Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16644


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Full Text
AMO LIIF -- NUMflRO 78
II* i CAPITAL 12 !.!<. VU1.S O MU WAO SE PACA PORTE
Poi ires noiizes adiantados............... 60U0
Por seis ditos dem................. 120000
Por um anuo idem......... ...... 2o0 Cada numero avulso, do mesmo da......... ... 0100
lA-MA 5 Ofi ABilL D
PAHA DENTRO E FIl A DA PROVINCIA
Por seis mes':B adiantados ....
Por nove ditos idem ......
Por uoi anno idem .
Cada numero avulso, de das anteriores
134500
20,5000
27*000
100
jpropriefcafct i Jfanotl
fi%vt\ra
t Jnxta i filfas
TELEGRAMMAS
*
|J
SERVIDO MMi 00 DIARIO
RIO DE JANEIRO, 4 do Abril, s 8
boru e 35 minutos da noite (pela liaba ter-
restre.)
Fui exonerado seu pedido do cargo do
commandante daa armas a provincia de
Pernarabuc?, o bngxdeiro Jos Clarindode
Queiroz.
Foi nomca io para o referido cargo o
brigadeiro B.irreto.
Foram nomeados :
Chcfi de polica da provincia do Para,
o bacharel Antonio de Olivajra Cardoso
Guituaraes, juiz de direito da comarca de
Itamb, em Pernambuco :
Cliefe de poli a da provincia do Ceara,
o bacharel Jos Novaes de S>uza Car va
Iho, juiz de di-eito de Taearat, em Per-
nambuco ;
\ Chefe de polica da provincia de S. Pau-
lo, o juZ de direito da comarca de Fran-
ca, na ib fii provincia.
Forutn removidos os juizes de direito :
Da comarca de VdU-Bella para a de
Itamb, .mbas era Pernambuco, bacharel
Manocl Joaqui d Ferreira Esteves ;
Da comarca de Floresta para a de Villa-
Bella, ambas em Peraambaco, o bacharel
Arcuncio Pereira da Silva.
Foi orneado juiz de direito da co-
marca de Taearat, em Peroambuco, o b*.
charel Rocha Carvalbo.
Foram nomeados secretarios da pre-
sidencia :
Da provincia do Maranbao, o bacharel
Eduardo Alfredo de Oliveira ;
Da provincia do Para, o bacharel Julio
de Mello Filho.
Consta que foi agraciado coro o ti-
tulo de Visconde com grandeza o presi-
dente do Supremo Tribunal de Justina.
Ha outfos despachos, que daremos ama-
r*.
SHflCO DA AGENCIA HAVAS
fierviqo directo
PARS, 3 de Abril, noite.
Mil." Ricarl e Loubet que tinham ac-
quiescido entrar na corobinacSo ministerial,
retiraram-sn porque re.-usam inserir no seu
progr.mma a revisao da constituidlo.
Mr Charles Floquet promette substituir
sem demora os -na membros que faltam
para a organisago completa do novo gabi-
nete.
STOCKaOLM, 3 do Abril.
S. M. el-rci da Suecia e Noruega addiou
a sua viagam para L'sbd', esperando que
csteja de todo restabelecido S. M. el-re
D. Luiz
CANNES, 4 de Ab.il.
SS. MM. o I i'ppiador e Imperatriz do
Brazil e sua comitiva acabara de deixar
esta cidade, dirig :do se para Genova.
ROMA, 4 de At*il.
EstSo rompiias as negoeiacS s para a
concluaito da paz entre o governo da Itnlia,
por intermedio d > oh-fe da expedido o
general Sin-M.rzano, e o re JoJo da
Abyssinia. Os ltimos telegrammas de
Mussouab dizera que as tropas do Negus
retiraram ss p ra Asmar.
PARS, 4" de Abril, manhS.
Mr. Frouillat est nomeado ministro da
justica n dos cultos o Mr. Deluns Mon
tand ministro das obras publicas.
O novo ministerio est definitivamente
orgaoisado conforme j annunciamos.
Os cultos ficam novamente addidos a
pasta da justiya,
PARS, 4 Je Abril, Urde.
O novo gabinete presidido por Mr. Char
les Flouqu-t presentou-sn logo o parla-
mento e buje mesmo formulou ama deca*
racZo ofii ial ante o Senado e a Cmara
dos Deputados. N'este programma o go-
verno aonancia que nao reoeia a proposta
ler reforma deridamente esta-
dada e discutida; escolber o memento
mais favorav 1 para propr a revieSo da
constituiyao; e vigiar com todo o cuidado
as questS's relativas as finanzas do Esta-
do, industria e commercio ; assirn como as
concroentes a sortes do operarios.
O governo aprom otar um projecto so-
bre as associacSes em geral, preludio ne-
cessario do regulamente das relajo s eutre
a Igreja e o Estado.
O givfrno ha de pr.;por em tempo a re-
forma sobro o rgimen das b bidas e be-
rangas ; esta importante ieclati^&o do ga-
binete Flouquet foi muito be o acceita pelos
grupos republicanos e todos se felicitam com
a prompta soIuqo da crise ministerial, a
qual, entretanto,nunca par^ceu prolongar se.
Mr. Flouquet estava indicaio, havia teto
pos, pelos ltimos acontec mentos, para suc-
ceder ao gibinete Tirard.
BUCHAREST, 5 de Abril.
Um novo gabinete acaba de ser forma-
do sob a presidencia de Mr. Rosetti, que
encarregou-8e da pasta do Interior.
Servido pela via Norte-Amrica
COPENHAGUE, 3 de Abril.
O parlamento votou urna mocZo de cen
sura ao ministerio respeito de sua poltica
interna.
BUCHAREST, 3 de Abril.
A casa da Lgac3o da Rusaia n'esta ci-
dade acaba de ser destruida por um incen-
dio.
BRUXELLAS, 3 de Abril.
Aeha-se n'esta capital Mr. Daniel Wil-
soo, que trata de fundar um jornal cosmo-
polita.
GALVESTON, 3 da Abril.
O navio inglez Swallow foi atirado a
costa em Sal moa, e perdeu-se totalmente.
Urna pequea parte da tripolaclo conse-
guio salvar-se.
O numero das pesss afogadas de
21.
Agencia Havas, filial em Pernambuco,
4 de Abril de 1888.
PARTE OFHllAL
.overuo da provincia
EXPBDIENTB DO DA 23 DI MBCO DE 1886
Actos :
O vicepresidente da provincia, attendeodo ao
que requerm Francisco de Paula L de Carvalbo,
professer da cadeira de ensmo primario de Pre-
guicaa e tendo em vista a mformaca > o. 65 de 16
do correte mes do inspector geral d* I'ntruecao
Publica, resolve proragar por 30 dias, cum orde-
nado, a li./fuc* ultimaioeute concedida ao peticio-
nario para tratar ae sua salc onde he cunvier.
0 vice.-prsidente da provincia, attendeodo
ao que requereu o fiel do almoxarife do presidio
de Femando de Noronha, Mauoel Francisco dos
Sinfcs, resolve prorogar psr 3 meses provisoria-
meote e sem vaocimentos a l-eiiea utimamente
CfUCedida ao peticionario para tratar de sua sa-
de.
O vioe-presidente da provincia, de cooforini-
dade cum a proposta do Or. ebefe de polica em
fficio n 25 de hontem datado, resolve ex nerar
Bellarmiuo Servlo de Andrade Melle do lugar de
1 tupplente do subdelegado do diatricto de S. Vi-
cente do termo de B.m Jardim, por se baver mo-
dado e nom ar para substituil-o o actual 2a sup-
plente Jos Frrreira da Silva e pora o lugar des-
te o actual 3 suppleote Jos Ignacio Caroeiro e
para a vaga por este delzada Manoel Rufino da
Cnuba
O vice-presidente da provincia, de confor-
midade c. m a proposta do Dr. ebete de polica em
ufiicio n. 226 de hontem datado, reaolve exonerar
Joo Jarbosa da Silva No, do lugar de 2 suppleo-
te do subdelegado do Qistricto de erra Verde do
terreo de B.m J*rd in e nemear para substituil o
o actual 3 suppleote Manoel Pedro da Paizo e
para o logar deate Jos do Couto Vascoooellos.
O vice-presidente d provincia, de coufor
mioade com a proposta do Dr. chele de polica em
cifEeio n. 227 de bontem datado, resolve exonerar
Meliodoro da Silva Laoral do cargo de 3* supplen-
te do delegado do termo de Bom Jardim, visto te
te? mudado do districto e nomear para aubatituil o
Jus Ucmea Barbosa.
O vice-presidente da provincia resolve. de
c nforotidade com a proposta do Dr. chefe de po-
lica em o3cio o. 223 de bontem data Jo, exonerar
Manoel Corris e Crasto do cargo de 3 soppleu
te do subdelegado de Quoimadas do t-rm-j de B m
Jardim, visto terse mudado do districto e no-
mear para substituil-o Feliciano Jerouymo Becer-
ra de Amorim.
O vice-presidente da provincia, em eiecuco
da lei n. 2395 de \0 de ietembru de 1873, resolve
nomear para pr-eiicbmeoto das vagas existentes
uos 60 e 61 batalboes do servico activo da guarda
nacional da comarca do Buiqne, os seguinteg offi-
ciaes :
?." Batalho
b' eompaubia
AlfaresFrancisco Berarqnino Beserra.
6* Ciimpanbia
AlteresJuaqoim da Rocha Sampaio.
7' companhia
TenenteLuis Cavalcante da Albuquerque Arco-
Ve rde.
AiferesJos Caetano Beserra de Mello.
8* companhia
TenenteAntonio LonreDC/> fl-cerra.
61 > Batalh&o
3' companb.a
AlteresJos Oinis de Almeid,
5 C'tnp.ubia
Cap'SoAntonio d* Mello Cavalcaote
6* companhia
AltercaAntonio Balbio i Tenorio.
7* compunbia
Cpit3oJi.ao Ti norio de Albuquerque.
Commuuic u se ao cjmmandintc au. erior.
Offioos:
Ao ministro pleoipitenciario do Brazil em
Londres.Em resposta ao oflicio de V. Etc. de
12 de Fevereiro ultimo, caoe-me diser-lbe que
nesta data solicitei do M n>sterio da Agricultura
Commercio e Ooms-Publicas, instrucco.s acerca
da n rama do balan je te da receitu e despexa da
eotrada de ferro do Recite ao Linjoerroteit' ro
a V. Exc. as seguranzas de minba subida estiur. e
considera^ao.
Ao cummunJante daa urmas iaterino, De
acord com a indicacSo feita por V. Exc. em if
fcio do hontem sob d. 49*, iesiguo o maj jr do
2" batalho de iofaotaria Laiz Antonio Ferrax
para presidir a cominusa) que na forma dus ds-
posicoes em vigor tem re dar em consumo no
qnartel da ccmprnbia de ravallara no dia 28
do corren'e, s 11 bi ras 1a manhS. diversos arti-
goa de armamento, arreament), equipamento,
uteoBlins, insignias e oatroa objec'os pertencen-
tes referida coupaubia e julgados inserviveis,
segn io consta do citado ofBcio. Oque taco
constar para a V. Exc. 8 dog filio
Na mesma data deaigu' u se o ajudante iateri-
no do Areenal de Qnerra e expedio-se ordem ao
inspector di Tbesouraria de Fazenda para desig
oar um empregado afim de fazer parte da com-
misso.
Ao inspector daThesourana de Fasenda.
Communico a V. S para os fina convenientes, qu-
o bacharel Jeaqoim Guenes da Silva Mel'o, juiz
de direito d* comarca de Bezerros, por motivo de
molestia interrompeu em 19 do corrento mez, o
exercicio de seu cargo, reasaumiddo o respectivo
juiz municipal, bacharel Jos Francisco de Farias
Salles.
Ao mesmo.Communico a V. S para os fine
convenientes, que o bacharel Hcrsio .Lupercio
Seu*,., promotor publico da, comarca de Bom Jar-
dim em 21 do correute rraasumio o exeicicio fie
seu cargo.
Ao inspector do Theaouro Provincial.Ap-
provo a arrematando que fez Jos Elias de Olivei-
ra da fornecimeuto de alimentar) e dieta aos pre-
sos pobres da Cia de Deteuco. relativos ao tri-
mestre prozimo suturo de Abril a Junho, pela dia-
ria de 420.
O que declaro a Vmc. para os devidos fios e
em solufo ao exposto no teu officio de 15 do cor-
reate o. 128.
Ao director das obras publicas. ^Providen-
cie Vmc. para que srja Iluminado o jardim do
Campo das Priucezas na noite de 24 do cotrenti
e na de 25, anniversario do juramento da consti-
tuido do Imperio.
Ao fiscal da Companhia Kcife Draiuage.
Deferindo o requerimeoto de Angela Mana do Es-
pirito Santo e Silva, ao qual ee refere a ioforma-
9o de Vmc. do 19 Jo corrente, autoriso a sup
preseo de um dos apparelh i desea companhia
collocadj n pavimento terreo do predio u. 16 do
largo do Paraizo, cota a clausula de ser reposto
logo que se reetab leier a divisio existonte na
parte puaterior jo meiuio iia>"*.*.i. Cjmmcui-
cou-sevao inspector do Theaouro Pr; vin Mal.
r orLarlas :
O Sr. ag ote da companhia Brasileira de
Navegaoo a Vapor faga transportar c8rte, por
contii do Minislerio da Guerra, o aprendiz artfi-
ce Manoel Audradc I.. < es, ltimamente transi'e-
rido para a escola de aprendizes artilheiroa, por
aviso do mesmo ministerio, do 1 do corrente.
Communicou-se ao director* do Arseoal de Querr.
KXPEDILNTE DO SECBtTARIO
OfficioB :
AjsSrs. R.'liiieo Jos Peiuoto e Silva, Joo
Antonio de L'm-i Filho e Gualter Pereira de Alin-
ear, veresdores da Cmara Mun cipal de Grani-
to. O Exm. Sr. vice-presidente da provioeia
maoda coinmuuicar a Vv. Sa., em resposta ao seu
officio de 9 de Janeiro uirimo, que btm procedeu
o presidente d-ssa C >mara, chamando o vereador
supplente, Juatido Pereira da Coate, afimdepo-
dor ter logar a eleico de presidente e viee pre-
sidente, desde que oo se trata da primeira ses-
udo do qnatrieonio destinado nicamente para ju-
ramento o posse dos vareadores effectivos, tou-
fjnne decidiram os avisos lo Miuis'.eno do Impe-
rio, de 17 de ever- iro e 9 de Maio de 1883.
OK8PACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 2 DE
ABRIL DE 18o8
Antonio Caetauo de Oliveira Coragem
A baixa que o supplicanle pe le, foi re-
mettida Thesouraria de Fazenda cm 21
de OeZ'.-iubro de I88t, para se Ihe dar o
praso de trra.
Bunio Ceciliano dos Santos Ramos. -
R-:m-ttido ao Sr. inspectur da Tbesoura-
ria de Faieada para atten !er.
Go:np,.:bia do Beberibs. -Iofur.ne o"Sr
inspector da Tbesourari' de Fazenda
Bacharel Fulgencio Infante do Albu-
querque Mello .Si a.
Irmaodade do SS. Saeramento da ma
triz de S. Jos do Recife. Remeltido ao
Sr. coronel i-ODinaniante das armas inte-
rino par att'-u li-r.
Manuel Jos de Paivi. Pinto. Concedo ;
o que declaro uoje ao Theaouro Provin
cial.
S'retara da, Presidencia de Pernam-
buco, 3 de Abril de 1888.
O porteiro,
F. Chacn.
REUIFE, 5 UE ABRIL DE 1888
Retrospecto poltico
REPBLICAS AMERICANAS
( Conclutao)
A Bolivia preoecupava-se vivameole com a^
prximas ek^Sus presidenciaes. Sao candida
tos primeira magistratura da repblica o Dr.
Aniceto Arce e o general Cainacho, ambos nota-
veis peios servicos prestados ao paiz. Espera
va-se que o pleito corresse sem profundo abalo
da paz interna, urna vez que o governo actual
niostrava designios de garantir a mais plena
liberdade de voto.
As linancas do estado nao eram inteiramenle
satisfactorias. O ultimo orcamento apresentava
um dficit de cerca de 1.900:000*t, o qual to-
dava, se nao considerava definitivo, por isso
que certas rendas, cuja importancia nao p<"' le
ser exactamente calculada, ficaram fra do qua-
dro das receitas. Estas elevaram-se aproxima-
damente a 8.00 ':000*000, somma de certo dimi
uta, atteuta a vasttdao e riqueza do territorio
boliviano, que tem mais de duas vezes a super-
ficie Ja Hespanha continental,' posto ipie seja
oceupado por urna populacho nao excedente de
2.40?,090 almas.
la pobreza de recursos do thesouro publico
tL'iirpo.i causa o pequono desenvolrimente coamrcio internacional, facto que. por sua vez,
devattribuir-se posigo central da repblica
e alta, por emquanto sensivel, de coinmunica-
gao Btcil entre ella e os estados lmitropbee.
Alguns destes procuram presentemente alargar
as saas transaccOes niercantis com um povo cu-
ja exportacio nao corresponde, por ora. s van-
tagens uatuiaes do meio em que se dcsenvolve.
J foram apresentados ao oongresso de Bueuos
Ayrea diversos projectos relativos (i coii.slruc(;rin
de linhas frreas, que se esteudera j das mir
geni do Paran ao interior da Bolivia, pondo as
diversas regies productivas e tuais populosas
ilr-ia em communicago directa e rpida com os
mercados argentinos.
Km quanlu essea projectos se njo realisarem.
em Jjt'iieliicio evidente dos nossos activos c em-
preliendedores visinhos do Prata, em prejuizo
do Chile e do Brazil.-a mais forte corrente do
commercio boliviano continua a dirigirse para
os portos do Pacifico, os quaes llie csliveram
fechados durante a ultima guerra, que to cruel
e desastrosa foi para o Per' e a Bolivia. 0 go-
verno de Santiago deseju avolumar cada vez mais
essa corrente, e ver largamente satisleitas as
suas aspiracjjes por esse lado, quando asliver
cpmplcto o caminho de ferpo que ha de atraves-
sar o deserto de Atacama, indo at o centro da
provincia de Potosi, onde a produeco da prata,
j hoje considerabilissima, com certeza augmen-
tar de proporces.
Tarabem se pensa em abrir entre a Bolivia e
os mercados brazildiros da bacia amazouica
uina via fluvial menos inconveniente que a ac-
tual do Madeira etc. Nesse sentido foram re-
conteniente estudados os ros Madre de Deus..
Arre e Puros.
Os bolivianos esforgam-se por corresponder
a essa ardor com que os seus visinhos tentam,
em proveito commum, tiral-.os do slamerito em
que teem estado sob o ponto de vista do movi-
mento commercial. Discutem, um projecto ten-
dente conslrucyo de urna rede de lindas fr-
reas iuternas que i rao encoutrar-se com as dos
systemas argentino, chileno e peruano. Pre-
tendem igualraetile estabelecr una via de com-
niunicaeo entre o rio Paraguay e as provincias
de Tarija, Chuquisaca e Santa Cruz. Infelizmen-
te, as expedices nesse designio eflectuadas nao
deratn aiodo o esperado resultado pratico. Nem
a primeira, nem a do comego de 1887, diritida
f>ef or%euticiixi rance/. Thonnr, cottseguiratn
attingiras margeos d'aquclle rio, taes foram as
dilliculdades que se Ihe depararan! no trajelo.
0 Chile, desejoso de estender cada vez mais. & Jreo tnaisjiozeram muttissimo a Santa S cotn adi-
sua influencia na America, o Vacilico, no v
decididamente "com bons ollios nenhuma dessas
tentativas coucernentes a rasgar novos horison.
tes por em quanto, pouco denvolvida activi-
dade industrial boliviana. Os jornaes chilenos
combatiam, ainda nao ha muito, e com excesso
de vehemencia, a grande e discutida idea de le-
var os productos da Bolivia ao Atlntico pelas
embocaduras do Amazonas. El les mostraram
que a sua patria teme a concurrencia com-
mercial brasileira,como qualquer outra que .pos-
sa, mais ou menos remotamente, deste ou d'a-
quelle modo, prejulicar o podero que adquino
ao sul do grande ocano occidental.
J vimos cora que proficua energa essa rep-
blica se oppoz s pretenges dos creadores euro-
peus do Per'. esse facto resultou certa indis-
posigo da praga de Londres contra o hile, que
taes credores consideram responsavel por parte
da divida peruana, em consequencia da anne-
xago da provincia de Ta:-apaca. Essa indispo-
sico manifestou-se por cecsio do ultimo em-
prestinio chileno, que ainda no lira do anno uo
havia sido admittido cotago oflicial na Ingla-
terra, nem parace que o seria, em quanto os
portadores de obrigagoes do Per' nao fossem
de algura modo atletididos as seuas reclaia-
goes.
O Chile goza, entretanto, de grande crdito na
Europa. Provaram n'o as felizes condigOes com
que conlractou com a casa Rothschild, de Lon-
dres, a converso ila sua divida externa. Era-
Dora o juro relativamente mdico dsssa operago
(4 i|o,i a sominaque se pedia fot tres vezes ei-
cedida pelos capitaes concurrentes. A propria
casa emissora toniou o emprestiino a 97 "| livre
de despezas por parte do governo que o con-
trahiu.
Essa transago, alera de outras vantagens, pro-
porciona ao thesouro chileno urna economa an
nual de l,8D',00i p astras. o que muito concor-
rerpara que se tornem cada vez mais animado
ras as linangas de um estado cujas receitaS, do
comego do anno at Outubro, aprsenlavam con -
sidcravel saldo sobre o tolal das despezas.
Tem concorrido para a prosperidade do Chile
o espirito criterloso e conciliador do presidente
Balmaceda. O punido liberal, que est ha tnui-
tos annos no poder, masen) cujo scio lavrou por
algura tempo a discordia, acha-se presentemente
reconstituido. Diminuida por esse fucto a agita-
gao puramente partidaria, o parlamento nacional
tem podido estregar se mais dcdicainente aos
negocios de interesse geral da repblica. Entre
os numerosos projectos de que o congresso leve
de oceupar se etn 1887, figuren o da creagao de
diversas provincias. Foi po.'ta era cxecugfio a
lei que iostituiu o novo ministerio do progresso r
obras puM a, fazendo ao mesmo tempo passar
do ministerio de cstrangeiros para o do Tomento
a secretaria da colonisago e immi^rago. Essa
lei creou ambem os lugares de subsecretarios
de estado.
No intuito de melhorar a administracgo da
justiga, orearan se dous tribunaes de relago,
um era Talca outro na capital da repblica, alm
de mais algutuas judicaturas em diversas pro-
vincias do sul.
O ensino publico, j4 to notalveraente desen-
volvido no hile, nao foi recentemente menos
favorecido. Coinecou em Santiago a coostruc
gao de um edificio destinado nova faculdade
de medicina. X'outro que tambera se est cons-
truindo, estabelecer-se-ha um grande internato
de estudos preparatorios para os diversos cur-
sos da universidade. Alera disso, fundaram-se
escolas de artes manuaes para mulheres, e aug-
mentou-se o Damero das de instruego primarias
as provincias. As de minas da Serena, Valle-
nar e Copiapo, o grande instituto agrcola da
capital da repblica, bera como outros cursos
nacionaes de agricultura, j funecionaram nos
edificios especiaos que para recebel-os foram le-
vantados. A instruego militar tambera foi lar-
gamente desenvolvida cora a creagao de urna
academia especial, entre cujos professores ha
alguns ofBciaes allemes contraclados pelo go-
verno.
O Chile lein apenas um exercito effeclivo de
6 mil liomens, E' tal vea o menor entre os dos
principacs estados da America do sul. Pode, po-
rm, com certeza affirmar-sc que um dos mais
notaveis pela instruego e armaraenlo.
Estava a terminar o sumptuoso edificio desti-
nado escola naval de Valparaso. A marraba
de guerra ia ser augmentada com um navio blin-
dado, emeonstruego na Inglaterra, e cujo custo
se eleva a tnilhOes de piastras.
O congresso votou importantes crditos para
linhas frreas. Diversas pontos estavam sendo
construidas, entre as quaes urna sobre o rio
Biobio de notavel extenso c altura.
as obras do porto de Valparaso terminariam
brevemente. *. venda dos terrenos por ellas
conquistadas ao mar levaram ao thesouro mais
do triplo da importancia despendida nos traba-
Ihos j concluidos, e ainda havia lotes de Ierra
para vender.
A moeda papel da repblica elevou-se de.......
23 3|i d. para 16 3|4d. por dollar, com tenden-
cias para subir.
Reanimou-se muito o trabalho das minas de
cobre ao norte do paiz, visto o prego desse metal
se havor algado subitaraent de 34 para 80 libras
por tonelada Tatubem se raanteve aclivissiraa
as provincias de Cochimbo e Antofagasta a ex-
poitago do manganez, dando-seo mesmo em re-
lago industria dos nitratos de Tarapaca, os
quaes subiran igualmente de prego.
Oentre os pedidos de inderatiisago a cstran-
geiros prejudicados por causa da guerra entre
o Chile, o Per' e a Bolivia, s lica.-am por deci-
diros que foram feilos por cidados italianos.
A respeito de todos os mais se pronunciaram sa
tisfactonalinente os tribunaes internaeonaes de
arbitragem reunidos em Sautiogo
O Chile e o Vaticano esveram durante alguns
airaos de relacOes interronipidas^ Sobretodo a
adopgo do casamento p^^rcgistivc"lvif e"ahfa
a expulso ilA'tfmTTo Delfrate do territorio coi
amada e enrgica repblica. No correr do anno
findo foram fetas as pazes entre as duas partes
desavindas, mediante a preconisago do arce-
bispo de Santiago, o reverendissimo > asanova, e
tls bis pos de outras dioceses vagas. Com tudo
isso, a nprensa liberal fez vleme propaganda
no sentido de nao ser enviado ofBcialmente ne-
nhum presente ao Papa, por occasio do jubileu.
Parece que o Chile sena, comludo, representado
na grande festa de Roma por um delegado espe-
cial.
Concluiu-se entre o governo chileno e o de
Buenos- vyres umaconvengo relativa ao trafego
do caminho de ferro transandino. Segundo se
aflirmava, o tractado seria proveitosissirao para
ambos os paizes interessados.
Como se v, nao pequeo o inventario dos
trabalhos e progressos do Chile, n'um anno em
que leve a infelicidade de ser duas vezes assalta-
do por um terrivel iniraigo o cholera
/\ Coufederago Argentina tambera soffreu no
principio do anno os efleitos da medonba epide-
mia. Nao obstante conlinuou animada na senda
do brilhante futuro que lbe est reservado, des-
de que as explosOes dos od os partidarios, de
que por tantos annos foi victima, nao venhara de
novo perturbal-a no seu espantoso dcsenvolvi-
mento.
O actual presidente da repblica nao tem re-
negado os adrairaveis exeraplos de iutelligente
e honesto patriotismo fornecidos peto seu illus-
tre predecessor o general Julio Roca.
O progresso argentino conlinuou a mauifes-
tar-se em 1887, sobretudo pelo incremento da in-
struego publica, do crdito nanearlo e da viac-
go accelerada. cidade de Buenos Ayres, j
to chcia de attracces para os que a visitam,
opulenta-se cada vez mais e rueihora de condi-
gOes sanitarias, gragas s prudentes medidas to-
madas ltimamente nesse sentido.
Faziam-se serios estudos relativos conslruc-
go do porto de Santa F, melhoraraento irapor-
tatttissirao para que o governo j destinou con-
sideravel sorama.
O Uruguay parece satisfeito com a presiden-
cia do general Tages. O discurso que este pro-
lerio em Margo na abertura do parlamento nacio-
nal, produzio excellentc impresso, pelas inten-
gOes libelaes que manifestou e pelos projectos
de orKanisago poltica e linanecira concebidos
pelo presidente.
As eleiges para deputados deram resultado
satisfactorio. A legalidade foi escrupulosamente
raanlida no respectivo processo, o que deu lu"
gar a que os tree partidos da repblica, blanco,
colorado e constitucional, flcassem repre3enu
dos na cmara. Tojjayia, nao deixouo governo
usurado por urna parte da
-se em Dezerabro as elei-
arcf>
ILoHtina).
de ser acreincnj
imprensa, ar>^
goes cotuple
Molidas da turopa
En o re>ioda* iioiiema irain)w autehentem pe-
o p>ifuie fr.nc a Niy.r :
Ein Franca Vulm uutr* v s o general Boulan-
;er a oceupnr a attencio publica. Em nmaa elei-
ces supplementareg qae se verifiearam ltima-
mente o nome do general B -u'anger f ii votado em
diversas circulares, e bouve o cuidado de reunir
todos eses votos que passamm de 50 mil.
Disse-se que o general era estranbj a esse tra-
balho, e que demaia a vutnca> nao poda appro-
veitar le, porque, segundo a iegislaco vigente,
era inelegivel. Mas se o general er ex'ranho ao
oso, parece que alguem cintribuira para que elle
se manifestasse, e nao se encontrav bm d'onde
partir a iniciativa da idea, nem onde encontrara
maior acquiesce'ncia. Que o general tem amigos
fra de du vi ia ; que 03 tem no campo republi-
cano, e 'Reamo em todos os grupos em qae se acba
Jvidido esto partido, taonbem assim o julgamos ;
mus ninguem apparecia a tomar a responsabilida-
!', ou u cantar a gloria do facto, e nai faltava
qLieos sii.'p -zesse que muitos dos vot >s da direita
rinbaoi recabido sobre o njinj do general Boa-
langer.
JAgura sabr-ie que o g.-neral B ulanger foi exo-
nerado do commando que exercia e passado a dis-
ponibiliaade, porque dia o relaturio do ministro da
guerra o general B ulanger foi exonerado do com-
mando que exercia, e oassado a disponibilidade,
p rque J'x o relatarlo do ministro da guerra o ge-
neral Bo i!..n.'e' fra tret vexeg h Paria, sem au-
torisaoSo, nos diaa24 de Fevereiro, 2 e 10 de Mar-
C. >; e as ultimas duas vezes se diafarfara, com
uculos filicida e fingindo-se coso.
Os prtidtirio8 do geneni tratavam de preparar
dem lustrado- em favor d'e'b', e gtjo dispostos a
votar n'elle as prximas eleicoes, promovendo
deste mo lo urna especie de plebiscita em favor do
ujine de Bulanger.
Nao a primeira vea que as cousas com rela-
c' so general Boulaoger se tem exagralo m
demasa e por isso sem tratarmos do acto official,
upresenta inc n'eataveloi'nte sra'idade, e obriga
a reparos poac i lisongeiroa para om aquella rai
itar, est nos parecendo, que se pretende dar :l_-
cousaa um alcance que tas nao le n.
Comprebende-se que os partidos minaren ico j
apruveitnn toioa os ensejos de ferie a repblica e
p ir i.iso nao desarrasoad> o vel 09 faaer coinci-
dir os seus esforfos e os seus clamores, com o q ;.
se levantam no campo republicano e principalmen-
te por parte dos que nao pod-rm dominar as suas
impaciencias.
As diffi -uldades que o governo francs encontra
ni parlamento, diffi.'uHades que outros gabinetes
tem igualmente encontrad de que resulta urna
grande instabilidade ministerial, tornam do mes-
mo modo pouco productivos os trabalhos parla-
mentares c d'aqui provm observaedes p raveis ao rgimen pnrlamentar.
NSo falta nests occasio s quem se erga a con
demnar o parlamentarismo, e applaudir o regimeo
dictatorial, o rgimen do silencio, o rgimen do
ceaarismo emfim, como sendo um recurso heroico
as debilidades do rgimen parlamentar.
Nunca os cesares deixaram le acclamar-se sal-
vadores ; mas nunca a lib-irdade deixiu de perdar
com o dominio delles.
Sobre o fact i de se baver aprescn'ado em Pa-
rs c xenn lo o general Boulanger, o que, no rcla-
toria do ministro da guerra, itpparece como urna
tentativa de disfarce, dia La-Vince, que jornal
inauspeito : O general B .nUnger no combate de
l'rai Dan, na Cochinchina. aendo pr m>'iro tenente
de atiradores. receben na cota eequerda urna lan-_ __
9JaTqn^S^r "da%- om UtiSSOf^W.^aSth'.
Foi no dia 24 de Fevereiro d-> 1862.
> J em 3 de Junho de 1859, sendo alfares do 1*
de atiradores argelinos, recebera no ombate de
Turbigo, em Italia, urna billa que lbe atravessou
o peito. Em 2 de Desembro de 18Ti) na batalha
de Cbampigoy, sendo tenente-cornel do 14* de ti-
nba teve o bembro direito fracturado porum baila.
< Em 23 de Maio de 1871, por occasiJo do se-
gundo cerco de Paria, reoebeu, sendo coronel, urna
baila, no c >t .i vel lo esqaerdo.
t O general Legerot ministro da gaerra militar
v lente e ferido >>m Sebastopol, no combate de
Cbambord em 1870, devia ter lanzado em conta os
ferimentos do seu cantarada, antes de o aecusar
oSL-ialmente da falta de aprumo dando-ibe o sea-
tilo de ter coxeado pira distarfar-se, em aggravo
hurlesco da d'seipiioa >.
Dix mais a France, que muitos generaes com-
mandantea de corpoa do exercito, pasaeiam pelos
boule/ards de Parixsem licenfa do Miuistcrio da
Guerra.
Os franceses de Strasburgo nviaram urna sen-
tida commuuicacao ao gfneral Boul-tngsr, decla-
rando que se (.o m *> seu lado.
O syndicato dos caixeiroa viajantes de Paris la-
vruu e deaignou urna acta protestando contra a
medida turnada pelo gorerno contra o general Bou-
langer.
O conS'-lhc de ministros da Repblica francesa
oceupou-se largamente da queat2o Boulanger,
mas guarda-so absoluta reserva s resilueoes
adoptadas. O governo francs estuda a maneira "
de impedir a m.mf atarea> eleitoral que se prepa-
ra a favor 1o gen ra Boulanger.
A Cocarde de 18 annuncia que o general Boa-
lunger parti < ptra (Jlermout Ferrand, uppo se
que adiantou a (na partida p ra evitar qualquer
aanifeatac^o. Consta Liberti que o general
tem aotorisacSo do ministro da gj-rri para resi-
dir momentneamente em P vero en Vil U; d'Avray, em Casa de ana sogra.
A junta republicana do protesto nacional reuu'o-
-e ltimamente em casa do d-pntado Laguerre, e
assigo >n ii eegu'ute nvcar^ ia >b eleit T'*a d >p de-
prtame tos do Oliave e das Boceas do Rbodaoo:
< No iuteri'T o governo mustrou imoorencia ;
no menor, bailesa. O parlamento, dirigido por
iiiinieti i a sem n -rgia patritica, nao fes vin-
gar ii nhii'na refurma r-'publieant. A igual-
dad p-mntt o s-rvic > militar, d pus de qua-
tro Ugialaruras, aiu'ia ama ex.ireio inane. A
medida viuleuia n anti-nacion ti infligida ao g-ne-
rsl B -uiaug-r permute nos protestar contra esta
y Oinca n faata.
c A Franfa reprova t >das as dictaduras. N4o
se trata de levar um liomein ao poder, maa sim de
nffirroar sebre um soldado reuubiicauue patriota B
propr-a existencia da n^cao. O n m do g neral
Boulanger siguifica as I berdades pnblicaa e as re-
firmas democrticas no interior e a d gm iade d*
Frauca no exterior. O general B u sng r, qnaa-
do era ministro, disae : .-ie eo mcitaaae o povo
francs gu> rra, sena um doud ; ae me nao pre-
paraase para ella, seria um infame.
O general Buolaoger rmdusio assim o pensa-
ment. iie rodos os ciaa loa fracases. E-eitorea,
,i ia, chamados no prximo domingo a maniteatar
. vosaa ootade, afRrmireis os vessos sentim-ntos
ii-p.rri txs, votando pelo guu-ral Boulangei. *
A ibertram junta b .ulangiata mais dona depu-
rad e, os 8rs. Vacber, iad. pendente, e Laport da
x'reina es juerda.
Uouve na noite de 18 numerosas reacues de
partidariou da eommuna para celebraren o auai-
vers.no le 18 de Marco de 1887. Pela srj.ior
parte manifeataram sentimentog anti-boulaugis-
O c ngreaao radical do ande repellio a candi-
datura do general Bmlaoger.
O official gen-ral nomeado para anbatitair Bou-
langer no e inmundo do 13* corpo do exercit \ em
'.lerment Ferrand, o general de divisio War-
net.
J toreou posse do commando.
A extrema n-querda coucordou unnimemente
em publicar um manifest contra o general BoH-
laug- r.
Clutenceau prouaueiou un> vioknto discurso
contra elle. '
O g.veroa d-eidio snbmettor o general a coose
U da intestig^o, par. o expuW do ercto.


