Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16641


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Full Text
AMO LU --- MMEBO 15

P B k A: CAPITAL E l/uCSARES OSDE !AO SE PAGA
Por trea miases adiantados...............
Por seis ditos dem -.......'......
Por um anco idam .......
Cada numero avulso, do mesmo da.........
l'OHTi;
60000
120000
230)00
tfioo
____________________________ABE DE 181
PAHA DENTRO 11 l'OIU DA FROVI.\CIl
Por seis meses adiantados......,, ,...... 134500
Por aove ditos dem ........ 4......... 20000
Por am aano idem.......,.......... 270000
Cada numero avulso, de dias anteriores ........... 100
T 1
?




/

Proprteiaie fce Jlaniicl Jignctroa i>r Jnxm A
TELEGRAMAS
MICO PAfITIJULAfl
RIO DE JANEIRO, 29 de Marco,
1 hora e 30 minutos da tardt; (pela linha
terrestre.)
Eid despacho imp riai de 28 do correte
foram norne<.dos:
Presi lente da provincia de Peraarobueo,
o desorobargador Joaqun Jos de Oliveira
Andradc ;
Pr.-si lente da provincia do Cear, o
actual das AbgO'8, Dr. Aatooio Can da
Silva Prado.
Foi exonerado a sea pedido o actual
jr:-:eit' da proviucia de Goyaa.
RIO l>E JANEIRO, 31 de Murjo, s 12
Loras e 40 minutos da tarde (pela linha ter-
restr. .
Scgairara para Poroambueo uo paquete
nacional: o Dr. P 1ro Fr^ncisso Correa de
Ovtira, sua senhora e urna aua irraa, o
convn. ndador Jos da Silva Loyo Filho, os
Prs Fran :is o Magarinos de Souza L^So,
Jos Mara do Albuquerque Mello e o ca-
pillo de fragata M^no"l d< Araujo Cortez,
inspector do Arauui.1 de Mirinha.
NATAL, 31 de
0 minutos da tarde.
M
arvo,
3 horas e
O comraandante do eucourayado deola-
rou ter sitio somente por acaso que o acci-
dente se deu.
BERLIM, 29 de Marvo.
O Czar sgraeiou com una coaimenda o
Code Herbert de Biemarck.
NAi OLES, 29 de Margo.
Quina-i mil homens do tropas os'ild
promptas a partir pura M.ssouab.
BERLIM, 29 de Margo.
O Dr. Ma>k'nzi v.u vltjr para Lon-
dres.
DUBLI.U, 29 de hUrgn.
Aioda est cahiolo milita ueve na Ir-
landa.
MOSCOU, 29 de M,re,o.
A Gaztta de Moscou acoaselba ao g>-
verno russo que vige muito a loglater-a,
porqu taiue a conquista da Peraia por es: .
potencia.
Agencia Hava8, filial em Peruambuco,
31 ue Maryo da 1888.
Aqui chegoa o vapor aS'. Francisco, da
Companhia Pernarabucana, o qual segu*
para o su!.
sERvica 01 AEtCii um
Servido directo
PAR *, 29 do Marco.
O general Boularger retirou a aua can-
didatura no depor'amento de Aisne, recu-
sando cornbaler o outro candidato radical.
PARS, 29 de Marc..
Ogrup; parlament.r da extrema esquer-
da da Camera dos Depatados resolveu
apresentar um projecto de reviso da Coua-
tituic.ilo.
PARS, 30 le M.rco.
O general Bouinng'r apr santa a sua
candidatura pelo departamento do norte.
.MASSOUAH, 30 de Marr-o.
As tropis de Ngus achara se nos arre-
cio-es de Sat.ti. Um* escaramuza teve lu.
gar entre os italianos e os abyssinios ; mas
o combate nXo teve nnKum resultado de-
finitivo.
MASSOUAH, 30-do M^o.
O re Joo da Abyssini* j mandeu al-
guna parlaiaentaris ao comuandante das
t:opria italianas coro o fin de negociar a
paz.
PARS, 30 do M,rco.
O general Boulanger enderecou a seus
eleitores do departamento do norte urna cir-
cular na qaal declara que o governo man
tm forca sufB-iente para combater sua can-
didatura.
O general pede a dissolucSo da Cmara
dos DepuUdos e a reviaao da Constitui-
do. x
PARS, 31 de Marco.
O orgamento para o exercieio de 1888
foi votado pelas duas Cmaras do Parla-
^~
ment.
A Careara dos Deputados adoptou a ur
gencia por 268 votos contra 234, para
dBCussao do proj !cto concernente a revi-
s o da constituirlo.
Eu) viitude do voto da Cmara os mi-
nistros pediram a sua demissao collectiva.
Servido pela via Norte-Amrica
MARSELHA, 29 de Marco.
Uro encouraadc francs estando a fster
ezercicioa no porte de Villefrancbe, attingio
um vapor de nacionalidade italiana, ao
qaal fez avadas pouco importantes. NSo
bouve victimas.
mwm popoLii
LITISBATTOA
DE
P0KTLG4L E BRAZIL
PELO
Conselhsiro JoaoManoel Jareira
IV
(Cea tnuasoj
da Silva
Por titulo de 21 do ursino mez foi no-
meado Jos Joaquim dos R-is Jnior par >
o lug>n de gu*rlH-livro3 da estrada de tr-
ro de Ptulo Affanso.
FjriDHm todos am t-imia que com suas hiato
risa o chionicas crearam e al nmosearam aeus icio-
maa nuciuaeae levintaram a suhs pxtriaa paire.
de vfrdadi-ira e etero gloria. A Iuglalerra res-
pl'diiiCjm poetas de merecimeoto, mas nao eoa-
segaira Hindn effei(osr sus prosa, qo>- >> miu
tarde te joJe deseo volver, porque por muito tempo
pretender!!) impor-lhe os n^rmaodoaa liugua Wal-
I o. que o aoglo saxio resista teoaZiDeote,_ al-
que p r fin esta preval<-ceu. com quinto m idifica-
da tim a iluminar o mundo, nao na lingua, que se
reauxia aoa actos da igreja, mas no sea espirito, e
nai suas reminiscencias literarias, bem que se co
mecasse a escrever nos idiomas vu'garea.
Nao Fernau Lopes um aimples ehronista : nao.
E' am hist iriador de valia, um poeta o um pbilo-
Sopbo estiuiavrl ; e#panta-nos a rrunio de tuntas
qualidades em epueba anda tao carregada de
ignorancia e barbaria. Ha as su 18 chronicoS
Muguagem smgela, txpr--s3iva, infuntil aiuda ; mas
biilnum ras.1.3 poticos, admiram se acema dra-
mticas, pintam-te ao vivo caracteres, deaeovol-
vem-ae deacripr;5es almiraveia. ligam-ae e interea-
aamoa factos referidos, e nota-ae a pbotographia
fiel e exacta de toda a sociedade do su tempe, naa
tu* dilT-rentcs escaUs, mu seu matices diver-
sos e variados, pintando o rei, os clrigos, os fidal-
gos, ua paixoes e iuteresses que os animam orno
am qadro histrico, ao quslj nao escapa a maia
minunciosa circumstancia.
Nio bastam pulavraa, oem vale minhi opinio
para vos convencer ao certo. Dar-vos-hi'i, portan
ta, exemplos, expondo a vjssos olbos eepeeiro ns e
extractos de Ferno Lopes ; por vos oseamos o
avallareis como merece, e estou cerro de que meu
sentimeota e opinio sero abracados p- lo audi-
torio .
Nao encontrareis a linguagrm portaguez de
boje, nem a do srculo do Padre Vieira, era a da
era de Luis de bouaa, nem a classica anterior de
Jo&o de rarr >s ; todas as liosuas mudam, alte-
ram-se, trauef rmaia-se imp-reeptivel e progrrssi-
vamente, perdem uns vocar-ulos e lueram outroa ,
abiBOocaiD urnas txpresso-s c adu tero onttas ;
mas guardam e cons>-rvam mais ou menos utaitos
oa caractersticos, as fecoee, a udole, que nao a
saa tace nacional, o aeu distiuctivo automjoc.
Mlalsterlo da M.-iriali 1
Em 17 de Mar^o foi nomeada uma uoro-
miaao composta do hju laute-g ra-ral da
armada e o respectivo assiatente, do ina
pector do \rsenal de Marinha da corte, di-
rectores das iiffjjinas de constru <;o -s na-
vaes b de machinas do mesmo arsenal, do
capnao de orar e guerra Igaacio Aceioli
de Vasconcellos, do intendente, do chefe
do corpo de fazeuda e do contador da ma-
rinha, iWjui de apn-S'-ntar projecto de re-
t'rru.i daa tabellas de torne cimento de so
breaalentes aos navios da armada.
Na mesma data tora.n oomeados :
Assisteute do udute-g-n"Tal da ar-
mada o capitao de mar e guerra Felippe
Firmino Rdrigues Chaves, sendo exaoe
rado aesse lug r o capitao de mar e guer
ra .Ignacio A ciuli de Vascoocellos ;
Cumuiandante do cruzador Gwmabara
O capito de mar e guerra Custodio Jote
de Mello.
Em 19 lo tuesiiio mez foram oomea-
dos Cesar Uoutinho d Fonacca Tamuy e
Ao 1011 Aristonice de Oliveira Lima, eacre
veutea, e8te do patacho Quararapes e
aqu-lle da 2S diviso ae cruzador-.
Por aviso d 21 do dito mez, foi no-
meado o Io ten nte da armada Alfredo de
Avila M.-uezes p-ra exercer o- lugar de
secretario da escola pratica de artilbaria e
e torpedos.
-------------?---------------
Hiaisterlo da Guerra
O ministerio da guerra dirigi em 9 de
Margo ao presidente da provincia de Per
nambu' o o seguint aviso :
Com o offi io u. 161 de 26 de Jadeiro
ultimo, dirigido ao conselLeiro ajulante-
g-'ti--i' 1, o commandante das 1 r as desaa
provincia remettea o r'-querimenti em que
o 2o clete do 14 batalhao J. Francisco
Lavr, solicita p-groentO do sold e gra
tir&o de voluntario, de 10 da SetemOro
de 1-886 a 29 do Dczeoabro de 1887, que
deixou de recber por se achar recolhido
ao a.-ylo da blieoados, de ondo teve alta,
p iicido o mesin 1 lommandante das armas
esilarecimentoa sobre o procediroeotn que
deve ter, afim de poler resolver acerca dos
vencimentos do cozioheiro do 2 batalhao
da dita arma Bruno Franciaoo X*vier, que
se acba em idnticas cordicd's.
Em resposta de.-Uro a V. Exc para
s u conbecimenio e fias convenientes, que
o assurnpto de que se Irata est reaolvido
plo aviso n. 438 de 17 de Setembro de
1861 ; deven 10 a importancia da despeza
feita cono o tratameuto das pre.cas de pret
alienadas ser p^ga pela thesouraria do fa
z-nda, vista das cuntas que forero apre
sentadas ao comm-itidanto das armas pelo
aroin8iredi)r do referido asylo, nSo se ti-
rando vencimenio algum para as mesmas
pravas em pret dos corpos a que perten-
cem durante o tempo que all estiverem.f
Conego Trujano de Figueired- Lima.
Informe o Sr. inspector do Tnesouro Pro-
vinial. .
Secretara da Pre8dancia di Peroam-
buco, 31 de Margo-de 1888.
O porteiro,
F. Chacn.
(Continua.!
P4KTE OFFIi.IAL
Miltero da luirtica
Em 15 .Marco nao foram agraciados
os segrales ios :
Marcelino Joe de Olivcira, coodemnadu
pena de M anuos ae priso simpl s, em
conformidade com as decleSeS do jury do
termo de Moaaor, na provincia do Rio
'Grande do Norte, por crtme de homicidio.
Fraaeisco Lmz de Souza, cendemnado
p-uo de 14 anuos de pnao simples, em
coutoruiidaue uouo as doisSes do jury do
termo de Ipu', na provincia do Cear, por
criiin- de homicidio
Mauoel l'.ul.i da Silva, coodemnado
pena.de gales perpetu-e, em conformidade
com aa o>siu5 a uo jury do termo de Bom
Jaruiin, na pruvi ca ue Pernambuco, por
crime de bou 1 mo.
Flix Francisco da Cunh-, coodemnadu
prua de oito annoa de g.la e multa de
vinte por cento do valor ruubado, em coo
furtnidade com aa di-ui-5-s do jury do K
cife, na mesma prviucia, por crime de
roubo.
Antonio Manoel de Olivtira, condemna-
do peua ue oito anuos de gais e multa
de vinie por ceuio do valor roubado, em
uenformidade com as decit>8es do jury da
oiearoa cidade, por crime i.- roubo.
Ministerio da grleul ara
Pur p.rurla iie 19 de .U ico, conc. deu-
se a Antonio Peixoto de Abr-u Lima a
exonerayfto ^ue peno do lugar de guarda-
livros da estrada de ferro- de Paulo Af-
tooso.
c.ovtriio da provincia
DESPACHOS DA PKBS1DESCIA DO DA 28 DB
MARQO DE I808
Companhia S.nta Thereza. A peticio-
naria nao p le ser attendida, nSo s por-
quo o art. 260 do regulamento de 2 de
Julho de 1879 a isso se oppBe, mas ainda
porque do encontr da duviua resultara o
encargo para a Fazenda de pagar o juro
das plices correfp>ndentes s prestajrjus
eniSo uasim palizadas, viato que de promp-
to u&o aa poderia retirar da circuladlo, con-
forme o officio d'esta presidencia ao The-
aouro Provincial era 2 de Agosto de 1887,
e a que alale o despacho de igual data
em p-tiyo da s ipplici.nt-
Eruesto de Oliveira Cavalcanto.-Diri-
ja-ae ao juiz de direito da comarca de Li
moeiro, a qu'-m offi iei no sentido da re-
clama^o do suppbuaute.
Co.iim--ndador Jos da Silva Loyo -
Atteudido.
Baeharel Joaquim Raymundo da C
nba L.bo. D.-fr-iido com o officio desta
data a Thesouraria de Fazenda.
Jeroi.ymo Jos Burtorflf.N'esla data
auiuris.ua a Tlies.iur.-na de FoZenda a
ff'-ctuar o p-g meato solicitado.
Joa Rufino Climac da Silva. Dirja-
se Thesouraria de Fazenda que se acha
h bihtada a tfT:ctuar o pagamento recla-
mado.
Jos Hoaorio Bezerra de Menezes. lo-
f.ir.no e Sr. uape-tor do Tbeaouro Pro-
vin jal.
Ba b-rel Joaquim Quenes da Silva
M lio A" Sr. iuepe. tor da T .eaour-na
de Fazenda p-ra os fina convenientes.
Dr. Luiz Vi-tor Homem de Carvalho.
Sun.
Lacd lino de Luna Freir.ReroettiJo
junta medie. pr.ivm ial, a qu-m o p-n-
ciun.rio dever apr.-seniar-ae, afim de ser
inap ucionado.
AI ter.-a Lur.-ng Thomaz da Silva.
Kemeitido ao Sr comraandant< superior
da gu uta nauion>l da comarca do Cbo
para mancar paaaar a guia de que trata o
rr. 45 do deor to n. 1 130 de 12 de
Marc," de 1855.
C-pitao Manuel B-zerra dos Santos J-
nior Iuturmn o Sr. dir -tor das Obras
Puolicaa.
Alaru Justina. Deferido.
M-ria Cavalcante de Albuqaerque Ro
cha. Iufurme o Sr. inspector do Tbesouro
Provincial.
Ai-ri Esmeraldina Emilia do Barros.
Remanido ao Sr inspector do Th"ouro
Provincial para atf-uder a peticionaria de
acoordo ooia as ordena expedidas.^
ileparti^u da Poilcia
2.a ancoSo. N 246. -Secretaria de Po-
lica d. P:rnambuco, em 31 do Mar^o de
1888.-11!.... e Extj. Sr.-Participo a V.
Exc qlie f-ram rcuolbilos Casa da De-
tenglo os segjintes indiviiuos :
No dia 2S :
A' orden do 3nb lelegado da fregaezit d 1 Reci-
fe, Jjiinian Jos dos Santis, inajleto Jo Ja
Cruz e J1J0 !* tro, como vagabundos.
A' oratm do da Ircgueaia da Santo Antoni >,
Francisco Alaruel Silvan pies em fl .grant por
ciime de ferimeu'.os. I .i
Nj din id :
A' mi-ib; or-lem, Flix Cirreia 4* Silva, conhe-
|cidopor Fel'x Pita e Aucunia Fedi do N-iscimen-
to, vindo do tw-mo de Tatarata, cm> pronua-
^lados ni art. IU3 do c.djj ciiininal.
A' ordi m do sub elegado do 1" diatricto da fr-
guesia do S. Jos, Manoel Ignacio Pe reir de
Qm-iroz, Manuel C cilii.no dos -.ntos Fieitas, per
embriagues e disturbios; Paulo Francisco de Sju-
z-i, por crime de ferimentos leves.
A' ordem do do 2o diutricto, Auuso de Soasa,
coohecido ; r Tinq .e Tinque, e Auto >o Pergen-
tino de boma, por disturbios. -
A' ordem do do 1" distric.o d> Poo> da Panella,
Francisco Antonio de Araujo e Fpiphaniv Maria
da C 1 -i-.-eicao, omi indiciados em crime de ro ib).
N) da o) :
No.ibuia inJi'iiuj foi recolhido quelle estabe-
lecirjj.'nto. ,
O commandante geral da guarda civica
omrnuuicju-me que no da 2 do corrate fjram
recjlhi >s casa de detenga) ordem do subde-
legado aa freguezia de Santo Antonio, os indivi-
duos de armes Francisco Manuel Silvauo, preso
em fligraote por ter ferido com ura* facada a
Mano.I da Res Sant'Anna. que foi reeolhido ao
hospital Pedro II, e Jos Vieira Barbosa, tam
bem |n. eo 'ra Ataranto por fer furtado ama peca
de chita da estabalecim^nto d? Gurgei Irml &
C, sito ra Io de Marco n. 20.
O referioo subdelgalo t'mou conh cimento de
amb-S os fctog e procodeu a respeito nos lemos
da lei.
No dia 28 deste mea, pelas 4 bras da tarde,
no lugar C'abeca de Cavallos, do termo de S. I. in-
renco da Matta, os individuos Franc-sca Miguel
da Silva, Jos Negrciros Duarte, Guilhermino e
Bernardino de ta'. espaucaram e feriram a Pedro
Al'xaodrino de Sojza.
Djs delinquent'-s foram preses Francsj?Miguel
da Silva e .'os Virginio Duarte. y J
O delegado tJmoa cunhfCimt?nto-do tc' e f'8
proceder a vist.riano ottendidog'oais diligencias
da lei.
O Dr. jaiz muuiipi do termo de Taqua-
ritingu participiu-me ter sc-lhe apreseu-ali vo-
luntariaiea'y afim #e aer r<-raihi 'de'uoine 01 t,'J':1 dar6uva do Nasi.imtdto, coa-
deoiaado u'quelle teruo no gii uiai'o do art.
257 do coligo criminal.
No da 16 deste mez prestoa juramento e
assumio o exercieio do cargo ie delegado do ter-
mo da Floresta, o eidado Jos Febppe Gomes
Jnior. Alad no da 21 tambera deste mil as.
sumi o exercieio do cargo de sub lelegado do dis
trictopdicial da Serra do Vento, o cidadSo Ma-
rianno Tbom do Uouto.
O delegado do termo da F.seada participio-
nne que 00 dia 25 do corrate, em trras do enge-
nhoS.ite Ranchos d'aquelle termo, o individa 1 de
nome Antonio de tal, conhecido por Antonio Glo-
ria, assassinoa com quatro facadaa a Antonio de
tal, evadindo se logo aps o crime.
O snodelegado r.-sp ctivo tomoa conhecimento
do facto, fez proceder a visioria e abri aobre o
mesmo o competente inquerito.
Uommuoicou-me o delegado do termo do
Triumphj que no dia 11 tamben deate m-z, fi
capturado Manoel Manaono de Menezes, pronun-
ciado no termo ds vUa Bella, 00 art. 193 com
binad > coa) o art. 31 do cdigo criminal.
Pe^j referido delegado foi reme:tiio ao jun
competente o inquerito policial procedido cootra
Martiuho Gomea da Silva, por crime de roubo.
Deus guarde a V. Exc lllm. e Exra.
Sr. Dr. Ignacio Joaquim de Souza Le3 >,
muito diguo vicepresidente da provincia.
O chefe de polioia, Francisco Domin-
gues Ribeiro Vianna
Thesouro proTiadl
DK8PACHO8 DO DIA 31 DE MAK90 DE
1888
Manoel Alvos de M-mizes Informe o
Sr. Dr. administrador da R-cebeMoria
Provinc!.
Eulalia Emilia Pereira Callas.Rgis
tre-se e 1.1; un s aa notas.
y. Jos Candido de Moraea. Iuforme o
]a. Sr. contador.
Arthur Comes da Costa Entregue se
pela porta.
Maria Cintra Lima, Mara Ignacia de
Jess e Andr Avelino Declare o cont^ucioso ae prestou-se a
Sanca.
B-nevenute Pinheiro de Mendooca.
Car 1 itiijIIh-m- .
Joaquim C*valcante C, Guerra Fer-
nanlea & C, Joaquim L. T--i*ira 4 C e
Paulo Monteiro de Lima. Iuforme o >3r.
contador.
Cuntas das obras publicas. Exami-
ne Se.
iftl DE PtKwAi>ueO
ais e argentinas as imne iiaeojs do vjL-
L1 iiii'-n. ,
O governo mastrava-aa muito empanhato aa
rtaiz-r;!) da exposcao miueira que deve ser
iuaugurada all a 1T de Setembro proxuao, antes
da aerem ca oSjeetos remettid s para P-.r-z, atim
de figurarem na exp.'sica 1 de 1889.
Annuociava se a fuudaQao de um museo mili-
tar, em Santiago, e de um mu u nava!, em Val-
paraso.
Pruject-.vi-se erigir em Santiago um dovj rr.o
aumento A-. glorias do exerc-ito chileno, oiiti I .; na
guerra coutrn o Per e a B illV>.
Itiu il Prista
Datas d* jornaes at 17 le Bnuaos-Av.es e a'
18 de Montevideo, e telcgraphicus at 23 de
Mar? 1 :
Dit um tel--gramiDa de Bueoos-Ayres. publicad)
uo Siglo, de Vluiitevi leo, na tarde do 16. que o
generai Raeedo p.-epara um decreto m 2-oisau lo o
exercito argj^ariao, qoe constar de 99 UO boaieua
uo p da guerra e 5(1.000 b.iaaens d recra.
Sob o titulograve violceo- de -cornt.poii i -a
cia, neo itrin 13 no diario de Buen s-Ay.- s La
Prena NSo u ssivel apreciar es prejuizos que pro
duaio a *ioli<,a.i de c rrespind.-u.ia q-ie aCab de
descr brir a directora geral alas cor cios.
H lutem d m-iulia foi infirmado o chefe de
urna das ace^os ido corre.o, D. Pedr; Lope*, de
de que na ra Pozos n. 315 tiohi sid 1 encontrado
_-r 11 le numero de cartas em uma latnna, u.nas
abertas, oucraa fechadas, de tolas as procedencias,
e da que adi viva carteiro Pedr 1 I-cas.
1. L)i d.-v .saa ordenada e ili'-ciua ia immeliata-
mediatam'ut" com auxilio da polica, 6cou ni 1 *
averiguado o faci, -eoo desc .bertos nctros tSo"
graves como ese : qoe d- baixo dos cnlehdca da
Cama do dito carteiro, existiam mais 00 cartas,
urnas di distribuir;lo de houte-n e uuir.i atrasa-
das.
O criminoso foi preso e eotregn; juni{a p:ra
ser pr eessado e puuido.
A' cmara dos representantes da Reoubbca
Oriental do Uruguay pres-n'ou a com nissio de
peti{Oe.-, ua se^s de 16, o seguate parecer:
A c.muiiesao de petico s, anies de resolwr
cerca di adicitaeii di general Sntoj. teve por
conveniente cOamar a sur pieai-nca um dos orga.s
do p der ezeeutivo, o Sr. uoioistro d > goveri.0, no
intuito de saber 9e na opimao deas-' p aer, p.ir pe-
dido do q.ial foi decretado o bauiuieuto do general
Sautos, pei'Sisiem as raso s que o mctivaraiu.
Cuino de n .tonedade publica, as razies que
deteimiuaram o btuiroento do general Saut .s na 1
foram ,-iuen'e poiitieas, sena: priucpilmeute
econmicas e fiuauc^iras, p Os seria obvio declarar
que a ord.-in c .nstitucioual inabalavel e que ua
esta a rasao que levou oa p -deres publmos a
arredar do su da patria o actual peticionario.
c. As roz'8 que havia uto p -rsistert amia,
uo f na opinio to poder executiv.-. se mo tauo-
bem na da v issa commiso de peticois, pelo que
eata acouaelba hourj^da cmara o seguate pro-
jec=o de de-reto : 4r''go nico. Nao tem la
gr.
Foram publicados oa corte, p?lo Jornal do
Commercio, "S seg'iiotes telegrammat do aeu ser-
vico particular :
Bueno-'Ayi O ministr frauo-z R uvicr redamou con'ra a
quareurena imp sa m paqqcte fraocez Eqiiattur.
Mootevidc, 20 de Marco.
r*artlo li. .nem pura p^aa corte, no paquete Elbe,
o enviado extraoidiuaru e ministril plenipoten-
ciario da R- publica Argentina, D.-. Moreno.
Dizeui toibas d'aqueila capital que foi muito
coocorndo o acto da entrega da crus de brilhan'es
e do lbum ao mesmo ministro, teado-ae enve-
rnado a entrega na casa da Florencio Maelero, e
bavendo fallado o general Mausilla, D. Bartholo-
meu Mitre e Vedia y Maelero, aos quaes respon
deu o Dr Moreno, profundaioeoto commovido pela
h un aa roauifestacSo.
A cruz riquissima
Ao emoarque de Dr. Moreoo coucorreram os
miuisiros da guerra, do iot rior e das relacoes ex-
teriores, o contra aluiiraue* Core eso e numerosos
amigos, acompaiihando-o al Montevideo o com-
inuloro e outras pessuas.
i;..i n s Ayr^s, 21 de Marco.
Em Salto a mtensidade do cholera ficou esta-
cionaria.
O g.ivernidor de Cordova suspenden as cima
ras; provavel que h-jt intervenco do goveruo
aaciua il.
Bueaos-Ayres, 22 de Marco.
Ha falta d du/heiro naa provincias.
O Sr. Lua Varella foi eucarregado de proceder
em Cordova a um inquerito relativamente accu
saca '. formulada contra o respectivo goveroador,
de haver comm-ttido actos de prevuricaco
Mootevid ', 22 de Marco.
O governo oriental dirigi ao argentino um*
n ta aiplomati a relativa violacao do territorio
do S'.itc. A nota "St concebida em termos muito
polidos e moderados.
J t-ntrnu a caih .n-ira General Rivera que de
vi* ter cheKado ha das. D u causa a demora um
forte.temporal que apauhou em vagem.
Butnjs-Ayrts, 23 de Marco
Pil r ceido officiaimeut o ministro Ja Bilivia
A impiens* critiC* a r-volucio de Oorlova.
O deputado Wilde apreseatou um projecto de
lei obre a pegea.
M .atevido, 23 de Marco.
A cmara dos represeutaates eoutinuou a dis-
cus i 1 da peticio do gauerul Saatos, a quai Com-
batida p.Jja depatados L-retta e Miorrl la.
23 de Maii,m.
ep.ia de amacha effectua-ae a iuanguracaj
do mguifieo edifico da p uiteueiaria.
J' u.ua conatruecao que f-a hoo'a a cacao.
it <> ti' ande do *u(
Datas at 16 1 M.^o:
__ foram geraea, tanto oa capital como na ci-
dale do Ro-raude, as demeoatraco s de petar
p-li. passamen'o 00 imperador da Allemauh*.
O paquet- Rio Pardo pie ehegar a Poito-
Alegre na none de e abi leria d"m >ra de alguna
das eara reparar as varias que aoff a com o
-b.lroanieoto uo hiate Lifterai, de que demos bo-
tcla. .
No dia 10, o vapor Lim Duarte foi to a da
barra levar v.verea ao pt en su-ea Monitor pro-
eed. ute de Liverpjl, o qu*. estava fuu lalo ao
ni, oesarvorado a eum o maatrft de traqu.te que-
brado
K f re a Patria de Pelotas de 11:
Hi.it m. s 8 hornada noile. retiraodo-se
Machado, pratico do paquete Hio Pardo, foi
boje espaacado em plena ra |or cinco patio -s de
hiates, po: caus* do accideatd 111 o i .-iuoo o naa-
fr gio a perda total do biat- Liberal, siaistros
que attr buem a culpa ao referido pratico
Refere a mesma tolha que a dia 14, s 1(2
d. imnha, ue.i.itr-.ii lo-sc Kimi Cmp)s cora
J.-s Mara (..rea, ambos conduaindo carroeas
c .m pao, pela ra do Imperador, o primeiro ati-
ruu urnas pedras sobre o sexuado, a'guuoas das
quaes utti -piram Ibe a cabeea. Nao contente
eooa leso, ai se da carro:; i, aimado decacet',
desearregao.lo ao aggredido alguna gjlpes.
Campos euto pucha da um* p 1.1 d ; flons
canos, disparan lo sobre o agiress >r um tiro, cuje
projectil attingio a regio frjnta! do crneo, rea-
valauoeutr" este o > c.iuro caballuio
O .uovel Oeste confl cto foi o maldito ciume.
No dia llinaugura -e com toda a 8oiemni-
dde o l-ye-'u de Artes e Offi :ioa de Pelotas, Beo-
do o ac presidido pelo e .u-c h n-1 Vlaciel.
Sob a rubrica Rtaperou j juizo refere a Pa-
tria '-m data*de 12.
t A e?p .8* do Sr. Francisco de Paul* Aibu-
qU'-rque (inilo, que no da 2 do correos.-, piroc-
Casiao de perder d us Sliiubjs, li jo com a raso
alterada, melhjrou houtein recuperando o juiz>.
A desdnosa mi q laudo .s d us filhiuhos .-iba-
Uram o uliimo susp.ro sofireu tainaiibo abalo que
eatr-iO uo priolo de rnn Jclirio Comal .vente.
Os pequ.ninos cad*ver-s firan vestidos e dei-
tados 11 .s at. les br ineos, cobertoa de ir- s; di-
pois f .rain CH'duz'.doi pira a tova e ante -sie es-
pectculo a p bre inai na, ria p rdidameute, n'uma
t: ir^alh da uerv aa e dol irida, im^giiiaa lo Ver oa
seus querldoo filhos, aleares, feliz^s, danQaudo ea-
voltoa em turb.lhss de fln'es d-stolhtdas qUJ ism
cabindo do co..
E-.te estado das f acuidades da niitosa s'nhora
pr do.ig >u-ae p ir 7 di .s, at que h in'em deixou d6
nr. esv .eeeu-se ihi aquella eap^cio de soaho, ca-
bio u'uioa trist z 1 i ail 1 '. o cou jo i n a cho-
rar desaf gadato-ato.
Desiitosa suahora
KECIPB, 1. DE ABK1L UE l88
Noticias do Paelfleo, lo da Pa
ta e Mil do imperio
O aaqaeie iaglea Elbe, emrooodoaul na quinta-
fcira ultima, tronxe aa e._ umiri n .ticas :
rmei'O
Dalas tcl.graphiuas ai 15 de Margo:
Da Culumbii noticiavam uue se tr.blhava acti-
va nenie na abertura do canal do Panam. Jfim
Cal. bra foram extrahidos uo mea de Feverer
20u,00O metroa cubi.oa de trra. Era esperad,,
all uua primeiro das do mes o Ccn le de Leasepa,
ac.mpaiibado da oito engenbeiros
Na Bohvia preatou jurament- naa ma >a do mi-
oiarro da j .suca o novo aro-bispo II"aa.
Fall-cu o aeoador Ofidio Suarcs, aotig e bom
servidor do aeu pais.
Os ministr. a da fazenda e da jistic*, do Per,
viajavsm uos departameut.ia do su', vis tando ai-
taudegaa a fiseaiiaaudo a eutreg* da via terrea a
Arequipa.
Noticias autoriaadaa pelo ministerio dos nefro
cioa e.t.angeiros d Cbiie, d .menUraw a que Aleare o .eguiul
circulara acerca de am encontr ue foroa* chile- dj Rio Grande :
o Un.t m, aa o niraa u u-w, .-- --
para a x^rque- I .e P411I1.10 L-.te 011 le empre
Ka 10 A t .uio B .rnardo iguen lo, em eo npaooia
- i* ._ -narai na Mtl-
de J >o D miugos D .inisceno, encontraram a* es-
rra.i.d- -lo*. Pereira S.utiado, eonbeciao por
,'oo Bah uno. .
. Keou. ios oa tres, aeguiram a m sma d-reecJ.
onversa.. .o tomando cachaca que |evvain em
uma ttarrata ; poucal pouco toram exa.taod -se
com o etteito do alcool, e por fim, restando oouea
bebda ..a garrafa que Figueulo I-VaVa, 08 ou-
rros d .us cimpauboiros ex.giram que Ibes dase a
que resta va _
F aaei.d r'cuaou-^e, e asaim anbirdode poo-
0 exaitaci travaram 'ucta, resultando bca
este u tuno fer lo e d ix.do por mort. aa estrada,
.nio ra* b.oo 19 cipes de faca e caivete dos
au~es d-.ua gravies mos-
Joi. B-hiauo tamoem fiooa rendo e ambos
aobam-se no h .pital, par. oude foram traospor-
tado- pela polieia particular.
Daua-iac-no e t ua Cadni i, lleao.
K.guei lo portugus do nascimeoto e
lairu adoptivo, continuo aoeoas 23 aoaoa
Co u data de 11, i-xpedirain-sB '
de Porto-
Aleare o *eguwte telegrainma ao Rio Qranderue

Hiaa taeraeao
0 Jornal do Cornmercio Ja corte pubiicou estes
tele .'rammas :
Ouro- r.to, 20 de Margo :
A eeatro^a d' D.-. juiz de direito da cipital
jal .-ando unproced-n:e a d-unici* qu-, pir ordem
do presidente da proviu-ia, deu a pr .10 toria coo-
' tra a cmara municipal testa cidade, tem causa-
do grande imDressic.
C m bem deduzida argument>cao o bonrade
magistrado d-imonitra que o acto do presideute
fii maaitestameate ii e,-al. p |j que nenbam eri-
mecimmette.ua camira desib.idecealo-o. Nu-
merosas c .m.ras, ao que coasta aqu, acompa-
nham a desta capitil, cuj is membros li n sido
muito felictalos.
20 de VI arce.
Os vetea lores da cam.ra muaicipal, que foram
suspensos, feot.jim a senten?* do juiz julgandc
impr-cedente n pncesso de reapoosabilidade O
Liberal M neiro prepara um* mauifest .ci ao
juis de direito Tiuoco. A p.pulacao licuu i.iiit-
fereut-.
20 d.i Marco.
Acba de chegar o candidato senat iria, Or
'arios Peixoo de Mello, qu: foi rec-bido com
grande enthusiasmo etem sido muito visitado por
seue amigos.
H. Paulo
Datas at 23 de Marco :
__ Sobre a noticia da mataoca de indio*, havi-
da no municipio do Ro-Sovo, diz o Rio Nivtnst
C .iiteatoimos eemeihante noticia, porque nes-
te municipio nao ba mais indios, e n-m nos cous-
ta que tai tacto ae ds^e agora em S. Jos dos
Campos Novoa.
Applaudimos a idea da cathechese, mas con-
vm nao exagerar nem mveuiar fectos que desabs-
nam as localidades do serta o. o
A respeto o CorrMo Vaulietano, da capital, diz
qu o presiden-.e da provincia ja providenciou
para que os missionarios encarregados da cathe-
chese 11.1 valle do .-arauapanema vio quanto antes
aaaumir os seus pistos e dar c im-co a sua obra
eminentemente civiliaad ira a ehrist.
S Ere. j elaborou o regulamento em forma de
iustru. coca destinadas quelle s-rvic 1, de confor-
midade com o art. 8- da le n. 6 de 2 do Abril de
188. .
__D^ S Jos d is Cao pos escreveram ao Harto
di So'ocab 1 o seguinte :
a Na quarta-f ira da semana passada uma ve
Iba conhecida pelo uomi do ,)esaina Ripa, eum
s. u acto, estaudo a arrancar muas de palmeiraa
na serra Mautiqueira, couhecida por Guax n lyos,
perto doaolo na profundidade de 4 palmos, acha-
ran uma pedra de diamante de granie pean.
E'pr.pnetario do aiuo o Sr. Ant .010 Ber-
nardino NogUeira. com maia 400 alqueire. d-tr-
ra de cultura. AUi a falseadores tem j tirad:
dos ri-chos peq-ienia granitos de ouro.
Que o lorro aurfero, sabido por todos os
habitantes do norte de S. Paulo; mas o factj de
ser encontrado o diaman-e extraordinario.
j Avelhaeseu nao nbaudmaram, dpoisdo
ac ado, o sea pqiienoran.no e l foiam caminho
de Our -P.eto, onde sao aparentados. Foram
procurar m- 01 de disporem da pedra, que ava-
UBda em lto pr.O-. .00
No da 2, a noite, oa fregu-zia de S. Ber-
nard ., a o bairro dea .mioado Pilar, Salvador do
Espirito-8 to, errada de madeira, oor queaies
qarf teve com o preto livre Gustavo, assassinou a
eae c> m u na fnCada.
O Dr. 2 delegado de pdicia comparecen quelle
lugar e procedeu a auto de co-po de delicio ao ca-
dver.
O aaaassino foi pr"o.
__O e mb no qu de S 'Oto nartio para 8. V-
tente, a 7 horaa da noi.e de 18 o eorreot-, dei-
carril u ao cb -g -r bem prox m> dStqunlla villa.
Deu cansa ho deeant'a um ba'.o, qoe se atra-
vesara na linha e que ficiu esmagado embaixo da
machina. .
Os paraaseiros, porm, nada aofrreram alm de
SUStO por que paa-aram
L4-^e uo Tatuhyense :
1. D ii.qoentj procedido pala" sutoridaJe poli-
cial sobre oc fme de trigamia praticad por Alfrido
de M ttoa, euu prova lo a r ase individuo o pro-
pnoe iie.itico ^ue >sirv- na casa da correecto
de S. Paulo cumprind 1 p na p ir crime d- bigamia.
Fic.iu t-mbem provad > que elle cas a se a
pr.meira vez em I.'O-pe, a segunda em Braganta,
ande foi pr .ces.oo e conlamoalo, e a t-rcwra
neda cidade. .
< P las u.timas ioformacoea obtidaa sela dele-
gada pareo- ser Am >m 1 Vict.r Mjd am o vera-
deiro iiom- "I-1 criminoso.
__ Un 1 Diario de Campia:
Srtob mu qu" esi ieci n la eotr a cimpa-
oh aa Paul.at e Ro Ciar, a cie-elo de tren* que
faeilitem a >a passageiros d i Jab pjderem ir a O.
Paulo no mesmo da e viee-vrsa.
Esaea trena correro s terQi e Babp*doa se-
ment. ,-, T
Segundo noe consta, os referidos trena aerlc
eatabelrcidoa a partir d. dia 10 le Abril em diants,
tendoi* sido enviadaa ao g verno geral aa moi-
fic,c5 s de horarios neceas naa para tal fim.
. N.a das indicados, sabira do Ru C'aro i l
hora a 15 mijitos da turne o tren da Paaueta
viudo aloanear o qoe d'aqui aegoe a 3 1|3 para.
S. Pau'o ..
Da ctpiul. ptder. tambem. oos meamoa das,
oa p.aag iroa q tomarem o trem. daa 6 horas e
lOmiuaoad. manha, seguir at o Jah, ende
cb K*ro aa 6 1,2 d tarde, mais eu meaoa.
. .----r.A*m oa reclama.-





/



fw
Ficam o>a e molo twndidaa aa
55.a dos habitante da grande soaa da provincia,
Ute ism. r
HsHaooSHHso^ll



