Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16646


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Full Text
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PlBl i CAPITAL E IsUCAllli4 OSDE VIO E PACA PORTE
Por tres meses adiantados............... iQnnn
Por aeia dito* .den,...............; $
Por um anuo dem............*
Cada numero avulao, do mesmo da......... ... 0
PropmZraZ* bt M&no Sigivca bt Jara & itlljos
TELEGRAMMAS
~
\

.

i
SERV1C0 PATJGULAf DO DIARIO
NATAL, 6 de Abril, s 10 horas o
50 minutos da mauhS.
Forara libertados os ltimos escravoa
que existiam no municipio da Macahyba.
Est, pois, livre maia sae municipio
desta provincia".
RIO DE JANEIRO, 6 de Abril, s 2
horas e 20 minutos da tarde (pela Haba ter-
restre.)
Foi agraciado com o titulo de Viseonde
de Sabara, com grandeza, o presidente do
Supremo Tribunal do Justica, conselheiro
JoSo Evangelista de Negreiros Sayio La-
bato.
Foi tarabem agraciado com o titulo
de conseiho o presidente da ReUcSo da
provincia do Maranbilo, desembargador
Joaquim da Costa Barradas.
Foi nomeado secretario da presiden-
cia da provincia do Cear, o Bacharel Jos
Luiz du BuIhcSrts Pedreira.
Foi nomeado ajudante do inspectir
do Arsenal de Marinha de Pemambuco, o
1. lente da armada Polycarpo Cezario
de Barros.
SERV1C0 Di AGENCIA HAVAS
Ser vico directo
FLORENCA, 6 de Abril.
SS. JIM. o Re da Italia e o Imperador
D. Pedro II visitaram S. M". a Rainha da
Inglaterra
ROMA, 6 de Abril.
O ejercito abyssinio contina a su a re-
tirada para o interior.
BERLN, 6 de Abril.
Corre o boato de que a demissSo do prin-
cipe de Bismarck torna ac possivel por causa
do casamento eventual de S. A. a princeza
Victoria, filha do Imperador da Allemanha,
cora o principe Alexandre de Battemberg,
autigo principe da Bulgaria.
termco pela via Norte-America
LONDRES, 5 de Abril.
O correspondente da Pall MaU Gazett,
em Pris, tve ama entrevista com o ge-
neral Boulanger para fallar Ihe a respeito
da actual siiuaySo poliiica.
O generalBo ulang^r dtclarou que a sua
eleicao no departamento do norte ser certa
e que o gabinete Floqu^t ni durar trez
mezes.
MADRID, 5 de Abril.
Paracem mal encaminhadaB as negocia-
res diplomticas entaboladas entre o go-
verno dos Estados-Unidos, da America do
Norte e o de Marrocoa para regular o pe-
dido de urna a lemnisacSo de 500:000 fran-
cos, formulada pelo commandante da fra-
gata americana proposito do assassinato
de uro cidadao americano no territorio m&r-
roquiuo.
MASSOUAH, 4 de Abril.
Os abyssinios estilo fugindo para o inte-
rior.
ANTOFOGASTA, 5 do Abril.
As desordena estilo Be repetindo na Bo-
livia.
Agen na Havas, filial em Pemambuco,
6 de Abril da 1888.
dogura e mais sentioientalismoa, ao passj qu'
acompanba a cingelesa e feiges inf mtis da de
Ferno Lopes, e demonstra oa rapidoa progresin
de clareza, harmona e flaibiliiade que alcanc*
o idioma portugus no aeu cultivo regular e civi-
lisador.
J nao teme a concurrencia da eastelhano, em-
bora este houvease obtido tambera aperfeigoamen-
coa no aecalo XV com as fabolaa e satyraa da ar-
cipreste de la Hite, as compoeigoes do raarquez de
S uitilhana, o romanee moral do Conde Lucanor de
D. Joao Manoel, oa eacrptos pbiloaopbicoa de
Hturique de Vilhtna, e a chronica dos varos il-
luatrea de Caetella devida penna elegante dj
Affouso del Pulger. Ae daaa nagoes, a que por
fim a pennsula ibrica ae redozira, urna j deno-
minando ae Hetpanha.c a outra Portugal, lutavam
valeates e audacea naa glorias e ventura- da na-
cionalidade e naa galas daa liuguas cultivada* e
litteraturaa invejavcia, conservando se estaciona
rioa oa idiomaa provmciaea da Galiza, atadas
Vascongados e Catalunha.
Agrada-vos apreciar um pouco a lingua, o ea-
tylo, o gusto litterariode riernardim liibeiro ? At
tendei a essea gemidos quasi elegiacos da menina,
entn gue colido o a tristeza le aeua ponsamen-
toa.
> N'esse monte maia alto de todos paaaava eu a
miaba vida como poda ; ora em me ir peloa
fundos vallea que os cing.-m em derredor : ora
em me por de anas aummidade8 a olbar a trra
em que ia acabar o mar, e depoia o mar que
ae eatendia para acabar onde ninguem jisae.
E qaando vinba a ooite afeita a meus pensa-
<> meatos via as aves buacaremaeus po aoa, e umaa
ch.marera aa outraa, parecendo que a meama
trra quera toda socegar, e eu trate com oa
o cuidados dobrados com que amanbecia me re-
colhia para mmba p eu o tempo quando urna daa passadas, pouco ha,
levantan Jo-me, vi como a uianb ae ergua for-
moaa e ae atenda racioaamente por entre oa
valles e baizar anda oa altos. J l levaotan-
do o sol viuha tomando posse dos outeiroa, como
quem a<-quera aenborear da trra. O.i pasto
rea tangendo aa auaa trautaa e rodeiadoa de aeua
gadoa comeeavam a ass ,m.ir p.-las cumiadas.
Para todos pareca que vinba aquell dia mnito
ledo ; para mim, para meus cuidados, nem po-
dia desabafar-iie suspirando.*
Nao ae formava, regulariaava, opulentava e en
nobrecia eraeute a prosa, que a forma illoatra-
da e ra thodica da lingua, o verso adquirir igual-
mente urna toada maia musical, um eatylu maia
claro e liupi'.'o. urna orgamaagao maia artiatica e
maia regularmente combinada, e paasura 'aquella
montona que fra aeu carcter anterior, de pen-
aamentoa siugelos e siinplices a urna maia larga
espausao^le ideas, e de raptos j notaveia e po-
ticos.
Oa vates do seeuli XV deixavam o eatraito bo-
riaonie de curto tolero, coplas mfauia e endeixas
amorosas. Atiruvam-ae a varios gneros, ao saty-
rico, ao cjuceituoso, ao descriptivo, ao imaginoso
para o que a lingua maia aperf-ic>ada ae preataa-
se comdeaembirnfo e convidaase com affagoa agra-
daveia.
Notam-ae muitoa e alguna poetaa domereeimen-
to nesaa epocha. Cooperam com oa escriptoa da
pruaa para o naacuneato, foricaca) e progreaaoa
de nma bella ltteratura, como foi a da primeira
aetade do aeculo XVI, e ^ue para gloria do reina-
do de D. Ittanoe1, ioma-Ibe com ras&o o nome por
que lis galas e glorias que adquirir ajunta novas
e maia mgulares e apreciaveis.
D. Joa Manoel filho de biapo da guarda, Cbria-
tovo Palmo, Juo de Menesea, Affjnao Valente,
Jorge de Aguiar, D. Pedro duque de Coimbra,
formam a ijoportante phalange da primeira parte
do aeculo XV", que termina ao apparecerem e lu-
sirem no firmamento Garca de Keiende, Bernar-
dim Bib'iro e Gil Vicente, o grande poeta dram-
tico.
(Continua)
trabalho, imp. ata em virtude de deeiao do jury
do termo de Pedro II, em 28 de Marco de 1882,
por c-ime de homicidio ommeltido a 11 de Janei-
ro do mismo auno.
Alagocu- Mara Ma^dalemna da ConceicSo,
commutada para o gran modio do art. 193 di C-
digo Criminal, o reato da pena de 23 aun s e 4
mezes de prisa i, imposta em virtuie de deeiao
dojrydo tertnj de Muricy, em 21 de Deiembro
de 1678, por crime de homicidio commettido a 8
de Juuho do meamo auno.
Foram expedidas as seguintes circulares :
Mioiaterio dos Negocioa da Juatca.Circular.
3 scelo. Rio de Janeiro, 28 de Marco de
1888.
Nao podendo o governo, por falta de iinmeoi*
taa provaa pralicaa da intelligencia jurdica dos
juises na admiiiistracio da justio, avallar por ai
di mTeeimento dos concurrentea aoa lugares va-
gos e acceaao, e dar preferencia ao maia labor oso
era procede o recurso interposto vista
.loa arts. 10 e 12 do Reg. de 21 de Sotem-
bro de 1885.
Ba'oueza da Escada. Informe o Sr.
iosp etor da Theaouraria de Faz^nda, ou-
vindo o collector geral do municipio da
Escala.
Emiliano Xavier de Siqueira.Deferido
com ofBcio d'esta data ao Sr. director do
Arsenal de guerra.
Fraucelino Americo de Albuquerque
Mello.Tendo cessa lo o motivo quo de-
t-rminou a ex ^epjo, o suppcante ser
equiparado na seus vencimentus a cintar
do presente mez.
Fiel len Brothers. Remettido ao Sr.
e capas, o que tanto importa ao ser vico publico, |tllsp-ctor do Tuesouro Provincial para man-
PARTE OFHlIU
Hlaisterlo do Imperio
Por di apacho imperial de 25 de Marc proxino
findo :
Poram elevadoa a viaconde : o bario do Quis-
aam e o baro de B'nevrnte ;
Poram agraciados com oa ttulos de :
Baro de Grauito, Joa Manoel de Barros Wan
derley ;
Baro de Cfaa Forte, Antonio Jos de Amo-
rim ;
Baro de Itacurc4, Man el Miguel Martina ;
Baro de Val Pormoao, Leocadio Gomes Fran
klin ;
Com o titulo de cooaelho. o commendador Joa-
quim Antonio Fernand s Piuheiro ;
Com a commenda da Oidem da K isa : Jote Au-
gusto Laranja, Manoel Gomes de Mattos, Arihur
Perreira Torrea e Frauciaco Ribeiro Pinto Guima
rea ;
Foi nomeado o Dr. Eduardo Chapot Prevoat
para o lugar de preparador do Laboratorio de
Histologa Normal da Faculdade de Medicina do
B,io d- Janeiro.
Por decreto da meama data foram nomeados ;
Presidente da provincia de Pemambuco, o dea-
embargador Joaquim Jos de Oliveira Audrade ;
Presidente da provindia do Cear, o Dr. Caio
da Silva Prado.
Foi exonerado o bacharel Fulgencio Firmino Si-
moes de presidente da piovincia de Goyas, a aeu
pedido.
inifaO PFOLlu
U:iOILIDDS. UMi l
LII1EBAIBA
DB
rOMlG4L E BBAZIL
PELO
Conseeiro JoSo Manoel Pereira da Silva
.IV
(Con t tnuaco)
Oa penaamentoa poticos que neaae livrinho to
delicu ao matisam com aeos aromas aa paginas hu-
medecidas de pranto, correa j ustas com lingua-
gtm umpregada. Esta adquire qualidades ds mais
Ministerio da Vustlea
Por decretos de 30 de Marco prximo fiudo, fo
rax perd wdoa eutre outroa roa, os aeguintee :
PemambucoJos Perreira doa Sauoe, do resto
da pena d 7 anuos de prisa o simples, a que fot
conermoado pelo jnry do termo de Leopoldina, em
14 de Abril de ls82, por crime de homicidio com-
mettido em 7 de Njv. mbro ae 1881.
Lourenco, liberto, da pena de galea perpetusa,
que eslava campriodo em virtude de deeiso do
jury d i termo de Nasaretb, em 14 de Setembro de
1841, por crime de homicidio commettido a 8 de
Jai no do mesino anuo.
ergi.e -Juo Umbeiino da Sirva, do reato da
p na o 4 aui.ua u ti mezea de galea e multa de
12 1/2 por eeotj do valor r ubado, a que foi cm
.1-mundo pelo juiy do termo de Propri, em 8 de
Julho de 1885, p r crime de roubo commettido a'
20"de Uuiubio de 1884.
J s Leandro Me irado, da pena de galea per-
petuas, que est cumprindo em virtude de deeiao
d<> jury do termo da Capella, em 15 de Marco de
1864, por crime de homicidio commettido a 19 de
Deze.ubro de 1862.
Por decreto da meama data, foram indulta-
das aa pracaa do exercito e da armada, culpadas
do crime de 1* e 2' deaerco simples, devendo
presentar-Be s autoridadea coropetentea no praio
de dona mezea, costados da dats da publiCacu do
decreto, naa differentea comarcas do unprrio.
O meamo decreto consigua o perio aquellas
que j eatejam cumprindo aentenca pelo meamo
crime. *
Por decreto da meama data foram conmuta-
das as penas, entre outros, da seguales rsia f
ParaJoaquim Manoel Canudo, commutada
para o grao medio do art. 193 do Cdigo Criminal
a pena de galea perpetuas quo ect cumprindo em
virtude de deuiss > do jury do termo de Breves,
pruf rida a 9 de M lio de 1874, por crime de ho-
micidio comm. ttido a 13 de Junbo de 1873.
Piauhy -Tbeophilo Pinbeiio dos Santos, com-
santa ja para o grao mnimo do a (,i aiusio resto da pena de 12 annoa ae.prisio com
autoridade moral do preferido c r sponaabili
dade do ministro encarregado da repre-entaco ;
outrosim, conviudo dar aoa julgameut .s a maior
publicidade, garanta a maia segura do direito doa
que andam nos juizoa, e meihjr enaino da jara
prudencia, manda Sua Alteza a Princeza Impe-
rial regente, em nome do Imperador, que V. S
ordene aoa eacrivea do Tribunal da Relaco que,
desta data e logo que passada em julgado a seo-
tenca, iddependente do recurso de revista, ex-
traan} copias arfthenticas da sentonca appellada
e do 'cardaos de confnnaco ou reforma e dos
proferidos em reviso, para aerem com toda ur-
gencia remettidjs ao Ministerio da Justica, com-
prebendendo oa offic.os da promotoria publica,
ae d causa tiver intervindo em razo do cargo,
oa forma do modelo anaexo, organaado de modo
a facilitar a classificacSo e imp.esao dos men-
cionados documentos.
Deus guarde a V.S.A. Ferreira Vianna.
r. conselheiro presidente do Tribunal da Relaco
de...
DISTBWTO Di BELACIO
ProvinciaComarca e termo (a que pertencer
o feito.)
Juizo. Civileommercial ou criminal.)
EscrivoF. ,
Aeco(Sua especie.)
Appellacao N......
ParteaAppellantea FF., appellados FF.
Sentenca appellada.(Seu contexto, daU e as-
signatura.)
Accordos proferidos.(Contexto, data e assig-
oaturaa.)
Officioa do promotor publico.(Neete carcter,
no de curador geral doa orph-a, ou no de promo-
tor de capeilas e reaiduoa)
Olcica de promotor da juatic.
(A copia deve aer aulhanticada pelo eacrivo,
mas sem aa formalidades daa certidoes)
BBLAClo REVIS0BA
Provincia, comarca e termo.(a que pertencer
o feito.)
Juizo(Civil, cemmercial ou criminal)
Acoao.(Sua natureza.)
Keviata n
Rjcorrentes.F. F.
Recorridos.F F
Sentenc recorrida.-(Contexto, data e assigna-
tura.)
Accordao do Supremo Tribunal de jJustica I
(Contexto, data r aaaigoatura )
Accordao da Relaco Reviaora. (Contexto,
data e aeaignatura.)
Oficios de promotor da justica.
(A copia deve ser authenticada pelo escrivo,
mas sem as formalidades das certiddea.)
Miniaterio dos Negocios da Justica.Circular.
2 aecoo. Rio de Jaaeiro, 28 de Marco de
1888.
Iilm. e Exm. Sr.Nao podendo o {governo, por
falta de inmediatas provas pratcas de intelli-
gencia jurdica dos juises na administradlo da
justica, avahar por si do merecimeoto dos coucur
rentes aoa lugaraa vagos e acceas, e dar prefe-
rencia ao mais laborioso e capaz, o que tanto im-
porta ao aervieo publico, autoridade moral do
preterido e responsabilidade do ministro encar-
r> gado da apresentaco ; outrosim, convindo dar
aos julgamentos a maior publicidade, garanta a
maia aegura do direito doa que andam nos juizoa
e. melhor enaioo da jurisprudencia, jianda Sua
Alteza a Regente, em nome do Imperador, que
V. Exc. ordene aoa juizea de direito das comarcas
geraea deesa provincia que ficain extrahir pelos
eecriea do aeu juiso, naa cauaas cujo julgamento
definitivo cabe em sua aleada, leata data e logo
qoe pasaadaa em julgado as aenteocas, c ias au-
tbentcaa daa meamas e das preferidas em 1.*
instancia, para aerem com toda a urgencia re-
mettidaa ao Ministerio da Juatca, comprehenden-
do oa officioa da promotoria publica, se as re-
spectivas causas tiver intervindo em razio do car-
go, na forma d > modelo annexo, organaado de
modo a facilitar a claaaificaco e impr.aao doa
mencionadoa documentos.
Ueue guarde a V. Eic A. Ferreira Vianm.
Sr. preaideute da provincia de...
PaOVINClA, COMARCA B TERMO
Juizo de direito.
Eacrivo.F. .
Causa civel, commercial ou criminal.
Acco.(Sua especie )
Partes : Appellantea.F F.
Appellados.-F. F.
Senteoca de 1." instancia.(Contexto, data e
aaaigaatnra.)
Seut-uca do juiz de direito.(Cintextu, data e
aaaignatura.)
ffici. a do promotor publico.(Neete carcter,
no de curador geral, ou no do promotor de ca-
pellaa e residuos.)
(Aa copias devem ser authenticadas pelo escri-
vo, mas sem aa formalid*de8 daa certidSee )
d .r effectur o pagamento, estando em ter-
mos, e satisfcitas as formalidades do es
tylo.
Gaspar Antonio dos Res. -Riraettiio ao
Sr coramandanta superior da guarda na-
cional da comarca de Nazareth para man-
dar passar a guia de que trata o art. 45
do decreto n. 1,130 do 12 de Marco do
1863.
Joaepha Maria dos Santos. Rimettido
-o Rvd. Sr. director da Colonia Orpliano-
logica Isabel para admittir o menor.
Tenente coronel Apollinario Florentino
do Albuquerque Maranho.Sim.
Joaquim Can do da Castro Marques.
Deferido cora oflbio d'esta data ao coronel
comraandante das armas interiao.
JoSo Bsnto Monteiro da Franca.-De-
ferido com oficio de hoje Thesouraria de
Fazenda.
Landelino de Luna Freir.Concedo.
Libanio Presidio de Carvalho.Remet
tido ao Sr. commandante superior da guar-
da nacional da comarca da Victoria para
mandar passar a-guia de que trata o art.
45 do decreto n. 1,13(3 de 12 de Marco de
1853, visto ser o supplicante alteres da
guarda nacional ggregado ao extincto 23."
batalhSo de infantera do municipio^ de
Santo Anto desde 9 de Marco de 1876.
O mesmo.N'esta data att^nlido.
Manoel Lopes Bandein. Deferido com
offiio de hoje ao coronel comraandante das
ar.uas interiuo
Secretaria da Presidencia de Pemam-
buco, 6 de Abril de 1888.
O porteiro,
F. Chacn.
Thesour provincial
DESPACHOS DO OA 6 DB ABRIL DE
1888
Hersaaliuda Claudiua da Caata Carneiro Moa-
teirj c Antonia Soares Raposo.Haja vista o Sr.
procurador fiscal.
Manoel do Naacimeoto Vieira da Cuoba, Or.
Jos Francisco de Ges (Javale inte e Bilbiua Ca-
rolina Padilha Lavra.Certifique-a '.
Directora Geral laa Obras Publicas, Fieldeu
Brothers e Cleraentino Leite.^-Ioforme o Sr. con-
tador .
Jos Augusto dj Meilo.Pague-ae.
Jeronjmo Joa Ferreira Volteao Sr. conta-
dor.
MARIO DE PERIIAMUCD
2.'
Miniaterio doa Negocioa da Juatca. 3 "cc
;o.__Bio de Janeiro, em 28 ie Marco de 1888.
Scieote de quanto V. 8. ms communicou em of-
fieio n. 12 de 24 do correte, approvo o acto pelo
qual eaao ominando elogioa o procedimento do
s Jdados Manoel Francisco Venit a e Maooel da
Silva Rmos por terem-ae couduzdo com louva
vel piuJeucia no deaempenho de auas obrigcoes
policiaca, estaudo de ronda no dia 19 les < mez.
Deus guarde a V. S A. Ferreira Vianna
Sr. Curond commaodante geral do corpo militar
de polica da corte.
Ministerio da Fazenda
Foi expeuida a i-eiu ule circular :
Miniaterio doa Negocios da Fas-nda.Cireul.'
n. 9. tilo de Janeiro. Juo Alfredo Cona de Oliveira, pr.aid'ute do
Tribunal do Tbeaouro Nacimai, decl.ra ans Sis.
inspectores daa thesourariaa de fazenda, para a
devida execuco, que, de conformidad* cum a de-
liberaco tomada pelo meamo tribunal sobre con
sulta do iuapector da Alfandega do Rio de lane-
ro, d vem additar-ae nota 54' do art. 664 da
tarifa vigente aa aeguiotespalavraa obtervadus
nempre ai regrai do art. 14 dai disposgo-s preli
minare, a de que poaaa continuar a' ortica de
conceder-Be o abatimento de 10 por ceuto a a te-
cidos mencionados n'aquelie artigo, que forem
coinpoetos de l e algodo em partes iguaes. J-
Alfredo Corra de Olioeira.
------------- s>
toioveroo da provincia
DESPACHOS DA PKBSIDBNi.'IA DO DIA 5 DE
ABRIL DB 18o8
Antonio Jos Felipe Santiago. Nao es-
to desocupados os talhos a que allude e
Reparticio da Polica
s^ccSo. N.269. Secretaria de Po-
licia de Pemambuco, em 6 de Abril de
1888. Illa, e Exm. Sr.-Participo a V.
Exc, que forara hontern recolhidos Casa
de DetencSo os seguintes individuos :
A' minha ordem, Jos de Paula Baptis-
ta, por disturbios.
A' ordem do subdelegado da fregueaia
de S. Antonio, Jlo Pacifico do Nasci-
mento, e Pedro AntSo de Jeaus Araujo, por
disturbios.
A' ordem do do 2. districto de S. Jos,
Jos S iveio da Silva, Jesuino Gonzalo da
Silva e Antonio Jos de Barros, por dis-
turbios.
A' ordem do da Torre, Guilbermino de
Oliveira Coelho, por disturbios.
A' ordem do do 1.- districto do Poco
da Panella, C >ndid3 Venanai > do Nasci-
ment, por crimo.de defloramento.
O Dr. delegado do 2\ districto da ca-
pital, partioipou-me quehontem, pouco an-
ts das 8 horas da ooite, a prac* do 14
batalho de infantera, Joaquim Jos dos
Santos, ferio com urna facada, sobre pe-
to esquerdo, ai negociante, subdito h spa-
nol, Jos Ma%ia de Carvalho, establecido
ra da Imperatriz n. 38, procurando
evadir-se. Perseguido, porm, pelo cla-
mor publico e por prayaa da guarda cvi-
ca, foi afina! preso na ra Velha pelo sub
delegado do 2.' districto da Boa Vista,
cidad&o Jos de S e Souza, ha vendo,
entretanto, ferido aiada a um dos guardas
que a peiseguiara, o de n. 117, Jos de
Medeiros Campos.
Dr. delegado mandn vistoriar os offen-
didos, cujos ferimentos loram considera
dos graves, e contra o delinquente, que foi
reuulnido ao quartel do seu batalhlo, abri-
se 0 competente iuqu-rito.
Communioou-me o Dr. delegado do i.-
districto da capit 1, que hontara, pelas 5 e
meia horas da tarde, os individuos Manoel
di tal, ooheciio p >r Manoel Groyaona, e
Jofto Antonio Nepomuceno, conheoido por
Beraldo, teotaram furtar um chap > d* sol
a u napesioa que estava noestabelecimento
de Manoel de .Souza Almeida, sito ra do
Viaconde de Iuhama, e como ceosurasse
Almeida, ura tal procedimento, e bem as-
siin Bernardioo Jos dos Santos, que ap
p.reeeu na occasio, e pedio qu-lles
indiviluos, que se retirassem, recebeu o
mesmo Bernardino urna facada no peito,
deafechada por Beraldo. O offendido, ven
do ee tVrido, lanou mo de u o rewolver, e
tfsparou o para o ar afino de aiug otar os
agres8ores, que fldctivamente fugiram.
O subdelegado da fregu-aia de S. An
tonic tomou conhecimento lo facto, e mao-
dou vistoriar o offendido, cujo ferimento toi
considerado leve.
O delegado do termo de Cerrantes, trou-
xe ao meu o inheaimpnto qui no da 25
do me* paBsado, Mauri;io L.pes Lima e
uiu seu n^tto de nojie Bacilo L >pes de
Lima Barros, espancaram e tnriram gra-
vemente a seu cscravo Francia :o. Pro-
cedeu-ae a co upetente visioria, e abrio-se
o inqueiito sobre o facto.
Deus guarde a V. Exo. Illa. Exm.
Sr Dr. Ignacio Joaquim de Souza Lean,
muiti diguo vioe-preaidente da provincia.
O ebete de poJia, Franciaco Domin-
gue R\bwro Vianna.
RECIPE 7 B ABRIL DE 1888
Noticias do PaciQeo, Hlo da f*ra
la e sul do imperio
O paquete americano Advance. bontem chegado
do aul, trouxe as seguintes noticias :
Po da Prattt
Datas de ambas as apitaes at 24 de Mares, e
telegraphicaa at 29 :
Aa cmaras da provincia argentina de Crd.-
ba, reunidas em asaembla geral, admittiram a ac-
cusaco contra o governador Ulmoa, por partici-
pa cao na poltica e malversaco de dinberos e vo
tou a formaco da culpa. Olmos pedio o auxilio do
presidente da repblica, o qual Ih'o negou e com
missionou a Luiz Vrela para inveatigar es fac-
tos.
Por ocessio da ana recento viaita s prisoea, o
tribunal criminal deu btrdade a 128 presos.
Como noticia curiosa, tomamos do diario porte-
nho El Globj, o aeguinte telegramma : Rio de
Janeiro, 21 de Marco. Tanto o Paz como o Jor-
nal do Commercio ae moatram imoreasionados pe-
la nova organisaco que dar ao aeu exercito a
Repblica Argentina.
Tem causado aaaonbro que essa repblica
poaaa levantar to promptamente um exercito de
100,000 hoonena
O Brasil, por sua parte, como nao pode pre-
parar-te em trra, apparelha sua esquadra e a
manda sabir para exercitar-se. Hntem noite
sabio para o alto mar a ftquadrilhi* de cruzado
es. >
Na sesto da 23, a cmara' dos representantes
da Repblica Oriental de Uruguay, depois d i lar
go debate, resolveu por grande maioria, ndeferir
a peti^ao do general Mximo Santos, pedindo a
revogaco da le em virtude da qual foi elle dea-
terrado da repblica. Apenas cinco votos foram
a favor da revogaco da le.
Foram publicados na corle estes telegram
mas : |
Buenos Ayres, 27 de Margo
A Patti chegou o hoepedou-se no Grande Ho-
tel.
Conata aqu, por informacea rec-bidas da Re-
pblica Oriental, que as autoridades brasileiraa
da Victoria maltrataran) cidados crientaea.
Buenoe-Ayres, 28 de Margo
Aa quarentenaa para os navios procedentes do
Rio de Janeiro foram diminuidas para um dia.
Continuara os raotios na Bolivia.
Buenos-Ayrea, 29 de Margo
Em Salto deram-ae 3 casos novos de chilera el
chito. Diminue muito a intensidade da epidemia
ne>ta provincia.
Montevideo, 27 du Margo
A opinio publica mostrase contraria suppres-
so das touradas.
Hlo Grande do Sul
O Jornal do Commercio da corte publicou este
telegramma :
Porto-Alegre, 29 de Margo
O Dr. Francisco da Silva Tavares foi acclama-
do chefe do partido conservador por toda a pro
vincis. 0 orgo do partido na capital ndh-rio ao
pronunciamento. Foi extincto o directorio cen-
tral.
Mina eran
No Liberal Mmeiro de 24 de Margo se o se-
grate :
O Dr. Americo Lu, residente no Musimbi-
libo, tem sido victima de auieagas tern veis de au-
je.itoa ignorantes e perveraoa, que ha muito ae pre-
param para aasasainalo e sua familia.
O Dr. Luz fes de aua casa um fortaleza e es-
pern a aggresso, que, a realiaar-se, traria co-
mo consecuencia um morticinio horrivel.
Felizmente o Dr. ebefe de polica providen-
ciou, maulando para o Musambiuho urna forja
respeitavel," commandada pelo capito Silva.
Nao tem fundamento, poia. a noticia que se
eapalbou e tanto conaternuu, de ter sido aquelie
honrado mineiro brbaramente aaaaasinado.
s. Paulo
Datas at 30 de Margo :
A presidencia da provincia negou aancgo ao
decreto da Asaembla Provincial autoriaando a
conceder a Franciaco Emygdio da F oaeca Pache-
co e Alouso (iuuyaues da Fonseca privilegi s por
40 aunos, para urna ferro-via de bitola de um me-
tro entre trilhoa, que, partiodo du estaca i de Itu
pevs, uu do ponto maia conveniente da estrada de
ferr de Ituana, e passando pe a municipios de
Capreuva, Aragariguama, S. Rique, Cotia e Uoa,
procurando us valles dos ros Capivary e seus tri-
butarios, na Serra do Cbala i, v terminar na
cidade de Santos.
Di', o Diarto que em Jabitieabal foi preso,
por ordem do Dr. juis municipal do Rio-Claro, o
fazeodeiro Francisco Cabral de Mello.
0-bral d- Mello teve. ha lempos, caea de Com-
miasoea na eataco de Vallinhos, linha pauliata.
O presidente da pruvincia. Dr. Rodrigues
Al ves, resolveu partir no dia 2 de Abril a.n de
p ircurr- r a lioba M jgyanoa, seguin o depoia para
Pogoa deCatd 8.
__ A Vida, folha que se publica em S. Jos
dos Campos. Cunta que oa Urde de 21 do corren-
te foi ene ntrado uwrto Jaciotho Rodrigues de
Faria. no burro da Buquira, oude resida.
O cadver apresentava um aapecto melonho :
completamente desfigurado e lavado em saugoe,
tioba nm ferimento penetrante na regio do cora-
go e a cabega quaai separada do tronco por um
golpe que, cerceando Ihe a gargaut e cortan lo
ambas as arterias completamente, interesaara at
a eapinha O corpo foi encontrado deitado aobre
aa coataa, em urna esleir, no chao, coberto por
um cob-rlor.
Sobre o travesaeiro em que ropousava a cabega
foi achada urna navslha eneaogu. ntada.
Faria era reconbeeido com b iinein bom e tra-
balbalor, p.asuindo inesmj haveres.
Aitribuae o faci a um suicidio, mas corre
com certa insistencia que se trata antes de um
ra jnstru .so assassinato.
A mndalo oompetente trata de averigua-
g5os ,
Em Pindamonhangaba, ums filbioha de Joa>
'Lucan >, in.lo lavar urna vaailha na graude la^oa
que enaie junto da caaa em que morava com a
familia, desappareceu repentinamente.
Eiam 6 h.TM da tarde. Oaviodo os pobres
pas f -ne i .stranho barulho para aquellas lados,
aabiram immediatamente, e chegando lagoa j
u j enentraram a infeliz meuina, acbando a va-
,ilha despedag.da, e aa aguaa na maia ampia agt-
tag ,
No dia a-^uinte encontraran! o cadver coberto
de eontusea, o que indica ter a victima luetadu
para aalvar-se.
EziBiindo oaquella lago um veiho e atrevido
jacar, que j t oha atacado a caes e porcoa, at-
inbniram a elle o triate(conteciment e trataram
de ihe dar caga.
Pouco depoia conaeguiram fiagal-o, em ausol
apropriado; media o amphibio 220 ceotimetraa de
comprimento.
Escrevetn de Serra Negra ao Diario de Cam
pinas informando que, ha das, lev intardo-se de
madruga lu a espesa do Sr. Joaquim Fabiano, re-
sidente naqneile municipio, foi victima de um ata-
que quando estiva accendendo o fogo.
A infeliz aenhora cahio aobre o lume, commani-
cando-lbe aa chammaa aoa vestid 3.
Aos sena gritos acudiram aigumas pesa jas, que
conaeguiram apagar o frgo. Foi, porm, tardo
case aoccorro, porque no meio de horriveis aof-
fnment s faMeceu a pobre seubora no mesmo dia.
O Tatuhyrtue refere o seguate :
No dia 21 do corrent-: os termo aos seus
das, envenenando.se, o Sr. Candido da Souza
Freir.
i O veneno ingerido p.do infeliz foi stryehini-
na, substancia com que preparam as bolas para
matar cea, e de que elle tioba gran le proviso
cerno ajudaute da fiscal que era da Cmara Muni-
cipal.
Deixoa urna declaragao com a qu .1 ficou pa-
tente que a sua mono nao foi devida seno re-
aolugo aua, sem comtudo declarar os motivos que
o levaram a to triste qu> lutuoao proposito.
E' de auppr que smente qualquer desarran-
jj das (acuidades mentaes do suicida o hauvease
levado a pralicar eate acto de fraqueza, que sem-
pre se lamenta, mas nunca se justifica.
Bto de Janeiro
Dataa at 31 de Margo :
Lemoa no Jornal do Commercio de 28 :
Hintem, ao meio dia, realiaou se na secreta-
ria da guerra, como ha vamos njticiado, a recep-
go da otficialidade do exercito.
Depoia da apresentadoa os empregadoa de se-
cretaria e das demais repartigoos da guerra, acs
quaes o Sr. ministro dirigi palavras benvolas,
compareced a officiahdade do exercito, que foi
apresentada a 8. Exc. pilo Sr. Viacoude da Ga-
vea. Alm dws eo nmanJantes e officiaes de to-
dos os corpos, directores e empregados officiaes
das reparticoes militares, acharam-se presentes os
Sra. geueraes Beaurepaire Roban, Deodoro da
Fioaeca, Miranda Rea, Pederueira8, Clariado,
Marques de S, Barrito, Visconde de Maracaj,
S venan j da Funseca, iS .r.io de Mattiao e Unto.
O Sr. cons Iheiro Thomaz Coelho, dirigindo-
au cfficialidade, disse que, ao aceitar a difficil,
mas honrosiaaima commisao com que o diatingaio
a alta confian? de S. A. a Princeza Imperial Re-
gente, eaquecera-ae da debilidade de auas torgas
para obedecer nicamente s inspiragoes de seu pa-
triotismo, quaeaquer que sejam oa sacrificios a que
esta poaig) o obrigue Para o deaempenho de
to ardua miaao confiou tambera, como confia ia
teiramente, na lealdade, dedcago e patriotismo,
nunca desmeotidoa, do exercito. Eapera, portan-
to, que esta apreseutago cffLial nao ser mera
tormalidade, mas o pnmeiro vinculo que prenda e
identifique o actual ministro c m o exercito, que
se impoe por snaa gloriosas e bonrosiaaimaa tra-
digdes estima e conaiderago de todoa oa brazi-
leiroa.
Nao sabe se Ihe cabero a honra e fortuna de
concorrer para o engrandecimento do exercito bra-
sileirc, maa pode e deve aaaegurar que no deaem-
penho das arduas funegoes de seu elevado cargo,
s obedecer aos sautimentoa da maia recta e se-
vera juatiga, eaforgando-ae por honrar e distinguir
aervigos e merecimentos, sem outra preoecupago
que nao aeja a de corresponder elevada confian-
ga em ai depoeitada.
Nao deseja nem aspira a outra recompensa,
seno a de qoe ao deixar a administrago doa ne-
gocioa da guerra, poaaa levar a conaciencia de ha-
ver bem cumprido seus deveres.
Aprsenla, finalmente, aoa officiaes generaes
e mais officiaes, suaa cordaes aaudagdea.
Durante o acto tocaram aa bandas de msica
doa 1, 7 a 10' batalhoes de infaotaria.
Sob o tituloHorrorrefere A Vida, de S.
Jos dos Campos, de 25 do pissado:
<< Na tarde de 21, no bairro do Buquira,
onde resida, foi encontrado morta Jacintho Ro-
drigues de Faria. O cadver apresentava um
aspecto medoobo: completamente deafigurado e
lavado em sangue, tinha um ferimento penetrante
na regio do corago e a cabega quaai separada do
trauco por um golpe que, cerceando-lbe a gargan-
ta e cortando ambas aa arteriaa completamente,
interesaara at espiaba. O corpo foi encontra-
do deitado aobre aa estas, em urna esteira, no
chao, c >berto com um cobertor.
Sob o travesaeiro em que o meamo repousava a
cabega foi acbada urna uavalha ensangueotada.
Faria era reconhe ido como hornera bom e tra
balbador, possumdo mesmo ha veres.
Attribue se o facto a um suicidio, mas corre
com certa insistencia que aa trata antea de um
monstruoso assassinato.
A autoridade competente trata de averigua-
gOiS.
INTERIOR
Os primeiros actos
(Do Paiz, da corte, de 2 do Marco)
Nao tmenle ni exercito maa em todo o paiz
acharara echo eyoopftthioo as palavras proferidas
pelo honrad Sr. ministro da guerra ao receber a
saudaco dos seas subirdinados
E;sa a liagnagem elevada propria de um alto
representante do poder publico, que, nao exerceu-
doautoridade, euo por dele.ago, aabe que ao
dirigir-se forga publica dirige-ae a nm* parte
importante da nago, di qual ella e elle si) agen-
tes caraetenaadoa, cada um na saa esp'iera de
acc >.
Justamente por faltar ao miniaterio anterior 68-
sa comprebens) da aua mia-o e doaeudever;
justamente p r auppr qm o exercito ni ae com-
puuba de cidali) ms dd auUraatoa ineon-ei'ntas
sem alma e sem orto5 j'istmrfate p>r contundir o
espirito da disciplina militar e da subordinag le-
gal com j espirito di aubserviencia e c>m a ndole
da escravidi, que oa representantes da nago
armada, proteatarain p-los aeua direitis e pela sua
dignidad-, inflginlo a> ministerio Cote^ip^ ha-
.nilbago a sobre buuvlbacoaa ai. que regiud i nO-
br.meutecutra a* p.ixoja ano .yuias, miraos
homena sem ideas h aeui aeutimnto8, affronMdo-
res da lei e verdadeiroa factores da anarebia a que
se referi o ilnatre Sr. minate,) da juanea. toruOU
inevitavel a r. t.rala do gabmeta.
O bonrad i ministro da guerra, manifestan lo se
por actos so lar o cm seus c !! gas no program-
la da reparaga.das i.iju.t'gaa e da restaurado
do imperio d* l-i, r.c m oen iou-sa desde logj
estima publica, I vauanio a proacripg i decreta-
da peloa seus aniecrsaues con ra algu n da mais
illuatrea e dignos servidores da nagioloara do
exercito, luas e couse bos d que oareCem, e tal-
vez eom urgencia, unto a nagio com. o governo.
Ta-s actos, I-oge de enfrauecerem a Ut nda-
de poveruauwnial, como pretaodiam os reaccio-
narios do munateru) demittilo, acereseeoTam 0
prestigio e a f >g* m irai do governo -, maia do
qu- iaau, restabelecem eutre o po 1er execuuvo e a
torga publica a haru .na iniapeusivel par o boas
tuuccionamento di meeamsm militar, do qual de-
pendis seguranga e a honra da patria.
\ tarefa imposta ao more mmialrj da guerra ,
porm, mais importante i man grave.
Reaiitur aos ioi'iur-s a C uifiang* e a conaide-
rag de qae s i digo .i; confiar ana mais notaveis
e .pales as commisriie. delicada, de que depen,
de a ooa ordem d servigo no mm.ater.0 da guerra
6 Zm X '-- "l"^'
*

