, com c. n
demuacSn d i p-dido e cuniaa
Arl 9* Q ia lo o procese O C aiec-r uor seques
Uro, sei > t- intimado au r juntam-nte cun o
mandad > xe. ntiv ; e, si file na > comoarecer u.e
24 buras, rm IviJ ipto facto o s^quastro em pe
onora, a gu r oe bao ua U rmoa do artigo anterior
Art. 10. C mpar-c-udo o i p-ra defender,
ante de teita a p- iibira, ni i aera ouvido sem pn
meuo s-gurar o juno, salva a brpotbeae d
art. 31
Art. 11. Fiudo ua 10 das assignadus, o escri
vio asaiui o ce-titicar e tara os untos concias' a
c m oa docnmi-nt >a e allegac.5 a que bou ver rece
bido. Concurren o juata caooa, poder o jais Cun
ceder ao reo, para proVa e auat-utaca i da aua de
f. la, nm prazo qnc uso exceda de 10 dias, c mi-
naos, sacceesivos e improrogaveis Findo o pn z
e Cobrados ua satos, o escrivo os far com vista,
ao procarador da Fasenda para arraaoar a final, e
segnir-se-ba o julgamento.
Art. 12. A materia da defeca, estabslecida a
identidade do reo, nao pode consistir sinlo na
prova da qnitacSo. ou na nullidado do processo
ejecutivo. vedado ao jais tomar coobecimento
de qualqaer allegacSo sobre a nataresa da divida
como tal oa sua presenpeao ; e ai o fiser, deve ser
suscitado e conflicto, na forma das leis em vigor,
por p. rteocer o conhecimento deasas materias
aatoridade administrativa.
nico.O contribninte qne for intimado para
pagar divida de imposto a que se nao julgar obri
gado, oa qoe nao poder por qualqaer motivo exhi-
bir a respectiva quitaco, dever representar im-
mediatamente repartico arrecadadora compe-
tente Caso cata reconheca a justifa da redama
cSo, assim mencionar-no proprio documento da
iutimaca, para qne, jauto aos antos, se considere
eitinetn a execucao.
CAPIUULO III
DA PENHOBA
Art. 13. Citado o ejecutado para dentro das 24
horas segointes cittcSo pagar, oa nomear bens
p-nhora, proceder-se-ha de acebado com os
arts. 508 a 531 do Dec. n. 737 de 25 dTovemoro
de 1850, e arta 7 a 13 do Dec sW954gde 23 de
Janeiro de 1886 11 j
nico.Na execuc?.o parr a cobrasVQa dos im-
postos relativos a immoveis, far-se-ha a penbora
nos rendimentos do immovel, si estiver alagado oa
arrendado, aaaignando o inquilino oa reudeiro
termo de deposito dos rendimentos fataros, para
recolhel os estaco fiscal, proporcao que se
forem vencendo, e at a -quantia necessaria para
pagamento do imposto, da multa accrescida e
costas.
NSo estando o immovel arrendado, e nao dando
o devedor outros bens penhora, far-se-ba esta
no mesmo immovel.
Seodo usnfractario o devedor, ejecutarse ha o
ueufructo ; e no caso de nao haver lafteador.
ser excotida a proprirdade plena.
CAPITULO IV
DO JOLOAMBNTO DA PBNQOBA, E DA AVALIACAO
Art. 14. No ejecutivo fiscal, qualquer que seja
o valor da causa, nSo necessaria a carta de sen-
tanca; proseguir a exe coci nos proprios autos,
salvo qaando, no caso do*art. 11, rejeitados os em-
bargos oppostos pelo ejecutado, a causa exceder a
aleada de juit? hoover ajspollaeij.
Art. 15. A sar em jalgado no prazo de cinco das, contados
da publicarn, si a causa coaber na algada ; e no
de des, si a exceder. E, em ambos os casos, nio
haver nova citacSo para a exeeucio, prevale-
cendo a de que trata o art. 6.
Art. 16. Os bens penhorados serio avadados por
peritos idneos, aomados em audiencia, a aprazi-
menio das partes, oa a sua revelia. Quando oa
bens estiverem situ i ios fra da sede do juiso, as
avaliacdes se fario por meio deprecatoria, diri-
gida ao juiz municipal do termo o ao juiz dos
teitos da provincia, confome forem oa bens sita
dos na m-sma ou em diversa provincia, cumprindo
qoe abi mesmo se realizo a arrematecio.
noico.Qaando a avaliaca i for irregular, ex-
cessiva cu lesiva, oa quando, antes da arremata-
cio, se descubrir algum onus que diminua o valor
da cousa avaliada, proceder-se ba nova avalia-
co.
Art 17. Sendo a penhora em diobeiro, e ni
havendo creJore? que se teoham apreaentad?)
disputar preferencia, far-se-ha o levantameoto a
bem da Fazenda Nacional.
CAPITULO V
DA ABRBMATAQO E ADJUDICAglo
Art. 18. F-ita a avalia(io, paaaar-se-hio edi-
taes, que serio affizadss na casa das audiencias e
publicados as foihas do dia da affixacio e da ar-
rematacio. As des pesas da impreesio comprehen-
der-se-hio as cus tas.
nico. Entre a affixacio dos eiitaes e a ar-
rematado inediaro tres dias, si os bens forer/
movis, e nove si forem de rais, independente-
menre de pregues.
Art. 19. Nio havendo arrematante pelo preco
da avaliacio, voltario os bens praca c m a in-
tervallo de oito dias e com o abatim-nto de 10 *|0-
Se neata anda nio encontrareis lanco superior
oa igual ao valor determinado pelo dito abatimeo-
to, irio terceira prac com > mesmo intervallo
e novo abatimeuto de 10 {,. Neste caso, serio
arrematados pelo maior preco que for offrecido,
em que em hypothese algama seja permittida a
necio de nallidade por lesio de qualqaer es-
pacie.
Paragrapho nico. I*, ra os abatimeotos de que
trata este artigo, nio ha necessidaie de conta,
qoe ser feita ama s ves para os invites da ar-
rematars1 oa da adju JicacS j.
Art. 20. Se na terceira praca nio pparecer
lanzador, po lera o procarador dos feitos da Fa-
zenda requerer adjudicarlo co n o abatimeato da
qaarta parte do valor d-i avaliacio, ou reqaerer
o pagamento pelos rendimentos dos bens penhora-
dos, na forma do art. 27 do Dec. n 9,519 de 23
de Janeiro d- 1886, caso a^sim Ib'o teuha orde-
nado Thea ;uro Provincial.
Art. 21. Feita a adjudicado, se o ex -catado,
aeu conjuge oa berdeiroa, nao ae apresentarein
esptntaueamente para romir a ecucao no praz >
de oito dias, aeri* de novo os bens :evalos pra-
ca sobre o Valor da adjadicacio ; e, caso ainda
nio baja lancdor, o procurad r 4a Fasenda dar
d-sae tacto communicavio ao Thes >uro, para se
levar em conta di debito fiscal o p-eco da adjudi
cacio, e resolver s bre a encorporacio dos bens,
sen lo immoveis, aoa proprios nacionaes.
Paragraphi nico. Q lalquer excesso qoe alcan-
carem neata praca o bens adjudicadoa cima do
prec da adjudicauio, aiuda auperi >r divida e
cuotas, accrrscx em baueficio da Fui ni Na
cional.
Arl 22. Todos os termos de exeeucio e arre
matacio serio seguidos at final, 8-ja qual fr a
imp rtaocia dt divida e o valor doa baos peubo
r .1 a, ni > pncednndi a reap-ito aa ezecu Va
laeaaa a regra a 4 do Aivar de 2J de Juuho
de 1774.
Arl. 23. Nem os empreados do juiso, por si ou
p r interp -ta peaa a, o m o xeeuiado ou eeu<-
berdeiroa, pod-ri er aduitidcs a I ncar na ar-
"m tac4 doa b-us p nb irados, Salvu ao executa-
de, aeu conj i_c i u berd-iros, o direito ae re-
i'i.l OS UU dar la *Cadu-.
Art. 24 >* ae a mullir n vo lauc depoia da
arremalayi e uuorreu lo as tres ae^Uintea C n
. v a :
I -ler u ouV i lauco d in.ia da terfja par'e ;
% Na eaiar aiu a cuneummada a mi reiwatai.
con a oirega do pr i e a p ase da A naa arr
O < da ;
3 Ni b.v r in i b-ua por unde a Faz- nda
poooa a r .jl.n-in ole |i .^
C aMI IUL Vi
do fcMBAHOoe L xBcncio
Ari 25 un. ,. i a ,,,6. naex-cnc"
. lob.igoo m i| t) a V .ni lut. n^euiea do julga-
iu. u i aii v a.i no i la le. uc .
I." Oa i iiibr^ a auepei.lerio a execu-
vi :
1 Se t. rem oe ouln tade, proeedente 'e flt
Ja pruu ira cilafi ;
S t n in oe nu 0 de no procees da aire
mate*'- pr.vad in co inen na p tioii >m que
a via'a l. r< quer da.
S S omus eo .iti toa n. partgrapbo au-
tenoi, u po lero a embargos *er aJm'ttidoa
aeoio m uto ajartav, aeui pr-juiso da ez<-
capto.
a. Oo.mbargos admittidoa, oner noa autor,
quer em apartado, serio procesa dos nos teruioa
do art. 11
Art. 26. Km qualquer peri. d** exeeucio, at
a asaigoaiara o carta da arrematacio ou adjudi-
i cacao, serio os freeiros senhores os possnidoresi
admittido
dos a embargar, com sos >ensio da eaeca-
}0, c mtantoque se legitimem desde logo, apre
entaodo in continenti todos os titalos com que
jSMttbquem oseu dominio e passe, sem o que nio
ferio ouvidos.
L Se forem admittidos a embargar, o juia
asignar por despacho o prazo de dea dias im-
prorogaveis, que eorrorio desde logo, iodependon-
saente de intimaclo, para se ezbibirem os em-
barraos e mais titalos e provas da sua legitimi-
de. Findo o praso, o eacrivo far os autos com
a procurador da Fazenda, seguinlo-se o
lamento definitivo. '
i.* Quando os embargos forem julgados pro
o, ser levantada a penbora ; no caso contra-
aera o embargante condemoado as castas,
guindo a exeeucio nos scus termos.
3 Se oa embargos nio forem oppostos a to-
bens, mas s a algum d'eHes, correro em
rado, proseguindo a exeeucio someote quanto
ns bo embargados.
CAPITULO VII
do eoactmso DB csedoreb
Art. 27. 0 concurso de preferencia com a Fa-
seada Nacional ser promovido por meio de peti-
ojfo aojuiz doa feitos, na qual o credor preferente
legitime a sua qualidade, produzmdo logo todos
be ttulose razo-s.
i 1 Autoada a petico, ter vista o procura-
dor da Paseada; e, depois da sua respista, se-
guir ae-ba o julgamento.
'2. Reconhecida a legitimidade da preten-
cfo do prefeieate, suspender-se-ha a exeeucio, e
levanlar-se-bio os sequestros ou penhoras que se
boover m feito ; no caso contrario, ser excluido,
e, juuta a pstico aos autos da exeeucio, n'ell. se
p-asrguir at integral pagamento da Fazenda
Nacional.
Art. 28. Nio ter lugar o concursa de prefe-
rencia :
1. Quando bouver bens suficientes do devedor
ccntmum, incumbindo ao credor preferente a pro-
va da insclvabilidade.
2. D-pois de entregue o pr co d arrematacio
ou de julgada a adjudicacao.
Art. 29 Sao ttulos de preferencia contra a Fa-
senda Nacional, provando-ae aerem anteriores
divida fiscal :
1." As hypothecas legaea ou convencionaes es-
pecii:ii:a1 .s c inscriptos na forma da lei ;
2. O direito sobre o valor das b mfeitorias,
quanto ao credor que emprestoa dioheiro ou coa-
correa com os materiaes ou a mi de obra para a
edioVacio, reparacio ou reedific-.cio do predio ;
bem como para se abrirem ou arrotearcm trras
ineultss.
Ar 30. A Fazenda Nacional, no juis fiscal,
nio chama credores, nem se apresenta como arti-
culante ; f tem que di?putar os artigos do pre-
ferente.
Paragrapho nica. No caso de ter a Fazenda
Nacional de allegar preferencia as execucoes que
se moverem pelo juiso commum, ser a causa,
uaecurite icqiu'nmento do procurador dos feitoa,
dt'vqWida ao juiso privativo dos feitos, e abi cor-
redi al final, de conformidade com oa arts. 27 e
segtinTes.
