Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16643


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Full Text
ASNO Lili -- HIBiO 11
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I i 1 CAPITAL E LlJGIRES O2V0E XAO *E PAGA PORTE
V............. "6.5000
...........-14000
.... 230000
i,, ,res BttH diaufados -.
por seis ditos idem ....
Por no anoo idem ....
Oa 'a numero avulso, do tuesmo di
100
.. i.'iiiA-ili 4 ffi ABiiDS l
1 i asssssss as
PAHA DENTRO E PORA DA PROVINCIA
Pot seis mei's adiantados.............
Por nove ditos idetn................
Por um uano dem ,*..?............
Cada numero avulso, de dias anteriores..........
13*500
206000
270000
0100

propriefta&f > JRaxiotl J%?itirca bt tarta k Xtifyos

fELEG
sanco nitiui oo qiarq
NATAL, 3 de Abril, s 2 horas da
tarde..
Aqui ehegju boje o paquete nacional
Para, o quul s.'gue tarde para o sul.
pliso 01 mikm
Servido directo
PARS, 3 dd Abril, tarde.
O novo minisUrio acaba de ser consti-
tuido sobre a presidencia de Mr. Charles
Floquet, que toma a pasta do interior. Os
eutros ministros sao Jim." :
Rene Qeblat, negocios estraDgeiros ;
Pcytralj^azn'U, correio e telVgrapho;
Rio ard (I), Justina ;
Lotkroy, inslru-cSo publica o cultos;
D-i Feyeinet, guerra ;
Vice almirante Kianty, tnarinha e co-
onias;
Louber, obras publi;as ;
Legran!, commereio
Victte, agricultura.
BUCHAREST, 3 de Abril.
O ministerio presidido por Mr. Bratiano,
tendo dado a sua demisso, o cbefe .do Es-
tado confiou.a Mr. Ghiki a missao do for-
mar nevo gabinete.
So-v'co pela via Norte-America
PARS, de Abril.
Paul Deroulede, ex-preaiJeato da Liga
dos Patriotas, sustenta a candidatura do ge-
neral Boulang-r.
BERLIM, 2 de Abril.
Os jomaos alloinaes mostram-se descon-
tentes coa a pclitica da Franja.
Os medios allemaes, apoaar da melhora
por que est passando S. M. o Imperador
Fredeiioo III, sia de opinio que utn des-
enlace fatal sobrevir sbitamente.
AgO^ia 3-ivu, dual
3 da Abril de 1888.
em Peraambuco,
INSTROJOlO POPOL Afi _
SAOOLULOs.. lima e
LIIIEBilUl
DE
POHTltiL E BiUZIL
PELO
Coasalbsiro loao Mano^l Pereira da Silva
IV
(C'on tnuaco)
NS> de somenos foroiosura a narraco do cer-
co {Mata Lisboa pe'.os caiteibano3 guiados por
D. JoSo, I de Cartel la ara reoder o reino sob
missao 'de ana consorte, D. Beatriz, fiha de D.
femando de Portugal.
Oa padrea e as. madrescscreve Pernio L pea
, __viatn estalar do fume os filhos que muito ama-
vara, rompiain as faces e os peitus sobre elles
nao tfud com que h s oc 'orrer senai prsnto
. copioso ; e pobre ato, medo de vingaDCi, que
del tea el rei de C -stella havi de tomar, com que
padeciam dnas grandra guerras, a dos iuiroigos
que os eercavam e a dos manti-neutoe que ibes
inin. c.aVam
Levantado o cerca derrotada em Aljubarrot D.
Joao de Caatella, cinta o FernSo Lo jes as amar-
guras de vencido e olbaudo para Lisboa que aban-
donara :
Cbegaodo ao logar onde comees va a perder
de vista a cidade, voltou el-rei o rosto para ella
e disso : Li-boa, Lisbot, taut* m>-re int; fu?*
Dos que anda te ea v ja lavrada de forros e
arad'
Ccmo descreve rs costuros ia epacha e ao mes-
mo tempo sa mostra o historiador sibvio on pro-
fobdos ir.iBtnrijs do coravaj baani, ao narrarlo
modo pirque em Eora os partidarios de D Joao
I ge apoeraram docasteilo, i.-oqual se haviam re-
colbibo e te drf'-ndiam poder, ament M da facyao
deD. L-ouor Tellea !
. __Qjrei9*\< apastardisse eut i Juao F r-
nsodea da rea?m como qoollts seismaticos
irHbiores se sab.-a> fora, ssm mais un tir
deamparam o casteil-' ? Dji oadSo tenho eu,
coi v.-rtade nao vi que ralbaiM ^inda. Em Ex
tretnoa vi poneos das seus maravilh sos et
feitos en casos semelhautes.Disse e sabio coaj
alguna de suh fVicaO c m qu rn j tlnba pratiCi-
do o taso. E attrs de urna h-ra tornaran tr-
zeodo diante si amarraao. em carro?, as mu>he-
res e filhua dos que era-a dentro, e os poseraro
ao alcance das beatas e virotes do castello. E
pondo fogo s aortas c m grande arruido, bra-
daram aos dcima que se reodeasen) sen&o que
as mnlberes e filos Ibes queimariam tedoa em
vista e presenca dViles.
Nao se tem tanto distanciada j a lingua portu-
guea do idioma gallego ? Q iant s galas, for i.o-
sur:i de pbrasi, ternura de vocaoulo:, p-opriedades
de dizer njvas, e:o quaotj ogallgj estarce 8? na
sua situxcj estacionaria, e mmji empr-'ga em
versos para suevisur as c res populares, coasolar
as familias, alebrar osespiritos, o apeuas nos uos
i.imesiieos en> c nvera-^orf ru^tica^ e intimad !
A educaci) que recebera a linsua mai, a latina,
coopera, senil de todo para dim'nuir-lb os inip-
ti s da espontaneidade, e.as inspira(es da nacij-
oalidade e aatonomie, para eorngir-lhe ao menos
as aspereza', harm misar-lbe o '..c*bulo, embell -
zar-lbe a parase, fundar-lha urna sy>itaze regulir
eaccommoduda s necessidadcs da epocha.

(Continua)
PAKTE OFFI JAL
overa da proviuc.'a
DKSPACBOS lia. PKKSIIIESCIA DO DA 2 DE
ABBIL DE I808
Abaixo assignaloa, nea:>ciaQ*.08, proprie-
tanos e moradores J.i Alago a do Carro.
Indeferido. '
Antonio Floraotino de Oliveira Infor-
n>'! o Sr. inspec'or do Tbesouro Provin-
cial.
Antonio Rodrigues de S miz-. A C.
Nesta data dinjo-me ao Ministerio da
Guerra, a respeito do que requerem os
supplicantes.
Oompanbia G.-.'t Western of Brasil
Raiiway, Limited. Encaminhe-s-a. Appro-
vando a nova tarifa, disponsa-se a um
dos trens diarios di Cha do Carpin-i para
Nazaretli e Tlmbaba, fieando, por.n, a
coiupanbia obrigada em um dos trens de
carga, que houver de expedir, a ter um
cirro para as duas classes de passag'-i
ros).
Fielden Brothers. Remettido ao Sr.
inspector da Thesour&ria de Fazenda para
mandar effectuar o pagamento reclamado,
de accordo com a ordeo do Tbesouro Na-
cional de 20 de Marco lindo, sob n. 49.
dem. dem.
C-ipitao Francisco Machado Moura.
R-iuettido ao Sr commandante superior
das comarcas de Barreiros e Palmares, para
mandar passar a guia de que trata o art.
45 do decreto n. 1,130 de 12 de Marco
de 1853.
Alferes Francisco de Paula Mendes.
Indeferido.
Flix Joaquim Ferreira de Carvalho.
Na 1 ba cadeira vaga.
Francisco Pinto de Magalhaes. Enca-
minbe se, devendj o supplicante pagar o
respe"tivo port^ no crrelo.
Isidoro de Freitas Gamboa.Sia, me-
diante recibo.
Alteres Jos Antonio da Rosa.Remet
tido ao Sr. cotnrnandante superior da guar-
da nacional das comarcas de Barreiros e
Palmares para manaar passar a guia de
que trata o art. 45 do decreto n. 1,130
de 12 de Margo de 1853.
Joao Jos Ribeiro de Moraes. Defe-
rido.
Major Justino Rodrigues da Silveira.
Forneca-ae.
Jos Rufino Climaco da Silva.Dirja-
se Tbesouraria de Fazenda, que est ha-
bilitada a pagar ao supplicante.
Joao Paulino Francisco da ConceicSo.
- -Informe o Sr. inspec or da Thesourari*
de Fazenda.
Te'nente Manoel Carneiro Machado Frei-
r. Forneja se.
Manoel da Silva Faria.Remettido ao
Sr. inspector da Tbesouraria de Fazenda
para mftndar effr o pagamento soli
citad,1, de aecordo com a ordem do Tbe-
souro Naeidbal de 20 de Mirco fiado,
sob n 51.
Ajsa Maris da ConceiQ&o. Prove o qu
allega.
Scr"etaria da Presidencia de Pernam-
buco, 3 do Abril de 1888.
O porteiro,
F. Chacn.
------------aseiaec^-------------
del-galo t.mou conheciineuto do facto, f-s
proct-der a competente vistoria no off rididj e dili-
gencia a captura do criminoso, que se evadij.
O Dr. delegado do 1" districto da c-pital
tiouxi ao men coobecimnto, que, na di-. 27 d"
met prozima p .ssad no lugar Imberibeira, du
districto da lia-Viagem. o individuo do u'.me
Francisco Jerses, t'Tio gravemente, com urna na-
Valba, a Laureniio 1 A aiac o de C-*rValho, que
acomp'.nbado de Augusta tal, por all passaram em basca do rio, para to-
mar buih -...
O i.ffmdido foi recalhido ao h)spital P.dro II,
ood>! eimparocen o Dr. Qama LjIjj, que proeieu
competente vis'ona.
Abno -se o competente inquerito e diligencia se
a captura do crimino* >, que se evadi.
Uaraute o mes de Marca uitim >, forana por
es'a reparf.{3> remettidos para o bosaital Pedro
II 15 desvalidas, para o de Siut'gueda 12. para
o Asy drt M-udieidade S, para o Hospital de
Alienad 8 2, e c m dentina Ese /la de Aprend-
zes Mariuheiro 5 menores abandonados.
Deus guarde a V. ExcIllm. e Exm.
Sr Dr. Ignacio Joaquim da Souz. Leo,
muit> diguo vi :e-presidente da provinA-<.
O chefc de poli :A,
gues Ribeirj Vianna
Francisco Domin-
Thesoaro provincial
DESPACHOS DO DA 3 DE ABKIL DE
1888
Hemeterio Maciel a Suva o Jerooy
mo Jos Fe reir. Satisfaga a exigen-ia.
Pon'-j das Ooras Publicas.Ao Sr p*
gador para os deviios fins.
Antonij da Cruz Ribeiro. Informa o
Sr. Dr. admiuistrader da rejebedoria Pro-
vio id.
Luiz Ignacio de Oliveira Jsrdim. Cer-
tifiqoe-se.
Zulmira Pliibmena Ritis e Silva, E'ysa
Candida de Figu redo Melio, A Marques P.
do Reg e Miraula Jos de Al-necia Ro-
cha Pita. Registre-se e f..cam-sj os as-
senamentos.
Ri ardo de Menezes e Miguel Joaquim
de Carvalho Seara. Iutorme o Sr. con-
tador.
Cyrillo P. de Carvalho e Gaspar Antonio
dos Res. Haja vista o Sr. Dr. procu
rador fiscal.
Mathias Jos Gomes. Informe o con-
tencioso.
MARIO ES PEBBiaBECO
O imperador Frederiuj j assigmu o d crit,
el vaudo a emoaixa ior o actual representante da
A I-manha em Madrid.
N-8 ujau bras d* e^q i..lra he^pauhols di M-
omarjm psree doze b.rcu torpedsirog.
De^em reunir se ao todo qu use davios, que depois
irp para Barceioos, emqianto alii estiver a ra
in4t r g- ute.
O bario Heury de Wo'Ps, secretario pilitieo do
mististerio dag colonias, declarou c .m ira d s
eommju-j, na sess) de 19, que uitgacm propoz-ra
aoia ac d fuiucuman j lucombi'os de obstar
a) CjUrrabsnio de OtbraltU para H s pan ha, mas
quo o govcruj esta ezamiuonio como quesiao d
cortea* internacional ^ue proviieooiag add.cij
n>>o serao co^vunienteg para impelir que Gi-
braltar o- j 1 uti6ado como base de nipj; ruio-
ule'ji'ittas em Hespanba.
En Mortii, ni pr.vincia de Q.ao ida, raali-
& I en.a j lia iutim1 eomj era autes d.-stes pases
allem a ba.'erem sido arrancad >s antiga patria.
Krjiuzo pessimo eScitj em Fariz a proelama-
cao di imp-rad ir Frederico dirigida aos habitan-
tes da Aisacia e Ljrena'
Ai cunarasaliam-s reunidas em ieta ouvi-
rasa a ineiiaagem do ropera ior, qua foi lida pelo
chaeeller do Sismarck. Deeiari que a doenva o
impeJe de ir ctualmeute prestar juraot-nto, mas
promette cumprir fielmente a eoostiuicto.
D pois da Jeitnra tooi >u a palavra o preaid-;nte.
q.ie declnrarou d.-sejar faser ardentes voos pelj
restabelecim ut 1 do iinp- rador.
A m-usage n 9 a fall dj presidente foram ro-
cebidiS com grandes ueelamuSis.
No rewaaUg tambem foi lid* a memagem, e
igualmeof" acclamada.
Telegrammas de I) rlin desmeotem que a im-
perairi Augusta prec*tida vir a Roma para aoju-
8*u-se um mteliiig de 4.000 l>:v,-adores contra os rar o protestantismo e abragar o cathilicismo,"Oj-
fabi.c.res de ssuear, solicitando' d'esu-s o aug lu 1 atimiu o Monitor de Boma.
milito de preeo da cano* de aisncar. ^ O primeieo prujeCto de ie: que, aatorisado por
'".o pai-:y., d s os trabalhos. As I ja? tedia r'.-eaenc. III .-e apreseut fecV.rsm-se im sguai de deeg 'Sto. Os laVra-
do;!, se nao ib pagarem meib>r o genero, pre-
frreio mandar arrancar as planiaco-s.
Na Veiga foram ineeadladas quinse parcella
una.
No da 15 de Abril devem reunir-ae em Cartha
geoa os barcos Cwoc 1 'iros dos departa- ent >s
maiicimos da Ferrol e de Cadire para .e ajuuta-
em aos uutros barcos.
Alleaanha
A m>rte d> imperador da Ai'.emaoha c.niini a
a> r o asSumoto qu preade todas as atten^oes dos
rutam da politici internacional. O imjera-
oof^iu.ilic-me t>noa habita 10 todos a conhecer
cooi'.- elle triumphava dos ataques da enfermidade.
e a sua avaocada ida -e, se por um lado luspirava
recelos, uo di-izava eomtudo de permittir as mais
lis Bgeiras esperaueas acerca da pr^ljugagao d'a
qu. Ha vida.
F..i neeessario que oa sympt.imas do prolimo
termo reve^tissi-m ca actor demasiado ecceutuado,
para qus se perdessem todas as esperao^as d'-
conservar aquella existencia. Tornou-se neees-
saii.i a resigna^ao pira tod >s as eventualidades.
O principe berdeiro que laeta de ha tempo cjm
urna"grave eu ermidade, receaodo-se muito da sua
exiaUnc, vio se de sbito chamado a tomar os
encargos da giveraacao. Oc.-up ido em tratar a
doeuca pertinas que o affl ge, o principa, quand
meuoi o esperara, foi forcado a abandooar o re-
poaso que procurava, o ar tupido que careeia de
respirar, pira, sem demora, e sem previos pre
paros, coner a 1 iugar on ie as obrigaces de novo
ia!p- rad r da Aemanha o cbanavam.
T>o dbil se dizia estar a sua sale, que u3o
pouws receavam que a viagem viesse aggravar os
seu^ p^decimeulos, podeudo tai ves diser-se que h
Reparlipo da Polica
2 a s-iccao. -N 2t0. -Secretaria de Po-
lica de Pernambuco, em 3 de Abril de
1888.Illm. e Exn. Sr. -Participo a V.
Exc que f .ram hontera recolta los Casa
de DeteocAo os seguintes indivimos :
A' miaba ordem. B liarmiuo Ueunqne la Silva,
He.inque Jcs dos Anjos, conheci lo p .r Heoriqne
rai.d vindos du termo de Oiioda, como senten-
ciad a.
A' ordem do Dr. delegado do 1 districto da ca
piul, Beoto Soare* da Siir por disturbios.
A' ordem do subdelegado da freguesia do Re
cife, gueda Campos, por disturbios e offeosas
moral pubii-a.
A' ordem do da freguesia de Santo Antonio,
H unos Evens, Jos R bsoa, Jaubaa e Casimiro
B^rges do Nascimeut 1 Marques, por disturbios.
A' rlcui de do Io districto da fre^u-sia de S.
J. s, M>uoel Ignacio Leitao, por emoriagaea e
disiuibis.
A' ordem d 1 do 2 districto da treguezia da Boa-
Vista, Josk-i Francisco de Amorim, Mauuel Joaquim
ttomes, iut n>o Fructuoso da ilva, Vlaooel Fran-
cisc, ou Manoel Affmsi, Josepba Mara Francisca
dO Niscimeuti e Josepba Uuibeuna da Conoeicja >,
por e noriagoez e uso de armas aefisas.
C minunieou-me o delegado do termo de Flo-
resta, que, no da 14 do mes passado, no lugar
Olho a'Agua do Padre, do mesmo termo, foi en
contrado enterrado, e com diversas lacadas, o ca-
dver de Jos Landim.
Das diligencias procedidas, r-conneceu se seren
aut res do crune, os individuos de nomes, Tibarcio
Caudioo e Titiureio de tal.
No da 29 do mesmo vez, no lugar Carra-
p cb di termo de Pi d'Aibo, foi ncontrado um
cadver de um homem de cor preta, maior de 50
aunos de idade, em adi ntado estado de putre-
ta cao.
O respectivo delegado tomen conhecimento do
facto e fes proceder competente v.otoa, verifi-
cando-se do inquerito a que procedeu, ser o cada
ver du suicida Balbiuo de tal.
Anda o mesmo delegado deu-me sciencia de
que, pelas 7 horas da noite, do da 24 do referido
mes, e em torras do togeuho Fortalesa, do men-
cionado termo, o individuo de neme Jos de tal,
conbecido pur Jos Peqneno, ferio gravemente com
un tiro a Ciaudino Francisco das Ubagai.
RECIFE, 4 DE ABRIL DE 1888
Noticias da Europa
O paquete franc-z fflger, bontem entrado da
Europa, trouze datas de L sboa que alcaocam a
23 de Marco, diaotaudu qnatro das g truzda
pelo inglez Ven.
Almdas OePjrtagai, constantes da[cartaJo nos-
so correspondente de Lisboa, publicada na rubrica
Exterior, eis algnmas das demais noticia de que
toi purtador o referido paquete, eqoe aunanhl com-
pletaremos.
Ueipauha
Escrevcu o allud.do correspjndente em 23 de
Maico sobre este pan :
O miuisteiio presidido pelo Sr. Sagasta parece
ameacado d'ama recomposico, mas o cbefe do ga-
bmete fas saber, ou tornou publica a resoluco
em virtode da qual o goveruo permanece integro.
Esta declarac >, ao que pareces, fez lavrar
grande desgosto oe seio da propria maioris, pois
que a parco libe;al a'esta empeuhara se em faser
representar no goveroo o* elementos mais liberaes,
com o intento de adiaotar no caminho das refor-
mas polticas, promettidas de ha multo tempj pelo
governo. mas sempre addiadas.
Esta agiuca no seio da propria m u ria pode
embarazar o Sr. Sagasta.
Nj provavel tolavia, que o partido conser-
vador apezar de tud i, asceoda ti i el lo, ao poder
Se esse caso se dsse, preparar-se-bia o ensej i
para se orgunigir urna grande oopo'icio, da qual
nao seria para eztraohar que proviesseui os mais
graves ac .ut.-cimentoJ.
O Hr. Pringcerver, ministro da (aseuda, resol-
veu que aluda antea das ferias pailam-'ntares da
sema a ga .ta fossein lidos os ornamentos das re
c -itas e despezag e parecres das commigsoes sobre
os pr-jjetos de le relativas aos petroleoB, aos a!
couls a coutiib.iic.ai predial.
A cmara dos deputados coucluio a 19 a discu3-
cusso sebre a ge.ieralidadade do pnjecto das
n formas militares.
Oepois cumetfurin logo disentir as baseg do
casamento eivii, e teno>oadas as ferias discutir
ag retorioas econmicas.
O* siciaiistas madrileos festejaram a 18, com
uin b.uqiete o annivergano da proclamaco da
c juiuiuuB de Pars.
Foram pronuucia os discursos violeniissimos,
nos quaes avuitavain sanguinolentas ameacas de
m^rte centra a burgu-zia.
Conc^rreram a elle una 120 trabalbadorea.
Os federaes de Pi y M rgail tainbein festej-iraui
o terrivel aumversarii, can e im liscurs g menus
vi'lent08 e obrases mais panificas.
Us ananhis as celebraram tainbem o anniver-
sario, coj) um banquete nis qnaes se nao fiseram
briudes.
Trata-ss de erigir em M drid um estatua dj
tallecido tinauceirj h spauuo. O. J s Salamauca
Para#sse tim reuniram-se b ntein na Sala do
senadj, em s.gao pr paratoria, ut admiradores do
finado, Sob a presidencia do poeta Campoamjr.
8* lo Futuro de i i publica um artigo no qual
maut-sta quaes as iuteu^o s do pretendent. D.
Carius, declaraodo-se ao mesmo tempo autorisado
pub ICal-as.
S guudo, pois, este jornal. D. Carlos, casi ifj'
cbauado'ao ibrono, o qu- elle espera para em brev.
pras., dar ausentraugeirog largas garautias de
lib-riiade relat.vtmeuie s crencas religiosas.
A nuidade caihulica, que el.e tratar de conser
var us Hespanba, nao implicar vezames de foro
e ninguein ser peraeguioo por deizar de ir
migga eu de camprir qualquer acto ezterior do
culto.
A igreja res Ivera tidas as questo s relativas
religio.
1) Carlos restabelecer em toda a sua puresa
systema representativo, com a mouarcba tradicio-
nal temperada.
Qoveruar coni o .concurso Jas cortes, segundo
as antigs Uis.
Nao pretende impr as suss opinioes, quer que
sijam cstudadas.
Enteude que a unidade da communbao estboli-
Ca mouarchica deve co sistir na obedieucia ao
papa e igreja emossumptos rehgio.os, e na snb-
misso peasoa de D. Carlos em asaumptoB pol-
ticos.
Attribue os males da Hespanba ao systema po-
ltico da centralisaco e aboiioio ao fueros a
ptuvincias.
Qaandu a naci estiver de novo engrandecida,
o servico militar deve ser obrigatorio.
Ser um oficial general ailemo que vira a
Madrid notificar rainha regente a ascenso da
novo imperador ao throno.
ninMieui Burprehen lena, se viesse a noticia de que
o n?vo impera lor fora acompanbar o pai.
Ws ni foi assim. Ou a enfermidale ni era
o qu- se dizia, uu o enfermo encomrou forg em
si psoprio, para a um ternpi triuuiphar da dolo-
rose, impiessio moral que ferira, e dos soffrioa. n-
tos da doeorja que Ihe pasera a vida em risco
Seja como fr, o novo imperador Frederici III,
rabio de Sau Remo, 3 pereorreu a longa viagea.
ai prozimo de U rliin, sem 4ue a sua Sale, e
resstntisse mais do que da natural fadiga da j ir-
nai- E por emquauto nao snrgi'ram novos re-
ivyr1'1! SU8 "*" '" *oTes 9 oat"s menos lison-
geiros a esse respeito que se bsviam espaihado,
se desvanecern!, e ludo ludus a crer que aquella
familia ser poupada anda por algum tempo.
A poticia da murte do imperador foi apreciada
em toda a parte com um acontecimento importante
na poltica, e como um facto que cobrio de lueto a
naco alterna, nao podeudo de zar todas de pres-
tar a devida bomenagem dr, i. ao sentimento
d'aqneile pevo
A impreusa francesa den n'este momnto um*
prova dos sena elevados seutimentos, porque soube
nominar os seus sggravoB, e mostrar so a gran-
deza da sua alma.
O presidente da repblica francesa enviou logo
os pesam s au herdeiro da cor* imperial, que se
achava em S. Remo, e o novo imperador. Fre-
derico III, respjieu uos termos mais afectuosas
ao presidente i-arnot
Esta troca de demonstracoes de respeito, cansn
urna agradavel impreasaj, e contribuu muito para
operar nos espritus urna disteoso favoravel s
relac-ies entre os dous povos.
mais o imperador Fr-derico III em todos os
seus actos tem mostrado a bonhomia do seu antmi,
a tendencia do seu espirito liberal, e o seu empe-
uho de aanter sem a grandeza do imperio aile-
mo, mas de contribuir por todos os mou.is par-, a
manutenerlo da pas, confiando mais us benficos
rebultados que d'ella polem esperar tod >s os povos,
do que d. ix..ndo se arrastar pela ambicio de
adquirir quaeaqjer glorias, que e voltem custa
de Bacritio.os, e de,stres.
A enviccao que boje i-ziste na Europa, de
que re o imperador Fred rico III onUuuar. por
que s le Ibe permute, on a doenca o nao o im-
peda c mpletamente de desetnpeubar os deveres
Jo ca.g i, poltica da Alumauba tei de ezperi-
rneutar urna grinde transformaclj, quer oas rea
,uea ei-erior.-s, quer nos neg.-.ctos luternos.
A paz ser favorave hberdade, e a Ailema-
nha desfructar os ben finos de urna e outra. A
Europa tuda sentir nm grande aluvio.
O novo imperador ni d-cretuu luto nacional
pea morte Oe seu pai. D iz u ao povo ai'emo
faser o que enteudesse. Fste d-licado proced
meuio do ikvo imperador captou por certo geraes
sympathias.
iKUalmeote ui des'jou qae ae prohibissem os
espectculos pblicos, con.o dispos'vS-'S de certa
ordem sao ueSnee-ssariaB quaudo, autes de orde-
ua las, j zistem no Sentir pspu.ar.
A iioperains Viuva para agrav*r a dar pla
morte do espos i, tem sofito urna enfermidade.
que se i4B.id ra gr.ve. cb g mdo mesmn a re-
criar se pela sua existencia.
O principe de Buinarik, o h imem de en-rgia
eztraordnaii., cese mesmo on pela d6r soffrida,
ou p rque as suas eufermidaes se aggraVaram,
acha-se em estado que oDng oa meneos a re
eomm ndai-ihe o completo r.p uso, affaStaudo-se
d.s negocio, punlicos.
O nove im arador manifestou-lhe a sua eon-
fiaiic., e deixara o no lugar que o.cuoava, mas
reeeia-8e que a dji'nCa o obritfai a afiastar-se, O
que produsiria seguramente^ urna extraordinaria
iuipresco n yUbnco.
O imperador Ouilberme Milke e Biemank re-
Lprcs^ntarum a tiiudaOo ou-- sustenta Va t Jo > pe-
sodadiegj dos negocios do po leruso imperio
O imperador no tuinuio. Molike h qu< b-ado
peo. a.uos, pela entenuidade, peo- d-ag-anoa, e
o prop.io llistnar.k veigd. oos suffnmeutos qu-
o opprmem, co.ismu m eone o da de houtein e
o de u le Um singular centraste.
Tudo, entretaut.-, depeod de p.d.r ou nao o
i,peiad ir cntiuu i a Crete dos oe da d, imperador Frejeric III n.flue h je de um
modo.ziraordiuaru oo que iremos observar-i
poltica da Ad-mauba. quer intema. quer externa.
Consta qu- o imperador Fredeneo, tanto no in
tenor c imperador (Juilh.nne
Es publicado o raauifes o do imp rador Fre-
der.cu, relativo a A.s.cla e Lira., O impera
dor tem receOll< h imenagein de varias c-jrpora-
COe.S
O imperador diz na sua pr cUmaco que tornou
posse do gov roo suor mo da Aisacia e Loren-,
oude sustentara o santimeut is e o costumea al
1. maea : atfiru que a Sua aJinu.istraco ser be
n-Vula mas firm e declara que fc-roar a reuoiao
imprescriptivel da Ai.acw e Isorena, ao imperio
dos.da dieta prussi-.n i. o que pede o cr-'dito ne-
eessario para s- estabel-cer un e.Ma i i va n >s
cimuta s de ferro que con iucem fr juteira russa.
Os biepos p-ussiiiuoo apresentaram ao impera
d.r urna meuaagem colectiva, pdindo-lbe que'
au orque a sua -uevilencia igreja cathdiea.
Cbegou j a Berlnn u Sr. Alembert, uu icio apis-
tolico em Vi una, o qual portador de um carta
d. L -j XIII para o imperador Frederico, dando-
Ibes os pesa nes p lo faecim-oto de seu pai.
O imperador Frederico III recebeu em audieu
cia sol-moe o Sr. Alembert.
Eucerrou-ae o iiichslag A ultima prr.pista
de que se oecupou foi para se erigir um inonunv n-
lo nacional ao fiualo imperador. Est i pr p ni i
f ji votada por uuanimidade.
Pubiieou se a p mura lei imperial sanecionuda
por Frederico III.
Versa sobre a jurisdicuj n*s colonias a! le-
mas.
' onata que o imperador Frederico vai mandar
S' k r. o cbefe do partido aun-s> mita, para
gsborg. qu- fica pert> di froiteira russa.
Kstesaeto de turca, a realizar se, deve ser muito
applaudidfeoelo partido liberal. ,
I.s st -se em que as aitos funeciouarios de lf-r
lidTapreseShJj'rain aa suas d miseea.
O goveroo iili mi., ordeuou que fossem expu'9os
do SaleBWig Holsiein varios individuos de naci-
na i a Jo dinamarquesa.
O imperador tem repetido por omitas vezes que
nao p usa, por e nqnaato, em qnalquer modifica
;o no ministerio.
A Pott, de Berlitn, diz que se os franceses con-
t uu i- ni a discutir a uuidade ai cuia, a Allemauha
procurar ferir mortalmeute a Frauda ; o se esta
sjize.' vive< em pas e amizade com a Allemataba
e tem a fazer nunca mais pronunciar a paluvra
Revanche
Parece quo co aullados pelo imperad}' Frede-
rico varias sumidades medicas, se apurou estarem
c nform-s em uegarem a exitteucia do cancro.
Comme ita-s* muito em Linares que a O-1 zeta
de Colonia publicasso em typo gruaso urna noticia
dando a euteuder que a d ici.ca do imperador Fre
derico incuravel. Cnsidera-se tal noticia com i
advertencia para qoc o imperador comorehenla
que o rgimen actual e provisorio e de certa dura-
(o, e que portando nao d v m fazer-so reformas
radicaes nem muanlas importantes no alto pes-
soal do Estado.
Aa uiturmacoes acerca do estado de side
do imperador Frederico nao sai todas absoluta-
mente couformes. Uoias diz-m qu esse estado
meos que satisfactorio, dormindo com muitas io
terropcoes ,e mmto agitado. Os abados porque
ein passado. os trabalhos do goveruo e as audien-
cias que tem dado a numerosas pessoas de dis-
tineco fatigaram-n'o ao ultimo ponto.
Outras infjruiaco '3, por n, qce parecem ser as
offi "i.-.cs, sij relativamente, mais tavoraveis.
N'um desles .ltimos dias o imperador esteve
u'uma janella do paco durante vinte minutos.
Odouior Mackeusie projecta faser nova opera-
co uo iar erial enfermo para extrahir os tecidos
monos qne elle tem na garganta.
Consta que o mesmo medico, n'uma carta parti-
cular, asseverou poder prolongar_por alguna an-
nos a vid do imperador.
O Kronprioz Ouilherme tambem est muito
ioenie dos ouvidos, e a dienta aggravou se lti-
mamente. O Dr. Bergmma val submettelo a
um tratamento especial.
No da 18, o imperador assistio com a fami-
lia impe:ial, aos of&nos religiosos na capaila de
Oharlotre.iaorg. Oepois recebsn os enviados da
China, Japo e Turqua.
No da 17 o imperador recebeu cordialmente a
missao franceza.
rece crdito o biato de estar ajustado o ca-
samento do principe real da Grecia com a prin-
cez'a prossiaua Vi.-tona, segunda fi ba do impera-
dor Fr-ierico
__ O imp rador enviou ao presidente da rep-
blica francesa um telegramma muito afectuoso
duido-be O p sames pela morte Je seu pai.
So da, 22 anuiversario natalicio do finado
imoerailor, ceieorarain-33 em tod a All manha,
ufBial e particularmeate, ceremonias religiosas
sufragando a sua alma.
Nesse da que o seu cadver deseen defiuiu-
vam ute ao tmulo de Charlottemburg, onde j*-
sem 8' us pas.
tunirli Bunmls
Confirma-se a nomeaco do ge.eral baro de
Bauer para ministro da guerra da mouarCDia bus
trj- hngara.
Chegou a Dublin a imper .triz Isabel da Aus
trtt*
Nos circuios polticos de Vienna ba bastante
inquietado, por ae contiuuar a attr buir ttussia
iuteocSes bellicosas.
C .us;a que u crdito que ba tempos foi pedido
para armamentos e outros preparativos multares,
sei elevad > a 70 miihSes de fljrios austriacis,
ucluiuUo se nesta sjmma as quau.ias recebidas
adiantadas.
EXTERIOR
Correspondencia do Diario de
Peraambuco
PORTUGAL Lsbua, 2i ie Mar^o de
188S
A-aha de rr.roduzir-se no Porto a catastrophe
da Qpe a com que.
O u-.ii UuiUet ardeu completamente na noite
do M tf-r 21 esie in esuudo repleto de es-
oeciadores! Uaia h catombe horrorosa, 1 odas
.s iutorm^oss qu. d'aili noi tem viudo, pelo tde-
grauho e pe.os jorn.es, coniputam eu nu.nero su-
perior a 100 as victimas, sendo enormissimo o
dos teridus entre us quaes ha muitos em pengo
ie vida pela queimaduras graves que receberam,
pela asphixia outros, e muitos pelo susto, por que-
das desatr.s .s, por esmagamentoa parciaes na
preeipitaco de urna fuga espavorida, looca de
terror, dilacerante de cuidados e .ffl ec*o pelo
desapparecimeoto de outras pessoa de sua t.mnia.
Di.ute d tantos elegrammas e apanhtdo
noticiosos das toibas de Lisboa, prefiro trnscre
ver aqu o que encontr no Prtmirc de ,/ero
(lo Purt.) de ti que n'este momento acabo Ue
rec b-r pelo c rreio :
N'esU hesitaca i da primeira hora, quando
.inda as ehaminas nio permitwm penetrar n. m
te.ior da carcassa arderte do thealro, reprodusem-
se todos os bo-tos, os mais terriveis de preferen-
cia, porque a fatalidad parece eompraser-se mul-
tas veses em confirmal-os.
A-si n, um qu .r.".o de hora depois do iuendio
se ter manifestado, quaudo o pauioo perorria os
pi unciros ajuntament os, affinn ivam muit is ter vis-
to por trra, cutre se'unbros, cadveres em monte.
Outros, os que mais tarde haviam abandona-
do o tn atro, asseguravam qu i os espectadores
haviam conseguido fugir nio porecend i nenhuaa.
E' neste in intento que escrevemis, e portante
'.orna senos impossivel trauquilisar os que s boje
ti-verem conhecimento do sinistro.
Era hootem o beuefieii do actor Firminoea
projr.^inm'i do espectculo fazia prever que este
acabisse depois da meia uoite.
. Re ireseatttTam-M os Dragte de Villar, h
Gran-Via e o carpo d-: baile touiava parte no sa-
rao.
Casa qu .si efceia ; pintis magnifica e caass-
roces, das tres ordens, todos oceupados.
Firmiuo tiuha sido muito aoplaudido e prepa-
ra va sn p .ra cantar em cc-oa, com os s -us colle-
jas Mananuo S-ntbeu e (J.mes, n is tres rata n
Gran-Via, quando aquello ultimo aria'a, que se
encontrava eutre os bastidores, notou que unta
bamboiina estava arden io.
Apeiem n'a gr.t.ou immeiiatamente.
Ciraco de Cardos), do seu lugar de orches-
tr, d'onde nao via a bamboiina, coinecava a pre-
occnpe.r-se com urna certa Hgto5lo que notara em
suena, quanio de sbito o panno do bocea foi des-
odo rapidam ute.
Parece qu< nao ches 'U a baver voz de fego.
O publico coinpreheodeu desde logo o que se
pussuva e correu para as portas.
Entretanto, o paleo era todo eonovel'ado em
chainmas. O fumo, uma fumarada intecsissima in-
vadi a sala e comtcou a ?abir pelas janellas e
portas do edificio.
Inagiue-se o que nao se passou entre bast-
d.res, nos carnarios dos artista-i, dos corietts, dos
coristas e figurantes. Havia bastantes enancas
no paleo, quaai todas filbas de artistas e de em-
pregados de scena.
No primeiro mom-oto, fui nasalvac) dos pe-
queni s que todos pensaram.
Accreseentemos que duas artistas, Oorinda
Rodrguez e Amelia Oarraio, que tomavam parte
uo espectculo, se acham n'um estado melindroso,
no ultimo periodo de gravidez.
Oorinda desmaiou e foi levada em bracis pa-
ra tora ; o mesmo sucesdeu com Amelia Garraio.
A fuga, precipitada, doid*, effsctuou-se em
parto por uma viella contigua ao theatro.
Artistas, comparsas, figurantes vieran para a
ra como estavam no a omento em que foram sur-
surprendidos pela incendio com os seus cottu-
mtl de scena.
A actriz Virginia Nery estava em travest no -
seu pap I de gaiata da Giran Via.
L ucos, correndo de um lado para o outro,
com as caracterisa^es de scena, Fumino e Go-
mes.
> Aqu dle tinba familia, a esposa e quatro filbas,
n'um Camarote. Coaseguira encontrar tres; fal-
tava Ibe o outro.
o Gomes p-rdeu todo o seu guarda roupa -,
Aurelia des Santos, alm !e muitos costumes de
fantasa, grand numero de joias de val.r.
QjiuJi rompen o ineeadio, os especiares at-
fluiram, como dissemos, inmediatamente para as
portas.
Gente qne na nccaaio entrava, conseguio ar-
rastar para lora, j meio aspbyxiadas, graude nu-
mero de muiheres e criancas.
. Oos camarotes, pedase eoccorro para a pis-
tis. Muitos transidos de pavor, nao se leatsra-
vsm de fugir. N'este momento, huuve algamas
dedieacors da parte de iudi/iduos que accorreram
de fr. .
A maior parte dos espectadores quizaran ru-
gir pelo corredor da ra S da BauJeira, justa-
mente o de passageo mais peri irosa. Suffreram
muitos d'eles queimaduras e contuso.-s.
< O incendio assumio immediatamente propor-
coes pavorosas.
N'um quarto de hora toda a sala e o palco
eram envolvidos pelas chanimas que subiam a nina
altura prodigiosa, alimentadas pelo vento forte
jue soprava ento.
Todavia, a parte do edificio mai rpidamen-
te consumida, fui a da ra S da Baadeira. Ahi,
a derrocad- do tecto do palco prodozio-se iame-
diatam- nte com um estrepito formidavel e logo 08
grandes predios Contigu js foram seriamente aaMa-
cados. _
O claro via-se a uma distancia enorme. as
janellas dos predios frouteiros ao theatro era im-
possivel permanecer. Escaldava.
Ao in-sine t'mpo que a fugs se fazia desor-
denada, furiosa, por esta parte do edificio, do lado
da ra de Santo Antauio paseava-sa umascaua
dilacerante, como que episodio d'essa extraordi-
naria catastrophe da Opera cmica, que tanto nos
assombreu.
Oa veranda da frontaria do theatro, um gru-
po, euvolto em famo negro, proveniente da com-
basto do guarda roupa, clamava p ir soccorro, a
eutre as Vezes angustiadas, distingua se a de
uma ciiauca.
Infelizmente, os soceorro3 tardara n e quando
a maogueira da bomb 7 fui presa varan ia, j
u-iihm.m, uma muihcr e urna erianji tinham
t. ffrido queimaJuras gravea.
F. raj para o hospital.
Oiss-r-m-nos que da mestna varands se pre-
cipitaram ra a'gumas oessoas, que fracturaran!
una nm braco, au'rua urna peros.
Imp .sivel no momento averiguar o quo ha da
exacto a este respeito.
Q j-.nd i j tinba ardido completam-ute a par-
te d iheatro que dis para a ra do S da B*ndei
ra, comecava a arder o guarda roupa, situado na
parte auterior. .
Ahi, s bre a ra de Santo Antonio, caba
uma ebuva de sciutillas que am-acava os predios
vismbus.
a O puvo 8glomerou-se em massa, eontidopela
cavallana e iufautaria da municipal e pe pilicia
civil, na ra de Santo Antonio e Sa da Bandeir.
Sesta, a multidij era compacta at ra- Passos
M-uj.I
Ciraco de Cardosi as istia derrocada do seu
theatro, eio que elle minutos antes deposita va Un-
tas e^perauc; s
Vnnol o na ra do S d* Baudeira, com nm
gru O de amigos, c mmOVidis-imos como elle.
ue resto, pardea talo, pus nada tiuha oo se
giro, ii-m e guarda roupa e enano, que j re-
ni-eseot.v.m lguus c.nios de r>s, nem os ad re-
L, perteocs de cena e par. turas. CoosOSBiO-
e tia o guarda rouo da c C.rmeu que ara
nauissiwo a .staVa quasi couclu lo.
. Pr.dusiram-se nas mas aigamas aceas com-
moveutes.
Pesso.s que tiuhara parentes e amigo* ao
theatr. corri.m u, procura dellea ; criancas es
busca dos pas grit.url. ; b-m.is e mu'herea, es
cabello, cirreudo .ntre a mu >i li, e -qui a .Ut,
esiupetacios. aguns artistas o>m as caraotenaa-
coes Je see,,., urna consta vestida de mariusieiro,
um e mp.rsa trajaodo o entume syubolieo da
a G'-n-jfj.
O p oto Jo tbeatro, o act r Prata, mando ds
actus Thereza Prata, fugio h mnito custo e soffrea
queimaduras. .
Do predio contiguo, pertencente ao Sr. Mus
e Silva, fugiram todt.8 os habitantes ao prissesro
sigoal de alarme.
a V.m ai*uinas criancas uas a embrulsisasis
em cobertores, condusidas ao calo, entre a ool-
tiio .^ fo
O iuoen lio c mmamc u-.e ao **um,m~~JZ
predio d.. Sr. Mai. c Suv. e todos o* .si
bumbeiro* con verbera para
e O* soccuiros fiseram-se esperar.
Eotretaata
'
,-

