Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16615

Full Text
ANNO LI1 HOMERO 146
PARA A CAPITAL E JLL'GARJSS ONDE NAO SE PACA PORTE
Por tres mezes adiantado* bbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbI 64000
Por seis ditos idem......
Por um anno dem......
Cada numero arulso, do mesmo da.
120000
240000
100
TERCA-FERA 29 DE JIO BE' 1886
PARA DENTRO E FORA DA PROVINCIA
Por seis mezes adiantadoa.....
Por nove ditos idem.......
Por um anno dem. ......
Cada numero avulso, de das anteriores.
130500
200000
27(5000
1J0
DIARIO DE
NAMBGO
Pr0jmei>a!>c to JHanoel. Jtptrira fce -faria & Silbos
TELEGRAMMAS
ssavico mmmi so diario
RIO DE JANEIRO, 28 de Junho, s 11
horas e 10 minutos da marina. (Recebido
os 30 minutos da tarde, pelo cabo sub-
marino).
rornm removido* oh Regulte* Jai-
sea He dlreito >
Dr. Hnralo Pan de Aievedo Fa-
ro, da roaren de i'o irtiho. em
Pernanibneo para a de Tiamo. no
Kio Craade do Sal:
Dr. Antonio Jone de Amorim. da
comarca de Iguarafts. em Pcrnam-
burc. para a de Pao (Taino, na me
i provincia
Dr. bello Florentino Correa de
Helio, da comarca de \azari'ita para
a de iRuaraooti. lendo declarado
*eaa eflelto o decreto qae o removis
para a de Viamo. no Rio Grande do
al.
Foi nomeado Jais municipal e
de orphios do termos reunido* de
Barba e Hanlcor. no tmnioiiai. o
acbarcl Manuel Agapito Pereira.
sango da ahucia savas
(Especial para o Diario)
SANTIAGO (Chile), 27 do Juoho.
Pol elelto presidente da repblica
do Cbile o Sr. J. M. Balmart-da.
BAfflA, 28 da Junho.
Em conaequencla d e ama forte
tenapentade. o paquete TAGUS d a
alia Real cncalboa na babra falsa, a
entrada do porto.
Foram alvo on paiiaxeiro* e ma-
la a.
BAHA, 20 de Junho, s 3 horas e 10
minutos da tarde.
O paquete Inglez TAGUS est consi-
derad perdido.
LONDRES, 28 de Junho, ao meio dia.
A agitaco eleltoral augmenta ca-
da ves asaiH em todo o pala.
O Sr. ladntone negu para Man-
ckealer e Liverpool.
Lord Cburcbill. o marques de llar-
linglon. Cbaamberlaln e John Brlgbt
combatem vlgoronamenteo projecto
do Sr. GladNtone nobre a reforma
poltica e agraria da Irlanda.
Agencia Ha/as, lial am Pernambuco,
28 de Junho de 1886.
INSTRCCIO POPULAR
MYTHOLOGIA
( Extrahido )
TOA BIBLIOTHECA DO POVO E DAS ESCOLAS
t >.u muftcfo\
eatiageiro e ente e aervidore
d Ifmpo
Quando faltamos Mercurio, aasemos aere 11
o mensag.'iro d ) i r d'esae, pois. nao torna-
remos agora ;i i
Por s-in.-lh.iii;.-1 i- m Jpiter. Juno tinba igual-
mente su > a, h cuio cuidado estava cou-
fiado o encargo faueial de corlar com urna the-
aoura o i da v da das inulueres e o de conluzir-
!hes as almas afnalo das somoras, Fra d'isso
Jertencia-lhe deseinpeahar todaa as ordena de
nio. Iris se chamava esta zelosa mensageira ce-
leste, a eujos bous servicos pagou a rainha das
deasas sua gradso inetainorpboseando-a gracio-
samente em arco-iris. Rt-presentam-n'a aob a fi-
gura de ama donze.la semi-eDvolta ra brumas,
tendo naa azas as cores buaiawso: e cambiantes do
arco-da-vj'lba.
De Apollo j tambem dissemoster a seu servido
a Aurora e as Horas, estas para jungir-lhe os ca-
vallos ao carro do Sol, aquella para o preceder
como risonha mensageira e abr:r-lhe de inauli
as portas do Oriente.
A Aurora, cuja tiliacao indicamos quando tra-
tamos de Apollo, casou eom Titbon filho dr Lao-
inedonte), e de seo consorcio houve um filho cha-
atado MemnoD. Toda ternuras para con seu ma-
rida, rao apaixonadumente o araou, que solicilou
dos deuses para elle o dom da eteruidade ; esque-
cera-lhe, poreni, quaudo tal pedido, pedir timbem
iseuc o dos achaques e molestias que ordinaria-
mente acempanham a decrepitude. D'est'arte Ti-
ton ia avaucaudj em anoos, sem poder morrer, mas
com a existencia cruelmente umargurada pelos
contras da velhice. Nesta desconsolada coujunctu
ra recorreu Tithon a Jpiter pedindo-lbe que o
dcixasse morrer ; na> poda, pordl, o deus aupre-
ao revogar o dc.m da eteroidade, que lhe fon
on,elido ; c qu.> fez fui, por coinpaixo para con:
o sea lastimoso viver, tnetamorphoseal-o em ci-
garra.
(Contina)
MRTE timmi
Governu da provincia
DESPACHOS DA PRESIDMiCIA DO DIA 26 DE
no di; 166
Antonio Alve dos Santos.-- Informe o
Sr. inspector da Thesouraria de Fazenda.
Bacharel Antonio Adolpho Coelho de
Arruda. Sini por sessenta dias.
Cooopanhia Pamambucana. Informe o
Sr- inspector do Theaouro Provincial.
Francisco Pint de Magalliaes. Aguar-
de a concessao do crdito hnje solicitado ao
ministerio da guerra.
Bacharel Francisco da Costa Maia Fi-
lho. Deferido com officio desta data
Thesouraria de Fazenda.
Francisco de Paula Souza Leio. Sim,
com ordenado, na forma da lei.
Fielden Brothers. Reraettido ao Sr.
inspector do Tbesouro Provincial para man
dar pagar de accordo com a sua intorma-
cao de 22 deste mez, sob n. 728.
Tranquelina Mara da Conceicao. De-
clare os nomes dos parantes que tem em
Fernando, e prove o que allega.
Firmino Lopes de Oliveira. Informe o
Sr. inspector da Thesouraria de Fazenda.
Gabinete de Leitura Iguarassuense.
Nada ha que deferir ; porquanto, a lotera
de que trata nao est isenta do imposto
geral sobre a capital, e por isso nao pode
ser eztrahida.
Juao Paulo Pereira Dutra.Dirija-se
a o poder competente.
Jos Francisco de Reg. Prove que
inventariante da propriedade de Apipucos
e administrador da igreja dessalocalidade.
Joao Flix Goncalves. Aguarde a de-
cisao do governo.
Bacharel Jos Mauricio Borges Jnior.
- Deferido com o officio expedido boje
Thesouraria de Faaenda.
Joanna Mara Queiroz Avellar. Infor-
me o Sr. inspector da Thesouraiia de Fa-
zenda.
Jos C-orncs de Oliveira Piedade. Re-
mettido ao Sr. inspector da Thesouraria
de Fazenda para mandar attender de ac-
cordo com o par cer do procurador fiscal,
de que trata sua informacao de 18 do cor-
rente, sob n. 418.
Jos Paulino da Silva Filho. Conce-
do tres mezes com ordenado.
Jos Goncalves. Requeira o suppli-
cante ao agente do correio de Canhotinho,
que est autorisado pelo administrador dos
correios, a efectuar o pagamento dos 255,
juntando o supplicante os devidos docu-
mentos.
Mara Leopoldina da Silva. Concedo
Ires mezes com ordenado.
Mara Antonia da Costa. Nao tem
lugar,a vista do parecer da inspectora ge-
ral da Instruccao Publica.
Manocl Figueiroa de Faria (ft Filhos.
Defirido com officio desta data a Thesou-
raria de Fazenda.
Manoel SiraSes dos Santos. Informe o
Sr. inspector da Thesouraria de Fazenda.
Pedro Antonio de Mello. Concedo trin
ta dias.
Soledonio Attico Leite. Entregese
no peticionario.
Sebastio Antonio de Albuquerque Mel
lo. -- Remettido junta medica provincia],
a quem o supplicante se apresentar para
ser inspeccionado.
Bacharel Virgilio de GusmSo Coelho.
Sim.
Secretaria da presidencia de Pernambu-
co 8 junho de 18d6.
O porteiro,
/. L. Viegas.
ReparticSo da Polica
Seccao.2aN. 604. -Secretaria da Po-
lica de Pernambuco, 28 de Junho do 1836.
- Illm. e Exm. Sr.Partecipo a V. Esc.
que foram reoolhidos na Casa de D. ten-
gao os seguintes individuos :
No dia 26 :
A' minha oriem, Goncala Mara da Pe-
nba Ibiapiua, alienada, at que se offere-
5a opportunidado de ser transferida para o
asylo da Tamarineira; Manoel Luiz Bran-
co e Miguel Rodrigues da Silva, remetti-
dos pela Dr juiz de direito da comarca de
Jaboatao como pronunciados.
A' ordem do subdelegado do 2o distric-
to da Graca, Manoel Claudino, por distur-
bios.
No dia 27 :
A' ordem do subdelegado do Recifo,
Manoel Joaquina da Silva Santos, por of-
fensas moral publica ; Jo3o Guasca, Ma-
noel Fraucisco dos Santos e Mara Annun-
ciada, por disturbios.
A' ordem do do 2o districto da Boa Vis-
ta, Vicente Jos da AnnunciacSo, por cri-
roe de tentativa de morte.
Homero, s 11 horas da manhS e na
ra das Jangadas, de 2o districto de S.
Jos, Claudino de tal disparou urna pisto
la sobre Marcelino Jos do Patrocinio, cujos
projectis foram empregar-se na coxa da
perna esquerda.
Contra o dilinquente, que evadise, pro-
cedeu-se nos termos do inquerito policial,
sendo o offendido recolhido ao Hospital Pe-
dro II.
Communicou-me o delegado do ter-
mo de Floresta, que no dia 2 do corrente,
ao passar o criminoso Antonio Henrique
Joaquim Vianna pelo lugar denominado
Cabeea de Vacca, foi ferido gravemente
com diversos tiros disparados de embosca-
da.
O referido criminoso st pronunciado
naquelle termo em crme e morte e n
proviucia das Alagas no de offeasas phy-
sicas.
Foi recomido na cadeia.
Pelo aubdel'-gado do i distreto da
1* delegara de Sorinhcra, foi remettido
ao juizo competente o inquerito policial a
que pro;edeu coptra Amaro da Gama Ro.
meiro de Gouveta, que fra preo em fla-
grante na occasi.lo em que lurtava odaio-
nificava as mattas do engenho Fhuuaense
de propriedade do majorPrseiatio de Bar-
ros Accioli Line.
O dehnquente foi posterior mente posto
em liberdade por terpreitado fiaoja pro-
visoria.
O cidadao Arthur Marquen de Amo-
rira; assgmJJ en data de 29 do correte,
na qualidade de Io supplente, o exercicio
da sabdelegacia do districto da Torre.
Hontem, s 5 horas da tarde, Hermi-
no Jos Tavares, morador na travessa de
Paysand, ferio casualmente, com urna fa-
ca, a seu proprio irmSo Felippo Jos Ta-
vares, na occasiao em que com este brin-
ca va. ,
O offensor evadio-se.
A tal respeito procedeu-so do accordo
com a lei.
Communicou-me o delegado do termo
de Olinda, que hontem, s 7 horas da ma-
nha, desabara ora pedaco de muro no lu-
gar donominado Sitio dos Arcos, causando
a morte do Florinda Gongalves de Souza,
de 13 annos de idade e filha de Anglica
Goncalves Barretto.
O corpo da inteliz foi transportado pa-
ra a igreja de Nossa Senhora do Bom
Parto, onde se fez a vistoria ordenada na
lei
Deus guarde a V. Exc.Illm. e Exm.
Sr. Dr. Ignacio Jo.iquim de Souza Leao
muite digno vicepresidente da provincia,
-O chefe de policia, Antonio Domingos
Pinto.
Thesoiiro Provincial
DESPACHOS DO DIA 23 DE JNHO DE 1836
Antonio Fernandes de Albuquerque, oficios do
Dr. procurador dos Peitos e Gustavo Mermond.
Informe o Sr. contador.
Manoel Estanislao da Costa e Francisco Igna-
cio Pinto e outros.Certifique-se.
Dr. Cicero Odn Peregrino da SilvaAo Sr.
pagador para os devidos fins.
Officio do Dr. procurador dos Feitos.Informe
o Sr. Dr. administrador do Consulado.
Jos Pereira de Miranda Cunha.Junte-se co-
pia das informacoea.
Antonio dos Santos Oliveira.II..ja vista o Sr.
Dr. procurador fiscal.
Luiz Jos da Silva Gui-narSes.Deferido, de
accordo com o parecer fiscal.
Osear Destibeaux.Deferido, nos termes da in-
formacao do Sr. Dr. contador.
Henrique Bernardes de Oliveira.Restitua-se.
Francisco da Costa FofoDeferido, ficando
irresponsavel o supplicante pelo debito anterior
dos estabelecimentos ns. 212 e 215 ra da Vis-
eonde de Goyanna, visto provar nao succeder nos
mesmos.
Padre Manoel Esperidio Muniz.Deferido, to-
mando se por termo a fianca ofierecida.
Jos Fej de AlbuquerqueNegase piovi-
meuto, vist star sujeito o fumo de produccao das
repblicas limitrophes, qpe para donsumo der en-
trada nesta proviucia pelas do Para e Amazonas
ao imposto do 11 art. 2 da lei do orcameoto vi-
gente n. 1860, por ser considerado nacional nos
termas do decreto n. 920 de 31 de Julho de 1867.
Cintas do comisando do corpo de policia.
Approvadas.
Antonio Jos Mendes Basto3.Deferido, dan-
do-se baixa no debito da casa n. 1 ra da Har-
mona, relativo aos exercicios de 1882 a 1883 e
1884 a 1885, visto achar-se comprehendlda na
isencao da lei n. 1544 a mesmo casa, segundo as
informacoes.
Joao Athanasio Lins Cavalcante.V-ltc >'o Sr.
Dr. administrador do Consulado paia satisfaxer-se
o que exigido pelo Sr. Dr. contador.
25
Padre Jos paulino de Andradc.Registre-se e
facam se as notas.
Angelo Vieira Sampaio e padre Manoel Espiri-
dio Muniz.Declare o Conteucioso si foi pres-
tada a fianca.
Ismael Gaudencio Furtado de Mendenca, Joao
Joaquim de Siqueira Varejo, Manoel L). Ipbiuo de
Medeirts Favilla, officio do Dr. procurador dos
teitos, Joaquim Galeno Coelho, padre Manoel Lo-
bato Carneiro da Cuaba e cantas do col lector in-
terino de Triumpbo, do ex-collector e do uterino
da Gloria de Goit.Haja vista o Sr. Dr. pro-
curador fiscal.
Antonio Rodrigues de Souza & C.Em vista da
reolucao do Exm. Sr. presidente, de 21 do cor-
rente, nao tem lugar o que r&querem os suplican-
tes, que Jeverao efiectuar o pagamento na Alfan-
dega e pedirem a restituicao do que fizeram no
Consulado.
Jos Francisco de Paula Cavalcante de Albu-
querque, Dionysia Pacheco da Silva e officio do
Dr. procurador dos feito?.Satisfaca o Conten-
cioso a requisicao.
Eduardo Alexandre Burle.Informe a commis-
sao liquidadera.
Mauoel de Araujo Guimaraes.Informe o Sr.
Dr. administrador do Consulado.
Joviuo de Carvalbo Varejao.Prove o suppli-
caue a exigencia resoltaste da informacao infra
do Sr. Dr. contador.
Joio da Costa Ribeiro e Souza.Ao Sr. collec-
tor de Nazaretb para satistazer a exigencia da
Contador Manoel de Moura Silva Agotar, bernardina
de Souza Magalbaes e Silva e Dr. Gervasio Ro-
drigues i ampello Certifique-ee.
Joe da Costa Ribeiro Canto.Ao Sr. Dr. pro-
curador fiscal para attender, nao ha vendo incon-
veniente.
Contas da extraccao da 3* parte aa lotera da
matriz da Gara huns, de 8a idem idem de Cabro
b, da 8" e 9a idem idem de .-erinhaem e de 23a
idem de Ordem Terceira do Carmo do Recite.
Examine-se.
Manoel de Almeida e Silva e Manoel Francisco
dos Santos e dilva.Ao Cocsulade para attender.
Ponto da Secretaria da Presidencia.Ao Sr
pagador para os devidos fins.
Joaquim Jos Rodrigues da Costa, estrada de
ferro de S. Francisco, Honor de Mello Camello e
estrada de /erro do Limueirj Informe o S>\ con-
tador.
Manoel Jos de Bastos Mello.D se como re-
quer.
Francisco da Costa Fofo, Autonio Jos Mendes
Bastos, vigario Macoel Espiridiao Muir, Osear
Uestibeaux e Luiz Jos da Silva Guimura sAo
Contencioso para cumplir o despacho da Junta.
Jos Feij de Albuquerque'Entregue-se pela
pi.rta.
26
Cbrist'Vao de Holanda Cavalcante. Com
pra-se, registre-se eficam-se os assentamentos.
Tbcmaz Antonio Guimaries, Simplicio da Silva
Coelho, Manoel.Clcmentiao Carniro de Mello,
Firmino Firmo do Azevedo e Joao Rodrigues de
Moura.Haja Vista o Sr Dr procurador bacal.
Dr. Francisco do Ke,-o Barros de Lacerda e Ma
niel Antonio Alves Mascarenhas.Certifique-ae.
Ismenia Genuina Dlat.Facam-se as notas da
portara de ccnci.
Manoel Fgui ra de Faria < Filhsp, Luiz Fe-
lippe de IJ rvalbo, i ffi:io do eugeiiheiro da repar-
tido da Obras Publicas, officio do engenheiro
chefe do prolougaawnto e Jos Ferrcra Campos.
Informe o Sr. contador.
Bernardo Goncalves Maia.D-se,
Banco Industrial o Mercantil-do Rio de Ja-
neiro.Cer'ifique-e.
Fran -isco Jos Rodrigues Praca.Prove o qne
allrgn.
Officios do Dr. procurador dos feitos.Infornte
o oniencioso.
Officios do Dr. procurador dos feitos e do com- I
mandanto do coipo de policia.Informe o Sr. con-
tador.
Candida Pereira da Costa.Registre-se e fa-
cam se as notas competentes.
Thomaz Antonio Guimaraes, Joao R idrigues de
Moura, Antonio dos Santos Oliveira, Manoel Cle-
mentino Carneiro de Me. lo, Ismael Gaudencio Fur-
tado de Mendonca, Firmiu Firmo de Azevedo e
Simplicio
licitar.
da Silva Coelho.Deferido, podendo
PEMAIBUCO
Assembla Provincial
42a SESSO EM 20 DE MAIO DE 1886
PBESIDENCIA DO EXM. SK. DB. JOSK HNOL*DE BABBOS
WASDiaLEY
(Con O Sr. Bar&o de Itaplsmoma-Sr. pre-
s dente, a minha presenca neste momento na tri-
buna, qu si obrigatoria. Quando V. Exc. sub-
metten a debate o presente projecto em 1* discus-
sSo, eu dsse que o considerava contrario aos in-
teresses da provincia. Entilo, fiz sentir Assem-
bla que estava disposto a votar contra elle, des-
de o 1* at o ultimo.
V. Exc. submettendo o projecto vota$2o, a ca-
sa decidi, nao de conformidade como eu entenda,
isto approvoo-, julgando-o asaim conveniente
e favoravel aos oleteases da nossa provincia, to
descurados na actual situacao.
Nesta.-. circumstancias, Sr. presidente, eu que
tenho o dever de elar os interesses da provincia,
de que sou mandatario, nao poaso fugir obriga-
cio de procurar, tanto quanto couber em minhas
debis forjas, melhorar, ou ao menos, atte'nu .r os
males deste defeituoso e prejudicial projecto, que
ser de certo ma calamidade, se nao tor reforma-
do, ou ao meaos modificado. Por isso. Sr. presi-
dente, manaei mesa diversas emendas ao pro-
jecto em uiscussao, emendas que me proponho a
explicar muito ligeiramente.
Primeiramente conteccionei emendas augmen-
tando a despeza publica, firmado na bypothese de
um saldo nSo pequeo, calculado pela llustre
commisso, em quem presmese sufficiente crite-
rio e circumspeccao em seus clculos orcamenta-
rios. N'estae circumstancias, estou convencido
que a commisso est resolvida a applicar produc-
tivamente esse mesmo saldo que nao deve ficar
inerte as arcas do Thesouro. E se efectiva-
mente esse saldo se realisar, serei en o primeiro
a dar parabcus llustre cemraisso, por haver sor-
prebendido a provincia com um projecto de orca-
mento em qae, satifeitos todos os onus provinciaes,
anda resta um avultado saldo, o que se suppunha
am impossivcl, attentos reconhecida decadencia
de todos os pontos de receita e as circumstancias
lamentaveis, prximas banca-rota, em que, por
causas dSo ignoradas se acha, ha alguns annos,
esta provincia.
Serei, pos, um dos primeiros a felicitar a Ilus-
tre commisso, se ellla, sem desorganisar servcos
pblicos, sem erir interesse e direitos respeita-
veis, a nsegar o saldo mencionado em seu projec-
to de orcamento.
Mas, Sr. presidente, o saldo do projecto de or-
camento um mero sonbo da Ilustre commisso,
que nao podendo equilibrar o orcamento, por meio
de orna rasoavel reduccao de despezas e um sup-
portavcl augmento de impostos, nao trepidou em
lancar mo de todos os meios, anda os mais des-
arrazoados, comtanto que apparecesse um ficticio
excesso de receita. Eu, pos, urna vez que a l-
lustre commisso apresenta-am projecto com saldo,
estou no meu direito propondo augmento de uespe-
zas manifestamente otis e oecessarias.
Entre as emendas que apresentei figun.m algu-
mas que esto c nvertidas em lei, outras que es
to no caso de nao serem desattenbidas.
Eu nao acredito, como j dase, n'este saldo que
a commisso apresenta; mas nao devo tambem
desprezar a honrada p la vra da commisso, eeis a
raz.to porque presento emendas, augmentando a
despeza.
Sr. presidente, a commisso para chegar a re-
sultado a que ebegou, metteu-se em todas as re-
partieres e desorganisou o servido da provincia
de urna maneira deploravel.
O Sr. Gomes PrenteNao desorganisou nada.
O Sr. Baro de ItapissumaSe V. Exc. me der
licenca eu o provare, e peco a V. Exc. qae venha
tribuna explicar a base que teve para formar
esta importante peca finaneeira, e dizer-nos quaes
as emebdas que aceita ou uo.
Ouvi dizer que h do orcamento; pef.o, pois, a V. Exc. que me preste
um pouco de attencao, afhr de ver se a commisso
pode explicar rasoavelmeote o corte que deu em
todas as verbas do orcamento,desculpe-me a pa-
lavrasem o menor criterio, e V Exc. e a casa
vo ver s ou nao exacto o que digo.
No das despezas Assembla Provincial li)
o ornamento vigente marca va 3T:84()000. Para
subsidios e ajuda de custo aos depurados a c m-
ir.isso no seu projecto marca d7:667300. 0 nu
mero dos deputados o inesu-u. Como, pos, ez a
commisso essa differenca ?
Ao 2." : (l)Empr. gados da Assembla.
O ornamento vigente marcava 37:20O000. a
commisso no presente orcamento marca 27:9'J0
Expediente e asseio da nasa, a le vigente mar-
ct 4:0004000. a commisso no seu projecto marca
2:800<000. J v qae ah cortou a larga.
Como qu6 no expedienta e ssio da cas fez
easa economa sem prejudicar o servico, se a este
serrjeo aquella quantia era apenas sufficients?
Secretaria do governo : ahi nao oi o corte inul-
to grande ; mas, sempre diminu'o; era a quota
75:6274730, e ficou 73 coutos e tanto.
Expedieute e asj.-io da secrt taria do govrno : o
ornamento vigente marc.i 4:8464 "00, a cominissa i
fez urna economa de 861*4000, ficaudo a verba
com 4:000(i00.
Instruccao publica : ahi a commisso nao trou
uum augmentou ; onserv-u a verba da le vi
gente.
No Gyinnas'o Provincial foram crueis os Ilus-
tres Miembros da commisso. Nao preciso da de-
morar ieote ponto, porque meus amigos d'esta e
d'aquella ban ada, j mostraram a inconveniencia
ila me ti ia.
D spe:ida-se com este estab.leci ment 75:4805;
os membr is da commisso cortaraiu essa despezi,
de in-aio que 6cou reiuzida a 36:4''0 '00.
Bibliotheca Provincial: -mor. ga los M:000JOO;
expediente e ass o. 2:000000. Vv. Excs. tira-
ra m 2005000.
Que ee ni una I !
Profesores da instriiecSo publica : oo fa
corte. O que prova que foram injustas as censu-
ras ultima reforma da instniccao publica e qu.-
a grita levantada pelos correligion .ros dos lie-
bres deputad .8, pela iinprensa, toi sem razo, p ir-
que, iuexoravel, como e tilia mostrado, a commis-
so CoiiServoil a m-sina qu ita ?
E' isto uoi aUirmeut V<|'S> le |Ue ng ubre.,
deputidos se convencerim que eram injustas e
partidarias as censu as que f iin el es seus ra
gOs Aquella reforma; por esta razio eu nao v.m
adi-n nida maia tenho u ac:r scentar sobre is-
to. A luu.iiie c.inimi-o i i unb.o-se de respon-
der aos exageres partidarios de sua iolpri
quando apreciou a ultima reforma da in.-truee .
publica.
21Suov. nco na fima do artigo .. da lei
n. 166j de 10 de Junho d 1K82 1:20J*0 K).
Eu quizera que os n br s leputadoa oe disses-
que se reiere-se ?;
O Sr G mes 'renleEssav.obi le tinad
a urna s- nhora qu esto la medicioa.
O Si*. Baro de IiapirsuinaMas consta me que
esse favor conferido em 1882 nunca d'elle essa se-
nhora gosou.
Voz es Est estudando.
O Sr. Baro de Itapissuma Nao saba e por
isso peco informacoes.
Obras Publicas. Aqu tambem os nobres depu-
tados foram de urna ferocidade excessiva. Ss.
Excs. que slo braseiros, j qae nao poaso dizer
qae sao todos p 'rnimbucanas...
OSr. Gomes PrenteJ maudamos urna emen-
da augmentando a verba
(Ha outros apartes).
O Sr. Baro de ItapissumaEstou fallando em
relacSo ao projecto de orcamento e nao sobre as
emendas nao votadas anda.
O Sr. Gomes PrenteV. Exc. d licenca para
um aparte ?
O Sr. Baro de ItapissumaPos nao.
O Sr. Gomes PrenteO Thesouro pedio ape-
nas oitenta contos, a commisso pedio cem e j
mandou urna emenda mesa pedindo mais cinco-
enta e anda assim essa verba nao suficiente.
O Sr. Baro de Itapissuma-Mas como ia dizen-
do, Vs. Excs., que sao to braseiros como eu, se
bem que na commisso de orcamento haja uraineui-
bro que nao pernambueano, e por isso que nao
digo pernambueano como eu; Vs. Exea, deviam ae
lembrar deque um chefe do seu partido, o Sr. con-
s' lhero Joo Alfredo que Vs. Excs. considerara urna
gloria de seu partido, no qae podem ter razo, por
maia de urna vez tem dito que oa dinheiros que esta
provincia tem despendido, nao tem sido perdidos,
porque nos, Assembla Provincial, temos tido o
bom senso de applicar a maior parte de nossas
rendas as obras publicas, auxiliando assim a agri-
cultura, por meio de boas estradas que facilitam
o transporte dos seus gneros, j que nao pode-
mos dar-lhes auxilios mais directos.
Ob nobres deputad.is devem saber o estado em
que esto as bras publicas e principalmente as
estradas do interior.
Na minha comarca, ama das de que tenho mais
conhecimnto, existe urna ponte de ferro que mui-
to dinheiro custou a esta provincia, e que est
muito arruinada, e anda ama outra menor que
est sendo escorada com paos e cipos.
A estrada que vai de Itapissuma para Nazareth
est de certa parte para diante toda deteriorada,
e aaaim outras mais.
Pergunto, ser por incuria da Repartico das
Obras Publicas que se d este facto ?
Nao, porque ella ae justifica perfeitaraente com
a falta de recursos indspensaveis para reparar e
conservar as obras provinciaes.
O Sr. Gomes Prente d um aparte.
O Sr. Baro de Itapissuma Mas, votando-se
a verbi, a que onobre deputado se refere, o resul-
tado sera que nao haver dinheiro para o concer-
t e reparo de certa s pontes e estradas, perdendo
assim a provincia as quantias que aellas gastou.
Para o servico da eonservaco d'esaas obras, o
orcamento vigente marcou a verba 223:036*860,
e o actual projecto apenas d para este servico
100:OOD5000.
Ha justificaco, Sr. presidente, para esse proce-
der da commisso ? Pcis o que nao se pode fater
com 223-0365860 ha de se xecutar com 100:0008 ?
Houve criterio no procedimiento da coramisao?
25. Empregados da Repartico iig Obras
Publicas :
Eu nao sei, Sr. presidente, porque motivo foi a
commisso tan rigorosa, quando tratou dessa re-
partico, que muito importante, pois joga com
quasi todos os servidos pblicos, diminuindo a ver
ba marcada nc orcameoto que era de 51:000/00
para dezenove contos e tanto (Apartes)
Ora, V. Exc. eomprehende que urna repartico
que para sua regularidade precisava de 51:0005,
pode continuar apenas com 19 ? (Apartes).
Expediente e acceio da casa.A commisso es-
tablece para este servico a verba de 80050l)u,
quando no orcamento vigentf ella era de 1:5)75600.
Estudos grapbicos e servico metereologico
Quatro contos e tautos ?
O Sr. Gomes Prente A commisso mandou j
emendas de accordo com o director das Obras Pu-
blicas.
( Ha outros apartes)
O Sr. Baro de ltapissama -As minhas conai -
leraeoes, repito, veraam sobre o orcamento e uo
sobre as emendts 'nao aorovadas, a,'resentadas
pela nobre commiaso. (Apartes)
Esta verba era na lei vigente. 1:4475720 a com-
misso elevnu a a 4:2455000 Nao se comea uta .'
Reparos e cnnservacodas estradas e obras pro
vinciaesJ sobre isso z as reflexoes que en-
tend
Couservaco dos jardins pblicos etc.
No oreara, nto vigente est para este servico
marcada a verba de 8:8^25140 e Vs. Excs. mar-
carain apenas 8:00 '5000.
Pergunto aos nobres deputados, se como brasi-
leir.s nao lhes de o uorac > quaado entrara, por
exemplo no j-.rdim do Cam o das Princesas e
v a o esta io em que -He se acha ; aquello jar-
dn, que attesta ao estrangeiro que us temos um
pouco de bom gosto e civiiisacao e que est com-
pleta nente se estragando !
(Ha um aparte).
0 uobre deputado que me d este aparte deve
sabe, que nao .-timente da barriga que ae vives.
Entretanto cases jurlos Sr. presidente, nos cus-
tarara nao poucos sacr ficios e vo se aniquillar,
para o que concurre a avareza da Ilustre commis
ao que nega -lhes recursos suficientes paraos ne
cessarios reparos e conservacao. Mas qual caus
fisto V Qj.,1 o remedio Ser diminuirse a
quoia destina a esses servio s ?
Segurauja publica, e empregado3 da Casa de
O. leuco
O projecto de orcamento marca quarenta contos
e tantos, e o orcameoto vigente marea 31:0Jo\5
Veja a nobre c-mmiaso que eaea verba uo pie
permanecer. Ha urna outra despeas que era ex-
pedieute, acei i, illmniuaco e fornecirneuto d'agua,
n t le vigente a verba 5:4'J75 e foi dimiuuida
p^ra 4:8005.
O -r Gomes PrenteQial ?
O Sr. Baro do ItapissumtA Casi de D ten-
ca ., luz e agua. Com reiaeai a verha para alu-
gBrtiS de caa-is para cadeiis, at insto, Vv. Excs.
liz rain economas A verba era de 8:2355001 ea
in ^laso diiniuuio para 7:3005.
O r. Gomes Prente ii um ap.rte.
O Sr. Banii de Itapssuina ti' justamente o
pr jecto que estou cou'routaud i com o orean:
vigute; estou mostrando que t'uha razo quand
di-se que votiva e outr-i ele dese o 1." at o
ultimo Estou mostrando que o projecto cao s -
tistiZ aba iluiaraeute as nuceasidades da provine a
e pelo ooutrari v m desorgauisar om.oi taineute
0 ervic publico.
O Sr. U i no de MoracsV. Exc. par* aso nao
est liibi.ii.it nem mais c inapetente do que o
Til siuro.
O Sr. Baro de ItauissumaAgradeco o coa-
ceit..; m .s armo a V. Exc de que l uu Thesouro
na lia nio^uein que teora nehir vouiaie de ser-
ir o.ov acia do que eu.
O Sr. J i il .naE pirque o nobre Baro de
1 ap sum i u ooinpeteut pira disentir a raa-
? O u.br.: leputalo que tem o haoito de
na uto, e q laudo iuterruopS a quem falla o
ciui um aparie ou leaparacado ou in-
jun .so.
Um Sr. D.-putado V. Exc. nao pode dizer
isso.
O Sr4 Jo M ira Pois eu digo qae nem o
Thes uro, u.rm quem quer que ai-j mais c
ptente to que eu '
->.-. liar-i d- ItapissumaEa ji dsse que
o- < ipeteute, p .rque scudepi'tad>
e.nb.r. a>m considere ti. haDilitado como o
u .or d -pu alo.
i' ir Ju ira Earou m recriado ao Sr.
deput..do ni mbr-i da ommis.-o le orcimento. V.
Exc. nao v que a sua insi.nuaeo involve urna in-
juria ou attestado de sua ncapacidade.
O Sr. Baro de Itapissuma8. Exc. mais
habilitado do qae ea, tem um pergamioho...
O Sr. Jos MaraEu sou mais competente do
qua o Thesouro, porque sou deputado.
Trocam-8e outros apartes).
) Sr. PresidenteEu peco aos nobres deputa-
dos qae nao interrompam ao orador.
O Sr. Baro de ItapissumaEu vou continuar,
Sr. presidente. O sold dos officiaes e pracas do
Corpo de Policia, to tambem reduzido e, como V.
Exc. sabe, o projecto de forca publica que est
actualmente se diacutindo, eleva o numero d; pra-
cas. Assim, ao passo que o projecto eleva a for-
ca, a oobre commisso dimoue a quota. Ss. Excs.
tm o dever de vr explicar nos como pdem op.rar
se mel han te milagre.
Expediente e livros para o Corpo de Policia e
guarda cvica. At esta verba, Sr. presidente, foi
diminuida. Nao sei quo motivo teve a nobre com-
misso; mas me parece que esses livros sao neces-
sarios e se est designada a quota, po-que efec-
tivamente elles sao precisos. Na lei vigente a
cota de 2945600, no projecto actual 1745500.
Fardaraeoto do Corpo de Polica. No orcamento
vigente est mareada a verba de 103:5895> no pro-
jecto em discus35o ae diminue a verba para....
83:2655.
Agna e luz para as cadeias d > proviucia. Eu
chamo a attnco dos nobres deputados para este
ponto. O orcamento vigente marca 9:1305; mas a
commisso reduz esta quantia a 3:0005, tazenio
urna economa de 6:0005- I !
Querem por ventura os nobres deputados que os
pobres presos inorram sede e s escuras ? Como
que os nobres deputados dimouem seis coutos
de rea oessa verba, apenas sufficieate para aervi-
cos imprescindivea ?
J v a casa que nao sera razo que e intuido
a impugnar o projecto que nos offerece a commis-
so. Anda ama vez repito : o projecto do orca-
meoto coafeccionado pelos nobres deputados nao
mais do que um projecto de desorganiaacao com-
pleta dos,servicoa pblicos provinciaes.
Illumin-ico publica. N3 temos o contracto da
illaraiuacs publica, o numero dos lampe 's est
fixado, como se pode ver na lei. Pois ahi mesmo
os nobres deputados procuraran) fazer economa,
conservando os mesmos lampeoe:, tratando-se alias
de um servico couiractado !
Isto um absurdo.
O Sr. Gomes ''areateEssa verba pode aug-
mentar ou diminuir.
O Sr. Baro de Itapi-sumaNem se pode mes-
mo augmentar com a differenca de cambio, porque
como todos sabem este anno o cambio est) muito
melbor, e ha verba eapecial para differenc de
cambio.
0 Sr. Gomes PrenteMas esta verba pode su-
bir ou descer.
O Sr. Baro de Itapissuma Mas porque V.
Exc nao diz isso no orcamento, nao demonstra o
que allega ?
Eu vou cootinuando.
Illuminacao de Olinda. No orcamento vigente
acha-se marcada a verba de 29 contos e tantos, e
aiuda ahi os nobres deputados procurara fazer urna
pequea economa. ,
Illumin-ico d.; Iguarass, a verba de 2:9205,
e a commisso reduzio a 2:9005, fajeado ahi ama
economa de 205- O mesmo com relaco a outras
localidades, inclusive Goyanna, que eu peosei que
fosse respeitada. Eu chamo a attencao dos nobres
deputados para isso, refiro me aoa do 4.a dis-
tricto.
A nobre commisso parece ter m vontade aquella
comarca, que alias est muito bem represeat .da
n'esta casa. Os nobrea deputados previoam-se com
a commisso.
J em relaco a auxilios diversos, a commisso
conservou o que hava e s dminuo a verba
para Goyanna, e para o Monte de Soecorro d'esta
ciiiade.
Qual a razo de diminuir a verbarecolhimento
de Goyanna, aue era d.i um cont e duzeetos para
um couto de ris, conservando a mesina quota para
as outras casa-de caridaie?
Parque a nobre c nomisao eliminou a verba
auxilio ao Moate de Soecorro ? Sera lembranca
tambem do Thesouro ? Nao, senhor, pois isto o
resultado da preditposicao econmica em que se
acha o espirito dos nobres membroa da Commisso.
Sf. Excs. tm o proposito de acabar com tudo
quanto de bom fizeram seus adversarios.
H-tver n'tsta oossa sociedade, quem com Justina
possa couderauar o auxilio qu* presta a provincia
a estaboleciu.ent i to uril, e que presta re- vante
servico classe mais desfavorecida do fortuna ?
Nao sab.-m os nobrea deputados que essa insti-
ruico veio libertar a pobresa da cru -ldade dos
vinagres que cruelmente se locupletavam extor-
quindo por meio di usura essa classe o ultimo
vmt m .(o- muito costo pode gaubar?
Nao jjbem os nobres memb.os d commisso
que antes de termos assu Monte ds Soccono.o pobre
que precisava de urna pequea quantia s a poda
..bter por exagerado pr-'ini ? Q icm quera por
exemplo obter 105, com muito custo, acbava quera
lhe emprestasse, Dorm para pagar 2ou 3 mil ris
n i pr so de 30 das ou menos?
Poia Ss. Excs. que conservara alguns seos
afeic-oadus, ordenados excessivos, querem ecoao-
misar as migalhas que se despendem a favor do
pobre ?
Hei de apresentar, tambem, emendas sobre este
assumpto.
Desculpe a casa, e d-rce licenca para continuar
no meu improbo trabalno.
ArrecndafSo de rendas:
Ao 61 para empregaios do Thesouro o p-ejec-
to ni rea 104:1425, ao passo quj no orcamento vi-
gente, 116 0005 e tautos.
Expediente e acei > da easa do Thesouro: na lei
vigente, a quota mateada para case servico Va
5:675572) Nao sei p rque razo diminuiram e
U is Eraoregidos do Consulado. Ahi Ss. Excs. fize-
ram sua economa. A quota marcada era de....
120:8175, s uobres d.-putadoa limitaran essa quo-
ta a 82 4005.
Expddi'-ute e acei o da casa d'esta vpartico. A
quota de 3:7585170 no orcameoto vigente e no
actual projeeto de 3:0005
Einpren oect iras: ua lei vig-nte a
verba 6 >:0005- Os u .bies depattdds fiz ram om
augmento d 10:0iX).. ,n 75:20051
Sr p-. si lente, eu nao posso compreh nder c;iai
que ara orcamentopermita se-ra- a phrase
qu s parece um monta) de acougra noi.is, de
lucoueequ ocias, de disparates, um projecto que
Io ate o uitiui i, nao tem ama s idea
.ipr v.Mtav. I, possa ser approvadi. por esta casa.
( i partes).
iiiiiio. Saatrnto e cura.ivo de presos pobres-
No irciraeuto actual est marcada a quota da....
96:9645, ao btretaato t[ue as .epumdos
id .io .^i 3:0J05 dessi v.ro.i, d-ixaudo-a
a. i que motivo levofl a commisso para di-
minuir esaa Ver I forma.
0 Sr. G un s P E' porque tuja verbs
iia, nao Sx-i.
O Sr Har. do) Itapissuma Ta.'v, z porque o
Thesouro j, relator da
co umiaso quaado te deu a v.ri inte para menos.
Uu Sr OeoiitiloE'excti.
O Sr. B^ro si que o ins-
p*"ct->r d Thi'- uro faz as que lhe sug-
gere o ea- ; mas S commis aprecia-
ispoe como Ib couvoi.
Jur-s de apoliees. Qual a razo porque se aug-
esta verba? Ni le ct i>2:0305,
no pr jcc:o do nobre deputado K5.
v se diga que a razo foi a u iva emisso.
I mam i


