Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16608


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Full Text
I
AMO Lili HUMERO 39
IMU.l A JAJPl'I'AJL E LIGAMOS O S DE KIO HE PACA PORTES
Por tres mezoa ailianndot ... ........ 600U
Por seis ditos idem...... ......... 120000
Por um anno ideai. -. ,. p............ 24^000
Jada Quinero avuko, do mesmo da......... 100
DIARIO DE
SiBBAQO 19 i JIHO E 1SB6
PARA II:M ItO E FORA DA PROVINCIA
Por seis mczes adianudos......... ....
Por nove ditos idem................
Por um anuo dem....._...........
Cada numero avulso, de das anteriores..........
13450
20400u
27(>Ov
lcO
NAMBGO
Propriefra&e i>e JHaiwel -ftgudra t Jara 4 JUljo*

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TELEGRAMMAS
:
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1
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1
SEBVI53 mmVM 53 BIA3IQ
RIO DE JANEIRO, 18 de Junho, s 3
horas e 30 minutos da tarde. (Recebido s
4 horas e 30 minutos, pelo cabo subma-
rino).
>n Cmara don Depalado* foram
boje reconbeetdoa o poderen do Br
Joaquina Pedro Snarc, pelo O.0 dla-
Irii-lo do Rio brande do Sal.
Depols a Cmara proaegnlo na dla-
uioao d projeeto de llvnco de for-
ran de mar pu-u o exerciclo de 1889
88. e na diacaaao do orcamen-
(o do Mlnlaterio do Imperio.
:ss::;: da a^ncia .uvas
(Especial para o Diario)
HAYA, 17 de Janho.
Aa eleieoea que araban de (er la-
gar para a aeganda Cmara don E-
tadow (icrac* foram favoravci aos
liberae e aaaeguraia malorla ao
actal gabinete.
LONDRES, 18 de Junho.
Xumeroa* ovarrn acolberam o
9r. tiaiMonc n*uma vlagem qae o
preMldenle do canoelbo fes a Edim-
burgo.
Agenia Ha^aa, tiiia! en Pornambuco,
18 de Juuho de 1886.
IHSTRDCCiO POPULAR
MYTHOLOGIA
( Extrahid )
m BIBI.IOTHECA DO POVO K DAS ESCOLAS
Crea e Baccbo
fCon:inuucdo|
Crea presidia s ceifas e a lavras. Foi ella
quem ensinouos homens a preparar as trras para
os lavorea agrcolas e a augmentar a fertili iade
don terrenos pelo conveniente emprega de procesa
sos induatriaea ; foi portanto benfica a saa mis
So entre oa pivoa, para cuja civilisaclo se" pode
diz-T que igualmente contnbuio por diversos
modos :
Quem primeiro estreou na trra virgem
O arad.) cr ador, primeiro aos povos
Deu macio sustento em ureas meases,
E em meditadas leis ostum s, patria,
Ocres foi; tudo dadiva de Ceres.
Ovim.*Me'amorphoses, V
(Traduccao de Vastilho)
E.- >-Hia o paganismo nuireresos templos ; de
tCdOS. .'<'r n. 0 mais BOtaVel foi o templo em Dar
OI h.i ;r de El-usi. Ih- prestevam culto.
tiiiat se tthaaaaraa as fesua solemnes de Ceres
(esta- ein cijo recinto nao iran admittidos h.i-
m-ii', nw< ti imii'r.er-s, e CBJ M augustos irysti-
rios Diotra n p > lis ob pena de morte, perturbar
oa interroinper. Atea Jas batas Eleusinas, que
dumvain utn -lia?, havia ta-nb-m as Thesmopho-
rtas destinadas especialmente commemoracao
das sabias leis, com que Cres mimoseara a hu-
manidade.
Representavam-n'a sob a figura de mulher pos-
sante e cm toda a exuberancia da vitalidade, com
o seio farto e semi-nu, c imada de florea e espigas
de trigo, jrapunhando ni dextra urna foice, na es-
querda um mlho de es,i as ent-emeado com pa-
poilas. Em seus altar m .fierecia-lhe o paganismo
a.3 primicias das ceifas e dos fructoi ; nes sacrifi-
cios immolava-lhe p >rcos, por serem estes auimaes
mui damninhos s semeuteiras.
Protector, como teres, dos trabalhos agrcolas,
Baccho era o padroeiro especial d vinicultura.
filho de Jpiter de femele, Baccho veio luz
em meio dos mais miraculosos phenomenos. Se-
me!e, a quem Juoiter havia eednaido, era filha de
Cadmo (re e Thebas). Quando esto princeza
laborava j aos encargos da maternidade, Juno,
sempre ciumenta e vingativa, suscitou lbe no es-
pirito certas dnvidas, perente as quaes entrn S-
deme a desconfiar se o pai do nascituro nao seria
por acaso um impostor quslquer, qne, para mais
fcilmente a illudir, se lbe inculcasse como sobe-
rano Jpiter; para se desengar, aconselhou-a Juno
a pedir ao sen seductor qne se Ihe mostrasse como
em toda a majestade e gloria de supremo deus.
incauta Semele assim o fez, ex'gindo previamente
de Jpiter, sob promessa jurada pelo Styge, a cer
teza de que lbe nao seria recusada a graca que
pedisse. Quando Jpiter, depois de jurar, soube
o que Semele exigia, trntou dedissuadir d'aqueile
intento a desditosa princeza ; mais esta insisti,
cnidando que o amante se recusava por ser effe-
ctivamente algum mortal impostor, como Juno Ihe
insinuara, e nao o omnipotente rei dos deuses.
Afinal Japitcr, nao podando esquivarse ao ju
ramento, acabou por se transfigurar ante a prin-
ceza, surgindo-lhe armado com os tremendos raios
em toda a esplendorosa majestade do seu olympi-
co podero. I m medita mente se atecu o fogo no
palacio, e a desgranada Semele ficou reduzida a
cinaas. N'aquella irremediVel conjunctura, o
mais que Jpiter pode f".zer foi salvar o nascituro
recolhendo-o das -entranhas maternas, e arreca-
dando-o na barriga da perna, onde o foi guardan-
do t que se perfizerara os nove meses dagestac&o.
Foi, pois, de urna perna de Jpiter que Baccho de-
initivamente veio a luz.
(Contina)
/ARTE OFFICIAX,
Ministerio do Imperio
Foi nomeado presidente da provincia de
Goyaz,o bacharel Luiz Silverio Al ves Cruz-
Ilim. e Exm. Sr. A Sua Mngestade o
Imperador foi presente o recurso interpos-
to pelo secretario da junta coinmercial do
Beltn da decisito da mesnia junta qu
mandou archivar ocontrncto de diSsolu^So
da sociedade de Valente A II 'nriques.
Funda-se o reeorrente nos seguintes
pontos:
1. Nao ter sido archivado o contracto
da instituicSo da sociedade do qual conste
i\ poca em que foi a me3ma sociedade or-
ganisads, a sua especie e a quota da en-
trada de cada socio.
2. Declarar o contracto de dissolugao
englobadamente o capital e os lucros per
tencentes a um dos socios sobre cuja quo-
ta apenas toi satisfeito o sello proporcional
do art. 2. n. 8 do decreto n. 8946 de 19
de Maio de 1883.
3. Nao constar nem o valor dos terre-
nos comprados pela sociedade nem a im-
portancia do imposto de transmiss'. pago
quando foram os meamos terrenos adqui-
ridos.
E o mesmo Augusto Senhor, conforman-
do-se por immediata resolucao de 29 de
m z findo com o parecer da secgao da jus-
tica do conselho de estado, em consulta de
6 do dit3 mez, houve por bom nSo tomar
conheoimento do mencionado recurso, nao
s por ter sido apresentado fra do prazo
legal (arts. 39 e 45 do regulamento n. 124
de 5 de Fevereiro de 1842), como tam-
bem porque o dcpositi ou entrega do acto
de dissolugao da sociedade de que se tra-
ta, dispensando o respectivo registro de
conformidade com o disposto no decreto
n. 4394 de 19 de Julho de 1869, nao pe-
rime nem prejudica o procedimento fiscal,
quando se verifique a falta de pagamento
de urna parte do imposto devido.
O que communico a V. Exc. p-ira os
devidos effeitos.
Deus guarde a V. Ejcc. Joaqnim Del-
finio Ribeiro da Luz. Sr. presidente da
provincia do Para.
-------------------'SCgBtt'------------------
.Vinisterio da Gnerra
Foram nomeadrs.
Por portara do 8 do correte :
Adjunto do director do Arsenal de Guer-
ra do "ara o capito honorario do exerci-
to Cicero Rodrigues de Oveir.i, sendo
di-pnsado o capito tambem honorario
Pedro Borralho.
Alinoxanfe da fabrica de plvora da Es-
trella Patricio Belmiro de Sepulveda E ve-
r.rl.
Continqo da'seiT-itaria de Estado Jos
Pereira de Campos Braga.
Por portaras de 9: .
Ajudante da commissao encarregada da
abertura de urna estrada entre o Porto da
Uniao e a villa de Palnas, no Paran, o
teneafe do corpo de estado roaior d* 1.a
classo Arthur Pereira de Oliveira Durao,
Offii.ial da secretaria do Arsenal de
Guerra de Matto Grosso, o amanuense do
mesmo arsenal, Theophlo Antunes de Mi-
randa.
Director da colonia militar de S. Joo
do Araguaya, na provincia do Para, o l-
ente honoratio do ex'srcito Joao Goncal-
ves da Silva.
Por portara de 9 tambem do corrente :
Foi transferido para o 3. batalhao de
infantera o tenente do 9 o Frederico Lis-
boa de Mar, e para este batalhao, o te-
nente doquolle, ililito Thoraaz Ooncalves
Concedeuse troca de corpos entre si
aos alferes Ral Pedro de Drummond Ca-
brita e Horacio Caetano dos Santos, este
do 10 batalho de infantaria e aquello do
18..
Mandou-se :
Contratar, para servir na guarnico da
provincia do Para, o padre Joaquim Go-
mes da Rocha.
Dar baixa do servijo do exercito ao
particular 2. sargento da companhia de
infantaria da provincia de S. Paulo Ma-
noel Vieira da Cunha e ao cabo de esqua-
dra do 10* bitalhao de infantaria Jos
Luiz Mor eir.
3 Ministerio da Harinha
Em 10 do corrente foram nomeados : o
capitao teaente Frederico Guilherme de
Souza Serrano para commandar o encou-
rajado Piauhy ; Moyss Hmriquo Spier,
Albino Severiano da Costa, Uenrique de
Araujo Lima, Santiago Rivaldo e Salus-
tiano Jos Alves de Carvalho, officiaes da
3.a classa do corpo de fazenda da armada.
Ministerio da fustlea
Foi expedido o segnintc aviso:
Ministerio dos Negocios da .Tusti(a. 2.a
eecSo. Ri'J Jacerc, 10 de Junlio de
1886.
GoTerao da provincia
DESPAPHOS DA PRESIDENCIA DO DA 17 DE
JSHO DE 1886.
Alfonso de Albuquerque Maranbao.Junte pro-
cura ci.
Diogo Augusto dos ResInforme oSr. inspec-
tor da Thesouraria de Fazsnda.
Francisco Ferreira de Farias.Remettido ao
8r. Dr. juiz de direiti do 2o districto criminal do
Recife para prestar ao pedido a cansideracao que
merecer.
Francisca de Panla CavalcanteLeal e Francis-
co Santiago Ramos.Informe o Sr. inspector da
Thesouraria de Fazenda.
Julio Cezar Goncalves Lima.Sim, mediante
recibo.
Jos Barbosa da Silva.Remettido ao Sr. Dr.
juiz de direito da comarca de Cimbres, para pres-
tar ao pedida a consideracao que oOrecer.
Tenente coronel Jos Fiusa de Oliveira.n-
fcvme o ^r. engenheiro chtfe da repartieo das"
obras publicas.
Jos MunitTeixeiraGuimarie.^Sim, mediar-
te recibo.
Manuel Figoeira de Farias & Filbos.Deferi-
do com o officio dnta data ao Thesouro Provin-
cial.
Manoel Joaqnim Alv*s da Costa e Manoel Fi-
gneirda deFaria 4 FilhosInfirme o Sr. inspector
da Thesouraria de Fazenda.
fidre Manoel Esperidio MunizKemettido ao
Sr. inspector do Thesouro Provincial para mandar
xttender ao pedido, mediante nanea nos tersnotda
saa nfcrmac.o de 10 do corrente n. 635.
Secretaria da Presidencia de Pernambu-
co, em 18 de Junho de 1886.
O porteiro,
J. L. Viegas.
Repartieo da polica
Secsao 2.' N. 612.-Secretara da Po-
lica de Pernambuco, 18 de Junho de 1886.
Lira, e Exm. Sr.Participo a V. Exc.
que foram hontem recolbidos na Casa de
Detenyao os seguintes individuos :
A' oiinha ordem, Francisco Cardoso Leal, Bel-
larmino J' s dos Santos e Francisco Lino de Frei-
tas Barbosa, como indiciados em crime de moeda
falsa.
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio,
Simplicio Jos Feixeira, Joaquim Francisco de
Saut'Anna e Manoel Andr Pereira da Silva, por
disturbios.
A' ordem do do Io districto da Boa-Vista, Nar-
ciso Felismino Carneiro da Cunha, alienado, mi-
nha dioposicao, at que possa ser transferido para
o ay)o da Tamarineira.
A' ordem do de Apipucas, Vaientim Jos Go-
mes, por embriagez e disturbios.
Ante-honteui, s 7 1/2 h >ras da noite e na
ra do Baro da Victoria, foi preso por estar ar-
mado de urna fca de ponta, o individuo de nome
Jos da Vera-Cruz, que diz residir no districto
do Poco da Panella.
Contra o referido individuo procedeu-se nos ter-
mos da lei.
Tendo sciencia cerca de 30 dias de que es-
tavam circulando nesta capital algumas sedulas,
visivelmente fals>:s, do valor de um, dous e dez
mil ris, tratei desde entilo de fazer as necessa-
rias pesquisas no intuito de dcscobrir o ponto
d'onde ellas pa.tiam.
Nesse interim fui procurado pelo proprietario
do Restauraiit America, o qual me diese ter
recebido por mais de urna vez do subdito portu-
guez Francisco Cardoso Leal, que se dizia nego-
ciante na corte e estar de paseagem nesta pro-
vincia, algumas sedu'.as que depois reconhecera
serem falsas e que foram dadas em pagamento de
gastos que xera em seu estabelecimeuto.
Ein vista de tal exposicao, recommendei ao pro
pri"tario do referido hotel que nada disbesse a
Leal e continuasse a receber as sedulas falsas que
elle fosse dando em pagamento, qne eu ondem-
nisaria, at que podesse descobrir o lugar do fa-
brico de tes sedulas e realisar a prisa > em fli-
grante de Leal e de seus cumplices
Combinei cm seguida rom o Dr. delegado do 1
districto da capital sobre os meios a euipregar
para o deseobrimento dos delinquentes, e de ac-
cordo com o mesmo Dr. delegado lizemos as pes-
quizas necessarias, noque gastou-se muitos dias,
visto LchI e seus cumplices, que andavam sempre
cob a vigilancia de dous agentes de toda confiunca
da polici.i, mudarem constantemente de osa at
que alugaram no dia 12 do corrente o casa n. 5
da Estancia, paro onde transportaran) na noite de
15, em una carroca, urna prensa e diversos u".cn-
cilios destinados ao servico de lytographia, que se
Hcbavam guirdados ni casa a. 13 ra de S.
JcSo, residencia de Bullarmino Jos dos Santos.
Dobrando.se de vigilancia, conaeguio-sc verifi-
car que no dia 16, Loal e mais dous individuos,
um dos quaes era conhecido cma gravado.-, en i
trarain na casa sita Estancia, nao pela frente,
porm pela trtvesa do Paysant fa,zendo passa-
gem pelos funJus de alguna sitios.
Certo deque, nodiaseguiute, que foi hontem, os
meamos iddividuoa se reuniran) de novo, a mes-
ma hora, na .eferida casa, o que se verificou por
volta de 10 horas do dia, resolv eflectuar logo a
prisao daquelles individuos e dar as buscas neces-
sarias para deseobrimento do crime.
E p rque devesse serem completas as diligen-
cias, visto ter Leal, alugadas por sua conta, alm
di*, casa da Estancia, mais duas, sendo urna na
ra do Brum n. 82 e outra na ra da Cruz n. 10
e rccabisse anda vehementes suspeitas sobre ou-
tras pessoas, moradoras em casas diversas, com-
binei com o Dr. delegado do 1 districto, subde-
legado do 1' districto da Graca e commandante
da estacao, todas as diligencias a fazer, de for-
ma que a urna hora certa fosse ju cercadas, au
mesmo tempo, todas as casas susp-itas e dadas
estas as buscas necessarias, o que realiaou se
trinta minutas depois do meio r'ia de hontem, ccr
cando cu a casa da Estancia c o Dr. delegad., de
1- districto as demais, que ficaram em seu dis-
tricto.
A casa da ra da Estancia estava texada exte
nrmente, sendo necessario para penetrar n'ella
passarem os soldados por cima do maro e nella
entrar por urna das janellas do fundo, de modo a
nao serem logo presentido), sendo entilo encon-
trados, em urna das salas da frente, onde se acha-
ra montada a prensa e mais utensilios, o grava-
dor Francisco Lino de Freitas Barbosa,"Bellarmi-
uo Jos de Mello e Francisco Cardoso Leal.
Detidos pela forca ao mando do alferes Fran-
cisco de Panla Mendes, commandante da 5' esta-
cao e pelo subdelegado do Io districto da Graca,
Demetrio de Gusmao Coelho, na sala em que se
acbavam, foi immediatamente aberto a porta da
frente da casa e psr ella entrando eu, acompanha-
do do commandante geral da guarda cvica capi-
tao Joao Baptista Cabral, prend inmediatamente
aquelles individuos, lavranlo-se em seguida auto
de flagrancia, fazendo-ae apprehcnso dos objectos
all encontrados e consistentes em urna prensa
montada, duas pedias proprias para gravara, em
urna das qnaes achava se estampada urna sedula
de OOJOX), faltando apenas parta da tarja, tendo
a outra j servido para a impressao de mil ris, o
que se verificou pelo exame que boje mandei pro-
ceder por profissionaes.
Alm d'esss objectos foram apprehendidos ou-
tros destinados ao fabrico de sedulas, bem como
rolos, tinta, papel de impressao, etc.
Em quanto isso se passava o Dr. delegado do
Io districto fazia os cercos de urna casa da Mag-
dalena, onde estabelecido Jos Cardoso da Silva
e a da tua da Cruz n. 10, moradia de Leal, para
onde toi este logo depois conduzido pelo mesmo
Dr. delegado, que dando ah urna minuciosa busca,
apprehendeu diversos documento" que compro-
mettem ao mesmo Leal, sendo em seguida condu-
zido to ios aquellas individuos para esta repartieo
afim de seiem iuterrogados, no que gastou-se o
resto do dia, protepuindo-se boje as deman deli-
gencias c interrogatorios.
Hje foram examinadas por peritos as pedres
em que se acbava gravada a cdula de cem mil
ris, da qual mandei tirar algumas provas para
juntar aos autos, e prosigo as demais diligencias
do inquerito, de que darei conta a V. Exc. cppor-
tinas* nte.
Comprehende V. Exc. a difflculdade com que
mta a autoridade para promover e levar a xito
diligencias dessa ordem e descobrir os autores de
crimes dessa natureza, nos quaes seus autores
empregam todos os meios para se oceultarem e il-
ludir quaesquer pesquizas.
- Sem recursos e sem agentes habis e sagaces
preciso esforco supremo e tenacidade para conse-
guir entregar juatica os delinquentes com as
provas do delietc.
Faltando-me muitos desses recursos, ti ve feliz-
mente o auxilio e intellirente opoperacao qne me
foi prestada pelo Dr. delegado do l" districto, Jo-
i Osorio de Gerqueira, o subdelegado do Io dis-
tricto da Graca, Demetrio de GusmSo Coelbe e
alferes Francisco de Paula Mandes, os quaes sao
dignos de todo o louvor pela maneira porque se
bouverem em todas as pesquizas que lhes coube
dirigir.
Deus guarde a V. Exc llin. Exm.
Sr. Dr. Ignacio Joaquim de Souza Leao,
muito digno vice-presidente da provincia.
O chefe de poli.a, Antonio Domingos
Pinto.
Thesouro Prorinelal
DESPACHOS DO DIA 18 DE JNHO DE 1886
Commendador Luiz Jos da Silva Gui-
raaraea e officio do Dr. procurador dos
feitos. -Haja vists o Sr. Dr. procurador
fiscal.
Antonio Marques de Amorim o Domin-
gos Bernardino da Cunha.Ao contencio-
so para cumprir o despacho da jnnta.
Jos Lourenja da Silva. -Informe o Sr.
contador.
Manoel Jos Bat '.os Mello, Dr. Gervasio
Rodrigues Campello, Joao Aureliano Luiz
Alves e administradores da massa fallida
de Motta Silveira 4 C.Entregese pela
porta.
Lourenco Gonyalves Aleixo. Facam-se
as notas da portara de licenca.
Theodosio Jos da Silva Lina e Marco-
lino Cleraentino Freir. Certifiqese.
Anna Francisca Bittencourt.Informe
o Sr. Dr. administrador do Consulado.
Engracio Ribeiro de Mello. Ao Consu-
lado para attender.
Dionysia Pacheco da Silva. Volte ao
Sr. contador.
Joao Izidio Paes de Lyra e Joao Chaves
Correia de Araujo. Ao Sr. Dt. procura-
dor fiscal para attender, nao havendo in-
conveniente.
Consulado Provincial
DESPACHOS DO DIA 17 DE JUNHO DE 1886
Pereira Carneiro & C, o mesmo. Deferido de
accordo com a intormacao.
Meuron & CDeferido de accordo com as in-
formaces.
D. Francitca E Emilia de Gusmao Ferreira.
Deferido em vista das informacoes.
Modesto Coelbo do Reg. Satisfaca a exigen-
cia da aeceio.
Dr. Manoel Enedino do Reg Valenca e Ma-
noel Jos de Andradc.Infoime a 1 seccSo.
Francisco Joaquim Gomes da Silva. Certifi-
que-te o que constar.
Ncves Ptdrosa & C.A' 1 seccao para inter-
inar.
18
Gaspar Jos de Mello, Joaquim Jos Rodrigues
da Cs. e Honor de Mello Camello. Informe a
] seccao.
Maia & Rezende.Satisfacam a exigencia da
2* se. ca<.
Joaquim Lonrenco dos Res Ferrei'a.Deferido
em vista da informaco.
Francisco Fiuea de Oliveira.Satisfaca a exi-
gencia da Ia eectao.
Alfredo Franco da Silva.Indeferido cm vista
ia intormacao.
JJIAKI il rRMMCO
RECIFE, 19 DE JUNI10 DE 186
Mflelas do snl do Imperio
O vapor francez Villt de Macei en ti da hontem
do sul, trouxe as seguintes noticias e as que com-
tam das rubricas Parte Oficial e Interior :
Kio (irande do Sal
Datas at 5 de Junbo :
No dia 18 do passado, s 5 horas da tarde, foi
assassinado por seis individuos, entre Comandaby
e o Passo da Pedia, lugar diatante tres leguas da
villa de Santo Angelo, o repeitavel e illustre sa-
cerdote vgario Gt-raldo Florio.
O crime foi praticado em occasio que a infe
liz victima regresBava villa, de onde tinba sabi-
o para celebrar nm cas/amento.
Pallecerxm : no Caby, Antonio Saner ; no Al-
grete, Jos Evaristo dos Anjos, e em felutas, o
subdito francez Francisco Theophlo Jacot-.l e no
Boqueirilo o tenente coronel Theodoro Jos Hv
i.eiro, que tiznara activa parte na revoluco da
proviucia.
Santa Catbarlna
Datas at 8 de Junho :
As noticias sao de interesse local :
Mlnas-Cieraea
Datas at 9 de Junbo :
Em SimSo Pereira, pelss 9 horas da noite do
dia 7 do corrente, em casa de Jos Luiz, dous ca-
ma radas do mesmo divertiam-se com um revolver;
de repente a arma dispara, matando instantnea-
mente nm des camaradas.
Prevenida a autoridade, compareceu iname-
di afmente ao lagar co desastre. O autor deate
desgrasado incidente acha-se recahido cadeia
deste lugar, e a autoridade prosegue com activi-
dade nao formalidades exigidas pela lei.
A victima era ainda moco e fiho de pais po-
bres.
Sirva, to menos, de exemplo estes factos aos
pais que deixam seus filhos andar armados
Fallecen em Ouro Preto Idalina Josephina
da Con ce i cao.
Refere a Folha de Minas de Cataguazes :
No dia 27 do passado chegou pela primeira
vez cidade de S. Paulo de Muriah a locomoti
va do trem de experiencia.
Na estacao e largo achavam-se reunidas mili-
tas pessoas do povo e as familias mais distinctaa
para ver ebegar o trem de matenaes, neste trem
embarcaran) muitos cavalheiros que foram a pas-
seio at Ivaby. __ _______^
A banda de msica local abrilhantou esta pe-
quena e auspiciosa festa aaudando o esperanzoso
futuro da riquissima regiao da provincia de Mi-
nas, cujo centro a florescente eidade de 8. Pau-
lo de Muriah.
Espera-ae at o fim do corrente mez, ficar
pieparado o leito dos 64 kilmetros, entre Ponte
Nova e haude. Os seis kilmetros alm do Tom-
bos do Carangola estilo completam nte promptos
para o trafego. Nesse trecho ha duas pontea im-
portantes, urna de 25 metros e outra de 60 metros
em Santo Antonio de Carangola. No ramal da
Serrana esli concluidas as estucaes de Piraubba
e Tocantins. No rio Formoso est montada a
superstructura met. IRca da poate.
A estacao do Pon.ba, entre Diamante e D. Eu-
sebia, passou a denominar-se Pombense.
8. Panla
Datas at 11 de Junho :
Commnnicam de ltatiba Gateta de Campi-
as que o estabelecimento agrcola do Sr uj.ijor
Francisco Antonio de Paula Vianna, sito naquelle
municipio, foi aaaaltado, s 8 horas da noite de 6
do corrente, por urna horda de escravos fgidos, os
quaes principiaran) o ataque com urna descarga
de espingarda sobre a frente da casa de vi-
venda.
O Sr. mnjor Vianns, para defender-se, mani-
se das i.rnias que potsuia e distribuio-as entre
os seas escravos, ordenando-lhes qae fizessem fogo
sobre os asaaltantcs, em numero de trinta mais ou
menos, contra oa quaes foram tambem aculados
diversos ce. E assim conseguio-se destronal-os.
Consta que os assaltautes sao quilemholas
arranchado! as mattas do estabelecimento agr-
cola do 8r. Florencio Pape e que, d'entre elles,
alguna dos maij denodados pertencem ao Sr. ma-
jor JoXo Franco.
L-se no Proaresso de Tatuhy :
O subdelegado de polica da villa do Rio Bo-
nito prenden a Joao Alves de Almeida, conbecid
por Joao Bagro e Joao Carij, como indiciado
no assassinato de D. Francisca Mara de Je-
ss.
Cora este mesmo fundamento o delegado de
polica desta cidade fez recolher cadeia a ex-
escrava Vctorina.
Juan Alves foi interrogado pelo subdelegado
do Rio Bonito.
O Sr. Dr. juiz municipal, tomando conheci-
raento dessas prisoes, ordenou que Jo<> Alves,
Victorias e Francelino Rodrigues da Costa, que
est preso e pronunciado como autor do crime, fos-
s<.m conduzidos aua presenca para interrgalos
em presenca do Sr. Dr. promotor.
Feitos os interrogatorios, o mesmo Sr. Dr. juiz
municipal, ouvindo o Sr. Dr promotor, com cujo
parecer se conforraou, mandou relaxar da prisao a
Joao Alves e a Victorin*.
O jury brevemente ha de pronunciar-se sobre
o crime aliudido e eotao natural que surjam es-
clarecimentos a respeito.
Um larapio audaz consegnio do Banco do
Brasil o descont de urna letra falsificada, na im-
portancia de 15:200*000, sacada por Cunha Bue-
no contra a casa commercial Prates Filho, de San-
tos.
Aquella casa bancaria s mais tarde reconbeceu
o logro em que cahira.
Fallecern*: em Mogy das Cruzes, D. Francis-
ca Rosa de Almeida, c no Rio Claro, o menor Jos,
filho do director do Temps.
Hlo de Janeiro
Datas at 12 de Junho:
No Senado, 10, o Sr. Siqueira Mendes apre-
sentou e juatificcu um requerimento perguntando
se o governo concedeu privilegio a alguem para
urna estrada de ferro que facilite a passagem das
cachoeiras do rio Tocantos e a pesca do norte do
Brasil ; e lbe consta que o presidente do Paz to-
raasse p-ov.dencias a respeito do procedmeoto de
cinco vereadores da Cmara de Belm, que tu-
multuariamente se apoderaran) da Cmara, tem
demttido empregados c pretiendo outros actos il-
legues. Apoiado, e posto este requerimento era
discussao, foi approvado, depois de orar o Sr. Meira
de Vasconcelos.
Procedeu-se votacao dos requerimentos e
projectos cuja discussao ficou encerrada na prece-
dente secsao : foram aquelles appruvados e estes
rejeitados.
Continuou a 2.a discussao da proposta de fia-
clo de forcas navaes para 18861887 : or^u o Sr.
Silveira Martina, e ficou a discussao adiada para
passar-se 2." parte da ordem do dia.
Foram successivamente postas em discussao,
que ficou encerrada, por nao haver numero para
votar-se, os projectos dados p*ra a ordem do da,
sendo esta esgotada.
Na Cmara do> Deputados, no mesmo dia, de-
pois de observacoea do Sr. Affonso Celso Jnior,
sobre eleicois na previucia de Minas, na ordem
do dia foi approvada a prorogativa do orcamento,
e bem assim um crdito o .Ministerio da Agricul-
tura, outro ao do Imp.rio e tercero ao da Justica.
Sobre o parecer da mesa relativo publieaco
dos debates oraran) os Srs. Candido de Oliveira,
Cc ho Kodrigues, Alves de Araujo, Duarte de
Azevedo e Lourenco de Albuquerque. Sobre a
forca naval oraran) os Srs. Lucena e Alves de
Arauj i.
No Senado, 11 foi motivado pelo Sr. Meira e
Vasccncelios um requerimento para que o governo
informe quaes as piovidencias lomadas para fazer
cessar a persi guicao das autoridades de Petimb
(Parahyba do Norte), centra diversos cidados :
este requerimento, sendo apoiado e posto em dis-
cussao, orou o Sr. Bibeiro da Luz (ministro da
justica) e ficou adiada pela hora.
Procedeu-se votacau dos projectos, cuja dis-
cussao ficra encerrada na aesso autecedtnte, e
fo'im todos rejeitados, com exjepco tmente do
relativo ao privilegio para fabricaco de sulfureto
de carbono que fui eiviado a mmissao respectiva.
Continuou a 2* discussao da proposta de Gxaclo
de forcas navaes para 1886 a 1887, e orram os
^rs. Octaviano, Baro do Cotegipe (presidente do
conselho), Avila e Alfredo Chaves (ministro da ma-
rinha), ficando a discussao adiada para passar-s>
2' parte da ordem do dia.
Proseguioa 3' discussao do projeeto que altera
a lei da reforma eleitoral. Oraran) oa Srs. Aunsu
Celso e Fausto de Aguar, c a discussao foi adia-
da pela hi.ra.
Na Cmara dos Deputadra, no mesmo dia de
pois de observacoi'8 dos brs. Lourenco de Albu-
querque e Freir de Carvalbo, sobre demora nos
parecer de commisses de ioquerico : do Sr. Mi-
randa Ribeiro sobre negocios do Ro Grande do
Sul ; e do Sr. Escragnolle Taunay para urna ex-
plicado ; na ordem do dia, sobre o orcamento do
imperio orou o Sr. Ratisbooa e s val, os Srs. Canto e Candido de Oliveira.
Em aesso de 5 do Thesouro Nacional :
Foi deferido o recurso de Jos Joaquim Rodri-
gues Guimares, contra o acto da Thesouraria das
Alagas, que austentou o da Altandega, negando
Ihe a restituidlo dos direitos addicionaes de 5%
para o fundo de emancipaco, que foi obrgado a
pagar e n dous despachos de importacao.
Foi indefeiido o de Joo Baptista Guimaraes,
contra a deciso da Thesouraria de Peraambuco,
confirmatoria da da rsped1 va Alfandega, que su-
jeitou ao pgame nto da taza de 1 #500 por kilo,
como como comprebendida no art. 502 da tanja,
a mercadura proposta a despacho como brim e
metim de algodo nao especificados ;
Eis at noticias commerciaes da ultima data :
Rio, 11 de Junbo de 186. O mercado de cam-
bio hi je com taxa bancaria de 211/4 d sobre Lon-
dres, e assim se comervou a meio da, quando
o Commercial e o do Commerco adoptaram a de
21 3/8 d. e as equivalentes sobre as outras pracas.
O London Bauk e o Englisb Bank sacavam a
a este ultimo preco coutra caixa matriz.
As tabellas bancanaa toram as seguintes, do
meio dia em diaate :
Londres, 12 3/8 d., a 90 d/v.
Panz, 446 ra. por fr., a 9> d/v.
Han burgo, 553 rs. por a WO d/v.
Italia, 450 rs. por lira, a 3 d/v.
ortugal, 254 / a 3 d/v.
Nova-York, L'*390 por dol., vista.
O movimenco do da foi menos que regular sobre
Londres a 21 3/8 d., banearia, e a 21 7/10, ti 1/2
* 21 9/16 d., papel partitiular.
Repassuu-su papel bancario sobre Londres a
21 9/16 d.
Na bolsa o movimento f i pequeo.
INTERIOR
Gorrespoa teuci do Diario de
Pernambuco
RIO DE JANEIRO Corte, 11 de Junho
de .8*5
Schhaiio :O ene rraov i\- iin discustao < i v to
de graca- OBco interesse da mesma
disent-do. i ( discurso do Sr. Ferrei-
ra V'anna.11 ei-otiacto pira a pu-
blicaco d> s deb tes.UJaeuaaln
fu'V" '" mar Ite-posta do Sr. Lu-
ciuia a.i ~r. Mlveini Martin.Di fifi
dest pelo .>i A ves .le Arauj Uis-
curs'i av Sr. Cm Uiivetea -O
Sr. Miranda Ribeiro e HegvehM do
Rio-Grande.
Os jornaes levados paia ah pab Para, que hon-
tem paitio para o uorie, do oot urao Ai
Sr. Ferreia Vianna, pronunc 01 nSa d
resposta s falla do thron>, e con. i qual toi a mes-
ma discussao encerrada, requerimento,do~Sr.
Bezamat, sendo rejeitada a emenda apresentada
pelo Sr. Candido de Oliveira e outros deputados
liberaes, com referencia a-s acontecimentos elei-
toraes de S. Jos de Tocantins, Lences e outros.
O Ieitor, pois, j conbece essa discussao, de sua
natureza essenciaimente poltica, e que por isso
mesmo costuma ser a mais importante di sessao,
principalmente era urna cmara nova e perante
um ministerio que inaugura urna aitoaco; dis-
cussao em qne de esty.o serem explanadas as
mais altas qnestes la poltica e da administra-
cao, toas que corren fria e quasi sem nenham in-
teresse, nao obstante contar a actual opposicao
talentos robustos e affVtos s lides parlamentares.
O discarao do Sr. Ferreira Vianna porm, des-
tacou se, pieciso confeasal-o, de todos os profe-
ridos antes, sobre tudo come peca oratoria e de
mrito luterano, est sabido.
Ao seu estylo ncnbum outro iguala. Foi longo,
bem desenvolvido, tratando com proficiencia das
questoea de que seoccupiu.
Mas quo differente foi o deputado governista,
o orgao da actual maioria, o relator da resposta a
falla do throno, do opposicionista dos anuos pas-
sados, do orador sarcastico e humorstico, que
contava anedoctas respeito de Luiz XII e falla-
va n principe conspirador.' Em um ponto, en-
tretanto, elle nao modificou se e mostrou-se o mes-
mo de todos os tempoa ; a sua delenda cartkago
contina o ser o dtfficit, o defficit que nos tem ar-
rumado e nos abriga a repetidos eraprestmoa, e
ao qual cumpre oppor a maia severa economa. Ao
terminar a sua oraco, recommendando moderaco
opposicao e aconselhando-lh que nao tenbam
Boftreguda na questo servil, a que se todos
tem culpa, justo que facam penitencia, porque a
penitencia, diz S. Joo Chrysostomo, abre-nos as
porteado co, d-noa entrada no paraso e afu-
genta o diabo. (Hilaridade)
Hontem paasou em 3a discussao ni cmara sea-
do logo approvada a respectiva redaccao e re.net-
tida para o senado, resolucao prorogativa do
orcamento. A primara parte da ordem do dia foi
toda consumida com a discussao do contracto, oa
antes de algumas das clausulas do contracto cele-
brado pela mega com o Diario Official para a pa-
blicsco dos debates da cmara, que causaram de-
sagrado Urna deltas e a que provee .u mais ra-
clamacoes, a que estipula que < os discursos que
nao tiverem sido restituidos ao Diario Official pe-
tos oradores at ao fim do praao marcado no ar-
tigo antecedente (60 horas), s sero impresaos
em nppendice dos annaes.
Ora, sabido como que os no.sos deputados,em
geral, fallara menos pelo interesse da questo de
tratado que pelo gosto de se fazerem 1er na sua pro-
vincia, no districto que o elegen, o aeu discurso
muito benito, limado, correcto e augmentado, que
muitaa vezes cousa differente do que foi dito na
cmara; sabido, como confessou o Sr. Candido de
Oliveira o mais forte impugnador do contracto
que militas vezes preciso dar-se ao trabalbo de
ler um discurso que se ouvio para se saber o que
o orador quiz, e que alm disto ha deputados que
gostam de fazer estylo, que mesmo em aunas oc-
cas:oealeva tempo, bem de ver nual a repugnan-
cia que deveria encontrar semelhante clausula.
Nem todos sao como o proprio Sr. Andrade Fi-
gueira, o Sr. Ferreira vianna, o Sr. Gomes de
Castro, e talvez mais a'gum outro. oradores coahe
cidos, de reputacao firmada, que fallara para a
Cmara e declaram como frequentemente diz o ter-
cero, que se a reviso de discursos fosse obriga-
toria, eondemnar-se-hiam a um silencio perpetuo.
Como consequencia desse ayatema, tambem nunca
reclamara contra o que acha publicado com o seu
nome.
Mas se o actual presidente da caman julgou to-
dos, penco mais cu menos, por si, e por isso no
deu mais larga praao aos preparos e recheios da
rbetorica de gabinete, julgou mal. f
Foi o Sr. Candido de Oliveira quem' rompen a
:nipugnacao ao contracto, que analysou todo, com-
batendo-o em varios pantos, mas principalmente
quanto ao praso. Falln com muita habildide e
geito, tirando ao caso toda a apparencia de senti-
nente de partido, como quem tratava nicamente
do interesse de todos : res noslra agilur, dizia elle.
O aeu discurso a basteva para impress'.onar a
casa, camo impressionou, e teria sido melhor que
por parte da opposicao ningeem mais tivesse to-
mado a palavra; mas o Sr. Alves de Araujo, em
quem agora, como opposiciomata, t^m-se manifes-
tado uro prurido de oquacidade que jo se Ihe
conhecia, entendeu secundar o leader da mi-
nora, o qual bavia terminado mandando varias
emendas.
O Sr. Coelho Rodrigues como 1 secretario aea
as explicacoes que Ihe pareceram necessarias, jus-
tificando o procedimento da mesa. Interveio o
Sr. Duarte de Azevedo procurando urna solucao
conciliatoria, e achando que o negocio nao era para
lamanha questo, pois que o contracto pouco alie
rava as pratieas seguidas.
O Sr. Andrade t iguei.a, mesmo da cadeira de
presidencia, eo receber urna emenda mandada pelo
Sr. Alves de Araujo, deu as razoes em que se fua-
dou a meta, mostrando que nao havia o rigor aup-
posto, e nem as restriccoes distanciaram-se do que
sempre foi observado.
Por fim o Sr. Lourenco de Albuquerque justifi-
eou ligeiramente urna emenda elevando o praao a
quatro dias, isto o meio termo entre as 160 ho-
ras do contracto e os 5 dias propoatos pelo Sr.
Candido de Oliveira
Nao haveuuo numero para votar-se e pasendo-
se a 2* parte da ordem do diatoica naval para 0
exercicio de 1887 -1888, rompeu o debate o Sr.
Lucena, qae prevalecendo-se da amplido do de-
bate, oceupou se exclusivamente em responder ao
Sr. Silvtira Martins, justificndoos seus actos por
este censurados no Senado. Quem conbece otem-
peramento do honrado deputado pelo 7 districto
dessa provincia e vio o modo brutal porque o se-
nador rio grande>ise o aggredio pode desde ji
ajuizar de que aquelle deu a este o devido troco.
O que o Diario Official publicou apenas um re-
sumo muito li_-eiro do discurso, mas quanto bas-
ta para que se conbeca os termos em que o Sr.
Lucena collocoa a sua defe-.a aggredindo ao mes-
mo tempo.
O Sr. Alves de Araujo, que em seguida teve a
paUvra, mostrou se muito indignado pelo modo
por que acabava de ser tratado urna das maiores
intelligencias. um dos mais valentes talentos e
urna grande energa que honra o paz e que cha-
ina-se ^ilveira .Martina. Fazendo ao illustre che-
fe rio grandenae os mais pomposos elogios, evitou
t idavia enerar na questo da administraco do
Sr. Lucena, para o que realmente, nao estava ha-
bilitada
Essa tarefa coube ao Sr. Canudo de Oliveira,
hoje. que trazendo as leis nao aanccionadas pelo
Sr. Lucena, procurou mostrar qie n> sao funda-
das as razoes por eate allegadas na recuaa da sane-
co.
A ntes, porm, de chegar se as forcas de mar,
ein qu powts o >r. andido de Oliveira tratar
Sr. Minada Ribeiro, deputado
rio-grandease, havia tamben se oceupado com os
negocios de su. provincia, sustentando a adminis-
traco do Sr. Lucena > respotidendo ao Sr. Silvei-
nrMartins, qu anda hontem -inesm, pjuco antes
d i Sr i o seu discurso na cmara,
Imvi trat; -o ;e factos por este praticados como
presiden' J*
O discurso Sr Miranda Kibeiro iv ouvido
com a"f. o cao, tanto mais por ter elle patenteado
ih li ladea oratorias c se mostrado muito senhor da
t ri' una.
As argrfnciaee requerimentos que absorveram
. tempo da 1 arte da ordem do dia, nao
p rmittiram tratar-se do contracto para a publi.
cacao dos debates. Parece, porm, quesera acei