sassaBBWB^sjBjsjsjsj
m

Wm


torio fe ?Vriiamhti 03 bombeiros tanto v luatnrio8 como mnn'cipaes
nao 'i>'i>meutiram ni ata ue a saa intrepidez.
U'iiisrm ae com vnntagea> as boceas de in-
cen no ; rtnpregou-se pea pnmeira ve a escada
Magirua.
N. hofpit i" esti>, hor* em que escrevemos,
4 da madruga!', ag aeguin'ea peseoas :
Au. | i de Carvalbo, 57 aoouB, marcador de
bilhar do botrl oo Paria.Queimalnras uo rosto c
aas mos at perto do aute-braco. Est constan-
temente a fallar, queixa-se de dores, conta a ma
neira por que ae salvoa, maa nao da cousa cum
Cpnsa.
Marcelina do Coraco de Jess, quemaduras
as moa e na cara. Apenas pode dizer cjmo se
cbamava. Est delirante.
Uui individuo, de eonstrnecao robusta, est
asfixiado. Nj falla, nao fui reconhecido. Tem
qneimaduraa no rosto.
Hermioo Panlinu Cardoso, 32 annos, cbefe da
estaca.) telephonica, morador na ra Mouainbc da
Silvtira Qitimaduras as maoa e no rosto.
O ponto prata foi curado de urna contusao que
tinba na cab-ca e de urnas pequeas queimaduraa
no rosto. Recolben a cas. Como este foram cu
rados maia 4 ou 5 individuoe.
Maooel Joaquim Pereira, sapateiro, 5b annos,
morador na ra do Bocujardim, natural de Ama-
rante, tem a perna direita fracturada, e queima-
dura. na cara e mi)Bprecipitara-se de urna ja-
nei p.ra a rus de Santo Antonio.
No poato medico da ra de Santo Antonio foi
curada urna enanca.
. A' ultima bora.Consta que doa camarotes
de 3* ordem e varandas poneos espectadores esca-
paran.
O sinittro comecou, era meia hora depois da
meia noite.
A's 8 bor-it da manb anda os sinos nio tinbam
tocado para dar siaoal de ter acabado o incendio.
Os Uabaihod do rescaldo de tarde (21) princi-
piaran!. .
O theatro Baquet, de que e resta boje um
m 1858 por conta de Antonio Pereira Baqut, alfaia-
te m roa de Santo Antonio, do Porto, na casa
ende ae acha o e8tabelecimento, tambem de aifaia-
te, do 5r. Antonio Uoncalves da Silva Jnior Cj
mecaram as obras a 22 de Fevereiro daquello
anuo, e o theatro inaugurou se com um baile de
mascaras no dia 13 de Fevereiro de 185'J, por
occaeio do carnaval.
Em 19 de Julho do mesmo anuo realisou-se a
irmj e
Mutilara, .ut mulber, um filbo, um irma
a criada ;
Lun Affonso Teixeira, dous filbos e duas sobri
nb-is ;
Joio Pinto Teixeira, sua mulber e dnas fi-
Ibas ;
Severo Carvalbo e eua mnlber.
Manoel Garrido, filbo do proprietario do botel
L'sbonenee e urna irm, um h spede e urna beap.-
iit.ola, chamada Doboreaa, com eu fiihj de oito
annos ;
Z ferino Ferreira Cruz, ourives, e familia ;
Mana Antonia, a oeleore mull r homem ;
Aa profesam-ae Lucii* Salgado, de Paranbos,
e Etelvina. da escola Marques dt.Poeabal;
As familias de dous empregdoa do telegra-
Pno! .,
Uan guarda civil;
Um polica;
Um typograpbo da Actualidade. Joo da Silva
Fonlellas ;
Francisco Ferreira Gomes Jnior, sua esposa,
pae, b"gro*b urna filha.
Um telegramraa de 21, s 9 h. e 2 m. da tarde
para o Diario de Noticias dava mais esta lia-
ra de nomes de pessoaa que morreram n'aquelle
pavoroso incendio :
a familia do telegrapista Purificacio, sua es-
posa U Mana de Souza Teixeira Figueiredo, sua
filha de 3 annos, Alice ; saa me, Mana da Gra-
ceica i Figueiredo e sen sogro, Miguel Aueuato Tei-
xeira, familia do telegrapbista Eduardo Moura,
sua esposa D. Mana Augusta Bnlhante Moura,
natural de Lisboa e sua fi ha de 4 annos, Mooica-
Jos de Almeida Costa, proprietario de ama ounve
sana, sua esposa, d Barbosa Silva e Jos Pereira de Mello, ambos of-
ficiaesde ourives ; Antonio Lope? Soarea, eacrivio
ae fazeods supplente do bairro occidental ; Dolo-
res Garrido, irm do proprietario do botel Lisbo-
nense ; Caimen e Emilia Monteiro, cunbadas do
mesmo, Francisco Jos Sobres, hospede d'sqaelle
botel; Joo Pinto, ounvts; Manoel Garrido J-
nior e Moraaoal loousad, ambos eatudaotea di
academia poiyteebnica ; Mara Carolina e sua fi-
lh* E'ita AugustaTavares Cirne ; Carlota Amelia
Teixeira e seus filbos Joaquim Jos Teixeira e
Mara Carlota Silva Teixeira ; Fraucisco Ferreira
Gomes Jnior, esposa, pae, aogro e filha; Luiz
Affonso Teixeira, duas filbas e daaa aobnohaa ;
Severo Carvalbo, esposa, e duas tubas ; Joo Pinto
Ferreira, u.-pooa e duaa filbas ; Miguel Joaquim
T ixeira. filba e s brinba ; seis pessoaa da fami
inauguraco solemne, com a rapreaentasio da co- ha de Aotouio Mana Pinto, segundo official da
media drama aeeredo de ama lamilla, a origi-
nal do actor Jos Carlos dos Santos, e represen
tada pela companhid do gymnasio de L'sba.
Aa desigualdades do terreno difiieultaram a
cooatrneco. Baata diser se qu- a ra de Santo
Antoniofreute do theatroest n'uma altura
supetior a um 3o andar em relaco aos terrenos
onde se abrigam os alicerces, de mudo que to
preciso conatruir comd. baae do tb atro um gran
de predio com portase janeilas par a Vieila da
Neta hoje destruidae subterrneo para o lado
da rna de Santo Antonio.
As quatro estatuas, que coroavam o edificio,
eram de marmore e representavam a Comedia, a
Momea, a Pintura eas Artes.
A fachada era construida da melhor qualidade
de granito em que abundam os arrabaldea do
Porto.
A sala nao era destituida de elegancia ; mas as
coudicoes acsticas estavam loage ae ser de pri-
me ira ordem.
Centava 82 Camarotes, repartidos por quatro or
deas, incluindo as galeras e varandas, que accem-
modavttm 20 > p ssoas. A platea superior tinba
178 lugares e a gcral 236. Us trabalnos de pin-
tura foram executados per Joo Jos de Faria Tei-
bes. U costo total da edificacao foi de 50 cootos
de ria fortes.
No Archivo Pittoreseo de 1863 pie-ae encon-
trar um deseobo fiel do theatro, com alguua es-
clarecimeotcs iornecidos pelo erudito investiga
dor o Sr. Ignacio de Vilhena Barbosa.
O theatru Baquet pasaeu por morte do aeu fun-
dador a aer pi-opriedade da viuva a Sra. D. Igua
cia Baquet, ja fallecida, a qual o deixoa em testa-
mento a Antonio Teixeira de Aeaia, nntigo con-
tra-meatre de aeu marido. Por morte de Assia,
pasaou a aua mae, urna senbora residente em La-
mego. O theatro Baquet screu pjucos annos
orna tranfurmacao importante, qual se deve nao
termos boje a lamentar urna desgrana anda maior.
Na sua dispos:co primitiva, a sabida da platea
para o exterior do edificio realizava se por ama
eetreita escada, que do corredor Baha para a ra
de Santo Aatoaio, e por outra mais eetreita anda
que mergalhava, do corredorsinho entre a porta da
orebestra e oa uamaciobo8, n'uma espacie de aa
gnao contiguo Viela da Neta.
Imaj'.o i-ao bum o pnico estabelecido na sala,
os espectadores precipitndose no co-redor, trope-
cando aa esca la que suoia para a ra, ou resva-
land> na outra que coaduzia Viela : as duas sa-
bidas immediitamentt! cortadas e a sala convertida
n'ata braseiro .'
Q laudo ae piocedei inspeceo doa tbeatros, de-
poia do inm -uso desastro da Opera Cmica em Pa
ria, foi abena outra parta para a escadaria que
commuuict a ru de Santo Autouio com a do S
da Baudeira.
Poia apezar d'eate e de outros melhoramentos, o
theatro Baquet achava-se anda em taes coudicoes
para salvao em caso de sinistro, que sorpren-
de como os espectadores das plateas cnseguiram
liviar-ae a tempo !
Mais d^ 1,600 telegrammas se tem expedido
entre Liaodu e forto desde que a pnmeira noticia
de tao iufaust > succeas i aqu ebegou. Durante
todo o d-a 21 trabalhavam sem iaterrupco tres
linbas telegrapbios e mu dificultosamente deram
vasi > ao servii;), havendo p ir isso grande demora
as iof irmacoea por que todos estavam ando-
sca.
Alguns jomis immediatameu'e redactores para os irem informan-
do das oceurreucias.
Agora, coin > por occaaio do incendio da Opera
Comea de Pars, os joi aaes em coro pedem aos po
deres pabla: providenjiaa para que se mandem
fechar em Lisbo-i, sem mais demora, nem eontem
placo s todos os tbeatros que nao uffdrecerem ns
COndicC^s" de ae^urauca.
Creio que ne as autoridades aoubes-iein prescin-
dir das ii fluencias do Compadrio, o primeiro thea-
tro que devia t cbar-ee al ser ui Inorado, era o de
S. Uarios, que apezar da luz elctrica, est pen-
gosiaBimo. por use que all, como em lodos, fum-
ae era toda a pane e aa plateas gastam boua 20 mi
nntOa a evacuar-sj em diaa de tncbcite real, lato
plcidamente.
Q ie HeeMderia ae urna voz d'alarme, ou u.n si
niatro er-Uiieiecesse n'ellaa o pnico.
Volt^odo, purera, ao siuistro do Baqaet:
O atrojado macoiuista que galgn ao urdimento
Sua a.-i i.nc r a bambolina Onde havia pegado o
o, vei i a baixo com aquella peca de decoraco
e fieoa muito contuso, mas vive.
De nada Une servio a audacioaa tentativa, por-
que o f.go ja ia Uvrando pMo uedimeato.
Uuia ti..i de 1 -i .n.i s, do benebc.aJo, que era o
actor Firmiu ., peoaou-se ao p.'incipio que mor.era
no incendio, ou atropellada nos corredores. Feliz-
mente appareceii viva.
\J b-aeficiado nao tinba anda recolhido o pro-
ducto do espectculo, que era valioso. Tolos os
artistas p rJeraoi as roupas que estavam nos ca-
marina. A actriz Aurelia aautos perdeu um Cjfre
onde tinha jotas de subido valor. Tbeatro, guar-
da-ioup* e aderecus, ludo perdido. Graud a pre-
jaizos uas cadas immediatas. Falta ain varredor
do theatro. A falta de umitas pessoaa faz crer
qae ae nao aalvaram tambem aa^familiaa que es-
tavam nos camarotes de 2.a ordem. Da 3* ordem
e Varandas, morreram todos ou quasi todos.
Na tarde de 21, faltavam oO p ssas, mas sop-
panba-se que ebe-ava a 100 o numero das pesadas
murtas pela asphyria, ou esmagadas pelas que Ibes
iam passando por cima.
Os trabalbadorrs municipaes trataram de demo-
lir aa (>aredea interiores para se proceder remon-
ta do entulbu.
Nos escombros v a-se restos humanos carboni-
zados, distioguiodo-se dous cadveres abracados e
sobre urna trave parle de um tronco iinmano, tam-
bem carb' nisado.
Viute e quatro horas depois do siuistro o ftido
da pui refac^o era tal que f o preajfeo ir desinfectan
do os eutulbos afioa de proseguinm 03 trabalboa.
Falla um polica, un guarda e\im soldada.
Ha inmt.is bombeiroa fendos.
O boletineiro Pedro Jos dos Santos, o policia 16
e Altbur Aurelio Oarueiro, logo que ao principiar
o fs/o do tbeatro se apagn o gas, correram a bus.-
car as lanternas de um trem e aaaim aalvaram ai-
gumas peaaaa prestes a suffocar.
Houve familias completas que perecer, prior
cipaimente as que cecupavam os camarotes de 3.*
ordem e varandas
Ns iaforma^o.'S de 21, de tarde, aabia-se em
Liabi terem perecido :
Aatoaio Costa Crrela, director da Cotnpanbia
secretaria da cmara municipal.
Termmava assim:
Diz-se que tambem faltam cinco pessoaa da fa-
milia de Joo Eduardo Alves, proprietario da ty-
pograpbia Elseveriana. Aioda nao foi possivel
apurar o nbmero das victimas, mas todo leva a
crer que sao mais de cem.
Ha grande quantidade de pessoas qae foram
corarse ao hospital e poatos mdicos. Os cadve-
res, proporco que se iam tirando aos entalhos
tunegantes, eram removidos em carros faoerarios
para o cemiteno de Agramoote, contiuuando an-
da a extrahir-a.1 outros cadveres dos escombros.
O pessoal do tbeatro, actores, msicos e antros
empreados, saivaram se, excepto o guarda dos
latftnarotes da 3* ordem ea mulber encanvgada do
pette das sen horas.
Cyriaco de Cardoso teve avultados prejuizos, pois
nada tinha no aegaro. O tbeatro ficou perdido to-
talmente. Eslava aegaro em 80 conloa de ria
fortes.
El re telegrapbou logo so governador civil do
Pono em termos mu sollicitos, pedindo informa-
cijs e pergnatando se havia urgencia de soccor-
ros peasoaes.
Aquelle magistrado admioistrativo respondeu
atfirmativamenre a S. M. quan-.o a necessidade
de soccorros e prometteu circumstaociadas infor-
macoea. No PortD na saccarsal do Sr. Antn o
Ignacio da Fonseca e em outros pontos da cidade
abriram-se subacripcoes para acudir aos sobrevi-
ventes faltos de meios, que sao inuitos sem mesmo
fallar nos artistas e empregdoa do theatro, que
ficaram sem recursos e tudo perderam as chara
mas.
Nao tardar que todas as casas de espectculo
de Lisboa deem b-neficioa para acudir de promp-
to aquella penuria, maa parte do publico, depois
d'aquella cataatrophe est com me do de ir metter
em tbeatros maldispostos para a gente se livrar
em caso de sinistro.
O da 21 de Marco de 1888 fecha e ligando por
infausta analoga com as datas memoraveis nos
aunaes da desolaco aa cidade invicta, como a do
naufragio do vapor Porto a entrada da barra,
e o memoravel desastre da ponte do Djuro no tem
po da invaso francesa
Esquecia-me fazer Ibes notar que no relatorio
dado ha mais de u.n aano pelo inspector doa in
candios a reapeito do estado em que se enecntra-
va o Baquet >, -se un extenso rol de indica-
(6 -a a que de euto para c nao ae attendeu p>r
moda alirum. A triste propbecia daqaelle func-
cioaano realizoase pir fim.
Na noate de 21, o povo do Porto apedrej >u
as janellaj da direceo das obras pub'icas, que es-
ta /am illamioadas por entender que nao devia ha-
ver all qualquer manitestaco de alegra depois
de to bornvel catr.strophe.
No da 22 havia j no cemiterio d Agramonte
63 cadveres sem cootar oa U tes de rest3s iufor-
mea de gente qaeimada.
A Epocha de Mtlrid oceupanio-ae do incen
d|p do tbeatro Baquet reclama do governo
bespiuhol e das suas autoridades qae obrigaem
aa emprezaa theatraes a por os seus edificios em
cundidos de segurauca contra o togo, estabele-
cendo nelles a iliumina^o elctrica com oa moto-
rea em edificio aeparado, tornando iocoubastivci
o Bcenarij e ad ptando oatras medidas de trau-
quillidade para o publico.
Tolas as inforu.acoes de que do noticia asfo-
Ibas da noite dizem que o numero das victimas
andar p r 150 aem contar com o doa fendos e
mutilado que enorme.
Os depojos hamanoa que as levados para o ce-
miteno de Agramoute, constituido provisoriamente
em Morgue, ao escoltados por soldados de caval-
laria.
E' all que as pessoaa a.quein faltam membros
de aua familia vi ver ae podem reconbecer na-
qu-lle restos carboniaadoa na entes queridos cuja
falta lamentara lacrimosas.
Entre oa mortoa ha Luiz Affonso Teixeira, cu-
nbado do Sr. Dr. Ricardo Jorge.
O Sr. presidente do conselno de ministros foi
bontemao paco da Ajuda convidar S M. a ra-
nha para as obras de beneficencia que vo ser or-
ganisadaa com o fim de aoccjrrer as familias* daa
V.Ctmae.
Tambem o Sr. Jos Liciano de Castro telegia-
phoa ao governador civil do Porto, dicendo Ihe qae
requisitasse todas as quantias que julgasse neces-
sari.is para soecurrer mmediatamente aa familias
dos que pereceram no incendio e mandou que se
dsse feriado na Academia Polytechnica do Porto
por terem saccumbido ins cbammas aiguus estu-
dite* da mesma academia e poderem oa aeus
condiscpulos assistir ao enterro.
Um dos redactores do Correio da Noite
que foi ao Porto para colher informacoes teiegra-
pbava boutem 22, s lil horas da mam para-o
mesmo jornal dando os nomes de 84 morios que foi
possivel reconhecer :
Aotouio Albino da C sta Correia, altaiate da
roa de Santo-Antonio e director da Mutuaria, com
50 annos, sua esposa Jesuina, de 50 annos, e fi-
lbos ; Manoel, ae 15 aun >s, Cooceico, de 14, An-
tonio, de 8, e urna criada chamada Anna ; Jas
Pereira da Costa Juaior. fi-1 de Mutuaria ; Luis
AffoDSO Teixeira, cunbado do Dr. Ricardo Jorge,
e seus filbos Alberto, de 13 annos, H-nrique de 9,
os seus sobrinb ib, C ibce'clo, de 19 anaus, Engra-
cia, de 15, e conbados Joo Pinto Ferreira, de 34
annos. Severo de Uarvalh), de 26, e suas cuoha
das, casadas com os mesmos, Margarida, de 30
anuos, Cecilia, de 32 e sua fi ba ; Joo Pinto e
Ernestina, de 13 annoa ; Manoel Garrido, dooo
do botel Lisbonense, s-.-u filbo do meara > oome, ea-
tudaote; Dolores, irma de Garrido, (pe); Car-
f^milia de Joi Eduardo Aivea, da 'ypogrtpbia
Ezev-nauH. faltam cinco pessoas; Mara Car >l
ua E'isa Cirne, Carlota Teixeira, Mara Carlota,
J,.aquim Jo4Teixeira, e irml do major Vascon-
cell o ; Antonio feixoto, soldado d municipal e
sua mulber; Gailherine L usada, rstudaute bra-
iiieiro ; oanves Jos A-ra-ida da Cota, aua mu-
liiei. s e douo offieiaes ; Mara Antonia, a
amih r liuinem ; Luciano Gomes Barros, estad .ate
do lyceu ; protessora Erelvma Jalla de Mirlada,
Toeodoliudo de J aos, aeu filho e bus ora ; Es-
tevo IJ-ipt6ta, typogntpho da Actualidade; orna
familia beapanbola, campoata de quatro pessoas,
qae tinbam i-hegado de Vigo e de qae nao ce sa
ba ODome; urna filbinha de Antonio Uocha, com
6 annoa ; Joaquina, filba de Jos Mara, ch-fe da
eatacao de Fos-Tua; Agostinho Guimares e aua
mulber Marianas, empregdoa do theatro, Dem
como castureira Dolorea e coriata Abelarda, am-
baa hespanbolas.
Alguos cadveres tem apparecido a montes de
4 a 5 agirradoa uas aos outros.
A maior desgraca foi n'uma cacada do lado da
ra de S da Bandeira, cuja guarda foi derruba-
da, formando urna voragem pela qual se precipi-
laram todas as pessoaa que vinham a sabir. Cbe-
goa a passar geute por cima doa corpoa amontoa-
doa. Appareceram all 45 cadveres.
E' urna catastrephe muito maior qae a da ope-
ra coraie de Paris, dis um telegrsmma do Porto
para o Correio da Noite .
Ha no Porto caaaa guardadas pela policia, por
ter morrido toda a gente da familia e nj reatar
mais niaguem dellas.
Em viata de nao haver reconheciment) de ami-
tos cadveres, parece que se vai facer um mauso-
leo especial iu todos os rest)S, levantando a auto-
nda.i aut) de desapparecimcnto para substi.uir
certidoes de bito. .
O governador civil do Porto ordeoou ao admi
nistrador do bairro assim como a j director das
obras publicas e ao inspector dos incendios que.
procedam immediatameute a verificaco de usaes
quer medidaa inadiaveia em todos oa outro^Rfta-
iros e quaes as que podero realizar se fuuesiu-
nando os tbeatros.
Outro telegramma refere os aeguictea epiaodios :
O cadver carbonisado da alugadora de oculoa
uo tbeatro appareceu pendurado n'uma viga, com
.d ou bmocnloa naa moa.
Uma mulber liaba ama crianes, ao eolio, to
agarrada qae nao ae pode tirar dua bracos descar-
nados.
Outra foi enconcontrad i com as roupas comple
ts.-->ente queimadaa e de que apenas restava urna
algibeira do vestido, de linbo, a iherida ao corpo :
dentro da algibeira eetava urna grande nava-
loa.
Urna outra appareceu ora o pulsa preso ao pea-
coco. Um anuel de ouro aoldara-ae-lhe ao collar
do mesmo m tal.
Hornera, na Cmara doa Depotados, depois
de sentidas palavraa dos ministros das obras pu
blicas, o Sr. Eraygdio Navarro, e da justica, Sr.
Veiga Beiro, por parte do governo, e doa drs. de-
putados Foacbim, Consiguen Pedroao e Arrojo,
por parte da opposico, o presdeme da Cmara
des Depotados eneerrou a aeaao em aignal de sen
tiraeuto pela catastropbe saccedida na cidade do
Porto.
A cmara approvoa por acclamaco as segua-
les propostas do Sr. Arroyo:
Propooho que se lance na acta da seaso de
boje ura 'oto de peofundssims dor e conBternaco
pela ternvel catastropbe, que eniutou a cidade do
Porto na noite do dia 20 do corrate mez de
Marco.
Proponbo que aoprovada esta proposta, se en-
ve copia da parte da acta da sesso de hoje, da
qual cinsta a expreaso do sentimento da aseara-
bia, Cmara Municipal do Porto.
A chimara convida o governo a prestar todos
os soccorros ao sea alcance s familiap das victi-
mas do incendio do tbeatro Baquet do Porto, as-
sim como aos individuos inutilisados em couse-
quencia da catastropbe.
Proponbo em ultimo lugar que a cmara, to-
madas as reaolucoes que entender sobre as pro-
postas e moco, que envo para a mesa, levante
ira mediatamente a sesso, como manifestacao dos
sentimertos, que a dominara. *
Porto, 22, as 4 da tarde:
Est-ae orgaoiaando no Porto um bando preca-
tono, qae sabir pediado esmola pala cidade.
As subseripcoes enebem-se de asaigaataras.
Est orgaoisado um beneficio na Palacio de
Crystal.
Fallecen ha poneos das no Porto o diatincto
violinista Augusto Marques Pinta, a quem duran-
te maia de 20 anuos aquella cidade e o publico de
Liaboa preatavam himenagem de sincera admira
cao. Quando o principe de Galles esteve em Lp-
bua, (1876) foram buacar ao Porto Marques P^cxN
para toraar parte noa concertos que se reaiisaram
o theatro de S. Carlos. Pouco depois foi eccrip-
turado para fazer parte da orebestra daquelie
tbeatro, onde tem por veses oceupado ura lugar,
com a maior distincc'. El-re qu ques Pinto, dar-loe a honra de execatar com elle
alguna duettoa, preaenteou-o com um violino, que
se presume aer de Garnerina.
O pai de Marques Pinto era um pintor aprecia-
vol e destioava-o para a arte que profeaaava.
?! u pai, como vase, porm, que a ana vocaco
nao era para a pintara, tomou-lhe um protesaor de
violiuo, o mais celebrado ba vinte anuos uo Porto,
Ezequiel Fernandes. Quando o professor Ihe de
ciaron que nao tinba m .ia quo eosinar-ihe, o pai
de Marques Piu'.o peusou em mandal-o para a
Blgica aperfeic)ar-se. A morte, porm, do bom
velbo velo anmquillar to bellas perspectivas.
Foi iaso em 1857.
Augusto Marques Pinto, que nasceu a 16 de
Outubro de 1839, acbou-se de repente lauca lo na
maia triste relidade, apezar da sua idade ser cj
tao aquella era que mais proj.-ctos risaohos se fa-
zem. Offereceram-lhe ent) um lugar de concer-
tivo na orebestra do theatro de S. Joo. Era
preciso ganhar a vida, aceitn. O publico sau-
dava-o com repetidos applausos, e a vos da ovaco
eocbia-o de animo.
De mu dbil cumpl cacao, a doenca teve o en-
tre a vida e a morte em 1865.
Restabelecido, escrevea am methodo de rabees,
o primeiro que se fes em Portugal. Depois c m-
pds ana uiissa; mais tarde urna pbantasia de
concert sobre motivo~*~dnJiaile de mascaras, uaia
acea martima e ama pbantaaia popular a Are
cancoea doa campos de Coimbra. Maa, de tu i
aso a tinba coohecimento o publico urna res por
outra, quando Marques Pinto eraobrigado a tocar
o solo era algom tbeatro.
Urna opereta de sua composico, Milagre bei-
ra-mnr, em um acto, foi scena com grande ap-
plauso no tbeatro de S. Joo ; outra em tres actos,
North Buhe, o explorador, subi scena o auno
pasando no Principe Ueal do Porto.
Marquea Pinto era dotado de modestia extrema
oue ebegava a prejudical-o, o que nao raro nos
grandes artistas e nos talentos privilegiados.
Os tres violinistas principa, s da actualidade
em Portugal eram Marques Pinto, Moreira de S
e Nicolao Medina Ribas.
Marques Pinto foi ura dos maia aplaudidos col-
aboradores do Orpheon Portuenst.
Ha ver dous aunos e meio fez ura# bulba
enorme e gran le sobresalto na opimo o tacto de
ter descoberto a polica que amas tantas parteiras
de Lisboa eram o bemparado, o aalvaterio em fim
das ex-doncellas eoraprom. ttiJas por importuna
gravidez, fasendo-lhes, por consentimento dellas, e
mediante certas esprtalas couvencionadas, abor-
tar oa fructoa Ilegtimos deaaas aveuturaa maia
ou menos romanescas em que dous entes depois de
ae adoraren! platnicamente, decidiam applicar-ae
de um modo poaitivo e easeucia mate pratico a
cultivar a regra de... multiplicaco. Maa como
as vesea eaaea exercicioa de aritbmeticaa iam tam
bem implicar naa bypotbeaea arnacadaa da regra
de tres, para que o terceiro termo ignoraase as re
laces doa outros dona, era preciso qae o x=di
equeco desapparecesae ou nao ebegaase mesmo a
i.pp irecer. Para iaao, diaia-se en to, aa eageuho-
aas parteiraa recorriara a varioa expedieatea, sendo
mas gei.it.vus de pr.m^ira dasse, geuitivis de al-
to Oiburno, geoitl.O! qu-i faz.am r cu .r o, argos
da polica, que desde eutao comecou, a a r v-rda-
de o que d.cem as guias ferru-eu.as ( io con-
tundir c m as de que cima failai) a olhar en'er-
naw lamente para no. ranle pedra qu- ba na
travessa da Palraeiruba ou na B>a-H ra, qu.
justamente aquella pedra que se poe em cima de
cortos casos.
Esta idea nunca maia se tirou da c*bc do lis-,
b eta. Drf vez em quando os peridicos unis ia-'
geaaos arnseava.n-se a perguotar pelo proceaso
das parteiras. At que afiual, no dia Vi deate
mes as parteiras pronunciadas foram juizo para
serem jugadas. A audi-ncia foi aecreta... me-
nos pira os rep-rters dos jornaea quepoieram tu-
do em pratoa IL pos, segundo o aeu coatuma, por
modo que o pudor publico, salvo alguna eupbemia-
SM deque se serviram para disfarcar as passi-
g^ mais escabrosas da audiencii, o pudor publi-
co ficou aabend tudo essa noite e as meninas da
casa ao ser o poderam, em familia, entreter as
mamas, e papas emquanto se fazia o cha e se pu-
una a manteiga as torradas com todo aquello...
pagnde judicial.
As parteiras tizeram finiquitos n cbiliqu^s ap-
oaratosos diaute do meretisairao juiz, doa sanho-
reajuradoa, doa advogados do represntaote do
ministerio publico, das diligencias ttdi quinti
Havia urna muito respondona, que depois de
lile passar um attaqne de uervos dava sott* e az
ao Dr. delegado o ao proprio juiz, attribuindo
todo a calumnias.
Outra confesa .u, mas 'diz que se fazia aqiellaa
operaco 8 era por compaixo com 08 proprios che-
fes de familia que se soceorrmra sua ionga ex-
periencia ; mas que nao passava da applicar
drsticos enrgicos, etc.
Outra que tem urna enorme filbarada e levou
oomalga alguna doa seus caroa peuhorea p*ra en
teroeeer o jory, dase que uunea lera a suaa cu-
entea sioo cb de tilia.
Os advogados, d pus de ter fallado com gran-
des vehemencias declamatoriaa o d-legalo, appel-
laram para a seut mentalidad! dos jurados e mes-
mo alludirau oarbarilade que sena desequili
brar a bala oca aa juanea, facea lo d^quellaa
desgranadas nao direi o b >de piatono, que sera
muito impropri > para a reth irica dos triouoaes,
mas o alvo de terri/eis Castillos, quando a voz
publica dicia nao serem aquellas aa uniess deliu-
quentes, nem as outras, as o lertdas, as nicas
aspirantes a mia que a Ionga e generosa exp
neuciaa da obatetricia, tinba liberdade de f .r Jo.
mal adquiridos e altamente eoraprom-Hedores.
Tudo iato act.uou a tal ponto no animo indul-
gente do jury que o crima de que estas creaturas
eram acensadas foi dado como ni privado e o
mu I hen) todo operantes e opera la-?, foi tul i posto
em liberdade, recorrerlo o ministerio publico, por
boora da firua, contra serae ban'u desp .c'jo.
Oqu- passxrem quasi tres aun isa b-eas
co8aa O que 1 r.ilh^rem oa erapenhis da a
da para que a vara de juetica volte ura bello d to encaracclada e r. torcida como a espaoa Frite
na Gr Duqueza dn Giroistein ; sim da juanea, por-
que OS senil..roa jurados sao j lijes de fasto e jui-
gam, e es de direito nao f-izera mais do que ap
plicar as peiiaa do Codito na couformidade das
reapoatas aos respectivos queaitoa. M .s a ver li
de que ninguem, ao que parece, tiuba erap'nbo
de que o reau tado fosae diverso.
Pois como como Ibes digo, o carnaval de
1887 o caso das parteiras deu sasutnpto a urna
Cavalgada muito luzida pelo Club dos Salsas e
ebegou a figurar as revista do auno, o que p^ra
urna questao qnalquer neg icio de se considerar
gravisaima entre aa maia graves.
Hipada 1 u tamben i.-cepcij
de Beira ao co i i ana ama.
Qi*tru raico UgiM.fi bo< dis Srs. co i ta da
Seisal, Beruardi Fmlella, condes de Sabugosa e
da li:i)-ir. anda Oriaaesa, ac irapia iv.in sua
alteza real o pnacepesioho.
Chegou a Liab)a, vmio de Nova-York o in-
trpido aeronauta portauu Antonio Infante, fi
Iho d> Sr. visconde da T-rra da Murta.
A execuco e miseen scene da opera D. Branca
de Alfredo Rail, nosso compatriota, contiu* a dar
endientes reaes ao theatro d S 'jarlos.
Vai pira a semini haver combaos a precos re
duxidjs para trasor os provincianos Liaboi ati n
de oavirem a opera de Keil e gozarem do se.eoario
que sem do vida o.'mais apparatosj e magaitcaa-
te que se tem exhibido em S C*-loa desde a ud
miaistraja do conde de Farrobo, iato uestes l-
timos 40 annoa.
Seguuda-f ira fes a sua feat* artiata a j iven
diva R-giaa Pcc-ii .nossa patricia tambem) com
a pnmeira r pres ntaci) doi Paritarios.
Houtem. na recita da gala era S. ..'arlos, can
tou-se a Lucia de Lamermior .-ia que a Paccim
desempeoba a parte da prot igomsta, sendo ea-
meralias'mi, aobretu lo, no tara ,ao rodo.
Suaa raage-tades e alt3zaa eativeram na tribu
na grande, o qu i ni. -aeeedi* ba mullos meses
pela toe ic.doSr. D Liil.
Cira a pnxim* viuia di ra da Suecia a Lisboa
haver recitas extrajrJmariaa em S Carloa e ou-
tras diversos^ para obsequiar aquelle aoberaao.
Est abe.ta a aaiguaiura para urna serie de 8
recitas de Sarab Baruardt, a faraisa actriz que
to la a Europ i e t j la a America tem applaudido
pbr-netieara ute.
Os prec ia sao superiores aos das recitas da Pat
ti mas apelar disso, j houtem ni) havia camaro-
tes e a restavui alguutas cadeiraa para assig-
uar.
A espantosa eataatr iphe do Biquetque to viva
impresao eet causaudo e qu. lembrar para
aempre, vai d-. certo producir, orno auccedea em
Pona depoia do me n lio di tbeatro da Opera Co-
mique, rauda diramuifo da concurren :ia a ca
saa de e-peeiaeuli, que diga-s a verdad', ae en-
contrara em pengoaaa condicoes de aeguranca
para um cas > desees at meamo o S Carlos, ape-
zar de ar all tuda a lluminacio f ita pela elec-
trici'lade.
N st.a noites j sa tem m-.njfestado grande re-
irabimeato Je espectadores noa tbeatros de Lia-
boa.
Depois de prolongado < dolorosos padecimien-
tos Buccuonbio o Sr coos-lheiro Francisco de Oli-
ver Cbanici. fuu lador do B meo Nacional Ul-
trainanuo, b raera da grande iniciativa
l'rabalaou bastaate pelo eugrandeciminto da
sua patria.
Os aerviejs que ba poueos anaos presin ao
oaz cono corainissario reo;i t naeipisic) umver
o i de Antuerpia, foram relevantisaimos.
O coaaelheiro Cn .'meo chralo nao nip-l:
sua familia, que uil,tir c .ra i am dos seus mais
p.eatiraosos m-moros, mis p-i.s uraerosissimos
amigos que coutava, e por qujm era considerado
Cora < um dos caracteres maia (caes.
Era irmj do resjeicavci Oaulueiro desta pra-
Qa, o Sr. Fortunato Chamico.
O fallecido collaborou, em temoo, era diversos
j imaes do Pono; fji deputado era vanaa legis-
laturas.
Grandes desgoatos Ihe attribalaram a existencia
seulo governador do Inico Ultramarino, ea sua
me mi irosa oai) tauto 80 eseutio d '8843 ab.il.is,
que a pertinaz do-nca, de qua j soSria, Ihe toi
minando a pouco e pouco a vi-ia-
Uma sob. nina sua eas ida com o Sr. Fredanco
Bem dizem os trancezea no aeu proverbio, tout Bioater. opulento capitalisla de Lisb
raen, cuabada d'elle, aua filha Emilia, de 9 auuoa I um delies por ao servico da obstetricia as mno-