- '
3?
1





Diario de Vrnarobnco(iuinUi-feira 5 de Abril de 1888

,.
Cassagnac iutirpolUr o goverao a este re*-
peito.
Es pera va se urna importante aeaaii na Cmara
dosO-putad s friooeaa, porm'tivo da loterpel-
lacio cere* du geaeral B oulauger. O noveruo
de*-ja o debata, para dem rastrar que a exonera-
cao do gen-ral justificada. Serio lidoi (ala
frammas e d cmeutoe que provam a participca>
o genera* naa trameiaa eleitoraea. O goveroo
demonstrar que as idas do general i Paria obe
deciam a motivos de carcter poltico. O* fauto-
res de criae ministerial tropecam cota serias diffi-
caldades. Os personageua destinados a aobati-
tnir o actual gaoinete acouaelham que se oepere
pelo resultado das eleicoee mouicipaes de ^ml-
o da 19, na sessao da enmara dos denotados,
O presidente, o Sr. Carlos Flaquet, anouncion que
O 8r. Paulo de Cassagnac aprsenlas nuaa nota de
interpellacSo s bre os m .tivoa da madida tomada l
reipeito do general BoaUnger.
O Sr. Tirard, presidente do cooseloo, disse que
OS motivos esto expoatoa no relatorio do ministro
da guerra, e que o relatorio j foi publicado pela
folb oficial mas que diante da atti-ude do gene
ral Boulanger, depois d'essa medida, o governo
descidio tomar novas medidas, as qnaes provavel-
mente poder no da seguinte commuaicar ca-
A interp llacie, por cooseguinte, a pedido do 8r.
Tirard, fi-u adiada para o da 20, e foi logo h-
yantada a sessao
Urna dclaraeio asaiguada par muitos diputados
da extrema eaquerda proteata contra a maaifesta-
cSo eleitoral proposta sobre o nome do general Bou -
langer, e diz :
8 iodos dedicados aos dous pensamentos de re-
constituir a patria e de fundar a repblica sobre
reformas democrticas, mas os votos dados ao ge
neral que recusa der.6r a espada, coustituiro um
verdadeiro pebliscito, o qual seria a abdieaco de
um povo livre.
Conjuramos pois todos os bons cidadios are-
geitarem osea perigosa maoifestiicao, em nome da
tradrcao do principio democrtico e no interesse
da Repblica e da patria.
Os boulaugiatas de Marselba cantara como certa
a victoria eleitoral do general Boulanger.
Na sessio do dia 20 da cmara doa deputados,
Uve a palavra para ffectuar a sua interpolliicii
0 8r. Paulo db Cassagnac, lembrando o artigo do
Bonen-Coime;-, de Berim, declarando estar con-
vencido de qne foi por ordem da Allemaoh* que o
governo tomen a medida de passar inactividade
o general Bonlanger.
O Sr. Tirard, presidente do conseibo, disse que
estas palavras eram injuriosas, e prohibi o ora
dor de fallar sssim.
Applausos. O Sr. Carlos Flaquet, preaidaote da
cmara, disse que o pas julgardas palavras do
orador. .
O Sr. Paulo de Cassagnac proseguindo o seu dis-
curso nos termos maia aggressivos, disse que o ge-
neral Boulanger nao tem oenhuma importancia por
ai mesmo; t a importancia do governo e a impo-
pnlaridade da cmara fizerara a populandade do
general.
As medidas tomadas contra este nao modifica-
rlo as disposieos do paiz, que espera um repara
dor.
O Sr. Tirard justifican a medida tomada contra
o general Boulanger, e insisti na absoluta necea
sidade de manter a disciplina militar. (Applsu-
BO).
Kez notar que o general se est collocaodo em
opposicio 4s leis existentes, e pedio a ordem do
dia pura e simples
Declarou que o governo, depois de verificara
disciplina do geueral, decidi submettel-o a um
concelbo de inveatigaces.
Coocluio dixeodo que nao poda acrescentar mais
nada para nao exercer pressio sobre as decisoes
do conseifao de investigcio.
A cmara approvou por 349 votos 93 a ordem
do dia para e simples pedida pelo 8r. Tirard.
Na votecio do dia 0 da cmara dos depu-
tados, abstiveram se de emittir c seu voto 100
membros da direita. A maiona de 349 que appro
vou u crdem do dia, pura e simples pedida pelo
presidente d< conselho, compunha-se de 273 repu-
blicanos e 71 membros da direita.
Publicou-sa em Paris, o manifest da extrema
esquerda a eleicio plebiscitaria do general Bou -
langer.
O manifest ataca a inolinacie que se nota em
varios departamentos para dar s eleices o carc-
ter de plebiscito, e aconselh* s juntas eleitoraes
que seopponham votacSo sobre o nome de Bou
tangir.
O XIX Side di* que o general Boulanger e^ta
muito irritado em a sua reforma que v i inminente.
J declarou que em aeixando de estar retirado pur
uhvijwa militares, ir asaociar e r>- opa.--.nda
dos seos auoTgos: __ j^*-
O Sr Flix Piat recuusa'-se a desistir do sua
candidatura a deputado para acceder ao general
Boulanger.
Na ana volta 4e Chermeot-Ferrand, o general
Boulanger filar a sua residencia em Paris.
Preparara ae grandes manifeatacsa p.ra a sua
chegada. *
A celebre Luiza Micbel aonnuciou que na a
Mai seiba corabater a candidatura do general, e tra-
balhar pelo coa-muoiataFlix Piat.
Faeceuo senador Carnot, pae do presidente
da R-pabhca. No dia 19 de Marco, o senado le-
vantou a seasfto em sigoal de lato, depois da alio
cucio do Dr. Le Biyer, eeu presidente, taseodo
o elogio fnebre o Sr. Caraot Snior.
A 20, ao meio dia que aeeffectuou o funer-U do
venerando senador, aesiatmdo seu filho ea familia,
todos os ministres e diplomatas, grande numero de
notabilidades e immensa muitidio de povo.
Dona rncidentea occorreram no enterro do Sr.
Carnot. Quando o fretro sabia da egreja, foram
dadoa alguna gritoa viva Boulanger Mais
adiante, sendo conbeeida pela muitidio a carina-
gem do Sr. Julio Ferry, foi alvo de manifestares
hoatis, aos gritos de Abaixo Ferry 1 Viva Bou-
langer
A polica rcstabeleceu lozo a oidera.
No mesmo dia foi julgado pelo tribunal cor
reccional de P.iriz o processo do trafico de londe-
corac6ee, senda o general coudemnado a 3,0)0
franc a de uialtii e a Limousiu a seia meses de
prisao.
As peripecias deste processo cuusaram por tal
forma a atteocao publioa e sobre tudo oe episodios
do jiiigameu'a de WiUou foram prolixamente ex-
plorados pelos orgaos da publicidde, que eite
d.senlace. quauto quelles dous reos pouco inte-
rease p der despertar j agora.
A vi-giin do Sr. Caruot a Dunkerque est deci-
dida pr o dia 25 ou 27 de Marco. O presiden
te da ti-jpohiiei visitar Dunkerque, Lille, Mau
beuge e iir-.ixllas. A eaqundra da Mancha ir
compritoeiital-o a Dunkerque
C>miiu liom de Oran (Alegena) que o co-
milo dos operarios franceses, reunidos uo dia 19,
eDViou as autoridades ama delegacao protesUndo
contra a invuso das offi -inaa pelos bespanhoea e
marroquinoi, e pe un lo a cxcloao dos operarios
estriDgeircs de todas as obras.
Blgica
A conferencia icteroaciuoal aduaneira reunida
em Brux lias tem adianudo oj seus trabalbos,
faluodi -Ihe t resolver questoes de detalhe e ul-
timar os acc rdos.
Os ultim a despacho ebegadoa Bruxellas
aonuncia que -bavia na eatic&o de Bengala, no
alto Z ufe, combates sangrentoa entre os indianas
e os europeas da estaco, ficando quinto europeas
mor tos.
na fi
Est-se agitando muito seriamente a qaeato de
sabir d- Boma o papa, eatabelecendo algurea a
na residencia.
A idt de um accordo entre o Vaticano e o Qui
rm.l t m de ser abandonada, e a poaaibilidade de
oda guerra europi torna melindrosa a situaco
do suuimo outice.
Alguna cardeaea optam pela Franca, a filha
Erioiiv n'ta da igreja como futura residencia de
eao XIII. A Hesoaaba, pela sua parte, fax
Valer as auas provaveis condicoes de neutral ida Je
e reclama o direito de fornecer um asylo ao chafe
do entb ihcismo.
A I.iijUterra offerece a ilha de Malta. O prin-
cipe de Lichteirea tem una terrenos indepeudea-
tes que posoae na Austria.
U.ua prt p ista cariosa :
O principe de Monaco pe os seas estados a dis
posico de Leao XIII.
O pipa, em consequeucia da religiio protestan-
te a que pertencia o imperador Guilherme, nao
pode t-xer celebrar na eapella Hixtina ama cere-
monia fnebre em hmra do so Derano allemo,
como pratic u para cum o rei de Hespanha
Atlirma-se, p>rm, que LeSo XIII consagra-
r ao eloirio daquelle m marcha un parte da
allocuco qne ha de pronunciar no prximo con
iftori.., que se realisar& noa meiadoa de Abril.
A proin cao de novos Cardeaea ticar adiada
para e conaistorio aegointe; eomprehander o ar-
cabispo de Prii e o JNspo de Nibm.
a Italia a rainha Victo-
rlu Vaticano considera-se eomoeerto que a eon-
cordal enm a Kussia, coufirmando e ampliaudo a
do 1883, ser aaaigoada e ratificada antes da pas-
cbia.
lii(iaie'ra
Tem sido enormes a tempestades de nev no
aal da Inglaterra. As eatradas na regiio de Do-
ver esto intransitaveis.
Ha poneos diaa a cmara dos lords regeitou
per 97 votos contra 5C a m. cas do conde de Bose-
bery para se modificar a eonstituicao da n-esma
cmara couceroente a abolicio do principio da
bcreditariedade.
Realiaaram-se em Londres solemnes exequias
por alma do imperador Guilherme, a que assisti-
ram a familia real, o ministerio e todo o corpo di
plomatico. /"
A' 22 parti para
ria.

O Standard, de Lmar'i, segura qe o gene-
ral rasao qie est frente das tropas na Asia
central, parti para a Siberia afim de esladar o
projecto do caminho de ferro destinado a-unir a
Russia europea com Vladivostok, p-rto adquirido
no mar do JapSo pelos rassos, o que Ibes facul-
tar a abertura das vas ocenicas-
O novo can.inho de ferro ter um carcter es-
tratgico, e ficar construido dentro do prazo de
tres anuos.
Di m despacho de Odessa para o Daily New>
jne os jornaes da Crimea meridional consideram
que a aitaaeao geral voltou a ser pacifica.
O embaixador da Rassia propos Turqua en-
viar Bulgaria commissarios turco russos, que
exparsem do tbrono o principe Fernando.
A rmproBaa rusa, qae tem publicado notareis
artigoa repaesados de sysapathia pelo imperador
Frederico IIL acensa a Austria de pretender apo
der&r-ae da hegemona allemi.
Os franceses residentes em S. Petersburgo per-
correm as roas daquella cidade formaodo grupos,
cantando a Manelheza e victonaoio o g-neral
Bulonger. Accrescentam que muitos omciaes do
exercito russo se uuirmn aos grupos doa fraocetes,
faiendo cauaa cjmmum com ellea.
HulcarlM
A questo balgara uo avaoca. O governo ot-
tooiauo tes o que Ihe aconselb .u a Allemanha
Lembrcu Bmgaria o tratado de Berliu e a -
tuscao incorrecta euiq ue se encentra va o principe
Fernando. Mas os blgaros nao ertSo dispustoe a
seguir as ndicacoe da Turqua, e tudo leva a
crr que a nota ltimamente transmittida ao go-
verno da Bulgaria, para acceder aos desejos da
Ruaaia, embora na > satisfatoria.
A Europa aaautir, ai da por alguin tempo, a
sase torneio diplomtico.
Affirma-se, nos circuios geralmeute bem infor-
mados, que a Inglaterra nao se oppoz notarassa
relativa illegalidade com qneopiiacipe Fernali-
no occapa o tbrono da Bulgaria, e necessidade,
para a pas, de o expulsar d'alli; affirma se mais
qae a reduccio que tenha que ser tomada, e em
breve trecho, deve ser de aceordo com todas as
ponteocias signatarias do tratado de Berlim.
Marrucua
As ultimas noticias de Tauger dixem qur aug-
menta a anarchia do imperio marroquino.
Deram se j varias batalhaa em que pereoeram
ceu'enares de horneas, seado o numero dos feridos
maito consideravel.
O territorio de Hawara est completamente revo
lucionado.
Deconhece-ae a autoridade do sulto Mulei Has-
sau, que prepara j urna forte expedicao das saas
tropus para castigar as tribus rebeldes
Uh-'gou a Tnger procedeute da Italia, a embai-
xada marroqu, a acompaohada pelo padre Ber-
ebundi.
O dalegado do sult&o couferonciou com o cnsul
ingUz, offertce-. du entregar a resoluco uta diffi-
culdades com os Estados Unidos arbitragem da
Gi-Bretauba e da Italia. Mas o cnsul norte-
americano disse que ao governo de Washington
que compete a resoluc&o deste asaumpto.
Japio
O imperador do Jupio, achundoqoe a liberdade
de impiensa prejudicial aos interesses do tbrono,
deu ordem ao seu ministro dore no para que sus -
deuda ou suprima, todo e qualquer jornal que lbe
paraca perigoso para a seguranca ao estado.
; Cu i na
Telegrapbam de Shaogae 18, que durante
tres semaoas hoove repetidos tremores de trra no
Yunnam pereceado soterradas 4:000 pessoas.
k n i a ti M- r uiao
Os varredores municipaee qae aodam leventr.n-
tando a nev das ras de New-Yo k acburam j
trinta cadveres.
C".0}< x&r. .&o o transito nao deixa pro-
eeder a eoterros, ha actualmftu-.'e i'aquella cidade
5 0 cadveres espera de sepultura.
Est, purexa, pascialmenle restabelecida sr o',
cu lucio dos comboioa.
No Estado da Georgia na America, desabou ama
ponte da liuba frrea no momento eoi que paesa
va o comblo, de que resultou fiearem 21 pessoas
mortas e 36 feridas.
'um dos p >rtoa da America rebeatoa a caldeira
do vapor hespaohi Raphael Beyes, morreado fO
peas as horrivelmcuto duspedacadae, e ficando
multas outrao mal feridaa.
O Times pubiicava ltimamente o seguinte dcl-
pacbo de Poiladelphia :
O derretimeuto das neves faz descobrir todos os
dias noves desastres, < onumero dos morios eleva-
se hoju a mais de 2t0.
Foi em New York e volta deata cidade que a
tempeattde prt dusiu maiores estragos.
O* trabalhadores que levaitam as oevea deseo-
brem tolos os aias cadveres de desgracados, que
gelaram em j.c c ficaram cobertos pelo g o.
Cooum se 21 morios desta maoeira em New-
York, 22 em New-Jersy e nos arrvdores, ete
Ha noticias lamctavcia de Port-Island, onde as
comjoicacdes commecam a aer reatabelecidas.
Noticiam de Cnsfiuid, Maryand, que e eovia-
ram soccorros, depois de graudes dimeuldades, a
um nano q io fier* aigu.es de perigo, sendo en-
contrados os cinco hoin ni da tripola^ao comple-
tamente gelados e mortos,
Coosigna-se a perda d- grande numero de bar-
cos de pilotos, e dous steamers e de multas outras
embarcares.
Durante a noite de 17, trea mil carruagena
eu>pregaramse cm abrir caminho em Broadw ay
nJe havia uus tres metros.
No cemiterio de Brookiio, para onde se oonseguio
transportar cem cadveres, teve de renumerarse
a sepuitai-os. na impassibilidade de chegar at s
covas.
A circulacao dos corobois fica em parte resta-
belecida e acham s abertas al estradas entre
Pbiladelphia e N. w Vj-k
a faaioaa tempestada de nev, tripulages in-
teiras de bareos ge .arara no mar, depois de terem
pedidlo em vio soccorro.
INTERIOR
Crdito real
(Gazeta de utidas, da iorte)
Publicamos boje dous documentos importantes
acbre a verdadeira cumprebeoaio que aa iuatitui-
coea de crdito real devem (sr relativameaUe a
miesio que desempt-nbam oas circumustaBCiae ac-
tuaos da lavoura. bao risas inatituicoee chama
da, por forca das coiidtcdes que atraveasamos, a
dee inpeuh-r importantiasimo papel na transfr-
mac&o do trabalho ; e grato recontaacer que o
Banco Predial, deaa corte, e o Banco de Crdito
Real, de 8. Paulo, comprehenderam exactamente
a poeicio que deviam sasumir.
Nao i irH.il augura; brilhante futuro de pros-
peridades a iuatitui.es de crdito real; e me-
nos arriscada se toma a propuecia quando ellas
eaveredam pelo caminho, em qaedevenam ter en-
trado ha maia tempo.
Eis o que, sob a epigraphe COnsiderafoe*yeraes,
da o relatorio do Banco Predial:
L' pois de voi expr detalbadamente as ope-
rscea, no periodo decorrido do d* de Janeiro a 81
de Deximbrode 1887, cumpre-meagora, em nome
da directora, dizer-vos, ctm toda a franqueza,
qu al o juiso que ella forma do estado actual da
lavoura as provincias de Minas, Rio e 6. Paulo,
e da seguranca da garanta da carteira bypothe-
caria.
O trabalho escravo, se at ha poneos annos era
factor nico da industrial agrcola, e mais do que
i aso, garanta immediata do eroprestimo, porque o
e ser ve entra va como garante, em estimativa su-
perior trra e beuifeitoriaa, boje, nena represen-
ta valor como causa, nem o sen trabalho inspira
confiaoca. esae fadto que incoatestavel, vem
o desanimo dos proprietarios, receiosos de oio ea-
contrarem qaem os &jud no amaaho das terral e
a deficiencia de garanta, emquanto a trra nio
reconquistar o seo Talar real.
A provincia de 8. Paulo, mais admntada, ou
moa confiante na tranaformacio do trabalho, pro-
cura emaocipar se rpidamente do elemento es-
cravo restituindo-o liberdade, ao meamo tempo
qae promove a miigracio im larga escala. A mui-
tos afigura-se que o processo adoptado dando im-
mediata liberdade, trar, como consequencia, u
deaori4amaa(io do trabalho.
Maa, a verdade, e verdade que nio se pode por
em duvide, que as diffieuldades vio sendo ven-
cidas, e o valor da trra cada ves subindo mais.
O Br neo Predial nao tem, pde-ae quaai dizer.utn
escravo na prorincia de S. Paulo, dos muitos que
Ihe estavam bypotheeados. Os nossos mutuarios,
torcidos pelas circumatancias, ceosultaram a di-
rectora se os autoriaava a libertal-os, sob ou aera
condicio, afim de erilar maior mal, qual era o del-
les tuguem, nio teado meio de os obrigar ao tra-
balho.
Como rabis, o nsaso mandato nao nos dava
auioriaaco pasa c.ncedcr a liberdade, sem que
os mutuarios entraasem com a quota correspon-
dente ao valor emprestado sobre aquella garan -
ta; mas, collocada a directora neste dilemma,
nao teve outro alvitreseoaoacooaelhar os mutua-
rios que prucedeasem de accordo com as circum-
stancias e os iatereases de ambas, sem positiva-
mente se oppr ou acceder ao pedido que Ihe foi
feito. Entretanto, facto extraordinario se d e
repete-se successivameate. No oeste de S. Pau-
lo, o valor da propriedade sobe, e quando, mais
de urna ves tem sucedido, o Banco abrigado a
reeeber alguma fazenda por adjudicacia, ou por-
que o contracto est vencido por falta de cumpri-
raento de alguma das clausulas, anda, at hoje,
oio faluraui propostaa vantajsas pars comprar
o immovel pelo valor da divida, ou mia anda,
epezar do primitivo empresmo ter sido feito sob
a garanta da trra e do escravo.
As proviocias de Minas, (isto amstta) Rio de
Janeiro e norte de 8. Paulo, pela sua identidade
quauto ao clima, fertilidade e condicoes topogra-
pbicas, posto que nio poaaam competir com o oes-
te de 8. Paulo na produccio de caf, nem por sao
deixario de continuar a representar na economa
do paiz, a parte importantsima que serapre ti-
veiam, de grandes centros productores, se os ac-
tuaos proprietarios se conveucerem da urgente ne-
ceaaidade que tSm de acompaubar o movimeoto,
que cada ves mais se imp3, da tranaformacio do
trabalho, e o'uma grande paite, da propna lavou-
ra, atteadendoa que o cafeiro, quasi que, at
agora, exclusivo objectivo da lavoura, em muitts
unas destas provincias, est coudemuado pe a di
miuuta remuneracio quedar ao trabalhi. O sea
slo, poim, tio rico e as vas de communicacio
tio faceta para um grande mercado, como o Rio
de Janeiro, que tu lo fas prever urna era de pros-
perdade, se res ilutamento se tratar da reorgani-
aacio do trabalho, re^tituiudo rerra o valor que,
por accidente, transitorio, se Ihe tirou, contra tudas
a lea da economa, para o dar ao escravo, como
factor nica da produccio.
Ao inverso do que se d na costa da provincia
de 8. Paulo, o trabalho n'eatas provincias ainda
feito ameute por escravos, e com ama certa segu-
ra uca mas, apezar d'isao, a te ira oio tem valor,
embora as prupriedadee, pela sua fertilidade e es-
tado floresceute de seus cafezaea, offeregam larga
eompensacio aos capitaes que n'ella ae emprega-
rem.
A causa d'este depreciamentc obvia : a pou-
oa ou oenhuma confiaoca que inspira o actual sys
tima de trabalho ; e retardar a solacio d'este pro-
blema ser manter o nico obstculo que Be oppde
ao desenvolvimeoto e crdito da industria agrcola,
dupiioperaudc-lbc aa torcas e aniquilando-a com-
pletamente.
A directora n'esta contingencia, tem optado pela
alternativa de ficar com os immoveis qae Ihe tio
adjudicados, a vendel-os por SU/, menos, j nio
direi do valor da estimativa para o emprestimo,
mas di piopria divida, deducidos jaros e mais en
oargea. Para prova d'ests asserco, cumpre diz r
Vos que teado ido i praca, na provincia do Rio|de
Jaueiro, por execnoae movida a um mutuario, urna
fazenda, collocada o'uma das zonas mais ferteis,
contendo 500 alqueires de trras, sendo 400 de
matta vrgem, produccio para 15.000 arrobas de
assucar, casas, machinas, 19 escravos e distante
urna legua de estrada de ferro, nao encontrou
maior lance, na terceira praca, de 10:00040001
O banco arrematou-a para pagamento de divida
que regula cena du 40:OCO000.
A carteira bypothecaria do banco, com excepcHo
de algumas prcpviedades que representan valor re-
lativamente inferior ao debito, possue ptimas fa-
zendas, qne pela sua produccio offerecem parfeita
garanta aos emprestimo*. O que oeceasario
vencer a crise que nos assoberba para que a la-
voura volte a oceupar e papel que lbe compete no
movimenta econmico do pas, como fonte princi-
pal da liqueza publica.
Os escravos 4uc ---banco possue naa fazenda
que Ihe foram adjudicadas v mente, tendo ainda assim. apezar da suavidade
com que So tratados, bavido alguna disturbios que
maia ou menos perturbara a admioisti a$io. En-
tretanto jra evitar males futuros, vos, conside-
rando o estado actual das cousas, digoar-vos heis,
ae julgardes conveniente, autorisar a directora a
proceder de conformidade com os interesses do
banco, laucando mi das medidas que forem acn-
8elbadas pelas circumstanciaa.
Este relatorio anterior ascensio do novo ga-
binete, o qne da at certo ponto ainda maior valer
s auas sensatas ponderales, pois que represen-
tanto immediaro de interesses agrcolas, elle abra
mo de une tuntas preconeeitos sustentados pela
poltica do ministerio passado. as mesmas cou-
dicoes est o relatorio do Banco de Crdito Seal
de t. Paulo, d'oude eztrahimna as seguintes cuasi
deratas subordinadas epigrapheElemento ser-
vil :
* No meu relatorio de 1884, j vos havia dado
conta da resoluoio tomada pela directora de nao
computar como garanta dos emprcatimos que se
faziam o valor dos escravos bypotbecados, como
acceaaortoa das fazendaa cm quo i.rabalbavam, vis-
to tratarse de um valor que, alm de aebar-se su-
jeito a considerareis depreciado parecer em termo breve. Rcccbid s, pois, em by-
pstheca pelo B .neo, d'abi em diante os escravos o
foram amente em attencio circumatancias de
revelarem, da parte do mutuario que os bypotheca-
va, coudicov-s de real aproveitamento das trras
dadas em girantia; entretanto, nio pode o Banco
persistir n'este proposito, vendo-se na necessidade
de abrir mi completamente de tal garanta nos
empaestimos ltimamente fetos, aconaelhado pelas
circumatancias eepeciaea em que se ach o pas,
e notadamente esta provincia, em relacio ao ele-
mento servil.
S: a garanta de escravos recebida pelo Banco
tem sid'i um embaraco a que muitos dos nossos mu-
tuarios, conaulundo melbor os seus interesses, e
ouvindo a voz da bumaaidade e da civuLaco os
lib-rtasaem do jugo da escravidac, entendeu a ad-
ministracio do Sane i nio dever conco.Ter para
qne ae nio acceleraaae o grandioso movimento da
libertario, que felizmente se nota n'esta pro-
vincia.
Chegavam diariamente ao Banco pedidos de au-
torisacio dos nossos mutuarios para libertnrem os
aens escravos, cerno meio de podel-os manter ao
seu servico, e se nio nos era licito conceder se-
inelbante autoriaaco que importava abrir mi de
ama garanta, nio podamos tambera, sem iotuicio
real das circumatancius excepcionaes qae a pro-
vincia atraveasa, obstar ao geueroso movimento,
impedindo um acto filho do imperio absoluto das
circumstaacias, e que loogt de prejudicar ao cre-
dor, melhurava ao contrario a sua aituacio. Nao
havia pre uizo algum, porque tratava-ae de urna
garanta que se tornava de valor nullo, e melbora-
va a p eioao do devedor, porque habilitava-se a
peder continuar u cultivar as suas trras como
ate entio, e axioma recebido u'estaa relaees qae
a coadi$io do credor melbora sempre que melbora
a aituacio do devedor.
Nio podeudo, pois, o banco continuar a rceber
urna garanta qae, embora j de ha maito nominal'
acarretava os inconvenientes que assignalei, dei
xou de reeeber esozavus em bypotheca, e nio usou
d direito que tinba de forcar os seus mutuarios a
urna posicio inconveniente a todos os respeitos.
Julgareis com o voseo reconbecido criterio se pro-
cedemos ou nio acertadamente. *
Bataneo
DA CAIXA FILIAL EM PERSAMBUCO, EM
31 DE MARCO DE 188
Activo
Letras descontadas
Cautas correles caucionadas
Caixaa, Matriz e Filiaes
Diversas agencias
Valores depositados
Diversas cuntas
Letras i reeeber
Caixa :
Cm moeda corrate
Rs
251.500*460
1.128 196*730
758.17**340
997.916*740
2o0.22l*85U
97.4111*080
390.355*430
742.715*360
4.596.468*990
Passivo
Depsitos:
Cootas correotes de
movimento.....) 1.790.342*180
Ditas d 11a s com)
aviso.........eU354 528*040
Letras a premio..)
------.---------3.144.870*220
Diversas garantas
Diversas agencias
Caixas, Matria e Filiaes
Diversas cantas
S. E. 4 0.
Pernambueo, 4 de Abril de 1888.
230.2214850
8.598*99t)
374.561*360
833 303*570
Rs. 4:596.55*990
(Assigaados)
W. M. Webster,
gerente.
C. F. Cuddon,
guarda-livros.
Caiva Econmica e Monte de Soc<
corro de Pernambueo
Balance lea em 31 de Mar o de
em SI
1888
CAIXA ECONMICA
Activo
Thesouraria de Fazenda
Monte de soccorro
Caixa
1.243:241*050
76:975*000
1:129*000
Airndola i!i^ fernambucoDamos em seguida omappa demonstrativo do rend ment
da Alfandega ue l'cruambuco, durante o mez de Murco de 1888, comparado com o db Igual raez do
anno de 1887.
DENOMISAcio DAS BESO AS
Importaco
Oireitos de consumo .
Addiccionaes de 50 /9. .
Augmento de 10%. .
Expediente de 6%. .
Armazenagem .....
Capatazia.......
Imposto de 40 % sobre fumo.
Despachos martimos
Imposto de pharoes. .
Dito de dcas.....
Exportacdo
Direitos de 9/0. .
dem de 7 %......
dem de 5 /o......
Interior
Sello por verbas.....
Dito adhesivo.....
Imposto de transmissio de 5 %
Extraordinaria
Multas .......
Fundo de emancipa cao. .
Depsitos
Depsitos de diversas origens.
Contribuicio de caridade .
omina. ....
1888
790:556*621
182*3( 0
36*46
7:734*93<
B:867&69
3:3t,7*93
*
6:280*000
1:50. *520
4:^84*038
7*259
18:218*095
*
*
14*260
824*450
41:046*747
1:119*430
3:233*825
888:278*431
1887
473:523*860
236:634*28.'<
47:326*8.01
5:6211*666
9:495*298
3:150*G8
6*001'
4:640*00'>
990*740
3:002*936
11*914
69:426*404
3*200
70*0i 4)
367*0001
689*981
39:137*443
2:171*2^4
3:155*527
899.623*917
DIFFEBENCAS
Para mais
317:032*761
*
*
2:114*273
372*271
217*362
*
1:640/0!0
514*780
1:281*102
*
*
*
*
134*465
1:908*304
*
78*296
325:293*614
Para menos
236:451*985
47:20*d97
*
*
*
6*000
l
i
*
4*655
51:208*309
3*?00
70*' 100
552*75
I
*
1:051*804
33S:63n*100
Passivo
Depsitos em contas correntes
1,321:345*030
1,321:345*050
RECAPITULAgAO
MONTE DE SOCCORRO
Activo
Emprestimo sobre penhores 123:981*576
Movis 6:126*627
Apohces 1:000*000
Despezas geraes 4:987** 0
Caixa 3:1U2*4HI
Passivo
Capital
Thesouraria de Fazendace ata de
emprestimo
Caixa econmica conta de passagem
Saldo de piuhores vendidos era
le lio
Juros
Lucros e perdas
(iastos com leiles
8. E. & O.
Recite, 3 de Abril de 1888.
138:198*483
16:292*689
O gerente,
Felino D. Ferreira Coelho.
PERMAHBUCO
1
Capital do Banco
dem realiado
Fundo de M&erra
REVISTA DIARIA
lostrucco pnbliraI'or acto da presi-
dencia da provincia de 26 do fiado mes de Marco,
foi jubilado o professor da 4 cad ira de ensino
primario da freguezia de 8. Jos, visto estar im-
possibilitado de exercer o magisterio.
Auloildade policialPor portara da
presidencia da provincia, de 2 de Abril e proposta
do Dr. chete de policia de 31 de Marco ultimo, foi
nomeado 1* supplente do delegado do termo de
Flore'", o cidadio F.i.y Belcbior da Carvalbo
Pftrrnl,
Binpo dloceaanoNo paquete americano,
esperado hoje do norte, sogao para o sul, em pro-
cura de allivio ac teua incominodos, 8. xc.
o 8r. D. Jos Perera da Silva Barros, digno pre-
lado diocesano.
Desejamos a S. Exc Rvma. prospera viagem e
completo restabelecimento.
Corpo de policaHontem, pe'a machi
o corpo de polica, puchado pelo su diguo com
mandante, tez um passeio pela cidade, percorren-
do diversas ras.
la garboso c luzidio-
Conselho IliterarioRcnnio se hoatem
o coneelbo Iliterario em sessao extraordinaria.
Foram lidos e approvadcs os seguintes parece-
res :
Da 3 seccio relator o Di. Regueira Costa so-
bre a petic'o da professora Francisca das Chagas
Ribeiro do Olveira, para que seja regulada a sua
jubilafio pelas Jisposico-s dos arta. 179 4 el80
combinado com o art. 138 do regalamentode 18
de Janeiro do correte anno, concluiodo que a pe-
ticionaria est no caso de ser attendida nos ter
mos em que requer.
Da mesma seccio, relator o Dr. Rodolpbo de
Araujo sobre o requermonto da professora Mara
Heriniua dos Passos Lima, em que pode a sua ju-
bilacio, concluiodo que a peticionaria eat no
caso de ser attendida, verificada parm a imposai
bilidade allegada, nos termos do artiga 178 do re-
gulamento vigente e provado o seu exercicio no
magisterio publico por tempo superior a des an-
uos.
O inspector geral declara qae bavia sido mar-
cado para hontem mesmo o interrogatorio da pro-
fessora Camilla do Cat mo Torres e quo nao tendo
esta comparecido mandava seguir o processo seus
termos ulteriores.
AsjsiaaalaatoNo dia 24 do mez passado e
em trras do eogeubo Fioreata, do termo de Pal-
marea Clementmo Jos de Lima ass-tsaioou com
urna tacada a Manoel Salvino Teixeira de Car-
valbo.
Foi preso o criminoso cm flagrante delicio e
eat sundo inquerido.
Sania Caaa de Hlaerlcordla Hoje,
perante a Iilma. junta administrativa da Santa
Casa de Misericordia, ser arrematada por quem
melbores vantsgens oBeroeer, a renda do predio
n. 21, ra do Imperador.
associaco Medico-Pbarmaceatl-
ca Pernambucaaa-ll je, no lugar e hora
do coatume, baver seaaio deata asaociacio.
Appellaco comoeerelalFouns hon-
tem obsequiados com um foibeto, contendo as
razes dos appelaotes Sulzer Kiuffraaaa & C, es-
eriptaa pelo Sr. Dr. Adolpbo lacio da Costa
C rne.
Agradecemos.
Fe-rlaaesalo ssaaraa* Ante-hantom, por
volta de 4 horas da tarde e na ra da Cuuuei-
cio, Msooel Joaquim de Sant'Ann*, travou se de
r*zoes com Beato de tal, mas deu-lhe este urna hor-
rorosa facada no baixo ventre, evad'ndo-se logo
aps a perpetracio do crime.
O ofi'eud'do foi vistorado pelo Sr. Dr. Gama
Lobo, que declarou ser mortal o ferimento, e reco-
Ihido ao Hospital Pedro II.
Entrada* de algodao e aaaucar
Vieram por mar e trra para o mercado do Recife
no mez de Marco :
Algodo
Qe 1888 33.891 saccas.
, 1887 30.B50 |
. 1886 H-976
, isas 14.1*7 .
. 1884 9.200 .
BBBBBaBBBaV
ne 1888 224.098 saceos.
. 1887 193.243
, 1886 110.514
, 1885 173.725 >
, IcM 170.627 .
Operacses elrarglcaa Foram pratiea-
daa no hospital Pedro II, no dia 4 de Abril, aa se-
guintes :
Pela Br. Malaqnias :
Extirpacio de um tumor fibroso da parte supe-
rior da face posterior do anteara90 direito (re-
gio olecrana).
Pelo Dr. Estevio:
Extirpacio de kisto sebceo da face.
Caateriaeeao pelo thermo cauterio, deexcrescen-
DEN0UINACAO DAS RESDAS
Importaco......
Despachos martimos .
Exportaco.....
Interior......
Extraordinaria ....
Depsitos......
Total
811:745*819
7:78*52u
22:509*39.-!
I4S50
41:870*197!
4:353*251
888:278*431
775:757*534
5:630*740
72:441*254
040* 00
39:27*12b
5:326*761
899:623*917
35:988*285
2:154*780
2:012*76
*
40:185*834
*
*
49:931*862
625*950
*
973*508
51:531*320
2* eeccio da Altandega de Peruambuco, 2 de Ab 1.
O escripturario, Odilon Coelho da Silva.'
de 18880 chefe, Cicero D. de Mello.
Ra. 20:000:000i|000
< 12:000:000*000
160:000000,|.cias avphilUUai dojierineQ
38:360*330 Taqnareliiiga Escrevcm nos d ata loca-
76:975*000 lidaue era 31 de Mirc-i ultimo :
A noticia de ter sido obamado o sonselheiro
4:379*224 Jcao Alfredo para substituir o Bario de Cotegipe
1:811*010 foi aqu receoida cora ciiihiisi .sino geral e logo
338*730 que su coufirmou, vulgariasodo-ao a cr-aniaac.io
41*500 do miniaterio de 11 do corrate, u ulegria e satis-
facae trauaiuzio no semblaots de todos que coohe-
138:198*483 cera as qualidades de tio sympathico pernambu-
caoo.
1 IJrnco direito do Visconde do Rio-Branco,
quando no ministerio de 7 de Marco, mostrou quau-
to era tenaz avigoraado-lbc a voutade, o este mi
msterio deveu-lha os triumphos no meio de tautos
tropeos que atraveaaon.
r'oi um miaiatro n'aquella epocba cheio de
prestigio, assigcalaodo-se na tribuna, sempre que
uella nppareeia para esclarecer as quealo-a qae ae
suscitaram. De ideas adiaatadas, nio recuou an-
te diffieuldades nem do trabalho.
A sua palavra iaspirajlealdade a seas amigos
e a eeperaoca do pas.
Aotagooista do rgimen da escravidio fez ou
tr'ora a victoria appsrecer e agora concluir sua
obra: a abolicao.
E a per deaaa graadiosa reforma, far vir ou-
tras para o progreaao de sua patria.
o E:8 perqu de toda parte do imperio aa ova-
co-a sio nmeros 13 por j aer coohecido o carao
ter e i re.a ae voatuii-j de tio preatimaso chefe.
Aseim, pois, oeui Jizemos no paiz por tio dia-
tincto ministerio e de c do alto desta aerra en-
viara .s-lliea nossos frenticos parbaos.
A 19 do corrente, dia designado para a aber-
tura da primeira sesao do jury deste termo, teve
ella Lagar sob a presidencia do Dr. juis de direito,
sendo apresentadoa 4 procesaos preparados, em
cojos julgameoto8 estando o meamo impedido, cou-
viuuu o Ur. juiz muaicipal, Manoel Tobas do Re-
g Albuquerque, que oceupaado a presidencia do
tribunal, submetteu a julgameatoa:
A 19, Maooel Vicente Mooteiro pronunciado
no art. 257 do Cod. Crim.; tendo por curador Pe-
dro Perera de Araujo Lima, foi abaoivido.
A 20, Joa Antonio de Mello pronunciado no
art. 222, Ia parte, teado o meamo curador, foi ab-
aolvido; aiada neaae dia Jos Claadino de Mello
pronunciado no art. 205, tendo o mesmo eurador,
foi absolvido.
A 21, Amaro Jos do Careno, pronunciado no
art. 257, tendo o meamo curador, foi absolvido.
tiendo convidado o Dr. jais de direito para
assumir a presidencia da tribuual, no da seguinte,
22 do corrente, estando reunido o mesmo tnouual,
toi apreaeutado outro processo, em que eram reos,
Joio Canaula de Mello, Sebaatiao Moraes de Olvei-
ra, MaoovI Camello de Lima e Severo Barbosa de
Souza, prenunciados no art. 125, 2 parte do c-
digo criminal e aeudo sabmettidos a julgamento,
tendo como advogado o tenente-Coronel Jovm > Li-
meira Dino, furam absolvidos, termiuando asaiai
a referida aesaio do jury.
v Cumpre dizer-lhes que o proaioior iutenuo
Andre Cursiuo e Araujo Perera, adoeceu no da
19 e reassumio o exercico a 24, substitua lo o
Iguacio fro/opio da Cuaba, que foi o promotor du-
rante o Jury.
A 24 I01 recolhido cadeia desta cidade, Mi-
guel da Silva do N'ascimeuto, condemnado no grao
mximo doart. 257 do,codigo criminal o qual appel-
lando da aentenca que o condemaou, prestoa fian-
ca perante o Dr. juis de direito, e foi p.sto em
liberdade a 26.
A 27 chegou a esta cidade o tenente Pedro
Alexandriuo Correia de Mello para coramaodar o
destaoameuto, cuj 1 commaado aaaamio logo.
Fot ama boa provideacia a viada de um ofi-
cial para aqu; pelo meaoa terem jb melhor ordem
e diicipliaa uo deaueameuto, que no entretanto
preciaa ser augmentado.
As obias da igreja, que estavam projfctadas
n'esta eatacio, esto a coucluir-se e assim s falta
tazer-su a calcada da frente da reraoco da sinei
ra. ^_
O fsbriqueirs trata de prestar suae contas, o
que far logo ,quc aa termiaeo as ferias divinas.
a O thermometra contina a marcar, variando
pouc 3 vezes 18 a 22 ceutigrados.
De invern vamos mal, pon, aa cnavas teem
sido nenbumas, apenas a 22, 26 e 23 appareceram
pequeos ebuveiros, nada achantando para lavou-
raa e pastos.
Entretanto, os gneros coutrauam abundantes
as feiras e sem alterafio de precos.
Houve obituario esta mez nesta cidade e cida-
de e conatou de d.us adultos e quatro prvulos.
Tudo o mais Bem alteracao.
Au rtvoir.
Muilier barbada Foi sepultado em urna
aldeia do Arige a decaoa das mulberes de baroa.
Morreu cum 80 aonoa, o que urna bonita idade
para todos, mesmo para os ph'enomeooa ; os bigo-
des conservan).
A iefunu exercera a sua profissio duraate 60
anuos de vida.
Que carreira Tinba naacido imberbo como to-
das aa mulberes, e aos vate annoa perguntava a si
mesma com certa anciedade que profissio teria.
Sena modista, costureira, mulher de lettras ou
simpleaineote moca bouita ?
Um dia, ao ver-se em um espelho para verificar
se este ultimo emprego era realmente a sua vooa-
oio, deu um grito de horror !
Tinba em cima do labio superior um buso pro
nunciado e nes faces soleas p-irtoitamente viai-
veia !
Estava resolvido o problema I Depois de ter
chorado quaoio devia, lameatani i-ae por ter-Ihe
poato o destino margem da bumaaidade, enteo
deu-se com um saliiuabanco que por all paaaou, o
qaal ao ver-lbe os biodea, off ireaara lbe um con-
trato magnifico, 10 sidos .fizas por da e um*
parte nos lucros.
Quaud ve > a idade, gracas a algumas econo-
minziobaa que conseguir fazor, voltou para a al-
deia qae u vira naacer, e all dea coaselboa s
m 10is de barb qao comeesvam a aaa carreira e
a tinbam uomo a deoana dellas.
Morreu, legaado a barba ao museu di sua aldeia.
Esta anda nao tem museu, mas tal vez funda agi-
r um por cuus-t disto.
tie transit gloria mundi.
C<**t* da Uuoiiii ile ParlaSegando o
relatono da commiasio respectiva, durante o auno
de 1887, a Caaa da Moeda de Paris cuuhou quasi
51 railboia de francoa em moeda francesa e 1/2
milbo-s em moeda do Hait.
Entre aa mo.-das francesas conta-se 17,200,000
raucos de moeda deatinada Indo-China. A
u ai da do monetaria dessaa oioedas ojio o se sabe
a piastra
A Csa da Moeda apromptou 3,7o >,410 piastras,
250.000 quintos de piastras, quasi 2 milhoes de
moedas du um cntimo de piastra e 5 milhoea de
saptkis.
Pelo que diz respeito s moed is de circulaoio
no interior e as demais coloniaa alm do Indo-
Chiua, a estitistica da Caaa da Moeda duraate o
auno de 1887, aecuaa 24 1/2 milhdea de francos
em moeda de ouro. 9 nilhues de francas em moeda
de rata e 147,800 francoa em moeda de bronze.
Esta cariosa tstatistiua d ama idea dos enor-
mes recursos de que a Franca dispa.
A val lade pbyalea na maiberLe-
sa na Fisonoma e mmica de P. Mante/azza :
o A muiher, vi por excedencia, eatada-ae a si
mesma em todos os movimeotoa e liniamentoa da
sua pens*, procuraado tirar o interesse mais ele-
vado dos capitaes a ella concedidos pela natureza,
e esconder com todos os artificios oa defeitoa.
Distrahida por ndole, ebega com a voutade a
adquirir o espirito da observacio mais aguda e
mais pertiuaz; impaciente e vuluvel, sacrificase
s tongas torturas ala toilette e soa intermiuaveis
exames ao espelho, defroute do qual, asseotada
aprende a mmica e atea arte de mover os labios
com elegancia. Os sacrificios mais penosos Ihe
sio recompensados com usura quando, entrando
na sala de viaitaa que a espera, ve fixar-se em sua
pessoa os olnoa de cada um, e da bocea de todos
sent sabir vozes d'admiracio e d'elogio. Eutio
abaii'fejimidam -nte oa oihos e se faz corada,
Nio porra, o pudor que Ihe faz subir o san-
gue a facca; maa 1 pleaitude d'alegria que a
inunda e que deve occultar tudo em ai, tudo a ab-
sorver pouco a pouco, com risco de ficar suffoca-
da. Ella, porra, nio se esquece de si por um in-
stante sequer, e no dirigirse ncert* para a cadei-
ra, que porfa Ihe apresentain mil adoradores,
estuda o mover doa ps e aa flexiveia oacillacoes
doa flancos; e no relance d'olhaaque ao acaso an-
ca se lembra dos movimentos estudades ao espe-
lho, do tmido abaixtr das palpebraa ao formida-
vel relampejar doa olhos em toda a sua paixio; e
oa sua g. nerotidade nao esquece algum entre os
tantos que Ihe fazora ro -u, ora deixa viuvo d'um
seu olhar ao maia desformo ou ao maia velho dos
aeua cortezios. Se involuntariamente oa olhos se
firmaran) por algum instaute mais do que o ne-
ceasario sobre alguura, repira logo o erro-do cora-
cao, dirigiudo-os sobre oa miaerca mortaes que es-
tavam atteodeodo a vida e a luz das suas pupil*
laa, e com um s mover de cilios parece que os
coaipenta do cruel eaquecimento, deixando chover
sobre ellea um raio d'affecto e de, benvola des-
culpa.
Outras vezes, onde quer deixar maia protunda
ferida, tinge a iudiftereaca ou o desprezo; e al-
ternando aa longas ausencias dos aeua olhos sus-
pirados com as olhadcllas mais ardentea e mais
borrascosas, compraz-se em fazer palpitar de ale-
gra e impaliidecer de dor a victima que aubjugs.
E quem poder j ilmais revelar todos os u-ystorios
da pjlit.oa mus macbiavelica, que escunde as
suas artea tenebrosas aos gabinetes daa bellsa ae-
nhoras? Se algama vez voa cahir aob a vista
urna mulber acensada de vaidade e a quizerdes
absolver acbaudo-a vestida negligeotemeaie, exa-
minai-a bem da cabega aoa pea, e achrela que
um t cabello nio est p -ato casualmente e qae
nem urna prega do vestido espontanea. A coifa
que lh- foge da trauo* foi posta no lugar compe-
tente por urna mi inteligente e artstica; e o
OOtio do vestido, qae parece casualmente escapa-
do para tora da abotoadora, foi desatacado artis-
ticaraeute para que a vista, penetran! 1 por aquel-
la pequea fenda, p idease mais faeilmeute adivi-
ubr os thesouros que ae devem eaconder e tal ves
longaraeato ae couaultaaae e ae discutase para de-
cidir quaea doa b >no 1a devia fijar eaquecid 1. Em-
fim, lembrai vos bem que ama muiher vi, quando
tambem fuese obrigada a viver s eternara-.-ut-j, se
faria bella p >r ai mesma, e morrendo procurara
talvez anda gesticular de modo seductor e cheio
de diguidade. *
CervejaA origem da cerveja, irmi plebe
do viobo, e remotissima, e a sua inveucio aove se
aos aotigos egypcios.
Oa povos da antiguidade tinbam muitaa varie-
dades d'eata bebida, como o provam os nomea de
pinon, brytum phocadion, karma ou curoii oa oa-
mum de Cren, celia ca ceroa doa Iberos, tytus svc-
ced-meus e pelusianum.
Os povoe maia sdvagens souberam, de cereaes
muito differeates, preparar b-bidas espirituosas
que aio simples variedades de cerveja, como sio
a chica doj boliviaoos (1). a basa dos tcherkessos,
o tuaoit d .s dayak-, o sacia do Japo, o satnpiu da
Cbiua a meriesa e o bilbil do Soudan e muitaa ou*
tras.
A oossa cerveja moderna contm agua alcool
na proporcio de um aoito por ceoto, albmina, um

