Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16628


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Full Text
ANNO IaX\
Domingo Fi; e Setembro di* I*-l
^UaflKKO ^11
i
i
BB s^ai& & sitaos
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres niezes adiatilados. 8J000
Por seis niezes adianlarios. i5^000
. or un anno adiantado ..." 30&000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICACOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Us Srs Majenee Favre C &.", residentes em Pars18 rae de
La Grande Batelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGV PORTE
Por seis niezes adianados. 16.10b
Por ura anno adianlado .... 33000
Numero avulso do mesmo tlt.i. &100
Numero avulso de dias anteriores. 5200

Telegpanr.mas
SEfi' ZCO FA&TXCLAS SO SXA3Z2""
Rio de Janeiro, 15 de Setembro, s
12 horas e 15 minutos da tarde, (reeebido
na esta gao s 2 horas e jo minutos e
entregue s > horas e 53 minutos).
Foi innovado com a Comdanhia Per-
oambuoana de Ifavegaco o contracto
de oavcgaco vapor do Rio S. Fran-
cisco.
Foram romeadas:
O general Ewerton Quadros comman-
dante da Escola Militar ;
O coronel Santos Dias commandantc
do 3." districto militar.
Foram transferidos :
Para o i-j.0 batalho de infanteria, o
major francisco Ignacio MeirclleS ;
Para o -1." batalho de infanteria. o co-
ronel Pedro Paula da Fonseca Galvo;
Para o ii. batalho de infanteria, o te-
aent; c >ronel Manoel Thom Cordeiro ;
Para o 26. batalho de infanteria, o
major DamiSo da Costa Leitio.
A taxa cambial foi hoje iniciada
10 e :,'/ el. p >r l.j'ooo.
Bueiius-Avres, 15 de Setembro.
Apparici 1 Saraiva e sua gente foram
desarmados pelas autoridades argentinas
das Mis;
Loudri's, 15 de Setembro.
Rotschild negociou ura emprestimo de
1 1:030 >ra as estradas de Minas
Geracs.
Ri< le Janeiro, i de Setembro, s
2 hora- e \0 minutos da tarde (reeebido
na est ic) s 5 h iras da tarde e entregue
s 5 b 5 minutos).
O Supremo Tribunal concedeu ha-
beas-eorpus a-) almirante Wandenkolk
e a Nillo Deodati. *'
"ABTEOFFICIAL
L\
(Da
vuq:\< popular
mim da msmc
llibliotneea 1< l*ovo c las
Escolas)
!
Ministerio d:t .liistii-.a e Negocios
Interiores
No Oa rio Ofii-il (i: 4 do Setembro do cor-
rente Toi publiculo este aviso :
(ConehuA i
Qunnto s crrtidoe* I nao opposrao ou do
habilil.igau ao casa ii-nt<>, as quacs se refere e
nrt. :,- do di- reto 11. 18 da 4 da Janeiro do
I8W, rstabnlsCea oiiri. I3 do nesiDu decreto
que ilcllas p'-rcebe-fio os resoeetivrs servi-n-
tuarioso salario de li, que 6 devido sem pre-
juizo do mesmo sello de -siumpna a que sao
(brigada* as outras c.-rlides relativas ao re-
gistro civil.
O favor da relevarlo da emnlumenl03 e ta a-
rioe o>t;i coosigaado 1 ira os indigente no art.
i >l. 8 do citado regiment de castas e o mes-
mo favor para is pessoas notoriamente pobres:
c expresso no art | daquellu decreto 0. 18'
ile 189 ', em r iferencia aos actos le qu tratara
as disposiges anteriores, e DO art. 44 do decre-
to n. f)8'6 de 7 de M.i co de I88 com relacao
aos registros, annotagOes h averhameiilos.
A .sencfi) do selln est estipulada para os
requerunrn'os e pup-m em g*ral de presos po-
bres e para os aUes'.ados e certidGes dos asien-
tos de bitos no inlerasM do enlerros, como se
ve do art. (3, n ai do decreto n. !,14V de il de
l-Vverelro de 89.
Sau le a fral.-nndadeCassiano do Nascimen-
lo.
INTRODUCcXO
'a '' *s Bsc Uu, u i volume
XVI di tui cnllcj.- 1 occopou ae da .Ivgiene
em geral; o capital" Vd'esse volum; tomou
por assnmpto, uuilo-llie apenas odesinvolvi-
ment 1 ojip'tiv.'l Inle d'estes livrnhos,
a ai Sipr'senu rolan nmos dar
a est 1 parle da Hjgii 11 [a alimentaban] niau.r
desinvoh ment, i;n c>mtudo nos esqu
fin que 1 -' ato estes opsculos, qaasi ex-
clusiv.: 11 apr tpri idos aos que na 1 podan en-
tregai-o.1 a laigo p jfundos estad >s.
(ti-: lo la Hjaiene ifto 1 o com)'amor-
tante. Nomo 1 fcil decidir tmat das sab-
diviso la Hjfj en; a pela su 1 mportanTia relativa. Todas -is ques-
tes .1 Hygieoe se ligan urnas citn as outras ;
cada u 11 1. 'las tem estrellas e intima d pen-
deneas i 1- mala; e ate dt.fi 'il, s;na-> impo^-
sivel. esrolhcr a melhor ordetn por qj.: devem
ser eptudnda.
Por eslms razOes e pelos limites absolutos qu>
est"- livros tlevem ler, tornase raais di li il, a,
] de si pooeo fcil t treta de tratar d: urna parte
isolad 1 11 Hygiene.
De en'r<-os diversos ranos cmqu; pjlj di-
vidir se a Hygiene, u alimentaciio 11:11 dos mas
importa l*. Amachina humana no seo com-
plica o'ganismo consom, gasta eontintnm in-
te, materiaea na reparugo dis suas perdas.
ergansino retai-se, p ir aasiaa diz^r, a lodo o
moaiio'o: e o < /<'tfsiVc iodispensavcl para
que a machina nao pare, para que a vida se pro-
lonsJC 133 sens natura"? liini es. ( o alimento.
Adennle trataremos de definir o que seja ali-
mento, enj cotntud) llgarJKM exocssiva impor-
tancia 1- d inieis, nao snestecomoem lod is
os maia assumplos. J 1 passon a moda do pre-
tend 'o rigor as definicfcs- lslilo tolos con-
vencidos de que para nada serve perder terapo
em procurar dar delimces de coisas cujo estu-
do a-ta melhor defnico. Prefere-se h je,
com torta a rax&o, e-lul.ir bera urna eoisa quil-
qu:r na sua utilidad real e pratico, a fingir que
em breves t taeonieas palavrasse po le dar urna
nerfeita idea d'ella.
E', portn indispensavel noeslu lo la llygieue,
em que ramos entrar, taxsr c:itas distingo'-,
sem o que reinara confu*o no que vamos c m-
tar < explicar *oa bossoj leitores.
Sera indispensavel iiniro ilimmla e alian
I o, assim como distingu:- u diFe eii'es es
pecios le alimentos, sui natureza, --uas prop:ie-
dadei ?ua utiMade re ttiva, et".; di^to tra-
tar o '. "apitulo.
Para que o individuo sinta a necessidade da
repararao de suas forcas, a Natarcza adverte o
por son saetes esp^cians, denominadas (orne e
ttde. l'ario estas duas sensacSes j objecto do
2.*Scap'tuh.
O homein e ero geral os animies poiem-se
Se ac!i'." m c:r'ii:nslanelas djlhes ser impossl-
vel reparar comrd it.irn:nte as [oreas gistas nao
s pelo regular funciona neoto dos seus org^s
como p do gasto anorm 1 e extraordinario de
fbrcaa pmpmgadas em trabalho. Pode a sahida
ser maiir que a entrada, e ha ver dficit ou falta
na substancio reparadora. Pelo contrario, podj
O gasto ser menor que o reeebido, e por ultimo
poder.', dar-se a U3ta o necessario equilibrio na
receita e de?pe2,a Asstm a alimeulayao pode
ser in uT:-ierite, excessva, >u suflicionte. Estas
tres cr<,"'ii;t mcias serio expostas no capitulo
III. ,
S5o varianaa ; diveras as circumstancias em
(jut p>ie aclkfjr-ss o hom;m; e as forgas que
tem que enwreaar variam tamhem e d.versii
can, rccessiiarrt esse emprego quantidades e
HOnfidadesMtwrsasde alimentos, -isto, aah-
menlacao deve estar en harmona com o clima
em qu' ss vive, com j genero dj vida a que
dos demos, e cora o sexo do individuo. Tere-
mes d: consagrar os captulos 4. e 3.' a estas
circunstancias.
iConua).
Govci'iio 1 E*t:d ale Pcroam-
bateo
Despacho di dii 13 de Setembro de 1891
Antonio Marti Lino Veras, pedindo pagamen-
to (to subsidio a que se julga com direito como
ilepntado lo Congresao d) lisiado. Informe o
Dr, inspector do Tlvsou.-o.
Atina Duart'' M scoso dos Santos, pedindo
pagamento vencim-mtos a qu: se julga com
direito, por ler exercUo o cargo do professora
publica d 1 Garanbnns, de Marco a ti de Abril
le 891. Inform o Dr. Inspecior da l'hesouro.
Atina Hermina da Fonseca Castello Branco,
pedindo despensa do pagamento de annuidades
da Companhia Recife Drainage para a casa de
sua proprieda le sita ra Vital di- Negreiros n.
Ii. Informe o Dr. Inspector di Tti;souro.
Antonio Francisco de Sant'Anna, sentenciado,
p:dindo perdao.Informe o Ur. Jui/. de Direito
do municipio de Liatoriro.
Dionisio Jos dos Santos, sentenciado, pedin-
do perdi do rest) da pena que Ihe foi imposta
pelo jury do municipio de R o Formoso. -Inde-
lertlo.
Bacharel Ignacio de !l irr.is Brrelo, pedindo
permissao para entroncar na Estrada de Perro
do liicife a Caxaiu, abaixo da estayao de
Ipotit'ga, urna estrata de retro. -Deferido nos
termos da portara d" hve.
Jos Vicenta Ferrara, sentenciado, p -dindo
perdao.Informe o Dr. Ju;/. ie Direito do mu-
nicipio de l'rtuinpho, mandando juntar os do-
cumentos a que se r ferem os arts. Io e 3.* do
Decreto n. 2ot>>, de 28 (ie M .reo de 180O.
Jos Gomes de Mello, sentenciado, pedindo
por crtido a data de sua pristo a s ntenca. -
Ao l>r. Presidente do u en >r Tribonal de Jus-
liea p>ra mandar juntar a CJrlidlo pedida.
Jos Joaqaiiu Birbisi, en!'ti-i.111, pedindo
pira que fe d andaai.-ni ao seu recurso.
N la ta que deferi".
Joan;.a Carolina de Arauj-i Figaeiredo, pro-
resaora em dtsponibilid 1 lo, pedir.do pagamento
das despesas que I ;z ron o expediente do curso
nocturno.Aguirae opp jrtunidaJe.
Manoel Etadi < Pereir.i do Lago, p-'dind 1 por
certido o edit .1 pelo qual foi pi slo em concurso
o lugar de I." 'ahellto publico do municipio de
i,1 ooeiro, e bem assim o titulo passadu a Er-
nesti de O'iveira Cvala te para ezercer dito
carg > -In lefendo.
lalnraa Eu,c::nio Peixolo, porteiro do Supe-
rior Tribunal de Justica reclamando sobra a in-
terpret-icao dada pelo Thnsouro do Estado reli-
Uvamente ao ultimo desparti exarado, em um
seu requ rimento, por 8. Ex o Sr. Governador.
-Deferido com offleio d'esta data ao Dr. Inspe-
cior do Thesouro.
secretaria d 1 Governo do Estado de Pernam-
boco, 15 de Setembro de I89i.
O porteiro interino,
A. da Fonseca.
V u.-stiir 1 Plieial
i Secci -N Uli Secretaria daQu:stura
Policial de Estallo Ae l'ernainbuco, em 15 de
Setembro de 1894.
Ao Sr. Dr. Ahxandre Jos Barbosa Lima.
M. D- governador do Estado
Participi-vos que foram hontem reolhidos
Casa de Detencft os segaintea individuos :
A' or.lem do subdH gada do I." dislricto de
S. Jjg, Anna Senhorinha da Conceicao, como
vagaban i a, a minha disposigao.
A' ordem do subdelegado do I.* district do
Poco da Paoella, Jos Joaquim d: Sant'Anna,
por eritns de roubo, tambem minha disposi-
gao
Communicou-me o subdelegado le Apipu-
cos que 1 ontem, tentando O brequisla Jos dos
Santos, tomar um .los carros do trem de carga
que parte da estac&o de Dous Irmos i hora
e 30 minutos da tarde, estando o referido trem
em novimeolO, succedeu cahir e ser arrastado
at a eslacao de Apipucos, onde foi tirado, s;n-
do imn.ediatamont; conducido no mesmo trem
para esta cidade, com destina ao Hospital Pe-
dro II, afn de ser all visionudo e tratado.
Aquella autoridad" lomando conhecimeiito do
laclo veriftecu ler sdj Jos dos Santos victima
de sua impru teneia.
- Nesta dala fago reraessa ao Dr. promotor
publico de Olinda, para os devldos fins, dos au-
tos de corpo de delicio e de perguntas leilas a
Florentina Gome* de Araujo.
Em dala de iiontem foram tambem reraet-
tidos para os flns convenientes, os seguintes
autos :
Ao Dr. I. promotor publico da capital, os de
exame medico e de perguntas feitos 1 Amelia
Maria da Coneeigao ebem assm o de perguntas
fetlas a Manoel dos Santos Costa.
Ao subdelegado do i. distneto da Graga, o
d corpo de delicio feito em Antonio Jos do
asci menlo.
Ao subdelegado do 2* districtoda Graga, o de
corpo de delicto procedido na pessoa de Alvaro
Jos do Nascimento.
O cidadlo Francisca Maciel de Souza assu-
raio uo di 25 de Agosto ultimo o exercicio do
cargo de delegado do municipio de Cabrob, na
qualidade de I." supplente.
Sade e fraternidade.
O questor,
Julio de Mello Filk.
Thesouro do Estado de Per-
nambnco
Despachos d> dia 15 de Setembro de 1801
Dr. Leonardo de Albuquerque Cavalcante,
Jos Luiz de Souza, Guilhermina C. Camello
Pessoa, Fonseca Irmaos 4 C, Francisco de
Mello Cavalcante de Albuquerque, Eduardo An-
tonio .de Moraes e Silva e Andr Aquino Correa
e outros. Informe o Sr. Dr. Contador.
Solidomo Pereira da Silva, Manoel Lopes
Vleira, Francisca Maria da Coneeigao Reg e
Ermirio Jos Francisco da Souza.-Haja vista o
ISr. Dr. Procurador Fiscal.
Miguel Fontora.-CerHque-se.
francisco Q. Nonato de [Souza.-Infirme o
Sr. Dr. Admit.slrador da R"Cebedoria.
Alexandrina A. de Si Cavalcante, Joaquim
LuU. da Silva, Amaro Francisco Pereira, Anlo-
uio Francuco de S. Dutra, Antonio da Silva
For.tesl Jos t. de Lima, Manoel Paulo dos San-
ios e Mantel Francisco dos Santas Pessoa. -Ao
porteiro para entregar no inleressado.
EXTKKIOK
EUROPA
Portugal
U aovo -i i'ti 1 i e ean ap'ecia-
gao na imp-eesi. Mod fie-gao
UliUlStrhul Ellljri'SUaiU DOUI-
cipil e a dHila d 1 Ua:ua*a d -
Lisboj.Rei> eitoiagi > de Pr-
toga no coigress 1 ddarbitraKexi
em Hiji4ira roa no Po-10
Projee ada renfe e ic.ia aiiarcbs-
laO D.ar o de Nolicia:e
possessOes da AfMca Occidental
U oogre-8J repuolieao -is
mdugi. 1 Cjoopaorii, Indostnal
Um banqoete ao mtnutro d..
jostiga em Via-RealSeo ba
Ina nem mi mala, s^ivj o tam
bor.
A creago do novo partid) ai 1J t Ui o b -i oa
telada ixprensa, aestm coo> entre > ia.ea-o-
res da idea, naseeu ella da ausencia 1- a-su ap-
io, como o qualilicju o Jorn'l >'i O.n.-n -o,
na iairolaegao de m sea idaonai, no qual oc-
crpunlj-se ao oojecto, .o-.oa .-alie nte, que 03
partido: a u ea rs ao pasiiiv^cieote > a Ji-au-
loga.'e c v an-* i: man feslag's u^.n.t
de : w a de sort? que a aies na rai&u qae iras
o' iiarim it'ier.M injeiea conanlaiglto
de ao part lo novo, porque a venad,- a ng -
ti.iu-.it- e-.a : ei< til OJin^iiS.
A"-.esiU'nri.raia por la! fjra* o exerci;.0 da
oJliti.a, que o resolta o fu qu us turneas com
alor.ciai i-jjport.u na, cojj ca'acler, croa In-
deper.Jn:, alom .1 uum an -x :epg0-s. lu-
giram o'ella. A' h.^u a- do moa tes pra rat-
eare m oasis O s 'U pile-no uriif tnt 1 I c I,
-m v 1 de te cererem de collabjadores, pr<-
cararam jumiush eaiXeiros uu aasnaeas-s, e
com tal esc i^ulo p.-ocsJerar, oe hoje t.i> t
j nao U il encontrar nos alfoorea politicod
iui-j r- r, altara, ;u' n ijj Kjvcr.ij.i rej cit
ido eos se cousegue nomear.
Cjtn o< < ir.fn ..las polticos actuaos p i ,
itopoM i-\ coostiinir um sartido novj. e cora oj
qaj es 5i te ror 1 S> paaco pos i ni, p^is nao
na nome prestigioso e cipacidade prava taqid
posa engi -se ea rea-gio efB ax contra as nor-
mas po lea- e a malo j paz, q^e pos-i^, com uu programna
adeajuido, servir de centro de a-rupamen o pi-
ra todas as vontaies de:i:adaa.
Ilavu am omern qae pareria reunir eiu
qn.li Jadea: en o 3 Jo^ nia Fe.-r^ir*.
A de<"- ti a.s reluca wut, p>r'.id.irjas e 00-
t'a qje jV a Cjnir. c s-u njme, ii'ara da o
m .nieoto a idleoc a '.os partidos e o cooienso
o. op 01S0 impozeisa- .0.
A -11 u:j o gavera u:n una fog e um ap-
P suso e COBllaQCi pu'lici com> tu muitu uto
sqc ele-a t njnbum mlulsieno O seu partido
era posttlvameute o pau I
. a liudl levj le re unt.e: :- : 1 nao Bfl"
Uva lamOeSjl a altan, pcis pis-uindo ino ga-
7 l a-. tj latea le ene -li go?e*.ia:iva, as -uas
sy u,'..tilias politiou inclioaram para os petor-s
: ,ua. BCtivoi elem^o os da ra velna >, a
m-- los ja.es ae entregoo, com mus tnuo-
ceocl* Jo i|(je mali:i', fezemosdae e>aa jo;-
tg^.
Cblo e c hlo da poior e ?l.*a mais jcata fo'-
ma. Chio, oao com a iniign^gao de nioguem,
m-s sepol alo oa mats sb-duta iodilTrenga.
A;si o se qaebrtu a ulti-ns esperaiga publ -
c, e d-sde en'ae o aeotnieou quo se riticou
s p ogretio foi o la lodifferenga, da desabusao,
do hOGiiiaddmeuio.
O a ae-'a situagSo, c ncl e a meima folha
n sois conslJe*ai;6es, que o Sr. cioaelbeiro Mi-
nanno de C^rvilho sup 10 qai po te consti-
tuir un randa novo pa^a salvagio i* piz ?
Quem ohefa? S. &%c. ? I
Qi.l e o p-oramtna ? a moraliiaie T
Po*s o,riia-a^ Bx;. n'sso. e ver coao
ap-zar do p-esttgio que se suopo e la exeel-
nela da soa no-a onleira polillo?, nem um
adepto arraoja.
Mjtiva o Diario Populir a ueceaaida e de um
D0V) oartido na 'ir un-luca qae articula tiao-
nlesm1 :te de i-sti-em o partaos actaaes oiva-
i a do viro* poltico i.'ianceiro ; mas a sop-a-
meneiooala (0111.1 uooria dessa assigaaiagio.
ar/a -i d eenfus) le aprec;ago do fados, e
noga existeacta real prsenle na ioflaeujia da
fioaoc. na poltica.
D poi e in:jrrezar qaa^a seji effeotiva-
me ite os 0 lanc-.r., qae aiiia em Portugal sao
pon os qie esii pe ando malfica, ou beirti-
camente nos partido, depois do argir o Diario
Popular p r m iae>se em meras dlo^es nao
(usar aqoelles qae exercem a dlabcli: ioflaen
ca paraio:uar concludnte e proficua a eui
cami'anba, diz :
E' necessarta estar nesta altu-a, qoe o fac-
i de tiaver ao presente do partidis enttd.i es
clmmaates. que fasem parte de uaocos e com
paoblas. c por si nao significa qae sejam He
gtiimamente depentenie- dos ioterepsea desses
estaelecimeotos, em meoo'prezo, ou em op
ov gao al, dos do estado e da nagao. E', ef-
IfCtivioDente, nce-aarjj coaaider.r que a |ndi-
pendeacta ios Individuos nai -esait. tanto das
C'-.-uBtaocWs ext3-nas do seo mier^ase mate-
rlil orno propiamente la soa ladole e carac-
le1-, pola o sent.melo de ladeptuieocta sobre
lod > ue o"ig m sobjectiva.
P e s.. de facto, ser poore e iodspendente
pa o ea'^primaoto do 1ever social como se
pode tambeo a a un tempo ri^o'saiio e de-
peniieatiSJimo pa- falla n'jqu'.do q:.: e chima
iuti-eridaie e ca-auer.
Sobre tudo po:m, exig* ^0 Diario Popular
preeisSoJ 10 8"ii ae-to P'la le Un gi .0 tac*
ta e in lvido..gj 1 aqae'ler, qre aieiibr^s pre-
claros de-te ou daqo-ilj partido, para fjroRCcr
tal oa tal iateresae llegitmo privado dos su- sa do Boae, Alberto Pimentel, An^el > de Sanea
Mas ba anda ontra hjpoinese : E' aquella
^m que i financiro, para ga'antir os iieus Dais
r ip'-itav-ise legitluos intere8B,8. tem de se
-x-titar ivanie a eanilge do poltico.
Ei.e vem e itmn>ce t-ne ile : v 1 pr por
trl medida, moli un, joiti e popular.
Como ? 111 o linan.'ei-o ; m is i>ao 1* a mmha
rolos I AO I ento. no I Propore oat' ii
da, aiooa maia josta, til e popnla 86ne 0 lohor vat >-nriquecef coost leravelmeoie,
entao jmto qie dividamos. Si e lenho ioo-
Iber, lenho filos que s'ao a ce ', e malta
despea. Oros allegaro i qi* o dlnbein
para d epezas polticas, para oite t'... as to
st tn-ges.
D resto, is'o que a ruin li-il:a, ativ '>->.
cia o connr a e para uo pera nallsar e na
ctonalisar a qoflfiao, d s a ver o fam^o raao
d 1 t*ao*n)i, era d'ncion a loicUtiva p-jHi'-a ? corropgSo
P ibr" Dnang!', l.'ic Cilumi'sla I
Q ie bis de t fazer, quin 10 os polilcoi te
ceoiirfla, ?e n*o "xplicares-ie I
S in, ts lin'.uc>-iroB nao sero umas veatae,
mas os p'diiicoo etilo Icoge de ser oaa wwt-
ph'o^; e, fran,,amjie, ee atil qae a fin inga
Bl intl'H oa pellica, e para isO basla u'10 a
p-o,u'3r'>m E3'3 otu 6e'ia aiooa qne os polti-
cos af-rvorassem no st-u se o, e na da represen-
t Se a'Stm f ste e iivt-s el o s-mpre, ceta o
Du-io Poou'a que ruguen te 11 fas se pre-
oeeupat enn a by^ieoe ios pa'tido1, a qne o
dlu-t-ado coMeg est ceo^agrialo a su? des-
veiuda aiteogan. >
O Se me eotende qoe a orifanisagai '" *oo
vas nirtidos dent'O aa wooirchia oio pl-i fa
zer qae o poit metbore de situagao pdiuca, eco-
nom-ca e fiunceira ; e di?'.oiw in as ouas cor-
re des que nesie sentido se maniferiam ni im
p-r-oi', observa q.j a idea de om partido lib ral
i'aili Ico 'o eocoi ra cbo oa g-and massa
popular, r> qie desde mulo o pr.vo portuguez
ae banltuoa a snnr-a- ai manifestagoe* de or-
dem polciea das m .m'-<: >go-< d- ordem rtll
giosa ; e qoe a-sim, a f rraagi) deaee pa- 11 >.
rep-e-e- lo am retroc-s-'o na vida poltica
porlofroeva, can 1 ole passar em caso alaum dv
un- pura aepirago de booi calttolieos, mas !em
5all1nd-.
A -i-lira i lea a do partid Ifberal fo-mado de
pl mantas a boj^ e-iiraonoi, ou pelo me o
iao co-nnr--me;t doi esastradamente na jrl'i
por i8=o n^le exequivel, jesde que se preteude
dar rom a oa creago om deciduo apolo as in-
vtituigO's extslentr.
O qoe propositidpmeote ie t-,m conservado
'astados da vida publica, nao :-bandonar&o os
*> nropo- os exact-ime 'te no mmenlo man
uiilicil, .loando tertam de lotar nao to cona os
vicios in'rolat ios oa adrnioibtrago do eaiado
e com o d sequilibio medonho das hriugas.
maa rom as nmblg6,s inaof idas daqueHes ms-
anos qoe arrastaram o p.'.z i sua terrivel sHui-
gao artual.
A Vaoguarda tambara saitentaato r,u'
- n-'i- lo pensar em d-.r vida aos auugas panilos
monarcbicoB, e na reauleUgao d velaoi agro
pameotos pol.lcns, aceai que a prov dts'.o
etia no qae -e ten paseado no paix.
O Sr. Dias Fer.-eira nao poie r^aniar o so
nbalo pa.'tiio soastii-.iate ; o S-. Mianel Vdi
t,o conse^io la aben coustitoir mis do qae
an HqaennJiia graio de a nigoi pfn.-s ; e
o Sr. Puscbini ten a sua L'g* 'elaztdi a am
'in oj 1 flik,.-i I;-i i- de al miri lores do (afila-
dor deija associgao, qae cheg u ajnetter me 10
eqaepodia ter preitido am graaia serTiga ao
pan.
Outras tentativas teem ainda falbido, e bao
de falhar do mesmo modo todas as que ao mes
mo s otilo se Bz--am.
E' sois eslerd a iscuj- que a retpeilo de
tu to lato tem sido manada ua inpreaaa.
E asslm qae, d z o D a para qoe ae avalie
a ion btliJade con qae aleaos jorues partida-
rios cito ap-e Man lo a necessiJate de rediode-
tur os i..r. 1 las polticos oa- a-a j.ar a aobran-
ce-'.a desdeo isa com que se peimiuem alio Jir
-c partido republicano.
A falsa iiia.on 1, a e-rala critica, e o mal dis
fa-gado reieotimeoto indlcam que csto coidao-
do na maneira de aooullar o pariido monarebijo
qae est no poter e os erupoa da-mesma felgao
c..n-titac;onal que a coro* desadora.
Todo para facilitar coroa a rotagao do poder,
sen prejoito dos capnctioi qoe eita :-m proca-
ralo miQie-cont-a div.-rsos bimeis punli: 8.
Nio un (rabalbo dereorgaoisagao poltica :
urna citada ero--seifa a velhos pa lidos e grupos
que se santem desfallacer na opposigao. pelas
meamas causas que bao de enlraqaecer o para
do ministerial, qaaado a circajniaacias o .1.3-
ligare'o do mando.
Do pa 1 nio ,-e cura, a verdale nao se i s, e
ao'i artllelos de boa em basca-se oppor os sa-
cn 10a de boje como se a orgamsago de pa--
tidoa (osse couia que podesse ser decretal'
oe j rh -fe do Estado, com a mesma p.-oOcuidade
cora qae r-vaga os artlgos da coasiitnigao I
Deadciuan da influencia do partida republi-
cao mas .niinamsnte eat;ma a-n'd ou temea>
n'a conf.rme as circanslapclas.
O gitu e Hints araba de passar por ama
modiQcagao com o preeocbimenio da pasta des
estraiiKeiroa, para a qaal foi comeado o S'.
Cario- Lobo d'Avila, sea la substitaido aa pasta
de trabalhoi pblicos, e-do ccmjiercioe da in-
dustria, que delxoa, pelo 8r. Campos H -nr -
quea que nella toi Investido por decreto real.
Os oniics ministros conliooam as respectiTis
aastis.
Acaba a commissio ejecutiva da Camira
mum. ip-d de Lisboa de cootrabir am empresti-
mo de 400 eoatos para aorlr orna nova avenida,
denominada das Picoas, e assim dar que (aier
aos seus operario;, qae de oatro modo tena de
despedir.
A Caara lem j ama divida de^ia.OOO oc-
ios, cojos jaros sao pagos pelo governo, para
enur a bancarrota do prineiro municipio do
p :z, cajos titulos na divida esto pracipalmea-
t ccliocadoB na Allemanba.
A rommissao d a-oitngem internacional
reunida ha dias na Cmara dos Reputados resol
ven fazer-ae representar no Congresso qae po
estes das deve inttillar>3e em H ja, tendo sido
aom-aios para esse fim os Srs. Res To'g Barbo
belecimento fisaaceiros a que pert ucem, a
crlflcam os loteregses d3 pan, por es'a cu aquel
la forma, deacob'iudo aioda na materia trata li
po hario P.pular totro aspecto a coasiderar
a que formula nesta tbesa:
Sao es flnau :eiros que o-romp tu es poltico
ou os> polticos qoo corrompem os flaaneclros?
CerUmeate desireten o Jornal, leve haver
horneas de Buaufa audaciosoj e qae oto ecaem
disote dos prcgihos de Irem tentir ao teman
80 do seo gabinete o austero Cincinato, sojsl
toe a que elle os maod corre- pelos mogos da
charra. Mas essa bypohese dte ser, pelo ni-
toral n celo de urna mi recepgio, a mais rara.
Him ns d- Huanca ordinariamente procuram
pjtiltcoj, quando elles eslo corro pilos
prior ? en Mee casos, nao sao p-opriameote
elles qo- o 'irrompem.
A cjrrcpgo mals vulgar devs, porta), p-o
ceder em sentido Inverso, pots ao bomam de
inaoci. alvos escrpulos extra flnaooeiros,
quem vem pfopor, a troco de umi commissSo
un recoci qoaiqoer, eej* poltico ou Impollli-
ca, eve 8"* sempre bem reeebido, poig Je qb-
gocios viv;, t claro, o fl-iaucelro.
Prado. Eduardo Villaga, Artbor iont -a-i-o Con
de do Alto liearim, Coode de CatUeoas. leao M.
A. e :.:::pos, Joto Pioto Rodrigues dos Sau-
tos, Rid'igues de Frailas, Vicente de Alose d>
I;i v Joito da Pa va, que sera o relator geral dos
trabalho; da commlssao Acerca dos qo de ser dada coota t Camira doi Depuudos.
A commissSo reeolvea tambem o se^uiute :
Qjo oa membros da acttal conm seo cooati-
tuam um centro' permanente de arhitrags o eco
Portugal, orgiolsaodo estatutos, solicitmlo ai
beaOes oj| membros das commissoes t'ansiclat
e nos nag q-n ee segalrem, e corres n teodo-t
com 01 muyes de todos es paites.
Qoe -iHSBBo centro crgaalia um ca'.he^isno
ae arbitragsm internacional para ser oflere.'it.
ao governo, anm deete, querenio, o trspl'ja
pelas escolas de ensiao primario.
Este ve no Porto o Sr. Salmern, ebefe do
pariido republicano bedanos'.
Ssteve aauunoiida ama confereora aoat-
hisia, qne devia real. r-se na Associagao do,
Corticetros do Pgo do Blapo, deveado eer conle
rsri'.e. o aoarcbst* muito conhecido Albina de
} Moraes, qae t incoi: 'aveimente lnielligeate e
Illustralo. cuja coafereoefi '"'i1 por tbenaa:
0 ultimo go Iho'iua In eLyon.
A polica prohibo que tal c:nferencii -e re
lizas-e, decirando lh un dci a 1. -'js na-
o en sompaelia r^ albino te "a s t-m mui o
Otetna de .s-r pah'ico o qne jv.a 1 f.
Almi un orna, qa-i eai L!3S ; :i t-:i o-
gioiaafo inuoa % upe saarcfet-la .
A n'rpn-ito d' qn- 'a' tre oo UoiTgo, tin c n^equ^ncta 'roneiras a posseart a nertugn si1 in hU
O:c!dental, esj-evea c Ji-rio i- No'W'SH" o
et-gutnte :
O -eriolc q:e v.-Tioj lUBvevaolo 6 dv-
ras des-igr'davel e deorim-n'.", ou 1 tinto pe' s
deaa-tre qr*e lenhamz^ sjfflio, como pl 1 '1
ta de coni de*ag"io e Se ie.ie. o cora qae n;>?
Vfm trjland'. Paree que roas una qo ni-
dale o^eliva na ejgo lnlera'.iooai e qne
todos uoa nod-m filar rjb'aa.'eirarapnie cora n
dfgem off-usivo qu o apanag:o Voi imoec,;
e dos f aros
Pob'e le*o de-renilo 1
U-acoifH nos imp'esslona dn8ig'aiarelmr-
le: 6 'T o receio o nido sagrad) coa que re
tralam era poblC) estes co iflt "to- laterna'ior.aej,
como se I6-a -rime con'e-sar a ail'oii e proes
lar contra illa.
k tac ca Fer de una prudencia machiavt
lica, que o no^o li-ritado C"nhciiiento uto
alanos, m s arigor.. se-nos contraprodur.eo e
e nVf.te eilenci > e 1'asU 'aira de re-gao oa-
"ioual e n.,t ir.tiei 8' hii de apr ved r es nos-
aos contrari?' par man fatr valer ,-s soas exi
genciae
O a, pa' cuniu'o de todas .18 Infelici-ales e
de lodos os de-as r.~B que nos n'linos meses se
tem feito scffrer a este ds-iimso psiz at agora
os ..gentes ..o Estado Lire 00 Coeo, qoe cao
ce-usa algoma ent1 e a< nactSes, nj pausando de
ama empresa commercal oobco ai.rfdiiidr, se
na arruinaba, |0r faz 10 1 veng s bascaoai na
hypothese de ?ir a fa'lir. como agora soccedeo
com o goveno f-anc-c, e.^'S) a fazer de orto-
ga! g,t> ^apa'.o na cosa occidental, iav du-
do nos o t rnto io, pr-odendo- os indgenas 9l'a
os ^brigar ao sersigo mv.lt.r.
Is o vem de Ione e 0S0 tem sido (alta -ie
80ici:ac6-'S e de avisos do neniado e eaclare-
cldo, governador do oago Ponegaez Sr. Rano
Qnri I qu-1 as consas chegiram a estes ext--
moe.
Par todo o Setembro oa comego 'c'e Ouiu-
bro reoair-sc-la o -ongreeso geral do pa-iido
repnb icano, pa'aeiegero seu direitcrio ere-
solver o qiip tiver por inais conveolenle para a
cr^ani'ag&i daa fargas repablicanas em todo o
pas.
Osecretaijo 1a conmiss) in-rumbiia de di-
rtgit astrab'hns yeparativos par a reo dao d,
ongresfo qne o Sr. epualo Eduardo Ab'en
tem fallo t aoalhos lnportauus para que esta
reaaio ct r.e=p3Q-:a ao a to inieresse qre a ella
ce liga.
A a-'sembles da comp-nhii nacional de pi
peis e lito, do PjrtJ, apprnvou o reiatorio da
direici e p-reCiT do conselha fiscal e decidi
que se proceda! PquMac.il 1 dr eompanbia, van
a tmpos?!'iliiade de poder 3Ui'eaiar-se par fal
ta de capital.
Keaiis.ra-se em Villa Keal o bar.qaete offe
resido aoSr. in uiu-a da ust pa, o qoa! prin-
jioioa a? 8 r-.o as da noite 00 edificio io tbeitro,
enjo pal.'o estiva dvcorado com elegancia, e
senno o ervf.j cornil-
Bstavam n presenta Jos todos os concelhos -'o
iis.ric.j pe!os rnpectlvoi ad ulaisiradores.
O bmquHe esteve nnltaadis'ima tocaono do
rjQ'.e elle. 03 atrio, a oaada regimentil de io-
fantaria 13. '
Oa saldes e camarotes estavam repletos de i-e-
obo-as e cuvalhei'?, apreciando a ioaugurog&o.
Ao toast, o S*. trinis'.ro iz jnstrga, brindando
a fio lis real, discurran em seguidj, coog'ato
iaolo-3e i.or ver reunidos os grandes elementos
da politi-a regenerado-a do di tricto, evidcn
cundo a ef&cacia do gove.-o?, o ooico que te u
ar-o-tido com grandes vl'iaailudes ; eloglcu a
fism-'za de optolo dng co*reliionarios, ag-ade-
ceado aa demousi-agoes ds aolidanedade pol-
tica.
Segoin se-lhe o cojedhairo gavernado: civil e
deputado Telxeira de Smzs. que tez lambem a
apoiogia dos a"!os do minist-o, dlscursaodo em
seguida o presidente da caara, conde de Valle
Flor, Gul neme de Srnza e administrado* de
Chaves, et'.
Terminen ojant 1* 1 hn*.> da manb. levia-
tmdo o d potad-- T>ixpi-a de Sonza brini-s ao
re, ratona, a familia real e ao mi.ni r ou
vindo-se em segal (a o hyrcno aa carta.
Na fregoezia do Bairro, concelho de Faonili-
can, o povo, munido de saceos e armado de f ju
ees comumhomen frente, toiaado lamb"-
foi quima do Dr. Jo e de Sonta Coelbo. m da
cioco carros de mdbo, qaa pagou a 600 ris ca la
vinte litros, e retiraram-8i em seguida com or-
dem.
CHftONOLOGIA
:?2S^SB!SS3 F31.SAU8G4V4S
COLLECCIONADAS POR
sfttlckiscdcch de Albuquerque
Lima
mis dos Snnln- e secretario Jos Mnrianuo in
Albuquerqu Cavalcante.
.\ frente da ad nirHstragSo militar ficou Pedro
da ^ilva .v Iro o.
1 S I i) general Lima e Silva com a son
divisan e mais 300 m irinli iros, des;mb.ircadoa
da livisSo naval, ataca o bairro lo Reeife, sjM
depois le porfa la lata, n-n leu se, n.^eiiliorean-
do-snns^im ns imperialistas de o la capital
lo.'o il;n ii; do Firles .i 1 Bram o Buraco e asi
Il ir is .i o da I i : Oil '.i
A fortaleza do lrum, r, nomniidailn p.r Niee
loMiriins Per ira.jovi-u de i anuos l-idadc,
foi o ultimo ponto a ron lers \ e, quando a ice
guaro gS 1 lluvia qu A'', da o uit mo c.iri'.cuo.
Aiie-pntou se i-.ot.fi 1 o seu -ominan 1 inte aja)
general Lima e sollicilando quem o acompan*j8je>
- o prisfio r isp >:id 11-i: o gtceral :
A o'.Ilcial c uno o senlior nao-s; faz acorntsj
nlinr.
1S95 Decreto do ni misterio da .'uvict,
amnistiando n hispo, gov -mador e oulros eccle
giasti'l s da diocese de Olinda.
" REVISTA DI AH \
BXTSMBliO
Dia 16
1711E' recalhido a fortaleza do Brum o
mestre de campo Christovao de Mendonga Ar-
raes, pnsioneiro em ibr.
189S -Urna sedlgo militar dirigida pelo
coronel Pedro di Silva Pedroso, dissolvea Junta
do governo provisorio, fugindo o presidente
Gervasio Pires Ferreira, para o Rio de Janeiro
1824 A divsao naval ao mando de O vid
Juwett rompe forte bombardeio sobre a praga
do Recite,
Neste mesmo dia s 10 horas da noite sahi-
ram de Olinda os chefes revolucionarios Frei
Joaquim do Amor Divino Can ica, Joo Soares
Lisboa, o coronel Josa Antonio Ferreira e ou-
tros.
1831 -Grande parte da populago do Reei-
fe arma-se e 3ahe em perseguigao dos sedicio-
sos, que sae batidos.
... Ten lo dado largas a sua ferocidade,
diz o general Abreu o Lima, j ebrios e disper-
sos pelas ras, carregado3 com os despojos do
saque, pu-eciara. 03 soldados exhaustos de forga
e de anim 1 e por sso menos terrives que no
dia antecedente. J entSo se haviam reunido
ao redor in cidade alguraas milicias e cidadac.
armados para occorrerem a commum lefosa e
n'este estndo foram aquella malvados accom-
mellidos pela Boa-Visla e pelo Recf-i e esma-
gados pMo denado cvico de tal maneira que
mais de trpenlos morreram as mao< do povo,
sendo presos mais de oitocentos que foram con-
finados para a ilha de Fernando de Noronlin
como se fdra isso oastigo bastante para tanto e
to horroroso cime.
Dia 19
1888Organisa-9e ura aotarao temporario
do qual foi presidente Fraacisco Cnusas alo Correi O nosso c llega
do Jornal do Reeife fez hontem sua-. e addi-
too-lhes mais'algumas, os palavras de critica
que o J imnl do Commercio d > Rio do Janeiro
escrevi u ul'iraamente ao receber, pela primeira
vez, depois de qunsi decorrdo um anno, Sigu-
anas folims desta cidade.
A critica fela pelos dous refaridos collega3
tem lo la a procedencia, e se por algunn eousa
pecco. foi por demasiado benevolente, sem du-
vida por ign irarem os illus'res confrades, co-
mo nos t mbe;n o ignoramos at poucos dias o
egniote facto escandaloso :
Ha cerra de um anno, o Sr. Dr. D mosthenei
da Slveira Lobo, l'irector Geral|dos Correios
ofciou a. Sr. Administrador do Correio de
Pernambuco, e natural suppor qu: aos len*
tros Estados, ordenando-llie que nao expadisM
para o sul os jornaes que quelln repartiflf
fnssein entregues com lal deslino.
O 8r. Administrador lo Correio de Peroan*
buco responden-Ihe que nio podio cumprir se
melbante ordera, parquanto o Regulmair-'nlS
dos Correios Iho vedava demorar ou rct-sppr-
correspondencia entregue, salvo os c.i-oseesjs--.
cificados nn mesmo Regnlamento, ca'os JCg
no se davara ento ; e qne. conl miara a ssetf
as remessas regulares do-- jornaes.
R assim foi sempre proceden lo o Sr. Adast-
nstrador do Correio de Pernambuco, o fie
aliiis sempre dissemos to la a vez que nos cha
garam reclamarles de assignant-s nossos dn
Rio de Janeirn, S. Paulo, Minas Geraes, Ric
Grande do Sul, Paran e Santa Catharini.
Se, pi-is, tacs nssignanlcs, nossos s los co -
legas do R-eife, b-m como as redactes dos di-
versos jornaes da Capital Federal e daqusllea
Etados no recebiam as ollias de Pernaab-
c, a colpa exclusiva cabe por taca ce gr. 5f-
rector Gerai ZS GtXEZ?. ? I
forg.nr a 'guarda ** ftSBbea '.i-.u..-
respectivo Correio, sem duvidatomm o alvitre
de os prender na administrurfio central dos
Correios da Capital Fe leral, contra expressaa
disposige3 do Regnlamento referido.
Que assim foi, e era bna perie assim ainda
provam-n'o : Io o fue o das constantes redi
5e3 dos collegas do sul e dos subscripta
das folhas; 2o a afrmagao que fez o Sr. Deps>
tado Coelho Cintra, ha poucos dias, no Congres
so Federal.de que n'aquella administrago cen-
tral existiam raontanhas de jornaes, arbitran*
e violentamente retidos.
E foi ainda benvolo o illustre depulada par-
nambucano, pois semelhante illogalidade taaa*
bem immoral, e mais anda indecente, rocana
pela defraudagao.
Com etfeito, todos sabemos qu o servio* de
transporte de jornaes no gratuito, onersat,
e todos sabemos tambera que os axpeditoraasJjC)
laes jornaes pagara adiantadainente o traoapsro
le at o domicilio dos destinatarios d'elles.
Receber, portanto, os jornaes, com o respttittvt
porte, para fazer aquello servigo, e o nio aa
cutar guardando esse porte, em com p-sra
guez urna defraudagao ou cousa ainda peie?.
Foi, entretanto, 9[ti 1 raticou o Sr. DiraMP
Geral dos Correios, o ruuito alto odsfatg
Sr. Dr. Deraoslhenes da Slveira Lobo.
E S. S. nao tem deffeza possivel, pois aj|s
Ihe valem para c caso os rigores do estada))
sitio. Se este suspande os direitos do cidadaa,
no autorisa ninguem a defrau lar r o prego de um servigo que oSo tonccionaa*aa>
lar.
Fizesse o Sr. Director Geral dos Corretea
mesmo que praticou a administrago do Taas>
grapho Nacional : mandasse anouoeiar qoa 4@
taes e laes Estados alo poda sor transada*;
dos jornaes ; e todos dcariamos seieotaa aa
dem e a compririamos, sem jas reelatM*
gOes, era queixas.
Fazer, p irem, o que S. S. fea, mais da SJM
ser arbitrario e violento, juntar a astucia A
perverso para imbuir a boa f dos incautos.
Eis o por que dissemos que foram deraaiaet
nevolenUs os dou collegas quera nos ral
rimos em comego, e o poniue tambem,
ando a sua critica, nao temos palavras
alrgicas para coa lean*: o acto do a Ir. Bu*
redor Gnral dos Correios.
hmtoHmm pmtttiUi P acta i
Exm. ; invernador Ido Estado de I do aorrenasa
sob p-oposta do Dr. Questor 'Policial faran
onerados Aureliano Teixeira Bastos do <
de l* supplente ao subdelegado do i' dis
do Poco da Panella e o t* sapnlente do
legadodo I* dislricto de & Jos, atntono J
tino Alvea. _,
Por acto do abas. ir. Dr. 9'B*1
Estado da mesma daMasaD
Questor Policial foi aaeaara*