e um hospede chamado Francisco Jo.- Soares, de
80 annos ; Zeferiuo da Cruz, ourives, posauidor de
grande fortuna e muito conhecido ; Fraucisco Go-
mes Ferreira Jnior, e sen genro escrivo da re-
gedoria, Victoria sua mulber ; Mara Gloria, de
20 anaos, e fibiaha de 3 anuos ; pae de Mara
Gloria, de 70 annos; Andr Iglesias, antigoco
ebeiro; conde da Trmdade, de 60 asnos, sea fi-
lbo Tbiago, de 32, saa sobrioha Phiiomena, de 18;
Amelia T.-ixe:ra, parteira, 2 filbos, Mara e Joa-
quim, e trus hospedes da provincia ; professora
Lucinda Salgado ; Lopes Soares, escrivo do bair-
ro oriental; Joa Foutella e ama ereada ; da fa-
milia do actor Firraino faltam 4 Dessoassua lo-
gra, aeu cuubado, aun mulber e aua filba Cecilia
de 9 annos ; Mara Figueiredo esposa do telegra-
pbista Punficaeolo, sua fiha Alice de 3 anuos e
ana sogra; Mana Brilnaate M ara, esposa do te
tegrapbuta Moura, e saa filbiuba de 4 annos ; da
cenes agu has de crochet, tudo pata maior gloria
da m~ralidade, do socego das familias e dos pro-
greaaoa modernos, que tendo mudado ha 18 anuos
aa condicea das artes militares com as tara.oi.as
armas d'agulha, tratavam agora de amaciar oa
atrictos domsticos e as condiQes da sociologa,
pondo em aeco as agulhas tambem... nao aa
bellioaa, mas aa candidas companheiras dos lavo-
res e artefactos femiainos.
Depois do grande motim feito pela imprensa, e
de serem presas, com fianoa, amas poucas de crea-
turas de baixa esphera que eram as victimas vo-
luntarias, iato aa operadas, e de soSrerem igual
vzame urnas tantas parteras dos mais somenos,
porqut em todas asprofiasdds ha gerarchiaa e do-
graos de fortuna, entrou a correr o boato de que a
polica affrouxra as suas pesquisas porque ia
encontrando casos, casos qae nao sei bem como
Ibes chame... genitivos, sim genitivos tambem,
nasst, tout passe, tout cesie.
Cbegou de Londres no Trent da Mala Real
Ingleza e seguio no mesmo paquete para o Brasil,
o grande orador bracileiro Joaqui.a Nabueo. Foi
visitar o Sr. Biro de Carvalbo Borgee, ministro
do Brasil neata corte, era compaubia do Sr. Vieira
da Silva, representante do jornal 0 Paiz do Bu
de Janeiro.
Por este cavalbeiro foi depois offerecido ao il-
lustre parlamentor um magnifico lunch para que
forara convidados os Srs. Bamalh) Ortigo, Oli-
veira Martina, Antonio Candido, Paulo Porto Aie-
gie, Dr. Luiz Guimarea, Bordailo Pinbeiro, Oli-
veira Lima, Cbrtovo Ayres e varios outros
jornalistas portugueses.
Na Palavra, do Porto, vinba ha poucos das
este curioso annuocio :
Ura joven sacerdote, ha pouco' subido do Se-
minario do Porto, tem vehementisaimos deaejos de
ir a Roma ua prxima peregrinacao, e, como ao
tem meios, vem por este meio supplicar s almas
caridosas urna esmola para fim to sublime .
O Dia responde-Ib" :
A p, mu amigo 1 que como peregrinava
Chriato c por este mundo .
A questo de elevar a paroebia a capella de
S. Luiz Rei de Franca, em Lisboa, vai continu-
ando.
Dizia hontem o Diario Popular folha progrea-
sista de que era e creio que anda director po-
ltico o Sr. Marianno de Carvalbo, ministro da
fasenda, diz que que ba s um acto official e ease
praticado pelo Sr. ministro da fasenda e prose-
gu :
Dasejando casar na groja de S. Luis a filba
do Sr. Silva, cnsul francez era Liaba, lev ii.uu-
se questo, ae pela licenca devia ser pago o im-
posto de sello de 25* ou de 50401)0. O primeiro
uppliava-se bypotheee da igreja de S. Lubi ser
capella puolica : e segundo bypotbeae d-^cr
capella particular. 'J Sr. m.uiatro da fasenda
mandou pagar c mo em capella particular.
Depois disto Mr. Billot, ministro de Franca e
correligionario do Sr. Coosiglieri Pedros reda-
ra iu o favor dos privilegios da igieja de S Luis.
E depois disto pedio explicacoes o Sr. Coosiglieri
Peor, so .
onvra nao esqueser que o Sr. Consiglieri Pe-
droso republicano e deputado.
Eata coarctada da affimdade poltica entre o
ministro da Kepublica Francesa e daquelie depu-
tado, faz lemb.ar certas coarctadas de Antonio
Rodrigues Sampaio, cujo segredo s possue actual-
m-nte, como polemista, o Sr. Marianno de Car-
valbo.
Foi publicado pela imorensa o aggravo in
terp sto pelo meritasimo delegado no 8' diatricto
d'-ata comarca, do despacho de pronuncia profer
da no procesBo contra o aggressor do Sr. conse-
Iber i Manoel Pmheiro Chagas. E' firmado pelo
Sr. Dr. Agostinho Barbosa de Souto-Maior, dele-
galo do 3' diatricto eriminal. Conclue peaindo
ao Cbefe do Estado que, em accordo eompulaorio
ae mande aubir os autoa originaea ao T ibuiial
Superior, e ah se decida do agg.-avo nos trra s
do direito, ordenando-se a substituico do despa-
cho de pronuncia p>r outro que indicie o reo con-
forme as provas doa autos.
E" sabido que Maooel Joaquim Pinto fra pro-
nunciado com fianca, n&o Ine tendo o juit reconht
cido inttnco homicida. A flanea er muito avul-
tadae o Pinto foi para a cad ia, o que nao deixou
coratudo de eacaudaliaar o espirito publico.
E' deste despacho que o delegado da 3> vara
Mili Toa
Nao Ib'o tranacrevo. porque occapa 7 colamnaa
de corpo 8 no jornal que tenho vista o seria in-
conreniente para o mais que ha a dizer neata mis-
si va.
Eutrou no Tejo ante hontem a esquadra in-
glesa do Mediterrneo, composta de seis fragatas
uouracadas.
Faileceu hontem o Dr. Vanier Laan, em Lis-
boa, hollaodes f tamado especialista de molestias
a'oiboa e hbil operador.
Era muito numerosa a sua clnica.
A primeira vez que o Sr. Vanier Laan veio
para Lisboa foi para tratar da sua deteriorada
eiiie.
Fui o fundador do Jar Jim Z lo'ogico.
Na cmara doa parea prosegue a diacasso
do prajecto relativo cobranca da coatribuico in-
dustrial.
Na sesso de 19 fes um discurso muito apara-
toso, de opoosico, o Sr. Hiotse Ribeiro.
Uespoudeu-lbe no dia seguiote o ministro da
fazenda.
Aena-s! constituida nsquella casa do parlamen-
to a grande coramiaso encarregada de eatudar os
projectoa relativoa a incompatibilidades, esco
in.udo para presicieote o Sr. Barros e Separa
secretario o Sr. Dr. Senna.
Esteve muito concurrida a recepeo nos pa-
cos Ja Ajuda e de B -lera no dia 21 por motivo do
1* anniversario do principe da Beira.
A familia real foi juntar no paco com seus fi-
lbos os sertnissimoa duques de Braganca, haven-
do concert noite.
Os convites foram limitados e de carcter muito
intimo.
A prima dona H lena Theodorine, o baixo Mo-
rles e ea cantores Aatoaio e Francisco de An-
drade receberam convite de auas.altezaa para este
concert, onde cantaram alguna trechos admira-
velmeute.
Esto publicados os estatutos da Companhia
de Mocambique.
Oa bus da compaohia, sao :
Adquirir na provincia de Mocambique, torcon-
cesso, compra ou por qualquer outra lroi*, ao
e=tado, a compauhias ou pattieular-'S, proprieda-
dea mineiraa, agrcolas ou outris quaesquer, exo-
cutar, com garanta do governo ou sem ella, obras
de utilidade publica, como estradas, caminbos dn
ferro, canaes, pontea, caes, telegrapbo3, edificios
pblicos, casas urbanas ou para co.onos e todos
os servicos de que possa encarregar-se, por con-
tracto com o governo, quer para a parte j effec-
tivamente oceupada na provincia de Mocambique,
quer para os serios que legtimamente pertencem
soberana portuguesa / orgaoisar ser vicos de
navegacio martima ou fluvial e transportes de
qualquer natureza por agua ou por trra ; pro-
mover e dirigir a eolonisseo dos terrenos da em
presa ou de quaesquer outros da provincia; era-
preheoder quaesquer trabalbos mmeiros, agrco-
las, iniustriaes e mercan lis, e tadj o que directa
ou indirectamente conduza aos fina indicados ;
podendo, para eatea fina, crear empreraa parciaea,
em que ter a faculdade de tomar qualquer par-
ticipadlo ou aaeociar-ae por qualquer modo com
quaeaquer individuos, firmas commerciaea ou em-
presas j exiatentee.
A ade legal da companhia em Liaboa e o aeu
capital de 180 cootos, dividido em 4 prestacoea
de 45:000*.
O conseibo de administraco ser constituido
com um numera de adminiatradoroa nao inferior a
5 nem superior a 15.
Em virtude da faculdade concedida pelo artigo
25 da lei de 24 de Julho de 1867 os primeiros ad
ministradores da companhia sao os Sra : conde
de Penha Longa, Edmond Bartiasol, Carlos de
Lima Mayer, Jayme Agnello d >a Santos Couvreur,
Joaquim Pedro de Ouveira Martina, Alexia Du-
pareby, Eduardo Farreira Pinto Baatoa e Antonio
Mara de Fontea Pereira de Mello Ganhado.
fartio effectivamente para Madrid e Lisboa
o principe de Hadsiivill aura de trazer rainba
regente D. Cbriatina e a el re D. Luiz I oa agra-
deeimentoa e cumprimeatoa do novo imperador da
Allemanha.
O Sr. Alfredo Reil, aufor da D, Branca acaba
de ser agraciado por el-rei com o officialato da
ordem de S. Tbiago.
E' ama diatinccao altamente merecida.
L.
d ::it>m'at.j ajeriar na escolha e en honra
do m gistrad'j que hoja ojcup essa !argo
d-veioos recoiber quo a sua Doosica toi
bem re.iebi la.
Sa n diminuir os mritos do digno ma-
giairado, podemos dizer que para iaso u2o
careca o Sr. ministro ter acertado es 'O-
Ibenlo-o.
Desde que vinba smeeder so magistra-
do (!) de.nittiio a pedido da opinio a da
augusta Regente, era fcil nmooef a syja-
pathia publiaa.
To omiaosa e desastrada toi a adminis-
trado do seu malogrsdo antecessor.
Nos, porm, insistiremos ainda ama vaz
em ideas que dos parecen sus e em con-
selhos que algum dia serio attendidos.
S no Imperio do razii sao uomeado
magistrados, isto os presumidos sacerdo-
tes da lei e da ju8t9a, para taes cargos.
E ordinariamente sao escolbidos magis-
trados polticos a partidarios, que, quando
juizes de direito, aceitam a comtAssajpira
fazeremjuz ao premio de urna deserubar-
gatoria e que, quando j desembargaJoreg?
aceitam na para pretenlerem ou tranferen-
cia da relajio ond9 se auham ou a promo-
gio bo cargo de presidente da relsio onde
tem de servir, se acaso ha vaga.
Este simples enunciado evidencia toda a
inconrenieucia do semelhanta methodo de
governo.
Magistrados polticos e parti lirios si.i a
exprasso do moa monstruosidade moral
quaj devera estar baoida dos nossos cos-
tumes.
Magistrados chefes de policia sao a ex-
pressao da antinomia mais accentu da que
podo obs3rvar entra o carcter e
se
as
iuocijSs da um e de outro cargo.
Pela nossa parta somos absolutamente
iafensiaao estylo de obrigarou saduzir aos
magistrados ao cx^rcicio de semelhantes
cargos.
Nasse posto ordiuariamenta estragam-se
os magistrados, quando sao bons a tuam
petorea se j eram moa.
Um bom cbefe de policia nio p |e neta
deve tar a natureza e a indda da um ma-
gistrado. Possuil-us revelar d-;si^ lo^o
iaeouipaton-'ia para o bom dcsampmh.-? da
missilo.
O habito de julgar, n* seren lade e na
isenjao do espirito, o habito do reapeitn s
formulas a aos expedientes da lei, tornam
o chafe da poli is inhbil para o bom exer-
oioio da su-, missao, a qual exige a suspi-
cacia, a actividade, o dserabara<; a.ener-
gia, a proraptii3,o no emprego dos inei?s
conducentes prevencao dos d-lictos,
descob^rta dallas e previsio das circum-
stancias, puolicas ou sscretas, que podem
produzir i alterac3.o da ordem publica oa
algum perigo para a seguranza da proprie-
dade o da vida dos cidadaos.
Da actual chefa de policia podamos es-
perar qua ser moralisado, justo e discreto
no uso d* sua autori lade ; mas, em honra
sua, podemos presumir qua nem sempre
ser elfi :az ier.t' auxiliado p '! s proprias
virtudes que fazem a b.is: tls sau carc-
ter.
Dalle se ple dizer que, para o exarcicio
do cargo qu-i desempenba, tem o defeito
das suas proprias boas qualiJadas.
A repartijao da policia desta capital ca-
rece de urna reforma completa.
Para sua moralisacao muito se pode es-
perar de um hemam digno e> sisu io como
o actual chefe de policia ; mas a instituicao
e os aeus elementos principies de ac;;io e
de poder acham-se por tal modo desacredi-
tados e suspeitus, que diffi lmenta se res-
tabelecer na op'niao a coutanga inlispen-
savel nesse ramo do poder administrativo.
O abuso inveterado, o desprestigio de
certo pessoal perpetuamente vinculado
policia, a m esuolha dos agentes auxilia-
res da aatoridade, u detestavel aproveita-
mento de certas utilidades presumidas que
vio ser ordinariamente recrutadas na esco-
ria social, o habito do desrespeito lei e o
uso do arbitrio Ilimitado, o appcllo ordina-
rio violencia, oppressio e aos vexamas
de toda a ordem, tem feito da reparticio
da policia um verdadeiro antto de mon-
struosidades.
Se o espirito superior do Sr. ministro da
justica e o criterio do Sr. chefe de policia
oonseguirem apagar no xnimo publico a
triste reputacio de que goza a policia, j
nio ser esse o menor sorvigo prestado
dUBa da justica, da legalizado e da boa
ordem.
INTERIOR
Os primeiros actos
(Do Pas da corte de 25 de Margo)
Com relsgio ao eminente cidadio que
oceupa no gabinete,, de 10 de Margo o pos-
to de ministro da justiga, sao conhecidos
os nossob 8eotiment08.
R-apellamos na sua pessoa urna das
mais altas capacidades polticas da nossa
patria e temos confianga no seu patriotismo
Nunca, em tempo algum da nossa histo-
ria, subiu ao poder um homem publico
mais sobreoarregado de severas responsa-
bilidades.
O critico austero e implacavel, que na
tribuna do parlamento nian-jou por tantos
annos a terrivel clava com que abaten tan-
tas mediocridades pretenciosas e tantos po
ocrosos ensoborbecidos, nio tem boje, como
ministro de Estado, um censor maia teme
roso do que a sombra da sua propria pes
soa.
O ministro da justiga s tem que temer
ao deputado Ferreira Vi-moa.
Felizmente cbservamos com prazer que
o honrado ministro procura captar a con-
anga publica applicanio desvelada atten-
$io aos assumptos do seu ministerio e tra-
tando de reparar, pouco a pouco, os des-
trogos da anterior administracio.
omtudo, nio temos a esperanga de po-
der sampra acbar-nos em felis aoeordo oom
os actos de S. Exc.
Cono dos seas proprios labios ou vimos
muitas vezes, o vicio da nossa administra-
go est no systema o nao exclusivamente
nos horneas.
S. Exc. como todos os ministros que ti-
verem de servir com os apparelhos consti-
tuoionaes do nosso systema de governo, ha
de muitas vezas enfrentar oom diffijulda-
des oriundas da tradigio e dos costumes,
a que todos mais ou menos prestam culto,
desde que tornam assento nos conselbos da
cor a.
No preenohimento do cargo de cbefe de
policia desta capital, S. Exc. procurou evi-
O banquete
(Do Diario de Noticias da corte).
A feata com que o C'ub Beethovea quiz aignifi-
car ao seu presidente o Sr. cooaelbeiro Dr. Anto-
nio Ferreira Vianna, comela s 7 12 horas da
tarde.
A mesa, em forma de U, fra posta no aalo do
restaurant do Gmb e eatava enfeitada de raaneira
a satiatazer o goato maia exigente, quer pela exu-
berancia doa ornatos, quer pela diaposicao das
luzca e florea que profusamente f rara por ella es-
pal hados.
Na galera que encima o sali de concertos, il-
luminada a giorno, eslava orna orebestra de dia-
tinctoa prote88ores, que executou magiatralmente
aa aeguintea pecaa :
Marcha, Proph-ta, MycrbccT ; ouvertara, Dich-
ter uad Bauer, iupp- valae. Gorinne, Benjamn;
potpuurri, Bailo ni roasehera, Stasny; polka
Gourmaad, Waldtenffel; valae, MJrgenblatter.'
Straus ; ouvertura, Italiana in Algieri, Rossini
valae, Paoato, Slrauss ; poik. K-ci Rco Calisto-
valse, Imraer un 1 Nimmer, Waldtenffel; ouvertu-
ra, Martba, Plotow.
O b'vcj foi eapleadido, sendo execatado ris-
ca o seguinte :
MESO
Potages, pure de voiaille la prncesse, con-
somm royale.
Hors d'osuvres, caviar an-mois, saumon fom-
olives, bouches la financire.
Poias n, rbale la fltmande.
Relev, rilet de bmif la moierne.
Entres, suptue da voiaille la Prigo.'d, as-
pie de foie gras aux trulfes Bellevue.
Caup da milieu, punca moasseux au champagne
la Beethovea. t
Ro'.i, dinde de Piedramt la jastice.
Entremeta, asperges en branche, sauce crlme,
petits pois l'anglaise, ruche de mriogues gar-
nie de plomoire, macedone de fruits au Ma-
dera.
DESSIRT
Vina, Xjrez, Madre, Rudasheimer Auslese,
C:e d'Or, S. JuU-n, Oraod Cru, Champagne
Berthelot, Brut Imperial, Porto.
Na hora competente comecaram os brindes, le-
vantando se o Sr. Roberto J- Kinamanu Benja-
mn, viee-presidente em exercicio, que saudoo o
cooaelbeiro P. Vianna, presidente do club, como
cidadio prestantiaaimo, alma caridoaa, coracio
aberto aos soffrimentos da bamaoidade, o amigo
leal do club, o homem, emdm, de grandes quali-
dades, que o club orgulha-se de cootar como sea
presdante.
O Sr. cooaelbeiro Ferreira Vianna, levan-
tando se, diz qae a feata bem exprime us aenti-
raentos doa corapanheiroa do Club Beethovea, qae
o honram soDremodo porque denunciara a amizade
que Ibe consagrara. Foi pelo Club que o orador
empregon todo o sea estarco e coracio, porque



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MUTIIMO
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IHnriu r PftnnimlmwM-Quarta--feira 4 Abril de 1888

nao ccpreh ude melb rep .uso par. o honem de
lettrae di qa d* -. D '*. Club e um
CoBV,.odeb>meos da pniiwn ordena. L su
Wi* diserqu. M o presideute e exerceu o cargo
D.r ta >rd "> 1aa au ual 1ae """'O0 Publ1
co pufil* "o orador, os .muios dedican, .ha un
fe,- aomo esta 0 ;itiujf4 a or o presidente
- o na m qua hnver de entregar o lugar ao
mais tg .,
Aa raso 8 qu-- Jete- nmaram o orador a sabir
d'u-t" ictir > d -a bella-arles 6 dirigir o espirita
para outro.- pool >a a qne se aeham atfiatad a sao
de poeniea uotri dale. Ni) p .di t lizer
30 Sr. preside it i la mi ib. qau HMltlH o er-
dor a ojuc.rrer r>.r restab'..-c-r o uipen i
u ord.iu, a tifio ar a auarchia cm ua .uja a
nais vi e a Man bsixa.
Pandas o i it 3 des r.le.u, auffjcaram os 0as a dasuaoraiisarim
a ci lde que o orador represeata.
Ni) poJ recusar o concurso aa homem emi
neut q'ie presida o g-ib: .
.-> rs bff*3f.oa-ao do gavera), poique deasem-
pre outra duecco ao seu espirito.
Coala caos a coafiacca dos bsua e cono a auto-
ridade ca lu.
Nao bello ver aqai coaa^egaios, cm) que
unidos, honens de todas as ereaoas polticas ?
Quem uos d esta tarca ? E" o poder ?
Nao, porque o goveroo ao iu.pira oos ama ele-
vados seutimentas de bamamda le.
Porqo o gavera i quer restab iecer n c-audioao
jamona na paulo ein que a determinan o Creador
BTliberdadeaiiioa ose da verdaaeira aegu-
rauca. <
E' sotsivel haver critica porque o presidente do
cana no quaira inspirar-sa ua opiaio geral do
seclo ?
O governo quar traba'har.
So iu.ooe a ooperaco dos que desejam o en-
grsndecimento do naaaa te.ra. Aa.ea.ua ai ma-
tis dueassoefl.
Depuis de fistte a eoiancipcao rearganiaem.s os
dossus partid a.
O que o goverui qu-r restaurar oquo era bjm
e mudar o que tr iniaao e ncoaiyativel on as
idea a modernas. .
Nao teme o progresso ; quer a cuadar e auxiliar
os quo neaae intuito se approx uiar J>.
Xej lode repafar n.juaiio^s, m .to
rar tofrioeatua que proeedain da ui orgaoiaacao
e spplicaca das Iris.
JSapera o pjiO publieo.
parca leebegoa o tempo ; nao se do le adiar
3 n ovimiu:o ; a uacio que qu -r ; ua a aegai
reai ?!
E' aiais fcil aua o pnmilis raqaeer tr-s ae-
cal'a (Je lujubtica do que s h r-ui da ooaaa aa -
aeieBOia o veaigioa oj r-uyiso qu devcn>s Uet
Et erto de qu- a paeienota res. que sao acravo vencern a rujeaa e egjiaui
aoa a nLorea.
Es'e movimento fea de coocluir-ae con a reCJO
ciliac^o doa que s.ffr :am o dos que tieraui lu
frer-t-djs Boldo suba O.ndeirade Jesua Cona-
to e da eouirati rnidada bumna.
( Bravos noiaooia o gra..dea aalVM de palmas
cebieii] as DlUm I ;.il.vra d i orador.)
O Ur. Cyro de r.zeveoo dll qu (ala p trece
ter servido de p-xi~s;o para o gabinete xmbir o
seu progr-muia. Nula O fet-l ujj de d.zer^ >g>-
ver> o u que pi'uei snn aer uo p*rUsMHU Suia
O gov (no r< g-uerador ; oa O'itiOJ u t-m tei.u
CjSO da opiuiao L) uiora-^-: aa apr eiagu pou-
tica, aob o p^nro d.> Vi.ta r- puQiiCauo, do proarauj-
na iroveruam'uiai, e ineit-"> a retornar aa lea
crinma :a e o eyot^n peui ea:>ano. E igia o ta
lento e a oUa-.V vio prutukda do niuiatro d jas-
tiy.: esaOl .-*
D"- Peru-mlo Mandes, enbora tivesse Itn-Q-
tado a coliOCbc< do aeu anua na nrd<-n d ja ora
doreslepoia da Dalavr* inspirad de Iferaaira
Viai.u. e da J i > ittoeid* do orador que o preee
deu, felicita oe, coutai-, porque a vaca do aaue-
rior dnci.-.- c.Oe-ibe a. i.uiar qui a preaeuie
festaiola inriioi e t--n p ir li.n diniuatrar ~
ConaiatTacao qua O preal lente o club merec do >
sena un cioa e o juoilo de que ees B- acb .n
posaudja p ir vel-o ehamJo aoa eoaaelb-a da co-
rda u .nieai i ministro da juatloa. Qie couae-
gttiuf-in-ute ni) Coian o'aqu 1h reeiuto c deravos puliiic-aa s.nre o piogrmna governa-
mentai Eitu la o perfil do coua-iijsiro rerreiia
Viann con< jo ualiau; aalidia a b.nbaute re-
cepvao qu- -lie leva d impreoaa, 1 >go qiM a'
SOUbe qu- S ti.-, lora eb.uiado au pod-r, aoqual
eatav cutan) ute indicado pela opiuio puoiiua ;
e as pnr*a clevadaa que S. txc. acabara de
prernr iiidi-*Van que a opiniao puuca tiuha
rata', p 'Si inui:io d-. juanea er o'oii. ore :
prekei.iaiite anecto.
O Sr. MitU'i ie Pino (la Revitta Hnancnra;
Mla o ouodbe'ro Ferreira Vi^ui. cou.o iyp< O
encrg.a e r tem piebUdi. propria cuata do pas.
O Sr. Ur. Ciio' Kranc, u'um bello improviao,
SSvioa a mpteUSH Suuiioeose.
O Sr. Ur. Ju. Ciuto de Soua Dantas, aa ta
o coui'cnidauor dolpbo Bei ardelii, o grud
artisia que vai partir tu br-ve.
O S. Ci'nin-iidad..r Ur. Mousa Fer'eir (do
Jornal du CVmmercio), en non- da inpreuaa fio
IBf pies-u; p.r ella comuiusioua o, r-e-
nhee- s-iii falsa m-destia o poder e larga oesat-
eieu.eu'o de pru^rebao
Apiesent cimo prova Ferreira Yianna que da
inpienaa galg U o pnd r.
O Sr. tona. Ibeiro r. Toomax Al ves Judt,
en uopirado e cummovido discurso, s~ la a r
de regeurraio qje a i.i* eroaucipadora, repre-
sentada p lo actual muiBirrio, iniciou.
Brleinora os faai. a iorioaoa da viJa de juria
con.-uito de Ferreira Viauna e brinda intiiusla
ticanent- o ebe- do gbmete que ealieutou o
paia ) mrito de Forrara Vi-noa, o declarav ui
aoerer nais estravoa n > Brasil.
O Sr. Dr. Siniuib Juuior, declara que na
perteuce a uenhii u doa partid ja militautes e que
sendo t d 8 iguea peraule a emancipaba ., apaxar
de aderaari.>, a-illa o -aiuete na p-aao de Joo
Alfred i, a imatfem de R O Banca ; e pede loe qu.
cron .va a li erdade induatrial.
O Sr. Dr. .Vi.noel V. F. Barros, aaia a nova
pbua-, os procesa a degaaa.-nbradi a iniciados pelo
gabmete, o espirito ateuieuse do nubra uiuia-
tro da jus'ica.
O Sr. Dr Tyro Je Ases-do, brinla o ehefe do
abolicio.iisin'i orazileiro, o aposW'o da libar Jada
Jos do Patrocinio.
O r. J j do Patrocinio (da Cidade do Bio),
en un discurso notabinaain-, inapirado, aumau
vedoi, depo s de biatoriar oa ooloro.-us tr> uaea poi
que t-m paaaad > a r.{i a qu- d-clarou pertencei,
diz que, em u me d- tr-a sculos d- oppresaao,
ped un brinde cuibuaiastico ao gabiaae 10 de
Maicu quo Val faxer a ab lie*).
go Sr. rtobert J. K. B-ijamin, diz que o pas
paecsa de b na ministros da agricultura o assiiu
ea la o Sr C .iiae.hr iro Budrig > Silva,
O brinde o h nr toi rguuo a Moas M des A' i-Sas lu]periae, pelo Si. R. Beuj .nin e
acou>paubdo e.in re.pcito e euibuaiaamo pelos
COCV.VaS.
A mpr-nsa eatav* representad :
O JuT'ial do C'or/imercio, pelo Sr. Dr. S as
Ferr-i-a;
a Gozrta de No idas, pelo Sr. JoSo Chaves ;
o O P/2, pe".. >r. La>lu;
a UcZ tu da Tarde, pelo Si. Dr. QusUvo Ma-
ceoo ;
O N vidadr*. pe- Sr. c-pt'So U bao Duarte ;
a Lid- ile i.o lim iel>->r. Jo.e do fatrociuio ;
a JstssVa d* Enyenharia, p^lo Sr. i>r. Jo.
Amen do- raritos ;
a RfV*'M Fm-nntira, pelo Sr. Miguel Pino;
o lt.uiio de iVo.cio, p lo aeu red.eior-cbete.
Mmiatro Residente do Brasil en Assunpco.
Aoonpanba-n sua Exna. tamil.a.
Compsnhla peronuioaco. leve
honten lugar, cooforne fra couvooad, a reaoiao
dos Sra accionistas dessa oonpanbia, para o nn
da elegeren o conselho da- direerjo e eomnisso
de exame de contas. ~
Preadio a reuniio o Sr. conselhei*3 Jos Ber-
nardo Galvio Acoforado.
Procedida a eieieao, foran eleitos directores oa
Srs. Manocl Joo de Anorin con 66 votos ; Tho-
m*s Comber con 56 ; e Arthur t. Dallas cm 46;
..bteado nais oa Srs. Wilson, Sons 4 C Linited,
25 votos e Olynpio Fraderico Loup <0 votos.
A connissao da exane de contas ficoo canpis-
ta dos Srs. : Joba H. Boiwall con 71 vatis ; Joio
Jos Rodrigaea Mendos con 71 ; Sabastio Lopea
Guinare3 con 60, obtendo mais os Sra. Wilson
Sjus & C. L'mited 6 ; e Antonio Leonardo Rj-
drigues 5. .,-,.. I
Antea das referidas eloicoes toi lido e approva
do, tem debate, o parecer da connissao de exane
de contas, relativo ao anno finio, j publicado
pela mprensa diaria, e annexo ao relatorio do
r. Clein-ute Lina, gerente da conpanhia.
Isyceu de Arte* e OOIoloReunem-se
boje en cougregacao oa lentes deata estabeleci-
neoto.
BevlNtat llluatradaDsste exeellent? ps-
riodico critico, publicado na corte pelo Sr. Angelo
Agoatini, recabemos o n. 490.
oeledade BeneOceate ileKaxareth
Esta Bouiedade, segundo preoeitua o artigo 3
doa seas estatut-s, tendo arrecadado esnolas na
aexta-feira da Paixio, nesae meano dia distribuid
con oa pobres d'alli aquillo qua pdde colber.
E' digno de louvor este procedinanto por parte
d'quella aociedade, que nuito se torca digaa do
auxilio d'aquaes que a poden nantor.
Anausialnaiu-No lagar Oiho d'Agua do
Padre, do termo da Floresta, foi encontrado,
a 14 de Mary> lindo, o cadver de Jos Lindin,
sendo que este, norto fa-adaa, fra all cnter
ralo por desconh-cidoa criniuosoi.
A aatoridade policial compatente abri in^ue
rito, e ebeg m ao cooheeimauto de terem aid i au-
rores deaae crine Tiburcio Claudiao e Tiburcio de
ta.
'iridioEm 29 do retando ra=i, no lagar
(Jarrapicbj, do tjrno de Pao d'Albo, foi eucoatra
do o cadver de u n honen, maior do 50 aun ja,
e da er pret, o qual j estava neio patre-
fac'o.
Procadidas as diii?eocia8 da le pelo respectivo
.ii, verifieou-se ser o corpo do Bilbino de
ta', e que este se suicidara.
Xucieu trtisticu AbollcionintaEn
aesao urdiaari iuueciona boje, a 6 horas d
tarde, o X-cleo Artintio Ab ilicioniata.
( -inpi Ina Pernambucaon.ii -e
b n .s agradcenos un ex-mplar mpresso do
U :l torio apreaeutado pelo Sr. gerente da Conpa-
nhia r--raambucana, em 3 do corrente nez, aaa-
a-uib!i geral doa accioaistas da nesni Compa-
Eapera-ae abundante colhaita, porque o mez
de Marrp foi b .atante ehuvoao g
A cooraog de imoostoa nuaioipaes nesta cida-
de, faita da nodo inconveniente.
0 arrematante nao attende as raclamaces dos
nobres matulos, trata-os nial, e por iaao em una
das tetras desse nes ia baveudo um grava confl c
to que nao teve consequencias lamenta veis duvido
a iut-rvenco da polica.
E' preciso que nao continu nn tal aboso.
Acha-se entre ni dosde o da 5, no rjs) de
licenca, Dr. Mauoel Agapito Peraira, honrado
Juis Maaicipal da \1 micro, no Anasinas.
O honrado agricult r d-sta comarca, capitao
Jo) da Costa Ribeiro e Sousa, proprietario do en
genho Babylonia, no da "7, tlforri d inondicio-
nalnente 26 escravos que Ihe restavan, tandojjjati
OUtras occasiaa alternado o numero de 11.
Quen assim procade nerecedor de todos os
enconioa e actencoea do publico.
* Consta que honten varios agricultores, senbo-
res de engenho, libertaran todos os sea escra-
vos con a condicao de servico porgan anno.
E' prova.vel que esse inportantante aconta-
cimento seja levado as columnas do Diario e en
t3o sero conhecidos os nones desses beneneritos
da bunanidade, aos qaiea desde ji diriginos un
cordeal e expansivo aporto da nao.
Voa concluir disenda lhe qae a noticia da or-
ganisacao do ministerio d- 10 de Marco pelo emi-
n^nta e sympathico estadista pernaiabuavuo Con-1
KEVISTA MAM 1
O Eim "* ili-iaarsilsr Oli*-i
rB AsUrleSo lr-m da 5 bora. e M minu-
tos dataria de antr-bontein, ebeg o de G.ra-
nbuns, oud- ten estado alunan nt-, o lixm. r.
desemUrgaior Joaqun Ja de On veira Aadr.de,
presi ieure nomead i par ea'% provin ia.
S K. fn r cebuo na eaucao, (Us Cinso Pon
tas por divereos am.gos, que, scieutes d aua .n
da, al o f r-m es^er-.r, e o aeompinbaron at
a c.a de aua reaidenci, esta cidade,
C l npri ll-nl- ID )S a <. Eli .
"^S^iail'ir l iuap-r.o Paaaou honren
para a i-, pr k ic i ia E ir p-, no paqle
fraae-z Xiqer, Ex n S-. ; .nsela iro iliog V-
lbQ.C-Va -ain de '. louqoerqjie, senador pan o Ri
Oran le d Noite
|iU iiUua -No inesuo paquet- Niger p-s
SOb tambeuj b ir nn para u Hn> de Jaoer viudo
da Europa, o Exm. Ar. Dr. Regia da Ulivuira,
(ireaio Becseatiwii aramlliarE n
aamob(a geral extraordinaria reuuen ae oa
ui-mboa deata aaauciaeio, boje, s 6 h>ras da tar-
!e no 1' andar do predio n. 19 da ra do Impe
rador.
ferimcnis ajaftweEm trras do engeaho
V rtaleea, lo termo de Fo d'Alho, em 24 do mez
tiuio de Marao, Jote de tal, vulg) Jos fequeno,
trio grav-m-nco com um tiro a ClaudinljxFrau-
eiaC'-daa Cbagis, evadiedo-80 en aeguid. ^V
A aatoridada policial conptiteute tomou conhe-
eim-nt> do facta e procede nos tarnoa d> iei.
Ouir.i-Eu 27 do dito m-s, no lugar Eaobi
rib ira, do diatricto p licial da Boa Viagem.
r'raucisco Jera-y ferio gravem-nte cm uin gnlp-
.e n.valba a L.urentluo Amaii.-i de CarVSib >,
quxiil), eate acompaubado de dous c.inpauner a,
nr>gia 8e ao rio para ee bnh ir
O criuiino80 evadi-sa, e a polica abri iaque-
ril i I r-ap it do facto.
s.ri.- Nii- tineueu Huiir.il Per
aaiuuucaimuit-b uler, reunida en aa
euab.ea geral, proced-u eaaa socieJale el-ico
Id a- u o .vi eonselo adniuistrativo, que fic.u aa
sin c inatitai u :
Preside.a J ai \lv-s di Silva,
l" a-eretario, P.nuiti-o oVas Saatis.
2' uto, .>eb.aMao Autoaii Uuarte.
tirad r. Cy.-ll'.J Suida* .
Tbesour. iro, viauoel Americo.
Jonselbeir ., feru A^ee de Souza Brazil e Joo
feJio doa Santos Cruz.
Commiaso ie c .u'as, Ly lio de O i veira, D Ame-
lia Coruoiua doa tf*>*" e Q*ldiuO firea Fer-
reira.
Impiniiii-S'saodo o decre'o n. 9766 de 14
.lo ou.n- d, 18o7. termina no da 3J do correuie
o. s, ua Kee beioria Ueral, a cobrauca'a n malta
do imp'ia'o p eiial e de taxi d- eacrav >a, re.ali-
voa a> ex reicio corrent- de li88.
A con., cir do da 1 e Va.o, a cobranca ser
feita c m a inulta de 10 '/o-
.Masareib Escreven-uos dessa cidade en
da'a do 31 do ujes fiodo :
Aqu stou uo meu p sto para cunprir a mi-
li palavra dada na miuha'misaiva do nez paa-
SadO.
Principio pela noaaa Ilustre edilidal-. Na.
subemua poraue a muuicipalidade tein- em aerr.r
i? uuvidoa e t ehar oa olboa aoa inaia justos tecla
utos e aa infracc a de suaa p aturaa.
E' cadu V. z peior o catado da cacimba da bom
ba, f nte de aerveuti publica, e uiais iininuiua
ai ras da cidade.
j Q-.cai pooeo ae impurta con eaaaa couaas, e
- violo ..igiuias b .-as n u di.a de aabbado,
4uaudo tem iugr a fera, para fazer ixbioi,,o d
.eu t.rlninuto.
Emqu-nt i a Caar munu ip.l na i provideo
ciar eui orueiu a .z r c-aaar ese esta lo de cous-,3,
j_u- ta.t-j iffjude a hygiene publica, nao a d*i
xareiu B 'in naS
< Nidia doua do corrate foi a berta a p i-
o-ira aes' do Jjry po Ilstralo e honrado
juiz de uireito Dr ariue AugUoto Vas de liveira,
ecupandoo int llig-nte e ay.npaihmu Dr Arlhur
da Si V Reg a pr>motorla pdolica.
Pelo oiguo Jais muoic p I, Dr. Cnoral de
\leili, fura.n apreseutadoa 13 proeesao, un da
quaee foi diad ., .iendo oa da maia julgados na
lrna a-guiuta :
D'a 2los Luis de Oiiveira pronuncid na
rt. 2"l do cod. crin, abaolvido. D.feusur, Dr.
Card ao
. Da 5 AnUnio .JOaquira Franciaeo do Naaei-
luentn, pronuuei.do no it 2 >4 do Cod cnra, c u-
lemiia o uo grao meJio. Defensor, Dr. TaVares
.Seto.
Di 6 Antonio Ferreira Pinto, proaunciadn
no ar!. li> da M '. t'i'A. absoIviJo. D feuBir, ad-
V gado >orgS Fou-eca.
Un 7Joo. eacrav pronuocadi no art.
.01. b. Iv.d.. Deteusor r. Tavares Nt'.
Di. SI'lereucio D Jarte P- reir-, pr muicia
10 u 2a oarte do art. 'Ll do c id. crin cvudem-
11,1. U' in iinn i. D ifeuaor, Dr Kraucisco P^iti
no Andiade Liuia.
a Di 8Jo.e Francisco d- L;n, pronunciado
oo art. 257 lo cod. iriin., cond ijluado uo gr m
dio. D t ue r, r T.Vaiea N It..
Dia rfaii.ei Fraiiciaeu L pea, proiunci d
na Ia p ri- d. an. 2 2 u/d. criui, abiolvid .
U-t nao r. T V ira Neto.
Da luMan el Jo.- duS) -antoa, or nunciai .
ni an. 2 i5 do (-0 I. eiHO., peieirp. D fea .r. r.
l'.varea Neto. Uoave appel-ci do Dr, juia du
nreit".
Uia 12C natauca Loira Mari de Franca e
Aut nio Kl-aiicueo ."a .-li'Va, pronuoClalo u art.
u[ do cod. t-riiu ; ?. lfai cun li-iim-il no gr "o mi
niioeorc' foi ab.olvijo. D t-i.s. r, >,dv gd .
B ng s da misara
I) a |4-Fiiieia o Ignacio Gomes, pronun-
ciado iiiari 9d d cod ..um., nbsoivid'. Uet u-
-or. a.IV a o laC-.l.l.
i 15M noc as B ib.a, prnuociaii >..
.ri. 133 io c o. c i.n., c l- iiu.d n i ni inno d
n. Itfl .1 iii-auo ood. D f aar, aov. g.do Ha-
ce I i. AppellOU. .
.a Itt.i.pio E yaio l.'O'i ii! i de Albaqu r
one M ia.ho, pr "Uiiaiadu no art. 193 .lo eu I.
rni U fe .a.ie-, U -. rVuru B-i tra ., Tavar a
N t ,H ib d.i Vl.iaiibo Jo.- Cirdeiro, AOj i-
id U jo d- o.r. ito app-llont
tuj 11 ou ex.niaute o i..l n'Jo qiHin Pe .1). ,
rll.Ulu CliU U'r.a O.up.l. lia Ueiil tliui i d.
uooa c-a ni vi.-i.m iji: um. p.r'eae'ijde aonr
elle c~bi .1 xn io i e .o i ieis' en'estado de
bu. iuu.be/ b niliyibiiB
X n rata cld-Hf,,li l- ti ni ^r'eiiia clin -
u> a-ria '
I X ii e.l.'clil- IV, on i l ,b"l I
e o Ui. Fr.'iio.s' U. .u|o,i
.1 oe st-b. I '. I .a lie PallalVs' O .*!
to al a ** V1' 'dia acp'aiB.d i pr
mili os amig r p r me-.
Eui daia iie'3''iliV(iii en i*x<'rcici o novo l.-
1 gado lili rar.' 't' }'l'oirtdo. tlaii'o*<-l de" M'ee.i ,
n ,. ti. rii- 8 e'u p-.e-e pr. le-or para h^m i.-
uiovid ,D luii.gi Nun.a Fcireif, cin o'qu.i
MJua ae Utoatin aaliofello.
selbeiro Joio A frado, foi aqu recebida com geral
demoostracao de pr ser e profunda te.
E aqui fieo at o fin do nes vindouro, dese-
jando-lhe boas fest>.s. a
Proclama de casamealoiForan
lidoa uo da 1 de Abr!, na matriz de Santo Anto-
nio, oa seguiutes :
Francisco Jos Moreira Juoicr, com D. Guilher-
nina Eufiasia da Silva.
Amaouio Correia de Aracjo, cem D. Anglica
Mara de Jess.
Joa Francisco d-is Prazeres, cem D. Mara Mar-
tba de Mello.
Caso aanxrenloAcaba de occorrer em
Luisant, porto de Ch irires, um cuso sangrento, en
que figur.n dous militares do regiment 02 de
iluha, o corneteiro Patras a o sol 1 ido Bergeot.
Estes dous bomens, ligeiranente embriagados,
Bntraraoi -m uui armazetn de viubos, dirigido por
un rl Bruuard. Depoia da teren b -bido, cone-
caram a iusultar groaieiramate a Sra. Brouard,
eapiucaudo-a an seguida, assim cono a seu na-
rid>, con aa arn.s que tinham.
Aos gritos de seccorro, aecudiram alguna visi-
nbu3, e no pnneiro inpeto un dea soldados cabio
aturdido c un.urna bengalada. i'ouco depois, porm,
conseguio levantar-se, e coojaoctameutecom o s-u
compaubeiro cahin sobre um dos vizinbos. Blon-
me, qu < b ivia acudid i. Espaocaran-u'o com todoa
oa requ'ntes de atrocidade, Blomne rtcebau 17
ferdaa.
A Sra. Brouard, dominada pelo terror, ia fugir.
Oa dous intamea vuam-n'a e deran-lbe quatro
bal la-tad-ia, duas pda trente e duas uas costas.
Brouard tcou coa urna das mis atravesaada ;
duna outraa pesa 'as, Cabar e Laiton, receberam
fcndts menos gr.vea.
s doua adiados f ir.m presos no quartel Mar-
cead. Tanto um orno outro gozaui de m fana e
t n m ffrido .liv-raoa c.Btgja.
Muaeu ,\aci laal-U coronel Librea, que
f s u.i lulamente urna ds mais intereasautea ex-
pl>ra(,-ocs coubecid na vaata regio do Alto Ama-
zonas, ontre o t'uii onic funJou a cidaI- La-
br- e o departamtnto do Beni, na Bolivia,
. tfereceu ao nuseu nac nal alguna doa curiosos
artefactos das multas tnoua eutre aa quaea pas-
aava, com risco d vida. Estas artefactos demuns
'ruin ausencia completa de alianiameoto intellec
Mal ae parte las tribus de que Dioc-d-ra, se ben
o,ne essaa tribus a j.n reatos de naco ia aujeitaa
ua' r* aoa i .uo s a lucas, cuj civiliaacsjo era re
I-ti Valente adiantaoa. O cironel Labr, via-
jando uitiu>au,eutH na vasta sooa qu- c-mpre-
ueude Pure, o Madre de Dioi e o Beni, alm de
ceuteuaa de triou.arios, percurren a p e em pe
quenas c^u.a de aelvag. u/, ceateoaa de kilome
ir .a de trab-.iboa ubrrimos, colbendo por toioa oa
Iugara3 curiosas intonuaco s.
Tt-ciil. du flo de ara'abaUn odas
irial ii.g.et, Stettbeua, volt au lo a urna li. j au
t ga, esta tabricando um t.ciJo de ) Je arajiba,
que a medicina Val utilaaudi. Como ae Sabe, en
tr. n. da um uso popular o emor-go aa te a de
ii n .ll i para 8U t ntar o S ingue dos g ilpes.
A iivenci Stettbeos um ap-.rteic.amento
d-sta p-atica fradici mal. Tem oliu em Casa U a
V'Veiro de gfaiaiWa sruhs: -ua uuia e-Lula, ahu-eu-
taOaa e tratada com esmero.
Apr.ieitaia eap-cialmeote oa caaulos d s ovoa ;
caa casulo da mua da cea metr .a 1 fio, e para
fas r um ki'O de a-d ai precia. 25 0 '0 casuloa
A a-da obt.da lisa, bmbaiite e resisiente.
i'henomi-uui le elecirliaeiu- Oa
i.h n in u .s I- e.ectriaaci de uertaa partea do or
ganisiuo doa aeres vivos, com i por ex inplo da pede
loa gat a p-lo attrito e em Curtas coudiedea atbmoa
pheiicaa, sao ben c .uh c los ; aabe-a- igualmente
o,ue o eouro auaceptivet do nuito tortea c-rga
elect,ica,, e uiaia de umi vez ae tem pretenlido
qu a pelie en eaiadi na:u.-al, podia en certaa nc-
uaaio-s aer el-ctrisa la ; na estes facta nao leu
sid> catndadoa aya'ematicaneuie.
Fe acaba de c .mnuuicar -ociedade da Biolo-
ga oa resultados de a gun.s experiencias, r-ali-
zadaa coma c.llaboraco de Arsooval, que pare-
cem provar a pjseib lilad en cert ia caaia, de
urna cleunaacau espontanea de diveraaa partes do
corpo baan >.
O iu nviduo eatuiado hyat-iico, par-ceado ter
-rn >. ffj. vo a eapecialidade de forn oer phya o
logia con > p y h .lugi > caso oa nais exqui-
ailOs. E-te ludividu >, urna mulber, tem actualmea
te 32 anuos, e desde a i ia je da 14, nauf-st m
pheu n-uos de electriaaco doa Cabellos, qu-", na
-ociinJao, apr -eutavam faicaa v.ai vea. Uaa-ia
anuo-, poin, oa itf-itoa ae multiplicaran e torna-
ran q .asi pernaueut.es, a uo aer en tenpos hu-
n.doa.
Oa dede attrahem orpos levet, papel, fite,
etc ; oa cabelloa ere .tan a ae arripian, aa vestes
e icoBiadas p-lte i If recen una crepttaco, ad
li-'io.lj dep.ia f.itemeiite.
Ui' tact. curio o e.qua cartas enoces aaenen-
i un mui'o a tensa eiacriaa e a futtauai lade destaa
descaigia ; a c -pitaoi pr iduz-ae eutai esp ata-
ueain. uce c-m una seasaco deaagradavd de pr
Cadad.
O augnen'e de tenso el c'rica correapmde a
um ex-easo de actividada apre'aVel, emquauto que
a .'un .U'c acorapaiha la de eufraqueeimeuto.
Fe v r ficou, p,r n lo da un apparelbO, que a
Carga era aunare p altiva.
E-i nulber te.u um filbids 14 anaoa, bystencu
lena neute, e qje apr.-aeuta oa naanos pbuo-
ajajaMSa
for me i de u n liygrnmet.ro eap ci*l se reconh--
u que a e I- d ataa duaa pe soaa era particular
m-n e s c>, a.b ctu i < do la lo e-quer'o.
1>. i.) a o imi esqje.dl -m Coiacto como
electr n tro ae u nenbum n'trito anterior, ob -in-
ae com a uil um d vt i ue 7j a 10.1 volt-; aun o
fi h pjio, u.da ae cbr.en ueataa eoud cois, mas
estr- g i m-ae a ir-i toore aa vastes, o oot ncial
elec'iico la p-i e a .u-ineuta enorn m-n ti en an
o..-, a .ie de 50 ) a 6tW y .lia.
I. lando o individuo en um tamb irete e lgan-
.!.) i -lectrom tro, a denvacw exceda ao Imite
la e cala.
Pa.ec-, i.oia, qu- ha uina pr.duccio continua de
-I. ct.icdail p lo oraiii-in), p st em evi 1 ncia
a la con in-i i partieaiir di ole i> ind'Vi lu ',
or v-..i nt .le uin -s d > ne.rV.iau p .th I 'taco, e a
ve. itje .V* precisa d-.le tacto i.er'eitaimfnt' esta
o-leci i u-atiruia 11. oOaerv' 5 a auter: rea.
i V a r. Dec.uar-se l ao
- II a :
Pe" auen'e VI i Jeito Hap-iata, a 11 horas, on
i h. Barbosa, d- far nb. de maud.oc*.
P l a- ii'e Pe.iana. A- 11 bara, ua ra D -
o o/ .- J. r e jl '.na u 84 la palana ah Sit.
r*alO ageole .VI -1 lua, a ll b iraa, na ra Pin
I. n > Ciui->('a o. 8. .1- m )V i a. toucas. vi Ir a. > te.
Hel a- uta I* i;io, s 14 boraa, ua rui do R.n
gel o. 41, d pre ii a.
i', lu ajenie Piu'o, > 10 1,2 hoiaa, no trapich-
io Hat r. rtj Case i. pictence. e c .i reg uncu'o do
bfiti- Fiilz
Hel. g ..i- Ou.unli, i* 11 hira, na iu do
vtio,.i t da l uJau 19, de piauoa, m,billa, es
o.-ln i- a'e
- An uini:
P i a-en e Piala i 10 h ra, na ru da Man-
jU ia ii 11. .1 ni Safes, uo-a, Vi Iros, ele, ete.
' lo aeo'e ^nii 4 5 U ras da tard-, noa
. fifc*-er' a, .e le r no-.
i age ole P alan 1, a
V.g.no .. '2, le j.-IIm.
r......gen e -..IVeira, a lO ho aa, na rua larga
i R sh'I.iii 11 ie ni wi, louca vdros, ote
>elt l.-lla :
P i.j ~ nte li.i.o.* a 11 h.r-s. aa ru. Mar-
Pelo agent- Pinto, a 10 l|2 basas, na rua Bi-
rlo da Victoria n. 58, de movis, louaas, vidroa,
etc.
Pelo agente 8tepple, sil horas, na roa do
Imperador n. 22, de predios.
Pelo agente Unto, s 10 1(? hars, ras do
Amorim, de cofre de ferro e moveia de eacrptorio.
*la*aa fnebre*Serio celebradas :
Hoje:
A's 8 horas, na matris da Boi-VUt* e na de
Pilmarea, por alma do deeemb irgad )r Pranciso
de Asis O.iv.-ra Maciel ; a 7 hiras, na Uisiri
corita en Ol.ida, e s 8 boras, oa capaila do
Asyio de Meodicidade, par alma do inesno dea-
enbargador.
AmanhS :
A's M horas, na matriz da Bi-Vista, par alna
de D. Leopoldiua Carolina Q linteiro ; s 8 horas,
no Paris i, por alma do d-so ubarg.dor Franeiacn
de Aasis Oiiveira Maciel ; \$ 7 horas, na igrej
do Pilar, por Una de Joo Minios Raynuni i ;
>a matriz do (a.nell-ira, por alma do desemoar-
gadar Francisco de Aasis de Oiiveira Maciel.
Sexta-feira:
A's 8 horas, ni capeUp do Aaylo de Alienados,
por alma dp desmbargador Francisco de Aasis
Oiiveira Maciel.
l*aNn|relroa.Qbegados da Europa no va-
p r francs Ntger
Petera Joaepb, Lana J cob, Madelene Salasta
ro, Gentille Fidel-, .Qeatille Viceoso. Pasquale
Jyauei o, s 10
Barroa Sibrinho, a 7.
Berardo, a 11
Mnlaqnias, s 8 9,4.
Ponto', s 9 1,4
Eatevo Cavalcaote, a 9 1(4.
Simoea Barbosa, a 10 i..
Cirurgiao dentiata Nnn Pompilo, s 8 h
ras.
J obarmacentico en'rau s 8 e sahio s 3
da tarde.
0 ajudaate entrn s 7 horas da maub e
sahio s 4 da tarde.
jSjoteria da wrovineta -A 3* parte da 11
lotera oab novo plano, cujo premio grande d
ltK):000lM0. em beneficio da Santa Casa de M
sricrJia do Recif-, ae axtrabir n> da 4 de
Abr, ao neio dia, na igrej a de Noaaa Senhor.
d Conccico doa Mi tarea.
Lotera alo Para A 6 parte da 1S>.
celo n rvo plano, cujo prem'o grande 120:000
aera extrabida no da 9 de Abril.
Moletr:i o 2 filbea, L- M Al
teri, Pouz > (i : Joo
Joaquiui i-nao-
des, Augusto Ni-,: >. Sl-.n -\ Ujdri-n Canho-
t^*Manoei Josa Corre > o Da amgoi Josa o Lina
Sahidos para o sal uo nasno Vapor :
Arthur Carneiio. Luis G-uimaraea, Miguel de
Oiiveira, Alfr do Pasaos, Augusto Laodulpho, J.
J Sarment Belfart e Jlo Frota.
Caegadoa de Liverpool no vapor ingles
Oratom .
Edwirds e ama filha.
Sahidos pira a Europa no vapor allenSo
Valparaizo :
Touueaeo, A. M. Abrahanaf-n, H. A. Abrahao-
sen, Gorg Thide, D. Isidro f'abregas y Alama,
Wil.i Kruges, Gimes Angust Gayo de MiranJu,
sua 83uh>ra e 2 filhss e Paulina K-afc.
atraeioria das obra* le oaierv-
co doa aorios de Peraamboco-Re-
cife, d>.< Abril de 1888.
Boletn motoorolceico
doras a3 0 loa Barmetro a a T.nso do vapor o i s a =3
6* 26'3 760>26 18 73 73
9 28"8 76l13 l6 63
12 29-8 760^51 19.6 63
3 t. 29J-5 7.t>9'3d lb,3i 60
1 S77 759'"57 19 39 ID
1'ompcrai.ura mama30 ,25
Dita minina2do,l!)0.
vDoracoem 24 horasa-sol: 7,l ; som
bra: 3^,6. ^
Chufauulla.
Direccao do vento: SE e ESE alternados de
meia noite at 5 horaa el8 minutos da tarde; S
at 6 boraa e 51 minutos ; SE, ESE a E alternados
at 10 horas e 43 minutos ; SE e E>E alterna aoa
at meia noite.
/eloaidade media do vento: 2",89 por segando.
Ndbdlosidade media: 0,42.
Boletn do porto
m-ii dia, na rua d.
,,uc ue Ul.uia u. 19. da i Vacoa de leite.
4|i
_ o
P. M~, 2
<. i.
c. a.
i. M.
Dia
do Abril
3 de Abril
Horas
8 49 da iaanh2
313 a tardo
b31 a
342 da manha
Altura
2^27
0.--79
2,-lJ
1,-02
0 eugcuhei.-o ebete Al/redu Lisboa.
Aaylo de Hendlcidade O movimeoto
d-Sae eatabelecimsuto de caridade, durante o mes
du Marco udo, foi 0 segu nte :
11)111 US Mulheres
Exiliare. a Ul 6
i aasasaa
65 117
Sahiram 4
a saasaa
Existem 61 113
Naa cifermarias :
Existan 12 31
Butraran 11 3
saa
23 34
Tiveran alta ft 1

