Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16630


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Full Text
HOOOI
iMMO L Unarta- eir 19 de Setembro de 19941
\l UK1IO Zlt\

B Bl M&R01L 3?IS&I0& 35 S&RIA & 3?iLHdS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiautados. 8&000
Por seis mezes adiantados. 15&000
". or um anno adiantado .... 30&000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS E PUBLICACOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Us Srs Mayence Favre C & \ residentes em Paris18 rae de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. 16$.",i)o
33 *l '00
>M
littfl
Por um auno adiantado
Numero avulso do mesmo da.
Numero aviilso de dias anteriores.
.
Telegnammas
---------------
orrzciAL
(") lclAm, I" de Setcmbro.
Ao governador do Estado.
Recifc.
Tcndo seguido no Brazil para o Su:
o Dr. Lauro SoJr, assumi a administra-
i di i 15.
Sado-vos.
iurt,
Vice-Governador.
lita de Janeiro, i8de Setcmbro, s
2,horas e 15 minutos da tarde (recebido
na estaco = 5 h( >rts e 1 minutos da tar-
de e entregue s 5 horas e |0 minutos .
Estao delineadas as seguintes testas de
recepc 1 commisso uru ju rya que
aqu fozer entre:
ra contra o Para recebida of-
ficialmente pela commisso que foi ao
Uruguay sob a presidencia do general
Leite de Castro ;
12 DE OUTUBRO -Ditribuicao das
medalhas, desfillar das tropas, illumina-
coes;
13 DE UTUBRO-Revista da guar-
nicao e da guarda nacional;
14 DE OUTUBRO Procissao cvica
das escollas e associag5es; e
Nos dias subsequentes haver pic-nic
no Corcovado, regatas em Botafogo, e
baile no Cassino.
Falleceu em Buenos-Ayres a esposa
do Dr. Anto de Paria.
La Nacin de Buenos-Ayres acon-
selha ao governo-argentino que faca ces-
sar os soccorros aos emigrados brazilei-
ros internados em Corrientes.
O coronel Sampaio marcha sobre
Livramento, afim de atacar Gaspar Bar-
rejo eoutros ebefes cev iltosos.
Foi reformado em tenente-coroncl,
O major do exercko Capitulino Cesar
Loureiro. ,
Foi promovido ao posto de major o
capito Leoncio Luiz Pinto Ribeiro;
E foi tambem promovido ao posto de
capito o tenente Jos Mara da Silveira
Santos.
A taxa cambial subi para 11 d. por
1>XK>.
.Montevideo, 18 de Setcmbro.
Foi nomeado ministro dos negocios es-
trangeiros, o Dr. James Estrazalas.
Rio de Janeiro, 18 de Setembro, s
5 horas da tarde (recebido na estacao s 7
horas e 30 minutos da noite e entregue
s 7 horas e 40 minutos].
g'Na Cmara dos Deputadoso Sr. Frun-
cisco Veiga apresentou um projecto de
jei concedendo transporte gratuito as
estradas de ferro de dominio da Unio ao
material das estradas de ferro pertencen-
tes aos Estados.
Telegramma de Paris annuncia ter
all fallecido o Dr. Vianna de Lima, mi-
nistro do Brazil em Lisboa.
(') ReproCuzimos hoje este telegram-
ma, porque, sendo official, sahio hon-
tem publicado entre os do nosso servico
particular.
A Eedac^o.
PARTE OFFICIAL
Govcrno do^Estado de Pernam-
buco
Expediente do dia 8 de Agosto de 1894
Acto :
O Governador do Estado, resolve prorogar
por trila dj.s a licenga de dous mezes, em
ayo goso s acha, bacharel Joaquina Mouteiro
Diaiz, juiz de direito do municipio de Flores-
ta.Communicou-se ao Dr. Inspector do The-
souro do Est ido.
Offlcios :
Ao Dr. Inspector da Alfandega.Transmit-
to-vos, para os devldos fins, o titulo da nomea-
SSo de Jovini Barroso de Mello para o cargo
e professor de primeiras lettras do preiidio
de Fernando deNoroaha.
Ao mesmo.-Communico-vos, par os flns
convenientes, que por telegramma de boje ao
.^director do presidio de Fernando, autojigei o
secretario nomeado para aquelle es
ment assumir o exerclcio de suas fun
dependente de titulo, que solicitar op
ale.
Expediente do Dr. Secretario
Offieios :
Ao Dr. inspector do Tln-souro do Estado.
S. Exc. o Sr. Dr. giver.nador do Estado, inunda
coinmuuicar-vos, para os devidos lins, que eai
5 do corrate, o bacharel Jayno de (Jcrqueira
Liuri promotor publico do municipio de lom-
Jardn entrn 110 goso da henea de 2 mezes
que ibe fui concedida pjr portara de 18 de Ju-
lll I L'lliliiO.
Ao cominandants do corno policial.-O
Exm. Sr. Dr. governador lo Estado, manda com-
mamcar vos, para os fins conveoienl is, qu; no
requenmenio da pr >rpo de voss cont*
mando Joao Ferreira da Silva, pediado para
dar substituto, exaroo boje, attenti o motivo
allegado, o Beguinl lio: Remettido a
o la medica lo Estado a quem o peltcicn
se apr sentir atiin de r raspee iont lo.
lo :;i ira 1. 0 Exm. Sr. Dr. g ivernador
11 Esta lo, manda commnnicar-vos qn 1 no r -
rp .I i vosso c 'iii-
mandoJos de Aodrade uima pediado baixa
rv 5 1, 1:1 dianl; up icSo 'le substitu-
to, ': o allegado, o -1
guite despacho : i meilo janla medica
lo Estado ,1 quem 1 .. icionano se apresentara
atim de ser inspeccionado.
Ao direelar do presidio de Fern nido de
Soronha. O Exm. Sr. Dr. governador do Esla-
tn n la cotninunlear-vos que remetleo boje
para a Alfandega, o ltalo de nomeacao de Jo-
vino Barros 1 de H dio para o cargo de prol'es-
s ir desse pr isidio.
_---------------?----------------
I) (/. iia l'i de Selembro de isl I
Joto Anlonio Louslaiol Lacl 1 te, pdindo
paga : os, a que so jul^a con
direito por t r exerc lo o cargo de enirenhciro
Bscal interino da Estrada de Forro do Recife a
Caxang desde 1 > 1 -:o n'im > mj>l ste o se.lo.
Jos Kerr ira I. ite, guarda le I* c
Casa i''.1 pedind pagamento do aug-
mento de mee ido por Decreto de :
de Dezembr 1 do ana 1 de II9 1 a da-
la a iu 1 o Governo rer >t:i iu t.ii angmenl 1 at
1 qn f 1 soera lo do Infi rme o tDr.
inspector do Thesoaro do Estado.
Lu/, de branca dos l iia Gomes, praja do
corpo de eavall tria Estadoal, pedim'o baixa do
servico do mesmo corpo, visto achar-se sofiVen-
il 1 dr.-in -;iu e A junla mlica a qu I se
apresentara o p ticionario afim de ser inspec-
cionado de sonde.
Bacharel Higoel de Figoeiroa Paria, gereote
da Empre a do Diario de Pernatubuco e con-
traclante dos trabalhos de impresso e publica-
i,ao do expediente da .Secretaria do Governo
peduido em vista da disposico da clausula 8."
do sea contracto, preferencia a impresso das,
biograohias a que se refere o Edital publicado
oo, Diario de Pernaiubuco -Informe o Dr.
Inspector do Th souro.
Sociedade ongresso Dramtico Beneficente
pedindo o Theatro Santa Izabel para realisar
um espectculo recreativo no dia 7 de Oulubro
prximo vindouro-Informe a Inspectora do
Theatro.
secretaria do Governo do Estado de Pernara-
buco, 18 de Setembro de 189i.
O porteiro interino,
A. da Fon seca.
Ouestura poliiml
2, S-ecS'N smr Secretaria daQustura
al do Estido de Prnambuco, em 18 de
Sji.'ii.bro de 1894.
Ao Sr. Dr. Ahxandie Jos Barbosa Lima,
M. D. governador do Esl lo
Parlicipo-vos que foram hoiitcm recolhidos
Casa de Detenga 1 o- segointes individuos :
A' miniia ordem, Jos Joiquim de ant'Anna,
remettido pelo delega o da Victoria como la-
dro de cavallo.
A' ordem do delega lo do 1" districto da capi-
lal, Antouio Frederico Correia ou Fredenco
Campos, para averi^uaces policiaes, como in-
dig lado em crime de bigamia.
A' ordem do subdelegado da freguezia do
Recife, Izidio Beader M icliado e Cordlin > Ri-
cardo Per ira, por uso de armas prohibidas;
Paulo de Sant'Anna, per crime de tomada
de preso.
A' ordem do subdelegado da freguezia de
Santo Antonio, Manoel Pedro de Hollaada, pre-
so em flagrante por crime de furto de cavallo.
Communicou-me o juiz do 1* districto de
Flores, por oflicio datado de I do corrente, que
no da 23 de Agosto ultimo, no logar Cajazeira,
daquelle districto, estando no terrajo de sua
casa o cidadao Antonio Paciente Rodrigues,
foi-lhe deslecliado um tiro de emboscada, vin
do elle a fallecer no dia 28 em consequencia
dos f rimentos recebidos.
Sondo transportado para aquella villa o cada-
ver do infeliz Rodrigues, o referido juiz fez pro-
ceder competente vistoria e proceder s ne-
cessarias diligencias, afim de descobr.r o autor
01 autores do crime.
Pelojuiz do 2o districto tambem do muni-
cipio de Flores, foi capturado na noite do dia
18 do mez findo, em um samba, no logar Quixa-
ba, daquelle districto, e recolhido cadeia
daquella villa, o individuo de nome Ionocencio
Pereira de Moraes, pronunciado no meamo mu-
nicipio no art. 29 do cdigo penal, combinado
com o 63 do mesmo cdigo.
Nesta data remello ao delegado de !
districto da capital para os fins invenientes, o
auto de corpo de deheto procedido na pessoa de
Celestina Theodora da Silva.
O cidadao Vicente Fructuoso da Silva ?s-
sumi no dia 3 do corrente o exercicio do car-
go de subdelegado do 1 districto do municipio
de Flores.
Sade e fraternidade.
O questor,
Julio de Mello Filht.
Thesoaro do Estado de Per
namnaco
Despachos do dia 18 de Setembro de 1801
Jos Vieira Lima, Joviniano Manta, Alberto
de Oliveira Coellio e Antonio G. Gomes de Al-
raeida.Informe o Sr. Dr. Contador.
Miguel L. Cavalcante de Albuquerqne.-Ao
Sr. Dr. Contador para os devidos flns.
JosThoma/. Nun.-s do Valle e Jos Pedro
B. de Mello.-Haja vista o Sr. Dr. Procarador
Fiscal.
Francisca Lacerda e.outra Informe o Sr.
Dr. admioistrador da Recebedoria.
Jos Salazar da Veiga Pessoa, D. Rita de
Cassia de Oliveira Lobo e outras, Posidonio
dos Santos Moreira, Francisco B. de Lima,
Joanna A. T. de Miranda Trevas, Octaviano de
Mello Braga, Marta Francisca dos Anjos e .lean
Meier.-Ao porteiro para entregar aos inte-
ressados.
ao maior genio potico da Franja, paginas de da Constkuigo,. livesse, j nao digo comraet-
hoje ac
Utagsei c
wm& MOBIL
DISCURSO PRONUNCIADO NA SESSO
DE7DE Jl'LHO DE 1894
NEGOCIOS DE PRNAMBUCO
O Sr. Alvino Guanabara Ha as
[paginas ardentes dos Ckatnients, naquellas pa-
f iaas vibrantes que o ardor patritico Inspirou
o lio santo, paginas de vigorosa viaganca, em
que as palavras contundem, em que os pensa-
mentos magoam, ha um momento era que a
lucia cessa, em que o vmgador da honra de sua
Ni ro reveia-seo pensador que em que a du-
vida o domina, em que o ardor do combate ar-
refece, em que elle se recollie, me lita pon
e Iraca o seu papel :
i/n/i role es: i'avsctir el de reiterpeunf...
