Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16606


This item is only available as the following downloads:


Full Text
AUNO Lili HOMERO 137
PARA A C'APiXAJL i Ll'MHK OVI)t XA HE PAGA PORTE
'

Por tres mezas adiantados ".
Por scia ditos dem......
Por um auno dem......
Jada numero avulso, do mesmo dia.

6V500
12,J000
24*000
,5100
aiTA-fHA 17 DE JUMO DE 1
PARA DENTRO E FORA O A PROVINCIA
Por seis mezes adiantados.....
Por nove ditos idem.......
Por um anno dem.....
-Cada numero avulso, de diaa anteriores.
13^500
20,5000
27,5006
1.0
DIARIO DE
NAMBUCO
Proprietad* tft JHiwel -figudra iu Jara & -fUljos
TELEGRAHH1S
urogo mmi^ :: siabo
RIO DE JANEIRO, 16 de Junho, s 3
horas e 45 minutos da tarde. (Recebido s
4 horas e 50 minutos, pelo cabo subma-
rino).
Na Cmara don Deportado, hoje, o
Br. Pedro Bcltrao aprettenloa um
rqnerlmenio. que O coa adiado por
ter pedido a palavra uulru depnta-
do. ftolicitando inrorraauoe aobre
Tarnralu.
Tomando parte na dlscnsao de
na prwjecto de crdito, o Dr. Boia
e Silva Juattlflcon eonilracco da*
ferro va* de 8. Francisco e Caroa-
rn.
Hontena o Senado approvoo ena
3.a dicuNMo o projecto de flxacao
de forra de mar para o exerclclo de
S6 S*.
Fot numeado secretarlo da Jun-
ta de Hygieaae Publica de Pernam-
kuro. Joo tiullmerme da Silva Duar-
le. endo julitada sena effelto a an-
terior nomeaco.
SSS7I3Q da a:::?:._ 2_v_s
(Especial para o Diario)
PARS, 15 de Juaho. *
O Senado, que huxiil ao projecto
deeaauliio doi pretendentesj vota-
do pela Cmara don Depntado.man-
dn o meaiano projecto A urna com-
nalawo eupeclal.
MUNICH, 16 de Junho.
A. autopsia* pratlcada no cadver
do rei tLnls II demonwtrou que elle
eslava atacado de alienarao men-
tal.
Ageucia Ha;*s, dlial a Pernambuto,
16 de.Juaho de 1886.
INSTRDCClO POPULAR
MYTHOLUlilA
(Extrahido)
DA BIBLIOTHECA DO POVO B DAS ESCOLAS
(ContlHWlf&O) _______
.Testa ,
Irma do Juno e de Crea, Veata foi filha de Sa-
turna e de Cyb.de. Era venerada como deusa do
aeu culto, introdnzido no Lacio por Eneas,
veio a t inar-ae entre os romanoa generalisadis-
simo.
Num: Pompio, o segando rei de Roma, edifieou
um h^nra da Vesta um templa, onde se srrecadou
o celebre Palladio,o qual cosuistia n'uma esta-
tueta de Minerva, que a traiicjo inculcava como
tendo baizado de co, e qu: Eneas bavia conse
guido salvar d'entre 03 descrocos do incendio de
Trola, levando-o comsigo para a Italia. No tem-
plo de Veta, cousevava-sa constantemente acceso
u fogo sagrado ; e, quando elle por qualquer mo-
tivo chegava apagar-se, tomava-ne 1- o como infaus
to preouucio de grande ca am ude. No lia pnmei-
ro de Marco era costume tudus v.s annos renovar u
fogo do templo com solem iidadea extraordinarias.
A celebrajao dos mysterios de Vesta e o 1 uidado
de velar por qne no templo ae nao apagasse nunca
fogo sagrado pcrtenciam exclusivamente s vir-
Sena,por que Vesta nao era s venerada como
eusa do fogo, mas com, deuaa taubeu da virgin-
dade. _/ _d a- ._
Vestaes se ehamavaai as virgens a quem estava
confiado o culto da deusa. E quando aconteca
eixarein descuidadamente apagar o fogo sagrado,
por cuja cuuservajo Ihes cumpria velar,ou se
violavara o voto de virgindade a que solemnemen-
te se haviain abrigado. ai! das pobres sacerdoti-
zas cania sobre ellas o rigor di lei com toda a sua
implaca vel culera: as desdi tosas eram cunaemnadas
a terem enterradas vivas, "tos primeiros lempos
incumba aos res a misso de nomear as doo-
zellas para ai delicadas funejoes de sacer lotizas
de Vesta. Mais tarde, porm, ficaram os pont-
fices enearregados de fazer easa escolha e numea-
jio. Eotre seis e dez annos de idade entrayam
as donzellas para o noviciado, c n'esse noviciado
ge conatrvavam at idade de trintat So eniu
que Ibes era licito professar e en ti a definitiva
mente para o sacerdocio, obrigando se aos t-rriveis
votos que por essa occasiao ibes impunham. S<-,
porm, durante o noviciado sentiam faltar-lhes a
vocajo para o estado sacerdotal, fieava-lhes abso-
iatamente a seu arbitrio sahirem do templo o re
gr casar em casa paterna, sern voto de qualida
de alguma que as prendesae.
Kepreseotam Vesta sob a figura de urna deusa
modestamente envolta n'uma tnica virginal; cin
ge lhe a fronte ama grinalda de roaaa brancas ;
cahe-lho sobre es hombros um veo ; e da taca, que
n'uma das inaos segura, delta incens para a tri
podp onde arde o fogo sagrado.
(Contina)
___/ARTE, omuAk,
Co veril o da pro vi ocla
ESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 15 DE
JUNHO DE i8*6
Agostinha Maria dos Aojos. Ind*feri-
do; porquanto a supplicante nao provoa a
ligitindade dos ttulos, pelos quaes pos-
saia Manoel Francisco da Silva a parte do
elcravo rendido a seu nado marido, bem
como que nao possuia ntonio Goncalvea
da Conceicao ambas as partes do mesmo
escravo, das quaes paseara a carta de li-
laordade.
Abaixo aasignados de empregados da
AMandega. Prejudicado, em vista da ta-
bella boje expedida.
Dalbina Ramos Bittencourt, Domingos
Jos Machado, e Marcelino A. Lopes.
Informe o Sr. inspector da Thesouraria de
Fazenda.
Co-npaahia Great Western of Brasil
Railway Company Limited. Submetto ho-
je delibarac&o da Assemola Legislativa
Provincial o pagamento de que se trata,
visto nao baver a lei do orgamento vigen-
te consignado verba para a alludida des-
peza.
Floriano Baptista de Olivuira e Maria
des Santos Moreira. Remettido junt*
medica provincial, a quem o supplicauta
se apresentar para ser inspeccionado.
Francisso Antonio Cbalaca.Informe a
Cmara Municipal do Cabo.
Gabinete de Leitura Iguarassuense. -
Informe o Sr. thesourairo das loteras or-
dinarias da provincia.
Hehucio de Carvalho Gomes Guimaraes.
Passe portara, nomeando o supplicante
para o lugar vago de promotor publico da
comarca da Boa-Vista.
Joaquim Galeno Coelho e padre Manoel
Lobato Carneiro da Cunha. Informe o
Sr. inspector do Thesouro Provincial.
Bacbarel Joaquim Antonio Alves Bas-
tos. A Thesouraria de Fazenda acha-se
habilitada a pagar ao supplicante a ajuda
de custo requerida, conforme a ordeno do
Thesouro Nacional de 28 de Maio prximo
passado n. 112.
Joa Gonyalves. Aguarde a deciao.
Bacbarel Miguel dos Anjos Barros.En-
caminhn se, devendo o pplicante pagar
o respectivo porte no Correio.
Miguel Joaquim Soares Pimental.O or-
denado do supplicante de 180000 an-
nuaes, segundo informacao da Thesouraria
de Fazenda.
Dr. Pedro de Athayde Lobo Moscoso.
- Sim, de accordo com a decisao desta pre-
sidencia de 26 de margo ultimo.
Pedro Gomw de Andraia.Remettido
ao Sr. inspector da Thesouraria de Fazen-
da para mandar attender, nos termos de
sua informacao de 8 do corrente sob n.
388.
Rodrigo Carvalho C. Aguardem con-
cesso do crdito solicitado em 11 do cor-
rente, ao Ministerio da Guerra.
Thomaz do Aquino Med-iros.Remet-
tido com a respectiva caderneta ao Sr. Dr.
juiz de direito das execuco-s criminaes do
Recif para providenciar como couber em
suas uttribuicoes.
Secretara da presidencia de Pernambu-
co 18 de junho de 1886.
O ajudante do porteiro,
Antonio F. da Silveira Carvalho.
Iftepartiro da Polica
Secyao 2a-N. 604. -Secretaria da Po-
cia de Pernambuco, 16 de Junho de 1836.
-Illm. e Exm. Sr.Partecipo a V. Exc.
que foram hontem recolbidos na Casa de
D tencao os seguintes individuos :
A' ordera do subdelogado do Recife
Elpidio Crispim da Silva, por disturbios.
A' ordem do do 1. distrcto da Boa
Vista, Jos Genesio de Jess, Manoel Joa-
quim de Oliveira Agostinbo e Bellarmino
Pereira Maia, por disturbios.
A' ordem do do 2. distrcto da Boa
Vista, Albertino Francisco de Barros, por
embriaguez e disturbios.
No dia 11 do corrente fez o delegado
respectivo a visita da ca^eia do termo de
Pao d'Alho, na qual foram encontrados
tres presos cumprindo sentenca, dous ap-
ptlU'ios e cinco pronunciados.
Deus guarde a V. Exc.Illm. e Exm.
Sr. Dr. Ignacio Jo.iquim de Souza Leao
ouitv digno vicepresidente da provincia,
O chefe de polica, Antonio Domingos
Pinto.
____Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DIA 14 DE JNHO DE 1886
Contraria do Amparo de Goyanna, An-
na Marques de Amorim e Osear Desti-
beaux. Haja vista o Sr. Dr. procurador
fiscal.
Francisco Leite Nogueira Paz.Jnte-
se copia das informagdes
Joa Muniz Teixeira Guimaraes.Fa-
cam-se as notas da portara de licenga.
Padre Christovao do Reg Barros. De-
clare o Contencioso se j foi prestada a
fianca.
*? Abaixo assignado de moradores e nego-
ciantes dos povoados de Campos-Fros e
Sertaosinho. -Informe o Sr. Collector de
Agua Preta.
Gaspar Joa de Mello e officio do Dr.
procurador dos fritos.Informe o Sr. Dr.
administrador do Consulado.
Padre Christovao da Reg Barros.En-
tregue-ee a quantia em deposito.
Coronel Manoel do Nascimeete Vieira da
Cunha. Informe o Contencioso.
DESPACHOS DO DIA 45 DE JNHO DE 1886
H nri-jue Houoroto da Miranda. Certi-
fique-se.
(Jfficio do Dr. procurador dos feitos.
Infirme o contencioso.
Jat Elias de Oliveira, Bartholomeu. &
C e Joaquim Francisco Diuiz Jnior.
Haja vista o Sr. Dr. procurador tjscai.
Auna Joaquina dos S utos Alves Sil-
^a, Ao Sr. contador e ao Contencioso
para cumprir se o despacho do Exm. Srt
presidente da provincia.
Joao Joaquim do Siqueira Varejao, Ir
mancado de S. Pedro.Apostlo, Dr. Anto
nio Adolpho Coelho e Arruda, officio do
Dr. procurador dos feitos, Vicente Tei-
xeira Coimbra. Informe o Sr. contador.
Julio Alleluia dos Santos Lina. Entre-
gue-se pela porta.
Joaquim Francisco Diniz Jnior. Ar-
chive-se pelo Contencioso.
Irmandade do Livrameato e Antonio
Machado Das.Junte se copia das infor-
macS^s.
- 16
Henrique Bernardos de Oliveira, Gen-
ciano dos Santos Selva, Antonio Jos -en
des Bastos, Francisco da Costa Fofo e
contas do commandante do Corpo de Po-
lica, da 6a parte da lotera da matriz de
Palmares e do finado collector de Bom
Jardim. Haja vista o Sr. Ur. procurador
fiscal.
Manoel Joaquim da Araujo.Ioforme o
collector de Bom Jardim.
Manoel Rodrigues Peres e Claudina Se-
nhornha Vieira de Carvalho. -Certifi-
que-se.
Commissao encarregada das obras do
capella de S. SebastiSo d 1 Nazareth. -En-
tregue se a quantia depositada.
Honor de Mello Camello, Joaquim Ra-
mos Santos e Joaquim Jos Rodrigues da
Costa. Informa o Sr. Dr. administrador
do Consulado.
Vulpiane Jos de Mello.Satisfaga a
exigencia da cootadoria.
Padre Manoel Lobat) Caraeiro da Cu-
nha, Joaquim Galeno Coelho, Manoel de
Araujo Guimaraes, Jos Elias de Olivei
ra e Joao da Costa Ribeiro e Souza. In-
forme o Sr. contador.
Dr. Pedro Celso Ucha Cavalcante e
padre Augusto Adolpho Soares Kuserva-
ior. Registre-se e fagam-se os assenta-
mentos.
Dina Candida da Cunha. -Ao Consula-
do para attender.
Jos Elias de Oliveira. Informe o Con-
tencioso.
Consulado Provincial
DESPACHOS DO DIA 14 DE JNHO DE I889
Joaquim Manoel Ferreira de Souza.A'
1.a scelo para -ttender.
Pereira Carneiro & C, o mesmo. In-
forme a 2-a secgilo.
Baltar Oliveira & C.Informe al.* sec-
go.
Jos Mara Carneira da Cunha.A' 1.a
secgao para informar.
Rodrigues Saraiva & C. -A' 1.a sec-
gao para os devidos fin .
Joaquim Lourengo dos Res Ferreira e
Maia & Rezende.Informe a 2.a secgao.
15 -
Jos de Macedo.Deferido em vista das
infonncoei e novas verificag3es, ficando
sem effeito o despacho n. 7,331 de 1 de
Abril ultimo.
Antonio Ferreira de Carvalha. O sup-
plicante nao pode Ber attendido no corrente
exercicio.
Barbosa Lin.a & C. A' 1.a secgao para
os devidos fins.
H. Nuesch & C.Deferido de accordo
com a informacao do Sr. chefe da 1.a sec-
gao. Em terapo fica sem effeito o despa-
cho n. 7,345 de 1 de Abril do corrente
anno.
Couto Santos & C.Deferido de accor-
do com a informacSo do Sr. chefe da 1.a
secgao.
Maia & Rezende.A' 1.a secgao para
08 devidos fins.
Joao do Reg Lima, Jos Feij de Al-
buquerque e Dr. procurador' dos feitos.
Informe a 1.a secgao.
Santos Filhos d C.A' 1.a secgao para
os devidos fins.
Pacifica Joaquina das Virgens.Cum-
pra-se.
Antonio Joaquim CascSo.Certifique-se
o que constar.
Jos Pacheco da Fonseca.Certifique-se
o que constar dos livros existentes n'esta
repartigao.
INTERIOR
Resposta do ex-presidente do
Rio Grande do Mu denun
ca dada pela respectiva As
sembiea Legislativa Provln
clal.
Senh >r.Po-me presente, de crdem de Vossa
Magestade a Imperaaor, para informar dentro do
prasu Iegl, a denuncia que contra mim, e na qua-
lidade de presidente da provincia do Rio Grande
do Sul, elaborou e dirigi Vossa Magestade o
Imperador a Assemblea Legislativa daquella pro-
vincia.
Antes, porm, de dar enmprimento determina-
cao de Vossa Magestade o Imperador, seja me
permittido, que eu com o respeito que & Vossa
Magestade o Imperador devido, oppuuha, desde
logo, excepcao de incompetencia, quer em relico
parte denunciante, quer em relaco ao juizo,
cuja apreciacao e julgamento tai sujeita a de-
nuncia.
E' incompetente a Assemblea Legislativa Pro-
vincial para denucciar o presidente do provincia,
porque, c^nterindo-lbe o acto addicional no art.
11 6, a iittribu'cao de r'ecidir, quando tiver sido
proauni-iado o pre^dea'e da provmcia,si o pro
cesso deve continuar, e elle ser on nao suspenso
de suas fuiccei, nos casos em que pelas leis tem
lugar a suepensao, obvio, que implcitamente
a privn do'iir.iite dedenunciai aquelle fuucciona-
rio, porquanto a denuncia neate cas imp .rtan :
um prejulgamento, alm de que principio cor-
rente em direito-r-que ninguem pode ser juiz e
parte ao mesmo lempo.
E' incompetente Vossa Magestade Imperial para
couhecer da denuncia,porque, senda objecto della
a ii' gcao de saneco a urna lei inconstitucional e
a c maequente suspensao da respectiva publicacao,
u nico jais' competente para decidir o onflietp
entre o presidente da provincia e a Assemblea
Provincial a Assemblea Geral, segnu a clara,
expressa e terminante disposico do art 16 do
acto aidci
Accresce. que,ainda quando toase Vossa Mages-
tade Imperial tambem competente para decidir
s.'bre a especie, actualmente nao o mais, attenta
a circumttancia de achar-se j qreventa a juris-
diccio da Assemblea Geral, a cujo conhecimento
submetti a deciso do referido conflicto', que cons-
titue o objecto da denuncia, a qne ora res-
pando.
Releva anda ponderar qne, dando oa negando
saneco o presidente da provincia, nao incorre em
pena alga na, B uo casa de ta elevada attribuic)
elle to irresponsa.el, quanto o a Aiseabla
Legislativa Provincial legislando.
A nica pena, a que est sujeito, si que a
isso se pode chamar pena, consiste em ser abri-
gado a sanecionar a lei devolvida, desde que a
Assemble Provincial por dous teicos e na hypo-
'hese do art. 15 do acto addicional, e a Assembl*
Geral na hypothese do art. 16 do referida acto
addicional aasim o tivenm decidido.
No sobredito acto addicional, art. 19, esto
claramente especificaaos os dous casos nicos, em
que a Assemblea Legislativa Provincial pode
mandar publicar as suas leis ou resolucoes, e em
ne lium delles, pjrm, est compreheudido o casa
de publicacao de lei nao sanecionada por incons-
titucional.
Em vista do exposto, fra de questo, que a
denunciante autorisaudo, como autoris m, a publi-
cacao da lt i de fixacu de forja policial, a )ur ne-
guei sanefo por inconstitucional, ex rbit >u de
suas attribuicoes, e mim nao se pode imputar
como crime o facto de haver suspendido sem Iban
te publicacao, porquanto nada uiaisfiz do qu usar
de urna fuc Idade, que me dutorgada pelo art.
24 tit. 3o e art. 16 do acto addicional, combinado
com o art. 7o da lei de interpretacao.
Seu or A K-itura attenta da denuncia e dos
documentas com que est instruida, por si s
suffieiente para mustrar at a evidencia o seu n-
nbum fundamenta, a sua improcedencia. EuVfei
to, b..sta considerar, que ao passo que a denun-
ciante declara haver emendado a lei e j questo,
seg indo as razoes do presidente da provincia, vis-
to recouhecer que a organis*co e distribuico da
forja po'icial sao attribuicoes privativas deste,
manda, por outro lado, observar a tabella junta
lei, e na qual ae acha determinada a organisacau
da sobredita forja policial!
S-r par ventura seria e decente para urna cor-
poiaco, que se devo imp ao respeito dos seus
concidados, um tal procedimento ?!
A allegaco, que a nao saneco da lei de forja
policial privou a provincia suaa despezas de cerca de lUO.'OODj, nao passa de
urna verdadadeira coarctada ; porquanto nao ha
economa, onde se d desurgauisajao de servijo.
A economa alludida consistia-na suppresao de
100 prajas de pret, quando o numero actual da
dita forja insufficientiaaimo para as exigencias
do servijo, como foi reconhecido pelos seas ante-
cessores, e na suppressao de todos os ofHciaes, in-
cumbindu-se a sargentos com vensimentos men-
s tes de 50J e 45 o commando das differentes
secjSes! \
apuhor! A Assemblea Legislativa do Rio
Grande do Sul, que ora se apresenta perante
Vossa Magestade Imperial, fingindo propugnar
pelo fiel cumprimento da lei, foi a primeira a vio-
lar as leis do Estado, e principalmente a lei que
Ibe deu existencia, a propna lei orgnica!
Ella se converteu na provincia em poder fac
cioso, deaorganisando todos os servijos pblicos,
depauperando cada vez mais os cofres provin-
ciaes, sobrecarregaios com urna divida passiva
superior a 3,30<):00i). em perdoes de dividas, me-
Iborias de aposentadonas e outros esbanjamentoa
quejandos, e em todo o aeu omminoso bienno na-
da tez que a recemmendasse gratido e ao reco-
nhecmento dos seus constituutes.
Isto, que veuho de dizer, pode ser fcilmente
verificado por quem se quizer dar ao traialho de
compulsar os actos legislativos por ella decreta-
dos.
Ha cerca de 14 annos que ella affirina e tenta
por em pratica o paradoxo, que ao poder legislati-
vo provincial nao s<5 compete legislar, como tam-
bem administrar 1
E' esta a iheoria das tyranos, que almejam pela
absorpj coucentrajo de todos os pjderes em
suas mos!
Isto dito, s me resta esperar que Vossa Mages-
tade Imperial me faja a devida
Jastija
Rio, 27 de Maio de 1886.Henrique Pereira de
Lucena.
jio a isto. Notei que a coinmissao carecedora de J conarogi augmentando duplamente a iraposijl^
recursos, mantivesse a le n. 1,261 que manda dar gUpprmndo gratificadas e re'uiarisando os seas
" vencimentos p.r tabellas mais a trazadas, pois que
a nobre commissao, depois de alguna reparos feitos
pelos seus amigos, veio mais tarde reviver nao s
as iinposieoes, como aupprimir as gratificajes da-
das por leis especiaes, por aquellas leis qde esta-
vam at agsra vigorando.
Isto posto, Sr. presidente, tendo ligeiramente
apreciado as diposvo s do projecto de orjamento,
entrarei em algumas considerajoes acerca de al-
gumas emendas que live occasiao de ofFerecer
casa. (Jomejarei pf r aquella emenda que me pa-
rece de maior importancia, a de n. 78, que diz:
Fica o presidente da provincia autoiisado a em-
prestar a Santa Casa de Misericordia a quantia de
60:000000, deduziio do valor do empreatimo con
trabdo, afim de occorrer ao pagamento do que
deve a mesma Santa Casi.
Quem, senhores, conh ;cer o que a organisajao
e a importancia qu-.; tem a contraria da Santa Casa
de Misericordia do Recife; quem souber que aquel-
la nstituijo tem aos s.'us cuidados, a seu oargo o
numero superior de mil iutelizes, a quem faltam
todos os recursos... sem ter as commodida'es
precisas c sem dispr d 1 meios, nao ter diflfcul-
dade de conheccr a que altura elevada a somma
de despeaa que corre p ir aquelle estabelecmento e
quo minguados su os recursos de que dispe a
Santa Casa para aecudir a todas as suas pre-
cisoes.
No empenbo de satisfazer as obrigajoes que sao
conferidas s jun'as administrativas, um grupo de
homuns, sempre dedicadas a bem da provincia, n-
ter -asados pela sorte dos infelizes, se congregaos
em urna casa e ahi cuidam do modo maia regular
de ebegar aos meios de satisfazer essas n^cessida-
des, envidando todos os seus recursos, para que
com a mxima economa, possam ser satisfeitas to-
das as necesidades ; mas nao obstante, sao tantas
e 'ao crscidas as despesas urgentes, dos diversos
estabel cimentos, que tratar de cada um d'elles,
prover a uecessidade de cada um d'elles com a
deficiencia de meios que tem a Santa Casa para
aecudir a essas despesaa, sem duvida dara para
fazer urna bistoiia e urna historia monum-utosa,
du m>d> pnque se deseuvolve no centro d'aquella
populajao a caridjde para com esses infelizes a
ditfieuldade com que lutam aquelles qu: tn a sea
PERiiAHBGO
Assemblea Provincial
41 SESSO EM 19 DE MAIO DE 1886
PHEB1DEKC1A DO EXM. SE. DE. J091 MNOEL DE BABB08
WKDBRLEY
(Conclus&o)
O Sr. Prxedes) PianaHavia, Sr.pre-
sidente, comejado a fazer ligeras censiderajes
acerca do art. 2 e seus paragraphos do orjamento,
na sesso de segunda feira, nao bavia anda nem
de leve concluido a primeria parte das minhas
considerajes, qaando V. Exc. me adverti que a
hora estava terminada.
Eu flocil come costumo ser s advertencias da
mesa, immediatamente declara que a conclair,
esperando, porm, que alguma alma caridosa en-
viasse a mesa um pedido de prorogajo da hora,
para que eu nao fosse forjado a cortar esse pe-
queo trabalho, sem |ue ao menos tivesse chega-
do ao termo da primeira viagem.
O Sr. Gomes Prente-O nobre deputado j es-
tava caneado. 1*
O Sr. Prxedes PitangaEu j estou habitua-
do a trabalhar. Sentei-me certo de que ninguem
me succedena na sesso seguinte, porque pareca
que, se nao era de jnstija, ao menos da equidade
que o humilde orador termma6se suas considera-
joes ; mas sendo annnnciada a 2* parte da ordem
do dia e em discuaso o projecto de orjamento, eu
vi que um dos membros da maioria se adiantara
em alcanjar a palavra &o meemo teinpo que eu
tambem a solicita va de V. Exc.
O Sr. Regneira Costa Se eu soubesse que V.
Exc. desejava na sesso seguinte continuar a serie
de considerjoes, tu por certo teria cedido a pa-
lavra a V- Exc.
O Sr. Prxedes Pitanga Mas, Sr. presidente,
longe de me desagoadar o procedimento da m-si..
concedendo a palavra ao illustre amigo o Sr. lie
gueira Costa, eu muito folguei, por ver qu< S.
Exc. veio solidificar a estrada por onde eu bavia
pisado que mantivera as ideas que eu havia an-
nunciado contra o piojecto de orjamento.
Fortanto contente e satisfeto por ver do meu
lado o Ilustre deputado, iu me feleitei pela ac-
quiaijao que fiz, porque sem duvida, S. Exc. quiz
acompauhar me as enoDciajoes feitas, destacan
du-se de seus amigos por incontrar nestas ligei-
nB 1 oneiderHjoes a verdade dos factos e a conve-
niencia do bem publico
Portnnto, >r. presidente, continuando na pe-
quena explor*co e exame do argumento feto,
continuarei a dizer que tratava da auppresso do
Instituto Vaccinieo, "tendo demonstrado os bens
que d'elle provinha, e os males que resultavam da
sua suppressao, restando confirmar semelhanteas
serco com a asseverajo de que d pois da ua
crajao, dt propagajo mais rogular da vaccina,
os casos de bexig-a nesta cidade .eem diminuido
consideravelmente, sendo que tem tambem por
auxiliar a creajo de um proprio estabelecmento
em qne So recolhdos os afectados desta males
tia e destacados do meio da populajao em geral.
Portanto, Sr. presidente, proseguudo agora nos
meus trabalhos acerca do exame dos dive sos pa-
ra ^raphos do art. 2o, nao me demorarei muito as
considerajoes a faaer acerca do projecto do or-
jamento, mesmo porque eu crtio que a Ilustrada
commissao teve equvocos muito notaveis, nao s
na citajo de leis, como as tabellas por ella indi-
cadas.
A cojjunjssio pede que vigore a lei 1,<71, art.
2-; tratando de gratincajoea, mas en examinando
a collecjo de leis, vi que o art 2o da lei n. 1,771,
manda indemnisar a Jos de Oliveira por prejui-
zos de contractos feitos, o qne nio tem applica-
ao procarador da coroa urna gratifi -acio. Esta lei
manda vigorar a lei n. 1 771 de 1867 que d urna
gratifieajo ao procurador da coroa. Nao me op-
pjnho, e creio mesmo que se tivesse de pugnar
acerca da indicaco feita", eu dara o meu voto,
porque entendo que ninguem tem obrigajo de
trabalhar sera que tenha direito a ser remunerado
Dignus est operorius mucedes tita. Portanto, se o
procurador da corda oceupa-se de trabalhis fo
rensea a que por forja da sua posijo, elle nao
obrigado, quer respndanlo as consultas da pro-
vincia, quer se entregando a outroa trabalhos, elle
inontestavelmente digno de ser remunerado,
mas s a provincia nao tein dinheiro para fazer as
suas desp-zas as mais insignificantes, a ponto de
suppnrair repartijoes e alterar outras, nao pode
gratificar aquelles que jaree bem pelo goverm
geral un ordeuado, e ordenado qae nao peque
uo. Mas isso anda umara'.o para provarque
a commissao reconhecendo que o procurador da
cor ia, tem estabelecido direito a urna gratificaja>,
p que presta servijos importantes a provincia
nao pode tambem deixar de reconbecer que outros
que prestam iguaes servijos e que par leis espe
caos tem direito a gratifieajo, nao podetn dellas
ficar privados, smente porque a provine a nao
t--m dinheiro. .
O Sr. Gomes Paiente Desejava saber a que
paragraphu da projecto ee refere ; ae ao 61.
O Sr. Prxedes Pitanza Eu agora estou tra-
tando do 61.
O Sr. Gomes PrenteA que lei se refere ?
O Sr. Prxedes PitangaA' lei n. 1,771 que o
projecto de orjamento manda vigorar.
O Sr. Gomes Prenle O orjamento nao manda
isso.
O -r. Prxedes Pitanga Como ? Diz o pro-
jecto (l).
A le u. 1,771 nao trata de gratiticajoes ; is-
t' que eu digo; V. Exc. trata de urna lei que man-
da fazer indemnisajoes.
(Ha um aparte do Sr. Gomes Prente).
Eu mando buscar a lei para V. Exc ver.
0 Sr. Gimes Prente -Naa necessario, hm-
ve um engao que nos corr giremos.
O Sr. fitangaPerdo ; mas, V. Exc refere-se
a duas leis, e 1771 e de 1261.
O Sr. Gomes Prente di um aparte que nao ou-J ^TgoTs"^ es
demos ouvir.
O Sr. PitangaFm todo o caso V. Exc. qu-r
alterar leis especiaes que nao podem ser alteradas
por urna lei orjamentaria.
As leis q ie ,itsain pelos tramites legaes. s
podem ser alteradas por urna outra da mesma es-
pecie ; as leis que dspoem a respeito dos indivi-
duos qae teem exercido os seus impregos durante
am periodo determinado nao podem ser alteradas
por urna lei que apenas vigora por um anno.
Portanto, V. Exc. nao pode tirar direitos adqui-
ridos, nao pode privar de gratifieajoes especiaes
concedidas a individuos que no servijo dos saus
empregos teem satisfeto s condijoee, das quaes
resulta a -'antagem que lhes concedida por essas
ieis.
(Trocara-se muitos apartes.)
Restabelecer fazer vigorar, mas d'ahi nao se
segu que essas leis fossem creadas por urna lei
orj mentara.
(Ha diversos apartes.)
Nos nao podem >s, nem de remos partir da argu
mentaja do abuso para eoncluirmos a favor de
urna hypothese que est completamente deslocada
d'elia.
(Apartes.)
Se urna lei especial determinou que os empre-
gados que tivesseui 15 annos de exercicio entr-.s-
sem no goso de ama gratifieajo teem natural
mente um movel par assim proceder.
Vejamos 8" ha a gu.na razo laasivel que le
vasse esta Assemblea a crear este estmalo p ra
os empregados que tivessem completado 15 annos
de servijo, e se esta razo de tal ordem qne
possa desaparecer mediante a conveniencia de urna
mera economa.
Permittindo as leis nrovinciaes qae o embre-
gado publico que tivesse 15 annos de servijo se
pudesse aposentar e acontecendo que muitos ou
pelo desejo de so oceuparem em outros affaseres,
porque euto a lei permittia que o empregado apo-
sentado pudesse ter urna segunda nomeaco, pro-
curasse fugir ao servijo activo, no intuito de me-
Ihor gosar da sua posijo secial, o que fez ? mi -
mou a esses* empregados dando-Ibes una gratifi
cajo alm dos seos vencimentos, porque d'esse
modo a lei previniria qae dous fossem os ordena -
dos que se dessem ao mssmo empregado, am como
aposentad e outro como effectivo.
Esse intuito que vantajoso, que conven ente,
qae rasOavel, alm do principio econmico tem
anda a vantagem de fazer manter no ee-cicio de
suas fuucf es, o emprehado affeito a ellas, em vez
de cbamar-se um eutro que por mais babilitajoes
que tivesse, nao disponuo da mesma pratica, do
mesmo periodo de exercicio, oo puder to bem
desempenbaro Cargo como o empregado autigo.
O Sr. Gomes PrenteSeria muito bom, ae a
provincia podesse pagar.
O ar. PitangaA le n. 1320 vendo que muito
dos empregad is desejavam aposentar-se para se-
rem novamente empregados, como muitos factos
se deram n'esta provi ieis, creou a incompatibili
dade, de sorte que os funeciouarios que at euto
alcaujavam aposentadoras epodiam conseguir um
novo emprego, garautidos com a le que assim de-
termiuava, a le entendeii que para resulver esse
inconveniente, devia marcar urna gratideajo para
aquelles qae quizessem continuar no exercicio,
augmentando anda essa gratifieajo para aquel-
les que \atingissem um periodo superior, para
aquelles que serviss- m por mais terapo. Isso alm
de econmico, servia de incentivo au fracciona-
rio oublicj qu na certeza d'essa garanta era o
primeira a zelar o seu bora credit., cumprindo bem
os seus deveres, afim de gusar d'essa vantagem
mais tarde.
J v, portanto, o nobre deputado, que e&ta le
que para os professores pblicos alterada por
urna uutra t >inbe n especial que autorisou o presi-
dente da provincia a reto- mar a iustrucjo publi-
ca, substitnindu par outra a gratilicajo que se
cbamava de mrito, uo deve ser alterada buje e
muito menos supprimida, porque a lei nao pode ter
acjo retroativa.
O Sr. Gomes PrenteMas o nobre deputado
refere-se ao regulamente.
O Sr. PitangaJ|egulamento em vi ta da lei,
lei Elle nao poda ser f. to se uo em virtud-
de urna lei que o autorisou.
Portanto foi urna lei especial que reformou a iu-
strucjo publica relativamente aa gratificajoes.
O Sr. Coelho de MoraesMas, o nobre deputado
deve saber que ha differenja entre lei e regula-
""Sr. P.tanga-0 regulamento baseado em lei, I -coa, sreai urna
e da disposijo da iei qUJ remita o regulamento, ^^ a ua
porquanto a le favorece as bases para que a pre-
sidencia possa expedir o regulamento.
Portanto, Sr. presidente, terminando estas con-
sider..jes, acerca de urna das purtes do projecto
de orjamento provincial, pejo licenja para faaer
anda alguns reparos sobre as emendas oerecidas
por mim e algumas otferecidas por outros collegas
nas quaes tambem me interesso.
Direi que a commissao nio foi muito justa quan-
do reduzindo os ordenados dos empreados com a
coilocaj do imposto de 10 / pretendeu regala-
risal-os por tabellas mais atrasadas, elevando an-
da mais esse impasto sobro aquelles que tinham
direito em vista de leis especiaes a gratificajoes
diversas Assim tres veaes a commissao augmen-
tou o imposto sobre oa empregados pblicos, con-
tra a g rantia oflvreeida pela provincia nae leis
que at eolio vigoram. Portanto a illustre com-
missao foi tres veaes injusta para com esses luoc-
Esperanjosa a Santa Casa de que todos os an-
nos o auxilio pela provincia forn-cido cresce na
proporjr que crescer-m as rendas da mesma pro-
vine a, tem cada vez mais estreitado os meios a
satisfazer as necessidadeg, aguardando a chegada
d'eate momento em que com mais largues-i possam
ser preheuchid s os deveres inheren:es aquella
c-rp-.r 1 jo, mas loage de ebegar a esse pouto, ella
v augmentar a soa despesa e diminuir os seus
recursos, porquauto ch<-gaiido de todas as partes
doent de laucos enviados por parte da administrajo a
um ponto sup rior ao que existia at ento, nao
crescendo, porm, em pn porjo, os meios para o
tralamento d'esses infeliz 3, uecesa/iam-nte a
Santa Casa ter de naufragar, ou atirar ao meio
da ra aquelles que pr-eisam de seus sociorros.
Mas, senhores, a Santa Casa nao pode e nao
dev franjaras suas portas a aqaelles que exhaus-
tos de recursos, faltos d>' f jrjaa, sem juizo, caber-
toa d lepra, tangidos da sacie 'de que lhes indica
o caminbo, qae lhes indica a porta em que devem
biter e esta porta que a Santa Casa, nao pode
Ser fechada, parque i-eri.-t desconhecer o principio
da nstituijo estabet-cida, pira dizer ao raorphe-
tieo : nos uo o recibe nos, porque nao o podemos
tratar; seria diz. r ao louo: nao; aqu uo pro-
curis abrigo, porque nao temos meios para inan-
er vossa preciso ; seria dizer parturiente :
ide para o in-io da ra. j qu- nc leudes casa,
porque o asylo da maternidade, nio tem mais com-
modos para satisfazer as despesaa inherentes
vossa entrada. A Santa Casa, latando todos os
das, braja a braco, empr-gando todos os meiss da
tirar de seus proprios recursos o accrescimo ne-
cessfrio para as despesas, envidando a dedicajio
de todos os seus mordomos, e at psdiudo a cari-
dade publica que lbe atire um obulo, ainda que
com mo escondida, para chegar a esse fim, na la
tem conseguido. As despesas crescem todos os
dias, a neeessidaJe progriile e o recurso esgota-se
e a Santa Casa tem um dficit de 80 contos ; os
seas fornecederes nao lbe querem dar meios para
supprir su 13 necesaidades. Nos oo temos meios;
a Santa Casa recorreu ao goveruo geral por inter-
medio do presidente da provincia, fez sentir as
suas nece>sidadef"; pedio a intervenjo do gover-
110 geral e pedio por mais de urna vez, mas infe-
lizmente, o governo maoteve se tranquilla como
passara aquelles que se deleitam durante as uoites
le luar nos boulevards de Pars. A elle indiffe-
rente 0 soffrun -nto da provincia, qae ella se es-
torsa, a dor nao Ihe che a a casa. Mas nos qae
estamos ligados p ir forja da obrigajo como repre-
sautautes da provincia, como z blico, como zeladores dos direitos d nossos coaci-
da los, uo temos outro remedio, havemos com
esforjo tomar urna pro delicia, urna medida salu-
tar, para que a Sauta Casa nao seja forjada a
cerrar suas portas a esses mendigos, para que ella
uo veja uo meio da ra aquelles qne devem ter
ura leito e que foram servidores do Estado. Por-
tauto, qual o meio de que poderia lancar mo a
provincia para acculir a Sauf" Casa, que tivesse
relajo com o fundo de que dispoe a provincia?
Se a provnola est aecessitada, se ella pede a
Assemblea que lh 1 d um meio para salvar as suas
dividas ; se a commissao at certo lempo dizia qae
essa qu >ntia era am p uco mais do que a arreca-
dajo du imposto de gyro p-odazisse no seguinte
se eslr.-. quantia que fizesse face as despesos do
mesra > sem-stre e ealculaaa pela mesraa commis-
sao parece que outro na 1 podia ser o mo lo d* fa-
zer a em-iuda no urcaraeuto aeuo que deutro da
exercicio actual, dos meios de que dispoe a pro-
vincia emprestarse Santa C .s, com o direito
de i -deinnisaco, uo o que julga sufficiente, mas
o iudisp'usavel para acculir de prompta e sa-
tistazer aos seus credore?.
Sr. Gomes Prente d um aparte.
O Sr. Krax-des PiangaCom esta medida a
Santa Casa nao ficava tranquilla; mas ao menos
el a via-se livre da perseguijo dos seus credores
que fecharam a porta de seas foruecim:ntos,
(Aparte*.
E o que queris, senhores? Ide ao fornecedor
do pao, a quein so deve quator e contos de ris,
ai fornecedor de gneros triuta e tantos conos, e
outras qu.uoias os dem is loro : e euto
sab.reis qui ae 1 auta Cisi nao iver ia provin-
cia um prompto auxilio para acudir a estts mais
palpitant-3 necesaidades. ella ter necvssi i id 1 de
dizer polica, nos nio queremos receber mais
repnrMjio, crcai uina ca-
sa para laucas ou ou ibes feco as minhas por-
tas.
(Ha diverso apartes)
Eu nao quero anda chegar x esse ponto; quero
ver se p -sao anda coucluir que, nio tendo a pro-
viucia outros recursos de que pissa linear mo
para soccorrer os estihelecimentas de candtde,
le outra fonte nio pode jartr o auxilio, desde qu<"
elle neceaaano, com preciso provincia, se-
nio de u-n emprestim >...
O Sr. G .mea t_ret d um aparte.
O Sr. Prxedes Pitanga-Se V. Exc. eniendet
que esse auxilio nio pude sabir do emprtatimo
que se vai coutrahir, pirque elle nio chega para
satisfazer as neceesidades da provincia, V. Ere.
ter o direito de mandar como relator da commis-
sao, ama emenda, diaendo que a provincia gran -
tiri 7 /o de juros so'.re bilhetaa emittidos pela
Santa Casa, at quantia d 60 cuntas de ris, de
accordo com a presidencia; bilhetes que terio



