Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16611

Full Text
ipaiaii
AMO Lili -- flJOBO 142
PAftA A VAjnXJkkt LtCARKOi OA'BiE NAO ME PA Por tres mezes adiantadoi ... ....... rjjUU
Por seis ditos iclciu...... ...... 125000
r/or um auno :doai.............. 24f$000
Jada numero avulso, do mesmo da. R
-f
A 23 ai
1888
PARA DEKTRO E FORi A PROTIMCIA
Por leis mezes adianudos.....
Por nove ditos idem.
Por mu aiino dem.......
Cada numero .wulso, de diaa anteriores.
]305O-
20500
27(500*
Proprieltade fce JRanoel Jiqpevcda be Jar & Jlljos
TELEGSAMfflAS

?AaIIWM 23 SIA3I0
^
RIO DE JANEIRO, 22 de Junho, s 3
horas e 45 minutos da tsrrie. (Recebido
-s 5 horas o 15 minutos*, pelo cabo sub-
marino).

>a Cmara de* DcpuiadoM rsram
boje recoatiecidoa o poderea do Br.
Pacifico Manrarenhaa. eleilo pele
*. dlntrieto de Minan Gerae.
Foi apresentado o parecer da
commlfto de inquerieo obre aelei-
ra) do l?. diatrlcto de Minas te-
rac*. annullando o diploma do eon-
elbeiro Malla Machado, e reconbe-
cendo on poderes do Mr. He*-cnlano
Penna.
Ha um vol era separado reconhe-
cendo os poderes da conselbeiro
Malla Hachado.
A Cmara discuti o remenlo
do Ministerio de Estraugeiros e est
tratando da *.a dlscussao do. orra-
menio da Ministerio da Rustica.
SL7I$0 24 as-2-...l. 2A7A3
(Especial para o Diario)
LONDRES, 22 de Junho, ao meio dia.
Mabbado prximo ser dissulvida
a Cantara dos Communs.
O Sr. .ladiiiinc esta anda na E-
*osfa onde prosegu* na propagan-
da eleltoral ein pro dos seos projec-
tos de reforma poltica e agraria na
Irlanda
PARS, 22 de Junho.
No faenado contina a dlscussao do
projecto de lei relativo a expulso
dos prelendenles.
Dr.
PARS, 22 de Junho.
Teena cabido em Franca abundan-
tes chuva*, que teem causado gran-
des damnos.
As colbeitas esto seriamente
compromettidas. as communieacoes
acbam-sc dificultadas e a mar par-
te dos trabalbos Interrompidos.
Agencia Hayas, filia'.
22 de Junho de 1886.
em PernambucOj
INSTRGGIO POPULAR
PTH0L0G1A
( Extrahido )
DA BIBUOTHECA DO POVO E DAS ESCOLAS
Pan e.as divindades campestres
Vonrtnuaijo)
Outra, dae namoralaa que ainytli logia attr.uio
a Pan.- fo-a celebrada Echo, por qaem julgam
alguns que o deas m1 esire teve o prazer de ver
acolhidos os seus ".lanicios. Varios nythologos,
porm, tai mi i .- i-i. ni, e antes dizem que a for-
mosa Echo ae aehavi i.i lossilitada de attender ao
cortejo de Pan. do bu i coma estava pe i vio-
lentissima paixao que -i nlia por Narciso.
Ecb i ex nU urna gentil nympha,
qn tf-jmr** -: '' loitramente se apaixonar
J ..- : ii!, lisaioto, que inspiran-
do umji nqii.in.. o viam, tiuha o tatai condao de
aer insensivel pari com as que o jrequestavam.
Echo, vendo-sedeisdeuhada por Narciso, nao soube
esistir ao insSFrivci tormento de semelhancc re-
pulsa; no auge da consternadlo foi occultar seus
pungentissimos desgostos na solido das florestas,
e l feneccu de magoa ; l a metamorphosearam
em roebedo, depois de a rta, os deuses compade-
cidos ante a lastimosa sorte da desventurada.
Narcias, por tea lado tambem nao f ii mais feliz.
Desdenhoso para com todas as nympbas, teve o
gentil adolescente o infortunio de ver urna vez a
ana imagem refleetida n'agua quando sobre urna
fonte ae debrncra para beber.
Tao form so era, quede si proprio se enamorou.
Kna imprssibilidade de encontrar urna nympha
que em gentileza se Ihe assemelhasse, o desconso-
lado Narciso acabou tambem por morrer de dea-
gosto, ralado e consumido peles fogos de urna phan-
tastica paixao, qne elle nao poda satisfazer. Me-
tamorphosearam-n'o afina! os deuses na flor que
anda hoje conserva o seu proprio nome.
Den esta fabnla origem a um lindissimo poema
escripto em verdes annos pelo fallecido visconde
de Castilho. Constituem as Carlas de Echo e Nar-
ciso (tal o titulo)i urna das mais risonhai, das
graciosas, das mais proim-ttedoras primicias com
que o Ilustre poeta inauguren asaa brilhante car-
reir litteraria. Quem nos versos prezar pnreza
de linguagem, estylo ameno e vicoso, harmona
suavissima de matrificaco, tndo all a flux encon-
trai, em tudo all achara muitoque admirar e que
apprender.
(Contina)
m
MBTE UFFIClAt
Ministerio do Imperio
Per despachos do 12 do corrate mez :
Foi concedida 8 exoneraco que pedio o coos;-
lheiro Joan Jos de Oliveira Junqueira, do cargo
de ministro e secretario de Estado dos Negoc'o >
da Gnerra, passando a exercer esse cargo o con-
selheiro Alfredo Rodrigues Feruandes Chaves ;
Foi nomeado para o caigo de ministro e secre-
tario de estado dos negocios da marinba o depn-
tado Samuel Wallace Mac-Dowell, a quem se fe;
merc do titulo de eonselbo.
Foram agraciados:
Com o titulo de Bario de Gapivary o coronel
Porfirio Pereira Frajra;
Com o grao de ofnci-il da ordgsi da l isa
Gui inerme Augusto de Souza Leite.
Foram nomeados :
Trceiro vica presidente da p-ovincia do Espi-
rito SanJ. i, o major Joaquina Gomes Pinheiro, sen-
do exonerado Uano-'l Caetano Simoes;
Quarto vicepresidene da mos.-^a provincia, o
Dr. Raulino Francisco de Oliveira.
Por despacho de 5, foi n^mead presidente da
provincia de Goyaz o hachare! Luiz Silverio Al-
vi8 da Craz, sendo concedida ao bacbarel Gui-
Iherm Francisco da Cruz a exoneraba-1 que pedio
de mesmo cargo.
Por portarikS de 12 do corrente mez."
Foram nomeados Jos Guilo-rme da Silva
Duane para o lugar de secretario da inspectora
de hygiene da provincia de Hernari.buco, e Ma-
noel Caetano Rodrigues Jnior para o de secre-
tario da inspectora de sade do porto da provin-
cia do Para. *
I) < ir m-se sem eff-'ito aportara de 27 de Maio
ultimo, pela qual fra nonv..do Frederico Augus
to de Siqudira Cavalcaute para o primero dos re-
ferdjs lugares, visto nao ter aceitado a nomea-
co.
Ministerio da ^ustlea
Por decretos de 12 do corrente :
Foi declarado avulso o juiz de direita Jos
Theotonio Pacheco, visto nao ter no praao legal
entrado em exercicio na comarca do Rio Tocantns,
que Ihe havia sido designada por decreto de 31 de
Outubro de 1885.
Foi designada a comarca de Alaga do Moutoi-
ro, de 1" entrancia, na provincia da Parsbyba,
para neila ter exercicio o juiz de direito Joo Pe-
dro Saboia Bandeira de*MeHo.
Foram nomeedos juizes de direito :
Da comarca da Iinperatriz, de 1' entraaeia, na
provincia do Marauhao, o bacharel Jos Jaoiutho
Rorges Diniz-,
Da de Pedr II, de 1 entcaacia, na do Piauhy,
o bacharel Jos Furtado de Mrndonr;;
Da de Campo Maior, de Ia eatrancia, na meema
provincia, o bacharel Helviiio Olementino de
Agaiar;
Da de Floresta, de l1 entrais, na de Peraam-
buco, o bacharel Arcouco Pereira da Silva;
Da da Franca, de 1* entrancia, na provincia de
K. Paulo, o bacharel Jos Joaqun Cardosode
Mello Jnior;
Da do Ro Tocantins, de 1 eatrancia, na pro-
vincia de Goyat, o bacharel Artbur Henriques de
Figueirede Mello.
Juizes municipaes o de orphaos :
Do termos reunidos de Marvao Humildes, na
provincia de Maranhao. o bacharel Jos Lourenc3
de Moraese Silva-,
Do de Prata, na de Minas-Geraes, o bacharel
Duarte Pimentel de Uihoa.
Quarto juiz substituto da comarca da capitil
da provincia de r*eraambuco, o bacharel Antonio
Pedr das Neves.
Por decreto de 14 da corrente. foi nomeado
miuistro do Supremo Tribunal de Justica odesem-
bargador conselbeiro Luis Carlos de Paiva Tei-
xera.
Foram expedidos os sejruintes avisos:
Circular.Ministerio dos Negocios da Justica.
2 seceo. Rio de Janeiro, 11 de Junho de
1856.
Illm. e Exm. Sr.Convindo qne as cartas roga-
torias expedidas para fra do imperio sajam sem-
pre acompanhadas de ama tradcelo ecx lingua
do paz onde tiverem de ser cumplidas, ou pelo
menos em liugua frauceza* recommendo a V. Exc.
que as.s.a o faca constar s justics dessa pro-
vincia.
Deus guarde a V. ExcJoaquim DtIf.uo Ri-
beiro da Luz.Sr. presidente da provincia de...
Ministerio dos Negocios da Justina.2* seccao.
Rio de Janeiro, 12 de Junho de 1886.
Illm. e Exm. Sr.-Em r<-sposta ao officiou. 46
de 21 de Abril ultimo, e com referencia ao que
reaolveu essa presi :encia sobre representaelo do
promotor publico da comarca do Riachao, declaro
a V. Exc :
Que nao ha incompatibilidade em servirem dous
snpplentes de juiz municipal, sendo um sobrinbo
do outro.
Que, segundo a doutrina do aviso de 18 do mez
lio Jo, expedido sobre consulta da seccto le Justi-
ca do eonselbo de estado, a dispoeicao do art. 6,
l", 3 hypothese do decreto c. 4824 de 22 de
Novembro de 1881, applicavel at supplente do
juiz municipal que deixa o exercicio pjr mais de
6 mezes.
Deus guarde a V. Exc.Joaaaim De/fino Ri
beiro da Luz.Sr. presidente da provincia do Ma-
ranhlo.
Ministerio dos Negocios da Justica.2' seccao.
Rio de Janeiro, 14 de Junho de 1886.
Illm. e Exm. Sr.Em resposta ao oficio n. J35
de 13 de Novembro ultimo, e com referencia re-
clamacao de Joo da Motta > arvalho contra o ac-
to da presidencia, pelo qaal, Jos Frederico de
Oliveira e elle reciamente, foram destituidos dos
cargos de 1* e 2* supplentes do juiz munieipal e
de orphSos do termo dessa capital, declaro a V.
Exc, de accordo com a doutrina do aviso de 18
do mez fin i i, que, existindo impedimento prolon-
gado desde que o supplente do juiz municipal
deixa o exercicio po* mais de 6 mezes. bem proce-
den essa presidencia applicando Aquelles cidadaos
a disposico do art. 6, 1, 3 hypothese do de-
creto n. 4824 de 22 de Novembro de 1871.
Deus guarde a V. Excoaqaim Delfino Ri-
beiro da Luz.Sr. presidente da provincia de Ser-
gipe.
Ministerio dos Negocios da Justica.2.a sec
cao.Rio de Janeiro, 14 de Juoho de 1886.
Illm. e Exm. Sr.Em resposta ae oficio dessa
presidencia n. 40 de 4 do mez findo, que me foi
transmitido pelo Ministerio do Imperio, declaro a
V. Exc. de accordo com os avisos ns. 597 de 31
de Dezembro de 1871, 432 de 19 de Novembro de
1872 e 452 de 21 de Setembro de 1880, que, ca-
bendo a cada juiz de paz exercer o cargo durante
um anno, nao poiia o cidadao Rayinuudo Pereira
de Siqueira, juiz de paz da paroebia de Santo
Antonio do Rccife, ser privado do exercicio como
proprietario do 4. nnno, para que foi eleito, em -
Dora por mudanca de residencia do ju'z de psz
do 3. anno, o houveste substituido temporaria-
mente.
Deus guarde a V. Exc. Joaquim Delfino Ri-
beiro da Lux.Sr. presidente da provincia de
Pernambuco. Communicou-se ao Ministerio do
Imperio.
Circular.Ministerio dos Negocios da Justina.
3.a scelo.Rio de Janeiro em 15 de Junho de
1886.
Illm. e Exm. Sr.Haja V. Exc. de expedir as
convenientes ordena para que a communicacao
dss sentencas penase a qne se refere o decreto a.
7779 de 28 de Junho de 1880, seja sempre feita de
accordo com o modelo junto, como j toi recom-
mendado em aviso ciicular de 4 de Abril de
1881.
Deus gnarde a V. Exc' Joaquim Delfino Ri-
beiro da LeSr. presidente da provincia de...
passado, de c ntormid ide com o que diapoe o art.
31 do regulamento approvado pelo decreto u. 772
de 30 de Marco de 1851.
Foram transferidos :
Para o 4.a batalhao de artilharia a p, o major
do 1. Antonio Gomes Pimentel.
Para a 7.' companhia do 6. batalhao d infan
taris, o cxpito do 16 Luiz Alves Leite de Oli-
veira Salgado.
Para a !).-' companhia do 11. batalhao, o ca
pitan dj 17.o J0J0 Agostinho Rosauro de Al-
nenla.
Para a 2. compauhia do 16.* bitallnlo. o capi-
tn do 6.*, Jacintho Carneiro de Oliveira.
Para 7." companhia do 17. batalhao. o cap to
do 11.*, Ignacio Hennq-ies do Gouva.
Para a 2 classe do rxercito, de conformidade
coin a immediata e imperial resolucao de 1 de
Abril de 1871, o alferes do 4 batalhao de infan-
taria Elisiario Antonio de iiveira Miranda, visto
ter sido em nspeccao de sade julgado ineapaz
para o servic:> do mesmo exercito.
Foi nomeado 2." oficial da Secretaria de Es-
tado dos Negocios da Guerr. o amanuense da
mesma Secretaria Manoel Vaz de Barros.
Por p irtaria caquella data foi nomeado ama-
nurns- da referida Secretaria de Estado o prati-
cante Alfredo Carneiro de Barros Azevedo.
Por portaras de 10 tambem do corrents :
Foi da^Dunsado do lugar de mombro da enm-
onas! > de pmmoco's o marechal de campo Vis-
conde de Maracaju', conforme podio e nos termos
do art. 1. do decreto n. 4,619 de 4 de Novombro
de 1870. ,
Foi nomealo encarr gado do deposito de pl-
vora da Iba do B.iqueirao o 2." tenentc reforanado
do exercito Olavo Franca.
Por portara de 12 tambem do corrente, foi no-
meado secretario interino da capitana do porto
do Maranhao, Bento Fratao Raposo.
Em 12 do corrente foi nomeado o capito-teaente
Manoel Pereira Pinto Bravo para commandar a
Eaeoln de Aprendizes Marinheiros do Cear, fi-
cando exoni*rado desse commando o 1.* teaente
Carlos Vidal de Oliveira Freitas.
Por aviso de 15 do corrente mez foi nomeado o
1. teitettte Bento Jos Manso Sayao, para servir
de instructor da guarmcao das torpedeiras.
------------ toverao
DESl'APHOS
da Provincia
DA PRESIDENCIA DO DIA 19 OE
JCXHO DE 1886.
Ministerio da Agricultura
Por portara de 12 do corrente foi declarada
sea effeito a de 3 de Fevereiro prximo passado,
qne exonerou e engenheiro Joao Soter Tompaon
Viegas do cargo de ajndante da commlssao de
melnoramentos do rio Parnahyba.
Ministerio da Guerra
Por decretos de 5 do errente :
Foi promovido i effectividade do posto, o cirur
gio-mr de brigada graduado do corpo de sade
do exercito, Dr. Manoel Lopes de Oliveira Ramos,
contando antiguidade de 31 de Outubro do anno
Antonio Fon seca e Sirva. Informo oSr.
inspector da Thesouraria de Fazenda.
Antonio Borges da Silveira Lobo.Pro-
rogue se.
Antonio Diniz Estalote.Remettido ao Sr.
inspector da Thesouraria do Fazenda para
prestar ao pedido a considci-ajilo que me-
recer.
Companhia Meesageries Mari times.In-
forme com urgancla o Sr. inspector do
Ttiesouro Provincial.
Jesuina t]gypcaca de LimaMoura. In-
forme o Sr. brigadeiro commandante das
armas.
Joao Marinho de Barros. Informe o Sr.
Dr. chefe de poli'a.
Luiz Felippe dos Santos Porto.Infor
me o Sr. inspector do Theaouro Provin-
cial.
Luiz Prente Vianna e outro.Remetti-
do ao Sr. inspector da Thesouraria de Fa
zenda para mandar attender, nos termos
de sua informacao n. 413 de 17 do cor-
rente.
Mara Francisca Pereira. Informe o
Sr. inspector do Thesouro Provincial.
Bacbarel Manoel Antonio dos Passos e
Silva.Nesta data solicito o preciso crdi-
to ao Ministerio do Imperio.
Rodolpbo Crespo. V rifieando-se das
infor:naco'.'s prestadas pelo commandante
do corpo de polica, que o saldo na impor-
tancia de 67)5124, tendo sido devolvido de
Ouri-ury, por nao se a:har mais alli o sup-
plieante, a {quem devia ssr entregue, dei-
xou de sor recoluido polo sargento que o
trouxera, s havendo conbecimento desse
facto doloso, em virtude da reclamacSo do
supplicante, nada ha a deferir; cabendo,
entretanto, ao peticionario promover, peran-
te ob tribunaes ordinarios, o que julgar a
bein de seus direitos, porquaato 0 referido
sargento foi excluido do corpo e o offi ial
que, so diz, ooocorrou tambem para a pra-
tica do facto foi exonerado, antes de tal re
clamacao, sendo por isso hoja mpossivel
contra ambos baver qualqucr prosedimento
por parte desta presidencia.
21 -
Abaizo aesignado de agricultores de S.
Lourenco da Matta. tneaminhe-se, pa-
gando os supplicantes o porte no correio.
Antonio Jos Maia & C. Cerifique-se.
Antonio E. do Espirito Santo. Informe
o Sr. inspector do Thesouro Provincial.
Bento da Rjcba. -Passe portara e a res-
pectiva carta de naturalidacao. .
Bacbarel Cicero O. Peregrino da Silva.
Remettido ao Sr. inspector do Thesouro
Provincial, para mandar attender de ac-
cordo com sua informacao de 1 do corren-
te, sob n. 678.
Francisco Tavares da Silva Cavalcante.
Aguarde a praca.
Francisco do Paula Souza Leao.Re-
mettido junta medica Provincial, a quem
o supplicante se aprc sentar para ser ins-
peccionado.
Gerente da Companhia Santa Tbereza.
Por ora nao tem lugar.
O mesmo.dem.
Generosa To Rgo Medeiros Cavalcante
de Albuquerque. Sm.
Jos Antonio da Silva Lemos. Informe
o Sr. juiz municipal o de orphaos do termo
de S. Benlo.
Jos de Oliveira Castro. -Remettido ao
Sr. inspector da Thesouraria de Fazenda,
para mandar attender de aceordo cjm sua
informagSo de 18 do corre ile, sob n. 419.
Joao Ignacio Ribeiro Roma. Deferido
com officio desta data Thesouraria de
Fazenda.
Jos Goncalves. O supplicante deve
reclamar primeiramente perante a agencia
em que registrou o valor, de conformidade
com as instruccS >s de 1 de Dezembro de
1866.
Tenente-coronel Jos dos Santos Silva e
sua mulhor.Requeira ao Thesouro fro
vincul o '|U julgar a bem de seus direi-
tos, vista do art. 5o % 4o do regula-nen-
to de 2 de Julho de 1879.
Coronel Miguel Tolentino Pires FaleZo.
- Informe o Sr. engenheiro chefe da re-
particao das Obras Publicas.
Dr. Pedro de Athayde Libo Moacoso.
-Hoje faco constar Thesouraria de Fa-
zenda os vencimentos que cabem ao sup-
plicante .
r'eiro Antonio de Mello. Indefrilo
era vista da iaformacan.
Pedro de Barros Wanderley.Informe
o Sr. Dr. juiz de dircito da comarca de
Barreiros.
Secretara da Presidencia de Pernambu-
co, em 22 de Junho de 1886.
O porteiro,
J. L Viegas:
Repartico da polica
Seccao 2.* N. 620. Secretara da Po-
lica de Pernambuco, 22 de Junho de 1886.
Illm. e Exm. Sr.Participo a V. Exc.
que foram recolhidns na Casa de Deten-
ciio os seguintes individuos :
A' minha ordetn, Joao Felippe Santiago, Ma-
noel da Silva Nascimento e Ludovico, escravo do
Dr. Domingos Pereira de Azevedo Ferraz, vindo
de Fernando como criminoso.
A' ordem do subdelegade do Recife, Antonia
Russo, requisico do cnsul da Italia
A' ordm do de Santo Antonio, Vicencia de taL
alienada, minha disposico, at que possa ser
transportada para e asylo da Tamarineira ; The-
reza Serafiua de Jess, Antonio Jos Baptista,
Augusto Bruno de Souza Ferreira, Mexi niano
Pereira d* Cunha e Anastacio Raymundo Guima-
rSes, por embriaguez e disturbios.
A' ordem do do 2 district) da Boa-Vista, Lou-
renco Barbosa de Farias e Mara Esperanca da
Conceican por disturbios.
No dia 19 dorrente, 'l ora da tardo e em
trras do engenbo Pmdoba, not<*rmi de Pao d'A-
Iho, o individuo de nou.e Lniz de Franca, levado
por motivo de cinmes, assassinou a sua propria
mulher Barbara de tal e ferio gravemente a um
sen innao de nome Feliciano, escravo do tenente
Jos Lino Marques Bacalho.
O delinquente tendo conseguido evadir-ae aps
o crime, apre3entou-se voluntaram-nte no da se-
guinte ao delegado do referido termo e foi reco-
hido cadeia.
A tal respeito proceden-se nos ulteriores termos
da lei.
Commuuicou-me o delegado do district) da
Pedn, que no dia 9 do corrente fra capturado
alli o individuo de norae Autonio Gramelleira, pro-
pronunciado em crime de furto na comarca de
Cimbres.
No dia 19 do corrate o individmo de nome
Sevcrino Gomes de Lima, morador em Cha do Car-
pina, do termo ue Pao d'Arho, ferio gravemente a
Joao Jos dos Santos.
O delinquente foi preso em flagrante e contra o
mesmo procedeu-ae nos tersaos do inquerito poli-
cial.
Por se achar pronunciado em crime de ten-
tativa de roubi, foi preso ante-hontem e recolbido
cadfia de Pao d'Alho o in lividuo de nome Ma-
noel de tal, eonheeido por Manoel Vapor.
Deus guarde a V. Exc.illm. e Exm.
Sr. Dr. Ignacio Joaquim de Souza Leao,
muito digno vice-presidente da provincia
O chefe de poli:a, Antonio Domingos
Pinto.
Rio Grande do Mal
Datas at 10 de Junho:
O tribunal da Rilaclo pronunciou no artigo 150
doC'digo criminal com advertincia o juiz dedireito
de J i guari, bich.irel Francisco Jos de Souz t
X "gueirs, e julgou improcedente a denuncia dada
pelo ex-promotor Jeronymo Pava > contra o juiz
de direito de Santa Maria da Boca do Monte, Dr.
Felipe Alves d-* Oliveira.
Sobre a barra de Pelotas diz a Dcusso que
comfeam sentir-so os erfeitos da retirada da dra-
ga e respectivos batelosda foz de SGoncalo. Al-
guns navios do alto bordo estilo inhibidos do entrar
e sahir a barra, era consequencia a* glande va-
santn das aguas. O canal, naquelle ponto, suppo.'-
se estar algum tanto obstruido, o que impide a
franca navegacao, isto motivado p"!o arreamento.
Na cidad'j do io Grande, Migue! Vansilot, s-.hi
do ha pouco da cadeia, onde cumpria a pena de 6
annos do pristo por crio)1* de asassinato, en'rni
em casa de Vascj Antonio de Freitas e depois de
fazpr-lhe diversos erim^ntos raptou Ihe ama fiiha.
O delinquente foi pre9o.
^ Pelo Dr. Ulyeses Bitinga, juiz municipal da
cidade visinha, foram pronunciados Francisco De-
eurey e Joao Maisonave Filho, como fabricantes, e
Francisco Almeida, conheci.^o por Viola, como in-
troductor de moeda falsa.
Sobre o seg indo destes ind:vidujs reeebeu
del-gado de polica de Pelotas, telegramma do seu
col lega de Bag, reclamandc a sua prsao por ter
oraticado um grande roubo nuquella cidade.
Aalfandega de Porto-Alegre renleu nom-z fin-
do 257:242^810.
Paran
Datas at 11 de Junho :
- Diz a Gazeta Paranaeiue de G do corrent :
" O Sr. agente official de coloBisaco chegou an
ti'-hor.terr. capital, trazando em sua companhia
55 familias de immigrantes cora 280 individuos.
D'-stas familias, polacas todas, ji o mesmo ap;( nte
destinou 20 para surera esfibelecidas nos lites va-
gos dos ncleosSanta Catharina e Alice, no mu-
nicipio de Campo Largo.
Para a cullocacao dos demais inmigrantes re-
cem-chegados o Sr. Dr. viee-presilente da pr cia est providenciando no sentido do ser-ra tiles
quinto antes bem localisados.
O Sr. Dr. vice-presidente, acompanbado do
agente official de coloni jucao, ante-bontem mesmo,
visitou esses immigrantes na hospedara encon-
trando-os bem acothidos e muito satisfeitos pelo
agasalho e trato que receberaui durante a viagera,
e alli percorreu todo o edificio da hospedara, que
enecntrou em n.uita ordem, e entendeu-se cora al-
oih dos rece chegados que mostraram-se con-
-tentissimos pelo modo por que toram aqu recei-
dos e sao tratados.
Accreacenta a mesma folha em data de 9 :
O Sr. I" vice-presidente, Dr Faria -'obrinho,
visitou hontem a hospedara dos immigrantes, em
companhia do director da Socedade de Immigra-
cao desta capital, E. Bendazeski, e all chegado
mformou-se com niinuciosidade das cendices cli-
matolgicas dos recem chegados, afim de locali-
eal os o mais convenientemente possivel.
De aejordo com o Sr. Soares de Merel'es,
agente official de colo'tisacio, e depois de ouvir
muitos dos immigrantes, resolveu distribuir 141
para o ncleo Santa Christina, os quaes deverao
seguir hoje para aqu :lle ncleo.
Hivendo seis familias compistas de 27 pes-
soas que eraigraram de sua pitria pr convite de
immigrantes parentes e conhecidos, estabe'ecdos
era Castro, S. Exc, informad i de que desejavain
estes estabelecerem-se naquel.e lugar, e nao que-
rendo que fiquem mal localisados, pedio inforraa-
5e8 ao presidente da Sociedade de Irtmigracao da
cidade de Ca tro, e depois dillas resolver acerca
da remess i dos meamos immigrantes, conforme o
desejo que manif.staram.
Falleccu na capital) D. Josepha Francisca Bar-
bosa de Brto, esposa o Sr. Jos Antonio Barbosa
de Brito Jej.
contacta. Perderam-se todas a hortas; os poma
res soffieram grandemente. Os cals de umitas
tazendas correram pelo rio K igado.
F.iram grandes os estragos e enormes os pre-
juizos. At o momento em que eserevemos, anda
nao temos recebido informacies de muitos luga-
res ; sabemos, entretanto, que a tempestade nao
passou da zona de uma legua em redor da eidade.
Pelo que temos ouvid a varios lavrad'ires relati-
vamentp aos prejuzos havidos em suas fazendas e
pelo que temos visto dentro d* eidade, eremos nao
havi'r exagero em calcular os orejuizos no valor
de 100:0005- =9
o J estava preparada esla noticia, quando re-
cebemos do Sr. ceron-1 Joaquim Senra, fazendeiro
ueste municipio a* lo:
M-nte-V rdi-. Fazenda da Viirg-ra Grande, 9
de Junho de 1886Sr. Redactor.Envi Ihe a
segunte noticia, da qual garanto a veracidade, e
que V. publicar, se achar conveniente. H; je, s
4 horas da tarde, cabio aqu toite chuva torren-
cial, ae mpanhada de tuf J > e mura pedra ; as pe-
dras cahira.-i apenas durante uns dou minutos,
pois do contririo devastara tudo. Un nosso es-
cravo ficou bastante m iltratado por algum is po-
dras. Militas arrobas de c if foram levadas pelas
a^uas. Nao posso aiuda avaliar o prejuizo, queja
prevejo nao ter sido pequeo. Mal acabiva de es-
eraver e9tas linhas, cabio nova chuva de podras,
granle numero das quaes saos sem exagero, do ta-
ina-'li i das laranjas a que chamamos ra xcriquei-
ras. Enorme deve ter sido o prejuizo .
m. Paulo
Datas at 16 de Junho :
L-ae no Correio de Campias de 12 :
A antaridade polieial de Mogy-mrim com-
municou ai deiegado de polija desta cidade o se-
guinte facto, em data de 8 do corrente:
O Sr. Joaquim Pinto Adorno, fazendeiro em
Moiry-inirim, refer) a respectiva delegara de
potira que hav<*ria 16 das, um individuo de na-
cioualidade italiana e que diss-: chamarse Aman-
cio, e ser morador em Campias, ra Lusitana,
pernoitra em sua fazenda ; que no dia seguinte
se ausentara lu.-ando alguna nbjeotos, dizendo que
:a vndelos e que voltaria no mesmo da, sem que
tenha apparecido mais.
Em poder Oo Sr. Adorno deixra o alludido
italiano um animal arreiaio, um bah, uma
pistola, dous saceos eon'.eudo oojectos le cobre e
de folha.
A demora em apreseatar se o dono d'aquel-
les oojectos a reclarnal-os, d que scismar. ..
Teremos mais um erime a desvendar ? Ter
o h imem sido victima de algum accidente casual
ou vivera por ahi incgnito ?
' Eis o que resta saber .
Em Itatiba, o menino Olegario, de 3 annos
de iade, tendo comido algumas tructas de jove-
va, morreu envenenado poueas horas depois, ape-
zar das convenientes applcar'oes msdicaj.
Em Campias, os fcstsiroa do Esoirito-Santo,
Antonio Caldoso dos Santos e D Apia Bueno
de Barros, distribuirn! pelos pobres, na occasiao
da testa, 1:0005 em esmolas.
DIARIO DE PEKnAJaBCO
RECIFE, 23 DE JUNHO DE 1886
Noticias do Pacifico, Hio da
"rala csnl d Imperio
O paquete inglez Galicia, entrado hontem do sul
trouxe aa seguintes noticias e das que constamda
rubrica ParleQfficialk
Pacifico
Datas at 28 de Maio :
Installou-'e em Lima, no dia 30 do passado, o
congresso peruano.
A menaagrm de abertura exprime relacoes cor-
diaes :oin a China.
O ministerio de Caeeres fieouassim constituido:
ministro do interior, Solar; dos negocios estran-
geiro, Rivaa: da guerra, Borgano; da fazenda
Bryces; da justica, Pasos
N i dia 1 do correte realisoti-se a abertura so-
lemne do congresso chileno, com assistencia de todo
o corpo diplomtico.
A mensagem do presidente Santa Maria diz que
tem havido paz e tranquillidade, e noticia que no
anno findo a divida pubica ficou diminuida de 12
nilhues, esperando que melbore a sicuacao finan-
cira.
Despedio-se do congresso, declarando que nao
intervir absolutameo na eleicao do seu succes
sur e retirar-se-ha 4 vida privada com a conscien-
cia de ha ver enmprido o seu dever.
Ficou resolvida questao do Chile com o Vati-
cano. Foram nomeados: arcebispo de Santiago,
Mariano Casanova, bispo da Concepcin, Fernando
BlaiC, e bispo de Ancud, Agobtinho Luc.ro.
Falleceu o estadista Antonio Varas no dia ira
mediato ac em que tinba sido reeleito presi lente
do senado. Era tambem vice-presidente do conse -
Iho de estado. Teve honras fnebres do vice-pre-
sidente da repblica.
Blu da Prata
Datas de Buenos-Ayres at 6, de Montevideo at
11 de Junho.
Na Repblica Argentina o ministro dos negocios
estrangeiros dirigi ao senado uma mensagem, in
firmando qne a 7 de Marceo ultimo foi trocado no
Rio de Janeiro o tracrado para reconhecimento
dos 4 ros e territorios em litigio em Missoes, 'ao
qual o congresso prestou sua approvaco a 28 de
Setembro de anno passado, sendo por isso necea-
gario nemear a comraisso exploradora. Para esse
fim o poder executivo apresentou um projecto de
lei abrindo um crdito supplementar de 60,000 pe-
sos, no intuito de dar cumprimento ao tractado.
O sobredio ministro pn.hibio apubeicao dono
ticias polticas referentes ao litigio da questo de
Miss-s.
Foi exonerado Eduardo Calvari do cargo de
consnl geral em Genova, sendo nomeado o Dr. Bo-
nifacio Peralte Uriarte paa o substituir.
O motivo da destitucio de Calvari foi ter elle
eatabelecido, sem autonsarjao, uma expedicSo de
cerificados de bom procedimonto para os immi-
grantes, obrigando-os apagar cada um 5 liras.
lelegrammas de Buenos Ayrvs, expedidos a 9
para Montevideo e alli publicados, dizem qne con-
tinuavam aa chuvas a inundar tudo. No porto bou
ve desastres. O vento derrubou arvores e planta
ces, causando damnos importantes.
Foram loltoa os individuos considerados cm-
plices de Monjes no attentade contra o general
Roca.
O senado da Repblica Oriental conceden venia
ac poder executivo para noraear Joo L. Cuestas
enviado extraordinario e ministro plenipotenciario
da mesma repblica na Argentina, em substituido
de Apoliaario Gnyoso. a quem lora concedida li-
cenca.
Santa Catbarlna
Dttas at L de Junio :
As noticias sao de interegse lo ral.
O Sr ministro da justica reeebeu no dia 14,
do presidente da provincia de Santa Catharina, s
10 horas da noite o seguinte telegramma :
_ Em 18 coliegios: Taunay 815, Rib-iro 706,
Silveira 677, Marra 545, Malburg 527, Diogo441.
Hiii.-i -Cieraea
Datas at 13 de Junho :
D.z o Pombense :
' A geada, que tantos estragos causou na pro
vincia de S. Paulo e sul desta provincia, tambera
se tem fito sentir horrivelmente na freguezia das
Dores do Turyo deste termo, fieando litteralinente
perdida toda a plantacao d tumi.
Nos terrenos quem da serra dos Carantonas
as plan'acoes por emquanto nada teem seffrido
Sobre o co o fleto que se deu no Rio-Xovo,
diz o mesmo peridico o seguinte :
O capilo Jos Autunes, achaudo-se condem-
uado a 15 diadde priso, recolneu-se e&deia para
cumprir a sentenca; o juiz municipal, sabendo
que o reo ce acbava na sala livre, maudou por oi
caos de justica recolbel-o enxovia.
O delegado de policix, sobrinbo do ro, e pr
cuja autorisacao se achava este ua sala livre, op-
opp.z-se tenazmente referida ordem; o juiz en-
t ndendo que era lidibriado pelo delegado reumo
f rci e foi eadeia para fazer cumprir sua deter-
minado, sendo re jelido pelo delegado e forca pu-
olica s suas ordens, bavendo tiros e caceta la*.
O Dr. chefe de polica por ordem do presiden
te da provincia alli comparec.u e mandou prose-
guir no inquerito.
Os anim >s j se acham acalmados.
Em C ixamb na noite de 6 um grupo de des-
ordeiros percorreu algumas ru >s lesta povoa^o,
tentando forcar algumas portas e destechando tiros
na portt da casa de residencia do Sr. Constancio
Joaquim Ferieira, proprietario d> hot 1 Ferreira,
e na do negoci > de seu irmo, o Sr. Joaquim Jos
Ferreira, eatabelecido no mesmo predio.
Na casa do Sr. Constan-io alguns graos de
chumbo vararam a porta e foram cravar-se na pa-
rede opposta da sala.
Em n nt s anteriores j tinha havido tambem
disturbios, embora nao tao grand-s cora o o da noi-
te de domingo, que, como se v, ch'gou ao ex
cesso
L-se no Mar de Hespanha de 13 :
Na quart* feira 9 di corrent", pelas 3 horas
e tres qurtrtos da tarde, cabio nesta cidade uma
chuva de pe Iras que durou cerca de 15 minutos,
havendo um intervallo talvez de outros 15 m u-
tos, aps o qual eihio nova carga de ptdras.
O volume das maiores pedras foi avahado em
33 centmetros cbicos, sendo, conseguratercente,
o seu dimetro de 0m,t*4.
Uma lufada de vento WSW, penetrando por
uma das janellaa later-ies do pavimento superior
da nova igreja matriz, com a mpetuosid&de, mais
ou monos, de 33 oetros por segando, arremessou
Rio de Janeiro
Datas at 17 de Junho :
Proscguiam es trabalhos do parlamento.
No senado, 12, nao houve sesso.
No meemo dia na cmara dos depulados sobre
um requerimento da 3.a commissio de inquerito
pedindo informacoes a respeito da eleicao do 8.
districto de Minas, oraram os Srs. Candido de OU
veira, Carlos Peixoto, Lourenco de Albuquerque
Lemos e Beltro, fieando adiada por tres das a
votacao do requerimento. Na 1.a parte da ordem
do dia o Sr. paire Costa Aguiar fundainentou um
projecto e o Sr. Miltou um requerimento. Na 2a
parte, sobre a navegaco para o sul do imperio,
oranra os Srs. Taynay. Alves de Araujo,. minis-
tro da agricultura e Euphrasio Ccrreia.
.No senado, 14, o Sr. Barao de Cotegipe
(presidente do conse ho) dea exphcieoes a respei-
to da recomposicao ministerial. A este respeito
fez varias consideracoes o Sr. Franco de S, e
respon leu o Sr. presidente do eonselbo.
Continuou a 2a discussao da proposta de fixacao
de forjas navales, e foi encerrada depois de algu-
mas observaces dos Srs presidente do conselho e
Silveira Martina. A proposta passoa 3a discus-
sao, sendo dispensado o intersticio.
Pmseguio a 3a discussao lo projecto alterando a
forma da eleicao de vereadores e juizes de paz.
Oraram o Sr. Dantas, Ignacio Martina e Fausto
de Aguiar, e ficou adiada pela hora.
Na cmara dos depatados, no mesmo dia,
depois de observaces dos Srs. Alfonso Celso J-
nior, presidente, Candido de Oliveira e ministro
da fazenda, sobre a mortifieafo ministerial e do
Sr. Soares sobre a publicacao no Diario Official
de uma brochara no ordem do dia, foi votado em
Ia e 2* discujsoes o contracto sobre a llurninacao
a gaz aa c dade do rio de Janeiro Sobre o ora-
me.iti do imperio orn o Sr. Lourenco de Albu-
querque e sob a forca naval, os Srs. Americo de
Souza e Alfonso Celso Jnior.
o Senado, 15, tntrou em discussao, o re-
querimenCo do Sr. Visconde de Paranagu, adiado
na sessao de 8 io corrente, pedindo informacies a
respeito de acontecimeotoa que se deram na co-
marca de Amarante, provincia de Piauhy; efei
approvado sem mais debate.
Continuou a discussao do requerimento do Sr.
Meira de Vasconcellos, apresentado na ses3o de
11, sobre factos c racernentes aiministracao da
provincia da Parabyba do Norte; oraram os Srs-
Diog i Velho e Baro de Cotegipe (presidente do
cons-lho) e ficoo a discussao adiada.
Sera debate foi approvada em 3" discussao a
proposta de fixacao ae loicas navaes para o anno
de 1886 1887, e proseguio a 3a discussao do pro-
jecto que altera a lei eleitoral na parte referente
eleicao de vereadores e juizes de paz, oraram os
Srs. Meira de Vasconcellos e Barao de Cotrgipe,
e ficou a discussao adiada para passar-se ulti-
ma parte da ordem do da.
Eutrou em 2" discussao aproposicao prorogati-
va da lei do orcamento : orou o Sr. Alfonso Celso
e ficou a discussao adiada pela hora.
Na cmara d03 deputados, no mesmo dia, de-
pois de am discurso do Sr. Carneiro di Cunha, na
ordem do dia, sobre licenca ao Dr. Graciliano de
Paula Bap-ista, fizerain obs r/acoes os Srs. Affon-
so Celso Jnior, Candido de Oliveira e Joo Pe-
nido.
Foi votada a proposta de forca naval e sobre o
ornamento do imperio, oraram os Srs. ministro do
imperio e Candido de Oliveira
No Senado, 16, continuou a discussao do
requerimento do Sr Meira, pedindo informacoes
sobre acoatecimentos na provincia da Parabyba:
orou o Sr. Ribeiro da Luz (ministro i: jnstica) e
foi o requerimento retirado a pedido de seu autor.
Prosegoio a 3a discussao do projecto que altera
o systema de eleicoes de vereadores e juizes de
paz : oraram os Srs. Alfonso Celse^ Barao de Co-
a grande distancia o fbrmoso oculo que orna o
froatespicio da matriz, du lado da Epstola. As ar
veras da praca principal soffreram muito Quasi
todas as casas da cidade fiearam com os telhados
e vidracas mais ou menos estragados. Na roa do
Carntula desabou a casa de Magdalena de tal.
Na mesma roa, a linha de uma casa, coberta de
telhas, foi atirada pelo vento no telhado de outra
casa, na distancia, mais ou menos, de 10 m tros.
Grande quaatidade de arvores, .Igumas seculares,
foram derru adas. as tazendas visinhas da ci-
dade, quasi todo o caf que se achava no* terrei -
ros toi levado pela enchurrada. As arti.es que
nao foram abatidas perderam grande parte de
seus galbos. No gabinete do cirurgio-dentista
Pedro Masaena, que possue uma bella colleccao
mineralgica, um grande cryetal desaggregou sua*
mol leca las e produiio agua de uma temperatura
to elvala que toi impoaaivel sup-- r u-se-lhe o
tegipc (presidente do conselho), Franco de S e
Correia. e ficou a discussao adiada para passar-se
2a parte da ordem dia
Continuou a 2a discussao da proposicao proro-
gativa da lei do orcamento do presente exercicio:
orou o Sr. Francisco Belisaiio (ministro da fa-
zenda.) A discussao ficou adiada pela hora.
Na cmara dos deputados, hontem, depois
de observaces do.Sr. Beltro, sobre acontecimen-
tos recentes na comarca de Tacaratn', em Per-
nambuco, entrando-se na ordem do dia, foram ap-
provados os pareceres de commissoes indeferindo
as pretenooes dos Srs. Paulo Pereira de Carva-
Iho e Dr. Maximiano Marques de Carvalho e con-
ceden lo licenca ao Dr. Graciliano Baptista.
Sobre um crdito ao ministerio da agricultura,
que foi dapois approvado em 2* discussao. oraram
os Srs. ( andido de Oliveira, ministro da agricul-
tura, Alves de Araujo e Jayme Rosa. Sobre a
, mflm j