Diario di* f^rnanibiicoDomingo 1 de Abril de 1888

servida pela conipanhi Re- C>>re,
justica.
Inaugur u.je do dia 21 :t linha d* bonds da
0 mpanhi Carris de Ferio da capital par o alo-
jarnento de inioiigiantea. a qnal um ramal da
liaba da Moica, bufurcando-se na roa das Can-
cellaa.
Em B-lra do D-gcalva lo foi preso Josquim
luh.ca que a rrnito viv... refugiado naquel
termo, litando pronunciado por crime de morte dj
de S. Car la do Finbal.
__ A,' i.0, forano preso e ree Jhdos i cadf ia da
Penba do Rio do Peixe, Jote B, rnardo da Selva,
vulgo Prateado, e Martiniauo de tal, camaradaa
deJo*quim Bento Pereira da Silva, como impli-
cad. no asaaBiubto do delegado Joaquim Hr-
niino. *
Rio\le Janeiro
Datas at 24 de Mareo.
Lemo uo Jornal do Comnereio de 22 :
O Sr. eommeudador Jeronyino Roberto de
Idesquita liberfou 86 escravoe das tuzendaa da
Cacboeia e S. Muheus, em Iguast, 'declarando
que es que quiz-ss.m retiraa-se poaiam fa zel-o e
os qu. quizessem continuar a servil-o, recebenam
salario. ...
Corn-rv u (So jmente seis delles, que por
vdhes uo poceio fcilmente gaohar pelo traba
)h; a esies dar tudo nanlo ibes lr neceesario.
tai car', que cun data de boiitero dirigi ao
Sr. t oiilbeiro Perter Vianna, du o Sr. com-
uunnadui J.ienyuo Mequita :
u Niogoein iif .li >r do que iu sube do sacr.fici
,ui' le l"1 'mpoto pe^a coDSciencia do dever ;
coi '' poim. na justica nacional qie nao recusa o
ri bm devido aoa s< U8 eateryadog e desinteressa-
f bcrvidorev.
i Nada p aso fazer, o que tanto deeejava para
feliz eiito do uobilissimu pensameuto do gabinete
i, Mai co, mas como t-gtemuubo de miiiha
ra adhrtio esotvi libertar plena e absoluta-
cnt sem londico de qualquer esp-eie, 88 1 eio os que p.iasuo e me couberam em
partilba ni inventario de meu vmeraudo pal o Sr.
i; u le de Mesquita, e commuoieo a V. Exo. que
oeste momento sit- para as miiihss faz--nda8 da
Oiboena e S. Mataras, n munioipio de Igiugs,
para dar quelles libertades a feliz noticia, que
devela a rratitu <, i de tua liberdade natural a V
Exc, de coja ek-vacj aj govrruo querodeixar esta
memcria, eoovicto, como estou, de que ncobuina
Otilia ser mais agradavel aocoracao gneros) de
ebrisrio de V. Exe. e ao de ieug illustiee colle
gas. "
A nv rma f Iba publicou este telegramma :
l.'ump 8. 2'l de Maryo.
> i) l)r. Abru Lima e eeus cimbados liberta-
ra ji 130 eacravos.
O u.i-m doutor uc>nelb:u aos amigos que
manuimttisem os sus .at a sexta fera (da Pai-
lj.
ahla
Data H'K ~'i de Mir^O.
Estava tuie,-o mudo em sessea preparatorias
a asseinbli provincial.
__Cbeg-Ta & 1 r. nesae meamo asaumira a ad-
loioistra. j aa provincia, o eonatlbeiro Manoel do
Nascineotj Machaco P.rtella.
Lemoa uo Jornal de Notictai de 2i :
i r el i Sr engenheiro fiaval da Tram lRoad de
Xazareth foi umgido bontem presidencia da pro
viuua o seguinte telpiriamma :
>. iretn, 23 de MirQO.
t) n-se agora uin accidente, 7 horas 30 da ma-
lilla an'es do Ouha 7 kilmetros. Uoi boiatravea
sav i a nnba, parte do trem degcarrilhou. Doua
ferid sendo um italiano gravemente. Algumae
coutU:es leves. Dcram-se j4 todas as providen-
cias.
O Sr. Dr. chefo de polica rec>.-bea o seguate,
euviado pelo delegado em (x-ircicio :
" Nazaretb, 3 de Mirco.
Cumboio em viagem Santo Antonio de Jess
descamlou prximo Orina.
f*Bs6ageirjs feridos doua. Tomai providen-
oiae.
A respeito d'esge. desastre informa-nos um dos
paseageiroe -iue dirigia-se para Santo Aotomo de
Jess, que a descarramenlo deu se entre a ponte
do Bio Crande ca r ivoaeio do Ouha.
Podiam ser 7 ,li2 horas f'.a maoba quando
passando um boi entre os tr^ooe, a machina foi
encontral o, esmagando o t.oimal e em seguida
sabindo dos trilhos.
jando algumas pesaoas contusas.
O ebefd do trem tomando immediatas provi-
dencias, mandou seta demora u-u emprd^ado
cidade de Nazaretb afim de trazer alguas ganm
peiros.
Dcpoia de feitos os reparos precisos u* estra-
da, voltou 3 tren para Nazirelb, ficanlo asdim
:uterromp:da a viagem.
mu.i. ''! passageiros tiveram de caminhar
a pe para Nazaretb, cerca d legua e meia ; outros
nt.aet'iram ouduccaoe cootinuaram para Siuto
Antonio de Jess.
> Os paasageirog em sua maioria culparam peio
desastre ao macbni&ta, qu', dizem nos, de pro-
posito dtix u ir a machiua com toda a veocidade
contra o animal.
r*or occasiao i> ieaaatre dous presos que iam
em um d.a carros rajuilidoa por pracaa de polica
tenUrain evadir >e aiirando se para o matto.
Os soldados, p Htm. oais ligeiros do que ellea,
baldaram-lh-g a tentativa.
noticias da Europa
O paquete Tagus, viudo da Europa na s xta
feira ultima, trouxe datas que de Lisboa alcancam
19 de Marco. aianUndo O dias s trazidas pelo
Non.
A 'B das do Portugal, coustaatea da carta do
noaso correspondente de Lisboa, publicada na ru-
brica Exterior, eis as demais noticias trazidas peio
referido paquete.
Hespanba
Sobre este pais escreve m 19 do M nej o msso
alludidu ccrrtspoudente :
O.* uovs orvamentos que serio apresentados
peloSr. Piagcerve, iionunoiam uj>a economa de
15 milhoea de pesetas.
A ex,usieio d Barcelona ser inaugurada
odioialmeut i no d> 8 di Abril.
Parno pira P^ria a 14 o embaxidor francez Sr.
Lwo y Gastmo. Entre outros asaumptos vae eccu
par-ae da circular do director goral das aifandeg*a
de Franca a respeito dos viuhos alcoolisad s, que
aqu se pret. oda violar o tratado de comm^rcio
franco-hespanhol.
Era esperado a 14 em Madrid a raiulu Isabel.
A familia real, o ministro do reino e as autori
dadrs nsiiitan-s e eivis iriam reeebel-a a estacio.
A tamba D. Lab 1 partir para Paria na proxim
flcBaSiV
G Sr. Sagasta acba-se completamente restabe
lecido, e asaist>o j s sescoes do parlameuto. Nao
^^ie, poim, responder aiada oterpellaco qne
" uuba auiiuuciado o Sr. Muro, deputado republicano
por Valiadoiid. Os med eos do illustre presidente
do cooselbo recommendaram Ibe, que nao fizesse
esfirco aignm com a girgania.
C-se, todava, que, continuando, como feliz
ment- contina, me hur, avisar o Sx. Muro deqae
pie formular a euu p-rgunta sobre a questao do
duque Montpeaeier.
Ueu eairada ni presidio do Carthageaa para
campnr 8 annos de priado,.o francs fjitlaoraud,
autor do atteutado contra o ex-marechal Basaioe.
O congresso disejtiria no da 14 a interne!
lacio sobre a circular frailees relativa aos alcooes
Esp.j'am-se oaeaelarecimentia pedidos FfnQi.
Ba das a rsinbade Heapanba foi a ama mati
ne realisadu no tbeatro da Z .rxnella, em bomeca-
gem ao marques da Santa Crus.
Poi a pri.neiia ves que sua magestadeapparecen
n'um tbeatro depos da mors do re O. Alfonso
XII, e taso den ao tbeatro ama endiente enorme
Apenas a rainha c-hegoa ao camarote, ecoaram
de todos os lados vivas e applauso, e a acclama-
cio uidoaa e enibuaiagtiea durou todo o espect-
culo e conliuuou c fra na ra, quando a rainha
cabio.
Oava-se ha poucos dias como certa ama prj-
ima rrcomposieao ministerial, sendo substituido o
iniasro ao nltramar.
O Sr. Sagasta, porm, declarou qae se oppor a

==
j.
m
alquer modificac&o do ministerio.
li.aio Ibes dissena mnba ultima, poi telegram-
a de Ma'oVid constoa havftr-se descebertoem Va
ssa urna conspiracio republicana.
E's aqui os prumeuores, que Lrnecom os joroaes
do reiuu visinho:
O govemador civil de Valencia, tendo sido con-
drncialmente avisado de que all se tramava ama
conspiraba i revolucionaria, e cbegindo ao conbeci-
mento de que o ebefe e ontro membro da conjara
vo regr- saavam de Madrid, fal-os capturar no
aumento em qae^aesciam do cumboio de Jativa.
Pe'os documentos apprehendidos aos doas pre-
sar, Jjs Msrali Soler e Miguel Oas, soabe-seque
njarados estavam despostoa a fundar a rep-
blica pela forea e tinbam assignado, em Alicante,
pera ev:.tar desgracas ; os prrjuisos sao inculca-
lavis.
Cocsidera-se esta nandacao mais importante
que todas qusntss se confetelo at agora. Im-
mensa mnltido de gente corre a presenciar aa-
6! obrada esta cnoime ebeia, que nao cesas, de
crescer.
Btcrudi-scertm os trmporaes e as oevsdas as
provincias do Norte. O porto de Pajares est in-
tiaiisitavel. E: muito difficil a circalaco dos
cca.boios cas linhss frreas de Len e Oviedo.
A Gaceta de 18 pablicou o convens que es-
tabelece a Uuiao Interuacioi al para a protegi
das obras artsticas e Iliterarias.
O artebispo de Toledo patriarcha das Indias
dirigi ao ejercito urna n-.tuvcl pastoral recom-
mendando-ilre a virtude da obediencia.
franca /"
Na Franca est-se 'parsando um espect/cnlo em
que, a&tal, lia assato a apreeder.. E' o ixiboulaii-
gtsmo, ama es ecie de adort-cio popular por um
general qu. se Iho tem sabido impar pela rdame.
Explica-se, talvez, a p puiai idade de Boulaoger
por urna especie de messK memo.
A Franca quer um b'.mem, espera um Missias,
que victorioso, forte, vincedor Ibes abra um dia
as portas de Berlim e reahse os sonbos da ravou-
che, dessa desforra to suspirada paia o povo
frunces que anda nao pode esquecer 1870, Vanne
terrible com todo o sea cortejo de humhacoes e
desastres*
A Frauca ci, pos, n'um Messias de botas e
esporas, tem necessids.de d'ellc, nao o dispensa; e
como Ibe nao appareceu anda nenbum a valer,
vai acceitando o primtiso que ee Ibe inculcoa.
O c rto que Boulaoger vai fazendo o s'u ca-
i-iiuli;. Se a vergonba de 18U, e espeanca da
desforra, o olio aos aliemes, a paixj pela gloria
militar c'oegam a acceitai-o como sua personalisa-
So, o general tem o pnmeiro e o maia indispan
savel requesito para ser un grande bomem : a
collaboraca de um grande povo.
'O resto pude razel-o qualquer talento mediocre
com a ajuda da sorte.
E' um tacto. A Fianct inteirs, a Franca das
cidades e a dos cainoos, a Franca rica o a pobre,
a Franca militar e a civil, a Franca que sabe
pensar e a que apenas tem iustiuctu, e esta b j -
dominada por um sentiimuto que a todos sbrete-
va : o patriotismo,
Nao su pode resignar posigao secundaria a que
a reduzio a guerra, e pira se desforrar, pira do-
minar outra vez, para se rehabilitar a seus pro-
prios olbos, eculc impai-j-s do eigner se, como um
s bomeili, com o niesmo arranco irresistivel com
que no li-u do seculo passado, levou udiantc de si
a Europa ioteira.
Este sent.ir.ento que Ibe est servindo du cri-
terio supremo para julgar os sena estadistas ; este
seutimmto o que repulsa F rry, o transigente, e
adopta Boulanger, o fautarrao; e semelbante sen-
timentj, vibrando na alma do pova eipamivo.
, assim como pole na guerra fundir balas com a
rando, e Sr. Buiz Zorrilla inclina se a urna dicta- lama das ras, pode ua poltica pegar u'umSvno
dura exercida por elle. |0 levantal-o to alto que pareca um gighte,
A Justica, orgao do Sr. Salmern, julga um i agarrar em Bjulanger c razel-o Napoleo !
ratrocessi as verdadei:as doctrinas .republi- O boulanyismj, pois, urna crise sena. Os hj-
e-.iiH--. mena illuslrados r.em se do dolo ; mas tambem
El Literal,republicano livre,applaude-o ; e bao de vir a aJcral-o se o pavo ebegar a ctr
accrescenta que com esse manifest cu os refor- I o'elle dwerus. Os ac^ntteimentos esto-ihc seu-
mistas trazem o Sr. Zorrilla legalidade ou cate do .ropicioa. Boulauger resisti j ao erro e ao
os lev onde devem ir. ridicul >. J foi cantado em maus versos ; j ap-
0 Resumen, reformista ;11mparcitil,fusio parecen em um pelouruba officil (relatono do
nista imdepi-ndente ; e La poca,conservador, ministro da guerra), de oculos escuroo e a cocear,
ooinciaem, cada um debaixo do seu ponto de e a triste bgura ur.o o maiou ; a perseguico vai
19 da Perareiso, com mais 23 Udif daos, um
compromisso
Os do is sao de Alicante, mas cstiveram traba-
iband- algum ttropo em Valencia a faijr da sua
ubia poltica, nao wnseguindo reunir, como espe-
ravsm, novos elmentos.
Mas constando que Uoham conferenciado j com
alguna federaes, e entre elles Pelici, Herrero e
Slucb, foram estes interrogados, sendo depos pos-
tos ta liberdade. Em Alicante proceden-se cap
tuia dos tatros asstciados.
O seu programma consta 'uns cinco artigos :
l." Piocur.-r a todo transe, o triumpho de rep-
blica hes. aijh> la.
5J." Emprega da forc^ e da sedico para conse-
guir este fim.
3. Uoiao de todos es republicanos.
4 o Sblevacio dos valeneiaoos.
5. Orgsnisa(2o de juntas revolucionarias.
Ueviam ter sido presos a 11 deste mes, em Ali-
cante, 2J individuos implicados na conspiracao que
se deseo brio.
Os dous sojeitos presos em Jativa, convictos e
confeseos, ccguorlu a vujz publica, de conspirarem
para alterar a crdem pub'ioa, disseram aos capto-
res que nada Ibes imporlava a captura, porque ti-
nham toda a esperanza no prximo triumpho da
sua c u- i.
Ambos elle sSo de Alicante, e tioham estad j
em Valencia, trabalbando, mas sem xito, evi ag-
gregar elementos a sua obra revolucionaria'.
Nao parece assustadora a nova manifesacao
dos irrequietos soquases de Z Trilla.
Tem sido muito aanunciado o mam/esto do Sr.
ttuz Z Trilla.
Eis a syntbeje desse docunento poltico :
Diz que deseja a anio de todos os republi-
canos.
Admitte o prc* ccionismo a par do livre cam-
bio.
Quer conservar a igreja tal como ga encoutra
em Franca, c< m embaixador j into do Vaticano.
a Pede retormas no ejercito ; suppreseo das
captanas geraes e governes militares, assm
como juntas coninjiseo s e urseoacs ; deseja o Ber-
ngo militar obligatorio, e urna nova le de pro-
mocoes.
Pede igualmente urna esquadra de prim- ira
ord' m.
Oegeja fandar um crdito agrcola.
Moetra se partidario do peofestor de primei-
raa I-tras pag- plo estado.
o Nio se opLe propaganda pacifica, mas
sustenta que a soberana nacional est suspensa
e que o pas deve s r reintegrado nella.
us crculos p litio s nao se falla senao deste
manifest, e as opimo s, que vou extractar, dos
peridicos mais importantes, demonstraro o que
p- iHiin of diverjos partidos a esse respeito.
El.Globo,orgo do Sr. Castellardiz que
um manifest incolor.
A Repblica,orgo do coneelbo federal,com-
bate-o, 8uppondo jjne, escrevendo como coosd
vista, f m que muitos monarchicos podiam accei-
t..r as soluedes do documento.
O Paz, peridico zorrilbsta, o casino e os
comits deste partido, acolheram com eathusias-
mo e recebem adbesoespara envial-as ao Sr. Ruis
Zarrilla.
Os homens imparciaes lamentain que, sendo to
pequeas as differencas que separam os Srs. Ca
tellar, Salmern e liaiz Zorrilla, estes nao se
unam, fazendo desapparecer os grupos que acau-
dilham e que cbamam pomposamente partidos, e
coostituindo o partido conservador republicano ;
em vez de estarem demonstrando com o sea pro-
cedimente que e querem mandar e ser todos
ebefes.
Natural, dizem, que o Sr. P y Margall e o par-
tido fsderal nSo entrem na fuso, pois que o>eu
credo distncto ; a autonoma dos municipios Q
das regioes ; a independencia da igr-'ia e do ee/ '
tado ; o exercito voluntario : a soluco, em pro
cipio, dos problemas sociaes ; e outras ideas ra-
dicalissimas que fazem ser a esquerda natural
da repblica.
Lt i dizem os independentes.
A viagem que o Sr. Castellar acaba de fazer a
Valencia tem sido um verdadeiro acontecimento,
que osjorna-s do reino visiabo teen explorado
uo oabor dao Odas .copeutiva^ VlslSS polticas.
O governo concorreu, embora in directamente
para o triumpho obtdc pelo illustre tribuno, acon-
selhando ou desejando que aa suas autoridades to-
mem parte as manifestacoes.
Argido disto na .-amara, o governo disse que
a viagem de Castellar era ama viagem litterana.
Litteraria ou nao, commenta o El Liberal,
esta viagem tem as suas notas dramticas.
Ai chegar o tribuno estaco de Valencia,
roubaram a um individuo qe all estava espera
deste urna carteira com quareata e tantos mil
reales.
Ao entrar na cidade do Cid, tomn o freio
as dentes um dos cavallos de um dos trena da
comitiva.
fazel-o reviver. O governo trancha foi, talvez,
menos prudente; nao vio que atraz do militar iu
disciplinad ', estava a pruteg-1-o a indisciplina da
paixo popular. Nao reparou tambem na oeea-
sio do seu acto de forca.
O general Bcuiauger perseguiajj^o mesmo
momento em que outros generaes tfrancezs fazem
cortejo ao carro fnebre do vencedor de Sedan ;
ao espirito do povo que nao comprehende primo-
res de cortesa internacional nao poda escapar
esta coincidencia, feliz para o seu favorito.
Visivelmente est com elle a fortuna, que a
madrinha indispensavel dos hroes apcerypbos ou
dos genuiaos. Se o nao abandonar, e se elle nao
tor de todo um desastrado ouviremoa anda fallar
do seu nome por muito tempo, e a Franca c mple-
tar, talvez, mais um eyelo da bus infinita gravi
taca) em torno da liberdade poltica.
Antes (je rjssarmos adiante, consignemos
que os oiliciaoa encarregados pelo presidente da
repblica francesa de representaren! o governo nos
funeraes do imperador Guilherme foram os se-
gnintes :
General Billjt, senador, antigO ministro da guer
ra, e ccmmandr.nte do Io corpo do exercito.
Dorante a sjkerra fraoco-allemsVs; gnf v3i"ot
command-u umjdos corpos do exercito do Baur-
bak.
O general de Sesmaisons, general de brigada,
sub-ebefe de estado maior do ministerio da guerra.
O teneote- coronel Kjrnprobot, do 5 regiment
de artilbaria.
O majer Michel, addido ao eetado-maicr do 1
corpo.
O capto Haillot, do estado-maior do 15 corpo
dojexercito.
O general Billot foi a Berlim com o titulo de
embaixador extraordinario.
__ Eut. mis na questao Boulanger hoje a mais
palpitanle para a Franca.
O Journal Officiel da repblica francesa pubii
cou a 15 de Marco om extenso relatorio do minis-
tro da guerra (o general Log^rot) com a data de
Quando comecou a fallar no Athsneu Mercan- 14, expondo que o general Boulanger fdra por tres
vezes a Paris sem aotorisscao nos das 'i de re-
vereiro, 2 e 10 de Marco ; estas duas ultimas ve-
zes disfarcado com oculos fumados, e fingindo-se
coro.
O relatono eonsigna a gravdade de semelbantea
infraccoes da disciplina commettidas por om offi-
cil general, e propoe por isso qae o general Bou
til, rebeotou om formidavel incendio na povoaco.
Funestos presagios >
A 16 anda duravam os festejos e obsequioo com
que Castellar tem sido recobido na provincia de
Valencia.
__Cbegou aCarthagena vndo de Italia o cru-
zador beepanhol Castilla que trai a borde a e-n
bailada marroquina.
O general Quesada parti para Berlim para
representar a rainha regente nos funeraes do im-
perapor Guilherme.
__ N, congresso de deputados.o Sr. Marct,
ministro de Estado,declarou qae nao s n& Hespa-
nha como na Europra inteira senam tomadas me-
didas de repiesal a se aa cmaras de Washington
approvassem a coocesso de um premio expor-
tac) d-s trigos da America.
Os jornaes franceses desmentem o boato de
se retirar de Tunis o Sr. Massicault. presidente
geral da Repblica francesa, para ser nomoado
embaixador em Madrid.
O ioverco tem corrido muito tempestuoso, em
toda a Peniostfs.
Continnam k*s inundacoes principalmente na
provincia de Zaragoza ; em Madrid ha grande
temporal e c-bove copiosamente. v
ConGrmam se as noticias de grandes tetaporacs.
Os rios estio crescendo e ba inundacoes, '
Estao difficeis as commaoicscoos telegrapbicas
com Portugal e Frasca.
A Gazdta publicoo a 16 a nomeacio do ge-
neral Weygl r para capito general das Filippi-
r>as em substitacw do general Terrero.
O partido socialista operario de Madrid ce-
lebra um banquete no domingo 18 noite para
commesBorar a proclamaco da Commana de Paris.
-- U padre Galeote, que asaaasinou o bispo de
Madrid, foi transportado para o hospital de alie-
nados.
No dia 16 realisou-se em Msdrid na capella
evanglica o servico fuueore pelo imperador Gui-
lherme.
A capella estavr ornada de creps e entre fio-
res via-se a baodeira alterna- coberta de largo
fumo. O embaixador alleutio, O ourpo consular e
o pessoal da ecnbaixada depositaram ooroas magni-
ficas.
O pastor comecou dando a bencao a todos os
assittentes. CamarRm-"e hymnos e o pastor lea
trechas da Biblia. Depos sabio ao palpito e fez
o elogio do imperador.
Presidio o embaixador da AUemanhascompanha-
do-pelos addidos militares.
Assisiram o infante D. Antonio, filbo *o duque
de Moutpensier, o Sr. Sagasta^ o Sr. Cambon em
baixador de Franca, os ebefea da esta militar da
rainha regente, os embaixadorea de Inglaterra e
China, todos os ministras menos o Sr. Albareda, o
corpo diplomtico menos o Nuncio, funccionarios
e allemes all residentes.
A' ultima hora :Aa inuuacoes as provin-
cias tomara proporcons medoabas; os rios levam
cheias muito considersveis ; estfto detides varios
comboios, e Tai-se aggravando a sita cao econ-
mica de muitae povoaces das provincias de Sa-
mora, Pamploua, Seviiba, Saragooa. Tarragona e
outras.
O Tejo sabio uovsmente do seu leito; a cneia
de Araojuez superior a doas metros.
Esto inundados vastissimos terreos de lavou
ra ; as agua* invadiram as estradas desde Ma-
drid at Colmenar, cortando aa comaonicacdas
das povoaees marginaes.
Al autoridades tonaram grandes precascJB
langer seja exonerado do commando da 13* divi-
sao e paseado inaetividade. Esto relatono
approvado pelo Sr. Caroot, presidente da rep-
blica.
A queat) Boulanger cansa viva sensaclo em
Paris.
Os partidarios do general, muito excitado!, ten-
oonam provocar grandes demonstracoes a favor
deHe, aproveitando para isso as pnmeiras eteicoes
legislativas que houver, repetiro o simulacro d*
plebiscito.
Dis-se pue o general Boulanger sahia dos tra-
balhos que se fa'ziam para agitar a opimo publi-
ca, tomando parte em concilios polticos.
Os partidarios do general esto agitadisaimoa.
as roas de Paris agglomerava-ge a maltido
irrequieta e anear-adora. Grandes bandos atra-
vessavam oa boulevards dando vivas a Boulaoger
e m >rras Prussia.
A polica procurou evitar conflictos, nao seatre-
vendo a embargar-Ibes o passo pela forca.
Boulanger era esperado no dia 16 em Para.
Os seos amigos e partidarios preparavam-lbe
grandes ovacoes.
A maioria da impronsa nao fas coro com a mul-
t i dio e applaude o acto enrgico do governo.
Oa circuios parlamentares sao quasi unnimes
em approvar a m dida rigorosa tomada contra o
general Boulanger. Este sahiria 15 de Cier-
ta int Perrand para Paris.
O Sr. L<-iur, deputado da esquerda radical, es-
creven ama carta ao general Boulaoger offerecea-
do-lbe o sen circalo do Loire.
Um club radical de Marselba propa a candi-
datura de Bonlanger para a eleico de desempate
no dia 24 de Hareo.
A pbysionomia de Paris era perfeitamente soce-
gada.
No dia 15 o deputado Laguerre raceben osa des-
pacho do general Boulanger, que entao ainda es-
tava em Clermont-Ferraud
O despacho disia :
Nao conheco o texto do relatorio officil, qne
me diz respeito ; mss posso diter desde j que, s
fui a Paris, foi para ver niinha niolher qae est
dtoen te de cama.
O ministro, que sabia o motivo do meu pedido,
tinha-me recusado a licenca, quando os outros
commandantes de corpos vo constantemente a
Paris sem autorisocio de especie algoma.
O paiz nio se illudir, e ba de comprebende' que
me castigum, nao por baver estado em Paris ; mas
simplcsmeote por cansa do resaltado das eleitSes
de 26 de Fevereiro, e depos de nio terem podido
achar n'essas eleices nenbuma ingerencia da mi-
cha parte, a
Os jornaes publicaram tambem urna carta do
general Boulanger, datada de 3 de Marco, e diri-
gida ao mes rao deputado, na qual o general nega,
por nm medo muito explcito e formal, a sua par-
ticipaco as eUicoea de 26 de Fevereiro, e decla-
ra igualmente que nunca, seja pelo que fr, nem
em qualquer poca que seja, fsr allianca com os
inimigos da repblica.
A Libert reconbece que o general Boulanger
merece censura, e que a medida do governo 6 jus-
tificada ; mag considera grave a questao Boulan-
ger ; longe de ser assim abalada, pode complicar-
se e recrescer.
O Tempt diz que a vtaco das eleices de 26
de Fevereiro fjrciu a mao ao ministerio, o qual
est convencido do que o general Boulanger pode
ter se ingerido peaeoalm, nte nessa manifestaco ;
elle nio a iguorou nem desanimou os que a pre-
paravnm ; era preciso acabar com iato ; o governo
hinrou se grandemente o fortalecen-ae com a me-
dida que tomou. O Tempa felicita-se porque es
teja emfim estorvadPIsse balso pouco dirigival ;
e conclue deplorando o triste fim de una carrera
que poderia ter sido honrosa e brlbaute.
A .fVance censura a medida, tomada contra o
general Boulaoger.
O Paria lamenta semelbante medida ; mas acha-
h justificada, e atira a responsabilidads de tado
para cimt dos homens que abuwram do nome do
general.
Un8 cem boulangistas fizerao a I'i i neto ama
pequea manifestaroao nos bouUoards, mas a pait-
is dispersoa es prendendo alguna dos asis reni-
tentes.
As juntas republicanas do departamento dj Ais-
ne teUgrapbaram aos jornaes radicaos de Paris a
sua resolu ao de votarem uo general B lulanger na
eleicao legislativa do25 de Marco. Os republi-
canos das Boceas-do lhodauo tcniar&m igual re
solnco.
Est constituida urna junta da protesto nacio-
nal para propor a candidatura do general Bou-
langer em todos 08 departamentos onde sobreve
rem vacaturas.
Formam a junta os Srs. Bore, Lasant. Bru-
geilles, Vergoin, Michi liu, Laur, La Ha-ise, La
guerre, Susin Duguy- t. deputados, e Paulo Der-u-
lcle, Arthur Mayer, Henriq'ie Roche fort e Er-
nesto Lalou, jornalistas.
O general Warnet foi nnmeado commandante
do 13" corpo de rxercitc, (Clermout-Ferraii i), em
subatituico do gtneral Boulanger Sob os aus
picios d'-sie comit orgausar-se-bo outros em to-
dos os dstrietos da Franca.
L-guerre e Lusaut vio poreorrer as provincias.
tai- n io meelings por toda a parte ; o prim'ir: ttue
/:;/ e. ni 'arselha, presidiado o RCefTt
O coiiseihi de ministro*, na sua reun xaininou osmei-aqi' 84-d-av^r4oempregar pira
atalhar a propaganla litiil'niij t '
Projectu-se expulsar deliuiiivamaute Boulanger
do exrrcit'i.
A Junta radical de Marsolha s : i nittir \ a can-
di latura do general Boaiauger se este aceitar otli
cialm-nte.
Oa peridicos de Par) do dia 18 eomnontavan
muito a questao da candidatura do gao-ral B u-
langer n is depar ameuto-. 8 gunlo affirma a In
transige* te, o g.vern) francez hesita em submot-
ter o gi-u ral Boulanger a con-elho da iavestiga-
eo, por oari-is orbeiaes generaea nostrarem repu-
gnancia em decidir-ae pela reforma.
Para se fazer idi da exeitacaj qufl toija estes
sueeessos esto causando em Paris, basta saber-se
que o-jornal boulaugista La Cocarde veuieu ui
lia 1G de \Iarc 400,01)0 ezcmpUres. A multrd-o
que euchia as ras arrebata vu oa quasi viva fo-
ca da mo dos vcudedores e do cima dos moatra
dores dos kiosk-8, atirando com a pnmeira moeda
que Iha vinha miio, sem espirar troco.
A' entrada da rsdaccao da Cocarde f .i colloca-
d > o retrato de Boulanger, junto de uuia m.'s i eon
livros, onde so rcolhiam aJhcsoea cm fav> r do
general. K-jo rava-sc vez para assign-.r n-.-sses
livros. Grupos de monifestantes percorriam as
ras dando vivas a Boulanger e morras aCarnut.
(.hegalo A Paris-, o general ILulanger iuatal-
tallou-se em Neully, oud. receben muitos amigos
e algumas deputaeds de centros radicaes.
No dia 17 de tarde, quando o general s enea-
minhava para o Louvre, do carruagem, o povo re-
ciaheceu-i', tirou os eavalloi da carruagera c, no
roeio de eerepitosoa vivas, quin ins.-n l-u om
triumpho pela cidade. O general, pir n, conac-
guo ppeiar-se, e aproveitando um momento de in
deciso em que o povo magiaava que elle ia pri-
uunciar um discurso, retuglou se u'uma loja, d'ou
de depos conse^uio paasar para o b itel do Lou-
vre, que como se sabe, a morada habita1 de
Boulanger, qaando nio tem casa em Peris.
Assegura-se que o general Boulanger reuni
manb de 16 oa seis amigos da imprenaa radical
e da eain.ra, par s-'. deliberar acerca da sua si-
tuicao. O general est decidido a nio dar a sua
demisso e tambem a nao pedir a pasaagem dia-
podibilidade. Oa seus amigos resolveram, com o
seu conaentimento. propr a candidatura delle por
todos oa circuios, onde Ibes seja pissivel.
Qaando Boulanger chegou Paris eram 5 horas
da manb. Era acompaubado pelos depntados
Laguerre e L< Uoriss, este da Uoio das esquer-
das aquelle da'.eitrema-egquerda, ba quaes tiuham
ido so seu encontr.
Para o caso de o governo se fazer interpelar na
cmara a proposito da questao boulangista, os
amigos de Boulanger deliberaran] resistir, mas so-
bre s deciso tomada assentou-se guirdir serrado
para que os meios de resistencia nao rejam conbe-
cidos com antecipacio.
V se de tudo que fica dito que, apear de o go-
verno querer distarcar a gravi'lade dos acontec
montos, a excitacio grande em Franca pela se-
veridade empregada pelo ministerio contra o ge -
neral Boulanger.
O boulangizmo nic eatava extineta nem esmore-
cido. Tinba at penetrado profundamente no ei-
piito das classes popularos. Exaltado agora com
oa ltimos BUCoesaoB, provavel que venba a cau-
sar serias difficuldades ao Sr Carnot, servindo
Boulanger de baodeira aos partidos iuteressados
em perturbar a ordem.
Falleseu o senador Carnot, pai do presidente
da Repblica. C-iorava 86 anuos.
Vai erigir se em Houd-shiot, perto de Duoher-
que, urna estatua ao grande Carnot, ar do actual
pr sid-nte da repblica ftances*.
O ebefe de estado foi couvidad i a asistir pro-
xiai inaugnracao. Preparara se grandes festas
para recebel-o.
A 12 de marco a cmara dos deputados come-
cou a discutir o orcamento das recoltas. O Sr.
Tirard, presidente do coaselho e miaistro la 11-
senda, pedi que antes de se discutir a proposta
da commisaio do orcamento, supprimindo o direito
sobre os vinbos e as cidras, qae representa recei-
tas no valor de 17 milhdes de francos, se discu
tissem as propostas destinadas a compensar essas
receitas.
O Sr. Julio Roche, membro da Unido das esquer-
das, objectou que, se a cmara caaiecar a discus
sio pelo rgimen das bebidas alcoolicss, poder
ser que o orcamento nio seja votado no periodo
actual, da sessio legislativa, e par isso prop se votasse o orcamento das receitas em glob ; %o-
mando se por nase o de 1837. Esta pro.iosta foi
r-jeitada por 261 votos contra 251.
Sera p consequencia neceasario que o parla-
mento d nova sutarisacio ao governo para co-
brar mais duodcimos provisorios.
A caara apezar das obaervaedes feitas pelo
Sr. Tirard, ap.irovou por 317 votos contrg 229 O
projeeto da commissao do orcamento supprimiudo
os direito sobre as bebidas, oque representava
nma receita de 160 milbes de francos, receita
qne a comaissi espera substituir por um imposto
nico sbreos alcooes e pelo resultado da suppres-
sio do privilegio qne tinbam es vinicultores de
queimar certa quantidade de vinho para seu aso
particular.
A cmara approvou na sessio de 13 por 281 vo-
tos contra 228 a aappressio do privilegio que ti-
nbam os vinicultores de poderem destillar nasa
certa quantidade de alcool para seu uso pes-
soal.
Na sessio de 15, a cmara regeiteu por 320 vo-
tos contra 200, o artigo do projeeto di commissio
elevando a taza do aleuol a '00 fraaoos, o que
transtoraa totalmente o projeeto.
O Sr. Tirard apresentou eolio diversas pro-
postas orcamentaes aovas, pediudo que se votem
rpidamente afim de evitar a neftssidade dos duo-
dcimos provisorios.
Alguus grupos de populares, postados as proxi-
midades da cmara acolberam os deputados
sabida da sessio com gricoa de Viva Boulanger !
A enmara dos depotados na sessio de 16 appro-
vou o orcm"oto das receitu, conforme ao pro-
jeeto precedente do gabinete Ronvier, reservando
a a reforma do imposto sobre as bebidas alcooli-
cas, que se objecto de nma proposta especial.
Foi tamb-ra approvada a proposta do Sr. Ti-
rard prologando a sobretaxa dos asaucares, que
de 10 francos.
O senado, spesar dos esforcoi empregados pelos
ministros do iuterior e da justioa, approvou por
160 votos contra 121, o art. 1 da proposta de lei
tendente a reprimir as provocarles ou quaesqaer
actos attentatorioB contra a liberdade do tra-
balbc --*,
__Em Arles, uo da 12 a noite, urna enorme
multidio, composta d' 100.000 populares, agglo-
merou se defrunte da cmara municipal, tecla-
raando os presos italianos que no domingo antece-
dente baviam asssssinado doas susvoe, afim de
fsacr justica por suas mos.
^ ^iitru* Jii t tu ; mas, ooui i p : -
uas constava (I i, uio pondo proteger
completamente i p .Sos, um dos quaes foi quasi
estrangulado, fieaiido ferid is na lucia um olHcial
inferior e um sollado de p licio.
Os presos, todava, nio foram entregues ao p >vo
amotinado.
No outro dia, de manb, oa operarios franjezes
fizeram montara aos italianos nos diques do rlio-
dano, deixanda um quasi morto. Oa outros fu-
giram.
O funeral dos doas zuavos re ilisou se s 10 ho-
ras da inanh, com a assistcnou de 20,000 pea-
soas.
O presidente da u.unicipalidado proferio um dis-
curso exhortando a popuUcio a guardar secego.
Os empreiteros das obras dos diques pmmette-
ram despedir en trabalbadores italianos.
Os jornaes de Paria acolberam fnvoraverment"
a proclamaco e o rescripto do imper Jor Frede-
rico III como advento dos ideas sraeiliifas e tiberaes
na Allemanbs.
O Sr. Crisp, presidente do coaselho o ministro
dos negocios cstrangeiros, respondendo na cmara
a urna iuterpellac ', disse que a Italia est alliada
a outras poUncaa nicamente no interesse da
paz ; cima, da tudas as demuis questoes a Italia
poa a sua poltica propria.
Poaeo nos importa qu*m ser o principe da
Bulgaria ; maa temoa a peito appoiar todo o paiz
que reviudique a sua nac o un iiafe, p>is nao po-
demos esquecer a origen plebiscitaria di uoasa
raoiiurchia. ,
Applausos.
O priBcipe real italiano parti a 13 para Berlim
ari u de assistir ao funeral do imperador (iui
Ibersoe. Era acomp ih : 11 p il i teneute general
Gerbal de Sonaall.
Uk-S
N> sao verdadeiros os liiads que se tem espa-
lhado acerca da doenca do Papa.
Felizmente regular o estado de saule do Sain-
mo Pontfice. )
O nuncio apostlico em Venna ir a Berilio
apsjeseutar as feleitacis do Pap. ao imperadjr
Fredericj pea sua ascencio ao throno.
I"S ulcrra
A celebraci i das b il-ia de prata Jo principe e
da iueeza de G-nlea foi f-ita eua grinl-; iutnni-
dad;, manha.
Pela manha, 03 sinos das grojas cimii'.iaiatn a
chamar a populacio para oa offiji 8 reli^i isoa.
A rainha, acompanbada da princesa S'acris, i
duquesa de Aibauy e do principe Henrique Bactenberg sabio do palacio- de Bui-kuighain
11 b Tas e ni ia para ir felicitar seua ti'boa
ein irou se cm .Vlalbiruu^h Hiusu daraiit,- uini
hora o meia, e sabida, foi saudada por urna en ir-
me mu.ti i i.i.
K eutr -vista da rainha com o principe e a prin-
cesa de Galles foi a mais affictuosa.
Achavain se preseuteg o rei dos belgas, o piiii
cipe Ctirioti.no o priucice real c a princezi real
da Dinamarca o o luque de Uamondge.
Qu&si tolos os pares d reino, priicipej, ch-fs
dj legaci i, membr-g do ministerio, digniaios da
corte fira felicitar os principes.
O jamar das bodas de prata foi ssrvJo a 8
horas e mu i, ojcup .u 11 a rainha > lugar de ni.ir.
e tendo sui direita o re dos belgas e esquerda
o duque do Cambridge. S.'guij se depos urna
animada recepcio.
Q msi todos os aujigoa do principe oftereceram
presentes, qu.: sai v.-rdadeiraa mararthas do ri-
queza e bus gosto- /
Conforme um despacho recente de Ad.-n para
a Independencia Be'qa corra all o boato do que
os derviches rebeldes lacendiarara Suaknn e ma-
taran] o governador ingles.
O marques de Salisbury, na seaao de l'i Ja c-
mara dos loria, disse que posici doa ingleses
em iSuakim puramente defensiva, e que .- a ex-
panso natural do commercio poJer civdisar o
Soldio.
Has que o grande obstculo a iato o trafico
do negros, e para impedir o trafico preciso con-
servar Su.-ik'ui.
Os joruaes ingleses continuam a considerar o
reinado de Fredurioo III coma urna garanta de
paz.
EXTERIOR
Correspondencia do Diario de
Pernambnco
POaTUOAL L.sboa, 19 de Marjo de
1883
Nos jornaes de Lisboa corre esta noticia que
f. m seu tanto ou quanto de verdadera, segundo
as folhas governamentaes de ci :
A data da viagem de S. M. o rei da Soecia
corte de Portugal foi definitivamente fizada para
15 de Abril pr simo.
I).-pois dos festejos de que ser motivo a vi-
sita de S. M. sueca, D. Luiz resalveo emprehan-
der urna granie viagem em companhia da rainha
e do infante D. Affonso.
E' iirji'o poaaivel qU9 a viagem dos rnoaar-
chas portugnezes coiucida com retirada do seu
real hospede.
a 0 duque dj Brgganoa tocar i encarregado da
regencia do reino durante a ausencia de seu
pai. >
O ministro da Aliemanba em Lisboa, Sr. bario
de Scbmidtbais, no des -mpenbo das ordena do seu
governo foi no dia 16, pelos las horas, ao pala-
cio das cortes, de grande uniforme, e acompanha-
do pelo se 'retario da legaco, o Sr. Bario de
Gaertner.
Dirigio-se ritnein ao gabinete do presidente
da cmara dos pares, onde foi reeebido pelo res-
oeetivo presidente, o Sr. conselheiro Joo Clirysos-
thomo de Abreu e Sonsa, que tambem estava far-
dado e com a gara cruz da Aguia Vermelha.
O miuistro da Allemanha leu urna allocuco em
francs, agradeciendo solemnemente, por parte do
giverno imperial do seu paiz, as homenagena da
respeitosos pezatnes que a cmara dos digaos pa
res tioha votado na sessio de 1 i do correte por
motivo de ter falleeido S. M. o Imperador Gui-
lherme, tendo entio levantado a sesaio em de
monstracio de condolencia por tio infausto suc-
cesso.
O Sr. Abreu e Sonzi responden tambem em
frauces, que a bomeaagem prestada memoria do
imperador da Aliemanba era de justica devida a
um m marcha Je tio heroicas virtudes e que pela
grandeza do sea carcter leal e nobre coracio,
conquistara as sympathias e respeito de toda a
Eur.pi. As ace-s gloriosas da sua loaga exis-
tencia eram ja eonhecidas de todos, e em muirs
cireumstanciaa tivera oecaaiio de revelar a emi-
nencia das suas quilidales.
Pela sua parte, aecrescentou o illustre presiden-
te da cmara dos pares, nio s como presidente
da cmara, mas ainda como militar que era, apre-
iiava as grandes qualidades militares do sobera-
no, cuja memoria estava sendo alvo de demonstra-
coes do respeito e estima a que integramente se
associra
Sabindo da cmara dos p irea o ministro da Al-
lemanha foi i cmara dos depntados, e all o re-
ceben o viee- presidente, Sr. Espregueira. Lida
urna allocuco idntica i, que foi lida pelo metmo
ministro com referencia cmara alta,, o Sr. Es-
pregueira agradecen, em n une da cmara, a ma-
nifestaco de governo imperial e formulou votos
para que as relaooes dos dous paizes se tornem
cada vos mais eatreitas.
Asststio a ambas as sndieneiaa o Sr. conselhei-
ro Ba ros Gomes, ministro dos negocios estrao-
geiros.
Como Ibes communiquei, S. A o Sr. ufante D.
Augusto que foi a Berlim asistir por parte de
seu augusto irmia, o re de Portugal, aoa fune-
raes do imperador Guilherme.
A cota que o Sr. D. Luis I envou para ser
collocado no catafalco do fallecido imperador era
de loaros, nm primor de gosto e de riquesa ; a da
Sra. D. llana Fia, de palmas e rosas, j
N'outro lugar desta inissiva menciono o servico
fnebre que se fez aqui oa capella allemi sufra-
gando a alma do finad j soberano.
Na sessio de 13, da cmara dos deputados,
depois de om discurso do Sr. Vaconde da Tiirre,
maioria) em resposta a outro do Sr. Jaciotho
laudido (opposico), eacerr u-se a discussio da
resposta mensagem da coroa.
App ovaram-se aa moco 8 do Sr. Lopes Vas
(regenerador) felicitando el-rei pelo eou restabeie-
ci ment e do Sr. Mar cal Pacheco (esquerda-dynas-
tica) dando psames familia real pela morte da
infanta D. Mara. As outras foram retiradas
pelos sensactores.
Em segnida votou-ee o projeeto. J nio era
sem tempo 1
Grande numero de deputaedes das duas cama-
ras, dos estabelecimentos scientificos de institutos
e agsociacoeg de commercio e industria e outras
corporjceo teem ido ao p*j congralular-se cotn
el -re pelas suas melhoras
E ii varias igrejs t-m-se coiebrado Te-Dcu.n
por este fausto motivo. '
N> ultimo domingo reun rao se os delegados
dos eatabelecimeulos scieotificos para preenchl-
Bsaato d-.' (toas vacatura? de par do reino, effee-
tualas, urna pela rlevste'" do Sr coaselheir i Aina-
no Machado (reitor da U .iversidade de C nnoraf
e par vitalic-i >, e a outra pela coaceaso da gr
cruz de S. Thiago ao 3r. Dr. 8anOs Viegas. Os
delegados elegeram de novo o Se. Sancos Viegas
jar* a vacatura do Sr. Adriano Machado, ele-
geram o Sr. Dr. Macado Pinta, late jub'la-do da'
faculdode de mcdiciua du Universidad) de jim-
bra.
Tem estado ltimamente em discussao na c-
mara dos deputados o projeeto de lei relativo
creaci) de penitencial isa, d i qae relata o Sr.
Eduasdo Jo= Coeihi Tem sido impugnado pos
Srs. Sfarcal faebeco a Juiiu Vilbena.
J foi apresentado ao chufe U: Estado a respos-
ta mensagem da corda.
Na esso de 13 da Cmara a ta, o Sr. D. Luiz
da Cmara L -u]-\ iniuistro de estado honorario e
os dignos pares Vaz Prcto o Coelho de Carvalha,
apreseutaram um proj cto de I-i tendente ao que
parece, n reformar o a duas p-u-idas os costuin-?s
pblicos.
Q ierem es propoaentes que sej i vedaio aus mi-
nis:r s, aos pares e d-putadoa exereere.n cargos
de g.vo.-ua.iot'S, directoras, administra ior.-s, 'e-
reui.es, mcnbr-s de eouseiho fiscal, oc bancos,
companhiaa c >mmercia"i ou-mereantn e soeieda-
de anouymaa d' q-ialquer natureza ; e i u com
pensacii propSem qie os ordenados >ioa ministros
tej iin elevados a seis contos de ria (f iries) a;i-
uuatfs alMnando-se hj d >s negocios eatrangciroi
ta coito a mais para desp zas dj rey enl ... .
A camira, aturdida cm ial espalbafato, r-iolveu
considerar o projeeto argentes Hornear desde ligo
nma commissao -spe'i.il para dar pirucer a^bre
aquelle uivitre moralisa lor, m s um c nt. abtur -
di e p uei pa'ico. ti.m, pouco pratico, p r. iu
deineco lgica d s- -. pr J 'co de ..-i das i.ieom-
patioilidadea devia ezclOT umoen d.i exercieio
le ta's f'.i ..-,o-.i is 4..; oles prurietaruo aerco-
la?, os iodustnae, os proprioa funcei-oiianos do
estado, emd.n tolos quan s p.jesoeu no lepu-
tados, co u 1 pares do remo o cjix<> ministros da
cora ch*g* a braza su* sai- i-ntii 3,hmi-
tand'-so por essa forma a nutra la ui p.rlameQ'.O
011 n.s gabinetes nicamente aos ]; nao Cive.em
eir* n-ui b-ir.i n.u ramo de figuu.ra, cjxij vui-
g irmente 3e diz.
Es'a proposta, aa) iic.-' parece, t-Vi- por c.js
determinante urnas polmicas as-das que ultima
meato vieain aup-povac j u (s j ruaes reganera-
d iros crea di oilo/tismj do Sr. o .s Lu.'ioiio de
Castro, presi leulo do c i:-.-lh-i de mioistios e che-
le do p-.rlid 1 projressiata, o i'iil seo lo j isa-l
rulo, te di ix 1 eleg r g 11 ornad >r do .aei Hypo-
tbeeano u. vacatura deixada por morte le Foutea
Pereira de Mello, seu lo d -p >is a su 1 eleicao, c-mo
1; de pial -, co iirm ida por un decreto. Oraos
papis pr ig.-esjistaa p-ovaram Joeuuieuto mente
que naa mesmas circiimstaiicias l'6ra f-ita :a elei-
cioe ujm-aaco do ta'.ccido eotidisti Ful 1 Pe
reir de 11:1 -i. aqoull cargo altamente retn >uid,
que foi i'Ceugar p r ter vagado quando fallceu o
luana d'AvIa e Bilaana.
Fosse, ou nio, ein resultado dessa questao jir-
inli-jtica qu-' appareceu o prijecto do Sr. I) Luiz
di C>Qara L'iri-, o certo qui a impreasa pro-
gr883ta ..pidriu-se dele para o impugnar, pu-
blicando iinm.diatamenti', cm dcstorco, u.na lista
dos troruph m ngeneradares que ta! prjricto, a
ser coovertido cm le, na p6.- fra do parla-
mento.
Como cariosidale ahi v.ii urna amostra :
O Sr. Lipi Vaz administrador delega Jo da
companhia dos caminboa de ferro atravez da
frica ;
O Sr. Julio de Vilbena administra i v da com-
panhia da iieii-.i Alta ;
O 6r. Arouca administrador da companhia do
gaz, que tem contracto com a cmara ;
O r. Pinheiro Cnagas administrador da com-
panhia do camiuho de ferro de Lourenco Mar-
qu38 ;
O Sr. Hintze Ribeiro administrador da com-
panhia Cor nada ;
O Sr. Julio de Vilbena administrador do ca-
minhi de ferro de Miraodella ;
O Sr. Julio de Vilbena presidente do conse-
ibo fiscal da companhia real promotora da agri-
cultura portuguesa ;
O Sr. coude de GouveU director do caminho
de ferro da B- ira Alta ;
O Sr. coude de Ficalho administrador, do ca-
minho de ferro da Be ir a Alta ;
O Sr. Aotonio de Serpa foi ou presidente da
comp-nbia do camiobo de ferro de Lourenco Mar-
ques ;
O Sr. Andrade C irvo presidenta do conselho
de administraco da companhia real dos camiuuoB
do ferro psrtuguesea ;
O Sr. Azevedo Castello Branca das aguas de
Lineada ;
O Sr. Serpa Pmentei administrador da com-
panhia da Beira Alta ;
O Sr. Hintze Ribeiro administrador dj c.mi-
nho de ferro de Amnaca.
Nao se mencionan! aqui as incompatibilidades
dos ministros actuaos, que nao' sao piucas, o dos
trumph 3 do seu partido, porque o rol foi dado em
urna folha progressista.
Ora se projeeto se limitasse a propor a incom-
patibdade dos que exercem os crg s a que se
retere, maa s em companhias, bancos, ou empre-
sas subsidiadas pelos cofres de tbesouro, tal pro-
jeeto seria mais viavel ; mas pela forma absoluta
como est concebido, e claro que, a couverter-se
em lei do pas, ira inutilisar para o parlamento e
para os conseihos da caro 1 os homens que mais se
deve suppor que repreeentam as forcaa vivas da
naci, convertendo a poitca propriaoente dita
u'uma profisso parte e convidando os officiaes
de tal orBeio a prevaricarem duraate o exercico
de suas funccSos.. para tirarem o ventro de mi-
seria.
E' muito sensato o que escreva ao seu numero
de sabbado (17) o Da a tal resp to.
Levantada a questao das incompatibilidades,
preciso resplvel-a, ~.zia aquella foiha. A pro-
osta do Sr. 4*m-ira Leme nio tmha imporcancia,
por mal pensSda ; den-ih'a, porm, a cmara dos
pares, considerando a urgente e noincanio urna
grande commissio para a examinar.
Esta commissao, em que figuram caudilhos de
todos os grupos oppoaici nistas, em que se incluem
as sunmidades do pariato, creamente que nao re-
ceben encargo exclusivo de dizer approvo ou r-
geito a prop ista do velho general, e de iho mudar
poutos e virgulas. Receben tcitamente mndate
para se occopar do que pode chamar ss a questao
moral da poltica actual, e esse mandato foi-lhe
dido sem accordo e del ibera cao previa, pelo acto
quasi iustiuctivo da cmara de considerar urgente
o que, em si mesmo, nem siqaer era admissivel.
O que se declarou urgente, nio foi, na realdade,
a proposta do Sr. Cmara L^me ; foi a questao
das incompatibilidades na sua inteira amplitude,
na sua enorme gravdade. *
Acba que a cmara dos pares teve razio... tal-
vez porque nio refleoto. S' urgente, dis, dissi-
par essa athmospbera de suspeico s, que, envolven-
do os horneas pblicos, os deefigura a tofos e es-
cure.ee a reputaco de toioa aoa olhos do paiz, e
sobre est thema vai diacorrendo, at concluir que
argente, urgentsimo, piis, faz t urna lei de in-
compatibilidades que fique servindo de regra de
justica para a apreciaco dos bom- ns e das acedas
como anteo m^io de desarmar a calumnia, da reha-
cerlas susp-ice 8 e at 1! npedir.quenocoes menos
escrupulosas do d-Cit. -ec-d-ntes mems cor-
rectos, induzam caracterea, alias honestos e desn-
teressados. a deprimirem-se ioeooscieotemeats. Eis
o rgtadojde uma,questo qne oromette ir longe, se o
governo nio entender por meihor, no fim do praso
co istitucioual, que deve ser encerrdo o parla-
mento, sem aconselbar urna prorogacao cor*.
E' natural qae assim venha a acoutecer, c muito
duvd-o qae d aqui ao fi r de Marco esteja dado o
parecer sobre aquelle projeeto de lei e se discuta.
Na miaba de 13 contava-lhe muito em resu-
mo que no Porto se tmham celebrado dous mgeling*
ou comicios no mes 00 domingo, um p'diado ao rei
a demisso do gabinete pr greasista, para o que
nomeara urna grande deputacio ; outro, em senti-
do contrario, para que orna commissio viessa pe-
dir ao soberano a couservaoio do actual ministe-
rio, como indispensavel s prosperidades do pas
etc. etc.
Para oraren) om um dos meetings tinbam ido de
Lisboa no expresso alguas doa miis celebres
speakers da oppoaici) strpaeea, ou serpina ou ter-
p ni oca, como meihor se de va dizer.
Para falla rem no meeting progressilta foram no
meamo comboio alguas dos principaes artistas da
rbetorica ministerial, accresceatandj que este se-
gundo comicio manabrava por ordem, oa a pedido
do proprio governo.