V



(1) Chica, bebida em uso aa Bolivia e n'outros
lugares da America e em caja composicao entra o
ouiho.
i >
mmm mi
{ MHTHBO


Diario de PeramnhucoQuinta-feira 5 Abril de 1888
pouco da amasar od*destriu, acido malico e ae*-
tce, proluet.s da d*eoip isioio do assucor e do
aU-oul, urna subsiaucia amarga chamada hipante,
soluvel do alcool, oleo easencUI de lupul.., saes d*
potassa, cal e magnesia aasociados com cidos sul-
forieo e pbospborico ; ernm acio carbnico em
quantidade muito van e tal que, ca a torca espn-
insute, ora rio.
A bu auaiyse um Unto extensa ; por uso dei-
lauoi de aprcseutal-a uq'ii.
Algnmas cervejas de >r muito escura devem
cate carcter a uuia torrefaceo prolougada da ce
vada.
Outraa tornam-se muito narcticas equaB estu
faccteut-s pe a riqueza de oleo easencial de lupu o
que con'.n i mas, as d nosaa provincia, aela sua
ma fabnceo e neohuma nutricio que oere-
cem p..d-m ser be-idas seu> reeeio de cansar iu
convenientes, uio aer de o poren es intest.nos
em alarma Com a d.arrba que podem provocar.
As oervejas melborea da Europa sao as ingre-
sas. Entre as primeiras, sobresabe que se pre-
para para a exportadlo transatlntica, que resiste
a passagem da linha, e se chama India pal ale-,
esta especial, po.*, se fabricada por Taoa.nl,
urna beb.da eaqueaitisaiua e que as bebe em
grande abundancia, entre nos, e em toda a Ame-
rica Meridional como um licor de luso.
Entre a. e. rvej.a francesa, as sala reputadas
sio ks de L'ao.
a le iseussssjsioMoviineato dos pre-
aos da Casa de Detencio do Becie no da 3 de
Abril de 1888: .
Exininm 322; entraram 7 ; sahiram exis-
'em 320.
tuZZs 304 muiberes 6 ; ?strangeiros 10 ;
Total320.
Arraco-'l" 288.
B >na 270.
ForUm visitados os presas deste eatabelecimec
to p.r 79 pessooa, sendo 30 borneas e 49 rnulhe
F Hoaptiai Pedro IIO moviinento deste
lospital n. da 3 de Arbril, foi o aaguinte :
Entraram
Sabirain....
Falleceram .
Existe ta
22
6
6
521
Urna boa eerveja deve ser transparente ou .i-
anspar, ote, S^*L2 &2
TEXZZ+Z^ digerida fulmente,
.em prodn.ir fl .mU-noas, nem d6r de cbeos.
a .,ut,daie d<- crvelaquese bebe na Europa,
oidium infestm a
principalmente depois quo o
vide, ixtra rdinaria.
Ni Confederado Germnica, segundo ob cal-
culos de Dieterici, cala habitante bebe 45 quarts
pruaaianos de cerveja per anno. (2)
Segundo Rjbert de M-.ssy, Londres consom no
infamo tempo 400 milbojs de inros e Paria 30 mi
lh5es- u i_-J .
A cerveia ao mesmo tempo, bebida e alimento .
nutre e tende a eegordar ; facilita a secrecio das
urioaa: tnica, diversamente excitante conforme
"a su riqueza alcoolica ; facilita a evacuado al-
vina, e calma a excesiva sensib.Iidade erctbist.ca.
Ella ecovm aos homens muito magros e nervosos,
s mulher^s gravidis, que nio sao pictricas, e a
quem tem ten oVucia tysica ; nociva para q em
tende obesidade ou i apopiex.a ; pouco amiga
dos trabalbusii.ttllectuaea; pelo que n.uitos ho-
mens Ilustres da Gemiana teem ctrto contra ella
violeatas iino-ecacoss, aiaocinndo-so iri. de
Redi:
Chi la squallida cervogia
Alie laibra sue congoigne,
Preto moore, o rado giugoe
All'et veccba e barbogia.
O abuso da cervej* foie em algnmas pessoas
produir oisiurbios na bexia e taubcm urna va-
riedade de cai.rrho que toi chamada pelos Tjes-
eos biertrippcr.
A cerxti- beba o feu tempo mais opportuno as
hoiaa qi.entts ao veiSo, entre o alm^co e o jautar,
ou Urda. ...
Aos i cicscs qui ceneoroem longas boras do da
nos eafa ice n>menda-se a crv. ja como urna be
bida ou.- se Lde t mar m%is impuuemeute que o
abainibo, veim. n'h e rouiBS outras, que se tum
maia-ves-8 para faser algunia cousa ou matear
O m-is precioso do '-.dos os thesouioa : o temp.._
Qsfaias mulhered d.fiuhadas e d. iicada-, que nao
pode i. tolerar u vinb p'ir ser mui'o irritunte, la-
an uvlhores diges'Oea e melbor sle se^tuiDas-
aem ao juntar boa eerveja da Bavi"ra ou italioua
de Chiavenna.
UeuuIfteH sjoclaea Ha boje as segu-
tes:
Do Iutitu'o Arcbeologico, ao meio da, para
posse da uova oi'Sa administrativa.
Da dovocau de Nosna ^ei.hora das Merces, em
S. Jo- ue Riba-Mar, s 6 horas da tarde, para
eleic .
Da Imperial Siciedade dos Artistas Mechan'Ci"-s
e Libera- s, a 6 boras da taide, pira os fns ordi-
narn s.
Da AssoeiacSn Commercial Aijii'-O'a, rm sssem
bla g.ral, i 10 hor^sdodia, paratleicao da no
TB directora, leitufa do relalorio e prestayao de
con"48- .
D.- Gr--mi des Professares Primarios, as 11
horas, em tet-aSo ordinaria.
Ilirecivna as ora or aaaarm-
falo doa parlas de sernssstoacoKe-
Cife, 3 d A bul de lt*8.
Poram visitadas as respectivas enfermaras pe-
los Drs. *
Cysnei.o,s 9 lj4.
Barros Hobrinbo, s 7 114.
Berardo, a 1< 1|2.
Malaquias, s 8 1)4.
Pontual, s 101|2.
Estevo Cacalcante, s 10 1[2.
riimoes Barbosa, as 10 1|2. ,.,,.
Cirurgio dentista Noms Ponapilio, s 8 bo-
pharmaceutico entrou s 8 1[4 e sahio s 3
da tarde.
O ajudante entrou s 7 1[4 horas da manha e
sahio a 4 da tarde.
Lotera I provincia-Resumo dos pre-
mios da SV parte da 11 loteriaem beneficio da
Santa Cas de Misericordia do Baette, extrahida
em 4 do corrente :
100:rO000O
10.000# S:9UOaV*J0
1:000*000
1:00 1*000
4543
182
2908
Temperatura masnna30*,U0.
Dita mnima22,75.
Evaonracao em 24 burasoacl: 5,<9 ; sotn
bra: 3,2.
Cbuvenulla.
Direaoso do vento : E de meia noite at 1 hora
e 5 minutos da manb ; SE at 2 boras e 6 mi-
nutos ; E-E at 2 horas e Vi minutos ; SE at 7
horas e 33 miuut n ; SSE at 10 hjras e 45 minu
tos da manha ; SE, ESE e E alternados at meta
noite.
Vuiowdada miia do vento: 1",42 por segundo.
Nebuiosidade media: 0,31.
H iptirn An porto ____
Da
3 de Abril
4 de Abril
Horma
10 2 da manhS
436 da tarde
U 6
527 da mauba
Altur
206
0.-88
1.-^5
1-03
iLe<>* Eclectuar-ee-blo :
Hoje:
Pelo agente Pinto, s 10 h ras, na ra da Man-
gueira n. 11, de movis, iou$*s, vidros, ele, etc.
Pelo sgeiite Pinto, s 6 horaa da Urde, nos
Affl ctos, >e terreao*.
rVIo agente Pestaa, ao owi} dia, na roa do
Vigaiio o. 12, de predios.
pelo geu'e Silveira, s 10 horas, na ra larga
do R sario n 14, de movis, loncas, vidroa, etc.
Pe aaente Britto, a 10 1/ boraa, na ra do
Rangel n. 4 de fasendas, muaiesas, etc. etc.
Amauha:
Pelo aaenic Gusmi>. s 11 bars, na ru Mar-
quea de Ulmda n. 19, de 3 vaccas de leite.
Pelo aijelite Pinto, s 10 1|2 horas, na roa Ba-
rio da Victoria n. 58, de movis, louyaa, vidroe,
Plo agente Stepple, s 11 horas, na roa do
Imperad .r n. 22, de predios.
IVo gente Hrto, s 10 li? boras, ra do
Am rim, de cofre de ferro e movis de eacriptono
P,l> uamte Pestaa, a< m>io dia, na roa Dj-
nting >s Jos Martius n. 84, da padaria e rtfinac
ah b'ti.
>abbdo :
Pelo agente Pinto, a 11 boias, na ra Marques
de Olinda n 52, de muVela, malas e cunos oijoc-
toi di ferrafiem.
Pe gpite Brito, is 11 boras, i ra do hangel
a. 48. de predios.
(* rssnelareBSerao celebradas :
H je:
A's bors, oa matiis B6a-Vista, pr alma
de D. Le po dina Carolina Q iiieiro ; s 8 boras,
no P i-'Z'. p r uluiii 'i'f d'Hcu b.ig a r Kiaueiec
de Ass a Onveira Maciel ; p 7 b .ras. na i*r.ji
do Pilar, por ilma de Joo II nina Kyn.uul ;
na matiia de Gamell ira, por ma do desembar-
gador Francisco ue Assis de Oliveira Matul.
AioHiib :
A' S h.iras, n capella do Aeylo de Alien-dos,
Sir alma d* das. mbargador Francisco da Assis
livturtt Maciel.
Segunda -fe'ra :
A'- 7 bur.a, na u.atris da. Ba-Vista, por alma
da D 11. nona de Albuquerqoe Barres.
(9) Maghtu,, celebre pela sua obra sobre o pao
Sin em de Lloares, pubhciuum livru sebre a
eruiania, no qnal Oen. nsira que om teic> d
renda a'queile pais di.peouidn m ccive'a.
MO toraut. pola. >nju>loS nona i lo.ties teuescoa
DOr CCosar in a pallla ce-Veja pela pacifica lun-
ganimidadc a iiidid.ff rmiisatu poltico dos ger
nos.
1142
I8S6
3533
20t6
1^8-5
Eatao premiados com 500^
355 1481 8484 158
Eatao premiados com 250# :
3826 707 2651 2621 3712
22516 4486 425)
Lotera do Para A 6 Part.e,,d* **;
ael) nevo piano, enjo prenvo grande 12U:U00#
ser extrabida no da 9 de Abril.
Cea Me rio publicoObituario do da 31
de. Ma-TCO : __
Antonio, Pernambuco, 7 anuos, Poc; insufi-
ciencia mural. .
Boloea d. Costa, frica, 72 annos, solteira, b.
Jos diarrbi.
R.berto L-pea da Silva, Pcrnambueo, 58 ai-
noe, casado, 8. Jos; eyatite.
Gandida Iiilante da 8-iva Sintns, Pcrnambueo,
63 nios, caaada, Santo- Antonio ; beribere.
H rfa, Peruaajbuc, 3 1|, anui, Sauto-uto-
iiio ; gastro entente.
Sevcnuo Januario da Silva, Pernambuco, 32
aoims, silteim, S. Jos; bronctute.
Juli-, Pcinambuco, 10. meaea, R cife ; convul-
see.
Marcionla, fernamboco, 14 mes s, Boa-Vis
ta ; t. sse convulsa.
Severioo Gomea, Pernambuco, 20 snnos, sol-
tetro, diarna.
Mari Umb lina dn Cooceicio, Feroambuco, dU
ann a, casada, B a-Vista ; Can r i da u ero.
Mara Dantas da C nemeo, ilio Grande do Nor-
te, 3.) a. n a, casada, B a Vis.a 5 desintcria.
Um recemuascido, Graca. '
Mana FraaeellrsM R*piso da Cmara, Rio
Grand- do Norte, 30 anuos, casada, Boa-Vista ;
aa/ib!xy.
Mauoel, Pernambuco, 2 meaos, Santo-Aotonio ;
eepaemo.
Maiia, Peruambuco, 3 das, Boa-Vista ; hemor-
rh-g'a umbelical.
1 de Abril
liara S-nhoriiiha Ja Kocba Brasil, Pernamboco,
69 auno-, vniva, Baa-Vala; cancro uterino
Luisa do R.-io Barros, Bio Graude d i Sol, 38
anuos, casada, lia-Vist; gaatro entente.
Elvira, Peruaubuc-o, 20 meses, Boa-Vista; ton-
VU SO 8.
JooQierinodos Sotos, Permmbuco, 27 annos,
so^K'ro, Kecife ; tubrculos pumiuares.
Un feto, S Joca.
Ludgcna Mria da Conceico, Peruambuco, 60
auu .s, viuva, 3. Jos ; tob-rcuios pulmonares.
M-ra, Fernn: bu.o, 6 annos, Santo Antonio ;
sarampo.
Saadida Mara, Paraswbaeo, 36 annos, solteira,
Afolados ; tubrreuloa poln-marea.
Bacbel Baptista, Pernambuco, l7aouoa, casada,
3oi-Vita; i.iberculia pulmonares
Antonii Rjdngu.a T.vi.ea de Mello, Pernam-
buco, 27 aooos, soltciro, Vars -a ; lymphatite per-
niciosa.
Mana, Peruambuco, 5 anuos, Boi-Vista; tubr-
culos pulmonares.
Tiburcio Veuancio Maciado, Pernambvico, 14
anu s, solteiro, Rcife ; bypoemia intertropical.
Joquin. Carueiro do Rosari-, Pernambuco, 47
aun a Casada, 'Jraca ; epilepsia-.
C. cilio Perreia da Silva, Pernamboco, 38 an-
uos, soltPin, Boa Vista ; diarrha.
JoaA Avelina da Trmdade. Pernambuco, ?0 an-
noa, Si/lteiro, Boa Viata ; tubjrculoae central.
Rita, frica, 80 annos, viuva, Boi-Vista ; ca-
cbi xia eyjbilitiea.
Francisco Affioaode Lima, Pernambuco, 34 an-
nos, eoitetro, Boa-Vista ; broncbte.
Mano I "Naacimento Silva, PernimbOCO, 10 an
uos. Boa Vista ; elepbantiise dos gregoa.
Dunibia, Pernambuco, 4 meseB, atbrepaia.
Evaristo, Pernambuco, 3 metes, S. Jos ; athre-
paia.
Philomcna, Pernambuco, 1 anuo, 8. Jos ; con-
vulaes. .
3
Carlos Dubaox, Pernambjco, 56 annos, viuvo,
Boa-Vista; mylite syphilitioa.
O yiopio de Souxa Cunba.
U n loto, Boa- Vista.
Maria da Costa, Atnca.96 annos, solteira, Boa-
Vista ; hemorrbagia cerebral.
Francelioa Maris da Cooceicjto, Pernambuco,
54 annos, solteira, Graca ; diarrba.
Francelina Maria da C-nee cao, Pernambuco,
35 aunos, viuva, Boa-Vista ; tubrculos pulmo-
nares.
Ceciliano Miguel dos Anjos, Pernambuco, 4b
ann s, solteiro, Boa Vista ; lesas cardiaca.
Joo P^ulo do Nascimeuto. Pernambuco, 15 an-
nos, solte'ro, Boa-Vista ; tubrculos pulmonares.
Mara Joaquina dos Praaeres, Peruambucs, 40
annos. solteira, Boa-Vista ; diarrna.
. Ifiua Mana da &>nc- icio, Prrnambuco, 60
annos, solteira, Boa-Vista ; cacbexia senil.
Basilio J i Carn-iro, Peruamooco, 85 anuos,
casado, Recife ; rebr.- remtt- nte.
8 nhorinba Francisca de Jesos Ribero, Per-
n mbnuo, 50 annos, viova, Graca ; iosufficiencia
mural.
Cacad, tendo cumprido o despacho de 15 do cor-
rete, pede que se registre a procuracao que Iba
passoo ana mulher D. Francisca Chavea da Costa
e Silva, para gerir e administrar todos os seus
negocios commereiaes,Registre-ae.
De Manoel do Nasciioento Cesar Barlamaqui
apresentando o novo termo de flanea que prestara
na forma da lei afim de exonerar o seu primitivo
fiador Jos Linea Alheiro, substitnindo-o Henri-
qne Gibson Registre o termo de flanea, eubais-
tiudo pot 6 meses contados da data da publica
co do presente despicho a flanea prestada p >r
Jos Lopes Alheiro, a qual s poder ser declara-
da extincta,| a vista do documento legal desta
Junta por onde conste na pender contra o sup-
plicaote reclamacSo algutaa.
De Jos Goncaives Pinto e Olympio Frederico
Loop, para quo sejn registrada a procuracao que
pisaaram a Jos Joaquim da Costa Maia para na
ausencia do primeiro supplioante gerir e adminis-
trar os nigocios da firma Pinto & Liup, assumin-
do a inteira direccio dos trabalbos da subemprei-
tada da concluso da estrada de ferro do Racife a
Ciroar e 3 sccc3o do proloogamento da de S.
FraocBCo. Registre-se.
De Joo Francisco de Vascoucellos o Joaquim
Emygdio de A'buquerque, para que se archive o
contracto de sociedade de capital e industria, nos
termos do artigo 31S do coligo commercial, sb
a firma de Vaseoocellos & Albuq ierque, com
o capital de 1:000000 para o commercto de mo-
Ihados a retalho nesta cidade ra da Vidal de
Negreiros n. 2.Arciiive-se na forma da lei.
De Ferreira Rodrigues & C, para quu se ar-
chive o contracto de sociedade em nome collectivo
e em commaodita que sob dita firma ceM) ti-
rara os solidarios Jos Ferreira Dourado e Jos
GoDcalveB da Costa e o commanditario Henrique
da Silva Ferreira, com o capital di 70:000001),
sendo e fundo em comoianlita do 2:00000,
para o eommercio de gneros de estiva por groe-
so nesta praca ra da Madre do-Dous ns. 12 e
14 Seja archivado. .
De N. J. Liditone, para que se registe a pro-
procuracao qoe Ihe pasaara a North Britb and
Mercantil Iosoraoca Company, constituindo-o
agiote nesta provincia.Registre-se.
De Jos Autonio Domingoes de Figueiilo &
C, para qoe so d baixa no registro de sua mar-
ca u. 1S7 com a denominacoMoreninhade-
clarando que perdeu o 2o exemplur de dita marca
que ficar sem vigor. D se a biixa pedida.
De Santos & Irmo, do cuja firma uoicores-
ponaavel Joao Lu* dos Santos, para que se ad-
mita a regiat-o a marca sob a den imioacoMo-
r.iiinha, que adopt m para os cigarros do seu com
merejo praca do Paraso n. 20. Satisfaoao
parecer fiscal.
Nada maii havendo a despachar, o Illm..8r.
preiiicuto caaerrou a sesso s 11 horas da
manUt.
CHRONiCA JUD1CIARIA
Jauta C oiuiuerciai da cislade do
Necife
ACTA DA 8ESS EV1 29 DE MARQO
DE 1888
raasiDHC do llh. sa. cnnaKiro.uxia istokio oo-
MR* D MISiND LKAL
Secretario, Dr. J A'b 10 h..ras da maub declarou-sa aberta a
eesaio, estanco presentes os 8rs. di pitados Bel
Iro Juun.r e ti rmiuo de Kitfii irede. fltenlo
>0'ii |iipat- veibal o Sr. depotado Olinio Bas
t e aem parlieipacio o Sr. uommendador Lope-
M-ehalu.
Lma, fui approvada a acta da sesso anterior
e fes-ae a lcituia do sei;uinte
XPUDiaWTB
Um felheto do Bfelntorss do B^nco de Crdito
R al <1e Hernambocc Seja archivada.
Oficio de 24 do correuto da junta dos correcto-
res e'a praya, remetiendo o boletim das Cola-
ides nfficiaes d 19 a 24 do n^eaent. mi.Para
oanbivn.
O n 5 do Jornal de Eeonomittnt.Aichive-se.
Diarios orhc ai s de us. 7U a bOS ar. hi-
Vados.
r' ram distribuidos rubrica os seguiotes li
vr 'S :
Diaiio e copiador de Carlos de Arruda & C.
diar o de Cardos.< 6 Lm dte de Jo- Karnao-
d iLuii.l C, diiu de Francisco Xaiier dos
.sunius C, di'O d^ sabidas do geuie de leiloes
Kr.ucMcu Ignacio Pinto e Copiador de Julio a
UsaaVa.
PMvacaoa
Peiiioe;:
De Jw Ama o da Costa e Silva, da cidade da
Mdicos
Dr. Barreta >am/>a%o d consultas de
meio-dia a 3 horas no 1. andar Ha eaes
rua i-i Baraoda Victoria, n. 51. Resi
iaada roa Sete e Setembro n. 34, >id-
ernda pala rua da Saudade n. 25.
Dr. Joaquim Loureiro medico e partan
Joaajiltorio na rua do Cabug n. 14, 1
uar, do 12 s 2 da tarde residencia no
.VLmteiro.
O Dr. Castro Jess mdico e operador,
onsui as das 11 s 3 da tarde, rua do
B.im-Jeaus n. 23, 1. andar. Residencia
TraveBsa dos 11 medios Passagem, porta >
q. 7.
O Dr. Alvares OuimarSes chegado da
corte, dedica se medicina em g"ral, e
com espeuialidade s molestias do unrac'i .,
pulmSes, fijado, es'.otnago o intestinos, e
tambem a convulsiV'S e outras molestias
tas cri.iDc-.s. Re&itle prai^a Conde d Eu,
o. 28, 1. andar, e tan cousultorio rua
do H n J -sus, n. 45, onde diariamente d
cnsul as ao meio-dia s 3 horas da tarde;,
aceitando .hamado em qualquer desses lu-
gares. Tiph no n. 381.
O Dr. Matheus Vaz, medico, mu L u a
sup. residen' i.i para a rua doa rires n.
63 A, one poder ser pro -urado para o
servicio da sua pmfisaAo. D consulta de
11 horas da manha s 2 da tarde na ru
do Baro da Victorirt n. 32, 1 andar.
Dr. Cerqueira Leite, tem o seu eseripto
rio rua Duque de (Jaxias n. 74, das 12
s 2 hor..s da tarde, e d te em sua residencia rua da Santa Cruz
n. 10. Espcialidadeamolesti is de Be-
nhoras e criangaa. Telephooe d. 3^6.
Oreullnia
Dr Ferreira, com pratica nos principies
hospitaes e clnicas de Pars e Londres,
d consultas todos os dias das 9 boras ao
meio-dia. Consultorio e residencia a rua
Larga do Rosario n. 20
O Dr. larras sulfataras
Pode ser procurado em seu escriptorio a ru*
l. de Marco n. 4, 1." andar.
O Ur. Milet tem o seu escriptorio de
advocaoia, na rua Duque de Casias,
n 50, 1 andar.
Dr. teabra, advogado. Rua do Impe-
rador n. 30. Das 10 horas do dia s 3
ta tarde.
'osan*
Francisco Monoel da ilva & C, deposi-
tarios de todas as especialidades pbarm-.-
ceuticas, tintas, drogas, productos chimi-
os e medicamentos homeopticos, rua do
.Vlarquez de Olioda n. 23.
Dragarla
Faria Sobrinho & C, droguista poi
tacado, rua do vUrquea de Onda n. 41.
errara a vapor
Serrara a vapor e officinas de carapina
le Francisco dos Sautos Macedo, caes d<>
apibaribe n. 23. Neste grande estabele
imento. o primeiro da provincia neate ge-
nero, compra-s e vende-se madeirts
le todas as qualidades, serra-ae madeime
le oonta alheia, asaim como se preparaiu
bras de carapina por machinas e por pr
.os em competencia -Pernambuco.
Bio-liranilc do Norte
de
Cidade da Imperatrlz, *
Feverelro de l^"*
O verdadeiro sentitm oto de gratidSo, e reeo-
ubecimeuto do bem, que acaba de reoeber esta
t r a, i m que desde long. s aunos resido, me im
poe o dev. r de escrever para o publico as poucas
nubs que se i< guein
A cerca de s is annos, qos soffiemos nest fie-
auesi i. mais ou menos, iiecessidade, e privaci"
do pasto esp'ntual, e falta do ministerio sagrado
do sacei docie.
Primeiram-nte o noss b m pastor, o Revd. vi-
(taiiu Antonio du Soosa. M tms. que, collado na
freguesia bo 6m do auno de 1S41 nos miuistr. o
mais de quarenta aun s os soccoiros espirituaes,
com dedicac te o e promptid&i, cabio diente
em ni quasi pralysia, que, durante a'guos "
i,..b, mal rxdia p estarse i algum acto do sen
uiin sieriu, oa m-iri, e dentro da cidade ; c m sa
estado p r a'guos annos, Bem que p.Oesse ob er
um outro saceiUote, qoe 9 auiiliasse, na emergen
ca em que se acb*v, mesmo tumasse cunta da
adminisira^o paroebial, at que pide-se conse
guir que vnsse encarregar-se da fregueaia o Kv
Jote Modesto Pereira de Brito, o qual, sendo om
tac rd te qu-si de b teel, bolos de idade, tam
bem acabrunhado de os lestia, nio poda acuiir
de pri mpio, s n-oeskiadea espiritoaes dos fiis
em urna Iregoeta como esta, com ama Bopulayai
uio p qaeaa sendo nioitas vees preciso pe correr
toogas distaocias, traospoado terriveis ladeiras,
Queira Sr. redactor dar publicidade a esta tosca
narraco.
Thcophilo Laurindo da Silva.
Tristeza d'a'ma
Ssudoso e triste, a eoiocar, dec-uto,
IJnh ido em piantoineu viv-r d'outr'ora !
L-iiioraeca, i mbora, de goi-is fiudos...,
Paineis to lino. B, quo oo Vis agora f
Em negras brumas... men passado immrso
Quia o reverso da veutura d,r me 1
'No chaos lai.c r-me, a impeliir-meinstante,
Softe incoostaute j uio qn.-r deixar-e I
SJ busco eipelliro destino horrendo,
Todo me prendo a seu fatal poder I
Vina a ser iimiifTl. diliri ?. ..
QVatros martyno !..., que lethal viver !
Chora mioh'alma9eo passado iosoote,
Per. noe foute n'iueffoVcl e Eoio nem oooo, 'u'uu sifF er sem fim,
Carpiudo assim..., esperaocar repouso I.. .
V-etima imblle do deslem da serte l
Q' uiporta a morte ao infelis viveoie,
^el"e descrate de mondan >s beos
Olha os vai-venaa lameaur plcente T l
ao ponto 4oalgumas veses ser condolido em iflle
para adminiBtrur os Sacramentos enferma ; de
man eir que o sea estado valetudinario, nio sup
portando to pesados trsbtlhos, vio-se elle tam
bem prostrado no leito da dr, sendo accommetti
do de um estupor, que acbsn-se por muitas horas
quasi morto, do qual, nio poiendo restabelecer
se, deixou a fresuesia, retirando-se para o seiode
sua familia no Sendo, onde perecer I
Achaoio-se assim aceoh-la a freguexia, os fi-is
sem pastor, sem um sacerdote, qie Ibes acui'sse
na hora extrema, e Ibes ad nioistrassu Sacraraen
to algum, recorren cunara mnoicipal do digo-
arcipreste da provincia, conegs Pedro Soares de
Freitas, para quo soccorresse a fregueaia com om
sacerdste ; o qual, nio encontrando sacerdote dis-
ponivel, e desoecupado, servio-se do psrojho do
Apody, o Revd. Antonio Dias da Cunba, fasendo
bailar urna portara a aquello parocho para reger
cumulativamente com a sua esta freguesia, assim
como a de Porto Alegre, qoe tambero estava sen-
do regida pelo Revd. Jos* Modesto, e que os ha-
bitantes dalli igualm-nte reclamaram socborro.
Prompta providencia felis lembrancas opti
ma acquisicao !...
O vigario Antonio Dias da Cunba, uio obstante
ser um eacerdote tambem do urna idadu crescida,
e achacado de iacommodos nervotos e hemoirhoi-
daes, acceitau o tio ardua e pesadissima tarefa
de administrar tres freguesias, nio s em respeito
e obediencia ao digno srciprest--, b u superior,
como era ntte-cao i :> espiri
toaes i gn^ai .-.:>. fes es-
perar utori-
saeo di li i-d. nosia*
acudir con o riioal aos G i ambas,
celebrando algumus mi=a^s s aduntriatrnnda os
SacrameatJS, de quo necessitassem ; depois de
quo voltanio sua especial freguena, a do Apo-
dy, nio deixou de todos os mex^s', desde Catabro
do anno prximo findo at o presente, de visitar as
duas fregusias, demorando se em cada urna tan
tos dias, qcantos 84 fasiam necesBarios pira sa-
tisfaser necessidades espintuaes dos fieiB, sem
cojj tudo fazer ss sentir sua falta do Apody, de
msdo que o prest imoso, bondoso e csridoso vigario
iJias, no decurso dustes quatro meses ltimos tem
vivido era um fervoroso trabalho paroebial, m-
xime nesta fregueaia ds um graule populacio,
onde tem elle administrado duzentos e tantos
Oaptisadoa, setseota e t utos cujaineutos e mui-
t-.s confisBOdS de moribundos nos mais longicuos
lugares da fregueaia, a qualquer hora do dia ou
da noite, desceodo e subtnd agrandes ladeiras ;
accresceodo aindn, que o digno parocbo nao dei-
xou de celebrar a missa do ascimeato de Nosso
Seohor Jess Christo, chamada do Natal, as.tres
diguezias ; c leorau o a primeira no Apody, a
tuna h ra da majrugida, a segaoda, em Porto
Alegre, s oito horas da maub, na distancia du
dea leguas e a terceira nesta, s onza e meia
horas do dia, na distancia de tres leguas de Porto
Alegre, subtndo e descendo tiez longas e ingri-
mes ladeiras ; a anda nao parou ah o zeio e
pr.niiptidi do vigario Dias ; depois de todos ca-
aes iucjintn -dos, e sacnticio3 das missas do Na-
tal," neese mesmo dii, i seis horaa da tarde, ap-
pr. olhe um cbama-'o para coiifossar urna se-
obura s portas da morto por um doloroso parto,
na fregoezta de Porto Alegre, na distancia de
quatro leguas, descendo e subilo duas ladeiras,
e uio recuou aote essa pesadissima jomada, par-
ti em continaait- ao aposento da enferma, quei
all ebegaodo s duas horas da m-tdru^ada, feliz-
mente a couutr.ju anda viva, que Ihi pruetou
oa soccorros espirituaes oeuessarics, a qi-il veio a
succumOir depois de alguna dias.
Ah Quanti som > ni. os habitantes desta fre
guezia, gratos o penhorados pelos relevantes *.er-
V'Cjs que nos ha prestado o viga .'io Aotooio Dias
da 'uuba! que, nao ter nm sacerdote, que
tic.-ss resiicncia tia na fregueaia, ueubum outro
seria capaz de tanta dedicnca >, tanto zelo, e sa-
crificio mesmo para acudir oecessidadet. espiri-
tases d s fiis ; ao que seinpre se prestaca cem
prudeu-'ia e braodura, sempre affav-il e doed para
com todos, sem revelar ambicio interesse, rece
biujo quasi Si more pelos ac'oo do sea ministerio
aquilli.qus ihe offertavam ; ae sorte quecalcula-se
rasoavelmeute, que na sua ariinmistraC-ao paro
chiil Be tem mtado urna differeoca de mais de
trezentos mil ris em livor dos povog, menos do
que exiga e percebia o Revd. Jos Modesto.
Ab l se tivessemes a felicidide de termos um
pai-nciio cffectivo, como o Kevd. Antonio Diaa da
Cuaba, nos cons'deraniamos os povus mais felices
de todas as treguvzias !
Entretanto a case sacerdote, a esse parocbo,
que n fregueaia de Apody. onde coilauo e re-
side ha mais de viuto anuos, se faz as mais ne-
gras, inamas, e crUas accusacSes, onde orna parte
da populsco o tem hostilisado borrivelmente, e
feiio as mais crueis e filsas arguico-s, denun-
ciaudo-o iujustnuien-e peraote o Exm. prelado
diocesano ; do que se tem elle sempre defendido
houroa:ru:nte ; porque diaote da verade nao pode
prevalecer a m otira e a calumnia.
Anda agora prximamente acaba o Revd. vi-
gario D.as de soffrer a mais acerba e cruel perse
guicao u'aqu lia sua freguesia, por cansa de um
h iincui ment"capto, e maniaco, de nome L lia An
t mo, que por all tocou com habito de beato, que
por si mesmo tonaia, fazeodo-se pregader, e foi
abracado por urna p.rte de habitantes d'aquella
freguesia, pbanatisando-se por elle, e aceitando-o
como santo e enviado de Dus, a pont> de pega
rein esses fregueses na podra, no ca ubal para espedrejareui ao vigario D as, que pro
curava faser Calar, e retirar se o intitulado baalo,
por estai- plantando a sisauia un campo do So
nbor ; esse homem verdadeiramente maluco, ape-
nas com nter va-lo lu:idos, qje mesmo oesta fre-
g ala esteva alguos dias com suas ioculcndas
pregaco s, onde ninguem Ibes prest m a menor
atteucio, cono em outros lugares, aon le es ti vera ;
p> rque era rec .nheeidamuut^ maluco; e Dar prova
Jiaso, retirando-se elle do Apody para Mossor,
all se deelarou completamente louco, qne foi pre-
ciso a polica tomar uonta d lie para evitar os seus
excessos de loucura, sendo recolhido por diversas
veles -na cadeia.
E' at nde ebega a cavillacio, o embuste a su-
persticio e a ignorancia! Aceitar om homem
verdaaeirameute ma'oiio por pregador, santo e en-
viado de Ueus, s m poder algum de ex-r er urna
missio, que t pr feria asneiras e deseompostnras,
e at mesmo blaspheuiias ; e despresar o seu ver-
da Jen o pastor e parocbo da freguesia, deixando
de ouvil-o, que por di-ersas vezes subir ao pul-
pito para esclarecer a verdale aos 3- ua fregu-'aes,
e prifli^ar o erro e a blaepbenia do tal maluco,
oo e.nente muita ignorancia e estupidez, como
malicia e perversidade, ao ponto ds se prop espeurejar o sea p-st r E uio seria isso ama
verdadeira idolatra de aemelbante eeote? .'
Admira, espanta e horronss I / E o qoe mais ,
qne essu infame e indigno procedimiento nio par
lio sement da e'aaae baixa; familias, e borneas
oe certa ordem, qut qoerem figurar da sociedade,
e que se presume, que devam couhecer, mais no
meo s, o que religiao, e quera sejain os seus mi-
nistros, e pregaoores, segu.am o tal maluco, o
endeusaram e praticaram ledas aqoellas baual
dad.s, be pronuuciaraio coutra o vigano e p rats-
tem no sea erro, pbanatiaino, e supersticao; a
ponto de pretenJer-m que as criancis que naauem
dos sectarios do b.ato, s tenham no bapiismo u
oome de Lu s, porque, uize a elles, Luis AuCO.no
smo; qu reuao mesmo obngar m ao vigirio
aceitar tal nome, que o repelle, como superetica
dellee.
Folha arrancada de vrente rama...
Q'em vio reclama sobtrabir-ae ao p !...
Misero e s, collado! aginda vai... ;
S'exangue cah ..., vaias loe dioeiu d<5 !
Que triste sina me p*rsegue sudas !
Que dor vivaz exacerbiu m 'u peito !
Que diro eff-it > supportando vou !
Que presa soa d'insidial despeito !
Assim caminha 'no escabroso trilbn
Proscripto filh) da ferina sirte I...
Pedindo Morte sepulcbral mrala...
Alma penada, a vaguear sem norte !
Pao d'Alho, Marc de 1888.
Joaquinf Elias d'A'buquerqa* Rtgo Barros.
Est bonito
Um acougue que anab de se abrir na
rua Estrena di R?sarir>, dus Srs. Fiuzi
& C, tendo as paredes bonitas paisagens
caprichosamente feitas pelos artistas Rodri-
gues Campas e Ju/enuio, trabalho- de gran-
de importansia que pode ser visto, a que
muito nobilito. os artistas cima.
Olinda
Os abaixo assigoados, innSos da Venera-
7el Ordem T.-rceira de S. Francia o de Olin-
da, encarregado8Ja pro lissio do Senhor Ra
suscitado, veo agradecer a todos aqulles
que concorreram com suas esmolas, as raan
dades o officiaes que acompanharam, ao
muito reverendo padre coromiassro, sos
Exms. Srs. D. Abbade, Dr. Felipps Fi-
gueirOa, commandante das armas, Ordem
Tereaira, e bem crao o Rvdm. con-;go
Jos Va-z, digno cura da pirojbia, que
pestou-s. com tola bonlado sem o inte-
resse que poda usufruir.
Olinda, 2 de Abril de 188$.
Capital Francisco Antonio Tex>ir de
Farias.
Candido Quedes Alcoforado.
Entre a aan'de e a epaltara
Nio existe mais du que wdh fraosiaa sajparacio,
e de suppor, que to os que apreciara a vida es-
tejam des>joaos de tazer todo o possivel ao seu
alcance afim de evitar que a molestia a oo der-
rabe.
Qiemser o lonco que eaoere o tame final,
quaodo o primeiro asaaltn pele aer r.-p-lndo om
as PiluLs Astucaradas de Brii-tol ? urna propara-
c3o tio genial e balsmica, tio investigadora, e
no encanto tio fortificante ; que ao par qne ella
rebate a enfermidada, e expulsa a sua cuna, ella
rrstabelece e d robustez coustiunci > do doen-
te. A eaa coiop'Sicio cninp sta de i gn-dien-
tes snti-biliusos e vegeties c tbarrieos, sendo
urna seguros e investigantes, o uuici meio de
cura contra os desarraojos do et>mag->, do figado,
e dos intestinos, uas qmes polo u>ufiar debai-
xo de todas as circumsCancias, sendo a sua aegio
iovariavel em qualquer clima que seja.
A idea de dores merecidamente associsda
com esses purgantes ordinarios ; porein as Plalas
Aesucaradas de Bristol, oem sa qugr prodoaem o
mais leve incommodo que seja, sendo a saaope-
racio brand e suave.
Por veutura ser mister dizer so q le ellas sio
o melh r cothart,co e alterativo de familias at
boje couheeido ?
Ellas se ocbam scondiccionad-is dentro- Ai v-
drinhos e por isso a saa o.uservaeai doradSra
em todos os climas.
Em todos os casos provenientes oa aggravadas
por impureza do sangos a Sdaaparrilba de Bris-
tol, deveri ser tomada coujunecamente com as
pilotea.
jE!eit?3o
DOS DEVOTOS QUE HAO DE FESTEJAR 0
GLORIOSO S- GON9ALO EM SOA CAPEL-
LA Dtt ITAPISSUMA. NO ASNO JE lt9.
Juiz por eltiyo
O Exm. Sr. 3ario de Itapissumi.
Juiza por eleicao
A Exma. Sr. D. MLria Cancia Lima.
Juizes p:>r devcc3o
Os Illms. Srs. :
Revd. vigano Joio Mirques de Souza.
Tenente-uoronel Jos Tavares Doroellas
de Ar..ujo. .
Mjor Liiz Scipi3o Pereira d-> Moiaes.
Capt&u H:rmenegiHo das Virg^ns Lima.
LapitSo giia ;io de S Barreta.
Francisco Theophilo da Rocha Bezerra.
Juiz is por devoco
O Illms Srs. :
D. Leonor Correia Li-ns.
Consorte do Sr. Jos Ferreira de Amo
rim.
Consorte do Sr. coronil Manoel do Nas-
cimento Vieira da Cunha.
Consorte do Sr. Manoel Vieira Bernardo
Jnior.
Professora D. Maria Josephina Verguai-
ro da Costa.
Professora D. I lalini Fernn les M^llo*
Escrivaes por eleijao
Os Illms. Srs. :
Capito Joio Ridrigo do Amaral.
Capi'ao Maxiiui-no Du^rte.
Teoente Joao Aatouio Pessoa de Albu-
querque.
Capito Joao Francisco J-ymo O-alvio.
Prof-ssor Alberto da Silva Miranda.
Joo B.irboaa do Naadmento S*doia.
Escrivs por eleicio
As Ex.oas, Sras.
Esposa do Sr capillo Napoleao Cesar
Duarte.
Esposa do Sr. professor Manoel Henri-
que de Miranda Acdoli.
Esposa do Sr. Cosme DamiSo Bandeir
de Mello.
Esposa do Sr. Tenente Manoel Clemen-
tinu Correia de M-llo.
Esposa do tenante Arsenio Augusto- de
Soaza Magalhaes.
Espasa do ten nte M.thias Francisco
Joy.ue Qalvao.
Esorivas por devocSo
Os Illms. Srs. :
Tenete Br.siliano Rolrigues Campello.
Liberato Jos de Miranda.
Paschoal Bailn da Silva Barros.
Jos Tavars Muuiz.
Antonio Tbomaa Aurle.
Pelino Correia de Araujo.
Ese.rivies por develo
As.Esos. Sras :
C.msorte do Sr. Antonio Ignacio de
Lyra.
Consorte do Sr. Francisco Antonio Pe-
reira.
Consorte do Sr. Francisco Podrigues
Consorte do Sr. Theophilo Correia de
Araujo.
Consorte do Sr. F lia Jos Dornellas.
Consorte do Sr. Cosme D-miSo dos
Santos.
Mordemos
Todos os devotos de S. Goncalo.
Procuradorea
Os IIIidb. Srs. :
.Jos Mar.iellino da Costa.
Beliarmino Correia da AnnunoiacSo.
Joao Hi.irigues Fornaodes
Jos Ferreira de Amoriio.
Thesoureiro
Joaquim Jo de Medeiros Dantas.
It-pissuiua, 6 de F-ive.reiro de 1888.
O vig-rio,
FraneUo Vieira das hagas.
Hifiin
Comarca lo iinSqie
Rng-.e ao Sr. Oe, P-ulo Oaetaoo de
lbuqoerque, o faor do m.rular solver,
>.H Gar-nhuns, aqu Ib s-u antigo oom
prouiisso, poia S. S. nfto ignora os pre-
juizis que taea demoras oooaaionam aos
pequeos commer i>ntes
ttar-nhuns, 31 de Mar;o de 1838.
Collegio Parllienoa
3 -Eua do Hospicio-3
O direcior deste estahc|.-iiueiiio de instruevao
primara e secundaria declara ao punlieoem geral
qoe as auiai de seo collegio esiio funccionando.
Oanosim recebe mamaos ioleraos, semi-ioter
nos externos.
O rlireeior,
OvuUo Alies Jfffmcffl.
Desembargoidor Fraanlsco de
Aiislsi olive i r a Maciei
Os empregadss da aeeretsria da Santa
Casn, sensibilisados profundan) -nt pela
morte do seu provedor, desombargador
Francis'o de Assis Oliveira M-ciel, t'ario
celebrar ama missa por alma desse Ilustre
cidadSo no dia 5 do raez corren'e, pelas 8
horas da manha na igr.ja da N)S-ia S)-
nhora do Paraizo.
Convidam p.ri ossistir a esse acto a
Exiua viuva, paront-'-s e amigos do fina-
do.
laixeiro abultado
Urna casa importadora nesta cidade, precisa de
um empregado maior de 20 annos, com oprima le-
tra e habilitacdes em emir-.b'li.K i-, com pritiea
de c immercie ou aptidi i para isso, bem couheeido,
trabalbadnr incany vel e econmico, .desenvolvido
no trabalho da peona e outro qualquer aervteo de
armazurn, embarque e desemb.rque, etc. etc.
Os candidaC- s devem apres-utur nunca menos
de quatro n oric-t du pessnaa idneas, pretenodo-se
como,ercauri s, qae estijain no caso de abonar a
sua conducta.
Qoem estiver nestas coudices po le b tar carta
an Correio com as imei. aJ E., capital do Ra-
il diaeodo sua residencia, estado, naturalidade,
se ebl empregndo, declarando a natoreza do em-
preo, e finalmente qual tem sido sua oceupacao
at agora.
Oculista
K
I)
Dr. Barroto Sampaio, medico oca-
lta, ex-ebefe de clnica do Dr. de
Wecker, d consultas de tneia dia s
3 boras da tarde, no 1." andar da casa
n. 51 rua do Bario da Victoria, ex-
cepto nos domingos e dias santificados.
Residencia rua (tete de rietembro u.
34. Entrada pela rna da aud.ide n. 25.
Coilegi Meira
ATJLA DE ALLEMAO
Acb8-se tuneciooando neate c illegio a aula de
allemio, cajo professir o Si. Siduey.
Ku. da Imperatria n. 63 2* anrl-r.
Federico limes Jnior
HOMCEOPATH 1
)3d^=Rua do BarSo da Victoria=39
PRIMEIRO ANDAR
A >-! lork
New Yoik Lif Iusuranc Company.
C mpanhia Mutua de Seguros de Vida e Hon-
le nio aos Estad s Unid ib da America.
Funda Ja em 84543 anoos de proeperidade !
nica C impaohia de Segaros de Vida estran-
geira autorisada a tunec, nar no Imperio do Bra-
sil.
Capital cerca de cento e setenta e cinco mil cantos
de ris
Renda annual cerca de quarenta mil cantos de
ris.
Deposito na corte no Thesouro Nacional.
Dutf/Uos cantos de ris.
Vais de du enlos mil cantos de ris pangos a vi-
vas e orphios e proprietario de apolicc desde sua
fundacio.
Crea de seiscentos cantos de ris pagos no Bra-
sil a herdeiroB de segurados em cerca de 5 annos.
Mediante urna pequea somma aonualmente (o
premie na idade de 35 ano custa cerca de 40f
por anno por cada cont de ris segurado) pie cada
um c instituir tinmediatamente uio capital para sua
familia no caso de morte oa para si proprio ae che-
ga ao prazo escolhido.
Pata prospectos e inf irmaco'S com o Sr. Theo-
doro Christianscn correep indeuCe representante da
i om anbia em Hernambuco ou com Julio Guima-
raes agenCe viagante da Cimpanhia, de pissagem
por esta capital, qae pode ser encootrado no es-
criptorio d'aqu (
!
M