Era face deste debate, incandescente, que vriii
do lia dias trava lo no scio i!a deput?c3o per-
11 ..nbucana, nj meio desta lucia ardealissima
que se affirma por dolorosas accasagoes reci-
procas, en bem qnizera, Sr. presidente^ que se
-1 un inslante de calma e que fosse atlen-
di la a palavra de quem omito se lisong iaria si
pule.-se at'.ribuir-se a si proprio o papel de
quem so (' a o desejo da advertencia pru 1 me
e da reflexS > madura.
Senbores, nao nos pode Ber indiflferente o de-
bate travado no scio da deputac&o pernambuca
na, porque elle 6 o symptoma de un mal gra*
vissimo, que pode alindar fun lamente as OOSSas
instituido es mesmo nos seus alicorees.
De tacto, que Blgoificaefio tem elle Por ven
tura nao ibais que o desabafj de dissabores
oriundos da poltica local, desabafj que seria
! caso meramente pueril, porque seria inef-
tic.i', inane, semexpressao e Bem alcance,nada
mus tradtuindo que a pervenfto das bois nor-
mas do rgimen era vigor?
Nao, Sr. presidente; infelizmente, elle reve-
la um mal maior ainda : elle cao sinao a trai-
go, a denuncia, a manilestaco de una espe-
ranzaque nSo pode vir a ser realidade--o
qual corresponde ura receij, que, se lora funda-
do, redu/.iria a farrapo essa obra poltica que
a gerac&O de hoje esti procurando consolidar
com seu sangue generoso...
Senhores, nao quero entrar na analvse da po-
ltica local de Prnambuco; era aconheco bas-
tante, nem, si a conhesse, teria para tanto au-
toridade; nao quero to pouco demorar-me
no esludo das personalidades que l eslo em
luda...
O Sr. Valladares Quer propor o estado de
sitio para l?
O Sr. Alcin Guanabara... mss Uta fado fe-
re-rae fundamente a allencao : vejo que a lucia
j se desviori do campo das agitaces polticas
em que ella se decora com os principios e se
escuda no interesje publico, para cahir 00 ter.
reno ias personaliJades, onde elja sa chama
talvezodio,oode a; >^as armas sao dirigidas
contra os caracteres, contra a propria honra pes-
soal ..
" Sr. Ja i Carie*-Vbmi bem.
O Sr. Alcindo Guanttbara -Vejo o Ilustre de-
putado dissidente por Prnambuco, precursor
da f republicana, luclador pelos seus idaes e
pelas suas opinioes, que no tcais agudo da crise
revolucionara disse desassombradaraente ao
paizoque senta em ura manifest celebre...
O Sr. Colho Cintra-Qj s apresentou de-
pois de instigado a isso.
O Sr. Martins Jnior -D um aparte.
O Sr. Alcindj Guanabara .. aecusado de ter
de alguma forma sympathas por essa revolu-
ta o condemnada nesse manifest! E posso,
porvenlur 1, admittir e crer que um homem da
responsablidade poltica do nosso digno collega
condemne um dia o movimento poltico que ap-
plaulia na vespera?
Por outro lado, nao verdade que ah est
acensado o governa lor de Prnambuco de cum-
plice dessa revolugSo, de chefe de urna cons-
pi.-ajo a ella ligada, tendente a destruir a for-
ma federativa ?
O governador de Prnambuco!...
Ser.hores, conhecerao-nos, eu e o governador
de Prnambuco, desde a primeira vez em que
nos encontramos nestes bancos. J l vao 4
annos e dos mais agitados da vida poltica des-
le paiz.
Quanlos, Sr. presidente, neste pequeo lapso
de tempo teem sido dominados e devorados
pelos males da poca, pela iocooherencta, pela
contradirco e pelas arabiges desordenadas !
Quatro annos apenas e um monto de ruinas
sobre individualidades polticas mais em vista,
que mais se destacavam e mais se impuoham !
Nos pareis desse ocano poltico, qoantos
fracos, quantes vacillantes, quantos ambiciosos
em naufragio t
Mas, dentre os que entraram para a vida po-
ltica militante pela eleicao Constitulnte e
foram depois chamados a outros postos, o go-
vernador de Prnambuco um do3 que teem
tido a rara fortuna de se poder maoter cora
lustre. (Apoiados.)
O Sr. Martins Jnior V. Exc. nao O tem
acompanhado em Prnambuco.
O Sr. Alcindo Guanabara-V. Exc. sabe, 8r.
presidente, quanto foram longos e penosos os
dias de lucia, que infelizmente foram 09 dias de
vida da primeira assembla republicana; mas
V. Exc. sabe tambem que o deputado Barbosa
Lima nunca soube guardar posigOes interme-
dias, que compromettem, nunca soube renegar
as suas opinioes, nunca recuou, nunca tremen.
Ao contrario, senhores. homem de posicSes
extremas, define-se claramente e lncta com a
sinceridade de quem ama as ideas com pai-
xo.
Nao posso, pois, acreditar qae o governador
de Prnambuco, que desde a primeira hora da
crise revolucionaria lealmeote se declarou em
-te
tido o crime de qne o aecusam, mas siquer va-
Ciilado um instante na firmeza de 3ua f l
O Sr. M irsnu Kninr-V. Exc. tem razo em
nao acreditar, mas o Tacto.
11 SJh Alcindo GuonaburaNao posso adra I-
' i Ii valososo e leal soldado que a 3
los primeiros a desembainhar
a sua espida na defefli da lei ultrajada, livesse
agora tentado liral-a a incio para apoiar maior
;i honra '!j Brasil..
O Sr. Marin .'miorTiro; -a toda: foi po.'
. I minutos que ello n 1 ferio a
v
ibira N ni p
ti: o.. t.. lie aracter iateirico de aoj^lma
sLapeM rianga como pureza e candidez, te-
ulia t 1 m > pe.smenlo----
i) : Marn,; Jnior V. Exc T 08 cousas
**r ui 1 [/risioa ralso.
O Si: Alcindo Guan.bara. linha tido o man
ato dUi tallar ao seu dever, dever que
e Wihecia, ". ali! senhores, quando o gover-
nadjr '!e Prnambuco sent que ha um dever a
cuinprir e contfece onde elle est, o seu posto
esta Daturoralmopte indcalo e forjas humanas
n 1 i' 1 lem demOvel-j delle. (Apna
O vet Ferreira -Apoiado ; isto prova
que V. Exc. o COObece bem. (Ilaoutr^s apartes)_
O Si i adVi Guana'jaru Sr. presidente, Uve
a inJBJiOJda le. de nao estar na patria no momento
em qae illa ieve de soffrera allrenta eu tortura
N i estrangeiro, porm, nao
me-liz.vslranno s sua3 dores ; e quinto estove
-i ,:i:i'i..,- forcas, rumpri o raeu dever de 88-
if-ffla por secundar os que aqu se empe.
nhavara gloriosamente na defesa da Consti-
tuicao.
(j Sr. Medt&m e .4/6'i'/u#r9U-Intervenc5o
muito proveitosa.
O Sr. Alcindo Guanabara-Esa dado momento,
live a satisfacao de ser utilisado pelo governo
do b.nemenlo marechal Floriano como interme-
diario para acquisico de material naval.
Era, si bem me record, por fins de Outubro.
Tive ordem de env:al-o para o porto do Recife.
Foi longa a peregrinace deases vasos, acos-
sados oos mares do norte da Europa pelos tem-
poraes proprios da estacio: s em Janeiro che
garam ao seu destino. E de Outubro Janeiro,
de cada porto de escala, eu interrogava ao go-
verno si o porto de destino era ainda o Recife,
Bt/qOO lyra po lia (iar-se que ; fosse elle preza
revoltosos, nao polcndo o governo, como
nao podio/dominaros mires, e resoste cons-
tante era a manutenco dessa designaco pri-
mitiva Que melhor documento de que o gran-
de cidadao, que encarnava a causa nacional e
lio galhardamente tem sabido defeodel-a, d-e-
positava e deposilou semprt a mxima conlian-
ca na lealdade do governador de Prnambuco ?
(Trocam-se diversos apirtes ; Si: presidente re-
clama attenedo)
E' por isso, Sr. presidente, que me impres-
siona dolorosamente este debate : vejo com tris-
teza que as paixoes nascidas da poltica local
irrompem com tal vehemencia que tentam at
polluir os caracteres, lesar as reputaces, funes-
tissimo eos turne...
O Sr. Martins Jnior d um aparte.
O Sr. Alando Guanabara,.. porque a honra
e a probi iade homens pblicos le um paiz cons-
tiluem o patrimonio moral desse paiz, preciosis-
sirao ihesouro, em cuja conservajao somos todos
interessados, porque zelal-o zelar o bem com-
mum. (Apoiados).
O Sr. Martins Jnior d um aparte.
Um Sr. Deputado -Ha de pregar isso durante
50 annos para conseguil-o...
O Sr. Alcindo GuanabaraPois que nao ha
nacSo sem homens; pois que do trabalho, do
esforco e da honra de cada um, tanto como da
consideraco, do respeito e da veneraco de to-
dos, que urna naco tira o melhor do seu pres-
tigio, de sua forga e de sua grandeza, curapra-
mos, si necessario, esse imperioso, inilludivel e
urgente dever de apostolar 90 annos estas dou-
trinas sans e vengamos esse scepticismo mor-
iente e estril que comega destruindo a honra
pessoal e acabar anniquilando a nossa propria
nacionali iade (Muito bem, apoiadosj.
Mas por mais grave que seja este aspecto de
debate em que intervenho, quic indebitamente
(nao apoiados), nao o nico que nelle me im-
pressiona.
Quando vejo e sinto que as lulas polticas que
teem fundamento e assento em interesses lcaos,
que nos Estados deveriam nascer, desenvolver-se
e terminar, veem assim to ardientemente reper-
curtir perante os poderes federaos; quando vejo
e sinto que os actos traduzem urna convieco,
que as palavras nao dizem, qual a de se consi-
derar que ha de um lado os Estados e de ontro
em plano superior a Unio, como si a Unio pu-
desse ser juiz dos Estados ao em vez de ser
simplesmente a resultante delles [apoiado),
quando sinto que este debate um symptoma
deste mal...
O Sr. Martins JniorDeste bem, direi a V.
Exc.
O Sr. Alcindo Guanabara... e que o que
aqui se petela um julgamento qne nao se
pode proferir por incompetencia do juiz, eu de-
sejaria, Sr. presidente, que as partes em lucta
se detivessem um instante para medltarem no
alcance e as consequencias desses fados.
Man role est d'avertir ti de rester pensif..,
documento publico ao lado do heroico defensor} os<: Marti- Juni O Sr. Alcindo Gu-inabara -Senhores, medite-
mos bem nisto : se ten les realmente o desejo
de Armar definitivamente no Brazil a forma re-
publicana, eaforcae-vos por assegurar >ie modo
indiscutivel a forma federativa. (Apoiados ge-
nes). A ancora miis forte, o alcere 1 mais for-
te, o alicerce uns solici I >, a garanta prim
da Repblica entre nos a autonoma dos Es-
tados. A conquista qae mais cuidad isamenj >,
que i' ir sobre I
a federa cao.