Diario de PernambucoQuarta-feira 23 de Junho de 1886




forca naval, orn o Sr. Cutrioto e sobre o orea- i
ment do imperio o Sr. Mattoso da Cmara.
Foi publicado o decreto n. 9,577 da 10 'de
Abril ultimo, pelo qual se esneedeu permssio ao
Pr. -Joio Raymundo Pereira da Silva para, do-
rante 20 amaos, extnhir guano e phespbato de cal
na ilba dos Passarinhos, eom excepcio das do ar-
ebipelago de Femando de Noronha.
Ser obrigado o concessionario a entregar ao
Estado 5 por cento do producto liquido da extrae-
rlo, para o que devera exhibir, nos meaos de Ja-
neiro e Juuho os documentos comprobatorios da
extraccio que houvr feto. No termo da eonoes-
sao, se Ihe nao fjr prorogado o prazo, reverterio
para o Estado as bemfeitonas realizadas.
Esercve"n da S. Joio do Principe, em 11, o
seguinte:
Hontera de manha foi brbaramente assassi
nado por um escravo de nome Sobas dio, o faxen-
aeiro Jos Rodrigues de Araajo. O crime foi
eommettido em uuia roca de mandioca do mesmo
fazeudeiro.
Sao rauitos os ferimeutos feitoa foice : a ca-
neca fcou quasi separada do tronco, um braco se-
parado, urna grande fjicada na testa, ferimentis
as costas c barrigaurna mutilaco completa. O
assassino est, preso a confiesa o rime. O f izen-
driro era bemqnislo e estimado, e a populacao Pit
atirrala.
Eis as noticias commerciaes da nltima data :
Rio, 16 de Junho de 1866. O mercado de caro
Vio contina frouxo e em baixa: os bancos naci
ao* nao afExaram tabellas, e os bancos ingieres
adoptaram a taxa de 21 /4 sobre Londres, contra
sin irntriz.
As taxas no London Bank e English Bank, slo
as soguintes :
Londres 21 1/4 d., a 90 d/v.
Paria 450 ris por franco a 90 d/v.
Hamourgo 557 ris p ir m., a 90 d/v.
Italia 455 e 454 ris por lira a 3 d/v.
Portugal 256 e 255 0(0 a 3 d/v.
Nova York 2*400 por dol., vista.
O movimento d da foi menos qne regular so-
bes Londres a 21 1/4 d., baacirio, con ra ban-
aneiros e caix* matriz o a 21 5/16 e 21 3/8 d.,
papel particu ar.
Ka Bolsa o movimento foi tambera menos que
regular.
Babia
Datas at 20 de Junho:
Proiegaia eras us trabalhos a assembla pro
vinnial.
Nada mais que mereaa mencio

KviSTi DIARIA
Aa)*enabla Provincial Funecionou
Monten, sob a presidencia do Exm. Sr. Dr. Joa
Manoel de Barros Waadarley, tundo comparecido
59 Srs. deputados.
Foi lida e approvada, seu debate, a acta da
sesio antecedente.
R-jeitou-se, depois de orar o Sr. Ferreira Jaco-
bina, o requerimeuto do Sr. Joi > de Oliveira, obre
a 2 seceo do Lonsulado Provincial.
O Sr. Jos Mara enviiu uiesa nos requerimen
to, qne foi apiiado, pedindo informacoes sobre nao
ter sido anda feita a nova divisio eleitoral n,s
par ichas de santo Antonio, Poco da Pauella e
Boa Vista.
Foi lio e apoiado um requerimento do Sr. Ba-
rio de Itapissuma, pedindo providencias no senti-
do de se debellar a peste que est grassando em
Iguaras .
Foi retirado, pedido do autor, e depois de ha-
ver orado o Sr. Gomes Prente, o requerimeuto do
8r. Jos Maria sobre um attentad* pratic.ido por
mm sargento da miarla cvica da estaco do Re-
tife, na uoite de 8 do eorreute.
Adiou-se, pela hora, a discussio do requerimeu-
to do Sr. Loarenco de S, que o justificou, sobre a
pristi do eleitor Joaquim Falippe pelo subdele-
gado de Ipojuca.
Veio mesa, e foi approvado, um requerimeuto
4e urg-ncia do Sr. Jos Mana, por 10 minutos,
sem prejuico da 1* parte da ordeo do da, fim de
se disentir e votar o requerimento, que apresonta-
ra s bre divisao elei'oral. Submettido a discus-
sio o referido requerimento, foi rejeitado sem de-
bate.
Passou-se Ia parte da ordem do dia.
Ad>ou-se de novo, pela hora, a votacao das
emendas ao pr jecto n. 43 deste anno (orcamentu
provincial) orando pela ordem diversas Srs. depu
tados.
A ordem do dia : 1* e2* partescontinaaco
4a nnt c-dente.
Moeda fainaO Sr. Dr. chefe de polica,
tendo chegado ao conhecmento de que Bellarmi-
o Jos dos Santos, um dos presos em flagrante
por crime de moeda falsa, antee de morar na ra
de 3. JuSo, oceupra o predio n. 98 da raa dos
Suarirapes, da paroehia de 8. Frei Pedro Gon-
calves do Recife. foi ver essa casa ; e, aerando a
fichada e sem morador, dirigin-se ao respectivo
proprii tario, que o informou de que Bellarmino
fon ultimo inquano da mesma casa, qne del la
se mu-ii ra no principio do corrente mas, e qu
desde entilo ninguem n habitara, nem mesmo fra
alg'iem m r*MM casa.
Pedindo *o propietario do predio a respectiva
chave, u digno Sr. Dr. Domingos Pinto para alli
se diriio, h;iit"ra, acompanbado de peritos e do
gen escriviio e (Ultras autoridades e mandn pro-
ceder vistoria, eneontrando-se alli pannos im-
pregn dos de tintas verde, preta e azul, um tau-
tam proprio para esbater tintas lthograpbicas e
nu f illii de papel transparente, chamado cainez,
e pr tirio para o transporte de de*enhos. Acha-
ram-se marcas das alludidas tintas pelo chao, no
desvio m ine aquellas objectos foram achados, e
ende parece ter estado a machina lithographea
de imprimir, qui foi apprehendida anteriormente.
Em vista dos achados, concluiram os p"rit >s
que alli r.nham trabalhado operarios lilhographos;
e tu io confirma que alli foram fabricadas as no-
tas f Isas de 1000 que teem apparecido na cir
eulacao.
Asrim. de dia para dia se vio accummu'ando
provas robustas centra os indiciados em crime de
av, da falsa, e cada vez mais se firmando a eren
ea di alto criterio, raro talento a decidida aptidio
eom que a zelosa autoridade tem procedido nesse
negocio de sua natnreza ranit' interessante para
weieetade, tZo vil e torpemente victimada pidos
moedeir is falsos, agora presoa a prr-eessados.
Ferlmenlo era veEm Chi do Carpina,
d-j termo de Pao d'Alho, no dia 19 do corrente,
. Severino Gomes de Lima ferio gravemente Joo
Jos dos Cantn, sead i preso em flagrante.
i>sa>iinalo e frrim.ul.. irave- No
dia B9 do corrente, cerca de 1 hora da 'ai de, em
trras do engenho Pindoba, do tarmo de Pao
d'Alh'i, Ljz de Franca, por causa de ciumes, as
sassinu a sua propria mulher, de nome Barbara
de tal, e ferio gravemente um f rae Felismin>, escravo d tenente Jos Lino Mar-
qi s Racaiho.
O delinquente, depois d3 fgido, apresentou-si-
Tolunt ira ente no dia seguinte ao delegado do
termo, que o mandou recolher prUio e procedeu
aos term >s do iiiqueriw.
Boa trannito O paquete Galicia levou
hont-tm para a Europa 115 passageiros, sendo 5
tomados em Pernambuco.
Paquete CearaDeve tocar hoje em Per
anbuco e-te paquete nacional, pois que sabio
hontem da Purahyba. Sssrue he-je mesmo. a tarde
para o sol.
Dewantre Hontem, s 10 horas da manha,
a raa nova de Santa Bita, o carroceiro Francis-
co Pinto de Siqueira, ao guiar a carroca n. 59,
dando no animal, este disparou, fazen io o mesmo
carroceiro cahir, eom tal infelicidade, que passou-
lhe urna das rodas sobre a perna esquerda fractu-
fando-a pelo tibia.
O infeliz foi transportado para o hospital Pe-
roll.
4 iropel lncenloCerca de 10 horas do lia
de hontem, na ra .arcillo Dias, da paroehia de
Santo Antonio, doos o.vados de matutoa, carrega-
dos delenha, atropelaram, derrnbaiam e laaltrata-
nun a mulher preta de nome Maria.
Os matutos puzerani-ae em fuga, e a pobre mu-
V\tvt toda contuaa, foi para sua casa.
Matriz de H. Antonio Amanh cele-
sta-se nestaigreja,eom apompa costumada, afesta
de Corpus Chritti, que constar de vesperas, missa
solemne e Te-Dettm, officiando o Revd. vigario da
fregui-sia, sendo pregador ao Evangelho o Revd.
Jos Alfonso de Lima e S e no Te-Deum o Revd.
toeco Adalto de Miranda Henrique.
A orchestra ser regida pelo profetsor Joao Po-
rrcarpo Soares Rosas, e os solos executados por
artistas de reeoahecid mrito.
A fasta entrar as 11 horas, tocando em todos
es actos a banda musical do 14 batalofo. de n-
fkn taris
Elelea de Irmaadade- A aova
da Irmandade do SS. Sacramento da mal
S. Jos, eleita em 20 do corrente, ficou assim eom-
posta :
JuisFrancisco Lopes Guimaraes.
Escrivao Manoel do Nascimento Vieira da
Conha Sobrinho.
ThesoureiroJoio Martina Pontes.
Procarador geral Tenente Bento de Sousa
Mira. _
Procuradores.Domingos Jos Avila e Ignacio
Ferreira dos Santos.
Definidores.Agostinho Bezerra da Silva La-
valcante, Antonio Hermino de Senna, Jos Manoel
Ferreira Ramos, Cinuto Jos Valioso da Silveira,
capito Joio Goston, MigU'd Jos Barbosa Gui-
maries, Jos Soares Fernandas de Oliveira, Ber-
nardino Pereira Ramos, conego vigario JoSo Jos
da Costa Ribeiro, Antouio Soares Raposo, Augus-
to da Silva Naves, Antonio da 8ilva Santos Mo-
raes. ,
Tbeatro sata Icabel A empresa dra-
mtica Braga Jnior & 0., sob a direecio do l-
luatre arts'a Furtado Coelh i, d amanh em es-
pectculo o drama Divoreiemo nos, no qual sao ini-
mitaveis o referido artista e sua esposa D. La-
t nda.
Revista doObaervatorlo Rcnbemos
da corte o n. 6 do Juuho correnta desta revista.
Eis o seu summario :
O terremoto do da 9 de Maio.-t A temperatura
no Rio de Janeiro.Os cometas Fabry, Brooks e
Barnard.Os terremotos e sua9 causas.Aspecto
do co durante o m^z de Julho.Rsvista climato-
lgica do mez de Maio de 1886 Resumo das
observacea meteorolgicas feitas no Imperial
Observatorio no mez de Maio de, 1886. Noticias
varias.
Dinbelro O vapor Ipojuca levou d* nossa
KSbTba*: 710*J
Mossor 15:000*1)00
Dr. Toblaa Barretto Acha-se nos pre-
los a prestes a sahir luz a collecco completa
dos discursos do Dr. Tobas Barretto.
A colleccio conten os discursos polticos e aca-
dmicos do Ilustre escriptor e vem a ser ura_ do-
cumento importante por onde se possa aprecial-o
psr esta notavel face de seu variado talento.
Assigna-se em todas as livranas desta cidaie.
fcrssndo de Xoronha Do nosso cor-
respondente do presidio de Fernsndo recebemos a
seguinte missiva, datada de 19 do corrente :
. o da 14 as 3 horas da tarde aportoa a esta
ilba o vapor Gequi, trazendo a sen bordo o capi-
to Pedro Vtlho de S Jarreto e o alteres Olym
po Ogobar de Oliveira, aquella para render ao
eapito Claudino Msrinho de Oliveira e Cruz, que
vai commandar a companhia fixa do Rio Grande
do Norte, e este para substituir ao alteres Pedro
de Barros Faleio.
O presidio e:t calmo, nio ha vendo por Uso
noticia alguma palpitante de occasiao.
D ibrosameute surprehendido e profundamen-
to mpressionado pela morte do prestantissimo e
eminente deputado o Exm. Sr. Dr. Antonio Fran-
cisco Correa de Araujo, o Sr. director major Pe-
reira Lima inandiu resar, na igrej d'este presi-
dio ao dia 15, trigessimo de seu passamento, urna
missa de rquiem pela alma do seu nobre, leal e
d dieado amigo.
Assistimoa a este acto magestose e solemne
de dor, resp'ito e recolhiments a que compsrece-
ram todos os empregaios, officiaes e suas Exms.
familias.
No centro da igreja foi erigido um cenotaphio
imoonente rodeado de luze3 e sobre a eca via-se
collocado o retrato do Ilustre morto.
OSr. director, profunda e veraadeiramente
mentido, rocolheu-se ao silencio por dias, demoni-
trando o seu justo pesar, que as vezes procurou
dominar ssm podel-o.
Sega, a bordo do vapor Gequi o capitao
Claudino, alferes Barros Falcao, o ex-guarda Car
valho .- sua familia, mais alguns passageiros e
sentenciados. >
Paroehia da Boa Vista Em 21 do cor-
rente reuniram-se os eleitores conservadores, em
casa do Sr. commendador Jos Candido de Moraes,
para o fim do dellberarem acerca da formacio de
um directorio parochial e tomarem outras delibe-
racSes.
Depois de fallarem diversas pessoas, que todas
abundaram n'aqnelle penament), foram eleitos
para o dito directorio es soguntes Srs. :
Major Joao Francisco Antunes.
Vigario Augusto Franklin M. da Silva.
Elysio Alberto Silveira.
Dr. Manoel Barbosa de Araujo.
Dr. Miguel Jos de Almeida Pernambuco.
Commendador Jos Candido de Moraes.
Dr. Jos Joaquim Seabra.
Dr. Manoel Joaquim Silveira.
Manoel da Silva Leal Loyo.
Joaquim de Gouveia Cordeiro.
Dr. Jos Nicolao Tolentino de Carvalho.
Dr. Jos Nnvaes de - Dr. Jefferson Mirabeaur A. Soares.
Tenente coronel Ernesto Machado Freir Pereira
da Silva.
Simplicio d Cruz Ribeiro. --
Tenente-coronel Jos Gomes Leal.
Min.el Roberto da C. Guimaries.
A chapu da referida paroehia para juies de
paz, ficou as-iai formada :
Despachante, Elysio Alberto Silveira.
Pr jpnetario, Felippe Benicio Cavalcante de Albu-
querque.
C immereiante, Marcolino de Souza Travasso.
Gimmereiante, Sabastiio Manoel do Reg Barros.
Tambera foram lembrados para camaristas
.18 segointes Srs. :
Major Joo Francisco Antones.
Dr. Jos Nicolao Tolentino de Carvalho.
Dr, Manoel Clementino Carneiro da Cunha.
Ni gociante Antonio Gomes d'Oliveira e Silva.
Comit Ijltterarlo acadmicoEssa
associaco fari sua segunda contereni-ia, no dia
-'" do corrente, s 11 horas da maahi em tua sede
no pateo do Paraso, n. 26, 1- andar-
Para assistd-a, tem a reipectiva direecio expe-
dido inultos convites.
Reunioe* soclaes Hahije a seguin-
te :
Da Couciliicao, ra do Cabug, s 7 horas
da noite, em sessao magna.
Ha amanh as seguintes :
Da Beneficente Conciacio, s 6 horas da tar-
do, em sessio magni, na sua sede rua da Impe-
ratriz.
No dia 25 ha as seguntes :
Do Gabinete Portugus de Leitura, s 6 horas
da tarde, na respectiva sede, para negocio de i-
teresse.
Da irmandade do SS. Sacramento do Carpo
Santo, s 11 horas do dia, no respectivo consisto-
rio, p*r eleicio.
Do C>ub Internacional de Regatas, s 7 horas
da iiiire. para tratar da prxima regata.
ENttisjti ica da eneravido-egunlo
os clculos feiios na frica por muitissimos viajan-
tes, os algar8uQOs do commercio de escravatura
io notaveis, O maior centro desse trafico o
Su Un; e os mais ricos e seguros mercados sio
Boruu, Feszan, Fdicbelt e Zanzbar ; a grande
fluencia de esuravos no Egypto e na Arabia.
T dos os annos sao exportados para o centro de
Fezzau 10 mil escravos ; do Sahara 12,000; das
regios do Hilo 3J.000 ; do Zanzibarh 4,000; do
Su lan 15,000. o que ao todo far a somma de
100,000 negros cond- muados a escravidio.
O Egypto reexbe 40 50 mil; o resto ab-
sorvido pela Turqua.
Ch g i gmente destino a oitava ou a decima
parte dos desgracados, que sio comprados ou as
vezes tambera roubados s suas familias, pois
qn: os outros saecutnbem s fadigas da vagem,
ao soflrimeuto, e mos tratis, a epidemias, oo,
se sio debis e apr-sentam piuca prooabdilade
de sobreviver, sio laucados ao mar, antes ie ohe
i Ziunbar, para nao pagarem Alfaudega a
toza de entrada, que de dous talheres por pes
toa.
Jesde 1855, a escravidio foi supprimida no
Imp:no Ottoina >o, > commer>:io aos escravos
uao cessou; 4 de Agosto de 1877 a Inglaterra
estip .loo ama convenci con o Egypto para a
au ilifo do commercio do negros, esta uio foi
abolida; 23 de Dezambro de lit a Italia ..-
signou urna convenci eom a Gran Btetanb i v.
cora o Egypto para participar deesa convenci de
1877, e quer parecer-n>s que os resultado sio
diversos dos procedentes. Mas este deseji. de
difficil realisac&o jolgar pelo que disse um ho-
rnera competeatissim >, Sir Samuel Bk r, qutn lo
asseveroa que o Egypto favorece a escravidio,
porque o pora e o g ivernoegypciaco a consideram
como urna tote ie riqueza e urna instituicj ne-
eessaria para o sea paiz.
Dentada* decae* danaaade* -Todos
os beneficios feitos pelo cao ao homem postos na
balanca do bem e do mal, nio bastam para con
trabalaaoar os espasmos indisivsis, as torturas
lacerantes de um pobre hornea, que morra por
dropttehia.
A' qaem for de parecer contrario, convidamos
a assistir ao primeiro caso de hydrophobia. Sobre
o leito da dor, ara homem, talvez joven, robusto e
feliz, pelo dente de um ftido carnvoro, se acha
estendido e convalso, morto de sede e sem poder
beber, ancioso da vida e veado-se morrer do mais
horrendo modo e na plena conseienciade si mesmo
anhelante de abracar pela ultima ves os seos ca-
sos anr'fA Vr sistivelmente expellidoa mordel-os.
Um homem, que desoja beijar todos e l no rosto
de tolos o horror que lhes inspira, um homem qua
em cada minuto sent e soffre um seculo de dores,
que n garganta tem um carrasco que o aporta,
sem matal-o logo, e sobre o peito ama montanha
que nao pode levantar, um hornera emfim que
nmaldcoa a vida, blaspheras de !>* e de ho-
rneas e invoca a marte, e todava nao atrro se-
nao depois de rauitos da* ds espasmos........
E todo isto por um ci 1
Quem ti ver a desgrana de ser- mordido por
um c*o, nio se deve persuadir de que acuelle ci
est enraivado e eme deve d'shi setal c iaexoravel-
mente morrer.
Por griga da Deas, nem todos os cSes que
raordem sao hydraphobcs, e era todas as denta-
das de um ci hydrophobo si* homicidas. Nos
por exsmplo, aqai estamos vivos e saos, e fomos
mordidos duas vezes na eurso de nossa vida, urna
vez no peseoco e outia na ?oxa.
Qaem, pois, tiver a grave suspeita de que o ci
que ojnordeu est hydrophobo. tenha coragem,
siga para a frente.
Ligue apertadaineate eom corda, cem ligadura,
ou cora lencos o membro offendido cima da fo-
jida, e eom um caivete ou ama faca bem cortan-
te, alargue as margeos della e Isvae eom bas -
t inte agua. Xolhor sar anda que applique urna
ventosa.
Ao mesmo tempo deve-ae aquecer urna ponta da
ferro qualqucr at ao rubro branco e deve-se
cauterisar a tarida em exteasio e profandidade,
afim de destruir todos os tecidos que esto em
contacto eom o virus.
Feita a queimadura, applique-se ferida com-
pressas banhadas n'agua ardente ou na de Co-
lonia.
Lembre-ee qus uestes casas a coragem podo
salvar de osa pasas** de morte iawvitavcl c de ama
das mais horreadas entre aa mortce.
Lelloa*EtFcctuar-se-bAo:
Hoje :
Pelo agente Ftto, s 10 1(2 horas, na ra da
Aurora n. M, de ovis, loueaa, sidras, etc., eto
Pelo agente Qmm&o, s 11 horas, aa ra Du-
que de Caxias n. 77 A, do estabelecimedte ah sito.
Pelo agent* WrUo, s 10 o 1,1 hanl, na raa do
Ranguel n. 48, da predios e terrenos.
Sexta-ietsa :
Pelo agente Martin, 11 horas, aa raa do
Mrquez ds Oliuda n. 11, da esiaberecimcnto ah
sito.
mH**a fnebres. -Serio celebradas :
Hoje :
A's 7 horas, aa igreja da Santa Oras per sima
de Manoel Oonoalves Penna; s 8 horas, no Car-
ino, por alma do Dr. Gaspar de Druramond ; s 8
horas, na matriz da Boa-Vista, por alma de Joio
Pedro de Jess da MatU ; s 8 bocas, na matriz
da Boa-Vista, por alma de D. Mu* Fia ttilvsira
de A'.buqi'erqce Mello ; s 8 haais, aa ssatvis da
Boa-Vista, por alma de Joaquim P. Machado Por-
tella Filho ; s 8 horas, no Carmo, por alma do
Dr. Gaspar Druramond ; s 8 horas na matriz da
Boa-Vista, por alma de D. Maria Pa Ferreira
de Albuquerque.
Sexta-feira :
A's 9 horas, na capella do engenho Massanga-
na, por alma do Dr. Gaspar de Drummond ; s 8
horas, na matriz de Santo Antonio, por alma do
Dr. Francisco Alves da Silva ; s 9-noras, na ca-
pella do eugenho Cabeca de Negro, por alma de
capitlo Tuco Joro Jos da Silva Lins.
Passazel'os. Cbegados dos portos do sul
no vapor nglez (alicta
Edmundo Coi.
Sabidos para a Europa no mesmo vsper:
A. F. Dutto, sua senhora o 2 meninos, e P.
Pomeraen.
Cbi gados dos portos do sul no vapor nacio-
nal Mandahu :
Francisco Rodrigues Soeiro, Benedicto Pereira
Albano, Adelia de Mello Luna e 1 filho, Amelia
Benedicta da Concelcio Loureiro e 4 filhos.
Lotera de Mcele*Por telegramma re-
cebido pela Casa Feliz, sabe se que, na 13* parte
da 12 lotera extrahida em 22 do corrente, foram
premiados os seguntes nmeros
551
4.108 200:1100*000
39.099 40:000*000
4.437 20:000*000
32.629 10:000*900
7.5 5:IB0**JaB
4.364 2:000*000
8 556 2:000*000
11.240 2:000*000
12.794 2:0*0*000
13.787 2:000*000
20.372 2:000*000
21.98 2:0 27.399 2:000*000
31 07 9:000*OM
Premisa d* i.m*)*
1.614 3186 5C21 *) f
7*
7.766 10.173 11.293 12.322 12.4* 11.636
14.081 15.284 17.861 20.876 25.266 26.625
,26.987 28.837 28.912 33.245 35.743
tpproimiaror*
4.107 4-000*000
4.109 4:000*000
39.098 2:000*000
39.100 2:'"00*000
4.436 1:350*'HX)
4.438 1:350*000
Os nmeros de 4.101 a 4.200, excepto e da
sorte grande, estio premiados eom 400*.
Os nmeros d- 39.001 a 39.100, excepto o pre-
mio de 40:000*000, estio premiados cora 200*.
Os nmeros de 4.401 a 4.500, excepto o que
sahio i premio de 20:000*000 estio premiados eom
100*.
Todas as centenas cajos dous algarismos termi-
narem em OS, estio premiadas eom 100*, inclusi-
ve a da sorte grande.
Todos os nmeros que terminarem em lef
estio premiados cora 20*.
aladoaro Publico. Forsm abatidas
no Matadouro da Cabanga 40 rezes para o consu-
mo do dia 3 de Junho
Sendo-: 56 perlencentes aos Srs. Oliveira Cas
tr '. C, e 14 diversos.
Mercado Municipal de H. Joa,O
movimento deste Mercado nos dias 22 do cor-
rente, foi o seguinte:
Entraram :
33 oiia .visa ido 4.565 kilos-
impreterivelmente no dia 30 de Junho s 11 horas
da manhi.
Bilhetes venda na Casa Feliz da praca da In-
dependeaeia ns. 37 e 39.
Lotera Extraordinaria ao Ypl-
ransjaO 4o e ultimo sorteio das 4 e 5 series
desta importante lotera, cajo maior premio de
150:000*000, sor extrahida a 14 de Agosto prxi-
mo.
Acham-se exposto a venda os restos des bilhe-
tes na Casa da Fortuna ra Primeiro de Marco
n. 23.
CHRORICA JDICIARIA
541 kilos de pene a O ris 10*880
67 cargas de farinha a 200 ris 13*400
68 ditas de Iraetas diversas a 300
ris 20400
5 taboleirop a 200 ris liOi
10 suinos a 200 ris 2*000
Foram oceupados:
231/2 columna* a 600 ris 14*100
27 compartimentos de farinha a
jtXl ris 131500
24 c ^partimentos de eomiaas a
bOOris 12*00.
71 dito re 96*400
15 compartlmontos^le suino a 700
ris 10l5'K)
13 ditos de tresearas a BOO ris 7s80O
9 ditos de ditoa a 2* 18*' 0
A Oliveira Castra f C. :
2 talbos a 500 ris 1*000
54 i albos d>- carne verde al* 54*1)1*
liove tea sid. rrecaiada nestes dias
a quantia de 2064980
Pre^o* rio da:
Carne VBrd 40<> e 32') lis kit.'.
. i>4 80 i rAis ilem.
Carneiro|l 5 U) 64') ris dem
r*ari i ile *| I i 32J ris a cum
Milho I- 280 32 rAia dem.
Fejaode 80" a 1*600
, ,,.-... am ar.Mlsrt, Quarta-teira,
23 do c >ri- ri a 60, em be-
dbSc i dt igr^j da C mueioio do Milagrea de
sfaraagsB|
No Conceiua" >l ililiUroa, ae acbaran expoatas a*
uruas e 8 ns^Bcras, w "in ordem num-
rica 4 preoieo do publico.
Casera do tilo \ 4' part la lotera n,
197, ,d. uov. pi.uo, do preiB'" de 100:000*000.
ser fextrahid-i n.i dia 25 do corrate.
O bilh- se vsr.d ia Casa da For
tun 4 ra frun-iro de Mareo.
Tambora ac'iam-se 4 venda na praca da Inde-
oia na 37 e 3b
boierla de Mcele* de *Oi*M0*Of
A 13' parte da 14a lotria, cajo premio grande
de 200:000*000, pelo novo plano, ser extrahida
Tribunal da Aelaco
SESSO ORDINARIA EM 22 DE JUNHO
DE 1886
PRESIDENCIA DO EXM. SR. CONSELHEIRO
QUINTINO DE MIRANDA
ieareario Dr. Virgilio Cotlho
As horas do costume, presentes os Srs. desem-
bargadores em numeo legal, foi aberta a sessio,
depois de lida e approvada a acta da antecedente.
Era seguida o Sr. conselheiro Araujo Jorge ob-
tando a palavra prspoz que se insersse na acta
um voto de pesar .pelo fallecimeato do honrado e
ntegerrimo conselneiro Affonso Arthur de Almei-
da Albuquerque, miaistro do Supremo Tribunal
de Justica, o qae foi unnimemente approvado.
Distribuidos e passados os feitos deram-se os
seguntes
JDLOAMENTOS
Habeas Corpus
Pacientes .
Juvencio da Costa Albuquerque. Concedeu-se
a ordem de habeas Corpus, preventivo, unnime
mente.
Recursos crimes
De Bom JardimReserrente o juiso, recorrido
Manuel Francisco de Mello. Relator o Sr. con-
selheiro Queiroz Barros. Adiantos os Srs. des-
embargadores Pires Ferreira e Bsarque Lima.
Negou-ie provimento, unnimemente.
De IngaseiraRecorrente o juico, recorrido
Joio Barbosa da Silva. Relator o Sr. desembar-
gador Pires Ferreira. Adjuutos os Srs. desembar
gadores Monteiro de Andrade c Alves Ribeiro.
Negou-se provimento, unnimemente.
Do PilarRecorrente o jaizo, recorrido Maaoel
Messias do Espirito Sauto. Relator o Sr. desem-
bargador Pires Goncalves. Adjuntos os fsrs. con-
selheiro Queiroz Barros e desemhurgador Buarque
Lima.Negou-se provimento, unnimemente.
Agf,ravo de instrumento
Do PilarAggravaute D. Mana Manoella de
Vasconeellos, aggra/ado Jos Francisco Coelho
da Paz. Rjlator o Sr. conselheiro Queiroz Barros-
Adjuntos os Srs. desembargadores Pires Goncal-
ves e Baarque Lima.Negou se provimento, con-
tra o voto de Sr. desembargador Pires Goncalves.
Aggravo de peticio
Do commercio do R.-cifeAggravantes Tem-
poral & Filhos, uggravado Jos Francisco de Bar-
ros Reg. Relator o Sr. desembargador Monteiro
de Andrade. Adjuntos os Srs. ccnselheiros Que i
ros Barros e Araujo Jorge.Negou-se provimen-
to ao aggravo, unnimemente.
Prorogacio de inventario
Inventariante Jos Antonio Ribeiro. Conce-
deu-se o prazo pedido.
Inventariante Benjamm Filgueira de Meaezes
Lyra.Coacedeu-se o prazo pedido.
Inven;,iriant Maaoel Severino Cabrsl de Ar-
ruda Concodea-se o prazo pedido.
> Appellacio civel
De Goyanii'i Appellante H-'urique Olympio
Tavares da Rocha, appellado Dr. Deoloro lpia-
no Coelho Citanho e outros. Relator o Sr. des-
embargador Pires Goncalves. Revisores os Srs.
desembargadores Alves Ribeiro e conselheiro Quei-
roz Barroa.Coofirmou-se a sentenca, unnime-
mente.
PASSAGENS
Do Sr. conselheiro Queiroz Barros ao Sr. des-
embargador Buarque Lima :
Appellacoes eom nerciaes
Do Recife -Appellaates Hermn Peterson &
C, appelladss Juliana Alexanderson e outros.
Do RecifeAppellaates Ernesto os Leopoldo,
appellado o carador fiscal da massa fallida de Jo-
s Gomes Coimbra.
Do RecifeAppellante Dr. Jos Joaquim Ta-
vares Belfort, appellado Antonio Corris de Vas-
eoaeellos.
Appellacio enrae
De Goyanna Appellaates Felippe Nery de
Sousa e outros, appellada a Justina.
Ao Sr. desembargador Pires Ferreira :
Do BrejoAppellante o juiso, appellado Anto-
nio Alves de Oliveira Braga.
Do Sr. desembargador Buarque Lima ao Sr.
desembargador Tojcano Barreta :
Appsllaces crimes
De RecifeAppellante o juiso, appellado Fir-
miin Carneiro de Lacerda
De TimbubaAppellante Manoel Goncalves
de Souza, appellado Joio Gualberto da Fonseca
Albuquerque.
De Porto de PedrasAppellante Jos Msrinho
da Costa Wanderley, appellada a justica.
Do Sr. desembargador Pires Ferreira ao Sr.
desembargador Monteiro de Andrade :
Appellacio civel
Do Recife Appellante Maaoel Jos Pereira
Rosado, appelkda a fazeada provincial.
Do Sr. desembargador Monteiro de Andrade ao
Sr. desembargador Pires Goncalves :
Appellacoes crimes
Da Palmeira dos Indios Appellante o juizo,
appellado Mancel Ferreira da Silva Ordonho.
De Villa BellaAppellante o juizo, appellado
Bulbino Gomes da S iva.
Appellacoes civeis
Da Escada--Appellante a tazenda nacional,
appellada a Baroueza da Encada.
Do Recife--Appellantes os herdeiros de Bow-
man, appellada a tazenda nacional.
Do Recife--App,dlautes Wilson Sons & C, ap-
pellada a fazenda nacional.
Do 'abo--Appellante Dr. Jos Flix da Cunba
Menezes, appeil.tdo Domingos Cavalcante de Sou-
sa Lea o.
Do Sr. desembargador Pires Goncalves ao Sr.
desembargador Alves Ribeiro :
Appellaci) crime
Do RrejoApp-liaates Maaoel Vicente Montei-
ro o outros, appellada a Justina.
Appellacoes civeis
Do RecifeAppellante Jos de Carvalho Arau-
jo Cavalcante, appellada a fazenda nacional.
De Pao d'AlhoAppellante D. Digna Sergia
Marinho Falco, appellado Jos Lino Marques
Ba?alho.
De CainaragibeAopellaate o juiso, appellado
Joaquim Casimiro de Mello, senhor Je Gertrudes
Do Sr. desemb trgador Alves Ribeiro ao Sr.
conselheiro Queiroz Barros :
Appellacio crime
De Garanhunsppellaute Quiteria Virtuosa de
Mello, appellada a justica.
Appeflxcio commercial
Di RecfeApp ilautes e appellados Bernardi-
nu Jos da Silva Maia e os administradores da
massa fallida de Moita S'lvmra & C.
DILIGENCIA8
Com vista ao Sr. conselheiro procurador da co-
ra e promotor da justica :
Appellacoes crimes
De PesqueiraAppellante o promotor, appella-
do Jov'n Jos de Jarvalho.
Do Biej i- -Appellaute Maaoel Vicente Montei
ra, appel'aia a justica.
Do Brejo- AppellaiiteVfanoel de Campos San-
tiago, nppellad.. a justica.
Di Recite Appellante o juizo, ppellado
Pedro da Silva Ponte.
DIBTRTJ1UICOE8
Aggravos de peticio
lo -r. desemb >rgior Pires Goocalves :
Do commercio do ReciteAgravantes Ernesto
Si Lropuldo, aggraVado o juiso.
Au Sr. de> >mbarg -dor Alves Ribeiro :
Dj i: .ramerc o do Recite Aggravante Jos
Pran-i*co do R-go Barro.*, aggravados Temporal
l Filhoa.
Ao Sr. conselheiro Queiroz Barros :
D- i.rph i os do Rcife Aggravante Mathias
Lopi-s da Costa Maia, aggravado Autoaio Casemi-
ro dt Gouveia.
Appeilacao civel
Ao Sr. cunse h-iro Amujo Jorge :
Do Cabo -App liante* o orooel Francisco Ma-
n >el de vSiqueua Cavalcante e eapirio Antonio de
Siqueira Cavalcance, appellados o Bario o Baro-
nesa de Araripe.
Eacerroa-se a sessao a 1 1/2 da tarde.
I anta Com me re a I da eidade de
Recife
ACTA DA SESSO EM 17 XE JUNHO
DE 1886
FKKSrDBBcia do iLLH. sb. ooiariarDanpa ASTONIO
OOMKS OB MIRANDA LBAL
Secretario, Dr. Julio Guimaraea
A's 10 horas da manha declsrou se aberta a ses-
sio, estando presentes os Srs. deputados : Olintho
Bastos, commendador Lope% Machado, Beltrio
Jnior e supplente Hermiuo de Figueiredo.
Lida, foi approvada a acta da precedente sessio
e fez-se a leitura do seguinte
EXPiniESTB
Officio :
De 12 do corrente, da junta dos correctores
desta praca, en vianda o bolhetim das cotaces of-
ficiaes de 7 4 12,Seja archivado.
Doas exemplares da Falla qae o Sr. conselheiro
J. F. da Costa Peroira Jnior dirigi 4 Assembla
Legislativa Provincial, 6 de Marco prximo pas-
ssdo, remettidos pela presidencia deota provincia.
Archive-se.
Dous exemplares do relatorio do ministerio da
justica, enviados ao presidente e secretario desta
junta.Para o archive.
Diarios officiaes de ns. 148 a 157 Sejam ar-
chivados
Distribuio-se rubrica os seguntes livros :
Diario de Antonio Jos Soares & C, dito do Au-
gusto do Reg & C, dito de Pereira Piuto & C,
dito para o registro das aeces da companhia da
estrada de ferro de Ribeirio Bonito, copiador de
Julio & Irmio, dito de Francisc) Ribeiro Pinto
Gaimaries & C.
DBSPACB08
Peticoes :
Da viuva Carvalho & C., para que se archive o
contrato de sociedade em nome collectivo, que sob
dita firma celebraram D. Maria Alves de Carva-
lho, viuva do commcrciante Tiburcio Alves de
Carvalho, e Antonio Constantino Pereira Digues,
com o capital de 82:617*870, para o commercio
de genrros nacionaes e estrangeiros, de conta pro-
pria, consignacea e outras negociacoes licitas, 4
fidade de. Mtcei, ra do Conselheiro Sininb, n.
W, sendo gerente de dita sociedade o socio Di-
gucs.Seja archivado.
De Martins & Pimentel, por seis bastantes pro-
curadores, Carvalho Sousa a C para que seja
archivado o contrato de sociedade em nome col-
lectivo que sobre dita firma celebraram Joa Mar-
tins de Miranda e Egydio Ferreira Pimentel com
o capital de 16:112|520, para a continuacio do
commercio de fasendas e molhados e cutro quaes-
quer geaeros por grosso e a retalho e compra e
venda d* assacar villa de Barreiroc.Archve-
se na forma da lei.
De Barbosa Lima C, para qae se dd baixa
no registro de nomeacio de sea ex-caixeiro, Alfre-
do Augufto Correia Durte.Como pedem.
De J. Christiani C, para q^ue te d baixa no
registro da nomeacio de seu caixeiro, Delorigano
Pinto de Araujo.Deferida.
A's 11 horas levantoa-se a sessio.
INDICARES UTE1S
Medlcoa
Consultorio mediro rirurciro do Dr.
Pedro de Attabyde liOba Hoscoso a
ra da unirla n. .
O dotUar Moacozo d consultas todos os
lias atis, das 7 a 10 horas da manha'
Este consultorio offerece a commodid:.
ie de poder cada doente ser ouvido e ex*
ainado, sem ser presenciado por outr.
De meio dia s 3 horas da tarde ser <
Dr. Moscobo encontrado no torreSo pra
,' do Commercio, onde fdncciona a ibs
peccio de sade do porto. Para qualquer
i'estes dous pontos poderao ser dirigido*
os chamados por carta as indicadas horas
O Dr. Arthur Imbassahy, medico oceu-
lista, recentemente chegado, esta eidade,
d consultas todis os dias, das 8 s 10
horas da maDhS, sendo gratis aos pobres,
no 1. andar do predio n. 53 da ra da Im-
pera triz.
Cotiruitorio allopatleo dontmetrico
Dr. Miguel Tkemudo d consultas das
12 s 3 da tarde em sen consultorio ra
do BarSo da Victoria n. 7, 1.* andar.
Chamados por escripto a qualquer hora.
Especialidades partos, febres, syphilis,
molestias do pulmo e do coraco.
Dr. Lopes PessoaMedico.Residen-
cia a ra de D. Pedro I n. 2, onde pode
ser procurado at s 9 horas da manhS.
Consultorio ra do Bom-Jesus n. 37 1.
andar. D consultas das 11 s 2 da tar-
de. Gratis aos pobres.
Dr. Barreto tampaio d consultas de 1
s 4 horas da tarde, ra da BarSo d
Victoria n. 45, 2." andar, residencia ra
lo Riachuelo n. 17, canto da ra do Pires.
Advocado
O hachar Benjamim Bandeira, ra do
Imperador n. 73, 1. aodar.
Dr. Oliveira Escorel. 2. promotor pu-
Ibico, tem sen es-rriptorio de advogacia da
ua Primeiro de Maro n. 2.
Dr. Seabra. Mudou seu escripta de advo-
gacia para a ra do Imperador n. 24.
Drogara
Francisco Manoel da Sim & C irno-
itarios de todas as especialidaaes pharm
ceuticas, tintas, drogas, productos chimic
e medicamentos hotnceop;itioos, ra do Mar-
ques de Olinda n 23.
Serrarla a Vapor
Serrara a vapor e officina de carapino
de Francisco dos antos Majedo, caes de
Capibarioe n. 28. N'este grande, ostabd e
cimento, o primeiro da provincia n'este ge-
nero, compra-se e vende-se madeiras de
todas as qualidades, serra-se madeiras de
conta alheia, assim como se preparara obrr
de carapira por machina e por precos sea
comno',>r",-i>.-
1.000:000*000
Os bilbetes desta importante lotera de
tres sorteios, que corre no dia 8 de julho,
acham-se venda na Roda da Fortuna
ra Larga do Rosario n. 36 e ra do Ca-
bug n. 1.
riBLIUCOLS A PEDIDO
J. C Levy. cerenle da sociedade J.
C. t Tendo si lo publicada no Diario de Pernambuco
de ante-hontem, a miuuta do aggravo, que os ne-
gociantes Ernesto & Leopoldo interpozeram da
sentenca do digno e llustrado Dr. juis especial do
Commercio para o Superior Tribunal da Belacio,
nio posso doixar tambem de vir imprensa, em
atteucio ao corpo commercial honesto desta capi-
tal e queles que muito ero breve terio de ser
meas jalgadores, apreciar a referida minuta e ex-
hibir os elementos, qae deveri* servir de base pa-
ra um julgamento, que seja a fiel expressio da
v'jrdade e da justica.
O ineu nico intuito, asnim procedido, evitar
qae os nunca aest eonheados negociantes, meus
contendores, oonsigsm lograr o qae deeejsm, isto
formar ama falsa opiniio a seu respeito, ati-
rando-me em urna poaieio odiosa, conseqaencia
necesaaria da misera e calumniosa imputacio, que
rae fizeram e se i na minuta alludida.
Quem quer qae desprevimdamente lea o aggra-
vo veri, qae o seu Ilustre signatario nio discutio
os principios de direito theorico applicaveis ao ca-
so, f ugio de apreciar os artigos do Cdigo qne tra
ctam de tallencia j correa espavorido diante da
uniformidsde dosjulgados de todos os tribanaea
Conhecendo as nsnperaveis difBculdades, que
se lhe antolham e eonvicto de que os seus esfnrcoc
jamis poderiam galvanisar um cadver, aceitos
o Ilustro patrono como nltima taboa de sal vacie
um plano engendrado pele espirito perverso de
Leopoldo para o fim de chamar sobre mim a mi
vontade dos homens de bem e com o seu natural
genio analyptico dssenvolven-o sobre urna folha de
papel sujo, que lhe foi fornecida por Th. Houues,
socio da casa e hoje amigo dos. seos oonstituintes
que o apanbaram na cesta dos pspeis sem utilidi-
de,formando raciocinios falsos sobre algarismos
nformes, qae se lm em dito papel para delles
concluir que tinha sido um plano de falleneia
fraudulenta por mim propesto a Leopoldo para
salvar-ras e para salvar a firma de que elle fas
parte.
Este papel a que o Ilustre advogado chama V
cumento, verdaderamente papel sujo. Cont**
clculos, notas e algarisaios sobre cujos valores
me impossivel actualmente dar cabal explca*
Posso afirmar, porm, que elle nio pode abso-
lutamente prestar-se ao fim que teve em vista *
patrono dos Srs. Ernesto & Leopoldo.
Nunca pa.son por minha idea a possibilidade
de vir a fallir, quando menos atiento o estado h-
soogeiro ainda, spezar de tudo, da casa commer-
cial de ajue sou gerente.
Comprehende-se qae aquelle que tem em vista
arranjar ama falleneia fraudulenta tem a sua es-
eripturacio em atraso, nio regularisada, de moda
a prestar-se a todos os cnxertos e bandaiheiras,
ao paseo que eu sempre tive e tenho a minha ea-
arip'uraco regularisada e *m alta, como a enoea-
traram os peritos que fizeram o exame ordenado
diatamemte pelo juz.
Quero crr, que" nio havera nesta capital qccas
acredite que eu tincase proposto um plano de fal-
leneia fraudulenta a Ernesio *c Leopoldo para sal-
dar os seas espitaes, em prejuizo dos mais crede,
res, e qae elles por rmtgo de honestidade *e-
jeiUram este plano, para requererem-me a fal-
leneia e sujeitarem-se i incertezas e davidas co-
bre o que teriam de liquidar !
Nio! Memo repente tonas.
Na falta, pois, de outras provas de lado a lade
sobre o assumpto decida a opiniio publica entre
mime os Srs. Ernesto & Leopoldo cnt.e um hornean
que ainda nio tem manchas na sua vida e outeee
que t tem por bnzoes as lagrimas de muitos
infelizcs.
Hoje, invoco a opiaiio dos harneas de bem.
Amanh, sujeitar-me-hei humildemente ao juica
do Veuerando Tribunal, qae decidir em sua alta
sabedoria qual de nos dous tem mais aptidSes para
commetter crime, se eu o de/agencia fraud-tlenta
ou ss Leopoldo o de perjurio.
Recife, 22 de Junho de 1886.
J. C. Levy.
SEKTEHpA
VistosAttendendo que a insolvencia, isto a
mpo88iblidade on pelo menos summa difiieuldade
de pagar o negociante opportona e integralmente
aos seus credores, requisito necessano para qae
o mesmo seja declarado err estado de falleneia,
doutrua esta sustentada por todo os commercia-
listas, e que se acba consagrada em nossa legisla-
rlo commercial, qae falla de cessacio de pagamen-
tos, cdigo arts. 797, 805, 806, 807, 808 e 810 c
nio da impontualidadepara com um ou outro cro-
dor ; manda quando se trata da qualificacio que
se lhe deve dar, inlagar as causas da insolven-
cia, arts. 799, 800 e 819 ; e no caso de se proce-
der i requerimento de algum endor exige expres-
samente que com previa citacao do devedor se jus-
tifique aquelle estado, nio se contentando com a
apresentacio de ttulos vencidos e nio pagos ; Rc-
gnlamento n. 738 art. 111 ;
Attendendo que a falta de pagamento a um oe
outro credor nio importa a cessacio de f agamentes
de que tratara aquelles artigos, principalmente
quando se allega, como no caso em questio, qae
se tem para isto motivos plausiveis, embora seja
errnea esta con viccio do devedor, o que b pelos
meios regulares pode ser liquidado ;
Attendendo que nio se pode considerar em es-
tado de falleneia um eommsreiante, cujo active
rvalisavel, nio em dividas, mas em mercadoriae,
utensilios, etc., de valorjmuito superior i aomaa
total de seus dbitos ;
Attendendo qae possivel dar-se o estado de
falleneia, mesmo no caso deser o passlvo muito in-
ferior ao activo, se se verificar a hypothcse de ser
este de difficil. precaria ou trabalhosa realisacie
ou quando por motivos especiaes o negocio nia
pu-'er continuar por lhe faltar a imprescindiv 1 di-
reecio, ou pelo desapparecimento do crdito, de
modo a se tomarem dificultosas senio impossiveis
transaccoes precisas para o gyro do mesmo nego-
cio ;
Attendendo que o facto de um negociante, pell
deficiencia de apurados ou falta de recebimentos,
contrahir emprestimos para occorrer as necessi-
dades inadiaveis, nio indicativo de insolvencia,
por isso d se quasi com todos, anda os de mais
solid-t fortuna e avultado capital, e que, tende
compromissos vencidos e falta de moeda em cabra,
pref -rem recorrer ao crdito a desfazer se de mo-
mento, e assim quasi sempre com prejuizo, de mer-
cad iras, ou bees que possuam ;
Atteniendo que tambem nio indicio necessa-
io de insolvencia a circunstancia de nao poder a
commerciante s soca os recursos fonien'os por
seu capital pagar as encommendas feitas, urna ves
que estas nio sejam muito exagerad, por que
para supprir qualquer falta ha o crdito sem o
qual impossivel ocommercioe sustentar-se qual-
quer casa ;
Attendendo que, sendo a escriptura^io de asa
negociante a acta diaria de sua vida c mo ercial,
a historia de todas as suas transaccoes e respecti-
vos resultados, ou como muito propriamente j toa
ditoestando em seas livros escripia a sua cons-
eienciao exame dessa escripturacio o melhor
meio de se chegar ao conhf cimento de sea estado;
Attendendo qae dos exames de fl. 109 afl. 14T
se v que o activo da firma J. C. Levy C. em
mercidorias, utensilios e armacio, realisarel pcr~
tanto, senio de chofre e immediatamente, o que
quasi impossivel sem grave prejuizo, mas scruinde
as negociacoes a sua marcha regular ou mesme
um pouco mis rpida, d, mesmo sem lucro, para
pagnmento integral de todos os crederes sobrando
anda mais de 50 "/. da importancia dos dbitos ;
Attendendo que a prova resaltante desse exame,
no qual os peritos tiveram de regnlar-sj pelos li-
vros, facturas, etc. nio pode ser enflaquecida pela
circumstincia de dizerem elles que os saldos apre-
sentados sio hypothetieos. isto e, qucelles sem um
balanco niopodem assegurara existencia real das
mercadorias, de qu>- d noticia a escripturacio,
pois outra resposta nio podiam elles dar em razie
de ser possivel arranjar se adrede urna escripia,
na qual se figure cousa muito diversa da realidade ;
Attendendo porem que no caso vertente esta
hypothese deve ser repellida, porque tal escriptu-
racio era feita sob as vistas de todos os socios,
entio em harmona, e que hoje por estarem em
desaccordo com o gerente sao interessados na de-
cUracio da falleneia, sendo que os livres, papis,
etc., foram apresentados inmediatamente, sem que
houvessc tempo du se faser qualquer alteraco,
que alias nem argida :
Attendendo que em vista do minucioso exame
"ei o pelos peritos, profissienaes de recouhecidaa
habilitacoes, foram elles de parecer que a firma
justificada nio se achava em estado de insolven-
cia, fl. 115;
Attendendo qae, desde qae a justificaco para
a falleneia s pode ser feita com previa citacao de
devedor, esta tem por fim dar lagar a defeca e
impugnacio das allegacoes do credor;
Attendendo qae sendo essa impugnacio basea-
da em facas, que posssm ser verificados de plana
e aummari mente, deve-se proceder s diligea-
cias para isso neoessarias antee de se declarar a
falleneia, qae acarreta importantes interdicoSes;
Attendendo finalmente qne o qne destes aotse
se collige com evidencia grande desharmonia
entre os socios da firma justificada,o que pida
dar lugar a disiolucio da sociedade :