Diario ite PcrnaubncoQninta-feira 17 t Junho de 1888
f ercurso dentro da provincia, como teem as cdu-
las do theaouro.
(Trocam-se muito i apartes).
Nio me sorprehenue que o nobre relator da
eominia-io de orfAmento ent- nda que O meio que
eu lembro, nio o mais financeiro e regular; co-
nheco bein a* desvantagens deate modo de fazer
dinheiro ; mas o que verdade tambera, qce nio
temos outro recurso para acudir de prompto a esse
mal que ataca de frente a Santa Casa.
O Sr. i oelh j de lftr.ni di u* aparte.
O Sr. PraiedetWMnppi Eitab disido qua-V.
Exc. t-nha como passgosam meia, or asa. expasto ;.
mas tito regulaapflio Mito este maaakdu aafco-
risar, como fui o date aradises de 10*H, a jusatde
5 *, que ha pcHBSBjteaaM!- a provinoiammitt, e
dai quaes restaar ainda, algumas en citculaeo.
(A-artes).
Ora, desde que* aja uasipapaiquc, paatinia de
urna reparticio, seja tranamiasarel e maateuh a o
cunho que maotrsaasi as apatitas de 100* i ea
creio que esse ser o nico meio capaz de satafa-
zer as prmeiras necessidades da Santa Casa ; e
digo aa primeiras necessidades, porquanto a San-
ta Casa anda pede permissi > para poder caucio-
nar aa suas apatices, visto orno este valor as
ehega senio pura pagar aquelles qce nio quesera
fornecer mais gneros e nao-para sustentar iqu?l
lea-que se acham a sargo daqcella estabeleei-
mento.
Portanto, nao parees razoavel que- se cree urna
diflicuUede, que se auteponha. urna barreira a um
estabdecim'nt< que pede para o pibre, que esinola
a caridade, o que a esmola por meio d<- individuos
que se arestam a servir naquelle estabeleeimento
gem ao meuos alimentaren!, sequer a idea de fu-
turas consideracoea. (Apoiadoa, muito bem).
O pessoal da Santa Casa, senhores, tilo lmita-
d>, que basta dizarque possue em sua secretaria
ara eaerivo, um amanuense e um enaarregado da
afccadacao da bilheU-s que tambem se presta a
outos servicos, um ''obrador o um th-aoureir i
gratuito, para tratar de despezad tendentes ao
grande hospital d caridade, que por si sderaan
d i urna organiaaoao especiaJ, que da maior im
p itanaia, poique jpgacom doentes de varias mo-
lestias ; para tratar dos iutereases de um estabe-
lecimento, denominadoCasa de loncos -matee
existem em tratamento 224 doentes, que deman-
dad constantemente providencias, sera peda de
tempo; est em relaco com o estabeleeimento de
variolosos, que tambera outro hjsp til iraportan-
t.', caiao o dos lazaros, coma o asylo de men-
dicidade, a casa dos expostos c a casa das ar-
pis, cada urna eolloeada a 5 ou 6 kilmetros da
BHWIlitiril. que o centro de communicacao ; bem
g vi que o peoao muito limitado, e que e a
dedicaeio a aira i generosa, como a do thesoureiro,
pr'in.be a Uiissao.
O Sr Goines Paren'cMas cada um deases fB~
tab''l<'i-hiieatos tem os seua empregados.
O Sr. Prxedes Ptaiga T -m o pessoal
co. Mas, V. Exc comprehende que responder tres,
quatro, cinco officios do cstabeleciraeotj de orphios,
t u t n'C3 ao movimeiito que se paasi all e outros
tantos do hospital Pedro II, a de diverso* ou'.roa
nt^heleciaientns que eatio cargo da Sdata Casa
de Mae.-icordia, nao trab ilho pequen para urna
tana com um pessoal de tres empregados.
opr> gadi a sio obrir,ades todos os das
cscripturar diversos livros, po.-que cada um dasson
estibelecimentjs t-em cacri ptaxaeSo especial que
ffita na secretaria. Dsoiihocer isto, desco-
nheee:- que o pessoal muito limitado.
Preciso agera, Sr. presidente, voltar ao aparte
do nobre- deputado, que diz, que todcs os anuos os
empregados d'aquella casa toem augmento de or
den ido. Eu poderla appehar para a i-onacienca de
S. Exc.: mas basta dizer ao nobre deputado, e S.
Exc. Ii i le ficar admirado se en lhe disser que um
amanuense do Asylo de Alienados, com a obriga
cao ds ir Tamarineira todos os dias, ganha ape-
nas 605 poi mez.
O Sr. Coelho du MoracsHa injustica relativa,
porque outros teem mslhor ordenado.
O -r. Prxedes PitangxComo este empregsdo,
ontrosexistem cornos mesmoa vencimentos, porque
a Santa C isa procura u mais que pos-ivel encur-
tar a despeza at" c m o honorario dos seus empre-
ados. Urna lei desta Assembls, seja dko de pas-
sagera, no intuito de acco araodar um illuatre ami-
go meu, o fallecido correligionario de Vv. Exea.,
creou o Asylo de Mendicidad e f irmoa delle un
reparticao separada, contra a expectativa e infor-
miicA-1 da Santa Casa de Misericordia, e marcou
ao chvte grande ordenado. Como, pois, p-ie pesar
s;bre a Sinta Cisa a responaabilidade dos actos
praticadoa por esta Assembla, se ella quem aug-
menta "s ordenados dos emp--egados, desde que
ella auxiliad por esta raesm i Assemblea? Sen-
da assim ella obedece cogamente, cumpre aa or-
dena que lhe eo d idas, anda que teuha informa-
do coutra. E' aa^im, pois, que alguos empregados
da Santa Caaa ttm eonaeguido augmento de urde-
, p irque, Sr prealdente, como acabei de dizer,
muitas vezes o tnjpri'gado da Santa Casa de Mi
sericordia, mediante urna pequen* gratificado, en-
cirrega-ae do servico que deveria ser feito por
dous funccijnarios. Ella accumula; exige-se tra-
balho superior quelk' que ae Ibe podena exigir
muitas veses de outro, daad.fe-lbe orna pequea
gratifisaeao, com que el les se mostrai at'steitos,
porque aquelles empregados, seja dito A bem da
verJade, eaearregam-se desse servios, inass por
amor e d-d'u-acio do que p meato. J v, portanto, o nobce deputado, que o
aagavut} J- ordenado coneedide empre.-;i-l
Santa Casa de Miiericordia, nao tem. oartido d"a-
quc'ia i;i mu 8m desta Assemblea.
quem elle r-oorrem muitas vezes, e contra cujo
augmento sempre :. -anca Casa so pronuncia, eni-
b j. .-.! i eonv -uciJa de que os seus funecioua
ros si* mal re-nuneradoa. Portaniu, nem o pessoal
da anta C vm i ct -;cido. w o orden-ido extra-
ordinario. Ao contrare, o pessoal reduiio e os
ordenados tao pequeos.
Seria para desejar que a Santa Caaa de Mioeri-
cordta do liacif podease aquiahoar os seos em-
pregados com urna paga suficiente na altura da
dedkaca -> om qu olesse prstala. Sir verdade,
que ui i.-peiu.ivel os mivos de recursos para acu-
da- aa creecido numf.ro de doentes, qaaudo se tra-
ta d untar a fome, tambem veid^de que nao se
pode adnitlir individuos sera as habiliracee bn-
cessari.i.- pira oci-upar diff-rentes carg.is nos esta
i Santa Caaa de Misericordia.
O Asyl > de Alienados, i if-r-w assa
catreita aeeoiaaiodaBdo para o numero de doent-s
que posuie. J aa > qaarr entrar na accomuioda-
coes exigidas pelas leis bygienicss paraos e6Ube-
lecso otos di! sa le, que se acham collocados i-m
idnticas circum-tncias. De um exame minuciosi
cu li^eiro, se c mclue quo o mximo oc -upado, to-
dos os saiiVs, anda m-aino aquelles que sao deati-
n .1 .a a a imenta^ao do ustabeliicim^nto do Asylo,
no pode canter uiais de 200 pessoas.
Duzentas p-ss-as, senhores, oceupariam aqaellu
espafo de maneira a nio deixar vacuo senao par i
a polica moderada, e esta com o maior socegi.
Mas o eap.go que se. exige para um individuo cal-
m nao o mi-amo <] e ouceder a um in-
dividuo turbulento ou ali' nado. Oa loucos alm de
precisar m cnaervar urna certa distanoia um dos
outros, pelos movimentos rpido de quese servem,
q i..n querem atac-ir aos seus visinhos, ex-
tambem um ampo do defeza para a polica que
mantera o socego dos esTibclecimentos em que elia
ihaoi detidos; mas aquelie estabeleciin nto de
presente nio se prest a sat'ufacao d'essas medi-
das, e portento ndispensavel que esta Assem-
blea procure empregar os seuari-crrrsos, mandin
do que pe,na Obras Publicas se coustrua o segun-
do raio, j em hdi.intara. nt -, em altura de p
se prestar ao assoalhamento e talvez a ser eober-
to.' Se por qualquer crcamstanci os reas
d.prvincia nao-sa preatarem sua cooclusn,
-e ir.antenba no ornamento urna disposieaO sa-
lutar do anno anterior que fo supprimida pelo
prsfatss, que clava lrOOlJ para a consttoeeo
d'aqoelle raio annaalmente, porque assim ter a
Santa Casa este recurso para d'ella laucar mi",
aura de completar aquells obra qne iudiapensa-
vel, que necessaria e de que muito carece
aquella instituicao para colbcar n'elle oqueliea
i idos que por sua placidez, por sna mod-ra-
fal li prrciaara, e os epilpticos que se acham
de rastuia cem os IsocM, p.issam ser all tambera
eoll icades, tem orejuizo do tratament qoe devem
rieober os uemait informos d'aqaelfc- estabeleei-
saento.
nao tenhara podido mandar fornecer casas quan-
tias aquells estabeleeimento, no intuito do ap-
plical-a construeco do raio necessario ao aug-
mento do edifi io que mantm os alienados.
Portanto, Sr. presidente, acho que a commissao
nao deixar de aceitar esta emenda que de toda
a utilidade, que de toda a vantagem, que iu
dispensavel para que a Saut* Casa possa noi os-
treito circulo de seus recursos, dar aos mfelizes
que tem ao seu cargo, a alimentacio e accommo-
dac"u> de que elle si enamores, ml com
landos qucfolMi pni-friaionsaa passnncia, a
ds.aidadMadsswiJ03, qae nio.eaaantram
a.oocullBMKio.da cirissale queMmampurr.
aspaslle
ma
da, senhoMB-: eu,paaa traiumar anda
ha,lira,.. afim de uaa. oacupar muito tstn-
po. piras n5 querara* VExc. m ; avisqSi ncbreaMaBasaiost-que diaem respeito a inatens re-
farentaaarinaiaip vidal para aquaUas qosasssTem
asese ailirjiires, laagiqana, onde nio poda cbnpa- de
prorapss- a acgaaMa* governe.
O que digo a respeito d'agua, digo tambem a
respeito de luz e de seguranza publica. Nio pa
rata a esta casa quo eu pretendo smente aecu-
mular palavras para ter o praser ds publical-as
d-pois. Nao; corre me a obrigacio, nio s como
representante da privincia, mas tambem como me-
oteBipodaisesBar se savsxim do esa terna*
Entrares o'utna pivte maito limiisda. A emen-
da n. 25 : 500*000 par* auxilio da.aa^a ds.edu-
cacio do vigano Joo Evangelista, compra de
roupas para os orphioi quo tem ao seu cargo.
Sr. presidente, ha fact.s que nio p cciaara ser
cirn-nent idoa p*ra explicarem a importancia del-
les ; e o segrate, dizer que o vigario de Trium-
pho tem recolhido a urna casa 51 orphaos, api-
libados a esa, alt-awi at4 fiaos tto dieet-daemana- fia unaslai d'.iqaelai qae eerawr
Portanto, oceupando da emenda n. 19 assign-i-
da pelo mea auig > o Dr. Ratis c Silva, eu a fae i
soiiiha, porqoe ou rj de igual uatoreza, havia
por mim escripia. Portant aceitando a de cora
eso aceito anda que as emendas do orcamento
parUm da bancada conservadora, comtanto que
ellas tragan o caneo da necessiasde e da acquies-
cenca entre seas collega.; eu direi qae es
eessidsa de tm muito n conbecida, tanto que os
orcameutos anteriotes teem mantido sempre esta
disposioio, embota, ella nio teuha sido executada
ou observada pela admiuistracao, porque os re*
cursos da provnola nio team pennittido, que ape-
sar da utilidade d'essa m-dida, as administracoea
que all eativerim em ex-rcico e que abandona-
rain ao retirar se da cintarca, fihoa legtimos;
dizer qne o vigario da e noite velaem favor l'es-
ses orphaos, que oa v tripilbus, cobe:tos de urna
camisa de algodio, tecidoa om sen proprio tear
por elle creado; dizer que e.sa hainein nestaa
condi?oea eionrega todos o recursos do que dispoe
se exclusivamente na a'.nneutaeai dessa gente I
em cobnr sua uuiet pintar Joj de eus, raen-
digiado para sustentar' os pobm-a do hospital. d
ciridade como sen iniciador.
J .'io de Deas M o fundador los hoipitaes de
beuerjc'iicia pirtuguezca.
Assim, o vigario Joao Evangelista.
E' preciso ver para admirar como um hornera se
eleva A altura de esqueoer-ae de tudo quanto ha
debo-n, para suneute exereer-a carid ide.
O vigario Jnis Evang dista C. dos Santos,
urna alma que se pde pintar como um anjo, vi-
giando e procurando iqullesqiiu sio expo-tia as
ru ia, para nio deixar que sej.im dev-rados pelos
animues que tranaitam por aquelles lugares; elle
os fassasl nao cuida s de alimentsl-os; o seu
e-pirito de caridado levou-o at ao ponto de crear
urna escola, cuja despeza pifa do seu bol9ubo.
Urna vez que elle nao poda sisiuho, com os cui-
dados que tem de aua ireguesia, urna vez que elle
s nao pode satisfazer a estas necessidadei', por
que o seu tempo nio ch^ga para tanto; verse
rodeado, cuno so ve ds 54 ou 5ti orphaos, doa
quaes cuida cirinhosimente no carcter do pai,
conduzindo-oa i ejxaj* ao romper do da, cha-
ra mdo-oa mesa do a'moco, onde apenas um pou-
co demhi cozido ou a-daSBa e um pouco de
caf Ihes i forueei lo, poia que nutro nao pode
ser o recurso, porque elle nao t -in ; ai-ompanhil-on
ao trabalbo, a aquelles que podem com a sua pe-
qu-niui forca levantar a enchidi para tirar da
tetra 'natata, o miihn e o feijao, quo servem a
s-ia araentnc/i-. vir lirapar o algodie, com cujo
fructo depois de tecido elle os vestej para os ira i
ver n-, pintar o hom-m no s-u mais alto in a l-
cimento, esqneceado ao de todas aa auis c inve-
iiicucias para cecupar so da orphandade desva-
lida, dispondo apeniia das pequeas forc is que
podera vir do auxilio d'aquelles que elle raesrao
educa.
Portanto, se esta asse-nbla veta urna quota
todos os anuos para os diversos estabelecimontos
de caridade, estabelecidoa pelo venerando Padre
Ibiapina, de saudosa memoria, porque ni-i ha de
estender esse favor a um instituto como o do
vigario .loio Evangelista, distante d'aqui 8 le-
guas, no cnine d'uma inontanhu e debaixo d um
telh-iro onde abriga tintos orphaos.
O S. Pr sidente: Estndo a flndar-ae a hora,
peco a V. Exc. lieeaaa saaa mnndir tes um reqsa>
riineato que se aoha sobre a mesa.
Q.Sr. IVixedcs Pitani^a : Pois nio; sim se-
nhor. (Ssuta-se).
? lid, ap nado e approvado o segu'mte requeri-
raento :
Ri-qneiro proi-ogacilo da. hora por mais 90
minutos. Joao Alves.
O Sr. Presidente: O nobre depntado pode
continuar o seu discurso.
O Sr. Prxedes Pitaaga: (Continuando) Sr.
Presidente, agradece de coracio a concesso que
a Ilustrada maioria acaba de tazer ao humilde
orador qne se occapa de assumpto importante, e
se bem que a minba palavra nao seja persuasiva
de manuira a convencer e nena a abalar o espirito
d'aquaileatqae, habituados a rrsistirera verdade
dos tactos nio se querem convencer, eu tico aa
tiafeito porque deixam-me ao menos exprimir o
modo porque pens e aprecio oa factos que se
passam debaixo do dominio da aituacao actual e
que teem relacao com o projecto de Orcamento.
Portanto, dizia eu, qae assim como esta casa
concede todos os anuos nm auxilio aos estabeleci-
mentos-de caridsde instituidos pelo venerando an-
ciao, de saudosa memoria, o Dr. Ibiapina, assim
tasibem pode e deve conceder nm i bulo ao iuatuto
de Joan Evangelista!, vigario do Trium.iho, porque
aquella esfabdecimmitj nio menos digno da nos-
si attencao do que os deraais que sao outo.encio-
nadof por esta. Assemblea.
(ApniadnB e apartes)
Sr. presklente nos nio podemos deixarde enteiv-
der que aquelres qu concorremcom o sen quantum
para, a arrecadacSo dos irapostos, teem taarbvm
direito a tomar purto na distribuicio dos f.vores
que esta assembli. taz.
Se o centro da provincia entra com uj contin-
gente, que nao muito pequeo, para ft cunstitvi-
ijie do t'uado quo se procura para as despezaa da
provincia, nao seria muito de admirar que tambera
a elle tseasse um pouquinho na reparticio das suas
despeaas
Nos sabemos que as seccas term sempre insola-
do os diverses sertoes, e isto por nm periBdo mui-
to loofo, daraod a pubresa nos sene habitantes.
Isto pop usa periodo longo, para que as des e
zas feitas paia remover ai neceesidades qne mis
ceraj'dewe iuoonveniente, sio elevados a urna
s imra tal qnt- merece os cuidados de todos na.
N'a sabemes perfetameutie quanto consnmin a
que ltimamente devustou o norte do Bra-
zil. Aasim nao de admirar- jue tenhamoa do-la
in.-ntar nao s esse accrescimo i?, despea, como o
numero de victimas que foram por ella devasta
-las. pela falta, de cuidado das noasaa administra-
. Portanto melhor prevenir do que remediar,
pirque era sempre se pode remediar aqunlo que
cora facildade se poderia prevenir. Ha nos nos-
sos sertos lugares destinados a formacao de acu-
des. Ews logares, eorn pequenoa dispendios, cora
algum tratamento, uodem gaiantirpor algnns au-
nes os resultados perniciosos dss seccas, n'aquelles
pirindi-s em que as ehuvas conrcam a escassear,
se nio a faltarem de todo. Esees acudes bem trac-
tadoe, aerviarim para salvar nao s os que vivem
all como os animaes que servem a seu movimento
e consti'.uem um auxilio indispensavel ao desen-
volvimento da lavonraj a cultura da trra e assim
ao comnsercio.
As assmblas passadas, em aunos anteriores tem
determinado quotas, aind* que pequeas, para a
cunstruecao de acudes em diverses pontos da pro
viucia.
O nobre deputado que mora no altosertio (diri-
gindovse ao Sr. Solonio) 6abe perfeit .mente quo a
I i na lera "uto de vida nao s para a3 pes-
soas que all v'vem, como tambem para oa animaes
nilUm o servico do toomem. E' tio impor-
tante a medida de manter-se a construeco do acu-
isuic mser-.aca -, ciino'. a obrig^eio do
g ano .-irrecad r os imposto convenientes, at
dos pro lucios que s-rvem de consumo para a ina-
icia da sociedade oiganisada.
Portanto tratando d* questio de acudes, eu nio
rae quero limitar as emendas que apresen'ei, que
na i sao outras ra.us do que naquellas que j foram
inantidas em lea anteriores mas que nio tiveram
;u. por que essa diz respeito ao nosso dia-
trieto. Eu quiro tambem fazer sentir b necessida-
de que existe para todas as localidades longiquas
a agua desapparece, mal coraecam os pr i
. os do sol, no principio do verao.
a quadra do auno a agua que fica di
natureza que nao pode ser supportada por um
i. em lhe cansar os miles que se-
era todas as pessoas que residem no centro.
Esaas pessoas nio tendo outro remedio se nio aer-
I u na agua insalubre, nio podem dei-
:car dj prejudicar as sus vidas.
Portantj, seuh ires, i ffereci a consideracilo 'da
cas algumas emendas conteni alguns valores
para a-consirucoio ie acules, outras quu
necessarias para a construeco <- concertos, ontras
verbas pan alirapeza de acudes j existentes, mas
que abandonadas por falta de cuidados, de coa-
servscio, ficiram de todo iautilssdos, tendo assim
a pioviaeia um prsjaiso maior.
Eu portan'o espero que a nobre comniissi
abecendo a importancia, a necessidade qas tem os
nossos amigos do interior, assim como convencida
de que aquelles que sio mandados por elles para
representaren! os seua direi tos nio os procurara eo
fazem somento quaudo precisam dos seos votos,
nio se negar por sna vez a fazer algum benefi-
cio. i'ortaut:, Srs de veis estar convencidos, por-
que de pi-imeira intuicio, que a consgnaoio, de
quita para o concert e conservadlo de acudes nos
lugares onde a agua escasseia, nio mera phan-
tasia, mas um exemplo de alta conveniencia. Eu
pois qa>isi que.naa tinha necessidade de fazer sen-
assemblea a obrigacio que ella
a quota nocessaria para remo-
;ca jnaifl graves do centro da pr
aaaseguiattmente que a commissao
rssadesta ardem nao se reoaaart de
tir a asa ili
tem daidcti
veros
viiiciak.B
de aecaitai as miabas eusandas, assim como s dos
del.-garam os seus di retos, segurado assim um doa
pie-itos da igreja.
Quem joubece o modo porque se taz o en-
cerramiento dos presos as pequeas casis deno
minadas cadeias, em que muita vez a luz nio en-
trou pela sua peqnenai"altura e onde a humidade
Ota eessa p.-r causa da sua collocaeio, ver a for
ma porque na empregamos o uxeroisio das nossas
attribuicoes, ea relacao aquelles qusio punidos
por dt lictos.
O despreso com que se atira em urna pequea
inasinorra, com que se eutrega o p do cidadio
antes de ser condumnado, quando ainda est no
exercicio dos seua direitos, oomo meio de procurar
garantir o exercicio da jaatica ; quem conhece a
BMaaisa porque, contra o cidadio inerte, a auto-
ri lude procura investigar o crime, para tl-o se-
guro, nao se ad nirar que eu venh* reelamar da
tribuna a attencio desta Assemblea, para o sjste-
ma de prisoea que existe no centro por onde ti ve
ha pouco de passar, e em cuja viagem tivo de la-
ineutar o modo porque sio tratados es.es indivi-
duos.
0 Sr. Gomas PrentePoi tomar ares ?
O >'r. Prxedes Ptnnga Nio; fui pleitear a
eleicao; vaidade de velbo. ;
Portanto, oceupando-me tambem do ramo da ad-
min:stragio que tre.ta da seguran? publica, eu
nao posso deixar de esperar que esta Asscrabla
pela bocea da aua corara!ssio finauceira vote urna
. pira construccii o-i recoinposicio dos edifi-
cio a que se prestara ou que se devem prestar a
garantir a sJe d'aquelles que sio tirados do meio
da sociedade para expiarein as faltas, d* maueira
a nao serein sacrificados por forca desse-estabe-
I -cimeuros, oitde a sade se arran* em pouco tem-
po, i- onde a vida se termina antea que a j.iati^a
' -n!ia exercido o seu direito.
afra o individuo sem snber que criminoso,
porque, collocado em urna casa como esaas, adoe :e
gz iveineute. s antes que a justica diga se ou nao
criminoso, sao enterrados, sepultados em ida.
Pipiln. portanto, que a Ilustrada Assemblea.
p >r intermedio da sua commissio finauceira, atada
cuide dos meia n-'cesaarioa para acquiicao ds
casas que siruam.de quarteis e prisoes ou para re
coiistruccio ou construeco de edificios que se
prestera aquelles raisteres.
Eu apresentei algumas emendas entre essa,
para Jaboatin, .tira lie que a casa que actualmen-
te se presta a esse raister, seja reconstruida, cons-
truida ou melhorada, de maneira a poder preen-
eaer e fim qu destinada, viato como o pro-
prietario te ai ct m o governo um contracto do qual
reiulta que a acquisicio por compra mais van-
tajosa porque permitte o melhoramento e a recoas-
truccao, do que a couservacao do contracto que
impon ao governo a obrigacio de concertal-a, un
es de entregal-*.
Sr. presidente, muitus outras consideraces cu
tnha a fazer acerca nio s de emendas que eu ti
ve a honra de offerecer consideracio da casa,
como de muitas outras que (orara pelos mena illus-
tret amigos tambem apreaeotadas ; mas- a aprs-
ciacio d'esaas emendas s produz effeito diante
d'aquelles que as tem considerado e estudado Ve-
jo que a necessidade do repooso, a vontade de des-
cancar accommetteu a casa, de maneira qae seria
intil estar preginde, porque fazia como aquelie
que diz o Evangelho quiz pregar ainda mesmo
no deserto para que o seu echo r-percutisse e ehe-
gasse ao ouvido dos que catavam occaltos, assim
faria ea.
Portanto, tendo feito estas consideraces qae
sio as mais vitaes, eu deixare outras emendas que
existem para inpugnal -as se entender quando os
seus autores vierein provar as suas necessidades,
ou contra ellas \otar se a commissio apezar dos
esforcos dos nossos llustres amigos se apressar a
reformar inteiramente o s-u trabxlho, porque cu-
tio n.-sta occasiio, em 3a discussio, eu me encar-
regarei de apresentar emendas com -vistas de re
formar ou tornar harmnico o trabalho apresenta-
do pela commissio e vatio por esse momento eu
tere de defen'lercada urna das emendas e o fnrei
chamando a attencio da caea, comparando com o
prvta e laoaWando-ouda qan as a vaatageu,
se do lado do prrgecto. se do lado da emenda.
Tenho concluido.
VozesMaito bem, muo bem
Vera mesa, lido, apoiado e deixa de ser vo-
tado por taita de numero, o seguinte- requeri-
ineiito:
Requeiroo adiamento da discussio por 24 ho-
ras.Jos Mara.
Passa-se
2.a rABTB n* obbb Do Da
Entra em 1.' diseussio o p-ojecto n. 55 deste
anno.
Ningn pediado a palavra, enaarrada a dis-
cusmo, ficando a votacio adiada.
Entra em 2. diseussao, qae fie* adiada, o pro-
jecto n.20d- 1884.
O Sr. Presidente levanta a sessie, designando a
seguinte ordem do da: 1 parte, continuacao da
antecedenti- e mais 1 discussio do project deste nno ; 2* parte, continudcao da antecedente
e mais 1* discussio do projecto n. 86 tambem des-
te anno.
EMKSDAS APBESESTADAS NA 3* DISCCSSAO DO
PROJECTO aV 43 DESTE IsTMO OKCAMKNTO
PROVINCIAL), EM SES8AO DE 15 DE JU-
NHO
(Conelusao)
N. 333. Artigo additivo s disposicoes geraes.
0 professor de latim e francer d- Pesqueira per-
cebera as mesmas vantagens do professor de la-
tim de Afogados que foi addido ao Gymnasio Pro-
vincial.Joio AlvesDr. Pitanga.Vigario Au-
gusto Frankln.
N. 334. Ottcreco como emenda para ser collo-
cado ondecouber o projecto infr-.. -Sophronio Por-
tella. Luizde A'ndrada. -Constantino de'Albu-
querque.
O projecto a que se refere a emenda o se-
guinte :
A Assemblea fJegtsltrVs Provincial de?er-
narr.buco resolve :
Art. 1* Fica s presidente da provincia autori-
sado a mandar contar ao professor Miguel Ar-r
chanjo da Silva Braga, como de effectivo exerci-
ca o tempo deec-rtdo da data em qde deixou elle
o exercicio do magisterio publico, em ensequen-
ca da exoneracio que lhe foi dada em 4 de Julho
de 178, de sua reintegraco em 25 de Ju ho de
f 2U Fica igualmente antorsado o presiden-
te da provincia a mandar pagar ao mesmo pro-
fessor os venemento* que lhe competiem relati-
vamente a aquelie espac0 ^e tempo.
Revogsdas as disoosiees em coutrario.
Poco da Assemblea Legislativa Provincial de
IV-rnambaco, 9 doMaio de-1882J. V. Meira de
Vasconcellos Jos Osorio.Regudra Costa.
N. 335. Oad coaber. Fica o presidente da pro
vinoia autorisado a conceder tres mezes de lieenja
com todos os seus vencimentos ao bacharel Affon-
so de Albnquerqne Mello, secretario do Thesonro
para tratar de suaaaude onde lhe convior.=Ratis
e Silva.
N. 336. Snpprima-ae-o 10do art.l' e a emen-
da sob n. 5. Ferreira Jacobina.
N. 337. Ficaiisento Manoel di Matta-Bastos, do
pagamento dos impostes anteriores aos exereicios
de 1844 a 1885, do estabeleeimento de molhados,
sito ra de S. Jorgo n. 89, psrtencfnte ao es-1
polio de Agostinho Ribeiro da Silva, comprado
em leilio publico mandado tazer petejurs-de or-
phaos desta cidade e com a presenc- do mesmo
jais, apregoada a vettda^livre e desembarazada de-
todo e. qualquer onus, visto nio'se ter tado soe-
cessio e nem caber-lhe a applieacio do art. 49 da"!
Inatrnccoes de 27 de Julho de 1883.Dr. Joio
de Sa.
N. 388. Onde eouber. Oa promotores pblicos
da capital percebero, como auditores de polica,
um* gratifieaco que sari arbitrada pelo presi-
dente da provincia e paga pela verbaEven-
tuaascaso nio se vote verba especial, nio exee*
dendo essa gratificacio de 6Q0# para cada um.__
G. de Drummond.
N. 339. Ao additiro N. 251, accresceute-se
mais: aa bacharel Horacio Walfn lo Peregriao
do Silva, a quaucia de 206G96 que bu lhe deve de
dafferaaaa de vencimentos- entaa-o lugr du 1> os-
criptoaasso e o de chefa ds saseso do C Mis alada
Provioaial, a cootar de 2_> de Mao a 28 da- N
vembs du 1885, tempo em qau xitcom iuterina-
meataM4sltrao desaes lugaaesittogoberto Dr.
Costas, ftsraes.Joio Aivea. Bagueica Costa.
Antoaas-Vctor.
N. 34*. Additivo sadsajaaajaas- geraas. Oaio
couaaa. Ffca o presideaar dai i>na*iucia aoasema-
do a mandar pagar a Baziira Gomes Pereira Ro-
drigues a quanta de 650, diflferenca de venci-
mentos quo tem deixado de perceber pelo oxercieio
interino do cargo de amanuense da Repartilo
das Obras Publicas contar de Janeiro de 1885
at o corrente -xercisio.-li iiia o Silva.
1 H? 3*15 Artigo additivoi Fica o presidente da
provincia autorisado a conceder a D. Argeiaira
Guilhermina Petosa Breksnpheld, poofessora pu-
blica do povoado de Chi do Carpina, um anno de
licenca sem vencimentos para tratar de aua sauJe
onde lhe c-nvier.
N. 342. Ao additivo n. 228 depois das palavras
Ferreira, aecresceute-se a Francisco Emygdio de
Gusraio Lobo ou cora que melhorea vantagens
offerecer.Gomes Prente.
N. 243. Artigo additivo. Fiea o presidente da
provincia autorisado a reformar o ensino publico
atteodendo :
Io A' suppressao da gratificscio do antiguidade
concedida aos profeseorea, e restubclecimeuto da
de mrito.
2* A restauraciLo do enaino religioso as escolas
primarias, e croando urna caoVira especial na Es-
cola Normal denominada de R-digii.) Oficial aaer-
cida no 2o e 3" annos por ura du p-ofeaaores da
raasma bscola, nomeado sob proposta do respectivo
director, pela presidencia da provincia com a gra-
tificncio de 800V
3o A' reorganiaacao do GymnasiojProvincal se-
gundo o plano de enaino do Imperial Collegio Pe-
dro II, eatabelecendo o ensino obrigatorio par*
todos os alumnos internas, c-jui especialidade oa
pagos pela provincia, mantida as cadeiras actual-
menee existentes, devendo o lugar de censor s -r
exerciJo por ura sacerdote, que accumular as
fnnecoes de cape'lio do meara estab lecim-nto e
a quem ricura confiada a educa ci moral a reli-
giosa dos alumnos, percebendo a'm dos venc
mentos que lhe eorapetrem, a gratifteaose que lhe
for marcada pelo resp-utivo regulameuto. Viga-
no Augusto Praaklo.
N. 344. Additivo emenda n. 247. O r.-gistre
de hyoothecas do termo de Garanhuns, o} desde
j annexo ao 1" tabell inato de notas e aurtorio
do civel e annexos ao referido terraD.Antonio
Victon
N. 345. A i art. 1" novo. 50 rs. po/ alqueire
de sal exp atada Gomes Prente. Coelho de
liornas.
N. 346. Supprima-se a emenda n. 225 apre-
sentada em 2 discussio.Joio Alves.Rogo
berto.
N, 347. Igual favor ao da emenda n. 97 a Her-
culano Hygino Nunes Bandcira, orofessor publico
de {Bizarra na cmara do Limoe berto.'
N. 348. Siipprima-.s8 ds. emenda n. 89, appro
vada em 2 discust-io as palavrasSupprijiind.)
um lugar de amanuense e um de serveut-.Jos
Mara.
N. 349. Offureco como emenda o projecta infra.
Ratis e Silva.
Eis o projecto a que se refere a emenda :
A Assemblea Legislativa Provincial de Per-
nambuco resolve :
Artigo nico. Fica o presidente da provincia au-
toritado a conceder a professor publica de iua-
truccio primaria da ciiade deUravat, Anna Ame-
lia Barbosa da Silva um anno de licenca com to-
dos os vencimentos pasa tratar de sua saude onde
lhe convier.
Sala das comtnissoes, 7 de Junh) de 1889.
Ferreira Velloso.Julio de.Barros.
N. 350. Se forera supprimi ias as emendas na.
10 e 14, supprima-se a emenda n. 109. -Reg
Barros.Barros Barrete Jnior.
N. 351. Se torera supprimida aa emendas ns.
10 e 14, supprima-se a emenda n. 89.Reg Bar
ros.Barros Barreto Jnior.
N. 3a2. Se forem suppriinidas aa emendas ns.
10 e 14, supprima-se a emenda n. 88.Regs Bar-
ros.Barros Barrett Jnior.
N. 353. -e forera suppnmi las as emendas ns.
10 e 14. supprima-se os ns. 1, 2 e 3 da emenda n.
87Reg Barroa.
JtvSTA DIARL
tmieinbli'a Priiilnriiil Iloutera nio
houve s'-ssio nem reamio.
A ordem do da para sesailo d-- hoje a seguin-
te : 1* parte : 3a discussio do projecto u. 43
deste ano; 2 parte : 3' discussio do projecto
n. 54 desjl anno, e continuacao da antecedente.
limpio eloiloral Foi expedida a se-
guinte portaria :
4' secedo.Palacio da Presidencia de Per-
nambuco, em Ib de Jtmho de 1886.
O vice-presidente da provincia, tendo em vis-
ta o officio de 31 de Mio rindo, do juis de paz
maz votado da parochia de Nosaa Senhara do li i-
smio de Muribeca, do qual consta achar-se- em
concert os consistorios da igreja matriz, deter-
mina de conformdade com o art. 94 do regula-
meato expedido com o decreto n- 8,213, de 13 de
Agosto de 1881, que os eleitores da referida paro-
chia reunam-se para actos eleitoraea no paco da
respectiva Cmara Municipal, ficaado assim sem
effeito a portaria de 25 de Agosto de 1881 iu parte
reaitiva reuniio dos mesmos eleitores.
(Asslgrrado). Ignacio Joaqvim de Soma
Ledo.
Deleg-ncla litteraHa Por acto da Pre-
sidencia da provincia, de 14 do correare mez, foi
exonerado, a pedido, do-cargO de delegado do dia-
tricto litterario de Vioenfcfa o Rvd. Manoel Jos
de Olfveira- Reg, e notneack> para snbstituil-o
Manoel EsrolHt* de Oliveir Mello.
Dr. Amonio FramiMo Corroa de
.Iraujo Realisaram-se houtem, na igreja ma
triz da Boa Vista, as solemnes exequias quo o par-
tido conservador mandn celebrar pela alma do
seu Ilustre membro e conselheir -, de pranteada e
grata memoria, o Dr. Antonio Francisco Correia
de Araujo, deputado geral pelo 3* dstricto, e pre-
sidente da Assemblea Provincial.
O templo, vestido de pesado luto, como bontem
dissemos, tinha um aspecto pomposamente triste,
e na sua nave erguia-se, at dous tercos da altura
do teetc, um magestOBo catafalco, em cajo centro
catara a urna sustentada por quatro leo
O catafalco, em forma de templo grego, tinha no
alto dd frontio um bello retrato do Ilustre morto,
e do intercolunuio pendan) lustres decrystal. O
todo do monumento era circamrJitdo por grande
numer de tocheiros vellss, e nos ngulos es
tavs guarnecido por sargentos da Gunrdti Cvica,
da qual foi o creador o llustre mirto.
as cadeiras, dispostas em filas numerosas na
frente e fundo-do templo, em torno do catafalco,
tomaram nasvnto cerca de 300 pcsssna das m-iis
gradas sem distinecio de credo poltico, e entre as
quaes figuravam es xms. Srs. prel ;ento da
provincia, general commandante das armas. Dr.
chefe de polica e quas todos os Srs. deputados
provinciaes.
Comecou o officio s 10 horas da manhi, regen-
do a orchestra, qae excelentemente executon quer
a msica-do officio, quer a bellissima partitura da
uiissa, o maestro Rosas.
Teiminad.o o officio, entrn a missa solemne, na
qual foi officiante o Revd. vigario Augusto Fran-
klim Moreira da Silva, tendo por dicono e sub-
diasono oa Revda. Srs. vigario Sores de Amorim
e padre Julio do Barros, todos tres deputados pro-
vinciJ
nohr da missa, teve lugar a abselncao do tu-
raulo com todo o ceremonial do lito romano.
O acto religioso terminon s 2 horas da tarde,
reinando em todo o sen decurso o mais respeitose
recolhimento, signa! da magoa que todos os cir-
camstantes compunga.
Prestou as honras fnebre i, dando as descargas
do estylo, urna guarda do 14 batalhie de intan-
taria, e tocaram antes e depois o acto as bindas
de msica do mesmo batalhSo, do 2" batalhli, da
polica e do Areeusl de guerra, sendo qae a da
policie executon urna lindiasima symphonia fne-
bre.
fim conorasao, o acto este ve im rente-, e na
altura do proranio pesar-que o dietou como prova
do respeitosa aralsade veneranda memoria do
Dr. Antonio Francisco Correia de Araajo, carcter
nobilis no, amigo sincero e cidadaV Ilustre por
mu tos ttulos.
Elcicu de iAnantlaile A nova mesa
egedora da Irmandade do SS. Sacramento da
matriz da Boa Vista, eloiUno da 13 do Crrente,
ficou assim composta :
Juiz.Major Carlo3 Antonio de Araujo.
Escrivo.Jos Anastacio Pereira da Ojjta.
Thesoureiro.Jos do Sonza Braz.
Procuradores.Capitio Jja Radopiano dos
Santos e capitio.Manoel Domingues da Silva.
MesariosCoronel Joaquim Jos da Silveira,
vigario Augusto Fraaklin Moreira da Silva, Joa-
quim de Gouvpb Cordeirot Jo Francisco de Fi-
gueiredo, Francisco Jos dos Passos Guimaries,
Padre Manoel Moreira da Gama, major Luiz An-
tonia Ferraz, Js Joaquim Dias do Reg Jnior,
Vntonio Lino Pdreira Dutra, Jos Lapes Alheiro,
Antonio Augusto dos Santos Porto Aff raso do
Albuquerque Mello, Manoel Luiz Ribeiro, Manoel
Jos de Saut'Anua \raujo, Francisco Carlos da
Silva Fragoso, Joaquim Lourenco dos Res Fer-
reira.
Dolirado-O estabeleeimento de msicas do
Sr. A. J di: Azcvedo, ra do Bario da Victoria,
acaba de publicar para piauo o lindo dobrado de-
nominado Noesa Sen/tora du Bonanza, executado
pela banda doa Aiucriiu e ,< Kutalho.
Agradecemos lhe a oil'erta quo nos fez de um
cxemplar
Tii-oiiro Prosincinl Nestareparticio
paga-se hoje dos professores d" 3a entrancia os
seus vencimentos referentes ao mez de Dtzerabro
prximo firido.
Clult Cario* Gome* Hoje, nos saines
do Clab Cii'.os Gomes, o Sr. Amaro Barreto realisa
0 seu annunciado concert vocal e instrumental,
sendo auxiliado por diseipulas suas e do ama ior
Jorge Tasso.
Depois do coacorto ha ver trein para Apipo-: r.
C'nnriotinlio Remettem-no d'aquella lo-
calidaile ura data de 14 do corrente :
ReumVlon os amig-s do fallecido Dr. Antonio
Francisco Correia de Araujo, manoaram hoja ce-
lebrar urna missa resada em tcncio do sua alma ;
e a ella coocorrernm as meihores pessoas do luar
srra distinecio de cor poltica.
Foi um acto da homenagem que tributaran i
memoria de to dstineto oavalharo que, por mu-
tos ttulos, se fez credor do taus inawfestacoes de
pezar.
Kria partir-alar noetnraa de
Palmares. Escseresn na: O raovimenti
dasta escola sob os ans(iicoa da Uuntomn^m do
Bagra 11 Coradlo de Jess, da Sociedade de 34o
Vicente de Paulo d-stii cidade, durante o mez de
uiaio, fot o seguinte :
Funccionaram regulirm-iif aa aula3, aob a
regencia do presidente da Couferencia ; matricu-
1 irara-s 86 alumnos e aahirain por raudauca 2,
fieam 84.
Ura presfimoso socio offereceu para os ala-
gu-is da caaa 5j(X)0. O socio Beuedictj Sobrei-
ra olereeeu 'yllabario Portugus 1 volume. Si-
mio de Xantua 1 vol. enea lerna lo Selecta Clas-
sica 1 vol. ene, 2 livros em braico, eneaderuados,
1 p ira a matricula e outro para o ponto diario.
Pelo socio Sebastilo Themu-lo : Th-souro
dos Meninos 1 vol. ene, B.blia da Infancia. 1
vol. ene, Historia do Brasil 1 vol. encadernado.
Pelo alumno Andr Liurentino :C ratos
Brasileiros 1 vol. encadernado.
Pelo socio Benelieto Sobreira : Lc3---s Ele-
mentares I folheto brochado.
Sahir-im par* a leitura- dos alumnos :Selec-
ta Classica 1 vol. Thesouro doa Meninos 1 vol.
Biolia ds Infancia 1 volume.
- O sooio Firinino Marianno, prestoa-se gratui-
tamente em os preparativos d'aula e bsm asim a
outros trabalhos.
' A escola acha-sc funecionando na ra For-
moza n. 10, das 6 horas s 9 da noite.
Esperando de toios a fiel coadjuvacio j em
livros ou outro qualquer donativo; pudendo en-
tregar no Recife ao lievra. Dr. Secretario do
bispado Padre Jos Affo iao de Lima e S, e nes-
ta cidade ao Rvd. vigario da freguezia, e aos Srs.
Pirmrao Marianno, Austricliano Medeiros, ou na
escola ao respetivo professor.
Mocledaite Csoaerallsa I
Ijemos na Gazeta da liahia, de 8 do corrente:
n Dando ha dias noticia da chegada, a esta ci-
dade, de Mr. Aiselme Regnier, socio fundador e
I.-legado da Sociedade Cooperativa Universal, es-
tablecida era Paris, promettemos ministrar mais
minuciosas iuf innacoca sobre os.fins desea asso-
ciacio.
Grecas ao que colhemos do prospecto da im-
portante e til sociedade; como dos jornaes da
corte e de-Pernambuco, donde nos foi recommen-
em Paria, e da qual gerente em Portugal e Bra-
sil o Sr. David Corazzi.
Traz esse numero lindas gravuras e bons arti-
goa de critica.
Reunloe* aoctaea Ha boje as seguin-
tes :
Do Instituto Archeobgico, ao meio da, na sus
sede, em sessio ordinaria.
Do Club de Regatas fernambucaco, s 7 horas
da noite, para negocio urgente.
Do Congresso Litterario Scientifico, s 10 ho-
ras do dia, no lugar do coatume, para assumpto
urgente.
Aa revs doa aerarioa nos Eata-
doa-UoidoaExtrahimos do acreditado jornalo
Progrttwalo-americamo de New-York as segnin-
tes rrflexoeB proposito dis recentes ligas de ope-
rarios nos Eatados-Uaidos.
Os operariosda America, ligados em fileiras,
apresentaram-se desde logo como um exercito
compacto com chefea intellgentes, que sio os ad-
vogados das suas causas, e fizeram essa uniio
quando virara que as barrigas estavam ameaca-
das pelas gulod-ces dos patroes e que as pagas
tornando se cada vez mais mesquinhas, os tena
reduzido s torturas que outr'ora eram suavisadas
s pela perspectiva lo reino dos cos.
Os s .-vos dos tempos de Espartaco fizeram
tremer Roma com o farcr das guerras servs, de-
pois os castellos incendiados de Frene e as cabe-
Cas patricias paaseando em torno deltas as- pon-
tas das laucas dos arrebatados camponezes da
Jacqaerie eram iras popula.-ej justas, qae fe-
lizmente j l se foram com o tempo.
Quando se v6 milhes de proletarios, tran-
quillos, disciplinados c serenos, racionar sobre os
seua direitos com os patroes e discutir entre si a
sua questio da barriga aineacada, cumpre confes-
sar que ha progresso e que o tempo das violencias
e dos horrores est pasaado talvez para sempre.
Triumph > do direito e triumpho da civilisa-
Ci) igualmente.
> verdade que nio ha victoria sem combate ;
mas a pngna, como se ten iniciado agora, aqu,
em sentido solemne, decidido, mas alheio aos ex-
ccasos, prora :tte rar ganho causa, que se deba-
te em notis esf ireos, porque o exercito nio est
disciplinado e mal governado.
O atiilliernie dalllemanhaelies
VIII O imperador daGermania, ranidou, com
urna carta authographa, a Le'io XIII urna explen-
dida cruz de rubina e brilhantca de extraordinaria
belleza. O papa ficou muito penhorado com esta
espeeial attencio do imperador, porque lhe aug-
jnentou som um precioso objeeto o seu thesour*
privada.
O flm do mundoEra Iaowrazlaw, ds-
tricto povoado p ir polacos, espalhou- se a noticia
de que na primeira semana depois da paschoa,
se acabara o mundo.
Suecederam secnas deplorabilissimaa.
Muitas p- ssjaa se suicidaran) e outras fizeaaBfe
doaces de todos os seus bens aos padres.
Era Bromijergchegaram a t.-ies excesos, que
teve de pedir-se a intervencio da gendaroaeria.
para evitar der^amamente de aangue.
Urna igreja foi evacuada pela forca; muitissi-
mos fiis se enterraram voluntari i mente nos sub-
terrneos em vista da catastrophe.
Um padre, que, aproveitando da sunersticio po-
pular, tinha recebido gr^ssas sommas de dinheiro,
foi preso.
Outras pess'.as foram detidas.
Comido de mnlbercs Houve lugar
um coinicio de raulberea com o fim de pedir que
os salarios das operaras fossem igualados aos dos
operarios.
A reuniio fc> tura-ilfuosissima. Urna costurei-
ra ierio cora ura par de hesonras nma sua com-
panheia no ventre. Outras jogiram as caceta-
das.
A polica teve da intervir e o comicio foi dis-
solvdo.
Leiles.Effjctuar-se-hio:
Hoje :
Pelo agente Bitrlamaqui, s 11 horas, na raa de
Imperador n. 21, de predio.
Pelo mesmo agente, s 11 horas, no largo ds
Corno Santo, de farinha de mandioca averiada.
Pelo agente Pinto, a 10 1|2 horas, na ra da
Imperatriz n. 13, de move.s, lou?as, vidros, vi-
vernal nhos, etc., etc.
Amanbi :
Pelo urente Martina, s 11 horas, ns ra da A-
rora n. 165, de movis, loucas, vidros, etc.
Sabbado: %
Pelo agente Burlamaqui, s 11 horas, na roa de
Vigario n. 21, de gergelim a variado.
Miaa fnebres.Serio celebradas :
Hoje :
A s 8 horas, na igreja da Paz de Afogados e no
convento ds S. Francisco, s 7 1/2 horas na igre-
dado o Sr. Regnier pelo nosso Ilustrado e sstima- j ja de S. Pedro d-j Recife e s 8 hars na da Coa-
vel collega do Jornal do Recife o Sr. Joa de Vas-1 et'icio dos MMitares, por alma do padre Antonia
nnni>al aq nnilumno jnli.if. .. ...-. n n >,. r> Anm 1 %#ill I iL .____.______ ; .. O ______. ft t .
concellos, podemos satisfazer agora o nosso com-
promisso
Em synthesu o fim da Cooperativa Universal
promover as relacoes commerciaes entre o Bra-
zil e a Franca, o que importa trabalhar pelo mutuo
eograndecimento dos dous paizes, e tornar mais
solidos os tacos de amisade que os nnem.
O fundador e delegado de tio i aportante as-
sociacio, que aqu vi ra -estabeiecer urna agencia
delta, tem portanto o direito s nossas sympathias
e ao apoio de todan as pessoas que i-stiverem no
caso de coneorrer para urna obra tio til pros-
pendbde dos povos.
As sociKdades coopirativas tendera, na ac-
de Mello Albuquerque; s 8 raras, na Gloria, por
alma de D. Mara Joaquina de Albuquerque Lei-
tio.
Sabbado :
A'o 8 horas, na Solera de, na igreja por alma ds
conselheiro Arthur de Almeida e Albuquerque; s
7 e 1/2 hora3, na matriz da Boa-Vista, por alma de
Antonio Felippe Mareau.
Segandi-feira :
A's 8 horas, no Espirita-Santo, por alma de An-
toaio Jos da Fonsssa.
PaaaasjeiroaUhegadoa dos portos do nor>
te no vapor nac inal lyojnca :
Joaepha Mara da Conceicio, Joaquina Emilia
tualidade, a substituir a velba rutina coramercial,' de Pai va, Man el Buaicio do Mello, Joaquim Oli-
to egoista e lio injusta, a tazer'desap parecer aa veira Torres e um filho, Urbano Res Meio, An-
disignaldades de fortuna e posicio, e a repartir tonio S. do Cont, Tiburci> Nunes de S, Luiz
equita'ivamente com a intelligencia e o trabalh
a parte dos beneficios que urna e outro proporcio-
nara ao capital, nico senhor absoluto at o pre-
sente.
Tal o fim da Cooperativa Universal, de que
o Sr. Regnier vero-aqu estabeiecer uua auceur-
sal, cuja masio serfacilitar aa transaccoes a
quem sesejar dirigir-se sociedade e tornar-se
cooperador. Com esse intuito ser aberta nesta
cidade urna exposicio permanente, em da que ser
previamente annuncia lo.
RosolVida a nio se deivar supplantar por
qualquer outro concarrente, a Cooperativa Univer-
sal proinettp: empregar tenazmente todos os seas
poderosos esforcos para fornecer aos seus associa -
dos mercaduras as m-dhores condices de fabri-
cacio e prec"); fazer reverter em favor delles to-
dos os descontos que receber dos fabricantes ;
conceder-Ihes um crdito sufficiente sem cobrar
juros; nio tirar commissoes, e, erafim, para be n
legitimar o seu titulo, dar a cada cooperador-
comprador 20 % sobie os lucros da sociedade.
J foram estabekcidas as agencias e exposi-
C vez estabelecida a d'aqui, partir o Sr. R-gnier
para a corte, donde seguir para S. Paulo, Rio
Grande do Sul, Monte7ido, Bueaos-Ayres, Val-
paraso o Santiago do Chile, onde vai do mesmo
modo crear exposic8 permanentes, que se torna-
rio depois extensivas a todos os pontos do globo.
Nesta ingente tareta tem se mostrado incan-
savel o Sr. Regnier. nada poupando para assegu-
rar o successo do vasto pr je ;to; e as recommen-
daces que o acompanham tera elle as creden-
ciaes qae o acradirara hornera apto para tamanha
empresa.
O governo francez, por intermedio dos Srs.
de Freycinet, presidente do conseiba e ministro
dos n-gocos eatrangeiros, e Ed mard Ldckroy,
minisrro do commercio, reeommendou o aos minis-
tros, consales e mais representantes da'raBCii no
estrangeiro.
E' elle patrocinado pela Sociedade de Geo
graphia Commercial, de Paris, da qual tambem
delegado
Finalmente, os ministros das tegacoes estran-
geiras em Pars deram-lli reCammendacoes espe-
ciaes, otficiaeg o particular s, que maito o hooram,
e abonam-lbe os crditos.
Convm. pois, qne nos nio conservemos indif-
terentes diante de urna empresa, qae realmente
promissora de incalculaveis resultados para todos,
e cujo delegada aqu veni. como o emisaario do
bem, com o fim de fasilitar o commercio, e pro-
mover a prosperidade da ugricultura. beneficios
dos quaes a mxima parte ser distribuida entre
os cooperadores da associacio.
Devemos facilitar a tarefa de quem assim "e
devota ao interesse geral.
Imaginemos que a Cooperativa Universal tt-u
de a nada menos do qae a conquista pacifica do
universo, qne, se chegar n ficar ligado por inf--
resses solidos e pela amisade, nio formar mais do
que uma-s n grande familia, nio tendo senio um
ponto de vistao interesse geral, ura nico fim
a fellcidade de todos, e am s exemploo dos ho--
mens i I lastres que tant teem contribuido pan a
t'elieidade da bumanldade, e entre os quaes a
Franca tem a fortuna e oorgulbo de contarVc-
tor Hugo, de L-'sseps-e Pastear.
A' IilaatraraoRecebemos de Lisboa o n.
10, de 20 de Maio, desta revista, que se publica
S. do Coato, Dr. Antonio Cesario, sua stnhora e
urna criada, Joio Silva, urna irmi e urna sobrinha,
J. V. da Fonseca, Carlos A. do Araujo e um cria-
do, Carlos P. Ribeiro, JoannaC. P. Cmara, urna
filha e um genro e um criado, Joio A. S. de Pi-
nho, Dr. Manoel P. Oliveira Santos, Coriolano de
Amorim Lirr-i, Dr. Coriolano A. Loyolaeum cris-
do, Antonio B. C de Andrade, Isabel F. do Bs-
pirito Santo, dous filhos e um criado, capitio m-
tonio Soares, sna senhora. urna cunhada, um fin?
e urna criada, Armando Suacvani.
HieraeAe i clmratlcaNForam pratiea-
das no hospital Pedro II, no dia 15 do corren -,
as seguintes :
Pelo Dr. Pontual :
Dilatacio -ie um kist<- no qnadril esquerdo.
Dilataci' do meato urinario e po8thotO:iiia, re^
clamada por paraphimosis.
Extraccio de um epiteiioma da rego stet-
nal.
Pelo Dr. Malaquias :
Abertura e raapagem da tnica vaginal de um
hematotcele.
Caaa de Keteoras- Movimento dos pre-
sos no dia 15 de Junho :
Existiam pr;sos 266, entraram 5, sahiram S
existem 263.
A saber:
Nacionaes 241, mulheres I, eatrangeiros 7, ei-
cravos sentenciados 2, processados 4, ditos de cor-
reccao 8.Total 268.
Arracoados 22?, sendo: btns 221, doentes
Total 227
Movimento da enfermara :
Teve biii :
Manoel Rufino de Carvalho.
Te ve Ita :
Marcelino da "osta Amara! Rosa.
Lioieria da provlnrla. Sabbado 19
do corrente, se extraiiir a loteria n. 59, em bene-
ficio da matriz de Leopoldina.
No consistorio da igreja de Nossa Senhora da
ConeeipU dos Militares, se achario expostas as
urnas e as espberas, arrumadas em ordem num-
rica aoreciacaodo publico.
Cholera do loV3' parte da loteria a
197, do novo plano, do premio de 100:O0O4O0t
ser extrahida hoje 17 do corrente.
Os bilhetes ach im-se venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco.
Tambem acham-se venda na praca da Inde-
cia ns. 37 e 3b.
Loierla de arelo de OOiOOOAoo
A 13' parte da 12* lotera, cajo premio grande
de UOilKXJOOO, pelo novo plano, ser extrahida
irapret.-rivclmente no dia 22 de Junho s 11 horas
da manhi.
Bilhetes venda na Casa Feliz da praca da In-
depende.icia ns. 37 e 39;
l.oierta Extraordinaria do t'pt-
rama-0 4" e ultimo sorteio das 4 e 5 seres
alante lotera, cujo maior premio de
luO:OOOaOUO, ser extrahida a 14 de Agosto prxi-
mo.
Acham-se exposto a venda os restos des bilhe-
tes na Casa da Fortuna rea Primeiro de Mares
o. 23
Lotera* da corte Eis a lista dos nume*
ros mais premiados nal.'parte da 230.* lotera
do Monte Po dos Servidores de Estado, extrahi-
da 4 de Junho :
\