14 32
Fallecran 4 4
Bxiaieui :
Mas euferinarias 18 33
Soj durnitorioa 43 rO
61
113
Total 174.
Escoba de in8truccao prinaria :
F.ram f e neniadas poi 12 alunaos, inclusive 4
ua dos cegus.
jCaaa de ueteaseoMovimento doa nr.-
aos da Caaa de Deteucio do Recite no dia 3 d-
Abril de 1888:
Eximan 315; entraran 15 ; sabtran 8 ; exie-
en 322.
A aaber:
Nacionaea 303 ; nulherer. 6 ; -'Strangeiros IV;
Tjtl32.
Arracuad.ia 287.
B .na 273
D .eulea 14.
Totl-r2S7.
M svineuto da enfermara:
"Tiueran baixa :
J .s Joaqun de S uza.
Pelis.Ccrreia da S'tva.
Aotomo Pereir da Silva.
b i.e I c'o Flanese., de Soasa.
!.>(. rin do ra-HarAEis 08 premios
ia 5 sene da 17' lotera do Grao-Para, extrahida
em 2 de Abril :
73!>3 60:' OflaOOO
218 6:0 "* O
' 6935 3:OiNlaO00
87 1:20>i*(M>J
607 1:200*000
Approxmacoes
7152 rlPaOOO
7354 6 OaiKlO
217 3oO.lO.KJ
I9 3001 KJO
6934 l*ilO. O
693>> 18)110 0
Eeto premiados con 600/? 0 ) os aoguintes i
neroa :
1733 1737 5513 (390
Eito premiad a con 3JO#J00 oa aeguiut-a na-
m-rua :
1475 1796 390 3975 5713
E-ia preuiiaJ.a com 1201^00 os seguinte n-
meros :
7351 7J52 7354 7355 7356 7357
7358 7359 73f>0
Es'ao premiados con 6J1010 os seguintes nu-
211 212 213 214 215 216
217 219 2A)
Ea'i j premiados com 30*000 os aeguint-s du-
6931 632 6H31 61 1 69J 6937
6J38 6*39 6.-4J
Tod ia oa mnner a teruiiuad.a em 53 eato pre-
miado- c ui 6.la000.
To I a o i.....er-a termioadoaem 18 eato pre
Hila t .8 C III 6"*J000.
T .doa nii.i'-roa teniiioados em 35 eatao pre-
Bti ,os co.., 30*0 10.
Toda es iniineroe termina loa em 3 eato pr.-
.nial a c n 301000. excepto 08 termiuad .a em 53
T .Jos o. li ner.ia irruiiua i0i en 8-atio pre
uj. i. a : ni 3 '10. 0. exu f I a teruiuiad 8 en 18
A a-gu'nt- lotera ene no da 9 de Abril cuuo
pt.ao t-rabde de U0:0! OlIKJ l
iloapitai Pedro 11" novinento deate
iopllai u da 2 de Arbnl, toi o auguiuie :
Eutraran ............. 17
fialiiraill................. 22
Kaiieceratn............... 4
Exiatein................. 5H
foran visitadas a reapectivaa enfermaras pe-
loa Dra. *
Fi hUials a mmn)
Bio Grande do Norte
Qaeslo jadiclaria
Soh eate tirulo e em jo Diario de Pernamhueo
de 23 do pasaado publtcou o Sr. Dr. Paula Salles
um artigo en que faz a critica, esta sin, pyraiui-
dalmenle extravagante, da decis > proferida pela
Belacao do Recife na quest>, en que cannoaco
conten.le pelo foro deste termo.
Urna ves que apronve ao nosao contendor fazer
de nova rever pela tribunal da opioiao publica a
iecisaa revista, emb>ra segando esta esteja anda
aff cta ao poder judiclario a uossa questao, somos
obrigad s a acompaDbal-o nesaa nava instancia,
a cujo recto criterio anbmettemas algunas consi
derj.cea tendentes a refutar o quo loaidosi e fal
smente allega o Sr. Dr. Paula Salles na referid i
artiga, que reuue aa suas lacuorai;aa de mais de
quatro meses.
O que desde loga impresi. na no artigo e pare-
ce ter sido a aoa rasa o de ser. um parall. lo en
questao de primado que ebtabelece S. S. com o
maior desinteresse entre os integras e Ilustrado*
u.cmroa da reUcoes recorrida e ravisora emjpre-
juizo d ia U'tiaoa
Eitamos certoa de que os primeiros, criteriasos
e conscientes de sua illuatracaa, que na foi pasta
em duvida, lhe diap. ns.ivain i.baolotanente o ser-
vido que Ihes prelendau prestar S. S., aesim com >
aerelitamia que nao teraO -Des diminuido de nm
pice o o nceito quo Ibes men-cen oa dignos cjI
le*as da rj> lacao d i Beciie, diaute doa aliegavo- a
hibilmeate diapcatas p ir *. S. pira arraujar ana
intriga e produnr iffilo.
Perd u aeu teuip > a o sen latir.
Qi n le o artigt ailuJiJo na i pode deixar de
concluir que o i neo criterium qua tem S. S, para
crear diatmeco 8 odiosas eotre magistrados igual-
menta respeitaviis haver tido em nn caso sen
tenrj. favoravel, 6 S n i urro c .ntrori.
.lim : porque o tacto de bverem discordado n
interpre'acao do direito nao aa justifica, explican
do apenas a rada da existencia d.ia natanciaa
pan ex.cta aptilieaca i da 1 i.
f.o v poia, o Sr Dr Paula Salles que, na
bypotbeoe de qne ae rrata os d -eembargadores
i ii-J-ico da Kecife se apartaran da opima j
da maioiiR (2) d .s desembarga dores que ju'gara o
a causa ua ttuliai i lia Fortuleza e ae c mforuairam
iiiteiraineute .ptni ou voto de un deeeunb\r
r na o m una coiipicu. d-sta ultima Keaca i,
e que ten hoja asaca.o uo Supremo Tnbuu .1 de
Jusiic. V
Mas que o Sr. Dr. Paular Salles naa qus aer ree,n d" julej-r a u-saa queata. e p r-nt- -s quaes
exacto e'Jeal na x pos icio d a fact ia. I s- S- ":i' n"' de nr,nl"" d,rd,r' PJ/rar/iidrnenfe
taneas cr-adss pela let, e tolher a deteaa facol-
tad por esta.
To pouco se diga que as nnUidadea argaidas
nos embargos est) pr .vadas do ventre doa autos,
visto camo o qne eat em questo, exactamente
sab-r ae os tactos allegados constituem realmente
aullidades sabaUnc .ea.
E qu-nlo a raiaci rovisora procaron ser to
escrnpul.iea oa observancia da lei, quando nao
qu's usarir attnbni a e abaorver ina'aiicias,
que o Sr Dr. Paaia S .Hes chamapyramidaimmi-
te extravagante i a u julgado !
Q lauto a alle de Juat:ca c mee leu a revista pelo nico tuuda-
meito de ter jotrado o embargos no eccardio ea
juizo incomo-tent.-, nao tem aroce i uci, urna ves
qua sendo bem c ucedida por aquelre motivo a re-
vista, re acia revisora adquira o pleuo poder de
decidir a queato c. no lhe pareceaae do direito,
com o raciaual en nusso syaema de orgaaiaaco
judiciaria. v
Restabelecamos ag>ra a verdade de certos fic-
tos, anda deata vez desfigurados pelo Sr. Dr. Pau-
la Salles. Con referencias queato, antes djjkaabir
ao Collendo Tribunal da Remcao da Fortaj^^^|
Dis S.-S., por exenplo, que ua iiO carcter di
credore3 requeramos qoe foaaem aijudieadoa D.
Mara Susana, ento solteir, oa beua separados
para noaso paganeuto, quando a verdade qae
en prtilb amgivel feita pela viuv.i e fi'.hos do
capito Joaqun Man ie| Teixeira de Moer, con-
cordaran! todos, nao a em Beparar b.-ns para n . pagamento, como inda em adju lioar taea bens
herdeira D. liaiia Susana, ji ento no^va do Sr.
Dr. Paula Sallea que toi quem auggarij tase alvi-
tro.
Por petico, caja certido adiante publcanos,
requereram a viava e berdeiroa qne foasein por de-
creto judicial homologadas api ulna e a adjudi-
c cao, o qae succedeu, e moatra a a-nteuca que
tamben publcanos, a qual f ii intimada ao praprio
Sr. Di-. Paula Salles, j -nto casado ealn a adja-
dicHtaria, e qae nada redamau, eeudo formado em
dir. oto.
E, quando ss cousas assim se psasaram, ven S.
S. dizer qua queremaa extorquir ihe a importancia
d'aquel es beus...
Se S. S emende qu-, preten leudo nos haver o
que nos d-viio. pra'iean s u na extorca, como
qual fi -ara o acto de qii-m, .ntran io na poss^ dos
bens adjudicados e uiufru.ud j-j:i. recusa-se ubati-
uadamente a pagar a reap er.va imp rta.iC a ?
E' certo que, nii ten lo i. interviuvo uo nvea-
tano amigavel, julgamoa conveniente requerer qae
fo8se igaatment jul -ada por aent-nca a Jjudica-
c i con relaco a ni, mas pa>a o S to d firmar
judicialm-nte o o .aso asseiiii.i.cnt e aceitacao da
respoosabilidade eapec'ai, Cjnirahlda p la adjudi-
catari.
Eata segunda sen'enca. niv^mente declsratoria,
evideotetneute em nada alt ru dirt.'o j firna-
d i, c neat;r indoexplicitaroeut", o qu j t noa bdo
implicitainen'e juigado pela a-ntenc i,a.it.-ri'.
Diz ain la 0 Sr. D-. Haua Sa lea qU-i oppas em-
bargos de nuilldade eaa segn la seotcya, en-
tretaiito que o tacto qu-- leudo sid i intimado
della, f (Ora de teuip) p. d o vis'a pira emb rgos,
a qual lhe foi negada p ir *qu. II- motivo, e teudo
aggravado dj de-pac 11 qu-- lhe dea- gou a vista
ped Ja n) teve provim-uto sea recursi, coma
tudo ee evidencia da certido qo on nliaan ia.
Oo exposto couclae s- que na aenteucaa o p^f-
tilba e aijudicifo paasaram em julgado, que a
reUg-io revi .ora maud .u discutir nao oa suppjstds
euibirgoH a j i t'Cac i, qu- na eiitem nos aii-
t..s, uem em pite aigoma, naso- embirgia pa-
uh r ., oa de fli. 7< doa utos, cmo.se xjnme a
.-.ni. i'Ca, e que muiro ptop aitalmcn c e para seas
fina ontundi-j S em ea artig i.
Esperamoa, poiin, que nao cjnaegni. imbair
cm t ea artimaub-a a ucrs..ieacia dosj i i ?, qae
Se aaatn uo f.-a S. S. nao poderia deixar Pin
silencio o vo'o do couteibeiro Bntn Quera queaqa
reproduzim <8 no iutereeae do cunb-cimeuto da
queato Votei para Be receberem os eu.bir
goa, e reformar-se o aec.rd) embargad >, afin de
que ae r. f r-ne a aenteuca appelia 'a para urna >-r
a i juiz a quo que recebeeae oa eirbargis a fl. 71
jppoal-.a ua ex cuco pir D Mara Suz-u-i de
n rara Sal a ; e diacutidea ellea pelas par.ea na
forma da le toasen aentencados, cono de juarica,
admittidoa oa recura ia legaes, e assim votei : lo
porq'ie cmodos autos ee .videncia nao foram di-
tos e.ubargos spreaeuiadua f ira das a-ia diaa da
peohora, aaaigosdoa em audiencia, attendid a ua
diaa em que nos autos da eiecucij la'.eve correu-
do o aggravo de p tic-io que e- npre su*pensivo.
e que uo polia deixar de pre]udicrou impedir o
pr s i de acia diaa, preo, que em tal c81, eomeute
poda e devia correr contar se da despacho d-
fl. 69, p li qual o juiz cimp tente ref rmuu seu
despacho iiuitr i r, e mandou correrem ua embar-
gos no> proprioa au' js da ex cuco, O que inti-
mado executadu D Susana em 21 de Fevereiro,
fl. 69 v., data da qual somante devta e poaia na-
(ar se os seus das asaignadoe, pus que sanente
eo a ficaram oa autos des. tnb-.iafiin das u-i -
genciaa suapnsivas do aggravo p.ra pod.-rem ser
apn aentadoaos embargoa dentro do oraao ase.gn
do, e tudo isto bem se u.an festa doa tetm.s d resp ctivos aotoa : 2." porque tendo a parte ap-
peilado eomeute da tejeico dos embargos, por di
ser o juis qae eatavam f .ra do praso doa aeis da-.
assignados, e nao versando a appeliaca s brr a
materia dos 'rabargos que os estavam recibaos,
uo poda o Tribunal no acc rd j emb.rgado, en-
trar ua apreciaco daqollo a .b-e q iu nao ae tmna
appellado. e da senteuc do juiz a quo daa qu.es
nunca ae havia a,.peda.lo, o que iudo diiei'o
xpess.: 3* fiuaiineu'e poique, nos enbarg.s
ua execuco sao sempre discutido, na primeira
lustaucia u-rante o respectivo jais, e por elle jul-
gad )8. qu-nlo nao s ininu^entes de julgado d
Tribunal Suoeri. r, com) eiam os de que se tinta
e sonante em virtuJe de app-ll.c. da p rt s
da a u tenga qn< ti ver j i gallo oa euobargos. qu
cabe ao Tnbuu! apreci-ra mateiia da ap.e Lea i,
o julgad i p .ia do accordo embarga Jo, eutrau l >
na apreciac) em que entrou, e Jecidiodo aobre
matera e aeateucaa qua nao eatavam appelladaa,
me parece, ter sido urna inverao daa lea do pra-
ceeao, segundo o direito vigente : eis portaato o
tun i .tneot. do mea v .to veucid i.
Ora, mi f ii iaf i, ex idamente lato, O qae se
vencen na ReUco revisor ?
Porque uo ae pr p' o Sr. Dr. Paul Salles re-
futar oa fuudameut.ia do voto divergente e afiual
vencedor do i-oua- Ib-iro Brito Guerra ?
Isto er o que Ibe eumpria faser, reapeitando
en toda eso -a luteoces a helas qu i de va aup
p r to puras orno aa doa qua formaran conviu
vo como a aua.
Nao tivemoa, on o naior prazer o diasemoa,
procedineuto diffcreote do que p ntanos, qoan-
Ju ooa foran coutranas aa decuoa da R luco d
Portales.
Nao auspeitnos dos novis de aeco daquelles
Jigu-.s magistrado-, C m aciba tjc f-zer S S
quando inmnU qne os j uzea revia re. j\ se aoriu
vam aceordudis bri a leeiso e "So huaoe mais
ntcsida e de se accordaren em keligao etc
Outin lora a luteuci u.o .1 mi s. i., e c ii.he-
een io aa peripecias ae noaaa qwstao. looge de
querer tr cam aos juises r. visores a uoruia de dia-
cut.r devia ver, aa ausen -la de I inga discua& i,
a plaueibililade d soluta > adoptad, que nao >n
C'ii'r u "bj eeo como nao e.icontr de nioguem,
que a ei.Care deapreveaid .neute.
Nao ignora S. S. ou nao d ve ignorar, qae aa
li la'-s a que f ren r. me.lt'doa quaeaquer autos
para r. vista ae cans l raiu plena e ueiteitanente
auoatituidas aa utr..a i 1 o a ou juises, que ti
V- r- m preferido >a aeuteiivas que deram motivo ao
recura j (Decietin. 9 de 17 da Fev-reiro de
183 art 1) ; e ii pouco deve ignorar, qu qu.n-
lo recoiih t-eui qu i u fi.ain recebid ia eu,b.igo.,
ou nao eeteuha pr c-did aa diligencia legae,
necaasanas para plena dilnc dac) di materia -
pe fet) ce h cimento da causa, limitaran o jal
gu n reoiediar a taita, nao poi ni em tal saa
proferir aer ene nfinnivaa be a m.te ia prin-
cipal da causa, que oo teve a uscesiari iliustra-
aCa. (l*ecreio cit. art '*)
Entilo irn tem s-oa aut is aos ju sea em que ae
proteriraiu 8 a uleacaa recorridos, para B;iie8 se
proaeg Oren aoadevidns ternas (Oec. cit. art 5*;
Oa, um casi vertente, uo teuij sido recebid i*
i.s embarcos p nbor p.r eo'eu ler o jms a qn
que loram apreoen'ados tora c'o praS) ie p deram s*r aiacuiiloa, nocbegaran ter a de-
vi a co iteatacso por n aa* parte e, i Ortaato, na
I ma da let, n tn.hm tido a nece.aaria luc
d. cao uara aereu; j listados, accreacendo q e ta a
emb ik'.'S .o a- n io, cono uo eram in'ringeutes
de julgado do Tribunal da R 'aci, d van Ser
discutidos na 1* lustaucia perate o respectivo
j"is, e por *lle julgadua
N ni vaie a co i" le ci i d- qu ybrni nd -fu*
a tHat ria. atnim como a toga aso/as o fjtu, por-
q.iauts, aliu le Hlcldent .liciit lerm is nO. oc
u,.alo dam.lena doa uibar; n, aqn lie priucipi .
nao pie ter cuteudidj de noto a supp.in.r iua-
extravagante, ti deleteno de ni p>g.raquedl
deve o que I.- c no o levara a muiartalidade:
A'i'c t'itr ad immortalitaltm.
Amia aiguuoaa palavraa:
V. tegao lo u a'a cidade a 29 do paseado, foi qasa-
d i I moa o Diario Je 23, onde v m o artigo do Sr.
Or. Paula SaJIsa, leudo apenas t.. id jo de, pelo ta-
l-^rapho, pedirmaa as certidOas que abaixo publi-
camos.
Pedimos ho publico d-scuya por nao desenvol-
o.-iin a melbor a qnesti, e paa moa ..m seguida
aa seguiutea e iigeiras onserva-.i) :
Ach.va ae nesta cidada o "*r 0<*. Paul Salles
qiiin.il, h quitro mezea. foi rea Ivida a noaaa
i pe i rgregi j tribunal revisor, r f gura
apparece com aeu artigo, deo de provaa, atieando
aoa int-grna magistrados nosaoa jutga lai.8, ia-
tereeoau. !
O Sr Dr. Paula Salan, qa" deve eonheeer os
Ezma. Srs M nteiro de An l.ade, -\lv a liib- oro e
Prea (i .nQ.iVes, m.gisfradoa distluctiaaimos pelo
e-u sb r e honestidad?, sab- paifeitameute que
outro m)Val ellea uo tiveram que n) l)ase ajas-
tic.
Quem som)S ri, netrnciantes dse .nhecidas li
oara u.n recnto do Ro Oande dJ Norte, quj po-
deaaemo' n fliir no animo le juizea to distin.-.ios
e ind pendentes versados na acienc de julgarT
O Sr. Or P.ula S.llea ou nao en'-u le t i accor-
lo, (i qu p.rece, porque ebegou ao Kio Grande
diseudo trr veucido a quetto) ou esta de m f
procurando atacar, (-'mbora s-m an'ageKu) a ao-
nena que Ibes ei > muito sup. rion a debaxo da
qualquer ponti de vista, tncate para prevenir 0
espirito dos futuras julgadores.
Nao tem .aura i-xolcaci o p-oced ment da
a.seo contendor ; aeredita.uoi, porm, que S S.
andou mal, os magistrado q-ie tiv-retn de uua jal-
gar nao tasem Oaso da tr.miia que ridicula e
sabida.
Se o esereveote deatas hnhas nao respeitasae o
aeu contendor qua tem idade de aer a u aid, lhe
dira :
Sr. d ufor, o expedienta de, s-m fundamento,
atacar a ju"s-s que teem ame em seu pas, pela
nte.reza de seu carcter, pela aua nlastrac) e
honeatidale esl c .ndennad) e, longe de f nr as
suppistaa victimas, nb.ixa o aggreaaur impruden-
te e desvairsdo.
Qi-.nl) a Relaco do Cear, emb ira contra 0
voio lumm ia. d> euna'lne'ro Unta ('ierra, profe-
ro o aeu varerficun cooira us. obacuroe commur-
eiaiite. l du luUinor, uoaa alvilre fu O recurso
de revista que a le o .a nosttava c. m > o uoie >, le-
gal e digno. reipeit-n1o a decis que aqu-ll fl
illuatre8 nagiatradoa n aua saoedoria euteuderao
pr-f nr.
>ena este o conselho que lhe daramos se nao
toree o reapeiti a idade da S S.
Recife, 3 de Abril de 183a.
Umbelino Freir de Gouvea Mello.
En ounpriin nto ao de-p.ch> retra certifica
qu- 8 .Ore a itea8 da petieo do cnmmeolador
Umbeiiuo Freir de Gome. Mello; qu.nto ao
yriuieiro que a petico 8 ntenca do qaielle
fana, sai do theor a-guintn :
Idio. Sr. Juiz Muuic p.lDiaem Aun Jna-
quua Texcira de .W.ura, J .ajo m Man el Tei-
x ira de vlour, E-tev. Osar T ixeira de Moa-
rae Marta Mus ma Te X ira da Mour, viuva 6
fi h .3 J i fin-.. 0 Joaqun Man el ToiX-ira de
vi uia, que tenlo entre ai teito pa.tiiii amigavel
dos b-ns de x.d .a p lo nesmo finad., visto uio
haveren urpboa mt lessadoa, tequ-rem a V. S.
que Be digue. da proce ler n foi mi da I i, afin
U que a nesma partnba, qu < juna if tecen a
COU= leraC de V S.,8jl COmpet-ntem Ule ho"
uiulgadae produza oa_devi loa .ff.itoa; tcando
a.ij i ncadoa a b.-rd ira 'Mari Muz.ua Teiz-ira
da Moura, oa neus s-o-radoa para p gn-uro do
qu se Oeve h c-sa d- P.ul E oy ot C na impor-
tancia ua I4:.i')j|ti0i.
Neste- teimj. i-ede a V. 8. deferimento.
E ti. vi
r.n^ nb. D-aterro, 20 le M o d 1884 A ia*
J -.q una T IX ira de MjUim.J >i)hsi VJaiuMl
Tex;ira Je *lonraE-evaiC-aar V X ira de
vi ni illana -uz im T-izeira le vi Uia.
T uba o sedo adbei-V) il una eslanpiiha de
2U rs inatilisa lu na forina da I. i.
Juig p ir nt neo a oartilh aovgivel con-tan-
t-- ii st a autos e maodftqa a- compra e guarde
u que n. meam ae eouiem e d clara, pagas as
cusas pe oa iut< resaad ia pr r. ta.
Natal 30 le Juubo de IbdlVlalhiaa Antanio
di Foiieeea M Ao 8 gjud que a s nt- liga foi minada ao Dr.
Frauel.co de Paula S-ll-s e ana herder 8, e que.
uo b.U' recur.o aig.iui inte ila lu coulra ella.
Ao t rc-iro que a utenc a qu a refere, digo
que a ae^uuda*aeurcuvi que e r.fe-re o Sup-
plieautu foi intimada ao Ur. Francisco de P.ula
Saltea.
Ao qu rto fi .alinent-, qae *tt* Ben'enoa d-
tala .- 17 de D-sennro de 18! e fo' "a
.o da 20 d m su. mez e aun e que oo da
de F ve.ero de l8o, p dio D Mara niao
de Vloura.S II -, pr a u procurad r e n.ndo
Dr. Fiauciaco de P.ula Oai*. W'U das autos,


MITRADO




i
Diario de PerMiibucoHuarta-teira 4 de Ahril de 1888
rjandando o juis por seu despacho da menina data,
juntar a petici aos autos e informar o escrTo,
depois do qoe nbies foi eate drpacbo cussprido no da 4, e o jais por
en despacho de 5 do citado mes de Fevereiro,
inaefcrio a dita petoo sob fundamento de nao
ter sido vista pediia dentro do praso de des
diss c< ntados da hora da iotimacio da seotenca.
Ctitfieo niais que no dia seis, anda de Feve-
roiro, sggr-vuu D. Mari Susana, por seu procu-
radcr e marido, do dito despacho presentando no
dia aeguinte a sua minuta do sggrHVo ; e que
mantendo o jui* o seu deapcho, subiraro os autos
a conclufio do m-retissiiEO Sr. Dr. juis de direito
da comarca, qne nrgou provimeuto ao agir.vo
interposto no dia 25, despacho este que a b
foi D. Susana intimada n pesaoa de seu pro-
curador. .
E' o que consta das auto respectivos exiat-o-
tes en mou cartoro, aos quaes me reporto e
doof.
O eicrivo,
Joaqun -.'os do Reg Barros.
Ciacn Chagas
DE
Deus Xosso Senhor
Jesns Christo
Con inuaqao dos ns. 68, 72 e 14
Devo derar que o ilustre Sr. D. Jos da Silva
Barros, tome alent para be perguntar se 8e.be
uadar, bern como elle pergunteu a certas senhoras
s 4 e 1'4 da tarde do dide sexea-f.ira fHot ; a
hora e o dia requeran) mais n'6peito, por exem-
po, jamis para com eeubor'.s que vendo o ee Ihe
dirigirn) ciTopr^me^tal-o no wagou da cstteo
da via-ferrea de Olinda.
Como o Sr. D. Jos nao qoi estar pretente e
acompanhar a rrocissao de Enterro ero Oliorfa,
Umbem segui p>.ra ver a da Ba-Vista n; Recite ;
notando que elle me faltn a e doas veses fui ver a do Carme, como fiz 4 dH Boa-
Vista, para ver se o encontrava en o via : falrou
a todas !... ., ,
Nao devo admirar, pois, j tenho as pravas do
abandono ba anuos, accr scendo que nutei falta
especial na saxta-feira de Pasaos : depois quis >r
verse ia a do Encontr e tambero l nao uencoa-
tre e ae'ei o programroa alterad-.
Em conversa familiar com o Sr Vi lioso, por 'he
fsxer sentir a falta das irmnuoades da igreja da
Madie de Ceus, tive cccaaio de notar a tibieza do
hemem que era crete e deflieadissimo a igreja.
O ^r. velloso j nao estava muito crdulo na
existencia a'airoa e lcgo sehduvjoa a existencia
sb des, tive de o ir hConstlbaiido a v. Itar n f
que dantes pessua, e elle j me. sabia c moa ter
nterroeanco e duendo, reparo bem : Veja to me
mostra nesla grande procisto de Encontr, unn
nica perso de poaivao monetarH, Sr. Coma 1
TIVE DE LUE BSSPONDER Q.8 ES-A G8NTB K A 1 FF CfAL
nBHA IDO PABA O PRADO PEBNABBUCANO VEB A C B-
ITO. DOS CAVALLOS, E LHE ACCBKSCESTF.I : ti-.u.beu)
se me prigiuar eu peairque Ihi- mostr urna pes
soa Ilustrada aqni na pr. cisso, me imposeivel
aatibfmer, visto que ees gente taj da f Sr.
Velloso.
O itineraria estava alterado, psique o Sr. bn-po
prohibi o Encuntro, me p-nderou o Sr. Velloso,
ao fallarmoa tobre o curo e me disse : bepakb
PABA ACUELLE PADBE SEM CCBOA SB C0BOA : Hotel
ento, que era uro paare muito bem paramentado,
de <6r parda, moco, que ia na iramndade de .
Jos!!!...
Senoo o lugar do illustre Sr. D. Jos da Silva
Barres a S, fui hontem assistir a missa da Re-
surreico ah, e anlysei a sua lalta e pou-.es co
migo ; ao teto piucos pessoas estiveram presantes,
slo holve sebuo e algomas cadeiras foram reti-
radas do^orp.i da Cathedral por fmulos ou cria-
dos de familias emquanto ee celebrava a miaaH,
antes, porm, vi um criado cb-gar com duas c-
deiras e no caminbo junto d porta tr^vess bou-
ve pessoa que couvereou a o f voltar pelo mes-
mo caminbo do lado do S< minarlo.
Comtudo, dos asientos voli.ntea destinados ao
clero, aquelles piotudos d. bruco com frisos d.u-
rados e muito t iscus u madeirn, foram oceu^a tos
por orna veitaa e urna Bf <}h ; a ve.ha ja siavn
acostumada ao qu" parece, m*e a moca por tausa
do grande suppis'o estava despintad, me-
chia-se muito, bra estava d pontinha. hora do
ontro lado da ponta, ho-a ero cbeio agachad par
adiante e tambero par tras, qu se ela se des-
cuidasse um pouquiutn v:rav a cabeca p porta os ps para o altar.
Pedi ao Sr. Slsar, do Becife, que o'basae para
aquelles doiis binco de S, ver se elle repara-
va para ells tamb m, o n elie olhou e disse
zan ado : a coro o padres.
Foi asBim que em 1884 consegu, sera publicar,
qrre o illustre conego Mnoel J. 4o, mandasse d-
penanr soas, limpar uns riqusimos quadroa de
grandes diro' ntoea pois esiavm estragados de
p6 e com rouita cal que por eiies cabio a uitim
ves qne caiararo a S, Ulvez anda n" tetnpo do
TBltBBASDO S0S0 DBDICADO PA8T0B D. fre Vctal
Agora, ooiin, que i ja o roeu aii.ig Sr. coiiego
Mam el Jio st um p u o... fae-i o pelairopreu
ss, afim de roe dar provas, i-ob u.a, du que 3o
armas dos doadores da igrej ae Nossa Senh ra
1o Amtarc; um lente de :h-ologia, da S, que
obedece ao sauto padre que condemua a macolla-
ra, e os B'US eyinbolos uas 'grejiS c-tbolicas ex-
wstotillustre r. D. J- d Silva Barroa.
D>tse su. santidad- aos erde- s, recent- mente.
que a HWBM estava isdepesdbste so na appabbb-
iia e ap-uas dirre vrro- i- ; sa.- tai bi-po-
f catbolica que a entregara aos inimigoi della,
Exm. Sr. D. Jos da Silva Barros.
A igreja catb lica vai sofi. er muito anda para
sabir tbihphabtb o imperio do iszKiao que vai
ser este do cruaeire, Exm. 8r.
Todos os pelicanos reunidos, nao tiran o symbo-
loque tem o septro de imperio: Sabe qual ? se
ni eab.' tambem Ibe o n.i dir ; mas como a re
geote j fea tres regencias est firmada a dy-
nastia, haj* o que houver, e tem ettiie me fir-
mar mais um uocumeuto pelo menos anda, visto
qu me firm >u dous. Exm. 8r. bispo.
Determine na sua diocese que as gr jas te-
ubam seropre agua benta n-.s pas, e a redificacSo
ou conservacV, para intrigar a f e desenvulvel-a;
o santo padre cao pede aos bispos joias c nrm con-
tos de ris.
Be elle niu recusa as joias e o diobeiro, com
que prct'udi.m lisougial-o; para ni) iesfc-taj
os offei cutes.
O qce elle precisa, que os bispos, sigam o
exerop'o que elle da, pois digno Buccpsoor do
venerahdo SANTO paobe po ix que proclimu di-
vers s d' ms e rom aoeitos p rque. .. c m
Os primeiros actos
A' iMs^ada redaccSo do Jornal do Rectfe, devo
o seguate cavaeo com rclacao ao seu editorial de
demingo, )b a epigraphe cima.
Na qualidade de correspondente desta cdade
pira a Amozonia, nao poda deixar de com-
muoicar que o illustre Dr. Mguel -Pern>mbuco se
dignara aeceitar a presidencia do Para, e nem tai
p uco de felicitar aos paraens^s pea acertada es-
c.lha que fez o novo gabinete 10 de Marc i.
A ruso muito simples :
A dministracio d'aquella provincia contiuuava
sob ama direccao descommuual, qur nos negocios
polticos, qur nis administrativos e na ord'm mo-
i al, e odistincco Sr. Dr. Pernambuco, com a ido-
neidado precisa para ser um bo.o ira cfFerceer a minha provincia urna nova phase,
sean trahir ao seu partido.
Ea coaio explico o:> rabeosque dirig aoe
mous conterrneos, e qan a Ilustrada redacoao do
Jornal, rorapeodo a inviclabilidade do telegrapbo,
iprcsj u s- em torual-o publ co.
Quanto U prnces desarratoadas, escndalos,
es bispjs que elle tem de faser o que resu, Exm dtlapid -coes do thesouro, se a llustrada redacco
8r. D. Jos. re so a minba provincia, devo dizer-lhe que a
Na sna airese mande botar acua bruta em to
das as pas. reeiificar as igrejas e cuprlla par
as cuas ovelhas tenm f, instbda-as no catb h-
cisho, pois aquella faltando, como tem faltado as
ignjae de lii-da, ende as igrejas estilo ero tui-
nas, sein dnvida os crentes se abandonan) e daqui
o mal gerai, renhor.
Vou continuar com os feitos jodiciaei, e tam
bem com os dos mdicos, para depois temar conta
da roinba casa.....se deixarem.
Recite, 2 de Abril de 1888
Antonio Francisco Corga.
lina saudade
KB.ia
StiiiMU eti .-rei^I
OOTAV'OBS OFF1U1AKS UA JUNTA DO COK-
iK.1 P HUM
fleaff. 3 : Abril i-. IhM
ijambio s>ire Santos, t>i d/v. com 1 Ij4 0|0 de des-
cont, b. nti-tn.
Oau.b:o sobre L ndres, 9i -(V. 33 d por 1U0),
do banco, bouteui.
,"
AugUht' PlIatO de L i0S.
-< ir .
P dr- .) >- P. to
lloi iiuent h ncri
BltClFB- 3 > A8BII. ". JWM1
r-KA>. i- rt* IFI
Oa bancos br"riiro b> j.i 3 i *ob'e Lmi -,
offer- CenOO dcjjO'B Smrcar a 3 1/4, a cuja li.Xn fi-
ierra aiguin stUn. ^
A' tarde o ro-ret.du -frouxo i e a > fechar do diu
uio qu>ieri>m adooiai laxa algStoa.
uj papel ptlcr ooQatun iian-^.ecto a ^'3
7/16.
PHAt.A Mi IANEIKO
O b tic a -. bnriiii a 23 1/4, s ccaudo depois a
l 1/2
A' >Td retiraran) p-ra 23 3,8 eem si-guiu*
para v3 .'wfK<-to -*A meicur
sa 8 i-r ABRIL a IH,S8
A Associatau < ommt rcnu Ayncola, rfl
jrecos ab-iii... (.af' s ao Bfneull r, p 15 ki h :
JkBMPifi..... 2*700
Trinta das hoj<- !... e nada mais resta que a
memoria de uto cidado respeiiavel, de um extre-
moso pai de familia, de um amigo dcsint.cr-ssado,
que aiuaa hontem edifica va com o exemplo de suas
virtudes !
O que a vida ? .'
N"eta qu-'dra Umentave!, em que se proclama
o interesse material como i mica para ebegar s
solo(5 s, que co:icluaui pela posse de mus um
goi ; em que ludo convencional e passageiro
p-.m cahir ua inailie e:ca, que s acaba \t i im
pulso de pmxocs muitas vezes condemnaveie ; fal-
lar oe quem periustrou a carreira da sui vida ero
a evoca gene'osas e ben^fioentes, s pesar de reco-
nbecer a ttnospher de ^lo em que viven e vive
roos, nao tmente pagar um tributo merecido
sua memoria, mas, anda pr.v car incitamentos
para que a nossa corta existencia uo p. rea todo o seu idil.
Francisco Antonio de. Albnqnerq i-.' Hallo, era o
nome o'quel|e a quem na temos ruterido, d'essa
lu uV-peiuiica di tantos luteawea O a ventura de
um i familia estr> mecida.
jQAJnd no vigor .-la idde, quando sna eziftvneia
era mais u< ceasari cabio ao sopro da morte, para
defser-se no estreno mbito di um tumulc, dei-
x.tndo a espea, os tihos. oa amigas e os nectesita-
d. s iuc >iisuiav'-i e cheios de saudades !
E anda bem .. Aquelles, auo o c -i.il ci'-am,
por seo mesmo, chorarais e encheram-sc de in.-
guaB noticia da sua mor'e. K' que anda ha,
ip'.iir do rido pesitiviemo que lavra pela mo
derna sociedade, qu id siuta, movido por creocii
sais consoladoras, a m' rte de um b ,uieiu de bem .'
Poltico, de crenc^s lioeraes t firmes, nao dei-
xoo no meto do parndarismo, em que andou en-
volvido, urna dcsuff'-ica, urna queixa !
Esposo c pa caminb iva em todas as directo-s
de afanoso trabalbo sein se deseqiiilibr> r das re
gras da moral, preoccooado nos b os exempios que
terinu de servir do buasola as ti'hos e familia
no camiohj accidoatado da vida !
Beueficeute e caridogo, nao esperava que a
viuva Ibe estendesse a mo trmula e noccsaitnda
para levar-lbe o conforto entro aa paredes uegraa.
t.-g; iuuuh-is sileniMosas das sua iutimas po-
nas -'
Amigo leal e desinteressado, nao ,-qu-ci-i o
amigo n-.s transes ao-rtad.'S das caprieh sas re-
v.. luco s da vida. Nao inqueria, neui exprobrava ;
dedicava-se exclusivamente a tranquiliisal-j, rcro -
vento-lhe a causa dos sens sofiimeulcs.
E esse homem motri-u !
Morreu, quando ooueoa existen), como el'c exis-
ti, Caiitativo e uiagnauiujO, no m.io o>s-a teirivei
iiiiitf-reoca, u'esia Irtbargia profunda, imagem e
cona.-quHocia da corrapoio d s costurues.
Tnst- mystertc!
Oque seria cata vida, se Ihe faltasse u crenca
de oucra vida meibor, onde as virtud- a s) galar-
oiid'.s pe jtipa de leos ?
Seo corp', ifimo despoj i da materia, obede
cendo le fatal que o deeoiopS- e nniquilia, vol-
veu so i. de onde provea j mas, su alma, vonnd
ao seio da gloria, et a esla hora gosndo oa
bemaventuruoo* eterna.
E' esta a n"Ssa c enea, bSj estes os vot s que
dirigimos ao c.-, n> momento .-m qu-, ch-1 s de
ddr e saudade, vamos aasiatir aos sufiia/ioa p-i
sua alma, no templo do Senhor.
Recite, i de Abril de 1888.
* *
pocha pre.sh i dessoa arrojadas empresas j pas-
s.u.
Antonio F. D. Cardoso Jnior.
Agradecimento
Anda s ib a impresso da dolorosa perda de
mi n seropre chortdo filb i Luis Can-las e Cruz de
Castro, veob) satisfater o sagrado dever de grati-
dao para com o ilustre Dr. Miguel Tbcmado, p-los
cus constantes desvelos e cariuh-sas consolac s
cin que trat u a mim e minh-t familia, durante a
nr>9Sa enfermidade, assim como pelos valiosos es-
fucos empreados para a salvaco de meu desdi-
toso filho. .
Tanto eu, com) a minba familia, fasemos votos
pira que l) distincto f-.cult.tivi- coaline a pres-
tar a humaid ide os seua valiosos servicos e Ihe
protestamos ct rna .ratido.
Joaquim Canelas de C-tstro.
Becife, 2 de Abril de 1888.
\ ai.
Slisaparrllba de Briatul
Trinta annos de friumph-i ir-js r-suUados te-m
out "Tg-ido este antisptico vegetal urna repnta-
c-i incommeosuravelmcnte. sup-.-rior todos qian
tos se conh'cem para a cura d-is -escrfulas e de
todas as mais citases de eof rajidade8 ulcerosas e
cruptiveis.
Os mdicos es mais aeroltados e exoenentes,
os periodistas e .13 eacriot .res de inodicin i, so
tes:- munhas vivas de sua effieaca quasi inrav-
Ihosa. Tem salvado e u.-utmua a salvar as vid s
e os mi mbr'8 de milhares dj pessoas. Ella at a
dia de boje nanea foi admio-3tr>.da pm vi, nem
ate mesmo nesses casos reputa-ios mii desespe-
rados ou incur veis. E'ouuici remello para as
escrfulas, erysipelles herpe?, chig.a as pernos,
abscesaos, cifres, tem res, enfermidadee syphi-
litieas e mercunses, e toda a cacta de de erupcoes
eu'aueas.
Aub>>-8e venda cm tolas aa ntrtes do mundo,
em indas as principies lojai de drogas bo-
ticas.
>(V>
de
Mlflllil
lesembu-gidoi- Fc.inisc
A-.s* o|,uri Uaclei
Os e'nprega las da e<*ratria da Santa
Cuan, aeD8biiigadob pr ifund -ra-nt'- pela
morte do aeu provfd'T, ti<"Ptsinbargdi'r
Franiis^o de Assis Qli^eira M'Cel,^tro
celebrar u na oiisaa por ulma d- ase illustre
cidadao Di> dia 5 to m'-z eorren'o, pe|8 8
horna da manhH na gr-ja do Nossa Se
nliora do Paraizo.
Convidiiin p-r asistir a esse acto a
Ritma viuva, parenl s
do.
BBammmmm^mam
a a nig is do fina
Dr. 5lva F rreira*
Medico e par'eiro, com pratieH em vanos bos
pitaes da Campa as esp-ciali1ades.de roulesiiae
de aenhoras e da p-H-'. -j c- saltas na ra da
Oadeta n. 63 |. andxr, de 1 s 3 horas da IsrHe
e reside oa 'Ua d Conde da o-Viati n. 24 1.-
Tele!ho..f n. 412
Comarca do fluiq ic
Roga-se ao Sr. Dr. P..ulo Caetano de
i\lbuquerqu>*, o favor de mandar solver,
eiM Oarnbuns, aqti-llo seu antigo eora
pro'i.isso, poia S. S. nao igrii.ru os pr--
juiz'3 que te"8 demoras occaiionaru aos
pequeos comn-r i-ni-8
G-r nhuns. 31 .le M .r;o de 18?8.
AI.(ODA<>
EutradaB
rlarcava......
V.,0,.eg......
Va-terrea da l-urua. .
Animara......
Via-teriea de S. Frnucigeo .
Via-ferrea de Lunoeiro .
S. uoma.
SU DS 4BBIL
A --SCAK
Entradas
^arcacaP ......
Via ( rrea de Caruata.
AtiiUiaes......
Das
l 31
1 31
1 31
1 .11
1 a 30
1 a 31
Das
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2
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3-
S ur.uDB
ALtUUAO
Eutredas
Ha i cae;
V*3 r> a
.IftfiBIU s
Das
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Saccas
3.T0t
> 710
34
13.'J' 4
4 600
8.6:1
33.475
SllCP' P
1.6*7