Mm'm de PcrnarabucoTerfa-fcira ~9 t Junho e 188(6

Sao, pas pagamento dos juros do exen icio que
deve reger e*ae orcament, a propriaiei, que fa-
a toa a eraisaio, providencien. As epolices que
estovara na drculacio sao as mesmas, como, pois,
se aug nenta esto verba?
E' sempre assim, Sr. picsidentc: a commissio
nao di as ratoes das suas alteracdes, nio procara
justificar os seus profunJos corte, para alguos dos
qiaes nao poder alias proiazir um s razio que
os justifique. Ella diminue verbas ananas suli
tea para servicos impwcwidivau, .*jf|rava impos-
te* Icvianamente^wtdi teman te. ero vasta a vida
de de faxer figurar jara pw>jecto oto salda, qw
paaaa de un sonta** uus afretara moriwV
O Sr. Gomes sVstn Mis tem-se de.pagmr os
jaros da* apoliceswsne bo'fcram resgatadas.
O Sr. Bario de lupiisonaA le marcan juros
para toda* essaj plice* que estavam em circula
fio, como ji disse esahe o nebre relator da ooin-
ninio.
(Ha diversos aparto*).
Aiada, senhares, temos outra economa da nobre
comosissio. A verba das dividas de exercicioi u-
dos no ornamento vigente de vinto e cinco eontos
e tonto* mil ris, a nobre carami>3o marcou agora
duplo.
Nao posao compr~beuder motivo porque ; mas
spero que Ss Excs. expliquem isto.
Reatitaioes. Para ai restituicoe- no orc/im 'nt >
vigente est marcada a quantta de 2;lo>8 Os ue-
toe* di-pntod. a no intuito e anda no s u proposi-
to da eoonomisar, nao pudeatn tirar miiitoj; mas
tiraran). aiguina cousinha : marearaui verba de
2:300*, isto ,fisetam una ecanomiasiaha de lbf
(Ha diversos apartes).
Cr*io, -Sr. presidente, que j teaho dito qaanto
basta para dar a razio pela qual eu disse que vo-
ta** contra os diaparatas dopesente orcamunto.
Anda urna vez. desculpera-ine Ss. Exea, a phrase
ude.
Eutend > que se este orcamento ni > for refun i-
do inte ramate, elle nao pode ser aceita pela casa.
Nao sei se eoasegui conveocer a maioria da ca-
nia iajoatica com qu-; prooaden a nobre commis-
sao de orcsmeni o ; pelo menos empreguei calateas
para isso e f allei com toda a caoviceio.
Um Sr. Depatodo V. Exc. traz para m i.ielo do
remenlo um oatro orcameuto que era impresu-
vel.
O Sr. Bario de Itapis6uuiaEnto V. Ere. na
coopruli- ndeu o que eu quena dizer. Eu entend
dever provar e explicar a posici > qu<- assumi ein
r 1 ic > ao projecto que se discute.
Mas, Si. presidenta, anda, prtciso dizer qu atr.
patarra em reh Tao- ultim em uda que apresen-
te, iot > a emenda substitutiva.
St presidente, nio sei se vetleidade minha ou
ae tenho algum fundamento em supp* que aminha
emenda substitntiva ueja approvada pea Ilustre
maiocia desta casa, e que a nobre commissio d
are/amento dar para isto a palavra do ordem.
< Apartes).
Espero que o nobre relator da commissao, atten-
dendo s conveniencias da provincia, mude de ru-
mo a reapeito do orcamento e reforme, tanto mais
depress.;, tanto mais radie lmente, quauto refor-
mara por oecasio da discussi..-, o projecto do -m-
reetimo.
V. Exc., Sr. presidente, e sTcasa foram testemu-
nhas de qie o nebre relator da commissao de or-
namento e o seu companheiro (aqu nos disserain
que nio alteiaram o projecto de einprestimo. que
inbain apnsentado e que nao podiam alteral-o,
porque esuvam convencidos de que a quula u'eil
marcada era sufncieute para o fin que se. tulla ao
vista, pois eaperavam 'que no semestre seguinte o
anposi' de gyro reuJesse mnito mais ; e uiesir-o
porque, nio estavan muito dispostos a franquear
aiu'ieiro para 8'- malbaratar e que ea bastaateja
jnantia de 500:0004-
Passados das, p.rm, apresentou um membroda
**aioria,que nao pertencia corainissao, urna emen-
da, dizendo: nn lugar de 500 coutos, mil, isto ,
levauda o duplo a quautia consignada no pro-
ject>,e nos todos vimos que, ducutindo se esta ma-
teria, o nobre relator da ccmmisso nao disse
ama ai palavra e Com a inaior docilidade...
Urna Voz- Aceituu a emenda.
(Ha outros apartes).
O Sr. Bario de ItapissumaPcrdao; o nobre re-
lator da commissao, depois, de ouvirlios diversos
radoies, e noti'-se, que aquella qu.'8'.ao era uina
questao .'e meios como o ornamento, apresentou-
e na tribuna, nao para dir as rasos que tinlia
ara molificar o seu peusamento, mas para dizer
jue fcizia da emenda umaquestao de confisaca.
(Apartes).
da eoiter-
(Contina o sussurro).
O Sr. HreaioaateOs requerimantos
raraento nio teem discuBsao.
O Sr. Regueira CoataPeco a palavra peta or
dem, repito.
O Sr PresidenteNio dou a palavra ao nobre
deputado porque estou fundado na le.
O Sr. Regueira CostaMandei um reqaerimento
mesa.
l'eco a palavra pela ordem.
(Continua augmentar o sussurro).
O Br. : residttRteSao dou a palavra pela or-
ut- ainobrj dapotado.
zeaV. Sx-. nao pode negar.a palavra jala,
^oraum a quaiquar depotado que -a pea.
O Sr,Vro^daneFaco-oundrvdo ua le.
| restauraeio do ensino religioso as escolas pri-
I inarias. Vigario Augusto Franklin.
N. 347. Igual favor ao da emenda n. 97 a ler
culano Hygino Nunes landeira, professor pablico
de -Bizarra, aa oomarea de Limoeiro. Rogoberto.
N. 854. Oode oouber : Pica isento de impostos
provinciaes e municipaes o predio que a rectora
do Gabinete Portugus do Leitura desta provincia
tenclona edificar para o mesrao Gabinete, bem
como dos Impostos e direitos de transmissio de
proptiedide a.que estiv.ar sujeito o terreno ou pre-
io quo f r oannrado para tal fim Sophronio
PorteUa
N. 5. Anbatlutiv da ds n. M9 : Ajwesento
(Creaee anda mus o sussarroy.
Sr. quo approvaiao raqaeriujanto de eneer-
nto queiram levastor-se.
(Tu mu "o).
Edt approvado.
(Augmentanfo o tnmulto o r. presidente sus
pende a sessio).
Passados 15 minutos reabra-Be a seisi.', eo Sr.
presidente declara pa^sar-se
2 PARTE DA ORDEM DO DA
Vota-.se e rejeitado orequerimento do Sr Jos,
Mara, d adiameuto da 2' discusaao do projecto
n. 27 deste anno.
Continua, portanto, a discusso do projecto.
EMKKDAS OFFBBECinAS NA 'M DISCDSSla DO
PROJECTO K. 43 DESTE ASSO ('0H9AMEN-
TO PBOVINC141.,) E APPBOVADAS NAs SE8-
85l8 OE \9, l, E 22 DE JUNHO.
N. 253 Suppriraa-se a inunda 11. 42. Reg
Barros.Sophmnio PorteUa.H-iraulano Bandei-
ra. Julio de BarrosRodrigues Porto. -Barros
Barreto Jnior.Luiz de Andrada.Constautioo
d< Albuquerque. G'unes f areate.Joao Alves.
Prmica Velloso.Vigario Augusto Fraukliu.
Bats e Silva.Coelho de-Moraes.
N. 255. Ond i c oubr20 sobre establec -
ment de comprar e vender oavallos, denominados
armaz'in le sai Pe'rcira Velloso.
N. 2U3. A' emenda n. 7a depois das palavras
qne es'ver a dever :iccre*ceutc se ato ,
879*830 e o mais como est na emenda.Baro
de Itapis-uma.
N. 2^7. Ao73do art 2*. Inclusive o que ssest
a dever a Jos G nnauo Lyra. de alugueis da
casa que srve de' qaartel e cadeia ao pivoadi do
Kiacho do Malto.Cotihd de Moraes.
N 208 Ao art. 7o. No final d 1 substitutivo n.
2 do 13 do art. 1', acerrsceute c as palavras
exceptuados os 5 /, destinados ao fundo de emau-
ioaeao.Gimes Pareut------Coelho de Maraes.
C inotantino de ilbuquerque.
N. 259 Ao % 36 do art. 1". Em vez de 200 ris
d'fTM-se 60 ris o o mais como est.Ceibo de
Moraes.CousCantino de Albuquerque. 'tOhcs
Pare t .
N. 262 Sub-emenda.Suopriajarrcbe as emen-
das so- n. 10 e 14 ao 46 10 art. 1".bornes P-
rente.C-elb'> de Moraes.
N 6.J. Ao art. 2*. Sub emenda. Se foreai aup-
primid'is as emendas de ns. 10 a 14 ao !'
art. !, restabelecida a disposi^ao integral do re-
ferido S 4'i, ai siipprimnm tambem as emendas de
ns. 86, 87, 8S, 89, 9Q e 109.Coelbo de Moraes.
N. 264. -ub emenda. Suppriinum-se as emen-
das de ns. 22, 82, 99, 128, 146, 174 o 73.-C*)lho
de Mor
N. K6. Supprimam-se as emendas offerecidas
1$ do art. 2 de a*. H, 22, 23 27, 28, "29. 31,
33, 34, 36, 41, 42, 43, 44, 45, 47. 49, 50,63, 6>,
70, 71, 73, 74, 75, 76, 87, 98,101,1< 3, 104, 105,
11H, 115, 117, 118, 119, 120. 121, 122, 126, 127,
!.". 130, 137, 144, 148 e 178,-Coelho de Mo-
raes.
S. 256 Ao 75 Inclusiv 1:237*00) para sa-
tisfazer ai ti'bas de Miguel August 1 de Oiiwira,
o neseente ia D. Geuoveva Rosa 'la Silva, nos ter-
mos do 71 do art. 2 da iei n. 1,810Gomes Pa-
rete.Joelho de Moraes.Constantino de Albu-
querque.
N. l'i>7. Ao art. 1. Novos | ondeconbor au-
xilio dos cofres geraes.Gomes Prente.Coelho
de MoMaa,
X. 268. Saldo do ejercicio anterior.Gomes
PrenteCoelho de Moraes.
N. 269. Sub-emenda emendan. 93 11 vez
de 150:00-4 diga se 203:*00, inclusive a im-
portancia necese irla para as obras da Casa de
Detencao e reconstruecao da ponte de Arromba-
Ea, porUuto, cert) e convencido de que S. Exc. dos.Gvines PrenteCotlho i". Moraes.Cous
afino,
ao tem caprichos, e de umita doeiiidade, tendo
apenas como movel os interesses da provincia, es-
pero que acceitar a ainba emenda substi:utiva.
Feilas estas considerares, Sr. presidente, vou
aoaelnir, mas primeiro preciso faser um appello
para a casa, presso pedir, instar mesmo com 0110-
4re relator dacommissai para que veuba tribu-
B", por que at luje anula nao tive o prazerdeou-
vir a S. Exc, p.ra que venha explicar < seu orna-
mento, defender a sua obrn; para que venha moa-
trar que e-e orcamento a&j como o qualificaram | taniiuo de Albuqunrque
aa meur, 11 brea ollegas pelo 9' e pelo 2* distiieto X. -273. Suopiima-se
tautino de Albuquerqne.
N. 27i). Substitutivo ao art. 11. Fiea o presi-
dente da provincia autarisa Jo a reformar a liepar
ticao das Obras Publicas, dando-lhr novo regula-
mento, como for mais conveniente, reorganisando
o servico de conservara) permanente das obras,
sobre novas bases, de modo a realisar-se a mxima
economa, e providenciando no sentido de queos
agentas pagadores percebam 1:800 de veueimeu-
t'.Gomes Pareut".Coelho de Moraes.t.'oua-
jpruna-se no 61 as palavras3 o
isto um qu.-.lificou o de megati rio c o outro de ordenado do *2 solicitador, e accresesute-se no fi-
biloalra. I nal o s^gu
Eu digo aimplcsinante que imprestavel, ata Sendo o ordenad do procurador dos feitos de
1 face do rsgimsnto Y. Exc. nio m'a pode
O Br. PreideteNio ha nada em discusso.
(Sussurro).
O 8r. Ferreka Jtcobina -Isto urna vardadei-
ra coaaedii.
accordo ota a lei n. 1,810. -Gomes Parent
N. 274. Ao art. 1* novo .Medico da Coloma
Isabel, 2:4004000.Gomes faraute.
N. WK Jl)00 para pagamento di que se est
a d -ver ao ex-collector e ao ex-cscrivao da collec-
e Alexandro (''reir de Carvalbo.-- Jos Mara.
N. 279. Ficam i"ntos do iuipi-to ce tmela -em
os navios da marinha mercante brasileira. -Jos
tlaria. Barros Uarre: > Jnior.
N. 3-2. .Substitutivo ao art. 12.Fiea o presi-
dente di provincia autorisado a supprimir o Con-
sulado Provincial, organisando com o pessoal m
cessari j urna receoedoria provincial incumbida da
arre.-adaco dos impostos de lanearaento. O, em
prepii s q::e exeederem do quadro serio addidos
s repartieres provinciaes para seram prvidos
as vagas que oceonerein. Os einpreg-dos qu--
lerem mis eonficoes legaes podero ser apo-
m.G :n s Prente.Coelho de Moraes.
N. 384. Stio-eiaenda den. 244. AeerH
: exceptuados as dos impjstos lanzados.G.
Parsat .
N 292. A.0 39 do art. 5: au^meDte-se a
verb 1 com 4 lampeoes para ra que Sea em Ere te
ao hospital de santa gueda, denomnala travess 1
de Jad > de narros. Ratis e Si va.
X. 299. A! itivo s disposioo-s geraes. Ficam
relevadas dj pajramcrito de dcimas arrazadas at
o c>;-rcicio de 1885 a 1886 as casas pertenceates a
que niii traz" a me : rvuntagem, e pelo contrario
prejudicialissimo provincia e quesera urna cala-
midad-^ se o exentaren sem uuia reforma radi-
cal.
Ea ia concluir, Sr. presidente, sem rae lembrar
tamb'-m de urna das disposicoes OO orcameuto que toria d : Caruar, Antonio de Leos Vaseoucellos
\e-. Jeclararain aceitar como urna medida
de grande vautagera para a provincia e a re-
dac, iifimonto* dos empregados pblicos.
E.i, hr. presidente, p?nso lia mojo diverso, e nao
p*i 1 creseentar mais nada ao que se tem dito
aesta casa a este respeito, ssiio que sou solidario
com tedas as proposicoes que teem tmittiJo o.
meus i.migoi desta bancada, como tambem com as
pro luz: las p los nobles Reputados da bancada op-
.. oo Srs. Regueira Costa e Rogoberto.
Acho que uiua iuiquidide para nao dar outra
qaafica;!', esta disposiyao do orcamento; enten
do querr pi I ibar com esta classe antes
e que p. paWico i
fom niaeria. (Aparte:-).
_0 em reg do publico j est onerado com
bl c mo quer agora a
com; npoato :e 10 ",. deca
rando qne tolos stio amito satisfeitos?
O Sr. Gomes Pnreate d um aparte.
O Sr. Biiri de ItoptaamnSe e imposto e
gyro 1 t pioduzmdo li ::!o, perguui >: qt::--
iaza i
X.io pira !: ninguern qu- me usani-
fest : mas porque, pondo a inao
na 1. 1, eu vejo que se quer
fiear a*oa classe muito digna e que teui tautos di-
reitos como outra qualqucr, e que presta servidos
indi provincia.
Como se poder arrecadar as rendas publicas,
sem agentes encarregados dcste servido? Cuma se
poder exigir desses agentes a precisa deligencia
e cuiJ d Jiiod-sempeohede seus deveres, se elles
alo tem os mios precisos para se manteremV C -
mo b irigar a um iudividue que t m q
phantasma da flme no seu lar, a se devotar a ama
iuali" ;o?
Qu. m pem est maltrapilho, qu
os entes que Ihe sao mais charos rodearlos de mi-
serias, famintos, nao pode ser um empregada re-
-gaiar. Pcnsem bem oanobres dcputad.s.
Ea portanto convida a nobre commissao a yir
tribun 1 e tirar me tolas essas davida do espirito.
nigno relator da commissao ou qualqner outro
membro muito habilitado para isso.
Crji. perianto, Sr. presidente, que tenhj eum-
pndo o^ca dever.
Nao posso continuar, por que nada mais teaho
a dizer. As minaas emendasjse acham na mesa e
chamo a atteneio dos cobres deputados para a
altana.
Eu a laceo acs nobres deputados da commissao
como urna ponte para que se salvem. Os nobres de-
putadeeestio em perigo de naufragio e eu offereco
ama sahida que o orcamento do anno passado para
ue Ss. Excs. dee se aproveitem.
Tenho dito.
(Muito bem, muito b;m.)
Sr. Sophronio PorteUa(Sao devol-
va o oea discurso)
O Sr. presidente vai por votos o reqaerimento
do nobre deputado, pedindo o encerramiento da
(baewaio.
Sr. Kegneira CostaPeco a pakvra
pela ordm.
O S-. Presidente.Nio posso dar a palavra pela
orden.
O 8r. Regueira CostaPeco a palavra pela or-
irwandade de Nona Senhora da Boa-Viagem tr-e s,'gumte uuU um I"* se u*er ,Blt:> >-
iDronnoad. 8au-
N. 301. Fiea o presidente da provincia autori-
sado a mandar pagar o que se cstivcr a dever ao
professor Joo Fernandes Vianna. de seus venci-
meutiis relativos ao exercicio passado e que cahi-
ram en xereicio fiado. egueira Costa.
X. 308. Fiea o presidente da provincia aatori-
s a uomear eflectivas o professor do Couro
d'Autas e a professora de S. Jos do Fgypto, que
erau contratados antes do Reg. de 6 de Hevereiro,
urna vez que provean que cumprem seus deveres
uto di reparticio da lostrucco Publica.
Dr. Pitaoga.
X. 313. Ond.couber: 10 r3 por litro de tal
impirrado.Dr. Joio de Si.
N. 316. Emenda ao 54 do art. 1: Ao final
do paragrapbo aecrescente-se : subvencionando
com ordenado igual acs demais os profissiooae>
das chuicas de olhos e de partos e conservando
auteineute um medico no Hospital D. Pe-
dro II.-Dr. A. Costa Gomes.Bario de Itapis-
suraa. .
X. 322. Ao art. Io onde couber: Ficam sujeitos
ao pag> ment do imposto de 10<000 por carga
todas as fazendus importadas para esta provincia,
pelas provincias visinhas; ficando sujeitas ao pa-
gamento de metade deste imposto as cargas de
miuduzas importa las as mesmas condicoes, pa-
gando 2/000 as cargas de quaesquer outras mer
caloras. Ficam igualmente sujeitos ao imposto
de 44OOO por carga todo o algodo exportado do
mesmo modo. O presidente da provincia determi-
nar em regulamento o meio de se fazer efectiva-
mente a cbranos. Joio Alves.
N. 323. Ao art. 1 su^rima-se o 10 do art. Io
e a emenda approvada sab n. 5.-Ferreira Jaco-
bina.
N. 328. Ao 42 accrescente se : 1:0004 para
o guard.. da iluminacao publica.-Gomes P-
rente.
N. 329. Novo g. Onde couber: 5 o sobre o
valor cficial da tarifa para os productos importa-
dos que forem fabricados no paiz, exceptundose
as asencas. -Gomes Prente.
N. 331. Depois do 48 diga-se : Para o Ins-
tituto Vaccinieo, inclusive aluguel da casa, expe-
diente e compro de lympha, 6:9004000.-Dr. Pi-
taoga.
N. 343. Fiea o presidente da provincia autori
a reformar o ensino publico attendeodo i
como Wi :Uia j pr J cto 11. 63 lio
f irir-niailo mla coaimiwao de
Andrada.
0 pfajawto a ..qua,e raAuv a
jjguint
AWataembJa LagwUtiva ProviaeiaLide Per-
narnbaco resotoe :
. Art. 1." Fiea rescindido o contracto de arre-
matadlo do pelagio da barreira do Giqui, que
f-z Jos .ornes terreira Maia, independente de
multa.
Art. 2. A rescisio ser contada depois de
fiado o actual semestre do Janeiro a Junho do
correute anno.
< Art. 3.a Ficam revogadas as dispasieOes em
contrario.
Sala das eommissoes, 27 de Maio de 1886
Dr. Augusto da Costa Gomes.Dr. Ferreira Vel-
loso.Julio de Barros.
N 356. Sjb-emenda ao substitutivo n. 285 :
Fiea concedido aos arrematantes do iizima do ga-
do vacuum, cavallar e muar, Jas Cardeiro dos
Santos, Joao Nepomuceno da Silva. Antonio da
Silva Florencio, Antonio de Vaseoucellos Floren-
cio, Joio Guilherme de AzeVedo Lyra Sobrinho,
Aurelio dos Santos Coimbra e Augusto Octaviana
de Souza, a isencio da pagamento de qualquer
oiius, referente ao ultimi anua do triennio do con-
tracto a veueer-se. Rodrigues i'ort.o. Luiz de
Andra] 1.Constantino de Albuquerqne.Sophro-
nio Port-illa. J0J0 Alves.Jo> Mara. Ratis o
Silva.Coelho de Maraes
N. 358. Sub emenda ao substitutivo n. 261 ;
2) ,'0 sobre o vaior do fuma de corda, em folha
inteira ou triturada, sobre cigairos, charutos de
qualqucr procedencia introducidos pira coasumo
ou com materia prima ; 500 ris por.kila de fuma
picada e desfiado, viudo por qualquer procedencia
para consumo em Utas, pacotes, etc. Gomes Pa-
rante. Coelho de Moraes.
N- 359. Fiea reduzido a 10 % o imposto de 25
u de raio raorta da irmaudade das almas da ma-
triz do Corp Sauto desta cidade, cinquanto for
bensficente para co.n os seus irraos pobres.Ju-
i 1 de Marros.Ratis e Silva.
X. 364. Se pastar a emenda que acaba com a
reparticio do Consulado Provincial e tem o n.
282 : Sero mantidos na Reeebedoria Provincial
de preferencia os empregados ma autigjs, seu lo
os mais molernos mandados addir s reparticoes
provinciaes, orno determina a referid- emenda.
Jua Mara.
X. 369. Aoart. 1* na tabella de impostos de re
particao. X prt-4a u. 11, em lugar de 8004,
diga-se 2:U004, sujprimindi se. o n. 12. Xa mes-
ma parte n. 13, diga-se 8: 10:0004 'Jomes Prente.Coelho de Moraes.
X. 376. Suppriina-8caetnendan.il. (Imposto
sobre cal).Barros Barrete Juaiar.
N. 334 Suberaenda emenU a. Sil lito^..
que estiverem as mesara* oaaifta*- Jos
Mari..
X. ;v;. Be pass r a emenda que autorisa o pre-
sidente da provincia a ntimear professores, aceres-
cento-s" e D. Columba Ritte Muniz da Silva,
Joo Salvino de Souza Peixe e D. Mara Rosa da
Rocha Lius. Jcs Mara.
X. 389. A' emenda n. 3, substituam-se as pala-
vras retalha na cidadu do Reeife, pelas seguiu-
tus : em grosso e a retalho na cidade do Reeife,
exceptuad >s os a que se refere o 22. Barros
Barreto Jnior.
N. 404 A' parte 4* n. 23 da tabella do imposto
de repartifao, aeerescuute-se : nao pidendoa quo-
ta de cada um dos colleetados exceder de repar-
tiera ie 1884 a 1885.Costa Bsbeiro.
N. 403. Onde eonvier. Ficr o presidente da
provincia autorisado a mandar restituir a Joao
Gomes da Costa a quantia de 1664000 que demais
pagou em diversos exercicios companhia Recite
Draiuage, proveniente de annuidades, do predio
sito a ra do Pbarol, o qual se aoha coinprebttndi
do 00 que dispoe o art. 17 do contracto d'aquella
compauliia.Julio de Barros.
N. 423. Substitutivo a sab-enenda n. 356 que
sub-emenda a de n. 285. Fiea concedida a todos
os arrematantes de disimo de gado h isencio do
pagamento de *pnlqur, *ettrent ae alian* aaue
do triennio da contracto a venaer-se e suppnma-
e os nomes a mesma sub-emenda. Dr. Pi-
tang.
N. 429. Onde couber. E mais 1:3664821 a D.
Mara Albina de Oliveira Costa, professr* do Bar-
ro Verme.lio, de seus vencimeuU s a contar de 1
de Dezembro de 1882 a 1 le Junho de 1883 e de
10 de Marco de 1885 a 20 do Setembro do mesmo
aun 1.Saines Prente.
N. 437. Substituam-se as emendas ns. 213, 235,
237, 254, 315, 395 e 396, pela *guinte :
Art. 1." O Banca de Crdito Real de Peruara-
buco fiea seiita do pagamento de qualquer irapjs-
to provincial ou municipal, compreuendeudo a
isenea a exercicio de 1885 a 1886.
Art. 2. As uor-.iii.-as, legados e doacoes quando
consistentes, 110 todo ou em parte, em accoes ou
letras hypeth carias da Banca, ficam, quauta es-
tes valores, isentos di respectivo impasta
Art. 3." As letras hypothe'janus do Banca sero
acei'as como garanta de fiaucas prestadas nos
contratos com a provincia, obrigado o contratante
a reforcar proporcionaimente ditas fiaucas se por-
ventura as letras sonreren. diminui(o ao valor
porque foram recebidas.
Ai t. 4. Os favores da presente lei nao serio
considerados um privilegio, uem prejudicaro os
que f irain garantidos pela lei n. 1,789 e respecti-
vas nstrucc<3es de 27 de Outubro de 1883.
Art. 5 0 banco gosar destes fa-.ores :
i. Sempre que, em virtude do art. 29 nico
dos seus estatutos, recebendo do mutuario ou de
duzinda da capital mu tundo, no acto da empres-
timo a anuuidade respectiva ao tempo que decorre
desde a data do contrata at ao fim do semes.re
em que o mesmo contrato su fizer ; compense aos
mutuarios os juros de 7 0/0 no auna, desse mesmo
temp > a decorrer, urna vez que pelos arta. 24 e 45
4' dos estatutos do I!meo, os emprstanos a
longos prasos sao feitos em letras bypothecarias
1.- e estas s vencera juros a partir do seme-
g 5. Con relacio inatruccio primaria o pre-
sidente da provincia poder transferir as cadeiras
que eonvier sebera eollocadas onde passan ter
maior frequenca, respeitando todas as vantagens
e cathegorias dos respectivos professores.
I 6.' Formar effectivos os professores contrata-
dos que tenham revelado aptidio para o ensino.
g 8." O presidente por asa oocasiio dar novo
regulamento i instruccio primaria. Gomes P-
rente.
N. 456. Nio se preenehero as vagaa que se de-
rsm as cadeiras de instruccio primaria de 8* cn-
Uancia at o numero de-20 o de 2a c 1' at o nu-
mcrode 30.
4 -a fr de eaeeia do ski masculino
de l eatrancia observa- se-hd 11 dispoUo noar'.
217 do R.-ir. do 6 de F .. -r. i 1 85.
Par ni boi re^ulatia-r o oaV prcuaciunent >
desaaaatdeiras observar-uie-ha.odpoHto nos arta.
14, 45t6 e 47 do citapiR^g R g-> Barros.
K^df. Se pasear awnedda que autorisa o pre-
sidente du provincia a reformar a instruccio m-
blica: ^ '
Nio poder remover professor algn pira dis-
tancia superior a seis kilmetros Jos M
N. 472. Se passar a emenda que auterisa a no-
meacio de professores, igual favor ao clrigo Ma-
ximino Ferreira de Sauz. Padre Julio. Jos
Maria.
N. 482. Additivo s disposcoes geraes. Du-
rante o presente exercicio financeiro o presidente
da provincia poder suspender o provinento das
cadeiras de instruccio primaria, que vagarem,
contanto que as freguesias da capital e en 01 in-
da nio xceda de urna tersa parte, as demais ci-
dades ficando urna cadeira de cada sexo e nos po
voados, ficando urna cadeira do sexo ieminino que
s r convertida em mixta.Gaspar Drummond.
N. 483. Se passar a emenda que autorisa o prc-
sideote a reformar a instruccio publica, aceres
cente-se : As cadeiras da instruccoo secundaria,
que vagarem, ero supprimi'las ou prvidas pelos
lentes d'aquellas que opresidente julgar desne-