Ot .1/ ti .---Qa-r diz .'i- que os go-
Ternadores p 1 lotos nos
Na o posso concordar xc ,
;p i na 1 no 1 pw avanc
prop>sicj e COJO ;i a ,v u Bn
cumpa 1 =
O Sr. Alando I *arResponierei ao
nobre deputado que cinco anuos dei 1
as cinco: eu posso v riticar e
declaro-o com sali.-fico de que o aeto de
maior sabedoria que o< li imen irnu
Provisorio pracaram foi o de declarar de
logo qae a Repblica seria federativa. I,
dos: O povo nao a:na as formas lo governo
por InclinacO s philosophicas, por amor a prin-
cipios e a idis : condensa-as o concrelisa-as
na Bomma de garantas, de liberd tde, de ordem
e decondiees de progregso qae ellas llie po-
dem proporcionar.
Nao esqaecamoB de que mentiremos si a G-
mannos que esse inicio de governo republicano
tenlia sido prodigo de la lias linas cum-
pre tambem lembrar que a forma autonom 1
de governo conferida aos Estad 19 -sem embar*
go dos transes porque lera passado -vae pro-
duzindo nelles urna verdadeira resurreico de
seus elementos econmicos, vae-Uies dando o
vigor e a vida que j Ibes faltava, de m 1 lo que
cada qual soll're resignadamente o mal que a
todos affecta por amor, do bem qu: cada um
vae gosando.
Sem a mnima duvida, a Republice nao teria
podido resistir aos embales que^tem solTrido,
como nao poder subsistir, si a au'.onomm dos
Estados for pasta em jogo, si anda for possi-
vel quebrar pela lorca es lagos creados pela
lei...
O Sr. Martina Jnior-Y. Exc. sabe que a
federacao pode ser posla em jogo mais fcil-
mente pelo aesmembramento dos Estados.
O Sr. Alcindo Guanibara S-i serei eu quem
o conteste ; mas cutnpre advertir que o des-
membramento nao ser nunca um Bro0'ramma
poltico; e por mais excessivas que'venliam a
ser, ou sejam j, acrui e all, as tendencias sx-
clusivistas, haver sempre na raassa popular
urna forte dose de senso pratco, o instincto
conservador innato ao povo para fazer corapre-
hender s classes dirigentes que o interesse
commum a unio, que so o Brazil Unido
granae, forte e respetado. [Apoiados .
NiO receio o desmembraraento sino justa-
mente como um protesto por erros, de que
Deus nos preservar. Erros, alias, cuja appre-
hensao paira nesta casa, porque preciso di-
zer a verdadeporque o perigo que todos sen-
tem e ninguem. e confessa, o perigo que d a
este debate o travo de um fructo amargo, o
receio de que ainda marchamos para as depo-
siges, que ningusm sinceramente patriota po-
de deixar de eondemnar.
O Sr. Martins un tIsto claro e V. Exc
tem neste ponto o meu apoiado sincerissimo.
O Sr Alcindo Guanabara Este receio...
Um Sr. Deputado N'o receio.: interesse
O Sr. Goncalves Ferreira E' o interesse dos
ambiciosos.
O Sr. Martins Jnior -Sou muito menos am-
bicioso do que V. Exc. se tem revelado.
[Trocam-se apartes calorosos, que inlerrompem
o orador, que se senla. O Sr. presidente aj.Ua os
tymyanos e reclama allencao.
O Sr. Alcindo Guanabara -Este receio en-
tretanto, infundado. Acabamos de ter a .prova
pratica, palpavel, real de que a fede?aco a
forga, o arcabougo da Repblica.
Si no momento em que o governo da Uniao
se sentiu contestado pelas armas, no momento
em que a bandeira branca da revolta era nm
symbolo da monarchia a restaurar os Estados
nSo livessem corrido a auxilial-o, os grandes e
ricoa com forgas e armas, os pequeos e pobres
com seu apoio leal e firme, de modo que a re-
volta esbarrou de encontr aura corpo compac-
to, cujas partes eram animadas de outras tin-
tas vontade3nao duvideis, senhores, a Rep-
blica teria voado como urna penna.
E quando vedes o governj da Unio fiel ao
seu dever, agindo paciente, perseverante e ener
gicamente na defesa das instituicoes, como re-
celar que, mal.broxoleando a victoria da lei,
atire-se elle a rasgal-a, attentando] justamente
contra o seu melhor elemento de defesa ? Nao,
nunca mais a federacao ser posta em causa
E sou feliz de poder manifestar esta opiniSo
no raesme momento em que em um dos Estados
da Unio desenrola-se um crise governa mental,
sem intervengo de nenbuma especie por parte
do governo da Unio.
O Sr. Cuperttno de SieotraJ se v que nao
ha razo para tanto receio.
O Sr. Ilirfnitr GuanabaraJ se v que este
receio nao sino o receio de fantasmas, j
que estas creagOes entraram definitivamente
para o numero das que geram apprehensoe3 po-
Uticai.
O Sr. Valladares -Parece que o Sr. Martins
Jnior nao est comente com isso,..,
O Sr. Alando Guanabara -E-t i contente, por"
qu sabe...
O Sr. Martins JniorSao es toa.
O Sr. Alcindo Quanabfa n > 1 1 sabe que
negar essas ideas negai R 1 que elle
pr igOU.
O Si: Rjdolph .- Jnior
est c mi :n ;, i' '. 11 1 a nica
' ie u o ." pode sus-
tentar.
0 Sr. fariin J in .
Si iv>~ eiil... tIo clie-
1 0 6.
1 ':
e.te-
1 a Jizer
19 .
t toaD w.
na la val. w
'.,-
Elle -11 os dd
mo lo que n 1 sacri ".,; .1 -o i : o
b :m j sr d peliS- nos toes d 1 u.n da ;
pra/.a a Elle gtmmqUi.u s uiplaii loste pji."
:; 1 e a ord ;i! : a paz que tanto
carece e que trilbemos sempra o caraiulio qyj
bem que lei ojs in .1 a columua de
fog 1 iu.lie iva ais h:br > ca ninho
que os devia conduzir a trra Sania da Promis- .
sao. (Muito bem, muito bem. ') orui/r coman'
menta I

,- 1
EXTMUOR
-

EMimI Utriatia,!
Datas rte 10 de Setembro :
As estas da 'atdu das medalhas com-
meraorativas da jffra do Paraguay cor-
r.iram sem o men r in;'.ilente desa-ra^a-
vel, a nao se o da priso de dous ofi-
ciaes orietaes que haviara desacatado o
ministro da guerra e um ajuiante de or-
dena do general Flores no baile offereci-
do no Club Uruguay pelo Ministro do
Brazil, o Sr. Victorino Monteiro.
No dia 3 eftectuara-.se o banquete ffe*
recido ao Dr. Manoel Victorino palo Dr.
Femado Ozorio, nosso ministro na Rep-
blica Argentina
A'8 4 horas da tarde do dia 30 do pas-
eado sahira de Montevideo a fazer exer-
cicio de e^quadra e de art lbaria na en-
seada de Maldonado, a esquadrilha ar-
gentina.
Falloceu o 1* tenente Iello Moraes,
aue servio com o Sr. Custodio da Mello
na esquadra revoltosa.
Parce burlada a tentativa de inva-
so do Rio-Grande pela vj..eira Orien-
tal.
Para este resultado innito contribuir
a8 reelamagoes do Dr. Vietorino M nte:-
ro as providencias tomadas pelo minis-
tro da guerra.
i
EUROPA
Portugal
A mcdiricagaj miuisterial e 3 aua
apreciagao G ivernador civil indi-
gnado para o Porto Effeetividade
dos regulameoto para execu^o do
tratado luso-bespaobol A raioha
D. Amelia em eua paeaaeem para
Paris A expulso do bratlieiro
Suuza Carneiro A aeatralidade do
governo portaeoez a guerra sino-
Japonez Fiouogas com rela^o ao
Banco de Pjrtu^gi e ao Tnesaaro
NacionalFerro-vias de Aabaca e
Loureoco Marqoes Arbitragem in-
lernaciooal Os padrea de Varato-
jo SitoagSo da praga de Lisboa
No.icias do Porto.
A modi:ago miiisterial de que jjbes demos
noticias, nao pas?a mesmo de urna simple smodi
oca(So, a qual politicamente cooatitue apenas um
-ici lente, que Dada tira, nem pe essea.ialmen-
bi, quer sigaiScagi), quer forc.a da sltaago
que eliga.
O Sr. L mo d'Avila foi subatita.r o Sr. Huta
Ribeiro sobre carrejado com duas pastas, e que
assim tirn alliviado de orna.
isto nao significa qae a pasta dos estraogeiros
pas8e a tcar gerida numa ootra orientagio, oa
com maior acsr'.o e conveniencia, queremos iop-
po-.
Por sua parte, o Sr. Campos Heori^nes vera
nara ? pasta das obras publicas, substituir o Sr.
Lobo d'Avila.
Uto tambem nao denota que se espere que o
alludida e sjmpatbico ne?o ministro possa gerir
a referida pasta com ee..ib acert a agrado do
qne o sao antecessor.
Politicamente, 00 posto de vista da Cunstituj-
gao e do paiz, observa o (Jornal do Coramercio*,
a modiflcago nao tem, outro carcter que Qo
se}a de... completailo ministerial; e no ponto
de vista da poli ica partidaria ha quem ealenda
que a entrada do S;. Campos Henriqaes accentaa
na poltica do gabinete e do partido determinada
lnJIueDcia; mas Isso tambera nao digno de
maior reparo, pois ba s urna mecbanica, a na
poltica, como na hidrulica terrestre, as aguas
correm, de preferencia, para es mares largos e
francos, e nao para os ribeiros.
Neste ponto, tambem, jolga a mesma folba,
embora secundario, qoe nao ba novdade ; e o
conceito appilcavel as nomeagOes toma-o de Af-
fonse Kar a Grma-o no sea pas ga change,
plus c'est la mme cbose .
N'outra cousa, ainda opinio do mesmo or-
nal, varioo o gabinete, .qoe o {Sr. Campoi
Heoriquee (como simples p rcalar nanea %tre>
ver-sebia a adudlr a tal, mas desde qae se en-
carta na alta poltica Oca sujeito a isso; alm dt
um bomem moito intelligente, tambem ama
pessoa ihooMi mente de bem; o qoe pata ou-
nistro oo tudo, mas muito maltiBStooi
Nessa Integragao do gabinete, porm, malta
tem respigado a imprensa, segundo o ii'*dfcl
folba qae a cbmmenta.
De um la .0 dii-se, que a recompo3igo Coi,
para o governo a ultima ab^icago do sea chefe,
para o partido regenerador, oa a prova de qoo
elle est de todo de'orciado do governo, oa am
cltrage borneas eminentes, a qae eiles lio
deisaro de responder; e finalmente, para o
pas e para a ana dignidade a maior das igno-
minias, o mala desprezivel dos insultos.
De outro, reconbece-se qae os staselo ala
cavia combmago neq miis rawavel, nem anH

x
I





n
I

h

(elit, -en qm no **' n. cara. eWa) 'n R1*' ^
Bete t.vo' >a co'fti. com Be a-tn-on.
Defro, inq.ie Dalo l laatraJ onde
est'o favor o* ce o-, a'minia 10 a pal*"a?
francamente, uao o vean. Se favo- boa esse
nava no facto Jo miuisteno vivar incompleto.;
tomp i" !>! >sl"- aconte 'tinento C0D*
eqoeaoi fu I !:i exisicta 1* -iioigao.
