Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16645

Full Text
UNO LIV IGIB10 13
5
-

+
PAUa % CAPITAL E M(;VHi: OSDE XAO SE PACSA PORTE

'
Por irea mises od untados .
Por 8s ditos dem.....
Por un ano dern.....
Cada numero avulao, do roesmo dia.
60000
120000
230000
100
iiliA _4 6 DE ABRIL DA 1
PAHA DENTRO E FR.I DA PROVINCIA
r
Por seis meies adiantadoa .
Por nove ditoa dem......
Por um auno dem .
Cada numero avulso, de dias anteriores
134500
20*000
27,0000
100
Propricliaiir iu Jllanorl /ifinetroa fce Jara lljo*
Nrs. Amede Prince dr.
de Pars. s*o os nows agentes
exclusivas de anmelos e pu-
blieacies na Franca e Ingla-
terra
*_____________________
--WMH-"IWSHS-
mwm popol
JCOTLIDDZ. LIO
LI7TESATBA
DE
ELEGRAMMAS
SEIIfGO PMIICL. 00 01*1110
RIO DE JANEIRO, 5 de Abril, s 10
boras e 15 minutos da manha (pela linba ter-
restre.)
Divcrs s olhaa de Pars, noticiando a
organisayao do novo ministerio brazileiro,
fizerotu honrosas apreciado.'3 nao s quanto
Ba poltica abolicionist mas tainbem
quanto composic3o do gabineto e espe
cialmcute sobre os conselbeiros Joao Alfre-
do e Antcnio Prado.
RIO DE JANEIRO, 5 de Abril, s 12
horas Foi agraciado com o titulo de Birao de
Lepe Nctto, o conselbeiro Felippc Lopes
Nett.
Foi exonerado o actual 3. delegado
de polica da corte, e nomeado para sub
stituil o o Dr. Haddock Lobo.
Foram reconduzidos nos cargos de
juizes [uumcip.es e de orphSos;
Bacharel Jos Boaventura Bastos, do
termo do Ico, no Cear;
Bacharel Francisco Barbosa Cordeiro, do
ermo di Saot* Qiiteria, na mesma pro-
vincia.
Fornm nomead a juizes raunicip oes e
de orphaos :
Da termo de Oetrat, na provincia do
Piauhy, o bacharel Candido Mrtins;
D.s termos reunidas de Lavras e Var-
gem Alegre, na provincia do Cear, o ba
charel Antonia de II >ll..na C .valuante;
Dos termos reunidos do Missilo Volha c
Barbalha na mesma provincia, c bacharel
Jcs Anastaeio da BUVs GuimarSes;
Dos termos reunidos de Acarah o San
t'Anna, na dita provincia, o bachnrel Gil-
bsrto Saboia ;
Do6 tormos reunidos le Cear Miriin e
Touros, no Rio Grande do Sorte, o bacha-
rel Fran.isco de M:ira e S.
Foi concedido o titulo de conselho ao
desetnbargidor Joao Sartorio.
lMIHHl.iL E BR4Z1L
PELO
Conselheiro Joaolanoel Pereira da Silva
TV
iContinuagoJ
Aps Feroo L,psque falleceu p"lo meiadi dn
teculo, fulgurara outr ..a chronistas d> grande me-
reomeot) u bos quaes Be cmfiaram igualmente os
cargos de guardas mores do archivo da biblicthi-
oa. Foi o primeiro Eannrs de Azurara que redi-
gio a ebronica do deseobrimento da Quin, a qaal
merece todos os encomios pela exctido e cuidado
litterario ; Ruy de Pioa depoia, que rtdigio as
ebronicas de L). JoSo II e de Affmsu V ; e por fim
Duarte Galv&>, autor da de Affmso Heoriques :
estimados e aprecalos pelos principes da familia
de Avia, que todos mus ou menos primaram pela
sua cultivada intelKencia c denodado patriotismo.
Nem no dos tres ltimos pode competir coa o
vulto potico de Fsrno Lipes, e neo disputar-lhe
a pnmaiia : j poreu, um facto impor'ante que
o gosto litterario se deseovolva, que se cultive o
r-ui i hiat tic j para a educacio dos contemporneos
e dos psteros com a nairacao dos feitos heroicos
dos antepasaadoa. Nao procedem destas licco.-s o
arroj > e acomettimeutos briosos, para se nao expo-
rem ao ludibrio e ridiculo de tallar a tradicoes
honrosas e a glorias que se di-vtm b rdar ?
Pode se aitfibuir igualmente afluencia de D.
JoSo II e de sua epocha o apparecim nto de um
livro i m pros, > inp siio de um poeta mavioso,
Bernard'm R heiro, sxa o titulo de Menina entoga.
Tem phisio'.roade romance sentimental, m.s fal-
lii-lhe o iuterea.-e dramtico, que prende e susten-
ta a atteocao c curiosidad?, commo o os affectos
ao msuio tempo
Mas aformcsi-a-se com paginas descriptivas e in-
termedios ttrnos e melanclicos, quemis parece
produeco do seculo XIX e da escola francesa que
legaran) Bernardim de Siint Pierre e Chateau-
briand, qu- d'essa epocha de guerras cavallerias
e c< nvuieoes de urna idade que deaapparecia dian-
te de c-utra que raiava para o mnudo, e auouncia-
va muito 1 ff/rei. .- borison:es.
(Continua)
Eufrosina do Reg> Barros, suas filhas Afra dj
Kego Barros, com 10 anuos, Fraacisja do Reg
Barroa, com" 7 e um cralo de Dome Jos Rib;iro.
Commuuicou-se ao coronel commaadaote das
armas.
O Sr. agente da Compauhia Bratlleira de
Navegaco Vapor mande dar transporte at a
corte, pt cunta do Ministerio da (iu -ra, ao 2 ca-
dete addido ao2 bataiho de infautana, Mana-I
Francisco Br^ndo, que ve-ifi^ju pr>ca Com aquel-
le de tino.Communicon se ao coronel commau
dante das armas interino.
O Sr. gerente da C >mpanh'a Pcrnambucan,
mande dar passagem de i al Mosaoi, no vapoi
que S'guir para o nirte a 5 de Abril, a Francisco
da Ca a Filgueira por couta das gratuitas a que
o governo te-u direito.
O Sr ger n'e da Cjinpanhia Per.-iambueana,
mande dar passagem de r at Maeei, ao vapir
qu- seguir para os putos do sul a 26 do correte
;omajunicou-se aj inspector jj Tbisonro Prj-
vio nal.
Portara :
Ficj ceote dos factis cmstantes do officio
n. 28 que a Cmara Mamcipal di R-ieife dingio
to em 21 dW correte m-i, e aspara que a Cunara
proced-rd em ordena a acautelar os dinbeiros da
muuicipalidade, ama ves qua o respectivo procu-
rador ac laoatruii .ir, t .',' ..
EXPED1BNTE DO SBCRETABIO
OfHcios :
Ao coroael commanlante das armas interino
O Esm. Sr 'viee-presidenta da-provincia man
da accuaar orocebime^to dj officio n. 514 do 24
do cjrrente em que V. Exc pirticip* hiver na
mesma !*ti exonerad i o comonndanre interino da
K v tale*ado Buraco o m^jor reformado Emy-
gdio Kraunseo de Sousa Magalbdas e nomeaJo
tambem iut-nuaui ute para aub.tituii-o o teueotc
refjrmalj Mm.el Carn-iro Vlijhalo Freir.
D. Mara Theresa de Jess Campos e a urna |CotoiDuai6hsi ai insp.'Ctor da TaeaiararU d-
PARTE OFFIi.IAL
SffllCO OJ AGENCIA H&V&S
Servigo directo
PARS, 4 de Abril.

Mr. Mcliue, deputa.1 > p-lo departamen-
to dos Voges, foi eleito pr si Irotc da C-
mara dos Deputados, p 5Ir. Cleirenceau, tkpotndo d.i Vi.r, que
obteve o iiiesmo numero ele velos, li.
Mr. M -lino foi eleito p r ser mais antigo
desatada Je <]>- o si u competidor.
PAWS, 1 d Abril.
A Cm.ra .ios Depatadoaaddwu *s bu s
se8E5-s t o dia 19 de Abr'.
FLRENCA, 5 de Abril.
SS. MM. o re e a rainba da Italia, e Mr.
Crispi, presidente do g^binet-, visitaran
hoje a SS. MM o Imperador e l.rperatriz
do Brazil, que acabam de chegu' esta
cidade.
ROMA, 5 Ai Abril.
Oonsia que vai ssr chamada para a Ita-
lia urna parte das tropi-s em expedicSo na
Abybin'*.
dereigo pela via Norte-Amrica
MAS800AH, 4 do Abril.
R.-:um trps italianas e os -byasnios.
as
PARS, 4 ie A Vil.
O J'jtini'd des Debat o a
Francri's* eticara vivamente
niatevio.
Republ que
o novo mi-
Agencia Hava, filial em Pernambuco,
5 tb Abril de 1888.
Cioverno da provlac.'a
EXPKDlE.Mi: DO DIA 24 DE MAr.C'l DE 1888
Actos :
O vice-presidente da pyvincia resolve, por
conveniencia do servico publico couf irme propoe o
Dr. (h-fe de polica, m cfficio de hoje datado, sob
n. 236, crear um dietricto policial, desmembrado
do de Apipucoe, o qual ter a denommcao de-
Macaco, com oa limites seguintes :
Estrada do Bartholom.u e a liuha ferre^ de Li-
moeiro, at os limites das fregueaias do Poco da
Panilla e 8. Loorencoda Matu, e ficando o novo
distiiet a perieoeer 4 delegaeia de S. Loureo?)
da Matta
__ O vice presidente da provincia resolve, de
confo.midade com a propoata do Dr. chefe de po
icia, em ofiieio de h? je datado, nomear o aiferes
D oeleciaao Pexoto de Aleoca para o cargo de
subdelegad., do districto de Macaco.Remetieu-se
o titolo ao D'r. chefe de polica.
O vicepresidente da provincia resolve, de
conformidad.; coro a p'op ista do Dr. che fe de po-
lica em offi.-i.i do hoiltem datado, sob n 231, exo-
nerar o alf. res do corpo do polcia, Antonio Cde-
na Bandeira d- Me'l d> c-rg do del-gado d>
l. rmo de Tacarat, e nom;ar, para subatituil o o
capito do n fondo corpo, -Joaqaiai F.lix Beierra
CaValCanle.
__ O vite presidente da provincia resolve, de
conformidad-- com a proposta do Dr. chele de po-
lica, i m offici de h'.ntem dtad), sob n. 231, nj
mear o alfeves do corpo de polica. Antonio Cadena
Bsndeira de Meilo, pra o cargo de del-gado. que
s-' acha vagp,d) termo de B)m Coiiselho.Cim-
uiudtpou se ao crir.iiiiindante do corpo.
.')fflcios :
A-> con>maud>.ute das armaB interinoSir-
va se V. *fc de uoui ar urna cjiniii ssao afio dn
tsiBiir, DO Ara* nal do Guerra, abertura de 4
.-oluines, vindos da t-ftetf, tuii destiuo ao dito Ar-
JrDB|Cummunic^u-se ao director do Arsenal ue
Guerra.
Ao Dr. chefe do polica. Em sJucii ao offi-
cii He V 8, d.-tado de |8 lie Pevr.iro findo, sob
n. 148, toui retermeia necessidade de urna en-
|i ruara na Caea de DctccSo, conjorino propoe o
reap':ctiVJ aduimiatrador. eabe-me declarar-lhe,
que, 1,-iu discordr das razo..s juatificati as deasa
w-did. comtudo observo que a. m previa autorisa-
cao legal &. pode ser posta em pratica urna ves
que iiopirtana ella creacao de um lugar perina-
... ute < p.rtauto deap.ia de igual naturea, com
o que nao se compadece a ndole da verbaEven
tUaes.
__ Ao inspector da Alfaodega.liecommi-ndo
a Vuic, em additamenio ao m.u otBeio de 12 10
corn n'e. que me enve urna nota de tudj quanto
t. m pago a Cmpaubia do Bebenbe, resoltante de
direitos, relativos a objectos importados para fi>
alheioi s obras novas, por nao estar delles isem
pta.
Ao insp.-ctor doTbesonro Provincial Dt-
claio a Vme., para os fina conven-entes que tica
r-oonhecina a despea d qoantia de 311 #26 f-na
cem a coua rvafio ocuateiorio laboratorio ebimico
e biatolegico a cargo da commisaorue estados da
mjlcatia da caniia, no semeatie findo de Julho a
D umbro de 1887, cunforme officiou essa inspe-
ctoriij em inf rmacAo de 15 deate mea n. 127. Re-
metio-lhe aaconias da mesma despeas. Cslmu -
nicou-oe ai.s membros da ret-rida commisso.
Aj inpector do Arsenal de M-rnh.Srva-
se Vine, de dr suas ordens para que sejam orea
dos os concert* de que carece a barca de viga
a 2, ci.Calhnda no esiai-ro da Comp^nbia Per-
nami-uca. m viata do que so>icitou-:n- o inspector
da Tbeaouraria de Fa. nda, ein officiv de 2 do
c urente, n 177. Couiinunicou-se ao inspector da
TurBour-.ria de Fai>-uda,
__ Aj ja s de direito da comarca de Limoeiro.
__(jhega ao iwu coohacimeuto que lora por Vmc.
designado o 2 tabcllio dessa wnnr. pra cu
muiar o- otBeio d> Io ubclliio, em que toi prvi-
do Srues o d- Oliveim Cavaleante, quando eua-
pria dr a eeie p .sse o ex-recio por foro* do avi-
s do Mi.iit'eiio d Juatica de 7 de Fevereiro fiu-
oo e da p irtaria aeata pr. aidencu, d" 6 do mes
c rreo"1. que par oftujo de igul data foi remetti-
do a Vmc.
Chamando a atteocio de V ce. para essa porta-
ra, rccomm-odc-ltie que, nos leiin s dos arts. 286
e 287 do regulam. uto d' 28 do Abril de 1885, uau
se d more, sob as penas da le1, em dar ao predito
labeJhao a poaae e exreicio a que tem Direlt*.
Portaras : -
Sr. agente da Compaohia B.sileira de
Navgaci) a Vapor faca transportar d provincia
i i Parbybi. por cunta di Minate io da Gu-rra,
o capillo Joaqnim uedio do Reg Barros, qne de-
olarando achar-se prompto para o servico .egu
aquella destmo e bem assim sua mulher O. Mari*
filba, p->r conta das gratuitas a qe.e o givern? tem
dire.to.
EXPEDIENTE DO SECBETARIO
Ao omuaiidante superior da guarda uncu
ual da comarca de Barreiros e Palmares.D Kxm
8r. vice-presidente da provincia, rendo, por des-
pacho deata data dispensado do lapso do teinpo
para prestar o devido juramento o lente da 2*
^ompuuhia d i 36 btalb> do stv!c> activo da
buarda nacional sob seu commaado superior Fran-
cisco de Barros Liue, ss m o mando declarar a
V. 8. para aeu conb-cim ato e de vi J a ia.
Ao gerente aaCompanhia P rnambucana.
De ordem do Erra. Sr. vice-presidente da provin
ca aecusu o r.ctb ment d > olS:i > de 22 do cor-
reate no qual V. 8. participa qu ao amaubecer d j
dia 26 a-guird para os pirtos dj Rio Formoso e
rmaudai o Vapor Giqni desaa Companbia.
.\o Dr. juiz de airen > da comarca de Bjm-
J ir mu.S. lixe. o Sr. vice-presiden:e da provin-
cia, inteirado do assumpto de sea oficio de 18 do
eorreute mes recommeads-lhe que providencie no
sentido de ser intimado o supolent do j i>z muui-
cipal a que allude para apresentar o titub du no
meav^o.
U-ii'j ;im manda conmuuicar a V. S. quo por
portara de 2i do citado m z foi proto;ilopor 60
dias, a contar de 19, o praso marcad, aos cida-
oaoa Harneados supplentas djs juiss inuuicipaes
doa termos desta provincia para preatareui o ju-
rameuto do eaiylo.
EXPKDIEMTH DO DIA 26 DE MlHy i DE 1888.
Actos :
O vice presidente da provincia atteadendo ao
que requeren o commendador Jos da Silva Loyo
Juaior, cootractaote. do e^tabelecimento de um
eagenho ceutral no munieipi i do Goyanoa, teado
em vista as informacocs prest das a reapeito, a 19
e 22 do correte mes, pelos Drs. pr cal e dos Feua da Fzena Proviucial, e consi-
derando sobie a impoaaibilidade em que o psticio
nario e outroa empresarios da tundacao de iguaes
fabricas ticram de satisfacer os compromiasos con-
trahidoa com a provincia, para a realiaaeao d um
melboramento de graude utilidade publica, si nao
podrreuj deaappropn.r os terreuoa de domiuio par
ticular, piedlos e bemfeitoriaa, que foreu) necessa-
rios para a execuel i das obras dos referidos en-l
K-nnuo txuinna resolve, usando da altribuco
conferida pelo art. 84 | 40 <]a |ei de 12 d. Agosto
de 1834, para a xecu^a' uj a.i. ifi da le provin-
cial n. 1560, do II ito A uto d 1886, e em .-.<
tule do ar. Io da !ei n. 509, de 29 de Mai 1 de 1861
determiuar que o referido commeadador J >* da
Silva Liyo Jnior e outros quaesquer cidad .*,
que tenham taubem contractad ou bajam de con-
iractar o estabelecimento de eagenaos centraes,
fiquem subrogados no din-ito de deaappropriar, por
ut'iiida le publica provi-cial, de acuerdo com as
leis em vgor, os terrenos d; dominio particular,
predios e bemfeitjrias, qua l'.rcui uecesaarios para
a execucau das obras contracta las, asseutaineuto
de liubas frreas, abertura ou melhoraiuento.de
estradas ou cainiuh a, cuja servida), e oa demaia
de que trata o art. Io da le u. 129 de 4 de Mio
de 1814, forun neeesaarios d fundaca ou fuucyai
dos r.feridos eng-ubos ; correudo as de*pesas de
desappropriacao por couta dos cntractautea.Re-
metteu se copia ao Inaaeotcf do Th-sonro PrjViu-
cial.
O vice prasidente da provincia attendeodo
ao que requereu Isidoro de Fretas Gambia, pro
foasor da 4 caleira deensino primario da fregua-
sia de 8. Jos deata o lado, resolve jubilar o pe
ticiouario com a peu-il) correspondente ai 8 veuc
mentos calculado! na contormidade do art 179
5 doregulamento de 18 de Jaaeiro ultimo, v.aio
estar imposibilitado pir molestia, segundo prova
Com atiestados de facultativos, deexercer o magis-
terio. Commuuic.u-se ao inspector geral da Ins
truccao Publica.
O vice-presidente da provincia, attendendo
ao que r.qu-reu o Io escripturario Tbeaouraria de
Faz uda de,ta pr.iviucia Germano Anto.iio M .-
chada, e leudo em vista inf irmacao n. 18- presta-
da pe 1 reapectivo inspector eci 23 do correte, e
..s atteatades medios exlibidoa, rea Ive le ac:ir
do com a auloi isacao contida em telegrainma de
i, do Ministerio da Faeuda, conceder ao peticio-
nario 3 metes de licenca com ordenado, p'ira tra-
tar-s-- oiid- iho Bonrier, da molestia beriber.
tficija:
Ao coronel commaaJante das armas interino.
Ueaignj, de acto.do com a iudicayi feita pjr
V. Exc. em offi-10 n 513 de v4 do correte, o ma-
jar cuuiinand .ole interino do 14 batalh de iufau
taria Eatevo J s Ferraz para presid, a commis-
aao qu ua lo-ma daa dispocoes em vigor tem de
dar em coiisuiDo no respectivo quartel no dia 3 d"
Abril proxim vnlouro ) 11 horas da manha. o
moinbo de fe.ru do rancho do 2 uatalhSj de ia
fautaria, julgado inservivel segundo consta do Cita-
do officio
O que faco constar a V. Exc. para seu eonhe
cimento e devidoa fina.
Ni me>ma data .deaiguou se o hjuiante in-
terino do Arsenal de Guerra e expedio se ordem
ao inspector da Tneaour .na de Fazenda para de-
siguar um empegado afim de fazer parte da eom-
missdc.
Al co '.sclb.lrj poai ietit dj Tii-Hioal da
Relacd do R-cife Vara tes o conveniente des-
tiuo o recuraa de graca rerp ato pelo reo Mm..el
Becerra de Moura, condemuudo d peu de gia
perp ru^s, em virtude de d-ciaj do jury do ter
uu da Iuipcratriz, provin.ua daa Aiag aao de ii de utuoro de 185S, digue-se V Exc.
d- provioeuciar para )ue seja traiismittida d Se
cretaria deata prai lencia a certida. do proceda 1
daqueil.- reo.
Ao vi.-e proved ir da Santa Casa de Miseri-
cordia lo Rocif. Airradeeaado o convite le V.
Exc. par a-iatir miasa que tem de S'r cele-
biada ua igrej. de N. S. do Paraso u da 29 >'
CJireal.-, .lecai- lh qu, a lij occoitci aigum
F> senda.
Ao agoute da Companhia Brasrk'ira de Na-
v.gaodo. S. Exc. o S.-. vico prtesiJ.U da pro
Vlucia Son int'iraJj pjlj ou5ci de hjatem de ter
autralo di p-irtoi di no.-te Ai I no as di manha
o vapor Pernambuco quo seguir hoja da 5 da tar-
de para u do ul. Cuj nume iu-sa secretaria
da AgiieulUra.
A-i directo'da C1I0111 irphanibgiea sli'>'l.
OEsid Sr. lict'-proai lente da provincia mta
da declarara V. lie ni. qie ti m ajjon'.e d> as-
sumpio de aeu olficu do 23 do .: ir renta na, re.a-
tivo a LuUega pi opr.a a,Ii lo cx-cj!ouo i;3ae
institu'o otoi.io Jovmo Frei'e Giin3'r.i, pelo
motivo eoatan'e do prelito olfi :n.
4 OS
DESPACHOS DA PREStOEMOIA DO DU
ABRIL D8 1838
Ab-iix assignados, vereadorea da Cam ra Mu-
oicipal d : Gamellnira.N'gJ provimento 10 M
curso interpost 1, porquanto d Cmara Miuicipai
compete fcin'ttir aous empregaioa, que do cou
servado* cwq.iioto s rvircuj bem, a juizo da mesma
Cmara.
Companhia Grcat W^ataru of Brasil Railway,
Limit-.J.'R.-mittid.i ao Sr. iu3pe:t.r da Tbecoa
raria d. I*.zoiia ptramaniar pigur, deaecord
eom sua usf irns-ie?- de "8 de Marc> nltim, n.
199.
Duiuisa Auatticliauo Mifia. S.os.
Fra iceSna Veira de Araujo.Nao tem lugar o
que r. quar, em vista d j que dispo i o art. 152 5
do reguU-.n-uto de 18 de Janeiro uhmo.
G novera Ferreira de Qisiros Pitta. N'esta
data autOMSJ vn nsp-etor geral da Iustroccdo Pu
blica a atiender a aupp'icante, quando houver ca-
deira vaga que so p.saa p over por contracto.^
Tancn H:u.ique Carueiro de Almeida -
caminhe se, devendo J supplicinte pagir o porte
no C irrei -
Teueute Joaquim Jorge de Mello Filho.Se-
ineltuo m Sr. director d- Arsenal de Guerra para,
opp .rtuoBseute, maular satisfice:, de accordo
com a su'i iafornn?i 11. 219, d. 2 do orrenf.
Jia BJsario Mirinho fa'ei'. -Como requer.
Linlolabo O.ymaio doa iteis Campillo, Joaquim
Lucillo de Siaueira Va eiao e Silviao Antonio
K.drigue.Subaatem as taiS d. o(B;w Jo.i.
Presidoste a Toaouro Provincial em 25 de Fe-
vereiro di 18^8-
1- .neJ^o* *o-Ui> -^DP s-\
Mana Hermiua dos Passoa Limi. -Requera
aHtoriiade compolente.
Bacharel Pedro Jorg- de Soaca.Sim.
Secretaria da Presilenoia di Pernam-
buco, de Abril do 1888.
O porteiro,
F. Chacn.
facto e fe* a comptente via:ori, pelo Dr. Jos
Feliz di Caoba Meoeses.
Medianta fianc* proviaoria foi o r 1 posto em
1 berd.de, proieguiudo-se eutrerautj uo laque-
rito.
Deus ^uirlj a V. Fxj. Ill.n. e Esi>.
Sr. Dr. I^nici Jjauuim de jjuzj L;S>,
muito digno vice preaiilent 1 da provincia.
O ohefe lo polici*, Francisco Djmingites
Ribeiro Vianna.
------------. -rs-r-^-^-jes--------------------
llep;irtico da Folela
2.a 8-1099.0.S '. -Secretaria de Po-
lica de Pernambuco, em 4 da Abril de
1888. III m. e Ex o. Sr.Participo a V.
Esc quo f-iram bontem recolhidoa 4 Casa
de Detengan os seguintes individuos :
A' mioha ordem, Victoriano SimSes do
Nas-.imento, vindo do termo de Pao d A-
Ih (orno alienado, al que teohi o conve-
niente destino, e Jos Felippe Brrelo,
viudo d.j Jaboatao como alienado.
A' ordem do subdelegado da freguezia
do R-cife, Antonio Mndes da Costa, como
vagabundo.
a! nr.icii do subdelegado do 2o distri
ct. .ia Boa-Vista, Jos Ignacio da Coita,
Jo= Buto Agostinho e Jo-j L?audro Per-
rera, por disturbioa -i uso de armas dete-
Z...S.
Co amunicou-ne o delegado do trino do
Agua Pret qne no dn 4 do inez passa-
lo, em trras do engeuho Floresta do ter-
mo de Palmares, <> individuo de nome
Cleiuci.'.iao Jos do Li na, assassioou com
urna fajada a Manoel Sabiuo Teixeira de
Carvallo.
O criminoso foi preso em flagrante, e
contra elle se projodeu nos termos da le.
O dragado do termo tijipoU-oitj ter no dia 28 do mea fiado,
filo rtitvssd ao juiz compatente do inqu*
rilo poi i..l prooelilo contra Jos de tal,
couhcjd por J.s Pequenj, por fia** de
ferimeitos, na pessoa de Claudino Prao-
cis'J'i uas C'iogas.
O edado P.ulino Gomes Cavaleante,
participou-me ler, no dia 14 do mea prxi-
mo finio, assumido o exer icio do carg 1
L subdelegado do *is fisto de S. Vu-snte,
na qujlilade le 3o supplente.
D.ius gu.r ..: V. blxc. -lllm. e Exm
.Sr D,'. Ignu io Joaquim de Souaa Ledo,
non > ligtio vi -e-presilente la provin.i.
Thesoure provine. !
O3PACHOS DO Ola. 4 DE ABKIL DE
1888
rsula Mara Barbosa.S.tiafaga a
exig,n..,i.i. .
Pelippj Nery Gjugalves Ferreira Coita
e Antonia Jacintha de Jess. Pague so
pela c.ixa da Recite Drainage.
Albino Jos da Silva. C rtique se.
Dr. Jjiqui.u Pereira da S Iva Oruima-
i'.ies e Mari* Iguacia de Jjaua. Haja
vista o Sr. De. procurador fiscal.
Pontos da Bibliotbeca c Qymnasio. Ao
Sr pagador para 08 devidos fias.
Fruncs :o Tavares d* Silva CaJValcante,
director geral das Obrus Pabli.-as, Antonio
Florentino do Oliveira, director da Biblio
theaa, offi b do Dr. cLefd de p>l;cia, Izi-
doro de Freitas Gamboa, Luiz Antonio da
Silva, Pautilh Lina Vi-:iraCintra e Manoel
Gjngalves Agr. Informo o Sr. contador
William Halday & C. e Canuda Perei-
ra dos Smtos. afor no o Sr. Dr. al-
miiiisralor da r>i sebe Ion p ovinsial
Peregrino Affxis.i F'rreira. -Ao Sr.
contador para os devi i..s fin?.
Conta-s do corpo de polica. Exami-
Dem-st.
Maeool Figu'ir-do da Cunha. Pa-
gue-se
Dr. Fr.n.-isio di Paula Correia d^
Araujo. Entrogue-s* p*la caixa do di-
psito.
5
Mara H-rmina dos Passos Lioi e Ma-
noel Antonio ds A'buquerque Vaihalo.
Certifique ae.
Fernira C .scao A Filhos. Registre se.
M>ria Adelina de Siqueiru rleg8tre-8
e fayam-se as notas.
Joaquim Luiz T ixeira. l)-se provi-
mento, porquanto na especie nao cabe a
oxig-'.iici da i.npoaiyitj dc;rota la no 30
art. 2 da le u. 1834, mas simplemente ao
I 42 do iii-a.uo art., pelos fundamentos do
uaicuut lio *! n ..a ^oa M'-' iirioru pa.
criptura excluu a presumida doa^aj.
Js'icas iu S.iva Guaina), Albino d. Silva
L'al, Coofraria "To Arpro"em Olinia e
Francisco Tavarea da Silva Cavideante.
Haja viata o Sr. Dr. procurador fiscal.
Pontos da Recsbedoria l'roviucial e da
Secrelaria da Assembli. -Ao Sr p igador
p ira os devi ios fina.
Feliabella Amalia de Miranda e offisio do
oommao lanto do c^rp de p ilieia. Infor
m; o Sr. contador.
Antonio daa Cin.gas Rodrigues Macha-
do. Intor na o Sr. Dr. administrador da
Recebe "loria Provincial.
Jos Ferreira de. Costa.Satisface a
exigencia.
Francisco Amlico Alvos da Gu.rda.
Def-rido, ficando rrespnnsavel p"b debito
anterior o novo inqnilino qu.! eatabelecer-ae
na casa n. 128 B a estrada do Giqui a
Jaboato, cuja deaoCCUpaQaO se prova.
Gratuliano dos Santos Vital e Joao Bar
bosa de C-rvalbo Diummoul.Ao Sr.
collector de Polmards par. cuuoprir o des-
pacho da junta.
Contis do ajuiante do Dr. procurador
dos feitos em Pid'Al.o. Approvadas.
Joaquim Emygiij <^ Albaqa^rqoa-
Entregue-sn pelo porta.
O di-fe te poli-iia
i/uen ibeiro Vianna.
Francisco Domin-
iupe liui ot. imprev at ', eotpp-.r cerei ao ac'o-
Aaaiu res jondo a sen oficio si m data n 497 do
altado mes.
Aoiaispeetor d& To.* jurara de Faccud*.
Couimuuieo a V. S. para os bus coov-u.loiea qu
o bacharel Joiquiu Pedro C.valca.ite de A ou
querque, proinoior publico da comarca de r*ao
a'A ha, em 8 do crreme me* mterrompeu o ei-r-
cieio do aeu ear^o, poi motivo de moSatij, reas"
auiniiidv o uo di seguate.
Ao director gerai de Obras Public e. De-
feriado o requ nmeui 1 de diversos propnet noo
e habitante* da estrada do Eueauameolo em P"-
naicerim ua fn-gueii d j Poco da l'au.Uu, ai qo .'
se refore a iuforroaco de Vmc. n. 58 de 21 d 1 cor
rente, recommcud.-.be providencie em ordem a se-
r n as -ntea pe respeoiiva euipresa na m neio
nada escraia 1J lampees, paraos quae* t 1 koo-
ignada a competente qnola no a.t. '" l> d*.
n. 1,884 de 80 de Abril do auno proxim paado.
2 ^coio. -M. 2i6 -Se retara da, Po
li-i le Perniiiiibitco, em 5 d>5 Abril do
.888. III n b Exm. Sr.*-P-ni upo V
Es .,que--fi*rau hontem rcolbiios Casa
te Ditencio os seguintis individuos :
A' riiuha ordem Pedro de tal, lieaado viudo do
termo le Caruat, at que teuha o coaveniente
des'nii
A' o-d-m do subdelegado da fren leaia do Ke-
It cife| Anua Aur ra d- Oveira, Viceaeia Pere
ra d 1 A, .jo?, Peiisawia Maria da Coieeico. Pre-
1 ,01^ Iiaoel da Coneeico J oaona Mara da Con-
c-icajjpor Utnrbina, e offeuaas a moral publica.
Cjuamuicott-me o administrador da Cs de
Ui-nl que boje p las 8 h ras da mauba, fal-
leceu i-peunnaineute n'oqielle estabelecimento o
det.no Jos Urac da tilv., pronunciado por enme
de rodoo,
li del-gadj do 1 districto da capital, psrii
cip>u me que no da 2 do corrate, o isdividno de
uoa- Pihciauo de Barro* Mireir Oim ferio le-
v.mriie h Joao francisco de Acevedo, endo pre-
so tat (labrante. ,
iqaeila antondade tomn conherisaento do
Recebeilor!a pruvloelal
DESPACHOS DO DIA 2 OE ABIL DE
1888
Jos Francisco Tixeira, Lno Forreir.
Pinto.iuforme al." secycio.
5 -
J.io da Cunha Mag^lbes. -A' l. sec-
co para prooeder aa uecessarias averba-
^Sea e as devidas diacromin 9<>is no Ln-
y-mento da decima, de accordo co n a
not. aposentada.
Mninel 4lvra do Mcoezes, Gomes de
Manos 4 Irma.8, Mano I Ji.qui.n do Es
pinto-Santo, Joaona Barbosa Ribeiro da
f,,|vH Informe a 1.a 8 An'omo Mariins Gomes.C^rtifigue-s-,
Joo da Aasu.opv*0 Uliveira.Crtiti-
qu a- o que couotar.
Joa Francia-o Rio Luna, T lereza Ma-
ra do Jess, Olcbmo Ladislao da Silva.
D -fondo em vista .1-8 inform 3 8.
Pe Ir. Jaquim Augusto Ribeiro.Em
v sta itiis lufoimocSes o supplicanto j foi
..tlen lito.
Anua Mara da Ljz. lo 1 ferido em
vista das iuformac3is.
Jj.quim dos Santos Souta & C. .
1.* a-ocSo para faaer as dovidaa notas no
Uncamento respectivo de ac ordo ooui as
iuformav*5'8.
Francia.o Nogueira d 1 Silva, Clementino
Gomes de Oliveira, M na Fraticis :a dos
Santoa, Josepha Alcx tfttrioa Porto Cr-
reiro.-Deferido era vista dos infonua-
Vo"68' e .
Quintino Rodrigues Est^xes. D-fendo
com relajSo o 2." a-in-btre o em vista das
informayoe*.
aapvetorla eral da astruccSo
ubllca
DESPACHOS DO .iA 28 DE MARQO
DK 18 o
Jos Belsano M.r.uba -ale* piofessor publico
do Tnumpbo.Como req ier.
31 -
contrastada d Brejida Madre de DeasCome
reqaer. |
J laqnim Jos de Maura, profesor publids da ea
deira de QAeiinadas, em Ourieary, pelinda pro-
roeacao do praso para assumir s exercicio da res-
pectiva cadeira.Cono reqaer.
Gaspar do Nascim-nto Reg -eir Costa, profes
sor oublico de Pernaodes V.eira, pedindo juatibea-
co detallas motvalas pela sua remocSo. -Juati-
fico.
Jos Pelicto da Cunha, prafessor publico de An-
glicas.Justifico.
Mari 1 Adelina do Siquoira, professora cantra-
ctada de Oariary Homo requer.
i de Abril
t'aciiioo Paulino Ualaquias, profeasor publec
do Bonito.Comprase e registre-se.
Anna Marques Pereira do R-go, professoraeea-
tracada da Vanea Redo ida.S'.m.
3 -
Marn Cintra Lima, prof.ssora poblici do Br-jo
da Madre de Deaf.Sim.
Joaquim Jos de Moura, professor publico de
Qoemadaa.Sun.
- 4 -
Mariaoa Pereira do Carmo e Silva Pinto, pro-
fessora publica de Alag a do CJarro.Sun.
Francisca Joaquina de Olive ra Campos, profes-
sora pubca.Sim.
Antonio Pereira de Oliveira Coclha, professor
contrai tado. Stm.
_ 5
Candida Hermogenes de Mello Mascarenbas,
professora publica.S'm.
Qercna Mara de Barros Corris, professora
cantractada de Alagoa de Cavallas.'Joao re-
qaer.
.Miri!ii Teixera da Costa Caelho, protessor.
publica de Camu'ang.Sim, pir 15 dias.
Jos Nico'' Regueira Costa, protessor publico
dos Affl.etis.im.
Jote Belisario Mainbo FalcJ), professor pabli-
co de Cimbres.Justifica.
Mana G-ondim, prjfessora contractada.S'm.
Antonio Nobre de Almeida C.atro, protessor
pu'jnc 1 d Beugalas. I-iforuie o profeasor pabica
da 4* cadeira da fregu-'sia de S. Jas desta cidade.
MAMO U PfMAgMjg
RECIFE, 6 DE ABRIL DE 1888
AFotieiasdo norte do imperio
O paquete n .cinnal Para entrado bon-
tem do norte, trouxe as seguiutea notioias :
amazona*
Datas at 25 de Margo :
Sao de pequea importancia local as no-
ticias i.-sta provincia.
Lemi'a no Com.nercio do Amazonas
de 22:
Tivemos nctiuias do Exm. Sr. coronel
Pimenta Bu-no, que fi-mu cot a sua co-
mitiva prximo cacboeira de S. Felippe.
< S. Exc. ia bem de saude e a borda
da lan h de guerra que a conduaia nao
havia novidade.
D*qi-41*-fouto prteadia- S. Ex-, su-
bir s fronteiras em canoa, visto nao haver
bastante gua para a subi la da lancha.
< O roesmo. orreio que desceu do rio
Bran 'o nos ioformou que o sympathico 2*
tenante Fabio Brrelo Leite, commandan-
te do destacamento e forte de S. Joaquim
est bom e todas as pragaa do seu com-
innndo. >
Eacreveiam do Puns mesma fo-
Iba, diendo que :
c Nolug*r Flores uro individuo eafaquoou
outro, quo tinba fi:ado em perigo de vida.
O criminoso foi preso e remettido
para a subdelegada da Bucea do Acre ;
esta querendo rem-ttel o para c por dous
vapores que passaram, estes nSo O tendo
querido receber, o subdelegado devolveu
para quem o tioha prendido ; este por sua
vez n3o o querendo era casa, soltou o.
Trea dias depois o criminoso embar-
cou-se cora uns companheiros e um indio
de sua casa em ami, canda desapjarecen
do este e, segun.to consta, os cornpanhei-
ros dello affirmam que o refer lo indio foi
raorto afogado por elle !
a Que fera
t t geral o clamor contra a alimanta-
$ae puolica, a patriotioa eJilidade no
tem t'do tempo p-ra nluar para essas cou-
sas de mnima importancia.
-Se oa cofres Ja edilidade ainda tem
17:OUO000.. .
< Estamos em liquidacao, isto emquanto
Braz thesoureiro.
* A safra do borracha est fioda.
i E' provavel que no crrente anno fa-
Ihero, no alto Puns, os pnneipaes alimen-
tos, visto que grande parte dos nossos
commerciantes v.d -rain de Belm 8em 08
necessarioa aviamentos.
* Tal vez esto ficto seja prejudial
praca de Belm.
c Creio que quem lu;rar ser o oom-
nerci de Mauns, pois as romessas de
borracha deveio augmentar este anuo con-
sideravelmeRe.
Par*
Datas at 28 de Marvo :
Prosegua em s'ua trabalhoa a assem-
bla proviucial
Jeronym Frauci.ea da Roeba Paula, professora Man para YqUitos
Linos uo Diario do Grao Para
de O :
* H illtein ao mete Hia, pouco mais ou
m-nos, o largo da Misericordia servio de
pal-:o a um rama borrivel.
M.noel Jos Rj Ingies e Gregwio da
Silva, estando aliuocanlo no botel Amazo
oeaa-, travaram uma queatao sobre urna
aposta.
c Foi o bastaute para que o primeiro
Jos dous puchosae de uma faca e aggredin-
10 o aeu omp-.nheircr, feriase o mortalmen-
te co o duas lanadas, uma no peito e outra
no baixo ventre.
U assasaino evadi ae em seguida ao
commetiiiaento do crime e o assassinado
anda tentando fugir foi cabir morto qussi
em frente a I ja de Paria na America.
Me.ia hora depois abi comparecern!
Dr. ebefe de polica e o subdelegado do
diBtricto, que tomaram as providencias ne-
cessariaB. ._.
sabida do vapor
* Foi emb.rgada