CAPITULO VIII
M BXTtHCQlo DA BXBCOSAO
Art. 31. Considerar ae-ha ia n ceaaidade da quitaba o nos autos, ou
oca ou tormo de extinejic. jontando-se em
qualquer tempo ao feito :
l." Documento authentica de haver sido paga a
respectiva imp.nan.-ia na reparticio fiscal arre-
cadadora;
2.o Certidio de annullacio da divida, passada
pela repartoslo fiscal arrecadadora, na forma do
art. !2, nico.
3. Requerimento do procurador da fasenda,
pedindo o archivamento do proceeso, em virtude
de ordem transmittida pelo Thesouro.
Art. 32. O escrivio, quando der guias para o
pgame.ito, pussal-as-ha em dupplicata, afina de
que urna dellas seja devolvida ao cartorio pela re-
particio arrecadadora, convenientemente averba-
da, jara ser junta aos autos como quitacio da di-
vida fiscal, caso a parte nio se aprsente com o
respectivo conhecimento, por preferir goardal-o
para aoa resalva.
nico. As guias serio datadas e rubricadas
por om dos so'icitadores do juno. Passados tres
das, nio serio maia aceitas oa eatacio fiscal,
cumprindo qo sejam de novo apresentadas em
cartorio, para se eoatarem os juros e justas ac
crescidas.
Art. 33. Nio se extinguir a exeeucio pela pro-
va de haver sido feito o pagamento a qualquer
emprsgado do juiso. E si este nio tiver entrado
para oa cofres pblicos com o dinheiro recebido,
aera proceasado criminalmente alm da suspeosio
cm qae ficar incurso,
Art. 34 E ii qualquer est-td i da causa, ser o
devedor admittido a pagar a divida ; para o que
se lh- daro as respectivas guias. Si o ejecutivo
j tirer sido intentado, rio os autos ao contador
para imputar os joros accrescidos, si a divida os
veiic-r, e contar as costas.
CAPITULO IX
D08 BBCOBSOS
Art. 35. No ejecutivo fiscal, os embargos seu-
tenc, qua'quer que seja o embargante, s p de-
rio B3r de declaracio, dedusidoa por meio de sim
pies petivio, dentro de cinco das, continaos e im-
prortgaveis, contados da pnblieacio da sentenca
Junta a peticio aos autos, della ee dar viata im-
medtatamente ao procurador da fasenda, e, com a
aua resposta, irio aos autos conclusos ao juis para
deemir.
Art. 36. Da sentenca preferida contra a Fasen-
da Nacional cabe appeILcio ex-officio, quando ex
e-der a aleada do jun ; Bem O que, inej quivel.
Da que cundemnai a parte, na mesma hypotheae,
pud-r ella app-llar ; mas a appeliaco bO ser re-
cebida no eff ito d vo-utivo.
Art. 37. O recurso de aggravo admittido no
proeeaao jecutivo fiscal us meamos caaos em que
atunt'id no prncease Commum, ficaudo suben-
(emulo que o damno irreparavel o defiaido na
Ord I iv. 3o, tit. 69, pr. e 8 l.o
CAPITULO X
niSPOSICOES OEBAE*
Att. 38 O Tnouual do I'desouro a uaica aa-
toridade competeute para dar moratoria aos de
vedred Faaenla Nacional, e admitid 08 a pa
garos aeus Oebitos p.r preetaco a; mas, em taea
uae. nio ae auspenoerii as ej .-uc a, e tmente
a airemalac do beua penhorados, salvo ordem
ejpitasa do Tnesuuro. Fiudo o praso concedido,
ou n tendo sido paga a primeira prestacio, den
tro ae Irt das, aera annnuciada a arrematacio,
inder ndenteuiente de cnacio do ejecutado.
Ar. 39. A pendeuei do pe lido de moratoria,
ou o r mu a cao administrativa a.que te refere u
arl. 12, muco, nio suspend. r o andamento do
uroe.- ejecutivo
A*. 40. o se aimittirio em juiso liquidac-s,
cemoBneacoes oa eucontrsu de aivida. Quudo
oeej-uUao eutenderem ter direito a taea liqui-
d.cos, couipeusaco-a g.l-o pe.-ai.te o Tbea aro na Toesour- n.s, e apre
.rular em juiso as aaci.S que Ihe forem favo
ravee, ui a nfrin das Coutas ajuisadas.
A*. 41. Faliecendo o ejecutado devedor. pro
aeguk execacio indepeodeutemente dehaoili
lacio contra o c beca do caeal ou qualquer her-
d. iro que enteja de posje dts nena, anda que a
p-i tila ae t aba feito.
Aru 42 Quando fallado o devedor contra o qual
ae piamove. a c br'n?a da divida de origem fia-
cal, o proeordur d tasenda reclamar adminis-
trativamente no juiao da fallencia o seu pgame i-
to, ii.Bnund\pritiamenW o processo execotivo
paitos, bemyBOmo o sequestro, si tor
aso nio produsa i ft'eito a reclama-
cao, proseguir no juizo dos feitoa o ejecutivo i An fantn----- j.
at real elbolso da Fazenda Nacional. ?^ce"?&J!S ?tmt?ttMa?nS' e 1Ue
Art. 43. A venda cu arr,matac*o em basU Pu- 1X\, ^ fficOTK t S'
blica, as execucoes dos particulares, nio extin to modo respondo q
guir o ooas dos ben obrigados Fasenda Na- ^^ M ,,,. c-on8ul og mea|j de
cional. ma e consideraco.
Art. 44. Nenhum offical de justica, sob pena Ao Dr. chete de p0iicul._Convem qne quan-
de suspeosio, poder conservar em sen poder, por to ao policiamento da Colonia Orpoaaoloeica Iaa-
muia Ha miinva rlia. pm Ihe dar PTPoncJo. o I Ual an nkAn.jAM..;A'.A. 4.______f_J? B
pe. jjiso O
neceaaar'"
mais de qainse dias, sem Ihe dar exeeucio, o
mandado execativo que Ihe fr entregue para di
ligencia.
Ait. 45. Em tudo quanto nio contrariaren, o
disposto neste decreto, obervar-se-hio, as exe-
cucoes fiscaes, as disposicoea dos de ns. 737 de 25
de Novembro de 1850 e 9519 de 23 de Janeiro de
1886, no qae forem applicaveis.
Art. 46. Ficam revogadas as disposicoea em
contrario.
Palacio d Rio de Janeiro, em 29 de Fevereiro
de 1888.
F. Beliaario Soares de Souza.
.overno da provincia
EXPXDIEKTE DO DIA 4 DB ABRIL DE 1888
Actos :
O vice-presdento da provincia em exeeucio
da lei n. 2,395, de 10 de Setembro de 1873, resol-
ve nomenr para pre uchimento das vagas existen-
tes nos batalhes 69- e 70' de iofantana e 6' es-
quadrio de caval aria da guarda nacional da co
marca de Nasaretb, os se^umtes officiaes :
'5' Batalh&o
4* companhia
Alferes, Antonio Tvares de Aiaujo Sobrinho.
6a Companhia
Alteres, Miguel Gomes de Andradc Lima.
7* Companhia
Alfares, Jos de Lucena da ilotta Silveira.
70 tiata'hao
3* Companhia
Tenente, Pedro Jos de Oliveira Mello.
6" Companhia
Alferes, Manoel Joaquim de Mello.
8a Companhia
Tenente, Paula Cavalcante de Albuquerque.
6"* Esqu drao de cauallaria
l1 Companhia
Altere?, Jos Francisco B-Im Filha
6 Companhia
Tenente, Antonio Xavier de Moraes.
Alferes, Francisco Pedro de Preitas.Qommu
uicou-se ao commandante saperior.
0 vice-presidente da provincia t.'odo em vis
ta o officio do commandante saperior interino da
guarda nacional da comarca de Naiareth, de 19
de Novembro do anno passado, do qual se verifica
nio ter Manoel Clementino Bezerra de Meneses
prestado juramenti no praao legal do posto de al-
feres da 71 companhia d 69' bitalhao de infama-
ra da mesma guarda nacional, para o qual foi no-
meado por portara de 27 de Marca lo 1884, re-
aolve considerar sem effeito a dita portara Da par-
te relativa a nomeacio do referido Beserra de Me-
neses para aquelle posto.
vice presidente da provincia attendendo
ao qnc reqaereram *s prof-ss .res J.s Beluario
Marioho Falcio e Jos Theodoro Cordeiro de Bar-
roa e tendo em vista a informacio n. 75 de 27 de
Marco findo do inspector geral da lustruccio Pu-
blica,, resol ve permittir que os peticionarios per-
matem as cadeiraa para aa quaes foram removidoa
em 18 de Jan: ira ultimo, devenda o primeiro ter
ejercicio na cadeira de ecsino primario do Brej > e
o segundo na de Cimbres.Commonicoa-seao ins-
pector geral da lustruccio Publica.
O vice-presideute daproviacia attendendo ao
qae reqaereu o juiz municipal e de orpbiis doa
termos reunidos de Ingaseira e 8. Jos do Egypto
bacharel Pedro Jorge de Souza, resolve concede! -
Ihe doua meses de cenca com os vencimientos a
que tiver direito, a contar de 5 de Marco findo,
para tratar de sua saude.
O vice-presidente da provincia resolve de
conformidade com a proposta dj Dr. chefe de po-
lica em officio de hontem datado, sob n. 261, no-
mear Antonio Rufino de Araujo para o lugar de
delegado de Belmonte, em substituicio do capitio
Cassiano Pereira da Silva, que fallecen.
O vice-presidente da provincia em execacSo
da lei o. 2,395, de 10 de Setembro de 1873, resol
ve nomear Manoel Qoin'ao de Veras Franca para
o posto de alteres da 3' companhia do 32* batalbio
de infantera, do serv'C i activo da guarda nacional
das comarcas de Bonito e Besrros, em substitui-
cio de Firmino Leite Torres Jardim que fallecen
Communicou-se ao commandante superior.
O vice-presidente da provincia attendendo
ao qoe requerea o 1 pratico da barra do porto
deata cidade Domingos Auatricliano Mafra e tea-
do em vista a ioformacio do inspector iaterino do
Arsenal de Miriuha de 2 do corrate, sob n. 80,
reaolve conceder Ihe liceooa por quatro meses, com
veocim-utos na f-ma da lei para tratar de su
laude fra da provincia.
Oficios :
Ao conselheiro presidente do Tribunal da So-
lacio do Recite.Pelo officio de V. Exe. de 31 de
Marco fiudo, sob a. 2,974, fico ecieote de ter fal-
lecido em 29 desse mes, o desembargador francis-
co de Assis Oliveira Maciel. Commuuicou se ao
inspector da Thea jurara de Foseada.
Ao mesmo.Commonico a V. Exe. que ti-
veram o conveniente destino aa portaras que ac na
panharam o sea officio de 24 de Marco fiudo
- Ao cnsul da ItaliaAs iuforma;oea, que nio
demorei-me -m exigir das respectivas autoridades
p dicuos sobre u assumpto do officio de V. Exe. de
17 de Marco rindo aec-ntuam quanto de verdade-
ro ae dea relativamente a oceurrencias para as
quaes cbamou a minba uttenoo.
O subdito italiano Francisco Caaato ferio, em 14
de Fevereiro ultimo, a Jos de Goes Ainorim.
Levado o tacto ao c mhe.-imeuto do subdel'-gado
de polica, este raandou proceder viBtoria no of
f udido e, sendo eonaiderado grave o ferimento,
abri o cooapeteut.e inqaento policial, como cuua-
pria-lhe, ujia ves que trata va se decrime maffian
Cavel deij.nlo, entn-tanto, o delnqueme em lber
dale por forja da lei.
Kra do caao d fl .rante delicto e antes da cul-
pa t>rinda s po le ter lagar a pnao quando
Iiatiui Vrh mentes indicios con ra o crimiopao,
fundados em prova docuineutai, coufiasi-i do mes-
mo ou depoimentoa de dua teatemunbaa que ju
rem de aciencia propria.
Doiib ou tres dis d-.ois do tacto, Francisco
Cuaato apreaentou-ae qu -Ha autondade e coufeo-
s u a sua autora, procurando apadriohar-se na
legitima difesa.