cesssrias, supprimidas estas.Barros Barreto J-
nior.
Emendas que falta votar
Ns. 265,271, 275, 286, 287, 298, 301, 311, 312,
314, 327, 332, 333,335, 337, 338, 33:'. 340, 341,
342, 344, 349, 357, 360. 3S3, 365, 366, 371, 372,
373, 374. 377, 379, 380, 381, 387, 388, 390, 392,
393, 394, 397, 399, 401, 402, 403, 406. 4U, 412,
413, 414, 415, 416, 418, 419, 421, 422, 424, 42"),
426, 427, 428, 430, 431, 43>, 433, 434, 436, 441,
442, 445, 447, 448, 450, 451, 452, 453, 457, 458,
459, 469. 461, 462, 464, 465, 466, 468, 469, 470,
471, 473, 474, 475, 477, 478, 479 e 481.
Ooseroaco
As emendas cima de ns. 265 e 357 ficaram em-
patadas.
2 Sempre que facultar para os emprestimos a
longos prasos o tempo de ds* a trinta anuos, m-
nimo e maxino fizado pela lei n. 1,237 de 24 de
Setenare de 1361, decret 1 n. 3,471 de 3 de J> nho
de 1865 e pelos estatutos do mesmo Banco art. 25.
Art. 6.* Fieam rv-gadas as dispo!>ioue8 em con-
trario.Ferreira Jncjbiaa.G. de Drumaund.
Barros Barreta Jnior.Viscjnde de Tabatiuga.
N. 438. Se passar a en enda que autorisa o pre
sidente a njinear professor, accrescente se e
Jos Duirte Calisto.Jacobina.J N. 43 '. Substitutiva no g 9 do art. 2.Profes-
sores inclusive o addido, na forma da tabella an-
nexa lei n. 1,497 e le n. 1,525.Coelho de Mo
raes.
N. 449. Substitutiva no 25 do art. 2/Se fr
restablecido o $ 46 do art. 1' subscitua-se o g 25
do art. 2 pelo g 27 do ar% 1 da lei n. 1,860 se-
jam aii.iprimidas as emendas que curraran) o
peusamcato do referido 27 da lei n. 1,860. G
de Drummond.
N 455. Suostituam-se os arts. 5, 6 e 7 :
Artigo. Fiea o presi! ote da provincia autori-
sado a rever as oisposico s porque se rege o ensi-
no publico:
1.* Confeccionando novo regulamento para a
Escola*N ensino das materias;
g 2.* Reorganisando o Gymnasio Provincial do
modo que lh< parecer mais conveniente, pudendo
supprimir do intermita os lugares que forem ais -
pensaveis.
g 3 Dos alumnos pensionistas da provincia,
bem 'Jomo dos internos actualmente mautidns pelo
estabeleeimento eontinuaro a rcoeber educacio e
ensino no Gymnasio somente os de q-e trata o art.
62 do regulamento de 19 de Abril de .1876, obser-
vndole a seguinte or m :
1.* Os filhos dos voluntarios da-patria.
2.* Os dos outros sei vidores de estado.
3. Os que se houverem distinguido pela sua ex-
cepcional intelligencia e applicacio as aulas,
sendo en todo caso observadas as condiedes do
art. 55 do citado regulameoto.
S 4.o Este* alumnos serio mantidos i cuita do
estabeledmeto, se por ventura o leu estado fi-
nsaceire nio o permittir, cuito dos eofres pro-,
vinciaes, para o que o presidente da provincia
abrir o necessario crdito.
asnenbla ProvincialNao hauve lian-
te m sussao, por terem comparecido apenas 10 Srs.
deputados.
A reuniao foi presidida pelo Exm. Sr. Dr. Jos
Mauo'l de Barros Wanlerley
Nao houve expediente.
Em seguida dssolveu-se a reuuiar.
Proregaco lo orcaasento -Por por-
tara da presidcueia da provincia, de hontem da
tdt, foi prorogado o orcamento provincial en-
quantt a Auembia nio votar o orcamuu'.o para
o prximo exercieoi financeiro.
Amemplo elciloral Pela presidencia
da provincia foi expedida hontem a seguinte por
taria :
4'neccao. Palacio da presidencia de L'emam-
buco, em28 de Jun'M de 1886. *
.V O vice-presidente da provincia, tendo em
vista a copia da ultima reviso do alistamento
eleitoral ca parachia do Poco da Panilla, que Ihe
foi presente com otficio, hautem recebdo, do Dr.
juiz de direito do 1* districto criminal, e pela qual
se verifica 11 m accreseimo da 270 eleitores, de
forma a tornar-se necessario alterar a divisao
existente na dita parochia, nos termos do art. 95
do decreto n. 8,213 de 13 de Agosto de 1881, re-
solve, usando da attribuicao qne Ihe eontere o art.
94 do mesmo decreto, dividir a sobredita parochia
em quatro seecoes, para a reuniao dos eleitore e
trabalhos das eleicoes, pela forma seguate:
Al* seccio, que se reunir no consistorio da
respectiva matriz, conpor-se-ha dos eleitores dos
1 e 3 quarteiroes ;
A 2* seccio, que se reunir na capaila da
Casa Forte, oompor-se-ha dos eleitores dos 5, 9*,
lt, 12, 13", 15* e 16" quarteiroes ;
A 3 seccio, que se reunir na igrejadoMon-
toiro, compon ae-ha dos eleitores los 7, 8*, e 10*
quarteiroes;
A 4a seccio, que se reunir na igreja de Api-
pucos, compor se-ha dos -eleitores dos 2*, 4, 6*,
14" e 17 quarteiroes.
Extraia-se copia desta portara e remetta-se
Cmara Municipal para os fins especificados nos
Hrt*. 94'% 1 e 237 do citado decreto n. 8,213.
(Assignada).Ignacio Joaquim de Souaa Leao.
Tribunal da Itelacio Para exercer in-
terinamente as unecoes de secretario do Tribunal
da Relacio foi noneado o Dr. Alberto de Oliveua
Coelho, duranto o impedimento do efi'ectivo, que
obteve licenca.
Embarque Embarca hoje para o sul, em
passeio, o uosso amigo Dr. Virgiliio de Gusmio
Coelho, digno secretario do Tribunal da Relaci-.
Desejam is-llie prospera e feliz viageo, e prom
pto regresso ao seio dos amigos.
Eleica municipal Na forma da lei n.
3,029 e da competente regulamento, organisaram-
e hontem as mesas eleitoraes que teem de func-
cionar, no da 1 de Julho prximo, para a eleicao
de vereaderes e juizes do paz.
Temos conhecimeuto das seguintes :
MDNICIPIO DO RECIPE
ParocIUa de S. Frei Pedro GoHcalnes
1." seccio (Matriz)
PresidenteJoio Gomes io Oliveira.
M ariosJos Iguaco Pinto do Azevedo, Bal-
thiir Jos.das Res, Caetano Jos Goncalves da
Fo.ite, e Joio Nepomuceno Coelho da Silva.
2." seccio (Arsenal)
PresidenteFelinta D. Ferre:ra Coelho.
M'aariosCarnelio Padilha, Benjamim E. Pe-
reira Ja Silva, capitao Jerooymo Duarte Rodri-
gues, e Lauriano Jos da Costa Lyra.
Parochia de S. Antonio
l.s secfao (Cmara Municipal)
Preideute Capita-a Jos Rufino Clinaeo da
Silva.
Mesarios Alferes Jos de Oliveira Mello,
Raymiind) Pereira de Siqi>eira, Mauool Januario
de Arruda, Bclebior Miguel dos Santos
2.' seccio (Culabjuco)
PresidenteDr. Manoel Fraujisco do Barros
Mesarios.Ricardo Jes Correa Lima, Sil ferio
Gomes Porto, Joao Landelin > Dornellas Cmara,
e Dr. Manoel do N. Macha! > PorteUa Jnior.
3.a seccio (Escola Modelo)
PresidenteAntonia Herminio de Senna.
M sariosFrancisco ia Silva Miranda, alferes
Francisco Pereira da Cunha, Fiavio Goacahes
Lima, e Anfo o Ferreira Braja.
4.* seccio (Escola Normal)
PresidenteManuel ('lementino Ribeira.
MesarlosAitn! 1 Mchalo Das, Antonio Ma-
rinho Falcio, Dr. Vicent Saraiva Carvalho Nei-
va, e Manoel Lins Paes Barreta.
Parochia de Sao Jos ,
l.'Ogao (Matriz)
PresidenteCapitia Antonio Samico de Lyra e
Mello.
MesarasJoaquim Cavalcaute de Hollanda e
Albuquerque, capitio Joao Carolino da Nascimen-
to, Agoitiulio Bezerra da Silva Cavalcante, e Joa-
quim Teixeira Bastos
2. neccio (Martyrios)
Presidente Capitao Faustino Jos da Fon-
seca.
Mesarios Capitao Francisco Augusto Paes
Barreto, Pedro Koeteric de Oliveira Baduen, Ber-
nardo Ferreira Loureiro e Franeisco Jos de Oli-
veira Rodrigues.
3. seccio (S. Jos de Biba-'far)
PresidenteCapitao Manoel Aprfgio de Moraes.
Mesarlo*Capitao Libanio Presidio de Carvalho,
Gliceno Coelho ao Espirito Santo Thoma* An-
tonio Fiancisco Barreta, e Candido Hypolito Ri-
beiro.
4." *ec9o (Terco)
PresidenteMajor Aormio de Lelie Souza Pon-
tes.
Mesarios.Joaquim H -arique de S Barreto,
Antonio Presciliano de B>fros Marioho, Lourenco
Joaqun de Almeida, e He arique Jos da Silva.
Purochia de Afogados
Renedie*
PresidenteEvaristo Mendes da Cuaba Aze-
vedo.
MesariosCaetano F. Duriea, Maaael Joaquim
Ranos e S:lva, Vicente Ferrer de Salles Meneces
e Francisco Horacio da Silva Jnior.
S. Miguel
PresidenteJos Thomaz Cavalcante Pessoa.
M sarios Joio Baptista Esteves de Souza,
Joo Pereira do Nascimento, Trajano Ozino Go-
mes das Santos.
Parochia da Boa Vista
1.* seccio (Assembla)
PresidenteDr. Braz Florentino Henrique de
Souza.
MesariosJoaquim Anselmo de Hillanl-i Ca-
valcante, Manoel Roberto de Carva'ho Guimares,
Antonio Joaquim Machado, o Aut mi Eliscu Au-
tuues FerreLa,
2.* aeccao (Rosario)
Presidente Dr. Pedro Affaaso de Mello.
MesariosVicente Ferreira Nobre Pelinja, Se-
bastia Manoel do Reg Barros, Feliciano Lyra,
e Joaquim Teixeira Peixoto.
3. MOCo (Matriz)
PresidenteElysio Alberto Silveira.
MesariosMajor Joio Franeisco Antnnc, Ja-
ronymo Jos Ferreira, Adolpho Targino A-cioly^e
Hm-min) Egydio de Figueredo.
4.' seccio (Santa Cruz)
PresidenteDr Severo Goncalves Pires.
Misil ii.'sFrancisco de A333 Silva Cavalcanti,
Jos inastacio Ferreira da Cnsta, major Guilher-
miuo Paes Barreto, e Autan > Quintn > Galhardo.
5.a seccio (Escola da ra do Visconde de Ai-
buquerque;
Presidente Dr. Eugenio de Athayde Lobo
Mosco so.
Mesarios Agistinho da Silva Neves, Mariano
de Figueiroa Faria, Francisco Ferreira de Mello,
Emiliano Cyriaco da Costa Cavalcante.
6.a aetao (S. Goacaloj
PresidenteDr. Pedro Gaudano Ratis c Silva.
MesariosJas Carlos de Souza Lobo, Joio
Leopoldina ao Reg, Antonio Jovino da Fooseca,
e Camilla Lelis da Silva.
7.' seccio (Solelade)
PresidenteDr. Joio Feliciauo da Motta e Al-
buquerqne.
MesarasFlix Antonio de Aleantara, teuentc-
coronel Jos Gomes Leal, Dr. Antonio Germano
Pinto Regueira Je Souza, e Joio Antonio Mou-
teiro.
kttiiifo Areheologtco c tieogra
(tilico Pernamburkno Sabba lo, 26 do
crrenle, 1 hora da tarde, reuaio-se o Instituto
eai sessio ordinaria, sob a presileaeia da Exm.
Sr. coaselheira Pinto Jnior, cora assisteacia dos
Srs. conselheiro Quintn 1 de Miranda, Drs. Luna
Freir, Cicero Peiegriuo, Baptista Regueira, Io
secretario, Barros Barreto, Lopes Machado e Jos?
Hygiuo, e dos Srs. D Jonan Busson, Augusto
Costa e major Co leceira, 2" secretario.
Lida foi approvada a acta da sessio antece-
dente.
O "Sr. 1 secretario menciouou o seguinte
expediente e offertas :
Um oicio ao Dr. Guilherine Studart, agrade -
cendo a sua eleicio de socio correspondente do
Instituto e pediud > um exemplar dos estatutos.
Urna petico doSr. Ambrosio Francisco da Bar-
ros Le i te, edindique se uomeie urna cominisio
para examinar a inscripta) da sepultura de um
dos bemfeitores da igreja ds N. *. do liosurio de
Olinda.Remcttido comnissaa do historia.
Pelo Sr. Joaquim Jos de Abreu, um pequeo
diccin.ra da lingua Tupy, por A. Ganyalves
Dias.
Pelo Sr. Augusto J. M. W. um voluine de sua
traduccao, J^rimeiros conhecimeuto', par !'b.
SjuIics.
Pelo Sr. Pedro Jorge da Silva Runos urna
carta patente de 12 de Agosto de 1379, fexeado
merc ao sarg--nto-mr Antonio Jos da Silva
Coelho, do habito de S. Beato de Aviz c de ljSO)
de tensa-effectiva.
Pelas respectivas redacccs, dirersos joruaes
desta e te outras provincias.
Pelo Comit Luterano Acadmico, um convite
paca o Iustituto assistr a sua 2' conforeniia, no
da 27 da corrate.
Fiado o expediente foram propostos e approva-
dos para socos correspondentes os Srs. conselhei-
ro Jorge Joao Dodswort, director da secretaria da
cmara dos Srs. deputados, e Manoel Vctor de
Souza Manteiro, otticial maior da secretaria do
senado.
Ei= seguida a commissio de historia deu coata
da incumbencia que lbe fra feita para examinar
a sepultura do Joio Fernaudes Vieira, no Con-
vento doCarmo do Oliuda, declarando que oppor-
tuuaineute apresentar o seu rclatorio, log'* que
haja caucluido as suas iavestigacoes, e requereu
que se uomeasse urna commissao medica para
examinar os ossos echados na mesma sepultura e
responder aos quesitos que Ihe fossem pro-
postos.
O sr. presidente nomeou pira essa commissi >
os Srs. Drs. Prxedes Pitanga, Rayinundo Ban-
deira, Joaquim Loureiro, Adriio e Sa.paio.
O Sr. Dr. Barros Barreto, submetteu coaside-
racio da commissao incumbida de exhumar os os-
sos de Joio Fernaudes Vieiru, algumas rcaexes
acerca do lugar em que foi o mesmo sepultado.
O Sr. Dr. Jos Hygino propoz e foi approvado
que se re nettesse ao Iustituto Histrico da Corte,
juntamente com a revista deste Iustituto, um dos
exemplares da carta photograpbada, de Antonio
Felippe Carnario.
Foi autorisada a mesa a vender a ultima revista
do Instituto para com o sea producto pagar-se
a3 despezas da impressia ; bem como fai autori-
sada a publicarla da seguate numera.
O Sr. Dr. Jos Hygiua leu a traduccao de urna
importante mooograpbia acerca da Parahyba, ei-
ciipta por Eli,.s lierckmau, canteado a descripcao
topograpbica daquelli capitana, das seus enge-
nhos e aldeias de indios das suas prduegoo ;
e urna memoria sobre es costumes das Tapuyas,
que babitaram nos sertes da Parahyba e Rio
Grande do Norte.
Maudou-se publicar na prxima revist'..
Finalmente o Sr. ccnselheiro Quiutino agrade-
ceu a visita, que por parte do Instituto. Ihe fora
feita por accaaio da seu ueom-noio de saude ; e
por nada mais haver a tratar-se fai levantada a
sesso.
Mr. Faure ."N'icolaySegundo estava an-
nuneiado. realisou-se aate-hontem a tarde no thea-
tro das Variedades o segundo espectculo dalo
pelo distincio prestdigitalor Mr. Faure Niolay.
Como da outra vez, agradarais muito os tra-
balhos executados, sendo o hbil artista siuiado
com bastantes e bem merecidos applauaus.
No domingo prxima dar Mr. Faure Nicolny o
seu ultimo espectculo em beneficio da interee-
sante menina Helena e far prodigios no buhar.
Tneairo anta IsabelN'este theatro
d b.ij--n coinpanhia Braga, Jnior 6 .'o drama
A dama das Catnellias. un be u-ncio da destiucta
actriz D. Lucinda Furt-.do Coelho.
An colonia* Portuguesa*R cebemos
o n desta revista correspondente aos mezes de
Marea e Abril do corrate anno. E3 o seu sum-
mano :
Cartas regias sobre 3 fundacio de una povoacao
em Bolama e outra na faz do rioCasa Mansa
(Casmansa.)Os encargos da colauisaio Jer
gos de Portugal eoa frica, t.'arlas de MkIIo,
Rios tarrenciaes da littoral Africano, R
Ivens.Estudos medico tropicaes durante o tra-
balh'is de campo para o caminho de trra d'Ain-
baca, M, F.Ribeira.As uossas gravaras: Pala-
cio do goveruo na cidade de S. Thoin ; O soba
Muene N'Dumba visitando os esploradares Brito
Capella e Roberto Ivent; Cidade de Loanda(zoaa
baixa.)Colouia S. Januario, J. M.A ilha de
S. Thom e o seu futuro, Rodrigue* de Fretas.
As madeirai na provincia de Gui, A. A. Fer-
reira RibeiraCommercio-Annuncio:.
Faeuldade-de Direito A cangregaco,
em sesso de hontem, resalveu por uuanimidadt
que s n mearse urna Cummissio de 3 lentes, com-
posta dos Os. Beitort, Jos Hygiua e Tobas
para verificar os fuu lamentos da arguicio feita
coutra a Faeuldade na cmara das Srs. deputados,
per um membro desta na oecasio da discusso
do Oryain- uta da Ministerio do Imperio, assim
como indicar o alvitre que o caso exigir como
mais conveniente em justificacio da mesma Fa-
euldade.
FallecimentoFalleceu hontem, nesta ci-
dade, O. Thereza Eduardo d'Albuquerque Mara-
iihi-, vctima de urna lesio cardiaca que o desde
tempas a prostrra no Ieito.
Senhora respeitavel pelos dotes do seu espirito
e belleza das seus sentimentos, contava 68 anuos
de ilade, a mor parte dos quaes passou-os a illus-
tre Senhora a praticar obras de caridade.
Os pobres p. rderam urna protectora, e a familia
um membro distincto.
N .os pesam-s seus dignos irmics o Sr. Co-
rmtl Luis de Albuquerqne Marauhio e capitao
Maneei T. d'Albuquerque Maranho.
Noticias do ParaPelo paquete Advan-
ee recebemos folhas do Far at 22 do corrtnte.
Eis o que ellas referem :
A' cadeia ds cidade de Obidos foi reoolhido
um tal Sebo, por ter merto facadas seu proprio
irmio e ferido gravemente a mulher do mesmo,
dando-lhe um golpe de tercado na cabeca. Send*
interrogado sobre o facto na polica, responden o
sicario com a mais revoltante simpicidade :
Nada sei, 8r. delegado, eu estava dornindo
bem socegado na ininha rede, qaande me acorda-
ram e prenderam
Foi desiguado o da 8 de Agosto proxim*
para a leicio, no 6' districto, de um deputado i
assembla gera!, na \agi do Dr. Samuel Mac-
jw-I, nomeado ministio da marinli i.
Um incendio devorou no da 19 a foguetaria
do Sr. (Jauovas, na estiada da Cousttuicio.
- O inspector do 5o quarteirio do Mtpu, een-
mnnicou ao respectivo subdelegada, e este chefia
de polica, que a 1 hora da madrugada de 14 de
corrente Ihe fai apresentado o cadver de Levi-
do Abreu da Costa, com dous ferimentos no pas-
clo.
A referida autoridade, q je prosegue nos Inque-
ritos, fez o co-opetente corpo de delictw.
Buspeita se ter autor do assassinatu, Laocadi*
Alves a Cast, irmio de Leviado com o qual ti-
nha ido urna festa no rio 4-ami Grande.
Leocadio ii se kcba preso.
Le.uo.i no Diario do Grao Para de 22 :
O iioSO distincto am go Dr. Democrto Caval-
cante, digno secretario do governo, tendo de se-
guir breveu.cnte para Pernambuca, entrou no goso
de licenca e pretende visitar alguna pon'.os do in-
terior da provincia antes de sua partida. .
No sabbado o.Dr. Democrto visito a a colonia
Benevides, para oade voltar par este* dias, e an-
te-hontein, acompanhado de alguns amigos, visi-
tou os engeuhes de assucar Parary c Cafetal de
propriedade dss Srs. La Rocque e cammendador
Fortunato Alves de Sauza.
No engenho Parary ex iininou o nosso amig*
os importantes apparelbos que podem moer lSt
toneladas de canna por dia, e tem capacidade para
fabricar o assuear orrespondente.
Muito apreciando o t)r. Democrto Cavalcan-
te essa grande fabrica, inrannou-se minuciosamen-
te das cundices em que a caima cultivada, qua-
lidade da trra, modo e tempo de plantar, limpar
e collier etc., etc., mostran I0-3Q muito entendido na
materia e ao mesmo tempo prestando infoimaces
do que s* passa na sua provincia, que quasi ex-
clusivamente assueareira.
Os Srs. L Rocque, pai e filho, cujas manei-
ras atteuciosas cup ti varara o nosso amigo e aos
demais convivas, Ibes ofF-.-receram urna ligeira re-
feicio, e embarcando de novo, seguirn) para
Cafetal onde cainecarain por percorrer 03 partido*
admiranda ah o Dr. Democrto a oxhuberancia da
produccio, a simpicidade da modo de plaotar, e
umitas outras differ nc-s quo iiitau. cjmparada*
as cousas com o que se pratica ao sul do impe-
rio.
Ao meio d-a recaheram se ao vasto e elegan-
te palacete di fazenda, qua torna reeomxcudayel
por si s a fabrica do Sr. cammendador Fortuna-
to.
Este cavalheiro prostou-se de boa vontade a
mostrar todas as accaminadacoes do seu esUbele-
cim-ut 1, alias to bem e caprichosamente monta-
do como nio se cucoatrar outros inultos no impe-
rio.
O Dr. Democrto m istrou-3 vcrdadeirameut*
sorpreso de tudo qnaato observou, e nio oceult*
sua satista^io.
Alm disso, o honrado Sr. co nmendador For-
tunato e seu digno -filho nj pouparam esforcos
1 ira proporcionar tolos os com.nodos ao nosso ani
gje seus dignos companbeiros, entre os quaes es-
uva o Sr. tenontc-eorouel Joio Diogo, presidente
da Cmara Municipal deta cidade.
No alinaco trocaram-ae brindes de felictacoes
agradecendo o Dr. Democrto aos Ilustres cava
luciros Srs. La R iciiue, pai e filho e cammendador
Fa. tuna'a e seu filho a delicales.t e attenco -s qee
Ihe dispensavam, bem como os amigos que Ihe
proporciona/am um dia de satisfacao comoaquel-
le.
Rcgressou o n sso amigo s 4 horas da tard*,
sempre em campanhia das mesmas pessaas, e s 6
horas esta vara todos nesta capital.
Por este modo, procurando informar-se das
condices de vida da provincia da Para, j o Dr.
Democrto Cavalcante canhece bem as suas necea-
sidades, tanto mais quanto esse nosso amigo exa-
mina cam os olho3 de quem sabe e deseja, pela sua
parte, concorrer para o engraudecimento e pros-
peridale desta patria digna de meihor sorte.
O Dr. Democrto nao simplesmcnte touriste.
Espirito eminente pratico, investigador e cuite,
estuda, compara e discute, como fazem aquelles
que, dominados de ve.-Jadeiro patriotismo, desejan
contribuir para o progresso deste paiz, cujo fute-
ro brilhaate s depende de um poucode esforc.
Mais do urna vez temos visto o nosso amig*
extasiar-se ante as grandezas do nosso solo e a
immensidaae da Amazonia, lamentando con ver-
daieiro seotimento, que a governo nao cuide mais
do que do mero expediente da adminisiracio,
quando o desenvaivimento das tarcas inexgotaveil
dessa u-itureza privilegiada que devia fazer a
sua preoecupacio.
> Infelizmente para nos, os liomens como o Br.
Democrto nio tm voto nos destinos da naci.
Fiamos, porin, que um dia o iiossj amig*
tel-o-ha, e ento revelar toda a sea ap'idie,- e
Ibous desejos pela felicidade da patria. -
TiroAate-houtem s 11 lnras da manhi *
na ra das Jangadas do 2 districto de S. Jos*
Claudino de tal disparou urna pistola em Marceliae
Jos do Patrocino, em cuja perna esquerda foran
empregar-se os prajeetis.
A autoridade policial tomou conhecimeuto de
facto, coma Ihe cumpria, mandando recolher o of-
tendido a> hospital Pedro II.
O criminosa cvalio-se.
Tiro* de emboscada U Sr. delegad* de
Floresta acaba de communicar que no da 2 de
correute ao passar o criminoso Antonio Henrique
Joaquim Vianna, pelo lugar Cabeca de Vacca, foi
gravemente ferido p jr diversos tiras de embosca-
da.
Via ina est prenunciado all em crime de
morte e na provincia das Alagoas no de offeasa*
physicas graves.
Foi recolhido cadeia. ,
IfinbeiroO paquete Mandos levoupara:
Par-hyba 17:000*00
Jiii'.n de paz da Boa-Viola A aa-
diencia desse juizo de paz foi transferida para
amauhi, por s-r hoje dia santificado.
Comit Lltterario acaderaic Ama-
uhi, s 9 horas do dia, funcciuna esta saciedade,
para eleica..
Coniresso Lltterario Sclentiuco
No dia 1 de Juiho, s 10 horas d > dia, fu^cien*
esta saciedade.
Tragedia* do Reeife -Pub'ie >u-so o S*
fascculo deste romance, do Dr. Carneiro Villcla.
Perimento rainalA's 5 horas da tarde
de aute-hontem, Hermina Jas Tavares morader
na travessa do Paysand, ferio casualmente con
urna faca a seu proprio irmio Felippe Jos Tava-
res, ni oecasio em que bricavam.
A polica tomou conhecimeuto do facto.
O iff-nsor evalio-se.
Deiabamenlo-Aute-hontem s 7 horas da
msuha di-sabau um p-:daco de muro 110 lugar de-
nominado Sitio dos Arcos, era Olinda, causando a
marte de FlorinJi Goncalves de Souza, de 13 an-
uos de idadt-, e filia de Anglica Goncalves Bar-
reto.
O cadver da infeliz menina foi ttansportade
para a igreja de Nossa Senhora do Bom-Parte,
onde procedeu-se vistoria legal e depois sepulta-
do no cemiterio respectivo.
Paquete inglez Tnguw E-te paquete da
mala reai iugleza nao pode tocar hoje em Peraan-
buco, em viagam para a Europa, como stava aa-
nunciado.
Segundo telegramma recebido pela respectiva
agencia nesta cidade, o referido paquete, antee de
chegar Bahia, encalhou ao sul da ilha de Ita-
parict, em um banco de arcia e lama, ante-hea-
tem. s 2 horas da tarde.
Da agencia da Bahia fei maudado em soccorr*
do Tagiu um outro vapor.
Comit 1.literario academice ag
mo eos d'essa sociedade realisaram no da 27 a
segunda conferencia litteraria da serie que .oferi-
gado a manter o comit.
Aberta a sessio pelo presidente 4a sociedade,
que pronuncieu urna allocucio, oceupon a tribuna
o socio R. Perdiga**; que dissertou Wrganente **-
bro a nio oxisteaeia de um Direito Natural, send*
muito applaudido.
Oraram depois os Srs.Cassiano Lopes,por parte d*
Club Acadmico Sy*vio Romero; Araancio de Soeza
da Revista Acadmica ; Antonio Gameiro, da Sa-
ciedade Philomatica ; Manoel do Sacramento, da
Editora Pugilato Litterario; Athenogens Lana,
do Congretto Litterario Scientifico; Alberto Pinte,
do Club Luterano Diegues Jnior; Dr. Bernarde
Lins. pela Redaccio do Estado ; Jos Soln pela
Sociedade Recreativa Dramtica; Felcio Bw-
que, Abelardo Lobo, Dr. Alfredo Pinto, Dr, CR-
dino dos Santos, Pacifico dos Santos, Caldas Brito
'
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l mam i