r
(
HEGfVEl



1
D, do carj?o de suppmote uo subdelega-
i. .istricio da Bou Vista e noin-ad para
Diario de Pernambuco Domingo IO do Setembro 3 l^dl
Ida atlm- ristra vam'nte 011 por fo^ca ile pronuncia papa sero priv ida de urna rica j ia que *f- p rl-Jo o uso de sea* m"inbr<)3 inferi
* orpo p 'licial Auto-
De regresso Reinvasoa ante-hmlmn la
capilar federal, cb 'Kan o a enta va-
pir italiano Rsrio. o Sr. Dr. Marcinn-llo da
Silv.-ir.. Lms. depata lo por este Estado ao Con-
daca-
uiiior dis-

-nbsiituil-o o capitao d
_;0 J:| usa Monleiro. .
Par icio de iO co raesmo rae, f.i exonerado
-I^l ',,, I/idoao da Costa f.adelha docrgo
a nli le t-'"Jo '" l disincurdo municipio de
uir-ngo 'ja M;itta.
R'ljtor*=l'""" l",'"l',!l'|do u n p^m-
nlar do P ''"" '" l0 a"" rt"1'" apresen! do ao
L., sr (jov'" n id'ir do Estado, pelo [nape-v
ggrd-ral da Insti ucgo Pulilica Dr. F-lippede
ajtameiroa s.brinlio.
Jsi relaturio trata desenvolvida e minucio-
riiie do Imprtante ramo de servios publi-
que co tiUH o seu objedivo.
X.o l/i". Fiyueirua >obnn ra agradecemos a
Mesa lU'1 nes fez de uin ex.-mplar do ii.es-
10 Relatrlo.
CoiiHcllio Ulcerarlo Reunio-se lion-
(i uaaelli Lau-raiio sol) a presidencia di)
Dr Iii-P'''"r l*nJ, prsenlas o Dr. tWedor
do Gvmnasio, cicero Peregrino, Feliciano da
JJotta rraneoe Sa e profesor l-'r-.g >so
S/oi lu un oIBcio do l)r. overniilor do
Estao en reaposla a consulta que I he foi hita
aobre si) lempo oo professor i-m dispunibili-
dade d vi ser contado para todos os effeiloa,
decidiudo p'la alfirm ativi, salvo tratau-lo-se
4e sraiiiieacos relativas no merecimenlo
Eutrou eiit liscuesao o parecer ad ado da 3 *
atcau, sen lo relator o U>- Recetor do Ojia- i
oasio sobre a pelillo da professora em rtlSpo-
nibilidadi' Rita ne Cassia de Oiveira Lobo
requ i'iido a raiilicucao de bons trricos;
conclu o' o nue nlo esta ou caso de ser alien-
ara. -Approvado
(tura de despedidas Rv 1 o. Sr.
Vibrio Augusto Fraiickl.n Vloreira da -silva,
m'.moseou nos com m exetnplar dos lolh los
4 que redu o a b lissima caria de desp ti las
que, por intermedio de S. Rvlm., diriga o tl-
lns'r;.do Arcebispo do Itio d i J meiro, o Bxm.
e Rvlm. Sr. l> iutu Eso rard, aos li.-i- da Dio
cese de Olinda, scus juridiccionados de lia
pouco.
O Rvdm *r v'igario Augusto prec.eddU a ai-
ladina dra, mi i b-itara gosteaam-ntiB propor-
Cion unos ao i ub-o transcieveu lo-a da Era
.Nova, as segttintee rures de ordera, qu-- com
igual prazer aqui damos :
. A publico. .
. RedUinOo a ro'tiet. s a beUiss'ma e satldo-
ea caria i- icspedida quj.o niag .runo Vece
hispo lo Rio oe Janeiro, o E*.n. Sr. D. Jom
tberarit. dingio ao povo pernambucano por
intermedio de uiinlia humilde pes-oa julgo,
cnjnnnr nm dever nao lenando "ao importante
tmbaliiu n.s limiti s das columnas da Era No.
ta mas ampliando a sua circularlo para que
a todos ch-uem aquellas jai ivras com tanto
amor exir.niitas u'um grande corafiao, no mo
ment nguslloao do ai artamento.
E' preci o que cada Habitante d-sta impor-
tante JiocjSc. cj.ii -ga por aqu"lle grito sincero
i'uta pe.lo lacerado, qujnto o amava aquede
rfoi o seu abn gado PWWr que jamis sou-
o que era sacricn1 quanio tralava de acu-
dir a M cti..mamentos d'alma d; seus llios.
Essa amor, somos teste-nuonas, nao nzia
cluso de classes. certo, mas semprj raais
T" o revelava para os pobresinnos em qu.-m
Sr. D Bsberard Ta nm sacramento, c ino se
nreasava guando se ilirigia a benenidrita So-
Ciedade de S Vicente de Haulo.
O p'Ofundo mar de ternuras de seu cora-
to era insondavel. S-mpre t.-ndo nos labios
San son iso adectuoso e bora, S. Exea tolos
acolhia com a lolicadeza d'um esnir to robus
tecido pela mais primorosa educac&o.
O seu palacio, quando Hispo, e a casa de
ana resi l^ncia no Mondego, depois de desligi-
4a desse munus, sempre e titeram franqueado.
atlos. Os pobres, lanto all como aqui, fi-
atau semanal ronana. Em todas as saxtas-
ilira' affluiam para -qu> lies lugares, e S. E\c
a cada um dispensava co u 9 esnula urna pau-
vra >ioce e amiga, de sorle qu.< elle- sahiam
jen liamao o seu aiTcto e a .sua camlura.
Para o seu el ro sempre lev i urna ternura
t nma candade exCeSsivas. Quando era oliri-
gado a nipor a qualquer sacerdote uma (
aura, com que candade o f.nia, com qu '
ra e como cercara asa censura da
creco:
Qu nas vezes vimos o sacer lol'.^ue rece-
Ib a censura e o Ui-po que a appiiciva com i
ansidiVi evanglica, cnorarem ambos em es-
treilado ampie >! O maior sigillo nvoKia a
apidicat'i. da censura. A.' olhares pi nanis i
ceuUiae a advertencia se oceult ivan. Orna
re um Itcer tote, eih vtrlude d um prores* i
a que c sujeilaram.ha longos anuos, nc
B'uiai peni ecclesiaica ; O am ir.ivtl Bis
ai.dou chamar o sac-nlole, e na uni- affectuo-
8a conrersaco fe/.-lh conli cer a pena nnp is-
la peiafl I's da Egreja, a qual consist i na es
s c|J provisoria do uso tas h i*ds. O sacer
dote obeleceu. e quando pasado algiim lempo
reio re?ebe* .humil le e subm lavint-
awnlo rtea nena p >r graga espacial da, Santa
S,' iiiipetraia p;lo Bispo, cabio aos ps ilo
Preladc, agradecen lo llie cbdranda e duendo
que nunca eucoalrara um to Dom Pac !
Nmguem entrara no conhecim mtu d"---
fiCtos, p oque o sacerdote e 0 Bispo souberain
guarlar a maior discrecio.
lncomparavel espirito geinro-o coraco !
A balnmnia, a delato e a intriga nunca encon-
trara m guarida naquelie grano i 'araeler.
Nunca os seus Dellos triiwnnb s o'atori >-
ateta cidide o ene eraip d" vai 1 d pelo con-
Srario, jamis se preceunou com es, e coas
lina iniinildade admiravel n.m t'llavaa
la delles.
Mude-to, dedicado, franco, >>al, o Sf.r
loo Esbe rard era urna persouali lade qn a
*do se iiu .U'ilu ne-t i cidide, palo *ieu espi-
rito e palo sen coracao ; e eis porque o povo o
Maura lano, orno elle amava o povo.'
Na carta que dirigi ao povo ito Peroam
buco ha um tpico referente a mioha peaaoa.
Beijo as mos 1j S. Exe- qu;, espirito su-
perior, soube esmagir a calumnia que corve-
jn ao redor de mim, vinganca mesqninna de
piritoa tn-^qui -nos. En sempre,despreze
am chante-ultrajes e a D us enlregaei a jas-
liga da minlia can-a.
Ho e sinlo ne satisfeito e f'lio po'que
Dau r'oiiip'iisju o elevar lo meu corac.
att Ella ^s nalarra do Sr. D. J >a sarao o
am santelmo as ti gpeat idas que por \ iulu
ra possain uesencadear-se ao redor de mira.
Guardo as dentro d'alma. ao urna ran-
de (ompensagao s minha- d ires mud -
* K elle to afectuoso e l i generoso, vol
lodo o meu coratSo reronhecidi.
Ao piib ico entrego iiora a letnra la pre-
ciosa carta de S. Exc. Aqueta*parrias gra-
ram-se n'almi, com > umi i nmorpod ua re-
eordag-io d'um gran le ano sincero e paternal.
A Carta de >. Exc. 6 o ar lente grito 'doma al-
joa ver la leirament; apiixonada por um povo
digoo di.-to. Boa-Vista. 20 de Agobio le I89i
Vigario, Awj-uslo Fr uik ir, M. aaSilva.i
cap
.ebra-s: hoje a festa de Nossa Senhnra do Falir.
-arto constando de mis&a soltnme as i hora-
aa manna cojn senn&o pelo Bevd cooego .ir.
Jos<'' Lop -s d'Oliveira, e de ladainha as 8 horas
ajtarle pregaoto antes o Itevd. conego Joo
Erang' lista da Silva ''.astro.
->ep< is da ladainha ser arreiada a bandeira
oond jzida para a capaila
Sarao largados divers) i "ostatos, e l>car
em tulas os actos a banda de msica do 2o ba-
telh'io do infantera
Anfonlo Rayo! Esle distincto artista
Orazileiro, tendo resolvido demorar se em Per-
nambu:o. aununcia que da lic'-s de canto e de
Tiolino, fazendo-se assfm professor.
'Rslai l i bem firmados o* seu crditos corno
arar C3rapositor eximio cantor e listincto vio-
Snisla de crr que encontr muitos discipu-
os tanio mais quanio -qu"!!as aualidades junta
Sr Antonio R ij j luma han eJucacao, o que e
ama g;r randa a mais para os que o procurarem
rra mestr '
ecire m Matela)J se acha organisado
publicado thorano que tem de servr para os
Jrenj ejpres3os e.itre esta cidade e a de Macei,
ar acairelo entrs as quatro ferro-vlKs Recife a
. iriuoisco, Sul de Pernambuco. Norte de
A. acOas a Alagas Radwaj :
Tae itrens que por erequanto sero dous por
romana, nos domingos e quartas-Teiras terao
lo nj domingo, Sido corrente mez .par'in-
do Fiecife e de Macei as 6 horas da manha
djegaudo Macei s 7 horas da'ooile a ao
Jecif3 7 horas e 35 da noite.
Cimo Ponas
Cabo
Ks.ada
ti.un-lleira
Una
Voa
Una
Gamelleira
Bseada
Cabo
(lineo Puntas
Os precoa los transportes
Mitnh
fi h. ixi-
6 h. I-
7 o. 19,u
8 h. '5-
9 h O
Tur de
4 h. .15
5 h. 17
6 h. -
6 h. 7-
7 h. :i-"-
de piss'igeiro eii-
admi 'isirit vararnte ou por (orea de pronuncia
em proces-'O crime, l >go que a su-p -n-3o exce-
: di lo i -mp i m ixi n i de sua duragao como pea
uu med i,i ad nmisirativa.
Art :)." saoc.inp tantas para ** //iiooume-
1 diaute i equerimento, ordenar a ^oltii'.i ou a ces-
s.igao da suspensa,) nos ciss nos art gos anle-
ced mies, ojuiz pr n: -ssante, aqu I; qu- para
qu iqu-r ff-ito tenlia de lomar coniiecunento
do proce so i por via de habrs-curpas qual-
qu r juiz com junsdiccao criminal no kigar,
uiria 'o o principio hierarchico nos termo< da dos eaipos
le i ; iO de para sera privada de urna rica j da que es-
limara B que va.11 de c:rio inknoraai
a tndemni'i gao que se Ihe leu.
E'o caso i- i r-se que a li plomada bra-
brulll iU ileso o.
Os murt'is de una giicrr ir -
vfitailus pura iduu -O u j iraal -'-inn-
geiro reproiuz .. imalo de qndous yapa es
bntiunicos. o RjIivi eo M i J iwer. oidu-
zirun recenlein.- le, mar un pr|i mgl z. c r-
regenlos de os-a lai hanmas prormientes
bal' ia la uli una gu -rra russo-
d v, .: servir para o fabrico da
Ir Recife e Macei, sao os segj'mtes, conforme
as actuaes tarifas:
Viagem
R;cife -' a mares
Palmares Uiuao
Dniao Mac i
simples
i' cla$se
6IMi
4>0
ti (H)
Total
Recife -Palm rs
Palmare* -Uoiao
UniSoMacei
Total
i3200
Viagem de ida e volta
y* dasse
9a-'l i)
64401
oGOO
ll#700
dasie
3 00
24 WO
#700
7*300
* datar
4*7 (!
:i*9 )
354.M)
121 00
parle. adubos chumos.
Art. 4 v iti-mmmunicabilidalo deque trata O aliudtdojoro.il diz sal) r que um m lu-iriat
o art. 2 7 n. 9 do Cdigo Pea-il, smente poi r invl 'z, o Sr. teren*, recen u lo gOV -ru bul
ler logir q tanda for m lispj isavel para dil'geu- -aro o m mopilnj para a pn cura e exportafao
das proce '.-na s que se devem lazt -m de- de-s p oasadas,
inoia e l.-aiando-se de algn dos crimes m m-1 Ntic'as diversus II d lam o- jornaes
clonados no Livro II, lit. I* e seus captulos, e*treiigeirai qu? s- dz:ran u Eliu expenen-
lil. 2% cap. Io e 2o, til. 6 cap. i e 2", secgio ",' cas muno iiitHrpHsantoa, qu; pareen ilinr
e ni "i, eap. Io do raesmo cdigo, cbserran lo- perspciiv is novas nav.'gagao a vapor :
se as segumt.'S proscripges : trala-se nuin mais afan menos do qu- de
i*, oniam escripia lo juiz procoss nte, caso destrona' oh dice, co!..j a venen a ruda, 8
haja iirocesso iniciado ou do juiz qu for cora- de o e sul) -tituir pela turbina
respei-
Fe.tividade Na cap. !la dos Aill.ctos ce- "W lr "S ^a6' K,irn1anu(00 f1.o^oo,,, e
nata a generalidatle dos arls 13 e oi do cdigo
actual, cuuipre vedar por le a co itmiiagao, nao
gr -so Nack nal.
Cotnpriraentainnl-o
Hospital Portugrucz -E" hoje qu a
junta adoiinislrativa usse po estabeleo.im rato
comiueoiora o 39 anuivers.ino da sua funda
gao.
Consiaro os ac'os coium moralivos de mi-sa
folemne, pelas lo horas da manha, no respecti-
vo oratorio, en loilvor de -. Joo de D-\n, pa-
trono do hospital, e ja'lir aos etiferinos as 2
ooi.is da tarde. Sjrvinoo- i os m-uibros la |U ita.
Modesto e tacante acto, ImpSe-aa esl i ao ras-
iie'ij publico, como as pnces la igreja stntifl-
om os mullos da in-tituigo landosa.
Espccttculo Em lio.-li,:io da confraria
dj Sen-ior j'U Je-us da V i acr i, realiza ho-
je. no theatro Santa I-a*el, o corpo sceuico do
Club lira uatico Fiouii r s'i esp'ciiculo. (u i
secompd; lo dra -a m> ngeiiad) n o
nonolo i Descarrillar p ilo ac'or Lyra.
Patriarolia S. Fr.tnel.4 :o Ananha a
Orlem 3" d -. l-'rauciS'.o celeura, n i forma do
c islum a festa do seu patrono S. Francisco,
constan lo de : missa sole-nn s o hora* do
lia, pounflunlo o Exi'. h Revdm. " noel, Hispo d; Olinda, e preganJ Monsenhor
l''iua, e Te-Deam s 7 horas da uoite, som ser-
tnao pelo Rev t lre Augusto
Antes da festa, pel.s 8 horas do dia, havera
as ceremonias a protisso dos novigjs da Or-
dem e ua eutada le novo.- irmo-.
A' noile sero Iluminados a igreja e o hospi-
tal aunexo, sendo este exposto vtsitago pu-
blica.
Hoie ha vesperas solemnes.
Libcrdde indi v:::ual-Km nosso ex-
tracto Ue noticias, son runnea Estidos da
l nio., demos noticia publica, na ed.g.io de
ti' feira ullim, a integra de lisposigOes de um
projecio que fe* par da ordem do da da ses-
sao do s nado de 5 do correle, apresentado
essa casa do parlamento federal pelo nosso il-
luslrado coe.-t ulano e membro da ni sma cas
por este Estado, o Sr. Dr. arb.illu Ucha :a-
valcante. providenciando sobre i liberdade indi-
vidual
R;prjduzimol-o pela importancia do seu as-
sumulo, e ulnda p ra complelal-0 pja consig
nagao ias razes que o precederal, e con-ii-
tuera a just licaliva do acto do llu-tre senador
pernarabncano.
si urna das raaiores preoccuoagi :s das re-
pblicas no diaar dos aulores do Federalist .
gara.mr os governa los conl a a pr'potencia
ios goveruantes, e si nesle intuito a lei repu-
blicana precisa ser mui nosa da liberdade in-
dtviduil, ni'i basta que ella se mostr austera
contra o abui-o das lelengOes e pnsoes, nao
bastante qu-- s ;ja eafrusa qu&nto ao-* casas em
que tolera essas reuneges a libirdade,-
preciso ainda vigiar em que o preso ou detento
nao o seja i>or tois lempo qu o tixado na I-si
ou na seutenca.
r'ara as prisOes dilata las por tempo exceden-
te do termo leyaf, uo tetn a icssa legtslago
disposiges bastamemente efflcazea,a expe-
riencia o na demonstrado.
A connuagaj ue piisao dos qu: j a teem
a .iJ'i ido pelo lempo devido dase freqnente-
m nte entra nos, quer por se nao alirirem as
portas aos sentenciados logo ao da era que
acb'im de cutnpnr sua pena, quer pela demora
lejulgameoto inil e deiiinl.vu oando-K lo-
gar a que. quando este 6 proferido, nao raro j
unia o ico passado eiu priso al mais do
Umpo mximo da pena.
E parem bao Bastar p^ra esses casos o re-
me lio do hhmtt-eorotu qu em virtu'e das leis
vigente, nao cabe de-de que ha pronuncia em
orocesso regular peraute juiz competente ; e,
si a hjpothi se de priso continuada aps o
cuinpriiuento da pena, aquella prjvniencia
pouco eiHcaz. porque por mais prompto qu i
p -.-a ser o respectivo processo sempre e urna
ir vago t: l erdide o tempo em que o pa-
ciente, j se ten lo quitado com a socied ide
pelo cuinpri nenio da r.-uienga. tica anda preso
a espera de que o tollain.
lTin dia, urna hora inais de priso nostas con-
diges um atienta i Na* bvpomesea tigu
radas d i-se, poi-, d facto insuiiiciencia de ga-
rantas liberJ de individual
O oso le uicoram oicabilidade pr -cisa tam-
il mi Oe ser C insi leudo inelhormellle pela lei.
Sj li.-tante que esta Ihe lnma tixado o
prazo mximo de U hor8 (Col. I'en. art. 207
:$ 9o;. Compre preacrerer d lermin gjs que
pr imptau'-iite libertein os que a Boffrefll Uesile
pt se esgot; aqiell; pra/.o. Mas, porque o
.mus i .ao se d s) i\,> urokiogar-se a inierdic-
g'.o al. m do li .lie legal do/ lempo, indispen-
savel re-tri i^iir os casos em quj e^sa suprema
riol ncia s torne necessaria.
A mi-ir.di fe nao deve ler o arbitrio de re-
correr ese extremo, s po-que o erdende
preciso eoa qualquer crime, mas nicamente nos I
le mior gr.iv:dale e quando absolutamente
iss i fo:' indispensavel.
O curoiii imenio' de; pena no presidio de Fer-
nando de Noronha foi disposigo da lei de 3 de
Oiiuhro de i*3<, art. k, para o caso especial
do crime de cdula falsa. '
N'eiu o co ngo criminal de 183'), nem o c-
digo penal vigente o autorizara, mas para que
se nao possa considerar mais em vigoro de-
en to n. 2375, de de Margo de 859, marcando
os osos em que os res condemnados andera
pe'enle para instaural-o, caso nao se Ihe tetilla
da lo comeco;
2*. termo de declaracao, que se juntar oppor;
lunameiite a >s autos, dos motivos porque foi
ordenada a luco nmanicabilida te, si p rile-
resse da jusltca publica n.io tivere n sido men-
ciona las na ordem i iiicoramumcabilida le
, remessi immediata de copia autln-ntiea ta
ordi m e termo acuna mencionado', ao juiz ou
ribunal iuiiediatament; superior ao qu; tiver
decretado a ucoramunicib l;da le ;
4. igual r-tnessi ao ompetente representan
te do .uniste!io publico, si nao tiver sido por
ell" requ:rid.i a incommunieabili lade ;
5o, lertno le lev intamento lindo o pcato I gal
(cod. peu. .irl. eit.), pelo carc-reiro, director, ad-
iil'in.-lraaor OU CO notan I Hile lia priso ou esta-
1)11 icimento a que so achar recolhido o reo
6, retnes desse term> ao uu eauiori lades de que tratara
os n-. i0, 3* e 4o.
Art. .* O levantamento da iocomraun'cibili-
dade, flnd >o prazo legal, real su-se in lepen l'-n-
temente de ord.-m de quarsqaer auiondades,
eii'li sraente oeces-a'ia essa o'dem s" elle
houver de verificar-se ant-s de lindo -iqu-lle
prizo, o sen .o em lo lo o caso iinrae Ifatatnetl i
larra 'o termo de I ranlanMOto,aasaignado pelo
funcionan > de que trata o artigo an -ce.lente'
u. o, p lo preso e p >r iiuis teitumuahas. d*|i j
raiMO-M o dia e a hur :m que hmver omeca-
do e em que houver ossado a mi nticgo.
Art, 6.* \ inonservancia ou retardamento la
providencia do art. aoteodeni" p mi la com
as pe ias do Cdigo 'eiv, art. 07 ou 2iO c infor-
me o caso for de prevaricag ou fali i de ex c-
go no cu nprimento to d-ver, sendo porm ap-
plicada a multa tantas vezes quantos fon os
das e fraego de dia, que excederera ao prazi
legal e revertendo ellas em favor d > paciente.
Art. 7." Nis mismas penas incorrua as aoto-
nda ls a qu-m incumbe a insp ^cgo las pri-
^es, j' nao p omoverem a soltura irameinta
dos pr;sos i.e que trata o art. t e dos condem-
nados cuja sentenga estiver cumpnda. ou nao
providencarem p ira a ces-'ago da tneommnni-
eabiliaadeillenUmente imposta ou excelente
do termo legal.
An. 8." Nao pod;ro os juiz;s o tiibunies
decretar en suas s-miengas que se cumpram p*-
nas crirainaes em r'eruaodo de Noronna. O go-
verno providenciar pita que os sentenciados
all existeti'i'S sejuu ratira'ios e restituidos aos
E^ta lo* de onde tenham vindo.
\rl 9. O presi lenie uo Sena io e o da C-
mara d is Deputados sao corcp ;tentes par, me-
diante deliberagi) da respectiva Cmara, ou da
Mesa, si a Cmara nao se adiar minida, orde-
nar a soltura do Senador ou Depuiad- preso u
detento, salvo si tiver sido dala a licenga de
que trata o art. JO da Constituyan ou si se tra-
tar de pr icess i, em forma regular e per inte
autoridad- competente iniciado aires daeleic)
lo Deputado ou Senador.
E la disposigo prevalece ai da no caso do
art 4S, n. 15 e art. 80 da ConsiitU'go. e prece-
dendo serapr; indieneis da nuiori iaueque liver
ordenado a prisa i ou detengo.
Art. '0. A raesma attribuicn >, quanto aos mi
nistro* do Supremo Tribunal l-'ederal, e median-
deiiOeracao deste, tem o respectivo presiden-
que
O Chefe Ue polici A* M imch convidou os
h dinanles da c.idaiie qu; s-jan incommo lados
por amad ires de piano, que 'loquera cota as ja-
nella abertal a apresenlar as ~u is qu> i\as para
se [iroc t"r co Ira o- pianistas
- llouve ltimamente en. opeihaxuj, urna
rcunio oV discpulos le Brighan i'hn.ig. No
relatorio li lo a assambla di ta-fa que,d*ade
1*1 .2:0 0 'Miniantes la Scandivana se filia-
rain ao morn>o. sino
Tribunal lo Jury I necife-Hou-
tera coinpar.-c rara 2 jar 11 >
0 r Joo Jo qui n i r;.i s Ue in qu s
prest lente ilo Tribunal ioj ra era 53 nO os ju-
rados que deixaram de co miare er.
l-'oiam s irt'-ailos os se^uiu'es supplentes:
RHSlfe
Argemiro M-ndes Ju 'a 'lu maraes.
Sanio An! mi i
Antonio da Silra '>rij.
Augusto Artnios de Sou/.a Htbeiro.
S. Jos,;
Hermenegildo Jos r.ivar
S.ml Ma qu--s los Santos.
Atiiouio Juvimt.no A ves
Boa aisla
J ist le 0 ivetra M lo
Antonio Basilio da Si'v .Juin ires.
G Si
E.nesto Perreiri dos s.i tos.
os
pirdido o uso de seus m-mbros inferiores, os
s do que ; qnaas serviro ap -as le nrflaio.
Di'. ^ii: ung: Os hora ms cada vez mais
aii-latn n : ios ,1 -presan io :sl" exercii io ph.v-
Sico O vap ir, a ellcineid-i le, os tres dejf'-rro,
os carros, o- t-ag ms, os bn-jijil -lies itc, un Suis-
sa ton ir insl'or liado CoillDl'li'llie t' 0 aspecto
dopiiz, ouds apias w vi tuii ou'ra pessoa
qrie onprga os ui'-ios naturues ue lacortiocS i.
Com o i: >rrer do tem <>, os rarro s irdu to oa-
nios que cada pes-ua leraosej, a bs'outros
meios de locom igo ugm 'atando piooorc.onal-
DMOI6 as pernas uum mas ir >, por falta de ex-
ercico. titriiphian i > e, it que desaparejara
C impleameot i. Os Inaco-, nn compeusago
nao de eres -er muito, adquirindo encrm forgt
muscular.
O jornal h -pititiol l'on le extraimos esia
im iresaanie pr ranecia ac r st nte que, se pu-
desse ser rerda I eir, era natural que a lingttaj
tivesse, no sex > feraioino, a Iqaindo um le*en-
voivira -nte) excepcional. Com i, porm, esle facto
nao se d i e nuiros s ;in loan' s nao s i reasaoi,
0 collega da rie-paulia ach i ex tgg-rado O modo
de p m-ar Ue 4r. Yuo. m
Conflicto sui sen-ris Offe ecemos
aos I itore- a narracao Ip um conflicto recente
t ut eo ra lito conh ; lo e espectaculoso pudor
ingle' e algninas obras d'ate. alias tamben) in-
g|e/.as :
Em lasgow, a aran le cid ule eoinmVfcial di
sania e para 4* ossi i, jm vendedor ne qusdros
p di.'senhos, coHoccu no sea m Mirndor graroren
de i|eu:aas pi taras mmt > conhecidas, reor-
sealan lo es'.udos lo n. Urna, Obanhodr P yrh.
de KredericK Leitfhlon. presidente da aa-le ni i
red da Inglaterra oolri, a rmttdo Ecnls/no,
de i'oynter, o cu-il drector da galera nacional
de Londres, etc.
Os aulores sao illastra* na rjran-Bndau'ia. as
gravuras eram exeWleotas, o loeil a k>ia nmiio
P. dos Santos, sua =enhora e I filho, Am*ro
delir'os sui-enhora e lilho. Miau *n
dr 01 veira e sua s nliora, Arlhur H: .I "*"
mato, R ymuudo Jos de Carvalho, Pe.dro r.
Lsat, \ugusioi:. Pereira do Reg.
(HLKPIN'O
a ?o:iseca.
na la para amanha as horas
Ko ,.os obsequiados con
s de cjdemnagoes dessa naturezU,. mas a na
execuco de sentengas proferidas anterior-
mente, i
Accresce que essa providencia da tai de 1833
ten lo dado logar a que ura gsujde puraero le
malfelores, da todas as partes do riizil, de-
pois de cumprir penas em Fernand.) de Noro-
nha passam-se para-a cidade do Bectfv, que
assuu reooliiK essa lz e escorla de toda a so-
ctedade brazileira, com euormissimo dararto fa
ordem e seguranga publica e em pregulzo de
seus crditos e civilisago.
Urge que a lei acabe com isat quanto ante*,