DrU ibbo lugar a aer repr sentala pela m sin
autorida le ao juis formador da cnlpa a neceaaida
de da oneii prevennv, seo lo expe ndo o compe-
tente maudado que r pon le aer cumpndo no da
29, p.r ier-se oecuital Ou ato
p.eao este, i-equer.u o uolelegalo, que t
enio uii poJera ter concluid o inqu-rito poiici-l
p-la ditficuldade de eoeootrar teaiemuuab-Aa, que
ae prestasaem a de^d<- em ezame de anidade no
, ff udidoe para o pg n^uto das Ustas do p o
ceaao desae ritme, euireg.m ao escrivio mediante
recib a quautia de acaa ui* mil lia.
Todo procedimento havid fl u correcto.
A materia, .ffer- cia pelo delinente, de leg
tima defesa nio poJi. ser apreciada p-l aUt ri
d.do psuciai e nio laenta aquell- q ie allega de
proc seo e prisio preventiva, sendo essa decreta
da pelo juis firmad.r da culpa.
Acresce que, tambem nos processoa criases, as
costas as diligeucias a reqoerimeato de prte sa
immediatameute autiateitas por eata, relevaulo
sotar |ue de conta, teita pelo respectivo cootad ir
e que foi-me apreseatada, as custas alludidaa
montariam a maior importancia.
Eotraudo nessa explicado tenb) em vista cao
vencer o br. contul de que nio foi bem oformado
bel ae providenuie noa tersaos indicados em seu of-
ficio n. 229 de 23 de Mrc) fiudo.'Jonmunicoc
te ao director da Colonia.
Ao inspector da Tbesoararia de Fazenda
Respondo ao officio n. 190 de 27 de Marco findo.
declarando a V. S. -jue a ordem do Tbesouro n. 189
de 1866 nio aa reere s obras ejecutadas sob a
administracoa de fonecionarios pblicos ; si ella
prevalecesse impossibilitava os adiaatameatos or-
dinariamente teitos em casos semelhaotes a enge-
nheitos fisca s de obras ou qaaesquer agentes do
gov roo. Por isso reteire a ordem cantida em meu
officio de 23 do citado mes
Ao mesmo.Tendo em vista a informacio de V.
8. de 31 de Marco ultimo, n. 203, autoriso-o a man-
dar pagar a inclusa conta na importancia de 1 L''.
proveniente do transpone concedido em trem da
estrada de ferro do Recite aa S. Francisca no msz
de Fevereiro prximo passado ao inspector de tr-
ras e colonisaco Dr. Jos Osorio de Cerqueirs,
Communieou-se ao superintendente da estrada de
ferro do Recrfe ao S Francisco.
Ao mesmo. Em vista da informacio de V.
S. de 31 de '.jareo prximo passado, n. 202, an-
toriso-o a mandar pagar a inclusa conta na im-
portancia de 5360 proveniente de transportes
concedidos coa trons da estrada de ferro do Re-
ceife ao S. Francisco, no mea de Fevereiro ulti-
mo, ao engenheiro fiacal dos eugenhos centraes.
Dr. Francisco do liego Barros. Communieoa-se
ao Buperintendeute da estrada de ferro do Recite
ao S. Francisco.
Ao mesmo. Communico a V. S., para 08
fias convenientes, que o juis de direito da c marca
de Aguas Bellos bacbarel Qaudino Eu xio de
Brito em 27 de Marco findo reassumio o exercicic
do seu cargo, renunciando ao resto da licenca com
qua se achava para tratar de sua saude.
Ao mesmo. Coaamunico a V- S., pira Ca
fio* conven cutes, que o juis municipal e de or-
pbios do termo de Aguas Bellas, bacharel Rolal-
pho de Cuvalbo, em 27 de Margo findo reassumio
o exercicio de seu cargo, deixando o de juis- de
direito interino, da resp?etiva comarca.
Ao inspector do Tbesouro Provincial. Da-
claro a Vine, que 08 professoras ou quaesquer em-
pregados pblicos, a cujos cargos fr con nexo _c
xercicio da outras funceos, para que tverem sido ---
desigoados por eata presidencia, em virtude de
diapoaiedea legaes, dev-rao apostillar os s-us ttu-
los on provUo-a, pagando 03 respectivos t-molumen^
tos. Commanicou-se ao inspector geral da In^
trueca i Publica, ao regedor do (iymnasio Pcr-
nambucano e ao director da Escola Normal.
Ao mesma. Declaro a Vmc, em resposta
ao sea officio de 23 de Marca ultimo, n. 143, que
approvo o calculo do valor aunual das barreiras
da provincia, para servir de base arrematacio
do pedagio na periodo a decorrer de 1 de Julho
do corre.ae anno ao fim de Dezembro de 1891.
Ao commandante do corpo de polica.aPro-
videncie Vmc. para que o alferes Deocleciano Pei-
xoto de Alenear recoiba-se, quanto anteB, ao corpo
da sen c. minando. Uommimcou-ae ao juis mu
nicipal e ao promotor publico da comarca de Oa-
ricury.
Ao Dr. juiz de direito da com .rea de Ouri-
cury. -cente do que Vmc. expoa no seu offi-
cio de 7 d> Marco fiudo, declaro-Ihe que uio Ihe
competa demorar, como o fez, o cumprimeoto da
ordem do commaudaote do corpo de polica cha-
mando ao reapo: ivo quartel neata Capital O alf rM
Deocleciano Peixoto de Alenear.
Ao mapector geral da lustruccio Fublica.
Declaro a Vmc, de accoidocom os seas officioe'
ns. 71 e 77 de 23 e 28 i< .VWrc> fiado, que os pro-
leasores Vicente Perreira de Franca Carvalho 6
Generosa Ferreira de Queiros Pitta e outros em
iguaes condices, poderio as vagas que occ .rre-
rem, ser readmitidos em cadeiraa que se possam
prover por contrato.
Devolvo a peticao que acompanhon o citado offi-
cio n. 71.
Portaras :
Declaro Cmara Municipal de B.m Jar
iim que ficam approvadas as arrematajcs cons-
tantes dos termos anneos, p ir copia, ao aeu offi-
cio de 6 de Fevereiro ultimo, excepto as dos im-
postos de cepo e repeso vista do que dispOe
o art. 3 u. 13 da lei n. 1,897 de 24 da Maio do
anuo passado.
O Sr. agente da Companhia Brasileira de
Navegacio faca transportai provincia de Ala-
goas, por conta do Ministerio da Guorra, o2- ca-
dete Tbeodisto Aristheu de Sonsa Castro qoe por
p rtana do minio ministerio foi tranaterido do 2
batalbio de iofantana para a cimpanhia de igual
arma d'aquella p ovincia. Communieou-se ae
coronel commandante das armas intorino.
__ O Sr. gerente da C mpaubia Pernambucana
de Navegacio mande conceder p tssag-m, a r, at
Natal, a Miguel Archinjo Barbosa Tinaco, por
coota das gratuitas a que o gover io tem direito.
EXFEDIEHTB 00 SEOBETABIO
Oficios : .
__ Aoinapector do Tbeaouro Provincial. O
Ezm. Sr. vice-presideuie da provincia manda com-
municar a V. S que hoja exarou o seguate dei-
pcbo na peticio dea cu.. regados deaae ToeaourO,
a que se retere ana informav*J ie 3 de Marco ul-
timo, n. 142 : r .
m Subsiatem as razea do offioio deata presiden-
cia an lh uours r*r ivincial eui 25 de Faver ira de
1887
Ao .jerent- da Cunpanhia Peraamoucana de
Nav-a. O Ezm S'. vicepresidente da pro-
vincia maula aceuaar o recib neoio do ffijio de
boje '-m que V S cimmunieaque esaa companhia
exped i <> ''ia 10 di ciT-ote ao meio da o va-
p r Jagaaribe p ra o pr-idio dd Feroaud) d No-
toaa. I *
__ A,M ju sea i direito ds comarcas de Limo-
eir i. P.ii-'Ua, B.-Viat-i a B-i-iroaOa ordem
1 Ex n S' vic preai teute da provincia traol-
m tto a V S. P-'a os tiua cinviiientea a jj .rtana
aqu ]u .ia lo pr silente do Suprem Tribunal de
luatit}. relativa r.-claujaci-i de ntiguidade do
juis Je Ineit rtaujy P reir le \breu.
BxeaDiEHrB oo da 5 de abril o 1888.
A -
_ i) v ce .real len-0 da provincia, ein-x-eucac
d le u 2 3^5, le 10 de Setembro d- 1S73. reaolVO
non ai p..- ^eenenim ,I..i- Vaga, existeutei
u 36. nafa h i de infantera, do .tviC. aciiVO
da U..I. .aei.inal daa -ooar:aa i Barre iros
Palmara* os aerfulutea i a-a :
2 C i-p-'nh a
A teres, los V vea Mioiel
3* Cumuaih'a
C.ji'A J i Au nio alvos Maciel.Comma-
uic ii a. c .i.maiiJa.it- -upe.ri.r.
_ O v. -e p 8' lento da pr.v.ucia r-SOlve, de
e .mor ..,1 ie : un oroo .ta do Dr. crefe te pHi-
Cla .1 tfi 'O le 31 de *ar U"J a00 U f47l
ez^er.. Be.r l.-.vivi jijileo o ait res J .a
K d-.u i' -"? l' ""PP'en'8 de
8ubiei.;.oo iil mafii I i-rniod tiarswhona,
__Jo ,,,ii,i ..cm-- a D eb te de o d'cia..
O vice ote 'd me la pr.ivincia, aitend ndo
ao qu r q .er u L ..idinn i tiUiia F.eire. I- ea-
erip.urano da 3* ae-oi lo*fsj**.uro Provincial,
e t o u v -ia o p. nuiMi. reSu'V, couceler-ibj apojenac*. no alia-
didu cargo. e.ido io,ii p-io m-amo ibes .uro c
temp d. .erviu i ff onvo do au pilcante par O
fim d perceOer a oeuido que por mi Ine
petir.
r








Mario te tVrnnmhii <<---Snbbado 14 de Abril de 1888
i
i
/
O \ne pin s> b^b^ \waaaswa
ikiin ubi ifftito DcmeBao de Antonio JordSo
da mu Vierta p ra o luear de 1-BnppkeiH do
jais DbDiripai e de orpbos do termo de Beserros,
ajats imfUdop.toci.rgo, quo actualmente exer-
ce de deiegdo 4a p> licia.
O vice-presititote da pro vi i cia reaolve no
raro cidado Ham-el Gomes de Oliveira pura c
losar de 8' eoppiente do jan municipal e oe or-
k do termo de Bsenos pateando o 2- J' a
aa de Vaeconcelloa para o lugar de 1, que se
araa vgo, e o actual 3 tupplente Hamoel Baeerra
de VatcoDcelloe pata o lagar da 2.Fiserast-se
aa dividas communicacoas. ,
O vice-presidrate da provincia attenrJaao
M oar rrquereu o tabllalo do publico judicial e
aotai d'eeia capital Ap iiiaario Florentino de Al-
bnquerque MaranhaoieaUTe conceder-Ibe um mea
da Iitenca par- tratar de aaa aande, devendo < n-
Uar no goeo da raaaaa kireBCa no prao de qumae
aaaa*.
WQ wWrtW
t
O vice presiden* da provioeia resolve no-
osear o tscrevente juramentado Juee Carlos de S,
para o lugar de tabellio do public. judicial e no-
tas d'eeia capital dorante o impedimento do rea
pectivo se rvtntuano vitalicio Apulinario Florentini
de Alboquerque Maraoho.
_ U vice-presidente da provincia atttndeoado
ao ene requeren o meetre da ufficin de m* quinas
do Arienal de Mariuba Joao Broto Yloutairo da
Franca, em exercieio interino do cargo de director
da aietaia ifficina, desde i de Agosto do aano
prximo paseado e ten Jo em vistaoofficio da Tbc-
soararia de Fazenda datado de 27 de Marco ulti-
aM> a. 194 pelo qual o respectivo inspector infer-
na qae para pagar-ie ao anpplieante a gratifica-
ele do atea de Desembro determinada por aviso
de 7 *o rmarno de Marco necessario anouliar-se
da m ba Arsenaee a importancia dos jornaes
reeebidus e escriptural-a na Eventual, reaolve,
de acorde com o deareto n. 2,884 de 1- de Feve-
Teiro de 1802 e com o citado oflicio abrir un cr-
dito da importancia de 1:0034285, por coota do
extracto d 18601887, nao no para ter tugar a
aliad'da i scnpturaca como tami em para pagar-
se ao peticionario a referida gratifieaca do mea
de Dcieeabro.Remetteu-se copia ao inspector da
TI* rearara de Faaenda.