2:6
1.815
Sacas
702
446
8
1.106
Ba.:hos dr mar
O empresario do stabelccimeoto balneario sobre
os arrecif>-s previne ao r-speitnvel publico que d i
Io de Abril prximo al segundo viso os escale-
res que fasem o trsn-psrK; parH iqn^lle estah-le-
cim-uto partirlo do caes 2'< de Novembro o i' s
5 horas da roa i.ha e os scguu>te9 d- meia em mein
bira at 8 1|2, e tarde das 4 s 6 como -Tantea.
8to i"d- p ndente de horaiin.
Recite, 28 de Marco de 1P88.
Fnglez e francez
Caraos tbertc* orallcot
Rila d Aorora n. 37, an ar.
Amor maternal
a's M2l8 de familia.
Acabamos de 1er m i.nportanto jornal
que v a luz da publijidade na capital do
imperio s 0 Paiz a seguiote publeaQ3o,
que, sem mais commentsrios, qui trans-
crevemos :
t Dizia Napoleao I que, eduoando-se
a mulher preparava ae o futuro, i
t E de facto.
< A mulber o principal motor do des-
envolvimento humano. Quaoto mais vir
tuosa e ilustrada fr, melbores e mais
bem educados sarao os bomens.
( A mai a sentioeila vigilante que
vela a trida preciosa da cringa, acompa
nbando a, desde os primeiros vagidos at
o momento em que, feito homem, trans-
p5e os humbrees da vida real.
E quantos deggjstos, e qu torturas
angustiosas, os de urna mai qua v seu
filbo ainda pequenino, setr. ter expressSes
para dizer o que sent e, todava, gemen-
do, chorando sob a influencia de um in-
commodo qne, mnhaa vezos, sabido a
tempo, poderia ser debellado ?
Quem aa. recorda destas situ^gSes
criticas, tito eommuns ao vi ver de urna
mii, nao poder deixar de curvar se res-
petosamente ante a rnuiber a personifi
caQSo rio (^evotainenlo, la bn-'g -yao o dos
mais paros e grandiosos Rentimentos que
se aniubam no coruyo humano '
t E como reflejo desse muito respeito
que temos por ella, dirigimo-nos gora s
mais de familia, s delicadas educadoras
da futura geraco
* Mais do que as p'sso,..s adultas, as
crianzas estao sujeitaa as toases, teflusos,
constipaQSes a outras iiff.;cy5es congen-iroa,
j pela sua dbil compleigo e delicada
urgan3acao, j pela sua curta idade que
nSo Ibes permitte o esquivarem-se de urn
golpe d'ar, por exemplo, ou d'outro qual
quer descuido.
Todos sabem o que acontece neste
caso.
A crianca, um dia, deita-se coro
vez pouco alterada e urna tosaesinha in-
significante que, aos proprios pats, pasan
desapercebida ; iepois, no dia 8gumt,
j aquello^ pequeos indicios aggravam
se, vem-lhe urna fcbricolasinha, inflamma
se-lh-.i a garganta e dah urna angina cu
garrotilho, um mom-mto.
Chama se o medico, quando, s eses,
j nao ha mais remedio para a doeuga, e
aquella innocente crian nha, esperany.-
f"gu"ira de urna familia intuir, dcs.ippa
re^e repentinamente doixando os pais im
meraos na rauis acerba dor. .
Oh 1 mSis, para qum escreveraos,
lembrai-vos que'a Providencia Dunca deix .
de soi^correr qu'-m a ella coalla
E easa presciencia omnipotente, nest-
caso, mnnifeata-se noPeitor*l de (Jaran
r remedio excellnt, qu3o milagr.tS'i
para aa molestias Jo paito, g-rminadas,
tuaior parte das vezes, na crianca por um
descuida da natureea dos que deixam-is
..p iDt-dos.
Cumprai, poia, o Peitor^l de Cn
b^r e t-reis preveni 'o a eventu^lidude
terrivel de vos verdes pti>ados de .vossos
tubos Q
Aqu^lle remedio ser tnSls nm auxi-
liar do nosso devutauicnto, do vosso ..aun
maternal.
Heitor.
Ao commercio
O abixo assiguado, levado por motivo
de forca rasior, e bastante incommodado
pela desleaMade de um de aeus credor-,
provine qu-i tem resolvido liquidar o aeu
estabelecimento commercial nesta cidade
de Bezerros, e deixar a espinbxBa prona
sao de negocente.
Nestas conii^3-s convida a todo8 oa scus
.^redores paia, no praso de qunza di-ts, a
contar d-ota data, muniloa de seas ttulos
virem, per si ou por a^ua procuralorea, .a
eata eidade afi.n de s^rem indemnizados
de s'-us cr'ditos, urna vez que p;ssu i em
seu e8tib.'lecimento commer.ial fundas bas-
tantes pra pagar integi-ulmente todas as
disidas passivas ':a casa.
FdiIo, p.>rm, o indicado praz-">, o si-
gnatario do presente, pri a-aut-l^.r '.s
seu8 int.'re-se.s e oa daquclles que 'orsig.)
tem tranS"C(,3-s, cotistituio por sen bastan
te procurador cora ampios c il:iuitdR po-
deres^ no hachar-I Joaquim Man.iei Vieira
de Mello, residente tambem ue=t-. cidade,
para amigavel ou judicialaien e, promover
o que preciso 5r para completa Kqaidacta
do activo e p.issivo da mesma c.sa com-
mercial.
CirJide de Bezerros, 2? de Marco de
18S8.
Geminiano leixeira de Abreu Peixttto.
MtOilH.g.l!oGl]
F(in<1;.dft em 1873
ISSTiiUCQ') PRIHAKIa SECUM
UAhIA B RECREATIVA
RA DES F1ANCISJO, PALACETE
N 72
(Jlt'lt > 8tar;ao)
N-sfe O'Uagio enaaa sj pnmeiras let-
tras, porlUtruez, ltim, francs, ingles,
rithm tica, g ometria, i.lgehra, rh:it^.-
rica, gi'ographia. pliilosjpba, msica,
danoa a dosenho.
O prjfessores ^S i habilitadas morali-
tado*.
Boa alimenta^Jo n predio commodo,
aceiiido e ir M
Admiite alflfftovil iotersor, meio-peosio-
oi?t .8 e estera >s
('s Ti. pr tei-rl.-nf-s sao onvdados a
o mparveer n>> ast>iblfleimeuro, onde te-
ri i t idas >is inf rmacS s.
Lcnin r Porto
ilua r a.
Io andar
(>sa Feliz
PRAGA [>A WHiPEOESCIA NS. 37 3& E
OE VTOM'i X s\sros PORTO"
.tus KlO:OOUOOO
Vend ti da '2' ex'r..cc" da 11a lotera exfmhide.
h n em. 13 d Jnoeiro, a sirte de 1:OOOJ u 891,
a aorte 5fKI000 a. 3123.
Tem expotto A venia os seus felises hildetet
faraotiffcis :-i 3 enrac-ciio, a b'ii--fiaio de Sana
C-sa de Misericordia qua se excrahirft breve
mente
COlKia "S8tW lid
p,
Ras da inritri n. 3?, esqoioa
da rita Foruiosa
Instruecii'. primnir. lettrai, pjnugU'i, fraocez
inule, allein., :;e. .ra iha, msica, piano, dese-
uho, bordados t.%
A directora,
Augusta Carneiro.
liticos, isto certidSo de baptlsmi, fjlba corrida
no lugar df tcue domicil os e mais o diploma de
dnutor ou bacharel por urna das Pacnldades de
Direito do Imperio, ou publica forma justificando
a impossibilidade da apresen 11 cao do original, e
na mesma occasiSo poder > entrega' quaesquer
documentos que jalgarem cunveaientes, oa como
titulo de babilitaco oa como provas de servicos
prestados ao estado, humaiiidaie ou scieacia,
i-s quaes Be Ibes p.is-'ir recibo, todo do coofor-
inidads cum os arts. 36 e 37 do Decreta n. 1286,
de 28 de Abril de 1854 e 111 e se>:uintes do de
n. 1568, de 21 de Pevereiro de 1855.
E para qu< ebecue ao conbecimenco de todoi
mandn o mesmo Etm. Sr. coisclQei^o diretor
interiuo alfixar u presente, qu ser publicado na*
folhas desta cidade e as da corte.
Secretaria da Paen'd.de de Direito do Recife,
1- duOntubrode 1887.
O secretario,
Jas Honorio tiezerra de Ittiuzt.
Secretaria da Kaeuldade de Direitj dj Recite,
3 de Abril de 1888.
'
l
JOOUi. Ij! 1 .
-hsoc 3 Mlyeri r . -Ihm B i7lMI
-i- fma .... ii&n) Ui J
4 8. re^U'ar .
DO . i;*7'Hy
>8*acuV.';d" ; . -Is50.i U^il
a . . i U34H
Mame . ______j i 9,i:i a Uhtt
ol -'. d 'il; BU 3 n ABBIL in. 1888
Nao conattu iraOMicva^ bi^uui.
feJot MB1 BB 1141 r; i
Aft&UCAtt
Entr.-da r.'. si
^cas ...... 78 95
Vaporea. ..... 14 3i 4 (Mi
ferroB de Caraar . 9 799
:e # i i n
rrc* de 8. Francisco . 98 238
da Liaoiro . l 31 2t 447
Vorntr.*.
219.703
Vapor fl> spcll Vp. ing H > He. p.r :
Lvrrp'.rl : f 695 a e. o ero as. ucar masca-
VaOC.
L..rrcg. J. II. Buxwe I. i
l'wutw 4rt llr'a.i-i--gt
SWI'U* DI 2 7 DR ABIHL i->8
(Vide o D artn iU 1 ie Abril
\av* cur^o
ioglefl til r uf fina, pai a . . uec.. Meidur |i -ni B.itic
H,r i li.glet t arlec ox pa>-, E-'adoa-Unidos.
'tr-gu a lew a J (i h'chle, pare S-nti s.
B.i,ii- na.-iona l'roieres. Hia o Porto.
LStar ingles Aitamwiime para Can-I.
' at^cbo poringu-i Vnt.ria \ h-m L'ab a.
Vap r infles tyril Wntlrr P. r L wrno 1.
Vapor aUoCnaco Z.ihy. pra E-ialuo-UuidvS.
saviM d- scarga
Barca norneguens- Honor, M vAo.
Barca corUegnen>e Turdevsky.ld. carvao.
Barca ingesa Mtffyri, c-rv.i
Bu roa noruega Fortuna, earvj
Ratea i AL/'re. mde.ra.
II a rea noru -(u-n- Un on arv >
Bneue iogltz Blhn ll'mves, sarria.
Brigoc italiano Immacl tu. vri s gneros.
''rKue uuiu-gueua- l.ett-k, c-ivio.
Brigue n-cion-1 Prateres, Vario* gneros.
Ltrar ingles Ruin,,. nMeaibo.
L jar ingler Luru-nde, hacalbio
Faiacho hnclona' Rival, xarque.
l'Mta'-bO uoruriiieiiae Fer-/t, Varua geurroS.
Patacho -.ue-.i A/mina. largue.
Ptacno ingl-i Spai Icling, bacaiho
Paucho nac-nal finto I, varios gneros
Pa'acho Ingles Ariel, haealhaO.
Burea diuamar^u^z Anua (arp*Z, Varios gene-
ras -------
Importa cao
Paquete frailees N Eur- pa em 3 lo eoWuW e e. usignado a Angoste
L'b.ile, u.'.inf tiu :
A'iieiXas 4 caixas a Guimares R cb.. S C 5 a
rfein.
Counac 50 caix-B a D roing <% 'epr. ir-i da Silva
4* C, 5 a MM<>&. M~ii..| di Silva \ C.
Mc^oj 1 c.aa. a H Nne.-ch O.
C! h I .-ir D, .rio de Pcri'.imbubo, l ao
Jornal do Uecife.
O.elini.bi I iza a C. W -chrmaiin.
(jli-uip-nba 37 ifios nr-lem.
Cuu.o.- 1 taiio a O Wai-nmiaiin
l) na r.' I ralla K -u |u vr i F-errs.
Iilipn-ss-f 1 c~IXa a ^riOftalItUaU
J.ila 1 CaiX a Aegnato >\ i S. C.
Ltin*-laH I c-ix a v'ict..r CvraCtdiir.
Luvaa 1 eaixa a P.minia &. I].
LrHeriM oe p.pl 1 caix^i a Wa> hsminn.
L .or.'a 37 i-(,iX .a ordeui. 5 awFrkJMam Man el
da Silva C.
M ru-idurins diveraas I rail a a irmft S-,hrig'ial
31 tarda 6 c'l s a Gue ea da A'-nj vi ,-si.s aiim ni.....is 16 o>.ix>s aiM in<;smj8, 12 a
(u maraes Rocha i C
-tfiga 2 i'rixa- C. Puiy.ii .
I'e 1 e ii* a H or cu -V !.
rVfniii-il '2 laix.a a A. t) L'Oia J; C.
' :i i 2 a i V.Mtin. Per-ira Penna, 13 a
G L p 11. .i I"., 18 a Sniunei P J( hnst II C ,
2 a oiileiii. 2 t-.rUb a pJaiH Ldva V C. to de
uihnrbo I(H) t^ni s mi -..-iisi.-iiainiio, 50 a J>
re i aiide ce Almt-ion, 41) a foons-. Basto Amor m
a- C
Q.i.ij s 3U0caiXas :, C Pi.iyni U G.
H. ha-. 1 'j.rilo a |{i uqu^yr i Freres.
rVtIjItKtBVMS 1 mu- a iiUilli-'aea H cha.
Su l-io ar tjU un.. J caa a Fiaucibeo Manoel
la .>l Va S 1'
PiaiOinbas 6 rnixas rdein.
-i m- o' 1 c ixa a C. I nvm C.
S-'daa 1 Ca>X. a P rlj Cnniiu.
T nea 1 i : xa J. L tum.
Veiinuuib 12 C"'Xii- rOein.
V i.bo 14 barra o d- u. 8 a G Laporte c C,
2 a B riiet 6e V 4 25 a.xa >. H Nueacb 4 C,
4 e luO anas a Crtmasa Vla^toi d. Si.va i C, 4
ei 10 taS a l'aul D > de Ol v-ira AUta, 50 a L/OCOIU-
guo Ferreira da di iva xKxpor(.<*cl*
S*UI/n. 2 ua 1BRIL 18 1:88
"oru o ->or
No vapor aa-triac Z ety, carr^g.ia :
P.r-Hu'i, C. P. dj Uuios ZtW,0 car-eos do algiidao.
Contiia a execntar as mais dffieeis
fi'furiuos recebidos de Londres, Parir,
Li-b e rlio de J.neiro.
Prima m peif ico de costaras, em
brevidade, modieidade em precos e fino
g'iSt.O.
Collegio ParlIicoiiQ
3-Ra do Hospicio-S
O director deste estabeleuuueoto de instruecau
primaria e secundaria declara a<> panuco em geral
que as aulas de seu collegio esto funeci mando.
Outrostm recebe alamn.is interno*, semi-inter-
no8 e externos.
O direclor,
Ovidio A Ivs Manaija.
BBBBrjXaBBxaaBxaBXBBBBSaaBaBBBL^daxaSBBBBSBBBlBaBa
EDJTa.ES
No vapor allemo Paipanmc, carregou :
Par-. Himburgo, A. P. don tUortoa 2 fardos c im
60 kil ia de raices e folb .8 i- j irob-b*
- Wa btrea inglez it r of China, caringa
rain :
Para Bltico, Borstelmann & C. 633 saecas com
47,654 ki os de algoJo
No vapor ingles Harrogale. carregou :
Para Liverpool. H.J.* Ku li 375 sancos Com
28,125 tu-8 d-assuear m s"-wio.
fli pata 'bo portuue.z Ptotorfa, carreoa :
Para o Pirto. L obino Li nu lio cour.,8 aaiga
dos com 1,512 kilos.
Para o iwenor
___ No patacho sueco Almlna, carrpffaram :
P.i* Pelota, P. Carurii o U. 530 vduoe;
com 5l),0l0 kilos de assucar brauco n IU0 barricas
Ciro 10,410 duos de dito in-nc-va-io.
N > v-.por nacioua Part, carregaram :
Para Baha, M Lopes d aa & O. 50 barricas
isom 5500 k lo de asauear ruanco.
Ni i-aier Co'omho, carr.g'.eaai :
P*r o Natal, P. Atves Jt C > barricas C03)
1.-I5H kilos de uasucr BTafttfj 23 volume coro
1,470 juos de dito r. fio ..'.
teodiiufaiosv ; anz ni- abbil
Stfmtt^a
Fitcul ii e irelo
De ordem d i Exm. Sr. c- terino e de eo i.onnidad'- com o arf.. 119 do regu
lato-nt' c impleinnritar. se repare o edital relarivi)
ao c mcurao euj* inscnpc*' ser encerrada as 2
horas da tarde do ai* 11 do corrate, visto t-r
tmm'na-l o praso da mesma insciipclo durauto
as f'i ias de Paschoa :
De i.rd-m do Exm. Sr. co iB-lheieo director
interino, fac publico que fiea marcado o praao do
seis m ses, coutados i data det--, para a ins-
cripyo doi que pr--(en lerera concorrer ao lugar
de lente substituto d-sta Paculdade, que se acba
vag por tjr paasado a cathedratico o Dr. Joa
qoi.n de A) qierqae Barros Guimares.
Pelo que toos os pretenden'68 ao dito lagar
poderj apreseutar se desde j nesta secretaria
para ttsaiguar que h-s j-rmittiio f->zr por procarador, se e--
UVereaj a man de 20 leguas desta :idade ou tive-
iein jusio uipedmento.
Devem, imtr sim. apreseotar documentos que
.: (isrrui -.i qualidade de cidado brazil iro
que sr i n troao d- sens direitos civis e p'
D ordem do Dr. inspector geral da Instraco>0
Publica, faco saber a-js profeseores pblicos Joa-
quim da Costa Guimar~H e Pacifico Pauliao'Ms-
l>.qoi^81 este da cadeira do Bonit', e acuelle da
de Nazur-th do Cab', qu ten U-lbes sido conce-
dido em 27 do Brrente me*, p.?lo Exm. Sr. vice-
presidente da provincia, .ermutarem as respecti-
vas cadeiras, foi-bes marcado o prizo de 30 diaa
para assumiri m o exerccio das novas cadeiraB.
Secretaria da Iostruec/io Paoiiea da Pernam-
buco, 31 de Marco de 1888.
O si-crttario,
Pereeutino S. de Arauio Galvao.
O Dr. Thomaz CaldaavL:ns, juiz munici-
pal e do commercio do termo do Rio
Formoao de Pernambuco, gor Sua Ma-
geatade quem na guarde etc.
Fco saber aos que o pr.-soute edtal de praca,
c m o pr, d do 10 e 20 das uteis virem, que o
porteiro dos auditorios destn juizo ba de trazeT a
publico pregao de Vdnda e arremtac qasm
m lis dr e maior lauco offerec-r, em os (lias -1 do
crreule rnej, e 3 de Vlaio prximo futuro 1
hura da Urde a porta da casa aas audiencas desta
juiao, es bens abaixo decoradas, peuhoradoa ao
Dr Ignacio Americo de Miranda para pagamento
la execucao que Ihe roove Murtins Oapilio tt C.,
c uf rme me foi deprecado pe!o juiz > commercial
d i tent de.Palmaren, cajo* bens nao os segain-
tes:
i No dia 21 do correte :
Urna moenda de ferro comp sia de 3 tambores,
que est teivinlo no Engenhi Beiai, com 1 ro-
rjeta trincad avallado por 45niiOJ.
Uui". outra moaoda raeo-r tamb' m de ferro bas-
tante velhi, avallada por I'K)000.
i^'u^s taixas de ferro fundido em perfeito estado,
avallada por liljOCO.
Cinco taixas dn t^rro fundido era mo astado por
se acharen) remendadas, avallada por lOOOO;
todas ellas existentes no roesoio engenKo n..oro.
No da 3 di Maio prximo Vindourn :
Urna parto de 2:'j50000 do mencionado enga-
nho Be'sui desta freg.sia e reoio, do fabrico de
itssocar, c qoal m nvj! com forea de auijiaes,
easa do innbo em b;m estado, casa de purgar
arruinada, casa do vivenia de taipa coberta de
ti Iba?, coQi todas as suas m ift 8 e logradorog,
cuj. s terrco'.s uS, i eo sabe extencao, mas limi-
ta-so com os cngio.ho i Conc^cao e Espirito Santo
d-ati, m-ema freguezia, avaliudo todo o predio por
104100*000:
E quem nos mesmo. beos quizer tancar, com-
parece ueste juizo em es das cima d-cliados.
E pan que conste se lavrou o presente e mais
d us de igual theor que o porteiro d- s auditorios
pub'icar e afiliar nos lugares do estylo, lavrando
a competente certido.
D'.do e pasaaoo nesta cidade do Rio Formoso,
aos 26 das de Marco de I8s8.
Eu, Antonio Ploriano de Mello, escrivo, es-
crevi.
Estava sellado com duas estsmpiibas do valor
d, 4U0 ia, ambas inutiiss-i-.a com a data e as-
.-in-.:um s-'gumre :
Rio Pormiso, 26 de Mare de 1888.Escrivo,
Autcuio Fii.rian i de Mello.Caldas Lins.
Era o que se coutioba em dito edtal aqu co-
piado do original ao qua! me reporto e dou f.
Eu, Antonio Floriano de Mello, escrivo, es-
cr vi e assigoo.
Rio Formuso, 26 de Marco de 1888.
O eseri-',
ilntonto Florinnu de Mello.
O Dr. Thomaz Garcez Paranhos Montenegro,
commendtidorda Imperial Ordem da liona,
juiz de direito especial do commercio desta
cidade do Rec'fe, capital da provincia ce
Pernambuco, por Sua Magestade Impe-
rial e Constitucional, o Sr. D. Pedro II,
a quem Deus guarde, etc.:
Payo sab-T aos que o preaenie edtal virem OU
delle, noticia tiverem que pjr parte de Aurelio dos
Santos Coimbra me foi dirigida a petico do theor
seguinte :
lira. Exm. Sr. Dr. jais de direito do commec-
co, Aurelio dos Santos Coimbia, sendo ciednr de
Simplicio Jos de Aadradepe.la quantia de 1:000*
principal de ulna lettra vencida a 16 de Maio de
1883. e de Joa.iuiin Hollaoda de A buquerqae por
ama lettra da quantia de 1:0085000 de principal
e quereudo interromper a presoripcio, requer &
V. Exc. se digne mandar qvje distribuida o escr-
vi tome as tesiemuuhas p.r>. justificar a ausen-
cia dos supplicadus visto estarem ausentes em lu-
r i 2 i sabid -, e jalalo p>r seuteuca se tome
por termo o pr testo, p8ssando-se os competente
edtaes na t ma da le. Pede a V. Exc. defe-

Senda ueral
Do da 2
Mero e 3
iei.da oroviocia :
Do Oii 2
Idiioi do 3
33:891 7o'7
43.186r87
3 8.2 9St
4 Uoo
Sooim-. total
?0:O78714
7:409166
87:4o7*S10
nercatlu uaiclpal de *. lo.se
.nouiineuto deste Mercado u> s das 1 e 2 oe
Fevereiro M o aeuinte :
ni raram
84 os peannHoll 193 kilos, sendo de Olivei-
ra Castro & C, 61 ditos de 1", e 3 de 2 e
20 de partiouiaraa
3-0 k los de peixe a 20 ris 7*6l'0
la6 -arKa de frmha a 200 ris 25aOi/
13 Jilas de triictas diversas a
3!ii rs 3*9."'
V2 taboleiros a V00 ris i*4o0
2H suiuii! a 200 ris 4-o aj
26 vintutos cjm le^umos a 200
ris **
" -ra iX.eeuoao'o3 :
50 u.ni.aa 600 reta 30 ooo
2 Eicupwrios 6o i
36 couipair.ime.otos de ariaba a
rxKJ ris. 1SH4
43 mes de comida a >0 ris 21/500
191 lit .8 d,-ieuu)es a 4 3r> ditos de sumos a 7 0 20 ditos oe trtosuras a 600 ris 12*000
20 ,lbos i it 4)0"'
5 iiitoa a 1* 5*0Oi
i veira Casero & CJ:
108 lalbus a 1* K'8-.i"-
Europa.......
n>ui......
Norte.. ......
Sui...........
Europa.......
Mu...........
Ville de Maranhao .
C nao............
Maranhao.........
Para..............
Ta us.............
Neva.............
Liverpool..... Author.
17
19
23
26
28
29
29
388*800
Segpuda seceio da Alfaudega, 3 de Abcjl
de aw.
O tbeaoureiro--forMC'O Dont.nguet.
O chofeda aecgAu Cicero B.de Mello.
o da 3
dem : 3
Rerettedurln K<*ral
997*533
1; 205.065
2:202*598
Rvrebedorla provincial
to dia 2
dem ou 3
i)c dia 8
dem ca. 3
2U8-48J
78U8.9
Herir urainage
743*040
187.133
988359
930*173
Preces1 do dia :
Cara verd. d- 160 40) r3 o kilo.
Caruoirc de 720 a 800 ris dem.
lautos de 560 a 640 ria dem
ranuba de 0 a '8 ris a cuta.
Mho de 24'i a 28 res ide.-xt
010 a 1*000 dera.
M::dMico publico
Foram abatidas ai atudouro (tu Cabauga 77
rMtea para o "onaomo do da do hoje.
tiendo': 57 retes perteacentesa CVciraCas.i
M C-, e 20 a aiwrans.
Vaporea entrar
MBS DB SBBIL
Esados-Uoidos Fiuunce............ boje
Norte......... Para ............amaobi
Sui........... Advanee...........aoianb
Manos........... 6
Filie de Montevideo 6
J^hn ELier........ 9
V Me de Pernambuco. 11
Sui...........
Europa.......
Europa......
Sui...........
Norte.........
Europa......
Liverpool .....
Sui.........
Ham hurgo .
Ntw-Yoik ....
Sal...........
Vaporea ah r
4 HEZ DU ABBIL
Santos e csc Fiuunce.......... 4 s 12 k.
Sui......... Para............. 5 s 6 h,
Esr.-Uuidos. AnWnnce........... 6 s 2 h.
None....... Mmuiot.......... 7 o 5 h.
-aiirs e esc. Vil e de Montevideo 7 10 b.
Valparaso., iuha EUlrr........ 9 1 h.
Havre e esc. Vtltr d- t'Tnnmbuco 11 a* 2 h.
Sui........ Espirito Santo..... 14 s 5 b.
Kuen sAyres l^a Futa.......... 14 1 h.
S r.h iiupi-iii. Turnar............ 15 s 2 h.
N .rt-....... Pernambuco..... 17 s 5 h.
Bu--nosAy.e8 V He de Mar .nkao.. 17 s 4 h.
B ird.aui .. i.otigo............. i9 s 3 h.
.Mil........ Maranhao......... 24 s 5 h.
Noite...... Pnrt............. 27 s 5 h.
.. 28 As 2 h.
.. 29 1 h.
Ba- nos I y es Tagt......
Soutbamptou. Neva.......
latios entrar
Aur rita......... Ki-dr Janeiro.
Abel........... Cird.ff.
Bcio ............. Kio Urande do Sal,
Hrid..-m:vJ........ Sw.ote.i.
Ciriiti-in enver ..
Cere.s.............
ti C Ktaarsd.....
H.vii k V'erg Und..
Hrin d ..........
Helena...........
Heuriqae.........
Mariba Pcrcival ...
N r..............
Persev rant........
PiOt-re Alcide.....
B-o de Janeiro.
Rio de .li.neiro.
.Nw-Ynk./
R.o (i:aiidj/do Sal.
Ri i lia^dd do Sal.
H>aourg'.
R. Graudado Sal.
Cardiff,
Kio de Janeiro.
L vi-'po-1
Ru.irando do Sui.
Espirito Santo..... 13
Im Plata.......... 14
Edietor........... 14
Turnar............. 16
Pernambuco....... 15
Maranbense........ 15
' rrnambuco....... 16
tlovlmcut do porlo
Navios entrados no dia 3 de Abril
Bord, a.,x e escala13 das, Vap r francos fqtr,
de 2357 toneladas, comn-audaote A Baule, equi-
pgem 124, erg varios geacos, a Angoste
Livern Je escala- v7 das, Vsp.r ingles Orator,
de 819 toneladas, cminandonte J. G. Jones,
equip.gem 2t>, carga varios gneros, a Satnael
L J, -bust- n.
Sahidos no mesmo sha
Buenos-Ayres e escal Vapor franeps Niger,
c mmai.dante A Baulr-, e,rg vanoa gneros.
Ma.-e.Vapor injles Harrogate, commandaote
H' J. Cator, oarga aasnear.
1
s)xaaB*aBBB|l


I I
;

>
Diario de FcriiarabucoHuarta-leira 4 de Abril de 1888
rirxonto. E. B. M.-R.cife, 19 de Marco de 1888-
O solicitador, Fred-noo Obav-s.
L ** d" 'i"-1 '*" fo:u"d,8tr,bu
tSorto ib.or guite :
A' Ernesto Suva.Obveira.
...ais se o*, eortiuta eui dita dutnbu.fi.
qui copuda, depois do que via-se o ternude pro
ttsto do h'iur scguiute :
Act 20 oe Te Be !8S8, en di u wriorfo, pet-
ante o.! tas t iunroalwB infra a-s.goaJas, coa
parecen o suplicante p.r s-u p-oenradar Fiede-
Teo Chavea p- es*, ro. dito que reda. a ter-
b.i o protesto constelo dapetflBO retro de como
a=aiui o disse, assigM o pre-.n*-. ", brnes-
UMasbado Viere rVrei da Silva-Fede-
rico CwB. A.f >O0 Barbea Crdete* Fraoosco
Manuel de Aiaeida Jun.-r.
E mais seoo cotiuna to aqui oopwio, e tendo o ;utifkaore Pr-d0*,
,.Ysu-moiihH*, que deposeroa **"-*T
-ado a. licio u-ie copias, o respeel.u. eser.
So,fo2d^lar e p:-p*>r os autos dev,da-
Uente, ui'os ts ooelase*, 4 I** 81-n-
tenca do thaor Kgoiuto: P.ra-seam-
Tboaa. (Jar xa Parau.s Montenegro
Euais kbw eont.oba oita s.:ot..i.ca aqoi
sopiada, por torca da quai o escr.vao fea pasear o
arisentc, pelo q,,.,I eseutheor chamo, cito e hel p.r
Limado u. jos .otados ausentes em lugar incerto
e uio sablee, P" !"< l"- apareci-m an,e Mte JU"J
ieatro do pndo de 30 diaa, allegando e prona-
dotuio qoanto f6f a b; de a na uireitos Sjustien.
E para que ebegue ao eaohecnento de toa.,*
KBnd. i paaear o pre.e.iW editi i, que. ser publica-
do peM imprfBae affixado do- logares do cos-
>a'i i e naasado a-fta cids.de do Recife, capital
da provincia de Pemambaco, nos 23 do Marco de
Ib*. Subecr-vo e asigno.Ernesto Silva.
Thomaz Garcez Paranh's Montenegro
DIA8 UTKIS
MANHA
MANHA
Eta$Ses
S. I.
Bocife
Jaboatao
o
*
u
Hora a
7.18
7 35
3
3
7.0.
7.20
Ettaoc8
S. 2.
Jabaato
Tigipi .
fteoite .
-3
10.20
10.40
10.05
10. ->2
IwlePw tos Vluistarios da
Patria
ecMi nriiinrla
Pi sideote o 8r. woenfe Felicissimo t^c
Aaevi do MHo
Haveu'Jo oumero legal do s;nbjro socio.7 o Sr.
residente abri '> ioaaSo i.s^ a aetsi da c ato
pasea-la <5 p '' a >')- fjf '.>>ovi,la
O Sr. preaideate a mdod pi*ra, pr^poipara
3UB fj-<* lantjad n* aataj asa ote d pesai peio
Utoeiuie ito lo n s=. pwati not i aoc o h.norario
a Ex.n Sr. t.'eaemba-gador Francisco de Asgia
OliTerr VU-ii:!, c .{!! poraM MOtito Ijvat.ra
a ttSo, onsetodo u- eaUHBlaiau) paia aBsistir
as mitas que ficoa ci bridus p.-ia aluia do mes-
no finado.
O ieeretorto
Ant nio MVeiM i- Meriionca.
or\':rait de >*-i iliura da*
erico eiriia iiej' de *.
Stt- de itia mar do : rV.
Do orieui 04 Mnaa rededor-, <-onid > a t idos
jo aosaO'i ebariaoiM a irin".. eomparec.-rem eoi
iObaj eooratorij ua ^uiula-ti-inj 5 da v.gent aa
i hjras a UrJe. kfioi de pro ler ae a en-icS*
pata o v.ce preaideut- >^ utro* cargos/
rtcreioria dn drVufjio, 2 de Abril de 188S.
U avrimrio
FraDciseo -8-18 F. Viauaihaeg
TARDE
TARDE
Estafoei
S. 3.
Recife .
Tigipi .
Jaboatau
S. 5.
Recife .
Tigipi .
Jaboato
ce
t
Ci

II r..j
4.48
5.05
-3
6.48
7.05
K ns
4.30
4.50
fi.30
t.5.
EstaQdes
Z. 4.
laboafo
Tigipi .
rteClfl! -
S. 6
Jaboafao
Tigipi .
Recife .
"O
=
-a
Huras
5.45
6.05
7.4
8.05

Hcrag
5.30
5.47
7.30
7.47
NOTANos dias de festa nacional regular o
horario dos dias otis.
'freos da erra (*)
Tonos OS D AS
MANHA
EstaQoex
P. 1.
Kecif-...
Tigipi -j
Jaboatao
Murenas.'
Tapera ..
Victoria. |
Pombos .
S rra.. ..