^i



2
Dinrio de fVrDambnwScxta-ieira 6 de Abril de 1888

< O subdelega* <**? distis* diwgw-a
acompanbado do cidaiao Jas Alfredo da
Silva Cyriaeo para a oaaa da resitencia
do assassino e alii danto basca naj o en
controu.
< D'ahi dirigi>-8 gUArda-moria aooda
Ihe nfomaram ter sido eh imado um tio
do cri ninoso a uto taberna do laro do
Carmo. Para ah so dirigiodo encontrn
O referido tio e pargantAn ij-!b.a paUs><
brinbo declama nao a.iber della
Nao acreditan iu. p reo, as su,:* li-
gativa, dirigiese para a taberna d M-
noel R'beiro sita m lar;:1 do Carmo.
t O tabernero coufeasja d'pais de al
guns subterfugios, que o a*s.t8sina eaUva
eaoon-iido em uro quatto que lhe servia da
deposito de lenbs.
t- Foi ontSo finalneate preso o crimi-
noso.
naroniiau
N.*o recebemos folbas d*sta provincia,
as qaees provavelmente toram remtalas
pelo paquete americano.
Plautay
Dulas at 17 de Marco.
Diz o Telephone que o presidenta da provincia
ped'o exouecacao desse carga.
Tem-ae dudo diversas libertaces Je escravos
na capital.
Cearft
Datas at 1 de Abril.
Em '5 de Marco fu conmemralo o 4 anui-
verst.rio da .iberti.cSo da provincia, celebrando
es;oes magnas a Libertadora Cearente e o Novo
'lub dos Libertos.
Sobre a seeso da Libertadora, escreveu em
i o Libertador:
Fui numerosa a concurrencia de cidadao3 de
iversae classes c reiuau jubilosa ammaca>.
A sessao tai presidida pida cidado JooC.r-
deira, qae em breves palavraa congratulou-s 60 R
03 seas co isocios e as pessoas presentes pelo glo-
rioso anoiversario da igualaco civil do pavo cea
rense e d> u a palavra uos cavalhtiros que qu-zes-
tem osar della.
< cidado JoSo Lopes, secretario da reuuiao,
depois de algumas pbrases congratulatorias, pro-
poz que para perpetuar de modo digno a data aus
picioaa da redempeJo.dos captivos do Cear, se
fundasse naquella sessao publica um Lyceu de
Artes e Officios e passou a justificar a idaeezpor
o plano do estabelecnneuto
A proposta foi por todos aceita com vivas de-
monstrado '8 de BVuapathia e na acta qua se lavrou
os signatarios subscreveram logo donativos para
o patrimonio do Lyceu e desposas preliminares da
montag^m e instalUco do mesino.
Eis a acta da fundacJo :
c Aos 25 diaa do mez de Marco de 1838, em
sessao publica da Soeiedade Libertadora Cearen-
se, celebrada para solemoisar o 4" aoniversario
da lioertacSo total dos escravisados da provincia
os abaixa assignadoa, sobre proposta do Sr. Joo
Lapes, em ama daqualla soeiedade, deliberaran)
fundar em cd nmemoracao desta data auspiciosa,
um Lyceu de Artes e Oficios, nesta capital, qua
ser estallado o maia breve que o peimittirem os
recursos obtidos para o indicado fat.
lSeguem-ae as assigoataras).
Eatava d-sigaada o da 8 de Abril para a
""u^'ifuciti d/. oinuiAuuto do general Tiburcio
de Souza.
Efcreveram de Canind, eai 25 ao Cearen
it:
Estamos com o povo em armas sob o pretez
to de obstar servicia na. mitriz c retirada de ima-
gens para outra igraja; grupos ds horneas arma-
dos percorrem as ras era completo estado de em-
briagueze diese qne tndo isso movido por al'
guem qua projecta um desacate ao honrado Dr.
jais de direito.
' N2a sou fcil em aceitir tulo o que oujo ;
mas ettou barronsado, e escrevo debiizj de oa-
pressai rauo desagradavcl-
Diga alguma Cuusa pela imprensa e p ca a
in'erveneSo de nosso virtuoso diocesano e das au
toridades civis.
Sobre invern escreveu o Lib'-rlaior da 22:
Melh>r feica trouxe o dia de hijo.
Desde hontem s 11 hars da nou'.e tem
chovido seinpre, a curtos intervalos.
O tetr.p, pareee ter mudado e prometteabua
danto agaaceiro.
As chuvas de h je pareee que faram geraes.
Tem ehovido muito desde boulem, segando
as commuuicaciaes que temos, em Mangaba, Paca-
taba e-Guuyubi e Marunguape.
Em Baturvt chore desde meia noite e assiui
em Mar.icaui.hu.
Na Canoa cabio asa forte bitega durante
duas horas.
NoAcstrape, Canna-fiaUula, A?ua-Verde, Bak
e AcraacliL-s t-:m cuovida copiosamente.
\)> Aracaty e S. Frauciaeo ha iguaes noti-
eias. *
A' 31, porm, eeerevcu a ntesma folha sobre
esse assumpto :
Manh: o, tssustadaament manboso o iuver-
no .-ste aun).
Depo'sd)9 agcaceiro8 dos A-as 22 u 23, que
foliswienti', forao geraes, nao tivomoJ maia chu-
tawal, tul pouua k..pouo e como por encanto dosap-
parecende, Bando utilisado em miateres difT-rt-ntea
daqu lies a que era destinado.
Noaca 8d vio tanto descalabro, re velando-se
pr .pasito deliberad) d.- fo'fat a admimstr .cao a
emprehsndor esaa obra, cuj is lucros desafivam a
cooicade muita gante, empregaudo se crimm
m'nte os mios de aggravar as coniieoes lamea-
taveis a que tioha chegado o edificio ineirameul i
desfigurada. -
* t'oi u-aae triste, esta Ja qua o Sr. Dr. Pereira
deCirvalhi eucaiitroi o quartol -mtar, quaudo
aasaioio' admiu8tnilo da pravincu.
a Sao cesaswit Sa Esc d# lamentar que a inca-
rin dos homitas p'.ir>iiuos e a gaomcia. d .8 eapecu-
ladoraa tiv'Sbeai rednaido um dos maia aatig >s e;
importares edificios do pravincia vergonzosa
expr -asi) de abatiuieuto o de ruinas, a que frar
con iomuado.
A recooatrnacio do qurtel militar pode diz r-
ae qua eia ama de o c instantes _o patrio
ticaa preoccupicoaa.
Riaolvoii, pus,' metter mJas obra cam a re-
aolucao firme e ioabala/cl de eoncluil a no mais
breve espac de tempo e cjiu a mais escrupulosa
economia.
Pedio crdito ao governo, que hbilitou-o a
dar principio aos respectivos trabalhts.
Para que as daa^ezas bao pasassem sobre os
cofres publicoa, solicitou e obteva autonsavo
par empregar pracis da companhia no servico
di reediricac i > de aua propria caa.
S. Exe. ia toaos es dias em p.ssoa cxamn>r a
fisealisar os trabalbia, confiadia bao 1 e activa
direccaa do Sr. capitao Capitalino Casar Loureiro,
actual commaudanto da f irea de liaba. *
. I'arabyita
Datas at 4 de Arill. ,
Cartas do a -rta-o para o Detpertador diiam que
ha serios receios do secca, visto nao chuver '
quellas regios, ba mus de 40 das.
INTERIOR
vaa.
< Contina a reinar um calor caustican: in-
upportavel, mas vezea sopram ventanias que
enchem de receios a papulacao j muito deaerente.
Do interior caaacaa & fHiir emigrantes para
O Para e Amazonas e a Batnrit ebegam numero-
sas familias do serto todos os dias.
Nao ha turna que esperar do invern des'.o
anoo no tt ra c t em poueos pontos do sertSo
foi ilL' soffrivel.
Lema* na ueanM falba de SO :
Ilont m, eia Arr mch-s, por cerca de meia
noite, tres ui.cas de noiuea Florencia, Franciaca e
Maria, filhas do Francisca de Barros Soaza, apro-
vntar m o luar e aram banhar-se as pocos da
lago a Poraogabi.
Aqueiles pocas sao presentemente urna espe-
cie de perigoios peras e sem certa dextreaa e
boi pratica de jiicio na se pade impunemente
arriscar al:i um mer^uih). Aasioi, fjr.-im ai tres
moyas victimas de sua inexperiencia e coasequeu-
te afioutesa
. : 'ntos depois de cntrarem em um
dos p a canec-iram de debater-ae, sem
poder tomar p, ucm giuhar aribaucoira.
Aoj gritos do 9oaco.ro que soltavaun en i
asp-.:.-.', ..cu l.r.am Birria Souza e sua mulhar, que,
n> aabeal i nlir, iam ambom sendo victimas ;
grpys. p rn, aoutras morador'8 da circumja-
eeacia h.i salva Maria. com ditficuldade- per cei-
do a= u ras du.ia iufelizes: Fioreucia, de 16 au-
nase Francisca, de 18 anuos.
Os cadveres fora.n retirados 2 horas depois
da immerao.
O desgracado suceesa > produzio consternacSo
geral em ArrouJi"s, de on la nos f)i commmani
Cado par um eavalhe ro, noa=o amigo, presente
naquella localidi.de.
Blo tiauJe do Xoite
Datas at 3 de Abril.
Const.im as noticias da carta do nqas i corres
pond'-nte, publicada na rubrica Interior.
Sob o tituloFtsta militjr, escreveu, em 28
de Mrco. a Gtueta do ffulal :
U militares residentes nesta capital solemni-
saram, no dia 24 do correute, a couclmlo das
opraa da recunatrucc2o do quartel da comaanhia
fixa daata provincia.
E' curiosa e interesaante a historia desse edi-
ficio, que no d. minio liberal tai condi mnado a,
deaapparaoer da face da torra ou a servir de pasto '
a ganancia e fgp enlacio.
Mamf-atau 11 se alguas estragos, causados
pelo oeleixo, e qie c ou simples concertos podan
ser reparados, cresoeram as vistas dos que costu-
mam explorar eosa obras em proveito proprio,
faaeBd'.-sa empeobo eui rcdaair o quartel com-
pleto estado de ruinas
Sem perda de tempo alugaram-se duas casas
particulares para accommodar a compauhia e en
fe' maria militar, sendo urna por 804 e outra por
5Qf measaes.
< C m i convinha encarecer a necessidado de
nai i completa reconstruccao, o genio do mal acn
aelnau qua se mett sao ma> criminla n'aqutUe
monumento histrico da provincia, destelhandeo,
expoodo-o a iateciperiea do tempo, reduzindo-o a
um verdadeiro mootia de ruinas.
c O eommandiinte de ent, capitao Maciel da
CoeU, julgu-sa com direito a emprestar a um ca-
dete reformado 3 mi heiroa de tenas, do que existe
. rtflgne sabe como, desappareceu metade do
porta*, B fui visto depois serviodo em casa
partmuiai
< O material, tirado a um canto casno mpres-
se realisou cor a pompa e brilhaatismi do coa-
turne.
Ainda sa f^z S Exc. ouvir da tribua sagrada
com a atteacao do coatume, na quinta e sexta-teira
e Domiugo da Kessurreicio.
PrODUaciaram tambem eloquentea orac?s, os
Livms. Joa Paulina da Andrade, Francisco Cons-
tancio da Caata e Jos Paulino Duarte, qae mus
urna ves, deram provaa evidentes de seas dotes ora-
torios e robusta iatelligcacia.
Contina com notavel celeridade o movimen-
to arjo;icionisia nesta provincia, sao constantes as
noticias que nos ebegam de novas libertacoas, e
para nao aloogarmo-noa desmssiado, nos limita-
remos a noticiar tmente as de avultado numere,
bem como os municipios, cidades e villas, que se
f ..-em libertando.
Na zona do agreste da provincia e que compr
hende o primeiro districto eleitoral, que consta de
12 municipios, ja se contam livres na meuos de i,
alm de algomas villas em que bem pouco resta a
faaer.
Pwui'io Lop.-a e outres que se_evadirn apda a
perpatraeaa do crime.
o engenbo T.mb, da comarca do Cear-
uwrim, Agostinho Alvi-s Becerra, deu duaa taca-
das em Paulino Julia., que tai oraao em fliraota
e reoolbido a cadea daqu.'lia cidatie.
A oiJein d> delegado de podcia do Cear-
.nirim, foi preso e recolhido a cadela, a dispoaico
do jais municipal, o rea Joa Eipi lio Loyoil
Barros, proauuciado n< art. 205 do Cadico Cri-
minal.
Correspondencia do Diario de
fernanabueo
RIO GRANDE DO OR TE. xatal, 3
de Abril da 1888
Gracis aos esf reos e dedicaelo do virtuoso vi-
gario d'eata fngu.iaia,o Rvm. J.-o Maria de Britt.a,
realisaram-se na matriz d'eata cidade os actis da
Semana Saut-i com a p.-mpa e decenci* possiveis, o
que desde longos anuos nao se pratica, havendo
grande concarreucia de fiis, nao tmente d'eata,
como das freguezias oais prximas, d'oade vieram
grande numero de familias assistir a estes actos de
religiao e piedade.
Grande toi o ouoiero de coofiasjs que tiveram
lugar, sendo impossivel ao Rvm. vigario por si s
dar coata do espiuhaao encarga, que leve da divi-
dir pelo Rvm, vigario de S. Jos, o comen nlai.ir
Gregorio Lustosa, que se prestou a auxilial-a, aa-
aim cama outroa irmaos em Christ, e sement as
siui, pode ser satisfeita o uideute desejo, dos qu
procuravam cumprir este salntar p.coe.ta da
igreja.
S> dia 23, teve lugar a procissao do encontr
com a 8olemuidade do caatume, preg.in io eruaaa
anlogo ao acto, o Exm. padre Joo Manad da-
Carva ho.
S. Exc. j li vantajoaamente couha.'ido como
orador sagrado, e pois, era natural a anciedade de
todos em ouvir a aua palavra inspirada, com os ef-
flovios da eloqueucia que todos Iba reconhacem.
Apezar da certeza que se tinha do que, seria
pronunciado um brilhaate discurso, a oracio de S.
Exc. no dia 23 deixou no espirito de quintos o ou
virare a mais agradavel impresa!), aesim cuna a
convieca da que, era aquella o mais bello traba-
Ibo qu; produzira sua invejavol intelligencia.
No domingo de Ramos, aluda se tez S. Exc. ou-
vir, orando ao recolher-se a procisso do denhar
Bom Jess das Dores que sa venera na sua canalla
a. u. j, p.i.;-. .,. v a povoar e sustentar o Rio de Janeiro, Ibes deuhceu-
do nairro da Kibeira, e que coma o anuo pausado, c .....
IHVrOlHt l Utf ittHAZIL,
CARTAS DE ANGHIETA
(Couiinuacao)
A 10 de VI .rea vimos urna natl francesa, q'ie es-
tava legua e.maia da, p.v acao dentro do no; e
aa uuti'0 (asa tul o cKp'tao-m.- sobre ella cim
quatroinaviae, de:x mdo na cerca a gente que p&-
r.cia iax Cii jria, qua atuia nlo era acabada; e
sea* j i ai > della-, e come^tiu io a tirar da sua
parto c do cutra, os Tam.yia, que aquella cilada
tinham assim ordenado, sahiram detraz do urna
poata em quarenta e oito candas cheias de gente
e arremetieran cam acerca com ta grande impc
to, e na havendo n'ella baluarte n:m casa alguma
faatl eatqA: se poicase u ge-to rscoiner, ajaJou-
noi Nosso Seubor, d^ mancira que, andando no
moio do terreiro deacob-nos e chuv.-ndo as t.-
chas s-abre lies, na os f-rirom, antes mataram
alguas das inimigos e feriram mu; a ; e uao con-
tentes com iss) arremettcrain com cues lora da
cerca e os fiz ram fugir e i-mb rcar em saaa cauO .s
bem desbaratados.
E' esta victoria a que se bouve da au frauceza,
a qUilse entregou sem gu rra aos nosso*, e foi
deata maneira que, vendo vir o capita-inr as 4S
cano .a sabr a cerca, metteu se em um navio a-.
remos por Ibes ir acudir, d-maii insudada sos
outros navios qae ficassem em giarda da au at
pela manbl, que tirasse, ou si Ibe mandasse re-
cado ; esta no te bouveram fa la d 'S Frase- zea, e
fallando-ibes um cu prente, que eatav-i em um
dos navios, edizendo-lbes que oadeasasn aem jjuer
ra. que o f iriam de misericornia cam el'ea, mos-
traram f.'ig.r muito e iascramqu- eram u lk po
brea aiecadores que vinham ganbar sua vida, e
qae estavam jado caminho, icvavam alguna Prao-
cezos dos que e tavam em trra para Kinuca ; que
deixaudo-as ir se fiariam dalles o outr vam em trra.
E parque elles tinham dado urna reguera em
trra e ti bam cora sigo trinta Canoas deTamayas
para despejar a au, se se viasern em preaaa, e
queimal-a cam dou< birria da plvora que tinham
destunJados no convz c in aeus morioca. e eilea
a&ilheram-se trra ; parque na isje o derra-
dairo erro peior que o primeiro do nnu i passado,
que se fez em tomar a outra um, e deixar mais
b'raacezes ein trra; pareceu bem aos capites,
p r-|iio bavia perigo na tardanza de mandar rrca
do a Capillo m.', dar-lhca aeguranca e proinett-t
Ibes que elles alcaucariam do capitlo-mr que Ibo
o contirmaaae e bouvesae por bem, e cjinisto se
entregaram ese vieram, porm ficando os Tamoyoa
espantador de saber como se fiavam dos r*ortuae-
zes; mas os Francesas, que ea'avam ja na nau e
se iam para a Franca cam os aeus, temeodo que
ibes nao cum,>riaaein o que promertiam, vendo
cb-.-)' i es nasa >8 navios a ella, lancaram sa ao mar
c a nado fagiram trra, vista dos noasos sem se
seguir 'ra delies,
O capitla-mr e todos tiveram isto por gran le
mote do Seuhor, por ser este grande caminho para
se deaarraig.rem do Rio de Jan-irosa Lutheranoa
que n'elle ficam, que serlo at una 3 ) homena, re-
partid.s : ni diversas ald, e todos os harneo? bai-
xjs, que vivein com os indios solvagens, o dtter-
miuam de' cumprir o qut sus capitaea tiub un
pramettido, aiuda que teve algunas contralteco s
de hamens qua mais olham sea proprio iuteri
qae o bem commum ; mas ando a maior paite d-
paiectr que os devia.deixar ir em paz e qu daquel-
la maneira a tasia maior a tvico a Deus e Sua
Alteza, e era caminho para mais fcilmente se
ca tamoyoa, os quaes, soubeism de ama nan fran.
ceza, que all eaUva, que estava o sebnoh* de
Villegaignon capitn, qUe foi da antiga fortaleza.
p,r vir ao Rk, de Janeiro e 8. Vicente eom urna
grotaa armada ; a cerv.a qua tem feita nao mais
qne um pa a tomar posse da tetra, sem se poder
dilatar nem sabir della sem soccorro do S. A., a
quem V. R. deve lemb.ar e inoitar que logo prove-
ja, po.qae anda que cousa pequea a que se tem
feita, comtudo maior, e basta-lne ebanaar-s ti
dade de s. bebastiao para ser favorecida do Se-
nbor, e merecimentos do glorioso martyr, e accres-
centada de 8. A. que Ibe tem tanta devoe e cbri-
gacio.
Esta a breve infotmaco do Rio du Janeiro ;
resta p dir a V. R. nos encommande e faca euc.ni-
mendar muito a NosM Seuhor, e tenha particular
memoria dos que residem e ao diante residira na-
quella niva povoacaa, offerecidos a tantos pricos,
da qu-l se espera haver de nascer muito fructo
para gloria do Senhar e salvacao da almas.
Desta cidade do Salvador d Baha de todos os
Santos, aos 9 de Julho de 1565.
Minimus Societatis Jesu.
aun
. M ;ia a Domin-
g- s Joaquina 1 Cruz
D.- Luiz Duprat a Alfredo Aagusto M. Mr-
qai's
De Anhur de Barros Faico de La cerda a
Sebaatio de Oliveira Rezende
De Jos Elias Soares d'Amaral a -imin-
gos Joaquim F rreira Cruz
De Antonio Carlos Ferreira da Silva ao Dr.
Antonio Cludoaldo de Souza
10
10
10
5
10
3l7
llalnnru gem da Companbla de Bdl-
li<-< ila encerrad t em ZO de Jullto
de i
Accionistas:
A realisar
Caixa :
Existente no cofre
Olaria :
Valor da meama
Ecriptorio :
Movis do escriptorio :
Candis :
Valor da Retirante
Dito da Ligeira
P.oarios :
Terreno da Trre
.Dito da Estrada Nova
do dxsn^
Dita da Tarro (Car-
neiro)
Coxeira
Nos municipios deata capital e Macahyba par
exemplo, se pode considerar que nao posaue escra-
voa, visto que smente existe numero limitadissi-
mo, bavenda em cada um d'eates municipios, um
possuidor de escravos e estes inesm. e, sabemos
que, um aguarda o dia do casamento de peesoa de
sua familia, c outro o baptisameoto de um fi ho, que
deve ter lugar brevemente, pra conceder liberda-
de a sus escravisados.
Carta particular que tivemos do Cear mi-
rim, as d noticia de que teve esplendida recep-
cioalli, o Ilustrado juiz de direito Dr. Joa Igna-
cio Fernandos Barras, que assauio o respectivo
exercicio a 20 do passado.
Grande numero de pcesoas das mais distinctas
da localidade, en? numero superior a 25) cavallei
ros, o faram esperar a diatuncia da cidade, em que
entrou o hanrado magistrado ao soar de innmeras
gyrandolas de fojuetea e da banda de msica, que
tocara escribidas pecas.
Um grande banquete Ibe estava preparado, por
sua illustro familia em su palacete, e no qual to-
maram parte grande numero de amigos, trocndo-
se, os mal i significativos blindes, seudc que o pri-
meiro que levanten o Ilustra magistrado, foi ao
Exm. Dr. Tarquinio de Soaza, digno representante
da provincia pelo 1* districto e que foi calorosa e
enthusiasticamente correspondido.
Wuitaa pessaas acompanhadas da msica, per-
correram as roas da cidade, at horas adiantadas
da noite, dando expanao ao justo regosijo de que
ee achavam posamdas, pela volta da iliustre magia
trado, que ao meama ..mapa, um cavalheiro dis-
iiictiaaiuio pela amenidade do trato, pela nobreza
e iute.'ridade da carcter, goaando muito justa-
monte da maior estima r- ::ousideraca publica.
N > da 24 do passado, os militares residen-
tes nesta cidade, feet-jaeaaa a coaclusodas obras
do qnartel, mandando eollocar urna pedra coxme-
morativa, em honra do digno administrador da
proviucia, o Exm. Dr. P. reir de Carvalh >, que
eom a maior dedicaco e disvelo emprehendru
aquclle imp )i taute melhnrameufo, que para a maior
parte, se afignrava lar. fa impossivel, diependendo
apenas a pequea somma de 7:1(59^080, quanto
estavam oreadas cm 29:800, havendo em 1884
on comeco de 1885, quem aa < fferecesse a faiel-os
pela quauUa de 46.000* 1
Co a a realisacao deste Qobre commattim. nto, o
Exm. Dr. Pereira de Carvalho, preetou o mais
relevante serviC-1, torunud) aproveitavel um 'los
ineihor a edificios da provincia e segundo oavimo-
dizer par pesaca competent o meijor quartel mi-
litar do imperio.
Em um protusa cepa d'agua que foi servido no
quartel, toram trocados significativos brinde*,sen-
do o primeiro levantado palo capito Jos Gerva-
sio, em nomo da provincia que repr-seuta, os
Exm. Dr. Freir de Carvalho ; de 8. Exc. agra-
deeendo e brindando ao capito Lonreiro, com-
maudante dacompannia de guarnico, que foi um
bom auxiliar com que conloa para levar avante
aqnelle strvic ; sendo levantado o brinde de hon-.
ra palo meam) ;Exm. presidente, ao conselheiro
Joaquim Delphino, ex mtniatro da guerra, que,
nao smente da va promptamente a 8. Exc. asau-
thorisaocg precisas, coma tambem foi sullicito em
acudir com os crditos que lhe eram requisi-
ta los.
No lugar Commum do termo do C-ar-mtrim,
foi ferida gravemente Berthooa Mara, pelo in-
dividuo de nome Joo do Naseimento, que conse-
gu-) evadir-se, procedendo o respectivo delega-
do de polica a todas as diligencias legues.
Anda no termo do Cetra mirim e em que
conbecesae e tem que coobecesse s*u < ffenaor, fui
gravemeute feridu o individuo Praneisco doe
8aotos.
A autondade local proeadrn ao carpo de delicto
e demais diligencias para deseobi ment do cri-
minoso.
No lugar Itapassoroca do mesmo termo, foi
terido gravemente o individuo Raymundo Feliz
Pereira por Zacaras de tal, Alexandre Gomes,
ca qae se fossem, tomando-Ibes a plvora e a ar
tullen que era necessaria para a cerca, deixando
elles escripto aos seus que ficassem de nos e s-
aahissem deutre os selvagena e se lancassem com
nosco, contundo-lhcs o bom tratamento que dos
nos:os baviam re -cbi lo ; estes deata nau eram ca
tbilicos, segundo aa moatras que traziam, a sa-
ber : horas de Nossa 8euhara, signaes, cintas c
ciur.ee.
Pelo qua de cric que Ibes fez o Senhar eata mi-
sericorfli porqia aia jus- m em tetra, II! vios*
sem camo ca outroa, e aoa nosso dessem graudissi-
ma oppresso favorecendo os Tamoyoa : dettrmi-
nava o capito-mr a,mi,nua partida de lv.yie fu
o derradeiro de Marco, e fallar com 03 poitugue-
zes, levando-lheg um segnro real de S. A. e a
carta de mh pareles, para poder aprtal-o
dentre os tamoyoa para que esses nao sujeitem os
indios e em pauca forea na CJSta do Brazil, se na 1
ven soccorro de Sua Alteza, pelo qual todos esto
esperando.
Antes que a nau francesa se partiese, fizeram os
Tamoyos outra cilada com 27 caois, aos quaee,
ella tirou muitos e bans tiros, o que tambem ser
n ..j ida para elles les darem poaca crdito e
amor, c fcilmente fazerem pazes com ss Portu-
gueses, se forem desse Reino favorecidos, e a^siin
ficar sao o Rio; e estas tcaoas traziam nove ou
dez e metteram esses noasos mo com tanto pulso
que foi frechada a gente de sois aldeas qu se tez
laucar em trra pera os d- fender, e alguna das
lasaos sahiram aps elles, e hauve urna brava pe
Iej5>em que foram feridas oito ou ove dos nossos
c alguna do frecbadas mui perigosas, as quacs pela
misericordia de Deua ttacilmente sararam ; mas
dos contrarios f>ram-os muitos feridos, oa quaes
os nessjs viam levar a rasta pela praia e metter
uas candas, e assim os foram perseguindo por mar
a por trra, quasi ateo meio do Caminho do suag
aldlia, e tomaram lhes uma canoa, e tornaran]-se
eom grande victoria: gloria sejaao Sanhnr !
Ao derradeiro dia de Marco, part do Rio de Ja
neiro para esta cidade, por mandado da santa obe-
diencia, com um homem tomado da Capitana dos
Ilhos, chamado Joao Dandrade, o qual havia sido
chamado d 8. Vicente pelo cspito-mr a buscar
mantimentos a estas capitanas, e por sua boa in-
dustria e diligencia ebegou elle, como cima digo,
no mesmo dia e mar que a armada chegou a S.
Vicente, c de caminho levou cinco bomens branc s
qua reagatnu dontre os tamoyos quem do Caba
Fri, os quaea se havi rn perdido em um navio
que antes de Joo DandradP fra mandado a bus-
car mantimentos; e depois de estar no Rio todo
este tempo, e achando-se nos combates que tsnho
referido, o tornan o capito-mr. por se fiar de sua
diligeucia, a mandar a negociar mais mantiment.'S,
porque a falta dille a que Ibes faz urna nukior
guerra; j minha partida tiuham feito mtitas
rocas ao derredor da cerca, plantados alguus l'gu-
mes e inhames, e determinavam de ir a algumas
rocas dos Tr.m y >s a bu .car alguma mindioca fara
c mcr, e a rama d'ella para plantar ; tinham j
feito um baluarte mui farte de taipa de pilo, com
muita urtilberia dentr ., com quatro ou cinco gua
ritas de madeira e taipa de mo, todaa caberte de
llia que ae trouxe de S. Vieente, e faziam-aeeu-
t-..d e outros baluartes, e oa indios e Maniticos
bajaos \k suhs casas de madeira e barro, cobertus
c >m urnas palmas feitaa e cavadas orna calis e
tlhas, qae grande defeoao contra o fogo.
Os tamoyos indavam se ajuntando para dar um
grande combate oa cerca'; j havia dentro di rio
oitenta canoas, e par. ce-roe que se ajuntariam er-
10 de duzentaa, porque de toda a trra haviam d-
c-.nc'.rrer ilha, e disia se que fariam grandes
m litas do madeira p.ra se defenderem da artihe-
ria e abalroarem a cerca ; maa oa nossos tinlam
ja grande desejo do chegar aquella hora, porjae
1 '8 javam c eep ravam fazer grandes causas B?la
h .11ra da Deas e do seu rei,e laocar daqu.lla t*ra
oa Calornoa, e abrir aliruma porta para a palara
de Deus entrar os tamoyos : tolos viviam im
muita paz e concordia; e ficra eom elles o paFe
Goncalo de Almeida, qae lhes dizia cada dia miea,
conf ssava e communuava a muitos para gloriaido
S-iibor.
maior inconveniente qae all havia, ultra da
fome, qae esto l muitos horneas de todas as ;a
pitaniaa, os quaes pasaa de anno que l audau e
deaejam irse para suas casas (como raza o) : si
os nao deixain ir perdem-se snas fasendaa, e sica
deixam ir tica a povoacao desamparada e com gnn
de perigo de serem comidos os que l ficarem, de
maneira que por todas as partea ha grande pri-
gos e troDalhos, e si nao foase o capito-mr ,3o
amigo do Deu e affav.d, que nunca descaucde
ii'.ite e de da, aecudindo a uas e a outros, senil) o
psimeiro nos trabadnos, e terem todos grande e cetta
c.'ofianca que 8. A. prover, tanto qae soaber esnr
j feito p no Rio de Janeiro, que to temeruao
era, miada l nessas partes tio remotas ; e que ai
agora se nao lava ao cao) cata obra e se abre mo
della, tarde on nnnea se tornar a commetter; 14
creio que hauveram rebrotados muitos e deaespl-
raudo quasi todos, mxime tendo novas que deran
aquelles borneas qae sabiram. do captiveiro dentri
Joaquim.de (Hiaira Borges,
Guarda.-livros.
Balsnco geral da Companlila de Ent-
liearo. encerrado em 31 de De-
iiiibro de 1H*1.
ACTIVO
Accionistas :
Prestacoes a realizar
Caixa:
Dinbeiro existente
Olaria:
Valor di m 'ama
E c ipterio :
Movis e utsncilios
C' 1116 : .
Valor da Retirante
V'.lor da ligeira
Valor da Ypiranga
323138'.)
1:241*720
7:4991320
Telephone :
Valor de postes etc.
para a olaria*
Semoventes:
Va'or de ooia e burros
Diversas c.ntas :
evedoret sob este ti-
tulo
Productos da olaria :
Existencia de lijlos 5:575*615
I lera de telhas e cres-
tas 876125
Iiem de canos e obras
finas 1:207*180
Fabrico :
Existencia de lenha
L ndon S Braailian Bank Limad
Sallo
Rcoeitas'e despezaa diversas :
fWrnrjH
9 eaccoa de larello em
Ber
Liiero8 e pardas :
Em debito deata coa-
ta
A'moxarifado :
O existente ni arma-
zem
Deposito de administrac 1 :
S.ldo
Carrocas :
Valor dequatre
Construccoas :
Despendido, saldo com
obras a liquidar
Dominio de terreno do Caes do Cabibaribe n.
88 A :
Valor do mesmo terre-
no
Propnos
Valor do terreno da
54:210JC0D Torre (olaria
Idi-m idem da estrada
891*256 nova do Caxang
dem idem da Torra
50:005*477 dem idem da sue, te-
Jheiro inclusive custo
1:026*550 dos terrenoa
67)*7.'.(i Telephone:
1:178*039 1:818*789 Valor dos postes etc.
etc.
Semoventes :
4:339*416 Valor de 6. burros e 5
bois
6:715*703 Fabrico :
Leaha, carvo etc. exie-
6:705*406 tente
166*425 13:426*935; Laodon & Brazilian
- 1 .'! ink L'mited :
! Saldo
Lucros e perda*:
Saldo
Deposito de adminis-
trarn :
Saldo desta coutu
Carrosas :
Valor de quatro
Materiaea :
Ezisteutea no aluioxa-
1 i fado
Coi'beiraCea da
Capibaribe :
Seu valor
liiod .tbeca :
Val..r djs livro? exis-
tentes
Productos da olaria :
Existentes na olaria
tai o
Diversas contas :
Oevedoies 80b este ti-
tula
1 onatruec5'8 :
Obra n. 7
Adiautumeatos a em-
preiuiros ;
Saldo
670*750
1:178*039
1:400*000
4:839*446
6:715*703
6:705*106
25:60J*000
5:032*860
55:747*392
1:050*050
3:648*789
Da Viacoade a 1 Tabatioga a Joaquim La-
Machado
De D. Oaminda Julia Albuquerque Nasei-
mento a Joaquim Lapes Machado
Do Nicaa da Silva Gismaa a Joaquim Lo-
pes Vlacnado
D-Mauoel Jeaquim Pereira a Francisco
*ayicr Ferreira,
5
1S
10
20
345
7:658*920
566*750
40*000
36*000
26:70*044
14:741*272
7:500*000
450*000
13:399*737
3:416*200
PAS6IT0
Capital :
O da Companhia
Diversas contas :
Credores sob e8t *-
lo
Ciuci) d'adminiatraco :
Saldo desta cauta
210:032*400
30e:OUW*000
2:632*400
7:500*000
210:032*100
Joaquim de Oliveira Borges,
Guarda Iivi-o.
Demomtratio da cunta de lacro* e
perdan
DEBITO
Saldo negativo de 1886 406*606
Importe de um burro que morrea 50000
l rejaizo de obras 11:801*189
C n'a de des .eza geraes 4:548*185
Saldo da conta de juros e descontos 274*131
D .spendido com a couscrvaca do
material da olaria 613*270
Honorario da adminiatraco 4:666*610
Daipendido com o fabrico 17:928*665