So se pretsodem me-, por ab-am >,qae o o
beraot-, nj a'n adodnitracSo do >aiz coro a ordem poolica esta
beleci ia ;c m a meibena da vida floao>.eira, ae-
eoiuada recoon-cid pelos st'ang-iros de-
oia df nm eleigio qne de^ao goverao enor-
Be mato-la depois do pata reaooo'ier, coir.o
resp"ni!i'u, ao dppello das 'euniOas. circulaba
a maml-slns de attitade revolncio aria e *e
nteo i. qo uestes termo-, "-va onet ttrioual* para ama modaoga de minis-
terio t
Ora, .am ni pn neo potinco, oio ssoemos
porque, a i.ia deque *a coroa uao lana ao ac-
lai K^'iine'e ai'H o favor de una'S'omoosi
So; ais v-s-^que tai prev^ngao era falsi. E
Via sel-o, yoi, se a coroa en-roo em mo ca-
miono, peor ser( quj nesiusse ja em flear na
lgica ia siton;ao que c-eoa.
A coroa aecretju a oictadar, e, desde qoe
aspen lel-a nao sea annoLal-a, o que aove
procura tirar densa silucao todos os eLeites
beneBos que. ao talo do-i maleBcos, possa cou-
ter.
S Isto se pode jumihea- algara da.
Com f aoqo-xa, oeg le'.acSo ser!, pois, nao urna recusa de faor,
mas un simles coatrasenso, e. poriauto, un
rro, qae so poderla coniribuir para anda mais
desnortear os espiritse complicar as coisas.
__Ji se indica o Sr. conseltaeiro J >s Novaes
como Bubstuoto do Sr. Campos Henrlqnes no
gove-no civil do Pono d'onde veio S. Exc. para
a pasiii dos tribunos pblicos.
Aberang diffieil, po:a o Sr. Campos Hen-
rlqoes oonqoata-a, no d-sempeoao uee*e cargo
grao es pyraoa bias e con
-i
Bue no i
liarla de reritninhii.ro Quarta-fctra lO de Setembro
B
1HJ
eiejado pelo
C(.mpnmeot?r a augusta
na
mimas
...rele Parra o facto deele
leravel "restikio.
__No na i rntnr.m em eff-cividade os e-
fO amentos cara a completa ex. cogito do t-ata-
o con a Hespanba.
MuiIhs ornats parisienses referindo-se a
aassagem por Parix da rae-osa ralnoa d Por
toital. a Sa. D. Am 'ia, sorpraoderam-se d
que nennoc foot-.ciooar.o fos-e
gOV' 00 francei pala
tnnora.
U Fuat; que noticine;se atravessar a* *.
M. pe* capuai da Fracca com destino a Sioure-
Bcuse, e aescreveu a -cepeo e esiada da mes-
ma teibora na -aia de pnuieira classe da esta-
blo 'i qae se apremptasse o co^oyo qoe de-
?ia troasixi'til a Calais, ofto deixoa de notar
aquella ausencia, accetoando uesmo que terla
siao urna attencn a qnai nioguem acnana nada
qne dit r, pois Portugal jamis deixou passar
tccasia algnm* de m mfestar as mas sjnpa-
ias pela Franca : O governo preferio lembrar-
m de que a juvea raioba era nina do S-. conde
fcParu.
Alo a a mesma folba aicrescentou qae esta
Umeot-ivel absfncio foi untada e d^plo'ada :
s m;mbos da colonia ponuguea, priosipal
en t oare:er4o sorprendidos com uso, nao
aam raiao.
Bsta apreoiacao, que, consiterado o facto sem
tleoijo ai a co ivos de existencia do mesmo
sena al amote rrparavel, asseota na falta de
eoobncimeoio de precedente qoe determiooo a
ausencia comeolacia. -a*
O ^ove-no fraocfi oio ficu corteiia, nem
aos ooos ufhcioi das relacfj^s amistosas entre
as de os paites.
De p re do gobern fran:ei nao bouve pro-
posita de menor correcgo para com a raiohi de
Portugal.
Foi Soa Migestade a 'ainha qoem, as vespe-
ms ce pai', informa aaM-. Bimourd deque oe-
lejava goa-lar o aun rigoroso incogoin', pe-
dindo que, otiende-i-'o ao oi que a levava a fa
xer i'-"a j;-'|i "*J b->o
eo Fr nga qujlquer rec^pcao de cracter ol-
lt:ial.
O ministro de Fnoa em Lisboa tracsmimo
ao 8 80 governo o oes--) la raioba, ;e fui por sso
qu-, a:o oo pessoal oa legagao e coosulado
po-tugueies em fars, compareceram
gai- >- parenies e pessoas das mais
re'.oes de S M. a raioba.
Nao curra, pots, una injusliga com visos de
iu .ca.
A expalsao do Sr. Adol| h ) Cyrillo de ;ou-
r C riie.ro orailelro do-ui nhado no Pono, e
ai r-.pneta io e redactor do jornal repuolicauo
A Vos Hu i 'en. uaao pauaos pra as mao-
u Jjr- qjgp
o o:
, O r. (Van* (Jamuro parti ba dous on
tre metes para o su raz, e atlrlbulo se esta
t ,;eu a ^ opsitos ocliticoa. A tal respeit.'
acia aao-rroB. E, se ba algoma coaaa, maotem-
ir uso no maior .ygillo. O que oos consta
qa.- a ida do Sr. Sju* Caraeiro ao Brasil liaba
M fiu a ga iar c.pitaea para moutar na Lis-
io., orna f .'.na repnCliiaaa de larga e activa pro-
MaBda.
O Sr. Sooia Caraeiro, durante a sua estaca
o Hto de J eiro, escreveu orna crta no lem-
po* a Dem couneciia folba jacobina e naiivist
.imiga ae toJo o eetraogeiro, principalmente
da ponugt;-i. pooao pelas roas oa amargura o
til pali de cospi alidade, e, rene^aoJo a ami
ile qce n ngava a aiguas dos nossos compa-
trij'as, ae larava ercrever tal misstva para alijar
do al a quota pane que porveoura le cooDcSse
o flue elle chama.a d svarios e loucoras prati-
taios pelos g.veroos de Portugal.
O Sr. Sonta Carne! o Babia bootem do Laxa-
re.o qoao o ce loe apreseotaram os rs. C Andr; de, cbefla piiciaao porto, e Dr. Moraes
fi,rento, iorpeetor da polica administrativa,
4mdo Ibe vos de pnsao.
O pr so e os oeteotores entraram para uto
vjpor aa liscalisac&o e vieran para a cidade de
taooa. Urna vei aqu, deseaborcaram os Srs.
Ir. Moraa Sarmaoio e Souza Caroeiro, metteo-
o o'um trem fecoado e rodando para o go-
T-oo civil, oude ebegaam cerca das ii horas
Ai rxaaba.
O Sr. Soaza Caroeiro flcou incommuolcavel
* gaDinete oo Sr inspector da polica admiois-
Irativa, emo,uanto este fnncclonano ia ao minis-
tano do reino dar -oota do occorrirto e receber
W reos respectivas.
e votia o Sr. Dr. Morae- Sarment, foi iofo;-
io'O o Sr. Soosi -arneiro de que aeria poaio
a frootelra, para o que.par'ina no comblo da
ne para Biajoz.
O Sr. S.uia Crneiro assignos ama ntimacao
o n que se ob ig* a nao voltar a terruono
tj'tugutz, soa pena do inconor as respooaa
liaaaes que dese facto Ibe advirem.
Com toios esiea acioa se conformou o Sr. Soa
xi C'rnelro.
U'S jan jo o expolso ler ama entrevista tom
O rojsui do sea pas, o Sr. Vieira da Silva, fui
as'e uQCCioua-io ccamado ao commirsanadj,
hi serealii.o a desejada entrevista no ga-
itote to Sr. D:. Moraes Sarment e oa sua pre-
tooca.
O S-. : ia Carnelro tratoa comoSr. Vui-
13 da Silva de assuEpti qoe nteressaTa aos
im negocios par culares e agr leceo a dellca-
V aa com 4U:! !6.i tratado pelo 8r. Dr. Mo-aea
1-a cntj.
O leudo jantou i 5 da tarde, sendo a refeicao
lr~vida pelo R-siaarant Clnb.
O Sr. Sonza Caroeiro parti no comboio das 7
* aiaia da noite oara Baaajoz, onde aera posto
m l.berdade. aconpanbado pelo agente da ja-
jaaiaria Cotaoejo.
Varios repubiiciinos pricoraram fallar com o
Mr. Soasa Carnein, mas oeahum o coasegoio,
ronsegoindo apenas fazer-lbe ebegar os seos
< Oes
O proprietario da Vox Pobc: estava tao
ionge do qoe Ine succedeo. qae ja tloba man
lado tirar bilbeta para o Porto, nm paese ate
lo jonal, para onda partira i noite.
Segundo somos informados, a oxpulsao do
!lr. Soma Caraeiro foi exclusivamente motiva-
ifa por. sendo estraagelro. lotervir oa poltica
ilo oaix, alimenuodo ota jornal adverso s lsati-
loicOes. .
Occapando-se do%seumpto, o scalo coo :-
itera absurda a expulsio do Sr. Sonxa Caroeiro,
|ot8 qa<3, se elle se envolva na poltica nacio-
nal, era de nm modo indirecto ; e acereocenta
Kp, fe eaae cidadao oraxileiro, no dixer das fo
ib oficiosas, foi expulso de Portugal nica e
inclusiva nenie foi por se envolver na poltica
nacional, ostentando, na qualidade de proprie-
.trio, um jornal poltico noatil as naiiiuicoes ;
v 4 esse o verdaoe.ro motivo, o qjvm nao pode
acreditar, contina a considera! o anaardo, por-
tm a interreneao do proprieurlo da Yox Pu-
|icao na poltica do pala era indirecta.
so co i"g* pe-'U-OSe, aiiaeta.ifo
ha, .em 0 0 .i p 'le re a l>. f o > Vi
laiaos pa' uguex-"- e um ednor e po^ -v/el, na
cooformtdade d;: le, im'ieto c aj o p togu-,
os qoae tao oa qje ds ficto io e ve m. oo u ..
o eco d. s eua -upitos, na po tic* d- iflto,
coocl'jindo qae te a i iierw^ncao lod MU p-h
cea, nica que ae pode ..un m r a S m
ameiro, como proj'ietarii om jori"! rep .
liano, e BotB ieote pa-a det-r i.i iar a exoOl
sao de om co tao e*irng i', nana rlra-
iiha* q i" o g -veroo usaae agiTi te u d r tao ext-aor nn-iru, joa-i i > tao a tu loigeacu
tem most ad uara co \ uut os --traaeir s, em
ilion o oito mais graves.
AO qu-tica ex.'-'S o sjbre e".e l(ic;(|-:U !'
diciona o harto Papular este trecho eu ojj aru
go -eo :
Ora o Sr. Soon Csrneiro pennt iu-se,sen-
4o e-tr ogeirj, m ervir na poli l :a. urtogaeta
oor lorma cout aru tnsntuicO s oo'ugoeas.
O secretario de S Idanh-i da Gama per uiuiu -
ae, sendo ora-ilei o. ntervir na pol.u oo s-o
oais cooira as insti uicdis dbile e u-ssi nter-
v ocao cbofij a p'ocjde* cootra ordeas do go-
verno ponuauei.
Se este foi bem expulso, porque nao o seria
ajuelle ?
Mas ba mais.
O secretario de Saldanba da Gama nao injo
nara Portugal nem oa poi-togoexes. Mas Soui
Oaroeiro, nc Tempo, do Rio oe J mero, escre*
vea orna caria lujuriando u o qoaaio pjriu
goes, renegando at da amias, le que o Igava a
algona portoguezes e declarando proceder s-
sim por nao querer participar no qua chamou
eavanose loocaras US governos le Po tugai.