'

^BBSSSSH


mi^HAh
l>iari<> de PernarnlMic-- Domingo 1 Abril de 1888
i

*
-


Os jarnars do don. lados ombaram reciproca-
mente do qae se pmn em "> outro camicio.
Vieram a. comumses. H,uve epera n. garc,
braco*, vi vor:o, as deoionatracos. do etylo.
No da 15 foi reeebid por el re no paco da
Ajada as 2 da tarde a comuaissa r< generadora do
A's 4 boraa f i reeebid* a commiso do omi -
ci p-ogressista da Porto.
No intervallo toi rccebida pr el-re a caarais.
sao da cainara dos deputad.. qae foi entregar a
8. M. a respost* inansagem da cada, e em se-
guida reunio-e, aab a presidencia de el-rei, o
onaelho de estado para a saueco de leis, estan-
do presentes os cmaelbeiroa de esUdo Andraie
Corvo, C?ndc de Vafbon, Serpa Pimeotel, Barjona
de Preitas, Joo Chryaastoma, Jos Luciano de
Castro e Vucaude de S. Januario.
Poi um dia chai o pira o sobarano, isso foi .' a.
M. respond'U coa palavraa que nao o compromet
tem. Ora, no primeiro dia em que os commiasio-
nados do comicio regeneradorpaderam ir o parla-
mento, julgaram alguna parea daquelle partido que
deviam servir um espectculo apetitoso aoa sena
amigos provincianos e promoveram um tumulto, o
que aa cmara alta cou:a de que raros prece-
dentes bavia.
Respondeodo o 8r. presidente do conselho de
ministros aa Sr. Val Preto cu Hintae P beiro
acarea di prohibico de que o meeting d Braga
se reliase o ar livr-, pod ndo tod*" venfi-
car-se t>m outro recinto .uiiqoer, da' Exeque
elle tinha o npiio do palia, orno pR\ ., entre ou-
tros tactos, a el -cao sapplementar de Lisboa,
em qua o candidato progreasista fieaia eleito,
apes.ir do republiema ser f-vore-do par alguns
cavalheiras daopposico monarchica.
U-ns bomba de dynamite que tives* rebentado
na saia nao toria proluzida maior estardalhacs do
qae essa phrase a que Be seguiram tumultuosas
reelainac<5;s e protestos do muitos pares do reino, sem interyenco do paroebo.
venio-se a presidencia brigada a interroiiper a;
por meia hora !
des verdadeiro conventos disfarcoidoa, e abe Deus
quintos pelaa provincias, eom o privilegio de
exemptos, iato onde ee n > d parte aoa pa
rocbos dos bitos que deatro d'efles ocearrem, nio
ficaodo d'elie registro, nem archivo d'ende se
piasam do futuro extrahir certidosa> outros docu-
mentos ? .
Nao se estilo filenlo ahi e em outras clausulas
frequeat.s prufis.fis clandestina, coutra as leis do
reino T Esto e o gabinete de que alguna de seas
membros sao tidoa p beatos, val fechando os olho,
apeaar de se proclamar pomposamente------pro-
gresaista E' p ssj que as eituacea d'easa car
poltica su'cedem-se, mas deixsm tal especie de
abasos no m sooo estad i, tendo alguna di seus
partidarios, inai* conspicuo, como o Sr. Mrquez
de Rio Maior, a aemcriinonia de proclamar bem
alto na Caraira dos Pares as maia ultramontanas
doutrinas, chegando at a avaocar que a resis-
tencia aeria legitima cm muitoa casos por parte
d'aquellea que fossem abrigados a observar n'estea
assumptos aa lea do paia.
O que Ibes digo que esta poltica de conve-
niencias distancia ee cada vea mais da qne susten-
tavam Pasaos Manoel, Mooaioho da Silveira, Jos
Estevo e muitoa outros que nunca se dobraram g
impoaicSss do beatero nacional ou ctraogeiro.
Como Ibes ia dizendo, poru., o Dia tratando do
assumpto denunciado pelo Jornal do Commercio,
dia que nao sabe se verdad* tal pretrnco, mas
enfeuda que i verosmil e que est na ordem dos
factas abusivos que ba muito tenps aqu se tem
dado, acobertadoa ciu a acquiesceacia das auto-
ridades ecclesiastieas portugueas.
Que a preten^l-j dos padres francezes de S. Luiz
nao J ._ >r i.
Qu i oa meamos padres di.-igem um kispicio esta-
belscido na ra de Santa Martba,, na rea da pa-
rochia do.Coraco de JesU3 e que n'esse hospicio
baptisavam, c provavelmente anda h j-j a fazeai,
sessSi t
Qiando rccom>caram es trabalbos, o Sr. Jos
Luciano de CiStro mantev a sua asserclo, mas
eiplieou que ella nao significa va que oa ca?aihei-
roa du opposit;ii a que se refera fosseio membros
d) parlam-ut .
Proseguio depais no sU dissurao, declarando,
roa8 urna v> z qu>! t d. ixar o poli-r quaudo a
isao o couvidnrem as indic^^oe coistitucionaes.
U Sr. H irj m de Prnitas nessa sesso que deu
indireetiincnte no Sr. Hmtze Riboiri e outros pi-
res irrequietos urna eova rcl ondemnaado seve-
ramente wquelles procseos de fazer opposicJo, do
que r rii u insinuiirem os serpaccos que o cb'fe
da e?q'ierda dynastic* fra all para defender a
situ 11 i_'iogri'93B'a em virtud* de tcitos accor-
dos < dSi Bel que mais insinuado s. O costume.
E" a mspeicao constante cora que se pretended
mutuamente denegrir os nomeus pblicos, sej*
qual Ir o pretexto.
Na camuru alt? j se acha nsta'lada a com-
misbSo q- ba de dar parecer sobre o cdigo coai-
mercibl, j discutida e approvado na cmara dos
deput-id .
Ap d u i ite Duem n'ama das fochas da
DOite "oh carta engracada (assiguada por um Z)
acerca das prob> b lidades de substituicSo di actual
ministerio, se provav I que elle estt ja para ca-
hir, o que o tal Z-na j averiguo i, uem arfirma Diz
elle que ao gubim'e p.-ogressista t pode sneceder
um de quatro miio-.ios : urna situaco scipr.cea,
coai o chefe regenerador _frente ; uma situaco
esqur fa-dynasnca, pr>'aidida pelo tir. Barjona ;
urna aituaco de transilo, oreaniaada pilo porto
franco e presidida p 'lo Sr. Tnomaz Ribeiro ; cu,
fii'i'in. nte. uaia pi'uacao de conciliacao, presidida
pelo Sr. Barros e S, antigo rvgeuerad r cun atfi-
nidades progresnistas.
Posto is'o fratoa o Sr. Z de averiguar quacs se-
riam os miniat"rios que constituiriam os Srs. Ser-
pa, Barjona, Toomas Ribeiro e Barros e S, se
fossem incarr pidos de formar governo.
Eis o resultado das av-riguu^es do perspicaz
anouym i :
Ministerio regenerador
Presilen'.ia a ucrraAntonio de Serpa.
K iuo-Lopo V.:.
Jur'icaMoraes Carvalbo.
Fazi-ndaPedro de Carvalbo.
Mariub llarb -a du B icage.
Eitrang iri'SHintze Ribeiro.
Obras p'ibiicasJinbeiro Chagas.
(N B. Tal vea se crie a pasta da agricultura
para o Sr. Arouca; mas V. bem sabe o que e iato
da crcacao da pasta da agricultura !...)
Minirt' rio eequerda dynastica
Presideneij e jusficaBarjona.
R' inoTliom-.z Ribeiro.
PazendaOii.8 Ferreira.
'iuerr.. R 'drigu-s Costa.
.Mar'iili.:Margal Pacheco.
EalraageiroBJaymc Muniz.
Obras publicaFuschini.
Mioistefio p irto-franco
Prebideneia e justicaThomtz Ribeiro.
Reiiu Vz Preto
PaseadaOiaa Ferreira.
GuerraD Luiz da Cmara Leme.
MariubaCoe'ho de Carvalho.
Etrance'rosCmde d'Alte.
Obraa publicas Visconde de Chanceilciros.
Mmisti rio Barros e S
Prr siJi ncia e reino8arroa e S.
Just'ChManoel da Assnmpcao.
FazendaOliveira Martins.
(iuerraSanches de Castro.
MnrinhaMello e Criuveia.
EstraogeiroHAgOatinbo d'Ornellas.
Ob-'H puhhcasRessano Garca.
Esquecia-me dizer-lhes que o centro regenerador
rectbeu em tesso magna com grande profuso de
discuraos e Congratulacoes os coramissionados do
eomic o lo Port i; e que o centro pr&gressistu
d'ab a dous disa celeorou urna aes5o an il"ga,
Conritu ando-se pelo brilhante successa do Beu
Comicio no Porto.
Festas de familia qne nao fazem mal a ninguem.
Nem os meetinys regeneradore8 aervirio para 1ei-
tar abaixoo gabinete, nem os comicio progr.ssis
tas coneorrerj para lhe accreacentar un minuto
de xisteiicia, logo que tiver chegado a sua hora.
Estou inteiramente convencido de que esta, como
quasi todaa as situacosde ba multes aonos a esta
parte, ha de cuhir por dissence internas, que se
irSo Mggravand a ponco e ponco.
Na cmara dos pares contina a discutir? o
projecto de le que regula o pagamento da coutri-
buicao industrial.
Ni- sessio de 17 bou ve grande sabatina em que
tomaram parte os Srs. Autonio de Serpa e minis-
tro da fasenda.
Qoeixava-se ha dia o Jornal do Comverao,
cujas tradiecoes desde a ua fuodac&o, ba 85 au-
no, sio de um liberalismo avancado e constante,
qne por imposico de monsenbor Vanutelli, nunei'i
Apos'dlits. em Lisboa,com o patrocinio de 8r. Bar-
ros Gemas, ministro dos negocio estrangeiros, se
retende construir na tgr. j* de P. Lua Bei de
'racca urna parochut md pendente com paroebo
francs c lazarista e com jusisdicoo sobre todos os
aubditos franc- aes residentes na capital. Acerea-
cen'a om facto, alias sabido de toda a gente aqui
em Lisboa, que o Sr. Btruardiuo, irm&odo 8r. H-n-
riqu" de Barros Goenas, foi ha ponco ordenado
presbyiero pelo nuncio e pertence ordem dos la-
zaristas.
P. ndera o mesmo jornal que esta id-i, a reali-
zur-f i', constituir om attentado contra todas as
leis vigentes, da que os parodies darfregueeias
da oapual peusam em umr-s cootra-'a invasio
d'essa nova autoridade estrangeira. que a crear se,
nao poderia deixar de ter jurisdieco as suas pa-
rocbas. Ex 'Tin 0 cardeal patriareha de Lisboa a
que resista prea-os d'esta naturesa, partam
ellas d'uoda pariirem.... Olba quem !
O estabele.imento de urna paroch'a (Vanceaa em
Lisb i, su*'' nta a'oda o Jornal do Commercio, ni
aeria o aiteautorio da tonatuuico do fc.tad ,
que nao pbrmitte que M invitara eelrang-iros de
aatondale em territorio porlugo-'Z ; tambem um
precedente perigoeissvii >, porque a c 1 ni'is da
diversas nac lualidadi ua capital e em ou'ras ci-
dadi d i reio i, onde p rveutura alias sejain num
rosas, reclamaran igual prerogativa, e d'ab a
alargar-ae a eonc-sa para a ultramar pouco fal
tarn. Iihaijine-se qu partido tirariam o'ahi os
que pretendem exuoliar-no das noscas posses-
Mt,
Como e/a de crer, o Dia, folha da esauerda pro-
greasia^a de qae director policici o Sr. Anunio
Eooe, a odio ao rebite d'aqu II- Jornal apexar de
aer elle reg aerad r,
O Dia uas pbacas semaoas que tem de existen-
cia, tem sido imulacavel contra, essaa e qu-j->n
das inm.'j da reaceio jesutica em Portugal.
Pontos b-. que. autam eBqncid>s e que n i ln
meti aiguifioca do que as novissimas preti-n
odsa do* lazarutas franc z-j de S. L lis, all ta-
TO.'iieid s p t quasi tuda-a parte feaiuma da >ioaaa
alta aristocracia, que Val i faz o eu quart. I g-'ue
ral, c m um* freqo,n;ia eshoroitanie de beatice
intcruiinavcis. Puia nao ba em Lmo* e arrabal-
Que este s queixou, ba j lempos, ao pat.iar-
eha, mas foi desatteuiido.
Posteriormante o audacioso sbus c.nstou a im-
prc;n8a, c at o Correio da Noile (outra f.ilha pro
greasista) o relatou, e ento em 8. Vicente (paco
patriarchai) se arranjou um modas vivenii entre o
prior do Coraco de Jess e ob laiaristas, modut
vivendi que, eegatamante, nao fez cumprir as lea
do remo
E termina assim : O projecto a qae allude o
lu nal do Comm'.rcio pois, naturalmente, urna |
tentativ* paia legalisar e ampliar a uaurpacao deiciaea por falta de espafi dessa
jurisdiereio que principiou a ensaar-su no hospicio i ap.iareceram espontneamente
de Santa Martha.
presaamente prohibida a venda de bebidas o co-
midas.
J ha pedidos para an nexos, por conta dos ex-
positores, que entendem maia conveniente expr os
seus productos fra das iostallncSes da asaooia
Co. O pedido mais importante at agora o da
Eicpreza Industrial Portu.rueza, eom oficinas de
fundicSo e serraIberia ero Santo Amaro.
Esta empreaa pedio 600 metros quadrados para
a coostruccio de um teiheiio cnd.- far a exposi-
y,a > dos seus produetos.
O projecto da c mstruccao diz o qu ? ella ha do
ser em elegancia e solide*.
Tambem se tem feto pedidos de espaca para
productos estrangeiroa.
Esees pedidas nao tm silo attendidos ; mas
como pie succeder que, por qaalquer circums-
tancia imprevista, ta-s productos ebeguem a ser
expostos, logo que isso se aaiba e se prove a sua
proveniencia, ser) immeiiatimente retirados da
exposico. -
A companhia real dos caminhoa de ferro por-
tugueaes j annuuciou que o transporte dos pro-
ductos destinados exjiosi ;1j indus'rial tem um
abatimeato de 50 por cento.
Esse abatisento feto a associacao industrial
portuguesa, por isso que os expositores nada tero
a pugar pelo transporte dos seus productos, quer
na rinda para Lisboa, qner uj regresso para a
localidades d'onie vierem.
Continua a opera D. Branca de Alfredo Keil
a chamar en rmes encheates ao tbeatro de 8 Car-
los. Qaanto mais ae ouve a formosa partitura do
nosso compatri.ta, mais bellezas se lhe encon-
trara.
Na ti-reeir* repr^sentacio j o espectculo ac-
bou ponco depois da meia noute. Corre qae urna
importante casa edictora estrangeira oft'ereceu 100
contos de ris fortes ao Sr. A. Keil pela proprie-
dade do seu spartito>. Mais do 20 contos gas-
tn o inspirado compositor, ou seu pai que um
industrial abastudo, para se por ein sce.ia com a
grandeza de mise en ecuae com que Lisboa a
tem admirado n'aquee tbeatro. A cooperacao dos
?03SCS patricios Andrade e de Mlle Theodorini na
execugo da opera deveras maravilbosa.
Realizou-se antehontem na "igreja dos alle-
miei, em Lisb)a, largo das Necess dados, com so-
lemne oflii'io fnebre sulTragando a alma do fal-
lecido imperador Guilberme.
Eitava presente toda a colonia al Irma de Lis-
boa, e apezar de nao se terem feito convites espe-
pt-qusna cip -lia.
03 ministros da
Russia, Italia, Inglaterra, Hillanda, dos Estados-
aecretarioa convida ao Sr. Ur. Joo de Oliveira
para o substituir p^r so- o immediato em vetos.
E' lida.e approvada a acta dasessao anterior.
Em seguida o Sr. presi lente convida os admi-
nistradores a apresentarem o relaiorio do anni, o
que elles faaem diitribuindo o in-.preao todks oa
Srs. accionistas presentes, pelo que, requeriro-n-
to do accionista t*r. Miguel Jo Alves, toi dispeu-
aada a leitnra.
E', poroV lido o parecer da commisso fiscal
que, submettido diacusai e nao havendo quem
pedase a palavra,fo por votac/Io approvado, bem
como os balancea e coatas do anno.
Terminada esta parte da 8e;si d'clarou o 8r.
presidente que, nos termos do 2o do art. 62 dos
estatutos, competa assembla geral eleger o eeu
preaideato, vicepresidente, 1 u 2o secretarios,
tres membros da commisso fiscal e tres adminis-
tradores, estes para tuucci narem no bienuia de
188< 1890, e aquellos no anuo corrate, chaman-
do a attenco dos meamos accionistas pa'ra a dis-
poaco do art. 81 dos estatutos.
Proeedendo-se s e!eic5as e apurada a8votao,
verificou-se o resultado seguinte :
AuemUea geral
Presidente : Viscoade de Tabatinga, 160 vo-
tos ; Visconde da Silva Liyo, 22 votos ; Jos da
Silva Loyo Jnior, 15 votoa.
Vice presidente : Jos da S.IvaLoyo Juaor, 146
votoB ; Dr. Manoel Gomia do Ma't ia. 32 votos ;
Manoel Jodo de Amirim, 9 vitos ; Visconde da
Silva Liyo, 5 vo-.s; Franciecj lloaro Pinto
Guiroar.s, votia.
1 secretario
Ciemos, porm, que semelhantc tenta'iva nao
h i de vingar. Accudam os parochos pelos seus di
reitos, que haver tambem quem aecuda pela lei. >
A questo levantada pelo Jornil d) Commercio
eiieontrou ocho no parlamento, pjrqaa d
tea gravidade.
O Sr. Avellar Machado, deputado, pergun'ou ao
miuifitro dos negocios estrangeiro na sesso d- an
tebontem, o qae bavia de verdade n'aquella noticia.
U Sr. Barros Gomes respon manter os direitos do Estalo a;in prejudicar os cia
'gr<,ja, com o qaal o pai desejava vivar em har-
m ma.
E-:a sernphica resposta do miorlatro acremente
;-o ntn utaJa hontem pe4o Jornal do Commercio, e
avme,a que esa proj-Cto preparado na sombra
nao mais do que o primeiro paaso, dado com ps
de la, para o aUrgam'into do systcma at cheear
s nossas colonias, onde a insaciavel Propagania
Fide aspira a empolgar-nos a jursdiccio, como o
coosi guio j no Oriente, gracia fiielidade apos-
tlica do actual ministro dos negocios c=tra.n-
^eiro.
Fallecen, ha poucos dias, com 80 aun s de
idade, o Sr. D. Antonio Manoel de Viihena e Sal-
: i.lia. fi bo do ultimo seuhpr de Pancas, conde de
a pedrinha.
!..-., um 'i s mais venerandos membros da veiha
aristocracia a i.m doB caracteres mais pruboe mais
austeros c mais pympathic s da soe: lade portu-
gu. za. Poi casado com a Sra. D. Mana Amalia
de Carvalbo Dauu e Loreua, filba dos terc-iroa
marquezes de Pombal.
Anteboutem falleceu, na sua casa de Bera-
fiia, o Sr. D. Antonio da Silva Pessanba, ciaaJo
com a Sra. cnidessa daa Alcacovn?, D. Rita, e
pai da S.-a. cou iessa de Sampaio. Era muiro ca
ritativoe dedicava-se como amad ir ao cxeicicio
da ii ii '.j.thii e tratava muitas pasiaa que o
iam consultar. Tambem nos ltimos tempes se
tornara enthusiasta do espiritismi c tentara pro-
paganda para as suas experiencias.
Suceumbio tambem e foi sepultado hontem o
Sr. conselheiro Mathias Cypriano Pereira H-itor
de Macedo, que exerceu durante aiu u anuos o
cargo de director geral das obras publicas nores-
pccIlVO ministerio. >3oto rfioSiuwtvf o.,{TAnKaii r, ni.
timamente fazia parte uo conselha geral das obras
pubticag.
No inesmo dia fimr,i se n'uma casa de sau-
de em Li-b>a o bem cnnh'cdo enyenheiro Miguel
Cnrrcia Faes, chefe da trcelo dis caminhos de
ferro do sal e sueste e bem conbecido aqu pelos
seus extensos e substanciosos arrt'goa sobr* os me-
lhoramentis de Lisboa, que reuna em volumes.
Ua poucos dias cateve para baver um duello
entre 03 Srs. Antonio Narciso A>vea Correia re-
dactor do Secuto e o Dr. Manoel de Arriaga
ambo-a republicanos por certas pheaaes que o se-
guodo pronuuciou na sesso de 12 do correte no
club Henrqnes Nogueira, desta cidade, e com que
se julgara offendido.
Ei-am padrinhos do Sr. Alves Correia es Srs
visconde de Reguengo e Luciano Cordeiro qae nao
ao lepubl can is e do Sr. Ur. Arria ja eram tes
temunhas os Srs. conde de Nova Goa e Dr. Lu
cas Pernandes Palean, ambos raonarchicos tam-
bem.
Os padrinhos do 8r. Dr. Arriaga declararam
por parte do sen constituate qae elle fallara de
de maneira genrica, sem intenco de ofRiuder
pesoaimeute ao Sr. Alves Correia na sua bonra e
bro.
A respectiva acta foi publicada em diversas fo-
Ihas e assim abortn este duello em perspectiva,
como abortara outros muitos.
Antes assim.
Contara as ultimas folbas de Londres que no
parlamento o Sr. Gooi-ley perguntoo ao sub-aecre-
tario de estado dos negocios eitrangeiros ss e go-
verno de S M. Britnica tinha prestado a sua
attencoio conatrueco de nm camiuh de ferro
partindi de Delago a Bay (Uourenso Marques i
para os m >ntea que limitam pelo norte o territorio
do Transwaal, ese, considerando a importancia
eatrateica do caminho de ferro para as colonias
do Cabo e que tinha actualmente em aeu poder a
babia, o governo quera entrar em negociacoes
eme governo portugus para a sua acquUico
por compra pela Gr-Bretanha.
Su- J. Pergueson disse que a queato de adqui-
rir orna particpaco no caminho de ferro de L iu-
reoeo Marques a Pretoria na i ioi tomada em con
deracao pelo governo de S. M., porque aquello
caminbo nao atraveasa e nao ha tenoSo de o levar
a territorio britannieo. E' difHcil conceber com
une fundamento o governo poderla alqmrir a pos-
oe sobre um caminbo de ferro em taes eirenma
tancias. Ol interesses britennicoa que teem re
laco com este assumpto devem aer os das co'o-
uias sud-africana e o governo de S. M. nao (le
presumir o desejo que ellas (enbam de que se
adopte a reaoluc/o a que o Ilustre deputado al
uaia.
Da cidsde do Cabo telegrapham o se-eniute:
< Consta offieialm'ote em retacan as receutes
deelaraedes de lord OjiI w na cmara dos pares,
que o governo do Cabo nanea pensou em comprar
O eaminbo de ferro de L -u-enci Maiqueg.
Proeedeu-se, h.r quatro das, a nova
acareacio no 1" d:atr.cto criminal ent-e M-ooel
Joaqnim Pinto, aut t da agresio ao Sr. Pinb-i
ro thaga e outroaanarctiista signatan de urna
acta que se acti jnito ao processo e foi encontra-
da, junto aoa papis appr^hendidos ao^upposro
ehete J-o Antoni Card^so.
Pelo ultimo paquete da frica aoube-te qae
a ocoupa^jao do \morizete se ffeetu u pacifica-
mente n> dia 2i de Jauer, fieaado urna toiOa
de250 pravas de lacadores. Os piomeuores j vem
puDllcados nos jnrua.
__ Koi decretado que o dia 21 de Marca seja
considerado de grande gala, por m >tivo do aun -
versara natalicio de S. A. R-al ^a principe da
Beira. O prineue c uiple.ta uaiur
idade. Acha-se quasi reotjtbelecide de ura ataque
de varicella que u tim.meute o h-.via accommet-
tid'-
R-uoio-se no dia 15, aa aala das suas sea
-o a commisri iiidusinai portuguesa para tra-
tar dos traOa.his pr. paralnos da pr. Xima exp-
sita ludusirial, que deve realizar se na Avenida
.U L'Oer lade iasialUv* acham-se j mul-
to K llatltadaS.
K' i erescido o numero de expositores inacrip
Contnuam os pe lid os para a fonstruccSo de
Jt s-aue, on le t polero aer vendidos j.ioue',
fl .re, e catnalogos da exposico, sendo ex-
Unidos, da Sueeia e Noruega. Alrn disso compa
recen todo o pjssoal da embtixada alema, o cn-
sul da mesma naco, o cnsul geral da Austria
Hungra, oa Sr. Dotfi, E. Gwrge, Carlos Mer-
im- i t'k, E. Joha, etc. O sacerdote ailentio fez nu ais-
curso elogiando as ex:elle.ites quali ladea do fina-
do imperador, como soberano, e como homem.
Li.
P. S.O negocio vai-se complicando. Na ses-
so de sabbado (17) da cmara dos parea, o Sr.
iJauii i i de Moraes, (p ir-loc'iv !, man ion para a
m-'sa segunt pr p .a^a de- additamento ao pro
jeco~de le sobre tncompatibiliiales do Sr. Cma-
ra L me :
Art. 1." SIo incompativeis cam a funefioes
de ministro, par ou deputado, qnaeaquer cargos
pblicos.
nico. Picam di'mittidos da cirgo qua exer-
cerem, os empregados que acceitarem qu-lquer
das fuoccoes desiguadas ua artigo antecedente.
A i-iui.ii, congiderou urgente esta propasta, que
foi enviada a grande commisso que est exami-
nando o projecto do Sr. Cmara uio
E' o caso de se dizer que s-ndo lgico aquelle
additamento, anda menos pratico e maisabsur
do que o projecto primitivo.
Latetanguis...
O proponente do additamento progressista da
gemma.
Quaea serao ob seus intuitos, ou os do governo,
ee que o digno par, como tudo faz suppor. foi de
accorJo eom elle na pr >paata de additamento.
Ser o de turnar cada vez menos viavel o pro-
jecto primitivo ?
Antehontem subi acea pela primeara vezuo
ca r i de D. Mara II. n b;n fivii de Joo Ro-
sa o dramalbo Luiz XI de Basimir Delavigoe
tra'adado em bellos versos portugueses pelo Sr.
Lopes de Mendonca, o laureado autor do Duque
de Vizeu. A peca nao agradou, nem j d.'je tem
eoadii.oes de agradar aquelles procseos mais que
soturnos de ua genero d mod >.
0 desempeoho foi mediocre e deixou muito a
desejar por parte da companhia de D. Mara.
Aiuells tours de forc* anda se aturam no
tbeatro quando um R.-sai ou um Salvini us seo-
loenara ''."" *" *>rilhantei exb'bicoc^ raei
cas. A opinio geral e o l/rz XI ir para o
archivo dentro em poaess noutes.
:'J-Viuci-ie i Joiq lini d' O.iveira
Cunha, 187 votos e fcigenu Ganealvja C*acio, 10
votos.
2 8rareUrio : Ahouo Queica Valante, 178
votoi ; Maaosl M-diiros, 10 votos cuma chapa em
branco.
Em vista deste resultado, foram proclamados
eleitcs os aegaintes Srs. .*
PresidenteVise ande de Tabatinga.
Vice-presidenteJos da Silva Layo Jnior.
i secretarioFrancisco Joaquita d Oliveira
Cuuha.
2o secretarioAntonio Quedes Valente.
PERNMBUCG
Acta da sesso d'assciub i ge-
ral d.i Compaahta de Paguros
HtM'itiiuii.H e terrestres he-
ii'iv Pernambneina
PKKS1UESCIA DO 8R OMMENDA >OE FRAN-
CISCO BIBBiRO PINTO GOIMARAES
A' urna hora da tarde do da '20 de Marco de
1888, na sede da C .mpanhia de Seguros Marti-
mos e Terrestres Phenix Pern.mbucana. satisfei-
tas as disposicSes d >s ns. 1, '_' <; 3, 5 1' i > art
25 dos estatutos, foi pelo Sr. presidente declarada
constituida a assemb a geral, nomeando para 2
secretario oa ausencia do 1* ao accionista Sr. Joo
Pernandes Lopes e abrindo a sesso.
Dispensada a leitnra da acta da sesso anterior
por ter sida publicada nos termos da lei e nao ha-
ver sobre tila reclamaco, passou o Sr. presidente
a tornar efectiva a ordem da sesso, convidando
em primeiro lugar aoa administradores para apre-
sentarem o relatorio das opera^oea do anuo e re -
pectivo bataneo, o que fizeram aDresentando-os
aeompanhado do parecer, da commisso fiscal e
distribu ndo-os pelos Srs. accionistas presentes.
Estando impresao, foi dispensada a sua leitura a
requerimento do Sr. 2o secretaria, que pasaou a
lr o parecer da commisso fiscal, sobre o qual.
nao havendo quem pediese a pilavr e sendo
submettido votaee toi approvada, bem como
o baiaooo e contal do anno.
Terminada esta primeira parta da sesao. decla-
rou o Sr. presiden! qn nos t rm >s do 2a do art,
30 dos estatutos ia proceder-se A e'eici dos tres
membros da commisso fiscal, que tem de fuoccia-
oar no anno corrate.
Proce leu i >-se votaclo e apuracSa, foram pro-
clamados eleitos membros da referida commisso
fiscal ua Sra. caiomsiae :
Au'.onio Pernandes Ribeiro 28* votos
Francisco Ferreira i liar 26 a
Joequim Jos d'Amorim 21 <
Tambem obtiveram votos os Srs. accionistas se-
guiutus:
Vlaiioel Jos da Cunba Porto 6 votos
Francisco Guedes de Aranjo 3 <
Sebastin Lopea Grmares 2
Sendo duas h ias da tarde, e estando termina-
dos s trabalbos da aeasc, foi encerrada pelo Sr.
presi lente, e eu, Joo Fernandas L 'pea, 2o secre-
tario, a redigi e subacrevo.Jo> Fernandas La-
pes.
Francisco Ribeiro Pinto Guimaraes,
Pr' Bidente.
Jos Ferreira Marques,
V
oeererario.
Acia da '* sesso ordinaria da
asseiubMa geral dos *>rs. ac
eloaista du Maae de 'redi
lo Keal de ''eraambiico.
PRK3 OKIClA DO aXK. 8B, TISCOMOB DB TABATINO*
A' 1 hora da tarde do da .i de Marco le 18 >S,
na sedeaa Ass eo C mmereial B'netc-.io'e
pis> ntes a aci-ionist.as Srs. Am rim I-onis &C,
Aurelio do S-nt ,a Cnmbra, U. Anua Marques de
Amoriin. pr prucur-c", Dr. Auto li i de Soaa*
Pinto Aut.iui i J.'S C 'imbra Gnimares, D >min-
gisjoaqnim Ferreira Cruz, Ferna les cV Irma',
Rraneisca Jo dos Fassos Guimaraes, Fianeieco
Joaquim de O reir Cunha, Jos da Silva Liy>
Pi.ho, J s B.rboia de Carvalha, J,s Pernau-
d s Lima, p r procuraco, Joaquim da Silva C-r-
v.lho, J .aquim da Sdya Carneiro, Joo Pernandes
Lop 8, Dr. Jai i de 01 veiri, Lal & Irma), Lui-
Duprat, MaQuel Pernaud-S da osta, l'r. Manoel
M deir.'B, M gu I Jj- 4.lve. Sebastio Lopes
Gumai'B, VsBonde da Siiva Loyo, Visconde de
Tabatinga, Joo Luiz de Arauj ., Antonio Feruan-
dea Eibeiro, Guimaiies Ca-diso 4t C o Prau-
ciaeo Ribeiro P.uto Guimare, representando
l&bb actes e 2U1 voto ; o Sr. presidente
declara aborta a sesso e na ausencia de uai
Apnrada a votaco que diz reapeito adminis-
traco obtiteram : Aninio Fernandas Ribeiro,
171 votos ; Luil Daprat, 162 votos; Manoel Jai;
de Amarim, 131 votos ; Jos da Silva L yo lu-
ni ir, 91 votas ; Dr. Mana=l Gamea de M ittos, 20
votos ; Sebastio Lapos Guimaraes, 1 voto o 2
chapia im branco ; p"Io que foram proclamados
eleitos administradores :
Antonio Fernandea Ribeiro.
Luiz Duprat.
Manoel Joo de morim.
A v iti.cao relativa canmissa fiscal foi a se-
guinte : Antonio Jos Coimbra Guimaraes, 176
votos ; Domingos Joaquim Ferreira Cruz, 164
votos ; Commendador Antonio Gom8 de Miranda
Leal, 147 v.tis ; Joo Jos Rodrigues Mendea,
38 Votos; ebasti) Lapes Guimaraes, 20 votos ;
Di. Antonio de Souza Pinto, 10 votos ; Aurelio
dos Santos Coimbra, 10 votos ; Alberto Dias Fer-
nandes, 10 votos ; Jos da Silva L>yo Jnior, 7
votas ; Joaquim da Silva Carvalbo, 4 voWs ; L'iiz
Duprat, 4 votos ; Antonio Pernandes Ribeiro, 4
votos ; Dr. Joa de Oliveira, 2 vo'os ; Dr. Ma-
nuel G >mes do Mattos, 2 votos e Francisco Que-
des de Araujo, 2 votos.
Com este reaultado o Sr. presidente proclama-a:
eleitos membros da commisso fiscal :
Antonio Jos Ciimbra Guimaraes.
Homiiigoi Joaquim Ferreira Cruz.
Commendador Aoton*o Gomes de Miranda Leal.
Nada mais havendo tratar, o Sr. presidente
levantou a seaso s 2 1|2 horas da tarde ; e eu,
J ia de Oliveira, serviola de 2o secretario, mb-
screvo e assiguo a presente.
Visconde de Tabatinga,
Presidente.
Franciscj Joaquim de Oliveira Cunha.
V secretario
Joo de Oliveira,
2o secretario.
REVISTA Di IRA
dos
tillo Idade poli al Por portara da
presidencia da provincia de 27 de Marco findo e
proposra da Dr. ebefe de pdicia d-- igual data,
fu uomeado para o lugar,v. go de. delegado do
termo de Ouncury o tenente do feo de polica
Manoel Raynero de Barro. J?otYW
Faliecimentiv Acm" % desde al-
gous aDooa por inuleatia. "'u9.ulD'J|*' ', que da
da o i* emp brecend' t! "nla,lla'kdo, molestia
-, mm i> .-^- -" cardiaea e, \:-------,.
outros diabettes, falleceu aos 20 asnlutog depois
de meio da de 29 de Marca findo, na cidade de
Ulioda, onde so achava pissir o vera, o hon-
rado desembirgador da Relaga do Rscife Fran-
cisco de Assis Oliveira Maciel, sendo victima, se-
gundo o attestada de bito, de urna brocha-pneu
monis.
Naacido na velha capital, na cidado de (Jimia
em Maio de 186, o desembargador Oliveira Ma-
ci.-i cootava pouco menos de 62 anuo.- de idade,
quaudo, all mesmo, par estraaba circumstancia
que ello as vezes se comprazia em invocar,exhalou
o ultim suspiro no seio da desalada familia e pre
sentes alguns amigos, que quasi o nao deixaram
nos ltimos das de vida.
Desde os primeiros eotulas de humanidades o
finado Oliveira Maciel revellou, de par com ex-
trema dedicaclo ao trabalbo ntellectual desejo
ardente de aprender, um nabilissimo carcter
que priinava pelo amar jastifs, pela sinceridade
uoa sentimentos ep-r urna inquebrantavel carida
de. que nunca ae desmentio na vida publica.
Todos eas -s caractersticos se accentnaram no
seu tirocinio acadmico, que terminou em 1849,
quando foi elle laureado como grao de hachare' em
scienciaa aaciaes e jurdicas pela ento Academia
le "Olio a, e depoia ai.ua mais se avigorirain,
quando, dedicndose matriatratora, occupiu o
Ur. Onveira Maciel em difforeutes comari->.s os
cargos de promitor publico, de jun municipal e
de jniz de direito, especialmente nesta cidade do
Recife, onde conquistan o neme de magistrado
exemplar, honra de sua el isae.
Desaa ultima posico o tiran o governo imperial
para a Relacao do Recife em 22 de Dezembra de
1877, tomando elle piase do honroso cargo aos 19
de Fevereiro de 1878.
O desembargador Oliveira Maciel presidia aa
provincias do Cear e de Pernambuco ; e, se nes-
ta pouco dnron a sua di recelo em consequencia
da mudunca de aituaco poltica occonida em
eomeco de !"-' naquelia teve elle tumpu bastan-
te para provar < seus talentos e o seu tino admi
nisfativo, conc irrendo qu-.nto adi para mino-
rar os males all causado pela grande secca.
En ati foi nom ado proredor da Junta Admi-
nistrativa da Santa ''asa do Misericordia, poaic>
que oceup iu at a morte, prestando pia inati-
ruicio os mais relevantes aervicos, enumerados
pelo ilustra o Sr Dr. Joaquim Correia de Aranjo
ao discurso que profera no Cemiterio, ao ser se-