-J Ifflftl >



II; ario e ^t-rnAmlmni-Sabbado 7 de Abril de 1888
,-L
i
pelo mioiaterio interior fizcmoe nunc, nemfare-
OM hoje de umii questo de principios ede digui-
dade, urna queatSa de empregos oa de pr idj-
O que elle querem com clJadas o reconhe-
cimento dos seus direitoa e 9 retpeite sua h nra;
ajas o que ellas reelauam cuno baos patnot-a e
eomo bon a .Idadua que o goveruo cuide seria-
mente d* ors*ni.->icaailitar do pais, da boa com-
potico d) neroli, do aeu nppsrelbamen o na
condicoes oxigidaa pe aa inoderna inalitaitfocs da
guerra, da sua instruccioe moraliaaoSo, para que
nao amortec de ti lana aeaaoio aaquellns que
Teatem o uniforme miliut o u ira estimulo que o
impulsin ao saeiifieia e ao aervaim, quando
chegue para a naco a hora auprema da luta pos-
ivel na delesa da bu i ha ;ra c integridaie.
8ob eate ponto da viere a aapiracio do exeroito
est accorde cojo a exigencia d* opiniao publica.
Um pequeo exercito b?in cooatitnido, o-m ar-
mado, bem mooieado, bom instruido, dotado coto
oa meios de niobilisaco indiapenaavea ao xito
daa operscoes e t xercicioa militares, um exercito
aessaa ccndicor-a commandado por homens supe-
riores o amantes da ana profisso e da sua ciaste,
dispondo de uta bom contingente de i fflciaes brio-
aoa e instru los, animados de justa emuKca e no
ore ardor patritico, pie ior e deve bit, dadas
as eonccs peculiares do nosj) piiz, o uueleo
poderoso em torno do qual ae graparo mais tarde
as cohortes dos cidalns chamados ao servido daa
armas, em tases urgentes, quando pjla igualdade
effectiva daa condicoes sociaes e politicaa doa ei-
dados bra*ileiroa todos paasam e todoa sej).m su-
jeitos a pres'ar patria este tributo obrigado.
A obra neceasaria e urgalo dessa orir-niaaeo
aquella qne a patri.i, o exereita e nos esperamos
da illuBir^co e do patriolismo do honrado Sr. mi-
nistro da guerra.
PERNAMBCO
Loado o tfc Brazian Biuk WA
mited
Capital do Banco
< Pago
Fundo de reserva
BALANfO DA CAIXA FILIAL EM PERNAMBCO,
EM 31 DE MARCO DE 18^8
Adata
Letras descontadas
Letras a receber
ilmpretimos, contas correntes e
outras
Garantas por contas correntes o
diversos valores
Caixa em moeda corrento
1. '"0:000
625:000
300:000
137:00S*090
833:795*o80
2,705:467*500
564:518*460
657:2*3*690
4,898:013*6-20
Possivo
Depsitos :
Em conta corrente 721:722*300
Fxoe por aviso 1,638:766*830 2,360:489*130
Garantas por contas correntes e
diversos valores
Diversas contas
Letras a pagar
1,406:348*680
J,007:935*060
23:24O*7j0
S. E. & O.
Pernambuco,
4,898:013*630
6 Abril de de 1888.
A. W. Saunders, acfg manager.
Rob'. Gto. King secountant.
REVISTxi DIARU
lo Recife a ca-
da Provincia foi ex
F.oiraiia de Perro
xantl*Pela Presidencia
pedido o aeguinte aeto :
5.eccva>.Palacio da Presidencia de Per
nambuco, em 6 de Abril de 1838.O vico-presi-
dente da provincia, tendo etn vieta o que re-
preaentou o bacharel R->dolpbo Albuquerque de
Araujo, rseolve declarar que:
1.* A vista das portaras de 13 de Agosto de
1878 e de 7 de Maio de 1880, pode um menor de
12 ann^s viajar nos wagons de 1.* clasae da Es-
trada de Ferro do Recife a Caxang cem um bi-
lhetede asignatura ds 2 ciaste, aem pagamento
de exeeaso, ao qnal sao tmente obrigados oa adul-
tos, porqusnto a teca bilhi-tea, petar de chamados
de'aaigotlure.s, falta o carcter de ixclusiviamo
qu* Ihes sttnbue o gerrnta da nw-ssaa strada de
Ierre, esde que ellos ta trauaferive s e ao por-
tador.
Jf. Pelas mrsmas laioas, e porque um menor
de 12 sea a ajenas oin meio passageiro, para o
fim do regular a i;np:rraueia do buh paisgem,
como diapOsn as pnrtarias Iludidas, pojen dous
menores vijir em carro de 2 claaae eom um to
bilnete de aeaipsMsjN da mesma ciaste.
m (J:-uaider*Bdo quo a gerencia por sua propoata
em nffitiu do Bi.gv:iliHro fiscal de 10 de Jelho de
1885, aob n. iiO, o qual ecrvio de baae approva-
cSo por parte d'eaia preaidencia dos biihetea Jaa
asaignatums i< 2.' etesttj, ss ebrigou a v. ndelos
por semana e rm numero equivalente a 4. parto
de urna oa oroeta de itentB bilhetet, i.o pie o
gerente lim-tar o tempj da veuda ao nUiu.0 e pri-
n>eio da til de eada mea, nem aeixar de v.m-
del- a por partea de accordo com a teitritBi p'o-
P0,*' ora
AaeignaloIgnacio Joaqun de souzaLMo.
O HetKiagettvui MterarlLJ-jsW re
Vista meusal, cuja pubiicacio comevou este anno
b> Porta, e da qual ja t> co.ihocidoa dius faajicu
los, de qu eepod .mente demos noticia, rente
ean Por.wmbuo u Livraria Fraucesa ra Pri
metro de Mai c >.
AUi, p >is, Jevem os ioteressados ir subscrevel-a.
LHtenlaile O Sr. Joa Djininguos Maia li-
Beriou ine nidaei .u-ilraente seus escravos Luren-
tino, de iO aun .-, Rita, e 18, e Mara, de 18
annos.
Registrand aqui esse aet-i di phantropia, d>'-
sejain is que sirva ello de estimulo para ou'.ros s-
melbanie^.
iib.ele rortntaei de Lelfara-
Emaaseinbia geral reuuem-se boje,.s 6 horas di
tarde, oa accioaistas do Gabinete Pjrtuuei I
Leitura, pata tr.itarem da proposta da ommisso
incumbida da acquiaieio de um predio para sede
social.
Ccsnpnurita de BdadcacoTambim
renn-m-seh.ije, s 11 boma ao dia, oa aceiooistaa
deas-- e.mononas, no 1' andar do predio n ,
p-.ca de l'.-.dro II, para tomarena oiiiiec:';
doa nayimst da empresa no anu j-roxiiuo fiada.
Praiio PeraasaoabifcaaaoAmanh t rft
logar a 11" corrida ac cavaliua, no Prado Pernam-
bujano. Sii esu't os pareoa :
i* Conao! coa00 metros. Premios i0*, 30*
e entrada iiv.e. Inaoripros 15 animaes Pa.pitca:
para a 1 panePostlM e Salvatus ; pira a 2
parteVeiy-Well e V.ad*.
2* Dr ti mea Reia1.1C m tros. Premio,
200*, 50* e entraaii livra. luaorioioa 6 auimaes.
PalpiteeBeberebe e Noruega.
3" Dr. Claudio Dubeax850 mettos. Preinio=
200* e 50 5. inscriptos 3 aaunaea. Palpite
Lessflav.
4 Peres Oanapelio l .450 motroa. Premios 300*
"E 60*. Iiiaciiptos 3 anenaus. PalpiteZimora.
5 Dr. (xj.icalvea l iufo1.600 metros. Pro-
miot 250* e CO. Inscriptos 3 auimaes. Palpite
Bebera'.
Anioinca 1.000 metros. Premios 200*,
50* e e itraJa'iivre. Inscriptos 4 animaes. Pal-
piteL'Epicier.
Pateadas \ationaea de lia raj
Com cate utul., e prupoaito do contracto de ar-
endami nto d'esaas lateadas, publicou-te oo Para
a opuaculc, de que rec-bemos um exeuiplar, qne
agiadecemoa.
A EatacaoRecebemos da corte o n 6, de 31
de Marco findo.da revista de modasA Estacdo
excedente publicacao, cujo iotereaae augioeuta
ednatantemiute.
Lrceu ae Aries eOMeloa Qainta-?ira
12 do corrate, aa 6 1(2 toras da tarde, tero la-
gar os exaj -a doa alumnos pretendentes 4 matri-
cula Jo 1 aano do curso preparatorio, versando
ditos examas aoore aa materias que cooatituem o
teajauo grao, na e.tnf irmidada do actual n-gula-
mntto da inittuccAo publica.
Imprenta- Roe binas hintem e agrad ece-
mo> un exe-nplar do Rslatorio da aociedade auo-
nV-na da as'ruda de ferro do Ribeirio a Bonito,
aprea ufado em setaao de attembla geral no mes
proiuio tinelo.
janla CasaAcham-te de met ot seguin-
tes mordomos:
No hospicio de alienados o Dr. Pedro Affonio de
Mello, no Aaylo de Mendicidad. o Dr. Antoaio
Jos Ja Costa Ribeiro, na Gata dot Erpostot o Dr,
Augusto Carlos Va de O ivoira, n eoegio das
i maj r J.> Joaquim Antnues, eouiinuan
de no hospitii Pedro II Dr. r"ereira d Ctrmo.
no hiapital do Lataroa o Sr. Pranoisc Auguato
Per ira da Coata e no de anta gueda o cem-
mendador Torrea Bandeira- -
Kapnnramrnio e ferlnaentosJ Br.
delegado do termo do Correntes acaba de partid
par ao Sr. Dr. chefe de polica, que no dia 26 do
mea pi8sado Mauricio L pea Lima e um eeu neto
ds nom Placido Lopes de Lima Barroa oapauca-
r<;m e f riratngruvetataitee ooi ecu escravisado de
nomo Franeaeo.
Piieeieu^ie euapeteuto vistoria, renio si
aborto* resteetivoinsjuerito.
datemos aeidaze* A ite-hontem, pelas
5 1,2 da ta.d-, Maooei de tal, conbecido por Ma
no'-i Goyanna e Joio Antonio Nep imucno, oo
nheeido por Heraldo, Wataatai furtar o guarda tt
do nata pesaos qne entrara no estaheleeimcnto do
Sr. Manocl o Sonsa Auneida, roa do Visconde
de Iahama.
Como s Srs. Souia Alaeida e Beraardino -'os
dos Santos, entila presentes, censurassem a mi ac-
cSo qua os dous tuciot praticavamo disseram-lhes
que te retiraasem, deixando o objeco furtade, nao
estiveram elleapor ias?, feriado Beraldo com urna
tacada no peito o Sr. B-^roardino, qoe vendo-ae
ferido disparou para o ar um rf-wjlver afim de
afugenUJ os dous gatunos, o que, telumente ou
seguio.
O Sr. Subdelegado da fr'eguezia de Santo An-
tonio tom:u conhecimento do facto e mand u vis
tonar o uffeuddo, cujo f-rimento foi awtidefaeo
leve.
araO paquete americano Vnance, hontom
chegado do Para, apenas adiaotou um d,a eo bra-
tileiro aute-hontem viud> do notte. Nada, po:m,
referem as fulbas drtse da.
Dr. UemorrUo CavalcrtMieNj paque
tp ara. rieaao Financt tai h > ;tera do Para o n^sao
cumprv.aciano e amigo De. emoento Cavalcan-
te de Aiboquerquu.
Comprimen tam--!-o.
Bota VlnhoOa Sra. J. de Magilhaes &
C, latabeKeidas Pr*oa Coude d*Eu n. 18, offe
reoeraffi n. a urna garrafa de vinbo portugus deao
minado Alvar'lhfo.
E' ciaro como vnih.> branco commuc, de sabor
agradavel o do delicado peirome.
Ijj m'..'ndauut-o aos aprociadores.
Instituto Arctii oloilco e GMra-
plilroEis a acta da sesso especial de el-ioao,
em 15 de Fev reiro da 1888, aob a preaidencia do
Exm, Sr conatlheiro Pmto Jnior :
A' uma hora da tarde, preaentes os Sra. Dra. :
Cicero Peregiino, Baptista Regera,, 1 secreta-
rio, deaembargador Manoel Clementino, Drs. Por-
tella Jnior, J.aquim Loureiro, Apuligorio Leal,
Paulo de Onveira, Ferreira Jac b m, Jos Ana
tregeailo, Miguel Caatro, Caetan-j Nevcs, Martiua
Jnior, Augusto Ceaar, Augusto Costa e m>.jor
Codeeeira, '% secretario, toi aberta a aesao e a
acta da antecedente lida e approvada.
O Sr. Dr. 1- secretario m-ncion u o seguinte
m ocio do Sr. David Gentil, secretario da
tociedado Ncleo Artiatico Abolieioniata, commu
nicaudo ao Instituto a installacao da mesma so-
cieJade, em 5 do corrente.
Olleras :
Pela secretaria da Cmara dos Srs. D'putadts,
8 volumesAnnaes do Parlamento Brazileiro -
2' sesao da 20' legialatura.
Polo Exm. presidente da provincia, 2 folbetos
Rotatorio com que o Exm. Dr. Pedro Vicente de
Aaevedo, entregan a administracao da provincia
ao Exm. 1- vicpresidente. Dr. I guaci Joaquina
de Souza Loo em 27 do unto'oro de 1887.
Pela Sociedade de Geographia de Lisboa um
numero de seu ooletim.
Pela 8 ciedade de Qeographia do Rto de Ja
neiro, um exemprar de aua Revista.
Pela Sooiodade ScientiticaAutonre lzate,
um numero de snas mm.rias.Tomo l*. Qua
derno n. 4.
Peto autor ura folbetoO Padre Francisoo Pinto
ou a Primeir i Cathechese de Inlios, no Cear,
por Paulino N ;o"iru Borges da Fonseca.
Pelo consocio Dr. Caetano de Fariaa Neves, um
vol.A Litteratura Brasileira nos temp col
niaes, por Eduardo Feri, um ditoA Mulher, a
Familia e a CivilixacAo, pelo bacharel Joaquim
Gnennes da Silva Mello, um ditoiJircurao do
Dr. Jos Toninas Nabueo de Araujo, prenunciado
ua sesso de 6 de Agosto, por occaaio da diacas-
so do orcamento do Imperio.
Pela preerdencia da provincia do Amazonas.
um ditoAnnaes da AaeemWea Provincial d
Amazonas.
Pelo Exm. e Rovm. Sr. B?po Diocesano, uoi
quadro com a segninto isssrk^So :QiabtIAj Si
eerdot.ledel Sum po Pout> fico Leone XIII. Et-
posisione Vaticana.
Pela Asaciaca' Medico Phrmriculieo di Per
nambuco, um exemplar dos eus Estatutos.
Pelo Sr. Malaquiaa Jos Baptiata, por interme
dia do -'r. Silveira, um oaso eusootrado na chapa-
da da trra do Canhotinho, distante duat leguas
da nascens do Capibanb.1, na comarca do
Brejo.
Pelo consocio Dr. Portella Jun'or, um vol.
Estudo toire a representaosj proporcional, no
Brasil, pelo Bato do Oorem.
Pelas respectivas redaccoes, diversot jornaes
deata e da (.utras provincias.
Findou expediente o Exm. Sr. conselheiro pre-
sidente, communica que reecbera um offci > do
Exm. prtaide;iti da provincia pedinda informi-
coea cerc*a da p'ticS) que o Inatitto dirigir a.
Exm. Conseih iro Mmistr.i do Imoerio sobre a
qnantia pedida para a impressao djs doeum-n"
relativas ao dominio bollandes, e outroa, e que
responder o m ncunado offi.'i) prestando as de-
vidaa iuformacoea.
Patsando-ae a tratar ds eleicao da Masa Admi-
uiotrativa que tem de dirigir os trabalbos do
Iostitato no auno social de ld88S9, f ii reeleito
para a preaidencia o Exm. cooealbeiro Dr Jo .
Jos Piuto Junioi; eate, agradecendo a nova prvv
de coofianca e benevolencia do aeua consocioa,
insisti pela sna dispensa spresentando pmderosas
considerado :s.
Submuttida i discnsaSo e depoit votaca.i uma
propoata do Dr. Jacobina neese aeotilo, foi sfinal
approvada, mandando que ae inseriaae na acta um
roto de louvor pelos servicos prestados pelo mea-
m i c inselhero.
T atando-so em seguida da sleico do novo
presi !eutJ, foi eleito para ease cargo o Exm.
noargaior Manoel Clemnlino Carneiro da
Cinba, que presentando como motivo de excusa
es seui iik-tuioIjb de saud e a p saibilidade de
ter ucjotstdiisn de auaentar-so por algim tempo
leste efro, f"i f.ub.ncttMa diacu aioe votecao
eaaa excusa, deixuudo de ser approvada ou admit-
tida por en'.-mder a inuuri.i doa e naooiot presen-
tes que o metmo Sr. d-s-mbargador nao deixaria
de fazer o sacrificio de prestar ao Instituto, em
quaoto p desse, os seos serviros, prmcipalinente
uoieudo ser subetituido, no caso de seren aggra-
vados os seus ecommudos, pelos Tice-presi-
dentes.
Em vista dcstaa ponleroeaa conaideracoes, dei-
xando de insistir cm sua excusa aquelle deaem-
bargador, proceden se em erguida a eleico d
outros funeciooanos, ficaudo a nova Mesa Admi-
nistrativa do Inatitnto c-mposta da seguiutc
m (lo :
Preaident; Deaembargador Maaoel Clenentinu
Carneiro r*a Cuuba.
1- Viee-preaidenteDr. Iguaeia Joaquim de
Sane Leao, reelei.o.
2- Viec-presidente Dr. Cicero Oi.n Peregrino
da Silva, roeleito.
3- Vice-preridenteMonsenhor Joaqnim Arco-
verde de Albuquerque Cavalcante, iteltiB.
i- SecruarioDr. Joo Baptista Regueira
Costa, reelelto.
2- SecretarioMajjr Jos Djmingnea Codeeei-
ra, reeldit'.
Sopplenrea de 2- secretarioFrancisco Augas
to Peretra da Coste e Augusto Cesar da Cnuha
reeleitot.
OradoetDrt. Jos Hygioo Duarte Pereira e
MHXimiano L i .es Machado, reelekol.
ThesoureiroCommendador Antonio Gomes de
Miranda Leal, reeleifo.
Commissao de coatesDrs. Antonio Witrovio
Pinto B. Aecioly de Vaaoonc .-los, Antonio Mara
de Ferias Nave e Cicero Od n Peregrino da Sil-
va, reeleitot.
Finda a eleicao, o Sr. preiideate deelsroa que
oa forma dos Estatutos, ficava o Instituto em fe-
rias at o 1- de Abril, dia em qoe dever ter lu-
gar a sesao de posee.
E nada mais havendo a trata se foi levantada
a sesao.
Biailotheea de eyaant-Eit o mevi-
meut i deaaa bibliolbeca em Marco fiado :
Foi freqnentsds por ifOS tuotes e visitantes.'
Sahiram para leitura dos tocios 133 volumao de
obras.
Forana offertados :
i; aut r : ) Juleu Errante, verso, por Gus-
!i 2 fula.
Pcl i -r Antoaio Rosendo do Barras Aadrade :
Elemen'.a de direit) das gentes, aigund as dau -
dos eaenptoret modernot, compostas pelo
Dr. P. Autran da Matta Albuquerque, 1 vol.
Droit dea gens modernc de i'Europe, por J"an Liuis
Kluber, 1 vol. onc.
Polo Sr. Mauoel Jos de Sant'Anna Araujo :
Scen&s da ida amar nica c m um estudo sobre
aa p ,jul .cues indgenas a mestioas da Ama::
p;r Jo. V. risumo. I v. I. brue. ; S mbraa da aaate,
a p >r A. -->autoa, 1 fot. ProceB-o p.,r crime
as^peoolato contra o bacharel Arthur de Barra
F. de Lie na, defoaa, rio s de recurso e re.-
pseta da Ar. r. juiz de (iir. ito do 2.' districto, 1
tii.; Graasetia, p r A. de Lamartine, 1 vol. ene. ;
A Vida Uotma, foiba litteraria publicada ua
arte, de tus. 1 a 44.
Mto Sr. Jas Aut no de Lima e Silva : Re-
vmte odas Mmto'8 Nacionaea da Igrej* Preabyt^-
nana n. Brasil, os ns. 1 e2 do 2 anno (188).
Pelaa respectivas redaci.0'8 ;
0 Recife. A Provincia, Diario de Pernambueo,
Jornal do Kecife, Gazeta de Goyanm, Diario dan,
Alagoa* e Imprenta Evanglica.
Caruar-Eser rite-:
T. ndo o luiasivista deata cidade para o Jor-
nal do Recife fuito reparos nossa corresponden-
cia de 3 do mes fiodo, sem querermot cbamal-o a
terreiro de uma p demica po i tica, cujo resultado
aeria negativo, poia nao nos estranha a ujustica
e un que aprecia os facfoa que cahem debaixo de
aua observ .cao, nao podemoa, todavia, deixar sem
cuutestaco as suaa acga^oss, que su nao coufor-
raaiu com a verdade.
A tsetirtao dos pensamentos sobre um aa-
sn.npto qualquer, diz H. Speucer, depende doa ha
bitoa da intciligeiicia e estes dependem em parte
da uaturesa, e em ptrte das ii ti lencius artificiaes
que actuam sobro o espirito. Ha pjrversoea in-
tcll pirito, c 'ou urna inbabilidade incuravel devida
u certas ueces pbysica8 repetidas toles os das.
E' asaim qje o miasivsta peia lita^iplina poli-
tica a que sujeitou o su espirito adquiri a vesa-
ma de eduaurar a tudo quanio parte do aeu3 ad-
versarios, que, no scu entender, est) sempro di-
vorciados da verdade, do direito e da justica,
fenologa en que eslea se o organismo social.
Como o crente obscurecido pelo fanatismo, nili
cousprch-nde o miisivista que fra do sua escola
poltica naja verdado e tolas as suas missiv.is re-
sent-m so d'esta coocepc.o falsa e coodcmuavul
da poliiica.
Nao tscap'.u, pois, a este deffeito, a tnissiva
publicada em um bm ltimos numeres do Jornal
do Recife, a jbre o incidente rleitoral da parocoia
de S. Caetano da Raposa.
< N'essa icissiva imputa-se ao partida consar
vador a esponsabilidade pele facto de nao ter na
vido eleico n'aquiili i parojliii, fazcnlo so at ia-
siiiuaco s perfilas a esst reapeito.
Q ib interessc, porcm, tnha o partido conser
vador em perturbar aquella eleico, tendo elemen-
tos equivalentes ao partido liberal, como j uma
vez i.rfiruimos ?
Abram se os livn s das actat eleiwrass d'a-
quelle collegio e ver-se-ba :
1 Q'ie na e'eico procedida em
1886 '--btiveram votos :
Joo Ferreira de M. Lyra (C)
Capito Fiancisco R. Porto (C)
Capito Joio da C. Pinbeiro (C)
Francisco Jut dos Santos (C)
Capito Antonio de L. V. (L)
Mujer JoA Salvad-r (L)
Antonio Feniaudes (L)
Juvencio Maris (L)
Joaquim Qoirino (L)
Maaoel F. S. Br*neo (L)
Pedro Autonio de Barrea (L)
Jos Tbemaz de Scuaa (L) 2
Ao todo 20 votos conservadores o 18 lib.-racs .
Onde, pois, a maioria liberal apregoada pelo
mistivista ?
2' Que na eleico procedida em 15 de No
vembro do meamo auno, por ter sido nulificada a
primeira. foram votados para vereadores :
Julho de
5 votos
5
5
5
3 .
3
2 a
2
2
2 .
Capito Fronoisco R. Porto (C) 6 votos
Capito Joo da Costa Piuheiro (C) 6 *
Francisco Avelmo (C) 6 .
Francisco Jos dos Santas (C) 6 >
Joo F. M. Lyra (C) 2
Capito Juveucio Mariz (L'< 5 <
Capito J >o Jos da Silva (L) (5
Capito Silva -Branco (L) 5
Joaquim Qairino (Ll S>
Pedro Antonio B. (L) 4
Ao todo 26 licitares conservadores e 25 li-
beraes.
Onle, pois, anda a pretendida maioria do par
tilo liberal ?
3a Que na eleica procedida a 31 de Outub.'o
do anuo passado, por toi lie ido de nenham effeito
a de 15 de Novembro, obtiveraw votos :
Pedro Antonio (L) 5 votos
Joi.qiiim Qjirioo (L) 5
J .-j Jos da Silva (L) 5
Casimiro V. de M. (L) 5
rfva Ur-neo (L) 5
Capito F. R. Porto (C) 5
Francisco Avelina (C) 5
tCodopiauo (C) 5
Francisco J. dos Santos (C) 5
J.-io Ferreira ') 4
- Ao todo 24 conservadores e 25 lberaes.
A' vista de taes resaltados poder-se-ba diaer
que o partido liberal tcm maioria sobre o conser-
vador na Raposa ?
Nao, eom certesa.
Provado que na Raposa o partido conserrador
lile infinor em votoa ao partido lib'ral, prova-
ioo3 que n'eate collegio eleitorl a materia do elei-
torado i ertenco ao partido conservador.
C msn'fem es livros das actas deste collegio
e Ver se-ha:
Eleici gera'i, piocedida em 15 de Jaueio de
1886 : -.
Dr. Kosa e Silva (C) 89 votos
Dr. Godoy (L) 84
Eleico provincial, em 8 de Fevereiro do
meamo nuo :
Dr. Rosa e Silva (C) 78 votos
Dr. Adeiino(L) 70
< Eleico municipal, procedida em o 1* de Julh>
do meamo anno, cuja neta nao foi concluida, maa
at onde foi eeuripta -se :
laaunano Jos de C. (Cj 87 votos
Aot .uto de Vesconcellos (Cj 87
Frauciaco J. Goncalves Florencio (C) 8S
Mauoel Adeliuo Fioiencio (L) 86
Manoel B. Porto (C) 85
Ani.-uiu Iuuoeonciu (L) 81
Mauoel J Oliveira Mello (L) 81 .
Manoel Jos Almeida D t (L) 79
Eeico provincial, cm 30 de Detembro de
18 7, candidatos mais Votados :
Manoel ti. Porto (C) 90
Juveucio Miriz(L) 82
Ete Fevereiro do corrate hoqo. Candidatos mais vo
tu-ios :
i mo C'iinaeo S. L ureiro \C) 88 votos
Jo.io doce da Silva (L) 81 '
Queuj pois lera afirmado a verdade, los que
o ais. venimos ti-r o partido conservador maioria de
voto nesta paroebia ou o miesivista do Jornal do
Recife, que fes uffiroiaeio contraria ?
No da 19 d mis que acaba de findar, reun-
rain em sessao extraordinaria oa vereadores do
quatrieomo que t rmnou em 1881, convocados de
accoido com a ultima parte do art. 231 do regula-
ra utoji-leitorai e procedern) apuracao designada
por ediia para aqueile da, da eleicojque teve lu-
gar em 16 de Fevereiro neate muuicipio para a
uacothados membros da Cmara Municipal doqua-
rienmo actual.
Deixuram de ser convocados os veresdorea
c^pirao Antonio de Lemos e Vasconcelloa, Manoel
Vi,;ira Leite o Pedro de Barros, eate porque este-
va no exercicio pleno do carga de juiz municipal
aupplentd, o aqoeiles po hiveras a^eeitado o la-
gar de colle.otor das rendas geraes no tempo em
que exerciam as iuncees de camariata.
Oa avisos de 27 de Abril, de 23 e 24 de De
semdro d 1833, de 15 de Abril e 18 de Junho de
'1834, n. 32 de 5 de Marco de 1847, ns. 45 de 20
de Marco de 1848, de ;0de Abril de 184, 2-e
n. 49 ae 12 de Novembro de 1866, que doinina-
vam no tempo em que taes vereadores foram elei-
tos, preceituam :
< Que es cargos de verendo* e empregade de
fasioda sao incooapativeis, ae a nomeaco pos-
terior a eleicao, poia eateodc-te que Aonve renuncia
d i cargo do eleiyo.
Os art. addicionaet de 26 de Abril de 1849,
g 4 o n. 1J8 de 25 de Setembro do 1848,
presareveu que a espeifo dos collectores se deve
observar a mesma legislaco apontada e referente
aoa etopregados do fasenda (vide cdigo Philippi-
no, paginas 372 a 373 nota 1 ns. 2 e 7).
A cunvocaco do vereaasr Antonio de Vas-
concelloa foi um acto correcto e legal, como ao m
aer todos os actos praticad pilo partido oouaer-
vador, qua e tem um runa i I i.
O tacto d- socapar tal vorealor asluuscois
di partidor no foro np-dw de
ser convocado, porquat.to foi eleito antea do regi
in n e eitural actual e no regi si ij antigi os ve-
res poliam aeeornnlar oa .ugar a de part ioi
e contador. Aviao n. 169 da 11 s Julho da 18.TJ.
Alm disto, anda mi-amo, que fossem iucom-
pative's uela legisb.co an'enor a' 18SI os c
reaer e partidor, aun. iaut iooompatibili-
da le uao p-idia prevalecer a rospoito do A-itonio
de Vaecjacellos, toia foi nomcado part lor quan-
do j nao era vareador, tendo o aeu mandato ter-
minado em 1881.
Como, pon, dar-3e a pretendida incompatibi-
ldade ae A. de Vasconeeas j nao era vareador
quando aceitn o cargo de partidor ?
Para barcr incompatibilid.ide preciso qao se
di a existencia de aeis cargos, eejaa teneolai nao
posaam ser accumulalaa, ou etfl virtuio de lei ex-
pressa, on em virtude de inrpossibidiio material,
o que,na se verifica nj casa cm queocenpt a nos
sa atten'cSo.
A. de Vaaconcellos pois, reraador doqua-
triennio que terminoucm 1881, couvocado de ac-
cordo eom artigo 231 do liaulusniulo el-itoral,
n4o era incomp.ti.-tl pees tomar paito na aas-
i:s di Cmara Municipal.
Naa moaujas coudicoej, porm, nao seaeba-
vam os oidados 'edro do Barros, astral Lata e
Anloniu de L>moa que aceitaram cargos incom-
pativeia coa as funoco a da vereadar ua tempo em
que fnnecionaram como ta a
Estes aceitaram, com j fiaoudito o carga de
oolle.etar e aquelle o da adjunto de promotor pu-
blico.
Consta-nos qua o partido liberal pretende in-
terp .r recurso contra validade da eleico de 16
de Feve ira, fuila-idj-se no tandete eieicoral
dRip.>sa,j t ..utas pean re.fcri -o
Mis, H0S33 opiniaa que eonctoir d* fa'ta de
eleiofta na Raposa a nuil; i do muni-
cipio tirar oonsequencia qu.i nao e.-ti sBttMti
iijs ptiineiros, o eontr.rios ao artigo 201 -lo regu-
laaeto tteiteral qu pweoilee qu.; tsseate n
cao (org. a cjnlrar;o eema) de ae ter deixad > de
proceder a txaie i '.atricta de pat
ou sece.-a, Cujo uuuio.o de alet r sao d r a me-
tale dja de tola o maeiepio, no qianl. nes elei
CO^a aniulladas houver cnerr. di mai.ir numero
tio eletores do quo as julgada Talarte, fioaro
sem effdito aa das outras parochiwa a doa outros
diitrictos de pis o teceSte, o ao proaadat a elei-
nao g ?ral no municipio
Ora, tendo o eoliegio da Raposa 53 eleit.rea
e o desta paruchta 172, nao sa vi-.rifici a hypithe-
se prevista uo artigo ctido equand) ao vriticas-
se so poder ad.uiniatrntiao e ni)- no judiciario,
c;u:pdtia pto/ideociar, como se evidi.nci* da ulti
ma parto do mesm i artigo /
Anida meamo que tivesse havida eleico na
Rapeta, o que nao corto, porqae para bavorolei-
)*o c>ndico su jstauciul a xistencia da ap ira-
ci e a confecjiio da act i, e nada disto h l
ain la mesma quo tal eleicao fivs'fl sido fraulu
leuta, a decrciacii de sus nu iiialc nj ;.r ji ii-
eana a desta uaroi-hia cui face da diaposico cla-
ra, trminautc iueluatavcl. do artiga 205 do re-
gulamcnto citado.
Qliuii naa ilcifooa acuutla las liouver con-
corrido menir numero se aaiBoiWI do q.le as
julga las validas, devendo estas en taes caaos prs
valecer, segundo n diapua alo io atasajo SM4 pro-
ceder-oe ba a o va apuracao da3 votos daa elei
coes validas.
E' v riade que o art. 217, ?- do aetejil i i i
Reg. estabelece q le a eleico acra doclirs la n-ila
pela prava plena de fran le q-fi-p-ejudique o seu
resultada, mas eate artigo d. ve aar interprr-tade
ae cauformidade com o art. 201 e 205, quo nj t"-
r.am applicacla, a u prevalecer a theoria-aen
sustentamos.
O ragitlador, r cooheendo rfi) as eioieos re-
petidas sao um mel, nao qniz pata uullidade do um
collegio insiguific .ote annullsv a < lj:c i g ral de
um municipio, iu mo eate a-1, omjoi de mais de
um collegio. E' principio de hermenutica jur-
dica que aa leis devem ser exeeatndas o entendi-
das de mido qua a sua letra na mate o seu espi-
ritoIcio lega non est verbum carun tenere, sed
vim oa potestatem.
< A pro va plcui de fraude de qne trata o art.
217 referc-se, pois, a eleico do c.d egio que del-
ta se resunta, ua -enlo exte-u va aos outros coi-
legios do mes-no municipio.
Em fac da expoato, tomos couGanca de qae o
digno magistrado que dirige esta comarca, o de
.1 coja inteorridade faseoios o miis lis in^eiro concei-
to, na h .m ilo ar as pretnn(.o a hors ligei de
seus correligionarias, lavrando uma senteuca qac
abalar a aua reputar)
O Ilustra Dr. Amorim que j uma ves disto :
c jndemno porqae sin jais, mas choro p rque tou
homam lamentar a derrota de aeua atlveraurioa,
maa nao firmar urna &entenca annullando a elei
ca d8 vereadores deste municipio : stru deeidir
contra a moral e cantra a-jentiea
-- Noticiam-nos de Bebedouio que o prcsti-
moso cidado Joaquim A. de Vascoueello-, e.hafe
do partida conaervadur daqoella localidade, ao sa-
ber da organisaoia mmisteiial procedida pela coa-
sidcuo e eminente usJaiisU aioierh-iro Joii Al-
fredo, libertou iucoadicioualme.n>Q e a<*u escravo
de nome Celastina, com'22 anuas de idad".
Ave l bertas
O espirito iioenoiuo da rsgrlraa no
exerciioO que ae vai er extrahido do livro
L'escrime dans l'arme, recan, mente publicado,
do eommaudante Dom, que foi durante muitos
annos director da escola de esgrima de Joinville-
le-Pont.
------------------------ ^_.^,----------------------.. I .1 I.----------------
S
1-. lo acento .-11 horas, ra do Mar-
ques de Clin la ... ij, de ulgodoos, miulesaa e g-
neros de estiva
Terca-feira :
Pelo agente Gusmo, s 11 horas, na ma de
Domingos Jos Martina o. 102, do estabeleeimn-
to al i sito.
Pelo agente Martina, s 11 horas, na ra Di-
reit i de Afogados, do estabele 'irneuto ahi sito.
allanas fnebresSero i alebradas :
U je:
A's 7 1/2 horas, no Crp> r alma de
Antonio Rodriguta T>vares do Meiio.
Segunda-feira :
A'a 7 horas, na matrit da Boa-Vista, p.'r alma
de D II n .na de Albuquerque Barres ; s 8 ho-
ras, na matriz de Santo Antonio, por alma afl D.
1>cnhoriuha Francisca da Jess Ribeiro ; s 7 1(2
horas, ua matriz de S. Jos, por alma de Jas
Ignacio Camello P. de Ara-ojo.
FastagelrosCbegados da Europa no va-
por francs Ville de Montevideo :
M. Le Fuelier Se, Lac.vr Michel o Du-
val.
ChegadoB do Norte no vapor americauo Fi-
nanes a :
Dr. Demoerito Cavalcante e Jos Mara Ju
nior.
Chegadcs do sul no vapor americano Ad-
v n te :
Procopio Silva do Brasil, Victorino Xivier de
Simas c L. B. de Gouveia.
Che gados da Parahyba no hiate brasileiro
Santo Ambrosio :
Joo da Costa Brauco e Vctor B.rrttto.
iiireciona das oorat re ennserva-
riio dos portoa de Pernambace-Re-
cife, 5 i A bu I .le 1888.
Boie 'oi'ico
Joras lis o o te Baromotro a Oa ftnso do vapor a 1 1 33
6 ai. 23-4 760O9 18,45 87
9 27o_l 76096 21,16 78
12 29-6 760*82 21,60 67
3 t z8'-3 759: 05 19,56 68
c 28' 1 o(.:'.'S 119.7! 70
Temperatura inainna 30*,O).
Ditii mnima23',00.
vaporaco em 24 Coras ao sol.: o.! ; i
bra : 3t",6.
nuva0->>,6.
Di rece o do vento : E de meia naite at a.-s 42
minutos da manh ; SE at 8 horas e 25 minutos :
E at 11 horas e 10 minutos; ENE at eos 23
mmiitis da tarde ; E at 4 horas e 34 mioiitrs ;
SR, ESE E alternados at mei* nono.
V-.ooida.aV mediado vento: l',46 por segundo.
Nebalosidade media: (1,67.
Boletim do perto
3 Sis Dia 5 de A'inl 6 de Abril Horas Altar >
P. M. P. M. i. m, n59 da tarde 7-34 156 da manh 754 ,ttM O.u-78 2,06 0,-87
mulheret 6 : 93lr*ngeiro8 7
A etgnma na exercitd deve ter nra fim principal
que nanea deve perder de jrista. Deve ser na t
uma gymnastica bemfeitora, propria para dar a
compostura e altivet eos homens mas sobretodo e
antes de tndo o sen fim consiste em tornal oa des-
tros no "manejo daa armas, hab'.is para a luta e
para ca combates
E' por isso que queremos a esgrima severa, so-
bria, seuta de todos i s flareios de qualquer mov
meato intil, t tendo coma um tito perfeitamente
definido dar um golpe na adversario ou apa-
ral-o.
Notemos desde j qus e:n muitos circuios eivis
tem-se manifestado particular tendencia para ae
ataatar de qualquer principio, ciiirndo-ae a movi-
mentoa de pura pbantasi i o de fd.-ma tal que a es-
grima torna-se um vordadetro basto chinea sem
que fosse mais temida p->r isao m-smo; professo-
res ha, homens de talento, mas incapaces de lut-.ir
contra essa iovaaa.
Nestas condicoes, a esgrima mais om jago do
que uma luta, em que doua adversarios procuran
f ser um exercicio proveitoso para a eade, iffe-
recendo assim folis div rso a-'S teus habitas se
donfan :8 e na visando sena idu de eatar pre
parados par a luta.
Pura proval-o basta pintar os erros e decep-
cos que em diversas cir jumstaucias decorrem
deste modo de praticar a esgrima para os mais
fervorosos adeptos da espada.
Quando tem a vingar uma lujuria pessoal ou re-
pellir uma provocacSo, elle?, cuja notoriedade em
esgrima nioguem contesta vn se colhidoa pelo
seguiote dilemmi:
Ou receber um gclpa de espada ou queimar
o que adorarain e cultivaran) om tanto amor du-
rante tantos anuos, para recorrer a um* esgrima
que nem chega a aer a sombra d'aquella qne nos
foi transmitti J i palos grandes mostrea do principio
d.ste seculo.
A pratioa da esgrima oo exercito tras corno re-
soltado a des nv hura dada ao hornero par meio
das armas, augmenta o valor individual pela coo-
fianca que a pratica da esgrima lhe d na arma
co.n a qual est habituado a exercitar-se em com-
bate.
Na t torna-o mais temlvel no campa da bata-
iba, maa augmenta o aeu valar ; o capirito da Iota
encare* se nvlle, da-lhe a segranos, torna-ae
verdaderamente soldado e nao se pie duvxdar de
que uma legiao de homens affeitoa aot exercicio* de
esgrima aprsenla euperioridade incmtestaoel sobre
qualquer oura.
A instrucco pelas armas desde que seja condu-
zida eom iotelligencia deve convencer o bomem da
sua saptriondade na arma branca, dando Ihs in
numeras pravas de qne tendo de bater-se com um
adversario armado com qualquer arate, aparar e
responder com vantagem aem sea o encommode
o jogo do adversario nem a eapeeialidade da era*,
nem a sna foros, nem a sna estatura.
Com aangue fro, e segnodo os priucipioa apos-
tados, vencer fac Intenta.
I,ellees Bffwtuar-^e-nao;
Hoje:
Pelo agente Pinto, s 11 boias, na roa Marques
de Olinda n. 52, de movis, malta e outros objoc-
tot da ferragem.
Pelo agente Brito, s 11 aeras, 4 roa do Kaogel
n. 48, de predio*.
cava t8e teteoenoMovunato dua t
sea da Casa de D-tenco do Reciie uo dia 5 d>
Abril de 1888:
Exisiiair, 321; cntraram 9 ; lAnirura lo ;
tem 318.
A saber:
Naeionaes 305;
Total318.
Arracoados 294
Bons 276.
D,i:iitea 18.
Total294.
M jvimeuto da enfermara :
Tiveram alta :
Flix Corris da Silva, conbecido par Flix Pifa,
alustiauo Ferreira Hiatos.
Foram visitad, s os presos deste eetebelecimcr.-
to par 136 pussoas, seudo 50 borneas e 86 roulhe
res.
ospaial Pedro IIO movimento deste
Boapaad uo da 5 de Arbril, foi o aeguiate :
Entraram...............
Sabiram................. 13
Falleceram............... 5
Exiatem................. 519
Furaim visitadas ae respectivas enfermaras pe-
los Dra. *
Moacoso, a 8 1|4.
Cyenei o,a 9 1[2.
Barro Sobrinho, s 7.
Berardo, s le 1|4.
Malaqnias, s 10 1|4.
Esteve Cavalcante, s 9 1(4.
Simes Barbosa, a 10.
Cirnrgio dentista Nnma Pompilio, s 7 12 ha-
raa.
,_> pharmaceatino onirou a 1 esahio s 4
da tarde.
O ajudaate entrou s 7 1|2 hars da manh e
sahio s 4 da tsrde.
Lotera do Para A 4 parte da 15,
eelo novo plano, cujo prem'o grande 120:O0
ser extrahida no da 9 de Abril.
Cemlterio publicoObituario do dia 4
de Abril :
Francisco Xavier Vieira Ligo, Portugal, 76 an-
nos, casado, R-cife ; insuficiencia lucospida.
Felicidade Mara da Conceioo, Pernambuco, 60
annos, solteira, Saoto Antonio ; erysipella perni-
ciosa.
Maria, Pernambuco, 7 meses, Santo Antonio;
broachite.
Cordulioa Mara dos Praaeres, Pernambuco, 23
annos, solteira, S. Jos; taberculas pulmonares.
Clementino, Cear, 25 annoa, solteiro. Boa-
Vista ; diarrha.
Mana, Pernambuco, 3 annoa, S. Joa; Sa-
ra mpo.
Jobo, Pernambuco, 1 anno, Boa-Vista; sertmpo.
Maria, Pernambuco, 3 anaos, S. Jos; sa-
rampo
Jos, Pernambuco, 7 meses, Boa-Vista ; con
vulies.
5
Maria Amalia, Pernambuco, 26 annos, solteira,
Boa-Vista ; congesio pulmonar.
Jos Domingiies, Pernambuco, 40 annos, soltei-
ro, Boa-Vista; bronchite.
Francisca Maria da Conoeicao, 26 annos, soltei-
ra, Boa-Vista; diarrha.
Amalia Mara da Conceioo, Pernambuco, 2o
annos, s;lteiia, Boa-Vista ; tubrculos pulmoua-
Jos Brat da da Silva, Pernambuco, 20 annos,
solteiro, Santo Antonio; syncope. _
Ceaarino Manoel Franciaco da Silva, Baha, 38
annos, solteiro, Boa-Vista ; toberculoe pulmona-
Antonio, Pernamboco, 7 annos, Boa-Vista ; en-
tero eolito.
Luis, Pernambuco, 3 mexas, Ba-Viata ; gastro-
entente.
Maria M. da Silva, Fernamboco, 39 aunos, ea-
sada, Boa- Vista; hpa'ite.
Manoel Francisco Xavier, Pernambuco, an-
bos, casado, Ba Vista; tubrculos pulmona-
res.
Jos Teixeira Leite, Portugal, 62 aunos, casa-
do, S. J is ; bemorrhagia cerebral.
Joo Modesto Pereira de Querot, Pernambuco,
36 annos, solteiro, Varsea ; cnngestSo cerebral.
Marisnna de Faria Botlho, Pernambuco,
annes, viuva, Poca ; der/amament cerebral.
79
B
INDICAQES OTIS
aaecMcos
Dr. Barreta Sampaio d consultas de
meio-dia s 3 horas no 1. andar da casa
a roa 13 Barao da Victoria, n. 51. Resi-
depoia raa Seto de Setembro n. 34, en-
trada pela ra da Saudade n. 25.
Dr. Joaquim Loureiro medioo e parteiro
Consultorio na ra do Cabug n. 14, 1
andar, de 12 s 2 da Urde residencia no
Monteiro.
O Dr. Catiro Jetas medico o operador,
consultas das 11 a 3 da tsrde, Kia doLporqae S. Exento qais ter empreiteiro de elei
Bota-Jasas n. 23, 1. andar. Residencia-
Travcssa dos Remedios : Pasangero, port3o
n. 7.
O Dr. Alvares Guimares chgado da
cSrta, dedica ae medicina etn geral, e
com espei-ialid-.do s molestias do coraco.
Bes, ligado, esto-jagp o intestinos, e
tambera s convulsSes e outras irolcstias
daa criaocas. Resido praca Coade d'Ea,
n. 28, 1. andar, tcm couaultorio ra
do Boro-J-aus, u. 45, onde uiariaraente d
consultas do meio-dia s 3 horas da tarde,
aceitando chantada em qualquer dessea lu-
garss. Te'eph no n. 381'."
O Dr. Mnlheus Vaz, medico, mudou a
su* leaMaaeia para a ra dos Pires n.
3 A, nasa podar ser procurado para o
exeroicio da sua profisaAo. D consulta de
11 horas da manhl s 2 da tarde na ra
do Bar3o da Victorw n. 32, 1 andar.
Dr. Cerqueira Leite, tea o seu escripto-
rio ra Duque du s 2 horas da tarde, e desta hora e o dian
te em sua resi leneia ra da Santa Cruz
u; 10. Especialidadesmolestias de so-
uhoras e criatigis. Tclephone a. 326.
Occulisia
Dr Ferreira, com praiica nos principaes
hospitaes e dinicas de Pars e Londres,
d consultas todos os dias das 9 liaras ao
meio-dia. Consultorio e residencia a ra
Larga do Kosario n. 20.
o Or. Barros tinlnaare*
t DFOQUMdn eru seu escriptorio a ra
l. :e Maruo n. 4, 1. andar.
O Dr. Mi(et tem o seu escriptorio de
advoeaei, na ra Duque de CkxiS,
u. 50, l.audar.
Dr. Seabra, adyogado. Ra do Impe-
rador n. 30. Di?s 10 lior.is do dia s 3
da tarde
O.ogju'-a.
Francisco Monoel da -Siloa & C, denosi-
is de todas is especialidades pharma-
as, tintas, drogas, prodoctos cbimi-
S medican! 'tiO'i ba neapatOoS| ra do
M-irquez 1 Olinda D. 23.
rosarla
Faria '-.brinho & C, Uro^uistc por
li, ra do vjarquea de. Olinda n. 41.
serrarla Serrara a vapor e ofjicinas de cara-pina
le Pri.ncisuo ('.os Santos Hacerlo, caes do
bribe u. 23. Neate grande -(Ubelo-
aimento. o primeiro da provincia nesta ge-
nero, ccoipr.'-e- e vctide-se cnideirs .
d3 todas as qirotfdades, serra-3u m.;icir;3
:!e conln bUmbi, asaim itoBH) ou preparam-
obras do carapina por machinas e por pre-
ces om compelena Pernambuco.
mmsm\ mm
O evaselbelro luuocl Porclla
O molo porque o Eim. Sr. cmselbeira Minoel
do N'iacim na Macha-la P.,rtella f ji recebldo pela
npreoas da cilaile Uo S. Salvador da B^hU por
occaa^o de su i che^adi alli, um de assumir a
a'iminitrnco da pMeiuea, bam mistra o couctito
em qua S. ExC. tido un todo Braail.
TraDScreven'lo em seguida alguna arHgcs da3
fihos d'aquella cuiad", t in s pr fiuj toinircaahe-
cii.i dos comprovincianos do conselheiru Purtulla,
o juiz) emicticla 8obre cidada la distincta que
tanto honra o ame pernambucaoa, e coja mere-
cimeoto cr:'sce diariamente.
Um correligionario.
Presidencia da prowlncla
Assumio boiitem a adminiatrac) da provincia o
Exm. cauaelbeiro Manoel da Nasc aeKo Mac-hido
Portella, nomeado para ta honrosa cargo pelo mi-
oiaterio de 0 de Agosto.
Esse acto do glorio ai gabinete presidido pelo
venerando Btro de otegipt umi pr v* iacon-
cussa do quanto estremeca elle par esta provin-
cia, a qual u-'c-j iva ver sempre bdm adminis-
trada.
Melhor na poda ser a esco'ha.
O honrado cidada a qaem f j confiada a dis-
tincta misso de dirigir a primjgcuila de IJabral
um hamom affcita a disempenbar importantes
caigas, nos quites te angariado as mai3 vivas
adh-sSes, sabendo de modo briihante augmentar a
estima dos qne ao'ihe aliiados pelos principios
polticos, adquirindo consideracao e profundo ..ri-
camente doa adversarias.
Na um hamem novo na palicica, na qa i! ]pelo
contrario de ha muito figura, salieutanlo-se sem-
pre em quantas ommis.oes tem lhe sida confia-
das.
Sua provincia natal, conscia de seu mrito e
em homenagem a s'us recenhecidos talentos, tem-
n'o constante e merecidamente distinguida, ele-
g^ndo-o euccessivamente membro da assimbla
provincial, deputado a assembla geral em diver-
sas legislaturas, e apresentaudo-o a escoihs da
corda em lista senatorial.
Como parlamentar 8, Fxc. tem demonstrado re-
cursos intellectuai's dignos de applausas, euaelu-
eidaco das questoea em quo tem tomada parto
revelado os dates de orador correcto e distiocto.
Si c ido parlamentar o conselhciro Machado
Portella altamente apreciado, como administrador,
euto, tem conquiatadojuato reoome ; e anda na
presidencia da provinea de M as Geraea deu ar-
rbas de seu honrado proceder, collocaudu-so supe-
rior spaixoes, sempre inspirado no bem geral, no
progresao da praviucia, distribuinda Justina com
admiraval iaeuco, re.^p'itaudo todos oa direitos e
escudado oa le decilinio de accordo com ella.
Nem outro procedimento pidcr-se-hii esperar
de quem encanecen ensinanda a le, e fasendu sen-
tir a seus discpulos, durante dezen is de annoa a
oagnitude do dir.ito, as vantagens sua-imes do
comprimeoto da le suprema garants do povo,
quando devi Jmente acatada e bem distribuida.
Q a coma o conselbeiro Machado Portella
dotado de ta nobr- a predicados ; quem recebo
succeasivamente de doua ministerios grande prova
de cunfianca, t nos pode inspirar mxima acata-
mento, e pus, repassadas de intima satisfaco
qua registramos o acto de sua possa como presi-
dente desta provincia, da qual 80U1J3 fihoa, e a
qual profundamente amamos.
Temos plena f de que S. Bxc ha de continuar
oesta provincia a fazcr jus aos justos encomios
que tem recebido onde quer que tenha sido airo
das vistas publicas.
S. Exc. gosa em geral estima ; muito merec-
damente considerado pela Ihaneza do sen trato,
pelo aeu distiucto cavaibeirismo, e sobretudo pela
gravidade com que procede.
Todaa easaa qualidadea levam-nos a crer que
S. Exc. far uma administracao brilhante, hon-
rando assim seu nome altamente acatado, a coo-
fianca que nelie depositou o governo, e timndo-
se acredor do mais vivo apoio do partido quefolga
em tel-o como nm de seus proceres.
(Gazela da Bahia de 28 de Marco)
IVoaa administracao
Assumio hontem o administracao da provincia
o Sr. consebeiro Manoel do Niseimento Machado
Ponella.
Estamos perante o novo presidente na mesma
attitude em que nos encontrara!!) e nos viro sem-
pre seus antecessore*.
Contra o Sr. conaelbeiro Portella ba a circum-
staucia de ter feito parte do gabinete nefasto do
Sr. Cotegipe : e;s* m companbie, porm, cremea
que nao lhe diluio oa instioc-tos natun.es de se-
riedade e circumspeeco. Felizmente para S. Exc.
o desastre eleitorl do 1. districto de Pernambuco,
infligido mais ao gabinete de que 8. Exc. em m
hora fes parte, aeparou-o a'aquelles correiigio-
naiios. E por essa oeeasio S. Exc, resacindo a
exigencias d'elles, muito nobremente demittio-se
do cargo de ministro do imp rio.
8. Eso. j foi delegada do gabinete, de que pos-
rerionpente fes parte, na provincia de Minas Gre-
taes. Administrando aquella provincia, iocorreu
naa iraa de sena correligionari. s, que lhe fiseram
uma opposicao meaquioha e at injuriosa, tmente
odea iiojaossiveia.