pira evitar que aquella imporlanti pirre do
Urazil nao mais soll'ra as consecuencias fataes
uo referulo dicreto de 1813 .e nao venha aas-
emelh'.r se aquella oidade de que falla Mon-
taigne a Ptneropotit, era .que o rai
)l,r?,80! f,,h"nolu m'" Perversos e i.icor- p|a.-Logo que a imperatnz da Alleii isou-
uZJ^JV ncootrar- 22Saiifi! rte' d'iitoTquia entregar aSra. RiSo valioso
1 Fe-neuibuco *" qUe mriarc"ia ,,zera objeco, e para issS incumbiu o ministro alle-
Nes.e in.u.'^e dando aspago : disposigoes %, de dar "8 neCt8sariag pUcacbas ao sul-
leguas que a'argam o habeas-corpu e oonfor-'
mam-se com as ultimas deliberagOes. db cen-
gresso quanto a suspenso de garauttas^ > apr-
senlo o .-egunte:
-fROJECTO DE flN. 26 DE 1894
O Coogr3S80 Nacional decreta:
t
te, pn ceehdo audiencia da autoridado
houver ordenado a priso ou detengo.
Art. tt. o revogadas as disposigoes em
contrario.
S R. Sala das sessOes, 23 da Agosto de 1894.
Joo Barbalho
Congrresso LitterarSo Bohemios
de Palm ires T-ve lua dessa socieda le, no da 13 ilo crrante, 'StaoOo
na presidencia o Sr. Fernando Griz, secretaria
d > pelos Srs. Fenelon Campos nto Sonto.
("orreu pouco aniraida a palestra Iliteraria
hav-ndo entretan o a resenlago e julgimeuii
de diversos trabalhos, entre o* quaes o souei
Sobre urna dra do consocio Fernando
Griz.
ttetinio acadmica-Teve lugir a
reuniao dos bacharelandos deste anno, a qual
comparecen gran le numero de acadmicos,
resolv ndose que i collago do grao seja-Cfl-
lectiva e solemne e o quadro comnosto dos
que m fonoarr-ni em sciencias jurdicas >ra em
sciencias jurdicas e sociaps
Em segu da loi acclamado paranjmpho o Dr.
J orna commiosftj composta dos acadmicos
Vagaste Sylvio Rarreito, Joo Duarte de liar-
ros, Jo5o da Silva Porto e Mam I Urginoada
ilva fasso3 para organisago do resneetivo
quadro.
Finalmenta foi decidido que nao se faria n*-
nhuma 3.1-mnidade, se por accaso algum dc-
oaeliardando* for mal succ-dido no termin
! i tirocinio acadmico.
Lotera de Minas Geraes -Essa Im-
portante lotina enrra anranhi i7 do corrate,
disperta a attencao o respectivo annuncio em
'u'n seccio publicado.
0* bilhetes esto a venda na can O Sonho
le Ouro ar. 3 e 5 Praga da Independe: cia
onde se effecluim os pagamentos dos pre-
rai is,
i<.iteria do Espirito Sinto Corre
no d 26 do corrente a 9.' lotera, cujos bi
lliet -. "sSo a v rada na casa o Sonho-de Ouro,
Pr ra di Ind^n-n l-neia ns. J e B.
Sncied .de Recreativa Javentude
I5s*n sociedade offerece :ioje aos seus socios
e convina los um esplendido recrelo duplo, as
7 l|? horas.
E' de eperar seja muilo concomdo
3D inobe Tplegramma recebido pola agen-
cia da Mala Real Ingleza not ca que o vapt r
Oo-imo, saino no da 14 s O horas dt noite do
porto da Baha, devendo ama ihecer hoje era
nassn porto.
PSocierlade Auxiliadora da Agri-
cultura Amanba 17 do corrente, I hora
di tarde deve funccionar, na respectiva sede
social o conselho adainistractivo d'esta socie.
dade.
Gremio Litterarlo Victoriano Pa -
lUares Reune-se hoje essa sociedade em
ses-o or imana em sua sede ra de Santo
Elias n. 26.
Diplomacia turca-Curioso effeilo dos
melindres diplomticos se pro luziu ha pouco
n'ura processo havido em Constanlinopla, em
que flguram a iraperaU-iz d;i Allemanlia, o sul-
to da, Turqua e a Sra. Rattazi.
O caso foi este :
0 suli&o coraprou um dia. a certo joalheiro
um nquissimo adereco avaliado em .0.000
trancos, e, passando n'essa occisio por Cons-
^ntmopla os soberanos da Allemanh, offnre
ceu a preciosa joia a imperatru Esta aceitou
me mimo.
que o adere
o gala i;
Veiu entretanto a descbrir-se
uh.iinnnl c ,l"1 rouDaa" a Sl*a- Ratazzi por um.cozinhei
idiiippua ro, njie o vender ao joalheiro de Coustanliuo-
A diplomacia trabalhou, mas nada oonseguiu
0 sultso fii inexerivel, e a imperalriiu.nao
querento magoal-o tambera, nao fez entrega da
joia.
S regtava processar o joalheiro. A. Sra.
Ratazi lel-o, gaahou a causa, porque as provas
Art. i. Sera posto em liberdade, qualquer I erara concludentes, mas s obleve 50.00J frau-
que seja o estado do processo, o reo que ttver, eos de indemnisacSo.
Dessa sorle a mperatriz da Allemanh oa
A'"g
alano I de Me leir is.
i Miro-'lii l Vive
V s.s fio ico i i I
do c i-tii u -.
Pelos p-iHres
a Se.'Uill : i'i '* .'
Recife, lo de etembro d- 1891. Srs. reda
Cloren do Dur* de cru imhn o l'en lo sonrado
a nnp riaac a de o'/, mil rfcis(i"l' 0) de maior
s iran i que fra arrecjdada para u na nanifes
Ugo, resol vea a respectiva comm'ssao li-tri-
hur pelos pobr-s dita imporancia, ielo qu-
pode a VV. SS. qn i se lionera fazer a lila Uis
tnbuigo cora i praslaoili la le qu; os caracte-
rlaa
Inclusa se acln a dita importancia
Ku satisfaeo esse pedido, convnia no* a
viran re eber a quan a que Ibes toca indivi-
dua mente, de mi do noss > admimsiridor. as
s nh iras possuidora* dos cartees de n-.: 9o,
96,97,98, 9i, 0. -I, 10., 01 e ri%
Ainda pelos pobres -Recebemos tam-
bera esia nutra ca la :
Srs. re I id re* Jo Durin. -Junio envio-lhes
a quanlia de :';seis rail ris 1640>0> afitn de
VV. distrib urein pelas necesitadas que essi
illustre redaego lera a seu C*rgo.
Cnmmerajiando assim o 2" anniversario do
[>ass unenlo de meu irino Jo- fallecido em 16
de Selembro de '892, pego a to los os cuntem-
pl.-dos que em aiiengo ao meSmo finido rezem
um f. N. e A M.
Des io ja me couf:sso agradecido pelo sai vico
que VV. se dignara p estar m*.
Vosso constante leiior e muilo obrlgado. I.
C. M. S. Recife, id Selembro 9V.
As possuidoras dos candes ns. 05, '06, 107,
i>8, 109, iO, il, .12, 113, 4, 115, 6, H7,
1-118, i'9, 20 podera vir receber a respectiva
quoia ue distribuigo, comprindo a solicitago
do 'I-ador.
||yiene rural -Aguas correntes.
Aproxiinidade das aguas correnies, se por
una pane 6 salular ao noinein, porque cora o
seu curso depurara oar, agitando-o cjntinuada-
in tile, e raoderam a temperatura callost, por
oulra tifio c.-ssa de ler os -eus IncovenientPS
O ar mais hmido, as aguas podem tambem ser-
vir tle veh culo aos miasmas; em alguns Canaes
se depositara, e se accumulara materias org-
nicas vi'u'eto-auinii s as quaes cora o abaixa-
inc:ito d'"gua exalam effluvios nicivos.
Su'-cedendo urna eticli .-ote, y agaa se derrama
nos e.impos visrahos, e depositara materias ca-
pases d i corromper o ar.
Rearas hygienicas C be a hygiene
publica o dars medidas para obviar a taes in-
coiin niente* ; aiem disso ronvm :
l. endo livre a escoliadas habitagOes, dar
a preferencia aquellas nao sao proxim is a agua.
t." Nao lavar ruupa tas aguas que correm
perto das habtlacfips, as quaes s bem que cor-
rentes, o si) limcilmente. Cada municipio te-
nha a sua lavandera.
3 S moira algum animal, nao hingal-o
n-is aguas, e siin enletra-lo c m cuidado.
4,.- coma enchenle dira rio sapi Irana-
partadaa para os campos materias veyjtaes ou
aiiunaes, nao deixa-las ah apodrecer, e sim
ente-ra las.
o. Xem raesmo. para facilitar a pesca, nao
fa/.er nos canaes e rios os costumados viveiros
e outras, obra sas quaes e.ntretem a agn, favore-
cera odeposito de effluvios que fas isa pagar caro o paixe, efa er
Murara pena das cu-as vinjiangas.
-A industria do coral na ItaliaGe-
nova, L'-giioru e aples sao os prinCipues por-
tos da Italia, onde si trabalha MH Coral em js-
tabeleciraenlos de maior ou menor importa cia.
Os fabricantes, ou antes aqueiles qu- se oceu-
ii iiu na iniustria do Irabalho do coral, com-
pram- n'o aos pescadores, que o apanham duran-
te os meses de vt-ro -de Margo a Oulubro as
costas da Sicilia e da Santenha.
Amigamente os pescadores italianos iam bus-
car coral no littoral francs,de (iiea a Marselha,
e tambera na Argelia; mas, ha alguus anno3
pa;a c, havendo o governo francez i.uposto
urna tata de 1.000 francos s embarcag-5es es-
trangeiras empregadas ni iniustria la pedearia
d i coral as aguas francezas, esta in lostria di-
minuio ma lo. Demais, comegou a importar se
coral da Hespanha, das ilhas de Cabo Verde,
do Japo e at da Dalmacia, cmquanto, pelo
que diz respeilo a esta ultima, a pescara de co-
ral fosse abandonada ha certo tempo para c.
Parece, p lo que diz ura relatorio rec intrnen-
te apresentado Sociedade da Pe car as d i
i rieste, pelo seu secretario, o Sr. G. Huilerot,
qu; antes de 1880 o producto da p -sea do coral
italiano era insignifleante ; por sxemplo, urna
embarcago, oceupada nesta industria tluranie
seis mezes do anno, no littoral da Sardepha,
cora urna trlpolago de dez a doze homens, nao
tirava frequeotem nte mai3 de 30 k Iognmmas
de coral; maior quantidade do que aauillo que
era consid.-rado com i um bora resalta lo
Em 88, oomtudo, inularam completamente
as condigOes das pescaras de coral, 6 foratti ex-
Irahi las mui grandes quantidades de coraes,
devidas desconerta de uin recife de coraes em
Sccacia. na Sicilia, e nao era cousa ppuco com-
mum para os pescadores oescarem em um dia
tanto coral como exlrahiam anteriormente du-
rante toda a eslago. Nesle anno o valor flo ci-
ral pescado raontou, s;gundo dados estatizeos
lo direct rgeral da marinha.mercante italiana,
LIVRO-i E ACTORES
Biblintheca Econmica -/. Mir
Um tico tle revolver. .S ile.nii- O ca-l- lio da
raiva. /i. itutct Um trama da revoluco.
A. KiyrClotilde. Janoi.1 4 -0 cira do mol
nho /- ilanj K noite maldita, llen de Pw
Je*t Uu divorcio E. B-rtM O cliarlato.
Alex 8 Uoiivier Os dramas ta biffaraia. Anjos
e inonstros. A muliier d > asaasxiao. As cos-
tur iris. Mary La fon Os cavalliro* do Ne-
vo oro Charla Des'yi Os arlos de Paris.
/.;/. Sainire O tioesf.la. Eimond Tarb
Be nar n o assassi" i, ftOO reis o rolurae ou
5 vo'u u ss por -ItOOO.
S- Uotlicca Universal Escotha de
boas obras : iltc.ielel Joaiina d'\rc. T. Gju-
lier l-'orlunio. Lamartine -Raphael. Dumas
A tlama la- camelias Airares de A zeredo-~
0 poema do frade. ffetaa Hermano e Doro-
tiiea Sc'iopenhnuer \mor, mull-res e Casa-
mento. Lamartine Grajiella. Jos de A'encar
Iiacena. Bitehner Luz e vida eiuuitis ou-
tras qu or HOi> ris o vohi oe ou 4 vo.umes
por SlrSOOO, se v.-ndo naLivraria Es-
cola do ave
L VHO- RSOEM^HBOADOa
Car.ilin.i Duarte Eseolha de hi-toiias
moraes, ti du'.id i do aliena) do Conego Schmid
1 rolme eneai urn do 3 'i00.
Dr. Lopes Mi ura 0 livro indispensa-
rii ou iinv s-'ina coliecgfto de rpcdta* cncer-
'raqu.-Ua-lo por tu lo i.lo se reuma gente a Miles as arles, ..fflci.'S economa domestica e
vei as obr ,s d'arte Ha a polica de Ol-sgow. rural. I v lome ncadernado ricmente i0 iO.
asean lalirao-se c on .unicou a sua pdica io.- Mesiuita Pimr-ntel atilha da dou-
prisso nos inagistrar.os e outras autoridades, e Irma rlirwli, c ti" tido as principies oragOes
o venddorde piniuraa foi obngad a tirar do pan mise, coofissao, commuiiliao, rorano, co-
mostruior as criminosas estampas. i roa, Via-a-Ta, os passos, offlcio de Nossa Se-
O caso foi, c claro, uiun > commen:alo. Aopi-I nh-..-i e muas oulra* oracOes, acenscentada
Bil foi quaii que unan meuienle em favor da
aecao ua |i >n t) I t Joarn il defendeu-a cim um curioso ar-
ga oto se apresi-n'-iss um uu oulro dese-
tili i com nina mu'n-r n i, escr-vi-u elle, seria
urna exp )So, rtintica; ni is tant i muliier na
M mesnio tempo, no mostrador de uina loja, li-
Dba i >r (urca ou ras mt-nges
Ass'ni -inic de urna nago casta.
Cemiterio Puitlico Obtuarto do da \
e Setetntno:
Caii'inla ecilia de Andrale V., Pernambuco,
3 auno*, viuva, S. Jos.
An'o do Fr.T i-isco lasCbaxaa M n longa, Rra-
zl), i9 ato 'S, solteiro, .Sanio Anioui .
Lni'.a las Onagis C; rdoso, P rnambuco, 15
anuos, solteira. Roa Vista
e
da iaboa de fest-is raudaveis. o kulndario dos
mear* etc. etc., novi-sima pdico ricamente en-
cadernada arforoaia de lin'i.-siraas gravuras,
vo'trne l ) ;<)11.
i) -;-i marja la lii)Ua irtu^u;
za Ue Jo- da F mueca, f.-iui inieirameuie de
no'o coosidpravpiiaeute angm otado, por J. I.
Roqu ". I volume eocaderoadJ en coun
.-ooo
Ol iv Rilac -Poesa, l volume brochado.
Guimai-cs Passos Versos de um
simles.
Ravinunilo Correia Versos e verses.
SKvl O i'E.'EN ;IA
Alf-xanilre Dumas Os tres mosque-
teiros, Vtnte nnos e-po'S.O visconde de ra-
geilooe. 7 vomm-s diusirados ricameite enca-
Aipio lympio Mannho, Paraiyba, 40 annas.ldeniado por USiOOO.
snlipiro, Hoa-Msia.
praldina Marinho Pereira, Pernambuco, 27
anuos, can la, do-i-Vi-ta.
Antonia Christiana Junha, Pernambuco, 25
ar.nos, casada, Uo i- isla
Clemrate Antonio do Espirito-Santo, Ama-
/.o as, 9 annos, solt :iro, Uoa-Visla.
Bevenuto Oclavi-.no Barbosa, Pernambuco, 37
ran .3, solteiro, Boa-Vista.
Casa de Detencao-Movimento dos
presos la :asa d Detengo do Recife, Estao
de Pernambuco, era 14 de Selembro de l*9i :
Existtara
Eutraratn .
Sahirara
Existera .
saber
Naclonaes.
Mulhpres .
Estrangeitos
Total .
Arrasoados
pons
Doentes
Louco .
Louca .
439
4
19
4!;
401
9
14
424
4)4
398
16
0
0
ili
Alexanilrc Duinas -As duas Diannas,
I Tora i ihu-'ra ;)- er.'-a tinado S-OOO.
As mil c u na noites Edicto ul-isira-
da reviva e corregioa segundo as melhores
: d'ges francezas, 7 vomites illuslrados de fl-
n ssim'- snivuras encadernados era 4 por.....
1SOOO.
.Suenas cmicas, dramas come-
d-as O*ande >orfim mo.
Romances francpzes, litterata-
ra, si-iencias, Dircito Gratule sortl-
m no eor preco ra oavel.
Franca .lunii r Polhetins, l grosso vo-
lume Ir ocha lo 3OOO.
Grande T.tnta^em: O comprador de
1)1 00 d.- ama so ini. tem direito a um exem-
plar. .
Masalhacs Lima Pe'a l'u'na e pTa
Repunlica, i rol, rijamente ene._____--_.J.
LIVRARIA E>.UL v UO i-OVO
DE
IOUE1 Pal C.
81 RIJA co IMi Ei Compra a vende livros novos e uzados
Total......
Movimeto da enfermara :
Tiveram baixa:
Jos Antjnio Fer-eira Das.
\ntonin Jos e Ar.igfl .
iiav d Antonio los Sanios.
Urban Beneili, t os -anlO.
Hospital Pedro Vi'A movimm'.c dcs.
estabelecunento i cargo da Santa Casa de Mise-
ricordia do Recife, no da 14 de Setembro foi o
seguinle :
Entraram .... 19
"ara ..... 12
Fallecen ..... 5
Existera..... 779
Foram visita las as enfermaras pelos segra-
les mdicos:
Or. Ualaquias, entrou 9 9 i/2 da manha e su
no s II 1,2.
Dr. Simos Barbosa, entrou 3 10 3/4 da ma-
nha e sabia as 11 i/2.
Di ucranio, entrou s II 1/4 da raanh e sa-
no s 12.
Dr. Arnobio Marques, entrou s 9 1 da ma
oh e sahio as 111 2.
D Lopes Pessoa, entrou s 9 3/4 da manh
e sahio s It 1.2.
Dr. Vieira da Catha, antron as 10 3/4 da ma-
nha e sabio s 12.
Dr. Basto- Mwira, tat: ti s 0 1/4 it.
nae sanio as 11 i i.
Dr. Tavares de Vello, entrou s 10 3 4 da ma-
aha e sahiu as II i/2.
Dr. Simplicio Mavignier, entran s 8 1,4 (!
manila esahiu s 9.
Dr. Freilas Guiraar3s entrou s 8 3/4 da ina-
nh e saino s 9 1/1.
P .armad-utico, entrou 3 9 1/4 da raanh e
sahtu s 2 da tarde.
Ajudanie do pliarraaceutio, sntrou s 7
da manll i e sahin s 1 2 da tarde.
Inspectora do Z. dlstrieto mari-
ti.uoli'-.-iie, 14 de Seleinhco de t894
Boletira me'"-eoiogico
Horas. Term r,enti- liara nrtro Tcnsio do
A
Junta Cominercial
ACTA DA SESO E 31 DE AGOSTO
DE 1894
Presidencia do Sr. deputado Hermint
Egydio de Figtteiredo.
Secretario Dr. Joaquir- Tliejtonio Soa-
res da Avellar
A's 10 horas da tnanli foi aberta a
HOnofln estando present s Srs. deputa
dos Figueiredo, Gurgel do Amaral, Oli-
vera asto e Prente Vianna.
Nao t.'odo comparecido Sr. presiden-
te comineudador oaquira Lopes Macha-
do, aosuraio a presidencia o Sr. deputado
ranas votado.
Lida e apprvada a acta da sessSo aa-
ter'ar, passau-se a tomar conhecimento
do segu inte
EXPEDIENTE
h.
t.
grado
23/9
25.3
2o, 9
2.,4
2 1
a i"
761
76',--4
J i,-*l
7:',-76
760,-3-1
rainiraa 23,'
5
i i -r
7,54
17,6o
18,1!
19,0;
17,71
II umi
dade-
79
74
7t
80
76
27,25
Thermometro
Ennegrecido
i cerca de '3.000.000 de liras (cerca de tres mil
contos).
Depois, c em consequencia desse enorme pro-
ducto, deu-8e .uma baixa de precos, e a offarta
excedeu procura; mas uestes uilimis annos
a produccao nao tein sido tamanha.
feT^iera-tura
desabrixado ao meio dia
Temperatura mxima
51 i A-ataado : 45,".
Evaporaco em 24 horas ao sol 9,"9 som-
bra rt-J
Chuva nulla.
Direcco do vento : Sdc meia noite at
Oh. 2' m. da manh, S-E ale 3 h. l m.; S
ate 4 h. o? m da ra. ; SSE ale J h. ol m.
da m. ; S ale 7 li. ''6 m. da ra.; SSE al 7
h. (4 m. da m.; SE al I h. io ra. da m.;
SSE at I h. 4 in. Ja tarde; S-E e Sa-
ernados at 6 h. H m4 da m. ; SSE at 7 h
49 m. da in. S at 9 h. 2<> m. da ra.; SE at
in h. r8 m. da tardo : SSE at It h. 30 m.
da m. ; SE at meia noite.
Duas horas de calma durante o da.
Veocidade mdta do vento 6,-16 por se-
gundo.
Nebulosidade media 0,7 J.
traletim do Porto
Pra-mar ou Dias Horas Altura
baixa-raar
P. M. 14 de Setembro 9 h.'45 ra. da ra. 0-3S
B M. 14 de 3 h. 55 m da t. i.-t
Passasreiros -Sahidos para o norte no
vapor nacional Manus*:
Antonio da Costa, Joaqiiim da Costa, Antonio
da S. Patricio, Anna Lyra, Eslepnania M. da
Penha, .los Miranda, Benvindo Santos Correia,
Sancho T. de Oliveira, Honorio Gril.o, Jnaquim
de l ma, Ernesto Costa, Sigismundo Kanthy,
Domingos oaquun R Costa, J a". Naar, Rachel
i A. A. Marando 2 fllhos, Thora A. da Molla
passado em; priso tempo correspondente ao j
:Srin lOjoe l-urtireni oo Reci,a a para aani ?ax""2 pe* *^e appucar^va no caso contra a vonlade com Om ohecto que Ihe nSq
eie0 ao segrate horario da ferra-via S. Ide coQdemnacao. pertence; o joalheiro, qus alias comprara em
ata.; 9 r^via |_.Art' JfS "-'ir!!?0.*0 exerric"'o em-! boa ft, fgou 0.009 francos pbr um rottbo que
Boa qualidade de coral o pascado as aguas sua seniiora e l fllha, Oreano Meneschal, Rosa
da Sardenha, principalmente no Estreito de Bo [Lima l-'rancisco Aura, sua senhora e I fllho,
nifacie, que muito estimado por causa da sua ITheodora cfia, Adalaide de A. Azevedo, An-
cor. na R de A. Mello, Mathias Cosa, Felismina
:0 coral da Sccacia n5o to apreciado como M^ feix to, Jos P. de Mello, Dr Am^ricoL.
o da Sardenha, por nao ler as ramidcacOss 15o; Vasconellos Chaves, Jos Pereira Neres Baha,
gramas, n8m a c6r to vivida. Henrique de Almeida, augusto Palcao, Ivo Pes-
X humanldade sera pernasA sorle sOa dp Oliveira, Joo A. Athah^de, Rezendo
futura de nossas extremidades abdominaes lo-' Murtins, Charles Currell, Pierre Lacomne, Mara
spira profunda anledade ao professor Emilio Velra de Mello, Joao Mend -s, sua ssnhora e
Yunga, de Genebra. 1 fllha, Benvinda Paulina, Orizonte Bra^iieiro,
Este sabio sisso pr'ev'.nao sem fndaraenlo. Mana Rosa, Cicero Loureiro, Carlos Pedro F.
pertence; o joalheiro, qus alias comprara era
boa fe, pgOU S0.009 francos Ob? Om rOb'O qUSI asie sauo suiuso prove, uav nm luiiumutuiu. i: m n im, v^iuoru uuuiairu, v^anus -ouiu *.
i prego ou offlcio publico, oreo suspenso delle i outrem commettera; e a Sra. Aataazi ficoafque deQtro de mil annos a humanidado lera Ribelro, Joo Qaldmo, sua m e i irmS, Pedro, at meio da.
Otficios :
Ua Junta dos Correctores, datado de
do espirante, enviando o boletim das co-
t >coes referentes a semana de '20 a 25.-
Para o archivo.
Dis ex-proprietarios paviment) superior fuucctona esta Jun-
ta, d itado do ''-i do corren.e, declarando
que do 1* a Outubro fi-a elevado o ala-
guel do raesmo pavimento a 1:2"48 an-
nuaes.liciou>se a reapeito ao Exm.
Sri Uri Goveruador do Estado.
Foratn EubmJttidos a rubrica os se-
gLintes livros: Diarioa : de Oiiveira g
C Oliveira Campos &. C e David
F. P.rro B;iltar. Copiador.s (6/ a Oli-
veira iSc C, (5) do Banco de Pernambu-
co ( ), da Companhia Industrale Com-
mercio de Estiva um de Jaira &C.
Foram despechadas as Begnintes peti-
$3e8:
Da Corapauhia Destillaco de S. Jos
de Barreiras, para archivamento d res-
pectivos estatutos Satisfacn o p .recer.
D Companhia Nacional d Camisas 8
Roupas Brancas, para archivamento da
acta da assembla geral extraordinaria
realisada em 16 do cerrante.Archi-
ve-se.
Oe Manoel Toaquim da Costa R mos e
outros, para archivamento do contracto
Bocial. Seja arch vado.
De Oliveira Campos &. C idem.
Oonao requeram
"e Manoel ortez da Silva Casado.
Archive-se
De D imingos Joaquim SeTO, distracto.,
Ragistre-se no livro avulso.
Da Oliveira Campos &, C, para re*
gistrar-8e sua firma coranaerciai. -Como
requerem
De Tiburcio Firmino da Silva Torres,
idem.Como requer.
De Joaquim Farrei a da Cuaha, para
se Ihe passar carta de matricula de com-
merciante. Deferido (Nao tomando
parte na votacao c Sr. Prente Vianna)
De Azevedo & C. u para se dar baixa
no ragistro da a marcaCaxias. Vista
ao Dr. secretario.
Dos'meamos, para registro das quatr
marcas que apreaeotam. Vista ao Dr.
secretario.
Encerrou-se a sessSo 1/2 hora i
t



1:
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* *

Diario de Pernamiinn Domiacgo MO de Setentl? i* **
es
-?

#
-
spur
*recl< rnaBiio
Da h >j l' i i0 1 Lio a so i* C rnda di
ani o xi' <'
Para a "u $! > qoe'. rr> ivni'lo > .-t"
Aa ce c-- ni 1 -' >9 p Mas Ir- t iS.'laiiCM
do mao* '' 1 "-i s 1 r b<
apresen ->i 1 111 n npo am ua e n.n. lose lp
CO "'Orr -;i 0 I-O*.
Deve, porUn -i r n a^avel o iivenlrjieot",
6 a estr prr ero nao 'ai'iri os seus araarUre-
nem o pobu o > |i 1 < itgni .li-ecto-i* p r
mi-i.1 go-teio uff - Bsis e >us Kt" em liona 'DO'> lia p >ra gabto te
COmpnsU de 7 peg* es'ofi 'a4 e. ro-dadis
seda en. l'ii relevo,
S a np'Cuiva fie er o aditado coovU tn
Tenciveluif t#t __
A presenca ( con Meno do ex"o e o bilhet
que loe camiohj. da 6- ae 5 numeroa va
riadoa.
PALPITES
San estea os 008 o- o oino-ticoe :
I pirr.o-.Crioa1" T O 6 ar, Gnam*.
g.pa.p. Vi lartc, Ho -eacie 1. Rotreb.
3 preoMa ange, For>oso, Ti iul oto.
4. Pareopi ata iJ'imo, Haco'l-.
$. P-reo"alnaco, B'bo'j, B-!"-*"!*".
p i** X lonipno p.'atDon, Ni' 'C.
UDICiCES OTIS
rdl.t*
Coronel I' rederico Chaves -Bomaeo-
pathia Rua l Bario Ja Victoria o. 37.
1." audar.
O Dr. Zi^o Motcoso d consultas en
iiKi casa rua da Gloria o. 39 das I
horas da man ha 1 da tarde. Achan
do-se fra do servico publico offerecn-s'
para acudir a quiquer chamado con
drornplido para fora da cidade. Espe
plidiade, oporacdes, parios e molestias
de senhoras e r^uinos.
Dr. S Pereira, rua da Iinperalriz n
6, d ooosultas medico-cirurgicas todc
a das das 8 teio dia, menos nc
domingos e das saolilicados.
Dr. Per eir dt &va chegado d-
Paris; coni rafea as clnicas de Wbe-
cker e LaodoH, d consultas de 1 *. i
horas da tanta a rua do Imperador c
63 priii.t iro indar.
Tetephooe u 588. I< sideuca 6a-
UD(
ODr. Si u o Mavigmer
lea i d
lho respirator i f'1 il i
Cor 11 cu pt-i
SlL ... "'
gu
lo B
cnj
. .
ODr, 6
ho-'. i cun ru
do Bom .1 : i! 9. 1. aoda B -
Ca: i 1 -9- < 'i
D. -tifi
Dr. A
Consaito .,...!>..
n. 7i onde da i
11 !: '
Besid u i'
Afuga -
Dr. Joaqu' T ireiro id<
jo, eoosu ion i i; L"i"U o "
A fraccSo politica do Dr. Mar- 8oa, 8f. Red xtor, atterto venerador.
j|||S jBecife, 159-94.Pereira do Reg.
A fracco poltica do Dr. Martinsju-
I
azi'