.PASsiva
Capital :
O da Companhia
brigaJoe,*a pagar :
Uina para 27 de Mi rea
de 1888
Cauco da adminia-
traco :
Saldo d'essa conta
Juros de acfdea re-
midas :
A' dividir
Construccoes :
Obra n. 17
* Aurelio dos Santos
Coimbra :
Saldo desta cinta
Joo Jos Rodrigues
Menes :
Saldo desta conta
Diversas contas :
Credores eobeste titulo
-14:286*325
---------------- 32:546*885
323*380
1:241*720
597*370
40*000
51:030*193
25:500*000
450 i03
14:256*491
369/920
58*000
6:510*480
7:190*000
518*480
1:239*500
232:981*510
20):000*OOJ
130*365
25:500*000
9.i8*020
722*985
3:900*000
1:300*000
430*140
Franeisco Canuto da Boa Viagtm,
Goarda-hvros.
Vs aceionkku da Companhia de Edifieagio :
Lm cuuiprun uto ao qua prectitua o 5 art. 37
dos estatu, b, a c mmisoila fiscal vem dar-vos cos-
ta da mandato quulha foi confiado.
A cammioso fiscal, teve de proceder a dois ex-
ornes, cema ver 13 dis dememstrativos na. 1 e 2 ;
O de u. 1 ..brange o period 1 de 1 de Janeiro a 20
de Julha de 1587 e o de n. 2 de 21 de Julho a 81
do Dezembro do treamo anno.
Sra. accionistas, a Companhia tem sido infeliz
em seu tirocinio, como varis pelo bflanco que vos
ser apresentado no relatorio 9a directoiia.
Livros
A eseripturacaa da Compauh:a acha se com re-
gularidade, notando, porm, k commisso que a
coata de adiantamentos, deve ser esenpturada
com mais clareza do qun tem sido.
Obra
Foi anda infeliz a Companhia as contractos
de obras de conslrucca ;e recocstruco, teitos
pela directora p usada.
No demonatrativo n. 1, veris o resultado das
obras resvlieadas e as que ficaram par aeabar, seu-
djetta de grande prejuiza que deve ajjpnecer
n ia balanc s seguinte3 e podareis ver a qnanto
m uta desde ja no demonstrativo u. 2; ficando
ainda du s por ccacluii, cujo resultado apparacer
uj subseqaentes bslancos.
Conta de mdiantomento
Esta cou'a est representada pelo crdito de
3:067*420, em 20 de Julho de 1887; p >im a
commisso fiscal t-in a dizer-voa que fi tura na
uieocioi'ada importancia a quantia de 1:795*180,
que deve deaapnareeoc do activo da Comoanbia,
por ser desbeza j4 realisada e liquida : No ro-
ante daquelia somma ha aluda 1:000*000, da ex-
dadiva resaonsibilidade da directora passada.
Prejuizos
Pelos deminatrativos ns. 1 e 2, veris, Srs ac-
cionistas, a quanto rsoita o prejuizo di Campa-
nhia e quaes as suas cansas. '
Final
Sis accionistas, presidia c .nmisso fiscal a
boa vonlad" para esclarecer peremptoriamente 83-
bre e estado da Companhia.
A cu-, nica que a ciuiraiss) teve em viafa,
toi corre^-00ier a cuufianca que las foi del gad?.
Terni'naudo a commissi o seu bauroao manda-
to, pede que a vossa esclarecida inteligencia lem-
bre os mcios maia efficazea para salvar a Compa-
a di vida infmctifera a que fai atraatada desde
a sua fundaco.
R.cf-, 31 de Marca de 1888.
Francisco Xavier Ferreira.
Joaqun Lopes Hachado.
Jcaj Rodrigues de Maura.
232:981*510
nemoniiirailto n.
Saldo negativo de 1886
Semoventes :
Burro quo morreu
Pn-juizas em obr.s 11:801*189
Lucros em obras ns.
14, 19 e : ii.Vu 449*636
Juros e descontos
Despendios :
Com a conservarlo..
643*270
Com o fabrico......
17:928*665
Productos da olaria
403*606
50*000
11:351*553
274*131
Adminietraco
Despezas geraes
Accoeg em commisso
Differenca de cambio
Almoxarifado
R-.ceitaa e dopezas
18:571*935
8:751*735
4:666*610
4:518*185
9:820*200
9:214*825
31:117*315
4:000*000
19>242
136*199
65*830
Obras :
Ap as tres deram o lacro seguate :
4:397*271
6:720*041
Obra n. 14
Dita n. 19
Dita da associaco
E as outras ficaram
por liquidar-se aa
ns. 6, 8, 13, 15,
16, 17 e 18
43:1*496
6*940
12*200
U3S3S
11:801*189
CE1DITO
100 aec s que cahiram em commisso
Lucro em obras
Ditf.srenca de cambio
Lacro em productos da olaria
Dito em almoxarilado
Dito em receitas e despjxas diversas
Dficit
40:318*686
4:000*00
449*636
195*242
8:751*735
136*199
65*330
26:720*044
40:318*686
Joaquim de Oliveira Borges,
Guarda-iivros,
Uemonalraeio dan tranaferenctaa
de acedea no periodo de Janeiro
a O de J111 lio de 188* :
De Carica Jos de Medeiros a Res & San-
Francisco Canuto da Boa- Viagem,
Guarda-livros.
Deinouslraro da conta lucros e
perdan
DEBITO
Saldo negativo de 20 de Julho de
1887 26:720*014
Prejuizo na venda das madeiras
da cadien da roa Baro de
8. Borja 136*4:0
Prejuizo no telheiro do armazem 102*400
idem da conta -Fabrico 7<6*192
dem em* obras 13:005*5 Id
Saldo da contaDesperas geraes 9:145*369
dem da contaCarrocas com re-
ceta e desp-zas 1:126*210
dem da contaConservaco 1:219*410
Juros de accoea remidas 998*020
tos
De D. Anna Ursuliua B Nnaareth a Joao
Barbosa de Lima
Da Viuva Constantino Jcs Ferreira da
Silva 4 C. a Antonio da Silva Ramos
Naves
Do Dr. Joaquim de Albuquerque Barros
Guimara-8 a Francisco Xieier Ferreira
Do Vicente Ferreira Albuquerque Nasei-
mento a Oruiinda Julia de Albuquerque
Naseimento
De Gustavo da Silva Antanea a Orminda
Julia de Albuquerque Naseimento
De Jos Bczerra Barros Cavaleante a Joo
Barbosa L'ina
O" Dr. J.o Sabino Lima Pinbo a Vicente
Ferreira Albuquerque Naseimento
De Carlos Antonio d'Araujo a Vicente Fer-
reira Albuquerque Noscimento
De Antonio da Silva Ramos Neves a Agos-
tmh'i da Silva Neves
Da Francisco Augusto Pacheco a Francisco
X*vi<-r Ferreira
Do Joo Fernandos Lopes a Francisca XaJ
vier Ferreira
Do Itoiolpho Pessua a Hearique da Silva
Ferreira
De Joan C-rneiro Rodrigues Campello ao
desembargador H urque Pereira de La-
c na
D; Antonio Joa Ferreira Monteiro a Joo
II Imes
De J 5 1 Pinto da Silva a Francisco .Xavier
F rreira
De Joo Pinto da Silva a SebastiSo d'Oli-
veira Rezende ,
D1 Jesoino da Costa 'Albuquerque Mello a
Pedro Oeorio de Cerqueira
Do Or. Joo Clodoaldo Monteiro Lopes a
Julio Cesar Paes Barretto
De Francisco Xavier Ferreira a Manoel
Joaquim Pereira
De Agostinho da Silva Nevea a Jos da
Costa Pereira
De Gustavo da Silva Antones a Jos da
Costa Pereira
De Antonio Pereira de Carvalho a Olvmpio
Frederico Loup
De Joo Jo. quim da Costa Leite ao Dr.
Carlos Alberto de Mene/.es
DeJ Viconte Ferreira Albuquerque Jasci -
venta ao Dr. Lycurgo Albuquerque

10
9
10
14
46
10
16
14
10
10
10
23
15
U
25
10
5
20
4
1
10
5
CRDITO
Differenga em diversas contas
Lucro em materiaes
Saldo de juros e descontos
Lucros em obras
.Saldo de atugoejs
Mem de candas com receita e dei-
P'fas
Dtficit
53:179*603
128*345
410* 32
334*4)0
933*888
6*')00
336*550
51:030*193
53:179*6 "8
Recifa, 31 de Marco del885.
Francitco Xavier Ferreira.
Joaquim Lopes Machado.
Joo Rodrigues de Moura.
Demonstrativo n. %
Saldo nrgativo em 20
de Julho de 1887 26:720*014
Prejuizos :
Cocheira da ra Baro
deS. Borja 136*120
Telheiro do armazem 102*190 238*820
Francisco Canuto da Boa-Viagem,
Guarda livros.
Oemonistraco dasj transferencias!
de accoea no periodo de SO de Ja-
ldo a 31 de uezesnbra de 1888.
De Z ten.10 L urenco Martina a Domingos
Joaquim F. rreira Cruz 10
De Francisco Botelha de Andrade a Do-
mingos Joaquim Ferreira Cruz 1G
De Dr. Lycurgo Albuquerque Naseimento
a Domingos Joaquim Ferreira Crnz 15
De Gyinpio Frederico Loup a Rodrigo
Carvalho da Cunb 10
De Dr. Att >nio de Souza Pinto a Antonio
J. a Coimbra Guimarea 15
De Vrcente Ferreira Albnqnerque Nasci-
meuto a Manoel Jos da Cunha Porto 10
De Agostinho da Silva Neves k Aurelio dos
Santos Coimbra 10
De Vicente Ferreira de Albuquerque Nas-
eimento a Antonio Joa Coimbra Guima-
res 15
De Vicente Ferreira de Albuquerque Nas-
eimento a Jos Gomes Ferreira Maia 20
De Flavio Jos Beserra Cavaleante a Jos
Fe-reira Marques 50
Da D. Maria Barreto B. Cavaleante a Jos
le rreira Marques 20
Do D. Mana Hermina B. Cavalcanfe a Jos
Ferreira Marques 10
De Dr. Antonio Carlos de Arroda BeltrSo a
Jos Gomes Ferreira Maia 25
De Dr. Caries Alberto de Meaezes a Joa
Gomes Ferreira Maia 5
De Dr. Lycurgo Albuquerque Naseimento
a Jos Pau'o Botelho 15
De Antn o Agostinho dos Santos a Je 1-
qaim Ferreira de Carvalho 10
De Vicente Licinio da Costa Campello a
Rodriga Carvalho da Cunha 10
De Dr. Lycurgo Albuquerque Naseimento
a Flavio Joa Bezerra Cavaleante 5
De Dr. Jos Banieira de Mello a Joaquim
Jos de Amorioi 10
De Tam rio de Albuquerque Naseimento
a Joaquim Jos de Amonm 10
" D. Osminda Julia Albuquerque Nasei-
mento a Joaquim Jos de Amorim 10'
Despendido com o fa-
brico 18:507*937
Existe 597*370
Productos :
Vendidos 18:302*845
Existem 6:540*180
Existan] em 20 de Ju-
lho de 1887
Obras :
Conservaco
Prejuizos
Menos :
Lucros
D.sp-zas geraes :
Pelas desbezas de 21
de Julho a 31 do De-
seo, bro de 1887
Receitas e despezas cam
carrocas
Juros de acedes remidas
Diversas verbas peque-
as
Lucro de materiaes ao
armazetn
Juros t descontos
Aluqueis
Lucro em canoas
17:910*597
2^:313*325
6:932*728
7:658*920
13:005*543
933*888
726*192
1:219*410
12:071*655
9:145*369
1:126*210
998*020
52:245*720
128*345
410*232
334*400
6*O00
336*550
1:216*427
51:030*19
Recife, 31 de Marco de 1883.
Yannicco Xatiier Ferreira.
Joaquim Lopes Machado.
Jo&o Rodrigues de Moura.
tinglish Bank of Rio de Janeiro
(l.iaileil)
Capital do Banco em 50,000
acedes de 20 cada urna 1.000,000
Capital realisado...... 500,000
Fluido de reserva...... 185,00o
BALANCO DA CAIXA FILIAL EM PERNAMBUCO,
EM 3 i DE MARCO DE 1888
Activo
Letras descontadas....... 179:855^500
Emprestimos e contas caucio-
nadas.............. 446:3720890
Letras a receber......... 491:681^520
Garantas e valores depositados 217:6115900
Mobilia, etc. do banco..... 2;425M00
Diversas contas......... 879.-540A640
Caixa............... 615:S85260
Ks. 2,832:973*110
Passivo
Contas correntes
simples .... 21)4:833*360
Depsitos a prazo
flxo com aviso ____._
'~ ?!^ wmv
i
Letras a pagar ......... J: 137,1590
Ttulos em caucao e deposito 217:6110900
Diversas contas......... 663:1250350
Its. 2,832:9730110

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ikiaro de PernaaitmcoSexta-feira 6 Abril de 1888

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i
|;!r^bu>,5 de Abril de 1888.
Benry K. Gregory, manager.
J. L. dos Santos, pra.countant.
REVISTA D1ARI.V
Antorldadea ptrlieiaeaPor portaras
da preBideueia da provincia, do 3 e 4 do correot?
e proposta do Dr. chele da polica de2 o 3, fon.m
Momeados :
Delegado do termo de Belmente, o actual 1"
supplente Antonio ltufiuo de Araajo, cu substi-
' tu. i cao do capitao Caiti.-no Pt-reira da Silva, que
fallecen.
1' Suppli'ute do delegado do termo de Timbau
ba, o respectivo 2' suppecte Luiz de Albuquer-
q'ie Marauho Filho, era substituicio de Joo
Chacen Marinho, que noaeceitou a nomeacio.
2- Snpptcute do inoamo termo, a cidadio Pedro
da Silva Quamo.
Subdelegada do 2- dietricto (Rucho de Navio)
do termo de Floresta o edado Ricardo Alvos da
.Mlva, em substituico da Jovino Pereira da Silva,
que fi.i exonerado.
Subdelegado do 1- districto do mesmo termo, o
cidadio Aureliano Valerio de S, em subslituicao
de Joc Gomes Novaea.
tusiieiarao commerclal aarrlt-ela
Sob a presiJeucia do Eira. Sr. Bario de Naxa-
retb, reuio-so hontem a assetnbla ge ral doj ac-
cionistas da Assojiacao Comm rcial Agrcola, afim
de cleger a aua nova directora.
Depoia de ida e approvada a acta da anterior
seseio, usou da palavra o Sr. comrandador Fran-
ciico Ribeiro Pinto Guiraares, que propoi um
voto da loovor directora, cuj mUsio findava,
pela dedicsco e solicitudo com que gerio os ne-
gocios sociaea. Ebse voto foi unnimemente ap-
provado.
Entrando em diacusaio o parecer da commiaaio
de contas fui approvado, e igualmente nm voto de
l;uvor ao Sr. theaoureiro commendador Miguel
Jca Alvep.
Proeedendo se, depois, elecao, foi reeleita a
c:rrctora ; pelo que ficou ella composta dos se-
guinlea ambares :
PresidenteBario de Nasareth.
Vice-presideuteCapitao Sebastiao Man.el do
Reg Barcos.
Io eecretarioAntonio Arthur Moreiru deMon
de oca.
2 ditoCspitao Jcaquim Anselmo de H. Ca
valante de Albuquerque.
TbescureircMigul Jos Alves.
Commissao de contas- Henrique Saraiva, Dr.
Lauriodo de Moraes Pinheiro e Dr. Fabricio Go-
mes de A. Lima.
jtberiaettes Por occasuo do inventario
dos beus do tinado tenente-coronel Franco Vieira
de Mel, senhor do engeoho Apu, da comarca de
Pao d'Alhi, ca s.us dignos filbos e herdeiros li
bertaram ineodicionalmeute 16 es.-ravos que Ibes
touberum.
Foi um b nito rasgo de pbilantropia que muito
honraos suceeescies de to disfiucto agricultor.
Cana de Deteneao-Honteao, pela maribi,
faileeeu repentinamente, na Casa de Detencio, o
detento Jos Brar da Silva, pronunciado em crime
de r ubo.
FsMIeclineiiloFallrceu hontem pela m-
nha, e laid foi sepultada no Cemiterio de Santo
Amaro, a viava D. Mariana de Faiia Botelho,
contando mais de 70 modos de idade.
Era urna respeitavel senhora, muito estimada e
caridosa.
Nossca psames srus sobrnbos os Srs. Manoel
Jos da Silva GuimarSea, Luiz Jos da Silva Gui
maraes r- Luiz Pereira de Parias.
Ponte di Tacaran e da Vr-
doarn em lidaIoformam-nos que tanto
a ponte da TV.caruoa, na estrada de Olinda, orno
a do Varadouro neasa cidade, eslo com oa las ros
em dep'oraveis condico-s, pos, leudo eahido, por
tercm podrecido, diversas daa travos que f rinain
ditos lastris, alli fiearam buracos, que sao arina-
diibaa oa incautes transentes, algum dos quats
j tm siio victimas de acciuontes.
Urge que a repi-rncio daa Obms Publicas Pro-
vinciaes mande f-str os repares de que carecem
taea pontea
Pcapi E' o ttulo de um tango para pia-
no, compoeicio do Sr. Prudencio Millanez, e que,
impresso pela primeira ve na lrte, all teve
grande voga. F i agora impreSiO pela casa Vc-
tor Prealle o C, i ra do Imperador n. 55.
AnnitersaiioFazrm araai.ha 57 anacs
que o finado primero Imperador do Brazil abd.eou
c'n eeu filho, 8. M. o Br. Pedrc II.
Hvei aalva, por esse motivo, 4 1 hora da
tarde. ,
FrrimentoaHonten, a i e l\ horas da
noite, pr.c* de n< me Joaqu^m Jos dos Sautoa,
rertenoente o 14 batnlhao de linha, dirigio-ae
leja n. 38 ra da Imperatiiz e mostrou deeejia
de e mprar camiaaa. .
ESendo apresentadas algumaa polo dono da loja,
c Sr. Jos Mara de Carvalho, depoia de examinal-
aa inquerio a prac sobre o prec -.e sendo este dado,
cao se conformando com elle, disse que aa gu^r
cese,'ao que ret rquio o 8r. Jos Mara que tsao
memo \a fazer.
Paree nio ter agradado a reapoata praca,
pola tendo esta ae retirado, voltou momentoa de-
pjise eucontrando na porta do eatabelecimeoto ao
Sr. Jos Mari, ferio a eate com urna facada no
peito esq-aerdo. .
Depois de commettido o crime, deitou a praca
a correr, mas seodo perseguida pelo clamor pu-
blico, sabio ao sen encontr o guarda cvico o. 117
de neme Jos Campoe, o qual procuranao pren-
del-a, foi tambem ftido com urna facada na parte
exterior do peito.
Em 8-guida appHreceraim outrna gnardaa, e
endo hfioal rleetuda a priaao de Joaquim Joa
dos Santoa, foi eate preamta guarda civioa e 'ah reaaettido para o aeu quar-
tel, depoia de lavrado a tema d' fl n rancia e via-
toaiadoa os otfeudidos i>eloB Dra. Gama Lobo e
com proverbial affablidade que o distingue e
lh. peculiar, expoz o Dr. Jos Alvea Lima, n
phrasea eloquentea, o motivo da oMvfoitacZo.
. O Sr r. Lima foi de certo muito feliz em
aeu enunciado, pois que interpreten do modo aa-
tiafae'on'o o p nsamento de aeus committeuUa.
CmeUdo S. S. p=r pateutrar o jubilo de
ou "chavam poMuido. oa bab.tautes d^e.ta ci-
d.Hp nela :e'iz e acertada nomeacao do 8. fcx",
n'sa Hepos a oceupar-se da colon.aacao do norte
11 Imperio, especialmente de.ta comare. qoe
pela uberdade de aeua terrenoa e "me"1'd,e.^0.:
clima tem direito a po.aur um ncleo eclou al,
e concl .io d.zendo que ninguem e.tar.a em melb.-
re. condicue. de otil a eata briosa prov.ncia
/' K v Ftp noia qu alm de ammadoa da lou
alia .enttttea paViofcoa, era pernambucano
e delewdo de um Gabinete, cojo chefe rau.to ae
ufana Pernambuco de Ihe haver dado o berco
.Fiado e.Tediacurso que foi multo applaud.do,
reapondeu S. Ere, agradacendo em phraees cjr-
recus, eloquentea e repassadaa de commo^o, aa
quaes' muito penhoraram ac man.festantea ; e
tratando da abolicio e da colon.aacao em get.
8. Eic. disse, quanto a esta, que aeudo tiotraa
idea do actual ministerio, aegundo ae deprehend.a
da leitura de alguna jornaes, elle, como aeu dele-
gado, nao poupsria estorcos nem sacrificios parajc
desen volvimento de to alevantado commettimento,
e assim nao recusara a eate lugar o qnmbSo que
p.r justca Ihe deva caber, tanto man quanto le-
vava d'aau gratas recordacoes.
. Finda esta oracao, levantaram-m vivaa, que
foram enthuaiaaticamente correspondidos, ao la-
bnete 10 de Marco, ao Exm. Sr. despmbargador
presidente da provincia, ao povo de Garanhuns,
etc. Depoia do que aeguio-ae um copo d agua,
offerecdo p^r S. Exc, tocando a msica lindaa
peess do sen repertorio, e fendendo ra rea inuu-
meroa foguetes. .
8. Exc, ao deapedr-se amavelmente de to-
doa, accreaccntou que no da aegumte tomara o
trem pata a capital. .
Poia bem, nao obelante a hora matinal, ja s
5 boras hrlua de todas aa avenidaa da cidaio urna
onda enorme de aovo para aeompanbar a h. t-xc.
at are do caminho de trro.
Alli chegando, e ao tomar o carro que o havia
d<- cndoir, foiS. Exc. aaudado do novo com urna
aalva de 21 tiroa e grande quaotidade de foguetes,
exhibmdo n'eaaa occaaiSo a banda marcial delei-
Pivr-is eompjsicocs.
DiversorcavalheircB aeguiram coai S. bxc.
a. C.lonia Iiabel, onde S. Exc. pretenda de-
morar se : d'entre ellea recordamo noa doa tsra.
Dr. Jardim, promotor publico, capitao Napileao
Galvao, tenecte JoSo de Farias, Manoel Clemente
da Costa Sa..t s, qus promoveu a executou a idea
da manifestaos.) de modo muito liaonjeiro.
Ao Exm. Sr. desembargada deaej-moa ihe
dlatadoa e teliea diaa no bonroao cargo da admi
nibrador da provitcia
Coto..la lajabel-m viaitanfe que passou
a semana eania neata Colonia Orphanuiogica es
creveu-bos o aeguinte :
Tivem.'S a felcidade do apreciar este impor-
tante eatabelec'inento, de que b ae poder faZT
rma iJa completa visitando-o e percurrendo-o
cum oihoa peracrutadorea e dea. josos de conhecor
a cousia a fundo.
a Eata Colonia urna flr mimoaa que cresce
no meij da moutaa, maa que quem tem a fortuua
de a deseobrir nao pode dcixar de regosijar-se e
desijar-lhe mil venturas e proapendadea. Mas
flta-ihe urna couea, que a lurg proteeeao do
governo, afim de que ella posea ir elevando pro
porciona mente o numero doa aeua protegido-, que
ap> as aeiualmente regula por 150.
U.je, domingo de Paechia, tove lugar a vi-
sita meuaal, presidida pelo Exm. Sr. Dr. Joaqun
Jo; de Olivena Aiidrade, nomeado prosideuta da
proviuea. Passaram-ae diplomaa de habiluacao
a sete artistas, maia cu meuoa adiantadoa e a al
gnns outroa que compleUram a idade de 21
nao sei ae por falta de aaaumpto, ae por andar de
visgm'.u ae por motivos de molestia; prtante, cu
me aproveitando do ensejo, roubo-lue a posicao,
-mbora uio a deaempeahe e aej immediatamente
depoato por incapaz.
Comeco o mea papel de mieaivista dizendo-lhea
que o presente anuo nj tem sido bem para eata
localidade, quer quanto a ebuvaa, quer quanto
or tem publica. Quauto 4 chuvas, porq v tem sido
tao escaes'is, que aa primeiras plantacea est)
completamente perdidas, as novas paatagona quaai
aeccMj, causando tildo iato um verdadeiro desani-
mo no pavo, nio obstante haver prenuncios de
prximas trovoadaa, tanto que agora mesmo estou
ouvindo muito ao longe o ri bombar do canho ce-
leste. Quanto 4 ordem publica, porque quatro
aooe crimes commettidoa al eata data, sendo um
de defloramenxb, dous de fenmentos gravea e um
de ferimentoa levea.
N'iata, porm, nao vai a menor censura 4s au-
toridadea pjlciaea, por que tem cumprido aeua
deverea, embora nio capturaaseai um e dos delin-
quentea.
> O cometa anuunciado, ae nio me engao, p 1j
director do Observatorio Astronmico da corta,
tem sido viato aqu por diferentes pessaas, depoia
daa 3 horas da madrugada, e d ae sua po8co
algnus groa cima do planeta Venus ; e iato
muito tem coneorrido para que a matea popular,
ignorante e auperatiaiosa, viva amedrantada, eran-
do noa astrlogos da trra, qua di*em haver este
aonourna das calamidades lecca, peste oa
annoa.
fe'. Exc. prenonciou algumas palavras bonitas
e tocantes, recommendando quelle8 que vio eu
MI na aociedade, que nao ae requ-cam de que o
homem muito precisa de traba Iba r e fszer-se rea-
peitar, Bem o que nao pie aer feliz. Eesaa pala-
vraa diaa corn um tem amistoso provoearam la-
crimas da hlguus doa assiatentes e dos collegiaee.
Esteva um acto tocante
Anda eeto me soando constentemente ao ou
vido as doces harmonas dos cantict s de meia du
sia de religosoa que procederam 4a preces e inai-
nuHntes praticae da semana santa, aa quaea co-
mecaram na tarde de quarta-feira de trevaa e ca-
baram hoje depois de meio dia, hora em que se re-
eoiheu a prcciaci > da rt-surruicio.
Nio precisa direr que tudo quauto ae peloa relgioaoa capuchinboe com a mais sevrra
disciplina e ordem, que nada tem que invejar a
urna eacola perleitameBte diaoipliuada. Aqui
cada um tem o aeu papel e o executa aem caree' r
de adverteneiaa neru de signaes. Tudo ae faz a
preceito, porqua todos aa'oem exet-utar a aua parte.
Eareve magnifica a paixo cantada peloa seto re-
ligosoa, entre os quaea ha um tenor de v<.z so
cora e mavioaa, como talve* poucoa iguaes se
poeeam encoutrar. Tem o director Fre Fidelis
qna anda poeeue urna forte e bonita vo* de bar-
tono, que ae nio toaeem ca a ua padecimentoa,
anda poda figurar entre oa bone tenores. Oa
outrea preenebem oa claroa muito bem.
Na aexta-feira rsteve edificante a ceremonia.
Nunca a vi tio pomposa, p -rque o respeito e o ei
laudo profundo que reinam no templo emquantn
re tazem aa ornese, para aba'ter e espirito maia
pertiuaz na incredulidad* e chma'-o iverdadeira
i. NeBsu acto esteve muito animado o Revm.
Fre Siiv-rio, eaforciido-a* por deaenvolver tio
bem a ana voz d barytooo, de maneira que pare-
ca deafi.rao Uevm. Fre Fidelis.
N > sexttt-feira tarminaram oa actos com a
prccisaio 'o enterro, qoe pere.i u a Pnc* d
Collegio, acompanhada p.-La O'pnaoa com auaa
velas e alguna visitantes con, tocbaa e grande
qoantidade de gente qua veio das visiuhanc;e aa-
s'a ir nos actos.
Sem ouvida que abi dirio : que prociaeio ae'
rtde fazer a 40 ou 50 1- guaa arreddaa do Re -
J Feliz.
Furto aoarehendido-Na deleg.cia do' cife ? E'verd.de : urna precavo em que uo
"leo poder do reap ctiv se *4 ao p dos andores eada um cotn nm cigarro
1> diatrieto da capital
Dr. delegado Aneaio Angosto de Carvalho Serra-
no, acba-se depositada urna bengala de valor, que
foi tomada em mi > de um gatuno e a qual ser4
entregue a quem reclamando-a provar aer aeu ver-
cadeiro douo.
Tem signaes muito visiveis, inclusive firma.
All pparec, pois, aquella que a ella se julgar
cora direito,
O novo perfume de Horaa le
rler Mllvratrn Este rlume. fabricad*
pela Crown Perfumery Company. de Loodre8, vi
adquinudo gr.noe nomead. em toda parte onde
introdnzido.
E' representante desaa empresa, em Peroambu-
co, o S Tbentloro Just, no largo do Corpo Santo
a. 2, conforme o stHronco que vai publicado u\ u.
tra secoio.
Acerca desse perfume !-se n'uma f Ah eatran
ge :
O amor doa perfumea foi evidentemente im-
plantad j no Cor?ii humano por um creador b*
nevol\ e por isao qoe o encontramos em toda
as naedes do nnvera >, tornando se tanto tn.ia re-
finado o goato por ellea, quanto mais civihaad.
forn. rs povos. Prova isto a histuria dos antigoa
gregoa e romanos.
E nio 3a sement npreciados eomo agr.da-
veia ao olfato, maa tambi-m como exceil nt a pu-
jificadoras do Br que respiramos e a' como re-
medies em caaoa detrmind.i8.
* Os melborea perfomea aio os prepsradoa daa
llore, folhaa e caaca de certits arvorea, f.cto i.o
vameiite pnv.de pela n ivisaima produce*" d
Cr un Per/m*rt) Compon*, dj perfume d. Airea
da Macieira Silve re, iuj deticadei* e itScaci-
devem a. r expermieuiadaa paia s-rem devid.men-
te aprecied.s. T- m ariqoiri 'O gr.ode f.v/rem
toda hb part a i ela au. frngraoci. e suaa quali-
dadeB purrfieadoraa. *
Ilo.uirto de alleaadeaA Hiena, jun-
ta di> rianta C*aa de Miaericoidi, em eaai.. -.
hontem, nomeou para ex rcer o cargo de medico
iubs'itutoda clinie espeei.l de alienados ao Br.
Dr. Rodolpho de Pau'a Lopes.
Manlfi-siacia boaiOaa-Di cidade de
GarHuhuna,em2 ao oriente, escreveram-nos o se
gainie :
Divulgada aqui a noticia da nomeacao do
Exm. Sr deiembargador Joaquim Jj de Ov. ira
Andr-de puf. o alto cargo de pieaideot- o'ert
piovincia reonirem se oa conaerv.dorea maia dis-
tinct 8 uVata cidade, e, eegoidoa d. banda mar
Cal ?brarin nii-n GmuiibuiiBense,t '" eneer-
poradoa, 4a 7 buread, noite, dj di. '81 dom ul-
timo, raa. onde ee acfa.v. tioaped.do o ilHia'r.do
deaembaricadnr, c inpruneaial-o pela aertaMes-
colb qoe d*elle ft-.e. o grande e patritico Oa-
bwetx 10 deM.ri
All cheg.doe, e sendo recebidoa par 8. Exc.
uo charuto na bocea, sem um bando de m ileques
a darem assobios e f.aer m algazarra, e no uieio
d'eilea algum augeito de elevad jerarebia e que a
quer fazer outevel pela impiedude e daareepeito
4a couaas ma.s sagradas, lato boje muda, e
onda ba neste mundo que teoba mia poder do
que a moda. E para ssj v.j ,m aa ao xillaa que
is mootg do bom tom c.rreg^ n um pouco ab izo
das coalas, na i mxilUa propriamente, mas Ixe
mendas tronxas de napa.
Por follar niaao : aecua.vam em algum tem
po os religiosos da Peaha por nio toier.rem ua
bxloea, aqui vi algumas das taes trouiaa que
promi ttem eraacer.
.a No bbdo de Adeluia, depoia daa competan-
tas orneo a que aio muito Cumpridaa, logo que oa
a.cerdoies, .c.bnda ellas, foraui mud.r de or.-
ment.8, com pouc > foi rnto.do o Gloria in mxoel-
sis pelo Revm. Frei Jero jmo e r.spondid por
una viote meuin*. de vose ate tiplea e sopranos,
irado um ou outro mais -,lfcj que JA sai oinJan-
do ver. O Hcovpiubaaaeuto de orgi melii r
do que com a bxod agilitar, que com a trequeiile
aahida dos que a'ting tn a m^ioridade, qu.aa>m-
pre eata aompoeta de gente que pouco a-be. Ma
dgase a v-rd.de, Com o orgi > aprecia-Be aklbor
guerra.
J Be acha entre nos o novo professor, 4 rea-
peito do qual nio queremos antacipar juizos, sen-
da certo que parece des. mpenbar bem as fuuc^oes
do sen magisterio.
< A reconduccio da 8ra. D. Esther Campos,
professora contractada desta povoacio, eauaou um
c ntent.mente ge ral ; pos, urna senhora dis-
tincta, de qualidades invejaveis, de urna oducacio
esmerada, e pena que a lei a prohibiese de ser
nomeada profeMora tffoctva.
No dia em que o profesaor Joveniano eneer-
rou oa aeus trabalbos escolsticos, o conego u ir-
te, de aua espontanea vontade, diguou-se vir de
Pesqueira a esta p.ivoacio diser urna missa em
nome dos habitantes desta localidade e apppiieada
em beneficio do supra dito professor, 4 cuja missa
coucorrea um creecidissimo numero de pessoaj,
lendo-se no semblante da todas a dor que Ibes
caosava a separacio de um amigo verdadeiro.
Acabada a missa o professor Joveniano
reuni seua aUmnos, com palavras commoventus
deapedioee d> lies, 4 cada um c l -receu nm retra
to, e oa foi apresentar ao aeu succeasor, occaaiao
em que proferto urna allocucio ; tambem o Rvm.
Sr. conego, que se achava presente, fez nm impro-
viso, o o Sr. tenente Joio Alvi s Torres Gallindo
pronuncien Uco pequeo discurso.
A 27 do correte os habitantes desta locali-
dade, sem distinecio de po8icoes, claases e ida-
des, aaaiatiram a partida do professor Jovoniano
que aegnio para esas cidade, afim de tomar pose
de sua novacadera em Apipucop.
O digno professor qu>., durante 17 anaos,
exe. ceu o magisterio nena povoagio a contenta
ment de todoa, teve um aeompanham^uto de 50
CavalleirS8, alm de sene ex-discipulos, que tam-
bem seguiram em companhia do prufessor Pbilo-
meno at urna certa distancia ; sendo que, quao-
do tiveram de separar-se, discursaram os alumnos
Joaquim Franciac de Almeida, Manoel Candido
Chaiegre e Manoel A. da Silva Leal, offarecendo-
Ibe ramalhetea de flores naturaes inclusive, o pro-
fessor Philoroeno.
O profesaur Jovin ano agradecen eata ultima
prova de amiaade du seua ex alumnos, e abracan-
do a todos ellea, seguio o eeu destino, com os mais
amigos que o acompaobavam.
< Aqu, o professor J .viui.ino Jos Simoes foi
estimado, j4 pelas maneir.s Ibanaa com que tra
tava a tod. b, j4 pelo interesae que tornava pela
proeperdade desta trra e j4 pe. a beneficios que
he fer, taea c>mo a reconatruccio e decoram-nto
d Cxpeila-ur da ignjt desta povoacio, o altar
de Nossa 8enh que deix>mo8 de eapecifi :ar, sendo que ao ret
r r-ae ctf leceu doue importantes qua iros que ae
aeham na capella. a
OueiJo-0 queijo um dos ament.s que
meos veaea do que oaou^roe falsificado.
Parece que em Franc i e mais especialmente no
Alvergne se ajunta ao queijo, quando est amas-
eado, fcula de batata.
Em outro lugar incorporan)-Ihe a p jipa de pi,
p.r. que embolerec- ndo u ao queijs o aspecto de-
a-jad > dos apreciadoies.
K' rruito provavelmaote urna f-.bula a aseercio
le que para tornar mais cedo velbos .Igune quei
jos oovos s dar-ibes ebeiro rsoecial, qua f >iOi a
delicia de muitoa gaairouomoa, os mergulbcco por
algum teinpo na urina.
O queijo nao t m necesaidado destes banhoseu-
joa para apresentar nos os aromas pro pros de
muiros I quid .a aoimaea em dec mpesiyao. Ni>
suio urna queslio dd error loci. O que causa
d r em um dado caso ou em um. parte do corpo
p ie tornar se saburosoe caro se/vido no jautar.
A proposito dos ltimos estu los sobre a
fermentacio do queijo, a seiencia nio disse anda
a ultima palavra. H queijos fetilieamos e eom-
iuj.j aio de fcil dig-aiao e oa a tamb.-m veo -
noaos. Ha igu.linrnte um substancia toxica no
queijo que foi di mado veneno do queijoe cuja na-
turez. at hoje a ehimica uio chegou a determi-
nar pr. cieam-nte.
Ha cnaoa de euvenenamentoB por queijos podre,
que asaemelham-ae em tudo au cholera ; causando
vmitos, dores entricas. dirrha, e pjrfimdur
de caneca e subdelino. J*m4iacu quaai jam4a
auceede a morto, porque o ro oito copioso, que
um dos Bymptomas do mal, livra o estomago da
inaior p .rte do veneno.
A gunschimicos, entre os quaea Volcber, negaos
a exiatenci. de um veneno especifico do queijo, e
creem que o envenenara -nt j Somenie se deva ao
exeeaio doa graaaoa livrea.
A aaalyae de Iguoa quejoe ficir4 paia um ou-
tro artigo para uo tornar este demasa lamente
ex'-riS'j.
TrquatoTaa>ioExtrahmoa da obra Vo-
lere i putere e Leaaone, o aeguinte :
Nein i -dos oa viajantes que chegam 4 Roma ee
rigeir logo ua primeira visita a 8. Pedro. Al-
guna se informara, apenas ebegad a, da igr ja de
Santo Ouafre e vio pensando em Torqu*to Taaso.
Porque 4a veses a vid. breve d'um homem com-
prebende f ctos instruecoea como a d'uj povo, e
grande premio a quem tem oobremeote agido e
a ftriJo, conservar ae na memoria dos postaros,
mido e chorado.
Iu aspro eeiglio e in dura
Hven crebbi iu quei ei meati errori :
I o emp aiivo aenao rbbi agli aff.oni;
Che auzi Btngion matura
L'.cerbit4 dei casi e de'dolori
Iu me reud l'.cerbita degli anni.
Aas'm diaae o Taaso ds si mesmo.
O pai de rss > era um grande poeta, qua muito
in.i.- o seria na f.tna ee ain livesse ido excedido
pelo fiho. Pal e ti ho viveram ae aervieo doa
princpea que. tanto foram louv.doa pela ana m.g
iticeneiH, pe) f.uato d.a SJ.iS c-tes, e SubretU-
do pe. proiecyio concedida .oa iliteratos e artis-
tas. Misera proteceio que se devia compra' e ni
u aaorificio da prupria dignid.de na ignobil vida
I daa con. a !
ae; heje a v4a na verdtde eeti aberta a todos,
fl cada um pode ser feliz, corotsut. que aaiba fir-
memente querer e perseverar.
Em Roma poderei acbar muitos oxemplos de bo-
meiM insignes que com o querer e o perseverar
aouberam chegar a cousas grandes, alguna delles
superando oa obataculos da pabresa em que ti-
nham aascido.
Nao fallarei de Torlonia e do eardeal Antonel-
ii, assim como muitos condecidos.
Exporei em poucas palavras a vida d'um artista
eximio, qua aoube luctar na juven'ude contra a
pobreza mais crua, e aoube vencer: Luiz Ros-
sini. a
- e6pa Ettectuar-Be-bio:
Hoje:
Pelo agente Guarni, is 11 horas, ua ra Mar-
ques de Olinda n. 19, de i vaccas de leite.
Pelo agente Pinto, 4s 10 1|2 turas, na ra Ba-
rio da Victoria n. 58, de movis, loucas, vidros,
etc.
Pelo agente Stepple, as 11 horas, na ra do
Imperador n. 22, de predios.
Pelo 4geate Brito, 4s 10 li? boras, 4 ra do
Amorioi, de cofre de ferro e movis de escriptorio.
Pelo agente Pestaa, ao m?io dia, na ra Do-
mingos Jos Martins n. 84, da padaria e refinaeio
ahi sita.
Amanhi:
Pelo agente Pinto, is 11 hoiae, ni ra Mrquez
de Olinda n. 52, de movis, maleo e catnaj objee-
tos de ferrac'em.
Pelo ageate Brito, 4* ll horas, ra lo Uangel
n. 48, de predios.
iaiaa fnebresSerio celebrada* :
H je :
A's 8 horas; n capaila do Asyio de Ahenedes,
por alma do desembargador Fraacieco de Assis
Oiiveira Maoiel.
Amanhi :
A 7 l boras, no Corp} Santo, por alma, de
Antonio Rodrigues ,Tavares de Mello.
Segunda-feira :
A's 7 horas, na matriz da Boa-Vista, por alma
de D. Honoria de Albuquerque Barros ; 4a 8 ho-
ra?, na matriz de Santo Antonio, por alma de D.
Senborinba Francisca de Jess Ribeiro.
Passjagelroa Chegados do norte no ve wr
nacional Para :
Severiauo de Souza Monteiro, D. Andreliua
Gbncalves, Aona G mes, Pedro Pcreira da Silva,
Arstides de M.ura Ros, D. Alexandrina Cabral,
S-ilustit.no de Souza Lima, Dr. Joaquim Antonio
L. Bastos e sua senhora, Antonio Celestino T. de
34 e sua familia composta de 5 p- ssoaa, Dr.
Jorga Gomes de Mattos, Julio Guimariea, Jos
Augusto dos Santos, los de Senua Leal esua fa
milia, Jos Paulo de Cirvalho, Podro Teatea, Oe ,
taviano T. da Rocha, Jos de Oiiveira, D. Helena
Balsemio, Dr. Pinto P esoa, Eduarda Rosa, Auto
nio Marques da Fonseca, Cimillo Cabo, Francisco
Gomes, aua senhora e urna irmio, Antonio (criado),
Francisco do S4.
Cbegado de Moss3i<5 no hyat i D. Julia :
Francisco daa Cbagas Falcio.
Sabidos para o sul no vapor nacional
Par4 a :
Joo F. Barros, Joaquim D. de Araujo Lims,
Manoel T. do Araujo Lima, Sevd. W. Mello Lino
e 2 filbns, Dr. Rapbael Florencio de Oiiveira, D.
Vl.ria M. Nepimaceno e 3 fi hus, Manuel Jos de
L-ina, Francisco \V. da M.cedO, sua 8ei.br. e 1
irmi, Joio Alfredo R de Barros, Joio P. do Pa-
ria, Jos de Oiiveira Bastos, Alfredo Rig-t e sua
senhora, alfares Cicero A. Netto Galvio, Dr. Luis
Vctor Homem de Carvalho, -n enheiro Fr.us V in
Sppe, cadete Theodesto A. de Siuz. Castro, Mi-
na Magdalena, Antonio Luiz, Jos Vctor de Oii-
veira, P -lro Goucalves da F.ria, Jos Autopie
R-piso, Manoel Coelho da Silva, Julin Tlert, Joa
quim Marmbo, sua senhor. e 1 filho, Diniz Fer-
reiradiB Stotos, Carlos Costa, Joaquim Leopoidi-
uo da Silva, Joio Firmioo Damasceno e Remigio
Peixoto.
as i rectora dea obraa ae eooaerva
cao doa portea de Peroambuco-lit
cife, 4 d Abril de 1888.
H.,lrtvT> ilfieto^r-lrtpico
tioras
6 m.
9
12
3 t.
fi
i?