'

-n"
' !
i lama i


Diario de PcrnambucoUuarto-fcira 23 de Junho de 1886
>
I
1


i
. *
I
Julgo improcedente a juatificacao, pagas as cos-
tas ex-causa.
Recife, 5 de Junho do 1836. Thomaz Garcet
Prannos Montenegro.
C0STR1 MINUTA
Senhor !Considero-me dispensado de desen
volver e sustentar oom as licas dos raestres da
ciencia e a jurisprudencia dos Tribannas os prin-
cipios firmados na decisao aggravada,porque os ag-
gravantes nao os consbaterara, e apenas impugna -
ram a applicacao de alguns dos tactos oceurrentes,
em face do qn? allegam ennstar dos autos.
Di proprio historieo feito pelos aggravantes em
sua minuta, combinado com o que ae verifieou no
exime da escripruracao, o que disseram as testo-
munbas, e os documentos apresentados, se paten-
ta. a mea ver, que a firma aggravada nao bu
acha em estado de falloncia.
J. C. Levy Th. Holmes fiseram em 9 de No-
vembro de 1883 urna sociedade em nome collecti-
vo, sob a firma de J. C. Levy C, para a com-
pra e venda do drogas em grosso, importadlo e
exportacao de taea merca dorias sendo aquella o
gereute e cana, nico competente para usar da
firma social, encarregado da escripturacao, poden-
do commetter ei.se trabalho a nra guurda-livros, e
este (Holmes) sen substituto as sua ausencias o
impedimentos entrando o pr.neiro com o capital
de 27:(XX>iOOO, e o segundo com o Je 19:500000,
fl.!* fl. 80.
de completar dois m^zes, e n 2 de Janei
"54, os aggravantes entrarara para a so
cii I e m counnaudita.ios, furne.-eodo a qoan
tal 'i')00, sujeitando-se as cuudicoes do
contrac >". q'ie ficaria fazeudo parte inte-
grante do i.d), 0.30.
Ficon assi.u a sociedade com o eapital de...
70:000*000.
Que o fornecimento do capital em commandida
nao foi urna necessidade p*ra que firma podes
se proseguir no seu negocio, como da-3e a onten
der claramente na minuta, fl. 199, de manifesta
evidencia.
Os aggravantes na i i riara sacrificar o sea di-
nlviro. entrando pira urna sociedade, que c>me-
\'ava mal dirigida. Se tinham feito adiantamentos
e queran: garantir-se o procediraento seria outro
qualquer, e nunca entrar jomo sccios, embora
commanditarioa, sij itaudo parto de sui fortuna
as eontigeucias, que ameacavam a firma. Oque
Sdeduz quepreteudendo os socios dar inaior
senvolvimcuto as suas tnnaacfQaf c negociar
em mais alta escala,res Iveram augmentir o
cipital, no que anuuirain os aggravantes, sem
duviia porque ttat pureoeram pronvittedoras de
bjn resudado as espeeu'aco's.
Cora aquelle prop)Sto augmentaram as encom
menias, e sendo pieciso dinheiro para o total pa-
gamento das m-smas. os ag,'ravautes, conhecedo-
res mais do que quaosquer ostros capitalistas
(porque tinham o direito de fisealisar as tranaac-
cjs e vitrificar o seu estido, art. 314 do Cdigo)
da marcha da s aciedade, iam firnecendoos recur
os precisos c^m os jura de l /0 reduziudo d*
p>ia da certa poca o seu crdito a lettraa. Este3
ttulos, porra, nao eram pa^ja precisamente em
seus vencimeutoa.
A proporciX que h ivia diuheiro disponivel, mes-
mo antos dos veneimeuto', i- eeatregaaaa
gravantes quautias em pirecllas por conta, como
se \ Je fi 143; u-in esses d.-bitoa esabaraenvns
os negocios da casi, porque, sem davina con ap-
provajao e deaieordo coui os aggravantes uella
interessados, ia-9e-lh.es destinando para seus pa-
gamentos as quantus que sobravam depois de
pagos os de mais eredores, fl lili v afl. 14<-
As encomincndas, como era natural, foram pro-
greisvam.-nte augmentando depois da entrada
dos aggravantes. nao s porque u capital foi re
foro ido como porqu", dsp-rado elles de recursos
pecuniarios, tinha a firma a qncm protnptainente
recorrer cm cusa de necessidade, nao podendo us
mcsinos alus eseusar-3e, porque aconsclhav.*ra
aquelle augmento.
Accrpscc que, Con a eutrail i d >s aggravinit -s,
a sociedade a] nrio a importante fregosla de
un i f.ihric de anana, que fasia avultidaa com-
pras, fl. 144 v. a fl. 146
Ajuataudo as suas contas deJeve e haver
em l'evereiro do corrente anno, verifieando-se
sor firmo devedor* ana aggravantes de quau-
tia superior a 4O:O0OS;C0, incluidos oa jaros,
aceitn ella letras com diversos praaos e na forma
do costante autes do vencimento da primeira foi
entregando pn* conta uos aggravant s algumas
soimnas, fl 143 v. e fl 141.
N'esse entretanto deaharmonisaram-se os socios,
e os -ggravantes resolveraio receber iutegral
mente em seus v racmenlos a importancia de seos
ttulos, causando aaaira transtorno sociedade,
que de combinadlo com elles niio tinha gran le
cuidado com esau debito, e lhe destinando o
saldo depois de pagos os outros eredores.
A desharmonia ebegou ao ponto de requerer o
gerente da firoi a citaciin dos aggravantes para
a aissolucio da sociedade, fl. 40, o estes em aet i
continuo a fallencia da mesma.
Apresentando os agijravaute testemunhas in-
ontestavelmente defeituosas e que nada disaeri-m
gnbrn o es-.ado de iusolvencia da soci dade, fl. 43 e
75, c fl. 44 o 50. e defendenJo se o gereute i-
nio eram lquidos os titafcM -ipreaentados por ter
ha;id i novoeao pUslio > dbil que elleo repre-
sent ,ra pira o titulo de sonta corrente, que tluh .
Uui ;ieli\o. s.mente em iBMuadoriaS ern aer, muir.
nperiar as sea debito, e que es af^ravaaces por
tersa prati.ado actos de eitao se tinham torna-
nado solidariosalo SOBS derando as provas ens
t ;iit ba tautes para lirinar uina decisao sobre
as-umpt.-.s tao iti.port>uit -a, mandei proceder a ata
i une na escriptarac > pira se recouh CJrat qu
poat> eram exactas as alle.iCoes de una e ou
ros. ,
O resultado dessa dili,-:i.a, que se ve de n.
110 a fl. 147, toda favorave ao gerente di ir-
mu e contrario s pretencoca dos aggr ivant-'s.
Kste exame nao pde ser apreciado, tnialyoan lo-
te DMA outra prnposicao ou respoata desa
Diente, mas n> seu tolo de modo complexo, com-
biuando-se em todas as suas partes.
D'ee se v que as mercadorias qn devem exin-
tii, fazondo-se o calculo, tomando-se por base
sai existencia real tsraSnda pelo ultimo bataneo
e inventario, as entradas pST seua vulores h a-
(i'.idas pelas venda, dando-se para esUs um lu-
cro provavel e raioavel, deCoutand) se anda 0
depreciamento de seu valor actual em nlaoio ao
das entradas p^la ultima alta do cambio, dev ap
proxi cadamente ser de 10S:3*>$210, que co.n..
10:358*999, valor da armacihi e utenciiios, puls
a imporUncia de 11^:654*209, que di com mulla
sobra, para o pagamento dos ere lores, cujos ere-
ditos, iuclusive os dos tggravanie, apenas che-
gau a 73:7275744 fl 115 v.
Oa lientos Saarnai vm tr ili >'ho seu, aeoaipa-
ah i o de quinze demoistr ii,<<-s tL lili a fl. 134.
eh -^aiido aquello reau'.tdo, que pode ser real e 6
MrsaMote hypithetico em face da escripturai;io,
mas deve ser q inaio approximado possiv-1 da ver-
n le, uina vez que easa escriptur.icio uao ac-ii-
ii'U de siniiil i i*.
Qoe osso calculo pide ovr feito por Uieatai alie*
(ntuit:vo.
Luaifn dn atereadorias, saba-sa das ra-
tas i-din s.'us .-.!'.r--s, e petas sahid.ia, por Canda,
dan Is-ss nass -'''m !",r;l os bicas pi
yeis, nanheee as maia sa inenoa a iinp.i toii'.
4sras,S calcu;a-ae o saldo.
Assim se praticH, por exetnpio, n S e.sos de in-
cendio do qaal se salvam os !ivr. s, qnando se tona
de verificar a respousibilii'adu das Compaubias de
V^'uros. ^
Sem o inventario, oorm, aio se pode amrmar
a,ue a fsttncia Vssa saWo aej* real n rigoro-
aments x ict e aoaMute.par uypothesc i)-i'
e'.:o ser ti,'iii-i lo.
1) de que na era poasivel de momento faser-sc
e inventario, e pura o tiro que se tinhi em
bas:ava apenas ira c lcaio approxiuiad;', od
u< se pud i exigir.
>i:Leram, portanto, e ikUito seerUdament-, os
peritos nn su i .-xoosiv'' IjOe na falta d ) inventa-
rio, que ess-ncial pura se rtcsnaeecr a etif ten
l'j real dos mercau*orias, dada easa !< fi "u-
S i oeeasisna', filna da circuoistaiicas, Bao so
aodu afliiinar a exictidao do saldo jas iner-
a lirias figurado nn bsanoste de fl. 7d e qae
ttmbem nao p le p ir hyporhese ser havrda BBBSi
eaaet.i essa verba, porque is subido:' n-pPMenlaui
aa valor em qae resciaiidauMow leve liaver en:
lacro, que s pelo inventario pode ser verificad .
A'iinduaado por eso o tmbasho u|>.sentajtvn-
seraui o seu oais perf'-ito < Mistificado m taSa i
B)iiiu fl. 115 v. a fl 134
Verificada, p lis, a ixist-neia ppr"iinada d .
saldo da conta de mercd>rio=, oque (: .-uffi
para o-fim qu se tm cm vista, me. prete
ftao se pode ditwqire os aggravadus snu4i etn
falleucia. A firam aggravada possiss beus de fa-
oil venda ou rsNlistcao de valor asuita aupdrsor
i importancia de seus d#bitus, est era da eai
seas pagamentos cota todos ot.sMis esaore, a
esto um, cttja natar^-ss do oredlto centotta, por-
tanto, nlo cessou pagamentos nem esta insolva-
vel.
Nio se trata de um negociante que s tem um
credor e acha se em falta com, elle, mas de um
que tem diverses eredores e que apenas deixa de
pagar a um, e allega para isso motivos que lhe pa-
recer plauaiveis.
Nao ha um s eseriptor de direito ccmmcrcial,
que ensine que Beatas condicoes deva-se abrir
urna fallencia; o aue alguna sustentara quena
hypothese, rara, de haver um s eredor, nao sendo
este pago, pode-seaibrir a fallencia, pois a cessa-
cao psde-se dizer total.
Aocresce que o estado solvente, senJo prospe-
ro, da firma angravada, resalta da resposta de fl.
139 v. e a um dos nulsitos dos aggravantes, da
qual v-te qoe nos ltimos onze meses a casa rea-
liaou em dinheiro (apurados diarios e recebimen
tos de contas) 85:224*485, e apenas despendeu
com o pagamento de saques e contas 3'J:475*470,
sobrsndo, portanto para pagamento de direitos,
despezas geraes e o debito dos aggravantes, mais
de 44:000*000.
Urna casa nestas condicoes nao me parece que
se ache no caso de se lhe fechar os portas.
Os oggravantes fatem ao socio gerente na pei-
co de fl. 80 e na minuta de aggravo urna impu-
tacSo em verdade muito grave e que do como
provada com o papel de fl. 83.
Realmente se esse papel podesse proyar que o
aggravado pretenda figurar dbitos ficticios, dan-
do I hes appcacoes tamben simuladas para assim
ter eredores de quantia tal que chegasse para a
concesso de urna concordata era prejuizo dos ere-
dores reaes, a fallencia lhe seria abert.., porque a
sua ma f estava patente, os saldos figurados nao
podiam ser aceitas e era preciso salvar os direitos
dos eredores, que podiam agora estar garantidos,
mas em pouco seren victi as de grande prejaict,
mas semelhante prova niio ae deu, o preteudido do
cuine-to de fL 83 nm papel informe, com alga-
liamos destacados, S'mconnexao, e do qual com o
espirito desprevenido nao se ode colligir o qoe
allegam os aggravantes, niio havendo, como nao
ha, em seu auxilio mais adminiculo algum de pro-
va.
Peca para esse papel, ao qual os aggravantes
dio tanto, a attencio de Vossa Magestado Isape-
rial.
Oa proprios aggravantes tanto nao OMifiaal nel-
le, que se offerecem a confirmar com juramenti
suaa allegaco -s, o que nao sei se admissivel.
Os emprestimos coutrahidos s com a finta do
devedir, em vez de sercio indicio de mo estalo
de seus n rocos, parece mostrar o contrario. To-
dos os comraerciantes os contraem, sem que iato os
desabone e mostr o mo ou precario estado do
seus negocios.
Os que tm ttulos em carteira padem d-scon.
tal-os, porra os que no os tm (o que poasivel
pois podem as vendas ser fetas de outro m ido) ou
nao querera tancar mi) delles por esse ou aquel-
le motivo e t.n crdito, podem s cora a sua tr-na
contrahir emprestimos para solver compromissos
inadiaveiletras ou coutas veucdassem que
isto indique insolvencia.
A reforma de ttulos tambom nao mostra ms
circunstancias do devedor, porm a continuaca
da .onfia.ica do redor.
Kao comprehendi das allegicoes do aggravado
que elle acoimass de letra.i de favor, ou papa-
gaios como se chama, os ttulos do9 aggravan-
tes. Parece-me que neste ponto bouv.i eng-ino do
illustado siguatario da minuta.
O que o aggravado diz na peticao da fl. 7 i que
a sua desharmonia com os aggravantes foi prm
cipalmente dnvida circuuixtancia delle nao e
prestar a aceitar letras de favor, e no queaito do
fl. 142 pretendeu n.ostrar que, sendo o titulo de seu
debito para cora os aggravaut -a conta correute a
juros de um por eruto aO mez combinou na acei-
tacao de letras pan que elles, n> caso de Ibes
convir, podessem trausigir com asses ttulos, des-
cont indo-os e applicando o seu prod cav'oes de mais vantajoso resultado, nio ticando
c nn esae capital someute empatado as trvisac-
eoes c ifn a referida firma, e tanto nao fu o sao in-
tento contestar a realidad dtssa divida, que ape-
nas impugnou a sua natureza a a iacluio no ba-
lancete que ap-esentou a fl. 78.
l'assarei agora a Iratir da marcha des?e pro-
eess para mostrar que nao iutroduz. na oro pra-
xe alguma prejudicial ou digna le extranhez*.
Apresentado a 7 de Maio o re qu riraeu'o^ dos
ggrarantaa para so declarar a fall ncia da hnna
agoravada por ter ella C08S ido WIU pagame.ntoa
a estar insolvavel, mandei de conforraidade com o
disposto ao artigo 111 do regulamci' > a. l'Si que
toaa^ justificado o estado de insolvencia no da se-
guinte.
Nease <\\n antes de se concluir o depoiraento das
Ujstemuubas offerecidas pelos afrirravantes apri
sentou o aggravado a petisao de fl. 7 contesiando
o i atado de insolvencia da firma, juntando docu
meutoa eomp.-obatoiios de seus pagamentos era dia
nos outros eredores, dona baUngoa dados um 31 de
Oezemb'O de 18S4 e J885, impugnando a nature-
za do debito, allegando a deshtrmoni* dos socios,
tanto queja tinha requerido a ciracao dos uiesrao*
para a dissolucio da sociedade, fl 4t, que os so-
cios commanditarios tinham a- tor-aio a .Iidanoa,
S que tinha sido citado na respeta s seis e um
quarto horas da tarde, pelo que pedia que 6e lhe
eoi.cclesse vinfe a qnatro horas para mandar tra
duzir um documento o OMOontM n
No entretanto continuarim oa nggravant's com
a justificafac, a ando ouvidas dus t'-stemunbas,
cujos depiiiuentos nii> lodiain satisfasar-lnea, rs
laereram elles o adiamanto da nesma juatuiea-
cS.), certida. oe fl. 46, pelo que nao Ibes assiste
hoi direito algum par se queixarein d elle ou
qualifieal-o de ra regular.
N'eSSe inesmo da api'esentoi'-se o socio solida-
rio T. Holmes (asando a declaracao de que a fir
ma eslava .-(lectivamente fallid", fl. 47; attri
buiudo po:in esse estado a inA giiranSJa d) socio
J. U. L-vy. Aiuda no niesino d a me apresentou
a peticao de fl. 49, fazcado as mais 3erias Jiecuaa-
^ s ao socio L'vy.
De tudo isto iwliigi, que o que havia do mus
real era a desharmonia entre os socioa cada um
dos qu.es pricurava offenicr e p.-ejudicar aos ou-
tros.
No da 10 'lepes maia urna te.steraunha por parte
dos ageravautes, que nada adiantou, fl 50, 8 o
aggravado apres-ntou aiuda a petico de fl '!,
cuiteot-iudo as allegacoea de sena socios, e ofler. -
eandO um balancete d estalo da casa at 3 m /. anterior, do qual eoustava que so era mere -
di as p n ni i a firma valor muiti sujanor im-
BDrsaoeta dos dbitos, fl 78.
O aggravantes por .sua ras tambera tixemm a
su i nnpugnacio as allegacoes do socio gerente,
nrarando o facto de uu-a proposta immoral ou
criminosa teita por aatr. fl 80, juutando para com-
proval-a o papel de fl 83.
Vrado me os autes conclusSo, podia en face
doa depoiraentos das teatcmuuhus julfar logo un
procedente a justiSci;ao, por que ellas, alera de
defectuosas, nada diziain de aproveitavcl anerea
do calado de iu=ol .enca, e np uaa afasiaSS-ae ao
cred 11 dos agravantes e a boatos (rag*.
11 ivia (Kirin nos autos a imp irtanie d-e'ara-
cSo de um dns socios solidarios UVi qm a easa es
lava i aoU-ue.l, fl. 27, oa aggr.ivan>-, alm ''e
aredorea de asajhUsiia orama, eran tamb ni a
| ;.i\ a-ie cunta ?ocio geieute as mais graves BC-
eos.i'.'Vs, uitribuiudo-se Iba intuitos eoud-oiua-
veis : mas, nao pudendo abrir a fa.lsucia tontenta
pelo que couatava dos autos 4 querendo salva-
guardar os i.itercssea dos ce torea e dos ou'.ros
socios, ordenei o exarae de liv.os, e eo u > ba i
ta beiii a allegac-} do que os socios ooiamandiU-
rios tiiiliam p-Hticaio actos de getao, e isso po-
da mui: i intloir no procesan da arreeadayio a
.i-l,n-i mais esta veneacao
tata diligencia era de necesaidade intuitiva.
Desde que a fallencia s p >Je ser decreta la pw-
cedendi justifi-acio do insolvencia i'oin eitaea i do
d.v.dcr, podando ete portanto defeaitar-s.', nio
ae p le era se deve 'ora ir qualquer delibe
definitiva, quandj pairciu duvidna sobre a ver-
dade dos faotvas, nio poJeiKfo o juiz assim r
ver tem -< d.ver do est-krecr-se, a be;o ui
doa inferesacS dos litigantes, o de ordenar qoal
quor diligencia que lhe parce* conveniente, at
p irque trataCse oJ d*eses iutr,-ss,
i u tambara dos da jlstic a.
I, ios motivos ezpostos profer o de
fl 84, e fui iiuiuediatameiUe ao esuu.deci...
-, n de recuber oa livroa no estado era 00
cbassem.
Devsdaweute intimados, comparo :-rara oa ui-
teresaado> acompanh.dos o; s.-us mos-
traudo.se todos at: n sligea
uad* e a eseoih dos peritos.
A estes ordmei que fiz^ssen um trabalho o
mais miuucioco e que f/sso possivel,
pira que podesse servir de Mu* a qualquer de-
cisao.
Apresentados os liyros, d. clararain es pentis
que o trabalho 0 exarae nao poda ser feito di
in-nto, maiopuisjns.padiam qae se Ibes conce
desse um praso, e aventando-se a questaose os
interessados podiam assistir a esse trabalhotro-
cando-se algumas palavras menos convenientes en-
tre as partes, resolv de accordo com todos que,
respondidas os quesitos por miro propostos, fosse
permittido a ons e outros propr 03 quo enten-
dessem convenientes.
N'esse intervallo o aggravado requereu a junc-
gravantes fizeram diversas arguicoes ao gerente,
e redara iram contra a demora do exame, pelo que
mandei qne fossem intimados os peritos para apre-
entarem com urgencia o seu tiabalho, fi. 95, o
que elles fizeram no dia segaiute, fl 109.
N'essa occasiSo, de accordo com o que se tinha
deliberado, apresentou o Aggravado os quesitos de
fl. 142, o que nao lhe poda ser recusado, o que
fes com que os aggravantes tambem apresentassem
os de fl. 187.
Concedido, como era inlispensavel, novo praso
aos peritos, afinal apresentaram elles o comple-
mento de seu trabalho no dia 31.
As testemunhas, cujos depoimentos foram re-
queridos prlo aggravado, nao tinham por fim
contestar as allegacoes dos aggravantes, porm
provar actos de g.sto, que lhcs erara attri-
buidos.
Sendo este ponto muito importante o devendo
dar lugar a providencias no case de ser abert* a
fallencia, e nio demorando concluao d'este pro-
cesso, porque os peritos aiuda nao tinham apresen-
tado o seu parecer, as admitti; porm, logo que
se me requereu, que se procedesse em apartado
para nao raoiivar alguraa demora, atteuli, fl. 160.
Pelas razos que venho de expender nao refor-
mo a decisao aggravada, Voss Magestade Impe-
rial, porra, como costuma, mandar o que fr
mais acertado
Rccife, 12 de Junho do 1886.
Thomaz Qarcez uaranhot Montenegro.
------------jamesae-------------
O promotor publico de Hw ao ir. larao de lupimima
No Diari de l'ernambuco de 21 de Marco do
corrente anno. explicando eu, em longo artigo, os
motivos oe mnha deaavenca com o Dr. Araorim,
. ontei o seguiute facto :
o Ha sama de dous meses fui casa do juiz
Araorim despach*r urna pcticSo em a qual recor-
ra de uina sentones de pronuncia, proferida pelo
inesmo juiz.
S. S. uegou-ae sat3f.izer-me, mandando que
eu requeresse em termos, e dizendo-me, mal o ti-
nha eu compriraentado, que eu e r>s mcus amigos
queramos furjal-o a unir-se ao Exm. Sr. larao
d.- Itapissuma, chefe liberal da comarca, para der
rotar nos !
Foram testemunhas do que venho de dizer os
irs. vgario FlorUno Coutinbo, capitSo Antonio
Al ves Barbosa, alferet Ismael lisudencio Purtauo
de Mcndonc o outros.
A promesas, ou aaUa, a meaca que naquelle
te upo foi-me feta pelo Dr. Araorim, foi, formal
osate, cumprida !
No de hoje que os conservadores de Iguaras-
s gemem ao peso das perseguicoes do Dr. Arao-
rim, que, receioso de assumir a responsabflidadc
d'ellas, manda que osen substituto lhos-rvade
eacud >.
A chamada vai sendo ieita pelo abaixi assigna-
do, que em meu favor foi publicado nos j asma de
maior circulaQao n'esta provincia, solemne pro-
testo frito pelo Dr. Araorra, logo depois que d'elle
tevi- n.ticia.
iNein ao meuoa escapou ao olio, i viniranga o
ido e venerando anciao c ronel Francisco
CValcaute Jaymo Galv.io, um dos Oais distinctos
ciJadSua, residentes em lguarasa.
Aquelle Ilustre cavalb-iro, que j mer ceu de
um dos nossos mais nota veis homeus de Estado o
qualiacativo le Pedra d'arapassou pelo dissa-
bor de ver, pela primeira vezein su longa vida,
os seus bens sequestrados, d ;senterrando-se do
respactvo cartorio uns velbos autos, onde figura-
va elle de fiador, pondo se margera o afianzado
que, morando naqu4la comarca, dispunha de bi-ns,
cojo valor era superior ao seu debito.
Nao me pnpouhja aualysar n'este artigo o es-
tado aaarebico em que se acba a comarca de
lguarasa, em consequeacia das persegu^oes qie
vio sendo deseuvslvidas palas autoridades judi-
ciariaa contra os Conservadores.
O meu fim outro.
C tinecei transcrevendo palavras de um outro
artigo e, dir giuda-ine ao Sr. B*rao de Itapissuma,
venho responder muito ligeirammite ao discurso
que a Provincia de 11 do enmato moz diz ter sido
no dia anterior, proferido por S> S. na Asscinbl.i
Provincial.
Smti nao ter sido testemuoha ocular do bn-
Ihante discurso de S. S, nolavd e eloquente na
forma, lrio e vcradeiro no tundo.
Nio poda, realmente, ter o Dr. Ara ir ira me'.bor
porta-voz no seio da represeutacao provincial ; o
Sr. Bario de Itapissuma, cujo profundo talento e
vasta erudico todos coaheeein e apreciara, defen
deu brilhantemeute s ra alter ego na comarca de
lguarasa, apontando-o, em corapanhia do juiz
substituto como uif-lizua victimas, sacrificadas
forae e tde dos conservadores d'aquella coman'*
Eu, que nao sou hornera de enthusiasinar-me fa-
cilirntH fiquei eomraovid), quan lo li o discurso
do Sr. Baria 1,- Itapissuma, crescendo de ponto a
meu entboaiasao ni parte em que S. S. c nfere ao
seu protegido o diploma de juiz imparcial c fi.-l
ejecutor da ei.