Korte
. .
d
MpapB
NBLii :; i JIM]
A Vciiaiu'io
Cor.: | I "' i ":n
bac! tequo g
gscre .......
pava o scu livro de temperos l'oad
pxtr ihi e pensa te
elle urh traplro para
Isnfeitai
,u dizer-nos que
o Sr. Phaeh ite I
tenia do dito bacha.el.
disse que
o Governad ur vira va o Diario como a
urna luva, ccht o de dentro p-,-a fara, e o
Diariocoutinuava a viver folgadamente,
Comecando a plie (do Diario) a exer-
Cer as funefes do estomago e o sacco
digestivo tornanJo-se involucro, era
porque Hippolito Jame, as Origens da
tranca Contempornea, r^ oio que no
no-
meno / o animal v I. .. -
Como um luva e cqntii r+-a
plle virar!.', para dentro fazendo o offi-
Cio de estomago cmquanto o sacco di-
gestivo, tornado externo, fazendo ooffi-
Cio : involucro.
O Sr. Phaelante leu Loo tqrnou lo-
go a nota no seu canhenho para a' pri-
meara revista de ta >stra,
E coube ;io Di ;/'. apezar de c-
ra huma, i, ser comparado physiologi-
Camente ao polypo de Hippolito Ilaine;
q r. .\.im is que >e tratava
de algum caso puthologico (de plle
servir de estomago e sacco digestivo de
Involucro) similh.intc aos de Sgharello
do nom avons chang tout celaques-
tao de ligado do lado esquerdo e cora-
Cao do lado direito.
Maldito canhenho a quanto obrigas,
que a Hane e a Sganarello assim tu
feas 1
nior, pelo seu orgo a Gazeta da larde
est todos os dias a arrotar honestida-
de e coherencia polit,cas e a imbahir a
opiniao publica com a sua pretencu pu-
janca.
Entretanto, ainda nao explicou, e
estamos certos de que nao o far, a sua
attitude em face dos ltimos acontec-
mentos polticos occorridos aqu na Ca-
pital ; e antes parece confirmar com o
seu silencio a gravissima aecusaco que
se lhe atira a respeito de ligaco com
o partido autonomista, aecusaco, ao
nosso ver justa e confirmada pelo pro-
ceJimento que essa fracco teve por
occasiao da eleicao de 30 de Agosto,
ao cargo de Prefeito, deste municipio.
Si o apoio que, para ser deputado fe-
deral, o Dr. Martins Jnior pedio ao
partido auronomista, ao qual deve o
triumpho de sua candidatura, j deixa-
va transparecer o proposito desse cida-
do em ligar-se coor o aUddido partido
este proposito ficoaufra de duvida por
occasiSo da eleicao de Prefeito, apesar
das exterioridades eom que os amigos
desaa fraecao procanaram encobril-o.
Vejamos.
Sabemos que em reunio do seu di-
rectorio (ic) a fraccao do Dr. Martins
Juiifor resolveu nao apresentar candida-
to eleicao de Prefeito, pela rasdo de
considerar como investido legalmente
deste cargo o Dr. Ribeiro de Britto.
Esta resoluco foi publicada pela
Gazeta da larde, e, em vista do modo
por que fra tomada, devia ser urna
cousa seria, devia significar urna posi-
Cao definida.
Entretanto assim nao aconteceu.
Decorreram dias depois desta resolu-
Co. Apresentaram-se candidatos ao
cargo de Prefeito os Srs. Drs I'eretti e
Estevo de S, alias os nicos sendo es-
te pelo partido autonomista e aquelle
pelo republicano.
Ora. diante da deliberacao tomada,
qual deveria ser a attitude d.. fraccSo
d > Dr. Martins Jnior as urnas ? A
d.i mais completa abslenco no pleito
que ;e tinha de fe/ir.
OuLio caminho nao se abra
honro- coherencia to decantada
pela '1
bem. Os mais influ
iram como p .-
a >s seus a lptos, que
na c mdidato aut notan
entr 3 tmi o pi e irmS >
do I -.' .: .or.
Porventura votaram elles n i
Sr. Dr. Peretti :-
cerco que nao. ToJos sabjm
dos doestos, das invectivas que por
f1 am t
Uto do partido republicano,
v am em branca >
que se attenda
I :! compare-
. e ao numero d
pelo- dons candidatos.
resce aid >s de
1. in luente no partido afltonomista
1 de qwd os amigos do .'i.'ar-
1 1 ae E mat'ocentoi voto*,
que dizer tanti
mais ou menos os amigosIpoliticos do
m d.i me he icia, J de si bas-
{ esmagadora da ilaucia da fraccao
p '.nica do Dr. Martins Jnior, o que
1 a nova resolu;ao tomada pe
-cus amigos, as proximidades da elei-
. e em favor do candidato autono-
. '-!
".na a 1 \-ela proposito ha muito
rido e hoj( confirmado de uan liga-
irtido aul niomista.
Con do Dr.
Martins 1 iorcm verdicas
asseveracoes ?
Duvidam .
15S94.
Brayucr.
Ao illni. ";. Dr. Cosme de
Pereira
S&
A gratidao Sr. Dr. um sentimento
to nobre, que nem.todos os coraces
tem o prazer da sentir os seus doces
effluivios.
Eu porm que possuo tao elevado
sentimento, mas que reconheco nao ter
phrases com que possa externar com
vantagem perante o publico legente o
quanto vai-me n'alma de grato para
com a pessoa de V. S.p deixo entretan-
to que aminha mal aparada penna, des-
creva em toscasexpressoes o muito que
lhe devo, o muito que V. S. fez como
medico assistente cabeceira de mi-
nha enhora bastantemente enferma,
no longo perodo de quatro semanas.
Com erTeito, ccommettida de grave
enfermidade e quando todos d* familia
julgavam urna existencia a findar, tal
bi-odesespero da causa, tive em boa
hora a feliz lembranc* de chamar a V.
S. para vel-a, o que realmente succe-
dendo entrou minha senhora em uso
dos acertados medicamentos prescrip-
tos por V. S. conseguindo em poucos
dias do tratamento melhoras assombro-
sas e promettedoras.
Continuando em uso sempre de enr-
gicos medicamentos prescriptospor tao
sabia mo' chegou afinal ao almejado
fimest restabelecida e a frente dos
affazeres que lhe impe a sua posico
social.
Em nome pois Sr. Dr. Cosme de
quatro innocentes creaturinhas outras
tantas lilhas de um coracao de pai, c
representando-as neste momento, per-
mita V. S. que beijando-lhe a dextra,
repita por esta occasiao as judciosas
palavras de algeumo rcconheciiciico
a numoria do coracao.
Acceite V S. os protestos da mais
alta estima e subida consideraco de
quem neste momento representando os
sentimentos de urna familia inteira, faz
votos ao Altissimo pela continuacSo de
tao preciosa existencia, para alliyio da-
quelles que, com > minha senhora, es-
tando s portas do tmulo, achaoa mfio
vigorosa de um apostlo da sciencia
(ae arrancaiido-a desta posicSo resti-
tui novami ate ao seio da familia, que
o nome do anjo que
./..
- V. pois a minha eterna
dio
Recife, 16 de Setembro de 1894.
thur O. da Suva Ramos.
-
*/... Jli
Bagesha Quclsnala;
AlfaiKlrga
E relacao a i-> fopeta na f iU ao meu
nome ho artigo in erto na Gazeta da Tar-
de de hontetn, irigi respect.va redac-
c&o a carta, que julgo conveniente publi-
car e:a seguida.
Eil-a :
CidaJo Reda tor da Gazeta da lar-
ac.
Ao silencia de minha obscuri lade, hu-
le o despretepciosei veio sorpr.'hen-
-iuea refeiencia teita a meu n me
em um artigo da cei.sura actual adini-
i'iUtrac&o d> A'.fandat^a, publicado em
vu.ssa dico de hontein
Releva explicar que nenhuma incompa-
tibilidade nbs.dntame: te exista entre mi-
nh i cmmisso de fi^cil de fumo, para a
qual fui designado nos termos do art 4 '
do Reg. annexo ao Dcc n. U26 do 29
de Dezembro do anno passado, e a revi-
sao de manifest, que constitue um dos
ramo., de servico, alia* no remunerado
por gratificaco especial, a cargo d'aquel-
la Reparticao ; como fcil demonstrar.
Evident .mente, dt sde que, entre ou-
tras. a ordem do Thesouro Federal de 9
de Fevereiro ultimo determinou que o ser-
vico de fiscalisago do consumo do fumo
fo9se feito pei<8 empregados fra das
horas do expediente foi no pensamento de
Venancio, pois, foi mesrao quem veio abrir espaco a que os incumbidos desse
ustificar o que dissemos : que os es- trabalbo se djdicas em a outro durante o
Criptores 'A Provincia sao maniacos expediente.
pelos arti0 enfeitados. Tambara inteiramtnte falso qu
Disse que nao defenda o Sr. Phae- teja dispensado do ponto diari aa
lante, de escrever lance de cscada em
vez de lauco, com o erro typographico,
e cita Domingos Viera que, diz elle,
adverte- qje alguns autores usam sem
distineco dos vocabulos lance e lanco
fim todas a; accepcoes.
Pois Venancio que diga si foi ou nao
erro typographico o lance em vez de
lanco, sendo que .4 Provincia que tem
dado o exeittplo de se oceupar d'essas eAi
minucias e ento sabrenio de que au-1 ate a pessoaa etrani..
tores falla Domingqs Vj^eira que trocam
lanco de escada por lance de fiscada,
Sem erro 'typographico. E o melhor
que faz t: aconselhar ao Sr. Phaelante
que nao cscreva mais os seus artigas
Como aquelle que usav do livro dos tcS*
lrOS.
Jibullo.
e eu es-
repar-
ti5o, qual comparaco hora regula-
mentar e a rae retiro ao ^ncerrr-se o
respectivo expadijnte, conforme todos o
testemunbam
Por outro lad, tacto quf en. conse-
quencia de vertigm- lijadas a ^orTriraen-
tos do estomago, ia a conelho medico
por mar repartico, para o que foi-me
fgfcultado um esealer da Alt'andega ; ma,
fa-vor, alia, disp'-i-sado sem> reparo
tranufc:. repkrtifAo, foi
j ha inu'tsdia8 por raim renunciado.
Fdlalmeuta, qunitO| ao cosc-ito sfebre o
meu merecimento e s sou capaz de Zum-
' ,iias pect- veuia para nppellar do juiz do
vowo noti.' .arista, que etlamante nao roe
coahece, para ps pravas qjie emim tjnho
dado n j tirocinio de dez annoa, felizmen-
te puroe sem mancha, como empregado
''fazend l '
L iodo 1 j 11 Di tria 6 :
' A I n 1 d) R'K
, eoromlPn ; i-'rr> eu
re< 1 '1es tn lio 1
I j u-ravs cguardun
1 Ib : :: I )tl .' SI C .01 1 I -
^s 00, < noi neo ar Igos iDts
r 01 Bojoa .aodaa mea desleal ;o I Idor lili
.
Fui di a !ars p ia, el 1 ga
1 uf< ,.os 1 .ment do meo ti ir (o jobo a _rt
ir fT'a em mni f.iv'pelo Sopenor 'fri
u 1 iflr a ]u dica' senteoja do Ur.
j j d^ d. >llo 'n V\ '
0 ie o aq-elh tribuna, rip,
l.aoko m mo CO'Ooel... d^am tanto cjuufc.do b do. am
k ; ;h- po ton campo ota prjteeto- f -
q o direito et d' mea .ado
B. S. iSjii s-ade um intruso corv^-ja-
- la rton de seo sobriDlus o-pno;;.
E .rlude daexpoato raaoffi nao ar Inpor
,1 Hit ,tmb I de DO) sa'omQtador volga',
..h-. coau>pur-aie co-n rraocar-lne a Bascara
e o ex or i If I j publica.
i- 'iu. iif.o as dus cart.is ab'cixo do
i.M oel daBirraedo majbr G cal
Mu e las a resposta do capillo D 0-
- de D. Francisca Gavalcaate,
>ue o corone IDO dn ter sido tlluda
por m! D !
o,ije i o couio bea opengoso Quvreama. aa*
vau po em ler para o publico as iu iuU gOe
partidas de fados imaginarios, que tile pretende
j oor a verdale conb'Cidapjr tal.
U qoe lucro eu em qoeimar perante o puDluo,
1 ue^o 8aerii |j i 10 iotelit qoe tentoo bullr na
ciazaB de iue ve.'nraoiio pat, |>ara tambem ai
nbol' fu mo'te a am crim, quaoio, na man
1 'o? |iut elle, o protaoaJo pelo selvagsm
|i e pode oerdoa- f...
fc.. desde ja o ful uioo com o mais formal dea
i.reo. e p ouetta uJ ais voltar impr<.na
pira discutir c m quem u a ae armas tao iodig-
a-.
Al ti:a -ua coutfemoacaD
U .i.e, 15 de Setenado d- 1894.
Daniel oretra da Cos 1.
Victoria
ENGEISHu UUIMADAS
la' -palia1o pn ara e pela loioreasi p loa
s a raoito Daoil M-reira da Co^ta e coronel
*aiooi 1 Afehnc doReo Barros para qoe (helar-
a 6 00 nao v.r-a-le o que d. .q elle p'imei-n
avdbei o em o DUmo e JorDa de S9 e 31
; mei Bndo, relativamente a venda do que jO
-oa a Exma. Si. D. F'*nciBCa Joaquina C val-
c. 1 e n. eoKCDbo, CB|a eplg'aoQa se \ arma,
veno Mli8laie|-08. narrundo Blmpleroeate o
i ntre miai e paella Exma. Sra. oi> mei
ro dos mierpellaotesBe p.asoB a;erca da relerila
f nd8.
- T. ddo acieocia de que aquella Exm<. s-a.
p eiuuaia munar-se dos ett ido.eogenno, ella me
'uu pedindo-lbe para que me veodeBe o qa-
neile rosola, etc. ; e obteodo em reino la. que
-ia a preferear.ia, mas 8 em Dezemoro tana
negocio, voltei pra meo eogeobo, commaoicao
10 laso a un pareBle, para qaem liaba em v Bia
f ze aquella compra.
gEn'retanto. reoolvendo o aeo parete nao
mu faier tal negocio, r.a cdsde da Victoria, oa
ji i o Sr. capt'o Antonio de Mello Verfo-
<, preeoie o teoente-corooal ioao de Sa Caval-
ao e Los, qftaado is o co iver'av, eatu Sr. fez
e-.-ne qoe o Sr. cap'tao Daniel p-^tendia
omp ar nc eogaobo. Neite nterim, ela que
-Dir o Sr. cap tao e. depois de tlaioria* o que
e baVla pialado, offereci Ibe a venda, em viu
di pre.'ereocia que ae me dava, ao que elleagra-
ie-endo. pedio-me para faier a compra para ai.
VoUando par* o eogeotio, entend me com o
Sr. capito Secundioo de Carvabo, ej So ad-
i.imslrador do ji-u engenfio e morador daqael-
U Exma. S-a., e me duendo elle qae-elra pos-
soi?, alm da parte do eogenno, ttnba a meiacj
na a>fraa do corte e pen ien-, Os ver-lhe o qu-
n.v a combioado, ti ando ele o Intermediario
em todo este neeo lo -t sna conciusao.
En eegaida, lato dial depois, quando traa-
:' rirmar a venda, apparece o S-. coronel
Ari'oo o Av.-lino, dixendo que a safra twodente
411. lia ora nao perteocia, pelo qoe nfto teve
'in lavar.
P it'etanio, sendo chamado pela oesma sra,
WMia de ler ella lunt-nienente penoo pa-a
que d'spoiesse i* sena p niaido no citado ea
.. 10 dacre ao Sr, capuab Daniel qoe vleaae
realar a comf ra, com -a abate de de* ro toa ne
res, visto ae acharecloldo della a safra pen
ie i, reallsandj-i todo en Deiemttro de 189.
E' c rto qae po- diverjas vetea tal 1 caa Jo
a>. cpl ao Daniel, e tul at convariava -
aut>re o tal negocio, coma era moito nrtur:l
pacialmente porque algnnade ieuam.gc
. d^rui a r 1 d e > ie, 1 nace
ouoaiu i: ifTe er |ri- ej oa i I
..^eiiDo, e mono meno << quilnade i'e pr^ea
dor que nao era em 1 mesma S-a.
Que o Sr. api io Da ib iomod posae do a
. vi* romoraio. e um. e'ta >e, e ale com o
i Dr. MiiQoel de barros eignei o termo oa
.uio J P -"ie judicial, den 11 ffinal de juanea, etc.. el--.
Qaa no e^ur aqoeha gx na Sra. d pos
o eDgeabo e ir..nlnir de uoiumn n ai'cordu
oji o liuiio seu (tino. nfi i poaso tturnia-, on
qae 8juo- era qu h ooa lacro?
K nalmeole oav da Exma Sr-. D. P-auc *
toe reti-avu-ee io engenho por de-eventa* com
.na Exma. nara. 8' o qua sai e ternura me a
meu ora.
S pi-onho, em face no expoat'-i, te- satlafei o
os Hiustres loierpellaoiej, e Iflea declaro qoe
iao a- volta-e a imorensa
Euieuno Taaaumerim, 41 d- Selemb-. de
da 189.
Antonio Dionisio di Barros Cavalcante.
[l-ipa.6 da Sete>.bro ie 189.
/ 1m. Sr. major Praaclico X 6. da Ror-hi.
T^oj esta por oD|. co pen' a V. tu, qae ae
igne apealar ao p4 desta, qoat o nnii po- qae
B cioeija traosaeco de compra da parte-do en-
unnbo faeimadai. nerteocante qae 'foi a D
K aaciaoa Caraicaote e, oem a-cim, o qoe V
S. saba com reacao-|o mea precpdimeoio na
qoeatao do eng-oDo rtfe-ido.
Peco permi-aio pan fuer da respes! de V
S. oso-qoe m-coovlar.
Altelo obrigado respaitarJor
Illm. Sr. Daaiel Mo-eira da Coi 1.
Em resposta a carU sapa te V. S.. teaho a
diter: Q.e erdadeqoaoto affl-aia V. S.,10-
v..auiio, entre 001 ro, o raen tentemonbo na po
licacao Inaerta ao Jornal do Recife de 31 do
mes Hado.
y a .0 proceliaeotoMe V. S.. oa qoesiao
qae fai oabjecto oa ue-nnpto principal o refer-
o artigo oa pobliocio. locoolesiavelmeute tem
\j eemp-e paolado p la Ihanea t pruden<-.
ae o caracterlsam, naj se -ffVataodr). at entao
0 respeito a lei. 10 d^eilo e as o-; :ia6ej ja 1-
aeg. Eisqaanti 'enbo a infjrmar, podendv
S11.K.T o u que entrn >er da p eente.
Auenm ven?ra o'e on-iedo,
Fi ancisco Xavier G. da Rocha
Caiim A9F, 6 1e Setemoro de 189.
i lm. tir. D alanoel de B T o e ia po* Bm peJtr a V. S. que se digne
: ta :
1 Se as-i i.j u no a poee judicial po-
oim 1 'ina-ia, em Pevare.ro do r;orrente anno, no
ug .,:.., Quelmada^ do mao'Ciplo Je Victoria ;
Sa, loe cjosta ler eun- ia mesnj dovido) pa-a ob'er le
11. r* an isa Cavalca.ite a compra da pane qoe
te c r 'eriio en^enh >.
Finalmeote pego ?". 8. qae m aa'ri'' a
. reuposi* > U'O qn- m ("nver.
Laniel oreira da Cuta
milite ho Serra, 10 de Selerxo-o d3 189.
1 Diniel M. 1, G)
\\"0 ieudo sot car'a, tea!;; a dlti
1 Q;e s q loea "ir3 late
ra 1 ie poese.
2." Na 1, aabeftoea po-inemelio d
pi eoti. capitl Antopi qoe f a o i-..-
me^ij-to da Iran cao legal.
De V. S. Ctl O attp'O rbr e o,
Manoel ae Duros D Cae le inte.
COMP.vNHlA
BKaZILEIRA
Minaa- Hieraes 15 1I0 cori-ent
ff a 19
a ce IO
c c *1 SI
a i or
Espirita Santo Ui
Minaar-Gerao is r
EXTHACCAO NO MgZ DE SETEMBRO DE 1894
9O:0O07t) Loteria do Kila.lo do
S5:000$> si i
0:000$ si C
Sd:0OS)
:00&
ii::-T i
xOOOS) a a
Para Outubro serao postos em execu^ao novos planos com premios in-
tegraes de 15, 30 e 4'J conlos de ris, deven o brevemente ser annunciado o
dia da extraccao dos planos de 100:000^000 e 200.000SOOO integraes COM
LOTERAS DE OUTROS ESTADOS SERO PREENCHIDOS OS Oh
TROS DAS DA SEMANA. Eslas loteras recommendam-se por seren
de mais vaniapoos que outras, pois garamem em cada dezena mais de 20 ', e
sdjogam 30.000 Lilhetes!
Vendas em grosso e a retalho

Prat^a da Independencia n% SI e 5
Para pagimeoios de premios e mais informagoes
com Bernardno Lopes Alheiro.
Caixa correio 196. Tel g. AlheiroernambucoB
Pttitora de Ca aba
l".~-me-.te o houVOsse as.de Ea
especie fie mana provena uau-lmeote de
?sse dse paradora Cjrift des-rdem do Py, ema n-rv-ao qae a
Soores. re jBeu tumo provem de anemia ou po'.reaa
esposa de d Bangne, um dos resultados de nutricio
des ap-r d ra e de carcter up rf<-it-.
lancei n3o le diversos preparados;
Illm. Sr J. A.
Iotas. Sendo atanada minha
urna tose des sp-r d ra e de
g-ave, lancei n3o le diversos prepora
Peitoral 'e Cambar
Cura de los; com ea carros di-
staaguc
Levo ao conh- cimento do pablioo mais
um triumpho .le <>'o tflio p >o I r r
Peltoral di ambara, p p 58
do Sr. Jos AlVkes do S"..z? S ibrea, dt.
! I taa.
II via sai anoot que uns to33c grave
me atorro -r.tava dia e noui-, isaaodo ui -
mame te d-:itar j abundaut^a aaaarro
sa-igui. j oa pulrnS. s, com certoza, tch -
.iiiii aJect idos e eu te: 1 i
"o a tLUja>b:r terrivel rtv'c- jaiI
m mar l
U-j -'t,r, salando do meu .
re inseli:nu me o precioso Peitoral fie ram
jar, o Eouviit com o uao d d. aa vidro
impon ntiasTio mndic -n-nt-, o o
segi cura'-me radicahnetit!-} sen nJ -
hje loia e po^endu j 01 log r-m :
idea da minha l..zenda.
Depois dse c iso tenbo aoooaelhado a
moito i?eote o Peitoral de Canibard, e
todoa tai colbido rea'iltlrl..B :rri
actualmente faz uso de.'.3 prea
com milito >pprV*)itamento, miah fi h.
N ufriles, que tsmbem se aiha Buffren'lo
do peito,
Berna'do Jos dos Santos.
(Fazeideiro 00 Sirrito, Rio Gr-nde d
Sal.)
*Re*nheco verdadeira a firm aopr
Em testamunh. do vndale, o escrivSo d.
paa Roldio S. ds Qoav (Serrito.)
M^ria Antonia
As dores de La t ntos aoooa na perna
no brago eaqacrdo, e ama bola qae tiob,
na barriga, e oue todo eosinava remjdioa
maa ningiem cirava ; sarou agora coro
alguna vi iros di remedio Eltair M. M
rato.
Deua ajude o invento.
Jacsrehy.
Maa A tonia de Souxa
Agen-ese-. Peroambuc: ACompathii.
a Drojraa.
Raa M rquead.. O nda 24
PHOSPHATIHAFALIERES.AlimentomCriar.cas
Peitoral de Cajubar
Cu-a de tost desesperadora
Illm. Sr. J. A. de Soush 8ores Pe-
lotas Sende atacada minha esposa de
ama tosie deaesperadora e de carcter
rave, lanoei mSo de diveraos prep .ralos
sem resu'tado algum ; tendo, porm, co
oheoimente das curas realizadas pelo Pei-
toral de Cambar, mande i immedifta-
meote comprar dona fmcoB deste prepa-
rado e logo com o primeiro ao manif ta
ram as melhoraa e coa o Legando vi a
completamente restabeleoida.
Queira, pois, aceitar a expressSo do
mea profaodo reconhecimeoto, podendo
faier desta o aso qae lhe oonvier.
De V*. S criado e ob-'edo
Israel Antonio Cidade
(Sarros de Taqaary, Rio Orando d
Sal).
Reoonheoemns assi({Batara oapr*.
Jos Augusto Osorio BordiniFrancisco
Ribeiro.
(roo Alegre). ,
Reoooheco aa duas asaia-oataras dos
abonadores. Esa laatamaabo da vrdad \
o tabelllo interino Jod-o dt Oliveira
Vianna(Potl Alegre).
SJW'agaotoa e depoaitario '.ido' Peitaral
da Cambar nesta Etado a Comp>nhi de
tWaa e Prodoot.% Cbimico-, e a Drogara
- P-n^i ; O.
em resulta lo ui um j tendo, porem, 00-
nhecimento d^a curia re d eadss pelo Pei-
toral de Cambar, mandei muindiatamente
c roprar d us fraaSoa Jeste prepardj e
logo com o primeiro se manifeatarum aa
meihir. a o c m o Bagando vi c>mp!ota-
te raataHelec .
Q'ieira -, aoe itar a esrp-e^DSo ^0
me !: cira-uto, p.jlen->
Use 1 o u qae n BQDvier !) V. S.
oig'> e or -do obrigr^d-. Israel Antomi
Cidwl: (S n 1 l < .. y, R'O Orand
)
"s as3:gn:.t ia Itpra. J >a
Auges ;'i. FraneiBOo Ri-
(" ale .)
R o ro: s 1 5 d
bo 1 t'8. Y lo v-rdad
J I > de O -
V 1 1, (1 < rto A'e! 1
<^5?
G; voil
CoOaU ile Fr
rerca-foira, 7 horas da manbS
na igreja da Penna
Pele repongo eteriu d'almi dV mousiear, le
cnsul d Ge ire < Kvu)l,
gao secretario parlinalar rezar m * - da :u inli 'I 18,
lriReim 1 lo a il 1. Para
as tres allm |u rus celebrad 1
li tras. 1 n a honra de coo-
dar a Bxtna^viuva, pirenla, ofixsn. 9
general C 1 ^. oSr. gerente do
con-ul. I 1, o i .mis patricios, col-
l"Lras c atniy 13 da IS > listncto repr
pan sempre pranl ia Ixida 19 (.
mm I
Corrigeuila
"S^a Publicaca da hontein sob a epgra-
phe :A Era .V-.'j e a Colonia tzbel,
leia-sa : ... prender se, como diz a Era
Nova, ao minos graudo em vez de
proceder-.se etc. como sahio impresso, //'-
n'ia 33.
Quanta guita privada de aomno em
couseque; :a doanaooBea tnoraes, de des-
taroatoa prolongados ou por trabalho.s in-
tellectuaes excessivos, nao deve ao Xaro
pe de Foll'St um repouso que levantou lhes
as forcas e o animo? O Xarope de Follet
a :ha-se em todas as pharmacias u em todos
os paizes p.ilo prec" de 3 francos o vidro.
E' prudente certificar-se ijue 03 vidros te-
nham a assignatura do inventor
0 Vinlio Quina-ljarocbe (.onrado com
urna Recompensa de 16,600 francos, e de
7 Medalliaa de Ouro telo Governo Fran-
cez) o medioamacmt porexcellencia para
combater as Affecvoea de Estomago, as
Eufeimidades de Fra^ueza ou Fig-ota-
mento, o E-upobrec'mento do Sangue, as
Febres ein geral; muito estimulante e
digestivo.
Ninguemqueraquell?
annel de ouro
Pelo espago de quasi oem aonoa certa
familia perteaoeote olase de tr balb
dores vivando em P*ri tinhi dad oabo
de si por meio do suicidio. De pai pa'a
lho, de m5i par* filha veio em d-aceo-
denoia am anel de ouro liso, e no dedo
de cada am deetes saioidaa bo vio este
anel qaaodo jaaendo elles m oova. Po
ainda no anno passado qae foi trasi-io
or a Cmara Mortaaria 0 oorpo de am
mancebo que se -havia snioidado, haveodo
ae aobaio no aeu dedo o la'al anel de
ooro. Era elle o ultimo da aaa ger-gSo.
O anel foi enterrado com o cadver do
c-al fiosraem t,ae teoh ooohecimeoto d
.'ua batoria ter ooragem de removel-o.
A mania mental predominante nesta fa-
b>.likJyiaLa de am remoto BBteceaao- v a ^J^J ^ rirta, 0lf n04 lenT B,d(>ai
"TaTou mais nella at que > tir on pelos c'p-auores deste apparelboa.
absoluta; e o anel era acert r-omo im r. Eri Amaneo de Med-nros, proprieta-
Uondo ao mu pessuider a ob^igacp de r.o,di engente Manr elr., no Rio Grande do
\ ^ w- ,,., r\ ~ tI,0 da peVi qae dolorte, noi^screven :
Urna reccte carta de am cavalheiro
reaideu'e em Norfolk c ntem a seguinte
ae^.r^So : D s;jav. mor.-er ; tinha modo
da nite; receiv.vu achsr me p embor.. ea
deusa-se a aociedde. R- ieva que
em lgame d: "aS hori.s d ti. itesM c de-
B lo -ju algacae a ai co. tra a ujint.a
propria vidr., por i o qne bem b^b'a oa
mu-tos 'avium feito o m'.-ssao.B
A r-:U -o esc in ras
(.aiu roim um tempe 1 a ter or, aaai dsj
V.rsv revnrv 1 n 1 ia quasi
n* ver tolal
o tr; 1 Bte ( nro era ien-
cia c ">asa^ po.s que e'1 vi
curo ietti t rxe a'gnm; a eastsa san
, t.- ..t esa p. yuc- em
bo da coiiimcm na (.Ingla-
1 .. e dyi o grao".
ie co. _:.i8 dallas de.i-
a 3 q:aea eifr^uec 1 i
tu -j. I ctvoao.
; que por 'ampo de .'
a coso os olhoa ti-
hi o m j _n it-ucj bo. c ,
ip ^^sota --e freqa ntomeiite He vax
marel'kda uue e a repolaivo. iBto era
ie. .triga dt Li i 1 Bangae e
I ha ra So di ter.
u f.0; 'c mrbido e raco dIi m
-2 La a outro reb
do c,ue aq !. qj? cosso a ig 1 exp-i-
m atara A ena cal ( f tem 'a
ib "o a como bo o d liveste .ea-
be.'-.ido n-lirf urna ofS ma de trab.lho.
c.rria.ij pelo sea c.r,; 1 de nu lado para
eatro dores como se ef' 1 tivdsse B^b ee
ff-itoa de pe'1 mean-- ;a de mo-
. .oa i vros mais populares I de mo-
est'as.
E '. el. -ia ra 71a ooa*a, e un s,
.^Uti 1 a i'3Bponaavei par todo o mal, isto
ive-i-nu ir.troduzido no sargo p ove-
de a nento decomjosto c exi tente
'.mago e intestinos. Os pea fri i,
ra appjtite, e de vontede1 de (asar
ci is., a depreaifSo tre.-' 't
ie ti -.t'> e ."-
00 >.-. to de rcea, t:sse aecca,, toctJra
na pS gio, arrip os, fr..queras, e*c. ale
urna ni. h-da d" pasearos eotranh 8 em usa
vaho eaja mSi s.mpre a indis*
geeiS) e dyspept'a. O tempo se passoa
>or qu Iquer forma q-ie fosse como semprs
accede qne.- o casi seja de rir ou de
.-borar ; o cate hocnem sa tornou verda-
deiramnote oang do de urna existen -ua
p3r tal (rma petada o estragada. Deae-
7 1 elle Vtir fim a ella, o jue nada admira-
naa a u'rima pagina de sua oar:a oooeS
t^ tona mais alto, 3ia slle: tQuando
au 1 1 :.o no que ds e no que sou agora
rl p r-so acreditar na malanga. Ha
s -ia ro -zea qne fago uso de um preparado
lasmtdq Xarope Curativo da MSt Sei-
^ i ; pois certo ter elle revolucionado
1 impletsmente o roen systema todo. Um
dos me .s a< rendatarios m'o recom e doa
e ea, fia experiencia dele aimplesmentS
para lhe agradar. Agora cumpre-me losa*
/.l-o ea mesmo, e agradego queiles que o
anuooiam. Os mena seff.imectos ceserram
1 en me ainto (ao cinco ata e seto annos)
So ligeiro, elstico, e alegre como ana
paz qu&lquer as esas ferias de S. Jofio.
Cu sempro digo aos meua mdicos qae
liles tem sido levodoa a pereda no sea
roprio mister por orna veltn enfernieira
illemS: e pe'o que media ao respeito nSo
j ,1 dem elles de oerto contestar J me
oSo acoropaoham mais pensament s de
t- ie dio, sendo oerto qne pelo contrario
acho am grande praser em contioaar a
viver. Os meus agradecimoutoa sSo to
prcfj&dos qqe 0S0 compor'am palavras.
O autor da carta que procede oonseots
aa puol'oagSo do qae sqai vai imprn-f*i
aaa reousa-se a permittir que Be faga uso
do seu nom -, pelo meaos por em quanto
-.ra conseqooncia de rasSes qae aonoa
tbrigads a re:, eitar.
Mas a sinceridade evidente que translos
a sua historia levar creoga della ao
espirito mais sincero.
ipparr'hut de deBtiliaro aettail-
na;iei lrna-\<> Sa Bbta. suecei'
una ale lonaim Frmeiico ao
SsasBUiiliBaraoae BTiiaoe
Com oto moim asi ue escUrecer o esptri*
o des qan pe is meln>re8appa_relpts de de>til|agfto, -trsoaC'e*
evida pe-mleelo algaos topteos la*