3
26--3
29"0
29 -9
29" 7
,-8"-3
Barmetro u
0*
759*98
76.)'"95
76u23
7.'<9"'33
759-65
Tensio
do vaper
19 69
20.U8
20.11
19 62
19.08
s
a
9
67
65
63
67
Dita miaiiua"6".00
Kvarxiracao em i ooraa ao gol: 6,"7 ; 4aoni
ora : 3,u,5.
CiVnuua.
Direcoao do vento: SE, ESE e E alternados
.t 8 horaa e 20 minutoa da tarde ; E at meiu
Mito,
V louidade mediado veuto: 1,75por segundo.
V bulosidade media: 0,35.
B leriir do porto
lia 111 O P. M. *. n. P. M. i. M. Dia Horas AJtora
4 de Abril 5 de Abril a m 11-39 damanhi 613 da tarde 04a da manhi 7 6 2,m02 0.-89 l"r8 0,-97
voz de cn.naa e acote se um extase, que -beco Toaqu-to Tasso gyr-u p r toda a parte o'talia,
n ... An~..- ...r4 Aa t..A.. tA Aa nn^a rl'.i.n nSn nt.r*
itfo.l. au dos Revds. quando ellea cautum oj
paalcrn s !
Qnin quiB" aentir o que ae nio f le diser,
piocure t< r oce.siao de onvir ama canas qn em
di. de t*sta.
11 je teve lugar a missa da reeurreioio e a
c IDO. 'ente proeisaao : n.d. Ihe tallou, poia este-
ve indi, ntuit i decente e reapeit- a >.
N oi-oaailo em que a pr-jeiaaio ereorria o
paleo, c-beajou o Exm. 8r Dr. Oliv.-ir. A dr.d ,
que u.r-c-e iiie que tieuu Hgr.d.velu ente im-
fre*8no.clo caco ceremonia, ordem, o reapeiio
e o mudo pr que oa cine qui ae pnrtam e
como tio Ir.ti loe. Hupoonho que 8 Exe. nio
f.siaida de ti>. alevant.da ioatituicio, e q,eir.
D,-ua que S. Ezc ae turne um protecror d'e I. e
propon-lona iba todos oa meioa a a. u alean te p.r.
que eli. p .aa. prosperar e lecuber inaior nuiner
d meiimoa, Cda menino que ae receba aqui 6
um que se desva da c.rieira do vicio e da per-
dicio.
Hoje aahir.m aete : entre elfes ferreiros, as-
pa;.uro-, car pinas, f.bricuutes de .sau-ar, etc.
Enea I. vhiii roup. 'j diobeiro para p >derem "Vivar
mju.ulo se ariaijam eui qua quer parte.
a Couju raiio mu to acosiuuiados a trabalh.r,
nao alr.uh.rci i, trao.ibo. *
iiaau raaa ritcrever.m noeem 29 de Mar-
co !* xna tiaaW :
De temp a ra temp a, surge nm miaaivist.
que se ncarrrga de n.rrr ao paUtieo oa p. que
uo acOui. ciioenloa drat. p Vo.eft e sa.a eire io
v>znrb.u(aa, o que ltimamente ni ee tem falto,
deapr vid de tudo, t 4a vez--s d'um pi pr.
ir. fuma e outrs u'um cuto para deacancai-
oa membroa debilit.d alguna .natant. aa temp'ar.dea da mente. P iu-
eipea, corteaira e cntieoa iha atormeut.vam a vi-
il.. la i-I.a aoube qu rer.
Aoa tiinr. aunes tiuha acabado o poema da
(i+ruf lemme
Emi toi vi a ira dos bomens para prejudi-
aa) o.
Poam c-lumn>al-o, podiam matr.tal-o, po-
di.cn pen ll-o, uo li.m .iir.l-o entre oa douloe,
p di m mai tyna.i-u.i no liam f.ze -o mTrer.e tu lo
isto fitar.m : maa o homem que t m bem <>mp>e-
tt.d<> o a> u t cup ', na m rre jim.ia : a i.br tica
iud. fiu t h. bi je .inda alguna que te-m a cor.grm de
enor.r pel.ia litt. rat^a a artiatNS oa antigoa *4ec*i-
n.a, oa piincipea pn.tectorna M.a catea aenb>
rea ni i t em ndo aa vid.a doa uusa a riand s bu
enr? Nao sent ierr..r ai grito de Dante:
.. nn'o s di 'e
iLaaawe ull> ai, e quan'o duro calle
LttsMKttere e'i'sulr per le altrat seale a
*i .aeleinb..in o., tbu .a i'An ,st e n qoe enm
tan'. pen->.-a evid'nei. ae xpumeio o s-a eat.du
o* < drit? Ni se I-m rain de qu aquill i q'ie de
id' ib. r 1,1-baf.aa a tavi.r deaie diviniaaimo p eta
toi inni-l- julgar is preso d- 0rfa({u.o?
Oa ti mp..a nao f, rain jamaia ti'- propicioa c-no
boj. a ir.b-lb ib d.. t.'.eut" ; h j" e pod b'm
d ier com razio, que o homem tanto pode f uanto
iaaa se meleacau.nu.tmcuiu au. ,r. -
sos da Ce. de Deteuoio do Recite no dia 4 dr
Abril de 1888:
Existais 32J; entraran, 6 ; sabiram 2 ; exis-
eui 320.
A saber;
Nacios* 307; muiheret 10; ^strangeiros 7
ToUl324.
Arr.coad..8 290. i
Booa 272.
Ducales 18.
Total290.
Movimeato da enfermara :
Tiver.m baixa :
Pedro Cyp'iano da Silva.
M.nnel Pedro d >' N.scimento.
T.ver.uj alta :
Franeiseo Manoel Solano.
Hracio Frauuitci lho.
Hospital redro IIO movimeoto deate
nospital uo da 4 de Arbril, foi o aeguinte :
Eutraram .............. 24
-Sabiram................. 21
F.lleceram............... 1
Existem................. 523
For.m visitadas aa respectivas enfermaras pe-
lo Dr.
Cirurgo dentista Numa Pompio, as 8 bo-
s,
Moacoao, 4a 8.
Jyane. O, 4a 9 1|8. |
Barros Sobriubo, 4s 7 114.
M.laqiii.a, as 8 1|2.
P.iutuai, aa 10
Eeievao ('..< alca.te, 4a -8 1".
SimSea Barbosa, 4a 10.
O po.nnaceulico eucrou 4a 8 8|4 e sabio 4s 4
da tarde.
O ajudaote entrn 4a 7 1(2 horas da manhi
sabio 4a 4 1(4 da tarde.
pi!BM..f..w i mm
Itin-Oraule (lo .%'.rte
VILLA OK POttro ALBQItK L)E FKVlilUilltO
DE 10S8
S-. Redactor.Nao poa.o alar no meo espirito,
omi b.bitaute deeu freguesia, aem que ao orfes
le au pub ico o reeonhecioieuto e gratidi, de que
e id tud a ua maia habitantes nos ai-b.aios possui-
d a para c m o Revd. vigario AntonJ Diaa da
Coi.ha, pe.>e relevantes aeraico espintuaea qoe
uoe ha pr. atado A mais da um aono, neata fregu
sia, coan pneearei a expr com toda fidelidade.
De.de Jimeiro du au pasaa lo. quao Revd. Jo-
ne Modesto Per. ira de Brito, pi-p.r.ctw da fre.
gavaia d cidaoe da lmperalris, regendo onmnla-
t va i ente eata, teve de incumbir a aloiiuistracio
da fr.guesi, p r ter aque le de f.ser no vi.g m
a i Recife a coiifer. ajelar com o Exm pre ado dio
cea. n qua rec- besaos u pa'o eapintual do ttevd
vigrio Antonio Das, o qu.', nio obat.ole os aeua.
incoasen doa da aalide, em urna idade j4 av.oc*
d, ua distancia de de legu.a, uio d. ix.u d" to
d.. o mete vir a eta fre^u-aia celebrar missaa
adiaiiiiatrar os Sacrameutoa nee asar os s
i ie, o m dedieaci., srlo e c n-tauei, tratando a
muia docl'dade, c.nubo e b n a le, e
com oa pobres no tasante sos direitna paroebiaes.
atteadendo 4s circumstancas de cada um ; assim
administrando a freguesia, a c intento de todos, por
eepACO de tres inezes, at que cheg m 4 sua fre
gnezia da cidade da Irnperatriz o Revd. Jos Mo-
desto, que, nio podendo frequentsr esta freguezia,
volt anda ao Revd. vigario Das, peciindo- he
qje continuasse a vir a esta freguesia acudir 4s
necesaidades espiritases dos povos, que elle se
achava impossiblitado d'o f.zer, debaixo, porm,
de sus jurisdiceJo; ao que o digno vigario Das
uio se recusoo, prestaado-ae de boa vontade 8oc-
correr-nos as no-sas necesaidades espirituaes,
at que, j4 em das de Agosto, restabelecendo-se
o Revd. Jo3 Modesto, entrn na admiuistracio da
freguesia. Eis que, chegado o mes de Outnbro,
cahe prostrado de um estup jr o Revd. Jos Mo-
desto, que, ficaudo intil isa do de reg.r, nao t a
freguezia da Irnperatriz, como esta, retira-se para
o Serid, onde tinha seua parentes e amigos; fi-
eando assim ambas aa freguezias sem paetor.
Nestas circumstancas, teve o Revdm. arcipres
te de enesrregar a reduca das duas freguezias
ao Revd. vigario Autonio Diae; com o que fica-
mes satisfeitsBimos e aeaaz contentes, porque con-
tav.mos por coito com a dedicacio, zelo e cuidada
do vigario Das, em acudir-nos com o pasto espi
ritual.
Entretanto, nos, que a longos anuos nao temos
podido obter um parocho effectivo com residencia
na freguezia, sendo tempre regidos por par. chas
vizinhos, quasi sempre mal servidoe, recorremos ao
Exm. prelado diocesano, para que ge dignasse en-
tregar definitivamente a adminietracao da fregue-
zia ao Revd. vigario Dias, pois eontavamos, como
de tacto, que ficariamos bem servidos; no que fe-
lizmente fomos attendidos do nosso amabilissimo
prolado, a qnein rendemos mil louvores, por nos
dar um parocho 4 nossa satbfaeai, que r.ea tem
dado aa mais evidentes provas do sou zelo e
promptidio em nos eoccorrer as necessidades cs-
pirituaes.
E com effeito, o Revd. vigario Autouio Diaa,
logo que receben do Revim. arcipreate a porta-
ra, encarregando-o da regencia das duas fregue-
zias, nio se demorou em vir a ambas, comecando
por esta, a celebrar missaa e admiuistrar os sacra-
mentos de que neceasitassem os fiis, continuando
a frequental as todos os meses; nio deixando de
vir dizer-nos a missa do natal, aioda com o maior
sacrificio; porque celebrar urna missa 4 1 hora
da madrugada no Apody, e vir celebrar ootra nes-
ta freguezia, 4s 8 horas da manhi, na distancia
de 10 leguas, c ir celebrar a terceira ua Irnpera-
triz, anda com 3 leguae, 4e 11 e 1/2 horas do dia,
nio para qualqucr sacerdote, na idade de 63 an-
noB, sendo elle acabruuhado de molestias; e an-
da mais, depois de tu lo eso, j4 4s 6 horas do mes-
mo dia, elle chamado para vir a esta freguezia
conteaaai urna doente na distan?:: i de 4 tegua,
subinio e deaeendo ladeiraa, nio ae recusoo a isso,
parti iminci ata'ueute i residencia da enferma a
Ihe prestou os soecorroa espirituaes, vindo ella,
pencos dias depois, a fallecer.
Portanto. estamos muito bem servidos e aqui-
nho.d ib c*m o Revd. vigario Dias para nos admi
nislr.r : c Dens nos livre que deixemos de o ter
como nesso parocho, anda mesmo ausente de nos,
j4 qoe nao nos possivel ter um parocho effectivo;
pois temos certeza que elle r nio noa acudiri em
um. impossibil: iade absoluta.
E quem nao .preciar o vigario Antonio Das
da Cuiih.,? Qieo nio .o desejar tel-o por seu
parocho e pastor ?!
S no Apody que tem elle encontrado urna
guerra, alli que elle tem eido horrivelincnte per-
seguido, aecuaado e calumuiado negra, traicoeir.
e injustamente, sendo alli parocho collado ha mais
de viote aunes, tem passado por maiores decep-
ce>, uma vez por outra lbe estio formando falsae
e injustas denuncias perante o Blau prelado dio-
cesan i, das que se tem elle defendido cabal e exhu
berantemeute; porgue, a mentira e a calumnia nao
podem ter echo diante da verdade.
E' agora mesmo, que elle est sofifrendo a ma:s
formal e injusta persegu c/io : t pirque ? inen-
vel de d.er-ae ; eie o caso : um maluco, intitula
do beato, com um habito, que niuguem ih'o deu, de
nomu Luiz Antonio, incu'e.udo-ie aiuda prgador,
que, j tendo percorrido por diversas partes, comu
por i.qui e pela cidade da Iuiperatriz, sem que em
parte alguuoa merecease .ttencio, que era reco
obecdo por maluco e monomaniaco, foi ter ao
Apndy, onde pasaando a fazer suas toscas, absur-
das e asuasticas pregar;oes, que o vigario ao prin-
jJ1 cipio nio se importou, persuadido de que ell m
receria a attencao que merecer na Lnperatriz,
ondo oingueui delle fe caso; entretanto, gente
estpida, ignorante, tunatic embuateira a c.vi
losa, passou a considerai o legitimo prgador, at
ob miseria B.nto e enviado de Deus ; de mauei
ra qe, quaodo Jigario uis/iertoi, que quiz oba
lar a Luiz de eu.s b.-ocidadea, di.ipar.ca e asnei-
n.s e at blasphemias. que elle profera as suas
cbamadaa prgacoes, foi tarde, j a gente, que o
ouvi., se tinha fau.tisado por eile, que o vig.rio
ae vio em serios emoaracos para f.zel-ocalare re-
tirar-se; tanto mais na j encontrando bia diep isi
ci da parte da certa aut rid.di para Roxilial o
ua Bustentaoo do seu direito e dos direitos da
igr. ja e da religio; porquauto consentir que um
leigo e .esse malu.o e mentecapto se constitua
prgador, o maior dos absurdos : eutretanto bou
va no Apudy auturidade que declarou que era lici-
to de na r Luiz ptj'-r, finalmente, ob i horror 1
ebe^ou o negocio auonto de a gente fanatisada
pelo Luiz pegar no punbal, na pedr. e no ccete
p.r. espanear, apedrejar e at matar o vigario ae
fosae precian, por amor de Luz.
Muito pode a ign rancia, estupidez e a perver-
tid de 1 A prova de qua Luis eia maluco, com a
diffareuca tmeute de ter mterval os lueid >s, foi
que, retirando-se do Apudy para Moasor, all de-
clarou ae completam ute d jUo, andando pelas
ras quaai n. aspancaudo e apedrrj.ndo o povo;
de nanira, que fez ae prec'su a po'icia tomar con
ta deile e metel-o na e.deia ; esta noticia chegan
do ao Apudy, os faaatioos e imbusteiros nio qui-
seram acreditar, porque, diziain ellea, nio ero pos
eivel, que um santo e enviado de Deus, se toruas-
ae loueo, ao ponto de paitirem portadores do Apu-
dy 4 Luis oo Mossoi para declarar elie mesmo ae
com i fivito se achava deudo.
Um acuntecimeuto deates nio se commeota ;
incrivel, que homans, que se du m catbolicos, ta
uham um procedimento dessa ordem; mas todos
osfac os explicados se deram em re.lid.de, revea
Cidoa de outros muitos ponn. ores, maia feioa, bor-
repilantes, indignos da chriataoa.
RjgoSrs. redactores queiram dar poblicidade
a estas deseoncbav.das linbag
FrancHtino M'tteiro de SSoura.
A (aguilillas
Oa slsgoioheoses, sem distincjao de classe
e poltica, paasariaro por nm povo ingrato
e Beto a menor nogio dos deverea soei.es,
se das columnas da impr-nsa nio p.tea-
teaaaem ao publico, principalmente .oa ha-
bitantes de Apipucos as bellissiinas quali-
dades que orn.in a pesaoa do professor
Juviniano Jos Siin3-*s, que, durante 1? bu-
hos, exerceu o magisterio neata localidad.
Bem sabemos que eate no9eo proced
memo nio Ih'e agrada e que b stante con-
trariado fioarv, quando ti ver de 1er est-s
linha ; mas nos de ve desculpar da offensa
que f.ze dos a sua modestia, porque bem
nos conhece e sabe qun s entilamos hy.n-
nos a quem muito digno d lies.
E nos pergunt.r o publico, quem
Juviniano Joa .'ino'-s?
E', respoodem s, o aymbolo da digoida-
de, la bour, da amisade, da virtude e do
dever; tn.lm-nta O ea-profuasor te
Al goinhas, o preceptor dos futuros cida
dios de Apipucos.
Este i la-iSo pr-stimoso e n 'C'-ssario.
d condu U ezempl.fi e irrepreh-nsivel,
turante 17 anuos qu- aqui foi professor,
nio contrabio uma s iuiioia.de ou um
Brapl s desguato ; sua vi la foi sempre p.u
tada de ao:ordo con OS deveres 80 iaes,
eempr: faz-ndo O bem, embora nio Ihe
agradeeesseio, co no atatoa vendo qunti
di.nameot); nunca d ixou de prestar o
seu vahosj coniMirso ao prngr.aso e desen
volviuenta desta trra que eternamente o
abenrjoar, em virtude dos grandes bene
fioins qu Ihe f-a.
P-r. nos Juviniano Jos Si.n3n immor
tulisou-s, seu notna 8raemp"o ltabrado ;
, retiran lusa, deixa-noa um vaucuo que
ktddI CUID uiunm uuii'a j -w--------------- ------1 -
(emprecom mnitaoondesceaJeocia e atteocio para impossivel de proeneber-se,
Ufanem-8f>, porlanto, os nosios ptric0|
de Apipucos em ter entre si ira cava-
lheiro nobre como o professor Juviniano
Jos ST:5es, emquanto que nos, abaize
fsaignados, Varpmos crueis saudades e
choramos a ausencia de tito Ilustro cidadSo
o tneibor amigo.
Alogoinhas, 29 de Marco de 1888.
Dr. H Tcul.no de Oiiveira Torres Oallindo.
Valeriano Bezerra CaVaicadta.
Capitao Maooel Roirigues Torres Gallindo
CarloB Andr SimSes.
Salvador Antunes Torres Gallindi.
Tenenta JoSo Antunes Torres GalKndo.
Joe Antunes Torces Gallindo.
Antonio Valeriano B serra Cavalcsnte.
Leonillo Tenorio Cavbante,
Capt2o Antonio J. Torres Gallindo.
Antonio Booo G. de Almeii Filho.
Tenente Joao Al ves Torres Gallindo.
Luiz A. da Silva Mansa.
Felippa Alves de Miranda.
Jos Henrique de Almeida.
Joaquim E'-srreira Leal.
JoSo Js Torres Gallindo.
Antonio Bezerra Torres Gallindo
Antonio Jaeintho de Souzj .
Hsnrique Gomes do Almada.
Vicente Candido da Silva.
Manoel i uig.io do Alme la.
Jos Pereira Torres Gallindo,
Duarte Alves Torres.
Egy.o Alvea Torres.
Augusto Rodrigues Torres Gallindo.
Antonio Joaquim Torres Gallindo Neto.
Leonardo P. Torres Gallindo.
Justin'ano Torr a Gallindo.
Jos Justioiaho T. Gallindo.
Bernardino A. Torres G.lltndo.
Joao Augusto Torras Gallindo.
Francisco Alves da Silva.
Antonio Eloy da Paz Leal.
Franciso Antunes T. Gallindo.
Antonio Fernandas Torres Gillindo. .
Joio Miran i a Torres Gulliodo.
Manoal Alves Bezerra.
ValJiv.no Fernandes T. Gallindo."
JofJoaquira Torres Gillindo.
Manoel Miranda T. Gallindo.
Joo Mariano da Silva.
Felippe M. Torres Gallindo.
Antouio Jnior T. Gallindo.
David Alves de Castro .
Ignacio A. Torres Gallindo.
Gonzalo A. Torres G llin o,
J-iSo Bezerra Torres Glliodo.
Jos Miranda Ribeiro Filho.
Joo Alvos da Silva.
Nutneriano Alves de Barros.
Bellarmino Sergio de Oiiveira.
Joaquim Bento Ja Luz.
Artiles Al/es de Castro.
Rufino Lib nio Leal. .
Jos Niin*-s da Silva.
Jos SimSa Chaiegre-
J Si Baptjeta de Oiiveira.
Francisjo Ferreira de Britto.
Francisco J Torres Gallindo.
Francisco Alves Torres Gallindo.
Jos Alves Torres Gallindo.
Francisco Tenorio Cavi.loante.
Manoel Avelno T. Gal'indo.
Gongalo Antunes T. Gallindo.
J s Augusto de Al JJei la.
M miel Jos Torres Gallindo.
Izidoro Gomes-de Siqueira.
Joaquim Bezerra Torres Gallindo.
Liboraiino A. Torres Gallindo.
Jo .qni.u Francisco de Altueda.
Antonio Alves de Barros.
L liz Li'or'o d>! Lyra.
Manuel Liborio de Mattos.
< !astor Fernandas Gallindo.
C-mdido Antunes C inlegre.
Francisco Luiz T. Gillindo.
Juo Jnstiniano T. Gallindo.
Pedro Nunes du Oiiveira Sampaio.
Castor Poreira GJliado.
Jos Alsaadrino B.-zarra.
Joo Francia io B izerra.
Joio Il'oriquo de Al o-i la.
Jos Heoriqua de Almeida Filho.
Igna io Alves Bizerra.
Manoel Henrique dn Al adida.
J laquim Alves de Miranda.
Antonio do M. Torrea G.llindo.
Jos Nan-s io Oiiveira.
Antonio 7oaquim T. O tundo Filho.
Elu-rdo Paulino Chaiegre.
Fcnois 'O Luiz de Moli.
Jos M'n le da Silva.
Manoel Honorato Torres.
Jos de M. Torres Gallindo.
Francisco C. Torres Gallindo.
b-silio J-'8 Alves.
Jos de Miranda Ribeiro Souza.

Estradas de ferro de Pernambnce
Desespero
Eu me lamento, ai Porque agora ji ni > teobo amigo,
E ai acaao vem algum jautar commjgo,
E' que pertence ao r.ncbo despeitado .
Affjosa s me dis: canto comtigo
P'ra relator dos < ronbos ao Estado a ;
Mas, como est tamoera desejipregado,
Nunca me deu auxilio, nem d'um figo.
Si tallo a mais algum qte infelis,
r*or ter sido da tropa dispensada,
Muito depr si torce me o naris
E vai dizend i : < eu nio escrevo nada
Prqo d-sejo ver n / meu paii
Toda gente de bem ser rtspeitada a.
Bacon.
Capella de N. S. dos Prazeres
de (iuuanipps
Domogo, 8 dq c-.rrnte, se celebrar
em dia c*pella a testa de Nossa Senbofa
do R aarii, sen lo precedida da beooSo
ios novos sinos ; n. segunda-feira a de
Nm Senhora dos Prazeres com toda a
sol noi i.de ; e na terca a de S -nt'Anna.
E' eno.rregado d-s festas o Rvdra. Cft-
pello Fre D vid da N .tividade, com quem
se pudero entenler os devotos.
Olin la, 4 de M*ro de 1888.
O abbad,
Faet Jos de Santa Julia Bottiho.
>I iflll
Comarc do K u I que
Roga-ae au Sr. Dr. P.ulo Caetaao de
H.lbuq.ierqu-, o favor de mandar solver,
e.u Gar.nhuns, aqu-llo aeu antigo oom-
prouiaso, poia S. S. nio ignora oa pre-
juizis que taes damurat oucasionm 0
pequeos com nr i.ntes.
Gar.nhuus, 31 de Marjo de 188$.
I
Tain