l mana i
/


Mario de PernambucoSabbado 19 de Janho de 1886

io o reqnerimento do Sr. Duarte de Azevedo pro-
pondo que volto o noamo contracto commisao
de polica par reconsidralo como julgar conve-
aieuio .: vista das emendas aprcscut..das.
PgRHAMBDCe
Assemliia Provincial
discurso PRoonireuso pk-o SR-DEROTAO
REGUEIRA COfTA, HA 8E8s3-DE 18 DB-
MAIO DE 18*3.
O Sr. Ktianflrft (<>Ma ATs*nca*)-Sr.
presidente, recatando que me su aceda o reetrao
que na discuwiio do ,rt. 1 do prc/aflo deseca-
raento proviuei, eu- que nao ptid*-BBiiifesta,r o
meu juno; Hpteaiai-saea pedir a ptas-ra cu-
par a tribuna pata dizer con fraufaezao qae
pens sobre a mlem, que V. Kxj. vena de dar
para d. bate. Eu suppunha, Sr. presidente, que
orc-imeuto devia ser o resultado da eollabora-
alo. a lo p-lisamente da maioria conservadora
desta casa.
O -r. Jos MarioAh ; 0 nio foi ?
i -Se. ii-yteuntC.iaUSiwjW'iai aryaraa Ki^
aos foi peruiittido, uaim e a alguna amigo* meu*,
iazer prevalecer urna s idea nossa ; rtSo toram
feeRas a* modifica50^8, jue propuzemosno cutido
de tornal-o mais perfeito, mais aceitavel, e manos
odioso.
A. coramtseo do fazenda a ntendeu tor feito ama
obra prima, que ni > adtnttte retoques, e a ex -
presso di sabedorra em materia fiuanceira.
(Aoartea).
Nessas codn?5es julue dS meu'dever vira
tribuna para declara que voto contra o projecte
de ornamento, e' diseas razo s. ou pontos de rai-
nb; divergencia cora a illns'.re camuiissuo i fa-
scrida.
PenSo, Sr. prVidente, que a qnwto orcamenta-
ria nio na qoesto poltica, onde cada na de
nos tenha o de ver de sacrificar sua opinio a da
co!!.etividade, em nom; das conveniencias politi
ss da disciplinv partidaria; raa um terreno
neutro, oude cada nm pole pensar o votar livre-
arate, consultando apenas o iuterease e o bem pu-
b'icos. (Apoiados).
Tal vez incurra no dssagrado de muitos peta
otnadta de vif a tribuna declarar qae nJo estou
dtspotto a rotar por esse oreamento tal qaal ss
acha orgaaisalo; mas en colloco o meu dever
atitna de quae:qucr conaideracoes e das vantagena
que lie possam ajvir do sacrificio das ininhaa
ideas, e da minba obediencia cga e sabserviente.
Muito bem).
Coineco e3tranbndo, Sr. preiident-, o plano er-
rad" que a nobre commissao de fazenda segus em
sen proj-'cto, quando col locos a receita em prime-
to lugir que a despeza publica, (Apoiados).
Ease pluno fui de encontr a todas as praxes rs-
t ib decidas em materia orcamentaria, e aos prin-
cipi s que regem os ore amentos. (Apoiado*).
A primeira corua de que se cogita quando se
trata de fazer nm oreamento, sabT-sem quanto
montam as despezas para ento fi-c ar-ae o neces-
sario para tazer face a essas despezas. A nao
segur-sc esse m--th >do seguro, o resultado ser :
oo pedir-se demais ao coutribuinte, o que consti
turra ama extoraao, ou de menos, o qaa produz;r
o dficit no oreamento. (Aooadea).
Com a entidade moral, provincia on estado, nao
se d o msmo que com o particular; est-, fazeodo
0 sen oreamento, iudagiir pnmeiro o que possae
para saber depoi'' o que poder gastar, aquella
com paga os seus servicas, S occorre s suas des-
pezas com diuheiro que nao seu. mas vem da
b>lsa de seis contribuinteg, precisa sab r pAmtn
o que tem de despender pira calcular o que pode
pedir, afim de nSo erigir demais e impor sacrifi-
cios in8upportaveis c odios is. (Aooiados).
O 8r. Prxedes Pitan"Est lendo pela mi-
aha cartilha.
O Sr. G>mes Prente d um aparte.
O Sr. Regueira CostaMas o que fez a aobre
immissao de fazendn? Em vez de 3eguir esse
caminh) seguro e acertado, trilhou o inverso, que
a condnziu ao absurdo e ao odioso. (Apoiados e
apartes).
A Ilustre commisso de oreamento, na ignoran-
cia completa 'lo quanto m antavam :3 despezas
publicas, tratJi primeiramente de oljter a maior
simma jossivel de impostos, e de accumular di-
trheiro a torto e a direifo nos cofres provineiaes.
Pr sso tocn rebate todas as contribuicoes,
cbamou postos todas as cksses, creou e aagmen-
tou imposto* sem medida e sem criterio, e poa le
assim conseguir a somma avultada de tres mil
setecentos e tants con'os d ris.
Depois, dominada pelo receio de qne todo esse
diuheiro anda nao ehegaria para acudir -as des-
p z is, enUnden que devia realisar a maior som-
ma possivel de ecoiiomias ; e para isao extingui
empregos, supprimio instituic -s de ensino, cortuu
despezs n-cessarias e desirganiaou completa-
m nte o Bervic > publico E quando chegoa aoi
fiuj de seu trabalh >, esbarrou se com u n saldo de
setecen'08 e tantos contos.de ris, saldo com que
ella nao coutav i, que exprime simplesmente o
saenficio deaoecessario e odioso das classes con-
tribuintes. (Afuito bem)
is as consecuencias do erro que a commissao
de fazenda commetteu, oreando a receita primeiro
que a despeza.
Assim proced'-ndo conseguio ella um milagro,
"er;lade ; porque p.ude apresentar am oreamento
C -'Odo.
Has com pode op?rar esse milagre ? Impondo
contnbuicoes oncrosissimas sobre todas as classes
e adaptando medidos iniquas, ".qne em provado a
odi' sidaiie pnblu a
(Apoiados e aparte.-).
A:sim inuito fac! rtiri orcamentos.
O Sr. Gomes ParenttVamos a prova.
O >ir. Regueira CostaVamos ; A Ilustre fcora-
aiaau de fazenda augmentuu o imposto do gyro,
o dos einpregaaus pr.ivi miaes, su,pprimio empre-
gos, cadeira, e instituto de ensin todas as cimasas grande somma de sacrificios.
Pea tudo iss por entu do-estad o finaneeiro' da
proviacia ?
Mal eutao porque nao cortn as desposas e-
mes, que ha fentus anaos pejam sobre os cofres
provineiaes?
(A|oiado e apartes).
P-ii passando a provincia, acmim'sso lnca tributos
insopportaveis, adopta medidas diosas, lupprnne
lugacss nrcoasucioi, corta despezas impresoe.i
diveia, porsjne no>tocn as despezas geraes que
a p'oviueia ndo tem obrigacao d- tazr '?
(Ap-liados e apartes).
Uso raalmentc nao tena "xplicaeao ras>avel.
Veio no oreamento qne se conservam as verb-.s
relativas seerauria do governo, ao cospo poli-
eiai, ao sustentu e curativo doa-presos-pobres ;
que aio se extingue a congrua te coadjutores ; e
o ]ue mais que se continua a cauoeoar auxilios
s diversas casas de candado que temos na pro-
vincia, como se o pobre podessodar esmolas.
O Sr. Gomes Prente d um aparte.
O Sr. Regueira Costa Eu voto por tud issa :
commissao jnlgon conveniente em nom da eco-
nomia, porque para tudo isso teremos dinheir de
sobra.
/Apoiiid"os e apartes).
A provincia nao precisa dbanqueiro (apoiados)
preaisa e exige apenas o neeessario para fazer
face as suas despezas, nao para aeeumnlar di-
nbeiro em sens cofres.
(Agartas).
SeNa Ilustre commissao, laucando mo de todas
casas insania* odisaas, jas tem. pearosado o iota-
SBMr pansseoj o> fizesa para esjasHirar a reesstu
am a^aaapessu.aiu'la paieria fortHi ir ; asa
ti>r tsata iaaac lanas n "aiseeia* a penasiaj
divaajaaataa8es,.,exigir'gaicasBtr h i'iisB%>sa~
srifi-HMasBtspaaa'tavais, ?olass>T ana'ru-ei4>arB.i
4nappjinBBierapM(;os, deeorgaaisar tu lo, pera ea--1
escr ai* a bajea-o Tnassan Plfoviaei il o-qaBt.se>1
sato <>aaaj9besaasi seiastifli.
representante do V- districto, o Sr. Dr. Pitanga,
levantou a sua voz brilhinte e piderosa contra
ass att-ntado, que pretende commottar a coinma
silo de fazenda pretexto de ridiculas tieonomias.
Eu vi, Sr. preside.nt.ej com qaae'oju
que patrio*.smo, S. Ere. manifeata a tndignaclo
do que 8'ia.nlrat generosa se aehava pooiuida con-
tra assa medida tniqua, que ha de traxer as mal-
dicoe* da provincia inteira, e qne a commissao do
oreamento entende aeceaaria para salvar o the-
aouaro-. provincial d u garra* da miseria.
OtoasnauvaaacnisiMq'ie a provincia fes para
e insararisajajalta rn ajeatoa-edirtcio, onde fue-
ei inSBjaQtwsMio, i>'qa>. na* do* iaai ballos pro-
ai ; sssprotioaaa ssaassaja**, ,-ie
tem VtjaxM i -es* i le esnim advindo a assim mo-
:1 lea,.qaa all encoaaSM um curso d* eaW*ai;
e nstaSf.oniis'.p le Usatrar o sen eaair'rt*,- e ha
3|) lirer-ss-p iradiviraas priaMaes da vidaj.ajicou
j kkl nx&* d -BK-nnaatle esi*txt--eiaiiW* ast* vir
i\l uta basa).
nossaiaaalyseda art 9* M projset* or '-> tutnsniiisat imiaia-i. ras** -i
Bus V. Exc que uo devia ter incluido isso nc
seu oreamento para nao cahir na incoberenoia, que;
ea estou apontai.du.
(Apartes).
fois V. Exe. "a : a previn ia. nao tem veenrao
ea pobre ; necessario qim se fafa a m or eco-
noma possivel; e como que nessas con-.licoe
V. Exc. auterisa despesas que uo d-vemos pa-
gar porque devem correr por ceta dos eofr-a ce
..es, d congrua aoa coadjutores, auxilia ca-aa
de caridade, gaatanlo sem criterio opouco e irin
guado dinbeiro da provincia.
s Srs. Gimes Parate e Coelko de Moraes dao
apartes.
O Sr. Regueira G >staEu voto por tudo isso, e
sou cobereute ; Va. Exc*. que esto o afeir o ea
tado da previucia e a apregof.r economas, que
aSo o sao, proceden lo de modo porque estou apun-
tando.
O Sr. Gomes Prente d um aparte.
-^r, Regu ira CosUNao sou forte em ques
to fin anceira ; mo do que tenLo lid i aprend
que quando ha o equilibrio da receita com a des-
peza ha um saldo provavel.
(ApOJados).
fois bem : alem do saldo provavel, resaltante
do equilibrio orcaraentario vejo um saldo de 70l) e
tantos con tos de reis, saldo que po pode deSx-ir'
de verificarse no exercicio vindouro, a meno* que
se nao supponba, o que nao posso admittir, que a
commissao de fazenda nao fes partir de urna base-
segura o seu clenlo : o estudoenterioso das fontes
de renda do provincia.
Firmo-me, os, no trabalho da Ilustrada eom-
msas para dizer que no exereicio vindouro a
provincia arrecadar para si pelo menos a qnan
ia de 700 contos, livres de de*pias, e sendo as-
sin. nao se justifica a extiuesao,de empregos, a
snppre*io de instituicoes de ensino publico, o "^
emprego de outra* medidas'odiosas que a nobre | Hon'enJ) sr. presidonte, o mea dIstino aprigo,
carnenturio e seus ^S-
Leu o-ae eada um deas** s com-
missao de fazenda ju'gou-se autsriaa ia a aup/. i
mir lugares as diversas repirticoes publicad,
cogitar com t desorg-misacao, qne poleasc advir
ao ervijp publico da extineco de loes lugares.
Poda, pnrm, assim proceder a nobre c ira'nisso
de fazenda ? A supprei-sSo de empregos pab.ico*
pode ser decretada em leis orcamentarias ?
Urna Vos-Foram creadas por leis especiaes.
O Sr. Regueira Costa V crc-ac&o e sappressa
de empregos s pode ser feta por leis especiaes ;
a le de meios nada tem com essn materia e ape-
nas entende com a reeeita e despesa pnblica.
Se o lugar est 'creado, compre marcar a \erba
no oreamento, se supprimido, extingtiil-o ; mas
npprimir tugases em leis anouaa^toi cousa que s
poda lembrar a nobre commissao de fiacadn, que
sejulga omnipotente.
(Apartes).
O regiment, que a'lel, pea qual nos gov^r-
naioos, nega a ccmBrisso de oreamento a compe-
teneia-que ella se arrogon de ex'tnguir empn>gos
pblicos na l-.-i orcameutnria.
(Ha um aparte).
0 Sr. R'gueira Co3t-iEstou fazeudo ligeras
apreciaco-s sobre o orcnm*-nto para |-tstitcar o
voto, que tuiho de dar. Jadiase V. Exe. que
nao considero* queatao circsfraantaria urna qujs-
to poltica, mal am trrrf-no nentro, onde me jnlgo
com direito de proceder cjmoientender.
(Ha diversos apartes).
Bis o que diz o art. 141 do regiment da casa
(l) os projectos de le de oreament) p-.n-ncial
ou municipal nao contero dispoaico -a esrranhaa
materia de reeeita e d"spsza, e as provideucis
fisc*8, regalaraacao d* seri'ijos, openco'S de
crdito* e autorUacio sobre reforma de Tepariifoee,
continuacao de ob-as publieas, e destinadas a m's-
ter s de iuteress" provincial, qn-" entendam a re-
ceita e despeza Tambera nli eoatrao disposi
ces, relativoa-a abates, morat->rlac, indemnisieoes
e remissao de dividas. '
Nada mais diz o regin'-nto. Onde se utorisa
nesse artigo a suppreaalo de rminsgos pblicos
nos projectis da le orcainentaria V
Apenas sao p-'rmifflas./iMor/afC* sobee rejbr
mas de repartigoes puhiictsj mas nao a ereica> e
snppressai de lugare, qoe silo creados p >r Iria
especiaes, e s por le's especiaes poden ser ex
tinctos.
OSr. Barr s Barreto JnniorE os pr-ceden-
te*?
O Sr. Reueira Costa -Nao CT**eeo pieeeiten-
tes, e quando os baja, elles nao se fuuJwm em lei,
constituem um abuc, qu a nobre ommissa de
fazenda nao devia seguir.
i) Sr. ISarros B.irreto Jnior d um aparte.
O Sr. Regueira CostaO J Io do art. 2, qne
tem por titulo Assembla Provincialsooltai
oatro cbaso, e urna minio de attnbnieo-s, que>
eomm tt u a Ilustrada commissao.
Nelle sito snppnmdos diversos lugares da se-
cretaria desta casa.
A suppresaaocomo a-ereacao desses lagares
da exclusiva competencia da commissao d p lieia.
segundo determina o regiment desta eaaa.
(Apoiados).
lio tem o mea nobre amigo e dpntado pelo 10
districto, Dr. Pit-anga, mostrou brilhantemente qne
a Ilustre c-immissao de fazenda tiohi exhOrbrtadu
de sua competenei, auporiraind lugar'S da se-
cretara deSta! Aas-mbla.
O Sr. Jos MaraApniado.
O Sr. Regneira CostaPoi exaatorada desso
modo a eommissao de polica.
0 Sr. Gomes PrenteFelizmente o presidente
da easa nao est mal commigo.
O Sr. Kegueira CostaVejamos agora os f 7.:
8o e 9 que se inacrevem com o tituloInatiuccSo
Publica.
Ao lerse esses paragranho e ao d'oaras-secom
a desorgenisaco ompleta qne a illuatre coramia
sao fez no ensini publico, nfio se p fe deixar de
auppd >r que foi ai vorado o obscurantismo em-
regra de economa.
Foi um azia completa que a commiiso fez
para ent-'her de dinbeiro oa cofres da provincia.
Supprimio diversas c&de.iras do magisterio se-
cundario pib ico, acabou eom as gratificacoes dos
profesaors, domittio indirectamente professorea
vitalicios, extingui o internato do Gvmnasio, des-
organisou seu talante o ensino publico, sem
ouvir e ligar a menor importancia a commissao da
instruecSo pobli O Sr Gomes P-irenteFoi ourid.
O Sr. Regueir CostaQuando?
O Sr. Gomes Prente n Winpo opport'ino.
O Sr. Regueira CostaEn nao posso deix ir de
dizer, tratando desse poov), qne a nobre commis-
s'o de fazenda, parece votar odio profundo clasne
dos empregados pblicos.
Digo uso, Simado no seguinte facto : O orca-i
ment augmentou para 10 "/o o imposto de cinco
sobre os vencimentos dos empr.'gsdos pblicos.
A Assembla, considerando que eta claBse in
que mais tem nffrido con a cnse da provincia'por
cusa da impontnalidade do Thesouri; fine II i
j paga o impisto de 5 ";'; alm do da agiotagem
ua mo do*1 ritm/jres, vntou contra o imposto 1(V;. que a rorinissa o de fasuada quena ttfdo
o tranoeque ringssae.
O que tez, porm, a commissao, Sr. presidente ?
Dea otada com este i'beqne, inandoa-apresentar
por sens amigos, eme emenda, a tabella de 1879
para regula os ?encmenlos ios mpregados ;>u -
bucos, o que quer direr um imposto tres veres
tn-.is dur e Iniquo qn o'de 10 /
(Apoiados e apartes).
O Sr. Gom -a PttreocA commissSo nSo mm-
d u ninguem.
0 Sr. Regueira Costa0 despeito da comuiis-i
sao de faze.nd t suggerio essa reaccio contra os
em regados pblicos. A Ilustre coinujissi, Srj
presid nt-, parece assim querer humilbar esta
Aasembla.
O Sr. Gomes PrenteNa imiginac/io de V.
Exe.
O Se. Regueira CostaQual foi o pensamento
da Assembla, nao aceitando o imposto de 10 o;'0 ?
Fu cao sobiecarregar mal* a classe dos funseao-i
uiriif, que j paga um imposto exeesaivo, e in-
supportavei.
M-s pe i tabella de 1879, que redu* demasiada-
mente os ordenados dos fraccionarios puo
vira esta classe a pagar tres'ou quatro vezea mata
do que pelo imposio de' 10 %
Se a relcelo do* vencimento* dos empregidoai
pela tabella le 79 era um-i medida de eoiieenion-
cia publica porque a nohrecommiMo na-> a in-
cluio desde logo no oreamento quando ergam*
sea trabalho? Porque i o fez depois Aa 3 dis
cusslo, e quando cabio o iSii|fli do 10 /?
Ea' eiaro, p -"i.uto, que a il;usf.re commiirao
o fes etn deopeito, Sr presideate. porque fre-
no* a hombridade de votar contra o aug nonti) do
impp8) p>r ella sugg-ri lo ; e quer agora-iTron-
tar-no-, iffr arar esta Assembla faz- ndo passar
a todo o transe a tabella do 1879.
Eu e os meus amigos nao havemos de passar
pelas forcas candna* ; nao eventos bumilhadoa, e
nem esta Assembla.
(Apoiados, muits bem, trocam-sc apsrtes )
O Sr. G unes Prente A cajeada de que o no:
bre diputado falla uto da cminiasio.
O 3f Riraera Costa' Mai es't asfi^hadV por
um dos riiembros da eoinm!So, e ella a acceita.
0 Sr. Gomes Prente Eu hei de.dar-:he a
sta.
O Sr. R gueira Costa-- Portanto sua, e V.
Exc. ba de vot.r por ella.
No seu prundo de economa*, Sr. presidente, a
eraJ/nissaV) de fazenda entendeu qu devia nao s
sipprimir grande numero de caduiras do Gymna-
si ), como acabar o ira o internato desse importante-
e nico estabelec ment de educaco superior quej
a provincia possue. (\poia .
Nao reflectio a commissao, qae assim proceden-
do, dava am-golpe de morro em urna inst aotiga, nica no norte do imperio, e de qne a nossai
ntocdade tem colhid immen-os resaltados. O
I-mi p ir a asadsosia os eximes
t'. al 111 d
barta irJ sj b--!l ia-iettr la.ooasro o CoWe-
gin de Pci o II, i!.-. 11 pe-o- no espirito dit cm-
inisaao para taz1! a cajtaMf ante e iso attentado
queein bravo ser cooauinai*io para ver-goali i
nnssa.
(Muito bem, apartes)
Foi por causa do economas, Sr. preaid,nte, qua
a cnintnisslo vibrou ease golpe do m irte sobre o
Gymnasio ?
Nao, nSo poaso aweditar niss.
A verba que se procura economi ar core a sup-
presso do inSerastx de Gywaraiio- ao diminuta,
que etta por orto sao; poder* altiviar o sacado
precario das financua dothasonro.
A quanta qne a provincia actualmente gasta
com esse internato SMnplestnehteTTt; trint i contos
de res. E not- a casa que nessa somma estilo
co.TJp-ebendidos o* ordenados de todos os fenecio-
narios do estabclecimento desde o regedoc at o
nfimo empregado.
Pretende a com n'ssso de fazerrda salvar o the-
ooro provincial com essa diminuta quanta ?
Mas se eHar Sr. presidente, apreienta em a u
orcam'ato um sa'di de 700 contos de reis, pode
conservar o Gymnaao tal qual est sem onus
para o rhcisonro, e se-n'o d laeqnilibrio Uoojcamen-
to porque anda Ihe tica o H) e tantos cuatis de
saldo. m
Mas si a commissao qaet todo o transe fazer
ecnomias no Gymuasio ou Ibo mdiei um raeio do
chegar a esse resultado sem a extinco do inter-
nato 'aquella e-isa.
Sendo o numero d >s pensionistas da provincia
il actualmente, numero realmente excessivo, na
vista dos apuros financciro3 do Tliesouro, realiza-
mos' esse numero a vinte e toemos feiti nina eco-
noma d> novo contos seiaeeutos mil rea, findo
reduzida acerba a oito-cuntas de res.
Addicioaoa-sc a esta verba de oito contos o or-
denado dos funccionar03 do lateraato, que monta
em doze contos, e teremos1 qaantia de Mea
contos para o internato.
Dednzamos dessa quantia de vint* conloa a d-t
2:1005000 dp tres monitorea, qp-; serio diaperisa-
dos, pois nilo sorao mais precisos os seus servii03
visto ter d'minuldo o Matero de alnrano*. e fi'^ir:l
a quantia de 17:1)005000, qne era a itespeau, que
a provincia ter com o Gymnazio no futuro exer-
cicio.
Agora applique-sa m s'ildb da..l5JW0*00), que
p Gy unazio tera no Tiiesouro, a essa despeza;
desatae-se oa sobre oa 'VRcimentos db fanc-
eionarios nt t ios e -xte-nos'da casa, tambem para
Para que continuar a pagar-ge um addido de
cadeiras que sio extnctas?
Extingue o lugar de regidor do Gymnasio, por-
que deixa de ser internato, e sonaerva o lugar de
'.or da cacla normal, que uao infero ato e
que, como o do Gymnasio pod ser exnrcido p ir
nlgnin do lentes daquella casa.
Supprime no Gymnasio cadeiras neceasarias, e
que tem muita frequencia como a de historia uni-
versal, mathematicas e outrss, e conaerva ieaaea
caasa* na Eacola Noratal
Bessngoe a cadeira da msica o d franesz d i
GyaaBBSio e conserva asasa oadera* ni.Otscla
Kornial, c->m> se um riratHassr de linayis naceaal
tlvdsae necessidade de saloaraw*c* elrtaucwnara
enlistar o portugus!!
shiaanvesse em tuda iseo, Sr. prosidsnt^ie*fi-
'itoBB,rU3t'ca e ec^aoaaia^aaoiMimisaao oe.saaan-
da aBta, .n M desajtlnee.lo da (>jm*Ba
ai-V*--da Eacola NoumI; parqnc, na opkisjo de
toisss "Bem querer l.-tagr nfrensa ao sei-firrincto
director, cuio zel > son o prim -iro a rec nivea", e
i-i lionr-ii., c irp I i .- | ib leeim-a-
to, cuja* taasaj habilitaos tolgo de prooUmar,
pens que a Escola Normal s com produzido re-
sultados negativos.
0
Eis, Sr. presidente, em que rao dar as econo-
mas da nobre commissao de fazenda, em ser vota-
do ao abandono, 4 miseria e a inercia o professor
que b.'m servio sua provincia.'
O Sr. Jos Mana Ap.iao, V. Exc. vai muito
bem.
O Sj Regueira Costa -Ach)-me, Sr. presidente,
demasiadamente fatigado e nao posso proseguir
sem grande esforco.
Muito tinb-i- anda a dizer sobre esse oreamen-
to; por qiralqaer lado que se eneare, larga mar-
gen) offereoe ete censura e critica. Mas aguar-
da-me-hei .pasa em outra occasiao proseguir na
analyae desse trabalho. qne a Ilustre comsaiasSo
acredita sar oaivobra corneta e em defeitos.
Peco doaanipa, s* ti ve aecessidade de npregar
alguma pbaasa. vesoateate no correr da disenBso;
respeilo nsito as bwbilraeaoes e talcotn da Ilus-
trada cimssisBloj da qoat faz parte um assigo, u
quem muito prosa, o Sr. Qbsieu Parante. aa ti-
uha necessida4e de externar com a mxima fran-
q 'esa o Bteujaiz i a ibr i ao traba'h e fasticar o
m u vo o
Nio posao votar p>r easo oreamento, porque en-
tenda que elle contera no seu bojo muitis abaur-
Sr. l'j^j^tag.Pituinn Baja qaa V- .fita-M *m; mntaa rajustl?.**, moras irriqnidades :
injusto?
O' Sr. Regueira CostaPoneos e bem poucu
ao oa que dall sahem habiliUtoi pwa exerc^rem
o magiaterij publieo. Entretanto supporta a pro
inca u-ni desp-Ma avancada com um ostab leei-
m^nto de e liieaca i, que ua > comsenaa oa sacrifi
cior que ella faz. (Apartes).
Nite aiudt-a citsa, coiaqks jastiese eonomi
proced- a nobro coiaai*ao de f*>uii era seu
trabalho ."ao p*sso que supprimc versaa cadei-
ras e o internato do Gymnasio pir amir dis fi
naneisda provincia, conserva urna cadeira de
latira e francez e:n Pesquen a, e m-irja quota para
essa cadeira!!
Um Sr. DeputadoE V. Etc. acb i ran ?
O Sr.' Regueira Cosa -Ei nlo m* oppinho i
WUSSISael* dessa cadeira; at leaej ira qir era
todas ac localidades do interior exiatisaem ciiei-
ras de ensino secundario, porque entendo qu o
povo n ii tem direito s.uent; a uatru-cAo ele-
meirt>r
Mas refiro-me a sso p-ra tornar saliente n mo-
lo por que proeedeu a comniaso em seu trab i-
Passersos A outro ponto : Nao satisfei'a a :o;n
missao de fazenda de suoorimir o internato d>
Gymnasio. mana no art. 6 do sea orcwnto, que
i Bseoia Normal fuucciona no rn-amo elificio, era
que fuuccioua o ext-rrnato e sim'dtaneamen'e cora
elle
A Imirame, Sr. presidente, que a Ilustre era-
miaaao de orcainenti tivease tao infeliz li.
Kunccionaf-'m em amtnesmi edifi-iu- si-nultanen-
raeute dona cursos dMtietoa, e fre i i-ntai n p-u"
uidividu >s de ambis os sexos, eouaa real neuto
oriatual e extravagante. (Auoiadaj).
h-i medida, Sr. preai tent', quer se onaidere
pilo la-la da rseiptiir*, quer 'pelo It-lo da morali-
itsxM, trM iticonvcnieutea gr-.visairaos. (Ap da-
lo' i
Pelo lado di diaciplina, Sr. presi lente, norqu ;
ser impissi'el que haja oidem, reap uto, acita-
in-uti n'uraa turha multa de .-t!.unn>s, que ua>
tera um clicf", qne perteoCeal a curso* liatiuct.ia.
regido* pir i ot*sore e dir;' i el I .-erjoa Pe >
lado da m o-ihcUi-, pirque se 1.1 Ejc)!! oravil,
fequenfadi por ra c-as de reap ito o moa ilil',
a raza i porque oh aturan oa laH, ejtinio soba
dlreeeSb dV am ch fe austero e de seua lente-, o lo
se (ira, e fica provad i com a eloqneneia drt al- Ihea permutada a miia ligeira Ineriai *ob pe-
garamos que a provincia' pbder motr no eKer- na de serem reprocaioa e exoulsoa la eaco! t. Ma
cicio futuro sem despender um s real aqdeire i reunida a Eacola Nonn il ao Gymaaaio, os alas-
instituto do edocaciio. ni> deste estabelecnnento, que afta estai soba