T :"-



4
{ .,/>
ILEGiVEL



iPiurio Je PeruamhMCO Domiuso IB de Setembro de 1*04
que pr.minina 14 arro-
duio 94 de i guar
rol de :aldo de caon
rSas oh snsm r hruio, u i 40 cacaos la
asas neo ,: de *** ,. i
le o':' (!:t* d0 Sr" faplla'' P'1 |J 'avalcar' e
iS taucr-hj Ba irnsc t :> i'Kuie t'echi- honroso :
^Ttinho a ssiisfijia lesee lcar-lasa qn>
na S k GsiOAirlea lr::ao.< me delxar.m ;"
nam-nu .onveoro lo Mu sa-resso jo
spoareitic de (lis'itlacio deque sao fabrican
"Dos Sr*. Manoal Paes doi lssna **"
el de Barrj Correu, d- engeuho Santa fe. lo
tadn de A g< as, aam awrleaaaa m-
dar poblica- a se : uisie deca rarto:
. N< ab.ixo assgnado* ofchrwi.o* q-iacom-
nram s o.u.< appa-elnos de ruli.-r ?g*.r
nM ta ..6a mase, I i iUe
dio de -u agente eiu Mac- ,Francisco ientc
M deKs. '
Taes. apnareltio?, que I. ta con.rict.ut-t
M a disl:Lrr'60 ca.'a de agoardeot'
ao es(fecVii l2horaa, lu Ham nrli-iamente
ten'3 aradla no mesmo -p.co de lea ya.
Drp(. tgtado tao'aonroso tfna:n>(
o i" kc A j > de Mello, do (cgetbo C nio,iri
grande, S ;"'< 1ue tamBem 6 muitc-
feeon 8j i ar oa lab' esstea tes'es apoaieihoa :
En *u.;;o .0 appardho catn fcailefeissi-
ir-o, pota recoo jj annie Jierenca d<-s d.
itiinid ai i ko, co to pela p-rfeiQaj o ir-
m i ^ i^aasea forqae o ,o r
Kiiito rupi-nor aui ooiroB, o uue vcrilitfu.
y la- cibui de garapa qa davam-me de 40 *
I ca i.ia ,e aramos aeHa njvo appaielbo o
Bf ;,c:o a mesca qu ct:dade de
garapa 70 rauadoa oe aguarceule com 2i-
grao3. PoJerao Vm 8. faserem esta o o o
[i r.
ores txplkac6es ao aeDt*>
Cidad.Lu'-gJ do Corpo Sanj n. 7.Jal
C
Hospital Portuguez
fasta anniversaria
A Junta Administrativa deste Pi Es-
tabelecimento de accordo com o art 1(2
dos Estatutos, solemnisa no dia 16 do
corren te mez, o 39 anniversario de sua
nstallacAo mandando celebrar em seu
oratario s 10 horas da manhii, missa so-
lemne em louvor da S. Joao de Dens,
patrono do Hospital, a qual asistir o
Exm. Sr. D. Manoel, llustrado bispo
desta Oioceze.
A's 2 horas da tarde ser servido pela
Junta Administrativa, o jantar, aos en-
fermos do Hospital.
Convido os Srs. sccios e todos o ruem-
broa da Junta Administrativa para, reu-
nidos nesse dia hora cima designada,
assistirem a esta solemnidde.
Secretaiia do Hospital Por tugue de
Beneficencia, 12 de Seembro de 1894.
Jo do A Ivs de Freitas.
, Secretario.
O Cirur^io Dcnlisla
Patricio Moreirs..Participa aos seus
clieut' s que mudou o seu couaultorio
para a ra Harilo d.i Victoria n. 7, 1.-
andar onde pode ser procurado para os
misteres de sua prcfisso das 9 horas da
manh as 4 da jardo.
Xarop^deLobelianlat v
DE
ILDEFONSO E AZEVEDO
Pharmaceutico
Approvado pela ilustre inspectora de
Mygiti:'' do Estado, com o parecer do
iloBtrado clnico e conceituado chimico,
Dr. Murtins Costa.
Este insigne preparado preenche aa
indicai,oes dos medicamentos balsamaeoe,
eom effoito :i ais rpido e accao maia ae-
ju.a i molestias do apparelho reapi
Mofio*
S' un r. curso ther. peuticoa efless c,
4B das crasas defluxos)*companhs-
4s* da reaccSo febril, broncktes, bronene
fneuvuuia, catarrhopulmonar com febre
levada, tubrculos* em segundo periodo
om cutunlios sanguinolentos, astlima.
ttrmgte, molestias da garganta, insom-
ma e osses suffocanUs.
Dose : 3 a 6 colberes das de sopa em
34 horas. (Oolberiuhas as eriaucas).
DepositoPharmacia Franceza.
Ra do 3aro da Victoria n. 25.
PEBNAMBUCO
Tlepli^oen. 398-Endereco telegra-
ykicoAzevedo.
Terrea un tiraba
Taodu visto publcalo em o Diario de oje
B e4it.il da Alfandega chamando os oceupan-
|M4e aun lerreoo na Graca ao aforamenlo pela
Raaeoda Federal vendo declarar qu3 peranle
^Bella reparticao j protestei pela preferei/tia
I lei tjalio din-ilo, Visto ter propriedudu
asa dito terreno, e cao se;a de novo aforado,
ois que j urna vez o lora nullam it: em vista
e ser Jilo '.erreno do dominio ulil e directo da
irmaadaJe t!e S. Pedro Apostelo desla cidade.
fiedle, IV ce Setembr > ae 1894.
Dr. Pe re. i a Vello* >.
Ifr Oet:ivi)
  • Antigo nteruo dos hospitaes do Kio,
    de volta de sua viagem a Europa, da
    consultas de 1 s 3 ra Larga do Rosa-
    rio, 26 e reside ra do Principe 2 .
    Fspecialidad-js : Febres, molest.as do
    pulmao e do corayao. Encarreg;.-se de
    aualyse chiiuicas de urinas. Chamados
    por escripto a qualquer hora.
    I>r. Carueiro' LeoMedicopartezro,
    consultorio e residencia ra do Livra-
    men*c n. 31, 1 e 2. andares.
    Coi -litas de 11 s 2. Chamados a
    qualquer hora. Telephone n 325.
    Especialidades: febres, partos e moles
    tas de criancas.
    Dr Ilerculano Bandcira. Medi-
    co, opera or e parteiro. Especialidades :
    molestias do systhema nervoso, do tubo
    gastro-intestinal e do apparelho genito-
    utinario.'
    D consultas das 11 horas da manh
    s 2 da tarde em sua residencia, ra
    da Imperatriz n. 34, l*. andar.
    Dr. \uin's ColmaraClnica Me-
    dico Cirurgica Consultorio, ra Mr-
    quez de Olinda n. 56, onde d consultas
    das 11 as 2 horas da tarde. Especiali-
    dadesFebres, partos, molestias de se-
    nhoras e criancas. Chamados a qual-
    quer hora na sua residencia, na ra da
    Soledade n. 81, esquina da ra do Atalho
    ou no consultorio
    Dr. Alfredo Gaspar Medico. Con-
    sultorio e residencia ra da Imperatriz
    n. 18, Io andar: Operador partetro tra-
    ta com especialidades de molestias de se-
    nhoras e creancas. Consultasde 8 s 10
    da manha. Chamados (por escripto)
    qualquer hora, telephonb n. 226
    Dr. Freitas Guimares__Medie:,
    Temo seu consultorio na ra Duque de
    Caxias n. 61, l andar, onde sera encor:
    trado de 11 1 hora da tarde <> reside no
    OV'.: i:-o r.. 4. Telephone n. 292.
    Dr. Brrelo Saupalo Oculista
    Consultorio ruaBaro da Victoria n, 51,
    l." andar. Ex-chefe de clnica do Dr.
    de Wecker, de volta de sua viagem
    Europa, d consultas de 1 s 4 horas da
    tarde, excepto nop domingos e das san-
    tificados. Telephone n. 285. Residen-
    cia ra Sete deSetembro n. 34." Entrada
    pela ra da Saudade n, 26. jelepbone
    n. 28*7. *
    Dr. Bastos de OH ve iraMedico e
    parteiro, consultorio ra do Mrquez de
    Olinda antiga da Cadeia do" Reciten3. 18
    l.u arrdar De volta de sua viagem da
    Europa onde visitn os principos hospi-
    taes de Paris avisa a seus clientes e ami-
    gos que contina dar consultas de 1 s
    3 horas da tarde. Recebe chamados
    qualquer hora em sua residencia na Es-
    trada dos Afflitos n. 32 B. Telephone n"
    365. J
    ^ Dr. Joao Rangel Medico operador.
    Especialista em molestias da bocea.
    Residencia ra do Barao da Victoria
    n. 3, 1. andar, onde Si consulta todoe
    os dias uteis de meio da s 2 horas da
    tarde. Attende a chamados a qualquer
    hora do dia ou da noite, para dentro ou
    fora da cidade. Telephone n...
    diciaaes da arvore da qual se extrahe en
    la maravilhosa uieparaco, e ara o seu
    grande remedio favorito em loasaseu-
    ermidade da garganta e dos pulmas
    O Pettoral de Anacahuita, nao toni
    seu i^ual unir lodos os puluionicos da
    materia medica, o por isso podo-so-llie
    chamar com toda pruprieilade o razo, o
    nico remedio digno de iiuae.
    COMO G BANTIA contra as f,'lsifica-
    cOes. ohserve-se beui quo os uom es d.'
    Laaman e Kemp veuham eslampados em
    lalras liauspaieute no papel do livrinho
    quo servo de emollorio a cada garpasa.
    Acha-so venda em lodas as boticas-
    o drogaras.
    Elixir A mi-Febril bardos
    SEGUNDO A FOR'ULA
    de
    .anoel Cardos/ #Uf*tor
    Cliniea mcdico-cirurjrca
    Dr. Arthur Cavalca'iti tem seu con-
    sultorio ra Duque de Caxias n. 74
    1 andar onde ser encontrado nos dias
    uteis de 1 s 3 horas da tarde.
    ResidenciaRa da imperatriz n. 11,
    2. andarTelesnhone n. 430.
    Medico Parteiro Operador
    Dr. Manoel Carlos de Gouva de volta
    de s-ja viagem, previne aos seui clientes
    que contina a ter sua re iden"ia e con-
    sultorio ra BarSo da Victoria n 61,
    l*. andar.
    P cuusul'.as de 1 a 3 horas da tarde.
    Aceita chamados, a qualquer
    cidade.
    ora,
    para
    -^-
    3eia .'ojunercial de iern.ini-
    fcuco
    :0TJXdM OFFICUB OA JUMA 1)08 CORBKCTOSKS
    frea do Recife, l o de Setembr, de 1894
    Rao hoove'cot'-'cSo.
    0 t-r-si ente
    Asgo.I Pintj je L^mos.
    0 secretario
    lOBIQ Leonardo Rodrigues.
    Cayaltio
    i*CA DO HECiFK
    O Barcc >ri:aai cua a laza de 10 3/8 sobre
    Londrr* s islado depcU p.ra 10 llS e
    80 fecb'- ; 4si?rie eb'.erla-Be 10 Sfi.
    Letras particalareB loram tn"irecidbS a 10
    S,4 para Ouictro.
    Para o agricultor
    Aacaosr
    Osinas por lo .m. 74000 a 74*00
    Crstal:s:1o p r l& kilos i a 64000
    raneo dem dem 445(0 a t)4Ki
    Borne-c- dem ideo 34800 a 44000
    Mascavado i. eai fdt ra i 4800 a 34000
    BrV: mala'o .... S4400 a ?46(JO
    oaoie lOeih ideal. 24SOO a itUO
    Algodo
    sVfocica tlectaadus 1M-300 por 15 k h?.
    Aeool
    V i pa de W8 H-o 375000.
    Aguardoatei
    Por ipa de 480 Btrai 1964000
    : Cs>aro*
    flsecoa sa gados na base de
    OS
    Verdes a 484 reja venda.
    12 k;los i 740 res
    Carsaaba
    Csts-MiHICItportlkilci.
    a;
    le
    fBELLA DAS RHTBAOAB DE A88DCAB S
    CKfDlO
    Mes de Saembro
    AL-
    Bandas A88C-car Saceos 9018 mj 68J3, 8281 1193' 16J9i' Algo dio 9
    srcacas ..... Vapores. < -ADimaes Ze.rada de Farro Central. Idea ae S Francisco i.. Limoeiro. 3o na.....' Dias 1 a 14 < a 14 i l 14 l a 14, i a 13 "i Saccas 150 2027 161 303 297 1416 4738
    Iaaportaco
    Vapor iofrlet Tagoa, entrado dos pertoa do
    m em 10 do correte e consignada a H. Port-
    ier e Comp., manlleitoa :
    rame I rollo a ordena.
    Cogoac 1K canas a Mirqses'4 Soma.
    Calcados 1 calxo a J. D. Goimarai i, la Pal
    n Olive.ra s Comp., 1 a N. de Araojo.
    Caf III naceos a JcSo Fernn Jei de Aimelda.
    14 a J. i. Altes e Comp., ir5 a Joaqoim Ferre!-
    a de Ca-vsiDo e Comp., 30 a Perei-a de Carva-
    boeCcnp.ff Fnoeirdo Coa.a eComp.,
    R fOgajiiii W4a Iftiva, 30 a Costa Lma e
    *Kf ?r Mnto_1#si. JO a Martina Vlegas e Comp.,
    WsliBB tsflL ds OH eir, 150 a J. s. Ama-
    il Nil.L.1. Machado.
    Pobm Mil fswaies a Azevedo e Comp.. 61a
    Laviar de Iiasa e Comp., 3 a Figaeirlo Cg'a
    Dr. Julio rilarlo Medico komeopa-
    tlia, operador eparteiro. Residencia Ra
    da Imperatriz u. 20, 1. andar. Formado
    pela Faculdade do Rio de Janeiro, com
    longa pratica em partos e hoineopathia
    no norte doBrazil. Especialidades Alera
    da de partos, molestias de mulheres (te-
    ro, ovarios) molestias de criancas e mo-
    lestias agudas das vias respiratoria e cir-
    culatoria.
    Attende a chamados para o interior
    do Efado.
    e Comp., toa Costa L j e Com,< 10 ordtm,
    22 a Aimei.;.. Hachado e CjJip.
    Uccres 15 caixas a L. Aliieiro e Comp.
    M >d.-iras 2 saceos a ordem.
    Fi.as lO a J. F. aCo.-ta, 100 a Aljio Hi-
    la da Silva.
    Semf.ite 4 saceos a ordem.
    Ti cides 5 volomes a ordem, 35 a A. Amorim
    e Comp-, 10 a A. Hala e Curxp-, 20a A. Vieira
    e Coxp., 10 a L. Maia e Comp., 15 a R. de
    'a valbo e Caip., 45 a N. Hala e Camp., 20 a
    Gera, FtrnaDdes e Comp., 6j a Rodrigues
    Lima e Ccmj.. 20a A. Lapes e Comp., 10a
    FerreUtf lrmos e Comp.,85 a A. de Britto e
    Comp., 30 a Hacbade & Pereira.
    Vmagre 20 Darris a Lopes Albeiro e Comp.
    Viobo 70 pipa* a ordem, 320 birria Com
    panbia de Es lea.
    Tocis 15 a CompaubU de Estiva, 11 a Silva
    Guimares e Coxp.
    Vapor nacional Hanaos, erjuaio dos portos
    do sol em 13 o correte e coosignado a Perei-
    ra Carueiro e Comp-, maoestoa :
    Challos 15 calzas a CivejEOS.
    (Jbumbo 110 uaixas a u.a Borgea e Comp.,
    60 a A. de Carvalbo e Cump-, ICO a 6. de Mal-
    los Irmos.
    Cigarros 1 calza a So:zer KaoCT^ ano e Comp.
    Cauella 3 caizas a Lopes Albeiro e Ccmp.
    Cbapos 10 caixts a diversos.
    Cafe JO scco a C Lima e Cctrp., 60 a Perel-
    ra de Carvalbo e Comp., 75 a Lopes Aibeito e
    Uomp.
    .r!c'!cs 1 caisao a Pilro Maia.
    BiecoLt)? 10 caizOef a CcoapanDla de Estiva.
    Fio 30 saceos.a C. Fernandes e Comp., 22 a
    Jiiio F. Lette.
    Fumo 10 vi lomes a meida Macbedo e Ccmp.,
    2 a D. J. Se'e.
    Ferragtoe 25 volome a W. Halliday e Comp
    Lutos 1 caiza a ordem.
    Herc;dtriae 2 volomes a Fiederico e Comp.,
    1 a Ferrtlra Irmaos e Comp., 6 ao gorerno, 20
    a Aievedo.
    M: uitiga 1 barril ordem.
    Halle 1 caixs a ordem.
    Ma enaes para telegrapbos 12 volomes a or-
    dem
    CPpel 5 :aizasHugo ;a Comp., 4 a Ramiro
    M. da Costa e Comp.
    Roupa 2 volomes a ordem.
    Tooeis 1 4 ordem.
    Tecidos 28 volomes a Silveira e Com pe, 81 a
    Ferrelra Ira aos e Comp., 58 a Mallos Caminba
    e Comp., 10 a A. Maia e Comp., 13 a Hacha
    do & Perei a, 20 a H- D- da Silva Gaiicaraes, 8
    a ordem, lO a N. Mala e Cmp., 36 a Guerra,
    Feroandes e Coxp., 15 a L. Mala e Comp.; 10
    a L. Futios e Comp., 5 a Scuza Nogoeira e
    Comp-
    Como est Vine, da sua toase Y
    Esla pergunta feila diariamente com
    beo lica solicilude milhares depessdas,
    e noentanto muito melhor seria so os per-
    gtuilaules indicassem o meio de conseguir
    umalivio inmediato eseguro, rwommen-
    daado aos seus amigos enfermos, o Petto-
    ral de Anacahuita porque anda mesmo
    e embola o doenle h luvcsse estado sof-
    frendo duraule semanas inteiras d'umu
    losse vio'eula ou d'uina conslipjco for-
    lissima, este soberauo remedio pura todas
    as informidades pulmonares, os" aliviara
    e corara dentro do curto espacc do vinte
    o quulro horas.
    Os nativos do Mxico conhociam per-
    feilamenteas extraordinarias virtudes me-
    V. a Silveira, 60i eaccos con 45,'00 kilo
    de assocar I.tgco.
    Para Po'to Alegre, carregaram :
    Beiio & Irm&o, 105 saceos com 7,870 kilos
    de assucar braoco.
    f..ra R>o de Janeiro, carregaram :
    . de Almeaa, 416 saceos com 24,960 kilos.
    de asquear brauco.
    Compaobu de Estiva, 176 saccas con 12,145
    kiloa de algodo.
    P. Ferreira A C, 50 pipas com 23.188 litroe
    de agoardeote.
    Para Baha, carregoa :
    S. de Almei -a, 460 saceos com 34,510 kilos,
    de assucar braceo.
    So vapor nacional Jscubipe, pan B nia,
    carregoa i
    P. BeKencoort Jauior, 2 pipas com 960 litros
    de alcool.
    cndlmcatn* pulle
    Mez de Setembro de 18tf4
    Aifandega
    Rinda caral
    Da dia 1 a 4
    idam d 15
    752:0204295
    54:7824436
    RoudJ. o Halaos
    Do : 1 ali
    Idssr da 15
    65.7441958
    2:1364058
    806:8024831
    07:3814016
    Sexma total
    874:68 4847
    Expnrtaeao
    Hecife, 15 de Setembro de 1894
    Para o exterior
    Razjolo,
    para
    No patacho portogaez
    Lisboa, carregarm :
    Amorim Irmaos u C. 13 coaros salgado] com
    156 kiloa.
    J. Craaae, 117 eraros salgados com 1,404 kilos
    Para j Porto, c; r-gararo :
    A. Irmaos A C, 406 sacas com 27,407 kiloa
    de aUodlo.
    M. F de Meoezes, 1 pipa cem 475 litros de
    agurdenla.
    Oompaobta de Sativa, 2 pipas cem 260 litros
    d.agurdenla-
    Sagsuda seos&o da Alfaodaga de Pemambn<'o,
    15 1 Setembro da 1?94.
    O ebefe da seccio
    J. Goocalvea da Silva.
    O irjeaoarelro,
    Florencio OomiDgaes da Silva.
    RECKBEDOaiA DO ESTADO
    o Al* i a 14
    dem da 15
    41:456.-i03
    2:4531083
    ipprovado em 21 de Barco de 18C0 r r' P
    ctona geral da ulgna junta de npeoe H.l
    de Janeiro.
    Este Elixir de composwja toda vTBgetal .' re-
    parado segundo as regras pbrmaceciiCL3, ac -
    selbada8 pelos aolcrjs mederros e re r
    lda capacidade scieotiflea t-nto
    aj ee'rangeiro.
    F.-te Elixir o producto nao s do grande e.
    iouo das arc,6ts pbysiologica3 das snbalaocia
    co-'.o tamDem [a'aolcsicas.cooiotitrifcrr: i5 o re
    saltado ana immensas apphcag^ts nos diversos
    casos de febres de fondo palustre.
    A applicacSo dee'-? Elixir oa ; "'* ~ -
    de bezigas de 1890 a tRt mi i i
    monstreo a sua efficacta ; pois do pnaciptodo
    p-imeiros evmpiomas a beziga aborta, e an e
    sos ma8 adiantados a bexiga passa a ser ort a
    doeota ftbril volgar apresentando pequeas lo
    ieiacfieB que coma continoagSc ? EUzl
    sapparecem sem todava apresentar receius de
    rlgo.
    Oe mcifcs atteeiados poblicados uo Diario ce
    Pernambuco eGaxe!ada Ta-du proVom o qc
    zanoa.
    (tos aaoa i ?el,apresentando phenompnes lo a iravilbo-
    loa qoe ueeta cidade do Ruello e no da Ro Jt
    laoeiro pouco rece:o esasa a feb e amare li-
    mesmo triando o dceute com vomilo prete
    angulneooestes oltimos pe nodos eniao
    alario a applicaySo em alia dose, despr ezanue
    a i ea anneza
    Este Elixir ji con- ecido do publico e de u r
    grande ""0^ o de d'Knos med eos apresepiao
    ara combaier os differen'.es inccmmodos todos
    ill s de carcter febril.
    Por muito lempo t'.vemos occisio de (ai r .
    apphcacao cas leo:3s erysip llosas 6 com tac
    b.m resalude que BesoMM adn'i'aclc? dp toa'-
    ios eCeito.
    Pela pratica chegamoa i conbecer que nos
    a laques de feore erysipelic-L i erjsipeila comt
    valgamente se diz ne^asar../ j uso de 10 dlSf
    do Elizir.
    Nos grandes incommodos das seihoras meo---
    troac2o gravidez e nos :asoa de parto com fe-
    bre de om resultado oru.i ce.lo e seguro e t
    a eoa conposicao t( jiptesqnenio cff-rto
    reeeio de applicar o El ir nerii mesma
    superiores as indicadas na tabella ufra.
    Pedimos aos dignissimos mdicos aue deeeia
    em faier uso deste Elizir em aos Biuuca D8o t
    snjeitarem i aossa prescripcio, mas sim nae a
    a. plicaco eo. ba'mooia com 08 casos c,ne de. e-
    jarem combaier, certos de que o medicamai io
    a composicAo innocente para o Cieanisie > H
    m s frgil que seia.
    flodo de usar
    A's criancas at um anuo 10 otas de 2 em 5
    horas em urna colber das de sopa ebeia d ag:
    fra.
    De am auno a tres 10 goitae.
    Da 3 a 10 anuos em diante, 40 fcltas eto.
    Estaa doseB devem aempr<. er appttosdsi ea
    agua fra.
    Deposito
    Companbia de Drogas e Productos CalniCM
    Recife, ra do Harquez de Olinda n. 23.
    Nacional Pharnac, '.^Larga do FtosaiU.
    35.
    gPWB- ____ -- _____ '
    1 cargas com mi Ido ?rda a 300 re.- ftiOO
    6 cargas com batatas a 300 rs. 1*800
    2 carga com macacheiras a 300 rs. 4600
    10 carKS cim cantas a 300 rs. 34"-u
    1 cargts com ceboliulio a 300 rs 4300
    2 cargas tom genmui.c a 300 rs. 4600
    1 cargas com bananas a 300 rs. 43t0
    3 carga com laraoaa a 300 rs. 4too
    i cargas com loucas a 30" rs. 4300
    4 cargas com diverses a 300 rs. 14200
    28 cargas com farinba a 200 rs. 5*600
    16 cargas com miltao seceo a 200 ra. 34*00
    8 cargaa com fejao a 200 rs. 14600
    75 lugarts a 200 ra. 15*600
    12 Suicos a 200 rs. S 24i00
    11 comp. com suioeiros a 14000 1I400U
    8 comp. com soineiros a 700 rs. 5460o
    11 comp. com fressursa 600 rs. 64100
    34 comp. com comidas a 700 rs. 234W)o
    51 comp. com fazendas a 600 rs. 3041" 0
    EO comp. com verduras a 300 rs. 154' 00
    88 ccmp. com farinba a 400 re. 354200
    60 comp. com (albos a 24000 1004000
    Phsnracia On-rtai. re Estrella do osarla
    n. 3
    Pbarmacia Alfredo Ferreira, roa do BarSo da
    rtoria n. 14.
    Pharmacia Martina, ra DuqueB de Cazlas n.
    80.
    Pbarmcia Rtbeiro praca Maciel Pinbeiro 22.
    Pharmacia VictorteDe de Luiz Ignacio de An-
    j-aile Lima, cidade do Victoria
    Para qualqner informado ser encontrado c
    utor na ra do Rosario Estreita o. 17.
    Os nossos frascos so quadrados e conta go-
    ss. N'um nao e*m grava loElixir ante-febril
    no ooiroManuel CardosoPernambuco, e to-
    c o* pninpec'.^ sao assignados por Manoe'
    Crdi i<) Jjfior, ?en lo falso os que oio f.r;m as
    siga idos.
    L ?S3T3Sa?3IA 3.C9S33TA
    Attendeado ao reclamo do f8peltavel publico
    resolve trabamar im lodos os dias do auno de
    9 da madba a 9 la oooto.
    Entretanto, devendo, em conjpquencia do aug-
    m iiid consideravel da tiubalho, destinar gran-
    de parte do dia pitra beba aperligoal-o, resrra
    smente para a i ujem de retracto o espaco de
    40 a har Sa larde, em que podo obter sem-
    pro bom resultado, embora lempo chuvoto.
    VBTBATOS INALTEH.WIS r.AB .VsTB v.sn
    i e um cliromo^iasepparubts 508. 30$
    G o nmehrornx>-|iasp.irtouta * sos
    ' PiBClCLLA.NA ! -u. .
    lie um i'hromo-passcpartoul 30S 158
    6 s*?m iliromo a-"' los
    K.-NALTAOlS A MODA DS PABIZ
    12 sem o cromo 2I 13f
    0 Beta o cromo 16| S
    SIMPLES
    12 sem o cromo 20S w
    0 sem o cromo 12S GS
    12 Mignon biseau d'or
    Recife, 10 de Abril de 191.
    0 gerente-photographo,
    F Me n na.
    Prova-se com aquetle numero de altestadosji
    publicados e os que existem em nosso poder
    efBcacia des'8 elizir as molestias indicad?.
    Kneontra-ae a venda na Botica
    do Rosarlo n. 3
    A'rua Bar-j da Victoria n. 37 se dar (oda s
    lualqaer ezplicao que for preciso acerca desti
    P-"epa'ado.
    Cat*<- > com a* falainrac-Aea
    VIodo de usar
    Os adultos tomarSo qoatro colherca da3 da
    pa pelamanba e qoatro nolte.
    A enancas de 1 a i annos lomarao urna co-
    er pela manha e outra a noite e as de 5 a 11
    ennos tomarao duas colberes pela manbS do e
    noite

    - i(
    iBWPmte
    ESPARTILBOS DB S DA BRANCA
    LISAS DE Cape/las de flores de cera e
    petUea
    FINOS LEQUES
    GEANDE SE1IMENTO DE SEDAS
    V BANCA PBETAS E 1 E CORB8
    3orles b ancos bordados
    Sachet de itd para camisa
    AlmtrVi a i.crd_-daB a car.. e
    ea sito relevo
    COLCHAS Da SEDA RENOA
    CSI4AW DE EBA
    N. [ifjuaaibiiicad'j di m 'icio-
    nar o eortimen-j q>ie teics, t.i-
    dimoa a Ezms. ftmiliis
    ra do ama visita
    Aa Paradis des D j s
    83Baa rio BsrSo d Ve.
    TELEPHONfci 59
    tivo vegetal
    Formula de Angelino Jos
    dos Santos ndrade
    A-pprovad. pela Inspectora Geral de Hr-
    gieae Publica do Rio de Janeiro em 2t
    de Julbo de 1887.
    Es!: depurativo de grande eficacia as mo
    eti syphiliiicas pe inr.ureza do sangne; assin
    como em todas as molestias das eenboras.
    Tem curado radicalmente muas pessoas ac
    wmmettirjas da terrivel moleslia beriberi.
    Rbeamatismo sjpbilitico ou goiozo, ddr scla
    iea erupcoes de pee, cancros, e cancros ve-
    nreos lorps brancas, hyteriemo, frouxidSo di
    ttv's, iritps e outras inflammasOes dos olhot
    nolest as do ligado, escronbulas, escorbuto
    ijtTrimentcs de estomago, cceras, gommas, s
    nla3, emping dos, aliros, pannos e manchas
    da pelle, bobas e .Confies, sarnas, catarrbos e
    maesquer moldslias da bexiga, entre outrasi
    albuminuria, purinas doces e sanguinolentas
    oemia, paralysia, erysipelas, e inflammavOe-
    las pcr... e ps bimorrtuidas, astlima, bydrc
    ?l!es, tnmore, nevralgias, e eleptiautiates a
    rnorpbo. as'r-egalaridn-l<-p d mpnstruacfio.
    -*^M.O-,
    ~v.-W^---
    K^PARTILHOS
    ELEGANTE^!
    CONFORTA VEIS I
    Rtceb u grande sertimento
    a: ?sn: ses r^:s

    WMC>M-
    I
    FINOS B'NOCULOS
    DB
    .- .. ,>^.j
    becebeo o
    4n Parads des Carnes
    3\.T
    aA
    A EQUITATIVA
    Sed* Mito Aa Seguras fio li ta MMili

    EH JlMIKO 1 1H94
    Activo
    Exc- ente
    Renda amina]
    Riscos oovos.
    TofaI dos riscos
    vi ge o tes
    Dollars 169.056,506,00
    $ 32.366,750,00
    # ^2.022,605,00
    t% -205.280,227,00
    $ 932.532,57^,00
    ve*.
    hendimenlos do da 1 a 13
    2934&0O
    3"S84t00
    4::224"00
    Oo da 1 a
    dem da
    ECIPE
    14
    15
    DRA1NAGB
    43:9094186
    3 0234242
    1:3774010
    32:1004152
    Farao Interior
    Itaqai*. para Rio
    15,000 kilos de
    J| No vapor naciocal
    'ande do Sal. ea-regu-am
    J. Ball r C, 200 incco :
    aitacar braoco.
    8. Oulmari! A C, 10 pipas com 4,756 litros
    de agurdenle e 5 ditas coa 2,384 ditos ao
    aleool.
    Uovluieato do porto
    Navio entrado oo da 15
    Rio de Janeiro e escala, 8 das, vapjr nacional
    Itapoac, de 410 toneladas, commaad nte Ri-
    enard Morris, equipagem 28, carga varios gne-
    ros a Jos Ignacio Quedes Pereira.
    Navio', sabidos no mesmo dia
    Babia e escala, vapor nacional Jacuhjpe. com-
    maooan.e Alfredo Monteirj, carga gneros*
    Cea e escala, vapor nacional Jaboa'o om-
    mandaoie A fredo Guimares, carga gneros
    Porto Alegre e escala, vapor oacloofi itaqui'
    commaudante A. Ee i p, carga gneros.
    "ereaol Mamlclpa.1 ae M. Setm
    O movlmenio deste mercado no da 14 tembro tol o eeguinte.
    Entrrm :
    14 bois pesando 6.794 kiloa.
    495 kiloa de Deize a 20. rs. 94900
    17 compart. com.martscos a 100 r?. 14700
    12 ditos com camarOes 100 rs. 14200
    311/2 columnas a 600 ra. 184900
    3 cargas com gallinhas a 600 ra. 14500
    2 casiuaes com gallinbas a 300 ra. #600
    Precos do da:
    Carne verde de 300 a 900 rs. o kilo.
    Sainos de 900 a 14 dem.
    Cameiro de 14000 a 14200 idem.
    Paricba de 500 a 800 rs. a cala.
    Milbo de 500 a 600 rs. a cuia.
    Peljao 1 e 24 a 34100 a cuia.
    Aavios esperados
    Do Rl Grande do Sal
    Patc.c:iJ' oirKi Bi'.wur.' -. i.mcaai?!.
    De Pelotas
    Lugar nLz Arthu-.
    Paiacbo nacional Thereza.
    Logar sueco Dock n.
    Patacho all mao Wille.
    Patacho norueguense Asir.
    Paiacbo allemao He: mano.
    Pataibo allemao Margarelb.
    Barca no.uegoeose Haiva.
    Lugar in.Kz Cavaller.
    Lugar dinamarquez Arken.
    Lugar norueguense Mauranger.
    Lugar ponoguez MaMnbo Vil.
    1 Patacho allemao J. H, Baolk.
    'Patacbo alb mao Harold.
    Lugar tnglez Aurora.
    Patacho hollandez Atiene.
    Lugar ingles Bronet.
    Patacho sueco Helmaoc.
    De Cardiff
    Barca noruega Pla'on.
    B .rea noruega Nurdenskjcld.
    Bacca noruega Bogo.
    Barca norneva norata.
    Taporea a entrar
    Mez de Setembro
    Cndor*, de Carda", a 16.
    Dsnobe, do sol, a (6.
    .G-illilen, de New-York, a 16.
    EotreRlos, da Europa, a 16.
    Potos, da Europa, a 16.
    Meduc, da Eu pa, a 18.
    Crranles, do -el. a 18.
    Hobleio. de N w-York. a 20.
    Clyde, da Europa, a 20.
    Planeta*, do uone a 20.
    Brasil, do norle, a 23.
    vapores a anlr
    Msz de Setembro
    Valparaso a esc., Poioei, 16, As 2 horas.
    Soa'hampton e esc.. D..aje 16, A 1 har.
    Sal, >ETre Ri."', 18, as 4 horas.
    ' 'I, M-'doc, 20, as 4 horas.
    B Ayres a ese., Clyde*, 20, a 1 kan.
    Rio se. P.aoeta, 20, s 4 horas.
    Havre, Corrientes, 20, s 3 horas.
    Harte, Bras.l,23, 14 horas.
    ag^ >tr cii U'c8ediiaco
    cidas des Je a organisa Scciedade......
    liorcScScn e proapec'os cem
    ALBKhT FfJSON,
    rs-jecor de a, cuela.
    44 -Ra do Couiinercio--44
    ^ 192.5727? 4,00
    JOS DE CASTaO PAES BARRET
    SUB-GERENTE
    LOTERA nacional
    Extracgoes diarias intransferiveis
    LISTAS NOS 5JE8MOSDIAJS
    NAO HA SERIESPRKMIOS INTEGKAES
    M
    G
    F
    N
    H
    M
    3.1
    9.'
    16.
    3
    10.
    9.a
    4.a
    loteraPromo

    <

    grande
    lotera

    i:0:000S00JExtracco
    50:0003000
    20:000*000
    40:000S000
    40:0005000
    oo.-ooosooo
    20:000S000
    amanhit
    18 do corrente
    19
    20
    t 21
    22
    21


    Cbamamus a attenco
    para esses novos ituportautissiuioa
    plano da
    imm
    b
    BILHETES A VENDA EM TODAS AS CASAS LOTRICAS
    Pagamento dos premios com toda a pro uptido
    NA
    CASA DA FORTUNA
    >;nHii;i 1. de Marco--^3
    Martins Fiuza & C.
    TelegrammaFiZA
    Caixa do Correiol 55