Diario de PenmmbacoSexta-feira 6 de AM1 de 1888
11


L
S Filiase, como certo, que presidencia
actual e a trneacU manoaran tirar o re-
trato, a cleo, de uro certo doutor a. vio
OoUoear no aallo de honra de.ta aocieda-
de no da do prximo sarao bimestral.
Dicen mis que o motivo que leva se
duas prudencias a proceder desta Jornia
por ter aquelle doutor prestado rev.nto.
aermsos a sociedade, especialn
bliotbeca '
de modo muito diff rente.
Portento, *iuda pey que decWem quaes
os loubos e arreobamentos dados nqui.
Apipuc a, 6 de Abril de 1888.
Joaquim 'te Soitza Neves
liCuiM r Porto
lina do Imperador a. ii
Io indar
j
Conii: a fxecutnr ob mais diffieeis '
figurines recebidos de Loodres, Par,
Liebfi* c Rio di- Jneiro.
Prima em perf-iciio dn costuras, em
brevidade, modieidade rm presos e fino
gesto
Anda a falta de seguranza
Quando pedi eos inforroant-s do Jornal
do Becife que virasen declarar qoaea os
rcubos t arrombsmtntca que se tem dedo
no damelo de Apipucos, de certo espera
va que declinassoro faltos horrorosos ; mas
fatal des rgano "...
A redacto do Jornal do Recite, de boo-
tcm, d a luz aioipl.'smento a um facto de
furto perpetrado na casa do Sr. Antonio
Doerte Torres Gallindo, e este mesmo adul-
p ? h- toria tem sua graca, bastante terado, pois o mesmo Sr. Galliudo quando
.PdJ com urna daquellss do Oarneiro interrogado por fin. sobre o facto, reatou o
Pito de pagar a um padre para diter -
niBBanaigrej. d.Sant. Croa, para a
msica da sociedad" poder tocar.
Ora bolss, Sr. Carneiro Pinto, se S. .
deve favores ao scu Ilustre onselhoiro,
peue os de ouira fora.a.
O w raais 82nl"no3 nrsla occa8,5
nio existir o paodego Tenorio, porque te-
riamos immenso pr-iXr de o incumbir de
fazer duus retratinhos I Forin conver.-
; se o Sr. Carneiro Pinto, que nos nao
ignoramos que acuelle doutor, foi proposto
pura socio distincto, sem ser effectivo T Ad-
vegou a questao do Jorges Cmara, a so
riedade perdeu-a ? Offertou biblioihec
diversos alfarrabios fr*nc snciedada nao tem um E socio que com
prebenda os nossos !
Aqui temos em duas pala ral es strvi
eos do doutor pintado. Voltaremos ainda
sobre estt assumpto.
Os oppoaicionistas
Joviniano Jos Simes aos habi-
tantes de Alajjoinhas
Faltara ao mais sagrado deer se nao
viesse pela imprensa manifestar aos dignes
habitantes de Alagoinhas a roinlia gr..ti iao,
pelas maneiras delicadas e attencitsus
com que me honraram durante 17 Minos,
em que resid nquell localidade.
Se bem que minha humilde p ssoa nao
mere.esse tanto acolbimento, todava a
bondad* quo caractensa esse distincto po
votornnu-rae devedor da mais iromorredora
gratidSo
Nio des j*va n'istis ininhas tojeas pila-
vras mencionar nome de pesso alguma
para nao ofender a modestia quo os ca
rncterisa, todava tomo a liberdade de tor
nar saliente o do muito digno conego Fian-
cisco Peixoto Uuarte pela prnv o derac&o e a > zade com qued-gnou-s' hon
rar-me.
Agradeco eonalmente s Exmas. faai-
lixs as provas de estima e amisade que se
dignaran dispensarme, atsim como--.os
illostres amigos a honra de me acc mpa-
libaren em ana regresso detse poToa'io,
cuja re?ordscSi> jamis esque-erei.
Aquellas, minha eterna gratidSo, a ets s
um rbraco de fraternal amisade.
Terminando, offert'yo aos dignos ala-
goienses meus diminutos prestimos neeta
povoacSo, onde me cho resHindo.
Apipucos, 5 de Abril de 1888.
Joviniano Jos imes.
Caixeiro abonado
Urna casa importadora nesta cidade, preeha de
um empregado maior de 20 xnnos, com oplim le-
tra e habilitado-a em contabilidad-, com pratica
de commercle ou aptMS > para iaao, bem conbecido,
trabalbador iocany-ve e econmico, deaenvulvidv
no trabalho da pe na S outro qua'qiier Fervic de
armasen, embarque e desembarque, etc. etc.
Os candidati s deven apt-s- atar nunca menos
de qoatre n mes de pesseas idoui-ae, preter'nde-ai-
commerciaotri, qae eat,jam no cso de abonar *
son conduela.
Qaem eativer nestas corjdites jio-le b-.tar carta
no Correio cem as inicianJ E, capital O Be
cifediseodo sua rrsidcocia, eatadn, nataralidnde,
e esta eropregado, declarando a natoreaa d em
prego, e finalut-nte qual tem sido aua oeeopaca
at agora.
r.MMPM
ltla com -newl
COTAVKS (IKFlClArCH DA JUNTA DO* COK
KWMNOP
Heatt. 5 te iloni -Jambio sobre aples, 60 das ie dta 413 rs
a lyra, do banco.
reaid- M*|
Augusto Pinto Oe Lennw.
O MX-reiario.
Pedro Jos Pii-to.
UsiimfDls bancaris
BSC1VB. 5 DB ABRIL DB IcM
rKA(,'A IX) KECIFr.
Os bancos offereteram he je sanear a 23 d., taja
tasa adoptaram fficiaimeute, sem eDtreUai'o acha-
re t. madores.
Eui papel particular uii coajt u iraisacjii
FhAlA IHi blO lt JANtlhO
Continoaram os bancos a 28 d
Ha esctasez de pajel particular.
As tabellas exposias aqm toraiu estas :
Do Lobdoh Babb :
lioodres.......
Parts........
Italia........
3amburgu......
Portugal......
Vew-York ....
!JV> lirrKBNACioaAL :
^Madrea... ...
J4tll........
.mia...... .
Smmbargo......
Jsb- h e Porto.....
uucipat eidadea de Pcrtu-
(ai........
\ew-York......
Oo Etclish Babb :
uoodrea...... .
s*ans......
'talm.......
Jaaiburgo......
ab. a e Porto.....
^racipaes cidades do Hortu-
'.......
Uta doa Acores ....
Iba da Uadeira ....
>Jew-ork.....
HO dlxt i vi*to
3 22 3/4
413 416
. 4I'v
512 516
231 233
isu
Roa da Aurora n. 39, esquina
da na Formos.i
Inttrucean, primeiua letlra,portugnff, francs
ingles, alloman, gc>grpbia, msica, piano, dese-
nho, bordados Bt
A directora,
Augusta Carneiro-
Ufe
Fundado em .873
INfeTBCCO FKIMAKIA. 8ECN
DAhIA E RECREATIVA
RA DE S FKaNCIS'.O, PALACETE
N 72
(Junto <8tacSr>)
Neste c llt gi<> ensina s-! primeiras let-
ira, prriupue, Utiro, francs, ingles,
aritbmiticn, g i inttria, klgebra, rbeto-
rica, giogmphia, pbilas>phia. msica,
danya e dei-ciiho.
Os professores ta > habililadis e w rali -
eade.
Boa alimin'avao e predio commodo,
neciado e fresis
Admilte nluinn a interor, mci'j-pensio-
iilsti-s e tx'ernjs
Os -n. prrtei.d* nles so convidados a
& mparecer un estabelectaseoto, oode te-
r i todas as iuf^imaco r.
Colle^io Parthenon
3 -Ra do Hospicio-3
O dir-ctor deBte ebtabelecimeuio de inslruceao
primaria e -cundarin doelar-.i publico em geral
que as au'as de tnu collegio esio funcei^nando.
Ou'ros'm recebe a'omn s imernoe, aemi-inter
dos e externos.
O director,
Ovidio Alces Mua ya.
[)t. ila F rreira
Medico e pr*eiro, com praUcn em varios his
pitaes da Europa ns esp'-cialiladea *1e molestias
de senhori-s e dH p-- II-, Oadea u. 53 I.' andar, de 1 As 3 hrras da tarde
e reside ua ma d<> Coud.- da i'OR-ViBtn n. 24 1.
Tele'ho e. n. 4.2
\M\n e francez
Cara* incrlcwa 011 uraiiru
Ra dt AurorM n. 37, 2* andar.
l-.ulrad<. de suear e al^wdav
HEB DE ABRIL
AsSUCAH
Entradas Dir.s Saceos
Rarcacas...... Sil 4.M9
Via frrea deCaruar. 2 4 1 320
Auimaes...... 2 5 784
Via-ferre de 8. Pranciseo 2 372
Via-errea du Lmieiro 2 4 3 1.240
Snmma . 8.665
ALOODO
Eotradas Das Saccas
Barcac8s ...... 943 1.045
Vap-res...... i 4 3 446
ViH-fern-c deCaruai 24 4 277
.inimaes ... 2 a 5 20
Via-frrea du Limoeiro. 2 4 3 830
Simma
2.618
b 413
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A Auoeiac&o Lomm*r oreos aoaizu, pag-< s o agnculUTj p i 15 l
Jainar'iuto..... ?#700
3lom Isabel..... V8t>-
Irsiic 3 superior 215O0 a 2*7mi
* 3 boa, ... ?A3,W 244,h,
* 3 regular 2*0 K) a 2#20"
*>"...... U.im u fiK(l"
laseavado purgado um t Igfun
' bruto. ... i42 -. i340
..... f*M i 1*1WI
Cotftra !' algoda
mu b rm abril na 1888
Maoteve-se h m tu> i-uiacio ae h.,ni di
'7ij0 p ii- 15 kvlos para o de 1* sorteo.) >uiUo.
I'ama da .tITan.Irga
8MMAHA DB 2 A 7 DB ABRIL Bit 18t8
IVide o O arin di- 1 -le Abril
!\avi h carga
B^rca ingli-z Htr of hia, pm Bltico.
Bnrca turo Uentvr, pu> Jliiic<>
Barca ingle l artec < ex rw-. E.-ndos-Unil >s.
RrigU' ailt-a'4 J (t P'thte, |>ih 8..utuo.
HnU'- iiaiiona Prajer^r nra o Horto.
Ltrr inglis AdamanHnc pm Cmiik|
raimhi porugii i Victoria, tara Lr *b>a.
PnlHi-bi ii.iiui tutu.' 'wa, pxra E'hii .s-'iidos.
Paiaeho iihci'P"l Pinto I pr Por'i-Alegre
Vapor ingles kydul Wnitrr P-r L'VrouJ
Vaior Ulrme. Zky. p.r taiaJ- -Unidos.
\av om trucarla
Barca nonn-gui-ni- Honor, ca eao.
Bnrt-H Djrui-i"' i'--" J'"rdeutkjtnld. c^rvao.
Barca mu e-. Mttfori. c I
B..r.-8 ii lU'-gn fui tuna crie.
Hsr >i i 01-i.i-ku ii JEyre. avdjira.
BH'ii iioiu ?; n- Uh OH arvi-i
Barca iiiiam- r r .
B-r a ingiera Eth'l dmchIMc.
Bneue Mitfli t'//- l'i-cnvrji, < i'ji'io.
Brig .e nali'.ii Immri- l tu. \ tr fia ros.
-5rii:ui* ooia-gneu-e / cet-k. e icii.
Brizne eioO> i ''riitrren, o 3.
Ll'v-r iDg i-r. liiein*
Lviiir u-gi. z Lorie-tule, nnii.llio
rVlaCJM UaClOM Hvul. x-rqu .
PaiKi-hu ne'M A'minn faraae.
Palatino ittgl'C Spaiktutq. b.culho.
Pa-achu mgli s AnH Daealao.
liU|>ort.t; B rcM iiu : B 'i I i. Nova.em
4 .'o orreni" e B ekoaro, Ncedbum
A- i ., uaurfi SI ib :
U-eaih4 y,432 barricas < 1,873 iceias aos con
a a aii-s.
Bnn-a porlogii1 r< tere* n'rada do Rio de Ja-
1 i oo : i lanada A ordem,
si o :
a'.. 5) i m.
/. i l.SS Itotija/ vacias
2'0 4 rdeas.
120 s-i cv ,i St C, 45 a
.
Hyu^mi'e 15 cnixaa ordem.
; lelas 1 unlia a onlem.
1 aieiij 1,000 eaccoj a 6lva Oumar2e8 a C. '
N. llO
Fellm c Innoreotc Ignorancia
Segando aopiniao do finado ir Asi ley Cooper,
neobuma pessoa devera saber, por qualqner sen-
acSo pbysica que seja, que poisue um estomago.
Com todo acuelles que diariamente to admoes-
tado da existencia desse orgSo, por tneio de dores
e todos os mais concommitaotes da dygpepsia
cojos estmagos.digerem imperfeltaniente, seguido
de certa* sensacoes indiscriptiveis, e cuja sysiema
inteiro eoffre e \t se flugellado por csso memoro
rebelde ; a esees diremos que experiment^m e
usem ao menos urna ves as Pilulss Assucnradaa
de Briatol.
To certo cerno ellrs aitim o facam, cuas mar-
tyrisadas existencias encontrarSo em breve melh j-
ras desejadas.
Elles eutao por sua ves, eequecer-se-ho que
tem estmagos salvo quando o appetite, criado por
lata genial catharlico estomacal, Ibes lembra que
e regenerado e robustecido orgo, requer um certo
suppriorento de alimento.
Nio ee sentir mais oppressio ou veame de
pois da comida, don s do lado direito pesudelot, ou
. i niipir; j do- ventri*.
As i-uias pr dutidas pir este puro e inompa-
ravel al eriitivo vegutal, e5) completas e perma-
-,ontes.
Ellas acliam-se mettid>-a dentro de vidrinhos, e
por isso a sua conserv ;3o duravel em todos os
climas.
Em tolas as mol-atias ag^raeadas ou prove-
nientes de impuresa do saogue, a Saispirilba de
Brietol, dcVJ ser tjmada coojuoctameote com as
Plala
EDITAES
.* Secc*o. Secretarla da Prc
sidencta de Pernambnco, em
a de %lrll de tsss.
Por esta secretaria so fas publico de cnoformi-
dade com o disposto oo art. 157 do regulamente
-iiuexo ao decreto n. 9.4 '0 de 28 de Abril de 1885,
o edital abaixo transcripto findo em eoncurso c m
o praso de 30 das, os otticios de 2 tibeiliao e an-
nexes do termo de Garanbuns.
8erviodo dp secretario,
Emiliano E. de Mello Tamborim.
EDITAL
O Dr. Beroardino MaranhSn, juis mu licipal e
de orpbs.08 de cidade de G> ranhuns seu termo,
provincia de Pernambuco, por 8. M. o Ivpcrador,
que Oeus guarde etc.
Fas saber aos quo o presente elitai vircm e
d'elle noticia tiverero, e a quem intere-sar possa,
que achando se o enroo do 2 tabelliSo publico
judicial e notas, esenvo do crime, civel, enumr-
elo, orphios e ausentes, d'este term creado em
virtude da Ici provincial n. 22, de 6 de Janeiro de
1836, vago pela renuncia do respectivo serveDtua
no, capito Minoel Thiiinas de Villa Nova, CouVI
da os pretendeutes aos respectivos i-fficies. a apre-
Mufar-m seas reqoria>entuB, eu'ro do praso de
30 das, a contar-se da data do presente edita*,
como dispoe o art. 1" dj decreto n. 3,332 de 14 de
Jtilho do anuo passado, cooibio-do com o art 11
do decreto n. 9,344 A". 16 de Dezembro du 1884
Oiitrosiro f->z nia5 f ber trobeni -re prctendeB
tea que eus leqoerimeotos dtvia vir lusiruidos
c.m i une de sufii'-iencia, di- contoimidade com o
dsposto no djcret.i n 8 276 He 15 de Gutubro de
1881 ; e mais f.ririalidAiles i xigid-js no art. 14 do
citado decrete n. 817 1. 30 I- -vostode lt"81.
E para que h gue ao c uli cimento de todos
mandei paasar o prsenle, que seta > filado no iu
gur mais publico do costuma. e dVlle se extrahir
copia para aer remettiia ao Exm Sr. pre-idente
da provit cia para o fino, indicado no art. 157 do
decreto n. 9,420 de 28 de Abril de 1885, com de
blaracao do dia da atfixacioe poblici>ca<> do pre-
sente edital, quo ser4 cerlirieado pelo poiteiro dos
auditorics, como determna o art. 153 do citado
diento de 28 de Abril de 1885.
Dado e passndo nesta cidade de Garanhuns, as
25 de Marco de 118S.
Eu, Isidoro Fl.rentino de Vascoucellos, eecrivo
Dterioo o tubscrevi. Beioardiuo M*rab>.
E mais se nao cntinba em dito edital cima co-
piado do proprio origm-', ao qual mo reporto.
Don f.Escrevo e assigno.Eu. Isidoro Fioren
tino de Vascoricellos, escrivAo ioterino o escrevi.
Certifico m-ii que pe" poileiro aos uulitorios
me foi entregue a certid- do fbeor segumte :
Certifico que xxei uh p rtn da O .mura Munici-
pal d'esta cidade, boje, otiditul conniimi os pre-
ti-ndentes acs olficios de justic*, vagos reU renun
cia do serventunrb cipilSo Manoel Thomas <
Villa Nova
O referido verdad do que dou f.
Garaoiun?, 23 de Marco de 1888 0 porten
Ignacio Pereir d* Costa Graca.
E mais se n > coutiulia em ditas pi-cns aqui bem
e fi'lmeute transcrip:i.s dos proproa originnes,
aos qu-ie-i a-e reporto, dou f. acata cidado de ui-
r*nliu-ia. 23 de Mure de 1888
Eu, Lid >ro Florentino de Vasconeellos, eecrivo
interino o oiiOS'-revi.
O Dr. Tbomaz Caldaa Lns, juis manici-
pal e do commercio do termo do Rio
Pormoao de fernambuco, gor Sua Ma-
geetade quem Dens ga.rdo etj.
Fco saber aos que o preseute edital de praca,
cim o prusj de 10 e 20 dias uteis virem, que o
porteiro dos auditorios deste juiso ha de traser a
publico pregio de venda e arremataci 4 quem
mais dr e maior lauco c-ffurecer, em os das <1 do
c >rrente mes, e 3 de Maio prximo futuro 4 1
hora da tarde a porta da casa das audiencias deste
juiso, cb bens abaixo declarados, peohoradoa ao
Dr. Ignacio Amenco de Miranda pHra pagamento
da execocJo que he nieve Mirtina Oapitio Ci C ,
conforme me foi deprecdo pelo juixo commereial
do termo de Palmares, cojo bens sao os seguin-
tes:
No dia 21 do correte :
Um* moend de ferro compcsla de 3 tambores,
que eat4 servinlo du Eugenbo Belm, com 1 ro-
dete trincado, avaliado por 4nOfu00.
Urna ootra moeoda men r tambem de ferro bas-
tante velba, avahada por 1001000.
Ouas tullas de ferro fundido em perfeito ootac'o,
avahada por 159JO0O.
Cinco tanas de tarro fundido r-m mo es'ado por
se acharen remeodadas, ava'iada por 1004000 ;
todas ellas existentes no mesmo engenho Beiu.
No dia 3 de Maio prximo viudouro :
Urna parte de 2: :05OCO do uiencionudo eog-
nho Belm desta fregucsia e termo, do fabrico de
assucar, o qual e m viva: cim fotc* de ani mies,
casa do engenho em b un estado, caea de purgar
arruinada, CHSa do vivenda de taipa ebert de
telbas, com todas ns suas matttS e logradone,
cujc8 terrems ni se sabe a extenco, mis hini-
ta-se com os eogeohos Cnc-icao e Espirito Santo
destn ni- sota fregueaia, avaliado lodo u predio por
10:0004000.
E quem nos mesmo? bens quis.r laucar, com-
pareca ueste juiso em os dias cima declrados.
E para que cooste se lavrou o presente e raais
d us do igual iheor que o porteo di s auditorios
publicara e affiar nos lugares do eslylo, lavrando
a competente certido.
Dado e passaao nesta cidade do Rio Form .so,
aos 26 dias de Marco de 18-8.
Eu, Antonio Fioriano de Mello, caen vio, es
crevi.
Estava sellado com duas estampilbas do valor
de 400 es, ambas inutilisadas com a data e as
signatura seguate:
Rio Form-so, 26 de Marco de 1888.EscrivAo,
Antonio Fioriano de Mello.Calda* in*.
Era o que se cootiuba em dito edital aqui co-
piado do original ao qual me reporto e dou i.
Eu, Antonio Fioriano de Mello, eaur:vao, es
cr> vi e assigno.
Rio Formosi, 26 de Marco de 1888.
O escriva>,
Antonio Ftori'.no de Mello.
bLARCOES
liedle rainase
A eompaubia fas pub'ico, pira conh cimento
dos intPressads, que collocou no mpz de Marco
priximo passado, os apparclhos abaixo dtCia-
radoa :
Recife
II co di Pindoba n. 1, apparelho n. 8,019, casa
terr. a.
Ra Baro do Triumi'ho n 13, apparelho n.
8,050, casa terrea.
Travesa do Campello n. 2, apparelho n. 8,051,
loja.
Boa-Vista
Ra da Ponte Velba n 2, apparelho n. 10,969,
casa terrea.
Recife, 4 de Abril de 1888.
J. F. Maikintosb,
Gerente.
Captulo ConciliauO do Lavraili
(] lvido a todos 08 Sucios capitulares a cooi, -i
rec*-rem a seaso de por se dos tuneen narios i i
'os [.ara o crreme auno de 1888 1889, dom.ngo
8 de Abril, na ilco da.
O secretario,
G. Santa .Mirilla
4ssociayo Liga Operara Per-
naffibucana
De ordem do eooselho deste centro, convido aos
s> uhores associa os a c^mparecerem 4 pnmeira
reuniAo de assemola geral, que ter Ing-ir no oa
7 d,> crrente, as 6 i oras da tarde, para c. mpri
ment di 8 arta 20 e 21 dos estatutos Previne-ae
aas meamos a observancia dos arts. 13 e 74.
Liga Operara, 6 de Abril de 1888.
Jos t.alasans de Figoeiredo,
1* secretario.
Maueqiiiui 1 caixAo 4 ordem.
r'ipas vanas 230 4 ordem.
Vinbo 66 baris a Paiva Valente & C.
Vinagre 2 pipas e 50 barris 4 ordem.
fliate nacional D. Julia, < ntrado de M issor, em
b do correte, e consignado a Bartboiomeu Loa-
re neo, m8DfestiO :
Sai vtlbo 40,800 litros ao consignatario.
ISxpartwca
aaonra. 4 db abril ob 1SH8
faro o rximiir
No vapor logies kydal WaWer, carregou :
Para Liverpool, J. H. BuxWell 400 saccas com
27,557 kilos de algodAo
No lugar ingles Ad mantine, carreearam :
Para Liverpoii, P Carneiro n C. 630 saceos
com 47 250 kilos de assucar mascavado.
No vapor aujincauo Advanee, carrega-
ram :
Para New-York, F. M. da Silva dt a 100
sacos 'Os 5.01 al kil de bagos de mamona ; Abe,
t^in : 91 3- 8 co.irniboa de eabra e 3 fardos
c m 500 kiloa de borracha ; H Leeodgrin & C.
18.i 0 p. lie* de cabra
No patacho portugus Victoria, carrega
rain :
P-r o P.irto, H. B. Amono & C 229 saccas
i- in 18,455 1,2 kilos de aigooAo ; B Ulrveira *
. t.'O aancoa eoui 3O,0UU kuoa de fannba de mao-
diuea.
f ara o interuir
No patacho nacional Pinto l', carrega-
r-m :
Paia Pelotas, P. Carneiro de C. 70 saceos com
5 250 kili-8 le assucar brani-o.
No vap ir su i .< no Finante, carregon :
i'iti SaiitOa, J. J M irilra 300 saccas cem
2,710 k>i sd- alKud**,
N pa'seho sueco Almina. ca^regaram :
P i P iota-, v|i & K-* ii re 5u0 bairieaa com
2.,-t 0 kilo* le aaaiiear hr^neo.
N i v por naciona Vara, carregaram :
Para Ki i I- Jan iro. .1 L. pea d- It >rr a 10,000
coc>.s. frocia ; Amotiio Ir.e. .a & O. 60 oacc.a
p ni 4,570 k> O le al' 'Ao. 9 0 saceos c-m 54.0 "0
k.l oe asquear nra..co i oO) diti.a cnii 18.U1KI
ii ns de d.r i ui'cvi..|,i J. J Amor'in c Silva
5 O saceos i o n 10 000 k'loi e Hssuca- iaasca-
VHdn ; bVmu C M. V. i- 50 0 c.eis, troeta.
No vapor Ir. ne s VMe de Mantetido, car
iftHiBiii :
P ra .Sanios, Piel" Fern-ira 1C. I caixAo com
1' 0 k i is -ie i.ce e lo pipas cora 4,800 litros de
-jju .r lente. .
ra com 4 8<0 lur s de agurdete e 2 salsas co-u lit
kr a de ooce.
P. ib Rm de Janeiro, Pinto Ferreira 4 C 1
Ca.X" l-i.in 7o kilo* de doce
Na bareaca Neptuno, carregaram :
P-ra Maeao. P. oa Uuata C. 3 borricas com
27u ki'os de aesucr retinado.
Na barcaca >. S ciidode, carregaram :
Para M-manguue, M Pues 4 C. 2U0 saceos
Com 12000 Kilos de milbu.
ubcebido
Pe'o vap. nac. Pate, lo wqr'e car :
Maitms Piusa i C. -'.414*000
Viaconoe de It.-.qui do Norte 400*1000
Comp'nhia de Edilieafio
Assemblea geral
De ordem da directora convido aos Srs. accio-
nistas para reuair*m-*e em aseembla geral or-
dioaria, no da 7 de Maio prximo "indouro, 4a
11 ho/aa da maohA. oo escriptorio da companhi* 4
prac Pedro II n. 77 1 anda', abn de ou?irem a
leitura do parecer Ji commiesAo fiscal o dos rela-
tori-B cooccrncutes ais oeg icios s ciae no anuo
de 1887.
Recife, 5 de Abril de 1887.
Ricardo Afnese,
Gerente.
Gabinete Portuguez de
Leitura
El-ficxcao do predio
De ordem do bxm Sr. preaid-nte da co missAo
xecutiva da e .itie.ca dd predio pr.i a biblio-
tbeca, coivido t dos os a.-ubores acciouistus a
rcuiiirem-8' em uss-mbla gerul no tabbadj 7 do
corrate, As 6 horas da tarde, na (Ma so.'ial, afim
de t- marera conh ciuicnt i da ,.rnpj-ta da cemmis-
sAo para a acuiimca, do predio
8cretarie. da coimnisaAo xecutiva. 2 dp Abril
del88rtO I- s .- .i., i .
Francisco R;b -ro i'iuto Guimarae*
AliiliciTPifliiiiicaiio, n
de MarQl ii 18 3
De ordem do eossetb o par constar a todos os
socios, se f.s publico, qu" a c. m- (ai- lio da 2 do
mes de Abril do auu. Barrate, vigorar a tabell
nba'xo publicada para as aul .8 diurnas e noctur
lias desta 'OCledadl*
Poilugdi-iTeicis-feiras, ilai 8 i 9 liorss da
ooi'.e, profesor o eomooio Pnmitiv di BaateS).
Irithmetica,S g ndas feras, es 7 > 8 bjraB
da noite. prtf ss'>r oc nsocio Cy illo Santiago.
Ni segundan i: sextas t-uiie, ni Mnenlos de mu
sica para os m nin s, das 3 a 4 horas da tire,
pr.f ssor Mariano do, daal'AO'ia.
as quartas-feirns a sahbad.'B h ver 8 If.j
para ls socios, das 6 s 7 boras da noite, bi n lo
profeaaor o consoei' Jo&y Aiv.s.
Aula iiietrumenl^l d-- s pro, na* quintss-f-iras,
I professor o c asocio Galdino; e instturacu
t. :a de cord.-i8, tl-8 seguudas feras, d s 9 i 10
Ii ras da noute, dirigida p Ca'ueirj.
O s- rretario,
Sanii.iO Caroeiro.
Mocirolatlf Bi-li'-tici-ntf i Vnrl|iaca
ftO Val da rtl.i iln liuiiii ili i/.
De ur i' in da respenav I Ir. _. v-n con vi I
a tnd"* 03 ti ojos ir.- IBJS .a- b! inti sessiio
de ,i 68- Jas n.,. l.iZc-, a qua' ier" lugar n
pfi x in sabbal 7 o : r.e i 3 7 ooraS da
noite. Reci.c, de Al. i ,i. KSa
- "Mn.-.t.-. IS.-.
S r. l. .
Pabncadclavoc t ci
dos de iVniai.i.ueo
Pede-Be aos Srs. accin stas que ainda i>ao rec -
tv'm ni o divide in do ultiitiu se istre findo em 31
de D'-ieiiib'O prox'ino pi*sado, o t'-v r uc vircui
receb-T uo ercipforio de Silva Gnimardes O. U.
n. 5, Io andar.
)\ .iriz de S km
ProrlBiiio d Viaiifo fe'ino
A incoa legidura iia V. ::' r>:Vcl lllrllludad' d.
SS. Sacrameino, d-- Coiiforinidade com as dispuai
eoes do couipr irmAos a corapareccrein no ecnsist natiir, no d.min^o 8 ''.o e+r>nt", a 7 horas d^
n.anl a, para m- inp un; i a procieso oo Viatico
na i-ego sia.
Consist< rio, 4 de Abril ce 1888.
i i senvao,
Heliodoc Candido P. rreira Rabe.Ho.
Headlmeuloi publicas
MBS DB ABRIL
Alfandeua
Renda rerai :
Do dia 3a 4 117:474(614
Idea b 33:981*816
Ronda orovinoial :
Do dia 3 a 4
dem de 5
12:915-086
4:14*. 60
Somnn total
151:456/460
17:057*706
168:514*166
Segunda seocao da Alfandega, 5 de Abril
de 1888.
O tbeaooreiro^orencio Domingnet.
O ebefe da seccAoCicero B de Mello.
KereibrrJuria eral
o da 3 a 4 3:011*305
dem ne 5 4i6*0l5
Comp nina de Seguros
AGENTE
Miguel .ls Alves
N 1-Hua do Bom Jeua 1
SEUUR08 MAKITLlOo E TEkKESTKES
Nesies ltimos sei-uros a uni corapauhia nesta
praca que concede aos Srs. segurad s isempcAo de
pa(rameato de piemio em cada stimo anno, o que
equivale ao descont animal de cerca de 15 por
cento em favor d..s segurados.
77
Halad* uro Ulliluo
Furam aoatidas u. aa'jtOouro da Cabanga
resea para o coasumo do dia do boje.
Sendo: 57 resea pertencentcea Oliveira Casr
& C. e 30 a diversos.
loilarciafrtea surtas uo
em 5 Av> Abnl
NaCIOSaES
lorl
BATIOS
Giqoi............
Ip'juca...........
laguaribe........
Jacuhype.........
Lusitano..........
Pras-re ..........
Pinto l ..........
Par4............
Rival ............
8. Fraocisoo.......
COBBIQKATABIOB
Compaobia Peruambacana.
C >mpnhia Petuambucnna.
C impanhia Pernambucana.
Couipanhia Pernambucana.
Maia & Reseode
Aionriin IrmAos & C.
Per>ora Carneiro & C
Visconde de Itaqui do Norte
Ao rim Irma *4C
Compaubia Pernambucaaa
3:417*320
Bterebedloria provlaolsl
o dia 3a 4 1-895 916
ideo d 5 451*170
Becife Oralssasre
e dia 3 a 4 3:920*"o00
Ide d* 5 558
2:347*086
4:9954758
Herrado Mnolcipal de S. fose
.uoviuieuto deste .Merend ao da 4 de Feve-
reiro M o aeguinte :
nrraram t
33 bois pesando 4,379 kiloa, sendo de Olivei-
ra Castro & C, 21 ditos de 1, 4 de 2a e 8
de parlk-Uiarea
591 kilos de peue a 30 ris 11*880
40 axgaa de fanoha a 200 ris *8*0iH)
20 ditas de frucUs diversas a
Ob ra 61000
10 caboleiroa a 200 res 24 >00
10 Sumos a 300 res 2*0u0
10 Matutos com le^umo* a 200
r.s 2*0 'O
/rain occuoados :
25 coiumnai a 600 ris 16J 3 0
1 Eforipturios 3jO
19 compartimeutos de farinba
rxH) ris. 9*500
26 ditos de comida a 500 ris 13*000
91 ditos de logumes a 4(t rea 36*400
17 ditos de saino* s r,0 is 11*9kj
10 ditos ne rresauras a. 600 ris 6*00
10 talhos a 2* 20*0 MI
1 dito* a l* 1*000
A "iveint Castro i ('.:
54 talbos a I* 54*ir'H
Rendimento dos dias
rento
la^Tdo
EXfF.niDO
Pelo mesmo vapor, pr.r :
Mace* 24100*000
Rio de Janeiro l60o0*0J0
Foi arrecadado liquido at noje
Preoos do da :
Carne verde de 280 a 400 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris idem^
uinos de 560 a 640 ris dem
tranoba de iOl a 280 ris a caia.
Milho de 240 a 38J ris dem
Feijio de 640 a 14000 dem.
199*280
573*620
772*9oO
HAVIOS
Adamantina.......
Almina...........
Ariel.............
Aun Casper......
Arel............
A ir..... ......
Cu r lea ox.......
I jurisaitde........
1,'eres...........
Donati..........
EUen Gresves.....
Ehel.............
Fnt.............
Fercn___.........
Fortuna...........
GastaV..........
Honor............
Hiruet...........
Ininacnlata.......
J.G. Kiebte.......
unetcb............
vleutor...........
Mii/ord..........
# Mercelita........
c-ny.............
ralor.... .......
Roama ...........
Ridal Waifr......
Star ot China......
Send-i anden.....
->p irklmi; Glanc.. .
T rdeu^kfoid......
Union .->........
Victoria ..........
V. do Montserrate..
Zeby.............
ESTRANGEIRA8
COBSIONATABIOS
..... BUckouru Needban.
.... P reir Carmino C
.... Blackbilrn Needhan&C.
.... Fouaeea IrmAos 4 C.
... A' ord-m
.... Cereira Carneiro 4 C.
____ N. J. Lidaione 4t, C.
.... Johnsino Pater t C.
____ Lov-i A Fnho.
.... Klackbur Needhan 4 C.
.... Wds ii Sons 4 C.
.... Ill.ickiurn Needhan 4 C.
.... H nn-i"D Luu lrio 4 C-
.... Hallar Hveira 4 C.
.... V a-feir. a de Caxang.
.... A' ordem.
.... A' ordem.
N. J. Li listone 4 C.
.... H. Burli 4C.
.... Peieira Carueiro 4 C
.... A' orden).
____ Juhiisti! Pater 4 C.
.. Henry Forater t C.
L y oc Filbo.
Bi i khunt Needhan 4 C.
A ijuste Laabille a C
lii. kbnrn Neada & C.
J. H. B xweli.
A' iid-tn.
H-rmann Lundgrin 4 C.
A' ordem.
Wuboii Sons & G. -
W'iisou >OU8 4 C.
Amuriin IruiAoa 4 C.
A' rdetn.
J liQciou Pater & C.
SEOTKOS
martimos contra fooo
< oiupaobi.i Phealx Per-
nambucana
RUADO COMMERCIU N. 26, 1" ANDAR
IXDEMISADORA
martimos e terrestres
Eatabeleclda rm 1895
CAPITAL 1,000:000$
8INISTROS PAGOS
Al St de excmbr d II04
Martimos..... 1,110:004000
Terrestres..... 316:000$00fl
44 Ra do Co Dinercio44
London k Brasllian Bank
Limited
Ra do Commercio n. 32
Sa'".'H por lodos ob vapores sobro as cai-
cas do m<-8ino banco em P itugal, sendo
em Lisboa, ruii" dos (''jiellifti s n. 75. No
Porto, ra Aos Iogl- Z's.
Ctmtpattljta e Sc$uro!j
NORTHERH
de Londres e Aberdeea
Posigo finonctiira (Dezembro de 1885)
Cptal subscripto, 3.000,000
Fon ios accuinulaHos 3.134,348
Heceita annnal:
De premios contra fogn 577,330
D' premios sobre vidas 191,000
De (uros 132,000
O AGENTE,
John II. Boxwell.
OH
Seguros co.itna Fogro
EST: 1803
Edificios e mercaderas
Taixas baixas
Prompto pagamento de prejuizos
CAPITAL
Rs. !,OOu:Oi"
1MHM
nauwiis # c
N. 5R-A O COMMIfirlION. 5
Norte Bris k ral
9:OOO.OOo de libras sterllnsa
AG2NTS3
Adanhtu Uowe k C.
en ci-fa do
SR. N J. LID TONE
10 Ruado Commercio 10
com FGGO
\am\ 4 ii1** k
DT3URAN3S C0MPANY
Blai'klnirii, Needhaui & 0,
Ra do Commercio n. 3
Europa.......
8ul...........
Sul....._____
Norte.........
Sal...........
Europa.......
Sui...........
Liverpool .....
Ville de Maranh&o 15
r ernumbucj....... 16
C nao............ 19
AfciranAAo......... 23
Para........ ..... 26
Taut............. 28
Neva ............ 29
Autkor............ 29
Santos e cae
Est.-Uuidos.
Nona....;...
Sautus e esc.
Yinraobao...
Valparaso ..
rJui-> o i'sc .
Uiuiburt,', ..
Hvrt! e eoc. .
Vapar- ali r
MBB nc ABKU,
Pinance..........
Ato'ince...... ....
M-inawt..........
Vil e de Montevideo
Jacuhype........
John Eider........
8 Francisco.......
Bu*no Ayre......
Ville d i'ernambuco
Sui......... Espirito Santo.....
O aiiioal imam, ci a embacufao sabidu.
mamaBa
Vapare. entrar
HBZ DB 4BHL
Sul........... Advauce.......... heje
Europa...... Filie de Montevideo Me
blindo:-Unidos Fiaance............ boje
Sul........... Afondo...........aroauha
Eur pa...... Jhn Eller........
Sul........... Ville de P'-mambuco. 11
Sul.......... Bueno-ilvres...... 11
Norte......... Espirito Ututo..... 13
Eumpa...... La Plata.......... 14
Liverpool..... Edic'or........... 14
Sul......... Tamar............ 14
Hasarturgo .. Pernambuco....... 15
Ncw-York------ Maranheme........ 15
Bueu is Ay rea
S r:bimutoa.
Bui'uos Ay es
Noria.......
B irdxaux ...
Sul.........
Nurte......
Bu- nos ^ytes
Soutbampton.
La Plita..........
Turnar............
V lie de Maranh&o..
Pernambuco .......
Longo.............
Maranh&O.........
Pora.............
Tagne............
Neva.............
6 s 12 a.
rt As 2 b.
7 s 5 ta.
7 s 10 b.
7 s 5 b.
9 l h.
10 s 5 b.
11 s 12b.
12 a 2 b.
14 5 h.
14 1 b.
14 s2 b.
16 s 4 a.
5 b.
3 b.
b.
b.
b.
h.
17 s
!9 a
24 s
27 s
28 s
i9
Aur .rita.........
Abel............
Brio .............
Bridi-sioaid........
ChrirtUo -criver ..
G. O St-nfoin.....
Henr.k Verg Uod..
H-ru d ..........
Helena...........
Uenrique........
Mriba Perciv! .. -
N r..............
Pers>-v rant........
Pietre Aleidi;.....
Vutios entrar
........ Ku ........ C-rd.ff.
......... Kio Grande do Su>.
Sw-tnsea.
Bio di- Janeiro.
SW-Yurk.
Rio Grande do So!.
Rio Grande do Sal.
H-imburgo.
Ri.. G'aude Oo Sul.
Card.ff
Rm de JuneirJ.
L'Verpu.1
Kio Grande do Sul.
novlment do porto
Navios entrados no dia 5 de Abril
Mxnos fBCala 11 das. vap r n^monal Paf,
de 1.999 tom-Uda, eummandante Francisco Au-
to loria Silva, equipu;- n 60, carga varios ge-
n-ros ; ao Viaondo de linqui do Norte.
Rm d Janeiro 19 dina, b.rca portugu-Z Cera
de 304 toneladas, -apita. Antonio Ro.h* da
8ilv-,eqnipHem 11, carga varios gem ros ; a
L yo & Pilhos. r ,. i an
Mwisoi-ll di-a, by.t n^iona' D- ^'". de 80
toneladn-, tneatre Liur-ntino F da C- ala, pqul-
p gem f, carga al a B.rth Jo-n' Loiirrng.
Sani0-2 di.aT pata.-o emi Gutav, d- 181
t-ne'adaa, ep to I Oblasen, equ pag n 8, em
lastro: orden. _., M,
8aDto8-23 dias, lagar allemao AmI. de 2t5
oeladas, capi'ao J. Luusidt, eguipag' rn 8,
lastro ; ord-m.
Vahdos no mesmo da
Lrerpool-V.por Hwki Donati, comtiandante
W B. Pratt, carga varios p n rot
Monteviao-PoUc. bespmiho'a Merceltta. capi-
to Pedro Mariatany. carg-. vari.s ge uto?.
Rio ds Janeiro e escala Vapor nacional Par*,
crmmandi.nt Francisco Antonia da Silva, carg*
vaxius genero..
to-
em
a



-
i



Diario de Pernambuco---Sexto- ieira 6 de Abril de 1888
PRADO PERYUIBIMNO
Frograxxima da 11a corrida
QUE SE EFFKCTUARA' NO
Domingo, 8 de Abril de 1888
As I. h^ras da manh eraponto
*.
Sume
Idade*
Pello*
\a(uralla-
den
Pr'i
Cdr (la Mtlnn-nl
ProprletarloM
> P^o-Conota5ao-80J metros-Animaos da pr.v.arfa qoe md* uio teobam gsabo. Premi js : If -o l, 30/ a> 2- e o 3. livra a entrada