Diario ele PernamluicoTer^a-feira 29 de Jnho de 1886
?
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st,


I
e Julio Pires Ferreira S obrinho, agradeeeado em
nome do Comit.
Alm vas soei.dades cima fizeram-se represen-
tar a Congregaco dos Profeasores do Lycea das.
Artea e Officio, o Club D.amatco Familiar, os
Monte Pi Popular Psrnambucauo e a Sociedade
dos Artista Mechaaioos.
Todo os oradores inereeeram aplausos que
Ihes forain dados.
Os socios do Comit devein estar satisfeitos pelo
bom xito de ana festa.
.1 PSOVIXCU-Os nossos collejas da Pro-
vincia pedein-nos para declarar que, por motivo
jutto, uo ple apparecer h.ije o respectivo nu-
mero, que sera publicado araanha.
Proclama* d essanealsNa matriz
da Boa-Vista, em 24 do corrente, foram hdos os
seguiates :
Livno Joaquim de Castro com Adelaida Ama-
lia Pereira.
Eduardo Costa. Oliveira com Maria Christina
da Silva.
Na matriz de Santo Antonio, no da 27 do
corrente, foram lidos os seguintes :
Alberto Rodrigues Branco com Joanna Auzusto
Maceado Porto.
Eduardo da Costa Oliveira com Maria Celos-
tina da Silva.
divino Joaquim de Castro com Adelaide Ame-
lia Pereira.
Vapor Tamas*Este vapor, segundo tele-
gramma, chegou a Lisboa i 3 horas da tarde,
do dia 27, tendo sahido 15 d'este porto.
Sanvado Coracfio de 4eua Comee
boje s 7 horas da manh, na matriz de Santa
Antonio desta cidade, um triduo de D'eparacao
para a festa do Sagrado Coraco do Jess, eon-
sistindo em missa com cnticos pratica anloga
e benco do Santissimo Sacramento; devendo tr
lugar a festa solemne sexta-teira (2 do Julho) que
consistir em missa solemne om sermao ao Evan
gelk) e ladainga 4 tarde, depois da predica, ter-
minaudo o acto com a bencao do Santissimo Sa-
cramenta.
O athloiu Mxima asodrtguea em
OlindaApezar do mo lempo, amea;andichu-
va constantemente, i fiiaio, aute-hontem ao largo
do Carmo em Olinda, grande numero de especta-
dores, curiosos de ver 3. Mximo Rodrigui-z, o
athleta hespanhol, exhibir-se era pleno campo,
eem as illusoes especiaes do theatro, em seus ex-
traoidinarios trabalhos de torca i destreza,
E se bem que D. Mximo, por ter sobrevindo
um aguacciro, que espalhou todo o povo e raolbou
o modesto e simples tablad > em que se exercitava
fosse obrigado a interromper em meio seu inte-
ressante espectculo, derau-se por muito bem pa-
gos todos aquel les aue o poderam apreciar e ap
plaudir nessa sua exhibcj ao ar livre.
R smente, a par da boa ordein e porquo sem-
Ere so ootatn nos div-rtimentos promovidos no
irgo do Carmo em Olinda, tinham todos os que
concorreratn ao divertimenlo visto o interessante
e diffijil trabalho da bengalinha, em que D. M-
ximo joga de mil formas cada qual exigindo maior
estorco, nma maromba de ferro de inais oV 4 ar-
robas ; e o nao menos iuteressante torno humano,
em que D. Mximo mostra que um homem pode
dobrar, porque ello dobra nos dontes e no braco,
varoes de forro redondo de 5/8 e de 3/4 ; depois
de fazel-os inspeccionar por quem o queira fazer
o depois de ter provado que ellas sao completa
mente resistentes. D. Mximo, pedindo mil des-
culpas.%o publico por ser toreado a transferir o
resto de seu espectculo prometteu que no prxi-
mo domingo iaria entre outros trabamos a celebre
puxadados boit.
\apolciiu leo explorador Stan-
leyUm jornal de S. Francisco da California, o
World, narra um facto interesrantissimo e que
porventura muitos ignoraro.
E' o seguiute, em duas palavras :
A lavadeira de Napoleao I, ou antes a gover-
naote que os ingleses destinaran] ao moaarclia
exilado, em Santa Hile ja, era urna mulher de raca
idade, porm mmto.apetitosa e com os mais bellos
cabellos que possivel imaginar.
Napoleao. como Jpiter no poema immortal de
DryJeu, gravou a sua imagt-m nocorac-oda bel-
la Olimpia pedida as solidoes de Santa Hele-
na e teve d'ella um filho, por tal fisrma a sua ima-
gem e siiuilhauca, que fara corar os seus descen-
dentes legtimos.
Depois da morte do imperador, a goveruante
abandonou Santa Helena com a crianca e, reti-
rando-*; para Londres, casou-se com um relojoei-
ro que adoptou o pequeo. Este, tornado homem
e tendo aprendido o mister de seu pai adoptivo,
adquiri urna certa fortuna e mais tarde influen-
cia poltica. Chegou mesmo, as horas vagas, a
fazsr o seu bocado de jornalismo, *screvendo no
Bolelim du Nerwck e no Star de New London.
Ultmairen:<', retirou se para San Francisco, on-
de faileceu. V ictor e Jeronymo nada tem, pois, a
recejar.
De resto, parece que estamos na serie das filhos
naturaes. Com effeito o lempa, escrevendo a bio-
Kphia de Stanley, diz-nos qae este nome cele-
nao positivamente o do celebre explorador.
Ioglez de ori '-un, e nao americano como se sup-
poe, uasceu em 1841, ca Denbgb. no paz de
Galles.
O verdxdciro nome de Stanley John Rowland,
pelo meaos foi assim qne o baptisaram e assim o
appellidaram durante muito tempo. Na sua meni
mee, chama vam-lhe tambera John Back ; Stanley
apenas um pseudnimo.
Por morte de seus pas, parti para a America e
empregou se como aprendiz em casa de um nego-
ciante de nome Stanley que comecau por estimai--
e por fim o adoptou.
Veio a guerra da succfcso, Stanley alista- s : no
exercito do sul. E' aprisionado, eomegue fugir e
'ahi a pouco commissario de bord) de um na-
vio do norte ; depois t-m seguida a na acto ('eco-
rageitt, promovem-u'o a tsuente de marinha, e fi-
nalmente surge d'elle o jornalista e o viajante que
e conhece.
Stanley filho natur..L Vejamos como.
Estando sua mi para casar com um joven da
sua predilecto, este solicitou e obteve della urna
prova notabilissma de amor, mas sobrevindo um
embaraco qualquer, o enlace nao scoffecaiou, viu-
do a mi de Stanley a cast.7 mais tarde com nu-
tro individuo.
O explorador pois, um fructo dessa prova no-
tabilissirai do amor.
O.litcsouro da guerra da iiiema-
nba-Este tbesuuro est encerrado na torra Ju-
liuathur.i, em Spandan, torre cojas portas,.cha-
peadas de ferro, somonte podem ser abertas em
prestmua dos commisaarios, cada um dos quaes
guarda urna chave.
Nao se abre a tone cam urna s chave, mas
preciso que ambas sejam collocadasao mesmo tem-
po, o s assim que se poda abrir.
A grande caixa contera 120 inilhoes.de mareos
em moedas de onro; cada milhao est dividido em
10 saceos ; as duas tercas partes coaaisteinem
modas de O marcse a outra terca na de 1(1.
Us b.lanoos azem-be com grande escrpulo.
Existen), tamoem alli, tres outros theaouroa.: o
dos invlidos, o das fortalezas e o que destina-
do eonstrueco do parlamento allemo.
Suppondo que cada milhao om marcos pese 3'Jo
kilos, o thetouro de Spandan representa um peso
de 47,760 kilcs de ouro.
bello**-Effctuar-se-hio:
Amanbi:
' Pelo agente Finio, s 11 horas, na ra do Bom
Jess n. 43 de qredios.
Quinta-fea :
PeloagenU-i'tttana, g 11 horas, na ra lo Vi-
gario n. 12, de loucas o vidros e muitos oatros
artigo e predios.
Sexta-feira :
Pelo uyenU Martin, s 11 horas, na ra da
Ponte Vtlha u. 92, de movis, louc-., vidros. livros,
etc.
laan fanenre. -Serio celebradas :
A man ha :
fJA'j 8 horas, na matriz da Bsa-Vista, por alma
do coronel Francisco de Paula Albuquerque Lima;
is 8 horas, no Espirito Santo, por alma do D. Ma
ra Altina RodrigUfl ds Carvalho; s 7 horas, em
S Cionyaio, por alma de Joo ,Crvalh de Faria.
Sabbado :
A's 8 turas, no Tex^o, e no Guadelupe era Olin
da, por alma de 0. Mana Joaquina de Anuncia-
Rabello.
Operar* clrargleaaForam pratita
das no hospital Pedro II, no dia 28 do correte,
as segniotes :
Pelo Dr. Malaquia :
Amputncio do braco p-Io methodo a dous r ta
lhos, reclamada por gangrena consecutiva oabees-^
foso, resultante da-ferimento por estilhaco de
roqu.
Auiputacao da cxa pelo methodo a dous r
lhos, indicado por abeesso gangrenoso da pe;-na,
causado por estilbaco de roqueira.
Extrsccao de bala e chumbo da feri-
meoto d'arnra de fogo.
Extrtccao da um tumor epitelial da mama, em
homem.
Pannagetroa S&aidos para o norte no va-
por nacional MaaAos :
Carlos da Silva, Jossph Lattaa Joo F. de Oli-
veica, Dr. Silvino E. C. da Cuaba e 1 criado, Dr.
H. V. Fiock Romano, sos ?eahor, 1 filho e 1 cria-
do, Antero da MesqoUa, Bernardo Gomes, Valen-
tim Peres, Jos Autoaio.da Olivira, Angusto Dias
Martina, Amaro G. de Olivnira, J-.'o Navarro Por-
to, Manuel Antonio des Santos, Tertuliano P. Bal-
cao, Antonio Monteiro, Joaquim A Pialan e Luiz
Americo.
Cana, de ueiracao Movimento dos pre-
dos no dia 27 de Junho :
Exiatiara prssos 297, entraran 5, sahiram 1
existcm 301.
A saber:
Naeionaea 961, mulheres 4, estrangeiros 12, es-
cravos sentenciados a processados 11, ditos de cor-
reevao 10.Total 301.
Arracoados 266, sendo : b ns 256, doentes 11
Toral 266.
Nao bouve alteracao na enfermara.
botera da provincia. Sexta-taira,
2 de Julho, se extrahir a lotera n. 61, em be-
neficio da Santa Casa de Misericordia do Ro-
cife.
No consistorio da igreja de Nossa Seohora Ha
Conceicio dos Militares, se acharao expostas
urnas e as espheras, arrumadas em ordem num-
rica aoreciacao do publico.
Lotera do Rio A 1* part da lotera n.
198, do novo plano, do premio de 100:000*000,
ser extrahida no dia .. do correte.
Os bilhetes acham-se venda na Casa da For
tuna ra Primeiro de Marco.
Tambem acham-so venda na praca da Inde-
2a ns. 37 e 3b.
botera da corteA 2 parte da "!64 lo-
teiia da corte,cujo premio grande de 100:0004,
ser extrahida no dia 2 de Julho.
Os bilhetes acham-se venda na Casa Flix,
praca da Independencia ns. 37 e 39.
Tambem se acham vendana Cas da Fortuna,
ma Primeiro de Marco n. 23.
botera de Macelo de OOiOOOJUmio
A 13'p arte da 14 lotvria, cujo premio grande
c de 200:0001000, pelo novo plauo, ser extrahida
impretTvelmonte no dia 30 de Juuho s 11 horas
da manba.
Bilhetes venda na Casa Feliz da praca da ln
dependeoeia ns. 37 e 39.
botera Extraordinaria do Vpi-
rangnO 4o e ultimo sorteio das 4 e 5* seres
desta importante lotera, cajo maior premio de
150:0001000, ser extrahida a 14 de Agosto proxi
mo.
Acham-se exposto a venda os restos dea bilhe-
tes na Casa da Fortuna ra Primeiro de Marc>
n. 23.
Hnlndoiir Publico. Foram abatidas
no Matadouro da Cabanga 101 rezes para o consu-
mo do da 29 de Junho.
Sendo: 82 perleocentes aos Srs. Jliveira Cas
tr C, e 19 diversos.
Mercado Municipal de don.':
movimento dcste Mercado nos dias 27 e 23 do cor-
rente, foi o seguintc:
Entrarara :
81 bois pesando 13.077 kilos.
Alexandre Pereira da Silva, Peruambuco, 50
annos, solteiro, Boa-uiata; lano cardiaca.
Candido Pereira da Silva, Peruambuco, 30 an-
nos, soltaiao) Boa-vista ; aneurisma da-aorta.
Saturnino, Cear, 55,annos, soltcira, Boa-vista';
dyarrba.
Joo, Permuabuco, 5 dias, Boa-vista; perito-
nite.
Luiz, PernnmbaM, n dias ; espasasoa.
m
325 kilos de pcixe a 20 ris 64500
80 cargas de farnha a 200 ris 1610*0
40 ditas de fnietas diversas a 300
ris 121000
18 taboleirop a 200 ris 3J60
29 Suinos a 200 ris 5l8ut
Foram oceupados:
45 1/2 columnas a 600 res 27130-J
51 compartimentos de faiinha a
.-hK) ris 251500
41 compartimentos de comidas a
bOOris 2O1600
139 1/2 ditos de legumes a 400 ris 554800
29 compartimentos de suino a 7 ris 201300
26 ditos de treesuras a G00 ris 154601)
19 ditos de ditos a 21 381000
A Oliveira Castro & C. :
4 t.hoaaoOOrs 2100*
108 talhos de carne verde a 11 108100
Oeve ter sido arrecadada nestes dias
a quantia de 35619*0
Precos do dia:
Carne verde a 240 e 400 is o kilo.
8ii..o< a 560 p ti^J ris dem.
Carneiro de 640 e 800 ris dem.
r'ariah. de 40J a 280 ris a cuia
Milho de 280 a 320 ris dem.
eijo da 800 a 14600.
Cemlterio PublicoObituario do da 23
de Juuho de 1886 :
Henriqucta Fkrinda do Jess, Peruambuco, 46
annos, viuva, Bua-Vista ; Ascite.
Maxioiiano, Pernamboco, 8 annos, Recite ; t-
tano.
Maria Rogeria da Coneecio, Pernambuco, 48
annos, casada ; cnchexia palustre.
Jos Lourenc ', Piauby, 48 annos, solteiro,; le
sao da aorta.
Manoel Pereira Ramos, Ptrnambuco, 41 annos,
casado, Boa-vista ; hemorrhagia cerebral.
Manoel Candido do Nascimento, Pernambuco,
16 annos, solteiro, Boa-vista; pneumona.
Mana do Carmo da B-;lla Cruz, Peruambuco,
20 annos, aolteir, Boa-Vista; tuberculoi pulmo-
nares.
Anna Gomes das Nevos, Pernambuco, 35 annos,
solteira, Boa-vista; hemorrhagia cerebral.
Margiirida Bernardina de Souta, Rio Grande
do Norte, 40 anuos, solteira, S. Jos; dlatacao
da aorta.
Fclippo Manuel da Costa, Afrius, 50 annos, ca-
sado, S. Jos ; cj rr'ioso,
Jos Floreutiuo Itjdrigues Pereira, Peruambu-
co, 53 annoSf cdsado, S. Jos; dilatacao da aorta
Felicdade Maria do Rosario, Pernambuco, 18
anuos, solteira, S..Jos; phtysica.
Manoel, Pernambuco, Santo Antonio; asphi-
xia.
24
Pedro, Peruambuco, 8 meses S. Jos ; conviil-
ses.
Umbelua Joaepha dos Santos, Parahyba. 23
annos, casada, Boa vista ; tnberculos pulmonares,
Joao Carneiro de Farias, Pernambuco, 18 anno?.
solteiro, Boa-vista; dem.
Joaquim Ferreira de Souza, Cear, 42 annos,
solteiro, Boa vista; idem.
Antonio Vianna, Pernambuco, 18 annos, soltei-
ro, Boa-vista; ttano traumtico.
Lourenca Mara da Coneeicao, Pernambuco, 43
annos, sJteira, Boa-vista; tubrculos pulmona-
res.
Frankln da Cosa Menezes, Pernambuco, 37
annos, casado, Boa-vista; idem.
Anglica Maria daa Virgen*, Pernambuco, 24
annos, Boa-vista; gastre hepatite.
Anna Francisca de Miranda, Peruambuco, 11
annos, S. Jos; febre typhoide.
25
Thomasja Pernambuco, 3 mezes, S. Jos; t on-
vulses. |
Antonio, Pernambuco, 4 annos,'Boa-vista ; le-
sao cardiaca.
CHRONICA JDICIARIA
Tribunal la RHa^So
SESSO ORDINARIA KM 28 DE JUNHO
DE 1886
PBB8IDEICIA DO EXX. SB. COS9ELHEIKO
QINTIXO DE HIBAKDA
Seereiario interino Jov'no Tavarts
As horas do coatume, presentes os Srs. desem-
bargalres em nume o legal, foi aborta a seasao,
depois de tida e approvadi a acta da antecedente.
Distribuidos e passados os fuitos deramrse o
seguiutes
JLGAMENTOS
Recursos eleitoraes
Do Ins Rtorreut j Francisco Alejandrino da
Veiga Torres, recorrido Jos Jeronymo de Albu
querquo. Relator o Sr. desembargador Montei-
ro de Andrade.Deu-se provimento ao recurso,
unnimemente, e raaadou se rosponsabilisir o au-
tor da certdo falsa.
Do IngaRecorrente Fraacisco Alexandrno
da Veiga Torres, recorrido Manoel Francisco de
Mello. Relator o 'r. desembargador Pires Gon-
calvea.Deu se provimento, contra o voto do Sr
conselheiro Araujo Jorge.
De CimbresRecorrente JoSo Fraucisco AI ves,
rt-eorrido o jnizo. Relator o Sr. desembargador
Pires Guicalves.Dcu se provimento, unnime-
mente.
Recursos crimes
De IguarassRecorrente o juizo, recorrido
Manoel do Nascimeuto Vieir,a da Cuuha. Relator
o Sr. conselheiro Queiroz Barros. Adjuntos os Srs.
dusembargadorea Monteiro de Andrade e Pires
Ferreira..Mandou-sa a urna diligencia.
De IguarasaRecorrente o juizo, recorrido
Joo Francisco de Souza. Relator o Sr. desem-
bargador Monteiro de Andrade. Adjuntos os
8rs. desembargadores Alvea Ribeiro e Pires Fer-
reira.Negou se provimento,, unnimemente.
Prorogaco de inventario
Inveotariautc D. Maria Pestora Vieira de Sam-
paio.Concedeu s>' o prazo pedido.
Inventariaato Jos Bezerra Cavalcaotu Maciel.
Conaedcu-se o prazo pedido.
Processo en me
Contra o juiz de direito da comarca de Traip,
Antonio Eucldes da Sil-.-eira. Relator o Sr. con-
selheiro Queiroz Barros. Adjuntos os Srs. desem-
bargadores Pires Perrera e Al ves RibeiroJul-
gou-se procedente o processo, para se pronunciar
o juiz de direito no att. 160 lo coigo criminal.
AppeMaeoes crimes
Do BrejoAppellante o juizo, appellado Ma-
noel Al ves de Oliveira Biaga. Relator o Sr. con-
selheiro Queiroz Barros.Maudou-se a novo jury,
unnimemente.
De Camaragibe Appellante D. Joaquina do
Reg Lins, appellado Jos. Leopoldo de Mendonca
L'eli'ia Relator o Sr. conselheiros Queiroz Bar-
rosMandou-se a novo jury, unnimemente.
Appellacoes civeis
De Maceii)Appeilaute Bernardo Antonio de
Mendonca Castello Branco, appellado Justino, ea-
cravo. Relator o Sr. desembargador Pires Gon-
calves. Revisores os Srs. desembargadores Al-
ves Ribeiro e conselheiro Queiroz Barro.,. Con-
firmou-se a sentenca, unnimemente
Do ReeifeAppellante Jos de Carvalho Arau-
jo Cavalcante, appellada a faz-inda nacional. Re-
lator o Sr. desembargador Pires Goncalves. Re-
visores os Srs. desembargadores Alvea Ribeiro
e censelhsiro Querez Barros.Nao se tomou co-
nheciraento da appellaco contra o voto do Sr.
conselheiro Queiroz Barros.
De CamaragibeAppellante o juizo, appellado
Joaquim Carneiro de Moiio. seuhor da eecrava
Gertrudes. Relator o Sr. desembargador Pires
Goncalves. Revisores os Srs. desembargadores
Alves Ribeiro e .eon.-elh-r i Queiroz Barros.
Deu-se provimento a appellscao para se julgar li-
berta a escrava Gertrudes, unnimemente.
PASSAGKN8
Do Sr. conselheiro Araujo Jorge ao Sr. conse-
consetyeiro Queiroz Barros ;
Appellaco civel
Do RecifoAppellante Arthur Lopes de Oli-
veira, appellado Joaquim Jos Vives Guimares.
O Sr. conselheiro Araujo Jorge, como procura-
dor da cora e promotor dajustica, deu parecer
nos seguiutes feitos :
Appellacoes crimes
De AlagasAppellante Antonio da Rocha Pe-
eira, appellada a justica.
De SerinhemAppellante Francisco Flix de
Aguiar, appellada a justir^.
De bouzaAppellante Leonardo Jos Donato,
appellada a justica.
De Bom JardmAppellante o promotor publi-
co, appellado Joo Barbosa da Silva.
Da Sr. conselheiro Queiroa Barros ao Sr. des-
embargador Buarque Lima :
Appellacoes crimes
Do RccifeAppellante o promotor, appellado
Miguel de Torres Galindo.
De Olinda;Appellante Joo Chrysostomo dos
autos, appellada a justica.
Appellaco coramercial
Do Reeife Appellante Aniceto Augusto da
Silva, appellado Jos da .Silva Res.
Do Sr. desembargador Prea Ferreira ao Sr.
deseraba.gadot Monteiro de Audrde :
Appellacoes crimes
De TaqnaretingaAppellante o juizo, appella-
do Joaquim Jes Alves da Silva,
Da Gloria do Goit Appellante Bellarmiuo
Jos dos Santos, appellada a justica.
Appellacoes c'tveia
Do Recito Appellante Miguel Jos Barbosa
Guimares, appellada D. Maria da Silva Campos
Guimares.
Da Escada Appellante a fanenda nacional, ap-
pellado Mancel Antonio dos Santos Dias.
Do Sr. desembargador Alve Ribeiro ao Sr.
conselheiro Queiroz Barros :
Appellaco civel
Appellante D. Digna Sergio- Sfarinho Falco c
outros, appellados Jos Lima Marques Bacal bao
e outros.
DILIGENCIAS
Com vista ao Sr. conselheiro procurador da co-
ra e promotor da Justina :
Appellacoes crimes
De Alaga de BaixoAppellante o promotor,
appellado Luiz caboc'o, escravo,
De SouzaAppelllante o juizo, appellado Pe-
dro Carneiro de Oliveira.
a Bom JardimAppellante o juizo, appellado
Jor Joaquim de Souza.
De NazarelhAppellante Alexandre Jos Go-
mes da Silva, appellada a justica.
Com vista s partes :
Appellaco civel
Do AtalaiaAppellante. Joa Alvea Paes do
Manoel Francisco, Parahyba, 25 annos, solteiro 'n
t> u ..i,,.!?,..,,. Bomfira, appellado Leonencio Novaes de Castro.
Boa-vista ; tubrculos pulmonares.
do quiaino-pagavain do direitos doze cantos
de reis !! 1 1
Decididamente o St. Dr1. Olreira Pon-
eoa est a divertir-83 com o tal papel.
Nao monos diana. 4 urna adaragSo a
admiraqclo do Dr. Oliua Ponaeoa, porque
no jrepd flla-so em $O0/jf)Q(i de cajurn-
beba....
Aiada no dia 26 oa mena eoastituiotes
pngaram '}604000 do-cajjrubeba.
Entretanto, o artigo do Dr. Oliveira
Fouseca, impresso em letras gordas, nlo
pode calar no animo deji2ses, que smen-
te devem- julgar polo que consta dos autos
e nao pelos assertos das partes.
O papel de Jos, que o Dr. Oliveira
Fonseca quer attribuir a seus constituintes.
foi mal distribuida e o publico qua cop.aoce
bastante a todos os litegantes uira seiupre
estelo verdea.
Reeife, 29 d Jonbo de 1886.
Dr. Ferrer.
Fallenela de <*. C. Cevy & c
OBSERVACUES 30B&E A ItESPOSTA DO SB.
DB. JIZ DO COMMEECIO
VIII
<.... no qnesito- a fl. 142 pre-
tenderam (J. C. Levy t C)
mostrar que, sendo o titulo do
seu debito para com os aggra-
vantes a conta corrente a juros
de 1 /o, combinou na acceita-
co do letras para que elles, no
caso de Ihes convir, podessem
transigir com esses ttulos, dea-
contando-os e applicando o seu
producto em negociacoes de mais
vantajoso resultado, nao fcando
coa! ease capital smente empa-
tado as transaccoes com a re-
ferid firma...
O aggravado antes do exarae dos livros, e quan,
do nao tinba a intencao de pedil-o, aventaron,
no requerimento a fl. 7, a allegaco e escanda-
losa, de que a pharmacia Levy nao partencia so-
ciedade ; e at ebibm documentos para comprovsi-o :
os contiactos sociacs (da aociedade em nonxa col-
lectivo e da sociedade em coumandita), nos quaes
a raesma pharmacia nao fora especificada. De-
pois de requerer o exime, deixou de mo esta fal-
sidade. Portanto nao seria extraahavel, que elle
modificasse nessa occasio o que dissera, no mes-
mo requerimento a fl. 7, a respeito das letras geral-
mente chara idas papagaws Vejamos porem se
elle modificou, e at que ponto.
Eis o quesito a fl- 112:
< As letras aceitas pela firma Jos Clnente
Levy & C. ao ou nao naelo actioioat de
crdito, ou letras de mero favor, eaccadas,
como caucao, no intuito de fazer figurar dupla-
mente os capitaes de Ernesto -4c Leopoldo, mo-
bitisados no tstab desimcut) social ? >
Eacrevemos urna vez, discutndo urna questao
gravissima (de crime de latrocinio) com esse ardor
que a idade e a experiencia vo abrandando : Se
duzentas testemunhas jurassein ter visto um ho-
mem fallar, com um punha! atravessado no c ira-
cao, es depoimentos de duzentas tertemunhas ca-
hiriam esmagados sob o peso de urna verdade ci-
entfica. Naquelle tempo diramos talvez : Du-
aentos hooiens tao intclligentes como (e muito)
o Sr. Dr. Juiz do Commercio, nao podero con-
vence!-nos de que meios ficticios de crdito,
letra de mero favor, uo sao letra de favor.
Nao obstante, vera na conta-minuta essa propo-
sito, que j copiamos :
c Nao comprehendi das allegacoes do aggravado
que elle .cairaasse de letras de favor. .. os ttulos
do i aggravantes...
0 Ilustre signatario da contra-minuta proeurou
corregir ou modificar a incongruencia contida no
quesito a fl, 142. Letras de mero favor, serviudo
de caucao! Letras em cauuio, para serem nego-
ciadas Elle eutendeu assim :
c .... combinou (Levy) na acceitaco de letras,
para que elles (Ernesto & Leopoldo) no cato de
Ihes convir, podessem transigir com esse ttulos...
Dito desta modo, nilo poderaraos invocar a cir-
cunstancia de nao ter sido descontada nenhuma
das letras. O aggravado respondera : O des-
contfera urna cousa hypothetica; se nao descon-
taran^ que uo sobr^veio a hypotheso de ser
isto conveniente aos suj interesses. Nestas pa-
lavras nao ha simples possiblidaie :
.. .no intuito de fazer gyrar duplamente os ca-
p'taes de Ernesto & Leopoldo...
Instancias para obter letras de favor, no intuito
de fazer gyrar duplamente os seus capitae\ sena
nunca terem descontado alguma dessas letras !
IX
diligencia : 1 porque, embora suppoMesem qne
ella nao seria muito demorada, haveria em todo e
caso alguma demora, em vaotagem do aggravado,
que estava de posea do estabelocimenta, vendendo
mercaderas, e podendo desvial-as ; 2 porque o
exame, qua elles julgavam ter sido ordenado-ex-
offiaio, indicava nao sar bastante,"na opinio do
illustre Julgador, a prova existente nos autos, in-
clusive ae declunacoes do socio solidarme Tliomaz
Holmes, e o papel fraudulento a fl. 83 ; porque
neBEe exame os socios estariam em urna posicao
desigual.
L "vy, de posse dos livros e da correspondencia,
e aaaisbindo ao exame, podia formular com facili-
dade os quejitas que"lhc convieasem ; subtrahir ao
nudo dos peritos algum documento; solicitara
attenco delles para algum pinto (como suceede
tantas vezes na sala das audieueias), e at exigir
em alguma respasta mais algum. esclareoimento.
Um exemplo. Os peritos quizeram verificas se
tres credor s tinham instada pelo pagamento ; de-
clarara porm que de um delles nenkuma carta Ihes
foi exhibida.
Pelos motivos eipostos na minuta do aggravo,
nao reclamamos contra o dos lacho que ordenou a
diligencia. Tivemos o cuidado e a le&ldade de
mencionar a falta de reeiamaco, que poderia ter
sido feita verbalmente e nao constar dos aot03) ;
assim como, em relaclo eseolba, tivemos a leal-
dade de escrever:
Eis ahi o que disserara oa peritos, cuJ4.profi-
ciencia e houestidade o autor desta minuta foi o
primeiro a proclamar (eno arrependeu-se) quan-
do soube da nomeaco delles...
Foi naturalmente da falta de reeiamaco, e
deasc acto de justica, que se tirou a consecuencia,
de qua os aggravantes estavam satisfeitoa com a
diligencia ordenada.
(Contina).
-Jos Joaquim de Oliveira Fonseca.
Maria da Conc-ico, Rio Grande
annos, solteira, Boa vista; hemep-
, Berlliuiiia
do Norte, 50
(BU.
mi Belle, Pernambuco, 45 annos, soiteiro, Jioa-
vista ; anemia.
Manoel Dias do Nascimeuto, Pernambnco, 26
aunas, solteiro, Boa vist* ; cyrrbose da figado.
Franceliua de Almeida, Pernambuco, 36 _nnos,
viuva, Boa-vista; diarrba.
Antuni'j Virissimo da Silva, Pernambuco, 70
aun s. 'iuvo, Boa-vista ; ttano expontaneo.
Maxiuiano Balbino de Souza, Pernambuco, 38
annos, solteiro, Boa-vista ; phtysica.
Bellarmiuo C*.pituuo de Mendonca, Pernam-
buco, 14 annos, solteiro, 8. Jos; tubrculos pul-
monares.
Justa Amelia, Portugal, 36 annos, casada, S.
Jos ; nsufficiencia mitrar.
Manuel Bibeiro Loureire, Portugal, 46 annos,
solteiro, Boa-vista ; tub-rculos pulmonares.
-Mareellino Antonio dos Santos, Peruambuco,
20 anuos, solteiro, S. Joj; idem.
Joaquina Machado Ferreira da Silva, Peruam-
buco, 38 anuos, casada, Grac; hepatite.
Jaciutha Mara da Coneeicao, Pernambuco. Be-
l ji ; pelo subdelegado,
Um feto do .sexo, f.minino, Peruambuco, Boa-
vista; dem*
- 26',
Manoel, PemambucQ. 7 das, Santo Antonio;
broochite.
Antonio, Pernambuco, 14 dias, Santo-Antonio.;
bronobite.
Joao, Pernambuco, 4 bofas, Bou-vate:; intO"
vite.
Embargos infringgotr-s
De I'edrasde r'ogo--Embargantes Dr. Joaquim
rYaacisco Vieira du Mello e outro, embargado
Manoel Vieira Bernardea Jnior.
Encrrou-sea seasao as 2 1/4 da tarde.
PUBLWAIMS 4 PONDO
Aquelle papel sujo, cheio de cifras irtfor
raes, tetu dado lagar a mil variajccs, por
parte do.D-. Oliveira Foasoca.
De quanto consta dos" autos, S. S. de-
tacou aquella pega, que se Le afigurou
um canh3o-revolver e tu lo tem dito sobre
ella; faciendo os maia imaginarios cakuls,
S'iiu o eorrcr-lha o absurdo resultado dei
cuan deiiuciySda.
Desdo qua S. S. est,.no mundo das
hypothosa, podo suppor. tudo quanto con-
vn r n seas coostituintes e joger com as
tae eifr*s, como fazera as crean9s corn-
os saldados da chumbo.
Aioda assim nao qoiz'-o Dr. Oliveira
Fonaec.i publicar integralmente o tal papel
mutilou-o a sootade, ehegando a conolair
que. 400 libras de mercurio, 2 libras de
ac.airao hesparjual c.12 kilos de sulpbito.
De tado isto collgi que o que
havia de mais realera a des-
harmoma entra os socios, cada
um do quaes procurava ojfender
e prejudicar ao outro.
Os sccios sao tres: Levy, Thoraaz Holmes e
Ernesto Leopoldo. Thomas Holmes, socio ca-
pitalista e solidario, o cujas queias tiveram a
matriste confirmaco no brutal e cobarde es-
pancamanto que soffeu, anda nao disse nma pa-
larra em oppoaicao aos ao^ravantea, e- mutono
conlrario tem corroborad* as allegacoes- destee.
Elles acbam-se no maia perf-ito accordd, e isso
mesmo confessa o aggravado. Como aSSrmar-se
que Ernesto Leopoldo queiein offender o preju-
dicar'a Thomaz Holmes, e Thamaz Holmes quer
ofiender e prejudicar a Ernesto & Leoppld I V
Em nossa minuta demos a Levy o epitboto de
sacie distidoUe. As palanras cima transcriptas
parecem importar ueste desmentido: Nao ha
socio dissidente, mas completa dssdeusia des so
cos entre si. As peticoes de Thomaz Holmes,
existentes nos autos, e urna sua publicacao que
juntamos ao aggravo, demonstran pcrfeitamcnte
o contrario.
Essa publicacao foi junta cem outras duas, para
provarmos que Levy est subtrahindo do, eatabe-
lecimento voluroes de mercadorias. Levy, tendo
vendido tret volumes a A. M. Veras & C, retirou
quatro, pela porta do fundo, em um dia santifica
do; e sendo descoberto, teve a coragera iuaadita
de dizer pela imprensa, que tinba vendido aa qua-
tro volumes a A. M. Veras. Sendo f.rmalm^nte
desmentido pelos compradores dos tres volumes,
Levy... calou-se I
E apesar de todo isto, elle e seus amigos so
mostram confiados !
X
Devdamente intimados, Com
pareeeram oa interessados, acom
panhados de seus advogados,
mostrando-ae todos satisfeitos
com a diligencia ordenada e a
escolha dos peritos.
Os aggravantes nS? ficaram satisfeitos com essa
Questo Levy
Por ser amanhi dia iinctificaJo, boje, segunda-
teira, honve eessito no Tribunal; e como as se-
gundas- feiras nao se imprime o Diario, nem o
Jornal do Reeife, esperava naturalmente o Sr.
Levy, que o artigo publicado hontem pelo seu ad-
vocado nao fosse respondido antes do julga-
mento.
Nao admira que, n'4ks condicces, tivmse
escrpto o Sr. Dr. Ferrer :
O que, porm, o Dr. Oliveira Fonceca, a des-
peito da muito que tem escripto, anda nao expli-
cou, fui um recibo psssado pelos seus constituin-
tes a J. C. Levy & C-, de urna letra que estes
aceita'am a favor d'aquelles, recoo passado no
mesmo dia em que a letra foi aceita, e com a data
do vencimeuto.
Quando teve de requerer a fallencia, Ernesto &
Leopoldo constituirn) dous advogados em urna s
procuracao, para que trabalhossem conjuncta
mente; assim como em nina questo importante
proposta pelo commendador Manoel Gamillo Pires
Falcao e oui-os, constituales do Sr. Dr. Ferrer,
contra os h.-rdeiros do commendador Paulino Pires
Falco, eu e o Dr. Carlos Mavignicr fomos consti-
tuidos por estes e trabalhaims ao mesmo tempo.
Eu e o Sr. Dr. Telcsphoro Fragoso comparece-
mos inquiricao das testeinunhas e alternamos o
trabalho, assstimoG a audiencia, em que princi-
piou o exame dos livros etc. O meu compaobeiro
teve a pesada incumbencia de fazer nos autos
extensas peticoes, sustentando o direito dos nossos
constituintes. Eu fiz os quesito?, a minuta do
aggravo, e estou defendendo a mesma miouta.
A arguicao agora renovada pelo Sr. r. Ferrer
foi cabalmente refutada pelo Sr. Dr. Teljsphoro. A
sentenca nao oceupou-se d'essa arguicao, no mesmo
caso est a contra-minuta ; que necessidade tiuba
eu de repetir a refutacao ?
Para dar a entender que os aggravantes Er-
nesto & Leopoldo e seus advogados guardaram si-
lencio, diz o Sr. Dr. Ferrer :
O silencio do Sr. Dr. Oliveira Fonceca acerca
d'este pont* primordial, que afiecta a honra de
seus constituintes, torua-se digno de nota.
Pois aquillo que foi refutado, e quenao fi-
gura na sentenca, uem na contra-minuta, nem foi
repetido pelo Sr. Lsvy em snas publicaces, de vi a
ser objecto dos meus artigos ?
Vejamos de qaein a honra affectada.
E' falso qu o rcbo, de qae falla o Sr. Dr. Fer-
rer, tenha sido passado pelos meus constituintes
Ernesto & Leopoldo.V
Em 24 de Marco d'este anno, pslas 10 horas da
manha, o Sr. Levy foi ao eccriptorio de Ernesto
& Leopoldo, e pedio ao socio Leopoldo qne lhe em-
prestasse um cont de ris para, na Alfandega, pa-
gar direitos de drogas ; cuja venda estava tratada-
devendo ella ser entregues cora urgencia. Ob-
servou-lhe o Sr. Leopoldo que seu irmo, que o
caixa, nao estava presente; mas a instancias do
Sr. Levy, foi casa de sua residencia, e trouxe a
quantia.
O Sr. Levy, com o seu proprio punJio, cncheu
urna letra, escrevendo nos respectivos claros :
" a ntim ou a minha ordem e oatros dizeres qne
denotavam ser a letra sacada por um individao e
nao por uinasociedade. Com effeito, o Sr. Leopoldo
asaignou : Leopoldo Jos Felippe Santiago eno
Ernesto & Leopoldo.
Dezeoove dias depois (em 12 de Abril) foi o r.
Levy ao escriptorio do Sr. Leopoldo e pagou a le-
tra. Nao tjndo-a no escriptorio, o Sr. Leopoldo
passou um recibo, pedindo o ar. Levy que elle fosse
passado com a data do veneimento (23 de Abril)
Allegou que de outro modo, quem conirontasse o
seus livros com o recibo, entendera ter elle pago de
mais, por nao haver feito descont.
No mesmo da em que pagou a letra, o Sr. Le-
vy mandou tirar urna publica forma do recibo !
Quando no dia aeguinte, o Sr. Leopoldo quiz en-
tregar a letra, o Sr. Levy pretextou que deixra o
recibo na casa de sua residencia, no Poco...
Como diz o Sr. Dr. Ferrer que a letra foi aceita
pelos mena constituintes (Ernesto Sl Leopoldo) e
que o recibo foi passado pelos meus consti-
tuintes
Como dix o Sr. Dr. Ferrer, que essp- letra era
um papagaio, na lerdadra e real accepcao dapa-
lavraf Se essa letra, de.>l:G0Q|K, por 30 dias nao
era- para deacootsr-se, nem foi dseeontada, como
se diz que era um papagaio ?
Ernesto & Leopoldo tinham letras aceitas por
J. C. L'!y & C, na .importancia de mais de
40:0004, letras que nunca foram descontadas ; como
preeisariam de ama letra de favor, da importancia
e 1:000*100?
Deixamoa na typograpbia.do Diario de Pernam-
buco a letra, de que se trata, para ser examinada
por quem quizer.
i8 de Junho de 1886.
Oliveira Foweea.
Rennncia d Dr. Cosme e S
Pereira,, & nmpeotoria de aan
depofettea de eraambur:
perqu !?!
Agora que-definitivamente se acha organisad i a
inspetoria de ssode publica desta provincia, com-
pre-me o de ver de dar aos meu3 concidados, aos
meus coliegas, aos meus amigos e at sciencia
hygienica, oa motivos da minha renuncia.
Dentre og muitos medaos, nqui esidentos, na*
sou eu tante tarefs, e por isso minha substituicao- seria
bem fcil; eu nao o ignorara : nao obstante essa
minha falta involuntaria, fur encarregado da ins-
tallar aqu a inspectora, de dar-lbe o devido an>-
damento e eercal-a do, respeito-e considerarlo de
que digna; assim devia proceder, nao s por ser
este o dever do inspector, como por ter en defunc-
cionar como tal.
Nao estando, porm, prevenida para to alta
fim, nao quiz utilisar-me de to honrosa no me cao,
sem que primeiro tomasse conhecimento dos devei-
res que me eram impustos, e dos meios orgnicos,
que me eram concedidos, para satisfazel-os.
Emquanto prhneira parte, (oo meus deveres)
si bem que a julgasse superior s minbas forcas,
comtudo, esforfar-me-hia tanto quanto em mim
coubeaae, para dcaempenhar mea encargo o.melhor
possivel.
Emquanto segunda, (organisavo) julgne qus
s, melhorsndo-a, se poderia contar.com.r.ma cor-
poraco capaz de satisfazer as neeesstrades hy
gienicas e sanitarias desta provincia, preaeriptas
em o novo regulamento.
A importancia desta cidade, seu commereio, sua
industria, suas relacoes internacionacooaes dia-
rias, emfim, seus sofirimentos sanitario e hygieni-
co merecem. serio cuidado, para nao serem entre-
gues urna corporacio deficiente,como a que vem
determinada em dito regulamento.
O qua fazer neste.oaaa? aceitar dito encargo;
por de parte os mais imperioso deveres, e ooen<
par-me s de suas banalidades hygieni :as e sani-
tarias (ras sojas, casas por.caiar, aniuiaes mortos
pot enterrar, fruetas verdes para lancarfra, aguas
frvidas para beb^r, etc. etc.?)
Nao; isto nao.
A cssse medica, aqui residente e em outras
partes, nao levara a bem urna tal hypene s d
instincto; nem to pouco qu&eu me prevalecesae
da fraqneza do regulamento sanitario para .ocen-
par-me s de deveres ta, banaea, e tivesse o
surd aures prastarc,para-deveres da mais alta
importancia da hygiene social e particular, como
o. estado das molestias reinantes, des endmicas,
dos aumentes corrompidos, ou falsificados, rio e>*
ercicio indebito da medicina,, das talsificacoVs dos
medicamentos, do abastecimennto das aguas pota-
vea, da limpeza gcral, da desinfeceo, de snas
epidemias e indomias, etc., etc., que r.ao podem ser
satisfeitos sem urna melbor organisaco do pessoal
indicado em dito regulamento sanitario.
Impressionado por taea faltas, e certo dos meus
arduos deveres, exiguos pela sciencia hjgiemca
moderna, julguei de meu dever, anteo deempolgar
este emprego, recorrer ao Exm. Sr. ministro do
imperio, qne era quem de direito podia remover os
graves embarncos, por mim encontrados, para nao
cabir no la^o dos factos consumados, que me tra-
ram, mais tarde, graveo dissabores, e que em mi-
nha patria se convetem para sempre em lcis tor -
tuosaa permanentes sem mais concert algum.
Foi o que -iz em urna carta dirigida ao Exm.
Sr. ministro do imperic, em 5 de Abril, da qual
tive resposta d*tada de 16 que por ora n&o
sendo possivel cogitar da reforma das inspectoras
das provincias, devia eu por isso declarar se acei-
tava o cargo para o qual fui nomeado.
Nao me sendo isto possivel pelos motivos expos-
tos em dita carta, reiignei no dia 26 do mesmo
mez, o lagar de inspector de hygiene e saude pu--
blica de Pernambuco, acto este meu espontaneo,
que muito me contrariou, por. ter sido esta a pri-
iceira vez que neg minha patria natal os meus
humildes a< rvict, tendo-os prestado em outras e
em b m criticas circunstancias.
Os motivos a que me refio coustam das cartas
que abaixo transerevo, para conhecimento do pu-
blico.
Copia.Pernambuco, 5 de Abril de 1886.
lllm. e Exm. Sr. Baro de Mamor. Corte.
Qucira V. Exc. ter para comnigo toda condes-
cendencia, que nao mereco, para permittir-me que
lhe roube um pouco do seu precioso tempo, conce-
d'indo-me a honra de ouvir-me par alguna instan
tee a respeito das Inspectoras de Hygiene Pro-
vinciaeg, para urna das quaea fui eu bem immere-
cidamente nomeado
A importancia d'esta m-.teria e o meu dever de
reconhecimento para com V. Exc. me obrigam pro-
ceder d'este modo, pois que, se ficasse em silencio,
minha consciencia me acensara de dopla falta
imperdoavol.
Pelo Dtarto de Pernambuco de 31 do prximo
passado, em sua parte noticiosa telegraphica. tai
informado de ter sido nomeado Inspector de Hy-
giene de Peni mbuco. Urna tal noticia encheu-
uie tanto de espanto, quanto de saaisfaco; eu nao
a esperava; eu nao a mereca : pois que um en-
cargo to elevado julgo-o superior, tanto as minbas
forcas intcllectuaes, como as minbas bu atildes as-r
piracoes.
Contando 6S annos de idade, me julgo caneado
e mu propenso ao repouso, do qual s me faxea
sahir restos de deveres profisssbnaes e encargos
de familia: e tanto assim havia eu j assentado,
que no principio do corrente anno ofliciei s Re-
cebedorias ds Rendas Geraes e Provinciaes, para
me eximirem do tributo de iudiistria e profisso,
como medico clnico, poie que ia suspender esta
industria, fazer mais urna viagem de sade i Eu-
ropa, e de volta entregar-me completamente
vida particular : por isso, hesite' sem previo ea-
tudo aobrecarregar me de novos eucargos.tio one-
osus?e por to pouco tempo que me resta vivar,
para nao illudir-me a mim mesmo, como para nao
engaar aquellos que de mim fizeram melhor
juizo.
Portanto, minha nao formal recusa em aoeitar
com aofregudo um to importante qno honroso
emprego nada deve ter de extraordinario, nem da
deaconheci 10, para aquelles que, nomeando-me para
o mesmo, tanto me consideraran], e dos quaes eu
me confesso eternamente snbmiseo, com o maior
sentimento de gratido.
Mas, anda assim o amor proprio, offuscando as
minhas inteucoes, j tomadas, e as minbas debis
forcas, emprestando-me novo alent, dispertou em
meu coraco o dasejo da prestar amda algum ser -
vieo patria, cus de mim nenhumha anda recebdo,
mas, eile tambem me impzodcvcr de enprimeiro
lugar reflectir no que a fazer, em segundo de di-
car com franqueza e lealdade o resultado d'esta
minha reflexo. ni' o que vou fazer.
Nao tenho intencao de criticar o Regulameuo
Ssuitario do Imperio, pois que, estando completo
para a Corte, s merece louvores;, mas com rela-
cao a crganisaco da Inspectora de Hygiene de
Peruambuco, para a nual fui nomeado, acho-o por
demais acanhado. Posso muito bem estar em erro;
eu nao o duvidu ; mas, se este o resultado das
minbas reflexoes. a franqueza obriga-me a mani-
festal-o com toda antecedencia, ou melhor, antes-
de tomar passe do dito lugar.
Procedeodo d'este modo, poderei eaminhar mais
desembarazado, ou ento, ficando em minha obscu-
rdadt, dexar o camiuho aberto para mais justas
e valiosas pretencoea alheiaa.
Antea de ir mais adiante, devo declaras a _V.
Exc, qne*no se trata de interesses pecuniarios,
pois que, para se ter direito elles, basta empolgar
o emprego; trata-se, porm, de questo mais sera,
dos meios mai adequado de satisfazerros rvtrcs
d'este emprego, sendo por este motivo qua .vou fa-
zer as seguiuts reflexoes:
A Capital de Pernambuco conta 100 mil babi-
lananr com um porto bem eoncorrido ; dividida
em 4 freguezias urbanasSecife, Santo Antonio,
B a Vi,t e t1. Jos, e 2 suburbana*-Afogados
Grava. Paca dotal-as de um servico sanitario e
bygianico o novo Regulamento d servico sanita-
ria do Imperio lhe concedeu -Urna Inspectora,
coiposta de tres membros, e um escripturario com
o titulo de secretario (arf, 12 do Regulimen's )
deveudo estes tres *uenbros (rt. 21) cumnrir .-
iazer cumprir o Regulamento ( 1 e'.outro* do
ar. 20) ; com esta organisaco dficmente ella
podera deaemp. nhar suas attribuicoes.
A capital do Rio de Janeare, que tem 300 mil
hab.tautev com um porto tambemconeoxridissiino,
foi dotada de igual servico, dirigido, nprm, por
urna inspectora, composta de se membios, aju-
dadi8 por 3*\delagados urbanos e suburbanos, 4
chimicoa, 2 pharmaceuticos, 1 medicn.encarrega-
do da estatistica o o numero de disintec'adorea
que precisasse (art. 11), afora oo empregadoa su-
balternos, total 45.
E' bem poaaival quedaste medo posas deseppa-
nhar satisfactoriamente sua inissao. Entretanto, a
desproporcienalidaae bem mimifesta -, 109 mil