Para isso baata aimplesmente, Sr.'Presidente, dependencia d) diretor e lentes daquella, abu*a-
como a casa acaba de ver, redazir o numero dos) rio sem recero do castigo, e entao nio sao^rem-ia
]i 'ni mistas da provincia, reducir 0 pesaoal do j ai qu* pinto tobara > oa eacandalos !! (Apiiaoi
estabalecimento, e para occorrer despeza que e apartas).
fica, destina-seos 5 "/ sobre os fiieeioftarios in- ( E p/rquo a commisaSo Iftmbrou-ae d tao infeliz
temos e extern >s da casa, e o saldo d 15:00\i5,'j Idea? Anda tor causa la maldita eeoooma, que
que pertencuao Gyranazio e est no Thesonro. I o du mde que a peraegue : l'arapoupiro alu
O Sr. Gomes P rente :Nio existe esse saldo ;;' guei dedoua contos- e tanto da casa em que fone-
o Gymnasio s Ja prejuis > provincia. eiona a E.a:ola Nirmal ; entretanto cousta-me que
Sr. Barao de Itapiasuma : Nunca ninguem entre a primeira e o dono deaae pr -dio ha u.-n coa
contestou isso pela impiGnaa.
OSr. Gomes Prente: Pois eu digo, qne. s
d prejuizo provincia.
lila outroa apartes).
O ,Sr. Regueira Costa: Pode V. Exc. contes-
tar ; mas a verdade que o reltoiid do Regador
do Gymnaai affirma ex:9teacia desse saldo na
importancia de 15:0004000.
E nessas coad4oi:a, Sr. Presidente, qnatodo a
ttasaasa aun aetaal nente a- provincia tem com
aquella casa monta a ridicula quantia de 30:000;
quando es*a quantu pode ser redunda ainda, e o
estabelecimento pole manter-se a sua casta, qae
a Ilustre cdmmUio "de fazenda entrale qae a
t'Mloo traase.se dafe asabat^om urna iusttaicao.
que honra, a prsvinoia de Pemainbuca, e que tem
por si a snucc/io do tempo e da -xperinca ?
Kealenlo wio sei cocoo um pernambucano ter
a coragem de. votar por una medida, desea orlem,
denunciando carencia completa de patriotismo, e
muito deaam ir a sua provincia. ( Muito bem,
apartes). .
' O Sr. Regueira Costa : Sim, n'aquella casa
commetteu-se abusos, teuha quem pode a coragem
necessaria para reprimir eses abusos (Apoiados;
taita bem; apartes).
Aiinittera'.B al|i cerno pensionistas da provin-
cia, filho* de homens rico> ?
Teuha tambera eata Assembla o civismo ne-
cessario para nao continuar a proceder desta ma-
neira. (Apirte*).
Na somo os i responsaveis, os culpados por
isso.
Mas, por que urna insttuicilo d lugar a ahusos
devemos acabar-cora ella, ou com os abuaoa?
(Ha diversos apartes).
OSr. Regueira Costa: Se alli cusa da
provincia ha filhoa, da ricos, ha tambem filhos de
pobres, d'aqu 'lies que derramaran) o eangue pela
sua patria, qu preataram relevantes servjcos a
ua provincia, e,ao seu paiz. (Apoiados). l
Como, pp's, vamos expoliar esees infelizcs dp
direito que adquirirn! sua educacao e iuatruc- aposntalas
trat>, que to cudo nao termina; e sendo a9aim i
pr iprietariu connnu ir a p-reeber o allugael, ein-
b ir -i a Esc la1 Normal nao' faaccioae no predio.
Un Sr: Depura!') coutrati acibi agora em
N ivembro ou Dezerabro.
O Sr. Regueira CostaNi posso explicara
razio, porque a illirstre omra asao de orttamento,
extinguindo o' internato d>i Gymnasio, e sil^pr -
miado muitaa cadeiraB do externara, julgou con-
veniente que .. provincia continoaaso a maa'er o'
estern'to. Desde que se snpprlme o internato,
nao ba mais relo para conservar o extrnalo.
O Sr. Jos MaraApoiado.
O Sr R-gueira Coata -Ohrternato daquelle es-
tabelecimento foi creado pir> os alumnos inter-
nos, quo nao podndo receber instruccil e edu-
caeo fra do estabelecimento, precisavatn que ai
casi Ihe* forneeesae ssa educacXo e instruc-
cao. ~'
Supprimido, porm, o internato, que razo de.
e tem mais o extrnate ?
Temos o 'o'legio das Artes, collegios particu
lares, que fornecerSo mocidade a instruccao de
que ella'carece.
L-rahrn, portanto, commissao que ella com-
plete a sua medida; acabe pela raiz com essa
inatiticao/que causa muito ciume s outraa pro-
vincias que nao a tem
Cm Sr. Depntado Oque setaria da casa?
O Sr. Audr Das Mandar-se-hia construir
alli una seis ou oito troncos. (Riso).
O Sr. Regueira CostaPor qualquer lado que
se enere o trabalbo da comraiss i, Sr. presidente,
ellenio escapa critica e censura, por maia
benevolencia que s procure ter. (Apartes (.
Qualquer um de seu* paragraphos envolv urna
iojuatica, sutfraga ura abuso, commulte ura atten-
tado., ^ Apoiados e nao apoiadws).
E assim que tendo supprimido algumas cadei-
ras dq GyrauasioPruvlnaial, a procurando a com-
miiso dar destino aos late destas cadeiras,
luinbrou-se de no arN 13 le eu oreamento conce-
der ao presidente da provincia a autorisaoao para
por-
que elle destecha golpes mort es em inattuiees,
que na pernambueanos devemos. todo o custo
m nter : porque elle desorganisao ensino publico;
e finalmente, porque, pelo preeonceito, prejuizo.
nao sei mes.-no como qul:liqne, pp'a mama ou su
pcrstiAo de ecoaomias, ataca se a classe re*pei-
favel dos funecioaarioa publico* de um modo des-
buraino e eruel, quanii se deveria cercal-a de to-
dos o* favores, e das maiores garantas, pois eila
dS3o merecedora. (Apoiados).
E aproveito a occasiao para dizer qu nao par-
tlbo desae odio, que agora moda votar-se ao p>-
bre funccionarfo publico.
O Sr. Jlo Alvos -N-> ha oiio.
O Sr. Regueira Costa Eu ooeo todo o mundo
lizer que o tuncciouars publico um parajita,
.ra ente intil e prejudicial.
Una voz -Nagnem dis iaso.
y) Sr. Regueira Costa--Eu anco con-taotemente
diasr-89 que o m*l do a (sao paiz o funccionalia-
,no publico; que todos oa brasileiro qu>rem sor
embregados pblicos.
O Sr. Coata Ribcirolito urna verdade.
O Sr. Rgueira Costa entretanto, Sr. presi-
1 Btai, r-ioguem imagina a somma de servicos que
presta essa clasas leapeitavsl; Diagonal leva em
Mata os sacrificios, a i.bnegacao e o p itriotismo
com o\x'. esaea bo-nens aervem cau9a publica.
A illintre commisao del fazenda no seu prurid
I.- t i*er economas a arraojar duhsiro, atirou-se
sem piedade sobre os pobres funecionarios publi-
oa, e entretanto eaqueceu se de tributar a classe
loa ricos, dos plutocratos desta ti^Vra, dos podero-
*is^ que eiifrorrhaios na su fortuna, zombam dos
infortunio* d* provincia, o especulara com elles.
O Sr. Joo Al ve* L nnbre urni m"dida contra
jsses potentados.
O ir. (aapir'de DrUraraondO imposto sobre
oa joaas das apolices.
O -^r. liegueN-a Costa0 imposto sobre os juros
d ia apolices. E bem possivel, que ea e os ineus
amigos apreaeutemos alguma cousa nease sentido;
e satn empero que V. Etc., que me honra com o
s iu aparte, e que ta severo se tem mostrado com
o t laceimalisioo publico, que j nio pie pagal
n lia impo-tos, juntar seus esforcoa ao* noasos
pira reagir cintra a riqueza que quer abngar-se
M le pira fugir ro d'Vi-r daotttribuica quando
t proviucia se e torce as garras da pnaria. Ea
cuino, que V. Exe. far eutao coro comnosco e nos
aj a lira nessa justa cruzada.
(Para o Sr. Joo Alves) V. Exc. aceita o impos-
posto de 10 >/. sobre as juro* das apolices ?
O Sr. Joo AlvesEu assia de momeut) uao
be po-so responder.
O Sr. R'gueira CostaMas V. Exe. j assignou
um* emend* neaae sentid >.
O Sr. Jos Alvos Eu creio que sim.
O Sr. Regueira CosaSr. presidente, qaando
f "1 aa as clasaea da nossa pociedade sao chamadas
ao sacrificio da ontribuico, preciso que nao es-
cape dease sacrificio aquelle* que pidem pigar.
Netse caso esta *s poasuidores das apolices, que
-ii i o* aegeutarios, os ncayos. que eatretanto uo
EMENDAS APE8E5JTADA8 NA 3" DISCSsXO, AO
PBOJECTO N. 43 DESTE ANNO (OBt;AMENTO
MUNICIPAL).
N. 415. Onde coaber: ao gabinete de leitura
de Goyanna seja concedido o auxilio de 500%
Julio de Barros.Soares de Amorim.
N. 416. Ao art. 87 : sejam contados os servico
dss escolas nocturnas estipendiadas, aa razio da
quarta parte, para percepcao da gratificado de
viste cinco annos.Julio de Barros.
N. 417. Onda couber: Accrescente-se o qa
eaativer a daver professora publie da 3 ca-
deira do sexo f-minino da fregueza de S. Prei
Pedro G ine.ales do Recife,. D. Prancelina Mau-
nns da Silva e Albuquerque desua g-atificao de
alais de 15 airaos a que fez jus. visto ter comple-
tado 15 anno* de effectivo exercicio desde 16 de
IJVzembro de 188S no dominio do regulamento de
7 de Abril de 1879 at 28 de Setembro de 1885
.: Ihe foi c inferid i a referid* giatificaci >.
Julio de Barros.
N. 418 A's diapoaices geraea : art. As cadei-
raa de instruccao primaria d cidade do Recife
serio claasifiuadaa por ordem numrica, separada-
mente por fr-guezias e sexos. O inspector geral
da Instruccao Hnbca dar cumprimento a'esta
disp isie dentro de frinta das da promulgaca
da presente le.Jalo dr Olveira.
\. 419. A' de n. 7S : Quando se tratar do em-
preatmo Santa Casa de Misericordia, em lugar
de 20 7, diga-ae 10 /. Ratis e Silva.
N. 420. Supprima-se o n. 3o da parte 2* da ta-
bolla dos imp>8tos.Jos Mana.
N 421. A's disposicea geraes. O beneficio das
loteras ordinarias da provincia ser de 7 / nos
p anos at o capita1 de 15:000* sendo a porcen-
tai respectivas cintas de 2 %, deducidas do referido
b-neficio, na firma do art. 62 da le n. 1,141 ; nos
planos cujo capital for de maia de 15 contos at
30, ser de 6 1/2 / sendo de 1 1/2* dita porcen-
tageo e nps de capital inferior a 30 contos ser
de 6 "/o, sendo a porceutagem de 1 /Costa Ri-
twiro.
N. 122, Ao artigo additvo n. 182, art. 2, onde
se diz de 10 / como a r?speito do plano ac-
tual, a ommaso do A'isinmt, diga-se : do
12 P/ a comm-ssio do ta<;3Cureiro.Gomes Pa-
rele.
N. 423. Substitutivo sub-emenda n 356 qne
ub-emeida a de n. 285. Pica concedida a todos
os arrematantes de dizimo de gado a isencao do
pagra"nto de qualquer, referente ao ultimo anno
do triennio do contracto a vencer-ee e auppnra*-
ae oa nom;3 da roesma Bub-emeuda.Dr. Pi-
tanga.
N. 424. A'sdisposicoes geraes. Fica em vigor
por mais dous annos, lavrando-se novo termo,
acto celebrado pe o Thesouro Provincial em 17 de
Setembro de 1880 e relativo ao que dispem os
arts. 68 e 70 do regulamento de 8 de N-ovembr*
de 1873.Rogoberto.
N. 42\ Additvo ao art. 2. Cmservacao ecus-
t io de laboratorio chyraieo e histolgico provin-
1 inclusive as despezas feta* no exercicio de
'
pagara o mnimo
taso justo ?
imposti. E' isso possivel? E'
cao? (Muito bem).
Como vamos atirar essas criancinhaa no meio
da ra, eli .a que alli estao abrigadas do3 horro-
res da miseria, do vicio e do crane por causa de
urna miseravel .economa, que nao tem explicacao?
(Muito bem e aparte).
Uto rsvela at craeldade. (Muito bem, apoa-
d*)
Pota ba economa que justifique urna medida
dessa ordem? (Apartia). ,
VozeMuito bem.
O Sr. Regueira CostaPois bem; se quermos
fazer i con una, acabemos eom tudo que intil
nesta trra: aeabem >s com as gorda* sinecuras
que por ah eristem ; mas nao; uso isso que se'
faz; atram-se ao meio da ra os pequeos, as'
enancas, p rque ellas, coitadas, nao podem prot.'S
tur e reagir contra a iniqaidade, e nao tm p ele-
rosos protectores,'qae ternera a saa defeza; c os
fortes e feliz s .fie.un abi' as gordas siueeuraa,
abrigados sob o manto da immunidade. Para ca-
tes uo acta a razo, da economa.
(Ttocam-ae muito.apartes).
JA dase e repito: aqueito orcamentariapara
mira ama queatc neutra e nao poltica, role
baver conservador to bom quanto eu ; porra,
melhor, permittam-uie que eu duvide. Ne;a ca-
sa tenho dado conataotemente provas de que,
qoaado se trata de qu's'o^ meramente pol'icas,
dos int-ress.' do mea part lo, eu me colloco sem-
pre na vanguarda, affc.Hitando o fogo dos meua
adversarios. (Apoiados, muito bem e apartes).
Ea sei que se tem procurade, como meio cieavas-
alar o pensamento, vontade e voto dos meua cor-
rtiigiin.rioa a este oreamento, oonsideral-o qma
questo poltica, eqj que. se d*ve c.r ou ficar ex-
cosamnogado; ras* eu nao aceito absolutamente
a queato nesse terreno.
Pode quem quizar dar-me patente de mo con-
servador ; ea vou pro*eg\iudo no meu cauinho,
dasprezasiJo. a murinuracojes a os despeitoj.
Nao contente, Sr. presidente, a commissao de
fazenda de extinguir o internato do Gymnasio,
upprimio era seu psojecto diversas cadeiras, que
alli se leccin im, dosorganieando completamente
j ensillo uaquede Btauelecimfcnto, sem compre-
hender que todas ess caduras sao neceasarias e
constituem um curso de educacao completo, e in
dispensavel a queu: quer aprender e instruirse.
Se fr votada a uppreaso desaas cadeiras, fica
computa neute mutilado o Gymnasio, e nio pode-
r mais alcaocar os Sus, qne teve em vista o seu
instituidor.
Veja, porm, a casa com que espirito de justioa
e eceuomi procedeu a nobre commissao de fa-
zenda.
Supprimio diver88.s cadeiras do Gymnasio, e
conaervou o addido dessas cadeiras !!
Isso parece incri vel, mas est no oreamento, srt.
2g 9.
Eta arjgo fere de frente pracpio da vitali-
ciedade, derroga a le i das a p sentador as, e en -
Volve urna inmensa injuatica (apoiados c apartes).
Ataca, de frente o principio da viteliceiade, por-
que os profesaorca do Gymnasio sajo vitalicios,' e
em tas* circuinstanciaa uo podem perder seus
lugares teno nos caaos deterrain idos em Ixi, uos
de iuip>yssi0ilidadu physica oa moral, g oitenca
condemnatoria, ele.
' A lei dis ao profesaor vitalicio : prestateis
concurso, e revelasteis as babilitacoes noceesaria*
para o magisterio publico ; tomai essa cadeira,
trabalba, ouaipri os voseos deveres, e vos afirmo
que nao a ihireis de voaso lugar eraquauto nao ti-
cardes impossibilitedo porum impedimento pbyai
co ou moral. O proicasor aaeita o lugar fiado nal
promesa e garant da lei; se tem alguma protis-
so, abandona-a ; se tem outros recursos, dei-
xa-os. Elle est certo de que a sua subsistencia
est garantida durante sua vida pelo contracto1!
que firmn c m a lei ; dorine tranquillo, sem pen-
sar as eventualidades do futuro ; mas um da a
lei lbe diz : vossa cadeira, que eu vos prom 'Mi
que seria vitalicia, ser suppriraida, porque eu te
nho a for^a por miin, e quero que essa yijuatica
se crasumma. Ide-vos, e procura i outro* ovios
de vid ., ou acetai eaaa migalha que eu vos duq.'
Isbo, Sr presidente, simplesm-rate urna mmo
ralidade. (Apoiados).
Ease artigo fere tamben a lei do entino publi-
co que regula as jubilacoes. O* professorba (
poileinsor jubila lo ou aposentados p ir inoapaci-
dade physica ou moral e depois de dez annos< de
servic>. Eutretsalo a commissao de fazendwau-
torisa o presidente a jubilar homens sadios, val
ds, em todo o vigor physico e moral ; cainda
mais sutorisa a jubaco antes do praso lega),
qae de dez annos.
(Trocam-se muios apartes).
O Sr- Regueira Cesta Man o absurdo vai
alm : sendo os venetuentos dos jubilados corre-
poudentes ao tempo de servico, e tendo oa profes-
sores cujas cadeiras vas ser supprimidas, apenas
done ou .tres annos d>- exerciaic-, ou elles nao por-
cebero vencimento algnm, porque a lei s d o
direito ao* veneimoutue depois de dez annos, or
percebero o* que correepouderem a esses dous
ou tres annos de servico, o qne quer dizer urna
miseravel migalha de alguna mil reis.
j^Ems jubilacio, pois, nao significa mais do que
urna deinisso disfarcada, iuiqua, e tanto mais M
valtante, quanto pela le o* profeasores jubilados
do Gymnasio esto inhibidos de exercer qualquer
outro eaigo publico, ainda mesmo interina-
mente. ,
Um Sr. DeputadoComo esto inhibidas ?
O Sr. Regueira Costa Pelo regulamente da 6
de Fevereiro, que rege a especie, esto elle pro-
hibidos de exercer qualquer outro cargo publico
urna vez jubilados.,
Eu. ac, Sr. presidente, que a riqueza habita pa-
lacios sumptuosos, dorme sob tectos dourados e
em coebins macios; passeia em trena faustosos,
salpicand a face do povo com a lama de suas ro-
das ; aspira o ambiente perfumado e tepido' da
felioidade; i cerca-se de todos os comandos; que
a seus p* de ouro muita* veses cabem a honra,
oa bros, as virtudes, a dignidade; mas o que ea
nao sabia era qu* a riqueza se juigaaae com di-
reito a ter um altar no sanctuario da l"i; a ser
ah adorada e rosar dos privilegios das divin-
dades
(Muito bem.)
Emquanto que todas as classes de nossa socie-
dade pagan impostes, a dos ricos nao paga.
(Ha diversos apartes.)
A Ilustre commissao de oreamento tocou re-
bate geral; cbamou a postos tedas as classea con-
tri bolate*.
Desfilou ante ella a agricultura, e a commissao.
dsse-lhe : estaca s portas da morte, rec nbeco ;
luctaea com a deficiencia de braco* e capitaes,
com a inconstancia das estacos, com a compe-
tencia de nossos productos nos mercados estrau-
geiroa, com a baixa de seus precoa, com mil ou-
tnig emh..r.acos ; todo isso verdade ; mas teude
paciencia; a aituacao da provincia exige que se-
jaes tribtala cora pesadas iraposicoes ; e a agri-
cultura abaixou a fronte e resignou-se.
Tocou de novo o tambor, e deafilon o comtner-
eio, e a commissao diese Ihe : estaes tambem mo-
rioando, eu ser disto; o campo de vossas transac-
coes cada vez seiQncurta mais ; a miseria da agr
cultura reflete sobre va; gomis sobro peso de;
enormes impoatos ; mas tende paciencia; o estado.
d* pro' incia urge qe scadgmente ainda ms essesi
imposto* ; e o commercio curvou a fronte, e re-
signou-se.
(Muito bem.)
Tocou de novo o tantb ir e vieram as artes e in-
dustrias, e a commissao disse-lbe* ; preciases -dr
todo o alent e proteceo para floreseerdes entre
na; mas nao se vos pode dar easa alent e nem:
protecco : vivei como pud. rdes, mas pagae im-
postes, porque assim o exige a salvaco da pro>-
viacia.
(Muito bem.) /
Tie-ou ainda -o tambor, e desfilou ante a com
raisso o funecionalismo publico e ella diese-Ihe:
tendea pingues ordenados e preciso impor-vos
tributos pesados; gosaes d* gratificacoes, que sao
a recompensa d< vossoa bous srvic, preciso
acabar com ellas ; tendes muitos lugares, pre-
ciso suppriml-os ; os vosso* vencimentos sao ex-j
cessivOs, prociao reduzl-os; tudo isso porque a
salvaco da provincia exige de vos esse sacri-
ficio.
(Muito bem.)
T .cio emfim ura ultimo rufo ds'tambor, e des-
fidram os soldados de polica ante a cdmraiBs'>, e
ella disse Ihe* : tendes um miseravel salarlo pelo*
bons servico que prestaes a causa publica, mas
eu preciso tirar da vossa minjuaJa diaria cem
ris para salvar as financia da provincia)
(Muito bm.)
Mas, emquanto que a commissao chamou ao de
ver da eontribuico todas as classes em nome do
estado precario do thesouro publico, eaquec-u-ae
daquella que poda pagar sem sacrificios, e que
na i pode e nem Heve exbiafir-ae do sagrada 'dever
de acudir aos apuros do thesouro.
(Muito bem. Apartes.)
J que a commissao se esqueceu, eu Ihe lembro
qne nao deixe no olvido nem cerque com o manto
da iramunidade os posauidores de apolices, que po-
dem ser tributados sem nenhum saendeio.
(Apoiados e ap irles.)
Be a commissao aceitar a miaba ndcacao mos-
trar que a sua jas tica nao t-sa dous pesos e duas
medidas, urna para pesar o fraco, e outra pata pe-'
sar o torta.
(Ha diversos apartes.)
0 Sr. RegiMra CostaEu por ora nada farei,
mas espero que a ilustre commissao faca alguma
cousa n'esse sentido.
(Apartes).
. Vou concluir, Sr. presidente, acho-me bastante
caneado, ej cansei por demais a attencaoe a be-
nevolencia desta caa. .
1 Muitos nao apoiados.)
Lavrei o meu protesto como pernambacanu con-
tra esse oreamento que en entendo ser om grande
mal que se faz a minia provincia. Julgo ter cura-
prido o meu dever, e fioo tranquillo eom minha
consciencia, ainda qns possa inoorrer n* desagrado
de meua correligionario.
VoseaMuito bem I Muito bem!
(O orador felicitado por mo'os Srs. depu
tados )
1884 a 1885, 1:500*.Ratis e Silva.
N. 426. Ao | 23; era vez de-superiores a 200
diga-e.! aupenore a um onto de ris.Costa
Ribeiro.
N. 427. Dous contos de ris por lotera de ou-
traa provincias que forem rxpostaa venda em
casas, agencias ou avulsa*. sb pena de perda to-
tal de bilhetes e 30 dias de prisSo.Jos Ma-
ra.
N. 428. Art. additvo. Auxilio a um medico em
cada comarca, a principiar pelas localidades mais
longmquas, para tratar os presos pobres da co-
mircae auxil.ar a jostica publica 13500 aa-
nuaes Dr. Costa GomesJos Maria.
N. 429. Oude couber. E mais 1:3605821 a D.
Mara Albina de Oliveira Costa, profassora do Bar-
ro Vermelho, de oeus vencimento a contar de 1
de Desembro de 188 a 1 de Janho de 1883 e de
10 de Margo de 1885 a 20 de Setembro do mes-
mo anuo.Gomes P.rente.
N. 430. Podero ser dadas, em pagamento, aos
credorea da provincia ap dices de emprestimo ou-
torgado pelo lei n. 1S6S do correte anno.G.
de Drummood.
X 4'l. Ad-Jitivo s diapoaiccea geraes. Fica
em vigor o art. 8. da le n. 1597 de 28 d Ju-
nho de 1881.Ratis e Silva. Kogoberto.Luiz
de Andrala. Joo Alve*Constantino a a Al-
buquerque.
N. 432 Se pa sar a emenda n. 434, conceda
se igual favor a professora de Itapissuma, D. An-
nunciada de Mello Montenegro Ratis e Silva.
N. 431. Fica transferida a cadeira de iostruc-
oio publici primaria do O.ho d'Agua da Onca
para a ra da Estaco da cidade da Eacada.Ra-
tis e Silva.
N. 431. Subemenda de n. 357. Em lagar de
5:000*000, diga-se 10:000*000. Ratis e Silva.
N. 435. Se passar a emenda n. 323, fique sab
stituido o imposto sobre agurdente que ser co-
brado cm todos os municipios da provincia.Go-
mes Prente.
N. 436. Additvo.Art. Das loteras que tive-
rem de correr no exercicio desta le, 15 pertence-
ro aos estabeleomento* pos da Santa Casa de
Misericordia as quaes correro alternadamente
com as seguintes, conforme a ordem da sna nu-
mcraco.
1. Urna parte para as obras da matriz de Ca-
brob.
2. Dita para a matriz d* Glora.
3. Dita para a igreja de S. Pedro.
4. Dita para a casa de caridade de Caraira.
5. Dita para a matriz de Una do Rio Por-
moBo.
6. Dita para a capaila de Pao Ferro em Aguas
Bellas.
7. Dita para a matriz de Itamb.
8. Dita para a matriz de Saut'Anna de Vicen-
ci*.
9. Dita para a matriz de S. S. da Boa Vista.
10. Dita para a matriz de Leopoldina.
11. Dita para a irmandade das almas da Boa-
Vista.
12. Dita para a igreja do Guadalupe em dia-
da.
13. Ditapara a matriz de Qsipap.
14. Dita para a matriz de Jaboato.
15. Dita para a matriz de Corrantes.
16. Dita para a igreja de Nossa Senhora do O
de Ipojuca.
17. Dita para o club litterario deCaruar.
18. Dita para a matriz de Agua Preta.
19. Dita para a matriz da Victoria.
i 20 Dita para a casa de caridade de Bezerros.
21. Dita para o recolbimento da Gloria.
22. Dita para a capel I a de Catende.
23. Pita para a capella de Casa Forte.
24. Dita para a matriz de Iiamb.
25. Dita para a igreja de S. Goncalo da Ita-
pissuma.
26. Dita para a igreja dos Mar "y ros de G"ya-
na.i
27. Dita para-a matriz de Ga anbuns.
28. Dita para a igreja da Estancia.
28. Dita para a igreja di Carmo de Olinda.
30. Dita para a matriz ds Vicenca.
31. Dita para a matriz de Granito.
82 Dita para igreja que se est construind*
em Anglicas.
i 33. Dita,a Propagadora do Instruccao Publica
da Boa-Vista.
34. Dita paia a contraria da S. S. Trindade
no convento de S. Francia so.
35. Dita para a matriz de S. Sebastio do Bo-
nito .
36. Dita para a matriz de SernhSem.
37. Dita para a matriz do Corpo Santo.
88. Dita para S. Pantaleo do Montelro.
3*. Dita para a matriz de Granito.
40. Dita para a matriz de lambe.
41. Dita para a igreja do Peres da fregus
de Afogados.
42 Dita para as obras da igreja de Santa Ri-
ta de'Caseta.
44. Dita para Nossa Senhora da Graca da C*-
punga.
44. Dita pata a matriz de Muribeca.
45. Dita para a igreja do Senhor Bom Jess d*
Bom Fim, de Olinda.
46 Dita para S. Goncalo de Ouricury.
47. Dita para a matriz de Itamb.
48.- Dita para Nossa Senhor do Rosario de Pi
d'Alho.
49. Dita par* a igreja do RecothitnentD da So-
ledade.
501 Dita pra a igreja de S. Josa de Podra Ta-
pada.
51 Dita para a igreja de Nossa Senhora do Ro-
sario da Vstzee.
54. Dita para a igreja dos Milagrea, em Olinda.
53. Dita pata a capella do Jupy, em Csnbs-
tinho.
54.' Dita para a matriz de Aguas Bellas.
55. Dita para a matriz de Timbaba.
56. Dita para a matriz de Tejucupapo.