MEDICO HOMEOPATHA
Dr. Balthazar da Silveira
Especialidadesfbres, molestias das
erianc-as, dos urgaos respiratorios e das
genhoras.
Presta-se a qualquer chamado para
fora da capital.
AVIKO
i Todoa "s chamadits devem ser dingi>
I dos pnarmacia do Dr. Sabino, rna da
Bario da Victoria n. 43, onde se indicar
sua residencia.
3
Dr. Coeliii Leite
Participa a seus centns e amigos que
tm seu i'.onsuliorio na rua Duque de Ca-
sias n. 57 Io andar, onde ser encontrado
de 12 s 3 da tarde todos os dias a
reside provisoriamente na rua do Hospital
Portugus n. 14.
lUUAittSSU'
. Dr. Paes Harret*
PROMOTOR PUBLICO
E
Advocad


Diario de PeroainbucoUi.inta--.eira 5 de AMl de 1888
>
A bem da humanldade ()
E' fcil reconhecer aa propriedades cu-
rativas do Peitoral de Cambar des
eoberta do Sr. S. Soaree, de Pelotas, con-
tra os catarrhos, brooshites, h'tGoptysu3 e
outros estados morbidoa da mecabran pul-
monar, e a aua poderosa cfficacia nos va-
nos perios periodos de fysica.
Sob a influencia d'este poderosiasimo re-
medio v se cessar os escarros de singue
e as expectorares sanguinolentas j dissi-
pam se as tosses maia rebeldes e tambem
desaapparecem as oppreasSea, dores do
peito e alteracBea da voz; pouco a pouco
desenvolve-se appetite, reapp*recem as
forcas perdidas e, n'uroa palavra os docn-
tes experimentam usa mudanc> muito no
tavel e, por assin, Os nicos agentes depositarios geraes
Franc8co M. da Silva & C.
Eduardo Gadault
Retratista
Ateller, ma Baro da Victo-
ria a. I. andar
Incumbe-se du execuco de todos os
trabalbos concernents soa arto, as-
sim como kcci na em diacuhoa c pinto-
ra.
Inglez e fraocez
Curaos tberleoa a pralleos
Ru d i Aurora u. 37, 2 anar.
EDITAES
3 de
ymnaslo Peramanbmano,
Abril de 18 *
Pela Secretaria Jo Gymnasio Pernambucano, e
de ordeai do Rvd. Sr. r. regedor, se tas publico
para ccnhecmeuto dos intereasados, o numero das
faltas dada p.bs alumnos externos as difierentes
aulas dorante o mes de Maico prximo fiado.
ACU l'BIMABI.
Manoel S. A. Lima, 2 taitas.
Jos A. 8 Leito, 16 ditas
Alfredo C. Maia, 7 ditas
Jos F. Albuquerque, 8 diaa.
Manoel C O. Andrade, 14 di:as
Walfredo F. L pus, 5 ditas.
Braz M F Nogueira, 1 dita.
Osear J. F. Sautiago, 3 ditas.
Jos S. A. do Carreo, 2 ditas.
Luiz M. C Pinaent.l, 2 ditas.
B-unque M. J. Alvis, i dila.
Juo C. de Souza, 9 diias
Artbur D Goncalves, 13 ditas.
Jcs G. Das, 6 dita.-.
Odorico A. Lnmacbi, 14 ditas
Gamillo L. A. de Mell 8 ditas.
Walfredo K. Fontoura, 2 ditas.
Eudoxio B. Fui.t un, 4 ditas
Albertino Bino, i dita
Cosme M. da Silva, 6 ditas.
Joo C. N. L. Silva, 1 dita.
Silvio J. de Meudouca, 1 dita.
Gentil Bomein de Mendonc., 4 ditas.
Luiz J. Dantas, 2 ditas.
Abdon J. Mariano, 4 ditas.
Florencio E. S. Barros, 2 ditas.
Portugus
1* nuo
Carlos F. SI. Falcao, 14 faltas.
Tueobaldo F. Dnrans, 1 dita.
Benrique i. C. Almeid, 1 dita.
Candido L S. Costa, 5 ditas.
Pedro C. Albu.iueique, i dita
Bala connirieiul
t."OTAgK8 OPFIUIA.BS DA JCNTA" DOS COK-
mm>m
Reate. I de Abril de 1883
Acedes du banco de crdito red de Pernambuco,
valor realizado de bOJOUOi 110*000 cada urna.
Letras bypotneeanas coui jui.s a 964000 cada
ama.
Ditas ditas sem juros a 92*500 cada nma.
Cambio sobre Lisboa, a vala 134 0/0 de .r.-mio,
do banco.
\h hora da oolss
Vtndtram-se :
5 aeces do oanco de crdito real de Pernam
buco.
129 leu as bypotbecana* com jaros.
78 ditas sem joros.
i .rendirte,
Augusto Pinto de Lomos.
1/ SWlM^al'IMi
Pedro Jos Pinto.
Havimeota baucario
BF.C1FB, 4 DI BBIL DB 1888
PKAgA DO RECIFE
O mercado de cambio este ve h je quasi sem
movimeoto.
Oa baococ adoptaram i fficialmente a taxa de 22
3/4 d. sobre L-iudr./. effeieceudo, poiin, lacear
cima desta taxa, seui achan-m dinheito.
Cmaiou urna transacc em papel paiticu!ar a
231/8.
PBAfA M B10 DE JANEIRO
Os bancos saccaram a 23 d.
O mercado ftebou firme.
As tabellas expostaa a4ui totam esUs :
Do Lanos Rana '
Walfredo C. Medeiros, 2 ditas.
Mmoel J. B Juoior, 2 ditss.
Francisco A. P. Bocha, 1 dita.
Julio C A P*k!elj 1 4fc*.
Portugutz
2o anuo
Antonio 8. Mdi, 3 faltas.
Jca (f C Ribeiro, 6 dita.
LAntooio A C. Ribeir, 2 ditas.
G'defredo C. Burlauvique, 1 dita.
U'ysses F. Ajuiuo, 2 ditas.
Hento M. Aires.
Pedro L. F. Lima, 3 ditas.
Josino H. B. A Pereira, 9 itas.
Joaquina Lima, 14 ditas.
JoSoL B. Moiss, 1 dita.
Augusto C M- M. Andrade, 30, ditas.
Bento P. F. Camarn, 4 ditas.
Franfti
1* anno
Toe-balde F. Duraes. 1 falta.
Callo P. M. Palca., 11 ditas
Aui-.iic; 0. '.-.eiros, 1 (!if..
Benrique B. C Almeids, 4 ditas. -
Jds R. FeitdSa, % ditas.
Antor.io V. N Fviti a, 3 ditas.
Pedro !'.. Albuquerque, l dita.
Antonio'S. Mi, 6 diue.
Godufredo C. Buriamaqui, 3 Jiti.3.
UlysS' a F. Aqun". ditas.
Jos W. V. Curihs, l dita.
Jos C. M. do Rio, 4 ditas.
Joaquim Binnefond 5 ditas.
Antonio J O. Jnior, 13 ditas.
Joxquim C L'rri. 13 ditas.
Pedro L. F. Lima, 5 ditaa.
Julio C. A. Pim Procopio B A. Liur... 4 Site*.
Inglet
Jo.iquiui D. P Me.io, 3 la.it..
Joiquim R. D star, 1 dita.
Joo V. C- Juu.., 1 dita.
Francisco J 8. Pjito, 5 ditas.
Artbur O. X. Brito, 7 ditas.
Rhelorica
Tboaaz M P. Pesioa, 1 falta.
Juaquim F. Vaacouceilos, 2 ditas.
Jos F. .Vafcout! li s, 2 ditas.
Gaspar A. V. Guimir2es, 2 ditas.
Miguel J. M. Juni'.r, 1 dita
Arithmeliea
Gabriel C. F. Lima, 1 falta.
M>.n el J. S. Sobiiuho, 1 dita.
Antonio A. A. Freitaa 9 ditas.
Autunio J. F. FUno, 2 ditas.
Luiz J. S. Jnior, 1 dita.
Joaquim l>. P Mello, 4 ditas.
J mquirn F. Vasconcelos, 3 ditas
Olavo S. Almeida, 1 dita.
GoJofredo C. Burla n qoi, 2 ditas.
Jos G. F. Costa, 2 ditas.
CaeW'.o F. P. Malbeir, 1 dita.
Josino H. B. A. Pcreira, 6 ditas.
Jas C. M. Rio, 2 ditas.
Edmundo A. Kj.-Ih, 1 dita.
Francisco A. P. Rocha, 1 diti.
JoSo L. R. Mor es, 1 dita
Geomelr a
Carlos J. RidrigU's. 1 falta.
i^no 1 J. S. Sjbriuho, 1 difs.
Autonio J. F. Filbo 1 dita.
Gaspar A. V. Giimaraes, 1 ditr.
Autonio a. A Frei'a^-, 1 di'a.
Francia.--j A. Meilo, 1 dita.
Miguil J. M. Jnior, 1 dita.
Francisco C. Pesaos, 1 dita.
Jit .-i.yjio C L Junio-, 1 f'ita.
Juj L R. Moraes, 1 dita.
Geographia
Ananias C. Almeids, 1 falta.
Carlos G. Ridnguc, 1 dita.
Demoathenes O. A Cavaleante, 2 ditas.
Ascanio A G. Pe .lo 3 ditas.
Francisco C. Pcssoa, 2 ditas.
Lniz P. L. Janirr, 3 ditas
Alfredo M. Castro, 4 ditas
Philosophia
Droc!iC^ano A. L>bj, 1 falta.
Gaspar A V Guimaraes, 10 ditas.
Francisco A. MU-, 3 ditas.
Historta e qeogruth:a do Bruzil
Virgilio B..Cane.a, 1 tala.
Vapores. ...... 1
Va-terrea de (Jaruar 1
Animaes ..... I
Via-frrea de S. Fmnciaco 1
Vi-frrea de Limoeii-j 1
Mocaron.
Em igual mez de 1887.....193.243
Differeuca para mais em 1888. 30.855
31 4.000
i 31 10.199
31 7.260
31 102 233
31 21.447
. 224.098
ujndres .
aris. .
Italia. .
Samburgo
Portugal
Sew-ork
W d,'v vista
c2 3/4 2 1/2
418
518
.'33
4i
421
aa
235
22.'0
00 IaTOHAClOKAL
UoDdres. .
Pana.....
Italia.....
Jamburgo .
_jgboa e Pc-rlo .
'Yincipata iidades
al.
\ew-York .
90 d/v vitta
2 8i 22 1/2
dr Porto-
Jo Ebomsii Baaa
.^8.....
. ...
.-.ia......
Samaoxgo .
Ciiiboa e Porto .
priacipaes oda I
g"'.....
Jha dos Ai;orea
(Iba da Madeira
Sow-Vork .
418
I8
23 i
.U djt
2! 3/4
418
518
l3
rtE-
121
522
l.-20
viita
.'2 1/2
Ul
421
522
235
i a
-10
AI.GODAO
Futradas
Barcacas......
Vap i/es......
Via-terre de Carua .
Animaes......
Via-ti-nea de S. Francisco .
Via-ferrea de Lim->eiro .
Somma.
Em igaal mes de 1887 ...
Differenct, para aiseui 1888 .
MBS DE ASB1L
ASSUCAR
Entradas
Barcacas ......
Via frrea deCaruai. .
Animaes......
Via-t rrea do Limoeiro .
Somma
ALGODO
Entradas
Barcacas ......
Vap res......
Via-ferrep de Caruai .
Animaes......
Via-frrea do Limoeiro-
Somma
Diaa
1 31
31
31
31
a 31
31
Saccas
3.706
2.710
934
13.0C4
4 91o
8.621
33.891
30.850
Das
2
2
2 a i
2
3.041
Saceos
1.607
526
536
191
Dias
l'i'ttisneuta
Foi fechad: bontem o do paquete
FYrrr. para carrV-^ar aqui, com destino
tados-Uuidoi>, as>-ucar a 15/ e 5 */o
2.860
Saccas
702
446
45
a
592
1.793
noruega
aos Es-
ntonio A A. Frailas, 4 ditaa.
Jsqaim U. P. M>llo, 3 ditas.
Luis J: S. Jnior, 10 ditss.
Hi-toria universal
Virgilio B. Can-CH, 1 falto.
Luiz J. S. Junicr, 8 ditas.
Antonio A- A. Freitas, 4 ditas.
Rodolpbo Arantes, 1 dita.
Francez
2* anno
Joio V. C. unior, i falta.
An.aldo N. C. Almeid-, 1 dita.
Gabriel C. F. L>ma, 4 ditas.
Antonio A. C. R beiro, 2 ditas.
Artbur O X Brito, 15 ditas.
Manoel J. Baptista, 2 ditas.
Josino B>mem-Bom. 12 ditas.
Henriqu-t B Oliveiri, 3 ditas.
Osvaldo O. 8. Brando, 9 ditas.
J .! L 11 Mjraes, 1 dita,
Bonfo C F. Camargo, 2 ditas.
Latim
lo anno
Tbeobaldo F Do.Aes 1 falta.
' G bni i i'. F. Lima, 4 ditas.
O^urlid L S. C-Mta, 12 ditas.
Felinio E S.'veira, 7 duos.
>n el S A Lim, 1 dita.
Aun rico C MedjjUo, 2 dtss.
Walfredo (VMedo'ros, 2 ditas.
Luis J. S. Juuii r, 5 ditas.
Domingos B. Altinqnerqne, 1 dita.
Caetsuo F. P. Malbeiro, 4 aun.
Josino H m(u.-B..m, 6 ditas.
M n .-I E. I'. S-.ura, 3 ditas.
Joaquim C. L'ma, 13 ditas.
OoVsldoC. S Brando, 10 ditas
Bcnto P. F. Camarg, 5 ditas.
Edmt ndo L. Mendonca, 2 ditas.
Joo J. A Duatte, 1 dita.
Uodolih- Arantrp, 1 dita.
Latim
2* anuo
Antonii J. F. Filbo, 3 faltas.
Jos G. F. Costa,2di^a.
Latim
3 anno
Ljz F P. Cavalcauti-, 1 iulia.
Latim
i" anno
Alvaro L O. R> m-is, 2 faltas.
Antonio O. Albuquerque, 1 dita.
O secretario,
Cblso Tertulian, F. Quintella
de 28 de Abril de 1854 e 111 exultes do de
n. 1568, de 21 de Fevereiro de 1855.
E para qne ebegue ao conb. cimento de todo
mandn o mesmo Exm. Sr. consulb.-iro diretoi
interiuo sffiar o preseute, qu ser publio^dj as
folhas desta cidadee as da edrte.
Secretaria da Facnid.de de Direito do Recife,
1- deOutubro de 1887.
O secretario,
Jos Honorio exerra de Mtn-zes.
Secretaria da Facnldade de Dirnto do Recife.
3 de Abril de 1888.
DCCLIMCOES
Facilidad de Direito
De ordem do Exm. Sr. cnnselbeiro director in-
terino e de coufoimidado com o art. 119 do regu
lara' ut complementar, se ripete o edital relativo
ao coucurso cuja inscripcito ser encerrada as 2
Loras da tarde do oa II do corrente, visto tr
11.-1 minado o prazo da mesma insciipcao durante
as ferias de Puschoa :
De <.rdem do Exm. Sr. co.selbeiro dir. ct r
iufirino, faco publico que fica marcado o prazod^
teis m-zes, coutados da dala dest", para a ius
cri| cao doa que pn ten ier<*m concorrer ao lugar
de lente substituto d'Sta Faculdudc, que se acba
vago pi.r ter pasando a cathedratico o Dr. Jja
quim de Alb- querque Barros Guimares.
Pelo que touos os pretoodon'es ao dito lugar
p-TWo apiTp|.tMr s* dcs-t jA BOBtq soc-frartH
para assignar se US uoajee no livru c-inpci^uU-, .1
que h s peimittidn f-zer por procurador, se e.--
tivirem a maia e 20 'irgaas d.sta cidade el tive
ion. justo iu.pt-1 ment.
Devem, outr p.ai a >' .- n'ar nocomentcs que
n.ostrem ra quRiidaJ.- n.. ujalo brasileiro e
qne 1 s?S> no gosu de iseus oireitos civis e p
Uncus, lato ceitido dt- bapiiami, f. Iba corrida
no lugar o. tus domicil oa e in..i o diploma de
doiitor ou bacbarel por nma das Fscoldadet de
Direito do Imperio, ou pul) ica forma justificando
a impossibitidade da apreseotaco do original, e
u mesma occasio pc.dci> eniregar qu.s,)uei
1 i um' nti a qn jlgar-m convenientes, ou com
mulo d<- habilitaba> 1 u cemo provaa de servicia
pn atados ao estado, huouaoidade d. s quaea se Ibes p pf-ar r>cibo, tndo de coutoi-
u.iiiade ci m os aiif. 36 e 37 do Deciete n. 128B,
Pa
-tara* asi 4 de aib.il na 1808
A Assoaac&o i.omnf.raal Agrcola, regisircu os
oreos abano,' pairas ao agricalt ,r, por 15 kil.o :
2*700
Usina Pinto
Colonia Isabel. .
Srsnoc 3 superior
3 boa .
3. regular
oo.-no8 .
Maseavado porgado
bruto .
'ietame
280
21500 a 2170-.
2**10 i. 2*4iX
tlO.H) a 2*200
1*700 a (80..
1*50.1 a 1*6(10
1*2 0 a 1*340
*900 a 1*100
I um na 188
Poi vendido o de l ,.ruj do serto o (i*700por
lo k/los.
Entradas de aaaurav- e aPgadAa
Baroacas
KfcZ DE MABfO
AaSUCAK
Cutrades
Dias Saceos
i 31 78 95J
Vapor Vap. ing. D n-'y, para :
L verpocl : 7.500 aaceoscim ^ssucar mace \
e 50ll saccas Com algudao.
O assucnr f i carrejado p ir BUckburn Needhan
4 C. e o Igedo or J. H B xw.ll & C.
Paula da llfande^a
8HMAHA Ui Z < 7 DK ABRIL D!9 1888
(Vide o D ario IttviOM carga
Barca inglez-. Htnr of 'hia, paia o Bltico.
Barca sueca Mentor, para Bltico.
Bar. inglesa C arlec t.'ox, para Estados-Unidos.
' Brigu nacoia. Praterrs r*ara o Porto.
Lt-r lugli'Z Adamarmne, para Canal.
atii-ho purtuguei Vtctorta, (.ara Lisboa.
t-t<-b i noraegaeua Fer-A, para Estados-Unidos.
Patucho nac mal finta I para Porro-Alegre.
Vapor iiitli-* Hyd'il Wutter PaT* Liverpojl.
Vapor austraco Zchy, pira Estados-Unidos.
'ai os descarga
Barca n^ruegueua ijonur, ca vio.
Barca coruegucu-e Tvrdr.uskyold. carvo.
Barca uig eza Mitfori. e..v.ii
Barea u irm-ga Furtuna, carvia.
Bar.-a naraegtun .Eyirs, madeira.
Barca iioru.^i.rii-. Un on, earvio.
Barca diuamsrqu. za Auna L'arpez, varios gene-
r t.
B-r a ingleza Eth'l, bwalko.
tingue inglez BUen (Irenves, earvio.
Brig.ie italian.. lmmac>-l da, vari 8 gneros.
Irigue uorufgiic h, earvo.
Briguc ncional Prateres, Tirio* gneros.
Levar ingiez Rutina, oacalhao.
Lu'ar inglez Corisinde, bacalbo.
ratacbo nacional Hivnl. xarqu^.
Patacho jneeo Almina. largue.
Patacho ingl. z Spatkling, bacalhao.
Pa'acho tngli Ariel, oa-alho,
Iniportaco
Vapor inglez Gratar, ntra.do de Liverpool e
Lisboa, em 3 i corrente e consignado a J. Pater
* C.; mac'f'stou :
Carga de Livtrpcol
Amostr> s 5 viluons i diversos.
Arcos de ferro 639 a Vctor Neesm, 400
r Arros 10 Ferreira Rodrigues dt C, 26 Silva Marqa. s & C.
50 a Giiicnlvi-a R sa A hV-i.c.n ) s 30 4 ordem, 50
a Domingos Feutira d S Iva 4 C
Alpiste 20 saecos a D mingos Cruz & C 15 a
Fernaudes &. IrmS.s, 5 a Joaquim Feneira de
Carvalhu & C.
Agua mineral 25 caixaa ordem, 10 a Feruau
dea & Iiu a..a.
Batatas 50 caixas a Paiva Valente i C, 30 a
Ba-kbnru Ne-ch.u, 40 a lorreo I rmioa.
Hairilba.i tambores ordem.
Barras de ferr. 3 a Samuel Paulo Johnst.u C, 1.310 e 373 f-ixes a Ferreira Guimar s & C ,
130 e 60 ,. VV H.lhday AC,5l e 49 a Mirsnda
& Souza, i40 fciico a (Jar Jooo (fe Irmo, 2 a Fran
caco Manoel da Silva Is C.
Biscoutcs 3 cnixes a Jos Joaquim Alves i C,
23 ordem.
lmeuto 1 barrica a Samuel Paulo Jolin-I n
* C.
Couros 1 caixo a W. Ualliiay C, 1 a Silvei-
ra&C.
Cidra 50 eaixas a G ncalves Rosa & Fernandos
Cartas para jogos 2 Caixas a Guimares Cardos 1
4 (J., 2 u Gomes de Mattos Irmos, 1 a Antouio
Duaate Carueiio Vianua.
Oerveja 56 b.rricas ordem, 20 a Guedes de
Araujo oz Filbo.
Chap s de sol 1 Caixo a Manoel laabella 1 C.
Cofre de ferro 1 caixo a VV Ba.liday & C.
Calcado 5 oaixo s a Alb.uo Ciuz 4 C 3 a tr-
dem, 2 a Tbomaz de Carvalbo & C, 1 a Manoel
de B. Cavalcan'e,
Cha 19 grates ordem, 18 a Soma, Basto
Amorim & C, 4 a Jjmingos Ferreira da Silva
4 0.
Conservas 20 caixas a Paiva Vlente it C, 25
a Joo Fernandas de Almeida, 4 a G,ncalves Rosa
4 Fernandos.
Chumbo de un'.myo 20 birria ordem
Lhapas pira -fjgi 15 a Ferrrcira Guimares
& e.
Canos de ferro 51 feiin aos mesmo 10 a W
H lid y 4 C, dito de chombo 1 burrica aos mes
nvH.
drogas 2 volomcs a A. al. Veras Se C, 3 a J.
C l^evy.
Encera !o 1 c.;;xo 1 W. flalliday & C.
E t,.p. 25 fardos oidcm, 5 .. G m^s de Mat-
Us liu. k.
Euxadas 30 barr cas a Oliveira Basto 4 C, 50
a Ferreia Guimares 4i C-, 57 a Albino Silva
C, 20 a Gomes de Mal tos Irmos, 5 a W. H.l-
liday 4 C, 10 a J. de Azevedo ot C.
Esleirs 12 rOL s a Manoel da Cuuha Libo.
Fio 7 faii.s a Samuel Paulo Jobustou &C,
3 a Ferr>ira Gu maies .. C, 1 a Albioc Silva
& C
Prrrageos 16. vouova A ordi-m, 40 a Fe-rt ira
Gu'maies 4 C, 23 a Prente Vianna & C, 6 a
Mu anda & Sonza, 4 a Guimares Caracso S C,
18 a Ant< nio Duane Carneiro Viinn, 1 i V.
Ree en, 10 a W B-'lid-y & C. 5a Vianna Cas-
tro a C, 13 a CaruOiO 4 Iru..., 2 a Samu-1 Pau-
lo icbuston i C. 4a J. de Azevedo 4 C
F. garnr a 200 ~ Paienie Viaina e C,, 100 a
VV. Bailtday C. 119 a Vianna Caslr.. & C
Ku has .: Icrr 18 a Miranda 4 SjUZa, ditas
de fludrea 10 eaixts ortiin.
Ferro guia 10 loueadas a Samuel P. J I
4C.
Figuras de I uCa 2 oaixao irdtm.
Lourja 9 baruca, a 82 giges ordem,
Joaquim 'errt ira de Carvalbo 4 C 10 a
F daUbta, 130 a Feruaudes 4 Lmo,
Svuaa, B...IO Amenm 4 C.
Prazo ae 30 dias
De ordem do Dr. inspector gerai da IostraccSo
Publica, fapo aaber asa profeseotes pblicos Joa-
quim da Costa Guimares e Pacifico Paulino Ma
laquias, este da cadeira do Bonitn, e aquelle da
de -Nasareth do Cab, que tend-lhes silo conce-
dido em 27 do torrente mes, p lo Exm Sr. vice-
presidente da provincia, permutaren! as respecti-
vas cadeiras, foi Ibes marcado o prazo de 30 dias
para aasnmirem o cxercicro das novas cad Secretaria da Instruecao Puilica d Prnam-
buer, 31 de Marco de 1888.
O Si ere torio,
Per^cntino S. de Araujo GalvSo
O Dr Tbomaz Caldas Lina, juiz muniei
pal e do coenmercio do termo do Rio
Formoso de Fernambuco, gor Sua Ma-
geetade quem Dens ga-rde etc
F60 saber aos que n presente edital de praca,
c m o pn > de 10 e 20 dias uteis virem, qne o
porteiro dos auditorios deste juizo ba de trazer a
publico prego de veeda e arrematar, quem
mais dr e maior larco (ff^reccr, em os das 1 do
crrenlo mes, e 3 de Maio prximo futmo 1
hora da tarde a porta da casaaas audiencias drate
juiso, es btns abaixo dec arados, penhorados ao
Dr. Ignacio Amtrico de Miranda para pagamento
da execuco que Ihe move Martina Oaoito & C,
conforme me foi deprecado pelo juizo commerciai
do terno de Palmares, cujos bena to os seguiu-
tes i
No dia 21 do corrente :
Unn raoenda de ferro comp ata de 3 tambres,
que est seivindrfno Engenho Belm, com 1 ro.
dte trincado, avaliado por 45ti*o00.
Urna outra moeeda menor tambem de ferro bas-
tante velba, avaliada por l'X)*000.
Dnas taixas de ferro fundido em perfeito Cctado
avaliada por 150*000.
Cinco taixas de ferro fundido em mo es'ado por
se acharem remendadas, avaliada por 100*0(10 ;
todas ellas existentes no mesmo engeuho Beim.
No dia 3 de Maio prximo vindouro :
Urna parte de '2:305*000 do mencionado eng'
nho Belm desta frcgu.zia e termo, do fabrico de
assucar, o qual e moviva.' cjm foica de aui naes,
casa do tngeubo em b.m estado, cusa de purgar
armiada, casa do vi venda de taipu c .berta de
telhas, com todas as suas m-:tt-.s e logradores,
cuj s terrones nj se sabe a extenoo, mas liun-
ta-se com os eugeubos Conceico e Sapirito 8nnto
deata mesma freguesia, avaliado todo o pr- dio por
10:010*000.
E quem nos mesmo beus quiser linear, com-
parv ueste juizo em os dios cima decLadoa.
E paie que conste se lavrou o presente e mais
d ua de igual iheor que o porieiio d s auditorio
publicar e afiliar noa lugares do esiylo, lavrando
a competente certido
Dado e passauo nesia cidade do Rio Fbrm.su,
aos 26 das de Marco de 18s8.
Eu, Antonio Floriauo de Mello, escrivio, es
crevi.
Eslava sellado com duas estampubas do valor
de 400 res, ambas inutnisadas com a dala e as
signatura seguate:
Rio Fornuso, 26 de Marc> de 1888.EscrivSu,