I

-
)





*

<*>
mkwkwmmmwimm
bbbPbI
esasa



MMI
Diario de PcrnarntacSabbado
le 1888

*

^
ue S. Esc. se recordar
ZldTe e elev-c* de carcter que b. Ere. dava
na F-culdade do B-JCife.
Presa jumos, d e8tM P"d*ti l*
S Exc nlJ vira destarrar sea passauo, prestan
dj-ie a exigencias ruina da politic de campa-
nario, antee procurar* orascar mais na estima
no n'apeitc de seos coacidadaoa ; e, p^rtanto, nao
teremj; o dissabor o molificar o juiso que forma-
moa da integridade de seu carcter.
S. Exc. mereceu a eoafiaoca do gabinete actual
que confirm a nomeacio feta pelo anterior, e
entregou-lhe 03 destinos d'esta proviucia na poca
talves mais critica de sus vida social.
O novo gabinete anauncia-ae como iniciador de
orna poltica de -novos horisjntea i pretende
quebrar osantigos moldes.
Com esses intuitos larg03 do gabinete, e com
seu espirito esclarecido e recto, pode o Ilustre
Sr. conselheiro Portella conquistar a gratido
d'esta generosa provincia, trbalhndo pela pros
peridade d'ella, e mantelo a autoridade da lei e o
respeit aos direitos dos cidadaos como a priraeira
necessidade publica.
Estamos certos de que, elando a reputacaj e o
nome que sua nao curta vida publica sempre lbe
mauteve, o Sr. conaelheiro Portella far urna
admiuistri-So seria, justiceira e independente dos
corrhos que a pretexto de necessidadeii polticas,
assaltam o go vernos, nio raro obtem que elles
so desviem de sua elevada miseao.
(Diario da Bahia de 28 de Marco).
O Sr. conselheiro Portella
No paquete ingles Elbe, ebegou boje da corte o
Sr. conselbeiro Manoel do Nascimento Machado
Portella.
S. Exc. vem assumrr a administracao da pro-
vincia, cargo para que f*.i nomeado pfilo gabinete
passado.
O Sr. conselheiro Portella nao vem aqui adqui
rr as suas esporas de cavalleiro; S. Exc. um
batalhador j affeito s latas polticas e versado
mais ou menos na sciencia da alta admioistracao.
Presidio p;r veres a sua gloriosa provincia
Pernarubuco, na qualidade de 1. viee-preaidente,
e aiuda no gabinete 20 de Agosto oceupou o cargo
de presdeme da de Minas Geraes, onde assigo-
lou a sua passagem pela reclidao de seus actos e
por sua ineuntestavel moderacao.
o mesmo gabinete, foi-lhu confiada a pasta do
imperio, na qial alias uao salientoa-se, pondo im
relevo us lases do sea espirito e a saa longa ex-
periencia, porque teve de retirar-se em conse-
quencia de nao conseguir a aua rceleico pelo 1.'
nutricio de Peruambueo.
8. Exc. representou a sua provincia em diversa
legislatura, e ltimamente jubou-se na cadeira
de lente de direito commereial na Faculdade do
Becife.
Carcter circumspect >, espirito culto e prat.co,
de esperar que o Sr. ccnstlheiro Portella posea
e qaeira f.>ser urna adminis'.racao, que augmeu
tandu o lustre do seu nome, satisfaga as aspira-
5ce da provincia, cojos destinos Ihe lorain con-
fiados.
Diaaio de Noticias de 27 de Marco.
Ao eommereio
Joaqsim Elesbio Bibeiro, declara ao publico,
especialmente ao corpo commarcial desta praca
como das mais em correspondencia cen esta, que
socio da respeitavel casa Ferreira Luna e C,
reeeatemeut-) desmembrad da fina* Joao Morara
& C, de cuja firma faiiam parte Joo Bogerio Nu
nes da Silva, Antonio Ferreira Lima, Jeronymo da
Costa Lima, JoSo Augusto e Ignacio Moreira, o que
declara para todos effeitos, scientifieaodo ser a
seda de n.ssoa negocios ra do Vicario Tenorio
n. 2"', 1.* andar.
K. 11 *
Porque que as Pllala Assucara-
das de Brlslol bjo urna medicina
popular 1
E' porque ellae alliviam o estomago, regulam o
figado, e promovem o vigor geral da sjstema, sem
produsirem o mais leve incommodo ou dor.
Porque a sua aeco nao seguida de augmento
de ptisio do ventre, e da necessidade de maiorsa
doses.
Porqie ellas sl um cathsrtieo seguro para os
mais fracos ; em quauto que ao meamo tempo sao
suficientemente activas para relaxar as vias in-
testinaes dos mais fortea. #
Porque ellas promovam o appetie e vivificam
as energas mentaes.
Porque nenhum ingrediente mineral contamina
as puras eubstancias vegetaes, antibiliosas e ape-
rientes de que sao compostas.
Porque ellas obram de harmona coma naturesa,
e sem a mnima violencia.
Porque at boje anda nao houvo urna s pessoa
que as tomasse e que se achaase diseatiefeita com
oe seus effditos.
E, fiaalment.-, porque ellas s > urna medicina
propria para o uso de familias, para cujo fim nao
tem igual.
Ellas acham-se mettidas dentro de vidrinhos, e
por isso a sua conservaeSo duravel em todos os
climas.
Em todas as enfermidades aggravadas oa pro-
venientes de impuress de sangre, a Salsaparri-
Iha de Brietol, deve aer tomada conjuntamente
om as Plalas. .
III u
A < Sitia Voris >
New York Life Insnrance Company.
Companhia Mutua de Segaros do Vida e Mon-
to-po dos Estados-Unidos da America.
Fundada em i84543 annos de prosperidade !
.nica Cimpanhia de Segaros de Vida estran-
geira autorieaia a fanecionar no Imperio do Bra-
sil.
Capital cerca de coito e setenta e cinco mil cantos
de ris
Benda annual cerca de qvarenta mil cantos de
ris.
Depoeito na corte no Theeouro Nacional.
Dtenlos conlos de ris.
Mais de du-.entos mil cantos de ris pagos a vi-
vas e orphoe e proprietario de apolices desde saa
fundaco.
Crea de seiscentoe canto de ris pagos no Bra-
sil a herdeiros de segurados em oerca de 5 annos.
Mediante urna pequea somma aunoalmente (o
premie na idade de 35 annos casta cerca de 40/
por anno por cada cont de ris segurado) pode cada
um constituir inmediatamente um capital para aua
familia no caeo de morte ou para ai proprio ae che
ga ao prazo escolhido.
Para prospectos e informaepee com o Sr. Tneo-
doro Christiansen correepondente representante da
Companhia em Pernambaco ou com Julio Quima-
rSes agente visgante da Companhia, de paeeagem
por esta capital, qua pode ser encontrado no es-
criptorio d'aqudle senhor
3
Oculista
Para o vlgarlo Interino de *.
Beato vrf e no soffrer a
?erdade do lacto.
Depuramos coia urnas liubas ou noticia dada
d'aqui para a ilustrada ;redacco do Diario de
Pernambuco ia lo de Fevereiro prximo passado,
descrev ndo o resaltado das Missoes pelos Kevds.
Missiolanos Capuchinhos.
A noticia t teve por fim diffamar, falcando a
verdade, os habitantes da povoacSo de S. Bento e
s era cipas de dal-a, ao nosso entender, o res-
pectivo vignrio interino ou entommendado !
Existe no povoado em S Bento a matris em
bom eetado mas a assembla, em homenagem a
Villa de Maragoay, transterio a tdo da matrii
para all, mas nao pode ser transferida cannica
mente por falta de igreja.
O respectivo vigario, com o fim de tel-a, promo-
Teu as Misto?s para o Maragogy, e durante ellas
nao veio matris, o nem nella offiiou, apeaar de
sua obrigacao.
Paraabnihantar urna da s prociesoes dirigida
peloe Misionarios, offereceu a imagem do Seuhor
Bom Jess recolbida a seu tmulo na matriz e
como bb disposeese decoasa tu, manduu um b
lhete ao sacbnsto, mandando que entregasde a
immagem ao povo de M .ragogy.
Oa habitantes dos suburbios da matris, aabsndo
da ida da imagem reuuiram se, nao s para
acompanhal-a, cjmo porque a aahida de uaja ima-
gem venerada por manos annos em um lugar
despena s mpre o espirito religioso, augmentado
anda pelo boato qne corra de prctenaer-se ornar
a nova matriz com as imagens da actual.
Cbegados os aous povos na matriz iaquerio o
de S. Banto o modo eor.qne sana condusida a
imagem, p .'que nao vio um sudor nem esquife
onde f ,Bse coilocada, nSo podando ir no aeu tmulo
por pe.ado, e porque sena pr. ciso usar e pao e
cords inuiihsanao o osjstoso tmulo, e dessa in-
quirilo n-suitou o povo de S. Beuto dizer, que a
imagem nao sabirir indecentemente, e como a razij
esta va da parte do povo de S. Bento, o outio
cedeo. .
Eis a discordia que diese o noticiara! ter bav -
do com os multo dignos Missionarios !
Depois detse facto os habitantes de 8. Bento
nao querendo que alguem interpretase mal a sua
opoosico, fizeram sentir aos dgaos Missionanos
que a imagem poderia ir quando fosee condusida
deoeotcmeate.
Eis ah o perdao que deu o noticiansta haver
pedido o povo de S. Bento pela ditcordia eotie
elle e os referidos Missiouanos.
O noiiciansta perdeu o sea tempo menespretaudo
o povo ordeiro, moralisado e religioso da povoacao
de S. Bento.
Um do povoado.
No Prado
Ped-so ao poeta Marques que seja mais
civil e bam educado para com cavulheiroa
dislincto3 e nao torne-Be to ridiculo para
o publico.
Aproveitando a ocoasito peco licenga ao
Sr. Augusto para compriim-ntal-o pela sua
immorredoura aroizaue do Cryepim.
Senbores, lembro o dictado : iNem com
tanta sede (de dinh.-.iro) ao pote, nem com
tanta foma (de diuheiro) ao prato.
Um jockey.
Arsenal de Guerra
Em r'spos'a ao Verdadeiro amigo que no Jor
nal do Recife de hoje Vrio com nina intriga t-
mente para terir me, declaro, que os trabalhas de
Arsenal sao ordenados pelo director e nao pelo
ajadante, pois este uao fas mais do que enmprir
ordeos.
Recite, 6 de Abril de 1888.
'Irafano Alipxo de C. Mendonca.
Capi'o HjadHiit'.
Pezar
Pela morte do Indiiuoo poeta per-
nsmnurasn Antonio lanado de
Torres Bandeira
NO 30 da do seo passamehto
Ofcrecida ao seu irmao, meu amigo, o lllm. Sr.
Francisco Ignacio de Torres Bandeira
T leste, mea mnig, um rte coa batate
Esl prol da Libtrdadea rutila divisa
Do moco que se inspira e ci e pensa e sent,
E a patria, em versos bons, t-lova, immortaliaa.
Votsvas po'sia um culto eft rvescente,
A' familia tambpm > lar que harmona
AIipb-h eo dever, amaste noblemente
E tiaams s o bem pjr valida.balisa.
E agora qa de ti s resta ama saudade
Pr'aquelies que avahar saban1 a Isaldade
De tea graade e sincero, estoico coraco ;
Derrama o teu amigo, a lagrima sentida
Sobre o funreo chao, a sepulebral jasida,
Qs eacerra o corpo teu, como recordarlo.
Abril, 88.
Julio Soart i* Atevedo.
Capea de B. S. dos Prazeres
de Gaararapes
Domingo, 8 do corrente, ae celebrar
em dita c-pella a testa de Nossa Senhora
do Rosario, sendo precedida da bengSo
dos novos amos ; na segunda-feira a de
Noisa Senbora dos Prazeres com toda a
eolemnidade o na terga a de S E' encarregado das festas o Rvdm. ca-
pellao Frei David daNatividade, com quem
se poderlo entender os devotos
Olinda, 4 de Mar$o de 1888.
O abitad-,
Faei Jos de Santa Julia Botelho.
Dr. Barrcto Sampaio, medico ocu-
lista, ex-chefe de clnica do Dr. de
Weeker, d consultas de meio dia a
3 horas da tarde, no 1. andar da casa
n. 51 ra do BarSo da Victoria, ex-
cepto nos domingos e das santificados.
Residencia ra Sete de Setembro n.
34. Entrada pela ra da Saudade n. 25.
Dr. Silva F-rreira
!
E para que cnegue ao conheeimeoto de todos
mandou o mesmo Exm. Sr. oonsolheira diretoi
interino affirar o presente, qu' ser pnblieado as
folhas desta cidade e as da corte.
Secretaria da Facuid.de de Direito do Recife,
1' de Ontobro de 1887.
O secretario, -
Jos Honorio tieterra de Mtnezes.
Secretaria da Faculdade de Direito do Recife,
3 de Abr de 1868.
Ia Seceo.-Secretaria da Pre
sldeaela de Pernambnco, em
& de Abril de 888.
Por esta secretaria se fas publico de conformi-
dade com o disposto no art. 157 do regalaments
annexa ao decreto n. 9,420 di 28 de Abril de 1885,
o edital abaixo transcripto fiuio em eoncurso com
o praso de 30 das, os officios de 2 tabellio e an-
nexoa do termo de Garanhona.
Servindo de secretario,
Emiliano E. de Mello Tamborim.
EDITAL
O Dr. Bernardino MaranbSo, juiz municipal e
de orphos da cidade de Garanhons e seu termo,
provincia de Pernambaco, por S. M. o Imperador,
que Deas gaarde etc.
^ Fas saber aos quo o prosear edital viiem e
d elle noticia tiverem, e a quem iutereiear possa, '
que achando se o carrorio do 2 tab -lliao publico |
judicial e notas, cscrivSo do crioae, civ-j!, commer- i
co, orphos e ausentes, d'este termo, creado sm
virtnde da lei previncial n. 22, de 6 de Janeiro de
1836, vago pela renuncia do respectivo serventaa-
rio, capito Manoel Thomas de Villa Nova, convi-
da os pretendentes aos respectivos officios, a apre-
sentar m seas reqaerimentos, dentro do praso de
30 das, a contarse da data do presente edital,
como dispoe o art. lo do decreto n. 3,322 de 14 de
Jalho do anno paseado, combio-do com o art. 11
do decreto n. 9,344 de 16 de Dezembro de 1884
Oetrosim fas mais saber tambera aos pretenden-
tes que seas requerimentos devem vir instruidos
com i i- oe de suficiencia, de contormidade com o
disposto no decreto n. 8,276 de 15 de Outubro de
1881 ; e mais formalidades exigidas no art. 14 do
citado decrete n. 817 de 30 de Agosto de 1881.
E para que ch;gue ao conh. cimento de todos
maniei passar o presente, qua ser afilado no la-
gar mais poblico do costama, e d'elle se extrahir
copia para ser remettida ao Exm Sr. presidente
da provincia para o fim indicado no art. 157 do
decreto n. 9 420 do 28 de Abril de 1885, com de-
claracSo do dia da affixacao e publicacao do pr-
senle edital, qua ser certificado pela porteiro dos
auditorias, como determina o art. 153 do citado
decreto de 28 de Abril de 1885.
Dado e passado nesta cidade de Giranhuns, aos
25 de Marco de 1S83.
Eu, Isidoro Florentino de Vasconcellos, escrivao
interino o subscrevi.Bernardino Miraohao.
E mais se nao centinha em dito edital cima co-
piado do proprio original, ao qual me reporto.
Don f.Eserevo e assigno.Eo, Isidoro Blorea-
tino de Vaconccllos, escrivao interino o eacrerL
Certifico mais que pelo porteiro dos auditorios
me fji entregue a certide do tbeor seguate :
Certifico que afixei na porta da Cmara Munici-
pal d'esta cidade, hoje, o edital convidando oa pte-
ten>ntea aos officios de ja6tica, vagos pela nana-
cia da serventaario capito Manoel Thomas de
Villa Nova,
O referida verdade do que don f.
Garantaos, 23 de Marco de 1888 O porteir."*
Ignacio Pereira da Costa Graea.
E mais se nao continha em ditas pecas aqoibeai
e fielmente transcriptos dos proprios origiuses,
aos qnaes me reporto, don f, nesta cidade de Ga-
ranhons, 23 de Marca de 1888.
Eu, Isidoro Florentino de Vasconcellos, escrivao
interino o subscrevi.
BlflLARACOES
Captulo Conciliaclo do Lavradio
Convido a todos os soeoa capitulares a compa-
recer em a sessao de porse dos fu accionarios ele:
tos para o crrente anno de 1888 1889, dominge
8 de Abril, ae meio da.
O secretario,
G. Santa Martha.
Podemos assegurar (3)
Infelizmente bdm coutmum, na corte e
nesta provin.ia, ama molestia terrivel, co-
obecida pelos nomes de tsica, consump-
{So, doenr^a do peito, etc
So pretendemos afirmar que o Peit
ral de Cambar, descoberta do Sr. Soares,
de Pelo'tas, cura todas as tsicas, porque
at hoje tem sido impossivel curar este
mjlestia, quando chegada ao ultimo perio-
do ; pon j, podemos assegurur que todos
os doeotes que usarem do Peitoral de Cam-
bar, no primeiro e segundo periodo, logo
acharo, com toda a certeza, grande all
vio e depois a sua cura completa, por meio
de um tratamento prolongado e persis-
tente .
o; -"eitoral de Cambar nao limita a sua
a^QJo benefi-a s doenjas do pero : cura
tambem amitos deflux ts, broacbites e tos-
ses que, as mais das vez"s, quando des-
prezadas s3o a causa das affe.-50i.-s pulmo-
nares.
Este poderoso remedio acha-se venda
em casa dos agentes e depositarios geraes,
os Srs. Francisco Manoel da Silva & C,
ra do Mrquez de (Jimda n. 23, e
2500 o frasoo, 130000 meia duzia e
240000 a duzia.
^IGAiTssl? 11
Dr. Paes Barreto
PROMOTOR PUBLICO
E

Advogado
Inglez e francez
Caro mirlen oa prallcos
Ra da Aurora n. 37, 2* andar.
Eduardo Gadault
Retratista
Ateller, ra Haro da victo-
ria o. i. oslar
Incumbe-se da execucSo de todos os
trabalbos concernentes saa arte, as-
sim como lecciena em desenbos e pintu-
ra.
Collegio Meira
AULA DE ALLBMaO
Acha-se funecionando neste collegio a aala d>
allemSo, cejo professor o Si. Sidney.
Boa da Imperatrizn. 63. 2* andar.
rederico ttiaves Jnior
HOM0EOPATH4.
39=Rua do BarSo da Victoria=39
PRIMEIRO ANDAR
a
l)r. Coelao ieitc
cl
Participa a seas clientes e amigos
tem seu consultorio na ra Duque de
xias n. 57 1 andar, onde ser encontrado
de 12 s 3 da tarde todos os das e
reside provisoriamente na ra do Hospital
Portugus n. 14.
MEDICO HOMEOPATHA I (
Dr. Ballbazar da Silvcira!