P

I
I
8
4
5
6
7
S
9
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II
13
n
14
15
Asu rim...... 6 liilUOS.
Ji.b nii^..... 5
PosUrkm ... .. 7
llespaohol .... 7 f
Ingaiuim..... 8 i
Catite (x-Aju-
dantc)..... 5
S'tlvxtus...... 4
Victoria...... t
Utruti......
Very-Well ....
Bibiana 2*. .
Veado ......'
Pampeir >.....
Periquito ... *
Bola..........
Preto ........
Oastar.bo.....
Rusa".......
,\s:.urio. .
3.110.........
C'asf.'inbj.
Kod-do.......
Alacio.......
Ivi-t cuii >.....
Bio.........
IU38).....
CdsUnho.....
PoroMiibuco.....W k.
56
56
56
56
56 .
54 .
56 .
56 .
52 .
56
56
54 .
5t
56 .
Hir.n e cro.Te........
Asa) e branco..........
Vanrtllo..............
ftsal................
Astil e encarnado......
Branco e azul............
B'hiio i e r-is*............
Eicaroidj...............
\.uI hranuj.............
'luri ecrns.............
Oo.ro e ttraueo..........
Saenraad >.............
Encarnado preto.........
Verde e-amarello.........
Atol e branco............
i. F.
V. A.
I. J. ?. S.
I. 4. M .
AagUStO Cou'.inh).
los Civalca it* Viefr*.
loio Luis de Preitas.
rlerculaao H. M. Heuriquer.
vi. G. dd Medeiros,
A. e P.
4ntooio Francisco Eleuteiro.
.4. C. de A'buquerque.
J. 8. C C.
Uoaventura Paula.
J. Cavalcante.
2 R.reo lr. Souaa c
la- 1100 tu tro. -Anima** di provincia. Pre-nios : 200* ao i-, 50 f ao %' e o 3 livra a entrada
Zu-aby.....
Pery 2" .
Hcslui bu! ..
Ni ruega
Btbiribe___
Voador.....
5 aunoe,
5
7
5
9
7 i
Pcrnaoibncu.....|54 kds.
54
54
154
Russo........i |*J
Foveiro.......I I >4
Boado ........
CoStauh.l......
Branco c azul.........
Azul, branco e encarna i
\t\ii.................
Verde e amarello........
Az.il c estrellas braicas,
B rnardo Damiio C. PeseoH.
F. G
I.A. W.
Vicente de Sallee Meneara.
I. A. de Mello.
Julio CaValcante.
3.. pdre3Claudio Oubiai- 35'J etr s.-An:mhes da provincia.Preinos : -00* ao Io e 50* ao 2.
l|T,,y.....
3 I Ventana .
3|L scira. .
6 annor. .Baio..
4
6 iBasso.
Per: inbw.....56 kds. i Branca, encarnado e aaal. iF. C. Bccende.
54 Biiaarnaii, preto e ouro .. .jSojsa Reis.
56 iLyrioe branco.............|l>el.uiru Qouveia.
CHARf.EIRS REUNS
i nmpuiihl Fnuccza de navega
<;5o j Vapor
Linhfe jiiinzen:.) utre o ib-vro, Lie-
boa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santcs
0 nw fin li femlh
Commaiiclaute Brant
E' esperado da Euroj a
at o dia 15 de Abril, se-
guindo depois da indifipcn
savel demora para a B-
tala, al e Manto*.
Roga-se aos Srs. importadores de carga p I s
vapores desta linha,queiram apresentar dentro de ti
diaa a contar do da desca.-ga das alvarcng.
quer reclamuco co.ncernente a volumes, qua po
vtntu tenham seguido para08 portos do sul.afin
de se poderem dar a tempo aa providencias necea
sariat.
Expirado o referido praso n coinpanhiioa o s
rospon3abilisa por extra vios.
Para carga, pai sagena, eucominendas e dinhi.irt
a frete : trata se cora o
0 nw lis i H iilmi
Cou. njandiintc Vid
Espera-se da Enropa no dia
6 de Abril e seguindo de-
pois da demora neeessaria
para
B.idia, Kio de Janeiro e Santos
Ryga-sc aos Srs. importadores de carga pelos
vapares desta liohs, queiram apresentar se dentro
de 6 das a contar do da descarga das alvarengas
qualqoer recamacia coeerneole a volnrnes, que
~)rventara t-nhara eguido o-ira ->s portos do sul
afim de se pjderem dar tempo as providencias,
necesarias.
Expirado o reternio prasj a c.np.inhio nj i
responsab'li&a por extraviis.
Para carga, passai^ens, eucomm ndas e dinhei-
roi frete trata-se com o
AGENTE
Agusu Lablle .
9- RIJA l> COMMERCIO-9
Leilao
4' PareePeres Campello1450 metros Xui-n -..-s naeionaes at m'-ij aangue. Premios : 301* ao 1" e 60* ao 2
1: Bacar-.t......
2|Q*iaibe......
S|Zimjoro.....
5 anco .|Cat..nbo......[Bi de Jan- irc ... 52 Vis, Branco e earoatio.......
5 < |Ruilbo.....jttiaGrai.J-: -.1 -K.'. 52 lasarl e oa*-..........
5 Castaubo.....JS. I'au!:.. .....!H |Azo', L--unf! e sacarrado ,..
P. S. C C.
Oaudelaria Allian;a.
F. C. Reaebde.
5. Pareolr. ClonraUrs Pinto1609 m-trot.Aniraaes da provincia. Premias : ;'50*aol e 60* ao 2
1 .Furo.......
| Faisea......
ilBi-benbe.....
4 annos
8
9 .
Cnstarha......
Koveiro......
Russo.......
Pernanib-JCJ.....152 kila. I Branca e azul............jF. Darai'oC: P.ss^a.
p4 I Azul, branc e rosa........ Alvaro Ferral.
154 [Verde e amarello......... |J. A. de Mello.
.Paro-lo'marao -1000 id, trosAuiuiaes d provincia que aio-i* nao t-jnharo gnnho nesta distancia. Premios: 200* ao l, 50* ao 2
e o > livra a entrada
LEpicier.....*
Ttqusry .
Zepbiro. ..
Cndor......
6 aou.09. i Baio.........
5 iRosso.......
4 IA lazan'.......
5 IBaio........
P. ruumbuco.....
56 k>U.
56
54 .
56
Azul e encarnado..........
Branco e azul. ............
Encarnado e branco.....
Azul e branco.............
Mano I Bastes Filfas.
A.S.
I. P. C.
J. Cavalcante.
{*) Montado por amador.
OBSERVARES
Pede-se aos Srs. propietarios dos aniraaes inscriptos no primeiro pareo o especiil favor Ja tel-os no ensi-
Ihamento s iO horas da manh no dia da corrida.
Os bilhetes acham-se venda nos tugares do coslurae, at a vespera da corrida, e no dia da corrida era rao
dos conductores dos bonds e no Prado
Os Srs. propietarios dos cavallos inscriptos podem procurar os seus cartoes de ingresso e de saus criados e
jokeys, no Prado, at s 6 horas da tarde do dia 7.
S sero receidos os orfaits al o dia 6 s 6 horas da tarde.
Recife, 3 de Abril de 1888.
O GF,RENTE,
Marcelino Rodrigues da Costa Jnior.
COMPa-ttlIIft PER*AMaVC*..V*
DK
Vi vega cao costelaa por vapor
PORTOS DO NORTE
^arahybr, Nutal, Macdu, Mossor, Ara-
caty. Cear, Aearahu, Catnossim e Ma-
ranhdo.
0 vapor Jacnhype
Cornrnandante Esteves
PROJEGTO DE INSCMPCAO
Para a 12.a corrida que se effectuar
Domingo, 15 de Abril
1. pareoTente-coronel Jos de OIieira Castro800 metros. Potrancas
da provincia, de dona annoB. Preraioa : IOiJOOJ ao priueiro, 30^000 ao segundo
e o terceiro livra r entrada.
2." p-reo Oonaolacao800 metros. Animas da provincia que anda nao te
nham ganho. Premios : 1500000 ao prkneiro, 40^000 ao eegaodo e o terceiro livra a
entrada. .
3. pareo-Dr. Souaa R-is1.100 metros. Anrnaes da proTio-ia. Premios
200^000 a., primeiro, 500'DO ao segundo e o teroaff* livra a ntrala.
4. pareo P-res Campello 1.450 metros. A^f-na"* na-ionaes at meio
sangue. Premios: 3000000 ao primeiro, 600000 ao sganlo e o terceiro livra a
entrada.
b. pareo-Clau^o Dabmx850 metros. Animaes da provincia. Premios:
2000000 ao primeir-), 500000 ao segundo e o terceiro livra a mirada. -
6.* pareo-C-pitao J-iSo J. da Rutha*850 metros. Animaeg nacionaea de
renos de meio sangu^. Premios: 2300000 ao primeiro, 600000 ao segundo e o
terceiro livra a entrada.
OBSERVAgAO
Nenhuti pareo se realizar sem que currara pele meaos trez soimaes de pro-
prietarios difiF--r-ntes.
A ioacripcao eneerrar-se ha no Prado no dia 10 do corrente, s 7 horas da
tarde.
As entradas sao de 10 /0 sobre o valor dos premios.
Recif-, 5 a Abril de 1888.
O OERENTE,
Marcolino Rodrigws da Costa Jnior.
Segu no dia 1 de
Abril, s 5 horac
da tarde. Recebe
carga at o dia 6
Encommendas passagens.e dinbeiros a frete at
4s 3 horas da tai de do da da sahida.
ESCRIPTORIO
Cae da Companhia. Pr*wntbncana
n. /2
MftiiMi,
Pacific Sleam Nini^iuon lumpaiij
STRAITS OF MAOELLA^ LflE
Paquete John Eider
B' eapt-ntrlo da
hur pa at O dia
9 di Abril, e se
;uir depois da
ii-inura do oostu-
:oe para Vaipar>.i o j.iui escala por
Baha, Rio de Janeiro e tlonle
vhleo
Para carga, pas98, eacjnjmendaseiohdei-
ro a frete, trata-se eo i
AOKNTES
Wllaon Son* t J., Limited
S. 14 RA DO COMMERGIO N. 14
Para o Pina
Coa destino ao porto ima segnir brevemnte
a barca h spa wi la Viryeni Mu9*errat : para.-,
carga que Ibc f-lu': m ..a consigoatarias
Jos d Si'ca Loy.. Filh?. ^________
Pan <> Porto
Pat cha potingues Victoria e brigne brasileiro
Prcuere*. reeeb-m carga 4 frete directamente ao
Porto : i tratar cem Amorim IrmSas a C.
KOViL M4IL ST4* l'km
C01I'4\V
Vapor La Plata .
Espera-3e da Europa at o
dia 14 d AHnl e segniido
depois da di mera do castum.
para
Baha, Hlo de Janeiro Monte
video e Bueno .4yre*
0 paquete Tamar
E aperad' do
sul at 9 dia 14 do
ei rreuto e seguirA
leris dadein>r.
>e-e8HHria par.
. vTeente, Maboa, Vlgoe Soo
thampton
Reducido de paisagetu
Ida Ida t eolio
\ rmtb3inpton 1 classe t 8 t 42
A' L-sbo! classe 20 130
Oamar .tes reservados para os passageiros de
Pernambnco.
-ar nassagens, fretes, etc., tracta-se os
AGENTES
Auiorini Irmos AC.
n. 3- RA DO BOM JESS N. 3
COMPII! PUaMHnUiHI
DE
avegaco C'oslelra por Vapor
Fernando de Noronba
: > vapor Ja^uaribe
Commandknte Monteiro
Segu no dia 10 da
Mi-reo pelas 12 ho-
ras da manh.
Recebe carga at o
_ldia 9.
Paasag,. .8 at al 10 aras da minina do dia da
sabida.
ESC'KiPlORO
rae* da Contpanhla PernoMha-
eana o. *_________
COHPt\llll PKttWAMtJCaNA
DE
ave^ai;ao Coitelra^or Vapor
itJRTOS DO SUL
Hacei, i ened, Aracaj e Babia
0 vapor S. Francisco
Vovttnandante Pereira
Segu no dia 10 de
Abril as 5 horas da
tarde.
ftecebe carga at o
lia 9.
Enejmmeuilaa, ,>^ooa,eiiB e dinbeiros frt te at
is 3 horas da lar.'e ao dia 10.
ESCRIPTORIO
Ao C'intdn Companhia PttriiaTnb'icr n. 12
Com hi t lira -ilera de -\ave
saeo i apor
r-ORTOS DO Sil L
POKTOS DO NORTE
O vapor Manos
Commandante te.n-nte Quilherme
Viaddingtun
h.' t-sprr>mo aos portes do sul at
o dia 7 de Abril, e seguir
,depois da demora indispenaavel,
.jara os portor do norte at Ma-
naes.
Aa eiii-uinibsu:4as rao recebida na agencia at
bora da tarde do dia da sabida.
Para carga, paaaageaa ncouuDenda e valores
racta-se na agencia
PRAGA DO CORPO SANTO N. 9
Porto e l bboa
Para os portos cima,
barca portuguesa Ceret ;
tmta se com os ousignataros
or Pi bo
a'-guir brevemente a
pra o re-to da carga,
.'os da Silva Loyo
mim
Si xta-feira, 6 s 5 horas da tarde nos Af
flietus, '"i5o di s terrinos, na ra aberta pelo con-
ai Iheiro Marbado Portells.
Seita feia 13 do corrente, grande e variado
hi.'So de bons movis, christaes, electro-prata,
bronses, qaadros, jarros e multes ontros movis
qne guarnec m tete salas grandes e doge qnart^s,
do palacete da ra do B ra de S Burja n. 68,
residencia do Sr. Ernesto Amurim, para onde par
tira om bond que dai paesagem gratis aos con-
corren tes.
O leilo principate f 10 1/2 horas ea) pento e
contu ui-r at s 6 heas da tarde, per serfm moi
tos t d'ff-rinifR rs li tes.
O de jjoveis, looc, vidros, electre-plafe e 1
pibno. tnnunc indn per intervercSo do agente Pin-
to, (ara bi je 6 do c. m iiu-, deve ter logar no 2
andar do sobrado da ra Nva n. 58
Sabbado 7, o de 200 caixas com massas ave-
riadas.
Leilao
De 3 vaneas de I' ite com crias
cxin aVIra. H do correte
A's 11 horas
No armazem do ra de Mrquez de Olinda
n. 19
POB 1NTEBVENQO DO AGENTE
snin
Mil
lidian
\o armazem ra do Impera-
dor n.
SEXTA-FEIBA 6 DE ABKU.
A's 12 huras eo po ito
O agente Stepple, ba*tan:<'iaeate aatorisado, le-
var a leilao 2 cnixoes, s- u um sob n. 66, e ou-
tro sob n. 68, tendo este 7 nw-ia aguas, e ambos
com duas frentes pi-.ia as rana da Concordia e No-
va Descoberta, e ma agna id eeguimento. rendeuJ.) toJo* mt-nsalmen-
te 1104000, em terreno de marinha ; e venje-*e
livre desembarac-ido de 'ai e qui Da metade da casa terrea n. 48, coro so-
ta >, sita ra do Cor- n*\ Lamenha, nos
Coelrio*, freguezia da B a Vista.
8eia felra. A lo rorreaste
A'S II HOltAS
Hna do Imperador n *a
O agtnti- Steppii-, por mandado e assistencia do
Exm. r^r. Dr. juis de orphos e ausentes, e a re-
querimento do tutor do menor Jos, levar a leilao
a casa acim ., Agente Britto
O ag-nt> aeima maulado d.> Illm. Sr. Dr jais
de direito do c-omuiereio e a requerim-nto do Illm.
Exm Sr. i'uradwr 6i>ch1 da mansa fallid-, de Julo
M reir & C-, lavar n leu|< o sejum e :
Um a fre de ferro prov d- f'gOj 4 carteiras. 2
b>ncos, 1 ctdi-ira ie braao, 1 in-xa de pinbj, 1 es-
tante para livros e 1 diti raa papis.
Seaia-lei'H, 6 d" i orr-nte
Roa do Anorim n <6
________A's 10 12 horas______________
Leilao
De um importante pa>all" grande e gordo,
rUSSO, sellado fi entrei.do, nl-idoi" de
balX'l a Dii'i'i esquipar.
Stxtn futra 6 do crrente
A' 1 horas
No armazem ru Marqu>z de Olinda
n. 19
O sgnnt- G'ismi) aut-iisa^o pelo don^ qoe re-
[im-s. para a Eur. pa fr leilSu do cavallo cima
mrOCIODadl).
Em .seguida
Ser vendidu um iujpt.iiauu- cavado para carro
e sella.
Leiliin
De 5 fardos com .up-n.-r Ig.diosinbo do Bio
de Janeoo 3 tardosVn ti ti,- parar.tto, 2ditos
eom c Ich n-1 Meata feir, U do corrente
A's II h-rs
xVo armazem da ra Marques de Olinda
n. 19
Em conlnaaaO
De movis, loueaa, vidrjs, j>rr. a, esp'lbos, qna-
dros, bi bidas, ^arralo s c nr uevadinba, leite con
densado e outros mnito' i bieetos
POK ISTEBVENgO DO AGENTE
Gusino
De um (icellente tarrea com 333 palmos de
frente para a estrada dus Afflictt, e 300 palmos de
fund pira a ra aberla pelo conaelbeiro Machado
Portella, divers s terrenos nVst*. mesroa ra, bem
como na roa de Santo Elms
Em coniinua^o
extta felra, de vbril
AS 5 HORAS DA T RDE
Nos referidos terrenos
O agente Pinto nao lendo vendido todos os ter-
renos annunciados, ccntii.a s 5 horas da tarde do
dia eexta-fJra, 6 do ci rrente, a vender em leilao
os te.rrenos cima roenci"nadoa, de conformidade
com a planta em poder do mesino gente.
Leilao
De movis, loucas, vidros e crystaes
A saber ;
Urna mobilia de Jacaranda com 1 sof, 2 conso
los com pedra, 4 cadeiras de braco e 12 de guar-
nico, 4 jarros para fljr. s. 2cndieiros, 1 topete,
escarradeiras, 2 cadeiras de balanco, 2 quadros
dourados.
Urna mesa com estante. 6 cadeiras de junco, 6
mallas para viag< m, 1 cama francesa, nova, 1
toilet de Jacaranda, com pedra, 1 mirquero. 1
mesa para jantar, 1 guard iouea envidracado, 1
aparador com armario, 2 aparadores torneados, 12
cadeiras de junco, epp.;r. bos para cha e jantar,
cop s, callees, garrafas, talberes, fructeiras, chi-
caras e pires, 1 liodo apparelbo de el utr.-plato, 1
salva oval, 1 mesa, t:em de coziuha e bandejas
Rexta feira, O do corrente
Agente Pinto
No sobra'o da ra do Barao da Victoria
n. .58
O 1.1'lo principiar s 10 1/2 horas.
A s 5 horas (*a tarde deste mesmo dia deve ter
lugar, us Afflietoj, o leilao dos tirreuoj annon-
ciado-.
Agente Pestaa
2* e Qltimo leilao
Da bem monta-la pudaria e rednagJo sita
ra de Don.ingos Jote Martins n. 84
Sexta-feira, do corrente
A's 12 lioras
O agente Pistana competentemente antorisade
vender por c.nta e risco de quera pertencer a
b in m.otada padaria e ri fin-.cao sita rua de Do-
mingos Joc Marlius i 84 a quem mais der, ser-
vindo de bate a ofterta de 310j.
2' Leilao
DE
EO CBS
Agente Uritt
De um sobrado de 2 andares com urna casa ter-
rea no rondo, com a frente para roa da Bestwu
raco, srrviado de base a offerta de 2:00f000,
rend.ndo tudo 52 Urna casa terrea ma da Asnumpcao n. 26, reo-
dendo 184L0 l.
Urna casa terrea roa de Autonio enriqoe
n. 13 e urna cu-n tambem terrea mesma ra
n. 15, s rvind i d-i b-.e as off-rtas ubtidas.
Sabbad" 7 do corrente
A's 11 horas
Ra do Rang-l n. 48
Leiao
De
200 caixaa com masa s avariadas
Sabbado 7 do torrente
A' 11 horaa
NO ARMAZEM DO SB. AMNES, DEFBONTE
WA ALPANDEGA
O agente Piut i, iur IRterveaoto e etr preseoga
do Sr. onsul da Irali* e p r c 'nt* e risco de
quem pertencer, levar a Irilo 200 caixas i om
massas avariariad-s, existentes no armasem de
br, Anoes em frente da Alfaudega.
Leilao
De 70 oaix-ao.om batatas fran^ezas
SABBADO, 7 DO COBEENTE
A'.s il H 'AS
\o armazem nnes
Terrsoc c corredor
Urna mobilia de j-inco, 1 cadeira de mola, can-
dieiro a gas, tapetes, arandelas a caz e candieiros.
Segundo andar
Sala do toilet
Urna mobilia imitscao de chsro, mesas redon-
das pequeas, 3 urda vestid' s com portas de es-
pelhus, comandas, t iluta, lavatorios, almsfadas,
quadros, 1 lastre a gas, tapeti s e espelbos.
Qoartos
Camas, commjdas, toilets, guarda vestidos, cabi-
des, cadeiras, secretarias, candieiros, tapetes, i
santuario, quadros e ri-domas.
Pavimento terreo
Sala de estudj
Urna mobilia de carvalho, estantes cuviciraca-
das, quadro3, tfnteiroa, ports charatos, tudo de
carvalho.
Um piano de Her, 1 estante de Jacaranda, 1
estante para msica, 2 doneberques, i pndala com
2 figuras, vasos e jarros de alabastro, figuras de
brome e' 1 c mpl-.ta colle^So de livros.
Escriptorio
Um cofre prova de fege, secretaria, 1 estante, 1
mesa para escrever, 1 tinteiro, 2 rewolvers, tapeies
e escarradeiras.
Sala de jantar
Dous guarda liut-aa. 4 aparadores com pedras,
4 ditos de cauto, 4 jardmein-e, 2 quartinheiras, 6
quadros 1 lustre de eryotal, 1 niesu elstica e 24
cadeiras de guarnicSa rudo de mad. ira pao aetim.
Appareibos ae p.rcellana para eh e jantar ;
copos, clices, garrafas,omp.teiras, fmeteiras ap-
pareihos deesert, garrifss com musics, e otros
uiuitos objectos de siystai.
Electro late
Fmeteiras, apparelbo p.ra cha, salvas, bandei-
jas, gnlhe'eir., p rta gr gae. :;orta-bao-oits, tin-
teiros, palilenos, serfcotiaar, fructeiras, licoreiros,
spparelhos pura c-b, tacas, colberce, garfja, con-
chas, deseancos de facas, porta guardanapi'3 trin-
chantes, tudo de eleclr.-plate e.christ 31".
Ofcject a a vulgos
Mesa elsticas, n> sas ledundas, filtres, prensas,
machinas, qseadas de abrir, trun de jardim, bancos
e vasos de jsidim, t'rramentae) trm de cotinbu
e muitos cutros movis.
Urna aimneoc'e amarello envidrscida e enver-
nisada, 1 balean, vinhos de offerentes qualidadea,
1 carramsncbo ou vivoiro para pssssros, 2 figu-
ras i;n.udc eoio c-udicin s a gaz.
Un carro novo vietoiia Mylord com 8 molas e
2 selins, 2 vacess tourioas, 7 cacberros, 1 carneiro,
o diversos pastaros.
Seita felra, 13 do corrente
Ernesto Amorim, tendo do seguir para a Euro-
pa com sua fumilia no vpor d> dia 12 de Abril,
faz irilSo por int rvengin do agente Pinto, nos diae
13 e 14 do corrente. das nv-veis, e mais objectos
cima menciona dos existentes na casa de saa resi-
dencia roa do Bario de S. Borja n. 53.
A's 10 bon-.s partir o bond que dar psssagem
gratis acf concn entes.
O leao principiara as 10 1(2 horas em ponto
p: r seren muitos e difterimtes 's lotes e continua-
r at As 6 h'ras da tarde.
Os pretendent-s pnderoobter cathalrgos nume
rsdos em p^d.-r di mesmo agente.
Pedido
O agente de iei'oes F. I Pinto piecisa fallar
eom o Sr. Jos A Cesar d Vasconceilos, a quem
pede se digne comparecer im sea escriptorio, ras
do Mrquez de Olinda n. 52 ; pede iftualmecte a
quem conhecer este uiue.-> ce digne ioformsr a sua
residencia paia ser procurado negocio de seu in-
teresse.
AVISOS DIVERSOS
P.-ecisa se de urna ama de meia idade pars
eosinbar e comprar i ara duas possoas ; na ra
do Coronel Subsana n. 120.
Aluga-se i sobrado n. 46 ra da Boda,
com bous commodos e omito fresco ; a tratar na
raa do Cabug n. 16, lojs.
Aluga-ae casas h HSIR.i.i m neceo dos .'
b ;s, junto de S Goaeetlc : tratio- na ri/a o
mnerafri n 7 i.
Aluga-se o segando andar do sobiado n. 73
ra do Banjel, com iluiu bous commedos e
muito fresen, tendo a vantagem de ettar prximo
ao mercado publico ; a tratar na ra do Cabug,
loia n. 16. _
= Precisa se de um prutessora j idoss^jjna_
Leilao
De om lindo cofr- do ferro prova de fogo, eom
chave de segredo, 6 malas para viagem.
Urna vitrina grande envidracada.
Urna mesa com armario e ama carteira.
Urna estante para livros e muitos ontros mo-
vis.
Sabbado 9 do corrente
A's 11 lior-s
Agente Pinto
Ra Mrquez de Olinda n. 52
Em confian ario
48 latas cuiu mauteiga e 24 Caixas com massas
novas.
Leilao
De tachaduras, parufuzta, f-rrolhos c pe-
nir*p avariadas
Sabba'io 7 do corrente
A's 11 horas
O AGENTE PINTO i v-,a i*il5o por eonta
n riacu de quem p- rtencer < objectos cima men-
cionados, Cunstanoo de 'lux- -. ix ,s marea R A S
na. 1 e 4, vmd s de New Y .ik no vapir Finanee,
entrado a 31 de Jauriru 11 botas ao din 7, no rin-si-iu ..'- rus Marques
de Olinda n. 52, por ocunsiuo do le &o de massas
avariadas.
Leili
Da arvacSo de amareH eiiv--rnisada e pnvidra-
ca"a, baiancas, P'-.os, mi-did-s, cant-ir s, cofre,
candieiros a gas e mercad, r^as intentes na 'a-
verna bita ra Domingos J s Vlartins n 102
(Beceo L.rt'O).
Terea-felra, IO de Abril
A's 11 huras
O agenta GoMu, aot rirado far leS p> r
conta e risco de qu- m p nene r da ann-cao
mercaduras d Hvtd. b-idi ii.eueionada.
Em aai ou a t-U 1.1 s a voutade d- s e mpra
dores.
Garante se a casa.__________________________
Graade e \araik
Leao
De bons movis, tin-is lysties, p >r I
Unas, quadros. j rrua, tr.s, nmDBra,
lustres a gaz, b1n-r, pianos, pr*ta 'lo P. r
to, l carro vict'.ri Mylord oum 8 molas,
selins, bancos dej.rnin, vaceaB ti urinas,
Cachorros c p 88 roa.
fieita-fe ra, do corrente
No p-l.cete da ru. do Bwrad ae S. Bur-
n 53.
A saber:
Pr*iei>o arnar
Salo Urna linda m-hilia de j i arsmJ, 6 linios l
Ihus doorados, V Ismcns eorrioartoe, i-cet i para
Sotase portaa, i,n.f.lK. .U aad- br BSO, lustre
a gz com 8 ou 16 bieoB, t.pe'e* Rjfu de alus e
quH Um piano torte de Erwrd. ea* ira-i para piano,
ostunie para msica e I aaixa de masica.
Quartos
Taoetes, lavatorios, eaame, eaarda ronps, com-
molas, guarda vestidos, diwn, espelbus ovaes,
alagers, quadros ,lutr.s g-z marque5 s, esne-
lhos, mesas de cama, balar, s para roa, a eqasdros.
saiba a hngua portuguesa e bem assim a francesa
em seas rudimentos, para leccionar em um enge-
nbo da freguezia deJaboato, distante 2 1(2 le-
guas da estaco ; a iratar na ra do Imperador
a. 81, das 11 s 4 horas.
AMA Preeisa-ee de ama, para eosinbar,
par-i casa de pequea familia ; a tratar na roa
Duque de C^xihs u 54, loja.
Precisa-se de ama ama para osmhar, para
pequea familia ; na raa da Matriz da Boa-Vista
numero 3.
Arrenda se o siiio das Jaquu.-as, coa-, grande
casa de viveida, arborisado e cercado ; a tratar
no mesmo sitio ou la do Conde da Boa-Vista nu-
mero 9.
Asia Preisa-e de urna, para cosinhar
para pequea familia ; na raa Direita n. 64, se-
gando andar.
Alagase ror 184000 a casa terrea n. 196 i
raa Imperial, om excedentes commodos e est
lmpa ; para ver, as chaves estilo no estebeleci-
m- uto do Sr. Soarcs, e trata-se na raa do Pilar
num-ro 5o.
Aviso
Luis Antonio Seqaeira- tendo passado um do-
comento, pelo qual s- obrigoa a entregar em 0
do e-r e-ne mes, D. Heorquet Canuda da
Costa Gam-, a qu-ntia de 12:0004000, que della
h vi recebido, < tendo em i-xeeuu4 i do testamen-
to com qc.e lia fallecen, de sanstaser om a re-
ferida qnantia os lega los ah feitos, avisa ao pu-
blio qu- o referido doi-umenro, que toi entregue
ao Sr. Joao Sacerl'.re Ferreira da Silva, com
ou'ios p>p i*, nei.huoj valor lem, por isso que
fica Dga o >r wra m > io rneueioaada quautia.
Beuite, 5 de abCrld 1818.
Lii't A. Seqoeira.
Eri^enli i'ivo
Arrenda-se este engenh>, sito n* comarca do
Cab meia K a distante da xs-ac* de Ip jaca,
rnente, e corrente ; ven 1 se ton bem a safra :
qneo prerend-Y diija s- a.i mesmo eugenbo oa
iua da Alegra n 46
Maduro
ouro, si m mls-
ncaba de cbigar
SEV kIVaL
O sorprend.nl. -. iulio Maduro,
ara alguno, proprio pirn m-..,
o Va i u:> ssa .
S.-in quer. un sdeprecini tqu.iliddr* purasdos
.inh s diarauB"'! i.iioiiiciaiio, p demos garantir
.,8 noBHi-a fiegues s e h piiblin u. g. ral. que O
vii.ho Malnr ose* -=u- !n-de o nico
tmfm* d. ama bos, natCitao. coa- rVaudu Ciidos 03
reoui.-it a da hyjieo-. e nc UU' prineipaes.
rasrr nata ttigftl fac, nt. nwnd,, o gl huios
.-ugumeuS, principa- o motor s d anude da h-ima-
fldad'..
Em OBBAS OE VI'!E ninguem compete com-
aosco : temos
Kerros >$ l"oSnr-lra
fnqufiro*
Papeleiros e b..l"i ^ |hra roupn suja, assim
como catus p-ir todos oa tnmaohss
Em PaIxCOS I) i P 'BTO
tarob-m niugo-m oouip le : Mar l>. m n aio SO-
oerbos mas para g-i.h >m >an aorpreudeutes.
hFMENTtSN"V4.>
le hortalicas e fl >e, 'em- sen.pre em todos
js vaperes, a cs;"h;. mais rigurosa que des. jar se
pasea
na Estrelta do lio rio n ,
junto a Igrtja
Pojas Hemes J C
Menina
Preciaa se de um memua de 10 4 15 anos de
ida.i., oaia aBi'-r d i:n a criane* de I aono ; a
Uatar na ma N.va u. 15, I ja de chapeos de sol.

Iftftn l
anam
sai
ananai
sVB


I I

' -'

se PeraamiMiwScita-fcira 6 de Abril de 1888
Lirra, racataaca) s fwa-
Bd* d Imperador numero 3 3
Livros de junsprudenela, direita, litteratura,
sciencia e religiio, livros para iustrucco primaria
e fecundara, livros em branco para escriptara-
co commercial. tinta para copiar e para escrever,
de diversas core, artigos para escriptorio e divcr-
sos objectos de (tost e pbaotasia, papis pintados
para forro de salas, quartos, restaurants, etc.
Encaderna-se c m prestes* o eeguranca, marca-
se com nitides candes de visita e imprime-se com
perfeiclo qnalquer trabalho typograpbico.
P.-i-cos mdicos
Raa do Imperador n. 93
Arrobe
DE
Salsa, tito
rlal ile BarMuio & C. Sne-
approiado pela Junu eral de hj
gleno publica da corle
' o melbor depurativo e cara todas aa deencas
syphiliticas da pelle, rhcamatismo, bobas, ulceras,
e em geral as que provena da impurria do migue.
Deposito em sua pharmacia e drogariti ra
larga do Rosario u. 34, Pernambuco.
Fabrico de assucar
Macbliiiomo do* abrlcantoa Dunea
Siewari de V de Glasgow
onstrucco da in.ns moderna e aperfeicoada e
de grande duraco.
Moeoda com preseo bydraulica de ntewart que
d a melbor expresso conbecida at boje.
Caldeiras com econ^misador, especialidado des-
tes fabricantes.
Fornalhas para queimar o bagaco verde em di-
reitnra da moenda.
Os apparelhoa de Vacuo e Triplo sao de syste-
ma moderno como ambem as turbinas ou cen-
trifugo.
Ornamentos e ruis informacoes em ciea de
Browns & C.
Raa do Commercio ?. 5, 1* andar
Na Magdalena
antea da ponte
Aluga-se urna casa terrea com soto, caiada e
pintada ba peuco, c mcumn.doi para famiiii,
tem gaa e agua encanados, quartoa fra para cria-
dos, jardim e sitio aturado ; a tratar na ra da
Florentina n. 15.
Attenco
De 18 a 30 do crrente ter de concluirse a
praca do arrendamento do eogenh i (i.melleira
tm Santo Anto. Os pretendentea dignem-se di
rigir-ee rua Velha de Santa Rita n. 22 para re -
ceberem verdaderas informacoes e inatruccoes a
respeito, sem oque sern affse'ados, comohm si-
do ero 15 annos es que pretendern), ficando sem-
pre o memo rendeiro, que agora finda o triennio,
a 403*000. sendo avahado o engenho o anno pos
nado por 30:' 00*000.
Rtcife, 4 do Abril de 1688.
Francisco Aivea de Moraes Pires,
Pi' curador de urna Con-senbora.
\liiga-se barato
Rna do Bom Jess -a, 47, 1 andar
i'aixa Verde n. IB.
Ra do Visconde de Itapanca n. 4d andar.
iua V.conde de Itapanca n. 43, armasem.
Ru* do Bom Jess n. 47, 2. andar.
:'rata-e na ra do Commerciu n. 5, 1* andar
es jnptorio de Silva Ouimar&ns & C.
Ataga-se barato
o 1* e 3- andares do sobrad) n. 84 ruado
Brura, e 1' e2- andaros do sobrado so caes do
Apollo n 75 ; trata se ca (Ha larga do Rosario
n. 34, pharmacia.
Aluga-se
O 1- andar de n. 27 ra Vidal de Vegreiros.
O 2- n. 66 e o de a 18 ra de Marcilio Das.
O terreo n. 27 e o 3- den 3 ra da Penha.
O terreo, 1- e 2- de n. 34 raa .estreita do
Rosario
A cuta ni i travesa da Hora,
dem 28 ra de Nucios Machado, no Espiuheiio,
om buns commodoa.
A tratar na ra do Hospicio, numero 33.
Aluga se
Ou vende-se a casa, sita em Oros das Almas
(Parnamerin) r>. 10, confronte a casa do fallecido
Dr. Leal. Aeha-se limpa e tem commodos para
grande familia ; a tratar na ra do Appollo n. 30,
l* andar.
Aluja-se
o segundo andar da casa ra da Aurora n. 81,
junto a estaco da estrada de ferro de Olinda, com
grandes commudos para familia, gar e agua enca-
nada, receatemente cni .di e potado ; a tratar no
escriptorio de Sebastio da Barros Barreto, ra
do Bom Jess n. 16, 1- aedar.
Tnico
Oriental.
0 Remedio do Dr. Ayer
CONTRA IflTTtTaTI
T.' om tnico forte puramente vegetal, e,
polo 'on'iioc'iMi-vt'i practico dos seus ett'ci-
U!\nti!>o coina remedio certo para
as fiebres malignas. Batas desordena rte-
vem n asa orifrein a mn veneno miasmtico
que penetra no sang'.ie pelos piiliiir.es, altera
o ligado e motiva as iliffereutes oisses de
febres conhecldas por Terciarias o
Quatrenarias, Internas, de Fri,
Malignas, Intermitientes, Remit-
ientes, Biliosas, e Typhoid'3.
O Krmrdio i>o 1)i. Avkr neutrallsa o
veneno miasmtico c expele-o do systt '"a.
Kao contem quinina ora ingrediente al-
guna mineral: eeajaro o inofTonslvo, e
nunca (alna se se osa segando as dir
rr.KPAi:mo pulo
DB. J. C. AYER k CA.,
Lowell, Mass., B. CJ. A.
A' venda n.is principaes pliarmacias e
drogaras.
CRIADO
Aluga-se
urna grande e muito asseiada casa ra Impe-
rial n. 159, de azulejo na frente, estucada e la-
drilhada a sala a fino mosaica, laude lustre de
vidro e arandellas, boro quintal, portio, cacimba,
etc. Tambera se aluga um grande sitio no Barro
n. 175, c. m muitss fructeiras ecasa de laip, pelo
alugu-1 menaal de 8f 000 ; a tratar no primoiro
andar do predio n. 22, ra larga do Rosario
Alugv, as seguintes casas : a da ra do Lima n. 30,
grande casa, com agua, gas e apparelbo, e a da
mesma ra n. 22 ; a ti atar n lycogrsphiu de J.
E. Pun-.:, ra Marques da Olinda n. 8.
Ama
>


irtador Pranelaco de Anal*
Oliveira Maclel
D. Tberesa Aex-ndpna de Oliveira Santos,
JcSu Ocncalves dea Santos, Jiaquim Ooocalves
dos Santos e reos filh ., I). Francisca Le-puidina
de Oliveira Santas, D. Igoacia Am- lia de Olivera
Santos, O. Francisca de Salles de Oliveira Santa,
Francisco Goncaives aos Santis, Anton ves dos Santis e sua srnbura, e ,l,:i. Ge ucaives
des Sant a Jnior e sua senhera coavidam aos
eos prenles e amigos e aos de sen presado e
nunca eequecido iimn, cuubada e tio, Francisco
de Assis Oliveira Maciel, para aseistirem as mismas
que mandam r>-zar, pelo eterno descanoi de eua
alma, na quinta-feira, 12 do corrrnte, pelas 7 1/2
borwp da manb. na igreja m>tnz de Jos, do
Seeife.
t
Precita se de una ama pare oasa de pouca fa-
milia, que faca compras cosiohe e nao durma
(>a : na ra da Cadeia do Recife n. 48, segunde
andar.
Ama
Precisa-se de urna ama para lavar e cosinbar :
a tratar na ra da Madre de Deus n. 5, segundo
andar.
Ama
Precisa-se de una ama para cosinbar; na ra
de Pedro Aff-mso n.70.
Ama
Na ra de Santa Tberesa n. 20, precisa-se de
urna ama que compre e jude o servieo interno da
casa, obri^ando-ie a nao p-rnoltar fra.
(commercio cao
publico
Figueiredo & Irmo mudaram seu estabeleci-
mento de fasendas ra da Imperatris n.
para a mesma rus n. 76.
Profesora
"Urta seiibora competentemente habilitada, pro-
poe-se a leccionar em .collegios c casas particula-
res as segointes materias: pertoguez, francs,
msica e piauo : tratar na ra do Marques do
Herval a. 10.
4
I
9
s
Precisa se de um criado de idade de 12 14
apnos ; na ra Marqaet de Olinda n. 32.
Cosinheira
Precisa-se de ama que cosiohe bem, para casa
de pequea familia, qie durma em casa ; na roa
do Conds da Boa Vista n. 24-F.
Oliveira Campos e G.
IIna do Crespo a. SI
Receberam pelo ultimo vapor sortimento com-
pleto de capas de casemira, merino, gorgurc e
tda, para senuora, o que ha de mais aovo, a pre-
c? rasoavel; receberam mais seda preta e gorgu-
lo, e vendem por proco baratissno.
a
o
a
9
n
2
a
i
Ama
Precisa se de urna ama para lavar e engommar
tasendo mais alguns servicos, menos comprar e
cosinbar, que durma em casa ; na ra Duque de
Casias n. 14, sobrad >, sn oir.
Ama
Precisa se de urna ama para cosinbar e lavar
em casa de familia e que dnrma m casa ; a tra-
tar na roa D mingos Jos Mattiaa n. 104.
Ama
Precisa-se de urca copeira qut seja deaembara-
cpria esa ; a tratar na rus
Marques de Olinda n 39, armasem.
Precisa-se de urna
ra do Sebo o. 16.
Ama
ama para engommar ;
Ana
Precisa-se deum* ama qae seja boa cosinbeirs:
a tratar com Jmn)im Moreira Raa, defronte do
hospital, js Cueluos.
(2
Para cosinbar
Precisa se de na ama para -ooluLar,
sendo boa ; no 3. andar do predio n. 48
da ra Duque de axus, por cima d*
Diario de Pernambuco
Farolio it3 caroqa b digodao
Cbeguu a primeira remesas do precioso tarelK
fe caroco de algodSo, o mais barato de todos os
alimentos para anima, n de ruca eavallar, vacenm
mino, etc. O caroco de algodSo dopjis de es-
trahida a casca e todo o oleo, o mais rico ali
ment que se pode dsr aos animues para os forte
lecer e engordar com admiravel rpidas.
Nos Estados-Unidos da America do Norte e nt>
Inglaterra elle emrregado (com o mais feliz re-
sultado) de preferencia ao milho e cutros farell
que sao muito mais caro e nao sao de tanta sus-
taucia.
a tratar no Bectfa romFrasra Rorh>
AMA
1 Catjlodia tana da Coala
Ara**)
D._ Francisca namna da Coste Arsojo, D. Vi-
cencia Per petan Freir de Anmjs (aosente), seos
sobrinh s e sobnnbis agradeeem do intima d'alma
todas as pessoas que se dignarais ac.mpatibar
aocemiteriii publico o restos mortaee de aoa pre-
sada irm, cunbada e tia, D. Oastodia Mara da
Costa Araujo, antecipaudo a todos o seo eterno
MConbecimento.
i fc*wwM iJWM^___ "nTlaTinr--
Precisa se fle orna ama para cosinbar ; na rus
Imperial n. 42.
Antonio lirnario do Tarrea stand el ra
Fmuciec I^iihco de Torres Bainl-ir-. convida
todos oa sen partmtrs e amigos do finado para
ssistirem urna missa que por sua alma rmnda
reasr no convento de N ssa S'i.bor do Carmo no
da sabbado, 7 do eorrent 30* da. de sen falle :
C'meoto, a 8 e 1/4. D^sd- j se confessa grato
a todos aquelies qu. se diguarem assistir a eate
SXtn rlp '-.ib i o .n,-|Hp.
AaluuiO avd
-. laiaren I.-
Mrlle
Eduardc Rodrigues Tavar.s de Mello, Jos Ro
driguea Tavares du Mel o (ausente), su .s irm
ennba4.,s arad. oem coid aimeute s pess sa
que se digoeram ac mpauh.r oa re>t>s mortaes de
sen irm j e eunh do Autonio Rodrigues Tavares
dB Mello, e de novo aa convidan) para assistirem
asmiashs quh por sua alma mandam reaar na
nurtris do C< roo Santi i o di 7 do correte, s 7
l|2-hor8 da sDanh, tetiuo do seu patsamen-o ;
pein qi-p **- e nf.'-...in M).r. AMAS
Precisa-se de urna sana par cosinbar, e de ou
tra para cuidar de crisolas : na roa das Creuulas
o. 2-B (Capunga)
Amas
Na ra Formosa n. 8, precisa-se de nma ama
pra c siobar, e de ontra para engommar.
Ama de leite
Precisa-se de nma ama I de leite
raa da Guia n. 3, i aadar
a tratar na
Precisa-sede na copeire, de nma engommadei
ra, de urna cosinheira ou c sinhi-iro, e de am.
ama para ratar de quartos : na ra do Cabng
UDmer t9.
taixeiro
Precisase de nm c>is-iro com pratica de rao-
Ibades : a tratar aa na do R>.i>ge| n. 73.
Engenho S. Joan
Arrenda se o engenho S Joo, moeote e corren-
te, muito bom a'agua, coa capacidado para 800
pes, distante da cidad< do Rio Formoso, 2 leguas
(porto de mar) : tratar com Leal & Irmo no Re-
cife, ou cim o Dr. Amasonas, no Rio Formoso.
Ao comniemo
Eu, i ha izo sesigoado, declaro que c. mprei a D.
Joaquioa Francisca do Nascimento o hotel sito a
ra de. Pedro Affooso n. 36, livre desi mbarajad.
de qualquer cnus ; quem e julgar credordo dito
hotel aprsente suas contas no praso de 3 dias a
con'ar desta data.
Recife, 1 de Abril de 18S8.
Manoel Vicente Borges de Nascimento.
~~MH.e Cotinha
Rna da Imperatris a. 39. primelro
andar
OSereceasua cusa s Ezmss. familias, especial-
mente s suad amigas, na ra da Imperatris n.
37, indar, para onde mudou-se ; continas
'ezercer sua profusa) .-om elegancia e gosto, poil
assign os meibores jornaes de m -das de Pars.
Garante pn rr.ntiilo e preeos rasoaveis.
Ao commercio'
Eu abis > aeeigoado, retirando-me temporaria-
mente do emin -icio hfi'ii re tratar de minh sa-
de, declaro nada lever nesta pn.ca nsm fra del-
ta, purm se algucm se julgar meu credi.r annun-
cie p r ente < Diario para ser pago vista dos
respectivos document s.
Recife, 24 de Marco de 1888.
Antonio Martins Gomes.
AtlenQo
Cofres pro va de logo
' O Carlos Sinden, ra Baro da Victoria n.
4H, leja de alfaiate, recebeu de consignaco e
vendn sein eompe.tin>
Timlura indiana
Para tiogir instantneamente a barba e os ca-
bellos brancos e grisithis di. mais bella cor preta
e castanbo : vende-se na b tiea fi >.n oza de
Ronquayrol Frcres
88Boa da tritz=8
A o commercio
Eu,abnizo sasignadi, obligado a deizar o com
mei vio pana tratar de m-nba saide, resolv vender
m*-n eetabel c!m<-nto, como i. bu izo se \ : ouiro-
sioi, per;o a todos os credo es apreeent conras para ter-m pagas, pois que de qualquer
t'n.u mal sai-di a wnda. Recife, 2 de Abril da
1888.
Luiz Herirelindo.
Caixeiro
Prrcisa-sa de um caii iro da 10 12 anaos,
com pratioa de zoolbados que d fiador de sua
conducta : a tratar na ra da Palma n. 71.
otica fhnceza
Raa da Bom iesns a.
Precisa-se du um empregado com pratica de
pharmacia. ______________________
Peiloral de Cambar (3)
Descoberta e preparaba de Alvares de S.
Soares, de Pelotas
Approvado pela Ezma Junta Central de Hygie-
ne Publica, auctorisado pelo governo imperial, pre-
miado com as medalhas de ooro da Academia Na-
cional de Paris e Ezposio Brasileira AlUmS de
1881, e rodeado de valiosos attestados mdicos i
de muitos outres do essoas curadas de :tosse,
simples, bronchites, asthma, rouquidao tsica pul-
monar, coqueluche, escarros de sangue, etc.
Preeos as agencias : Frasco-~2600, meia
dusia 13/000 e ov.sia 24/000.
Preeos as sub-sgeneias :Frasco 2/800, meia
dusia 15/000 e dusii 28/000.
Agentes depositarios geraea nesta provincia
FRANCISCO MANOEL DA SILVA & C, ra
Uerques de Olinda n. 32.
Ao commercio
Joaquim Ferreira da Silva, Francisco Jos Vi
eir e Jos Gomes de Pinao, est belecidos ra
Viseonde de Pelotas n. 3, que gyrava na rsso
social de Ferreira da Silva Se C pelo presente
cbamam scub credures para no prazo de tres dias
apiesentarem sois coutas para serem conferidas e
devidametite pagas ; findo o rclerido praso perde-
rao o direito. R< cife, 3 de Abril de 1888._______
Aos Exms, sniores pas de
familia
O profeseor titulado Jeto Valentim Ferreira
Bastos contEa a leceionar, nao s rm casa de
sua residencia, como em cass p-rticulares, as
materias que conetituem a cBtruccao primaria.
Curso especial : portugus, francs, geogra-
phia e historia, d> 3 4 s 6 da tarde.
Aula nocturna, 'les 7 s 9 da nuite.
Mensalidade adiantada, feita no acto da ma-
tricula. Ra velha de Santa Rita n. 15.
Cautelas do Monte de
Socorro
Compra-ss cautelas de qualquer joia ou brilban-
es, paga se bem ; na praca da Independencia n.
22, loja de relujoeiro.
vV
Vende so um astabeleeimenta de molbados com
poucos fundos, no largo do Mercado Publico n.
25-A, bem afregueado e livre oe qualquer de-
bito.
Tctephon<
Vicente Costa & C com fabrica de genebras,
licores, zaropes, vinhos e vinagres rua da Ma-
ore de Deus n. 6, partisipam sos seus numerosos
tregu-zei e amigos, que o seu telephona nume-
ro oiu.
Taverna
KVend-se urna taverna ra de Fernandes
Vieira n. 1, em Olinda, pr. pria para principiante
por ter p ucoa raudos ; a tratar tu* S. Sebas-
tio 11. 14.
Urgente
Prerln" e de werfeliaa coalnrel-
raa. aieiier de Mine. Faonv, rna No-
va n. IS. I. anclar.
Pao ten te 10
Mello & Bise* avisarn ao respeitavel publico
que todas as tercas e seztas teiras teem este sa-
a .roso pao ; ra larga do Rosario n. 40.
Arrenda-sc
na secretaria da sauta casa o sobrado n. 24 roa
do Imperador:
1' aadar e sota) 600/000
Loja 4O0/U0O
YENDAS
Vende-se urna aimaci de taverna e garn
te-se a chave do pavimento terreo n. 4, ra de
Tbom de Sonsa, one eal a mus-n : 11 trat->r no
1- andar n. 43 ra estrella do Bataai f f
Vende-se a cata de pedra e cal sob n. 9, no
lugar Campo legre, c> m porta ejanella de fren-
te, dnas saKe, tres qoartos, cosinba interna, ca-
cimba de pedra e cal com boa agua, com terreno
de 141 palmos de frente sobre 300 de fundo, com
diversas fracteiras ; a frutar aa roa do Imperad -r
30, luja.____________^^_^^_
Ven te ao cica predios na cidade de Olinda,
V r preeos muito comonodos, inclusive um sitio
com 38 pea de cjqueiros, alem de outros arvore-
dos ; s tratar na ladeira da Misericordia n 'b.
OLINDA
Vende se uma casa de taipa coberta de
telha, com 2 salas, 3 quartos, oozinha f-
ra, e quintal que ri para o mar ; oflFera-
cendo a vsntagem de sahir logo de casa
para o banho ; no lugar Milagrea : quera
pretender dirija-se ao escriptorio do /ta-
rto, que so dir quero vende.
Engenho
Vende-se on rrenda-se um engenho na tregae-
sia da Vanea, moeote e corrente, e movido a va-
por, com forca para safrejar at 1,200 pes; a
tratar com Carlos Rabello & C, ra do Vigario
n. 31, 1- andar.
Venda de sitio
Vende-se ou permuta se por predio uesta cidadi
um bom sitio con boa casa, umitas fructeiras,
ezcellente banho do rio, boa agua de cacimba(
eztenao de terreno para baiza de capim, todc
murad 00a frente, com portan e gradeamento, cora
caminho de ferro e estaco junto ao dito sitio, nc
Porto da Madairn, condecido pelo sitio ds Joo
Selleiro, junto ao Dr Ernesto de Aquino Fonse-
ca ; quem preteeder dirija-se pn>$a da Inde-
pendencia n. 40, des 11 horas s 4 da tarde.
Peixe
Bagre etainhas
Vende-eo em porco e a retalbo; na ra Pedro
Afionso n. 58, antiga da Prsia.
Jarropa
Vende-se uma carroca quasi nova paia ca vallo :
no sitio da capella, no Cbora asninos.
Engenho Junco
Vende-se o engenho cima, sito no termo de
Msrsgy, com parte da', trras em Pernambuco,
moente a vapor, com proporcoes para safrejar
doup a tres mil pes de acsucar< em ptimas ter-
renos de varsea, e um quarto de l-goa distante
do pirro de embargue que S. J .s : quemo
pretender dirija-se aos cansenbores, no inesmo
engenbo ou em S. Jos da Gora Grande.
A