Diario de Pernambuco-Tcrpi--feira 29 de Junho de 1CS6
hah'tv^tef par 300 mil,' nao di un raao equi
rava de 3 einpreg?dos para 45.
Attendendo, porm, a que a Inspectora Geral
tnth* de eorresponder-secom aa Inspectoras Pro-
vinciaes, e de formular com o trabalho des tas o
sen relatorio sanitario annual do .Imperio, justo
ame wah* ease maior numero de empreados, mas
ainda asaim nio ha equdade uaa distriuicoes
dos empregados para o raesmo aervico as duas
provincias, o que fcilmente se deprenede pelos
detalbes seguintes.
Gomo faro as Inspectorias Provinciaes e aer-
jico hygicnico das ras, pracas, mercados, casas
vastas, canos de esgoto, oficinas e collegios; es-
tado das molestias reinantes, simples ou infeccio -
nai-tes. ea 6 freguezis, em urna cidade de 100
jail habitantes, sea ter quem absolutamente aju-
de n'espe servido, que na Corte feito por 32 de-
legados ?
Parece justo que se Ibe conceda ao menos 3 de-
legados.
Pode-se exigir taes servicos, mps como elles nao
noauam ser feitos com tao pouco numero de em-
cegados, a Reparticao os pora da lado, e se re-
daxiri a ama -sinecuracompleta, o quo nio
Ibes tirar o direito de haver os seos vencimencos.
Cosso as Inspectoras Provinciaes farao os eza-
~aes das boticas, dragaras, confitaras, dos gene
ros alimenticios paros ou falsificados etc., etc., sem
nm empregado haaituaio aos reageates e aos fil-
tioe, servico que a Inspectora Geral faz ajudida
por '. )us pharmuccuticos e qnatro chimicoa ?
E' mea parecer que, em Pernambuco, onde as
alsijtcacvcs na* te acham em inferior escala, mas
esa ponto menor, este cumie poder ser leitc por
msi phannacentca chimico bem exer jitado.
Hoje. isto na poca em que estamos, as visi -
tas s inttarias destes e outros estabclecimentos,
como outr'ora, sao feitas tn eoiem loco, mas os
exames das substancias suspeitas, encontradas
oestes lagares, sao levadas com todo cerimonial
preventivo e justificativo para a sede da iuatitui-
cio fiscal, onde sero sujeitadas a comparacoca,
inspecces, ndagacoes, analyses, emfim, ao estu-
do e a refl- xo. E', procedendo deste modo, que a
Inspectora Provincial, depois deste exame, pode-
r, dar ooi parecer rtflcctido e justificado, com o
qal possa garantir suareputaco, responsabilida-
de o criterio.
K a nio ser assim, base ido na lazi o das coa-
cas, procedendo a Inspectora de outro modo, f ara
reviver e lembrar os exames feitos em tempos
idos, peloProlo Meiiealo, que as pbarmacias,
as vendas e depsitos de gneros alimenticios,
limitava-se as sens-tcp.'a qae experiineutava, para
formlar sea juizo; agora, para proceder se as-
eses, seria preciso poder dispor ainda da aotori-
dade deento, do magister dixil ; porm. boje
esta razio est posta ao lado e substituida por
ata ontra mais positiva^Judex probav.
A 'nspectoria de Pernambuco de ve pos ter em
eeu seio nm pharmaceutico com o seu gabinete de
estados comparativos e de analyses ; nao importa
qne seja pequeo, mas que o tenba de facto.
Aqui. bem com > ni Corte, e em toda parte, ap
parecen) molestias contagiosas, infeccionantes e
mixtas (rebre ama re la, beziga, sarampd, escar-
latina, darrba epidmica etc., etc). Para satisfa-
cer as necrssidad's preventivas e hyrenic is, se-
gando a moda hodierna, precia) nao so exigir
cea impera, como a desiuteccJo.
A metropole, compondo osea estandarte de de-
frza, antorisou a sua inspectora a munir-se de
tantos desinfectores quantos forem precisos (art.
11. ultimo paragrapho), que rio servir sobre s
vistas doa delegados paroehiaes, lio que Ihe as-
aisCe toda razo.
Pernambacc, porm, nao tem delegado algum,
nem desinfectadores; isto nao justo.
E como* sondico dasdeamfeccoes seja limadas
mais importantes em materia orcveiitiva sanita-
ria, ella deve ser satisfeita desde o momento em
qne a Inspectora fr installe.da ; mais t rde serin
per ler o tempo mais precioso paras e alcancar o
effeito desojadoprincipies obstat.
Aa Inspectorias Hygionicas Provinciaes ainda
estro compostas s de tres mdicos, sao urna
corp^raca scientfica (isto indiacutivel), obri-
gda trabalhos scicntiiieos e praticos, dos qnaes
deve dar partcipacao em cempo opportum a Ins-
pectora Geral, ao presidente da provincia e a
muirs outras autoridades. O campo para os scus
trabaIbos vaste, sem limites mesmo ; tudo quanto
poce damnificar a saude do homem, directa ou in-
directamente, c-e sob sen dominio ; isto s ni
basta, pieciso ainda procurar os meios de evi-
tar-Ib" os males \ emfim, envolve em sua esphera
tod>s os cooheciinentos mdicos na ex'Cuco do
aen mandato Prtanlo, 03 pareceres mdicos, as
diacripe.-s de molestias, os exames chimicos, suas
actas e relatnos, emfim, terSo todos os seus tra-
balhos a estampa medica : terio ana fita csc.m
did*.
Entregar este servico a um secretario que n>
seja mlico dar urna respcnsabilidade a quem
nao a pode ter, mai.dar procurar a fita por quem
to sabe onde ella est.
A' Inspectora da Corte fo-lbe coneedido um
secretario medico, nm officia! de secretaria, qua
, tro amanuenses (art. 11). A Inspectora de Per-
nambuco teve smente um secretario, que nao
medico.
F" meu paree t que a um dos dous mdicos da
Insp- ctoria se deve dar o lugar de secretaria :
isto Je raza i.
Sio estas as principara refl-'xoes qae sobre a
organisacio das Inspectoras Provinciaes julguei
mais a proposito trazer ao conhecimento de V.
Exc, antes de empossar-me em um lugar tio ele-
vado quanto melindroso; a nao quero lvalas
mai< longe para nio abusar de sua boodade o que
bet di 10 basta, nio para modificar em coutaaJgu-
ma as mltiplas fancco'8 do Rcgulaaiinto, do qual
me oecupo, ma sim para arranjar melhor a or-
ganisaco das Inspectoras Provinciaes ; afim de
qae ellas possam satisfazer seu mandato ; assim
?ou concluir.
Para ter-ae aqu urna Inspectora de Hy..
na altara de aatiafaaer soffnreltente aa aecesai-
dades :mpo8taa no Regulamento do servico sani-
tario do Imperio, que bairou com o Decreto n.
9,554, de 3 de Peveroiro de 18S6, sem alterar do
forma alguna o art 12, que cria urna Inspectora
de tres mdicos naa seis provincias nellu
indicadas, aera preciso addicionar Ihes mais aiguus
empregadoa de ndispenaavel necess;dade, ficando
a de Pernambuco organiaada do segumtc modo :
1 inapeotor.
membros adjuntos, ssndo um encarregado da
secretaria.
Auxiliares
3 delegadoa para 6 tregueziaa.
1 pharmaeeutico chimico com o competente la-
boratorio.
1 desinfectador com agentes desinfectantes.
1 continuo, 0 que vem a ser um-/ac simileda
Inspectora da Corte.
N'este sentido, autorisado o pessoal, fcil aera e
coin pouco dispendio prover-ae a Inspectora do
seu gibiuete de analyses e do material necessario
para is desiufecoea.
Ag ira que tenbo manifestado com tod 1 a leal
dade e franqueza, o motivo da min'ia hea'acio 01
empolgar com sofreguidio nm titulo bouros >, e um
empregp lucrativo, encarreando-me da ger'eaaia
da Inspectora Hygionica de Pernambuco, nada
mais me reata do que. por mais urna vez pedir-
Ihe desculpa e confess-.r-me grato a V. Exc, por
esta n imeacao, e ao V. Exc. em consequencia d'esta
ininha hesita^ao, por jul.'al a deaarrasoada, casaar
minha nomeacao, ou confirmal-a, annuindo ao qae
veuho de expr, a decisao de V. Exc. ser o mais
recto acto ie juatica que para com oigo pode pla-
ticar : eu o aceitarei sempre com todo resp ito e
acatamento.
Aguardo a reaposta do V. Exc.
Aproveito a occasiio para significar a V. Exc.
tod* a minha estima e cjusderaco, poia canfesso
ser -De V. Exc. criado mu attencioso e Abriga-
do. -Cosme de S Pereira.
P. S-Como esta carta nao envolva materia
alguma reservada, d'eila darei conhecimento ao
Sr. Inspector Geral de Hygene.
e honra os deveres Ja alta poaicio de que a
acham revestido.
Recil'e, 22 de Juaho de 1886.
Dr. Cosme de S Pereira.
Tendo o partido coiaervador de Palmarse, de
que fac,o parte, lembrs.do-se de meu humilde nome
para camarista, e verificando en, que nao tenbo
na localidade dois ann>a de residencia, verho por
meio lo presente declinar da mesas eleicio, e
agradecendo aos amigos que espontneamente ti-
veram a lembranca, tomo a liberdade de lembrar
aos mesm is, o nome do noaao bom correligionario,
e amigo Liberato Pereira Lopes; para subati
tuir o mea lagar. B
Palmares 26 de Junho de 1886.
Jo&o Felippe Nery Napoleo.
Proclama
Na e>.pres8ao do decrato n. 3069 de 17 de Abril
de 1863 Droelama-ae na Igreja Evanglica Baptia-
ta, a ra Direita, o casamento ae Abdon Amerco
de Aquino com Amelia Mara de Figueiredo Lima
A' ELTIBt
da
KUA r>o HOSPICIO
Wieuta um plano divina :
feio eacripto no teu rosto,
< jo em ti de luz c flores
Mni'xplicavel composto
SCaiar-me a vida e.m teua olhos
>cabe ae o meu descosto. ..
24 de Junho 86.
Um admirador.
Mors invejavel
n.
ir
Pernambuco, 26 de Abril de 1886.
Il'm. e Exm. Sr. Bario de Mamor. Curte. -
Tenho present a estimada carta de V. Exc, da-
tada de 16, naquil, em resposta a minha, m-
informa, que nio possivel cogitar, por ora, na
reforma di novo regulamento de 3 de Feveiro ai-
timo, na parte relativa ao servico sanitario da3
provincias, e que por ho devo declarar ae aceito
o luhar para o qual fui nomeado.
Re8>indcndo, coaio me compre, venho dizer a
V. Exc. que attendendo importancia d'eataj
provincia, aua populacao, aeu commereio. indu8-
tria e rcla^oea internacionaea diarias, e sobretudo
aos cl-'Vado deverea de um tal encargo, objectos
di no= da mais seria attencao, nao ouso, polos
motivos expostoa em minh anterior carta, assu-
mir a responsabilidade de um tal emprego, pelo
[.modo que ee acna organ3ad>, o que muito me tem
cunstr .rgido
Este meu censtrangm mto se torna ainda mais
afflictivo para mira, por ser esta a priraeira vez
que n. go os .acua debis servidos minha patria,
tendo por outras, aceitado idnticos e em criticas
circunstancias.
E como ae isto s ni > fosa bastante, para mi-
laatar-me, na boniade de V. Exc. encentro ainda
outro luotivo que nao menos me contraria; pois
que. fi rea Jo pelas razoea j "xpostaa e cin oppo-
8150 >, ella, veab) as proprias in:loa de V. Exc.
rcsijmr o encargo que me deu c com o qual tan-
to me hiurou ; mas anda assim, affirmo-lhe que,
nem por isso, deixarei do ser eteniam nte reco-
nh-cido a V. ,'.xc.
N'esta mesma data iirij i-me ao Exm. Sr. pre-
sidente di pravincia de Pernambuco communican-
do-lhe mmha renuncia, Inspectora de Banda
Publica.
Cre 1 V. Ere. que om a maior estima c con-
aideracao continuo a serDe V. Exc. criado sin-
cro b agradecidoCosme de S Pereira.
Pelo qu fica exposto, se torna claro qual o pa
B;l le aqu: deve repri sentar a Inspectora de
ygiene, em ana nova reforma.
Una coir.misi 1 scientificu, mal organiaada, aem
meios de tlesempenhr sua raiasio, em face de nu-
tra co nmis8ao (a di Corte) amplaineotc aervida,
gozaudo ae todos os favores e recursos, nao pode
deixar de ocr urna commissao inofiua, fracs, sem
estmulo, muda e queda, impossibilitada di- man
fer-se ?om dignidade na esphera de ae.is trabalhos,
atada e sabservient. a outra, da qual dnva ser
emula, cmhora com mais singeiesa e om menos
aparato, no cumprimento dos deveres que a ambas
torain gu lmente impostos.
Pprtaoto, nao se me pode aecusar que eu nio
qu.'z, mas sim que nio podia, nem devia assumir
um tal encargo, cujo fim principalo estudo da
hvgieue e sade publica aqu era impossivel e
so me dava direito a banalidades hy cuicas e ao
grato honorario.
Na 1 iccaso do Exm. Sr. Ministro do Imperio
em cousa alguma, antes louvo a sua boa inteei .
dotando o Imperio com um servico tio importante;
nio foi elle de ceno quem organisou dito regula-
mento. mas a commissao medica, a quem ouvio,
s teve em vista a hygieoe da Corte, dotando a
de urna eiplendida corporacio sanitaria, (45 obrei-
roa) d-ixando as provincias por detraz dos basti-
dores, tendo em partilha corporacocs sanitarias
impotentes e ella subiuissas 3.
Asara, pois, para com o Exm. cr. Ministro do
Imperio, o Sr. Bario do Mamor, mantenho o
mesino grao de respeito, estima e consderacio
que Ih'i consagro, e que em nada dminuio com a
aeeitaclo da minha renuncia justificada; cao
novo lufpector de SaJe queme aubstituio e aos
eus dign s companheros dirijo s mnhaa felici-
ta coes, fazendo votos para qae possam e saibam
melhor do que eu cumprir cjm acert, prudencia
Ehiifo municipal
O Sr. (labri-'l III 'foniio das Novo.
(loso, candidato a rnembro da Cmara Mu-
nicipal do R;cife, pela chapa du partido
conservad r, um modesto e prstiaioso
ciiadao.
Torai-se ricoramiindavel ao eleitorado
pelo profundo criterio do su.-is quadades
cvicas, por ser um conservador morigera-
do e de ideas adiantadas, em surnraa, um
moco Ilustrado e de viver independente.
Sj for eleito, nio Ihe resultar sen2o a
gloria de representar o eleitorado pelo seu
partido Cmara Municipal e a defecados
interesses do municipio.
S. S. socio de urna respeitavel casa
commercial de nossa praga, pelo que prova
exuberantemente nao precisar de se ve-
reador senlo por amor sua provincia.
Estimaremos" bastante que S. S. seja
eleito, por qu9 o que precisamos de ho-
mens serios que possam ser membros da
Cmara Municipal.
Pie S. S. contar com o apoio
de idido do
Muitos ele'tores.
franco e
Partido conservador
ELEICO MUNICIPAL
Os abaiso assignados, constituidos em
ooinmissa) para dirigir a prxima eleicio
de vareadores deste municipio, fazem pu
bticar a chapi organisada de accordo com
as influencias cleitora-s das diversas fre-
gu-ziaa; e pedem ao eleitorado
conserva-
e cohesuo
COMiERCIO
Boita coratmerefal de Peniam
bnco
KECIFE, 28 )E JU.N'H VE lSb.
As trtis noraa da tarde
''otaoae* ofiniaes
Letras bypothccariap do banco de crdito real de
Pernambuco, a juros de 7 0,0, do valer
de 100 %i(KX> ada ama.
Cambio sobre o Rio e Janeiro, 3 d/v. ao par.
Ka hora da ik>L
VenJei ara-se :
12 ktraa hynothecariaa.
O presidente
Pedro Jos Hinto.
O secretario,
Canudo C. G. Alcoforu .
dor do municipio todo o esforco
em favor dos candidatos apresentado?, aa-.
alo os seguint's cid idaos :
Agostinho Bezerra da Silva Cavbante,.
proprietario.
Antonio Qoatss de Oveira e Silva, cora-
merciante.
Antonio Samico de Lyra e Mello, com-
mercAnte.
Ur. Cosme de S Pjreiri, medico.
Demetrio de Gusmao Cuelho, proprietario.
Dr. Francisco do Reg Barros de Liccrda,
agricultor.
Gabriel Ildefonso das Noves Cardoso, com-
raerciante.
Henrique Bernardes de Oliveira Jnior,
commerciante.
M.jor Joilo Francisco Antunes, despa-
chante.
Joito Jos de Amorim, commerciante.
Joaquim Jos do Abreu, solicitador.
Desembargador Manoel Clementino Car-
neiro da Cunh, proprietario.
Recife, 2b de Junho Je 1886.
Dr. Joaquim Correia de Araujo.
Migad Jos de Almeida Permamkuco.
Qlympio Marques.
Cmara Municipal do Recife
Candidato vereacio appello para o Ilustrado
eleitorado do municipio a qusm rece a sua coadju-
vacio. Minhas crencas conservadoras, snpponho
nao me inbibirio o suffragio do diatincto eleitora-
do, pois apenas viso o intercaae do municipio. Na
qualidade de vereador pugnarei aempre em prol
da municipalidade e do eleitorado qne me eleger.
Iiecife, 25 de Junb de 1886
Antonio de Burla Contiuho.
(Pnogresso Catholico)
Gruoiariea, 30 de Maio.
Beati morlui qui tn Domino moriuntur.
Na manhi do dia 13 dt> Maio, nou-ae na cidade
da Virgem o Exm. Sr. Joa Antonio da Cunha
Porto, capitalista e antigo negociante no Brasil.
N'estes tempos em que a mais espantosa dsso-
lucio corroe a sociedade, nio respeitando aiquer
os viuculoa aacratissimos da familia, sio poucas
aa fnmiliaa palriarchdes em Portugal ; porm,
merc de_ Deus, ainda aa ha: e urna dellas, e daa
mais distinctaa, aquella a que partencia, como
venerando chefe, o Ilustre morto. Conservam-ae
n> Ha, em toda a aua pureza, as crencaa e vir'u-
d>>a catholieas dos nosses autepassados ; n^lla se
eucontra a mais perfeita uniao dos seas m-.-mbros,
esse carinhoso amor, casa 'loco aubordinaco, casa
reciprocidade de aff-ctos e dedicacoea, que sio o
tormoao apanago da familia ebrati.
All nio ae d eduoacio a falsa e errada com-
preheuaJo hoje vulgir: inatruccio maia 00 menoa
aoperficial, distinccio de porte e de mao-ras, e
dotes ou prenfas agrada veis sociedade ; mas an-
tes, tomai. norma aquelle preeeito dos
I santos : Bu,ca primeiro o reiuo doscos,
e tudo o maia vos ser dado por accreacimo. as
sentam-ae como base inconcussa da edacacio a f
e a pratica da religiio, a moral evanglica e 08
principios da h nr, e sobre easea solidos alicor-
ees se ergue o firme edificio, em qne se nao des-
preza o til e o agradavel, mas nunca lhes sacri-
ficando o necessario.
bastara isto para formar o elogio do pa-
triar.da que D.us luvou para si? Mas anda nio
era tu 11 ; t.das as obras catbolicas do Porto tf
.1I1.1111 no saudoso finado um decidido protector : a
rainha dae virtudes, a divina cari lade, um fervo-
roso cuitor.
E Deus premiou aa suas virtudes, dando-lhe ^
ueste mundo, al n di paz dulcissima da conscien-
cia, a felicidade cooipalivel com a vida terrena :
fecundou o aeu honrtdo trabalho, pelo-qual adqui
rio a abastaiica; b ifejou seus tres dignos fillios,
que Boje se acham em xcellentea po8ico.-s cnn-
merciaea ; par meio do casamento de su 1 virtuo-
eiaaiina filha, a Eimi. Sra. D Joanna C. Limae
<'uuha, com seu bondoso e respeitavel irinao, o
Exm. Sr. Hen:ique Joa da Conha, proporciouou-
Ihe essa numeosa o desvelada familia, na qual,
desde os affoctuosos conjuges at ao mais ttgno
dos encantadores nei.uh >s codos os cercavam de
l'licados carinh is, todos ivalisava n em provas
de veneracio e amor pa a com elle.
O que sobretudo e precioso para o chriata>, con
cedeu-lbe Nosso Senhor, a morte do justo. R si:
nado durante a sua nio longa m ilestia, fortalec
i com todos os sacramentoa da igr-ja, coii8ervan-
do qaasi at ao derrtOeiro momento o uso da ra-
zio, a sua alma voou, aps curta agona entre o-
aeua queridos, do desterro deste mundo, para ir
receber, no outro melhor, o galardio das auas vr
tudes e piedade.
Xaquella caea nao saceede comoem muitas on
tras, onde se tem hirrora um cadver, etnbora de
um ente amado, on le se ineumbem tal ves eatta
nh^a e mercenarios do cuidado de gu.rd.il o ;
aquella chri6ta familia, |nndo departe infundado-'
terrorea e vas lameutaco.'S, reun- se em tomo .1 1
esquife do s-.-u prente estremecido, cerea-o d
sinceras lagrimas e ferveutea oray e vela-lhe
piedosamente o ultimo somno sobre torra. Foi
o que fez para com o -eu dufunto patriarch 1 at ao
ultimo instante.
So a religiao d valor a reaign>cio oara anp-
portar estes dolorosoa golpe--, porque s ella lh-.-.
appliea o bnlsain ennaoludor la esperaiica ; di-
7eud-noa com sua voz c late : E?ta separa-
cio Spenaa m>meutan-a ; amarilla iris, sata
na vo-s* mo azer por merec-1 o,jnnt.r-v 1-
com os vosaos q leridna a 1 p do r.lir..... de Deu-..
Para familias verda leiruneute christas sai inu
teis os confortoa h unaos, porqu os teem incom
paraveia naa suas santas ceeocaa. E' por is^oque
na i offereco oa meus l reapeitaed familia d t 'a.
O Ilustre finado era aasgnaute e amigo do Pro-
gresso Catholico. Peco, poia, a todos os aeua pie-
dasoa leitorea uina fervorosa oracio pela sua alma,
para abreviar aexpiaeio qu pjr ventura ex;am.
perante o Eterno, 3 suas fragilidades, piia que
ellaa eat aujeito todo o ser humano. Requiescat
Despedida
DECLARACOES
S. R. J.
Soire em 14 de Agosto prximo futuro,
solemnisando o 22" anniversario
da installacio da soeieJade
Ao Sr. presidente podem desde j oa senhores
socios entregarem aa notas de seos convite, qua
ulteriormente terio de ser entregues aos can vi-
dados pela presidencia cu pelas commiasoes por
ella nomead a.
Recife, 21 de Junho de 1886
Luiz Cuedea de Amorim,
2- tecretario.
Devendo embarcar no dia 29, para a cidade do
Porto, e nio tendo sido possivel despedr-me pes-
soslmente, como deaejava, de tidoa aqoelies com
^ue entretive relacdes de amisade, venho fazel-
por este meio (Dar o que peco a de vida desculpa)
aproveitando o enaejo, tornar publico o mea 8n-
cero reconhecimento essas mesmas pessoas e ao
dstinctd"corpo commercial desta praca, pelas mui-
tas e inequvocas provas de considf racio, que tio
boudosamento me dispensaram durante o longo
espaco de 23 annoa de permanencia no aeio de tio
Ilustre sociedade.
Deixando esta aprazivel cidade, da qual con-
servare as mais agradaveis recor iacoes, nio devo
outrosim deixar do manifestar o meu mais vivo
agradecimento pela expontanea hospitaiidade que
sempre me foi prodigaliaada.
A todos os meoa bona e dedicados amigos, pois,
envi ora sincero e cor al abra?), asseguracJo Ibes
que era meu coracio nunca deixar de vibrar o sen
timento da gratidio e saudade, e qae n*que|la ci-
dade, ou onde a sorte appruuver collocar me sem -
pre .starei prompto a cumprir aa. suas ordena,
para o que desde j. offereco oa meus fracos aer-
vicoa.
Recife, 26 de Junho da 1886.
W. J. Haynes.
Case Me oIr. Sonto M .or
Mudon-ae este -atabeleciinento para Ponte de
Uch*, junto da estacio do mesmo n .me.
Situado como boje est em um salubre e apra-
zivel suburbio e em urna chacera com bastantes
commodoa para o aeu fim, oftvrece muitaa vanta-
geiiH aos do-ntes estrangeiroa, acadmicos e colle-
giaca que na 1 ti 'erem suas familias n'esta cidaie,
aos que vierem d>' fra do nV-cife para ah S'ffrer
alguma operaci-i crurgica e emfim aos que reaidin- Cl*'?> "u Junho de 1886.
do n'esta cidad" pr-cisarem de mudanca de ares. *
Recebe-se tambera n'esta casa eonval-scfiites e
pesaoaa sadiaa que preci*. m do ar do campo, para
as quaes ha comn idos se..arad ia.
Oa doentea p.ra o seu tra'amento, mdiearao os
mdicos que qoizerem.
Nio 8e acceitam doentea de molestias COSta-
giosaa.
Existen] na caaa apparelhos elctricos e bydr"-
th'-rapeuticiis para os bibricos, par lyiicoa etc.
Thi'soararia de Fazenda
De ordem do Illm. Sr. inapector, faco publico
que no dia 2 de Julho prximo vindouro, pelas 11
horas da manhi reeebuin-ae propostas para o for-
uecimento de remedios necessarios ao prcaidio de
Fernando de Noronha.
A relacio deasea remedioa acha-se nesti the-
souraria e ser apresentada aos proponentej.
Theaourana de Fazenda de Pernambuco, 25 de
Junho de 1886.O secretario
Luiz E. Pereira da Cmara
Indeninisadora
De confermidade com o art. 15 dos estatutos
deata ciinpanhia, a direcc! 1 ven I dez accoos de
ns. 491 i 600, vagas pelo f illecimento do respec-
tivo accionista. Os preteudentes deverio enviar
tu.is propoBtas por intermedio ee correctores ge-
raes, at o meio dia da 2 de Julho vindouro. Re-
Telephone n. 398

Dr.
salta*
dencia
Oculista
Ferraira
das II 1.1
s-f.
la s loa,
nei dia.
con-
Resi
barg do
i i ~ii i tono.
ii -a rio
20
ru.i
m pace
Porto,Maio de 1886.
A. Moreira Bello. -
Aasucar masca vado, 91 rs. o kil
Assucar refinado 240 rs. o kilo.
Couros seccoa aalgados, 510 rs. o kilo.
Alfanargg ae Pernawibuco, 27 de Junho de 18^6
O conterentes,
Raymundo F. de O. Mello.
Adolpho Gentil.
rus plicus
M:s e Jur.no Je 1886
ALFAS EGA
816:405*372
60:090*571
Ruja g
D* 1 a M
. Idea 28
Kaama raovrjKui.
De 1 a 26
----------------906;49.j^ 143
100:905i821
4:335581
MacaantDoaiADe 1 a 26
u
ucLAo-i Paov:sciaL Oa la 26
Idwn Ja 28
105:240*963
1,011:767*896
35.550*686
1:68ti198
RfClFS DZATBAQ
Id-
a 26
37.-.'36*S94
114:4
13:9'
128:395*423
1:42
DA
Ptia a semana de j
srnrancr kilo.
13:733*855
PAL
o 3 i Julho
EiPACdS 06 KXPORTAjpAO
Ex 26 de Junho de 1886
Piara o exterior
No vapor inglez iariner, carr garam :
Para Liverpool, Boratemanu $ C. 750 -.ceas
com 56,656 kilua de algodao.
Ka barca portuguez.t Dous Irm&os, carre-
garam :
Para Liaboa, F. da Costa & C. 100 aaccas com
8,074 kiloa de algodao A Iahia*20 pranchoea de
vinbatico.
Para o interior
No patacho hespanho! J. Pura, carre'a-
ram :
Para o Para, F. A de Az -Todo 150 volumea
e m 9,000 kilos de assacar braneo ; A Baha 5
pipas com 2,4(K) litros de aguarden^
No vapor nacional Mandos, carregaram :
Para o Para, P. Uves at C. 4 barricas com
240 kilos de asrocar refinado e com
S ditos de dito mascavad ; Amoro Irmaos
&. C. 100 barricas com 7,439 kilos de assucar
so ; L. J. S. Guunaraes 300 barricas com
18,837 kilos de assucar branc i ; P Carueiro is
C. 450 barricas coai 26.140 kilos de assuear brm-
co ; J. A. da Costa M.d-iios 40 barrica8 c >m
1,613 k lo deaasucar braneo ; V. T Coimbra 5(0
ne.' com 38,7o2 kilos de assacar branca ; A
Dutra Jnior 27 .'v lum-a c,m 18.600 kilos de
assucar braiico e 28 barricas co-n 2,325 ditoa de
dito inascavado.
Para Maranhao, A. de Mello C. Oliveira 15
ptpaa com 7.20\' litros de agurdente, 20 barricas
com 2,343 kilos de assucar braneo e 30 ditas com
3,816 dtoa de dito maaaavado : F. \t. da Silva &
C- 5 calzas com 150 kilos de (Jco de ricino.
Para o Ceara, C- Dubeux 2 barrieaa com 132
kiloa de assucar refinado.
ra Mano, Bal; & C. 30 barris com
litros de aguar lente < 60 volames com 2,812
'kiloo de asquear braneo ; M. .1 Aiv,-s li!;) \olumes
6 kilos de assucar braneo ; AmoYica Ir-
mios 4 C. 4 birria com 3,8.10 litros
' ; Maia & no li-
". Pinto & C. 57 caBcos com
L. J .S Gumii
100 barris com 14,400 litros de aguar-
No hi 1 Apody, carregaram-:
r* Moiair, L. M. d'Asau pipas com
) lirr s de aguard.-ute ; V. de Moraes 20 bar-
ia J,6(X) trog de agurdente ; E, C Btro
4 Irmo 4 vohimcs com 239 kiloa de^aasacar
braaco.
No hiate nacional Adelina, carregaraTi :
Para Moasor, F.. C. Beltro Irmo9 volumea
com 7.1!2 kiloa de ass-'car braneo.
j Na barca c a Nova Esperanca, carregou :
Para P. de Alagoas, M. J. Peasoa 20,000 litros
de sal.
As enferiiildades cvleruns
Aeompanhadas de'temveia desfiguricoes. Pro
dnziyn effeitos terriveis, e se o pangue alterado "U
vieiado, que ctuaa d'.llaa, nao ae Innpa de seu
veneno com o uao da s.ilsaparnloa de Pri~tol^
detergnte o mais poderoso de quantoa ae eonh-cem
os doentea niio s buscaran allivio em vao, mas
sim tambem transmittirao auas molestias a seus ti
lboa como U'i a h ranea maldita.
Aa peasoa de ambos oa eexos encontraro em
todoa oa ji'-ri idos da vida, qur este incomparav.-l
remedio vegetal, cura rpida e radicalm-nte as
eiupcoea, chacas, ulceras, iuflammacoea glandula-
res, rheumatismo e quasi todas as molestias, in-
cluindo s affecfoes m-r^uriacs que disfigoram ou
contrahem a forma exterior.
Acha-se venda em todas aa principaes bo.icas
e lojaa de drogaa.
Agentes em Pernambuco, Henry Forstei & C,
ra do'Commereio n. 9.
As proprias nuvens de odorfero incens que do
maia famoso thuribulo se levantem nao se -ompa-
ram em auavidade e fragrancia com .aa ondas de
perfume exhaladas do bauho em que se tenha ver-
tido meia ou urna garrafa da legitima Agua
florida de Burry de forca dupla. Esta agua
florida, a nica hoje prepara la segunda a formula
original, cont.n propriedades refrescantes e furti-
ficativaa "duas ou trea vezea superiores s p"8-ui-
das por qualquer outra. Tudas as mais sao fracas
e deterioradas, a de Barry forte, pura e freaca, e
N 9 A EuiNa. d. Sc.tt f.r i ti a a
I Haeovolv i >yst o a issea e n-rvosn das
.rianyis debis e r, Int. a-, na- ha na la
iii'i possa s iM,).rar este reme io til'
gr ilave] r--.u-.ti mote p\n a cura las
loenyas 'levidas a n oodicSo le sangue
e d<-b:lida'ie lo corpe.
Respeitavel publico
< iirin iberfa a escola particular de instruc-
fdo primaria para o sexo masculino, iui dw ma-
triz da Boa- ata ii 31. rgi-la pelo professor par
rienlar Julio Sares de Az.-vidi.
Edica P inatriie a lufancia, pelo aystema d 8
princip ii's cnllegios da erte do imperio, onde es
teve por aL'iim t>'inpj a pa"seio, cujo sy. urna paciencia illiu.itada, nina vocncao intima,
guiando gencia, da honra e da dignidade, afim d que ve-
ham a aer o futuro suarentaculo da patria, da re
ligio e da le un verdadi iro cidad i braaileiro.
Eap -ra, poia, que o movm pernamtiucano applau
da e saiba apreciar O aeu verdad iro ensino pri-
mario, onde rpidamente abracara e amam de co
racie aos livr.w as lectras, aa arrase as scieneian.
Ku da \w\\y\i da lina-Vista n. 34
Julio Soares de Azevedo.
Club Acadmico Sylvio
Romero
De ordem c'o Sr. Dread-nte, faco publico aos
aenhores/f-ocios e mais interesaadoa, que a sede
deate club foi transferida para a ra do Impera-
dor n 2.1, Io andar, da ra da Matriz n. 25.
Recife, 26 de Junho de 1886.
O 1 a-cretario,
Pedrera Franca.
Banco de Crdito Real de
Peruamliuco
H m term >s dos arts. 5 e 6 dos estatutos, sao
envidados os senhores accionistas a reaiiaarem
ite o dia 30 de junho prximo, na ade do banco,
ra do C on ercio n. 34, a segunda entrada de
des pjr cenfo do valor nominal de cada accao.
Recife, 28 de Maio de 18-0.
Os administradores,
Manoel Joo de Amorim.
Joa da Silva Loyo Filbo.
Luiz Duprat.
(al) indi1 Porluguez de Leitura
Pr-vine-s' aos seoliorra a icios accionistas que
as liaras de subscripclo de accoes para a compra
i oa ed ticaca 1 de um pr-dio em oue funecione a
i bibliotheca deste gabinete, ae acham disposicao
de todoa, na ade aocial, e que sua aubscripcao
, ser incerrada no dia 30 do corrente mez.
Secretaria do Uabin'-te Portuguez de Leitura
em Pernambuco, 17 de Junho de 1886.
Manoel M.rtins Capitao,
1 secretario.
Companhfa de Ediflcaclo
Ccmmunica-se aoa Sra. accio istas, que por de-
Ubaraeab da Directora, foi reaolvido o recolhi-
mento da terceira prestaco, na razo de 10 por
cento do val ir nominal de cada accao, o qual de-
ver realisar na sede da Companhia, praca da
Concordia n. 9, at o dia 30 do crrante, em coja
, ocrasio se dUtribuiro as respectivas accoes.
Recife, 10 do Juuho de 18^6.
O director secretario,
Gostavo Antunes.
Dr. C rueiro L
MEDICO
Consultorio e residencia roa do Livramento
n. 31 1 andar. Couaultas Je 11 horas as 2 da
tarde. Chamados por eacripto a qualquer hora.
Especialidades, febrea, partos e molestias de
criancia.
Df.
MU I II-O
Tem o seo escriptori a ra do Marques d
Hinda n. 53 daa 12 as 2 horas da tarde, e deata
Tora em diaute em sua residencia ra da Saa-
a Cruz n. 10. Especial dadea, molestias de se-
horas e crianeas
MOVIMENTO DO PORTO
Navios entrados na dia 27
Pelotas17 dias, patacho allemao Maryfi
de 170 toneladas, capitSo J. Bracbuldt,
equipagem 6, carga xarque ; ordem.
Babia6 dia3, patacho nacional Sergipe,
de 114 toneladas, capitao Manoel Perei-
ra da Silva, equipagem 9, carga xarque;
a Pereira Carneiro & (J.
Navio sahido do mesmo dia
Manos por escala Vapor nacional Ma
naos, commandante Guilherme Wad-
dington, carga varios gneros.
Navios entrados no dia 28
New-York por escaja20 dias, vapor ame-
ricano dwance, de 1,902 toneladas,
commandante J. 11. Beerr, equipagem
63, carga varios ge teros ; a Henry Fors-
ti- A C.
Pelotas18 dias, lugar nacional Mariano
VII, de 210 toneladas, capitaft Augusto
Francisco da Cunha, equipagem 11, car-
ga xarqu-; a Maia R-zende <&'C
thido no mesmo dia
Rio de Janeiro por escalaVapor ameri-
cano Adwance, commandante.Beerr, car-
ga varios generis.
Sreparada sob a inspeccao e garanta de euiprega-
08 do gover>jo doa Estados-Uuidoa.
Elicao municipal
Por deliberacSo do Centro Republicano
sou o candidato, quo este aprsenla na pr-
xima eleicao municipal.
Ti Ve de acquioscer essa apresentacilo
htfnro3a, menos pela gloria individual qno
me possa 'advit do que pela opportunida-
de, que se. me offerece do prestar um servi-
co idea republicana, qual voto um cul-
to sincero.
N5o disponho, por forca de minha pro-
fissao, de tempo para dirigir-rae a todos os
meus co religionarios, a todos os meus at-
feicoados o a todos os homens independen-
tea, que sabem prestar adhesao a ideas e
nao a homens, pego & estes os seus valio-
sos suffragios.
Dr. J0H0 Carlos Balthazar da SUveira,.
io eleitorado do municipio do
Recife
Licor depurativo vegetal iodado
DO
Med .o (tilinte,la
A-si,'natura de contrato
De ordem do Illm. Sr. inspector, convido oa Sra.
Fratra Rocha & C, Soares do Amoral & limaos,
Beitrao & Costa, Manoel Joaquim Alves da Costa,
Joo Rodrigues de Moora, Antonio Ouarte de
i Figueiredo, Mua e Silva 4 0. e Antonio Soares
1 Raposo, contratantes do fornecimento da gneros
, e outroa arti^oa ao presidio de Fernando de No-
ronha, no aemeatre de Julho Dezembro prximo,
comparecerem neata tbeaooraria para aasigna-
rem o respectivo termo de contrato, no praao de
tres dias, qoe Ibes fica marcado.
Theaouraria de Fazenda d3 Pernambuco, 26 de
Juuho de 1886.O secretario,
Luiz E. Pinheiro da Cmara.
Thesouraria de Fazenda
Assignatura de contrate
De ordem do Illm. Sr. inspector, convido os Srs.
Francisco Pinto de Magalh ;s, Manoel Joaquim
Alvea da Co8ta, Maia e Silva C, Antonio Soa-
j rea Raposo -. Jeronymo Cabral Pereira do Amaral
comparecerem neata theaouraria para asaigna-
'. rea) o termo de contrato, que ie acha lavrado,
para o fornecimento de viverea, forragena e fer-
ragena, dentro do praso dj tres das, que lhea fica
marcado.
Thesourana de Fazenda de Pernambuco, 28 de
O aecretaro,
Jos E. Pinheiro da Cmara.
Este notabilissimo depurante que vem preced-
do de tao grande fama infalliv.1 na cura de todas
as doencas syphiliticas, escrofulosas, rheumaticas j Junho de 1886.
e depelle, como tumores, ulceras, dores rheumati
cas, oateocopas e nevralgieas, blennorrhagias agu-
das e chronicaa, cancros syphiliticos, inflamma
coes visceraes, d'olbos, ouvidoa, garganta, intea-
tinos, etc., em todas as molestias de pelle, simplea
ou diathericos, assim como na alopecia oa qa.da 1
do eabeuo enasdoencas determinadas per aatu- _, ?e ordem d l.'1-Sr.'nspector e de conformi-
raco mercurial. Do-ae gratia folhetes onde se dadte cfom r .PJCE,aeDCI8 de do -
ene. -i-ram numeroaas esperienciaa feitaa com este ntZ'jW PubllC0- qe ir novamente a praca no
especifico nos hdspitaoa publicoa e muitoa atteata- d Joll.o prximo vindouro, perante a sessao
Thesouraria de Fazenda
dos de mdicos e documentos particulares. Faz-se
descont para revender.
Deposito em casa de Faria Sobrinho & C.
Roa do Marqoez de Oliuda n. 41.
EDITAES
da junta, os artigos abaixo descriptos, necessarios
ao expediente do Arsenal de Guerra no semestre
de Julho a Dezembro deate anno, a saber:
Cadernetaa em braneo de papel fiume pautado com
50, 100 e 150 tolhaa, pma.
Caetas finas, diuia.
1 Di-as entre-finas, dem.
Caivetes finos, ata.
Envelopes para dlicios timbrados, cento.
Esptulas de osso, urna.
Grampospara prender papel, caira.
Gomma-arabica, frasco.
i Lapes de Faber, duzia.
VAPORES ESPERADOS
Tagm
Bahia
Amazonense
Britannia
Niger
Sergipe
de Santos
ispirito -v
Ville de Bahia
Tren'
Delambre
Argentina
La Plata
Equateiir
Ncva
do aul hoje
Julho
do n a 3
sew-York a 3
da Europa a 4
da Europa a 4
labia a 4
do 1111 a 5
a 7
da Europa a 8
da Europa a 10
do sol a 14
. de Liverpool a 15 |
de Harnourgo a 20
da Europa a 20
nal a 25
do ni a 29
Tendo-ae de proceier no 1 de Julho prximo a
eleico para vareadores, venho por meio desta so-
licitar do eleitorado desse municipio, a honra do
seu aooio e auxilio a minha candidatura; assim
como espero ser auxiliado pelos amigos na pre-
teofao que tenho do aer representante deate mu-
nicipio, pelo qne deade j sou grato aoa qua me
aaxiiiarem
Segundo o' meu carcter, j por todos conheei-
do, deixo de fazer programma da conducta qaete-
rei no deaempenho do mandato, se por ventara
I conseguir a honr 1 de aer eleito.
Recife, 25 de Julho de 1886.
Oreates Saraiva d Carvalho Neiva.
)r. Antonio Henrique de Almeida, juiz ae di-
reito da comarca de J iboato, por S. M agesta-
de o Imperador, a quem Deua guarde, etc.
Fajo saber aos que o preaente edital virem, que j Ditos de doas corea, idem.
fm virtude de urna carta precatoria do joiao de j Ditoa de borracha, idem.
orphaos da comarca de Palmares, expedida re- Lacre encarnado, pao.
qenmento doa conaenbores Affonso Lostosa, Car- | Livros em ^^anco de papel fiume pautado com
los, Joo Antonio, Canato, Doiniugos, Mara Ade- 100, 150 e 200 folhaa, om.
laide e Mara do8 Anjos, rem de ser levado i Ditos dito de Hoanda, pautado, formato Carone,
praca publica no dia 22 do mez de Julho prximo com "M), li 0, 150 e 2O0 folhas, um.
vindouro, per arrendamento tiiennal .0 cng'enho j Ditos dito cu, com 50,100, 150 e 200 folhas, um.
Javonda, sito neata coma ca, fnoente e corrente Ditos dito Carret, com 50,100, 150 e 200, folhasj
Dr. Mello Gomes
MEDICO -PARTEIR 1 OPERADOR
Ra do Bardo da Victoria Umtiga
ra Nova n. 37) 1 andar
Dedica-se com especialidade ao cura-
tivo das febrea, molestias de peito e das
senhoraa, sypblhf e atreitamentoe da
urethra.
Consultas das 10 ao meio dia. Chama-
dos a qualquer hora do dia oa da noite.
Telephone n. 9
com agua e com auas bemteitorias, aervindo de
base a qnantia de 1:5<)050)0 annuace,dando o ar-
rematante fianza idnea, que garanta nao s o
preco do arrendamento, como a conservaeao das
obras e bemfcitorias.
Mando, portante, ao official, porteiro dojuizo,
qae affixe o presente edital no lagar do coatume e
pela imprenaa, devendo passar a reapectiva cer-
tido.
Dado e passado nesta oidade de Jaboatao, aos
23 dias* do mez de Junho de 1886.
Eu, Joo Evangelista de Senna. escrivo inte-
rino, o escrevi.
Antonio Henriqne de Almeida.
Edital 11.114
(1.a praja)
De ordem do Illm. Si. inspector ae faz pu-
blico, qae s 11 horas do dia 30 do corrente mez,
aerad vendidos em pr ica, no trapiche Conceicao,
I! voluntes, sendo caixaa e amarrados, nmeros
1,172/1,187, HF&C, vndos de Xew-York no va-
por americano Finance, entrado em 18 de Maio
ultimo, abandonados aoa direites por Henry Fors-
ter & C, contando 830 duzias de ventarolaa Je
papel e 270 kogaammas de quadros e annuncioa
de maia de bma cor.
3' seccao da Alfandcga de Pernambuco, 26 de
i Junho de 1886. O chefe,
Cicero B. de Mello.
Ditos dito Rasin, com 50, 100, 150 e 200 folhas,
om.
Ditoa dito Jeaou, com 50, 100, 150 o 200 folhas,
om.
Ditos dito dito Colombier, com 200, 250 e 300 fo-
lhas, u:r
Ditoa dito de todos 03 formatos nmeros de fo-
lhas, com encadernaco iuer 1 de couro, um.
Papel fiume pautado, resma.
Dito dito liao, dem.
Dito inglez rosado e braneo para officio, idem.
Dte dte, dito dito timbrado, idem.
Dito HollanJa, formato Corone, Ec, Carri, Rai-
ain, Jeaou e Colombier, caderno.
Dito mata borran, folha.
' Dito dito c.irto. folha.
Pennaa de ac Perry, caixa.
Pastas de oleado de diversos tamanhos, ama.
Raspad eir para papel, orna.
Tinta ingleza para escrever J. A. Sardjpa, bu o.
Dita preta para o mesmo fim, garrafa.
Dita carmn, frasco.
rao aceitas propoatas em cartas fechadas e
competentemente salladas, e de negociantes ma-
triculados na fr ota das natruccoe em vi:
Theaouraria de Pernaaubuc Junho de
1886.
O secretario,
Luiz Emygdio Pinheiro da, Cmara,
"\
V ti

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1 mam I




> -
*.