Especiali dadesfebree, molestias das
enancas, dos orgos respiratorios e das
enhorna.
Presta-se a qualrjuer chamado para
ora da capital.
4TUO
-Todas os chamadas devem ser dirigi-
dos pharmacia do Dr. Sabino, roa da
Karao da Victoria n. 43, onde te indicar
sua residencia.
8
Medico e par'eiro, com pratica em vanos hos-
pitaes da Europa as especialidades de molestias
de seuhoras e da pelle, d consultaa na ra da
Cadeia n. 53 !. andar, de 1 a 3 horas da tarde
e reside na la do Conde da (ioa-Vieta n. 24 I.
Telephoie n. 4I2_
' ^fc ^^' "v '' *-^sa,,*vl',^sss^'*'^a^
Leonor Porto
Ra do imperador n.
Io andar
4
Contina a execuUr os mais difficeia
liiuriaoa recebidos de Londres, Parie,
Lisboa e Riu de Janeiro.
Prima em parf-ijao de costuras, em
brevidade, modieidade em precos e fino
gosto.
GoIlBEa de Nossi Mm k
pe
Rna da Aurora n. 39, esquina
da ra Formosa
InstruccSo, primeiras lettras, portugus, francs
ingles, allemo, geographia, msica, piano, dese-
nlio, bordados et,-.
A directora,
Augusta Carneiro'
PRADO PERNAMEWO
Frogramma da XIa corrida
QUE SE EFFECTUARA' NO
Domingo, 8 de Abril de 1888
(^ A's il horas da manh em ponto
Juizes de chegada. Os Exms. SrB. Barao de Nazareth, BarSo de Caiar e Dr. Jos Osorio de Cerqueira.
Juiz do d3tancia1o.0 lllm. Sr. Dr. Francisco de Souza Reis.
Juiz d partida. O lllm. Sr. Nilo Jos Pereira.
Juiz de ensilhament >.O lllm. Sr. Claudio Dubeux.
Juiz de peaagem.O lllm. Sr. Joo Alfarra.
Jizes de Raia. Os Illms Srs. Dr. Jos Bernardo Carneiro da Cunha, Dr. Jo2o Augusto da Fonscca, tnente-corone
Jos de Oliveira Castro, capito Jos J. da Rochae tenento Jos Carneiro Maciel da Silva.

Peaoa
Car da vestimenta
Proprletariosj
---------
1.* PareoConsjolac&o800 metrosAnimaes da provincia que anda nSo tenham ganbo. Premios : 120j ao 1, 30 a] 2. e o 3. livra a entradt.
MMliMio Carao
Fundado em .873
INST8CC0 PKIWARIA. 8ECN-
DAKIAE RECREATIVA
KADE8. FEANCISCO, PALACETE
N 72
(Junto e8tac.o)
Neste c. >llegio ensina se primeiras lat-
irs, portugus, latim, francs, ingles,
Hrithmi-tica, geometra, algebra, rheto-
rica, geographia, philosopbia, msica,
danca e deeenho.
Os professores sao habilitados e morali'
BHdoS.
Boa alimentavSo e predio commodo,
aceiado e fresco.
Admitte alumnoB internos, meio-pensio-
iiistas e externos-
Os >ra. prcteodentea s3o convidados a
comparecer no estabelecimeoto, onde te-
ra i todas as inLrmaco s.
Collegio Parlheoofl
3-E.ua do Hospicio-3
U director deste eetabelecimento de instrocco
primaria e secundaria declara ao publico em geral
que as aulas de eeu collegio esto funecionando.
Ontro8im receba alumnos internos, semi-inter
nos e externos.
O director,
Ovidio Alves ianaya.
ED1TAES
Ed tal 11.29
1
a
3
4
5
6
7
3
9
10
11
12
13
14
15
Asacrim...... 6
Jaboato..... 5
Postilion...... 7
Hespanhol .... 7
Ingazeira.....* 8
Patife (.'X-Aju-
dante)...... 5
Salvatus...... 4
Victoria......
Caruar......
Very-Well....
Babiauo 2*____
Veado .......
Pampeiro.....
Periquito ....
Elo..........
Preto ....
Uastanbo..
Rusao ....
tJastanho..
Baio......
Castanho.
Rodado.....
Alaso.....
Castanho...

Baio.....
Rosso.. .
Castanho.
Pernambuco.



56 kila.
56
56 .
56
56 .
56
54
56
56
52 <
56
56 <
54 >
51
56 s
Marrn e reme.......,.... I. F.
Asul e brauco. ...
\marello........
Asul...........
Asd e encarnado.
Branco e azul.............
Branco e rosa.............
Encarnado.............. .*.
Viul e branco..............
Duro e ci ue..............
Oaro e Braaco............
encarnado................
Eucarnado e preto..........
Verde e amare!io...........
Azul e branco.............
\. A.
I. J. P. S.
i. A. W.
Augusto Coutinho.
*T->
Jos Cavalcaate Vieira.
lob Laiz de Freitas.
Her.culauo H. M. Heuriqaea.
vi. (J. de Medeiros
A. e P.
tutouio Francisco Eleutciro*.
s. C. de Albuquerque.
). 8. C C.
ttoaventura Paula.
). Cavaicante.
2. Pareo-Dr. Souza Hela-
Rodado
Zumby......*
Pery .o......
Hespaohol.....
Noruega......
Beberibe.....
Voador .......
1100 metros.Animaes da provincia.
Pernambuco..
Premios : 200* ao 1-, 50 ao 2- e o 3 livra a entrada
Castanho.
Russo .
Foveiro
54 kila.
54
54
54
54 <
54 <
Braneo c azul .........
Azul, braceo a encrnalo
Izul.................
Verde e amarello.......
Asal e estrellas brancas
Bernardo Damiao C. Pesaos.
F. G
LA. W.
Vicente de Salles Menczes.
J. A. de Mello.
Julio Cavalcante.
3. ParesClaudio Dubeux350 metros.Animaes da provincia.Premios : 2004 ao 1. e 50 ao 2.
Tapy.........| 6 annos.
Ventana ..#1 4
L.'Boira.......I 6
iBaio..........iPernambuco.....i56 kila.
< 54
Rusbo........I < |56
I Branco, encarnado e asul. ...F. C. Rezende.
Encarnado, preto e oaro .. I Souza Reis.
Lyrio e branco.............(Oelmiro Gouveia.
4* PareoPerea Campello1450 metrosAnimaes nacionaes at meio sangue. Premios : 309 ao 1* e 60^ ao 2*
liBacarat...
2 (Jlateo..
3(Zamouro..
5
5
5
annos.

Castanho.'..
Rusilbo .. .
Castanho...
Rio de Janeiro.... 52 ails. IBranco e socar nado.......
Ro Grande do Bal 62 I Escarate e onro.-.........
S. Paulo..... ...54 Asul, branco eaacaraado ..
IF. S. C C.
Coudelaria Allianca.
F. C. Reseade.
5.'
llFnro.....
2 Faisca.....
3 Beberibe...
.
.*
Pareo.Dr. Cionralves Plato1609 metros.Animaes da provincia. Premios : 250* ao 1 e 604 ao 2
. | Pernambaco..
anuos

I Castanho
Foveiro..
Rusao ...
152 kila.
54 >
54
Branco e asul............
Azul, branco e rosa.........
Verde e amarello...........
F. Damiao C. Pessoa.
Alvaro Perras.
J. A. de Mello.
PareoAnlmaco 1000 metrosAnimaes da provincia que ainda nao tsnham ganho nesta distancia.
e o 3 livra a entrada
Premios : 200* ao 1, 50* ao 2.*
LEpicier
Taquary..
Zepbiro.
Uoudor.. i
annos.

Baio....
Rasso...
Alazio.
Baio....
Pernambaco,

c

56 kila.
56
54 <
56 <
Azul e encarnado
Branco e asal........
Encamado e branco..
Asul e branco.......
Mano I Bastos Filho.
A. 8.
J. P. C.
J. Cavalcante.
{*) Mootad por amador.
OBSERVA.COES
no ensi-
I
Pede-se aos Srs. proprietarios dos aomaes inscriptos no primeiro pareo o especial favor de tel-os
Ihameoto s 10 horas da man ha no dia da corrida.
Os bilhetes acham-se venda nos lugares do eostume, al a vespera da corrida, e no dia da corrida em mo
em praca, porta desta repartilo, as.seguintcs
mercadorias :
rmaselo n. 7
Tres fardos da marca J F, ns. 1 a 3, vindos de
Liverpool no vapor ingles 27we, entrado no me
de Mareo do correte anno, caobamaco, pesando liquido 1,015 kilogramo;os,
abandonados aos direitos por Julio Farsteoberg
dem, dem, sete fardos da marca JF, ns 1 a 4,
400, 300 e 301, vindo de Liverpool no vapor ingles
Uariner, entiado no mes de Margo do corrent-
anno, c< n'Oudo saceos de caubamac ', pesando li-
quido 2 310 k'l ^ramujos, abandonados aos direi-
t)- por Julio Fueretenberg.
3 s-rco da Aifandega de Pernambucs, 6 de
Abril de 1838.
O chefe,
Domingos Joaquim da Fonseca.
Facilidad de Direito
De ordem do Exm. Sr.-cooselhciro direotor in-
terino e de coiiformidade com o art. 119 do reg
lanv nt complementar, se repete o edital relativo
ao concurso cuja inscripta i ser encerrada as 2
horas da tarde do oa 11 do correte, visto tr
terminado o praso da meama insciipcao durante
as ferias de Pasehoa :
De ordem do Exm. Sr. co isflbeiro director
interino, faco publico que fica marcado o praso do
seis mi sea, contados da data dest--, para a ms-
cripeo dos que pretenlerem concorrer ao lugar
de ieute eubantuto d-sia Faculdade, que se acha
vago por ter passado a cathedratico o Dr. Joa-
quim de Albquerque Barros Guimaries. _
Pelo que toos os prett-ad. mes ao dito lugar
poderio npreseutar se desde j nesta secretaria
para assignar seas nomes no livro competente, o
qoe ih s pi-rmittido fser por procurador, se es-
tiv-nm a maia de 20 leguas desta cidade uu tive-
tem justo impedimento.
Devem, outrosim, apresenlar documentos que
mostreen ana qualidade de cidadilo brasileifo e
que esia> no goso de sena direitos civis e p>-
liticos, isto certido de baptismo, folba corrida
no logar de seus domicil os e mais o diploma de
doulor ou bacbttrel por urna das Faeoldades de
Direito do Imperio, ou publica forma justificando
a impossibilidade da apreseut-cao do original, e
na mesma occasio podero entregar quarsquer
documentos que j jlgarom convenientes, oa com i
titulo d babiiiUvio oa ;como provas de servieos
prestados ao estado, bumaoiJale oo 4 sciencia,
d< s qaaes se Ibes posoara recibo, todo de confor-
midi.de com os arts. 36 e 37 do Decrete n. 1286,
de 28 <* Abril de 1854 e 111 e sennintes'do de
m. 1568, de 21 de Fevereiro de 1855. >
Recife, 3 de Abril de 1888.
O GERENTE,
Marcolino Rodrigues da Costa Jnior.
PROJECTO DE INSCMPGAO -
Para a 12.a corrida que se efectuar
Domingir, 15 de Abr1
1. pareoTenente-ooronel Jos de Oliveira Castro800 metros.
Premios : 1500000 ao primeiro, ,300000
Potrancas
ao segundo
Premios
entraJa.
meio
o teroeiro livra a
ra provincia, de dous annos
e o terceiro livra r entrada.
2. pareoConsolacan800 ratros. Animas da provincia que anda nao te-
nbam ganho. Premios : 1500000 ao primeiro, 400000 ao segundo e o teroeiro vra a
entrada. .
3. pareo-Dr. Souaa R^is1.100 metros. Animaes da provincia
2000000 ao primeiro, 500'XX) ao a-gundo e o teroeiro
4." pareo-Pers C..p-llo-l.450 m-tros. Animaea nacionaes at
sangue. Premios: 3000000 ao primeiro, 600000 ao segundo e
entI"* 85. pareo-Claudio Dubeux-850 metros. Animaes da provincia.
2006000 ao primeir, 50J000 ao segundo e o terceiro livra
6 8 pareo-C-pitao Joao J. da lU-.ha8d0 metros,
menos de meio eangu*. Premios: 2500000 ao primeiro,
terceiro livra a entrada. 0BSE!lVAgl0
Nenhun pareo se realiaar sem que corram pele menos tr*z animaes de pro-
prieurios ^^^.^ no Prado no da 10 do crtente, a. 7 hor. d.
tarde. ,
As entradas alo de 10 % sobre o valor dos premios.
Premies
a entrada.
Animaes nacionaes de
600000 ao segundo e o
Recifr, 5 da Abril de 1888.
O GERENTE,
Martolino Rodrigues da Cotta Jnior.
.
(l praca)
Por esta inspectora se f.s publico que s 11 (Jos CODduCtOreS dOS DOQds 6 DO Prado
Os Srs. proprietarios dos cavallos inscriptos podem procurar os seus cartDes de ingresso e de seus criados e
jokeys, no Prado, at s t horas da tarde do dia 7.
S sero recebidos os forfaits at o dia 6 s 6 horas da tarde.
Irmandade d Nossa Senliora
Bom Parto, de Olinda
De ordem da mesa regedora foo aciente ao res-
peitavel publico que, subsistiado as rasoes cou-
tantea da pablicacao feta no Diario de Pernam-
baco, do 1 de Fevereiro prozimo passado, relativa-
mente a transferencia da testa da mesma Senbora,
ficou deliberado que se efrectuaria semelbante acta
imprete* ivelmente no dia 13 de Maio vindonro.
Outrosim devendo proceder-se a eleicio dos no-
vos funecionarios, que teem de reg^r a irmandade
no auno segunt--, sao convidados todos os irmos
a comparecer no consistorio da mesma, no dia 8 ds
correte, s 9 boras da mauh, para aemelnaate
fim
Consistorio da Irmandade de Noasa Senbora do
Bom Parto, de Olinda, 6 de Abril de 1888.
Joao Antonio Fausto de Oliveira,
Escrivao interino.
Comi gral
Malas a expedirse hoje
Pelo vapor A vanee, eata aduiiniatracao
malas Dar OBD'rtos do MaranbSo, Para, Barba-
dos, 8 Tn -mas e New Yo. k, recebendo impressos
e objectos a registrar at 9 1|2 horas da manhS, e
cartas orainarias ate 10 1(2 ou 11 horas con porte
duplo.
Pelo vapor Finince, para Bahia e Rio de Janei-
ro, recebe impressos c ^bj-ctos a registrar at 8
1;2 horas da mauh, e cartas ordinarias at 9 1(2
ou 10 horas cooi porte duplo.
Pelo vapor Jacuhype, para os portes do norte
at Camossim, recrbe impressos e objeetos a re-
gistrar at 2 horas da Urde, e cartas ordinarias
at 3 horas ou 3 1(2 com porte duplo.
Administracio dos correios de Pemambaso,
de Abril de 18880 a Atonto do Btg* Berro*.