    J_____HIBtWEL
    * ,.i
    ti
    sT % t



    Diarlo tfe Periiamltuco Domingo 16fle Setembro ae 1&V*
    I


    l


    FABRICA CAXIAS
    MARCA REGISTRADA
    DISCRirgAO DA MARCA
    Um chrommo em papel branco com 122 milmetros de comprimento e
    60 milmetros de largura, ao lado direito fazendo canto da parte de cima desta-
    ca-se a palavra CAXIAS, feito o C, com tinta azul e encarnado vivo, AXIAS,
    com tinta preta, do mesmo lado foseada ti avessao desde o canto de baixo at
    no centro do chrommo destaca-se um ramalhete com flores de diversas cores ;
    ao lado esquerdo do ramalhete atiavcssando destaca-se a palavra FABRICA,
    feita corr. letras de tinta pela, mais abaixo a palavra CAXIAS feita com letras
    de tinta preta sombreadas com tinta encarnada anda mais a palavra PERNAM-
    BUCO feita com letras do tinta preta sombreadas abaixo e em seguida atravessa
    o chromo duas mQS aportando-sj o por baixo a palavra TR^gDE MARK, feita
    com tinta preta, Ao lado esquerdo do chrommo, fasendo canto desee um painel
    com amarelloo fundo, onde destaca-so as palavras FABRICA RA, feitas com
    letras de tinta preta, atfftvessa o painel urna facha com funjo preto, e sobre
    ella destaca-se as palavras DO FORTE feitas cm letras encarnada abaixo des-
    taca-se globo com fundo aeul o sobro elle uni.travesso destaca-se a palavra
    DEPOSITO, feita com letras do tinta pretta sobre una facha qprnada, abaixo
    destaca-se-as pakvras, RA DUQUE DE CAXIAS 81, feitas com letras de
    tinta preta, em seguida atraves -inda o mesmo painel urna facha^ com fundo
    de tinta preta e sobre olla dBtactt-se as palavras AZEVEDO & C. feitas com
    letras esvexiada
    Recife, 29 d,e Agosto de 1894. _
    Azevedo & C.
    Foi aprt-=entado a presente marca nesta secretaria da Junta Commar-
    cial do Recife, a huma hora da tarde de hoje, 29 de Agosto de 1894.
    O secretario
    Joaquim Theotonio Soares de Avellar.
    \. 10
    Pg. nove mil ris de registro conforme a i\ va.
    Recobedoria, 12 de Setembro de 1894.
    A. Albuquerque.
    Ferreira Lima.
    D. o e pa-oado npgta cidade do Recife aos :0
    d Stembo da 188%.
    Eo Joe da Cos'alVgo Lina esorlvao sub-
    crevi.
    Jos Julifh R. Ploto de 5'oob.
    Certifico que a presente marca foi registrada sob n. 34, em virtude do
    despacho da Junta Commercial em SC io de 6 do crrante, pagoil de sello, com
    augmento legal, a quantia de novo mil ris como constado i" exemplar, em fe
    de verdade. .
    Secretaria da Junta Commercial do Recife, 12 de setembro de 1894,
    O secretario
    Joaquim Theotonio Soares de Avellar.
    FALRICA CAXIAS
    Marca Registrada
    DESCRIPCO D\ VARCA :
    A marca consiste as palavras F. Carias Azevcdo Sf O, feitas com tt?
    tncarnada gravada etn urna mortalha de papel de serla branca.
    1894
    Azcvcd$ & C.
    Recife, '9 de Agosto de
    Foi apresentatla a presente marca nesta Secretaria da Junta Commereia),
    um hora ua tarde de li<>je 2'. da Agosto de 1894.
    0 Secretario,
    Joaquim Theotonio Soares de Avellar.
    N. U.
    Pg. nove mil reis de registro
    Becebedoria, 12 9 94
    conf rme a 1* va.
    A. A Ibiiqiurque,
    Ferreira Lima.
    Certifico que a presente marca foi registrada sob n. 35, em virtuda de
    despacho da Junta Commercial em sessao de 6 do corrente. Pagou de sello com
    augmento legal, a quantia de nove mil reis, como consta do 1 exemplar. Em f
    de verdade.
    Secretaria da Junta Con I do Recife, 12 de Setmbro de 1894.
    O Secretario,
    Joaquim Theotonio Soares de Avellar.
    FAJBltMCA \\lil
    Maro.? Registrada
    DESCRIPCO DA MARCA :
    A marca consiste as palavras F. Casias Azevedo & O, feitas com tinta
    azul gravada era urna mortalha de papel Azevcdo & C.
    Recife, 29 de Agosto de le94.
    Foi a resentada a presente marca nesta Secretaria da Junta Commereiei
    do Recife, a urna hora da tarde de hoje, 29 da Agosto de 1894.
    O Secretario,
    Joaquim 7'heotonif Soares de Avellar.
    N 12.
    Paguu nova niir res ae reg &iro conforme v.
    Recobedoria, 129 1894.
    A. Albuquerque.
    Ferreira Lima.
    n. 36 era virtude da
    Pagou de sello, coa
    exemplar. Em f
    Certifico que a preser.te marca foi registrada sob
    despacho da Junta Commercial em ses.-o de G do corrente.
    augmeotD legal, a quantia do no\e u.il rcis, como consta do 1
    de verdade.
    Secretaria da Junta Commercial lo Rec fe, 12 de Sevembro de 18f4.
    O Secretario,
    Joaquim 7/ieolonit Soares de Avellar.
    FABRICA CAXIAS
    MARCA REGISTRADA
    DEM;ilIi'(iO DA MARCA
    A marca consiste em um circulo tendo no centro escripto a palavra
    Caxias, :anto o circulo como a palavra Carias, sao feitas com tinta encarna-
    da, gra\ado em urna mortalha do pape] de seda branca.
    Recife, 29 de Agosto de 189 i. .
    Azevedo & C.
    Foi a presentad a a presento marca uesta secretaria da Junta Com-1
    mercial do Recife, urna hora da tarde de hoje, 29 de Agosto de 1894.
    Em te de verdade.
    O secretario
    Joaquim T/ieotonio Soares de Avellar.
    Rtcebedoria do Estado ae
    Per na mb ac
    ED1TALN. 16
    0 a 'u,iQii).r*dor a R-cebeur a do Estado fui
    publico para ecieoria dos re^penivo :o tribu- -
    tes que, aeotro de 30 das uteU imprrogavei
    conivdcs de 20 do com-ote, jera.) arrecadaioa.
    boro do cofre. 08 impostes eslattoae- s bre Ib-
    iioat'iae e pnlis.-o-s at-aixo mencionado* e rea
    tlvrnao 2a semestre do ezercicio ea, vior de
    1894.
    Rrf bedoria do Estado de Pergamneo, 10 <1<-
    Setemb'o ce 189.
    ArToou < de Alboquerqoe Mello Jnior.
    I rprstos a qoe se refere o e i tal supra
    Fabricas de e-% arbentco.
    Duas de gelo. oleo, r pe, perfomiriis, velr-a
    r!e Stearinas e carvao animal
    Depsitos de carvao de pedra.
    Billarea.
    Deniisti, advogado, solicitador, ccclaior. d*
    ' boldcr, partidor, avaliadpr, mlico, agrixea-
    *or, eogenbelro rivll cu mecbainco, dcspcbanu1
    l oomero, calibro OfBpactiau'e, ajodan'e "e
    espacbante, agen'e de letl&es, e clvaj, tantl-
    lio. corrector, ca'da-livrrs, loterprel dirpe
    tor co a.-ente de uii.pjLh.d auonyu-s, joaluei
    ro e caixeiro rajante.' -_______
    Recebe J ria_ do Ettado de
    pem mUco
    EDITAL N. 15
    O administrador da Kecpoeona do Estado faz
    . iibiieo f.a'a coobecimoto doa ioterespado^ qpe
    [ruceado at o da lO ment, livre de Dioita, da con ribntcao devida
    pplr- p.prvicoj da Recite Draicage Lojipaiij
    rdativamente so Bimestre do ezerciuio err
    vi^or de .'i.
    Recebeeuria do Estado .te Perrjambnco, 10 dp
    Setembro de 1891.
    Affonsj de .\t! ,ui-rn,- Mello Jnior
    O D-. Jus Jul ftu Rigoeira Pinto de Sooia, ju 1
    da direito da Fazenda Estadoal de Pero; ir -
    toco.
    Fa fahe pelop-earnte que no dia 19 do ror
    r> vi-- retz p-i-,-. 11 biraa ua ma ha o a^eo'p
    Ttiunir z J.i.-p de Gasmao vrnder em poblico ti
    lao a quero maia der na soa a^en-ia a roa do
    M. rqui-z d- Ooda a a macaoe piobo rom fen-
    te eover: leada e balcao da mesma madei-a, t m
    lem eDvernisedo, balarg com coacbaa de um
    deira. om trro de prsos. um dno de n om de esto para gz eetiodo estra^a^o, esis-
    ti-ntes a ra des Gaararapes 0. 15 como pie -
    cpoips a Jos do* Arjos Parias e C, avaliades em
    80(1000, e val a prega por < xecugao que Ibes mo-
    ve a Fazmaa do Estaao-
    E para coDBtar pasroa se eii I na fo*ma oa
    le.
    Dar"o e pas' do nesta cidade do Ri-Cfe acs 10
    de Seembro /e 1894.
    Eo Jos da Costa Reg Lima, escriv&o snbs
    crevi.
    Joe J0IS0 Rjgoi ira Piolo de Sosia
    0 Dr. Jos Juliao Regceira Pinto de Souza, joiz
    dp direito da faztoJa eatadoal de Pernam
    bucu :
    Pat saber pelo presente que do dia -5 de Se
    tem-ro do correnlp aoto, o agente GosmSo pro-
    ceder a, novo leilao de ven 1; da iasa de taipa
    0.32 00 largo do Reae o-, freeoesia de Afo-
    eados, ctra porta e jaop'i de frente, 2 salas, 2
    qoartop, cofloiia exte'oa, terreoo fore ro, me-
    1iodo le nvnie 5 metro: e 10 centmetros e de
    fundr 9 meires, em mo estado, pela quantia de
    904000, feito o abatimemo de 40 */, visto cerno
    tora aballada em 1L04000.
    r- r ei ce a Aotonto Ouarte Pereira e vai a pra-
    1 a por exe ocS.- la fazpn la.
    E para qa. conste, passoa se edita) oa forma
    da lei.
    Da de Setexbro de 18<4
    Eu Jos da Costa R- gi Lila, t scrlvao sub-
    escrevi.
    tor Jcliao R. P. de Sorza.
    O Dr. Jos J. lao Reueira Pinto de Snnia, j"i
    de direi o da fazenda estadoal de P?rnan
    bo^o:
    F. 1 aabpr pelo prcsppte que no dia 20 de S
    terbn do corrente tnooc agente TnomaiJc.-
    de Guam?o proceders n; ve leilao ein sua an-
    ela ra Mrquez de OlinJa. pelas 11 Doras a.
    roa na, a as* de pedra e ral 0. 1 C, na estrada
    velna ce Saoto Amaro, ,om 2 portas de frente,
    2 salas. 2 quartos.co in a tora, qu nial em aber
    o p setao bastante e tragado, mede de largura 6
    metros e 10 centmetros e de fundo 40 metros <-
    25 i'pnnmetros avahada e 30OJG00.
    Pertpnce a Joao Baroo?a ie Mello e vai a 'a-
    ta por execocio que Ibe aove a fazenda do Es-
    tado.
    E para constar peseoc-se edital na forma da
    le.
    Dado e passado ne?U cidade do Recife, aos 10
    de Setpnbro de (89i.
    Fa, Jos da Costa R;o L'ma, escriv&o lub
    eterefi.
    Jo JoliSc R. P. de Sou^.
    Loado n & River J'Jate.
    Bnt'k Limited
    4 rpital sub-
    scripto Ib.
    Capital rea.
    liando
    l'riiil* dore>
    serva
    1.500.000.0,0
    ooo.ooo.o.o
    SOO.OOO.0.0
    l'iiixa luiitriz
    Filia.* em Pariz,
    ein Londres :
    Buenos Ay-
    i-es, Montevideo, Rosario, Pay<
    sandu' Itio de Janeiro, Para e
    Peruaubuco.
    \ cnixu niiul de Peruambu-
    co foi ..berta < 111 O de A; >sf o
    do corrente anuo, fazendo to-
    das as operarles baenrins.
    Recife, l' de Setembro de
    1894.
    T. Clles.
    GERENTE
    O Loidon Brazihan
    Bnk Limited
    Sueca sobre liisboa e Porto
    eni libras sterliuas, e a vista,
    sendo o pagamento feito na
    occasitlo da apresentacSo do
    sa<|ue ao cambio, pelo qual o
    Janeo estiver comprando pa-
    pel sobre Londres a noventa
    das de vista naqucllas pracas.
    DECLARARES
    N. 13.
    Pg. nove mil ris de registro, conforme a l.1 va.
    Recebedoria, 129 -94.
    A. Albuquerqm.
    Ferreira Lima.
    Certifico que a presente marca foi registrada sobre n. 37, em vir-
    tude de despacho aa Juuta Commercial em sessao de 6 do corrente. Pagou
    de sello, com augmento legal, a quantia de nove mil ris como consta do
    primeiro exemplar.
    Em f de verdade.
    Secretaria da Junta Commercial do Recife, 12 deSetembro de 1894.
    O secretario
    Joaquim Theotonio Soares do Avellar.
    Santa Casa de Misericordia
    do Recife
    Forncclmento de sen crua
    A loja. junta adn.niMralia da Santa Cana
    de Ui-eruordia do Rmfa contracta com qu m
    e.bi'.PB VoDtageus effereci r, o forneclmpoto
    ('o. -Der.8 ataiso rr"noiur.ados para o conso
    . o t-imeatre de otobro i Oezembro do correte
    aooo.
    As propo:taa deve.'So ser apresen'adae em
    c:r d, f.cbadas, devid ltate selladas, pelas 3
    horas da taro do dia 18 do corrente mei, na
    sala das sessOes da jiin'.', declarando os propo-
    nentes sojeitaram-se a mulia de 5 / sobre o
    valor do fa'oecmsntg, n3 <:ao de sendo accei-
    tas soas propostas, cao comparecerem no pra-
    sj de tres das a eta secretaria, para a assig-
    na ora do respectivos contractos.
    Secretaria la Santa Casa de Misericordia do
    Recife, 12 de Seembrj de 1894.
    O escrivao,
    Jos Honorto B. Itetuzet
    Omeros
    d',-1
    ED1TAES
    Fajo ]>ublico que, por edital de 21 de
    Agosto allinio, o Sr. director geral dos
    p 0 Dr, Jos Joliao Rignti a Cinto d Soma
    ju 2, de 'iieiio da fasenda eatadoal de Pe-nam-
    bnco, eic.
    F-i saber pilo r."fcn|(! Qoe no da *7 de S-!
    ipu.-bro do co rente aooo o cgede Joi Jaclntbo
    Silveira levara a novo leilao pobllco e vendara
    i auem m>> s der na 10a i5 de Novembro o. 39
    Crrelos prorogou por 3fJ das o praso p^'B ormi da maDrja a casa 0. 11 a roa do
    [lena 6ost<, fregneMa de Afogados, com porla e
    jinella de. frente, ealae, % qaartos, cesinba f-
    raqolnal fm abertc. UrreDo forer edifleada
    fixado p.ra eotrarem em circulaco as
    novas formulas de franquia, que deviam
    tpparecer a 20 d'aquelle moz.
    Administraco dos Correio do Estado
    dePernambuco, era. 13 de Setembro de
    1894.
    O administrador interino.
    Tlwmaz Coel/10 de Gusmo.
    de taipa. red? de trecte 3 metro e mete e de
    fondo 8 o. os e 15 pf-anm-tros, em Pitado de
    roioas aviiad* em 60*. Perteoce a JtAo Car
    n-'.tu Tavarps de Oli'plra e te acbo penborac'a
    por exerocSo da fazenda.
    G p?ra constar paceonee edit 1 na fjrma de
    let.
    Aletrla, kilo.
    Arroz, dem.
    Agoardfntp, litro.
    Ararota, kilo.
    Bmba ideo.
    Bacalli-o, idem.
    Baratas, idem.
    t.h verae, idem.
    Dito prelo, dem.
    Caf em grSo, idem.
    Carne verde, dem.
    Dita de 13; que, idem.
    Cebla, cento.
    Caoella em p kilo.
    Farioba d mandiacs, litro.
    Fe jao, Idem.
    Farello, escco.
    611 commom, lata.
    Dito mexplotivo. idem.
    liiiij, kilo.
    Ma-triS- e oatras maesas, idem.
    afanteiga Inglesa, Idem.
    Dea francti^, idem.
    Maiaeiiu, dem.
    Potabsa, uem.
    Phoepberoi*. masso.
    Pao e boiscoa, kilo.
    Bape, Idem.
    Sabao, dem.
    Sal commom, litro.
    T. octnho kilo.
    Tapioca, dem;
    V- las Btear as, masso.
    Ditas de carnauba, kilo,
    v'i-io branco. litro.
    D.Ij linio da (Plgoeirc), litro,
    Dito do Corto, idem.
    Vlnrgre pd'logoex, dem.
    Dito nacional, idem.
    (.0 PANHIA
    Santa Thereza
    Expresara do abaetecimeuto de agea e lu
    S caade de Oltnda
    De acrorao com o ar uo 147 da le das issoeu
    C6es ac ymaa aibam se a ni-po.-ic-' o des Srs.
    accionista^, no esen icio da Comianb^ Trih.s
    U baes, coma do* blancos do anno fin ie, co
    pia ea, relacao nrminsl das acriooisias e copla
    ta Eta daa iranterencia e ac(6e8 no re- pt-i 11
    vo pbriodo v sto ter de se resillar no nu z 1
    gainte a a-semblca geral da Compinbia ijue t ra
    -e apreciar o relatorlo do gerente e iazer a
    approvacSo las cootas.
    Recite, i de Setemoro d- 1894.
    0 gerente.
    Antonio Ptreira S moa.-.
    Banco do crdito real de
    Pernaiibuco
    Chamada de capital
    Os Srs. accioniHtafl fSo'convidados, nos termoa
    do Art. 8* doa ttsiolcs. a r-al^arem ale ao d -
    30 de Siiembro p oxirro foluro, na se'e dse
    Banco, A roa do Bot J?sos n. S6. cm potrada
    p 10 O/o do valor nominal de seas ac ^ cu
    iO-UUo ,u- cada ama.
    NeiBe acto deverao exhibir as snas c;ut?laB,
    para 8er averbada na respectiva enirada.
    Recife, 1 de Setembro ce 1894.
    Lciz Duprat
    Director peer 'ario
    Companhia
    Maipbaclora de Phospiros
    ?5i invtda'n rs Sr?. soc onialcS a realisa
    rem. dentro de 30 das, i, couta- do 1- ae 3?-
    pccb;o prox mo IlDdoaro, a sel: a entra a de
    toas prestaiOts reto dr 10 O/o do capital
    "Obfcripto o zOjO.O por aiciu, 1 a 11 ao do ib-
    so: reiro, roa da Vadre de Dtp? n. 18
    Recif-, 30 de Akoiu de 1834.
    0 director secretario
    J. P. Gccalves da Silva.
    Thesouro do Estado
    de Pernambuco
    Deordem do Sr. Dr. inspector do The-
    souro do Estado facojpublico que amanba
    17 do corrente mez pagar-se-ba na Tbe-
    souraria desta Repartico a folba dos pro-
    fesores em disponibilidade relativas ao
    mez de Agosto prximo findo.
    Thesouraria do Thesouro do Estado de
    Pernambuco 16 de Setembro de 184.
    O escrivSoda despeza,
    Agredo Gibson.
    Irmandade
    DE
    Nossa Senhora do Bom Parto,erecta em S.
    Jo.'p de Rioa-Mr
    De ordem do ira o ju 1 convido cessos i-inacs
    qoe tliverem no goto de spcs dueito'. a ctim-
    par:ceiem em nosso consistorio, domingo 16
    do correle, as 10 horas da machi, ahai de, em
    asseBbla geral elegernos os (socelourlns qoe
    tem dp 'pger alrmaodaie no anco compr;o'is-
    sal de 94 a 95. _, "
    Consistorio da irmandaie.em 1 de Setembro
    de 1894
    O eecetano,
    Geraldo ADtuuio dos Baoios.
    "Socicdade
    DOS
    lrtistas Mechanicos e hi-
    bernes
    Assembla geral eziraord'caria
    Da ordem da directora, convino ana ocros
    eftect.vos dcsla aescciajlo i cen pirtbvtva em
    nossa sede no dia J3 do corrente, s U b ras
    Ido la, para tratar-seda refo ma 'os esta-e os
    Secretaria da Sociedade dos Artistas Mec ai-
    cos e Lioeraes de Pernambuco, 16 de b ttcaoru
    de 1894.0 1- secretario,
    Ignacio Lopes.
    A, M. P.
    Athenea Insicfll PernambucBo
    De o dem do nosso presid-ne. convi'o os
    senho'es socios a comparecerem oa nosos sede
    na prxima qoarla-fri-a, 19 do corrente, 9 7
    horas da n lie, afim de em assembla "ral,
    approvarem a revisao dos erla'-nlos.
    Sata das sessOes do Aibeoeo Uostcal Pcrnum-
    bocano, 16 de Setembro de <894
    0 Ir secretario
    , Pellnto Eljslo.
    Prado Pernarabucano
    A directora desta sociedade marca o oraso
    de olio das ao posu:do- do bllhete n. S619 da
    D'imeira corrida qae Une logar 00 dia 1S de
    Jaiba do corrente aooo, para vir recebar o pre
    mo qoe lte coube porecr'e, e fhiri este praso
    Bcar o dltQ bllhete i>b val >r.
    Secretaria d Prado ; at<, !5 de So-
    temEro de 1894.
    0 secretario
    H. Lemos.
    PRADO
    mm
    -*:

    aasaM m QUE SE REAU&AHA' NO
    Setembro de 1894
    loriidas termnaro as
    4 J|2 horss da arde com a
    entrega d .rico Brinde.
    C'
    Nooieai
    Vll
    natura
    lid.
    Propret-rlom
    1. PareoC-. nsuiacu
    frimuros f
    8i0 cetros.Anlmaes de Perrjambnco qce nao lentim gaobo
    i rr no* pra R-ci'3, contando cu nao victo-
    G'isrr. ..
    Volcao......
    Transpone..
    Crljtlo .....
    Timb-Ase ti.
    ria. Premios: siO/OOO ao 1. 300t0 ao i.* *300 a 3."
    Pe'naEb.
    Ro ls !o .....
    Bal......
    Rodado......
    Pre'o........
    h1....
    o i
    H
    H
    SI
    SI
    Grer.at e ?iI..........
    nca-a. e bracee.....
    h.ucaroauo e preto ...
    Preio e azul.... ,...
    Encarnado e preto ...
    H. Babia.
    Co'U.i'k de Maio.
    P. Carvaiho,
    J. P. S. Maia.
    B. A Oliveira.
    S. I\... o-Sprimao-lCOO mdrosAniocae- de Pernao-baco,
    |>, 50*000 ao 2.* e 25000 uo 3.'
    Premios: 2-^000 ao
    :ol
    Locifp
    Bocea
    Mooro
    Enireb
    Vingado.-....
    Raeso...,
    Tordilho.
    Aiiiao...
    Rj.'odo..
    "'er.amb.. 60
    H
    60
    54
    58
    Azul e ouro.......
    Azul e crece......
    Azule ouro.........
    azuI o branco ...
    Ccnd. Cruzeiro-
    Cond. C-!coibo.
    Cond. Monriscaoa.
    A'meida e Silva.
    Goad. P.riogueza.
    3."
    PaK 3-Spoman.
    Premioi
    i^giind tnrma-1.000 metrosanimaos de Pernambaco.
    : 25UU00 ao 1, 50*1)00 ao 2' e SoOOO to 3-
    Fozileiro.... 5
    Valange.... 5
    Aby8T:'.'..... 5
    Furioso...... 5
    Torblinto..1 5
    Rodado...
    Mellado ...
    R ido...,
    Russo-----
    ;Pern.m>.
    54
    56
    .i*
    54
    54
    Encarnado e preto...
    jcarraQO e bar.co...
    tjratco e encardado..
    Encarnado e iu-o ...
    Prtto e encarnado....
    Coud. Arrayal.
    C. uJ. 24 de Maio.
    U. Gorguveg.
    F. J. Mocreira.
    A. Costa.
    Pareo-Hipp.-dr orno
    rrjpo. P i-
    du Campo Grando -1.100 metrosAnimaos de Persam-
    m : 250COO ao I., 50C00 SO 2" e 25*000 ao 3.
    Colcsso...
    HdSL-ritte.
    Roy-Blaz
    Pirata.....
    5 jRosso
    5 Ca.- anbo

    g Jpro'n .. .
    Pernarrb.. 52
    c 5z
    * 52
    t 52
    Azul e ouro.........(Coud. Cruzeiro.
    "U'o e azul.........Cod. Mouriscana.
    Azul e ooro.....J- Costa.
    ol e amarello.....i^gaiba?? 4 C
    5. Pirco^raamuru
    -900 metrosAnim^p Pcnarntoco.
    80/000 ao i- e 25*010 ao 3.
    Premios : 250* ao 1.'.
    H- j-i-F'c.
    Palt CO...
    Mouro.....
    t.toiy-----
    Zgzag. ..
    Viogador .
    Rtgedor..
    Rodado-----
    '/S' 0..
    Alazdo------
    0-----
    B lio........
    Rodado....
    Castacho ..
    Pernanib.. 5\
    54

    54
    54
    54
    H
    Encarnado ebranco .
    Gado..........
    \zvl e ooro..........
    Encarnado e branco..
    tlcaroadO 6 i/.b'.O..-
    Azul e branco........
    Encarnado e [ reto...
    O. Macedo-
    Cuud Temeraria.
    Coud. Yourircaaa.
    tul- Nacional.
    Cond. Arrayal.
    Coodela-ia Pcriaense.
    J. M. Foneca.
    Pa.-cCImprenta Pcrn
    o, rubuco. Premies ;
    .ubucaau 1.500 metros andtcap. Anirraes de Per-
    390*000 ao 1., 6*C0 ao 2.- e 30*1.00 ao 3.*
    Pinta?......
    Triurcpbo....
    Piramon.....
    Nababo......
    Redado ..
    3aio......
    Castaoh).
    Alazao
    Pernarcs. '
    50
    5-i
    53
    4$
    I 'o...........
    E?C2rna o e pr?'e...
    Braoco e imarello...
    Azul e onro ........
    Coc. Nerondio.
    Jood. Arayal.
    CcuielariaBella Yiala,
    Ccul. Cruzeiro.
    Obs^ry^$$$s
    I. paree deverao acb^.-seuo ensilhamoBte
    correnta as 3 horas da
    Os animues inscriptos para o
    a? 9 lr2 horas da inanh.
    Os forfaits sero tecebidos at sabbaJo 5 do
    lardo oa Secretaria do Prado.
    Os jockeys que oio se apresen'jrem convenienlemonla '.rajados con as
    cores adoptadas no ptogramma por seus palres, nao serao adinitidos pesagem
    e sero multados do accordo com o art. 51 do cdigo de corridas.
    Previne-se .os senhores accionistas de procuraren] os seus ngressos aa se-
    cretaria do prado- ra da Iinperatriz a. 26 I.*andar.
    A Directora chama a atteaofto dos Srs. proprielarioa e jockeys para o art,'
    2! e seus e ouil. 46 que garito re*lrictemfiat6 obsrvalos e o horario qae fot
    marcado na pedia ser rigor smente cumprido.
    Chama-se atteucao dos Srs. proprielarioa, e jockeys, para proennrem 0f
    seus carles, e cadornelas na Secrelaria do Prado afim do sercm eulreguos aos
    oorleiros no dia de corrida.
    0porla.) do onsilhaoieoto s d ntrala as pa Oai q3 rtorem com i 'imal'
    AIS
    A arehibancada do centro, fica exclusiva-
    mente reservada para s directoras congneres,
    autoridades, civis e militares e imprensa.
    Entradas geraes com direito a brindes, tendo
    cada bilhete cinco nmeros differentes, !^.
    slo a venda nos seguintes logares : B ar
    da Boa-Vista, Livraria Franceza, Secreta-
    ria do Prado e no dia da corrida no porto
    do mesmo.
    Entrada para Senhoras GRATUITA
    Secretan 9 Prado Pernambucano, 13 de Setembro de 1894.
    O secretario,
    H. Lemos.
    Companhia Ferro Cirril de Per
    naroboco
    Aviso
    O gercute deata ccmpacbla pede a peaioas
    qoe po'eoem paatea gratoltos noa ceas carros p
    obsequio de tiiibil-os aos conductores pan
    evitar davicas susctalas no acto tos pmagelrog.
    Reife, 15 de S.tertbro de 1891.
    Pelippe de Araojo S rupala
    Gerente.
    Societ Italiana de
    Beneficenza
    D'ordlne dd vire-presIdeBte della Societ It.i
    lia a BeoeBcenta invita i soci della alerta a
    lolenipre8eQtari neila reaideiia sociale, doniH.
    olea 16 corrate me^e all ore 11 rrendaie d
    onde trk'.'are de aflVe i'drgenza sasemblea ge*
    ral ordinaria relativo al a medairDa.
    Pcroaaboco, 13 Setteuibr 189.
    II. secretario
    berlo V rdell'.

    -



    -
    *
    i
    jhh


    Diario de Pernambuco Pomingo 1C de Setembro de ** *
    <
    nn AlflB



    '
    Projecto de inscripcao
    Para a 13.a corrida que se realizar no da
    23 de Setembro de 1894
    Encerrndose as 6 12 horas da tarde
    ein ponto
    t.# PAREO -OMMtafi* 800 metro Aaimaes da Peroambuea qoe nao
    ttenbHm ghnbo nos prados do Recife, contando oa n8o vcto-ia. Prk-
    MIOj : 3001000 o primeiro, 0#(0 ao a. guodo a 30#000 ao ter
    cairo. s
    jL' PAREOProapei-Hade 1.200 metros Animaos de Pernambuco. PE-
    hioh : H50000 ao primeiro, 700000 ao segundo e 350000 aoteroeiro.
    rt. 5.0HisTiark 2.
    5.* PAREU~L,'ue dude -1.350 metros Handicap-Animaos do Pernambuco.
    FKKMjos : 400)5000 ac primeiro, 80*000 ao segundo e 40JO0Q ao
    terceiro.
    'S PeaBisina ck 2 62 kilos, Aveotureiro 55 kilos. Trinmpho 57 kilos, Tare
    Jl'. e Piramos 54 kilo Pimo e Nababo &2 k'loa e oa demais 50 kilos,
    t." PARL^-Auimsirao 1.000 taetres. Animaes de Perombu3> qoe no te-
    obm g.nbn no D-rby. Prbmiob : 300)0000 ao primeiro, 600000 ao
    segundo e 300000 ao terceiro.
    Art. 5*-H-ri-iideilr.
    , PAREOPrado da Esaacla1.609 metros. Animaes de Pernambuco.
    PtKHios : 350JOOO aoprimeiro, 704000 ac segundo e 350000 ao tet-
    ooiro.
    Art. 5 Ob do pareo Prosperidad e nsais Aventareiro, Turco 2. Piramon,
    3'riumpho, PlaH", Nab.Ui, H guen<>r,H.ron l'e, DudIhd e Maa-ity.
    Animaes de Pe-namb 60000J ao segundo e 300000 ao
    Fabrica e auiijiague
    Dista
    e. par
    90) m-tros.
    ao primeiro,
    Art. 5-
    7/ PA^,
    Art. i
    Tria muli,
    8.* PAK.
    Velocidade
    moa 3 O0UCO
    Urceiro.
    >, i p.re Prosperid de, AnimcSn e Prd' di Eatncia.
    ,-aAb a>*rnaaihucnn? 1.100 m^oi- Aoia es a P-rnm-
    b.100. PREM1':. : 3 D0OOO ao primeiro, 6^0(00 a. segando e 300000
    &', teieeiro.
    pare**! Pro A rentarlo, Toreo 2.-, Pirr-mon,
    N ...j 1, U.ibl B <* M uri'jr
    .lromo ds Can*po Gratad* 7 10 .Ai
    r,' q..e.a.t sfioagSooo i' "iba-
    c 00 e Hv >podr mo. Psanos: K) 3 > pr o ea
    gando e 250UOO o iercetro.
    Obaerva^oes
    l r in"rever s 11 para ai cvridts do D-rliy Club
    '>< i < 0 1 1 e nn'8 ;" .as
    is $> aoaaecei >r*s das diap a B
    b'nonn a Pooando ; r os) oisaaaa deverio estar jauto' da respectiva eksu p*r
    m iranjt i r-s'hados e- b.rr lio no o tro d r.-. oodc
    O d.
    d* Per
    flae '

    j c uno o j cheys, eup'
    . .. Q > \ *,
    1 ca a ell 'S 8 i
    Cotrai 1 -se familias pa h tr,r-alb abrios u*s to !-cm'inoes :
    86 serte aceetUn U illas legitimas, de pro.-
    rJlri.f- rito I > D ti e.. -- i *'. l:'-ll' P 0 t*0 por (ii 8
    sos ndediibds que a- i-hejn p luiente.
    eio preferas (..millas uotneroBas, n*B
    quaes iirenoutne o i o i 'i' aiolhereg ip 11
    -in,.m p.,ra cima u> x lo i >, eot euoio, i
    Uiei'boK f ffleDiuOS, acidia e (5 aOnOB.
    A (al)MCa f ii-'O- *' 111' 'Din:.i alugO'I
    encola paia 8 crianS!>, n ..i.o e boccstus un
    cato (le irii)irB..H.
    N logar ba iodo* os 'ecursos e missa dos do-
    'ji' e< b r iius ~int08 oa (.apella da (abnca.
    a a biniKiraQo procura uar Irabz-l o u lod
    i. raeoibro di (amlli8,em Idase cont: iente.
    Ao pen-n.,1 me entra setn saber trabalna'
    Bga-se oesie lono uiA peqaeoo salario Jrame
    apreodiitgpui.
    A<> oecsoai babritad'paes se s jornal oa por
    a *g, (ono'rtie o tr"slbo.
    Ob befe ne faro que dpseja'em se coll-
    :ar. oeve ai ir oltodtr-8e previametHe cero o
    gemente, na fabrica, em Cams'agioe, em todos o*
    das atis, ei'-ep'O as qu'otas-f- iras aflm de e
    ceriifirarero se -eriosc eitos. em qoe condiroee
    em qoe poca rerta.
    Corlot Alberto ie Menezes
    D-p- ii' -k-er. ne.
    London & Brazi-
    lian Bank. Li-
    mited.
    avxso
    . Este Banco abo-
    nar juros a ra-
    xo de 9 o/o ao
    auno sobre eon-
    U\h correntes de
    movimepito, acon-
    tar do i. de Se-
    tembro prximo
    futuro at novo
    aviso.
    Pernambuco, 9
    de Agosto :!e 91.
    ^V. Ble CBGBtOIle
    eferente.
    i*i*o .Wii-lu do
    da jm eunra >.o iimj patriare a i.. Frn
    ni qual pon Honra S. Exea. R~v a. ,u S* B a
    , Dijesam D. Manoel io santos Perei'a.
    loloieote coa*ido a tudas o* ca'i'kimis lr-
    Oi em r I iarH agm? ir ^ yrpera, (esta e Te eo o. revestidos de eos
    DkbitM.
    Secre'aria da vene v | n-dem 3* de S Fran
    igci 13 Je SelemDm de I89i.
    i ei crel?rlo
    A't opii' i re Al'i e ds.
    S. R. J.
    Sociedade Recreativa
    Juvenlude
    Recreio duplo diTul.po 16 io co.rente, s 7 1/J
    buras da DOOte
    Convido sos aeoborea sorioa a a* Gimas, fa
    millas para tomarem narte neme recreio.
    geer tana da Socieda > R- -reativa Joveotade.
    15 de Setembro de 1894. 0 1- fceiario
    _____________Jo S'n o Ar o".
    F.str ida
    n
    Vi
    HORARIO PARA ^ PE PASSAGEI-
    ROS E CARGAS A PARTIR DE 10 DE SE-
    TEMBRO DE '
    IDA (Todos o? das)
    r cm-
    na p >d rl>
    ej-ove n fi i'
    I ra 'r oo oriadoa o
    JFj:Baio.-So c de rcjlig.r-sa a con
    -i rluvid!', ejjo >r 'ip-nve
    C lio ser aMeito, ajsioi OOOM a prop-iti H o Ta'or da io-
    A : i dar um p.-emio da coi nr r u :o oekey O]0fl or
    pr< a e^ivermaiir nnmero deict>ria.
    le, Ltbardade, P lo i* E el ? do Pd-aa o,
    C?o con. _
    w.r n ,6 ou.-ao comidera '.^ reaUaad ina^r v-rio-so o co > o
    1 -i- iereotea.
    Ai, Cr terca- 18 doe^rrot oo logarla (
    COrrandt- ente As 6 1|2 n r da tarda.
    BeereWia d-> Di 3lob dj Perc mbucj, 13 dej Bel labro > 1894.
    O gerente,
    A. G------- f)
    en-
    '-/(icoes
    Unio...
    Uarra doCa-
    uliulo____
    Lage........
    Sena Oran-
    de........
    Agoa Yerme-
    llia......
    |Glycerio
    Kilometm Horas
    ===== ===== = . ==
    0 000 S-l.iJa 5.1o Maulla
    9.010 (Chegada o.05 [Sabida 6.i5 *
    25.419 .ala 7.00 (Sabida 7.0
    31 ' (Qhegada 7.30 ida 7 35 a
    10 999 (Clisada 8 05 la .10
    47.339 i!a 8-35
    sVSa^RITZlSS
    iHUtiWttS ElllS
    Companhia Fraiceza
    rijjB
    l*iaTeg Linha r&gular entre, o Havre, Lisboa
    Pernambuco, B-aia, Rio da Janein
    e Santas.
    O vapor
    Corrieates
    Commandante Laiaey
    B* esuerad (!t. pirto do Io
    t n dia 18 de Setembro
    sabir d-p h da demora neces-
    ari* oara o
    Havre
    (En dlr> itura)
    Entrar co porto
    Recebe ca^a a tra'ar coro o
    Agente
    O vapoi
    Entre Ros
    COMMANDAMrE R'"rU'D
    E' eEperado da
    Er-i pa t o d'S
    l e S teaib o
    a lodispensavel
    demora para
    llaeaib, Babia, Rio de J<.Dero e
    Santos
    Eato vaporen rard gj porto
    RoKa-sc au_ ?rs Importadores de car.'a pelos
    (pares '. la lia s, qaeiraai i den
    tro le 6 diBS, n con
    varen?'i3 DacSo coocerenie a -u-
    Lsaj a ^zrrtz'zn te. os
    poito3 io sal. 3 tpm o
    otldei das Bessarl >.
    B.. oirado o reerido prato o b
    ssfi 2J. jllisa por c Uravioa.
    A.
    "jtc::s3 f.^enna.
    \. S. F.
    VOLTA (Todos os das)
    Olvcerio
    AguiVcrm:
    ha
    sorra
    de
    Gran-
    AVISO
    Trens expressos entre Recife e
    Macei
    Do dia 30 do correule, at segunda ordem, principiar a correr
    i c nos Domingos e Quart is-feiras nesta Estrada de Forro os
    lintes trena expresaos om correspondencia cotn as Estradas de Ferro
    Su i de Pern imbuco, Norte de Alagas o Alagoas lailway Cy para o trans-
    i ssa jeiros e bagageos, tocando sinente as seguintcs EstagSes :



    Ida
    Cinco Pontal-----,........
    Cabo...........................
    lacada.........................
    Gamelleira....................
    |?na.............................
    Manila
    H. M.
    6
    6
    7
    8
    9
    42
    19
    15
    Volt a
    Una..............
    Gamelleira.....
    Encada...........
    Cabo.............
    Cinco Ponas.
    Tardo
    H. M.
    4 35
    5 17
    6 17
    6 57
    7 35
    Laga.
    Barra do Ca-
    nboto.....
    Unio
    o '0"
    6.710
    16.130
    :i.9oo
    37.C99
    47.339
    la 4-40 n
    (Chegada 4.86
    .tahida 5.00
    (Chegada 5.20
    [Sabida o-5
    (Chegada 5.40
    (Sahida 5 50
    (Chegada C 20
    [Sabida 6.38
    Chegada 7.00
    ba carga
    t
    AGtKi
    '
    LIim! Ci ? .U'\n
    PORTOS O NORTE
    Planeta
    ComfflBTidarte M. Azcvedo
    e

    E'esperado
    DOt e a o
    o de r.
    eKU'udo depo
    ao
    d i
    oitS!:uv\roi;s
    Era todas as e^'acoes ddsta estrada de ferro
    recebem-se pnsagefros e ilesiiachain-se cargas
    para qualqiKT estacao das estradas de ferro de
    Alagoas Bailvaj, Sul de Pernambuco e Recife
    ao S. Francisco.
    No dia l. de Outubro coraegaro a correr
    trens expressos de Hacei i a Recife e vice-ver-
    sa, as quartas-feiias e domingos, segundo o
    horario que ser publicado opportuQamente.
    NOTA. A hora de Pernambuco vigorar para
    os trens desta Estrada.
    Macei, 5 de Setembro dJ 1891.
    O director engenheiro ebefe,
    Emilio Schnoor.
    "THETtRO"

    IH
    H
    A Estradas de Ferro em correspondencia promettem fazer arranjos
    para qu os passageiros que parteni de Cinco Pontas, s 8 horas da manh,
    Chegue'H em Macei s 7 horas da noite e os que partirem de Macei, s 6
    jborasda manh, cheguem om Una em tempo de alcancar o trem desta Jinha
    Ss 4.30 niiUtos da tarde,
    Os procos de bilhetes o transporte de bagagens sero os mesmosda
    i arifa dos trena ordinarios.
    WJls Hood,
    *3sapepiia4esiden(e engonjbeis* em ckefe.
    le Seguros Fi-.
    Gompahhia
    delidade de Lisboa
    Para conhecimeato dos interessaioa em ne-
    ocos com e.-jt. companbia, se fa publico qua
    % idminUtra(Sd honix Per-
    irrbucan- ti rinstituida e tem todos os po-
    c.er-s para a representar.
    eruambuco, 13de Jaieiro de ii%.
    Pela Companhia Phenix feT.ambucana
    Os administradores.
    Li* JK, '
    Mainel da Silva Urna.
    1 Fernan4e$\
    Companhia
    ;Ferro carril de Pernambuco
    Aviso
    i A comecar de hoja, csti compaobla, ezpede
    c;rrr Da.- boba de Magdalena as 4 horas e 10-
    ida m->nni r>ir comrnolj dos seobore asslg*
    ! nnis dd bapbos do mar.
    Recita, 15 deS".nnro de U9i.
    Felippe de A'anjo Sampaic
    Gerente.
    DOMINGO, 16 D3 8*TIMBRO
    B'pleooida soi'i rtramancaDelo tistincto cor-
    no scenira do CLUB DMATI'^) FAILUR em
    oeoeflilo da Contraria oo Senoor B im Jess da
    V>-%8'ra ds eg-eja da Saot-i Cre.
    1 oarle
    Grande onvertura pela or-
    ohestra
    lim 0 EJ5EIIDD
    SurP'i U il. ei n ;)'- i i ni d p {i iih g'an
    1's hoces dramalicoB,original braiileira, dividi-
    da etu 4 actos.
    3." parle
    DES" BRILLAR
    "- '-tuosisairao cronolugo recitado pela pri-
    meira ves n'esta capHai pelo sympatbico
    LYRA
    0 espectscnlo cou.tca.-a as 71/2 boras.
    AO PUBLICO
    A comm ce a todas as pesedas que se dlgoaram aceitar oa
    seos bilbeies.
    O peqoaoo resto de bi'bp'ea s venda na Sapa
    lariaAaolpDoa roa do Livramerto a. 13,e no
    da do espectculo oa bllneterla do Tbeatro.
    No Bm do eipectasolo bavera bonos para todas
    as llnbas. ______________________,
    Macei, Bahi, Victoria, Rio
    de Janeiro
    Aa encomai cebia3 a 3 1 rw
    da tr *a sahidat.no trajich- Barbosa
    i rta CooipinhiaPernambucaca n. 4.
    Ao? Srs. earrendoras pe Irnos a sea attencSo
    para e clausula 13* dua coc^ecimeutos qu-j:
    No caso de bav-.r leo 2a reclamaQo cont'a a
    companina, por avari^ ou perda, dej* ser tei-s
    por escnpio ao ageoie resaec'lvo do pono de
    descarga, dentro Ce tres das depo>s de Bali-
    sada.
    Nao p^eceden-^ Mta formalidad, a compa
    nhi 4-n aenta de toda a reaponsabllidade.
    passageus, eucommeadaa c di-
    trata-se cou ca
    e ra wirga,
    .berna >reie
    Agentes
    iVreira dmer^ k C.
    Ra do Comm rcio n. 6
    1. andar
    .- % enlardo lu aa le-. .. u a <-ifugab,
    leverao faier jualjue' rela-ua^io eam i en-
    - a T^'nmes qtte porventara ieaoam
    para os portos do sal, afin de serem dadaf *
    noo a providencia eiw-na-las
    Roua-se aos Srs. passageiros de ae #:;-eneaia-
    "n oa vaspera du 'hegada do vapor paratii-u
    m a> suas oaesageas.
    Para carga, n-f vnM. en^ommendas e di
    nbelro a trete, irau -om os
    \QKNTBS
    H. Burle & C.
    42Ra d Qmmmvmo 42
    aucirian Llovds Ste^mer
    NUTCliii>nu Co'rpaoy
    0 vapor austraco
    Jrion i
    E' e-perado do
    Trieste segoiodo
    depois da demora
    e^essarla para
    Cahia, Rio de Janeiro e San-
    tos
    Para carga, pasaagens, encommendaa t di-
    nlieiro a Irete trata-se com os
    AGENTES
    Henrv Forster & C
    8ROA Du CnaciViCoo
    1 aunar
    PaciOc Sleam i\dVigaoa Cem-
    STRAITS
    O vapor
    OF -4AQELLAM LINE
    *ot08
    E' esperado da Baropa
    at o dia 19 de Seieubro
    segoim'o depoie da indid-
    > penavel demora, para Val-
    > parairo com en.ala, pela
    Babia, Rio Jaieiro o Montev do
    Para carga, passageoc enrommeoJas e dinhei-
    o a (rete trata se com ob
    AGENTES
    Wils. n, Soqs I a, Limited
    10-RUA DO COMM ERGIO-10
    1 andar