Veode-se um peqa esubek-cimento de
taverna ; a tratar na loja d; fasendas, em S-
gados.
* JvraiiCQto & .
cimento port'and, marca Robii
; no ca-s do Apollo n. 4b.
Ao c inmereio
vendem cimento port'and, marca Robina, de 1
aalidade ; no cava do Apello n. 45.
Aviso
*ruh milla Piai.Ciaea oe
Ju Hiiiriru
.Antr-nio Luis U .inguea "> A meida, sua mu-
Iher, cuobados fi bes agradec m aos seus p.rt-n-
tes eainigje que s-- pr smr.in condusir ao c-mi
terio p.biici is reai.ib m* BTadn legra, mi e av. O. Senbonnba ntaaalaaa
de Jess Ribeiro ; e de novo os couvid m para
assistirem as misaas que p-lo descanso d sua al-
ma mandam r*a*r na matriz de Sant Autonin,
na aastunda-f-ira 9 do crrente, s 8 horas da
ICarl' 1 y ., Mi '< .-.i f I. -rrpn'o,
"* aaa* ae aibui|uei hjii.
l, 1 narro*
', T";*,,M -y, At Aeoiaiy, Ocl
, h ^'"l. "jiprufundam.oie
ua.mp.e I-a.b.ed aogra, rci e
Parabyba do r.or,., ,.., ^^ |f ^
- f? b,m"u,g. nod,9do
fcpMa.ste acto de oaridade con
Idolih,
ca A<
pala more
aV D. H noria d."
rafcyl
lasa pela
ates c< rreate,
da Boa- Vista
VfrtUm ntt ()*rp
Ama de leite
Precisa-se de ama ama de leite que seja sadia :
a tratar ao toeco do Padre Ingles n. '8.
Ama para eugonimar
Preoisa-se de uma que bem desempe-J
nhe este nyster, t.-nio caderneta, no 3
andar n. 42 da roa Duque de Casias por
cima da typographia do Diario.
A professora publica da eadeira mista de ios
trueco primaria, creada aa Casa Amarells, fre-
guezia do Poco da Paaella, tas pobco que ins-
tauro e abri boje soa aula, e que a matricu a
para os a Uro no* qae a qoizer-m .Ivaqaentar soba-
se abi-rta desde j. Recrte, 2 de raril de 1888.
Cosinheira
Precisa-se de una cosinheira
perador n. 51,2' andar.
na rna do Im-
Caixeiro
Precita se de um de idade de 12 a 14 annos,
com slgnma pratica de tavnrna ; ra de Santa
Thereza n. 30.
triado
Precisa se de um rapazinho de 12 14
anDcs para criada, deudo fiador aua ci u
du tu ; do 3.* andar do predio n 42 da
rna Du^ue de Casias ; p-r cima da typo-
graphi. do Diario.
Multa altctico
Na roa S-ie de S>-tem aro. antigo beceo dos
Ferreirne n. 6, fas-se plists e recorta-se b.rda-
d(8
Veatura Pareira Peona C, de cuja firma fa-
ziam parte Ventura Pe ora Penna e Carlos Bo
telbo de Arruda, participara ao commercio desta
praca e de fra de.la, que teado diss Ivido a so-
cii dade que eoire ai tinham, se r> tirara o so'io
Veutora Peieira Peuoa p*go de seu capital e lu
ero, e ficar a cargo j socio Carlos Boteibo de
Arruda todo o aet.iv 1 e passivo da dita firma.
Recite. 2 de Abril de 1888.
P. P. de Ventora Pereira Penna
Joaquim da Silva Salgo.iral.
Carlos Botelho de Arruds.
Engenho
V-nde-se ou arrenda-se o ei g.nbo Muguabype
de Cima, da freguesia de M un eca ; a tratar em
Jtv>-i3o n<.m D<- Sonhmni PorteHa.
hr cosinliar
Prcisa se de orna bitu para cnsinhar e que en
fenda um rxiuco r!e en trinado ; a tratar na ra
Primeiro de Marco a. IT.tf
Procurador
Urna pesaos cnmpet'memente habilitada, ofte
rece se para procurad .r d.' alaguis de easa : a
tiatar na rna Velba n 36
Soccorro a vr Iha
X noraalAca to aeaco do Bernardo n 64, anda
:se tas lembrar s almas caridnsas, que nao se s-
quecam da pratl ceo que sempre Ibe dlapensa-
am.
_ A antiga e bem rcrediiada cffiema de rlejeir'
sita ra Io d Marc-i n. 4, acaba de ser trans-
ferida para a
Relojoaria
1 bem rcrediiada ofiicina c
1 de Marco n. 4, acaba di
1
roa L;irgfl do Kosino n.
O seu proprietario tendo um completo e muito
b m sornmento de aviam nips tendentes sua
arte e c m uma tonga piarica da metro, off rece-
se an oub ico em geial para encarregar te de to-
dos os concertjs de nlogios, caizaa de msica
etc.
Espera continuar a merecer a c n6 mea deseos
tregeles, e assegur--ihes que aera s mprc sol
citu no cumprim- nto de bubs ordena.
t-n Lana o Rosaro42
Oeatav.i W^ilicbard.
CJoaaotados pela Inspectora da Hyjtone
do I.upe- o do Brazil
CUIM RMIBII CERTA
PWJ3
ARSENIATO
B
Assucar
Otnerhor assucar da Usma Pinto e Colonia
Isabel ; acha-se viuda na refinac.) algoeiral
4 roa irrita n. '2 T- l-phnnt-445.
Boa morada
Aloga-se o sobrado n. f7 ru do Santa Rita,
Cria tirantes Cnmmedia^, agua e ga. cii.do e pin-
arto de novo: a tratar na ra Marques de O.in-
da n. '16, arotasem.
As Exiiiis. f ilias
Superiores peras dn Rio da Prata Vende-se o
armasem de id ihadng de Fraocisco Oaa-doB) da
Silva Pinto, tua dalmp-ratris n. 23. No mes no
B'aheleciu.ento v--mle-se cb de nruoeira quali-
de, qa^joal^mraees a voe a 3*2(10, viirho CoW-
irs a 600 a garrafa, dito do pasto para mesa a
440, arres pilado a 160 o kilo e nitros muiti s
eneros qo* se garante e por nenas preeo que em
i utra qualquer parte.
N. 9:*M
Manaet Ciir|iiuf"iru y '*.>irea t-m uma carta na
padaria da Mello & tiset; rogu-sa o favor de pro-
cura!-a.
OURO DYNAMISAOO
de Doutor ADDIS0N
da fklormae, An*tnim, todas as IHmU.
man (lo Sgntrmn nrrrnno, mC-TOO HS
maisretiolde. Mole-utiitBchrunlca* dos
PulToa, ote., etc.
As mulliros UlnstrarioesmerHcaslim attes-
tado o poder curativo desto incdicam tito e
dcclaram n'o : o prtmelro o mata ener-
flco dos reconstltulntes.
6 Frase i^ francos (emFrapa)
Todo frasco que nao trou- y/ ^ hia
w a Marca da Fabrica
registrada a a assignatura
deve sor rigorosamente recusado.
PARS, SOCifte uopaiulatt. 7, rae Blidor.
Depnitaa em Pernambaoo :
FBAN* ls&. da SX J-TV^S. t it ladu u tau tluaula Irufl.
Veude-se
MOLESTIAS oo PEITO
HYPOPHOSPHITOS
OOD^GHURGHILL
O D' Ghnrchill, autor da descoberta das
propriedades curativas dos Hypopbos-
phitos no trataraento da tsica pulmonar,
lem a honra de participar aos seus colleras
mdicos, que os nicos Hypophosphitos
reconliecidos e recommendados por elle
sao os rrue prepara o Sr. Swann. phar-
maceulico. 12. rna Castiglione. Pariz.
Os Xaropes do Hypophosphitos de
Soda. Cal e Ferro voiidem-*-o cin frascos
quadrwtos tendo o noine do D' Ciiurchill
no vldro. sna a*signntura no en oltorio c
na tira de papel encarnado que cobre i rolha.
Cada frasco rerl;i>iro leva alem d'isto a
marca de fabrica da Pharmacia Swann.

Vendem-se em todas aa Ph
arm cas.

,
(rn.lf Heiifio
Ltiio
Florida vende
Um terreno na roa da Regenerac", em Acua-
Fria, m-dindo 400 palmos do frente e 470 de fun-
dos ; tratar na roa estreita do R sa rio n. 26,
pavimento terreo.
AHeocao
CrOtLltis fio MiiiitB SOuCrru
Ccnp'a-I i |>2s.hoii|(I que ii> mitra qilal-
qiiT parfe, |.r-r;a d.' (J odVd*Bu n 18.
Vende-se un a tsverna de pequeo capital, pro
pria para um principiante, sita em Santo Amaro,
perto da 1 aesruna ; vende-se somente as merca-
dtrias.
Bichas k H mi burgo
Vende se em pequen i b e grandes purioes ; na
rna d- Madr^ teOw. XA___________________!
Vende-se
Cotrpra i
y jii.-in n
NfUTCntc df cairajiil
8 mente de oarr. pam ; na ra do
79.
;pCIO II 3.
CttSnihcir.i
d uma ei)8n.h<-ira ; tw<
ido
rAflt
Precisa se do um c>ji< n ; aa roa 4a Aarura
uoiero SI,
ra slugs-se ama boa casa c m bms commodos.
tendo am bou S'tio (ea l'arnamei'ini ou Cruz das
Almas) n. 10-B. pelo ..luzuel de 3 OiiO ; a tra
tar na rna do Ap.iHo a. 30, 1* anear, iU em Fer-
nai d a Vieira n. 11
Viihos da Hundan
Km
Car<5> vellos.
Madeira.
Mosrasel.
Uva Bastarda e Oe PassaH,
PARA MESA
Oeuuinn di. Lavraui a fttKI rs. a garrafa.
Na merci-aria de Mau"pl Omreia 4 C,
(rara <# d'Kn o 16
RoyaJ Bltuid u.-iro VI1D0
Este i-ell-ntw Whisky Eseo-e pre
ferivel ao cognac ou agurdente de oanoa
p-ra fortificar o corpo-
Vende-se a retalho nos meibores arma
a-u8 da iriuHiailiit
Pede Hayal Blf nd marea Fiado
uji) DOtne e taabiasaa sao registrados pan
todo Brasil.
BKOWN.S d C, agentes.
Chapeos, chapelinas e grrros para Senhorss e
meninas a 5#0H0 que em ontra qualquer parte
vend< m a HidUO e a 15*000.
Grrnde sortimento de en mos 8 200 rs. a piara
Bic s b'ancus e de (ores de 2. 3 e 4 dedos de
largura, a 24000, 24500, 34000, 3*600 e 44000. u
peca.
dem cor de cierne, a 34000.
Porta-embrulbos americanes.
Invisiveia deuradus e prateados.
L ndos itques transparentes de 24000, 34000,
44<>00. 54i'0-) e 64000.
Lindas i uvas de arda de todas as cores de 24000,
24500 e 34000, o par.
Luvas de pellica a 24500 o par.
Enehova. b para baptisados, de 84000, 104000 e
124000 at 164000.
Cabellas e vus para noivas.
uspensorioa americanos, a 24500.
Oleo Florea.
Lindas pastas, a 500 ris, 14000 e 24''O.
IDM.
Lindos broches, a 24000 e 34000, um.
Lmha de machina n. 50, a 800 tis, a dusia.
Bicos de fil branco, a 24500 e 3.000 a pega.
Lindos bicos de cores, gusto moderno, a 34000
e 44000, a peca
Lindos Neos de cores com 3 e 4 dedos de lar-
gura. 44000, a peca.
dem oe iinho de -ores, a 24000, 24500 e 34000
a p.ca.
icos grip para correr babados, a 14000 e
14500, a peca.
liin'^i da aada para meninas, a aaaon di arras i
cr-s.
dem pura eenbara, a 24000 e 2*500, o par.
dem ei m paln as de mistanga e de seda, a
i-4500. 34000 e 34500, o par.
(>i a e bic s de vidrilhi, g^ste muderno.
Lmdas ri sat de vidrilho preto para enfeitar ca-
sacus e capas.
Contas lapidadas para enfeitar vestidos, gcans
da, faruasedoaM, paateadas e duoraslaa.
Mascaras oe m>.ssa, seda e cera.
C Hariahos e peit- s de teda para seafaoras, tra-
aando ama gravatinha tanatean de seda.
Fivellas de malla, ameriaaaas,-para calca e cl-
ete.
Pannos d.- crochet para ead ira, a 800 ris.
dem i lem p ra eot a 14000-
l'Mta dem pana eadeira ov brsr;o, a 14tM0.
Cortinad. 8 brne e tte saarb'. c.m 4 jardas de
compnment. a 164000 e 154000
Pann s dicrochet, cor de c.eu.e, o que raro ac
mercado, a 2ot 00, a par.
Tiii oBiuh a paia criaucas, de fuatc e cambraia,
bordados, a SJOOn.
Lmdas i) .uceas francesas, a 34000.
H rdad a ; 600 ra, 800 rs, 1*100, 14300 e 14500.
Para a quanaoi
Frsnjas com ftdcu de seda e viirilbos, o metra
a 1461)0
Goides e palaa>s c m vidrilh.s, 8 dedos de lar-
gura; o Metro ifS.
Col.rii.b putihns de Seloloide.
RA DUQUE DE .AXtAS N. 103
IUr>>H* dt MaatM
'
?pswtnrlt
**
IfflrH 1
BBSSSSSa>SSSBaS8S*l
MlintDO
______J
mm


Mario femanMiroSerta^ffira 6 de Abril de 1888
i
PHOTOGRAPHIA E PINTOR i
1. premias e medalha de curo na Expo-
sico de Berlim de 1886.
Medalha de prata, Exposipo Univer-
sal de Anvers, 1885.
1. premio, Exposipo Artstica Indus-
trial, Rio de Janeiro, 1882.
Diploma de Progresso e Mrito em di-
versas exposicoes.
Photographias artsticas em todos os
gneros, omellur que se pode produzir, re-
tratos a oleo, precos razoaveis.
Grande collecco de molduras e varia-
do sortimento de passepar-touts.

a
MEDICAMENTOS
i \km
m
?
B 1

MARCA DE FABRICA
es
as
as
ee>
JUHBEB
PREPARADOS E ESTLDADOS
POR
Bartholomeu & C. Suecessores
P\R\ USO INTERNO
PREPARADOS SIMPLES
*?3

|
es
Xarnpe de eJlirubeba, vinho de Jurubcba, piluLn de <*?
lurnbeba, extracto ci lunibeb s, tintura de lurubeba: _
PREPARADOS COMPOSTOS
es
S
Vioho de Fiiril?tcba, com iodttrelo de potassio, vinho fer-
ruginoso de Inrubeha, x*rope ferruginoso de elurilbeba, pilulas
ferruginosas ae sJiirubeba.
PAR\ USO EXTERNO
VI

i KELE8B PEEiSMASU IMLEZA
PREMIADA COM OITO MEDALHAS.
Os Perfumes The Crown" sao summamente concentrados.
Taaglewood, MatMolo, Rosa branca, Opopanaco
Eeliotropo ranco, Essoncia Boaquet, Flores do"
Maccira Silvestre, novo perfume, extra concentrado.
Estes sao os mclhores perfumes que rwfem, e venem-se em
frascos, tapados com rolhas privilegiada*,
Agua da Colonia Inglesa inis ir?:a. Agua d? Florida. Po Opalino para
o toucador. Eontlfrlclo em pasta do oereja. Sabor-uto transparente
ingrlcs dr. BMOiac1 qunlia .r\\ ratone'e Opalino. Sbemeles inglezes
aortirs da melh. r que Alcatro e Saboneta
Carbol co. Estoves "Sha | a:a 03 dente*.
'
de A i 37.
O catalogo Ilustrado envia-se rfttri a quein o pedir. As ordens recebldaa
.- de Londres Ferio promptamente
.ulas pela
THE CROWN PERFUMERY CO.,
_____Ko. i._______ 17?, Kew Eond Sti-eet, 177LONDRES.
CRAB-APPLE BLOSSOMS.
(Flores de Maccira Silvestre).
Df.buxo do nome de Crab-Apple Blossoms" (Flores de
Macelra Silvestre), a Crown Perkumery Compajy est agora venden-
do um do? perfumes mais fragrants e deliciosos que atJnoje se tem
produzido. A excellencia uniforme de todos os artigos, que trazem
comsigo o nome d' esta bem conhecida firma, nao requer commento
algum aqu, visto que os nosso* leitores estAo bem ao facto do sea
mrito excepcional Nao obstante isto cabe aqui dizer e chamar atten-
co para o facto de que o perfume "Crab-Apple Blossoms"
Flores de Macelra Silvestre) (totalmente diverso a qualqner dos per-
umes communs, e que de sbito nos traz memoria todos os suaves e
deleitosos ambientes do campo.Extracto do jornal" Lad Na Al.
Superior entre os perfumes da moda cVesta estacao 6 o chamado
*' Crab-Apple Blossoms (Flores de Macelra Silvestre), um per-
fume delicado de qualidade e fragrancia a mala subida. E preparado
pela Crown Perfumert Compant, 177, New Bond Street, a qual
em varias epochas tem distillado e apresentado ao publico alguns dos
perfumes mais escolhldoa e mais favorecidos.Extracto do jornal
*' Court Journal."
THE CROWN PERFUMERY CO.,
177, NEW BOND STREET, LONDRES.
nico Ag-iittj em Pernambu.-o: Ttie. Jusp.
tx
se
ce
ion
42
W-M?*?*,
/
l-^Jif
Im CJD*ClBCS[^MMSS!l;iO*HlSW.Tf KCHAUX i
ETCf m tatiliW.' T'Tpr fT W.'?"'. tT3g^SCKflWgES',j
l:njincJrnmi! ''"u"1;'' P V Mff
MOTA. Pan irl'tr r.r, cantraticotes, id acceitar as garrafas qui Vvzrtm incrustadas (W rldro
as oj'ir.-.-.s ; Vinho do E* Cabanes. Par, e
oore os re fu'os, KM (Je papef qve enrolnm o
garrJ ea mana dabiicat /%*,.. j0.
do D' Cu ^JJ^/Zf',.. ,. i
ese o sello da ganntiiL*' tu-v(t4
&.M.S.
a ass.
banca
rfj Uniio aos Fabr:c /;;.-s.
VINHO
DO
Dr Gabanes
MJABANES
O Vinho do X' Cabanes, submettldo
approva;ao Ua Acdouila c Medicina de
.:.ci:).) como um tnico
erjsrglco por encerrar os principios consti-
tutivos do Sangue e da Cu-nc\ que da ao
. e eii'.rgia.
Os sin' D" Trousseao, Curard e Vel-
pea.u, prufessoros da Kaculdade de Medicina
de Pars, o re^eitam todos os das com o
ir.elhor xito s mulhires enfragueedas por
excessosde toda '.s>eeie, Irabal/io.prazeres,
I tnstrua^So, edade critica e aiuamenteo
proloaoaiir. E' i'xtremamente eflicaz contra
o Faslio. Uii ,'[.$iocs,Dyspepsu,astritU,
Tontuna e Yertigens
Oleo Je efuriibeba, pomada de Jurubeba,"emplasto do
lurabeba. ^
:o:
Uniros preparados de ftirilfreba epprovados pe i Academia do Medicina,
aul risados pela Junta Geral do Hygi-ne Publico, da torta e recommendados p"loe
raeduoa contra as molestias do estomago, perda de appette, digestZes difficds, dispep-
sias, rheumahsmo agudo ou chonico, e tolas as molestias do (igadj,<. do bafo, na
diarrha chr'bnica, na hydropesia, as molestias de origens sijphiliticas, etc., 9ts.
25 annos de aeertacaO
ATTESTAM A EFFICACn D'ESSES PREPARADOS
CUIDADO COM As'faLSIFICAQES
Elixir a z&algaatnrx-BARlHOLOMEU & C. SUQCE3SORES
DEPOSITO GER\L
Era Ma |iharm -a c drogara
RA LAUGA DO ROSARIO W 34
D resoltados maravllhusea aos casos de A nema, rMorse, Paup-.risnw do sangue, Bsteri-
lidadcaas n.ulhcres, t'lrcsbrancos, I'erdas seii-. / .'.'prenuititrii, Emmagrecmento
geni, Tislca pulmonar, Febres tergls, intermlttontes. Palustres, Endmicas 0
Epifiemioas.
O Vinco do D' Cabanes, pola energa de sna acote con'.ial, desenliles as forras, activa a
drculacao do sangue e e milito rccuinmeudavel para as oonvalesccccas.
Fazceamros vmitos tSo Oequentes durante a gravidez, augmenta a secrer;5o da leiio nos
nulri. Unarjo vigor as criancinlias de mama; grecas a Influencia dos seus prin-
Jpios I asteas, 6 aonetanotnoa casos de Liabetes, AITerr.v, la t.-iednlla, Hvsterta, Epilepsia,
I:.. 'is;o c era geral. em todos os casos em que 6 preciso recorrer um to.iico poderoso, que
d ligo.- e restaure as forras dos doentes.
Como aperitivo substituo com grande vautasem os lquidos pernicioso:, cono ahsintho,
vernioulli, etc. E' um preservaivo apreciado pelos viajantes e marinliolros, como anli-epide-
mlco c antidoto da iebre amarella, Vomito c outras acolesttas tropicaes.
Deposito geral: TBOUETTE-PERRET. 264. bonleTard Voltaire. PARS
Depsitos em Pernambuco : FRAN M. da SILVA e c- e as princlpaes pharmaclas,
DE
WOLFF& C
N.4-BA DO CABGA*-N. 4
m
Veste multo conheeido estabeleeimen-
to encov(r>'r reapeitavel publico o mi
%-fti-iad i conipleto partimento de JOIA9
reccfsidas semprc dirrctamtsate do* melhn-
res fabricantes da fnropa, e jsi p iinam
pelo apurado gosto do luuudo elegante.
Ricos uderecos completos, !i.l< pulsel-
ras, alfinetew, volta* de uro cravejadas eom
brilhefites, ou perolas, anaeis, cazoletas,
botde e outros mtitos artigos propria
leste generes.
ESPE JALIDADE
;i.na reloglo de ouro, prata e nckelado,
para hom ns, seuhera* eme nios dos tasis
aeroslitiidosi fabricantes da Eurapa e Ame-
rica.
i'aca todos os artigo desta caa garan>
tc-st> a ba quali-iac, a xim como a moaci-
JavSe nos precos que sfto srm rempeti ca
K'rsta casa tambem conccrt-s quaS-
quer obra de ouro ou prista e tambe ni rolf-
gom de quolquer qualidade que seja.
4-Rii do Cabug-4
3
i%

_ VI F* ros msio no paseo noe ^HSk
f^S> Elixir, P6e Pasta dentifrioios r^S|
PP. BENEDICTINOS
l|MD|A Pelo Prtor
O /OPUrreBOURSAUD
da Abbadia de SOTTLAC (Gironde)
DOM MAGELONNE, Prior
2 MEDALHAS DE OT7EO
BrunlUt U8> lolres 18M
A mnH elevadas reeoijn'>taii.
INVENTADO
O AS SO
O uso iiuotidiano do elixir
Dentilcio dos U. P". Be-
nedictinos, com dose de algu-
mas gottas rom agua. p.3vem
e cura a carie dos lentes, em-.
Iiranoueccos.fortalecendoe tor-|
nando as geasivas perfelta-
meiil
Prestamos um verdadelro
servlco,a<>lgnalando aos nossos
leitores esto antigo e utlllsslrno
frcjiarado, o methor eura-
iro e o nico premercativay contri
AffeceSeK dentarla*, t
Casada fondada em 1807
Agente O C O I 11 Hal 3 "DE HOfloraiE. 3
Geral: 9 stsVVSI Ulll BORDEAUX
Aoh*-se em todas ti bou 'erfumeria; Pharmacitt
a Drotaru.
aaaaaaaaaaaaaaaaaaawaaaamaaaaaT~ >
grageas de Ferro Rabuteau
Laureado do Instituto de Franca. Premio de Therapeutioa
0 emprego em medicina de Ferro Rabuteau baseado na Sciencia.
AsVerdadeirs Grageas de Ferro Rabuteau sao recommendadas nos casos de
Chlorose, Anemia, Plidas Cores, Cormentos, DebUidade,Esgotamento, Convalescencia,
Fraqueza das criancas, Depauperamento e AlteracSo do sangtte em consequencia de
fatigas vigillias e excessos de toda a natureza. Tomar 4 a 6 grageas dor dia.
Nem Constipacao nem Diarrha, Assimilafo completa.
Elixir de Ferro Rabuteau recommendado as pessoas que nao podem engulir
engulir as grageas. Um cahx de licor aos repastos.
Xarope de Ferro Rabuteau especialmente para as criancas.
3 U2i Urna explicado detalhada acomotnha cada frasco.
1 Exigir o Verdadeiro Ferro Rabuteau de CLIN & Cia, de PARS, que st
L_ eneontra em casa dos Droguistas e Phartnaceuticos. ^
Mili ilf Mi! i
FORMULA
ANGflLINO JOS DOS SANTOS MDRADE
Approvada pela Inspectora Geral
da Hyg-iene Publica do Rio de Janeiro em
20deJulhode 1887
Esle depurativo de grande cfficacia as molestias sypbili'.icas e impu-
reza do sangue. Para maior garanta da eficacia deste medicamento, publicou-
se grande numero de allestados de alguns Srs. mdicos residentes nesta
provincia e de muitos catalheiros que teem fcito uso deste depurativo, em nu-
mero superior a 300; nolando-se 50 pessoas que se curaram da terrivel beribe-
ri com esle poderoso depurativo.
0 uso deste Elixir muio recommendado no tratamento geral as mo-
lestias das senhorase a prova est no bom resultado que tem oblido aquellas
las Exm". Senhoras que delle tem usado.
Os adultos tomarao quatro colheres das de sopa pela manhae qualro a
noite. As cranlas de i a 5 annos tomarao urna colher p".la manh e outra
noite, e os de 5 a I i annos tomarSo duas colheres pela manha e duas noite.
Oevero tomar banhos, fri ou memo pela manh e noite. Resguardo regular.
Encontra-se venda na drogara dos Srs. Francisco Manoel da ?ilva
t C, ra do Mrquez de Ulinda n. 23 e phaimacia Oriental ra Estreita do
Rosario n. 3.
MAIS CONHECIDA
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Mundo enteiro
PARA CURAS
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sem nenhutn otttro medicamento e sem temer accidente.
PARS 7, Boulevard Denaln, 7 PARS
Depsitos em Pernamhuc : FRAN- M. da 8U-VA & C'\ e as princlpaes Pharmaelaa.
"Itawa
25Rua de Malhias de A!buquerque2S
(a liga m das Flores)
DE
IXEMENS KUGLER
SUC( ESSOR DE
Otto Sclineider
Tinge e ropa m a maior pprfei-^o toda a qualidade de estofo e faeendw
,B pe^a ou em obras, ct.apos de feltro ou A* palha, t 6fo dM f e ndas; todo
o trahalho feito por ra'io de rrachinir-m aperficoc! >, t h onbejido.
Tint prota as t rcs e sextas-f iras o de cor e lavageai todos os oas.
ADMIXISTRAgO :
PARIZ, 8, Boulevard Montmartre, PARIZ]
PASTILHAS DIGESTIVAS fabricadas em
Vichy com osSaesexirahidosdas Fontes. Sao |
de gosto agradavel e a sua accao certa con-
tra a Azia e as DigestSes difflceis.
SAES DE V1CHV PARA BANHOS. Um rolo para um banho, para as pessoas que nao podem ir a Vichy.
Para evitar as imitacoes exigir em todos os productos a
MARCA X>A. CX1MP. X>E VICHV
Em Pernambuco, o Producto cima chio-M em can de SUUZER KOECHLIN,
35. rna da Crtli: Aun. LABILLE.
MALT1NA
Extracto de trigo, cevada e aveia germinadas
FraparadD pela Maltine MannfacturiDg Co Limited 24 e 25 Hart rtreet Bloomsbary
Londres E. C
Approvadas pela junta de hygieoe da Corte
A MAL'l'INA equivale a 30 vezes o seu proprio peso em diastase e de 3 a
6 vezes em poder diastosico a qualquer outro preparado deste genero.
A MALTINA tem merc-cido 6 ra.?dalhas de ouro em diversas exposicoes e
tem urna aceitaSo enorme na Europa e nos Estados Unidos tanto que foi preciso en-
corporar urna companhia com grandeB capitaes para sstisfazer o consumo sempre
cresceote.
Cbatsa-se a attencao dos distinctos medidos desta uidade para os impoitantes
preparados da MALTINE Manufaoturing Compaoy. Todos os productos medicamen-
tosos sao mais fcilmente assimilados em combinas3o com a Maltina, anda mais sito
evados a torren'.e ciroulatoria e promptamente sao absorvidos produaindo effeitoi-
mmediatos.
Lista dos preparados
MALTINA para.
MALTINA pepsina e pancreatina.
MALTINA phofpbato de ferro quinina e strychnine
Oleo de ligado de bacalbo com Ieite peptonisado.
Oleo de tgado de b-calh*o com leite peptonisado combinado com hypophosph:
t.o de soda.
Extracto de carne' peptonisado.
Alimento soluvel destinado a obviar j necessidade de digerir leite de vacos.
O leite contido neste preparado est digerido previamente pela pancreatina,
Veutie-se na pbarmaeia Central
38 Ra do Imperador 38
PERNAMBACO
#gwv;"%
000 Dooz
t* carados de
D aptros, Chavos
Virus, Ulceras
PELO
DEPURATIVO CHABLE.
jta todas as fbaraacias i* Daiversa
Onde te encentra gratis a
Noticia Cuable.
36
^e Viv\e^e
CHABU
?AR/S
'r euridfls de "9
Gonorrh a, Flores brancas,
PERDAS SEmiHAES,
Esgotamento, etc. te.
CURATO DE FERRO CHABLE
Em todo* as boas
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Tecidos de pbantasia para vestido, a 200 e 54U rs., o covado.
Setinetas, idem, o que ba de mais novo, a 240 a 280 rs., o dito.
Renda da Obioa, branca e(de cor^s, a 240 e 280 rs., o dito.
L28 modernas, a 320 e 360 ra o Nansoes de c8r.-s firmes, a 10 = 200 rs., o dito.
Merinos dff efires, duas larguras, a 500 rs., o dito.
dem preto, a 800, 10000 e 10200, o dito.
Setins Maeo, preto e de cores, a 800 e,10000, o dito.
Casaeos prctos para senhora, ricamente enfeitadus, a 250000 e 350000.
Mantilhas brasileras, a 50500, urna.
ckfl pretos e de cores, a 4000, 5000 e 60000; sao grande.
Tapetes avelludados* liodissimos, a 120'XH) e 160000, um.
Para as Eimas. nolvas':
Grinaldas o veos de seda, a 900 e 120000.
Colchas de crochets, ricas, a 90000.
GuarnicSes de dita para sof e cadeiras, a 80000.
Loques e espartilbos baratis9mos.
Setins finos, a 15000 e 10200.
D^mascs e pop-lina branca, a 900 e 10400, o cova:.>.
Guardantes de lin.ho, a 20000, 30000 e 50000, dua
Atoalbadua bordados, a 10200, o metro.
Pecas de esguiao para casuquinhos, a 40000.
MuUpolao americano, a 6*00i', 24 jardas,
dem p-l!e de ovo, a 60500, 24 di's.
Algonas sup-rior, a 30000, 40UOO e 50000.
Completo sortimento de cas.'ini'hs.
Chevi. ts preto e azul, a 30000, o ecva.do. ^^
C sen-iras de efires para nostarues, a 20500 e 30000.
Camisas iglezas para homein, a 360000, a dtizia.
eroaUa bordadas, a 120000, dita.
Lencos e lindi* oaixinhaa, a 1*800 e 30000, a d.ta
Meias ingl-aaa para hornern, a 0500, 30000 e 00000.
E muitos artigos que se vendm com granas abatimentos.
As vendas em erosso teem o descont da prfto.
>. O el A E
Pereira .& Magalhes
SUCCESSORES DE
GmlH&G.
de Caxias 5



59 rna Buque
MME/adopeJ* laspoctor:* rtdeHygoe ao Imperto iMSi
s do Estmago, Dyepepsia.
Anemia, Febres,
Tremi
de 16,600 ir-
Cl.AROCHE Pharm*outleo
O Ouiaa-Laroche nao i um qua.qutr FW^.pri*
de OURO
PARS, VIENNE, NICB, etc.
resultado de trabalbosjto
ferruy*"*9*~
^m a%WaWamm
WawaaawWaTaMaaaWaaaaW