I^Me^"VflsVB
bbsss1bbsBss1bs1


Diario de Peraambue*--Sabbado 7 de AKril de 1888
Confraria de S, Chrispim e S.
(h-ispiniano
De ordem do irmo proved >r, convid > todo* os
irmos esta confraria para cmpsr.certm neste
consisUrio, domingo 8 do cfrente, s 9 boraa da
maohS, afim deseprocedtr a eleicao aj theaon-
reiro.=0 secretario,
________ A. ^.Vieira.__________
Coinpr nliia k Edificado
Assemblea
De ordem da directora conwdo aos Sra. accio
nistas para reunirem-se em assembla geral or-
dinariarno d.a 7 de Waio prci.mo v,.*,^
11 boraa da mBnb, no escnpt no da cmp,=hi*
prac* Pedro II n. 77 1 andar 6 de ouwrem a
lmtura do parecer da cioimiss" Bawl a dea ,ela-
tori/.cjoncerneutesa negocie, sc.se* uo auno
deReS,, 5 de Abril de 1887..^ ^^
Gerente.
Soclrdade Behellcente Conellla{fto
o val da ra da Imperalrli
De ordem da respeitavel ir.-, ven.-, convido
a todoa os nossos ir.-, par aasislirein a sesso
de pcaae daa novaa laaea, a qual ter lagar no
preximo sabbado 7 do correute, a 7 horas da
noite. Eeciie, 4 de Abril de 1888.
Marat. 18.-.
Scret.-.
BANGO IKTEBKCUWAL
DO
BRASIL
Gabinete Portuguez de
Leitura
EdificscSo do predio
De ordem do Exm. Sr. presidente da co missao
executiva da edificaco do predio para a biblio-
theca, couvido todos oa aenhorea accionistas a
reanirem-se em asa roblen geral no sabbado 7 do
ccrreute, a 6 boraa da tarde, na sede soeial, afim
de t. marem conhecimento da proposfa da commis-
ao para a acquisica/j do predio.
Secretaria da commisso executiva. 2 de Aoril
de 1888O l- s cretari ,
Francisco Ribero Pinto Guimaraes
Malriz de S Jos'
ProrlMaao do Viatico rufeimoa
A mesa regedora da Teera ve 1 irinandade do
SS. Sacramento, d eonforoiidadc enm as dispusi
eoea do votuprumisso, convida aoa charissimos
irrooa a coroparecerem no consistorio da mama
matris, no domingo 8 do correte, as 7 horas da
manb, para acompanbar a procissao do Viatico
na freguesia.
Consistorio, 4 de Abril ce 1888
O eseriv,
Heliodoro Candido Ferreira Rsbello.
Ccmpl fie nato e Mes Ao
Recebe propostas para ljrneciiieiito de ptdr
bruta en de lastro de navios, entregue a bordo d t
mesmoa navios ou p atoa ua Torre (per tonelada).
500,000 fijlos e al venara groasa. 15,Oll alquel-
ree de cal preU e de areia grosss. por cacona
Devim ser entregues at o da 15 do corrente ai
propostas e as amostras dos t.j los tu do (Jom-
mercio n. 5, 1- andar, ou ra do B>m Jeaua n.
54, armasen!. Recit.-, 3 de Abril rie 1868
Autonio Machado Gomea da Silva
Gerente.
Banco de Crdito Real de Per-
nambico
Dividendo semestral
Este estabelecimento, de accordo com o art. 54
dos estatutos, paga o t.cu 3. dividendo a rssao de
5 /. sobr- o valor das entradas reslisadae do ca-
pital, cu 4*000 por accio, todoa os das atis,
desde s 10 hura da inauba a 4 da tarde, em sua
sede roa do Commercio n, 34
Reciie, 27 de Mar? i de 1888
O gerente,
Joo Fernandes Lupes
capital
30,000:000^
Idein realUadu ii.OOOMKMM
A caixa filial d'esie Banco l'uncciona ra da
Con mereiu n. 40, saccu, a viata ou a praxo, con-
tra os Mlgaiatet correspondentes no estrangeir :
! IIa uro lalcrnacional
do Brasil, Rio de Janeiro
L'inlou office
Los* don A Counly
( Hnok og t'.<.mpatry L.1'
illr.-qae ue i'rl* A de
PARS.
'(
Hainburgo..
Berlim..........
Bremente........
Frankfurt e/ Main
Antuerpia.......
Boma...........
Qcnova.........
aples.........
Yfilo e mais 340
ciJa.ic8 de Ita
lia...........
Vladnd..........
Barcelona.......
Cadi*...........
Malaga........
Tarragonp......
Valenci t ouirni-l
idade llea I
pauha iihus j
Canarias
Liaba........J
Porto e mais ci-f
dades de Por-
ugai e bas. .. '
Buenos-Ayres... .)
'.', mfi video......
S.;va York......
P.ys-Bas
Deutacbu Buuk.
Sir.qud d'Anvera.
Hano Genrale
aUa>-
Biiico Hypctecario de
Es"a!"i o eu*s agpn-
eM.
i.anco de Portugal
O mesmo
O mesmo
PfJfi
Bolsa com.ueieial
:OTAVK8 OPPIClAKa DA JONTA DOS COK
HECTORF3
Recite, 6 de .46rU d> 8S3
Letras hypotheeari-. comjur. a 96500 cada
urna.
\a hora da aWta
Vendr-ram-se :
41 letras nypothccdrias rom jnro.
M reMd lie,
Augusto Pinta de L"?mo*
' jet tr -..
P.dro Jje fute.
UcvimeDlo bancwre
ibcira, 6 dk ibiil n 1868
i-KAS^A OU HLClFt
Mercado sem movimen'o.
Oa bancos abriram a 22 7/8 d. sobre Londres,
mal offereceram saccar a 23, sem actaarem dnbei-
10.
Nada fizeram em papel particnlar
PBAQA I<0 RIO DE JANEIRO
Papel bancario, 23 d.
s.s tabellas expostas aqm foiam csimb :
Do Loanoa Rakk
'Londres.......
Jrls........
Italia........
3amburgo......
Portugal......
ew-York .
DO ITBBNACIOi.I. :
Liondres ... ...
Paria........
talia.......
dambnrgo ......
Lisboa e Porto.....
principaes cidades <:. Pcrtu-
g*l........
New-York......
Do Ebolish Bbb :
sonares.......
Pars.......
Italia........
lamburgo......
Uisboa e Porto.....
Prineipaea cidaes de Porto-
g"........
.(ha dos Acores ....
!ib da Madeira ....
Sew-York.....
MI rf/ti mita
M 7/8 2 5/8
Kngiiah tiutik ot le lii
ver Plato, Li>nited.
G. An;siuk & C.
. Compra saque obrc qi.ilqucr pra^a do impe
i i f do estrangeri.
K-cebe dir.bcii; e;n couta correte de mov
ment com jurara lazan de 2% ro anno e por le
rae .i prazo a juros cnitvenui'HiHdoa.
O gerenta. Willmai '.l WobMr.
O procurador dos fritos da fazeoda
provincial, teodo r^cebido do TLesouro
a relago abaizo transcripta dos de"edo
p. s lo imposto da diciina d r fregu^zia d>
S. Jos, do ez-r nci de 1885 a 1886, qu
diisaraao de p:igar no tcmp competent'-,
declara aos '!) a-nos devedores que Ihea fiua
ni r. a o o pr.iz-i He 30 das, a contar ra
publicacSo do presente cdital, para recolhe
reo Reoebeloria Provincial cora gu da
sdecao do contencioso, a importancia de
seua debitus, certos de quo tndo aquelle
praM se proceder cjbrun9a judicial-
mi nte.
keeife, 14 de U-strr-bro de 1887.
Miguel Jos de Almeida Pernambuco
Reliicao da dcima da freeu-z'-i d S. Jos do
exereicio de 1*85 1*86.
Travessa nova ? Santa Rita n. (3.
Ad.lpln da F..ns-i-. Bai.ki
Dita n. 19. O m im4
liba de Santa Rita n. 2. Agosliuho
B. da Silva Cavnlcante
Nova de Santa Rit n 14 A'tx-iudre
96A888
824104
Via-ferree deCaruai .
.inimaes.....
Via-ferrea de 8. PraaeAn
Via-ferrea do Lim-.u r>
5
6
3
A :
t>,urina
33i
20
124
830
3.600
416
&15
32
419
419
519
234
2J2U0
bO d/v vitta
a /823 5/8
416 4i9
. 119
615 519
? 2d4
. i39
20U
d vista
ti 7/8 .'2 5/8
416 419
419
515 5.9
zZi 231
39
24-
-.39
;2uO
Cdtactte A* amatar
a 6 DB BHIL DM 188b
A A*ociaffio LommtrcuU Agrcola, regism.u '.a
Creeos ubatixu, \,g- a ao agricultv r, fot 1& ki1 s:
[linaPinto ... 2*700
Colonia Isabel..... 280>i
Sranoo 3 superior 21500 a 2470'
. 3. boa ... 24300 a i'Jl'xi
i 8. regular VO.-O a 8*800
Jmenos...... JA7*iO B u80<
Maaoavado purgado I50!ril46u
nruto. ... Ij*lli 14340
letame...... 49 a 14100
Jotacac rf algedo
IV 6 DI ABBIL DB 1888
Nao h.avc vendas.
Ballradas de aasvrgr e al^adtto
MEX DB ABBIL
AoSUCAB
Entradas Qtai Saceos
Barcacas...... 2 i 1 4.949
Tia terrea deCaruar. H4 1982
Animaes...... 3 6 996
Via-ferrea de 8. Francisco 24 3 1.6*9
Via-errea do Lim. eiro 2 3 1.240
. 10.796
Sonsma
aloodAo
Kntridas Dms
Bareaoas...... 2 i 5
Vapores...... 2 4 5
Saccas
1 845
446
i'rclanii-ol i
Koi ffF- ctuaao hontem o da btrea noruega Tur-
den.-kj Id, para carregar aqu, ccm. destino ao
Bltico, algodo a 7/16.
Vapor despachado
Vap nac. Para, para :
Babia : 50 barricn8 c m aesucar branco.
Rio de Janeiro: 1.820 saceos com assucar brao-
cc, 380 ditos com dllu tnaacavad-', 60 saetas com
algodo, 144 bhcco com toes (r'iucta) e 1 caixo
couteudo 40 kyloa de pinnas Oc ema.
Carreg. diversos.
I'aiii a da .4lfandt-gta
8KMABA DB k 7 DB ABRIL DS 1888
(Vide o Vario de 1 de Abril
\avioo a carga
Barca ing1ez% Star of China, paia o Bltico.
Barca sueca Mentor, para Bltico.
Bar.-a inglesa C larlec Cox. para Eitados-Uoidos.
Barca norueguenee Tordeiukiold para Balt:co.
Brigue allemio J. G. h'ichte, para Santos.
Brigue nacional Praxeres, Para o Porto.
Lzar ingles Adamantine, pin. Canal.
Patucho portugus Kictoria, para Lisboa.
Patacbo norueguensu Fervt, par Estados-Unidos.
Patacho nacional Pno /, para Porto-Alegre
Vapor ingles Rydal Watter. P<-.r. L'verpojl.
Vapor Hustriaco Zichy, para Kna lo -Uaid< e.
\hv os descarga
Barca noruegoens' Honor, ca vo.
Barca norueguenee Tordtutkyold. carvo.
Burea ingieat MUfori, cirvu
Barca noruega Fortuna carve.
Burea noruegu u.- Mjire, in.dc-ra.
Barca norU"guen3i' Un on, carvfi 1.
Barca diuamirqu'.'Sa Attna Varpez, varios gene-
r t.
Bir a inglesa Ethel, Dacalbo.
Hngue inglez EUen Greave, carv'J.
Brigue italiau Immacul 'U, vri .s (.''eres.
?rigue norutgueuo' lAtXtk, <:,;,
Brigue nacional Praurct, vnoi gneros.
Le-ar ingles Ruina, oacalbo.
Lar inglez Corifnde, bacalbo
raiacno uacioni Hival. Xarqu-.
Patacho .-uei-o Al mina larque.
Patacno ingles Sparkling, bafalhj.
Patacho ingles Ariel, bacalho.
luiportaco
Vapor franeez Vi* de Montevilo, entrado do
Havre e Lisboa em 6 fi) corr-iit^i e consignado a
Augusto Labule, ti)itnif<-s'o :
C^rgB do UiViO
Ara (tras 10 V. lilui. a diver^oa.
BaUtaa KKJ ivn., h SuS'T K uffmann & C
li io-b 1 caixa a Guinea de HtLUbS Irmos 1 a
Nuu.a Foneeca ii C.
Camisas 1 caixaa O nf: i h'poa 1 caixo a Antoon J.. .Maia & C, 1
ordem, l a Aoolph< & r'eir^>, 1 a Mata i
Silva.
Cachimbos 1 c-.ixa a Nuues Foneeca & C.
Calvado 1 caixo a Th utas de Ci-rvalbo fj,
1 a J Beaerra 4 C, 2 u Ki-rr ira Barbosa t
G mp*nhia,
C'dra 10 Caixau ordem.
Dngaa 9 v.lumee a Francij.-o Mtnool da Silva
4 C 1 a Manori Al ves Barbosa succesaor.
Pitas 1 caixa a J.ao li ira t C.
F rrageiiB 1 caixa a A ntrim limaos & C 15
a Alb.no Silva & C, 3 a K.ritir QuimarSea
C, 1 aOiiveira B sto 4 C, 3 \V. Halliday *
C 2 onem.
Inatrameoto de msica 1 c.ixa a Emilio Robert.
lu 1 Caixa 8 Auguro Hego a C.
Lapis 1 caixa a Jo W. de Medeiros.
Lis 2 caixas a x'irand 6c houxa.
Li anlba 6 can i a A biuo Silva C.
Maoteiga 40 barril c 65 inrijs ditos ordem,
15 e 20 a Jcaqum Ftrreira do Carvalbo & C, 40
e 60 ao consignatario, 20 e 30 a J qnm Dnarte
5 u.o s & C, 25 e 60 a S>oxa Btttn Amorim 4
C 40 e 80 a Domingos Croa de C, 15 e 20 a J
P. da Costa, 10 e 10 a Paiva Valfnte & C, 15 e
15 a Joaqaim Felippe Ir Ajoiar, 10 caizas a Pai-
va Valente 4 C 1 4 ordem.
Mercadorias diversas 1 volme a Guimaraes
Bodrigoes de Almeida
8. Joo n. 51. Alexandre Rodrigues
dos Anjos
Imperial n. 302. Amaro Antonio de
Faria
Dita n. 202 Amaro Jos dos Praxeres
Via Frrea u. 24 F. 0 mesm
2* travessa de D mingos Villaca n. 14
B. Aoaetacio de tal
Imperial n. 184 Andr Affonso de
Carvalbo
Dita d. 1. O mesmo
Vidal de Negreirosn. 119. Anna Ame-
lia do Reg Barros
Dita n. 30. Auna Felicarda de Soasa e
Silva
Imperial n 256. Anna Joaquina Alvea
Pedroea
Becco do Caldeireiro o. 4 Auna Ma-
ra da Lis
Padre Nobrega n 70 A mesma
Dita n. 72. A mesma
Marques d i Herval n. 150. Antonio
Angust Ferrera Lilia
Dita u 207 O mesmo
S. Joo n 7 O meemo
Dita n. 9. O mesmo
Assampyao n. 48. Antonio de Azevedo
Villsrouea 0
Vidal de Negreiros o. 176. Dr. Anto-
nio Bruno da Silva Maia
D.ta n. 160. O mesmo
Dita n. 162 O mesan
Dita n. 158 O mesmo
Marcilio Diaa n. 112. O meemo
Imperial n. 173 O mesmo
Travessa do Peixoto n, 1. O m.Emo
Dita n. 3. O mesmo
Dita n. 5. O mesmo
Dita n. 7. O mesmo
Dita n 9. O mesmo
Dita n 11. O mestau
Dita n. 13. 0 mesm)
Travessa do F i te n. 4
Travessa do Uaa n. 12
Nogueira n. 8. Antonio Climaco
reir Temporal
Travessa do Peixoto n. 2. O m.smo
Nova de Santa Rita n. 12. Anonio
Diogo da Silva
Nogueira n. 12. O mesmo
Dita n. 4- O mesmo
Antonio Henriqu-s n. 3 O mesmo
Dita n. 5. O meemo
Dita n. 7. O mesmo
Dita l. 9 O mesmo
Lomas Valentinus n. 21 0 meemo
Diaa Cardoso u 52. O meemo
Travesea da Cabanga d. 26 A. Anto-
nio Joaqaim du Mello
Padre Nobrega n. 73. Autonio Jo3
Braio Jnior
Fiei H arique n. 13 Antonio Jos
Silva do Brasil
Vidal de Negreiros n. 86 O mesmo
Dita n. 66. O iranio
Dita n. 8 i. O rnetuio
Imperial n. 32. D. Antonio de Mi
randa C. Branco
Dita n, 201. Antonio Morcira Reda.
Dita n 101. O in> einj
Dita n. 217 O meemo
Ypirauga n. 11 O mesiiO
Travesea do Forte n. 14 O mesm,
Dita n 1. O meemo
Dila u. 3. O m< sin j
Di'a n. 5. O mesm.'
Dita n. 7. O meemo
Praia do Forte n. 2 O ui id
Dita a. 6 O memo
Dita n 14. O menm >
Dita u. 12 O ii,crino
Dita ii 10 O meemo
S. Jos n. 25. O mesmo
Domingos Tb'O'ouio n. 37. O meemo
Dita u. 41. O meaLJO
Dita n. 47. O mesmo
Dita n. 49. O meemo
Coronel Sussuiia n. 225 O mesmo
Dita n. 227. O in amo
2* travesea de D iu>i igoe VilUc* n. 6
Mo-
174301
214928
94888
154450
94888
74416
244721
514604
38/119
144059
94888
144832
14J83
144832
134338
i4361
12J360
124360
214933
15440
124514
12483
I248
484412
15445H
64590
8*024
74416
74416
64180
64180
64180
74416
74877
504601
144832
144812
17|304
19*467
13*83
14432
14483
144H32
5H4678
28*119
64180
164995
34J300
514502
284119
474896
174304
9428H
1243HO
194776
144832
124460
04601
204601
44488
394141
44945
1448)2
94888
94888
12436D
29*355
284H9
214938
194167
3t,490l
74416
74416
Pedro Cav
Irmos & ., 12 m O.mes Matt..a Ir.ooe, 13 a
Guimaies Cardozo 4 O. 2 a Francisco Launa *
C, 4 a W. Haliid iy & C, 2 a Nuues Fons-ca &
C, 3 a Mu.....1 ColiaC'i & C, 1 a Mancel J.aqu'u
Rib-iro, 4 a Sa /ar 4 0,1 a Netto Campos *
O, 5 a Antioio Duarte Carneiro Viaona 2 a J
Coimbra & O, 12 a Prente Vianna C, 7 a R
de Drueina 4 C, 3 ordem, 2 a Antonio Jo-
Maia & C.
Obieetos par chapeos de sol 1 caixa
Pereira de nina ce
Pirfamaria8 2 caias a Joo Ferreira 4
a Nunea Fouseca 4 C 1 a Manoel Collag 1
Pedros de logo 4 caixas a Frrreia liuno .
4 U.
Papel 4 i-aixas ordem, dito de impreeeo 2
csixas a Joe Nogueira de Sousa.
Qneijos caixas ordem, 1 a G mcalves Ri-
sa 4 Fernn le, 10 a Bouza Baato Amorur 4 O.
10 a Brow is 22 a Joaqaim F rreirle Carvalbo & C, 11 a
Domingos Crus 4 C,'8 a Fernaudea & Irmos, 11
a Domingos Perrera da Silva 4 O
Tinta 1 cana a G Laport 4 C.
Tecidoa divereos 9 vdumes ordem, 1 a An-
drade L>pes 4 C. 9 a Machado 4 P< reir, 1 a
Albino Amorim 4 C-, 7 a Luic Antonio Sequeira,
1 a Silveira C, la Francisco Gurgel & Ir-
mo, 3 a G .ngalves Irmao Santos de Asevedo 4 C-, 6 a Rodrigues Lima 4 C, 5 a
D. P. Wild, 12 a Berott 4 0,1 a Cramer Ft.j
4 C, i a Bento 4 C, 1 a Ointo Jardim 4 C
Vidroa 8 caixas ordem, 1 a Salasar C, 1 a
Manoel Collado 4 C
Carga de Lnboa
Aaeite de 0 iv.ia 30 caixas a Francisco Ribairo
Pinto Gaimares 4 C, 15 ordem, 6 a Fernn-
des 4 Irma 'S
Ceblas 5i caixas a Siva Guimaraes 4 C.
C nfeitos 1 caixa a Amorim Irmos & C.
Cnntaria 22 caixas a H-mrique Bernardo de
Odveira.
Drogas 17 vo'uao s a Fraocieo Manoel da Suva
* C.
Doces 1 caixa a M >rtins Cardoso & C
Figos 2 can a a Joaquim Felippe 4 Aguiar.
Folhas oe louro 3 lardos a Giiobaies Rocha 4
C.
Farello 203 saceos a Joaquim di Silva Ciruciro.
L n^o* de linho 1 caixa a Silva Guimar C.
Mercurio 3 caixaa a Ferreira & Irmao.
I^asaaa 8n*i*da '' Guimsi s Rocha 4 C.
QmJios 4 c \ ii c(,i des. J. de Sonsa
8anu Rusa.
H .ilbas 2 saceos a Sosres do Amaral & lu," s.
Vinagre 1 barril a Heurique Bernardo de Ol
ve.ra.
Vinbo 2 pip a a Cunba Irmos & Cv 50 a Fer-
naiides da Cis'a 4 C, 6 Costa Lima o C, 25 i
25 birria a Antonia Mara da Silva, 13 e 80 a
So'iza Basto Amorim V C, 10 e 45 a Domingos
Alvea Malheus, 25 barra a Antonio Fernaudea
Lima, 5 a A. Ribeiro da C. Oliveira, 30 a O. F.
lavares, 4a C uto Saot. 8 4 C, 6 a Caetano da
Silva Pnsalo, 25 a Auto no Oliveira Maia, 20 a
Joaquim da Sllfa Cir. eiro
l-j:vprtn eacira 5 i>a abbIl oa 1HH8
Cara o exterior
No vapor mg'ez Rydal Waller, earregou :
P.ra Liverpol, J. 11. li.iw ll 550 aaccas com
40,007 kil.a de ..Igidfto
No lugar ingle .Id imantine, carreearam :
Para Liverpo il, P Carn-iro a C. 100 sacaos
com 7 8 0 kilos de aseuear mascavudo.
Para Canal, J. Borgrs 3,000 saceos com 225,0 0
kilos de aseuear mascavado.
Na barca iDgiea Charles Cox, carrega
ram :
Para Canal, N. 1 Lusline 5,000 saceos com
375 000 kilos de as-ucar mascavado*
Paia New-York, F Casco 4 Filbo 1,646 taceos
com 61,907 kilos de assucar mascavado.
Nj Wpor amricano Advance, carrega-
ram :
Para New-York, H Nuesch 4 C. 1,200 pelles
de cabra ; Arihor de Araujo 100 saceos eom 7,6 kilos de bagos denamoua e 2 barricas com 152
kilos de borracha ; r' L Borle 3 barricas com 130
kilos de borracha.
No vapor austraco Zichy, carregon :
Para Hull, C. P. de Lmoa 200,000 kilos de
carocos do algodo.
Para o interior
No patacho nacional Pinto I', carrega-
ram :
Para Porto-Alegr J L de Aievedo 1,000 co-
cos, fructa
A. O meemo
Travessa do Gcmes n. 2. O mesmj
Dita n. 4, O mesmo
Travessa do Rris n. 2, O mesmo
Dita n. 4. O mesmo
Diti n. 6. O mesmo
Dita n. 8. O mesmo
Dita n. 10. O mesmo
Dita n. 12. O mesmo
Dita n. 14 O mesmo
Imperial n. 219, O mesmo
Dita n. 221. O mesmo
Dita n. 264. O meemo
Dita n. 226. O mesmo
Dita n. 263.- O mesmo
Dita n. 270 O oveamo
Dita a. 272. O mesmo
Dita n. 282. O mesmo
Dita n. 246 O mesmo
Vidal de N'greiroe n. 202. O mesmo
Dita n. 204. O meemo
Uita n. 50. O mesmo
Paire Nobrega n. 3. O meemo
Jardim n 2. Antonio de Oliveira e
Silva utro
Travessa do becco da ra Nova de San-
ta Rita n. 1. Antonio de Padua da
Foneeca Bank) e outro
Dita n. 3. Os id i amos
Dita n. 5. Os meemos
Dita n. 7. Os meemo
Dita n. 'J. Oa me?uics
D.tu n. 11. Os meemos
S. Joao ii. 31. Autonio
cunte de Albuquerquo
Coronel huassumup. 162. Antonio'Va-
leotim da Silva Barroca
Uita o. 164 O mexmo
Das Cardoso n. 86. Augusto Cvriaco
de Oliveira Vascooeeilos B.
Ypiranga n. 4. Aureliuno da Cruz Mu-
s (18)
Ra do Forte n. 3 Azevedo & C.
24 de Malo n. 37. Baltbasar Borges
da Silva Villar
Pescador) 8 n. 4 Baio de Una
8. J s n. 35. O mesm
Luis de Meudonc* n. 12. Barbara
Francisca do Reg
8. Jote n. 47 Baronesa de Cimbrea
Dita n. :6 Bartbo'omeu Francisco de
Souza
Travessa da Pocioho n. 43. O mesmo
Dita n. 35 O meemo
Dita n. 87. O mesmo
Dita n. 39 O mesmo
Dita n. 41 O meemo
Via-Frrea n 25. Bellarmino Florindo
A. Pealuna
Vidal de Negreiros n. 58. Bento Eleu
trio de Souza Caetio
Trave-eado taldereiro n 1 Benedic-
to Joe Duarte Scdriin
(Contiai
Pa brica de f i a v a o c h- ci-
dos deP'rnambuco
Pedc-ge aoe Sre. accin etas qu." anda nao reee-
berum o dividendo do ultimo semestre lindo < in 31
de D. 2i n tro prox'mo paseado, o favor de virem
receberno eecriptorio de Silva Guimaraes 4 C.
n. 5, 1* andar.
Companlna de Seguros
9*838
94888
94888
74416
74416
64180
64180
64180
64180
64180
124360
18*540
22449
124360
9a" 888
94888
14*83
144832
144832
194776
144832
464660
134596
224249
94888
1
1
14360
124360
134596
164120
4U9
284U9
284119
104030
2064010
24133
194776
244721
94888
214938
94888
12436')
124514
124514
124514
i4514
44945
284H9
74116
IJDBMNISADORA
00wtratdit U Sftqpm
MARTIMOS E TERRe STRES
Estabeleclda tui 18S.
CAPITAL 1,000:0001
SINISTROS PAGOS
At Bl de Dezembrc m ISBA
Haritimos..... 1,H0:00$000
Terrestres..... 3,6:000$000
44Ra (o Co.nmercio44
Companljia he Seguros
CONTRA 7350
NORTHERN
de Londres e Aberdeen
Posigao financeira CDczembro de 1885)
Capital subscripto 3.000,000
Fundos aonamularlo8 3.134,343
Recelta aauu.il:
De premios contra fi'gr 577,330
Di premios sobre vi las 191,000
Dio juros 132,000
0 i IGENTE,
John H Boxwell.
SEGUROS
MARTIMOS CONTRA FOfiO
Companhia Phenlx Per-
nambncana
RUADO COMMERCIO N. 26, 1" ANDAR
London k Brasilian Bank
Limited
Ra do Commercio n. 32
Saces por lodos os vapores sobre as cai-
xas do mesmo banco em Portugal, sendo
em Lisboa, ra dos O^pelliatas n. 75. No
Porto, ra dos Iogl.Z(.8.
gtiuitjuia* u %t\
AGENTE
Migurl Jos AIvcs
N 9 llu U.iiii Je. ll 3
SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES
Nesies ltimos seguros m unici companhia n-srH
prscu.que conced' aos Srs. segurados isempcao de
pagamento de piemio em cada stimo anno, o que
equivale ao descont aunual de cerca de 15 por
i-iit'o en f .vor d.>8 SPeciraLis.
. N.. faiste naciouai D. Julia, carregou :
Pora Aracaiy, G. de Briiu '0 garraloes con
240 liiros d geiir.bra.
- Nj v-por Dscionai Pard, carregaram :
' Para Rio de Janriro, M. t.unba 800 saceos com
18.000 kilos de assucnr oranco ; S GT. de Bnw
120 saceos com 8 99(1 kilos ce assucar branco e 80
ditos com 4 800 .no- de dito raxacavado
. No Vapjt aui.-icauj Adoance, carrega-
ram :
Fura.rV, ^. \j ,; t:,rn lo 150 Vjluoies com
.92'-kuos Ue a..sue r hranco ; K A. de Asi-Vedo
iOO b^incal'com 6, il kilos de a3sucar branC' ;
8. da ost M .mr a.'O barricas com 9,414
kdN de atsuc- r bmura ; t C. Beitro 4 Irui?o
Jf> barricns com 4,003 ki e 3 0 ntab com 12,2Utftiitafi de dito branco ; Fer
naudra 4 Irmo 8 caiona e iu> 960 kiloa de doce.
No Vapor naei'onai Jacuhype, carregaram :
Para Ce.uA, P. A de^tsevedo 50 saccoi com
3,760 kilo* de aaancar branco ; Amorim Irmoa
4 U 10 barrioaa Kjta l.UOO kioa de Sebo.
No vaporcranricuo Pinance, carregaram:
Para Santos, V da Silveira 105 saceos aom
6,30 kilos de assuear mascavado ; F. Viaira 612
-accos com 36 720 klos de assuear branco e 1,388
dit.a com 83,280 ditos de diio mascavado P.
Piutj 4 U 25 pipo e 10 I barrio com 21,600 litros
de aguarde.ite
No vapor francs Ville de Muntevidio, car-
regaram :
Para Santos, P Carneiro & C. 1,800 saceos gom
108,000 kilos de aaajcar branco.
No vapor nscioual Mundos, carregaram :
Para M*no9, P. Ferreira & C. 25 barra com
2,400 litros de aguardeot< ; K Pinto ct C 40 bar-
ra com 3,810 litros de agurdente ; F. V de Ase-
vedo i pipas com 960 lilr.s de agurdente e 10
barricas eom 418 kilos de assucar branco
Para Para, T. de Azevedo S com 14,806 kilos de assucar branco ; J. L. da Sil
va Oiiv.'ira 20 barricas com 1,350 kilos do assu-
car refinado ; F. A. de Asevedo 300 oarricas com
18,564 kils de assucar branco ; A Oliveira & C
3 barricas com 200 kilos de doce.
Para Maranho, Maia 4 Resende 50 barricas
com 4,950 kilos de assucar banco.
Na barcaca i. S exidade, carregou :
Para -VIaBiaogu..pe, A iiarooaa 2 barricas com
150 kilos de assacar branco.
Na birc Para Macao, H Luudgn i 4 C. 4 barricas com
379 kilos de assucar retinado e i ditas e.m 23U
ditos de dito branco.
Seguros contra Fogo
EST; 1803
Edificios e mercadorias
Taixas baixas
Prompto pagamento de prejuizos
CAPITAL
lis. ,OOu:00 l(i#
aobstb?
asswNB % s
N. b-KUA DO COM MURCIO -N. 5
Norte Bristti k Mercaotile
I_/CSiA7 ci. J* >^fi>vJL>
9:OOO.OOi de libras sterlinsa
A n, 5* t t E 5?
AdaniNon Howfe C.
em c-fti rio
SR. N J. LID'TONi:
10 Ra do Commercio" 10
-OSISA FD6-0
Til Lierpoal k Limoi k M
UT3TJHA1TC3 compactt
Blackburii, .Vedliam i 'i
Ra do Commercio n. S
Mercado Uuuieipal de 9
v> i..ivnjifiiii: ai-sil- liiTi-Htr- m da 5
fio aegnnte :
(nuaraiii :
37 bois pesando 4 S9I knos, sendo de Olivei-
ra Catiro 4 (;.. 2J Je I-, 3 de 2 e 10 de
particulares
323 kilos le p*ixe >X ,ie
10 ~aras de Unotia a '-m reie
11 ditas de In.c'aa diversas a
"4(Mi r(i
12 'aboleir a '(H* r^ir
15 Suinoa a 'Vi ruta
15 M;tut 3 co le.:iiii- a 200
_ra
f'ram c'cuoad^s :
25 columnas 600 ria
1 Escriptnrios
19 comparnuientos de iarinba
500 ris.
20 ditos d- xsaMa a 5Mf1 r*is
91 ditos de lOiruuiea a 4 17 dit-.d de euiuoa a 7 0 .ia
10 ditos de ii-cjsni.is a 600 ris
10 tainos a >l
1 ditos sil
A Oliveira Castro 4 C.;
los
de Abril
61460
2*000
323iX)
2*400
3*000
3*0)0
15*000
3ou
9*500
10*000
36*400
11*900
6*000
20*000
1*000
EMPREZA DO (iAZ
Pede-se aos Seaho-
res coDsummidoi'es que
queiram (azer qualquer
comunicacao ou recla-
macao, seja esta feita no
escriptorio desta empre-
za na do mperador n
29, oi.de taiubem se re-
cebera qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrad jr.es
externos sao os Senhores
Hermillo Francisco Ro-
Jrigues Freir e Manoel
Antonio da Silva Oli-
veira, e guando or pre-
ciso o 5r. /Vnionio Mar-
ins Carvalbo.
Todos os recibos
desta emprezadevero
serpassado em taloes
rarinibados e firmados
pelo gerente sem o que
nao terao valor alg-u.u.
George Windsor,
Gerente
V. do Muntserrate..
Ville de Montevideo
Z.cby.............
A' ordem.
Augusto Labille 4 C.
J bastn Pater H C.
51 talhos a 1*
llendimonto des das 1 4
reotD
54*lKX
io cor-
184*260
772*90J
957*16J
tinii< i- o
BBCBBIDO
Pelo vap. amer, Alvanct, de Santos, para :
Martina Piusa C. 1.000*000
Readlsneatos publieosi
Eeada era:
Uo dia 2 a 5
IJ-. m e 6
ua na abbil
ifandeya
151:4564460
40:566*516
foi arrecadado litjuilc at uoje
Precos do da :
Cania verde de 210 .. 10) cia < kilo
Carneiro de 720 a 800 ris idem.
Saino* de 560 a 640 ria idem
K ai iuha do 0 ) a 24 I 'i= -,'iiia
rliljio de 240 a 28 i res id< m
.-Vijo de 5 .0 a 900 ris idtm.
Ha.ul-' uro publico
Forain antidas i, olsradjtiro da Cabanga 77
reiea para o consamo do dia do boje.
Sendo: 57 rezes pec:p::iv>ure*a OliveiraCas'r
ta C e 20 a diversos.
O signal indica ter a emlmrcacSo sabido.
Vaporea* entrar
HEZ DE ABBIL
Sal........... Mandos........... boje
Europa...... J' hn Eider........ 9
Sol........... Ville de Pernambuco. 11
Sul.......... Buenos-.4 vri....... 11
12
13
14
14
14
15
15
16
19
23
26
28
29
29
Ncw-Yoik .... Maranhense........
Norte......... Espirito Santo.....
Europa...... La Plata..........
1..virpo I..... Edictor...........
Sul......... Tamar.............
amburgo .. Pernambuco.......
Europa....... I7i7/e de Maranho .
Sol........... Pernambuco.......
Sul... ...*... C-ngo............
Norte......... Maranho.........
Sul........... Para..............
Europa....... Taus.............
8ul........... Neva.............
Liverpool..... A uthor............
Vapores ab ir
HEZ DB AB11II.
Santos e esc Pinance..........boje a 12 h.
Est.-Uuidoa. Advance...........bo3 s 2 b.
Norte....... Manaus...........h j* s 5 h.
Maranho... Jacuhype........hojeas5 b.
VU e de Montevideo 8 s 11 b.
John Eider........ 9 1 h.
5 Francisco....... 10 s 5 b.
Buenos Ayres...... 11 s 12h.
Pilis d- Vernambuco 12 s 2 h.
Espirito Santo..... 14 s 5 b.
La Plata.......... 14 alfa.
3"amar............ 14 s 2 b.
Ville de Maranho.. 16 s 4 b.
Pernambuco....... 17
X. Ja pwr a i!
Do di.-. 2 a 5
Idea -le 6
17.057*706
4 976'6:!7
Sjmm-. total
s-eco da Alfandega,
192:0224976
22.0341343
214:057*3'9
6 de Abril
Segunda
de 1888. m .
O tbeaoureiroFlorencw Donvnques
O cfce-rc da se^cao Cicero B. de Mello.
Rerebedorla (eral
; da 2 a 5 3:417*320
dem rfe 6 2:833*030
6:250*350
ecenealari*) provincial
Do di 2 a 5 2:347*086
idau d* 6 446*259
e dia 2 a ?
dem da 6
Irrito Uraistase
4:995*758
269*654
2:793>345
5:265*412
Ginbareacle ras no orlo
em ti tle Abril
'WACIONAUI
navios (.''is- ion atar ios
Giqui............ Companhia Pernambueana.
Ip juca........... Compinbia Peiuambucana,
Jaguaribe........ (vimpanhia ^ernambncana.
Jacubvpu......... C m.p-iiihia Pernnmbucana.
Lusitano........... Maia 4 iiezende.
Praseres.......... Amorim Irmos & C.
Pinto 1........... Peroira Oirneiro & C.
Rival ............ A'ii rim Irmis 4 C.
S. Francisco.'...... Companhia Pernambacana.
ESTKANUE1KAS
NAVIOS CONSIGNATARIOS
Adauaatiae....... BUckbui u Needhan.
Almina........... P<-rcir Carneo 4 C
Ariel............. Blackburn Needhan 4 C.
Anna Casper...... Fonsca Irmos & C.
* Axel........... A'orden.
A'ivauce.......... euiy Fi ster &c C.
Al^ir............. Pernra Carneiro & C.
Cn res Coi....... \. I. Lidstooe 4 C.
Corisande......... Jofaastoa Pater 4 C.
Ceres............. Cyo 4 Filho.
* Ellen (ireaves ... Wilsuq Soaa & C.
Ethel...:......... Bliekburn Needbao 4 C.
Frits............. H rmiin Lundgrio & C
Ferm............ Ba|tr Oliveira 4 C.
Fortuna........... Via-ferrea de Caxang
Fin-ince........... Heury Forster 4 C.
* Onstav........ A' ordem.
Honor............ A' ordem.
Hirriet........... N. J. Li listone & C.
H. R. Q. Senies.... Hermann Lnndgrin 4 C.
H. Burle 4 C.
Pe eir Caraeiro 4 C
A' sedea.
.1 bnst.in Pater 4 C.
Heory Forster & C.
Blackburn Needhan 4 C.
C. mpanhia Teipgraphica.
Aigoste Labille 4 C.
lilackbnraNeedoE C.
J. II. B.xwell.
A' cidom
11: rma A' ordem.
Wilsoa Sons 4 C.
Wilson Sons 4 C
Amorinj Irmioi4 C.
Santos e esc.
Valparaso ..
Bliia e esc .
Hainburgo ..
Havre e esc. .
Sul.........
Buen -s Ayres
S itihamptou.
Buenos Ayres
Norte.......
Bordeam ...
Sul.........
Norte......
Bu-noa Ayres
Southampton.
Congo......
Maranho..,
Para.......
Tagus......
iVetw.......
i9s
24 s
27 s
28 s
29
5 b.
3 h.
5 b.
6 h.
2 b.
1 h.
Immaculata
J.O. Fichte----------
Leetch............
Mentor..........
Mitford..........
Nelly.............
Norseman.......
Orator............
Bosina............
Ridal Walter......
Star of China......
Sendeoanden ......
Sparkling Qlanc...
Tordeoskyold......
Union...........
Victoria ..........
\avio ciilrar
Anrorita......... Ki d Janeiro.
Abel............ Cardiff.
Brio.............. Rio Orande do Su1.
Bridesmaid........ Sw insea.
Cbrietan -criver .. Rio de Jaueiro.
(i. C. Stanford..... New-York.
Henrik Verg-Und.. Rio Grande do Sol.
H' ru d .......... Rio Orando do Sal-
Helena ........... Hamburgo.
Henriqut.......... Rio Graude do Sul.
Martba Percival ." Cardiff.
or.............. Rio de Janeiro.
Perso vi rant........ Liverpool
Movliueiil do porto
Navios entrados no dia 6 de Abril
New-Yoik25 e 1/2 das, vap >r americano Finan-
ce, de 1.919 tuneinliB, cquipig m 62, comman-
dant- E C. Bak r, carg varios gneros ; a
Henry Forster 4 C
Rio de Janeiro e escala- 6 i;as, vapor amerieaao
Advance, de 1.912 toneladas, equipagern 66, com-
mandante G. Crow :ll, carga vari >s gneros ; a
H-niy Forster 4 0.
Babia36 horas, vap;r ingii Norseman, de 826
toneladas, equipagern 56, eo nui n lauta W. La-
cy, carga varios gneros ; m.'sma compa-
nhia.
Rio Orande do Sal31 da*, lar kollandez H.
R. Lernhus Snior, de 237 toneladas, eqnipt-
gem 8, capit A. de Jongb, em lastro ; a H.
Lundgrio t C
Havre e escala19 das, vapor francs VtUede
Montevideo, de 1,555 toneladas, equipagern, 36,
como mdante A. Viel, carga varios gneros; a
Angoste Labille. .^ .
Parabyba1 dia, hyate braaileiro 6'ano Ambrosio,
da 40 tonelada equipagern 41, mestre Joaquim
R Americano, em lastro de areia; a Paiva Va-
lente iJ.
Saludos no mesmo da
MaraoboVapor ingles Norseman, commandante
W. Lacy; carga fio tele.;raphieo.
BarbadosBrigue ing'es Ellen Greaves, capitio B.
Priichvd; em lastro.
Rio Grande do NorteLugar allemo Axel, capi-
tao I. Ganstedt; em lastro de podra.
Rio Grande do NortePatacho allemao Gtutav,
capitn J. Oblsein ; em lastro de pedra.

ILEBfirT
(

"
:
I




> V


^ftttfHinH|
-

\
-.
Diario de PernambucuSabbado 7 de Abril de 1888
MARiTIHOS
Paciflc Steam forig.uoBUqi.)
STRAITS OF MAGELLAN LINE
Paquete John Eider
' esperado da
Europa at o da
9 de Abril, e se
uir depois da
Jemora do oostu-
me para Valparai.-o com escala por
Baha, Rio de Janeiro e Monte
?Ideo
Para carga, passsgeiros, enccmmendas e nhdei-
ro a frete, tratase con os
AGENTES
Wllson ons ** 13., Limited
N. 14 RA DO COMMERCIO-N. 14
ROM M4IL STEF PA KET
COIPJUIY
Vapor La Plata
Espera-sc da Europa at o
dia 14 de Abril e seguixdo
depois da dt mera do costumt
para
Bahia, Itio de Janeiro Monte
video e BnenoM Ayres
O paquete Tamar
esperado do
' 8ul! o din 14 do
Mirante e seguir
.lpois dadem'irii
nei'essaria par
. cente, Lisboa, Vlgoe Sou
thaupton
Reducidlo de passagens
Ida Ida e volto
A Poutbbiupton 1 ciaa-. *<8 t 12
A' Lisboi 1 class.' 20 30
Camarotes resi-rvadjs pira os pasmgeiros de
Pernambneo.
Para paraguas, frutee, te, tracta-se o
AGENTES
Aiiiorim Irmos &C.
N. 3- RIJA DO BOM JESS H. 3
loUrtKUlI PKKAMtVCaXA
TKavegaco costelia por vapor
HURTOS DO NORTE
t~arahy', Natal, Mocdu, Moxmr, Ara
caty. Cear, Atarahu, Camossim e Ma-
ranhdo.
0 vapor Jacuhype
Coniuandante Esteves
riegue ao dia 1 de
Abrii, ta 5 hor*r
da tarde. Recer*
carpa at o dia 6
Encomoicnda pa8SAipns e rtinh'';se reti' at
s 3 horas da tai Je do da da sabida.
ESCRIPTORIO
Caes da C^npanki-a Per^ambnr/ma
u. V
COHPA til!

.Vavegaco Cosiclra por Vapor
Fernando de Xoronba
1 f vapor Jaguaribe
CouiuibDiiaDe AJ.'iit ii.i
Segu no dia 10 da
Marco pelas 12 bo-
- ras da manha.
Recebe carga at o
_ldia 9.
Passag<.uS at as 10 Dras da manh do dia da
sabida.
ESCW10EUU
C*ae da Companhla Pera>aa*jaj-
eana n. i *_______
(UHPiMIIt PEHAMBUCA MA
IK
ftavegaco Co*tcir.* PORTOS DO SUL
Macei, i enedo,Aracaj e Bahia
0 vapor S. Francisco
Commandante Pereira
Segu no dia 10 de
Abril as 5 horas da
-tarde.
Recebe carga tl o
_ldia 9.
Eucoaimondas, pasaageus e dinbeiros fr< te bt
4 8 horas da (urde do dia 10.
ESCRIPTORIO
Ao Caetda Companhia Pamambuenna
n. l'
Ctnpai ha Bradlelra de Xavc
sarao a Vapor
(RTOS DO SUL
PORTOS DO NORTE
0 vapor Manos
Commandante 1 temnte Ouilherme
\Naddington
E' esperado dos portos do sul at
o dia 7 de Abril, e seguir
depois da demora iudispensavel,
para 03 portas do norte at Ma-
nos. ,
As eucommsodas sao receb.das na agenea at
hora da tarde do dia da sabida.
Para carga, passagens encommendas e valores
Para o Para
Com destino ao porto cima seguir brevemente
a b"arca h.spanh la Virgem Momerrat ; para a
carga qne Ihe filta tratase c. U> os consignatarios
Jos da Silva Loyo A Pilho.________________
Para o Porto
Pattcho portugus Victoria e brigue brssilciro
Prateret, recebe m carga frete directamente ao
Porto: tratar com Aaionin limos & C.
Porto e 1 ioa
Para os portos cima, seguir brevemen'e
barca portuguesa Certt \ para o resto^ da carga,
trata se com os ons'gnatorios Jos da Silva Loyo
& Fi ho
LEiLtffi!
O de xoveis, 1- uch, vHros, electro-plata e 1
piano, anounciado p r infervencao do agente Pin-
to, para'hoje 6 dj ecrrrnte, duve ter logar no 2
andar do sobrado di ra N va n. 58
Sabbado 1, o di- 200 calas coro massas ara-
riadas.
2- tei
DE
Age
E DIOS
nte BriLlo
Deum sobrado de 2 andares cum unu casa ter-
rea notando, com a frente sota t risa da Eestan
racac, srvindo do baec. etfsrta ~. !*;!XlO00,
reodeado Indo _:iv'lfc.
Urna casa teirea ra da Assump(o n. 26, ren-
dendo 18<01.
Urna Casa terrea ra de Antonio Henrique
n. 13 e urna oulra tambria lerrea meema ra
n. l&, s rvindj de b se asiff rtas ibtidas.
Sabbad i 7 do correnta
A's 11 horas
Ra d.. R-iDgel n. 48
iC:la
De 200 caixas irom raassis avaluadas
Sabbado 7 do corrente
A's 11 hor-i
NO AR\[\ZEM DO SR. ASNES DEFRONTE
DA ALFANDEGA
O agente Pinto, ->or int rvenco e etr prsenos
do Sr. cosiil da Italia e p >r 0>ata e risco de
qoem pertencer, levar a li lio 200 canas com
maesas avariariadns, existentes no armasem do
>r. Aones em frente da Alfandega.
De 70 naix -a com batatas fran ezaa
SABBADO, 7 DO CORRENTE
A'S 11 H)UAS
o armazem unes
l/M
De um lindo cofr- do ferro prova de fogo, ecm
cbave de segredo, 6 malas para viagem.
Uina vitrina grande eovidra^ada.
Urna mesa eom armaiii e ama earteira.
Urna estante para livros e muitos ontros mo-
vis.
Sabbado 7 do corrente
A's 11 horas
Agente Pinto
Ra Mrquez de Olinda n. 52
Em confinuaeSo
48 latas com uianteiga e 24 caix ctm massas
novas.
Leilo
De feebaduras, par(uzoa, f-rrolhos c pe-
neiraP avariadaS
Sabbado 7 do corrente
A's 11 horas
O AGENTE PINTO l-vr a leilo por centa
n risco de quem pertencer os objectos cima men-
cionados, constando de duas caixas marca R- &S
os. 1 e 4, vindus de NeW-Yjik no vapor Finantx.
mirado a 31 de Janeiro do corrente anco, isto s
11 horas do dia 7, ni iroiiem da roa Marques
de Olinda a. 52,' por ocensio do leilo de massas
avariadas.
Vapores nacionaes
EMPREZA NORTE E JUL
Rio de Janeiro, Santos, Rio
Grande do Sul, Pelotas e Por
fo Alegre.
0 vapor Arlindo
Espera-se ho dia
13 rio corrente
dos portos aeima
e seguir depois
la demoia docos-
tuirc parees mes-
nos portus ac>mi indicados.
Recebe car^a, ence mmendas e passageiros para
os mesmas port .a : a tn.tar co
PERElllA CAIliNElllO C.
N. 6.RA DO COMMEROIO N. 6
V ar.dar
CaARfiElRS mw&
-ompnnhln Fran'eexa de ?ia*v%*
cao a Vapor
T.it)Ka quinzen lI antro o H.vre, Lis-
boa, Pemambuco, B.nhia, Rio de Janeiro e
Santos
0 nm Mi iie HaranbuO
Commandante Brant
K' sperado da Europa
at lia 15 de Abril, Re-
gulado depois da indispen
savel demora para a Ba-
ina. alo de Janeiro
' e Knnio*.
Roga-se aoe 8rs. importadores de carga p?l Taporas desta linha,aueiram apresentar dentro de 6
das a contar do da descarga das alvarengi. jal-
qoer reclamacao concernente a volume*, que po-
?tm a tenham seguido para os portos do snl,afii>
de se poderetn dar a tempo as providencias necea-
Leilo
De 1 espelho grande oval, vidro bissot, diversas
prcas de algnduzinbo do Ro de Janeiro, presun-
tos de fiambre, garrafes c- a eevadinba, t, albas,
colch .9,redej,pHnoos di- crochet, par cadeira, miu
desaa, movis, pianos, loucas, porcelanas, vidns.
jarrea, tspelbos, qnadres, eufres, carteiras, candi-
eiros para gas kerosene e tnuit 8 outres obej-ctos.
Segunda feira 9 do corrente
A's 11 h iras
No armazem ra Mrquez de Olinda
n. 19
Por intervergao do agente
Gusmo
tJ, I carro victoria Mylord com 8 molas,
selins, bancos do. jarJim, vacos tourinas,
cachorros e p^ssiros.
sexta-fe ira, 13 do corrente
No palucete da rui do 13 ir A o de S. Borja
n. 53
Aiibn:
' rimtirtt indar
Salo de visita
Urna linda mobilia de Jacaranda, 6 lindos espe-
taos doarados, 12 lances e cortinados, tapetes para
sotac portas, almofadas, figu-asde brnze, lustre
a gas com 8 ou 16 bicos, tapetes forro do salas e
inertes.
Um piano forte de Ersrd, cadeiras para piano,
estante para msica e l caixa de masiea. .
Qo artos
Tapetes, lavatorios, esmae. guarda rcupa, mi-
modas, guarda vestidos, diwans, espelhos ovaes,
taper8. qonriros ,lnstrrs a g, marquesS s, esp-
Ibos, mesas de cama, balaks para roupa eqaadros.
Tsrraoo o corredor
Urna nnbilia dn janeo, 1 cad-iira de mola ean-
dieiro a gas, tapetes, arandelas a caz e candieiros.
Segundo andar
Sala do toiltt
UDsaJsjsbiiiH imitaco de chata), mesas redon-
das peqnona8, guarda vestidrs com portas de es-
pelhos, e'Jmmtdas.'tojhjjij^Uivatorios, almeladas,
qaadroa, 1 lustre a|gal^pets e espelhos.
Qoartos
Camas, commadas, toitets, guarda vestidos, cabi-
das, cadeiras, secretarias, candieiros, tapetes, 1
santualii, quadros e r domas. ^
Powimeno terreo
Sala de estudo
Urna mobilia de carvalho, estantes euvidraca-
das, quadros, tinteiros, porta charntos, tudo de
carvalho.
Um piano d-; Hers, 1 catante de juearand, 1
estante para msica, 2 dunoberques, 1 pndula com
2 figuras, vasos e jarros de alabastro, figuras de
bronze e 1 ctnpl-ta collecao de livros.
Escript'.ri.j
Um cofre prova de fogo, secretaria, 1 estante, 1
mesa par* escrever, 1 tinteiro, 2 itwolvers, tapetes
e escarradeiras.
Sala de jintar
D. guarda but83, 4 apnralures crin pedras,
4 ditos de canto, 4 jardmeiras, 2 quartinheiras, 6
quadro 1 lustre de crystal, 1 mesa elstica e 24
cadeiras de guarnico tudo de madeira pao setim.
Apparelhos de purcellana para cb e jantar ;
copob, cauces, gairafas,compoteiras, fructeiras ap-
parelhos dessert, garrafas com musics, e outros
0 uitos objectos de ciystal.
Electro pate
Fructeiras, apparelbo pira cb, salvas, bandei-
jas, galhetelros, purta grogue, oorta-biscoits, tin
teiros, paliteitos, serpentinas, fructeiras, licoreiros,
apparelhos para cb, tacas, colberes, garfos, con-
chas, descaDQ'is do tacas, porta gaardanapos trin
chontes, ludo-de electro-plate e christLffli.
Okjectcs avulsos
Mesas elsticas, mesas redondas, filtros, prensas,
enchinas, eeaadas de abrir, trem de jardim, bancoe
i vas'ifl de jardim, lerramentas, trem de cotinha
e muitos outros movis
Urna arinsco de amarello envidra$ada e enver-
nisada, 1 balean, vinh s de diferentes qualidadea
1 carraininchao ou viv. iro para passaros, 2 figu-
ras grandes com candieins a gaz.
Un carro novo victoiia Mylord com 8 molas e
2 selins, 2 vaccas touriuas, 7 cacb.rrus, 1 carneiro,
e diversos pasaros.
Seitafelra, 13 do corrente
Ernesto Amonm, tendo de seguir para a Euro-
pa com sua familia ns vipor do dia 12 de Abril,
fas leilo por intervenco do agente Cinto, nos dias
13 e 14 do corrente. dos movis, e mais object-s
? cima mencionad--* exietent-'" na <'a >1<> soa r<"si-
deucia ft ra do Baro de S. Borja n. 53.
A's 10 beras partir o bond que dar passagem
gratis aob concorrentes.
O le ao principiar s 10 1|2 horas em ponto
por ser. m muitos e difierentes os lotes e continua-
r at As 6 h ras da tarde.
Os pretndenos podero obter cathalogas nume-
rados em poder d > mesmo ageute.
Pedido
O agente de leiloes F. I. Pinto precisa fallar
cora o Sr. Jos A. Cesar de Vasconcelos, a quem
pede se digne comparecer em seu eseripton-, ra
do Mrquez de Olinda n. 52 ; pede igualmente a
quem conbecer este mofj se digne intorm-.i a sua
residencia para ser procurado ne.ojio desea in-
teresse.
Socio
Precisase de um que queira associar-so com o
fim de montar um fabrica de conservas de
carne, peixa e Oflttns iguarias e assim coma : li-
cores a entras quaesquer bebidas.
Este primeiro artigo ha grande consumo ueste
imperiu, priucipalmer.ie as provincias do norte.
Note se que o uuui.e.iante fabricante pratico
destes a-t'gos.
Quem prU nier daiti curta :ioata reJaeo>J com
as mo-la 8 J, T. O.
16 iOOO
Alaga-se a casa n. 16 ra da Vi-fi-rrea, eai
S. Jos, cjm 2 sslas, 2 qaartos, toto, quintal, ca-
cimba e pjr') para a travessa di via frrea,
caiada e pintada ; a chave acha se junto, n. 18, e
trata-se na roa da Guia n. u2.
Gopeifo
Precisa-se de utn criado e copeiro ; a tratar na
ra Vigario Tbenario n. 2, das li horas s 2 da
tarde.
Cosinheira*
Pncisa se de urna ama boa cieioheira ; na ra
Piimeiro de Muco n. 16.
- ---------------------------------------
Casa no labo
Vende-se urna das m-iiores casas da cidade do
Cabo, prxima ao rio : a tratar c.-m o Dr. Affonso
de*Albuqierque Mello.
Comprase
Qu;m livor pira vender urna casa terrea as
fregujziss d.- Santo Antonio ou Boa-Vit'ta, com 3
a 4 quartis a 2 salas, cosioba e qumt I, at
3:000^000 : dcixe carta eom as iniciaes A A. M.,
e as indiceos n'icessarias ri Nivi n 15
loja.
Criado
Precisa se de um rapszinho de 12 14
anuos para criado, dando fiaior sua cun-
do, ta; no 3. anJar do predio n 42 da
ra Duque de Caxias ; pir cima da typo-
qrapbin do Diario.
Mil* Cotinha
Roa da itnpcrairi/ n. 39, primeiro
nadar
Offen ce h -na cusa s-lx-nas. f-milias, especial-
meiitn fte eua scaigaa, u-. roa da Imperatriz n.
37, l'iudar, para onde madoa-se ; continis
exercer sua profisb) soas elegancia e gesto, poil
assiso os melbores jornaes de m das de Paris.
Garante promptidSo e precos razoaveis.
Vende-se
Um moinhi niv 2 torrador.'s para cat e 1
csrrocinha para carneiro, na travessa das Barrei-
ras o. 7.
ATKINSON
PERFUMARA ingleza
afamada ba n-.is de um sarulo; excede toda*
Moutraspeloavn perfume delicado c exquisito.
Tbf.z Mfd.\:has df. Ouno
PARIZ l 7% CAIXJUTTA 1881
pelasxtrn Ana -l.-'ade.
USESGI D-; WEITr liSE
STFPBAHO'!1:
e ouuoi muitoa ei i.
qualiil:.