O vice-presidente d provincia reeolve no-
Sjtas o engenheiro Manoel Marques da Albaquer
qsje stsrauho para exercer o cargo de fiscal do,
aneeebos ceutraes do valles de Goyaana e Muri
beca, eontractadoe segando a por tari dt 29 de
Peaembro do anno paseado, pereebendq metade a>.s
veBcimentoe de que trata a clausula 11.* da dita
portara, cunj relaco a cada eugenbo quando co-
ja*, rm as (bras respetivas.
__O vice-presidente d provincia reaolve deca
rar que a capella deetinada por portara de 13 de
Mareo tinao pra reuuiio dos cleitores do districto
de pa de Primavera tem a avocacu de Sani'An-
na e nao Banco Antonio da Primavera, vista d.
qe represeotcu-lbe o respectivo juix do pac em
Oficio de 27 do"referido mez e ordena que neste
Molido se facain aa dovidas commu;iictocs.Com-
DBBoieou-se ao juia do districto de paz de Prima-
vera ern Tracunbaem.
Ofieios:
__ Ao commandante das armas interino.De-
Jariado o requenmento do 1 eargento do 2 ba-
taaaa-i de infantera, Joaquim Candido de Castro
Maraes, autonao V. Exe. a conceder-Ihe, de o-
1.ado rem a aua infinaco de h iniem datada,
sob a. 584, dois meses de licenoa para ir ao termo
de S- liento levar eua snulber que ae acba en
Jssaaa
___> meseo.Autoriso V. Ej., a conceder de
acearlo coj a aua inf jrmacao de hontem datada,
gdbn. 585. 25 dias de lieen^i aa coo de esqua-
dra oo 2- batalbia de iufantena, Manoel Lopes
Baadeira para ir comarca de Caruar tratar de
at-eeroe do seu particular interesae.
__ Xo Ur. ebete da polica.Attendeado ao
qae Tepreeentou o direotr da Eatrada de Ferro
Paate Affoneo, declaro a V. 8. que, um caeos ur-
oBBets, e ni) havendo tempj de previas autonsa-
nace e9ta Presidencia, someute ae autoridades
jadi i-- e pilicia-a quo eativeranj em exercieio
8ns ommandantea de destaeamutoa en transito
aaekrso requ-sitar paaaagena e bagagem para
falca pablica ou de criminoeoa, naquella Eatrada
te Farro.
A autoridadee poliches deverao immediata-
njente participar a V. 8., para conoecimento des-
ta Prt9idencia as suae reqaeeicte contendo os
elarecimeotoe que habilitem a c^uhecer-se faeil-
bib! o metivo porque
foram felfas. Remetteu-
eopia ao coronel comman danto das armas, ao
ammAndante do copo de poi'cia e no director da
fisnmd* de Ferro de Pauli Affouso.
__ Ao inspector do Tbesouro Proviovial.Neata
Bpfm o requerimeoto do eugeabeiro da Be
paiticiio da* Oorae Pub'.icis, Frau^lino Americo
Je AJbnqoeiqoe MeMo, declarando que pjr h*ver
ado o motivo da exeepeo de q9 trata o final
portara de 1 de Juubo do nao pasalo, per-
Clbeti elle a contar dj presante raes, os v.aci-
mentoa relativos classa a quo perter>e.Com-
ee ao (iirectir geral d lleparticoo das
me u
Ubraa Publicae.
_ Ao direefir diArs^aal de Gaerra.De fe
ijaiJ.io r-qaerim'.-ntJ Je Emili-m > X*vn de 8i-
aaena soliadd da co:>inbJa ae op rarios milaU-
re de3' Arepna*, aat tisj Vino., vist* d sua
eicon. 2.') la a do carrate a aonagerlnr-lfcs
aaraaesa] p ri trit .r d; su* aaud--ai aero de su
__ \0 r fe la C mpaabia Pcruamboeana
Dadaro a Vate, para os fias onveniene-.. que,
aJia dis del paasageM a colonoe das quaes trata
ataasnU 13 do caotraet-J desea G-impantaia ap-
aaadt pala deerao n. SltA, d 28 de Mio
de 1881, tem e:* Preeidencia o direit de conee-
dar dua' de r, de aseorde enn a mea aa clauaula,
,fP~ ...mn ,lm de r e duae de pia ou bou
asta uitrm ctaeee aoa terrais da claurula 11
SMCracf'i pr 7 u l d". 'J de ..- le > dj ano pia-
j\4>, s-m fallar-ee das qii ai eoooadidae na t.
miHt i aa qu.e, v .bilm.nt: Vio:
n ol
Porf m
__ p eoaaeeMaatas, eornmunieo a t<*-
ssara Mouieipal d> Naiare'b que a c.p^Ua deati
. ji \i d e -i'.ir's di diacrwle d
j^j ra fm a iaviMaeio de Oaat'Aaaa
akd de datrtO Aotjnio da I'riumver*, Vista d.)
jdc rep esnr lU-ine o r-apee'i jfficio it- al 4 Clareo fiedo.
[jaal ae j lis de direito da comarca de Na
_ :) t rmino C.m ira Municipal do B hu
ane ip ?a c imm-mieavio bos joi-s drf pas e i
a desaaia pr:v levaasa do eatyio a fia q^e su
-r momaiaio no aia le> de Maiirvia
^j, i do om rereadir e.a sutoariU'ea.>
lio ttibertO rVreira que ipr.
nblic > retnbui I j, eguod aoaaat de uaWa d.-
i > vice preside i*i deaaa Cvnara
preatada em pala jasa de dir Ico
da ejtaarea om aaaeasa aa i j'i de direito da
joarca
__ O Sr. -iiI" da Cmparibia Mrasileira d
>|HTe^acJ a Vapor fac* transporta p ir e->aCa-do
MtafBten i da Manaba M v.lualHnne para o ser-
r!?) da ..rma n J .aqBHn L di 4*1*",
Jcio Fi'm ii O .m.aeeai e tt-iaigio Peix >t
enea segn.-m para aili d;p-.. ,-a do Quanel
,1- Mariuba. ommuaiiutt-ao au luape-
\r ii. i ir->.li >.
__ i) >r. ajenie da CsaapaaUa Peruambucana
Bn1e dar iiaaa^gens de r nl Pen-do, n. vpor
I ara oe par a^do sal a 10 do corr ui^
i ergia-dB Raataa e tu* mnlber, por con
^ das gratuit e q o e en i hMi dilallt,
EXrBMBBTB BO SBCHBTABIO
Offieoe : ., .
__ Ao !>r arente da Companhia Braaileira de
tfcvegaaao a Vapoi aaaBa aaaaa do Eam 8r. vice-
Ite da previne:
icio em qee V. Exe. p^rt.t.pa qae o vauor faro.
eaeg-.u d, s i wi e do norte, heje, a b hora* u*
B.aub e s g .ir pra ce do tul aa 6 d Urde.
|; MMaanieoo-se s eretana da Acricaitara.
__ Ao gereoie da Compfcna^a Peruarubucana de
inveg-cao Vapnr.4> ordero do Exea. Pr.
ftee presidente de proatucis, acenso o rec. b men-
t do ffiiu de boui^D rom o qual V. 8. nuMidoo
tres exemplares irnpresawa do reatnria saprataanU-
du aairemblea geral dos aceiunieUe deesa Ccmpa
aaia em 3 d corr. m.
A i meemo D* ordeto do Lito. f>r. vine
pres.d-nt^ da provincia acenso o rcaebimento do
fiei* de h..uteas, ao qoal V. <*. p.rticipaqn ene
Cumpanhia vai expedir no da 10 doooireote o
Vapor S roaoiseo para os por los
B.hia, aa b ho as da larde.
Ao 8r. Jason Bigby, superioteadente da ea-
trada de ferro d R-cife >u Lnaoearu.De i. Eira. 8r. vice-prMidaaile da pro viada arcuso
9 ipeeb ment do oficio de buntees era qeal 8.
parficip- qoe seguir aataaM parsa o-sara de Ja
a. -r.. aa> de tratar de aegoaioa desea aerada
dr ferie subsaiiaiodo a esa
juba H Conoliy.
o 8r
Aa
II cite ae Lim< eiro.Di" irdem uo Exm. 8r. vice
praaidiuto da provincia, ocaso o r -ehinseotu do
tffi.io de hontem. no qual V. 8. participa que o
hr. Jubo Rigby, superinii naeule di esa estirada
de ferro, si gu>r anianli para o Rio de Jsni
afim de ta ai de negocios da m-ema, sobstituin-
do-o em tua eusrncia o Sr. John H. Coa. I y.
BOfTAli
Por esta secretaiia se fax publico de conformi-
dad c.>m o disposto no art. 157 do regulamnto
aooex > o decreto a. M20 da 28 de Abril de 1885,
o eaital abarxo transcripto pondo enveoocuraocom
aaiso a 60 eSaa, es oficios do 2' tstbelliao e aa
Basan do Berma ele Garenheos. Servindo de aa-.
cretano, Jiinliaaa B. efe MtUo Tamkorim.
EDITAL
C Dr. Brrnardiao Maraubao, juil municipal o
de urpbiea da eidade da Garanta no e seu temo,
promic-M dn Barnanibaea, por S. M. o Imperador,
qae Deoe MBairWi, etc.
Paco saber aaa ano o presente edkitl viiwai e
(ello noticia tiverem, e a quem interesaar poesa,
que amando seo cartorio do 2' tabelliao publico,
ju licial e notas, eacrivao do i-rime, civcl, commer-
co, oipbSos e ausentes, deste term creado em
virtude da lei provincial n. 22, de G de Jnneiro
de 1836, vago pela renuncia do respectivo serven
tuario, capillo Manoel Tli mar de ViHa-Novs,con-
vido oe pretendentee aoe respectivos cfSciue, a
aprceentarea sene reqnermentoe, dentro do praco
de 30 dias, a eontar-ee da data do presente e iit .1,
como disf oe o art. i- do decreto n. 3322 de 14 de
Jnlho do anno paseado, combinad com o art. 11
do dcreto o. 9314 de 16 de Dezembro de 1884.
Ontrosiin fax meis eaber tambem aoe preten-
dentee que seua requerimentoB devem vir inetrui
doa rom eiatne <1e soficHracia, de conformidadu
com o diepnelo no decreto n. 8976 de 15 do Oatu
bro da 1881 ; e mais formalidades exigidas no
art. 14 du citado deereto n. 81J de 30 de Agoato
dt 1881.
E para que chr-gae ao conbecimeoto de tod >*
mandei paesar o prcaerite, que aer atfixado no lu-
gar mais publico do coetuine, e dello s- extrahir
copia pura eer remettidaao Exm. 8r. vic- pre.i
dente) da proviucia para o rim indicado no art 157
do decreto n. 9*20 de 28 de Abril de 1886, cum
declaracao do da da l*Bca>> e publicacilo do
pr. a-.-nte edital, que eer certificado palo porteiro
dos n litorioe, como determina o art. 13 do cita-
do decretj de 28 de Abril de 1835.
Dado e paeeadu n.'sta cidade de Garanhuas, aos
25 de Marc> de 1885.
Eu, Isidoro Florentino de VhscoiicoIIos, escrivao
int-rioo o sabacrevi.Bernardina Ataranho.
E mais se nao continua em dito edi'al anima
copiado do proprto original, ao qual me reporto.
D u f.Eecrevo e assigno.Eu, Isidoio Flor.n
tin > de Vascoocellos, ese.rivo interino o eecn vi.
Certifico maie que pelo porteiro dus auditorioa
me fol entregue h certidao dj theor eegninte :
Certifieo que affitei ua porta da Cmara Muni-
cipal deeta cidade, boje, o. edital convidando o.-i
pret-'ndeutee ao oficio de juatir;a, vagoe pula re-
uuuciaao serventuario capitao Manuel Tbomaz dd
Villa-Nova.
O ref.-ndo verdade do quadou f.
Garanhune. 25 d Marco de 1888.O porteiro,
lynazio da Conta Pereira Graca.
1C m .ia ae nao continua em ditae pecas aqu
be n e fielmente tranecriptae doe proprioe origi-
naos, aoe qua-s me reparto, don f. nesta cidad i
de Garanhuoa, 23 de Marco de 1883.
Eu, Isidoro Florentino de Vasconcelloe, cacrivau
interino o sabacrevi.
J Cavaleante Preeua, Jujaqniui Alvea de Oliveira
Goce, Jos Elias de Oliveira, Fieidi n Brutb'ia.
compethia de estrada de ferro do L'tn eiro e Ti-
burtino J> s de Oliveira. Informe o 8r come-
dor.