O juiz de direito eumprio a sua palavra ; fez a
ailianc* cora o nome larao de Itapissuma ; n.a-
nao coasegairilo derrotar 08 couservaiores de
lguarasa.
E.les, SEM BATINGA NEM PIXK, saberS)
aupportar os rigoroa da sorte, at que o goveru>,
easapaartraado se da situadlo auotmal cm quo se
acha lguarasa, de as providencias j tautas ve-
z-s por elles solicitadas.
Nao quero discutir com o Sr. Bara> de Iti.pia-
suina u Uctv que raotivou o moustruoao proceaso
t ulrii mm instaurado pelo juiz substituto p >r
suppostas calumnias verbaes dirigidas aojuiz de
.r.-it).
Escrevendo o presente artigo, tire em vista res-
ponder ao tpico do discurso, attribuido a S.
S., em o qual se 4 quee/aa rnaa de capoeira
r.muida aoa soldados do dta"Manato f-stej >u a
aunullacio do meu pr icesso pelo superior do Tri
bunal da Uelacao.
A expoutanea manif -ataca ) que al^uns amigos
meus de Iguarass fizeram ao chegar ai a allu li
da noticia, foi f ita por gente boa, milito bi. 1 11
para mcltior dizer, muito ign-il, muitiasiin 1 igual
ao Sr. har) le Itapiasurai, que, certameme, nao
um capo-ira.
O raausijo pela minha aiuii -victoria, nao tova
caract*F poltico e se S S. tomasse exactas iufor-
raacoes, hav.a de saber que na feata tomaram
tambera pir'e alguoji liberaes, que nio sSo ca-
pieiras.
a S.
auto
Q mato a pracas do destacamento, direi
i. que a su* pres-09a na maH'.teatacao foi
risa 1a pelo delegado de polici*, frequ-ntador da
casa do Dr. Amorira, afim .te evitar qualquer des-
or.lera, proveuieoto da exeitafo le nimos.
Bein leinbrada medida ^ue o -r. i)ara-, nao son
be approvar porque o seu alter egi taino, m a nao
a>Tivou.
Bntra a no'icia le qu-> de&t>is Ae vidas tao ar
rojadas diariamente itpuWtra, meio de que s.
S. laaooa amo para f-zer accusaco-s gratuitas ao
Exm- Sr. Ur. pfsidaateda proviaea e a de que
o des a un-uto pratic >u| 1-sat nn e destrino pian-
taco. S. ha muita senielhanga, inuita an.ilogia.
iv-i. observar que 0 Sr b.rSo dfl Itapi-
suraa se diz testeuiunl.a ceUMT d'aquellea eri-
mei !
Toj se Hado, certo, casos de febres ismli
la comarca, w+, y >r or.., deeorridos
ais de 'M das de ieii app irecimeoto, muda 11S -
bn.t.n s-pultura m-'a duia de pesSMBS.
Eu crem que o Sr: bario de Itapis una nio eo
tende i>em o que sojatesternunha ocul .: !
S. S. uaa de ocnloa > a ippoe iiui nsr ffir elle,
o in<'*m"> que ser testemunha de vista*
C nudoj 1 Sr. b ira 1 quizer faer accasace*, pro-
cure base, e, se no douiiui 1 conservador n.-i > en-
coiitrar aauaa que possa apr.v, i ar, vd ao trans
Helo governo liberal o sobre lguarasa, ocre na-
rras historias boas, cont 1 d* pesaos, qu- p4ra
votos 111 i-.l-i^i geral, ,)n..-ur u fazer jogo
con a Nvnni d- 11 n* illaatre familia
N- aun i: .11 o.earai torra, e eu sei de muito
aad.
oiu i 1 squi, pee > ao Sr. bario d- Itapissu'
Ma, .-uj 1 su,ieri oidade iut.llectual sobre u'iin l.
ar, que hj ra obri/ue voltar so-
bra n asompto.
le 19.le Junho d- 18>i6.
Franeitcii Xamer Paet Barreta.
Qncstfio Le^j
Jo-.' C nn ntojjevy re piereu que te lhe
ertidio de toda a minut* do aggraro, ant o
da remessa Jos ..utos psra o Tribunal; e median
te despacho do Sr. r. Juis do Coinmercio, obrare
u m'.'stni c i'tidi'j, u 1 dia sin qu 0 aotoa sub'r u
(14 do con-ent mez). Portanto nao tem razio o
8r. Dr. Fcrer para escrever o seguiute :
Infelizmente, devido ao tom mysterioio de que
cercou se a tal minuta, nao pnde verificar a exae-
tidao ds noticia, posto qus nio me surprehendesse.
O Diario de 20 tirou-rae da incerteza.
De que serviu, dorante seis das, a certidao da
minuta ?
O 8r. Dr. Ferrer diz qoe a nota por elle feita,
o qual me refer, fra < eolio :ada a margera de
petisao, em que substituio-se a demonstracolo dos
factos pela malsinaf o a mais revoltante. Essa
peticao, escripia e assignada pelo Sr. Dr. Teles-
phoro Fragoso, contm a simples narraco de um
plano de fallencia, coastaute de um papel escripto
pelo Sr. Levy.
Pondi rando na minuta o facto saliente de nao
ter o aggravado explicado o se escripto (que nao
contem smente algarismos, como elle da a enten-
der, mas anda muitos palavras e mtato significa-
tivas), pareceu-me que era un dever de lealdade
mencionar aquella wa, para se nio entender qne
tinha havido da parte do Sr. Levy nm silencio
absoluto.
Nao me propouho a discutir se a accSo proposta
pela missa fallida de Flix Gomes Coirabra con-
tra Ernesto x. Leopoldo e negocio d fallencia,
nem o que houve em relacio a quatro letras, d
cuja cobranca foi incumbido o Sr. Dr. Ferrer, e
muito menos me oceuparei de outros factos, de que
ulle trata em seu artigo. Basta-ice na > ter sido
contestada a declaracao, de que o illustre advoga-
do nunca tivera necessidade de sustentar inven-
(oes d'aquclles seus constituiutes
Concluo protestando contra esta inexactidao :
... consta-me (nao affirmo) que o Dr. Olvei-
ra Fonceca advogado contra os meamos senho-
r s na questio que movem ao coronel Jos de OH -
ra Castro.
O advogado escomido pela sociedade Oliveira
Castro e C. e constituido pelo tenente-coronel
Oliveira Castro (porque, embora o interesse s.-ja
collectivo, elle figua na accao indlvidualorent-)
ioi o Sr. Dr. Antonio Jos da Costa Ribelro, e tem
sido at hoje, sem iuterrupcSo de um dia, e sem au -
xilio de qualquer outro.
Eu nSo tinha necessidade desta contestacao.
22 de Junho, 86.
Oliveira Fonceca.
Fallencia de *F. C. Levy & i.'-
PETI9X0 DE AGGRAVO
ni
No primeiro fundameato da aentenca a fl. 193
pondera o Dr. Juiz do Commercio, que, para um
negociante ser declarado em estado de fallencia,
preciso, pelo menos, que elle tenha summa ditfi-
culdade de pagar oppoituna e integralmente a--a
seus eredores.
A sociedade J. C. Levy : C. desde Outubro de
1884, i-steve na impossibidade de pagar opportu-
namentc aos seus eredores ; visto como : 1 para
nao cahir a cada passo, era preciso que os aggra-
vantes a soccorressem fasendo-lhe su cessivos em
prestimos de dinheiro, at se toinarem eredores de
urna somin-i elevada; 2. os ttulos proveuientes
d'esses emprestiinos nao foram pagos em seus vea-
cimentos, sendo necesaario refrmalos; 3. apezar
d'esses emprestraos, no foram pagos at hoje al-
guns eredores da Europa.
Em Abril deste aono resolvern os aggravan-
tes por um limite aos sacrificios rae taiiam para
vitar a falleucia da sk-iedade, e o resultado foi
nao ser paga integralmente a letra a fl. 4, de ...
5:000*000, e nio ser paga absolutamente a de fl
3, de igual quautia.
Os peritos declararan a fl. 138 :
* Que os cmprestiinjs fe i tos por Ern-.sto it
Leopoldo, a partir de Outubro de 1834 em diante,
erara em parte reclamados pala deficiencia de apu-
rados e reeebimentos para occorrer s necessida-
des inadiaveis da sociedade, e parte para outras
applicaces do npgoco, as qaaes nio eram urgen-
temente reclamadas.
As encomraendas fetas por ultimo, e cojas fac-
turas nio tem sido aceitas, aegundo depoz a teste-
innulii Amaral, nio poderiam serpagis sera di
nb.-iro de emprestimo.
Os peritos respndeos a fl. 144 :
... qu unto aos capitaes da casa, estes por si,
uio bastariam para occorrer aos pagamentos exi-
gidos por inaior elasterio do n"gocio resultante
dos ltimos pedidos feitos.
Bh tal a siiuaco pecuniaria da siciedade que,
at para o despacho de mercadorias, foi pr.-ciso
que os aggravantes forueces3em a importancia
oos direitos, como se vi do depoiment do rao m 1
Amaral, testernunha nfferecida pelo aggravado.
Triste posicio a de q-'era vai contrahindo divi-
das para solver outras, at canc u a paciencia, ou
os recursos, de quem o protege !
O 8"gnndo fnndattento da sentanr;* que a fal-
ta de pagameuto de ora ou outro credor nao impor-
ta a ce"sacio de pagamentos, principalmente
quan lo se allega, como no caso em qaestao que ae
tem para isso motivos plausiv-is, embora seja erro
nea esta conoiccao do devedor. o que s peloi meios
regulares pode ser liquidado.
a airgravantes nao sao um credor qualquer, at
tendendo-se importancia dos dbitos contrahi-
dos para com elles, circumstancia de t.-rem sid i
reformados os ttulos primitivos, e p icio qu-
edes mantiuhaiB, de suatentaculoa d.-> soma lad
O neg ciaute que foruece diaoeiro para M pa-
gar a um cento de ere toreo, nao tica valeno ine
110a do que vali.ua seis ou o.to doa qu- foram pi-
oos a sua custa. Se vinte eieloes de 100*000
cada ura requeressem a fallencia, nao devia este
numero pezar mais na bilanea da Justina, do que
as circumataucias que se dio a Mansito dos aggra-
vantes.
Urna d'ellas o proprio tacto de ssren socios,
tendo na sociedade ura capit il inaior do que qual-
quer dos outros (Lvy e Thonviz Humea) cora,
declaram os peritoa afl. 115 v. Esse c*pital e a
quantia de que sio eredores ascendeos a una for-
tuna demuitas dezcuas de c ratos ; e o bom santo
est dictando que os aggravantes nio qureram
sujeitar-se aos prejuizos que n-au tira do uina fa-
lencia, a nao ter o natural deai-jo de evitar um
prejuizo icalor.
O aggravado deu tratos imagiiiacao, pora in-
ventar motivos, a que attriboiase o requer.munf >
dos aggravfanwa, e a apresentacao do socio solida
ri-o 1'ujiiuiz Holmes; que ten lo ua sociedade tud
qoanto alquirio em -.nuitos annos de trabalbu e
economa, tmbeos requer u a fallencia. Maa, as
snn como dianie do criminoso s escandaloso pa-
pel i fl. 83 a habilidad^ do aggravado toriron-M
estril, nao produzio urna explicicii qualquer (
seria iraoissi.el),1 que inventou, pir* explicar
n requerniento dos aggravantes o o de Thomaz
Holmes, pueril absurdo.
Disse ee fl 7 v., que os ag^'avau.-s ha' i*m
r querido a f.neoci* conw meio de o amedrantar.
Porque e par., que fi 1. ? Paran elle aggr 1
nio Mania acceder n 1 c 01: ni .<;'" de tavotas p -
sadissimoa, c nn 1 aceitar-Ibes tetras gerahaent
chima las pa>agaios. SSj teontroa o aggrvu
11 m-di r oiptioaco d> aoeesta faUsdade, que ao
BSSaM teo' un dispar.t-. iqu re- um no
1 ute que so d clare f* lid* a firma de que t .z
parte, afim d* qn^ Sigamv, aojearaotoio, santi-
n- a ..asignar papuj/uius !
li Tnomiz Hornea, socio solidario, p rque v-io
a J liso declar ir yu 1 a soci da ? Porque di |o a^gr.vj i a ''. "3, os a^gra
vantes lhe 01 1 o -aia.gran'fes oamtagen. li que
vanUgcas sio essns, eq m k p r aw sm
de fallen.-!*? A eXp leng o ni 1 ofa Ig W *t *hi.
l -ra v V >ssi v. ig s' 1 I Imp ai
trata siuipl-sinent.! do taco de ni < aer pago Um
credor qualquer.
Alte id* S" aifora s palavras da senteaea :
... princ:paiinutH qu.nio se allega, como no
Ciso ra quesiao que ae tem pura isso motivos
idausiveis, eiob *a j errnea esta Convineco do
devedor o que s pe a m-ioa regular -s pode ser
liq-i.dido.
O aubre Julgalat nao dias-l quando te allegam
motivos plaativcis, m^s : qnando se allega que se
tem pra isso motivos plautiveit. O sr. Dr. Ju-z
d< Conmer-io no qo z tomar, o era mor* ra nte
irapossivel que loraass.-, a r spinsabUitlada gr.-
vissim. d motivo a.I .
par* a falto de p .- unantu, un sarew papogaiot
as tetras a fl.. 3 4, e as lima le qu 1 vi aggra-
V'iut-'B sio portadore .
Siajju rii iiisiuuil* 111 MMtone
e 1 o o esaaarto qoe. Jais rae -oh. .
id .de .los notiv j;i se allego- a exis
-ste iaod 1 t do o con
iinped ri, quiz.-r, a doi-laracio de saa qu br*.
1) poi.'io.uma jiMtlti
un mez 1 1 folhis;
exhi
.'1-..IIUII1 011
tm j,; sasne d hvros, nao
ba accessiade de atetas ordimari&t para se cuaba
cer a falsidade'dos motivos allegados. Os aggra-
vantes j trancreveram a resposta dos peritos
quanto realidaoe das transaccoes; de qne pro-
vieram as letras s fia. 3 a 4, a de fl. 192, tambem
de S-.OOO^OO, vencida no Io do corrente, e as on-
tras anda a vencei.
Os peritos, re.-pondendo a um questo referente
aos eredores no estrangeiro, anda nio pagos, di-
sem fl. 140 v. :
A importancia do debito para com Antonio
Feliciano de Azevcdo Filho de rs. fortes 856*816,
estimada em 30 de Abril prximo passado em rs.
fracos 2:107*767 ae cambio de 246 0/0, por saldo de
transaccoes e continuaos*) dada no comeco da fi-
nia de J. C Levy & C em 1880, em successio de
firmas anteriores, at Agosto de 1884.
Eis urna divida de 2:107*767, que nio tem sido
paga durante quasi dous annos, nio se allegando,
para justificar essa demora, a existencia de qual-
quer motivo.
(.Contina).
Jos Joaquim de Oliveira Fonceca.
Despedida
Felicitado
Completa hoje 16 annos o joven Joaquim Agri-
pno Maccdo Montarroyo--, ao qual felicito pelo seu
anniversario natalicio.
Muitos parabens 4 sua virtuosa mii aExma.
Sra. D. Hermelinda Macedo Montarroyos.
Um amigo de seu finado pai.
Dens em indo se define
Nesa'infinda amplidio de mil soes marchetada,
Na imagem silente da la argentina,
as florestas e grutas, na verde campia,
as trevas nocturnas, na rosea alvorada,
Na briza, nos ares, do sol no esplendor
Tua Face Divina diviso, Seohor !
Nos valles ridentes, parfumoaos vergcii,
as aguas inquietas, nos lagos serenos,
Da imoelle creaoca nos raos e threnos,
Da prodiga natura no3 lindos paiueis,
E na doce harmona do plumeo cantor
Teu Ser comprchendo, meu bom Deus, meu Senhor!
Ni tugurio dos pobres, nos rico solares,
No c utraste da sorte revel, inconstante,
N'alegria, as dores, n'ura prito offegante,
as veigas e prados, serranas e mares,
No vico das plantas, na essencia da flor
Tu excelsa Grandeza resplende, Senhor !
Nos sonhos mais ledos de minh'existencia,
Do lar no reeesso, ou scisraando ao relento,
So .-spaeo embebido, nos aatro3 atiento,
Nos rudes labores, n'um mar d'inclemcncia,
Em n tes d'insorania, ou n'ura leito de dr
Kalbnciam meus labios teu ame, Senhor !
as vngas gementes, no acuite los ventos,
as nuvens fugaces, n fremr do tufio,
No ribembo medonho do rijo trovio,
Nos humanos e brutos, vitaes elementos,
At mesmo da moi te no fri torp ;
Teu Poder migestoso pereebo, Senhor !
No globo terrqueo, no averno profundo,
Moa Cos e no Limbo, na empyrea M irada...,
No silencio dos tmulos, na triste pausada. .,
E as plagas intas d'algum outro mundo,
Era tudo a que date animuciv. e vigor
Potente dominas abeterno,Senhor!
Pao d'Aiho, Junho de 1886.
Joqim Elias de Albuq.uebo.de Reoo Babbos.
OengenhoSapucaia
Teudo o Sr. Manoel Elias de Moura de-
clarado pelo Jornal do Recife, de 17 de
M lio dado, que parte da3 torras do enge-
nho Sapueaia, em Buberibe, est em leti-
gio c que S. S. j obtivera scrrtenQa favo-
rave, qusr no juizo de Olinda, quor na
Rdayao, aou farc.ado a dizer-lhe o segua-
te :
1.' A venda do eng'jnho Sipucaii me
ra invenci do Sr. Elias de Moura ;
2." As quesiSes intentadas po S. S.
contra o finado Oataa Bnrrto, entai pro-
prietario do dito engenho, foram julga las
contra S. S., desde o juizo da primeira
instancia at o Supremo Tribunal da Jan-
tic ., como se v dos autos existsnte3 no
cartorio do escrivao Peres Campell 1 ;
3. Qualqu r que ttnha sido a dcsio
em seu favor, ua execuyio, para pagamen-
to das custas, nao euvolve o nem pode en
volver o julg lo doa Tiibun.es superiores,
sobrj o pouto priucipal a. questao;
4. O ong uno Sapuiaii nao est as
coudicSes do engenho Concei^ao, do finado
major Filippe Uuarte. P.-r-ira, e nem mes-
no pule ser considerado patrimonio de
Xossa ienflora da Conceicao de Beberibe.
talen l, Sr. Alaaoel ElUs ae Moura 'i
Nunca pretend vender Sapuouia ; mas,
se o msente nf, estiu oerto de que
ninucm tomara a srii o que diz o r.
Moura.
Baoife, 19 de Jubo de 1886.
Hairique Ferreira Pontes.
Dr. Ftffcaf. da Silva
Medleo oculista
Cheio la mais viva ol gri 1 e do mais le-
gitimo contentamonto qu; pd cab-r no
cor*5o I--, u n p*i, sinceramentn agradeci-
do, venho pela imprensa test;uunhar mi-
.Uigratidao ao llustridissimo o ulista Dr.
Penetra da Silva, p do milogroso curativo
t'eito nos olhos de meu filho, completamen-
te ceg ha mais de tres innos.
Hoje, porm, qu' faUamente o t-nho
o o os olhns limpos, claros, e s.m o me-
nor Mgoaldeter aoflrido molestia alguma,
- ,-nx rg*n lo tito bimcomo os oinaa mais
filiis, grayafl .Ulicida opcracSo tao ln-
oil uente praticada pelo Dr. Ferteir*, e go-
a.rosamente ajuiaia pelo distineto oculista
Sr. Dr. Iubassahy, e pelo t.lcntnso medi-
co Sr. Dr. Mancio Taques, aos qnaes
tambera pr faod*anB*e agrndeeo, nao pos-
no i-Mxar d.i manif ;>tar lo modo mais so-
0 nana awis puro reoonhnei'Bnaito.
Sr. Dr. Ferreira, aej qu- V. S. nogos-
astaa m .iufestai.-3-s publ-cis; mus. pe-
co que in'as rtaedalae, Uteadendo a qu^ o
fa^o'-m u iipri.ueuto de ura dever muio
justo .- santo, e que aceite estas minhas
expreaeSea cono a lingu.igc.ra dsepretea-
eios., s o filii.i da niiuln el na.
R.-ife, -2 de Juaho d- I
Addino Angosto Pereira de A'baqii-rqt'-.
Salsaparrllha de Bristol
N. 3S
Por e.-it > tesn nrilaar ua sombra
de desespralos e. ailiiiste-', nnineruha 1
,.;irrilhaa ile urna fiaudnlentii uatur-za pu-
r o a sua ensteacia n lou inga fne s* apsesaason
ao iaund ote gr.. v\Aa rsaaeo de
naos c-uiseeutiv .s tem usai .-.os re*-
t5 naul.*i.'ad dos i-onpeti I .res enlm-t-iroa. .u-
ja eiiau-u a > ui sido coocorJe coin os seas 11-
cjmparavais trtansaana.
Teui sgiinlo 03 rastos da mcleatia l'onle quer
e era qualquei forma que. seacliasse v su* carreir*
sido arar anda com > eurns as iums admira-
veis, que tanto lastre e f ra* ti ra dado nrte de
curar.
to'ns, ss Hecocs do fvares
, h ne-
vralgia a todas as eiifennid
ceros .1, c.-dte i arvthsas
n a mesma oartoaa cooi que o eff.-il
1 -a
Acha anjeas
e loj 11 a.
Agentes era l'eruniobucn, Honry ForsMl a; C,
ra do Commercio u. 9.
Retiraudo-tne da villa de Correntes, oa-
de me acha va a nove mezes commandande
o respectivo destacamento, afim de reco?
Iher-me ao corpo de policia, em observan-
cia s ordens que recebi do meu digne
commandante interinomajor Cleomenes
Lope i de Siqueira, faltara a um dever sa-
grado si nao /iesse do alto da imprensa es-
sa grande e pujante alavanca dos povos
cultos, manifestar a minha mais intima e
cordial gratidao aquella populayao, signi-
ficando-lhes assim os sentimenos de que
me acho possuido para com gentes que
souberam conquistar minha mais pronun-
ciada sympa'.hia.
Correntes, essa parte dilecta do territo-
rie Pernambucano, jm;.is ser esquecida
do minha alma, que, cedendo aos impulsos
do que grande, nobre e generoso, se sen-
tira magoada, desde que nao podesse, por
qualquer circunstancia, abrir o sarcophago
santo de suas mais candidas .ffeicSes aos
dit3Sos, sinceros e leaes filhos de tao ubr-
rima e feliz zona. E', pois, ainda sob a
mais grata impressao que me causou a mi-
nha retirada, permanecer no silencio, im-
portarla quando nao um criine, ao menos
urna falta irreparavel de dever, mxime
com referencia selecyao daquella socieda-
de circuraspecta e nobre pelo seu civismo.
Um abraco estremecido, portanto aos
correntinos, a quem offereco com teda a
expontaneidade de meu coracao, 03 servi-
50S que lhes puler prestar, onde quer que
o destino me conduza.
Qualtel do corpo de policia de Pernam-
buco, 22 de Junho de 1886.
Auttutto de Moraes.
iseeae
Chapa de juizes de paz do part
conservador da fregnezia
S. Fre Pedro Gongahes
Recife
Comraendador Jos Pedro das Neve3.
Balthazar Jos dos Reis.
Tenente Caetano Jos Gongalves da Ponte.
Manoel dos Santos V'llaca.
Fre^uezfa decanto Antonio
Os eleitores co iservadores da freguezia de 8.
Antonio, em reuniao que teve lugar a 16 do cor-
rente, re olveram apresentar e recommendar aos
seus correligionarios 03 seguintea cidadaos para
candidatos a juizes de paz :
Major Antonio Birnardo Quintero.
Artista Be chior Miguel dos Santos.
Proprietaro Joo Feneira Loureiro.
Proprietario Maximino da Silva Gusmao.
EleiCaO municipal
Por deliberacXo do Centro Republicano
sou o candidato, quo este apresenta na pr-
xima eleicSo municipal.
Ti ve de acquiescnr essa apresontacSo
honrosa, menos pela gloria individual que
me possa 'advir, do que pela opportunida-
de, qm se me offerece de prestar urc servi-
50 idea republicana, qual voto um cul-
to sincero.
Nao disponho, por forca de rninha pro-
fisso, de tempo para irigir-me a todos os
meus co religionarios, a todos 03 meus a-
foicoaios e a todos os homens independen-
tea, que saboai prestar adhesao a ideas e
n3o a homens, peco a estes os seus valio-
sos sufragios.
Dr. Jo3o Carlos Balthazar da Silveira,.
Luta romana
DESAFIO
100(000 conlra .:000$000
O ilustre cavalheirc. que em carta assignada
com as iniciaos W. S. R. me declama aceitar com-
migo urna aposta em luta romana, a luz do dia,
em plena pra^a publica, queira ter a bondade de
appar cer era qualquer da das 3 horas da tarde
at 4' 9 da noite, ao pequeo chalet em que .ha-
bito, em Olinda, afim de regular-nos as condicoes.
Certo de qae o pr;meiro Hercules do inundo tao
generoso quanto torte.
Olinda, 22 de Junho de 188.
D. Maxim Rodrguez.
X -nhuraa outra descoberta medica deates ulti -
mo3 50 anuos p 1- fl r comparada ao Varope
de Vida de Beatcr X. 55. para purificar o
sangue e "3 humores, purgar os i atestinoa, dar vi
g.r ao figado, limpar o dar tora ao estomago, e
elniar e sanar os ros. Sua accao sobre os ervos
benfica, calmando-os e fortalecendo os, e pondo
aaaim o cerebro apto para tuuccionar com lucidez
e precisa).
t
Usinas de cobre, iatao e bronze ee d
Golitzer fer n. 9 Berlim S. O.
Espeealidade:
Construefiio de raarchi-
nas e apparelhos
para ta icas de assuear, dc.stilla95es e re-
tinacSes cora tolos os aperfegoamentos
modernos.
INSTALLAQAO DE:
gngenhos ie assuear completos
Estabcli'ccsonto filial na Havana sob a
mesma firma de C. Heck nann.
C. e San Ignacio n. 17.
Uticos representantes
Haupt Gebru'der
EIO DE JANEIRO
Pora nrfanoaeons dj.uns ai
Pohlman &C
M d6 (9IH0 Q. 10
Gasc de saade ao Dr. SitoMr
Mulou-se este isaielecra.-iito para Paute de
Ueho>, junto da estadio do mesmo nome.
Si tu 1 boje est em nm salubre eaprs-
zivel suliiirhio e era urna chcara com bastantes
raawdos nasa o seu fim, cfferece militas vanta-
rangeiros, acadmicos e eolle-
giea que ii ti ereui suas familias n'esta ciwdc,
aos que viertas de I'im do i.-cife para ah s .fFier
alg.iuia op urgate einfin acs qus residin-
do n'esta Cdad- pr. cisarein de inudau;a do ares.
Recebe-s-- tambem n'usta casa .onvatescoates e
pw precia.m do ar do canip.i, para
i is.
Os doentco p.ra o .-cu trataimnto, indicarlo, os
tara doenU* de molestias conta-
goSS8.
Cxtst.Tn na caen apparelhos elctricos a hydro-
th rip-iKios tura es b:riboricos, par Telephoae n. 398
l uBm i
"