Pois eoiso naj venb< ca ped- aos uospitali
dade, va para Ionge de nos, affasie-se do que
chama desvarios e loucoras, e uxpe-imeule pe-
lo meaos am act acertado, o de o pormos alem
das (ronteiras com a commmac&o de nao voltar
mais.
Tire-se para la, oao se enf >rrusiae.
Tem a oppos cao censurada o governo por
falla ie publicacao na folba otlic.ni da soa oeo-
tralidaie na guerra siao japonesa.
A. Tarit, porm, deu a sega.nte expheacan,
e delta resulta a Improcedencia da arguifao,
como se coaprebeode de seo texto:
O governo chinea fez a communicagao (a
declaradlo de guerra da Cbiaa e Japao, commu
meada officialmente ao goverco poiugaex) ao
nosBO goveroador de Macau, aereino co -o
ministro jauto do Celeste Imperio. R-;eoidas
estas commoaicagdes para logo e Sr. ministro
dos oegocios estraogairos telegrapnou ai nosso
eo arregado de negocios ro JspSo e ao g*er-
i.dor de Macan, como nosso ministro oa Coma
para que regpoodessen aquellas comtnoaica-
(Oea, declarando oflictalmeoie a absoluta ueu-
traUdade de Portugal, ti a mesma uecla'aeSo
repetioe cootlrmoa na nota de resposta ao Sr.
s,n-
O qae avia, pjis, de essenctal a lser, esta
felto.
A oablicacio oa folbi offioiai, de ama ob-
tensiva p'aelamacao de aeatrahdade, nao for
mandado essencial. Se aieamas nac6e^, como
a Inglaterra, a Italia e a Holtanda, a tize-am.
oatras, come a Franca, nao teem, al noje, jal-
gado oeoessario fazel-a.
A neotralldade ae Portugal esta, porm, of-
flctalaente affi-mada tanto a China como ao ir-
pao.
Segaodo as sitoagoes bebiomdsnas d<
Banco oe Portoga! relativas a It e 21 do pas
sado, verifica e qoe o debito <> Tnezoaro con
unua a diminuir prug esaivometite e compa-
rada a ana repres-magao aclatl com a de 31 de
B-zembro de 1891, reoobe;e se que o decres
citueo o attloge a lili cootos.
Como, por ontro lado a <-oo a de depasitos de
creiiio puolico creacea em S*3 cornos desde
aqoelia epocha, resolta que as cjatas co-rent-s
com o Toexooro tem dimiuoloo a circulaco B
oaceira em t-757 cont*, a partir do 1 de Ja-
neiro deate anno.
E' om aigarismo realmente Importante.
Apreciando aa ultimas contra do Tnezoaro,
couulae o Economista tamoem qoe memora a si-
toa(o Boauoelra do palz.
Diz a ilioslrada folba :
Voltaodo espe.-t Imeole as contis at ao
flm de Fevereiro de 189, p, cftmparanio-as com
as le Julbo de 189 al Fevereiro e 1893, vere-
mos o seguale, em couto-> 1891-93 1893 94 Diff
c
V. e-^IOl a I fifu M 4 M I
gnaaono-, engennei o chef-s a eO'lafU
nav- a n J Arsenal dr< Marinhi,'e i io uaeci o
1823.
g-. o le retro co ido de Liouars e w
eien e esta) ita D. Koi'Ki de Soma C) t ti
f mo aos a .:ido por sui uiat cu a ca- o
t>dtmella.
Desposara urna rma do duque de Late, I i
iniid i viroosa senio-a que pooc i pre -e i< r
tmulo.
i*areoe 4oe obedecer a um si.-anbo e lrre t
nvcl cbamameoio 'ia mortaamada.
') cjrpo, que i n eiado ocr lr i le car
ie, ve i o de mauh de Cintra, aegoindo em
reliar i pa- i a curiia aos praseres, oode &
e, com um copioso itoiapauoai e.ito e m
D us oa aristocracia, Ib forana prestadas as >
a.i-ra- homeuaxeus.
Os n.ro de Onveira Uaniaa te uestes das uiaior procura.
A uone apagn quaeajuer imaerfeigOes l-^ i
r.- taa, para Ue or o.aule t fulgurar o gr n
espirito eiim lo a argna que ;o eocerrava.
HOu o ani n.ujs es iveram os o*-go i s u
raoie a semsua uituoa do to>i Ii id m < d--
af lux-i-iie no oao se luteru que Diovess qna
qoer par y- c u oo eamora imeino.
A poca das ferias esta uo seu pleno des <
volvimeoto e por laso os orgociu* esiaj hu.ii.
do- aos qae co. reo emeuie t .Q'ectaam.
Logo qua eafe periodo termioe a sitoagao
vera mu iar radicalmente por ba'er exceden
nsposigao para o ujovimeoto-xpaobivo dos o-
gccios.
As colneitas dos crea foram boas e o a-
pecto das viudas e oltveiras lamtiem e promet
teior, o, com estes aasp.uos, i ao dov lam u
que os oegocios tomem meibar .rieni^caa pa ,
baver elementos que van ajo. ament ooaem se.
aproveitados.
As relaees com as poesessOes ultramarina
augmeo'im soccess;vam-ule e com as uoas re
metras de iteieros colooiaes qce teem vino,
oos unimos tempo- aluda os negocios podero
aoqu.nr maior deseovolvtmento.
As remeatas de gneros coiooues faxem c m
qoe oo inervado de cambios apprecana caiu
oiaes em maior escala, cundirlo
destines h
lis la ppnire d'ouvriers
'>r nar i'h nmetes et tiles citnyens,
i.s i]uella va cre transform ein rico-
l'Ettiilis uperiHurus, je soppose. une
i-K d'tcolej Polylechnique
.Iais lt;.s Uuivarsits pitir forra-sr dea
i-tssna* manquent point au Brril.
I -oies de Dr >it, Ecolea da Vlnd cine
1-ules d'Inguieurs, t-^ut cela existe et
i'illamment. O sont les Ecolea p?o-
i.sio Bellas ? Les
o Franue ou d'Ang-leterre Les tailleurs d
.it en general trangers Le cotoa
ii t du Brnl a l'tat brut pour revenir
.ous forme de Madapolara ou d'Indienne.
Le cb.0Cv.lat lu mme vient de Franca et
ela dans le pays on le cacao went en
.bondance. Le Brsil est ri he, tres ri-
:ie et le jour ou il lo voudra, il sera
i'un des plus richea pays du gloae. Une
pauvre mouche ne paut rin qua faire
es vobux pourqu'il en soitainsi.
iVlainienant une petiza digression sur
uu suget plus rcreatif.
Mes ailes me portrent l'autre aoir au tamo
nilieu d,une reunin brillante, t^e Club
'arlos Gomes clbrait i'anniversaire de
s* fondution par un concert que aons
l'babile direction du tres savant maestro
Euclidcs Fooseca a atteint i\ la perfec-
tion.
Tous les morceaux ont t admirab'.a-
inent excuts par des artistes deja con-
us et applaudis du public. Au milieu
de touteaces toiles parut tout a coup
une jeune fiille presqu'une enfant. Elle
joua de la harpe avec un art bien digne
de sa soeur, la grande barpiste M a.
-iadever. 4 Cerutti Segala. Mais aprs cela voici
:|. S. N. 19. Palacio, 'ra < I; Sie.li-
bro le *8 Estaio de Pornamboeo. Para bsma&iuJiH r
os aUreaaes r diinaowai aimi isiraos, tomo a liberdadede
v s prop >r o seguinte aavilre
i Irear, a exe.npl tro as aotisaa provincias iinitro|iii.'>, audacias
'iscies, ol pontos determinados, con o fim le
f.i/.or a robr.inca los aapostos las marradortas
procedent s de rada um dos Esta los a qu i p^r-
lenciui. obrigaodo-se jsto e o vo-so goveri.o ti
fonier.ere u os auxilios qum lo sohctla'los pelos
haus8ures vien ient | r .Spe(;tjVos ex ictores, para o bom cumpriin-'iito
uai atiribuigcs
- E cn-i-io ao vivo iiiler^'SSj iue votaes a
causa publica e a geral prospirila le do vosso
Estado, espera estf govern que annuireis a se-
rnelh.tnte proposta.
o seo coocurso os cambios tiveram qoe se aun
metter a iuflueocia domioante da offeria tt'esie
papel.
Os negocios no mercado de cambios m^ctive
ram se animaaos. mas apeaar de procura re-
an.e os presos ff ouarm coostaniemente.
As letras nanearas 90 das aonre Lou Ir- fo-
ram negociadas a 415/16 e al 3 8 e as coiimer
claes foram fcilmente tomada) ootra al(|3 e
415,8.
A divisas intermediarias poica procura uve
ram, po-qae todas as atteocOss estavam volcadas
para o cneqoe sobre Londres.
Se nao fo-a o oapel ne reeportsQao de gne-
ros cotoojes. com a procura que o no ve para o
cheque, os precos lerum si.ff ido g andes dea*
vios, mas grabas rquelle auxilm, a economa
geral do pas registrn novas tonoicSes de rea-
tabelecimeato
Para a veada do cheque regula-am os 8gjn-
guiute precos:
Londres 411,8
>ariz 6'j7
H mborgo 287 7,*
O ouro em barra deseen para z8 0,o emqoantt
i's-ame uo r'alli-ceu lionluin as 9 i |i
horas da noite D. SenhiTinii i V. de Ousmoo
Lobo, digna consone do Sr. Antonio Graciado
do Gusm&o Lobo.
Moca ainda, deixa numerosa prol, a qual faz
gran le falla.
O seu enterramento efTectuar-se-ha boje s 4
lloras da turde. de accordo com o convite inseri-
do n'ouira se-gao desie Diario.
Ao seu digno esposo e mais familia apreson-
s |ii>/.;unes_____________________________
apieciave para a economa do pul, porque^m m jeane artiote que a recit une poesie
d'au moins cdnt cinquanie vers ele Ga-
zolletiiLes derniera moments da Chris-
tophe Uolomb.^Bin qu'elle recitat en
italien, il a suffi da sa voix, de son .res-
te, du sentiment qu'elle mit a ce qn'ehe
disait pour mouvoir la salle entire.
Ella me rappela ;i moi les corainence
rnents de Kachel, la grande tragedienne
francaise, morte irop jeune pour sa gloi-
re, mais dont le souvenir est encor pre-
saut k ceux qui l'ont entendue. On ja
me trompe fort ou la jeune signorina
Ria Cerutti est appelle -a remplir une
brillante carrire
Madame Segalla, Mlle Gandida Lyra
ont adairablement cbant, comrne ton-
jours, et tomt le mond a t tres beureux
d'entendre de nouveau la voix si admira-
ble et si sympatique da Mine. Leonilla
i yra da Silva.
Que dir de Mme Borg.-s Diniz si ce
n'est qu'elle raorsante le irnie moma
du Piano ? Litz lui mime n' ut pu
mieux jnur son morceaux. Mr. Ban
deira Filho, Torchestra ont ait masi mer-
veille et il est a desirer qu'ici, ou les dis-
trations son a petit nombre rela:ivement
l'importance de la vill le lnb '*
los Gomes donne souvent de semblabas
concerts.
Une charmante jeune filie ausei qui
est,jecrois, la filis de Mr. Euclides,
a ad irablement excu: une ronde
brillante ; elle a de qui el est dj;i une
brillante pianista.
Fly.
do as-
Receilas:
Impos os directos....
Sello e registro.....