Manoel Ferreira e contas da procuradoria dos
feitoe da faxenda, pnrteiro di Tbesr-um e oellecto-
rea d- Caao o Limceiro. Haj vieta o Sr. Dr.
procurador fiecal.
Je aquim Ju Alves, Gpar Antonio doa Reie,
J s Cordeiro doa Santos Fianeiaco de M-'ndeDC
Pinto e Manarl Jwaquim Pereira.E8cripture-se a
divida.
2 .)..
DESPACHOS DA PBESllMCSCI* DO DA
ABRIL DB 188
Amaro Lepce doa Santoa, lo deferid'.
Companhia do BeberibL-. ncamiobe bp, de |
veodo a aupplieante pagar o porte no Corre'e.
Gaspar Antonio dus Rea.Diferido por officio
uo Tbesouro Provincial.
Gerente da Eatrada de Ferro do Recife ao C-
xang D-se.
Jo&> Ferreira de Mello.Ao Sr. Dr. juia de di-
reito do 2* distncto criminal d* comarca do Ra-
cife, para tomar o psdido na coisiderarjii que ms-
recer,
Maria Hoaanna Pacheco Ap'stille-se.
Paulina Miria da Csuceicao Remettido ao Sr
inspector do Tbesouro Provincial para mandar^
escriptnrar a divida, de aocordo cora saa inforaia.
ci, de 3 do corren^, n. liil.
Bita Mara da Coneeicaj. -Sim, pagando as eo|
me i iiiae. -
Sebastiana Antonia dos Passos Informe o Sr.
director do presidio de Ftruando de Noronha.
Tnuinas de Aqainoe Almeida Maciel.Sim, me.
diaote recibo.
S-iuretaria da PrisileaaLa de Pernam
buco, 13 de Abpil de d88.
O porteiro,
F. Chacn.'" i
Re>ar(icio da Polica
2.1 S'iuySj. N 28^. -Seurotaria de Pe-
licia de Peraiiabuaoo, e 18iS8. Illtn. e Kxti. Sr. Participo a V.
se que firam hon;:a reoolbidu Cas
de Odteur3io os s-j ; iini -a individuos '.
A" miaba ordein, Joii Doradlas, por d.atar-
bios.
A' orlem do subJelejaio d*l* distiieta da fr--
gueaia de S. Jos, Mamel de tai, uiuhcuido BOt
Vlanoel -lacio, por ctiaturbiai.
A' r l-s.u d> do 2' diauac, Frauoisco iiiapo de
VIen lonea. por disturbioa.
A' ordein do do 2o diatricta da .|( i-Vi.ta, Joa
Mara de Oiiveka e Ursulina Maiia da Paz, por
embriaguez e disturbios.
V ordej do do 1 diatricto d.i fregueria da
Graea, Jote Marceliino da Triududee Manael Jo,.-
qunn, por disturbios.
( de agado d) termo da Gloria de Goit. par
(icipoa me que, uo da S do crrante mez, no lug>.i
|J n imcLij, d'aquelle terin-, o individuo de nome
Joao jevenn > de Lima f rio gravemente, cem urna
tacada, a Joo Man -I dos Santos.
O criminoso foi preso en Hi^raote e contra ele
abrio-se o C' mp-tente lujueruo. que j teve o cou
rasnate dcatiuo.
No dia 2i do m--z-prximo fiado, no luga
Ouri-.-ury, do termo de Caorob, o individuo Sal
vmu) Marquia dk Costa, aaaasaiuou, ct.m tre*s 11
Badas, b Eiimb XiRica de U*rrm.
O .nu* nai f>i pr.iao, o seo lo interrogado i n-
asa J crHB.
O delegad tooiou conbeeimen'o i > fac;. f z
viatori-i e/MOMOO coinpjieute luqutfrito, quo j le?
PirtictpoU'in i n a.ib lu g .do,.do dietriuto de
dsjaa ieaoit. do t* oao du Masare.h, q*n no dea 4
ilaaw aaz, e^n teraa- do sng.ahii Gaumlieira,
J'aqm-lle turuo ;.o ujUf.iu > daiuine Joaquina L
pea J Soux ilVazi aasasataoU a Floriuuo liar-
boza.
0 criminoso fai preso e contra elle sa p'oeedeu
n s tiaraos da le
Palo delegado d \ tena de Floresta, foram
remen i i a ao juix > oompetente, os inquentos p.li-
cious proeeudi.e anajara Tibuxiioo-L.'paa da S-lvu.
lianisiaV sTanraw Brbe, por exime ae Bosta,
Kayu.uudo Tbeodcsio. peloide ferimeutoa. lravee,
ii > .le Mana, conten Jo por Prata, pelo de
teuta'iva de ib "re.
O delegado d G yanna, iin talegranuaa de
ho tem, comiBunica qu.-Xn all piocedida um i nt(u.'ia mpoitiute, sendj presos no engeuh
Goyanna Grandea miuxiaui Jos de Souia do
Naeimeuto, J.m liraa de M>-lm, Jo6 Vic.-ote de
Vsaataa, eonhecido por J-ia Lapa, Juao Mariius
.1 Franuieao dos Sat>e ; os d-us primeiroa cn-
in noa .e de moite e ft-rimeufue obs cooaaccaa de
Vtart,ugBapa e t uarbin, eoa tres uituaa, ili
de c>iVaiK-s, coooM.-ide ; notando que na i.cea.ii
f raui epprebendid- s, em suae mos, tres cv.l o
lurtadoa qoe tcaram ni d* psito.
Deus guarde a V. E. Mo. e Exa>
Sr. Dr. Ignacio Joaquina de Souza Ledo,
amito digno vice-presidente da provincia.
O chete da poliida, Francisco Domin-
jwu Rtbro Vwnna.
a
I hemoart Proviarlat
DESPACHOS DO DU 13 DE ABRIL DE
1888
Ensebio Luis Pereira e Jos FraDcisco Res
Lima.Informe o Sr. administrador da Recebedo-
ria Provincial.
Mara daPoriacaoao Silva. Fscam-se aa no
tas da portara de licenoa.
Rodrigo Carvaiho d CInforme o coateneioso.
Mara Essiua, de Carvalho. Ragistre-e e Isa
cao o oa aasentameotcs.
Manoel Joaqnia Pereira.A' i'alta de verba na
tai o. UOk para restitaico-s, aandou-se escriptu-
rara deajae Stataa aBppiwanss.
KMIW2, 14 DE ABRIL OE 1888
BRASIL
[Conclu)
A qucslo da libcrdade dos cscravos foi aiuda
a principal preocupago do espirito nacional em
I88. 0 movimento abolicionista atlingio pro-
porfOcs 13o largas c to notavel intcnsidade em
lodo o paiz, que bcni se pode antever o lim pr-
ximo dessa insliluifo desliumana, e que to
perniciosa intluencia tem excrekio na vida moral
e pratica da sociedade brasileira.
Os auclores da lei de 28 de Selerabro de 1883
tiveram occasifio de conhecer o erro gravissimo
que Inivran commettido, quando pretendern,
por uo'.a reforma insufOcientc do nosso ritigo
negro, dominar oiiTusislhel fcnlimenlode libcr-
dade e justicn que ha inuito deseja vol-o roto e
extncto em todas as suas monstruosas paginas.
Essc fado legislativo foi, pela timidez, pela
extrema liaque/.a d'aniiKi quo o detenwiuoB e
pela crueldade de militas de suas disposigOSJl, a
e\pressto mais pungente do intimo desaccojdo
em que as mais ardenles aspirages naciooaes
^l1 lio muilas vezes encontrado com a orieula-
co incompleta do aliuns dos nossos lioniens de
governo.
Se o ministerio encamisado da execuco da-
quella lei pode ecieal-a na rtelo exiguidade de
seus elTeilos beuelicos, a inlelligoncia e o eora-
yao da palria linham-n'a derogado aDtes de ser
promulgada. A .-omina do cUCSn que ella re-
|.i\si uta nao pile equilibrar-se com o maravi-
llioso accrescimo de energa e pi-esiiyio que esee
ultimo esforco da inconsciente resitencia escla-
vista tiaxia grande causa da rudempgao dos
captivas.
0 governo julgou que podesse .conler, por es-
pedientes commuus, a expans&o extraordinaria
de ideas o senlimeulos excitados por urna lcga>
liilailo |u-nfunilanien1e absurda c feralmente
odiada. O incendio dos cannaviacs de Tampos
dictaram-lhe o aviso de 31 de Janeiro, em que o
chele de polica da corle era escolliiilo. por hon-
ra aos seus precedentes, o esmerilhador da auc-
loria anonyiua desse tacto, ajienas ,impoi1;uiio
como adxectencia de que oulros se Ihe poderiam
iBBeedfcf iucoioparavelmente. mais graves: O
aviso tove sobretudo contra' a validado de S8UB
effeitos urna disposioo de lei do que o autor del-
lo se nao lembrra, e por forya da qual devas-
sa nao cabia na esphera da acgo expontanea e
necessaria tejuetica puhlica.
0 esquecimento do. noso direito processual
era. comtudo, menos condemnavel que aserie de
perseguicOaS e violencias exercidas mais tarde
contra o abolicionismo campista, actos de irre-
fleotido odio que nao diunuiram aforra da pro-
paganda libertadora, nem a impaciencia dos cs-
cravos, alias munifesia sifccessi\amentcemam-
piuas, Capivary aontraJucalidatles de S. Paulo.
B os acontecimeulos a que alludimos tor-se-iain
talvoz reproduzido mais laigunieute nos cot tros
nele nao iMinpensaraH, ou compensaiam mal, a mico, e de particular interosse para esta provin-
contniricdaile qne elle sotlreu, em eonsepiencia I cia, foi com certeza a-que extingui osdireitos
trosas, se a conhecida afjeclhidade da rafa" es-
cravisada uo.fosse, superior lougainju.-tic^i
que tem solTrido, e se a generosidade das aspi-
ratjcs abolicionistas nao livesse encontrado
mu- de iim echo sympatnico nq seio do parla-
monto nacional. Posto que nao tivessem tinga-
do os dotis |rt'oj-i;(os de abelico apresentados
na cmara temporaria pelos-Srs. Jaguaribo Fillio
e AITonso Celso Jpnior, ner o que subinoltcram
consideragao do senado o Sr. Conselhciru Dan-
tas o muis 13 de seus collegas, a maioria que os
arredon da discusso foi to diminuta, que se
tornou pouquissimo signilicativa como adlieso
ao peasameatQ ministerial.
Pela opportunidade da discusso da proposta
do Sr. Celso Jimi;. que queria a libertarao im-
melata dos cscravos. fazendo-os pascar por
urna servidlo dedous anuos, votaram 17 con-
sorvadores, entre os quaes devenios registrar
com pia/.er quo foram oumprehendidos Indos os
uiemuros preseots, da ileputacri peraamjiucana,
menos dous.
BsSa pequea, mas lomontavel dissiileicia no
grupo de ropre.-cntank's de una provincia, onde
as ideas da emancipaco do elemento servil ha-
viam j to notaveluiento (irogredido, concur-
reu de modo poderoso para o triumpho deitoral
alcancado no primoiro districlo desla piovincia
pelo partido abolocionisla, lo distinctimente
representa lo na pessa do illuslre Dr. Joaquim
Na buco.
Asalludilas victorias parlamentares do gabi-
e scrsvofl das duendas de Campias e de otrtra,s
localidades circumvisinbas, declarou. entre cen-
suras acres ao ministerio de que tinha feito par
te, que aevasodos cscravos da lavoura era
devida ao emperramento dos respectivos senho-
rm, que deviam quanto antes alfo'rrial-os, em-
b ora cora a condicao de servigos por dous ou
tres annos, accrescentando que se o governo
opportunanieiitc nao promovesse urna reforma
nesse sentido, Ihe retiraras o seuapoio.
Dias depois o Sr. conseJheiro Joo Alfredo
mostrara peante o senado que era solidario com
as ideas do honrado representante de S. Paulo.
S. Exc. disse, em resumo, que todas as classee
do ]iaiz se manifestavam es aaaai cxtineejaa do elemento servil, e que asaaomadida
se tornara fcil, j em viseadlos resoalalai da
matrimTa ltimamente erTccruada, j pelo fcto
provado de que a produegao 'se eleva a medida
que o numero dus alforrias augmenta. 0 digno
chefe do partido conservador de Pernambuco
appellava, todavia, para o presidente do conse-
Iho, a quem, como o seu illustrc correligior.ario
do sul, deixava apenas alguns mezes para deci-
dir-se no sentido das indica?Oes que me eram
feitas, ou arrestar as consequencias da dissiden-
cia que se manifestava no seio da situago do-
minante.