i um |



'
4073
5973
1262
44B0
6468
607
2414
3686
4727
865M
9861
4072
4074
5972
5974
1261
1263
4479
4481
6467
6469
musimos dk 100:000|000 a 1:000^000
APPROXMtACEs
lOOrODOJOOO
20:000O0O
5:000*000
2:000*000
2:000*000
1:000CU0
1:000*000
1:000*000
1:000*000
1:000*000
1:000*000
1:000*000
1:000*000
6Q0*oO0
600*000
400*000
400*(KX)
300*000
300*000
300*01)0
300*000
473
948
1982
1209!
12214
11870
11931
12332
12372
12760
40
148
151
232
807
877
1310
PkBKIOS DE 500*
3978 6286 9587
414U 6454 10690
6116 9130 10913
PBEMIOS de 200*000
31 2854 6287 10684
218 3888 8358 10789
366 4265 8613 10887
2186 4843 1C180 11094
2557 5541 10204 11280
PHBMIOS DE 100*000
1680 4047 6029 8402 9388 11378
1697 4437 6158 8684 10192 11386
2507 4633 6932 8711 10227 11554
2670 4647 7400 8723 10294 12255
3492 4846 7912 9004 10996 12277
362! 5153 8102 9071 11146 12820
3791 6020 8215 9267 11361 13355
13382
Foram abatidas
rezes para o consa -
Haiadouru Publico.
ni Matadouro di Cabuo.cs 76
mo do dia 17 de Junho
Sendo: 63 perleocentcs aos Srs. Jliveira Ca
ti' C, e 15 diversos.
creado Municipal d H. In.0
movimento deste Mercado dos dias 16 do cor-
rente, foi o seguate:
Eatraram :
271/2 bois pesando 4.687 kilos.
507 kilos do pciie & 20 ris 10*140
74 cargas de farinha a 200 ris 14*800
50 ditas de truc-tas diversas a 300
ris 15*00(i
14 tabolciro? a 200 ris 2*800
11 suinos a 200 ris 2*200
Foram oceupados:
22 1/2 columnas a 600 ris 13*500
26 compartimentos de faiuha a
oOO ris 13*000
25 compartimentos de comidas a
o00 ris 12*500
74 ditos de leguraes a 400 ris 29*600
17 compartimentos de suino a 7uO
ris 11*900
13 ditos de tressuras a 600 ris 7*800
10 ditos de ditos a 2* 20*01)0
A Oliveira Castre & C. :
2 tainos a 500 ris 1*000
54 talhos de caraa verde a 1* 51*(HK-
Deve ter sido arrecaiada oestes dias
a quantia de 208*240
Presos do dia:
Cania verd,; a 400 e 28v) ris o kiic.
Suiuos a 160 64 > ris dem.
Carneiro a 60J e 800 ris idem.
Farinha de 20.) a 320 res a euia
Milho de 260 a 300 ris idem.
Feijode 80.) a 1*600
IHDICACOES DTEIS
Medico*
Conaullorio ruediro-ciriirftico do Ut.
Pedro de tiialiyde l.obo Moncozo u
ra daCiloria n. .19.
O doutor Moscozo d consultas todos os
dias uteis, das 7 s 10 horas da manh.V
Este consultorio oifcroce a commodid:.
de de poder cada doene ser ouvido e ex
minado, sem ser presenciado por outr<
De meio dia s 3 horas da tarde ser
Dr. Moscozo encontrado no trrelo pra
ca do Coramercio, onde funcciona a tas
pecco de sade do porto. Para qualqm-r
d'estes dous pontos poder3o sor dirigido*
ob chamados por carta as indicadas horas
Dr. Lopes Pessoa Medico.Residen-
cia a ra de D. Pedro I n. 2, onde pode
ser procurado at s 9 horas da manha.
Consultorio ra do Bora-Jesus n. 37 1.
andar. D consultas das 11 s 2 da tar-
de. Gratis aos pobres.
O Dr. Arthur Imbassahy, medico oecu
lista, rocenternente chegad, esta cidide,
d consultas todis os dias, das S s 10
horas da manha, sendo gratis aos pobres,
no 1. andar Jo predio n. 53 da ra da Im-
peratriz.
Dr. Barreto Snmpaio d consultas de i
s 4 horas da tarde, ra da Barilo d
Victoria n. 45, 2. andar, residoncia ra.
do Riachuelo n. 17, canto da ra do Pires.
Consultorio allopattco dOMlmetrico
Dr. Miguel Themudo d consultas das
12 s 3 da tarde em son consultorio run
do Barao da Victoria n. 7, 1.* andar.
Chamados por escripto a qualquer hora
Especialidades partas, febres, sypbilis,
molestias do pulmao e do coracao.
Advogado
O bacharel Benjamim Bandeira, ra do
Imperador n. 73, 1. andar.
Dr. Oliveira Escore!. 2. promotor pu-
lbico, tem sett escriptorio de advogacia da
ua Primeiro de Marco n. 2.
Dr. Seabra. Mudou seu escripto de advo-
gacia para a ra do Imperador n. 24.
Drosarla
Francisco Manuel da uva & C dsr>3-
Bitarioa de todas as especialidades pharm .
ceuticas, tintas, drogas, productos chimic
e medicamentos Brtinceopaticos, ra do Mr-
quez de Olinda n 23.
Furia, iobrinho fe C, droguistas poi
atracado. Ra Mrquez de Olinda n. 41.
errara a Vancr
Serrara a vapor e ojficina de carapino
de Francisco dos antos Maoedo, caes dn
Capibarioe n. 28. N'este grande esUba e
cimento, o primeiro da provincia n'este ge-
nero, eompn.-se e vende-se madeiras de
todas as qualidades, serra-se madeiras d?
conta ftlbeia, assim como se preparam obra
de cas-apir por machina e por pregos Ben
cor"^"" i
I .OOiOOOSlMW
Os bilbetes desta importante lotera de
tres soi-teins, que corre no dia 8 de julho,
ach im se venda na Roda da Fortuna
rui L.rga do Rosario n. 36 e ra do Ca-
irga
bug n. 1.
MJMMIOIB A l'EWWO
Pernnmbucoj IO de Malo de iHSt
O Instituto Arcbeologico e o Dr. J. Hygino.
Viagein dYste Holanda c o > u relstorio lido
em semoTacarat (nao eonfbndir com Bo-
tadla e o seu donatario.
O Institu i Arcbeologico e Geograpbico Per
nambueano lima associac&o patritica, que n
tem prestado m<-n's s auxilios 5 historia brasileira d > que o Instlalo
HistorHM) da corte, que fui eraado e mautido
aombra do prestigio do tarono imperial, ao pasao
que aquella modesta instituidlo tem vivido e me
drado pfla dedicaco e pulo esforco de alguss
homens trabaihad**a*-e aioceraaente devotados a
essas .nwnMMfc I"*?"- ** ** pe>
nambucana desde o deseobrunento do Brasil.
gHonrando a memoria dos que ja nao vivera, de-
clinaremos aqu os nomes de alguna doi mais pres-
trnosos e ardentet operarios do benemrito in-
stituto : monsenhor Munis Tsvnres, Drs. Soares
da Aaevedo, Feitosa, Aprigio Guimariies e outros.
Entre os vivos as dedicaedes raraum e, triste
confessal-o, o Instituto Archeoljgico, rejjaido aos
escaasos recursos de mu ma^ro oivauwuto, com
um insignificante subsidio da provincia, mal podo
acudir aos seas gastos de expediente.
Fundado em 28 de Janeiro do 1862, installou-
se definitivamente no predio construido pura ser-
vir de Escola Modelo e all funceiona por couees-
sao do governo provincial, sustentndole pela
boa vontade de alguns homcus em quem nao falta
o calor patritico para protestar contra a indiftV
renca o egosmo do resto da huaanidade.
O Instituto posue urna bibliotheca pequea,
mas rica de mauuscriptos, inappas e documentos
notaveis dos tempos coloniaes, e particularmente
do periodo da dominacSo hollandeza ; possue tam-
bero um musen arcbeologico, histrico, ethnologi-
co, contendo curiosos exemplares diguos de at-
iene;! i.
Entre as precccupacoes mais onstantes dos ho-
mens do Instituto Sguraram sempre e preferente-
mente as excavacoes histricas, a ereaco desse
monumento perenne, que deve dar testemunbo
posterdade do grandioso papel que provincia de
Pernambueo compete na historia brasileira.
Na consiruccao desse monumento ctere peren
niu$ entrava principalmente o exaine e conbeci-
raento dessa gloriosa poca da n >ssa vida colonial
o dominio hollandes no seeulo XVII e os do-
cumentos e chrouicas mais interessantes e comple-
tas dos 24 ennos daquelle dominio, se acham guar-
dados nos archivas neerlandeses, coastituindo a
historia das conqu stas da Companhia das Indias
Occidentaes.
O Instituto Archeoiogieo achou o meio nico de
obter cases subsidios autheuticos e valiosos da
historia perntmbucana, gracas ao concurso inteili-
grnte de um dos seus membros, e nao perdeu o
enaejo.
O Dr. Jos Hygino Duarte Pereira, um espiri-
to Ilustrado, um moco modesto, urna inteligencia
superior e um carcter fino, lente da Faculdade
Jurdica do Recite, laborioso e serio, altivo o per-
severante, tendo adquirido por esforco proprio, o
eonhecimento de diversas lingnas e com espeeia-
lidade a hollandeza, aoalun(ou-se ao arrojado em
prehendimento e offereceu-se ao Instituto Arcbeo
lgico; de que conspicuo raembro, para trazor
das velLas bibliothecas da Hollanda as copias va-
liosas dos preciosos registros histricos pera in-
vestigar e colligir, para traduzir n cousoldar a
documentado o testemunho contemporneo dos
acontecimeutos e dos tactos que se prendera as
tradiccoes daquelles tempos, que s nos sao conhe
cidos pelos gloriosos feitos de Joo Fernaudes
Vieira e dos seus colaboradores na obra da res
tauracao.
O l3r. Jos Hygino abandonou, pos, a sua ca-
deira de professor c a sua banca de advogado e
l se foi caminho da Haya, levando como nicos
subsidios os seus vencmeutos de lente e o seu
amor ao estudo. Nao estiva terminada a sua ta
refa (nem seria possivel terminal-a em um anno
de trabalho apenas), quando um aviso do Sr. Ba-
ro de Mamor, suspenden o os seus vencimentos
at que aasumisse o exercicio do magisterio, obii-
gou-o a abaudonal-a p r carencia de recurncs pe-
cuniarios e regressur patria.
Para ouvir o .relatorio do Dr. Jo^ Ilygini o
Instituto Arcbeologico reuni no da y du corrente
em sua -de urna numerosa e selecta assistencia,
tendo convidado com esae fim as priineiras autori-
dades da provincia, que nao lulturam a esse con-
vite.
sulao de honra do Instituto estava lilteral
meaU* cheio e o seu Ilustre mimbro eneetoua sua
conferencia sob urna viva impressao do auditorio
muito interessado em conhecer o resultado da
misso que o levara a Europa.
O Dr. Jos Hygiuo leu o s*u ext- u-o e bem
coordenado relatorio, que contm urna grande
quantidade de informacoes uteis, de apreeavois
estudos, de mteressautes detalhes sobre person--
gens e acontec meatos ; apresentou urna avulta
da Colleceao de copias, documentos, memorias, ll-
vros, fac-simile, mappas e retratos por ello obt-
dos e cuja acqui.-ieaj representa um rico capital
para as rtiviudi -acoes histricas que o Instituto
qu-r realisar. No relatorio do Dr. Jote Hygino
ieli;.!n se noticias e eseiarecimentos at agora igno-
rados cobre pessoas e cousas dotempo da ioraiua-
ca<> bollandesa.
O distincto professor fez proveitosa appiicaciio
da sua permanencia as cidades da Hollanda,
aoode percorreu os archivos, bibliothecas, inuseua
e registros pblicos, respigando e colheudo d'elles
tudo quanto pudesse subsidiar A sua obra. A
propria bibliotheca particular do re foi facultada
para as investigacoes que elle tinba em vista, c
referindo se uo seu relatorio ao trabalhos de que
fra iucumbidj, o Dr. Ji-s Hygiuo assignala com
gianue louvor o acolhmeuto e a eooperaeo que
ihe foram gencroam ute prestados por todos os es
tabelecimeutos e reparti^Oes cm que se apresentou
solicitando a sua sdmisso.
O Dr. Jos Hygino tei iniuou o seu relatorio la-
mentando que o acto do governo imperial, ehaman-
do-o sua caieira da lente e privandoo do unico
recurso que levara am sua viagem, o obrigasse a
iuterromper a obra emprehendida com tauto exilo 6
proveito pura a historiado Brasil e para o lustitu-
to Archeolog.c IVruambucaao.
Ao Dr. foitauim Crrela de araujo
- pela irespasno de Mea -primo sr.
Antonio Francisco Crrela detrs
Js'
J viste alguma vos como descamba
A ave ferida pela mortal setta,
Do cruel cacador ?
Cahe do galbo infeliz baten io as azas
Rolando pelo chao, porm debaide
Sem dar signal de dor !...
Pois bem : tal foi a morte to seutida
D'aquelle cuja iuagem ters sempre
Em tua alma esculpida,
No livro do destino Deus com o dedo
Seu uome ponta Clotu, que sorrindo
libe oscula a froate lvida.
E' chegado o moment > !... a ingrata parca
Vai em breve cortar o extenso fio
Da existencia querida.
Elle sent da morte o trio sopro
E com sumida voz chama e abencAa
A familia axtremecida.
Depos volvendo os olbos piojosos
Para aquellas que em volta do seu leito
Implorara a Deus ;
Lbcs lauca nm olbar vago e tristonho,
E do peito exalando um ai bondoso
Ao mundo disseADEUS.
Mjrreu tua mulhcr, os caros filhos
Ficam a bracos com o pesar da vida !
Poim gloria ingente
A alma entregar-se radiante e pura
Sem a mancha do crime horrendo impuro
as matos do Omnipotente.
Consola-te, amigo, se perdeste
Sobre a trra teu primo. Advogado
Fiel tera nos Cos,
La o vers com a fronte magestosa
Da aureola dos justos rodeado
Junto ao tbrono de Deus.
Ao publico
Os abaizo assignados previnem a quem
interessar possa, e especialmente dire-
ctora do Banco Rural Hypothecario, que
raovem execugao, ptlo juizo commercial
do termo de Agua Preta, contra Domingos
de Rosario Lina, j tendo sido decretada a
penhora, qne deve ser reaiisada no eDge
nho VentoToso, procurando o mesuro Do-
mingos por bices a seu devido seguimen
to, conforme tudo consta dos respectivos
antos. Por isso : os abaixo assignados
protestara contra qualquer transaccao que
rizer o mesroo Domingos com o engenho
Venturoso ou com os demais bens, de su.i
propriedade, transaccao que s-r nulla en
face do art. 494 do Reg. n. 737 de 25 de
Novembro de 1850.
Recite, 15 de Junho do 1886.
Correia.dk C- Successores.
16 de Junho de 18S6.
A. Ferrara Brag a.
Petlcao qne a Escola Jliiitar do
Rio de Janeiro dirigi a N. M.
Imperial, eiu favor de Gustavo
%dolpho Jardos Pinto
Seuhor.tls alumuos da Escola Militar, abaixo
assignados, movidos pelo mais gen. roso dos senti-
meutos,o de piedade irateruale animados pe-
las provas da alta Clemencia, nunca desmentida
por parte de Vossa AJagestade, ousam vir ante
Vossa Augusta presenta impetrar o perdo da
pena de pnsao perpetua imposta ha dezoito an-
uos, ao infortunado Gustavo Adoipbo Cardoso
P.uto.
Senhor. Si a scieucia nao urna mentira, si o
que os sabios teem determinado como resultado de
anas longas e penosas locubracoes nao urna lle-
ca, ou si nao assemelha se a urna nuveni quedes-
apparece, os alumnos da Escola Militar, ante o
que se passou com o infortunado Gustavo Adoi-
pbo, que hnje impetra a Vossa Augusta Clemen-
cia, acredit.m que foi elle victima do urna d'essas
hallue na^oes, que desvairam o espirito, ennegre-
cem coracao e oceultam na mais profunda cscu-
ridade toda a consciencia humana.
Considerando elles o iacto, que por tao longos
aun-'3 utirou s solidocs do degredo esse infortu-
nado moco, como urna resultante fatal de cous.ia
mltipla?, entre as quaes figurara, sem uvida, a
utiuencia perniciosa de am meio corrompido, o
deoeiieadeauiento da paixes por long lempo re-
presas por urna educ.^ao toda claustral, e que nao
foram convenientemente dirigidas, o julgara vic-
tima, no momento critico de sua existencia desvai-
rada, de urna affeccao mjrbida que inesistive -
mente devia obedecer, como o grave obedece a
accao de seu peso.
Eis a razio porque, ante os documentos com
pulsados, ante as informacoes colhidas, elles o
acreditando raoralmi'tite rogeu-Tado, socialmente
rehabilitado ; e comprehendendo a necessidade de
restituir o b'juieui aocieJade, o cida.lae patria,
u membro 4 lamilia, juutam delle a sua suppli-
ca, imple raudo para elle o exercicio da mais uo-
hre, d mais bela e grandiosa de todas as Vos
sas FunccVsa de perdoar
Eis a razio parque, sentiudo, como m -eos, as
amarguras que vio na alma desse infortunaJ,
desse verdadero exilado da suprema feiicidade
a erenidade da consciencia elles implorara
Vossa Magestade Imperial o perdi, como uniti-
vo s ulceras desse coraeao acabruuhado po' t in-
ras dorjs ; mas anda assim ardrnto pelo amor da
liberdaje
B.'nhor. Dezoito annos de masmorras e degre-
do, de continuos soffnmeutos, um periodo demi.
siada ente I. ngo a rehabiiitacao do imeliz moco,
que nem um s momento descreo de Vbss Ce
menta, e os alumnos da Kscda Militar eoiapre-
heodoudo a restauracio d'aquelle, cojo talento d
mu im, e que em um moaento de desvio, ain ba-
tndo pela torrente das paixoes, ou por urna fata-
lidade oiganica, foi precipitado as aomuras do
crime, pedem Vossa Mage*tade Imperial para
elle a graCa do Perdi.
Eaperam dr-ferimento.
Escola Militar do Kio de Janeiro, em Ia de Ju-
nh. de 1886.
guem se 360 assignaturas dos alumnos e al-
guns lentes).
Theatro de Santa Ait^nii
Deixou de fsser parte da actual companhia que
se acha trabalhando no bmhbo theatro a actris
Edelvira Lima.
Partido conservador da fregaezia
de S.Jos
Presentes em casa do l. juiz de paz da
freguezia o capitSo Antonio Samico de
Lyra e Moli, os eleitores Jos Simplicio
de S Estoves, Jos Francisco do Reg
Barros, Dr. Jos Miranda Curio, capitao
Faustino Jos da Fonseca, Clementino dos
Santos Seuo Smente, Jjo Antonio Lou-
renco Viraos, Joao Moreira do Mendonga,
Joao Henriquos da Silva, Joaquim Ca val-
cante de Hollanda e Albuquerque, Pedro
Jos Correa, Flix das Mercs Muniz,
Evaristo Mondes da Cunha Azevedo J-
nior, Joilo Carlos Mendes, capitao Diodato
Pinto dos Santos, Joao Antonio da Silva
Pereira, Antonio Arthur Moreira de Men
doea, Jos Gregorio de S Este-ves, Joao
Baptistn Cezar, Candido Thiago da Costa
Mello, Joilo Baptista Cab.ral, faltando ami-
tos outros eloitores que por motivos justos
e communi<;ados deix.iram de comparecer;
foi por unanimidade de votos dos quo
presentes estavam approvada a lista para
juizes de paz da fr-guezia, a qual foi a
segtiinte :
Capitao Faustino Jos da Fonsaca.
Solicitador, Joaquim CavaLante de Hol-
landa Albuquerque.
Negociante Joaquim Teixeira Bastos.
Pedro ./fos i'orreia.
Pedc-se pois em nome do partido con-
servador, ao ebitoralo da fr*guzia de S
Jos o seu valioso concurso em prol da
causa do raesino partido, cuja eleicio ter
bogar era o 1. do :nez de Julho vindouro
Freguezia do S Jos do Recife, 14 de
Junho de 1886.
Gazeta Gastronmica
Esta gazeta destinada a proporcionar aos dilet-
tanti da festiva noite de S. Joao, lauto banquete
p >r quautia iisiguificantissima, produzir seus ef-
foitos com a lotera ordinaria da provincia que se
extrablr no sabbado prximo, 19 do corrente, con-
forme o annuucio publicado em outra seccao d'esta
Diario.
Alera da variada multiplicidade das iguarias
contidas em seus premios, ha nVlla ricos e ele-
gantes sortea francesas, e urna intinidade de innof-
I nsivoB fogos de salao ; sendo o seu preco (100
ris por exemplar), convidativo attenta as vanta-
gens que off-rece aieferida gazeta.
Quem, pois, anda d'elfas nao se munj^ pro-
cural-a no Co/e'-fiuy, onde existe venS
queno numero de exemplares.
------------------ oa^ag
As sezoes desafiadas
n. aio
As pessoas armadas com a salsaparrilha de
Bristol, o* que residem nos districtos em qne rei-
nam as feores interaittentes e sezoes, piwlem real
mente zombar dessa enfermdade anniquladora.
Um frasco deste poderoso tnico vegetal afugenta
os calefrios, e perseverando-se no sen uso, as for-
jas se restabeiecem completamente e o systema
se fortalece contra a miasma generadora da mo-
lestia. Ella tem sido umversalmente experimen-
tada pelo ospaco de 35 annos as localidades in-
festadas pelas sezoes a tabres intermittentes.
Porm os benignos effeitos deste grande especifi-
co conservador da vida, nao se limitara a urna s
classe de euferrnidader. ; a sua accao medicinal
tao extensa, como a d s proprias molestias. As
escrfulas de typo mais horrivel, o cancro destrui-
dor, as contraccoes das juntas, tendoes e musca -
los, o entorpecimento e congesta> d figado, o es-
tado mrbido do estomago e do ventre, a astbma,
a tos se convulsa, as erupcoes, o rheumatismo, a
deblidade geral, sao subjugadas com urna rapi-
dez e seguraaca tal, que assombra os mdicos os
mais exper mentados ; gracas s suas qualidadea
suavisadoras, curativas e fortificantes.
Acha-se venda em todas as principis boacas
e lojas de drogas.
Agentes em Pernambueo, Henry Forstei 4 C,
ra do Commercio n. 9.
Le-60 na Triima.Medicaie :
Ap'-zar dos processos de purificacio mais aper-
feicoados, oleo de figado de bactlho ficou um
medicamento prohibido a muitos doentes, cujo
estomago nao pode mais supportar as substancias
grasas. Era portanto necessario procurar um
meio de mudar radicalmente a sua forma conser-
vando tod s os seus pri. cipos activos tao pre-
ciosos : este resultado fui tbtido pela composcio
do vinuo de extracto de figado de hacalho, de
Uhevrier, preparado segando urna formula appro-
vada pela academia de medicina.
Ueeommeodamos aos nossos eleitores este ex-
oell< ute produeto que con lema ves, todoa os ele-
mentos etfioazes do oleo de figalo de bacalho e
kgossue as propriedades therapeuticas dos prepa-
rados aleoo lieos.
Nazareth
0 Barlo de Tracunhaem, abaixo assig
nado, convida a todos os seus amigos po-
litices, a se reunirera no dia sabbado, 19
do corrente, na cHade de Nazareth, pelas
10 horas da manha, para tratarse da or
ganisaco da chapa de camaristas e juizes
de paz, e espera que nao deixora de con-
correr s e!eic3es no Io de Julho do cor-
rente anno.
Engenho Cavakanti, 13 de Julho de
18^6,
Barao de Tracunhaem.
Ao ilustrado publico
Viva Santo Antonio !
Viva S, Joao I
Viva S. Pedro 1
Viva S. Paulo !
um po
N. 1?. Atiesto ter empregado com van-
ajosos resultados em doentes de tubercu-
loso ptt.monar, em minha casa de saude, a
Eruulsao de Scott oleo de figado de baca-
lho com hypophosphitos de cal e soda.
O referido e vejdado e o juro m tide rtte-
dici.
Rio do aniro, 15 de outubro de
Dr. J. Tavano.
Reunio eleitoral
Sao convidados as eleitores conservado-
res da freguezia do Poco da Panelk a reu-
nirera-se no dia 18 do corrente s 6 horas
ds tarde, em casa do Sr. Joao Ignacio Ri-
a iro Roma, no pcvoado de Apipucos, afim
de tratar-se de negocios eleitoraes.
Ao publico e com CMpcciali de
ao l.'vru. Mr. Dr. Julz de or
phos, curador de orphos.
escrlvao llave, contador lio
racio, lelluelros Ivera e
Stepple
No a pedido publcalo do Diario de
hontetn sob a epigraphe cima, tendente ao
menor Manoel, meu tutelado, faltou publi-
-ar-se a minha assignatura, equivoco que
me apresso em corrigir.
Rejife, 15 de Junho de 1886.
O tenento Eoaristo de Souza.
REUIO
Parlo coisemor a freita
da Boa-Vista
Convidase ao clci-
torado conservador
desta freguezia, para
reunir-sc na quinta- f ei-
r 17 do corrente s
5 horas da tarde, no
predio n. 29 do pateo
deS. Gonzalo, afim de
tratar-se das eleifdes
do 1" de Julho.
Recife, 14 de Junho
de 1886.
Roubo, a mo armada
No dia 18 do torrente raez um almocre-
ve conduzindo da cidade do Espirito San-
to, ua Pao d'Alho, para o engenho Cotun-
gubajima carga com dous bahs, entre os
engenhos Cancella e Cotunguba, f ata-
cado, e amarrado por dous ladros, que se
apoderando dos bahus, arrombaram-nos, e
roubaram os objectos seguintes : 3 pul-
seiras d'ouro, tendo uaia inscripta a pala-
vra amisade era perolas, outra repre-
sentando iim triangulo, e tendo urna co-
bra, feita de perolas, e a terceira repre
sentando urna flor de coral com palmas de
ouro.
1 relogio para senbora, com alfinete para
pregar o relogio
4 vestidos finos, sendo um de seda
asul marinho com enteit-s de velludo e
rendas ; outro de merino cor de granada
com onfeites de setim, da mesraa cor ; ou-
tro de merino cor de cumbo, cora bolinbns
d-^ velludo granada ; e outro de merino
cor de perolas, com rendas cor de creme.
4 vestidos de percate e cassa de cores
defferentes; saias bordadas, camisas in-
glezas para homem, seroulas, duas caigas
de casimira, sendo urna preta, e cutra de
cor, duas sobrecasacas, sendo urna nova
cora a marca ra do Hpspi :io Rio de Ja-
neiro 2 pares de botinas de pellica, para
senhora uiversos pares desapatosde charlo
te, Nereu Guerra urna calca e collete do
flaaella azul com a marca Gomes e Sil
va, casacos brancos enteitados de rendas,
perfumaras te, um casaco de merino pro-
to com palmas de vidrilho, e enfeites de
setim, e urna bolcinha de couro da Russia
com triuta e quatro rail rtus em dinheiro.
Pede-se as autoridades policiaes a ap-
prebensao dos referidos objectos, e dos lu
dr5es, e d'aquelles em poder de quem fo-
rera encontrados ta'.'s objectos como cum-
plios de sem'dhaute roubo, sendo indem-
nisados de qualquer despezas, no referido
engenho Cotunguba.
Fados e nao palavras
Aon q'ieie desejam tratar tem comirromtU.tr a
saude com preparados mineralgicos.
Nesta typographia e na ru Oireita n. 43> 1.
andar vende-se tinturas homeopathicas para ino
tensiva cura das seguintes molestias : asthmatco
ainda mesmo4 bronJhitico; erysipela, euxaquecas;
intermitentes (sem o emprego da fatal quinno);
t03=e convulsa, falta de menitruacio ; enmaras de
ssngue : estericos ou inetnte ; dores de dentes ou
nevralgias, mstrorragla ; vermfugos, deAioao
convuls6es das criaueas ; tudo manipulado de her-
vas do paiz.
Assim como trataos-se escrofulosos em qualquer
grao e gommatosoa.
Conullorio uiedico-eirurgict
O Dr. Estovan Cavaleante de Albuquerque eoo-
tinua a dar consult medico cirurgicns, na rus
do Bom Jess o. 20,1 andar, de meio dia is 4
horas da tarde. Paras? demais consulta e visi
tas em sua residencia ^provisoria, rus da Aurora
n. 53,1* andar.
Ns. telepbonicos : do consnltorie 95 e residencia
126.
Especiaidades Partos, molestias de cr aess,
d'ntero e seus annexos.
Fstamos no raez de Junho,
Mez de gozo e distracao,
rra que todos festejamos.
Santo Antonio o S. Joao.
Mez de S. Pedre e S. Paulo,
Mez de mimos e delicias,
Mez de praaer e do gracas,
Mez de venturas propicias;
Mez sublimado e divino,
Mez dos mezes, raez primor,
Mez em que os crent s venerara,
Quatro columnas de amor I
Mez de Junho, te sau'do I
Mez de Junho, te venero !
Para o teu orilho me aprompto,
Abrilhantar te eu espero 1
Meus leitoies e freguezes,
Nao morreu o Zacaras,
Est de saude, forte,
A's ordens das senhorias...
Ra Augusta, antiga de llortas,
Em sua casa o veris. ..
Que o primeiro andar,
Do numero oitenta e seis.
Ahi podere3, querendo,
Vossa encomraenda faz^r,
Por pregos sem competencia,
Que s a vista faz crer.
Faz cangica, bons bocados,
Os bolos da S. Joao,
Sem-medo, e fios de ovos
Lindos pastis com cidrao.
Faz bandejas de encommendaa
Para qualquer baptisado,
Para bailes, casamentos,
No gosto mais apurado.
Faz empadas, papos de anjos,
Fino toucinho do co...
Pao de-l, pastis de nata,
De se tirar-lhe o chapeo.
E se encarrega tambem
De mesas organisar,
Ondo o gosto, a elegancia,
Se tratam rivalisar.
Emfim, trahalha em tudo,
Da sua art'i e profissao,
S precisa de vos todos,
Preferencia e proleccao.
Eia, pois; no raez de Junho,
Neste mez todo pr.izr,
Consquistera esta trindade,
Comer, brincar e beber! 1
J sabera, pois, onde moro,
Espero das senhorias
Eucommcndas fartar.
At mais ver
Zacaras.
Case fle saorje no Dr. Sooto M*ior
Mudou-se este estabelecimento para Ponte da
Uch, junto da estadio do mesmo ni.me.
Situado cerno boje est em um salubre e apra-
zivel suburbio e em urna chcara com bastantes
commodos para o seu fim, offerece muitas vanta-
gens aos doentes estrangeros, acadmicos e colle-
giaes que na> ti'erem suas familias n'esta cidade.
aos que vierem de fra do Beeife para ahi scffrer
alguma operacao cirurgica e emfim aos que residin-
do n'esta cidad" prreisarem de mudanca de ares.
Recebe-se tambem n'esta casa convalescentes e
pessoas sadias que precisem do ar do campo, para
as quaes ha commodos separados.
Os doentes para o seu tratamento, mdcario os
mdicos que quizerem.
Sao se acceitam doentes de molestias conta-
giosas.
Eiidtem na casa apparelhos alectricos e hydro-
thcrapeuticos para os beribericos, paralticos etc.
Telephone n. 398
Respeitavel publico
Contina aborta a escola particular de tnttruc-
cao primaria para o sexo masculino, & ra da ma-
triz da Boa-Vista n. 31, regida pelo professor par-
ticular Julio Seares de Azevedo.
Educa p instrue a iufauca, pelo systema dos
prucipaes collegos da corte do imperio, onde es
teve por algum terapo a passeio, enjo systema
urna paciencia Ilimitada, urna vocacao intima,
guiando os seus discpulos no caminho da iutell:
gencia, da honra e da dignidr.de, afim do que ve-
nham a ser o futuro sustentculo da patria, da re
lgio e da le e um verdadriro cidadao brasileiro.
Espera, pos, que o novo ptrnamliucauo applau-
da e saiba apreciar o seu mario, onde rpidamente abra;am e amam de co
rabilo aos livros. as lettras, as artos e as sciencias.
Una da matriz da Boa-Vista n. 54
Julio Muars de Azevedo.
Licor deporativo vegetal iodado
1)0
Med-o Quinte!la
Esto ootablissimo depurante que vem precedi-
do de to grande fama infalliv >1 na cura de todas
as doencas syphliticas, escrofulosas, rheumaticas
e de pelle, coma tumores, ulceras, dores rheumati
cas, osteocopase nevralgicas, blennorrhagias agu
das e ebronicas, cancros syphiliticos, inflamma
toes visceraes, d'olhos, ouvidog, garganta, otes
rinos, etc., em todas as molestias de poli", simples
ou dathericos, assim como na alopecia ou qn .da
do c-abetio e as doencas determinadas per satu
raco mercurial. Dao-se gratis folhetos onde se
encentrara numerosas experiencias feitas com este
especifico nos hospitaes pblicos e muitos attesta-
dos de mdicos < documentos particulares. Paz-se
descont para revender.
Deposito em casa de Paria Sobrinha & C.
Ra do Mrquez de Olinda n. il.
OCULISTA.
O Dr. Uarrelo Sampaio. m-dico oculs-
a, ex-chefe de clnica do Dr. de Wecker, d con
sultas de 1 s 4 horas da tarde, na ra do Baro
da Victoria n. 45, 2o andar, excepto nos domingos
e dias santificados. R'' lenciara do Riachuelo
n 17, canto da ra dos Pires.
m
ADVOGADO
fls Mm
Boa do Ronario Gmreita
n. SC, l" andar
...^..Ll **!***