H
Diario SdJtfClAS
A rede das vas frreas da Eu-
ropa e as consirucccs recen-
tea
0 ministerio da* Obras Publicas destrt-
buio ha pouo* das liuhas frreas na Europa en fios de
1886 e da extensSo das diff r-ntes rede
europeas. A adustria da constru jo das
vas frreas contin* em aciividade no
continente europeu, coraquaoto era alguns
paizes, aquelles qu- tira-r-m a iniciativa
deesas grandes obras em 1840, essa indus
tria se a BC ainda muita* das-ferrea8 Da Europa oe
cidental e curtid, dev.-se-lhe attribuir a
causa, em mxima paiio, a ^onsiderajSes
estratgicas, e nao a considera j8es com-
njerciaes.
Os preparativos para a guerra tambera
prestara auxilias 3 coras au pz Assim
como as primeiras estradas, as dos Korau
nos, por exemplo, fram obras militares,
assim tambera os ltimos laminhos de lir-
io ti verano por origem pensainentos belli-
cosoo. As antigs e opuleot -s najSas eu-
ropeas que nao nutrem nenhura designi
guerreiro, a Gran-Br--tanha nomeadamente
e, (m menor escala, a Suissa, a H .llanda
a Blgica, quasi nao c raslruem mais vas
frreas.
Em seu conjuncto, a rede europea apre-
sentava, a 31 oo Dezembro de 1885, o des-
' envolvimento de 195.371 kilmetros; as
aberturas ao frafego das linhas novas em
1886 tslevaram esa; total n 201.537 kil-
metros; o que representa o augiueato de
6.166 kilmetros ou 3,16 "/ lato pou-
co relativamente .aos ex-geros americanos,
bastante, entretanto, pelo menos cjoo re-
Iaj2o aos quatro ou cinco paizes mais adian-
tados, para as necessidades reaes de cora
mnnicac&o.
Tres psizes da Europa tm mais de
1.000 kilmetros de vas frreas: a Al-
tmanha oceupa o primeiro lugar, segu-se-
be a Franja, e era terceiro lugar vera a
rran-Bretanba. V se qu^ rsta nao tem
enviado o menor esforjo psia conservar o
primeiro lugar, que por tao longo lempo
oecupou'quanto extensm da rede frrea.
E verdade que a superficie absoluta do
Reino-Unido representa quando muito as
as tres quintas partes da superficie da
ac ou do imperio Allemo e que, alm
i, a extenso das costas, perraittinio
activa cabotagem, ahi maior do que nos
aeraais paizes europeus Nao obstante nao
essa k principal causa da abstenso da
Inglaterra era materia de construccSo de
viaa frreas: ella nSo tem plano estratgi-
co e, no ponto de vista commerdal, est
quaB satisfeita.
A Allemacha oceupa pois o primeiro lu-
gar quunto extenso das vus-ferreas.
A 31 de Dezembro d-i 1885 pusauia ella
37.527 kilmetros contra 32.499 kilme-
tros qu tiohi a Franca e 31.079 k lome-
tros da Inglaterra.
A 31 de D.-z-mbro de 1886, a redo al-
lemS somma 38.422 kilmetros, contra
23.315 kilmetros da rede francesa e
31.375 kilmetros da rede britauniua.
Jonseguintemente no anno de 1886 Alle-
manha abri circuUjao 895 kilmetros,
a Franca 846 o Giau BreUuba 296 nica-
mente .
A Alleinanbt e a Faane;* couaervam a
mesma differeuja ; A IugUWra, pdo con-
trario, consente de bi meute que s duas
rivaes do continente ganbem terreno. A
rede allama augmautou, em 1886, do
2,38 /, a franceza 2,60 /. o que um
pouco mais, e a roae bntaunica apenas
0,95 /..
A Allemanb acht. se eui oondijoes es-
pecialmente favoraveiB para a cons.rucjo
ae vias-ferreas. Em primeiro lugar, quasi
n&o tem divida publica, assim livre d"ssc-
peso esmagador de lautas nac.3 is, princi-
palmente da Franja, da tem m 3 lber
dade para emprehender novas despezas.
Em segundo lugar, encontra barato quasi
todos os elementos para construccao das
estradas de ferro, nomeadamente o ferro e
a mo d'obra. Alm disso, o paiz, pelo
menos na parte septentrional, offereoe
ra&ior exfnsao de planio-.s do qm a Fran
9a. Einfim, a populajao sn Jo ahi mais
densa, cerca de 90 habitantes por kilome
tro quadrado, en lugar (Je 72 em Franca,
a prodcelo consistiudo principalmente de
productos que 00cupara Urg> espago, o
trro, carvao do pedra, raioeraes de todas
-as especies, betterraba-, ote, etc., na-
tural que a industria das estradas le ferro
ahi en ontro elementos propicios B-una-
so a isso a preoupicio estratgica, que
domina absolutamente o govi-rno allemSo
e comprehender se ha a extenso da rede
germnica e os ann-xos que constantemen-
te silo abertos.
Exaininando-se as novas linbas allem&s
v se qu-, em 1886, a rede da Alsacia
Loreua, a qual era de 1 347 kloroetros,
elevou-se apenas a 1.350, o que represen-
ta a constru;$2o de insiga ficante ramal.
No gr&n ducado tos .o trafago 10 k-loinetroa novos e no
r/alatinado bavaro nem uro s .
Mas no norte, descobrese certo numera
de novos trechos na direegao de C lonia,
na margera esqu-rda e na margem dire.ita
Na Ruasi* oriental, na provin-ia de. Casen
a na de Breslau, tres provincia vioinbas
da fronteira lussa, as construcjSfS foram
muito importantes.
A Franja, durante o anno de 1886, abriu
ao trafego 86 k lometros de novas das
ferras. isto 49 k lometros menos que a
Allemaoha. A Franja aoha-se em condi
j3ea mui.o maia -Jesfavoraveis para enteu
der sua rede da estradas de tarro : enor-
me divida publi a que imprudente aug
mentar, cueto relativamente elevado de ma-
teriaes e de mi de obra, mediocre den
sidade da popuUjfto, producto de objectos
tndo muito valor sob pequeo volume,
etufim muito maior desenvolvimento ds
costas e dos ros navegaveis on de canaes,
do que n&o di>p3; a Allemauba.
Eis porque, sob o ponto vista comraer-
cial, devoremos restringir nossa3 construc
^5-s de vis-ferreas, reduzil-as a 300 ou
400 kilmetros por anno, estb- lee I-as,
tanto quaoto possivel, le bitola estreita,si
n*o quiz-rmos que as fi'ianjas fiquem se
riuinente comprometidas.
Qaanto s prcoccupajSas estratgicas,
podesse-lhes dar satiafajao sufificiento es'.o-
hend. bo trajado pra as novas linhas.
Cora effeito, poucas s!lo as linhas aber
tas ao trat'ego, dur >nte o anno de 1886,
que t n importando militar. Nos 846 kil -
metros augmentados nease anno rede
frrea, apenas ha 153 na regiRo Bate o
-erca de 50 no Norte, n eates quasi total
mente de estratos de ferro ec-nomicas
Os quatro quintos das novas linhas pare-
c-m, pois, n > representar nenhura inte-
resse entrategico e, como n&o off-T-'Cem
qu-isi nenhum interesse commcrcial, seria
de bom conselho limitar quanto possivel
essas dispendiosas constru -c3js. E' no
Oeste principalmente fi t mb-.Mn no Cen-
tro que abrimos lioh >s ; assim que a com-
panhia de Orlins *m 1886 abriu 273
kilmetros ao trafjgo ; a rede_ de Estado
144, todos ao O* ste ; a companhia do 0--a
te 63 ; fioalmenfj, entre as itradas de
ferro econmicas, encontramos tambera cer-
ca de 50 kilmetros no OstJ. Imp>rta
isso em diz -r que. si continuamos a gra-
var directa ou indirectamente o orjamento
oom as constru:c3-s de viaa frreas, a
preoooupijlo estratgica pouca influencia
tem exeroido.
Desde q te "asa preocupajSo tSo io-
bignifijan'e com relajeo ao desenvolvimen-
to da nossa rede farrea, seria conveniente
li ..it r despez 9 jU?-8.
O R ino U i lo d nos expropio digno de
o seguirmos, n5o co pletameote, mas at
certo ponto.
Aos 31.079 kilmetros que p^gaia fa
18*5, apenas ceresvntoa 296 em 1386 ;
isto ceres daterja portado que construiu
a Franja no raesrao anni. Nesses 296 kilo-
metro', 135 cha n se na Inglaterra pro-
priaraente dita, 64 na Escossia, 9< na Irlan-
da que era e ainda mediocremente pro-
vida ce das frreas, emfra, 5 na ilha de
Man.
As tres ontr.ta grandes potencias euro-
peas, a Bissia, a Austria-Hungra e a Ita-
lia mostraran! se b .atante activas em 1886,
com respeito ex', na > de auas respecti-
vas vius ferr-as. a Busaia accrescentou
1.206 kilmetros aos 26.492 que possuia,
de modo que, a 31 de Dezembro de 1886,
tisp3 < ella de 27 698 kilmetros.- Foi ella


t'LHillM
TESTMEKTi] 7E1MELH0
ro
XAVIR DE MONTEPIN
PRIHEI ? A PARTE
.FADADD3 SALSUSIRQS
(Continuaj2o do n. T7j
XXXIII
E' por isso que quero f*zar de Mar-
tha OrunldufQp o ir.ais u'il dos instru
montos, a aa'n poierosa daa alvaneas.
Lembra te d^ nossa conversa nos campos
de Joigny... O quJ "i pensava ento,
peno-o ain a boj*... O que ao orto
essa tal condessa de Cbatelux ?
Urna grande e honesta dame, como
dizia o >e aesBranidoM.. E' vjuv, ado-
ra o filho e viv aiut 1 retirada. O con-
de de Ti. nn-ri.ux, ioeu ex p>trA con
Bt-grava-lhe grande respeito e amizude...
Fromento I f
O fiibj?
Sim.
Uu; rapas encantador, segundo ra
OiEseram rce'go o ti mido coo* moa
ucnztlla... intetlig ote, tr..b..l!j.idor, mas
ae sau hj muito daucads.
E O pai ?
E' empr-gado.
Erapregado ero que 1 do Est.do ?
lie aiguma casa particular ?
Ignoro o... Eo obrefn certam^Bt,
rauito de propjsito a!guma cousa n viJt
'.esse luiuem. N3j pude obter sobre elle
seti3o iufjrit.kifiyj 'g'-'j in-onpl-t
ie.iorias. .
Que especia de multar a Sra. La
barre, a duva do advogad) ?
Urna sujei muito A vertida, que,
depcia de r feito o marido muito infeliz,
arranja se tomo podo na viuvez... Niuse.
resolve a esvelbeojar, ou antes, julga-se
com a maior boa ( deste mundo, sempre
moya e sempre bella, e do factj ainda,
acnao joven, pelo menos bonita... Fila-
le muito delia ; certo que nio se por-
ta bc.u. A OU.p ubi-. V S U filO p>
redi-lhe inco unot-, e vista disto ani
mou muito a o ajlo do rapaz para a c r
reir ecelesiastic > se q ie existia nello
eesa vocajS >.
Onde est estu'ando o fu uro abba
de T
- No gran 'e seuinario de S. Sulpi
ciu.
Ser sera dudta dtffi 1 ofcegar a
08se. .
- B-ceio at que aej > ivpossivel. .
avtnturou PaScal.
-- Dixeae disso I Nao ha uda rapos
sivd para ^uc o qir... Vamos aos outros
tres.
O filno de Fulgencio Duveroay of-
fiiial 'apoeiro. E' um rapaz de genio
irascivel e de carcter desjrdeiro. Aps
urna diacussao, abanlonou a :asa paterna,
onde nao recebeui noticias delle ha caneo
ou seis mezes. .
- Eoto nlo sabes onde est agora ?
- Ni, mas julg pouco provavel qu-
sahiss^ de Pariz, ou te com mais faciliiale
do que em outra qualquer parta p ie vi-
ver di, seu officio.. Com algu n tibalbo
p te -se encootral o. ..
E depois ?
vamos ao filho do riegodaote Julio
Biulenois A voz publica sffirraa qu
um malaadro da peior especie, umfreqaen
taiur de cortijos e d- baih-s das b .rrei
ras. O 8-u honr-do p pol-o na ra e
nao quer nem maia f-llar nelle. Nao se
sabe cumo e de que vive. Tenho bcra
fuutt.dos re.eios de que beb?sse o valor
da mu ialha era algu na tasca.. .
Diabo I isso poded < cansar-nos siios
ercbarajos ..
- Entret."to preciso contar com isso;
que, de modo absoluto, coustruiu mais es-
tradas de ferro no ar.no aotepassado ; suaa
conatrucjo^B representam cerca di quinta
parte das constru-';5d8 de vias frreas eu-
ri.p-s em 1886, sendo o total deaUs.......
6 166 kilmetros.
Masa Rusaia imperio vastissimoe ain-
da est muito atrasado. Fossue meni r ex
tenB&o de vias-f-rreas do que a Allemauba.
a Franja e a Inglaterra, as quaes, com-
paradas bada qual de p r si a esse colos
e', parecem um anao junto a um gigante.
A Russia o apeuas as principaes arto-
ri*s indisperjaaveis para um trafego priraor-
aial ; faltam-lhe aao gmente aa arterioUs,
mas tamb-m muitos gran les entroocameo-
ioi iodispensaveis a um commer io regu-
lar ; nio nos rrt-rmos j aos movimenros
militaies r .pidos. A maior parte das linhas
abertas em 1866 seguera camiebo da Asia
e jan da Eumps, como se t nos 365 ki
lometros de Ek teiineruburgo a Tiu-nen ;
os demais 343 kilmetros acham-se na Fin-
landia. Quando se diz que a Russia amea-
ja a Allem-nba ou a Austria, na verdad
paree* que se presta por derods ouvidos a
boatos infuudados nilo atteutando devida-
mente para es* f-. tos reaes. Era sumraa,
os 700 k lo metros eroprehendidos na Finlan-
dia ou na regule de Ekuerinemburgo na
parece t-rem silo concebidos sob a infri-
en ia de pl-ao estr.-tegi o agressivo.
A in-lustria das estradas de ferro ainda
toma vast' campj explorar e por longo
tirapo no imperio russo.
Com effeito, p e-se ahi no simples pon-
to de vista prodetivo, duplicar em 12 ou
15 aonos a rede actual o el var os 27.686
kilmetros hodiernos a 55.000 pelos me-
nos.
Ao envez disso, a Austria-Hungria e a
Italia se consultarem aetis ioteresses fioan-
ceiros, dos quaes muito se devem oceupar,
lariam prova de alta prudencia diminuindo
as constru (.5 s de suaa estradas de ferro.
Objeetar-ae ha que a Austria Huogria j
enveiedou esta Benia porquanto, em 1886,
apenas conatruio 699 k lometros, tendo nos
anr.' 8 precedentes augmentado sua r-'de
frrea com o dobro ou o triplo da extenso
construida em 1886.
Possue actualmente 23.39) klometros
do estradas de ferro ; si essa rede sus
ceptivd de extenjao rdativamonti super-
ficie e a popul'jo di imperio, rauittssi
no sufficiente para a su i riquez t presente:
a Austria-Hungria uJo bistante rica para
esbanjar dinheiro afim de imit r a AJle-
raanha e a Franja. '
Maiorea raaOs tem a Italia para abster-
so de ex: -saos as construcjS-a da parra-
das de ferro. S.-u orjamento aecusa -de
novo um dficit,yi o seu interesse exige f-
zel o o de8appr^;er o mais breve posBivel;
al u disso, ella djpSo de grande extenso
de costas e a caboUg ai lhe lo fcil que
pie, sem prejuizo econmico, contentar-
se com orna rede frrea relativamente me-
nos extensa do que as das outras grandes
potencias. Apezar disso abri ao trafego
822 novos k lometros em 1836, o que ele-
vuu sua viaeu frrea a 11.178 kilme-
tros.
Livre-se ella de imitar o pl..no Frejr-
cinet que tanto contribu > para deteriorar a
explendida 8tuae3o fioaneeira da Franja.
A Heapanba fin quati as mesmas ra-
aSoipara mostrarse circunspecta em ma
teria de constru jo de estratas de ferro.
Possue boje qu.nto lhe b-sta ; disp5- de
vasta extenso de costas, um orjamento
muito melboradu, mas bem precaria ainda.
Todas as suaa companbus de vias farreas
estio en ms circuinstancias, e do apenas
dividendos de 1 1/2 a 2 /; seria de bom
eonselbo corar de melboral-aa em vez de
construir nova linhas frreas. Em 1886,
a Hespanha augmentou sua rede om 126
kilmetros, elevando-a actualmente a 9.309
kilmetros.
Portugal, que boje revela vida e activi-
dade notavers, segundo se v do relatorio
do ministerio 'das obras publicas, parece
0S0 ter construido nem urna estrada de
ferro em 1886 ; contin <, pois como os
1 529 kilom-tros do auno procedente. Isto
oob admira, porquanto Portugal muito
enprehendedor e tem rauitas estradas de
ferro em estudo, tlvez demais.
Tudo lhe corre de fej38 ha dous ou
tres annos.
Abstenha-se, por n, de ter de desenvol-
ver exe88va vas, porquanto poderia comprometter bu^b
finaojas qus se tem reerguido e parecen),
salvo o exriesso. de confiaoja, poder torna-
rera se florescentes.
Voltemos para o norte, a Bclgica entre-
gou ao trafi.o 129 kilmetros em 1886, o
qie tlevou a 4.532 kilmetros o total de
sua rede terrea. Os Paizes Baixos e o
LuxraburgO constru, ara 71 klometr.s em
1886, e possuem boje 2.875. Na Suecia
e na Noru-ga, paizes de enorme extensSo
o de populajo pouco densa a iniustm d>
cocstrucjSo de estra las de ferro muito
activa : abriram ao trafego 388 kilmetros
em 1886, o que elevou a rede sueca-no
rueguense a 8.839 kilmetros. Assigna-
laremos que nesses paizes obteve si eons
tru jao de linbas f-'rreas p;lo minimo
prejo.
A Dinamarca, pequeo estado, mas mui-
to florescente, saiiafas se com a bu* rede ;
em 1886 apenas constru- 23 kilmetros e
possue actual,ueatj 1.9ti5 kilmetros de
estradas de ferro, exteojo bastaute eonsi-
deravel para os 38.208 klometros quadra.-
dos de sua surperacie, atteudendo-se prin-
cipalmente grande extenso de costas de
uU ; dispo:.
A Suissa imita a Dinamarca e p lose
dizer que nao construe estradas de ferro:
ap-nas 30 k lometros era 1886, o que ele
vou sua rede tarrea a 2.788 kilmetros.
E' sabido que as estradas de t< rro da Suis-
sa mediucre prosperidade apresentam.
Os p -qu -nos paizes, novos ou renascen-
tes, do Oriente europeu, nao podem cur-
v'ar-ao a esse rgimen de abstinencia.
Entre elles as obr.-.s da civilisajo
acham-se apenas esb jadas. A Roumania,
que cceupa o primeiro lugar, e elevou sua
rede a farrea a 1.940 kilmetros, tendo,
em 1885, construido 286, kilmetros. A
Sorda qmsi duplica suaa buhas: em 31
de Dezembro d 1885 tinha smente 244
kilmetros de estradas de trro ; no anno
geguiote acereBcenta-Ihe 199 ,k loaetris e
a 31 de Dezambro de 1886 possuia 433
kilmetros de linbas frreas.
a Rumelia,
obsta poderem ser entregues ao trafego
linhas tSo interessantes que devem loar a
rede ottornana dos novos Estados b-lkt-
nicos.
Nao esqueceremos a pequea Gracia.
Revela muita actiddade; tem muitos pro-
j -ctos ; talvez fojse conveniente aconse-
Ihar-lhe alguma moderajSo.
Era 1886, innugurou 137 kilmetros de
linhas frreas, a 31 de Dezembro desse
anno, possuia 515 kilmetros. Eprosegue.
Em resumo, os citados ricos, a Ingla-
terra, a Franja, a Allemaoha, a Blgica,
os Paizes Biixob, a Suissa possuem rede
de estradas de f ^rro quasi suffidaotes para
suaa necessidades aztu.es ; devem aug-
mentbl as com muitissima circumsoejo.
A Austria-Hungra, a Italia, a H*spanha
e Portugal podem estender mais ampian-
mente seu systeraa de viajo frrea, po-
r u, razo-s financeiras Ibes aconaelbam
certa seserva ; cuxpre n3o oberar-se quan-
do se dispS do instrumento principal. Os
estados scandinavos constituem um muan
aparte. .\ Russia, os paizes balkmicos, a
Turqu 1, a Grecia, lera m-loores razSes
para estender su s linhas frreas, mas para
alcanjar esse deideratum, oecessario que
esaes paizes p,ss,,a g -zar de p iz durante
meia duzia !e aonos, pelo meis.
Paul Leroy Beauliec
L!TTRATUa'
A Terra > de Emilio Zla e
< lliuuem o de Alilizio Aze
vedo
j.e.i.i cora j puit'ij fechado, ludo seria tao
fcil I... ,
Sor entilo npossivel adivinlnr o
sitio em que o coqaie escondeu os quatro
milhSes e oitocentd\ mil francos? pergon
tou Pas al. Jt
Oh j submi^i em v2o o ueu espi-
rito tortura repicou Jicqnes, pegando
na medalha de ouro, en onttada no cofre
do Sr. de Th mneneux. Por itais que que
b.re a cabeja.. por ttais que interrogue
esta raedalha... nao consigo n-ada 1 na
da nada I. Em urna das f*ces estao
givadas tres palavraa siiperpostas :
DES
A Turqua, a Bulgaria e
acham se estacionarias o representadas pelo
algariamo de 1.390 k lorastros, sendo 224
na Bulgaria.
Os annoa de 1887 e 1888 exerceram
influencia nota i nos estados balk inieos,
porquanto a junejo entro as estrada de
trro servias e as ferro-vias ottomanas
ficto quasi consumado ; depende no.ic.a-
mente de um a-cordo diplomtico o poter
a locomotiva circu ir de Parlz ou de Ce-
lis a Saloni a e Constantinopla. Desgra-
jadamente o estado prej^rio da Bulgaria

%
SETLMA
A COXiAE
O que deve- significar : u pnincipiar da
aeti.ua... Mas que satina?. Dju Co:n
o nariz n'um muro, que irapossivel tra
vessarl.. Obi este problem t I. este
problema, atrs do qu lest a tortuca...
como resolvel-u ?..
E Jaques L'igarde, metanlo a cabej..
entre as maos, upertou as footes como s
as quizase escg.lhar.
XXXIV
Em sumiua, o (,u que decidimos T
perguntou Pascal, depois de um roo.neo
de sil ocio.
Jacques ergue.u a cabej.i.
'Euconti aste alguma casa para
rarmos ?
- En ouirei.
- O que vem a ser *
i. Mire nao tr-balba, dorue qui e alli, e
.- por milagro dX-J tem silo egarra i > pela
polica. .
Em resumo, nao tero lom'cilio.
Est cUru.
- Alda um qu- ser preciso procurar...
Sid, mas ess lia de se achar, pro-
curando bem .
Aeabamos 'le puvr en revista os
as, con paiisuidore d.- cio"0 me lolhas.. E o ul-
timo, ou antes, a ulim ?
E' a tilha natural de Prius Bertbi*r,
residente em G-mb ., s lujo casada, se-
gundo par-ce... A rtspeito desta faltara
w informaj3e8.
Ha de ser oocassaria urna d.gem
Suissa... Ah fiabas razao, tar.-f ha
de ser p-sada Alguem menos resoluto do
qu nos reuuaria desanimado... Se aquelle
maldito volume nSo fosse roubado da bi-
bliotbeca, cuati
IDO
Una casa particular na rui
Miro-
m1 suil, que me parece reunir a condijSis
desojadas. .
Est para veaie: ou ulogar T
P-ra vender.
Mobiliada ?
Nao.
O prejo 9
Duz-utoi o viole cinco mil fr reos...
Naquelte pouu de grajt. .
Duzentos o vinte e cinco mJ, e cin-
coenta mil p.ra a mnbil a f.ziu duzentos
e setenta e cinjo rail ; coa etenta o ciu-o
mil francos do Pequeo Castell, BJmina
tr^aentoa e cincoenta e cien rail franco*.
Sobr
arn-iiuS, pois,
duzentos e sessenia mi!
Jacques, bateodo na oais de quinej di
francos. E' o sufficiente pira esporarmas.
S mu contar ob trooorartOl quo bSo de
uugar so Dr. Thompson os sous ilo-ntee,
disse P.scal rindo se.
- Caso elle os venha a ter reiar-
guio Jaiques, rindo se tambera.
Ha de tel rij^faranto, se daixare a
cousa por micha | ^ta ... Nao te pejo
para quo os jornaes
IDauJ.u tu io uu>u.j La do .^elhjr em a-
riz bater porta do muito sabio e Ilustra
do doutor americano.
Confio em ti para o aasumpto chama-
riz. ..
Fica descansado, c urna especia-
lidad-:*. Com que e tao co opramos a casa
da ra de Miromesnil ?
- Vamos vela. Quaoto tempo ser
p eciso para mobilial-a ?
Apenas oito dias. En Pariz fui se
tudo depressa quanJo nSo se olha s des-
p zas. ..
Pois b>m, dontro do cito dias o Dr.
Thompson f-.r a sur. ent ada triuraphal
em Casa. ..
Os nossos primeiros plano3 soffrero
alguraa modificajlj ?. Em que tica a
casa de jogo dist^rjada, de que tinhamos
fallado?. .
Nada de casa de j>go f... Temos
agora proj'ectoa mais elvalos Nao o,
nao devo ser sen2o o Dr. Tnoop^on 1 Da
r i rauitas r--cepj8 8, r.ssi preciso. .
J.ig.r-ae-ha corao se j >ga em toii a p^r
te, mas sera ladroeira Quando se tem
por objectiv-o milhS-s, u,u;. aaaatra dedi-
car-se a mesquinharius I. Vamos j
ra de Mircmesnil e acab rea os o dia no
campo. .
A esa, vista minuciosamente, agradou
muito a Jacques L'garde.
As suas dimensS-s prestavain-se a orna-
mentajS.'s 3 a raobili8 muito <1-gantes e
o iimods.
Era o qu- servia.
Urna hora depois, os dous cumplices es-
tava-n no cartorio d j tabcllo eucarregado
l& venda.
Jacques entrav a-.n a-cor lo con elle e
ntrcgava-lha a quantia de tem mil fran-
,03 por conta do valor da compra.
Devia p gar o resto da qaaotia m dia
B-guinte, ao ussign-tr a eacriptura de ven-
d,.
V-se quo Pascal depositara coufianja
absoluta no seu ex- ompanheiro da pnsilo
e Nnn-8, piis qu tudo se fazia em no
me, ou antes, sob o ps-udony 00 desfe ul
limo.
Esta confianj<, cuj >s ex impos sito has
taut-'S frequentes na roJa (las raalfeit nao soffria restricj3cs, nem era dictada por
qualqoer p-nsament 1 o- ulto.
Lobo n come lobo, diz um velho pro
verbio, qoe merec >liii muilO crdito,
porque os lobos, qtttnlo ten fone, devo
rain a bom devorar qualquer Sfinclhante
ferido.
Pascal sabia disto oito bem, a>as estu
dar cuila^onm-nte u 1 pris de Nmes
o cra-.-tr de Jacques Lag.rde, o eslava,
ou pelo meaos jufgava se, absolutamente
V
(Contiouajo)
O romance ^experimental.Acqu signes de
tarmas.D> Assomoir Terra Evo-
laccLo transversal no carcter de Zola.
A satyra.
Sensacionar o mundo despticamente
seria urna 1-gitima aspirajao, se esta nao
viesse envolvida com urna certa intempe-
peranja de poder.
Z)la que a principio, observador eme-
rito, era um producto immediato de urna
escola, tambera era um dsdpulo subordi
nado sua obra, um escravo dos pro es-
sos, quo ello proprio aperfeijoara ou des
cobria. No moJieuto, porem, em que che-
gou a desentraohar de si a conv'ujo de
que .asas ma -hias, p >st 13 sua disposi-
^o, seriara iuveuciveis, desU o instante
que viollo o prestigio d>s 8us livros,
niverteram-sc os papis, e o m-atre, eo-
polgaudo, supplantan :o a obra aorio a seu
espirito urna nova plias- d^ omojSis arts-
ticas.
Essa phas--, que natural em todo o
homem de genio, a do abuso da forja :
pode dar cousas extraordinarias ; pode do
mesmo modo l^var o victorioso a Water-
lou.
N) estado actual de espirito do essriptor
do Aiom'r, impossiv-l a outros acora
pauli il-o. Ciuccumbiram todos, uus p-lo ri-
diculo, outros pelo cansajo. A distribuijo
de reinos que lera sido feita por essa Na-
pol ao da Luteratura ser ficto mal segu
ro ; e a muitos taraos visto vergidos ao
peso de armaduras colossaes. Seguramen
te nao ser por esse sulco que contiouar
selecfao dOb pro iu.'tos ltterarioS.
Wolf, o chrui.8ta do Fgaro, nao com-
prebendea nada disto ; o quanda aggredio
o mestre, por e casiilo do apparecimento
de Nana, deixou entrever ou urna comple
ta ignora .ca do raachinis.no daqucll es
pililo, ou urna immcns dos; de despeito.
Nao era, como dizia elle, a fralda suja
da camisa da coc-jtte, o qui ento s- apre
sentava para guiar, guisa de band-ira, a
columna dos bandidos litterarios; o phe
oomeno digao de nota era 0 desse genera!,
quo tudo sentindo, tudo podendo, nSo tre-
pida va em tudo querer, vanjando oom a
impavidez do condntiere, sem encontrar
tropejos.
A pornographia aolesca, que tem sido
obj -.cto de Untos crticos, de tantas objur-
gatorias, para mira ciacumstancia as
obras de Zola. Em primeiro lugar a re
petijSo de ama situajSo histrica conhe-
cida, portanto fatal. Estamos em um pe-
riodo litterario da mesma naturesa, myta-
tis mutandi, que e em que viveram Boc-
eado R -bd as, ou Suetonio ; o autor de
Nana nao podia, pois, eliminar de suaa
obras um forte elemento de solicitajo ex-
terior.
Em toda a obra genial, perduradora, ha
duas partes muito distingas, que a critica
por mais de urna vez tem se, arado:a
do fituro e a do presente. A Divina Co-
media, por exemplo, um poema de ca-
rcter universal ; mas p *r traz a.-II. en-
contra-se um poema poltico, que bo diriga
immediatameote s pessoas com quera
Dante coeviveu ; esse poema nao mais
lido ; existo pana nos glosadores de edic-
j8es passadas. Ac .so p le um autor, por
mais excntrico que seja pr sciodir da
electrisajo que em si produz o publiio?
Se urna cousa, sem a qual nao se com-
prehende o raech*nismo da coraposijao ar-
tstica-a eorrespoadeucia entre autor e
publico, ou para diz ir uielhor, a constan-
cia da acjo sobre o leitor ou espectador
carao exigir deZjIa as abstenj3 -s, que
preteniem, diante de tantas e to repeti-
das Solicita,O '8 do publico eUfop -U ?
Accresce que o mostr sj tinha colloea-
do na posijo de certos babacuaras, de
certos pois de familia, venerados, mas
pouco correntas as formas, os quaes nao
escruplisam fazer o que faaia Jaus-
Ctiristo na Ierra diante de La Trouille e
do proprio p.i, seu perder a autoriJade,
nem mesmo a respoosabililadc paterna. 0
que convra, porem, e era o que devia
ter declarado Wolf a su* critica apaixo
nada do Fgaro, que os nSo adquiri-
rn! um orgo p08sante igual ao do mes
eerto de que o seu cx-eo nujnbciro de cap
f.veiio nao o atraijoava, era o hada el
atraijoar nunca.
Ao achirara do cartorio do tibslliao, par
tirara ambos para o Pcqu-no Castello.
- Com jare j amanha, disse PaSial a
Jacques em carainho, os trabalhos da nossa
iustallajJo, e tratarei de apressar os tap^-
oeiros... Fall-i-te. eio oito di ro que antes desse prazo esteja talo ter-
minado.
E os jornaes '(
L^varei tambera amanh a individuos
competentes reclames bem feitos, ma3 nao
posso u mesmo ridigil-oa completamente,
por causa de cirios torraos technicos com
que preciso apimeuul os habilmentj.
Encarregi-mo disso... a cousa h
de ser feita segundo a arte. .
Ahi exi=to ura ponto importante. .
Qu .1 ?
N:lo seri conveniente que fosses, ni
qnalidadu do collega estrangeiro que deseja
mai.it-star a sua considerajo s Ilustra-
c5 s rae ilesa franotc, fazer una visita a
alguus dos prof-ssores mais nota veis da
facnldade de medicina?
Ja qu-s fez urna creta sgoiticativa.
Hura I.... ruurrourou eile, creio qu )
seria pcrigoso.. .
Por qu? Esses professores nao po-
dem coubeccr-te, visto qui nS-j te formaste
em Pariz.. .
-- Nao, mas terei o aspecto to amcri-
Oano, que possa illudil uS ? .
A faculdade nao deve ser mais diffi
oil de engaar do que o publi o... Por
ha de ;er ella mais experta do que
He ?.^ E's polyglotti. falhgtperfcia-
luente o ingl-z. .. Nada mais fcil do qu
tingires u 11 ligeiro sotaquo quanlo fallar-s
o francez... Quanto tu a physionomia,
bastar para moiifi.-da raandires dit-r
ab;>ixo as tuas soijas c i tea bigoda e dei-
Xares a barba em vJt do pescojo... Fi-
erras ent 1 com tnto aspecto de yankte
co uo qualquer fabricante do aulmouras do
Ciudnoati. E' preciso, alen disso, in
vontares uraa biograp'iia par responder s
pergunias que por acaso te lirigirem. O
verdadeiro Dr. Thompson, aquelle de cujo
notas e de cuj03 diplo n.s usas hoj", mor-
reo h. seis annos. .. aeonselbote a fallar
n'mu\ grande vi-g-m s luisas, feita no
interesan da 8 -emola ISSO lo propordo
luria occ.sio de por en platica as Iig3 s
mopuliu que acabou as pr83;s de Ni
mea depois de looga existencia aventu-
r Teus razio... replicn Jacques. As
yiagens contadas por elle sero ** foitas
por uiim. Irei apreseotar as miabas ho-
tre, nao se arriaquem s censuras em que
in orna a aflautada La Trouille.
A pornographia zolesca representa, pr-
tanlo, um elemento de actiddade, e um
accidente, sem importan ;a, sobre o qual
devo passar rpidamente, como se tratass*
do pedajo de carne sangre ta, que o do-
mador atira a ura bando de feras esfaima-
daa. Qu re n carne crua ; pois abi a tem
em abundancia. Nao rao falte o publico,
eia o essencial; nao m'o falte para 03
grandes exereidos da minha obra de do-
mioaca litteraria.
Actualmente Z >U leva a propulsao do
sju genio artstico, qm cora certeza, exce-
de ao q te da maior tenh 1 havido nos l-
timos 50 annos. Os seus livros caminham
como cohortes p?sadas, cujos soldados
bradam alto, bateado nos esculos. Elle s
nao far o que quizer ; o erethismo pu-
blico o acorapaoha, e o acorapiohar por
rauito t-impo, auxilian lo o na ospugnajao
do romantismo extiucto, qiij t.ilvez para
enthronisar um ainda m ior e mais vi-
brante.
Esta palivra r > uantisno -j tardava
a apontar rae ao bi;o da peona. 'A)' lar-
vado te roiuaniis no Porque n3>, se o
romantismo, uS> no sentido Listn .0,
mas no sentido physiologico, co istitue um
elemeno per-aanence as litteraturaa
Desde o coraejo deste trabilhu chama-
mos a att'-njo para o temperamento do
mestre. Vimos que elle corae/jou sua car
reir pela Thtr-iza Raquia, livro em que,
se ha muita observayo, nao menos cer-
to que tambera assombra um fundo de ima-
ginaySo terrivol, teuebros*.
Continuar se-ha.
'I1
raeoageua aos principes da seicuoia c pc-
dir-lhe8 a honra da sua considerajo.. -
J reaolveste se te apreseutarias em
Pariz como medico especialisti ?
R^so vi
E qual sor entilo a tua especiada-
de ?
Tratarei da doenja gora era moda,
a anemu, que resulta do empobrecimento
do sangue, estragado pelas fadigas e ex-
essos de tola a sorte de uraa existencia
desordemda. Ora, dase o caso que es-
tu lei muito 08 medicamentos destinados
a reconstituir a forj. vital em corpos eo
fr.quecido?. Oa'ferruginosos op-ram com
l-ntido deploravel e nao convm a todos
os temperamentos. Guiado pelos conse-
llios do velho John Brr, que roorr u a
nossa vista, apazar do toda a sua sdenoia,
achei cousa m Ihor no genero das pilulas
do Dr. Jeokins, que fiaerain furor durante
os ltimos annos do seguodo imperio. b:i.'
excellentes as'taes pilulas arsencaes, mas
aito perigos^-.s. .. Fortalecan! de mais e
demasiadamente depressa... acendiam a
vela pelos dous lados, e no momento em
que menos so eapTava...- zas I a vela
apagiva se, por f.iti de pavio. Em sum-
raa, anoto cora ara gran e triu opho. Os
anmicos (> sao muitos) ho do vr con3ul-
tar-me. Maadal os-hei embora turados,
e a minha fama bin depressa estati ledia
da bomfsttor di hura .nilade nos aerar de
egile e nos dar a lioerdale de operar sera
receio. .. Quanto s vageus He Joiiu B r,
vou repassal-.s na memoria para 8 rvir me
delUs -ra oaBO do neeessi-lade.. .
Tuiham cheg.do est.jao.
Os dous cumpl ce d acaran) do tren e,
se.opre conversando, ohegaram ao Pequono
Uastello.
Erara mqu. lie momento cinco horas da
tarie.
A'qudla mesma hora, Raymuu I > t'ro-
meutii, ci-amado por c.rta ptefilura de
polica, entra va ou gabiuete do chefe de
seguran ja.
O hornera qu t desempenhava este car-
go importante e delicado na pos em que
se p.ssa a noss 1 narracao, dera "tenor,
mete -I ais brillimt-s provas d hablii
.euocargodo coumiss-ri) das del-g.-
ro E judiciaes.
Gozava da estima de todos.
Sabiam que era honesto, in ansavel..
Faziara justij. su i grande ntelligen-
ci ao raesmo lempo que sua d-s'Ji^ajSo
absoluta causa da ordem e da justija.
(Continuar se-ha*
Typ. do Diario ra Duque de C'axias n. 42
*
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