pultado o corpa.
O desembargador Oliveira Maciel foi deputado
pr vincial as nona, decima e vigsima iegsla'u
ras, iato nos an ios de 1S52 1855 e 1874
[875 sendo qne neste ultimo biennio nao tomou
assento.
Era c m nendador das ardeos da Rasa e de
Cbristo do tirazil.
Repouae sua alma em*paz no seio de Deus.
Logo que teve aciencia do fallecimento .do
desembarga-or Oliviira Maciel, o vice provedor
da Jnata da Santa Casa, Dr. Joaquim Correia de
Araujo convocou urna sesso extraordinaria da
inesma Junta, na qml foram tomadas aa seguintes
delib rayoea :
1.a que se conai^naase na acta um voto de
pezar ;
2." que encorporados compar'eeessem os mem-
bros da Juuta ao Cemiterio para assiatirao en'
trro ;
3.* que, nlli, o vice-provedor proferase algomas
palavras para manifestar o pezar do que a Junta
se achava possuila;
4* que s >ore o atade fosso depositada urna
cap lia cff recida pelo* aeus companheiros de
Junta ;
6* que oa memoro da Junta e 03 empregados
da Santa Cusa to natsein luto por aete dias ;
6.* que se nomeasse urna commisso para dar
pezames Exma, viova e comparecer s mlssas
do 7. da ;
7 *, fi talmente, que no 30* dia do passamento se
titease o fun ra. de cantormiiaie com o compro-
misso.
Logo quecnoitoa no Recife o trespaaeo do
desembargador Oliveira Maciel, muitos de aen
amigos, nao obstante ser o'dia 29 quinta-feira
santa, ae dirigiram para Olinda, e jjp cabir da
Urde traaapurtaram o corpo para a capaila do
ceioilerio de Santo Amaro, onde foi olle deposi-
tado.
No dia seguinte, s 10 hora da manb, tiveram
lugar n'aquella caadla aa ultimas oracoes da
igreja, assistindo ao acto o Exm. 8r. Dr. vice-
presidente da po vincia, o Dr. chefe de polica,
quaai todos os desembargidores, collegas do fi
nado, a Junta Administrativa da Santa Casa, a
Mesa Regedara da Irmanlade do Bom Jesos daa
Chagas, tadus as educandas do Coliegio das Or-
phi, Casa dos Expostos e Hispital Pedro II,
acmpinba'ias das respectivas irmia de esridade,
quasi todos os embregados dos eatabelecimeutoe da
Santa Casa de Misericordia, divereos depntado3
geraes e provinciaee magistrado, titulares, com-
mercante8 e muitas outrag' peasoa gradas, sem
d8tinecao de cor poltica.
. Depois das oracoes, foi o attie condnzido
mo at o tmulo, e beira deste o Dr. Joaquim
Oirrcia de Araujo, vice provedor da Santa Casa,
muito commovido, pnferio em nome 4a Juuta Ad-
ministrativa, as seguintes palavras :
Senhores.
Que f atalidade ?!., Que trate reuniio ?!...
Que expressivo scilencio? !.. Na obstante, per-
mitti que, em desempenha da peuas* incumb3iicia
qae me foi car-fiada pela juata administrativa da
Santa Casa de Misericordia desta ciiade, en
use da palavra para manifestir-vos o profundo
pezar de que ella se acba poseuida pla irrepara-
vel perde de seu digno provedjr, o irmo bemfei-
tor, Francisco de Asis iveira Maciel.
H cerca da doze anocs, ganhores, em idaio
de 1876, o honrado dse .oargador Francisco de
Assia Oliveira Maciel, a quem o governo imperial
j havia confiad elevados cargos de administra
cao, carao os de chefe de polica e presidente de
provincia, foi nemeado provedor da Sinta Casa de
Misericordia, e desde ento, at Outubra do aoao
passado: exerceu elle esse eargo, quasi que sem
interrupea, prestando ss mais relevantes s rvi-
$as, nao p-upania 'xfir^as, nem sacnfi.ios para
doptar eS9a pia inetituico cam os mclharamentOR
de que carecia.
ntreos importantes beneficios realipados na
sua adminiatiacao, apenaa memararei a recon
strueco da casa dos expostos, creaco da hospi-
tal de Sauta gueda e a transferencia dos aliena-
dos da immundo hospital, ende se chavare, em
Onda, para o edifieio em que re3idem.
Fui testvmuaha d>s exforcas empregados polo
Ilustre finado para que essa tra isferencia se tf-
fectuiS3e com a maior brevi lade posai.-el; e as-
seguro--.-os que fai para elle um dia de verdadeira
satisfacao. de grande regosij, aquelle em que vio
coroados de feliz resultado os seus i-stores, e teve
de prestar o seu proprio brayo a um dos infelices
recolhidos aquelle hospital pira acumpanhal-o na
viagem para o novo asylo, na Tamarineira.
E' que Francisco de Asis Oliveira Mtciftl,
na obstante a elevada pi&ica que oceupava na
nossa suciedade, a considerar), a estima e o res-
peito de queto merecidamente go-.ava, nao se de-
dign^va deacolheroinfuliz, o desvalido,o euferm >,
para minorar, quanto padesse, as aumilha^oes di
pobreza, da miseria e da ddr!
' Dotado de taes sentimentas, elle considerava
a caridado o seu primeiro dever; e assim, acei
taodo e cxercerido o carga le provedor da Santa
Casa, elle teve occasio de prestar, com a maior
dedicaco, relevantes servidos em favor do ot
pho, do exposto, do mendigo e do enfermo, cujas
prantos e gemiios echoarara de proinpO em to
generoso cora.cao. %
S.nhorea, vos o sab?ia perf- itamente, o i lus-
tre finado, quer coma p-.rticutar, chufe del.mili.,
a:r,i,':!, quer como magistrado c homem potico,
deixa inequvocas provas da nobreza le sen ca
racter. Un dia o historiador imparcial as reuni-
r, es&a provincia, onde naaueu Francisco de Aa-
sis Oliveira Maciel, inacrever o seu uorne entre
os dos aeus fi hos Ilustres.
Os V05808 compaobeiros de trabalho, Francis-
co de Assia Oiveira Maciel, reconhecidos pda de
licadesa e afi'ibilidade que aempre Ibes Jispensas-
tes, deplorando neste momento o dosapparecimen -
to di' to prestitnoso chefe, cujos couselh >a esta-
vam habituados a cuvir, depositara sobre o vosso
tmulo, como tributo de verdadeira saudade, esta
capella, cujas siagellaa fl..\:s traduzem o pensa-
mento que os domma.
< Interpretando fielmente os seftmentas da
junta administrativa da Santa Casa ds Misericor-
dia, a quem tantos beneficios legaste, eu vos pro-
testo que o vosso uome permanecer gravado na
memoria desta pia instituir e na de todos aquel-
les a quem ella ampara, qu: nao cessaro de ro-
gar Deus que conceda voasa almapaz
eterna.
Comoanlila doB eberibe A' convite
da digno gerente da Companhia do Beberibe, que
abastece a'agua a cidade do K- cite, assistimos
hontem 8 curi aiB experiencias, f- itae oa ra dos
Ptei no lado d.a antiga cbxa oV.ro all xjaten-
te, para vencar-se a presen i d agua trazida pe-
las no vos encanamentos e provnneute as novjs
depsitos cooetruidos na alta de Apipucos, lugar
couh cido pelo ame de Cana d'Agua.
Assietiram tambera eaaas experiencias o Exm.
Sr. Dr. vice presidente da praviucia, Dr. ebefs de
polica, Dr. delegado do 1' districto da capital,
diversos membros da directora da Companhia e
algomas outras pessoas gradas, atm de muitos
curiosoa que se juntaram aili, attrabidoa pela no
vidale.
Como se sabe, e prescripti na innvaco do
seu contracto, a Cirapanhia obrigou-aa colloear
as rua3 da cidade, de cem era cem metros, hy-
drantes ou bacaes d'agua, munidas do torneiras
de chave, a quaes ae pode adaptar bacaes de re-
puchos oa mangueiras para apagar incendios.
Foi em doua de taes bydrantes que se zeram aa
alludidas exp liencias. Adaptados ah 03 tubos
de repuebo j rnu a a.'oa a tora sup-riar a de
um predio de dous andares, em jacto continua ; c
d p os adaptadas as mangueiras de incendio, qua-
tro jacios simultneos jorraram elevando-se, sem
quibra de preaso, mesma altura referida. Le
vada urna das mangueiras at o parapeito da ca
xa d'agua da ra dos Pires, o j&eto d'agua eievou-
se um terceiro andar.
Atarraxado um das hy ir su ve om manme-
tro, e aberta a torncira, marcou o mesmo man-
metro urna preaea suficiente para levantar urna
columna d'agua altura de 81 m.'tros, ou cerca
de 360 palmos.
Desaas interea9antcs experiencias ficou pata-
te :
1* que, vind dos novas depsitos situados no
alto de \ iipac09, a agua fornecida pela Compa-
nhia da Beberibe, pelo seu proprio peso, pode ele-
var-se ao mais alto d dade ; o qae plenamente sitalas a urna das clau -
aulas daioaovago da contiacto.
2- que, dad aquella pressj, que incontes-
tavel, logo que fuuccone uara toda a cidade o
nevo systema adoptado e j posto era- pratica em
grande parte da mesma ciiade, desapparecer a,
necessidade da auabas de incendio, bastando
para ter agua em quaotidade sutc.ea e e com
bastante presso pira elevar se maior- altara,
a adaptar as mangueiras aos bydrantes e abrir as
torneiras destes.
As experiencias alludidas deixaram-nos disso
Ciovoncido.
E em vista da letra d contracto, e em face das
infjrma;oes colhdas. parecendo-nos tambem evi-
dente que o volume d'agaa de que pode dispar a
Companhia deixa larga margeui oara si pensar na
rrigtci das ras pelo vero, nao sera fra de
proposito que a Cmara Municipal da Recite tra-
tasse de chegar aeord i para esse fim com a re
ferida i'ompanbia. qne fiamos baamente a iato se
prestara em condico s raaoav is.
tteim de Oniabo Fubiicou-se o n 85, do
6- annj, do iSet de OUubro, oigo da Assacisco
dos Funccionarios Frovinciaes de Pernambuco.
Obran publirmnVal pira mais ded.ua
inezes que toram deat uidas e arrancadas as
raizes duas grandes arvores, que existram na face
leste da prar;a Conde d'Eu, exteriormente ao gra-
dil- .
Parece qae o que det-rminoa essa destrniQiio
foi estn u> as ranea deesas arvore i arruinar a
calcameuto, em torno dellas, j tendo desloeado
l^ons do la edos do passeio.
PoBse ssa ou oase outra a razo, o que corto
que as aror-s f.rain dessrraigadas e destru
das; ficanlo, po m, all dous borseos, que ainda
nao foram tapados, e menos repostas as lagea dea-
locadas ou em bcu lugar posta outra.
Era o caso de a repartico das obras pubtica
provmeiaes, pela qual correm as despezas com o
cilcameuto da cid ide, mandar raser aqaeile re-
paro.
Fal-o-ha ? Veremos.
Bi|ie em frente da h.spitai r'edro II est, desde alguns
das, um cavallo morto.
Qiemhilli o piz uo e sabe ; mas o animal j
vai deitaodo om cheiro homvel, segundo nos iu-
tormam.
Nao fertjari o fiscal municipal da parochia
da Boa Visa\?
Se o tivease, aem duvida tena tambem entido
igual perfume qae exh la nm carneiro mor o, que
est atual no largado Hospicio.
Poi at para taes cousas preciso qne ee faca
reclamaces pela impr>osa f .
*rovidexciemCommunicaraav-ni o
guite:
Pela ana Revista chameua a arteuco da Cama-
ja Mauicipal eda Inspectora de Higierme oublica
para o estado anitario do arrabaldes, principal-
mente do Monteiro, onde de ma qualidnde a car-
neexpata venda.; nJ0 ae reclama mai aobre a
differenca em tod-sos pesos que de 100 graminas
que era passou para JOO depois do appareermeato
du taes arrobadores, observada constantemente
por quem tem balanca, ma aim sobre a carne, qu
nao devendo ser ada para o causummo pir pes3i-
ma, vendida como de primeira qualidade.
8b apparecer quem cantate isto compromat-
te se quem escre estas linhas a levar ua primeira
opportunidade s "rcd-iccoes das folhas que se pu-
blican nesta cidade, inspectora de hygiene e
Cmara Municipal, urna amostra do qua vem de
expr.
liibiirtac/rte* O Sr. Mano! da Carmo R3.
drgnes Esteves e sua mulher D. Franrisea Maria
da Carmo Esteves, de commum acord com seas
fithas os Srs. capita Gald ua Rodr'giea Esteves,
tenente Jos Rodrigaea Esteve, alterca Baivea-
tura Rodrigues Esteves o eua gonros cip to Il-
defonso Pranico Gomes e Miguel Machada de
Aguiar, propnetariis dos engenhog Boniade, Ria
chao, Hifrigerio e rendeiros do R-.pous, Re/rige
rante, tadoa na c marca di Escata, na sext^ foi-
ra, _em commeraca paixia e morto. do"ajesus
Cbristo, libertaram todos oa pict..v 3 que pos
soiam, nm numero sup>nor de ,'j'J i dispensar..m
tambem o aervicos dos ingenuo.
O Sr. Manoel Luiz Callas, po.ro torabem do
Sr. Maaod du Carmo, foi o primen > : rl i- o exem-
po da libjrtaclo d >s es:ravo3 d qaclla familia
poi j tem tirado tres safras da eng riha Banda-
de como gente vre.
Manir* Casa de Mlxerlcordla A com-
misso nomeada pelo vice-provedor da jauta admi-
nistrativa da Santa Casa ic Misericordia para
dar pezames Exma. viuva do d semoargador
Francisco de Assia Oliveira Maciel, ficou com pos-
ta do Srs. m ird raos Drs. Pedio ArTiosi de M dio
e AleXandre de Souza Pereira d.. Cinco, e Manoel
Antonio Cardoso. *
Em consequ 'ncia da falleciu.ento de seu pro
vedor, a reuoio da junta a ministra:i va que dovia
ter lugar no da 3, foi adiada pira o dia do cor-
rente mcz.
Os empregados da secretaria da S.nta Cr.sa
resolveram t -mar luto p;r oito dias cm sigoal de
profundo pezar pelo fa leeimenta do provedor,
desemb irgador Francisca de Assis O'.iveira Ma-
ciel, e mandar rezar una missa por tua alma no
7o dia do aeu pasaamento, quinta-feiru, 5 do cr-
rente, na igreja de Nossa Seobora do Paraio,
pelas 3 horas da manh.
I.lhrriladc Eaa reapeiti ro din em qne a
igr. ja coramemora a Paixoe morte do Redemptor.
o Sr. Frnnciseo .o .qu'oi de Souza Caoced u liuer-
dade, sem onns, nem coudifi), sua escravisa-Ja
Mara, de 35 anaos.
Poi urna bella aceao, que outris deveram ter
imitado.
Obras de Julio VernePara a Lit>ra-
ria Q tintas, na Primeiro de Marca n 4, chi-
gua man. um volunto da ediesi pipu'ar das obraa
leJul o Vera feita p--la casa Davii Corazzi, de
L sboa. E'o que traz o rimaaci 0 doitfor Ox.
Vi procural-o o* suri3crritre3.
iti-miimi'iiios publico**As segaiates
eataco'8 arrecadaram cm M...e.o :
Alfandega :
8s8:27r!'34il
899:517*^76
75:2335o7
724:383*5 5
1.111:8805 .-!
1888
187
188
1885
1884
74:53753PG
95:-27<,5l6
12.1:783*158
98:8484l4
9:2U4;44
177:269#932
190:681* 99
122:566*191
109:1 .li 76
lv8:01vi'J24
De
De
De
De
De
Recebedoria Geral
De 1888
De 1887
De 1886
De 1885
De 1881
Recebedora Provincial
De 1888
De 1887
De 1886 .
De 1885
Ee 1884
HomicidioA's 5 hiras da manh de 30 de
Marca fiado, na estrada da Madura, cm -^anto
Amaro dai Salinas, Lucio Casimiro Justiniano
deu tal surra de cac-ae em sua amana Msria
l-'r .ncelina Raposo da Cmara, que esta veio a
fallecer s 2 horas da tarteem eonneqnencia dos
A 8 ivageria ae Lucio cheg m ao po ito de quet-
m-r com um tnola de fjga a sua inleliz victima !
O perver'o criminoso ,foi presa "m flagrante e
eontia el.'e est pr cid-nio a autoriiade policial
competente.
tlrnpellamenio-U o bond da linha da
Magdalcua, antehontem, s 8 h pel'ou e derrubou. feria Jo a, a Jas Joaquim de
Sant'xanoa, homem de cerca do 4') anuos e surdo.
Deu a o casa na ma do Baro da Victoria.
O c cheiro do obo! I 'g* que se apercabeu da
ni .1 causado fustigou os animaes e parti a trote.
Nao se pie ver o numero do carro.
Cmara Haoicipal do ueclfe Em
sesso da Cmara Municipal do R-cite, bw^em, o
-sr. Fiancisco de Paula e Silva procurador da
mesma Cmara, entrn para ob respeetivis cofres
com a un o irtancia da quautia que montava o
desfalque dias antea encontrada.
Em consequeucia, a maioria da Cmara resolveu
n"gar a demisso pedid pelo meamo Sr. Paula e
Silva do referid) carg> de procurador.
AUegou o Sr. Paulo e Silva uo ter havido des-
falque, mas aim prudencia da -ua parte, pas que,
teudo j bavido mais de uina tentativa de r ubo
contra o edificio onde funcciana a Cmara, e nao
lhe inspirando confiare esse edificio nem o res-
pectivo cafre, julgau acertada levar p.ra a caa
de sua residencia o dmheiro pelo qual era respan-
savel
A Cmara, pois, nao teve prejiizo.
Carta Paaloral Recebemos um exem-
plar impresao da Carta que o Exm Sr. D. JoB
Hereira da Silva Barros, digno bispo de Olinda,
dirigi ao clero da sua diocese sobie a fesla do
Jubileu Sacerdotal do Santo Padre Leo XIII.
A' Carta acompanha urna lista dos donativos of-
f recidos ao Sauto Padre por occasiSa desse Jubi-
leu, na importancia de 8:295*l\0.
Agradecemos o mimo.
Prado PernambacaooH j^> realiaa-se
no Prado Pernainbueano, a 1U corrida de caval-
Ins, constando dos s-te pareos s-guintes :
Io Consolaco800 metros. Inscriptos 17 ca-
vallos Premios 120*, 30* e entrada vre. Pal-
pitesFuro e Amazouas ua Ia turma; Gladiador
eGir.tU na 2.
2 Dr Souza Reis1.000 metros. Inscripto
3 ca vallos. Pr- mios 20l>* e 50*. PalpiteNo-
ruega.
3o Desafiol.lOfl metroa. PalpiteSatn.
4 Auimaco i ve los. Premioa 200*, 50* o entrada livre. Pal-
piteaTangible e J guanbe.
5 Pradu P. rnambucana1.600 metros. Pre-
mios 400* e 100*. Ius.-iiptos 3 cavallos. Palpite
__Pacha.
6o Dr. Go.'caUvs Tinto1.600 metros. Pra-
mioa 250* e 60*. Inscriptos 3 cavallos. Palpite
Beberibe.
70 Ab-il cao -800 metr is. Premios 150*. 40* e
entrada livre. Iuscriptos 6 cavaltos. Palpite.
Teropeatade e Tabira.
4NN*lnaloEm 25 de Marco pr"Ximo fio-
do e m trra do engeuho Se'e Ranchos, do termo
,1a Escada, Antonio de tal. co .h cid. par Antonio
Gloria, assassinou com qu-tro tacadas a Theoto-
nio de tal, evadindo ae aps o crime.
A autondade policial competente abri inque-
rito a respailo do facto.
Ciimp>nliiK P'rnambucana
cnmpnhia de nav gse costeira a vapor tata
pagando, em vita do r. spectivos eeupons, 08
juros do empresiiina por elia tontrabido, e refe-
rente ao semestre findo hontem.
Club Cairlo ameAmanh, 7 ho-
ras da noite, reune-se in ee-o ordinaria, o eon-
telho administrativo do Club C.rlos Oum'i. .
( irru -rO ex presdeme do conaelho
mi, iatro, Em.. Sr. Baro de ijotegipe, em U de
Mateo figdo, dirigi a a-gointe circular aoa pre-
oid-ntes de pr vmcia :
. I Im. e Exm Sr Havendo o gabinete de 20
de Agosto, a que ti ve a honra de presidir, solic-
talo uo da 7 do correte a S. A Imperial Regen-
te demisso, e sendo-lhe rata cduu-dida, ioi cha-
mado pra encaarsgar-ae da (rganiaci> do aovo
gabinete o .Sr eonseibuiro de estado J ao Alfredo
i'.nrrea de O iveira, o qual deaeino-boii Ua.
missi couformH V. Exc ver ..o D^no Oficial
de 12, que c ,ofirm o meu teiegramm. de li. no
V
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I
Diario de Peroamhutw-- Domingo 1 de Ahril de 1888
*
decano de doai anuos e meio. o njnisterio deoiii
aioDBrio rmpregoa todos os etforcobs de que era ca-
pas para, atraves de serias diffieuldades, ineibo
rar todos os ramos de admnitra>, especial
maote da fiosnceirs, e di-xa,"iniciadas medidas
que peles embaraco do noao rgimen poltico,
Jo poder ser d.fioitivamsnfe votadas. 81 re-
t ron se, nao foi porque Ibe f.ltssse dedicacio i
causa publica. Ao recolber me a vida privada,
pede a justica que ea gradee* a V. Exc a coope
racio que pretton-nos como maior elo e lealuaae.
O presidente do conseibo eos novos mii.istro sao
distinctos membros do psfrtido conservador, e oo-
' onecidos pe'oa seus honrosos preceaeotes. Deve-
mos, pois. esperar que seus actos carrespondam
ao coDceito de oue justamente gosam
Tfaeise-Obseqaioa nos o Sr. Dr. Ascanio de
Paula MoDclar com um exemplar impresso da the-
ae que apreaentou e.defendeu parante a faeudade
de medicina do Bmde Janeiro para obter o titulo
acientifico com que fui graduado.
Agradecemos a 6uesa.
Citarla Medie* da Baha -Recabemos
o n. 8, de Fev.reiro hndo, desta revista, cujo sum-
mario o segum'e : wu. u
I Hye-eaeNoticia acerca do k kke, oa be-
tibe'ri das lo liss Orieotaes. Pelo Dr. Suva Lima.
II Estudo sobre a eoca e a cocain e suas ap
plica'coes therapruticas. Pelo Dr. Jos Pereira Re-
g Fi'bo
III H>'gi"oe publica.Begulameoto sanitario
internacional.
IV. R> vista da imprensa medicaTratamento
operatorio dos abseessos pulnunares, pelo profes
cr Quineke, de KielCirurgia pulmonar, pelo
Dr. Zuliwics de Posen. ContribuicJ pata o
tratamento das aff-ecoee cirurgicas da pleura e
dos pulmoes, pelo Dr. E. Rocbelt. Contribuic
para a cirurgia dos pulm5es, pelo Dr. A. Casini.
V. Bibliographia.Progts de l'hygine daa
la Repub'ique Argentine, par le Doctaur Emile
R. Coni. Pelo Dr. Paeifico Pereira.
VI. MeteorologaRsumo das observacos me-
teorolgicas do mes de Janeiro. Pelo eonselheiro
Dr Rosendo A P- Guimaraes.
VII Noticiario1. Faeoldade de Medicinada
Babia. 2. Concursos as (acuidades de medicina.
3. Instituto Pastear do Rio de Janeiro. 4 In. cu.
laca-1 anti-rbica. 5. Agente t.xi.o do ar expira-
do. 6. Cjngresso para b estudo da tubrculos''. 7
Congresio orasileiro de medicina e cirurgia no Rio
de Janeiro. 8. Incendio na faculdade medicina
de Pars 9. Monumento a BecUrd. 10. Successor
de VulpUn. 11 Inconvenientes da morphinotn.:-
oia. 12. Tuberculoso pelo leite de vacca. 13 Urna
espoDJa no ventre. 14. A e-evada no beriberi 15
Pubeacoes reerbidaa.
epotsdoxeral-N) paquete ingle Ta-
que irh>gou d. Europa antehoot quim Aurelio Nabuco de Araujo, depuudo geral
pe o 1 districto debta provincia.
8. Exc foi rec-biao por diversos de seus aun
gos, que o acomp .nbaram at a eaia onde fui
hospedarse. Pretende d< m em Pernarobuco, seguindo depois para a corte
afim de tomar parte n^s trabalhos do parlem<-oto-
luatiluio AreheologieoHoje, ao meio
dis, reine-Be. este Instituto un sisi-o especial
paladar [0se a tua ni va mesa admnistrativa
atanco de Crdito RealEste estabeie-
cimento esi psgndo o terceiro dividendo aos
aeus accionistas, a razio de 5 % sobre o vaior
das entradas realisadas cu 4*000 por accSo.
Binelro ae BoolloTermina dep.is de
amacha, 3 do cerreute, o preso marcado aos ac-
conistas da trro va de Rbeirao ao Bonito, para
realirarem a ultima entrada de 10 *0 do valor d
suas act-ea.
Pn Jectil de guerraUm singular pro
jectil de guerra acaba de inventar o electrista
Eduardo Weston, prt curando coi.hecer os meios
mais s'guros e rpidos para redusir o inimigo
impotencia, acaba de imaginar o Beguinte oroc> 88 i
origina!:
t' E muito sabido, dix elle, que o nitrito de
amvia praduza iusmsibilidade mui protnptamente
as pesBoaa que respirara-Ibe hs exhalacoes. O ef-
feito o de urna par-lysia temprana. Sabe-se
qneetta subrtauem Hbuudaute e barata. Eu pr. -
ponho o emprego de obusea aeeiu) erregadus chi-
miesmente.
Nao se ter ma3 necessidade de penetrar s
f.aMMlR-M
Bu Isa coro reil
COTA1.0B8 OFFIC1AKS DA JUNTA DOS COB-
RBTOBES
Reate. 29 Ni. h uve cotavao.
Oia 31
Algodao de Maco soite, 6JSU por lo Icitos.
em 28 do crrante.
Letras bvp.)t0e.-arias sem juros a 924500 cada
orna.
Ditas ditas com juros a 964000 cada urna.
Ditas ditas a> m jurus, a M74500 cada uxa, a en-
trega at Juuhi prximo, a ojeo do com
prador.
Cambio sobre o Rio Grande do Sul, 90 d|V com
2 0/0 de descont, ante-tuntem.
Cambio sobre Lisb >a, 30 djv 132 0/0 de premio,
particular, em 29 do correnfe.
Dito sobre dito 60 d|v. 132 0(0 de premio, parti-
cular.
Cambio sobre o forto, 90 d|v. 131 0/0 de premio,
particular.
Va hora da bolsa
Vendcram-se :
50 lettas hypotoecan&s sem juros.
42 ditas con juros
00 ditas Cira juros, ontregar.
< ic-id nte,
Augusto Pinto de Lemos.
11 secuetario,
P( dro Jos Hi-tO.
llovimeDto bancario
BECtFB. 31 r>B MARQ ) I>B iOOH
f-KAgA Ov KEOIFE
Os bancos abriram bejd a 22 3/4 d. sobre Lon-
dres, nao acbaodn, poiun, diubeiro a esta tu .
Em (i;ii I particular u cunstou trausac(o al-
gnma.
O mercado fechnu maito quieto.
fKAVJA I' HIO i'fc- JANEIRO
Os bancos Baccaram a 2 3/4 d.
O soi-rcado esteve p raiyaado.
As tabellas expostaa aqu toram estas :
Do LoHDOH Rm :
conracu dos navios inimz s. A'guns galdas desta
tubstancia, espalbsdcs sobre a tolda de um navio,
ternariam toda a equipagem inerte.
O mais poderoso encjurar;*dcsena anda mais
vuloeravel do que um ligeiro cruaador, porque ven-
tiladores Ibe transmittinam em anas parles inte-
riores forte quautidade dear saturado deste anes-
tsico. O cheiro se espalbaria rpidamente em todo
o navio. Estando assim tocada de innercia e equi
pagem durante ama oa duas horas, nio ser1 pre-
ciso mais do que tomar o navio a reboque e con
duail-o a um lugar seguro. Os captores o ventila-
ran) e chamaran) a vida os seus prtiioneirot.
Si no vero tee trvala.
Cosaalsaii de ItaniieaL-mis as Va-
ria* do Jornal do Commereio da corte :
Culhemosas seintes intormaces sobre o m>do
porque foi distribuJo o servijo oa commissio de
limites entre o Brasil ea Repblica Argentina :
01 ajudante, major Jos Jardim, dirigi a tur-
ma que explorou o Cbopim, e teve psr c mpanbeiro
o omcial argentino tenente de navio Garca Do-
ee.
O 2. ajudante, c pitao-teneate Prederico P^r-
reir de Oliveira, trabalhou com o capitn de fra-
gata Jos Candido Goillobel na exploracio do Uru-
guay e do Chape e foi encarregado do nivel i-
mento das cabeceiras deste e do Cb.ipim.
O 3o ajudante, 1 o teneote do corpo de estado
maior de 1.* ciaste Joodo Reg Barros, trabalhou
com o tenente-corouel deengenbtiroa Dionisio Cer-
queira na exploradlo do Piperi Gms e do Santo
A-itniiij e n'velluuicnt i das cabeceiras.
Durante os trabalbus f toa falleceram as se
guintes p-asoa- : da 1 turma fii morto por um
tigre Man.el AffooBO dea S-iut s e mordido par
urna jaracca o colono do Alto Uruguay Patricio
de tal ; da 2 turma, apera- de haver ad^ecido
qaasi toda o peasoal, o que a obrgou a retirar-se
do serviQj por um mex, nao fslleceu inga m ; da
3.* turma morreram : afogados em Cach eiras o
8' Id-ido do 7.* bataibao de iufantaria J. Cirvaiho
e Pedro Padciro, perteoceute a turrui argentina e
de anasarca palustre oa colonos de Blumenau.
tunes Enoiog e Joaquim Otto.
Os argentiuos perderam o major T>1j i, ehefe
do fornecimeoto, e quatro soldados. Quasi todo j
Beu pessoal i.ffnm gravea euf^rmidades.
Os membros da commissio braiileira regressa-
ram i Curitiba, onde terminaram os tr.bilh s de
gaOmete, o que os argentinos faro -em Buenos
Ayres.
Seda de Nova TreoioLemos no Jornal
do Commereio da tente :
Mediante reqoisicaO do miutsterio da agricul-
cultura, a S ciedade Auxiladuia da Industria Na-
cional sojeitou a duas diversas se<'vocs o exame de
amostras de tecido9 de seda preparados por imm>
graDtes do uucl i colonial de NjvaTrento, da pro-
vincia de 8ant Catbanna, e o resultado de tal
exame satisfactorio para o fiu> de incitar aquelle
ncleo e outras localidades do imperio a duseo-
volvimento de iodutria to remuneradora, que
es' de c-rto destinada a constituir para o Brazil
fecun la fonte de riqueta.
Ambas as se< uoes da prestante essociagio reco
nbeceram a imperfeicu do* tncidos, attr blindo a,
do me sin o n.olo que a presidencia de San* i Ca-
tbarii.H, falta do estab leciin'nt) regularmente
appareihado, oo qual o ebfjrco inauual tai vao-
'ajjsamente seria substituido pelo mehanico.
Qnanto ao fio, pnrm, amOaa o cjusiderarain de
muito boa qualidade, notando lhe as xctlleotes
cjnd'^oes da resistencia, brilbo e tintura. A sec-
co de cbimica iodJStrial, tendo,aojeitado o moam
fio a exame microscpico e analyse cbiioica, con-
ciuio, pela competa diasoluco da materia textil
que ndw duxou ueubom residuo de eellulosa, ser
de muito boa qu-.lidade a materia piima (seda
pura).
A scelo de industria fabril ponderou com razSo
que, puseuiodo o Brtiil a amoreira em abudsneia,
muito c nvir animar a exp .rtaco do producto
ou auxiliar empr zas que utiluem a materia prima,
tatito mais que para este ramo iudustnal ao ptr
ticularmente aptos numerosos immigrann s Italia
nos, sendo sabido que ni> no le da Italia familias
inleiras se oceupam exciusivameute na arte de
fiar, exportando para a Krauca o fio que alii te-
ciuo.
Nao trneute >m Nova Trento ma- em outroe
e8tab-l timnilii* le Murar e aR^udAo
MKZ DE MARCO
ASbUCAR
Entradas Das Sacos
ttarcacaa...... i 30 71 656
Vapores....... 1 30 4.0ut
Via-ferrea de Caruar 1 30 50 199
\uimaea..... 1 01 7.26
Va-terrea de 8. Francisco 1 30 94 77i
-* ia-r5rr:a uc l.iui' ;.u i a Oo- i io.i
flO dio vto
" ,2 3/4 A 1/2
418 4.4
.tala........ . 41
dsuabur^u...... 518 b
Portugal...... 233 23>
Sew-York...... -,--.
Oo Imthb.\aciokl :
90 ff/u ahto
Liendres ...< n 3t 2 1/2
?ana........ 418 1
Italia........ 421
amburgu...... 518 bJ
Lisr> u e Porto..... 131 2t
Mncipu-s rtrladea de Porta-
gal........ . 24 Sew -Y.-ik...... 20
Do Emltsh ">.- ;
90 d/p nssta
2> /4 .2 1/2
Pars. ..... 418 4I
Italia........ . 421
dambui....... 518 522
Lisboa c r!....... 33 235
?rineipKca outedea de Poita-
. m
iha d;is Azores .... . 243
tlha da Vadera .... . 540
faw-Yi-rk...... l-<
bouim. 209.022
ALGODAO
Entradas Das Saceas
rlarcacas...... 1 i 30 3.489
Vapues...... 1 30 1.810
Va-terrea de Caruai 1 30 934
Animaea...... 1 a 31 l;.il'4
Via-teriea de S. Francisco 1 & 30 5 280
Via-ferrea de Linioeiro i 30 8.138
Sommu. 32.655
industria. Da D. Isabel, de outras colonias do
Rio Grande do Sul, temos visto fios de seda de ex-
cellente apparencia e boa tintura. as exposi
coes nacionaes que tio poucas temos tido, tem se
achado amostras de fio de seda de varias proce-
dencias do Brasil. Infelizmente, oa esforcos da
administraolo publica pela fundacao e propagreo
desta incipiente industria nao tem sido continua-
dos com peraeveranoa oem dirigidos com ordem,
pieviso e systema. Hs nao meaos de 20 anbos,
o governo imperial conceden trras e auxilios ao
Dr. Otto Lioger para fundar no Espirito 8aato
vastt plantaco de amoreiras. Por vsses tem dis-
tribuido mudas do arbusto. No emtaoto, tom-se
volvido muits aiinos sem que tenhamos alcanzado
outros resultados pslpaveis alm de boas amos-
tras que apenas indicara as boas coodifdes em que
a indnstria pode desenvolver-se entre na.
XvetsrNo anuo paasado o viee almi-
rante Aube, ministro da mariuhi franceja, d-p lis
de trr reformado o servico interno de bordo, de
contormidade com os progressos dos misteres do
mar, expeli instruecSes aos commandantes das
esqasdras de evolocoes, estacoes navaes e navios
de iostrnccSo, afim de que se fisessem com o
maior escrpulo as derretas, comparando os unti-
gos methodos de nuvegaco com os modernos, que
se fizesse a bardo estudo completo sobre as mar-
chas dos chronomefr-s, qne se presagiassem as
mudancas -i" r"apo h srando se nss observat-s
meteoreoiogiCaa ae bordo c.-m o desvio das agu-
lhas, mesmo nos navior de madeira.
Alguns ofiiciaes da m rinha biasileira lm apre-
sntado deir^ta pe s n.ivos metbodas de navega-
cao e alguna t n tscrpto sebre esse asu:npto
monigraphias muito apreciadas pelos que se 9e-
dicam a taes trabalhos. Infelizmente, porm os
Srs. Bacellar, Perin de Sousa e Cmara, quetim
feito esses estudos, ests em entras commissSes e
vo na d'visao commandada pelo distinttj ebefe
Wandenkolkc.
oirecioria das obra* de ciimen
cao do* portoa de Pernambaco-Re-
cife, 3 dj Marco de tSH.
Boletim meteorolgico
doras 4 5 o o a -a !* Barmetro a a* Teneo do vapoi
* a 5
H 3]
6 m. 260 760i 75 19,84 78
9 28J9 76102 21,23 72
(2 29 -1 761 >35 I9,0s 64
3 t. 28 -0 759">60 18.9a 66
6 278 7.; ni-..-) iH.il 68
i'emperar.ura mxima29*,75.
Dita mnima25,75.
Uvanoracilo em "~'i bor&a ao sol: 7,">U ; A som-
bra : 3*,4>
Chuva0,mi.
Direc?So do vento: SE com pequeas iuterrup-
(oes de ESE durante todo o dio.
Velocidade media do veato: 3,40 por segundo.
N'ebulosidade media: 0,29.
Boletim do porto
^ a s
Dia Horas Altura