Diario de PeroambucoTerfa-feira 29 de Junho de 1886

Club de Regatas Per*
nambucono
Ter lugar no dia 29 do correte a regata an-
nunciada, que eouv cara as duas e tafia Huras da
tarde. Alcm dos pareos de botes, ha ver um pa-
reo de quatro gamellas, um desafio de nataco
entr tres amadoies, ussim como estar dispo-
ngo dos amadores um pao de sebo (greasy-poie)
com valioso premio.
Para mais pormenores vide pr igrammas distri-
buidos na occasiao da regata.Os directores,
W. Hughes.
II Prrinan.
A. Oliveira.
Club Carlos Gomes
De ordem do conselho administrativo deste clua
aviso aos seuhorei s icios que a sie do club es'a
r abi rta todos os das das 9 horas da inautia .s
3 da tarde, e das 5 horas da tarde s 10 da noite.
Recife, 23 de Junho de 1886.
Joaquim Al ves da Fonseca,
l- secretario.
Empresa Triephonica
Beurgard
A."VXSOi
A empresa pede aos senhores assignan-
tes que ainda'nio trn tabellas novas o fa-
vor de mandarem bus^al-as, ou entao avi-
saren) para Ihe serem entregues.
Assim, tambera, de hijo em diante, ser
publicado tidos os fins de meses por este
Diario os nomes dos assignantes que col-
locarem telephone, bem como aquellos que
forem retirando, para por este mio os se-
nhores assignantes terem serapre suas ta-
bellas completas.
Recife, 22 de Junho de 1886.
O gerent',
A. do Carmo Almeidu.
e Lisboa
AGENTE
Miguel Jos Alves
N. 7-RA D BOM JESS-N. 7
MefEuroK mnrillmo* terrestres
Ne^ea ltimos a nica companbia nesta praca
que concede aos Srs. seguradi s isempco de pag a
ment de premio em cada stimo anuo, o qne
equivale to c ":onto de cerca de 15 por cento em
favor dos wcfiv adoa,
SillDul
GoiDpanhia de Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
Estabelcida em t -55
CAPITAL 1,000:000$
SINISTROS PAGOS
At 31 de dezembro de 8884
Martimos..... 1,110:0005000
Terrestres,. 510:0008000
44-Ra do Commcreio
CHARGEIRS REUNS
Companhia Franceza de \avega
cao a Vapor
Linha quinzenal entro o Havre, Lis-
ooa, Pernambuco, Baha, Rio de Janeiro e
Santos
Lisboa e Porto
{JOMPANHIA
Imperial
Eaprcza Telephonlca Bourgard
UXAClO DOS ASSKiNANTES QUE COLLOCA-
RAM APPARELHO TELEl'UONICO, DEPOIS
DA NOVA LISTA N. 8
A
N. :>0u. Antonio Jes Soares & C, tra-
piche.Travessa da Maire de Deus.
X. 137. AntonioPinto da Silva C. -
Ra Duque de Casias.
B
N. 447. Baltar & InnSo. Ra doBoin-
Jesus.
C
X. 448.Corapanhia Brasileirn. -Ra do
Cornrnercio.
D
N. 437. Dr. Pitonga, residencia. -Ra da
Imperatriz.
N. 449. Dr. Coelho Loitc, residencia.
Ra da Iropr-ratriz.
N. 45. -Dr Jos Julio Fernandes Bar-
ros, residencia. Ra da Aurora.
N. 452. Dr. Martins Juniur e A. Orlan-
do. Ra do Imperador.
SEGUROS contra KM.O
EST: 1803
Edificio e mercadorias
Tazas baixas
Prompto pagamento de prejuizos
CAPITAL
Rs. 16,000:000*000
Agentes
BROWNS & C.
> N. Ra do Cornrnercio N. 5
C'OVI'H.% FOGO
\orlh Brilisli k Mcrcanle
CAPITAL
trOOO.OOO de libras sterllnas
AGENTES
AdomsoiiBbwie & C.
THEATRO
DE
ste Filie de Santos
Espera-.se dos Dortos do
sul at o dia 3 do corrente
seguindo depois da ndis-
penaavel demura para o Ha
re.
Conduzem medico a bordo, sao de marcha rapid-
e offerecem exc-ellentes commodos e ptimo passaa
dio.
As passagens pdenlo ser tomadas de oacainao.
Recebe carga encommendas e paesageiros para
os quaes tem excel lentes accommod acoca.
steamer Ville de Baha
E' esperado da Europa at
o dia 8 di- Julho, se-
guindo depois da indispen-
savel demora para a Ba
bia. Rio de Janeiro
e Manto*.
Roga-se aos Srs. importadores de carga p 'lo
vapores desta linha,queiram apresentar dentro de 6
dias a contar do da descarga das alvareng.
quer reclamacao concernente a volumes, que po-
ventura tenham seguido para os portos do sul.afim
de se poderem dar a tempo as providencias neces-
sarias.
Expirado o referido praso a companhia no se
responsabilisa por extravos.
Uccebe carga, encommendas e passageir par,
es quacs tem excedentes aceomodacoes.
Augusto F. de Oiivcira & i
A6E.VTEN
42 RIJA DO COMMERCIO-42
Segu combrevidade o patacho portugus Dous
Irm&os, para o testo da carga trata-se com Silva
Guiinarires & C, raa do Cornrnercio n. 5.
LEILOES
MYALIAILSTEAI PACkET
COMPANY
0 paquete Taiis
Quarta-feira 30 u dos dous predios em chao
proprios a ra do Rangel ns. 11 e 15, servindo
de base as offertas j obtidas.
Leilo de predios
A saber:
De um sobrado de um aodar e sotio n. 11
ra do Visconde de Inhauma (outr'ora do Rangel)
com 30 1/2 palmos de frente e 62 de funde, quin-
tal murado e solo proprio, servindo de base of
ferta existente de 9:315000 no mau e taJo em
qie se acha. reservando a pr.'prietaria para a casa
n. 13, a meiacSo do oitao e o direito de fechar a
janella nelle existente.
De urna larga casa terea, sita mesma ra do
V'sconde de Inhauma, sob n. 13, com 40 palmas
de fre te e 68 de fundo, quintal murado, com de
pendencias, solo proprio e com direito a meiacSo
no oitao da casa n 11 e ao de fechamento da ja-
nella n'eile existente, tudo mau em que se acha,
servindo de base o preco de 6:710<)00.
Quarta-feira, 30 de Junho
A's 11 horas em ponto
A' ra do Rom lesas n. 43
O agente Pinta levar leilao, reqnerimento da
Mesa Regedora da veneravel ordem terceira de S.
Francisco e por despacho do Illm. "Sr. Dr. juiz de
capellas, as casas cima mencionadas edificadas
em chao proprios, isto s 11 horas do dia 30 do
corrente em seu escriptorio, ra do Bom Jess
n. 43.
Agente Pestaa
AVISOS DIVERSOS
Precisa-s de um criado para casa defa-
milia ; na roa do' BarSo da Victoria n. 39, luja.
Precisa-se de duas amas, urna que cosinhe
e outra que engomme, e de um criado menor de
16 annos : na ra do imperador n. 45, pinviro
andar.
Aluga-se o 1 andar e sota da casa ra
Thom de Souza n. 3, outr'ora travessa da Lm-
goeta, no Recife, com commodos para familia ou
para escriptorio : a tratar na ra do Imperador
n. 31, armazem do gaz.
Frcpezi-\ do Recife
Aluga se um sotp na ra dos Guararapes
29, e na mesma precisa-se de um
mandados,, e paga-se bem
n.
menino para
Boa casa,
Precisa-se de urna ama para o servico de
casa de pouca familia : a tratar na ra da Con-
ct'icSo n. 9.
_ O abaixo assi5nado previne ao Sr. Bernar-
dina Lapes Alheiro, agente das loteras de Ma
cei nesta cidade, que ter>do perdido dous vigsi-
mos da 13 parte da 12* loteria de ns. 17.376 e
17,617, comprados a Jos de Figueiredo Carneiro,
nao pague a pessoa alguma que os apresentar, e
sim smente ao abaixo assignado. Recife, 21 de
Junbo de 186.
Jos Monteiro.
E esperado
do sul no dia 29 ie
crrente seguin lo
iepois da demora
necessaria para
Lisboa e Souiliaiiiplon
Para passacrens, fretes, etc., tracta-se
passagens, fretes, etc., tracta-se com c 3
CONSIGNATARIOS
Adamson Ho wie & C.
ID.
X. 451. Fortaleza doBrum. Bru
Esiacdo do Caldereiro
N. 21. -M. W. H. Bilton.-Chacn.
N. 27. Jos Joaquim Martins, venda.
Apipucos.
EMPRESA
BRAGA JNIOR & G.
COMPANHIA
A
da
qual faz
1HS
paite o
actriz
mexmo artista
portuguesa
e a pnmeira
Imperial sociedade
DOS
Artistas Meehanieos e
Liberaes
De ordem do irmo director, convido a todos os
irmos se reunirem em assetnbl* geral em nos-
sa sede, sexta-feira 2 de Julho, visto nao se ter
reunido no dia aprasadi.
Secretaria da- Imperial Sociedade dos Artistas
Meehanieos e Liberaes de Pernambuco, em 29 de
Juuhbde 1886.O Io secretario,
Jos Castor de A. Souza
Companhia
Convida-se aos sentares accionistas desta com-
panhia a se reunirem em assembla geral ordinaria
ao meio diado Io de Julho prximo vindouro, como
determina o art. 26 de nossos estatutos, na sede
social ru do Imperador n 71, pavimento terreo.
Escriptorio da c >mpanhia do Beberibe. em 15
ic Junho de 1886.
Ceciliano Mamcdc Alves Ferreira,
Director gerente.
Jos Eustaquio Ferreira Jacobina,
Director secretario.
Id
Emprearla do abaalecintento d
atuu e rhf. A cidade de Ollnda
DEVEDOKES EM ATBAZO
Tendo a direatoria, em sessao de 15 do
corrente, resolvido receber por intermedio
de um sollicitador todas as contas de con-
sammidores d'agua e gaz em atrazo,
contar do anni de 1876, resolv n'esta
data encarregar de tal cobranga o Sr.
Diogo Baptista Fernandes. a quem espero
attefltierao desde logo os niesmos devvedo-
r**, cortos da justiga e equidade de 6m-
Ibante resoluco.
Escriptorio do gerente 28 de Abril e
1886.
Antonio Pereira Si/nSes.
lana Casa da Misericordia do
Reeife
Arrenda se por mu:to barato prego, o armazem,
1- e2- andares do predio n. 24 ra do Vicoode
tle Itapanca, outr'ora do Apjilo, com excedentes
aecommodaces para famili tendo o 2" andar um
bom terrac,o e s tiu : Brronda-ae ?eparadameute.
O_armazem, presU-so p-ira deposito de assuc.ir,
arriqueiro cu outr > qualquer n^oeij que de;-
mande grr.ii'les aci-. ; di vide-se o mes
mo rmazoB, t ssim dous bons
, frontes para o caes do Apollo e
.ua do mesino nomc.
Os pretendentes saminar dito predio,
4* se achi em reparo, tratando Jobre o sen ar-
ratdamento na secrotaria desta san a e
Secretaria da -ricordia do
Recife, 23 de Mam de 18
O escrix
Pedro Ro.Irigucs de Souza
Terfa-feira, 29 do corrente
Grande sorpreza!
Primeira e nica representacao do celebre dra-
ma em 4 actose 5 qualros, original dodistinctis9mo
escriptor fraucez G Ohuet, traduccio do artista
FUKTADO COELHO. intitulado
O H$str fo Forjas
(Grande Industrial)
DlstHbiiicSo
CLARA DE BOILEUI, D. Lucinda P.
Coelho
FELIPPE DERBLAY, Furtado Coelbo.
Duque de Bligni, Ferreira; Moulenet,Teixeira;
Bacbelin, Simoes; Bario de Prefood, Bellido;
Octavio, Mondar; General, Araujo; Gobrt Bar-
ros ; Doutor, N. N.; o prefeito, Portilho ; Marque
za, Cleha; Atbenais, Gilda; Baronesa de Pre-
fond, Adelina; Suzaua, Jacintha ; Brgida, Ger-
trudes.
Criados, convidados, operarios etc.
Accio t;m lugar em Franca. Actualidade.
Mise en scene a capricho do artista Furtado
Coelho.
Scenario nove, dos distinctos artistas Claudio
Rossi e O. Colliva.
Accessoros, mobilias, tapecarias, foram feitas
sxpressamente p ra esta pega em Paria.
Os bilhetes venda na bilhetana do thea'ro.
tumerar n 8 1/4 boraa.
\H\MI\
Oiirla-feira, 00 de Junho
Primeira e nica representacao do desejado dra-
ma em 5 actos e 7 quadros de O. Feuillet:
0 Romanee de um Moco
Pobre
Sexla-feira, i de Julho
Grande fesla
Beneficio da primeira actriz portugueza
D. Lociida Fortsio Goio
Com a primeira representacio do potico drama
de. .4. tumao liltiu. intitulado.
DAS CUIEL14S
(ONI'AMII: DEM HESSAUE
RIK'* HARITIHKS
TJNIIA MENSAL
O paquete Niger
Conimandante Baule
Espera-se da Eu-
ropa at o dia 4 de
Julho, seguin
do depois da de-
mora do costume
para Buenos-Ay-
res, tocando na
Baha, Rio de Janeiro e Monte
tevldo
Lembra-se aos senhores passageiros de tudas
as classes que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualquer-t^ropo.
Previne se ao ssenhores recebedores de merca
dorias que s se attender as reclamsces por fal
tas nos volumes que forem reconhecidas na occa
siao da descarga.
Para carga, passagens, encommendas e dinheir >
afrete: tracta-se com o agente
iuguste Lab'lie
9 RA DO COMMERCIO -9
CpwMa Kra Ilelra de XaTS'
gaeoa Vapor
0 vapor Baha
Cammandante Silverio Antonio da Silva
E' esperado dos portos do
norte at o dia 3 de Julho
e depois da demora n
dispensavel, seguir para
os portos do sul.. Recebe
tambem carga para Santos,
Pelotas e Rio Graude d d'ul, frete mdico.
Para carga, passgens, ene oramendas a val ores,
trata-sena agencia
N. 11 RA DOCpMMERCIO N. 11.
PORTOS DO NORTE
Vapor Espirito-Santo
Commandante Joao Mana Pessoa
Jj| esperado dos portos do sul
at o dia .7 de Julho, e
seguir depois'da demora in-
dispensavel, para os portos
do norte at Mansos.,
Para carga, passagens, encommendas e valores
racta-sena agencia
11Ruado Comroercio 11
COHPA.VUIA PKH.VtH.<-* )A
DE
Xavcgaeao Costeira poc Vapor
PORTOS DO SUL
Macei, Penedo, Aracaju' e Ba'.iia
O vapor Jag-uaribe
Commandante Costa
rte Liverpool 1 Lojidoii Glol)
Os bilhetes para esto beneficio encontrar se nao.
venda no ^escriptorio do theatro.
** ". A companbia vai dar os seus ltimos
espect culos, pois que se retira pira o Marsnho
a / rapor de 7.
H.
Lonsj and >raslat iiank
Unai;
Ra
xas do me:
em L!
Parto,
do C
Paciflc Hieaiu FiavIgaiiD Coupanj'
STRAITS OP MAQELLAN UNE
Paquete Britannfa
' esperado da Euro-
pa ate o dia 4 de Ju-
lho, e seguir depois
da demora do costume
' i a
fauelro. Mon-et
Valparalzo
traeta-
Segue no dia 30 dt
Junho, s5 horas da
tarde.
Recebe carga ct o
_ dia 30.
Encommendas, passag ,s dinheiro a frete at
ao m io dia dodi da par
ESCRIPTORIO
Ac Caes da Companhia Perrxinibiicana
n. 12
Ultimo lollo
bom em prego de capital
Quinta fkiba 1. de Julho
No armazem da ra do Vigario n. 12
A'8 11 horas em ponto
Das magnificas casas tnrreas e sobradas, livres
p desemOaracados de todo e qualquer onus, as
quacs palo sru bom estado de conservado e eicel-
li'nfes rendimentos chamam attenecao dos capita-
listas :
Um eicellente sob'ado de um andar e sotao, com
grandes commodns oara familia um terreno pro.
prio sito rna de Santo Amaro ao sahir do largo
do capim n. 14, rendendo annuaimente 70080OO
avaliado em 5:450OU0.
Urna casa terrea com dous solios, duas salas,
trez quartos, cosinha, quintal e cacimba; sita ao
Pateo de S. Pedro n. 4 entrada da ra de Lomas
Valentinas, ren iendo annuaimente, 300000 ava-
hada em 1:850 000.
Urna dita ra do Rosario da Boa-Vista n. 11,
onde se acha nma bem lacalisada taberna, ren-
dendo annuaimente 300*000, avallada em........
2:350000.
Uma dita sita a travessa de S. Jos n. 23,
com 2 salas, G qiartos, cosinha e quintal Cjm
cacimba em terreno proprio. rendendo........
3U0000 annuaimente avahada em 2:100JoO0.
Urna dita mei'agua sita ra do Nogueira n.
2, rendendo 126')00 annnalmente, avahada em
700*000.
Urna dita sita a ra do Hortas n. 143, renden-
do 168000 annuaimente, r.va'iada em 950000.
Todas essas casas podem ser examinadas pelos
Srs. pretendentes e para mais informaes no
escriptorio do agente Pestaa.
Leilo
de differonies balas do papel de embrulho,
descarregadas do navio italiano Andrea
Padre, avariadas d'agua do mar
Quirta feira 30 do corrente
A'S 11 HORAS
O agente Pin*o
Ra do Bom Jess n. 43
Agente Pestaa a
Imp rtante Leilo
Quinta fcira. 1 de Julho
A's 11 horas em ponto
No armazem da ra do Vigario n. 12
De^ 10 caizas com loucas, vidros, electro-plate,
machinas de costura, de preguiar, de babado e
muitos objectos abaixo declortdos .
17 pares di" garrafas de vidro fino, 1 licoreira, 4
candil iios de jarros, i dito p de butalo, 1 dito
abat-jour, 2 compoteiras de lo ac', 1 lustre de 3 bi-
cns, 1 bandeja de nikel, 12 argolas de inarfim, 22
duzias de colbeies de metal para cha, 15 candiei-
ros, 80 ps de arandellas, 4 galheteiros, 11 machi-
nas de tolba para caf, 2 mantegueiras de vidro,
12 pratos cobertos n. 5, 8 duzias de bandejas de
ferro e cipo, 1 barncao contendo 100 duzias de
chamins, 40 ditas de pratos de porcelana, 9 ditas
de tigellas pintadas, '0 lampos pintados, 80 man-
gas de vidro sortidas, 6 chamins patente, 2 jar-
ros de pedra, 3 arandellas de vidro, 3 pares de es-
carradeiras, 20 depsitos de vidro, 2 trutfteiras de
podra, 20 tigelles, 40 pratos cobertos, 1 porta-
queij 1 apparelho de toillet, 1 dito d almoco
(friso iourado, 10 duzias de chamius patente, 30
glob k sortidos, 6 bulas refl:x;s, 7 gai.las de ara-
roe, 20 molheiras, 6 sopeiras. 14 cafeteiras, 30 es-
carradeiras, 6 salladeiras, 50 bules de louca torti-
dos, 20 duzias de bengalas, 20 esteirinhas para
mesa e outros muitos objectos que se acharSo pa
ten tes no acto do leil", os quaes serJo vendidos
por cunta c risco de quem purtencer e ao correr do
marte!lo, em um ou mais lotes e a vontade dos Be-
nhoros comprad-.res.
O bachatel Amaro Fonseca de Albuquerque,
tabellio de notas interino nesta capital, commu-
nica ao respcitx.vel publico que abri seu escrip-
torio no pavimento terreo do predio n. 4, sito
ra do Coronel Fraucisco Jacintho (outr'ora de
S. Francisco, onde, com solicitude e mxima leal-
dade, est prompto para desempenhar _.s funecoes
de sen cargo. Reside na freguezia da. Boa-Vista,
ra do Coronel Lamenha n. 30 (outr'ora dos Pra-
zeres), para onde, fra das boras do expedienta
de seu escriptorio, deverao dirigir os chamados,
para factura e approvaco de testamentos.
AJuga-tfe urna boa casa ua ra (lo Paysaud a.
3, junto do Sr. gerente Danslr, c jm agua, gas,
jardim, etc. : a tratar na ra do Hospicio n. 3.
Balefio
_ Compra-se u* balcao usado e mais alguna atea-
silios de escriptorio : na loja de liros do Um*
da Congregacjio.
FARKH LCTEA"
DE
ESTL
Precisa-se de urna ama para cosinhar, para
caga de pouca familia ; na ra do Barilo da Vic-
toria n. 57.
DA-SE casa e omida a urna mulher ou
menina, em troca de poucos servicos ; na ra da
Assumpcao n 44 se diz.
A rifa do relogio, caixa e mostrador de ouro,
patente SB n. 6080, que corra com a primeira
de Julho do corrente anno, foi transferida para a
ultima de Julho, visto ficar a maior parte dos bi-
lhetes e nao ter recebido siguas dos fiados.
Aluga-sc a casa da ra do Coronel Suassa-
na n. 150J com grandes cornados para familia,
quintal grande; a tratar roa Direito n. 106.
Aluga-so o siti > do Pina, com boa casa para
morada, contendo bastantes commodos para nu-
merosa familia, grande quantidade de coqueiros,
seis grandes viveiros, duas cacimbas com excelen-
te agua : a tratar no caes de Apollo n. 45. _
Aluga-se casas a 8f000 no becco dos Coe-
Ihos, junto de 3. Goncallo : a tratar na ra da
Imperatriz n. 56.
Precisa-se alugar urna preta ou um menino
para vender na ra : a tratar na ra dos Marty-
rios n. t48, 2o andar.
;m finz
AosiOOOSOOO
aiLUETE ABL4WTIDO
^ra cia ns. 37e 39
O abaixo assignado vendeu entre os seus
filizes bilhetes garantidos da 60a loteria
a sorte de 100;> em 4 quartos n. 2817,
alm de outras muitas de 32$, 165 e 8J.
Convida os possuidores a virem recebei
sem descont algura.
Acham-se a venda os felizes bilhetes
garantidos da 6 Ia parte da loteria a beneficio
da Santa Casa de Misericordia do Recife,
que se eztrahir no dia 2 de Julho.
Precos
Bilhete inteiro 4^000
Meio 2^000
Quarto 10000
-m poreSo de tOOjlOOO par.-
cima
Bilhete inteiro 3^500
Meio 10750
Quarto 875
Antonio Augusto dos Sant Porto.
MARCA REGISTRADA
is'ainrcsDssrccsso
21 recompensas, das quaes 8 diplomas de honra
e 8 madalhas de ouro.
Certificados numerosos das primeira i autorida-
des medicas.
Allmenlu compIleCo para crlancf-
nluis de peito
Suppre a msufiSciencia do leit-j materno, facilita
a desam.;mentaca> e a digestao fcil.
Emprtfga-se tambem vantajosameate para ai>ws.~
tos cjmo alimento para estmagos debilitados.
UXICO D^POSIT ) ESPECIAL DA FABRICA
PARA TODO O IJIPEKIO
31 C-RUA DE 8. PEDRO 31C
Rio de Janeiro
Aos 4:000$000
t
E
Leilo
i)
BU
naveja
Baha, Rio de
-ideo e
N-
c encom:ri
a os
AGENTES
Wilson ons ft: ., Limited
i N. 14 RA DO COMMEROIO N. !4
Companhia Bah!aaa de
?ao a Vapor
Macei, Villa Nova, Penedo, Aracaj,
Estancia e Bahia ,
O vapor Sergipe
Ccm
E' esperado dos nortop aei
ma ati o dia 3 de Jnllio
e regressar ara os mes-
poisd.idemora docos-
turne.
Para < arga, pausa ;ameadas e dinheiro
a fr^t'.- 'racta-se na agencia
7tina do Vitjnrio -7
Domingos klm
movis, quadros e alguos livros de pre-
paratoria
Sendo :
Umajnobilia com 12 c-deiras de junco, 1 so-
f imvernisaio de preto, 2 bancas servindo de
cousollos. urna bauca de amare!lo com 2 gavetas,
para esenptorio, 1 estante envidracada para li-
vros, 1 banqninha com ps torneados, 8 lindos
quadres, estu-ios, I pedra para calculo, candiei-
r"S para gz, gramticas mgleza e franceza, dic- I
cionarios, diversos livros para traduccaj de liu- '
guas e 1 tintejro.
Um guarda vestidos de amarillo, 1 cmoda In-
leirtile amarrko. 2 meias cmodas de dito, 1 mar-
queao largo, 1 dito estreit, 4 camas de lona.
Urna mesa de amarcHo para jan tai-, 2 apara-
dores, 1 marqu. za, 12 cadeins, 1 lavatonu de
16-Eua do Cabug:-16
Acham-8e venda os venturosos bilhe
tes gar: ntidos da loteria n. 61a em beneficie
da Santa Casa de Misericordia do Recife
que se extrabir quinta feira 1 de Julho.
Este remedio precioso tem gozado da acceit*
t2o publica durante cincoenta e sete annos, com-
ecando-se a sua manufactura e venda em 1827.
Sua popularidade e venda nunca foro tSo exten-
sas como ao presente; e isto, por si rnesmo,
offerece a melhor prova da sua eficacia marav
hosa.
NBo hesiramos a dizer que nao tem dei*ado
em caso algum de extirpar os vermes, quer em
creabas quer em adukos, que se acharo arHic-
qs destes inimigos da \da humana.
N5o deixamos de receber constantemente
attestacoes de mdicos em favor da sua emeacia
admiravel. A causa do successo obtido por este
remedio, tem apparecido varias talsificaces, de
sorte que deve o comprador ter milito cuidado,
examinando o nome inteiro, que devia ser
VemilieB fle B.A FAHMESTOCL
CALLOS
O MELHOR E MAIS INFALL1TEL BX
TRACTOR DOS CALLOS E A
MATMRDIJJA
porque os eitrahe completamente, sem cansar a
mnima or. E' fcil de suplicar, nao impede de
se andar calcado e tem o eu effeito comprovado
jwrjittestados insuspeitos e em numerosas appli-
caces que nunca falharam. JS vedadeiro o qne
se prepara e vende na Drogara e Imperial Phar-
macia Diniz.
g? gflmtg
S7'l|ua do General (lzorio-57
Deposito em Pernambuco pharmacia de Hermes
de Souza Pereira & C, Successores
Ri di) Harpz li Olla 121
_ En abaixo assignado, estabelecido ra do Hos-
picio n. 158, a Meato que, soffrendo ba mnito tempo
d callos em ambos os ps, o qne me impossibilita-
va por vezes de cuidar nos mens afiazeres coai-
merciaes. gracas ao preparado des Srs. DINIZ 4
LORENZO proprietarios da IMPERIAL PHAR-
MACIA DINIZ, denominadoMAYNARDINA
esnsegui yerme alliviado deste mal qne atroz-
mente me incommodava com a applicaco do refe-
rido preparado.
Rio, 7 de Janeiro de 1885. Thomaz Jo-
s Fernandes de Macedo.
Inte-ro 40000
Meio 2^000
Quarto 10000
Sendo quantidade superior
a 1> 0:000
Inteiro 30500
Meio 10750
Qarto 0875
Joaquim Pires da Silva.
-., ...... vju .. ,, cttuuu i, i uvatorio ae
amarello, 2 eadeirai altas para orias^s, 1 dita
baixa, louca de janUr, 2 jarroes, 2 bilhas. copos,
calic<, 1 i ella, 1 couri de onea, 1. bomba, 1 ca-
no do ferro, 1 lanterna filrta-fogo, 1 sorveteira,
latas, garrafoes, 1 mesa de cosiuba, 1 trem de co-
sinha, bacas de m tal, ferramenta para jardim.
3 ga olas e muitos outros movis.
Sexla-feira 2 de Julho
la ra da Tonto Veljw n. 92.
A's 11 horas
O agento Martins autorisado por urna familia
que se r.tiivu desta provincia, tara leo de to
movis constantes na referida c.;3a, aocor
rer do marteloi
Carvalh', Auui
e M na da Con-
o cap i to Jos
Leilo
Para Ma*niio
Recebe earg-i c possageiros para o porto cima
a barca psrt co da Gama ; a tratar
com Loyo
Filho.
Da pharmacia dos P./oros a ra larga do Ro-
sario n. 31 e dividas da mrtma na impor-
tancia de 7: 3)46*250
Sabbado 3 de Julho
As 11 horas
'. mesma Pharmacia
_ O agilito 13ur! uiiiqi-.i, por mandado e a
cia doExui. Sr. Dr. Juiz de Direito de t.'apcl'as
e residuos, a reqnerimento do testamenteiro e in-
Vcntariante do espolio do fiuade Firmiuo Antonio
d S uso, levar a leilao a pharma-
, bastante sortida, achaudo se todas as
drog- ido. cuja pharma ia 6 muito
conhecida e afreguezoda em um s lote, garan-
tiudo se a chave ao comprador.
O bu!. se em poder do mesmo agente
e desde j os Srs. pretendecte- poden vir exami-
nar.
O c .pitao Jos Alfrelo de
Umbelina de Albuquerque Mello
ccico Rabello da Silva (filhos), .
Altredo do C-.rvalho Jnior, Arthur Alfredo de
Carvallu, Anthino Alfredo de Carvalho, Ildefonso
Alfredo de Carvalho e Jacintho Dionisio Gomes
do Reg (netos), tenente coronel Manoel Diouizio
Gomes do Reg, couega Jos Dionizio Gomes do
Reg, capitilo Francisco >eraphico Gomes do
Reg, o aus-mte Dr. Antonio Colu ano Seraphico)
de Asbis Carvalho isohriuhos), muito agradceos
todas as pessoas que se dignaram acompauhar
at o cemiterio i>s restos mortaes de D. Maria
Joaquina da Annunciaci Rabello, e pedem
todas as pessoas de sua amizade para assistirem
as missas que teem de cel- brar-se no stimo dia
(3 de Julh.>), lis 8 horas da manhi, na grea de
N. S do Terco, o em Oliuda s mesmas hora"s, na
igreja de N. S. d i Guadalupe, do qual favor Ibes
eferrain"nfe rrato
OS 4:000^000
SJLHSIES USaVTIOOS
Boa Prinieiro de Marro n. 23
Achain-se venda os afortunados bi-
lhetes garantidos da 243.a parte das loteras
a beneficio da Santa Casa de Misericordia
do Recife (61.3) que so excrahir sexta-
feira, 2 'le Julbo,
Pi'ecos
Inteiro 4*000
Meio 20000
Quarto 10000
ni quantidade maior de floo
IoWw 30500
Meio 1^750
Quartd ,5875
Manoel Marn* Finta.
i\
muwni
mnmnm
os
b: _______________
Ra do Haro da Victoria n. 40
e casas do costume
Acham-se i' l7l,.a bilhetes
garantidos d m loteras,
eaefi ia de Misericordia^o
Ket'if r sexla-feira
2 de i
Joio Cantillo de Parias
A devocao dos meninos partcula-es, de N. S
da Conceicao da Ro .torio da praca do
onde d'Eu, cheia do mais profunda sentimeato
pelo prem'-tnro pafsamenfj do dislin
Cmnillo de Fanas, manda resar
urna missa no dia 30 do corrento mez, p-las 7 bo-
ras da manhS, na igreja de 8 Goncallo, o para
esto acto de religiSo e caridade, convida s^ todos
os nossos irmios, a famlla, e os amigos do fi-
nad .
Esa

10000
rc5 cinta
ro 30500
10750
0875
para
Jo' : Costa da Leite.
I UIGNR I
I




Diario ^e Peroamtai^iTerfa-feira 29 de Juuho de 1886
Muran! America
Os proprietarios deste modesto escabelecimento
parjlcipan-i ao respeitavel publico qu aceitam en-
commendas de bolos para os festejados diaa de
Santo Antonio, S. Joio, S. Pedro e todos os san-
tos, e preparam ceias com todo o esmero e promp-
tido ; assim como receben: pensionistas iulernos
e extenca por precos os mais resumidos
28 Ra Duque de Caxias 26
______ estauyaal Amerita
Serrara a vapor
Caes lo CipSlMiribe n. 9*
N'esta serrara encontrarlo os scnboras fregu-
es, um grande sortimento de pi.ho de resina de
cinco a de metros de comprimen e de 0,06
0,24 de esquatiros Garanta-se preco mais como-
do do que em outra qualquer parte.
Francisco djr Matos Macado.
Milas purgativas e derruiros
(te Campata
Estas pilraa, cuj" (.roparaeo puramente ve-
getal, teeaii OTj por mais de 20 anuos aproveitadas
oaaa os melhores resoltados as seguintes moles-
das : affeccoea da pelle e do figado, sypbilis, bou
Wat, escrofsfai, chagas inveteradas, erjsipelas e
gonorrhas.
Sodo de uaal-*a
Como purgativas: tome-se de 3 a 6 por dia, bfl-
ttendo-se apos cada dse um pjuco d'agua adoca-
da, cha ou caldo.
Como reguladoras : tome-se um pilula ao jantar.
Betas pilulas, de invenjao dos pbarmaeeuticos
Almeida Andrade & Filbos, teem veridictum dos
3ra. medico para sua melbor garanta, tornndo-
se mais recommendaveis, por serem um seguro
purgativo e de pouca tiieta, pelo que podem ser
oaadas em viagem.
ACHAM-SE A' VENDA
- drogara de Parla Sobrinho A C.
i BA DO MRQUEZ DE OLINDA 41
km
Preeiaa-se de urna ama para inalaawi porm
que huma em casa : na na de BiacMeto n. 67,
portao de ferro.
Ama
Precisas da nasa aska ara tod> servioo de
casa de familia : s tratar na ra do Gotovello
numero .jU.
Ama
X&pdkea do Conde d'Eu n. 7-, 2 andar, preci-
sa se pe urna ama que cosiuhe bem, para casa do
pequea familia.
epRAr,
?T>^ LAROZE rQ
Xarope ie Casca de Laranja amarga
IODURETOd. POTASSIO
AFPBOVADO PELA JUNTA DB HTQIBSX DO BRAZO.
Ama
SCOTT
DE OLEO PURO DE
Figado de baealho
COM
de cal e soda
Approvada pela Punta de Hy
gleae e auforisada pelo
sjoverno
E' o melbor rem dio at hoje deseoberto para a
(estira bronobitea. ertophnla, ra-
rbiiiN. anemia. < ebldadc em ueral.
deflnio, tonitic cbronlca e atTeoce
da pello e da garganta.
E' muito superior ao oleo simples de figado de
baealho, porque, alm de ter cheiro e sabor agra-
daves, possue todas as virtudes medieinaes e nn>
tntivas do oleo, alm das propriedades tnicas
reconstituintPB dos hypophosphitos. A' venda nai
drogaras e boticas.
Deposito em Pernambuco
Farinha Lctea
BE
H. Vesll
O melbor alimento para crianzas do peito rece
beg Jos Antonio dos Santos.
15 Ra do Marques de Olinda 15
____________3Ra 1- de Marco3
Avis
Precisa-se de urna professora que saiba tocar
bem piano e mais trabslhos de aenhora, para en-
geabo : a tratar com o Bario de Nazaretb, rna
do Imnerador n. 79, 1 andar.
Casa grande em Olinda
por ie$ooo
Aluga se urna casa e>.ra grandes commodos
paca familia, tendo bom quintal e grande viveiro,
aa em Santa Thereza, lugar denominado Pisa,
acle barato prcco de 16/000 mensaei : a tratar
ao Recite, rua da Imperatriz n. 32, toja._______
(jueiu tem?
Onra e praia : c
sedras preciosas, por maior preco que em outra
jtraiquer parte ; no 1 andar n. 22 a ra larga do
Soaario. antiga dos Quarteis, das 10 horas as 2 da
arde, das uteis.
Mercearia
Traspassa-se urna casa de meibados em urna das
principaes ras desta cidade, muito afreguezad i,
livre de impostos e de quaesquer dbitos.
Quem pretender dirija-se A ra da Madre de
Dos n 22, das 9 horas da Naha p 6 da taade.
km U wn
Em qnartcs e meias garrafas, v '"? Faria
Soarinho & O, ra do Mrquez de Olinaa i- 41,
_____ DEPOSITARIOS
Massa para bolos
O que ha de melbor ueste genero ; vender
Braga Gomes & C, ra do Mrquez de Olinda
numero 50.
Cosinheiro
Precisa-se de um cosinheiro : a tratar na ras
de Paysind n. 19 (Passagem da Magdalena).
Precisa-so de urna ama para todo servioo de
casa de pequea familia ; a tratar na ra Duque
de Caxias n. 111.
Ama
PrecBa-se de urna ama que compre e cosiobe
com perfeicao : na roa do Bario da Victoria n.
69, 2- andar.
Vinas para cozinliar e en-
ganar
Na ra do Bemfi-
ca sitio que fica em
frente da Estrada dos
Remedios, se precisa
de duas amas forras ou
escravas, para servido j
de cozinha e engom-
roado.
Aluga-se
O segundo andar do predio n. 59 rna Duque
de Casias com buns commodos para familia,
tractar na loja.
Todo o mundo conhece as proprieda-
des do Iodureto de potassio. Os mais
distinctos mdicos da Faculdade de medi-
cina de Pars, e principalmente os SBr
Dres Ricord, Blanchb, Thoussra.
NLATON, PlORRY, KOGBR, ObtincTUO OS
laelhores resultados no tratamento das
aifeocSes esorophuloaas, lymphati-
cas. oancroas, tuberculosa*, nos da
cario dos ossos, dos tumores bran-
cos, da papeira ou bocio, das mo-
lestias chronicas da pelle, da agrura
do aangue, dos accidentes ueennda-
rioo taroiarios da syphilis, oto.
.Este agente poderoso administrado em
soluoao com agua, tem por inconveniente
o irritar a mucosa do estomago e deter-
minar accessos gastralgicos.
Em vista d'isto, os mdicos cima men-
cionados escolherao por excipiente (".'este
fuinoo remedio, o Xarope da casca
de laranja amarga de Laroze. o jual,
por sua acxao tnica sobre os orgaos do
apparelho digestivo, facilita a absorpcao
de Iodureto de potassio, previne qual-
quer irrilacuo e permute que se continu
o tratamento sem temor de nenhum
accidente at completoresubelecimento.
Moa mismos depsitos aoh&o-se os seguintes productos de J ,-P. Laroze:
XAROPE LAROZE ;TNICO, ANTI-NERVOSO
Castra aa Gaatrltea, Gastralgias, Dyapepala, Doraa a Caimbraea aatomagv.
XAROPE SEDATIVO!*&*-BROMURETO DE POTASSIO
Castra Bpllwfta. Hystarloo. Danaa da S. Gay, Iuscmnla das Criancas (taranta dantloso.
XAROPE FERRUGINOSO.1^^ a^XPROTOIODURETOi.FERRO
Coaira a Inamii, Chloro-Axtaoaia, Coros paludas, Floras branoaz, Haiilillla
------------------><
gtput m toias u bou grogartu do tai
Par, J.-P. LAROZE e O, Ptiarmaceutioo
, SU. DS LIOUS SAINT-PUL, 2
Alga-so
16,600 RECOMPENSA NACIONAL 16,600
A Quina-Laroehe cor. tenr todos os
prineipios da qutna, tem um gosto muito
agraoavel. e superior aos oulroa viuhos
e \aropes de quina; contra o desca-
aos /oreas e da energa, ai affezcaes
do estomago, as febres integradas, etc.
KMxf FERRUGINOSO
a feliz combinaco de um sal de ferro
com a quina. E' recommendado contra
a pobreta do sangui a ckioro-anemia, as
onsequencias do parto, etc.
ar.s. 22, ru Drouot. e as principas Pi.-arr>acas do
orna grande casa com dons grandes quiutaes a
agua encanada, rna Lembranca do Gomes n. 1,
em Santo Amaro : a tratar na ra da Imperatriz
n. 32, 1- andar._______________________________
igse
urna boa casa e sitio na Capung.i, porto do Jaco-
bina : a tratar na ra do Mrquez de- Olinda nu-
mero 55.
Alagase por 25>
a crande casa terrea ra de Luiz do Reg n
47-B. com 5 quartos e mais um frs, bem concer
tada : a tratar na ra do Mrquez de Olinda n.
60, ou no Caainbo Novo n. 91, padaria a chave
para correr, ds taverna junto.
Gotta, Eheumatismo, Dores
Soluqo do Doutor Clin
Laureado da Faculdad* do Medicina de Pars. Premio Uontyon.
A Verdadeira Soluco CLIN ao Salicylato de Soda emprega-se para curar:
As AffecQoes Rheumatismaes agudos e chronicas, o Rheumatismo gottoso,
as Dores arficuiarw e musculares, e todas as vezes que necessario calmar os
soffrimentos occasionados por estas molestias.
A Verdadeira Soluco CLIN o melhor remedio contra o Rheumatismo,
a Gotta e as Dores.
1133 Unt xplicaco detalhada acompanha cada fraseo.
Exigir a Verdadeira Soluc&o de CLIN & Cie, de PARS, que se enontra em
\^ oasa do Droguistas e Pharmaeeutieos. A
Alagase barato
A casa n. 96 ra dos Guararapes.
A casa n. ID7 da ra Visconde de Gojauna.
A ra Lomas Valentinas n. 4
O 2. andar do largo do Corpo Santo n. 13
QTrata se no largo de Corpo Santo a.19. Io andsr
Crande easa terrea com soto
Alugn
-se
Tem no andar terreo 6 qartos, 2 salas, corre-
dor ao lado, no quintal cosinha, boa cacimba,
grande telheiro para animaes, no oitao de toda a
casa um terreno todo murado com porto na fren-
te, proprio para jardim e borta, toda a casa
muito ventilada, rna dos Coelhos n. 15, esquina
gira o eses de Capiba-ibe tra'a-sc no patea do
armo, easa de banhos.
Criado
Precisa-se de um del4al6annos de idade,
que tenba pai ou algucm que o governe, a ra do
Commercio n. 44.
ORIZA LflCTt" CREME ORIZA ORIZft VELOUTE
aos^Consumm dores
PERFUMARA ORIZA
PARS 207, Ra Saint-Honore, 207 PARS
Ob PRODUCTOS U -crUMArliri JRI2A l i trt^NO
derem en Hureeaao e favor mblieo :
1* Ao cuitado ucritiloso cun qot i 2 i sia qaalldada, lulteraral i
lo fatricaos. j i snaiidade de sis sartiw.
MAS SE IMITA OS PRODUCTOS DA PERFUMARA ORIZA
em atungir ao scu gr.iu de delicadeza e perfeicao.
:. A apparenaa ex tenor tiestas imitarte* sendo idntica aos Feri-
Pjv de JVorfHcfo Oriza, o's cpMSummidore* decerdo se
ra precaver contra este commercio ilcito e considerar como
*Ur. contra/acedo malquer producto ie qualdade inferior Jd
%ajaV vendido por casas pouco honradas. M^*
RIZA VELOUT^
Remella do Catalogo illustrado & pedido franqueado.
Criado
Precisa-se de um de 12 & 14 annos, para o ser-
vico da casa 6 de ra : na praca do Conde d'Eu
n. 30, terceiro andar.
Caixeiro
Precisa-se de caixeiro com pratica de raolbados
e qne d fiador d sua conducta : a tratar na ra
da Aurora ?. 113.
i
Cos nh eir
Precisa-se de urna cosinheira : na ra do Pas-
aand n. 19, Passagem da Magdalena.
Leonor Porto
D 45
Ra ds Imperador
Primeiro andar
Contina a executar os maia difficeis
tiguriuoe recebidos de Londres, Paria
Lisboa e Mo de Janeiro.
Prima em perfeicao de costura, em bre
vidade, modicidade em precos e fino
gosto.