Diario de PernambucoQuarta -fcira 23 de Junlio de 16
Respeitavel
ContinH aberla :i escola particular de inetruo-
aao orinara para o sexo masculino, ra da ina- i
tria da Boa-Vista n. 34, regida peloprofessor par-
ticular Ji.li') Soares de Aaevedo.
Educa e instrue-a iufaucia, pelo systema dos
prineipaes collegios da corte do imperio, onde es
te v por algum lempo a panseio, cujoeystema
nma paciencia Ilimitada, urna vocacao intima,
guiando ob seu9 discpulos no caminho da Dtelii
gencia, da honra e da dignidadc, afi>n de que ve-
nham a ser o futuro sastenraoalo da patria, da re
ligiao e da iei f un wniadiiro cidada brasilero.
Espera, pois, que o nove pernamOnoaae applau-
da e saiba api rdadeiro anaino pri-
mario, oode rapid itri''iiti<-abrajam eairwm a
raco aos livros as etlras, as arta* a as sciencia*.
Roa da matriz da Boa-Vista n. l\
Julio Soares de Atevtdo.
I
Oculista
Dr. Ferreira da Silva, con-
sultas das 9 ao meto da. Resi-
dencia e consultorio, n. 20 ra
Larga do Rosario.
' O F>r. Man
I upi rial Ordem da Rosa, juiz de i
da pro. siduoa
n'esta comarca do Recife, por S. M
Imperial e Constitucional o Sr. D. Pedro
II, a quem Deus guardo, etc.
saber aos que o pre.-ente edital virooi ou
d'cili noticia tiverem, que depois da audiencia do
din ''i do conente mez e anno e preenchidas as
t... uiilidads da li do estyl>. ir a pre^o t quem
mais der, o arreiidatocuto do pred.o n. 9 silo
Erogosla de Santo Antonio,
cora dois andares o pavimento terreo, por espuco
de tri's.annoa, aervindo de tase a arrendamentn
actud de l.iOOitO pur anuo e Va i a praca
Harta J t Prsfi, legataria de
Jn.- da Coala Uouiado da quein inveuturiante
Anua Paulina da Couceiclo D-uruUo, afim de
quo a inesuia urja indemnizada dos rendimentos
neo na ua oaiforuiidade c m u
que foi icquei i I- as As. 155 defcr.do pelo des-
Achn di' fl. 158, e de cntormidade cju o mcu
io do 7 du e lente.
lo n'esta cidade do Recife, aos
12 de Junho de 1886.
Eu, Luiz da Veig Pessoa escrivao, o sab
screvi. Mavoel da Siloa Reg.
i
II
Cirur$h
Patricio iloreira
Consultas e opcracea, das 10 hras da mmiha
is 4 da tard..
RA DUQUE DE. CAXIAS
N. 57, andar.
Una da "andado n. H
Di. GobIIiq Lste
edico, pnneiro e operador
Residencia ra da Imperatrit n. 48, 2y andar
Consultorio a ra Duque de Caxias a. 59.
Da. consultas das 11 horas da malina as 2 da
tarde.
Atiende para as chamados telephoue n 449 a
qualquer hora.
OCULISTA
-O. Dr. Brrelo Sampalo. m dio* nculis-
a, ex-chefe de clnica do Dr. de WeAer, d eon
saltas de
da Victoria n. 45, 2o andar, excepto nos domingos
e dias santiBcados. Residenciara do Riachuelo
n 17, camoda ra i,os Pires.
Edital n. 13
em 19
Thesouraria de Pairada de IVinambuco,
de Junho de 18o
\J inspector determiua nos senhores colleetores
das rendas geraes uesw provincia, que comprara
fielmente, na paite qtin Ihes dLser respeitn a re
con monda cao feita esta in i p o (ir. vice-presidentn da provincia, co olncio de
24 de Main ultim", aoaixo trsaaaripto.
Antonio Caetaoo da hilva K-Ily.
Pala .o da presidencia de Prrnambuco, em 24 de
Maio de 1386
3* secca-,
Knvio a V. >. copia da portara dcsta data, pela
qual, de conformidad.) com o aviso circular do
Ministerio da Agri uliur Ooaisaaroioa Obras Pu-
blicas, de t> de Abril ultimo, e ordena do Tbosouro
Sarnoal, d-.ta la d", 12 do SSBSIUO mes, resolv
mandar appcar a stima quota do loado de
eataOl'ipaoMl qoe coabfl a esta provincia, na im-
portancia de ISO.OUOJOUO.
Dingindo-ine s junt.s classificadoras e aos
juizes competentes neste sentido, deelarei Ihes, de
acc. rdo com o dito aviso, que, conf":i uie o Io do
art. 3" iei n. 3(270, de 28 de sctembio do anu
pasS'do, coatiuilar at o en: i rramento da nova
unitricula, o proeOBM aetual de availajio dos es-
eraros, qual. entretanto, n:o poder exceder
dos ratona marimba, fizados pela tabellado lu
do citado artigo.
Uuirusim, recommendei a maior vigilancia p:ira
emp dir o abuso da soram libertados pelo fundo
de eine.nc'paciio Ftcravos, que, por soa dude, te-
uhain dt- ier eonsiderados livres dentro de p-uc i
tempo, nos termos dr 10.
' ara esses assumpio^ chimo esa cialinenie >
attraeXo de V. S., aasim como pura o dispoito no
ni. _'S do rrgalaiueutu de 13 de uovembio de
1872, no que titear a ess;i repartiv'.o.
D un guarde V". SIgn.ieij Jo^quira de Sou-
.0. rir. inspector da Thcs.jur.iria e Fa-
1 s 4 horas da tarde, na ra do Bario 2,.IKH.
N 5. A Emulao de Scott inuito re
COmmendada pelos mdicos como o melhor
remedio para a ti&i:a pulmonar e molcslias
do peito e da garganta
Restaura o organismo das pessoas pro
diapostus tsica e fortifica contra os ata-
ques da doetaja.
ED1TAES
Antonio. Marques Corre, iur. de miz do 1* anuo
da parochia de S. Salvador da S de Olinda,
em irtude da le, etc.
De .couf. rmicndc com o rt. 103 do decreto n.
8,213 de 13 de agosto de 1881, convoco ua juizes
de pazv do 2* e 3 aasaoa : toaanles Jo^ (.'arios do j
Bcgo Val'iica e Manuel Jo.- d ('astro Vilella >
OS mmediatus em votos ao do 4* anuo : teueute-
coronel Hereulunj Cava lento ue Albuquerqu' e
Lneio Jos Monteiro c ur.pare,- n-m us payo da
Cmara Municipal As 9 horas da man ha do da 31)!
da corrente mez, afim de fazen m parte da mena i
que se tem de orgauisar para a eleico de verea- |
dona e juizes de paz do prximo quatrienno d< !
1887 189' ; devend) o que nao poder compari-
cer participar jwr escripto o sm impelimeiito.
at as 2 hora da tard- do referido -dia, como pre-
ceita o art. 100 Ao citado di i.
Parochi* de .S. Salvador da S de "Olinda, 15
de Junho de 1886.
En, Antonio Marques da Silva Manguinho, es-
criv>* de pz, o eserevi.
Antoni i Marques Corris.
JoSo Rodrigues de Mour, eapitSo eooB-
maaaato interino do 5* hntalhSo da
guara naeicnai do nuinicipo do Recife
e presidente do eonselho de revisao da
qnaltficaojb) da parocfaU de S. Jos,
PaOO sab r aos interessados que no da 24 du
j Barrate, s 9 Loras da manhi, se reunir nova
i mente no consistorio da igreja matriz, da paro-
i ebia de S. J .s, o c.mi Iho de revisan da qualifi
'cCaO duS suardas naciouaes da referid* parochia,
..flu deque i pr.'-eucin suas rOCnUMOaM "O pri
rr.eiro da da .-e.-sio, coinu determiiia a Iei.
K para constar u.auoei j.assar o pn sent, que
sei allixado nos lugares do costume e publicado
pela imprcu-a.
Keeif., 16 de Junho de lo
Juao liodrques de Movra.
O Dr. Tliom; z Grarceo Paranhos Montene
pro, joinuieudador da imperial orJem da
Rosi, juiz de tliruito da vara especial do
commercio il'esta cidade do Recite e seu
termo, capital da provincia de Pernam-
niinuueo, por Soa Magsstade Imperial e
Constitiicionnl o Sr. Peiro II, a quo:n
Deus guarde, etc.
F. dalle noticia tueiem, que p->r parte de Antuuio dt
Oliveira .Mu,, me lu dirigida a peiicao do theor
seguate :
lilio. e Exn Sr. Dr. juiz do ccmmercio Anto-
nio de Oliveira Maia, orador de -los Igoacio de
Lima p'!a qui-.ntia de 5S733", conforme a lettra
Mata, e d.; R gerio Jo= do Sant'Aiiua, pela de
2:"OJ000, com) se v das lattras juntas, e como
cstej#iio ditas h'ttras a prescrevi-rem. Vem o sup-
pilcante pritestar pela intcrrupcJo da prescrip.So
das nvsuia0, p quer a V. Exc. dgne-
se mandar tomar por termo o seu protesto ; e como
jam os supplicadns em lugar incerto e nao sa-
. reque.- mai8 a V. Exc. ee digno admitid o
justificar dita ausencia, afim de que sejam os sup-
pcades intimados do referido protesto, por edi-
taes na forma da Iei o entregands-sedbes ditas
lettras. Pede a V. E.tc. deferimento- E. R. M.
Recife, 10 de Maio de 1886. O solicitador.Ale-
xandre Amerieo de Caldas Padilhi.
(Estava sellada legalmeute.)
Nada mnis se eontinha em dita peticSc, na qual
profer o despacho do tlieer seg'iinte
Dutribuido. Como pede. O csorivjo designe
di^. Recife, II de Malo de 1886.Montenegro.
Em virtuie ,do mea despacho, aqu copiado,
sendo a mes.na portoSi aposentada em forma ao
respectivo list: t- a distribuio ao eCri-
rio que 'ste subscr, ve, o qual tez lavrar o termo
de protesto do inaor oguinte :
s 10 das do nirz de Maio de 1886, nesta ci-
dade do Recife, em uieu uartorie, comparec u o
pcticcionuno pjr seu procurador o solicitador Ale-
xandre Amciico de Caldas Padilha, que disse
ante mim 8 as testemunhas infra assignadas, que
re inzia a termo de pio^esto o contido feto em
sua peticilo reto, que fiea fazeni'.o parte do pre-
sente, unm do ser int i.uiio a .s Riipplicados. K
de como asaira o dlsse < prntoston, lawo cate tormo,
em que assigna com as testemunhas, depois dt lido
por miai, Manoel Lopes de Carrarho Chaves, es
en vente juramentado, que o eserevi. Subscrevo.
O escrivao.Jos Franklm da,AI|,ncar Arar i pe.
Nada rnais se eoiitinha em dito termo de pro-
testo, aqu copiado. E tendo o supplcaote An-
tonio de Oliveira Maia justifcalo com testemu
nbas o nillegado em sua ^eticito retro, o respec-
tivo escrivao r.ep.is de sellar e preparar os autos
m'os fez conclusos e n'cilcs protrri a (rateaos do
tb--or segointe :
Vistos.H'i por justifica la a ausencia em lu
gar ineerto dos justificados, o mando que sejain
clles citados pnr editaes com o praao de 30 dias,
do pr fls. 2, para interrupio da pre-
scripcao dos t-'ilos ie <- 3 e fli. 5. Cusa ex-
eausa. Recife, 12 do Maio de 1886 Thomax
Garcez l'aranhos M nteiiegro.
Em virtulodesta minba sentenca 3 respectivo
escrivao fez passar presente edital, pelo theor da
qual ebamo, cito, o ll"i por intimado aos justifica-
dos Jos Ignacio de Lima c R gerio Jos de
Sant'Auna, para que no prazo du 30 das, contado,
da data da pubiicacao, compar. cam a este juizu
afim de allegaren o que iV a bem de seus di-
reites.
E para qoa chegue ao couhecimento do todos,
maudei passar o presente, que ser publicado pela
imprbiisa e afiliado n > lugar do cosluine.
Dado e pausado u'i-sla oUde do Recife de Per-
naiiibuco, aos 14 das de Maio de 1886.
Eu, Ji.se Pfaaklin de Alencar Liuiii, esciivao, o
subscrevi.
Thomaz Garcez Parunltos Montenegro.
E ital n. 16
De ordi'-m do Illm. Sr. Dr. inspector, faco pu-
blico que no dia 26 do Barreara ir praQa per in-
te a junta da Faicnua Provincial, o servico da
tlamiaoio de lgnara4 s Caruai por tempo de
umanne, a eoaiar do 1 de Jullio prximo vindcu-
ro, cervui ^ ue base o preco de 200 rs por lain-
Sccrtaria do ihesouro provincial de Pernain-
buco, 21 de Junho de 1 <86.O secretario,
Al jusu de. A. Mello.
ill i). \U
(1.* praca)
De ordem do Illm. Si. inspector as faz pu-
blico, que s 11 huras do dia 26 do cormtte bmss,
serao vendidos i'in pr-va, lio trapiche CouCOIcAo,
16 volumea, srn io eaixis e a-narrad >, nmir ros
1.172/1.187, HF*C viudos d New-York n va-
por americano Fnance, entrado em 18 de Maio
uirimo, aband^ouHuos aoa direitcs por Heury Fors-
tTAiC.. eonitiiio 830 duzias de ventar, las J-
papel > 270 kilograuuna* du ijuadros aminueios
de mais do urna er
3' aeceo da Alfandega de r*eruainbuco, 22 de
Junho de 188o. O cliefe,
Cicero B. de Mello.
BECLAR.4
-------------------- -.....-
(abintle Porlu^uez de Leitura
Previuc-s1? aos senhores bjcos ac-ionietas que
as listas de subscripcao de aceoes para a compra
ou ed ficaco de um predio un une f'unccione a
bibliotbeca deste gabinete, se achaiu disp isico
de todos, ua sede social, e que sua subscripcao
ser acerrada no dia 30 do enfrento mez.
Secretaria do rabinefe Portuguez de Leitura
em Pernambuco, 17 de Junho de 1886.
Manoel M irtins Capito,
1 secretario.
Banco de Crdito Reade
Pernambuco
Nos termos Jo art. 41 c 4'.) .1 s esfatotor, d-
miniatravdo e commii ...i dia
23 do corrate, s 11 hus da outnmT, em untadas
salas da praca do Commercio, ao primeira m
dus lettras bfpolhecarias vmittidas pelo Bmc,
que t-n- de ser amortisada', e relativas ao pTiuict
ro semestre.
0 Banco delibe ou premiar as Iros primeiras
lettras que tirara sortea las.
O local franqueado a qoalquer cionista.
Pernambuco, 19 de Jiinho do !
Ou inlmiiiitr.,.1
Man iei J So de Ainorlm
Jos da Silva L yo Jnior.
Luiz Duprat.
Fmifllfia! de Pe-
N* is lera is dos arts. 5 e 6 dos estatutos, sao
convidados os Fenhores accionistas reaiisarem
at o dia HO de junho prximo, na sido do banc >,
i ra do Cun f.ercio n. 34, a segunda entrada do
de?, f ir eento do valor nominal de cada aoeio.
Boeife, v8 de Maio de 18S6.
Os administradores,
Manoel Joo ile Amifrim.
Jos da Silva Loyo Fiiho.
Luiz Duprat.
S. R. J.
Sacies Mmlln kmMa
Soire em 14 de Agosto prximo fa'ur',
SO'emnisaudo o 22 anmversari.i
da installacao da socielade
Ao Sr. presidente oudnin d>*sl j os senhor.'s
socios entr> garem as notas dr seos convite qu.i
ulieriorraente te.rJo de ser ntregues aos c.olvi-
dados pea presidene a cupeUs cojimisso-, s por
ella u mead s.
BaeuV. 21 de J.niho d 1886
Luiz Guedes de Amoiim,
2" leeretario
Conipaohia C<.in(nunii-H-ae uos Srs. aecio istas. que [t .r d"-
lib"racao da Din.-cterio, f>i reaohriilu o reroibi-
inento da tercetra prestacao, na rasan ile 1'* p ir
eeoto du val ,r nominal de cada aec ii o'ij de-
vora realibar na w':de da C-mpanlii*, a praea (IS
Coneorilii u. 9, a' o dia 30 do con euro, em cuja
oeeasiao se di.tribuirao as respectivas ae^vea.
Recfe, 1U do Junho de 18-6
0 ilireelor fecretario,
(jii'iavo Annines.
ortugficz
ta binete
Leitura
De ordem do Exm. Sr. presidente, -lei-ilo
senhores inembros do eoia-lh) deiili-r^i 'o s"
reiinirem n reapectiva sie, ua Sexta feira 2.*) >io
c.rrente, pelas 6 horas da Urde, afim da delibe-
rari'lll acerca de urna particioaea idd roeturia.
Seeietarin do cotiaelJi, deliberativo d'. Gabinete
Portague de Leitura em Peruambuco, 21 de Ju-
nho de 1886.
Alfredo r. Coasseiro,
? teeiel .i io
firuiin
Bolsa caaaaaerir4.il de
Inmm
KECIFE, 22 DE JUXiiO 'JE 18b.
Ao tres aoraa da tarde
Nao houve.
O presidente
Pedro Jos rate.
O secretario.
Candido C. Gr. Alcoforaca.
RWULMN .'>.> fLLltUS
Mea t, Juuho c'e 1886
ALIAN:.EGA
RSKDA 0EU4L
De 1 a 21
dem av 22
Rkkda raovuicui.
De 1 a 1
dem de 22
634:850i72.>
40:483782
----------------67.:3J450i
3:786*545
Total
RCKBiKoaiA U< 1 a 21
ion m du 22
CoHSCLADO PBOV1XCIAL
dem de zj?
D. i a 21
Racira DBiTMAoaDe 1 a 21
dem de 22
84:380*533
59:715*037
22:558*962
1:881*820
24:440*782
92:325*989
6:721914
99:047*903
8:969*600
155.551
9:125*151
DESPACHOS DE IMPORTAgAO
.Vapor fraocez Vil le de Pernambuco, entrado do
Havre e Lisboa, no dia 20 do corrente e consigna-
do a A. F. de Oliveira & C, manifestou :
Carga do Havre
Amostras 3 volumes a diversos.
Agua mineral 12 caixas a Salzer Kaufman
&C.
Amoniaco 2 caixus a A. Fouqueaux & C.
Artigos para pintura 1 tafza a Manoel Jos
Groncalves Braga, 1 a Joo W. de Modo iros.
Botoes 1 caixa a J. A M. SuiraarScs, 1 a Fran-
cisco de \zevedo 4 C, 1 a Prente Vixnna & C,.
1 a H. Nuesch Se C.
Calcado 1 caixao a T. de Carvalho 4 C, 1
erdem, 1 a M. de B. Cavalcantc, 2 a H N-iesch
&C.
Cachimbas 1 caixa ordem, 2 a Nunca Fonseca
aC.lt Prente Vianna 4 C.
Chocolate 1 caixa a F. O. de Araojo, 1 a F, M.
da Silva 4 C.
Crystaes 1 caixa a Manoel Josquim Pereira.
Cidra 18 caixas a H Nuesch 4 C.
Conservas 1 caixa a C. Ploym.
Chapeos 1 caixao i ordem. 1 a A. J. Maia 4
Koiii|ii.yr,)l Kni e-, 13 a 9. M. da Silva 4 O > a
J. C. L-vy & C, 5 a Paria Sobriuhi i (J.
Ervilhas 8 eaixis a F. G. de Aranjo.
Fi-rra.eis 1 Volumc a A. Kouipieaux & C, 5 a
Miranda 4 "-ouza, 3 a Prente Vianna & C., 1 a
Meodes i Oliveira.
Gracutas e calcados 1 caixao a A D. Ci"nciro
Vtf.iina.
Joias 2 caixas a ,'. Ki. ase Se C.
Livros 1 caira a G. Lap. 4 C, 1 aJ. \V. de Mcieiros.
Laica 1 volunte a Torres & Irn.o, 4 a Manoel
Joaquim Pereira, 5 a T. Coirabra 4 C, I o Deo-
data Torres & C, 1 a A. a. Veiga 4 C.
Mant- o., (i^. barril t 1080 meio ditos ordem,
SU e 0 a Paiva Vidente & C, 2'> e 30 a Joaquim
D. Siii.o-s < C 25 e 50 a Fernandes & Irma',2
e 30 a Pereira Uarneiro & C, '-..0 < 6 a Feuuin-
iles da Ooata 4 (.'., 10 15 aoao Moraira & C
15 e 20 a Roa 4 Qoriroa, 10 e 20 a H. Nuesch
t C, 60 e 90 a Souaa Basto, Amorim 4 C., la e
10 a J. B. de Ca-vaiho, 20 e 30 a Domingos Cruz
4 C, 15 a 20 a J. F. de Corvalho 4 C, 21 canas
a Augusto Labille, 34 a Balad KaulFraan 4 C.
107 i ardeos. 68 a Amorim lrmos 6 C. 16 a J.
F. de Almeida, 10 aJ. B. deCarralbo, 10 a Dj-
mincos Ferrera da Silva te C, 18 a Ferreira
R. dngues 4 C, 12 a Souaa Basto, Amorim & C.
M'ica lorias din nal 4 volunes a G. de Mattos
. 1 a R. de Driizioa 4 C-, 17 ordem, 2 a
Moieir 4 Silva, 1 a Parate Vianna & ';, 3 u >i.
J. Ribeiro 4 C. 2 a F- Lauric .v- C., I a Guinta-
i-iles Cardoso 4 o., 1 a F. Montciiu C, 9 a A.
I) Can; ir i Vianna, 5 a F. Je Azevedo 4 C., 1 a
Guimaracs Innaos & C-, 1 a Manoel 4C, 1 Cra-
mer Frey &. C, 1 a M. Cwllaco 4 C, 2 aJ. Basto,
2 a Oliveira Basto, 4 C. 5 a N. Fonseca 4 C.
3 a Neto i ampos St C, 3 a F. Petro?e|| & Tr.'
ruao, 8 a Salazar 4 C, 3 a Ferreira ,t C-
Mlliaae alimenticias i caixa a F. G. de Arauje.
Materiaes para engeuho central 322 volumes u
pe^as a Auguste Labille.
Papel 4 fardos a Rodrigues de Faria & C, 1/2
a Sodi da Motta & Filho, 2 caixas a Nogueira de
Souzi, 1 a Prente Vianna 4 C, 1 a Emiiio Ro-
b- rto, 1 a J. W. duMedeiros, 10 a Almeida Ma-
chado t C.
Otijectos para e.scriptorio 1 volume a ordem.
Porcelana 1 caixa a R. da Drusina & C.
Pyrolinete de ferro 1 barrica a A. J. Maia 4 C.
Perfumara 2 Caixas a ordem.
Queijos 96 caixas a ordem, 60 a Saundors Bro-
thers & C, 22 a Roza 4 Quein z, 37 a Paiva Va-
lente 4 C. 10 a Souza Basto, Amorim 4 C., 10 a
Feni uides da Costa 0c C, 20 a Jos Joaquim Al-
ve- i C.
Tinta 1 caixa a M. Figueiroa de Faria 4 Fi -
lhos.
Tecidos diversos 2 volumes a A. Vieira k C, 18
ordem, 6 a L A de S'qu-ira, 3 a D. P. Wild &
C, 1 a F. G. do Amaral 4 C, 3 a Bernet 4 C, 1
A. C. de Vasconcellos, 1 a E. Soares, 1 a Ferreira
4 O, 1 & Mendes de Oliveira, 6 a Caetano Ramo:'.
6 a Mouliard Huber & C.
Ditos e chapeos 3 volumes a Guimaraes Irmao
te.
Velss 5 caixas a F. G. de Araujo.
is 5 volumes a B. D. Campos 4 C., 1 a A.
iga i C.
Carga de Lisboa
Ciub liiterna Regatas
De ordem di Sr. piesidfnte. eonfidoaoo Srs.
assoeiados OCSt* C:ub para, reunidos em nssemblca
geraLno d.'a 25 do corrente. pelas 7 horas da
noite, na sie do inesmo Club, tratar ae ua sua
prxima regata.
Keeif, 21 de Juuho de 1886.
Joaquim A'ves da Fonseca.
1 secretario.
Izeite 6 caixas a Ferreira Rodrigues 4 C.
Calcad) 1 caixao a Maia t Rezende.
oolai 50 caixas a Ferreira Rodrigues & C, 5
C, 2 a^Carvalho 4 Irmao, 1 a Kanbael Das 4 C.' p Itodrigues
Cal 30 harneas a Moreira 4 Braga, 25 a Lope,
1 a E.
Nuncs Fonseca 4 C, 1 a A. C. de Vaeconc<
Couros 2 caixoes a II. Nuesch 4 C.
tCTT TiUTT "V,"^cu "?" v -lio 9 saceos a Rodrigues de Faria 4 C.
Capsulas de cstauho 3 catxss a Pa. a lVrnaildei & jtmio.
& c:
Drogaa 14 yolumes a Btirtholoaseu
-a de
> gnus i C.
3 caixas a Ferreira Rodri-
Vinl o 5 pipas e 5quioti a Joaquim Ftlippe &
A guiar.
Vapor Mielez Athbrook, entrado deCardifFno dia
20 do corrente, o cuiisignudo a \V. Hugbe, im.ni-
fcstou :
Carrito de pedia 1,200 tmeladas ordem.
Brigue su co Mina, entrado de Montevideo 00
dia 20 do correle, < consiguado a Pereira Cr-
neir.i .t C. iiiioitesfoii :
X-inao 179,400 kilos ordem.

Escuna dinamarquesa Caroline, entrada de Pe-
lotas uo dia 21 do crrente, e consignada a Bailar
4 C, ir.aiiitustou :
Grixa 140 pipas.
Sebo 962 barricas ordem.
Lugar noruvgiieuse A. B. Bull, entrado do R i-
sano de Santa Fe, n> da 21 do corrente, e con-
signado i Pereira C.iin-iici ci C, manifestou :
Farello 4,568 soceos.
Milho l.r43 sHeeae orden:.
Escuna rhiiainarqueza Nifest, entrado de Porto
Alegre, no dia 21 do corrente, e consignada a Pe-
reira Car.ieno 4 ('., manifestou :
Xarqu '. 108,000 kHoi ordem.
Vapor nacional Mandahu entrado do Aracuj e
escalas no dia 21 du corroute. e consignado a
Coinpachia Perr.ambucana, manifestou :
Assncar saceos a Joaquim da Silva Car-
neiro.
Barricas vasias 400 a Soares do Am-iral Ir-
mSo.
Couros salgado? seceos 40 ordem.
Ferragens 1 volu-ne a Ferreira Guimaraes
4C.
Podras de amollar 9 ordem.
Pelles 6 atados a Domingos Al ves Vsfbeus.
Tamancos 1 atado ordem.
Hyate nacional Deus te Guie, cntiado de Ma-
cao, no dia 21 do corrente, e consignado a Bartho
lomeu LoureuyO, manifestou :
Sal 50J alqueires ao consignatario.
Hyate nacional D. Julia, entrado de Maco no
da 22 do corrente, e consignado a Bartholomeu
L.arenca, mamfestoa:
Sal 500 alqueires ao consignatario.
n>
SS. Sacramento d matriz do (lor-
po Sanio
Na liavpudo etmparecido houti'M numero legal
de irinus para prucedin- -se a eleieo dos OOViS
f'jnceloiiari is qu. te ui de dirigiros ll'gOOl s des-
t. inuatlJadc durante O aun., ciliar uii>sal de
1886-87, de intvu os convido, do ordem dj irnuw
juiz, c.imp.ireeeivm 'tu o uoss-- consistorio na
piuxiuii i|i,iiiiatei.'a 25 do corrente, as 11 oras
da manila. Rceile, 21 de Junho de 1886.
Bailar S.briulio,
Eaerivau interino.
Empresa Teleplionica
A empresa pedo aos senhores assignan-
tes que anda nao tem tabellas ooiraa o fa-
vor de inandiiiein bus al-as, ou entSo avi-
s..r"in para llie sere.u entregu.
lito, taoitiem, de h'je eni (liante, ser
ido t dos os rins de inezes por esto
Diaria os limes (o assignantes qui col-
locaren) t-lep4one, bemcoiaa a (Uellcs que
Foram retrao/lo, para por este m-io os se-
nhor s assigu.iiit'S terem seiliprt) suas ta-
bellas completa.
Recife, 22 e Junho de 1886.
O gerent-,
A. do Carmo Almeida.
Paafa^M Tclephoiica Bonrgard
KKLACAU DOS AJSSIGSaSTKS yCE CULI^OCA-
IUM APPARGLHO TKl.iCPONICO, DEl'OIS
DA OVA LISTA B. 8
A
N. 306. Antonio Jes Soares & C, tra-
piche. -Travcssa Ha Ma re de Deus.
N. 137. AntmioPinto da Silva C.
Ra Duque de Caxias.
B
N. 447. Baltar & Irma". RuadoBom
Jess.
V
N. 443.CompanaW Brasil-ira. Ra do
Coiutn-reio.
id
N. 437. Dr. Pitanga, n-si enca. Ruaila
Itnportifjiz.
N. 449. Dr. Coellio h'-V, residencia.
Ra da Imp ratns.
N. 450. -Dr Jo.- Julio Fernandes llar
ros, resii.;n ia. Raa da Aurora.
N. 45'. Dr M r ina Jnior e A. Orlan-
Ba lo Imperaclor.
O
r
N. 451
NT. SI.
X 27.
Ajipuc
Ui
Fot;J na doBiam. lrdin.
Es o rao do Caldereiro
M. W. II. lit.n. Chacn.
J :c J ijiiiui Martina, venda.
a.
Sal TUensza
i::ii{ii i-N.>r>i> tltf ;::iu>l'tiai'iilo d
a MA <* H*m A 4'iiiuiti. le niiiidu
U:'. I.DUUI.S KM AiKAZO
1 ll'i'i a iir- i-torui. em amtsail d" 15 1*1
ei'i; rente, re*<,l vido re .ieT p r inieruiedi"
le um -(ili: it i.,r todas as cont>*a de eon
iilurrva ti agua g-z eni airazo,
oi.td- du allU 'le 1876, r-sulvi n'esta
data tenecrrfegnf de tal cobraoca o Sr
Diogo Baptist.i Fern;.nd-s. a quem esper
attcndero ii'si- Iojco os uiesmoa devedo-
r's, ocrios i-a u-tf,-.i e eouitfaiie d" simi-
re-olnefto
r. Tpioriii do ;,- rente "JS de Abril de
Antonio Ptrii~a Simoes.
IO
-PACHOS m KXPURTACA0
La 21 rio Junho tlel8f36
Para o exterior
No vapor ingles Orator. earregaram :
Para Liverpool, Poblman 4 C. 1,600 saceos
com 120,000 kdoa de assucar tnascavado.
Para o Interior
No lugar dinamarque: Barso, carregou :
Para Pelotas, L. J. S. Guimaraes 400 barricas
com 25,861 kilos de assucar branco e25 ditas com
2,778 ditos de dito mas cavado.
No patacho bespaohol J. Pura, carregou :
Para o Para, M. Roas. 610 saceos com milho.
No vapor americano Colorado, carregou :
Para o Par*, P. C. ce Alcntara 551 barricas
com 38,992 kilos de assucar branco.
No vapor francez Vle de Pernambuco, car
regaram :
ntos, Amorim lrmos C. 107 saceos
com 6,420 kilos de assucar mascavado e 63 ditos
com 3,780 ditos de dito branco ; P. Carneiro at C.
2 pipas com 960 litros de agurdente.
*aaia tasa da Misericordia do
llecife
Arreada t-c p.r diuii barato :reeo, o armazem,
! > 2- andares do -,-redio n 21 i ra do Vi-conde
da Itapanen. uutr'ora do Apo |.t, com excellentes
;,eeiUiii'.eiai,Oes tura famili tendo u 2" andar um
bom ferruco e s t.i., arrouda-se. separHilamente.
O arniaacw pr.atae pira d>ptsito de assucar,
arriqueuo i.u uiitr < oilquer nejocio que de-
iiiaudc grandes aiwoirnmodactj s ; divide-sc o m-s
na ruiaz'in, lornarido-se anda asuim dous bins
nnazeiis, oM frentes para o caes do Apollo e
ra du uiesitlo HOUM9.
Os pretendentes poderVl -.caminar dito predio,
qoe se ada em reparo, tratando sobre o sen ar-
r. ndameiiio na am-rotarii dcsta san a casa.
Secretaria da Santa Casa le Misericordia do
Recife, '2'J de .\aiu de 188'j.
0 escrivao.
Pedro Ro.lrigucs de Souza
Preparados
ikiiiu mmmm c.
LONDRES
<>!<> de flgntlo de hncallio e lelte
acratunnlaaeva
Es'a preparava titwsauorosa que urna enan-
ca proinptamenre a toma.
U leite digerido tan a propriedade de quasi in-
teiranieutc disfarcai o oleo e as p:ssoas de diges-
tao mais dbil pudem tomar sem receio.
I'epto'iwidew de Carne
Um alim-nto nit'og iK-su composto de const-
taintes solidos do leite bem como gluten do trigo
(livre de goffinaj.
ReCoinmendado as eonvaleseencas de qualquer
dneni;a, anocc s puiuioii .res, Cabres, pneumonas,
gastrice, dyseutei ia e toda e qualquer debilidade
sejr. qual tor a sua ori.-em
Haltina
Um extracto cjuceutrado de trigo, avea e ceva-
da fermentados.
Valor dfastasico 3!) vezes o seu proprio peso !
O mais rico agente restaurador at boje conhe-
cido, alt.mente npreciavel nos c^sos de debilidade.
tllmenio Koulutei de carnlck para
crianea
mananle P. A. tx. K., equipagem .1., A analyse deste alimento demonstra que os seus
carga varios gneros; a Wilson Son:.; .tnstituintes uutrictivos sao quasi idnticos com o
(j i leite materno, por uto o alimento mais apirfei-
Aracaty18 das, Hy>ta nacional D. Ju
lia, ce 85 toneladas, m atre F de Arau- Deposito ra do BarSo da Victori n. 48
jo, euuipagetn 5, carga sal; a liartnolo |-------------------------
mea LourenQ->.
Buenos-Ayres22 das, patacho norue-
guense Canova, de 219 tonoladas, ca )i
tao W J. Jobeen, equipagem 7, carga
xarque; a Maia Rezende & C.
Navios mhidos no mesmo dia
Liverpool por escalaVapor inglez Gali-
cia, commandante Park, carga varios
gneros.
Santos por escalaVapor francez Ville de
Pernambuco, commandante J. Hcnry,
carga varios gneros.
Cear por escalaVapor nacional Ipojuca,
corarandante Antonio.M. Ferreira Bap-
tista, <-.arga varios gneros.
Santos por escalaVapor inglez Oodrevy,
commandante John Srnith, carga varios
gneros.
Guara Brigue sueco Vera, eapitSo L. F.
Norsiman, em lastro. ^_
Para o Rn> de Janeiro, P. 'iriieiio A; C
fardos cun 1,245 kilos de >.1; lao.
Para a Babia. H. Burle & V. 25 birria en
2,070 lirios ile -jruarden'-.
So vapor nacional [pfiuM, earregaram :
Para o C-ara, E C. B.nrao com 600 kilos d- assu.'ar branco,
Kara l'aiua'vlm, E (.'. HeHrSn \- Irmao 10
barricas com 27) kilos de asSWCaT lira neo.
Para A-nrahii, E. C Beltro & Irmao o barri-
cas em 3 "' kilos de as.s'.icar branco.
Para u N ua', E C. Beltrao i Irmao 15 barri-
cas en 753 kilos de assucar maaCSVado.
Para Cam-s-im. E. C Brfirro & Irmao Ij barri
cas com 375 kilos de assucar braiict ; Fernandes
* Irmao 8 barricas com farliha de uuindioca.
Para Alossor, J. Mariios Das 1 caita cun 23
1/2 kilos de rap.
Na barcaca Florida, carrear ir :n :
Para Paraliybi, P. Alves &. C. 7 barricas com
420 kilus de assucar refinado.
MOVIMENTO DO PORTO
Navics entrados no dia 22
Valparaizo pnr escala24 dias, vap.ir in-
glez Galicia, do 2,419 toneladas, com!
fhe Liverpool & Lontion (iloli
LXSilRRANGE COMPAQ
G.
Coip1, li gggni Mil
AGKNTE
Sigoel Jos Alves
N. 7 RA DO BO.V1 JESS -N. 7 '
Sesurn marlliinua e lerreslres
Ne es ltimos a nica eompatibia nesta praca
que eoncide ana Srs. segurad-1 iaempeaodu paga
ment ue premio em cala stimo almo, u que
equiv*!e :: '. --outo de cerca de J por cento em
tavor des ei
| ,uado para criauca.
Fornecem amostras gratis aos Srs. mdicos.
seguros"
martimos contra fogo
Coinpachia Phenix Per-
nambucana
Ruado Commercio n. 8
GOMPAMA DBSEBBOS
CONTRA FOGO
Portb Brish & Mercantile
CAPITAL
t.-OOO.OOO de Ultras sterllaas
A GEN ES
Adomsonllowic & C.
VAPOBES ESPERADOS
Cear do norte boje
Mariner de Liverpool hoje
Colorado do snl amanha
Neva da Europa araanha
Congo do sul a 25
Mandos do sul a 27
Advanee do norte a 28
Tagus do sul Julho a W
Amaxontnse de New-York a 3
Argentina de Hamburgo a 20
(OMPANHIA
Imperial
SEGUROS contra FOGO
EST: 1803
Edificios e mercadorias
laxas baixas
Prompto*pagamento de prejuisot
CAPITAL
fia. 16,000:000*000
Agentes
BROWNS Y.C.
5 N. Ra do Commercio N. 5
ILl'
(ioiupaniia de Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
l'.HlabeicJda era 1135
CAPITAL 1,000:0001;
SINISTROS PAGOS
ue : I anuaos..... MiOiOOOcSOOO
lerrcsiiTs... al:(MO&000
Ai Itua do {'oittinercio
Besp.". Loj.% Cap/. Con-
ciacoao val/, da ra
do llabog
De ordem superior
convid* a todos os Hr/.
para a sessao nii^n.-.
de inie'. petera lindar
mi noitf de 23 do cor-
rente.
Recife, 22 de Julho
de 188*.
Fre Caneca,
Scerct.'.
Couipanliia de Ediliraroes
O esiTptorio tiesta
companhiaacha-se in-
stallado na psa^a da
Concordia n. lt,conser-
vaa-se aberto das 7
horas d* manh >> 5 da
tarde, em todos os dias
uteis.
Incumbe- se de cons-
truccoes e reconstruc-
C,es.
Recebe se inforrna-
Qes acer^^a de terre-
nos na cidade e subur-
bios, e a respeito dos
quaes queiram os res-
pectivos donos fazer
negocio.
]No mesmoescripto-
rio se encontraro as
amostras dos produc-
tos da olaria mechani-
ca do Taquary, pro-
priedade da m e s m a
companhia.
Cha preto
As qualidades me-
lhorcs emais cscolhi-
das neste genero, con-
tina a vendar Carlos
Sinden, n. 48 ra do
Baro da Victoria.
Recebeu de impor-
tac.io directa e vende
mais barato do que em
outra qualquer parte.
Tamben, vendemos
em caixas pequeas,
propriaspara botis e
casas de familia.
l itavH i



i


Diario de Peruambiico(iiarta-fcira 23 de Junlio de 188$
-
i

i
i
Conipaiihia
DO
033633^.1333
Con\. desta eoin-
panliiH a se rewrirem em asaeuibla get>l ordinaria
o meio diado lud- Jiillw "
determina o ede
social ai *" 71. pavnn.nto terreo.
canpaiihia 'o Bebente. oro 15
de Juuho de 1
ilHDO Mam-i.' Alves erreira,
t..r w*.
Jos Eustaquio Ferreira Jacobina,
piivi 'i" m erefari
THEATRO
DE
BOYAL U!L -STE.W PACMET
CMffANY
O paquete Neva
E' esperado,daEuropanodia
J4 do crtente, seguindo
depois da demora neeessa
ra para
EMPRESA
BRAGA JNIOR &C.
da qual taz
COMPANHIA
paite o meemo artista
etrtC portugucza
e h |)i'iini'irn
ISah.1. Rio de, Janeiro. Mone-
vdeo e Buenos-Ayrcs
Este vapor Iraz simplesnienic
passagciros e mh. e immcdia-
tamente segar dcpois do desem-
barque dos Diesmos.
0 paquete Tagus
esperado
do su! no din i.) ie
crrente se;ruiu lo
lepois da demora
necessaria pera
Para
Quinla-feira, U de Juta
r Primeira e unici rwprraeariigU d celeloe p>e/i
de V. Sardou. traduecao do disimilo rdate Fer-
iado Cocino, intitlala:
(divor^ons!)
Distribulco
Cypriana, O. Luciouu lunado Coc lio.
De*VrunellfS, Furlaclo Coc lio
(Creadores dos meamos papis na cor "1
Adhemar, Ferreira ; Bafourdan, Teixeim ; Ca
rante, Bellida; A Sra. de Brione, D. Adel.u* : A
Sra. de Valfoiitaioe. D. Glda; Madamoic de de
Luzignan, D. Uerirulce ; Jos, criado do r- atn-
raut, Arauju; Sebas.io, criado, Barros; Juwpli.
criada de quarto, Augusta ; um curomissari". .-i
raoeo ; um Hgnte, N. N.; o pjrteir, Harnilh;
criados do restauran', etc.
Mise-en-scne a caprichudo artista Finta.:u
Coolho.
O blhetes venda na bilhetaria do tiie *m.
Comer r & S /- boro.
Havrr bonds para todas as liabas e trem para
Apipuc .-.