Antouio Fi riano de Mello. Caldas Lina
Era o que se continua em dito edital aqci co
pi>-do do original ao qual me reporto e d.-u f.
Eu, Autouio Fluriano de Mello, escr:vo, ea
cr. vi e assiguo.
Rio Form. s., 26 de Msrco d 1888
O esci.il',
Antonio Florii.nu de Mello
Deiurt ile Nuaa Drabara das
.. Merees, erecta oa igreja de m,
Jo de Riba mar de aseeife.
De ordem da mesa regedora, convidj a todos
os nossos cbarissimos irmos a comparecercm em
noiso consistorio na quinta-feira 5 do vigente, s
6 hjras da tarde, afim de proceder-se a elcica
para o viee presidente e tutros cargos.
r'ecretaria da dev.cao, 2 de Abril de 1888.
O secretario
Francisco d-i Asis F. MsgalbSes.
Aban ^ouo de cadeira
Constando que o profeesor Aotinio de Alleluia
Patricio, conforme se verifica da inf irmaca > do
respectivo delegado litterario de iata de 22 do
corrate, c'c:xoo o exercicio de suas func(3es, nao
as tendo reassumido depiis da suspenso que sof-
freu, em virfufe de senteoe diseiplioar, de ordem
do Dr. inspector geral chamado pelo presente o
mesmo professor, para no praio de 15 das resp u
der eohre CBse tajn, eob peni de ser pnces>aJo
revelia.
SecreUria da InstruscJo Publica de Pernambo-
co, 27 de Marco do 1888.=0 secretario,
________Pergentmo S. de Araujo GalvSo
Valente 4
Gauches.
28 a
J o
67 a
Li.ihas 1 c ixa a Guimares !"ard-.sj 4 f 30
Gtmes de Mattos Iruios, 45 ordem, 26 a Nu-
nes Fouoeca 4 C.
Loua 2 tai dus ord m.
Matii.cs (.ara esgoto 202 volumes a Recifi
Drainage C-mpany, ditus para eucanamento
a'agua 90 volumes a C mpanbia do B-b-.-rib*, di-
tos para esirada de ferro O caixas a Grtat Wes-
tern ot Brasil Compauy.
Meicadeiias div raas 5 volumes a Prente
Vianaat 4 C, 3 a Nones Fonseca 4t C, 5 a Nttto
Campos 4 C, 2 a Maia e Silva, 3 a Guimares
CasdoBo 4 C, 1 a Duarte Jt C, 1 ordem, 1 a
W. llaliiCby o: C., 1 a Gimes de Mattos Irmos,
5 a M C. Guim.res.
M veis 7 caixo-s ordeT.
Oeo de linhaca 5 barris a Feneira Guimares
At C, 20 a ordem, 25 a Francisca Manoel da Silva
6 C, 10 a rVriS Scbrinh & C, 5 a Jos A. da
8Va eaUUB. I
Objectoa p^ra gi.z 15 volumesta empresa.
Papil 5eaixas a ailveira 4c C, ordem
Pimenta da Indi. 3 a .ce is a Jou F. da Costa.
Pertences ara cruh s de ferro 123 volunes
CarJizo qj I.mo.
Presumo 3 caixas ordem
ProvitS^s 8 caixas a Gue.l-s do Araujo Si Fi-
lbo.
Pbosphcros 20 caixdes a Fi'aucisco Bcte'bo du
Aodrae.
R-ligios t caza ord Saceos 3 volumes a J. Fucrateob-rg.
!SoCa lUtumbores a Joaquim Ferreira de Cal-
va h. 4 0.
Tjucmho e presuntos 6 caix >s a B. Neeiham 4
C, I S ordiin.
T'Cidos diversos 1 volume a C uni Wacbs-
mauu, 132 a ordem, 9 a A. d' Rnt > 4 0,2 a Luis
AoUmo Sequera, lia uoure:ro M.ii i C, 31a
.iut. Jardim rJi C 10 a Siiveira O, 98 a Ma
cbado 4 fereira, 2 a Francisco Launa .y. C 18
a Narciso Mala 4 ,14 a Guerra F-rnandes,
7 a B. Maia 6z C, 1 a Julio ic Irmo, 12 a Mou-
ia B.rgeao O, 1 a Miguel IaeUa 4 C, 11 i
A 'Sautos 4 C, 4 a A Duarte fe C, 2 a Gjncal
ves Irmav o)-C, 4 a B de Carvalbo 4 C, 3 a
SoUZa Nogueira & C, o* a Jia.io m Gjnyalvea &
C, 8 a Cou'o Santos oz C, 17 a A. Vieira Al O,
19 a Abiuo Amorim 4 C,2 a Kranciscii de Aze-
vedo C
Trap a 4 fardos a B. W S. Bird.
Tijoioa piova de fogo 5,539 a empresa do gas,
1,000 a Samuel P. Jobustjn C.
Tintas 2 caixas a Ferreira Guimares 4 C, 12
barricas a .rdm, 75 a Francisco Manoel da Su-
va 4 C 85 a J. s A. da Silva Santos
Til-boa de ac 597 a Cardoso 6t Irmo.
WitkeV 15 Calas a B Fleker.
Viaius*6 volumes orden, 10 a W. Balliday
4 C.
Vernis 1 caixa a T Just.
Vinbo 1 barril ordem.
Carga de Lisbi
Atuu 1 c .xa a ti Itro Aier- de oliveira 40 caixas a Paiva
C, 4 a Ferreira Rodrguez 4 C.
Agua miueral 1 c ixa a Jos Gomes
Bagas 1 caixa a Marlins Viegas 4 C.
C.ignai- I caixa a K .moa C.
Cab is 74 rulos a Beltro 4 (Jostu.
t,. o las 50 canas a Silva Guimares Ai C, 20
G.ucalvea Rusa t Fernandas.
CbounCa 1 ca xa a J. Autuuu P. reiiu, 4 a Jos
Gomes Gauehea.
Camo em uonserras 1 caixa a Antonio A. de
5 us .cqu< ira, 3 a Ferreira Rodrigues & C la
Juo F. da Costa.
C"i>s<-rvaa 70 caixas a Souza Basto, Amorim 4
C, 19 a Uumiugus F-rreira oa Silva 4 C.
F, .j.-io 2 sace s a M .uoel ;S mu a da S. Silva.
Iuipressos 2 eaixo. s a Lanoeuno Rocha.
LuVas 1 caixa a Papouu 4 C>
Livros 2 candes a G. Lap.rt 4 C.
Ni'Sea.l barrica a Jus G .m-e Gauches.
Sardiuhas 10 barricas a Souza Basto, Amorim
4C
>a pitoes 1 v. lume a Jote Joaquim Alves.
Toueiubo 10 barricas a D mingos Feneira da
Silva & 0.
Tota neos 1 caixa a Albino Crus & C, 1 a
Paiva Valent S U
Vmbo brauco 5(5 e 5jl0 a Jo i F.da Cruz Bra-
ga. Vinbo Unto 2 pipas a Joao F. da Costa, 20 e
ili5 a Francisco Ribeiro Pinto Gotmares dt C .
lo, 0,5 e il a Ui mingos Cruz t 30(10 a Silva Guimaiea 4 C, 35, 50(5 e 24,8 a
Seuta riasto, Amorim & O, 10, 60(5 o 31(10 a Fer-
reira odrigoes & i ., 10 e 5 '(5 a J. F. d. C us
Braga, 12 10|5 e 20,10 a Antonio Mana da SiVa,
8, 30,5 e 10,10 a GonoalVes R-sa a Fernandos, 6
e 30|5 a Joo Fernandea do Almoida, 4, 16(5 e
14(10 a Jus Gomes Gancbes, 5,5 a Manoel Joa
quim Aivea Hibwiro, 25|5 a Joe Juaquim Alves
4 C 25(5, a Antonio de Oliveira Maia, 25|5 a J.
F. d Figueiredo, 3(5 a Albino Crus 4 O-, .10(10 a
Joaqun da Silva Salgueiral, 6,5 a Antonio /os
M. Guimares, 60 caixas a Joaquim F. da Silva,
70 a Souza Basto, Amorim A C, 25 a Ram.s 4
1 a Martina Vieg.a 4 O.
Carga do Porto
Albos 50 canastras a Joo Fernandos de Almei-
da 50 a Paiva Valente oz C, 2 a Souza Basto,
Amorim 4 <* ,. .
Conservas 6 caixaa a Joaquim Felippe <
A.cu w
Ferrageas 3 volames a W. Bslliday 4 C-, 3 a
Albino Suva 4 C.
Livrus l caixo a Joo VV. edeiros.
Pregos 18 barricas a VV. Balliday C., 2 a Al-
bino Bilv 4 0.
Palitos 2 caixtes a Joaqoim Folippe 4 Aguiar.
Recebe propoetas para tornecimeut} de pedra
bruta ou de laatro de uavios, entregue bordo dis
meamos navios ou pastos ua Torre (oor t- nelada),
500,000 tijolos de alveoaris grossa, l.OlX) alqou-
rea de cu! p~eta e d1^ ar-'ia ^rosaa. p^r Canoas
Devem ser entregues at o(dia 15 -Jo corre ite as
propostas e as amostras dos tij los ra do Com-
mercio n. 5, 1" andar, ou ra do B3m Jeaus n.
51, armazein. Recife, 3 de Abrli de 1888
Autonio Machado Gomes da Silva
Gerente.
Banco de ilredito.Keal de Per-
nainliicu
Dividendo semestral
Este estabelecimento, de acord com i art. 54
dos estatutos, paga o aeu 3. dividendo razo de
5 7o sobrv o valor das entradas reslisadas do ca-
pital, ou 4*000 por aeco, todos os diaa uleis,
desde s 10 huras da manh a 4 da tarde, em sua
si roa do Commercio n, 34.
Kecife, 27 de Marc. de 1888.
O gerente,
Joo Fernandes Lopes.
C0IPAXH1A DE SEGUROS
NOBTfl BBITlH H MEGANT LE
Estabt Icc.ul.i e Capital autoriaa lo i. 3.0>0, Capital sobscripo 4 2.500000
C.pitul reaiiz ..lo & 625,000
Capital espicial para s< guro
contra fgi e reserva em
31 d- Des-mbr. de 1886 1.738 907
Capital especial para s-gjro
de vida e anoui tades em 31
de Desi mbro de 1886
Caoita! ds repartico de se-
guro entra f-go
Capital da repartic > de se-
guro de vida e annudades
A VI* O
O abaixo aesignadu par'icipa
havendo i s Sr?. Adama u BoWie
agencia da comp luhia cima, fji elle Horneado para
eubalituil i 8.
N J Lidstone.
N- 10 -UA DO C')MVIERCIO-N. 10
Soclcdade BebeOcente CnwMiiarat
ao val da roa da Imperairli
De ordem da reepeitavel ir.*, ven.*, convido
a todos os nossos ir.*, para aseistirem a sesso
de p-sse das novas luces, a qual ter lugar no
preximo sabbado 7 do correte, s 7 horas da
noite. Reciie, 4 da Abril de 1888.
Marat.*. 18.*.
Scret. .
Matriz de 8 Jos'
Prorissao do viatico ao* enfermo*
A mesa regedora da Veneravel irmandade do
SS. Sacramento, de conformidade com as disposi-
coes do compromisso, convida aos cbariseimoa
irmos a comparecerem no consistorio da mesma
matriz, no domingo 8 do corrente, s 7 horas da
rcaob, para acompanbar a procisso do Viatico
na fregutzia.
Consistorio, 4 de Abril ce 1888.
O esenvo,
Beliodo-o Caudido Ferreira Rabello.
Imperial Sociedade ds Artistas
Mecbanicos e Liberaes
De ordem do irieo direct.-.r, convid) a todos oa
irmos que se acham o gos < de seus direitos a
reunir m se em nossa sede quinta-feira 5 do cor-
rente, pelas 6 horas da tarde, afi-n 'e ter lugar
a asa. mbla g ral do m-.-z r.iimo paseado, que
deix u de funecionar por nao ser posfivel, deven-
do eata ter lugar com o numero de socios que
comparecer.
Secretaria da Imperial Sociedade dos Artistas
Mchameos e Liberaes do Pernambuco, em 3 de
Abril de 1888. O 1 sretario,
' -asV Paterniano Barroso.
MitalMliri 8 gwi-
t
4.-53,355
i.aai 960
515,154
a publico que
A (.'., deixado a
R >lhas 2 sacejs a Joo F. da Costa,
Saidiubas 50 Caixaa a Manoel G ucalvea Leito.
S>men(er 1 caixa a Guima a a 4 Valente.
Vmbo 2 barra a Antonio Jos F. Monteiro, 4
a Alb'no Jjs da Silva 3 e 30 caixas a Jnaq um
Kelippe oc Aguiar, 10 s 35 ditas ordem, 106 di-
tas a Pcreira Carneiro 4 C.
KxpariMvtl
e.acira. 2 na abril ;ib 1888
f fara o avenar
No vapor ingiez Rydal Watter, carregou :
Pi ra Liverpool, J. B. Boxwell 520 saccas com
39,303 kilos de algodo
No vapor ingles Harrogale. carregaram :
Para Liverpool, F. Caaco Filbo 320 saceos
com 24 000 tilos da assucar mascavado.
- No vapor inglez Dnate, carregou :
Para Liverpool, J B. Boxwell 500 saccas com
34,725 kilos de algodo.
fara o interior
No patacho sueco Almina, carregou :
P.ia Pelotas, J. M D.aa 500 barricas C>m
44,100 kilos de assucar branco.
No patacho uacioual Pinto 1 carrega-
ram :
Para Porto Alegre, P. Carneiro & C. 1,009
saceos com 75,000 kilos de assucar masca va do e
1,000 ditos com 75,000 ditos de dito masca vado.
No vapor americano Adoance, carreg a :
Para Para, T de Asevedo Soasa 200 barricas
com 12,810 kilos de a-suc r branco.
Na barcaca t, S.ciidade, carregou :
Para Mamaoguape, Jorge de Souza 9 saceos
com 221 kilos de fio de olgodo.
Heniliucuio- publico*
Quinta-feira, 5 do crrente, hora do costaras,
reunir se-ha o Instituto em sessi especial, pira a
posse da meea administrativa do anno social dd
1888 89.
Secretaria do Instituto, 3 de Abril de 1888.
Baptista Regueira
1* secretario.
Issociagao commercial agrcola
de Pernambuco
ASSEMBLA GERAL
Sao de nevo envidados os Srs. socios desta as-
sociacao a comparecerem a reunio que deve ter
lugar no d.a 5 do cerrente, a 10 I oras da ma-
n .i, eii n de ou. o numero que comparecer pro-
ceder se a eleico da nova directora, leitara di
rclat >.io e prestaco du contas.
Atsociaco Commtrcial Agrcola de Pernambu-
co, aos 31 de Marco de 1888
Antonio Aithur M. de Mendonca,
______ Io secretario.
Fabricado fiacoe teta-
dos de Pe rnainbuco
Pedc-se aos Srs. accionistas que anda nao rece-
bera n o dividendo do ultimo se estre findo em 31
de Dezembro prximo passado, o favor de virem
receber no escriptorio de Silva Guimares 4 C.
n. 5, l" andar.
\ ii tli Britisli & Uercanliie Insu-
rance company
AVISO
Os abaixo assignsdos declara n que de boje em
diante Sea transfunda para o Sr. N. J. Lidstone,
ra do Commercio n. 10, a agencia da sobredita
companbia.
Recife, 31 de Marco du 1888.
Adama o llowie St C Liq.
10 talbos a 24 901000
1 ditos a 1* 14000
A Oliveira Castro 4 C.:
54 talhos a l . 544000
Reudimento dos dias 1 e 2 do cor-
rete
Foi arrecadado liquido at noje
Preoos do dia :
Oarne verde de 240 a 400 res o kilo.
Carueiro de 720 a 800 ria dein.
Sunos de 560 a 610 ri* dem
Partoba de 201 a 28 ) ^is a cia
Milho de 240 a 28 i ris id-n
Koijo de 640 a 14000 dem.
Matad*-uro publico
1814820
3884800
5734620
77
Foram abatidas no Matadouro da Cabanga
reses para o consumo do dia do boje.
Sendo: 57 reses pertencentes a Oliveira Castra
tC, e2) a diversos.
Vanares entrar
Renda eral
Oo dia 2 a 3
Uom e 4
tas na ajsil
Alfandeya
80:078744
373954aO0
euda provincial
Oo dia 2 a 3
dem de 1
7.4094166
5.505^920
Sommi total
117:474-, 644
12.915 086
130:389.730
Segunda seccao da Alfandega, 4 de Aoril
de 1888.
O thesoureiro-Florencio Domingues.
O chele da seecoCicero B- de Mello.
Berebedoria eral
. o da 2 a 3 2:2124598
dem e 4 798.707
3:0014305
Berebedoria provincial
*>o dia 2 a 8 988 359
dem u 4 77b53
Herlft-
e dia 2 a 3
Ideic as 4
llralnSIte
3041 3
345.110
1:7164012
1:2751293
Norte.........
Snl...........
Europa.......
Fstados-Uuidos
Sul...........
Europa......
Sul...........
Norte.........
Europa......
LiiVerpo ;1.....
Sul.........
Ham hurgo ....
New-Y^rk ....
Europa.......
Sul...........
Sul..........
Norte.........
Sul...........
Europa.......
Sul...........
Liverpool.....
a ex de ABan.
Para ............
Advanee..........
Vill: de Montevideo .
Finanee............
Mandos...........
Ji/in Eller........
Ville de Pernambuco.
Espirito tanto-----.
La Plata..........
Edic'or...........
Turnar............
Pernambuco.......
Maranhense.......
Ville de Maranhdo .
t'eriiambuco.......
C- nao........
Maranio.........
Para..............
Ta us.............
Zveoa.............
Author............
boje
boje
amanb
amanh
7
9
11
13
14
14
14
15
15
15
16
19
28
26
28
29
29
Vapor-.* sahir
HF.J DB ABRIL
Snl......... Pord............. boje s 5 h.
Santos e esc Pinance.......... 6 s 12 h.
Est.-Unidos. Advance........... 6 s 2 h.
or ie....... Manaus........... 7 s 5 b.
Santos e esc. Vite de Montevideo 7 s 10 b.
Valparaso.. John Eider..:..... 9 1 b.
Havree esc Ville d- i'ernambuco 12 s 2 b.
Sul......... Espirito Santo..... 14 s 5 b.
Koeu sAyres La Pltta.......... 14 1 b.
Tomar............ 14 s 2 b.
V.lledeMaranhao.. 16 s 4 b.
Pernambuco.......
Longo.............
Maranhao ........
S>r*bampton.
Buenos Ayi es
Norte.......
Bordeaos ...
Sol.........
Norte...... Pora
Buenos Ayres Togas
17 s
19 s
24 s
27 s
28 s
Soothamptou. .Veno............. 29
5 h.
3 h.
5 b.
5 b.
2 b.
1 b.
Mercado 11 uniel pal de
o jaoviuiento deste Mercado uo da
reiro M o seguinte :
r.nrraram ;
35 bois pesando5,213 kilos, sendo de Olivei-
ra Castro 4 C, 27 ditos de 1, el de 2' e
7 de particulares.
211 kilos de pene a 20 ris
50 cargas de farioba a 200 ris
8 ditas de frnc'as diversaa a
300 rs.
9 taboleiros a 200 ris
9 Sainos a 200 ris
12 Matotos com legumes a 200
ris
Foram oceupados :
25 columnas a 600 ris
1 Eteriptorios
18 compartimentos de farinba a
500 ris. 94000
22 ditos de comida a 500 ris 114000
85 ditos de legumes a 400 ris 34*000
17 ditos 'de sainos a 7l0 ris 114900.
10 ditos de tressnras a 600 ris 64000
*j. los
3 de Fove-
44220
10400
24400
14800
14800
24400
154000
300
Aurorita.........
Abel.............
Bro..............
Bridesmaid........
Cbrittian >criver ..
G. C. Stanford.....
Hennk Verg land..
H'rmod ..........
la ios ntrar
........ rli' de Janeiro.
......... Cnrdiff.
......... Rio irande do Sul.
Swiuee*.
Rio de Janeiro'.
New-York.
Rio Grande do Sul.
Ri i Grande do Sal.
Helena........... Bamburgo.
Benriqae.......... Rio Grande do Sal.
Martba Percival ... Cardiff
or.............. Rio de Janeiro.
Persev-rant........ Liverpool
Pietre Alcide..... Kio Grande do Sul.
isovlineuti do porto
Navios entrados no dia 4 de Abr
Rio de Jsneiro-18 lias, lo-jar orles Harnet, da
407 toneladas, capito H-urf M. Dju.ld, eqai-
pairem 10. em lastro ; N. J. Ldst ne
Terra Nova33 dias. barca m lesa Ethel, de 281
toneladas, capito WnhamSopp, equipagem 11,
csrga hac.lbo ; a Blackoaor Needhan & C.
Observaqdio
Nao hoove sabidas.
Procedente do Rio de Janeiro, fundeou no Lama-
rao a barca portuguesa Crea, a qual nao comma-
nicou por ter de entrar amanhS para o aneoratj
dooro.

iirsn


Diario de Pcrnambuco--(luinto--.eira 5 de Abril de 1888

V
PRADO PERNAMBUCANO
Frogramina da 11' corrida
QUE SE EFFECTUARA' NO
Domingo, 8 de Abril de 1888
A's U horas da niaoh em ponto
Naw
>IUC.
I
k> Pareo-Coo.olafao-800 metros-Anides da provincia que anda ufa tenhum ganho. Premio
t 1 ParcoConnota*
t Atucrim......
2 lab .ata l.....
a Postilln ......
i Hespanbol ..
5 logaseiru.....
& Patito (-X- Aju-
dante) .....
7 Salvaros......
8 Victoria......
9 Caruata......
MI Very-Well ....
11 Bahtauo ''.. ..
11 Vend .......
13 Painpeiro.....
14 Periquito ... .
15
Idadea
Pello*

Naturalida-
des
Peto*
Cor da vemlmenta
Proprleiarlos
lilllOi
Preto ....
Castanho.
RuSSO .
Jastaako.
B.io.....
UasMnli).
Rodad*....
A1 1<:1 l. .
Csstaub. .
Baio.....
RuSSO. .
Ciatanhi.
Poroanibaco.
56 i ',.
50
58
66
56
56
54
56
56
b
56
56
54
51
56
Murr n e crcae.,
\iul e branco....
\umrello.........
Asul............
A sal e encarnado..
3raoco e asul ....
B-atio e rusa....
Encarnado .......
Vial e branuj.....
)urj e erA i.....
Ouro e liraueo....
tinearndo.....
Sucarntdd e preto.
Verde e amarello..
Asul e branco-----
120* ao 1, 30/ a> 2." e o 3. livra a entrada
J. F.
A. A.
I. J. P. S.
I. A. W.
Augusto outiah.-.
Jos C valcait! Vieira.
Joo Luis de Kreitas.
3ereuUuo H. M. Henriquee.
vi. G. de Medeiros
4. e P.
Aatooio Francisco Eleuteiro.
A. C. drf Albuqucrque.
I. s. c c.
tijaveatura Paula.
I. Civitcaute.
* Pareo-Dr. Sonta el- 1100 rtr, -Ani-na-, ,. pnvincU. Presos: 200* aoi-, 50* ao 2- e o 3 lirra a entrada
Zv-uby......
2 P.ry *.....
Htspanbol.....
Numera.....
Beberibe.....i
Voador.......
5 auiiu--.
5
7
5
9
7
Rodado...... .
*
Cbstanb.1......
Russo .
Foveiro
Pernambuco
54 kl*.
54 .
54 .
54 .
54
54 .
Branco e azul............
Acal, branca e encamado ..
\2U I____........-......
Verde e amarello...........
Aiul c estrellas braicas-----
Bernardo Damio C. Pessoa.
F. G
i. A. W.
Vicente de Salles Meneses.
J. A. de Mello.
Julio Cavalcante.
3.' PareaClaudio Dabeo- 350 metr s. -Aninues da provincia. Premios : 200* ao Io e 50* ao 2."
IlTopy.........i 6 anuos.iBiij..........iPernarabueo.
IVeutania .... 4 I
3JL seira.......| 6 IKosso........ |
56 kils. .Brauco, encarnado e ainl. ...F. C. Rexeode.
54 Encarnado, preto e ouro .. Sousa Res.
56 iLyruc branco.............|l)eluiro Gouvea.
4* Paree Peres Campello1450 meyros Anitnaes naeionaes at mei> eangue. Premios : 30J* ao 1- e 60* ao 2'
IjBacarat .
2 (Jalatbe*.
3Ziraour*>.....
5 anno. iCastHnho....
5 Ittusilbo .. ..
ri (CaStauhO...
Rio de Janeiro.... 52 kils. I Branco e encarnado........
Rio Grande -T.il 52 Itiscarlate e oro.*..........
S. Paule......|54 i I A*ul, branc o encarnado ...
F. S. C. C.
Coudelaria Ailianr;a.
F. C. Rezeade.
-
1 Furo.......
2| Faisea........
? B^benbe.....
5.' Pareo.Or, tioncalves Piulo1609 metros. Animaes da provincia. Premios : 250* ao 1 e 60* ao
Pernambuco..
4 annos,
8
9
Castanbo
Fuvriro..
liasao ..
52 kils. jBrauco e azul ...
54 [Aso!, brano e rosa.
54 I Verde e amarello...
F. Dami'o C Pissoa.
Alvaro Ferraa.
j. A. de Mello.
-. Pareo.Animavo 1000 mi-tro
Animaes d provincia que anda nao tsnham ganho nesta distaucia. Premios : 200* ao Io, 50* ao 2
e o 3* Uvra a entrada .
LEpicier.....#
Tquaiy......
/.-.',. 1111......
Coudur...... .
6 auuos
5
4
5
Baio..,
IUoSO. .
Alaso.
Baio...
Punambuco
56 kils. Azul e encarnado........,.
56 Branco e azul..............
54 Encarnado e branco........
56 t Azulc branco .............
Mano I Bastos Filbo.
A.S.
J. P. C.
J. Cavalcante.
(*) Montado por amador.
OBSERVA^OES
1