X
H.raa
9.46
10.0)
10.30
10.58
11.20
12. '0
12.27
z.
Horsi
9.3*.
9.4><
1(1 (ib
10.3:
11 00
11.35
18.06
TARDE
Estaques
P. 2.
S*rra ...
Pomb-ip..
Victoria.
Tapt'ra ..
Moreno.
u boat^o
ngim..
Eccie....
T5
tai
Hoiras
152
2.15
2.51
3.13
3.40
3 59
4.48
os
o
O.
Horas
1.30
1.55
2.35
2.56
3.18
3.45
Trens da Victoria
S NOS DAS cteis
TARDE
EttagSes
M. 1.
Secebj propostas par: 1 .roeciuie it i de pedra
brota ou de lastro d.i iisvvioa, -o'regj 4 >ordj d -
eauiinaviu8 un p-*tu* u- T rre (o r melada)
JCO.OOO lijlos de alveuan- grjs*. l>0l0 iiqa-
km de cal peta e 1e arel groa**, p.r CvOn
Der-m s-.r eotragaal at <> d.a 15 lo correte s
iropust- i e ..8 Minoatr-a dos t j lis a ro do C m-
SMM n. 5, 1- udr, o i ru* do B "> 'osus o.
54, urasaseui. Recit-, 3 do Abni .le 1858
Au'iiio Juehalo (jomes da Silva
Qe.eD'r.
Imperial Sodedade tls Irlislus
iec&aaicas e Liberaes
De ordein do ir-jao d.rectir, couvid a todos os
rimio qoo Sf acba u i > gos d reos direit-s a
reamr-m-se rm uoesa sed-- quinta f^ira 5 do c r-
nte, pelas 6 bor-s da tarde, afin ter logar
% iwembla g ra d.. ion oroxiqw paasado, que
daixoo de tunceiouar por nao s.;r p ssivel, deven-
do eta, ter lugar couu o numero de socios que
eoaipHrecer.
Sjcretaria da Imperial Socieda\n dos Artistas
fteebaBieos e Liberaes d Prrnambuco, em 3 de
jfenl de 1S88. -O. sretario,
lrternii>o Barrooo.
Recife...
T.gipi..
JaOoata.
VI renos .
Tapera..
v ictoria.
o
x
60
O.
J3
u
Horas
3.18
3.40
4.111
4.40
5.15
Horas
3.(H
3.21
3 16
4.15
4.4.
MANHA
Eelages
M. 2.
Victoria.
Pipera -
\lorrnos.
labo-tiao
r.gipi..
ttecite....
8
c
9!

H.ras
09
o
os
a.
i
7.15
7.4'j
8.15
8 39
9.00
Horas
6.45
7.20
7.50
8.20
8.42
() Os tifne da 0ezra t irlo de P^tobos a
rra u.s seicu idas, qo-rtas e ex'HS-fuiraa.
N. s das de i:-' nacional n guiv.r c h.rario
di 8 das uieis.
iDtilDti) rcNlifr e Geoera-
Cil
PROJEGTO DE INSf.RIPQ ,\0
Para a 11.* corrida que se realizar
Uoniingii, 8 k Abr1
1. parpoConsoUcin800 metros. Animfs da provincia que anda n3o te-
anb'i. Prrtinins : 120(5000 ao priraeiro, 30|J0O0 ao segundo e o terceiro livra a
nlino gan
entrada. Eotrada 12^000.
2." pareoDr. Souza R"is1.100 metros
200jjl000 a primeiro, oU|JUUU ao segundo
Premios :
Entrada
Pre-
En-
aiio
Aaicoaes da provincia. Premios
500000 ao segundo e o terceiro livra a entrada. Eutrada
200000.
3." pareoOlympio Loup2.040 metros. Andures inclusive trote.
250(5000 ao primeiro, 600000 ao segundo e o terceiro livra e entrada.
3O0OUO.
4 parco -Dr. Gonjalves Pinto1,600 metras. Animaes da prosiucia.
mios : 2500010 ao primeiro, 60iJO00 ao segundo e o teretro livra o entrada,
trada 250000.
5" n;>r- Per s Cimpello 1.450 metros. Animaes na.tiooaca at
sangue. Pwnwa: 3000000 i.o priu>eiro, 800000 ao segando e o torosiro livra a en-
traca. Eptrada 300000.
6. pairo Claudio Dub^ux -850 metros. Animaes da provincia Premios :
I50000 ao prianeir;, 40*000 ao segundo
150000.
OBSEVAgAO
A iuscripyo encerrar-se ha no dia 3 d3 Abril,
Prado.
Nenhuoi pareo se realizar sem que se iascrevarn
animara de proprietarios dififerentes.
Recite. 29 de Marco de 1888. /
/ O GERENTE,
Marcolino Rodrigues da Cosa Jnior.
e o terceiro livra a entrada. Entrada
s 6 licras da tarde no
e eorraro pele menos trez
Lcilo
DE
Agente Itritto
Um librado de 2 rodares, sito roa do Apolo
o. 11, com 1 vaca no tundo, para a ra da Reatara
ractlo o. 12, ruud nda tudo 520000.
Daafl casas terreas os. 13 e 15 4 ra ik Anto
oo Heorique, rendendo um* 12i| e a outra 16/.
Veod.m-SQ dit-s predios pela maior orferla que se
sbtiver nn l.diu.
Quarta feira, 4 do crvente
QARTA-FEIBA 4 DO CORENTE
A's 11 horas
Rua d<> R^ngel n. 48
A ge nte Pestaa
Lrilo ,
Da b':io afreguezada e cunhecida padaria,
sita rua de Domingos Jos Martina
n. 84.
Qwirta-feira 4 do corrente
A's 11 bors em ponto
0 agente Pestaua cimpeteoteoieote antorisado
far leilaop r cota e risco de quem perteocer,
da bem moutada pidaria prompta a funeciouar,
sita 4 rua de D mingos Jos Martina n. 84, em
um ou mais lat a a vontade dos Srs. compra
dores.
Lello
liuted Steles & Brasil 1. S. & C.
O vapor Advance
E' esperado dos portos de sul
at o dia 5 de Abril depois
da demora necessari seguir
oara
narauhao. Para, Barbados, 9
Thomaz e Sew-Vorli
Para carga, pasaagcna.e.c mnendas jdinhene
i Trete, tracta-se com os
AGENTES
- % -;
'acilicSleaifl ^viponioiitpany
STRAITS OF MAGELLAN LINE
Paquete John Eider
' esperado da
Europa at o dia
9 de Abril, e se
iguir depohi
demora
da
do oostu-
0 paquete Finance
lM
t.spern-se de -News,
at o dia 4 e Abril o qoal
seguir lepo s d. demora ne
Bjaaris para
1 me para Valparai o eobl escala por
'nahja, Rio de Janeiro e Monte
video
Para carga, pasB^geirot, enc.mmendaseinhdei-
ro a frete, tratn-se com os
AGENTES
iVilsoo ons J., Limited
8. 14 RUA DO COMMERCIO N. 14
Pilutu
A pokci; hespanbo! Mercetita, prestes a eegoir
De 1 lindo esp-lbo oval com vidro oissot, mobi-
l)S3, pianos, mesas elsticas, guarda-vestidos, ma-
las para viagem, comi-.das, cabides, quartinbei-
ra's, cartein.s, jarros, caudieiros, q'.adr s, loocas.
vidros, t llier f, cerveja, vhihos, cognac, genebra,
licores e diversos presuntos novos.
Quarta-feira 4 de Ahril
A's 11 horas
No arreazem rua Mrquez de Olinda
n. 19
Por iofervencao do agente
Gusmo
u
De
aaaaisKBaaaP .i-- .(ni p-^ra "Montevideo, precisa do um piloto ; tratar
Baha, Mi de Janeiroe > |^m 08 conaigMtirioS Jos da s.iva Lyo &
fara carga
i com os
paasagens, e encommendas trac
AGENTES
Heery fat&& k C.
RUA DO COMMERCIO-N 8.
1 and/vi
com os
Filbo.
Para o Porto
Paticbo portugus Victoria e brigue brasileiro
Praterw, receb' m carga 4 frete directameote ao
Porto : 4 tratar com Amonio Irmaos & C.
ciUBiitiRS mm
rompanhia Fraoeeia de IVavega
eo a Vapor
Linha quinzenal entre o H*7re, Lis
boa, Pernambuco, Baha, Rio de Janeiro e
Santos
0 rapar Vills H liMii
Com mandante Viel
Estrada de ferro d
lleeife a Caruar
Trens de suburbio*
Deordem d Il'm. 8r. director eneenheiro ere
tes* fa* pub'ieo qoe h partirdn Io de Abril pro-
nas figura** -ara es ticos desta estrada de fer-
M ooorari nbnxo po'o c.-v :o.
Sece-"ari d-. pr.lo. g rodo R-?-f- ao H. Franeise' estrada de ferro do
Kcdft. a Caru i em 24 de Mire de 1888.
O i sciptora. it.
Manoel Juve ci de So'oya
COM NGOS E DAS 8ANTIFICAOOS
Qiota-tetra. 5 do corr-nte, 4 hora do costme,
reuuir se-ha o I lOOtaCu ero .--.-ss esoecial, p^ra a
posse da meta admio.strativa do aono social de
188* 89.
Sccntaria do Instituto, 3 fe Abril de 1888.
Baptista K'gueira
1- secretario.
Gabinete Portugiwz de
Leitura
E ti.-. c:".o do predio
De ordein do Ex.n. Sr. presidente da coaimiseao
executiva da e nicici do predio pira a biblio-
tbeca, coivido todo os svnhores acciomstag a
reooirem-s- em hss-mbia geral no tabbado 7 do
correle, 4s 6 hors da tarde na tde social, afim
de t. miMvm conbecimeoto da i n poota da commis-
so pira i acQuisica> do uredio.
Secretan da c mmissao se.-utr-a, 2 de Abril
de 1888O t- BM ?tari ,
Fraiiciscu Rib'-iro Pmtj GuimirSes.
Qurrta-feira 4 de Abril, deve ter lugar o le
la i do cisco e seos pe- tences do brigue soecco
Fritz, tal qual se acba, bem como as velas, va.a-
m-'S, cabos e mais peiteoces, ssim como 397 cai-
xas com gas avariadas e c. m falta.
Quinta f. ra 5, lenSo dos moven, looca, vi-
dros e mais perteoces da casa da roa da Maugoei-
ra o, 11.
S- xta-feira, 6 s 5 horas da tarde nos Af-
Eapera-se da Eoropa no da ,r^Jff ^^ d8 ,,,. nlt raa abort polo oon-
6 de Abril e segu.ndo de- s^.jo M8ohrldo p.>IleR.
__ Sexta feia 13 do corrente, grande e variado
li-il&o de hons movis, christaes, electro-prata,
broDzes, quadrog, j -rros e milites outros movis
qoe goaiuecm setc gilas grandes e dose qoartos,
do pilacete da rna do B ra de 8 Borja n. 58,
resideocia do Sr. Ernesto Amorim, para onde par-
tir4 um bond que da' pnssagem gratis sos con-
correufes.
O leilo priocipar t 10 1/2 horas em ponto e
eootinu-r at s 6 hoias da tarde, por serena moi
tos e diff-rentes os lotes.
pois da
para
demora necessan
B.hia, Kio de Janeiro e Santos
Rnga seaos Srs. importadores de csrg* pelos
apires desta lioh, queirain a presentar -dentro
d- 6 das a contar do da de.carga das alvarengas
qoaiqoer reeamaca. eonecroeute a volumes, que
oorveotura tenham segoido para os portos do sul
afim de s- p idcreo dar tempo as providencias,
neessarias. ,
Expirado o referida praso a companhia nao se
responsab;l:83 por extravos. .
Para carn, passattens, encommendas e dlnbei-
ro a frete trata-se com o
AGENTE
Augusie Labille
9 RUA DO COMMERCIO 9
lOIPANHI. DE SEGUROS
NOBTd BKITi^H B MEiAST LE
0
N>
Bolabt iecida eu !*
3.0 Oi'O
2.WlOiitiO
6000
MANhA MANHA
j&tae 30 J3 O Hora -o E & H .a Estacoes o 6 a
S 1. S. 2. Horn Hora*
star fe. Tigipi JalKMlao 7.IK 7.35 7..0 7.v() Iib -t;-0 l'i :ip t e te . 8.15 S.35 8.00 8.17
S.3, 8. 4.
reifr. Tigipi Jaboatao 9.18 9.35 9.0' 9.20 ...... I.h iii-ao r.jni bVeife . 10 -li 10 40 10 05 10.22
Capital ao'-rioa lo
Capit.l sobseiipfo
C-piliil reaiiSido
C-p.t-l t'Si>'cial para st-goro
raintaa f g e reserva em
31 d- Dts-mbro de 18S6
C.pi" d- vida e aniiuida'tfs em 31
d-- Dexembr.i de-1886
Cadtal d* rpartico de ae-
Buro contra t..go
Capital o i. i arMcao de se-
BUiO de vida e annii-dni--.
Al
O ab.ix. BPsigna io paMieipa ao publico qu-
havendo .8 Sr.-. Adi.uis u Howe & ('., d. ix .do a
a^eocia da lompauh.a stOM, t i elle iioov ado parr.
i-ubs.nuil is.
N J. Lid tone.
N. 10-RUA DO COMuEKClO-N. 10
i 1.738 907
4.-53 355
1.211960
515 154
CiB5>.r?a Brallelra de Xave
gaco a Vapor
t-ORTOS DO SUL
vapor Para
Commandante Atunio Ferreba da Silva
E' sspera-fi'j d..s portos do nor-
tea o na 5 de Abril e de-
pois da demora indispensavel,
seguir para os p*ns do sul.
iMiuruc a. >kui carga para Santos, Manta Ca-
harina, Pelotas, Porto Alegre e Rio (irande d.
Sul, frete modic .
As tnoeoinm^odas s serflo r-ecbidasna sgen
"' 1 h'.ra da tarde do da da sabida.
Para c>rga, passagei^s, vucommeodaB o valo-
ra i. irfa be na agencia
PRACA DO CORPO SANTN. 9
PORTOS DO NORTE
0 vapor Manos
Commandante I ten nte Quilhetme
Waddington
b1 eaperuuu aos portOB do sul ate
O dia 6 do Abril, seguir
depois dadenaora u-dispensavel,
Leilai'
De um eavalln mnit > bo-n para carro
A'a 11 hor*
j armazem da rua Mrquez de Olinda
n. 19
POR ISTERVENCJlO DO AGENTE
Gusiwo
movis, v'dros, espelhos e
uma estatua de Venus
Sendo uma bonita in..b:ha de jaciranJ a Luis
XV, tendo 4 contles com p. tira, 4 cadeiras de
brac', 12 de guaroicao e 1 a f ; 4 jarros, cao-
dieiros de gas, 1 impoi.,;it>;*aaa>>. fraoeesa doja-
carand, lavatorio, commodas de amarello, mar
qoezojs, 1 ciesa elstica de 5 tabias. cadeiras de
juuco, ct.deiras de jacaraod, mirqu^n, aparado-
r>8, l estatua de V^oua, 1 grau-ie ctager, 1 espe-
Ibo gr nde, alguuia Ieoc< e iutros muitos movis
qoe setao vendid.s ao correr do-martello.
Quarta-feira 4 de Abril
AS 11 HORAS
No 2o andar do sobrado n. 28
da i aiiilion do Carino
O agente Martina fm leio pr conta de utra
familia qoe Be retirou para Eoropa, dos movis e
mais objetos existentes no segando andar do so-
brado n. 28 da rua da Paolino Camara^ntiga Gam-
boa do Carmo.
Leilo
De orna mobilia de Jacaranda, jarros para ti .res,
castiQes, mangas, 4 etugers, 1 espelbo oval deli-
rado, quadres dourados, c ndicirnb 4 gal, redomas,
1 lbum, esearradeiras, tapties, 2 espreguia-
deirss.
Uma cama francesa de jacaraod4, 1 commods, 1
mesa de cama, 1 marquezo, 2 camas de bamb,
toilette, 1 lavatorio, 1 guarda-vestido de amarello,
1 cantooeira, 2 liodos cortinados p-.ra cama, e 1
machina de costura.
Duas estantesenvidra^adas pura livris, diversos
livros, 1 secrUaria c 'maula, 1 carteira para se-
nh.-.ra, 3 bancos cumplidos.
Uma mesa elstica c. m 5 taboas, 1 guarda lco-
ca, 2 apparadores, 18 cad iras, 2 armarios, 1. oca
para cb e jautar, copos, clices, garrafas, bande-
jas, talh-res, coiberes e outroe i hjeet"8.
t|ieiut;i-fcira de Abril
Agente Pinto
Na casa da rua d Mangu-ira n
O leilo principiar s 10 horas
11
TAKDE -------------- m TAK E
JbfafsVs M r Eslacoei a 1 a Hjr.t Ha BU
S.5. Horar Hora- - 6. H.ras
ecife Tigip xwi. 3.05 2. 2.50 ...... laboal-'"iltip. li-cne . 3.45 4.05 3.."0 3.17
8.7. 8-8.
$& ".48 5.(i5 43 4.5-...... i. w. Pigipi rtecife . "'.15 6.35 6 00 6 17
8.9. S. 10
m-rp-6 4boaUo "Y.\* 7 ir 7.10 7. I abo-'i.. flT,.p.o Recife . ":o 8.20 7 46 d.0 ......
\ssucia0o couiuiMcial agridila
de IVi-n-Hiil!..*.'
ASSRMHLA GtR-L
S.o d r.oV> c i^vi.ia.ios us Si a aoe.os desta is-
s ici cao a con piruTrno a reon qe dcve ter
Uig r n da 5 do-frente, 10 >hS da ma-
nl.i, ffir. d>- cun o huid- ro que coipareei-r pro
ced-r-i.e a el-(& da nova d
re 'al.I iu e frealai,-n d<* Ci-lila-.
A'8< C ac* Coiinni rea' agrila 4 Pernambu-
co, aos 31 oe Mareo d. 18^8
Antonio A. ihur ^. de M- ndoufa,
1* at efe! rio
Fubrieidr liiivoc t ci-
clos Pede-s- ao Srs. ac-ion s'as qu- aiiuia nao rt-e^-
tu n r. o dividen in do ultimo se eetie findo em 31
d D t-u.b o iir-.x'OM) pausado, o f*p .r de virem
rccerK r no er.cnptorio de Silva Guim-iies C.
i. 5. I- -' dar
\ ilii tfril sti k Mercaniiie Insu-
rance company
AVISO
O ah.ix > aMivoadoa declara n que de b je em
diante 61*a traorf.rida para o Sr N. J Ldstone,
. ua do i.Vmmrrcio n. 10, agencia da sobredita
empaobia.
Recite, 31 de M-rco de 1888.
Adamioa Howie & C L:q. .
jara os por/ do norte at Ma
n e.
As 1-u..i...... -:i sao recibidas oa agencia at
h ir a da tarde do dia da tatida.
e-ar arga, paaaageu. Wc.
r* etH-S'-na agencia
PRACA DO CORP
Agente Britto
2- I
De orna casa-^in caixio sita na Magdalena, a
qoal esi eervir.do de ac ogue, na prar;a do Cun
selhi'i o Jlo A'tredo.
U'na casa no Caxaiig no lugir Aoibo'.
Una casa na Var-a rua ae S. Joon. 1
(em caix ).
Um terrt-n.i em Vertentes. eonstituindo urna fa-
zen.'a diversas, cab yis .i gado. .
O ag-nt- ac.ma, a ii andado do lixra. Sr. Dr
juis d.- dneiio de "rphoa e ausm'es a rt-qo^ri-
rneat-; da lov-'niariai.te dos b- is do finad Amo-
nio Carueiro Lea", vei dei em leno as referida
catas e t' rr.no.
Quarta feira, 4 do corrente
A'a 11 1|2 In.rs
Leilo
De movis, loujas, vidros o crystaes
A saber:
Uma mobilia de Jacaranda com 1 sof, 2 congo-
las cem p' dra, 1 c ideiras de braco e 12 de guar-
oico, 4 jarros paraflir-s, 2 csndieiros, 1 tapete,
esearradeiras, 2 cadeiris de balaoco, 2 quadros
dourados.
Uma mees com estante, 6 cadeiras de juuco, *
mallas para viagem, 1 cama francesa, nova, 1
toilet de jicarand, com p-dra, 1 ra-rqueaJ, 1
mesa para jantar, 1 rtoard iouca eovidracado, 1
aparador com armario, 2 aparadores torneados, 12
cadeiras de junco, bppar. ihos para ch4 o jantar,
cop s, clices, garrafas, talberes, fructeiras, chi-
caras e pires, 1 lindo apparelbo de electro-pate, l
salva oval, 1 mesa, trem de csinha e bandejas.
Mexta feira, 3 do corrente
Agente Pinto
No sobrado da rua dr. B-rao da Victoria
n. 58
O leilo principiar s 10 1/2 horas.
A's 5 horas ca tarde deste mesmo dia deve ter
lugar, os Amictot, o ieilao des terrecoj annu3-
eiado..
e
Leilo
Leilo
Mi-ot-9 e curren
t .1 qu 1 se
SANTO N- 9
COMt**WHI
PEK1il.ll*lC*l*
Havegaeo eos>tel.a por vapo
fOHTOS DO NOltTf -
arahylit,, Natal, Mncau, Monunr, M"
city. Cear, Ataruhu, Camossim e Ma
ranhdo.
0 vapor Jacuhype
f]ou>iuandante Esteves
Segu no dia 7 de
Abr, 4s 6 bon
da tarde. Becer.'
carga at o dia 6
jSncomoicDdus pasaa^geus e dinbeiros afrete at<
8 3 horas da tai de dn da da sabida.
ESCRIPTORIO
Caes da Umprnikio. Pr^amlun'\a
n. V_______________
Para o Para
Com destino ao porto a-ima segnr4 brevemente
a barca h-spanh la Tir^em Munserrat i para i
carga qoe Ihe f-l'a trata-se c.m o eousgastara
Jos da Suva Loyo & ftlbo.
Do C'-sco, pastrus i
teg do brijU' BtltteO a Fr.ta
a-hr knonrad.o nesti- pon .
Quataf-ira, 4 le Abril 10 1,2 horas
Na porta -i A-- i oA-i O i.in roial
l m enndouneo
e a ii u cg 1 i noru
) DaBvlns. C...3. v-i^e, .. ni. rras, c. Trentes,
' pipas, ao-uretas > ma;s en.iuesde uavM
H -r; i. um :
397 cnixas c m lUs1e k ra-wa riadas e
eou f.'ta
A. 9. Gueib, < pitao ip b igoesoeco Fritz
arribada por f.rca u. i '. ra U uesle p rt",
nde o legaim i.'- o >hhit .ado, ui soa um
oa vug m d- NwY.k pra Sanios, fa.4
com au'O.i-aca- e pr. smea dn s^nb r
imu=uI da .loecia e Nmu' %, com lieeiica d<.
-i-. Hi8pe.uiO'- Oa alf .11 Wgl. em pr senca'lo m-
pregado par ete bm uioneado, p-r Cou:a e nsjo
ie qu ji oert- ne- r e p r .iilerveuji do agei.t
Pinto, do Csc> e seo- p iien- s. tal qual se
.chun. bem c uno d s de. roi's bj-etoa atbadoa
o me ii... navi.., e as CaXas di gX de sen Car-
regainento.
Senl que .. IsilAo do case d ve ter lunar ns
10 e meia h ra em fr ik da Asi -<-iac.-. Com
n-rcial e doe den.ai o jeetos e dai ciXae com
as de *t, ka II n .a- "- -.fn'eoa. ______
Agente Pestaa
Leilo
Da casa terrea, de taipa, sita em Agus-Fia de
Bibenhe n. 29
Quinta felm, & do corrente
A's 12 horas em ponfo
No armazecu rua do Vi^ari T norio n. 12
O asente P. afana, antorisado p ir o an lado e
assistencia do Exm. r Dr. ju-z de orpbos e a
r-qu- rimento do Sr. Jor Ru6uo Torres, vender4 a
quem mais der a casa terrea de taip* situad* em
Agua-P'ia de |{eb- nbfc. ce vindo de base a off-rta
de 350*. feita pe. Sr. L lia Agoatinh Machado.
Agente Silveira
Le!lo
De ineveis, loc*, vi Iros, ferramentas e
diversos uhjiwt" 8
Quint't-fei'a do corren'e
A' Id H 'A-
Xo 2' andar da ru i sL rga do R
sirio u (4
O agente Silveira, utoris-.d. p .- um-i familia
que se r-tira para a corte, leva. 4 a I-i:o os nm-
Ve.fl B-fcUnre : ^
Uma ui oi'ia d'fm.r Ho, 2 r-l gi-s de pi'edc.
1 cana de msica. 2 joiciii os, 2 esp-ih s, 1 la
vatorin, 1 n-a eUsnca, 1 lila para cnmiibi, 1
Ca.xa com ferrair.-ii'as para ina'Cloer 2 malas,
1 mesa red oda, 4 rkOe-a de luno, divers s qu
dros, 1 san iia.m, basar***, jaros, eaoowu-is
bancos, trem de e..nhajjl 00.8 e inais moVe, pa-
%eares n ac.o do I dio
Tudo 8ei4 v. ndid ec c rn r domartello.
De bons movis, finos crystaes, porcel-
lanss, qusrtros, j-iros, electros, bronzes,
lustres a gaz, b lh..r, pianos, prata do Por-
to, 1 carro victoria iiylord com 8 molas,
selins, bancos de jr:iiro, vaccas tourinas,
cachorros e passaros.
Sexta-fe ra, 13 do corrate
No plrcete da rua do Baro de S. Borji
n. 53.
A Sibcr :
Vrimeiro andar
Sao de. visita
Urna linda mobilia de jacaraod, 6 lindos espe-
lhos dourados, 12 lanc-is e cortinados, tapetes para
Sotase portas, simofidas, 6gu'asda brenze, lustre
a gaz com 8 ou 16 bicos, tapetes forro de salas
qnart-s.
Um piano forte de Erard. ead> iras para piano,
estante para msica e 1 cana de masica.
Qoartos
Tapetes, lavatorios, camas, guarda rcupa, cout-
modas, guarda vestidos, dlwaos, espelhos ovaes,
atagers, quadros ,luetr. s a gnz, marques s, espe-
lhos, mesas-de cama, bala:, s para rou.a equadros.
Terracc e corredor
Uma mobilia de junco, 1 cadeira de mola, can-
dieiro a gaz, tapetes, arandelas a gaz e candieiros.
Sigundo andar
Sa.a do toilet
Urna mobilia 4 imite.co de charo, mesas redon-
das pequeas, 2 uarda vestidrs com portas de es-
pelh.-s, ci.mmi.das, t .kts, lavaionos, almeladas,
quadros, 1 lustre a gas, tapetis e espelbas.
Qnartos
Camas, commodas, toilets, guarda vestidos, cabi-
des, cadeiras, secretarias, candieiros, tapetes, 1
santuati}, quadros e r. domas
Pavimento terreo
Sala de esludo
Uma m bilia de carvalbi, estantes euvid'aca-
das, quadros, tinttiros, porta charutos, tudo de
earvatbo.
Um piano de Hers, 1 estante de jcaranda, 1
esiaote para masica, 2 duneherques, 1 pndula com
2 figuras, vazos e jarros de alabastro, figuras de
brouze e 1 ctnpl t colieco de livros.
EscriptoTM
Um cofre prova de logo, secrelaria, 1 estante, 1
mesa para escrevi r, 1 tinteiro, 2 rfirolvers, tapetes
e esearradeiras.
Sala de jaotar
Dous guarda hacas, 4 aparadores com pedras,
4 ditos de canto, 4 jardiueirne, 2 quartiubeirai, S
quaJro-. 1 lustre de cry^tai, 1 mesa elstica e 24
cadeiras de guaroics rudo de madiira [o setim.
Appsrelbos oe p-reellana para eh4 e jantar;
cepob, clices, gsirafas,) ompoteiras, fi ucteiras ap-
pareibos desstrt. garr-if.. com musics, e outros
u.nitos objectos de ciystal.
Electro pate
Fructeiras, apparelbo p ra cb, salvas, bandei-
jas, galheieiros, p.rtagr gue, oorta-bisc .its, tin-
teiros, paliteiros, serpouluiae, fructeiras, l.coreiroi,
apparclbos para cb, taoai-, oolberes, gaitos, coa-
bas, deseancos de facas, porta goardanapos trin-
ohintes, tudo de electro-platee chris .fflj.
Oijecns avulsos
Mesas elsticas, mesas redondas, filtros, prensas,
machinas, escadas de abrir, trem de jardim, bancos
.-vas s de judim, 1-rramenta, trem de cotinha
e muiros curros movis
Urna arinaco oe amarelo envidraeida e enver-
nisada, t balean, vinb-.s de differcntn oaalidadea,
1 carramaocno ou *iv. iro paia passaros, 2 figu-
ras grandes com eaodier s a gas.
Un carro novo victo, ia Mylord com 8 molas e
2 aelios, 2 vaccas touriDas, 7 cacb-rros, 1 earneiro,
b d1 ver sos pasraros.
Menta feira, 13 do corrente
Ernesto Amorim, teudu de seguir par* a Euro-
pa com sua f .miiia no v por do dia 12 de Abril,
faz 'eilo p>r ina rveoc. do ageote ^into, nos dias
13 e 14 do correte. Us m veis, e mais objectos
acuna meucioni.d.. existentes na casa de saa resi-
dencia ft rua do Baro de S. Bo.ja n 53.
A's 10 hars part.r o bond que dar passagem
gratis o cundientes.
O le o principiara as 10 1|2 bor.s em ponto
por seren roiiitos ? d'fter. n'es is lores e continua-
r at Ae 6 b ras da t... d-.
Oa prefeodeufs po-ieio obter eathalogos nume-
rados em poder do mesio.. air- nte.
reitidn
O agente de leoes F. I Pinto precisa fallar
com o Sr. Jos A- Cesar de Vascoi.eeilu, a qoetn
ped se digne ci rouarecer em fcu eaciipton rua
do Marqonz le Oi'nda n. 52 ; pede Riialniente a
quem cmihe. er eo'e in..c re dgue iot rosa! a sua
r.-si i. ocia paia ser procurado 4 ue^O no de bou ia-
teresse.
Leilo
D(
Lcilo
D-* 700 si eos r- rt* i i.i'h. de- manfioc-
Quarta tKr d* Abril
. A' 11 Ii '
So trapiche B roo*a, c- a d Companhia
HnrtiaiBbooana
iBiitl M01S30
e Un piano
Qiiint:i-leir, 5 'o corr-ute
A'a 11 1,2 h r s
P r oce siao d teiio dt> in.ve.i. 1 mee
dri-s na bM n II da rua d
Leilo
Xo armazrin a rnn do Impera-
iinr u. v
bEXrt-FEIU* 6 DE ABRIL
AV 12 horas jrta po ro
O agente S.e,..e. h.,sl n eo oot naturia-do, l-
vala a I LA 3 cuxoe. 8 n I u.n sob o 66, e un-
ir mb ". 6fi, te nio <* com dua IrVHle* pa.a as ru .s da C nc odia e Mo-
na I) seob na, e ui:ns or. reiren C m urna .ne.ia-
_un'.,i .H^uimeuto, r-iid-n I IO-MM m n.a.men-
'e lill'.iO, un terreno de rjwrn.h-i ; v u e-e
livr-il.s-iui' >C 1 11 >l ii li '____
iVe,
\la f'l|-:i.
Loia.i
D- um mellen!" t.r,,u e i 333 palmos de
fr nte para wtrada d.s ffflc e 0llp-lm s de
fnnl p.ra a rua aborta p l cu- h-i-o Marbad
Purtrlla, oive 8 a rwrenos u'.ata mesma rua, den.
eomo na rna de .Samo K)'. s
e\ta feita. de %brii
AS o HOitAS U v T ROE
N'8 T'f riins t. rrenos
O agente ^into nto tendo vnlii. t.dos os ter
ren a. niinunciados. Contina .a5horasda trd d
da Eexta-t ira, 6 d crente, a vender em Ieilao
. 8 tewen. cima mencn-nados, Je conformidad,
com a plaota em poder do meamn "gente.
Leilo
De 3 van.-as de I itn cora crias
Sexta feira, o corrente
A's 11 horas
Noarmazem do ru Mrquez de Olinda
n. 19
POR INTERVENGA> DO AGENTE
Gasmao
Leilo
'8, ''"'ti 60-
nlia, uo
Di rnetade da casa terr-a n. 'i
ta sita rua .u> Cnr>n i Leu
(Ji-ll.o Irigu.ai- B a V.-t^.
Me*a r-lo, G rorrenle
A'.i ll H"rf \JH
lln i d nperador a \
Oa.n S -......, P "andan, e .,
Ex.o. -.. Ur. jms de rphcs e aU.n.
um n, tuior io mu -r Jos leva a I 1U0
i. nula do
., o a re-
^u-riui
a Casa JCIE i,
Leii
Agente Britto
O g nt a na man i-d n II..... Sr. Dr. jai*
de dueito lo o omenio e a re.|n nn n' i d I ion.
El.O Sr lO.ad-r fij.al da ma fa lid Ja JoftO
VI -eir r\ C.. l-vai a lena- o 9-;U n e f
Un < fre de Ibero p OVa d ( <\ 4 e-neias, 9
ranos, 1 e-.deira de O"-. C >, 1 ttv Sa He pind ., 1 e*-
tai.te pa a l'Vrn 1 dii aia popen.
S K' -'61 a', 6 on U'6
Rui do -i o-hn n,
A's 10 I i hora _________
Lt'ilao
Da um lindo cof- de f rr> prova ^e fogo. ewa
chave de begred-, i malas para viagcia.