O,}
tnued HUi&es Brasil Jlail 8. S. C.
O vapor Colorado
E' esperado dos porros do
sul at o dia 'i de Junl
dcpois da demora ntcessai m
seguir para
Itaranho. Para. Barbados, w.
Thoma- e New York
Par carga, passairens e eiicounoeudas e diuhti -
ro a fete traeta-se com oe
AGENTES
O vapor A-dvanite
Espera-se de New-Pon
News, at o dia 28 de Junho
o'qnal seguir depois da de-
mora uecessaria para a
Baha e Klo de Janeiro
Para carga, passagens, encoininendas edinbciri
free, tracta-se coin ofl
AOENTBH
Lisboa e Soulhamplon
passagens, frefes, etc., traeta-se com c >
CONSIGNATARIOS
AdamsonHowie&G.
Coiaiii... j_.a lira; iielra de %st-
iscoa Vapor
PORTOS DOXOUTK
O vapor Manos
Coin mandante i" tenente Guilkerme Wad-
dington
E' esperado dos portos do su
at o dia 26 de Jnnho, ej
seguir depois da demora in-
dispcnsavel, para os porto*
do norte at Manos.
rara carga, passagens, encommenda e valores
racta-se na ap'ucia
11 Kua tiu Comroercio11
PORTOS DO SUL
O vapor Cear
CuiiimandantK o 1.' tenente Guilherme Pa-
checo
el' esperado do portos do
norte itt o dia 23 de Junho
e dcpois da demora in
dispensavel, setrnir para
,,.- porfcW do Slll inclusive o
da Victoria. Recebe tain-
rj.ni osftfa **t* aotiM, Pelota e Rio Grande d)
Mu, hete mdico.
'hth carga, passgciie, eueommeudas e va ores,
trata-* ua agenci>>
N. 11 KUA IX)OOMMEItiUO N 11.
Lisboa e Porto
Seiroe com breviii.de o patacho portugus Dous
imaut pata .. leal dn o.rgi. irata-se e-mi bllva
Guiuiar>s & ('.. ra do Cuinmercio u. f>.
Para Marankao
Iteefbe earga e possMceiro* p-ira o pi.rto hciiiih
a kra prlenea Vatco da Gama ; a tratar
cin o
Filbo.
couiitciiatuiios J.- da Sil Loyo Aj
IEIL0K
Quarta teir. 23, o dos muveia e mais objec-
tos da casa ein que m a mh da Ain-ta n. 3.'/ '2* andar.
il.
Henry Forster k C.
N. 8 RUADO 1- andar
a. 8.
1-O SI PAN II112 DES KfMAtiB
RE HABITIflEN
LINHA MENSAL
O paquete Congo
Coinmandante t.roii
E' esperado dos portos do
sul at o di& 25 do corrente,
seguindo, dcpois da demora
idocostume, para Bordean,
tocando cm
Dakar. Lisboa e Vlgo
Lembra-se hos eenhores passageiros de todas
as classes que ha lugares reservados para esta
agenci.i,que podem tomar em qualqner tempo.
Faz-se abatimcuto de 15 /o em f&vor a" fft_
milias composta de 4 pessoS ao menos c que pa
garem 4 pas;agens inteiras.
ao
HOJE HO.IE
De predios o terreno
0 a{int'.' Britto ve. der em leilo ao eorrrr do
martel", 1 casa do pedra e cal ra Dircita n. 38
nos Afoiradof. e 1 Hrimieao para taverna, existente
na ines'na ; rende 200O'.K)
1 sit o e casa praiidu de taipa no becco do Fnn
dio 'm Beberibe, e 1 terreno n'Agua-Fia, ra
lie Santo Antonio.
e continu.<(;ao
Vender o reato das (/.elidan e miudesa* da
loja ra do li-ingel n. 48.
Principiar as 10 1|2 horas
Leilov cm continuado
Da armaco. restos de imudczaii. sortes para
S. J.iao, cateirus e utensiliu* existentes na lija
Boa Fama, ra Duque de C.xias n. 77 A.
Quarta-teita 23 do (torrente i 11 li .ras
I'o. iutcrvrucAo do
Agente Gusmo
De urna m-bilia de junco com 1 sof, 2 conso-
Io, S cadeinis de bracos e 12 de guurmcao, 2
in.sas redondas, I mesa para eserever, jarros para
flores, c diversos quadros.
Una inobili* d- ainarello com 1 sof, 2 conso-
1 mesa
Por excepvao os criados de familias qne toma- )o, radeirs de bracos c G de guarnico,
rem bbetes de proa, gosara tambem d'este abat- qadrada, candieiros a gaz, e tapetes.
ment0. Una mesa de jintar, 1 apparador com pedra, 1
Os vales postaes s se dae at e dia 23 pagos
de contado. .
Para carga, passagens, encommendas e tnheir.
fxete: tracta-se com o agente
Lablle
Aligaste
9 RA DO COMMERCIO-9
concM.viiiA
j<
DE
Navegaco Costeira por Vapor
PORTOS DO SUL
Iberio, Pcnedo, Aracaja e Babia
O vapor Jag-uaribe
Commandante Costa
8egue no dia 28 at
Junho, s5 boras da
-tarde.
Recebe carga s.t o
Pdia 27.
Encommendas, pasaag.. ,s nbeiro a frete at
s3 boras da tarde do dia da part'da.
ESCRIPTORIO
Ao Caea da Companhia Prrambu.cana
n. 12
piiardacoinida. 1 quartinlie r", 12 cadcirai', relo-
gio de [laiede, tapete de coco t rro de sala, louca
para cha e janUr, copos, clices, talheres, jtrras,
quartinhas, ffandres, mesas, trem de coznba, e
vinbos.
Un guarda-r .upa, 1 guarca-vestido, 2 comino-
da-, i iavatorios, l espelbo, 1 relngio, 1 foil. t, 1
ama de ferro grande, 2 marquezas, e muitos ou-
tro.- movis de casa de familia.
Quarta feira de liinho
No segundo audar do sobrado da ra da Au-
rora n 30
Alian F. Duttsn, tendo de Uwn um". vispra
Eerop, faz leilo p'r interrenvao do gente Pio-
lo, doo movis e rnais objectrs da Cas em que
residi, ra da Auror.i n Si*.
leilo principiar s 10 1/2 horas.
COMPAQ ni A PBBXAMBl'CAXA
DE
Navegaco costeira por vapor
Tamandar e Rio Formse
Lelio
Da V
barbeiro da ra
ji do Marqnez do O'inda n. 12
GARNTESE A CASA
Sexta feir, 26 do correntu
A's 11 horas
Constando de um imprtame lavatorio de jaca-
randa cpm tampo e guaimco de pedra marmor-,
3 bancas de pedra cm r-pslho e cateiras para
cortar cabello, 1 tieiro, 12 cadenas de junco,
cabidos de psre.de, 1 enpach^, toalhas, paute* io-
res, registre, eneaoenseuto, uraadelUs de gas e
rnais pertcr.cea de casa de barbeiro.
0 vapor Mandahu
Con^
Con .ndante Mafra
ue no dia ;.'7 de
Junho, pelas 5 tia-
ras da manha.
Recebe carga at o
lia 26, e passagens at
as 4 horas da tarde
rf;^
d0dia ESCRIPTORIO
'as da co-ipanhla i?ersisaifB
cana b. 1*
Lcilao de jaias
O conseilio fiscal atte o Pe(li-
do para s r tr '" Pra 6
de Ju oro, o annoem
t grande numero de
eonvir ios inteiessea lecimento cdos mu-
tua n
qu i iuara nn-
,ras da manha.
,3 antes.
10.070 Urna salva oitavada e tres comeres psra
sopa, peUM e arroz, prata de lei.
10.11G Um anuel de ouro, cora brilhantes.
10.118 D.zenove oolb>'res, prata de lei.
10.136 Um par de rosetas do ouro com brilhan-
tes.
10.137 Um aiiel de ouro com buhante.
10.784 Duas salvas de pr-U d- lei, 25 colheres,
12 garfos, 12 cabos para tacas e um para.
t.' ro de prata.
10.786 U.na salva e duas colheres, prata deje
10.8 7 Um uuuel com bullante e cinco botocs de
ouro.
10.811 Una orrenteemeiialha para i elogio eum
_'i ', ouro de le.
10.817 D. os pares de brincos, dous l-rochos, um
anuel de ouro coin um pequeo brilbaute
e um tranciliui, < uro de lei.
10.829 Um par ue rosetas de our-, c .m brilhantes,
Dma pulceira, uin alani'te, um par de brin-
cos ci ni perolas, nina maoalhx, um ..un. I,
aria botoes e urna livella. ouro Oo le.
10 831 Duas pu cidras, ana ameno con, ei.ral, urna
volta de traucelnn oum perolat, um anuel
e asas corrente, para reloffio, euro de lei.
10.839 Um [ifr de brincos d" imru com p-qneoo
brilbaute, una par da rosetas e um tran-
eeliui, ouro de lei.
10.841 Urna pulceira, um broche e um tranceln],
ouro d lei, uin tranc-l'.m, ouro bail i.
10.842 U:n bioehe de .airo com perolas, nina pul
oHrae urna correte, pararelogio, ..uro de
lei; um alfiuete cravejado de diamante*.
10.843 Um trancelim e dous annia, ouro de lei.
10.840 Xji OAr de roseOM de ouro coin diamantes
um par de brincos, urna pulseira, um tran-
celim e urna medalha, ouro de le : urna t-
ella, prata de h i ; uuia salva c um copo,
i.r..ia baixa.
10.855 Urna corrente e nfedalba para re!os;io, ou-
r de I. i.
10.869 Una corrente para relogio, um trancelim,
un broche, uiua lom.ta e um relogio, ouro
de lei.
10.S87 Urna cor ete n medalha, para relogio, ou-
r > ile lei.
10.889*Uma pulseira, um trancelim, quatro au-
nis e urna nwedinha, ouro de le.
10.891 Um broche com b.ilbaiitec diamantes
ltl.HUe Tres currentes b nina medalha para re-
logi., ouro de lei.
10.910 Um corrente e medalha para relogio, e
il'ii trancelim, ouro de lei.
10.914 Urna pulceira de ouro com brilhantes.
10.922 Urna corrente para relogio, um resplando
cinco coi oas para maceos a um rcl. gi
pequeo, ouro de le.
10.930 Dois armis de ouro com brilhantes, urna
volta de ouro com medalba, um trancelim,
urna moedinb, duas me.dalhas, dois pares
ne brincos e um relogio, curo de lei.
10.940 Urna crrente par* relogio, ouro Je lei ; e
uin relogtu de. ouro.
10.942 Desenovo colheres e un par de fivellas de
f>rata.
10.943 Um pr de rot'as de ouro com dous bri-
Ihautes, nina pulseira e um par de butes,
ouro de lei.
10.974 Urna crrente para relogio, um trancelim e
tima medalha, ouro de le.
10.997 Um relogio, ouro de lei.
11.006 Uin par de rosetas de ouro eom brilhan-
. tes.
11 015 Uin tranceln, oure de lei, urna pulseira,
oaro de lei.
11.022 Urna pulseita, ouro da lei.
11.032 Unta Brrente e sinote, para relegio, ouro
de lei.
11.061 Uin par de roras de ouro com pequeos
brilha:. tes, Ultra vplta de ouro e urna me-
dalha, ouro de le.
11.062 Um par de rosetas de ouro com brilhantes,
um annel com dito e mbins, um lfincte,
dois boioes e um rei.igio, ouro de lei ; um
i Itiii'te dj miro c in brilh.ntes, dois pares
- de rnttas crav. jado de ditos, um anuel e
una eral com ditos, un fi-- de p rolas, um
tranceln!, uin collar e urna cerreute, euro
de lei ; dois conloes, urna cruz, um cora-
ote em ouro. ouro oaixo.
11.068 Urna coir ule par* relogio e una meda-
lha, ouro de le.
11.C92 Um par do brincos de ouro, conteidc bri
lhallt.es.
[1.102 Urna corrente para relogio, urna volt* de
ouro e um relogio para aeuhura ; ouro de
leu
11.117 Um ann-1 de ouro ccui um brilhante.
11.118 Urna corrente para relogio e uui relogio,
curo de le.
11.128 Seis cstlcaes pequeos, prata baixa.
ti.129 Um i.niiel de ouro com bihante.
11.138 Urna pulceira de ouro.
11.139 Um relogio, ouro de |e.
11.146 Urna m-dalha, urna volta de cardao, dois
aunis, duas pecas para pulseira e urna tc-
ta de ouro.
11.151 Dun pnlseirss. um par de brincos, um dita
de bwtee e dois anaca, ouro de le.
11.177 Urna corrente e medalha para relrgio e
um par de brincos, ouro de lei ; urna pul-
S'-ira, euro de lei.
11.192 Una pulseira, um trancem, um meda-
lbo, uin broche, quatro tr.ocdiubas du ou-
ro em boto -s, ouro de lei.
11.493 Um trancelim, um par de r.ncos e urna
pequeua teta, ouro de lei ; um broche, um
par de botoes e um annel, ouro buixo.
11.198 Um relogio, ouro de lei.
11.210 Um relogio, ouro de le.
11.212 Um alfiuete de ouro coin brilhantes e pe-
rolas, ouro de lei.
11.216 Duas crrtn!cs c urna medalha, ouro de
Wt.
11.242 Um annel de onr.o eom brilbaDte, urna cor-
rcute e medalha para relogio, ouro de
lei.
11.247 Urna raoedii.ha de ouro com Iaco de ouro,
dous pares de brincos, um dito de botoes e
tres unneis ouro de lei; um alfiuete, uin
c oda ., dous pares de rosetas, urna teteia,
urna iga e tres aunis, ooro baixo.
11.250 Um cerdo o una crua ouro de lei; um
cordo ouro baixo.
11.257 Um par de brincos era vejados de brilhan-
tes em prata.
11 260 Urna crrente e medalha para relogio, ouro
de le; urna salva e doze ouiberea para
sopa.
11.261 Um annel de ouro com brHhant, um dito
com ditos c esmeril la, urna pulseira e uins
corrente para relogio, ouro ile lei.
11.273 Um relogio de onn para senh
11.299 Urna pulseira, um par de brincos e um an-
nel, ouro de lei.
11.303 tieis botoes, ouro de lei.
11.309 Urna volta de ouro. um eord&O, dous au-
nis, um dedal, ouro de lei.
11.326 Urna pulseira, ama volta de ouro e u mpar
de roseta, ouro de le,
11.880 io relogio, ouro de l 11.334 Tres pulseiras e duas pecas de briucos,
ouro de !ei.
11.352 Umacorade euro para iaaageus, um cor-
do H um emblema do Espirito Santo, ouro
de lei,
11.306 Urna corrente com medalha, oora de lei.
11.377 Uin volta de i uro c tn medalha pequea,
um alfinete, um aro do curo e uin annel,
..uro de lei.
11 384 Umi pulseira, uin par de brincos e ima
cruz, ouro de iei.
11.3S8 Um cordo, um par de rojetas e urna cruz,
ouro de l-ji.
11.392 Urna corrente para relogio e uro. par de
brincan, ouro do fei.
11 401 Um relogio, ouro de lei.
11.409 Um relogio, ouro de lei,
1 .419 Urna pulseira, ouro de le
11.437 Um relogio, ouro de hi.
11.443 Um par de rosetas de onro cravejad
brilhantes c um corrente para relogio,
ou-o de lei.
11.504 Um alfinete c um par de rosetas, ouro de
lei ; urna salva, prata de lei ; e doxe ca-
Iheres, prata baixa.
11.454 Um lueo de ouro cravejado de diamantea
e duas pulseiras, ouro de le.
11.472 Um relogio, ouro de lei
11.475 Um alfinete de ouro com brilhantes.
11.497 Seta coloerc* de prata.
11.511 Um cordo, nma moedinha de ouro com
ico, urna uvedinha de valor de 5J e um
annel, ouro de lei.
11.513 Uin cordo, ouro de lei.
11.521 Um annel de ouro com um brijhaate e urna
Sllieira, ouro de lei. '
ina eorrente e medalha pata relogio, ouro
de I
11.514 Um par de rosetas de ouro com pequeos
brilliantes e um annel cem numero em cir-
cule.
-
11.548 Um corrate pura relogio, ouro de lei, um
feixe de ouro b
11.551 Urna salva de prata.
11.552 Urna pulseira, um par de brinesi do ouro
de lei.
11.553 Urna pulseira, um broche um par de ro-
setas, miro de lei.
11.554 Um relo-rio de uro .le i.
11.55? Um volia de trancelim, urna cruz, dous
, ares de nrmcos pequen>, um dito de r-
selas, um dito de argasSef, cinco botoes
urna inoedinliH, dous i ares de cllete*, duas
fiemas de brincos e um ritnel, de ouro.
11.561! Uin annel de ouro c m brilhante.
11 .."i7:l Um p i- de esporas, de rala baixa.
11.589 Um par de r .setas de ..uro can brillantes
11.680- Un tranceln., MU medalha u u:n ciliar.
nano de lei.
' Um annel de ..uro .-om brilba
11.601 lima coirenie de ouro para relogio, urna
dita eom modalna, utiru e platina, e una
|i:.liteiro de prata de lei.
Recib 8 de Junbo de 1886.
O gerente interine,
Felino L). Ferreira Coelho.
11
- Aluea-sc a casa n n. 150, con grandes com quintal graiid
a Iralar ru i Direit 11 106.
Aluga-so u siii i do Pina, coin boa ci-i para
mirada, eouteiido bustaiit.ee cominodos para nu
raerosa iaunlia, Brande quanlidade de coqueiros,
seis grandes > iveiro, dUHa cacimbas com excclleu
te nguu : a tratar uo caes de Apodo n. 45.
Alugi-si! casas a 8000 no neceo dos Coe-
I hos, junio de i. tjoncado : a tratar na ra da
ImperatriE ii. 56
Frccisu-se alugar nina prea cal nm menino
para vender na rita a tratar Kk ru dos Mirty-
rios II. 14K, 2" andar.
Precsa-se de nina eosio'eira p,m casa de
familia ; n i ni do Haro da Victoria n. 3-*, loja
Precisa 8- de mu rrnMH para csa de fa-
milia ; na rita dn llaij da Vi loria n. 39, l.j.
Offeree,; se urna sala e nma aleova de um pr
meiro amliir luedi.int-' o pi.-e. de 2.ilKXl :n nsaes,
inclusive gua e gaz, pura sed-- de. qualquer so-
ciedade litterari : a eiit.iider-se h rua do Impe-
rador u. 61, 2o andar, das 7 is 10 hor s da ma-
nha oii das 5 s 7 horas da noite.
As professor* de 1 entrancia que drgeja-
r m permoiar siia c.deira, plem dxl'igir-BB rua
dos Praz.-rea n. 26. que achai i esn quem tratar.
Precisa-sc Je nina ama para o sel vico de
casa de punca familia : a tratar na rua da Con-
ceico ii. 9.
I) abaixi Mssi5nado pr.-vine ao i*r. Bernar-
dino L pea Alheiro. agente d.s loteras de Ma
cei ne' idadi-, que leudo perdido dous vigsi-
mos da 13 irarte da 12* lotera de na. 17.376 e
17,617, comprados a .l.t de Figuuir.-do Carneiro,
nao pague a pos-"* algumi que os aprtsentar, e
sim bom nte a. abaiso assignald. ltecife, 21 de
Junbo de 1.SS6.
.)o> Moiit iio
Tricofero de Barry
Garante-so que faz nas-
cerocrescer o cibello anda
aos maia calvos, cura a
tinha e a caspa e remoro
todos os impurezas do cas-
co mente impele o cabello
de caliir ou de embranque-
ccr, e iufallivelinentc o
torna capesso, mocio, lus
troso b abundante.
rr
ua Florida de Barry
Trepanula spgnnda n formula
niiginal usada pelo inventor cm
1829. E'o nico perfume nomun-
d o qne tcm a oppmvacan official de
mu Govemo. Tein duas vezes
linda fnigrnncia que qualqner outra
e dura o dobro do tempo. E' muito
milis rica, suave e delicioici. E'
muito maia fina e delicada. E'
milis permanente e ngradavel no
lenco. E' duas vezas nnis refres-
cante no l.anho no qnarto do
doente. E' especifico contra a
frouxido c debilidnde. Cura as
dores de cabeca, os cunsa<;o8 e os
desmnios.
Xarope ie Via ie Renter No. 2.
iJCTES DR tTSAIi-O. DEPOIS BE TTSAIf-e.
Cura positiva e radieal de todas as formas de
escrfulas, Syphilis, Feridas Escrofulosas,
Affec9oe8, Cutneas e as do Couro Cabel-
ludo com perdado Cabello, e de todas as do-
engasdoSangue, Figado, e Rins. Garante-ge-
que purifica, enriquece e vitalisa o Sangue
e restaura e renova o systema inteiro.
Sabao CuratiYO de Reuter
Para o Banho, Toilette, Crian-
cas e para a cura das moles-
tas da pelle de todas as especies
e em todos os periodos. ___
Ao commercio
Quem precisar de um e ? pregado bastante pra-
tico de molhado*, queira deixsr carta uesta typo-
graphia com as miciaes A. J. M. ; d-se garanta
das ntgocios que Ibe forero confiados.
Auga-sc
a casa terrea rua do Visconde de Albuquerque
n. 170 : a tratar no largo do Corpo Santo n. 4,
primeiro audar.
GRANDE
Cnpllo
O Baro de
TiioocU.ro Jos da Silva
loa
Frcxeirns, amigo de Theodoro Jos
da Silva L'n^. manda resar na cupel'a do seu en-
genho Cabera de Negro, no dia 26 do corrente,
s 9 horas da maub, urna missa p-.r sua alma, e
para isto convida a todos os amigos do finado para
assistirem a este acto de candado
Joaqun* Piren Machi-do Portella
Jnior
O Dr. Manuel Portel! Jnior convida aos seus
prenles e amigos para a*;istirem a missa que s
8 horas <> uia 23 ser celebrad na igrej matriz
da Boa-Vista, pela alm de sen primo e amigo,
Joaqinm Pires Machado l'o>t-IU rMho,__________
Dr. Francidco 41 ve da Silva
D. Clara Augusta de Siqueira, D. Mara Bezer-
ra Alvcs da Silva, Dr. Jos Moreira Alves (au-
sente) e suk tpulher, Manoel de Siqutira Alves
da Silva e sua mulhcr, Francisco Alves da Silva
Junicr, coronel Liurengo Rez-'rra Alves da Silva
e sua mulhcr, Fru rtaoeo Das Alves da Silva c
sua mulher, D. Leonor Francisca de Medeiros,
coronel Cincinato Velloso da s'ilveira e sua mu-
lher, agradecem cordialincnte irmandade do
Saufissitno Sacramento da matriz da Santo An-
tonio e aos parrntes e amigos que acompanharam
ao cemiterio publico os restos mortaes de seu ma-
ndo, filho, pai, sogro. tio, irmo e cuchado, Dr.
Francisco Alves d Silva ; e novainente os convi-
dara assistirem a missa do stimo dia, que ser
cele! rada na matriz de Santo Antonio, s 8 horas
do da 26 do eorrente, e na matriz da fregueeia do
Gamelleira, As 9 hora, pelo que se confeesam
eternamente abravecidos.
Expsito central a roa larga do
Rosario n. .'8
Dainij Lima & C, nao podend-i acabar com a
grande quantidadr- de mcrca^orias, resilveram
anda tuna vez convidar as Exmas. tamilias 6 o
respeitavel publico em geral, que com certeza nin-
guem perder seu tempo, fazendo urna visita a
KxpoNiro Central
Pecas de bordado a 200, 400. 500 e 600 rs.
Piinhes e colariuhos bordados pr.ra seuhira a
2$ 000.
Ditcs ditos lisos, I 500
Ditos para homem, l'CO.
Um plastrn de 2(000 por 1500.
Invesiv. is grandes por 320 rs.
Lacos para seubora por ljS500.
Mhqos de l para bardar- 2800 e 31
Luvas de seda arrendadas a 2530.
Ditas lisas, 2*200.
Ditas de fio de Esc-ssia, 1CC0.
Broches para sea hor (moiernos) 150C.
Um par de mcias para senhora (fio de seda
600 rs.
Dito dem liso, 400 e 500 rs.
Dito dem (fio de seda) 1J200.
Duzias de baleiax a 360 rs. ,
Carrrteis de 200 jai das a 80.rs.
Metros de arquinhasaa 160 e 120 rs.
Um par de froohas de labyrintho, 1*500.
Macos de grainp s a 20 rs.
Metros de plisss a 400 rs.
Lindos passariubos de seda para chapeos de
senhora, de 5il0 rs. a 1S000.
Um pente com inscripeo para senhora, 1*.
Um leque de 16* per 9*.
Briuquedos para enancas, leques de papel, fi-
tas, bicos de linho, quadros para retratos, lencos
tspartilhos, bicos, galoes, franjas ct>m vidrilhos,
cutres muitos oojectos de phantas'a per procos
sem competencia: na exposico Central, rua
larga do Rosario n. 38.
quarta-
Intfciro
Meiu
Qu.tr co
porcao
Deposito em Pernambuco casa de
Francisco M moel da Silva & C.
ioisentafluieilioe
Toniciu nota
Trilitos para cn^enhos
WAGOXS PARA CANNA
Locomotivas
Nachintisino completo para en
genhos le tdos os laiiiauhos
Systeina nperfeieoado
Expecifiaicoes e precos no escriptorio dos
agentes
Browtis & C.
X. -lina do Commercio
N. H. Alm dJ cima B. 6c C, tem cathalogos de
inutosimpleu-.ent^necessarios agricultura, como
tambem machinas para dcacarocar algodo, moi
nhos par cal, trigo, arroz e inilho ; cerca de fer-
ro galvanisado exceil. nte e mdico em preco, peg-
soa ncnbuma pode trepa'-a, nem animal que-
bral-a. ____'
Aluga-se
urna bia casa e sitio na Capunga, pnrto do Jaco-
bina : atritur na rua do Mrquez de Olioda nu-
mero ^^___
os 4:0001000
zu fARAHTS
Rua do Baro da Victoria n.io
e casas do costante
Acham-se venda os feiizes biftetes
garantidos da 2. parte das loteras
Deaefcio da igrej a da Coucei^ilo dos Mila-
gres de Maranguap?, (60.*), que se extra-
hir quarta-feira, 23 do correnta.
Precos
4,3000
25000
1,5000
Esa porco de 100#000 para
cinta
Intciro 3(5500
Meio 1*750
Quarto 0875
Jooo Jooquim Costa da Leit.
ll
Aos4:000$000
r^raeja da Independen
ca ns. 37e 39
O abaixo assignado vendeu entre os seus
foliaos bilhetes garantidos da 59a lotera
a sorte do 100$ em 4 quartos n. 2830,
alm de outras omitas de 325,16t e 8(5-
Convida os possuidares a virem recebe:
sem descont aleum.
Acham-se a venda os feiizes bilhetes
garantidos da C01 parte da lotera a beneficio
da igreja da Conoeicao dos Milagres dcMa-
ranguape, que se extrhir no dia 23 de
Junho.
Precos
Bilhete inteiro 40000
Meio 25000
Quarto 10000
In poreSo de l o5000 para
cima
Bilhete inteiro 30500
Meio 10750
Quarto 08750
Avtmdo Augusto dos .San/-* Porto.
Camisas nacionaes
A SSOO. 3SOOOc 3^500
32- Loja k rua da Imperatriz 32
Vndese neste novo estabelecimento um gran-
de sortim-nto de camisas brancas, tanto de aber-
turas e p.mhos de linho como de algodao, pelos
baratos precos de 2*500, 3* e 4*, sendo tazenda
muito melbor do qu- as que veem do estraogeiro e
muito mais bem feitas, por serem cortadiu por
um bom artista, especialmente camiseiro, tambem
se manda fazer por encommendas, a vintade dos
fregueses : na nova loja da rua da Imperatriz n.
3.', de Ferreira da Silva.
Ao32
Nova loja de lazendas
a a Una da Imperatriz = 3
DE
FERREIRA DA SILVA
Neste novo estabelecimento encontrar o res-
oitavel publico um variado sortmento de fazen-
as de todaa as qualida 1 -s, que se vendem por
recos baratissimos, assim cuino um bom sarti-
mento de roupas para homens, e tambero se man-
da tazer por encommendas, p r ter um bom mes-
tre alfaiate e completo sortimento de pannos finas,
casciniras e brins, etc.
Caixeiro
Proisa-9e de um menino de 10 12 annos, com
algam* piaiici e que d fiador de sua conducta :
na rua dos Fires a. 53, taverna.
Ama
N'a prica do Conde d'En n. 7, 2" andar, te
precias de umt ama que cosinhe bem, para casa
de pequea familia.
Este remedio precioso tem gozado da acceft
o publica durante cincoenta e sete annos, com-
ecando-se a sua manufactura e venda em 1837.
Sua popularidade e venda nunca foro to exten-
sas como ao presente; e isto, por si rnesmo,
ofTerece a melhor prova da sua eficacia maravil.
hosa.
Nao hesitamos a dizer que nao tem defaado
em caso algura de extirpar os vermes, quer em
creancas quer em adukos, que se achsrfo afflic-
'.os dcstes inimigos da vida humana.
No derxamos de receber constantemente
attestacoes de mdicos em favor da sua efficacia
admiravel. A causa do successo obtido por ste
remedio, tera apparecido varias falsificacoes, de
Ee que deve o comprador ter muito cuidado,
ninando o nornc inteiro, que devia ser
lentopieBiJAHUESTeCK.
7*00G
10*000
12*00b
12*001
5*5%
6*501
*00t
3*00(1
1*606
1*00
ll-Bua da Imperatriz 31
Loja de Pereira da Silva
Neste estabelecimento vende-se as nupts abai-
xo mencionadas, que sao ba" .-..i.as.
Pantots pretos de goreu. aiagonaes e
acolchoados, seu.-.o tazenaas muito en-
corpadas, e forrados
Ditos decasemira prt-:, de cordo muito,
bem feitos e forrados
Ditos de dita, fazenda muito melhor
Ditos de flanella azul sendo inglesa ver-
dadeira, e forrados
Calcas de gorgorao preto, acolchoado,
sendo fazenda muit.. encirpada
Ditos de casemia de cores, sendo muito
bem feitas
Ditas de flanella ingleza verdadeira, e
muito bem feitas
Ditas de brim de Angola, de muleskim e
de brim pardo a 2*, 2*500 e
Ceroulaa de greguellas para homens,
sendo muito bem feitas a 1*20U e
ColletinhoB de greguella muito bem feitos
Assim como um bom sortimento de lencos de
linho e de algodao, meias cruas e collarinhos, ett
Isto na loja ua -ua da Imperatriz n. 3>
Riscados largos
at SOO rs. o rurcdo
Na loja da rua da lmperutriz u. 32, vendem st
riscadinhos prspvios para roupas de meninos t
vestidos, pelo barato preco de 200 rs. o covado
tendo quasi largura de chita franceza, e ssp*
como cbitaa brancas miudinbas, a 200 rs. o
do,e ditas es caras a 240 rs., pechuicaa
loja do Pereira da Silva.
Fnsies. setlneas e Insina; a SO
ro. o covado
Na loja- da rua da Imperatriz n. 32, vende-
um grande sortimento de fustoes brancos a 60
rs. o covado, lazinhas. lavradaa de iurta-corea.
fhzcnda bonita para vestidos a 500 rs. o covado.
e setioetas lisas muito largas, tendo de todas ai
cores, a 500 rs. 1 covado. pechincha : na lojs
do Pereira da Silva.
Merino p re ton a 1*2
Vende-se merinos pretos de duas l'.rsuras par
vestidos e ronpas para meninos a 1 200 e 1*601
o covado, e suoerior setim preio para enfeitas s
1*500, arsim como chitas pretas, tanto lisas come
de lavoures brancos, de 240 a' 320 rs.; na nova
leja de Pereira da Silva rua da Imperatriz no-
mero 32.
AlKodozlnho francs para leare
a OOO ra.. 1 e l00
Na loja da rua da Imperatriz n. 32, vende-a
superiores algodaozinhos franceses com 8, 9 e 10
palmos de largura, proprios para lences de u
s panno pelo barato preco de W0 rs. e 1*000 j
metro, e dito trancado paa toalhas a 1*280, as
sm como superior bramante de quatro largura
para lencoes, a 1*500 o metro, barato ; na lojs
de Pereira da Silva.
Ronpa para meninos
A 40. l*r.OO e 6*
Na nova loja da rua da Imperatriz n. 32, s>
vende um variado sortimento de vestuarios pro-
prios para meninos, sendo de palitosinho e calci-
nita curta, feitos de brim pardo, a 4*000, ditos
de molegquim a 4*500 e ditos de gorgorao preto.
emitando casemira, a 6*, sSo muito baratea ; n*
loja do Pereira da Silva.
Camisas de cretoHe
A *ftOO
Na nova loja de fazendas A rua da Imperatriz
n. 32, vende so camisas de eretoae de cores, sendo
muito bem feitas e de bonitos padres, pelo bara-
to preco de 2*500 cada urna ; assim como ditas
brancas muito fiuas, pulo mesmo preco : isto ua
rua da Imperatriz numero 32, bia de Pereira da
Silva.
E'infallivel
Largo de S. Pedro n 4
Todo *e vende pelo menos pos
s vel
Neste estabelecimento eempre ha a venda o es-
pecial licor de maracoj, em lindas garrafiohas,,
propriae para touet, compotas de nuangaba e
manga.
Tambem seencontra um completo sortimento de
gaiolas de todos os fabricantes para toda diversi -
dade de passaros, at proprins para viagem, por
terem cinco compartimentos caia ura.
Encontrase anda um grande sortimento de
passaros nacionaec e cstrangeiros, entre elles ca-
narios ailemles nascidos aqu no Brasil, rlaa da
todas as ou at cruzadas, propr as paar
viveiros de jardina.