I liGMl |



Diado de PctnattibicoSabbado 19 de Junho de i6
I


-.-
57. Dita para a igreja da Ordem Tereeira de &
Francisco, en Oliuda.
58. D ta para-'a bibliotheca de Olinda.
59. Dita par a igreja de H. Benedito, em Quiu
pap.
60. Dita para a igrja da Pedr*.
1. Dila para a greja do Monte, da Cha de
Estevao. W
62. Dita para a igreja de S. Jozquim de Cara-
pot*.
03. Dita para a igreja de S, Gonzalo da Boa-
Vista.
64. Dita para a matriz de Itarab.
65. Dita para o Clab LitOcrario de Barreiro.
Gomes Prente.Coelho de Moraes. Const.tntini
de Albuqucrqua. %*
N. 487. -uoititu.m-se as emeudas na. 213, 235.
237, 254, 315 385 o 396, pela seguinte:
Art. }.' O Banjo de Crdito lieai de Pernam-
buco fiea sent do pagamento de qualquer impos-
to provincial ou municipal, csraprehendeudo a
acucio o exercieio di 1885 a 1886.
Art. i" As herancas, legados e doacoasquanJo
consistentes, no todo ou eui ptrte, em accoes ou
letras hypothcc i ras do Banco, acara, quanto
estes valores, laefttoi do respectivo imposto.
Art. 3." la letras hypothecariaa do Banco aerao
aceitas como garanta de angas prestadas nos
coutratjs cora a provincia, obrigado o contratante
a reforear proporcional mate ditas Sancas se por-
veutura as ljtras soSVerera dimiuuicao do valor
porqae forain recebidas.
Art. 4." Os favores da presente lei nao seriio
considerados un privilegio, n-m prejudicaro os
que forain garantidos pela lei n. 1,789 e respecti-
vas instruc;es de 27 de Outubro de 1883.
Art- 5.* O banco gosar destes favores :
Io Sempre que, em virtude do art. 29 ata)
dos seus estatutos, recebendo do mutuario ou de-
duziudo do capital mutuado, no acto do einpres-
timo a annuidade respectiva ao tempo qj decorre
desde a data do contrato at ao fim do semestre
em qu o mesmo contrato se fizer ; companse aos
mutuarios os juros de 7 /, ao auno, desse mesmo
tempo a decorrer, urna vez que pelos arta. 24 e 45
4* dos estatutos do Banco, os omprestimos
______
Para melhor regularisar o nao preeuchimanto
dtessas cadeiras ubervar-se ha o disposto nos arts.
44, 45, 46 e 47 do citado lleg.Reg Barras.
N. 457. Onde oonvier-0 presidente ia provin-
cia fies autorisado a comprar a Vicente Bertboline
na cidade da Escada, um predio proprio para ca-
deia desea mesma cidade despeudendo at 10:JOO0.
Joan Ai ves.
_ N. 458. Se passar a emenda que autorisa o pru-
sidrnte a noraear proteasores, acereaecente-se e o
professor cuntractado Manoel de Siqueira Passos
Sobrinho, e a profcssoii contra :tad. D. Esthor
Correia Crespo.Regneira Costa.
Nf459. A disposicSo do art. 50 da lei 1860 do
anuo passado, applicavl ao monitor doGrym-
nasio Peruambucano que contar mais de 8 anuos
de eztfectivo ezercicio naquelle estabeleciment.
Regueira Costa.
N. 460. O restante do capital das loteras con-
cedidas em favor do fundo de emancipaeo pela
lei n. 1832, e o restante das concedidas em favor
da Colonia Isabel pela lei n. 1842, sero reunidos
em um para serera eztrahidas loteras, ou par-
tes, cojo beneficio reverter em favor da Santa
Casa de Misericordia do Recife, sendo esta obriga-
da a eutregar inetade deste beneficio Colonia
Isabel para educacJo dos ingenuos.
O thesoureiro das mencionadas loteras formu-
lar os planos de accordo Com o 19 da lei u.
1860, respeitando a legislado em vigor, podendo
contemplar em ditos panos a porceutngem de 5
0(0 para os cambistas, devendo entretanto, remet-
ter copia dos planos ao presidente da provincia e
a Tbcsouro.
O beneficio da lotera de tres sorteioa ser divi-
dido em partes iruae, en're a Santa Casa de Mi-
sericordia do Recife e a edu^aco de ingenuos da
Colonia Isabel.
O thesoureiro, de sna porcentagt-ui, ser obri-
gado a recolher, par trimestre, emquauto durar o
cap'ral, ao Thesouro Provincial, para ser entre-
gue Cninraissao R-Jeraptora dos Captivos, igual
quantia que produzir o beneficio provincial de
todas as lot-nas extrahidas em favor do tundo de
emi:ucpa.,So.
A pr-staco de cenias de que trata o art. 8" do
ato ordinario ou extraordinario. Gaspar
Drummond.
91'. Sub-emenda de n. 126. Em vez de
W'.OOS para compra de urna-casa que sirva de
eadria na cidada de Jab-iutajliga-se......
18:0004 para acquisicao de um aditicio proprio
para cadeia e i>hc> municipal u'aqutlla cidade.
Snphronio PortallU.
N. 482. Additivo s disposico.'s geraes. Du-
rante o presente ezercicio fiuauceiro o presidente
da provincia poder suspender o provimento das
cadeiras de imtracco primaria, que vagaren),
nomtauto qu; as friiguecias da capital e em Olin-
da nao exceda de urna terca parte, as demais c-
dades (cando urna cadeira do cada sexo e nos po-
voadus, fican lo urna cadeira do sexo f .'inimuj que
ser convertida em mixta.Gaspar Drummond.
P. 483. Su passar a emenda que autorisa o pre-
sidente a reformar a uistruccau publica, aecres-
cente-so :As cadeiras de iustrucclu secundaria,
que vagarem, seriio suppri midas ou prvidas pelos
lentes d'aquellas que o presidente julgar desne-
cessarias, aupprimidas estas.Barros Barreto J-
nior.
HviSTA DIARIA
longos praso -io fetos em letras hypothecarii.s rcguUmento le 13 ao par e estas s ventera juros a partir do 8->me.- pl,, quando o capital fr maior de duzentos con-
tre aeguiute qnclle cm que se tiver feito a emia
silo.'
2. Sempre que facultar para os emprestimos a
longos prazos o tempo de dez a trinta annoi, mi
niino e mximo fizado pela lei n. 1,237 ae 4 de
Setembro de 18C4, decreto n. 3,471 de 3 de Junho
de 1865 e pelos estatutos do mesmo Banco art. 25.
Art. 6." Ficam revogadas as dispOfieoeaem con-
trario.Ferreira Jacobina.G. de Drummond.
Barros Barreto Jnior. Visconde de Tabatinga.
X. 438. Se passar a emenda que autorisa o pre-
sidente a nomear profeator, accrescente-sue
Jos Duarte Calisto.Jacobina.Jos Mara Ma
ria.
N. 439. Substitutivo ao 9 do art. 1".Profea-
sores inclusive o add.do, na forma da tabella in-
neza lei n. 1,497, e le n. 1,525, supprimidas as
cadeiras de fileosSo, italiano, seiencias natura, s
e de instruceaj primaria, c os lugares d prepa-
rador da cade-ira Jr seiencias natura*, de profes-
sor de desenho, de oausiua e de gyinuaatica.
Coelho de Moraes.
N. 440. Se passar a emenda que autorisa a no-
mtMQ&O de profiNMres, tocreaenrt&'M: E Jos
Antonio de Miranda.Jos Mara.
N. 441 Em n la i itiva a disposicoes geraea.
Art.As lioeucas eoucedid.is sero aimplesmeat
com ordeuado.G. Prente
N. 442. A' professora publica de Goyanna D.
Mara Cavalcan e de Albuqucrqu quando ton ha
de jubilar a-, seriio contadas c>mo de i-Sectivo
ezercicio 8saaztt Je lictnrja qua Ihe forain conce-
duli s smpre per m tivo juotificado durante SO
annos que tem i zercilo o magisterio.Costa Ri-
beiro.
N. 443. Sub erprnda de n. 367Se tor appro
vada a emeuJa n. 3G7, aecreacinte se: igual fa-
vot *j.i conee.di aos emprugados do Consulado
Provincial que for-'in aposentados com a reforma
a nesma repartica".Rogoberto. Lourenco de
SA.Jo) ArV
N. 444. Se passar a emenda n. 386, que auto-
risa p sidi-ure a nomear prefesaores, aecrercen-
te se: e a todoa que o requererein.R-go Barros.
N. 445. A' em- ida n. 413Igual favor ..
estlvcrem em idiniicas e-retUBstancias Re_-.
B.i
S. 44G. Ao 61 do art. 2oSuppriina-sc nes;
ernen-ia as palavras8 do art. 2 da lei a. 771, fi
cando em vigor as gratificaces, qne s. concede
aos escriva': e ofHciaes da fazenda.ti. Jm Drain-
raond.
N 447. Onde coubcrAugmentvse a verba do
rt 2* 35 com 400 G. de Drummoud.Luiz
de Ai>dri'da.
N.-US. A' ein-i.dan. 245 aecrescimt*! se, de-
pj8 da palavra, rrvilfgJ > nomo de Joo Au
gaisco A vare.-, de CiriM.lki.Juae Al ves.
N. 44:i. Substitutiva a > $ j de art. 2Se t'or
restan- ecido o 46 do art. 1 subsntua se o J 25
do art. peto 27 do att. 1- da lei n. 1,860 e BO-
jam snpprimadaa as emendas (ue contrariam o
pens:Hneutn do rifriJo g 27 de Drummond.
N 150. Artigo adJitivo s disposicoes geraes
O oleSito da pt-naao de aposenttdoria do chefe de
eceSs do da i.'unbi, beri feito sobro o orJeaado e diaa ter-
- da porceotagem, relativa ao oz-reieio
de 1731 a 1885 pro,iorci-ualineute ao tempo de
seiv'-c" pelo mesmo pYrstado.Vigario Angosto
Rra knRatia e Silva.
N. 451. Ao l 1") d .irr. f acor'ir-mte-se Onaia
7_ | < a i respectiva diaria de outro s.-rventc.
G de Dcommood.
N. 452. B'j pasaar a emenda h.-356accr ?-
eentO se depois de Augusto Octavi.-tno de Souza
e Dario Joe Peixotoo mais eoaaq esti. -Vigario
Aagaato Frankiin.Gomes Parate.
N. 4o3. Fi.-ao presidente da proviocia aurori
sado a conceder a Antouio da Coeta*Sonza Ma-
duro, amanuense das Obras Publicas, umanno de
lie ih;a p ira tratar de siia anuile com ordenado. -
i o Augusto.Gomes Prente.
N. ,454. O presidente ia prvviueia reformar o
Consulado Pruvini'al, convertendo-o em una mesa
de rendas, que constituir urna secc'lo do Thesou-
ro "Vovnci*!,. cmn o numero de ou.pre^aij ts-
trictamente necessanos.
Os empregados do Consulado, qua tivem mal?
de lOanaos de-ervicos,poderjo s-r aptuentado
e os d' mais deverao s-r de pr-ferer.cia nomaadoa
para hb v$ga* que se fon-n. datvki n>.s sepaif
proviuciaes. -Brros Uarreto Jnior.Luiz de
Andrada. Reg Barros.
N. 455 Substituam-8eos-art8.>, & a 7 :
Artigo: Fiea o pr.sidente da provincia autu i
sado -. rever as dtaposii;3 parque,ae regae -n -
si:. pjohc :
1 Conf-ccionando n v r gularaeafo para a
Ea'cli Xonta AO JnBiia*d lafh retribuir o
en 'no dai materias ;
2" Reorganizando o Gymnsi.i Provncial do
modo'que 'he parecer msia eotivenitmte, p.) i
aupptiiB'r di aHuUsaWj os logar:a que forem ds-
P'T8'
% %' I>oa alumnos pensionistas da provincia,
beui como dos infernos actualmente mantidos pelo
e-t ibel cimento continuara-) a reeebet educ
err n> ao l-iyintia^i > einente os driqac ti
62 do regulara nr de l'.i !e Abril oe 1876, ob.-ier
a s gninte or leni :
1 Os filos dos volitntur/os da futra.
2" 3 Oija se bouveretn di tiognM pela u.
exce iclligeiicia e npplicc>o ai* aulas,
se-.. as coadcg
art. ." i regulara uto.
^ 4" E-tes xtua (o mautidos CI
es' un.tiinjute, e s por ventura o eeu estado li-
na.'i'- iro alo > o rmttir, cusa d./s cofres prt*-
vin pr >idente da prov.
abrir hj uecesdario cr&i;
% C. Com relacao instruccao primaria o presi
dflB'e la provincia p.der trmit as caleiras qit-
ae ti/., r ni pieci!*, suppnmir aqueiWs que nao li
ver-.i a true-lertere leg.il o tran.-f-i-ir aaqueeoB-
vi : r o eoll ti I os oi.de psasam Mr inaior f e
quen-
gori
do -
alu-
im ia v-ai athe-
i ifesa-ireg contratados
rev ido u
r a cliHtSeid H'i'ftn (art, 117
d de,1829) quaial) ac
i gnoie un gmeuOw Je
i- i.ile --* ii i .
- sino d*riuovo I
orimiria. Gonafaii'a-i
ri'jjii/iiuieuiw inatruei .o
o *e prameheraoas.va^ceqaei' de-
i irw dit inatrueca' prnanri
tra a .t o aumeeo t-tt) *t e 1 at ouume
ro "Sfr.
Quando a vagaJordaeBcelaide aazo naBcoiino
de Ia entrela obaefvar ae-ha o diapoatono art.
. Bag. de 6 de ?etweir*de I.
tos.
Continuara em figor as demais disposic.'s das
Icis suoracit.tdaa e regulameutoa respectivos.
Jos Mara
N. 461. Additivo s disposicoes geraes. Ficam
transferidas as s-'guntes cadeiras do sezo maacu -
lino: a 2* do Rio Formoao para o lugar denomi-
nado Coclhos, neata cidade, a d Tabatinga, em
Iguarasa, para o Chacn, na freguezia do Poco, c
a da Estrada de Frechciras, em Guyanna, para a
ra da SoledaJe ni ineamu cidade, sem prejuizo
dos actuaes profeta ores, que ontiuuarao a perce-
ber os m-'Rinos vencimeutos qne ora percebem.
Julio de Barros.Juveueio Mariz.
N. 462. SuB-emtiida de n. 422. Estenda-6e
a mesma caueessao ao thesoureiro d? lotera para
a emancipaco dos escravos e Colonia Isabel.Jo-
s Maria.
N. 463. Sub-emeoda da n. 439. Supprima-
ae r. palavraAllcmo.Jos Maria.
N. 464. Sub-emenda de u. 461. So papsar a
emenda que manda remover prfessores ou trans-
ferir cadeiras, accreaceute se : igual favor ao pro
baaor Jote Luiz de Franca Torres, do Encana-
meuto. pan a fr-guezia da Boa-Vista deata cida-
de.Jos Mana.
X. 465. Ao quadro daa loteras:
Depois do n. 20 diga-so : urna par'e para con-
cert do tectj da greja de Nossa Senhora da Sa-
de do Poc i da Panella.Jos Maria.
N. 466. Ementa ao quadro das loteriae :
Depois do n. 30 diga se: urna para s obras da
igreja de Nossa Sriihora da Sade do Fojo da1
Panella.Jos Maria.
N. 467. Se aaaaar a menda que autorisa o pre-
sidente da provincia a reformar a instruccao pu-
blica :
RSo poder remove professor algum para dis-
tancia superior a seis kilmetros. -Jos Maria.
X 463. Ao quadro das loteras :
Depuia do n. 17 digu-se urna para matriz de
i--3.
Depois do n. 24 diga-ie urna para a matriz de
Peaqueii u
I) i lis do n. 40diga-se urna para a matriz de
P o;i s.
Dep do o. 14 <1 g*-seuma para a matriz do
S. Jos do Egypl i.
Depoia do u 34 diga-se urna pira a matriz de
Affogxdos de Inoazeira.Dr. Pitanga.
N. 469. Subetitua-S" a lotera do n. 17 por lote-
'ia para a igreja de Cimbres, a do n. -4 por lote-
ra para a matriz de Pesqu-ira, a de n. 40 por lo-
tera para a matriz le Florea. -Dr. Pitanga.
N. 70. Cinprehonda-se no quadro das loterias
que .levem correr dentro do ezercicio nma parte
da lotera em favor das obras da igreja de Sauta
Cruz desta CidhdP, a carg-i da irmandade de Santa
Auna entre os ns. 12 e 13.Coala Ribeiro.
N. 471. I)ep>is do n. 11 no quadro das loteras,
aceres:-eiite-sc urna para a matriz de Taquaretin-
{?*
Depois do n 20 aecreaceate nma para a matriz
de i igtfai ira.
Depoia do n. 50, una para a matriz de Trium-
iho.Dr. Pitanga.J_ao Alves.
N. 472. Se paaaw a emenda que autorisa a no-
meai.jj de proteeBorAa, igual favor ao clrigo Ma
Jim'iii Ferreira de Souza.Pairo Julio.Jos
Maila
X. 473. Na arrecadticao a que se proceder por
meio de guas ezpedidas pela aeccSo do Contencio-
so do Thesouro Provincial, ter o procurador fia-
eal 2 /o. aen s r para esse effeito alterada a ta-
bella un art. 8 da !ei n. 1470 de Junho de 1879.
S. li.Luiz de An Irada.
N. 174. C nte se na jubilacSo dos profesaores
Francisco da Silva Miranda e D. Francelina For-
jaz de Lacei da, como de .ffsetivo ezercicio, o tem-
po '.corrido da nomeaco ai a data da jubila
cao.Jos Mana.
N. 475. Emenda additiva a disposicoes ge-
raes do ore amento. Pelo emprestirao autorisado
pagar-ae-ha actual proteisora da 6a cadeira mixta
aatreg'iezia da Boa-Vi8ta desta cidade, aimport la-
cia df l.600. relativa a doua on.ioa de aula oe-
tura de 1S84 1885 e 1885a 1886, por ella regi-
da, urna vez que prve que durante esses doua
m tem fimccionado a respectiva aula.Joo
AlvesJ^-s Maria.Constantino-de Aibuquer-
que.
N. 476. Substitua-sc o 56 peo seguin'e.
6 */ K'ldieionnes todas as imposivoes, eujo pro
ducto oer applicado na rasao de urna 6' parte
Colonia Isabel, de quatro seztas partes como au-
xilio aos estabeleci meutoa a Cargo da Santa Casa
de Misericordia, ficaiido urna 6" parte deposita-I^
nos cofres provioeiael paraos auzilios constantes
do 49 a 60, otajireaendeudo :: JOOI para a c >n
cluso das nbraa Ma matriz, 1:000 para as do
e invento e 1:000j para as da capella de Nossa
Senhora Mi doa hemens em Serinhaem.
N. 477, Adi.if.ivo s disposc.o-"S geraes. Fie.
o pr-sfd-orc da provincia autorisado a jubila! D'.
Sophla (jruilbermiua de MeraM -Mello, actual pro-
ra da aula pr..tca, ann.x* Escola or nal,
e epatando o ordenado pelo modo eMabelMfdD na
l<'i n. 1">2, iirr. 1", e a gratificaejo orrespon
Ce ai tempo de ezercicio.
; i : r vi r ;. vaga, que ser pn-eochida den-
tro do ex- rcicio tinaucciro, o presidente pomtutrti
roo r i ref. rida aula, in lep .deatemente de
uoiicurs qo.. lauer pr-fess ira d-' 2* ou 3a entran-
ci ; eointanto*qoe seja titula la pela Escola Normal
o hija obtiil \ p :1o menos, em dona annos de curso,
n distiuce". P. G. de R.itis p
Vctor.Joo Alves.l/tht de
rada. Rid 'ort >.Ferreira Velloso.
N. ^78 ooer. 0 carteiro >tplP. c lia-
bora no i'xpoUicuro tb'gon'i Vontagens de 31 offiei.il.Jos Mana.
N. 479. Artigo irddhivo. OflVre'; n a
o ji ojecto n. 9 d'es'e auno.Hereulaco Ban-
deira.
O prejecto de que traa esta emenda o se-
* :
A AsiTribla Legislativa Provincial de Per-
. artigo uoieo. O assacar pro-luz'do p'lis fabri-
cas ceotraea d' U a le iH 1860 de tf
de Ag-e-to de 18S5 u&o gosar de unci de ra-
u n.
.'~ mmr*vgmdin -a dieposicoea em c mtra
". S .Wdnae^ia*, 26 de Marco, de 186.-Bar- ,
Ms B.rreto Jucior. liego Barr
oes raes
O't tab
Asiaeinbla Provincial Fuuccionou
hontcm, sob a presidencia do Ezm. Sr. Dr. Jos
Manoel de Barros Wauderley, teudo comparecido
31 Sra. deputados.
Foi lida e approvada, sem debate, a acta da
sesso antecedente.
O Sr. Io avcrutario procedeu leitora do se-
guinte ex, edicnte :
Um officio de secretario do governo, remetiendo
urna intormacao em original, do Thesouro Provin-
cial, acerca do crdito de 3/180, relativo pa>>sa-
gens concedidas na estrada de ferro do Recife ao
Limocro. A' commissao de orcamento provin-
ca).
Outro do mesmo, i.lera, idem, acerca do crdito
do 257/480, relativo passagens no prolo:igam-u
to da estrada de ferro do Recife ao S. Francisco e
do Recife Caruata.A'commissao doorcaiaeuto
provincial.
Outro d* mesmo, pedindo que se marque a ver-
ba de 32:747/379, quantia q i.; foi oreada pela
Repartico das Obras Publicas, para os reparos
urgentes da Casa de Doteuco.A' commissao do
orcamento provincial.
Urna petico jo capitao Joaquim Ramos da,Sil-
va Moreira, 2o tabeilio e escrivo do civel de Ja-
boo, requerondo um anno de licenca para tra-
tar de sua sade. A' commissao de poticoea.
Outra da directora do Gabinete Por:uguez de
Leitura, req lerendo isenclo de todos os impostos
provine: es e inuiiicip tea para um terreuo ou pr -
dio em cujo slo passa ser levantado um edificio
que sirva para a bibliotheca, bem como dos impos-
tos e dreitos de tranamiaso do propriedado quo
estivtr' sujuito o terreno ou predio que tor com-
prado para tal fim.A'commss > de orcameut*
pruviueial.
Outra de Poinpcu Cantarolly, professor contra
tado de Botlil-m, reclamando contra a reduccio
dos seus veiieiraontoB desde 6 de Fevereiro do
1885.A' commissao do legislacao.
Adiou-so de novo pela hora adiscuaao do re-
querimento do St. Joiio de Oliveira sobre a 2* sec
ac- aandtiieaMi venciment >s di empr gadea publ
deaoa-9e dos 10'",, sobre os \
t'uuceoitanoa pblicos 5 <*/ para constituir o fondo
do tWntiV'iu dVarreapectivos ftuiceionario, sendo
a Iludida quantia dwpoaftaas oo Thetottro Pro-
viucial, nao podendo ser desviada para outroatins
em ana appKcHCio, nem mearoo para occorrer &
cao do Cousulaij Provincial, orando o Sr. Jos
.Mana.
Passou-se Ia parte da orden do da.
Encerrou-se, depois de orarcm os Sis. Ferreira
Jacobina u Joo Alves, e a requermento deste Sr.
Depntado, a 3a discutao do projecto a. 48 d
anao (ore,-amento provincial), sendo apoiadas di-
vrrsas emendas, fleaudo prejudicadoa doua reque-
rimenios de adiameuto. e bavendo a hora sido pr>-
rog.da at o fim Ja sessao a pedido do Sr. Ratis
e Silva.
Duizou de proceder-se vota^o, a pedido do
r. Barros Barreto Jnior.
Passou-se 2a parte da ordem do da :
Eneerrou se a 3'discusaao do projecto n. 54
deste anno (orcamento municipal), nao e votando
por falta de numero, um requermento do adla-
mento.
AdHU-se a 2a discusaao doi projecto n. 33 deafH
anuo.
A ordem do dia : 1* e 2a partes : continuacao
da antecdeme.
Boeda fal<; -A Provincia foi injusta, no
-er. numero de hoiitein, coraos Srs. Drs. chele d
polica c delegado do l districto, relativa''ieno'
d. scoburta' pruo dos autores :a falsa, de que nos oceupamos hontem mes-
mo.
Ha longos anaaa nii^ t.moa noticia do '.ma di-
liceucia tao hora f-ita e de resultad s to nota veis
como essa que realisaram aquellas duas autorida-
des p 'liciaes, secundadas por alguna piuca auxi-
liares.
Ha algam tempo comecaram a apparec r na cir-
cularlo s lu :s falsas ; mas de todo ponto inex-
acto qne 8" soubesae qual o local do fabrico c meaos
os uomes dos autores Jo crine. Tratava a polica
de Jeacobrir uraae outra cousa, e fazia-i com o si-
gio que de rigor em taes cas s, e sem espalha-
fatoa r>esn' cessarioa.
Da loos mez-s ou maia que os Srs. Drs. Anto-
nio Dominos Pinto e Jos O.-orio de erquuira
aegnem urna pista, com um criterio digno de todo
applauso, com ura dedicaco iucansavel, aprovei-
taiido todos os indicio?, nada esperdicando que os
eonduzisse ao fira que viaaram
O resultado eoroou plenamenteoa s-us esforcos,
ehegando elea, aps bem oombinadas providen-
cial, deseobrir o po'iso dos noedeirjs falsos e
apanh'il-oa em flagrante delicto, aprisionando, de
par cora esaea terriveis criminosos, todos os ins-
tnira-ntos do crime.
Como, pois, aps tilo brilhin'a resultado, attri-
buir raoroaidade polica ? Quera foi que antes
da diligencia apootuu um dos criminosos? Onde
a inllffercnca policial?
Ao emvez da affinnativaa da Provincia, nin
guem sabia do facto delictuoso seno pelo appa-
recimento das sedulas falsas na circuladlo; tudo
mais foi ignorado at dar-ae o cerco da casa- o ap-
r hoiisao dos criminosos na Ettaucia.
S a polica tinba a pnta la melada, ea prova
'le que essa p mta era b >a e do que o segr-do foi
bem guardado e as dilige icia3 tfectuadas com
habilidad- igual das melhor^a pjicias curo)as,
est, repetimos, no ezplendido resultado colhido.
Hontem na secretaria da pilicia, para onde
foram opportunamente I-vados todos or apetrechos
da fabncaco da moeria falsa, procedeu-se di-
versos exames, as p das litbographcas, funecio-
nando c-ijh peritos o* Srs. H -urique Carilla o J.
I'urccll, e sendo tiradas alaamai provas das cha
pas para sedulas do 100/000, afim de cerera apen-
sion 'das aos autos, funecionan io nesse miter o
impreasor lithographo Sr. Ar'hur \f.icedo.
Forara timbera inquiridas ala-umas testemunh a
o interrgalas di versan pessoas que tinham ecien-
ci de ranos factos referen'es emisso das notas
falsas : e a polica, soba directa > do zetas j Dr. D >-
mingos i'into, s-mprc auxiliado pelo Dr. Jos Oso-
rio, dele;;* U> do 1* districto, prosP-ue as delgen-
eia, de forma -ti'.ir pefoitamente limpo t di
historia de mocieiros falsos, que tauto tem
dado qne fallar.
Releva ponderar que, entre as pedras litbogrn-
phic.8 ezaminad s p do- peritos, figura tima que,
p imeira vis'a> pnreca limpa. Fitr'taut. pos-
tile nella os lridii'pon*ivels rea Reates e mordentes,
fie ir im patentes 6 estampas destiuadas ao fabrico
de sedulas de 1/000.
E*sa pe-Ira parece ter sido a motriz para a fa-
brieaaSi das s-dulis d'aqne le valor que tem ap
mrerdi na cirealaeio ; e a experiencia feita com
ella na presenca das autoridad' 8 foi eloqnente.
Tiid i isa >, e mais oque por ora nao podevnem
deve ser revelado, p6i- p-ttente que o servido pr s-
pela pil.cii iaatazim iinp irtant i, dVs
ses iqua-nio dsveot acr rcgtleiadirt applausos.
ConcertPer.m'e numerosa assist'ncia de
eavalli ir-a grades e dist netas senhoras da Baahl
s' le-ta sooii-dade pernambuean i, reaiisou-se
hontem, hora do e-dyl 0 concert promovid i
peto inteUigenfp pianista brasi'-iro o Sr. Amaro
Uarn fiem em que funccion o Club Car-
loa- Gaiaes.
All', o Bxlfi brncipal, prufusamenta Iluminado
ntekuate prep u-ad-i, off-ree a um iape.'to
imirmliiae desloxabiaute.
Tod ni Judiara o brilbaate.cxitodaquellecerta-
raea Mtittueo.
rr-'cto, desi'ra "'litio do Sr. Ai
Bairc: e r. Jorge Tasao Fiiho, cujo .talento tem,
siil<> liaiitaj.isamrn.jL-a-oplau-ii lo pelo oosso pul
ie p ti nci pal mente ao concurso da
,'nt. i a. i prmc
.'to.
Foi t pi uaciencinao e completo o deicrapenho
de aalai^que <> igwito ae^odc eatabeleccr pre-
is, quer na parte vocal, quer na instru-
mental.
Os trechos, em rural, foram bem escolhidos, so-
brecabindo, particularmente, as duas mimosas com
diffieil Polaaea em d menor, que tere benita, exe-
cuco e correcta interpretacan.
Era summa foi urna testa brilhante e que impres
sionou agfadaretmente aoe que a ella aaeistiram.
Club Cario tiuace Este clob camme
mora hoja o 4o auuiveraario da fnndacan da sua
bibliotheca, celebrando um sarao Iliterario, segui-
do do sarao dansante e musical do Cistume.
Feata da Santiwnlnaa Triardade
Araanh, na igr-ja djj S. Francisco, a conl
Santissima Triudade celebra a testa do su crago,
quo constar de inissa solemne s t1) 1 _'
dia, com aermo oe!o R-vi. Fe. Auirusto '.-i I :.-
maculada Concccao Alvs, v Te Uinm s 7 n -r...-.
da uoiie, com predica pelo jvd. padm Laiz Ig-
nacio de Moura.
A' tarde focar u'um Corete, no pateo da gro-
ja, a banda de msica dos menores do Araen-il de
Guerra.
VallecloaenloEm sua fazenda no termo
de Cimbres, faBaceiv no dia 5 do corrente o Sr.
Heurique Bezerra do Reg Barros, moco geralmen-
te estimado em toda a comarca dePesqUeira, onde
C'm aua familiagosava de grande influencia poli-
tica no partido conservador.
O finado tinha casado ha pouc com a t.ha do
Sr. Joo de Ges da cidade da Victoria. Dedica-
va-se a agricultura e principalmente a industria
pastoril.
Apreseutamos nossas condolencias familia do
finado.
Cidade de lindaConformo se vd no
annuncio inserto no lugar competente, d-sta foi la
dar hoje um espectculo era seu beueficii, no
theatro Melpomeup d'aquella cidado, D. Mximo
Rodrguez que all tem causado espectacio pela
sua grande torca.
Concluir o beneficiado o seu espectculo cura
um desafio apostando 1:0:10/000 contra 100/.
Por motivos alheios a aua voctade, deizar de
ezhibir-se no domingo, no pateo do Carino, con
forme havia prometido.
Humla Rem-tteramnos de Lmociro a
quantia de 3/ para dar de esraula, e na mnnda-
inul-a viuv.i l). Miquilina, da ruado Nogueira
n. 12.
Faure \icolay-Aps urna aua ncia da al-
guna autos, vol'.o a Per irabuco, onde j i ezhibo
os seus bellos trabalho-sde prestidigitacao e mgica
branca, o Sr. Faure N'icolay, ura dos inaiorea pres
tidigitadoroa couh.-cidos actualmente.
O air. Nicolay (>reteudu dar aqu um h espec-
tculo, na prxima t. rea feira 22 d > corrente, no
theatro das Variedades, da Nova H-.mOurgo.
Logo depois seguir para o Para ; no reg caso
d'ah, porm, demorar c-ba algara tempo neata
cidade.
O Pan, da corte, oui'o ultimaraeute trabaihou o
8r. Nicolay, disae a su r-speito :
Era Franca, na Italia, na Su.cia, na Turqua,
em Cuba, no Estado Orienta cm toda a parte
tem estado o taraoao illusiouista colhendo tarta
rajse de taurss e de lourat. ..
Faure NicoUy de tacto artista nico no ge-
nero : como diz La Jranee, n&O o cond la-
trizio, nao Hermn, nao Bosco : Faure Ni-
col.y Faure Nicolay.
Tem ura talento, um modo, ura savoir Jaire
todo seu, sem r.val.
E' de urna Ir-pez i de raaos que ezcede a
tudo o que ae tem visto uo genero.
Em urna aorte qua quer nao ao'pode adviabar,
nao se Dode siquer prewutir o truc que vai elle
por em pratioa.
oente, p Jo que a comida'torna ae aeeaaaa e pre-
parada a preasa.
O almi;co urna comida a que ae presta pouna
atteneo que se faz 0 ou em familia, mas durante
a qual ae alia poaco e taeoo se rci te em qjau-
to se come.
Oa.projectos do dia nos oceupam a mente, o
t.'mpo >os insta e nos basta satisfazer ao appeti-
te, pensando raras vezea-^m tazer dista o fim oV
um prazer. Reduzin-io em siKnmi a urna formu-
la a piyailogia Jo alinoco, pde-s; dizer que i
couatitji!-a esseucialinoafe emeonem a virginda-
de do ap^etite e a preciso de satisfazer sirapl -s-
te a urna nec-essidad: Ilro se refere ao al-
, aoalmoco pliysio:ogico por etcellcncia.
D m .ib ha Uutas variedades desta refeico quan-
toa eS.o os homt-ua. Hi alguna para os quu.es esse
ac.outecimcnto o mais importante da primeira
metude do dia, em quanto que outros a teem abo-
lido pelo seu rgimen diettico. Algans telizes
raorUc chegam a passar duas ou tres horas em al-
mocoa verdadeiramente fabulosos.
Os meninos e algumas raras pessuas que tem a
fortuna de conservar inalterado pelo curso da vi-
da o appetiteda infancia, aabem fazer tambera um
segundo alraoco ; mas esta refeico uo tera ne
uhura ralor moral, e. pelo modo com que feita,
lembra o jantar dos Heoreus que, c:.m o basto
na mav, era p, estavara para partir do Egypto.
Nos paizes fros, onde o appetite tem quasi sem
pre o uome de fome, o segundo almoco pode cer
urna oeonpacjo aeria, mas que nao difiere multo
pelo seu .'alor physiologico da primeira refeico
do dia. Tal o luncheon doa iuglezcs.
Em outro artigo aosoecuparemos do jantar.
BanUo* queaieo e quentlatilnao^i
O banlio quente ou rauito quente. nao deve jamis
ser feito por um hiracm sao ; pije ser aa vezes
ura remedio, mas deve ser prescripto por medico,
cora a mesma prudencia e a mesma sciuncia que
se lequer para ordenar urna sangra ou urna HH
i morphiua, um vesicatorio ou urna moza.
Comtudo. a.'gum Cug ni i is pela jrimeira sen-
oac) de rxcitacao e de exhuberancia de tarcas
que pro-luz ura bauho quente, o sao multas vezea
inconsideradamente e sem licenca dos &operiores.
bauho quen;e pode ser perigoso para quem
tem vicio orgnico do coraco ou do ten Jeuci s
apoplticas, tanta a mu ianca do saugue do tu-
ertar que cha.-nndo pelle e depois repercuti
Herrado HimirHml *"*. air**. O
movimento doato Meneado ucs- das 181 dador-
rente, foi o aeguinte:
Entrarara :
23'boi pesano 3.110 koa-
1:074 kilos de peie a 20 r*is :i48#
61 cargaa de farinha a 200 n.is 12>80
47 ditoa de iruotas diversas i, 300
rcis 14J100
7 uoolciroF a 200 reia U400
2 suinos a 200 ria ^400
Faraw-oaenp^io*;
24 columnas a 600 r.s 145400
27 compartimento.* de fatinh a
u()0 r:s 13300
25 coiipirtimintoa de comidia a
&00 ris 12500
661/2 ditos de legumes a 400 ris 26.5800
12 compartimentos de suiuo a 7u0
ris 8M00
13 ditos de treaawiia a tHX) ria 7*800
5 4iu>s de ditos a 25 10,4000
A Oliveira Castro & C. :
2 tainos a 500 ris 1*000
54 talhoa de carne verde a 14 54*000
Oevc ter sido arrJcaJada nesUa das
a quantia de 197380
E' sabido que -_il-; nao fiz rai!agns, pois pa-
rece fizel-cs e todava o seu riso malicioso diz ao
e'pi-ctador Apezar de tudo aso, eu nao sou fe-
ticero, crciara, nao sou.
.s'id maiagrei tsodo que a sorte das Cnroas
Encantudas e das Mudas Juponrzas ; cousa d
assombrar a dcstriza cum que faz eile esv 15.1-
rera borbsletaa por sobre a cubeea dos especta-
dores.
tessor Nico ay pjssue a perfeicV>, nos leraonatrou
uraa vez mais que uotabiliasimo; tem nma fir-
meza no eflvitoque ha de dar bola, que ral ai
diz mos para onde a dirige, mas pira 0:1 le pensa
pre em oiij ijtaa i na v lut 1 te, i&pellid i e at-
trahidas po.- sua pjderosa fi rea ra.guetici.
Dobeiro O paqu ete Para trouze do aul
picia :
Diversos 27:100*000
Jury de fiamellelraFoi installada no
15 do enrrente, d'sbm termo a segunda sessao or-
dinaria, do c rrente auno, soba presidencia do Dr
Jo> Mana Moaceco da V-iga Pessoa, juiz de di-
reito da comarca, acc 1 pind a cadeira da promo-
toria o Dr. Aquilino Gomes Porto, ei viudo de
escrivao o Sr. H-reulano Guiu-arts.
D)s ciuco processo3 apre=entadeB pelo Dr. juiz
rauuicipal, tres foram submettidos a julgatcento,
deizaudo de o ser doua, om por nao estar devida-
meute preparado, e outro por nao poder compare-
cer o Dr. juiz dedireito de Palmares, a quera com-
peta o jtilg.nn.-nto.
No referido da 15 foram julgados os reos Anto-
nio Carneiro e M moel Joaquim, o primeiro, pro-
nunciado uas penoa do art. 205 do cdigo crimi-
nal, o segundo, as da art. 201; foram condein-
nados no miniuio deste ultimo artigo.
No dia 16 forara julgadoa os reos Jeao Pedro c
su.1 am.->ziu Josepha Francolina, pronuncia-las as
pinas do art. 103, por torera com barbaros e vio
eutoa castigos, dado amorte ao menor Manoel, fi-
ln dar; foram con 1> iiiuad.is : o primeiro a ga-
les p.-rpetuaa, a a segunda priao perpetua. O
preaideute do tribunal appeitau para a Balayto do
districto.
Nidia 17 tai submettido a julgamenta or
J.s G ucaivea de Meira, pronunciado as p-11-1-
do art. 222, por ter, inediane violencia, tido co-
pula carnal com uraa sua filba de inaior idude ;
foi ab.olvido.
HruuieN Noclae* Ha amah aa se-
guintcs :
Do Monte Pi Popular Peruambucano, 3 0
horas do da, era asa rabien geral, para approva-
cao d i rotatorio do lu semestre do anno social.
Da irmaudade do SS. sacramento de S. Jos,
i>a ID horas do diu_ no respectivo consistorio, para
elcicao.
Da irmandade do 88. Sacramento de Santo An-
tonio, s 11 horas do da, para eleicao, no re pec-
vo consistorio.
D.i AsaoeUc 1 dos Empregados di Commereio,
s 5 lu.ras da tarde, para tratar do que preacreve
Io do art. 35 dos aeua estatutos.
Oa irra inda ie do SS. Sacramento do Corpo Sau
to, iis 11 horas do dia, no respectivo consistorio,
para clei-..
Iteiren.iva 19 de HaloS.besta epi
gruphe acha-se fundado nestu cidade urna socie
dale, cuja directora ficu asuin constituida :
Fresidente -Jos Tivares.
M.'cretanoH. C. T. ie Mello.
TheaoureiroRodolpho S. da Motta.
OradorPedro Laudim.
A sociedade tem por fira promover'saraos i...
Itar.-s dos quaes o primeiro ter lugar no da -
do corrente. Aejiam-so j deeigoadas as c m
inissoes de polica e recopcao, aaaiui como o da
20 par* a s.'ssaj aegund delerraiu ira os estatutos.
PtailOHO.tilla gastronmica ani-
m-l come todas aa vezea que tera tome e ,-de
uchar comida ; e 0 prazer quo sent medido pelo
grao de app -titee p :1c natureza do alimento qne
pode ach.r ; porm o hornera depois de t.-r muiti
|.hc tu ao iufiui'o oa prazeres do gosto com os
artificios da gastronoma, regula igualmente o
t 1110 1 e o modo com que deve com' r o beber, afim
de a'.ilii tirar o raaur prazer c nao pertorbar a
ordcn dos seus trabaihos.
A parte mais euibriit-ci la da humanidade se
di atiugue apenua das bestas, e come irregular-
ej tempo e nein medidas, mas o hora in
do distrioue em varios te.npos as suas co-
midas, reculando as mais pelas ucceesidades do
ecr-bro io que pelos do estomago.
Oiversa a diatribaico das comidas segundo
'18 naques, as W sccia-s e os hbitos ; mas
o prospecto mais completo doa prazeres gaitrono-
miuua.uuata Uia uoa apreseuta o almof, o jan O
tar, a tner-nda e a coi 1. Ca la urna deatas comi-
dna tem lea div phisiiiuomci inorai p rrticular que permitte esere-
rtr a een reapetto detalbad.-imute urna phyaio-
O lias uao d.remos acolo ura eaboen.
O ulmojo a pnm ara comida na qual trz mos
tada a virgiudade de um arpetite q ie itaacancou
muito teuip 1. Oa abusos da mesa e 113 capricho
rie ura estomago gasto antes do temp, privi.m a
muitos individuos do prazer de alinocarem com
app-tite ; mas os m- nios, os jovens e os que tam-
bdin 1 a ida le adulta teem conservado o seu eoto
mago em toda a ingenuiade doa prim iros te 1.
Jk.8 da vid, poopo tempo depois de terem se le-
vantado da cama seutem urna verdade'ra necee-
sidade de coraer, e ae dispoeai a almocar sorrindo
e aleares esfregaudo aa raaos. A rizu, comtudo,
mod'-ra rauito as pretencoea do estomago, afira de
do 11 vameute uas visceras, quando intervem a
proftracoo geral e se reatria a pelle.
Fourcr.y vi 1 um horaem morrer de apoplexia
uraa hora depois de ter tomado ura banho quente,
e m.i:s de um velbo foi tirado cadver do oanhei-
ro Itomifida em que se tiuha mergulhado para
procurar taivez ahi urna excitaeo p.ccaminjaa,
para tentar resaucltar ura raorto.
Por c-.iilade, deizai dormir quem dorme : nao
teutai ir.i.iitomar aa lcia da natureza. Ella
mais forte do que vos, e vos anniq jilar i.
lielloe.Ei'jcuar-3t-ho:
iloje :
Pelo agente Burlamaqui, sil horas, na ra do
Vigario n. 21, de gcrgelira avariado.
Pelo agente Brito, s 10 1/2 horas, na ra do
Rangel, de enoefSai e das fazcudaa e miudezas
da toja ah sita.
Segunda-teira :
Peta agente tirito, a 10 e 1/2 horas, na ra da
Palma a! S4, oe movis.
Tcica-feir* :
Peloagtnte Pestaa, s 11 horas, na Ponte Ve-
Iba n. 3, de movis, tancas, vidros, etc.
agente into, 1 hora da larde, na ra
dV Impjrador u. 30, de dividas, movis, louca e
rtdroa.
I'elo ttgenle Martins, s 11 horas, 11 ra do
Rungel 11. 4S, de movis, l Peto agente Brito,-ka 10 1(2 horas, na ruado
Padre Nobrega, de Bcuraro e prata.
Biniiu funere*. -Sero celebradas :
Hoje :
A'a 7 1/2 horas, na matriz de S. Jos, por alma
Je Jos Moreira Lima ; s 8 horas, na Gloria, por
alma de D. Anua Paula de Mendonca e Silva; s
, na Sofaldada p;r al a do conselheiro
Affou.-o Arthur de Alenla Albuqu-rque.
Segund i-f ira :
A's 7 l[i horaa, no Espirito Santo, por airaa de
Jibe da 1 7 l|2Ucras, namatriz
de Santo Antonio, por alma de Joo Antonio Coi-
Ihco Das ; s S horue, oa C I -, por alma
de D. Luza Laane de Mullo ; s 7 1|2 h ras, no
convento de S. PnuM se 1, por alma de D. Maria
L 1 i.\ Anira do Reg.
Quarta-fera 1
A's 7 horas, na igreja da Sauta Cruz por alma
-ta Manoel Oonjalvca Peuna.
PaNMMgelroMChcgados dos portos do aul
no vapor fr-mcez Ville de Victoaia :
Joo Jos da Cunta Lige C-imle J. Zudraan,
Joseph Bertin, Faun- Nicolay, Caroline Elena,
Jai-ph Bucry, Victoria.
Cana de iieieui'Au Movimento dos pre
o 00 dia 17 dc.Junbo :
Existiam prssoo ^07, eutruram 8, sahiram 3
eziat.'m 272.
A a bci:
Naciouaes 247, rauiberes 2, estrangeiros 9, es-
cravos sentenciados c processadoa 6, ditos de c r
reecao 8.Total 272.
Arracoadoa 2il6, sendo : bons 219, dontes 7
Total L'-'G.
.VIoviraento da enlerraaria :
Te Vi rara biiza :
Fraocisco de Paula Santos conhecido por Baca
Vclha.
Joo Biptista Erang lista.
Miguel Torn-a Galludo.
Lotera da protncia do Bio de neini Eia os numeres mais premiados na Ia
parte da 2a lotera di calza dolal doa orphos de
S. Francisco de Pau'u (1 parte da 3G4), eztrahi-
da em 10 de Juubo :
FKEM103DE 100:000^000 i 1:000*000
100:000*000
Preeos do dia:
Carne w le 320 ^is -O Uati
Suuoa a UO 64 risj i-len.
Caiueiro a 70 e 90J ris dem.
Farinha de i'if a 320 ria a coia
Mho de 280 a 320 ris dem.
F-ijiode 800 a 1*600
Cemiterio PublicoObituario do dm 45
de Junho de 1886 :
Dr. Tibureio Tavares, Alaga-, 35 anuos, S.
Jos; b^-riberi.
H'-l' na, Pern.iinbueo, 1 anno, Boa-Vista; gaa-
tro cateiitc.
Albino, Pernambuco, 14 mezes, 3oa-Vitta; en-
tero colito.
Lourencj Faustino Braga, PernanAueo, 38 au-
nos, casado, Sauto Antonio; tabre typbtaa.
Luiza Laane de Melle, Perrtainbuo', 36 anac,
Casada, Boa Vista; lalo cardiaca^
.los Aut uio Colaco Das, Portugal, 60 annos,
viuvo, Santo Antonio tilica pulmonar.
Mana Lniza Fi-roira do-Rego, Pernambuco, 28
annos, cacada, Graeu ; febre puerperal.
Maria, Pernambuco, 45 dia?, Bja-Viata; fran-
queza cog?nitt.
Maria, Pernimbnco, 5 das, Grag ; cspiBmo.
16
H-rnrique, Pernambuco, 10 raezes, Graca.
Antoiii i Bernardo do Carvalho Albuquerque,
Pernambuco, 40 an ios, casado, Af .gados.
Jos Goiii-3 dos Santos. Pernarabuco, 19 anuos,
solteiro, Boa-Vistn.
Jos Matbeua, Para'.iyba, 45 annos, viuva, Gra-
va.
Joaquim The 'Joro das Jer;dr, Pernambuco, 80
ann is, viuvo, Boa-Vista.
Tlient nio da Silva do N-iscimento, Pernambu-
co; 60 aunoa, viuvo, Boa-ViBta.
Jovino Teizeira da Costa, Pernambuco, 26 an-
nos, solteiro. Rec.fe.
Manoel, Pernambuco, 47 dias, S. Jos.
17 -
Amelia, Pernambuco, 3 mezts, S. Jos; entero
colite.
Mari a Albertina Ferreira Lop?, Pernambuco,
60 i-.nuos, viuva, Santo Aatonio: gastro enten-
te.
Maria Carolina da Couceico, Pernambuco, 2 anuos, solteira, Graca; b-riberi.
Maria do Eapirito Santo, Pernambaeo, 35 an
nos, solteira, Boa-Vista; tubarcutas pulmona-
res.
Autonio, Pernambuco, 5 das, Boa-Vista; im
perdurarlo do anua,
M-ria Alelad da Rocha, Pernambuco, 24 an
nos, Vinva, Boa Vista ; tubrculo! pulm raar.-s.
Manoel G ucaivea Peona, 'ernambuco, 19 an-
no-, solteiro Boa -Vista ; 'oberculose. i
Manoel Domingues da Silva, Pernambuco, 26
anno?, solteiro, S. Jo* ; tuberculoae.
Joo, Pernambuco. 15o i-Viata ; ao naaccr.
8
12070
36J6
13591
5331
5789
5712
6638
6697
71-7
9903
1217-'
12069
12071
3655
367
13590
13592
5330
5'32
D78)
5 790
appbOxiXcoes
1467
4804
7724
870
1721
24 -i
2635
3311
runos de 500*000
8766 10509 11212
9746 l|U64 11250
9839 11188 .2462
FBKMIOS DE 200 <00
3533
4517
51 ;;
54! '7
5670
PllKMI.iS
6(988
6179
6644
6905
7127
7570
7994
8570
9076
10287
20:000*000
5:000*0 O
2:0011*000
2:000*000
1:000*000
1:000*000
1:000*000
1:0000000
1:000*000
1:000*000
1:000*000
1:000*000
600*000
600*000
400*000
400*000
300*000
300*000
300*000
300*000
12810
13926
10846
11044
12106
12121
13747
de 1004000
274
430
1 104
1475
2707
2732
2908
3 45
4141
4183
4254
4257
4447
4466
5673
5762
6161
6176
7051
7111
7258
7471
7613
7618
82117
8436
.117:1
i-421
13478
138.6
11457
11468
12133
12499
126ri
12778
12932
13283
a i- t-rii v.
9510
9655
9861
10013
10216
10477
11277
11377
Lotera do Uto A 4' pare
197, do uovo plano, lo prerata de 100:OOU*O,
aera extrahida no dia L'5 do COI real -.
Oa bilhe:es ach .in-ee i venda aa Casa da-Fas*
tuna ra Primeiro de Marco.
Tambera ae'i.un-oi: venda ua praca du.lnde-
:ia na. 37 e 3b.
i.oiei-t de Macelo (te 800iH>u4UOo
A 13' parte da 12a lotorii, cujo premio ^rann-
2H0:(iW, pelo o iro plano, ser ezt rbula
iin(iret'rive!m-n!e no di 22 de Juuho As 11 horas
da manha.
i Uilh-; '.'as !-' !z da pr.iga da lii
l.uii-ra Rziraordlunrla ao ipl
ranga-O 4" e ul ia das i' u '
aior pTOui
. a 14 de. Agoato pron
mo.
Achara-se ezpostp a venda os restos da bilhe:
ei tu Casa da Fortuna 4 ra Primeiro de Marti
n. 23.
Haiailoom S*aiblico. Foram abatidaM
l'LBLIQCOES 4 TEDIDO
O padre Joo Manoel
AO D. JOA'^L'IM NAIIL'CO
(jrrande crime commetti ea aceiaudo o
papal, que me foi designado, de rel/itor Ja
etaiy' lio 2 districto da provincia de Pur-
naiubuco !
O Dr. Joaqui;n Nabuco, o ex desterrado
de Londres, anchen se da horror, encher-
ganJo nesse ta-to u:ua ame .ea e um es-
cand -lo.
D'alii as insolentes provocagoes, as refe-
r acias odiosas minha pessoa.
Hrocurei evitar a luta dcixando de res-
ponder primeira e s<~ganda aggreaoOes
que. me foram dirgi!as.
Meu silen-io calculado queria dizer que
era lcllior e rcaia prudente que nos con-
s rvasseraos n ss.: eitido conimodo de in-
diff.renja oa de desprzo roiiprocos cm
qtn at ento tinhamoa vivido.
Pisso asscgurjsr qae a geiitil e elegante
figura do Dr. Joaquim Nabuco me passa-
va inteirimente desaper :bida.
Ncm me cntlmsiasmava, quando seus ad-
ii. v,\ lores proclamavam-n'o o primeiro vul-
to do seculo, nem me commovia, quando
elle en :hia de pernas a ra do Ouvidor,
sem meio de vida conhecido, como um ver-
dadeiro vagabundo.
Sempre o cotisider i euinentementi des-
frue:u/el, pyra iiid.ilmen'.o ped-nte e colos-
salmecte ridiculo.
Entretanto o Dr. Joaquim Nabuco, de-
pois das saudafSos que tolamente dirigi
mademoiselle Sarah Bcrnhardt, que mai
do mancebo M.iuricio, continuou a insultar
uo sem razao, sem necessidade, sem que
-u ..lguma vez o tivetse provocado e raui-
to menos offendido.
E' preciso convencer a essa Narciso des-
venturado, que vive a namorar-se- de si
mesmo, reveudo-se na propria sombra, jul-
gaudo se o mais furmoso do mundo e o
maior genio do seculo ; preciso convn-
celo de que o Paiz nao lhe fraoqueou
suas columnas par servir de poste d diffa-
mai.'a ', nem para desabafar suas paixces
ruius e seus oiLs p95so.es.
Sou hoja relator da eleigao do Sr. Dr.
Jone Manado, do mesmo modo que este o
auno passado toi relator da miaba eleijao.
E' siiDplcmente e resulta io de urna das
m-dhores obr.s do Dcus um dia atroz do
no ezercicio do ra- u
poaicoea do immortal Caep)>a taaba cm la bemol, e *.' nio perturbar o trabalhoj couecado oa mmi-
ou r .
Nao admira qu*i eu,
mirii.-t To> pregue sorruo.'s, s-ja .) ou rfJto
neo ira na ius, quando o Dr. Joaquim
5fabuco taz confereii.ias sobre tudo polo
gos'.o e p do pr z t que-lho resulta de ser
cardado em prosa e verso.
Ca ia mu uo tu offi:io.
Se cu tenho na gavera projec'.os de es-
trada de ferro, o Dr. Joaquim Nabuco tem
rcbo pr je.: o de casamento rico.
Ha apunas am 1 dff renca cotr am,' c
que -u t.v.- al rtuoa.iio rcliar eoa mi-
nha provincia ti .til um m' lh.ifeaieato a
iji- mea 1 o Dr. Jo*-
qui-11 Nal-uc- tem ."i-ito brlales todas o*
seus sonaos dourudos, coatTarioios 03*
proj ct's, nendo r peUldo om todas as t-n
atu io qui'i pret de
tr.
Nao la quem sej-i inai amaestrado m
tal arte de portar do que o Dr. Jk-ujumh
no Matadotiro d* ('.i1' eres para o conaa- NtabUv.0, que a f.-z por ui pMtia cono cie-
rno do dia 18 de Jmih 1
Sendo: 64 perieocantes aoa Srs.
tr. )liveira Cas


umstancia aggravante, matando para rou
bar na freguezi* de S. Jos do .Recife,
I IfBffl 1