4

wmn-


llffil


-
Diario e PerauNiiiirai--Uuarta--fera 4 de Abril de 1888
Umi vitrina grande envidra^ada.
Urna mesa com armario e ama carteira.
Urna estante para livros e milito oatioa mo-
vis.
Sabbado do correte
A's 11 horHS
Agente Pinto
Ba Mrquez de Olinda n. 52
Em ouulinu '<'o
48 latas cju maueiga e 24 nii>t cora raassai
novas.
Leilo
Da fecbaJuras, parafuzoi, f-rrolho8 o pe
neirap averiadas
Sabbado 7 do correnta
A 'a Aoras
O AGESTE PINTO l-var leilao por cpnta
n riCo de quem perteucer es objectos acim* m n-
cionadoe, constando de duna eaix*a marca S 6tS.
B8. 1 e i, vindus de New-Yjik no vapjr Hnance.
enirado a 31 de Janeiro do arrete anuo, isto
ti horas do dia 7, no armcieui dk ra Marques
e Olinda n. 52, por occasio do leiio de maasai
avariadae.
Ama para eiigonimar
Precisa-se de urna que bem desempe-
nbe eate royster, tendo caderneta, no 3."
andar n. 4S da ra Duque de Caxia>3 por
sima da typogruphia do Diario.
VISOS DIVERSOS
__ Precisa-se da urna ama para pequen* fami-
ia : na rna do Bangel n. 37. ______
__ Precisa ae de urna ama de meia idade para
cosinhar e comprar para duas pessoas ; na ra
do Coronel Suatsuna ti. 120.
__ Precisa-se de urna ama par cosinhar e de
outfa para lavar roupa de criancas e maia signos
Ktv:cj3 internos ; na ruada Matris da Bja Vista
numero 9. _________________________________
__ Aluga-se o sobrado n. 46 ra da Boda,
cora bous commodos e muito fresco ; a tratar d
rna da Cabug n. 16, loja.
Aluga-ae casas a SUOU uj neceo dos C t
ibes, junto de S. Goncalio : a tratxr na roa d
Imperatriz n. 7S. ______________________
Aiuga-se o segundo andar do sobiao n. 73
roa do Bangel, com muito bous coorinidos
muito fresco, tendo a vantag<-m de estar prozimo
ao mercada publico ; a tratar na ra do Cabug,
loja n. 16.
= Precisa-se de um; prnfesBora ja idos. qu>
s&iba a lingua portugueza e bem aseim a francesa
cm seus rudimentos, p-.ra leccionar en um
nbo da freguezia de.laboato, distante 2 1|2 le-
goas da estecac ; a tratar na ra do Imperador
n. 81, das 11 as 4 horas.
AMA Precisa-se de urna, para cosiulmi.
par casa de pequea familia ; a tratar na rna
Duque de Chxi&s n. 54, loja.
Precisa-se de um hmu ia robusto para carre.
gupMo! tratar na Fabrica Sotana, pateo do
Terco n. 30.________________________________
Precisa-se de urna ama para c sinbar, par
pequea familia ; na ra da Matriz da Boa-Vista
puniere 3.
O abaixo .'signado, testamenteiro e laven
tallante dos eiiS do tinado Manoel Pontea Gome,
cujo inventa: i i te est procedendo pelo juis da
prov. doria, carterio do Sr. Siqueira, convida 08
sfilbados de dito finado a Ihe a presen tan m at o
dia 20 de Abril viudouro, cerfid de beptismo,
afim de que pocsam s?lTr.tcmplados as part
Ihns. c. iii'-riin a deiermin C' do testador.
Becife, 26 de Marco de 1888.
Jos d >s ^nto8 Moreira.
Arrendare o sino uas Jaquel;as, con grande
casa de vive "ida, arborisado e calo ; a tratar
no mismo sitio ou ina do Conde da Boa-Vista nu-
mero 9.
XAROPEdeCARACOES
I>jE2 IKEUXtE
Ha mais decinooenta apnoj que pratico a medicina,
e jarasis tncontni ffmwfo mais eficaz qu o caracol
contra .is irritaces s eclto.
i" CUISTIEI, 19 Moitpellier.
Xarope. de sabpr escolente, de una
poderosa cflicacla contra as Irritaeen da
Garganta c do JPeito, Flujcex, To.ssc
rebelde, Catarrho Agudootl Chrnieo.
Pharmacia MURE, Pant-Siint-Esprit (Franca)
A. Gozagno, Otnro o Suecc
Cm Peroamboco : FU A S" BI. da SILVA & C-.
DCCmbargador Francisco de As-
sis Oliveira ttaciel
D. Maria Carlota Viann.i Maciel, ain-
atige da maia : ungente dr pelo
da no auge da oais
passamentu de sen presadisauno marido
Francisco de Asis Oli^eira Maciel, sgra
dece a tor'as-s pesos qu^ s- dignaram to-
mf.r p' rte no s*-u dol rosissi'no transe,
acompanhando os restos mortaes do dito
scu marido ultima morara e nssiSHnro os
I ltimos suffragioa que se celebraram por
sua alma na capelK do cemiterio J o con-
vila 88 mesmas pe-si'as e a todos os ami-
gos e paren'es do tinado para assistirem
;.s missas que p^r sua ^lma manda cele-
o r na matriz da Boa Vista, quarta-feira
4 rio corrente, p*laa 8 horas da manhS,
corjfeS8ando-se des le j tt'rnameite agra-
ieiida a todos que 8.- dignarem comp..re
Cer a eate acto de r> ligio e candade.
Ama
Precisa-se de urna copeira qut seja desembara
(ada e durma oa propria casa ; a tratar na ra
Mrquez de Olinda n 39, armazem.
Ama
Prfcisa-8e de orna ama para coainhar e lavar
eao casa de familia e que durm-i i m casa ; a tra-
tar na ra O.mingos J s' Maitins n. 104.
Precisase de um copeiro, de orna enzomm.d
ra, de nma cosinbeira ou c sinh- iro, e de orna
ama para tratar de quartes: na rna do Cabng
numer 9.
f
Anna Darla do Livrsme.loe
llVa
Maria de Sant'Annn, Q^dmo Rosa, Mi ra do
Caru>o I. da K s, Ueroielioda Francisca da Bosa.
Adelaida Maerina da ttosa. tu.a e &>bos da f-l e-
cids Aon i Mana do Livram>n dam todos os seus pin nr s e amigos e os da fi
nada para as-istuem a urna miss que por sn
alma mcndain r zar no eonvento de 8 Francisco,
no dia quin'a-f ira, 5 do corrente, stimo de teu
fallecimento, s 7 1|2 horas da u nh. Desde j
se c nfessam grat' s a tod >s qu- I s que se digna-
Ipin HajU'T o* "'n ^ *' '3 .. :r]*4>*
t
t'aeiro
Precisa-se de um c-ix iro enm prafica de mo-
IhaJos : a tra'ar na ra do Km gel n. 73.
Aluga-se baralo
ol- e3- indares do sobrsd> n. 84 4 rna do
Brum, el' e 2' andares do sobrado no caes d i
Apollo n 75 ; trata en ra rna larga do BoSario
n. 34, phirmai-ia.
Aviso
A profesoora publica da cadeira mixta de ina
trnevao primaria, er ada na C^sa Amarella, fre
guena do Pip da Panella, tat publico que iu.j-
tall iU e abri > h ]* sua aula, e que a matricu a
para os alumno? que a qoizerem t.equ ntar M.-ha-
se ab rta desde ja. H- c le. 2 do Abril de 1888.
Cosinhcira
Precis i -ae de ama cosioheira
perador n. 51. 2- andar.
na rna do Im-
Aociiimcrcio
Ventura Pereirn Peun & C, de cuja firn-a fa-
sam parte Ventura Pereira Penna e Carlos Bo
telb) de A 'Uta, p-r'icipam ao commercio desta
praca e de i -a de la, me tendo diss Ivido a so
eiiOad- que en re si tirihau), se r tira a o so-io
Ventura t-uern Penna pego de scu capital elu
Cro, ficais a cargo di tocio Callos B. telhj de
Arrud- todo o acHV i e pai'Vo da dita firma.
Recite, 2 de A bul de 1888.
P. P. de Ventura Pereira Penna
.1 qil'in da MlVa SnlgU' iral.
Callos Buielhu de Arruda.
A cuuirncrcio
Josqnim Perreira 'a Silva, Francisco Jos Vi-
ir e Jo Ci mea le Plnh), eet bi'eeidos rna
Vite me ci P. I t9 n. 3, que gyrava na r zio
aociil da Ferrrira da Silva 4C. pelo prete .ie
Cbnmain 8' ua erei- r- s para no prazo d^ tres das
p seniari m su s contal par nerun confundas e
devi lame le pair-s ; fin I o rcferii.i pr > p*rde
rio o direito. R cif-, 3 de Abril ce 1888.
IVilnr.il de Cambar (5)
Descoberta e preprac;A* de Alvares de S
So-n-S, de Pelotas
Apprnvadn pela Cjtina Jnuta CVn'rel de Hyge
ne Pub'icM, auclcwisa'ki peiu g<.veruo imperial. pre
miado c on as u.edalhas de ouro da Acadein'a N -
CioiihI d Caris e Expi.bio Brasil, ira A l 1881, e rodeado ilc vam-aus aiteetados mdieos r
de iiiuit.if unir a dii esa ias cu.-adas de :to*-e,
simpl< e, brcHicbtCB, nthina, n.uqun.j lis Ca pul-
mona' .'!', egearrug de 8-iiigue, etc.
Prep-w ima ag ocias : Frasco 2b00, mei;
dnsia i:iii**> e oraia 2<(l0.
PrevO^ uas ub--.geucias : Frasco 28C0, meia
dnbia lh*iMi e cluoi, 28'.00
Ageni.o 'i.-p.-t-itmri. 8 g-raes nefta provirca
FHAM I.XJO MANUEL DA ILVA A, C, .u.
Harq os o. ()l,,.u 32.
Cautelas diTMoiitc de
Con pra 1 < aut>laa e, p ga ee b. n. na piv <* looependeucU n
jj2, i.j loo Martin May mando
J Martina da Silva. A'bino iVlaiiiiisda Silva,
Ji u Martins Haymuudo Nerto, aus-nto, tendo re
cebado a triste e dulora m tica do fallecimento
de seu pr-zadissiiuo avd p.dnah JoS i Martina
Ii-yinundo, na treguesis de P. cegueiro (reino d-
P ituga'), maudam celebrar mi-sis pelo etern"
iiescanco de sua alma na igieja de N ssa S nh ra
do Pilar, quintn-feira, 5 do c rrente. 7 h ras de
manh e desde j se coiifes am grat. s deste acto
de roiga i c caiidade a rem.
OPEITORALdbCEREJA
Do Dr. Ayer.
As enfermidiules n:aia dc>. irosas e fatacs *ln ptr-
gaula e dos pulmues, ordiiiarian
r principio bases pequeas, cnj.v
(los Iffio m'iu diffic-fis io curar se pon.pt:i-
nieiite se trato comoremodioconver
o progresso pode &tr engaoso c a dc/uor:
i is l sfrirtdos e as Tosses do redprdcan
resultado de Lnrinffilis, Asllima. iiroru-hiti*-",
AtTecyPO I'iiJmonar e a Tinica.
Todas as familias que tcm criai.t,ts devem ter
0 Peitoral de Cereja do Dr. Ayer
em casa para o usar em caso dt necssidad^. A
perda de um wdia, podo em niuitos .
tax seas consequencias. Por tanto nao se dove
perder tempo pred ndo remedi.>s
ae eficacia duvidosa, emquanto que a enfermi-
dade se apodera do systema e se arraiga profunda-
mente, entaoquese neoeailta tomar nesse Instante,
o remedio maia certo e activo em sen effeito, c este
remedio MU 4luvida alguma o 1'litokal i>;-;
CtBEJA DO DR. AVKI.
PKKrAKADO PKLO
DR. J. C. AYER k CA.,
Lowell, Mass., E. U. A.
V venda nres principaes pbarmacia* 9 ctrogaritv?.-
Aluga-sc barato
Rus do Bom Jcsos n, 47, 1 andar
Haixa Verde n. 1 B.
Ba do Viaconde d- Itaparica n. 43 2o. andar.
vu4 V'sc-ondc de Itapnru-a n. 4'"*, armaaeai
Ba do Bom Jess o. 47, 2 andar.
"rata-sc aa ra do CflwiilMii n. '), l" andar
esjnptorio de Silva 'iuimares & C
A1 ug*a-se
O I" andar de n. 27 ru- Vidal de Veffreirns.
O 2* ii. 66 e o l- de n 18 A ra de MarciJio Das.
O terreo n. 27 e o 3- d- n 3 A ra da Penha.
O terreo, 1* e 2* de n 34 ra .estreita do
Rosario
A c*sa D'l travessa da Hora,
dem 28 tu de Nunes Machado, no Esplnhciio,
um bufia commodos.
A trat r na ru- do Hospicio, numero 33.
Aluga se
Ou rcnde-?e a casa. Bita em Orui das Almas
(Pi.rnauerin) -. 10, confronte a casa do fallecida
Dr. Leal. Aeha-se limpa e tem commodos par
grande familia ; a tratar na ra do Appollo n. 30,
1* anaar.
Alu
y*ii
se
on vende-so a casa n Cd ireiro n 9, que tica
em f-ente a casa d i Dr Aleof >rado, eud< bastan-
tes commodos para grande familia, um grande
sitio bastante arboiisado, urna grande coeneira
part vaccHS e urna grande haixa de capim ; a
tint'ir na ra do Apollo n 30. 1 endar, ou roa
Baro da Vict. ria n 59. 2* andar.
Aluira-se
i segundi anar da cass ra da Aurora n. 81,
junto a est"Citu da estrada de ferro de Uliuda, Coui
graudes imn d is pira f milia, ge.z e agua enca-
nada, rete iteineut-' caiad > e p litado ; a tratar no
eacriptorio oe SebastiJ i do Barros Barreto, ra
do Bum J tm n. 16 1' ai dar.
Aluga-se
nma grande e muito asseiada casa a ras Jmoe-
ri-1 u. 153, de atnlejo na trente, estucad Ta
iinlhida a sala a fino mosaio, tendn lustre de
vidro e arundellas, bom quiutal, porra), cacoi bt,
etc. Tamb-m se lu?a um grande sitio no B-rro
n. 175, com muitas fruet-iras ecasa de 'aip-, pelo
alugu I m nsi.1 de 8-000 ; a tratar no prlmoiro
andar do predio n. 22, rna lafga do Rosa-io
Alii.',-se
as s-guintes casas : a da ra do Lima n. 30,
grande casa, c m agua, gas e apparelho, e a da
mesua ra a. 22 ; a ta'ar n- lyugripbia de J.
E. furoe'i, ra Marques de OlinJa n. 8.
Iltuemb rusiier Kr;>>rl-u de
Sis Olitrira Narirl
Miaervim de Mmale lo ha Hita, tendo de
mandar (a* brar p> la alma do Ezm. Sr. oes m-
bargador Fr-ociseod- Ass'8 Unvrira Maciel urna
mise na igreja da Mim re rdia de Olioda, na
quarta-fera 4 do corrent-, peas 7 h ras da mu
ubi, s timo da de seu f>Heuimi'nto, onvida a
unta administrativa da sauta casa, aos seus nmi-
gns e aos do 6n*d >, para assistm m a este acto
di* p-eiitai* Oesembarian
P'Rn lyo de
Oiltelrn Harlrl
%In
Irmaadade do S nhur Buin Jess
das Chajjas
ruso tentment pelo in-
sn mu p esad" iroifto e
Pnngi lo do mais d I
fausto passamento do u
ex-provrdor, deecmbi.riHdoi Piau.ueo d'A'Sis O
vnra Maciel, de ordem do uni nroved T. convido
a todos os iruians desta irm-nd/d- e aos par* lites
e ainigos do n >sso finado iim e mesmo os sc-us
eprecadore-i para c mpareeerem rui O nosso c n-
sistoric s 6 b< ias da in-nh de 5 de Abr'l proii
uto Vmdouro, para assistirem as mi- sas cju- pi lo
ten o repi us d-to ircsliuiOS' liuio, a irmauda-
de manda celibrar
Consistorio da I mandade do nnhr Bom Jeso;
das Cbagaa, 31 ae pt^t ic i>8^
O **eretario,
.1 3 P.i-. ri"-- n, T -r HvnH. i-a.

Ama
Precisa-se de una ama pira casa de pouca fa-
milia, que faca compras cosinbe e nao diurna
loa : na ra da Cadeia do Becife n. 48, segund<
andar.
Ama
Precisa-se de nma ama
a tratar oa ra da Madre
andar.
pira lavar e cnsinb'.r :
de Dos n 5, seguudc
Ama
Precisa-se de nona ama para cosmbar; na ru?
de Pedro Aff ns o. 7.
Ama
Na ra de Santa Toerea n. 20, precisa-se de
nma ama que compre e ajude o servieo luteruo da
casa, obrt;ando-je a i.So p rooltar t' a
Ama
Precisa se de urna ama para lavar e engommar
teaendo m .ih alt'ons s-rvicos, menos Com ora r e
eoHiubar, que durma em casa ; na ra Duque de
Canas ii. 14, s brad ae air.
Ama
Precisa-se de nma acn* que cneiube bem e com-
pre : no caes da m> d S I n. 17.
Ama
Precisa se d nma una pira cosinhar
teo d-j L viameiito n. 22, 2* andar
; no pa-
Preciss-se de nma
roa do Sebo n. 16.
Ama
ama para rngommar
Ama
Deieniba'iiai'Ur :iaifrn de
I..OI (lincna Uanrl
O Karbarri Jo 2 fenn Pre dr l.yra, pr.t-
tundamiute gral.o a ven-r> n'a Un moi la de reu
veidaier > amig i, d-ten b .ii*>dor r'raucseo de
m-\b O iveira Maciel, e u./lor sam-ute sentid
pel g u infausto pe.s-mento, manda retar urna
uiissa p-lo repouso *f rno di- tua alma, na matriz
de Palmares, pt-1-.s 8 horas da manb do da 4 d
a i rente, stimo de sui m ite !! g a seus hu-
g 8 e aos do illuotre tinado r>.rioo> roa- qum de
e--i-i*rpin ****** ar*ii. ile pi'ii 'H .
L.r <>p,.!,>.u i iiirua |ut..|. ir.
Mo/o- i 14 rnitd Quintenu i u Pin s, n'.o
le mandar diz r inisr.- na mi.tni d B a Visfi,
no dia 5 do corren'e mei, a- ti horas da mai.bi.
I- anniv. rsario do f. il emento de sua seu.pie
mhiana mulber e iii. -opolduia sro'ina
(joini i.-o, p j masilla patenten e unig s a as
-ojinem ao acto, p-oo quo aesne j4 ant cipam oeu
e.ernu reConheciaiti.!
-----.---------....... ^miaMWaMWHMWMMMi
Precisase de nma ama que s- ja boa cosinheire:
tratar com J. aqimn Moreira B is, ditrunte di
hospital, n s C< elhos.
/
e&
*
b

V

JRIADH
Ao commercio e ao
publico
Figueiredo & Irmao mudaram seu estabeleci-
ment de fazendas ra da Imperatriz n.
para a mesma ra n. 76.
Professora
7 Urna senhora competentemente habilitada, pro-
pde-se a leccionar em collegios o casas particula-
res as seguintes materias : pertuguez, francs,
msica e piano : tratar na rna do Marques do
Herval n. 10._______________________________________
Prado Pernambucano
Bcc3beu a fabrica Vendme charutos a imita-
cao de Uavana, denominados Jockey Club ; con-
vida aos amadBres da boa fumaba a certificar-se,
rna Baro da Victoria n. 39.

1 .Si-a s \
s s ! * A-o 3 e=3
'o S. H O ff5 - ir 2
s r1 * " o S.o-2 trra
'* 2 ** 5 o c S 2 _ o
mi S o ^ t-
1 11 Ta 95 r O S35
9 1 P9 -. s a 05 < 2 era
-i i, > 1 a 5" > c ce, -i = ? s- oa
1 a- -o 3
s
Precisa se de um crudo da idade de 12 14
annos ; na ra Mirqjes de Olinda n 32.
Costnheira
Prectsa-se de nma que cosinbe bem, para cata
de pequea fam.'ltH qje durma cm casa ; na rna
do Conde da Boa Vijta n. 24-P.__________________
Oliveira Campos e C.
Una do Crespo n. SI
Beceberam pelo ultimo vapor sortimento com-
pleto de capas de casemirn, merino, gorgurc e
f da, para aeuhora, o que ha de mais novo, i. pre-
*io, e vendem por preco baratissimo.
Carne verde
Os abaiso assiguados, contratantes do abaste-
cimeuto de carnu verde a este municipio, avisam
ao publico que no semestre de Abril a Setembro
do correoro anno- as carnes pertencentes ao con-
trato serao vendidas a 400 rs. o kilo^rammo 1.a
qualidade e 300 rs. 2 a quaiidade. Becife, 31 de
Marco de 1888.
Oliveira Castro & C.
S3
O
CA)
Para cosinhar
Precisase de nina ama para cosinhar,
sendo bo ; do 3. aodar do predio n
42
do
da ra Duque de C xi-.s, por cima
L iario de Pernambuco
'Fitrelio to nip He iipiaii
Cheg. u a priineira remeasa do precioso taren.
ie ectruejo de algocln, o mais barato de Codos ot
alimentos para animaos de raya cavallar, vaceum
uino, etc. O caroco de algodo --depoia de ei-
Tahida a casca e todo o oleo, o mais rico ali
oieutci que se pode dar aos auimues para os forta
lecer e eugordar com admiravel rapidez.
Noe Estados-Unidos da America do Norte e ns
Inglaterra elle einoegado (com o mais teht re-
sultado) de preferencia ao milho e ontros rarell n
que sao mui'o mais caro e nao sao de tanta sus-
tancia.
* ieinr no He rife- r.imFeag ltr><-i>a
Fabrico de assucar
Harhlnumo Niewan a < ue Klastiiw
cin8irne<,a da maig moderna e aperfei^jada e
de ar-iide duracan.
Moenda com pies-ao by Iraulica de Stewart que
d a cnelh.ir expreaso c uhecida at b je.
Caideiras com econ misador, especialidade des-
tes fabricantes.
Fomaihas para queimar o bagaco verde em di-
reitura da m leuda
Os apparelhos de Vacuo e Triplo sSo de syste-
ma moderno como amoem as turbinas ou ceo-
trifago.
Ornamentos e meis nformacjSes em casa de
Browns & C.
Ra do Comatcrcio u. 5, 1* andar
Caixeiros
Precisa-se de dous pequeos de 14 a 16 annos
de idade, que teoham alguma pratica de lalcao,
sendo um para podara e outro para, molhados : a
tratar na roa do Bangel n. 9.
Casa para alugar
Aiuga-se a casa bita rna Conde da Boa Vista
o. 92, oi.trVra Caminho Novo, pelo aiuguel de
30000 mmsaes; a tratar ra Baria da Vic-
toria n 54, na no "a agencia de movis.
Engenho S. Joao
Arrenda se o engenbo S Jcao, moentee corren-
te, muito bom u'a^ua, com capacidad para 800
paes, distante da t-idad< do Bio Kormoso, 2 leguas
(porto de mar) : tratar com Leal & Irmao no Be-
cife, ou cem o Dr. Amasonas, no Bio Formozo.
Ao commercio
Eo, (Jmzo assignado, declaro que cemprui a D.
Joaquina Francisca do N-iscimento o hotel sito a
ra de Pedro Affooso n. 36. livre des mbarajad
de qua.quer onus ; quemsejolgar credordo dito
hotel aprsente suas coutas no prazo de 3 dias a
contar desta data.
Becife, 1 de Abril de 18S8.
Manoel Vicente Borges de Nascim'no.
li laHloBle Soccim
Con pra-se e paga-se ma's do que em outra qual-
quer parte, ra direita n 26. das 9 As 4.
>lll. Cotinha
Rna da Imperatrlx n. 3?, primelro
andar
Offereee a sua casa a Exmas. familias, especial-
mente as euas amigas, na roa da Imperatriz n.
3V, 1* > ndar, para onde mudou-ae; contio s
exercer sua probaba) um elegancia e gosto, poii
assigoe os meibons jirones du m-das de Pars.
Garante prumptido e precos razoavris.
Costnheira
Precisa se para casa de pouca familia : no pa-
teo do Carmo n 18, 2' andar.
Ao publico
Os abaix i ass'gnados declaram ao publico qu&
admittir> m como caixeiro de seu estabelecim uto
lythog"arjhico ao Sr Oion Macedo, ficando por
tanto o mi-smo autonsado a r ceber ae contas do
referido es- ibelecimenfo e passar os competentes
recibos. Becife, '1 de Marc de 1P88.
Epamiuundas dr. Krauae
Ao coQimercio
Eu abaix i assignado, retirnd -me temporaria-
in-nte do c. intn' icio afim de tratar de mmh 8a-
de, declaro nada iever nesta praca nem tora d 1-
la, porm se algnem se julgar meu credorannun-
ce p r este Diario para ser pago vista doe
respectivos document s.
Becife, 24 Je Marco de 1888.
Antonio Martina G mes.
Sement de carrapato
Cotnprase s mate de carroparo ; oa ra de
t lepicio a. 79 .
AtleiiQo
Cofres prava d fogo
"O Carlos Smden, ra Baro da Victoria n.
44, loja de altaiate, ree- beu de consignado e
vende sem compe'encia.
ifiTpini s;la
O basar do hecife k ra Marques de Onda n.
11, recebeu benitos esp'ih >s ovaes, dourados, para
salas e quartos, e vende por precos seu. compe-
tencia.
Criado
Precisa-se de um
numero 31.
copeiio ; na lua da Aurora
As;
sucar
O melhor assucar d*
Isabel ; acba-se venda .
a ra Dir~iia n. 22 T.|."phon._44\
Usina Pinto e Colonia
na te"-vSj .Salgueiral
Boa morada
Aluga-se o sobrado n. 57 & ra do Santa Rita,
com graudes commodos, agua e g. z. cai.do e pin-
tado de novo: a tratar na ra Mrquez de Olio-
da n. ll>, armazem
u
rgenie
pvrfeiaw
gPMdsa^w d
rail. Mii.-r de nmr. Vmun.
van. l. I. andar.
coisiurei-
rua .lo-
Ciiudo
Na ra da Madre de Deus n. 5, p
am criado que saiba ler e esertver, para eervico
de armazem.
precisa-ce de
VENDAS
Vende-se a esa d- pe ira e cal sob n. 9, no
logar Campo legre, cm porta e janella do fren-
te, duas salas, tres quartoj, c sioi interua, ca-
cimba de pedra e cal com boa *gua, eam terreno
de 141 palmos de frente sobre 30 de fundo, com
diversas fructeiraa ; a tratar ua ra do Imperador
n. 30, loja.
Vende ae tres pre por preejos muito commodos, inclusive um sitio
com 38 ps de cjqueiros, alem Je outros arvore-
dos ; 8 tratar na ladeira da 'Misericordia n 20.
Veude-se um pc&tena eatabelecimeuto de
taveraa ; a tratar ua loja di fcendas. em Af j-
gidos.
Livraniento & C.
vendem cimento port'and, marca Bobins, de 1''
uclidade ; no chcb do A no 11" n. 45.
Bom empreo de capital
Vende-se o HOTcL COSMOPOLITA, r. eente-
mente refirmad, con exeellentes aceomm :dx(5ea
para hospedes e dipondo de um perfeito servieo
de tiestaurant.
Tcrna-8e elle recommenla-! > por ser o mais
afreguezado do bairro do Becife e -.ch-ir se no cen-
tro do ommerci k
O motivo da v^nda ter o seu proprietnrio de
transportarte paral fra da provioeia.
A' tratar na ra da Madre de Deus, ue, 30
32.
'Licenciarlo pela Inspectora Qerai
de Hyglne do Imperio do Bvazlh
Xarope-Zed
(Os C0DEINA e 701U)
O Xarope Zed emprega-se contra as
Irrafdes do Tato, Tone dos Tsicos, Tosse
convulsa fioqueluche),'Brcmbiles,Constipa6at
Catarrhos e Insomnios persisenle
v PARS. 33. ra >rouot. a aa PBAEiuce
Engenho
Vende-se on arrenda-se o ergenbo Mueunhype
de Cima, da freguezia de Munbeca ; a tratar em
J'" -tJ o. m f)e. Snobrod Piutp'la.
licite puro
Vende se no tslbo do Commercio, no Lirgo da
Penba n 2, a 3.0 r garrafa, das 5 h rs da
manba em dianle, e | le levar se em casa do fre-
(nez a qoalquer hora, G.rante-ae ser puro e de
ruceas crioulas do bom pasto.
Vende-se
Um terreno na roa da Begenersca, em Agaa-
Fria, ra din lo 400 palmos dc> frente e 47t) de fun-
dos ; tratar na roa estreita do B sario n. 26,
pavimento terreo.
Relojoaria
A antiga bem rcred'tada ffi.ona de rlojneiro
si.a A ra 1 do M-uc; n. 4, acaba de ser trans-
ferida para a
ru i Lii'g du los im n. i
O seo proputrinri i t. ndn um completo e muito
h m son meiit i de aviam u tenientes A suh
arle e c tu una 'Onga piattea da mi tm i ff rect-
se a*i cub leo m geial para encarregnr se ife to-
] os couceit s ae r. logios, caixas de msica,
e'c
E-pera contiiuar a mi-ri-cer a c-nfi^nca de seus
tie^u-ses, e >.i.segnr^- h-s qu- sei s mpre sol
c'it. n > eno [o io nr.i d>- rum urd na.
t-Sii Lerg do Rosar o42
Gostav W.'lrh-rd.
EiiiprezA gcral de 31u-
daiii;a
A'ugam-se carros de molas, prnprirs para trans-
p rte de m iveis, marmor^s, esi e'h s e mais orna
m-oitos de casas de familia, botis e estabeleci
a.enfos poblic s, para toda e qu Iquei parte da
cidade e seus suburbios e arrabaldes, por prey
commudo ; a tratar ua rna do Padre Nobr ga
outr'ora do A'eciim, n. 24.
TirJura ieJiana
Para tmgr instantneamente a barba e os ca
bellos brincos e grisalh is da mais bella cor preta
e cas'anho : vende-se na b tica frnneesa de
RiHiquayrol Freres
99Hm da 'Cniz=8
Alleoco
Vende-se a importante taverns sita run Im-
p rial n 15 ; retalba bem e tem tr guez'es p-.ra 0
mat i, e o motivo da vend, sen dono retirar-se
para fra da provincia por inei mundo de sal je, a
mandedo dos mdicos: a tratar na mesma.
Cosiiibeira
Precisa ee de orna ai
lo pena, u 4'2.
AMA
a pra codnbar ; na roa
Precia te de urna am m Agua ra 5 a tru-
far na rna 0e Pedro Aff uso u. 58, au,igd a-
Piaia.
Precisa-se de nma ama
tr p.ra rojdar de ctAmuft
11. 2-U 'Ci pn f|
AMAS
pnrri ciBinh^r. p,de ou
e ; un ru ds C'e UU
Amas
v r curador
Uma pefS" c 01 pe. iiieinent.i- habilitada, ifte
ree- fe pr fi ci.rd r d- aiu^u is d.- rasa ; a
malar n- ni- V-h .. 36
Na roa Formnsa 8.
po> c en.hr, e ue 1 uir-
precisa se de nma ama
liara ene011 mar
Ama de leile
Pricsa-ee d. tuna aowti de lene ; a tratar na
ru* ua Uuia o. 3, 1' aaar.
Para comi.1.;..'
Pr cif se rio una aun. pra cosinhar e que en
tuda um p ue" re me 11 ai mo ; a tratnr na ni,
Kiin e 'O 1- VCo '.17. I .|.
As Exilias, f illas
>i p iioiee per- 10 Ki 1 da Hrata v nde-se ni
? MM-iin il la lia I. <- de r'ranciec C-nliZi Ou
la.lvn Puto, h na na lino r-'nz n V3. No m-sio
aiane'c con n"o v 1101r* cha lie 1 niieia quill-
n, qn- fl iH'iillu i .ve8 a 3_'l 0 vinho CJola-
r 8 60*) a jr'riafa, rtilo do pac (iftia nem .,
440, >n > p'laii 1 a 160 o kii e uaVra nsuil t-
Krin r .r qu. k- gaiai.ie e por mei o- prec;o que tm
cuta qo- qu-r paite. _______________
Precisase a- um un boa codiobeira
Primriro de Mari; 1 n. 16
A o commercio
Eu. sb-ixii ase g'i-d ob'ipadci a detxar o com
Bou O 1 aia tlatar de mnha le, ttQO Vi vende-
m u 1 etxbel. eim-uto, C'mo ahaixo te c ; uuiro
siu-, pee;-' a indos 8 Ciedo ea apre.-eni- 1:1 su-S
c.oitas paia ier in p- tfii-, p de que de queluuer
' ii.a ieal Scroi a v noa. Becife, 2 de Abril de
18c8
Eagenho
Vende-ce roa rreu la-se um engenbo na fregu-
aia da Varza*)i, mocte e corrente, e ciovid a va-
p ir, c- m fjrcja para safr.j.r ar I 2(0 pies; a
tratar c m Can is Babello tit C, ra do Vigario
n. 31, 1 andar.
Vea 3 i de sitio
Vende-se on permuta se por predio nesta cidadt
um boo ditio co n b xceileiite banho do rio, boa airua de cacimba_
estn sao de terreno par* haixa de capim, todc
murad ona frente, ci m p<>rt2'> e gradeamento, con
caminbo de ferro e estacAo junto ao dito sirio, nc
Porto da Madeira, conhecido pelo sitio d- Joc
Selleirn, junto ao Dr Ernesto de Aquioo Fnnse-
ca ; quem pretender dinja-se pr-Qa da Inde-
pendencia n 40, des 11 horas s 4 da tarde.
Peixe
Bagre e talabas
Vende-re em M<''ci e a ictaloo; na na Pedro
Alfonso 11. 58, antiira da Praia.
'('arroga
Caixir')
Prccira se
iM.9: 0
Mnnoel Caipn.ii no y Sucus* '- "> nina eaita na
p-o la do Mello ik Diaet; roga- o lavor de pro-
cura! a.
iie utn de idade d- 12 a 14 annos,
enm 1 gnn. |.r.. t.ca d tari ina ; iuacc.sbuti
Tlier- s- n. 80
** rido
Precisa sp. re uro r;.p-.z'iiho de 12 14
.Utn 8 p ira l-riado. O: lilil H Of BU <' 11
du t ; ii,, 3 e'i 'ar no predio ti 42 da
* Duque He Oixii ; p r cima da lypo-
vrnplii di. Diario.
illil.iiilIfiiMo
Na ina
Fern ir 8 II
O.S.
te de S ten,Uro. artigo becen dos
6, tai Be pliscs e reujita-se b rtW-
Vende-se orna oarmea quisi nova pata cavallo :
no sitio da cepilla, n Chura 31 nios.
Engerho Junco
Vrnde-se oeng-nho scima, sito no-termo de
Mar>.gy, com p.rto de trras em Pern-mbuco,
m lente a vapor, com propercea para safn-jar
doueatres mil paes.de aesue-r. em ptimos ter-
r-no de vanea, enm quarto rlelgia distante
do p rio de emb-r pjo que 8 J .s : quem o
preteu i-r d.nja-e aos c ins^uho'en, no mesm.0
gento iuacn ti Jos da i'oi't Uronde.
AS
Enermidades Secretas
" BLENCRRHAGIAS
GONOHRHEAS
FLORES BRANCAS
CORRIDENTOS
leoer.tes ou ant.igos s3o cvtraJos eai I
poucos das am segredo, sem rgi-
men isa. tisanas, sem cncer nem
molestar os ifos digestivos, oel
e injeceo de
KAVA
DO D0UT0R FOURNIER
Cada Ptuki tem graoade Km** mnt*,
MLU1-C6. 6 r INiESJ. 4 '.
pA18, BS. Place de la Madeieia,
[ rrlalha diODRO. Pvu 181

i



Minu
_j


Diario de PeniaiiirmiiUuarta-^feira 4 de Abril de 1888
BRAVAIS
combale
COM
elicacia
ANEMIA,CHLOROSISeO^S FALLIDAS
Acconseih&do com ptimo xito s poeaasxaoaB e adoontadas jredispostas a o empobrecimento do sangue. Tomase
com tose do oto a doze gottas A cada refelco. Numerosas imitajos. Exigir a firma B. BEAVAIS,
Imprimida Termollia. Deposito na mor parte das Pharmacias.
VERDADEIROS GtOSntSaUuEooDTOAHC
'* LICENCIADOS PELA INSPECTOBIA GBBAL PE HYGIKNB OO ">''" BR*2^,
Aperiente, Eatomachlcos, Purgativo, Depurativo
*;ontra a Taita de appetite, a Ob.trucc&o, a Knxaqoecm, as Vertteem,
# as Conareatde, ele. Dose ordinaria *1. i a 3 qraot.
J nesconnar as latelficacfies. ixigir o rotulo junte.imprimidoem Tnxxxx
e com letras de 4 cores sendo Q e|]8 a \}mfo (fof FaDriCantS.
cada urna letra de urna eor diflerente e w *""'" ____
v>MiiK tatas u .-Titiiaes Fkaradu-
Sm PAKIZ, Pbarmacla UBOY.

GALERIA DUCASBLE
PHOTOGIUPflA E PINTIM
1. premias e medalha de curo na Expo-
sico de Berlim de 1886.
Medalha de prata, Exposipo Univer-
sal de Anvers. 1885.
1. premio, Exposicjo Artstica Indus-
trial, Rio de Janeiro. 1882.
Diploma de Progresso e Mrito em di-
versas exposicoes.
Photographias artsticas em todos os
gneros, o melh >r que se pode produzir, re-
tratos a oleo, precos razoaveis.
Grande collecco de molduras e varia-
do sortimento de passepar-touts.
Licenciado pefa Irnorrtorit de Higiene do Imperto do Brazil
CAPSULAS de SNDALO CITRIN
de Savaresse
PreparacSo algunia 6 mais efcaz contra as
MOLESTIAS SECRETAS
4o que os famosas Capsulas univermalinente. recomneendadat pelos Mdicos.
Urna calza (com instruccaes completas para o tratamento) cara gcralmcnte dentro de urna aemau.
EV.-t.VX. SOXS C; em LIVERPOOL. F. V.tXS. I.HSrllF.R A- ITKBB, em LONDRES.
deposito* r.M topas as pnlaeiPAE himihacks.
MEDICAMENTOS
D%
VN7miA-C5
ooooooooooooooooooooooooooooooooooooo

4
DE
MELISSA dos CARMELITAS
OYER
nico Suooessor
dos Carmelitas
PARS 14, lina de t'Abbaye, 14
CONTRA :
Apoplexia
Cholera
Enjo do mar
Flatos
Clicas
Indigestoes
PARS 9
Desconfiar
Febrc amareila, etc.
ier o prospecto .-o dual ra envolrldo
cada ridro.
Deve-ae exigir o letrero branco e preto.
em todos os vidroB.
seja qual SOr o tamanho.
DEPSITOS EM TODAS AS PHARMACIAS r
DO Universo.
ooooooooooo oooooo oooooo
falsificaqOes
e
Exigir a Assignatura
de

1JURBSBA
,Z PREPARADOS E ESTLDADOS
POR
cs>
2 Bartholomeu k C. Successores
PiYU\ I3SO INTERNO
PREPARADOS SIMPLES
Xampe de lanibeba, vinho de Jiirubeb.l, plalas de
Ilirubcba, extracto de. lurnbcb i, tintura de Jiiriiheba:
PREPARADOS COMPOSTOS
Yin lio de Jlimheba. com iodureto de potaasio, vinbo fer-
ruginoso de Jiirubeh. sirope ferruginoso de Jiirubeba, pilulas
ferruginosas de Jiirubeba.
P1VX US EXTERNO
ce
9
PB<-

A M VERAS & C.J
KE01CAMEMTOS FUNDAS E TIHTU
^PIW^MACEUTICOS^^
6HIMIC3-raABlttSniS'l j
ESPE.CIAUDADI DO rJB
ce-
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ce
cas
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M
s
se
a
ce
mmmm
ce

Oleo de Jurubeba. pomada de lurilbeba.'emplasto de
Iiirabeba.
:o:
nicos preparados de Iurilbeba npprovados pe i Academia de Medicina,
aulorisados pela Junta &eral de Hygi^ne Publica, da corte e recommeodados p-lo*
mdicos contra as molestias do estomago, perda de appette, digestaes difficeis, dyspep-
sias, rheumatismo agudo ou chronico, e tolas as molestias do flgadu, do bac,o, na
diarrha chronica, na hidropesa, as molestias de origem syphiliticas, etc., ote.
:o:
25 annos de aceitaco
ATTESTAM A EFFICAC1A D'ESSES PREPARADOS
CUIDADO COM AS FALSIFICACES
Elixir a usalgnaiuru-BARTHOLOMEU& C. SUCCESSORES
DEPOSITO GER\L
Em su a pharm ca e drogara a
RA LAHGA DO ROSARIO N 34
Especial da de (leste eslabelecimenlo
B'ip e iiiiPito de Janaua
Elixir dentifricio
Contra a carie e amoliecimento e dores de dente.
Y.nho, xaropes e pillas de joroieba
Grande^sortimento de perolas, pastilhas, granulas e pilulas dos melhores fabri-
oi.ites europeas e americanos.
Grande colleccSo de alcoloides os mais modernos e raros.
Aguas mincraes de todas as qualidsdes.
Para pbotographla e bomoeopatbia
41cool rectificado e desinfectado, cbimicamente puro.
A Pharmacia American, tem urna seccSo horomopdthica onde se encontrar
alm dos medicamentos preparados com todo aceio e segundo o% formularios hahena-
manicos mais acredita los, carteiras, vidros avulsos e todos os tamenbos, glbulos
inertes e medicamentosos, tinturas de plantas indgenas e exticas.
Recebu medicamentos directamente de todas as fabricas da Europa e America
MarnalacSo por pregos commodos e a qualquer hora do dia e da noite.
DE
WOLFF& C.
14EA 10 CABGA'-N.4
.F A %
NOVIDVDES
MMAS
SJ
*

LANS mescladas de 6eda, a 600 rs. o cova 'o.
GAZEs arrendada imitacao de seda, a 600 e 700 rs., o covado-
BICOS de cr-s, matisados, a 20500 e 2^000, a pega.
LUVAS de seda de cor>-8, arrendadas, a 30000, o par.
ESPARTILHOS americanos, a 60000, 70000 e 80000, um.
LEQUKS transparentes, desenbos novos. a 20500, uro.
MElAScooi pintas de c3res para senlu.ra, a 800 ra., o par.
SETIM Maco de cSres, a 900 e 10000, o covado.
CAMBRAIASde pintas de cores, bordadas, a 60000, a pega.
VELBOTINAS de cores, a 800, 900 e 10000, o covado.
ESGUIaO pardo paaa vestido, a 360 e 400 rs., o covado.
PEKCALES miu'linlias, padroes novos, a 240 rs., o --Dvado.
COLCHAS de cores, iroitac&o do crochet, a 70 SETINETA japoneja o matisada, a 240 rs., o covaoo.
CORTINADOS bordados, a 60000 70600, o par.
FICHUS, arrendados, imitagao de seda, a 20000 e 20500, um.
L*NSde quadro, imitagao, a 100 rs. o covado.
MERINO de cores, a 800 e 10 XX). o covado.
MERINO' preto, a 800, 10000, 10200, 10300, 10500 e 2,5000, o cotado.
GARDANAPOS de franja, a 20200 e 2800, a duzia ; de nbo.
COviPLETO Bortiraento de bordados e extractos.
SARGELIM di tedas as cores, a 240 rs. o covado ; qualidade melbor.
BRAMANTE de linbo de quatro larguras, a 10800, o uietro.
BRAMANTE de algodSo de quatro larguras, a 800 e 10000, o metro.
ATOALHADO bjrdados, a 10200, 104OJ e 10600, o metro.
PANNO da Costa de listra e de quairo, a 10000 e 10200, o covado.
LENyOES de bramante, a 10800, 26000 e 20500.
TOALHAS f-lpudas para rosto, a 30500 40500 e 50500, a duzia.
CAMISAS Dglezas de flanella, a 50000, urna.
LENCOS brancas para criance, 10200, a duzia.
SERULAS de bramante, 150000, 180< 00 e 220OO, aduzia.
FUSTAO branco, bordados, a 400, 440, e 600 rs., o covado
GUARDA-PU de brim pardo para homens e sfnihor^s,
Fazendas com pequeo deleito
COLETES de casemira preta e de lrea, a 30500 e 40000, um.
COLARIKHO de lioho, a 30000, a ouzia.
BRIM de cores para roupa de criacca a 320 rs.-o covado.
NANSUK muito finas de urna s 6r, a 240 rs. o,covado.
' ESPARTILHOS couraga de 100000 por 46000, um.
BOLQAS para viagem, a 60000, 70000, 80000, urna.
BOLCAS de palba que se vende por todo pr*-co.
PARA BANHOS DO MAR
COSTUMES para homens, s nhor^s e meninos.
NA RA 1 DE MARfO N. 20
G.A.S.A.
DE
AMARAL & C.
SAUDE PARA TODOS.
I
UNGENTO HOLLOWAY
O ungento de Holloway uro remedio infallWel para os anales de pemas e do peito; tambem para
as ferklae antigs chagas e ulceras. E famoso para a gota e o rheumatismo e para todas as enferam-
dades de peito nao se reconhece egual
Para os males de garganta, bronchites resframentos e tosses,
Tumo-es as glndulas e todas as molestias da pelle nao teem semelhante e para os nvanbros
conUahidos e linduras recias, obra como por encanto.
Esta medicinas ato preparada sement no Estabeledmento do Profesa Hollowav,
78, ttW OXIOBD STKBET (antea 98, Oxford Strset), L0DaS8,
E vendemse em todas at pharmacias do unirena
IV Os coaapradores do convidado reapehotamente a examinar os rtulos de cada caixa e Pote, se nao teem a
diaccoao, 533, Oxford Street, sao fal&ificaeoe.____________________________
INJECTION CADET
Cora certa em 3 das sem cutro medicamento
JfAMJM P- **~ulmmed KnsssB, W JPJLMtMM
E PARA ACABAR!!
Tecidos de phantasia para vestido, a 200 f 240 rs., o covado.
Setinetas, idero, o que ha de mais novo, a 240 a 280 rs., o dito.
Renda da Cbioa, branca e de cores, a 240 e 280 rs., o dito.
Las modernas, a 320 e 360 rs o dito.
Nansoes de cores firmes, a 10 o 200 rs., o dito.
Merinos de cores, duas larguras, a 500 rs., o dito.
dem preto, a 800, 10000 e 10200, o dito.
Setins Maco, preto e de cores, a 800 e 10000, o dito.
Casacos pretos para senhora, ricamente enfeitadus, a 250000 e 350000.
Mantilhas brasileiras, a 50500. u-na.
iebs pretos e de cores, a 46000, 56000 e 60000; slo grandes.
Tapates avelludados* lindissimos, 120'XK) e 160000, um.
Para as Exmas. noivas :
Grinaldas e veos de seda, a 90000 120000.
Colchas de crochets, rioas, a 90000.
GuarnicSes de dita para sof e cadeiras, a 80000.
Leques e espartilhos baratisaimos.
Setins finos, a 10000 e 10200.
D*mascs e p^toelina branca, a 900 el04OO, o covado.
Guardanspos 3 linho, a 20000, 30000 e 50O(X), a duzia
Atoalhados Bordados, a 10200, o metro.
Pecas de esguio para casaquinhos, a 40000. '
M*dapol5o americano, a 6*00,, 24 jardas,
dem pelle de ovo, a 60500, 24 di'aa.
Algool* superior, a 30000, 40000 e 50000.
Completo sortimento de cas-Mi.i'-as.
Cheviots preto e azul, a 30000, o covado.
C semiras de c6res para oostumes, a 20500 e 30000.
Camisas iuglezas para horoem, a 360000, a duzia.
ereulas bordadas, a 120000, dita.
Lencos e lindas 'aixinhas, a 10800 e 30000, a dita.
Meias iogl'-zas para hornero, a 20500, 36000 e 50000.
E mnitos artigos que se vendem com gran les abatimentos.
As vendas em grosso teem o descont d praca.
SOJA DE
Pereira & Magalhes,
SUCCESSORES DE
Carura da Caofia k G.
5 ra Duque de Caxias S
IV'este muito oonheoldo estabeleclmen-
"to encortrr respeltavel publico o mis
variado o completo artimeiito de JOI.4S
recorridas sesnpre directamente dos tellio-
res f-brcaiii^i da Kuropa, e qu primaui
pelo apurado gosto do mundo elegante.
Ricos dereeos completos, lindaa pubjel-
rai, alflneteM, volta* de ouro eravejadas com
brilhtantes, ou parolas, anneis, cacoletas,
botoe e ontros muitos artigos proprio
dea te generes.
ESPEIALIDADE
Ens relogio de ouro, prata e nickelados,
para hom ros, senhora* e use nios dos mais
acreditados fabricantes da Europa e Ame-
rica.
Para todos os rticos desta casa garan
te-wfc- a boa qualidade, anstim como a modtel-
dade nos precos que sao sem competencia.
Vt-stta casia tamben concerta-se qual-
quer obra de ouro ou praia e tambem relo-
gios de qualquer qualidade que seja.
4Rus do Cabug-4






TINTURARA
2SRua de Nathias de Alnuquerque-S
(a liga roa das Flores)
DE
CLEMENS KUGLER
SUCCESSOR DE
Otto Sclineider
llnge e liropa com a maior perfei';3o toda a qualidade de estofo o fasendas
em peca ou em obras, chapeos de feltro ou de palba, tira o mofo das fazendas; todo
o trahalho feito por meio de machinismo aperfeicoado, at boje conheeido.
Tinta preta as tercas e sextas-feiras e de cor e lavagem todos os das.