AGDA DF
incompararol \<
Sop^nor aos pi <>s
sol) u ni
Ii*Btr-seMC'->a. ii- ..N rifMtrt
J. A E. ATKINSO*
24, Od Bond atieet, Londres.
Marca do Fatirica Urna "Rosa branca "
obre urna. Lyra do Ouro.
aIS0S DIVERSOS
A
Precisa se de urna ama de meia
cosinbar e comprar para duas pe
do C-Jionel S'.i..tsuna n. 1 "20.
T
adiiro
da Boda,
tratar na
Aluea-se o sobrado n. 46, ra
com bous commolos e muito fretav ; a
ra do Cabug n. 16, loja.
A;dga-sc casas a ttsMKs no becco dos Coi
h ie. unto de A. finnc"'<"' trtjr na ruad
mperatris 'i 7
Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 73
roa do Rangel, com auito bous commodos t
muito fresco, tendo a vantag-m de estar prximo
ao mercado publico ; a tratar na roa do Cabug,
loja n. 16.
= Precisa- se de um prjfessora j idosa, que
sai bu a hngua portugus* e bem assim a francesa
em seas rudimentos, pura lecciooar em um enge-
nho da freguesia deJabaatSo, distante 2 1|2 le-
goas da esuco ; a tratar us roa do Imperador
n. 81, das 11 s 4 horas.____________________
AMA Precisa-se de ama, para cosinbar,
par casa de pequea Kmilia ; a tratar Da rna
Duque de Cixias n. 54, loju-
PrecisH-ee de urna ama par c siobar, P*ra
pequea familia ; na ra da Matriz da Boa-Vista
numero 3
Arrenda se o siiio das Jaquei/as, com grande
casa de vive ida, arborisad i e c reado ; a tratar
no mesmo sitio ou ua do Conde da B...-Vista uu-
nsero 9.
IMi Precisa-e de um, pira eosinhar
para pequea familia ; na roa Oireita n. 64, se
gundo andar. ________
Alagase por"l8OOOTcT aa terrea n 1%
toa Imperial, cm. e*j>4lenl,S commodos e est
limpa ; para ver, as chaves ettao no estabo'eci
muto do Sr. Soares, e trata-so na ra do pilar
nunvro 56.
Piecisa se de um
M> reo n. 13, andar.
criado ; na ra 24 do
Espirado o referido prasa a companboa n se
remonaabilisa por extravos.
Para carga, patsagens, encommendu e dinheirc
a frete : trata -se com o
AGENT
Aligse bbille
9RA DO COMMERCIO-9
Da arvacSo de amarello envernigada e envidra-
cada, balancas, p-;os, medidas, canteiros, cofre,
candieiros a gas e mercaduras existentes na ta-
verna cita rus Domingos Jus Martina n. 102
(Becco Largo).
Terca-felra, lO de Abril
A's 11 horas
O agenta Ousnio, autoricado far leilo por
ecnf e t'?'"> de qaem pertencer da armac,ao e
trer a i ri.. d taverna cima mencionada.
Em aun ou a sis lotes a vontade dos c: mora-
dores .
Garante te a cssa.
Leilo
Da armar^ao, gneros e pertences da ta-
verna da rna Direita de Afogados n. 19,
em um ou mais lotes a vontade dos com-
pradores.
Terca-feira. IO do carrete
A's 11 horas
O agente Martina, tari leilo da armacao e g-
neros 'a taverna cima.
Ao correr ao snortello para liquidar
Grande e variado
Leilo
Da bons movis, finos crystaes, porcel-
lanss, quadros, jarros, electros, bronzes,
lastres a gaz, bilhar, pianos, prats do Por-
Precisase de um pardiuho ou crioalo de 12
atmoe de idade para criad i de urna familia, paga-
se bem, dando o mesmo fi-ifl r de sua coaducta ; a
tratar ni pateo da -anta Crus n. 18.
Precisa s>' de um caixeiro com prtica de
taverna; po Caminbo Novo o 143 A.
Vende-6e uma casa terrea em urna das irin
cipaes russ da fr-gu-siad. R.j .-Vista, terreao
proprin ; a tratar n < pateo do Catino, b-tiea nu-
mero 3.
SEM RIVAL
pnte viuho Maduro, puro, sem mis
proprio para mesa, acaba de ebegar
rSrm/'S depreciar asqualidades puras Jor
kqiariameule aunuuciadus, podemos garantii
toa dBuos fregueses e ao publico em geral, que c
viobo Maiuro de oossa especialidade o nico
capas de ama boa nutricio, conservando todos os
requisitos da hygiene, como oro dos principaes
faser uma digesto fcil, alimentando os glbulos
sanguneos, principaes motores da nade da huma-
nidade.
Em OBBAS DE VIME ninguem compete com-
nosco : temos
Hercon Coiieers fiutnrelra
Faqaelros
Papeleiros e balaios para roupa saja, assim
como costas para compras, Je todos os tamanhs
Em TAMANGOS DO PORTO
tambero niiigaem compete : Para hern- ns sao so-
berbus mas para senhoras sao sorprendentes.
SEMENTES NOVAS
de hortaiieas a flores, temos seropre em todos
js vapores, a escolba mais rigorosa que desejar se
soasa
na Estrella do Rosario a,
junto a igreja
Pojas Mendes X C.
Menina
Precisa-se de uma menina ae 10 15 annos de
ida", para cui'ar de uma crianza de 1 aooo ; a
tratar na roa Nova o. 15, luja de chapeos de sol.
Mdame R blt ra rlj Imperador n 44,
! andar, tendo |de retirar -se bievemente desta
cidade, offi-rece a Erran familias e ao publico
em geial sen bonit' sortimeuti de vestidos e ratas
de sed, de la eb 'rdadoa, vestido para casamen
to, camisas de Surah e d- Nanoack, chap chap linss eufeitid .8, epart.ilhos, grao te sirti-
ment de leques. metas de seda, etc., das 8 s 5
horas da tarde.
A graM Maio iricaM
Retratas pintados a oleo
Por 2oooo
Com ricaa muid oras douradas cm alto relevo, o que
ba de mais lindo para presentes ou salas da vi-
Ka loja das Ilstras azues a raa
Duque de Callas n. 1
Recebem-se encommendaa at o dia 14.
Jos Aogsto Dits
AGENTE GERAL
'-**.".
ss^a\aaBaaBssaBjBai
!
Sem dicta e sem .iiotlifi-
ca^ocs 15 costumes
Laboratorio central, ra do Visconde
Rio Braaco n. 14
Esquina a ra do Rigente Rio dt
Janeiro
Especieos preparados pelo pinar-
macealicu Eugenio Marques
de Hollanda
Approvadt s pelas juntas de hygiene d*
Corte, R- publicas do Prata Academia de
Industria d". Paris
Eilalr Restabelece es dysp- pticos, facilita as diges-
toes 8 pr-imuvo as ejeeQO'S diifiC'-is.
Viuiio de aiianmi fnrraiinaso e
quinado
Para '-6 chloro-aneinicox, debella a hypoemiii
intertropical, r^eonstitue os bydrupicos e beribe
ricos.
Xarope de flor te arnelra e mn
tamba
Mui'o rcommundado na bronchite, na bemopa
ty.o e as to-ises acudas ou ebronicas.
Oleo de icNiucliia, f^rruitlnoo e es
ca de laranjni amaras
E'o primeiro reparador da traqaesa do orga-
nismo, na fysica.
PHulaa atiie-perlodlean. preparadas
com pererlaa, quista eJaDoranily
Cura radicalmente as tebres intermitientes, 'e
mitteutes e perniciosas.
Wiako de Jurabeba imples lasa
besa rerriniliKimi, preparado*
aa vlabu de caja
Efficazes as iuflamacoes do figado e baco sgna
das oacbrooicaa.
Vlnbu touleo de cspilarlseqn'na
Applicado as couvalescencas das parturientes
tierco aute febril.
Francisco Maaosi la Sin & G
RA TO MRQUEZ DE OLINDA
FORMULA
ANGEMNO JOS DOS SAJTOS AKDRADE
Approvada pela Inspectora Geral
da Hygiene Publica do Rio de Janeiro em
20deJulhode 1887
Este depurativo de grande efficacia as molestias sypliililicas e impu-
reza do sangue. Para maior garanta da efficacia deste medicamento, publicou-
se grande numero de atlestados de alguns Srs. mdicos residentes nesta
provincia e de muitos cavalheiros que teem feito uso deste depurativo, em nu-
mero superior a 300; notando-se 50 pessots que se curaram da lerrivet beribe-
ri com este poderoso depurativo.
0 uso deste Elixir muio rtcommtndado no tralamenio ger-il as mo-
lestias das senhorase a prova esl no bom resultado que tem obtido aquellas
las Exmas. Senhoras que delle tem usado.
mxctxya oaoe xjSaA.3a
Os adultos loma rao quatro colheres^das de sopa pela manha e qualro
aoite. As cranlas de 1 a 5 annos omaro uma coIIkt p"la manha o outra
noite, e os de 5 a II. annos tomarao duas eolheres pela manha e duas noite.
Oeverao lomar banhos, fri ou memo pela manha c noite. Resguardo regular.
Enconlra-se venda na drogara dos Srs. Francisco Manoel da ilva
& C, ra do Mrquez de l linda n. 23 e phaimacia Oriental ra Eslreit do
Rosario n
DE
WOLFF& C.
m
14-fD
i
'-ri i

Veste muito onlieoido estnbelecluaea-
(o enooptr r o r^ip-ltavsl publico o iiih*
vwf luil > '. eoar.|ile rec-'eda semprr Jln claiut'dle das enetho-
res f br?ca*itj da Kurpa, e qu ? pi-imana
pelo apurado psito do mundo eleg KSeosj adereces eompletoa, lidas pulsel-
ra, alBnetes, volea depuro cruv. jadas coua
brilb tntes, ou perolas. aunis, caooletas,
botoe ? outros mullos e. t jos proprio
dctr generes.
ESFE ULIDADE
'.iu reloajio de ouro, prata e nlck.elado,
para isosss- asa, nios dos mais
acr 'iH'il fahrir*3(rt da Europa e luse>
rica.
'ara todos os a> ti vos
te a n bda qualiifade, a-.-im eomu a mod'ci*
ia--'- nos precos que sao se m competencia.
\\ ta casa iaml>> ni concerta-se quaS
quer bra de ouro ou prasa e tambera relo
i- m do (bi-p4
m
A HELHOR PERFUMARA INGLEZA
PREMIADA COM OITO MEDALHAS.
Os Perfumes The Crown" eo sammamente concentrados.,
Tanglewood. Mathlola. Rosa branca, Opopanaco,
HcUotroplo branoo, Essencla Bouqact, Floros de
jtaoeira Silvestre, novo perfume, extra concentrado.
Estes tac os melhores perfumes que e*istem. e cendem-ie en:
frteos, tapados cum rolhas prieilq/iadas.
aros de Colonia Ingleza flnlsima. Agua de Florida. P<5 Opalino para
o toucador. Dentiioio em pasta de cereja. Saboneta traneparente
ingle da melhor quaUdade. Saboneta Opalino. Sabonete ingleses
sonido da melhor qualidade. 8abonete de Alcatrao e Sabonete
Carblico. Escovas Tbe Crown para oe dentes.
Premiada com 2 Medalhas de priineira orclein na F.xposio
de Adelaide em 1887.
O catalogo Ilustrado envia-se gratis a quem o pedir. As ordens recebidas
por intenedio de cazas commerciaes de Londres serao promptamente
executadas pela
THE CROWN PERFUMERY CO.,
177, New Bond Street, 177LONDBBS.
CRAB-APPLE BLOSSOMb.
(llores de Macelra SUvestre).
nHOa.
ment excepcional, ftao obstanteibb "f*L annle Blossom'
deleitosos ambientes do campo.-l.xtracto do jornal iamv r- *
HtS^SSS^SSSe\ fSjjnca a mais subida-^g^
' Court Journal."
THE CROWN PERFUMERY C0.,
177, NEW BOND STBEET, LONPBE8.
No. 1.
>-';
Uilu ig ule e> Feruaimn : "
f \mmu r
SB-Kn k Mattiias de U iiqiit rque2o
(i Ii{;h ruJHl^s Flor^)
ii:

flEMENS KUI1LEK
SUCX ESSOR DE
Otto Sclmtider
I




'
6
Diario ae Pornamlii~Snbbado 7 de Abril de 1888
Liraria, tmimmt a togra-
JM BCIlBffll'Ja
Boa dw Imperador numero 98
Livros de jurisprudencia, direito, litteratura,
ciencia e religiio.livres para iustruecao primaria
e secundaria, livros ata branco para eseriptara-
cao commercial. tinta para copiar e para escrever,
de diversas cores, artigos para escriptorio e diver-
sos objectos de gusto e pbantaaa, pipis pintados
para forro da salas, quartoa, restauranis, etc.
Encaderna-se com prestes e segoranca, mrca-
le com ni^des cartoes de visita e imprime-ee com
perfeicao qnalquer trabalho typographico.
r^ Precos mdicos
a do imperador o. 3
Arrobe
Aluga-se barato
Rus do Bom Joans n, 47, 1 andar
Kaixa Verde n. 1 B.
Roa do Viscuodt da Itopariea 43 t'. andar.
una Viaconde de Itapanca n. 43, arcnaxem.
Ra d Boa Jesns a. 47, 2. andar.
Crath-se na ra do Coinmercio a. 6, 1* andar
esjriptorio de Stlva Gurmaraes tC______________
AInga-se barato
o 1" e 3- andares do sobrad j n. 84 roa do
Brum, el- e 2- andares do sobrado ao caes do
Apollo n 75 ; tratase na rna larga do Rosario
n. 34, pharmacia.
DE
(r
rifiBBaiolioJG.Si-
Alug
a-se
O 1- andar de n. 27 roa Vidal de Segreiros. '
O 2- n. 66 e o l* de n 18 & roa de Marcilio ias.
O terreo n. 27 e o 8- de n 3 i rna da Penba.
O terreo, 1" e 2- de n. 34 rna .estreita do
Rosario.
A ct.sa n- 1 travessa da Hora,
dem 28 ru de Nuuos Machado, no Espinbeuo,
ombons commodos.
A tratar na rna do Ilospicio, numero 33.
Approvado pela junta geral de hy-
glenc publica da eorle
' o melhor depurativo e cara todas as doencas
syphiticas da pelle, rheumatismo, bobas, ulceras,
e pm geral as que provm da impureza do angue.
Deposito em sua pharmacia e drogaras ra
larga do Rosario u. 84, Pernambuco.
Fabrico de assucar
Hacblnlsmo dos abrlcanlos Dnnca
fltenari A C. de lascow
onstruccaj da mais moderna e aperfeicoada e
de grande duracSo.
Moeada com presado bydranlica de Stewart que
d a melhor expresase c mhecida at boje.
Caldeiras com economisador, especialidade dea-
tes fabricantes.
Fornalhas para queimar o bagaco verde em di-
reitnra da moenda.
Os apparelhos de Vacuo e Triplo sio de syste-
ma moderno como ambem as turbinas ou cen-
trifugo.
Ornamentos e msis ioformacoes em casa de
Browns & C.
Ra do Commercio n. 5, andar
Aluga
se
Ou vende-se a casa, sita em Oro das Almas
(Parnamerin) n. 10, confronte a casa do fallecido
Dr. Leal. Acha-se limpa c tem commodos para
grande familia ; a tratar na rna do Appollo n. SO,
! andar.
Alusra-se
o segunda andar da cass ra da Aurora n. 81,
junto a estacio da estrada de ferro de Olioda, com
grandes commodos para familia, gas e agua enca-
nada, receotemente caiadi e pintado ; a tratar no
escriptorio de Sebastio de Barros Barreto, rna
do Bom Jess n. 16, 1 andar. _^____^_
Aluga-se
urna grande e muito asseiada casa ra Impe-
rial n. 159, de asulejo na frente, estucad e la-
drilhada a sala a fino mosaico, tende lustre de
vidro e arandellas, bom quintal, portio, cacimba,
etc. Tambem se aluga um grande sitio no Barro
n. 175, com umitas frueteiras ecasa de taip, pelo
aluguel menaal de 8*000 ; a tratar no primoiro
andar do predio n. 22, & rna larga do Rosurio
N. 93:S00
Manoel Carpinteiro y Souza tem urna carta na
nadara de Mello & Biset; roga-se o favor de pro-
cara! -a.
10MB
RIGA SOLITARIA1
CABKCA IiAl.OMItItICA SXPRLI-IDA I
IT HORAS rautB
GLOBULAS SECRETAN
rPHARMACELTICO, LAUREADO, PREMIADO COM MEDAlHA .
I O un. o remedio in< IVn-ivo e Infalhvel _
Fadoptadoncshospitaesde pars'
i OBSERVACAO O bom exilo das GLBULOS i
f de SECRETAN tem originado ranoe mus producto 1
^similares : misicr resguardar-te d elles com toioi
lo cuidado.
Deposito feral, 52, ru Decami*, Paru
\ Pernambuco FRAN M.da SILVA e C
AttenQo
De 18 a 30 do corrente ter de concluir-se a
praca do arrendamento do engenhi Gimelleira
em Santo AotSo. Os pretend^ntes dipnem-se di
tigir-bc roa Velha de Suta Rita n. 22 para fe-
ceberem verdadeiras informacoes e instruccoes a
reepeito. eem o que serSo affas'ados, c m i tem si-
do eml'i annos os que pretenderam, fieand> sem-
pre o memo rendeiro, que agora fiada o triennio,
a 403/000. sendo avaliado o engentas o anno pa
8ado por 30:1 00*000.
Becife. 4 do Abril de 1688.
Francisco Alves de Moraes Pires,
Pr curador de urna con-aenbora.
Precisa-se de orna ama para cisionar e engom-
mar para tres pfSBoas, na tr-vessa dos Remedios ;
a tratar na roa de Maris e Barros n. 11,_________
Beaembargador Francisco de Aaala
Oliveira Haclel
D. Tberesa Alejandrina de Oliveira Santo .
Jco Goncalves dos Santos, Joaquim Goncalves
dos 8antos e teas filhos, D. francisca Leopoldina
de Oliveira 8aotcz, D. Ignacia Amalia de Oliveira
Santos, O. Francisca de Salles de Oliveira Santos,
Francisco Goncalves dos Santos, Amonio Goncal-
ves dos Santos e sua senhora, e Joto Qcncalves
dos Snt s Jnior e sua senbora coovidam aos
seua parete* e amigos e aos de seu presado e
nunca esqoecido irmo, conhado e tio, Francisco
de Assis Oliveira Maciel, para assistirem smissas
que mandam retar, pelo eterno descanco de sua
alm-t, na quinta-feira, 12 do corrente, pelas 7 1/2
bon.8 da msnh, na igreja matris de S. Jos, do
Becife.
t
Antonio ItnaclndH Torrea Kandelra
Francisc I^uaoto de Torres Bandeiri convida
todos os seus parentes e amigas do finado para
assistirem i urna misa* que por sua alma manda
reiar no convento du N ssa Senhora do Calmo no
dia sabbado, 7 do corren!., 30 da de seu falle
Cimento, s 8 e 1/4. frsde ja se confesa grato
a todos aquelies qu- se dignarem assistir a este
acto de liff'ft^ e rwr'riMrip.
auluais aud i|ur> TmiBU" le
MelK
Eduardo Rodrigues Tavares de Mello, Jos Bo
drigues Tavares de Meto (ausente), eu.s rm&Va
e cunbadoS agradtoem cuidaimeule s pass s.
que ae dignervoi ac >mpaiih' seu irmo e i ucih di Autouio Rodrigues Tavares
de Mellu, e de novo as eonvidam para assistirem
as misBHS que por coa alma mandam reaar ni
matris do puspo ^nt > 'no di 7 datttrTeBte, 4s 7
1|2 boraa da ui-nhA, t bullo do aau nassaman/O ;
pelo q^e se p |ife-~ .in ngTHtl*',\'iq6
t>. t-iib-.i !> Prauciata ae
Jib Hiieiru
Antonio Luis R dngaes de A>meida, saa mn-
Iher, ennbadus e fi bi agradeC' m aos seas pareo-
tes e amigos que ai- prsiamsa coadusir ao cimi
terio pbiici os restos in .rtie de su aempre lena-
brada sogra, mi e av, Seoborinh Francisca
de Jeons Ribeiro ; e de novo oa oouvid m pura
aeeistirem hs miabas qu p lo descanso de sua al-
ma mandam reaar oh matris de Santo Antonio,
na s cunda-f-irH 9 do corrate, s 8 horas da
gguriha < f '< -trpn'o.________
a. 11 a.or.o o- QUUUr |U<-
Hsrrus
Adolph i Trgmi Acvio>y, Ai.geia Aecioly, Ccl
ca Accin'y r J t Avcioiy, fendj prufundamenie
pela iiw" de ua s. oiyre I uibrda sogra, mil e
av D. H .ooria de Aibuquerqua B*rrus, fallec a
na Puralijba du Nort-, ui>.uumdj cekbr.r urna
missa prUfhmi d asa boa amiga, no da 9 do
roer da Boa-Vista r. p. ia>ace actodecand.de con-
vida" n ..-.., | ri *k
tone .-...<' .. >m. .i rmaua
u raujw
Fabricio G mes oe Ai rade Lima e Vir de
Barrus oe Andrade Luna, m-ndam resar urna
miasa a V oo torrente, i 7 1,2 horas, na matris
da Boa. Vista, por lm de seu extremoso conhado
Jote Unan.. (amello Peasoa de Araujo, ; ote-
cipam seu agrada oim-nto aos pareutes e amigos
quesedigi>aiem duvil.
AIu
se
as seguintes casas : a da ra do Lima n. 30,
grande CBBa, cem agua, gas e apparelbo, e a da
mesina ra n. 22 ; a tratar n lytographia de J.
E. PuroeU, ra Marques de Olida n. 8.
Uga-SO
a casa n. 17 rna do Atalhj.
<|
Ama
Precisa- se de urna ama pira casa de pouea fa-
milia, que faca compras cosiabe e nao durma
fra : na ra da Cadeia do Recife n. 48, segundo
andar.
Ama
Precisa se de urna ama para lavar e engommar
tazendo m > ie alguna servicoe, meos comprare
cosinbar, que durma em casa ; na ra Duque de
Casias n. 14, sobrad), se dir. _______
Ama
Ama
Precisa-se de urna ama para eogommar ; na
roa do Sebo n. 16.
Ama
Precisa-Be de urna ama que seja boa cosinbeira:
a tratar com Joaquim Moreira ReiB, defronte do
hospital, ujs Celtios.________________^_^__
AMA
Precisa se de ama ama para cosinhar ; oa ra
Imperia'i n. 42.
Vinas
j
Na ra Formosa n. 8, precisa-se de urna ama
para cosinbar, e de outra para encrommar
Ama de leite
Precisa-se de urna ama I de leite ; a tratar na
ra da Guia n. 3, 1- aadar
Ama deleite
Precisa-se de urna ama de leite que seja aadia :
a tratar na bcoo do Padre Ingles n. 8.
Ama para eugoraar
Precisa-se de ama que bem desempe-
nbe este royster, tendo caderneta, no 3.
andar n. 42 da roa Duque da Casias por
cima da typographia do Diario.
Para cosinhar
Proisa se de moa ama para cosinhar e que en-
tenas) ua poseo de engnininado ; a tratar na rna
Primeiro de Marco a. 17, toja.
Procurador
Urna pseos cotnpeteotmente habilitada, ofle-
rece se para pr cund de alugueis de casa ; s
tiatar na ra Velha n. 3>.
Soccorro a velha
A moradora do beceo do Bernardo n. 51, anda
se tas lemhrar s almas euridosas, que nao se es-
quecam da prot> cfu que sempre Ibe dispensa-
anj.
Assucar
O melhor asBucar da Usina Pinto e Colonia
Isabel ; aeba-se 4 venda na refiiacJo Salgueiral
rna Direita n. '22 Tel-phone44i.
Boa morada
Aluga-se o sobrado n. 57 ra do Santa Rita,
com grandes commodos, agua e gz, c*iado e pin-
tado de novo : a trata na rus Marques de Olin-
da n. 16. urameni
QiiiniQa dePelletier
ou tas traz firmas
9 Sulfato d* Quinina Pelletisr
preferido por todos os mdicos, por
ser inteiramente ruiro, contra as
Enxaquecas, as Nevralgias, os
Aocesaosde febra.contraasfebrea
lntermittam.es e paludosas, a
gota e rneumatismo.e os suores
nocturnos. Cada cspsul; da gros-
surade urna ervha,contm 10centi-
grarnmas de su"to, e nella l-se
PELLETIER. B8ta-a paulas tem y^^
acefto asjfl prompta e mais^Buna
segura do que as pilulas ev v
confeitos, e engole(i-se mais fcil-
mente do que as hostias.
Deposito sm PARS, 8, Ru* i ni crinofssH Htmrmni VsfsWsa
As Punas Cathartioas
Do Dr. Ayer.
A experiencia do temno, appticado as rUulax lo
j>r. Ayer, t*m dan > com os resultad"*
obliJos com as mesmns. Ha mais de qiiarfnta annos
que estas Pilulas oWlveran urna i^pularulade uni-
versal, que nenbuma outra medeclna purgativa tem
podido rivttl3ar. ,
As Pili-las do Dr. Ayer, purgam eompleta-
mente o ventre com suavidade, e eBtimulam e or-
tificam os orgos digestivos e assnilatlvos.
As Pilulas do Dr. Ayer
corara indlgestlo e Irspedlmcnto. e evitara mnitas
serias e a nimlo fatacs, eufermidades, motivadas
por aquellas desordene.
Para as doencas do Estomago. Figaao e Kms,
cajos symptomas sao as lvnferniiclades da Pelle,
Ardor e Peso no Estomago, Nausea, Males,
Dores de Cabeca, Hlito Ftido, Pebre Biliosa
e Clica. Dores do estomago costas e espaduas,
Ini'haces Hydropictis, etc.. uada as allivis.
com seguranva c promptidao como as Pilulas no
Da. Ayer; as quaes sSo de graude utilidado no
curativo das Hemorrbotdas.
Como remedio domestico no tero egual.
PREPABADAS PELO
Dt. J. C. AYER e CA.,
Lowell, Mass., E. U. A.
A' venda nas prliicipacs pbarmacias e drogaHas.