Pede-se aos Srs. proprietarios dos animaes inscriptos no primeiro pareo o especial favor de tel-os no ensi-
'bamento s 10 horas da manh no da da corrida.
Os bufetes acham-se venda nos lugares do coslume, al a vespera da corrida, e no da da corrida em mao
dos conductores dos bonds e no Prado ,
Os Srs. proprietarios dos cavallos inscriptos podem procurar os seus cartSes de mgresso e de seus cnaaos e
k>kevs, no Prado, al s 6 horas da tarde do dia 7.
S serao recebidos os orfaits at o dia 6 s 6 horas da tarde.
Kecil'e, 3 de Abril de 1888.
O GERENTE,
Marcolino Rodrigues da Costa Jnior.
P
PROJECTO DE INSCRIPGAO
Para a 12." corrida que se efectuara
Domingo, 15 de Abr'
1.a pareoT>nnte-fnrooel Jos de Oleira Castro800 metros. PotrancaB
3 provincia, de dous annos
3 a terceiro livra t entrada.
Premios : 1500000 ao prineiro, 300000 ao segando
2. pareo
Uonsolacao800 metro. Animas da provincia que ainda nSo te-
gnho. Premios : 1200000 ao primeiro, 300000 ao eegaodo e o terceiro livra a
tatrada. .
3. pareoDr. Souza Riis1100 metros. Anima da provincia. Freimos
aOOfOOO ho primeiro, 500000 ao segundo e o teroeiro livra a cntraia.
4 pareo Peres Campello 1.450 metro. Aoimaes nar-.ionaea at meio
jasgoe. 'Premios: 3000000 ao primeiro, 600000 ao s-gunio e o tereeiro livra a
ratrada. ____ .
"5. pareo -*ClaiHo Dab^ux 8o0 metros. Animaes da provincia. Premios.
00*000 ao primeiro, 505000 ao segundo e o terceiro livra a entrada.
6 o pareo -C-pitao JoSo J. Ja Rocha850 metros. Aoimae naeionaes de
MMS- de meio sangue Premios : 2500000 ao primeiro, 6O0UOO ao segundo e o
lerceiro livra a entrada.
OBSERVAgAO
Nenhum pareo se realizar sem que corram pele menos trez animaes de pro-
rreiarios diff rentes.
A insoripcio encerrar-seba no Prado no dia 10 do corrente, s 7 horas da
COYIPIMIIt PEBNAH^ITCANA
DE
NaTegaco costelaa por vapor
ORTOS DO NORTE
^arahyba, Natal, Macu, Mossor, Ara
caty. Cear, Aearaha, Camossim e Ma-
ranhdo.
0 vapor Jacuhype
Comraandante Estevea
cn.4Br.fii rs mm
i apanhla Fruaeeza de Navega
Vo a Vapor
Linl:-i quinzenai ;utro o H'-vre, Lis-
boa, Pernambuco, Rabia, Rio de Janeiro e
Santos
0 nm 7ille He Jimio
Commandante Biant
E' esperado da Europa
at o dia 15 de Abril, se
guindo depois da indispen
aavel demora para a Ba-
bia. Blo de Janeiro
e Mani*.
Roga-se aos Srs. iinportadores de carga p?ks
vapores desta linha,queiram apresentar dentro de 6
diaa a contar do da descarga das alvareng tai-
quer reclamar;ao concernente a volumes, que po-
Vintu ; tenham seguido para os portns do sul.afin
de se poderoro dar a tempo as providencias ne-ee
sarias.
Expirado o referido prase a companhoa n v
-fS|>omabilisa por extravos.
Para carga, pat sagena, encommendas e dinbeirt
a frete : trata -se coro o
AGEKTE
0 nw lie 11intero
Commandante Viel
Espera-se da Europa no dia
6 de Abril e seguindo de-
pois da demora necessaiis
para
Bihia, Rio de Janeiro e Santos
Rjga-se aos Srs. importadores de esrga pelos
vapores desta linha, queiram apresentar se dentro
de 6 das a contar do da descarga das alvarengas
qualqucr r. ivitrrica > concerneut.1. a volumes, que
porventara teubam seguido para os portos do su!
afim rl P'^tpti dar ternn" n providencins.
necessarias.
Expirado o referido praio a companhia nao se
responsabMisa por extravos.
Para carga, passagens, eneomm 'ndas e dinbei-
ro a frete trata-se com o
AOENTh:
4n[nsir^ Labille
9 RA DO COMMERCIO-9
geme Silveira
Le'lo
De raevrii, I Q{., vidros. f rramentae e
diversos objecto8
QMt"n A' 10 H'JRA
No 9 andar da na Larga do Ro-
sario o 14
O agente Silveira, natorisado pirana familia
qoe se retira pura a corte, levar a leilSo os mo-
vis seguiutes :
Urna moOilU de amardlo, 2 relogius de parede,
1 caixa de musicu, 2 imn. Jan, 2 espelbos, 1 la-
vatorio, 1 mesa clxstica, 1 dita para cosinha, 1
caixa com ferrameutas para icaic.iiclrj, 2 malas,
1 mesa redunda, 4 caor.ns c lonao, diversos qua-
dros, 1 sanioaiio, lauternai, jarius, candieiras.
bancos, trem de c*8inha,l u^is e mais movis, os-
tentes no acto do 1-ililo
Tudo aera vendido ao correr do martello.
Comino' *ia llravllelra de Nave-
gaeSo Vapor
t-ORTOS DO SUL
0 'vapor Para
Commandante Antonio Ferreira da Silva
. E' aperado dos portos do nor-
te ateo dia 5 de Abril e de-
pois da demora indispensavcl,
seguir para os pnrtos do sul.
rteccue uiuiOMm carga para Santos, Santa Ca-
tharina, Pelotas, Porto Alegre e Rio Grande d)
Sul, frete mdico.
As enncommpndas s serao recebidas na agen-
at 1 hora da tarde do da da sabida.
Para cirga, passagens, oncommendas e valo-
ree, trata se na agencia
PRAQA DO CORPO SANTN. 9
PORTOS DO NORTE
O vapor Manos
Commandante 1- tentnte Quilherme
Waddington
E' esperado dos portos do sul at
o dia 6 de Abril, e seguir
.depois da demora irjdiapensavel,
para os porfr* do norte at Ma-
nos.
As eueomroeodas sao recebidas na agencia at
hora da tarde do dia da sabida.
Para carga, paasageas eneonunenda e valores
racta-sp na agencia
PRAQA DO CORPO SANTO N. 9
LELUf
De um icellente tirreni com 383 palmos de
frente para a estrada dos Afflictts. e 300 palmos de
fund> pira a ra aberla pelo conselbeiro Machado
Portella, diversos terrenos n'esta mesma ra, bem
como na ra de Santo Elias
Em continuado
9 cxtla felra. de Abril
AS 5 HORAS DA T \RDE
Nos referidos terrenos
O agente Pinto nao teodo vendido todos os ter-
renos aonunciados, contina s 5borus da Urde do
dia sexta-icira, 6 do coYreute, a vender em leilo
os terrenos cima mencionados, de conformidad*-
com a planta em poder do mesmo agente.
Leilo
De 3 vaneas de Ht Sexta felra, S do corrente
A' 11 horas
Noarmazem do ra de Mrquez de Olinda
n. 19
POR INTERVENQAO DO AGENTE
Gusmo
Leilo
No ariuazem na do Impera-
dor u. *
SEXTA-FEIRA 6 DE ABRIL
A's 12 horas em poito
O agente Stepple, bastantemeate autorisado, le-
var a leilo 2 ciixoes, sendo um sob n. 66, e ou-
tro sob n. 68, tendo este 7 meia aguas, e ambos
com duas frentes pura as rus da Coucordia e No-
va Desccberta, e mais um terren i com ama meia-
agua f m eeguimento. reudendo todos mentalmen-
te 110*000, em terreno de marinba ; evende-se
livre desembaracado de tod i e qualquer naos.
Segu no dia
1 de
Abril, a 6 horac
da tarde. Recebe
ga at o dia 6
fincommendas passagens je dinheiros a frete at
a 3 horas da tai de do dia da sahida.
ESCRIPTO^IO
Cae da Companhia Pertambn&iin
n. 12
lare.
As entradas sao de 10 % sobre o valor dos premios.
Recife, 5 d Abril de 1888.
O GERENTE,
Marcolino Rodrigue* da Costa Jnior.
MAEITMUsS
heilic Stoaii! Navigaiion liompanj
STRAITS OF MAGELLAN LINE
Paquete John Eider
E' esperado da
Europa at o dia
9 d* Abr, e se
;uir depois da
iemora do costa-
e para Vn|par*ii o com escala por
Baha, Rio de Janeiro e Monte
video
rWs carga, passateiros, eocommendsseinfadei-
afrete, trata-se com o
AGENTES
Wllson Mona ** J., Limited
M. U RA DO COMMERCIO N. 14
Para o Para
Osa destino ao porto a"irna seguir brevemente
*nm h upar.h -la Virgen Mutuerrat ; para, a
aasg* qoe Ihe Ma trata-si* c* m os consignatarios
Joa da bilva Loy> & Pilbo. ______________
Para o Porto
j*ab>cho portugus Victoria e brigae brsiileiro
ra. receb* m carga frete directamente ao
; i tratar com Amorim Irmaos 4 C.
IIOUL H4IL STI4I1 tAiktT
C0MP4NY
Vapor La Plata
Espera-3e da Europa at o
dia 14 de A'Hril e seguindo
depois da dt mera da costumt
para
Baha, Hlo de Janeiro Monte-
video e Bueno Ayre*
O paquete Tamar
espcradfdo
sul at o dia 14 do
correte e seguir
lepois da demun,
ecessaria para
m. Vicente, Lisboa, Vlgo e Son
tbinpton
Reduccda de paseagens
Ida Ida t volta
4 ^oathampton 1* classe t 28 42
A' Lusboa 1* classe t 20 130
Camarotes reservados para os pasasgeiros de
Pernambnco.
far passagens, fretes, etc., tracta-se c m os
AGENTES
A mor i m I maos &C.
N. 3- RA DO BOM JESS N. 3
COHP%H!A PKR.1*Hflll*%*
DE
avegae&o Coste Ira por Vapor
Fernando de Noronha
i. vapor Jaguaribe
Commandante Monteiro
Segu no dia 10 da
Muco pelas 12 ho-
raa da manha.
Recebe carga at o
dia 9.
Passagt. j8 at as 10 aras da manh do dia da
sabida.
ESCLiPlORO
raes da Companhia Pernamhn-
cana o. I*
Ini-H Stiles & Brasil W S. I C.
O vapor A.dvance
E' esperado dos portos di sul
at o dia 5 de Atril depon
da demora necessaria seguir
oara
Baraubao, Para, Barbados, N
l'boinaz e Siew-Vork
Para carga, paasageua.e :c ui o-ndas dinheiic
frete, tracta-se com u
AGENTE8
Henn Wr *C.
RA DO COMMERCIO N t.
1 a >tdm
Quinta-feira 5, leilio dos moveu, louca, vi-
dros'e mtis pertences da casa da ra daManguei-
raa.ll.
8exta-feira, 6 a 5 horas da tarde nos Ai
flictos, leiUo dos terren is, na ra aberta pelo con-
selheiro Machado Portella.
Sexta feira 13 do corrente, grande e variado
leilo de bous movis, ebristaes, electro-prata,
bronces, qaadros, j*rros e muites outros movis
que guarnecem setc s*las er- ndet e doae quartos,
do palacete da roa do B r de 8 Borja n 53,
residencia do Sr. Ernesto Amorim, para onde par
tir um bond que data passagem gratis aos con-
currentes.
O leilo principiar s 10 1/2 horas em ponto e
continuo r at s 6 horas da tarde, por serem mu
tos e diferentes os lotes.
:i 8
cumpaIIi :
PI0H*MICA
DE
Waveeaeo Costelraoor Vapor
PORTOS DO SUL
Macei, i enede, Aracaj e Babia
0 vapor S. Francisco
Commandante Pereira
f^.W.S
Segu no dia 10 de
Abril s 5 horas da
tarde.
Recebe carga at o
Jdia 9. ,
Encommendas, passagens e dinheiros frete at
s 3 horas da tarde do dia 10.
ESCRIPTORIO
Ao Cauda Companhia Pernambueana
n. 12
De urna mobilia de Jacaranda, jarros para fl ires,
caaticaes, mangas, 4 et*.g-rs, 1 eepelho oval dou-
rado, qoadros dourados, csndieiros gas, redomas,
1 lbum, esearradeiras, taptes, 2 espreguica-
dbiras.
Urna cama francesa de jscarandi, 1 commoda, l
mesa de cama, 1 marquesao, 2 camas de bamb,
toilette, 1 lavatorio, 1 guarda-vestido de amarillo,
1 cantoneira, 2 linuos cortinados para cama, e 1
machina de Costura.
Duas estanteseuvr*.cadas para livros, diversos
livros, 1 s-cr* taria c *mmoda, 1 carteira para se-
nb"ra, 3 bancos compridos.
Urna mesa elastic- c* m 6 taboas, 1 guarda Icn-
(}a, 2 appxrad .res, 12 cad-iras, 2 armarios, Loca
para cb e jautar, c*pos, cabes, garrafas, bande-
jas, talh-re, colares e outro*- pqeetot.
litint felra & de Abril
Agente Pinto
Na casa da ra da M.mgU'ira n. 11
O li-ilio principiar ^ 10 horas
Da metade da casa terrea ?. 48, com so-
t2o, sita ra do Corcoel Lameoha, nos
Coelbos, reguezia da Roa Vista.
Nesta felra. 6 do correle
A'S 11 HORAS
Ra do Imperador n 4 56
O agente Stepple, por mandado e assistencia do
Exm. Sr. Dr. juis de orpbos e ausentes, e a re-
querimento do tutor do menor Jos, levara a leilo
a casa cima, cm solo proprio.
Leudo
Agente Britto
O agente cima mandado do Illm. Sr. Dr. juis
de direito do commercio e a requerim-n'o do Illm.
Exm.'.Sr. enrader fiscal da massa fallida de Joo
Moreira ( C, levar a Icilao o seguinte :
Um CLre de ferro prova de fogo, 4 carteiras. 2
bancos, 1 cadeira de braco, 1 mesa de pinho, 1 es-
tante para livros e 1 dita para papis.
Sezta-feira, 6 do corrente
Ra do Amorim n
A' 10 lfi horas______________
~^ Leilo
De movis, loucas, vidros e crystaes
A saber :
Urna mobilia de Jacaranda c>m 1 sof, 2 conso
los com pedra, 4 cadeiras de braco e 12 de goar-
nicao, 4 jarros para fljres. 2csndielros, 1 tapete,
esearradeiras, 2 cadeiras de balanco, 2 qoadros
dourados.
Urna mesa com estante, 6 cadeiras de junco, 6
mallas para viagrm, 1 et*m* francesa, nova, 1
toilet de jscarand, com pedra, 1 m mesa para jantar, 1 guarda louoa envidrscado, 1
aparador com armario, 2 aparadores torneados, 12
cadeiras de junco, f pparJhjs para cb e jantar,
cop s, clices, garrafas, talberes, fructeiras, chi-
caras e pires, 1 lindo apparelho de electr;-plate, 1
salva oval, 1 mesa, trem de cosioba e bandejas
Mexta-feira, do eorrente
Agnte Pinto
No sobrado da ra do B..rao da Victoria
n. 58
O leilo principiar s 10 1/2 horas.
A's 5 horas r>a tarde deste mesmo dia deve ter
lugar, njs Aflictos, o leilSo dos terrenos aonun-
ciados .
Agente Pestaa
Leilo
Da casa terrea, d- tpa, sita em Atui-Fria de
B.benfx. n. 29
Quinta felra, do corrente
A' 12 hori,8 em -punto
No armaaara ru d Vi^ati* T norion.12
O asent*- P ataua, aut risado p.r aniadj e
a*i88t.neia do aEim r Dr jus de orpbos e a
r*qu*nmento do Sr. Jo- Ru6uo T*>rreB, vendar a
quem mais der a casa *errea d- taip* situada em
Agu P'ia de Bebenbb. -eivi'ido d base a off-rla
de 350, teita pe* Sr. Luis Agostinhi Machado.
Leilu
De um piano
Quinta-teir, h do eorrente
A's 11 1|2 h.irs
Por oce*8iao dt leilo do movis, bacas e vi-
dros n casa n 11 da ro d*. Man^pira.
Agente Britto
Leilo
De grande 8<-*rtiuieoto de faaeodas, miudeas,
quioqailbanas, 1 mobilia d i* carga qnsi nova,
2 cart.iras, 1 cama, 1 tuilet de Jacaranda, mesas,
cabides, cart.iras, mappas, machinas de costuras,
bandeijas finas, bacas, caodteiros de kerosene e
guz carbnico, copos, clices, loucas cmoitos outros
objectoa.
Quinta feira, do corrente
A's 10 \\2 horas
Ra do Bangel n. 48
Leilo
Leilo
De um lindo cofre do ferro prova de fogo, eom
chave de segredo, 6 malas para viagem.
Urna vitrina grande envidraoada.
Urna mesa eom rroari i e urna carteira.
Urna estante para livros e mnitos outros ao-
vis.
Sabbado % do corrente
A's 11 horas
Agente Pinto
Ra Mrquez de Olinda n. 52
Em eontinuacao
48 latas com manteiga e 24 caixas cem maasai
novas.
Leilo
Da feuhaduras, parauz >*, ferrolhos c pe-
neirac avariadas
Sabbado 7 do correte
A's 11 horas
O AGENTE PINTO levar a leiao por con;a
n risco de quem pertencer es objectos cima men-
cionados, constando de duas caixns marca R. &5.
na. 1 e 4, viudos de New-Y >ik no vapir Filame,
entrado a 31 de Janeiro do corrente auuo, isto s
11 horas do dia 7, ni armasem da ra Marques
de Olinda n. 52, por occasUo do leilo de massas
avariadas.
(irande e variado
Leilo
De 5 fardos com sopierior Hlg>Jt'iobo do Rio
de Janeiro, 3 tardqs e m toiba8 parroslo, 2 ditos
com c.lch-e e t dito com r*des.
Sexta feira, do corrente
A's 11 lior-s
No armmem da na Mrquez de Olinda
n. 19
Em nuil nuafai,
De movis, louc*, vidrjs, jair. s, esp-lhos, qua-
dr<*s. b.bidaa, prrafo s c *ui cevadinba leite con
densado e outros muiro bie.-tus
PR ISTERVESglO DD AGENTE
Gusmo
De b*>ns movis, finos orystaes, porcel-
lanas, qaadros, j -rros, electros, broazes,
lustres a gaz, b lhar, pianos, prata do Por-
to, l carro victoria Mylord com 8 molas,
seline, bancos dejtrdim, vaccaa tourioas,
cachorros e pasaros.
Sexta-feira, 13 do corrente
No palacete da ra do Burilo de S. Borja
n. 53.
A sber:
Primeiro andar
SalSo de visita
Urna linda mobilia de Jacaranda, ti lindos espe-
Ihos dourados, 12 lancas e cortinados, tapetes para
sofsc portas, almofadas, figuasde brense, lustre
a gK2 com 8 ou 16 bicos, tapetes forro de salas
quart;s.
Um piano forte de Erard, cadeiras para piano,
estante para msica e 1 cana de msica.
Qartos
Tapetes, lavatorios, camas, guarda rcupa, cooa-
modas, guarda vestidos, diwaos, espelbos ovaes,
atogers, quadros ,lustres a gas, marquez -?. espe-
lbos, mes-ssde -aui, bal-iics para roupa equadros.
Terraco e corr-dor
Urna mobilia de junco, 1 cadeira de mola, can-
dieiro a gas, tapetes, arandelas a gas e candieiros.
Segundo andar
Sala do toilet
Urna mobilia imitecao de charo, mesas redon-
das pequeas, 2 guarda vestidas com portas de es-
pelbos, commodas, teilets, lavatorios, almofadas,
quadres, 1 lustre a gas, tapetes e espelhos.
Quartos
Camas, commodas, toilets, guarda vestidos, cabi-
des, cadeiras, secretarias, candieiros, tapetes, i
santuario, quadros e redomas.
Pavimento terreo
Sala de estudo
Urna mobilia de carvalho, estantes envidra^a-
das, quadros, tinteiros, porta charutos, tudo de
carvalho.
Um piano de Hers, 1 estante de Jacaranda, 1
estante para msica, 2 duneherques, 1 pndula com
2 figuras, vasos e jarros de alabastro, figuras de
brot:ie e 1 completa colleco de livros.
Escripturio
Um cofre prova de fog", secretaria? 1 estante, 1
mesa par escrever, 1 tinteiro, 2 rewolvers, tapetes
e esearradeiras.
Sala de juntar
Dous guarda bu^as. 4 aparadores com pedras,
4 ditos de cauto, 4 jardineirae, 2 quartinbeiraa, 6
quaJro- 1 lustre de ciysUl, l mesa elstica e 24
cadeiras de guarniyao tudo de madeira pao setim.
Apparelhos de porcellana para cb e jantar;
copob, clices, gairafas,lompoteiras, fructeiras ap-
parelhos dessert, garrafas com musics, e outros
u uitos objectos de crystal.
Electro pate
Fructeiras, apparelho p>ra cb, salvas, bandei-
jas, galheteiros, porta grogue, oorta-biscoits, tin-
teiro, paliteiros, serpontiass, fructeiras, licoreiros,
apparelhos para cha, tacas, colheres, garios, con-
chas, descancos de facas, porta guardanapos trin-
chtntes, tudo de electro-plate e christoffle.
Objectcs avulsos
Mesas elsticas, mesas redondas, filtros, prensas,
machinas, escadas de abrir, trem de jardim, bancos
v vasos de jardim, terramentae, trem de cotinha
e mnitos outros movis.
Urna atmscio re amarello envidracada e enver-
niaada, 1 balcao, viuhos de diferentes qualidadea.
1 carramancbao ou viveiro para passaros, 2 figu-
ras grandes com candieiros a gas.
Un carro novo victoria Mylord com 8 molas e
2 selins, 2 vaccas tourinas, 7 cachorros, 1 earneiro
e diversos passaros.
Seita felra, 18 do corrente
Ernesto. Amorim, tendo de seguir para a Euro-
pa com sua familia no v.por do dia 12 de Abril,
faz leilo por inf rvenca> do agente Pinto, nos das
13 e 14 do corrente. dos movis, e mais objectos
scima mencionados existentes na casa de saa resi
dencia ra do BarSo de S. Borja n 53.
A's 10 heras partir o bond qoe dar passagem
gratis aoe concorrentes.
O leilo principiar s 10 1|2 horas em ponto
por serem muitos e d.fierentes os lotes e continua
r at As 6 h -ras da tarde.
Os pretndenos podero obter eathaloges nume
rados em poder do mesmo agente.
Pedido
O agent de leiloes F. I Pinto precisa fallas-
cora o Sr. Jos A Cesar de Vasconcelos, a quem
ped- se digne comparecer em sea escriptorio, ru
do Marques de Onnda n. 52 ; pede igualmente a
quem conbecer este moc. se djgne informar a sus
residencia para ser procurado negocio de sea 1E
teresse.
AVISOS DIVERSOS
Agente Pestaa
2a euiliDO liilao
Da bem motitaU p dara e re anaci sita
ra de Doniogos Jo- M-rtms n. 84
Sexta-feira, O do corrente
A's \ loras
O agente Pest-u comp te*.tem*nte au'nrisad
vender p>r c na e n.eo de qu m pertencer a
bem m-.it.da pad.ria e fin cao sil ru de Do-
mingos J.*t, M.rtras i 84 que'" "< atr, ser-
vindo de bate a eflerta de 310#.
2- i
DE
Ag
oos
ente Britto
De um s. braio de 2 andares c*im um i casa ter-
rea notando, com a freute para roa 'la R-nUa-
racio, strvindo de nase a otFcfta de 2.0O0J0O0,
rend. ndo tudo 5ail*(HD0.
Urna casa terna ra da Assumpcao n. 26, ren-
dendo 18*00).
Urna casa terrea ra de Antonio Henrtque
o.l3.e ama outra tambero terrea mesma ra
n. 15, servindo de base asoff rus obtidas,
Sabbado 7 do corrente
A'i 11 horas
Roa do R*ngel u. 48
__ Prccita-ee d-- i:m. ama para pequea fami
,ia : na rna d Rangel n. 37. _
__ P.e.ita se de um mi de meia tdade para
osinhar e comprar i ara duas pessoas ; na ros
C* rooel Suaisuna n. 120
__ A!Ue*a-se os.bradon 46 roa da Roda,
c*.m bo: raa di Cabut n. 16, luja.
Alaga-* 6a a MK.o n necc< d< Coe-
a *s, (nato dp ri Roacallo : a trabo- na rva da
nperatr'B n. 7^.
Aliigi-se -is-gun.lj andar dosobiadon. 78
ra *lo Rangel, cora aa.to b*us corrm**d.is B
moits fresen, tendo a vantag-m de estar proxhnu
o ni tea lo publico ; a tratar na ra do CabugA,
Iota ii. 16 '
Preciea se de om protetsura j idusa, que
saiba a lin^ua portugus, e bem ansim a francesa
em seus rudimentos, p.ra lecciouar ero um enga-
nho da treguesia de jaboalo, distante 2 1|2 le-
tus d st-c*'; a tratar na rna do Imperada;
n 81, das 11 s 4 horas. __________^___^_
__ \\ A Krecisa-ee de urna, para cosinbu,
,,r casa .de pequea t.inili. ; a tratar na raa
Duque de C'Xiaa n 54, IO)a.
__ Precisa-se de urna ama para c Biabar, para
peinen, tamilia ; na ra da Matris da Boa-Vista
num-'i-n 3.
O abaixo atsi t.n-iit* d .b ei 8 di finado Manuel Koutes GomSI,
ujo inventari i ce est procedeodo p. lo juis* ds
prov i ira, carlcrio do Sr. Siqueira, couvida os
afithad *s de dito finado a Ihe apr* entarem ateo
da 20 de Abril vindovro, eertidi de baptisao,
afitn iie que pjasam ser eo*.templados as part-
Ib s. c.iiif-Tma a determiui c*o d^ tesUdor.
R cife, 26 de MaroJ de 1888.
Jos doa Santos Moreira. i
swn


6
Arrend leomioda Jaqaei.-aa, com grande
caa de viveid, arboriaado e cercado ; a tratar
no meamo sitio ou lut do C>ude da Boa-Vista nu-
mero 9. ^_^_____^^___^
Na Magdalena
Antes da ponte
Aluga-ae urna easa terrea com soto, caiada e
pintada ba punco, O m comandos para familia,
tem gal agua eueauados, qaartos fra para cria
doa, jardiin e aitio varado ; a tratar -
Florentina n. 15. _________^_^__
Aluga-sr barato
Boa do Bom Jeaoe n, 4?, 1 andar
Haia Verde n. 1 B.
Roa do Visconde de Itaparica n. 43 2o. andar.
tu Visconde de Itapnrica o. 43, armasem
Ra do Bom Jess n. 47, 2. andar,
rata-se na ra do Co.umercio n. 6, 1* andar
esiinptorio de Silva (iuimarcs & C.
iario e Per immuimi <>---tyuiyta-feira 5 de Abril de 1888
_________ _________________________
na ra da
Caixeiro
Precisa se de um caixeiro de 10 a 12 annoj,
com pratica de molhadoB e que d fiador de ana
conducta : a tratar na ra da Palma n. 71. _____
Botica franceza
do Bom ilesa n. 99
de um empregado com pratica de
lisia
Precisa se
pharmacia.
Eni^ciili Pavo
Arrenda-se este engenho, sito na comarca-do
Cabo, meia legoa distante da estacas de Ip yuca,
moento e eorrente ; veade-se tamben a safra :
quem pretender dirjase ao mesmo engenho ou
ra da Alegra n. 413.____________________________^
Menina
Precisase de urna menina de 10 a 15 annos de
idaV, paia coi 'ur de urna crianca de 1 anuo ; a
tratar na ra Nova u. 15, lja de chapeos de aol.
Ao commercio
Joaquim Perreira da Silva, Francisco Jos Vi-
eir e Jos Gomes de Pinhu, estabelecidoB roa
Viseonde de Pelotas n. 3, que gyrava na rsxao
social de Ferreira da Silva & C, pelo presente
chamam epos credorea para no prazo de tres dias
apiesentarem sui.s contas pan seren confetidas e
devidameute pagas ; fiud.i o referido praso perde-
rSo o direito. Rtcife, 3 de Abril de 1888. ____
Aos \is. seBhores pais de
familia
O profesBor titulado JoSo Valentin Ferreira
Bastos cootina a lecciooar, nao s un casa de
sua residencia, como em casas particulares, as
materias que constituem a instrucco primaria.
Curso especial : portagues, fraucez, gtogra-
phia c historia, das 4 as d tarde.
Aula nocturna, das 7 t> 9 da noite.
Mensalidude adiantada, eita no acto da ma
tricula. Ra velha de Santa Rita n. 15.
Aluga-se barato
o 1- e 3' andares do sobrad n. 84 rna do
Brum, el- e 2- aodarea du sobrado ao caes do
Apollo n 75 ; trata -so na ra larga do Rosario
n. 34, pharmacia.
Aluga-se
O 1- andar de n. 27 a ru Vidal de Vegreiros.
O 2' n. 66 e o l' de n 18 ra de Marcilio Das.
O terreo n. 27 e o 3- de n 3 roa da Penha.
O terreo, 1* e 2- de n. 34 ra Lestreita do
Rosario.
A casa n- 1 travessa da Hora,
dem 28 io de Nunea Machado, no Espinheiro,
om bons commodos.
A tratar na ra do Hospicio, numero 33.
Al
uga se
Ou vende-se a easa, sita em Croa das Almas
(Parnamerin) n. 10, confronte a casa do fallecido
Dr. Leal. Acba-se limpa e tem commodos pare
grande familia ; a tratar na ra do Appollo n. 30,
1 andar.
Alusa-se
n segundo andar da caes ra da Anrora n. 81,
junio a estaco da estrada de ferro de Olioda, com
grandes commodos para familia, gas e agua enea-
naaa, rece itemeate caid> e pintado ; a tratar no
eaeriptoro de BebastiSo de Barros Barreto, ra
do Bom Jetus n. 16,1- andar.
Aluga-se
Sitio
Aluga-se o sitio n. 12 estrada dos Remedios
logo adiante do sitio do Dr. Cosme de Sa Pereira,
paseando pertmbo os bonds da Passagem da Msg-
da'ena, com muitos e bons commodos para grande
familia, caiado e pintado d novo, um mportrnti
jardim ao ludo com porto de ierra e um bonito
chalet no centro do jardim ; a tratar na rui Pe
dro AfLnso n. 23.___________________________ _
Cautelas do Monte de
Socorro
Compra-a-.' cautelas de qualquer joia tu brilban-
es, paga se bem ; na praca da IadependeBcia n.
22, loja de relojoeiro.
Urgente
Preclaa-ae fe uerfeliaN csatarel
ras. aieller de Msne. Faany, ra \o
.n n. 15. l.o andar.
Pao tenteio
Helio Biset avisara ao respeitavel publico
que todas as tercas e sextas teiras team este sa-
bcrD o pao ; ra larga do Rosario n. 40.
Arrenda-se
na secretaria da sauta caba o sobrado n. 24 i rna
do Imperador :
1- andar e soto 6002000
Loja 4uu*u00
Semenlesdecarrapalo
Compra te em grandes e pequeas uuaotidades:
na drogara de Francisco M. da Silva & C, ra
o Harques de Olinda o. 23.
Auna Darla da Livrnealoe
Silva
Maria de Sant'Anna, G,,dino Rosa, Mura do
Carmo I. da Rusa, Hermelioda Francisca da Rosa,
Adelaida Unenot da K.>a, -rm e filhos da rl e-
cida Aon' Mana do Livramen'o e Sirva, convi-
da todos os si-us parent. s e amigos e os da fi
nada para ss-istnem a urna mise que por su*
alma mundam r-sar no conveotj de S Francisco,
no da quinra-f ira 5 do eorrente, stimo de seo
fallecimcnto, is 7 12 horas da u suba. Desde j4
se c nfessam grat a todos >.qu.-|.-a qne so digna -
rem aoaia'ir a r er H rpi< & ** .*'id*H<
mn*mmmmuwa*wa*mmu*wn*ma*mmm**kiamamm
nma grande e muito asseiada casa i ra Irope-
rinl n. 159, de aaulejo na frente, estocad" e la-
drilhuda a sala a fino mosaico, tendo lustre de
vidro e arandellas, bom quintal, porta), cacimba,
etc. Tambem se aluga um grande sitio no Barro
n. 175, com muitus fruct<-iras ecaea de taipx, pelo
alugu -1 mensal de 8*000 ; a tratar no primoiro
andar do predio n. 22, ra larga do Rosario
O Vigor
do
Cabello
do
Dr. Ayer.
Preparado Sob
Bases Scientiflcas
E Physiologioas,
para o
Toucador-
0 Vigor do Cabello
Do Dr. Ayer.
Dcvolve. com o brllho e frescura da juventndo. no
cabello g-rlsalho ou branro urna rica cor nata-
ral, castanho ou preto, como se deseja. Pelo seu
uso, ao casco claro ou roxo pode dar-se urna cor
escura, e grossura ao cabello fino, emquanto que
frequentemente cura a calvicie, porein nem sempre.
Impede a queda do cabello, estimulando o dbil e
enfermo a crescer vigorosamente. Reprime o prc-
gresso e cura a tinha e caspa, corando quasi todas as
doencas peculiares do pericraneo. Como Cosmti-
co para aformosear o cub. IIo das Senhoras o
Vigor no tem rival; nao contem azelte ou tinta al-
gutna, torna o cabello suave, brllbante e sedoso na
apparencia, c comniuniea-lhe um perfume delicado,
agradivel o permanei.te.
PREl-AKADO PBLO
DR. J. C. AYER e CA.,
Lowell, Mass., E. U. A.
A' venda uas priucipaes pharmacias e drogaras.
ocommereio eao
publico
Figueiredo & Irmo mudaram seu estabeleci-
mento de fazendas ra da Imperatris a.
para a meama ra n. 76.
Prufessora
Alu^c'.
se
as segnintPs casas : a da ra do Lima n. 30,
grande casa, c m agua, gas e app.>relho, e a da
mesma ra a. 22 ; a ti alar a* lyiographia de J.
E. Puroe.'i, a ra Marques de Oliuda a. 8.
Ama
Precisa-se de urna ama pira casa de pouca fa-
milia, que faca compras cosinhi' e nao durma
f- a : na roa da Cadri do Recife n. 48, segunde
andar.
Ama
Precisa-se de urna ama
a tratar na ra da Madre
andar.
para lavar e cosinbar :
de Deus n. 5, segundo
A oa
Precisa-se de urna ama para cosinhsr; na ru
de Pedro Aff-nso n. 7o.
Ama
Na ra de Santa Thereza u. 20, precisa-sede
urna ama que compre e ajude o servico mteroo da
casa, obri|>andoH' a nao p rnoitar fVa.
A ma
Precisa se de urna ama para lavar e eogommar
tazeodo mtis alguna arrvicos, menos comprar e
cosinbar, que durma em casa ; na ra Duque de
Caxias n. 14, sobrad sh aira.
Ama
PrecisH-se de nma ama que cosinhe bem e com-
pre : no caes da ma do S >l n. 17.
; no pa-
Precisa-ai> de orna ma para cosinbar
teo de Livrameuto n. 22, 2' andar
TUma senbora competentemente habiliti da, pro-
p5e se a lt-ccionar m collegios o casns particula-
res as seguintes materias : pt-rtugoez, frnncez,
msica e piauo : tratar na ra do Mrquez ao
Herval n. 10. ^^^^
2. =
a 3

VESDAS
JKIADH
Precisa se de um crindo da idade de 12 14
annos ; na ra Mnrq'.ior rfir Olinda n. 32.
Cosinheira
Precisa-ae de urna que cosinhe bem, para casa
de pequea fam'lin, qao durma em casa : na ra
do Conde da Bc Viata n. 24-F.
Oliveira Campos e G.
Roa do Crespo n. 5*1
Rccoberam pelo ultimo vapor sortimento com-
pleto de capas de caaemra, merino, gorgnrSc e
'eda, para seuhora, o que ha de mais novo, & pro-
co raxoav.l; reeeb'.'r.im atis seia preta e gorgu-
io, e vendem p ir proco baratissimo.
Vende-se a casa aV pedra e cal sob n. 9, no
logar Campo legre, com porta e janella de fren-
te, duas salas, tres qoartos, cosinba interna, ca-
cimba de pedra e cal com boa agn, com terreno
de 141 palmos de frente sobre 300 de fundo, com
diversas fructeiras ; a tratar na ra do Imperador
n. 30, loja.
Vende se tres predios na cidade de Olioda,
por prec-'s muito commodos, inclusive um sitio
com 38 pea de cjqueiras, alem de outros arv ore-
dos ; s tratar na ladeira da Misericordia n 25.
h' MAIS BABATO
INa Luja das Llslras Aues
IHinue de Casta
TDDI1B 211
Vende-se um peqaenc estabolecimento de
taveroa ; a tratar na loj da fasendas, em Af)
gados. _
Livraiiiento & C.
veudem cimento port'aod, marca Robina, tm
saudade ; no caes do Apollo n. 45.
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N 5
-C3
trrd
oca
DO
Casa para alujar
Aluga-se a ctsa^b'ta roa Conde da Boa Vista
ii. 92. o tr'ora Ca-iiinho Novo, pelo alufzuel de
30/000 m> nsaes; a tratar ra Bario da Vic
toria n 54, na no'a agencia de movis.
Eagenho S. Juao
Arrenda se o engenbo S Jcao, mofnte e eorren-
te, multo bon o'hj;oh, com capacidade para 800
paes, dUtaote :i ridad do Ra foruiozo, 2 leguas
(por o de mar) : tratar com Le*I & Irmo no Re-
cite, ou m o Dr. Amasons, no Rio Pormoso.
Ao ~~~
conuiemo
era