0 Sr. baro de Colegipe responden a essas in-
timarOes seriissimas, dizendo por entro atgumas
phrases dictadas pela eterna alegra do seu es-
pirito, que era a aboligo inmediata que os seus
amigos Ihe propunham ; que nao eslava absolu-
tamente de accordo com a proposla, mas que,
emlini, a estudaria.
Ksto. porom, consummados os lempos dos
longos e demorados estudos n'um assumpto j
to estudado e discutido. A completa emanci-
paco do trabadlo nacional assumio entre nos
as proporgoes le neressidade imperiosa, de pro
videncia nadiavcl. Se a aucturi.hule da grande
maioria dos ispos biasileiros nao estivease pro-
testaudo. em nomo da Kgreja, contra os senti-
nicntos "Ihfi-chrisirios dos actuaos possuidores
deescravos; se alguns deases venerareis pasto-
res ufio aconselhassem a extinego accelerada
do elemento servil, embora por um acto de sa-
bia e patritica dictadura ; la eslava o grande,
movimento hVbemder da provincia de S. Paulo,
os actos magnnimos do consellieiro Antonio
l'iado e a admiravel converso do Sr. Moreira
de liarros, para diser-nos que a propaganda
abolicionisia ver dentro em breve coreados os
seus oobilissimos esforgos, que inevilavel, e
quo est evidentemente prxima a hora do com-
pleto acabamento da inslituigo da esclavatura
no Brasil.
A realisago desse justo ihvidi-riituoi, looge de
prejudicar as lentes da riqueza publica, ha de
trnalas, mais abundantes. Se o progresso da
mnialidadogovernaliva acompanflar essa modi-
licago urgi'nlissima das nossas relages sociaes
o augmento da produego tornara mais ampios
os recursos do tbesouro, facultando a diminui-
go da enorme divida do Estado e essc equili-
brio orcamenlario que ba tanto lempo se procu-
ra, e que nem toda a boa vontade do Sr. Delisa-
rio conseguio anda encontrar, nao. obstante o
programma de economas que o acompanlieu na
entrada para a direcgo dos negocios da (tanda.
S. Exc. pretenda aniquilas- o dnfidt, por corte
largo iias'deepezas, pela reorganisago dos ser-
vicos pblicos e dispensa_do funecionalismo su
perlluo. As contingencias da vida parlamentar
rurnes do sul. o com conaoQueiiciaa inujsJeas-; leuu "Wado n ailsTa'gO do COIJjpi'OmisO COn-
trabido.
Segundo os proprioa casealoe do honrado mi-
nistro, aJiquidagao do correte^ exercieio hade
fediar-se cora urna differenca de 20 mil contos
contra o Thesouro. Os crditos consignados na
ultima lei do orgamento, corn,applicagoa gastos
extraordinarios, do urna somma sunenor a
10.?)00 contos, sem incluir no computo o dote
de i.OO contos ao duque de Saxe c 1.800con-
tos applicados na sua maior parte as ltnhas fr-
reas do Rio Grande do Sul. A primeva dessas
verbas reappareceu no orgamento, nao obstante
o que contra a legahdade da doago baviam ar-
gido os Srs. Andrade Figueira e Coelho Rodri-
gues. A outra nao sotlreu menor impugnago,
posto que bouvesse sido auctonsada por propos-
la do governo. A essa iniciativa ministerial, ao
menos apparenleinenle lo contraria ao plano de
economas do Ilustro minislro da fazenda, nao
foi. para alguns, de todo estranha a inesperada
solugo que teve no senado a celebre questo
militar. Tal solugo, que alias foi precedida de
incidentes desagradabilissiraos, e at da derais-
so do ministro da guerra, feria talvoz sido
muito outra, se nao fosse a insistente enfermi-
dade que em Pevcreiro accommelteu a S. M. o
Imperador, e que anda presentemente o retem
longe da patna.
Providenciaiegislativa de alto alcance cmo-
dos calorosos debates provocados no sonido an-
te os avisos expedidos em 20 o 22 de Junio polo
miui.sto.rio da agricultura, acerca da validado
das matriculas de e.ciavus. realisadas por indi-
Vrdnos inmediatamente dosinteressados no ef-
feilo detlis, e sem procurago bastante des rea-
1 Bctiws seubores.
Aprosonlada urna indioago para qu fosseni
retirados tais avisos, por contrarios indepen-
dencia da iua-'isiiainra na iiilerpieugfo tos
texin leve o governo o dos-oslo de ver
approvado o n'ipiorimoiito que propanoia dis-
cusso immediata da mesma [ndicac^ao.
Base contratempo ininisloriHl avultou de im
portani-iu [telas maniroslaiOcs populares que na
capital do imperio acolhtram a resolugt da ca-
maca vitalicia. Taes manifesiaocs nao pndoram
sor iiileiramotite reprimidas, o anida menas des-
virtuados no elevado senMmento qaoexjuriaiiam,
ajiesai d inalniasinlervengOespoliriaose do to-
das as restrieces impostas ao direito do rmnio.
O eiiiiLiresSoabolicionista deque a polica porlur-
bou n'um dos theatros do Rio de Janei-0, reali-
SOU-se solemnemente mais larde, apos : interdi-
gao do meeting do (lampo da. Acc.latnagfn, no re-
cinto do Polythoama, e com o valioso toncurso
de diversos representantes do paiz.
A gravidade de taes acontecimeulos j devia
|-ter mostrado ao proprio governo quodifticil Ihe
seria, por maiores esforgos que emp-egasse,
manter ainda por multo tempo a situagito creada
pela lei de 28 de Sctembro de 1885. x digna
atiitude que inesperadamente assumiran nessa
questo dous notaveis cuefes conservatlores, as-
signala, por assim dizer, o termo da resistencia
do Sr. Cotegipe aos intuitos da politic. liberta-
dora. 0 6r. Antoniof rado, que aeabava de ser
mlrristro da agricultura, e que fffa um'os prin-
cipaes collaboradorcs da dita le ustilicando um
requerimeota de infocaiagOes s a tuga dos
geraes de exportago do assucar. Por louvavois
esforgos dos ministros da fazenda e da agricul-
tura, a medida votou-se com tanta presteza, que
no mez de Novemhro j eslava era execugo.
A iniciativa nesse negocio coube commuita
honra, ao Centro da Industria e Commercio do
Assucar, benemrita associago fundada na cor-
te do imperio, e a cuja influencia tambera se de-
vca aboligo de iguaes direitos na provincia do
Rio de Janeiro.
E' de erar que a asscmbiea provincial de Per-
nambuco venda a imitar to bom exemplo, cor-
respondendo assim ao valioso concurso que os
dignos representantes desta provincia na cmara
temporaria prestarcm ao desenvolvimenlo da in-
dustria succarina entre nos. promovendo a isen-
go do imposto de expediente sobre raachinis-
inos importados.
Modelas il:i liuropa
O paqurt- iofljSoa la Plata sliogaitil li >nt m, foi
portador das seguutis nuticiHa, qi1 adiantam
quatru das a rvurhid.a p->lo .latn Eider.
Forlusal
Dars de Liafio ni i v abril.
Publii-Binos rob b rubnc Exterior a carta do
ooaso com sp-uJent-.
Heepanha
Relativamente auuccirn n ih o seKUiutti o supraettado coriespoudeute :
Fo< aprwoial a eBtnBra doa tl-uuti.l > ua
propost do lei que determins o istibelecimeoto
da i lumniigio uiectric., d^nti i do pr-iao de seis
int-SfS, i in rodos os thealrus de Urspaons e das
suas enlomas.
Oa emigrados he. p nbosa republicanos da-
aideut S em Hara natao aaeigoaiiJo usa expoeioAo
Comra o sr. Luis Zirnlba.
Correu en Bar. el um, com urna grande insisten-
cia que s- tratava da abertura de casas de joo
duraute a exp>sics> uuiversal
O goveruador eifil, aasrituiaj).qae nao tena tole-
rancia alguma com os jugadores, e que os perse-
Trarra am lar que oe'es'rtugcirus poseatn formar um mao
eonceiin da eulWra m..rai do povo dtati.
- M irreu em Sevilha D. Camilo Hurtado de
Amaaejh y (almarada marquna de Riscal, conde
de Villaeeaor, maetlroii'e de 2Ttregaza.
Foi o fundador do El > ia de Madrid, onde nas-
ctu.
Aqnelle titulo foi dado por Felippe V em 1708
a um dos sens antepessados, o cavalbeiro Amsa-
ga, cm recompensa dos servidos que presUn na
batslha de Alruansa contra asforcas do archidu-
que Carlos.
Foi extraordinariamente coaeorrido o meeting de
Valladotid, promovido pela jan'a protectora da
agricultura em Uespanha para protestar contra os
projectos de lei do ssinistro da fazenda e para pe
dir s cortes qoe approvem asconcHisdas spresca-
tsdas pela liga agraria.
O meeting realisoa-se no theatro Caldera, que
tem capacidade para 9,000 pessaa
Vnim se alli lavradores, indnstrraea e eeanser-
ciantes dos mais csoeideradoe ; as ruae ficou
grande multido agglomerada por falta de luga-
res.
O palco foi destinado deputaco provincial,
camera municipal, cmara do commercio, atbeneu
mercantil, conselho provincial de agricultura, liga
de contrlbointes, jornalistas e commissoes da pro-
vincia de Valencia. Presidio o commissario regio
de agricultura, cujo discurso de abertura, em que
frisou os intuitos nao polticos do meeting, foi mui-
to applandido.
A reenjo, principiada um tanto tamoltuaria-
meote, concluio em muir orden).
Approvou-se por acclsmacao que ffossem- lides
rodas as proroostas sem discusso e entregues
junta para as resolver.
Vtr tiiD, toi approvada urna represeotaeilo diri-
gida rainba regante, cm qae se expuubam os
males da agricultor* e eu pedia a su mtervenca
junto dos pjdures p iliticos.
A mautestacao foi imponente. Apesar da ehu
va torrencial ninguura arredoiip-j ds ionmediacOes
do tboasro, esperaudo saber o resultado do me-
eting.
A cidade conservoo-se trasquilia. Nao houve
listurbi' s.
Sai m- ionh js os resoltados das inounda-
i.-*i -a em quaoi toda a Heepanha. Cietiuuam as
cb ias fot mid.i veis na provincia de lava. O Gua-
d No term da Cerdova subiu 5 metros. Atoeafa
luiiuJar o bairro de Trianna. en Sevdha.
i'e c^r.-.inmas de Ljs Sebones (Toledo) dizem
que ba 3 0 metros de via-ferrea coberra do-agua.
Os temporaee geueralisam-se em toda a Hecipa-
oba
Em consecuencia doTtesoporuea, as linh is te-
iegrapbics fuoectoiaun cjm grande diloulddde
e o aervico*et muito atrasado.
0 no Pissuerga subi 5 metros em Victoria e
outr is 5 em Valladoiid.
O Dooro subi cu> Z imora e outros 4 cm Pe
uaBeld. Coueideram-se inevitaveis grandes mna-
B.o -.
Os repub'.icau >e heapanhWs prep irsm ana
grande in a 'i ifeetacao paja quando se realizar a
iragla iscAo di.8 testos mortaes do general "run
da gu-jud Atocha para o pautneon de t. Fi >
eibco.
' Ho neto da adoracao da cruz, na sexta-f<.iia
santa, a talaba regaate indultau des res coudeui-
uadue a pena ultima.
A pr ciaao doK iterro e os olii:ios nao igrejas
rcatiz.ram-se com grande oonearreocia eoompUt
oadeart
E.i moribundo o aasigo ministro Alonso. Col-
menares.
Italia
Um jornal do Grea va dis constar- Ibe que na
haba ae Nice a equadra francesa fez fo^o con-
tra um navio mercante italiano, sem t.-d-.vialhe
acertar.
Esta noticia acolbida c:in iacrc Juli Ja Je ge-
ral.
O incidente com cfliiro deu-se porto da Vio-
franebe, e nao na babia de tsie. Os jomaos atfec-
tatn ligar-lhe importancia; coutam q-ie, vottandu
do Inglaterra o Vapor << Solferion e paseando
no da 23 proxim da esqaadra francesa, e navio
almirante atirou-lhe um tno de artilh -rin ; o Sol-
ferino icn logo o pavilhao italiano, e comtudo
foi-lbe disparado segundo tiro. A a Reforma ,
orgu do Sr. Crisp, attribu o incidente ou a un;
equivoco ou a Biguaes mal eatendidos.