CRIADO
Ao commercio eao
publico
Figueire lo & IrmSo mudaram seu eatabeleci
ment de fasendas ra da Imperatris o.
para a mesma ra n. 76.
YEHBAS
Professora
^Un>a senhora competentemente habilitada, pro-
poe-se a leccionar em collegios e casas particula-
res as seguintes materias: psrtugoes, francs,
msica e piano : tratar na ra do Marques do
Her?al n. 10.
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Precisa se de um criada de idade de 12 i 14
annos ; na ra Marques de Olioda n. 32.
Oliveira Campos e C.
Ba de Crespo n. ai
Rceeberam pelo ultimo vapor sortimento com-
pleto de capas de casemira, merino, gorgurSc e
eda, para senhora, o que ha de mais novo, a pre-
co rasoavel; receberam mais seda preta e gorgu-
5o, e vendem par proco baratissimo.
Farelleflj carogo a dofii
Chegou a primeira remessa do precioso farellc
de caroco de algodo, o mais barato de todos oe
alimentos para animaes de raes cavallar, vaceum
suino, etc. O caroco de algodao depois de ex-
trahida a casca e todo o oleo, o mais rico ali-
mento que so pode dar aos animaes para os forta-
lecer e engordar com admiravel rapidez.
Nos Estados-Unidos da America do Norte e na
Inglaterra elle empregado (com o mais ielis re-
sultado) de preferencia ao milho e outros farellos
que sao mui'o mais caro e nao sio de tanta sus-
tancia.
* irstsr no Becife eomFrat Borhs>
Atenco
Cofres prova de logo
"-"O Carlos Sinden, ra Barao da Victoria n.
48, loja de alfaiate, recebeu de consignoslo e
vende sem competencia^____________________________
A o comoiercio
Eu, abaixo sssigsadn, obrigado a deixar o com
mercio para tratar de minba sade, resolv vender
men estabelecimento, como abaixo se v ; ontro-
sim, peco a todos os credo contas para 6erem pagas, pois que de qualquer
forma rsalisarji a venda. Recife, 2 de Abril de
1888.
Luis Hermelindo.
. Vende-se urna armaoSo de taverna egaran-
te-se a chave do pavimento terreo n. i, ra de
Thom de Sousa, onde est a mes-na : a tratar no
1 andar n. 43 ra estreits do Resane. |
Vende-se a cata de pedra e cal sob n. 9, no
lugar Campo legre, com porta ejanella de fren-
te, doas salas, tres quartoa, csiuhi interna, ca-
cimba de pedra e cal com boa agua, com terreno
de 141 palmos de frente sobre 300 le fuado, com
diversas frueteiras ; a tratar na ra do Imperador
o. 30, loja.__________________________________________
Vendo so tres predios na cidade de Olinds,
por presos muito commodos, inclusive um sitio
com 38 ps de coqueiros, alera de outros arvore-
dos : s tratar na ladeira da Misericordia n. 25.
__ Vende-se um pequen.* estabelecimento de
taveraa ; a tratar na loja d) fasendas, em Abo-
gados. ..
LiTramento & C.
vendem cimento port'and, marca Bobina, de 1
aalidade ; no caes do Apollo n. 45.
Ao commercio
Ventura Pereira Penna & C, de cuja firma fa-
ziam parte Ventara Pereira Penna e Carlos Bo
telho de Arruda, participam ao commercio desta
pracs e de fra della, qae tendo dissolvido a so-
ciedade que entre ai tinbam, se retirara o soeio
Ventura Pereira Penna pago desea esptale lu-
cro, e ficar a cargo do socio Carlos Botelho de
Arruda todo o activo e passivo da dita firma.
Recife. 2 de Abril de 1888.
P. P. de Ventura Pereira Penna
Joaquim da Silva Salgueiral.
Carlos Botelho de Arruda.
Atiene?
Vende-so um estabelecimento de molbados coas
poucos tundas, no larg> do Mercado Publico J.
"' qualquer /de-
1
/
~r
Para cosinhar
Precisase de ama ama para cosinhar,
sendo boa ; no 3.a sudar do predio n. 42
da ra Duque de Casias, por cima do
Diario de Pernambuco.
Aviso
Luis Antonio Seqneira- tendo passado um do-
cumento, pelo qual se obrigou a entregar em 30
do cor ente mes, i D. Henriqoeta Candida da
Costa Gama, a quantia^de 12:000^000, que della
havia recebido, e tendo em rxecuc> do testamen
to com que ella fallecen, de sahsfazer rom a re-
ferida quantia os legados ah feitoe, avisa ao pu -
blico que o referido documento, quo foi entregue
so 8r. JoSo 8acerdote Perreira da Silva, com
outros papis, neobuss valor tem, por isso que
fiea paga por esse modo a mencionada quantia.
Recite, 5 de Abril d- 1868.
Lu's A. Sequeira.
Precisa-sede uso copeiro, de ums engommsdei-
ra, de ums cosinbeira ou cosinheiro, e de um.
ama para ratar de quartos : na ra do Cabng
anmerot9.
Reloj
oaria
A antiga e bem rcreditada efiiema de relejoeiro
sita ras 1 de Mareo n. 4, acaba de ser trans-
ferida para a
roa Larga do Rosario n. 42
O seu proprietario tendo nm completo e muito
bem sortimento de aviam- ntos tendentes saa
arte e o m urna looga pratica da mesma, off-rece-
se ao publico em geral para eucarregar se de to-
dos os concertos de rtlogies, csixas de msica,
etc.
Espera continuar a mcrpcer a cenfianca de sns
fregueses, e assegura-lbes que ser s- mpre soli-
cito no cumprim>-nto de suas ordena.
t-Eu Larga I Rosario42
Gustavo Wullicbard.
As Exmas. f Mitilias
Superiores peras do Rio da Prata vende-se no
armasem de molbados de Franciso Cnrdozo da
Silva Pinto, ra dalmp-ratriz n. 23. No mestno
rslabelecimento V' nde-se cb de primeira qnali-
de, quiijos flamengos novos a 3/200, vinbo Cola-
res a 600 a garrafa, dito do pasto para mesa a
440, arroz pilado a 160 o kilo e outros muitns
gneros qne se garante e por menos preco que em
outra qualquer parte.
MOLESTIAS
CORACO
Asma, Catarro
CURA CERTA.
COM O UPRIOO DO
[Granulos Antimoniaes
D PAPILLAUD
, lOUSTEBIl _
rtanteli 6I6M, 1
i Ptr**nb%c6 :
PAPIIiAU
Sementes de carrapalo
yCompra se cm grandes e pequeas qnsntidsdes;
?a drogara de Francisco M. da Silva & C,. ra
oa drogar
o M .rquez de Olinda n. 23.
Multa allencao
Na ra Sete de Setembro, antigo becco dos
Perreros n. 6, faz-se plisas e recorta-se borda-
dos.
Compra-se e paga-se mais dn que em outra qual -
qaer parte, praca do Coude o'Eu n. 18._________
Sement de carrapato
Compra-se s mente de carrapato ; na roa do
Hospicio n. 79. _____________________^^_^_
Cosiiihcira
Precisa se de urna cosioheira ; na rus do Hos-
picio n. 3._______________^___________________
(Hado
Precisa-se de um copeiio ; na ua da Aurora
numero 31.
Cautelas do Monte de
Sjccoito
Compra-se cautelas de qualquer joia ou brilhan-
es, paga se bem ; na praca da Independencia n.
22, luja de relojoeiro.
Urgente
Precl *e de perfeites contarel-
ran, aieller de "mi-. Fsnnj, ras No
van. 15. I. sndsr.
Pao tenteio
Mello & Biset avisara ao respeitavel publico
que todas as teryas e eeitiia teiras teem este aa-
boroso p5o ; ra larga do Rosario n. 40.
Arrcnda-sc
na secretaria da santa casa o sobrado n. 24 rna
do Imperador :
1- andar e sotio 600X000
Loja 400*000
Bolica franceza
Rus do Bom aleaos n, 99
Precisa-se de um empregado com pratica de
phsrmscia.
Feitoral de Cambar (3)
Descoberta e preparacSe de Alvares de S.
Soares, de Pelotas
Approvado pela Exina Junta Central de Hygie-
ne Publica, auctorisado pelo governoimperial, pre
miado com as medalhas de ouro da Academia Na-
cional de Paria e Exposiao Brasileira AlUmS de
1881, e rodeado de valiosos atteatados mdicos t
de muitos outros do essoas curadas de :tosse,
simples, bronchitae, asthma, rouqniao tsica pul-
monar, coqueluche, escarns de singue, etc.
Precos nas agencias : Frase i 2500, mein
duaia 13*1000 e ansia 24*000.
Pravos nas sub-agencias :Frasco 2*800, meia
dusia 15*000 e riusi i 28*000
Agentes depositarios geraes nesta provincia
FRANCISCO MANOEL DA SILVA & C, a ra
Marques de Olinda n. 32.

BMI
UNIW"1878
roiissCheTaber
EXPOSITIN
Viailli fOr
LO PLUH HAUT~ES KOUtPCIltes
AQUADVIMA
E. COUDR A Y
DITA A-5HJI OE UUOf
Preeonisadi para toacadSL ea esnssrsaSals
constinteSMSK u cAre Js rjudads,
preserrando da peste e do cholera aorfcu.
ARTI6CS RcCOMMENDADOS
PERFUMARA DE LACTENA i
lakmk-.Jia fUs UlasrUsast aWIaU
G6AS CONCBNTRADAS para enco.
OLEOCOME par a bslleia as 4mUss.
ESTES ARTIGOS ACHAM-S'. RA FABIM
PARS 13. me d'EOiiiei. 13 Pl.tlS
Kspotitos en tosas ss PerfMsriM, PhsrmteUs
e Cabltert-* atmariea.
miiiiiiimi
Engenho
Vende-se ou arrenda-se o engenho Muguahype
de Cima, da fregnesia de Moribeca ; a tratar em
JaboatSo com Or. Sophronio Portel la.
Vende-se
Vm terreno na ra da Rcgeneraco, em Agua-
Fra, medindo 400 palmos do frente e 470 de fun-
dos ; a tratar na roa estreita do Rosario n. 26,
pavimento terreo.
\Uencao
Vende-se una taverna de pequeo capital, pro
pria para um principiante, sita em Santo Amaro,
perto da laceruna ; vende-se somente as merca-
dorias.______________________________________
Bichas de Hambnrgo
Vende-se em pequeas e grandeB porcoes ; na
ra da Madre de Dens n. 36 A.___________________
Viuhos da iiarr&feira
Finos
Carc> vellos.
Madeira.
Moscatel.
Uva Bastarda e de Passas.
PARA MESA
Qenuino do Lavradio a 500 rs. a garrafa.
Na mercearia de Manoel Correia & C
Praca do Conde d'Kn n. 15
WHISIf
l.oyal Blend marca VIADO
Este excellente Whisky Eacocea pre-
ferivel ao cognac ou agurdente de canna
para fortificar o corpo-
Vende-se a retalho nos melbores arma
zens de molbados
Pede Roya I Blend marca Tlado,
cujo Dome e emblema sao registrados pan
todo Brasil.
BROWNS & C, agentes.
Grande .llencao
Leio
a Florida vende
Chapeos, chapelinas e gorros para Senhoras e
meninas a 54000 que em outra qualquer parte
vendem a 9*"00 e a 15*000.
Grande sortimento de cromos a 200 rs. a placa
Bicos braneos e de cores de 2, 3 e 4 dedos de
largura, a 2*000, 2*500, 3*009, 3*500 e 4*000, s
peca,
dem cor de srme, a 3J000.
Porta-embrulbos americanos.
Invisiveis dourados e prateados.
Lindos leqaes transparentes de 2*000, 34000.
4*000, 5*000 e 6*00u.
Lindas iuvhs de seda de todas ss cores de 2*000
2*500 e 3*000, o paf-
Lnvas de pellica a 2*500 o par.
Enchovaes para bapuaados, de 8*000, 10*000
12*000 at 16*000.
Capellas e veos para noivas.
Suspensorios americanos, a 2*500.
Oleo Florea.
Lindas pastas, a 500 ris, 1*000 e 2*000
puuuos tunaos, no larg > ao tuerca.
25-A, bem afregnesado e livre de
bito.
Telephone
Vicente Costa & C, com fabrica de genebras,
licores, xaropes, vnoos e vinagres A ra da Ma-
dre de Deus n. 6, participara aos aeus numerosos
fregueses e amigos, que o seu telephoue nume-
ro 510.
Taverna
Vende-se urna taverna ra de Fernandes
Vieira n. 1, em Olinda, pri pria para principiante
por ter paucos fundos ; a tratar rui S. Sebas-
tio n. 14.
OLINDA
Vende se urna casa de taipa coberta de
telhn, com 2 salas, 3 quartos, cozinha f-
ra, e quintal que d para o mar ; offere-
cendo a vantagem de sabir logo de casa
para o banho ; no lugar Milagrea : quem
pretender dirija-se ao escriptorio do Dia-
rio, que so dir quem vende.
Engenho
Vende-se ou rreuia-se um engenho na tregue-
sia da Varzea, moente e corrente, e movido a va-
por, com forca para safrejir at 1,200 paea ; a
tratar c ;m Carlos Rabello & C, ra do Vigario
n. 31, 1- andar. _______________^__^
Venda de sitio
Vende-se ou permuta se por predio nesta cidadi
um bom sitio con boa casa, mu i tas frueteiras,
excellente banho do rio, boa agua de cacimba,
exteasao de terreno para baixa de capim, todc
murad ona frente, com porto e gradeamento, com
I caminbo de ferro e estaco junto ao dito sitio, nc
I Porto da Madeira, conhecido pelo sitio de Joo
I Selleiro, junto ao Dr Ernesto de Aqnino Fonse-
ca ; quem pretender dirija-se prca da Inde-
pendencia n- 40, drs 11 horas s 4 da tarde.
'arroba
Vende-se urna oarroca quasi nova para cavallo :
no sitio da espolia, no Cbora-m"ninos.
Engenho Junco
Vende-se o engenho cima, sito no termo de
Maragy, com parte de trras em Pernimbuco,
moente a vapor, com proporces para safrejar
doupatres mil paes de assucar. em ptimos ter-
renos de varsea, e um quarto de leg.ia distante
do pirto de embarque que S. Jas : quemo
pretender dirija-se aos CDOsenhores, no inesmo
engenbo ou em S Jos da Cora Grande.
fe' MAIS BABATO
Na Loja das Lfstra^ Aznes
A' roa Duque de Caxlas n. 61
Lindos broches, a 2*000 e 3*000, um.
Linba de machina n. 50, a 800 ris, a dusia.
Bicos de fil branco, a 2*500 e 3*000 a peca
Lidos bicos de cores, gusto moderno, a 3/001
e 4#000, a peca
Lindos bicos de cores com 3 e 4 dedos de lar
gnra, 4*000, a peca.
dem de linho de odres, a 2*000,' 2*500 e 3*000
a prca.
Bicos grip para correr babados, a 1*000 *
1*500, a peca.
Lavas de seda para meninas, a 2*000, diversa
orea.
dem para senhora, 2*000 e 2*500, o par.
dem com palo as de miesunga e de seda, a
2*500. 3/000 e 3*500, o par.
(aio.-s v bies de vidrilhua, gosto moderno.
Lindas rusas de vidrilbo preto para enfeitar ca
sacos e capas.
Ceutss lapidadas para enfeitar vestidos, grana
da, brunsvadas, prateadas e donradas.
Mascaras de mssa. seda e cera.
Cullarinbos e peitus de seda para senhoras, tra
sendo urna gravatinha tambem de seda.
Fivellus de molla, americanas, para calca e col
Ste.
Sem competencia
Pannos de crochet para cad ira, a 80) ris.
dem dem p-ra sota a 1*000
I'iem dem para cadeira de braco, a 1*000.
Cortinadns brue s de crocht. com 4 jardas di
comprimento, a 16*000 e 15*000
Pun s de croobet. cor de creme, o qne raro nt
mercado, a 25/000, o par.
Tioiosinhi'* para criancas, de fustSo e cambraia
bordados, a 3*00u.
Lindas buaecus francesas, a 3*000.
Bi rdad.-s d cambraia r fistiu branco, peca
00 rs., 800 rs, 1*000, 1*300 l*ri00.
Para a quanem
Franjas com fico de arda e vidrilhos, o metre
a 1/600
Oaldes e palmas c m vidrilhus, 3 dedos de lar
gur| o metro 2W0
Colariub RA DUQUE DE ..AXIAS N. 103
llariMisa & Maulo
LINIMENTO SENEaU
rara os CATaULOB
SOrPUUM
do F030
e aa
QELA
do PELLO4
JtM F*BR:C4
SBSTITfli
o FOGO
M
itdll U Mil
, AfllCipES
A cura fat-it com c mi o em 8 tinut**, >
em Sor e sem cor tur, ne..i ratpar o pato.
| Pham' GENE AO, 275. RyiStioaori,PARISl
THH) 211
Vende fasendas finas por todo preco e d des-
cont a quem comprar da 20/ para cima. As
Exmas. familias nao devem comprar em outra
loja sem primeiro verou mandar buscar asamos-
tras qae s* do sem penhor
Fazendas de novidade
Tecidoa de linho bordados com listras oa
qasdros, fuzenda muito larga e de lidas cores
800 rs.
Seilm de Macu, preto e de todas as cores
liso oa de listas a 800, 900 e 1*000.
sellado preto de seda bordado ou cum lista
de senm a 4*0(0.
Mirln mf.'stado preto e de todas as cores
700, 600 e 1/000.
Eisinlne de coree com listas cor de crem
a 500 ra.
Eagai&o pardo infestado paravestidos a 360
e 400 rs.
I.inon bordado, urna s cor 240 rs.
Velluninho preto e de todas as cores com
contas a 1*800.
Henda hespanhola com bicco, preta ou branca
pe seda.
tassa Nanzac padrees miudinbos a 280 rs.
CroctleC branco e de cor, desenbos lindos
ara curtinados a l*u00.
Ci inai.iaaj com ricos veos de Blond a 8/,
10 o 12*000.
V&h de quadroSj pairos novos a 320, 360
400 rs.
Mimo dos Alpes fazenda de listas assetinads
a 300 rs.
telas lavradas de lindas cores a 240 rs.
Fuaiao branco a 320, 360, 400 e 500 rs. qua-
lidade superior.
Fazendas diversas
Bramante de 4 larguras a 700 e 1*000 su-
perior qualidade.
Hadapulio americano Listas azues com 4
e me io palmos de largura a 6*500 com 20 varas
garantidas.
A liiotio americano muito largo e superior
par lenccs a 5*500 a peca, mais estreito a 3*500
e4*000.
(.(tilas e cretones escaros, claros e wiudi-
nhos a 200 e 240 rs.
Cassas indianas de corea a 160, 200 e 240
ris.
Linhas lisos e de quadrinhos a 100, 120, 160
e 200 rs.
ran pardo para roapa de meninos a 300 e
320 rs.
Casineas escuras imitace de casemiras a
50o rs.
Rela azul encornada para ronpa de banho a
700 e 800 rs-.
La de quadrinhos, padroes novos, a 300, 3,
360 e 400 rs.
Creps de lindas cores a 500 rs.
Leaeos braneos e de cores a 360, 1*200 e
1/5 0 a dusia.
Toa iban felpudas e aicoxoadas a 3*500 5* e
6*000 a duzia.
Mr la a de cores, brancas e craas osra senho-
ras, bomens e meninos desde 2*800 at 6*000
me Enr-novaes para baptisados completos a
10* o 12*000.
Cortinados bordados para cama ou janella
a 6* e 7*000.
Panno da Costa, de quadroa ou listas a 1*200
o cjvalo.
Aioalbado lavrado, lindos desenhos a 1*300
e1*500.
aardanapoa a 2/000 a dosis.
Especialidades
Luisa de seda on pelica a 2*000 e 2/500.
Blcoa broncos c r de cremo, matizados
2/O00. 2*500 3*000 a peca cum 11 metros.
Conla* lapidxdat para enfeite de vestidas pre-
tas de indHB as cores a 500 e 800 rs.
Bordadoa, babados e entrein io de fustn
trau^prf!ut>-8 a 300 rs. a pe<;a cum 3 metros.
Km arlilbuN coi ratja a americanos a 3/66
4*. 5* e 6* 00.
Cirantle qunndade de chitas em retalboa ret
Vende se por qualquer preco.
Plnladoa a oleo com rica moldara e corddes
por 5*000; esto expostos lguns retratos para
o publico'. as Exmas. fmulas verem o quante
sio liados < bartos e fcil a qualquer peasoa tet
om em sua ela d- vlsiia.
aira esrommrndtr bastante mandar
um pequeo retrato em cart&o de visita, o5o im*
porta que seja antigo, dizendo a ser: dos olhus 14o
cabello thega nm lindo retrato dse ado.
Ag< n>.-ia de artigos americanos e carimbos de
borracha
Na Loja das Listras Azues
Jos Augusto Dias
f.




-

>..
^laT


^BjgJg^^fJ-^
Dinrio de* friiaminir~Sabbftdo ? de Abril de 1888

1
I
GALERA DUCASBLE
PHOTOGRAPHIA E PINTOR i
1. premias e medalha de ouro na Expo-
sipo de Berlim de 1886.
Medalha de prata, Exposipao Univer-
sal de Anvers, 1885.
1. premio, Exposipo Artstica Indus-
trial, Rio de Janeiro, 1882.
Diploma de Progresso e Mrito em di-
versas exposipoes.
Photographias artsticas em todos os
gneros, o melhor que se pode produzir, re-
tratos a oleo, prepos razoaveis.
Grande collecpo de molduras e varia-
do sortimento de passepar-touts.
1NWH5
l
Perfumara- Oriza
L. LEGRAND, PARS, ra Salnt-Honor, 207
ESS.-ORIZA SOLIDIFICADA
X>ESRFT7XfcX;8 CONCRETOS
INVENCOSCIENTIFICA COM DIPLOMA DE INVENCO EM FRAN9A E NO ESTRANGEIRO
Os Perfumes solidos da sa.-Orlza
Preparados por meia de un tn&e m, tonina un gran it coucentratio e soavldad it eotll temaaKie
Sao encerrados, debaixo da forma de Iipis ou I'aatilhaa, dentro de frasquinhos u
vidrinhos fcis de levar comsigo. sses Ijpia-Perfumea nao se evaprao e pdem ser
substituidos por outros, qvando estiverem gastados.
Tem a enorme vantagem de communicar o chairo aos objectos pstos em contacto com elles,
em os mo'har e em os estragar. BASTA ESFBEGAH LEVEMENTE PR PERFUMAR INSTANTNEAMENTE
/////s/S
e toda e omalonier Bouui Branca, Papel, etc., te.
DEPSITOS EM TODKS AS PMKCIPAES I Mandase a quem o pedir, Franco de Porte
prrkumarias DO mi'ndo o Catalogo dot Perfumee, com oj prtcos.
(NIDSTIIANIICIIML
COGNAC BRAZLEIRO
DE
L M. VERAS & C.
PERNAMBUCO
Esta exocellente bebida preparada com todas *s regras da sciencia, de s^bor
e roma iguee* aos do cognac astrangeiro. O Cognac Hrazlleiro tem fcito
grande sueeesso pelas provincia do norte e sul.
Presos da fabrica
PEQUEAS
Urna garrafa ....'. 1*000
Oros duzia..... 9W
O Cognac Br?>zileiro*encontr-s9 na fabrica, em todos os botis, restaurante,
ralbares c vendas deeta cida-ie, em Beberibe no botel do Joao e venda do Jaciotbo.
Alcool 40 puriscado a desiufectado, para perfumara e houiceopathia.
AO L.OUVRH)
NOVIDVDES
LANS mesdadas seda, a 600 es. o covado.
GAZES arrendada imitacao e seda, a 600 e 700 rs., o covado-
BICOS de c6r<-s, roatisados, a 255CK) e 2*000, a peca.
LUVAS de seda d c3r>s, arrendadas, a 3)5000, o par.
ESPARTILHOS americanos, a 6*000, 70000 a 80000, um.
LEQUIiS transparentes, desenhos novos, a 2)5500, um.
MEIAS con) pintas do cSres para senLora, a 800 rs., o par.
SETIM Maco do cores, a 900 e 1,5000., 0 covado.
CAMBRAIAS de pintas da cores, bordadas, a 6)5000, a pega.
VELBOTINAS de c6res, a 800, 900 e 1,5000, o covado.
ESGUTaO pardo paaa vestido, a 360 e 400 rs., o covado.
PEKCALES miuflinhas, padrSes novos, a 240 rs., o novado.
COLCHAS de i-Ores, imiUy&o do crochet, a 7(5000, urna.
SETINETA j;.poneja o matisada, a 240 rs., o rovaao.
CORTINADOS borlados, a 6*000 a 7,5500, o par.
FICHUS, arfeiHados, imitaba de seda, a 25000 e 20500, un.
LANSda quadro, imitacao, a 100 rs. o covado.
MERINO de cores, a 800 e 10JOO, o covado.
MERINO' preto, a 800, 10000, 1*200, 1*300, 10300 e 20000, o sotado.
GUARDANAPOS de franja, a 20200 e 20800, a dusia ; de linho.
COMPLETO sortimento de bordados e extractos.
SARGELIM de todas s cures, a 240 rS. o covado ; qualidade melhor.
BRAMANTE de Hubo de qut o larguras, a 10800, o metro.
BRAMANTE de algodao de quatro larguras, a 800 e 10000, o metro.
ATOALHADO b -dados, a 10200, 10403 a 10600, o metro
PANNO da Costa de listra e de quadro, a 10000 e 10200, o covado.
LENgOES da bramante, a 10800, 20000 e 20500.
TOALHAS f-lpudus para rosto, a 30500 40500 e 50500, a duzia.
CAMISAS inglezas de flandla, a 50000, urna.
LENCOS brancos para crianca, a 10200, a luzia.
SEROULAS de bramant-, 150000, l80 FUSTAO branco, bordados, a 400, 440, e 600 rs., o ovado
GUARDA-PU de brira pardo para homens o sei.horws,
razeudas com pequeo deleito
COLETES de c^semir prela e de lrea, a .10500 e 40000, um.
COLARI^HO do linho, a 30000, a ouzia.
BRIM de cores para roupa de crianza a 320 rs. o covado.
NANSUK inuito tinas de urna s <6r, a 240 rs. o covado.
ESPARTILHOS coursca de 100000 por 40O0, um.
BOLQAS para virgem, a 60000, 70000, 80000, urna.
BOLAS de palha que se vende por todo preco.
PARA BANHOS DO MAR
COSTUMES para homens, s. nhoras e meninos.
NA RA 1. DE MAR(M P.
DE
AMARAL & C
*y
Chlorose, Anemia Catharro pulmonar,Bronchite chrontca,
.atharro da Bexiga, Phtisica, Tosse convulsa, Dyspepsia, Palidez
Pardas semlnaes, Catharros antigos e complicados, etc.
Woulevwd Dc-nain. 7, em PBJZtt. e na prlaotroM Vnarmaokv
GRANDES
10500
120000

Molestias Nervosas
Capsulas do Doutor Clin
laureado da Faculdade de Medicina de Pars. Premio Montyon
As Capsulas do Doutor CLIN ao Bromureto de Camphora empreg3o-se
as Molestias, as de Cerebro e contra as aiTeccoes seguintes:
ABtmna, Insomnia, Palpitagoes do Cora^ao, Epilepsia, Hallucinacao,
Tonteiras, Hemicrania, Aifec^oes das vias urinarias et para calmar toda
especie de excitacao.
uiJ urna explioacio detalhada acompanht b*d Frasco.
Exigir as Verdadeiras CapsulaB ao Bromureto de Camphora de CLIN & Gu>
i de PARS, que se encontrao em casa dos Droguistas et Pharmaceutia

V ERAS& 0*1
WED1CANIENT0S FUNDAS E TlHTiS |
^ TOBAS AS DUALIDADES I'l------W&
PHARMACE UTICOS
I1DUET01 EBIMIE0-NUmiA6EirnlFfe
=-1 ESPEC1 AUaADEl I
^3
38Ra do Imperartor38
Nesta gr nde pharmaoia avia ea receitaa e pedidos com promptidao,
eolicitude e modioiJade.
As prescrip?fies em Rugas estrangeiras sao fielmente
despachadas
O pharmaoeatico pernambucano JOS FRANCISCO BETTENCOURT
convida os clnicos desta cidadn que queiram honr.l-o com aua eonfianca
Jara qualquer trabalho profissional e ao publico. Garante se a maw atten-
eiosa e cons-ien'iosa execucio. ...._
Esta oasa recebe seus productos chim. os o drogas directamente
das melhores casas da Europa, especialmente encommendadas para sea
5 7,Ra do Dupe JaSi& 7h~
Especal dade desle eslabelecimento
H ixir e llflmpnto flB Jante
Elixir dentifricio
Contra a carie e smoliecmento e dores de dent. -
V.nho, xaropes e piloias de jiro! eba
Grande sortimento de perolas, pastilhas, granulos e plalas dos n?elhores fabn
cauces europeas e americanos.
Gra ide eollecsao de alcoloides 08 mais modernos e rsros.
Aguas mineraea de todas as qualidades.
Para phoiographla e homoeopathla
Alcool rectificado e rteBinfectado, chimijamente puro.
A Pharm>-cia Aroeri an tem urna scelo horaoi atSica onde se encontrar
dlm dos medican-entos preparados com todo aceio a segumio os formularios hahene
manios mais acrortitaHos, carteiras, vidros avulsos de todos os tamenhos, glbulos
inertes e medicamentosos, tintaras de plantas indgenas a exticas.
Rccobu mcicamentos directamente de todas as fabricas da Europa e America
MetlinalaQTO por presos cor.iren!o3 e a qmilquer hora do dia e di noite.
MALT1NA
Extracta de Iri^a, e-evada eaveia germiuadas
FreparatSa pela M dtine Manufacturtug C Limited 24 e 25 H:rt Mreet Bloomsbury
Londres E. C
^.pprovadas pela junta de hygiene da Corte
A MAL TINA tquivale a 3U vezes o s-u proprio poso em nisstflse e de 3 a
6 vezes era poder rfiafltMieo :\ (ju, lqu.-r outro preparado dest'- g A MALTIA teui albas de ouro em diversos exposicoes e
tem urna iceitsej enorme na Europa e nos Estados Unidos tanto que foi preciso in-
corporar urna companliiti com graodes capitaes para s^tisfszer o consumo sempre
cre8cente.
Cbaroa-sa a sttencSo dos stinrtos me'iscs drsta cidade para os importantes
preparados da MALTINE Manufacturing Company. Todos os productos medicamen-
tosos s2o mais fcilmente assimilados em combinacao com a Maltina, ainda mais slo
ovados a torreo'e -irculatoria e pr .'mptamente so absorvidos produzindo efFeitoS
mmediatos.
Lista dos preparados
MALTINA pura.
MALTINA pepsina a pancre.tiua.
MALTINA pliocphato de ferro quinina e strychnina.
Oleo de ligado de bacalho com leite peptonisado.
01 *o de figatb to de soda.
Extracto de carne peptonisado.
Alimento soluvel destinado a obviar necessidade de digerir leite de vaco.
O leite contido noste prepar.vlo eBt digerido previamente pela pancrentina,
Vende-se na pharmacia Central
38 \\m o Imperador 38
PERNAMBACO
k |MS DORES o^K
frP Elir,Pe Pasta dentifeioios wwm^m
RR. PP. BEMEDICTINOS
da ABBADIA de SOULAC (Gironde)
DOM MAQUELONNE, Prior
i Jlledafhas de Ouro : Bruxellas 1880 Londres 1884
AS MAIS ELEVADAS RECOMPENSAS
INVENTADO
NO ASNO
f
Pelo Prior
Pi3rre BOTJKSAUD
O uso nuotidiano do Elixir Dentifricio
dos RR. PP. Benedictinos, com (loso do
alguinas gottas rom aprua, prevem e cura a carie
dos dontes, i.inbr.iiioucceos, foitalecendo e tor-
nando as gengivas perfeitamente sadias.
Prestamos um vordadeiro servico, assigna-
(ando aos uossos leitoros este autigo e utilis-
simo preparado, o melbor curativo c o nico
preservativo esntM as Aifec^Ses den-
taria.
Agente Geral : SCUlllll BOROEAUX
Ache-se em todas as boas Perfumeras, Pharmaciei e Drogaras.


receituano.
ESPEGIALTOADE
Preparado pelo pharmaoeutico JOS FRiVNOISCO BETTENCOnRT,
rie urna efficaoU verdadeiramente maravilhosa as molestias dos orgias
respiratorios. .
Brenchiles, asthma toss,, convulsa, etc.
:o:
CHA PRETO He pri eir qualidade.
DE MAMADEIRAS hti granaa sertimento.
SABONETES INGLEZES de ptima qualidade a prejos sem compe-
"Tinta preta para escreverinalteravel, fabricada com rnaito cuidado
or urna formula inglesa, eepe, ial para escripturaco mercantil e reparuS5es
publicas, seca de^ressa, perfeitamente preta, nao corroe as pennas, nao
deposita e d opi^. ___ i^ i m ^s^nnti tn
E PARA ACABAR!!
Tecido8 de phantasia para vestido, a 200 e 24U rs., o covado.
Setinct*8, idem, o que ha de mais novo, a 240 a 280 rs., o dito.
Renda da China, branca e de cores, a 240 e 280 rs., o dito.
Las modernas, a 320 e 360 rs o dito.
NansoeB de cores firmes, a 10 e 200 rs., o dito.
Merinos de cores, duas larguras, a 500 rs., o dito.
dem preto, a 800, ltfOOO e 10200, o dito.
Setins Maco, preto e de cores, a 800 e 10000, o dito.
Casacos pret03 para senhora, ricamente enfeitados, a 250000 e 350000.
Mantilhas brasileiras, a 50500, una.
iebs pretos a de cores, a 40000, 50000 e 60000 ; sao grandes.
Tapete avelludados' lindissimos, a 120000 a 160000, um.
Para as Exmas. oirs :
Grinaldas e veos de seda, a 90000 e 120000.
Colchas de crochets, rices, a 90000.
GuamicSes de ditD para sof e ce.deiras, a 80000.
Leques e espartilbos baratissimos.
Setins finos, a 10000 e 10200.
Damascos e popelina branca, a 900 e 10400, o covado.
Guardanapos do linho, a 20000, 30000 e 50000, a duzia
Atoalbados bordados, a 10200, o metro.
Pecas de esguiao para casaquinbos, a 40000.
Madapolo americano, a 60CK', 24 jardas,
dem pt,lle de evo, a 60500, 24 ditas.
AlgooSs superior, a 30000, 40000 e 50000,
Completo sortimento de casimiras.
Cheviots preto e azul, a 30000, o covado.
CaserniraB de cores para costumes, a 20500 e 30000.
Camisas inglezas para homem, a 360000, a duzia.
eroulas bordadas, a 120000, dita.
Lencos e lindas caixinbas, a 10800 e 30000, a dita.
Meias inglezas para homem, a 20500, 30000 e 50000.
E mnito8 artigos que se vendem com granies abatimentos.
As vendas em grosso teem o descont da praca.
I O I A l> K
Pereira & Magalhes
SUCCESSORES DE
Gano da GiM k G.
59-rua Buque de taxi as 59




'<
RACniTISMO
OLEO de FIGADO de BACALHAO
_ BERTH
nico approvado pela Academia de medicina do Pars.
Os relatorlos apresentados Academia de medicin pelos profes-
ares Trousseau, Bissy, Bouchardat, etc., demostram a superiordade
do oleo de ligado de baeallto de Berth.
Este oleo natural 4o submitido a tratamento chimico alguna.
Dem exigir a tusignatur*
^sl>
VENDA A RBTALHO KA IIAIOP PARTE DAS PHAKMACIA3.)
PEROLAS de PEPSINA PURA DYALISADA
de OHAPOTEAUT, Pharmaceutico.
Fol o Sr Chapctkaut o primeiro chimico que conseguio preparar e fornecer ao
Idico Taos^enesem perolas redondas, urna pepsina pura.nSo contendo,,nem
para favorecer e activar a digestao, o fat I desappi.e^- no fim deRUm quarto de
hora as enxacraecas, as dores de caDe5a, os oncejos e a somnolencia, que
s5o a consequenc:* de uia m digestao.
fi
B^~
^1'ISCUtlCl,. l*V( "* ..- -v-----------
PARS, 8, Ru Vivienne. e em todgjjJ Drogaras e marmacias.
kl
Ra \ de Marco n. 6.
Parti pam ao respeitavel publico que, tendo augmentado sen
estabeletinjtnto de JOIAS com njais ama secQao, no pavimento terreo,
com especialidades em artigos de ELECTRO-PLATE, convidara as
Exm.8. familias o seus numeroBOS freguezes para visitar seu estabele-
oimento, onde en> octrarao um riquissimo sortimento de joias de oor
prata, perolas. brilhsties e outras pedr8 preciosas, e relogios de oro,
prate e nikel.
Os artiges que tuebem directameute por todos os vapor sfto
exeoutados pelos mais afamados especialistas e fabricantes da Europa s
Estados-Unidos. ,
A par das joias do subido valor acharao ama grande vaiiedaua
le objectos da ouro, prata e electro pate, proprios para presentes de
Basamentos, baptisados e anniversanes.
Nem em relaSao ao prefo,- e era qualidade, os objeotos acissa
mencionados, enoontrario eonourrenoia n'eata praca.
FONDICAO GERAL i
4LL4N PATEHSN. C
N.44--Bua do Brum-N. 44
UNTl A ES fA(5A0 DOS BONDS
l'em para vender, por prao mdicos, hb segui 8 ferragens:
Tachas fuadidas, batidas e caldeadas.
Criva908 de diversos tamanhos.
Rodas de espora, idem, dem.
Ditas angulares, dem, idem.
Bancos de ferro com sorra circular
Gradeamento para jardim
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de lindos mod'
Portasd fornalha.
VaporcB de fora de 3, 5, 6 e ea
Moeodas de 10 a 40 pollegadas de panai
Rodas d'agua, syatema Leandro.
Encarregam-se de coacertos, eassonta; ui&rnu
trabalho com perfeicfto e prestes.
<.
ea*"t *l
V^VH
V
ILgVEL
i
SMIHBIBIHMHHIMBMS^M
\


8
Diario de Fen amfcui --Sabbado 7 de Abril de 1888
L!TTRATli
i\.
cg5 :3 que so ouvem do Vaicux o as in- que eata alebr estatua provocava era to-