B. M. 80 de Marco 0 -43 da tarde 0,22
P. M. 635 2.H-77
9. M. 31 de Marco 119 da cnauhS 0-2S
P. M. 7- 6 . 2,"61
JolHClO 'A: HfKIICar
IM 31 DB M1BQO DI 1888
A Afoctaco t imm-rctat. Agrcola, regis'r u os
oree s -. Kiii", par* ao agricultor, por 15 kil.-s :
Usina Pmt i
Colonia Isabel. .
Brsnc R suiicriur .
3 bou .
' 3. recalar .
Scaeoos ....
ascuv
gnttiir*
purg
DUt J .
2*700
2*80"
24500 a V470H
243'. 10 a 244'KJ
20H) a 24200
147l1 a UflOii
14'0n a 146iKl
W o a 14340
4900 a 141i)0
otaca* sJe algodAo
n 31 na tunco di 1888
NS COObCU V UB.
\ apere desjpachatlas
Vap.afraou "Villa de Babia, para :
Rio de Jaueiro : \O0 saccas com algodao e 250
saceos com assucar.
.Santos : 45 pipas coso alcool, 30 ditas e 100
barris de 5 com aguardinte e 2.4u0 saceos com
aaaucar
L'arreg. diversos.
Vap. nac. Man-lab. para :
Mau> i : 70 fardos de xarquu e 1 barrica com
ct-rvo animal
Penedn : 220 fardos de xtrque, 3 barricas o 6/3
ditas com assnctr branco, 15 -accia c. m cat, 27(1
caixas cora saba, 7 ditas com velas steaiiuas e 1
amarrado cm vasa- uras.
Vnia- Nnv : 25 fardos de xarque, S barricas
com hs. uc.r brauco e 2 saces 'Oui caf.
Aracuj : 40 f..rd. s de xarque, 110-a*ixa8 com
aab&o e 2 saceos cora carucos de algodi).
Carreg. diversos.

!Viy< depaohado
Pat por'. Ilnua limaos, pi.ra :
L'abua : 3 000 cornos verde^ 64 pranchSes d-
Hiiiaolii), 2 pipas e 7 barris di- t' eosn a te, i barrioa com assucar braneo, 1 dita c i eaf
e I i- i xa c m d tu
Purt. : 312 saccas com algodo, 30 couros sa'-
gad s, 2 saetas i-.oui caf, 4 Oarrieas com farmh
de man linca, 5 caixas com u9et 3 pipas e 1 ancu-
rcta Com agurdente.
Carreg. diversos.
.\av Barca ingles 6'tir/ hia, paia u Baltio,
Barca sueca Mentor, par Btlticn.
Har-u infles-. V arlec (JOB para Eatados-Uuiljs.
ingue ailemi J G h'ichte, para Santos.
B'iiue nai-iona Proier^, i'ara o Porto.
L r ingles Adamamine pra Canal.
'ai.i(-h) porinff.-i Victoria, para L'.sbna.
Vapor inglez Hirrop/ite, par atados-Unidos.
Vap -r in^u-a Hydni Wulter P-Ti L v.-ru < I.
Vacor aua'riacu Zithy, para Bstado Uaidjs.
tav o A descarga
Barca n iruegures Hdftor, ea o.
Barca nvrueguenae Turdruskyuld. carvio.
Krea 1112 ez Mttfori, uarvn
Mi rea n i u z Furtuna CwrvsW.
Brea i'Oruet-ueiise JEyire, madeira.
Barca i-.oro-nen-i Un on. sarvtp.
Brigas inglez EUen tirrooe, Carvo.
Brigue ulimi Immacil la. Varios gneros.
njui'gueo^ /.eei<:h, eirvi).
u-l Prateret, V*fMH geoeros.
Lfar ing'ea Stiina, macathan
L;..r UtgleS t.'ori*- nd>, bac .!
raiacbo uncinuai Hivul Xarqu-.
Patub-) u.-ru-sueiiae Fer>A, varios gneros.
Patacho juei-.i A'mina. jaraiie.
Palacio osjies Spa'klinq, bacalbo.
Pataeho nac nal finio I, varios gneros
Paiich'' ingles Ariel bacalbo.
Barca dinmnir;jui-za Anua Varpez, varios gene-
ros.
Impor;ic
Vapor uhc nal Man ah, entrad j de Arucaj
em 30 do crrente e nwaAtffmAa ."ompanhia Per-
n--n>buca. manif st u :
, Moho 15 0 sbceos a Jos de S Loitao.
O enc-iibei.'o ebefeAlfredo Lisbta.
liurument blatorlco -Nao deixa de tar
ioteresse histrico o seguin'.e documento :
I.Ira. e Exm. 8r.Tendo subido ao conheci
ment da regencia o ofiicio de V. Exc. de X d.
passado, em quo participa haver seo filho, Manuel
M nteiro de Barra, residente no Miiranbo, .ti' -
recido o govern) um pequeo carrjHe vap.ir, que
fui depositado na sala dos modelos da ociedade
Auxiliadora da Industria Nacional, manda a m s
na Regencia em anas d> Imperador a Vapor iiHcinoal Jaaihype, entrado da Baha e
escala era 31 de Mrc,, e consiguado Corapanhia
Vinaubu! aun, raanifestoo :
Azete S peix<- 3 barris a Beltro & Costa.
Assuca i jaccos a O Dubeux.
At.i Mr ecos ordem.
Aib3dffen> ,rfc-1 3 0 saccc a Pereira Carneiro
< C, 600 } orJe,n n
Caf 1 av'fcoa C. Du^us. ,
>.. .,. -/ le sol I Caixao .- oiiverra BaSiu ea \j.
Chnelo 1 caxo a Oliveira Basto j C.
Estupa 1 viIiitoh A. P C Kaseudas 1 caixa ordem.
Mh.i 15 0 sacei s ordem.
Piassavas 43 u boa a Beltil) & Costa.
Pe les 52 atados a Aba Stein .V C.
Panoo de -'i; o 34 fardos a Perreira & IrmSo,
50 a Sulser Kuffmann & C, 12 a 01 i uto Jardun
t C, 8 a C. Sioien, 40 a A P. Caroeiro di. Si iva,
15 a Lus Autonio Sequeira.
Pedras de amollar 200 a Fcrreira R>drigues &
H., 100 a A. Suva C, 100 a Miranda &.
Suuza.
Sabio 20 caixas a Sulser Kauffmann & C.
Sulla 300 meios a ordem, 172 H. Noescb
vc.
Tamancos 6 fardos a Almeida .Vlach.d: C., 5
ordem.
Paquete ingles Trent, entrado dos portos da
Europa em 30 de Viii.m e consignado a Amorim
Iruio & C, mamfestou :
Amostras 31 vulumes a diversos.
Cha 1 vo'uin- a Medeiros Si Irmioa
Cartas para jogos 3 csixas a Prente Vianca
& C
Encerado 1 eaixo a Machado & Pereira.
Pe tro 2 c uxoes ordem.
Fcrrauena 4volumea a Albino Si'.va & C, la
Gomes de Matt. -s IrmSos, 2 a Machado & Pereira,
20 a Reis S iit-B, ditos e outros artigos 2 vo
lomes Compauhia do Beberibe.
Mercsdorias diversas 1 volme u Joaquim Ber-
nardo dos Keis Ht, C, 1 a Mantel J :s Goncalves
Braga, 1 a GuimarSes IrraOo 4t C, 1 a O. rleiry,
I a Pnreute Vunna A 0,1 a Joaquim C. de
A auj :.
CbjeatoB para etcriptorio 1 eaixo a Browos &
C.
PasH 2 eaixaa a Joaquim B-ruardo dos Reis, 6
a Parrte Vianoa & C.
Presnii' ; 5 ?Xas a G Dli-8 Pereira.
Qu-'j 6 C....X i8 s I) ming 9 Perreira d< Silva
4C,
Teeidos div.rs"a 117 Soluui-s 4 ordem, 10 A1-
bmo AiaMTMB C.. 26 a Ma-hndo A Pereira, 14
a L Uieiru Mala a C. 20 a Guerra & Kemaudes,
3 a A. Santos i! 2 a \'Ves de Britu & C, 2 a
Migue' Inbela 4 C, 13 Lz A"tomo 8. qa*-ira,
II a Aoradu M-i &C, I a A. V'-e-ra 4 ., 6
J ...qu-m Agusiinbo St tJ, 2 a K> trigo de Carva-
itiu 4 C, 2 a C uto Santos & C, 1 a Emlio boa-
res.
Patacho alleti.ao Almina, eulrado do Rio Gran
de do Sul, iui 6 it. orr.-nte e consignado a l'c-
re r C*rn- iro C, m n.t s :
Xiu|ue 1.50 fardm ao eitatgaatarios>
Barca diaanaarqa tu Anu Casper, ou'r-id) d'
Haoburgo, em 31 do eor eare c ousignadan P^n
oi-i-a li in riife.it"U :
Agai i ca xa 4
Aipsafe 5 saieos a 1) jimiig a Crun Se C.
ftito-i ,s 1 ewxa Via ni cz C.
Brinque ios 2 e -; Cjurhi \V- chuu.ann.
B n s ,-.m 3,11b l-r.j .. 65 6J0 fexea
Borij.-i, 7 0.0*
C'in ntn :'50 n^
*C, l;2W)a e-ridpl
UJH& Oa'X -.a
Ki bu, 12 a Paiva
A Irai
Am rim <
* C, 50 a ufl^H
fe V
Carvo d^^H
Cevadufa
F mandes. -C.
Chuoibo ^U
ter 1 caixa a R.
Iba mono squelle testemanho do interesse que
toma pela introduce!.> de muchinas anda desco-
nhecidas no nosso pas, i ufe a falta de bracos lb-s
angmenta consideraf cimente o valoi ; cumpriido-
n-ie observar a V. Exc. que com o sen citado oficio
nac vieram as iustruced s, que elle se refere.
Dos guarde a V. ExcPco, em o 1. de
Julho de 1834. -A ntonio Pinto Chicharro da Qama.
Sr. Visconde de Congcnhas de Campo. >
O cnellt de Palmlra O cbeik de Palmi
ra, que fdr para a Franca em companhia de M-ie.
Pelouse, qnando esta seohora regressou da sua ul-
tima viagem pelo extremo Oriente, acaba le dei
xar aquelle formoao pas, maravuhado de quanto
vira e observara durante os tres meses da sua per-
manencia nellee fallando j muito correctamente
a lingua francesa. v
Esta noticia snggere a recordaco de que t
tres franceses at boje eucontraram em Palinir
e admiraram as tuinas maravilbosaa do templo do
t'ol, destruido por Nabucbodonosor, ao marchar
sobre Jerusalm. Os fres franceses tio : o prin-
cipe Napoleio, o Sr. Wadmgtun e Mas Pelouse.
Um joraalista trances, Mr. ae Maiseiuy, propi-so
a faser ama prxima viagim aquellas regioes das
lendas e das fadae.
t etlat-anectuar-ac-bo:
Terca-feira:
Pelo agente Stepple, s 11 horas, na ra do Ira"-
perador n. 22, de predio.
Pelo agente F afaiM 11(. meio da, na roa do Vi-
gario n. 12, de un espolio.
Pelo agente Modesto Bpn ta, s 11 horas, na
ra Marques do Uerval u. 33, de m iveis, louca.
vidros, etc.
Qusrta-feira :
Pelo ageute Modesto Baptiata, s 11 horas, ao
trapiche Barbosa, de farinha de mandioca.
Pelo aaente Peataoa, s 11 horas, na ra Do-
mingos Jes Martina n. 84, da padaria abi sita.
Pelo agente Martina, s 11 horas, na ra Pau-
lino Cmara n. 8, de movis, loucas, vidrea, etc.
Pelo agente liiitto, s 11 horas, na ra do Ran-
gel n. 41, de predica.
Pelo agente Pinto, s 10112 hoi as, no trapiche
do Baltar, do casco, perteoces e carregamento do
brigue Frilt.
lasa* fnebresSerio celebradas :
Amanb :
A's 8 huras, na matriz da Boa Vista, por aira-
de D. Augusta Amelia Lopes de Oiveira; s 6
1(2 bo ras, na matriz da Graca, oor alma de D
Joaqu ina Francisca .Ai ves Vanos ; s 8 horas, no
Carra o, per alma de D. Mara das Neves de Mi-
randa Oliveira ; s 8 horas, na matriz de S. Jos,
por alma de Manoel Juaquim de Oliveira ; s 8
horas, na matriz da Bca- Vista', por alma de Auto
ni o Jos de Siuza.
Quinta-feira :
A's 5 bozas, ua matriz Cu Boa-Vista, por alma
de D. Leopoldina Caroliua Quiuteiro.
PatanageiroaSabidos para us portos do
sul co Vapor nacional Mandah :
R. R. Grabam Adriani, Belmira F. Lins de
Aibuqcerque e 1 ti ba, D. Mana Tbereza ae Je
bus Campos e 1 nlba, 6 procaa de polica e 2 mu
Iberes.
Cbegados dos portos do sul ai v .por ingle1
Elbe :
Fraacisco Lopes Sobriuho, Antonio Almeida Pe-
teira, Eduardo Gnimares, Cypriam Foruaud- s
Gomes, Sebastiu Martina, Manoel Miriauo Fre'.a*
e Olympio Cesar Cbaves.
Sabidus para a Europa id mesmo vapor :
I. Kenynn Eddiwes, Sra Patn e 1 fibo, J. Ven
tura Silva L.ureiro, Joseph H We, sua seubora e
1 fiha, D. Oaveis, Joaquim de Sousa L:m e sua
senbora, Arthur Piuto do Linos, Joao ua Silva,
E. Broiherhood, Jos Goi.caives da Rocha, Joa-
quim de Suuza .ti' eiro, Sra. Kigby, 2 filbos e 1
criado, Anttnio Seixas, Fehppe tforeira da Cruz,
Sebastin J .s da silva, R. Mepqenaon e Manuu
Antonio. *
Cbegados do sul no vapor nacional Man
dohii:
T. Polberson, Tobas E. Dirraerzcr, A. M.
Albramaiia e Hermano Abrabau.
Ciegadcs do sul no vapor nacional Ja-
c.uhype :
Jos Romio Ferreira, Francisco Rodrigues
Sousa, Dr. Mauoel de Ss 'Sa Vianoe, Jos Crrela
G- ueora 16 Caix 8 a El aly l,.ir-dues 4 C, 30
a Couta A Medeiros, 50 a P-.iva Valente t (J.,
1< 0 a Fernandea & Irraaoe, 40 a D- mingos Fer-
rara du Silva 4 O, 120 oidom, 20 a Jjacjuim
Ferreira de CarValbo c C.
Louca 33 caixas e 65 pradeg- ordem, 33 a G n-
(alves Ruta 4 Fernandes, 25 a Fi-ru-.u-.es A Ir-
mi
M-.-.-uurias uveraas 2 caixa? a Nuncs Fonaeca
* U.
- Matenaes para navio 1 caixa a Beltro &
Costa.
Piments preta 5 saceos a Domingos Cruz & C
Ps de ferro 15 fexes aCourad Wachsmann.
Papelo 13 fard >s a B. da Silva Carvaiho.
Piano 2 CHixeg a H. Vo^eley.
Parafinat 20 caixas a Casimiro Fernandos 4 O,
10 4 ordem
Pregas 100 barricas a linn b de Mattos Irma>s.
P.lvora 100 barris W. Hailiday cC, 30ia
Samuel P. Jobnatun 4 C 10J a Ferreira Quima-
rica e st C
Pb pboros 10 caixoi's a Esnaty Rodrigues 4
C, 10 a Fernanda da C -sta 4 <"., 20 a 8 Osa
Basto Amonio *.(.'., 20 a G .mes Per-ira, 10
G jin-s de Mattos Irmoa, 85 ordem, 20 a 'Do
ming'is Crus & C, 20 a Nuues Fo iseca A O, 5
a Araujo Castro 4 C, 5 a Paiva Valente 4 C,
15 a (ijimar-s & Perman.
Papal de embrnlbo 10 fardos a Guedes ds Arau-
jo Filho, 14 a Paiva Valente ce C, 484 or-
dem, 215 a Augusto Figuereido & C, 150 a Silva
Marques 4 0., 308 a Domingos Urna & C
Sig 15 garrates a G n.calve? Rosa Fernan-
des.
Rotin 1 fardo a Viav.-a Castro T-Ihas de vidros 4 caixas r :em.
Vidros 10 volumes ortem, 1 a Manoel Josquim
Pereira, 2H0 a Francisco M .o >-! da nilva 4 C.
Dit s para vi IraCaa 50 caixas ordem, 121 a Fer-
reira Goimares a L.
Velas 1' 0 caixas a Paiva Valente St. C, 35 a
Cas.miro Fernandes 4 O, 3 grades ordem.
Btttencnurt, Luis Ferreira, Dionisio Te I les, Sal-
vador Ayres, Joo Raposo e 6 pracae de polica,
escoltando 5 presos.
Cbegados da Europa no vapor ingles Trtnl :
Dr. Joaquim Aurelio Nabuco de Araujo, Ber-
nardo V. Alvares, Manoel Antonio Francisco, Al
varo Joaquim Cordeiro e Eroeatino de Jesrj.
Sabidos para o sul no meamo vapor :
Marcolino Silva Araujo, Joviniano Telles, Joo
Ferreira de Paria Oliveira, Jos Dantas Magalhes,
Gregorio Francisco MsgalhSes, JjJo Seixas e Car-
los GalvSo Bueno.
Sahidos para o sul no vapor francs Ville de
ahia :
Googslo Broz dos Saot,-.s, Jos Ferreira Lopes,
commendador H'nriqoo da Silva Ferreira, Virgi-
nia Mana Galvo e Seraphim da Mlva Araujo.
Casa de neteocanMovimento des re-
las da Casa de Decenco do Recite co dia 30 de
Marco de 1888 :
Existimo 315; sahirsm4; exisrem 311.
A saber.
Nacionaes 300 ; mulberes 4 : strangeiros 7;
TotalSil.
Arracoadus 288.
Bons 275 ; doentes 13.
Total288.
Mavimeuto da enfermara :
Teve baila : Pedro Cypriano da Silva.
Hoapltat Pedro IIO moviweoto deste
hospital no dia 28 de Marco, foi o seguiote :
Entraram............... 13
Sahiram................. 17
Falleceram............... 4
Existen)................. 537
Foram visitadas ai> spectivas enfermaras pe-
los Drs.
QriBpi o. s 11.
Barros Sobrinho, s 7 1)4.
Berardo, a 10.
M alaquias, s 7 1,4.
Pontual, s 91|2
Esreviio Cavalcante, a 9 1(4.
Simoes Barbosa, s 9 1(4.
0 pharmacentieo entrou s 8 1/4 e eahio s 2
da tarde.
O ajudante entrou a 7 1(2 h.ras da manh e
sabio s 4 da tarde.
Lotera da provincia-A 3 parte da ID
lotera pelo novo plano, cujo premio grande dd
100:000/000, em beneficio da Santa Casa de Mi-
sericordia do Recife, se extrabir no da 4 de
Abr! ac meio dia, na igreja de Noss Senbura
da Coueeico dos Militares.
Lotera to Para A 5" parle da 18>.
pelo novo plano, cujo prem'o grande 60:000/
aera extrahida no d a 2 de Abril
Agradec [nento
AinJa sob a impresso da doiorosa per-
da de mcu 8'impre chorado esposo Fran-
cisco de Paula Ferreira d'Au'iunciav^o,
veuho satibfaz-r o sagrado dever de grati-
<\&a para com ua itluatrtss Ur. M^laquiae,
(Joftlho Lit-, Cerque-ira L tp, Joo Pau
lo e R yinun'O tau era p-loa aeua non
atantes d-scelos e pnlavias de conboli<3-8
COOI qun te houveraio durante a melindro
sa operado que si.ffreu meii dito esposo,
e com eapo inlidad* >-.o habilisoimo opera-
dor e me.ico Saiiteme Dr. M-Jquas An-
tonio Gonjalvcs, o qual sempre serei de
vedora da iehs acrisolada graiid", fnzen
lo otii8pira que tSo diatincto facultativo
-.nuiinuo conatautenicate prestar liutiiani-
dade 08 serjs/ valiosos servidos, anda que
ap-zur de toiioa os eaforyos empregados
8alaH de in-u dejioso esposo, a grave
euferuiidtt I" de, tudo zombou.
Becifa, 1 de Ab-il de 18^8.
Lucia Mara Carneiro d'Annunciacao.
Haoc. luternacional 14.000*000
Bernardiuo Gomes de Carvalho "'.000/000
EXPEDIDO
Pelo vap. ing. nTrtnt, para :
Macei 50000/000
Helo vap. nac. Mind.h, para :
Macelo 50.000/000
Pinedo & Ot*X>
Aracj 23.384/rfiU
Heudina-tato ptiblicoa
oki na IIABCO
A (fandera
A resnrreifio
Seja o mea canto...
Eil-o I que do sepulcbro se alevanta !
O Regenerador da humaoidade,
ds galas ae veste a cbrisUndade,
Para louvar sea notns, que ao mundo en*
(canta !
Eil-o I em toda a sua misa&o So santa I
Replecto de cundura e de bondade, ,
Espargindo a doutrina da verdade :
Dil-o !que do Sepoleho se levanta!
D'entre os morios, S^nhor, V3 resurgistesl
E por entre oa Apostlos surgistes,
Radiante de lu t -subindo aO cu -'
Gloria a Deua! as alturas os anjos en-
(toam j
Gloria a Deusl nos espatos os echos
(8oam ;
Gloria a Deusl seja este o canto meu !
Ricife Margo 88.
Mathia$ de Albit2uerqite.
va la
Os quo em mim ^oiiGarnin
Amigo coi>9taute ach u ;
Jmate tsiuhos ticaram
Pois robustas provaa dou.
Conheco qua nada sou,
Trepido na prosa e verso;
O in-i i tempo j i pasacu.
E'por ser mo, tive ingreaso.
Accusado injustamente
Qu-si vnu guilbutiua;
Quem falso sempre mete
Temor tem oa sabatina.
Nao sou no todo innocente,
Puro jamis posso s*r ;
. (' ii ni do mal nao se resente
li m nao pod< merecer.
Cibo.Reg Barreto.
O' do eemiierio.
.tgradecimento
Mno! de ^ Carneiro, acr-.audo ae completa-
mente restabeleeido dos graves incoinmod .s quo
fcoffieu, pr- venientes de um tir i qu ua u .ite de 9
'e Nuveobro ultim< lhe dobfeebaram Sibe o pci-
to, sendo o polciio do lado dirito atravedBadj
pelo projectil, ain de nutras Contundes que pro-
duziram grande ioflimmaco no figalo, vem por
este meio dar u>n punlic i testeinuubo de gratidSo
pericia e deav -lo c on quo foi tratad ) pe i liitinc-
tu m-'diC), o Illm. Sr. D-. Barros Carneiro, senta-
do se eom a presente manitestacili fr abilar a
reconhecida susceptibilida-Je do j to 1.-';r.::j
Escul.pio.
Recife, 16 de Fevereiro de 188S.
Mifia
Comarca do ilulque
Roga-se ao Sr. Dr. P ulo (Jaetaao da
Albuquerque, o favor do inundar solver,
em Gar.>nhuns, aqu-lli s^u antigo com-
promisso, pois S- n5o igaira os prs-
juizos que ta--8 demoras oocaai niam aos
pequeos comner iint-s
Garnhuns, 31 de Mr;o de 18^8.
tienda eral
> dia 1 a 28
dem e 31
83 i:65676
48.582/755
) Si'v. 4
AS r. )
C., 200
Oliveira

^^Bruz & ij.
} R ir:gues &C, 20
i **'!. i a .te Arallj) vSi
& f", 65 a Pernandt-S
fd*dH Almei ia, 50 a
Y*) Sousa B-.sto
# mingo i C.iii
BV" Araujo Ciscao
Hn ordem.
a 'inoalve Ros &
tris a f-'urcnte Viann
ina & C.
Fraseos vastos 70 eaixas c 40 grades l ordem.
Pog s di rtihei a 4 *ii a Cata Cima 3s C-
Ferragens 7 vol. m^*4 ordm, 43 a Ferreira
Guimari-s *t C,2a OllVera Bas'o et C.
lOxjiortacIt
tacira. 28 -db mabc > o 18' 8
Para O RMeruw
Na barca ta^lez* Sfcir o/C/.ina, cari-nga
ni ii :
Para Bltico, Borstelmann ft C. 250 saecos
com 18,701 kilos de aigodo
Na barca ogleza Charles Cox, carrega
ram :
P-ra N w Yo-k, P- Cascan & Pilho 639 taceos
ota 4<,95 kilos oe asauear m-seavado
__ No vapor infles Barrooale. oarreeou :
Para Liverpool, J. H B .w li 7,00 saceos
com 510,000 fcil,s de asan.ar brauco.
N > vp ir ings R. Water, carregarau) :
P ra Liverpool, B. Unveira s C. 3.553 SaCCOS
com 2I2.HK) kii >s de ssuc-r mascavado
N vapor auati iaC" Zichy, carregoa :
Para Hii I, C. P. de Lemoa 600 000 kilos de
car ?os de algodo.
No brigue portugus Dous Irmaoa, carre-
goa :
Para o Porto, D. L daCiuz 4 barricas C3m
3 60 kilos de d- ce e 1 barril 68 litros de aguar
deute.
Para o interior
No vspjr trances Ville de Bahia, carrega-
ram :
Para Santos, H Burle 4kC. ^00 Paccjs com
60.t">' kilos de ausuear branctWi 1,000 oitos c va
60,000 ditis d dit) inascavalo ; P. Plato & C.
o0 op'S e 100 barris co a 19,200 litroa do aguar
dente,
Para Rio d-s Jan-ir i, S. Q. do Brito 150 .aecos
com ll.''5> kilos de assucar brauco e__ 15. ditjs
e .m H.OilO ditos de dito mascavado.
__ No vapor ndci nal Maranhao, carreg> r:m :
Para Manis, J H.-rges .0 barricas cam 1,780
kilos de assucar branco.
har Para, B. Oi'vuir* t C- 1 pina com 480
litros de agurdente ; Fernandos St Irmao 2 cm
j5es com 00 kilos de doce.
Paia Vlaranba., S. Huimiraes & C 95 volumes
com 12,108 ilos de assucar brmeo e 15 barricas
com 1.801 ditos de dito mascavado.
N > vap >r nacional Mantahu, carregaram r
Para Villa N>va, Peraaiii-s & Irmo 2 barricas
eom a00 kilos do assacar refinado.
itiuuei O
BECSBIDO
Pelo vap. ir><. Klbi, do Rio de Janeiro, para:
Poetisa Jamk of Rio de Janeiro 155.1504000
Martina F.ua.aC. 42.0u0u00
888:278/431
.\aviuM entrar
Aur rita......... Ri- de Janeiro.
Abel............. Cardiff.
Brio.............. R'o Grande do Sul.
Bridesmaid........ Swansea.
Cbrictian "Criver .. Rio de Janeiro.
Ceres............. Rio de Janeiro.
li. C. Stanford..... New-Yoik.
Hanr.lt Verg laod. Rio (irainle do Sul.
II : iii J .......... Rio Jranda do Sul.
Heleua........... Hamburgo.
Benrique.......... Rio Graude do Sal.
Martha Percival Cardiff
or.............. Rio de Janeiro.
deuda provincial
Un dia 1 a 28
dem de 31
127:008*876
9.7*9:, 635
Sommn total
136.738*511
1,025:016/942
Segunda seccio da A'fandega, 31 de Marco
de 1888.
O thesoureiroForeacio Domnguez.
O chefeda sceloCicero B. de Meti.
Herebetloria (eral
o da 1 a 28 72m .7032
dem de 31 2.4 0 354
74:537*386
Becebetlorlsi provincial
>o dia 1 a 28 28:276*727
tdem iM 31 12:256*691
ttecire nralnaiie
- dia 1 a 28 511:390*523
Ideo u< 31 1:32448
40:531421
51:714*981
Halado uro publico
Foram aoatiaas uc >larau. uro uaCauauga 10
reces para o roadme do da do boje.
tiendo: 85 roses pertencentesa Oliveira Castrj
: C, e25 a diversos.
Vaporea entrar
HEZ DB -11)1-IL
Sul. .*......... Valparaso........amanb
Europa........ Niger............. 3
Norte......... Para............ 1
Estados-U.iidoa Fiaance............ 8
8ui........... Advancc........... i
Sul...........
Europa....... Vtlle de Mont' video . 6
Sul........... Ville de Pe.rnambuco. 11
Norte......... Fspirito iinto .... 13
Eunpa...... Sul......... 14
Turnar .. ........ 15
ernimbuco...... Ville de MaranhSo . 16
17
C nao............. 19
Norte......... Maranhao......... 23
Sul......... rara.............. 26
Europa....... Tau*------......... 28
Sul........... 29
Hambnrgo ..
Bu nos Ayres
Sul.........
iailt 3 e OSC.
Esr.-TJoidos.
Norte.......
Santos e eac.
Havre e esc..
taparea sahr
HEZ DE ABBlL
Valparaso......
Niger.............
Pard.............
Finante...........
Advance...........
.WlIilivS...........
Fi.'e de Montevideo
Ville d->. t'ernamimco
2 s 3 b.
3 a 3 h.
4 s 5 h.
4 s 12h
6 s 2 h.
7 s 5 h.
7 s 10 b.
12 s 2 h.
14 s 5 b.
IA Plita.......... 14 1 h.
Tamar............ 15 s 2 h
Pernambuco....... 17 s 5 h
K.MedffAfaran/io.. 17 s 4 h.
Lonoo............. 19 s 3 h.
Maranhao......... 24 s 5 h.
Pard ............. 27 s 5 h.
Tagua............. 28 s 2 a.
tfetw............. 29 1 h.
Sul....... Etpirito Sanio
Huen-is Ayrea
S ouhampton.
Norte.......
Buenos Ay es
Bordcaux ...
Sul.........
Norte......
Bu nos Ayres
Southampton.
MoTlment do porto
Navios entrados no dia 29
Buenos Ayres e escala 12 das, vapor in-
glez Elbe, de 1,748 toneladas, com-
mandante L. Dik'tnBon, equipag-m 105,
carga varios gneros: a Aiooriui IrmSos
&C.
Aracuj e rscala 7 d (Mandah. de 222 toneladas, commaa-
nante Al-idea M da Albuquerque, equi-
pagem 17, carga raillm ; Co npanhiu
Pernambucana.
Barcelona 33 dixg, patacho hespanhol
cMercelita.s de 151 toneladas, capitSo
Izidro Fabregas, equipagrn 10, carga
varios gneros; Lyo 4 Filho.
Bahia e escala 1/2 ihs. vapor nacio-
rjal a Jacubype, de 382 tonoladss, com-
mandnnte Joaquim Jos Estoves Jnior,
equipag-m 30, car^a varios gneros; i
Companhia Peinan.bucana.
Hamburg-----43 dias, barca dinaro.rgueza
Anna Casper, de 329 teneladas, cap-
tao C. I. InB, equ-pagem 10, carga
varios gneros; a Fonaeca Irruios & G.
uhidtis no mesmo dia
SoutharnptO't e escalaV.'P'r ingUz El-
be, comm-ndanta L. D.kinson, carga
vari a gneros.
Santos e es alaVapor francez aVille de
Bahia, commandante Croux, carga va-
rios gneros.
Bahia Vcpor ingl-z Mosemann, com-
mandant W. Lacy, carga apparelhoa
telegrupnioos.
Pelotas Patacho alleiuao tAdelheide, ca-
pitfto H. Bullen, carga assucar.
Pjito e Lib6i Patacno purtnguez u DoU3
Ir naos, capito Jos Fernandes dt
Silva, carga varios,gneros.
Navi< s entrados no dia 30
Southrop:on e escala14 1|2 dias, vapor
inglez 'Trent de 17U7 toneladas,
commandante W. Chapman, equipagam
88, curira varios gneros ; a A-norim Ir-
mos de C.
Santos e escala 11 dias, v p >r austraco
Szeihetijr de 1149 ton 1 idas, cora-
roandunte J Gothardr, equipag-m
carga varios gneros ; a Jobnston
ter A C.
Suhido no mesmo dia
Buenns-4.yre8 e /stcala Vapor ing
Trent cotnmanlaate W. Ohapuian,
carga varios gneros.
Navos salidos no dia 31
AracatyHute n*abual Deus ta Guie,
mestre Vicente Ferreira da Costa, car-
ga varios g-eros.
Afaeaju o escala -Vapor nacional Man-
dah commandante Alcide Moraei
de Albuquerque, carga varios gneros.
Reval (Rassia) -Barca norueguense So-
lid eapitSo A Arentsen, carga algo-
dSo.
Obiervac3o
NJo houve entradas no dia 3i.
27,
Pa-


\
^fi-






-*.-.-"'. f *v r
**.-*

. .. .

Diario de Pcrnambucr -Domingo 1 de Abril de 1888

.
\
<*


i..