-.'_ *,A.\s

.--.
12 dv ..... < ^.,u^.a pode dirigir-su ra do Viseonde de Qoyanna nc
21, que entender- se-4a com a mesma.
C, Heekniaon
Usinas de cobre, latao i bronze ee.d
Golitzer fer n. 9. Berlitn S. O.
Eapeeali ade:
onstrucf o de machi-
nas e apparelhos
para latineas de assucar, destillaciJes e *e-
finagSes com todos os aperfecoaiuentos
modernos.
INSTALLAQAO DE:
Engentaos de assucar completos
Eetabelecimanto filial na Havana sob a
mesma firma de C. leckmann.
C. e San Ignacio n. 17.
laicos representantes
Haupt Gebru'der
EIO DE JANEIRO
Para informaoSes dijijamse ai
Peliiuian &C
Ra do Ciisri 1.10''
Dr. Cdb!
>
Hc'dico. parlelro c operador
Residencia ra da Imperatriz n. 48, 2.' andar.
Consultorio ra Duque de Casias a. 59.
D consultas das 11 horas da manha s 2 da
tarde.
Attendo para ss chamados telephone n. 449 a
qualquer hora.
Clrurgifr; dentista
Patricio Moreira
Consultas e opcracos, das 10 horas da manb
s 4 da tarde.
RA DUQUE DE CAXIAS
N. 57, 1' andar.
Oculista
Dr. Ferreira da Silva, con-
sultas das 9 ao meio dia. Resi-
dencia e consultorio, n. 20 ra
Larga do Rosario.
Dr. G?
MEDICO
Consultorio e residencia ra do Livramento
n. 31 1 andar. Consultas de 11 horas as 2 da
tarde. Chamados por escripto a qualquer hora.
Especialidades, febres, partos e molestias de
cria neis.
Dr. espira Li
II a: i ico
Tem o seu escriptorio a ra do Marques d
)linda n. 53 das 12 s 2 horas da tarde, e desta
bom em diante em sua residencia ra da Saa-
a Cruz n. 10. Especialidades, molestias de se-
horas e enancas.

Roa da Saudade n. 6
Dr. Fernandes Barros
Medico
Consultorio roa do Bom Jess n. 30.
Consultas de meio dia 3 horas.
Residencia ra da Aurora n. 27.
Telephone n. 450
Dr. Mello Gomes
MEDICO -PARTEIIi> OPERADOR
Ra do Barao da Victoria [antiga
ma Xova n. 37) J. andar
Dedica-se com especalidade ao cura-
tivo das febres, molestias de peito e das
senhoras, syphils e estreitamentoa da
urethra.
Consultas das 10 ao meio dia. Chama-
dos a qualquer hora do dia ou da noite.
T'-lephone n. 259.
Ao publico
Os abaixo assignados, tendo registrado e depo-
sitado as suas marcas industraes e rtulos das
suas preparayocs na junta commerciai do Rio de,
Janeiro de conf rm-.dade com as prescripcoes das
les do imperio do Brasil, declaraos e participare
aos interessados, que como nicos preprietarios,
tem direito exclusivo de usar as marcas indus-
triaes e rtulos relacionados com manufactura,
fabricado e venda das s guimes preparares ;
Agua de Florida de Murray e Laman.
Toucj Oriental.
Peiton.1 de Anacahuita.
Pastilhas Vermfugas de Kemp.
Oleo de figado de bacalho de Lanman & Kemp.
Emulsao de oleo de figado de bacalho com by-
pophusphites, de Lantnam & Kemp.
Salsaparrilha de Bristol.
Eitracto duplo de aveleira mgica de Bristol, e
ungento de aveleira mgica de Bristol,
e qub, portanto, perseguirao a todos os falsificado-
res ou imitadores das ditas marcas industriaes e
rtulos, procurando que sejam castigados com teda
a severidade da le.
l'miia i:n .nn i o buco contra todos
aquelles que intentan) substituir as nossas prepa
races cima mencionadas com artgos falsificados
que levam rtulos ou marcas industriaes que imi-
t. n aj noes.is.
Lanman & Kemp.
Xarope de Hat-mat
O Mal-miit (lecyth's idatimon) com o
qual se prepara este xarope um vegetal da flora
brasileira. .
E' um agente tberapeutico poderosissimo con-
tra as molestias do peito e da asthma.
Os numerosos affectados que delle tGm feito uso
eonseguiram um resultado muito satisfactorio, aea-
bnndo por se rec mhe r que at hoje a melhor
preparacao para a cura da aolhma. broa-
ohlte MHinatica. e antign e of>*iresi
toen, dispi'iisado o emprego do arsenio, folhas
de estramonio e plantas narcticas que acabam
quasi sempre pido abuso que delles rao pelo uso prolongado por produzir effeitos des-
astrosos sobre a sade e em geral entorpecimento
do cerebro.
Vende-se na Botica Francesa de Rouqttoyrol Fut-
res, successores de A. Cavrs
X. teRa da Cm*"N. 99
RECIPE
I ItEffll r


Diario de Pernambuco(luii.ta--.eira 17 de Junho de l!X"6


EDITAES
O Dr. A^elino Antonio de "Luna Freir,
official da Imperial Ordeno da Rosa, com-
mendador da Real Ordem Militar Por-
tuguesa de Nosso Senhor Jess Christo
e juiz de direito privativo de orphaos e
ausentes n'esta comarca do Recife, por
Sua Magestade Imperial a quera Deus
guarde, etc.
Ac saber que nesta data foram declarados li-
bertos, em virtude da le a 3,270, de 28 de Setom-
hro 4o anno prximo paseado, gem dependencia de
nenhum titulo ou formaldade os escravos cons-
tantes das relacoes abaizo, sendo qne aqu-'lles que
j tiverem completado a idade de 65 anuos, sao li-
bertos desde j para todos os effeitos, sem nen-
huma clausula ou obrigacio d servicos, devendo
permanecer em companhia dos e-senhores, salvo
se preferirem adquirir, por ontro modo, mcios de
subsistencia e para isto forem julgados aptos por
este joixo, deveodo no primeiro casados ez-senh >
res alimcBtar, vestir e tratar os meamos 1 ibertos
as su s enfrmidad<*(, usnfruindo os servicas que
este poderem prestar, compativeis date e apti
dio physiea. Os escravos de 60 a 65 aunos, po-
rm, ficam libertos coin a clausula nica de pres-
taren! servicos aos ex-senhores pe* praio de
annos, nao sendo exigida prestacio de servicos
alm de idade 65 annoi.
Continuaeao da relaco dos etcravos de 60 a 64
annos
157 Joaquina, preto, solteiro, 61 annos, de Mara
Bessoni de Almeida.
158 Joaqnim, preto,>solteiro, 61 annos, de Catha-
rina Joaquina de Moura.
159 Josquim, preto, solteiro, 63 annos, do Bario
de Muribeca.
160 Joaqnim, preto, solteiro, 63 annos, de Bellar-
mino AI ves Arxa.
161 Joaquim, preto, aolteiro, 63 annos, de Jo5o
Leite Bodovalho.
19B Joaqnim, preto, solteiro, 63 annos, de Sebas-
tio do Reg Barros de Lacerda.
164 Joaquim, preto, csalo, 63 a unos, do sncces-
sor de Francisco Affjnso de Mello.
165 Jo: tovit.> Xavier Lopes.
166 Joaquim, preto, so'teiro, 62 annos Thereza de
Jetus Siqneira Cavalcante.
167 Josquina^pret, solteira, 61 annos, de Joao-
na Mara Pinheiro.
168 Joaquina, p-eta, solteira, 61 annos, de Maria
Carneiro Freir de Mattos.
169 Joaquina, parda, solteira, 63 annos, de Julia
na Francisca de Jess Bastos.
170 Jos, (Mnniz), preto, solteiro, 63 annos, de
Bernardina de Miranda Abuquerque.
171 Jos, preto, solteiro, 63 anuos, de Valdivino
Bibeiro da Silva.
172 Jos, preto, solteiro, 61 annos, de rsula Can-
dida de Carvalho Paes de Audrade.
173 Jos, preto, viuvo, 63 annos, de Thereza de
Jess Cavalcante Pessoa.
174 Jos, preto, solteiro, 63 annos, de Mauoel
Panlo de Albuquerque.
175 Jos, preto, solti-iro, til anno, de monsenhor
Pinto de Campos.
176 Jos""(Polycarpo), preto, solteiro, 63 annos, de
Manoel Rodrigues dos Santos Mour.
177 Josepha, preta, solteira, 63 annos, de Anto-
nio Moreira Rodrigues.
178 Jdaepba, prea, casada, 61 anuos, de Antonio
Jacintho de Medeiros Sampaio.
179 Josepha, preta, solteira, 63 annos, de Este-
Shania Candida deOliveira.
osepba, parda, solteira, 62 annos, de Antonio
Gomes Pereira.
181 Jos.'pba, preta, solteira, 63 annos, de Dr. Pe
dro de Albuquerque Autran
182 Josepha, preta, solteira, 62 annes, de -Lropel
dio Antonio da Fonseca.
183 Juliio, preto, solteira, 61 annos, de Domingos
Jos Machado.
184 Justina, p*rda, solteira, 62 annos, de Ignacia
Maria da Conceicio.
185 Justino, preto. so'teiro, 63 annos, de Jos
Antonio de Britto Bastos.
186 Justino, preto, viuvo, 63 annos, de Maria Eu-
genia de Castro Santos.
187 L-andra, preta, solteira, 63 nnnoe, de Fran-
cisco de Carralho Paes de Audrade.
188 Leandra, parda, viuva, 63 annos, de Samuel
de Si Montenegro.
189 Leandro, preto, solteiro, 61 anns, do Bario
de Muribeca.
190 Leandro, preto, solteiro, 62 anuos, de Rudojph
Eichbaum.
191 Leonor, preta, solteira, 62 annos, de Benedic-
ta Maria da Conceicao.
192 Liberato, preto, solteiro, 63 annos, de Anto
nio Valentn), da Silva Barroca.
193 L.urenca, preta, solteira, 61 anno*, de Lou-
renca Mina da Silva.
194 Lourenc >, preto, solteiro, t!-' annos, de Benja-
mn da Cunha Torri-o.
195 Lucas, preto, casado, 63 annos, de Joio An-
tonio da C>sta Figueira.
196 Lacrela, preU, solteira, 63 annos, do Bario
de Muribec.
197 Lua preto, casado, 63 annos, da viuva de
Sebastiao Antonio Pae Barrete.
19S Luiz, pr> to, aaaado, 63 annos, de Antonia Go-
mes Pires 4 C.
COMERCIO
Peruam
Bol-.a eouamerclal de
buco
RECIFE, 16 DE JUNHO ^E18o.
-va tros horas, da tarde
OotavOet ulficiau
Niohouve. O ireadente Pedro Jos Hiato.
O secretario, Candido C. G. Aleoforada.
Fra da bolsa foram vendidas segundo commu-
ncacio da respectivas gerencias :
25 aeces da C< mpanbia Peirambucana do va-
lor realisado de 2. OSOK), i 80/ cada orna.
10 ditas do banco de ere lita real de Pernam-
huco do valor nominal de 201 i e realisado de 40J,
ao par.
10 ditas da Com >anhia do Beberibc do valor
realisado de 100> i 1504 cada urna.
KhiNhiMKMoS PBLICOS
Mes ne Juuho de 1886
ALFAX EGA
RSKDA MUL
De.l a 15
Idom de 16
Ruda piovoicial
De 1 a 15
dem de 16
416:ol2996
4*833*955
199 Luisa, preta, solteira. 61 anuos, de Joaquim
Francisco do Espirito Santo.
200 Luiza ("Dulce), paraa, solteira, 62 annos, de
Antonio Jos Gomes.
201 Luisa, preta, solteira, 63 annos, de Jlo Ma-
rinho Falcio.
202 Luisa, preta, solteira, 63 annos, de Anna Joa-
quina de Almeida Freir.
203 Luisa, preta, casada, 63 annos, do Bario de
Muribeca.
201 Luiza, reta, solteira, 63 annos, de Luiz Go-
mes Silverio.
205 Luiza, parda, solteira, 63 annos, de Joaquina
Theodora Alves.
206 Malaquias, preto, solteiro, 63 annos, do Bario
de Muribeca.
207 Manoel, 'preto, solt iro, 63 anuos, de Joio
Martina de Barros.
208 M tnoel, preto, solteiro, 63 annos, de Joaquina
Emilia dos Santos.
209 Manoel, preto, solteiro, 63 annos, do Barao de
Muribeca..
210 Manoel, preto, solteiro, 63 annos, de Joo
Fi ancisco do Rcgo Maia.
211 Manoel, preto, solteiro, 63 annos, de Isabel
Ignacia de Gusmio Vilella.
212 Manoel, preto, solteiro, 63 annos, de Manoel
Izidro da Rocha Falcad.
213 Manoel preto, solteiro, 62 annos, de Augusto
Fredenco de Oliveira.
214 Manotl, preto, solteiro, 63 annos, do Antonio
Francisco Pereira de Lyr.
215 Manoel, pardo, solteiro, 63 annos, do Dr
Francisca Odilon Tavarea de Lima.
216 Manoel, preto, solteiro, 63 annos, de Manoel
Lopes da Silva.
217 Marcelina, preta, solteira, 60 annos, de Anna
Joaquina Mauricio Wanderley.
218 Marcelina, preta, solteira, 61 anno, de Jesni-
no Diniz Alves.
219 Marcelina, preta, solteira, 63 aunos, do Ma
ria Adelaide do N. Feitosa.
220 Marcos, preto, solteiro, 63 annos, do Baiao
de Muribeca.
221 Mar6arida. preta, solteira, 62 annos, de Joio
Antonio da Cunha.
222 Margairda, preta, solteira, 61 annos, do Bario
de Muribeca.
223 Margarid, preta, solteira, 63 annos, de Mi-
na Archanja Mn I he i ros de Mello.
224 Maria, preta, solteira, 62 aunos, de Gregorio
Joaquim da Costa.
225 Mana, parda, solteira, 6 ; anuos, de Jos Pin-
to de Magalhaes.
226 Maria, parda, solteira, 62 annos, d Manoel
da >ilvi Mendonca Vianna.
227 Maria, preta, solteira, 62 annos, de Francis-
co Jorge de Souza.
228 Mane, preta, solteira, 61 annos, de Antonia
Maria de Castro Delgado
229 Maria, preta, solteira. 63 annos, de Antonio
Moreira Reis.
230 Maria, preta, solteira, 62 aunos, de Jos Car-
los Ferreira.
231 Maria, preta, solteira, 61 annos, de Clara
Adelaide Paes de Audrade.
232 Maria do Patrocinio, preta, solteira, 61 an-
nos, de Antonio B.U-lho Pinto de Mesquita
Juuior.
233 Alaria, preta, solt-ira, 61 annos, do Visconde
de Camaragibe.
234 Maria Benedicta, preta, solteira, 62 annos,
de Eug-uiu Marjues de Ainanui.
235 Mana, preta, solteira, 61 anuos, de Francisco
Domingues da Silva
236 M na Jj preta, solteira, 63 ann is, de Ale-
xandriii'i Martins Corrcia Barros.
237 Maria, preta, rima, 63 annos, de Fehciunt
Candida C. Barros.
238 Mara, preta, casada, 63 annos, de Maximia
no Jos da Costa.
23'J Maria Joaquina, preta, solteira, 63 aunos, de
Antonio da Silva Girio.
24'l Mara, preta, solteira, 61 annos, de Mariauna
Joaquina da -ilveira.
241 Maria. preta, solteira, 63 annos, de Joaquim
Becerra do Valle.
242 Maria, preta. solteira, 61 anuos, de Jos Aze -
vedo de Andra le.
43 Mana, preta, solteira, 63 annos, de Antonio
Jos Duarte Coiuibra.
244 Maria, preta, solteira, 61 aunos, de Jote II o -
lrigues do l'asso.
245 Mana, preta, solteira, 61 anuos, do brigade-
ro Francisco Joaquim Pereira Libo.
246 Mana Luiz*. preta, solteira, 63 annos, de
Umbcliua J.iciutha Pereira.
247 Maria, preta. solteira, 63 annos, djs herdeiros
de Manoel Izidro de Miranda.
248 Maria do Rosar.o, preta, viuva 61 annos, de
Etelviuo Daniel de Araujo Machado.
24'.) Mar:a, preta, solteira 63 annos, dos aucces-
s res de Francisco Afijuso de Me lio.
250 Maneas, preto, solteiro, 63 annos, de Jote
Antonio Soares de Asevcd >.
25L Matbias, preto, solteiro, 61 annos, de Rita
Maria Kirie int de Almeida.
252 Mathias, preto, solteiro, 63 annes, de Aato
nio Alves de Oliveira e Silva.
253 Matbias, preto, casado, 63 annos, dos soeces
ores de Francisco Affjnso de Mello.
260
26
262
263
264
54:3534439
6:627*858
Total
RscaBBDoaiA O* 1 a 15
m.-.!b de 16
ComrjijLDO PBoviacuL Di 1 a 15
dem de 16
461:146/951
60:981/347
522:128/298
16:054/911
774/438
16:829/349
57:881/302
5:792*249
Rfcitb dbat ao*
dem Je 16
-l'el a 15
63672*551
5.883/405
2:0i828>
-------
6:134/235
DESPACHOS DE IMPORTAQO
Vapor nacional Ipojuea, entrado dos portoa do
norte, no dia 15 do corren ce, e consignado a Com-
panhia Pernambucana, manifestoa :
Algodio 209 saccas.
Borracha 3 barricas. '
Cerveja 5 barricas.
Couros salgados seceos 603.
Carne 12 g-. rajaos.
Ceurinhos 13 amarrados.
254 U ebaelU, preta, solteira, 63 aunos, de Ma-
noella de M-ndonca Mello Seg.
255 Miguel, preto, solteiro, 63 annos, de Augusto
Cesar de Azevedo Guedcs.
Flores uedicinaea 1 caixa.
Kerragens 1 caixa.
Milho 50 saceos.
Mercadoras diveisas 4 volumes.
Pelles30fard.is.
Pennas 1 pacote.
Quejos 8 caixas.
Sola 88) meioe a ordem.
Barca nacional Alice, entiada da Bahjra no dia
15 do corrente, e consignada a Saund ;ra Brothers
& C., avtnifestou:
Barricas 3,000 a ordem.
Parafusos de ferro e grampos 10 caixas a or-
dem.
Trilhos de ferro 3831 ordem.
Brigue oorueguense Ara, entrado de Londres no
dia 14 do corrate e consignado a Fonseca Irmios
& C, manifestou:
Arroz 100 saceos a ord'-m.
Amostras 1 volume a Ps rente Vianna & C.
Baldes de fetro 2 grades a Samuel P. Johnston
& C-
Cimeito 1,858 barricas a Sulzer Kauffman 6 C.
500 a ordem, 50 a Jos Joaqnim Alves & C.
Cerveja 152 caixas a orera.
Canos de ferro 58 feixes a Samu-1 P. Johnston
* C.
Espiritas 75 caixas a II Xoescb & C.
Ferragens 1 volume a Vianna Castro 4 C.
Fio 1 volume a Recife Drainage Company.
luca 10 gigos a ordem.
M .teriaes para estrada de ferro, 133 volumes
a via frrea do Recife a S. Francisco.
Ditos para esgoto 733 volumes e pecas a Recife
Drainage Company.
Oleo de linhaca 5 barris a Adamson Ilowie &
C, 12 a J. C. Levy & C, 50 tambores a Saunders
Brothers & C.
Objectos para escriptorio 1 caixa a via-ferrea
de S. Francisco.
I'hisphoros 40 caixes a Prente Vianna &. C.
Plvora 300 barris a Saunders Brothers & C,
200 a Jos de Maeedo, 200 a Prente Vianna & C.
100 a ordem.
Salitre 50 barricas a J. C. Levy e C, 50 a
W. Hailiday & C.
Stranna 40 barricas a ordem.
Tinta para escrever 10 barricas a Eugenio &
Vieira, 13 a Vianna Castro & C.
Tintas 15 barricas e 2 caixas a Adamson 11 wie
4 C.
Telhai 24.433 a Companhia de Beberibe.
Vellas 2 caixas a via-ferrea do Recife a S. Fran-
cisco .
Hinco 5 caixas a ordem.
DESPACHOS IJEKXFORTAgO
Em 15 de Junho de 1886
Para o exterior
No lgur noruegnense Alie, carrpgcn :
Jara Hull. C. P. de Lemos 2,000 kilos de ce-
mente de carrapateira.
Para Interior
No patacho hespsnhol J. Pura, carrega-
rari :
Para o Par, P. Pinto C. 10 pipas cero 4,800
litios de agurdente ; Amorim Irmios fj C. 100
ecos c-im 38,400 litros de aguardante.
No vapor alleinio Haniburgo, carregaram :
Para Santos, Amorim Irmios & C. 113 saceos
cos 6,780 kilos de a ..ucnr mascav ,do.
266 Miguel, preto, solteiro, 63 annos, de Demos-
thenes dajilveira Lobo.
257 Paciencia, preta, solteira, 63 annos, de M-
giH Jos Barbosa Guimaries.
258 Pascboa preta, solteira, 61 annos, de Josepha
Isabel Pires Lobo.
i59 Paulina, preta, solteira, 61 annos, de Ernes-
to de Carvalbj i'aes de Aodrada.
Paulino, preto, solteiro, 62 anuos, de Joaqui-
na Lonor Bastos de Oliveira.
1'ma, preta, solteira, 61 annos, de Augusto
Femandes da Silva Manta.
Paula, preta, soitei a, 61 annos, dosterdeims
de Antonio Gomjs Salgueiro.
Paula, preta, solteira, 61 annos, de Umbelin
Joaquina de Albuquerque.
Paulo, preto, solreiro, 63 annos, de Joio
Francisco de Souzu.
265 Paulo, preto, casado, 68 anuos, do Umbelina
Candida de Albuquerque.
266 Paulo, pardo, casado, 83 annos, de Joio Al -
ves de Souza.
267 Pedro, preto, solteiro, 61 annos, do Hjspita'
Portuguez.
268 Pedro, preto. casado, 63 annos, de Antonio
Joaquim Barbosa.
269 Pluurcbo, preto, solteiro, 61 anaos, de Mana
Carneiro Freir do Moraes.
270 Perpetua, preta, viuva, 63 annos, de Maria
das Anjos de S Barreto.
271 Perpetua, preta, solteira, 63 annos, de Custo-
dia Carolina Augusta de Souza.
272 Prisco, preto, solteiro, 63 aunos, do Bario de
Muribeca.
273 Quiteria, preta, viuva, 63 annos, de Manoel
Alves Barbosa.
274 Rapbael, preto, solteiro, 63 annos, de Fran-
eisc i C*8-do da Fonseca.
27") Rayinundn, parda, solteira, 61 annos, do Ba-
rio de Muribeca.
276 Ruyinunda, preta, solteira, 63 ann is, dos sue-
cesKores de Francisco Affmso de Mello.
277 Ricarda, preta, casada 62 anuos, de Fran-
cisco do Reg Barros de Lacerda.
278.Rita, preta, solteira, 63 aun is, dos successo-
res de Francisco Affonso d ; Mello.
279 Roberto, preto, solteiro, 63 anuos, dos mea-
mos.
280 Romana, preta, solteira, 62 annos, du gnea
H-nniia da Silva.
281 Romana, preta, viuva, 63 annos, do Bario de
Muribeca.
28 R unaua, pret, solteira, 63 annos, de Hara
Catharina da C inceicao.
283 Roque, preto. solteiro, 61 annos, de Salvian**
Luiz de Siqneira.
284 loi|U", preio, aoltti-o, 63 annos, do casal de
Jos Pedro Velloso da Sil veira.
283 Rosa, parda, solteira, 63 aunos de Joio Casi-
miro da Silva Machado.
286 Rosa', preta, solteira, 63 annos, de Laurisna
do Albuquerque Lins Brros.
287 Kosa, preta, casada, 63 annos, do Bario de
Muribeca.
288 Rosa, preta, solteira, 63 annos de Marcelino
Marqnes Ferreira Barros.
239 Rosa, preta, solteira, 63 annos, do brigadeiro
Francisco Joaquim Pereira Lobo.
Rosala, parda, solteira, 61 anuos, de Libani
Barroiros.
Seraphina, preta, solteira, 61 annos, de Pedro
Antonio da Silva.
Severina. preta, solteira, 63 anuos, de Fran
cisca Honoiia Bezerra de Menezes
294 Scverino, pardo, solteiro, 63 aunos, do cas il
de Francisco Joaqnim da Rucha Falco-
294 Silveria, preta, solteira, 61 anuos, de Cleinen-
tina Amalia Fereir de 'ar*.
295 Simplicio, preto, solteiro, 63 annos, do Barao
de Muribeca.
2% Simplicio, pardo, solteiro, 63 anuos, de Ma-
noel Alves Barbosa.
297 Simplicia, preta, solteira, 61 annos, d- s her-
deiros de Mauoel Francisco de Carvalho Paes
de Andrade.
298 Theodora, preta solteira, 63 annos.'de Mara
Francisca das Chagua Cavalcante P^sso-<.
299 Theodora, preto, solteiro, 63 anuos, Jo Bari
de Muribeca.
300 Thereaa, parda, si lt ira, 61 anuos, de Fri.ii-
ri. co Mi.meile de Almeida.
3t 1 Thoinaz. preio, aoiteiro, 63 aunos, do Bario
de Muribeca.
302 Umbelina, preta, viuva, 61 annos, de Maria
Dersuliua de Campos QuHrei-in.
303 Urbano, preto, solteiro, 63 aunos, de Valeria-
no Manso da Costa Res.
304 V- rissuuo, pn to, solteiro, 62 nnoi. du Do-
mingos Jos Marques.
3- 5 Vieeiicia, preta, solteira, 62 anuos, de Jos
"Hygiu-. de Souza ,' .Kao.
306 Vicente, preto. solteiro, 63 annos, de Fran-
cisco de Paula Correia de Araujo.
Vicente, preto, solteiro, 62 anuos, de Mara
J. dos Santos.
Victoria, prrta, solteira, 63 annos. de Vara
Francisca Cardoso.
Victo- ia, preta, solteira, 63 annos, de Joio
Paulo de Soi'ia.
V.ctoria, preta, solteira, 63 annos, de Antonio
Gomes Netto.
29(i
291
29.'
Additaav nro re laclo snpra
313 Gonca'o," preto, solteiro. 62 anuos, de Fran-
cisco do Reg Barros d Lacerda.
314 Ignacio, pard -, solteiro, 62 annos, do Dr. Ru-
fino Augusto de Alineid..
J15 gnea, preta, sulti ira, 64 annos, do Bario do
Livraoieoto:
316 Ira, preta, solteira, 63 nnnoj, da Manoei
Kuarque de Jess.
317 Francisco, preto, solteiro, 61 annos, de Ma-
noel ign co da Paixio.
E para que cliegne ao uiah -cimento de todos
mandei passar o presente edital que. ser publica-
do pela impreusa, a pelo qual sio intimados os ex-
senhores supra declarados, asaun como S'-us her-
deiros e successores, de que os iudviduos cons-
t.ntes das re.uco'S a urna estio lvres e entrara
no goso de sua liberdaile, 8-m dep n l-ui-ia de ti-
tulo algum ou de quaqiier ontra formalidad', nos
termos da lei e mediante as clausulas por ellcs es
tabelecidas, quanto pre-ta^i de tervBa
II' c i fe, 25 de Kan de 18S6 F.u, M noc do
Xascimento Puntes, escrivio, o mandei escrever e
subscr. vo.
Adelino Antonio ie Luna Freir.
O r. lJerinog-ne< Swrates Tavares do
VaSCotl ellos, jiliz de .lir'itu erle. orphaos
da coraara de 0.id>, p >r Sua Ha^res-
tade I nperil, aqun D ui gttarde, etc.
Faz saber aos que o presente edital virem a del -
le noticia tiverem, qne, estin livrea l pleno di
reito, em virtude da le. de 28 d >e.tembro de 1885
e do reglamento n. 9,517, de 14 de Nov^mbro io
oiesino auno, os eaeravos seguales, por serem
m .i es d 65 annes :
1 Gncilo, de Othilia de Mello Accioli.
2 Jaeih, de Francisco Sother de Figueir lo Cas
tro
3 Domingos, de Francisca J> aqu >a Braudio.
4 Sabino, de Bario de Tacarnua
5 Antonio, de Joaquim Cav-t-* albuquerque
6 Cosme, -lo coronel Joio de Cavalcante de
Albuquerque.
7 Pedro, do coronel Joaquim Civaleante de Al
buquerque.
8 Riymundo, do coronel Joio de S Cavalcante
de Aibuquerqua.
9 Justo, d.) coioncl Joao de S Cavalcante de
Albuquerque.
10 Josephina, do coronel Joaquim Cavalcante de
Albuquerque.
11 Maria, do coronel Joaquim Cavalcante de Al-
buquerque.
12 Jos, de Tbeodoro Ferreira do Lago.
13 Joaquina, de Adriana E-nilia Cabral.
14 Francisco, de Manoel Alves Barb-jsa.
15 Izabel, de Francisco Pedro Advincula.
16 B -uedicta, ae uerd-iros de Antonio Joaquim
de Aluieida Gued -s Alcoforado.
17 Viceute; de Anua Catbanua de Mendonca, Bar-
reto.
18 Felipp, de Francisco de Paula Paes Barre
to.
19 Antonio, de Francisco de Paula Paes Barre-
to.
20 vici or:'., du Francisco de Paula Paes Barre-
to.
21 Seraphim, de Francisco de Paula Pan Bar-
rero.
s> Rose, do Jo iquim de SA Cavalcante de Albu-
querque.
23 l-'rmeiseo, de Joaqnim de S Cavalcante de
Albuquerque.
24 Thereza, do Dr. Esteva o Cavalcante de Albu-
querque.
25 Jounna,adc Jos- Gomes Petsoa de Alouqnur-
que.
26 Sraphim, do Dr. Nabar Carneiro Bezerra Ca-
valcante.
27 Adriana, do Dr. X abor Carneiro Bzjrra Ca-
valcante.
28 iob, de Joaquim Lopes ds Almeida.
29 Vicente, de Francisco Theophilo da Rocha Be-
zerra.
3" Xirciza, de Francisca Theophilo da Rocha.
31 Joaquim, de < rancisca Joaquina da Vat.c >n-
Cellos.
32 J inquina, de B-rnardino de ena Dias,
Outrosim, faz inis saber que si" tambem lvres Ci m u clausula de prestacio de servQ-s seus
8-nhores, os escravos eonstanti s da reluci siguite :
ui:uuu*:c:-o:ici< k kickiim---hh->-mm
tcoo-iC3ii'a-.c*i Ctti-ico'4.ti:K- ccx-ioc-tti- c^cejc-. c tcei.*
-5 -j -;
* ju -Z.-Z ^^ ^-- ^z- -=.
c -. i : i -.-=- = -.
a .o .o .o s jo -'- ~
3-. S S-. ~ C. C-. d T: C. 3S C. C". 5". ^;o*.-ei)ii-iiaicictvC:*-uecit-MOC:;co;aCB-ci:Koj-Mii-
307
308
309
310
311
Zefrrina, preta, solteira, 61 annos, Maruha
Amelia de Souzi.
312 Zferiii'. preto, aolteiro, 63 annos, de Joa-
quim Francisco do Espirito Santo.
Para o Rio de Janeiro, J. Pires Lobo 10 saceos
com 627 kilos de paiua de seda.
No vapir nacional M.deCaxias, carrega-
rum :
Para Babia, Amorim Irmios & C. 119 saceos
com 6,725 kilos de assncar trauco.
Para Penedo, II. Oliveira 4 barricas com 140
kilos de assucar branco.
No vapor nacional Para, carregou :
Para Mauos. H. Oriveira 20 barris com 1,920
litros de aguldente.
Sa barcaca Rosalina, carregaram :
Para o Natal, oliveira n O 8 barricas com 529
kilos de assucar refinado ; M. A. Seuna A C. 6
barricas com 360 kilos do assucar r. finado.
No hiate nacional Santtt Rita, carregaram :
Para o Natal, P. Alves 4 O 14 barricas com
810 kilos de assucar refinado e 23 volumes com
1,503 ditos de dito masevado ; A. R. Branco 50
saccoi '-oin fariuha de mandioca
Na bare-ica Gratidao, arregon :
Para Villa da Peuba, F. M. Durio ICO saceos
com tarioha de manduea.
Na barcaca Espadarle, carregaram :
Para Parahyba, F. M. Durio 300 saceos com
farinha de mandioca ; J. A. Ferreira 16 taboas e
1 prauebio de amareilo, e 2 ditos de lonro.
MOVIMENTO DO PORTO
Navios entrados no dia 15
Hamburgo por es-ala 21 dias, vapor a'le-
tn3o Hamburgo, de 1,284 toneladas,
cora mandante. C. Loara, eqntpagem 37,
carga varios gneros: a Borslclmann
C.
Londres 46 dias, brigue noruegnense Ara,
de 267 toneladas, capitao T Tobianen.
equipagem 9, carga varios gneros ; a
Fonseca Irmos & C.
Navios saludos no mamo dia
Maranbio Barca portuguesa Vasco da
Gama, capitao Antonio Ferreira Coellio,
carga varios gneros.
Rio Grande do Sul Lugar nortUguense
Zephir, capitao G. T. Christi insen, car
ga assucar.
* I
c s *
2 S.3
c. ; r. .- s c-. si s: -i -i -i -i -i m -i i p y i> ^ o-, r. r. r. ci s e r. a o e -i x ce a o ; m I g.
S5
~ i a 3 =
5 I
bS ko
*.-OKlC
mm* __-_.! -c --
K t H -.-' i i i; c tr. r. ; i; .' i k. k i; i: i: i: i; ic i: i; t. .-
~ ^ i; i:
3 a.
?9?
.8
www tiw wifioiotiioica* ^-w uwww:W'-&:"-w- w 'J
KtexxtmKsXKfSxss^sxiexxxxxpxK tscxxxxiexx~-
r = 03C = s?D = = r = = = = 2 = 33rJ3c5 = oa = = = = = = t: = = = 5 = = 2
c = 5 = ? _= o a o = o o = g o o p o _a o c o n
to
ll
3
.
m
e k-.
c te to ts
1^3 9 5 = 3 .
r? 3' M M N M N
et et !t -i
i ; i s o z o
-a ^ ce co co ^ i-
S 5 3 3 3 5
3 ?
*
IO
MO -.