rnr


iarie de Pcroaiiii>uco---<$aaHa--feira 23 de Juuho de 1886

m
Restauran! America
Os proprietaros deate modesta estabelecimento
psrticipam so respeitavel publico que aceitan) en-
eoramendas de bolos para os festejados das da
Santo Antonio, S. Joo, t. Pudro e todos os san-
tos, e preparara ceias com todo o esmero e promp-
tidSo ; assim como receben-, pensionistas internos
e estarnos por procos os inais resumidos
28 Ra Duque de.Caxias 28
RfiUnranl America
Na Magdalena
Aluga-se ama casi terrea com commodos para
faarilia, tundo agua e gaz encanarlos e sitio todo
morado, sita i travessa do Paysan'o ; a chave
est n taverna do Sr. Francisco Braga, 4 ra do
Payaand, esquina da roa do Hospital Portu-
gus.______________________________
Serrara a vapor
Caes do CapJbnrJfoe n. I
N'esta serrara encontrarlo os amhorcs fregue-
ze% om grande sortimento de piohide resina de
cinco a dez metros de comprimenco e de 0,08 a
0,24 de esquadros Garante-ee preco mais como-
do do que cin outr qualquer parte.
Francisco dor Santos Maccdo.
Plalas purgativas e depurativas
de Campanha
Estas pilulas, cuja preparacao purarneute ve-
geul,.teem sidj por mais de 20 annos aproreitadas
ceso os melhores resoltados as segointes moles-
tias : affeccoes da -^elle e do figado, syphilis, bou
=, escrfulas, chagas inveteradas, erysipulas e
gonorrbas.
Iodo de uaal-aa
Como purgativas: tome-se de 3 a 6 por dia, i e-
bendo-se apos cada dsc um pouco d'agua adoca-
da, cha ou caldo.
Como reguladoras : tome-se um pilula ao jantar.
Estas pilulas, de invenco dos pharmaueuticos
Altneida Andrade & Filbos, teem veridictum dos
Srs. mdicos para sua melhor garanta, tornndo-
se mais recommendaveis, por screin um seguro
purgativo e de pouca dieta, pelo que podem ser
asadas em viaeem.
ACHAM-SE A' VENDA
Va trocarla de Faria sli inio A C.
*1 BA DO MABQEZ DE OLDTOA 41
EMULSO
DE
SCOTT
DE OLEO PURO DE
Fisrado de imcalho
COM
Hjpephosphitos de cal e soda
Approvada pela Jimia de lij
giene e antorisada pelo
governo
E" o melhor remedio at hi je descoberto para a
(laico bronrbileN. encopiuila. ra-
rtailia. anemia, < ebllldade em geral.
leQuxo*. tONNe clironica e ntTeccaeM
do pello e da nr^an,
E' muito superior ao oUo simples de fig::da de
bacllio, porqoe, alm de ter ch iro e sabor agra-
daveis, possoe todas as virtudes uiedioiuaes e nu-
tritivas do oleo, alm das propriedades tnicas
rcucnsttuinti s dos bypopbospbiios. A' venda o;::
drogaras e boticas.
Deposito em Pernnmbuco
Ama
Precisa-se de ama ama para cosinhar, porm
que durma em casa : na ra de Riachoello n. 57,
portio de Ierro.
Ama
Precisa-se de urna para cosinhar : a roa do Ba-
rio da Victoria n 57.
Ama
Precisa-se de orna ama para tod*> servico de
casa de familia : a tratar na ra do Coto vello
numero 46.
Ama
Na praca do Conde d'Eu n. 7, 2* andar,' preci-
sa-se de urna ama qoe cosinhe bt-m, para Cbsa de
pequea familia.
Ala
Precisa-so de orna ama para cosinhar e engomar
em casa de pequea familia ; tratar na ra do
Mrquez de Olinda n. 27.
\ para
een-
gommar
Na ra do Henifi-
ca sitio que fica em
frente da Estrada dos
Remedios, se precisa
de duas amas forras ou
escravas, para servido
ds cozinha e engom-
mado.
Aloga-se
o sobrado da um andar e sota> ra do Mrquez
dr> Herval, travessa do Poeinho n. 33 : a tratar
no largo do Corp > Santo n 4, Io andar.
AlHga-n
Farinlia Lctea
DE
H. Vestl
O melhor alimento para criancas de paito, rece
bel Jos Antonio dos Santos.
lo Ra do Mrquez de Olinda
3Roa 1- de Marco3
15
Aviso
Precisase de urna profess ra que saiba tocar
bem piano e mais traba lhus do senbora, para en-
genho : a tratar com o Bnrao de N zar-tli. ra
do Iinnerndor n. 79, 1' andar.
I
COMeira a apar
Supriir.ento pira o vapor Jcgvaribe
N. 927:170
O Sr. Francisco Alves da Costa, commandante
0 vapor JagnariOe, pela s ganda vez rogado
vir ra d,j Marque- de Olinda n. 50, dar cun-
primento ao numero cima, l'ede-se ao digno
gerente providencias a respeito.
Quem tem?
Dura e prala : compra te caro, prata.
cedras preciosas, por maior prey/> Cjie i-m outia
ma.quer parte ; no 1 andar n. 28 a roa larga do
csario. antiga dos Quarteis, das 10 horas s 2 da
urde, dias uteis.
ama grande casa com dous grandes quin'aes e
agua encanada, roa Lembranca do Gomes n. 1,
em Santo Amaro : a tratar na ra da Imperatriz
n. 32, I" andar.
Aluga-sc por 25$
a grande casa terrea ra de Luiz do Reg n
47-U. com 5 quartos e mais um fon;, bem eoager
tada : a tratar na ra do Mrquez de Olindt n
60, ou no Camnho >ovo n. 91, padaria a chaw
para correr, na taverna junto.
Aluga-se barato
A cesa n. 90 ra dos Gu.irarspes.
A casa n. 107 da ra Vmeoudc ce Goyanna.
A ra LoOMi Valentinas n. 4
Cas a ru da Ponte Velha n. 3.
0 2 andar do larga do Corpo Santo n. 19
Trata se no largo dr Corp> Santo 3.19. 1 andar
A ii coinmereio
A ahaixo aesignada declara que comprou ao
Sr. Manocl do Na.-cimento Soasa o fea estabele-
cimento de m<>lhados sito 4 ra da Palma n. 71,
Te c d-'scmharacado de qualquer onus ; se po-
rm al^uetn se julgar com direito a reclamar, o
faca no prosa de tres das, a contar deste. Reci-
fe, 21 de nabo d- 1886.
Joaquina Feneira Cavalcante
Precisa-se de una
ama que stiba cosi-
nhar bem 5 no 3. ari-
car do predio n. 42
da ra Duque de Ca-
xias, por cima da ty-
pogTaphia do Diario
Surtes
Mercearia
Vemle-te bonitas sortea para Santo Antonio
S. Joiio e P-dro : no pateo de S. Pedro n. 4
Para acabar
Traepassa se urna casa de molhadoB em urna das
principaes roas de9ta cdad-, uiuta afreguezad i,
livre de impostos e de quaesquer dbitos.
Quem pretender dirija se roa da Madre de
Di us 11 S, das 9 horas 1 i NabS f 6 da tarde.
m
Xa
l)ii
Emi quartcs e meias garrafas, v Q' Faria
Sobrinho & C, & ra do Mrquez de linaa i. 41,
DEIOMT KIL>S
4o commercio
Co pratica e calli-
graphiasem rival, of-
ferece-s* umino^opa-
ra guarda livros ou
mesmo ajudanlede -
guma casa em boas
condices.
\presenta docu-
mentos de sua con-
ducta e recebe cartas
na redaccaodefcta fo-
lha cotilas iniciaesS.
R.J
Tambem lecciona
calligrapha.
Massa pira bolos
O que ha de melhor nent* ge
lijaga Games 4 C, ra du Mrquez de Olina
I o ja das Es relias rna
que de Oxlas n. &W
HerimS de todas na corea (2 larguras) de 1400 a
800 rs. o covado.
Granadina arrendada, lin la ores, fazenia prc-
pria para baile de ljSOOO a 500 rs.
Etamynec, slf^ aovidade,a 40i rs.
Criado
l'iecisa-so de um de 12 i 14 annoa, p.ra o ser-
vif) da casa e de ra : na >r,.<;a do Conde d'Eu
n. 30, terceiro indar.
Uleneao
A pesso que, S' m duvid, por engao, levou
da leja do pateo do Carmo n. *3, um cdigo cr
minal annotadoj quo se nehava dentro de uns
Diarios, queira ter a bondadci rio lovaU* merma
lija i ii ma do Mrquez du It-rval n. 61, qu*
se Ibe Mgradecer.
raixeira
Preeiaa-te de eaixeiro tam ptatica de molh-nl.is
> que d liador d.: sua conducta : a tratar na ra
da Aumra n. 113
RECLAME
Militas finas c de gosto
VENDIDAS A PRECOS SEM COMPE
PRECOSSEM
T ENCA
Cosiahiro
Precisa-se de um coainheiro : a tratar nvrai
*e Pays.nd n. 19 (Paatagem da Magdalena).
LO JA FLORIDA
KUA DO D!-Q(l-: DK CAXIAS *. 103
Barboza i Sanios
Artiga* eupeeiari
-splendi!" sbrtimi uto B }nrroa de erystal. p"r%
eelann, alahastn, vidro l'iii;a ih- riiver.-u* Iiiiiih-
nbes a .ne/H que admira .' !
Caudr-iio de iiv rs-s taniaiihos pura m'u.
qimrtes e to-llet.
Fort retrato de metal fino prutendo, doarado i
de vellido.
A>'huns >ara retr to de velludo Cbagrin t de
jellncia.
Para acabar
Bico vnlenriene a l^fiOd e jlP-O a peca.
P 400 6IKt rs. o metro.
Lencos de I alio a li.VM, n c'uta.
~~~ Cosinheira
Pre i and n. 19, Paasagem da Ju-daleu.
(Doengas nervosas V
RADICALMENTE CURADAS COM 0
'BROKIURETO LAROZE
XAROPE SEDATIVO
0*8 Cascas rfe Laranjis amargts
com BROMURETO de POTASSIO
APPROVADO PELA JUNTA DE HYIEXE DO B3AZIL.
O Bro*nnre3o de Potassio de
Larose. como todos os productos
feitos oeste eslabcleclmcalo, 6 de
urna pureza absoluta, condigno indis-
pensavel para que se obtenta efleit09
dativo e anodynos sobro o sys-
tema utirvoso.
Dissolvido no Xarope Z.arose de
Cascas de laranjas amargas, este hro-
mureto universalmenle emprngado
e exclusivamente receitado pelos mais
celebres mdicos de todas as facul-
dad'js para combater com certeza :
as iiffccgSea nervosas do coracSo,
da vas digestivas e respiratorias,
as ncvralgios, a epilepsia, o hyste-
rico, a danca de S. Guy, a insomnia
das crianfos durante a denticSo, em
urna palavra, todas as aiieccSes
nervosas.
i
?
No mesmo deposito acha-se venda us seguintss Productos de J.-P. LAROZE' .*
XAROPE LAROZEu^V^, TNICO, ANTI-NERVOSO
Contra as Gastritis, Gastralgias, Dy^popsia, Dores r Catmbras de aatomago.
XAROPE DEPURATIVO !^^:rj3i00URET0 DE POTASSIO
Cootra ** Affo^des escrofulosac, cancerosas. Tumores brancos. Acida
Accidentes svpiihticoc secundarios e terciarios.
de sangue,
XAROPE FERRUGINOSO^^r^PROTOIODUHETOd.FERRO
Csaln s Anemia. Chlovo-Anenia. Cares paludas. Flores brancas. Racialismo.
gipesto im todas u biu Srogotiu i otiL
Penis, J.-P. LAROZE e Cia, PharmacTUticos, i
2, HUE f.S LIOHS-SAINT-PAUL. 2.
*&+m*4>@&w&w<&<&m****fi
i
I
As Dores do Estomago
Digesfae* difficeitt, Constipaves, Acide*
SAO lUPIDAMKNTK CURADAS COM 0 BMPBBOO DO
CA
Quer v.
CA-PJprovado pei^
POSE
doE^ ESLLOC
'ASTILHAS, quer em P.
cademia de Medicina da Faria)
A 43 PASTILHAl POR OA
Se rcn<~ Ai toiltm a Ph. :rtnaeiae.
FABRICAQAO
Em PARIZ, em Casa de L. FRflRE
'" Modelo de PASTiur^'"
SAUDE PARA TODOS.
PILULAS HOLLOWAY
As Pilulas puriflcao o Sangue, corriem todas as desordems de Estomago e
dos Intestinos.
Fortalecem a saudc das constituooes delicadas, e sao d'um vala!:iciivel para todas as enfermidades
peculiares ao sexo feminino ein todas as edades. Para es meninos ar-sim como tambora para as
pessoas de idade avanzada a sua eieacia e incontestaveL
!ssas jietlicinas sin preparadas sement no Eaubelecimcnto do Professc Hoi.lcway.
'I, NEW OXFOKD STKEET (antea 533, Oxford Street), LONJEES,
V. vendemse era todas as pharmacias do universo.
' (aT Cj compradores sfto convidados respeitosamente a examinar o* rtulos de cada caixa e Pote se n&o teen a
ri direcoac. 533, Oxford Stveet, sao falsicacoei.

Curo rpida
de
do Doutor AJ3DISOW
la ChloroM, Anemia, torta a Molestia do Systema narroeo,
mais rebeldw, 3tolee:'.ia8 curonicaa doa Pulai5ea, et., etc.
iUoa*raoaa aaedieat lm trastado a poder cnratlro des medleamuto ooo'rm-'o
o primevo e o m'tta entrte} doi rcconsltuintc&.
O fflASOO I O FRANCOS |E3< tak^a:
Todo troteo que n&o trouxer a iarca de Monea rezistra* t iatHgnatura*-fj!i^*i*' r,brhe"'
deve oor rigorosamente recusado. f.-^J^ *f,'i
Produca
JJIJ
AUS, harmacia SBLS5, ru. '.ftoctaoeheaart, a.
Deposito e.n l'ornamii, : FRAN M. da
_
.M.P <9irsr
SILVA
wit.mjL WLm
c.
e
C9
3
ee
o
0 mais Simlas, a ma/t ffap/do e o mus tlcaz dos REVULSIVOS
?TDISPHNSAVBL As FAMILIAS e SOS VIAJANTES
USADO NO HUNDO INTEIRO
A Cuta HIGOLLOT peda aoa Sni.i. Medios a compradores que exijam o
vea
que em cada .uixa
t un cada folba,
trox escripia
em Tinta incamada
a Firma:
VERDADEIKS PiLLAS do W 8LAD
Paueo* prepurnciss rorrufr.oosos podviu yrr ntar- coBfcx.:e Am SaUe*-? :
J Ocunlse apoieios om oocuiac/io tan *tiii cu ticos cono n aej''iOtaX .* *
?Oo raprefjil in o me 1 n n r cxlto. !vn u.y.. ', :.... r... a*t-Jf par". ~tn tfital'-oa. ;
l*ra f-ar Anala, ci>1opoi (COrri^:!m'.. t 'acuitar ... romineii' *ot rujjangai.
8c Um .tuca tnserr.'io ilestia P.iu.as n ':.> yj, .;n;>cni>c Oe loto eearro.
* ao* JilUtrcuioK a a--n ualca /-.iiAofi". -" *i v Jx.-i/iw*
raasoj 'iJaBn* Ta,CateB tacoatcstuvola v>b7r r-* entro Cr:.aioaoa. e a oauaiaoro corcv
1 a alamar aatt nalaroalco. & poueut
t\-r"*-nn cj af ijaiaM tf aM7*e/wa a t*sr*.
SBa^mffUJavae rrae o sao nomeMte)K:a73un obra cata rruli ccshi irA-'eem
OUMPItE DESCONFA OAV *"2lTACEO
t Ate, ui Piyama. t.'-Fe: naalMHSO: r;;''" *.U'' '.Mi uiiasiacas FtcssomlM.
laBaaa^BaaaVr?^!!r-r!3*5r<
CAPSULAS
athey-Oaylus
Preparadas pelo DOUTOR CLIN Premio Montyon
As Capsulas Mathey-Caylus com Envainen delgado de Gluten nHo fatif^So nunca
o estomago e s.n reconimendadas pelos Professores das Facilidades de Medecina e
os Medico^dnf: linepitaes'de Pars, Londres e New-Ycrk, para a cura rpida dos :
Corrimentos arili^os ou recentes, n Gonorrhea, a Blennorrhagia, a Cystite
du Collo, o Catarrho e as Molestia da Bexigas e dos orgaos genito urinarios.
4IM Urna ixplicacSo detalhada acompauha oada Frasco-
Exigir a Verdaderas Capsulas Mathey-Caylus de CLIN & C', de PARS,
que M acho em casa dos Dnguistas e Pharmaceutico*.
201000
Alucra te u cusa n. B rna do Kiaeboel
t.'ign di BiatiiD, na ho Vial", enni mI
i)unrto>, cmuiha, auiatal murado c fciin eat
lulipa ; a chave ae aoha no meairv err r n. F, e
trata-so na ra da Guia n. 6-', EtaH
2:000|>000
Prei-iea-ae do nm t'n'i -i m o rapittl cima,
pr>. um nefforio vuut>.jo-n < sin risc do capital.
Carta fi'i'hada cow as iniciaea F. A. F, indicando
onde dure ser protorado.
I im. \
irc-zoo
#
r Ja \
%
PreoaraQo de Productos Vegetaei
KaTinoTas caspas
e outras Molestias Capillares.
JV1ARTI NsITbASTOS
Pernatribiu;o
Criado boleeiro
Al 11 gn se um mulatinho escravo para criado, o
qual sabe hulear : trata-te u ra de S. Jlo.
cara n-27.
Ahiga-^e
O 3 11 u do predio n. 59 rna Duque
de Caz ti m bens commodos para familia,
tractar na loja.
s
Hanofl Conralvea Pt-nna
Francisco de Assia (ijnealves Peona, Mar.anna
Silvana Vieira Penna, sen fiilio Antonio Goncal-
ves Penna e sua mulher Vrridlana Silveira tton-
calves Penna (ausentes) agr.idecem cordialmente
todas a peasOHS que se dignaran) acnmpanhar
ao cemiterio publico os restos mortaes de seu pre-
sado e nunca e?queeido filhf, irmo e ennhado,
Manocl Goncalve* Penaa, e eapecialmente a con-
traria do S^nhor B>m Jess da Via-sacra e so-
ciedade dramtica Nova Thnlia, pela prova de es-
tima que cempr-- Ibes tributavum ; e de novu ro-
fam o caiidoto obsequio de ouvirem algumas mis
sas que tero celebradas na igrrja da Santa Cruz,
s 7 horas da manha de qaarta-feira 23 do cor
rente, stimo dia do seu |>*8samcnco, cujo acto de
caridade e religiao se confessam eternamen e
g.atos. ^^

*
sfi
'>
Leonor Porto
Rna do Imperador n. 4.*>
Primeiro andar
Contina a executar os mais dilUceis
figurinot recebidos de Londres, Caris,
Lisboa e Rio de Janviro.
Prima em pe.-fVicao de costHra, em bre-
| vidade, modicidade em precos e 110
' gosto.
}
Casa grande em Olinda
Por lOSOOO
Aluga se urna casa e m grandes c inmodoi
para familia, rendo bom quintal e grande viveiro,
sita em Santa Thcri-za, lugar denominado Pisa,
pelo barato pref;0 de 160(X) menn'M : a tratar
no Etecife, A ruada Imperatriz 11. '',>. Ir.ja.
!.xm. Sr. Pr Gnapar dr Drum-
mond
Jonquim Custodio Dunrto de Azevcdo convida
aos amigos do finado Eim. Sr. Dr. Gaspar de
Drummond para sasistirem inissa do trigsimo
dia do s^u passamento, que manda celebrar na
capella do engenho Massaugaua do Cabo, no dia
".'5 do andante, as 9 horas da mmha.
Minia Pa Silveira de tlbuqaer-
lie Melle
Franc^co Antonio de Albuquerque Mello Filh
e Fnneisco Antoni'i de Albuquerque Mello, mari-
do e sogro du fallecida Mara Pi Silveira de Al-
buquerque Mello, coa vid* B os seus amigos e pa-
reates assistirem as miaas de stimo dia, que
iimi laiii resar na matriz da Boa'Vista, pelas 8
horas da ma'.h rl qnarta-feir 23 do rrente.
S o Maia
\ \ Ra da Imperatriz X \
Fo<,os e sortes para T. oo
. Pedro
O proprietnrio deste j acreditado ts'.-.b"leci-
mnto o uni que pode bi-m cervir aoa seca fre-
guezes pela 1 ii_'i pratica que tem deste rinode
negocio, tanto na escolha dos melhores f 1 ;uetei-
ros desta cidade para o fabrica d- fogos que ven-
de em seu estabelecimento, assim como vnde por
menos de que outro qualquer e para fueilidale de
despachar os seu* num^resos freg- z-s us ir do
pregos fixos.
Ao Maia. S oMaia
^arne do sertao
Vendem Cimba Irmilos & C rna da Madre de
Deus n. 34 especial rm qualidade. ____
Grande casa lerrea com Slao
Aluga
-se
Tem no andar terreo 6 quprto.j, 2 salas, corre-
dor ao lado, n > quintal cosinha, bja c iri,ba,
grande lelheiro para animaes, 1:0 oitao de tida a
casa um terreno todo nniraJo com portZo na fren-
te, proprio para jardiin e horta, t ds 1 ..isa
muito ventilada, a ra dos C^elhos n. l. esquina
para o caes de Capibaribe traa se no pateado
Carmo, casa de banhos.
W 15O0O
>v
>
Varia l>is> -Silveir; de Albuquerqne
olio
Manoel Joaquira Silveira, Elysio Alberto Silvei-
ra, Pedro de Alcntara Silvrira, Paulo Aaaaiai
Silvi-ira, Custodio Manoel Silveira e Henrique da
Cunha P. rti, pai, tfo, irimos e cimbado da finada
Mana Pi.i Silveira de A'biiqu-'nni.; Mello, convi-
dara seus prenles c amig'3 a assistir as miasas
que por sua alma sera.' rezadas na matriz da Boa-
Vista, pelas 8 huras da nnuibS de 23 do corrente,
stimo da do sen fallecim nto.
Aluga-se para morada a 1..ja do sobrado rua
de Lomar Valentinas u. 50 : a tratar na ra 1
de M itco 11. 7-A, Hvraria Parisin-e
Porto (ah
I
O Sr. Benveouto Buarqne, para aRti^fazer sua
promessa e compremisso do dia 15, chalado i
ra 00 Bario da Victoria 11 1<>, loja.
\o publico
O e, nsolheiro Joao J:i5 Ferreira ra Agniar c
ua mulher cenvidam nos parcnN-r e a.eigos de
sua sobrinha e afilhada D. Mara Pia Silveira d<-
Albuquerque Mello para aasistiiem a urna missa
que ini'i.ilam retar s 8 h< no corrente. na matriz da Boa- Vista.
Ciaapnr de liriimmnnil
Garpai de Drunin.i'ini e teas irmilos mandam
eeU-briT n., din 23. trigsimo dia 1I0 passamento
d sen seinpru lenib ado pai, inissiis is 8 horas
da inani;', no convento di Cari o. Para esse aetc
de caridad* religiao silo convidados os amigos e
lar-nt- s i.i finad 1.
JoiKiiiim Prea Kiirhailo Purlell.'
FUI...
O coronel Jos Thornai l'iir- Machad" Pi.rti-lla
convida aos seus par.'ii'er e arolgu* e oa de sen
iimo 0 Dr. Joaqun: Pires Machar'o P..rt.Ua
para assistijem a missa que sera e< lebrada aee
ho as do dia 23 du cunri.te, na ifreja matriz da
Boa-Vista, pela alma de s-u caro solninho Joa-
qiiio. Prea Machado Purtella, fallecido nacite
10 dm '8 do ciiM.i-t- .
loaquliit Pire Hit.-iiao Porlellu
limlur
Emilia Julia Pnaa Keneira e Amia Jola di
C'oi-ta Britn, ti-ndo ncehidn atriste noiicia d-
hxver fallecido 110 Rio du .laiieiro sm rii aado n- to
CSi'bliuhti, Jq.iqiliin Pilis Mu. liad.. Putella Jll-
nior, e-U\id>m nos seus parentea eninig'S para
atsistirem amista de spiiin" dia, que manda
celebrar us matriz d. Iba-Vista, >|iiarta-i- ira 2 i
do con en te, a 8 h ras da manila, peh que Mt< -
clnam os seus ugradeeiipc 11 r.--. ^______
Hermina de Carvalho M> nna da Costa, proprie-
taria da pholographia tita ra d 1 Bar da Vi-
ctoria n 14 2." andar, declara para os tins con-
venientes, que desde o da do corrente deizol
de sers-'Cioda mesma phot'graphii o Sr. Floseula
de Maga I liles.
Aproveita a occisiao para commmiKar a todo*
aquel lea que se tiein dignado de dispi ns ir Ibe a
sua pr.teceao n'aanella ramo Ja negocio, qus con-
tinua com a referida pboto^raphla, a qua' s" acha
hije me horada consideravelnjeute nao mi qnante
aos mist.Ti-s te.hiiio is d'arte, cjino t h.....luan-
to aos deinais requisitos esseiicia-.- p ra 1 1 dea-
agradar aquellas pesquis que all ei-moar ecrera,
dando p'nv de desejo de concorrer '-.ra o pro-
gresso da industria nacional.
Daa Exims, senhoras pi incipalmeiKc:. > .-pera S
referida proprietaria toda sua valiosissica protee-
alo. ^^^^
Sl85
Cura certa em 48 horas das i< i! 1 n^cSef
recentes dos .Ihos, pelo eolyri t- -para-
do por Jos Pedro RoirJgu-a ila SI va.
Emprega ik este poderoso ewjrrio seinpre cota
grandi-s vantagens, nas seguiutes innlestias :
Ophralmins agudas, purulentas e i-aronieaa, con-
unetiviti s, etc., etc.
Deposito eral, na drogara do Faria S brinhe
A C. ra du Marqm-z de 0 inda 11. 41.
Pi.ru inf rniBc-s. sedirii -m i livraria Iiidttf-
ri.il ra do Burilo da Victoria 11 7, iu resi-
deacia to autor, i ra da Saudade 1. 4.
Aviso
Os abaixo assignados pirticipsm ao re-: eitavel
pub ic" qu.- nesta data c iripr^.r 111 as Sr. Man-
nh.' Palead .t (;., a tabscaria di n minilaSA-
TUUNOsita rna de Joo do Rege, antiga da
Plorenlins, n. .'G, livre e desembara.,-.da de qual-
i|iier nnu; e que qualquer n ehoiaii 1 : poder
6> r aitendida no praSO de 3 diae, contar da da-
t du prcs< nte avian.
Keeife, l'J de Juuho da I
"'ra <- C-
lsiiihcins
Precisa-se de im;. fm casi
de pepena familia, no onleiro:
a tratar na rna da Matriz da Sa-
Vista n, 9.
O Clur- Lllferari Aya Ghiiih, cl.en* du mal
pr. fundo seiitimen''! pelo prematuro passament"
di Bta. Si. Dr. Gaspar de Diiiiaineiid, tea ueeio
honorario, manda resar alan mifsa n. ili 2^ do
corrente m'z, pela* 8 Oras da innh. na ignj
do Carmo, e para assistirem A ese acto
gio e caridade, convida a todos os socios, a sna
Exma familia e amigos. _
suspensorio miiam
tico, um liqzxtn ejau is* -zai.
'ara evitar as fa'.ftf''ari
rWjii Hj***rr dowv^tor, esiu:
cm ci'du zv.?rrrt3oriQ-
reg!^iha:>o
FONDAS BE TODOS OS SYSTlSAS
MEIAS PAR* VARIZta
inUERrT.LEIrO!(l?EC. sacctsor.riiris. 9, r. ].-'
arnc do serto
V. n'c-se a 8(H) rs. o kilo : no armazn de
V'i.sooneelles na da Aurora n 81.
Bom cm prego de capi-
tal
Vende-re o importante e bea conbeci 11 p afre-
aado es abelecimente de eaaa de banhos, site
ra do l'a a dess 11. 17, pois d b.'St .nte imrgeta
em gauhar diuheiro a quem caaiprar, a ra-* dir-
ce ba ao comprador : qi'.oiu pretender ii 'j:i-ie i
mesma casa.
S
J


(^B PMM
Mario de Pernambnco({uarta-feira 23 de Jonho de 1886

1


' Jardim das plantas
MONDEGO N. 80
Pretendendo-ae acabar com as plantas que es-
tilo em VMsoe n'eatc jirdim, vende-te os sapotisei-
rcs muito grandes, e dando fructo, 2*000, la-
ranjeiras, muito grandes, para enxertar, 64000
a duzia, e sapotiaeiros mais pequeos por barato
PrOv-_____________________________________
Ao Iris!!
I. i C Ra do Cabag N. C
Para as noites de Santo Antonio, S. Jola
e S. Pedro
ueste estabelecimento encontrarlo os amadores
m variado e lmdissimo sortimento deFogos
hiese? e ontros nacional s, dr nigiilst ift'iti.
todos in fien o i va c ulguus vistos, pe* priaaam
rez neate mercado.
Grande vanedade Je scrtes km caixiabas, as
aouqueta de fl orea artifieiaca, assins oasaa ess -
ree aoltiis e outraa novidades dignas 4a apret.
Diversos livros para sortea, dous dos qaaes fo-
rara editados este anno, versos pira sortea avul-
aas e papis de difieren tes qoalidtdes e cores.
Perfumaras, quinqui larias, ramos de flores de
aera para bolos e um lindo sortimento de cestinhas
a caixinbas de setim e cartonadas, muito proprias
para presentes.
Charutos, cigarros, tumos e mais perteoces do
elhor que vem a este mercado.
Tudo a precoz muito rasoaveis.
Criado
Preaisa-sc de um de 14 a 16 annos de idade,
ae tenha pai ou alguem que o governe, ra de
Commercio n. 44.
Profesaora
Precisa-se de urna seabora tutb ou aolteira,
Era ensinar primeiras lattraa a aaata* sbbsmm
a da cidade a fallar na ra Asna* ssaaa
m 202.
Attl$*4
r
Ae necoes entro amigos da ara ea<
d viam correr com a altima losara da
do mei: de Junk}, carrerSo aaas a aay
s dn Julho.
TEIB1S
'
lefegramma de Psdrm
Antunes $? C.
Una Duque Cki <
Pi.ra accommodar os intereaaes ski >jas%. a
proprietarios da muito couhecida laja Mar V-
per.-iuca n. 63 ra Duque de Callas, teem re-
solv io em pleno conaelho de estado vender todas
as suas mercaduras por menos 20 0/0 do que em
jaalquer outra parte.
Para as Exuias. leitoras se convenceren] devem
se dirigir ao mes no estabelecimento ; e para
arientar um pouoo, passamoa a demonstrar em
resumo os precos de algunas mercadorias mais
aonbecidas.
Espartilhoa fines para sennoras a 4/500, 5 J500,
tf e 94000.
Finas meias cruas idem a 74500 e 84500.
Bonitas caixas de madeira para costura a 24500,
4000 e 44000.
Bicos bordados indianos. largura de 18je 20.
aentimetros a 4f 500 e 54500 pebas de 4 metros
Bonitas boleas e caixas para presentes de
naneas a 200, rs., 300 e 500 rs.
s senboras floristas :
Papel verde claro a 60 rs. a felha, e dito car-
aiin a 200 rs rs. ; barato !
Fita Pompadour a 100 rs. o metro, largura
de 3 centmetros.
Lques de papel a 300 rs., 400 e 800 ra.
E para nao abusar da pacifica e constante lei
tora resumimos o presente, que s vista das
asesinas provamos o que acabamos de expr.
Grande variedade em luva de seda de cores e
preaas.
dem em leques de seda, finas
mjulhos e ccllarinhos para senhoras,
iWsde de calungas
Planos e apparalhoe para boneeaa.
Cytitariat finas, capellas para uoivaa e rae-
minas.
Sedas e frocos, las e desenhos coloridos para
bordados.
Grande variedade em artigos para presentes.
Meias finas para homens, senhoras e criancaa.
Bonita variedade em artigos de electroplate e
tros muitoa para presentas.
Ao 63, ra Duque da Cixm
Podro aniara Cata*
A Revoluco
ra Duque de Casias, resolver* a vendar
' as seguintes artigos com 25 0[q de me-
nos do que em outra qualquer parte.
Lis coa bolinhas a 500 e 610 rs. o corado.
Setins maco a 800 rs. o corado.
Setinetaa lisas a 400 rs. o dito.
Setinetaa esoossesas a 440 r3 o dito.
Cambraia com saioicoi a 6 i rs. a peca.
Linn brinco a 500 rs. o covado.
Linhoa escoasezes de quadrichos e liaos a 240
rs. o>-dito.
Mariposas de cores a 240 rs. o dito.
fteaaa da China a 240 rs. o dita.
Damasco de 12 com 160 centmetros de largura
a 14900 o dito.
Bramante de linho com 9 palmos da largura a
14800 o ir-etro.
Bramante traae>db de algodo a 14200 o dito.
Bramante de urna largura a 30, 360, 400 e
440 rs. o dito.
ririm pardo a 300 e 360 rs. o covado.
Brim prateado de linho a 600 rs. o dito.
Crochets para cadeiraa 14 s 14600 um.
Ditos para sof a 24 e 24500 um.
Colchas de fustSo brancoa 14800 urna.
Fich* de 12 a 14, 24, 24500, 34 e 44 ua.
Espartilhos de coraca a 44, 54, 64 e 74500 um.
C misas de linho bordadas a 304000 a duzia.
o t finas a 240, 280, 320 e 360 rs. o covado.
Sintcs para senbora, no /idade, a lf00 e 14800
um.
Lnc,s brancos fines a 14800 e 24000 a dusia.
Cobertores de la a 24, 44500, 6S500 e 84 um.
Cambraia preta para forro a 14200 a peca.
Meias para homens e senhoras a 3J, 4|, 54 o
64000 a dnsia.
Madapolo gema e pelle de ovo a 64500 a peca.
Cambraia branca a 24 a peca.
Ciimoliaa branca e preta a 24800 a peca.
Vwtlhaf felpudas a 44600 a dusia.
Toalhas alecchoadas a 124 a duria.
Mwrtas de ganga a 24800 e 24908 aaaa.
Jwuib"8ij de bramante a 14800 um.
Para Bxaas. *!*
aMia aaaoeo a 14200, 1A100, 14800 a 14000
forado.
rajeii* d da a 600 rs. o dita.
Alpaca a 400 e 500 rs. o dito.
Capellas veos finos a 104 e 144
lebas bordadaa a 54000, 740A *4 1040 4
Jbctmaaas >ard>doa a 64500 o par.__________
Attenco
Tende-se Manteiga ingleza superior em latas de
12, de 4 a 14100, e 7, 14 e 28 a 14000 por libra e
m aaaaplosivo a ra do Bom Jess n. 38.
7
liUfc.iMi'-tlI
GRANDE LOTERA
Vende-se
o hotel denominado Dous IrmSos, sito roa da
Cruz a. 23. Este hotl est reedificado, muito
frequentado por nacionaes e cstrangeiroa, tambem
tem bospedagem, e o motivo da venda seu pro-
prietario ter de retirar-se para Europa por falta
de sade : trata se ao mesmo. Pede aos teus de-
vedores que estile em atrasa, de virem saldar suas
contas, do contrario sero seus nomei publicados
nos jornaes desta capital.
A AIS IMPORTANTE DE TODAS B A VID AS NO
B 1* /% J .
EXTRACQAO A' 8 DE JULHO
DATA MASCADA NOS BESPECTIVOS
Esta lotera est a cargo do thesoureiro das loteras da corle
A EXTKAC(JO EETA NOMO DE JANEIRO
PREMIOS MAIORES
1
1
2
2
1
3
11
de
1,000:000^000 24 de. . 5:oooJ>mo-
2oo:ooo$ooo 50 . 2:ooo|>>0'
loo:ooo$ooo 80 , l:ooo4tw
5o:ooo$ooo 2 approximafes de. ' 15:oooJ*m>
4o:ooo$ooo 2 f>:oooJt>
2o:ooo|>ooo 4 4:qoo|b'
lo:ooo$ooo 4 2:(>ooI^q
Alientan
Vende-se urna importante taverna no largo das
Salinas de Santo Amaro, propria para qualquer
Erincipiaute, faa frente para a lirha frrea de
limoeiro : a tratar namesma.
perfumarias,
immeuak va-
Liqn ilacao
fende-se por toes de ferro, gradeamentos para
tima de muro, jardim e terraco, bandeiras de fer-
ro para portas exteriores e interioras, de todas as
jualidades, gallinhero de ferro, carroca para
bo arrocas, por precn commodo : no largo do Porte
b. 4, derronte do quartel das Cinco Pontas, offi-
ina de ferreiro.__________________
Liquidaco
m% Roa Uuque de Caxlas -ftS
Alguns artigos 50 [. menos do sea valor
Failes damass, linda fazeuda, a 400 rs. o co-
rado !
Linons com salpicos a 560 e 700 rs. o dito !
Cachemiras com bolinhas de velludo a 14200 rs.
dito !
dem de 2 larguras, fingindo dados e lisas, to-
das as cores,a 14500 !
dem pretas, e merinos (2 larguras) a 900, 1400,
14400 e 146001
Alpacas de sedas finas a 360 e 400 rs. o dito !
Popelinas com liatras de seda a 280 e 320 o
dito!
Seti .s Maco rerdadeiro, desda 8t0 ra. *4000,o
aae h de rrel'i- r
Gorguro pretc de seda, para (um ra*-.< de-
tente) a 24000 o covado para acabar.
Damasss de cores, seda superier, a 900 ra.
uto!
Velludilhoe liso e de listrinhas a 14000 e 14600
dito!
Esguio pardo para vestido a 560 rs. o dito !
Nansok* finiasimos de cores a 320 ra. o dito !
Cret oes para chambres e cobertas, superiores,
a 160 rs. o dito !
Dama.e s de la com 2 metros da lastra**, a
18 ' Marip sas de ores liadas a 280 rs. o dito I
Br .-ho superior, 4 largaras, a 34*0t
tnrtro!
dem de algod"!, idem, idem a 14500 o dito !
Atoalhado b -rdado, o melhor possivel, a 14500
a dit<> !
Brms de linho le cores (linho puro) a 14200 o
dito!
Can -a- francesas sem punhos c colarinhos a
404OHI ...ZIH !
Caroiilaade bramante !bordadsa a 124 e 184 a
dita!
Guardaimp a d- linho a 34000 a dita !
Mei .a air'ii latas para seahnra a 84000 a
dita !
Idom -ras par. bomem a34500,4*500 e 64000
a dita !
Le.r;..s liriine s em lindas bolsiiidas de setim a
3400
En\ v p ra cssaraento O seeuiuie :
Li, fcl a f vaaa 144-O0 l'-fOOOl
Ri, i-ochets a H*--'
Qu i (cttdeias e e"t'| a hiKlO !
Em -mericanos, chiques "4*100
M0O>! _
Cor'inhH b<>ruadas, norea gosiu. a 740X) t
104O
?e-ida- -in ilT-'Vt, descont d pi
isiH itaojne de Caxi* s
loja r>e
Carnriro da Cunh i &C.
Carteira
Vende-se barato urna carteira contendo na peca
de baixo dous armarinhos e tres gavetas, e na
peca de cima 17 compartimentos que se fecham
com ama 89 chave : a ver e tratar no largo de S.
Pedro n. 4, loja.
Grande sortimento de fo-
jos arlifiriaes
Nacionaes eChinezes
Proprio. para aalo
PARA OS FESTEJOS DAS NOUTES
Alm de limitas sortcs de 5oo$ooo, 2oo$ooo, loo^ .00 4o|ooo e 2o|looo.
Esta lotera de tres sorteios. Um bilhete joga em tods
elles e est habilitado a tirar mais de um premio.
Esta lotera em favor dos ingenuos da Colonia Isabel da provincia de Pernambuco
BILHETES VENDA
E
RODA DA FORTUNA
36-Ra Larga do Rosario 36
Bernardino Alheiro.
DE
loa e
aaUa Aatou|o.
m. Pedr
?anda-sa em caixaa e a retalho por procos aom-
modos.
Ra do Bar&o da Victoria n. 61
Loja do Suza
Massa de mandioca
Veade-se massa, especialmente preparada, para
bolos de Santo Antonio, S. Joito e B. Pedro, a 500
rs. cada pacote de meio kilo : no largo de 8. Pe-
dro n. 4.
Engenho a venda
Vende-se o engenho Murici, com safra ou sem
ella, situado na freguezia ua Escada, distante da
respectiva estacao um quarto de legoa, podendo
dar seis camiohss por dia, moente e corrente,
tem duas casas grandes e duas pequeas para mo
rada, e outra para farinha com suas pertenc-as : a
tratar na ra do Imperador n. 65, 2 andar.
Plvora
Vende Candido Thiago da Costa Mello, em seu
deposito ra Imp-rial n. 322, olaria, onde tam-
bem vende tijolos e telbas. Telepbone n. 221.
Pinho de Riga
Vendem Fonsec Irmaos & C, a pr^co mdico
WHISKY
OYAL BLEND aiarca VlADO
Este excellente Whisky Escobe-.-, preteriv
aa cognac ou agurdente de canna, para fortifica
s aorpo.
Vende-se a retalho nne tu Iheres armasen.
staAados.
l'ede ROY AL BLEND marca VIADOcujon.
me e emblema saV' registrados para todo o Braai
BROWN'S Y C, agentes
Vende-se
Cabriolet
?ano. uc mu "o perfeito estad--
Ctaai.-do; A tratar na ra Osane d
< por preci
Cazi.s n. 47
maesa de mandioea de primeira qualidade, para
b<>l', a 1 000 kilo : na Camboa do Carmo nu-
mero 10
-
Jovos livros de sortes
Grande variedade
na livraria PAKIHIEN8E .le Medeiros & C,
ra Hrim.no d Mar^o n. 7-A
Buhar
Vende-se um hiih-r lrnc'-a em perieito estado
rom ir. s j goa re bnla e tei tacos i a trat>-r no
amigo irgo di Pi litmlalii (t-irpo Santo) n. 7, uS-
ta*,rio. ______
Vende-se oa arreoda-se amualn ente rima boa
Gnu. cor baa'anl-8 inmodus p^ra l.mi ia, tendo
ayua e u*7. h.-hu-'I.-s c-in um bom ijuintal todo
rr.ur d... om i| un- arv n fruttiretaS e com
subidn para o rio p |ir> pr.-1-ia-i nr j "oque de .xi^S n. 117,
que achara e rn qu- m natar.
LOTERIa
ALAGOAS
CORRE NO DIA 22 DE JUNHO
SEMPRE NOVIDADES
Fazendas linas e modas
2 A-Rua do Cabug-2 I
J. BASTOS &C.
O portador que possuir um
vigsimo desta importante lo
teria est habilitado a tirar...__
10:006 W00,
Os bilhetes acham-se a' ven-
da na Casa Feliz, praca d; In-
dependencia ns; 37 e 39.
Corre no dia 22 de Junho
1886, sem alta.
Ao7ooo:ooopoo
200:000^000
100:0008000
LOTERA
Pelo ultimo vapor recebemos de PARS :
Cortea de vestidos diaphanos, alta novidade.
Vestidos da cachemira, especialidade.
Ditos de toile d'Alsace, grande moda.
Cachemira broch, teoido modernissimo.
Orlatienne, fazenda nova e padr5es lindissimos.
Venitienne, corabinaSo de faenda lisa e lavrada de muito gosto.
Zephyr quadrile, novidade.
Cachemiras de todas aa cores com enfeites de Guipoure.
Plumetie, branco e de cores com lindos bordados.
Toile d'Alsai-e, variado sortimento.
Etarnine de udres, desenho novissimo.
Satn double, eciio de algodo e modernissimo.
Gase de algodao, em todas as cores, propria para bailes e theatroi.
Leques diaphanos.
Ditos de setim.
Ditos de madreperola.
Guipoure de seda.
Bicos do seda diaphano, ravolucto da grande moda pr
Chapos de seda arrendados, novidade.
Sedas e setins, branco, preto e de efires.
Colchas de damasco de se-ia.
Ditas de crochet e Guipoure.
ESPECIALIDADES
Dolmans de seda e cachemira com enfnitea da passem
guarn95o de renda e franja.
Jersev de lil com enfeites de pelucia e bordados, escoBdoa
casacos de malha, que vendemos de H000 a 15)81000.
de sedas.
Fornecem-se as amostras de todos os artigos.
(Telephone n. 359)

DE 3 SOKTEIS
Em fav r dos iagennos da Colonia Orphonolgica Isabel
DA PROVINCIA DE PERNAMBUCO
Extracco: no Ola 8 fie Jallio fle 1886.
0 thesoureiro* Francisco Gonpalves Torres
HOSPEDARA
28- RU A DO BARAO DA VICTORIA-
O proprietario d'este estabelecimento nada tem poupado afini da qo* m HbV
illustrea fregueses encontrem os melbores almocos, lunebs, janUro a eaiaa a fjraMMM
e a brasileira, para o que acaba de empregar um osinheiro da priataira rdats fm-
oal escolhido.
Jantares e banquetes sobre encommenia.
Quartos mobiliados e salSes reservados para aa Exmas. familias.
Falla-se inglez, allemSo e outras linguas.
Recebase .^asignaturas para a mesa e pensionistas com radia,
muito commodo.
Em noites de espectculo, este ESTABELECIMENTO estar abbri* ti ia*