T
i
Acham-se rm exposica l ""
ib< rutara do Srs.
Ferreira fc C detro.no reos, diversos producto, agr.colas viudos oltima-
aiento de S. Paul.-, entro 09 qnaes um mbame
deseomnuuai, porquanto, Pr* ser CullocaJj na
referid charutana f-i necessano dividir-te em
l)ouvida-so ao publico a examinar e admirar to
ub ime oDra d* naturesa.
Aeba-se em exposiclo at meio da.
EDITIS
Oescmli:irg;idor Fraaelsc
l&sls ol ve Ira Wat-i el
O erpr-galas (fct 32 retira da Santa
Casa, seosibilioariosi profundamente pela
morte do seu provedor, desembargador
FraaeiaiO cel-brar u na aliase por al na desse Ilustre
Cidado no dia 5 du me corren'e, p las 8
horas da manhS m igreja do Nossa Sa
nbora do Paraizo.
CjoviJam para assistir a esse acto a
Es roa- vuva, parent"9 e amigos
do.
do tina-
N. *o
k'n enferniisiade externa*
Acompaobadas de terriveis desfiguruces. Pro-
dusem efteitos terriveis, e so o saogue alterado ou
viciado, que causa dellas, nsV) se liinpa de oeu
veneuo coui o uso da salaaparrilua de Bristolo
detergente o mais pideros-o de quanloa se conbe-
Ctmos dceut'-s uo -- buseaio allivio em vo,
mas sim tambm trarismittiro sus molestias a
seus filbos como uu>a beranca maldita.
As p ?8i;:s de i.mbos os Sano* (uoutraiao em
todos os p riodos da vida, que este incomparavel
remedio vegetal, cura rapio1! e radicalmente as
erupces, cbagas, ule-ras, iin,'majc.oes glandu
lares rbeuas -' sin", c quasi tudas as molestias in-
cluiul j as af ci,'0c8 inercunaes que de;6gurain ou
CODtrahem a forma exterior. E-iCx-tra-se i venda
em todns as prmeipaes I. jas de drogas e boticas.
Q Dr. Joaqun) da Costa Ribero, jui de
direito do eivel n'esta cidade do itecife
da Fernarabuco, por S. M. o impera-
dor, etc.
Paoo saber sos quo o pr-'seote. aital virem, que
depois dos pregos e prae^t respectivos,ser aire-
matado na audiencia do 28 de Abril vindour -, o
bera srguinte, penborado na execujao que nove
Gretaliano do* -autos Vital contra U. Hortrneia
Perreira, constante da respectiva avaliacSo, exis-
tente em poder e cartorio do eaen vio que este es
creve, a saber :
Uta sobrado de un andar e aiin.zem no andar
terreo, teodo na frente ama f porta e larga, e do
andar superior tres portas de frente e com varanda,
tundo ao lado urna porta que deta para nma es
cada a qual d iugreaso para o andar su.enor, o
qual tem no oito quatro jtoellas, contendo dito
sudar urna sala e seis quartos e o andar terreo nm
armaiem, seudo o oile par* 1 Largo da Assem
bles e frente para os rmaseos alfaodegados, me-
diado' de fr- iito 7 metros e 84 centmetros e de
fundo 19 metros e 90 centmetro, o qual precisa
de 1 Ig'ius reparos .avahado por 8 contos. E assira
ser dito bem arrematado a qoemiuasder emaior
lance off-recer no dia cima indicado.
E para que chrgue a noticia a todos, mando ao
porteiro 0.0 juis que altiie o presente no lugar do
costume o se publique pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Reefe de Per-
nambuco, aoa iO de Marco de 1888.
En, Antonio da Bargoa Ponce da Leao, eserivo
o escrevi.
Joaquim da Cesta Ribciro.
PRADO PERMMHO
araiaa da 10' corrida
QUE SE EFFECTUARA' NO
Domingo, 1 de Abril de 1888
A's .4 horas da manh em ponto
Juizes d ehegada.Oa Extns. Srs. Barfto de Nazareth, Bario de Caiar e JoSo Jos do Amorim.
Jvz do distanciado. O Illm. Sr. Dr. Francisco de Souza Rea.
Juit dt partida. 'Olllm. Sr. Nilo Joto Pereira.
Jtttz de pesagtm.O Illra. Sr. JoSo Alfarra.
Juiz da emilhament'. O Ilira- Sr. Claudio Dubeux.
Juizes de Raia.Oa Illms. Srs. tenente-eoronel Jos de Oliveira Castro, Alvaro de Vilhena, Ur. JoSo Augusto da Fon-
Cpitlo Jos J. da Rocha e tenente Jos Carneiro Maciel da Silva.
Juizes de arehibancada. Os Illms Srs. Eugeue Cbaline Dr. Jos Bernardo Carneiro da Canba e Jos Peres Campello.
(ttTIIMVIIIi: DE HENNIf.O'
aiu numints
LINHA MENSAL
O paquete Niger
c onimandane Banle
K' esperado dauropa na dia 3
de Abril e seguita depois f""a
demora uetesst ra para
X.
DfcilLSACOES
Ao
commercio
O i.baixo assiguado, levado por motivo
de forca maior, e bastante nuommodado
pela desleal.lade d<- um de seus crpdor-p,
provine qu tem resoivicio liquidar o seu
est-beleeiirento cmnir.ercial nesta cidade
de Bezerr.s, e deixar a espinbesa profis-
sao de negociaste.
N<'sta8 condi^Ses convida h todos os seus
credores paia, no praso de quinase di s, a
contar d> ota data, muni ios de s virem, p'r si ou por 8'us procura ores, a
e.sta cidade ; tim de aerem indemnizados
de seus crditos, urna vez que pessu* em
seu cstaii -le-..i.n-i;t.) i o ni m' r si fundos b. s-
tantes p- ivirlas past-ivas da casa. .
FinJo, porm, o indicado prazo, o si-
gnatario do presente, p, ra a :8Utelar OB
3eus Hit' rc-pi b e es daqaeiles que comsigo
lm tr^ns-cijj s, i-oi.stituio pur sen bastan-
te procura.I. r com ampios e ill'initados po-
deres, ao bach*r 1 Joaqaim Manoel Vieira
de Mello, resideute taabem nesta cidade,
para fcniigavel ou judiciiln en <, promover
u que preciso f3r ptra^ completa liquidarlo
do M-tivo e pussivo da mesma casa com-
mercial.
Cid.-.de de Bezerros, 27 de Margo de
18S8.
Geminiano leixeira de Abreu Peixoto.
InsltPto flfl N. 8. flo Carmo
Fundado em 1873
INfeThUCCO IKIVJAKIA. SECN
DAhIA E RECREATIVA
ea dk s kkancisco, palacete
n. 72 -
(Jutito stclo)
Neste o llegio encina se prin-in.) let-
tras, porloeues, latim, frsneez, ingles,
nritbrj)i ticii, e*-ometra, algebra, rbeto-
riea, geograpbia, philosopbia, msica,
dsnea e desenbo.
Os prtfessores cao habilitados e moral-
sudes.
Boa alim nia^So e predio commodo,
sceisdo e frisen.
Armitfe nlnirn-! inferDC?, uieio-Fensio-
nistiis e externos
Os >rt. prrtendrntes sio convidados a
c. parecer no cttubelecimento, onde te-
o f das i s informado-1.
ssocia^o com inercia I agrcola
de Pernambuco
ASSEMBLA GERAL
Sio de nova convidados os Srs. socios desta as-
socisco a compirpcerem a reomo que deve ter
lugar no da 5 do cerrente, s 10 horas da ma-
nha, afim de cim o numero que comparecer pro-
ceder,-se a eleic.) da nova directora, leitara do
relatorio e prestacao da centas.
A;s -caca. Commercial Agrcola d Peroambu-
co, aos 31 de Marco de 1838
Antonio Ai th ir M. de Mondones,
Io secretario.
Xomes
Iilskdesi
Pelloa
\ulurlln
dea
Pesos
Car da venllmenta
Proprletarlosi
l. PareoConsolarao-800 metrosAnimaes da provincia qne anda nao tenbam ganho. Premios : 120* ao 1, 30* uj 2." e o 3. livra a entrads
IIUMHIIr;
so
/
Divino Espirito Santo
De ordem da mesa regedora, convido a todos os
nessos cariasisios irmSos a lu^psrec?" v m nc!
sa igreja nos dies eesta-icira 30 do coircotc, s i
horas da larde, e d imiugo 1' de Abril, s 6 horas
da manh, para encorpirados, acompanharmos as
preciseoes e enterro e resarreicio, que teem de
sabir da matrii do 8S. Sacrameuto da Boa-Vista,
para o que tivemos honroso convite. H
Consistorio da igreja do Divino Espirito Santo
do Reci'e, em 27 de Marco de 1888.
O escrivio
Antonio Migalbse da Silva.
1
2
3
4
5
6
7
S
9
10
11
12
13
14
16
16
17
Furao.......a
Sinabras......
Leseira.......
Iogszeira......
Eio..........
Amasonaa.....
Pampeiro.....
AjudaGte......
Babiano......
Alcb'in-!......
Gladiador.....
(Jaraoa......
ucfl.......
Hespanbol ....
Bi-ijVFlor 2* ..
Victoria.......
Cndor........
anuos-
CastaDho.
Rodado ..
Russo ...
Baio...
C slai ho
Baio.....
Castsnbo.
Russo... .
Castauh.i......
Escuro.......
AlasSo........
(Jas timbo......
Russo .. '......
Rodado.....i..
Bsio.........-
Pernambuco.
54 Ub.
54
06
56 .
56 .
56
54
56 .
56 c
56
54 .
54 t
56
56 .
54
6 .
56 v
Br.nco c azul..........'.
Encarnado, braoco e azul
Lyno e branco.........
Atol e encarnado........
Azul e branco..........
Bramo e grenat........
Encarnado e branco....
Brancoe azul ..........
Bronco .......
Azul e, branco.
Azul e ooro .,
Marrn e reme.,.........
Amarello.................
Azul e braceo ...........
V. Damiso C. Pessoa.
E. S. C. A.
0. Q.
Augusto Coutinho.
Jote Cavalcaote.
Jouqniui Besirra.
J. S. C
k. J.
Lauriano Rodrigues.
N. C. F.
Alfn do Osorio ce Cerqneira.
F.G.
E. H. C.
1. A. W.
F.G
Herculaoo H. M. Henriques.
Joaquim Cavalcante.
Baha, Ro de Janeiro, BueiiW
Aj res e Montevideo (
Lembra-se aoa senhores passageiros de todos
*3 classes que ha lugares reservad-s para csa
agencia, que podem tomar em qualqut-r 'ernpo.
Previne-se aos senhores recebedoie le merca-
dorias que s se attender a reclamav^'s por fal-
tas nos volumes que forein raooahecadas na occa-
sio da descarga, assim como ocviro Icntro de
48 horas a contar do di vda descarga das al varen-
gas fazerPm qualquer reclamando c:-ncimente a
volumes que poverntura tenham seguiJo para os
portos do sul, afim de poder se dar a tempo aa
providencias necessarias.
Pai'i'iarga, passagens,encerara-sdas dinhaiio
a frete : tracta-se com o
AiENTE
9
deguste Labille
RA DO COMMEHCO-
2. Pareo-Or. Wouzaileis- 1000 metros.Aaimaes da provincia. Premios: 200/ aoi-, iA>no2-
Noruega
Tupy...
Pery.. .
lj Satn.
lFigaro
annos
annos.
Castanbo......i Pernambuco... .'.|58 ki|
Baio..........I 58
|58
I Azul e ouro...............i Vicente de Salles Menezes.
Aiul u Branco...........IF. C. RezeBde.
Ouro e encarnado..........|Manoel Jjs Marlins.
3* Pareo Desafio.1100 metros. Premio 400/000
Preto........iParan.........154 kils.
Chita.........Rio Grande do Snll54
I Encarnado, preto e ouro .... Souza Res.
Escarate e ouro............lCoadelaria Allianca.
4. PareoAnl
cao 1000 metrosAnimaes d provincia que anda nSo t-.-uham ganho nesta distancia.
e o 3 livra a entrada
Pernios : 200/ ao 1, 50/ ao 2.*
Oliiiila
EserlvSo Dr. Caldas
Perante o Dr juiz de orphos e a requerimento
de Sebastiio Fabio Custodio da Silva, inventa
rante des btns deizados pela sua finada sogra D.
Francelina Carolina de Mello e Albuqu rque, vsi
a piuca no dia 12 de Abril o arrendamento por um
snno dos ali'gueis da casa n. 13, sita a Ladeira do
Varadouro desta cidade, servindo de base a quan-
ia de 10/000 m.-usaes.
Olinda, 22 de Marco d-t 1888,
Arsenal de Guerra
De ordem do Illm. Sr. major director, prevno-
se s costureiras deste arsenal, que possuera guias
de ns 151 200, que nos das 2, 3 e 4 do corren-
te mes, serSo distribuidas costuras, devendo as
propriaa costureiras vir receber as meoci nadas
costuras.
s-eejp das en"- */> Arsenal de Guerra de
Pernamouco, I- de Ab.-H de ooa.
Flix Antonio de Alcntara
Alfe es adjunto.
Pisa-Flores ..
Jaguaribe ...
LEpicier ....i
Tt.quary.. ...
Zei'hiro......
Eio..........
Tangible......
Don Quizte...
Occ.la........
Alazo.
Baio...
Russo...
AlasSo...
CaBtunbo.
Russo.. .
Castanho.
Pernambnco.
54 kils.
56
56
56
64
56 <
56
56
56
Encarnado...............
Lyrio e braoco............
Azul e encarnado.........
Encarnado e brs neo.......
Encarnado e preto.......
Azule branco............
Azul e amarello...........
Branco ..................
Grenat e ouro.............
A. B..
A. L.
\. Coutinho.
A. 8.
J. P. C.
Jos Cavalcante.
Jos Francisco da Silva.
M A F.
Augusto F. de Olveira.
5. PareoPrado fernambaeano.1600 metres.Animaes de qualquer paiz. Premios : 400/ ao 1. e 100/ ao 2.
Bacarat......I 4
Ualatbc......I 5
Pscb........I 8
anno;
Castanho......
Itusilho.......
Preto .........
Rio de Janeiro.... |52 kils.
Rio Grande do Sul|54
. 60
Escarate e ouro.'
|F. S. C. C.
iCoudelaria Allianca.
IfJ. B.
6.* Pareo.Dr, Goncalves Plsilo1600 metros.Animaes da provincia. Premios : 250/ao 1", 60/ ao 2*
liZo-nby......
bVberiba.....*
olTalisman......
auuos.
Rodado.
Russo .
AUzo..
I Pernambnco.....|54 kils.
[56
58 <
I Branco e azul .............|B rnardo Damio C. Pessoa.
Verde e amarello......... |J. A. de Mello.
Azul, branco e encarnado. ..|F. C. Rezende.
"N
7 Pareoabuliro^00 metrosPcqniras da provincia (1.30 m rraximo de altura). Premios : 160/ ao 1-, 40/ ao 2* e o 3 livra a entrada
P
Ba iilos de. mar
O etrpn sario do i siab lecimento baln .rio sobre
os arrecif's previne a> r-speitavel publico qne do
1* de Abril proxim i at segundo aviso os escale-
res qne fasem o traneprte para Hquelle estnbele-
eim ii'o pailirio do caes 23 de Novembro o Ia s
'-> bores da n i ba e os si guintca de meia em meia
bofa i-' 8 12. e tarde das 4 sa 6 como j'aues,
isto indi p- luiente devhoniHr.
Reeif-, 58 de Marc/de I88.
Leo un r Porto
Sitia do Ir a. '5
Io andar
Goaliun .. iiiar oa mais dffii-ei
fi.;uriuos recib I. s de Londres, Pari,
Libo e .i'.. H J ni' i
Primi-m p'ifigao de costuras, em
bevidde, modii-i-iade rra prec-s e fin-i
gosto.
Siempre bon.< resnl ados (1)
JA inaior p- rto dos r n.edi s que h je
existem A vtinrta, di-stin^do a c>inbot>-r as
cnfernii'|Hd('3 do p- ir<, e vias respir'-tnraa,
alm de um g su> anua nu n en s r-'piig
nante, cunten una granae quantidade rti-
opio e, cotrquanto sej.im, muitos dell s,
calraantes D(itav--8, tm um grande inncr.
veniente d excitar <> ti'n per-ment e pro-
vocar prii3s de ventre muito rebeldes,
que sempre prnduzem reaccSo Sobre o es-
tomago, cerebro e intestinos.
O Pkitokal DE Cambaua', remedio ho
je rfcoiiheci-iaroeiite ffi z. lungn de cau
sar esaes in. nnvenienles, .! vido
inoffensiva prepar-ySc, apresonta a vant -
gem du t-r nai goatu >ft* i iis8root o
qne o torne pref- il'l-i pflas senhores, crian-
gas oto.le s as pessoas de paladar dalieada.
Fredtrico i h ives Joaior
HOMCEOPATH4.
39=Rua do BarcLo da Victoria=39\
PRIMEIRO ANDAR
A leaea Mosica Pemantacano, 27
ae Margo fla 18v8
De ordem do conseibo e para constar a todos os
socios, se faz publico, que a cemecar do dia 2 do
mea de Abril do anno corrente, vigorar a tabella
abaixo publicada para aa aulas diurnas e noctur-
nas desta rociedade.
Portugus.Tercas-fe i ras, das 8 s 9 horas da
noite. professor o consocio Primitiv dos Santos.
Arithmetiea.Segcndas feiras, das 7 s 8 horas
da noite, prefessor o consocio Qyrillo Santiago.
as segundas e sextas feiras, rudimentos de mu-
sica para os meninos, das 3 s 4 horas da tarde,
profissor Mariano de Saoi'Anoa.
as qnartas-feiras e sabbados h ver solfejn
para os socios, das 6 s 7 horas da noite, sendo
professor o consocio Joo Alvea.
Aula instrumental de s- pro, as quiatas-feiras,
sendo professor o c nsocio Galdino; e instrumen-
tes de cordss, n i. s segundas feiras, das 9 s 10
horas da noute, dirigida pelo consocio Santino
Carneiro.
O secretnrio.
Santino Carti'iro.
COMPiill!' PKR.1*NHlil
DE
^nvgaeo CoMteira por Vapor
O conaelbo de direcca convida .ib Sr?. aecionis
tas a reunir, m se m aesi-mbli g -ra! no dia 3 de
Abril prox mo, ao meio dm, na sed" da compa
nbia, pira !h--s Ser apr. sentado clatnrio e ba-
Ihuco do anno social ulriiuuineuie fi'ido, bem c m
rennvarem o cons-lhi de dirt-t-co e a coinmiso
de exame de conti.s
R.cife, 18 de Marco de 1888.
Oo directe-re",
Mano-1 Joi de Amorim.
Por precnrucao d- riaaad rs Brotb r 4 C-, eia
liquidscSoJuiius vou Sob-tun.
Anhur i. Dallas.
Alheen Mihiral IVrnimbucano,
27 de arfo lie 1888
De ordem do presid nte desta sucit-lade previ
ne-se a todos iii e. que n-, din 2 do m z pro-
X'ino Vindi ur hvvei a emba cern, para a
eleica do novo eonselh i. Nio tend, api-zar dos
aniiuncios j4 p b' caln, Pon p r cid i uumero ]e-
ijal de socios, Ser deste Vi, detinirivatn'-iitd or-
eanisadu oaov Cous lo >, c ui es sicios que com
purecerem.
O secretario,
Santino Carneiro.
Venenvel irmandade do
Tillll'llli)
matriz e>. Jo^.
DPordera do n'-sso irmio juiz, Marido aos cha-
ros irinS s. a reuniruisc i-m nn^so Oinaisturl ,
n s dia.. 30 de Marco s 3 b-iras r'a tarde e 1 de
Abril s 6 b iras d -. manh. afim d" enenrp rados,
ac mpanhnnos ij8 procisse de Enterro e Res
sorrjelo, da matriz da B^aoVista, da qual tiVe
m 18 conviu-.
Coosstor,o da irmandade d > Saoiissi'mo Sacra-
mento da matrii de S. Jos, *7 de M,rQ. di 1888.
O etciva,
Heliodorj C. F. Rabello.
Bacuro i.*
Tempestado
Odalisca. .
Sudan....
Tabira___
U.-..|IM,
=1.1
4
8
annos.
Rodado
Oveiro.. ..
Ruilho .. ,
Alazo....
Pernambuco.
54 kils.
D8
50 .
Amarello e branco .,
Asnle branco .......
Ouro e encarnado,.. ..
Verdee amarello....
.V...I bn..D.......
J So Miranda,
{odolpho Leal.
vi M
Jote Correia de Amorim.
L. B.
francisco Jos.
I*) Montado por amador.
OBSERVAgOES
no ensi-
Pede-se aos Srs. proprietarios dos animaes inscriptos no primeiro pareo o especial favor de tel-o
Ihamento s i horas da manha no dia da corrida.
Us bilhetes acham-se venda nos lugares do* costume, at a vespera da corrida, c no dia da corrida em mo
dos conductores dos bonds e no Prado
Os Srs. proprietarios dos cavallos inscriptos podem procurar os seus cartoes de ingresso e de seus criados e
jokeys, no Prado, at s 6 horas da tarde do dia 31.
S sero recebidos os orfaits at o dia 30 s 6 horas da tarde.
Recife, 28 de Margo de i 888.
GERENTE,
Marcolino Rodrigues da Costa Jnior.
im e GOIEN-
;co Peramtao
Dorringu, 1 de Abril, ao meio dia, reunir-se-ha
o Instiruto ein seselo especial para a posee da
mesa administrativa do anno a cial de 1888 89.
Secretaria do Instituto, 28 de Marco de 1888.
Baptista Regueira
1" secretario.
Fabricado fiayo e t ci-
clos dcP nijunlmco
Pede-se nos Sre. accionstas que anda nlo rec-
bera-n o dividendo do ultimo se estre findo em 31
de DezembiO pnximo paesado, o favor de virem
recebar no eocriptorio de Silva Guiraarles & C.
n. 5, 1 andar.
PROJEGTO DEINSCRIPGAO
Para a 11.a corrida que se realizar.
Don)Dg<>, 8 de bif
1." pareoConsolacaV 800 rn-tros. Anirn es dr provincia que Rinda nao te-
nham ganh. Premisa : 120|J00 ao primeiro, 30)5000 ao segundo e o tereciro livra a
entrada. Entrada 120000.
2. pareo Dr Suiza R-is1 1U0 metros. Animaes da prrviniia. Premios
2000000 ao primeiro, 500000 ao segundo e o terc-eiro livra a entrada. Entrada
2O0UO.
3." pareo Olympi I>up 2.040 metros. Andares inclusive trota. Premios:
2500000 ao primeiro, 6O0UOO ao segundo e o terceiro livra t entrada. Entrada
3O0UUO.
4* parcoDr. Gonc^lves Pinto1,600 metros. Animis da provincia. Pre-
mios : 25O0i)i 0 ao primeiro, 600'XJO ao segundo e o terceiro livra a entrada. En-
trada 250000.
5." p-reoP.-r'S Camp lio 1 450 m-tros. Arimaes
s.aigue. Premios: 3000000 ao piimtiro, 800000 ao segjn-li b
traca. Entrada 30,5000.
6." pareo Clau 'o Dab ux 850 metros. Animaes da
I50000 ao primeiri>, 40,>000 ao 8'-gundo e o teroeiro livra
150000.
OBSEiVA A icscripr;lo encerrnr-se ha aa da 3 >1- Abril, as 6
Prado.
Nenhum pareo se rp*lizat scui que se ii serevam e corram
animaes de proprietarios diff n nt-a.
Recif, 29 de Margo de 1888.
O GERENTE,
Marcolino Rodrigues da Costa Jnior.
CilARfitlRS RE MN
Companhla Francesa de Navega-
cio a Vapor
Linha quiuzenal entre o H>vre, Lis-
boa, Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro a
Santos
0 ranor Filie de Montevideo
Commandante Viel
Espera-se da Europa no dia
6 de Abril e seguiudo de-
pois da demora necessaria
para
Babia, Rio 4e Janeiro e Santos
v-Roga-eo aos Srs. importadores "da csrga pelos
vapores desta linh, queramapresentsr se dentro
de 6 das a contar do da descarga das alvarengas
qualquer recamaco concernente a volumes, que
porventora tenbam seguido para os portos do sul
afim de se poderem dar tempo as providencias,
necessarias.
Expirado o referido prazo a companhia no se
responsab:l:s3 por extravos.
Para carga, passageos, encommendas e dinhei-
ro a frete trata-se cora o
AGENTE
Augusta Labille
9 RA DO COMMERCIO 9
Cjniji.i,5ia liratilelra de \ -
gaco Vapor
fORTOS DO SUL
0 vapor Para
Commandante Antonio Ferreira da Silva
E' aperado dos portos do nor-
te ateo da 3 de Abril e de-
pois da demora indispensavel.
seguir para os pr-f/ig do sul.
fleo uc Lauoem carga para Santas, Santa Ca-
tharin, Pelotas, Porto Alegre e Rio Grande dj
Sul, frete modic .
As enneommendas s sero recibidas na agen-
at 1 hora da tarde do da da sabida.
Para carga, passagens, encommendas e valo-
res, trata se na agencia
PRAQA DO CORPO SANTN. 9
PORTOS DO NORTE
0 vapor Manos
Commandante 1- tenente Guilherme
Waddington
E' esperado dos portos do sul at
o dia 6 de Abril, e seguir
depois da demora indispensavel
para os portos do norte at Ma-
nsos.
As eucommao^as sao recebidas na agencia at
hora da tarde do dia da sabida. ,
Para carga, passagens encommendas e valores
tracta-se na agencia
PRAGA DO CORPO SANTO N. 9
na<".ion.'ic8
o teroeiro
at meio
ivra a en-
proviucia Premios :
a airada. Entrada
horas c'a tarde no
pefe'ir.enos tr> z
\ >ith !lril-sh & M'rcanlie Insu-
rance conipany
AVISO
Os sbaixo assienadoa di cluraoi que de h je em
diante fija tr;in.-f. rids pura > Sr J. Ldstone.
tua do Uommercio o. 10, a agencia da sobredi!
c. mpatibi.'.
R.cit., 31.de M^r0 de 1888. -
A'amsin H iwie & C Liq.
I slraila de ferro de Ribeiro ao
Bonito
VERNEAVEL CONPRARIA
oo
fll?nbor Boro !>< 1 re-Ja sa Witnl* CrsaB
De ordr-m do i.osso irmA.> provedor, convido 8"S
irmSos desta vene-ravul contraria a c eiiiareceiem
em no si 'greja pel-s 3 h ir s da larde do di-i 3'1
da correte, us6dam.nh3 do d;a 1 de Abm.
paramentad38 c m s-os resp-ctivos hbitos, afim
c rporadop, acompanharmos ho pr-ciseo m de
i-oterro e da reaurr-^ao, da matris da 3jt-ViB,
para cujs ac'os f m is r mvidados.
Consistorio da ennfraria do Senhor Bom Jess
da Via sacra, em 27 de Marco de 1888.
O esenv)
Julio A. Secades.
Vl*in oio de cadeira
Constando que o p ferso Aobmio do AjoVIui
e'H'ricin, conforme so verifica dainf-rmafci> do
PB[>ectivo delegad. Iiir. rano de lata d 22 do
i'", r'i va n exercQH) de 8U8 fniiocoes, nao
i tend i r- aeournilo dep is daauepe silo que suf-
'reo, um virtule d.' ei ntenca discjpauBr, de ordem
lo l)r. inspector geral chamada o- lo presente o
inesuio professor, para noprnsv de 15 di-s respon-
ler sobre esse tajt i, sob pena de ser processado
\ re-velia.
S-creUri da Instrnccin Publica de Pernambu-1
oo, 27 de Marco de lS88.=-0 secretario,
Ptrgenhno 8. de Araujo OalvSo
Por delb"racin da dir-ttona, sao chimados os
Srs. accionistas cesta empresa, para no praso d
60 lias a contar do dia i de pvereiro prximo,
relisarem u 10* entrada de 10'/.* de suas ac
edea, 11..3 irin a do art. 9' dos estatutos.
Recife, 31 de J,ne,rod-- 1888.
Jos Bcllarmiuo Pereira de Mello,
director secretario.
li
lisbr e Porto
Seguo com brevidade pira os portos cima o
paticho portuisnes Duus IrmSos ; para o resto
Ida carga trata-se' com os coos>gnaiarios Silva
1 luimar s 3 C. ra do Commercio n. 5, pri-
' metro andar.
ii a. x er H a. a o CD er v a. a
f*s 1 B 1 -i I i " T B a B JB
a 1 r g c 5= B 1 1 co B m 3 a.>
^ S a. a 3 B o w a D S C
o-o " s o er ~ Q.C
_. -OD o 3 er B 5 o o D Ka S> B -6 -i O -I O > -1 a ra o. Ca B O x 8 o a i
i - 0 O, i PJ Q*M
5 S = 2?S O. a 3 I i 9 B o 3 5' a. 5 >
r IS a o X i i ce -< S ng-BE H >
5 ra B i a. c^ a. a. EX 2r
3 * A a 9 -s ~ O a?f
lt ce S" BE BE X o' > 3 > S 80 O
o , o _ e
c.-a-i 5 D =:
1 O M a iSf
o n eo PT- p^ O
S Ig* 5.5. O'i re qh mente para Joro- a. a > -> o. a 9 c B ~ U a~
8 a -o 1 pa da do Rio Prata. er 3 3" -i -1
9 S o V\C
c O o; B B
T "
S 2 sisa te r*. r~ a g
3 1 tw a. a. a i. SO o e. 5 a v <
V s o s : s ^-5
^1 * 1 er B O BE BE o" 3 BS j o" > o- S e> i c
o g m 3
i? 3 *
re te -1 ! c. 3
o O O. & a. a. o. g s. 2.=
II f f 9 i-e B sr 9 a S * IB 9 BE
S? 11 II = S
les k %\m\ 1. s .i 11
O vapo r Advan ii*e
E' esperado dos p. . 'k. - ..': o dia 5 de Ai ri ! depoLj
r da demora Meara necess-rii segu-.r.i
ilar.iu llilS. Para. Birh:i 1 'hointt/ - lewl rli
Pira ca -<, passa^en^. i o - 0 J^-i i a ra
i ti ata, t icta-te com /
AGENTES
0 paquete Finalice
.Suem-ee de i -Ne*r=,
dia 3 ,j Abril o qcaJ
1 djmora e-
llahia. Itio de laaeiroe Nauloi
rara carga, i uenriis rrii
l os
AGENTES
R/ Da^DMMEROIO N 8.
/ a<.dat
Para o Porto
Pab cho portugus Violoria e brigue bi-zilcro
Praseres, reeeb-m carga & frete directamente ao
Porto: tratar com Amonta limaos a C.
\

'














I
i:
a


-



i


;


Diario de rrunHiiMii^Domiugo 1 de Abril de 1888
Pacific Steam NavigaUon Lampan}
STJIAITS OF MAGELLAN LDE
Paquete John Eider
' esperado *a
Europa at o dia
9 de Abril, e se
?uira depois da
MMH IB
me para Valparai.-o etn escala por
Baha, Rio de Iaaelro e tioiUc
video
Para carga, passttteiros, encommendas eiuhJei-
rc a frete, trat-se com os
AGENTES
Wflson Houh fc *J Limited
N 14 RA DO COMMERCIO-N. 14
Leilo
De 700 saceos crin ivriana d* matHiooa
Quarta-feira 4 de Abril
A's 11 boras
No trapicha Barbosa, ?aa d Comparta.*
Pernamuesna
Agente Mei Bapilsta
LEU.U&
Terca-foira 3 do Abril, deve tcr lugar o lei
lio do casco e seus perteuces do brigae sae:co
Frita, tal qoal se acha, bem oan as velas, ve*
mes, cabos e mais pertences, assiin como 397- cai-
xas com gaz avariadas e eom falta,
Quiota-feira5, leillo dos moveu, buca, v-
droa e inais pertences da casa da ra da Mangue! -
ra n. 11.
Quinta-feira 5, s 5 horas da tarde nos Af
flictos, leilo dos terrenas, na ra aberta pelo con-
selheiro Machado Portel la.
Si'xta feira 13 do corrente, grande e variado
Iei'aV de boos movis, christaes, electro-prata,
bromes, quadros, jarros e muitos outros movis
que guarnecen] eete salas grandes e dase qnartos,
do palacete da rna do B^rS-o de S. Burj n. 53,
residencia do Sr. Ernesto Amorim, para onde par-
tir om bond qu<3 dar passagem gratis aoa con-
ntea.
O leilo principiar 4* 10 1/2 horas em ponto e
continuar at s 6 horas da tarde, por sereno mu
te i e differentes os lotes.
Leilo
D.' diversos piesuntos do fabricante Copiando, 8
barriquinhaB com amendoas novas, caldeires,
escarolas, taras de cobre, resmas de papel pardo
para embrulho, movis, ca teiras, prensa para
copiar, cofre ingles prova de fogo, uoi trem de
cosiulia, louca, vidres, candieiros para gaz, jar-
ros, eapeibos, qnadroe, um piano de B!ondei, gar-
rafas com cognac fino, ditas com vinbo'Bordcaux e
rositas outras mercaderas, que stro vendidas
para fechamenfo de centa*.
Segunda-feiva 2 do Abril
A's M horas
No artraaern ra Mrquez de OHnda
n. 19
Por interven^ao do agente
Agente Pestaa
Leilo
Da bem afreguezada e conhecida padaria,
sita ra de Domingos Jos Martins
n. 84.
Quarta-feira 4 do corrente
y A's 11 horas em ponto
O agente Pestaa competentemente autorisado
far leilo por c<;nta e risco de qnem pertencer,
da bem montada padaria prompta a fanecionar,
sita ra de Doming. a Jos Martins n. 84, em
um ou mais lotes a vuntade dos Srs. compra-
dores.
De movis, vidros, espelbos e
mu a estatua de Venus
Sende urna bonita mobilia de Jacaranda a Luiz
XV, tendo 4 consolos com pedra, 4 cadeiras de
brac ', 12 de guarnicao e 1 sof ; 4 jarros, can-
dieiroa de gas, 1 importante cama francesa de Ja-
caranda, lavatorio, commods de amarello, mar-
quesota, 1 masa elstica de 5 taboas, cad-iras de
junco, cadeiras de Jacaranda, marquesa, aparado-
r. s, 1 estatua de Venus, 1 grande etager, 1 espe-
Ibo grande, alguma louca e ootros muitos movis
que sero vendidos ao correr do martello.
Quarta-feira 4 de Abril
AS 11 HORAS
No 2o andar do sobrado n. 28
da CanibOa do Carino
O agente Martina far leilo |per conta de ama
familia que se retiran para Europa, dos moris e
mais objectos cxlst-'ntes no segundo andar do so-
brado n. 28 da ra de Paulino Camara,antiga Care-
boa do Carmo.
fas leilo por iot 13 e 14 do correte, dos m veis, e mais object. s
cima mencionado? existentes na casa de sua resi-
dencia rna do Bario de 8. Boija n 53.
A's 10 boras partir o bond que dar psssagem
gratis aos concorrentes.
O leilo principiar s 10 1|2 horas em ponto
por serem muitos e difler ntes os lotes e continua-
r at as 6 horas da tarde.
Os pretendenfs poiero ebter eathslegos nume-
rados em poder 4o mesmo agente.
AVISOS DIVERSOS
Precisa-so de urna ama para cosinhar e de
outa para lavar roupa de enancas e mais alguna
servicos internos ; na ra da Matriz da Boa Vista
numero 9.
Vende se tres predios na cidade de Ohnda,
por precos rauito commodos, inclusive om sitio
co n 38 ps de coqueiros, alem de outros arvore-
dos ; s tratar na ladeira da Misericordia n. '5.
Precisa-se de urna nma para servico de
casa ; na roa Augusta n. 187, 2' andar.
Teodo-se entregados om gaohador, algums
instrumentos de engenharis, na fundico dos Srs.
Cardoso & Irmo para entregar travesea das
Barreiras n. 8, acontece que at esta data nao
foram entregues; pede se a4p*m foram offereci-
dos a bondade de dirigirem-se a dita casa.
(testa de Vi. la Peana, padroeira
da matriz de Tnqunr, em a pro-
vincia da Paranyna, do Norte
Ter lugar no dia 9 de Abril do corrente anno
a acostumade festividade de N. 8. da Penha em
sua matriz, com a pompa do costme.
Cantar a missa o mui digno e virtuoso pa-
rocho.
Pregar na festa e no le-Deum o intell gente
orador padre mestre Mano-I Ellodio Ferreira.
A msica ser regida pelo sympatico professor
Manoel Vctor de Mello, cantar se ha urna das
mais apreciaveis solfas de seu repertorio ; os solos
sero ejecutados por excellentes cantores da cida-
de do Becife ; haver nrr a harm nica e bem orga-
nisada msica marcial pelo mesmo sympathico
professor ; havero moitas communhoes sotes da
missa.
Haver procisso tarde, perc-rrendo as roas
da povoaco, que estaro limpas e sseiadas e
seos edificios ornados de calchas e flores ; haver
tambem nc recolherda prociseo a heneao do 88.
Sacramento.
Giisra
Agente Stcpple
Terca feira. 3 do Abril
A's 11 horas
No armuzem ra do Imperador n. 22
O agente cima, bastantemente autorisado, levar
i leilo 2 cairo sendo om sob n. 66 e totro sob
n. 68, tendo esto 12 meias-aguas, reudendo ll
mensaes e ambos com duas trentes para as rnas
da Concordia e Nova Desccberta, e mais um ter-
reno cem meia-agus, em" segoimento, rendendo
annualmente 96000.
Os Srs. pretendentes desde j podero ir exami-
nar as casas e mais terrenos, e algoma explica-
fio com o mesmo ageote acima^
O solo em que se acha o caixo e meia aguas
ra da Concordia n. 66 e 68 aonunciado ir a leilo
DO dia 3 de Abril, pelo agente Stepple, de minha
proprdade.
Jos Munit 'leixeira Guimaraes
arente Pestaa
Leilo
Do espolio da fallecida sentenciada Carlo-
ta Loein de Britto
TERCA-FEIRA 3 DE ABRIL
A'a 12 horas em po >to
So armazeui ra do vigarlo
n 19
O agente Pestaa for leilo por mandado e
cem assistencia do Et.oj. Sr. Dr. juiz de orphos
e ausentes, de luuca, roupas e a^guns objectos de
caro, pertencentes ao eopolio da tent- nciala fal
lecids em Fernando de Norouba, Carlota Lucia
de Britto. ____________
Le'Io
Terga feira, 3 de Abril
A's 11 horas
Naiua do Mrquez do Horval n. 33, 2" andar
O agente Modebto B'iptis'a autorisade por urna
tam l.i que se retirou para fra da provincia, far
leilo do seguiote:
2 andar
Um piaBO, 1 cadeira pura o mesmo, 2 mobitias
de janeo, 1 cma de casal, 2 guarda-roupas, 1
toitet de Jacaranda, 1 lavatorio de dito, 1 santua-
rio, 2 estantes 4 cad-ira de balaooo de junco, 2
ditas americanas, 12 ditas de junco, 12 ditas ame-
ricanas. 2 m .i jut a, 3 uim commods, 1 mesa
elstica, 1 guarda-Laca, 2 aparadores, 1 marque-
sa, 2 cabidas de columna, 1 dito para parede, 1
lavar n de arpare!] j, ld pparclao de eiectro-plate,
louca, copos, gsrr.tas, jarros, etagers, quadros,
candieiros e 1 lastre de vidro.
3 andar
Lina mobl." >. de an arello, I cama, 2 mari)no
zoes, 1 << mxodn, 1 oca', grande, 2 bcrc>s, 1 mar-
queta, 2 camas para menino, cadeiras para roeni -
do, 6 cadeiras de junco, 2 mesas de pinito, trem de
ooainha e eutros artifon de caca do taniiia. .
Leilo
Do casco, mastros reaes, ancoras e corren-
tes do brigue sueco Fntz *, tal qu*l se
liar ancorado neste porto.
Quat f^ira, 4 de Abril 10 1|2 horas
Na porta da Asao i-yrm Comnercial
Km coolinuaco
e a alt'..ortega, a 11 Loras
Das v. las, cabos, vergas, amarras, eorrentes,
pipas, ancoretas e mais pertences de navio
B* a como :
397 canas com latas de k rsese avariadas e
com falta.
A. F. Gueib, capito do brigue sueco Frita >
arribada por furca maLi, ancorado oeste porto.
Onde foi rgalmente c^ndemnado, na ana ulti-
ma vi'g m do N w V nk para Santos, far
leilo com au'oruaci e pr.scnca do senbor
censal da 8uecia e Noraega, com licenca do
Sr. inspector da alfaiidega, em prt-seno de em-
pregado para este fim nomeado, p>r conta e risco
dequ>m pertt-nc. r e p i intervenco do geut'
Pinto, do Chsco e seua pertences, tal qoal se
acham. bem Como di s de mais ibjectos Salvados
do me-mo navio, e as eaixas .e gaz de sen car-
regamento.
Stnii que leilo do casco deve ter lugar as
10 e meia b ras em fr nre da Assiciacu Com-
mereial edo>d' aa de gaz, a 11 b ras. nn ulfnndepa.
Leilo
DE
Agente Britto
Um i braoo de 2 andares, sito roa do Apolo
B. 11. c mi easa uo tundo, para a ra da Restan
rac-i n. 12. rm,d odo tudo 620*000.
Dnr caras ti-ira ns 13 e 15 ra de An*o
nio Hmrique, rendendo urna 12* e a outra 16*.
Vena, m se dit. s predios pela maior offerta que se
obtiver o" biiio.
Q'iarta-fena, 4 do corrente
QUiRTA-KtIRA 4 D CORRENTE
A'a 1 huras
Ra tio R-ngel n. 48
De orna mobilia de jacarsnd, jarros para flores,
castifaes, mangas, 4 etagers, 1 espjlho oval dou-
rado, quadros dourados, candieiros gaz, redomas,
1 lbum, escarradeiras, tapetes, 2 espregnica -
deiraa.
Urna cama francesa de Jacaranda, 1 comaoda, l
mesa de cama, 1 marquezo, 2 camas de bamb,
toilette, 1 lavatorio, 1 guarda-vestido de amarello,
1 cantoneira, 2 liados cortinados para cama, e 1
machina de costura.
Duas estanteseuvidracadas para livros, diversos
livros, 1 secT*tar8 c mmoda, 1 carteira para se-
nbora, 3 bancos compridos.
Urna mesa elstica com 5 taboas, 1 guarda-lou-
ca, 2 apparadores, 12 cadeiras, 2 armarios, lonca
para cha e jautar, copos, clices, garrafas, bande-
jas, talhares, colheres e outroe objectos.
(tilinta feira 5 de Abril
Agente Pinto
Na casa da ra da Mangueira n. 11
O leilo principiar s 10 horas
De um excellento tjrren1 com 333 palmos de
frente para a estrada dos Afflictt, e 300 palmas de
fund) para a ra iberia p I > conaelbeiro Machado
Portella, divers js terrenos u'esta mesma ra, bem
como na roa de Santo Elias
Em conlinuayo
*e\
AS 5 HORAS DA T -RU
Nos referidos terrenos
O agente Pinto nao tendo vrndido todos os ter-
renos annunciados, contina s 5 boras da tarde do
da sexta i.ira, 6 do corrate, a vender em leilo
Ofl I^rrliij (h<.iiB minirloofldoo, do unformidad
com a planta em poder do mesmo agente.
tirande e variado
Leilo
De bous movis, finos crystaes, porcel-
lanas, quadros. j-rros, electros, bronzes,
lustres a gaz, b lhar, piaoos, prata do Por-
to, 1 carro victoria Mylord com 8 molas,
selins, bancos de jardiro, vaccas tourinas,
cachorros e pasearos.
Sexta-fe ira, t3 do corrente
No palvcete da ra do Baro de S. Borja
n. 53.
A saber:
Primeiro andar
Salo de visita
^Uma lioda mobilia de Jacaranda, 6 lindos espe-
lhos donrados, 12 tancas e cortinados, tapetes para
sotase portas, slinofadas, figu-aade br nze, lastre
a gas com 8 ou 16 bicos, tapetes forro de salas e
quart-e.
Um piano forte de Erard, cadeiras para piano,
estante para musiea e 1 caixa de mnsica.
Qeartos
Tapetes, lavatorios, camas, guarda roupa, com-
mods, guarda vestidos, diwans, espelbos ovaes,
atagers, qaadros .loatres a gas, marqoeao esn-
lbos, mesas de cama, balaios para rou a equadros.
Torraos p corredor
Urna mobilia de janeo,'1 cadeira de mola, can-
dieiro gas, tapetes, arandelas a gas e candieiros.
Segundo andar
8a ia do toil-f
Urna mobilia imitxco de ctaaio, mesas redon-
das pf quenas, 2 guarda vestidi s com portas de es-
pelboa, commods, t-ilets, lavatorios, almeladas,
quadros, 1 lastre a gas, tapeto e espelhos.
Qoartos
Camas, commods, toil. ts, guarda vestidos, cabi
des, cadeiras, secretarias, candieiros, tapetes, 1
santuario, quadros e r-domas.
Pavimento terreo
bala de estudo
Urna mrbilia de crvalho, estantes envidraca-
das, quadros, tinteiros, porta cbarntus, todo de
carvalho.
Um piano de Herz, 1 eftaate de j-.caranda, 1
estante para muaica, 2 duni-fceiqm a, 1 p nuula com
2 figuras, vasos e j.rros de aUbistr., figuras de
bronze e 1 completa colieco de livros. V
Estript ro
Um cofre prova de K"> seeretaria, 1 estante, 1
mc-ssp'irt esertv^ r, 1 tinler ,2 rtwolvers, tapetes
e escarradeiras.
Bala de j-n'sr
D U9 guarda I .inna. 4 aparadores com pedras.
4 ditos de canto, 1 Jm qua i reo 1 lustre de cry-tal, l mesa e asnea e 24
Cadeirp.s de guarnigo lado de ruad, ira o sefim.
Apparelbos oe p r< eilana p^ra rh e jaotar ;
copos, clices, gairatas, i omp teiras, fiucteiras ap
pare b^s deseert. guir'.f..s com musios, e outros
u.uitos objectos Ce ciyatal
Electro piale
Frueleiraf. apparcibo p ra el A, salvas, bande-
jas, g.lhereiro, p rtt-gr. gue, .orta-b rcoiie, tin
teiioa, palneiro-, s- rtciiliu- s, froctcia, heoreires,
apparelhos para cha, tacae, colheres, g'.rtos, con-
chas, deseaseis de facas, pona goardanapos, trin
chantes, tudo de electro-platee ehris- ffl .
Okjec'os vultos
Mesas elsticas, mesas redondas, fi'tros, prensas,
machinas, escadas de abrir, trem de jardim, baucos
e vas-"S de jaidim, I rrament>,s. trem de cciinha
e muitos outros movis.
Urna rniafo i e amarelin envidracadi e enver-
nisada, 1 balea-, vinh i 1e d ffertni>s qualidad-a.
1 csrramanehooa %iveiro paia pasaar.-s, 2 figo-
ras prendes com candieir- s a g s.
Un carro novo victo la Mylord com 8 molas p
2 selins, 2 vaccas tourioas, 7 cachorros, 1 carneiro,
e diversos patriaros.
Me\ia-felra. tS do corrente
Ernee'o Amonm, ttrDOu de sr^oii p ra a Euro-
pa com sos familia n- v per do dia 12 de Abril,
Descmbargador Francisco de As-
sis Oiivoira Xaciel
D. Mara Carlota Viaona Maciel, an-
da no auge da mais pungente dor pelo
passamento de scu presadissimo marido
Francisco de Asis Oliceira Maciel, agr
dece a todas as peasoas que si dignara m to-
mar parte" no seu dolorosisimo transe,
acompanhando os restos mortaes do dito
sea marido ultima morada e nssistindo os
ltimos suffragios que e celebraram por
sua alma na oapella do cemiterio ; e con-
vida as mesmaa pecsoas e a todos os ami-
gos e pareles do finado para assistirem
as missas que por sua alma manda cele-
brar na matriz da Boa Vista, quarta-feira
4 do corrente, pelas 8 boras da manhS,
confessando-se desde j eternamente agra-
decida a todos que se dignarein compare-
cer a este acto de r< ligiAo e caridade.
P ra quadros
Na ra de Ho'tas n. 94, vende se estampas pare
qoadros, lindas photographias, representando a
largo do mercado, eom o importante edificio da
Penha, por 100 rs. cada urna.
Acedes entre amigos
As de nma cad- a e relogio de ouro e um ade-
rec i com sete brilbantes, que enrriam com a lote
ra da provincia, ficain sem > ffeito, podendo os in-
teressados reeebcrem soas importancias de quem
Ibes psssou.
Cautelas do Atonte de
Socorro
Compra-se cauteles de qualquer joia ou brilhan-
es, paga ee bem ; na prava da Independencia n.
22, ioja de relcjoeiro.
"V
s
I
Xr\RO?E
BBEYPOPHOSPBiTODEi
)
WSU j
Erapregarfoe com tontc lito pan can.r a;
ipbUsica e as'molestlef. t-ilercuJ*i,|
"r.dem*^ nicamente em frasco;; quivi K
[dat cora o nomo do dontoi Cblrci.hx uotrei
, J14
teSob a mfloeRoia dos Hypophospiitos a?
?se diminu, o appelltj angmenU.. ?s for-~
s tornftos vlr, os suore.v nocturnos cesso, j
; u rtoein.'t gota Os i^:'rOpkosvhiToS qnt- levo s maro.
v, r.ie CafliQiiyne. P3m, sao o uni-j
o< reconhecio e rfsommertdudc pstoi
Jf caiTJRGtlLI., attior a dzseobcria)
'ds u*r. proortednde curativa*.
[ Preco : 4 francos por jimo a a QntQ*.
rmem-tt tu prneyoe* P*rj*i.
Engenho Juneo
Para eiiar qi.....mu
Previne-se a quem quiter com.-rar o engenbo
Janeo, sito no termo de Mragy, com partes ''e
trras neste termo, e parte na provincia do Per-
nambuco, que sao jrc.irag.ao abaixo aasignado as
trras do referido cng< uho, pelo que nao p-Je
este ser vendido sem o consenso do abaixo aasig-
nado. Este tambem vender* o dominio dir. uto,si:
convier ao comprador fiear com a propriedade li-
vre de foro. Becife, 28 de Marco d* 1888.
Antonio M >r>'ira Res.
CURA CERTA
de toiB *s AffecQes pulmonares
Todos aquel les que soflirem
do peito, devem experimenur
as npsulas do Dr. tournier.
Depositarios em Perntmauco:
FRANCISCO M. d? SILVA O.
l \1AU
Na roa Larga do Rosario n. 25 precisa-se falla.
m o Sr. Francisco Ortelan, de Limdtiro.
Gaix^iro
Precisa se de uin de idade de 12 a 14 annos,
eom slgoma pratiea de tavorna ; ra de fcanta
Therria n. 30.
wrajLi.ijLMj. ^jm:
Licenciados pela Inspeotoria de Hycrlene
do I upe o do Brazll.
CURA RPIDA 8 CERTA
PBIX)
ARSEN1ATQ
DE
OURO DVNAMISADO
Ao Doutor ADDISON
da Chlorome, Anemia, todas as iloie-
tlus do 8nBttmin nervono, me-mo as
mais rebeldes. Molestiarliriinlnm ao
ful mus, et:-., etc.
As mulores Illustraces medicas Ifim atteS-
tado o poder curativo desl mi licam uto e
di-claram n'o : o primeiro e o mala ener-
STleo dos reoonstitulntes.
0 Frasco: 6 francos (em Franca)
Todo frasco que nio trou- SJ i\,t
Mar a Marca de Fabrica "^^^ '"^*
registrada a a atsignatura deve ser riforoamente recusado.
PARS, StTClfe lejlipjdllpe. 7, ru Bdor.
Deposito* em Pernambuco :
FRAU* 1S.. da SILVA de O*
i m Mu si sui Pkuauu t Iran.