1
\
i
A Terra
s ilouieui
de Emilio Zold e
p de tliilzio Azc
vedo
V
(Cootiouaglo)
0 romance experimm'al. AcquisiqZes de
formas. Do Assouoir Terr-. Evo
luc3o transversal no carcter de Z,ol A satyra.
At 5o ou 6' volume, pnrro, de su*
colleeglo Rougon Macquart, Z >l a oinpri-
diu-se, deformou sa, >:aatrou-se, por Masito
dizer, para acolher se s formas determi-
nadas de moa esc la. No meu entender
escola era arte significa o mesrao que
absoluto em arte ; e o absoluto cm arte,
tetaba elle o norae que tiver, realismo, na-
turalismo, deeadniis uo, purnaaausmo,
deliquesoencia, impresionismo, se npre
fanesto, atrophiant-, csterilisador. Como
disciplina, excellen'e. Sera dr-ssaga nao
La bous autores, nem bons cavallos de cor-
ridas ; comtudo indisprnsavel que esaa
tdressage nao mate o animal, o hornera,
a torga, o talento.
Z'la, realista impvido, nao se deixra
matar. Em ara momento dado a su-a na
tureza inteira, completa, aguerrida, levan-
teu-so, deixando ao Udo os moldes que
brados, e seguindo a liohs legitima do seu
temperamento.
O Germinal foi o inicio da segunda p ir-
te de sua vida literaria; e nao sera moti
vos deram-Ibe desde logo urna ilassifieaglo
que muito lhe asseota a de epopea do
Ycreux.
E sabara o que, ora substancia, significa
essa evoluglo ?
Zola nao tem roais a preoccupagil'j da
arte, da forma, porque esta j se uonsub-
stanciou com sua maneira de viver.
Zila volveu preoecupago das gran
des idis, das grandes theses, das syuthe
ses.
Os seus livros' nilo sao raais o accumule
de observado:s sentidas, e pt.cientera.ento
enquadradas em deseripgojs modestas. O
remigio da aguia amptissirao agora, e
procura contestar nlo as glorias de V. Hu
ge, seno tambera as homricas, dantescas
e shskespeareanas.
ell faut avoir l'ftg", diz Jess Cbristo
a La Trouille, quan lo esta tem o despej >
de confrontar as suas manifesUgSes ruido
Bas, cora as de ura veterano com elle, as
licengas da natureza
O que se d na pbisiologia, d-se na lit
teratura. E' preciso tambem a forga, a
idade o a experiencia. E no capitulo da
fTerra, que a inprensa pariziense muito
espirituosamente classiticou de ruidoso,
Zola nSo fez outra coisa senlo avisar pito-
rescamente aos seus discpulos de qua de
veriam esperar a advento deas* forja e
deesa experiencia, para entilo se aventura-
rera naquelle esoarboso terreno, sob pana
de passarera classe do La Trouilles da
litteratura.
Este 1 faut avoir l'age digno de
alguna minutos de meditacSo ; nelle se con-
tera o Z da inteiro da ultima phase ; por
elle se explica toda a evoluglo transversal
de seu carcter Iliterario, o qual de sbito,
retornando como urna scentelha elctrica
vasa psychica de origem e ahi_praduzindo
urna especie de fulmnaglo cbimica ou pre
cipitado rubro, com muita fumarada, mui
to lampejo imprevisto, fez erguere u se des-
sa mesraa vasa genial, tima larga parte
das reminicencias das grandes literaturas,
em qua elle se inspira primeiramento. E
asaim que, j no Germinal, atravez dos
elementos anatmicos do poema, que sao
os mesmos do Ass moir, ocanalhismo e
a vulgaridade, -surgera as sombras de
Hamlet e da Danta, as terrive s impre-
ti rmga'.ivdg negras do nihilista por un la-
fio e oo operario em grve por outro. E
ass.u tarab-ra, qu na Au bonheur des
dames, livro espira lira, era que o poder
I. es'.ripeara e a obsecao da talage
oliegiao ao seu auge, eucontraae esse Oc-
Uvo Mouret encarnando tudo quanto po
ile existir de bamaik au> na iadj ura
oirmerciaot uraa veriadeira transjrp-
<;5o, para ;: vi la burgu-Zi e cht dos nos
aos -lias, da ura typo trgico, e da mais
Uta e siguios* trgvli., o Ricardo III
" S''"k-sp-aro, o aMvhiaVttli o GH >eester.
Qu-... nao ver isso a* scena -ecisiva do
roraaoce, era que o grande co nincrcio palo
g-.nio d.j M >ur<:t, unuiquilla o pequeo n*
p sao- do fi>bri,-aatt (fe n.ipsus viainho,
no obstinndo de ideas l^ypercriticas, no
i lenlisalor, no Ioujo invilualiata T
Q-iem nao ver leas, siena pungente,
era que ease pobre horaem, certo do seu di-
rt.i.i, o descrente das ne esaidados dos
raais fres, arrastado como ura possesso
pira o raeio da ra, espoliado do seu pe-
queo eatabihciim-nto, uraa reproduccao
<18 rais-rias iyraoasticis, que servirara de
theraa ao raonuraeuto ahak-ipeariano ?
A'aso o F.iu.m se tera dito, ura novo re Liar disi-tr^alo
en ura araponio da Franca ? E Bubeau
e a raulher de dubeau ? Restira a menor
duvida qua sejtra, nSo a copia, porque
cssas cous-.s nao s copiara, apenas ae re-
pro luz ';u, qu wi lo a; adopt^m os raesmos
hbitos menta"8 una nova ediclo dos
.M i -lib -tiis, de que Tbereza Raquin foi
priraetraT
II faut avoir Taja, diz portanto eom
ruuit) acrsi o incommensuravel Jess
Christo, nao s para lar se s liberdadas a
que elle se dava, como tambera para, sera
perder as qualidades de sua poca, aera
mesrao trahir uraa osela, confraternisar
com os chafes de todas as pocas, ainda
as raais antagtnicas a sua ndole.
Essa confraternis *c3o, coratudo nao sa
p le rea'isar, aenSo por mi de artificio
Iliterario, que t;m sua base inteira em uraa
exageracao de ordem phyaiologioa. Essa
'xag-ra^ao a mesma que, ura pouco
pertada, ou pira usar de uraa expr-ssao
mis positiva, toraaodo-se patbologica, a-
presenta ordinariamente corao ultimo terrao
as manifestaySes hybridas de Hoffraann e
Edgar 1 Pee: o phantastico ; mas con-
vein entender que nSo se trata aqu do
phantastico ardido a corapasso, do phan
tastico querido arranjalo era estado nir
mal, mas do phantastijo sentido e vivido
p r um artista, como 8t sent e ae vive na
realidade.
Todo o ar'ista ou ura o ralo de alcance,
ou ura microscopio, ou uraa laoteraa oxy-
Irica. E' este o me.io maia pratico de
definir o teraperaraento luterano e decom-
prehend r a celebre pbrase *um canto da
naturezi visto travez ae ura temperamen
to. Essa o ul >, esa i microscopio, essa
l.uterna tem o qu' se chama objectivas,
podem a r limpadas ou coloridas, o que j
determina urna certa dse de presupostoo,
com que a critic devei logo contar
Ora, est visto que, desde que o artista
chega & ter a consciencia desse meehanis
mo da sua imagina^So ; desde que elle
perceba a existeucia nos s ua apparelhos
de recursos mltiplos, desde que entende
j baver ecusa raais fa il do qu- graduar
a sua iateosida le, afastando ou approxi-
mando ts objectivas, nada mais "xiate que
se (lev., consi lorar vedado s suas aspira-
cSas, s sus preteocSes. O artista, nest
hypo.hese, tudo pode querer, tudo pode
fazer, dentro da limitacSo da ndole e da
poca.
Este Tacto sinpliciaaitno nSo deixou de
ser antevisto pelo grande Lessing, que,
no Lio3oorite, obra coloasal de crtica,
digna anda de ser pensada, descobrio na
deformidad, e no desequilibrio proposital
de partes do Hercules Farnae, a razara
da impressao e do sentimento de forca,
dos os que a contraplVara.
E' sabido boje que o Hrcules Farnea)
tera as cxas raais curtas do que a rae i
da anatmica natural ; e d'ahi, so
desse esm-igaraent >, tolos os eftiitos pl .8
ticos, que o iustin to deduz da obra.
O artista que nao subir aon le ponha
essas exgerai;88, essas deformidad s,
ura artista manqu. Mis para iaso o
ae fa preciso, como ponderava J-sus
Chriato avoir l'age, ter o segredo da
sua idiosincrasia.
Z da, n presento aeccao de sua carrei-
ra litteraria, est usando desse recurso
cora una arapliiule e sobranceiia iuiraita
veis. Ell) deforma e ex^g ra o que bera
pire je; e aos da esjola firnuda pelo
fOLHETIB
TESTAMENTO EBMELflO
POR
XAVIH-R DE MONTEPIN
PRIHEI % P & HTi:
FADADD3 SALGUSIEQ3
(ContinuacSo do n. 78
XXXIV
elh
Foi da maneira mais agradavel que
recebeu Rayraundo Frouentil.
Este obedeca, nao sera certa apprehen-
bo, s ordens do seu chefe.
Tinha obtido uraa licenca de dous me-
ze3, e perguntava a si proprio pjr que mo
tivo o chamaran] prefeitura, visto que a
gaa licenca ainda nai liara expirado.
Naturalmente na- poda responder a essa
pegunta mental. D'ahi a apprehensao,
muito fcil de comprehander, que ajabi-
mos de notar.
A condesaa de Chatelux ainfa dSo tinha
iodido procurar as pessoaa iofluontes, pe-
as quaes de^ia fazer apoiar a peticao que
ella tencionava dirigir ao ministro da jus-
t5.
Por conseguint, nao se podia tratar de
lhe restituir aquella livre posse de si mes-
mo, tira ardentemente cobijada.
Estava, portento, triste e presentiraen-
tos de mo agouro j-.ssaltavara-lhj o espi
rito.
Mas afioal os pr'sentimentos nlo
vam cousa alguna.
Talvez se tratasso da cousa moia insig-
nificante dests raunfo.
Sente-s?, meo caro Riymnndo, disse-
Ihe o chefe, que deaignava-ihe urna ca-
deira.
O recem-chegado, depois de se ter incli-
nado, aentou se.
Ha algum lempo que nao o vejo, pro
aeguio o chefe- Ter^nassado peior ?....
Nao, sanhor. ra raez de descanso
absoluto restabeleceu-ne das fadigas can-
lhe
Assoraor, que se mostrara pasmos aos
que protestan em nome do naturalismo, o
mestre respinde: Hora d'ici, puwteurl..
Nom de Dieu I js vas t'apprendre a ros
pect-T ton pare et ton grand pera 1
Os Li Trouilles do realismo -que resig-
nen) se.
A Turra talvez a obra de Z>U em
que as qualidades do chefe do naturalismo
se accentuem cora raais forca de brilhantia-
rao. Quer tenha havido de sua parte in-
tuitos, quer uraa simples evolueaj paycho
lgica, o que exacto que esse livro
forma, com o Aasoraoir e o Qirraioal,
ama sene de quadros de ura colorido po-
pular de natureza completamente deseo-
nhecida. Si ra retiro ao tora, ue n s
nuancas pesssimistas dovidaa ao ponto de
vista e ao momento era que j da de prefe
renci i procuro sorprender os seus as-
sumptos, mas ao substractura do que elle
tera observado, a s.-ien ia da ?da que elle
estilla.
A grandeza d'A Terra resalta de uraa
circurastancia, de que talvez, no acto da
composiuSj, o proprio autor nao oogitasse.
Esse facto est entretanto tSo profunda
mente eotranhado era todas as paginas do
livro, que sari possivel consideral-o a al-
ma s-gundo da obra, se j o mestre nao
tivesse mostrado a direccao oompleta do
sen espirito.
Buscando na vasa dosociedade franceza
os elementos para os alludos roraaoes,
atravessando a regiao parisiense aonde se
encontra a maior degrada9ao humana, -e
indo ver na vida industrial o que existe
de mais excruciantea mina, desrabrindo
o que tu de raais violento, sensuil e bru
to o campo, Z >la foi tomado por um so-
bresalto artstico medonbo ; o temperamen-
to ex*ltou-st-lhe ; e qu mo menos aper-
cebiio, eil o em frente do mais clamoroso
espectculo a qae se pode chegar pdo pro-
eesao de segregacSo espontanea,o espec-
ta;ulo da beatialisacao humana, ou Oo re-
trocesso aos typos inferiores da especie.
E ah tem razao porque hoja ninguem
mais do que o naturalista dos Roug.n M ic-
quarts p le, com orguluo, levantar a de-
signacSo de producto directo do mo/im ra-
to acientioo moderno.
Nao vejo quem antes de Z la se tenha
deixado impressiooar de molo to original
por eaaes curiosos retornos da natureza
humana; e agora por occasiSo de entrar na
analyse o na destrpelo da pseuda vida in-
nocente dos campos, essa sua fereza da
obaervacao assume proporcSss es rasgado-
ras.
Para as pessoas saturadas de Wateau,
de Florian, para aquelles mesmos, que cul-
tivara o idylio campesino acre de Gorge
Sand, a Terra dever ser a cousa mais
extravagante que j sahiu da panna de
um escriptor e de um poeta.
Que horror! que depravacao I
Entretanto diga se, ou antes escreva-se
em lettras maisculas : NUNCA SE compoz
UMLIVBO MilS INNOCENrE DO QUE ESSE.
A pbrase necessita de explicacao. O qua
eu quero dizer que o hornera do campo,
o camponio franez nunca appareceu era
tamanba nudez, isto apresentaodo-se era
toda a ing-rauidaie de sua natureza. Z -
m
pro-
sadas p-los raeus ltimos trabalbos. A
minha saude "xcellente, e os meus das
de lic?n9a aervem-me duplamente...
Sim, bem. O seu filtra terminava
o primeira periodo dos seus estudos e o
senbor tinha necessidado do estar junto
delle...
O 8enhor nao ignora quanto receio
que meu ti I to ebegue a sab-r alguma cou-
sa do meu passado .. Bu nlo o largava
durante os seus dias de liberdade/ tratava
at de evitar a posaibilidade de uraa indis-
crijSo... Nao lhe oocultari que era este o
verdadeiro tira da licenca por mira solicita-
da.. Se pule, at agora, esconder a Pau-
lo esse mal lito passado, esse passado que
me apoquenta, essa falta castigada como
ura cri a-, esta oadeia que arraato contrai-
go, provra isto de qua raeu filbo tera vi
vido quasi serapre fra da minha casa. .
Durante os seus longos annos de collegio,
eu via o raras vezes. Era-me fcil res
ponder Ibe^quando me interrogava, e ira
pedir que que qu.lquer suspeita lhe ac lis
8^ ao espirito... Hoje, qua est junto d^
mira, como h i de conseguir explicar tanta
cousa que lhe parecer obscura, inexplic -
vel, se s >u obrigado a continuar no meu
servico ? Nao entrevejo sequer o meio de
o conseguir, e sao grandes os meus re
ceios I
O meu caro Rtyraundo pertence
prefeitura por lapso de terapj ainda bastan-
te long '.
Infelizmente, bera o s
tamente o que me assusta,
neu flho !. ..
Vai entao eonserval-o
Con qua pretexto separarme del!
at ao momento era que tenha prestado os
seus exaraes para adraissao na escola po
lyechnica ? Eu quizera, afi o de chegar h
ess't poca, obter urna prorogacao de |i-
oeoe*.
Quando expira a que lhe foi coooe
dida 1
Daqui'a tres seraanas.... Aconse-
Iha-me que solicite a prorogasSo de que lhe
tive a honra de fallar ? .
Acoaselho-lhe tanto menos quanto no
bao de tttender sua peticao, estou con
vencido, ou antes certo diato.
D-me licenca que lhe perguota res-
petosamente doude procede essa cortezi ?
Da necessidade quasi immediata
tenho do senhor.
Raymando ti ou paludo.
Necessidade de mira"'. .. repetio
ella.
Sira. .. respoodeu o chefe. Sabe por
que o maudei chamar ?
De certo que nao.
i, e isto jui
por causa de
<>o sea lado T
lUSM p
E' para obter do senbor um sacrifi-
cio .. o do resto da sua licenca, e para
pedir-Ibe que recora joe amanhH mesmo o
seu servico.
Reeoraecar atnanh mesrao o meu ser
vico 1 murmurou Raymundo aterrorisado.
Mas como quer o senhor que eu urative aos
olhos de meu filbo, que depois que est era
rainba casa quasi nao tenbo largado, a so-
lidlo na qual me ser preciso deixsl-o ?
Que pretexto dar irregularidade repen-
tina da minha vida ? s miuhas ausen ias
de noite e de dia ? s raiuh s mudancis
imprevistas de lugar, e cuja duaracao nao
posso rixar ?...
O meu caro R yraundo conhece a
syrapathia que lhe teobo. .. (Jomprehen-
do, ra-lnor do qu i ningue c, os seus abor-
ic i u in js, as suas iuquict .cojs, os seus
sofFriraentos, e sei corapadecer-rae delles,
raas tratase do interesse publico, em pre
senca do qu.l toda e qu-ilquT considera-
co de ve desapp>recer... Tenho-o na coa-
ta do mais precioso dos meus auxiliaras,
do mais inteiligente, raais dedicado e raais
honesto, sobretudo; tenho o direito decen-
tar absolutamaote co n o senhor, e cont...
iiiit lerabrado das ou lijea era que o era-
prego que os rapa lhe foi offereci lo... Fi
zerara Ibe ura grande ftvor, qu' Iha rapu-
nba grandes de veres. Foi cora coo.be i-
raento de causa que o senhor aceitou
merca e todas as suas cousequen ias. .
Cu upra os s.-.us co rapronisaos I...
Mas, senhor, exclaraou Raymundo,
cujos olnos se enihiara de Lgrim>s, nao
tenoo eu curaprido esses compro niasos ?
Nao i s-inpre o meu dever ? Oavirara-
rae algum vea quoixir-me de cansaco ?
Vi rame recuar diante do p:rigo? Eu
proiig^lisava a rainba vida, atra de pagir
depr-ssa a minha divida... Hoje nao
esta ella paga I... Nao me podem rost
tuir a liberdade por mira, rsstituara m'a ao
menos por meu filbo, a quera' poderia en
to escon ler a falta e a e'xpiaco 1Nao
sai se exagero a raeus olhos a i uportaucla
ios servicos prestados por mira, mas esti-
va disposto, apoiaudo-me nesseg servicos, a
p dir que rae perdoasa-m todo o resto do
le.upa da prova pela qual aind tenho que
pasaar. .
-- A isto me veda lo responder... S
o ministro da juatiea p le tonar a seu res
peito urna decalo... O sanhor merece por
erto o interesse e a estima d'js seus ebe-
fes, e nao Ibe regateio era uraa cousa era
outra, mas a rainba estima e o meu inte
resse nlo alteram absolutam nte nada a
aituaclo actual, e, repilo Ibe, tenho necea
silade do senhor.. A' vista disso, paco-
lhe um acto de abnegaclo muito meritorio.
la, propondo-89 a pintar essa nudez, da-
das a* condc3iB oonhoejias do seu tempe-
raupnto, Zla nlo podia aenlo chegar aos
resultados a qua chegou.
Hiveria hoje quem se atrevesse, depois
das obras dos viajantes scientificos e dos
aatbropologistas, e esarever, a proposito
de uraa guerra da Juranaa, de um idylio
as fronteiras do Per', ou oas margeos
do Tapajz, beveria quem ousasse dar
nos ura poema como os Oa locas de M*r-
raootel, ou a Alda de Chiteaubriand ?
A resposta nlo soffre" vacilagio. Nin-
guem. Pois bera, o autor da Trr
nlo fez outra cousa senlo procurar no
campo as verlaieir^s sobrevivencias de
atado selvagera, que houve na Franja.
Pela arta e p lo talento elle attragio o mes
mo pontj critico, em que nos lancaram os
ultimo estu loa da anthrropjlogu criminal.
O crime, quando nlo a consequencia
de urna deganerencia mrbida, ou de ura
ojumulo de presabas fats ao iudividki >,
pHssa cathegoria de urna funcclo to a-
tural, como as que assim o sejam. O ho-
raem criminoso, nesta hypothes', nlo se
nlo ura sel vagara solt em um meio> con V
qtal elle nlo se pode encontrar de aesor-
do ; que obra pela suggesto directa ; qu
trabalha e a vanea por inatiuoto; qua ro ra-
pe, enfurcese, aggrile, destroe tudo que
se oppoj ao desenvolvimento isochronioo
desses instii ctos ; que, finalmente, nlo
omprebende o que possa ter do commum
um cdigo com as relicSis da vida.
Eas "selvagem, esse atrazado, que Lira-
broso, Qarofalo, Ferri, Aldrecht e a maior
parte dos darwioistas nos pintara a deba-
ter-se entra as paredes de un oarcere ilii-
raitado a civilisaglo, Z la nos deu raagis-
tfalra rate era Buteau, figura sh.k-spa
riana, illumiuada pelo claro elctrico dos
tempes molernos, qn tomar, si qu- j
nlo tomou, seu verdadeiro pasto na grao-
te gahria litteraria, a par dos typos, que
mais honrara a forja imaginativa do ho-
rnera.
Buteau um persouagara qua faz arri
piar as carnes.
Nunca se vio n'um livro saenas, seriaraen-
t descriptas, como as que ce ligam a esse
feroz assassino ; raas era ultima analyse,
ss homem, correndo serapre na linba do
s-u temperamento, prepelido, ora por urna
concupiscencia invencival, ora pela ambi
gao da posse da trra, ou melhor daquillo
que os francezes chamara le terrier ; esse
Buteau qua pratica diante da cunhada e
do proprio pai oousas inauditas, essa Bu-
teau nao nos deve causar impresslo difiV
rente da que nos cauaa o ra i deaencadea-
do, on a torrente revolta, ferilo, matan
do, aniquilando naturalmente, sera repug-
cancias, ora hesitajSis. Ura inndoente,
cujos actos a socedade reprime e reprimi-
r ; urna forja cga que mais tarde se
aproveitar ou se desviar inofT-.naiva pira
o centro da trra como j se faz com a
faiaja eleatri-a ; nunca, porera, urna pro-
dcelo viciada, ascorosa, como as ptridas
d iracos da alta vida, Ndste sentido, pois,
a Tmt um romance de candura ; e nao
seria irrisorio atfirraar que o que raais
avulta o vicio de bdbadice a que se eu-
tregava Jasas Cnriato, alias ten lencia
muito propria de selvagena atrazados.
Muito teria que dizer sobre o atarease,
que foi dessertado pelo ultimo livro de
queote, de que nenbuma litteratura ainda
deu idea.
Antes, porera, de entr.r nease predilec-
to assurapto, conviria nlo deixar cahir al
gumas notas que touiei a esmo, mas de
reeonhecida utilidade pan a crtica d'A
Ierra.
A obra por mais peaaoal que seja, indi
ca serapre uraa gravitarlo partialar para
um ponto certo da esphera do entend-
ment. No momento da compjsiclo, que
o mesrao que dizerno momento da ex-
panslo do temperamento, a imagioajlo do
escriptor. attrahiia exclusivaraentj para
uraa faoe das cousas humanas.
Ha urna congesil) no p rato physiologico
do re/arencia como ura fluxo de luz, e a
forja inteira concentra-ae orientada para
esse lado. Deste phenom-uo depende o
quid do trabalho, que muitas vez 8 stereo-
iypa-se em um vocabulo dominador de todo'
o livro.
Z .la n'A Terra accent de modo carao-
teristioo o retorno do romance potico ao
romance satyrico.
E' a alternativa continu, para a qual
chamei a attenclo no principio deste estu-
do, entre o genio de .\riosto e o de Bocea
oio. No cora -co do scalo tiveraos tala
e Jacelyn; nlo muito que techamos n'A
Ierra as aceas do Touro, a violaclo de
FrancoUe, o parto da Coliche, e os ioge-
auos regabofes seosaaea da filha de Jess
Christo. A satyr., pois o trago objejti-
vo que mais particularisa na presente pha-
se o espirito do mestre.
O exercicio do microscopio produz fatal
mente este e outros resultados.
Continuar-se-ha.
Z ila, principalmente pelas audacias ob-
scenas, de um lado, e por certos deliquios
romnticos de outro.
Urge, entretanto, passar ao aasumpto,
que mais de peno fere a nissa vida e eco-
noma litteraria. Qiero fallar do mais
aproveitado realista surto no Brasil, o nos-
so Aluizio Azevedo, e do modo por que,
passndo por Portugal, essa nova forma
litteraria se veio accliraar nos trpicos,
aonde, como sa le em Vaz Carainba e Ga-
briel Soarea, j nos tempos do descobri-
mnnto pelo orglo ruda do selvagtra tupi
uarab, traacalava ura sensualismo acre,
^B
Renuncie aos ltimos di .3 da sua lioenga e
recomece amanhl o seu servigo...
Rayrauado, cuja physionomia denuncia-
va abatimanto profundo, respjuieu em voz
baixa :
Nlo lhe posso negar, o sanhor bem o
sab... Farei, pois, o que espera de mira...
il .s sinto neste momento urna das dores
mais profundas que possam despedagar a
alma de um homom... E, crea-me, sei o
que slo clores 1
O chefe guardou silencio durante alguna
segn loa, dan lo assim urna prova de res
peito pelo auabrunhamento do seu subor-
dinado ; depois perguntou :
Ja dirigi ao ministro a petiglo para
obter a su- completa liberdade ?
Nlo, senhor, respondeu Riyraundo,
e agora hesito em fazel o, porque tudo
quanto o senhor acaba de dizer-me faz-
rae crer que a petiglo nlo ser bem rebe-
bida.
R .y aun lo, quer ura bom conselh ?
Aceita! o hei, senhor, com profundo
reconheeimento.
Pois bem, prepare a sua p ligio ;
eu a apoiarei, por mais que me ouste sepa-
rar me de to dedicado auxiliar ; mas de-
pende de si tornar o xito dessa petiglo
quasi certo. .
Oh I aenhor, o que preciso fazer
para isso ?
.ir-se, bem da misslo que lhe vou
confiar, e o Eata lo, a quem vo prestar
ura relevaotissimo servigo, nlo poder-re-
cusar-lbe cousa alguma ... Aprsente se
araantil mesrao. .
Coate commigo, senhor, visto que as-
si ra preciso. .
Quanto a seu filbo, cuja presenga em
sua casa incommoda, comprebendo-o,
urna vaz qua existe o segredo que vo
quer osctiltar-lhe, pirece me que a difficul-
dade nlo iuaoluvel. Afaste-o proviso
riameutb.
Sob que pretexto ? E alm disso
irapossivel, porque elle vai preprar-se pa-
ra oa xames de admsilo na escola poly-
le haica...
Mis isso nlo urna impossibilidaie,
como vou provar-!h ;. Voc lase me qu;
sea filno de oonstituiglo dbil, nlo ver-
dale T...
Sim... a sua saude reclama gran
des cuidados... muitas cautellaa.
Pois bem, essa proprio estado de sa
de lhe foruacer justamente o pretexto de
qua voc& precisa... est tudo arranjado ..
faga o seguinte : coMoqua seu filbo n'um
raeio qae seja favor- ral ao desenvolvimien-
to de sua forga physica e que lhe permuta
proseguir nos seus estudos preparatorios...
me posaram no fit |. e q le este que tra-
go vestido.
Mis, que tra isso oa o caso.
O que teoj, ora es-- Estes botSet
nlo sabiram da fabrica de Birmingham.
Ora, Jorge III, publicou urna Iei, obrigan
do todos os alfaiates ao emprego dos bo-
i5s all fabricados, o oonderanando a nSo
recebaren] a importancia dos f tos que Ibes
fossem cncommendados aquelles que nlo
curaprisaem cora est 1 dever.
Eata l- nlo foi ainda revogada; logo
nada devo ao meu wlfai.t'.
O juiz ficou embiragado, e, absolvendo
o reo, condemnou o forneceior logrado
as cuatae e sei loa do proowao.
Se c tivessemos Iei anloga ? Como
folgariara muitos gentlements acatitados!
ainda,
Ajusta se uma oreada, raparig
e nada feia.
Por que sahio da ultima casa em
que servio?
Ora, minha 8"nhora, por uma teiraa
da patra
Essa teiraa ora ?4
Teiraou qua eu tinha fechado, por
dentro, a porta de raeu quarto.
E nlo era verdade?
Nlo, minba senhora !
dava serapre na algibeira
como semprr, foi elle que,
chara a porta I
A chave an-
do patrio; e,
nesse dia, fe-
.ogogrlphos .
PAEODUS
Off crecidas ao autor do logogripho publicado
no Diarh de 4 do corrente
l'
A par d'este navegante,2, 5, 3, 4, 6, 5.
Achava-ae, uiaa seahora,9, 8, 7, I, 2, 8.
Gibando para um planeta,9, 1, 6, i, 5.
Que foi falso deus outr'ora 2, 8, 6, 4, 5.
Nlo 800 Londres, uem Pars,
Madrid, Lisboa, oa B<-uxellas ;
BatreUnto, sou cidade
Da Europa, e das maia bella?.
2o
A par deste navegante, -7, 8, 6, 9, 3, 1.
Achava-ae, uoia senhora,4 6, 1, 2, 8, 9.
Olhando para am planeta,9, 7. 7. 1, 6, 5, 2, 3, 5.
Qae foi falso deas outr'ora.3,8. 3, 9, 2.
Nlo sou Londres, nem Paria,
Madrid, Lisboa, ou Bruzellai ;
Entretanto, sou cidade
Di Europa, e das mais bellas.
Trigo de Lobeiro.
Um pouco de tudo
Recentemente, am bom patusco in-
glez recebeu d'ura alfaiate londrino um
fato completo que bavia ajustado, mas que,
vezes seguidas, se recusou a pagar.
Cangado dp esperar, o alfaiate chamou o
a juizo.
Entre elle e o juiz, grave e severo, es-
tabeleceu-se o seguinte dialogo :
O Sr. nega a divida ?
Neg.
Logo nlo recebeu o fato ?
Recebi.
E, entlo, pagou-o ?
Nlo.
Mas, entlo, deve-o...
Perdi, perdi, Sr. juiz, queira pas-
sar a examinar o reverso dos boto -s que
Pai e filbo coraiam socegadaraente e
na graga de Deus, servndo se de uma ca-
garola cheia de arroz e com algaraas fatias
de presunto.
Porm emquanto que do lado do rapaz a
cagarola nlo tinha senlo arroz, do lado
opposto o pai ia servindo se das suceulen-
tas fatias.
E o rwpaz desespera va se vendo que
Ihea dio podia chegar.
Por fira dirige-se ao pai :
Estimo-o tanto, tanto, meu pai, que.
se alguem se atrevesse a molestal-o, c
virava exactamente como fago s esta ca-
garola.
E, acto continuo, voltou a cagarola, fi-
cando com as saborosas fatias do seu lado.
O pe, comprehendendo o estratagena.
respondeu lhe com voz carinhosa e dande
as fatias a sua primitiva poaiglo :
Olha, meu quero filbo, deixa a ca-
garola como estava, que a rairn ninguea:
me quer mal neste mundo.
v'o. encontrar esse meio no campo, em
algum lugar prximo de Pariz, onde poda-
r ir todas as vezes que quizer, e onde o
rapaz trabalhar aera fadiga, debaixo das
grandes arvores, respirando o ar puro....
Elle nlo comprebender por que,
mandando-o para o campo, eu fique em Pa-
riz, em vez de acompanhal-o... Como po-
deria comprehendel-o, se me julga senbor
absoluto da minba pessoa ?...
Vamos, R-yraundo, raciocinemos um
pouco... Seu filbo, sabendo que voc nlo
possua uma grande fortuna, deve necessa-
riamente suppr que tem um emprego
qualquer... Elle nunca perguotou-lhe qual
era ese emprego T
Perguntou, sim, senhor.
E o que lhe respondeu voc ?...
Que era encarregado pela prefeitura
de poli ;ia de tiscalisar as bibiiothecas das
piisSas.
- E entlo 1 essa resposta nlo era des-
tituida nem de veroaimlbanga nem de ha-
bilitarte. ..
Diga a seu filbo que a tal fiscalisoglo
d lhe actualmente muito que fazer, e,
cousa singular accres^entou o chefe com
ura sorriso, voc estar, dzendo isso, mui-
to perto da verdade. ..
- Como assm, senhor ?
A tarefa importante, para cujo des-
empenho cont cora voc, tem relaglo, nlo
com as biblitbeoas das prisSes, mas com
as da cidade de Pariz e do Estado 1 ..
-- Com as bibiiothecas ? repetio Ray-
mundo muito admirado.
E' verdade.... Expiicar-lhe-hei isso
daqui a pouco, mas fique sabendo desde j
que, senio eu p.i tamoeu, cootava com as
suas angustias de pai. Nestas condigSas,
dar-lhe bei todas as facilidades tendentes a
afastar a niiniraa suspeita que podesse nas-
cer 00 espirito de seu filbo... Farei com
qua Ibe paasera (e aso ser-lhe-ha muito
conveniente as pesquizas que vai fazer)
uraa nomeaglo de sua-inspector das bibiio-
thecas do Estado, nume^gao que vo. po-
"der ura dia, como que por acaso, collocar
debaixo da vista de seu filbo.
Oh 1 senbor I ex larauu Raymundo,
agradego-lha do intirao de. minha alma I
Corao o senhor bom I .
Repito-lhe, sou pai, e nada qua toque
fibra paternal me estranho.
E o chefe estendeu a ralo ao seu subor-
dinado, que apertou-a cora effusao, e diaae
em seguida :
Agora, senhor, queira communioar-
m o que espera de mira...
- Quero enuarregal-o de resolver um
negocio muito serio e que exige um tacto
muito especial. Nlo se trata nem de san-
io despontar o dia
A' Albebto F. de Mendonja
All, descorada e trale, reclinada em
um pobre divn, passava ella, a boa
Laura as bellas raanbls da ura forraoso
Abril 1
E l no coqueral o Pintasilgo maior s
e terno, soltando um canto melancholico e
plangente, vinha dispertar-lhe saudades
aquelle por que suspira va tauto.
Como lhe parece venturosa e alegre &
vida de outr'ora, divagando pelas campias,
criancinha louca, colhando lindas fl>rese
persegnindo ntidas borbolhetas, as ame-
nas tardes de formoso Abril 1
Bem, puderas, cruel, ter sido es-
quiva !
a Que dos nosses smhos encantados,
dos protestos d'amor eterno, immenso, de
tuasplinses doces de ternura
Porque m'abandouaste triste e louca,,
gemendo sera conforto as minhaa magoas,
de martyrisado affecto '
*
.**'
E l no coqueral sombro o Pintasilgo
entoava o byrano da saadaflo ao Sol que
dourava os borisontes resplandecente e
bello !.....
E ella a triste Laura, meditativa e tris-
te, ouvia o gorgeiar suave da terna ave-
zinha, que lhe despertava n'alma dore3
pungentes e record&goes amaras f
Recife88.
O DLA&EG MlDNAL
gue derramado nem de ura desses crimes
horrorosos que de alguos annos a essa par-
te multiplicara se cada vez mais ; mas nem
por iaso o caso menos grave, sob um ou-
tro ponto de vista... Oa malfeitores nlc
se atiram deata vez aos particulares,pe-
rora s mais preciosas riquezas de Pariz e
de algumas grandes cidades da provincia.'
Ray uundo Fromental paiecia muito in-
trigado e estava-o realmente.
Trata-se, sera duvida, disse elle, de
roubos commettidos era igrejas V...
Nao.
Aonde entlo ?
as bibiiothecas.
Livros I,.. Slo livros que roubam T!
Slo, sim, e livros de grande valor,
cuja perda irremediauel, nao por causa
da grande quantia que representan), mas
porque slo obras raras, e muitas at ni-
cas. ..
O chefe pegou em uma nota que estava
sobre a sua secretaria, e, depois de a ter
consultado, proseguio :
NeBtas ultimas tres semanas foram
subtrahidos quinzo voluraes da Bibliotheca
Nacional, doze da Bibliotheca Santa Geno-
veva e oito da Bibliotheca do Arsenal.
Era Lylo, Nautea Blois, roubos idn-
ticos t ra sido commettidos, aa queixas che-
gara de todos os lados, as autoridades da
provincia perdera a cabega e nlo percebem
pata vina. Aa obras roubadas, e que nlo
ser possivel substituir, valera, ao que di-
zara, pelo menos dusentos mil francos.
Era suraraa, o ministro, irritado com ra-
zao, deu as ordens mais severas tendentes
a f.zer cessar seraelhautes roubos... Guar-
dou-se silencio at aqu a este respeito, afim
de evitar, ou pelo menos retardar as ex-
ploaSes de colera dos sabios e dos biblio-
philoi, que com certeza vio dar escnda-
lo. .. Animados ora este silencio e cora a
inaejao appirenta da polica, os ladrSes de
bibliothac.8 vo sera tluvida proseguir as
suas proezas.. O senhor aproveitur esta
circurastancia... Deite a unha aos gatu-
nos de livros, o eruio poder prometter-lhe
entlo que a sua petiglo ser bera recebi-
da... .
O senhor nlo tera nenhom indicio ?
perguntou R yraundo.
N nbura.
Eutretanu, reoebeu relatnos ?
Reoebi, mas diffuaos, contradictorio,
uu, para fallar uiais claro, absolutamente
tujprestave.s. Nada ha nelles que se pos-
ea aproveitar. j.
uarseha)
s
1

Typ. do Diario roa
de C'axiaa n. 42
Wm
-j


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