Ama
Prrcisa-se de nma ama para cosinbar e lavar
em casa de familia e que durma em casa ; a tra-
tar na ra Domingos Jos Maitins n. 104.
Ama
Precisa-so de orna copeira que seja desembara-
c-da e durma na pr-pna casa ; a tratar na rna
Marquen da Oliada n 39. armaseis.
Ama
Para eosinhar
Precisa-se de urna ama para i>oainrr',
sendo bda ; no 3. andar do predio n 42
da ra Duque de Caxias, por cima do
Diario de Pemambuco.
Faralio Da caroco tt aU
Cheg-.u a primeira remessa do precioso tarelli
de caroyo de algodio, o mais barato de Codos ot
alimentos para unimacs de raca cavallar, vaceum
huido, etc. O caroco de algodo dep is de ex-
irabida a casca e todo o oleo, o mais rico ali
ment que se pode dar aoe auimues para os forta
lecer e engordar com admiravel rapidez.
Noa Estados-Unidos da America do Norte e os
Inglaterra elle em; regado (com o mais telia re-
sultado) de preferencia ao mi I no e outros farell is
que sao mui'o mais caro e nao sao de tanta sus-
tancia.
a lrlr sao RtxliV romFraista Bnrhs
Eu, > h.sixo aBH'gniii.'o. declaro que c. mprei a D.
Joaqui >a Frnncisca do N"suimen'o o hotel aito a
runde Pedro Affooso n. 86. livre dea- mbarafad
de qualquer us ; qupmtejolgar credordo dito
hotci a Diesen te suas cootas no prazo de 3 dias a
con'ar (esta data.
Recife, 1 de A^ril He 18S8.
Manoel Viceifle Burgea de Nascimmto.
-Soccorro a volha
A moradora i:o becco do Bernardo n 51, anda
se taz leinbrar s almas curidosas, que nc se es-
quejan) da ptott eco que sempre Ibe dispensa-
.flflf Cotinha
Rna da lmprrairiz n. 39. prinaelro
ailar
Off'ur^cea sua casa s rJxuass. familias, especial-
mente s suas i H'ig .-, na ra da Imperatriz n.
37, 1 > rilar, para onde m.H u-.se ; coutio *
exeicer sua protis.-a> jom eleeancia e gosto, poil
assien>. os meibr>s j.'rnaes dem-das de Paris.
Qaraute promptidao e precus razoav^is.
Ao
com me reio
Eu abaiz i asgignado, leiir ind -me tempnrara-
m-n'e d> c. mm rciii afim di- tratar de minh sa-
de, declaro nada lever n. ata praca nem lora d I-
la, p.iir. se algncm se julgar meu credur anaun
ere p r ote Diario > para ser pagi vista Oos
respectivos document -s.
Recife, 24 de Marco de 1888.
Antonio Martina Gr mes.
Attengo
Cofres pro vade fogo
*0 Callos Siuden, ra UarSo da Victoria n.
4**, loja de altaiate, reo. beu de conaignac&o e
vende sem competencia.
Ao eommercio
Ventura Pereira Penna & C, de cuja firma fa-
ziam parte Ventura Pereira Penna e Caries Bo
telho de Arroda, participara ao eommercio desta
praca e de fra dulla, qoe tendo dias lvido a so-
ci>dade qao euire ei tinham, se retirara o soeio
Ventura Pereira Penna pago de seu capital e lu
ero, e ficar a cargo do socio Carlos Botelho de
Arrodo todo o activj o passivo da dita firma.
Recife. 2 de Abtil de 1888.
P. P. de Ventura Pereira Penna
Joaquim da Silva Salgueiral.
Carlos Botelho de ArruBa.
rig"enho
Vende-se ou arrenda-se o engenho Muguahype
de Cima, da freguezia de Moribeca ; a tratar em
JnhnurSo com Dr. Sopbronio Portella.
Vtsiide-se
Um terreno na roa da Regeneraeao, em Agua-
Fra, mediado 400 palmos de frente e 470 de fun-
dos ; tratar na ra estreita do Rosario n. 26,
pavimento terreo.
Grande aliento
Leio
a Florida vende
A* rna Duque de Casias n. O
*Jt "ead*B fio" P' todo preco e d des-
cont a quem comprar de 20 para cima. Al
hxmss. fam.has nao devem comprar em cutre
oja sem primeiro verou maudar buscar as amos-
tras que ee dio sem penhor
Fazendas de novidade
linbo bordados com listraa ou
muito larga e de lindas cores a
as coreo
crem
paravestdos a 360
cora
Preeisa-sa de nma
ra do Sebo. n. 16.
ama para eogommar ; na
t
sfoo nartins *aymundo
Jo Maitins da Silva, Albino .Vlaitu.s da Silva,
JoSo Martina Uayuuodo Nalfeo, aus-nto, tendo re
cebido a triste e dolorusa noticia do fallecimento
de sen pr-sadissiuo a\ < p-idrinbo Jo> Martina
Rsymundo, na tregueeis de P cegueiro (reino dr
Portugal), maudam celebrar missas pelo eterno
deseaufo de sua alma, na igiej de N. sea Srnbora
do Pilar. aainU-tt irn, 5 do c rrentp. ;'n 7 b ras da
manhi e desde j se confes am grat. s deste acto
de religio e caridade a 'od,s que comparree-
rem.
Aim
Precisa-se de nma ama que seja boa cosinbeir:
a tratar com Joaquim Muren-a Res, defronte do
hospital, nos Coelbos.
AMA
Precisa-sede nm copeiro, de nma engomma \
ra, de urna cosinheira ou c sinh. iro, e de uves
ama para ratar de quartos : na ra do Cabog
uunier t9.
Caixeiro
Precisa-se de nm es iz> iro com pratica de mo-
ldados : a tratar na roa do R-.ngel n. 73.
Para tineir inataotaneamente a barba e os ca-
bellos brancos e grisalh >s da mais bella cor preta
e cas'anho : vende-se na b .tica fmnceza de
Koiiquayrol Freres
-Hua da rrnz='
Cosinheira
Precisa-so de una ema boa cosinheira
Primriro de M.-re.) n. 16.
Precisa se de orna nma para eosinhar
Imptria. n. 42.
na roa
AMAS
Deseasbiirsasi P>amiseede Asmla
Otttelra Mantel
Irmandiide do S^nbor Bom Jess
das Chavas
Pung io do mais d I iroso sentimento pelo in-
fausto pascainenr i do m im mu presado irm> e
ex-prov^dor, desemhurgador Francisco d'A*ais O'i
Veira Maciel, de ordein do irin nrovedor, convido
S todos 08 irmaos desta irin-mUd- e aos par-mea
e amigos do n (.fi.nilo iimo e meamo oa aeus
apret-iadnre para c mi.areeer.-m em o uosso c..n-
sistoric 6 h tas da im.uba de 5 de Abril proz
BO vindi'Uro, para aasialirem as mi>as qn- pelo
eterno rep us de to prestimoso iimo, a ruianda-
de manda Cel< br>,r
Consistor da I m-ndade do Senb.r Bom Jess
daa Chagas, .31 de \r9j da 1>-Si.
<) aecrelario,
Jj So Frvr.cisro re T rr-n Hndira.
BHBsaaBsaBVsBBsasBBBsassHsiBV*
r.s sM9 bui|uei t|ttc
am Alri^ 1'7*'.ni/eco*," A.gca AcoIt, Ccl
Slf m ,T H. AlC,'y' '"' Profundamente
pela monede sua ^rw W,.arogra, rai, ,
na P.rahvb., do rtlor-, m.uo.u celbr.r urna
mista pe* alsaa d saa. boa. anug, ae da a
caes eorrente, i elas 7 horas d m.uba, aa saairia
da Boa- VisU p-ia > ao- acto de cmridade
Vdam OS lia-e -.ig^m rt- fi,,a.tn
Precisa-se de nma ama para eosinhar, e de on
tra p>ra cnidar de criaoca: na ra das Creylas
n. 2-B (Capoiiga).
Aiuas
Na ra Formoaa n. 8, precisa se de orna ama
pata cosinbar, e de entra oara ens-momar.
Ama de leile
Precisa-se de urna ama i de leite ; a tratar na
ra da Gua ji. 3, |- aadar
Aviso
A professora publica da eadeira mixta de ios
troccao primaria, creada na Cas Amarella, fre
goezia do Poco da Paoella, fas publico qae ins-
t.ll u e abri boje sovanla, e qae a matrico a
p.raus alumnos que a qniserem freqiiPDtar aeha-
se aberta desde j. Recite, 2 de Abril de 1888.
Cosinheira
Ama para eugodimar
Precisa-Be de urna que bem deaempe-
nhe este royater, tenelo caderneta, no 3
andar n. 42 da ra Duqqe de Caxias por
cima da typographia do Diario.
Precisa -ae oV ama cosinheira
perador n. 61.2' andar.
aa ra do lu-
Para eosinhar
Precisa ae de nma ama para cosinbar e que en
leuda nm pooco de en o mado ; a tratar na ron
Primeno de Marco r. 17. lija.
Procurador
Urna pesaos compet. me!i>ent" habilitada, ifte-
rece e para rr rur.d r de alopata de rasa ; a
datar na rna Velba n 96
A o eommercio
Eo, abaixo 888'gni.d obrigado a deixar o com
mercio para tratar de m:nba sade, reao'vi vender
meneetabtkvimeuto, como abaixo ae \6 ; outro-
sim, peco a todos os credo es apresentem sns
cuntas paia terem pxgas, pois qae de qualquer
forma realisardi a venda. Recife, 2 de Abril de
1888.
Luir Hermelindo.
Chapeos, chapelinas e gorros para Senhoras e
meniniis a 5000 que em ontra qualquer parte
veudem a 9< Grande sortimento de eremos s 200 rs. a placa
Bicos brancos e de cores de 2, 3 e 4 dedos de
largura, a 2*000, 2,5500, 3*000, 3*500 e 4*000. a
peva.
dem cor de o eme, a 3*000.
Poria-cmbrulhos americanos.
Iuvisiveis deuradus e prafados.
Lindos lequee transparentes de 2*000. 3*000,
4*000, 5*00) e 6*00u.
Lindas mvas de seda de todas as cores de 2*000
2*500 e 3*000, o par.
Luvas de pellica a 2*500 o par.
Euchovaos para bapsados, de 8*000, 10*000 f
12*000 at 16*000.
Capellas e veos para noivas.
Suspensorios americanos, a 2*500.
Oleo Florea.
Lindas pastas, a 500 res, 1*0C0 e 2*00(>
urna.
Lindos broches, a 2*000 e 3*000, nm.
Luih.-. de machina u. 50, a 800 lis, a dosia.
Bicos de fi branco, a 2*500 e 3/000 a peca
Lmdos hiena de cores, gosto moderno, a 3*00(:
e 4*000, a pea
Ludo* hieos de cores com 3 e 4 dedos de lar
nra. 4*000, a pega.
I leui ae linho de cores, a 2*0G0. 2*500 e 3*000
a peca.
Ricos grip para correr babud'.c, a 1*000 e
1*500, a peca. 4
Luvas de seda para meninas, a 2*000, divtrsae
CreS.
dem para senbora, 2*000 e 2*500, o par.
dem ei m palo as de missaega e de soda, s
2*500. 3*000 e 3*500, o par.
Uaioi-s e bic s do vidruh s, gosto moderno.
L.ndus r< sas de vidrilbo preto para enfeitar c.i
sacos e capas.
C intHB lapidadas para enfeitar vestidos, grana-
da, br. nze.ias, prateadss e douradas.
Jl .m-ius de ingesa, seda e cera.
C ilarinbos e peit. b de seda para senhoras, tra
zeinjo urna gravatiuba tambem de seda.
Fiveilas de rmilla, umerieanas, para calca e ccl
lte.
Sem competencia
Pannos de crochet para sad ira, a %&l ris.
dem mu pera sof a 1*000.
dem dem para eadeira de braco, a 1*000.
Cortinados branc. h de crwh-t, com 4 jardas d.
comprimento, a 16*000 e 15*000.
Pana- 8 de crochet, cor de creme, o qae raro n
mercado, a 254C00, a p.-.r.
Tiuios'nbi.s para enancas, de tustu e cambraia
bordados, a 3*000.
Lindas bonecas francesas, s 3*000.
B.rdadi s do cambala a fistia hranco, peca>
600 rs, 800 rs, 1*000, 1*300 e 1*500.
Para a quaresm
Franjas com fideo de seda e viirilbos, o metn
a 1*600
Gaioes e palmas c m vidrilhos, 3 dedos de lar
gura; o metro 2*0''0.
Colarinbos e p'inbos de Setoloide.
RA DUQUE DE (>AXIAS N. 103
Bari>sa & Mantos
CURA CERTA
de todas *s AffeoQes pulmonares
Tecldosi de
qnadros, fuzenda
800 rs.
Seiltn de Macan, preto e de todas aa cores
liso cu de listas a 800, 900 e 1*000.
Vellado preto de seda bordado ou cun lista
de setim a 4*01 0.
Miriao infesfhdo preto e de todas
700, 800 e 1*000.
Eta^ntue de coree co m listas cor de
a 500 rs.
Eagaltto pardo infestado
e 400 rs.
Ll non bordado, urna s cor 240 rs.
Velluulnho preto e de todas as cores
con tas a 1*800.
Beoda hespanhola com bicco, preta on branca
pe seda.
Csvssaa Nansnc pudroes miucinhea a 280 rs.
Crochet branco e de cor, desenhoe lindos
ara cortinados a 1*U00.
tirlnaldaa com ricos veos de Blond a 8*
10* o 12*000.
I-a de quadros, pairos novos a 320, 360 e
400 rs.
Mimo dos Alpes fszenda de listas assetinada
a 300 rs.
Seltnetas lavradas de lindas c res a 240 rs.
Fa id o branco a 320, 560, 400 e 500 rs. qua-
lidade superior.
Fazendas diversas
Bramante de 4 larguras a 700 e 1*000 su-
perior qualidade.
Maapolo americano Listas azues com 4
e meto palmes do largura a 6*500 com 20 para*
garantidas.
AlBodao americano muito large e superior
para lencvs a 5*500 a peca, mais estreito a 3*500
e4*00i>.
cunas e cretones cEcuros, claros e windi-
nhesa 200 e 240 rs.
Cassas indianos de cotes a 160, 200 e 240
res.
Linho lisos e do qaadrinhos a 100, 120, 160
0 U>) 19.
Brlm pardo para roupa de meninos a 300 e
320 rs.
Caalnelas escuras imitacas de casemiras a
50ii rs.
Haela azul encorpadu oara ronpa de banho a
700 e cOO rs.
Lw de quadrinhos paires novos, a 300, 30,
360e400rs.
trepen da lindas cores a 500 rs.
Lieacon brancos e de corea a 360, 1*200 e
1*5> 0 a duzia.
Tvainan feipudes e alcoz;adas a 3*500 5* e
6*000 a duzia.
Ha Ion de cores, brancus e erais oara senho-
ras, homens e uimiuos deado 2*800 at 6*000
me'hur qualidade.
Enrhovses pars bupttsadjs completos s
103 e l*0i".-.
Conlnailos bjrdadcs para cama ou janella
a 6* e 7*000.
Pan 110 da Coata, de quadros on listas a 1*200
o ovalo.
* ion I Hado lavrado, lidos desenbos a 1*200
e 1*500.
uardanapiis a 2*000 a duzia.
Especialidades
Lavas de seda ou pelica a 2*000 e 2*500.
IticoN brancas c r de reme, a raatisadog
2*000, 2*500 -^ 3*000 a peoa com 11 metros.
Cunta* lapidadas para enfeile de vestidas gre-
tas de todas as corss a 500 e 800 rs.
Bo'iln.lin bahad s e eolrem lo de fnstao 8
tran--pnrentes h 300 rs. a peca com 3 metros.
ENirarlllliMN covracu am-. ricanos a 3*56C
4*. ht e 6* 00.
Ciraiitle quantidade de chitas eva retalhes qus
vende eo por qualquer preco.
It
Caixeiro
Precisa se de nui de idade de. 12 a 14 annos,
cora slgums pratica de taverna ; arua de Santa
Therrsa n. 30.
Criado
joana
e'oo-
Criailu
Precisa-se de nm
numero 31.
copeiio ; na ma da Aurora
s.Miwir
O melber sesnear di
Isabel ; acba-se v. eda
i raa Disvita n. 22 T I para 44\
Usina Pinto C lonia
im refi..ean Salgueiral
Boa morada
Aluga-se o sobrado n. ft7 ra d Santa Rita,
ai m grandes oommod s, agua e g~m. os.do e pin
|aSo de novo: a tratas u. raa Marques de O in-
da n. 16, anaaasoj.
A antiga e bem rcrediiada offiema de relejoeirn.
i ferida para a
ra Larga du Ros-trie n. 42
O seu propneta.-i i ti ndo um completo e muilo
bi so sorumento deaviamnt<8 tendentes 4 ana
arle ecn urna loi.ga prati.a da mism-., t.ff rece-
se ao ub ico em geral para encarreg.r ae de to-
dos oscoocert.s de r. logias, caizaa de msica
etc.
Espera continuar a roer, cer a c~n6*nca de sene
fregueses, e Heaegur^-hes que aera espre aoli
cito uo cumptiaa lito d- SUaS (di lis.
t-Su Larga i Rosar o~-42
_ Goat^v WoiUchard.
As Eudm. f toIllS
Sup-tiores peras d<> Hij da Prara v-nde-se no
-armasem de m ihad.. de f-'rancisc i Cnidczi da
Silva Pioto, la da Iinp ratna n 23. No mesmo
s'ahelicMi eno v me- ba de 01 uofira quali-
le, qaeijoa fl.menoa a ivm a 3*.'(0, m,ho Cola-
r-a a 600a garrafa, dito do pasto para mesa *
?40, arras pilado a 160 D kilo e ou'ros muir.>
Kier..e qae w garante e por uieoos prec que em
. ntia qiiH'qner parle.
Precia se ci um rapasinho de 12 14
tinos para criado, dnodo a.ior sua c< n
predio
du ta: no 3. andar ao
42
na
Plnigiius a oleo, com rica ni Iduia e cirdes
por v5*000; e8tan exptstos alguos retratos para
o publico as Ezmas. familias verem o quinte
sao lindos e barates e fcil a qualquer pessia ter
um em .uh s>.la de visiia.
Para enrommendar bastante manda;
am pequeoo retrato em curti de visita, nao im-
porta que seja antig ., dizendo a cnrsdos olhos e do
cabello httga am liado retrato dse ado.
Ag' ada do rticos mencaous e carimbos da
borracha
Na Loja das Liatras Azaes
Jos Augusto Dias
iMAMADEIRA-BOMBAJ
MONCHOVAUT
A. nica com vlvula, em que nunca
o leite torna a descer
I01HA DE CirSTAL COM PARAFUSO TDMEAD0
Medainas
de Ouro
e
de Prata
OpiniSo do D' BOUCHUT, lenta |
' aere/.ulo di Facnltade de Medicina de Paris
medico da Hosnitd das criaocas eafermas, no seu ,
[ urro IIygiviii a Urna Mamadelra bem aoondicionnada |
* deve ter ama vlvula onde o leite nunca i
[ m torne a desoer : este o principio da I
AMAOEIRA MONCHOVAUT. i
tasMitM aa tala ai ariaclues naraidu i Drajarlai
ru Duque d CJii8 ; pir tima da lypo-
ajraphi- do Diario.
Mulla iltenco
Na rna Sete de Heterobro. autigo becco doa
Perreiros n. 6, faz se plisi-s e recjita-se bjrda-
dcs.
, '^%
Celebres Remedios Le Roy
Todos aqucJles quesoffremj
ido peo, devem experimentarl
(as Capsulas do Dr. rouRNSER.f
DeposlUtTiOS om PernamDuco :
FKftNCISCO M. ftilencao
Atiene?
V"
Verde-se a importante taverua sita rna Im-
p< rinl n 15 ; relatas bem o t< m fr'guezes p^ra O
roat ., e o motivo da vend-. 6 e-eu d .no retirar-se
para tora da provincia p..r inei anuido de saAde, a
mandado d s medie, s ; a tratar na mesma.
Vende-re una faverna de pequeo capital, pro
pria para um priacipiante, sita em Santo Amaro,
pertu da lacnruua ; vndese sement as rasaav
oVrtas.
mk '"li 'l Ka l*kV
M.9%-110
Manoel Cerpinteiro jr s.iuza tim moa carta na
padaiia de Mello a> biset; roga-saotfavor de pro-
cura!-a.
AS VEROflDEIfiflS
PILULAS LE ROY
PopuUmem FRAHQA, na HESPAMHA, mAUERICA,
ao BRAZIL onde sto
autoritadaa pela Junta de Hygpne.
(.ramos ^~~_^.^. Ut raAscog
Bsaas Piaras dio tuU a fsoi.lailr de s*tar so, pac
proco barato,eileseourarciii poiicotonipo.BII isexpu'um
rsplibuneiiK os humores bilis lmmorc9 riscosos vicisij
MSfrrrrsMi ansaiassaas ; o Lis. pnriacaiv o saugus
e Impsilcn as reeaUdaa.
Imprr ani-ia *-.
contra a f*'laa de V*ntr<: < 'itliiirrUo
\ lila, llhritnntilyn. ful tu
api"' tite. I ti mitre. I Tiri-n *, fe brnm,
MtiIrstiiiHilii ftynjl, lnt>tteilx,
Hnv On I Ikim. lertMWbisIaia,
,Uens(iniiM, ata.
E PRECISO .iEC
ailsni fui a eiiiisnalnta
Pll Oottla
basalirlaasr ^
"^doJM^-
BU TOllAS AMUaatAClAg
llichts Vende se em pequene
ra- d Ma.lri- de D lis n
e grandes
36 A.
poryoes ; na
Vende-se
oa y|uo;a-se imn boa casa c m bons commodos,
ten Jo um boo g,i., (em Parnameo iin on Cius des
Almae) u 10-B, pelo n laaa.il de 3 *000 ; a tra
tar na ra do Apjllo a. 30, 1- andar, lUem Ptr-
nand a Vieira n. 11
Visillos da iiarrfeira
fios
Caro vellos.
Madeira.
Moscatel.
Uva Bastarda e de Pasase.
PAA MESA
Genuino dr. Lavnu a SH rs. abarrara.
Na mrrarans de Mauuel Crrela a C.
Praca a Conde d'Kn sa. IS
Engenho
Vende-se na i-ron ia-ss-iim engenho na h-pg-ue-
aia da Varsea, mcele e corrttar. e o>"id.i a va-
p r, C'm f.rQ* parav sarWj r <4 i.'6 uea ; a
tratar c m Cania Rabello & C, tuado Vigario
o. 31, 1' annar.
'liwvrfnil') pela Inspectora QeraU
de Sygine do Imperio do BiazL
Xarope-Zed
(0S C0DBINA s mu)
O Zajpajne Zed emprega-se contra, as
Irritofes io 'Peito, Ttust ios Tsicos, Tost
convulsa sCoquelutht), 'BronchiUs. Constipofots,
Calarrbas Intommas ptnisstnus.
lr-A.ua. as, nw Drouot. a sa fauaaunar

-


i


Diario de froainlMH-o(nHtH-fWra 5 de Abril de 1888
V

\

\
V
'
GALERA DUCASBLE
PH0T0GMPHIAEPINTR1
1. premias e medalha de ouro na Exp-
sito de Berlm de 1886.
Medalha de prata, Exposipo Univer-
sal de Anvers. 1885.
1. premio, Exposi^o Artstica Indus-
trial, Rio de Janeiro, 1882.
Diploma de Progresso e Mrito em di-
versas exposipoes.
Photographias artsticas em todos os
gneros, o melW que se pode produzir, re-
tratos a oleo, precos razoaveis.
Grande collecco de molduras e varia-
do sortimento de passepar-touts.
e
BS
MEDICAMENTOS
.*
1JURUBEBA
PREPARADOS E ESTDADOS
POR
*?3
CAPSULAS
WIathey-Caylus
Preparadas pelo DOUTOR CLIN Premio Montyon
---------?-------
As Capsulas Wathey-Caylus com Envolucro delgado de Gluten nSo fatigao nunca
o estomago e sao recommendadas pelos Professores das Faculdades de Medecina e
os Mdicos dos Hospitaes de Pars, Londres e New-*l"crk, para a cura rpida dos :
Corrimentos antigos ou recentes, a Gonorrhea, a Blennorrhagia, a Cystite
da Collo, o Catarrho e as Molestia da Bexigas e dos orgos genito urinarios.
ltH (/ma txplcario detalhada acompanha ctda Frasco.
Exigir o* Verdaderas Capsulas Mathey-Caylus de CLIN & Ci0, de PARS,
que ae ochdo em cota dos Droguistas Pharmaceutioos.
/\f ce
as
as
wa
ce
ee>
Bailholomeu k C. Successores 1
V VUV USO INTERNO
PREPARADOS SIMPLES
Xarope de lurubeba, vinbo de lurubeba, pilu'us de
lurubeba, extracto de lurubeba, tintura de Jurubeba:
PREPARADOS COMPOSTOS
Vinbo de lurubeba, com iodureto de pntassio, vinbo fer-
ruginoso de Jurubeha. xrope ferruginoso de lurubeba, pilulas
ferruginosas de Jurubeba.
PM\A. I3SO EXTERNO
93
ce
o?
"ce
A M V ERAS & C.J
MEDICAMENTOS FUNDAS E TtMTi
- ,700*4 AS QUAtiDADES
PHARMACEUTICQSi
OIUICI eHIMIBO-FBABMAeiOrm' I
1 EtPEQAUDAOn I
Especial dade (leste estabelecimento
E ixir e iiiiuto Ae J
inrja
ce
es
ce
g
38Ra do Imperador38
Uesta gr.nde pliannucia aviase reeditas e pedidos com promptidlo,
solicitude e modicidade.
As pr despajadas
O pharmaoeutico peroambuesno JOS FRANCISCO BETTENCOURT
convida os dioicos desta cidadn que quiram hnralo com sua confianca
para qualquer trabalbo profissianal e uo publico. Garante se a oais atten-
ciosa e consciencioea xwucfto.
Esta casa recebe seus productos chimiaos e drogas directamente
das melhores casas da Europa, especialmente encommendadas para bou
Oleo de lurubeba. pomada de lurubeba,"emplasto de
lurubeba.
:o:
nicos preparados de lurubeba npprovados pe i Academia de Medicina,
autorisados pela Junta Geral de Hygi*-ne Publi <, da corte e recommondados p>"los
mdicos contra as molestias do estomago, perda de appet te, digestZes difficeis, dispep-
sias, rheumahsmo agudo ou c/fonico, e to tas as molestias do flgad/, do lafo, na
diarrha chronica, na hydropesia, as molestias de origens st/phUiticas, etc., ate.
:o:
25 annos de aeeitacao
ATTESTAM A EFFICACI! D'ESSES PREPARADOS
::
CUIDADO COM AS FALSIFICACOES
Elixir a asslgnatura-BAR 1H0L0MEU& C. SUCCESSORES
DEPOSITO GER\L
Em sua pharm ca e drogara a
RA LAKGA DO ROSARIO X 34
^SvwentementeTJ
a;pr>rcrwr,clo :pela, -A.oe.ciem.ia ^
de DVEed.icin.si de Paria
3?1 a. Id riese. :
reeeituano.
ESPECALDABE
1
Preparado pelo pharmaceutioo JOS FRANCISCO BETTENCOURT,
de urna eficacia verdaderamente maravilbosa as molestias dos orgaos
respiratorios.
Bronchites, asthma toss convulsa, etc.
:o: -
CHA PRETO do pri ^eira qualidade.
DE MAMADEIRAS ta-n granae sortimento.
SABONETES INQLEZES de ptima qualidade a presos sem compe
ten,-ia.
Tinta preta para escreverinalteravel, fabricada com muito cuidado
por ama formula inglesa, especial para esetipturacao mercantil e repartieres
publicas, secca de presea, perfeitamente preta, nSo corroe as peonas, nao
deposita e d opi.
J mi>oT*Doa tu ^ ty Qy
Nova PFUMADIA Extn-ltn
V
COBYtOPSISDolAPAO
MU.......CmUKkSJtfI^friitiun...s>eilTUPSlS*MPb
.....MCORYlOPSISiiJifiOJ nuiilMi.. ..CORYLOPSLSbJAP
stJNCAMMvSRTlOPSISiiJArlO I a.........MC8RTU?SISJiPf
...COBTLOPiiSiJAPOi pauu......CO&TLOPSUh JIPO
INIIISTlHNsIlNiL
COGNAC BRAZILEIRO
DE
A. M. VERAS & C.
PERNAMBUCO
Esta exceellente bebida preparada com tudas as regras da sciemia, de B^bor
amaroma iguaes aos do cognac estrangeiro. O Cognac Brazllelro tem feito
grande suauesso pelas provincia do norte e sul.
Presos da fabrica
PEQUEAS GBANDKS
Jma garrafa..... IfW UOO
Urna dosia...... 9*000 12000
O Cognac BraaileiroSencontra-se na fabrica, em todos os hotM8, resUnrnto,
bilbares e veodas desta eidade, e em Bcberibe no hotel do JoSo e venda de Jacintho.
):o:( -
Alcool 40 puriesdo e desinfectado, para perfuiaaria e hoinoeopsthia.
> Casa L. FEEHE, 19, roa Jacob tV
s pabiz ^
[FUGO E FORTIF^
IHITI VEGETAL
FORMULA
ANGELIO JOS DOS SANTOS ANDRADE
Approvada pela Inspectora Geral
da Hjgiene Publica do Rio de Janeiro em
20deJulhode 1887
Este depurativo de grande eficacia as molestias syphililicas e impu-
reza do sangue. Para maior garanta da eficacia deste medicamento, publieou-
se grande numero de altestados de alguns Srs. mdicos residentes nesta
provincia e de muitos cavalheiros que teera feito uso deste depurativo, em nu-
mero superior a 300; notando-se 50 pessoas que se curaram da lerrivel beribe-
ri com este poderoso depurativo.
0 uso deste Elixir muio recommendado no tratamento geral as mo-
lestias das senhorase a prova est no bom resultado que 4tem obtido aquellas
das Exm". Senhoras que delle tem usado.
XWXOa 7333 TTS-AJa
03 adultos tomarao qualro colheres das de sopa pela manha e qualro
ooite. As creancas de 1 a 5 annos tomarao urna colher pela manha e outra
noite, e os de 5 a 11 annos tomarao duas colheres pela manha e duas noite.
Oeverao tomar banhos, fri ou merno pela manh e noite. llesguardo regular.
Encontra-se venda na drogara dos Srs. Francisco Manoel da >ilva
& C, ra do Mrquez de linda n. 23 e pharmacia Oriental ra Estreita do
Rosario n. 3.
GRAGEAS
deCopahlba, Cubica
Maiwhla Farro, Btsmutho
I ilicatrio, Terebenthlna, A1
FORTN
INJECQO
Hyqenlca Vrejerador
tam causar
toeldents algum.
A-ORAQEAS WP'>- orlo a* primeir. que oktivenm a ipprovacIod*^i*i
f de mmbctn* (1830j ptaram-w uo. HospiUe. Curan a* molestia aoorat^
J mata robeldev -^r> agar os estmagos mais delicados,.
% A INJECCO POR TIN sempre recomnie"'la'ia como o complemento da medicac&o.
inarHMMK! rer**mt>ue. i niAM-U. da mtUW, W. arto-dis Pfcarm^*a
de Marco n. 6.
Part pam ao respitavel publico que, tendo augmentado seu
estabelecin-tnto de JOIAS com mais anu seccHo, no pavimento terreo,
com especialidades em artigos de ELECTR-PLATE, convidara ai
Exmas. familias i seua numerosos freguezes para visitw aeu estabele-
cimento, onde en. ontrarao nm riquissirao sortMnento de loias de ou* C
prata, perolHs. brilhantes e mitras pedrs preciosas, e relogios de uro,
prata c nikel.
Os artigos que receben directamente por todos os vapor sao
executados pelos mais afamados especialistas e fabricantes da Europa e
Estados-Unidos.
A par das joia de subido valor acharan urna grande vatiedade
Je objectos de ouro, prata e electro pate, proprios para presetes de
oasamentos, baptisados e anniversariea.
Nem em relacao ao preyo, e nem^ quaiidatfe, os objeotoa acim
raencionados, encontrarlo concurrencia n'esta praya.
Elixir denliricio
Contra a oarie e amollecimento e dores de dente.
Y.Dho, xiiropes e pillas de joruf-eia
Grande sortimento de perolas, pastilhas, granulos e pilulas dos melhores fabri-
OBUtes europeus e americanos.
Grande eollecjSo de aleoloides os mais modernos e raros.
Aguas miDeraes de todas as qualiriades.
Para photographla e homoeopathla
alcool rectificado e desinfectado, ohimicamente puro.
A Pharmacia American tem urna seccSo bomoeopathica onde se encontrar
alm dos medicamentos preparados com todo aceio e segundo os formularios fcahene-
manicos mais acreditados, carteiras, vidros avulsos de todos os tamenhos, glbulos
inertes e medicamentosos, tinturas de plantaB indgenas e exticas.
Recebu medicamentos directamente de todas as fabricas da Europa e America
MmlinalacSo por precos commodos e a qualquer hora do dia e da noite.
!! ubihibu
^i
J nao lia .Repugnancia
PARA. TOMAR O
IODURETO de POTASSIO
COM AS
Pastilhas L. POISSON com Chocolate
Estas Pastilhas, de sabor agvadavel, estilo rigorosamente dosadas.
Cada Pastilba tontea 28 cengranmias de Sal (Urna eoltierada)
DKIttlTO (iEUAL : L. POISCON, PHARMACEUTICO
26, Liviiuc 4le Courbevoic, 26, em ASXIORES, parto da Paria.
Vendeae em todas as principaes X3 harmacias.
UIIHilll.lllllll.ll
L
MALTINA
Extracto de trigo, cevada e a vea germinadas
Preparado pela Maltine Manufacturmg C Limited 24 e 25 Hart btreet Bloomsbury
Londres E. C."
Approvadas pela juutu de hygieue da Corte
A MALTINA equivale a 3U vezes o seu proprio peso em diastase e de 3 a
6 vezes em poder diastosico a qualquer outro preparado deste genero.
A MALTINA tem merecido 6 medalhas de ouro em diversas exposicoes e
tem urna aceitado enorme na Europa e nos Estados Unidos tanto que foi preciso en-
corporar urna companhia com grandes capitaes para satisfazer o consumo sempre
crescente.
Cbama-se a attencao dos distinctos mdicos desta eidade para os importantes
preparados da MALTINE Manufacturing Company. Todos os productos medicamen-
tosos sao mais fcilmente assimilados em combinado com a Maltina, ainda mais sSo
ovados a torrente circulatoria e promptamente sao absorvidos produzindo effeitos
mmediatos.
Lista dos preparados
MALTINA pura.
MALTINA pepsina e pancretica.
MALTINA pbospbato de ferro quinina e strychnina.
Oleo de ligado de bacalhio com leite peptonisado.
Oleo de figado de b ealho com leite peptonisado combinado com bypophospbi
to de soda.
Extracto de carne peptonisado.
Alimento soluvel destinado a obviar a necessidade de digerir leite de vacos.'
O leite contido neste preparado est digerido previamente pela pancreatina,
VeBde-se na pharmacia Central
38 Roa do Imperador 38
PERNAMBACO
FUND1CA0 GERAL
ALLANPATEKSOiy' & C
N.44--Eua do Brum-N. 44
*MT A ES tAfAO DOS BONOS
l'em para vender, por pra o mdicos, ab segui f-a ferragena:
Tachas fundidas, batidas e caldeadas.
Crivacos de diversos tamanhos.
Rodas de espora, dem, dem.
Ditas angulares, dem, idem.
Bancos de ferro com serra circular.
Gradeamento para jardiin
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito rundido, de lindos modelos
Portasd fornalha.
Vapores de forga de 3, 5, 6 e oavallo
Moendas de 10 a 40 pollegadas de panadur, ,
Rodas d'agua, systema Leandro.
Encarregam-se de concertor,, e assontamento da mschiisino n exeoutam 0Oal-
rabalho com perfeicao e preste.
Peixe
Bagre e talabas
Vende-ee em porcao e a retaiuo ; na tna Pedro
Aftonso d. 58, ant'ga dit Prwia.
i'arro^a
Vende-se ama carroga quHgi nova paia cavallo :
no sitio da cpella, no Cbor meninos.
Engenho Junco
Vende-se o eogfnho scimrf, ito no termo de
Msrsgy, com p.rte de trras em Pernxmbneo,
moente a vapor, com proporcoea p*ra afnjar
doue a tres mil pae de assucBr. em ptimos ter
reDOS de vane*, e um qaarto de legos distsDte
do porto de embarque que S. Jjs : qnem o
pretender dirija-ae aoa consenbores, no meemo
engenbo oo em 8. Jos ds Coia Grande.
DAY& MARTIN
Fornctdom He Sua Kjtsfdi i Rainka da Inilattrra,
do Eitrcilo e dt Mtrinhi britannica.
GRAIXA BRILHANTE LIQUIDA
GRAIXA.,pastaUNCTUOSA
OLEO pa ABBSZOS
Etudooquinecejurio pirtiminutan{ilie Miro
sao lonas as firmas.
DKP06ITO GERAL KM LONOHM:
7, High Holbom, VI
la Periuabnoii FBiM "**\
Venda de sitio
Vende-ee ou permuta ae por predio nesta cidadt
um bots aitio coa boa casa, maitaa fructeiras,
excedente banho do rio, boa agna de cacimba,
exteaao de terreno para baixa de capim, todo
murad una frente, com portSo e gradeamento, com
cHuiiuho de ferro e estacw jnnto ao dito aitio, no
Porto da Madeira, conhecido polo sitio ds Joar
Sflleir., junto ao Dr Ernesto de Aquino Ponse
ca j qiitm pretender dirija-ee prsc* da Indo
pendencia n- 40, des 11 boras Ae 4 da tarde.
PEITO
Administrando (hurlaniente un lnjeccSo
sobcutana com o couteudo de urna seringa
de PraTx (modelo L* Brun} chela de
EUGALYPTINA LE BRN
CURA-SB
a Tsica, as Bronchites
m os
Catarrho pulmonares
A EucalypUna nao contcm morphlna
LE BRUN, Ptiarmaceutico-Chlmicoj
PARS, 50 e 511. Fauboura Uontmsrtra
47. ru Latayetta. >ARIB
Deposit em Pemamhtco: IUI-1. ** **-
kVHBVI
Hi^bVHHHbHMIBHIHMSPi^B