. '
O. Hara das Nevis de Hirauda
Ollveira
Mara Leopoldina de Miranda Guimara: Leo-
poldina Maria de Miranda Quintarles, bacharel
Juventino de Miranda Cabral de Vasconcello 9
(ausente) e Oemioiano Joaqoim da Miranda-, do-
ridos pelo passamento de sua adorada mJi e mana,
D. Maria das Neves de Miranda Oliveira veem
agradecer do intimo do cnracSo a offieosidade
com que se prestaram a commuoidade carmelita-
na e terceiros da mesma ordem, e todas as demais
contrarias que conduziram o.seu corpo at o cemi
terio, e juntamente aoa amigos e parentes qt'.e par-
tilhsram com mxima cordialidade.
E, pois. a estes, como aos que nao sooberam de
seu fallecimento, por nao ha ver tempo de partici-
pado, convidara para que se dignem de oavir al-
gumas missas na igreja do convento do Carmo,
pelas 8 horas da manhS de segunda feira 2 de
Abril, que O^oa Ib*** arrade-et
D. Aogasta Amella Lopes de Oli-
veira
Tiborcio Adelino de liveirs, Jos Lepes
lias, O. Tbeodora da silva L'pee e D. Anna Ca-
rolina Lopes de Oliveirs, esposo, pai, mi e sogra
de D. Augusta Amelia Lopes d-> Oliveira, agr
decem aoa ecus parentes e amigos que se digna -
rain acompaubar a finada sua eterna morada, e
os eonvidam de novo para assistirem as missas
que por saa alma inandam celebrar na segunda
feira 2 de Abril, s 8 horas, na matriz da Boa-
Vista, antecipando seu eterno reconhecimento a
toaos que se dignarem assistir esse acto de reli-
g'o. __________________
Joaquina Francisca Alves
Vlanna
'Joi.qr.im Loj *.Viaaoe. Francisca Joa-
quioa -Uves Vlanna e Jote L eonvidam as pessoas de sua amisade para assis-
tirem a nma missa que por alma de sua presada
fihae iruiil Joaquina P. A. Vianua, maodam rezar
na matriz de N 8 da Grac-, s 6 1|2 horas ds
manh do dia 2 de Abril, 10 auniversario do sea
tailecimemo ; agradecendo a lo as-af pessoas que
se liffnarem potnrureepr
Desemlbarfsador Francisco de Assis
Otuelra Maciel
Irmaadade do Senher Bom Jess
das Cbagas
Pongi lo do mais doloroso sentimento pelo in-
fausto passamento do nosso mui presado irmao e
i x-provedor, desembargador Francisco d'Atsis Oii
veira Muciel., de ordem do irmSo provedor, convido
a todos es irmios desta irmandade e aos parentes
e amigos do nesso finado irmo e mesmo os seos
apreciadores para c mparecerem em o nosso con-
sistorio s 6 horas da manhu de 5 de Abril prxi-
mo vindouro, para assistirem as missas que p- le
eterno repooso de to prestimoso irmo, a irmanda-
de manda celebrar
Consistorio da I-mandade do Seuhcr Bom Jess
das Cbagas, 31 de Marco de 1--81.
O secretario,
Ji iln Prunfiacn Hp f rr** BanH^^a.
Flix de Barros Ptmen>el Jnior, Jos Luis de
Barros Pimeotel, Mana Rita de Barros Barreto,
Maria Jos da Conceicao Barrito e Fraociseu Paes
Barreto, filhas, neta e genro eonvidam a todos oe
seus parentes e amigos para assi^tirtm as missas
que mandam ce ebrar na matriz de S Jos do
Ri-cife no dia 2 de Abril, s 7 horas da inarha, e
no mesma dia no engenbo do Barao Saato An ir,
por alma de seu fallecido pai, *\ e swgro, Flix
de Barros Pimeotel ; o que desde j eonlesaam-se
gratos a todas as pessoas que te dignarem comoa-
r c- r a < st' a<'tn rte r I f-flo .- ei*rirt-rlp.
As Pilulas Cathartioas
' Do Dr. Ayer.
X ans ariplicado is Pillas lo
Dr. Ayer.':
obtideecoin asruepii-. s ,ic quareiita annos
que estn Plulas ootiveram nnia rjopnlarkUdf uni-
versal, que nenhnma outra medeeina purga:
ixalido r.vp.sav.
As Pili'LAS IX> T)R. AYER, purRaiu eompleti-
rnente o ventre coni anaTtdade,! <:r>iiinulani c tor-
tlflcam os orgos digestivos c njnilativos._
As Punas do Dr. Ayer
curam imligo^t^o e bnpedlmeittOjfi evitnm inultas
seras e s mmlo : mWadvS, jnotiT^tlas
jx>r aquellas desor i
I'ara i Fijado e Rins,.
cujos ^; ICti.VriiiidHdos da Peue.
Ardor o Pr*o r.o EHtomaso, Nausea, Tal'-s,
Dor.'S de r:ileva, Halit* F*liiio, Fvbre Biliosa
e Jolicti Dvh do entornado castas o fs>atuias,
In*.-hP-vues ITvdrt.picM'-, et^., nada as nlllria
com 8;:gitrana o'vromptidBo como as Fii.i'las do
ln:. AVKit; its qnies po do grande utilidade lio
curatfodas Il^inorrltofdns.
Como reMdto ti' implico uo teiu egaal.
PREPARADAS PELO
Dft. J. C. AYER e CA.,
Ijowell, Mass., E. U. A.
.',' venila lias principnes phnrmacias e ;lrogaTr.9.
Piloto
A polaca hespanhola Mercelita, prestes a eegnir
para Montevideo, precia de um piloto ; a tratar
com os consignatarios Jos da Silva Loyo &
Filho.
Ao publico
Os abaixo assignados declaram que Francisco
Sottcr e Joao Miguel dos Santos deixaram de ser
seus caizeirrs. ttecife, 26 de Marco de 1883.
Ferreira Monteiro C.
Carne verde
Os abairo assignados, contratantes do sbsste-
cimento de carne verde a este municipio, avisam
ao publico qae no semestre de Abril a Setembro
do correare anno as carnes pertencentes ao con-
trato serSo vendidas a 400 rs. o ki'ogrammo 1.a
qnalidade e 300 rs. 2 a quaiidade. Recife, 31 de
Marco de 1888.
Oliveira Castro J C.
a m rs. o
Nos seguintes aQougnes : pateo da Penha, ta-
Iho do commercio, rna de Santa Tbereza, roa
Mrquez do Herval, patei do Carmo, travessa do
Queimad jauto a botica, patso do Paraizo e pra
ca do Conde q'Eii.
Caixciros
Precisa-se de dous pequeos de 14 a 16 annos
de idade, qae tenbam alguma pratica de balcao,
scdo um para p dara e outro para moihados : a
tratar na ra do Bangel n. 9.
Casa para alagar
Aiaga-se a casa sita roa Conde da Boa Vista
n. 92, o tr'ora Caminho Novo, pela aluguel de
30x000 mensaes; a tratar ra Barao da Vic
toria n. 51, na noa agencia de movis.
Pedido
O agente de leiloes F. I. Pinto precisa fsllar
com o Sr. Jos A Cesar de Va9eonceilos, a quem
pede se digne comparecer em seu escripton -, roa
do Mrquez de Ol'oda n. 52 ; pede igualmente a
quem conbecer este moc i se digne infirmar a sua
residencia para ser procurado negocio de seu in-
teresse.
Iraa
Precisa-se de urna ama para engommar ; na
ra do Sebo n. 16.
^ '-.
Manoel Jcaquim de Onvura e sua mulher
mandam r iimo urna m lo da 2 de Abril, setim > do sea passamen'o ; es-
P^r-rn en- nH*'C'r" n* *^0" fr" p rt>r\t. a
ti luui,. du.r U. <>
Iris Maximiima ."ti. na a- Mum**, Maria da
Gloria Adelaide de Sousa, Augusi<< Octaviano de
Sjuzb, Leopi.ldino Cisar de iauusa M .raesj Auto
mi Jo^ da Silva e l-ouzx, Fnneisco Le poido
rfariaho de S usa, Joaqmm tandid Marinh i de
>OJza, maih>-r e fi nos iie Antonio Jos d Souza,
profundamente sentidos eom os u fallecimemo.
i- nvidam aos r.aryAt s e aujgos do mesmo para
aesistirem as missas que pe'o et rn > descanso de
sua alma mandam res r s 8 horas da manaa do
oa 2 de Abril, di man ra B .a Vista, proles
iando-ihea desde JA o seu ttoruo agradecimenio
p ,r e**e ario d Til-irio.
I.rupul.....a I anilina l|unn un
M'gii'l ri. rnardo Quinteiiue <->u lilli s, rmdo
le mandar diz-r missas na mutua d'i B >a-Yst,
no dia 5 do corren'e mez, d-, 8 huras da manos,
I miDiv< r.-aii i do f-ll-cimento di- euj sempre
.mbraoa mulber e mai. Leopoldina '.'aroiioa
Quin'ii'O, prd. mateas pareles e imigoe a as
istiiem ao acto, pelo que desoe ja act< cipam seu
e eruo reconhecimento.
Celebres Remedios Le Boy
fbailo tt II ftf^KH toIiw rt 1 %*t
MS VE-R-OAEIRAS
PILULAS LE ROY
Popularessm FRANCA, na HESPANHA, na AMERICA,
no BRAZIl onde sao
autorisadas pela Junta de Hygiene.
I1ASC08 ................ 1/4 FRASCOS
Essag Pilulas ilo toda a facillilnde de se tratar so, por
preoo barato, e de se curar era ponco tempo.ElUs expulsam
rpidamente os humons, bilis, humores visrosos viciados
qae conservam as molestias; ellas puricam o saugus
e impe-lem as recahidas.
^a Empregam-se <
oontra a Prisiin rfe rentre, CiitJitt rrho,
Gota, fhrittiitittsnto. Falta fie
ftpptite, 'I a nutres. J leers, I fines,
Jlolestiiisfht / i'1'i'l'i. Iinjtifiriis,
Barbullas, YerHiel.hta'oes,
lieiiu/ta usa. etc.
E PRECISO RECUSAR
qnlqiet fruto ce litliitrieidncits
Ph Oottin
SeiMiSir.URoj
^do se^,,
EM TODAS AS PUAHMACIAS
Enwnho S. Joao
Arrenda se o engenho 8 Jigo, moentee corren-
te, multo bom d'agna, com capaeidade para 800
piles, distante da eidad> do Rio Kormozo, 2 leguas
(porto de mar) : tratar eom Lel 4 Irmao no Re-
cite, ou com o Dr. Amas as. no Rio Formse
Ao comiverrio
Eu, ab-ixo assignado. declaro que crprei a D.
Joaquina Francisca do Nscimento o h re sito a
ronde Pedro Affonso n. 36, iive desembarafad
de qualqner ..us ; quem se julgar cred.rdo dito
hotel apreseote soas coutas no prazo de 3 das a
con'ar desta data.
Recife, 1 de AbrU de 18S8.
Manoel Vicente B'trg's de Nascim'nto.
Francisco Antiit Bras La
Pii cisa-se saber a residencia lo ^r. Francisco
Amonio de Barros Lima, eb-gsdo ha peuco tirapo
do Para, para oommumcar-se-lhe assompto de n-
reiesse.
A' m'-smo Sr. on a quem possa informar, ped- se
o ibs-quio de dirigir se ao escritorio b. 7, 1
andar, n* ra do B m Jess, bairro do R< eife, que
ir u t se lhe agradecer
NENHUMA
Pasta peitcral tan adquirido f i!ra mais merecida
do que a da PASTA de NAF da DELANGRE-
.NIZR, ra Viviennc, 53, Pars
A sua cuya uiUocis'il e bastada :
Io Na S'ia pollerona efficacUi cpntra o* Kheu-
iaas (Conspacflcs), Bron.-liius, Irritayoes do peito c- di
p.irgauta; acacia esta, verificada por SO mdicos dos
Hoapilaes de Paris.
V Na sua Kniieriorilude itieoiltestanml
rccoieolda pelos membros da Acadtmia de Medicina de
Pai-ii."
3 as aiialyses de chin ivas i* FaculdaSede Pars
que Teriflcirfto que nao cnmiuUi opio iiem mica Le J
opio, taes como Morphina c Ood.-ina, remedios et-.
oujus perlgos sSo bem oouheoido.
Tiro N OS ttulos aiithmticos que recornmeudfto a
I ALO PASTA c o XAROPE de NAFE o con-
Mdicos, e estes titules nao frfto coucedidos
a peitorai aicuiii. quer antgo, quer ivecute.
Tside-ie as urineipaes Murnucias it Isado inteiro.

% y
4?
Ao commcreio cao
publico
Figueiredo & IrmS) mudaram seu estabeleci-
mento de fazendas ra da Imperatriz n.
para a mesma ra n. 76.
DAY& MARTIN
Fomeodorts de Sua Mjjestte i Rainh ta Inglaterra,
tio Exercito e Oa Marmha britannica.
GRAIXA brujante LIQUIDA
GRAIXA pfl TtUNCTUOSA
OLEO para ASP.EI0S
Etudooquenecessano parasmsnutencao d3 cauro
sss tedas as formas.
DEPOSITO GERAL EM LONDRES:
y, High Holbom, OJ
Im Pemaialiiico rHAHC0 M. DA SttVA & C".
Preven^at necessana
Os caixes sob na. 66 e 68, teado o ultimo 12
rucias aguas, e que vilo a leila i por intervet.cao
do agente" Stepple, uo dia 3 de Abril, esto pe-
nborados pelo jniso da fazends, escrivao Bandei-
ra, por esecoiivo m.vid por 1) Angela Baptista
Barreto contra Jas Nunes de Oliveira.
Professora
Urna seijhnra cempetentemente habilitada, pro-
poe-se a lcccinnar '-m collegios e casas particula-
res as seguintes materias: portugus, francs,
msica e piano : tratar na ra do Mrquez de
Herval n. 10__________________________
Prado i'ernanibiicano
Recebeu a fabrica Vndeme cbartitoi a imita-
cSo de Havana, d-nOminoJos Jockey Club ; con-
vida aosamadur-s da bja fumaca a certiiiear-se,
ra Baro da Victoria n. 3i*.
Declaracao
Firmino Alvos Ferreira, declara que de hnje em
diante sssignar-se ha p*r Firminj Alvos Curado
Vidal.
Eng-enho Junco
Vende-se o eng. nho scima, sito ua tormo de
Maragy, com p-irt# de trras em Pernambuco.
mcate s vapor, eom proporcoes para safrejar
doup a tres mil paes de aseucar, em optim-.s ter
renos de vsrze;i, e um qaarto de lego distante
ilo pjrto deembsriue que S. Jjs : quera o
pretender dirijs-se aos c^nsenhores, no mesmo
engenho nn em S. Jos da '.jioa (iri-.;i le,
En&enho
tge
Vende-ce ou ^ircuia-se um engenho na tregue-
sia da Varzea, moenle e corrente. e movido a va-
por, cem forca para safrejir ut 1200 pes; a
tratar om Carlos Rabello & C-, ruado Vigario
n. 31, 1' andar.
Vemla de, sitio
Vende-se ou permuta se por predio nesta cidads
iim boc 3tio con b a casa, muitas fructeiras,
ezceilente bauho do rio, boa agua de caoimha,
exteuso de terread para baiza de capim, todo
murad ona frente, eom porr&o e grudeamento, coa
camiubo de ferro e estacan junto ao dito sitio, c;
Porto da'Madeim, eonhi-cido pelo sitio ds Jor
Selleiru, junto ao Dr Ernesto de Aquino Fcnse
ca ; quem pretender dirija-se praca da Indo
pendencia o 40, dss 11 huras s 4 da tarde.
Peisce
Bagre etalnhas
Vende-se em porcao e a letalho; na ra Pedro
AS inso n. 58, antigtt da Prai.
o terreno com frente avenida do Or. Malaquias,
P .nte de Ucha, com cerca d- 90 palmos de
compriinento 240 de fundo, cum grande numero
de arvores fru literas e murado em tres partes :
a tratar com Luiz de Moraee (.mes Ferreira.
Cofres d Dilners
Vecdrm se dous megnifieoo cofres ; na roa do
Aurora n. 85.
arroba
Vende-se ama oarroca quati nova pata cavsllo :
no sitio da capilla, no Cbor monDos.
SBcninTA
Momas.
P CLERY Vende-ssem toda a carie
ng-enho
Vende-se on arrenda-se o engenho Muguabype
de Cima, da freguezia de Mnrim-cu ; a (rat&r em
Jahriaito iwm Dr Sorhroni" Portella.
Lcite puro
Vende-se no ralbo do c^mmercio, no Largo da
Penha n 2, a 80 ris a garraf., das 5 h ras da
man ha em diante, e i.1e levr.r se em casa do fre-
gus a qualquer hora. Garntese ser puro e ds
vaccas crioulas do bom pasto.
Administracio : PARIZ, 8, Boubvard Montmartn.
GRANDE-GRILLE.-AJ i- i > K,.,.', lira, rioen.'
pw Jas rus ajystiTas.Obrtrucci .lolaco,
Olistiorcoisiii-oraes. Conrrc.'. I., bell
HOPITAL. AITei c&ss das s.k di sUvas, lararens-J
dos do estomago. Di|etlSo d.lii.i!. In ; potencia, f
6aslr.il,: ts, D] ;.,-psia.
CLESTINS- Air.ci..s ilo-i nns. da bcT.a. Arelas, I
Coocri-ro-'S das i-urina.fila. Diabetes, Aluiimioura. I
HAUTERiVE. AITeccoesdos i in*. da beiiga. Areias
Coucrccoes das om oas'.Gola, lliatailos Albuminuria, j
EBtSE 0 KOXE da FD.'i'TE BJ CAPSULA
EUu.Per/Tmi'Cs.a.- Aguas das Fau do Vichy.
a- iau noaicadas. laho- a.n riiu de
8LZERaKOECHJJN,35.nidaCrii -Aug LABILLE.I
Vende-se
*Tm terreno na roa da Regeners>, em Agna-
Fria, mi-dindo 7( palmos de irrrts e 170 de fun-
dos ; tratar na roa esttsk de Rosario n. 25,
dsvimento terreo.
:

J~B
WaWm
wam
mteMPtjXfMaMimawaM^amaaBm


Diario de Pirrarofruro
lingo 1 de Abril de 1888
i
MITO M.U
FORMULA
ANGEL1S0 JOS DOS SANTOS AXDRADE
1 Approvada pela Inspectora Geral
da Hyg-iene Publica do Rio de Janeiro em
20deJulhode 1887
Este depurativo de grande cfficacia as molestias syph.li'.icas e impu-
reza do sangue. Para maior garanta da eficacia deste medicamento, publicou-
se grande numero de altestados de alguns Srs. mdicos residentes nesta
provincia e de muitos cavallieiros que teem feito uso deste depurativo, em nu-
mero superior a 300; notando-se 50 pessoas que se curaram da lemvel beribe-
ri com este poderoso depurativo.
O uso deste Elixir muio recomm^ndado no tralamento ger;l as mo-
*; estias das senhorase a prova esl no bom resultado que tem obtido aquellas
das ExmM. Senhoras qne delle tem usado.
mera a doos xjsj^db.
Os adultos tomarao quatro colheres das de sopa pela manha e qualro
uoite. As creancas de i a o annos tomarao urna colher pla manha e outra
noite, e os de 5 a 11 annos tomarao duas colheres pela manha e duas noite.
Deverfio lomar banhos, fri ou memo pela manh e noite. Resguardo regular.
Bncontra-se venda na drogara dos Sis. Francisco Manoel da >ilva
& C, ra do Mrquez de Clida n. 23 e pharmacia Oriental ra Estreita do
Rosario n. 3.
MALTINA
Em casa de todos 03 Perramistas e Cabelleireiros
da Franca 3 do Extrangeiro
T3 A TP.TR P 3
-p-A-ieis, 9,
; de (Flrdt m especial
PREPARADO COM BlSMtTHO
C5H. PAT, Perfumista
Kna de la Paiac, 9, PAJilS
RA DUCASRLE
^
PHOTOGRAPHIA E PINTURA
1. premias e medalha de ouro na Expo-
sico de Berlim de 1886.
Medalha fie prata, Exposipo Univer-
sal de Anvers, 1885.
1. premio, Exposipao Artstica Indus-
trial, Rio de Janeiro, 1882.
Diploma de Progresso e Mrito em di-
versas exposicoes.
Fhotographias artsticas em todos os
gneros, o melnr que se pode produzir, re-
tratos a oleo, presos razoaveis.
Grande collecpo de molduras e varia-
do sortimento de passepar-touts.
MU |jllI,IBMMJ
-
.
38Ra do Imperador38
Nest gr. nde pharmacia aviase receitas e pedidos eom promptidfio,
eocitude e modiciJade.
As prtscnpfftes em lingaas estrangeiras sao fielmente
despachadas
O pbarmaceutieo pernambucano JOS FRANCISCO BETTENCOURT
convida os clinios desta cidadn que queiram honral-o com sua connanca
para qualquer trabalbo profissional e ao publico. Garante se a mais atten-
ciosa e consoienciosa ex^cuyao.
Esta casa recebe seus productos chimicos e drogas directamente
das melhores casas da Europa, especialmente encommendadas para sea
rereituario.
ESPMALBADE
Xaropa flfl GamUar, Gaaco e Balsamo fle Tolo
Preparado pelo pbarmaceutieo JOS FRANCISCO BETTENCOURT,
de urna efficacia verdaderamente maravilhosa as molestias dos orgaes
respiratorios.
Kronchiles, aslhma tosse, comisa, ele,
/ ::
CHA PRETO /de pri ueira qualidade.
DE MAMADEIRAS su granae sertimento.
SABONETES INQLEZES de ptima qualidade a presos sem compe-
tencia.
Tinta preta para escreverinalteravel, fabricada com muito cuidado
por ama formula inglesa, especial (.ara escripturacao mercantil e repartieres
publicas, seeca de preBsa, perfeitamente preta, nlo corroe as pennas, nao
deposita e d opia.
SAUDE PARA TODOS.
PILULAS HOLLOWAY
As Pilutas purlfico o Sangue, corrlgem todas as desordems de Estomaga 0
dos intestinos.
Fortalecem a mude das constitu delicadas, e sao d*um valor incr' el para todas as enfennidades
peculiares ao sexo feminio em todas as edades. Para os meninos assim como tambero para as
pessoas de idade avancada a sua eficacia e incontestavel.
Em medicinas to preparadas smenle no Estabelecimento do Profesor Hollowa^
7, KXW OXFOED 8TEEET (antes 63, Oxford StrtMt), LOaTDKJtl,
E Tcodeaue em todas as pharmacias do universo.
' Os compsiidores sto convidados rspdiosamente a examuiar os rtulos de cada caixa e Pote se nao teem a
cRrecos*. -ji3, Oxford Street, sto ralsificasoes.
Eximio k trigo, ccadi e ama genns
r/reparacij pela M-Uiue Mauufuctunng (> Limited 24 e 25 lan cr^ec Bioonisbury
Londres E ''
pprvadas pela junta de hygieae da Corte
A MALllNA eqaivtslji a 30 vezes o seu pr*fna pssa era diastase e de 3 a
6 vezes em podT liastaaico a qualquer outro preparado deste genero.
A MALTINA tem merecido 6 : i rlalhas de ouro em dv-rsss exposicSes e
tem urna aceitaban enorme na Europ. e nos Estados Unidos tanto que. fui preciso en-
corporar urna coxapauhia com grandes eapitaes para Sitisfazer o consamo sempre
crescente.
Cbama-se a a.ttenc*> dos distinctoa modizos desta cidade para os importantes
preparados da MALTINE Manufauturing Coropaiiy. Todos os productos medicamen
toaos sao mais fcilmente assiruilados em combinado* com a Maltina, ainda mais sSo
vados a torrente circulatoria e promptaueatn sao absorvidos produzindo effeitos
immediatos.
Lista dos preparados
MALTINA pura.
MALTINA pepsina e pancretica.
MALTINA phoepbato le ferro quinina e strychnina.
Oleo de ligado de bacalho com leite peptooisudo.
Oleo de ligado de b calho com leite prptonisdo combinado com bypopbospbi
to de soda.
Extracto de-carne peptonisado.
Alimento soluvel destinado a obviar a necessidade de digerir leite de vacca.
O leite contido neste preparado est digerido previamente pela pancreatina,
Venoe-se na pharmacia Central
38 Roa do Imperador 38
PERNAMBACO
**
#M
?^
jAp Elixir, Pe Pasta dentricios 7"^#
' RR. PP. BENEDICTINOS
da ABBADIA de SOULAC (Gironde)
DOM MAGUELONNE, Prior
9 XedathfiH de Ottso : Bruxellai 1880 Londres 1884
AS MAIS ELEVADAS RECOMPENSAS
1373
] NVENTADO
NO AUNO
pelo Prior
Plerre aOTJKaV&TJlj
O uno qnotiiliano >lo Elixir Dentifrlcio
dos KR PP. Benedictinos, com dose de
algomai gottap com au'ua, pnv..m e cura a carie
ilos (lentes, embraruiiiecuos, fortalecentio o tor-
nando as gengivas iierfoitaiihiite sarttaa
Prestamos mu verda.eiro servido, assipiia-
lando aos DOMOS lettONi Bt antgo e utilis-
shio preparado, o melhor curativo e o nico
preservativo coiitra as Affec5oes den*
tarias. u
CASADA PDSDADA U 1807 V ^ III M Xue Susnerle, 3
Agente Geral 9LUWlll BORDEAUX
Achase em (odas as >oaa Perfumar/as, Pharmacias a Drogariai.
PB
AM.VERAS& C I
XEDlCAMOtTOt FUNDAS E TIMTi
. TODAS. AS DUALIDADES
I^PMARMACE UTICOS^
33KI3I CHlWIGQ-PHARMA6IDmr
n E6PEC1AI1DADES It'rM
v3i
5 7, Ra do.Dupe _dfi_Cxi,5 7M-
Especial'daile deste estabelecimento
E xir e iiiiitD de Jalis
Elixir den ti fri ci
Contra a carie e amoecimento e dores de dente.
Y.nho, xaropes e pillas de joro! eba
Grande sortimento de peroiaa, pastilh&s, granulos e pilulas dos melhores fabri-
cantes europeus e americanos.
Gra ide colleccjlo de alcoloides 08 mais modernos e raros.
Aguas minera a de todas as qualidades.
Para phofographia e homoeopathia
\lcoel reetifi-.-ado e deBinfectado, ehimicarrjento puro.
A Pharraacia Amerisan^ tem ama seccSo bomosopatbica onde se encontrar
ilm dos mediomentos preparados com todo aceio o segn 'o os formularios babene-
manicos mnis creiitaios, carteiras, vidros avalaos de todos os tamenhos, glbulos
inertes e medieatcenlosos, tinturas da plantas indigjnas c exticas.
Rcoebu m"'iica2ntos directamente de todas as fabricas da Europa e America
MftiUnuuQ.'io por precos comiaodos e a qualquer hor.i do dia e d3 noite.