a o a a ^J
O. Q. O. Q. 3'
E' x' x' =' "
COL -
-b rt /
H 3. M H N
5 3" -3 '
O
O. .
e
m

t
-_ >.
n
?o -c te
ce os .
a
te
-*co a = i
5 5 j B: x \
!
|B
. o-.
Si
2.a-
ti
S i*
r
j., c cj-c>;o:a:ca-scccccc=-ct.cci-23-:>3-
_ a-s-zr-r o-=-o-3 3-?^o3=-r;2. I
w i -i -i -. ~ ce *a -4 cc^:i
=.=.p.a.^3.C.cs*-,t'^-=.Q.a.0'J,::50-
ta*. fio*. aa.aa
:t = c-e ^C>>> jr c c j-o xcr.cr. a w
B?;i; =^p ? o? o "^FTt t^T^t b
coy- c^^tBap^co_. ^ ~ o-?c
CO
^ <*
ce.
00
00
; c. oo :
> *- oo ~~ ^ *
> ce X; tecccroc'
ce x oo ce "X ce ce ce :
-ice cccDOocov."Ce.
co -jo ...
ce- ., co, MSssSss.?_i5SS5*r.
Seo-.....ce -Scec5.5icacc-3i5r'2Zir
-) 00 c .. co. -
-x ce 00 00 ce co *
c-. ce ce co ce -a
-J -J -I -a
00 ce ce I
5
I
E phra que bt-guf ao remht ciir.cnto de todos, mandei passar o presento, que ser affixado n
lagar do costuuic e publicado ela imprensa.
Dailo c passado nesta cidnde de Oiiuda, aos 7 de Junbo de 1886.
E t-u, bacliarel Fiancisvo Los Calda, escrivio, o subscrevi.
Iltrmoqenes Socrvtet Tavares de Vascoacelks.
DECLARACCES
lub Carlos Gomes
SARAO
Este clnb darA no dia .9 do corrnto o sea
snr io dcsle mez -om o qual soleimiisa o 4 nnni-
viTMirio da creacio de sua bibliotheca musical.
Os senhores socios que pstiverem quites para
com o cofre social, sio rogados de procurar na
mao do senhor th.-aour.-iro, seus bilhetes, ato as
noitos de 16, 16 18, das 7 horas em diante. ^
Recife, 14 de Junho de 1886.
Joaquim Alves da Fonseca,
! secretario.
Thcsouro Provincial
De ordem do Illm. Sr. inspector desta reparti-
cio, taco publico que no dia 17 do corrente mez,
paga-se a classe de proiessoras de 3* entrais,
rrUtvam.'ute ao mes de Dezembro prximo pas-
sado.
. agadoria do Thesouro Provincial de Pernam-
buco, cm 16 de Junho de 1886.
O escrivio da despesa,
Sil vino A. Rodrigues.
Club Carlos Gomes
Tendo o Sr. Amaro Barreto transferido o sen
concarto para o dia 17 do corrente, previno aos
senhores socios que ueste dia 6ca suspenso para
todos os effeitos o expediento deste club.
Recife, 14 de Junho de 1886.
Joaquim Alves da Fonseca,
1- secretario.
Companhia
T~T TPTTVY "I T~y*Y7>
AZ3J& Convida-se aos senhores accionistas desta cim-
panhia a sereunirem em assemhla gernl ordinaria
ao meio diado 1 de Julho prximo vindouro, como
determina o art. 26 de nossos estatutos, na sede
social rm do I.nperador n. 71, pavimento terreo.
Escriptorio da cimpanhia do Beberibe. em 15
de Junho de 1886.
Ceciliano Mamede Alves Ferreira,
Director gerente.
Jos Eustaquio Ferreira Jacobina,
Director secretario.
De ordem do Illm. Sr. inspector, se previne aos
procuradores dos possuidores de apolicus, residen-
tes fra do impurio, para que venham receber at
0 dia 25 do corrente, o valor das mesmas ; fican-
do scientes '.'e que, daquella data em diante, nio
se pagarn mais juros.
Thesouraria do Fazenda da Pernambuco, 15 de
Juuhu de 1886.0 secretario,
Luiz E. Pinheiro da Cmara.
Circular n. 12
Ihesouraria de Fazenda de Pernambuco,
em 16 de Junho de 188(1
O inspeetor recomrcenda aos Srs. colleetores
das rendas gi-raes desta provincia a fiel observan-
cia da circular do ministerio da fazeuda u. 12 de
28 o> Maio ultimo, abaixo transcripta, sobre a exe-
cucao do decreto n 9,93 de 7 do dito mez
Antonio Caetano da Silva Kelly.
Circular n. 12
Ministerio das Negocios da Fazenda. Rio
de Janeiro, em 28 de Maio de 1886
Francisco Buli-ano oarea de Soasa, presidente
do Tribunal do Thesouro Nacional, reujette. aos
Sr. respecte rea das Thesourarias de Fazeuda,
pura a devida cxe.-nco, o exemplar junto d; de-
creto n H,593 <1- 7 di eorrento mez, que manda
cobrar, do Io de Juiho proxim futuro em diante,
5 pir eento dos impostas do mesmo decreto men-
cionado, para aero sen producto, livre de despezas
de arrecadacao, dividido e applicado de confjrmi-
dade com o que se acha pres ripto no artigo 2 3
da lei n. 3,170 de 28 de Setembro de 1885.
Outrosun :
i; msider in.lo, que a restricta ex cucio- do dito
decreto ha de encontrar embarazos, no que rea-
pei a cobruuca daquella taxa addicional no sello
fixo e no proporcional, setnpre que se reilizar o
pagameoto por meio de estainplias, e 8e tiver de
nppcar o -'dliciiinal as de 1(3.1 res, ou as de en*
tro valor, do qml resulte fracci > que nao possa ser
represntala piraguma das estamplhas em cir-
cuiacio; e nao sendo possivel prover remocho
de semrlhanre dillieuldade deutro de certo praso
que resta para a execucio do sobredito decreto :
Ordena aos meamos Srs. inspectores, para que o
tacam c matar A todas as estaces fiseaes suas su-
bordinadas, emqu:into o poder legislativo, a quem
vai ser sujeita a resolucao deste essumpto, nao
deliberar procedmento differente:
Io que fique suspenea a cobranza da dita taxa de
addicional de porcento, nos casos do pagamento
sello fix ou pr porcional, em que se tiver de em-
pregarettanipillia que nio represente valor de 2
pelo meno-, para o qual j ha a tstampilha'de 100
:is, qoe di-v.-r ser oppoita, observda a recom-
mendaci'i do artigo 18 do n gulaaieuto n. 8,916
de 19 e Mai. de 18p3;
2' que se proceda como na observacao 3" do
1 da tabella B, annexa ao merino rrguUmento,
detpresando-se n frac^oes quando o imposto a
pgar excedente i referida quantia de 24000, ter-
4iiin-.tr e n fracci) menor de 100 res.
Nos bal >nee#| que as estajees arrecadadoras
deste impasto sin obrigadns a organisar e a en-
viar tu Thesouro e Thesouraria de Fazenda, se
descrimiiir o producto da arrecadacao corres-
pondente mencionada taxa addicional de 5 por
cent', sliui de t-r a auplicacio que lhe compete.
F. Btlisario Soares de Souza.
AI >m7n1STRACA0 DOS CORROS DE PER-
NAMBCO, I DE JUNHO DE 1886
Rv/'icao da correspondencia registrada (sem
valor) que existe nesta repartiqao, ptr
nao terem sido encontrados eos destina-
tarios.
Antonio Arajo da Sil 'a.
A ii ton i Joaquim.
Antonio Joi- do Nascimento.
Dr. Antonio Jos de Frcitas.
Dr. An'O'.io Tavares de Carva'ho e Silva.
Antonia Alexxndrinu da Conceici >.
Antonio Gomes le Furias.
Antonio Carneiro de Leio.
Antonio Augusto da Frota Menezes.
Antonio Cavalcante de Mello Lins.
Aristeu R->sa Modesto.
A:*x iidrina TaV>res Carneiro.
Dr. Aiii- rico de Castro Ciucor.
Auna Anglica Piuentel.
Bi.-ignio Manzo.
Ck' siano Amaro Lopes Jnior (2).
Deu.etrio Ferreira Bandeira,
Emilio Lbbe.
Emilia.
Franeisca Adelaide das Chagas.
Fr'noisco Jos* Das Lonro.
Ignacio Ribeiro da Cunha Guimaraet-
Isidoro Ivo da Silva Mascarenhas (2i.
Jos Tavares driier.
Jos Vieira Dantas.
Jop Cosme oa Silva.
J>s da Silva Braga.
Joa Antsnio BarLosa.
J i Pontea > e Orvalbo.
Joio Fraucisce dos Santos Tavarea
Joao F rreira da S'lva
Joo Machado.
Joo Clemente de Aranjo.
Juio de Asis Pereira Rocha.
Joao Carl.a, Nepoiauoeao Silva
Josepha Torres Galliado.
Dr. Julio Brigido.
Lucio Mjnteiro.
L.dislo Jos Peixoto o Silva.
Lciado de Barrus Oliveira.
Manoel Joaquim Fernandea.
Manoel Macario.
Manoel Ferreira dos Aajaa.
Mauoel Alves Bapista.
Miguel Joaquim do Reg Borros.
Miguel Leite Pereira Rangel.
Maximino Jos de Oliveira.
Maxmano Leite Moreira do Prado.
Martinho Joaquim Ferreira.
Maria do Rosario.
Maria Carlota de Vaseoncellos de Abren Reg.
Mana da Penh* -ereira Cavalcante.
Maria Magdalena da I onceicio.
Pedn Flix A atunes.
Rita Rosa de Castro.
Risa Maria de Jess.
Rodrigues Lima
Dr. Samutl Correia de Oliveira.
Si bastiio Raymviud* Nogueira de Mello.
Silva
Silveria Maria de Araujo Lima.
Urbano da Crus Mello.
Umbelina Natalia de Sant'Anna.
Zeferina Maria da Couceicao (2).
O 1 official.
Ddalo Pinto dos Santo*.
i
Junta commercial
VAPORES ESPERADOS
Ashadale de Cardff hoje
Hamburg de Hamburgo hoje
Ville de Macei do sol boje
Para do 8 til hoje
Godrevy de Liverpool amanhi
Ville de Permmbuco do Havre Galicia do sol Cear do norte a ao a 21 a 23
Mariner de Liverpool a 23
Colorado do sul a 24
Neva Congo lo sul a 25
Mandos io sul a 27
Advance do norte' a 28
fagos do sol Julho a 29
Amazontiue de New-York a 3 1
Esta secretaria faz publico que foi registrada a
escriptara ante-nupeial e de dote, celebrada eatre
Jeronymo Ferreira Pinto e D. Amelia da Purifi-
cacio Nogueira de Souza, com assistoncia de seu
pai Jos Nogueira de Souza, estipulndose os
pactos segu ntes :
lo Nao bavor communhSo nos bens com que
a ntiva D. Amelia entra para o casal, nem na-
quelles que adquirir por qualquer titulo na cons-
tancia do matrimonio.
2 Os bens com que entra paca o casal consistem
em. 13:001)* em oinheiro com que seu dito pai
JjA Nogueira de Souza lhe dota e os que adqui-
rir na conformidad? da clausula priineira, serio
considerados dotaes c conseguintemente inaHena-
veiseasalvo.de quaesquevcompromisso ante-
riores ou posteriores ao casa**nto.
3* Ao noivo Jeronymo Ferreira Pinto, como
eabeca da casal, cabera a administraci dos bens
da noiva, sendo os respectivos rendimejitos des-
tinados aos encargos matrimoniaea.
4." Por morte da noiva, deixando descendentes,
para estes passario os respectivos bens, e nao
ha vendo d scendentcs, para os seus ascendentes, e
na falta, para os collateraes, segundo as regras
de direito, salvo cm ambas as hypotheses dis-
posicio testamentaria pela forma permittida
por lei.
Secretaria da junta commercial do Recife, 15
de Junho de 1886.
0 secretario.
Julio Guimaries.
Nos termos dos arts.
convidados os senhores
5 e 6 dos estatutos, sio
accionistas realisarem
at o da 30 de junho prximo, na sede do banc >,
ra do Com nercio n. 34, a segunda entrada de
dez por cento de valor nominal de cada accao.
Recife, 28 de Maio de 1886.
Os administradores,
Manoel Joo de Amorim.
Jos da Silva Loyo Filho.
Luiz Duprat.
Club de regatas per-
nambucano
Pelo presente convida-se aquellas peasoas que
quizerem concorrer regata que este club reali-
sar no dia 29 do corrente, a virJm se inscrever
na sede do mesmo club, das 7 s 9 horas da noite,
at o dia 20.
Outrosim, ha dous premios : sendo om de 254
Sara o pareo compoeto de dous ou mais escaleras
e 4 remos ; e outro de 30*000 para o de 6 remos
as mesmas condiedes do de 4.
Secretaria do Club de Regatas Pernambucano
em 9 de Junho de 1886.
Wilitam Hughea
Augusto F. Oliveira.
Directores de Regatas
Kmprrxnria do abanlerimento d
agua e ga* a cldade de Ollnda
DEVEDOEES EM ATKAZO
Tendo a directora, em sessSo de 15 de
corrente, resolvido reeeber pur intermedio
de utn sollii ititdor todas as contas de con-
stipo raidores d'agua e gas em atrazo, a
contar do aun i de 1876, resolv n'esta
data encarregar de tal cobranza o Sr.
Diogo Baptista Femandes, a quem espero
attenderao desde logo os niesmos devedo-
reg, cortos da justica e equidade de simi-
lbante resolucao.
Escripiorio do gerente 28 de Abril de
1886.
Antonio Pereira Simdes.
Santa Casa da nlserlcordJ i d
Recife
Arrenda se por muito barato preco, o armasem,
1- o 2- andares do predio n. 24 a ra do Visconde
de Itapanca, outr'ora do Apollo, com excedentes
accommodacoes para familia, tendo o 2' andar una
bom terracoe sotio ; arronda-se separadamente.
O armazcm presta-Be para deposito de ai anear,
barriquero oa outrs qualquer negocio que de*
mande grandes accommodacoes ; divide-se o mes
mo rmazem, tornando-se ainda assim dom bons
armazens, com {rentes para o caes do Apollo e
ra do mesmo nome.
Os pretendeutes poderao examinar dito predio,
que se aeht em reparo, tratando sobre o ssn ar-
rendamento na seorotaria desta san'a casa.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 29 de Maio de 1886.
O eacrivio,
Pedro Rodrigues de Soma
.
^