VINHO deEXTRACTO de FIGADO de bacalhao
Vende-se
toallas iriacipaH Pbannaieiaai
a Drogara.
Deposito gera.1
PARIZ
I,
21, Faubourg Uontmartre, 21 >
J-" i
O VINHO de Extracto de Figado de Bacalhao, preparado peloSnr. CHEVRIER,Pharniaceutico de 1" class*,
emParis, possue ao mesmo tempo os principios activos do Oloo de Pifi-ado de Bacalliao e as propriedades therapeut.cas dos
preparados alcoocos. E' precioso para as pessoas cujo estomago no pode supportar as substancias graxas.-Oaeu 'eneiw,
como o do OlM de Fiff&do'-do Bacalhao, 6 soberano contra as Escrfulas, Rachitismo, Anemia, Chlorose,
Bronchite e todas as Molestias do Peito.
'SSElElSMSISMi
MEDALHAS de OUKO e de PRATA
Diplomas de Honra nm Exprtete*
Puii: 1SSS, W$, 1S8S, 1886, 1887
CTJHA
DAS
Incontinencias de Urina
COM Al
GRAGEAS GRIMAUD
>oe>;
"Vende-se
as iriaeitaas Pharmacl aa
I I Drograrf a.
-------------------------.-----------------~w_ aaaaaaiaaaaa #
A CREOSOTE de FAIA suspende o trabalho destruidor da Tsica pulmonar, porque diminue a expectora^ar
esperta o appetite, faz cessar a febre, supprime os suores. Os seus effeits combinados com os do Oleo de Pig-ado de Bacalhao,
fczem do VINHO de Extracto de Figado de Bacalhao Creosotado, de CHEVRIER, o remedio por
excellencia contra a TSICA declarada ou inminente.
de
Ferro-Ergotadas
ApproradM pof divenas Sociedades de Medicina
da Franca e do Estrangelro.
Empreada ha mala de SO annos
nos Hospltaes. Asylos, Colonias peniten-
ciarias, sempre com feliz niito, as AfTeccoes
Chloroticos e Anmicos de toda especie.
Pllidna corea
KOM HEDICAQAO PRECIOS E UNI
raaa cuaaa
INCONTINENCIAS DE URINA
Vend em trosso a Casa de GRIMAUD FILS
3, ra Ribera, Parii-Auttuil.
Sm Penumbuco i FRAN* M. da SILVA IC.
mi ramciPAH raaaaiteus ^^^
y
y


H
wari rtc reriamM,.o~.[Uarta- LNDlSTIU V E AKTES
!? earreira para as muflieres
EMPBEGO NA8 AMlNISTKaf^ES PUBLICAS
A roulber, obrig-da a viver do leu tra-
balho, nao tioha, at ha bem poneos annos,
fora da don, atici lade, outra perspectiva
alero da tffi Ba ou daa casas coraroerciaes.
Os eropfgus no eaaao eram eiD numero
ninitissi uo restri-to para po ii rom rauv-r ero
liaba de i onta. Huje nova earreira !be
berta, ou roelbor en'reaberta : a cair. ira
administrativa.
As << mp uhiaa de visa frreas, as gran-
des soci''rtd*-8 finaneeirus, o B-iui-o de
Frane-.oCrdit Poouier, Odit Lyonnais,
a Soii G^-n.ral*, a Socit des Tel
pbonrs, admittero mulheres em seus escrip-
trrii'S e lhi-s confiara .ttribuicSes que er.ni
Dteiramecte r< servr.&s aos horai-na. Em
slguroas. desdas adroinitdr-c3rs serviyr.s in-
teiros sao eoutiaio, s mulheres. O Esta-
co iguilioei.te toiuou idntica rrs"luco: os
Corr*-ii s e os tt legn-phos eropc-garo omitas
mulhiris nos escripturioa da adroinistrucSo
centr^i e as iit. c3< s de importancia se-
cundaria. A adroicisiracao do sello tam-
bero d o. eupacao a ertscido numero de
mulberes.
EviHent'-ro^nte a experiencia est apenas
iO si u ni io; iras tuio faz prever que no-
vas e numerosas carr- iras se vo abrir
para s mulheres. Km todas as adiiiii.is
;rato-s. siU'lii-sn a quesfao, e ba tendeo
ca maro-da parageneralizar o que conati-
tuia exceptu. E P"ia, interessautt sa-
ber qual a (ondicao da muliier as repart
^5-8 e registrar exactamente os resultados
raoraes e n ati riaes produzidos por ess in-
novaylo. T.-l o fi:u do molFsto inqu ritci
que abrimos cora os flirctores das gr*n
des adcitniptr:i'>3'8 que erepregam roulhe
res, e a elles agradecemos a amabilidad.-
que tiveraa fornece&do-nes as inform;;c.oe
que lites padimoa.
As cornpar.hias d vias ftrreas inaugu-
raram o trwb Itio daa mulheres era sfus es-
crptorios. Applio-ndo esta inno-.aeS'i, as
con>panbias tinham niuito roais em vista
auxiliar o seu p-ssofcl do que realizar uro*
economa nrs d- sp ats garles de traf-gn.
' sabido quo ta grandes companhias de
vias terrena se.ropre se preoccupram coro
melhorsr a sorte de seus empregados, nao
tanto pelo : ugmento do solano eio dioiiei
ro, o que as saas rendas nao permitiiam
seropr^ faz'-r, quanto p- lo que o Sr. Le Pl-y
denominava as vantagens indirectas
e s quaf8 ligava importancia consid'-rasel
:.o estabt-Iecimeuto dos p q;i-nos oryam* n
tos. Antea de tudo, gar,.nti-Ibes perma-
nencia.
Dfade qu<: noo-rado, o empregado fica
inveatido, shIvo o caso de grav.s f- hs
pro6as;onacB, de uiua qu: si inamovibilida-
ce, isto quanrfo aos dos i-a riptorios; pro-
seguir sua carrafa noraal al poca de
sua poa-ut sao Esta seguranza e a p rspectiva de
urna penso, pocJc-o ;>o abrigo das mces-
idadea em sua vi-lhice, ext-rce ti-1 ai'r ci-
to D08 eropregadoe fraoceze8, que pr'-fo-
rem uro salario modesto, pur n garantido,
ao salario niais eli.va o, porro intermitten
te. Em Inglaterr.*., au ae obaerva c mea
tao faeto: a le da offurta e da procura
que regula as rt-lbcoes das companhias
com 08 seua ernpregaioa. H>i graude mo
vimento de va-ui entre 08 empregados
das diversas comp->nhia8 que ilugam seus
servidos segundo ellas necessit.'.in maior ou
menor numero de bracos, 'estas condi-
cues, i s Balarioa, sao em geral, mais remu
nerados, porro, oa azarea a correr roaio-
res, e a instituieao da3 caixas de peneo
incompativel com esta instabilidad'-.
Voltemos, poira, ao empregado francez.
Foi sempre partindo do meamo principio de
melhorar a surte do s. u peesoal, sem aug
mentar os gastos ger. e=, que as coiopa-
hias crearam es ecooomatos, que permit
fOLHffll
TESTAMENTII 7E1MELH0
POR
XAVIiK DE MONTEPIN
riHil % PASTE
IFADADr0
i1_
3ALGUSIP.0S
(Continnao do n. 76j
XXXI
Nao aenhor, respondeu Pascal.
Nesse caso, cao podem entrar.
Por que ruzao ?
Porque, para vir tr^balh-r aqu,
precias estar munido d uro cartao, que se
pede ao Sr. director da bibliothe-a.
Sinto inuito iguorcr C88as formalida-
des, disee JacqueB{ que at ystao nao ti
nba fallado. Son estrangeiro c julgava
que aos estrangeiros, eiu conai quen :ia do
ponco tempo que tm para visitar todas as
maravilbas da capital, Oiapensavam-so ce-
ta pri-xes, cuja conveniencia alias nao pen
so em riis 'otjr...
Ah I o senbvr ostn-ngeiro ? dase
o gnarda com certa detrrcnei.
Sou, airo, acnbor. cidaJo ameri
cano... coutor em medicina ..
E o aenbor vero como simples visi-
tante ? sem a menqr in* uco de consultar
algum i obra.
Queira deac-ulp&r, qurifooji consul-
tar um livr raris&jro, ou para melhor di-
ser, nico, pois que. segundo parece *6
esiato u:a exemplar, este excinplar es"
squi...
Nsse case, resp^ndou o gurda, to-
mam subm miro diminuir o rigor da or
cem, babitaUuieri.te ii.fl-xivol. .. N Ms
C.upla qu lidado de estrar.g iro e de sabio,
;.i portas estao-ibe abertss...
Accreacentou, dando a cada um dos dous
Lomena um boletim pa\soal:
Isto Ibes permittir pedir a obra ou
3 obras que desejaram consultar... Es-
colberSo lagar nos bneos e conformem-ae
t<*m aoa empregados obter mercadorias de
prira'ira ordem por pr^c ig muitisaimo mais
rr'iuzid.is do que ss d8 caa>i8 que ven-
dem a v*rejo. O livre p-rurs) em toda-
as linbas permitte igualmente ao empre-
g(1o morar fon do Pariz e em cond-
c3-s de axlubridade e e.onoroia que nao
encontraria nos al amentos u' banos As
companhias quizeraro completar o uoDJun -
to destas mt-did s b"ni-t>;as r^Svrvando
certo numero d lugarea e.u S'-ua eacripto-
rioa pra as viuva-, u-ulb-r-a, tilboa ou ir
inAs doa eropr-g-.doa.
Crearam por esta forro- no vos lacea en
(to ellaa e o seu peasvl, c nsentiado aoa
pxt-a >ie familia a possibilidade de dar s
sUH8 rJlhsB U'na poaico confc.rrae aos aeua
g .-t s e sua pnbico, e ao mesrao tempo
elha o libertavaui, ero i aao de mo: te pre-
n.atura, da prt-oc-i-upaca > de poderem dei-
xar sua mulber na penuria.
A' Compaubia do Norte cabe o mrito
deata iniciativ:. Mjit> simples quaoto
theoria, a idea de abrir oa eacnptorioa as
viuvi.8, mulberea, fili.aa ou irroaa dea era-
p.egadoa, nSo deixav, entretanto, de ser
te applica^H' bastante diffiil e delicada.
Aotcs tu io n3o era possivel de forma
alguroa pensar em tocar n s posicoi'.s ad-
i|uiris j era neceaaario eeperar aa va^as
abertHB p los t I Ice ra utos, p las aposen-
tadori-s, ou i'einiae5-8. Mas, si por acaa<>
se aess.-s urna nica v.-g serie iropossivel
ai.-mitiir urna mulber isulada em um es
ciipti rio de honniig.
Kra necessari > tarobem eaperar que aa
vg.a foas'm bastante, numeroai 8 para or-
ganiBa' aercicoa exclutyamente feuiinini;8,
i8olados da ciernis r-piartitB s, com entra
i especial, vestiario e dependencias espe
i aes. F-ss-a ciffi ul tales foram felizmen-
ie reatlvidas; prep.rraro 8" co'cpartimen-
IM, e boje fonii na:n de modo regular
ciuitaa reparti^Seg exclusivamente coro pos
tas de-empregad'8 nos servicos das aeches,
rta estatistica e ba escripturayao. Oa .re-
sultados sob o pooto de vista da rapidez e
pt-i fcici. > do tr-.o Um, tero aido tao s. ti-i'..c
tolios, roais, t-.lvez, do que era dado eape-
r r B-. Liroitaino-noa eiu a8signalar este
lado da qui-stao; delle noa oceup-rerooa mi
nucmaHiuente quando tiveimoa pausado ero
revista os differentea modoa de irb roiiiino uaa divra.s administragOL-s.
Ei* como se opera a aquisicao da pesso-
al fe:ninmo. As pr.teud-otes preatam uro
exaroi- elementar de c.ll'graphia e de cl-
culos elementarea. SSo admittidas entao
como anjuntas.
Sendo o trabalho das mulheres sujeito a
inins interniitftneias que o do humero, a ad-
roinistracao tuffiou medidas afiro de ter sem-
pre di*posv,X: certo nuosero de eroprega
daa auxiliara qu ao priro-iro chamado,
i n obrigagSo ce vir preencher as vagas
occsaionadhS por indispoaiySes ou doencas
Os lugares vags sao em aeguida preen-
chidua pelos auxiliares que ao tornam ef-
fectivos. Seu aalhrio de tres francos por
dia; porro a effectividade nao d s mu-
lheres os meamos direitos que aos home.ns.
Nao aao commiesiocadaB, nao tero direito a
aposentadoria, e caso sejam despedidaa,
u" podem reclamar o mez principiado,
porquanto slo JToaleiras.
Entretanto, sua situaijo tix ; na pra
tic-a g-izaro das roesroaa gar*ntiaa atribui-
das aos homens, ato nao podem ser de-
mittidas seuo por faltas graves no ser vico
o por de ci8&o da autoridade superior.
Coro rl*cao a esta ponto, sua indepen-
dencia :.ch i-so gHranti a, e isto capital ;
mas o seu futuro i limitado : nao podem
pelo menos actualmente, contar com acces
so regular semelhanC'* das domis repar-
t C--8. Oa qu* iros do peasoal sao exclu-
sivamente masculinos, qur seja por falta
de individuos do sexo feminino para preen-
cher as func(,8'a de sub-chefes o de che-
fes, quer seja por hayer a administrac&o
deacoberto inconvenientes ero fzer dirigir
roulbereB por outrna n.oiberes.
Eate 8ervico delicados foi confiado a ho
com as indicado 8 qa esto inscriptas nos-
tea boletn,.
Como devemos t, zerpara obter o vo-
iuoie que dcaejamoa ?
Vo ao estrado, no fondo da sala.
Um dos btbliothecaria Ib s dir.
Obrigado, aenbor.. .
Toda a conversa qu-3 acabamos detrans-
crever fora travada ero voz muito baixa,
pois o ^ailencio, deve-ae comprahendei,
de todo o rig >r na sala de trabalho.
Jacques e Pseal tomaram coata de dous
lugares va808 n'u n b.n o situado em par
te muito afaBtada da sala.
Paacai leu attentaroente aa indicacS ta
tornecidao pelos boletina, relativamente aoa
tramitea a aeguir e a formalidades a pre-
encher.
Inclinou-sa aobra o companheiro, que
tambero I ra o bolatiiu ao tueamo tempo
que elle, e murmurou-lhe eo ouvido estaa
palavras :
- los. recamos os priroeiros ora"s que
nos vierem jbeca. Julgo que sso ser
prudente.... Nao a da mesma opiniao T
Inteiramente.
/ E amboa cucheram os boletina, nscre
vendo oellea nomea auppsstos e inoradas
imaginarias.
Agora rou pedir as explicacSss de-
aejadaa ... diese Pascal, quundo eatava
terminado esse trabolho.
E dirigise para o estrado em qte cos-
tumam estar os biblioihecarioa.
S uh-ir, disae o mo;o depoi'j de cpro-
priroentar o empregado iocumbito d "ex-
pediente, deaejasa oonaultar um iivro.
O emprgado apresentou-lbe um boletim
em branco e respsadeti :
Queirs faz -r o seu pedido, senbor,
preenebendo-.aa aaaa d8te bulatim.
Pos :el recebr-u o sea papel e voltou pa-
ra o sea lugar, uiurrour-ndo :
Ora veja quantas Coi0pli.:i-ca8 por
causa de urna colisa (So simpls !...
As formali-Jadas requeridas m para obter-
su uno volume s3o cffrtctivamente coropli
cadiaairoaB e enfadonbas, pareo indisp-n-
saveis, visto que simpbti;...n o t.abalbo aa
procura e tornara rois diffi;.is us iou
bos.
Dizemos mais d'fiaa- e n.l, imposs'vei,
porqoe, apez^r das pdfcuci'>-< uslas < a..
ng-rosa vigil^acia, ,3B^kin;.0i a tempes
dcsapparecum voitHB Bouus, aeu que
aeia possivel d [ sobre csses bi
bltopbilos dstiHirj* SPIeli'jaieza.
Jbegadoa ao seu lugar, Pascal canfor
mou-se, para eueber o boletim de pedido
que lhe haviaro atrege, s prescripySes
impressas margem de cada casa.
Feito isto, dirigi se noramoote para o
mens inteligente, que tomaram muito ao
serio o seu dever.
as outras eompanhiaf, o eropreg das
mnlbrcs acba-at em estado embrionario ou
anda eat era tufo. N, uorapinbia de
Leste, entretanto, esto servico funcaiona
de de 188. A principio, coinpreheuiia
bornete 22 eropregaaos ; boje conta mais
do dobro e inquestionavelment* tomar
grande desenvolviroento quando a compa-
ubia dispuzer de acco umodacSss prepara-
das especialmente para ease fim.
As mulberes ao empregadas em copiar
cartas do servico interno, eai escripturar
os livros de inveatario, dos movis e uteo-
m ; na c.lassificacao, marcacao e separa
cao dos b.ldiiris da manobras das estacas,
ns trabalhos de estatisti a etc. etc. Su
ordenado da 1.250 francos por anno.
A 8eroelhanca da companbia do Norte, el-
las nao sao comroissi >n* las ; nSo t a di-
to caixa de pensSe*, mas t u a'possibi
lidado de obter uro so orro ancua!, era
caso de reforma, aps 15 annos de serv
<; >s pela menos.
Sabaroos qu-* a compaohia de Orleana,
estudh a qaeatao ha muito tempu ; roas a
regra absoluta que obarva a corapanhia
de nao tocar naa poac3e8 adquir a3 ea
rtifB uldade de encontrar locaes isolados
tero retardado a solucao da qu-stao.
M -s a ad-r.inislrajao j entroa nesta
senda. S.bcs-.i que u-n aervici rjisto,
urna eapecie de CIaringhou8>, foi creado
p ra regular certas queat8;a de trafego re
aullantes da epplicuyao das cOnvenyocs de
1883, e que interessam directamente re-
ae do Estado, a do O iat a de Orl .na,
que se tocara era muitos pontea
Cad i coro pana.a foroe :e uro eoitmgen-
te de p-8s al para este servio mixto, que
diiigdo por uro agent nao dependente
das companhias.
A itirojfao da companhia de Oileana te-
ve idea de foroecer uro contigenta de e-ro-
pr gadas, iscolhid.s entre as patentes doa
eropregacoi. AfHuiram oa pedidos, limi-
tadissimo o numero doa onadoa em con-
sid'T .ca, mas ease a^odamento provou
companhia quo a entrada des mulhur-8
uaa repartie8'i8 era deaejada pessOal.
Na9 outras grandeB companhias, d aPa
ris Lyon, do Midi e na de Ouest, as mu-
lheres silo eropregalaa ero nmnero muito
dirrinuto. Ha longo t'ropa a liuba circu-
lar tmprega muitaa mulheres e tem sa da-
do bcm.
Coroquanto o a8suropto ae afasta uro pou
co do8 limites de nosaos estuios, nao po-
demos deixnr d dizer alguroas paf.ivras
em relaySo mulhs que ellas eropregam
directa ou indirectamente n> servico da li-
uha. Temoc. em primeiro lugar as cucar
regadas de diatribui-.cis o recebicentos.
Sao em geral as mulbeies dos chefes de
estaco>:8 : sao comroisaiouadas e dir da-
mente r-'spjnsa?cis para coro a administra-
ca. Sil ordenado annual de aero d-
800 francos, a' u da grati c^cSo de 75 a
a 150 francos no fim do anno. As guar
da-cancella8 aa^igualmente esiolhiiaa en
tre pessoas da familia do agente. G->nharo
de 120 a 180 francos por anuo. Aa pre-
postis salubridad-; sao eacolbidas deutre
as viuvas dos agentes que fallecern em
servido. Seu salario varia entre 120 a 360
franc >s, mas recebem quaai o dobro em
em raz.a > das eapsrtulas voluntarias dos
pa88Bgeiros.
Finalmente, curapre mencionar as mu-
lheres que, nlo sendo empregtdas directa-
mente pelas companhias, s3o, aonieadas
por sua apresentacSo e trabalhara directa-
mente as estac5-a: sSo aa ge entes dos
botequina, as r-;cebedor..s adjuntas, as ge-
rentes da8 bibliotbecia e dos bazares A
maioria dessaa mulberes, poder so-bia di-
zt t das ellas, sSo prenles do emprega-
dos fallecidos ou em servido activo
Na rede de Late contam-se 2.5C0 mu-
lberes, a quaea a companhia fornece di-
recta ou indirectamente roeio de prover
sua Bubsistencia. Ero alguro >s pequeas
estrado e entregou ao bibli jinec rio o seu
boletim.
XXXII
O pedido era concebido assim :
Numero do lugar oceupado pelo lcitor :
-177.
Nome do autor : -De. L-ffroas.
t Titulo da obra: O Testamento Ver-
melho, memorias do Sr. de LafFemas, para
servirem historia de Sua Eroiaeocia o car-
deal de Rcbelieu, primeiro miaiatro de
Sua Magestt.de Cbristianssima o rei Luiz
XIII.
t Lugar da publijr.cao :\msterdam
Data da publij.. :aj:Anuo domioi
4.
a Nome do leitor : Julio Ouiteu.
a Morada : Ra da Uuiv.Tsidade nu
mero '1.
Este nome e esta morada, como sa v,
nao podiam ero caso algu a tornarse com
promett-dores para Pascal.
O btbliothecario recebeu o boletim, tra-
Doa ndl.! alguns signaes hicroglipbi "os e
traiisroittio-o a um continuo.
Pascal, como ota moheca os costuro'8
da bibliotheca, conservou se ira novel e de
p ero fr-i!t ao estrado, esperado.
Vul;e-par> o seu lugar, seuhor, dis-
se-lhe o bibhotbecirio sornudo.
E o volume ?
L o levario.
O ex aejretario do conde d Thnnoerieux
voltou para o seu lugar numero 177.
P.isB-r. ra-se cinco minutos.
A obra pedida no ch-gav..
A demora pareca singularmente looga
aos dous cumplios ancidsos.
A extrema sobreexcitaVrJj voh f-zta tremer Ibes os labios ; ae puls .-
i0:8 r.pid-s e irregular doa se.ua cor*-
c3 a ^balavam-lho :.s paredes do p ito.
Approxi'Oava-so o momento en que es
tariaiosde posse do Testamento Vermdho,
e con cil vina a revelnco do lugar s
creta em que o tinado conde oceultara os
qu-tro milbS-se nito^eotos roil francos des-
tn-dos i seis p sso a as i las ao mesiuo
ii.- qu aua tilha. ^
N .da po lia impedir, s giin o Jrta a ap-
pareacta, que o Iivro liies fosm tttr go-, e
entretanto aqaella demora p ftH mo agouro.
Do modo vago e inatinctiva tbjharo roo
.lo de ser o segredo escap
A' medida que suc-;eduin se os mioutos,
a irapa :i-u ;ia .ioa dous cumplicea attingin
ao paroxismo.
Ja.-quss morda o bigoie.
Paacai, febril, com oa punhos crispados,
enterrava, sem sentir, as unUas as pal
mas das maos.
hohas eacuudarias, aulne,- investida
do fun-ySis activaa que implicara respon-
sab.lM.de directa. Estaos ha que silo
dirigida! por mulbores. Em g-ral cora-
prero seus leveres com multa exactilSo e
me8ll,o co*, rig ,r Citaram-nos o exe o-
plo da umi cht^ da estacao, cuja marido
t< abalha sob sua8 ordeos oa qualidade de
gador: ella nSo Ibo perdSa n^nhuma
taita ao servico e multa-o aero pi-.dade.
No tocante ao8 trabalbos que as peque-
as estaba exigen emor g, de forca
mus-rular, aa mulberes t u o dora de s^
raieoderero perfmente. cm 0 pubIuo.
Quando um pasa-geiro trai mala, a ebria
te estaQao saoe dizr lbo d modo esp -
ci-l : S ra duvida, o seahor nao ha de
recusar si ajular-me a collocal a n* balao-
5 ? E o bornea, sem faZer obaervaca -,
presta essa p-queoo sarvico, que lhe pe-
dido de modo delicdo. Dahi a economa
de um 8ub-ebrregador.
Ex-imiaamos como o trabalho das rou-
1 ir- 8 organizado nao grandes adroinis
trajSea particulares
O aooo d-i Franca a muito em prega
mulberes A principio, a alroissao er
inteiramente exclusiva s viuvas, filbas ou
ir.uSs dos eropr-gados. Mas os servicos
tomaram tal desenvolvimento, principal-
mente depis dV guerra de 1870, e devido
multiplicidad* d..s titulos, que foi necea-
aario eateo ier os quadros do peasoal e au-
gnentar a a;;q.iisicao do pesaoal feminiu >.
O numero das roulh s eropr.'gaiaa nos
escritorios da admiaistracSo ceutral varia
rouit), segundo os anuos e s n->cesadades
do aervico : na ., ia de 400; momento
houvu quo eIe.vou-8J a 700 As mulheres
sao eropregadas na impresaao, na saorip-
turacS'i dos bilhet--8, no dsposito dos titu
loa, doa impreasos, etc. Sua agilidade de
d-doa e o do o de tudo vrr em um relao-
cear de olhos, tornara ..s incorop raveis au
xiliares para a cont.gem dos ltalos e sj
bretudo para a venfi-jae&O daa notas.
As mulhere8, propriameut fallando, Ba>
sao empregadas do banro, porquanto nSo
sSo commiasionadas era sujeitas finan
ya ; sao pagas p >r m -z, a razio de tr -a
traoco8 por da durante os eioao priroeiros
unos ; os-lario el'.v.i-s-i gradual ment se-
gando p.-rio los detarmioados, at cinco
trancos. Coroquanto no g.zero d^s mes-
mas vant.gcns >u osempregalos mascu-
culinoa, bs iriulhere8 participa- todava
itos beneficios da caixa de pena3es. No
tira do oerto numero de annos a adminis-
trro&o Ihes garante ama pensao de apo8n
tadoria proveniente do intimo descont fe
to ero seu a>-Lrio e dev lo em grande par-
te s liberalidades do banco. As horas d"
r.ib. !h ; sSo as roe-una.-1 que pira oa ho-
mens : mas a sparacar. doa sexos paree;
ser m nos absoluta no banco que as com-
panhias de via-ferreas e em outras compa
uhia fitianceiras. As eropregadas ten um
botequim e lavatorios especiaea; {entrara e
sabem, porra, por caroinhos corarauns e
s meamos horas que os horneas.
No iCrdit Foncibr de Francs, a mu-
liier adraittida ha muito, goz* dos mea-
mos direitos; commissiooada como os
homens.
Para ser adroitiida, subraette-se a um
concurso qun, nao versando sobre as mes
ras materias que o dos homens, -ntre-
tanto serio, principalmente em razo do
proiigioBO numero de pretenden! b.
O eroperiho tal que a adroiniatracio
v-8e obrigida a lazar urna eacolba entre
as candidataa e a nao adroittir a concurso
aeuao os jovons que reanem certas condi
io -s especiaes aao feitaa era favor das mu-
Iberos tilhas ou inuas dos empregados
E' de cerca de 200 o numero das mu-
lberes empregadas. Acbam se incumbidas
do servico de titulos e estatistica.
Principiara vencando 800 franoos, o em
pomo reoebera 1.000 a 1 100 francos, mas
jamis vilo alera d 1.500 francoa.
O salario da insp-'Ctoras de 1.8001
>M--ai^!-i-MaMa-Mwi
fr.ncoa oolug.r mui'o c -bicado. As
horas do preaenca ajo ds 9 s 5 ou das
10 6, conforme os servic >a. O locaes
que ellcs ocupan sao rigorosamente iaola-
los daa denaia rep.rticfj-s e ellas sahem
ura quarto de hora aut-a dos empregados
masculinos. |
A administrayao da Criit Lyoonais
emprega malhr.-3 com os ttulos de perma-
oQiit s ou teropoiarias. As primeiraa li >
eacolbidas entro aa pretindentoa que tize-
ra n u:u pdJido r guNr e que fornecera
attesta ios de insTU tXo e de boa cnlu-
ta. S io eropr gadas era servcoa fisos,
giralroento nos de ttulos e c upos. Ahi
ii.ti.linra crea de 100. Sou salari i
de tres fraaoos por ai, p irra os chefea
de mesa parcebem una r :niiinr.:-a i sup-
plementar. As qua t n titulo defioiti/o
gozara das grantias rooraes que ass guraui
a atuacao doa empregados roasculinoa. Nao
pilero aer dispnsalas sinio por 'motivos
grabes e por deciao da a iminiatracao su-
perior .
Como no Criit Fonoiera e as compa-
iihiaa do vis terreas, sa > toma las as me-
didas mais roinucioaas para impedir a pro-
nscuttade entre os dous sexos e evitar o
es an talo
Qlano s "erapr'g.das a titulo de auxi-
ltr-'a, que t u tarab-ira todaa s garandas,
a> trab.lha o sino em certas poocs do
aanno, na poca dos grandes veucimantos,
por exemplo.
Geobqes Michel.
VAfilEMDES
(Conc^usao)
Se todas as outraa o diziam-'... Por-
que nSu o acr iditar ? Nao ora suffi ente-
mento buiita para i apirar ura a uor sia-
cero ? E ch ia do vaial-f punha-sa a con
templar o corpo, u a uelicios > corno d
virgern, is Venus castamente branca, sur-
gindo ne ura mar de f.-lhn! e de rendas. .
Tornava-89 de urna alegra ocompreben
dida, vendo risos
ero to i is as eousas,
sentalo ques> fogava tu lo n'um diluvio
azul de conteot*m>'to.
E, abrindo a janelL de repente, recuou
sorpr'z. por ver aquella g^rg^lhada dns
cou^as toias, que diariamente va erabucv
daa n'Uii roelaucoli tristissiroa. Era um
erguer de sol dealurnbrante, ama dispna
de luz, ondas que vinharo ruraorejando
pelo espaco e des iobrando a claridade
como urna grande bandeira branca de paz,
agtala sibre a torra. E a trra ligara
mente dourada, treroia, como cheia de
pejo por acuelle abraco voluptuoso de
amante. Erguia-se do chao um grito sgu
do de prazer sensual, parti'lo de todas as
cousas, e perdendo ae no .zul, escapndo-
se pelas agulhas fiaisaimas das torres...
E contemplando aquillo tudo, ouvindo
aquella caoyao, nova para ella, senta o
corpo palpitar tambera de modo estranbo
e a carne arrepinr se lhe toda, como se o
tol Iho bouress* esianlaloaaranete beijad..
a espado .. Subia lbe pelo corpa urna ba-
t.ir.Ji ardeatn, sentiodo os s-ios atacados
de tolo o sanguo qo- possuia, e a cabera
tonta e os cilios perdidua n-.qu -lio rede
raoitrhar doudo do ct, daa casas, das tor-
res quo lhe paasavum por diante amorosa
mente estrenadas.
Fugia para o seu quarto, aem compre
hender bem o que lhe ia pelo corpo, t.quel
la gritara da carne tocada pela lerobranca
de um hornera, irritando-so toda, inchand ,
convulsionando-so anciosamento pelo pra-
z r prom-ttido por esse couta to.
Pois o amor era aquillo ? Pois s saber-
se amada produzia todo aquelte soffrimen-
to em que se extorcia ? E era isso o que
os seus poetas diziara tSo agradavel, to
do-e? Mentirosos, os Doetas! Corao ella
padeca ajli, Deas do cj !
Oepois, pojM poaco, f.irara-se aeai-
nando as irritac3 a, deafallecendo se oc
rubores, e voltou Ibo o sorriao constaoe
que lhe suspenda leveraente o labio e
abria-lhe no raauto urna coviuha galante.
E co n a c-lraa voltavara todos os sonbos.
o oaaaraento appireconlo-lho como ni
raysterio arden te raerte deaejado e o amor
;oroouo (aa/t eterno que nSo entenda
byi'o, mas em que se desej.va pr-nder.
Voltava a pensar neUe, na'qu-lle rapaz qua
estrniflcia e tinha a fantasa de o cui-
tar a sua p.ix,,, fugla vez-s de sett
peitoem .ooaossvllb.s rpidos, como pe-
qu -nos | totes do vapor escapando-so de
u na oaideir*. Rebell-ava-s, cootra o sou
aoffr.raento e dizu a ai mesna, baxiiho,
eannhoaaoKnta, qa, 8a eogao n<| '
teca por cusa do amor, d .quelle d-liJo-
ao amor que ibn okava nM L bandos de
sorr.aos e afogava l3 0 ,,orpu e: U(B mar
de contentamento innocente. E aiegrava-
a, v.a-a, casada, apertaoa nua bracos do
mando,,stranharaente sacudida por ssuti.
meatos quo nunoa lhe haviam abalado a
alma.
E s com psnsr um ser enhcida por
ura ho oern, como j sentisse o eitreitar de
seua bracos, alvoroeoa le-Uie lodo o sao-
gue e toda a Otra,
Dotada sobre o seu leito, ura pequenc
leito le carvalno, fioamento trabalhalo, o
olhos prdid.s oa capola azul do cortina-
do, senta viren oro trape! as mes-uas
id.a dolorosss que Ihi havim cmtuodidc
p espirito a o ver a al-gi t louca do sol na-
quella roanliS. S-ntia e p-rturbada por
ftnsameiitoa qu-; Iba tu oultuavara doa la-
menta ni cerebro, coasas quo nao oatea-
dia, m---8 qua sahiara de seu orpo, quo ss
er uiara de sua carne, palpitante, trmula.
Era um protesto vsbemeute da au.iraali.la-
de contra a aua abstinenit de doQz-lla, a
direito do mais forte, por muito t -ropo
preterido, impon lose violentamente, fa-
eod lii* arder o ventre, i Iccndiando-lhe o
erebro. Toda ella trema, agitando repe-
t 'aa vi zea a p-rna e o br.co, os seiofi
rijos, erguidos, como que prestes a eses
par-so para a embriaguez deliciosa do ar e
do co.
Soavam lhe ao ouvi lo msicas estra-
nhas, mixtoa do tambres e f.iufarras, ea-
surdecendo a, desvairandoa, arrancando-a
da iramobilidada ero qu. e^tava e atiran-
do-a a regles desconhecidas, onde tro*8.
esta|avam-lbe aos ps puchados de es-
trellas 8cintillavam-lhe aos olhos.
F de sbito, u'uai alvaroto extremo por
urna contrac^o aesperada, tola a carne
aublevou se. aoroiaou-a, i iB\ ultaodoiheos
noviraentos e faz-n1o-a revolutear, estrei-
tada ao s-u pequeo travesseiro azul, Cor
rodo de crivos.
S, n'uma grande crise de bysterismo,
anoiquilada, vencida, rolou do leito, con-
torcendo se ansiosamente nc cbo, deixac-
do escapar do seio, tstremecdos de lagrt
mas, gritos ferozs da cama vencenora,
que cortavara o ar com a rgonia pungente
dos ais dos vencidos...
Abasha MlHOB.

/,
1

Afinal appareoeu ura empregado trazeu-
do um volume de capa encarnada, e eolio-
cou-o sobre a mesa, em frente de Pascal,
cora o boletim, dizende-lbe :
- Aqui est, sonbor, a obra que pe-
dio. -
E af.iStou-se.
O rooc agarrou o volume vidamente.
Abrio-o na priraeira pagina e lea o ti-
tulo.
O Testamento Vermdho disse elle,
isto mesmo !.
vitit-, disse lbe
D-pressa pagina
Jaques coro voz sarda.
Pascal, cujos dedos tramiara, folheou o
Iivro, p irou pagina tinte e os seus olhos
pro.'tirar.im obstinadamente neasa pagio
oa signaes tinta vermelti-i, mencionados
pelo conde de Tnonnerieux ao seu testa-
mento.
NAo existia nonhara desaes signaes.
D ,'stac iv..m-ie somente sobre o branco,
ura pouco aoarellecido do papel do linho,
os caracteres negras aa iropresso.
O muco ficou paludo.
Ap-r-ou lbe o coracata urna dolorosa con-
tracr^o.
N,Io ha uada. balbuciou elle com
voz sumida ao ouvido de Jacquea.
Nadal... replicou este ultimo. E'
irapissivcl!
v cora os teus proprios olhos. .
Jacques agarrou no volurao febrilmente.
Por seu turno iaterrogoa as eutrelinhas
da p.giua vinte, e depois as das duas pa-
ginas aegui'ites.
Foi em vao.
Tena raz-ao. gaguejou ellu em 8e-
gniJa. Nadal Neui urna inbs, riera ama
p.lavra, doro urna letra se acbam sublinba-
daa !. N3o estaremos engaados ? O tea
tau-eoto do Sr. de Thonnerieux deaigna
mesmo estas paginas ?
E' fcil verificar... muriuurou Pas-
cal.
Ao mesmo tempo tira va da sua carteir*
o testamento do conde e procurava o pa
ragrapho qoe in.licava ?.s paginas do li
vro.
No... nao. nao estaos em er-
ro... accrescootou elle, depois de exami-
oal-o... Olba, tarobem .. paginas 20,
21 c 22
- E no tratante paginas nao ha
nada -exclamoa J, cqu g com voz bi
lallte.
Piireoe-ttie impossivrl, mas a verda-
d 1 E o volume i .-jicado, nao ha da
vida .
Dzendo o que preco ?, o medico toraou
s tirar o volume das roaos de Pnscal e exa-
iminava notamente o titulo.
De repente urna surda exclamacao sol-
toa se-lhe dos labios.
O que ? perguntou Pascal com in-
quietacaO.
n v-z de responder, Jacques fez esta
pergupta :
Qual segundo o testamento do con-
de, c lugar da publicago do volume ?
Arasterdam. j
E a data da publicacao T
1674.
Entao estamos s voltai com um erro
material.... disse o medico soltando aro
suspiro do allivo.
Erro material ?. repetio o mance-
bo estupefacto e sam comprehender.
aira.. O bibliothecario enganou-se,
no na obra, mus na ediySo. Este volu-
me foi publica io, nao em Arasterdam em
1674. mas em La H-ye em 1676.. Va
reclamar a e iigao de Arasterdam ..
Pasoal pegou as Memorias do 5r. de
Laffmo e dirigi se para o estrado dos
biuliotbecarios.
Senhor, disse a um delles, venbo aa-
sigualai-lbe nm erro iaroluntatio e pedir-
Ibo que o repare. -t
De quo ae trata, senhor ?
Deate volume. Foi publicado em La
Hayo em 1677, e eu ped a ediclo de Aros
tardara, ex anno Doroioi 1674.
O bibliotecario venfirau o fon lamento
da reclamaco e replicou :
1 lotice, cora feito, senhor, um en-
gao, que ser reparado j. Queira espe-
rar um instante.
Pegando entao n'um boletim era branco,
sobre o qual tracou alguroas palavras, o bi
bliothecario juoto.i-o ao Iivro e-charaou u u
continuo, a quiro diss :
SuOa estante Z e entregue isto oo
Sr. Delorge, chf-fe da meama eaiaute.
O continuo obedecen.
Alguna minutos depois voltou trszeudo
uro volume, cuj vis:a fez p.dpitar de ale-
gra o corayo de P-8-.!al.
Mas r i nraa falsa al gria.
S nlior, disse o continuo dirigi lo
se ao biol'otbe .ario, trgo a mesma obra...
a cd9o do 1674 nao est mais na estauto.
Como assim ?
O volume pubado era Arasterdam
dc8'ppar.-o*-u ha quatro diaa, aa un-suo
terapo que una Vida do Paire Jos e as
Memorias do Conde de Rochefort .. O Sr.
Delorgo affiru.-a que o sonbor teve oouh- -
cimento dosse roubo.
iu justo. S~ .".s nao me recorda-
va mais dos titulas das obras desappareci-
das.
Pascal estava no estado moral de nm
Logrogripho
Ao IU n. Sr. captao Joao Baptsta Be-
zerra de Mello muito digno collector de
Igurassu'.
A par desto navegante 2, 1,4, 3, l
Acbava se urna senhora t, 8, 3, 1
Olhan io para um planeta 3, 5, 6, 6, 1
Que foi falso deus outr'ora 7, 9, 2.
Nlo sou Londres era P~ris,
Madrid, Lisboa ou Bruxellas ;
Entretanto, sou cidade
Da Europa, e das mais bellas.
Gloria de Goit.
Jos Raymundo Ferreira de Morae*.
hornera que acaba de receber urna violenta
martellada na cabeca.
Todas as suas ideas estavam em com-
pleto chaos.. .
Imagine, senhor, connuou o bblie
thecario, que ha seis semanas commette-
ram so abas na bibliotheca.... Mais de
doze obraa de8appareceram j, e, com-
quanto se baja redobi'ado do vigilancia,
tem sido at boje iropossivel descobrir o la-
drillo... A nossa nica es um da elle proprio se denuncio por algum
descuido... A bibliotheca entrar entile
na posse dos seus livros, porque ter o di-
reito de fazel os restituir, em poder de
quera quer que estejaro, roesmo qus se jus
tifiquem alleg-.ado a compra em boa f.. .
Deve imaginar quo o ladrao bastante es-
perto para nao roubar seuao livros raros n
de alto preco.
O ex-8ecretario do conde de Tboaf.e-
lieux seotio as pomas vacillareralha e prea
tes a dobrarse ao peso do leu corpo.
Como, balbucou elle, como qu-
pode se roubar livros aqui '(.,. Como se
rranj~ir o ladrao para lvalos d.qui para
fra ?. ..
Infelizmente, senhor, igooramos.. .
ae assim nSo fosso, impediramos a r-'peti-
c3> do fado. A ausencia dessa edicac
lo Vmsterdam oontrurU-o muito?
Sim, senh r, muito, porque i nosst
consulta versava sobre urna pasaagem up
primi ia na e ii$o de Li Haye e o 1677.
* Crea, sv'ohor, qua lastimo isso ira
mensamente. .
Pascal in linou-SH o foi ter com Jac-
ques, que impacientava so, vendo o de lon-
go conversar oom o bibliothecario, sera ou-
vir urna nica das pal-vraa trocadas.
Ora esta! o que auccedeu ? pergun-
tou lhe elle vendo-o volt.-.r cem as maca va-
zias e a frocte sombra.
Sue.cedeu que a roda da fortuua des-
anda para na | Pareca andr p ira o nosao
lado... e no entinto o contrario .. Fo-
^em-nos oa roilhSis !
Explica te O volume ?
Nao est mais na bibliothaca...
Mas toltar '?
Nao I Foi ruubvJo ha tres ou qa.tra
dias, f> p.ra descobrir o ladro, e por con-
aeqicn a o Iivro, nSo aa p le contar aa-
no co 'i o acaso, viato que nao ha o me-
nor iniicl apotra Lingu-m... '
Jtcques retove con eiforgo Una exofa-
roaco da colera.
Silouci, e 8iia:no3 prosoguio Pai-
oal, Conversiremoc fra...
i Continuar-se-ha*
Typ. do Diario roa Doqua de Castas n, i'
*


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