O relatorio do commandante da esqaadra de
evotuC6es no Mediterrneo declara qae neobam
tiro de artilheria foi disparado na direccio do
o Solferino Entretanto o espitao deste navio
mercante italtano sustenta va qae a esquadra trun
cez tinha feito fogo sobre elle.
O governo italiano mandn proceder a um in
querito. que se far com a maior brevldade pos-
sivel.
Est plenamente demonstrado, por informacoes
officaes, que a esqaadra francesa tinha arvorado
os signaee do cos'ume, quando o navio italiano
Solferino atravessou a zona das manobras na-
vaes, e por tsao correa o perigo de recber alguno
projectil dos cuuracados franceses qae faziam
exercieio de tiro.
E' provavel que o governo francs fosse inter-
pellado na cmara B's depatados.
O incidente nao pode ter nenbnmas conseqaso-
eia8 graves.
Pr.duzio ra impressSo no governo italiano urna
nota orliciosa publicada n'um jornal de Vienna
desmentindo que vai sendo posta completamente
de parle a questao pontificia de que se falla do
tratado Hust.ro italiano. A imprensa italiana er
que esta nota foi publicada com o intuito dn aquie-
tar os escrpulos do catholicos, que formam a
immeosa maioria do imperio austro hngaro.
Conata que o rei Humberto e a raioha Victoria
t.-ncionam passar breveraeate revista s esqua
dras italiana e inglesa.
O ministro da guerra commanicon a cmara am
despecho do general San Mariano ditendo que
j .r inf o inieoes n cebidas a tarde somera virem
ebegaudo numerosas tropas eobre a ponte Subar
quina e o forte Janeras 7 kilmetros de Saati, e
ser provavel um ataque a 2ti de Marco e affirma
que o Negus ebegon j a (ilinda
Recentes noticias viadas de Masssoab faziam
prever urna bataiha imminente nos postos avnn-
< >dos ra i-.n '8.
Os abexins estavam prximos e todos os dias se
travavam escaramuces.
As ultimas noticias de Massouah, porm, dizem
que o negus reconbecendo a imp -esibildado de
atacar com bom xito os entrnebeiramentos le-
vantados pelos italianos em Sa'hata, e nao poden-
do iiiism j manter o seu exnrcitio por causa da
falta absoluta do vveres, celebrou um cooselho
com os seus generaes em Bombie, e em resaltado
deste cjuselbo en ou ao gneral San Marsaae
urna carta c m propostaa de pas, as quaes o ge-
neral t' le raphou logo para Roma, accresccutan-
do: Aguanto as decisoee.
(Je circuios betn informados de Roma sappem
qae a Carta do negus um ultimaron) ou urna
proposta de pas, uo caso de ev.euarein as tropas
italianas.
Os ltimos jornaes de Roma j se referem a
eata condteo do negus de abandonaren) os italia-
nos as suae poetcfl-s exteriores, encerraado-se era
Massoaab, aecresceutando que, se os italianos nao
aceitaren) estas pl-op istas os expulsar da Abys-
sinia por meio da f .r.
Santa S
Anuuncia.se nos circuios catholicos que o Sum-
m i p-ir tice pronunciara brevem nte outro dis-
curso protestando enrgicamente1 contra o prooe-
d memo do gaverno italiano, re:vjndicn Jo oe Ji
reitoB d Santa S o soetentando que eata precisa
de independi-uuia, prim-iro que tai), parado cabal
desempenbo da sua uns-a i.
slatrrra
A cmara des commuas suspenden as sessdes
at ao da 5 de Abril, e a dos lords at o dia 13.
O Sr. Qoacben propes cmara dos commuos
estabel-cero sello de 1 scbillmg sobre oa valoras
ao portador e o direito de 5 schillings por cada
dusia de garrafas de vinho importadas.
O excedente previsto uo orcameuto ser de....
ii (Hit) libras.
Oa juros das acedes canal do Suez servirlo para
fonificaeao das estaques de carvo.
Foi approvada a lei sobre a converso 'da
divida publica.
Alie-mstatnai
Sao ioteressantes as noticias, que o "8 do alguns
j irnaes franceses a respeito do novo imperad >r da
Alleraanba, porque ms deixam seguir o llustre
enfermo em todos us seus passos.
O imperador Frederico III deiu-se is 10 horas
da n ote.
O entermeiro. que o mesmo de San Remo, fica
00 quario de cania.
O doente levaota-se tarde ao meio dia, di, ge-
ramente, um paaseio pelo pomar pr ximo ao cas
teiio, acompanOado pela imperatriz ; i m seguida
recebe, durante ama ou duaa horas, os raembros
da sus familia, e es grandes persenagens do es-
tado.
Trabafba-se BCtivs'meate n> s restHunic s o
mobilisameuto do caetello de Cbarlotteaburg, para
onde irao as princ zas, rilbas do imperadar, logo
que terminem ceses trabalhos.
O certo que atiri utam as espernncaa do
prornpto restabelccimeuto De Berlim ebegou a '1 que as notaveis me.ho-
ras ocaes qu- experimeutoa o imperador da Allc-
manba foram produzdas pela expulsas d'um gran-
de ped .co de cartilagem da taryuge.
lato fez conceber grandes caparancas relativa-
mente ao total restabelecioseoto da imperador Fre-
deiieo III, pjis 03 mdicos affiraiaui que em ne-
nhaa ceso da enfermidade de cancro se expeliera
fragmaasos cartilgineiu da birJ'Bge.
O fra meato qae sabio da garganta do imp ra-
dor foi enviado aoprofeeaor Waidever para eer
sawlysaASb
O caebre prafesser Essuearok obaerviria damo-
raiamente o impirador Frederico aa primeira se-
mana do mez de Abril. -
O imperador^ como contina a melborar, desisti
do sen projecto de ir para Wnsbadea. Logo qae
o tempo esteja melhor, toda a familia imperial da
Allemauha ira residir em Potsdain.
Conforme um rescrito Bperial publicado a 26
de Marco, o imperador Fredarico eooearva jooto de
si todos os ajudantes de campo e demais offijiaes
militares que estavacs ao servico do imperador
Guilherme.
Nos creu|os pettieos julga se com fundamento
que, em razo do teu aavruto ao tbrono, o impe-
rador Frederico agraciar varas pessoae da no-
breza allemil, elevando a categora dos seus ttu-
los nobiliarios.
Tambein circuloa na Bolsa o boato de qae e
conde Herhertde tsmarek reccbjr*n) breve ama
das tna's elevadas eoudecoracoes rasaas.
Istii interpretado em Berlim como symptoma
infubitavel .iacord atida le de relayo.-s que actual-
uA-ate existe entre os imperios da Kussia e da Al-
lemanha.
C.ntiumm as inmidasoos na Allemaaha, Aus-
tria e lio i^ria. 0= Ueaastres sao espantosos e
euormiasiraus es prejuizoa.
As imprensas rusaa e francesa continuam sus-
tentando, com :n i'iebr .nt i vrl leuacidade, que a
posico do principe de [jisinarck nao pseolaa-
meute a que tiv:ra no precedente teinada.
S' o imperado' Frederico fonse o que tinha sido
nt ba dous sosas, lata uui bomem seguro de
ai mesmo, oa pleuituie das suas foreas e da saa
vonrade, opinii i de. un correepoo lente b-rimes
que nao teria prescindido de BisiDarck ana aio la
admittido a sua demia^ ', sipp.udo que elle a
hoavesse apreseutnd > ; poi.o maie jrovavel
seria quo o chauueller se eircute creves'e a des-
empeuu.-r a pasta daa relacea exteriores. A na-
co oinpreheuderia que 0 imperador queria go-
vernar por si incstno, e aehava natura', que Bis-
maick se cecupassa uaieammte i'oqueiles assum-
ptos cm que & mestre sem rival
Mas v.ri-i.n muito as cousas Iinpossibilitado 0
impera i .r,p!a au>*. terrivel eatemnidad*, .e geral
o parecer que o principe de B'nnarck ui n'enha
a pusicio que ti'era cm vi la do uoperad.r Gai-
Iherm Nao so crea contadootertve o cita-
do correspondenteue obaoeeer de trro seja
aiid-xivel diaiite di proprio imperador.
Einquiuto ai Ihe pf5-iui impossivcis, como,
por exemplo, que urUnitta por c 'llega un ministe-
rio o depurad o R>ch er, osa adversario poltico
maia implajnvel, acba-se do ordinario disposto a
multas couceesoes. Foi elle quem, respondeado
niio ha muios annos a um discurso do mesmo
Richter, qoe o acctissvi pelos seus. ares de dicta-
dor, diese : tini, seaborc'i, ha pocas cm que
pruciso uoverao com diotadara, asaru com as ba
em que so impem ce pruc-.ss^a l.b-raes ; cu> poli-
tica nao ha oada que dure etornameut-.
Brevcmeut-' ser pubbeada ein Berlim urna
ampia amnista, que aproveicar aos reos de de-
liotos do imprenta, crimee de lesa magosta de e
outros muitcs. Excepto para os socialistas c .a-
demnados por alta traico, qur voltem ou eete-
jam j na p.tria, qur estejam resiaiodj no es-
trangeiro.
Os mdicos estio applican'o ao imperadora
tysteraa de tratamento pela masiage.
Logo que teriniaar o luto ni corte de Berln,
serio publicamente annuuciadus os espoaoaes do
principe real da Grecia c >m a princ-z Sopbia,
terceira filha do imperador Fiedenco III.
Na uo-.r.iii de '8 de Marco o imperador ouvio
Ur s relatorio do conselbeiro intimo de Wilmo-
cotki e no dia seguate passeiou nos jardina do
palacio de Cbarldtienburg.
t'maex-ilnYiis
Commuoicam da Haya que deu a sus demisso
o gabinete'doa Pajees-Saixoa.
EXTERIOR
Correspondencia do Diarlo de
Pernambuco
PORTUGAL Lisboa, 2 de Abril da
1888
Anda na imprensa, urna vez por outra an discu-
te a questo das responsabilidades da medonha he-
catombe do theatro Baquet do Porto. Vei a tu-
rne urna carta do inspector de incendios d .quella
cidade, pe liado que eeperem peo resultlo da
sYidicaaeia que foi aborta, e remetteudo para a
iinprciisa copia do seu relatorio do anu i p-isaado,
em que apoutava como irremediavelm ote coa-
demnado aquello theatro. Se tudo iat-i maior car-
ga taz na primeira autoridade administrativa, que
por contemplacoes crimioosas fechan os olbos, na
proveio de remed i e deixou fiear tolo aquella
acerva de perig is n i statu quo, no absolve as cul-
pas da pessima orgamaar;ii do material de incea-
dios n'aquella casa de esp ctacul >s Oa b >mbei-
ros que alli estavam de piquete ibalarum, ellas
primeiro do que nieguen, porque aibiam que ti-
nham rotas as msngueiras e de nada servira 3i*-
risearem a vida, fijan i o a'truns minutos mais.
Mas ainda, ao m no se fugindn, viesse n esta-
cad da Praca Mova para faser a hir o pessoal a
machinas, nenia to corta a distaucu que da roa
de Santo Antonio vai aquel e posto de nou,beiros,
teriam desculpa ; mas nao foram, e do posto, se-
gundo as marrueco-s, us soceorros e machinas
nao d -veiu sair a ped 10 dos p .pulres.
E'iquetas, que fazem lembrar a daquelle re de
H -spauba que m.rreu aspbixia lo coma fumaca
da f .gao, porque-catavam auaeutes oa altos digni-
tarios que tiobam o exclusivo privilegio de transa
mittir qaaesquer ordeas do in>n;rcha, e os sim-
ples mocos nao p.idiam arredar ou extinguir os ti-
enes aasasain s sem qae taes ordena Ibes f jasen
commuoicadas pelas pessoas gradas, qoe, a "uodo
suas gerarchias, teriam o direito de execu'ar por
suas aristocrticas mos as determiuaces re-
gias!
Assim foi naquella aoite r-rrive! Q bombas sabra n j todo o Baquet era um brazeiro
enoi me ou le r cbuiava carne tiloma.....mas
ai meaos a lettra do regulameuto fieou llibada!
Op'ia da questi d. responsabilidades, qae
aiuda se nao liqui i a, vein a da ur...ti ia> do Por-
ta e do pas mteiro para com S. M a ranha pela
maternal solicitude em que se Uouve, e de qna
Ih-s dei amla noticia no mmha de 28 do pss-
aado.