BBBMKS?^--"*^'
OPPRESSAO
TOtlK
UTAUIiV&EFLBXO
-
NEVRALGIAS
Palos CIGBROS ESHC
isplra-ae a funiaca ijue penetra no pello acalma o syuptorua uurvoso, faclUta
a expector?.caoe fvorlsa aa felo a dos orgaos respiratorios.
?la ea mina ib una J. MPII s i, ra SiWLasare, ecn Parla
_ B*f/9*itario* em P*m*m*ut .'.MJW Jfc ate .*' >'A iC^^ _
LBA DE HONRA
9LE0 CHEVRIER
la] stinlsctado pe/o AlcatrSo,
tnico bittmico, o que muito
jugmtet i proprtedtdn do
He.
0 OLEO de FIGADO
DE IaCALAO FERRUGINOSO
C t onlc proparicio gdm>mstrr o Farro Nn pro-
duzr Prlso da Teatro, ntm
Inoommodo.
NNS1T0 ral PUS
ai.ru tFaTV-IoBaanre, 21
DEaTOSITOS
K^^S:
\'io dr H**^'~l" '
DIPLOMA DE BOlfl
RKOUTADO POR TODAS .
CsleorlAaloi Hodicas |
t* FRANCA K BA1LBOA
M0lESTIrD0 PEITO,
AFFECQOES escrofulosas]
CHLOROSIS,
ANEMIA, DEBILIDADE,
TSICA PULMONAR,
8ftONCHITESRACHITISiO
Vinho de Coca
* '-W Oriot i
EM TODAS AS PR1NC1P4KS PIIABMAGIAS DO BRAIIL.
^mmmSmmSmmmmmSmmI
Porto i alvo
0 Sr. Benvenuto liuarque, para satisfazer sua
premessa e comprvmisso du dia 15, chamado
rna ao Burilo da Victoria n. 10, loja.
Stirll'S
Yeodc-ae bonitas sortea para Santo Antonio
8. Joo e S. P^dro : no patea de 8. Pedro n. 4
PARA GOSINHAR
Precisa-se de urna
ama que saiba cosi-
nhar bem; n<> 3. an-
dar do predio n. 42
fia ra Duque de Ca-
xias, por cima da tj-
pographia do Diario
Coronel Francisco do Paula AI
bnqurrque Lima
Rita de Caasia Albuquerque Lima, seus filhos e
gen'o mandam celebrar algumas missas por alma
de sen sempre lembrado marido, pai e sogro, Pran
cisco de Paula Albuquerque Lima, na matriz da
Boa-Vista e na espolia do engenho Algodoaes, no
dia 30 do crrente, as 8 horas da mauh, 1 an-
niversario de sen fallecimento. Podem os seus
parentes e amigos assistireo esse acto, pelo que
se confVssam aeradpcidos.
FUNDA-HERNIARIA ELECTRO-MEDICAL
INVENCO COM PRIVILEGIO POR 15 ANNOS
Dos IaMAfis MARTE, madicos inrentores para curar radicalmenle as Hernia, mais oa senos carac-
tahaados. Ate agora as (Badas-heraiarat tpem sido apenas um simples me aara eonter as hernias. Os
lia MAME, rasoIrerSo o problema de eonter e carar por meio da Fundo-nermaria electro-medical
eoDtrabe os ervos, fortifiea-os sem abalo nem dores t garante a enra radical em pouco tempo.
PARS, K. ra pb l'Arbbb-Src. Deposito em Pernambaco : A. .CAOR8.
f AS 'U
Snferinidades Sesretasl
Hara Altiaa llodrlguea de Corvis
Jps Augusto Alvares de Carvalho, sua espo-
sa e filhos, teridos no intimo d'alma pela cruel
noticia do passamento em Portugal, de sua extre-
mosa mSi, aogra e av, mandam resur algumas
missas por sua alma, na iffreja do Espirito fianto,
no dia 80 do andante, s 8 horas da manba, tri-
gsimo do falleeimento ; e para assistil-as convi-
dam a todos os seus parentes e amigos, a quein
offerpeem sua etf-rna pratioao.
htttnqw
Tend > de me n tirar desta praca, peco pela se-
guada vez aos meus devedores o tuv-r de paga-
i:>' dbitos por toco m-z de Julbo vindouro.
Thomaz Ferreira da Cuaba.

tfiMOIrIrIKAGtAS
OONORRHSAS
i FLORES BRANCAS
/ CORR!MEKTC*S
volates cu untgos sao curados ora]
poncor diaa era secreto, aem r sgi-|
'VMn cera tisstnaa, sena cansar ^:
ioolectar js orgauce tiigssliyoB, psiasj
( 9 injecQo de
BO DOTCR ?00RN!fcR
\ T*A.fum ea rima c
Vinho do Dr. Forestiei
lie fiflina lemgtsoso 8 it Cascas de Laraaias amargas.
TNICO HECONSTITUINTE
Remedio soberano
I IU A
CHLOH05E, ANEMIA, CARIE DOS OSSOS.
AFFECCOES DAS VAS U':GE3TIVAS.
uATH !C\ CHRONIC/VS, RACHITISMO,
BE,
DEAS
. F.TC.
J
K*tllttR
OV >J r..
fc v <*nkrii a*9Ajs v -tt, eau.'^.-i &'*
> K.t.w;va* :
llenriqae Becerra do Hesro
Barro*
Antonio Avelino do Kego Barros, ferido do
mais profundo sentim nto, convida a seus am
e parentes para assistirem a missa que apanda
celebrar na matriz de Gravat, na segunda-feira
5 de Julbo prximo, as 9 boras.da manhS, tng-
simo dia do infausto passamento, por alma di
sempre lembrado irmo, e antecipa se em agrade-
cer eternamente todos ^ue-assistirem a cate acto
de relisriilo < candada.
CREME de VOGEOT
Especialidad de Cassis
C JUSTIff 0EVILLEB1CHQT
. WJW (COirfDr) Tria;*.
1 Meikeihma nn E>poin>t* de :
fUB 1155, 1IM, 1117 (Existida OBfinal)
UM laS (Batato f ira). IMI
f LMHES, I1HI 1HI IHIIUI 18H, IMS
Be 1151 KliKjM. TUTU 1M3
HpssitarioifPirntmur.,: rraar>lL tiarLTA ac-
immmmmeWimm
Detloxos, Qrlppe, Bronobites,
Trrltr.pOtadoPoito.tiXAROPEi'aPASi'.'. pe .toral
do NAF loDELANGRfiNIEI
e veril!tx<.iporMcmbnjsil:iAaj Sm Opio, JIorpMna i: 'lo Aa
oriaapu affotadiis do Toeaa os Opqaclucho.
PARS, rua.Yivieii:)
E E:: ^'AS
DO Ml'NDO.
Acabar-So-se as Cas
a Ceif tiatm-u!
m i as Ai i'caes sea Lao n t
35 iiHOS DE EXiTO
E. SALLES fila-J. MONEGHETTI, saoceasor j
'..~-ta-Cbimico. ?3, raa
NICO

%
PreoaraQo de Productos Vegetaes
EXTINyio'DAS CASPAS
e outras Molestias Capillares.
JVIARTI NS~Tt3ASTOS
JPermtinbiHc
4viso
Os abaixo assignados participara ao respeitavel
publico que uesta data compraram aos Srs. Mari-
nho Falcao & C, a Tabacaria denominadaSA-
TURNOsita ra de Joiio do Reg, antiga da
Florentina, n. SU, livre o desembarazada de qual-
quer onus ; e que qualquer reclauacao t poder
ser attendida no prazo de 3 dias, a contar da da-
ta do presente aviso.
Recife, 19 de Junho de 1886.
Siqueira & C.
CL'IDADO COM
AS FALSIFICACCES:
PARA
O LONCO O TOUCAtOf
O BANHO.
Tricofero de Barry
Tomem nota
Trillios para engenhos
WAGONS PARA CANNA
Locomotivas
MachParisino completo para en
geahes de todos os taannos
Systema aperfeicoado
Especificaqet e presos no escriptorio dos
i agentes
Browns & C.
N. 5 Rna do Commercio
N. B. Alm do cima B StC, tem cathalogos de
muitos implementos necessarics agricultura, como
tambem machinas para descarocar algodao, moi
nhoj para cat, trigo, arroz e milho ; cerca de fer-
ro galvanisado ezcellente e mdico em prego, pes-
soa nenhuma pode trepa!-n, nem animal que-
bral-a.
Garntese que faz as-
cer ecrescer o cabello ainda
aos mais calvos, cura a
tinba e a caspa e remove
todos as impurezas do cas-
co da cabeza. Positiva-
mente impede o cabello
de cahir ou de embranque-
cer, e infallivclinento o
torna espesso, macio, lus-
troso e abundante.
Agua Florida de Barry
Preparada segunda a formula
original usada pelo inventor em
1S9. E' o nico perfume r.o mun-
do que tem a approvacito ofBcial da
nm Governo. Tem dnaa vezea
mais fragrancia que qualquer ontta
eduraodobrodotempo. E'muitO
BWH rica, suave e deliciosa. E*
muito mais fina e dfliwida. E'
maia permanente e agnulavel no
lenco. E' duas vezas niiiis refres-
cante no baulio e no q-.urto do
iloent*. E' especifico contra a
frouxidiio e debilidade. Cara as
dores de cabeca, oa cansacos e os
desmnins.
Xarope Je Via ie Mer No. I
AMTES DE SAL-O. DBPOIS DE SAL-Ot
Cura positiva e radical de todas os frmasele
escrfulas, Syphilis, Feridas Escrofulosas,
AffecQoes, Cutneas e as do Conro Cabel-
ludo com perda do Cabello, e de todas as do-
eneas do Sangue, Figado, e Kins. Grj.tnte-se
que purifica, enriquece e vitalisa o Saugue
e restaura e renova o svstema iuteiro. %
Sabao Curativo de Reuter
figiior
Este mpr-rtante estabelecimento de relooaria,
fundado em 1869, est funcionando agora roa
larga do Rosario n. 9.
O seu proprietario encarregado do regulamen-
to dos relogios do arsenal i' mariuba, da compa-
nhia dos tnlhos urbanos do Recife Olinda e Be-
beribe, da do Recife Casanga, da estrada de
ferro de Caruar, da companoia ferro carril de
Pernambuco, da as9osiacao commercial Uneficen-
te e da estrada de ferro do Liiooeiro, cercado de
intelligentes e habis auxiliares, concerta a fa-
biica qualquer peca para relagios de algibeira,
de parede, de torres de igreja, chronomttros ma-
rtimos (dando a marcha), caixas de msica, ap-
paielhos electrices U legraphicos.
O mesmo acaba de receber variade sortimento
de relogios americanos que vente de T a 20/
para parede, mesa e uespertadorrs de nikel.
Contina a exercer a sua profisso, com zelo e
interesse de que sempre deu provas ao respei
tavel publico e aos seus collegas, e vende forne
cimento de qualquer qualidade.
Em frente de seu estabelecimnto se acba col-
locado um relogio, cojos mostradores tambem po
derao ser vistos pelos psssageirns da ferro-carril,
tendo sompre a HORA MEDIA DESTA CIDADE,
determinadas pelas suas obstrvac,oes astronmi-
cas. Ra larga do Roario n. 9.
Antonio da Costa Araujo
Para o Banho, Toilette, Crian-!
Sis e para a cura das moles-|
as da pelle de todas as especies
em todos os periodos.
Deposito em Pernambuco casa de
Francisco Manoel da Silva & C.

PAST1XHAS
De ANGELlit & MENTRUZ
Cura certa em 48 horas dos inflamacBes
recentes dos olhos, pelo colyrio prepara-
do por Jos Pedro Rodrigues da Silva.
Emprega e este poderoso colyrio sempre com
grandes vantagens, uas seguintes molestias :
Ophtalmias agudas, purulentas e chronicas, con-
unctivites, etc., etc.
Deposito eral, na drogaria de Faria Sobrinho
& C, ra do Mrquez de Olinda n. 41.
Para informacoes, sedirijam livraria Indus-
trial ra do Baro da Victoria n. 7, ou resi
dencia do aator. ra da Saudade n. 4.
Jardn] das plantas
oa
as
^
93
s
49
MONDEGO N.-80
Pretendendo- se acabar cem as plantas que es-
to em vasos neste j irdim, vende- se os sapotisei-
res muito grandes, e dando fructo, i 2U00, la-
ranjeiras, muito grandes, para eoxertnr, GOOO
a duaia, e sapotisciros mais pequeos por barato
preco.
Monteiro
Vende-se ou arrenda-se auuualmente urna boa
casa cora bastantes commodos para ir.mi ia, tendo
agua e gaz encan:>dos. com um bom quiutal todo
murado, com algumas arvore.-i fructiferas e com
sahida para o rio, por pn ?o uuito razoavel: quem
precisar dirija-se ra Duque do Casias n. 117
que achara coi quem tratar.
ipbiaPfflilnia
BU
irlu l
VA a C '. J
COatlcIra n vapor
Supriir.ento para ovspur Jcguuribe
X. 927:170
O Sr. Francisco Alvos da Coat, commandante
c'o vapor Jaguaribe, pela segunda vez rogado
vir a rna do .Marque, de Olinda :.. 50, dar cum-
primento no numero cima. Pede-se ao digno
gerente providencias a reapeito.
< arne do serto
Especial d > Serid, vendem Martina Capito C.
il ra estrella do Rosario n. 1.
Chap* -legante
Carvalho Irni.io &, ?. participam s Exmas. fa-
milias em geral, que acal.am dr receber pe-
rno -ap?r fraucez um expleudid.i e v;iria^^^H
sortimento de chapeos, chapelinas a cap;.
aaal>orns, o qa ha de mais gosto n'ste artigo ;
asaim como tambem U'.u completo aortiun
(nos e barretes para criancas, tambem o que ha
ue mais raoderu'*. Esperamos que as Exmas. fa-
milias ti' dignaiao vir visitar ojios-0 estabeleci-
ment.i, na ra do liaran da Victoria n 12.Tele-
phonc n. 422.
^^ 0 Remedio mais efftcaz e 5^a
SS Jeffuro que se tem deseoberto ate ~
!>j hoje para axpe'Ur as Loirbrigas.
ROQUAVQL FUERES
Uvas
Muita docrs, teem constantemente, <~-~ndea
barato Martius Capitao o C. A ra esMtita do
Rosaric n. 1.
Criado
Precisa se de um menino de 12 14 aur.03 : tul
ra do Mrquez do Harval n. 28.
Jos de Castro G^m
raes
que em Goyanna tem o nome de Jjs Otpai D#-
mingues de Souzn n i mais cobr d r chei-
fa ra da Imperatriz n 29 desde M !.;, e
chamado prestar centas dos dinbeiros i,ue rt-
beu, como consta das contas com osrr-iboe,*
entregar as cintas qu anda tem em o u podera
ao administrador daquella cocheira.
Criado bokeiro
Aluga-se um mulatinbo eecravo par criado, a
qual sabe bolear : trata-se na ra de S. Joio,
casa n- 27.
Aluga-se
urna casa pequea, a ra de S Francisco n. 11
a tratar na ra de Santa Tberea u.- 38.
Ama
Precisase de urna ama boa co=inhei::i
Primeiro de Marco n. 16.
na ra
Precisa se de urna mulher de bn qua
sirva pra andsr com crianca ; a tratar ut ra da
Riachuello n. 4'J.
Vaceinn
ingleza e francesa, ebegada pelo ultirp- vapor:
vea ie-se na botica francesa de Rouqu; y,.ol fire
ra do Bom Jess n, 22.
Aprovcitem
E* para acabar
LARGO DE S. PEDR<1 N 4
Yende-se rica caixmbas cun sorte.i u $*0 rs. a
12UJ cada tii. I prcenla em '. 'rerva,
em bonitos frat-quinhos a 120 rs. cada n'<. e c
duzia fas-se d>l special licor de j .; i:iap
a 1/000 a garrafa.
QpB
1
1
.
L'~.



v
<
1
Mak de ?*rnambneoTteffa-'feira 2$ de Juiho de ifcS
\ publico
<>

Herminn de Carvalho Menos da Costa,,proprie-
taria a* photographia sita ra do Barao da Vi-
ctoria n 14 2. andar, declara para os fias con-
renientes, qae desde o da db corrent deixou
de ser socio da menina photographia o 8r>^!oeculo
> Magulhies.
Aproveita a occasiao para communicar a todos
aquelles que se teem dignado de diapensarlhe a
ni proteocao n'aquelle romo de negocio, que con-
traua eom a referida photoipraphia, a qual se aeha
hoje ii.i horada considerare Im ente So s quaaU
aos misterea technioos d'arte, c >rao Uaibem quan-
toaos di-inais requisitos essenciaes para nio as
agradar aquellas pes^oas que alli ooapa*etriM,
4aado prov de desejo de concorrsr para o pro-
greeso da industru nacional.
Das Eiuis. senhoras principalmente, espera a
referida proprietaria toda sua valiossima protec-
cao. ,
VENDAS
^arne do scrto
Ven-e-se a 800 rs. o kilo : no armazem do
Taseoucellos a ra da Aurora n 81._______
Liquidaco
Roa tanque de c ailas .
Alguns artigos 50 [, menos do seu valor
Failea d.nnass, linda razeuda, a 400 rs. o co-
rado *
Linons com salpicos a 560 e 700 rs. o dito !
Cachemiras com boliuhas de velludo a lf 200 rs
dito !
dem de 2 larguras, fingindo dados e lisas, to-
das as coree,a 1*500 !
dem pretas, e merinos (2 larguras) a 900, 1*00,
1*400 c 1*600!
Alpacas de sedas finas a 360 e 400 re. o dito !
Popelinas com listras de seda a 280 e 320 o
dito!
Seti >s Maco verdadeiro, desde 8'-. 0 rs. a 2*000,0
que ha de melh< r
Gorgurilo pretc de seda, para (un Te de-
cente) a 2*000 o covado para acabar.
Dam&ss; de cores, seda superier, a 900 rs.
dito!
Veliudilbos liso e de listrinhas a 1*000 e 1*600
dito!
Esguiao paHo para vestido a 560 rs. o dito !
Hansoks finissimos de cores a 320 rs o dito !
Cret"ne8 para chambres e cobertas, superiores,
a 360 rs. o dito !
Damascos d la com 2 metros de largura, a
1*800 o dito!
Mariposas de cores lindas a 260 rs. o dito!
Bramante de linho superier, 4 larguras, a 2*000
metro!
dem de Igodo, idem, idem a 1*500 o dito !
Atoalbado bordado, o melhor psssivel, a 1*500
a dito
Bnns ci linho de cores (linho paro) a 1*200 o
dito!
Camisa? francezas sem punhos e colarinhas a
40*000 t dzia !
Oroulas de bramante bordadas a 12* 18* a
dita!
Gruardanapis de linho a 3*000 a dita !
Meias arrendadas para seuhora a 8*000 a
dita!
dem cruas para homem a 3*500, 4*500 e 6*000
a dita;
Lencos brancos em lindas bolsinhas de setim a
3*000 a dita !
Eniovaea para casamento o seguints :
Lindas grinaldas e vus a 14*(XK) e lGfOOO !
Ricas colzas de crochets a 10*000 e 12*000.'
Goarnicoes d.' dito (cadenas e sof) a 8*000 !
Espartilhos americanos, chiques, a 6*000 e
t*000!
Cortinas bordadas, novos goatos, a 7*000
10*000!
Vendas em grosso, descont da praca.
5* na Duqne de Caxlaaj 5*
LOJA DE
A RevoluQi
na Duque de Caxias, resolveua vende:
os seguintes artigos com 25 0[q de me
noe do que em outra qualquer parte.
Las com bolinbas a 500 e .640 rs. o covado.
Setius maco a 800 rs. o covado.
Setinetas lisas 400 rs. o dito.
ftrtjaatas eeaossems a 440 rs o dito.
ton sal'.icos a 6 rs. a peca,
a 509 rs. o covado.
da quariahos e lisos a 240
re. o dito.
Mariposas de cores a 240 rs. o dito.
Renda da China 240 rs.o dito.
Da mase* de 11 com 160 centmetros de'largura
a 1*800 o dito.
Bramante de linho com 9 palmos de largara a
1*800 o metro.
Bramante trancado de uleodaoa l*200o dito.
Bramante de urna largura a 320, 360, 400 e
440 rs. o dito,
orim pardo a 300 e 360 rs. o covado.
Btim prateado de linho a 600 rs. o dito.
Crochets para cadeiraa 1* e 1*600 um.
Ditos para sof a 2* e 2*500 um.
Colchas de fustao branco a 1*800 urna.
Fichs de la a 1*, 2*, 2*500, 3* e 4* um.
Espartilhns de corsea a 4*, 5*, 6* e 7*500 um.
C misas de linho bordadas a 30*000 a duaia.
. t finas a 240, 280, 320 o 360 rs. o covado.
Sint< s para senhora, no/idade, a 1*500 e 1*800
um.
Lenc.s brancos finos a 1*800 c 2*000 a duaia.
Cobertores de la a 2*, 4*500, 6g500 e 8* um.
Catnbraia preta para forro a 1*200 a peca.
Meias para homens e senhoras a 3f, 45, 5* e
6*0u a cusa.
MadapolSo gema e pelle de ovo a 6*500 a peca.
Cambraia branca a 2* a peca.
Crinolina branca e preta a 2*800 a peca.
Toalhas felpudas a 4*000 a dusia.
Toalhas alcecboadas a 12* a duia.
Cobertas de ganga a 2*800 e 2*900 urna
Lences de bramante a 1*800 um.
Para an> F.vmas. nivaw
Setim maco a 1*200, 1*400, 1*800 e 2*000 o
covado.
Popelina de seda a 600 rs o dito.
Alpaca a 400 e 000 rs. o dito.
Capellas e veos finos a 10* e 14*.
Colchas bordadas a 5*000, 7*000, 8* e 10*0:0
urna.
Cortinados bordados a 6*500 o par.
GRANDE LOTERA
Attenco
Vende-ge Manteiga ingleza superior em latas de
12, de 4 a 1*100, e 7, 14 e 28 a 1*000 por libra e
gaz iuezplosivo a ra do Bom Jess n. 38.
Vende-se
hotel dsnowinado Dous Irmaos, sito ra da
Qaa a WL Arta hotel est reedificado, muit
>hmpmm&to pm aaciooaes e cstrangeros, tambem
tem henpedagem, e o motivo da venda seu pro-
pietario ter de rerirar-se para Europa por falta
de sade : trata se no mesmo. Pede aos seus de-
vedores que estile em atraso, de virem saldar suas
contas, do contrario serao seus nomo, publicados
nos jornaes desta capital.
Piolio de Riga
Vendem Fonseca Irmos & C, a preco mdico
AIS IMPORTANTE DE TODAS HAVIDAS NO
Bit/llll,
EXTRACQAO A' 8 DE JULHO
DATA MARGADA NOS BESPEGTiyOS BILHETES *
Esta lotera esi a cargo do Ihesoureiro das loteras da corle
E^TKACCAO FETA NOKO DE JANEKO
PREMIOS MAIORES
l,ooo:ooo$ooo 24 de. 5:ooo$ooo
2oo:ooo$ooo 50 . 2:ooo$oo
loo:ooo$ooo 5o:noo$ooo 4o:ooo$ooo 80 ,. 2 approxima^oes 2 de. . l:o0o$ooo 15:ooo|ooo 6:ooo$ooo
2o:oooJooo 4 . 4:ooo$ooo
lo:ooo$ooo 4 c . 2:ooo$ooo
Alm d inu^is sortes de 5oo$ooo, 2oo|!ooo, loo| .00 4o|ooo e 2o$ooo.
Esla loteria\e de tres sorteios. Um bilhete joga em todos
elles e est habilitado a tirar mais de um premio.
Esla lotera em livor dos ingenuos da Colonia Isabel da provincia de Pernambuco
BILHETES A VENDA
F
Carneiro da Cnnha & C.
Cabriolet
Tende se um ea> perfeito estado par
iodo; a tratar na ra J>wre da tmm
rs
Massa de mandioca
Vende-se massa, especialmente preparada, para
bolos de Santo Antonio, S. Joao e S. Pedro, a 500
rs. cada pacote de meio kilo : no largo de 8. Pe-
dro n. 4.
RODA DA
Pohora
Yendc Candido Thiago da Costa Mello, em sea
deposito {ra Imperial n. 322, olaria, onde tam-
ben vende tij .los e tt-lhas. Telephone n. 221.
Engenho a venda
Teue se o cugenh > Murici. com safra ou sem
ella, situado na freguezia da Esoada, distante da
respectiva estncao um quarto de legoa, podeudo
dar seis caminhas por dia, moente e correte,
tem duas casas grandes e duas pequeas para mo
rada, e outra para farinha com suas pertencas : a
fe-atar na ra do Imperador n. 65, 2 andar.
Bom emprego de capi-
tal
Vende-se o importante e bem conhecido e afre-
aado es abelecimente de casa de banhos, sito
ru do Bom Jess n. 17, pos d. bastante margem
b ganhar dinbeiro a quera comprar, a causa dir-
e-ha ao comprador : quem pretender diiija-se a
na rasa.
WHISKY
SOYAL BLEND marca V1ADO
Este exeellente Whisky Sscesscs preferiv-
ao cognac ou > gurdente de canna, para fortifica
corpo.
Vende-se a irtalho nos tu Iheres armazens
aolhads.
Pede BOYAL BLEND marc VIADOcujom
Me e emblema sao registrados para todo o Brazi
BBOWNS fc C, agentes
GRANDE
Exposiro central ra larga do
Rosario n. "8
Damiaa Lima & C, nao podeudo acabar com k
grande quantidade de mercadorias, res >l vern
anda rma vez coavidar as Exmas. familias e <
respeitavel publico em geral, que com certeza nia
gmem perder seu tenpo, fnzendo urna visita s
Bxpolfao Central
Peca de bordados a 200, 40(1, 500 e 600 rg.
Pnnhss e colarinhos bordados para senhora n
^000. P
Di tes ditos lisos, 1/500
Ditos para homem, 11r00.
Um plastrn de 2/000 por 1/500.
Inveaiv-is grandes por 320 r3.
Lacos para senhora por 1/500.
Maco* de la para bardar, 2/800 e 3/
Lavas de seda arrendadas a 2/500.
Ditas lisas, 2/200.
Ditas de fio de Escossia, 1/OCO.
Broches.para eenhera (molernos) 1/500.
m par de meias para senhora (fio de sed
00 rs.
Dito idem liso, 400 e 500 rs.
; Dito idem (fio de seda) 1J200.
Donas de baleia. a 360 rs.
Carretela de 200 jai das a 80 rs.
Metros de arquinhas a 160 e 120 rs.
Vm par de fronhas de labyrintho, 1/500.
Macos de gramp s a 20 rs.
Metros de plisss a 400 rs.
Lindos passarinhos de seda para chapeos de
sanhara, de 500 rs. a 1/000.
m pente com inscripeo para senhora, 1/.
m leque de 16/ per 9/.
rinqnedos para criaacas, leques de papel, fi
asa, bicos de linho, quadros para retratos, Irncos
esparUlhos, bicos, galoes, franjas eom vidrilhos.
sitres mu tos oojectos de ptwatasia wr |V '
aeao competencia: na exposico CentraL*
larga do Rosario a. 38. ^^
Jelegramma de Pedro
Antunes 4r C.
na finque de Caxias n. 8
Basa ascoamodar os interesses da poca, os
propresarios da muito couhecida loja Nova Es-
peranca n. 63 i ra Duque de Caxiss, teem re-
solviJo em pleno conselh* de estado vender todas
as suas mercadorias por menos 20 0/0 do que em
qualquer outra parte:
Para as Exmas. leitoras se eonvencerem devem
se dirigir ao mes no estabelecimento ; e para
orientar um pouco, passamos a demonstrar en>
resumo os precos de algumas mercaduras mais
coohecidas.
Espartilhos fines para senhoras a 4/500, 5/f.OO,
M e /000.
Finas meias cruas idem a 7/600 e 8/500.
Bonitas caixas de madeira para costura a 2/500,
3/000 e 4/000.
Bicos bordados indianos, largura de 18 e 20
centmetros a 4f 500 e 5/500 pebas de 4 metros
Bonitas b'lcaB e eaixas para presentes de
cri ancas i 2C0, rs, 300 e 500 rs.
As senhoras florista :
Papel verde claro a 60 rs. a folha, endito car-
mim a 200 rs rs. ; barato !
Pita Pompadour a 100 rs. o metro, largura
de 3 centmetros.
Leques depapel a 300 rs.. 400 e 800is.
E para nao rbusar da pacifica e constante lei
tora resumimos o presente, que s vista das
mesmas provamoa o que acbanos de expr.
Grande vinedado em luvas de seda de cores e
preta s.
dem em leques de seda, finas perfumaras,
punhos e ccllarinhos para senhoras, immenss va-
iedade de calungas
Pianos e ipparelhos para boneess.
Cytitariai finas, capellas para uoivas e me-
ninas.
Sedas e frocos, las e desenhos coloridos para
bordados.
Grande variedade em artigos para prtsente3.
Meias finas para homens, senhoras e criancas.
Bonita variedade em artigos de electroplate e
eutros amitos para presentes.
Ao 63, ra Duque de Caxias
Pedro Amane di t'ompanbia
36 "Ra Larga
FORTUNA
do Rosario -36
* *
Bernardino Alheiro.
LOTERI
"
ltenlo
Vende-se urna importante taverna no largo dss
Salinas de Santo Amaro, propria para qualquer
principiautt, f iz frente para a hrha frrea de
Lim eiro : a tratar uaim-sma.
Taverna
Vende-seoma taverna, porque nao tem pesaos I
para turnar corita da menina : q;i> ni pretender di-
rija-se ra Impariul u. 133, a tratar eom o j ro
curador.
Bilhar
m
Vendp-se nm bilhar franca em perfeito estado
com tres j"gfs de bolas e teip tacos : a tratar no
antigo largo do Pelourinbo (corpo Santo) n. 7, cs-
criptorio.
Liqu dacilo
i^ende-se portoes de ferro, gradeamentos para
cima de muro, jardim e-terrac-, bandeiras de fer-
ro para p.rtas i-xt--ores e int rior-s, de todas as
qualidades, galliabeiro de frrro, carroca para
bo>8 e orvallos, carrinbu d-- mi e rodas para
(barrocas, do Porte
o. 4, tfafronre .!(. qo Ponas, offi-
cioa de ferreiro.
ALAGOAS
CORRE NO DIA 29 DE JUMO
IltTRANSFERIVEL! INTRANSFERIVEL ^
O portador que possuir um
vigsimo desta importante io
teria est habilitado a tirar........
10:006$)000.
Os bilhetes acham-sea' ven-
da na Casa Feliz, prac^
dependencia ns..37 e 39.
Corre no dia 29 de Jun
1886, sem alta.
proprietarios do milito conhecido estabelecimento denominado
MUSEU DE JOIAS
sito a raa do Cabug n. 4, communicim ao respeita^el PUBLICO que receberam m
grande sortimenlo de joias 1as mais modernas e dos mais aparados gostos, como tam-
bem relogios de todas as qualidades. Avisam tambem que continuam a receber por
todos os vapores vindoe da Europa, objacto3 nos e vendem por muito menos que err
outra qualquer parte.
MIGff, W0LPF & C.
N. 4RA DO CABUGN. 4
ompra-se ouro e prata velha.
HOSPEDARA
#
28- RA DO BARAO DA VICTORIA-28
d-- I O proprietario d'este estabelecimento nada tem poupado afim de que os seas
TI |^U8tre8. reguezes encontrem os melhores almojos, lunchs, jantares e ceias a fraBceaa
L e a brasile'.ra, para o que acaba de empregar um cosinheiro de primeira orden e pes-
soal escolbido.
Janfares e banquetes sobre encommenda.
Quartos mobiliados e salSes reservados para as Exmas. familias.
Falla-se inglez, allemao e outras linguas.
Receba se assignuturas para a m^sa e pensionistas com moradia, por hmoi
muito commodos.
Em noites ci espectculo, este ESTABELECIMENTO estar aberto t fia
do mesmo.
ho
Vendivsf
massa de mS^idinca de primeira qualidade, jaraj
bil<, a'I^OOip kilo: na Camba dr> Carmo nu-
mijri) 1(1
Carteira
/
Vende-se barato urna carteira contendo na peca
de baix'i dous arBatrn.h. s e tre- gavetas, e na
d.- cima 17 compartid muc que se fecham
na so chave : a ver e tratar no larao da S.
Aos 1.000.000^000
200:000*000
. 100:0008000
DE 3 SOuTEl
Em fav r dos ingenuos da Colonia Orphanologtca Isabel
DA PROVINCIA DE PERNAMBUCO
EitToCQo: do aia 8 de Jalbo de 1886.
0 thesournro, Francisco Ooncalves Torres
i
FNDICAO GERAL
ALLAN PATEKSON & C
N. 44-Eu i do Brum-N. 44
JUNTO A EF f A^AO DOS B0NDS
Tem para vender, por prer^ mdicos, as seguintes ferragens :
Tachas fundidas, batidas e caldeadas.
CrivacSes de diversos tamanhos.
Rodas de espora, idem, idem.
Ditas angulares, idem, idem.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de luidos modelos
Portaad fornalha.
Bancos d ferro com serra circular.
Crradeameato para jardim.
Vaporea de forca de 3, 4, 5, 6 e 8 cavallo.
Moendas de 10 a 40 pollegadas de panadrura
Sodas d'agua, systema Leandro.
Encarregam-se de concertos, e assentamento de macbinismo e exacaiAsa aaal-
i|di| trabalho com perfeicSo e presteza.
T
}
i imam \