Diario de PcrnambiicoSabbado 19 de Junho de 1SP6


Nao pretendo recuar nesta luta, a que
fui amatado por constantes provocacfcs,
embora reconlieca certa desigualdad* de
terreno, porque o Di. Joaquina Nabaco
pago para' me descompr e eu pago para
defenderme.
Padre Jado Manoel.
(Do Jornal do Cota .ercio, da corto.)
Bario de .'Vazareth ao publico
Depois da exposicJo'qus fiz na impren-
aa aps a ultima el-(ao provincial, protes-
tando recolher-me vid intima, aopittr
quaesquer aspiraos a polticas e nao preo :-
cupar-rue com assuurpto alheio prossSc
que adopto, eslava bem longe de suppor
que seria tao cedo lembrado, ou que a ma-
ledicencia viesse incommodar-me no mes no
retiro onde conta va ser esqueciio porto
dos.
Infelizmente nao me foi dado lucrar ene
intento, provocado como fui na tribuna da
Assembla Provincial porum de seus meiu-
bros que, sem justo motivo, arriscou allu
sSes ofensivas ao mea eara-ter.
Cabenio me o direito de retaliar, bem
podia, se o quizesse, retorquir nos mesmos
termos com que fui aggredido, mas de-e
jando evitar a censura em que incorreu
aquelle deputado proscreverei do presente
escripto os epithetos injuriosos de quo S. S.
se servio quaudo a mim se referi.
Procedera talvez com mais prudencia,
se aguarJasse a publijacao dos trabalhos
da sessSo em que foi proferido aquelle dio
curso, para oppr a miaba contrariedad ao
libello que approuve ao Sr. Dr. JoSo de
Oliveira articular insidiosamente contra
mim, prevalecendo-se de minha ausencia
naquelle recinto ; mas, contendo a sarama
de seu discurso, publicada hontem na Pio-
vincia, insinuares que exigem prompa
resposta, nao considero fra de proposito o
presente protesto que poder ser o inicio de
urna discussSo ulterior mais demorada.
Comejarei por notar a m vontade que
me vota esse deputado, denuaciada pela
impertinencia de sua aecuracio proferida
em occasi&oem que se discuta assumpto a
que o meu nome se nao podia prender, e
no qual s poderia entrar como Pilatos no
credo.
E' verdade que nlo sou infenso de mo-
do algum classe dos empregados pblicos,
contra a qual o Sr. Dr. Joao de Oliveira tao
bruscamente tem acoommettido ; nws esta
divergencia de opiniao nlo Ibe proporeio-
nava ensejo para o seu estlido proeedimen-
to, que tantos protestos e reclamaeoes pro-
vocou de ambas as bancadas.
Quanto ao valor de suaa arguic5es dei-
xarei ao publico sensato a apreciarlo da
temeridade que as assignala.
Os conehavos a que S. S. alinde, sendo
symptomaticos de versatilidade poltica, af
fectam menos a mim do que ao meu accu
sador, cuja inconstancia de conviccSes o
seu mais pronunciado caracterstico.
E a prova disto que S. S. quando se
apresenton candidato pelo 2o districto desta
Srovincia, solicitava votos em nome de to
os os partidos e todas as ideas, propor-
cionando assim a vez de comparar s*- o seu
cerebro a um reflector das conviccoes da-
quelles a quem se diriga individualmente.
Se alguna eleitores conservadores me
tm honrado com o seu voto, nunca forarn
por mim Iludidos com protestares de mi-
nha parte de pertencer ao partido a que
elles se filiam ; mas simplesmente pnr iu-
considerarem digno de represental os na
Assembla, onde smpre pugnei, em quanto
fui deputado, pelos interesses do districto
que outhorgou me o mandato.
Em resposta insinuaclo aleivosa de ter
eu deixado de votar no Dr. Joaquim Nabu-
co, direi que o Sr. Dr. Joao de Oliveira
foi fcil em produzil-a, o que nSo se ti-
na talvez atrevido a fazer, se ti vase lid o
um dos num ros do Jornal do Reeife, em
que Se declarara os nomes dos eleitores
que suffmgaram aquelle Alustre pernain
bucano.
Mesrao na ausencia de prova tilo irrefra-
gavel, a simples affirmacSo de S. S. sena
insuficiente para condemoar-roe, desde que
BoUa contmercial de
buco
Fernn
RECIFE, 18 DE JUNHO \>E 18oo.
Aa tres horas da tarde
Cotacu ofician
Cambio sobre Para, 10 d/v. coa; 3/8 0/0 de des-
cont.
O presidente
Pedro Jos Pinto.
O secretario,
Canudo C. G. Atcuforado.
RKNLMENTOS PBLICOS
Um de Junho de 1886
ALFAN1..EGA
RsKDA BR1L
De 1 a 17
Id m a 18
R".oa raorilCLll.
De 1 a 17
dem de 18
526:939*573
53:4U939G
68:547*730
5:977*000
580:318*969
74:524*730
Total
Recebedobia D 1 a 17
i*..ai de 18
Consulado pboyuciai. Do l a 17
Idea de 18
Rrcrr deathoiDe 1 a 17
dem da 18
654:873*639
18:878*959
1:379*230
20.258*189
69:274*158
3:82360(.
eu antepuaesae minha palavra ao seu teste-
munlio.
Quanto quegt2o de dignidade ou indig
nidada de representar o 8* districto d'onde
fui repellido, segundo assevera S. S., ae
nhura de nos poder docid-a ; entretanto
possivel que arrogando-me o mesmo di-
reito com que S. S. julgou-me, eu procure
demonstrar qual de nos o menos digno
dos suffrsgio3 daquelle oleitorado.
Por hojo basta assignalar que fui eleito
ea duas legislaturas suucessivas pelo 8
districto, sendo sempre o mais suffragado,
e qu3 na ultima eleico triumphei no 1* es-
crutinio, obtendo maioria sobre todos os
que com migo concorreram, nSo sendo elei-
to no segundo pela differenca insignificante
da nove votos, o que de certo nao teria
acontecido, se pcsao'as interessadas e que
me deviam ser insuspeitas, nSo'se tives-
8'iu incumbido de guerrearme' em benefi-
cio do S. S. /
Alcuo disso, se a dignidade do represen-
tante se leve aferir pela ddicacio causa
que Ihe foi confiada, e pelos ser vicos pres
ad'js no _desempenho de sou mandato, em
beneficio da circuas .ripgao que o elegeu,
entilo o mcreoimunto do Sr. Jlo de Oli-
veira reduz-se proporcBes microscpicas,
p3s que ao longo espayo de urna sesao
anda se nao lembrou do promover um s
raelhoramento para aquelle districto.
Seria por deraais loog > este protesto se
eu quizesse adduzir todas as consideraos -s
que me auggerio a leitura do discurso con-
tra mim proferido, pelo que aqui me dete-
nlio, aguardando outra opportunidade p ira
desenvolv as mais de f spaco.
Rcife, 17 de Juubo de 1886.
Burilo de Nazareth.
Conibinou-se
A compunbia iogleza dos trilhos a Cni-
xang, aceitou o onus da innovaca) de seu
contracto para levar a linha Varzca sem
t.-ncao de compril-o.
Disso tem ella dalo sobjaR provas, es-
quecendo durante todo o prazo o traba-
Iho.
Foi Ciixangk, depois d fazer entre
ga ao seu engenheiro fiscal da parta d*
antiga linha inutilisada, sem que se ores-
lasse ella, como cstava escripto, ao tran-
sito publico L o Sr. fiscal da Caxang
i)3o trepidou em ser portador passivo da
c niipauhia iogleza, levando o seu recado
pr.'si lencia da provincia.
Ch-gando Caxang com a nova direc-
9S0, a Companbia pedio nutori.-ae^ao para
entregar ao trafego a estrada; e desean -
con sobro o prolongamento para a V-rzea,
e.-peran lo tudo do tempo, e aa advoeaeia
idministiva, t.lvez.
Elles conheoera-noB e fazera nos justi-
9a.. .
As cousas, p >rom, talvez por incuria d>
g trente substituido, coinplicaram-se, 00
quo 1 lii est ag ira, nao podendo recorrer-
se novas dehwgas, combinou-se com os
seus antigos amos di cstrata do Li uoeiro ;
e figura boj-i em juizo um ridiculo embar-
go da admTstrac;Xo escrupulosa desti ce-
lebre ferro va, uppondo se .construccito
do prolongamento para a Verz'a.
Essa gcute, do proprio utereas-, prsta-
le tudo...
A' administrad-lo da estrada de Limoei-
ro, sem opposicSo legal da de Cax >ng,
abri ama estayao no Arraial, poucos pas-
aos da Casa Amarcila, desta ultima.
Agora, depois de nilo opp palavra ao
contracto publicado, depn.a de decorridos
annos, quando osseus amigos nilo tem mas
recursos para espacarem o cumprimento de
mp dever, qu-* ao mesmo temp) tuna ne-
cessidade publica, ombargam os trabalbos,
eomecadop, par forca de prazo ia'.al nica-
mente para brasileiro ver.
Bem prevenid) foi o Sr. conselhciro Cha-
ves, presidente ento : Si V. Exc, disse-
ram-lhc, admittir a abertura j, para Ca-
xang, a compa-abia nlo tara o ramal da
V rz ;a ; ella s ac-itou a clausula na ap-
pareneia; nlo quer cumpril-a.
A' adminis:ra(,o da Limoeiro bm qui
zera tambem qu3 novos embargos lhe op-
posessora os seus inimigoa da estrada de
Goyanna, no 'segundo cometo de trabalbo,
com que pretenda fazar jus nlo caduci-
dade do contracto de seu prolongamento
para Timbauba. Os homens. porem, p-
roce que nlo o,uerem cabir no layo. Ea
boa gento Lr segunda inauguraclo do tra-
balhos, por entre vivas, multiplicados e
ridiculos, em ausencia at dos proprios in
glezes interessados.
Haver invaso de zona pelo ramal da
Varzca ?
Depois examinaremos isso, o exame for
preciso.
Entretanto, a cousa bem clara. O an
tigo meslre de linha da Limoeiro, agora ge-
rente da Caxang, faz as suuas pruneiras
armas, piiindo aos que o-ajudavam n;.s
cout.s, quo o 8oc orram agora, no raeio da
ra-llir les;r nos.
E 0 que far anda desta vez o uVudo
engiiiheir.i fiscal da Caxang, tao at..ict'a-
do, que lhe nlo tinha sobrado at poucos
das tempo para responder um officio da
presidencia da provincia, rceebido em Ja-
neiro ulciiiin ?
Naturalmente ser portador passivo e in-
cousciente mais urna vez.
Felizmente na administrajao da provin-
cia ect um pernambucano honesto, que
bem conhece o que por e vai, e a historia
dessa gente.
O nter ssado
73:097*758
6:745*427
1:159*672
7:905*099
DESPACHOS DE DUPORTACAO
Lugar nacional Tigre, entrado do Rio
Grande do Sul no di 17 do crrante e
onsignado a Baltar Oliveira, d C, mani-
festou :
Xarque 525,000 kike ordem.
Patacho oacioaai-Andaluza, entrado do
Rio Grande do Sul, no dia 17 do corren te
e consignado a Amorira Irmlos d C, ma-
ifeston:
Xarque 184,860 kilos i ordem.
Patacho partuguez Tentativa, entrado do
Rio Grand do Sul no dia 17 do corr^-nto
e consigo, do a Ifaia d Rvzende, manifes-
tfiu :
Graxa cm bexiga 5,358 kilos.
Sebo 200 barricas.
Xarque 222,900 kilos ordem.
;; jPaciios de xpouta(,o
Ea 17 de Juubo Para o exterior
No ap-.ir allemao Hamburgo. earregaram :
Para ilainburgo, P. Ktub.l1n1.11n 612 eouros sal-
gados com 7,344 kil.t ; Poblman 8 cuuros
salgados com 6,'..'6 kilos e 5 volumes com 619
kilos de garras de Cuuro.
No lgi.r norueguense Alie, carregou :
Pnra Hall. F. C. Oialvao 1 sacco com 30 kilos
de li de carneiro.
Para o tni-j -<>r
Na barca nicioual Maa Angelina, carre-
garam :
Para o Rio Grande do Sul, P. 'arneiro & C.
100 caceas com 6,892 kilos de algod. ; Amorlm
Irmaos 4 C. 5 0 barricas com 44,287 kilos de
assucar branca.
No vapor alleaiao Hamburgo, carregarain :
Para Santos, Baltar Irmaos & C. 150 saceos
com 9,000 kilos de assucar branco e 300 ditos
com 18,000 ditos de dito inascavado ; M.ia &
Rrzende 30 l rceos com 18,000 kilos de assucar
branco 600 ditos com 36,000 ditos ae di mas-
cavkdo.
No vapor nacional M. de Caxias, earrega-
rm :
Para Babia, J. C. de Albuquerque 150 saceos
com 11250 kilos de as-ucar branco; J. F. da
Costa lo caixas com 600 kilos de doen.
No vapor nacional Espirito Santo, carrega-
ram :
Para > Rio de Janeiro, J. Meyer 2o s ceos com
1,875 ki'i -< de assacar inascavado e 1 barril com
160 litros de agua dente ; M. N. A. de Almeids
3,000 coe s, 'ructa e5 rolo de eoteiras d- cir-
nnba ; J. H. le Olive-ira 1 barrica co-n 50 cocos,
fructa ; J. M. Das 1 cana com 10 kilos de doce.
No vapor nacional Para, carregaram :
Para Mansos, Amoim Irmaos 4t J. .'0 volu-
mes cum 3,311 kilos de sssucar branco e 40 barris
com 3,840 litros de agurdente ; J. R. Lama 30
voiume* com 1,741 kilos d- assucar branco ; P.
Alves efe lo barricas com 1.03 kilos de nasa-
car branco ; f. Plato & C. 25 barris com 2,400
litros de aguara !!!>
P*ra o M. F. Marques & Filho250
barricas com lft,76') kilos de assucar branco ; V.
T. Coimbra m 35,139 kilos de assu
car braaco j ra 4 0 volumes com
21,060 k.iloa Amorim Irmaos
4 ('. 60 I,9fl0 kilos do asa car bran-
s 60 volamos om
i ; Mai Sr Rvzende
20 barricas com 2,'KX) kilos de graxa.
Para ^ >JW 14 caixas coir
> C. 5 barris
com 4">
barricns
com 1 r hrance.
Ao publico
Nao -..sperava alimentar uiua polmica
com o Sr. Norberto Salles, quando soliritei
a suspenso do juizo de Ilustres cavalhei-
ros a proposito de urna s.ena do effeit->, na
qual o bonvivant Norberto tontou faz r-
mo drt rao tutof dos menores Adelaida e
Manoel Bacellar.
Preparavam se nicamente privar n con
trario no juizo de orphaos, para onde se
dirigi aquelle senlior ; c depois trazo-o
resultado ao conbe-imento do publico sen-
sato.
tas, as Solicitadas do Jornal do Red
fi, do 17 do Oorrent-i, exhibi ainda aquel
le senhor urna outra s en a, e em lingui
g :nfranca desjeao intimo di minha vida.
Pou;o isso rae offende, por quanto alen
de bastante oouhocido, como refero o g i
roto, no me corre desar eu levar excessi
va paga pelo trabalbo que prest') para con
seguir-so o recebiment de penRS-s e sol-
dos, quo competera viuva e invlidos.
Quando muito serei um vinagre de t>a
tordo com aa pesoas que pro -ur.nn ; na<
nunca serei um salteador'la fortuna alhei-i,
um Urapio assignaludo al pela caprichosa
uaturesi, quando dotou o Sr. Norberto
com olho ve-go.
K' que ella j previa o tiro d> lar*pi,
que i.ffeeta honradez : nio sou eu quera "
iz, mas autos, nos quaeg se processou a
tutella e aventario dos bena Ua mi da-
quelles menores.
H* alli, historias muito nteressahtes, que
avantajain u qualid d de honradn tan ro
clamada por ura lzaro, arroj ndo-se a
chamar leprosos os homens de beiu, por ae
tOS e pOSeSeS 30 aC8 1
Admira esse atreviiDDilto outros ; mas
Ka ;i mi que tenho visto o lairilo Orto
tesso inculcar so de protei t >r da victi na !
E' aree.
A' tanto S! estende o proceder do Sr.
Norberto, que tutor daqueiles menores, f'ur-
tou, trastes deixados pela finada ini des
mes-nos menores ; oecultando na casi n.
1G0, a ra dos M.ityrios, eutre outras pj
gas furtadas, urna cama fran-ceza, ura ca-
bido e ura lavatorio.
E' muiti miseria, nao inferior ao eraps-
nhamento das pequeas joias da uwnar
Adelaida, noMonte Sjccoito ; e au utu
pugaraento dos impostos de tres nicos
predios dos menores, e.ujos rendiment is
estilo penhorados pela Fazenda.
i^Ta! o cuuho do eentiiuento do cotnpai
xao, quo diz o Sr. Norberto t'-r dos iieno-
re.s; revelando o carcter moral d a ti
honrado, verdaieiro lzaro, que depois de
ensotado da tutella dos menores, araia n
uso da traficaneia, anti-datou recibos, e
por mcio de arraojos e batimentos deu
quitacito de seis mezes adiantados de alu-
guel das casas dos infelizes, j quando
nSo era tutor! E' falso, Sr. Norberto?
Os autos provaro, a o aquilino Farias
o c mfirma.
E depois de tantas miserias dizer o Sr.
Norberto, que se interessa pela sorte dos
orphos, alera de ridicula, a requintada
sagacidade de aves de rapia, muito a
carcter de S. S., quando, con a car*
deslavada deixando ver o typo do saltea-
dor, oFer^ccu era juizo, e depois de enxc-
tado da tutella, urna conta da reeeita e
despeza dos menores, iigun-ndo credor (j
66 v) cm quantia sup-nnr a 1:0005000.
Esta conta, ver ladeira prova do cota-
paixdo, fui impugnada; maso Sr. Nor-
barto, ou-ii liomeiu da gaza, tei.na ea re-
cebel-a, aliegarido que ious meninos t n
asignatura uj.im fuzer barba. E' i aso vir-
gem, menino de oit > annos barbeando s-i
seiiKinalmente ; e mais gastando remedios
sera nunca experimentar doengas ; emfra,
outras bandalheir.is iraaginaveis, :i facer-
se o calculo do honrado Sr. Norberto, que
rendo langar os orphaos na misciia, e teria
f-ito, se o integi-rrimo Dr. juiz de orphSos,
ex-officio, nao destituisse um lampio de
ajis, quo poderia at vender es orphaos,
como escravos.
K nao era difficil : um crime irrasta a
outro, depois de roubar a propriedade dos
orphaos, reduzil-os a escravido, nao seria
pura admirar.
A opposicao, qu6 naturalmente a estes
intuitos se levantava, procoeou as iras do
Sr. Norberto, que tudo inventa, ch-gando
a dizer quo a menor Adelaido reside era
sua companhia, e que cora ella despende at
o preciio sua edueaciio.
Pobre saudeu, que nao sabe nem mn
tir, apeznr de ser perito em roubar. A me-
nor reside ra Imperial, ao passo que o
Sr. Norberto reside na ra da Gloria, em
nctade du urna casa. Eutretanto diz este
senhnr, que reside com a menor.
Mas o qu) fazer, quando o Sr. Norberto
apenas procura, do novo, a suspirada tu-
tella ?
S. quo trabalhe, n5i se faja de Aon
rolle, qua ido sibido ter valor de u ua
chg i, d \ urna ferida cancerosa.
R-spoii lo ao insulto do liz ro, e aindn
Hpptdlo p r e publico, que julgar da mi
nh4 prooida'le e da do Sr. NoroorJ
R:;ife, 18 de Junho -le I88B.
O tet.entu Evaristo de Svtaa.
il
eumao
do {>:i>*t(fo coaiierv.'idor da fre
guezia da Koa \sa
Conv. a se todos os craserv.idores desta
freguezia, para runirera-se na segunda
feira 21 do correte, s (> horas da tarde,
no predio n- 29 do Pateo de S. Qoncnl",
afira d' eiegerera o directorio paroebial da
incMu- freguezia, o ouvirera pelo Dr. Sea-
lira criptos, o tira principal do di ti directorio.
ilecife, Ig de Junho do 1836.
"TR-cife, 1G de Juubo de 1835.Illins. Srs. llar
da* >t C X- w-Y.rk.
H.vuud m liVido yor Ur^ri tempo, di urna forte
aii'-iuH e dc'iilijade do nni;ue e caucado de usar
oiinie r;iv -i-- ne-dicaineutos M>0 renul'adunliruin del
i iishj jior c.isiialidadu ao larope da Vidude Itcule
A.' principio nao pnreo-u fazoi-:ne bem; mas
depnw dr iishi 3 garrafas, compr. Ii-udi a b.ii'Ude
il i ori-p irac-Vi, p >4 obr-tielo gr*du;ilue-nte sobre
o r-y-Own* .-in i^eral e eoiia.'^ii'ndo com 5 garafus
ijiit tomei* rubiitteccr-me, f-rtiloando in-ai dangu.
dutaiiio-uie de urna agilidad edi.-p>sfao pala
llldo.
Por eon.'e.'uoite. Hgradeuid > aos fabricantes d'
tao i, e i luV.iz prepara cao, reommendo-o quel-
les qSM teniiiri neeessidade de um depurativo,
oi.li.do que obterftoo mosmo resultado que eu.
llypolito Eugeuio de tiouia.
Ii-cjinra.'ii(i.i e ho dintincto k-itorado para o
rmr/j de v.oeador o cidadoJoio da Silve r,.
15.a yes Tav ra.
Convida-se aos
Funeral do Dr. Aatonio Fraarlaco
Crrela de trnujn
O abaizo assignado, director da glande orebes-
tra do officio e raissa de rquiem no funeral do
Eim. r. r. Antonio P. Correia de Araujo, rea-
lisado no dia 16 do torrente, na groja matriz da
Boa-Vista, vi ni agradecer aos s. us compinhei-
ros que de tao boamente lhe auxiliaram no dsem-
penho da orebestra a si coufiada, pediudo permis-
gao aes demiis para destinguir aos senhores pro-
fessores Koshs e Candido 'ilho. R.eife, 17 da
Junho de 1886.
Joa Tavares de Medeiros.
Resoluto em contrario
Wiberto Brrelo de Mello liego, desiste da pre
tencao de juiz de p-.z da'frejroesia de S.Jos, e
agradece aos seus amigos eleitores os votos que
Ibe iam dar.
Venenos merenariaes
ft. 395
Na praticu de melieina empregain-se todos os
rentaos aeHv-isf toJos elles encurtam ineuiissi-
velmente a vida
A s-.l.-.:.parrilliH de Bristol, reaimente urna das
pooeaa [iie-paraco -a Widiciiiaes, que se p.dem e 11-
oiderar c ana um remedio puriii> ole vegetal, Na
COOteai um e grao que seja de mercune, araenici.,
estriebuin 1, brom"s, ioJe, ncm neubuina outra
substancia venenosa q ie teja. K Jeinnio 6 um an-
tidoto contra os mcsm.s e cura as eiiferuiidades
produzidas por elles mesmos. O melbor que estes
Sabtin tazer matar ama eufrmidade substituin-
do-a por outra; porm a salsaparrilba de Bristol,
obra de accordo c m a uatureza c nao c utra ella,
destruiudo para sein.-r-1 com o seu etl'-ito neotrali-
sador, as causas da molestias ulceros^, cancero-
sas c eruptiveis, n guiando figado e o estomago,
dando forca e vigor ao ventre, limpando o pyate-
m 1 de todos os elementos morbosos, resUbelecendo
o vigor corpreo e a elasticidade mental, e robus
tecendo cada orgao debilitado.
Tanto as criancas como .s senhoras as mais de-
licadas a podem tomar sem susto algum. F.' a an-
cora da vida dos frucos.
Acba-se ven-i em todas as principaes bo .icas
e lojas de drogas.
Agentes ein Pernambuco, Ilenry Forstcx & C,
ra do CommerciO n. 9.
Vssoclaeo dos Empreados no
Commercio
Assembla geral
De ordem do IUm. Sr. presideote sao convida-
dos todos os Srs. socios a reunirem-se eu assem-
bla geral no domingo 20 do correte, pe as 5 ho-
ras da tarde, afim de se tomar conbcciioento do
que preceitua o 1 do art. 35 dos estatutos.
Reeife, 16 de Junho de 1886.
O secretario, Manoel Main.
lonle-Pio dos Voluntarios da
' Patria
De ordem da directora, sao convidados todos
Srs. assocHdos a se reunirem em assembla ge-
ral 110 dia 21 do corren te (segunda-f.-ii-a) na sede
ia a>s ciacao, afim de atsistirem a leitura, do re-
latino e posso da nova directora que tem de
tuoeciniiar no anuo de .1886 a 1887.
P.ede-se o comparecimento de todos Sr?. socios
afim de abrilbantar esse acto.
S. cretaria do Monte-P<> dos Voluntarios da Pa-
tria, em 17 de Jnnho.de 1886.
Alfercs Geroncio 8. Tr.ixeira.
BffllTritreii! De Pernal-
l
Nos tora is dos arts. 5 e 6 dos estatutos, sao
convidados os senhores accionistas a reaiisarem
at o dia 30 de juuho pn.xim >. na sede do banco,
ra do Com i.ereio n. 31, a segunda entrada de
dez por cento do valor nominal de cada accao.
Reeife, .'8 de Maio de 18S6.
Os administradores,
Manoel Joo de Amorim.
Jos da Silva Loyo Filho.
Luiz Ouprat.
d
Empresaria do aba>leclmenio d
agua e gaz cidade de Oltuda
DEVEDORES EM ATKAZO
Te.ndo a directora, em bcssso de 15 do
correte, resolvido re"eber p..r intermedio
do ura 8ollieitador todas as contas de con-
suraiidores d'agua e gaz em atrazo, a
ont ir do aira > de 1876, resolv u'esta
data encarregar do tal cobranza o Sr.
O X troye de Villa de Reuter M. 2 > 1
poderoso estimulante i- reculad>.r do fijado. S'-u.-i
effcitoi sobre o saiiifne 1^ os hum rea sao realmente
aSOmorosos, e mui'o mais iminedialos e perma- I ,, D ,- r? j
. 1 r, 1 ,a Diog-o aptista rernand.-s. a quem espero
nene s do que os un oalquer uutro panica,dor at
boje descoberto, po-isuindu a grande Vau'agein de
que quando pela aua t"o. ;a depurativa e desinficio-
uaute acaba de operar 110 iiy-te;ii a desaggrega-
cao Jos venenos da e.-cr..fula, das berp -s e ulceras
maligas, das accum'o.eoes eaiu'cinsas, buooui-
cas, etc., iminodiataio-oje expelle o virus pra lo-
ra do c rpo, purgando oj intestiooa
Itl
Edital n. 112
|3" pray: )
De ordein do II.11. Sr. inspector, se Ga pu-
blico qu-" s 11 b >r s lidia "I d corrate uiez,
>cr-i V'-iidida e.n irnca fc-> trajiiclie Concedi, uina
aixinba HV n. 845, viuda do Bavre no varr
francs Vill-.de Ccur. entrado contendo titas di; sida e a'-rodao, pesando liquido
re il 3 kilogr-nninas, abandonada a.s direitos por
Antonio Jote Maia & C
3' se<-ca-> da Alfandei;a de Pernambuco, 17 de
Jorre, de 1886.-0 ebefe.
Cicero B. de Mello-
- No hiate nacional Deas te Guarde, carre-
garam :
Para Aracaty, E. C. Beltrlo & Irmao ftO vola
mei com 2,120 kilos de assucar branco ; P. Alves
& C. 10 volumes com 371 kilos de assucar branco.
5 ditos com 3ti7 ditos de dito mascavado e 2 b .r
ricas com 120 ditos de dito refinado.
- Na barcica Gratido, earregou :
Para Villa da Peuba, M. B. Cavalcsnte 128
saceos com tariuba de mandioca.
Sa barcaca losalini. carregaram :
Para o Natal, P. Al ve & C. 1U barricas com
609 kilos oe assucar mascavado e 4 ditas com 210
ditos de dito refinado.
No hiate uaciniial Apody, carregaram :
Para Mossor, S. Nogueira ce C. 5 barris eom
4U litros de agurdente.
MOVIMENTO DO PORTO
Navios entrados no dia 18
Santos por escala8 das, vapor francs
Ville de Mncei, de 1,775, toneladas,
coinraaiidantc Panclio.vre, equipagein 42,
carga varios gneros ; a Augusto F. do
Oliveira d C.
New Port 21 di as, vapor inglez Lemu
ra, de 1,080 toneladas, commandante
James G. Savie, erpiipagem 28, carga
car vilo de pe Ir -i; a Johnston Pater A O.
Santa Catharioa14 das, escuna allema
Deborah, de 143 toneladas, capito F.
J. Hack, equipagem 6, carga farinha de
mandioca ; ordem.
Genova 52 dias, patacho slleraSo Adlez,
de 250 toneladas, eapitao C. Schoema-
k-r, equipagem 8, carga varios gneros;
a H. Burle & C.
Navios sahidos no mesmo dia
Manos por escalaVapor nacional Para.
commandante Carlos A. Gomes, <:arga
varios gneros.
Santos por escalaVapor allemao Ham
burgo, commandante C. Lorve, carga
varios gneros.
Babia por escalaVapor nacional Mrquez
de Caxias, commandante Felippo Rodri-
gues da Nova, carga varios gneros.
eleitores conservado-
res da freguezia da
Gracapara urna reu-
aiao no dia 19 do cor-
rente, s 6 horas da
tarde, em casa do ma-
jor JosCordeiro dos
Santn, nos Afflictos.
afim de tratar-se de
negocios eleitorae*.
A E iulsao de Scott nao um
novo, pois ha longos annos que
N. 2.
remedio
est se usando na Europa, nos Estados
Unidos e rauitos outros paizes e tem sem-
pre dado os nielhores resultados na tsica,
as molestias d? peito e da garganta e as
bronchites chronicas.
VAPORES ESPERADOS
*
Ashadale de Cardiff
Godrevy de Liverpool
Ville de Pernammeo do Havre
Galicia
Ceor
Mariner
Colorado
Congo
Manos
Advanee
Tagns
Amaionense
do sai
do norte
de Liverpool
sul
c.a Enropa
do sul
do sol
do norte
do sol
Julho
de New York
hoje
boje
smanha
a 21
a 23
a 23
a 24
a 24
a 25
a 27
a 28
a 29
a 3
Reunido eleitorai
Convida-se o eleito-
rado conservador da
freguezia do Reeife a
reunir- se s 6 horas da
tarde de segn da-fei-
ra, 21 do corrente, no
1. andar do predio
n. 66 ra do Mr-
quez de Olinda, afim
de deliberar sobre as
eleic.es que ein 1. de
julho prximo se tem
de elfectuar na mes-
ma freguezia.
Couipanliia Brasilera de \;ivega-
$o aVaor
Concurrencia para foraccimen
o de carvo
A cempanhia recebe propostas ara o forneci-
meuti de carv.o ao3 seos panu.'tvs. no porto de
Per- ambuca, sob ag s guintf-s condiyoes :
O conir.ictaiite abrigar se ba a forncer aos pa-
quetes da companbia tdo o carvao qae precisa-
e:n, 4 requisicao do agin'e ou dos respectivos
cminaudaiit^s.
O caivao sera Je Cardift, de 1> qualidade, duas
vezca peni-irado, das minaa Cory myrther, Powel
Uafeim, Ocean myrther, nsula myrth-r, Dowlais
myrthtT as carvoi'iras durante o temoo de demora dos pa-
qutti's no parto e ein todo e qualquer dia e hora,
si-m i-iei'V;io de domingos, dia santo ou feriado.
A unidade adoptada para o forneeimento de ear-
vao sera a tomlada de qunrenta ps cbicos oa
duas n.il Juzciitas e quaruiita lib.as inglezas,
vontade da coinpauhia.
O pagamento ao contractHute ser feito no es-
crptorio da eompanbia, no Rio de Jan iro, vis-
ta das contas Jevidamen-o documentadas com os
respectivos rocibos de borde.
O contracto durar p lo tempo de dous annos, a
eomeeai do 1 de Setembro de 18S6
As propostns d.-vein ser dirigidas gerencia da
compuubi* at <> dia 10 de Julho do corrente anno.
Para mais informsQOjs, uo escriptorio da com -
panhia, ra do Gi-neral Cmara n. 10, ou na
agencia ein Pernambuco.
Rio de Janeiro, 8 de Junho de 1886.
Hitas. Srs. Barday & C.New-YorkHa ven-
do soffrido por longo tempo du urna forte anemia
e debilidadc do sangue, e cansudo de usar inuu-
meravi-'is medicamentos sem resultado algum, d6
ensaio. por eusualidade, ao zarope de Vida de
Reuter n. 2.
Ao principio nao pareca fazer-me bem, mas
depois de usar tres garrafas, comprehendi a bon-
dade da preparaco, pois obrando gradualmente
sobre o systemaem geral, e consegrando com cinco
garn fas que tomei robusteccr-uv, fortificando o
meu sangue e dntands-me de urna agilidadade e
disposicao para tudo.
Por conseguinte, agradecido aos fabricante, de
tSo boa e efneaz preparaco, recommendo-o qnel-
les que tenham n> cessidade de nm depurativo,
confiado que obterao o mesmi resultado que eu.
Reeife, 16 de Junho de 1886.
Hypolito Eugenio de Souza.
Elei^ao geral
_ IRMANDADE
DO
S. Sacramento da matriz de 8.
alos
De ordem do noaso irmao juiz, convido pela se-
gunda vez a todos os irmaos desta veneravel r-
mandad; comparecerem no nosso csnsistor'o no
domingo 20 do corrente mez, pelas 10 horas da
minha, para em mesa geral, elegerem os fnnccio-
narios do anno compromissal de 1886-87, camo
manda o art. 35 do nosso compromisso.
Consistorio da rmandade do SS Sacramento da
matriz de S. Jos, 17 de Junho de 18(6.
O escrivo interino,
Heliodoro O. F. Rabello.
attenderSo desde logo os mesmos devedo-
-'8, certos da justiua e equidade de simi-
Ih.-nt- resolucao.
10---rip:oro do gerente 28 de Abril de
188G.
Antonio Perei~a Simoes.
Sarita Casa de Misericordia do
Reeife
A junta administrativa fin sua seasSn do dia
I do corront', pela* 3 horas da larde, contina a
reeeber propostas para o toraeeiiaeuto de assucar
a tolos os estab<-rcMeutos a sen ean^e, e para o
de pao somonte ao eollegio d-8 orphs era 'Linda.
beetttaria da Sania Caxa de Misericordia do
Reci 18 do Juoio de 1S8G
O aecretario,
Pedro Rodrigues d' Souza.
Coinpauhia de EdilicacOes
O escriptorio desta
companhia acba-se in-
stallado na pra^a da
Concordia n. 9, conser-
vndole aberto das 7
horas da inanh s 5 da
tarde, em todos os dias
uteis.
Incumbe- se de cons-
truc^es e reconstruc-
Qes.
Recebe-se infurma-
ges acerca de terre-
nos na cidade e subur-
bios, e a respeito dos
quaes queiram os res-
pectivos donos fazer
neg-ocio.
No mesmo escripto-
rio se encontraro as
amostras dos produc-
tos da otaria mechani-
ca do Taquary, pro-
priedade da m e s m a
companhia.
i
Matriz de Sinto Antonio
Veneravel Irmandade do an
tlssimo Sacramento
Pelo presente, e de conformidade com as dispo-
sicoes do compromisso, convido aos irmaos desta
veneravel irmandade, comparecerem no respec-
tivo consistorio, sil horas da manha do dia 20
do corrente, para o fim de se proceder eleico
da mesa regedora que ha de dirigir a irmandade
no anno compromissal de 1886 a 1887.
Consistorio, 17 de Junho de 1886.
O escrivSo,
Veua Jnior.
Monte Pi Popular
Pernambucano
Assembla geral
De ordem do respeital irmao director e de ac-
cordo com o art. 6* dos additivos aos estatuas,
convido a todos es senhirea socios para se reuni-
rem em assembla geral no domingo 20 do corren-
te, s 10 horas da manha, afim da approvarem o
relatorio do 1* semestre dos trabalhos adminis-
trativos desta sociedade. Reeife, 18 de Junho de
1886.-0 1 secreta'io,
Regino F. de Carvalho.
Club Carlos Gomes
SARAO
Este club dar no dia x9 do corrente o sen
sanio deste mez "om o qual solemniaa o 4 ani-
versario da creacSo de sua bibliotbeca musical.
Os senbores socios qae estiverem qui tea para
com o cofre social, sao rogados de procurar na
mo do senhor thesonreiro, seus bilhetes, isto as
noites de 15, 16 e 18, das 7 horas em diante.
Recite, 14 de Junho de 1886.
Joaquim Alves da Fonseca,
1 secretario.
SOCIEDADE
Deneflceote ConciliacSo ao Tale
da rna da Imperatriz
De ordem do irmao presidente, convido a todos
os nossos irmaos a emparecerem na sede sooial
no dia 24 do corrente, afim de asisfirem a ses-
sao magna de filia;o e iniciacao, que ter lugar
s 9 horas da mi>nh.
A entrada no edificio ser franqueada s fami-
lias e pessoas decentes, das 6 s 10 horas da noi-
te do mesmo dia.
Secretaria, 2C de Junho de 1886.
O secretario,
__________________J. C. Maciel da Silva._________
Fazenda provincial
Ao Ezm. Sr. Dr. ju dos feitos da fazenda, e
aos Srs. Drs. procurador fiscal e inspector do the-
souro provincial, prevenimos que o sobrad i rna
de S Jorge n. 11, e as casas terreas faa do
Rio ns. 8 e 10, pertencentes ao Si. JoaquiFran-
cisco Diniz Jnnior. e que este pretende hypothe-
car meama fazenda, para ezeroer o cargo de
collector, esto sujeitos ao pagamento da divida,
peia qual o estamos accionando no juizo do eom-
mercio desta cidade. Reeife, 18de Jnnbo da 86.
Sonsa Moutinho & C.
Sociedade Philonalica
Esta Ksocia^io funeciooar hoje s 4 hsrai d%
tarde, no lagar do cottum?.
.


I IfaUH 1


Diario de Pernambuco---Sabbado 19 de Junho de 1886
i
-
I
'j

Companhia
JO H JO JTV. JJO.A1
Convida-se aos aenhores accionistas desta com-
panhia a se reanirem pm isaembla gem ordinaria
ao meio dia do l9 d.: Jnlho prximo vindouro, como
determiua o rt 26 de bsaoa estatuto?, u sede
social ru do Imperador n. 71, pavimento terreo.
Escriptorio da coipanhia do Beberibe. em 15
de Junho de 1836.
Ceeiliano Mamede Alves Ferreira,
L rector gerente.
Jos Eustaquio Ferreira Jacjbina,
Director secretario.
Club de regatas per-
nambucano
Pelo presente convida-se aquellas pessoas que
quizerein concorrer regata que esto club real>
sar no din 29 do crrente, a vir-'m se mscrever
na s no club, das 7 a 9 horas danoite,
at o dia 9Ui
Ontroaiin, ha dous premios : sendo om de 25J
para o par > composto de dous ou rnais escaleree
de 4 reinos; e nutro de 304000 para o de 6 remos
as mesmas condicocs do de 4.
Secretaria do Club de Regatas Pernambncano
em 9 de Junho de 1886.
William Hughes.
Augusto F. Oliveira.
Directores de Re gatas
THEATRO
EMPRESA
BRAGA JNIOR & G.
COMPANHIA
da qual faa
paite o memo artista
actriz portuguesa
e a primeira
Irmandade do MS. Nacranienio
da matriz do Corpo Santo do
Reeife..
De orden-, rioirmojuic. convido a todos osirmos
para, no domingo, 20 do corrente, s 11 horas da
manh, comparecerem em o nosso consistorio, afim
de proceder-se a eleico dos novos funccienarios,
que tm de dirigir esta irmandade no anno com-
promiesal de 1886 a 1887.
Reeife, 17 de Junho de 1886.
O esenvo interino,
Bailar Sobrinko.
Circular n. 12
Ihesouraria de Fazenda de Pernambuco,
em 16 de Junho de 1886
O inspertor recommenda aos Srs. collectores
das rendas geraes desta provincia a fiel observan-
cia da circular doministeri da fazenda n. 12 de
28 de .Main ultimo, abaixo transcripta, sobre a exe-
eucao do decreto u. 9,C93 de 7 do dito mez.
Antonio Caetano da Silva Kelly.
Circular n. 12
Ministerio dos Negccioa da Fazenda. Rio
de Janeiro, em 28 de Maio de 1886
Francisco Beluario Soares de Sonza, presidente
-o Tribunal do Thesonro Nacional, remette aos
9m. inspeetnres das Thesourarias de Fazenda,
pira n devida xecuco, o exemplar junto de de-
creto n. 9,593 de 7 do corrente mea, qne manda
cobrar, do 1 de Julho prximo futuro em diante,
5 por eento dos impostas do mesmo decreto men-
cionado, pnrft aero seu producto, livre de despozas
de arreeadaco, dividido e applicado de confjrmi-
dade com o que se acha pres ripto no artigo 2 4- 3
da. lei n. 8,1* de 28 de Setembro de 1885.
Outrusiui :
C.iii3derando, que a restricta exacucio do dito
decreto ha de encontrar em baracoa, no que re--
pei a cobranca daqnella taxa addicional no sello
filo e no proporcional, sempre que se realizar o
pagamcuto por meto de estsmpilhas, e se tiver de
applicar o "dlicional as de 100 ris, ou as de mi-
tro valor, do qual resulte fraccao que nao possa ser
representa la por algum das estampilhas en cr-
culaco; e nao sendo possivel prover remoco
de semclbante difficuldade dentro de certo praao
que resta para a execuco do sobredito decreto :
Ordena aos mesmos Srs. inspectores, para q'i' o
facam constar todas as estacoes fiscaes suas su-
bordinadas, emquanto o poder legislativo, quera
vai ser sujeita a resolucao deate cssumpto, nao
deliberar procedimento differente :
1 qne ti |ue suspensa a cobranca da dita taxa de
addicional de 5 por cento, nos casos do pagamento
sello fix on proporcional, em que se tiver de era-
pregarestampilba qne nao represente valor de 2
pelo menos, para o qual j ha a estampilha de 100
:is, que dever ser oppotts, observada a recom-
mendacao do artigo 18 do regulacieuto n. 8,916
de 19 de Maio de 1883 ;
2* que se proceda como na bservacSo 3a do
1 da tabella B, annexa ao mesmo regulamento,
desprezando-se rs fraccoes quando o imposto a
pagar excedente referida quantia de 2000, ter-
minar en fraccao menor de 100 ris.
Nos bal incoa, que as estacoes arrecadadoras
deste imposto sao abrigadas a organisar e a en-
viar ao Thesonro e Thssouraria de Fazenda, se
descriminar o producto da arreeadaco corres-
pondente mencionada taxa addicional de 5 por
cento, afim de ter a applicacao que Ihe compete.
F. Beluario Soares de Souxa.
Manta Casa da Misericordia do
Reeife
Arrenda se por muito barato preco, o armazem,
1 e 2- andares do predio n .24 a ra do Vizconde
de Itapanca, outr'ora do Apollo, com excellentes
accommodacoes para famili., tendo o 2' andar um
bom terraco e sofito ; arronda-se separadamente.
O armazem presta-se pura deposito de assucar,
barriqueiro on outra qualquer negocio que de-
mande grandes accommodacoes ; divide-sc o mes
mo .rmazem, tornando-se anda ssm dous bons
armazens, com frentes para o caes do Apollo e
ra do mesmo nome.
Os pretendentes poderao examinar dito predio,
qne se acba. em reparo, tratando sobre o sen ar-
rendamento na secrotaria desta sania casa.
Secretaria da Santa Casa le Misericordia do
Reeife, 29 de Maio de 1886.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza
Sabbado, 19 de Junho
Primeia representaco da primorosa peca em 5
actas, de A. Dum-is F ho, intitulada :
DEM-MQip
Os papis de Baroneza d'Ange e Olivier de Ja-
lin creacoes dos artistas
Lucinda e Furtado Coelho
nintrlbuirao da peen : Baroneza de
Ange, D. Lucinda F. Coelli i; Valentina. D. Gil-
da ; Marcellina. D. J. de Freitas ; Viseondessa de
Verniers, D. Clelia; Sopha, D. Adelia; Olivier
de Jalin, Furtado Coelho ; Raymnndo de Nanjac,
Ferreira ; Mrquez de Toncrins, Irineu ; Hyppo-
lito Kichoud, Bellido; Io criado, Barros; 2o dito
Portilho.
A aeco tem lugar em Franca; actualdade.
Mise ea-scene do artista Furtado Coelho.
Comer r m 8 1/1 horas,
Haver bonds para todas as linhas e trem para
A aipuecs.
Peplonoldes deC arne
Um alimento nit'o gemoso composto de consti-
tuintea solidos de leite bam cerno gluten do trigo
(hvre de gomma).
Recommenrlado as convalescencas de qualquer
doenja, iiffec<;o*8 pulmonares, febres, pneumonas,
gaatriu.-, uysentoria e toda e qualquer debilidade
seja qual tur i sua origem.
Maltina
Um extracto concentrado de trigo, avea e ceva-
da fermentados.
Valor diastasico 30 veces o seu proprio peso !
O maia rico agente restaurador at boje con be-
cic'o, alt- mente apreciavel noa casos de debilidade.
Alimento Souluvel de carnlck para
crianr.a*
A analysedes le nlimeuto demonstra que os aeua
coustituint.es nutrictivos s o quasi idnticos com o
leite materno, pur isto o alimento mais aperfei-
coado para eriaoca.
Fornecem amostras gtatis acs Srs. mdicos.
Deposito ra do Bario da Victoria n. 48
Pacific Sieaoi Kavigation Companv
8TRAITS OP MAGELLAN UNE
Paquete Galicia
'Tr
AWAMIV
Ultima representaco do grande drama
Companhia de Ediflcaco
Ccmmunca-se aos Srs. accionistas, que por de-
liberaco da Directora, foi resolvido o recolhi-
mento da terceira prestaco, na razio de 10 por
cento do valor nominal de cada aeco, o qual de -
ver realisar na sede da Cimpanhia, praca da
Concordia n. 9, at o dia 30 do correte, em cuja
occasio se diitribuiro as respectivas accoes.
Reeife, 10 do Junho de 18-6.
O director secretario,
Gustavo Antnnes.
Junta commercial
T Tendo-se dado um engao no autographo deste
annuncio, esta secretaria faz novamente publico
que foi registrada a escriptura ant-nupcial e de
dote celebrado entre Jeronymo Ferreira Pinto e
D. Amelia da Purificaco N>srueira de Souxa,
com assistencia de seu pal Jos Nogueira de Souza,
estipulando-ge os pactos seguintes :
1. NSo haver communhlo nos bens com que a
noiva D. Amelia entra para o casal, era n'aquel
les que adquirir per qualquer titulo na constancia
do matrimonio.
2" Oj bens com que entra para o casal consis-
tentes em 3:000*000, em dinheiro cora que seu
dito pai Jos Nogueira de Souza Ihe dota e os
que adquirir na conformidade da clausula primei-
ra, sera > considerados dotaes e onseguiutemnnte
inalienaveis e salvo de quaesquer compromissoe
anteriores ou posteriores ao casamento.
3 Ao noivo Jeronymo Ferr-ira l'into como
cabeca do casal cabera a administradlo dos bens
da noiv, sendo os respectivos rendimentoa deati-
nados aos encargos matrimoniaes.
4. Por mortc da noiva deixando dscendentes,
para estes paasaro os res>ectvos bens e nao ha-
vendo dependentes, par os seas ascendentes e
na falta para os collateraes, segundo as regras de
direito, salvo em ambas as hypothesM a dispos-
cio testamentaria pela forma perm-ttid* por le.
Secretaria da Junta Commercial do Reeife, 14
de Junho de 1885.
O secretario,
Julio Guimares.
Gabinilc Portuguez de Le.lura
Previne-s"! aos senbores s )cios accionistas que
as listas de aubacripco de accoes para a compra
ou edificHcao de um predio em que funecione a
bibliotheca deste gabinete, se acham disposcao
de todos, na sede social, e que sua subscripcao
ser inc rrada no da 30 do corrente mez.
Secretaria do Gabinete Portuguez de Leitura
em Pernambuco, 17 de Junho de 1886.
Manoel Mirtins Capitao,
1 sectetario.
1
Fregnezia de Hanto Antonio
Ob eleitores coaservudores da freguezia de S.
Antonio, em reuniao que teve lugar a 16 do cor-
rente, re olvcram apresentar e recororaendar aoa
seua correligionarios os seguintes cidados para
candidatos a juizes de paz :
Major Antonio B< roardo Qunteiro.
Artista lie clnor Miguel dos Santos.
Proprietario J"o Feneira Lourero.
Proprietaro Maximino da Silva Gusuiin.
THEATRO
Melpomene Olindeose
Sabbado, 19 do corrente
ESPECTCULO EM BENEFICIO DO SYMPATHlCO
E NOTAVEL ATLETA HESPANHOL
D. Mximo Rodrguez
Com o concurso da Sociedade Melpomene que
em attencao ao beneficiado far representar n'um
dos intervallos um* das melhores
Meenas cmicas
do seu variadaximo repertorio.
PRIMEIRA PARTE
BRISQUEDOS REVOLUCIN'AKIOS Inte
resaantissini > jogo com pesos de 30, 4') e 50 libras
que por vor.tade alheia de D. Mximo nao pode
ser realisado no espectculo anterior.
A ARCA DE NOCreacio de D. Mximo.
O mus su.prehcndeute trabalho de forca que ae
pode imaginar. D. Mximo sustentar sobre si
urna creacSo inteira.
SEGUN'DA PARTE
O PL'NHO DE HERCULES.D. Mximo que
brar peoras de maa de um decmetro cubico com
simples murros que lhes d;,ra.
O ANDOR DAS XAQOES. (A pedido de di-
versos admiradores.)Nada menos que levantar
com os dentes urna pipa tendo duas pessoas em
cima, sendo urna em urna cadeira ; ao mesmo tem-
po que no cogote sustentar um trapezo onde
cinco outras pessoas farao diabrurus.
TERCEIRA PARTE
A chistosa ac-.;na coiniea.
X. B. D. Mximo pretende obsequiar o rea-
peitavel publica que o honrar com a sua presenca
apresentnndo Ihe o seu expleudid
JHagascopio e^.ypciaco
illuminado pela maravilhosa luz elctrica do urna
lampada toleil de Serrn ; n5o se cooapromette,
porem, positivamente a tazel-o, vi-ito como depen- |
de isto do cumprimento da promesa de um fabri-
cante de objectos cermicos qun Ihe ficou de tra-
zer impreterivelmente boje uns buioes neeessarios. I
Si f.ir satisfeta aencommcuda, D. M iximo com este
nteressante divertiinento terminar o espectculo, i
So caso contrario D. Mximo repetir a eceua '
do
Desalo
apostando um cont de ris contra cent mil ris!
Grande seena do gladiador ro-
mano
Bilhetes no escriptorio ou no chalet do Carino.
O esoectaculo comecar s 8 horas.
llavera un trena pura volt a
dolera da provincia. Sabbado 19
do corrente, se extrabir a Infera n. 59, em bene-
ficio da matriz de Leopjldina.
No consistorio da igreju de NVssa Senhora da
Conceicao dos Militares, se acbaro ezpostas aa
uruaa e aa espheras, arrumadas em ordem num-
rica aorecacn do publico.
SOCIEDADE INTIHl
Distracco Dramtica
. Atf.\IVE*ARIO
PROGRAMMA
As 7 1/2 hors da noite de boj!, depos que a
orchestra regida pelo hbil professor Maniel de
B.-itto Araujo tiver executado urna linda ouvertu-
r, subir o panno ao sora do liymno social, apre-
sentando se durante a ixeciicao urna anetheose
em scciia aberta.
Em seguida subir scena o drama em tres
actos de Antonio Mandes Leal
ABEL CAIM
Seguir-ae-ha a icdr cmica intitulada
4 trra das
t mrtj States & Brasil MailSAC.
O vapor Colorado
E' esperado dos portos do
sul at o dia 24 de Junho
depos da demora necessaria
seguir para
aranho, Para, Barbados, *.
Thomaz e New-York
Para carga, passagens e encommendas e dinhei-
ro a frote tracta-se com os
AGENTES
O vapor Advance
Espcra-se de New-Port-
News, at o da 28 de Junho
o qual seguir depos da de-
mora necessaria para a
Baha e Rio de Janeiro
Para carga, passagens, encommendas e dinheir >
a frete, tracta-se com os
AGENTflB
Henry Forster k C.
N. 8 RUADO (AJMkKClO.-N. 8.
! andar
t
Dar fim h< fsp-ct.-.culo o ehi-itoto 'li^tto
D MSIHIXraC 3 A PDBHJS
0 theatro acliir-e ha conven.intrnente deco
rado, bem como o jardiui iliummado :> g.< rno.
Antonia Cardsso de Gusmao,
sretario -'a oofnoais*sV>.
Preparados
XA
81
c.
LONDRES
Oleo i!e Dgaiio de bacalho e Selle
pepitotttMatio
Esta preparado t sa qne urna enan-
ca premptamente a toma.
O leite digerido tem a pr priedade de quasi in-
teiramente disfarca o oleo e as p*sso*s de dges-
to maa dbil podem tomar s -m r*C
CHARGEIRS REUNS
Companhia Franceza de navega-
cao a Vapor
Linha quiuzenal entre o Havre, Lis
ooa, Pernambuco, Baha, Rio de Janeiro e
Santos
Steamer Tille de FemiMco
E' esperado da Europa at
o dia 20 de Junho, se-
gmndo depois da indispen-
savel demora para a Ba
tala. Blo de Janeiro
e Hantoa.
Roga-se aos Srs. importadores de carga p 'loa
vapores desta lihha.queiram apresentar dentro de 6
das a contar do da descarga das alvareng.
quer reclamaco concernente a volumes, que po-
r-Ktura tenham seguido para os portos do sul.afiu
de se poderem dar a tempo as providencias neo a-
sariaa.
Expirado o referido praso a companhia nao se
responsabilisa por extravos.
liecebe carga, encommendas e passagere par
es quaes tem excellentes accomodacoes.
Augusto F. de Oiveira & (
42 RIJA DO OOMMERHIO -42
(OHPIMIIE DEM Ml^^A^B
RES maritimem
LINHA MENSAL
0 paquete Congo
Commandante <-rou
E' esperado dos portos do
sul at o dir. 25 do corrente,
seguindo, depois da demora
do costume, para Bordeaux,
tocando em
Dakar, Lisboa e Algo
Lembra-se nos senhores pussageiros de todas
as clasacs que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualquer tempo.
Faz-se abatimeato de 15 /0 em favor das fa-
milias composta de 4 pessoas ao menos e que pa-
garem 4 passagens inteiras.
Por excepeo os criados de familias que toma-
ren! bilhetes de proa, gosam tambera d'este abati-
mento.
Os vales postaos e se dan at dia 23 pagos
: contado.
Para carga, passagens, encommendas e dinheir >
a frete: tracta-se com o agente
Auguste Lablle
9 RUADO COMMERCIO-9
OYALMAILSTEA PACIET
GOlPAiiV
0 paquete Neva
E' esperado da Europa no dia
24 do corrente, seguinda
depois da demora necessa
ria para
Baha, Rio de Janeiro, Monte
video e Buenos Ayres
Este vapor traz simplesmente
passageiros e mm e immedia
lamente segura depois do desem-
barque dos mesmos.
0 paquete Tagus
esprade
do su! no dia 29 de
crrente seguiu lo
lepois da demora
necessaria para
Lisboa e Southampton
Para passagens, freies, etc., tracta-se com c;
CONSIGNATARIOS
AdamsoiiHowie&C.
omp&Eihla Bra ileira de %a.vt-
u::eaoa Vapor
PORTOS DO SUL
0 vapor Cear
Comman^a?ite o l." lente Ouilherme Pa
checo
E' esperado dos portos do
norte at o dia 23 de Junho
e depois da demera in
seguir para
os porfoa do sul inclusive o
da Victoria. Recebe tam-
bem er jt.as e Bio Grande d >
Sul, frete^modico.
Para carga, passgens, encommendas e valores,
(rata-se na agem
N. 11 RA DOCOMMEROIO N. 11.
Espera-se dos portos
do sul at o dia 21 de
Junho, seguindo pa-
ra a Europa depois da
"emora do costume.
Este paquete e os que dora
em diante seguirem tocaro em
Plyaiouth, o que facilitar che-
garem os passageiros com mais
brevidade a Londres.
Haver tambem abatimento no preco das pas-
sagens.
f ara carga, passagens, e encommendas, tracta-
se com os
AGENTES
%VlI*on Sons A C .. Limited
S. 14 RA DO COMMEROIO N. 14
COMPANHIA P;UMHI< t\t
DE
MavegacSo Costeira por Vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Macan, Mossor, Ara
caty, Cear, Acarahu e Camossim
0 vapor Ipojuca
Segu no dia 22 de
Junho, s 5 horas
da tarde. Recebe
carga at o dia 21.
Encommendas passagens e dnheros afrete a^j
s 3 horas da tai de do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Caet da Companhia Pemambunana
n. 12
Agente Pestaa
Leilo
Dos movis,
dio onde
Lisboa e Porto
, louga, vidros, piano e o pre-
se acham os ditos movis, no
caes do C pibaribe, ra da Pona Velha
n. 3.
Terca feir, 99 do corrente
A's 11 horas em ponto
O agente Pestaa, competentemente autDrsado
pelo Sr. Antonio Ferreira de ( arvalho Jnior, que
se retira com sua Exma. familia para o Rio de Ja-
neiro vender importante casa terrea com 2 salas,
4 quar os, saleta de engommado, cosinha, quarte
para criados, idem com banheiro, agua e gaz,
quintal com cacimba, ra da Ponte Velha n. 3,
livre e desmbaracada de todo e qualquer onus,
rendendo 6001000.
Em contiouacao vender J piano de Blondel, 1
mebilia de Jacaranda com pedra, 1 dita de faia, 1
cama de Jacaranda, 1 dita de amarello, 1 mar-
qnezio para solteiro, 1 guarda-vestido, 1 cmoda,
1 cabide, 1 mesa elstica de 4 tu boas, 1 guarda-
louct, 1 dito para pratoa, 8 jarrros de Bacarat,
12 cadeiras avulsas, 2 ditas de bataneo, 1 cama
para menino, 1 barco, 1 relogio, 2 quadros, ma-
chinas para costura, 1 sof de Jacaranda, 1 appa
relho para jantar, 1 dito para ulmoco e outros
muitos objectos que estarao patentes, a vontade
dos Srs. comprador s.
Leilo
Das dividas da massa fallida de Pereira
de Siqueira & C. na importancia de
3:9406180.
Terca-feira, 99 do crtente
A' 1 hora da tarde
No armazjm ra do Imperador n. 39
O agente de leiloes Pinto levar cm leilo por
mandado e em presenca do Dr. juiz de direito es-
pecial do commercio em rirtude do requerimento
do Dr. curador fiscal da de Siqueira le C, das dividas activas da referida
massa, na importancia de 3:940189 constantes
da nota existente no escriptorio do mesmo agente
a ra do Bem Jess n. 43.
CALLOS
0 MELHOR E MAIS INFALLIVEL EX-
TRACTOR DOS CALLOS E A
. MAYiYARDIM
porque os extrao completamente, sera causar a
mnima dor. E' fcil de applicar, nao impede de
se andar calcado e tem o eu effeito esmprovado
por attestados insuspeitos e em numerosas appli-
cacoes que nunca falharam. JS vedadeife o que
se prepara e vende na Drogara e ImpcrraT Phar-
macia Diniz.
57Ru do General Ozorio--57
Hermes
IB
Deposito em Pernambuco pharmacia de Hermes
de Souza Pereira & C, Succesaores
Segu com brevidade o patacho portugus Dout
Irmaot, para o resto da c.irgt trata-se com Silva
Guimares 4 C, ra do Commercio n. 5.
Para
Segu com brevidade para o porto aeima d
patacho hespanhol Joven Pura ; para o resto da
carga que falta, trata-se com Baltar Oliveira &
Companhia.
Para Maranho
Recebe earga e possageiros para o porto cima
a barca portuguesa Vasco da Gama ; a tratar
com os consignatarios Jo da Silva Loyo $
Filho.
LEILOES
Terca-feira 22 deve ter lugar o leilo demo-
veis, loucas, vidros, taboas, portas, caixilios e car-
ros de mo no armazem da ra do Imperador n.
39.
Em continuaco e 1 hora da tarde leilo das
dividas da massa fallida de Persira de Siqueira
4C.
Quarta-feira 23, o dos movis e mais objec-
tos da casa emque moram o Sr. Alian F. Dutton,
a ra da Aurora n. 39 2a andar.
Leilo
De 5o saceos com gergelim ava-
rlados, marca T. I. & C, pro
prio para oleo
Sabbado 19 do corrente
A's 11 horas
Ra do Vigario n. 1
O agente Burlamaqu, competentemente autori-
sado, levar a leilo 50 saceos com gergelim, pro-
prio para oleo, avariados, e descarregados de bor-
do do vapor nacional Espirito Santo, chegado dos
portos do norte, por couta e risco de quem perten-
cer.
Leilo
De bons movis, louca, vidros, talheres,
um cofre prora de fogo e urna car-
teira
SENDO:
Urna linda mobilia de junco, com muito pouco
uso, composta do 12 cadeiras de guarn de bracos, 2 ditas de bataneo, 1 sof e 2 consolos,
com tampo de pedra marmore, 2 pares de lanter-
nas de vidros, 1 dito de metal para estudo, 1 par
de jarros, 3 escarradeiras, 1 tapete para sof, 1
dito para cama, 6 ditos para portas, 1 candieiro
de gaz, 1 cama franceza com cortinado e colxo,
1 toilet, 1 columna com tampo Je pedra, 1 lava-
torio de amarello 2 meias commodas de amarello,
1 guarnico para lavatorio, 1 lbum, 1 tocador de
Jacaranda, 1 cabide de columna, 1 dito ae parede,
1 marquezo moderno e 1 cama de ferro.
Um cofre a prova de fogo, 1 banco paia o mes-
mo, 1 carteira de amarelio, 1 mocho para carteiru,
1 copiador de cartas e 1 revolver.
Urna mesa elstica de amarello, 1 guarda-louca,
2 aparadores, 1 quartnh-ira, 12 cadeiras de jun-
co, 1 relogio de parede, 1 mesa de cosinha, 1 la-
vatorio de ferro, 1 baca, 1 jarro, 1 bandeja, 1
meio apparelho de louca para jantar, dito para al-
moco, fructeiras de porcelana, compoteras, garra-
fas para vinho, copos, clices, talheies grandes e
pequeos, colberes de metal para sopa e para cha,
concha para sopa, colher para arroz, ferro de abrir
latas, 1 moinho para ca e um trem de cosinha.
Terca-feira 99 do corrente
A's 11 horas
No 1 andar do sobrado de azulejo ra do Ran-
gel n. 48
Manoel Tavares da Costa Ribeiro, tendo de fa-
ser urna viagem a Europa com sua familia, far
leilo por nter venci do agente Mart ns, dos mo-
vis da casa de sua residencia, os quaes se tornam
recommendaveis pelo pouco uso que tveram.
A* ra do Hanxel, obrado de azule
Jo. n. 48.
Eu abaixo asaignado, estabelecido ra do Hos-
picio n. 158, attesto que, aoffrendo ha muito tempo
d callos em ambos os ps, o que me impossibillta-
va per vezes de cuidar nos mrus affazeres com-
merciaes. gracas ao preparado des Srs. DINIZ &
LORENZO propietarios da IMPERIAL PHAR-
MACIA DINIZ, denominadoMAYNARDINA
cansegui ver-me alviado deste mal que atroz-
mente me incommodava com a applicaco do refe-
rido preparado.
Rio, 7 de Janeiro de 1885.Thomaz Jo-
s Fernandes de Macedo.
Aviso
Os abaixo assignados participara ao respetavel
publico que nesta data comprar :m aos Sra. Mari-
nho Falco & C, a Tabacaria denominadaSA-
TURNOsita ra de Joo do Reg, antiga da
Florentina, n. 36, livre e desembarazada de qual-
quer onus j e que qualquer reclamaco f poder
ser attendida no prazo de 3 dias, a contar da da-
ta do presente aviso.
Reeife, 19 de Junho de 1886. -i
Siqueira & C.
\ I leu i; i o
A pesaos, que, sem duvida, por engao, levou
da loja do pateo do Careno n. 43, um cdigo cri-
minal annotado, que se achava dentro de uns
Diarios, queira ter a bondade de lcvar-o mesma
loja ou ra do Mrquez do Herjcal n. 61, que
se Ihe agradecer.
Vende-sc ou arrendase anoualmente urna boa
casa com bastantes commodos para familia, tendo
agua e gaz encanados, com um bom quiutal todo
murado, com algumas arvorea fructferas e com
sahida para o rio. por proQO emito razoavel : quem
I precisar dirija-se ra Duque de Caxias n. 117,
que achara com quem tratar.
SJ
!'.. |tt f")
Leilo
Leilo
Da armaco de amarello envidrac&ds, fazen-
das e miud.'zas da loja ra do Rangel n. 48.
O agente Britto vender, ao correr do mar-
tello, a armaco, fazendas e miudezas.
Sabbado 19 de Innho
A's 10 e meia horas
Leilo
i i: n o v ei<
O agente Britto, autorisado pela Exma. Srs.
D. Mara Jooqoina d'n.ssumpcao, viuva do Sr.
Aprigo Jos d Silva, veuder em leilo o se-
guinte: Urna mobilia de faia envernisada de
preto com palba no encost, 1 sof, 2 consolos, com
pedra, 2 cadeiras de brsco, 2 de balanco e 8 de
guarnico, 1 mesa elstica de 5 taboas, 1 guarda-
louca, 2 apparadores, 1 marqueso, 1 cama franesa
de amarello envernisada do preto, 1 camafronceza
de amarello, 1 grande commoda de amarello, 1 espe-
Iho, 6 cadeiras de Jacaranda, 2 metas para jogo, 1
gamo com podras e dados de marfim, 1 lavatorio
de amarello, cabides, 12 garrafas de vidro doura-
das, copos, facas, jarros, caadieiros do kerosene e
outros objectos.
Secunda feir, 91 do corrente
A's 10 1]2 horas
Ra da Palm n. 84
Leilo
Do movis, leuca, vidros, portas, caxilhos,
grades e carros de mao
A' saber:
Um piano de armaric, 1 mobilia de carvalho,
jarro para flores, 2 cadeiras de balanco, candieiros
gaz e quadros.
Urna secretaria e 1 estante envidracada.
Urna cama, 1 toilet, 1 lavatorio, 1 guarda-ves-
tidos, 1 mesa e cadeira todo igual de faia, 1 ca-
bide, 1 uarda-roupa de amarello, 2 camas para
meninos. 1 cama de ferro com lustre de rame.
Urna mesa elstica, 1 guarda-louca, 1 apara-
dor, 2 commodas, 2 mesas, louca pora cha e jan-
tar, copos, clices, garrafas, cadeira e carrinho
par* monino, cadeiras de guarnico, vinhos, 1 re-
logio, e outros movis.
Dous carros de mao novos, portas, janellas e ca-
xhoa.
Tapetes, jarros de sala e quartos.
Terca-feira 22 de Junho
O
Pin'o
agente
No armazem do aobrido da ra do Impe.rador n. 39
Principiar s 10 e 1/2 horas.
De urna mobilia de junco com 1 sof, 2 conso-
los, 2 cadeiras de bracos e 12 de guarnico, 2
mesas redondas, 1 mesa para escrever, jarros para
flores, e diversos quadros.
Urna mobilia de amarello com 1 sof, 2 conso-
los, 2 cadeiras de bracos e 6 de guarnico, 1 mesa
quadrada, candieiros a gaz, e tapetes.
Urna meaa de jantar, 1 apparador com pedra, 1
guarda-comida, 1 quartinheira, 12 cadeiras, reto- !
Manoel Goncalve* Penna
Francisco de Assis Goncalves Penna, Mar.anna
Silvana Vieira Penna, seu filho Antonio Goncal-
ves Peona e sua mulher Veridlana Silveira Gon-
rlvaa Penna (ausentes) agradecem cordialmente
todaa aa pessoas que se dignaram acompanhar
ao cemiterio publico os restos mortaes de seu pre-
sado e nunca esquecido filho, irmo e cunhado,
Manoel Goncalves Peoaa, e especialmente a con-
fraria do Senbor Bom Jess da Va-sacra e so-
ciedade dramtica Nova Thalia, pela prova de es-
tima que sempre lhes tributavam ; e de novo ro-
gara o caridoso obsequio de ouvirem algumas tnis-
sas que eero celebradas na igreja da Santa Cruz,
s 7 horas da manh de quarta-feira 23 do cor-
rente, stimo dia do seu passamento, cujo acto de
caridade e religio se confesaam eternamente
gratos. ,
___u^atTMnau.. i
Em. Sr.
Drum
(aupar
nsond
Joaquim Custodio Duarte de Azevedo convida
aoa amigos do finado Exm. Sr. Dr. Gaspar de
gio de parede, tapete de c6co forro de sala, louca I Drammond para 8883tirem a missa do trigsimo
para cha e jantar copos, clices, talheres, jarras,, dia do 8ea pagaamento, que manda celebrar na
quartinhas, ffandres, mesas, trem d ceamha, e ^^ do engenho Maasangana do Cabo, ao dia
v,hoa- .,.-, 125 do andante, s 9 horas da manh.
Um iru.inJa-roupa, 1 guarca-vestido, 2 commo- ^Bi^ajaaaiaaiaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaal
da, 2 lavatorios, 1 espelho, 1 relogio, 1 toilet, 1
cama de ferro grande, 2 marquezas, e muitos ou- {
tros movis de casa de familia.
Quarta-feira 9;s de afunho
No segundo andar do sobrado da ra da Au- !
rora n 39
Alian F. Duttan, tendo de fazer um viagem
Europa, faz leilo por intervenco do agente Pin-
to, doo movis e mais objectos da casa em que
residi, ra da Aurora n.39.
O leilo principiar s 10 1/2 horas.
AVISOS DIVERSOS
Leilo
De 1 piano, movis, algumas obras du
ouro, prata e livros d- religio
AgeRle Britto
0 agente cima, a mandado do Illm. Exm. Sr.
Dr. juiz de direito de orphos e ausentes, e a re-
querimento do lllm.-Dr. curador levar a leilo
0 segu'
1 Piun" qua~i novo, 1 mobp.ia de itscara ida -om
1 sof, 1 jai -' c.neolos com p^dra, 4 ca-
deiras de Qtasp 8 du uariiicao, lima mobilia
de junco pr-to, 1 musa para ja.it .r, 1 estante para
obres, 2 aufa, 2 evasolos, cadniru de bracos,
um marqu a", l quartinheiro, 1 cabide columna,
1 dito de parede, 2 mesas pira jogo, 10 cadeiras
d> guarnico vi meias c minodas tudo de amarello,
2 prea de jarros, 3 candieiros para kerosene.
I .ca. copos, facas, livros e < bra? de ouro e prata
per'encentes ao espolio do padre Antonio de Mello
Alboquerqne.
TtRQA FEIRA 22 DO CORRENTE
As lo e meia horas
Ra do Padm Nobreg, outr'ora ra do Alecrim
n. 22.
Aluga-se a casa da ra do Coronel Suassu-
na n. 150, com grandes cornudos para familia,
quintal grande; a tratar ra Direit* n 106.
Preciaa-se alugar urna preta ou um menino
para vender un ra : a tratar na ra dos Marti-
rios n. 148, 2a andar
Aluga-su o sitio do Pina, com boa casa para
morada, contendo bastantes commodos para nu
merosa familia, grande quantidade de coqueiros,
seis grandes viveiros, duas cacimbas com excellen
te agua : a tratar no caes de Apo'lo n. 45.
Aluga-se casas a 8iOuO no becco dos Coe-
Ihos, junto de H. Goncailo : a tratar na ra da
Imperatriz n. 56.
Precisa-se alugar urna preta ou um menino
para vender na ra a tratar na ra dos Marti-
rios n. 148, 2 andar.
Aluga-se urna casa terrea na ra Imperia
e o 2* anaar no pateo do Corpo Santo n. 17, com
bons commodos para familia : a tratar no terceiro
andar do mesmo.
Precisa-se de urna cosinheira para casa de
familia ; na ra do Baro da Victoria n. 84, loja
Precisa-s' de um criado para casa de fa-
milia ; na ra do Baro da Vu-toria n. 39, luja.
Aluga-se o 1* andar e seta da casa ra
Thoai de S iuza, outr'ora traveasa. da Lingoeta
(Reeife), com commodos para familia ou para es-
criptorio ; a tratar na ra do Imperador n. 31,
armazem do gas.
Maximino da Silva Gu-mo declara que mu-
doti-s" da freguezia de S. Jos para a lreguezia
de Santo Antonio, ua dos Ossos n. 24, onde
pie ser procurad:.
\o commercio
Co (Ti pratica e calli-
graphiasem rival, of-
ferece-se um^moc, pa-
ra guarda livros ou
mesmo ajudantedeal-
guma casa em boas
condipes.
A presenta docu-
mentos de sua con-
ducta e recebe cartas
na redacc,o desta fo-
lha com as iniciaes S.
R. J.
Tambem lecciona
ealligraphia.
Criado
Precisa-se de um de 12 14 aonos, para o ser-
vico da casa' e de ra : na praca do Conde d'Eu
n. 30, tereeiro indar.
Precisa-as d^ urna ama para casa de pouea fa-
milia : na ra de Fernandes Vieira n. 24, ta-
verna.
Ama
Preca-se de urna ama para cosinhar n engnm-
mar : na ra da Unio n. 54.
mm
Precisa-se de urna ama para cotinhar, lavar e
engom.'. ar, para dous rapa zea solteiros : a tratar
na ruaada Imperatriz n. 63, taverna.
\os 4:0008000
1:OIIOSO0O
BILHETES WANTIDBS
L6-ua do Cabag-16
Acham-t venda os venturosos bilh;
tes gar ntidns da lotera n. 59* em beneficio
da matriz de Lopoldina que se extrabir
no pabbado 19 do eorrente.
mm
Int 45000
Mei. 240O
Q-l l,jr000
Sendo qii intidade superior
a tv> i:-jo
Int. .")U0
750
Qu:. 75
Jouquii, ; Siloa.
iOflm




>mrio /ie.^a^iiifi^rSMNlNMlo 19 de Juuho de 1886
Restauran! America
Q propietarios dente modesto stabeleciniento
partysipam ao reapf itajel)ublico que aaeitaan n-
' cqmmendas de bolos para os festejados* das de
Santo Antonio, fe. Joao, '&'. Pedro e todos os san-
tos, e.preparam ceias cor* todo o esmero e prqmp-
tido ; a=siia copio receben-, pensionistas internos
e externos por preco os uiai.- resumidos ,
28 Ra Duque de Caaiaa 23
Rentauraui Amrica
Na Magdalena
Alagase urna casa terxsa com commodos para
/ familia, tendo agua e gaz encana ios e sitio todo
murado, Sita travessa do Paysan : : a chave
est u* Uveras, do Sr. Franciscd Braga, ra do
Paysand, esquina da ra do Hospital Portu-
*E!L_______i____________________
Serrara a vapor
Caes do tapibar.be n. 9*
JS'esta serrTreuepatrariu te aaabores fregar*-)
zea, um gi anJe sortiraento de piulu de resina de
cinco a dez metros de coanprimeuto e de 0,08 a
do do que em outra quslquer parte.
Franeia^'o dar Santos Macedo.
Ama
Precisa-ae de iuns ama .paja cosinhar, porm
que durma em cata : na roa de Riachuello a. 57,
portao de ierro.
Precisa se de urna ama que si ja boa cosinheira
na ra do Csbug n. 16, 2- andar.
--------------.---------11 i. t,---------- .
Ama
Precisa, se de urna ana para toch servido de
casa de familia : a tratar na ra do Cotovellp
numero 46.
Ama
j
Pagare milito bem
Vum aienino at a idade de 17 aunos, livre on es-
cravo, para vender na ra, que d, se for livre,
fiador de sua conducta : a tratar ra do Rosa-
rio'da-Boa-Vista u. 48.
Plelas purgativas e depurativas
de lampanlia
Estas pilulas, cuj. preparacao puramente ve-
getal, teem sido por mais de 20 aunos aprortitadas
cosa os melbores resultados as seguintes juoles-
tia : affeccoes da pelle e do fgado, sypbilis, bou
boas, escrfulas, chagas inveteradas, ervsipelas e
gpoorrhas.
Modo de u*al-a
Cerno purgativas: tome -se de 3 a 6 por dia,.e-
oendo-se aps cada dse um piuco d'agua adoba-
da, cha ou caldo.
Como reguladoras : tome-se om pilula ao jantar.
Estas pilulas, de inveneao dos pbarmaceuticos
Almeida Andrade dr. Fdhos, teem veridictum dos
Srs. mdicos para sua melhor garanta, tornndo-
se mais reccmmendaveis, por serem um seguro
purgativo e de pouca dieta, pelo que podem ser
usadas em viagem.
ACHAM-SE tV VENDA
a rosaria de Furia Subriuo *Sl C.
4-1 RA DO MRQUEZ DE OLINDA 41
A *cowmereio
O abaixo assignado declara que venden ai Sr
Joaquim Eduardo Ferreira a sua taverna sita
ra de S. Miguel n. 10, livre e destmbart.oada de
qualquer ouus ; se alguem se jalgar com diretio,
que ira *presi ntar suas contas uo praso de tres
cas. Recife, 15 de Junho de 1886.
Manocl Nuscimento.
Agn fle Wn
Em quartcs e meias garrafas, v -" Faria
Sobriuho & C, ra do MsrqaeB do OI:nas ..41,
DEHOiT- KIOS
Na praea do Conde d'Eu n. 7, 2- andar, preci-
sarse de urna ama que cosiuhe bem, para casa de
pequeua familia.
Amalle leite
Offerece se urna ama com muito bom leite, por
pre^o mdico, levando tambera urna filhinha com
tres mezes de idade ; a tratar na ttavessa dos
Expostos n. 2, das 7 horas da mantiS as 5 da
tarde.
Ama
l-H
DE
SCOTT
DE OLEO PURO DE
Figrado de acdho
COM
Bypojiiospliilos de cal e soda
Appf ovada pela Jnua de lly
giene e autorisatla pelo
goTcrno
E' o melhor remidi at h fintea broncuitesu eacrophula. ra-
railt. anemia, < ebMtttadc em eral.
deflaxow. ksm- etoroaiea e niTicce*
do peilo e da *-ric*aaa.
E' muito superior ao oleo simples de figado de
bacalho, porque, a!m de ter ch"iro e sabor agra-
daveis, possue todas as virtudes mediciones e nu-
tritivas no oleo, alm tas propriedades tnicas
reeonstiruintcs dos hypu hespimos. A' venda na
drogaras e boticas.
Deposito em Pernainbueo
FarfullaLctea
urea grande aes e
agun encanada, ra Lembrai cu do Gomes n. 1,
< m Santo Au'wo : a tratar na ra da Imporatris
jn. 32, 1- andar. _____
AlugHkse por 25$
.rande casa tarrea ra de Luiz do Rsgo n
47-i. com 5 quartos e mais nm frs, binn e ncer
tada : a tratar na ra do Mrquez de Olindu n
60, (u no Caminho Novo n. 91, padaria a chave
para correr, aa taverna junto.
Aluga-se barato
A casa D. 96 rna dos Ouararupes.
A casa n. 107 da rus Viocondc e (oyaona.
A ra Loma!- Valeninas n. 4
Cas:: ra da Ponte Velha n. 3.
Trata se no largo de Cirpj Santo n.19. Io andar
BE
H. Vs sll

Gflmii
O melhor ament. para criancas de pto, rece
be J.- Antonio dos Sao! .-.
li Una do Mrquez do Olin a 1"
3Ra 1- de Marco3
_____ 1"
COntelra a capar
Soprimento para o vap r Jaguaribe
N. 927:170
O Sr. Francisco Alvts da Costa, cnmmimdante
do vapor JqguariUt, pela s< gund.-i vez rogado
virafrua <* Manque- de Olinoie. n. 00. dar cura-
pnmento ao numero cima. PeJe-se ao digno
gerente.prpTidmeiai a respeito.^_____
Aviso
Precisa se de urna profess ra que saiba tocar
bem piano e mais traba Uue dj seubora, para en-
genhb : a tratar cm o Baiat de PrataMtl, ra
do Imperador n. 79, I* andar.
--*-----
Criado
Al opa f- rim mulatmho escravo para criado, o
qual BtAe f zer comorss e tod^ o sei-vico de casa,
por'ftrj 17 annes, Uw boa conducta e bastan-
te ladino ra de S. Joao n. 27.
un &0m te m
Prepara se luidos bouqnets, a.sim como alaga-
se arifi'co'-j de band' jas ; a tratar na ra ie
Hort>6 a 58, -ou na ra do Imparhdor numero 31
ou 67.
\o coinnerao
Ea, abaixn sssignede, declaro que dissolvi a
soei d de que tinha na padaria sita ra de D.
Mai n 30 com o Sr. Joaquim Goncalv 9
Coelhj, sah'ndo este pago iutegrahoente da parte
que llv toeou e desonerado daquella sociedade ; e
o ai aixo assignado responsavel p""lo activo e pas-
hvo, isto a contar desde 31 de Maio prximo pas-
aado. 1(-eic, 8 de jimbo de 1P86.
i t auoel i 84.
Para S. Joao
Arierra Je V'alilivino, i avisa a os
8preei idores d figos 1 ra OS f teJM de J< ao,
que teio m eoin|i. t > Rortimnto de pMolas de
dnas a cine K.I.b e fogu'aboa para enancas,
assiu' 1: pura bt'aeapj plvora para
eatooro. ttec l> s I ndas para orav-iros
e buscaps, sendo 1 :iiautadai. Tale-
phono i. 369
C sinheiro
Pr eisa-s de Dea ecsinheiro : a tratar n^iraa
de Pajsiml n 11' Passagem da Mugdai-
Viva S. Joao
Avisa-so a q em tiver comprado bilbetes da
rifa com o titulo eeiina. ho preco de 100 rs para
correr C'im a ultima I r. ra da p-'ovincia hutes de
8. Joao, que fica sem rl'.dto a dita rifa, e ce far
entrega de suas qnantias, iaso no praso de qua-
0 das.
Cosinheira
Preetsa-se de orna para casa
de pequea familia, no ooteiro:
a tratar na roa da Matriz da Boa-
YisM n, 0.
PARA COSINHAR
Precisa se de una
ama que saiba eosi-
nhar bem; no 3. an-
< ar do predMj n. 42
da ra Duque de Ca-
xias, por cii>a da tj-
pograpnia do Diario.
Sities
Vendc-tc bonitas sortfs j ara Santo Antonio
S. Joao e S. Podro : no pateo de S. Pedro u. 4
Para acabar
Xa loja das Estrellas rua Dh
que de t axlas n 5tt
Merino de todas as cores (2 larguras) de 13100 a
800 rs. o eovodo.
Granadina arrendada, lindas cores, fazenda prc-
pria para baile de 1000 a 500 rs.
Etamynep, alt.. aowda.de, a 40tl rs.
Allenfe
Perden-so um alfaete de <-uro oni perolas, da
rua do Barao da Victoria i rua Nova de Santa
Rita ; quera o acbnu pode leval-o a rua do Mr-
quez de Olinda n. 55.
Caixeiro
Precisa se de um caixeiro de 16 18 annos de
idade : na rua do Hospicio n. 34.
Cosinheira
Pre. isa-se de nma cosinheira : na mu de Pay-
sandu n. 19, Passaeem da Magdalena.
Criado
Prfcisa-se de um ti i c pelro : na rua
Priui. iro de Marco n. 10.
Novo reg^u lamento
DO
Grande resls uraiil franeez
Eate importante eafabel m> uto est: aberto
tod 8 osdi at 10 horas da noite e fer sonipre
nfoitav I dii-pti iy > do pub
Todos os sabbados egt.r elle aberto a! 11
horas da noite e servir mi. de vacca, peiie, do-
nba frano-za e outras variedades de Mi-
mida. Recebe aesignaturas mensaes a 35.
28Kua d) Bario da V'ierorii.28
J. A. Francis.
Feitor
Preeisa-te de um feitor qae tenha pratica de
sitio ; a tratar ca rna do Apollo n. 1, armasen.
Precma-se He urna ama par eosinhar, eomprar
e fazer mais alguas aervicos de casa : a tratar
na rua do Marques le Olinda n. 52, loja.
Ama
Preciua-se de uca para iodo o service para casa
de peui'ii familia, na rua de Pedro Affonso n. 9.
Preciaa-se do urna ama para cosinhar e engomar
em casa de pequea familir ; i tratar ua rua do
Mrquez de Olinda u. 21.
\mas para cozinhar e en-
goBDiar
Na rua do Bemi
ca sitio que fi(ia em
frente da Estrada dos
Remedios, se precisa
de duas amas forras ou
escravas, para servido
d coziuha e engom-
mado.
A LACTE CREME ni ORIZA VELOUTE
aos Consummidores
PERFUMARA oriza
PARS 207, Rua Saint-Honor, 207 PARS
CinOQJ ^ -OS IjM perfumara oriza I.U.GRAND
devetn aeu mti-cetmo e fivor publico I
. *l.,,"*d0 wm"!*) com me { 2- t mi eulldad) liHter2TI
xa Brlelos. j i joavlat do mi perlas.
MAS SC IMITA OS PRODUCTOS 0A PERFUMARA ORIZA
em attinglr ao sou gran d delicadeza e perieicfio.
^\ A apparencia extenor estas inu tornes sendo idntica aos ferda- dtw
^a\v^ tVir.i frodfttto Oiian, os ronsumundores deveraf st A^T
^sv contra/accao gualt/uer producto de qualidade inferior JIr
safaV vendido por gajes pouco honradas. yp
Remessa Jo Catalogo Ulmtr.ido pedido franineado
grageas de Ferro Rabuteau
Laureado do Instituto de Franca. Premio de Therapeutica
O emprego era medicina de Ferro Rabuteau bascado na Sciencia.
As Verdadeiras Grageas de Ferro Rabuteau sao recommendadas nos casos de
CAIorose,it nemtti, Plidas Coree, Corrimentoa,Debilidade,Esgotamento,Convalescencia
Fraqutia dat enancas, Depuuperumento e Alteraco do sangue em consecuencia d
fatigas vigillias e excessos de toda a natreza. Tomar 4 a 6 grageas dor dia.
i\ew Qonstipacio nem Diarrhea, Assimilaco completa.
Elixir de Ferro Rabuteau recommendado as pessoas que nao podem engulir
engulir as gragqas. Um calix de licor aos repastos.
Xarope de Ferro Rabuteau especialmente para as enancas.
Hl Um txplicacao detalhada acompanha cada frasco.
Exigir o Verdadeiro Ferro Rabuteau de CLIN & C'a, de PARS, que
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iffiaTicUMiMCORTLOPSIS-Iii JAPAO | oiio........mCORYLOPSIS do JAPI9
UHM ....... a COBYWP'S do JAFlOJP05iM......- CORYLOPSIS dJAPAfl
-^ a II*laH.n, Jfc. il-JJlJ^fcJlHr^^JLOLJUrJl
SOHaS REGENERADORJ.
Sr^ESairZESSKESZSaTlSrytSSflWS-
ERADORAS *^^
do Uou.tor SAMUEL THOMPSON
'Tratamcnto tZlcaz coutra todas as aD"ec.;6os provenientes do enlra-
queclmento des orgis e do 8ystl^ra^ nervoso, ou das altcrscGcs do
satgue. S*rancaxa iloa Hina. Stcr-Iarte, PaipItaeSes, nf-e-
[ qneslmetite aeraJ, lvasas Covalcorjpa. E. to tratamenlo de ha niulto, reconlicao
e recommendado como o malor re,>nercdor do organismo. n
O FRASCO : S FRANCOS (EM PBANgAl y) jjj
Todo muco que nao trouxcr a larca de Fabrica registrada e a OKignatura^^^^y*- Unic Flirteante S
aove ser rigorosamente reouaado. ^/-rZr-^ **'
TA.-H1U, Vtaajrmacia CSMK, rna ttooboilioaart, 38 Js^ tnducto
Deposito em Pernambuco : FRAM M. da SI I-VA "
^2^0SS5^iSS^^^Si^iI^S53ESSt5?Sr^ES3^SSS3S3S

PH0SPHAT0 de CAL GELATINOSO
ile E. LEE0Y, Pliarmatentico de 1" Classe, 2, na Daenoo, PARS
08TB0GENE9 jar.; e staoiilrlBHto e a tnica as Orlastai, mitra t lacsltlna t a Molratla *a saa.
Recomrnendarnos este Xarope aos Mdicos e aos Doentes. do um sabor agradare!, de assni-
! fxT: vSi-? HH.1 vezps suprior a lodosos zaropesde laclo phosplialo Invernados pela especu-
1 1*$*0. Todos ^o cldos ao posso que Pbosphatc de Cal G. latinoso nao o
Proleor Rocchi.t, Medico no HotpiLU das Cnancis. (Cavile i Hpltiu
19 de iiu"> de 187d.)
TOlffICO
VNIHO PHSSPffATJWO M IMm *w5S w ****
Hremm, CotisumpcSo, Bronchlte chronica.Tislea, Fraqueza orjan/ca, Cotnatosiancs t.f:'---;s.
____ Deio.-it.iiiob em teman uto : IK-i AI. da aiLVA e li".
n
^prij>jrdo pT Joireuuii d- Ptrtt, ua-*f
,meicatnenlo qat muai^sji.'riijU'S (ciattc- 5
.iitar as funece i :; -3>aga,c r^piwita u
o, uaicr a r'.s J .'avarc-iar 1 s;!ra I
te dot-nto,
iimiraero tz laysrtsariw ma-
ksaa Riastcdos milico* di -avin a
a-a*
ff*uq demensraraf a etV*:i doVISC
frSjhBPTOKA DEFRESIT5; mie-^
"tro-
i
fiibihade emqasests^os ds ^'praduZir
tscps s suaa carizr, nOassiiM^sM 3 kpt>7
f sewsr ijni acarta dirijHa io Sr Belr
Zpur tai laoo'iativo, cujo omm o a Oraa -Ji,'
s.beni cvubes:^os pele muiio Biu^ti.
Dix ; i> 'uiot ao tr Oasi sane:
Sania, a UO -te Hapco da 1S31
( laauo e fosto Ua liu marifeatar .tv.
'.intoQta, qt ti ve cora 1 ii r emana. Dtjtasa
r i? reeuluia, oa* cora tU olaaacef aoo
^ acs gTsvej na q^c s toorij en pregado.
- Setonre quaedo tire Qe tt-att um aete-'
[nui? cansada, -lente ou com \a diget-'
titea.' a. eat pRatra^a- sil-'nas o
oraadt-lhe s tuecos: dire-iii-
''<&., rau'Sas clhures iobsas. atr.-V
raasnioas < cecino raen-ticos dewa ai
''and* v n Ja Peptona. ?^r ia. ?qa7
jc^nsid^ro o.j o un virdadeiro dir/ o rs ,
corcmsr'la',-0. ne raevs loeatts n' n (raodt <
naoierode ot;
ra.;* ca sanos ia tSM j 18tt, nriodo em
aae a raac^skLatV' de igjrir oa"alimentes, t,
IxciiediatamoiUe vjuasoif ds era menos srs- 2
o*;-;o-g do que hoo; eiVAo ir ecustit-jiedes J
un TnaSg vigorosas, sanguneas,eti'pcvi$
#> arada: f'iini robusto jpneti-.*. en hdta
v jr ctaa fnaidfc abandapri- ^* suoeos gas-
ct'.te %ti W ;oiva s prampla *mngoiiB9- >
. ct dos aiMtv.oatoe aais refractar;o?..
- Hoje.porero, i i qua 03 este-na^os deMi-
t, lo ear&cem de enc~a, ccnv(siiiu
lar.?. :r.o de toda a? substancias :-ue 14-
citm t dit'estso, como, *>r oirtraja, da1
sua Psricrcisa.
? O psaosite de b^gisas inris Irnoortostc,
Xierai iraia despreiai*s este : ftvatarV
|itx>to 1 tv- rar naiuns. Mts a
: e duruile n-.uito temp es
f rasn.- _'V.;.,'.>s tiveram este as>inpo |r;r4
^n.-.r.Cipi^ o'jecto; alm d'issi. < -n'nha -ii
tu'icao de mee ico ra Renoitifao it- Bsnefl
lc;r,c;; awta cidade, emque os fjnofolosca
te lympbairo- ibundam fora de medida roe*
permieM fa* muttu fl"es iopluafoef ^
de aeus excelentes productos. *
ilia-se o aeposiio de tao vahtso iiedi-?
:"o pws t'harnfacias e Oroganu -'esta 5
eids-., F'f.t-ri>.i n'dar e, 1 rec-iiecel-c: *
e lie i::iIt as irnitacf'es, 'Xtatoio uu-.-
y>**- trf <*/ ??TeSt0S4ls*-':cn-ib
I^cUZu&c^hs e&Sja*cr,d
tzAeVcaeJa.j'oirvux. Za&<\nau*
OJ
Os <*^>ltuaJzetf /Zna<*/
/taxi laeaM

OAcS
CURA CERTA
de todas as Affecndes pulmonares
;
KtmrrnADO
Hastco,ua I'gaiara drtaixo dai coxis.
Parv evita' rdet,
exigir a flm>^ r, cai-.tmpada
em c-'dci uipensorQ-
FONDAS SE TOEjS OS SISTEMAS
MCIA6 'PARA VARIZE5
HUESET,U6tinSEC, tatCMW.rais, 49, r. J.-J. Roanas
Todos aquciies que soffremj
I o pcito, deven, experimentar!
|as upsulas do Dr. Fouknier.
FRAKCi^CO M. di- SILVA A C*.
anaai i ,,......1111
rrltneCo3 1I0N.* F i'.e DELANCi;;'
1 raop.
Sm Opto. Uofplk SB recelo is
n de Toase mi C
PARS, rua Vltieinf, 5% J'ABSS
B EM TODAS AS FHAK21AC1AS
1VICO

PreoaraQo de Productos Vegetaes
PARA
2ITINviO DAS CASPAS
e outras Molestias Capillares.
JvIartinsTbastos
Permnnbnc.*
CUIDADO COM
ASiFALSIFICACES.
*~ / PARA
IV /^O t-ENCO O TOCAOOt
E O BAMHO,
Cura certV en 48 li>ras d:is iriflam-^Ses
reedites dos olhos, pelo eolyrio prepara-
do p r Jos Pedro Rodrigues da Silva.
Empresa ee este poderoso eulyrio faempre com
grand'-s vaatageiis, uas segantea inolestius :
Ophtalmias agudas, purulentas e ehrjnieas, cen-
unctivites, etc., etc.
Deposito etal, na drogara de Fari Sobrinhu
& C, rua il 1 Uaraai z de .0'inda n. 41.
Para inf-niui,'" im ': ivraria Iinlu-
Irial rua do Bario ('a Votoria 11. 7, ou resi
Uencia do autor, & rna "la Sau'laile n. 4.
Loj
a da Violeta
Os proprietarios ueste rttabei. cimento, recebe-
rm de sua encmin>'ii'la lindas pulseir.-.s de fita
cun borlas prateadas e doondas para si-nh^ra e
minina por 25; magnifico sortimeuto de fitas chi
ne2s bordadas, cores esejlhidas d-: 11. 'J metros a
80U ris. Amostras a contento.
Rua Duque de Caxiasn. 65
Precisa-sc de cm no Instituto Acadmico.
telonio K<-ii|>p<- Horeaux
D. Mara Xaviir de Macedo Moreaux e sua filha
Joai.ua Evangelista Monaux iigradecein sincera-
mente aos paren tes e ai.,igos que comparecern
ao enterramento de seu presadissimo esposo r nai,
Antonio Frlippe Moreaux, e Convidam os a assis-
tirem a missa do stimo dia, qui ptr ma tima
mandam resar na igreja da matriz da boa- Vista,
eabbado 19 do corrate, is 7 1/2 boras da manbi,
pelo que ficarilo eternamente agradecios. \
TjabaBHULW^V-.' y-r?
Massa para bolos
O que ha de melhor ueste g' ii"r ; vendein
Q(4ga Gomes & C ii rua do MarqKi de Olinda
tin ro 50.
Aos scuhor<5S capita-
lis as
O agenle de l< iif, Pestaa, sutorisailo por
om amigo que retiroo-se para a Europa, vende
trinta e cinco pr dios (catas terrea e sobrades),
em perteito estado de c nservHeo, nos m : p .
lugares das freg'iesiae do Recife, Santo Antotvp,
S. Jit, Boa-Vista eGraca : trata se no Recife,
rus do Vigario 11. 2. i.rn :Vi 1.1.
< oiiii'ilieirii Arronmo Artbur da
Almeida c Albutfut'rque
O Dr. At ,n-e Arthur Cysneiro de Albocjuer-
que, tendo recebido a infausta netiea do passa
ment de seu padrihho e amigo, o conseiheiro Af-
fonso Arthur de Almrida e Albuqn"rque, c :vida
S'-us pnrentes e amigos para ascistirem a ir issa de
ti Tiii dia, que ser rosad*, no ':* l) do correte,
a 8 horas da manha, na igreja da boledade, coa-
fissundo-sc desde j agradecido por este acto do
caridade ebrist
!)
t
)
1
i

Leonor fartn
Hita ro aadar
C-u'in.ta a executar 03 mais di;
figurn ilus de Jmdras, P
Lisboa a Re de
Prima > 1. de contara, em bre-
vidail", modicidude en precoa e fine
KOBTO,

Tricofero de Bairy
Gar.ints-se que faz nas-
eere
nos ciis calvos, cura a
I e a ca.-pa o r>
toir.'; as impurezas do cs-
eo Ja oabecta. V<
men: o caballo
de caAiren ds 1 mbranque-
cer, o inl
, lus-
troso e n'.irjHlantc.
Agua Bloric rr^
rmula
tor cm
.me no man-
do que tema ;
um Goverr.o.
e flirra o aobm omito
_JI5k :-iir.is ri^a, s-mvo .-
5jjSa muito mais fina e delicada. E'
'1 mais permaBsete e agradavel no
'3 'neo. E'dmw vezas 1
?.J cante no banbo e no qni\rto do
do inte. E contra a
troasdSo e debilidad^ ,
dores de c-.lioca, os c:;nsa9os e os
aios.
l.iii/n Lonne de lleJIo
Jos Luiz de Melli, seus filhns, sagrx, cunha-
di s e irmaos, snmm .mon'e gri.fos s pessoas que
^uaram assi-tir as exequias celebradas por
sua c .ra esp a, mai, filha, irisZ e eunhada, ro-
gam-lhes o caridoso' obsequio de assistrenl as
is qn-1. p lo eterno repooao da mesma, man-
dam celebrar na cre* da CoHgwgiacab, oe!a3 8
huras da manha rio dia 21 rio eorr>Tite,
7
Joo Anonio Collatro Oinw
Jos Collaco D;as, Manoel Collaei Dins, Joa-
quim Coae 1 Dia**, Antonia Lcop Idiua Das,
J Hi.na Das de Lemos, Hermenegildo de Amara
L'-mos, Joaquim Modest] da Silva, Auna de Vas-
C"nc"llose .silva, Ji epha de Vasconcellos e Silva,
D.-lpliim Lopes da Ciuz, filhns, gmro, t-oS-inhos
e amigo d finado Joao Antonio Collaeo I>> n fal-
1 cirio cessa cidade,' RgrarleOm do intim 1 o'alma
aos amigos que conduziram o sen cadver ao ce-
miterio, e os nvi'lam ^psitti.'em as miss-is que
por tilmsi d > nv-frr.n mandam resar na mans de
Santo Antonio, d 7 h>n:s da manha do dia 21
do corrente, stimo do seu passam nto.
Xarope Se Tiia ie Renter No. 2.
aMITES DB CS-O. DZPOLS DE US-0
Cura positiva e radical de todas as formas de
escrfulas, Syphilis, Feridas Escrofulosas,
Affecces, Cutneas e as do Couro Cabel-
ludo com perdado Cabello, e do todas as do-
encas do Sangue, Figado, e Bina. Garntese
que purifica, enriquece e vittdisa o Sangue
e restaura e renova o systema inteiro.
Sabao Curativo de Renter
Para o Banho, Toilette, Crian-
cas e para a cura das moles-
tias da pelle de todas as especies
e em todos os periodos.
.Deposito .m Pvinmi>aca c.-.sa de
Francisco M n. el da Silva & C.
Yace;
<' >--:.- o duK8 vaccaj masticar, beas
Iiiteiiiis, q rafas para Sima ; n
hratar na eng. i fica, na etratla real da
Torre, on no I' ;i. de Deua n.
34. eseript i i i
f a ver na
Vend i -..a da rua de D. Maria Cesar
n. 39 : a tratar na m
.tiiii-cajo J.'ts- da Fonscea
Joaquim Jote da Faestiea, Ventara J.s da
Fi nseea o Aatoaio Martina Ferreira, onvilaraa
suns amigos para nssistirem as miseas que por
alma de seu sempro iembra:!-; irinao, sjcio e aaai-
go, Antonio Jur da Fonseca, maudam e-lubrac
rtja ds Espirito Saata, no diaiii do eorren-
te. s 7 1 ''2 horas da manha, stimo dia do sea
infausto passament i, auteeipand- -desde j nosae
sincero ree i uto.
In> Hoi eir I.iinn
{JO Monte Piu P mandar rosar no s-tiaio dia du fallerim.nto ds
presiimoso irmo, Jos Mon ira Lima, mna inssa
.or alma do mesmo, rntra por iaso tc-dos os B^aa
asseciados e assim bunra a familia fumiga do
fallecido, o favor de c< mpar'coiem lio r. ferde
acto, que ter lugar no dia l'J do eoYrettte, s 7
1/2 h''ras da manba. na igreja matriz de S. Jos.
Eeeife, 18 de Ju Ao de 1880-
O Io s'cii tari'-,
__________________Rffcino F. de 'arv-u ho.
BsansanBaHBBBVBaflaaKsaaHaVaM^B
Miionio June du onitera
Leite Bastos S C, pelo pri :dam aos
pi'.rnites e amigos de seu fnmdn socio e amigo,An-
tonio Jote da Fonseca, a?sistir s mistas que
por sua alma mandam cel- brar na ig-^j : do E-pi-
rito Santo, no da 21 do corrente, s da
marhit pctim" do sen infausta r assam
.%> Pama ti*- lie>in: wiia
Antonio Cari! lo:, iu i mulher i- filba,
Liianio andido Bsbeiro, stm unilh 6UM e
g'-nres, sgraiit cen aos qae aeompan-araui ao ce-
mneri puhlico os resto.- mola s de sua fempre
lembrada enahada, irma, ta e raadrinha, Auna
Paula de Mraderaaa e Silv-, e de novo es dain o a todos os p-rentes, para Bssist.ir. m a
missa dj stirao dia (19 do corrente) pa.he 8 ho-
ras da m-kubS, qne mandara cel-brar uo n-colhi-
mpntn da Gi.th.______
CREME
Especi*L-.
UIBTIB DIUBUBT
Especialidtde de C&ssis
Ca& ara alujar
O 2 e 3 i o n. 37
dtfrent 1-atnr na tabacuna do pa-
vimento tirre ..
Criado bolikciro
Aluga se um muiatinho escravo para criado o
qual sabe boiear : tratase na rua de 8. JoJo,
acsa n- 27.
IWW (KMOl') FraOija.
< J-aaihna nti xposlotts te :
tan 1855, 1M0. 1867 (Exposlci. termal)
DIJO! IMS (Madalka a Honra), 1113
LOIDHa. MICOS U58 BORDEAD! 18SS 1K5
iEsiiieo, iMw uas
8e*'^*""',er"'>tci/eo :Fraac"M.daaiT.VA*a'
graodc en
Por leeOOO
Aluga se urna casa c ra tranries ccirrrrmHbe
para familia, tendo bom quintal e grande vivefro,
sita em Santa Tber^-ta, lujrar denomraado Pisa,
pe" barato preco de 16J0(O mensaei : a tratar
no Kecife, rua da Imperatriz n. 32, loja.

l aiarn \


Mario de PernambucoSabbado 19 d Jnnho de 1886
/
Oliera lera?
Oartt e prata : compra fe onro, pr.U
oedra. preciosas, por maior proco que em tra
aualquer parte ; uo 1 andar n. 22 roa larga do
ftosano, antiga do* Quartei, da 10 horas s 2 da
rde, di ib ueis. ^^_________
Mercearia
Traspasaa-se urna casa de moThados em ama das
rinoipaes mu desta eidade, muito afregezad i,
ttvre de imposto* e de quaesqfwr dbitos.
Quem pretender dirjase A rna da Madre d.
Deus n 22, das 9 horas da NahS s 6 da tarde.
VENDAS
i
Vende-se u casa com sota travesa das
Barr iras o. 7, tendo um si;ffrivel sitio eom bas-
tante vores f'nctiftras : a tratar na ra do
Imperador n. 7ft, agencia de '.eifes, ou na rna da
Sai.ta Cruz n. 60.
Tamancos
Vende-se tamancos de Penedo, em porcao e a
retalho : na ra da Roda n. II.
Telegramma de Pedro
Antitnes $ C.
Rna Ruque de Caxias n.
Para accommodar os intcresses da poca, os
propietarios da muito conhecida leja Nova E
peranca n. 63 a ra Duque de Cazias, teem re-
solv lo em pleno cnnselho da estado vender todas
as suas mercadorias por menos 20 0/0 do que em
quaiquer outra parte.
Para as Exinas. leitoras se c ^nvencerem devem
e dirigir ao mes.no ctabel cimento ; e para
orientar um poueo, pasamos a demonstrar em
resumo os precos de algunas mercadorias mais
conhecida .
Espartilhos fines para senhoras a 4J5O0, 5.F,00,
8f e 9*000.
Finas meias cruas idem a 7*500 e 8*500.
Bonitas caixxs de madeira para costura a 2*509,
4*000 e 4*000.
Bicos bordados indianos, largura del8e20.
centmetros a 4J600 e 5*500 penas de 4 metros
Bouitas b' Ivas e eatxas para presentes de
enancas a 200, rs., 300 e 500 rs.
As senhoras floristas :
-Papel verde claro a 60 rs. a folh, e dito sr-
mim a 200 rs rs. ; barato !
Fita Pompadour a 100 re. o metro, largura
de 3 centmetros.
L ques de papel a 300 rs.. 400 e 800 rs.
E para nao abusar da pacifica e constante lei
tora resumimos o presente, que s vista das
mesmas provamos o que acb-tnos de expr.
Grande variedade em lava* de seda de cores e
pretas.
dem em leques de seda, finas perfumaras,
pnnhos e ccllarinhce para senhoras, immensH va-
.iedade de calungas
Pianos e apparelhos para bonecas.
Cytitariat finas, (-apollas para uoivas e mo-
llinas.
Sedas e frocos, l&s e desenhos coloridos para
bordados.
Grande variedade em artigo* para presentes.
Meias finas para homens, senhoras e criancas.
Bonita variedade em artigo* de electroplate e
outros tnnitos para presentes.
Ao 63, ra Duque d* Caxias
Pedro tnluni-N A Conapnnhia
LiqHlacao
|" Vende-se portes de ferro, gradeamentos para
cima de muro, jardim e terrajo, bandeiras de fer-
ro para portas exteriores e ?nt"riortfs, de toda* as
sjnalidades, gallinheiro de ferro, carro? para
bo's e cavallos, carrinhos de mi e rodas para
ca.-rocas, por pre?-" commodo : no largo do Forte
n. 4, defronte do quartei das Cinco Pontas, offi-
cina de tVrreiro. _^__^_^______^____
Liqnidacao
hn Rna Uwqne de Callas 59
Alguns artigos 50 [. menos do sea valor
Faites damass, linda fasenda, a 400 rs. o co-
vado .'
Linn* com galpicos a 560 e 700 rs. o dito !
Cachemiras com bolinhas de velludo a 1*200 rs.
dito !
dem de 2 larguras, fingrndo dados e lisas, to-
das as eore*,a 1*500!
dem pretas, e merinos (2 larguras) a 900, 1*00,
1*400 eU600!
Alpacas de sedas finas a'360 e 400 rs. o dito !
Popelinas com listras de seda a 280 e 320 o
dito!
Setins Maco verdadeiro, desde 8*0 rs. a 2*000,o
ue ba de melbor
Gorgurao pretc de seda, para (um vestido de-
cente) a 2*000 o covado para acabar.
Damaass de core*, seda superiar, a 900 rs. o
dito!
Velludilhos Uso e de listrnhas a 1*000 e 1*600
dito!
Esguio pardo para vestido a 560 rs. o dito !
Nanaok* finissimog de core* a 320 rs. o dito !
Cretone* para chambre* e coberta*, superiores,
a 360 rs. o dito !
Damasco* de la com 2 metro* de largura, a
1*800 o dito!
Mariposas de cores lindas a 260 rs. o dito!
Bramante do linho superior, 4 larguras, a 2*000
dem de algodao, idem, idem a 1*500 o dito !
Atoalhado b>rdado, o melbor possivel, a 1*500
Brins de linho de core* (linho puro) a 1*200 o
dito! .
Camisas francesas sem pnnhos e colarmnos a
405000 a dozia !
Oroula. de bramante bordadas a 12* e lo* a
dita !
Guardanapa* de linho a 3*000 a dita
Meias arrendadas para senhora a *UUU a
dita '
dem croa* par. homem a 3*500,4*500 e 6*000
dita ._____ ... ,-
Lencos brancos em lindas bolsinhas de seOm a
J*000 a dita !
Euxovae* para casamento o segninte :
Lindas grinalda* e vu* a 14*000 e 16f000!
Ricas eolias de crochet, a 10*000 e 12*000 !
Gnarnicoe* d.- dito (cadenas e sof) a 8*000!
Espartilhos americano*, chiques, a 6*000
**! 7*nnn
Cortinas bordadas, novos gostos, a <#uuv
10*000!
Vendas em grosso, deconto da praca.
59 Mu a Duqne de Caxl. **
LOJA DE
Carneiro da Cunta & C.
A Revoluco
roa Duque de Caxias, resolveuaprender
08'Begmntos artigos com 25 0[q de me-
nos do que em outra quaiquer parte.
Las com bolinhas a 500 e 640 rs. o covado.
Setins maco a 800 rs. o covado.
Setinetss lisas 400 rs. o dito.
tVM sKSossoaas a 440 r> o dito.
Camba. cal ubico* a 6a rs. a peca.
Linn branco a 500 r*. o eovado.
Linho* escossees i de quadrinhos e lisos a 240
re. o dito.
Mariposas de cores a 240 re. o dito.
Renca da China 240 r*. o dito.
Damasco de l com 160 centmetros de' largura
a 1*800 u dito.
Bruma ote de lmho com 9 palmos de largura a
1*800 o metro.
Bramaste truncad i de algodSo a 1*200 o dito.
Bramante de nma largura a 3'0, 360, 400 e
440 rs. o dito.
brirn pardo a 300 e 360 rs. o covado.
Brim pratesdo de linho a 600 rs. o dito.
Crochets para cadeiraa 1* 1*600 um.
Dito, para sof a 2* e 2500 um.
Colchas de fnstao branco a 1*800 urna.
Fichds He l a 1*, 2*, 2*500, 3* e 4* um.
Espartilhos de corsea a 4*, 5*, 6* e 7*500 um.
Camisis de linho bordadas a 30*000 a duzia.
Chitas finas a 240, 280, 320 e 360 rs. o covado.
Slntes pura senhora, no ridade, a 1*^00 e 1 *800
um.
L-ncs brancos fine* a 1*800 e 2*000 a dnsia.
Cobertores de la a 2*. 4*500, 6$500 e 8* um.
Cambraia preta para forro a 1 *200 a peca.
Meias para homens e senhoras a 3J, 4J, 5* e
6*000 a dusia.
Madapoln gema c pelle de ovo a 6*600 a peca.
Cambraia branca a 2* a peca-
Crinolina branca e preta a 2*800 a peca.
Toalhas felpudas a 4*000 a dusia.
Toalhas alcocboadas a 12* a du'ia.
Coberta* de ganga a 2*800 e 2*900 urna.
Lencoe* de bramante a 1*800 um.
Para a Exmn*. niva*
Setim maco a 1*200, 1*400, 1*800 e 2*000 o
covado.
Popelina de seda a 600 rs. o dito.
Alpaca a 400 e 500 rs. o dito.
Capellas e veo* fino a 101 e 14*.
Colchas bordada* a 5*000, 7*000, 8* e 10*000
urna.
Cortinado* bord>do* a 6*500 o par.
Pinito de Riga
3xe3xlt
Vendem Fnseea IrmSos & C, a preco modi co
Fructas maduras
Vendc-sc diariamente especiae* laranjas para
mesa, mangaba!., capota*, e outras omitas : no
largo de S. Pedro n. 4._______________________
Grande sorlimeiilo de lo-
gos artiiciaes
Nacionaes eChinezes
PronriOM para aliio
PARA OS FESTEJOS DAS NOUTES
DE
Mant* Antonio, S. Joo e
m. Pedro
Vende-se em caixas e a retalho por precos cosa-
modos.
Ra do Baro da Victoria n. 61
Loja do Smiza
Mutamba
DK
J. Delsuc
Contra a ralvlee. queda dos ca-
bello, caspas e neuralgias
da cabera
Preo de cada fraseo 1500.
Vende n Odilon & Irmao, cabelleireiros,
ma da Imperatriz n. 60. _^____^__
Novos livros de sortcs
firnde variedade
na livraria PARISIENSE de Medeiro* & C,
ra Primeiro d Marco n. 7-A.
Vende-se
o .obrado de um anJar e sotao, com bastantes
commodos e grande fundo para a ra do Pharol,
sendo situado na ra S. Jorge n. 13 (Fra de
Parta.) : quem pretendrr dirija-se i. ra do Bob.
Je.u. n. 45, das 9 horas da manha s 3 da tarde.
Carteira
Vende-se barato urna carteira contendo na peca
de baixo dous armarinhos e tres gavetas, e na
peca de cima 17 compartimentos que se fecham
com ma sp chave : a ver e tratar no largo d S.
Pedro n. 4, loja.________________
Massa de mandioca
Vende-se massa, eepecialmante preparada, para
bolos de 8anto Antonio, S. Jlo e S. Pedro, a 500
rs. cada paeote de meio kilo : no largo de 8. Pe-
dro n. 4.
Atlen^o
Vende-se Manteiga iugleza .uperior em lata, de
12, de 4 a 1*100, e 7, 14 e 28 a l*O00 por libra e
ga. inexplosivo a rea do Bom Ji-sns n. 38.
Vende-se
0 hotel denominado Dou. Irmos, sito ra da
Cruz b. 23. E*te hotrl est reedificado, muito
frcqu.>ntado por nacionaes e esrangeiros, tarob^m
tem hospedagt-m, e o motivo da venda een pro-
prietario ter de rerirar-se para Europa por falta
de sade : trata se no memo. Pede ao* seos de-
vedores que estac em atrasa, de virem saldar suas
contas, do contrario serio seus norae. publicado.
ao. jornae* desta capital.
Vaecas
Vende-se nina tourina, urna mestica e urna la
trra, i. tratar na Praca da Concordia n. 11, ar-
asem de mat^riaes. _____^_________,
\llencao
Vende-se urna importaste taverna no largo d*s
Salinas de Santo Amaro, propria para quaiquer
riocipiaute, f .s frente para a lirha erre* de
Limoeiro : a tratar namesma.
Bilhar
Vende-se um bilhar francs em perfeito estado
com tres jogos de bolas e seis tacos ; a tratar no
antigo largo do Pelourinho (corpo Sajito) n. 7, es
criptorio.
Engenho a venda
Vndese o c-ngeuh) Murci, com safra ou sem
ella, situado na freguezia da Escada, distante da
respectiva estacao um quarto de legoa, podeudo
dar sei* caminhe* por dia, moente e corrente,
tem duas casa* grandes e duas pequeas para mo
rada, e outra para farinha com suaf pertencas : a
tratar na ra do Imperador n. 65, 2 andar.
Plvora
Vende Candido Thiago da Costa Mello, em mu
deposito |rua Imperial n. 322, olaria, onde tam-
bem vende tijolos e telhas. Telephone n. 221.
Mili "arailMaiil"
Vende o Vasconcello* ra da Aurora n. 81
corram a ella !
WHISKY
HOY AL BLEND marca V1ADO
E*te excellente Whisky Esoesc* preferive
ao cognac ou agurdente de canna, para fortines
o corpo.
Vende-se a retalho no. t Iherea armasen,
nolhados.
lede ROY AL BLEND marca VIADO cujo ne-
me e emblema sao registrados para todo o Brasi
BROWNS fe C, agente.
Vende-se
massa de mandioca de primeira qualidade, para
bolo, a 1 *000 o kilo : na Camba do Carino nu-
mero 10
Cabriolet
Vende-se um era perfeito estado e por preoo
eommodo; i tratar na ra Poqne de Caxias n. 47

GRANDE LOTERA
A MAIS IMPORTANTE DE TODAS HA VIDAS NO
BitAZIL
EXTRACQAO A' 8 DE JULHO
DATA MARGADA NOS BESPECTI70S
Esla liiieriii est a cargo do Ihesonreiro das loteras da corle
A EXXMCCAO ETA NOMO DE JANEKO
PREMIOS MAIORES
1 de
1
2
2
1
3
11
Alera Esta lotera e de tres sorteios. Um bilhete joga em todos
elles e est habilitado a tirar mais de um premio.
Esta lotera em favor dos ingenuos da Colonia Isabel da provincia de Pernambuco
BUHETES VENDA
l,ooo:oooSooo 24 de. 5:ooo$ooo
2oo:ooo$ooo 50 . . 2:ooo$ooo
loo:ooo|looo 80 >. . l:ooo|ooo
5o:ooo$ooo 2 approxima^oes de. 15:ooo|ooo
4o:ooo|ooo 2 . 6:ooo$ooo
2o:ooo|ooo 4 . 4:ooo|!ooo
lo:ooo$ooo 4 . 2:ooo^ooo
^
RODA
36-"

DA FORTUNA
Larga do Rosario-36

Bernardino Alheiro.
O
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tsmm MjuwbesdeBqahi
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ttc RheumatiAmo,Cancros, Bobas. Impi^ens
etodafiae molentiae queIrnho sua urigem
na impureza do sangue devida a syph
V0 MUMSmTDt
O
Q
W"i p*eftte*tc cazAjul* ac
dojtu, juuix,
--------rt&?3rS5-_*
jflBOBflTORIO fCNTRAl Dc1pRO0UCTOS"l|t0ICIIIAS
DA FLORA BRASILERA
Ruado Vise onde do Rio B rano o
------RIOI>E JAXK1KO------*
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(Je ay-^/hs/^
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i p-
se

- p
-a e-
p a
$- 89
a. s
:*
ro g
S9
LOTERA
ALAGOAS
CORRE NO DIA 22 DE JUNHO
ii.

Grande e bem montada ufikina k alfaiate
DE
PEDROZA & C.
N. 41Ra do Baro da Victoria N. 41
Neate bem conhecido estabcleciniento, ge en ontnr un lindo vakiado sor
timento do pianos, casemiraa, brins, camisas, pannos, <<>ll n. h**, meias, gravata*
tudo importado das melhorss fabricas do Paris, Loidfea e Allfmanha; o para ben
servirem aoB seus amigos e fregu^zes, 03 propritario8 e estabelecimeot
jm na direccSo dos trabalhos da ofBeina habis artistas, e que no curto espaco de 24
horas, preparam um tordo roupa de quaiquer taz.-n i>.
Ra do Baro da Victoria n. 41
(PRE^OSSEM COMPETtNCI )
O portador quepossuir um
vigsimo desta importante lo
teria est habilitado a tirar
10:0061000.
Os bilhetes acham-sea' ven-
da na Casa Feliz, praca d: In-
dependencia ns. 37 e 39.
Corre no dia 22 de Junho
1886, sem falta.

*
DE
Climac ^a Siloa
"che co us
afinal o pinho do Riga, de primeira qualidade, em pranchSo de 3X9, 4X9 e
3X12 de 19 at 70 palmos de comprimento, barrotes, taboas de forro o assoa-
lho, ripas e caibros para cobertas, chalets, es:^ v8s de vias terreas, e para suli-
i pas; garante-se nao ser este pinho atacado pe cupim, em virtud de aer elle o
gS^verdadeiro pinho de Riga, nico que n'este clima resiste ao tal bichinho. Reta,
Stelha se barato e em porcao haver reduccoes de ut>
*-----------------------------------------------------------------------------------------------^
1 iaa t


8
-Diario de PcrjsambueoSabbad 19 de Jajiho de 1886
CMARA D BPITADOS
DISt ;URSO DO SR. DKSEMBARG ADOR
PERORA DE LUCENA, NA SES-
SAO DE 31 DE MAIO.
(Continuando)
O teroeiro destacamento que mandei foi
para Santo Antonio da Patrulha. Mm sa-
be V. Ex?, quena foi coininandar essa des-
tacamento ? Um official reconhecidaraento
liberal, que tinha instruyeses miabas para
que nao intervessa no pleito ; e a prova
de que n'ein sse offieial, neni o destaca-
mento qua ello corainandava, intervierara
no pleito : que o candidato liberal, o
Sr. coronel Salgado, obteve naquelle col-
legio o mesmo numero de votos que havia
obtido na eleijao passada, quando no po-
NSo oonAues destacamento iudependen-
te o numero de 6 procas que mandei par
Ptsso Fundo, pracas que estavam distra-
bias em outraa oatnmisscies, e aue fiz vol-
tarem para a sua respectiva seceso na-
quella localidade ;*"mas, ainda assira, de-
terminei que todo esse destacamento ti cas-
ae disposijao do juiz de direito, magis-
trado que por grande numero da nossos
collegas reeoaheeido como homem impar-
cial, amigo da Justina, alheio inteiramente
poltica, e, de mais- a mais, cunhado do
candidato liberal.
Quaes f iran os outros pontos de aecu-
aajao, que naoieonetam do resumo do dis-
curso do cocselbero Silveira Mar'ins; mas
que me asseguram ter elle levantado? Ig-
noro-os, nao tenho conheeimntodelles ; mas
direi Cmara que a uiinba neutralidade
no pleito eleilural ainda se accentua pelo
facto que vou narrar:
Foi candidato, pelo 1." districto o Sr. Di\
Paulino Chaves, Todo o eleitorado conser-
vador do distacto de Belra declarou lho
terminantemente : si nao conseguirdes do
presidente da'provincia a remojao da pro-
fessora, nao vedaremos un s voto. O
Sr. Dr. Paulino Chaves veio entenderse
eoinniigo, e eu. respondi-lhe: Tenho n-
formajocs de que essa professora exoel-
leute, cumpre perfeitamente as suas obri-
gajSes; nao existe agora vaga urna cadei-
ra de igual ou melhor cathegoria para dar-
lh'a,. e, conseguintemente, uo posso sa-
tisi'azer o Jfeu p"dido.Elle tornou-me:
Pois, entao,corro o risco de ser derro-
tado. Pacieucii, responni-lba eu.
Passados diaa, foi-me teito novo pedido
pelo mesmo candidato c outros amigos,
mostrando a necessidade da providencia
solicitada, em razio de attitude que toma-
ra o ebefe conservador de "Beln, decla-
rando que, si a providencia nao fosse de-
cretada dentro de24 horas, ello nao a ac-
eitara mais. Raspondeadoainda : Perca-se
a sua eleijao, mas salve-se a honra da ad-
ministroslo e do governo.
Nao deoretei a remocho ia professora,
e o Sr Dr. Paulino Chaves cffeetivamen
te perdeu nuquella localidade 38 votos,
que seriam botantes para fazel-o cleger
em l* isnutinio.
O Sr. Silveira Martina e tolos os sena
amigos tcm eoohecimeuto deste facto, o
elle bastara para mostrar a miaba horo-
oridade e a miaba ntutralidade no pleito
a que alli se proceden, > si outras provas
a respeito nao existase in. (Apoiados.)
Sr. presidente, o qua quera o Sr. con-
* Ibeiro Silveira Martina que succcdcsse?
Elle, domina aquella provincia como urna ver
gaforrea, elle afugenta de si os mojos de
talento, que isuioengrassaudo as tileiras do
partido republicano, porque llie apeas
estar (errado smente de peru'sda
nao quer .guias fiante de si (Hilaridade.)
A provincia receban esso meu proced-
raento, posso dizer a V. Exc, cesa applau-
so, e as deserjocs as filtras liberaos fj-
ram ern grande numero.
O Sr. conrelheiro Silveira Martins diri-
gi se p*ra Sanco Autooio, para a Concei
jo do Arroio, e daquelles lugares decre-
tan ukusa depando o chele liberal di.qudle
municipio, substituiado-o por outro. Chi-
ngamente fes o mesmo com retacan a outro
chefe em um pinto, que me escapa :-gora.
Por consequeo-ia elle se quexo de si, -U<*
se queixe de seu g.verno iniquo, intole-
rante e prejudicial a provincia do Ro Gran
dedo Sul. (Apoiados.) Elle tem sido a
cavera de burro daquella provincia (hila
ridade prolongada,, como koi de mostrar a
V. Exc. por mais um outro facto, que tc-
rei ainda oocw&C de referir.
Ngajio de sunejo as leis provineiaes -
eis o outro ponto culminante de aecus ..a>
contra mim.
Sesjhores, vou .limitar -me a et sostente
algumas das razo-s ie m,1 san.'cao, riir
ellas a Can ara, Ana posta d jurisconaultus
nota veis e administradores insignes, ver
si a5o ou nao fueddaa no direito patrio.
i?
KGOLO
T
PuR

l
C.nlNI \;;a DE ANGELA)
)
i
i i; o ii U ii ua c'u do u. 137)
viii
Te: n ', primeiro qie d-.r-lhe
cimento i.o que o meu muig > Jay.ne. B' r
ni r lili* i, no meu eurtorio,, um
ari plio/
- Tetameo'o. doqual o s-nhor i
a minuta, nao verd*de ? purguetau o
-do.
Sim, setihor. ej.oia do t. r di*
o s.'ii th'-or i
Por e*^" t-si uiieut., elle deixa a ter
5a parte ca fortuna a mm riiha natural,
gela H rnier m antea lilba deut dis
se o Sr. O tabekio nio pdie coDter utna ex
maco de orpr< za.
Um Sr. deputado : A hora et esgo-
tada.
O Sr. presidente: Lembro ao nobre
deputado que asta nada a Ij2 hora de ur-
gencia que rrquereu.
O Sr. Lucena : Neste caso, Sr. pre-
sidente, peco nova prorogacao. N5o posso
ficar com a minha defesa em meio; trata-
se da adminitrago de um delegado do
governo, e esto delegado deve ser defen-
dido, porgue a sua defesa importa a de-
fesa do governo. Pego, portanto, a V. Exc.
qu'S consulte a Cmara si me concedo nova
urgen ia.
O Sr'. presidente : Queira limitar o
t-:np0.
O Sr. Lucsna : Eu quizera tempo in-
definido ; mas i, vista da tcrminaco de V.
Exc, pejo mais \\2 hora.
O Sr. presidente: Vou consultara
Cmara, como bou obrigado pelo regiment
Consultada a Cmara, concede mais 1]2
hora de urgencia pedida pelo orador.
O Sr. presidente: Tem a palavra o
nobre deputado para continuar.
O Sr. Lucena : Forca policial:
Forga policial, llesolurdo n. 1,582. A
iaconstitucionalidado da presente resolu-
cao mauifesta:
1. porque determina a attribuicSo e
organ8acSo da forga policial;
< 2. porque a chstribue pelas diferentes
lotalidades da provincia ;
f 3. porque d ao chefe de polica com-
petencia para dispor e mover a referida
forga.
Ora, pelo acto aldiconal, art. 11,
2." s Assembhia Provineiaes compete o
direito smente de fxar a forja policial e
marcar os respectivos voncimentos, e nSo
o de determinar as suas attribuiy3es, or-
ganisajo e distribuicSo, por isso que es
ses actos s^o por sua natureza puramente
administrativas, e conseguintemente da
exclusiva competencia do Poder Ejecuti-
vo. (Aviso n. 199 de 9 de Maio de 1860,
2.)
c Alm disso, pelo art. 5. da lei de 3
de Outubro de 1834, ao presidente da
provincia exclusivamente compete o direi-
to de dispor e mover a forja, qualquer
que ella seja, em bem da seguranca e
tranquillidade publicas, e esse direito, con-
ferido por urna lei geral, nao pude ser
supprimido, cerceado ou repartido com
outra qualquer autoridade, nm virtude de
urna lei emanada do po.Her provincial.
i Por ultimo, re8o!ucto, acabando, como
acaba, com 03 officiaes, e confiando a sar
gentos os eommandos das accySes com ven-
cimeatos de 50 mensacs, sobramaneira
inconveniente, porque ser diffiiillirao, si-
no impossivel, proverem-se taes commr.n
dos com pessoal idneo, attentos os min
guados voncimentos marcados a estes func-
ionarios.
t Isto posto, confia esta presidencia que
n Assembli Legislativa Provincial, ins-
piraudo-se nop dictames de sua alta sabe-
doria e no seu intemerato patriotismo, se
dignar de acolher as razSis expendida,
que motivaram a denegacao da anecao,
para o i.a de ser emendada a presente
resoluc2o, como t^nto conven marcha
regular dos negocios da provincia.
Palacio do governo em Porto-Alegre,
7 de D_-z"mbro de l8S. Ihnrique Pe-
reira de Lucena-
A .ssembla provincial a quen foi de-
volvida esto lei, reenviou-a por sua vez,
dizendo que a tinha emendado da confor-
mando com as r izV'S co presidente da
provincia, orque as coasideravajuridicas.
Mas. qner V. Exc. saber, Sr. presiden-
te, como procedeu ella neste negocio?
No corpo da li-i n2o se achara ma3 ne-
nhum dos artigos inconstitueionaes ; mas
no artigo fina! dizia : ficam fazendo pare
da presente lei as tabellas, nmeros taes e
taes. Tratavi-se da organisaySo e da dis
tribuijo da forja policial.
'ergunto eu : a assembla tinha emen-
dado a le', procedendo por esta forma ?
Nilo, ninguem o dir.
Portanto, o que fiz ? Consiiere a lei
11S0 eibcn lada e a suometti ao conheci
ment da assembla geral, para quo pro
l'riss) o seu juizo a resp.-ito, para que
decidisse si a lei devia ou nao ser sane
cionada. Mas, a assembla provincial nao
ficou ahi, foi adiante e mn;lou publicar a
le a quo tinha sido negda a sanojio por
inconstitu-ional.
Ora, sabido que urna lei, urna vez nao
sanccion.ida por inconstitucional, nao tem
a auemb!a provincial competencia para
mandal-a publicar. (Apoiados.)
Por coseguinc, corri uc. o deverde
susp-nd. r esta publieaclo, e foi o que fiz.
E isto entilo inotivou a eelebra denuncia
que a assembla provincial do Rio (ir..
Silveira Martina, mandou dar contra mim
Sabe isso .' I 1 exclamou ell;.
B'IU o ve.
M s como ?
- Nio procure... A rninut;, redigida
pelo senhor, est as miabas milos.
Enta conhece o propno testamento ;
porque o meu amigo eopiou di'inti de mim,
palavra por paUvra, do ras.unho.. Foi
por meu conaelho qu- Jayaie pensou, infe
lizmeute bastante t.rie, ua filha qu. tinha
o s. u no:m: e na pobre menini que ia sen-
. s-- sanala.
Entao, foi o senhor que aeonselhon a
it-u amigo a preceder deesa forma?
Julguei iio meu d> v.-r f sal-o... Pn-
,1-iv u sraaet) digno de um ho-
m ;n lionr 1
Con' c i'. Ang da B -ra r ?
Nslo, senhor.
- Jajiu' 13 ra r nun -a vio a Slha n.
.ur.l?
Di-s.s i-aie que tita tinha f.dl
ROS, quaadcj ella tinha dezese^; anooa...
-.vi, ; leu disji, te.ui estar absolnta-
erto, tcl a encontrado ainda urna
Por .iq'i concluir qu! ello
UO g<{
-- AShn .. Nao gofta. cr-'w)
ou tua filha t mi
r-t n _,"; ;a,
itz-t
l .'io da :
r o", tinha .-.1> u ca gran io
.
r v Uju se 1
lia a ..t iu :
- i' nao verdade, querida
lina, ier-lhe dijiiuido a sua fortuna, e
ao Supre anal da Justija (Amii-
dos.)
A lei do orcsm'into provincial c anda
urna historia mais nteres san te, do modo
porque procedeu aquella assembla, que
tem por eouselheiro, por inspirador, por
dominador o Sr. Silveira Martins que quer
alli representar o papel de um Crorawell
caricato.
Essa lei, senhoroa, um raonstro hora-
ciano, tem urna cauda enorme da favores e
de violceas da propria le orgnica da as-
sembla provincial.
Eu nao tenho tempo para entrar no as
sumpto melindroso dessa le, e por isso mo
limi:o a dar-vos as razf5?s porque neguei
sanejao a esse monstro.
A assembla provincial fez encartar
nessa lei, qne submetteu minha sanecao,
a lei de fixacao de forjas a que cu ja ha-
va negado sanejao por inconstitucional.
(Oh I Oh! Riso.)
Ora, eu nao po lia sanecionar a lei do
orjamento em parte, o em parte no ; por
conseguate, anda que essa lei fosso muito
boa, anda que ella fosso o transumpto da
perfeijao humana e legislativa, eu nao po-
da dar lhe a minha sanejo. (Apoiados.)
Tmho consciencia, sonhores, de que
poupei aos cofres provineiaes una sonma
nao inferior a trezentos cootos. Basta di
zor Cmara, quo na lei do orjamento ha-
via um perdi de dividas urna compa-
nhia na import ncia de cento e cincoenta e
oito contos, basta dizar quo havia outra
conceaaSo do perdi de decimas a indivi
dos que posauem 8 e 10 predios. Havia
muitos outros favores de igual natureza, e
una admmistr.jao moralsada nao pedia
encainpar um tal procelinento da prmeira
corporajSo da provincia, quo devia dar o
exenplo dos sous interesses pelas finanjas.
Todas as leis da assembla trazam em si
o cunho do partidarismo ou o b neficio a
um amigo ou a perseguijao a un adver-
sario.
Querera Vv. Excs. a demonstrado d es-
ses acertos ? Eu direi: A lei, de forja
policial supprmie todos os orfidaes do cor-
po de polica ; mas sabe V. Exa. a razio
porque ? Nao era por motivo de econo
mia; mas do perseguijao como me decla-
rou em conferencia o proprio Sr. Silveira
Martins que dizia : desde quo foram deraet-
tidos os meus amigos, sam duvida por-
que nao ha necessdade de ofiiciaes nessa
forja.
A mes na lei mandava supprimir tres
secjSes da secretaria do governo e dejOV*
apenas a secretaria con duas secj3?s e
tres praticantes, e sendo dmittidos os
mais idneos o antigos. Supprimia intira-
raente repartijao da mesa do rendas pro-
vineiaes, em numero de 10 ou 12 empre
gados, tornando impossivel a arracadajo
de rupostos na mais importante repartijao
fiscal da provincia. Ainda mais deeretou
leis, 8Upprimindo 28 cartoros, tirando as
attribuieies de uns e annexando-os a ou-
tros, despojando por consequencia velhos
funceionaros con 20 e ;50 annos de serv-
jos, garantidos pola vi'.ali -i-sdade ('os seus
empregos.
Senhores, urna assombl 1 provincial que
procede por esse mod, un honnm da es
tatura do Sr. Silveira Martins, que a acn
selha e dirige nesto tortuiso caminho, pule
merecer o applauso da naj.lo ?
Na con he. jo tyranno maior que o Sr.
conselheiro Silveira Martins. S. Exc. nao
liberal, nao conservador, nao repu-
blicano porque tudo isto. Diz que niio
planta larang^ira porque lava muito ti-po
a dar fructo; mas que planta pecegueiro
porque de um anao para outro come o
fructo e vende a lenhfi. (Riso.)
O Sr. Silveira Martins o que deeeja
ter em torno de si quen o incens. Por
exemplo, um que j tovu assento nos con-
selhos da cor; e quo diso: Eu ano
a Gaspar 01a os extremo? de uns amo-
rada (riso) : tira dos sus predilectos,
Elle gosta tambera dos imbecis, e por
ist > quo elle protege a quem escro'ia para
sua esposa em Parto-Alegre, cartas n'esto
gosto:
Fallei hoje no parlamento, deputados
e galenas ele*r sadoa Nito so falla, en
toda a cidade do Rio da Janeiro, s-po no
racu discurso e trava-se o debate de saber
quem deve s'*r collocado em primeiro ittgar,
se eu, se Nabnco, se Jos Bonitacio (riso).
Manda isso a Reforma. (R30.)
O Sr. Alves do Araujo : -V. Exc. tem
a carta escriptp a essa senhora ?
O Sr. Lu'ona : Qiaodo digo que c
verdade, veril* e. Posso jrov .r paiti 1
larmeot a V. lxe. ; posar dizer quem Fea
a carta o m'a rev^lou.
O Sr. Fernandes da Cunlu Filho : -O
que V. Exc <)iz verdade.
O Sr. Luecraa: C(;nsurou anda o Sr.
oonselheiro Sikeira M.rrins un 1 liici) qu
anda in ii^, estou corto quo rae ha de ap
provar.. Tratava-se de pigar urna divida
sagr ida, urna divid de honra, e, para urna
alna verdaleiramenta nobre, a honra est
antes do dinlu-iro.
O tabeliiiio speravft una cesposta.
NSo obtevo nenhuna.
Cecilia ficou calada.
Natural menta a moj nao se senta cora
coragem de raeDt.r, parecendo npprovar o
t-'sta nento que a despoja.a em faor de
urna bastarda do seu p .i.
O Sr. de Ge.vr y retomou a palavra :
Entao, senhor, disso elle, Angela
Bernier niio-p>:lii adivinhar as dispjsijo -s
tastaraectarias [citas em san Livar '.'
De certo que nao. .. Rpito-liio : o
pai bia unicaaiente qvn ella habhava em Pa-
i .. Alen dis to em Dijon epjueas hjr.s antes di sua
norte trgica.
O documento de que deposiU.rio t'
cot no seu carario ?
Nao, senhor, trouxe-o ce,minijo, pira
0 fiitreg.r ao presidenta do tribun! le pri
looira instan-til d^ Pars, qna o abrir, e,
como a menina Cocdi B-^uier menor,
ara a no I 1 *m coneeho de
tanilia, ou il a menor p>
. ia. Em t.eiv^o c 1S0, o
tutor no use id 1 v !g ,r pdos seus nteres
e administrar i. sin fortuna.
O casamento nao teaz consigo, de
a c.uaucip i-,ao, s-nh jr ? per-
3, d-p
ou dous s"gan I is.
Sem du.-i 11, qu- rida meaini, respon-
deu o tadliao de D.j ju ; mas uro.) orpba
monor nao puto casar se, sam consentinen-
o pro arador fiscal da Faz-nda Nacional, o I cmara ton obrgajlo de trabalhar seria-
Dr. Trajano Viriato de Medeiros, dirigi ao mente.
presidente da provincia, porque aonselha-
va nesse offioio aquello funecionaro ao Go
verno quo rizease conv rgr a eolonisajilo,
de preferencia, para a colonia Nova Petro-
poles, o que eu nao de.ixasse do prestar
mais um importante sarvijo ao seu en-
gran leciraento, mandando abrir, para essa
colonia, urna estrada de rodagem, a qual
ora prefcrvel nter issava mais instrucjilo
publica do que esse grande numero de .a-
deiras agglomeradas, cono sar linha em ti-
g 111, smente para s.itisfazer interesse
particular.
Porque um agonte da autoridade publica,
ouvido sobre un assumpto de sua compe-
tencia, exp3e sua opiniao, merece tao acre
censura, como a quo Iha fez o Sr. Silveira
Martins, indicando-o advertencia do go-
verno imperial, sob o fundamento irrisorio
de qao esta opinito att.-ntava contra a in-
stru jo primara da provincia?
Isto faz-nos convencer, >?r. presidente,
qua a intelligenca do Sr. cosjselheiro Sil
veira Martins est ha muito en decaden-
cia, e sua cabeja un armazem desarru-
raado. (Riso.)
Fallou mais em ana das ooss.is glorias
militares, que, hoje, con honra e proveito
para o paiz, admiuistra os interesses do Rio
Grande.
0 Sr. Silveira Martins nilo respeita o
raerecmenlo de pessoa alguma: censor
dos proprios amigos, o por amir de fazer
epigrammas para provocar a risota, expSa
se a perder as amisades mais duradouras
das quaes ello ten tirado o maior proveito.
(Apartes.)
A :cusou o geaer-il Deodoro, chamado o
de igenorant i inapto, que un homem
que nilo sa domina, e deu cono prova de
sua asserjo, o procadinento desea distiuc-
to"n ilitar com o general Arredondo.
Sr. presidente, s p le diser isso do g-i-
neral Deodoro, um homem que nSo tem o
menor respeito pelas nossas glorias milita-
res (apoiados), um homem que est hab'.
tuado a profanar essas glorias.
O Sr. Silva Tavares: Nunca respaitou
gloria a 'guraa.
O Sr Lucena: O general Deodoro tra
toa og moral Arredondo como un cava-
lheiro pude tratar a outro; chanou-o para
a su* mesa e teve con ella to las as defe-
rencias durante o tempo em qua perma-
necea em Sant'Anna do Livramento.
Quera, porventura, esso general rece'
bar franca hosped.gem na fronteira, onde
nSo havatn botis o certas c >nmo lidades ?
Era cousa impossivel. Davia content'.r-se
com o mesmo trataraento qua t.nhan os
nossos orfies qua o acompanhavara e
supportar as mesmas faltas; nao tinha o
lireito de exigir mais. (Apoiados.)
Sr. presidente, estou fatigado e na que-
ro, por mais torapo, abusar da bttangae da
Cmara. (Nao apoiados.) Reservarei para
outra occasiiio tudo m-ais qu nto tenho a
diz-r, mesmo porque nao posso apandar to-
dos os pontos em que tocou o Sr. Silveira
Martins.
Agradejo a V. Exc. e a Cmara a bon
dad que ti vera m para conmigo. (Muito
bem, muito bem.)
O Sr. Cantao : Defendeu so p >rf menta.
SESSaO EM 2 DE JUNHO DE 188G
ERKSIDESCIA DO SB. A\IR\E FIGEIBA
A> meio-dia, feita a chamada, a que res-
ponde.n 90 Srs. deputados, abre-so a sesseo
Bta minatoa depois do maio- li.
E' lid-* e posti em discussio a acta d.i
sessS antace 1" nto.
O Sr. Affoaso Celso Iumo}*
reclama contra a acta, na Darte
s' comDrehaadido coi
O partido liberal gastou seu tempo no
poder era lutas intestinas e esteris e ago-
ra vem fallar em reformas que nunca 00-
gitou em realisar.
No periodo liberal todos os deputados
da raaioria julgaram-se con direito A ser
ministros qm.si todos os presidentes de
cons-lho suscitando lutas de arabicSe.s e
trabalhando na derrubada de ministerios.
Ao nobre leader d.t opposijao que agora
polo ao governo- a exeeuga inmediata
das reformas cabe 0 maior peso da censu
ra geral por j n.'io estar ora estas reformas
realisadas.
Apezar de estar em opposijao naquelle
tempo o orador declarou sempra da tribu-
na que cstava prompto a aconipanhar o
ministerio liberal as medidas qua fossem
uteis ao paiz e raclanada pelo seu adian-
tamento.
O proprio nobre deputado arad* pede
casamento civil facultativo quando de vera
estar mais adantado o apregoar a nacoa-
sidade do casamento civil obrigatorio.
Raspn lendo a apartes, diz o orador
qua nao faz alarde de eloquarfcia nein pro-
cura as occasioos solemnes para se fazer
ouvir ; quandojsobo a tribuna impellido
por urna torji intima para tratar de ques-
tfj-.'s que julgi importantes para a sua pa-
tria. Assim ve serapre com magoa a in-
differenja qna rodeia a questao da imrai-
grajo do quo tanto ello sa tem oceupado
na caara. Buscar entretanto na forja
das su3 conviejoes os muios de tornar in-
teressrate para a cmara este assumpto.
Quizara que os ministerios so convences-
som deesas ideas e qua por leis adequadas
abrissem o paiz crrante inmigratoria
necessaria ao seu prograsso e melhora-
rnento moral e material;
Applaude os actos do actaual governo,
tara nelle toda a coofianja, mas nem por
isso p le deixar da lamentar quo o nobre
ministro da agricultura considere motivo
de satafjao o saldo mportaata de mais
da 800:0J0j na verba immigrajSo. E'
antes da lamentar que n.o tivesse havido
omprego completo e til dessa quantia.
0 aobre ministro da r.gricultura tSo di-
No seu ennunciado nutre approhensSea
sobre o pe em quo ficaram, tendo em vis-
ta o mesmo contrato, as relajees da c-
mara para com o director do Diario Offi-
eial no caso do surgirem reclamtj3es con-
tra o servijo. Entretanto confia no zelo
e na solicitudo que a mesa empreg ir para
quo nao baja motivo de queixa por parte
da cmara, quanto a regularade do tra-
balho e sua publicajo.
O Sr. Coclho Rodrigues (Io se-
cretarle) diz qua por ora oilo se trata da
pablicajao dos debates, e sim de firmar a
competencia que a me^a tinha, at 1878,
de regalar este servijo. Por isso extem-
porneos silo os infundados receios do no-
bre deputado quanto ao melindre que a
cmara possa vir a soffrer as suas rela-
j3'8 com o director do Diario Offieial. por
motivo de rc^lamajoes contra o servijo.
En 1878 o governo chamou a si a com-
petencia de que a cmara gozou at
aquella data, e fez contrato seu, que tam
continoado at agora, com urna ou outra
alterajao. Ma3 a mesa actual, entenden-
do que nao devia permanecer esta anoma-
la, tanto mais quanto surgiara reelama-
j3es de diversa natureza, quo r.ttribuam
os erros conmettidos ora s notas taehy-
graphicas, ora relacjao, ora typogra-
phia, entendeu a mesa, diz o orador, qua
dev* des^riminar todos e3ses ser vicos,
reuuindo o tacrrygraphico e o de redaejao,
porque um complata o outro, e sep irando o
da publicajo dos debites.
0 contrato en diseussao trata somante
ios dous priraeiros servjo3, fieando a me-
sa obngada a contratar a publicajilo dos
debatas cora o Diario Offieial ou com Ott-
tra folha, segundo convier camara.
A conveniencia desto contrato ass?nta
na reuniao de dous trabalbos, o de tachy-
graphia e o de redaejao, sendo tilo nti-
mos entre si devem coacorrer para a maior
rogularidado do servijo.
KESPOSTA A' FALLA DO THBONO
Contin* a diseussao do projecto de,res-
posta falla do throno.
O Sr. Affonso Celso fnaior
diz que entre os servijos que ao3 p.-.negy-
rist.13 da situajo cabe assignalar como
oriundos do seu advento, avultar sera du-
vila o do restabalecimento do dbate do
gao de louvores pelo quebraraento da hit-
la de estradas de ierro improductivas, pala I__
. r, projacto de respo3ta a falla cIj throno.
ne-jacao do garantas de uros a engennos r f l:j j .. j 1 .. .
8,r ,' J3 ,, I la cahmdo em desuso esta debate:
centraes que pouco prouuzram, nao poda
considerar da lux as despezas com a ira-
migrayao. S; Exc. est as condijSes de
ala.gaso pensaoiento generoso de promover
por to los os modas, por todos os meios
a raraigrac3o europea.
A sifuijao ia Europa en luta com a
criso industrial que d dchou sem trabalho
centenas de railiiares de homens laboriosos,
paraca ser a mais favoravel para a cha-
mada de immirrantes.
O govarno, o nobre ministro da agricul-
tura podem tef a glori de bem desempo
nhar essn importante rano de servijo pu-
Wie.o.
R"jpoadenlo a apartes obsar-7* o orador
que o partido liberal taes actos praticou
que hoja os seus mombros mais conspicuos
confesSitra as culpas passadas para pedir
justja aos seus adversarios
poa vezes seguidas fallir o throno sera
que 81 lhe dsse resposta ; e, se a muitos
affigarava-se semelhante ficto, alera de
um acta de impolidez, obliterajaa lamen-
tavel de boas praticas parlamentares, en-
xergava nella o criterio publico um symp-
toma animador.
E' que cora isso pare a iniciar-sa a reao
jao do bon senso contra o formalismo ar-
tificial do nosso rgimen que, en '50 an-
nos da experiencia, tem daJo como resul-
tados prmordiaes, a descrenj* e a :orrup-
jSo; oue dir-se-hi* ensaiar sa o pr mero
: passo para o bannimento da certas ricySes
injust tica veis, cujo menor inconveniente
consista em deturparem e atrophiarrm por
la] forma na consciencia nacional a nocao
sirapl >s e clara do3 deveres cvicos, a nti-
da coraprehensao das relajo es entre gover-
0 Sr. Presidente lembra ao orador que
esto rilos os t.es quartos da hora.
d "cendo cmara a attenjao que lhe pres
tou em questao que considera primordial,
vi'.al, in lcfinavel -immigrajao inmigra
jao !
O Sr. P>rte!la; tmJo obtilo cinco mi-
nutos de urgencia, ic cmara um tele-
grarama re.ebido da Pernambuco, segundo
, na parte em qu){() d( jnstra,lo u.. 0 t-legranna
sf compreh.rad.do cono ausente, quando 1d* hl di.l3 pol!, 8l.. B.ltrao, a respeita
alias compareaeu a sessao, p >sto qua do-
no e governados, qua Lvra profundamente
A v-rificajao ios poderes hoje e a ap-
' sacltc dos prii
.ajii) dos po
pelo p vo a conviejao de quo as funejoes
pl'uacao dos principios que dirigirn a ve- r -... / ,
"... *_ r ^ ,.o^ ,00- dos orgaos dingsntes resune-se 11 u o sys-
nti ac dos poderes en 1882 e 183o. }
tema de phantasraagorias, adrede prepara-
da para tudo Iludir, e que ai lanjando a
pouco e pouco nos caracteres um germen
pois.de f ita a chamada,
O Sr. loo Caetano diz quo res-
pindeu cliama'la, e entretmti a act d-
o corno ausent-, Portanto pide qns se fi-
na a d-'vida ractificaeSo.
O Sr. Coelho Campos (sirvinlo de Io
secretario) observa quo sao mr-neiomidos
na acta todos os dcput*dos que respon lera
ehamadi ; e sa algn dalles estando
pnsente, deixa da respnid'r, a culpa de
ser .lato como ausenta nao da mesa.
Nfoguera pHin-lo a pdavra d-se a acti
por approvada.
O Sr. 1." secretario d conta do ex-
pediente.
E' tdo .a vai a imprimir pira entrar na
orda'ni d..s trabalhos. a parecer n. \l-'< re-
oonhocendo d'patado palo 7o distri.t) 0e
S. Paulo o Visconda d.> Pinbal.
O Mr. I'>cra<*:sol3c Tannar 1-m
bn a grava rcspoosHbilidada que pesa so-
br j a cmara. Aps sata aunas de sita-
jilo liberal, seta amos desapraveita los, a
to do tutor, no aeaclo pelo conreino de fa-
milia.
Sr. Leroyer disse o juiz for.nador da
c ilpa, o senhor era amigo de J iy.ua B ;r-
ni'r. p8suia'tola a su* coutianca...
nao podena como reeordajao e innra da
sua memoria, ac tur a tutela di sui filha ?
Teria muiti satisfajao era ae.-it.l a.
Infelizmente impossivel.
Entao por que ?
- O tutor tem obrigajao de estar prc
'.cate a frequentos actos ora, o meu
cartorio niio me meparraitee afastar de Di-
jon... As nimbas funajSes de tabelt-So na
provincia sSq in ompaSveis com o mandato
.le tutor, cuja papilla reside em ParpS M 11
pejo inentna Bernier que oa rui-
nh.t dedcsjflo se d-lla carecer, e qiu ii-
quo certa qna lhe nilo ng.rei os muns
ilbos, quando os redamar.
A;jr. liar, o son rconh 1 :i ia,
como devo, s boae disposicoes que tem a
mea respeita.
O Sr. de Grevrpy nontioooa :
As razus do Sr. L;royer so cxcel-
lentes. Comprehea io.-as e appjrovo-as. E
. andar o mais breve
i .vi ao interosto da orphl I... E' so
senhor que mo drrjo, Caro doutor... O
senhor u-n nn) >rt .:it; s rvlj 1 me-
nina Bernier. O senlior sontio pro
monte sua t6r.. off r.-c-n llie erogtpta-
meiit' um asyo honroso, p io levar agora
mais longo a su* generosidad. .-. Conseii
to em faz t parta do conselio da familia e
aceita as funeco's da tutor para as quaes o
presidente do tribuaal o designar ao juiz
de px ?
Ea I ex da aou Proli, muito sorpre
hendido e, digamol o, muito abarajado.
O 1 senhor I peco-lbe qui nao re-
pelo nr. B.ltrao, a resp
do tumulto havido na assembli provin-
cial do Resif. nao continh* a verdade.
Ol DE vi DO DA
PROOGATIVA DO OB^AMESTO
mais ou menos accentua lo da perversao.
Effactivaraente, nada do raa s irrisorio
do que este pretenso dialogo solame entre
a aitordade irresponsaval o a nij-lo, por
intermedio de seus representantes sobreto-
do qnaado ex.ininado dos bastidores.
Eso ultima aaalyse nara ha dialogo, mas
simples simulajilo, u antes um moa logo
a duas vozes.
Dialogo implica m lis da un persona-
gem ; ao passo que aqui tem a palavra
urna nica entidade real, semelhanja
do quo so pratica nos theitros de : tos, onde um a ventriloeo escondido ao
E'posto a votos e approvado o art. Io tundo entreten o publico, em prestando
do projecto 0,6, prorogando o orjamento I alteroativaraonte a voz a mltiplas figuras.
cuja vot.jao ti;ou adiada na sessao a te- Ninguem ignora a maneira pela qual
ceden: -
E' approvada o art 2o e passa o proje-
cto para a ia diseussao.
U -Sr. Co^ltio R. iribes pade e a cma-
ra con lente na dispensa do intersticio para
que o projecto entre em 2a discussSo, no
primero da da sessao.
SERVIDO TACHYGBAPHICO E REDAC^'AO DOS
DEBATES
Eotra e.n .Lscusslo o parecer da cora-
raissao de pulicia sobra o s rvijo tachigra-
n'iieo o de redaoeSo dos debates.
O Sr. Aires di Aranjo faz algu-
m. s cbservajo-s a respeito da publi tajo
dos debates e do contrato uo s rvico ta-
ehygraphico da cmara.
cuse, dissa Oaeila con calor, estendendo
as naos para o sucessor de Grisky.
M .3... eemecott elle.
Peji-llie que nao fija ubjaejocs, pro-
seguio a moja. Ac ita I Aceita I
X ida Iba passo recusar, menina, e
visto qua ajoatra tant enpenho, aceito.
- Obngada I abrigada doin'imodafma I
O Sr de Gavrey bateu na testa.
Pens nieto um tanto tarde, disse elle,
t.lvez que as encontremos em faco de
um impedimento absoluto.
Qual c ? parguntou Cecilia ancios.
(J s;iiior cuma sa Angelo Proli, ca-
ro dUlf>r? Sao nomos italianos. E' fran-
I
S -ra iiastir (iesta v-'Z, sem recirr diau-
te de ama -r-i tiro, qao palia rer til aos
. P.iri re?pondeu :
bou... Mu p-i era d^ orgim ita-
liana, mas u.'ituralBado francos.
Entao nao ha nailium obst.-.-'ulj, Sr.
L r r; quanto teinpo pote passar em
Pris
rnenos passivcl... Entret njo es-
toa :u a :s or I
Pararnos pira ir dep-.os
.. ;)'S"i7i dever lii o favor da mo
'ir asa do presidente do tribu-
nal.
E3I a < saas or I
O .Sr. de Uevoy !ev.:n:ou se.
Vamos tr.bahar en sen nteicse,
minha senhora.. dissa i.dls filha do ex-
arm.d r; depois Jirigio 88 ao italiano e ac-
.entou :
J o conheais c a-lm'rava eos0 sa_
b>, meu caro doutor, hoja aprecio o e co-
o-o coma liome.n... o homem vale
tanto como o sabia. Adquiri toda a,
rain'ia estima e synpnthia e convido da no-1
sa confecciona o documento lido ao poder
legislativo pelo moderador.
E' o ministerio quen o religa ni intuito
de expender nelle os traeos synthetioos do
seu progr.imma.
Mas, sendo o ministerio comraissao par-
lamentar, vivendo da confian ja da cunara,
sem a qual nao pode permanecer e ..fluin-
do sobre ella, sem o que retirar-sa-hia, se.
gae-sa qne aiin-.l ae> contas, olla proprio
quera depois do fazer a porgunta por boca
da Sua Alagestnde, d a resposta por boca
da cmara.
(Contina)
vo a menin 1 Bernier e aceitar as suas bon-
do.-as offaras de hospitalidade.
Cecilia raaito vermelha, balbuciou :
Seguirei os seus coOselhos, senhor.
Eutao at amanaa, miaba senhora...
At araanlia, doutor, nao esqu j* a pro-
raessa qne fez a minha mai.
Amanha de manha, terei a honra de
cu r prir essa promessa.
A que horas ?
Entra as onza e tres quartjs e meia
hera depois do raeio da.
Eneontrar-rae-ha em casa da icinha
mai.
Angelo offreceu o br.ijo a Cecilia e sa-
bio do ginihnte, deixando o Sr. de Gevrey
com o t bdluio.
O italiano o a moja entraran para acar-
- m qne os esprava.
J :-d iiojou, querida menina? pergun-
tou P.-.r, ||.
Hifo, meu amigo.
-- Lavo a para a ru* da Sude, onde
nlmoj.r>mos juntos. .. Tomos que con-
V'.'rsar srilim ni- sobre o futuro.
O latan p:ira mim o rahor! re-
plicou ie ili 1 com piixai j pro :efeu-me
ser n.eu ni .r. lo. aceiten s r mea 'utor...
devo-lbe ..be ieneia absoluti... Disponha
!a sua g rva.
Te n entao coafian^ em mira?
Muito ir.'.is io q.ie c nesrna.
Julg -;nc cap z da administrar a sua
fortuna ?
Tola a muha for'una lhe p^rfence.
O iti.ii.'ino np.'rtou Cecilia contra o cora-
cao e bojou-a nos olhos e nos cabellos.
1 CorMmiarse-ka)




Typ.d o Diario, rui Duque de Cax-'as n. 42
I aiEtVll I


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