1 laiffi i




Diario ci PeirnambucoQuinta--feira 17 di Junho de 1886
THEATRO
DE
I
%
Chegar hoje a esta capital, a grande com na
nhii dramtica do THEATRO LUCINDA,do Rio
de Jaoeiro, dirigida pelo artista
da qual faz paite o me:mo artista e a priincira
actriz portuguesa
LUC1TO FRTADO COELHO
A companhia composta de um ncleo de artis-
tas que fazum parte das que funceionain as prin-
cipaes rheatros do corte.
O repertorio todo escolhido entre os dramas e
alias eomedias. que mais aceitado tem tido nos
principaos theatros da Europa
Mobilias e tapetarlas
foratn feitas expressamente para esta empresa em
Paris.
O sceuario todo pintado pelos nota veis sceno-
graphos
Claudio Rossi e Oreste Coliva
k Esta companhia far a stia r
ESTREA
AIIWII.
Sexta-feira, 18 do corrente
alenden and Braslllao Bank
Limited
Ra do Commercio n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as ca
xas do mesmo anco em Portugal, seudo
-11 Lisboa, ra dos Capellistas n 75 N-
Porto, ra dos Ingleses.
Preparados
NA
C.
eom o celebre drama de V. Sa:dou, intitulado
MaLTIMMCTM
LONDRES
Oleo de ligado de buraibu e lelte
pepilunlatado
Esta preparaco to saborosa que urna crian-
za promptamente a toma.
O leite digerido tem a propriedade de quasi in-
teiramente disfarca o oleo e as pessoas de diges-
to mais dbil podem tomar 8- m receio.
I'epionoldeii deC arnr
Um alimento nifo g inoso c mposto de consti-
tuiutes solidos de leite bam cerno gluten do trigo
(vre de gomma;.
Recommendado as convalescencaa de qualquer
doenca, affecco-s pulmonares, febres pneumonas,
gastrite, dysenteria e toda e qualquer debilidade
seja qual f'or a sua origem
Hollino
Um extracto concentrado de trigo, avea e ceva-
da fermentados.
Valer diastasico 30 vezes o seu proprin peso !
O mais ricu agente restaurador at hoje enhe
cido, alt mente apreeiavel n >s c:s de d< bilidade.
Alimento Soulavel de cnrniek poro
c loacot
A analyse des te alimento demonstra que os scus
cjistnuintes nutricivos s o qua-i identiecs eom o
leite materno, por isto o alimento mais aperfei-
coado para crianca.
Fornecem amostras gratis aos Srs. mdicos.
Deposito ra do Barao da Victoria n. 48
COHPANUIE DEM HB/sMSAftiE
IIIEN MARITIMEN
LINHA MENSAL
O paquete Congo
Comniandante firou
E' ^esperado dos portos do
ul at o dic 25 do corrente,
seguindo, depois da demora
do costume, para Bordeaux,
tocando em
Dakar, Lisboa e Vlgo
Lembra-se ,.os senbores passageiros de tudas
as classea que ba lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qnalquer tempo.
Faz-se nbatimento de 15 /0 em favor das fa-
milias composta de 4 pessoas ao menos e que pa-
garem 4 pf SMigens inteiras.
Por excepcilo os criados de familias que toma-
rem bilhetes de proa, gosam tambem d'este abati-
mento.
Os vales postaes s se da at e dia 23 pagos
de contado.
Para carga, passagens, encommendas e dinheir>
a frete: tracta-se com o agente
4uguste Lablle
9 RA DO COMMERCIO-9
LMIo
De 147 saceos com farinha de mandioca,
a variados, marca F
Quinta feira, 17 do corrente
A's 11 horas .
Trapiche Companhlo. largo do Cor
po Santo
O sgente Bur'amuqui, competentemente autori-
sado, levar a leilo 147 saceos, com farinha de
mandioca, avariados a bordo do vapor nacional
Espirito Santo, dos portos do norte para este
porto.
Leilo
Parilk Sieaai Navigation Company
STKAITS OF MAGELLAN UNE
Paquete Galicia
Espera-se dos portos
do sul at o dia 21 de
Junhr, seguindo pa-
ra a Europa depois da
demora do costume.
ORA
8L?As pessoas que encommendaram bilhetes quei-
ram mandar buscar na bilhetaria do theatro, de 1
3 3 horas da tarde de hoje, e amacha das 10 bo-
fas em diante. Respeitando-se lmente at meio
dia.
Comprar S 3/4 boro*.
llavera bonds para todas as linhas e trera para
Apipucos,
Joaquim Monteiro de Carvalho.
Secretario da companhia
CONCERT
HOJE, 17 do corrente
o salao do Ci Carlos Gomes
pelo pianista brasileiro
AMARO BARRETO
om o obsequioso concurso de suas discipu-
las e do distincto amador
JORGE TASSO
Depois do concert ha ver trem para Apipucu.
MARTIMOS
10MI'A\lllt
PKBMHill C t\4
DE
rtavegaco Costelra por Vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Macu, Mossor, Ara
caty, Cear, Acarohu e Camossim
O vapor Ipojuca
Segu no dia 22 de
Junho, as 5 hort
da tarde. Recebe
carga at o dia 21.
Encommendas passagens e dinheiros a frete a j)
s 3 horas da tai de do dia da ahida.
ESCRIPTORIO
Cae da Companhia Per^amb'imna
n. 12
Campanilla Bahiana de
cao a Vapor
Macei, Villa Nova, Penedo, Aracaj,
Estancia a Baha
navega
O rapr Mamiuz i Gaitas
Companhia de EdlflcacSo
Ccmmunica-se aos 8rs. accionistas, que por de-
beracao da Directora, foi resolvido o recolhi-
mento da terceira prestoco, na razio de 10 por
cesto do valor nominal de cada aceito, o qnal de -
veri realisar na sede da Cor pos '%. i iraca da
Concordia n. 9, at o dia 30 do Mr *. m cuja
occasiao se di-tribuirao as respti tva d.
Recife. 10 do Junho de 1836.
O director seret ",
Gustavo Ai oe .
Commandante Nova
Segu impreterivcl
mente para os portos
cima no dia'8 do cor-
rente, as 3 horas da
tarde. Recebe carga
'tnicamente at o 1/2
dia do dia 18.
Par carga, passagens, encommendas e dmheiro
a frete 'racta-se na agencia
7Ra do Vigario7
Domingos Alves Malucas
Este paquete e os que dora
em dianle seguircm tocaro em
Hvinilli. o que facilitar che-
garem os passageiros com mais
brevidade a Londres.
Haver tambem abatimento no preco das pas-
sagens.
Para carg^, passagens, e encommendas, tracta-
-e com os
AGENTES
Wtlson Sons & c .. Llntlted
S. 14- RA DO COMMEROIO N. 14
Comp&jtia Bra- Ileira de lave-
scoa Vapor
PORTOS DO SUL
0 vapor Cear
Commandante o 1.' tenente Ouilherme Pa-
checo
E' esperado dos portos do
norte at o dia 23 de Junho
e depois da demora in
dispensavel, seguir para
os portos do snl inclusive o
da Victoria. Recebe tam-
oeui carga para Santos, Pelotas e Rio Grrande d >
Snl, frete mdico.
Para carga, passgens, encommendas e va!ores,
tratase na agencia
N. 11-RIJA DO COMMEROIO N. 11.
SEGUROS
MARTIMOS contra fogo
Companhia Phenlx Per-
nambucana
finado Commercio n. 8
i Segaro^FSeliflafle,
AGENTE
lignel Jos Alves
N. 7-RUA DO BOM JESS-N. 7
SegDro mariilmoM e terrestres
Nestes ltimos a nica companhia nesta praca
ue concede aos Srs. seguradi s isempyao de paga
ment de premio em cada stimo anno, o que
equivale ac drmonto de cerca de 15 por cento em
favor dos segurados.
^OMPANfflA
Imperial
NEGIROK contra FOGO
EST: 1803
Edificio e mercadorias
Taxa baixat
Prompto pagamento de prejuiaot
CAPITAL
fis. 16,000:000*000
Agenta
BROVVNS & C.
N. Ra do Commercio N. 5
SEGUROS
CONTRA FOGO
The Liverpool & London & Glob
liS'Sl'RRAXCE COMPAM
Saiflef Brofliers k C.
IlDEMNISADORi
Companhia de Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
Estabelclda em ltU
CAPITAL 1,000:0001
SINISTROS PAGOS
At 31 de dezembro de 1884
Martimos..... 1,110:0008000
Terrestres,. 516:0008000
44-Ra do Commercio
CHAMEIRS REUNS
Companhia Franeeza de navega-
rio a Vapor
Linha quinzenal entre o Havre, Lis
wa, Pe-Bambuco, Baha, Rio de Janeiro e
Santos
Steamer 71 do Macelo
Espera-se dos nortos d
sal at o dia 18 do corren^-
seguindo depois da ndis-
penaavel demora para o la
tro*
Os vapores desta companhia entram no porte
ancorando em frente ao caes da praca do Commer-
cio ". sendo mnito incommodo o embarque dos pas-
sageiros no fundeadourolas paquetes transatlan-
t ices, no Lamarao e demais devendo todos aportar
ao Havre, que o porto mais visiaho de Pars,
fra de du vida que ha grande vantagem para quem
quizer ir Europa em aproveitar-se dos ditos va-
pores tanto mais quanto, alm de serem os precos
das passagens mais mdicos,'as despezas do embar-
que aqui e as de transporte do Havre a Pars, sao
muito menores do que as que demandam as viagenc
nos paquetes das outras lianas.
Conduzero medico a bordo, silo de marcha rapid-
e offerecem excellentes comaiodos e ptimo passaa
dio.
As pastagens pdenlo ser tomadas de antemlo.
Segu cora brevidade para o porta aeima d
patacho hespanhol Joven Pura ; para o resto da
carga que falta, trata-se eom Baltar Oliveira &
Companhia.
De bons movis, crystaes, nm
lustre grande de quatro b!co,
um banco para carplna e fer-
rante nta
Sendo urna linda mobilia de junco com consolos
dr marmore, urna dita de j caranda estufada, ten-
do 1 divn, 12 cadeiras de guarnico, duas ditas
de bracos e 'i consolos de pedra; 1 espelho gran-
de dourado, duas serpentinas de crystal, 2 pares
de jarros de alabastro, 2 grandes candieiros com
ps de metal para kerosene, diversos qmdros,
duas figuras de bronze, bustos, etagers para jar-
ros, cadeiras de, balanco de junco, escarradeiras,
2 bonitos guarda vestidos de amarello, 1 rico toi-
lett de Jacaranda, i lavatorio de dito com es-
pelho, 1 berco e urna cama de Jacaranda para
"rianca, duas porta-toalbas, urna bonita mesa de
faia com tampo de pedra, duas poltronas de dita,
1 lindo telescopo com vistas, urna banca de Jaca-
randa pira jogo, 1 binculo e 1 oceulo de alcance.
Dm grande lustre de crystal de 4 bicos, 1 can-
dieiro de metal de 2 bicos, urna lyrs, 3 arandellas
phra g>iz c 1 grande tapete forro de sala.
Urna mesa elstica, 1 guarda-prata de amarel-
lo, aparadores, cadeiras, marquesas, urna cama
de viagem, urna grande carleira' com mocho, 1
aparador de armario, sima grande mesa redonda
de Jacaranda com pedra, 1 carrinho de 4 rodas
para enanca, 1 marquezao, louca fina de porcela-
na para jantar, dita para almoco,garrafas de crys-
tal para vinho, c-mpoteiras, 2 ricos e importantes
lieoreiros, finos clices para vinho e champagne,
fructeiras de crystal, dsticos de metal para gar-
rafas, trinchantes, 1 vaso de metal para gelo, 1 ri-
co globo para corred e urna boa machina do fa-
zer (af.
Um banco para carpina com ferrameotas, ama
grande tina para deposito d'agua e 1 realejoje ou-
tros mu i tos movis.
Na ra da Aurora, casa n. 165
Sexta-feira 18 do corrente
.". 11 horas
O agente Martin;, aulorisado por urna familia
que mudou a sua residencia para fra da cidade,
tara leilao de todos os movis e mais objectos exis
tentes na referida casa, ao correr do martello.
O bond da linha da Tacaruna que partir d i es-
taco do Brum s 10 horas e 40 minutos, dar
passagem gratis aos concurrentes do le lio.
Na segunda casa depois da fabrica de oleo,
ra da Aurora n. 16.")
Leilo
Da armayao, utensilios da loj. denominada
- Boa-Fxma sita rua Duque de Ca-
xias n. 77 A, com garanta das chaves,
e dos restos das miudezas, cofre, cartei-
ra e fazendas
SEXTA-FEIBA 18 DO CBRENTE
A'8 11 horas
Por Inlerveneao do asrente
Gusmo
Leilo
Baha
Brigue italiano Andr Padre segu para a Bahia
nessrs seis dias para oude toma carga a frete ba-
rato, para tratar com o Sr. capitao ra do Bom
Jess n. 35.
Lisboa e Porto
Segu com brevidade o patacho portugus Dous
Irmot. para o resto da cargk trata-se com Silva
QuimarafssV C, roa do Commercio n. 5.
Para Maranlio
Recebe earga e possageiros para o porto cima
a barca portuguera Vasco da Gama ; a tratar
com os oontiic:natario8 J<>* da Silva Lovo Ai
Filho.
e SO saceos eom gergelim ara-
rlados, marea C I. d C, pro
prlo para oleo
Sabbadb 19 do corrente
A's 11 horas
Ra do Vigario n. 1
O agente Burlamwqui, competentei-.ente autori-
ssdo, levar a leilo 50 saceos com gergelim, pro-
prio para oleo, avariados, e descorregidos de bor-
do do vapor nacional Espirito Santo, ebegado dos
portos do norte, por couta e risco de quem perten-
111.032 Urna corrente e sin"te, para relogo, ouro
de lei.
11.061 Um par de rosetas de ouro com pequeos
brilhsntes, urna volta de ouro e urna ine-
dalha, ouro de lei.
11.062 Um par de rosetas de ouro com brilbantes,
um annel com dito e rubios, um alfinete,
dois botoes e um relogie; ouro de lei; um
alfinete da ouro com bnlhantes, dois pares
de rositas cravejado de ditos, um annel e
urna cruz com ditos, im fio de parolas, um
tranceliio, nm collar e urna corrente, euro
de lei; dois cordSes, urna cruz, um cora-
cao cm ouro, ouro baixo.
11.068 Urna crrante para relogio e urna meda-
Iha, ouro de lei.
11.092 Um par de brincos de ouro, contende bri-
Ihantes.
ll. 102 Urna corrente para relogio, urna voJta de
ouro e um relogio para senhora ; ouro de-
lei.
11.117 Um ann"l de ouro com um brilbante.
11.118 Urna corrente para relogio e um reloeio.
ouro de le.
'H? ^f'8 c'*8,,cae8 pequeos, prata baixa.
11.129 Um annel de ouro com brilbante.
11.138 Urna pulceira de ouro.
11.139 Um relogio, ouro de lei.
11.146 Urna midalha, urna volta de cordo, dois
anneis, duas peas para pulseira e 'ima te-
ta de ouro.
11.151 Duas pulseiras, um par de brincos, um dito
de botoes e dois anneis, ouro de lei.
11.177 (Jia corrente e medalba para relogio e
um par de brincos, ouro de lei; urna pul-
seira, ouro. de lei.
11.192 Urna pulseira, um trancem, um meda-
lho, um broche, quatro moedinhas de ou-
ro em botois, ouro de lei.
11.493 Um trancem, um par de brincos e urna
pequea teta, ouro de lei; um broche, um
Ear de botoes e um annel, ouro baixo.
m relogio, ouro de lei.
11.210 Um relogio, ouro de lei.
11.212 Um alfinete de ouro com brilbantes e pe-
rolas, ouro de lei.
11.216 Duas correntes e ama medalha, ouro de
lei.
11.242 Um annel de ouro com brilbante, nma cor-
rente e medalha para relogio, ouro de
lei.
11.247 Urna moedinha de ouro com laco de ouro,
dous pares de brincos, um dito de botoes e
tres anneis ouro de lei; um alfinete, um
cordao, dous pares de rosetas, urna feteia,
urna figa e tres anneis, oaro baixo.
11.250 Um cordao e urna cruz ouro de lei; um
cordao ouro baixo.
11.257 Um par de brincos cravejados de brilhan-
tes em prata.
11 260 Urna corrente e medalha para relogio,ouro
de lei; urna salva e dore colheres para
sopa.
11.261 Um annel de ouro com brilhant, um dito
com ditos e esmeralda, urna pulseira e urna
corrente para relogio, onro de lei.
11.273 Um relogio de ouro para senhora.
11.299 Urna pulseira, um par de brincos e um an-
nel, ouro de lei.
11.303 Seis botoes, ooro de lei.
11.309 Urna volta de ouro, um cordao, dous an-
neis, um dedal, ouro de lei.
11.326 Urna pulseira, unta volta de ouro e umpar
de rosetas, ouro de lei,
11.330 Um relogio, ouro de lei.
11.334 Tres pulseiras e duas pecas de brincos,
ouro de !ei.
Liqu dafiio
Vende-se portoes de farro, gradesmentos para
cima de muro, jardim e terrac, bandeiras de far-
ro para portas exteriores e iut i ior^s, de todas as
qualidades, gallinheiro de ferro, carroca para
bo's e ctvallos, carrinbos de eiSo e rodas para
carrocas, por prec>i comuudo : no largo do Forte
n. 4, defronte do quartel das Cinco Ponas, ofi-
cina de^ferreiro.
Trcofero de Barry
Garntese que faz nas-
cerecrescer o cabello anda
nos mais calvos, cura a
tinha e a caspa e removo
todas as impurezas do cas-
co da cabeea. Positiva-
mente impede o cabello
do cahir on de embranque-
cer, e infalvclmente o
torna espesso, macio, Ins.
troso e abundante.
*'
^ua Florida de Barry
Preparada segunda a formula
original usada pelo inventor em
1B29. E' o nico perfume no mun-
do qne tem a approvncao official de
um_ Govemo. Tem duas vezes
mais fragrancia que qualquer outra
eduraodobrodotempo. E'muito
mais rica, suave e deliciosa. E'
muito mais fina e delicada. E'
mais permanente e agradavel no
lem;o. E' duas vezan mais refres-
cante no banho e no trnoito do
(lente. E' especico contra a
frouxidao e debilidade. Cura as
dores de cabeea, os .-ansaeos e os
I desmaios.
larope Je Vida ie Reuter No. 2.
ANTES DE USAL-O. D1TPOIS DE VSAIj-a,
Cura positiva e radical de todas as formasde
escrfulas, Syphilis, Fcridas Escrofulosas,
Affec<;Se8, Cutneas e as do Couro Cabel-
lndo com perda do Cabello, e de todas as do-
encas do Sangue, Figado, e Rins. G-arante-se
que purifica, enriquece e vitolisa o Sangue
e restaura e renova o systema inteiro.
Sabao Curativo de Reuter
LEILOES
Qainta-feira 17, de baos movis, lindos espe-
Ihos, candieiro, vinhos finos, e mais pertences da
casa em qne mora o Sr. A. Fouqaeau roa da Im-
peratris n. 13.
Leilo
De ama easa terrea rna do
A real n. i O, em solo proprto
Quinta-f- ira 17 do corrente
A'S 11 HORAS
Ra do Imperador n. 22
O agente Burlamaqui, competenteipente antori-
ado, levar a leilo a casa terrea n. 10, a ra do
Areal, em solo
), em solo proprio, com quintal, botando os
fuudos para a fabrica de sabio ; os Srs. pretea
COMPANHIA DE SEGUROS
COSTRA FOGO
fliortb British & Mereantfle
CAPITAL
t:000.000 de libras aterllnaa
A GEN ES
Adomson Howie & C.
os quaes tem excellentes accommodacoes.
SieafflGT VllB jlB PBFiaiDttCO
' esperado da Europa at
o dia 20 de Junho, se-
guindo depois da indispen-
SHvet demora para a Ba
hia. Rio e Mani*.
Rogase aos Srs. importadores de carga p*lo8
vapores desta linha,qucram apresentai dentro de 6
dias a contar do da descarga das alvareng.
quer reclamacao concernente a volumes, quo po-
vntura tenham seguido para os portos do sul.afiu
de se podercm dar a tempo as providencias necee
sarias.
Expirado o referido prase a companhia nSo se
responsabilisa por extravos.
Kccebe carga, encommendas e passageirot pan
es quaes tem excellentes accomodaccs.
Augusto F. de Oiiveira & t
.%.U*TF*
42 ROA DO COMMEROIO -42
tn.tci States & Brasil Mail S. S. C.
O vapor Colorado
E' esperado dos portos do
sul at o dia 24 de Junbo
depois da demora necessaria
seguir para
aranho, Para. Barbados, 8.
Thomaz e Xew-York
Para carga, passagens e encommendas e dinhei-
ro a frete tracta-se com os
AGENTES
O vapor Advance
Espera-se de New-Port-
News, at o dia 28 de Junho
o qual seguir depois da de-
mora necessaria para a
Bahia e B.I9 de lanelro
Para carga, passageosfl^ncomsendas e dinheiro
frete, tracta-se com V
AOEin1|
Benry Forsler & C.
N. 8 RUADO COMM-KOlO. N. 8.
! andar
' deotes desde ja podem examinar a dita casa, a
chave acba se na mrsma fabrica.
Leilo
De lindos movis, ricos espelhos, finos
quadros a oleo, candieiros a gaz, porce-
lanas, crystaes e vinhos
A saber
Um piano de Pleyel, (novo) urna cadeira para
o mesmo, urna linda mubilia de Jacaranda com 1
sof, duas commodas, 4 cadeiras de brag is, urna
jardineira e 12 cadeiras de guamico, 1 rico can-
dieiro de gaz carbnico com 5 luzes, todo de crys-
tal de Bacarat e 1 rico (At-as )
U na mobilia de mogtio (mass com dunckrqui's, 3 espelhos todos de crystal,
sendo nm para sof e 2 para consolos, 1 divn e
duas poltronas estutsdas, 4 urrus psia flores e 5
ettagers, e 1 linda secretaria.
Um guarda vestido com espelho, (palissandre)
nma cama de Jacaranda com colxao de mola, 1
chiffonier, commoda com 9 gavetas e tampo de
pedra, urna mesa de canna com pedra, 1 rico toi-
lett de Jacaranda (obra de apurado gosto) e 1 la-
vatorio com pedra.
Um lustre de crystal com 3 bracos, 1 ditu de
suspensao, 1 c indieiro com i bicos e urna angel
ca para gaz carbnico, lindos quadros com finas
grasuras, 3 candieiros do porcelana com abat
jours, 1' estante e csroira.
Urna cama de Jacaranda com balaustres, nma
marquesa. 1 marquezao, 1 toilete, 1 lavatorio,
urna guamico, 1 guarda-vestio de amarello, 1
guxrda-roupa.
Urna mobilia de pao catga com 1 sof, 2 conso-
los com pedra, nma m sa oval, 4 cadeiras de bra-
cos e 12 de guamico, 1 relogio e 1 mappa.
Um lindo licorciro, 1 apparclfao de electro-pa-
te, urna mesa clstica com cab.'ceiras redundas^}
gunrda-1'iucas envidneudos igua-s, 2 aparadores
de Nugueirn, 1 gjarda-livros envidr^cado, sjjffe
rentes quadros, duas .fructeiras, 24 cupos para
champagile, urna machffla para caf, trsaa mcu d"
f.-rro, urna dita, carteffa, porcela a, crysfa'j*, 182
garrafas de vinho Bordeaux e 34 de cgnac.
Urna m sa clstica de amarello, 1 apuntador de
dito, 12 nd'iras de pao carga e inuitos outros
movis de casa de familia.
Quihtajeira 17 de Junho
No Io andar do sobrado da ra da Impe-
ratriz n. 13
Altred Fouqueau tendo do facer urna viagem
Europa, fas leil&>, por iotervenco do agente Pin-
to, dos movis e ma s objectos da easa em qui re-,
sidio, ra da Imperatr'z n. 13.
e quasi nevos, pelo que tornain-se recommeoda-
veis aos pretendentes.
O leilao principiar s 10 e meia horas.
Monte Je Soccorro fle Fnisco s
Leilo de jolas
O conselho fiscal attendeno nao s ao pedi-
do para ser transferido, de 8 do corrente para 6
de Julho vindouro, o anunciado leilo, como por
ha ver grande numero de cautelas em ser, e nao
convir sos interesses do estabelecimento e dos mu-
tuarios submettM-as venda, fas agora publico
que no referido dia 6 de Jnlho se efFectnar im-
preterivelmente o leilao as 11 horas da toanha.
Estuiio exposicAo tres dias antes.
10.070 Urna salva nitavada e tres oolhares para
sopa, peixe e arroz, prata de lei.
10.116 Um annel de oaro, com brilhantss.
10.118 U.-senove colheres, prata de lei.
10.136 Um par de rosetas de onro com brilban-
tes.
10.137 Um annel de ouro com brilbante.
10.784 Duas salvas de pnta de lei, 25 colheres,
12 garfa, 12 cabos para tacas e um pale-
t-iro de prata.
10.786 Urna salva e duas colheres, prata de lei.
10.8o7 Um annel com brilbante e cinco botoes de
onro.
10.811 Urna corrente e medalha para relogio e nm
relogio, ouro de lei.
10.817 Dous pares de brincos, dous broches, um
snnel de ouro com um pequeo brilbante
e um traucilim, ouro de lei.
10.829 Um par de rosetas de ouro com brilhantes,
urna pulceira, um al lete, um par de brin-
cos com perolaa, urna medalha, um annel,
seis botoes e urna fvella, ouro de lei.
10 831 Duas pu ceiras, um broche com coral, urna
volta de trancelim com perolas, um annel
e urna crrante, para relogio, ouro de lei.
10.839 Um par de brincos di oaro com pqueno
brilbante, urna par de rosetas e om tran-
c-lim, ouro de lei.
10.841 Urna pulci'ira, um broche e nm trancem,
ouri d-- lei, um tranc-lim, onro baixo.
10.842 Um broche de ouro com pe-olss, urna pul-
ceira e urna corrente, para relogio, ouro de
lei; um alfinete cravejado de diamantes.
10.843 Uin trhnc-'lim e dous aun s, ouro de lei.
10.846 Um par de rosetas de ouro com diamantes
um par de brincos, urna pulseira, nm tran-
cem c urna medalha, ouro de loi, urna ti-
jella, prata de lti; urna salva e um copo,
prala baixa.
10.855 Urna crrante e medalha para relogio, ou-
r i de It-i.
10.869 Urna corrente para relogio, um trancem,
uin broch-, uina loneta e um relogio, ouro
de lei.
10.887 Urna cor er.te e medalha, para relogio, ou-
r de lei.
10.889 Urna pulseira, um trancem, quatro an-
neis e uina moedinha, ouro de le.
10.891 UO broche com brilhante e diamantes.
10.905 Tres correntes e urna medalha para re-
logi ouro de lei.
10.910 Um corrente e medalha para relogio, e
uin trancem, ouro de lei.
10.914 Urna pulceira de ouro eom brilbantes.
10.922 Urna c<>rrente para relogio, um resplando
11.352 Umacorade ouro para imagem, um cor-
dao e um emblema do Espirito-Santo, ouro
de lei.
11.356 Urna corrente com medalha, oura de lei.
11.377 Urna volta de ouro com medalha pequea,
nm alfinete, um aro de uro e um annel,
ouro de lei.
11 384 Umi pulseira, nm par de brincos e urna
cruz, ouro de lei.
11.388 llm cordao, um par de rosetas e nma croz,
ouro da lei.
11.392 Urna corrente para relogio e nm par de
brincos, ouro de lei.
11.401 Um relogio, ouro de lei.
11.409 Um relogio, ouro de lei,
11.419 Urna pulseirs, ouro de lei
11.437 Um r<-logio, ouro de lei.
II .443 Um par de rosetas de ouro era vejadas de
brilhantes e urna corrente para relogio,
ouro de lei.
11.450 Um alfinete e um par de rosetas, ouro de ;
lei ; urna salva, prata de lei ; e dose co-
lheres, prata baixa.
11.454 Um luco de ouro cravejado de diamantes
e duas pulseiras, onro de lei.
11.472 Um relogio, ouro de lei.
475 Um alfinete de ouro com brilbantes.
11.497 Sete colheres de prata.
11.511 Um cordao, urna moedinha de ouro com
laco, urna moedinha de valor de 5/ e om
annel, ouro de lei.
11.513 Um cordao, ouro de lei.
11.521 Um annel de oaro com um brilhante e nma
pulseira, ooro de lei.
11.523 Urna correte e mednlha para releeio, ooro
de lei.
11.514 U par de rosetas d ouro com pequeos !
brilhantes e nm annel com numere ees cir- '
calo.
11.548 Una corrate para relsgio, oaro de lei, nm '
feixe de ouro baixo.
11.551 Urna salva de prata.
11.552 Urna pnlseira, usa par de brinesj de ooro
de lei.
11.553 Urna pulseira, om broche e om par de ro-
setas, eoro de lei.
11.554 Um relogio de ouro de lei.
11.557 Um volta de trancem, ama cru, dous
(res de brincos pequeos, um dito de ro-
setas, uin dito de argoles, cinco botoes
urna moedinha, dous.pares de celxetes, duas
pecas de brincos e om annel, de ouro.
11.566 Um annel de ouro con brilhante.
11.579 Um pk r de esporas de prata baixa.
11.589 Uin par de rosetas de oure com brilhantes.
11.590 Um trancem, urna medalha e nm cellar,
onro de lei.
11.600 Um annel de ouro eom brilhantes.
11.601 Urna corrente de euro para relogio, orna
dita com medalha, ooro e platina, e om
paliteiro de prata de lei.
Recife, 8 de Junho de 1886.
O gereBte interino.
Felino D. Ferreira Coelho.
Para o Banho, Toilette, Crian-
cas e para a cura das moles-
tias da pelle de todas as especie
e em todos os periodos. ^^^^^
," Deposito em Pernambuco casa de
Francisco Manocl da Silva & C.
GRANDE
Expsito central roa larga do
Rosario n. 58
Damiao Lima & C, nao podendo acabar coa a
grande quautidade de mercadorias, resolverant
anda ifma vez convidar as Exmas familias e o
respeitavel publico em geral, que com certeza nin-
guem perder son tempo, fazendo urna visita
EipoNlce Central
Pecas de bordados 'a 200, 400, 500 e 600 rs.
Punhss e colarinhos bordados para senhora a
21000.
Ditos ditas lisos, (500
Ditos para homem, 14500.
Um plastrn de 2*000 por 1*500.
Invesiv- is grandes por 320 rs.
Lacos para senhora por 1*500.
Macos de la para bardar, 2*800 e 3*
Lavas de seda arreadadas a 2*500.
Ditos lisas, 2*200.
Ditas de fio de Escessia, 1*GC0.
Broches psra senhora (modernos) 1*50,''.
Um par de meias para senhora (fio de seda
600 re.
Dito idem liso, 400 e 500 rs.
Dito idem (fio de seda) 1J2U0.
Duzias de baleia* a 360 rs.
Carretel de 2 Metros de frqumhas a 160 e 120 rs.
Um par de frouhas de labyrintbo, 1*500.
Nacos de gramp s a 20 rs.
Metros de psss a 400 rs.
Lindos passarinhos de seda para chapeos de
senh'.ra, de 5' O rs. a 1*000.
Um pente com inscripeo para senhora. 1*.
Um leque de 16* per 9*.
Brioquedos para criaucas, leques de papal, fi-
tas, bicos Oe liohe, quadros para retratos, Uncos
tspartilhos, bicos, galoes, fiaujas com vidrilhos,
eutras muitis osjectos de phantas-a prr preeos
sem competencia : m na exposico Central, roa
larga do Rosario n. 38.
Ensillo coniinmiiil
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se a casa na ra do Coronel Suassu-
na n. 150, com grandes cornados para familia,
quintal grande; a tratar roa Direit* o 106.
cinco coroas para imageos e um relog"
pequeo, ouro de lei.
10.930 Dota aunis de ouro com brilhantes, orna
volta de ouro com medalha, um trancem,
urna moedinha, duas medalhas, dois pares
oe brincos um relogio, ouro de lei.
10.940 Urna corrente para relogio, ouro Je lei; e
um relogio de ouro.
10.942 Dezenove colheres a nm pa de fivellas de
prata.
10.943 Um par de rosetas de ouro com dous bri-
Ihautes, urna pulseira e um par de bulos,
ouro de lei.
10.974 Uoia corrente para relogio, um trancem e
urna medalba, ouro de lei.
10.997 Um relogio, ouro de lei.
11.006 Um par de rosetas de ouro eom brilban-
tes.
11 015 Um tranceln, ours de lei, nma pulseira.
ouro de lei.
11.022 Urna pulseira, euro de lei.
Precisarse alugar urna preta oo um menino
para vender aa ra : a tratar na ra dos Marty-
rios n. 148, 2 andar
Aluga-se. o sitij do Pina, com boa casa para
morada, coutendo bastantes commodos para no
merosa familia, grande quantidade de coqneiros,
seis grandes viveiros, duas cacimbas com excellen
te agua : a tratar no caes de Apollo n. 45.
Aluga-se casas a 8*000 no becco dos Coe-
Ihos, junto de H. Gon^ailo : a tratar na rna da
Imperat.riz n. 56
Preuisa-se alugar urna preta ou um menino
para vender na ra a tratar na roa dos Mirty-
rios n. 148, 2o andar.
D-se casa e comida a urna o.ulhcr muito
pobre ede boa conducta, que se sujeite a morar
cm urna familia pequea e prestar seus servicos ;
quem quizer dinja-se aoCaminho Novo n. 128.
Aluga-se urna casa terrea na ra Imperia
eo2 anoar no pateo do Corpo Santo n. 17, com
bons eommodns para fimia : a tratar no terceire
aodar do mesmo.
Precies-se de urna cosinheira para casa de
familia ; na ra do Baro da Victoria n. 3*, loja
Precisa-so de ama criada para o servido de
urna casa : na estrada de Joo de Barros n..41.
Precisa s.< de um criado para casa de fa-
Di ; na ra do Baro da Victoria n. 39, loja.
Aluga-se o 1 andar e sota da casa ra
Thom de S'iuza, oulr'ora travessa da Lingoeta
I com commodos para familia ouparaes-
eripviio ; a tratar na ra do Imperador n. 31,
armazem do (ras.
As Vnicsu FerdcMleirae
Diurno e nocturno
POR PEDRO MARA LiAUSU
H0 COLLEGIO 11 D> ASOSTO E CA-AS PAETICCUABES
i'scriptiiracao mercantil
Curso essencialmei tepratico detonas as ransac-
ces commerciaes e bancarias, inierinres e exte-
riores, ernsignaces, cambios, etc.
irlthmelica eomnerclal
Appcada especialu. i.'e s operac> a commer-
ciaes e bancarias e curso completo de cantas cor-
rentes com juros por conta e en. participaces,
em diversas moedas, adoptadas pelo alto commer-
cio e os bancos.
Calii^raphla
Cursiva, bastarda redonda, all-miio, gothica.
LlDgna franceza
Curso theorico e pratico com todas as diffinilda-
des da syntaxe em 90 oV. Supplemento de
estndo sobra a syntaxe, locucoes familiares, idio-
tismos em 30 Ces.
Ao commercio em geral
Encarrega se de escripias
atrasadas, escripiuracoes de casas conin'-rciaes
e de escriptas de casas pequeas ; abertura e ve-
nficac,Vs de livros, balances inventarios, cor-
respondencia mercan'il ; tr-balhus de Contabi-
dade e de calligrapbia. etc.
Par irniar, roa da Clorla n. 95
< f T T T T II T 11-tf T T T T T11 [ tslll
Moto*
o nelhor a o man iA-nST*l. acttro e ecoaaaolco
aratiTM coSecioa
_ nacoHUA u oommaPAoneBS unir
(<> r>n o Xmroaa) > AuilfHurii un litlt HanMl Silt
m SmVfi a aa/, > lina uvl. MORSONsPE
KmUo inlallitei e atjrafla?el
PASA Cr^BATTIR A #
INDIGESTA0I
Sob a forma de
tiascos, ros
SS 0L01TTL0S.
VEHOE-SEnoMUHDO IHTEIP0.
PRKPARADOS DE
Pepsina Mwmon
Multo noommendaSts
ptht principie! Htdico:
ORION SON
SwtkuisUiBln, luMll-^urt
LONDON
IssmUsstmmHnsmsscs Trmt-u.i.silva*c".

\ um r







1

Diario e Per-nauhiM-iii(tunta -feira 17 de Juuho de 1886
de
Pharniaceuticos Chimioos
"Pela Escola superior itPharmaaJef aris1
-*
Este nevo mediamente reconmenda-st\
1 especialmente as Febres internttenks,
vulgarmente chamadas Seioes ou Maleitas.'
Ellefai desappartcer com rapidez. os Febres
mais rebeldes e sobre a sua influencia os
doentes nao tardam a recuperar a saude e
obter urna cura radical.
Para evitar as falsilicacdes. exigir como
garanta sobre todas as garrafas o bou
de A. CAORS, e sobre os letrairos a ,
lasaignatara dos inventores.
VNDESE POR ATACADO E A RETALHO
,na Botica Francesa e Drogara
AUGUSTO CAORS
Ra da Cruz, 22
PERNAMBUCO
muito barato
Snperior iMtK-aa
vearie-se n> pal -o do Carato n.
h 800 rs. a libra
13, inverna.
Cosiaheiro
Precisa-so de um casinht-iro : a tratar na raa
de Pays-.nd u 1! (I'assageiu da Magdalena).
N?i Magdalena
Aluga se urna cas terrea com coramodos para
familia, tendo agua e gaz encanadas e sitio todo
murado, sita- i travessa do Paysani'. ; a chave
est na taverna. do Sr. Franeisco Braga, ra do
Paysand,
guez.
esquina da ra do Hospital Portu-
Serrara a rapar
Caes do Cap bar be o. s
N'esia serrara encoutrarao .a Senberes rWgae-
es, um giaudc sortimento de piuh i do resina de
cinco a dez metros de comprime'.' o de (A
0,24 de esquai iros Qaranrs-st lais deno-
do do qu<- ein oafai qualqu-T parte.
Francia-.-u d_r SauUs M .
Ao commcrcio e a o pu-
blico
Nos abiixo assigniuios declaramos que tendo
neta da'a dissolvido a soeedaoe que tinhamos na
fabrica de ci arros sita a na do Rasa rio da Boa-
Vista n. 53, sob a firma oommrae de S intoo &
Silva, retirou-so D mingos dos Santos, pago e
satisfi'ito di-sen capitel e lu tos, eando o activo
e passivo a cargo de Jo M reir da Silva.
ttecif., 12 de Jnnho de 1886.
Domingos des Santos
Jos Monira da Silva.
Sili
Alugnel multo barato
Con cas para familia, t nJo muitos arvoredos
dando tracto, e logo junto callente banho sal-
gado, i>a travessa d Motoeoiombd n 4 (Afoga-
dos), perto dus bonds e do ca .inho de ferro ;
junto do Illin Sr ebefe Lima : a tratar na rui
de Santa Hieren n. 38.
I
aga-se mtiifo bem
a um menino at a idade ie 47 annos, Hvre ou es-
cravo, para vender na ra. que d, se Cor Iivre,
fiador de sua conducta : a tratar na do Rosa-
rio da Boa-Vista n. 48.
Pilulas purgativos 4 depurativas
de Campanha
Estas Malas, cuj preparacilc puramente ve-
getal, te. m sido por mais de -Jannus uprort.itadas
com os melbores resultados as seguiofes moles-
tias : acWcSes da pelle e d figsdo, sypuilis, bou
boes, escrfulas, cbagas iiiv. tiradas, erysiplas e
gonorrbeas.
Modo de anal-a*
Orno purgativas: trisn- -se de 3 a ftyer dia, e-
beado-se jpa-,cada ds.j nm p >uco d'agua 21109*-
da, cha ou caldo.
Com. reguladoras : tome-se um pilla ao juntar.
Estas pilu'as, deriiivoiic:i dos phannac' uticos
Almeida Andrade Fdhos, teeta veridietum dos
8ra. mdicos para sua m.ilnr garanta, tomndo-
se soais rt-Ci mmendavi-is, p.ir seren wn egur.i
purgativo e de pouca dieta, pelo que podem ser
nsauas 1 m vi?em.
Al HAA1-SE A' VEVDA
Ma droxaria de Faria Nwbriiilio A C.
*1 RUA PO MRQUEZ DE OLIDA 41
ProfesMira
Pre?6a-ne de urna prof'asrrn habilitada pera
ceenpar-se ''< '.s fra esta
Cldaiit. im um cngenl) 1 'w", i-
|tindi'-ii" para dito fim que saiba as materias .de
iatruc%-i primaria, oaraaa u. 1
Msiia como owsicm. pimo, trabalbos d.' coa*un,
etc., etc. ; n trfttat Imjieradcr u. 4^,
prineiro anear.
Ama
Preciea-se de ama ama para coainhar, porm
que darma em casa : na roa de Riachoello o. 67,
portio de ferro.
Ama
Precisa ie de urna ama que soja boa cosinheira :
na ra do Csbuga a. 16, 2- andar. __________
Ana
Padre Antonio de Mello e tlli
(IHerque
Os empregads militares e civis do arsenal de
guerra desta provincia, condoidos pelo inesperado
passamento .lo sc-u coinpnnheiro Padre Antonio
de Mello e Aibuquerque, mandsm -saruuia mi-
sa pelo descanso eterno de sua alma, no dia 17
do corrente, s S horaa da manha, .na Conceico
dos Militaras ; para cujo acto convidam sos pa-
rentea e. nmigos do finado.
Padre Antonio de Mello e %l-
bU'|lieri|ue
Maaoel Afutouic Viegaa inuda celebrar urna
missa nocouviiitu Ve S. Faaneiaco, s 8 horas da
inanha io da 17 (quinta eia) pelo repouso rter-
n de seu finado amigo c colltga o padre Antonio
de Mello a Albuqui r.{ae, e c nvida a llms. C-
mara Municipal, s paraotea e mi*tm p.ra aeais-
tiyern a r- a--r rj.' Cj.r ).(p ihristH.
Kcslairr.iirt Amrica
a proprietarios deste modesto eatabelie.ment
participan aorespei'a. 1 publico que aceitam eu-
commendas de bolos pata os estejados das do
Santo nt mo, S Jlo, 16. Pedro e todos "8 san
toa, e preparam eeias Ciin todo o esmero e promp-
tidao ; aasiin como iceeb.'x pensionistas internos
e externos por pre; .3 os inais resumidos
28 Ra Duque deCaxias 2S
HeNlnnran Amerira
Precisase de ama ama para todi servico de
casa de familia : a tratar na ra do Cotovello
numero 46.
Ama
Ha praca do Conde d'Eu n. 7, 2- andar, preoi-
-ie de urna ama que cosinhe bem, para casa d
pequea familia._________
Ama de lcite
Offerece-se urna ama com cuito bom late, por
pieci mdico, levando Jtambem urna filbioha com
tres meses de idade ;" a tratar na travessa dos
Exaostos n. 2, daa 7 horas da manh s 5 da
tarde.
Vinas para cozinbar e en-
gommar
Na ra do Bemfi-
ca sitio que fica em
frente da Estrada|dos
Remedios, se precisa
de duas amas forras ou
escravas, para servido
da cozinha e engom-
mado.
Aloga-se
Minio barato
urna casa na ra de S. Jorge n. 26 (no Recife)'
com 5 quartos, com cosinha. 2 salas, ouintal com
portao, etc. ; a tratar na ra de Santa Thereza
numero 38.
Br ~~
urna grande casa com doua grandes quintacs e
agua encanada, raa I^embranca do Gomes n. 1,
em Santo Amaro : a tratar na ra da Imperatriz
n. 32, 1* andar.
Aluga-se por 25$
a grande casa terrea ra de Luiz do Rgo n
47-B, com 5 quartos e mais um frs, bem coocer
tada : a tratar na ra do Mrquez de Olinda n
60, ou ao Caminho Novo n. 91, nadara a chave
para correr, na favernn junto.
Aluga-se barato
A casa n. 96 raa dos Guarsrapes.
A casa n. 74 do largo de t. Jos
A casa n. 107 da ra Viseonde de Goyanaa.
A raa do Rozario da Boa-Vista n. 39
A ra Lomas Valentinas n. 4
Casa ra da Ponte Velha n. 3.
Trata se no largo dr Corpo Santo n.19. Io andar
Cosinheira
Precisa-sc de orna para casa
de pequea familia, no onteiro:
a tratar na roa da Halriz da Boa-
Vista n, 9.
PARA C0SNH4R
Precisa-se de una
ama que saiba cosi-
nhar bem 5 no 3. an-
(ar do predio n. 42
da ra Duque de Ca-
xias, por cima da tj-
porraphia do Diario
BONETE de ALCATRA0
raa* a Toimna, as ajuraca oomaoos A asa s caiANoas
Btte ABOMTJ; dmdeiro astsasauariew, o mais efflca para a cura da
MOLESTIAS DA NLLE
'SAPO CARBONIS DLTERGENS
KO* votas Criabas com o SAPO
o SMAMPO, a VARILA s m.
Oslas
VAHUOSts DBTERtKXS afl* ie prote{/et-o* contra
MILA a ai PEBRE ESCARLATINA
AAMONETBH sfio recommendados pelo Corpo medico intelro porque prerlnem u
ESTIAS EPIDMICAS e OONTAQIOSAS e te adapta* a guaHut clima.
MARCA DE FABRICA WOS KNVOLBROS B NOS PES
X>e*OBtte gmraa I "W. "V.-WHIOHT C O*, Sou.tli-wravrte. LONDRES i
Em Pernam.bu.co : Fran" l^C. dft SILVA &: C1
V.-aaaaaii uiinnii
laaia-otriii
UM
taaaa.
msiiaatii
J

XftRQPEOEBLAYN
PARIZ
S
i-.iM Victoria
la Penuimbua i
r-lLstSUnkC*
adoptado com grande xito ha
_ Parlz, cura os etluxot, Orive, Tosit,
**4rf i* Garmanta. Calamr tmimenar. IrritmaOt da emito, das Vio urtna-i- a la Ilexiga.
Lstc acsszcjkZHtswTO do um
. gusto.agradavcl,
mala de 20 ancos pelos melbores Mdicos de
XAROPEo REINVILLIER
p_^ Laureado pela Academia de Medicina ^q
^^i^^-v^. Caa/B/ro oateg/o de Honra -*,-rTHXOS
Laureado pela Academia de Medicina
v Caya/B/ro da Legio de Honra rr*-d*f*
'Hato
OPI
quantldac
I
hato de oal a substancia mineral mais abundante do organismo e toda
- normal dlmlnue resulta urna afTeccse orgnica gravo.
que sua
Mais de claco mil curas, a mor parte justicada pelos Professores e Mdicos daa Facnldades
zerSo c<
. u Tsica pu
Bachitlamo, rjcbllldade do Ora-anlsmo. 0 Xarope do V Beinvlllicr administrado
forio obtldas ltimamente eflzerao com'que o Xarope. ao !> He.inrilliFr fos.se classlcado
omo o especifico mais seguro contra a Tsica ;
pulmonar, Jlronohlte c hronlca. Anxala,
dlanament as crlancas facilita a dentlcao e o creaclineuto i as mies o amas de lette toros o
lelte okiilior lmpede a carie e oieda dos dentes tao frecuentes depols d.i prenuea.
Deposito:
Em Pernambuco:
tqvs.e, Plaoa da la Maqitalnln,
m*MAX~ M. da SMVAJb O; i um prldptu Phtrmtoltt t
IrottHtl.
^toKiru^^^^L

i
t V J

9Z,2+itam
odas<
I J^TlliCki+mc >*/i(*r:>ii,
?r&-i.
VINHO gilbertSEGUIN
FEBRIFUOO FORTIFICASTE wondo pila Academia da Medicina de Paria
Sessenta annos de Experiencia
e de bom xito tem demonstrado a eficacia lncontestavel deste vutho, qur como mmti-
perioitleo para cortar as rebr-jae evitar o seu reappareclmento, qur como fortificante cas
Convalecenoaa, DeMlidade do Sangne, Falta de HKenatraaoao, Tnappetencla, Slsaa-
'laa dlffio->u, Bnferxnldadea aerroaas, Sebilldade causada pela edade o por excessos.
( finito, que cgntom mal prlnclphi ot/roj lo que ot u uanaes similtru, nndrte por pnot *m
'* a/ tkrklo.lo m dtn ebjactar centra o precct na titta da rooonhecida alteada do mtdiaa*
*aormaota Q-. etJtUCiXXEnB", 37S, ra Saint-Honor. PAHI3
Depositarios em Pernaminco : FRAN" M. da SILVA e C\
' Bn UUa .-S teCt
timt^*' Om
iw i'-srinr'iisias e Gatoallereir^ii
U E*s-M2<3a < do Szirangeiro
TOBll
UTiHKi)-!f.FlfXO
vsplra-se a fumaca que penetra uo peno acalma .i syinptoma nervoso, facilita
a erpecton-^ e favorlsa as funeces dos orga&> respiralorlos.
Vaaaa eaa atuomAo eaa ean de a. ENS>IC It, rnm ff-Uurr. ecn Caria
_ JHSWturtos tm ftnwmtiw. fHAKV^ K. ti* m'L VA b CS
I
r^S!51Sl51515l5l5l5l5l5iSl5lHlSl
VINHO E RAGEAS mm VIVIEN
EXTRACTO NATURAL DE FIGADO DE BACALHO
Premiado com m> ilalhas de Ouro e Pravtm
PELA ACADEMIA NACIONAL
Ordenados nos hospitaes de Franpa, America, Inglaterra, Tinla. atni
Administrar sob forma mu fcil e agradavel todos os elementos curativas do alea
evitando assira o cheiro e sabor nauseosos d'este ; alem d'isso esta preciosa preparad
ten) nina suiieriorida le incontestavel sobre o oleo porque pode ser usada durante ea
gran ios calores em quanio o uso daquelle impossivel, tal o eminente servico prestada
pe.o Doutor VIV1KN; a experiencia tem confirmado o bom xito d'este producto.
Exigir a firma do inventor H. VIVIEN em duas cores ao redor do gargalo de oada
garata com o Sollo de uniao dos Fabricantes o, boulevard Strasbourg, em PMIS.
f&-
SSISISISI
Sd-rtes
Vende-ee bonitas 3ortes para Santo Antonio
S. Ji;5o e S. Pidro : no patee de S. Pedro n. 4
Caixeiro
Precisa-se d? um caixeiro de 12 14 annos,
com pratica de inolhaios e que d conheeimenio
de sua conducta, isto de pessoa da inesma profis-
so, preferindo se portugu.z : na ra do Mr-
quez do Herval n. 29.
Mudanza de cscrip-
orio
0 advogado Francisco do Reg Baptista e os
solicitadores Diogo Baptista Fernandes e Anto-
nio Machado dias, mudaram seu esenptorio pura
a ra do Imperador n. 22, 1- andar, lado de d.'
traz, onde sern encontrados das 10 horas da ma-
nila s 3 da tal de-
uuin**r*****new*ryn**n**nrirynr*ruinn*
Atlencao
Em qnart. s h mcias garrafas, v ir- F),ria
Sobrinlio & t, i rua DEPOSITA 81 OiS
0r3ri <*m a&as&r
e 3 aadar da rua larga o Kosario n. 37
defrouteda-igrej : arrar 1. _n .dopa-
THneato terrea.
Perdeu-se um alfinete de ouro wm perolas, da
rua do Bario da Victoria rua Nova de tianta
Rita ; quem o acbnu pode leval-o rua uo Mr-
quez de Olinda n. 55.
Gasta Gastronmica
Esta caseta produzir scus effi'itos no sabbado
pruxiwo (19 do corn'Dte), com a extraecao da lo-
tera ordinaria da provincia de&se dii. Um pi-
queno numero de cxemplan-s que anda exit-tem
venda, serao encontrados no Caf Ruy, a rua do
liar'- da Victoria : tiles, q e 1 ao poneos
(tonquis de apurados e
hoyos goslos
O bem eonbecido fabricante de b .uqueis, Jos
Somael' Botclbo, so f*z leinbraio nest'i trabalho ;
. rcpntaeao grangi-ada n Ue, p s i", promptidar, 1 te, tem Ycjv para offerecer ao
publici novoe porta b >uqu. ts de bem estudad
i' 11 fliftida cot binario e froat ; a tratar na rua
do !5aj.) da Victoria 11. 20, Ija dp mindezas, i'
roa de Mrquez de Olinda u. 43, lija de sel
leiro.
SUAVIDADE
concentr-aQao
CREME OSMHEDIAI
SABO.VETK, EXTSCT0\
AOUA DO TOUCADOR
POS de ARROZ.
COSMTICO, BRILHANT1NA
OLEO, POMMADA, VINAGRE
A Pertumaria OSMHEDIA assegura aos
Clientes fIEIS
arintnde eterna 1 for sea igual
A
Caixeiro
Precisa se de um caixeiro de 16 i 18 annos de
idade : ijavBa Pie(a.sa^4iaui.*HrUoH:a : laaraaa de-ay
'fcaand n. 1!*, Psssagem ds Msgdah.
Uriojeujftnwin!!. FflN" M. da SILVA 6 C'-
DAY& MARTN
Fornicador* da Sua Hajattida a RalrHt da Inglaterra,
do Eiercito e "j Htrlaha brita talca.
GRAIXA BR1LHANTE LIQUIDA
GRAIXA.pasjaUNCTUOSA
OLEO para A2UIEZ0S
EUutoosuiiMtsurlo ttmmiitii tn^odo csvrt
son todas is formas.
DEPOSITO GF.RAL EM LOI IORIB :
?, mgh llotborn '
a hn^aatca : TSUK" 1. li iaTA m a.
De Figado de Bacalhau Pancretico
X>JB DEFRE9NE
TODOS OS QUE PADECEN MOLESTIAS SO PEITO
Deveza ler o aeguintc
Este oleo tem o aspecto de um crome branco
que se pode diluir no leite, ch, chocolate ou
caf. Possuo todas as virtudes e propriedades
de to precioso remedio, e tambero toma-sesem
repugnancia albinia pelos doentes mais deli-
cados ; gracas ellicaz addicao da Pancre-
atina, chega no estomago, diferido de tudo,
e nunca provoca nauseas nem diarrliea.
Oepois de um semriumero de experiencias
pracadas nos bospitaes da Corte, este medica-
meuto obteve a approvacao dos mdicos da Fa-
culdade de Pars. Hoje em dia, todos os mdi-
cos receitam o Oleo de Figado Pancre-
tico de Defresne, como nico remedio
para curar radicalmento:
M.Y.nVil.t TI S1IO. BACHITISME
tsica i-ilvo.\ak
e mais nflecedes que impeJem os efleitos da
nutrico e assimilaco.
EM TODAS AS PHARMACIAS
*^^^'*'^^Afinfiftfliiftftftn*i ftajJt
. 4ta1f*
vas omapjas