H
iliartit r rftrBami>io~.^uiMta..tcra 5 de Abril de 1*88
LITTERATk
Tricordio
i
Ntt aohdoes gelada de minh'alai
Kinto que murta a flor das esperanzas.
Horacio Nones.
C tanto que te amei, o thnto que te ador.,
C eonhos cor de rosa, os mag.cos caetelloB
Que outrVra constru de febres e aobeloi
N'eete pai* de luz que tm ainia boje uflr..,
i. cubro de um tapiz de lyrios e bromas,
Afina de que, (Otaud os pea uo vas magoar ;
Lste devaneiar de corea azulinas,
Este viver reliz que eu tinba em te ad lar,
m dar-te o meu amor, em dar-te os meus affectos,
Em beber no ti u riso os guana mais secretos,
Etn ter no teu oihar a lu da vida calma;
Tcdo ifto dcsabcu! E restam s pedamos
Do Craco que tu tizesle em esti hacos
- E d'alma que roubee' 6 ci rpc tetn ter alma !
II
Cahir, mulber? s posso luz d*um raio.
Se elle cubir do cu dos olbos teas .'
Jlo de Decs.
fcastou um s olhar para lancear ao nuda
Tudo qusnro eu a-abara Uihar de duplo raio !
Um que tmhit s luz de eapieudiaa atvorada,
Cbeio de seiva e auu., como es rosa s de Mai. ;
C utronoite trovosa, escura como um crime,
Vago b.-ci ci.ir.ii um soubo, olbar de iuJifferenca,
Que j fui pra uiiui a f que o mu redime,
E que agora lavr.u-me a ultima seutenc !
Amas a tutr.m, sci.' O te j olbar me disse .'
1- nem pitusas s< quer que elle me feriase
E me cret.>ssK n'alm* u germen das paixes .'
GIb&r de duplo raio .' Um que arrojuu-me Ireva,
l utro que tu laucaste a quera tua alma eleva.
Ao cu de ouro e de azul,ao ceu das illoadfli !
III
Hei de uJo ver-te, estando da ti perto.
iiei de fugir de ti, por ti morrendd
A. M. DE VA6C0CBLL03.
Embora U meu amor ardentc como o inferno,
Grande como a p-.ixo do mrtyr do Calvario,
Que tu quizia que fetse um sentimento tero o
E doce comoo som de um mago stradivario ;
Purem que tu tornaste em cbamma abrasadora,
v oraz como um ocendi., immenso como o cu,
Elle ba de s P'ra que posa Ja medir o soffnineato meu !
E o marryrio enorme, as lagrimas chura Jas
Por mim, baj de quena >r-le as taces rubaradas,
Quando tauatKtn o pranto o rosto aljofarar-te !.
EntSo has de cahir de jo-lhoa, bupplicante !
A me podir amor iuteuso, delirante,
E mor tornado em odio t o que hei de dar-te !
Marco24
Lacha da Fosseca.
Cartas femeninas
Como na tcinLa ultima caria annancia
va, von boje fallar do romance de Aluizio
Azevedo, o brilbante es-riptor brasileiro.
Na primeira pagina do seu livro esere-
v : elle estas palavras caracteristicas :
c Quera nao amar a verdade na arte e
qSo ti ver a respeito do naturalismo ideas
bem ciar, s e bem seguras, -ri, deixando
de 1er este livro, utn grande obsequio a
Quem o escreveu. i
Por mim declaro francaroecte que s
realiso urna das partes do programte, qn
necessario cumprir, para lar, cota assen-
timento do autor, este seu trabalho de
analise e de pbysiologio.
Amo a verdade na arte, amo a verdade,
quer dizeramo a sineeiidade em tudo.
O que seja propriatnenta a verdade nao
sei ; cenhum de nos sabe.
Cada peesoa a v por s> u modo, e cada
um deates modos subjactivos de a encarar
om aspecto dos melhores e melhores de
aspecto que ella tem.
Sendo a vi la um sonto que a Ctda inB-aggravada, j constitue urna desgr,ya ir-
tante se forma e se desmancha,, uroa suc- remediavel para a duas victimas!
fOLHETIM
TESTAMENTO EBMELHO
POR
XAVItR DE MONTEfIN
i'Hi.HKi'i % r> aftti:
. A.-FA3A DDS SALCTEIRQS
(Continuayiio do a. 7o,
XXXII
Oo dous cumplices, muito paludos ara-
boG, sahiram da Sala de trabalho e depois
da bibliotheca.
Chegados ra, Jacques quiz fallar.
O Seu COinpahcilO dte ve O COID estas
pelavraB :
N3o. aqu nao. ba muitos ou-
vicos em toruo de nos. Tomemos um
oarro...
Subiram ambos & um vehculo fechado.
Pora a est-yo de Vimennes.
Up<, Cocoe I .
E O animal pot-so a trotar.
Agir ninguem pode esputarnos,
nao verdade ? disse Jacques com impa-
ciencia. ,. Vamos aos pormenores, j !
O lertamento Vermelho foi roubado ?...
Foi, assim como diversas obras mais.
E PaECkl Sauni r repetio as explicado .m
cadas pelo bibliotecario a respeito dos
roubos commettidos, a datar de algumas
semanas antes.
AssiiD, poia, exulamou Jacques La-
garde cum profundsima raiva, quando
Pascal ttrminou a su Darra^So, um bo
mero tem em seu pol^r o nosau segredo.. .
o segredo do conde____e ple servir se
elle 1...
Nfto, n3o pode replicou o ex-sere
tar:o do eon-ie de Thooneri-ux.
Por que ?
Porque ignora o vlor daquillo que
poeane.. Porque ninguem pode adivinbar
o eegredo sem possuir a ct ave...
Sim, mas quando a.cno imp;de nos
a c de conbecel o.
C^uaUt Jim i iodiscotivel.
cesslo de visoes incoerciveia, qua so des
dobram urnas das outras transformando se
perpetuamente, urna illusSo no seio da qual
so ten illusS s sem Q o, quem pode- affir-
mar que, um instante, um instante t que
seja, poseuib a verdade absoluta...
Se at o nosao ideal feito de reminiscen
cias da reahdade, se al n daquillo que os
U0B806 ergios imp-rfeitismoa pdem per-
ceber, nos nada sabemos do misterio eterno
que nos env >lve, e nos irrita, e nos opprime,
e nos sacude iucess..temente : como
possiv.-l qu: um de nos ouse afirmar que
tem i -s seguras, firm-8, inabalaveis a
r^apeito de qu .lqu< r oOUa?. ..
Passamus na trra ephemeros de um
dia, ephemeros qu?, para aggravgo da
nossa miseria, temo< a cona i n:'u da nos-
sa rapidez e da nossa fraqueza. Cada um
qun passa conta aos outros, so tem voz
para tanto, as cousas de que maia soflreu,
e deste lamento qu' succeasivas g-r.ico-s
t n gemido, urnas ap3 outras, que se faz
a Do*8a sciem a acanhada a triste acerca
Ha vida do>i si'us terriveis problemas in
snluveis pra seinpre.
Se o mesmo ser vari de momeato para
mom'nt'i, m cada um deliea tem a res-
peto do meio m>ral que o cerca ama im-
prP8s3-' diversa, como i ao hSo de variar
as gerco s, que passam, enaiando cada
urna novas formul.8 de arte ou da i olitica,
de e'oT"iia ou de moral, de philosopbia
ou de religiao ? .. .
*
Neste momento, o que a arte julga a
verdado a contestado fra, 8y,8temat<'a,
imppr'ubvel d-s- roiierias que roais sffli-
eem a < ivilieadn especie humana. 5o
j un refugio a arta. A imgraac3o j
nSo serve, par, das nossas 'aspiragSes ir-
reslisadas, formar um mundo meih >r e
mais Iluminad) pela f.-licidade e pelo
amor
A litteratura propoz ec a pr ivar-ms que
o mal existe e que in-omb^tivpl Dra
nos. A fatalidade dos couss, a miseria ir-
reductivel do nosso destino, a tristeza que
necessariament? provm da contemplacSo
da reelidade, as c!iags mais pustulantes
do corp so 'hI estendido sobre o marmore
da ban a anatmica, e desenvolvendo at
aos seuB escaninhos mais o cultos : eis o
que a arte se encarrega de traduzir na sua
f rma prestigiosa, duradoura e bella!
Pertence a esta es ola de desespprada
tristeza o es.-riptor de um talento pujante
e extraordinario, ao qual a litteratura bra-
silera deve, entre outros livros, de certo
d igual genero, o livro que recebi, o que
li com o prazer mesclado de amargura que
qu8 todos os artistas molernos rae ins
pirara. Magda urna burguezinba, flba
ds corselbeiro M*rqu-'s, e educada por
aquplle p^oepsso romntico a que se de-
vem todhs as meninas preguiQos^s, todas
"S mulheres incomprphendidas, todas as
heronas de novelas erotico-sentimentaes;
Magda tpm urna i linar;3o por um moyo
que foi educado por seu pai, pprto dclla.
na sua intima e prmanpnte convivencia de
todos os dia8.
Kntri* esses dous seres, mocos felizes,
ivres, que o destino parece ter creado de
proposito par se uoirem um di, levanta-
se, quando menos se espera, este pequeo
obstculo.
Fernando, o ompanbeira de infancia e
de adolescencia de Magdalena, nem mais
nem menos do que spu proprio irm3>, r-
mSo bastardo, fructo dos clandestinos
amores do conselheiro Marqus. Este con
selbe.iro tolo Ninguem educa ao p da
filha um rapaz, n'uma intimidad de todos
a momentos, excitante e perigosa, sem
nunca dar a per eber a um ou a outro os
layos deestreito parentesco que, unindo os,
os tornavam um para o outro defeaos. Nin-
guem sa expo >. a ter de confessar a sua
culpa, quando ss culpa, excass7amente
E os quatro milh3 s e oitojentos mil
francos estao p rdidoa para nos E temos
de abandon.r essa f;rtuoa que vinha cahir
em nosso pjler, e paiM apossar-nos da qual
bastava nos estender as mjs !
Que qutras que -se f*ya a isso ? O
golpe tanto mais rule quanto ers. inespe
rado A qu la cru-l, perqu jahimos de
muito alto !... inf-liz'oeuto nao se pode
lutar contra o irremediavel.. .. Pouharooa
luto pelos milhoea e nao pensemos mais
nisso ..
Um silencio de alguna segundos acom-
pauhou estas palavras.
JacqU'-s acara pensativo.
- Por luto pelos milh5 s exclamou
ell de rpente. Nio pensar mais nisso !
Ota pois Julga os p rdidos para nos ?
Que diabo, pare e-rae que sim.. .
Pois bem, ests engaado EiK-s
s2o, oj ante8s-rSo nossos .'...
Nao degejo outra couaa ; mas o
meio qu-: tu nao vejo. ..
- E' porque ests ceg, mas vou abrir
te os olhos !.... Na falta do Testamento
Vermelho, as m-dalbas, reunidas n-> ordem
dos nmeros qua tr;izeoj, designara o sitio
em que se achara escondidos os qqatro mi
IhSea.e oitocentos mil francos ..
Sim.
Pois bem, precisamos das raedalbas...
.Precisamos fcil de dizar... Achara
as as ms de seis pessoas.. *
Que importa ? Havemos de pos
SUl-aS.
Como ?.. .
Havemos de possuil as! repetio Jai-
ques cora expreasij feroz. Pela astuoia,
pela torga, p-lo crime, sa necessario for !
eix taso pjr iniuha conta I O qua se vai
paasar ecteude se coraraigo s !... Marlha
Grandcharap, que julgivamos tiontera po
der dispeLsar dab por uiiule, ser aiua-
nh a iravclha tuestra da nessa obra, u
instrumento do nosso su.cessu... Nao me
interrogu-s; limita-te a acreJt.:r-m- 1 Ha-
vemos de ser riuos 1
O vehculo parou.
Esta vara na estaco.
Os dous hoscos apt-i .rara sa .s compra
ram bilhetes para o trera prestes a sabir.
Iim ao Pcqu:no Cetcllo
XXXJI
l'assaram se alguns das depois dos acn
teciracntos que acabamos Je narrar.
Vamos, no menor nuoero de*buhas pos
sivel, por oa nosaoa leitores ao crrente dos
actos dos pricipaes peraoaagens desta bis
loria.
PmjaI Saunier e Jacques L*garde ama-
Cjmprehendendo qae o consdhtiro ti
vesse urna fraqueza ; qual o bum^m, qae
a iiSo tem, qua a n2o tve, qrje a%y eat
para a ter ?! O que realmente se nao
comprehende, o que paisa *jf limites do
virosimil naturalista, que elle faca viver
ao lado de sua lha, moga, vigorosa hab
tU.da Batisfayo dos menores caprichos
um rapaz qua ella julga poder considerar
como uoivo, que ella de crianc". se habi-
tua a e8treme"er apaixooadamentn, com
denguices e romos de rapariga affeita a
ser teliz e a ser obedecida em tudo.
Quando Magdalena sabe que entre ella
c o querido do seu corscSc, o eff-ito da
aua pjixo juvenil, existe um abysruo que
Q'uhum poder humano transpSe, procura
resignarse, dep que o romancista nos deixa adivinbar, bem
qne muite incompletamente, as incompor-
taveis agraias.
Feroaado prt para long<, a morre sem
tornar a ver a irm.
Corneja aqu a delinoar-se e a desenvol-
verse o casco de qua Aluizio Azevedo Be
tez chionista medico.
O abalo moral qu) sacode proun lamen-
te o organis no sao e perf.it> da robusta
rapariga determia > nella uma bysteria com
plicada, rara interessantisaima no graero,
cuja evolug^o lenta, progresaiva, estudada
segundo os pre.-eitos mais rigoros s d>
cien ia medica, na vamos seguindo, com
atiencAo por assi.u diz:r doloro-ia I
CompreheBde 8a que um especiasti das
do-uyas hystericas ou das doer.gas mentis,
um Charcot ou um M-.udsley, encontran
do na sua clnica este caso exsepeioual,
tra aase de discri linar Iba aliadamente as
causas dt-t.-rrainante, e verifiiasse eo u
pxactidao medica, com precisSo eteatifiea,
com impla javel poder de unalyse, todos os
symptomas da d en ya que erara chamados
a estudar, a ci:.gnostioar, a tratar em-
fim.
Tendo de aoompanh^r a aua desventu-
rada enferma desde os preludios mal de
finidos de urna doenca deta ordem, at
erise final, qua o horoicidio perpetradi
por jipuleo, quer dizer te.ndo de descre
ver os varios perio los da urna loucura par-
cial, qa reiuata no crime, o medico ou os
mdicos tinhara o dever restricto de ser
exactos, minu osos, deaapiedad s na veri
ficagSo das causas pbysiologicas que levara
a este eff-ito, do domiuio absoluto da p*
thologia.
Peua p;iii) que ura artista se ju'gas
se adstrcto a dever igual, e qua nos dssa
oa sua herona apenas a doent-t, a doente
irresponsavel, iacouscicnte, presa laman-
tavel e triste de urna enfermida'ie, que
por suit natureza irreductivel ao eaforgo da
ventade humana
Que iiiteresse de arto ou de moral pode
baver em um caso dr-stes ?
Alraittidas mes oo as modernas th-i riis
deterministas, dado mesmo que o livre ar-
bitrio tal como o hornera antigaraente'o
conceba, fazendo depender desta doutri-
na a sua ragio, a sua moral, a sua legis-
lagSo, a tua poltica, sobordinando a ella
toda as outras concepcS s do eeu espirito;
-dado mesmo qua o livre arbitrio nSo ex
ista, em todo o caso, o que nos iuteressa em
urna vida do hornero ou da raulaer, a
luta ectre oa factores diversos de que re-
sultante o seu destino.
Embora a vontade nlo possa reagir eflfi
azmente contra as circurastan.-ias qua a
assoberbatr, embora o meio autu forte-
menta sobro o iudividuo, e obora a influ-
encia atvica tenha um predominio incon-
teatavel no temperamento, embora a le da
hereditiriedad seja quasi sempra inilludi
vcl, a (uta da vontade contra es: -s elemen-
tos combinados ou heterogneos, o seu tri-
umpho dt-fiuiivo cu a sua derrota inevita
vel, o combata da razo armada por tan-
tas fjrys de ordem elevada e jo.ipl:x ,
dureciam com prudente 1-ntido o projecio
nascido no espirito do medico, depois da
visita dos dous cumplj^s Bibliotheca Na
cion .1, onde soubcr* que o Testamento Ver
melho, Memorias do r. deLafrmas, fora
roubado por ura ladro ignorado, o que
destrua as esperauyas fuudadas por ellee
na consulta dessa livro.
Ja ques e Pascal tomarasi logo medidas
afim do estub daeer a sua posijo de nodo
claro, indiscutivel, e para nSo poderera ser
confundidoa um s instante com os irapos
tor.*s vulgares que i .festam Pariz.
Como effoctivamente poder-se-hia sus-
peitar da um estraugero que, sua qua
lidada de medico sabio, reuna a mais so-
lida ai..da de rico proprietario, e vioha fi
xar-se em Paria com o bcu a-uretario ?
Era uiaterialineute impossivel.
A' propriedada territorial presta se *uua
coosideraco tacil de comprebend r.
Muitos individuos que se iojulcim mil-
liotiarus podem muito b-ra possuir por uni
ca tortuna a impudencia u divid,.8.
Nao pj8sivel veritisir o cont:io da
carteira.
Quando,-ao contrario, os bens lestacam-
so em plena la, sob a forma de prados,
de campoivou de casas, uao s pode ne-
gar que c-lles existera, porque estao vist*.
Ora, pelo modo de ver da muita geot!
bo, evideutu que quem possue. ussira au
theuticaraeute, por torca honesto j toau lo,
porUnto, eatabol cilo que a fjrtuna cons-
tauo por si s uro. prova do honrad z.
lato talso, iia.tor..!, maa que que-
rera ? assuu.
Por essa i-.zj, Pasoal e Jacques aucor-
draiu Ca compra do Pequen C .atello.
A a quisigau fora f-. ita era uome do
loutor am.ncano Jarais Tnonpson, que
j mor-va na propriedada como loe .tarto
e, que, ru capitalista, n2o sabendo em
que euipregar os sus cuorracs captac8,
quizara pagar vista
Aogela e Marttia, como sabemos, acha-
varo ae rastaliadas'no Paqueno Cstell> co "
O criado e agriada alsacianus, nos quaes
podia-sa confiar, e sob a sua uirecye tudo
foja a.runjido na casa, oula M.riha, mui-
to apaisanada pelo campo, Beotia-H satis
fcilissi>ua.
Jacques e Pascal nao aro l senSo d;
teujpos a lempos.
Sfioj negocios rctioham-n'os ent r#riz,
ouue contiuuavam a morar no Hotel do
Parlamento.
Isto nao agrada va absolutamente a An-
gela, qua desejava ter constantemente Pas-
cal a seu lado ; mas impondo-lhe o man-
cebo a sua vontade e exerceudo sobre ella
ato dominio absoluto, ella aceitara o seu
contra a feroz resistencia do institutos, o
drima que se passa no interior de cada
organismo, entre as tantac3 s que o soli-
citara e os-prinjipos adquiridos que o sus-
ten:-eis o interessa capital que, para
qualquer de nos, tem o espectculo de urna
vida humana.
U-a inconsciente ou ai enfermo exei-
tam-nos a piedade fa.il, quo se d a todas
as miserias sem remedio, mas o3o nos ins-
pira nem nos sugg^re aquelh ordem de
emoco-s, mais n>bre a mais fa;uada, que
os grandes dramas da paixao e da voota
de, do instincto e da razio, do tempera-
manto e da con*-an-'a, ajeordara no nos-
so cora^So.
*
Nao porm dever da critica censurar
o es.Tiptor p-lo tbema qua elle esoolheu
para exercer as suas fatuidades de analyse
ou de imagiuaylo. Aceitemos a obra tal
quil e admittindo o ponto de partida,
vejamos o modo por qm a intencSo do es
unpt >r corresponde a sua ex^cuco.
S ria lisonja pouco acei^vel a pouco
digna dizar que nao tem defettos, e defei-
toa graves, o liwro de que venho filiando.
M s qu i b llezas admiraveis nao compen-
sara esses defeitos I
Os aonhos da pobra hysteri a, incon-
ajientera-int) possuida pela obseasao carnal,
que lhe porverte as facultades intellectuaes
que Iha exhaure a-forca physica, que an-
colia Dalla a rnal e a vnadado, asnea so-
nhos slo ura ospl-nlor dafrn*, o ten a
illuminal-03 um tal vigor os fantasa, u.na
tal exuberancia de pxixio, que denujciam
ao par do naturalista, quo elle quer ser, o
poeta que realmente .
Ser possivel, e oeste momento ao phy-
8iologista que eu ra* estou dirigindoser
possivel quo ao lado da alujinat;3'8 to v
ras, perigosas e completas, M .gdalen?, a
iefeliz louca, conservasse o poder da von
tade qm corporalroente a 8"p*rasso aero-
pre do Homem o bomem su* tenyo e seu
delirio, sou stnho e sua perversa" > doentia ?
Qua incoherencia grav* esta, n'um es
criptor t8o namorado do documento humano1}
Vai long i este artigo, sem eu ter conse-
gui lo formular nella, cora anitilez com
que a siotc, a impressao que o romance
braz lero me deixou.
Resuminlo, pois, direi que achando bel-
lo e em certas paginas verdaderamente
adroiravel, rico do seiva juvenil e de im-
petuosa energa o estylo do Aluizio Azeve
do," echando qu elle tem um talento de
expresado, urna originaldade de sentimen
to devras notav.;!, arando que elle pode
enfileirar ao lado dos romancistas moder-
nos de mais folego e da colorido mais bri
Ibante, elle tem pro casos artsticos com os
quiea nao sympathiso nem concorio.
A critica moderna deixou de ser um cor-
do de doutrina dogmtica e autoritaria pa-
ra ser a livre expressSo do gosto individual
de queai critica: sob este ponto de vista
que eu applaudo com entbusiasmo o talen-
to vigoroso e pujante do romancista brazi-
leiro, sem me ciogir incondioionlmente ao
modo por que elle o appli';a a aproveita.
Lrsboa. Fevreiro de 1888.
Mara Amalia Vaz jjeCabvalho.
VAfilEMDES
Refleees sobre a edncaco e
lostrueco
Vejamos actualmente em todas as ius-
tituiySas de educacXo moral, scieatifioa e
littararia, qmes sito as iospiraySes e o fim
que ae tem em vista.
As iospiracS's silo fundadas nos prnci
pos mais abusivos do g?nio moderno, as
vas UlusZe8 do inmoderado desejo de bri-
Ihar, f .sainar pelos prodigios da imagina-
cSo, da memori-, com o damno entilo ine-
vitavel do rajiociuio, da r. ti xo, pelo Ou-
ropel de urna instrucgSo variada sem me-
medida e nacessariameute superficial.
^Examinai o assustalor j.-j^r-i.u n-> que
papel com resignadlo, sjui ousar lasti-
mar ss.
Estava, n3o obstante, combinado que,
dentro era pouco lempo, iriam viver tolos
juntos, ora em Pariz, ora no campo, e que
Angela desembarayar-se-hia do seu apo-
sento a da au< mobilia, eut.i i desnecessa-
rioa, bam como do seu negocio da vestidos
Usado.
Martha pedir a Jacques Lagarde, ou
antas ao Dr. Tompsoo, pois quo nao o
coubacia seno per este noma, que fosse
reclamar estayo da companhia Pariz-
Lyao Mjditerr.tu o as malas que deviara
sem duvida l as ar, pois que antes de sa-
bir do Qenebra cora- a filha. Perin Qrand-
cbamp havia as despachado p-b trera de
carga.
O doutor sa'.itiz.-ra iui'.nc.listamente os
de-ejos da noy., que nao poda oonter as
lagrimas ao tornar a ver todos aquellas ob-
jaotos, dos quaes nao bavia un s que nao
i-' recordaase a pobrj roiii.
Nao caree-mos a turnar quo os dous
cumplices tiverara o cuidado de nao dizer
a Martha, era mesmo a Angula, qual a
origaro da su i fortuoa receut-'.
M .rtha, na raais pun boa deste mun-
do, acroditava qua o Dr. Ttioropson era
extremamente rico.
Angela, menos confiada, nlo tiohaa me-
nor lluso sobre o persjugera e nao acre-
dtava qua a sua tortuna, se que exista,
tivessa oiige.-u pura ; m-s sabaude qu;
P.- se .1 nao gostava da perguntas, nSo se
at avia a iuterrogal o.
Limitara sa a obedecer p*ss vamente sero
iiscusso o at aera r< flao, como deve
fazsr u u so dado bem dis iplinado.
Assitu, pois, Pas al e Jacques passa?am
em Pariz a roaior parta do ten po, procu
r.ti lo os roeios praticos do torna: segura a
execuyo do plano de J cques, o combi-
nando estes meios com o engeubo de autor
< esqueleto de sua p-y.
Vamos encontral-os de uo.'o na saleta
lo coraroodo qm oceupavaro no Hjtcl do
Parlamento.
Sobretu lo, dizia PMittil, uao faya
mos nada sero reflexo. Antes oe porroos
.naos obra, pesemos b.-u as cousas. ...
examinemos, os pro e os contra.
So queramos d-i(ar a u:>ha aos qua-
tro uiilhSea e oitocantos mil francos lo con-
de de Tnoonerieux, u nos o queramos iu-
(lubitavelmente, nao h. qua hesitar mais )
replicou Jacques. As uoss >s f fl -s, ba
oito dias, nos mostrr.rn o lado Lrte e o
lado fraco da tcnt.tn.i. Sabemos o que
nos pie ser til e o que nos pode preju-
dicar.... TrateoooB, portanto, da tomar
mister estuiar para obter as graos scien
tficos e entrar en algumas escolas. Sito
compostos de elementos tito variados e nu-
merosos, qua desafi*m03 a maior parte dos
professores encarregidos de presidir taes
exames dalles proprios os fazerem iodos
com bam xito, excepto nos assumptos de
suas especialidades.
Nao a critica de sau sabor que forrou
amos agora; julgaroos qua vjrJade-iro,
profundo, por aso que n*o universal,
tratamos soroenti da prograrama de esta
dos que segueta os estufantes, e de quo
o pru lenta juizo dos mestres alo pode ap-
provar a enorroidade.
Por isso qmai era toda a p*rti* Iluso-
ria a illustraqao, sup rfiejal, por oaus da
vuriadade de seus assumptos, falseada era
em sua basa; pois bist^n'es vszes ensioa
palavras, em vez da cousas: torni-se
quas xtenuante e airo frusto til para .8
pobres crianyas sujaitaa a t&o viciosos es-
tutos.
Mais grava e pingoso nos p .race que,
no roeio d .s lim-ntavais -oodiySas do uro
ensinaroento mais brilbante do que silido,
sa acha a edu-'ayllo da raooidade, em
argons collegias, tao raros que infeliz-
mente s apresentam a exepyao, mas n5o
a regra geral.
Todava a instrujySo sero ser pracedila
e acompanhada da boa eduaacSo, talvea
roais perigosa do que til para os inlivi-
duos, para a familia e a sociadade.
Coro eff'ito a edu Myla p-*ra o homem
que se buso instruir, o qua o cultivo
preparatorio p ira o solo qua sa quer ferti-
lisar.
Sameni em trra incultt ou mal cultiva-
da, as boas seroeotes seccaro abafadas
odas ms qua espontneamente brotarSo ;
passado alguro teup, ver h este terreno
cobarto de espinhos, abrolhos e plantas ei-
terais, at ven-0"Sas.
Dar instrueyo ao hornera sem o preli-
minar da boa educayo, principalmente es-
tando j corrupto pelas fata-'B influencias
que primeiro recobra na infancia, qmsi
sempra o tara seguir urna vereda falsa e
m, pois instru gao MflO. pro ligalisada
.om tanta imprudencia, nSo podendo pro-
.iuzir seno fructos rouitas veZes parigosos,
constantemente amargos e 8>m madureza
profijua, talvez su ceda que at ainstru:-
ylo s-j'a em si corruptora Eoto o cora-
plexo do ensino ser a escola do vicio e
da irorooralidale.
O qua convra fizer sob est) primero
aspecto para se evitar to fataes tonse-
quenei8, e sa alcanyar os resultados indis
pentaveis para a regenerayo so ial T
Urna o usa bem simples e natural, e qua
nao carece roais p.ra ser garalmente ad-
mittida, do que ser suffiientemente apre-
ciada, em sua thaoria, pelo bora senso dos
povos, e cons.dengosamente ju'g.da era.
sua proveto8a pratica pelo ensiuo certo
das experiencias j feitas. E' mister atten-
der cer:a des a seria e importante em-
presa regeneradora os sublimas pensameu-
tos que nos reveUm a cada instante, a
cada p.880, os nobres desigaios do Crea
dor sobra o hornera. E' preciso como se
faz, ba tanto tempy com feliz xito a res-
peito da trra, cava) a antes de a semear ;
cultival-a durante os desenvolvimientos da
sement : necessario que prudente edu-
Cayo moral antecipa e acompanhe uraa
solida instrueyo, v rdadeira aempre e ao
nivel das faculdades intellectuaes e das
condiyS^s sociaes do individuo qua se ins-
true.
Eis o fira a que se deve aspirar em ge-
ral, na melhor proporySo com os resulta-
dos que actualmente preciso obter.
Geraluiente procura-se formar sabios,
habis negociantes, para des-mpenharara
as transacySas, era qm ap metrayo e di-
plomacia, para uo dizer nada maii, ao
brepuj.ro o juizo dos lujiens honestos por
demais simples.
Este gem-ro de ensiuo mais de urna vez
quanto antes um i resoluyao, e, urna vez
tomada, nao a mudemos raais I Pormo-nos
pro.ura do voluroe subtrabiio seria lou-
cura Poderiamos prolongar as diligencias
durante dez, durante quinza anuos, sem
enaontrarroos o autor do furto 1 Alera de
que, nada nos prova que, encontrando o
hornero, encontremos o voluroe... Elle po-
de tel-o vendido. ou entilo, nao consa-
grando desfazer-se delle, o temendo com-
prometter-se, poda telo destruido... Te
nbo ri.z5o T
Tens.
Por consegrante, pela ultima vez, re-
sumo a situayao. O conde de Tbonne
ri-ux depositou ero lugir s-guro a quantia
enorme que cebiy >raos.. O precioso livro
da Bibliotheca Nacional nos indi.-ava esse
lugar... Falta-nos o livro .. Nao pense-
mos mais uell 1 liesta-nos um recurso. .
uro unieo .. a rcunio das raedalfias
co uraemortivas distribuidas pelo coala s
seis crianyas, cuj fortuna queria ass-gu
rr. Essaa me Jaibas reunid,.s e aliaba
das, s-gundo os nmeros de ordem, nos
bao de dar a indiaayo que o Testamento
Vermelho nos t-ri* foroecido. .
Pascal franzira a testa.
m duvida, disse ella com arrebata-
miento. Ms anda uroa vez repito-te : es
sas .ued .lhas estao ero poder de seis pas-
soas que, por certo, nao bao do querer
desfazer s delLs I
E porque nao ? perguntou Jacques
muito CallUO.
Ora, sabes to bera corao eu I....
Porque ellas lhes garantem uroa fortuna.
O raed i jo deu de hombros.
Fortuua Singularroenta Ilusoria | res
ponJeu ello. O testainuuto do conde est
supprimido e nao ha de tornar a appare
car, pois qua est ero nosso poder, nao
verdade ?
De aecurdo. E coaclues dahi ?.. .
Quo nao leudo raais as madalbas se-
no o valor do metal, os herdeirus sem he-
ranya uo tero ncuburoa r..zj admissi-
vel p.ra quarerero consarval-as. .
P,.ra fa-;I-08 descot.ir bastara pro-
por li.es a compra desjas mcdalbas, e da
descoutianyi suspeitaa distan.-ia nuila...
Ora, as p-.-squizas que rosultassaro deesas
suspe.itas nos trarira cousequenci<.s des
agradaveis. .
Muito baro racociuado Mas uao
pensj ero p.dli' csSjS roeians, prettndo
arn b .tal-us. i
E sa s s-jus (jossuidores as defende-
renT ?
Se as detenderem, tanto peior para
ellas 1
A violencia.... o saogua derrama*
tem fcito degenerar a diplomacia e a dea-
treza n var Udeira astucia ; paremos nes-
ta qualifi :aySr>. N3i Vraos os directorea
dos estudos, co a perig >sa imprudenoia,
esquecerem que em todas as classes pre-
ciso desenvolver a honradez, o profunde
s ntimenta da digndade pessoal ; em unt
palivra, antea de tudo formar hjmens de
ooraya nobre e da bora senso ?
Eacara-se b'.m de outro lado o futurt
do individuo na instruego qua se lhe di:
h.rmonisa se judici smente com a espe-
cie de carreir.i que o espera?... N>
pensarais qm sa proceda assiro ; exac-
timeuto a esta vicio, no firo priaoipat da
;duoay,\o moderna, que se pode attribuir
o numero lio considera val e sempra m.ior
destas nullidadas se a aptidao ; incapazei
pala de8locayo quo irr. floctidamente lhe
irap3aro, de fazorero n da til para a so-
ciedade, para suas familias, para si mes-
uras ; horneas e mulheres descontentes da
si e d iUas familias, da socisdade ; eotra-
gando-so ociosi lada, vaabun^ag^mJ
corrupto, libertinagam, despeudendo se
co u a mais cyuiaa dapravayilo om todo e
genero ia ex-essos, semeando a per'.urba-
yo e desordem na 80;iadate, os desgos-
tos, a ruioa, e muitas vezas a deshonra na
familia ; .11'8 proprios chegaudo por este
fatal e rapito declive, ao tedio da vidi e
suas terriveis consequencias f..
E' provavel ue nos perguntem qual
ser o roeio de p5r uro di qae a taes desor-
dena e prevenir estas fuuestas anomar
lias?...
O meio por ora simples e fcil, certs
de obter bous resultados ; deve, pois, se-
namrote iutaressar os chafes de familia e
os gocemos ; com eff.ito nesta desregrado
metholo da expandir a instru yj existe
uroa las principios causis da ruina e des-
graya das familias ; da decadencia e morte
das nayo'S ; a esta ponto devera convergir,
os mais poderosos remedios para tolas a
calamidades publicas e individua.s.
Ante3 di tu lo preciso ter sa o fim nos
diversos esrabelecimontos destinados di-
recta au iu directamente ao ensino dos po-
vos, de inspirar, cultivar, ap;rfeiy sentiioento intimo da digndade p-ssoal:
da honradez : imprimir una airosa desda a
tois teara lofancia o sello indclevel de
morah lade pura, solida, incaptz de ne-
nhura desvio, mes roo r. as mais p rigosat
provayS s da vida : enriquecer a intal'igea-
cia com til inslrucyo, seopr.; apropriada
s faculdades do in lividuo, ao lugar qae
nataralmeate deve oecup^r na sena de
mundo ; emfira, mister formar pessoas
honestas, coraySes generosos, dediados,
caritativos, era todas as occasioas sabenic
preferir a honra ao dinheiro, as vantagaas
de un destine) inmortal ;u da vida tempo
ral.
Com semelhantes homans, as familia.
gozaro do bam-estar, feiicidade e mereci-
da consi i :rayo; no seio mesmo da socie
dale j nao s-ra> formados e desenvolv
dos os fautores das perturbaySes, da aair-
chia e guerra civil ; s se encontrarlo cu-
rato 's alimentados pulo amor patria e
familia, dedicados sua defeza ; tal socie-
daie ser constituida palos verdadeiroc
elementos do progresso, da Lrtaleza e da-
raclo ; adquirir a estima publica, e nes".
nobre sentimento acbaj a corag-era necea
saria para maoutenyo de seus direitos
desemp-nho de seus deveres.
(Illusions et Ralils, ou la Rgaeration
des Peuples, par A. L^pellctier da la Ssr-
the, 1858)
------ ->
Um pouco de tudo
Quando se leu no tribunal a senten
ya de morte a ura r>, st excUrooa:
Isto urna infamia!... Uraa ie
justiyal. .
Voc foi condemnado morte, diz
lhe um offi nal de diligencias ; e com ra-;
palavra" nao far mais do que aggravar a
sua situ-yo.
do... b.lbu-iou Pa3cal, com gesto de re
pugnancia.
E por quo nio, se assira for preciso "
Neste mundo, cada um por si I Nada asi;
legitimo do que o combate pela fortuaa.
por conseguate, pela vida 1 Hesitara por
acaso as sayo es em declarar a guerra u .u<
a cuta, quando se trata do conquistar oa
de recuperar urna provincia ? Se entc
rios de s*ngue que correro !... os raurtei
contara si por centenas de milh res C
que sao ao lado disso, seis pens.s a sup
prtmir admittindo que as suppr uaroos.
Uroa bagatella 1.. menos do que nada l.~
E o perigo ?
De qu : perigo fullas ?
Atrailles ento que possam desappa-
recer seis passoss era uroa s cid a de, eat
ura lipso de lempo muito curto, sera qae
a justiya d3 por isso ? Eita ban certo d*)
que, aotes de chagarmos ao termo da uossa
empreza, nao teremos qua uos arrepauder
de a havermos comegado ?
P.ra nao ter uada que recelar bst*
ser hbil e prudente. .
Nem seropre.
Jacques fitou Pascal.
Ora, .lizo-rae c, perguutou iha ee
era tora quasi de despr.ao, tens por vento-
ra inedo ? !
PjsjuI eucolheu os ho nbros.
Medo ? !. r-petio elle. Bam sa-
bes qua nao !
Entilo deixemo-nos do hesitsyoes, de
deloogas. Entremos em acyo, e quaot
aat^s ; hoje da pr, f Ton ia a aroaoha. Tu-
naste intormayojs a respeito dos seis po-
suidores das medalhas ?
Turaei, e dessas informay3e8 resultsot
muito serias appreheusSas para miro.
A que respeito ?
Tres das pessoas nascidas no mesme
dia qua a filha do conde de Thonnerieax
esi&a "lU posiySo a:ima da mlia. .. Uta
o tlno da condussa de Chatelux ; o se-
gundo filho de u.u certo R.yroundo Fre-
raautil, e amigo intimo de Fabio de C^-
telux e pr para se, como elle, pura os exa-
mes da es;ola polytechui ;a ; o tercelre
filno-do tiuado advogado Lsbarra e estada
p.ra paire. Corao chgar a essa gata "
-^- N;lo sei aiola; mas os meios, quaes-
quer qu i ellas sejara, sero boas, nao da-
videa Neohira ho nem, por mais elevad
qua seja a sua posiylo, in vulnera vet
quando sab--se explorar habilmeute os seas
gostos, os seus iustiac'.os e as suas pai-
xas.
(Continuar se ha\
Typ, do Diario roa Duque de Caxiai a. t

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1
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