    8ii( itiiif
    O novo paquete
    JNil
    Commacde..te J D. S^
    E' t
    E -c da to de
    ; nr i e egolr d uOU da H
    Cahia, Ric de Janeiro, Mon-
    tevi lea e Buenos Ayi
    N. Ft.--Previr.e-r-- aos S-s. -- de
    qae a Corooaohia M .-^ Real Ingle-
    . 'om a1-
    Com no jem R' ;:n da tai
    Boraeaoa i i
    I
    ' ".
    A Ra' Ma a'-i'ei'a por p ecos r?roav is paa
    i ra Va a e io va> Ba
    !- oi An le
    T-mbemaceelU ,... safe pata .\ w Y-jrk,
    :. .'''., por es. a I
    a :ompirh A'lemaol L'.'jl, i;' lemura-
    em-se na E-.ropa cas :a.
    Bovn.qto coa preyoa de* passa^os
    llio
    "
    f 4!
    Catua rvado: par- os p^sagrlros da
    Farnaa-tL -
    P.'ra carga passagens.eor irmcndase dinbei-
    ro a lete: trata-ee coa os
    AGENTES
    4 or C.
    3 -n -N. 3
    LEILOES
    Segonla f i a, 17. o de movis, looca e vi-
    d-o" n an-ia" do> jbralo di ra do 1.
    (10-0. 5i.
    - T-rc feira, 18. o ne movis e mils cWc
    iof da casa em qaa mo-oa "-S-. Hcitor Tuie-
    m: Dge._________________
    Leilo
    Agcile Pinto
    7e
    Hctifli,u t Suedainerikanis-
    che Da npfsch.Ffahrts-
    Bellschaft/
    o VAPOR
    Porto-Alegre
    Veneravel
    Ordesi 3 le P. 8 Franelas; o
    do Reclfa
    De ordem da mesa ege os candidatos appr -vados e trmaos oovlcos i
    campa* ecerem oa igi.ja da nossa vene ave I or-
    dem, pelas 8 hora dM -o "la 17 do cor-
    re nte, aquel 'e i p ,
    estes real.ar.'ui a
    gir antes da testa q
    E^pera-se da
    Eoropa no da
    XS e Setenlio
    " "J-
    da demora neres-
    aria pan
    Bahia, Ri^' de Janeieo e
    Santos
    Este vapor entrar no porto
    Qaaesquer reclamacoes s serlo aten-
    didas 48 hurta depjia da altima descarg-
    do vapoi na A'.fandaga.
    Para carga, encoumendas, pasaagens e fre-
    e trata-ss com os
    Consignatarios
    Borstelmati & C.
    Rae. do Commeicio n. 18
    1' andar
    haptiB MstiiH
    0 VAPOR
    Medoc
    E' esparado
    o dia
    da Europa at
    t de Netembrodc 1894
    egnindo depois da demora necocaria para
    Rabia, Rio de Janeiro Santoa. Montevideo
    e Boe-nos-Ayres
    Entrar no porto
    Prsvlue-sV anda aos Srs. recebedoras da me,N
    r....<- .r. i,, attender a recUmacbes por
    De bons move*, fea >'0, o-ystaes 6 objecto
    je electio-plaie e diversas pecaj de ouro e p a
    la, a ca'ier:
    U-na linda mobllia de V'enoa cot, pnihlnha no
    ea o"io. (aova), 7 qu d-os diversos. 1 can iel'0
    ton 4 bicos, porla-car5es e vasos de e ectro
    plaie.
    Urna cama. 1 m rque5o, 1 es plente erramo
    da n'elra, I dita menor, 1 laorio, i cabitfes,
    3 exteirioba.
    Urna exceileote masa de jsotar, moderna, 1
    a.ur dor, guarda comda, i cadelras de jubco,
    1 reiogio de parede (:eudula) looca vidro*>, gar-
    i .?as, compoteiraj, copos e oo?r s objectos em
    opiimo estado de conservaco.
    ma meBa.treiD de cosmba e mais accesscrics
    Ua cana d tami-'a
    Sesuda feira 17 de SeteoibfO
    Agente Pinto
    No J andar do sobrado da roa do Impera-
    dor n. 51
    0 leilao principiara s 11 horas.
    Entrega no o esuio d'a i em acto continuo,
    na roa do Imperado-, rasa n. 14, andar,
    em que mo cu o Sr. Heitor Tnie-ra-ge.
    O leilao principia-a as 10 e 1/3 oras.
    -i
    Leilao
    De bons raoveK 4 espelbos de <*ry3tal. I rico
    luaire de seis bracos, looca e vldios e 3 venena-
    as. constando
    oja importante mobllia de Jacaranda com en
    costo de palbinba e donkerioes, grande lustre
    de crv-tal de biscos. 1 boni o espelbo mei -
    Ibao para fira de sof, 3 dito ora eoosoios, 2
    hi.nttos lagares com es.elbo, 1 grandes caato-
    eiras, 1 rodomas com figuras 3 pares oe jarros
    tinos, 5 grao es pona carioea de alabastro. 3
    se peniinas de crjtal. 3 eneiaaas, esleir forro
    de ama Bal? e 3 qoartos, 4 cadeiras de bale neo
    de junco i mcbiHa p*et- en'aibada
    Urna cama francesa i acarand, i comrooda
    tnteira de marello, 1 m rqaetio laro 1 cama
    pa-a menloo, l be codefaia,! columna com po-
    dra e 3 estantes.
    Una Imparrante mea elattica de amareiio de
    8 laboa. 3 aparadores de celomoa. i sof de
    atnareio 3 coasclos de amareilo de volia, guar-
    da looca de amareilo, 1 cade! a ca-rinbo para
    menln I qoarttnbetra de colomna, I tapete
    f rro de sala. 1 candieiro grande neiga, looca oe
    porcelana para jiotar. otta paraalmoco, garrafas
    linas para vtono, compotei-as, copos, clices,
    frucMras de por -elana, galhetelro, pr.tos de vi
    -^ro, cabides de psrede, mesa de cosinua, arma
    rio. jarros, trem de cosmba eoutros'maitos mo-
    vis
    Terfafeira, 1? d) corrente
    Vs IMO aiii'a- o -irra io D 9 >i ra da
    Impe-atr
    l : .-'Dt. Mi uu tiri leudo ms aportantes"
    movis e u)i oh otr. ,oe fo an removidos
    oa a o referido rea* .. e h- 8o >enoi.ios ao
    I r~ rto ir--' r
    S
    Leilo
    D- 114 relupi S tie al(il .eir de Ol Ste-I. 00V0S.
    20 pu.se.ra- t correne-
    . jftja-eira, 18 ieSstcjibio
    A'S 11 HORAS
    Por oca? lao oo lenao de movis, h uca e vi*
    1-cjb u. 2 andar < u e.o no. d rea an Impera
    dor ii. 14.
    E;m continu 9S0
    m lindo santoano ur ru e no-o e i mesa
    para o m> sin orna caixa com doas piallas para
    duelo, om figao de ferro.
    ^irrande leil >
    Detnilivo
    De impertiDtea pre no tonos be-D locahsados
    em lerreoo proprio e coa* b.ns rend-Bento, na >-3*J
    Magdelena
    rer^a-feiraj 18 do corrente
    Ao nejo da m ponto
    No arnazen ra 15 de \e-
    venturo u. 8 t'
    ANTIGA DU IMPSIaDOR
    O sjente Oiiveira, compelentameaie antoriea-
    do pelo proprietarie, vender em leilao livre
    desembarafados de qaalqaer onas os predios
    seeointes:
    Um importle eobado de 3 andares com
    grande pavimento terreo sito roa do Bemfica,
    sob o. 1, na M d-ileoa, em terreno propio, ao
    desear da pon e grande o 1* sobrado, com gran*
    oe sitio mo ado e bem arDor.sado. cummodos
    para grande familia.
    Um :i;o mesma roa sob n. 5 tambem de 3
    andares, oin terreno proprlo, com ba8taotes
    ccmmodo8 e mals 3 casas terreas m sjia ra
    s.b o n. 3. entre os dous sobados tambem em
    eolo proprio e bastantes commodos.
    Um importante foorado ismnem fe 2 andares
    u.. Coronel Soassuna o. 119. eos bastantes com-
    iiij ios, teod oo pavimento terreo um es ah-leci*
    m'Oo de molhados com mu io bota re-iuimen-
    to, etc.
    Os Srs. pre eo isales doe pjderao exa-
    minar es referid a m. o;.
    \

    1

    Leil
    ao
    Urna Una tideira ulica, esdeiras estafadas,
    rii a mu ilii < e me ..hho com c:- te qnes', me-
    Bbas rt o aiei InOss. jarr s, t
    ]' o qni .4 f! ', i.: o angas,! mobi-
    Hs g Iros, i Dsrar te-t e objecios de metal.
    G iia tido ronmodas toilettes JavaiL-
    t t. luna de coi o a, i amas de
    lona, I e tfl cabiaes e oraeira^
    1
    M ti, cade ira de jonco,
    i. i i. q 't nheira, i-ys aes, oaa-
    1J" i ras. 4 ogas, louca,
    s. U ... a e di jardlm, plajtas,
    r IQOS O. :
    Qaarta-t ira, 19 lo corrente
    ...

    Leil i
    De l0 fie 5o wm averia d'egua
    do rpr
    Quiat-f i, 20 do c-jtrente
    /' 11 horas
    Ar. idilio
    No i Santos J i 4 C.
    --. Ci ">:;. l a a
    AVISOS DIVERSOS
    -
    Precisa-se ioe eaiba cestnhar
    i ca->a, pa-a l
    pe-oa, i trd; r ;: ro 1L1 ment n Ai loja,
    1 S .0 70 n' -'i e i; i ip.
    tiOUIiir.Se U ua O .^tl-, .
    DO u tai ; .ra.a' Di r
    fiurn- :o 70.
    V* ro .ra
    -1. Francisco
    AMA Pn ,. ra cosihar:
    ni rc^- D.g-:c : r. \ i I ,.
    Alaga o c casa n. 43 a roa do Fo.o, com
    doas salas 3q..rtos, cosinha e quinal a
    lrUr oa roa de Jv e o. 74, 2- andar, das 6
    a 10 bor t^ m^nh
    Preciga-se
    De om ca'r^'r q.j ienb p.-atic^ de padaria :
    ca ma Isjperial o. 41. padaria.
    Canto e volino
    A. R'jcl !ec
    Iafo rntcO--s dic-d Prslls & C.
    Caxeiro
    P-ecisa se d"n caixeiro ; na ra Ma'qoex
    do H' val n 73. e d um menloo com p-ati:a
    oo ueumo para p r-ti ar e-n mercearia, prefere-
    se dt matto.

    Cas is
    Vendem-s ua' c..as ler-eas robre os ns.
    3 e 4 e cloc mei'aeoas sitas roa do Desem-
    Dareaior a o es M i -naio (be-co do Es iiDheiro)
    a tr-tai ua e-'rn a d-* JoSo -e Rar-o n. 10 A.
    Ao commercio
    Macbadj P.nio e Rudri^res nesta data dio
    poleres comoe'en es ao Sr Lo z Corris Lourei-
    ro para fazer a cobran a de nossos devedores.
    Recife, 4 de S li-rob-u de 1894
    ________Micui io, Puto di Rodrigos
    Regulador da Marinha
    Concerta-se relogios de algibeira, pn-
    dulas de torre e igreja chronometros de
    marinha, caixa do msica apparelhos
    elctricos, oculos, binculos, oculos de
    alcance, joias e todo e qualquer objectos
    tendente a arte mechanica.
    i) uu Larga do Rosario9
    luga-se
    0 sitio em Paoamei im com commodos cara
    familia ; a tratar na rna o Caboe d. 14, toja
    Modista
    Na rna dolmpe'adrr n. 4 precisa-se de costa-
    r iras qoe traoainem mni'o bem. ___________
    Caizeiro
    Precisase de um rapas qon tenba pratica de
    faien as e dando atestado de seo bom compor-
    lamento ; a trafr do Baza1, de Af< gados_______
    Prec'zase
    Utua ama para cosinhar na
    rna Duque de Caxiaa n. 49.
    Prefere-se que duriua em
    eaaa dos patrSes.
    * i
    ^ende^se
    Portees de ferro de 5 1 palmos de largura,
    rades para cima de moro, terrajo e jardn,
    bous pedacoB de grade no largo do Forte das
    Cinco Ponas n. 4
    JCr
    Casa venda
    ,---------- i.ii)rt
    Est p;ra venda ama casa de sobrado, An
    excedente consirorci c com mottos cotrmodos,
    roa do Bsr^ d> 8. Bojjs, antlra Ho Sebo *-s -
    tratar na ma do Sol o. 15
    ni **
    Efe----------------


    I

    MMMM I
    IMaric de Permimliuco -> BEominge til do Selcmbro '*** ******
    WARAVILH CURATIVA
    DO CLBPR
    Di. Humphreys de Nova Vori
    A Ve.dactera Maravilha do Sec*"*.
    AFPBOVADA LICENCIAD*
    #eliv IoBp*Hlo**a -ral dr IIyr7io n*.
    Imperio d Urj-zi1.
    *_ Mn**>v11htt Cu ;. vi, e r-imoa
    pi.ra a: Pisnd'iras, MtH.i,iu1iiris,Oontiis<*a1
    O duras. Cor taurftfl, ou I-a., rr^c*. Alllvii i<_._
    ten..iu i o *-. tni faz | r ; i
    a Inclu-i ,' i >leoortiut*h!.o, efazbaiai if^iM*
    oomt >>rpucai i.
    A MarATilLa Cnrrulva aiUvio ororopta
    lira rpida i*ra juelmadLnis, l>*ulili- Qjelmaoura do Sote'* uiierior aqunK.t'TixttK
    HMMHb
    A Maravilla t. In.illTa ir.,mnn:L-t t*
    toda.* as I'cr^orrhaisitts r- :Ja d( Nartt dunocn^ivi s
    Jo* Pulmdee. do Krtomapo. nu a& HcTnoirn^Ma.
    alroorrenauroun estupre a nunca f alba-
    Instituidor

    A MarHvtta'.
    e brelo** P*** um iiavu '- *X a-^>-
    FlelUcjna Junta ou I".
    a l>l>...i.hu t'uruivu toMf
    par K*Mincta Anpl.w,, v..,v..1,'W K te* I
    A Maravllha Careilii .re mu.. -
    rkr, rm^We ounw .^.rtoventos u.-i>
    Fk/rrs 3rh.Gcaa. e oes
    u *
    A Bfaravllh l'amwlvis imparavol nal
    SubTCallo. rWra J' '" neta efuraorra
    dos. Callos.
    A MaraTha Co. nllya fjmeno
    ura Dlnrrtaea simples.
    A !H.trailbn i'at.ultn __!*.,_*
    Et,- Martin, pura rnrrerturi> f.
    f^aur^ .. i^rolarturaa. Ootu C;1_<*raelur...
    roaaaai
    d'filoirhuiH'h!
    Sspocialidades do Dr. E_G_rej*
    iemr** Epeel8'">
    Bcmemte [iiira liUce,
    Sencido Srpulillica.
    BnwOf Vetcrtnfirlaa.
    * iJenukU-le e modo do -n ;.'. .,
    .) ao sen ltlca-3 oo
    HIHPHKBYS' OlEDC!ns CK,
    1W Fultaa tttrrct.
    UBsV YOS.L.
    un os agentes
    Para ventta era grueso em
    Prraam!>aeo
    Faria ^obrinho i r.
    amerl e Bo mrello, e ero as bibllitQ&M prfcisas, ffferffe-
    e iari l-ccij r prii.i-i as lo trai, f a cfi 1. -
    i|l> 'MiitlP materia* c u moc datft-, ero qo^iquer igrnDo oa -l -
    ciin^u'O dr eniracao, no qne d prn^a ; qr,n, ,
    p 's, de i os est'tDo e (joiipr o'il -Br, pd^t-
    Bcontral-o d liv.r ATfa Mta electamo da 9r. Aotooio Ft-dgarso dr
    ojjrliL Jnior, ie r-wai te infirmara.
    Sitio
    Alca Fe um 'Uto no A-ray 1!,
    *-*-|o d. 14 a Iralsr na \0]i aaa
    Dnqoe de Cx as n. 66
    estrada do
    etre la ro
    JH.
    eiro
    jVerisa-ae ia nrr menlnj de II t linno.-
    ie iiarte, que lDha prrilca < rrolbad ;
    t -'' no Euiui'to na de Nones Manad
    .ID. -
    Vencie-se
    Urna casa de tupa, nm com trr.'eno pro
    i' 10, m Saoi'Af Dentro a tra na rm
    o Imper. O' rt. M 1 j
    MtlO
    Aloaa-ie co end -e raoavel, ero AfoDarfos,
    ta t".ves> ite Molocrl rr 6 n 4, coro mntio
    uod e grao e lardara, 1 qu-1 flea rr mo p>r'o
    os bi: o- 1 da estradas de fe'ro, teprto Iok'
    loi.to e (ellente D.'ODo ral>a o oiias f o'tfi
    as ca'di freno, inrlusle 37 .' rte nqo^i<*
    e roo ar fx-ra 'KO'lia a tratar Da ro* de
    Sean Tberpsa i. 38_____________________
    Cobinheiro
    Precisa s de nm hr>rr cosianeiro
    'o '".tn roertio d. 44.
    trata ae 11;
    H
    >
    <
    Q
    INOFFENSIVO
    O GRANDE
    PURHICADOR
    SALSAPARRLLHA
    R1STCL
    OUtUTODAS AS IMPVMIA8 00
    8ANGUE E HUMCME8
    1
    H
    %
    >
    r
    H
    E F F I C A Z
    Bichas cl Hamiiur
    Veo e se ero giau^a >. peqo as porjiea
    tp^lira-e ventopa peras e aarj-idas ; na re
    s LaiaoeeiraB n 4
    ProCesfeora
    Preciza-ee da urna que saiba portnguez,
    arithmctica, trabalhos de agulha e piano
    para ensinar a 4 ou 6 ineninaa, ora da
    cidade.
    Garante-se bom ordenado.
    A' tratar com Jos Vusumbo, Largo
    d' Con.panhia Pernambucana n. 6,
    andar.
    atJliffl DO
    FRANCISCO (iBGEL & IKMAO
    CASA DE CONFIANZA
    Fazenda finas, modas c confeccOe
    Soaimento permanece de tecidos e outras mercadorias cui-
    dadosamente escolhidas as principaes pracas da Europa, principies
    mente era Paris e Londres, de onde recebem as pr E' stnipre variadlssimo sonim rito que manlm ein sedas
    brancas e de cores, las, linhos, tecleos d'lgodSo, enxovaes para c,sa-
    mentos e baptisados e muitos nutros artefactos. ^
    Superiores tapetes, alcatifas, esleirs da India lindos tecid, s
    para reposteiros e muit s outros artigos para decoracoe,de casas-
    PREQOS MDICOS
    Eua Primeiro de Margo n- 20 A
    TELEPHONEIN *M_____
    t
    Delpkina T, Barros
    Jcf Jaroan i T rte da Crgt?, Alberto dr Ol-
    velra Crelbo, Beatri* Perreira Ca To^ta Mari?
    AoRDMa T. rr^ira Coelbo, Amelia Fl. Fe-ret'a
    e Vicen:t Titarrio F> rrelra, coDld i aos i
    prenlas e amibos tera ff'Ftirem es miiias qne
    por sima de soa seropre borda e nooca es
    oecioa ronbada irmS Del bina T. barroe,
    Sisndao resar na nairii io Co-po Santo. s 8
    _o-as da naoba de geftnndt-fetrg, 17 to correo
    te, stimo da o feo f ilecrre- to, anteripindo
    de'stie )* oe sena ?sr;tiecin piop.
    Thvn-.n *Jon^lvr IV
    Hramll
    G- vasi. Guuc-I'eg ia 8'la, coDira-
    f m"ante lot andido HraiH e 8eO'
    ein.-, Df. FraociPto 8anii-P' Goi.f; :-
    ve>- ia si va. Uta de Moraep Go. caiv^
    Os S la, Mna L G .iC. I 8'-*8
    ovevaa/. Goncalves da Siv--, Jalla A- Go
    C..Te8 n/s!lvi.,G.nar Fere, E-e-baG. oa Silva
    r>reg, rao P. n GanciUes da Silva e Am i
    F. GoncIV'-8 da Si r.o'ividam eo pa e !?-
    e ar iio' p s .gscli-em a mis- qoe maudm
    olebrar as 8 boras da m-nbS do dl 18 do co'
    eole, Da ma'.rii -a Ho- V.-t, por alma de 8U>
    riioa, epo-a. irnae"ada. Tberoa Gonc I
    fes da Miva B-aaii, f tleci < Da Cip> a- r>-
    Casa Desosis de lulho
    Ne88.-. catta taz-se qualquer trabalho de
    f rro e ayo com a mxima presteza e por
    preyoa resumido, e tero a venda diver-
    sas obras dfl ferro e cobre.
    N. 97 RA DA PAL"A N 97
    Antonio Baain -'" Silva
    Uuiino
    A viova e ct Blb oo b a"o ArtoDio Baos
    da Silva Gnemao. ai da F giio- pet>s P""rta-
    dus do fto tioaoo marioo e p t, locvinau. a a
    aeus tare: tes e ac* ami|
    art ^fsisnr'D. a a is-a do p-imfifo BDDlver -
    rio do Bo p^8PPBoio. qn ee- relebrada if 8
    horas oa mfoba oo "ia 17 no rorrete, Pa i(?rej^
    de S Panlakat d Mooteiro Desde )a agrade-
    rm qtellta qut- w dlsnnfal treetar maiseg.e
    bimebcio de carldade
    ^Ba__BaPtB5BB_SC-' '
    Precisa te de oel. 3i, pava Hdsr com orna
    "Manga ; i 'r-.ta- c auto n. S da pgtraoa de
    FernaodeB Vteva.
    M4
    t
    Al-
    irmiia malla de CarvraU*o
    lanai-
    Maria Alexandioa de C rvalbo. Maria
    jaoooad Carvaibo Vitnoa, Arcelo Miooel
    Fertandeg Viaiioa Goilbei-me FraoqlBco de Car-
    lalbo. convidam atoa paremes aiuieo* par
    ase btirem.a. miesas qoe mtDao librar po'
    alma de toa preza 1- alba, mal e rcu, oo d\t 17
    do correte, *s 7 bo-as do oa, ra capell d.i
    remite, io poMico. letioo -di* oo sea ulau-i >
    pa.saotctt, con'fseacu-^e dtoiie ja eraloa por
    eile acto de reira*.
    Precisa ee ra roa pira um es 8-', qoe
    geja de meia idane ; t- tra ar ia >oa Lara do
    Rjgario n. 6. _________________
    Pre"is:. e ie cma un pa a aodar o u oa e
    o>oo mal servido de casa de peqoen
    prPfpro i -o'i> a -' a roa .atraa'
    ca rsa Duque d Caxiaa o. 97^______________
    Ama
    Preci-a ge de 03a coficb ira; a tratar oa ro
    Ps.'i da Victorino 54, na a .liga agenca de
    mTe'B.
    Boa ocCaSo
    Vende-.-e un imrortaiite estabtlecioiento de
    iecOM mulbaior, ferraieu; e om bem rr.u"-
    1 'adn, bem afre*oeza 8, des soltando 110
    a ISO barnc.8 mensalientu ; a tratar eo Ja-
    bA8lt4. roa 6 le M.r.;i D 61. A't.'ti -e a ra-
    in rorotiraior do i stabelrclmen'o "re e desrn -
    oaracada at o b. Jo ia:>o >e 1894.
    Sitio e viveiro
    A'uca-e ou a rt-nda-s o \ io Encobar, n. 9,
    a iraie sa de Mio' lomr em Afogadrs, a oh-
    ra m'", rom excedente vveiro, casa, coqui iro-,
    peg a-^e para crta(lo de vareas e patita de ca-
    pm: is prM'sd oes p'^em examnalo. A
    r i-r no Is'to da P i n. 84, co ro* do Pilar q.
    56 dp%i das 4 boras.
    Ama
    Haraa dj Araga-u JO. preclo-se de urna
    arou -a r.osiabe bem, para casa de pequea
    (a tuna.________________________________,
    PreCvia-se "e moa im qe satba coiinbar
    9 qBfi dnrma ern ea-* d.i- n;>'rtes; na roa Bario
    da Victoria u 45. 1 aolar.
    Prceisa-Me de mu hoiuem sa-
    dio para distribuidor de jor-
    iiacs. \i escriptorio do aUin
    rio se tracara a respeito.
    Casa para
    Aliga ae rro exc tiente
    alagar
    Ciea .oro bast?otec
    urnmuda sitio, agoa e p^z en^arado^. fua
    lo, ai'dad^. por 8>-r perto rt; s a|ia da Janoeir
    e da T "loe.ra, s ia oa Cruz de Almas n I B,
    Irejuexia da G'aca ; 8 tratar na roa do t;>iCEe
    ibeiro peretti o. O, an'iga da P.Ja, com M noel
    Gjmeg da cooha.
    Csea
    t
    D* Franciaieo 4a ale Medeiroo
    Leonor Fraocif* oe kHdtircB convida a tedo
    os seos paremes e amikos t Ce ito blbo o Dr.
    Praniisro JO c"e Medeiros, pa a rHitirem a
    intssa qo"1 ser cle rada na matriz da Boa
    Vista, ie 8 bnrai da roanhi do da 19 do cor
    reot! anoivereano do gen falleclmeo o, coDfea
    iiaodo-se grata aos que comparecerem a e.te
    icto de relig*ao.
    t
    Bom negocio
    Ven^e ?e aro bom neg ew deoro desta cida-
    de, com o movia.eoto Je 15 4 JO ontos meo
    spep, oo admiHe se om soio '001 cenital car-
    tas oetta leiacco com as miciaes I. H.
    Ea^as arncde de AlaeMa
    Maria de Si Alboqoerqoe de Almelda convida
    M39 pareatea e imtgos asuro como en do es
    je. pre crorado nunca esqne-Mao flibo. Eneas
    Mampde de Almslda, pata agsii>tirem a rotsga
    ; per alma deite oaods rezar na capella de
    1 lem, ia 8 bo a da maoba de tr'ca-fcir 18 do
    corrtnu, aatmo da de seo infausto pss amen-
    to, pp'o qot desrfl ja Ibes flca agradci>..<.
    losiheiro
    Precisa 8 de um bom cosiohelro, .asstm coro o
    de oro criadinno ; a tratar oa rna do Carme
    qcpt C em Olrort ..-
    Cr'ado ecosinbeira
    precisa se re orna oslabeira e de om criado
    corelro a' 10 ?nnoe de sade : a tratar oa ra
    do Coromenio o. 31.
    Caiseiro
    Precisa Be de a aeni -o de ti i 14 anooi
    com prptica de tavema 00 8 m pratica. qoe d
    fado, de soa coodocta ; na roa Luii do Huiro
    o. 44. ____________._______________
    Exceliente morEda com
    sitio
    Aloea-ee a magjiU.a cata com o:timas ac-
    commodapCeg para comeroga fam:lla, com eran
    de .itie morado, arvorts f-orufe-fg, parreirai,
    baixa d capia, |srdim e raais depeodef ctss,
    etc. etc., Bita naT>rre, leod booda 4 porta. Aa
    cbavea e intooUfiOea, aa roa Maraaex de Olinda
    oimero ff.
    Veode-se a Importante casa, alia a roa de 8.
    eneaicto o. 1, Pono da adeira, em Beberibe
    margem lio 'io, C-ii opl mas BCdronrodssOeB.
    raode qonial todo murilo e arborisaoo ; a
    tratar oa roa Larga do Roaaria r. hO. aegondo
    and r.
    nxaquecas!
    tixaquecas!
    evr algias!
    evralgias!
    DO
    li* Pl CRTiali dissi'wm dcntro
    AS PEROLAS TEREBEHTHin || ULCIl I MU de algn- minu-
    tos as mais dolorosos Nevralgias. que sejam ellas de rabeca. dos mem-
    bros ou de qualquer outra parte do eorpo. Nunca de mais o recora-
    mendal-as aos doentes que solfrem d'essas crueis affecces. Para actuar bem
    a E-seucia de Tereaenthjoa deve ser perfeitamente rectificada.
    rxljt-sc a Firma de CLERTAR obre o rotulo dos Tirtros de Parolas de Esuocll ti Terebentbiaa.
    Em PARIZ, 19, ra Jacob CUS L. FHERE CHaMPG* e C, i"" 1, ra Jacoo. em PARI2
    A VAIIKJO XM QUAHI TODA A PUAKUAC1A bK TOOoa 00 PA1ZU
    TNICO
    ANALPTICO
    REC0NST1TUINTE
    O Tnico
    mais enrgico que deven*
    em pregar os Convalescentes,
    as pessoas idsas,
    as Mulheres, as Criancas dbis
    e as Pessas
    tracas de Constituido.
    DE
    ucuri'srpn
    pi r c
    A^a-
    9 i

    INA
    pa~

    COM QUINA
    SUMO DE CARNE
    PHOSPHATOdeCAL
    Cotnposto
    com Substancias necessirins
    e ndispensaveis na
    (ormaqao a no desenvolvlmento
    da Carne
    muscular e dos Systemas
    nervosos e ossosos.
    OVINHO DE VIAL e a^\ssocl$o feliz 'Jos Medicamento* mais activo*, para combatir.i \yemla,
    a Clilorose, a Tsica, a DyspCpM, as (laslraltji s ou Cvistritas, a I)i..i rhaatnica, aIda.iecritica, a
    Frouxldao peral, as lorigas Conval..(-<-ncias, <. Km urna palavra, lodos aquellos estadas Siidez, de Emmagreclniento, de E~golamento nervoso, asqnaes os tempcraiiiaiitosde lnijc estao
    talmente predlspstos. Em I non, i'harmnrin J. UAL, ra '<>, 14,
    Phinntrls e tro;ariss.
    Cajurubeba
    E*'e en rAo e prooigio o tted.cor.ea'
    t que eotBKyoi. ser volg rn-dc ero
    IH83, ?: qoe t-- proric"' resoltadoa 'em
    jt- daio re cora do reomstbiino, o>o
    -tias de prie, eucoiriee, astbina, c<>>
    flrirue' toa < -ranioris ics pe la irrpurese do
    noirP I --aB d.ff.'rente intsdaty *i"
    esteva por algum lempo pr;-liai>do \ t
    as mperitsa*; o bije, pote-n
    (!m tt-do aeu vigor] ; da
    . i erar que ooot'roe b merecerrln i)li>a>
    Tt-do pobhco a nem tec-iti.c2c de qua
    i reprt- gosoF.
    Approvxdo pe respeitav 1 Junta C n-
    ial de Hy lene, por Pea -toa de 2 da
    Jjoho de SHr J- 18 de Abril de 1485.
    Composico
    aa
    candido h Ftgaelrcdo
    PRtJPAGADORES
    BaptiHia & Fi}uiredo
    A vrd em qu-Iqner Pharniacia.
    O Et-i ..; rtp to e van io aortimento
    ..ia homnne, aenfaoras e meoinos.
    Sedas
    pretds e de coree, Hsaa o la*
    Brancas
    aradas.
    QleOeFigaftOieBacalhao
    UTOR DUCOUX
    muj
    Iodo-ferrugiitrtso, com Quina e
    de I.nran)a amarga.
    com Cauca
    r* rOIEoE
    i W3n
    M__
    sailtraot.
    bu ore
    OUISMIII
    Quando se trata de curar a
    DOU CAS DO PEITO
    ESCRFULAS LYMPHATISMO
    AtEMIA CHLOROSE, etc.
    os Mdicos d5o *empre, sem hesitar, a preferencia ao OLEO de FIGADO
    de BACALHAO do D' DUCOUX, Iodo Ferruginoso, com Quina
    e Casca de L aran ja amarga, porque elle nao ten mo gusto quaU
    quer e que a sua composicSo o faz eminen*mente tnico e corroborante.
    Deposito geral: 7, Bcr levard Denain, em F..EZS
    Acha se para veo*, er em todas as Pburiaacia e Drogaras acreditadas do Universo.
    Vearonflar-xe dan Falaiflcafde e ItnitafeK.
    rWn -'%**-.. --a #*-* ******
    Jj&uu^a lia 111,1011 Pre-min Ci.-.nA. i.xponi 14 Dit.iemaa Cu ifcJw, li' faVrfaiflint Ae Oor* o Meaihat de frua.
    mnm l^stea tmiB
    cuta Jiasr. c BOM X,KXCX
    i iielhor alimento para aa crlancaa de trra laade. Suppre,*^
    intufllciencia do lelt-;niat''.ralelacllitaod<.'5iuaiua..Com'st'U
    asu nao ha diarrlie.a nem vomios e sua digestSu fadl e coo .pleu. ^j,
    mpngm-sw tambtm vantajosamente como alimento para -j ^%
    Adultos a Convalescentes que tm tstmagos delicados. *r
    l ^gr*!ljrc a> FarlH^
    ;lte &
    ISACa KISTLa.il
    Terauetro x.s:rrr Ptjro 88 VdCCAS 8Ur83.S .-jndo i-onservddo seu aiima etj
    toSessuas'uuadads uitritlvas. Alm dosfeiiudcs se-rvi^os que esta conserva presta a Froia,^
    ao ExenMo e aos Hosvitcs, ella lem ganftado u po!cSo na alinienUcao dos parucuiares.jjp
    ao iu38 ella assegura um lelte agradavel. sauJavel natural ^-
    Ixtflr a rirai: nmu b'TI i a Mora a ralrict: arnrBO x V-SSABOai.
    A casa Benrl STestl nao tem nals, como ontr'or, om nico agente para o Brotil ;Sj3
    seus productos acham-se as principaes casas Importadoras, drogara, pharmaclaa J3*!
    toHEf?ReNESTL, em VEVEY. { f~ ff|I" Z%lT*^* f|
    a>t^f^v om t>m\
    Cychemira8
    nerdadoa, eep rtilbci, linnTiat
    \t uiitick, nretones, sepb>ro,
    o-rEEi.8, ponhos, coP r-i-
    di.s mc'borea fabrioaitea,
    por presea reaom'
    Ccrtes
    re liras
    hapAoB de sol
    hra e peitii
    Per'- aiarias
    >tc., eto.
    Todo Be enoontru
    digsimos
    NA
    La
    8 A-Hoa 4a luipcratrizS8 K
    TE
    Ol.ion Siiv^ Sf C,
    Gran Via
    OS V0ll-C.ptB3
    AAam. Conrado, Antues & C, que re-
    cammeeos luvas para este ut:l divert-
    I* BBWA
    PRACA DA INDfc PENDENCIA
    ' Ns. 4, 6, 8 E 10 ______
    B jnntfria
    Ronetas, broches, collares, grampos
    settas, pulseira-, chateluines, cadeiai,
    medalhSes, alfinetes para gravatas e abo-
    tuadaras o que se p ae desejar de mais
    chic e fino, novo sortimento receberara
    i ooraJo. A tunes & u.
    AIMISA
    iirt
    f:
    Branios edn c >res recberam
    Coarado Assii-se C.
    Mundo enteiro
    PAFi^ CURAR
    aem nenhutn outro medicamento e aem temer accedentes
    PARS 7, Boulevard Denain, 7 PaRIS
    Depsitos em Pernau^uci, : l'BaH- i. da SILVA 4 C'\ n principa** Pnarmaotoa-
    ^e^6^t$-^ 4r --xococo*** 'c^o-acC3Sf'
    LU iDnlUA PIBA CERTA
    em V H9MSAB, com os
    Igi.obul.os os secbetak,
    Pharmceutico. Premiado 'O mtiilha
    1,'NICO REMKDIO 1NFAI.I IVKI.
    ADOPTADO PCUOS M^S-M" 1 M P"
    |Depo3Urios em Piraanbaco:FRAM^ M. ia SILVA A P"J
    L ques de fieie e !' vm
    [Jltim-s cov da; es do Pb>-a le .-
    Congresso
    das Daas
    Bichas Ha...buruezas
    Mensalmente. recebe grande quantida-
    de de BichaB IIaniburguez"S a anti casa (Cardoao) recebetulo ltimamente oa
    novos e appereicoados apparellios Wal-
    bec, para applicacao de ventozas, attende
    a chamados a qualquer hora,
    Residencia ra Estreita do Rozanoo.
    25, 2o andar.
    I'.nuslia Frros
    cognac, vende-se
    Ce^'iiie
    Este magnifico
    ra de S. Francisco n. 24 mercearia
    Vieira & Silva.
    VIXHO do portoADRIANO
    Tnico nutritivo e reconsfituinlo o
    mais puro e saudavol dos vinfaos fi-
    nos, j por si recommondado aus
    Srs. Consumidores*
    CAUTELI \ COM AS IMITAES !!
    IMCOS RECEBEDOSES
    4.ii ;:ariipji A Valcnto
    N. 6 Largo do Corpo. Santo N. 6
    C, .. f i 1 {; H
    Receberam Conrado Antunes &, C, um
    variado sirtimento
    Conrado Antunes iV C-
    A Bt 1 <*
    Alia i.ovid..<1e
    Em finos bicos e rendas, desde a mais
    ana seda ao melhor Valenciano, recebe-
    ram
    Pedfo IntPPti *i C(
    Ra Duque de Caxias ________
    Etagres
    Bonita variedade em madeira entalla-
    da e charlo. Mesas e toilette para a3>
    nos, receberam
    iroDR' ANTONES & C.
    3 Etna Ren? de C*laa>
    -------------------- ---------r
    >mw\m mmm
    HIUNCOS V DE ORES
    Pili A
    USINAS E S5BSECS
    Giimaraes & Valente, continuam
    a ter as mercadorias abaixi) descri-
    minadas propinas para Uzinas e En-
    gerhos que vendem garantidas e
    grecos sem competencia,
    al nova de Lisboa.
    Cimento ^ortland.
    EnMGSTaif *,
    R ^lpbij ltiCa & C.
    Maltas r-evidrdes
    A plices do Es!ado
    Comprtri-se anoliree ds Divida Betancal o
    joro de 7 0/osnoj. nln seido .'9' endttMin
    em beneBcio de otinaa pBgf-se ?{* o ; a iralc.r
    no caes de A olio n. 73, com Secastiiu *. Ua
    valcante.___________________,_______
    SB2Q&S
    As 8ezoe^, fe brea intermi-
    tentes, palu8tres| rcuitenter',
    clores de cabec,.., nevialgias
    as mais rebeldas, sao cura-
    das iofall velmen e com ss
    pillas contra as sezoes do
    >r. Costa Leile.
    HEPOS1IO
    BOTICA FRAWEZA
    H. Rou.^ua>rol '
    22Ra da Cruz 32
    A N (Va ESPERANgA 63 roa Dnqoe de Ca-
    sia* .aba de re. ib; r i.ui x;i 'i i o ortlmento
    Rea EstreiU do Rosario oi^rfo^iSr ffi^"lT.E2. fi0s,ga'
    ._ leos americanos para Iubrificaco. uni? o'oeh**
    1). 17 lOja Oleo de ricino.
    Oleo para cilindros.
    | Az'ite de coco.
    ! Azeite de carrapato.
    Alvaro Baylon
    Compra no seu estabelecimento ra! ^eito de Peixe!
    do Mrquez de Olinda n. i o seguinte Qaxcta de linho.
    cacao; caroco de algodao, mel de abe- Qraxa em bexigas.
    lhas, prata velha, cordas
    embira, paga-se melhor
    da
    do
    qualquer outra parte.
    craua e pixe em latas
    que era p,-,tassa da Russia em barricas,
    ca
    A' Traviata
    Ra da Imperarlz n. 80
    Recebeu os finos e agradaveis extra-
    ctos, Faugire Rujale e Royal Haubigan-
    t, ambos do conhecido perfumista
    Haubigant.
    viNHO-OLARETE SFECIT"
    DE
    Mu ve Rocha LeSo A .
    Garantido puro e escolhido pelo
    laboratorio municipal do PORTO;
    NICO VINHO QUE SE DEVE
    UZAR AS REFEIQES para sa
    obter urna digestao sania e nutriente.
    Encontra-so as principaes mer-
    cearias.
    NICOS RECEBEDORES _____
    GUM\lt,\ESi VM.E1VTE
    6 LARGO DO CORfO SANTO N. 6
    xas e latas.
    Formicida capanema para extinco
    daforniiga sauva.
    A. Largo do Corpo Milito A. 6
    Presos americanos
    Vennprt> Hco-y Forster A C. em seos armo-
    iens ne fi m9a de trigo, raes da ReaeneracS-
    os. 3 a It, co io seo escriptorio i roa do Coma
    me co n. 8.
    enmes d
    hrareletes,
    bt tres, voltaa,
    ne*c ni -o oatros
    toa as vi'.nnea ae8-
    ppnh .
    laoello.
    NIMA P0MPIL1C
    irurgiao dentista
    Centna com o aeu consultorio roa
    Bario da Victoria n. 64.
    Consultas e operaces daa 8 boras da
    manha ka 3 da tarde.
    Dentaduras pelos systemas mais ape'
    eioados'
    ganiio r r
    e-ih,ia. ebatilsl i b. r
    a lio- q te ai-ba -s ex, o
    c Iha iias Exti>8, set horas
    Um vanante rijo sori ment de rendas o que
    li-< de mais es o.
    Desearos e se&at pa a bo'dados.
    Ca i .!u- e icu-- f-a ni
    E1 x vte- oa'a nanlin-rioB.
    Mcsjji cir..- bran .-- > >aria8.
    PEDR' ANTUNES A a
    C3P.ua D.gu-. u..it.a- _______
    Galoes e Guarnios
    Doro vdrilho e sem vidrilho acaba da
    reoeber lindo sortimento o
    G0NGH8SS0 M$ DAMAS
    FAVIAZAS
    E' lindo 1 8' rtimecto de tecidos senda
    impoBsivel de se dr.cr ..r a grandeva-
    r.edsde de tecidos de faotasia, sedaa.
    1, Dknaook, Ckmbrafis>> brancas o de cc^
    ref ; pede-se ao publico em geral e prioci-
    palmente kb CxmB. fcxr.iliar. de viaitarem 0
    Coigreio das Damas
    Carvalho ^ Ameida
    RA DO 'JABUGa' n. 8 e 10
    Telephoae 196