Impoatos iDdirecos.
Addicionaes........
K-u iimotoa diveraos
extraordinarios.....
Total............
D-sneia-i :
Ordinarias
Servitu oroorio......
Eocargos getaes.....
Divida fon lada......
Cala de Deposites..
Somma........
Extraordinarias
Total..........
7 045
. 2:5.3
U:7l
. 863
3:511
25:752
7:6^3
2:765
15:180
974
+ 583
+ 2
+ 2;365
+ 10 i
3:343 68
29:865 +3:113
que, para aa iteras, ja nao houve compraJor a
melnor de 5*800 lB.
Noticias do Porto:
Ei-R-ii e o S-. VJi ostro di guerra sao ete;a
dos no lia 7 pela manila, pariindo em seguid-
para o local dos exarcicio* mi nares.
Em Villi Nova de Pamalico preparam o- -
Ibante recepQSo a B'-Rei, comegaado a ser em-
bandeiradas as roas da villa.
Os negociantes de vinnos engarrfalos pu-
diram ao novo mmistro das ovas paolk-s qoe
resolva a quesiio das garrafis pira expona
(So.
O Sr. Ministro prometteu occupir-se
sumotn.
Os indastriaes padeiros tarabm pediram ao
mesmo mmistro qao resoiva ;. aueatao d > a ia<--
tecimetito de fa-inbas oo me.-ad> do Porto, a
contrario s-r-se-hao comoelli ::os a augmeu.ar :
prec i do p5o.
O ministro decl, ron que o goveroo 3e o o
pana do aasompto sen di talei nbngado a la -
5a- mi de roelldas ex'.raordina-ias par res-'.
ver a questo.
rteumo se a comxissao etemt'va da >-xp
s'^ao de Loada, resolvendo activaras jtl-gei'
cus pi-a qo o cerlam-o Be.realiza o ,x
res ro i eg \
sbj- e qn ees L^i-'a de ne'-a en n mi btv d-io i He eune tos i
Foram moto -ooeorrnos os sufTragics c lebrados e-n dn-p so> m Ion oor aim de uP
vjira Martin* no da !, 'o co e ite.
14:796
3;769
9:191
28
27:7rs4
3:072
12:598
9:263 +
5:^75 -
26
S:l9*|
5:499
3 316
2
LlTTERATuT
17:767-
2:181
17
891
30:85 29.948 9u8
D/fet.............. 4:10* 734:021
As receltas em todaa as nortea eraes, ex-
cepto as extraordinarias, soue i 3.113 CulIm,
as despezar descem oa totalnaie 908 coolus,
mas ao gervico pr-pno dos miniaienoa es.-a ai-
mioaicao de 2: 98 coo-os.
B nos mpo8tos directos o augmento o
todas aa roicas, nao te-di Influido, ne facto
augmento de tributus de 1893 1894.
O aeereacuno da arecaiacao de 309 coi
t>a. oa contriDuicao predial ; d > 157, oa inius-
trial; de 18. na reada de casas; de 7, na am-
ptuana ; de 23, no imjoeto de rendimeoto; ae
13, oa aecima de juros, e de 60 oos restantes
impoetos.
Este sxcesso de receita, deaonnlo factlidade
de arrecadajao, nao urna prova ds meihor meato da aHiac&o e.onomi:a e Qaancelra ? *
O commercto de Loauda dirigi urna sol*
cilacao ao governo oedindo rom instancia qoe
(osee permituoa a ab-r.ara do irog> do cami hj
de ferro entre os kil meiroj 280 e 2*7 do cami-
obo de ferro de Amba.-a, logo qoe ellve.-se
concloido.
Este trojo de orna grande importancia, por
que val servir etScazmente o commereio de Ca
zengo e de Goluogo Alto e deva emeorrer para
augmentar moilo o reodimeo:o da toba frrea.
Dsve esar concluido aqoella troco por estes
das.
\ linha fer-ea de LoureneoMarques Pretoria
lambem devera estar aberta a pyploracao ate ao
m do anoo correte.
O comit noilaodez de a-bitragem Jinler
nacional eoviou ao Sr. Dr. JjSj de Paiva am pre-
cioso livrj commemorativo da 5" conferencia de
llija e de proposito publicad > : ira ser eflorec
do acs qoe toxam parte na conferencia.
E'aconpaonado da lista dos qae, se oscreve-
ram como coofereales.
A Italia enva 12 representantes; a Allemaoba
8; a Inglaterra 6; a F n.. '.i ; KoUm. ix
18 ; Portugal .. Bornate a
Este rapreseota te, o ir r. Joao de Paiva,
parti a 29 para H.y no Sui- press. e toara
piQba-oo Sr. Jos-'dePnVi S ares Dioia, q-i
vai encarregado pela Sociedade de Gejgrapbla
de significar peraute a cj:f--aca a adheo
deqaelU sociedade aos boos d. sejos e humaai-
tanos os nos da conferencia.
ladigtta-se o Sr. coaselheiro Antonio Ba-
es para a vaga deixada pelo S-. OUvoira Mar-
iias oa Jauta do Credi'o Fu'lco-
Oe padres do /aratojo a-anim de abrir
urna escola nasoacasa, caobeciiapelo conventi
da Hoa P, eo frequeitada por 70 alumnos, ti
Iboa das familias pobres do sitio, aos qoaes,
alm do emina, ai j alimento e vestlmento.
Mas sses sacerdotes uao se Imitam a ser
otis aqjelles pvos son esse aspecto apenas.
Alguna deiles cuitivam a medicina, o assim
acodem e p estn os primeiros oeoorros, gra-
tuitamecle, como gratuitamente fornecem os
medicamentos.
E' claro qoe este servico revea e aa oaraet r
cooveolente, lato iircumspec'.i), discreto;
oao obstante, o qoe de mil d? les se da, Jet
sus!
No jaslgo dos condes da Aiamboja, cemi-
jerio dos Prazeres, fot a 3 sepultado o Sr. con*
de de Llohares, fallecido no da anterior de ma-
ubS na sua casa de Cintra.
Deeapparece, com o Uado, om dos represen-
Untos de urna < as grandes casas portuguesas,
e realmeute digno do ilustre nome que traia :
era em tu4o uo fidalgo de rafia.
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I.n llonicho
Lesvieilles n.; etles vieilles mouches
airaent assez se rappeller le pass ; ceci
est bien connu. Or, vt>ici qu liier en me
rememo-ant una foule de choses intres-
santes que j'ai vues dans ce beau pays,
tant a uio, qu'au Reeife mme. je re-
vins par la pense a uae v'sito en Septembre 1S90 la Colme Izabal'
J'y restai trois jours et je p:s dir que
je visitai cet admirable etablissement
daa ees aioiadres recoias Atelier,
pharmacie, dortoirs, rfctoires, j'ai tout
Tuetj'a' admir L'adininistratioQ ferme
et patemelle du venerable frre Fidelis,
mort rcemiLent
La trra, cultiva plusieurs lieues h.
la ronde, faisait honneur la colonie.
Je voyais s'levar la trrle geaeralion
(Tartisans et je me disais combi-.n il se
rait heureux pour le pays que l'on fon-
dat dans cette contro, ou la terre ne
manque certes point. une colonie nouvel-
le destiue t formar dos ouvr eres et des
servantes. Qui n'a aasist a cet dialo-
gue que se repete chaqu jour? Une
servante se prsente; la dame lui de-
mande : Vous savez faire la cuisine ?
Non, madame. Vous savez laver, re
passer T Oh 1 non madame. Mais alora
que savex vous faire? Je pnis sortir
avec an enfant ou balayer L. maison!
Et encor ne faut il pas trop regarder
daa les coins aprs lo balayaga! Voi-
ci done quel tait moa rev.
Aa lien d'en vor la ralisation, voici
qne j'entends dir que la col me ne sera
I51-Officio do Concellio Suiremo aos
Bstad is lieraea, participando que entre es mar-
cadores hollandezes do Ilecife corria o boato de
querer a Hollanda vender Peroambneo a Portu-
gal. Pallavam tambera da ilusoria dos habitan-
tea e do desalent das ropas o assim onduiam
o ollii-ro : Melhor houvera si io qu hvoaseinos
aberto mte tiesta conquista desde muito, do iju-
preteodermoa nos ra-mlar na perspectiva que
dos espera se bem que sena .le lastima e pou-
co honroso para o Estado, noju4:ttiavol ame a
po-Ueridade, e irrisjrio aos olhos dos moradores
e dos nieressados. tanto aqu como na mat pa-
tria, abandonar tao gloriosa conquista.
1 1 O grande estadista m rqaoz de Pora-
bal publica um decreto abolindo a. escravido
no- negros.
1894 Os chefes r-volucionanos sahidos de
Olinla a '6, ene mirara era iioyanoinha um. di-
visao que S" havia orgauisado era Goyanua para
re si tir aos i m permes.
l.S! -Iticeniiio do tfieatro Santa Izabel, que
.Icntio de poucas horas o consumi, -s daisan
do de p as p redes das fachudas do edificio e
dentro um immenso brazeiro a expedir por todo
o esp ico dj t'"lo abalado e por todas as portas
e i m llas^negras columnas de fumo misturad .a
rom labaredaa, qoe a noite illuminavara qua^i
toda a cidade quairo impon jitle. e'triste que
ioapiroo o genio ariisiico de L-.-ou Chaplira, que
em p m n'osa tela o reprodozio.
l'rabaliiava eotj a eompanhia Ij-ri-a Jos
V'ii.it, e na veapen do incendio se havia repre-
sentado o Fausto.
Foram logo tomadas todas as medidas para a
reconstruccao do tbealro, sendo organisado o
projecto e orcam-uto polo eng-nlieiro militar
Jos Tibnrcio Pereira de Nagaihaes.
fS?l Fallece no Maranho o pernambu-
catio t)r. Ovidio da Gama L >bo, DA idade de 3>
aanoa.
Entre a; obras por e le deixadas no.Jam-se :
Os jesutas perante a historia e Oire.los e
dev -es dos esu-angeiros no Brazil.
1.SX9 -E' asaaaainado na ra do Imperador
(hnje 13 do Novembro), s i horas da tarde Ri-
cardo Uuimaraes.
Coinpanhia \plinia E' o segrate
o elongu da uorapauhia rainanca Apollonia
Pinto que bri valenle, estrear no Tht-alro San
la Isabel:
Apolonia Pinto. Pimpelona, Giorgina Vieira,
Herminia Coimbra, Sophia Coirabra. Quintina
Bastos, Ernestiia Vctor, Annita Bastos, Germa-
no Alves, Goncalves, Ko seca Vieira, Cmara
Madureira, Antonio Coimbra, Jos Figueirdo,
Antonio Livramento, Theophilo Soares, Antonio
Valle, (Pomo) e JoSo Cydra Secretario).
FeriinentoA' cerca de urna noticia que
hontera, baseados em informaces que nos fo-
ram tra/.tlas ao escriptono, publicamos sobre a
aggressao de um menor no logar ant'.Vnna. o
Sr. r Arthur Henrique de Albuquerque Mello,
juiz do 7 digirilo municipal do Reeife. dirigi-
nos u na carta contestando o seguinte tpico :
Ao ter sciencia do ficto o Sr. auxiliar do
juiz rhstrictal, para l dirigise immediatamen-
le e fez proceder vistoria no offendido, que foi
traosporiado para um posto policial, e conje-
guto a prisao do delnqueme, que foi recolhido
i Casa de elenfio .