DE
WOLFF& C.
1.4-BA DO GABG'N. i
N'este muito conheoido estabelecimen-
to encovtri>r o respeitavel publico o mais
variad e completo sortimento de JOIA9
rece'tidas sempre directamente dos melho-
res fabricantes da Knropa, e qno pri mam
pelo apurado gosto do mundo elegante*
Ricos oderecos completo, lindas pulsel-
ras, alflnetes, voltas de ouro cravejadas eom
brilhantes, ou perolas, annels, cazoletas,
botoes e ontros muitos artigo proprlo
dente generes.
ESPEIALIDADE
Km relogio de ouro, prata e niekclados,
para bom<*ns, senhoras e me nios dos mais
acreditados fabricantes da Europa e Ame-
rica.
Para todos o artigos desta casa garas*
te-se a ba qualidade, aslm como a modtei-
dade nos precos que sao srm competencia.
ili'rsta casa tamben concerta-se qual-
quer obra de ouro ou prata e tambem relo-
gios de qualquer qualidade que seja.
4-Kiia do Gabug-4
INBIISTtIA NACIINAL
COGNAC BRAZILEIRO
DE
A. M. VERAS & C.
PEBNAMBUCO
Esta exccellente bebida preparada eom todas as regras da sciencia, de sabor
a aroma iguaes aos do cognac estrangeiro. O Coguac Drazlleiro tem feito
grande suecesso pelas provincia do norte e sul.
os da fabrica
Pref<
GRANDES
15500
12,51000
PEQUENA8
Urna garrafa...... 1000
Jmaduaia .* 9)5000
O Cognac Brazileiro'eneontra-se na fabrics, em todos os botis, restaurants,
buhares e vendas desta cidade, e em Beberibe no hotel do J2o e venda de Jacintho.
):o:( f .
Alcool 40 puri GONSTIPAgES e MOLESTIAS do PEITO
ANTIPHLOGISTICO Qf)|/^MT|
XAR0PE
DE
PARS, Pharmacia BlANT, 150, ra de Rivoli, PARIS^
A* cetebrldadee medicas de raria recanmendSo ha mais de 60 annos o
XABOPB BRIAMT como o medicamento pello i al de goto mi* agradmt *
[de- ttlicaeia maU certa contra OS Daftaxoa. Contipa?6e3, ClUarro, eiC.
ar Xirop. nunca /iTai.-DeTe-se exigir a Brochura em nove 1
. a asslgnatura Dem lislvel do inventor:
SEP081TOS BU TODAS AS PRINCTPABS PHARUACIAJ
Licenciado pela Inspectora de Hygiene do Imperio de. BraiH.
CAPSULAS de SNDALO CITRIN
d. ~
PreparafSo alguma mais eftioaz contra as
MOLESTIAS SEOR.ETA.S
do que os famosas Capsulas unversaltnemte recotnm*nrindan peles Xtetlicoa.
Urna caixa (com iustriic-es <-nmpletaa para o tratamento) enra geralmcnte dentro de urna wmana.
BTANS, .V A- C; em LIVERPOOL. KVA.XH, CESrHEB A IVKItti, em LONDRES.
^____________________ nh''Q8IT E PARA ACABAR!!
Tecidos de phantasia para vestido, a 200 e 24U rs.( o covado.
Setinetas, idero, o que ba de mais novo, a 240 a 280 rs., o dito.
Beoda da China, branca e de cr^s, a 240 e 280 rs., o dito.
Las modernas, a 320 e 360 rs o dito.
Nansoea de cores firmes, a 10 e 200 rs., o dito.
Merinos de corea, duas larguras, a 500 rs-, o dito.
dem preto, a 800, 1,0000 e 1,$200, o dito.
Setins Maco, preto e de cores, a 800 e 10000, o dito.
Casacos pretos para senhora, ricamente enfeitadus, a 25)0000 e 35)0000.
Mantilhas brasileiras, a 55500, mu.
iebs pretaa e de cores, a 4^000, 5*5000 e 6,0000; sito grandea.
Tapetes avelludadoa' lindsimos, a 12,0000 e 16,0000, uro.
Para as Exna. nolvas :
Grinaldas e veos de seda, a 9,0000 e 120000.
Colchas de crochets, ricas, a 9*0000.
Guarnieres de dita para sof e cadeiras, a 8*0000.
Leques e espartilbos baratissimos.
Setins finos, a 1*0000 e 1*0200.
DamaBcs e popelina branca, a 900 el*04OO, o covado.
Guardanapos de linho, a 2*0000, 3*0000 e 5*0000, a dusia
Atoalhados bordados, a 1*0200, o metro.
Pecas de esguiSo para casaquinhos, a 4*0000.
MadapolSo americano, a 6000, 24 jardas,
dem pelle de ovo, a 6*0500, 24 dt'as.
Algod superior, 3*0000, 4*0000 e 5*0000.
Completo sortimento de casimiras.
Cheviots preto e asul, a 3*0000, o covado.
Casemiras de cores para oostumes, a 2*0500 e 3*0000.
Camisas inglesas para hornero, a 36*0000, a duzia.
eroulas bordadas, a 12*0000, i dita.
Lencos e lindas caixinhas, a 1*0800 e 3*5000, a dita.
Meias ioglezas para homem, a 2*0500, 3*0000 e 5*0000.
E muitos artigos que se vendem com gran es .'-.batimentos.
As vendas em grosso teem o descont da pracu.
i o j a i i:
Pereira & Mag*alhes
SUCCESSOBE3 DE
Garwa Ha Cita k C.
59-rna l>uiue de Caxlas &9
f
i




k

Ra 1' de Narco n. 0.
Parti pam ao reapeitavel publico que, tendo augmentado seu
estabeleciiutrito de JOIAS com mais urna seccSo, no pavimento terreo,
com especialidades em artigos de ELECTRO-PLATE, convidan ai
Ezmas. familias e seus numerosos fregueses para visitar seu estabele-
cimento, onde enrontraro um riquissimo sortimento de joias de our e
prata, peroiaa. brilhantes e outras podras preciosas, e relogios de oro,
prata e nikel.
Os artigos que recebem directamente por todos os vapor aSo
ejecutados pelos mais afamados especialistas e fabricantes da Europa 0
Estados-Unidos.
A par das joias de subido valor acharSo urna grande vaiiedade
le objectoa de ouro, prata e electro pate, proprioa para presentes de
eaBamentos, baptisados e anniveraaries.
Nem em relacao ao prego, e era qualidade, oa objectos cima
mencionados, encontrarlo concurrencia n'esta praca.
FUNDICAO GERAL
LUN PATEHSON ir C
N.44--Bua do Brum--W. 44
HJNTO A ES fAfAO DOS B0NDS
lem para vender, por pre o mdicos, as Begui fs ferragen:
Tachas fundidas, batidas e caldeadas.
Crivaco8 de diversos tamanhos.
Bodas de espora, idem, dem.
Ditas angulares, dem, idem.
Bancos de ferro com sorra oircul&r.
Gradeamento para jardim
Varandaa de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de liados uiodeloa
Portasd fornalha.
Vapores de Sorga de 3, 5, 6 a cardlos-
Moendas de 10 a 40 pollegadas de panadurs.
Bodas d'agua, systeoia Leandro.
Encarregam-se de concert^, e aaainUmant'j 4* machinismo e execntaa
crabalho com perfeicio e presteza.
nrjait
asMHHsssVJPJBI
WBiammssBi


MHMflkBHHflHIBfeliHMBttBflflHHIHMiinMiflttfl^lBMHHHBMHfl

Mano de i mam^si-oDomingo 1 de Abril de 1*88
SCIKNC1AS

A astronoma fabulosa
[Continuado)
Os hottentotea diziara qua ella decresce
cuando, soffrendo da cabega, leva a mao
i fronte o a cculta aos nossos ol bares.
0 esquimos affirmavam que a la, exhaus-
ta da fadiga e de fome aps a sua onrrei
raf retirase por momntos, afira de repou-
sar e alimentarse. O volume que gauha
rpidamente quando reappareoe m stra a
a?idez coui quo se repastou.
Era todos os teuipos, as manchas da la
fcitubirauj a attenyo e provocaram a iraa-
inaagao.
Nao ba provavolmente nenhum patz on-
de seus babitautes nao vejara um quadro
ficticio do disco do noso satelhte ; e entre-
tanto, no meio das figuras diversas que se
descortinara na la, dous typoa priooipaea
pare-era domiar, segundo certa diatrioui
$ao geograpbica.
Na Asia oriental, a viaao commum a
de urna lebre ou de uno coelho. O japo-
neses e os chiu^zes cien ver urna lebre
deBeangaodo sobre os qurtos trazeiroa,
em frente a um gral, no qual pila arroz.
Os hiuds viaui urna lebre. ou um cabrito,
e por isso a denominavam portador* de
cabras cu de lebres. Os siames-s cullo-
oan: na la a figura de urna lebre, com
quanto alguna distingui nella um hornera
e urna mulber cultivando a trra.
Para a maioria das tribus indignas da
America do Norte, a lebre o syrabdo
da lu, como o tigre ou o j>gu*r So os
syrobolos do sol. Os mebanos preten
diam descortinar urna lebre no disco da
la, e u'abi originou se um da seus my-
thos. Na Amrica Centra1, alguna mo-
numentos repreaentam a la aob a figura
de um pucaro ou de urna coocha em espi
ral de onde sabe ama ljbre.
Pasando da America da Norte p*ra a
do Sul, a iraagem eolio ad pelas crencha
populares no globo do nosso satlite soffre
mdanos completa: a lebre ou o co-lho
sao substituidas por urna ligara humana.
Os incas cuitara que urna m iga pouco
ajuiza da, p'sseandu por forraos* noute de
bar, ap^ixou se pela belleza do astro e
corr-u a abracal-o ; ,a Jua eingiulbe o
corpp com moviiiento vigoroso e imroobi-
bilisou-a eternamente nessa posigao. Qum-
to aos potovfatomos do Orano o, as man
chas da la figurara urna velha vagando
ao peso dos annos. Aleuams tribus do
norte do .ontineote, nomedam taw*s, sustentam a mesraa cousa. No ar-
chipelago de Saruoa, distingela nella urna
mulhir e seu filbo, que foram transport.-
dos para a la as ilh-is B ok, julgam
desabrir homens ; em Timor, urna ve-
Iba que fia. As principes naguas frica-
as, e sobrotudo s do sul, er n ver na
la um rosto bu mano.
Os antigs 8Janiinavos ligavam as man-
chas da la a urna verdadeira leuda : Ma-
ne, diz o Eida, regula o curso da la e
seus differentes qunrtos Certo dia raptou
duas enancas, Bil e Kiuk*, que voltvan-
Ja fonte com um pucaro suspeoso a um
pu. As duas crangas ainda se acharo
na la, cono todo mundo v. Na expl-
cagao dos esquimos da Groenlandia, Ma
(na, o sol, irmao da formosa Aninga, a
la, persegua a irm e u aloanc*l-a, qu*n
do esta volta-sa com os dedos enuegreci-
,ios pelo fumo de urna lampada, eroprete
ceu elle o rosto eas vestes de Aainga,
que a rada hoja conserva essas manchas
Os k asas, que considerara a la me,nsal
mente queimada pelo sol, vn as man
chas do seu -disco as cinZas eeultantes
deesa rombustao.
A visao grega de um rosto de donz<-Ua
perdurou n-s nagSiS latinas. Os povos de.
origem germnica, n2> abandonando as
figuras de typo humano, propender de
preferencia p*ra a imagera de um hornera
de baixa estatura curvado ao peso de um
fardo Shakespeare falla muitas vezes de
um bomem iunto ao qual v-se um cao e
urna moita.
Era Franja, segundo as localidades, os
caraponios julgam ver a figura do traidor
Jadas, Judas euforoado em ao ramo de
salgueiro, Joan des Navets com o seu car-
rinho cheio de hortaliza roubada, o fratioi-
da Caim, arrimado p e olhanlo para o
innocente Abel rstendido a seus ps, un
eamponez que roubou lenba no dominio
.10 sanlior tragado pela lu, outro eam-
ponez quo quiz cercar s u campo em dia
Je domingo e que foi condemna.io a gelar
q. lu earregado com a sua bragada de
espinhos, um calador o seu cao, urna
cabra e o pastor que a ordenha em urna
milita, tendo invaravelraente o sempiterno
feixe de lenba...
E' escusado dizer que cora urna boa lu-
neta d escorara ui-se apena* partes lumino-
sas e pontos sombros : desoobrera se re-
gio" s montanhosas e urat ras de volco" s
extia t>s. Alguna astrnomos achara gran-
de 8emelhanga com a cau la de p^vo, ou
melbor com o aspecto qu presentara g-s-
go om p, isposto ii regularmente e tem
regado, Iluminado pelos rai s do sol: as
po^as do agua cgurariam perfeitsraente as
crutems.
Durante os eclipses da la*, os primei
ros homens eram a-com'idos de terror
al. Os eclipses totaes do sol sao
rarissimos; qu.udo muito ha um em cal?
neeulo para o raesmo ponto, e sua dura-
cao excepcion-lraente ex:ede da cinco mi
utos. Os eclipsas parcial d-ste asfro
uo sao cais sensivpis do que a interposi-
cao de nuvens ; coneeguintemento eat^s
plinomenos produz mu-so sem qu >si exci-
tar a alt.uicao. Oo mesmo n5o so d com
os edipses da lu*, que jecorrem no pleo
lumo; sendo entSo nosso 6 >t-llie viive
'ur-nte toda a noute. Si u >u estiver
el ro, ucompanb-m-3 fcil nente as mu-
danzas que proluzem no seu disio.
Qu in lo a la 8" eclypsava os lacas a
:riam enferma. Logo quo o seu disco co-
raecva a diminuir, a iiiquiet..cao e g >
rt. Si ella deaappareesse inteiramente,
jcria signal de rooito certa ; nSo podero
mais suster se no cu, oahin- sobre a t. r-
ra, esmagaria os pobres raurtajs, e o mun
,1o se acabara. Kis por qu-, logo que u u
eclypse se apresentava, e t& pas da'as
er..m ignoradas, cada qul so prpitava
sobre o instrumento qui Iha fi-ava man
prximo, tambores, troi-ibetas, tacho, ct: ,
rompia um barulho infernal. Amarra-
vara os caes e os acout^vam p^ra que ga
ni--sem, persuad los de que a loa, que tem
predlecgSo por csses animaes, eonlciia
por seus geiuidos, f.ria um c-sforj) para
se reanimar. (Jab vea provavelracnto o
proloquio popular qu> se ouve quando um
cao gane noute l.drar lu). Nao se-
ria a mesraa lingu >ge a empregad pelos
gregos da autiguidade cUssiea com rela-
co a Diana, a caladora ?
No Per, durante os eclipsas da la, bo-
meus, mulheres e crianzas, giitavam de
moHo ensurdec-dnr : Mama quila, mama
quilla} sto Maman la ; supplieando
as potencias celestes que nao a deisassem
morrer. Quando recuperava todo seu bri-
Iho, grajos eram dadas ao grande deus
Poehacaraae, sustentculo do universo, que
a havia curado, iropodindo por esta trma
que os homens perecessem.
Os burons e os caraibs tnhampm^o
raais ou menos as meaaas ids : o terri
vel demonio Mabaya, autor das appari^o a
medonhas, das enfrraid-ides, do trova) e
das tempestades, pro -ura devorar o astro
ziam grande b.rullio raalbando em cuscas
do arvores, tambores, etc. e sobretudo
agitando, maracas (cableas contando si-
xo). Os Craiba8 dancam onto toda a
noute homens e roulheres, crianjas e ve-
los, sem exoepcSo, saltando com os pea
juntos, a mi sobro a cabaca e a outr
as costas, sem cantar, mas dando gritos
lamenta veis e medonhos. Os que come
arara a dangar sao brigados a continuar
at despontar o da, sera interrupcao, qual
quer que.sej a necessidade que os assal-
Os esquimos oecultam as prois5a8 e fe
chara as oasas, com ra^d > que o sol ou a
la nrllas entrom. Os homens dio gritos
f. ferera pancadas sobre objectos sonoros,
as mulheres puxam as orelhas aos cues
Si esaes animaos ladraron), o fim do raun-
no nSo est prximo, porquanto elles exis-
tiara antes dos homens a ten presantimen
to das cousaa por vr.
Pora algurnas tribus da Amrica do Sul,
u n cao gioantesco" que d-vora a la por
occasiSo dos e lipses. Os gaaraoys da b.i
ca do Orenoco pensam qu um jaguar 5
um tubaro dizem os maktbs ichtyopha-
gos do es.reito de Fuea. Nessas oeca-
si3-s, muitos povos atiram fl-.chas para o
u afim de atastn os pretensos inimgos
da la e do sol. -Os scandioavos tinbam
qu^si as mes oas id-8. A la e o sol,
Mue 1 Swina, iroiao e irm caroiohavam
rpidamente, perseguidos por dous lobos
terriveis prestes a devorftl-os. O raais ft-
roz Managarmer, monstro qua engorda
com a substauoia dos horneas cuja vida es
t a tocar ao seu termo; algumas vezes
come como a la e espalha,o sangue no cu
enos ares
Ap zar da estado relativamente dionta-
do pela astronoma entre os hind.*, este
pavo acreditava na cabera e na cauda do
Jrago que no ceu pro rara devorar o sol e
a lu durante os eclipsas: eram os dous
us da rbita lunar sobre a eclptica. Ain-
da boj*, a duroc.o da ievoluc3o deesa li-
aba chama-so periodo dragonico.
Aiibl.>ga traiico as eucontra ntreos
h breos.
O Apocalypsn nos r< presenta urna mu-
Iher eoiu loup.gecis no sol, tendo a la a
seus ps, e na oab ea um diadema com
12 estrellas ; um .iragao ora sete eabec-s,
ap .z de arrestar com a cauda a terca
parte das estrellas do cu, espera o fru to
qu* essa mulber vae dar luz para devo-
1 al o.
as crencas pi>pul*res de Sumatra e do
Mdaoca, a oeculi-co do astro causada
por enorme serp-me que a enrosca com ob
seus aunis
Os aifuii de Ceram prasavam que a
la adormece durante as elipses, e por isso
to am tambor para despertal a.
Os Siam- z's ainda bi j acreditam que
os eclips-8 si Casalos p la malignidade
de ura dragao que devora o sol ou a la ;
(a ento grande alarido e enorme ba-
rulho,-tocando t-nbores, oaldeiiSiS, etc..
etc. O* 1 .'.idos conhecem esees pbenome-
uos, 8abem que pUero ser previstos com
muita Ht^celeujia e quo se calculara as
sua8 voltas.
O mes no quanto China ; mas nes e
paz inminentemente conservador, a corte
e as autoridades do imperio tera perturba-
do as traii c8-s das priraeiras pocas.
Um eclipso do'sol era o aviso dado ao
impera dor fin ds que roeditasse sobre
seus erros e se corrgisse. Ss o phenorae-
no bavia sido annuneiado pelo astronamo
offi :ial (1), todo o imperio era avisado e a
corte prep.rava se p^-lo ejum e o retiro.
No dia marcado, a anciedade era geral.
Logo que o astro, seguodo a expressao
ebiaea, comscava a ser comido, o impe-
rado*' em pessoa dva o signal de alarma
tocando o rufar do prodigio do tambor ou
trovado. Os m.ndanus, armados de arcos
efl'xas, de.feobavom tiros para o ar afim
de 8 iccorrer o astro eclipsado.
Os einos instruidos sabem que isso sao
apenas fermulas, porem o povo, que
em g-ral ainda supersticioso, langa-sede
dote, a esouridSo causa* p-.los phantas-
mas, umbra phantasmatum, reoordaco dos
genios obsouros que devorara a la, na z^s a deuoiui iam a Pousainira.
p rasara ahi ver urna gducha com a sua
uinhada, assira que os camponios france-
opinilo de P. Lafitau.
Os primeiros observadoras do firmamen-
to estrellado nao tinbam a menor suspeit
da verdadeira natureza dos astros, nem das
distancias considerareis que delles nos se-
parara. Criam-os, se n3o ao alcance da
mo, pelo menos, e quasi em sentido litto
ral, ao alcance da voz.
Homero diz que os pnheiros osis alte-
rosos do monte Ida ultrapassavam os limi-
tes da atme8phera e p*netravam n regiao
etberea, atravez da qual o ruido das armas
d seus h-res chegava at ao co.
Este cj era urna semi-sphera solida,
urna campnula, eujos bordos tocavam
trra. Era, na exDressao de Eurpides,
urna cobertura posta sobre as obras do su
blime operario. O psalraista bebreu do se
culo XI, ant-s da ms^a era, dizia ao Se
nhor : Estendeis os cos com urna ban-
deira.
E' nessa abobada hi'oisph'riua que 8
acharara fixas, quaea pregos, as estrellas
de Auaximenes. Empedocles as julgava
presas abobada de crystal.
A campa iuL celeste cobria a trra pla-
na, cercada completamento pela agua.
Cala pjv> pensava-sa no centro da terr*.
e ain >a hoje a China douomina-se o Imperio
do meio. Os Incas mostravam o centro da
trra no s^nctuaro d< Cuzco, cujo ora-*
signifi :a umbigo, assira tambera os gn-goa
c viara no templo do sol em Delphos, de-
nominado o umbigo do mundo habitual
por essa razo e-lobrado por Pin i aro. O*
chinezes o eolio ;aram na cidada de Kno-
i 1. A conceptu da trra plana e seqfte-
Ibante a um bolo fi corrente na eivilisa-
cao europea at a poca das cruzdas, e
ntre 03 lazzaroni de aples ainda per-
dura.
Os nWjinos, os maoris, os esquimos,
acre di avara tolo o co sustraa 10 p >r
urna columna, assira como a antiguitade
classi o suppuuh* sibre o d >rso'oe Atlas
Os iroqujzos peusavara qua o cj era flui-
do.
Para explicar o moviraento circular do
sol, os polynesios supponham qua o ingen-
te leu* Miui o retioha p r meio de urna
corda, idi esa partilhada pelos perua-
nos.
Para o pastor da Sapta-Siodhu, os as-
tros erara foguairas atoadas por Agni (o
fogo elementar) ou por Varuna (a abobada
celeste). Ura hyrano quo elle dedicava aos
deus"s faz men,2o da la com seus ratos
gelados, p.ra proclaraar-lbs a impotencia
perante 08 figos divioos do co. (Note-se
qua a la uiuitus vezes citada como um
lugar gelado : a explioacao, provavdmente
bora simples, a difTeronga da tempera-
tura entre o dia e a noite.)
O grupamento das estrjlhs em constel-
lagS's antiquissirao. A grande Ursa, a
Pequea Ursa, o V do Touro, as Ph-ia-
des, Orion, sao concedidas desde pocas
mu remotas A va la-tea, o caminho do
invern para os s:andaavos, era o cam'
nho das almas para os roquezes e para
muitas nacS'.s da America : as almas en-
travam no mundo pela porta que se achs
na constellxcao dos Gmeos ; sahiam pra
voltar para juoto aos deuses pe.la port do
Sagitario, situad. de modo anlogo.
Oj oaroponezes europeus ainda a deno-
raiuara Caminho de S- Ihiaqo, e a mytho
S -gundo s autor da Ciel e'. Ierre, as ob-
servacSdS das Pierdes sao da mais alta
importancia para os Ohokitadlas ou Indios
ps negros. As festas desso povo sSo regu-
ladas. Quando d-aapparecem di abobada
estr' liada no outooo para elles, dao prin-
cipio aos trabalhos agrcolas fazendo as
plantacfj '8 de seroeotiiras : o Inissiman
ou f sta dos homens. Quando as Pl iades
reappare.e n, eelebra-sa a Montoka, ou
fest das mulhares. Os primeiros folguedos
significara o enterramento oa a eombustSo
da sement; os s gunlos a volta do au-
sente.
No dia p-eeedeote ao apparecimento das
Pleiadee (craheciraento esta que presupSe
urna astronoma adiantada), as mulheres
folgara daneando era torno de ura raastro :
o Marristam, testa na qual tomara parte
te as Vestaes do Sol. Ocn a festa do
outorano, e nella f-stejara-sa os raortos por
urna danga denominada stipascan ou dan-
ua dos raortos. As malheves jurara pelas
Piedades e os homens jurara pelo Sol. Cha-
raain se as sete, o ue irapli a a idea de
perf-gao e significa as sete perfeicZes. Era
to la* as f-stas religiosas, loes otfere-i I >
o calumet, e fazam-lhes orayQag paraa lcau-
yar a feli.ddaie na vida.
Para esss-s indios, as Pleiales fora ou-
tr'ora aete mane-boa que guardavam du
rante a noit a sement santa, exacutando
urna dang sagrada. Epizors, a estrella da
m..nha, encautada por suas gragas, trans-
ioelhos desde o comeco do eclipse, roja por *~* f .
' .* r logia d he como ongara uraa gotta ae
i.rn > ..'j.nt.. (rruniei i,iitii. tunando ao e> n
FOLHEIII
TESTAMENTO VEBMELHO
POK
XAVI'R DE MONTEPIN
PRIHEI '* A PARTE
L FADA DDS SALGSIEOS
(Continuagao do n.- 74;
XXIX
__ Sim, sera duvida, ma agora que a
fomo est satiafeit, antes de pensar em
dormir, vamos ver a quanto monta a nossa
fortuna Possa-ioe o eofr ...
O mogo sac ou da algiOeira a sua bolsa,
da qual tirou uraa chave -a do_cofre -
mas, antes, de servirse della, abri um
armario, do cujo interior passou p>ra cima
da mes- magos di aeoSis e valores diver-
sos que l havia atirado.
Terminado esse trabalho, diese :
Priroeiro isto..
Jacquas examnou vivamente esses pa-
pis.
N5o sao ao portador murraurou elle
fazendo um gesto de contrariedade. Letras
nominaes.. nSo valem nada para nos, e
sSo um verdadeiro p rigol. .
Havemos de dessmbiragarnos del-
les "... replicn Pascal, abrmdo o cofre...
Ob I oh! O que isto ? prosigui elle
agarrando n'u.u grnde euveloppe, cujo dia
(00 leu em voz alta : -Isto o meu tes-
tamento -O testamento do conde de
Thooncrieux I nao poda cahir em melho-
ces m3oB. Seremos os testaraenteiros. .
Leremos isto logo mais... interrom-
peu Jaeques. Proco Jamos primeiro ao in-
ventario. ..
Urna medalha... diste P-seal, pe-
gando na que viraos o conde guardar no
cofre. E' de ouro...
Sa de ouro, vale es n francos 1 ..
bagatellal. ninbaria !. ... aojamos se-
rios 1 Ah estilo as notas do Banco ; con-
teraol-as.
XXX
Pascal despejou o cofre sobro a mesa.
Ura grito de alegra, ura grito de tnu B-
pho escapra-se lhe iramedi.taraeute da boo
ea e foi repetido pelo medico.
Ao mesmo terapo as mos dos dous ho
mens acari -tarain com indzivel sensagao
voluptuosdade as cdulas sedosas do Bau-
co de Franga.
Sao quatro os magos, dsse Jaeques.
De quinto ser cada um ?
Est-8 tr-s sao pelo menos de cem notas,
e aquelle devo ser de cincuenta.
Contamos..
E os dedos febricitantes folbearam urna
a urna todas as notas.
__ Cem. d88e Pascal em primeiro lu-
gar.
- Cem... repeli Jaeques. O teroeiro
mago parecido cora os dous primeiros, e
o quarto, mais delgado, cora certeza de
ciocoenta notas... Total trezentos e ciu-
eoenta mil francos. Valia bera ajp-*n
inus>nmodar se por causa disso .. ]>-
raos agora os valores, deixando de parte s
letras nominaes.
Pascal p gou nos papis cor de rosa,
azues e verdes, examnou os e separou os
Valorea utfis daquelles de qu 1 au podiaoo
'irar partido. *
Quanto das boas ? perguntou Jac
duna, quando o seu cara rada t.-rmiuou.
__ Duz-ratos e ca.rae uta mil francos.. .
responteu o mogo.
__Aldiciananlo sao aos trezentos e oin
cuenta lil em notas. perfaz o capital de
seiscmtos mil frahras.... Bonita eutrada
para as no3s-s futuras operaco s.
Amaoha realisareraos a venda dos
ttulos.... Guarda tuio isso u'urai car-
teira.
Jaeques obedeceu.
Quanto aos valores no oinaes, conti-
uuou Pascal, mettaraol-os oovamecte no
fundo do cofre. Guardal os-hamos como
le ubranga do expeliente conde I...
Metteu os papis no cofre, que Jaeques
iechou, e pros guio :
Eis-nos finalmente Da posso de urna
sorama agradavel. Compraremos em pri-
meiro lugar o Pequeo Castello e procur-
ronlos em Pariz ura bonito palaoote, bera
situado, onde o Dr. Tbompsou poder ios-
trra e levanta grande voa -ria, tocando ao
mesmo tempo tambores e gongos para li-
vrar o astro do dragao que ameaca .evo-
ral-o.
Os autoros gragos e latinos (PlatSo, Pli
nio, Tito Livio contara que f.zia se grao-
de barulho durante os eclipses, para cora-
bater a aegio dos epiritos malfazejos, para
repellir, segundo a congregagio do saeer-
(1) Os dous astrnomos Ho e Hi foram
uondemuados ranrto por nao t -rera pre-
visto, segundo a lei ibes prescreva, o
eclipse do sol no anuo 21r>5 pouco mais
ou menos Hntes da nossa era no reinado
do imperador Tcbong Koog.
tallarse luxuosamente... Prometto-te urna
clientella num-rosa e ds primeira ordem,
meu carissimo Jacqus... Quando a gen-
te tem dnheiro faz sucoesao, mesmo que
nao tenha talento, e nao talento que te
faltal.. As tuas reuepgSes, cujas honras
serio f-itas por Martba, altrabiro Pariz
ioteira 1 Cra menos da ura anno seremos
p irtou os p>ra o co e ah os seus folgares
a;lo ag-ada^eis s estrellas. A danga da
rea uos guerreiros malaios d idea dessa
lauca celeste.
C b'nho do purificagao prescripto aos
med os indianos eol'ocado em urna ea-
vidada de forma triangular, na qual sao
langa las seta pedras aqueridas e em segui-
da ab'rtas com agr fri 1. Alabadas a9 io-
vucag8-*8, os madijos podara s Pieiades
que os auxilian a curar as enfermidades
'io corpi. Ell-s t o como talismn seto
ossos, seta balas, ou sete b >!o *.
Para os aotigos, as Pieiades (iato ,
navegar) eram a constellaclo dos navegan
tes, por sera al visiveis de Maio a Novem-
bro, poca da navegagao no Meterraneo,
e ellas seiviam, en vez da estrella polar
orientag3.o dos marinheiros duranto as
noit-s.
Seguodo a fbula, eBsas Pieiades ou
Atlantidas eram as seta filhas de Atlas e
de l'leionc.
Faran raptadas por Busiria, redo Egyp-
to, e libertadas por H-reules. Depois, per
seguidas por Orion, feram transform.das
era estrellas. A maia brilhante, Aleyone,
T raro, de terceira grandeza ; Electra e
Atlas sao da quarta; Merope, Maia e Tay-
gta sSo da quinta ; Saleno, Pleiona e As-
t-rope sao da sexta e da oitava grandeza.
As duas ultiiuas s5o invisiveis a olhoe des
armados e S^lono d'ifiS.'ilmente vista.
Provavelmente diminuio de brilho na no-
ea da guerra de Troya, porquanto ver'sao
antiga conta que ella havia desapparecido
em razJo da carnificina dos combates.
Facto notavel: nosso sol e o seu syste-
ma descambara para 'am ponto de espago
situado entre N e A de Hercules, muito
mais perto desta ultima, aob a influencia
de um a3tro central, talvez a Aleyone.
(Continua).
leite cabida no co quando Juno amainen-
tava a Hrcules. E' o rio celeste dos chi-
nezes, um brago da mar povoado por tu
barS;8 ; segundo os taitanos, o campo
onde os manes dos antepassados dos puel
ches cagara avestruzes ; o p das estrellas
dos peruanos
As pieiades, formadas por um grupo de
estrellas bastante prximas urnas das ou-
tr. s, s5o vistas no invern [oa Europa) na
parta da onstelUgao do Tsuro visiuba do
llarouro o de Perseu. Os roquezes e mu-
tos povoa antigos pensovaro ahi ver um
grupo de dangarinod e dangarioas.
Na Io-iia, Italia, Inglaterra e Franga
gou na med ilha de ouro que estava sobre
a mesa e examinou-a curiosamente, voltan-
do-a era todos os sentidos.
Que diabo de medalha esta ? disse
elle. Vela...
Pascal a seu turno examnou attenta-
mente as duas faces do disco de ouro, e de
pois respon leu, utiraudo-a sobre a mesa
__ Ni comprehenlo... Datas.... al-
alavras sera nexo... E' ura
possuidores da tres milhSis, has de V3r I
Cora isso poiereraos ento vivera nosi-Igaiismos p
voutade em qualquer p.rte, sem cuidar do|enig na, cuja palavra psreee-me completa-
futuro, ricos so cora 03 rondimentos, sera mente intil proeurwr
Voltemos ao tes
sra tocar nuuca no nosso Capital. Guard
a bolada, mu velho I No ueio-te nosso . xa!... Mas has de fazer-mealguna adian-
ta.iientos Sibre os m u* honorarios sen re-
signar muito, quando eu tiver ceceasidade,
nao assira T...
Havemos de ver isso.... raspn leu
Ja*ques. Sa nao fores exigente...
E os dous .mrapliees puzeram-so a rir s
gargalhadas do gracejo.
Passada a hilarilale, Pasoal desarro-
Ihou a s guuda garrafa de viobo Bordeaux
e encheu os copos.
P.Uvra ue honra, exelamou elle, qu
a voutade de dormir passou-me 1 nao sin
to maia fatiga 1 paraue-me qua renasgo I.,.
A alegra o melbor dos tnicos, o
melbor-dos reioustituiutes, dissa Jaeques
erguendo o seu copo; e accrescentoo, eho
u-.udo-o contra o do seu amigo :A tua
a.iu.te, rae.u Velbo camaradal...
A' tua, meu velho maganao! aos
nossos triurapos I aos nossos iniluSts I.
Agora vamos deitar-nos !..
Nao abrimos antes disso o testamen-
to do cunde T. .
E' verdade, esquecia-ma 1 Tambara,
que nos importa o testamento ? e/iient
que o conde da Tooonerieux nao n js iusti
(U; seos h-ideiros Uuiverstes. pareco-
:u snp iflao lelo..
tu acbo qua iudisp rasavel.
Por que razio V
- Porque a su lcitura nos dir se n3o
devemos raceiar que uma segn la via to
uha sido depositada era algura cartorio, o
quo oonatitu na para us ura perigo muito
serio, sob o ponto de vista da venda dos
Valores.
Teas razio, respondeu Pascal, pre
c80 lar este lo^uraeuto, quanto mais au
fosse ao menos pela curiosilade de sabar o
qu diz o meu original ex patr&o.
E procurou no bolso um caivete para
abrir por cima o enveloppe do testamento.
Emquaoto e&cuUva Pascal, Jaeques pe-
caraento..
E tirou do envebppe as fslhs de papel
qua contrariara as ultimas dispjsigrJas de
FelipP'* d-s Thonnereux.
Tmha ou nao tioha razao quando fal
lava na originalidade do defuoto conde ? !
xclamou elle a rir. Levou-ao ao ponto
de escrever todo o seu testamento oora tin-
ta verraelha 1 Decididamente era um ma-
niaco I. .
Le era voz alta... disse Jaeques.
Pois nao.
Eo mog coraegou a Uitura de um do-
cumento qua j conheceroos, mas cuja
priacipaes oisposgois indispinsavel re
pro 'usir gora.
a Eu, F -iippa Armando, conde de Thon-
nereux, era pleno uso d^a minh.s tauulda-
es meut.es, apezar de doenta, exprimo
oeste testamento ologrpho as minhas ulti-
ai s ?ontad-6, e nomeio o Sr. Prollet, ta
bllij em Pariz, era quera depjsito todo a
uonfi*ng<, meu testamenteiro.
Pas al iuterro npeu se, vrou as paginas,
lirigio vivara nte os olbos oara as ultimas
liobas era qua se achava a data : 22 de
Jiaio da 1S79 -e o seu rosto illu oioou-ae.
Esto testamento foi es-Tipto ha apa-
as trez* das .. disse ella em sguila.
Sa existase um segunda via, o tabelliao
t 1-a bi eutregue immdatamente ao pre-
si lente do tritraual civil, e a apposigSo dos
8-llos oo trra razao de ser .. Ora, foram
collooados os sellos, logo nao ha segunda
via. .
J.cquea f z um signal, que stgntfiuava
cUraraeute:
- E' usto... contiai.
O moyo proseguio :
A raioha fortuna divdese em duas
partes, ura* cooheoida, ou'.ra ignorada....
O ex-secretario do conde interrorapeu se
uovameote. *
On oh 1 exjlaraou elle, es ahi uraa
phrase prenhe de segredos 1... O que ire-
mos saber ?
dem abrigar dentro de um carro, de sahi*
rem ra.
Eu estava exasperado, damnado como
dia o vulgo, porquanto tinha feito o pro-
posito de logo pela manh2 safarme para
casa de minha ta a quera eu estimava.
Mas a chava continuou a fazer-me fos-
cas at s 5 horas da tarde, quando des-
cangou um pouco, o bastante para que eu
sem de mais querer sabr, sahissa de casa.
Ignorava ao certo qual o becco do Quia-
bo, na ra do Livramento ndaguei do um
transente a dircegao, indcando-me este
uma viella estreita e immunda, sem caiga-
ment e cheia de lama e lixo.
Olhaodo para ura l>do e outro vi uma
casa que pelas spparencas assaraelhava-se
com a descripta aa earta- eobradinho al-
gum tanto alto e slgum tanto carcomido,
como a casaca lodosa e esbjrac ida de um
commendador qut ha 50 annos nao saba
da penumbra.
Resolutamente embarafustei-rne pelo te-
uebroso corredor a dentro-, ttopjg*ndo aqu
e all e sentindo invadir ma as fossas na-
zaes um cheiro aere, que em nada si coa>
aunava cora 03 rispidos e tra icioa-re3"*e"s-
tumes de minha tia.
Pouco a pou .0 me fui sentindo preso por
nra medo que promettia s^r terrivel.
Aps urna fatigosa as-eugao galguoi o
patamar e fartamenta resfoleguei encostado
porta qual bat tao firtemente, estre-
pitosamente a ponto d ella se abrir.
Apoderou se entilo de mi o nma sensa-
gao estranha, indes riptivel e nica.
E' que estava minha vista, tetri<-os
como as cruzes de um ceicitero, duas fi-
guras que pareciam representar dous seres
sabidos da sepultura.
Uma velha c*bisbaixa, cora os cabellos
alvos como capulho de algodao, denles al-
vs8moB que contrasta/ara com o rosto des-
carnado e cheio de depressS:b, f.zia p aadamante renda. O outro espectro ( o
nomo merecido) representava um velho.
tambara nonagenario, cuj >s raros cabellos
cahiara aqai e all sobro a testa espagosa e
cheia, como todo o rosto, de montculos qua
lhe davam, de combinagao cora a cor ma-
cilenta, um ar det-stav 1 e horripilante.
Erabeveodo na letura de ura livro de
orag5es elle nao ouvio o ruido que fiz ao
ver 11 scena.
Na minha lgica de menino nao achei
explicagao pira o ceso, como era lugar de
minha tia encoatrava to lindos persona-
gene.
Comtudo approxitofti-me do sala e per-
gii'-t"i se all morava tuinha tia F... ao
que a velha arregallando os olhos e o ve-
lho franzindo os sobrolhos, responleram-
me, una vocee, com um grunhido medo-
nho quo elles eram os nicos moradores
d'aquelia casa e que eu talvez tivesse sido
victima de ura pandego que me fazendo de
tdlo me mandasse onde ntlo quera ir.
Cahi entSo das nuvens e comprehendi
que o meu guia me tinha codilbado.
Mais exasperado ainda do que estava
qu-.n'lo entrei, sabi como um raio, dei une
encontrS.'S e ebeguei suado em casa.
Contei o caso, rirara so de mim e para
me consolar eusinaram me a direcgo de
tal be:;co.
/
tfAftIEPADES
O l de Abril
Na vespera, isto aos 31 das do mez
de Margo, recebi por entre alegres e rui-
dosas manifestare 8 de prazer uma dc-lica-
ca cartinha da uma velha tia que me par-
t cipa va ter-se mudado para o becco do
Quiabo e me convidava para ir l no dia
aeguot cear com ella.
Eu quando muito (sa me nZo falba a me-
moria) poda ter os mcus dez annos.
Nj da 1., desdo bem celo a chuva
coraegou a cahir desapiedadamente prohi-
bndo os pobres burguezes, que se nito po-
Depois continuou :
A fortuna conbecida eleva se somma
de cinco rnbS^s e novecentos mil iranios,
decompoodo sa da forma seguinte : a
Segua se a lista das propiedades, va-
lores e dnheiro em nao:da, cujo total attin-
gia a sarama annunciada, lista que nos pa-
rece absolutamente escusado reproduzir.
__ Infelizmente nSo temos em nosao po-
der seno uma pequea parcella dese Po-
tos I murmurou Jaeques Ligarde, soltan-
do um suspiro. A quera tocar o resto?. .
Varaos sabel-o, replicoa Pascl Siu-
nier ; passo s explioagrJas e partilha.
Eil-a :
A' bora em qu* eserevo as minhas ul-
timas vontades, n&o tendo prente algura,
nem prximo, nem atastado, a quem eaus*
prejuizo, desherdando, julgo-me no direto
a dever de dispor de minha for una do mo-
do apgunte :
< Dou e lego :
1/ A' cidade de Pariz, 03 maus pre
los do bairro Saint-Garmaio, da ra de
Rivoli e da ra das Pyramdes, aasim co-
mo me.ua valorea fraocezaa e eatrangairo
forman lo ura total de tres mii'18'S e tre-
z-ntos mil francos, com a obrigaglo para a
dita cidade de P*riz, representada pelo seu
conselho municipal, demandar construir, no
terreuo que escolher intramuros, ura asylo
nocturno as mesraas coaaigSas do ra do
Tojqu villa.
__ Ora aqu est ura dinheirlo deitado
fr.ll exdaraos Jaoques L.gardo com
oonviegao.
O que temos com sto, se oo pode-
mos deitar-lhe a uuba ? red-rguio Pascal.
Prosigo :
a 2. A' idade de Saneerre os dominios
que possuo no seu territorio, con a obri-
gago para ella de fundar, no hospital da
lita eidade, uma Sala com quatorza leitos
resrvalos paia os volhos, nascidos no dis-
trito e cujo estado de indigencia seja ma-
nifest.
t 3. A' communa de Graog-s-de-Mer
U-Fjauioe, onde oaso, o p-lacio e os bens
ds r-iz, situados no seu territorio, co a
condgao expreasa de que, durante seis an-
nos, a partir do dia da abertura do mau
teataraento, os agricultores que arrendaram
as minhas quintas continuarlo a exploral-as
sera terera que pagar a rauda.
t A oomrauua 80 tomar posse do pala-
cio dezjito mozos depois do da de minha
morle.
Quando cheguei casa de minha tia de.
de ventas na porta fechada.
Era aquella a segunda deeepgSo que eu
passava n'essa maldito dia sempre cele
bre nos annaes de minha vida.
Sem consciencia do que fazia bat na
porta uma t>6a porgao de tempo, segura-
mente um quarto de bora.
Quando ia dando um passo para voltar
para casa encontrei-me com minha tia que
me agradeceu a sollieitude com qua a fra
visitar.
E ella nao sabia porque transes bavia
eu passado I...
Desde entSo protestei nada fazer por
mandado ou pedido de outreui n'esse d;a
consagrado verve inexgotavel dos pan-
degos.
Recife-1883.
Th.
t De ver transformal-o em caaa de asyle
e descanso, sustentada com os rendimentOB
dos dominios, e onde serSo admittidos os
enfermos o velhos pobres do distrieto.
4." \' Sra. condes8a de Chatelux, que.
se chamava em solteira Georgina de Gra-
ves, a mobilia, tapetes, qudro&, estatuas,
obje -tos de arte, porcelanas, bibliotheca, "
baixcla de prata da familia, que guarne-
cen) o meu palacete da ra da Vaugirard.
e mais os cavallos e carros.
5." A meu velho e fiel oriado de quar-
to, Jeronyrao Villard, a quantia de cin-
coenta mil francos.
t 6.' A cada um dos outros mus seis
criados : Claudio Perrio, Miguel Bo-dier,
Jayme Firrain, SebastiSo Marcel, rsula
Arnaiit e Be.nta Voroier, vinta mil francos.
1 7. Cem mil francos para serem distri-
buidos aos pobres 'la minha freguezia, por
inte/medio da assistencia municipal desta
fregu-zia.
ste tpico do testamento foi reoebide
cora um nova gargalhada do raedi -o.
__ Ab I (ifeli08 pobres, dissa elle, ser-
virao-nos desse diuheiro antes de votJ,
mas creio que, se perdera alguraa cousa, 08
seohores admnisradores anda perder
mais. E depois?
Pascal continen: *
8. CmcoenU mil francos para a coa-
servago do tmulo de familia, onde re-
pousam minha querida filha e minha ado-
rada mulher, e onde ea proprio vou des-
cansar
t 9. Dez mil franoo3 a...
De rep-ote o mogo c^ssou de l-r e fixuu
03 olhos espantados sobr a phrase que
nSo coneluio.
__ Emao, o que que temos T pergun-
tou Jaeques, sorprendido pela repeo'tina ia
trrupgao.
__O que que temos V Temos a oouaa
mais iocrivel, mais inverosmil, mais estu-
p-oda, maextravgaata,que se ode ima-
ginar...
_ O que ?
__O meu ooma nesta testamento...
O leu norae Ora historias .. re-
pleou Jaeques incrodulo.

~
v.
(Continuar se h(i
1

Typ. do Diario ru* aqu de Caas a. t


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