8
,


Diario de PcrnambucoTer^a-ieira 29 de Junho de 1 $6
ASSBMB'.EA GEAAL
__^_.-----------------------------*
CAMAK.%.
SBSSO EM
fBESlDEtCIA
DOS DEPIT4DOS
10 DE JUNHO DE 1886
DO 8*. ANDRADE FIQUElEA
[Continuadlo)
Na parochia le Morrinhos, Monoel Ta-
vares do S Rco, capitaneando mais de
100 capan? >s e nuniciados, tendo
a leu lado o subdelegado de polica Do-
mingos Fr.-i.-e d i Silva c sois: pragas do
corpo policial, para l requiitadaa a pre-
texto de pr-lder criminosos, entrinehai-
roa-se na igf-ja matriz, toman 1o esta e as
entradas, irapcdindo que p el-itoradp tSom-
parecesse s ujmas e incorrendo afcsim na
acclo penal de art. 111 do cdigo crimi-
nal, ultima parte;-- tendo assim corrobo-
rado as apprebens3es, constantes do offloio
que tive a liara de dirigir a V. Exc. em
data de 23 Noverabro ultimo e accusado a
11 da Dezembro.
Se o juiz de direito de Januaria mani-
festav* apprehensdes a ''i de Novembro
acerca de attenUdos projectados por Nco,
claro est que o Sr. presidente da provin-
cia foi avisado em tempo, coraj asseverou
o orador. Quanto ao nao dar providen-
cias, attribuio-o o orador, nao a descuido
de S. Exc, mas a demasiada^ co'nfianga
as autoridades polieiaes, de cuja nbmeia-
eao, alias, nao Ihe cabia a responsabilidade.
Dase S. Exc. que nao bavia necessidade
de providencias|po8 era numeroso o dataca-
mente existente n i Januaria e o respectivo\
comraandantf delegado inspirava confianga
mas, em que
ao propno juiz de direito ;
este magistrado, achando insuficiente a
forca de que dispunha a autoridade, con-
sultava sobre se poda raquisitar o auxilio
da guarda nacional, o qua Ihe foi negado.
E nem se diga que bavia timidez por
parte do juiz de direito, como asseverou
no Senado o Sr. ministro da Justina, pois,
Nco commanda ura verdadeiro batalhao de
acinoras, como mostrou em Morrinhos.
Em 4879 era tambem numeroso o des
tacamente da Januaria tendo sua frente
um oficial que se distinguir na eampa-
nha do Paraguay; e, entretanto a genta
> "dio e saqucou a Januaria, oceu-
jseco inv... ^uitos dias, incendiando,
pando-a durante .
roubando e destruiodo. -,.1. co.
O illustre primeiro aginado da co
i t. .i, -.rjceoeu n esta
marca de Itapirassaba f; v. ;, ida e
emergencia com a prudencia es.... .. ^
com a criteriosa cir.-umspeegao de que .y-
dado sobejas provas na sua ilhbada earrai-
ra. A quixa do orador nao foi. portante,
Bem razao de ser, tanto mais quanto oda
ha ponaos dias no Senado daclarou o Sr.
ministro da justiga que ainda la tomar pro-
videncias acerca da captura de eco, o qie
mostra que anteriormente nao havia sido
tomadas ou que, se forana, S. Exc. o igno-
ra. Ora, se isto aconte: ao Sr. minis-
tro, quanto mais ao orador que nao teve a
honra de privar com as autoridades, que
jamis dirigi urna carta ou fez um padu'o
ao ex presidente da sua provincia T I guan-
do ha boa vontade as cousas maraara de-
presa. Pronunciado na Baha em hns de
Dezembro foi preso em S. Sebastto de
Lenges, no extremo norte da provincia de
Minas, o teneote-coronel Gentil Jos de
Castro a 14 de Janeiro, a tempo de com a
sua apparatosa prisao, tirar-se todo o p
do possive! qur.nto eleigao.
veio roqnisigao tclegraqhica do chefe de po-
lica da corte, este mandou-a ao chele de
noticia de Minas, este ao delegado de_ poli-
ca de Diamantina, enviando <-ste positivos
para todos os pontos em que presuma estar
aquelle oficial, cora todas as medidas toma-
das para que a captura se toruasse effecU;
va. Porque razao nao se procedeu com
-i;,.;t.,^n nnm idntica actividad a
das enntas i autoridades raineiras que
prendem um innoaente com a maior requin-
te de arbitrariedade, ao mesmo tempo que
auxiliavam Nco na perpetragao do atten-
tado ds Morrinhos. Tinha, pois, razao de
ser a sua queixa, repete o orador. Esti
toa, entretanto, que o Sr. ex-presidente de
Minas refute-a cabalmente, mostrando a
sua improcedencia, pois lite sempre dolo-
rosa a verificago de que os agentes do
poder publico da seu paiz, embora adver-
sarios, pospoem recta o -segura oxecugo
de seus altos deveres, aatisfacao de s"in
interesses partidarios, como infelizmente de
ordinario succede.
De resto a reclaraacao do orador quanto
a. No perdeu parte do seu interesse, pois
ha dias publicaram todos os joraaes ura te-
legramma da Diamantina, noticiando que
fora preso finalmente aquelle famigerado
criminoso, pronunciado duas vezes no art.
269 e'uma no 192 do Cod. Grim., o assal-
saltante de Morrinhos a da Januaria, que
desafiava a accao da autoridade e que, por
cumulo da audacia, intitulava su ura dos
che fes do partido conservador do norte de
Minas, quando entretanto aos seus incul-
cados co-roligionarios, mais que a ninguom,
inspirava repulsivo terror. A confirmar-so
a noticia, nao duvida o orador de en3ari-
lhar por um momento as armas opposicio
nistas, apresentando ao Sr. ministro da
justiga urna continencia congratulatoria so
bretudo sa a diligencia effectuar-se sera
perturbacao da ordem publica. Antes tar-
de do que nunca.
Rsceia, entretanto, o orador que a anun-
ciada captura de eco nilo passa de urna
burla, no intuito do salvar se as apparencias.
Alm de *ura avultado numero de capan-
gas, Nco dispoe do juiz municipal da Ja
enorme maioria liberal
e' do 1. supplenta do delegado de
igual solicitude, com idntica acti
Nco, cuja morada
presteza e n relago a
era conhecida e que mantm p.ra com o
tenente-coronel Gentil a differenga radical
que medeia entre un. reconheci io facjnora
e um homem de bem, atrozmente pepigui-
do?!
(Ha muitos apartes.)
O orador nao discute a tremenda perse-
guigao de que tora sido victima a farailiado
ienente-coronel Gontil, porque o rMpetpv
procasso achala **> ao Tnbund da
R.lago da BaMa, cuja decalo aguarda.
En te.npo opportuno mostrar
ha e nem .em havido n'este
revnkante e monstruoso, o. too
nuaria
polica. Este, sobretodo, fazia al alarde
das amistosas rclacoas que com ella raanti-
nha, indo vistalo, com acintoso apparato,
fazen la em que elle resida, a urna legua
da cidade. Releva ponderar que todos
estes individuos j fizeram a Nco a mais
desapiedada guerra, reclamando contra ello
enrgicas providencias; mas desesperados
por nao podareo derrotar 03 liberaes que
all se achara em consideravel maioria, re-
conciliaram-se com elle, utilisaudo-o como
um instrumento de terror. Na vespera'da
eleigo, o directorio conservador da Janua-
ria, quo mais de urna vez representara con-
tra Nco aos poderes pblicos, era termos
indignados, r^palliudo qualquer solidarieda-
de com as suas tropelas, procurau o chefe
liberal o venerando coronel Jos Eleuterb
.daSouza, propondo Ihe que se dividase por
igual a voySa, ?6;ii o que se reaon.liaria
com o f.icinora e com a sua horda. Re-
jeitada a indigna proposta, (pois all enor
rae a maioria liberal) o resultado foi a in-
vasSo da Morrinhos, onde teria havido ter-
riveis saenas de sangue, se os eleitores nilo
se tivessera prudentemente abatido.
Nestaa condicSes, receia o orador que tal
pressJo ftSo tenha sido 3eno mais urna far-
5a em que sao ferteia as actuaos autorida-
des do serllo. Nada afirma positivamente
por falta de informacSas ; mas roga ao Sr.
ministro da juitiga que empregue diligente
esforco em impedir quo mais urna vez seja
escarnecida a le. A Januaria longe
curapre que as ordens o a insfrucgdes ae
jam expedida^ com presteza. Da mesma
forma que pronpto era censurar os act:a
onleranavea do governo, ter a neceasa-
ri 1 isen-jo .para encomiar 03 bons. Nenhum
r."R"i,";jD)dpr i rraelhor do que restituir a tran
'qulidae e a ordem populabas longin-
guas, onde a seguranca dos cidadSos, por
.uais despida de garantas, maior solicitude
deve n erecer dos poderes pblicos.
J qua entabolou palestra com o Sr. mi-
nistro da justica, chamar ainda urna vez
o orador a attencao de S. Exc. para o es-
ta lo de deseonceito em que tem cahdo a
polica de todo o imperio, especialmente a
de alias. *
Na Asserabla Provincial sffreu o chete
de polica desta provio;ia gravissimas ac-
CUSayo-.S.
m toda parte, mais oa meno3 tem abu-
sado as autori ladea subalternas ; e os mi-
neiroaj pacficos, por ndole, tora visto a
eidem publica alterada em Passos, Alienas,
Bberaja, Ro-Novo e outras localidades,
son lo jor via de regra, os provocadores do
contlk'to os agentes de s-guraoca, encarre
gados de garan il a pela leu E' conheci-
da a razao d'isso. ^uas sem exeepcao,
essas autoridades foram escolhidaa a dado
para fazerem eleie3 *, isto para campri
miraqj
vincia; mas a eloicao est passada, nada
mais justifica a permanencia em cargosjde
responsabilid'ade e de confianca do indivi-
duos sem idoneidade, cujo nico titulo con-
sisto n aptido cora que se servara do
meios oficiaos, para angariar votos cm prdl
das candidaturas irapossiveis.
O partido conservador, posto que em
sensivel minora na provincia, djprje de
pessoal suficiente para fornecer fincSona-
rios moralisados.
Grandes servjos prestar o Sr. mni -tro
da justica se iniciar raoviraento nosse sa-
udo. Vardade que se approxma a elei-
9S0 senatorial, para a qual faz-sa inster
que se cops-rvo montada a machina, tanto
mais quanto manif<:sta a profunda desin-
telligeacia que lavra as fileiras do partida
dominante, crescendo a ambiguo doa res-
pectivos candidatos na razao direata de
pouca esperanca que vjo tendo de triura
phar. E' assim que propalam so terriveis
boatos de araeacas e perseguic3es contra
03 que nao patroemarera a chapa mais
syrapathica do governo. JJilo desconhece
o orador que o Sr. ministro- da justica
naturalmente estranho a tudo isso. Semc-
lhantes boatos, porra, partom de pessoas
que privam com S. Exc. e revertem por
isso tal ou qual autoridade. Um alto per-
sonagea, da grey otu-o-pretana, por exem-
plo, que oceupou posto que interinamente,
elevado cargo policial na provincia, no ini-
cio da situado, ao volmr a Ouro-Preto de
urna recenta viagem esta corte, diz Bera
reDuco, a quem o quer ouvir que, para fa-
zer vingar urna das conibinacoea senato*
riaes conservadoras, varias demissSas ere-
moc3es importantes estilo assignadas, entre
as quaes a aposentara do actual Sr. ins-
pector da Tlieouraria da Pazenda, o dig-
no Sr. coiimendador Antonio Harmogenes
Pereira Rosa a a remocSo do nSo menos
digno contador, o Sr. capitulo Henriqua.
Adeodato Dias Coelho. O orador nao d
rau'to crdito vera cidade destas versSes,
por so tratar de dous amigos funecionarios
merecedores de todo o acatamento pelo es-
crpulo e ir/toHigencia com que desampe-"
nham seus devares. Acredita, porra, sar
agradavel ao Sr. ministro da justica pon-
do-o ao facto de carao S. Exc. compro-
metido por pretensos amigos, que chamara
dest'arte aniraosi lado injusta contra o seu
nomo.
Tome cuidado S. Exc, pas lavra naj
da pro- tia erapregada. O ramal da Ouro-Prato to-
ra a vantagam de cr9ar novas fontea da
renda, perrittindo a oxplorajao industrial
de avultadas riquezas mineralogic8 a"'
existentes. Oaando assim nSo fu
e remanido com.ossao
que/ a I optado
de/daccao.
DITO AOAHS STERIQ Da'aGRICLTUEA
^rroQedo.8c_ votaSo adiada do projecto
85 quo abre um cradito ao mi-
der-sa-ha cmteatar com razio a vanftge,n'fllaterio da agricultura, para telegraphos,
de um raeio de communicaco fac! o ra
pido eutre a capital do Imperio o.aa tnif. redacto.
opule/
>;
provincia surda guarra eontra a sua laa!
encia, guerra suscitada pelos seus pro pri'^
co-roligionarios. /
Um dos captulos de accusa^So (e este
subscripto por toda a provincia) grovra
do quebraraento da bitola da estrada de
ferro D. Pedro II, facto de que j se tem
ocaupado as cmaras, mas nunca asss pro
fligado. Em occasio opportuna compro-
mette-se o orador a demonstrar que esso
acto do govorno foi ura grande erro econ-
mico, reprovado pelos mais eminentes pro
tssionae3 c de funestas consequencias para
o plano geral da nossa vajao frrea. O
resultado que por ora ae conhece da me-
dida ter detido trabalhos que ara adian-
tados. O orador era noverabro do proxi
rao anjp findo percorreu o tracado da es-
trada at Gu Tuie./jgtava prompto para ain^ura-
rara as estisas da Soledada e Itabira,
primeira das quaes leado maito qu- ia o
trem de lastro. 'At agora, ehretanto, nao
se offectuarara as inaugurag3es e niegaam
saba quando se effectuaro. Easa demora
manfestamant3 causa de graves prejui-
zos para os interasses da provincia, urna
das quo menos pasa aos cofres pblicos.
Sempre que se trata do prolongamiento
da estrada demarro D. Pedro II, vem ap-
pello nraal do Ouro Preto, que muitos
consideram como ura erro econmico e
perfeitaraente dispeusavel.
E' injusta e'injustificaval seraelhante
opiniSo. A raaxim americana de qua tri-
litos nHo se arrancam deve ter em nosso
paiz ainda maior amplitude.
Urna estrada de ferro, st*ja qual for'o
seu tragado e os elementos da sua prospen-
dade, sempre um factor de riqueza em
nosso paiz Gastar com estradas de ferro
empregar capitaes com certeza da rerau
neracao, que quando mearao tarda com-
pensadora afinal dos sacrificios feitos.
Oxal todas as noasas despezaa foasem
dfssa ordom O nosso futuro econmico
nao estara tao- carregado de apprehensSas,
ae tal acontocesse, pois iramos encontrar
ampra na obra realizada o valor da quan-
populosa e una das mais vastas
tas das sas provinciaa f 1
Ac^esce qua Q iro-Pret nao i a P5^'-'-
na cdado insignift-janta o ..trzalo quezal
samante muitos imagioam ; -possufl um >
escola de meninas qui pod-u* n^usar
cora as mais aperfeicoadas da Europ, tem
Urna excellcnte escola do pliar uaci'; ose-
la normal; disp3', em summa. desubejos
elementos para sar considerada .ma loca
lidde digna de estar ligada pr viayao
frrea aos centros mais implantas do
paiz. /
N3o exacto que s tenh' vida buro-
crtica. Quando assim fosa, nao era ra*
980 para se negar direito urna estra-
da de ferro. Washington, -apital da mais
rica najao do mundo, ui cidade peque-
a relativamente outrtf da mesma na-
cionalidade, insolubra, Sm industria nem
commercio, sera outra rnmacJo do que a
que Ihe d o sor a s repartas federaea./ O orador pede ao
Sr. ministro da justia qua nterveoha p \-
ra cora o seu polla}* di agricultura para
que prosigara os fcabalhos da estrada de
ferro D. Pedro II,nao sa li.nitando aos do
ramal.
O orador no dualinho das suas observa-
coes descoonexa, nao tomou aima em con-
aideragao algui? apartas proferidos quando
hontem oravaO honrado deputado por Per-
oambaoo. f'm desses apartes relativo ao
triurapno elaoral da oralor, foi V. Exc.
tinha todp os deinentos ojjiciaes, tuda a
magistratura.
tsse uj""te assumio excepcional gravi-
dade em virtude de condigSes especiaes da
pessoa |ue o dava. O seu nome, porra,
foi hoj-.'omittido na publicagao, talvez por-
3ue o*utor 8e arr ipandesse do o haver
ado/ Quando fossa exacto o quo se af-
finn era tal aparte, redundara era aecu-
sacio contra o governo, que nao teria cura-
prilo o seu de ver e a sua proraessa de nao
illervenQao, pondo ao dispar de ura adver-
bio elemento offlciaes.
Isto, porra, simplesraente falso.
O orador lutou contra tremendas dificul-
que adoptado e remettido commissao dt
HIGOLO
PUR
24TS3 22 TMlVd
COTilN^AO DE ANGEL.v)
( oniin 'lo
IX
1 i B )
des. No 20 districto ha quatro comarcas.
Um dos juiz do direito est alliado aos
conservadores raovendo guerra desbragada
aoa libaraas. Outro, magistrado distincto,
du quera o Sr. vico-presidente da provincia I
tpode dar nformacSes, se tem poltica deve
jser conservadora por sua ndole, suas r;a'
jSas e sua familia. Dos seis municipioa
do districto, s dous termos estao oceupa-
dos por juizes formados, ambos infensos
ao arador.
Gomo, pois, teve elle a magistratura em
prol da sua candidatura "?! r-^fT._____"
0 orador pardea a vot .yao de Morrinhos
e a do Brejo. Na vespera da eleo
preso, com grande apparato de forca, um
oficial superior da guarda nacional, sea
amigo, verdadeira influencia no districto,
onde tem numerosas relacoes e parentes.
1 nagrae-ae o effeito desta prislo no alto
sertao, quando aqu na corto deveria cau-
sar estranheza, e como nao seria ella ex-
plorada em detrimento dos liberaes. Sem1
embargo de tudo isso, o orador triumphou
porqua grande a maioria de seus amigos
no dis'tricto; triumphou, porque j por las
vezes abandonou seus eoramodos, seus in-
teresses, sua familia, para fazeodo urna
viagem de contenares de leguas, ir pes-
soalmente percorrer aquellas generosas re-
gi3es, onde orgulha-se da possuir hoje ver-
daderas dedca9,3es de homens fortes, fran-
cos e leaes, que lembram pelas suas qua-
ljdade8 austeras os venerandos patriarchas
da outr'ora; triumphou porque em sua
provincia resile e sempre residi a firme-
za da principios e adeJic;.c-aa partidaria,
c fst desda os tempoji dijtatoriaes do pri-
mairo Impeco, quando, ao mesmo tmnpo
que celebrava' as exequias do Badar. M
as infliga solemna derrota, a um ministro
da corda palo qual cabalava cm pessoa o
Imperador (Muito bem 1 Muito bem!)
ORDEM DO DA
PEOEOGATIVA DO OE,'AHEXTO
Procede-so votaco adiada do proje.:-
te n. 6 de 186. prorogando o orcaracnto,
CEKOITO DO JIISISTEBIO D5 IMPEEIO
.Procede-se vqtajao adiada Ho projecto
n. 30 de 1885, abrindo ao ministerio do
imperio um crdito para pagamento de
subiidio de deputados, quo adoptado e
vai commissao de redaccao.
O Sr. Coelho Rodrigues (Io secretario)
declara achar-so 8obre a mesa <. redac-
cao da resolucao ororog.tiva, e pede dis-
pensa de intersticio para que a mesma re-
solucao entre desdo j em dscussao.
': concedida a dispensa pedida.
O Sr. Coelho Rodrigues (l8 secretario)
requer a a cmara coacede diapensa da
iopreaaao da redaejao, afim de ser o pro-
jecto remettido ao senado.
CEEU1TO AO MIMISTEBIO DA JUSTINA
Enlra era 3" discusso o pr jecto n. 18
de 1885, abrindo um cradito ao ministerio
da justica para polica secreta, Asylo de
Mendicidade e conduejao de presos.
Vem mesa, lida e entra em discus-
aao com o projecto a^aeguinte emenda subs-
titutiva :
< Art. 1." Substitua-se. Em vez de
aberto ao governo, palo ministerio da justi-
5a, o crdito suppleraentar de 79:2035933,
diga-se aberto ao governo pelo ministe-
rio d justi$a, o crdito supplementar de
07:872^235, que ser upplicado a despe-
zas das seguintes verbas : Despezas secre
tas da polioia 34:97 *J696. Asylo de Men-
digos 29:549^321). Condcelo do presos
2:713)9935. 0 mais como na proposta. Sala
las comraissoes, 10 de Junho de 1886. -
Siva Tavares. Peroira. -Pereira da Silva.
Mattoso Cmara. C Peixoto. Guahy.
Louronco de Albuquerque. Lucena.
Rodrigues Alves.
Ninguem pedindo a palavra, encerra-
da a discusso e posto a votos o projecto
adoptado com a emenda e remettido
comirsso de redaegao.
PBLICACA5 DOS DEBATES
Entra em dis-uiseao o parecer 124 de
1886 da commissao de polica sobre a pu-
blica9ao dos debates. s
O Mr. Candido de Olivclra na
da tem de objectar quanto ao contrato ste-
nographico para a publicoslo dos debates,
porque acha-o era boa e devida forma ;
mas quanto s instruc93as elaboradas pela
mesa para a publica93o dos debates, er
que ellas nilo satisfazem o intuito que o Sr.
presidente da cmara teve em vista, isto ,
evitar a rapro IUC9S0 de censuras, na folha
oficial, feitaa por um empregado do go-
verno a membros da cmara. Considera
essas instru:93e3 tao draconianas para
com os deputados, qae preferira deixar a
publicacao dos debates industria parti-
cular, a manter-se uraa institui^o dispen-
diosa e de luxo, corao a typographia na-
publicagao dos seus diacuraoa, pela qual
nao responsavel, porque aaham em 3*
pessoa e nSo os corrige ; mas queixam-se
os seus collegas, que muitas vezes preferi-
riam nao publicar cousa alguraa, a verem
adulterados >s seus pensaraentos.
Ninguem I na folha oficial os trabalhos
da cavara; quem quer ser lido pelos seus
amigos e pelo campanario recorre ao Jor-
nal do Commercio, e de seu bolsinho paga
os gasto8 da publiea9ao, qno dispen lio-
sa ; ao contrario, quem nao quizer ser lido
publique 03 seus discursos no Diario Of-
ficia l.
Attribue a culpa disto nao ndole ,do
nosso povo, refractaria lcitura de papis
oficiaos, mas forma porque redigido o
Diario Offiaal. Se aquella folba, para at-
trahir maior numero de leitoresy acorapa-
nhasse, era seccSes noticiosas, utteraras e
sciantificas, e moviraento do paiz e do mun-
do, certaraente podia tornar-ae at una
fonte de renda para o Estado.
Para que os desejos da mesa e da cma-
ra sejam rcalisadoa eonvra, aobretudo re-
formar-se o pessoal da redac9ao do Diario
Official.
O projecto de nstru'^Ses em d3CUSsilo
nao pode realisar os intuitos que a mesa
tem em vista relativamente a evitar aos
membros da cmara o desacato de que j
foi victima o seu collega Sr. Tarquinio de
Souza.
O Sr. presidente dividi o Diario Offi-
cial em duas secgSej, parlamentar o'ofi-
cial. Na 8ec9So parlamentar nada ser pu-
blicado com reh^Ho cmara ; isto o
Sr. Pedro de Barros nao mais poder,
nesta seccao, censurar o procedimento do
Sr. Tarquinio de Sjuza; mas nada impe-
de que esse senhor, as outras sec93es da
iolha, possa dizer obre a marcha dos tra-
balhos da cmara e com re^ao ao proce-
dimento doa deputados.
E' ini .ligo de privilegios, e por isso con-
deranaria urna clausula como a que tinha
outr'ora o contrato do Jornal do Commer-
cio com a cmara, de no poder o proce-
dimento do deputado ser apreciado na sec-
90 lvre daquelle jornal, por entender que
os deputados pelo seu procedimento que
ae fazem reapeitar, a nlo pelaa immunida-
dea da que se fa9am rodear, nao assim
cora relaco a urna folba do governo, pors
comprehende-se que o director do Jornal Of-
ficial, sendo subordinado a ura desmembras
do ministerio, nao pode de forma alguraa
ter a liberdade de aprecia9,o, que compete
a qualquer cidadao n'uma empreza*particu-
lar.
O desacato feto a um collega foi feito
cmara collectivamente. O Sr. presidente
proraetteu dir providencias; equaes foram
ellas ? A divisao dos trabalhss em duas sec-
93es, n'uma des quaes nSo perraitta mate-
ria estranha aos trabalhos da cmara. Isto
nao satizfaz, a por isso vai mandar uraa
emenda, que mantm illesa adignidale da
cmara, e espera seja approvada.
A principio deu parabens cmara por
ter nomeado seu presidenta ao Sr. Andra-
cional, montada de modo que constitue um de Figueira; mas tem notado a extrema
terrV6l concurrente
poica.
Urna lei de 1879 instituio um
a industria typogra-
como pri-
severidade de S. Exc. para com os ora-
dores, S. Exc. quf na oppos'^ao achava-
se sempre na brecha a discutir todos os
vilegio para a publicagao dos trabalhos da j assuraptos, e para quem a benevolencia e
cmara no Diario Officird; e em virtude
c A-liu.lo cut leiro que vendeu navalha
a Osear Rigault, alcuuha Rigolo. Procu-
rar este homem, partimos para Dijon pelo
priinciro trem.
Cases'ecve.
t Hotel Beaaajour Marselha.
F. ito isto voltou para o hotel, onde j
o esperava Flogny.
__ parta un expresso s. seis horas e
vinta c cinco minutos, disse esre ultimo,
chorremos amanha a Dijon. s cinco ho
o ^
ras da raanba.
Vagalume consultou o relogio.
Marcava quatro horas e meia.
- Vamos jantar, disse. elle, taraos tem-
po-
Os dous agentes descerara ao esenptono,
pagaram oa quartos, .que nao trabara oceu-
pado, jantaram no restaur.inta do
s seta horas e vinta e cinco minutos o
pr. 930 lvava-os para Dijon.
X
hotel e
ex-
logista deu um uilhete do
ment a Caseueuve, que o mettiu na Mt
teira e snhio da loja com Flogn/.
E:it">, n.eu i/' Iho, disse filie a Phos-
phoro, batendo-lhe no, liorabro, cornejas a
compreheuder que eu tinlia riizao e qae o
m-u faro'de cito de ca9a *ao me ai
velha a fiel
geria o esta
)T:

nava.
Concordo qu
que o nosso inquerito
o que vamos fazer?
Tu vais j es!
ferro... Vais^eaber a qa iiora da aoite
perte o trem para Dijon. .. e na:
te tomaremos esse tr.-.m. Eu, ei
von telegraphar m putruo.
Onda nos encontraremos ?
No hotel.
Os dous agentes se parara m-s
Caaen-uve entrou no escriptono do tele-
grapho e expedio o seguinta wlegramma :
.( Chefe do seguraba. Prrfeitor dt-
polica de Pariz.
Em Saint Julu?n-d,o-Sault tudo p
I correr conforme desejavau a bella herv
estaheloci- ,ia a a exe lente familia que Ihe
b m corao sua filh 1, to cordeal hofipita
li,lal.
E^ima Rosa ia readquirindo, pouco
pou-o, as for9'5s.
D pois de tres cur aivos regulare?, o dou-
ter pareca verificar que as desordens cere
s, que olla a principio eceiava, nao se
pioduziam.
Con duia dahi, dizii elle, qu-, seguado
toda^ as probabilidades, tomando, bem en-
teu lido, as mais uii:iuciojas preeaugSes, a
moca poderia ser transportada para Pariz
dali a dous das.
-*- Assim que chegu su-, casa, miaa
seal.ora, aacreflcentava elle dirig
-U, deve mandar xduaiar ura mflrop
a rpostr ir-lhe um estado qne tiz e que lbe
garei antes da senhora partir. Essa
estu o contera as uinhas obaerva^oaa rea
tiv s forida de sua filha e ao tratamento
eome9a lo por miro, tratamento eujos resul-
tados, como Be v, frara satisfactorios.
Era resumo, estava tudo combinado para
que a raSi e a filha partissens no da se-
grate.
Angela tinha escripto jua
criaia, qae na sua ausencia g
beloeimento de hervanara da ruadas D.i
mas.
Prevenia-ada hora da sua chcgada a da-
va-lbe orden para que preparasse o quar-
to de Emma Rosa.
Apezar da esperaba qae nascia na alma
da pobre mulher, as palavras do doutor
nao deixavara da Ihe causar uraa certa m-
pressao.
As reticencias cora que aeoinpanhava as
suas affirmajSss, o relatorio crcumstancia-
do que devia mostrar se, chagida do me-
dico encarregado de cuidar da joven doan-
te, pareciara inquietadores a Angela.
Estara Emma Rosa mais doente, mais
ameagda do qae ello realmente dizia ?
A billa hervanaria tinha press de ae
achar em P riz e consultar um medico, em
quera tinha toda a confian9a e que podia
informal a cora toda a franqueza.
O Sr. Dharvle tinha voltadopara casa,
ilcpois terminado 03 negocios que o afasta-
vaul uiomentaneamente de Saint Julien du-
Si-ult./
Quando ehegou, soubo o quo sa. tinha
p tasado e ticou desagradaVelmenta soapre-
heu lido quando souba que, na sua ausen-
cia, a justiga e a polica tinhara entrado em
sua casa.
Era to io o caso, isso nao impedio quei
testeraunhasse a Angela uma sincera com-
paixao e a cercasse de 10 las as considera-
coas, ; quaes tinha direito na sua dupla
qualidade le mulher, e de mulher desgra-
nada.
Renato Dharsdlle, fiel proraessa que fi-
zera na odeasiSo da partida, tinha escripto
ao seu amigo, informando o das resolugo.-s
tomadas a respeito daquella qua elle ama-
va.
LeQ respondeu logo pela volta do cor-
reio.
Comraunicava a Ranato a partida de seu
pai para Pariz.
dessa lei julgou-so a cmara na obrigagio
de publicar os seus trabalhos naquelle os-
tabalactmento. O senado tamhem adoptou
a mesma usanga at certo tempo ; mas l-
timamente nao so incommodou com o texto
da lei, e retirou do segrodo da folha ofi-
cial a publiaago dos seus debates, coa-
fiando-a ao jornal de mais circulago no
paiz.
Esta medida trouxe vantagem para o se-
nado porque, como sabe a cmara, a folha
official nao lida no paiz, nem progride.
Portanto, se o orador nao fosse Hetido
pela lei de 1879, pela necessidade de eco-
noma em que nos achamos, e anda pela
barateza do trabalho no Diario Official,
coademnaria tn ZtVntne a continuagao das
trabalbfl da cmara na folha do governo.
*s8m, justo que este servigo se manta-
nha na typographia nacional,
Comtu to preciso qua o servigo corres-
ponda aos intuitos do legislador, e o que
exiete absolutamente nao satisfaz, porqua
no Diario Official nao ha retisao ; tanto
os discursos como os pareceres e votos em
separado vm rasados de errosos mais eras-
sos e at de nec dades.
O orador conessa que nao sa queixa da
m
A sua carta, onde cada phrase, cada pa-
lavra fallava de-tnnaa. Rosa, respirava pro-
funda melancola
Um paragrapho incidente refera-so a
Angela Bornier.
a As'expleagBes dadas por meu pa, di-
zia "elle, n5o fizeram senao justificar os
raeuj rece03 vagos e de certo modo ins-
tintivos.
f A Sra Angela a filha, o infelizmen-
te a filha natural de Jayme Bernier, o ho-
rnera assassinado.
Como aceitar meu pai 'o meu amor
por Emma Rosa, em taes condig3-s ; elle,
qua nao admitte nada na vida que nao seja
da mais perfeita correegao ?
t Crei bem que esta amor, ao qual
comtudo por nada neste mundo consentira
em renunciar, faga a desgraga da rainha
existencia. Entretanto desespero ; mas ira-
cas alo as eaperangas qua tenho.
Tenho o coragao oppriraido e a alma
ero luto. Queixar-me um allivo, porque
sofiro muito.
Renato Dharvle, cujo coragao de ouro
conhecemoa, ficou profundamente atfiicto
com eita caria.
De novo o pelo seguinta corrcio eacreveu
ao aini'O, recommandando Ihe calma e co-
ragem e Eendo dili^effcia por lbe 'provar
quo nada estava perdido e que tudo se ar-
r .nja neste mundo cora farga de vontade,
paoiefceia e tempo.
E accreacentava: meu pai decidi que
|q devia partir para Pariz nos tas do De-
zembro. Se eu chegar aojP* de ti, fica
certo que xocutarei poutualmente o que
ficou combinftdd entro nos. Yocralugar a
mobiliar um pequeo aposento, onde o teu
a tolerancia da cmara nao tveram limi-
tes, porque o valente orador muitissimas
vezes excedeu a hora na tribuna. Entre-
tanto, hoje, tmpora mntantur... O presi-
dente da cmara o strcto observador dos
textos regmentaes. Louva-o porisso ; ma3
quando se nverterem os papis tambem o
orador pugnar por igual, stricta e legal
observancia do regiment, se bem qua S.
Exc. j vai sendo ma8 tolerante, como-o
foi o outro dia com o Sr. Ferreira Vianna.
Analysaudo as varias disposig3es das
instrucgdes para a publicagao dos debates,
acha muito restrictiva a clausula 7.*, se-
gundo a qual o deputado obligado a en-
tregar dentro do 60 horas o seu discurso
revisto, se quizer que seja publicado.
Se bem se lerabra, leu o orador ha diaa
o contrato entre o 8enado e o Jornal do
Commercio, e ah se concediam 30 dias
para o mesmo fim. A clausula 7a portan-
to uma condigSo de nferioridade em que
se quer collocar a cmara para com o 32-
nado relativamente publicagao dos sena
debates, pois nao em tao curto espago
de tempo que se pode fazer a reviso de
ura trabalho tao fastidioso, mortificante, a
muitas vezes impossivel.
(Continua,)
gela nao tinha deixado a cabecoira do leito
do sua filha e ahi se achava na occasiSo em
que levamos os nossos leitores a Saint-Ju-
lien-du Sault.
Acabava ella de dizer filh que o dou-
tor permittia que a levassero, no dia se-
grate, para Pariz.
Sabendo esta noticia, Emma Rosi expe-
rimentou uraa perturbagao que nSo escapou
a sua mai.
- Para Pariz V repetio ella.
Naturalmente ; mas por quo te ad-
miras ?
Pensava que, doanto como estou, tu
me levaras para Laroche, que mais per-
to do quo Par*.
O teu estado, querida filha, coraquan-
to j nilo seja grave, demanda cuidados
que s eu te posso prodigalisar. .. Ora,
me i npossivel auseotar-me por mais tempo
de Pariz. Quando tu estivers completa-
mente curada, entilo tomarei uma dec-
ala. .. deciJirei o que for opportuno fa-
zer. .
M3 tornarei a ver a Sra. Fontana 1
p^rguutou com animgito :i menina.
Nao foi S"m hesitar que Angda respon-
deu :
Naturalmente has de vol-a, minha
querida ; mas d'aqui a algum tempo. Por
agora, tudo est subordiaado ao teu resta-
bala i ment, mais ou menos prompto.
Emma d u um grande suspiro.
Angela agarrou-lhe as maos e, com voz
raeiga, ru'irmurou Iho perto do ouvido
Dir-se-hia ijue temes esta viagem, mi-
nha .auerida ; podpr-se hia suppr qu-. a
idea ffk tua residencia era Pariz e perto de
mim te asusta.
quarto fijar a tua espera. Nae nos deve-1^- Oj nao, nilo NSo o creas, minlia
moa separar. E' sobretodo na amiza ;
que a uniao faz a forja. Apressa a tua
partida de Dijon, so isso depen er de ti.
Tenho pressa em te apertar a mito o con-
solar, o uioHior qua puosa as toas maguas.
Teu do coragao ___
t Renato Dhakviixe.. *
Depois da visita do% magistrados, An-
adorada mil Sinto-ina tao fdi por estar
perto Uo ti! balbueiou a moca. Tn maa-
:ne Unto I Mas vou deix.r aquellas de
1 tambem gosto e, mo^ gra'.'o meu,
isto faz me tristeza.
Pariz nao loriga .le L.roche para
que essa separagao seja deiiaitiv.i.... /
das Darfetamentee n s r reconhecid''
do teu corago... mas qual a affeiglo que
guala de mai ?
Emma Boaa baixou os olhos sem respon-
der.
Um pensamento perturbador acabava do
Ihe atravessar o espirito.
Pensava em Leilo ; pouco depois replicou
com voz commovida :
Com que entao, mama, o sobrinhoda
Sra. Fontana.... aquelle que me salvou...
o Sr. Leao... parti 1
Sm, minha querida.
- por que que foi tao depressa ?
Porque tinha de voltar para Dijon,
para perto de seu pai.
- Nao o vi antes delle se ir embora...
comtudo desejava agradecer Ihe ainda uma
vez, como o devia, visto que sem elle, es-
tara morta.
Tu soffriaa, minha querida... e oa
teus soffrimentos, tirando-te, por moaiento,
a liberdade do espirito, nao te permittiam
velo, quando elle veio aqui dizer te o ulti-
mo adeus.
- O ultimo adeus repetio a menina
toda assustada. Entao eu nunca mais 0
lornarei a ver r*
Angela coiuprehendeu o pensamento da
filha e estremeceu em tolo o corpo.
Dalli era diante nao podia mais duvi-
dar.
Emma Rosa amava Leao Leroyer, ama-
va o com toda a forga da sua alma inge-
nua, amava com amor inconsciente e pro-
fundo.
D mais, sabia Angola que tal amor, pe-
las r*z3es que nos sao eonhecidas, nao po-
dia trazer como consequencia senao decep-
c5s e soffrimentos; mas como arrancar
t-sse amor ao coragao de sua filha ?
Sra porventura possivel dizer aquella
renina prostrada no leito da dor :
(Continuarse lia)
i I !
ua te e;
-.
1
Diario, rus Duque de Caxaa n.
1
OPK
* -