do mesmo.

nari



4K.ario de Pcrnnibuco^<(lunrta--rira 23 de Junho de 1886
~~\
mm
assemb; e\ gsbal
CAB.IHA DO* DEPIT.4DOS
SESSaO EM DE JUNHO DE 1886
ERJ^itJarWA DO BB. AKDBADE VIGUBIRA
Ao meio-dia, fuita a chamada a que res-
ptnrdem 86 Srs.'deputados, abre-se a ses-
b5cT, seto minutos depois do meio-dia.
K' lida a acta da sesso antecedent*.
O ir. ascarenhas reclama con
tra a acta, qua no menciona o seu nome
tinto vcrlade
na lista dos presentes; e -
: -,t~ Q .,., 'codulas, mas antcpiMJo-su o segundo u
,e cooip receu a s-'ssao, que a vota, ^r o
qu
honten -ffectu ida consigna maior numero
da diputados do que aquelle que consta
da Mamada.
O Sr. Presidente diz que presentes eou-
sideram So aquelles que respondetn cha-
mada ; e que nao pode a votago deixar
de consignar maior numero de otos desde
que alguns deputados coroparegain depois
de feita a chamada.
Ninguem mais pedindo a palavra, d-se
a acta por approvada.
O Sr. Io secretario d conta do seguinto
expediente :
O Sr. eoelho Rodrigues lamen
ta que a ("amara, considerada oalleetiva-
mente, tenhft soffrido, nestes ltimos dias,
acerbas e injustas censuras por parte de
alguns senadores com relagao eleigo do
3o districto do Piauhy.
E' a Camira acensada da dous factos
gravissimos : t, de ter annullado a quali-
ficago da comarca de Parana-ua ; 2o, de
ter annullado o diploma do candidato libe-
ral pelo 3o districto da provincia do Piau
by.
Se esta censura partisse de outro ho-
rnera que nao fosse o Sr. conselheiro Sa-
raiva, poder-se hia attrihuil-a a leviandade,
a amizade. ou gratidao, ou ao interesso
particular; o orador, porro, analysando
todos estes motivos de suspeigo, supp5e
que elleB nao influirlo no animo do nobre
senador, ero quem reconhoec criterio e cir-
curaspeego. Assim, prefere acreditar que,
por mal informado, foi S. Exc. injusto pa-
ra com a Cmara.
Disse o nobre senador que a Cmara
annullou o dipljma do candidato liberal,
assira como o eleitorado de Paranagu.
Mas isto nao exacto. A Cmara no fez
ero urna ero outra cousa; ero ella po-
da annullar aquillo que considera nao exis-
tente, porque, diploma s pode ser confe-
rido por um eleitorado, e esta nao o havia,
como o orador vai mostrar.
Depois de expr a Cmara a iropossibili-
dade de aposentar se urna comarca, cuja
populago nao excede a 9 000 almas, com
530 eleitores, e alero disso comarca remo-
ta, atrazada e pauprrima, impossibili la le
que augmenta com a nao existencia do li
vro do registro eleitoral, pelo qual se po-
deria aferir a legitimidade de um eleitora-
rado to numeroso, passa a defender a C-
mara da injustic* que lha foi attribuida por
uroa decisZo que consi lera justa, e conclji
mandando mesa uro requerimento.
Vem roesa, lido, apoiado, entra em
discusso e adiado por pedir a palavra o
Sr. Rttisbona, o seguinte requerimento :
, l,o A vinda dos livros de taloes dos
ttulos de eleitores da comarca de Paran
gu ou noticia do destino que tiveraro.
A vinda do li?ro ou livros das revisoes
da lista dos jurados daquella comarca e
particularmente dos relativos aos annos de
1878 a 1879.
3. Informagoes do que constar sobre
o desappareciroento dos livros do registro e
dos outros qu foraro remettidos secreta-
ria do governo daquella provincia em 1882,
ficando sobrestada a reraessa dos 83 pro-
cesaos do alistamento eleitoral d*a referida
cororeca at a vinda dostas inlorraagoes.
S. R Rio, 5 de Junho de 1886.-A. C.
Rodrigues.
ORDEV1 DO DA
VERIFICADO DE PODERES
Posto a votos approvado o parecer da
comroisslo de inquerito, reconheceudo de-
putado pelo 8o districto de S. Paulo, o Sr.
Visconde do Pinbal
ELEICaO DO Io DISTRICTO DO BIO GRANDE
DO 8DL
Continua a discusso do parcer n. 121,
sobre a eleigao do 1' districto do Rio Gran-
de do Sul.
O Sr. Silva Tavares (pela ordein) re-
quer o encerramento'da discusso.
O Sr. Alves de Araujo fp-!a ordero)
observa que este requerimento atentato-
rio do direito de defeza que o regiment
garante aos contendores, e como tal nao de
ve a mesa admittil-o.
O Sr. Presidente diz que se por um la
do o regiment garante o direito de de
feza, por outro lado garante Cmara o
direito de encerrar as criscusso'es. No po-
de, portanto, a mesa coarctar o direito da
Cmara deixando de admittir o requeri-
mento.
Posto a votos, rejeitado o requerimen-
to de encerramento.
Entram no salo e tomara assento os Srs.
Camargo e Paulino Chaves.
O Sr. Camargo coroega agradecen-
do Cmara a gentileza coro que rejeitou
esse requerimento que lhe tolhia a liberda-
de de oceupar a tribuna no exercieio ue
um direito sagrado, qual o de defender a
legitimidade da sua eleigo.
Demoastra que a trnsposigao do seu no
me na eleigo de Santa Catharina do Pi-
nbal deu-se na occasio de lavrar-se a acta,
e attribue essa fraude a seui adversarios,
no intuito de annullarem a votago cerrada
que naquella pamema alcangou o orador.
Le Cmara varios telegramroas e car-
tas em qfce q coronel Santos e outros ama-
gos seus lhe asseguravara alli uroa grande
votago, e apresenta uroa justifiaago em
que o secretario da masa t diversos eleito-
res juram terem entrado na urna as cdu-
las com o seu nome inteiro e exacto, de-
monstrando assim a juitica da sua causa.
Con8derar-s"-bia indigno de si proprio se
se apresertasse Cmara ero nome da
fraude ; appella para todos, porque .nao
fallou a amigos e menos a adversarios, cer-
to do seu direito; at disseraro-lhe que se
entendesse com o Sr. presidente da Cma-
ra e com alguns nobres deputados ; a to-
dos responden que fallara sroente C-
mara toda na respejtiva tribuna; foi as-
sim que proceden sempre como deputado e
at como ministro de estado ; aos Ilustres
autores do voto separado, disse -lhe s que se
nSo tivessem conviccao da verdade e da
seu pnmeiro nome.
Observa que a Caara nunca deixou de
r contar cgmei de enndidxtM que
apenas e.stavam alterados entre bi mes no,
Ut_que muito natural ; mas o orador j
provou com docvmentos que nao se deu
essa alteragilo senao na transcripojto da ac-
ta.
Pa3sa a prvar coiu documentos o qu?
O Sr. Laureano do Albuquorq'ie confir-
ma.
O Sr. Camargo agradece hoje ao nobre
deputado a defeza qun tomou por um di
reito que inconcusso e que s a paixao
partidaria p.le combatir.
iVoltindo a tratar da eleiyao na paro-
chra de Santa Christiua onde o seu nome
di cito foi levado urna pir 102 c'':itor;s
raostra quo i n i api-
t.il da provir. que se tratou de
falsificar a a
o nome do oraior, isto nao conforme
se deu na eiecSo da 2a soegao, na Taqua-
ra: ah obteve 7J votos a o seu competi-
dor 27, resultado que foi logo publicado na
provieia ; muito depois que tratou so de
uina combinajao -e;u Porto-Alegre, pela
qual se deram os *79 votos ao seu conten-
dor e*ao orador 27 ; o que demonstra mi-
nuciosamente coro depoimento de eleitores
conservadores.
Depoia de diversa! outras obaervacSes,
raostran lo a legitimidade da sua eleigao e
o procedimiento do coronel Santos, tido co-
mo chete liberal, con ;lue tranquillo qua a
Cmara dos Deputados nao pdi sanecio
ncr semelhantes traudes e taes iromorali-
dades ; que ajustiga ha do triurophar, e
se poi ventura assira o3o suceder, o paiz e
a sua provincia lamentarlo qui a verdade
e o direito fossem cruelmente esmngudos.
Esta discussao ficoa adiada pda hora.
O ?r. Presidente d a ordem do dia pa
ra 7 do corrente.
SESSAO EM 7 DE JUNHO DE 1886.
PRESIDENCIA DO SR. ANDRADE FIGUE1RA
Ao meio dia feita a chamada a que res-
ponderam 79 Srs. deputados, abre-se ases-
sao.
E' lida e approvaia a acta da sesslo
antecdante.
O Sr. 1- secretario d conta do expa-
dieme.
Entra ero discussao o requerimento da
3a eomuiissio de inquerito.
O %r. Candido de Olivelra ob-
serva que o requerimento da 3* coromissSo
teve origem simplesroetite na petigao de
uro candidato quj perdeu a eleigao por 400
votos na 3o districto da provincia de Mi-
nas-taraes; e isto para que se solicite do
poder judiciario o livro do alistamento de
urna comarca inteira, cujos eleitores j te n
concorrido para seis eleicSes de deputados
geraes, para tres el igoes senatoriaes, psra
as eleigSes des respectivos vereadores e
juizes de paz, sem que houvesss a miniraa
recia magilo de fraude no respectivo alista-
mento.
L o art. 179 da le eleitoral, para pro-
var que a Cmara nao tem direito do man-
dar buscar os procesaos de alistamento de
eleitores >a comarca de Piracicaba e acon-
snlha ao respectivo magistrado que nao
curopra o pedido da Cmara, te este for
approvado.
Depois de outras observ.goas, conclue
que a Cmara pode annullar os votos dos
eleitores de uroa comarca mas o estudo do
procosso de alistamento formado pelo juiz
de direito excede a competencia da C-
mara e s pode ser considerado como pro-
t-lagab no reconlieciroento do deputado
eleito.
O Sr. Baro da Villa da Bar
ra justifica o procedimento da 3a com-
roissao de inquerito, attendendo ao pedi-
do de outros, afia de que possam provar
as suas allegagoes.
Admira-se que seja o nobre deputado
de reconheci-
C):n cffto S. Kxc. troaxi a terraio
velhas retaliagS^s, invectivas e boatos ca-
lumniosos quo, quano m-smo ver.iadeiros,
deveriam ser repellidos, porque cumpre
existir entre t>l'>H 03 roembpo-i naeaia.tta
a solidariedado da dignidaie cjinrounf;
mas S. Ex;. nSa 1 )mou en cOn*ider*CtO
siejuer os irrct'utavcis argumentos do nobr
diputado pelo 2o diatricto de Jim is que
demonstren, a toda luz, serinauito, inciro-
stiu i:nal e attent itorio do po 1er judi i .-
rio o requerlm Mito di cimnissa).
A p os fu 1 -
rios a qiiiu elle v..i ilf.vt.r divm
i'ppor-se energira-oBt sua eX'icugS,
bateados na disjosigao que iropSj cora ol-
nagSo penal aocuoprim qrto I- orteni il-
legae. -^
O requerimento em qu (rtlo provu de
que o aet) da cmara annullando o alist -
ment de Parngu vai produzindo os
previstos e funestos resultados.
Todos os derrotados as urnas vera de-
positar as suas devradeir is esp.r -ingas no
mal en't'-ndido espirit) partidario quo prv
sumem dominar seus c. -religin trios, es-
perando que elles corometaro a iniquidad-;
de annullar alistunentos inteiros.
Da uro nico argumento servio se a coro-
uiissio para justificar o seu procedimento:
o seu despacho na petigilo que detrroinou
a apr.'sentigito lo raqueri'Uunto ero deb-
ti foi esto : Sim' mis sem prejuizo da v-
rjicama) de podares.
Logo, comraissao rc:anhcceu a i luti
lidade do seu acto.
Para que quer ella livros de elaiaSes e
documentos de alistaraejto, se julgt-sop?r-
feitamente esclarecida sobre a cloici .1 res-
pe diva, a pon'o do na) qu'r.r erabaragir-
Ihe o andamento?
Qual o tiro, o resultado, a vantagem da
vinda de taes papis? Que pretenda fazer
delles a coamtssS? Para que servirlo?...
O orador est Uj convencido de que a
cmara tero certeza de que o legitimo re-
presentante do 8' districto do Minas o
Sr. cons-lhciro Affjnso Penna, o qual tri
uraphou por mais 400 votos e pela 6a vez
por alli eleito ; est tao convencido de
que vai st r-'jeitadi o requerimento da
comroisso, que no quer alngar-se afiro
de nao prot^llar por mais tempo a verifi
cagSto de poderes daquelle deputado. .
O Sr. Freir de Carvalho (pela ordem)
declara que a 3* commisso nao fz ques-
to do requerimento, p>rque acha-se habi-
litada a dar o sou p irecer sobre a referida
eleigo ; por isso requer ero noroe da coro-
roissao a retirada do requerimento. (Mui-
to bero.)
Posta a votos, approvada a retirada
do requerimento.
ORDEM DO DIA (Ia parte)
VERiriCACAO DE PODER8S
Continua a discussao do parecer n. 121
da 3a coromisslo de inquerito sobre a elei-
gao r'o 1 districto do Rio Grande do Sul.
(Entram no salao e tomam assento os
Srs. Camargo Paulino Chaves.)
O Sr. Paulino Chaves nao quer
de forma alguroa deixar do acompanhar.o
seu competidor em cada uro dos pontos era
que S. Exc. estribou se para sustentar o
diplom* que trouxe cmara, quando en-
tretanto elle o resultado de um criroe.
Pertence ao partido da ordem, por isso
nao pode deixar de pedir com instancia
que se punam os verdadeiros criminosos,
autores das fraudes que se deram na elei-
f3o do Io districtj da provincia do Rio
Grande do Sul.
Pede p?rmssao para examinar detida-
mentc o processo eleitoral e para mostrar
a toda a evidencia que o legitimo represen-
tante daquelle districto.
Historia os factos que se deram no Io
escrutinio, compulsando os artigos da lei e
mostrando as Ilegalidades commettidas as
authenticas das actas eleitoraes.
Demonstra a incompetencia da junta
apuradora para corrigir o nome de Eleute-
rio Antonio de Camargo, que obteve 120
votos, para Antonio de Camargo, compe-
n falle em protellacSes de reconneci- tenc q*U(3 80 tcra a camara dos" deputados;
ment de deputa los, alludindo ao p
ment do Sr. Candido de Oliveira era re-
laoao com a verificagSo de poderes na ses-
so passada.
Dufende a 3a commissao da insinuago
que lhe foi atirada, quando ella tem cum-
prido escrupulosamente o seu dever.
Faz-rodo diversas comparagCes, termina
dizendo que o requerimento combatido es-
t assigaado tarobem por um membro da
minoria liberal.
O Sr. Lourenco de Albnqner
que d testemuoho, como membro que
foi da 3" comroisso de inquerito, que esta
nao levava o seu espirito partidario a com-
metter attentado contra a lei.
Sent, entretanto, que ella teuha pro
longado urna eleigo tao liquida como a do
Sr. Affjnso Penna ; mas a protellagao do
raconhecimento de algumas eleigSes de
vida principalmente ra distribuigao dos
trabalhos da 3a cororaissao.
Est convencido que nao houve interes-
se partidario no requerimento que s dis-
cute, por isso que est ello tarobem assig-
uma intil protellagao, salvo se se declarar
que sera prejuizo do parecer da cororois-
sao sobre a referida eleigao.
Nao pode, em todo o caso, annuir a es-
ta especie de satisfcelo a um candidato
derrotado, por isso senta-sa convencido que
a cmara nao annuir tambem a ella.
O Sr. Freir de Carvalho mos-
tra que a comroisso nao teve ero vista
protellar a verificagao de poderes do 3o
districto da provincia de Minas Geraes ;
nao fez mais do que deferir o pedido de
de um ocndiiato, para que no podesse ha-
ver nenhuma queixa ; tanto que a comrois-
so nao fez questo da passagem desse re-
querimento.
O Sr. Beltro assignou o requeri-
mento que se discute, embora a sua opi-
nio pessoal seja contraria competencia
da cmara em se envolver nos proces-
aos feitos pelo podar judicial, mas porque
a cmara j tem assumido essa competen-
cia solicitando at livros que ainda se
*chnm em aberto e outros papis relativos
a actas e a alistamentos eleitoraes.
O Sr. Affonso Celso funlor
diz que o Ilustre Sr. presidente da 3' com-
roisso de inquerito deu ao debate um tom
acri monioso que elle nao comporta e no
qual por forma alguraa^o orador o acompa-
nhar.
A linguagem por S. Exo. empregada
anda urna vez demonstra a verdade do
justiga da sua eleigao, que procedessom l-jantigo proloquio: quem se agosta ncLo tem
vremente, que nada lhes pedia. razo.

nado pelo Sr. Beltrao; mas o resultado- .Rio.Grande do Sul 0 Sr. Antonio Caetano
bero como os motivos por que o seu com-
petidor nao se atreveu a luiar com o ora-
dor em 2o escrutinio.
D ipois de varias consideragSes em que
firma, vista do resultado da primeira
eleigSo, a necessidade que houve de pro-
ceder-se a novo escrutinio, no qual alean,
gou um diploma, concluo aguardando tran-
quillo a deciso da cmara.
0 Sr. Miranda Ribeiro (pela ordem) re-
quer e a cmara concede o encerrameato
da discussao.
O Sr. Candido de Oliveira (pela ordem)
requer e a cmara nega a votago nominal
sobre as 2' e 3* conclusoes.
Procedendose a votago, so approva-
das as conclu35es do parecer e reconheci-
do deputado pelo Io districto da provincia
do Rio-Grande do Sul o Sr. Paulino Cha-
ves, que, achando-se no salao, a convite
do Sr. presidente presta juramento e toma
astate.
Entra em discusso o parecer n. 122 da
3a comroisso de inquerito, reco hecendo
deputado pelo 2o districto da provincia do
e e do-crime, a a este respeito acuan-
ta prop)s',o2s que ero apirtas sao contes-
tadas pelo seu contendor.
Relata as tropelas e violencias pi-
das pela p dieta, cora o candidato conser-
vador t'rent;, na referida pa'Ochia, on le
os diroitos de seus convidada >s f.iram con-
culcados, a fustiga es.nagadae a libsrdadfl
constrila medianti prisSas sem -aus e
processoa instaurados sob o pret'xto do
crirocs f.ntasialx p l> ii pela
p-t'xao de seus : i is 11 .1 i n de
lhe infligir 11, fosse qual foss o
u n 1 d'rwta.
O orad >r, enu 11 raudo as tropelas coro-
, diz que a oleig< (\~ S. Prauiiseo
lo Cima da Sorra 11S0 Coi un elaii-Si foi
uroa bachaoal; n aimir.i-se qu i a 8.' com-
raisso de inquerito verana padir caraira
a approvago do seroelhinte raonstrnosi la-
de.
Concluo asseverando qua no se Ilude
a respeiti da sorta qua o aturd; 1111<
fica .'.ont-nta do vir. no defender o seu
direit, mas o de seus eo-religionarios, des
vendando p ;rante o paiz &i fraudes com-
mettidas e o beneficio do seu contendor,
que absolutamente nao o legtimo repre-
sentante do 2." districto da sua provincia.
Esta discusso fi:a adiada pela hora.
Prorogativa do Ornamento
Ent.'a ero 2.a disonasS) o projecto que
minia vigorar nos primeiros quatro mezas
do exer i'io de lS8'i-1887, oorgamentido
axcoieio de. 1881-1885.
O Sr. Coelho Rodrigues (pola ordem)
requer e a cmara approva o enoarraraen
to da discusso.
Posto a votos o projecto, approvado.
O Sr. Lourang > de Albuquerque (pela
ordero) requer p a cmara concede disp-n
sa do intersticio para qua o projocto ectr:
inmediatamente em 3.a discusso.
PROROGATIVA DO ORgAMENTO
O Sr. tifo uso Celso Jnior
^reincide em oceupar a tribuna a proposito
da resolugo prorogativa, porque as liga-
ras observagoes que aventurou na ultima
sesso em quo se tratou da materia no
coube a fortuna de seraro bero interpreta-
dos palo Sr. ministro da fazenda, quo lhes
deu sentido diverso do que ellas comporta-
vara Pede a S. Ex. queira raunir-sa de
urna porgo da qualida le qua Pitt consida-
rava primordial para os ministrosa pa-
ciencia, afiro de ouvir as despret;nci>ss
reflex5es que, sera mais prevnbulo, passi
a expr.
Sabero tolos que uro dos perigos que os
e:onomistas enxergira nos emprestimos pu-
bl;os a .fa-;ilidade que elles offerecem,
relativaraene aos outros meios da que po-
co servirse urna nago para obtar os re-
cursos que lhe faltaro ; facilidaie que
coroo qua um iacentivo para novas opera-
g3es idnticas, quando voltero os apuros
e assira pouco a pouco as dividas vao au-
gmentando da uro molo a croar urna situa-
go desesperadora.
Coro effeifo, em qua consistan! em sua
esseocia taes operago :s, seno era pedir
dinheiro a quem o possue, e no momento
no encontra para elle collocago mais se-
gura e re nuneradora do que offerece o ne-
cesitado ?
Pois ha ahi alguroa cousa que se asse-
melhe creagao ou transformagaa de um
imposto de modo a produzir boa renda,
sem provocar grandes clamores e sem pra-
judicar sensivelmente o contribuinte? Ha
abi alguma cousa que se parega com o es-
tudo, a reflaxo e o pleno eonhecimento
dos neg -ios do paiz, qu sao neeessarios
para que um ministro da fazenda promova
ou vigore o desenvolviraenfo de sua indus-
tria e commercio, o augmento da sua ri-
queza, por forma a augmentar tambero a
receita do Estado, sem aggravago das ta-
xas nem alargaroento de divida ?
Seguramente no; e estis foram as ra-
z3es par qua o orador disse qua codtrahir
um emprestimo era operago trivial, e tri-
vial realmente, por ser a primeira que
occorre a quem necessita de dinheiro e por
no ser mistor nenhum esforgo de genio
para obtel-o quando elle abunda no mer-
cado e quem o pede dispSe de recursos
que garantem o reembolso do capital em
prestado e seus juros.
Foi este o pensamento do orador, em
cuja manifestago sent que o nobra mi-
nistro visse ou urna offensa quo nao esta-
va, nem podia estar em seu animo, ou o
desconheciraento de seus mritos, que o
pnmeiro a proclamar, tanto que disse te-
rem sido ero garal felizes as operagoes rea-
lisadas por S. Exc.
Dada esta explicago, pa83ar o orador
a tomar em considerago alguns topics da
resposta com que S. Exc. o distingui.
Disse o nobre ministro que, em resulta-
do da administrago econmica do Viscon-
de de Itaborahy, o p3z-realisar a no auno
inmediato ao de sua sahida do poder um
saldo de 12,030:0000.
O Ilustre finado fj, sem duvida, um
101,335:000*000
103,673:000^000
Seve Navaro.
Vem mesa, lida, apoiada e entra em
discusso com o parecer a seguinte
emenda :
Io Qua seja annullada a eleicao de S.
Fra cisco de Paula de Cima do Serra, fei-
ta com fraude e repulsa de muitos eleito
res.
i. Que se mande proceder a nova
eleigo no 2. districto eleitoral da provin-
cia do Rio Grande do Sul.
Sala das sessSos, 7 de Junho de 1886.
Candido de Oliveira. -Affonso Celso Ju
nior.Paula Primo.Alves de Araujo.
Joo Ponido.
O Sr. Salgado folga que o regimen-
t lhe conceda discutir a sua eleigo peran-
te a cmara, e vai usar desse direito ni-
camente para mostrar as violencias de que
foi victima a sua candidatura no i." distric-
to da provincia do Rio-Grande do Sul, ?
tambem as iujustigas que soffreu por parte
da 3* commissao de inquerito.
( A requerimento do Sr. Torres Portu-
gal entrou no salo e toma assento o Sr.
Sevo Narvarro, contendor do orador. )
Fazendo o histrico do sua eleigao, oceu-
pa-se principalmente com as arbitrariada-
des o violencias que a polica e as diversas
autoridades pratieaiam na parochia de S.
Francisco de Cima da Serra contra os seus
concidados eleitores liberaos, tudo em pro-
veito da candidatura do seu competidor.
A verba o candidato conservador de de-
signado e eleito pela policia, de filho da
dos nomes mais uotaveis deste paiz, ao
qual prestou relevantissiroos servigos, pois
dispunha de alta capaeid -de e ninguero
mais entendido do que elle na sua espe-
cialidadas finangas ; mas que tivesse
concorrido para o resultado assignalado
pelo robre ministro, o que no se sabe
at o presente e cumpre a S. Exc. de-
monstral-o, porquantb o quo est na con-
sciencia publica que desde a independen-
cia e no longo periodo j percorrido so-
mente duas vezes os nossos orgmentos en-
cerraram se sem dficit: um sob a adminis-
trago de Souza Franco, de saudosissima
memoria', e outro sob a do Sr. Baro de
Cotegipe, quefehzmeete ainda se acha vivo,
so, forte e jovial.
O Sr. Visconde de Itaborahy subi ao
poder ora 1863 e deixou-oem 1869, o que
quor dizer que os resultados de sua gesto
financeira deviara fazer-se sentir nos exer-
cicioa de 18681869, e 1869 1870. Pois
bam I examinando as tabellas ns. 1 e 2 do
relatoro do proprio nobre ministro v-se
qua o exercieio de 18681869 teve de
receita, inclusiveV os depsitos, a quantia
de 92,586:0000000
e despeza 154,558:0000000
61,972:0000000
Teve, pois, o enorme d-
ficit de
(e no saldo)
No subsequente exercieio de 1869 -
1870 a receita foi de 94,419:0000000
e a despeza 145,807:0000000
e, portanto anda *ha dfi-
cit Aa
(e no saldo)
46,388:0000000
Segundo a raesraa tabella, ainda asim
se bilanc.i.irao o* ligaremos de 1870
1871 :
R-C'-'ita
Desp:za
Dejcit 2'338:000$00
. Onde est, pois, esso desconbecido Sui-
do, tanto mais qu rato ningiira ignora ajiio
1 Sr. Visconde de ItaDor hy, nao f> emit
to pap 1 moeda como coatraliio empresti
mo T
I' iss .r a Outro ponto.
Dis.e o nobre ministro qua s un ;>
rito frivolo poderia avaug >r qm o pa
que o* juros ti divid interna fundada di-
.niouiro de 3,000:0'H30, ara vrtude da
ooDvereo, por outro 1 ido augmentaram de
6,000:0000 ( ra coos"queocia dos empres-
tiraos int -rno e externo reaiisados por S.
Exc, de sorto que, em ultima roaly.'e e
resultado de to las essas operagoes, tradtt-
zia-sa por uro augmento ce 3,000:0000 an-
aoses na despeza publica.
O orador nao f-r c ibodal desta frivtli-
dade que cortamente teve o intuito de con-
trabalangir a friojlidade mal coroprehendi-
da por S. Exc. ; mas dir que, sem em-
bargo da contestagao, a rcalidade a que
exprimi. Coro as operagSes do nobre mi-
nistro os encango* permanentes do orga-
raento eresccram na razo de 3,000:0000,
o que alias no quer dizer que S. Exc. ,
por isso, re-ponsavel ou qu'j esse onus
dvi lo a culpa ou erro s-u.
Mis, como cnntestou S. Esc. ? Dizendo
qus os emprestnos foraro contrahidos para
sillar se a divid fluctuante, quo tambero
venca juros na importancia exactamente
dis 6,000:0000000.
S; assim e antes de tu lo, quero em
parte induzio ero erro ao orador fui o no-
bre ministro em seu relatorio. qne no capi-
tulo que se inscrevo -Operaqes deersdito
pag.' 19: diz: Cora o fim de consoli
'ar a divida fluetuante a do obtar metos
pvra occorrer s despezas de alguns crdi-
tos extraordinarios, usou o governo da fa-
culdade que lhe conferida pelo art. 2o
paragrapho unico e 10 das leis da 3 de Se-
tembro de 1884, ns. ,229 o 3,230, e re
correu s pragas de Lmdrc3 o do Rio de
Janeiro, contrahinao na prineira o empres-
timo de 6.000.000 da libras e na segunda
o de 50,000:0000000.
Ligo as 6,000.000 e os 50,000:0000
no se destinavaro s ao resgate da divi-
da fluctan te, mas a outras despezas nao
pequeas, e couseguioteiuante os.......
6,000:0000 de juros que d'ora era diante
sa vai despender nao reprasentam despeza
j effetiva e exacta, foi- a proposigao do
orador.
O orador e todos estavam parsuadidos
de que uroa das razoes qua teve o nobra
ministro para contrahir os empr stiroos foi
armarse de meios para emprehender
eonverso, afim de poder pagar as apoli-
ees dos possuidores que no se quizassaa
sujeitar rednego do juro; mas, agora,
ficou-se sabendo qua essa pensamento pre-
vi lente no infljio no animo da S- Exc,
que s tomou emprestado para consolidar
a divida fluetuante.
Nestas condigoes pedelcenga para per
guntar ao nobre ministro : se, em lugar
dos poueos possuidores que reelaraaram pa-
garoento, outros apparecessera em avulta-
ilo numero, de que meio servir sa-hia S.
Exc. para honrar a palavra do governo ?
O facto era possivel, no h3 duvidal-o, e
desde que era p issivel o nobre ministro,
hbil e prudente como devia estar pre-
parado para elle. Coro quo meios, pois,
contava? Esaero que dignar-sa-ha de in
formar ao paiz.
Nada quiz dizer o nobre ministro relati
vamente providencia da coincidencia do
anno civil cora o flnanceiro, unico alvitre
que pode dispensar, a continuaren as c-
maras reunindo-se na poca constitucional,
a anomala das resolugoes prorogativas,
Essa innovago traria, entretanto, grandes
vantagens para o servigo, e taes so:
1. Approximar o orgamento do perodo
que elle tem de reger, o que concorrer
para sua parfaigo, pois no systera* actual
o orgamento, correodo as cousas regular-
mente, deve estar votado em Setembro,
isto cito mezes antas da epo a em que
ter de executar, d'onde segu-se que as
pravisSes no podem ser exactas e seguras.
2." Pos3bilidado para o corpo legislati-
vo de guiar se na elaboraglo do novo or-
gamento no .10 pelas disposigoas do ante-
rior j encerrado e com qua*i cinco mezes
de liquidago, assim como pelo do exercieio
crrante, que tambem ter corea de cinco
mezes de execugo.
3. Por essa forma o corpo legislativo
poder supprir as diflciencias do exercieio
corrente, dispensndose inteirarcente a fa-
culdade dada ao governo para abertura de
crditos supplementares, o que tanto trans-
torna a regularidade das despezas, verda-
de de orgaraeuto.
4.* Ainda por essa forma poder o cor-
po legislativo elaborar o novo orgamento
sempre a terapo de entrar e% execugo na
poca devida, porque mesrao no fleaudo
concluido em Setembro, restaro 3 a 4
mezes para sua concluso.
5.* Finalmente, desapparecer a confu-
80 que nasce de contar se o anno civil de
uro modo e o flnanceiro de outro, de come-
gar um era Janeiro e outro era Junho.
Ninguem contesta semelhantes vanta-
gens, que so importantes, mas objecta-se
que na opinio ohs pessoas entendidas a
medida trar grandes inconvenientes.
Se assiro fra, as pessoas entendidas de-
viara dar urna razo ao menos, que se no
fosse convincente todos entendessem, essa
razo ainda o orador no ouvio nem
leu Por mais que rerlcta no atina
com ella : estimara que lh'a indicassera.
A nica razo que o orador v erobara
gando a vantajosa innovago o habito.
Habituamo-nos a contar os excrcicios de
Julho a Junho, imitando neste ponto ou-
tros paizes que adoptaram o systema por
motivos que lhe erara peculiares e noque-
rem mudar de vida pelo raceio de se da
rem mal,. mas esse receio imaginario.
Acontece com esta providencia o que se
d com outras muitas; vem contrariar
urna certa ordem de cousas establecidas,
com a qual todos j esto acoommodados,
e, por isso, no se quer ouvir fallar em
mudanga, sem cogitar-se quer das vanta-
gens a oolher, quer da effectvidade do in-
convenientes, que se annuncia, mas no
sa assignal-a e menos se demonstra.
E' a historia do ovo de Colombo : urna
vez equilibrado todos, se adariraram da fa-
cilidade cora que se consigui e do n3:>ter
oeeorrido n '-xpediente ha mais tempo.
Conv-n experimentar um methodo novo,
p*ra evitar a perpatuidade das resolugies
prorogativas ; se no provar bero, voltura-
001 atrs ou procurramos outro. O que
no r-zoavel permanecer na situago
em que nes adiamos, sem tentar ao rae-
?os renovar os inconvenientes que todos
sentem. Se as ionov.., ipitadaa sao
ms, mil vez'-s peicr o .".ferro ftp que
existo c tero provado mal.
D.'.ti do 1828o [acontar o .-rano
financ -iro qu.l o teruns actualmente.
So relatorio do mnistorro da fzenda
na la se encontraria a respeitu; mas a com-
roisso de orgamento da cmara dos depu-
tados no seu parecer disse o seguinte :
Por falta o clir.s nformagS 1 nao
possivel que a lei do orgamento seja fcita
com as necesarias indi/iduagoes de des-
P'-3is ordinarias o di-spczas extraordina-
rias e por ministerios como dovia ser. So-
mos toreados a mandar ainda continuar as
despezas proviuciaes pelas leis e ordens
que as lro regulado como se de retou
para o corrate anno. E para evitar a
continu .gao do m .1 sa julgou aci-rtado
prescrevi-r a forma pela qual de vem ser
presentados os futuros orgmentos. E
porque distancia das provincias pode ser
causa de nao chegarem as necessarias in-
formacoes, seprope a' alteracao do anno
financeiro.
Mas 110 relatorio de 1817 dizia o Sr.
Hollanda Cavalcanti :
t Rematara estas observagoes, lerobran-
do a conveniencia de sa es^bleeer para
os crgaroentos c balangos o vino civil,
visto ter eeasado a causa principal de se
adoptar o actual de Julho a Junho. A fal-
ta de promptas coromunioagdes f izia quo
as leis de orgamento, cuja discusso se pro-
longava ento at Outubro e Noverobro,
no pudesem cheg.'r s provincias sanio
depois de muito avangado o anno, era que
tinhum des-rvir. Hoje, por n, que taes
leis se publicaro o mais tardar por todo o
raez de Outubro, e, com o servigo dos pa-
quetes a vapor e a abertura de nossas
commonioagoes para o interior, podem che-
gar a todas as provincies muito a tempo
ue ser executadas, ainda que sa expedis-
sem no firo de Novembro. E' pois, tempo
de voltarmos ao anno civil, que tara a
grande vantagam, alera de outras, de ap-
proximar a factura do orgamento e da lei
ao terapo em que tem de ser executala, e,
p>rtanr.o, menos sujeita s alteragoes que
nao podera deixar de occorrer no longo
espago ile anno e meio, que hoje mei
entra o orgamento e sua execugo. Assim,
a lei que se fizer nesta Sesso poderia ser-
vir j de 1 da Janeiro de 1887 em diante,
regendo a lei actual sraento no semestre .
de Jalho a Dezerobro deste anno de 1836,
de que se daria blango separado. Ento
o ene rramento do exercieio seria em 30
de Setembro, a apresentago do balango
provisorio, na sesso immedi-ta e a do de-
finitivo na seguinte.
Todas as informagoss e tabellas que nos
costu na dar o governo nos relatorios an-
nuaes, poeriam, pois, abranger o periodo
inteiro do anno civil antecedeute, ero har-
monia eorrespodenci com os orgmen-
tos, balangos e raappas dos mesmos anno3
e dos seguintes, e no como at agora mu-
tiladas e desencontradas dessas pegas e
portantj incompletas, confusas e de pou-
co prestimo as estatisticaa do paiz. E se
bero que continuando o anuo financeiro
actual de Julho a Junho se possam dar
igualmente era'relago a elles as informa-
goes e tabellas, seria ento maior o incon-
veniente do atrazo de mais do seis mezes
do que aquelles do anno civil, e portanto
de pouca utilidade para os trabalhas legis-
lativos da sesso.i (Pags. 14 e 15).
No relatorio de 1848, escrevia o Sr.
Limpo de Atreu : No passarei adianto
sem trazer vossa lembranga, a conve-
niencia demonstrada no antecedente relato-
rio de restabelecer-se para os orgmentos
futuros o anno civil em. lugar do actual de
Julho a Junho que fora adoptado por mo-
tivos que cessaram inteiramente. A occa-
sio opportuna para coraegar a ter exe-
cugo de Janeiro de 1849 em diante a lei
quo ficon adiada na ultima sesso, regen-
do no 2. semestre deste anno a proroga-
da pela resolugo de 24 da Setembro pas-
sado. (Pag. 15.)
Eis agora o que diz uro eminente es-
criptor estrangeiro : E' no modo de pre-
parago dos orgmentos oue os defeitos da
organ3ago franceza revelam-se em maior
evidencia e produze.m os mais prejniciaes
resultados.
O orgamento de 1883 ser submetti-
da s cmaras desda o comego de 882, e
com os hbitos contrahidos pelas corarois-
s5es parlamentares haveria inconveniente
em deferir essa apresentago : todos os mi-
nisterios esto, pois, oceupados muitos
mezas antes em fazer os clculos e reunir
03 eselarecimentos que o ministro da fa-
zenda de ver colligir em seu relatorio. As-
sira o orgamento prepara so pelo menos
com a antecedencia dedezoto mezes : urna
tal anticipaco, preparo to prematuro,
exclue a exactido as previsSes orgamen-
tarias, e no permitte seno approxroago.
Como prever em 1881 que em 1882 a
primavera ser muito hmida ou o estio
muito secco ? Entretjnto estas circuns-
tancias climatolgicas, encarecendo as fr-
ragens ou elevando o prego das ragres,
podem causar em 1883 urna diffenga de
muitos milhoes as despezas do ministerio
da guerra. Acontece, pois, trequentemen-
te que no momento de ser estudado o or-
gamento os clculos sobre que elle basa-
se deixaram de ser exactos, sendo conse-
guintemente insuffi.'ientes os crditos nelle
concedidos. Dahi resulta que desde os pri-
meiros dias de um exercieio pdese ser
obrigado a rec irrer abertura de crditos
supplementares ou extraordinarios, e nSo
preciso observar que o emprego cada
ver. mais frequente de taos crditos traz
como consecuencia destruir toda a econo-
ma dos orgmentos e conderonar as finan-
gas francezas a um perpetuo provisorio.
A durago demasiada do exercieio fi-
nanceiro no produz menores inconvenien-
tes que a preparadlo prematura do orga-
mento. Os crditos votados para um anno
fleam disposigo dos ministros at o mez
de Julho do anno seguinte.
(Continua)
Typ. do Diario, ra Duque de Casias n. 42
I mam l