Diz 8. S : que actualmente nao existe em
todo o 7 districto auxiliar algum do seu juizo ;
que O delin luenle, de que tratamos nao foi at
agora (hontera) recolhido DeiencSo e se acha
no quirtel do destacamento do Poco, dispMi-
5&o do respectivo subdelegado; que o offendi-
do nfto foi visloriado, pelo menos, a turma S.
s*. al honlem noite ; e que ainda quando
S. S tivesse em exercicio os auxiliaeres de
que cogitara as leis. alies nao teriam competen-
cia para mandar proceder a corpos de delicio.
Taes *ao em substancia os pontos da conles-
lagao, que aceitamos em bene icio -le inventa-
rio, visto ter sido a nossa noticia baseada, como
licnu dito, em informagoes trazidas ao nosso cs-
criplorio.
A> nosso informante curapre agora explicar-
se, e le suppir e esperar que elle o faja.
Discurso Abrimos espaco neutra ecgfto
ao discurso que, proferido era 47 de Julho na
Cmara dos Uepulados pelo Sr. Dr. Abindo
Guanabara, fui ltimamente dado estampa Do
Diario do Congresso.
E' um bom discurso pelas ideas sas emitti-
das, e que merece ser divulgado.
Polimento de movis e calcados
O Sr. (uintino Pereira Hall* ob-equiu-nos
cora utn Irasco cunten lo um pr parado, de for-
mula su.i, nroprio para dar pulimento aos mo-
.ilcalos, etc., etc.
E um liquido de cor escura, cheirando muito
a agua-ma ou cousa seraelhante.
Agradecendo o raimo, indicamos que, segun-
do refero o respectivo rotulo, o deposito desse
preparado na aotiga pharmacia Barlholoraeu,
ra Larga do Rosario.
CiHifruria de \osi Senhora do
I.i vr-uiKMito -Reunida'era mesa geral, pro-
ced.-u a conlraria de .Nossa onnora do Livra-
injnto do Reeife, no domingo ultimo, eleijau
ia nova mesa regedor?, que cou constituid-i
do modo seguinte:
.lui/. Vianoto Francisco de Souza Ral.
Vice-juixAugusto Honorato de Miranda.
Secretario -Profoisor Joao Jos Pereira.
Procura lor geral -Silvino Oomc* Porto.
Tliexnnreiro Manoel Accacio los Prazeres.
Definidores discretos -J >&o Jos de lesos
Ameriee, Manoel Antonio do Carino Bandeira,
l'homaz Sigis-nundo d'\lin:itla Barros, Ur
Jonq tim da Silva Cabral e Jos Floro de Soua
Monte i ro.
Procuradores -Marcelino Feliciano Tavares
de Lyra e Manoel Augusto de Miranda.
Definidoras -Caros Vicente dos Santos, Hy-
aino Sebastiao do a-cimento, pruL-ssor Jos
Marcelino da Costa, Elpidio de <:arvalho Rapo
so, Len irdo AUico Lavra. Tik irtir.o de Olivei-
ra Andrade, Jos Manoel de Wauallies, Egydio
Jos d'Oliveira, Jos Rodrigues Ja Paixo. Joao
Rufino Terrea, Eugenio Jos de Jess Pinto e
M.i noel Joaquim de S.int'Anna Castro.
Juiza I). Joanoa Candida Gomes l'orto.
Vice-juiza O. Firraina Miria d'.vlmeida.
Escriva-D. Ai.tunia Aquilina do Espinto
^anlo.
Dr. Ceciliano MamadleCahimos hon-
tera u'ura erro, que nos damos pressu em recti-
ficir.
O fallecido Ceciliano Mamede de Almeida',
quera nos referimos, era hornera maior de 50
anuos de idade, e foi sempre, desde bem rao$o,
empregado oo coramercio.
O Gerente da '.orapanha do Beberibe e cx-
engcnheiro da Reparligo de Obras Publicas
charai-se Ceciliano Mamede Alves Ferreira, tem
como disseraos, cerca de 40 annos, bacharel
era liri'tlo, e se acha actualmente na Europa,
para onde foi em sarvioo da Companhia da qual
digno gerente, e era perft-ita saude.
EVISTA DIARIx
Casimir rerier-0 Dr. fie rges Des-
pout. passando por esta cidad- corno mdico io
vapor francez Corrientes, tova a gentileza de
nos dirigir urna amaro) carta em que, depois
de recordar as de nonstracOos de pezar, de que
foi testeraunha, foitas no Bruil, pela marte do
presdeme Sadi-Carnot.. com-luo no remetten
do um retrato do novo presidenta da Ropublica
Francesa, o Sr. Casimir Perier, e duas bandei-
rolas, urna brazleira, outra franceza, entre os
quaes nos pede colloquenos aquelle retrato.
Agradecendo ao illustrado medico a sua gen-
til lembranca, satisfa lo-hemos no pedido, e o
coraphmentamos.
Discurso-O Sr. tenente Belarmino F. da
C. Alraeida offereceu nos dous ejemplares im
pressos do Jiscur.s > proferido pelo Sr Dr. Xis-
to Cruz por occasiao das solemnes, exequias ce-
lebradas na ctdade do Rio Grande em horaena-
gera memoria de Sadi-Carnot, presidente da
Repblica Franceza, em 2i de Julho.
Agradecemos a offerta.
Estado da Paraliyba -Di/, a Umoo, fo-
lba do vizinho Estado da Parahyba, na sua
ediccio de l6 do correte, que o Sr. Dr Alva-
ro Miehado, govemador desse Estado, dirigi
a seguinte proposta aos seus collegas dos Esta-
dos de Pernambuco, Ceara e Rio Grande do
Norte;
Levou-nos ao erro urna dep oravel confuso
de ornes e de pessoas; e por isso, confossandj
o mesmo erro, esperamos merecer as desculpas
que pedimos s Exm.is familias dos dois cnla-
los e aos nossos le tires, que de certo tero
logo da lo polo equivoco.
Monitores Pernambuco e .llara-
nhao Escreveu o Paiz de II do crreme :
Os monitores de rio Maranh&o e Pernambuco
que se achara actualmente em activa consruc-
cao nos estaleiros do arsenal de marinha do
Rio, foram pl-majados de accordo cora o pro-
gramla de 1890 para a reorganisac>> do nos-
so material naval, no qual se coraprehenlia
navios destina los s oporacesao ocano e era
rio?.
A condicao principal do calado de I",68 ou
5|i ps inglezes, no mximo, afim .le que os
mo i i lores, destinados a internarem-se no alio
Paraguay, possara ir alera do Passo do Conso-
Ih i, que, com dilficuldade e em pocas nor-
maes, apenas pralicavol para navios de .".8
de t ola lo, tornou certamente dirncil a solucSo
do problema da conatmcco de taes navios :
devendo-so igualmente attender ao mximo do
poder offensivoe defensivo e aos melhorainen-
los de que s&o os mesraos dtalos aflra de sa-
tisfa/.er-se s exigencias do progresso da cons-
truccao naval e oa tctica moderna.
K, convm accie-conlar, que para attenuar-
se a'difflculdade do problema, no caso vigenl i,
nem ao menos oi possivel recorrer ao au-'iiioii-
to do coraprimento dos moiitores ; porquanio,
excedendo a diraonsao adoptada, ja nfto se-
ria-n taes navios manojaveis para a trai
cao dos pissos de ros sinuosos, como o'de que
cima se trata ; difficuldades estas que sao bem
conhecidas de todos os officiaes que tiveram oc-
casiao de prestar servicos na guerra do Para-
guay.
Assira, pois, para garantir-se a marcha ho-
raria a vapor, media de i 1.5 a '2 nos, urna es-
pessura de coaraca relativamente grande (ItO
m|m as torres e na flutuacao) ura poderoso ar-
mamento de canhSes de tiro rpido, e anda
todos os accessorios e nielborameotos dos na-
vios mais modernos de sua classe, e dentro de
um deslocaraento nao excedente a 475 tonela-
das, foram adoptadas para o Mar inhao e Per
nambac a3 seguintas diraenses principaes :
Comprnenio eiterno, AVfi ; bocea externa,
10,6; nontal, ",i6 ; calado sem differenca
1,68.
Se, pois, observamos que oestes monitores
as pro orgoes- sao :
Couraja e enchimentos, S5,5 [ machina a
t reinos, o n retag&o ao dislocara'-it > tolaj de
cili n ivio, ts, |o pira so Ii ca*ap ur-
i:a Mi-M-o n iva, apxralhoa ac- -s iri is. .'.i .nn-
cao. pro visos, ma i jb'esaUMM e isto
b.isi .ia ur. .s-o m ilm -nio nara reoinomendr
,8C rctrUCCAea qu:S! traa C m.' Ulll i il-is
sol coas mais diiBc-w e proficienn s q'ie at
boje -1 ti-in i 'ii a prool una.
E-'es nav is sao alera di*t" pr tfidOS dos me-
Inorara ni is iu rapre-eutam a ulii na palava
i.i |i .gresso da- i-Mistiui-i.-ies n'avaes Ibes
p Miara ser applicadas, laes como: ap ari-ihos
electric s para i man >n a das torres e servido
da a'tilftena e para a ili'iu.in'v i mtirna ex-
terna ; tem -\C'> m i'aco.s ampl is e confo-la-
v-i- |iani a -il i gaarnie io, d lallv; Pfltequi fii
rada I 'sam ni ui-i e r-s-.lvilo io m do
o mais saii-lHclono, obt-niu-se para a altura
f dir: e .bertas a excepcional dimeiisSo em na-
vios deate (yp i, de lm,92ou 6 ps e 3 polega-
dos ,tem apptrelbos auxiliare- vaimr para a
ra.nohra daa an orar, espas, ele. ; tem di-ti-
laior-s e bombas pul-rosas para o -orvico de
escolo, alera le 80f o seu casi-o Ut) l i v i I ido
em i1 compariiinenios estanques e era orro-
rein as carvoeira-, c un a cooraga externa, p:ra
resguardar os apparell'oe geradores e parte ias
machinas.
No seu COUraQameato, que coraplelj era
toda a linha de flu'-tuago, bem como as de-
maia partes conrecadas, adopton-se as moder-
nas cuapa' le ago-inkel, ns quaes com i^ual
espessara, offerecem grande vantaffen d re-
sis', moa o p si sobre as que foram oinproga- .
das nos mol irnos monitores do'.ypo Laerdadt
e independencia .a marioba argentina.
O appa-elho motor consta le duas machinas
honsonlaes le trplice expansfio e cond-nsado-
res de contacto, podendo de.envolver collecli-
vam nte a forca in ncada de 800 cavados kilo-
grainraetncos, qual deve corresponder a ve-
oeidade mxima ..e 13 nos por hora.
Os geradores sSo do typo cylra In.-o-mult|tu-
bular.
As carvoeiras tm capacidade para o combus-
tivel neroaaario ao percurso de 1.200 ratlhas
com a marcha Inrari media do tO emitas.
M .-uta cada um dos monitores :
Na torre -2 canhes Armstrong de 12 c/m,
liro rpido.
S di o lomb idilho1 canh&o de 57 tn/m. Nor-
denlelt^.
Na aobreatrnclnra I canhes de 37 ra'm tiro
rao do, e 3 m-lralhadori3 de 2o in/ra.
Na plataforma do masiro -2 raotralhadoras,
calibre de fuzl.
Era cjda monitor o posto de combate do com-
uandaote interiormente no centro da lo-re,
dominaado assim os apparelhos mecnicos e
elctricos para a manobra e transmissao d or-
densas diversas partes do navio durante o com -
bale; e-ovan lo-se do meio de Cada torre um
pequeo torreao de aco-nikel coiii i"5 ra'ra ou i
poiegadas de espe3sura, do qual pode ser ob-
servado o mmico era qualquer posn,o da torre.