E' um coro unnime de b -nea is que taz bem ao
coracao ouvir, esse que a impreusa portuease le-
vaatou em primorosas saud >v'oes, e a da capital
nao menos, encareeend > o proeniim-u* < evang-
lico da ranha ae Portugal. Sena longo traa-
screver Ibes os melhores d entre os numerosos r-
ticos que, nesse a nino tenho tido. Se a Sra. O
Mara fia era sincerameate amada pelo novo por-
tugus, a verdade que, depois daquella devota
peregrinaco aoa >.ntro? da miara e da tnagoa
lutiii'ia, a raiuha boj, adorada com verdadeiro
delirio.
A onda doa s ccorros cresee. S brar e muito
do qae stnctameute inlispensavel para dar
ptompto lenitivo ao desamparo em que tcaram ai
familias das viotiraas. Alvitra-se g ra mente,
como alvitreu a ranha, crear nm ioatitaico be-'
ni rica para ministrar permau ufe auxilio, pensdea
de san^ue. com Ibes chama Guerra Janqaeiro, s
VUVas e u.'ph is du pobres que na roda de cada
aono sucouinbm a desastres, que o i to* nos por
ventara, on por desgraca, do que os qae n'um lo-
te, pereceram carboeisados na fogueira da roa da
Santo Aatoao. Estes causaran geral espanto,
porque de cbofre foram devorad s pelas chammaa,
e a sentmeotaiidade universal os deploroo em
maesa : mas os oatroa, os que saccessi anate
vio rabiado na v-ragem dos desastres, nao sao
menos m> reetaores de que Ibes fiquem dando arn-
pa>o aos filhos e s muih- er que sustentaran as
lides ingratas do trabadlo qu tldlano. quer as
aguas do m.r, quer no reconcavo das minas, quer
us trabalhos rudos de edificares urbanas.
E.te o penaaoieuto explanado esa melbore
(
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IrtArii de Pttrnamrtiiff---'Sa&bado 14 Abril de 1888
3

Canc i'. .8 pele Ie0-ad. ** d* ****** f !f
Estald* preval-e-r. creio, ao cifra, fot .1 dos
tea.lJT.-oo b indita crescendo que )a p...inette,
seu*. contar ida com >n dativas qae a g merosida-
de ouoc desmea'ida dos u >m .s irmi >e c nnp itrio
U diapersoa P 1* A-neric qiner ua'ar u a-
SCrlpcSes que em F. rtugal, H spaaha e Freno
esti i bertas.
. Ihpi gij':i i avalladas, as
de capitacao de iW"ris p individuo, pobre ou
tito, oa benedmoi-, .8 maliitJ','* ojooeru.a, os
bandos preMtr 9, o* <* q<"> se tem
dado, que est) prome tid o que se realisar..
iuda, Hera umttr<-fiaerunnavel.
_ \ ,. j. .oa do tbeatro do Principe R al, de
Lisb i, partir para Pernamnaco ao da 2 dd
Maio, p'elo paquete das iiettagerie*.
__ O Sr. conde da Redtuhs, chufe di partida le
ait'mis'a partugu.-a recebeu de Brouub ch uto te-
legrau.oa expedido a $ de Marco ultimo da se-
nbora e.ndessa de Qimira partiipanda-lhs que
su ulna Mara Jos de Bviera*deu at um fi-
lbo u> di 23. Termina asdiin o tel. graraina :
i Mae c filbo esto bem, gracas a O us.
E connderavel a cbea do Dauro, ten lo o rio
augmentado de v lume qoai um metro.
Os telegrammae reeebidoe do Riba-Teja neates
ltimos dis, ja dio notj/si dagraude cbea que
por all vai (sendo na suas devaatacSes. A aguas
gaigaram lor cima d'nlguns dos diques esa Su
tatm, Valla-la, As .robuj, e ludo fas recelar que
terciaos gratad.' inuuisc-a, pois ellas teem creando
com rapidez. II* grandes perdas de gado as
chei...
N sesslo d 28 do m?i fina o Sr. conse-
lbeiro Murianuo de Cirvalbo, ministro da fazeuda,
fes um deelaracao aass importante, e 6 que3e
as recuiaa publicas continuarv-tn acreaeor na pro
po.-cio ueguida a agora pra o aaao pnpor a
dimiuun, io, ou elimiuaclo, d a asi dos actuaea
impoetoe.
Como se sabs aqui, o Sr. Mariinao de Carvalho
advumo continucao d decima de juros e iin-
p>sto de p.rtaoei, e desd muito pensa na reduc
cSa da con ti 'btMOaa de registe i e iu. diiiuuico dos
direitos lo imp >it iv'I> Je alg'iua g^ueros de pri-
mi'ir m s 11 !-, prineipluv-nto a biea'ba.
Ai f Ibis mi8teriej, dando eata bin.va, di-
aeai qu p ir a'a .ma que S. Exc. responde i
criticad a propagan las de deacredAo contra a .u
admini.-.'racSo.
O Jr. conaebeiro BroTgdio Navarro, miniatro
das obr.id publicas, or l'-noi que, p lo seu ministe-
rio, se eni i <- d ifiai de quo a
iadustri mincia, sujeita Ucirlisacio doEjt.io,
dusti i.tl P .rtg' do 1888.
A grande Corawta. i qu, pela AssoeiacJ In-
duatiiol f i n andad para tratar i'esre assumpto,
requia-di ha poeuo da* eob a p esideneia do Sr.
Dr. J o Ctoyaestomu iJwlo.
S'.i.* reaoiio esl r o Sr. coasolheiro
r,. j w sjenU do com, r-
..iria rx-
nto a codju-
Vfari iio fr pjssivel.
OSr. I' Ira V: .i di OaeU Seqaeira, wde d
renaitivit de Minad, dissa taiabein qu^, p.U eua
: -ane*
para q ic a rpraeataQsV> da industria m ue:ra ti-
Y,.t ou .xp.iva, qu: i*
dar orden u tuuoi nanos tsontdOM sus so-
bordiu' d s. "
Fia -io M ; i!!. o prt-sidente Dr. Melicio,
i. j p.l i?iu iiirhuaiatti.-as
q aeab>v d<- ouvir, e que tst .va eerio que a fx-
11 i'e tainas t-ria o inior brilba
i >ii propondo que a i noir.o -we urna ooto-
i#-o i -utiv-, i q:: fji approvaslsj p .r ai
B){d .auifute o Sr onaeibeirj E vi-
no d.- Ii :j propott*) os toVatsMiral qe a deviaia
Etta BjMstsltaiS)>tl minediatarnente
ob p*i sik .'.'ri d i Or. ietj Angas! > as
Cab: !. iiso.-. intsiat
traMa larg'ineal do moio d < ie ^fio i. !> ii -\ia!-
Viaooto pa<* proiin ns> ao* .lu-js, a
tig.s auaeraee, a ezpaasJaM de e*rtaa de imcW
e .Ir machinas ma. iras, rte,
m Hiicarreg.dje da i eUMaofa di expoai-
f&.> mii: M.-ii o c Seveiiaoo Mouteiro.
A nnni*f.o enaiTea>da da iastalueio da ox-
joaicio bmbmm v-i iasur cea ^esp-'
tro -ce cjru'ru r nm anuixj para etM
iadetrik. *
Pros.'guem act-.v-aneate as obras para as instal-
lact ^-sar asijiii 3t* na Aee-
nida da Li erddf.
Snodo as sOsinsae MSotaja* teleirtrbic-a,
Cominisso cn arredrad* ee ir i libt d Madora
Studaros ios oe detallara cri-Mj que all se tem
asar, i quo era prttidido neio .i'ncioen-
g. nherr > Valiadas, j* tem Conclu s os dos tra
ba!h s, aeveodo reglesT Liso. U3 priiseiru
Taior.
! ii^'>laSB-se para o lagar d^ povernador civil
do Kj chai os 8rs D. Jaaode \Ure e cond-
da P-aia da Vetoria, i wwraader aml a i dstncto
de Vagra do Herosmo, que esti tm Lissoa ba
tempo ram lio-ac.
U a sulmr isi-- J' '- ------'- de l
de M,.e., dis qiefoi aMtisionado o so'iriuho do
regulo Ein"be buge, no m ment em quo ia con-
vocnr sa-rra, conjunetamente cosa o gentio M.ao,
contra o goverondor.
Ej'a ciiptura urna importaata garanta de u-
ego.
Uove ebegar a Lisbis amaahi, S. A. o prin-
cipa Aulonio de K.Jsvj I, emboixador envadu
extraordiario aHemao, qae rea tmier a S. M. o
Sr. Luis 1 a crta aatogrwpha pela qual S. M-
o imperador o rri FVederieo III oununcia ao sobe-
rano de Portugal a ana asceuco ao tbrouo.
8. A* o principe Antonio Predencj Umlherme
niSJ.it atw SI de Julao W83, e membro da c-
mara dei eubjrea da Prassi, teneote-gsjeral e
gen con a princesa Marta de TalleTTand Pangar.
priiMioe booieui de grande eetatnra.
Ae .ipnb*-o -a-Si tu o prineoe Jorge, tenente
d9 eeur>erirea da sraarda imperial.
A' 7 do mea altiaso reuni no ministerio das
obras pttine-e, pele aseie di, o onsvlbo superit-r
da agiietiltara, sob a presidencia do Sr. conselbei
M Brviuode Bri o.
Eolio .atrs deiiberaeaes, reaolvea o eons-lbo
n m.r nasa .vmmiseio paraemitlir parecer aswroa
do rrUnano dos comaaieartoe <-speci>es do inque-
rito agneota, e raasMasj pruadroaaavaro de vo a.-ncuiiores das j*-ta pn motoras dos aseiaoaa-
assmti a agrcola.
ka* s- gaida e 8r. eosMMUteiro Elvino de Brito,
a leraaue eiiihusisnoe, preeouisoo as virtadea
qae .xltm S. Kt-Ksa relcmbroa o atene-
as) qa o m- asas oeaaor teas patentada plos aro
grvM. s da agriraiiara ptageea<, iaeer Taado ae
a proles*.jr apeaba sarge qaalqaer ioa tradata
te a "eapeif'iO'aua'Stia, t-rmiuodo o asa) sal
pr.iTiso p *r p oir qae a acta d'.qu lia sesada ae
aacasw asa W aW eatagraiaiacio peUa ~
da s. M. Et-KeL
laxa prupaet* A aaletaaaasente appUadtda a
appr u par tedias ee s.gars do e uawbo.
Ka ><>n are a^a ee aasteintee'xg. s eoiee
aViro l'ittras ira>, Esfevdo de O ireira, sTra*-
osero Mai **', Aasaaia M.na de C de M .r">s O irr^i de Barrje, O ivetr* O.nt.tt, S-
btao rte Sana, R-BrH'da Suvme A*rrelo Leeock
Alsi.av.in r.ria 1 4aaa de Labea qa' au
eatimi< o cardaal ptrircb r' pa,firme reao-
laed.t de pr-bitor to s pr,cisde. .'A* muamas
foir.. a I nv i a idea do prrUdo.
Hmi'iia aliiieameuie -ic 'o do minia'
di nano, a >b a prrsiteaea A. o duqa de
Bi-n ute o iho de Es-oi sb.n $m liiuul r
O per ser qoe, .ib>e oa joe-8- s ur.mea, d-na
er presenta h Ei K i na sexta te ir* aaat, p-r
qae S. .!.. oo uno df das a-.ia jmpathica*
prerogauv-a b*j p .r b cuuimuiarou d.r pus
{(.{.a nape" s |tt trh>4 aaai Ola ee p drr ui d.rdor.
rfia.iDiidts nnii ii-ui.i. i- a commiis*.
da .a.i|di< aVpauaee ihm ala p.ra pr
nm dipiid do loaba, e foi-
ih- pi --? i p- j o- resoo*o es quoeitos
{otaniU lo iJ >oo eomoat-io.
Isa ,r.i| I* ij iri.ci.'iu, or*, asrdls-
cati -o fKr i e-tirria praiee'ea ua !*'. Ja o ie
Tilae i i"sn >ut, saamaVaa as- iiuw*
ap* i r. trp ..!' da .rayo re<-u ii sr
qtt s>r ai 'r u Mr. *... .1.10 dr t> riwt, r uo q i .
mal ra d* n.. mini i prescind' d- <*s vnvir
aobre ri.il.iiai d. eanHi a
A pr li.i., ir.m.io -. a Sepsis das iVri-s
N'oia dita e ins di. o toas a* M'C res
lilou-.e. m sseuibla g-r.l i. ,ouo-iit)' d. ere
dito prrj.eo, praid-.ni* d.. S' (i m I I
Val ttrrs, p'.
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