    iifihaZ]
    i


    v


    s
    BMttrio de PerHamimeo Domingo ltt de Scionibro de Ifc!>i

    SOB A DIRECTA)
    fii9 E47IZSTA mmU COSTA
    nmici KiOBirt
    NocSos compiladas o
    Iraduzidas do diversos au-
    ctoros expressamente para
    a oitava pagina do Diario
    de Pcruamb.icoPor***
    Captulo VII
    CousideracSes geraes
    Conclusdo
    em ferros; o povo e nflm revoltou-se cantador, entre palavius sollas.entre- dicado era chamado Veragua a vinte. hoje as minas de otiro de S. Domingos
    e O^igiu a minha soltura. Foi forro COItadaa, Com ternura, acariciando cinco legoas mais distante na costa, e de Libertad, no rio Mico, um outro
    8.) coder a) povo, mas, restitutiulo- mansa.nento mesmo a dormir os j Os habitantes de Caraii impressiona- afluente do Blewfields. Carambar d-
    me liberda-Je, privaram-mo da luz... relevos bardados a matiz da colcha ram Colombo c aos homens da suas via ficar perto do rio Rama e no paiz
    Lst tudo acabado, gracas a j coo, so do soda do Japao, protona_ d comen-^quipagens, dizendo que existiam mu- dos Indios Rimas. Ora estes Indios
    Ramas e Carcas sempre team resistido
    me restara alguns momentos para te pir vozes o :ome do pal hago afor-jtos feiticeiros entre si, e os marnhai-
    8 i.' caso o pabroDiguai-yos, dina tunado coa aquellas labios tilo puros ros acredtaram depois', que foram en-
    \s regras
    empregadaa pela
    $tica ara obter i grD do caneza,
    :c a caractriea, sao t:.dos desea v 1-
    1 xplicadas na parte applicada
    5sta scie .ca, e fva dos limites des-
    co npilac&o.
    Cada tima das gran es operaefios,
    a~> o ca lastro, o reconseamoulo a
    ai !i.iaagrcola, c un nrcial a -
    . istrial estfto sujeitas a procesa m o-
    cuja execucao pralicula p.n*
    i iril i red > e esclarecido, pro-
    ii resultado digno de attenc&o e
    '.; iso t (ciedade.
    Entre'anto, como succo.lo com to-
    is humanas, a estatistica
    ,:. i lita a ito, que Ihe sao attr-
    i i. i ii mais ou monos funda-
    ren! o.
    Ha uns de que ella r ramente ca-
    t&dc : outros qu ? nao est em seu p>
    ler cvital-os; o finalmente outros
    uelbc a injustamente imputados.
    T Unidos era s '.ais /eraese mus
    ommuns provem da idea systemati-
    i, que leva a cror, ipie so pide ador-
    tara verdade segundo a Ba far. la-
    a, :uo i >rmettidodar-lhea propor-
    ;o que se quizar, o que, estabeieiddo
    um "acto numrico, se pode genera-
    lisai c concluir, cono fez Chaptal,
    do c las i de 6 milhOes de hoctaros
    o do 53 niihoes ; ou anda q3, reu-
    nind luma muitidao do faetns osta-
    tsticas se pode reiuzil-os a um s,
    eoro a media dos quadrrs do mor-
    talid 11 qnj deduzem do 600,000 vi-
    hu lanas.iafinitamentfl' variadas,
    o tem do urna vida nica.
    Este methodo, que dosenvolve cl-
    culos apparatosos, se exerce quer
    a'u .arem outro sentido, e pre-
    tende attingif o dosconhecido, en-
    la um numero por multi-
    plicar 1 3, ou reunindo por inmensas
    addi;53s termos multiplicados, o
    que crr. nada muda o sou carcter c >n-
    ject
    Gelimer, de passal-os ain minha com- o tao form.sos, n'um sjrrisoquonte,
    pannia, esses ltimos aoinentos do'cmo quan lo o sonha com una vi-
    uina ta i bolla vidaSeria para mim,sao feliz.
    rospondeu Bolisirio, urna doce con-
    salaco ; mas eu portonco a minha
    familia o vou morror oai sous bracos.
    Adous.
    Gelimer abracava-o e nao poda
    separar-so dclle. Alinal foi preciso
    deixal-o partir eGolimor, seguiade- i
    co n oa olh is, nao cass iva de rop >tir:
    Oh piMsperidade, quein podo confiar
    on l t o her), o justo, o
    f E que nesse da a tardo, aj ver
    baivi1' j sol no occidente per entre o
    a. .ula '. > das falhaa do arvoredj do
    jaidim, toda pensativa o triste, por-
    correndo ao ac-aso os mimosos dedos
    integro Be-
    boa enxadada
    d'aquello que
    Usario Ah al da
    doponde a felicidad
    larra o sen jardim. l) dizondo
    isto, o rei dos Vndalos ompunliou a
    onxada.
    Marmontel.
    ral. Seme'hante mai
    Ora
    de
    Ofganisar una os'aiisticn ;evo ser
    con na la, c >m i prejudicial a vor-
    dade.
    II ?;.r u na" complicacao "do cir-
    iciasmui pouco eonnecidas,
    surc I as v i -. que a es a
    obrigadn a proragai voluntaria n in-
    te err reproduzindo trabalUos nu-
    mrico que nao es aoem S' a poder
    c-., \. irleitos. Tudo o que se
    podi r rneste caso 6 prevenir-se,
    : : p iuc i ganba cem isto:
    po- cadaum continua a tomar
    uciaes pelas cifras totaos,
    cn^' deeonvi ca i per nume-
    I
    i) "'-o prea' tor escrujmls em
    acc 'rostes nmeros como termos
    il i j c .usas. EUes b ) acham
    i, ora a quenada ver.lade, da
    qua tao sempre muito afastados.
    III r' ial monte ou'ros erros, embo-
    ra arios, sao mais fmostos
    estaf tica do [ueosdeque aecusa-
    dac i fundamento.
    I'- A Jsta isticn nao um.. d(
    ciencias cuja i K:stoncia so desuse
    pa,'c: ion asm tacos especu-
    lativas : v ve no meio das tempe
    dos da oiedade, susctalas poleos in-
    tj- ntriaes e p^las paixoee
    poli':
    Sus data essas contrare-
    dad; r ,/.o por guia.osub nettel-as
    at em seus conflictos tumultuosos i
    urna observacao calma ereflectida,
    exprimin lo por cifras i npassiveie
    Verdndosutois pelo bem que pradu-
    m o mais atis anda [telo mal qui
    Imi-eden.
    Todav-a, esso duplo fim nao pode
    ser attingido sem cssus'.ar aquolles a
    mem aprjveita um monopolio, um
    Seo abusa ou somonte ara calculo
    fraudulento;som irritar, fazendo
    fulgurar a luz, para os que so agra-
    dan! las trovas do paseado ; sem
    contrair as iaimisades dos pretoiidi-
    dos sabios; sem provocarerr.fim
    reou:'s >s imprensa, ou mesmo ao
    poder para obter urna decisao que
    Oon defer nao foi bem entendida.
    Tal a orjgcrn das aecusacoos diri-
    gidais contra a estatistica official; seu
    objocto apparente indicaraeaserros,
    mas sea fi n verdadeiro recusar
    eue t 'stomiinhos o abalar suas i n-
    portanas revelac5es>
    Elisas injusticas nao padem desani-
    mar os que sao familiares com a his-
    toria das scionciase que sabom qu .ri-
    tas peraeg'jicSes tem se opposto
    marcha dos conhecimentos huma-
    aoa>
    FIM
    f
    Bel Mario
    (Conclusao)
    tm-lhe mais, ajuntou o an-
    C-ntregandi -o piedado dos ho-
    Mae, comocaram por vasar-lho os
    ollMCr^Ab! disse Gelimer, com um
    frito de angustia e de horror, ser
    momkrell e quem foram o-ises mons-
    iroi Os invejoos, resp mdou Beli-
    asio; acousaram-me d aspirar no
    fcfUBO, quando eu k pensava no tu-
    jH0>te-lhes crodilo, e eu. fui posto
    A MarqtiC7.in!i:i
    triando tarde, descend oasphal-
    to do C/iiado, passava aquolla inulher
    tao linda c ta i altiva, oucaraudo com
    imperial desdom a turba ijuo a olhava
    o fulminando com o gMpe rpido do
    negro e lino olhar o comprinionto
    audaz de um dandy apaixonado, di-
    zia-s logo na Havancza o no Baltres-
    qui : Eaformosa JVIarquezinha !
    Quando um esplendido landeau mo-
    delo psreorria a passo as ras ^le-
    gantes puchado por dois cavallos
    corpolontos, a mastigar soberbjs nos
    freas prateados e arrancando com
    orgulha a concha, de polimento fres-
    ca, d'aquello carro ondea plida doi-
    dade de olhossemi-cerrados, tao lan-J
    guida !.....se abandonara tao bem
    as lufas almof idas do suavissimo
    setim rosa, dzia-se a suspirar:
    Ah vai ali a for nosa Marquezinha !
    (uando na primavera,as corridas,
    quando as flores somera entroabrin-
    do "os labios do ptalas, o ar perfu-
    mado de heliotropa e do verbena, o
    sol vivo e tem vibracoes do quente
    fulgor peninsular, o verde das cam-
    [>nas tem frescuras de colorido ma-
    tinal o a natureza emfim toda urna
    rosa a abrir, na tribuna reservada no
    nltos/Kft distnguia-so a dolicada toil-
    Ute ue raro gosto, o abandono artsti-
    co d&pose incomparavel, a indifferen-
    ga altiva.........da bella e joven
    Manjiiozinha !
    Quando nos bailes da mais antiga
    fidalguia, por entre os diluvios de
    luz dos candelabros de bronzes by-
    santinos, diluida na-neblina sym-
    phonica das notas de Chopin c nos
    cyclonos das wa!s>.s delirantes, por
    entre as lloros, as harmonas o o ca-
    lor do bailo, fulgurava o diadema de
    brilhantes, como myriades de estrel-
    las consteladas, n'quella mais for-
    mosa tranca negra, desviavam-se res-'
    peiiasasas aoinmendas o as gra-cru-
    zos pira deixar picsar a longa cauda,
    do som/>er/e, do vestido primoro-
    so.....da altiva Marquezinha !
    Qoando n)sjantaros diplomticos
    sojogavamas altas pondoncias das
    naco.s entre as tapas espumantes do
    chaupagno j mais do urna potencia
    soffrera urna derrotae a Europa um
    desequilibrio, somento.... .por um
    sjrnso das)berba Marquezinha!
    Quando, por vozes. Principes her-
    deiros na lio:- da ida lo, Duques, altos
    Millianari mesmo, recebidos por mcrc especia-
    lissima na alcova perfumada a ftnis-
    si no hylangilang, devorados pelo in-
    cendio d'um amor ardente Ihe atira-
    vam para debaixo do taco doiratlo
    do sou poquenin) chapim do seda,
    pura Re uini.os brasoes de seus maio-
    ros em troca d'uina palavra de ven-
    tura, apontava-lhes com friadignida-
    de, reuassada de desdem, a porta,
    aninh indo-se melhor entro as polles
    macias do divn, a indolente......e
    BCOrruptivel Mirquezinha.
    0 marido, o Marquoz, correcto d-
    plainata, pensador audaz que andava
    pela Europa a embacar monarchas
    com os lances complicados de lino
    calculo do seu jogo diplomtico, que
    ganhara para o seu paiz centos de
    questes dilliceis, que e/iyprra pro-
    tect arados nas costas e margens afri-
    canas e n duzias de congrossoo que
    at.. .. parece incrivel! .embar-
    rilara uma vez a Santa S o o pro-
    prio Papa, o infalivel !. tere ama
    derrota decisiva, quando na noito do
    nupcias quiz colher o candido diade-
    ma do flor de larangeira da fronte
    virginal da desdenhosa o fria Mar-
    quezinha !
    Ella, virtude incontestada e inoon-
    tostavol, casara sem a luz d'uraa pai-
    xo, sem o sal d'um amor, en Hespa-
    nha, luz d'aquello sol vibrante de
    Sevilha porumadessas bruta-s on-
    veniencias aristocrticas que a tanto
    obrigam ; carcter indefinivel, capri-
    chosa, oceultava na doce pallidez ua
    face ebrnea, na altivo desdom da
    pose majestosa, na apparencia de re-
    servada distinecao as te.npostados
    vehementes d'um temperamento ar-
    dente. E se a sua aoia do pedra,
    virgem dos raysterios subtis d'um
    amor repellia framente a embriaga
    )o!as t-clas narfinadasdo piano, ti-
    rara, d'outro a .harmona
    ])langeuto
    d'uma volha cancao francoza, por
    descuido j se v, n das agudas
    cjin as do clarim do ciro. E que
    ao ver sumir-so de todo o sol n'um
    ultimo suspiro ella suspirara tam-
    bem com aquella exprs -a apaxo-
    nada .'uma infeliz incompreJicndida !
    E oraaqu os'. accrosopntava
    a Mallanocom aros d'uma velha mo-
    ralista experimentada o lonbrando-
    sc da figura distiuctaoSr. Marquoz,
    ora aqui est quanto podo Lantaa
    vezes mu capricho d'uma alma faata-
    siusa de niulhcr ainda que seja das
    mais puras.
    lodo Saigado
    foiticados por causa das num:
    PREHISTORIA
    Ori^em 1 Xnmc la Aincrlca
    (Traduzic.o especial-
    mente para a oitava
    pagina do Diario de
    Pernambuco)
    apatronada do grande diplomata,
    gloria d'um paiz, que so Ihe arrojava
    supplicante aos pos amarrotando de-
    sastradamente o grande npomb di-
    plomtico, f>ra porque nunca ainda
    uma laisca Ihe atoara o grando f
    da alma fundindo-lho os gelos c-
    mu lados no corago.
    Pois uma noito,e isto cont.ou caiu
    malicia ainda que muito em segredo
    a Mallone, a dama Ctmfi lento, a ca-
    ,iaroira predilecta: uma noito, ao
    yoltar do circo onde um glande jer-
    cules, um clown notavel, um hroe
    da gargalhada pintado a gz, com ce
    dilhas de vermelhao, exhibir traba-
    dlos fabulosos d'uma destroza e for-
    Qa de espantar, ella deitara-s-e apre-
    hensiva o triste ; e ue mais tarde l
    pela noite fora, ao erguer do sol, toda
    entregue s delicias dura sot.ho en-*
    America, Amerric ou Aincric c o
    nomo do um lugar em Nicaragua, que
    designa as altas trras ou cadeias de
    montanhas cntte Juigalpa o Libcrtat,
    provincia de Chontales ; e que se pro-
    longa de um lado, pelo paiz dos Indios
    Carcas, e do outro, pele dos Indios
    Ramas. Os rios, Mico, Artigua, Car-
    ra, formando o rio Blewfields; o rio
    Grande Matagalpa e os rios Rama e
    Indo, que se lancam directamente no
    Atlntico, assim como os rios Comoa-
    pa, Mayales, Acoyapa, Ajocuapa, Oya-
    la e Terpcnaguatapa, que se lancam no
    lago de Nicaragua, tomam todos suas
    nascentes nas montanhas da America.
    A terminaco tea ou ic se encontra
    militas vezes nos nomes de lugares das
    linguas indgenas da America Central.
    Parece querer dizer grande, elevado,,
    procmincnlc, e se applica sempre li-
    nha do cume, ou dos paizes elevados,
    montanhoso c sem vulcoes. Encon-
    tram-se "Sica e AglasinrVrt em Darin
    (CoIombL.) ; Tucar/V e AmeriVfl em
    Nicaragua ; AmatrcT, Manab/V<7, Chap-
    parristrVrt, Laparet/t?, Lhotica o Ajute-
    xiea em Honduras. Atentica no Me-
    xic-o; Tat/V, Polocli/ em Guatemala ;
    TepV, Acatic e MestiguitiV em Jalisco.
    Poder-se-hia fcilmente dar uma lista
    maior de nomes de lugares ou outros
    I nomes indianos, que terminam em tea
    ou ic como CcLcijue cac/, grande chefe.
    Agora sabe-sc por numerosos estu-
    dos de crudico executados durante es-
    tes vinte e cinco annos sobre a origem
    dos nomes de lugares, que nada ha
    mais slidamente estabelecido do que
    as denominacocs locaes.
    As conquistas mesmo mais absolu-
    tas, se nao chegam a exterminar intei-
    ramente a raca aborgena, que habitava
    o paiz, nao podem apagar completa-
    mente os nomes das localidades, ou lu-
    gares determinados, (lieux dits), segundo
    a expresslo franceza. Estes nomes po-
    dem ser ligeiramente modificados sole-
    irando-os com variaces, mas o som
    primitivo permanece.
    Occorre ainda que nos lugares mes-
    mo, em que a raca aborgena desapare-
    ce totalmente, conservam-se muitas ve-
    zes os nomes de lugares, ao menos
    como synonymos; como se encontram
    numerosos exemplos no Canad, na
    Nova-Inglaterra e no estado de New-
    York.
    A questo saber se este nome
    Amrica ou Atneric, que designa uma
    parte do paiz de trra firme visitado
    por Christoforo Colombo, durante a sna
    quarta e ultima viagera de descoberta,
    no Novo MunJo, foi conhecido pelo
    grande navegante ; e por conseguinte
    se pouda ser repetido por elle oa por
    seus companheiros de vagem.
    Certeza nao ha, j que a palavra nao
    se acha na narracao, alias muito abre
    viada, que deixou Colombo ; mas como
    a apparicao da palavra America ficou
    um enigma, apezar das interpretacoes
    e versees que teve ; e como para uma
    solucao se reconheceu forcadamente,
    que Vespuchy em nada concorreu para
    esta denominacao, desconhecida para
    elle ; e que um livreiro de uru-a peque-
    a cidade perdida nos Vosgos, foi o
    creador do nome Americi, Amcrico, que
    nao era de forma alguma o. verdadeiro
    nome de Vespucci ou Vespuchy ; nao
    talvez fra de proposito passar em re-
    vista os factos, e mostrar de que lado
    esto as maiores probabilidades, para
    chegar a conhecer donde nos vem este
    grande nome de America, que com-
    prehende por si s todo um hemisphe-
    rio.
    Christoforo Colombo, eai sua lettera
    rarisstma, em que descreve era resumo
    sua quarta viagem, 1502 1503, diz
    .que depois de te/ passado o cabo Gra-
    cias a Dios, na costa dos- Mosquitos,
    chegou ao rio do Desisirg, que o rio
    Matagalpa; seguindo, depois de al-
    guns dias aportou em uma aldeia ou
    trra chamada Carian, ou Cariay, onde
    demorou-se algum tempe para reparar
    os seus navios e repemsar a sua tripo-
    laco.
    Ahi os habitantgs Lllavain muito
    em ,minas de ouro, o que era objecto
    principal de suas indagacoes ; condu-
    ziram-no uma outra aldeia chamada
    Carambar, oude os indgenas traziam
    no pescoco espelhos de ouro.
    Estes indgenas indicaram A Colombo'
    riiHtos,dugares onde se ichayam mui-
    tas minas de ourc o ultimo lugar Jo!
    tempestadas e contrariedade de todas
    as especies, que sofreram durante o
    resto da viagem.
    Onde ficavam Caraii > Carambar ? e
    Veragua ? Este ultimo ponto est bem
    fixado, na grande baha de Chiriqui
    no littoral de Costa-Rica, paiz onde se
    encontraram, nestes ltimos annos, t-
    mulos de aborgenas contendo ouro,
    como o indica Colombo em sua narra-
    cao : Os grandes do territorio de
    Veragua tem por costume de se fa-
    zerem enterrar com toda o ouro que
    possuem. Carambar cstava a una
    distancia pelo manos de vinte e cinco
    leguas d Veragua, isto c. de Chiriqui,
    o que nos leva um pouco ao norte do
    rio S. Joo e de Greytown. Caraii de-
    via ficar ainda mais para o norte na
    visinhancas da embocadura do rio Blew-
    fieldes, onde se acham muitas ilhas
    pequeas e que correspondem narra-
    cao de Colombo. Presentemente este
    paiz habitado pelos Indios Carcas, e
    um dos bracos do rio Blewfields se cha-
    ma rio Carca.
    Estes Indios Carcas trabalham ainda
    toda especie de civilisico; a m 1101
    rosas [parto, principalmente os Ramas sao
    inteiramente selvagens c nao deixam
    pessoa alguma penetrar em seu paiz e
    ficaram absolutamente no mesmo pon-
    to em que Colombo os visitara em
    1502.
    Sabe-s3 com que tenacidade os In-
    dios se ligam a tudo que os cerca. Pois
    bem entre estes Indios Carcas ? Ra-
    mas que se acha o lugar determinado
    Americ ou Am rica formando uma ca-
    dcia de montanhas a mais elevada do
    paiz, (950 metros) a qu d serve de li-
    nha de diviso entre as aguas que cor-
    real diroctament'.' para* o Atlntico e
    as que vao para o lago Nicaragua.
    Na opinio dos que a teem visitado,
    nos arredores de Libcrtat, Juigalpa e
    Acoyapo, esta cadeia de m mtanhas
    uma das mais preeminentes ; avista-se
    de longe, mostrando os picos mis c ru-
    gosos, solados com enormes dadivas,
    ou escarpas perpendicularos do coi-
    branca : alm disto a sua elevac.ao mes-
    mo divide o paiz em du.is partes intei-
    ramante dstinctas e totalmente difte-
    rentes por saus climas. este en.on-
    tram-se florestas impenetraveis por c;:u-
    *^
    sa das chuvas quasi continuas; em
    quanto ao oeste da linha dos cumes o
    paiz c rido e secco pela falta de chu-
    vas, as montanhas da America deem
    totalmente os vapores do lado do Atln-
    tico.
    Correm esta^ montanhas de nor-nor-
    oeste su-su-de^te e vem ate a costa
    1 o Atlntico u:n pouco ao norte Grey-
    town ; as ultimas ramificaces esto in-
    teiramente no paiz destes Indios selva-
    gens e intrataveis, os Ramas.
    Em parte alguma nada ic a'f ;ra me-
    nos do que os nomes de montanhas, de
    valles, de lagos e darios, cm uma pa-
    lavra os nomes determinados (lieux-
    dils): os povos desapparecem, os no-
    mos fiqam.
    E' da maior evidencia que esta de-
    nominai~ao da cadeia e dos rochedos
    d'America ou Americ um nome ind-
    gena cuja terminaco em ic ou tea c
    commum nos ames de lugares da Iin-
    gua dos Indios, Leuca, Chontales da
    America Central e d'uma parto do M-
    xico ; e-te nome se tam perpetuado
    desde a descoberta do Novo-Muado,
    intacto e sem alteracSo, por causa do
    completo isolamento em que tem vivi-
    do o; ludios desta parta do continente,
    os quaes ainda boje, como em 1502,
    quan Jo Colombo os visilou, chamara
    as suas montanhas Amrica ou Americ .
    (Continua)
    POESAS
    SONETO
    A moil
    ( HEREDIA )
    r.i- iii.-i
    A agina da nev etirna a regio domina,
    E, ero demanda de ar, aa azns desdubrando,
    Vai n'um mais claro azul, do sol fie approximandb,
    Aquecer a puptlla chamma ijne. a fascina.
    Ella eleva-se. Aspira o brilho que a i'iunina,
    K, caiia vez mais alto o vo remontando,
    Ue um relmpago a luz, dealumbra-se, Atando
    10 as azas Ih^ e.speda5a um raio que a fulmina.
    lOnto gritando cae ; co'a tromba ella volteia,
    E bebendo, de um trago, a chamma que a rodeiaT
    Mergulha de uma vez no abysmo fulgurante.
    Feliz quem pela Glora e pea Liberdade,
    Cheio de forca e luz, de sonho e magestade,
    Tem uma morte assim, tao breye e deslumbrante.
    J. B. Regucira Cosa.

    Afinal, com sublime e nobre nrgidlio,
    Orgulho do trabalho e propiio esforco,-
    Viu tudo, at o rijo pedregulho,
    Ceder-lhe o passo, Ihe abaixar o dorso.
    Na<1a teftien o lavrador. Victoria
    A sua forja de vontade gloria !
    Que nova scena vejo, attento e mudo :
    Que nova e formosissima paisagem !
    A naturias, a natureza era rudo !
    Em tudo a sua pttoresca imagem.
    Campeia bella, sorridente loura,
    Coberta de searas a lavoura.
    O extlis" cannavia'. l se diiata,
    dijo termino a vista nao alcanca,
    Com suas techas de belleza innata,
    Embalado da brisa fresca e mansa ;
    Junto a uro crrego bello e pittornsco
    Que dli resvula sempre ameno e fresco.

    A agricultura


    Inculto era o terreno, o solo ingrato,
    Sem vislumbras de atulhos ou caminhos ;
    Agreste a sohdao, espesso o matlo
    Emmaranhado de cipos e espinhos ;
    Um Como que sertSo, quasi um deserto,
    De pedrs e de truncos s coberto...
    Mas cahiu a floresta, finalmente,
    Da foice e do machado aos golpes duros ;
    liasgou o arado co'o pontudo dente
    Da trra os seios lbregos e escuros ;
    E a eux>da chvou sulco3 na torra,
    E o semeado grao alli se encarra.
    Agora. Vede !tudo est plantado :
    A sement brotou, lloresce a planta
    E fructifica. Do avio, do arado
    Oh o triumplio foi completo ;encanta !
    Nada temeu o lavrador possante,
    Que luctou, que venceu, que vai avante.
    Nada temau lavrando a trra bruta,
    Ao suffoeante sol d meio da ;
    Corno quem por salvarse acaso lucta,
    Com firme e tenacissma energa,
    Como um toreado a trabalhar sem tregoas,
    Vencendo deextenso legoas legoas !

    E o verde algodoa1, com seus pennachos
    Brancos, e as amarellas floies de ouro ;
    E curvo ao peso da mil rubros cachos,
    O cafezeiro,nacional tbesouro ;
    E o vferdenegro apn* avel fumo,
    Que tem tanta extraeco, tanto consumo.

    O rocado alli est
    Viceja e cresce, a
    n'quella roca
    todos favoravel,


    A utii macacbefra, a mandioca,
    De quo faz-se afariuha indispensave!,
    E de que exirai-se a accculenta gomma,
    Tal que d'ella gostou quem quer que a coma.
    E a macia batata, o nutriente
    Milho Bubstanc'al e proveitose ;
    E o arroz apreciavel e inaocente,
    E o fi-ijo, afinal, tilo saboroso ;
    Alfac^s, toda casta de hortaliza,
    Despertand de todos a cebica.
    Por toda a parte a nobre agricultura
    Com o auxilio da sertil natureza,
    Os seus prodigios de eternal verdura
    Ostentando co' inslita largueza,
    Derrama a cornucoi a da Abundancia
    Sempre com firme e singular constancia.
    Que famosa colheitn, bella e rica!
    Que opima ceifa suri rend -nte e nova 1
    Oh tudo as.dm demonstra, tudo indica,
    Oh tudo, tudo evidencia prova
    Que, quanto a bracas, de sobajo os temos,
    E que s de cabejas caneemos.
    F. Cismontano.
    Tomara --er i.ssarinho,
    Para ir ter onde tu desejo ;
    Depressa formara as azas,
    Que as peonas sao de sobajo.
    (GoetheFausto.)
    Riqueza? Nao! Sio quera,
    Que innitos cuidados deixa,
    E afinal l vea o di
    Da queixa, queixa e mais queixa !
    A gloria ? Que grande cousa
    E' o rano me de uma lousa
    No funerario caminho !
    ) que eu quizera... segredo,
    Que s digo muito a medo.. ._
    t Tomara ser passarinho... f>
    Quanto rae abro e me exponho
    Na manifestado que fnco !
    Embora I E' sagrado la50 !
    Que me prende ao meigo sonho.
    Elle nutre-me e alimenta,
    Elie rae ampara e me alenta,
    Abre ao goso o loca ensejo.
    Voar Para quando eiuprazasy
    Oh cos I minhas duas azas
    Para ir ter onde eu desejo- r
    Ah 1 sa se fizessem ellas.
    D flres murchas guardadas
    Entre cartas adoradas,,
    E reliquias as mais bailas j
    Fios de um cabello extenso,
    Um livro santo, se um lenoo
    Fiao entre finas gazas,
    Qae do peito eu gaardo parto
    Fosse bastante Era corto
    t Depressa formara as azas.
    Mas, mea cofre da acucenas
    Vos sois um cofre de amores,
    E azas so feitas de penrtas !
    Como evitar disiabores ?
    Se assim rpido fito
    Sidreo espaco 0 infinito
    Da ventura alm eu vajo
    Pois abro o peito no centro
    E observo l bem deDtro
    t Que as penuas sao de, sobajo.
    ROMANCE
    ?ob Candido.
    % MQHGE BE OUND
    I
    (Continuac-ao)
    Um destes cubculos realcava do tur-
    bilho de imagens tristes que o cir-
    cumdava por mais bem acabados dese-
    nhos e versos.
    Esta catacumba, posto que aborta
    como as outras, encerrava em si um es-
    queleto de mulher, conservando ainda
    algum resto da mortalha.
    Ornava-lhe o crneo uma cora de
    folhas agrestes, a qual pelo vico pareca
    ser renovada diariamente.
    A conversa do monge era por algum
    tempo bem ligada ; porm no melhor
    della, dizia :
    Este convento foi destruido por
    uns anjos invisivis, porque os liberti-
    nos ousaram fazer descer do pulpito o
    pregador quando lhes lancava em rosto
    a sua devassidao.
    A cidade ento foi arrazada, e eu
    fiquei guardando estas ruinas, at que
    a colera de Deus se aplaque.
    Algumas destas palavras podero ter
    o cunho de verdade, se crdito merece
    o que, a tal respeito, diz a Corographia
    Brasilica do padre Ayres do Casal.
    Nos, vista de tudo aquillo, concor-
    damos com o nosso amigo que um forte
    motivo obrigava o monge a preferir a
    companhia de esqueletos dos homens,
    e nto resolvemos procural o sem tes-
    temunhas na esperanca de profundar
    semelhante mysterio.
    No dia seguinte, quando o eco come-
    cava a colorr-se do rosicler da aurota,
    e as estrellas a eclipsarem-se, tomamos
    o caminho do convento.
    J o terral da manh agitava as ver-
    des folhas dos arvoredos, os cantos dos
    pausaros annanciavam que o sil a sur-
    gir radiante, e pareca nos ass cedo
    para uma visita 5 retardamos por tanto
    ospassos compartindo a fruico da at-
    mosphera impregnada do aroma delicio-
    so, que a taes horas o campo costuma
    espargr.
    Perto das ruinas corra um regato
    d'agua crystalinai e sobre uma pedra
    collocada sua bera divisamos o mon-
    "TMB9H
    Mue fizemos por entre a
    ge assentado, tendo a face apoiada nas
    mos e com os olhos fixos na correnteza
    d'agua.
    Ao
    folhagem, ergueu a cabeca, levantou-se
    rpido, e tomou o caminho do con-
    vento.
    Longe de nos c intento de estor-
    var a VOSSa meditacao, exclamamos por
    modo que nos ouvisse.
    Nao respondeu ; apressou o passo e
    recolheu-se ao claustro.
    Continuamos a caminhar paia as rui-
    nas, e paramos porta do claustro.
    Apresentamo-nos, saudamol-oe ds-
    semo-lhe :
    Se souberamos que o nosso pas-
    seio vos incommodava, sem dnvida nao
    penetraramos este sagrado recinto.
    Em nada pertubais os meus hbi-
    tos ; costumo todas as tardes passeiar
    em torno destas ruinas, e todas as ma-
    nhs banhar-me n'aquelle corrego. J
    me havia lavado ; por isso me retirei.
    Esta resposta cheia de poldez uos
    animou a proseguir.
    Xao temis habitar neste horrivel
    lugar, exposto s intemperies do tempo,
    e sem um amigo com quam conversar ?
    O monge estremeceu.
    Amigo!... ah! a vossa idade
    permitte a inexperiencia do mundo, por
    isso fallis em amigos, como se fora a
    cousa mais trivial. 0 genero de vida
    anmalo e extravagante da epocha afu-
    gentou-os. Os homens presentemente
    s curam de semear engaos para co-
    lher riquezas ; por ellas calcam aos ps
    todos os deveres sociaes; sua existen-
    cia ligada a um calculo arithmetico e
    este s deve dar augmento e nao dimi-
    nuicao.
    Um amigo !' que titulo de respeito e
    de veneraclo oh! se existisse mas
    por ventura encontrar-se-ha hoje em
    que os cerebros embrutecem com a
    mentira, iniquidade e sede d'ouro ? em
    qua a justica muitas vezes se para em
    uma carta ? em que se deixam impunes
    os crim.es e se pune a innocencia 1 em
    que se posterga a inviolbilidade das
    leis torcendo-as, a bel prazer Oh !
    nao ; impossivel!
    {Contina.)
    T3 r. d liario R; IJaque da ^^ 42


    >





    1
    <
    UEGiVEl


    /


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