0 apparelho de governo. em combate, e suas
transmis-os esto perfoitamenie resguardados
pela couraca da torre.
As acoramolacOes para o estado-maior sao
disoostas sob o lorabadilho e constara de : c-
mara, caraarm, quatro camarotes, dispensas,
Latrinaa, etc., sendi a altura livre, nesta parte
do navio, d; t",8'. ou 6 ps inglezes
Todo o material para a coislrucgao dos c-iscos
acha-se no arsenal; fallando anenas um pe-
queo numero de chapas, que foram em prega-
das para revestiraentos da trine teiras, llorante a
revolta : est in to ja proraptos e arvorados o- 2/5
da ossada dos monitores, e lendo si io eocom-
raendadas para a Europa as chapas em subsli-
inicao, as ma lunas motoras, apparelhos elctri-
cos, ele.
Com a con-Urucro dos monitores Pernambu-
co e Mariiihi) completa o arsenal do Rio o to-
tal de 7.400 lonela la de construecBe te ac,
desde a poca do sua iniciaefio era 188', ante-
riormente a qual nao se havia ainda roalisado
cORSiracgao alguma desle genero ; tenio si lo
forcoso, portanto, durante o mesmo periodo, nao
s fa/. ir-se a transformar! i do seu antlgo pes-
soal artstico de construcca naval, como ain>
siall.ti.'o de novas otBcraas, apparelhos e ferra-
mentas appropriadas.
Se, pots, lesonlar-se do perodo cima indi-
cado o tempo relativo l'ai'a de dtliberacao
quanto a cnisirucges novas, e em que estivo o
arsenal inactivo dur.im i a revolta, a gru le af-
lliiuncia le reparos e constantesalteracOS a que
,,;,,.,]),. este estabelecimeiito, a falta d ura mer-
,-ad i pr ivi 1 i iara occorrer promtamente as ne-
cea*i lades do trabalho, e, final me ita, ao limita-
do nun > le sen pessoil operario, in anenas
i icerca de um sexto do de outros
i o do "ouioa, Cherbonrg,
fcil ser con -luir-sc que a accoa eao sy-jema-
tica d i nao pr >gr sdir o arsenal do Rio s m
plesmecte o resultado do ama apreciac&o'iil
competente e injusta.
Quamo s machinas, acaba o governo de re-
ceber i i ,-m-caciiodo contra-almirante Proen-
ga i.e i vr contratado cora a compaobia
l.'ji'.j- I liantiers.
Conseibo de Fazenda -Na sesso da
i do correte mea desse cmiseiho :
Deu-s pro vi ment ao recurso int -rposto jior
Muller & )., lo acto da inspectora da Alfin-
1 iga de l'oni.imboco, do z8 de Margo ultimo,
negandodhes dispensado pagamento do exces-
so d i armazenagem e taxa adlicional de 30 %
que. reclamarara, de codorratd:ae cora a circu-
lar n. 63, lo 30 de Detembro do 1891, para urna
caisa cora 30 duzias- rfrj camisas de alindan,
viada de llunburgo no vapor allemSo irnen^na,
entrado om i de Janoiro lo correte anno, e
nbmettida a despicho om t7 deste raer., mas
retirada somante 31 de Marco, era razio das
diligencias a que teve de proced-T aquella al-
landega, motivadas pola subtraccao de seis das
camisas con ti daa na mencionada caixa.
Nao se lomou conheciraenlo, er estar o acto
na aleada da respectiva reoa ligo, lo recurro
interpolo por Muller Ac C. das decisoes profe-
ridas pela inspectora da Alfa .dega de Pernera-
buco, datadas de 13 de Fevereiro e 2i de M irgo
ullir.os, mand indo elassilicar de -casimira de
l singlapara pagar a taxa do :OO, n i for-
ma do urt. o;6 da iarifa em vigor, o tsciio que
snbmetteram i de-pacho em 8 o 2d diquelle
mtz, como -merino e ca diemira do l -, sujeita
a de 350" K), do art M7 O Uta tarifa.
Pancll-.is -Escrevem-nos dessa localida-
de :
. Acha-se ha das nessa Villa o illu-trissimo
Sr. padre Pedro da Purilicacao Paes e Paiva
qae, para reg ir a freRuezia nos mandou o nosso
virtuosa e reneravel Bispo D. Manoel.
O povo recobeu o eu vigario cora grande
conlonnin.ent, vendo nelle os requisitos ne-
ceasarios a um cuidadoso pastor. O rovoren-
dissimo puncho era j bastante conhecido nes-
ta zona, como inteligente e bera intencionado,
para desempenhar-sa de qualquer missao que
Ib; fo-s C miada.
Por occaslao de tomar posse da treguezia
3,Rvl prol rio urna jicporiante allo'-ugo, ap-
pollando para os sentiraentos religiosos da po-
rrulacao do municipio, afim de raolhor;-r o es-
tado da matriz, bastante arruinada, restauran-
do-a s :::o com luxo, no menos cora a decencia
i iudrspensavel.
X) primeiro da em que celebren, o recen-
chegado vigario foi alvo de urna grande ma-
uifestaco. ..
Nao sj as pessas mais gradas da licali-
Lade como tambera todos os liis que foram a
a nesae da. acompanharam no al a casa
ia residencia nolando-se em Moflo riso
nos labios ue traduzia a eoorme satisfagao que
Ibes innuu lava a alma. ,-,.. a
i-allaram all dous cidado felicivanlo os
panoilen.ses pelas provas de aprego que davam
a quem muito as m-recerapois
padri Pedro contribuir para a
povoe engrandecimeoto moral da Villa. Ef-
fectivamente Panellas precisava de um vigario.
V matm vai tornar-se em breve nm tem-
d!o *>onito e aceado. Para isso foram Hornea-
das coraraissoes de senhoras, oscolhidas entre
as Drincipaes familias, Meando cada commissao
encarreada do concert e ornaraentagao de um
altar Consta-me que existe j quasi um cont
de res sob a guarda de um thesoureiro.
O nosso juiz dedireito Dr Goes Cavalcante
como prestigio merecido de que dispe muito
tem auxilia lo o vigario em sua tarefa de pro-
ver a"ltrz dos mellioramentos de que carece,
geocia. A Exma Sra. do Dr. QeajJK
ie urna das cemmissOes. t^
ni um magistrado integro a ura cariobo8o,a.
o PaneUas ha e progredir incontesta-
te e serem brevet.uma das comarcas
felizes deste abenfioado solo pennahO-
combustivel, J7 "o ; armamento militar, 9 "i,
tinha vir.do o
civilisago do
.


M
IIEGVH


/
Diario ile Pornamliooo ttnartafeira MO <1< Setembro le i*74
jornM chneles e jpn-/.eH
Para > i nial, wa p" > '">l>r '" ,;' ",J l"11"'1
a mai.ir rwri da- inv.-iicO 8 nu au os Clii 1i-
ze!> li i o m-Tiio i pn >n la lw, mas nao Uta
mais'' da .xo-llencia.
A -Gaz' ta de '' -k '" "'" >' 0 -mugo
jornal diario chine'., nai* antis; > Ul mu i lo.
A. pruneira ,ii;uc.'i.i uu ; I II si fas reta Ota
aos trapos 'lo nnoT r Kn Ymi. qu r iuoa
de 713 H 741 M>4 la nos-1 M.
E" ii i) i esp-cw le jaro I "Acial do Calote
Imp lo f iatitulou-5e sui c -s-iiv unenl i Vi un
cos dura 'iop >!:, dep e da i'Arte.
Com us >utro< jornal c ionz-s, filo da
urna duzia 1 folhaa il.-un pa;)l dnlgi.10 h rn- loa producios productis para a Italia. tarea
frenlp, |'i i! 111 l3-)l'i'' pira l'-ivs timr
a >hrig r-s; a "Olo.
O Sr vifr-lo 0 tf irmsw h tts, u n dos rain
(lanicios mnbrosdi si)!ii;.m lo. quera faz
BS lo -|> 'Z 8 O t" 0 "more? '.I > to los OS esfoiv 08
a lu le que nada falta aos arrjalos raariuliii-
roa.
O navio destinado expedigai o Wmdivard.
o c -Itbr i) w sa loi- d diUVi-. in|i muilo co-
m-odo. L"va uro b >le i uro <>u-
tro arma lo c. un ra-tmh.idora. Ei'.em laru-
la t'xne I Q'it o cd.'bra botaaico H. Fisher e
u n li'iiiico geni >\r >.
Cmi'ursi litterario -Uro perfumista
alleuia >. ein nado lermann. que exporta roui
grar.ulo. me lin lo M ,-. :i|ii netros sibr t
coro i;, n 11 papal aun reliado. E- impresso rom
caracl-ret movis d>- mideira.
A. p ncipio a iropr usa -ra ra nt > livre. U u
provincial assnn o exp icav-i ao ibhale Hors,
que fo: misionario ipostoiio no ;xireroo Orias*
te : ,
F azi uno* imprimir o qw queramos iivro*
brocharas, folh s salta*, aartoea < nasa 13 man-
darlo:; nao se i acora n "Luraa. I'ouco a >s oceu-
pavamos d w nnfleei >s do warno, porque e*ia
ramos convencidos qu- o imperio nao andana
melhor s< 'rez-ntos oilhes de ioliviiuos pre-
tendR.sen faiei-ocaiaioiiaruaJa M MaaMM
as aVafl idaS.
No Jiataiit para lo^c rofl ir qa havia re-
Ceio de dizer luda porqu; o leste nuabo do Sr
Mayers, secretar di Ugagao enUoica ero Per
km, attest.i K-glslafiio auii*'*eral para
a mpreiisa ; aejun o- sa diolomalB, floja au
torida le e hoa f na. sw po-ln eoutaafar, os
^ornai!* sao publicados quasi snior." por pe>
goas d j rtxracler offlcial, rasponaaveis peraii-
asauloridalaoMicia** laOupiUl. Infonoam-
ge Uisscelaris de ludo o que occorre e os
> anigcs *ao aasi^oidoa.
Ao i4 l& --iaz ta de P^kin. deve pOr-se
Imp'enia qutlidiaii. de Honj? Koiil-, qu; l ;m
30 anuos de existencia; o Nonti Chin i He-
rald, le Shangn, r.-ditfido em duas columnas,
em u! 'z e .-.hie', e illustrado, e o Timpio..
Paiti'-ulirida le curiosa: e pelos jornaes ou-
os pacticulare- diri/em as peucO i ao iro i-ndor.
c os prop-io altos f.ro -con-in >a seuu ro -ase
con-elho para obi.-r n> >ci Exernp! \ uro m m-
duruii que at apres ntou pela imprenta os al-
testados n micos, para obier licenca p _r I Ole,
o que >bi v.' no (fia segavMft. A.o lado la pu-
bln-idade deaaaa inai^miijanci .< na nos jor a***
falta ..npl'ta de cerLis inforiiiai,"Oe-> impon in-
t la inconteatavel Ulibdade Doque-::
tur- i .-ir ang'iros, ro.-siuo ei MHI0' o.lid'l.
rj.ida se diz.
lia enire auto, jornaes annun'ia i.t.-s, dn i^
gran le< f.Illas poltica*, Cliim Pao e o Hu
Pao. inipr."s*a* II) lilloral, e que COmeCaiH
penetrar no interior.
Pu i lou -s-uaijorna sei ntr.i ., o M MVBa,
quecimta ;i nd a-.. n > u r*"*1'
Obsiarulo accamidacao laa '*"< '"''P ;H ""
americanas a a H faso da iuiprensa. i i a
lingna elu i ''' ll;l n '
Tenl i w-i'a parada no t-u l ~ iv Ivi.nenio S--
0 VOra'
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