wmcm
SHSTANTANEApira. A.rb. !
W un v-i1-. tem prepara
fJJT
.A
aoatin* M'iiu.^ uu>.iin
h liico
sna Cor primitiva
apritmeril ca Pars: rrx,.,JroTi. *ii
PAR.I3
OL3C
FIGADO tLmm
XtittiffU
Fcrragicoso e Cretsotsd.-
Sti pclic|>vi*liraario
DEROCQU
DEROCQU
OEROCOUE
n"cn!w tia Mixtea,
lo cual de urjtra
as dr arostatc,
uGontiaencla da Urina,
n na urina, etc.
"', Phar maceutico-Ch-mico. 5
>a ^'riGUOrS. li, PAaia^^J
mm, PEPSINA;
Bemsdii) faive t ymM
PIRA CIUBATT. M A m
1N01GESTA0I
Scb a forma de
P8A8COS, P8
H CX.OBxrZ.OB.
\VMDi-Sn MUNDO INTIRO.\
Pili PAftADOA HK '
l'i'ji-iiiii 'lu-son
Mu "amnaadat
pelos pnatiptM Ueolcoi.
MORSON A SON I
SMiitapton lloi-, iuell-i)uire
LONDON
BWWlttrlotta Pernambuco : FruCH. it SILVA O
^
#
nrico
Prenaragao de Productos Vegetaes
iXTINCAO'DAS CASPAS
e outras Molestias Capillares.
JVIARTINS&BASTOS
Pernutnbutio
Criado boleciro
Aluga-se um mulatinbo escravo para criado, o
rual sabe belear : trata-se na rua de S. Joo,
casa n. 27.
i
1
IOS 4:0004000
ILHZIES WSAIIDO;
Rua Primeiro de Marga n. 2o
O abaixo assignado tem exposto ven-
da os seus afortuaaJos bilhetes garantidos
da 4.* parte das loteras a beneficio da
Matriz dn Leopoldina (59.',', que se extra-
hir sabbado, 19 do corrente.
Presos
Inteiro 4^000
Meio 2^000
Quarto 1000
im qviaiitidaile maior de too*
Inteiro 3)5500
Meio 15750
Quarto 875
Manoel Marfins Finta.
ai
ks4:000S000
^ra^a daindependen
cia ns. 37e 39
Acharn-se a venda os fezes bilhet"B
garantidos da 591 parte da loteria a beneficio
da matriz da cidade de Leopoldina, que se
extrahir no dia 19 de Junho.
PIUCOS
Bilhete inteiro 400U
Meio 2^000
Quarto I5OOO
;m porco de OOJOOO par
cima
Bilhete inteiro 35O0
Meio 15750
Quarto 8750
Antonio Augusto don ffattt Porto
Aos fio* flos olios
Cura certa era 48 horas das iuflamacoes
recentes dos olhos, pelo colyrio prepara-
do por Jos Pedro Rodrigues da Silva.
Emprega -se este poderoso colyrio sempre com
grandes vantagens, i.as anguililla molestias :
Uj'htalmias agudas, purulentas e chrooicas, con-
unctivites, etc., etc.
Deposito ^eral, na drogara de Faria Sobrinho
^ C rua do Mrquez de Olinda n. 41.
Para informacoee, sedirijam livraria Indus-
Iral rua do liaran da Victoria o. 7, ou resi
dencia do autor. A rua da Saudade n. 4.
V Al**',
Vaccas
Compra-se urna ou duas vaccas msticas, boas
leiteiras, qae deem de seis garrafas para cima ; a
tratar na engbnhoca Betica, na estrada real da
Torre, ou no Recife :ua da Mauro de Deus a.
34, escriptorio.
Telegramma de Pedro
Anlies Sf C.
Rua Duque de Caxas n. tt2
Para acconunodar os interesees da poca, os
proprietarios da muito couheeida 1 ja Nova Es-
peranca n. 63 rua Duque de Calas, term re-
solvido em pleno conselho de estado vender todas"
as suas mercadorias por menos 20 0/ do que ea
qualquer outra parte.
Para as Exmas. leitoras se convencerem d 'vera
se dirigir ao mes no establecimcnto; e para
orientar um pouco, passamos a demonstrar era
resumo os precos de algumas mercadorias mais
conhecidas.
Espartilhos fines para seuboras a 4500, 5/.r,00
85 e 9*000.
Finas meas cruas dem a 7500 e 8500.
Bonitas caixas de madeira para costura a2A60C
W000 e 4000.
Bicos bordados indianos, largara de 18 ett
centmetros a 4J&00 e 54500 pebas de 4 metros.
Bouitas boleas e caixas para presentes da
criaucas a 200, rs., 300 e 5) rs.
As senboras floristas :
Papel verde claro a 60 rs. a folha, e dito ear-
iiiiin a 200 rs rs. ; barato !
Fita Pompadour a 100 rs. o metro, largura
de 3 centmetros.
Leques de papel a 300 rs.. 400 e 300 rs.
E para nao abusar da pacfica e constante lei-
tora resumimos o presente, que s vista das
mestnas provamos o que acabimos de expr.
Grande variedad* em uvas de seda Je cores a
pretas.
dem em leques de seda, finas perfumaras,
punhos e ccllariuhos para enhoras, uimensa va-
. edade de calungas.
Pianos oapparelhos para bmecas.
Cytitaria finas, capellas para uoivaa e rao-
ninas.
Sedas e frocos, las e desenhos coloridos para
bordados.
Grande varedade em artigos para prtsente.
Meas finas pira hom^ns, senhoras e crianfas.
Bonita varedade cm-artgos de electrocutes
outros mu i tos para presentes.
Ao 63, rua Duque de Guias
Pedro Aniones & C.'ompanhia
fc PASTILHAS
t*9
De ANGELIM& MENTRUZ

as
S9
as
se
I

s
as

SJ
Aos 4:000S000
a ayiAiTiaoo
Bna do Barao da Victoria u. 40
e casas do csanme
Acham-se venda os felizes bilheter
garantidos da 4.a parte das loteras
aeaeficio da matriz de Leopoldina, (59.a)
que se extrahir sabbi.do, 19 do corrent.
Precos
Inteiro 45OOO
Meio 25000
Quarto 15000
Ea porco de 1006000 par:
cima
Inteiro 35500
Meio 15750
Quarte 5875
Joo Jotiqu> da Costa Leite.
Loja da Vilela
Os proprietarios deste rttabelecimento, recelie-
nmdesaa eneummenda lindas pulser.is de fita
0111 borlas prateadas c douradas para senbora e
menina por 2; magnifico sortimento de fitas chi
nezas bordadas, cores escribidas de 11. 0 metros a
8 "Oris. Amostras a ei ntento.
Ku Duque de Caxias n. 65
Criado
I'r cisa-ie de um criado para cpeiro : na rus
Primeiro d.- Marco n. 16.
0 Remedio mais efficaz e ~j
Seguro que se tem descoberto ate ^^
hoje para expe'lir as Lonbrigas.
___ROORIAVOL HIERES___
Aolris!!
R.. C Rua do Moga K
Para as noites de Santo Antonio, 8. JcSa
e S. Pedro
Neste cstabeleciment encontrara 1 09 au.:dorei
um variado e lmdissirao sortimento deFogos
chim'zes > outros naciouaf s, de magnfico fl'eito.
todos iu ffensivos e alguns vistos, pela primein
vez neste mercado.
Grande varedade de sortea em caixinlias, em
bouquets d flores artificiaes, assim c^mo em flo-
res soltas e outras novidades dignas de apreco.
Diversos livros para sortes, duus dos quaes fo-
ram editados este anuo, versos pita sortes avul-
sas e papis de diflrentes qualid^aes o ores.
Perfunikrias, quinqui larias, ramos de flores de
cera para bolos e um lindo sortimento de o stinbas
e caixinbas de setm e cartonadas, mu:t. proprias
para presentes.
Charutos, cigarros, fuuios t: mtis pertences de
mi ilior que vem a este mercado.
Todo a oree" mn'to rs f
ionio lrli|ipe Horeanx
D. Mana Xavier de Macedo Moreaux e tua filha
Joanna Evangelista Mor. aux agradecer/! sincera-
mente aos parantes e amigos que CinnpsT''cpral
o enterra ment de seu presaditemo esposn 1 pai,
Antonio Felippe Moreaux, e conyiUam i.s a assia-
tirem a missa do stimo dia, qu- por Ma 1 Ima
mandam resar na igreja da matriz da h > Vista,
saobado l' do crrente, s 7 1/2 horas C:> uianoi,
pelo que c'carao eternamente agradecidos.
3B
Ama
Prccisa-ae u ama ama para cosinbar, comprar
e fazer mais alguns servias de casa : a tratar
na rua do Mrquez e Olinda n. 5?, loja.
Precisa-se de lea para todo o servido para casa
de peuea familia, na rua de Pedro Alfonso n. 9.
Ao com inercia
0 abaixo assigasdo declara que vendeu a> Sr
Joaqun Eduardo Ferreira a sua taverna sita
rua de t, Miguel n. 10, livre e de*ts|barvda de
qualquer onns ; se al^uem se julgar com dretio,
queira presentar suas cootai 1:0 praso de tres
dias. Recife, 15 de Junho de 1886.
Manoel Nascimento.
Tayerna
Vende-se a taverna da rua de D. Mara Cesar
n. 89 : a tratar na msma.
V
ConaelUciro trronno trtbur de
Iiik illa e All>ii O Dr. Affjnsa Arthur Cysneiro de Abuquer-
que, tendo recebido a infausta noticia il< uassa>
ment d- seu padrinho e amigo, o conselln iro Af-
fouso Arthur de Almeida e Albuqnerque, convida
seus parentes e amigos para asaistirem a missa da
timo di, que ser resada no ^ia 19 do i-. ente,
s 8 horas da aianh, na irreja da Medade, coa-
fessando-se desde j agradecido por este acto de
caridade ebrist.___________________________________
rquiem
II je quinta-feira (17) s 8 horas da tcar.bii, se
celebrar na igreja de N. S. da Gloria, una missa
pelo eterno repouso d'alma de D. Mara Jo- quina
de Albuqnerque Leitao, trigsimo da do ata pas-
samento ; para assiste.icia da qual sao convidados
aus parenti s o ciinh-cidoa.
amonio los ta foaiiera
Leite Bastos Jfc C, pelo presente convidam ana
parentes e amigos de seu finado ocio e amigo An-
tonio Joa da Pooaeca, i assiatir s^misa." qua
por sua alma mandam celebrar na igreja do E-pi-
nto Santo, no dia 81 do corrente, s 8 huras da
manha. stimo do sen infausto passamento. ______

I Mam 1



G
8,
I
m
Mario de PtemurabucoQfriht--feira 17 de Jualio de 1886
Aos scuhoivs capita-
lisas j
O agente de leiloee, Pestaa, aotorisado por
wd amigo que retirou-se para a Europa, vende
trinca e cinco predio* (cataa terrea e obrados),
em erreito estado de c .nservacu, noa molhores
lagares das freguetias do Becife, Santo Autonip,
8. Jos, Boti-Vista e Orraca : trata-se no Becife,
roa do Vigario n. 12< aran ajero.___________^_
Ao eoniraercio
En, abaixo assigindo, declaro que dissolvi a
aociedade que tinba na padaria sita ra de D.
Maria Cesar n. 30 com o Sr. Joaquim Goncalvss
oelho, sabindo esto pago integralmente da parte
fie Ihe tocn e desoneradu Jaquella sociedade ; e
oabaizo assignado responsavel pelo activo e paa-
ivo, isto a contar desde 31 de Maio prximo pas-
ado. Becife, 8 de junbo de 1886.
Jos Manoel d S.
Massa para bolos
O que %& de melhor ueste genero ; vendem
Braga Gomes 4 C, ra do Mrquez de Olinda
asnero 50.
Leonor Porto
n. -&
Roa do Imperador
Primeiro andar
Contina a executar os mais difficeis
figurinoo recebidos de Londres, Paria,
Lisboa e Bio de Janeiro.
Prima em perfeicao de costura, cm bre-
vidade, modicidade en preces e fine
gosto.
i
i
}{
Criado
Aluga-se um mulalinho escravo para criado, o
nal sabe f izer compras e tod o servico de casa,
por terj 17 anuos, ten? boa conducta e bastan-
te ladino; i r. ::.-u- na ra de S. Joo n. 27
Preparase lindos bouqnets, assim como aluga-
se armacoea de bandejas ; a tratar na ra de
Morras n. 58, ou na ra do Imperador numero 31
67._____________________________________
Para S. .loan
A viuva de Valdivino, da plvora, avisa aos
apreciadores de fogos para os festejos de S Joo,
3ue tem um completo sertimento de pistolas de
uas a cinco bolas-e foeu'nhos para enancas,
assim como matsa para bi'scaps, plvora para
estouri. Becebi'-se eueommendas par eravtiros
e buscaps, sendo as pagas adiantadai. Tele-
phone n. 369
Prccisa-se de vm no Instituto Acadmico.
Farinlia Lctea
DE
II. Vestl
O melbor alimento para enancas de peito, rece-
be! Jos Antonio dos Santos.
lo Bim de Mrquez de Olinda 15
3Ba 1 de Marco3
18
com eir a vapor
Suprimonto para o vapor Jaovaribt
N. 927:170
O Sr. Francisco Alvos da Costa, conmandante
do vapor Jagnaribe, pela segunda vez rogado
vir a ra do Marque, de Olinda n. 50, dar cuta
prirr.ento ao numero cima. Pede-se ao digno
gerente providencias a respeito.
Aviso
O tabelliao Apolinario Maranho mudou o scu
ean irio para a casa n. 14 da meema ra estreita
do Rosario.
Aviso
Precisa-se de urna professora que saiba tocar
em piano e mais traba lh<-s de senhra, para en-
nbo : a tratar com o Bario de Nacaretb, ra
ImDerador n. 79, 1' andar.
"" era!
Sem dieta esem modif-
cales de costumes
Laboratorio central, ra do Viconde do
Rio-Branco n. 14
Esquina da ra do Regente .Rio de
Janeiro
Especficos preparados pelophar
fliaceuico Eugenio Marques
de llollanda
Approvados pelas juntas de-bygiene da Corte,
Repblicas do Prata e academia de industria de
Pariz.
Elixir de imbiribina
Bestabelece os dyspepticos, facilita as diges-
tios e promove as ejeccoes diffieies.
Vinho de ananaz ferruginoso e quinado -
Para os chloro-anemicos, debella a hjpoemia
intertropical, nconstitue o hydropicos e beribe-
mcos.
Xarope de flor de arueira e matamba
Muito recommtndado na bronebite, na bemop-
trse. e as toases agudas ou ebronicas.
Oleo de testudus ferruginoso e cascas de
laranjas amargas
E' o primeiro reparador da fraqueza do orga
toio, na fysica.
Pilulas ante peridicas, preparadas com a
pererina, quina e jaborandy
Cura radicalmente as febres intermitientes, re-
niantes e perniciosas,
Tinho de jurabeba simples e tambera fer-
ruginosa, preparados em vinho de caj
Efficazes as inflammaees do figado e baco
agudas ou ebronicas.
Vinho tnico de capilaria e quina
Applicado as convaleseencas das parturientes
mretieo antefebril.
Depesito : Francisco Manoel da Silva & C.
Francisco Manoel da Silva &G.
23-RUA MRQUEZ DE OLINDA-23
Quero tero?
Onrn e prala : comprase ouro, prata
pedras preciosas, por maior preco que em outra
jnaquer parte ; no 1 and -r n. 22 a ra larga do
osario, antiga dos Quarteis, das 10 horas as 2 da
arde, das uteis.
Aencao
Precisa-se de urna seora de idade superior,
ara dirigir a casn de um viuvo com cinco filboe
menores, em nm f ngenho : quem estiver nae con-
dicoes de ai'ritar a propost, dirija-se roa da
Aurora, sobrado n. 17, onde achara com qnem
tratar.
CMULSAO
DE
SCOTT
DE OLEO PBO DE '
Figado de bacalho
COM
de cal e soda
Apprevada pela Juma de Uj
giene e autorlsada pelo
goveru
E' o melhor remedio at hoje descoberto para a
tnica broncMies* encroptoula, ra-
rhllU. anemia, o- rltiltffndr ennersl.
deflo*so. lesse ctoronlca e aflTeroise*
da prllo a da cartean!it.
E' muito superior ao oleo simples de figado de
bacalbe, porque, alm de ter chaire e sabor agra-
daveis, possue todas as virtudes medicinaes e nu-
tritivas reconstituintes dos hypophospbitos. A' venda nai
drogaras e boticas.
Deposito em Pernambuco
VENDAS
Veode-se a casa com sota travessa das
Barrriras n. 7, tendo nnvsoffrivel sitio com bas-
tantes arvores fructferas : a tratar na ra do
Imperador n. 75, agencia de leiloes, ou na ra da
Santa Cruz u. tiO.
a!!!!
> Ra l>uqiie de CaxJas -&
Alguns artigos 50 [, menos do sea valor
Faites damass, linda fazeuda, a 400 rs. o co-
vado !
Linons com salpicos a 560 e 700 r. o dito !
Cachemiras com bolinlias de velludo a 1200 rs
o dito !
dem de 2 larguras, fingindo dados e lisas, to-
das as cores,a 1*500!
dem pretas, e merinos (2 larguras) a 900, 1/00,
1*400 e U600I
Alpacas de sedas finas a'.360 e 400 rs. o dito !
Popelinas com listras de seda a 280 e 30 o
dito!
Setins Maco verdadeiro, desde 8 0 rs. a 2*000,0
que ha de melbor
Gorguro pretc de seda, para (um vestido de-
cente) a 2000 o covado para acabar.
Damasss de cores, seda superier, a 900 rs. o
dito!
Velludilhos liso e de listrinhas a 1*000 e 1*880
o dito !
Esguiao pardo para vestido a 560 rs. o dito !
Nansoks finissiinos de cores a 320 rs. o dito !
Cretones para chambres e cobertas, superiores,
a 360 rs. o dito !
Dinasc '8 de la com 2 metros de largura, a
1*800 o dito!
Mariposas de cores lindas a 260 rs. o dito !
Bramante de liuho superior, 4 larguras, a 2*000
o metro!
dem do algodio, idem, idem a 1*500 o dito !
Atoalhado b udado, o melbor possivel, a 1*500
o dito !
Brins de linho de cores (linho puro) a 1*200 o
dito!
Camisas franeezas sem punhos e colarinhos a
40*000 a duzia!
Ceroniae de bramante .bordadas a 12* e 18* a
dita!
Guavdanapos de linho a 3*000 a dita !
Meias arrendadas para senhora a 8*000 a
dita!
dem cruas para homem a 3*500, 4*500 e 6*000
a dita!
Lencos braneus em lindas bolsinbas de letim a
3*000 a dita !
Enxovaes para casamento o seguinte :
Lindas grinaldas e vus a 14*1)00 e lGJfOOO !
Ricas eolias de crochets a 10*000 e 12*000!
Guarii<>sde dito (cadeias e Bofa) a 8*000 !
Espartilhos americanos, chiques, a 6*000 e
8000!
Cortinas bordadas, novos gotos, a 7*000 e
10*0001
Vendas em grosso, descont da praca.
Has Dasfiie de Casia SO
LOJA DE
Carneiro da Cuaba & C.
AttenQo
Vndese Manteiga inglesa superior em latas de
12, de 4 a 1*100, e 7, 14 e 28 a 1*000 por libra e
gas iuexplosivo a ra do Bom Jfsus n. 38.______
Fruetas maduras
Vendc-se diariamente especjes laranjas para
mesa, mangabas, rapetas, e outras umitas : no
largo de S. Pedro n. 4. "_______________
Ao 65
Bonitos leques de gaze para senhora, a 3*, 6*
8* e 10*.
Ditos de setineta, de 1*500 a 2*5u0.
Dtos de papel, de 300 rs. a 1*.
Km contlnuaco
Cintos de coure a 1*500 e 2*.
Babadas bordados largos e estreitos, a 103 rs
a peca.
Chapeos para bapiisados, de 1*500 a 8*.
Ditos de palha para criancas de 3 a 4 asnos, a
2*500.
O Pedro Antuacs ft C. quem tem para liqui-
dacao.
Belleza, frescara, jnventude
P branro den Orare* para ama
riar a petle
Estes pos, de. uma fineza extrema, especialmen-
te preparad afi ral-a.
A' venda, a :. .a do Pedro Antunes & C.t*roa
do Duque de Caxias n. 63.
Igualmente o bem conhecido leite de rosas para
extinguir as espinbas e pannos, os mais assombro-
8os iuimigos de uma assetinada face, restituindo-
lhe a bellr-za antiga.
F.m ultima analyse ser bom nao esqoeeer o
crme rosado para es labios !! So a Nova Bpe
ranea.
l'tll e agrada-el
Fazer um delicado trabulho de crochet esm
novellos de la e seda de diversas cores, que ieem
o Pedro Antunes & C.
Linhas de diversas cores, dita branca de linho
para fas/r tri volit, medalhro trasca bemeonhe-
cida para o tnesmo.
Um bonito desenhc colorido para mesa bonits.
almofada.
Ao 63Ra Duque de Caita*
O lempo proprio
Boas meias de l para bomens e senhoras, iuvas
de dita para quem soffre de rheumatismo.
Ao 3 Rui Baque de Caxla*
Agurdente de caima
Vende-se em ancoras, a superior agurdente do
caldo da cssma na ra estreita do Bosario nu-
mero 8.____________________________
Grande sortinieiilo de lo-
Mercearia
Traspassa-ae ussa caa- de molhados em uma das
Iirincipaes mas desta cidade, muito afreguezad i,
ivre de impostos e de quaesquer debito*.
Quem pretender dirija-se roa da Madre de
Beus n 2z, das 9 hora* dn Naba i* 6 da tarde.
gos
Nacionaes e Chinezes
Praprioa para sialsW
PARA OSTESTEJOS DAS NOUTS
DE
Santo Antonio, *. JoSo e
*. Pedro
Vende-se em caixa* e a retalho por precos com-
modos.
Ra do Sarao da Victoria n. 61
Loja do Stiuza
A RevoIQo
roa Duque de Caxias, resolveua vender
08 seguintes artigas con' 25' 0[a de- me-
nos do que eni outra qirnlquer parte.
Las com boliuhas a 500 e 640 rs. o covado.
Setins maeo a 800 rs. o covads.
Setineta* lisas i 400 rs. o dito.
Setineta eecossesas a 440 r.i o dito.
Cambraia com (lpicos a 64 rs. a pca.
Linn branco a 500 rs. o covado.
Linhos escossezea de quadrinnbs'e liso* a 240
rs. o dito.
Mariposas de cores a 240 rs. o dito.
Renaa da China 240 rs.o dito.
Damasco de la coto iBO ceatimetros de largura
a 1*800 o dito.
Bramante de linho com 9 palmos de largura a
1*800 o metro.
Bramante trancas! > de algodo a 1*200 o dito.
Bramante do Uma largura a'3J0, 360, 400 e
440 rs. o dito.
rim pardo a 300 e 360 rs. o covado.
Brim prateado de linho a 600 rs. o dito.
Crochets para cadeiraa 1* e 1*600 um.
Ditos para sof a 2* e 2*500 ura.
Colchas de fustao branco a 1*800 urna.
Fich* de l a 1*, 2*, 2*500, 3* e 4* um.
Espartilhos de coraca a 4*, 5*, 6* e 7*500 um.
Camisas de linho bordadas a 30*000 a duzia.
Chitas finas a 240, 280, 320 e 360 rs. o covado.
Sintos para lerAora, no dade, a 1*^00 e 1*800
um.
Lenc-s brancos finos a 1*800 e 2*000 a dnsia.
Cobertores de 13 a 2*, 4*500, 6^500 e 8* um.
Cambraia preta para forro a 1 *$00 a peca.
Meias para homens e senhoras a SJ, 4J, 5* c
6*000 a dusia.
Matlapolo gema c pelle-de ovo a 6*500 a peca.
Cambraia branca a 2* a peca.
Crinolina branca* e preta a 2*800 a peca.
Toalhas felpudas a 4*000 a dusia.
Toalhas alcocboadas a 12* a duria.
Cobertas de ganga a 2*800 e 2*900 uma.
Ledce8 de bramante a 1*800 um.
Para a Exmrtw. MOiwa
Setim maeo a 1*200, 1*100, 1*800 e 2*000 o
covado. '
Popelina de leda a 600 rs. o dito.
Alpaca a 400 e 500 rB. o dito.
Capellas e veos fiuos a 10* e 14*.
Colchas bordada* a 5*000, 7*000, 8* e 10*0 0
uma.
Cortinados bordVdos a 6*500 o par.
Pinlio de Riga
3x9 e 3^1*
Vendem Fonseca Irmaos ic C, a preco modi co
Fazendiis baratas
Roa DuquedeCaxias numero l
Cintas petit pois de cores azue* a 200 rs. o co
vade.
Duas finas claras e escuras, 240 rs. o dito.
Las esossezas, 320 rs. o dito.
Alpacas de c >res finas, 500 rs. o dito.
Fustoei brancos finos, 500 rs. o dito.
Sel netas e gurgurinas lijas. 500 rs. o dito.
Meriu setn maravilhoso, duas larguras, 1*600 o
covado.
Cortea de vestido em cartee, 10* um.
Ditos de cachemira idem, a 30* e 40* um.
Fichus raodernissimos, de 2* 4 9* um.
Ditos de malha, a 1* um.
Collarinhos techados, a 5*000 a duzia.
Punhos finos de n. 25 30, 800 rs. o par.
Velbutina de todss ss cores, a 1* o covado.
Merinos pretis e de todas as cores, setins de
todas as cores," cambraia com salpicos brancos e
de cores, tapetes de- todos os tamanhos, meias
para homens, senhoras e meninos, e outros muitos
artigos por precos resumidos.
MENDONA, PRIMO & C.
Mutamba
DE
J.Deisuc
Contra a calvice,' queda dos ca-
bellos, caspas e neuralgias
da caneca
Preco de cada frasco 1^500.
Vendem Odilon &-Irmao, ca^lleirejro,
ra da Imperatriz n. 60. \_________
Novos livros de sortfes
Qrnde variedade
na livraria PARISIENSE de Medeiros & C,
ra Primeiro d* Marco n. 7-A.
Vende-se
o sobrado de um an-ar e sotao, com bastantes
commodos e grande fundo para a ra do Pharol,
sendo situado na ra 8. Jorge n. 13 (Fra de
Portas) : quem pretender dirrja-se ra de Bom
Jess n. 45, das-8 hora* da mauba s 3 da tarde.
Carteira
Vende-se barato urna carteira contendo na peca
de baixo dous armarinhos e tres gawtas, e na
peca de cima 17 compartimentos que se fechan
com nma so chave : a ver e tratar no largo d S.
Pedro n. 4, loja.
Massa de mandioca
Vende-se massa, especialmente preparada, para
bolos de Santo Antonio, S. Joao e S. Pedro, a 500
rs. cada pacote de meio kilo : no largo de 8. Pe-
dro n. 4.
Buhar
Vende-se um bilhar francez em perfeito estado
com tres jugos de bolas e seis taco* : a tratar no
antigo largo do Pelourinho (corpo Santo) n. 7, es-
criptorio.
Engenho a venda
Vndese o engenho Murici, com safra ou sem
ella, situado na freguezia ua Escada, distante da
respectiva estacSo um quarto de legoa, podeudo
dar seis camiones por dia, moente e corrente,
tem duas casas grandes e duas pequeas para ino
rada, e outra para farinha com suas pertencas : a
tratar na ra do Imperador n. 65, 2 andar.
Plvora
Vende Candido Thiago da Costa Melle, em seu
deposito ra Imperial n. 322, olaria, onde tam-
bem vende tijolo% telhas. Telephone n. 221.
latea ao
Vende o Vascoucellos ra da Aurora n. 81
corram a ella!

WHISKY
OYAL BLEND marca VlADO
Este exobilente Whisky Esees*:* preteriv
ao cognac ou agurdente de canoa, para fortifica
o corpo. '
Vend-se a retalh* nos h, lhor* armasen*
nolhados.
Pea* BOYAL BLEJD marca VIADO cujo n;
me e emblema sao registrados para todo o Braxd
BROWNS & C, agentes
Vende-se
massa de mandiosa de primeira gualidade, para
bolo, a 1*000 o kilo: na Camb* do Carao nu-
mero 10
Cabriolet
Vende-se um em perfeHo estado e por preco
eommodo; i tratar na ra Duque de Caxia* n. 47
SCOTT
DE
OLEO PURO DE FIGADO DE BACALHO
E DOS
Approvada pela Exma. Jimia Central de Uygiene Publica da Rio de Janeiro e antorisada pelo
(overeo Imperial
E' TA0 AGRADAVEL AO PALADAR COMO 0 LEITE
CURA A
te rag ala, racbitls e criancas. Hile em gerai, anemia, t
ca e ltales o imito e
Combina, n'araa forma saborosa e agradavel, o oleo de figado de bacalho e 03 hypophoshitos de cal e soda, e com
seu uso obtem-se, simultneamente, os effeitos de ambos estes dois Valiosos e bdm conbecidos remedios. Alm de que tolerada e
assimilada pelos estmagos mais delicados, e no cansa era nausea, nem diarrb&, como muitas vezes acontece com o so
do oleo simples.
Veja-se'a opifliSo de illstres mdicos de varios psdzcs, sobre os resultados obtiios com o uso da EmulsUo de Scott ;
ittt %/n
Atiesto ter empregado com ventajosos
resultados em doentes de tuberculose pul-
monar, em minha casa de sa-le, a Emul-
sSo de Scott de oleo de figado de bacalho
com bypophosphitos de cal e soda.
O referido verdade e o juro in fide
medid.
Rio de Janeiro, 15 de Outabro de 1884:
Dr. J. lavano.
BSTADOi I'.IIDO*
Nova York, 4 de Setembro de 1870.
Srs. Scott & Bowne. Tenho receitado
na minha pratica particular e nos hosp?-
taes, a Emuhcio de Scott de oleo de figa-
do de bacalho coin hypophospbitos, e es-
timo-a como uma preparado de grande
valor.
A EmulsSo no muda, mesrao no tempo
de grande catdr, e sgrada mais ao paladar
do que qualquer outro preparado do oleo
que conheco.
Roberts Watts, director do servijo sanitario
do hospital de Charity.
I\(.l.\l\ RIC \
Royal Free HoBital. Grays luu Road
w. c.
Londres, 11 de Marco de '.884.
Srs. Scott & Bowne. Tenbo usado
com vantagens, a EmulsUo de Scott nette
hospital, em casos, nos quaes, o oleo sim-
ples de figado de bacalho nSo podia ser
toltrado, pois a EmulsSo saborosa, ef-
ficaz e n5o se re pete o gosto do oleo.
Chesam Sansn, medico interno.
VESrEZrEEXA
Valencia. Venezuella Io de^ Junho de
1884.
Srs. Scott A Bowne. Desde o ultimo
anno estou applicando.a Emulsaa de Scott,
a qual tem dado muito bon3 resultados, pois
alende ser uma efficaz preparacito para to-
das as doencas as quaes est indicado o oleo
do figado de bacalho, toma-se sem a me-
nor ropugnancia, vantrgera immensa sob
lodos os respeitos.
Dr. S. Colom.
KKTDON r.VIDON DECOLOH
Bit
Bogot, 4 de Junho de 1884.
Sr. Scott & Bowne. Ha alguus mezes,
esparimentei, em dous doentes a Emulsao
de Scott. Um padeca desde muito tempo
de urna ul.-era escr.iphulosa e o outro tinha
uma atroDhia incipiente do figado.
Ambos curaram-sc radicalmente com o
uso da EmulsSa.
Dr. Vicente Prez Rubio.
MXICO
O doutor Ernesto M. Hogewich, director,
do hospital de S. SebastiSo desta ci-
dade.
Certifica ter usado com bons resultados
a Emulsao de Scott na escrophula e na tu-
berculose, achando-a urca boa prepara-
jao que devo Ber racomraendada.
Veracruz, Abril 5 de 1883.
Ernesto M. Hegewich.
ClBA
Os abaixo assignados, doutores em me-
dicina e cirargia, certificam haver empre-
ado e continuaren) a emprdgar a EmulsSo
Scott no hospital de caridade para mulhe-
res no dito preparado excedentes propriedades
reconstituintes, assim como o consideramos
de utilidade para as aflaegaes do paito,
qur tuberculosas, quer outras, pois modi-
fica vantajisamente o organismo as pri-
maras, emquanto a afeccao nao tem en-
trado no terceiro periodo, e temos observa-
do as outras, que cura muitas dellas. Ae-
cres :entarr.mos cm conclusSo, que temos
acalmsdo algumas vezes o outras alvia-
do a tosse pertinaz, que tanto afige os
doentes do peito, com o uso desta EmulsSo.
NSo du vid amos, portanto, reco.-umendar a
Emulsao de Scott para todos os casos, em
que estfjitm indicados todos os outros leos
de figado de bacalho, e particularmente
naquelU-s a que nos referimos. E para
constar onde convenha, passa nos o presen-
te em Habana, aos 14 de Fevereiro re
1882.
Dr. Nicols Carballo y Gutirrez.
Dr. Nicols Jos Guitarrez.
PORT) RICO
Caguas, 30 .le Junho de 1884.
Srs. Scott & Bowne Tenho a satis-
faco de participar a V. S-, que tenbe
receitado, muitos dos mcus doentes, a
Emulsao de Scott, tendo obtido, em todos
os casos, os mais favoraveisresultados.
Esta eflienz preparacSo, pela sua forma
agradavel e seu bom cheiro e gosto, velo
eneuer o vasio, que notava-se de um me-
dicamento que, tendo por base o oleo de
figado de bacalho, nSo apresentasse os in-
convenientes deste, (sobre tudo pelas crian-
cas i devido ao seu cheiro repugnante e
gosto- desagradavel.
Dr. Dominga Cabrera.
Deposito cm casa de Francisco Manoel da SilvaRa do Mrquez
de Olinda n*23.
Aos 1.000:
200:000*000
MOiOOOMO
i
J)E 3 SOiTEl
En fa r dos ingenios da Colonia Orphaiwlogica Isabel
DA PROVINCIA DE PERNAMBUCO
Bxtnccso: no lia 8 fie Julfeo fla 1886.
Os preprietarios do muito
conhecido estabdecimento denominado
MISEU DE .101 \S
sito a ra do Cabug n. 4, enmmunic-.m ao nspeita- el PUBLICO que receberam un
grande sortimfnlo le joUs las mais modernas e df>* mais apurados gostos, como tan>
bem relogios "de todas as qualMades. Avisam tambem que continuara a receber poi
todos os vaporas vin ios .la Europa obj-ctos novos e vendem por multo menos que en
outra qualquer p rte
MIGi, WOLFF & C.
N. 4 -RA DO CABUG----N. 4
Oompra-se ouro e prata velri .
Este remedio precioso tem gozarlo a aece**
52o publica durante cincoenta e sete canos, coa-
t ;caadc-se a sua manufactura e venda em 1837.
Sua popularidade venda cunea for.lo to exten-
sas como ao presente; e isto, por si mesrao,
offerece a melhor prova da sua eficacia maniTS-
hosa.
Nao hesitamos a Azer que nao tem deixada
em caso algura de extirpar os vermes, quer em
creancas quer em adukos, que se achario aflic-
tos destes inimigos da vida humana.
Nao deixamos de receber constantemente
attestaedes de mdicos em favor da sua erficacia
admiraveL A causa do snecesso obtido por esb;
remedio, tem apparecido varias falsificas oes. de
sorte que deve o comprador ter mmto cuidado,
examinando o nome inteiro, qee devia ser
7erinifligG fie B. A. FAHNBT9C1L

%
O Omtif Bchnapps Aromticos dg Schleda de VlpTA>~W de Cerad d* primeira qualldade, cuidadosamente escolbida dos mdhores producios de dutric*>
mbm acamadopala qualidode do pi, como tamben do fructo do fragrant Enebro, e to purificados por pro
cacao especial one expurga do espirito todas as partkulat acres.
Como meio de eritar e corririros effeitns des^Rradavcis e muitas vezes irig040 produzidos no estomago 9
dos intestinos por aguas estraahas, o que awaiece aos viajantes e s pessoas nao acematadas, #
OS "SCHNAPPS"-AROMTICOS. DE SCHIEOAM
acham-se absolutamente INFAH.JVE1 S e aos casos de HYDROPSIA, PEDRA, OBSTRC.
GAO do BEfl, MOLESTIA da BEX3GA, EfiTRTCTVRA, DYSPEP8IA c DEBILI*
DADE OEKAli sao raomandados com instancia pelos soembros mais distinctos da profisso medical.
Sao piaparados esa garrafas de meio e de quarto. enoaixocadas com o nome do abuco ossignado esa cada
garrafa c com a marca da fabrica e uma fac-slmile da sua asignatura no etiqueta ou rotula
Veodem-so m toda A Phsvrnasbcia* LojM ds Casupo. Tem sido ugeitos anaryae doa
ehimicos os mais afamados e por elles foram declarados ser o mais puro espirito jamis fabricado.
Tendo assim veraneado sua pureza e anas propriedades emiou-se amostras a des mil mdicos, incluindo
todas os mais celebres clnicos doa listados Usados fim de que elles a experimeotassem.
Uma circular pedindo uma rigorosa prova e uma informacio exasta do resultado, accompanhava cad
amostra. Quatro mil doa clnicos mais eainentes dos Estado Unidos promptamente respondenam. So
opinUo do artigo era unanimemenre favotaveL Tal preparacot dziam elles, ha multo que se fazia absosossv
mente iiirfiaan poique nembusna coanancT.se poda depositar nos producios com manado commercio, todo*
mais oo menos adulteradas e por tanto inuteis para os propositoi mdicos. A excellencia pecufiar e forca do
oleo do Enebro que um dos ingredientes rmneapaes destes '* Schnappfl ** juntamente com o p-ro alcoool
do-Ihe na opmio dos mdicos nouvel uneiiondad': sobra todos os ftrimnlinir como divrttko, tooiso
c restorativo.
ijta Bebida Medkinal fi^ricad rxiosp^
expressamente para o usos medcinaea. <*
D0LPH0 WOLFE'S SON & CO., 9 BEAVER STREET,
HW-YOax,^ a.
E' infallivel
Largo de S. Pedr n
Tudo -c vende polo menos pos-
svel
Nes'e eatabelecimeato sempre ha venda o
pecial ii6r de m;racuj, em lidas garrafinkae,
propria-i par roilet, compaa de n.angaba e
nanga
Taibcm se encootra tus comp'>,t i rtimente m
g.tiolaa d todos os fabricantes para toda diversi-
dad- d> pasearos, at preprias p.:.- viagem,
tereru neo compartimentud e
Ene ntra se anda nru grande .-Ttimento V
pasear*^ nacionac o pstrangeir^s, entre ees ea-
nari.'S limaos naserdes aqui no llni-il, rolas
todas as qjalidades, at cruraia. proprina- pane
iardins.
E'
><' se ou permuta-se ama casa cem-otu i
roa do Socego n. 32 : a tratar oa
1 BirJwEt \



Diario de PcrnarobocoOuinta-fcira 17 de Junho de 1SS6
**?

ASSBMBLEi GKR1L
CAVARA DOS E PITA DO
SESSO EM 1 DE JUNHO DE- 1885.
PRESIDENCIA. DO SB. ANDR4DB FWEIBA
. (Continuando)
O Sr Alcolorado (comraovidoj usa
a p iUva para dar c uuas urna d>'.
sa noli
Druraraoid, que foi distincto membro da
cmara ni legrsl.tur.t passada. (\po>a-
dos.)
Por sso rquer que se lanc na acta da
se'ssao do h >je ui voto da profundo pegar
pelo passainento de uin dos mais be los or-
natntutis do partido conservador. ^Apoia-
dos.)
Posta a votos a tnocao, unnimemente
approvada.
ORDEM DO DA
VERIHHCAgXO DE PODRSS
Eleigao do 3o districto da provincia da
Babia.
O Sr. Ar lijo ClOCS requer e a c-
mara upprova o m'.erraraento da diseus-
O Sr. Candido de livelra re
qner votado nominal pira a oudusao do
parecer que auoulla o diploma do conse-
lheiro Prisco Par .izo.
Consultada; a cmara nega o pedido.
O Sr. Prt-bi lenta proclama diputado o
Sr. ristiles Augusto Milton.
Acbando-sa na aute-saia o Sr. Mltoo,
intro uzi 'o com as formalidades do es-
tylo, presta jura.nen o e toma asento.
RESPO-TA A FALLA DO THBO.<0
Entra era dis ^ussao o projecto ds respos-
ta falla do throno.
(Entra no salo e oceupa o sea lugar o
Sr. presiente do comelho.)
O r. Candido de liveira re-
corda que qumlo o Sr. liar) de Cot-gipe
palmante do pequeo numero de eleitores;
b-m como a n<-c ssiiade de tornar efecti-
va a responsabili lade dos autores desee,*
disturbios e deesas fraudes; entretanto, o
Governo que diz conderanar osses autores,
e conservar as autoridades que n'elles to-
maram parte.
Refere-se ao rosario de reformas de que
trata a falla do throno, de moda que o Sr.
presidente do conseibo levanta um pro-
grmala que pote servir ao partido a
ssrvador, como ao liberal,, como a qual-
quer poltica, conforme essa programma f8r
uta io recordando o que se passou com
,ro* judiciaria..
P rguata qu" garantas p l : offerecer
qualqu T roforma, quando a ultima reforma
judiciaria rodeou de independencia o poder
ju liciaria, e este est sendo victimado
pelas autoridades cvicas e policiaes.
Affirma a proposito, qua ba de dar quei-
xa era lempo contra o vice-preside.nt* de
Giyaz que travou conflicto com o poderju-
dicurio; descreyendo o que succedeu aessa
provincia, bem como na da Babia e na do
O-ar, onde o poder civ tem desrespeta-
do os actos do poder judieiario, at na
uaica g-raatia do oidado persegu Jo, a
coneessio de habeas-corpus.
AoaJysa cada urna das reformas aponta
das, ch g-ndo at da lei de 1. de Ou-
tabro da 1828 e pergunta que reforma se
p le esperar de um gabinete que tem es-
bulbado as enmaras municipaes das suas
prerogativas as pequeoas ; adm|rando-se
da que a Cmara Municipal da corte ain la
funecione, depois do que etn soffrido 4I0
Governo; quando a Cmara na) julgou
objecto de deliberago um projecto que es
tabelecia bases para larga descentralisa-
cao administrativa, nao sabe que reforma
possa fizer e. governo, desde qua nao pos-
sa alargar os recursos das municipalidades.
Mostra que nao ~ intoiramente verdade
que a -xecugao da lei de 2S de Setembro
io 1885 teuhaaido litteralmente exeuutada,
asumi o Governo, no anno passado, apre- CQ no lt ft falla do tnrono>
sentando o programma do G ivernO C-
mara, disse que os ministros eram todos
conhecidos do paiz e nao precisavam de
outro programma; logo que os acontec -
mentos aoopselbacam a dissolugao da Ca
mar, S. Exc decl .rou, quer na Cmara,
quer no Senado, que a eleigao a que se ia _
proceder bavia da ser perfeitaniente hvre; )ep09 0 uma consulta do conselho de Es-
este era o seu dever, mas pass .dos nove I
meses, ten io tilo o Governo tolas as faci-
lidades, vt se que nem o programma co-
nheci lo se realisuu nem os principios con-
servadores foram respetados.
Nota que a falla do throno diz o que. foi
essa dkicao genuioa, foi uma eleigao es-
cripta cora o sangue do povo; o partido
conservador tinba um corpo eleitoral cons-
tituido en base conservadora, tinca tam-
bera a luta intestina no partido liberal.
apesar de todos esses elementos os aten-
tados praticados em 1868 tiveram idntica
reprodu gao na eleigao de 15 de Janeiro
de 1886.
R sponda a contestares, descreyendo os
factos de Goyaz e de outras provincias, e
principalmente lendo o periodo da falla do
throno que se refere a factos criminosos
tivtrain lugar as ultimas eleicoes ;
que
Nao susp^ito sobre essa reforma, por
que combat^u o ministerio Saraiva quinto
ao augmento do imposto, dizendo que era
melhor apressar a emancipado p'lo syste-
ma indirecto da decadencia do valor do es
craxo; mas a Cmara consignou os 5 %
addionaes; entretanto, s a 6 do corrent--,
tado, que 9 Governo estabelecau o paga-
mento desse imposto, ainda assim cena ex-
c<*pc3js n2o cogitadas pelo poder legisla-
tivo.
Cr o "orador que o texto da lei de 28 de
Setembro, de 1885 est sendo imperfeta-
mente executado. E' verdade que por ser
accrescendo que cleixou de p a divida
fluctu nte, conforme se v do relatorio.
Achara raais conveniente qu> a opera-
gao da conrersao d as apoli .es fosso feita
b&o pelo banco do Brasil, mas pelo thesou-
ro, porque.desta muneira ponpara a estado
a coinmiaaao de l[. [0.
Julga o orador qoe a immensa serie de
reformas e retoque consignados na falla
do throno nada signifiiam, porque o n bra
presid -nte do conselbb mal ter lempo para
f'zer passar a proiogativa e a le da orna-
mento.
Entretanto a sociedade corainha, a tor-
rente democrtica irres stivel, e certo nao
se contentar cora 1 lei do 28 de Setea-
bro de 1885, mas retardataria que g, de 28
de Setembro de 1871.
E carabera .:1o se contentar 00 m o adia-
manto da lei sobre a calamento civil, o
alargaraeuto do suffragio e outras recia
madas por um paiz novo e cujo principio-
de vitalidade depende da iirmigracao es-
tr"ang-Mra.
Pretende tratar raais desenrolvidaraente
dos pontos em que tem too ido, mas antes
de coocluir deve estranhar que o nobre
presidente do conelho tendo, ao despontar
destt sitnaco, assegurado que aisuraia a
responsabilizado de tudo quanto fosse pra-
ti ado no actual rgimen, entretanto con-
sinta na psrversSo do seu programma e
na transgresso dos principios cardeaes da
constituigilo, deixando que a polica cabale
c rasgue a lei e que a magistratura se des
moralise. E' o caso de perguntar a S. Exc,
maneira de Augusto a Varo : Baro de
Cotegipe, onde est o teu partido ?
O Mr. Baro de Cotegipe (pre-
sidente do rouselho) diz que o uobre depu-
t-do comecou estranhando que o orador ti-
vesse falt .do ao comproraisso que tomou
perante o paiz, ao assumir o poder, de dei-
xar correr as eleic8 livres da interven
cao do governo. Pensou S. Exc. que o
governo nao redisou a sua promessa, e
que as eleio,3es nao foram seno o effeito
da violencia e da fraude.
Al n acatas p tlavras, que o orador
chama tabelU&es, aiduzioo nubre deputado
alguns faatos) a respeito dos quaos esque-
ceu qne o resaltado da etnico foi devido
ao descrdito do partido d V. Exc.
Na vida poltica das oacSes ha pocas
em que o espirito publico toma se iresis-
tivel. E' assira que o triurapho do partido
conservador foi tal, que o orador nunca sup-
p iz pudesse ser tamanbo e este triumpho,
provm dos erros do partido liberal que"
ha muito se havia declarado era liquidacao.
Entretanto deve tr .nquillisar o nobre
deputado, assegurando-lha que o governo
esta a confissao do gabinete, condemnan-
do esses acontecimentos e vindo pedir ao I ep0j8 A dissolucJlo con le pela proroga-
parlaraento retoques na lei eleitoral.
Perguntando o que dina a falla do thro-
no, se por ventura tivesse sido feita de-
pois do procedimento da maioria da Ca
mar na verificacao de poderes, era que
a DJus 9a e o desvio das normas tracadas
na lei de 9 de Janeiro sao os meios era-
pregados pira diminuir ainda mais uma
pequea o.inoria liberal; para isto nao se
hesita em r sgar diplomas legtimos, des-
conhecer eleitorados inteiros, em fira procu-
rar as nullidades raais estravagantes.
Admira a abstencio dos nobres ministros
nos actos de verificacao de pod -res, dando
lugar a sua ausen -ia aos conchavos, que
dao em resultado o que o paiz esta pre-
senciando.
Sustenta a nec'essidade do alargamento
eleitoral porque a causa dos disturbios e
das frau les da ultima eliao est prraei-
u .1 grande onu- para as provin ias, pjdia as se esqueceu das suas promessas, quan
dispensar-se a cobraoca dos 5 /0 a idicio- to a eleicSes.
naes ; mas emquanto lei deve ser execu-
tala, sem reduicSes aera ex;epc3es.
O nobre presidente do consolho e o seu
partido revoltarara-se outr'ora contra a
falta de verdade nos ore 1 meatos e contra o
grande funecion disrao ; em sua mxima
parte na debellaclo do dficit por meio de
economas, .toma-se falho, porque nao
com prorogativas que se obtein ecotaomias.
Se o noore ministro antes de obter a
dissolucao da Cmara queria a reforma, de-
talhada das despesas publicas, como que
gao de um orcamento caduco feito por seus
advessarips ?
Censura o nobre presidente do conselho
por nao ter evitado a prorogativa anterior
fazento discutir todos os orjaraentos no
anno passado, para votar os quaes tinba
gente, assira como por nao ter evitado a
prorogativa a :tual, encurtando o prazo da
eleicSo e convocando a Cmara para 4ar-
co, fim de fazer discutir o orcamento de
futuro exercic.o, e nao guiar se peloanti-
go, condemnado pelos conservadores.
Admira os talentos do actuul ministro da
fazenda quanto a nanea, mas lamenta que
S. Exc. nlo revelasfe o seu espirito de
economa na execugao do orcamento v i-
g nte, porquanto sendo a despeza de .
136,000:000)$, o nobre ministro da fazen-
da serviodo-se de todos os crditos da ta-
bella augrnntou a FLHETIM
KIGOLO
POB
27.is 23 :mw
^CO.STLNAgAO OE ANGELA)
(Continuaco do n. 136)
vn
Nos dous ltimos csete, f-oi o acaso
qoe fez tudo.
O senhor demasiadamente rro les-
to I Diga-me doutor, conhecia Jayrae
Bernier ?
Nem elle, nem esta senhora, cuja ma-
gua profunda e situaco difficil me coramo-
veram profundamente.
Magua bem legitima e situaco b?m
difficil, couj tffeito; porque, so o testaaen
to de que temos o rascunho se 'fez, po-
de levar muito muito tempo tintes que
as berd'-iras tornera posse da heranja.
A menina Beruier naa rica, obier
vou Angelo Proli. Nao pode esperar.
Estou absolutamente sem recursos,
apoiou Cecilia.
Por consequencia, disse o italiano,
solicito a su* poderosa proteccSo para abre-
viar as demoras que, por inuito curtas que
sajam, serio sempre demasiadamente Ion-
gas.
Apesar de toda a rcinha boa vonta-
de, nada absolutamente posso fazer, res-
ponden o juiz. E' preciso primeiro ahar
. o testamento, se elle existe, ou adquirir a
prova de que ell n&o existe. Em segui-
da, se nao sobrevierem difficuldades entre
os co-herdeiros, ser a vez uos tabelliSes,
que raras vazes andam depressa.
A ilba de Jayme Bernier levou o lenco
Ihos, como para limpar as lagrimas. I mtL da culpt
sssssssmiBsiiBmamsBmiBmssmmmsssssssissssmismmi
Nao chore, meniua, dUse Angelo, lo-
go nao ter que reeeiar "mais difficuHades
era privacSes, emquanto espera que Ihe
seja restituida a sua fortuoa. Offereco-lbe
na minha nasa de saude uma hospitalidade
tranquilla, a qual nao recusar, espero, co
rao nao recusou a, minha ainiza le.
O Sr. de Gevrey agarrou na mJlo de P-
roli a apertou.
O que acaba de faSer, doutor, mag-
nifico, -xclamItt elle, o senhor ura ho-
rnera de sentimentos delicados, e cu insto
com esta s ahora para que aceite os seus
offr.recimentos.
Por 8so os aceito, ienhor, e cora pro-
fundo, reconhecime'.to, murmurou a mofa.
- Agora, que estamos de accordo, vou,
mea caro Sr. P..roli, f .zer lhe algumas
guntag.
B'^ponderei immediatamente.
Foi hontera, nao verdade, que achou
esta carteira ?
Sim, se ihor.. na lama, em cima do
passeio da ra Vieille-du Temple, quasi
era frente ao n. 58.
A que horas ?
Pelas duas horas, e depois de ter ve-
rificado o que continha o m.-u a Indo, apre-
sentei-mc em cesa da menina Bernier e
soube. p da sua bocea a desoladora noticia
da morte de teu pai.
A carteira nao continha senao estes
papis ?
- Nenoum raais.
O Sr. de G.vrey, dirigindo-se a Cecilia,
perguntou-;
Fea appello S suas recordacSes, rae-
nina, cora reUco> carta qu perdeo e que
se acha por tSo incompreheosivel man ir 1
na cactaira roabada seu pai ?
Sim, senhor.
Continua a estar certa de haver per-
dido esta carta no mesrao dia ern que a re-
cebeu ?
Perfeitamento certa. Foi no ia 2 de
Dezembro.
Quando se diriga para casa da her-
vanaria Angela Bernier, rus das Damas n.
110?
Assim croio.
Nao seria antes em casa de Angela
Bernier que teria perdido o agenda que a
continha ?
Meu Daus, possivel senhor, e cotr-
fesse que j tire esta idea, mas nSo posso
affirmar nada.
E' lastimoso... murmurou o juiz for-
A este rexpeito trouxa o nobre deputa-
do alguns tactos, de-que tirou consequen-
cias n;io lgicas. Porveatura n'uma epoca
em que as p.iixSes mais se alterara, como
seja a das elei.oVs, era tempo algum, em
parte alguma, deixou de haver uma ou ou-
tra oceutrencia criminosa ? Certamenti
nao, e nem possivel que o partido con-
servador, em tao pouco tempo, desmorali-
sasse o paiz ao ponto, em que o figurou o
nobre deputado. Por consequencia, se des
moralis-icio havia, ella vinlia de detrs.
O orador nao precisa citar factos para
demonstrar as violencias pradeadas por
liberaos no tempo em que elle* domina
vara e excluiara dos empregos pblicos a
quasi todos os conservadores. Pergunta se
os coflictos da S. Jos e da Victoria, em
PernambukO, de que resul tarara tantas
mortes, .omparavel ao do S. Jos de To
cantos, em que houve apenas duas mor-
tes, e a respeito do qual os nobres opposi
cionistaa fazera taraanho escarceo, culpan-
do as autoridades e querendo que ellas se-
jam demitti las, antes de se c-nhecer quem
sejam os criminosos.
Nao ; o inquerito est aberto c s depois
de touheoido que o governo proceder
puBcao dos criminosos. NSo pode nem
deve estar ao bel-praz -r dos nobres oppo-
aicionistas, demittindo autoridades sem sa-
ber se sao delinqu'ntet.
Mas uma taciica poltica o desviar a
Proli escutava com toda a attencao.
Suspeita da filha natural de Jayme
Bernier ? perguntou ella de repente.
Dizer que suspeito muito, mas te-
nho prevencSes. De raais, a luz em bre-
ve se far.
t- Tem algdraas esperanjas 1
Teoh todas as r*z5es pra as ter...
A naval ha deixada pelo assassino na feri
da da bu,, victima uot guiar.
Apezar da sua forga de animo e do im-
perio sobre ei mesrao, o italiano es'.reme-
ceu.
O Sr. de Gevrey continuou:
Havemos de encontrar o lagar, onfe
foi vendida a navalha, e o hornera que a
coraprou nos calnr as raaos. Essa car-
teira, n onirada iionte o pelo senhor, pa-
rece demonstrar que o rais--ravel esl em
Pariz; porque eotendeu que nao deyit
enriar a uingueo essa prova material do
criiue. Ora, Beata oc .iao, dase urna bus-
ca ra todo Kariz, e ageut"8 hab-is acabara
de partir para Mars Iha. .. arece me pou-
co piovavel que o ciuuiuoso nos escape, e
sab -remos entilo, por <-lle, se a h-rvan..na
Ang-la Bernier f.>i oua instigadora e sua
CU 1 -pilco.
Seria deploravel ver o criminoso tieai
impune, disse Par di ora vuz grave, e a
jusliga deve viug.r a orph.
Nos a vinyareinoa, uro doutor.
Permitt -o.e que lli i pergunta que
deciso tomou, Cora r, laco ao ..orpo de
J..yrae Bernier '<
Por e.uqu.nto nao posso pernittir o
ent-rro.
Por que 1
Porque qu ro -ujifrontar o aoaassion
COm O CadaVC", 8 a pnso do luiseravel
UO B I I .uno,
Esp r-ouos que a.poli ia eo< br
OOnoiga. /
- Amia una p.l.vri, nituba seohora.
Podo d. s r, v.r me, om tb la a exacu
o ag.-nda que a,-s-nliora perdeu, e cue eu-
cerr..v.\ ^ aria d eu pai T
Er um ,g i. I d- niard o egverdea-
do, orr.io dt v llu m por d< mr Eiu u
daa fa 8 tioh, eiorhu i la^ por
uma g-iual la de rotas s miuli-.s duaij ioi
ciae C. B., uir I >p zinho I pr .u passau
do por duas presiln a carteira.
tio que continha dentro 7
Cio ou seis follia de papel.
n-saasfolhas tinh esoripioalguma
cousa t
attencSo dos graves o importantes assurap-
tos para queatdes insignificante como estas
que alias o governo nao se dedgna de dis-
cutir. Mas con vm discutir de preferencia
as grandes questSes, para as quaes o ora-
dor chamou a attencao dos nobres aboli-
cionistas, da primaira vez que se apresen-
tou ao parlamento.
Os nobres deputados disectam nangas,
magistratura e todos os ramos do servio
publico no p era que os deixaram, c
rao ufinal se os conservadores nSo tomara m
uma casa para liquidar, e em cuja liquida-
cSo inistor muita coragem para arcar
com as difficuldades que surgem a cada
momento.
Quanto arguicao feita ao governo de
intervir nos actos eleoracs infundada ;
e s depois que verificar a existencia de
autoridades criminosas que ha de pu.
nil-as; antes, nao, ha da sustental-as, e
nao consentir que sem provas se. lance so-
bre ellas o peso de no loas infamantes s
porque sas conservadores.
O* cidados que o governo nomeou para
presidentes de prjvincia, e lguns merece-
ram o applauso dos nobres deputados op-
posicionistas, eram todos cidados hones-
tos, e oa sua administra cao deram provas
da sua lealdade s instruegoes que rocebe-
r-.ui ; foram interpretes ii -is da .piaiao do
governo, e se em alguns lugares ss deram
oceurrencias lamentaveis foi isso contra a
vontade delles.
Quanto eleigao que se est aperfeigoan-
do por meio da verifioagao de podares, ad-
mira-se de que seja o nobre deputado quem
incito o orador e seus collegas para virem
cmara fazer o papel que S. Exe. fez
quando ministro (hilaridade), andando pe-
las mesas dis coramissocs a indicar quaes
os deputados que deviam entrar.
O Sr Candido de Oliveira: As cir
curastancus eram diversas.
O Sr. Baro de Cotegipe (presidente do
conselho) comprehende bem a diff-renca :
que o nobre ex-ministro queria fazer
maioria (hilaridade) eo orador nao quer
seno a maioria real.
Qualquer que seja a sua opiniao a res-
peito da cmara verificando seus poderes,
dir que sempre do modo nais conforme
com a moral e com a lei que entende a
cmara procede. Se entendesse aquelle
proceda de um modo inconveniente, reti-
rar-se-hia.
Assim, j v o nobre deputado que sera
se envolver nessa verificago como se en-
volver S. Exc. na legislatura passada, as-
sume a responsabilidade da constituicSo da
cmara, mas responsabili iade posthuma e
nao anterior, como a do nobre deputado.
Assegura qne o governo nao se tem en-
volvido era cousa alguma no que respeita
to procedimento tido pela magistratura.
Se os nobres opposicionistas, nao tivessem
constituido no paiz uma magistratura tao
apaixonada e intolerante nao se ouviriam
agora as queixas que partem de todos os
pontos do imperio, visto como um grandis-
aime numero de comarcas est servido por
juizes liberaos. Se censura ha, essa cen-
sura deve cahir em cheio sobre os correli-
gionarios do nobre deputado.
A respeito do facto de Goyaz, pe osa
que esta questao bem analysada d mate-
ria para um romance, e nao sabe desde
quando os nobres opposicionistas se toma
ram de tanto amor por Gtyaz. Pois se
um senador favoneou a candidatura de um
bino era, que nunca foi aquella provincia, e
esoseguio fazel-o deputado, que muito o
que sahisse deputado pela mesraa provincia
o Sr. Figueira, que l foi pleitear a sua
eleico ? Um ex ministro e derrotado e
triumpham os candidatos conservadores.
Isto mostra que alli houve a reaego, hou-
ve o desespero e quo o eleitorado conser-
vador e nSo liberal.
Os apartes dos nobres deputados arras-
tam-n'o para a discusso de factos qus nSo
tara muito cabimento na falla do throno ;
nas emfim vai discutil-os.
Em seguida relata o que succeneu em
Ilhs a respeito da denegago do habeas-
cjrpus a tres cidados, e a respeito do
conflicto trava lo entre o presidente e al-
guns vereadores da cmara municipal da
Fortaleza.
Disse o nobre deputado que a falla do
throno era um rosario de reformas que o
governo nao poderia realizar.
Entretanto o orador vio na situagao libe-
ral uma falla do throno, que mais pareca
um rol de miserias de que de reformas ;
alli p'diara-se concessSts, pediam se re-
formas, crea vara so reformas ; emfim era
um sudan dai nossas necessidales.
M.8 nao se admira por que a arma dos
liberaes na opposjgao a reforma em tudo
e para tudo. Sob-m ao poder a ponco ou
nado fazem, e quando o poder lhes esca-
pa querem o casamento civil, o suffrago
universal, a alforria dos pretos com tres
annos ou quatro de servigo... apresentam
un rol de reformas que mais parece uma
vidraga de amostras. Pode, porra, ga
raotir aos nobres deputados que o que o
p .rtido conservador aprsenla nSo sao
amostras. N> v dffi -.uldade alguma em
qne se lefjs!e sobre cmaras municipaes ;
quanto reforma judiciaria, ha de o parti-
do conservador fazel-a no 8'ntido que tera
em vista j e sobre a reforma financeira
considera que se o partido conservador
realisar ao meno3 o equilibrio da re-
ceita com a despeza, muito feliz de
j'ilgWi, pois nao brincadeira o que
os liberaes esbanjaram ; s a divida rlu-
ctuante que deixaram anda em..
100,000:030$.
Pela proposta do orgamento se verao as
economas que so fizeram e se podera fa-
zer.
O nobre deputado assacou ao governo a
culpa da presente prorogativa, o esquece
que Ss. Excs. nem se quer deram as leis
de forja o anno passado. A culpa, por-
tanto, nao da actual situagao, mas da
transacta, e nao seria com o adiantaraento
de dous raezes de reuniao extraordinaria
que o parlamento poderia dar a tempo este
anno todos oa orgamentos, no intuito de
evitar uma resolugo prorogativa, como
lembrou o nobre deputade.
O governo est no proposito de seguir o
caminho do progresso, mas, do progresso
refl-ctido e d legalidad e.
Neste sentido faz todos os esforgos,
cora risco de descontentar a alguns
amigos ; e tem esparangas de que a actual
cmara ha de desempenbar-se perfeita
mente do seu dever, para honra do paiz e
honra sua.
Esta discusso fica adiada pela hora.
PROROGATIVA DO ORgAMEXTO
Entra em 1' discusso o projecto que
manda vigorar durante os primeiros qua-
tro mezes do exercicio da 1886-1887 as
leis que orgam a receita e fixam i
za para o exercicio de 1884-1885.
O Sr. Hontandon diz que a mis-
sao do partido liberal na cmara deve li-
raitar-se a apreciar os actos do governo e
a defenrter-se dos apodos que perventura
lhe queiram atirar.*
E-t persuadido de que a maioria real
do paiz nao est representada na cmara
pela maioria, e airn pela minora, isto era
consequencia de urna transformagao ope.a-
da ltimamente.
Notas insignificantes, creio, moradas
de fornecedores, absolutamente nada de
importante.
Entao espera encontrar esse agenda,
Sr. de Gevrey ? perguntou o italiano.
Nao ouso dizei que esp ;ro ; mas tu-
do possivel, mesrao o impossvel... O
senhor tambera encontrou a carteira de
J.yrae Bernier.
Neste momento bateram discretamente
porta io gabinete do juiz forraador da culpa,
e o servente entrou, traz-ndo um bilhete de
visita na mo e que entregou ao magistrado-
Este olhou para o bilheta e disse a Ce-
cilia
Aqu est urna visita que a intores-
sa, rainha senhora.
Urna visita ? repeto a filha de Jay-
me Bernier.
A to Sr. Benjarain Leroyer, tabel
lio de Djon e amigo de seu pai. E-t
l fra e mandou-me o seu bilhete de vi
Bta.
Angelo Proli fez se um tamo paludo,
mas dominou a comraogo que se apodera-
ra delle.
- Visita, cora eff-'ito, de bastante inte-
res*e para o senhor, disse elle : vai sabor
se J>.y,ne Berni r escreveu o testamento
ile que est'j tabelliao tinha feito o rascu
nho.
Dign ao Sr. Leroyer quo entre, or-
defiou ojuiz
To ios se ti oh ara levantado.
C edi. conhecia o Dijonn<-z, quo ella em
ouiro tempo tinha vis'o mais de urna vez
en ninp-iiihia de seu pai
Assi o que II- entrou re-onheceu-o logo.
Oit.li no ,rr g). ie novo o sobr'olho.
Ti ib ni e|| conheci o r em-ch-1,'ido.
Er i o lio ii'-ui but" nilo tinha dexado
J .y u t rnier durant- o dia 11 de De-
zeoi'iT lior.. i,. |U o ^o sanirara da repre-
iltagA ni bc-.i-ti io
Ii o) i.ni L ry r tinha estado, d
Hlguoa luioutoa p rto lelle no cat do:
tro.
S o not rio india r parado nelle
lembr.v.i lias., P.roli senta que estava
g a^e uente compro n tti io e quasi perdido.
De fa, havia alli mais que o necessa-
rm p..ra p riufbar os mais resolutos.
P r li, cointudo, portou-se bem e soube
contr .inr o rosto por forma que nao tra-
hisse o que lhe pass iva dentro d'alma.
O tabelliao, intro iuzido pelo servente,
tinha parado por segundos entrada da*
Accusa-se o partido liberal de t'r vivi-
do d prorogativas; entretanto o partido
'onservador coraega a governar imitando
o exemplo que coniemnava.
Estranha que o nobre ministro da fazen-
da demorasse at agora a cobranga dos 5
[0 addicionaes, o que determina um pre-
juizo para o fundo de emancipaoSo.
Referiodo se converso das apolices
louva a operago, mas censura a curteza
dos prazos, com o qual ficaram surprnui-
dos muitas capitalistas que poderiam pro-
curar emprego mais rendoso para o seu
capital, e assira nao podem fazer.
Conclue estranhando que o nobre mi-
nistro langassa m3o de uma prorogativa
antes de fazer esfercos pela passagem dos
orgamentos, o que poderia ter obtido em
tempo se o governo tivesse convocado a
reuniao da assembla para Margo.
O ir. Francisco Belisarlo (mi-
nistro da fazenda) : -Sr. presidente, darei
resposta raui breve ao nobre deputado,
para nao elxar sera explicagSes as duvi-
das que propoz ao goverao.
A primeira consisti no facto de virmos
pedir ama prorogativa para a lei do orga-
mento de 1884-1885. Por este acto nao
somos nos os responsaveis. O nobre de-
putado disse que se poderia ter evitado a
medida proposta, convocando-se nina ses-
83o extra rdinaria da assembl > geral. V.
Exc. estar lembrado, Sr. presid nte. de
que duranto o tempo do dominio liberal
censuramos constantemente a reprodcelo
das convocagSes extraordinarias das ses-
soes legislativas, apmtode tornar-se qua-
si ura facto normal a reuniao da assembla
fra da poca da oonvoeagao ordinaria.
Era um vicio iotroduzido no nosso rgi-
men, do qual nao nos de vamos toruar co-
participantes, fazendo aquill que censura-
mos ao partido liberal. Alera disso dous
mezes de aesso extraordinaria, que era o
mais que se poderia obter, nao poderiam
trazer esse resultado, accrescendo que nes-
sa poca do anno nao seria prudente a
reuniao das cmaras, em vista do mo es-
tado sanitario desta capital, pelo que nao
podetiamos contar com a reuniao dos Srs.
deputados A prorogativa que boje se
propo-i uma cons-quencia natural do es-
tado em que nos achaines collocados. Es-
te orgamento, j prorogado p-lo partido
liberal, innegavel, nao corresponde si-
tuagao actual; mas a su- prorogagao ne-
cessidade que se impSe. Tinha so de tra-
tar antes da verificagao de poderes.
Ura Sr. deputado : Nem o processo
eleitoral estava acabado.
O Sr. Francisco Belisario (ministro da
fazenda): O nobre deputado p rguntou
depois por que o governo deixou por tan-
to terapo de realizar a cobranga dos 5 l
addi ionaes creados pela lei de 28 de Se-
tembro do anno passado, sendo 2(3 para
raanumissois, e um tergo com applioaco
s despezas de imrr.igrago.
I Senhores, foi o partido do nobre depu-
tado aue levantou no senado a queato,
alias muito debatida, de que s^ria incons-
titucional a cobranga desses irapostos sem
estarem consignados em lei de orgamento.
Supponho que o nobre deputado onhe-
ce a minha opiniao a este respeito. Com-
bat a idea, mas, urna vez votado o pro-
jecto, s me caba executar o que era lei
do paiz.
Levantada no senado a questao de in-
constitucionalidade que, repito, foi susci-
tada por grande numero de representantes
do partido do nobre deputado naquella casa
do parlamento, o governo teve de consul-
tar o conselho de estado, sobre dvidas
occorrentes.
Tudo ieso suscitou demora, que augmen-
tou forgosaraente pela necessidade de re-
gulamentar-sc a cobranga desses irapostos.
Accrescia a ato entender eu que a cobran-
ga devia comegar, e no mesmo dia, em to-
das as provincias, porquanto estes irapos-
tos uddicicnaes tinh ara sido votados come
m onus, cora que todos os contribuales
do Estado deveriam carregar, para a con-
secugo do grande fim.
Actualmente, portanto, a cmara acba-
se h'aoilitada a votar, ou incluiodo na pro-
rogativa a autorisago para a cobranga
desses impestos addicionaes, ou reservan-
do esta deterrainagao para a lei do orga-
mento definitivo, ou finalmente, deixan-
do-os como se achara, pois que assim tci-
tamente acquiesce ao modo j adoptado de
effectuar a cobranga. Eis, portanto, dados
os motivos pelos quaes os 5[0 addicionaes
nlo foram cobrados inmediatamente.
O nobre deputado oceupou-se ainda,
muito ligeiramente, verdade, com a con-
verso das apolices, cujos juros foram
reiluzidos de 6 a 5[0. Agradego ao nobre
deputado as expressos com que se refe-
ri a este meu acto; nao espera va menos
do seu espirito justiceiro.
fepre
t"
ea-
e se
porta do gabinote, comprimentando as pes-
soas que alli se achavam.
Deu com os olhos em Cecilia.
Dirigo-8e logo para ella e agarrou lhe
as raaos, dizendo lhe com urna commogo
trahida pelo tremor da voz :
Ah pobre menina Que desgraga !
Que espantosa desgraga Lastimo-a pro-
fundamente.
E eu sou na verdade bem dgnatde
lastima... Perd o melhor e o mais amado
dos pais.. respondeu Cecilia, a quem uma
violenta e passageira sobreexuitagao fizera
correr as lagrimas.
Benjamn Leroyer voltou-se para o juiz
formador da culpa.
Queira perdoar, senhor, disse-lhe elle,
por me ter dirigido a esta pobre orpha...
nao fui senhor de mim.
NSo tera que se desculpar de ura pri-
meiro raovimento muito natural... rejli
cou o magistrado. O senhor era o amigo
da fau-ilia Bernier.
O amigo muito ntimo de Jayme, sim,
senhor, e havia amitos annos. Fizemos os
nossos estu ios juntos.
Era tambara seu cliente ?
-- Sim, seaor.
Prim *a que tudo, tanho a agrade-
cerme haver-se posto nossa disp isigao
se o raais demora.. A sua presenga vera
naturalmente langar ura pouco de luz sobre
as densas trovas que envolvem a morte de
seu amigo.
Est iu disposto a responder-lhe, se-
nhor, mas desejava antes ter alguns porme-
nor-s sobre a catastrophe... Sei que Jay-
me foi assassinado, i.inrn nada raais s'-i.
O Sr. de G vrey pz o tabelliao ao fac-
to dos resultados obtidos pelo inquerito at
emito.
E depois de o ter matado, roubou o !
xclamou Benjamn Leroyer, depois de ter
escotado a n. n gao.
Ij80 certo, salvo t o Sr. Bernier
ilou em sua casa os trezentos e ciu
coenta mil francos que trouxe de Argel.
Nada epositou em minha casa, se
nhor. Recebeu, pelo contrario,"de mi-
uhas .naos, uma soraraa de seis mil fran-
cos, producto annual de nm emprego de
fundos sobre primeira hypotheca, feito por
meu intarmed o e de que guardo os doju
meatos no cartorio... Vira -nunido com o
recibo de Jayme... Aqui est.
E o tabelliao entregou ao juiz formador
da culpa um recibo de seis mil francos com
(Continua)
a data de 11 de Dezembro e tendo a assig-
natura do ex-armador.
O Sr. de Gevrey pergutou :
Quanto tempo passou o seu amiga
em Dijon com o senher ?
Chpgou na noite de 10 para 11 e
passou cnmmgo o oa e a noite de 11.
-* Disse-lhe que somma trazia cornsigo ?
Uma sorama de trezentos e ciaeoea-
ta mil francos.
Aos quaes se deve juntar 03 seis mil
francos juros, pagos pelo senhor?
Naturalmente.
Tinha, alm disso, o recibo de urna som-
ma muito importante, depositada por elle
em um badqueiro de Marselha.
Casa de rauito crdito, sim, senhor ;
fallou-rae nisso.
O Sr. Bernier esteve sempre com
senhor durante o dia 1
Nao me deixou um s instante.. al-
mograos juntos... saturnos juntos .. e de
noite foraos juntos ao theatro.
Angelo Proli e Cecilia estremeceram.
Arabos pensaram no actor Paulo Darnala.
Ojuiz formador da culpa perguntou:
A que horas se separou do seu amigo T
-- Seria uma hora da ruanh, na p
do Theatro, eu para voltar para minha
sa, elle para ir ao hotel do Chapoau-Ro'
buscara mala e dirigir-se para o ca ifl
de ferro.
Rp rou bo o Sr. Jayme Bernier,
emquanto *e demorn em Dijon, era se-
guido, espiado ?
Nao, senhor. .. Se eu tivesse verfi.
cado seraelhaute cousa, deve coraprehen-
der que o teria prevenido iramediutamente-
Nada notei. .. Absolutamente nada. De-
raa8, como que me lerabraria disso ?
Quera poda ter interesse em espiar c se-
guir o meu amigo ?
Depois de um pequeo instante de silen-
cio, o Sr. da Gevrey continuou:
A julgarraoe pelos termos do tele-
gramma dirigido pelo senhor a seu filho
para Saint Julien du Sault, e senhor pode
nos dar utilssimas informagoes.
Com effeito, posso, respondeu Benja-
mn Leroyer.
E em que consistera estas informa-
g3es?
i Contimiar-se-ha)
Typ. do Diario, roa Duque de Casias n. 4S~

W
2

i


l

\
1 mam i


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EMBSL60IF_W16IMX INGEST_TIME 2014-05-28T00:52:24Z PACKAGE AA00011611_16606
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES