Diario de Pernambuco

Oa-- i'-, ''e* *? *' "t-'H-'.:
Em solVjaai <* amo- o p-i; 1 igd-,
b .. d ^p-'ierr.:al BaJ|da r80de campios pa-a pastar.
Tambem
recehe ?e c.vallos tracto.
Varza
Vend- s orna peqoeoa casa com grande qoln
tal,-em chao proprw, peno da >8tSo : quem
nre">nCer dtrlji se ra Mrquez co Herval
n-83.
Precisa-se de ama ama de rr en idade, de boDS
cpstumes e qoe casa le ama pesas s : na ra Direlia n. 45,
KDr.ido, se dir quem .
Ama e criado
Grecisa-se denma para anoar com uma crian-
(a de 4 mezes o um elido para copeiro. ra da
Uoio h. 65.
Precis^-se de orna para e mprar, co'inha" e-
eogummar para uma nessoa e Paga-se oem,
roa de Hir n. 24 Io innar.
Precisa-se de orna para comprar e coelnbar r
tralar a ra Marqaez de Olioria n. 4J.______
Um casal quo re ira-t.e Dr Paule, precisa de ama mulher de tea !d?de
pa-a colnhar a mais servaos leves de casa, de-
vendo drame a vlagem cuidar de uma crinca,
paga t b. m ordenado ; tra^-se ca rea da Aa-
rora n. 77. _______________________.
^T9u AMtXi iai ^^
Prec'sa-ae oe -iuih amas a tratar roa Ba-
o da Victoria n. 54, na antiga ageacia de mo-
tis.
Precisa-83 de u'ta perfeita cosiubeira, que en-
stboe e QU"Oja coi casa dos r&trdes, dando iafor-
mac&e* fe soa cooducta : tratar na roa da Au-
rora o- 67, 1* anar. __________
4ma
Pe.'i'a se le ca ama para coeiabar ; to
do R^neel a. 63. _________
Maroa da Aurora d. ;, precisa-je denma
mulber idosa e sem flibua para o ser viso loterao
de casa de du>.s pesnaaa, prefere ae eBtraqgei-
ra dfe-e coffimodos ua propna -.asa e su'tnto.
;
h>

*



.'
f
V
I
Estrellas d'-America
Cont:o o qneima a torto e a direito
To'a? 3 rt80aa qu tecm visitado o nngs.<
ea'iiti'i-''Tif-.nto sa lean iitctrad. nao t6 ae
oreai o liuio e variado sf ti tent de fazeudai
floas e modas, beai como da piecoi per quaoto
adera :' iis fosead.**.
E'd,j a!cirarquaS ESTRELLAS D AM-
RICA sen u:
dirtn pi-eio a 8 0 rs., tatt'00 e {*2C0 o o
vado.
Heda9.io ly Lwtorta cores, 2*300 o covado.
CamnrMas bortadas com OJ me.'O ds largu-
ra. l2i:0 o cavad. .
Sedas lvrada* de cores, o:tl2? aovidade, 2/
o covado.
Baptiza Boa, W rs. o colado.
Geonl P ra.'.moj aD3. 700 re. o covado.
Pmai HadJSiMB, 600-?. o covado.
Fulardioe coai 70 ceutiuie:>'0) de largara, '.20
:i. o cavado.
Vestidos de seda era caroca, ai loa moda.
3|d::pol5cs (26 va-s ;< Bffli).
Lis i e quadro a 303 rs. o covado.
Lnno cnioez a 5"0 rs. o covado.
L'ooaa Anos 600 rs. o ccvalo.
Lis amc-icaoas a 2*0 rs. o covado.
Madapolo para noivas a peca 5500.
BaptlsUa Sosa a 800 rs. o covado.
FiCDCS. BD3 14CC0.
Madapulao especia!, 20 ta**". 14000
2!r Ftaoella azul 3 prtta, covado 3i00.
:i a lisos, pretos e de eorc-;, 100 ocova
te, largura esiraorcma-i?.
llanUlraS la fPda UO'O.
Dita3 de alodio, 3000.
Flanell oe 19 para esmisas, covado C00 ra.
E amine*, 09 re. o covado.
Sedas clnesas, t500 o cv3rlo.
Fontanelle, novidade, 1300 o covado.
Camb-aia de cores, arreoaadas, aas, 14300
o cjvado.
Gretooe babiano, de quadro, 600 rs. o covado.
Ceunes fraacezes e ogl-'ies, co?do 600 rs.
Mirirs kvradce, preos de cores, 1800 o
covado.
Vestidos brancos e borda-ios, div.raoa p'ecos.
V. atoarles para baptisado, 10$, 15*. 3i *", 25/,
303 e50#\
Voille de la ficiseimo, covado 1*200.
Fosto para caiga, brancos e de cores, lrte
IMMB
Setiaa, todas as cores.
Sarab. diversas cores.
Meri: azal maricuo, covado I200.
Cortinados de cambraia, 10 o par.
Mo:qaiteirc8, diversos precos.
Cortinados de crochet de 10 W.
Colchas de crochet empec*', 10.
Crtu8 de coiletes de fStao. nnissimos, 5.
Cichasde core*. gr mes, 4OC0.
Bji*ta encarnada e azal.
Cotos de seda rara homem e senberes, om
3*000.
Las com listras de seda, coree lindas, 250u o
covado.
Seda prela lavrada, de 24600i 8000o covado
Gorgoro, seda pora, de 6, 7, 8, 9 e 10*
O colado.
Ca^emira ingleza, eepectalidade, azal e preta,
3*000 o ovado.
Brim aardo pra roapas de senhoras, 400 rs.
o covado.
Cambraia transparente, de i5 a 6*500, peg<
de 8 varas.
Cambraia vicioria, de 4* 8, pega de oito
Cobertores de 18, escaros e tandea 2800.
Gargurina lindos padrea?, 400 rs. o covado.
Ao q-aeima I I
Ao qaeima f t
AS

Diarla de Periiam^"^ Sa'''*1 8l ^ ireo d> !>
12
Estrellas d'Amenea
(ANTIGA
de Marco19
DO CRtSPO)
Marques & Lima
No escriptorio deste
"Diario" compra-se o
Diario" de
to de 1883.
de Agos-
t Ftiix it (tti-
Ytira 9 Silva
Preeisa-se fallar
com este genhor ;
ra da Imperatriz n.
40,lop.
Para
nha
cos*
r
Precisa-se de ama ama que satba co-
sinbar, no 3. andar do predio n. 42 da
roa Duque de Gaxias, por cima da ty-
rjojp-apbia do Diario.
2:ooo$oo o
aluguel
Precisa-se alugar
urna casa para familia
regular, em boas con-
dic,e?, nos arrabaldes
desta cidade, prefe-
rindo-se Capunga,
Torren Magdalena,
sendo o aluguel an-
nual de 2:0008000,
mais ou menos.
A tratar, ra do
Commercio n. 6, an-
dar terreo.__________
Cosinheira
Erecisa-se de orna cos*
nheira para casa de familia
estrangaira.
Rita do Barao da Victo
ra n, 50, 3.* andar.
Vinho fortificante, digestivo,, torneo, recon^ti
tuinte, de sabor excellente, mais efficaz paraas
pessos debilitadas do que os ferruginosos e quinas.
Conservado pelo methodo Pasteur. rHlornse
Receitado as Molestias do estomago, Chtoroje.
Anemia, Convalescencias; este Vinho recom
mendado s pessoas j idosas, as Jovens, mullaeres
e s criancas
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pmu As C AVMVitaMlM 0Mr/tato peite tm Uuamm, etc.
E preferlTel ao. olees 4e O-
gado de bacalnao; alem (Se os *1 discante, tamben
dnpra>tlTO nerrlco.
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cura: Eczema [ruAQl C
Herpes, Acnea IViTlADLC,
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28
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cura: Rosela
Manchas mucosas
Ulceras, Syphilis
Deposito, em todas as Pharmacia..
SAUDE PARA TODOS.
UNGENTO HOLLOWAY
O Ungento de Hooway um remedio infallivel para os males de peinas e do peito; tambem para tsAHM
antigs chagas e ulceras. E famoso para a gota e o rbeumatismo e para todas as enfermidades de peito n*
se reconheee cgual
Para os males de garganta, bronchites resfriamentos e tosses.
Tumores as glndulas e tods as molestias da pelle nao teem semelhante e para os membros exaltrahidos o
juncturas recias, obra como por encanto.
Etsas medicinas sio preparadla sement no Esrabelecimento do Professor Holloway,
78, NEV 0XTOED STREET (antes 038, Oxford Street), LONDRES,
vendejBse em todas as phannacias do universo.
fST Os coapradores 4W coaviojtdos respeiiosamente a evaminar os rtulos de cada caira e Pote se nlo teem a pWSSBs
^VJ"^VV"'^W> sai. Oxford Street, sis (lncajoec ,
CHOCOLATE
e Grageas de Gibort
AFFECCES tPHILITIGAS
VICIOS 00 SANQUE
Vetdtdelros productos fcilmente tolerados
palo ss.m.ijo e o mixteo.
, tugir nrmt m)
I OIBtRT di BOUTIOMY, l--------
4C4tUdot ptiot ctletriaaAu ruatnari.
oiaeBWUM-m bas mmoJM.
Srras, KUnwi, Lirwrr. ,
E-RMIFUGECOLMET
SANTONINA
aTAiUTD. n aatrar a l MIS ir
MuMragnAtTrieMiMrrtcAo laMiiit.
hUIS, a r. I* TtmpH. tMlglr : _
n Peramouoo C th) DBOSiS k MIDSCMI
CHnHCOfc
TINTURAiPOMADA
NICA TNICA
Criado
DrsjaiMsj de om criado
11.19
roa do Pajsandt
REMEDIOS
LE ROY
hpBlsM (B rnaas, Anwrioa, Hespaah
oaa coloniu,i Braril, aoada astao sntorliaafl.
palo OaaieUio de Hrsaa.
Vomitorio Le Roy
OlUmsm.nte emprsgado corso praqatV
racSo pura o uao alo Purganu.
PiirgantesLeRoy
raNiMHMaaaraiihati. '
Mo proprlo. pu. eraalojoM doanos."
Um* nofoa fzBMoat/ra Mro/r. uda tittft.
Mas
eitrttt coiomlr,do de* llmml liquido*.
la aaaau asUaMMaram asitraa
O truco ds 100 pU. B* O traSM fls S, fSJO
Aoaatelar-se das IalsitaoeoSaa
a. ata toma
if a naaata CITfli tanLfat
Si, Ha>aax JM, aai.laaas.
laacaiToavaa ts*a as lauaaMus
Xarope de"Sum^r
Este tttmtamt ____..
'S T1 eaere!co ioBeoto
[;.7 ... i daa Joaaea re8jente
riSSab "8' 8nffoc*^. bronchites
chronicM, rooquidCes. Lrai ,.
i, ronqwdoe., e em geral contra
ntacao das vus reipiratorias.
onwra cemo Unitivo ac tysicos.
ICOMPOSigAO
DK
A __ .. FigBiriiJii
Approvado pela respaiUvel Junta
00 Hygiene
Prop gadoree
Baptista k FigUiiredo
Eccontrs-ge emqaalqoer pharmacia.
MCDSXaA.S
U mais completo e verisdo sortimento
para homc-ns, aenhorae o meciooB.
Sedas
Brancas, pretas e de cores, lisas e la
vradaa.
Cachemiras
Ccrtes bordados, eepartilbos, linons,
pcrc linas, Ie7antinas, cretonea, zsphiro,
chapeos de soi, c-imisas, ponhos, collari-
nhos e peitilhos.
Perfamariaa dos melhores fabricantes,
etc., etc.
rudo se encentra por procos reaami-
dissimos
NA
La Gran Via
o 8 A-Roa da ImperatrizS8 A
DE
Ohon Silva 4* G.
Bolsas i ng lezas
Pera cobranca, rtceDeram
Carado Antones V V.
A BRISA
Praca da Independencia n. 4t 6, 8 e 10
FALTA DE FORCS
Anemia, Chloroais, ItebiUdade
tjrtrnunc'o
CUBA RPIDA. I CERTA PELO
PEPTONATO ce FERRO ROBN
NICO FERRUGINOSO
Hecanbecido assimilavel e preteran
pelos melhores medico* do mundo.
escoofiar-ae das falsifcacoea t iatapVs.
, POR ATACADO <
13, Bae Grenier-SL Lazare, em PABIA
----- jepsiiloi em (odas a: prineiptet Phtrmtolat.
??????????????????
SUSPENSORIO MiLLERETl
(rXJITXi^V r'AHA *a'r-XEIBit>fcr>TJ"RJ.J f
ElMtco. mi hgsduras. par* varicoceles, hydroceles. ctt
KM^hm o aiMET dojorctor JffigrMio em ad* suspensorio
LE GOTaDEC <^^Nfc
succemor y^y^ ^>
OBOS
tiXa|l-Se O SlNKTE
Ama
Preciaa-re de orna ama qne saba cosinhsr : S
tratar oa roa Doqne dp Casaa n. 88,. pharmacia.
Caderneta perdida
Teodo-se perdido a caderneta a. 18.937 da
Caixa Econmica, rega se a pesaoa qne a tiver
encontrado o favor de deixal-a roa da Imne-
raim n. 35. {andar.
tyenda-tt
Urna casa de madeira no Porto da Madeira, era
Beperibe, perto da mefma e8t3c3o : Iratar com
Felieaoo aifaiat, na tavesaa do Onvirior.
auwasmt
Fabncante do fondas J
Rum .'//)-*../-ce/
n" 13, Qift
PAR WH
HOTEL INTERNACIONAL
EM
Garanhns
Tendo este esteb^lecircento (o melhcr
coJ'rcado por eat9r msis prximo esta-
5fio) pesiado por ama completa reforma,
estando actual asis ana directo confiada
, ama famila, acba-se elle habilitado a
cfferecer as Exmas. familas e demais pas-
sageiros a mais confortar :1 hospedagem,
par da maior aiaceridade e modicidade
em presos.
Os Srs. pa8sageiros e-contrario sem-
pre :
BOA COZINHA
CERVEJAS DH DIVERSAS MARCAS
LICORES
VNHCS DIVERSOS
COGNAC, ETO.
Ao Hotel Internac onal
EM
GARAMOKS
Vende-se
Urna parte do eogenho Bom Sncce?go, sWoado
no moaicipio da Eacada : tratar com Francis-
co Ramos da Silva, Prag da ludependencia.
ns. {3 e {5.
Cosieheiro
Precisa-se de ca bom cosieheiro : roa de
Pasando n, 9
Gasa
Alega se orna caea coa. boas commodos para
erande familia, no largo de Apioncns, tem agoa
ecanada ; tratar com o Sr. Joao Felisardo de
Amorim n. 46. no me2mo largo.
Profesora
Pfeci3-Fe contratar orna prefessora para en-
sinar n'um eogenbo peno, da iiobd de Caroar-
nuj direita n 81, leja.
. Taverna
Vende-se orna taverna bem Efregoezada na
fregoeiia oe Santo Amonio, p-opria cara princ
piaote : tratar na roa do Potro n. 32.
Passemeterie
Em seda e vidro, brancos pretos e de cores
Grande variedade reoebne
ieo C
Espartiiho
Novo sortimento receberam
Conrad Aalanea ft C.
Meias
Para criaocas, homens e senhoras gran
de sortimento receberam
Conrado, Antones L C.
PRACA DA INDEPENDENCIA n. 4, 6, 8 e {Q
Fabrica de movis a
vapor
DE
Silva Fernandes C
48Ra de S. Joao48
Prompifica se qualqner encommends
da aaroenaria oa carpintera, com a
maior presteea 8 por procos raaoaveia.
Compra-se madeira de boa qaalidade.
Acesta-se artistas (maroineiros a Gara-
pias) que sejam peritos ; o tamben ad
mitte se aprendiies pegndose desde lo-
go algara ordenado.
DEPOSITO
t-Rua BarSo da Vicloria-49
Cintas bespanholas
-a-*3
i
Alta^novidde para senhoras e ho-
mens.
Novo sortimento recebes a
NOTA ESPEaftAIWCA
63 Roa Duque de Casias 63
\ rSj m. ^0kmtr*j -ln ViuSj
. ii S> a*.", lmi,r.rtlt^
YIDRARIA
Bonita colleccSo de finas tacas de
porcelana, receberam
PEDRO ANTNES BIJ0UTEBIAS
Lindos grampos de brilhante do
Casada, chatUsioea, pnlaeiras, meias
finas, podras e amitos outros artigos
NOVA ESPERANCA
3 Roa Duque oe Caxias
63
*
Pratico para
pharmacia
Preeisa-se de om para
ama pharmacia de Palma
res, a tratar na ra Mar.
quez de CHmda n. 24
Companhia de Drogas.
Olixida
Vende-se um sobrado na
ra de S. Pedro Marivr n.
14 com bons commodos
para grande familia e bom
quintal.
A tratar na Ladeira da
Misericordia n. 15.
m bom armazem
Pode se fas-r dos Robredos n. 5 da roa de
malven. 18 da (Jomnanhia Pernambocaaa,
ojos fondos ee onem. Qaem qoiier comprar
eixe carta nesta tvpograpbia, letras a e B.
Bichas de Hamburg-o
Vende se em grandes e p-qnenas porges,
appliea-e ventosas seccas e sarjadas ;na roa
das Laraifetraa a. i*
N. 90,840
Casa Marques Sobrioho
Ao carteiro de Correio, Gusa .o Lacio Mergo-
IhSo, pede se para vir & roa larga do Rosario n.
10 a negoeio qne Ibe dl res peito.________
Feijo Portuguez
Mulatinho, Preto,
Braneo e Fradinho.
De superior qualidade
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e 6Ra do Corpo Santo
DE
Ladrilhos e Mo-
zaicos de
Enaoaels Cresta i C
Rio de Janeiro e S. Paulo
Esta fabrica perfeitamente montada,
execnta o mais exigente pedido que Iba
seja faito, por qaem qaer desejar, ama
sala, corredor, qaarto, terraco oa passeio,
per eitaroente limpo e de daracSo eterna.
O mosaico nacional da caza Cresta nao
fro o tem sido preferido a oatros ladri-
lhos, porque hygieeco, limpo, evitta-
petes oo esteiras e eterno !
Chama-se attencSo dos Srs. constru-
ctores pora o catlogo e amostras em
caza de PAULINO MAA, roa do Com-
mercio n. 22, I." andar.
Presos e q a al i da des, sem competen C
Xttatfiw! 11
A Travlata, raa da Imperatris o.
80 chama attengao dos seas fregaeies
para o grande o variado sortimento de
brinque dos qae acaba de retirar da Affiat-
dega. ^^^^
JOGOS EROLETAS
Grande variedade
VENDE-SE NA LOIA DE MSICA DO PAIVA
Raa Xova n. 13
Cepos, feltros, marflns, cor das,
caravellas, etc., etc.
Vende-se na lo ja de instrumentos do Paiva
Ra Nova n. 13
Papagaio
Do predio n. US roa AogusU somio-se om
lindo pspagaio qne levava orna correte atada
ao p. Pede ae a qoem oacnou o favor de le-
val-o ao predio cima, i andar, que seri recom-
pensado.
Sitio
nova de morada ; tratar na referida roa do
Bom Gosto n. i, oo na confeltaria Camargo,
Vende-se on troca-se por urna casa nesta ca
pital om lindo sitio bastante srborisado, oa raa
n J 1 1 A n-na Xr C lo Bom Gosto, fregneaia da Varsts. medindo de
RodolphO AntUnCS OC V. fr#n,e ia0 paimog e da fondo A.95. com casa
f Sa Doaue de Callas
a'
laravilha
FINAS COLCHAS para camas. LIN-
DOS cortinados para cama e_janelas,
oreos sem competencia
g^APapis perdidos
" No bond de Afogados das 9 horas da manba
do dia 27. esqneceram ons papis ao sabir no
*-----1"' Brum, os qnaes nao servem se nao a *tKoi oj
Elegantes e8qaeCfcra ; nSo obstante gratifica se com 10*000
para rstratos. Papel de sltaais psra
cartas. Alem de maitoa ostras artigos m
que o bello sexo encontrar sempre na
Sem conheoida casa de ROJOLPHO
ANTNES & C.
87Ra Daqoe de Caxias67
Ao commercio
tn rapas portogse com muits pratica de mo-
lbadoa, fsaeadaa, etc., oilerece seos aervicos a
qoem delles precisar propondo se para empre-
gado, MCloou para *mu c00" de algnm nego-
cio, dando para isto gsrantia de sea comporta-
ment : i iratar com Costa A C, na raa larga
do Rotarlo oo na roa Visconde4e Alboqaerqee,
131. mercesria.
A.OS proprietarios
Que dasejam fuer calgadas e ladrilhos no ia-
terior das casas e armasens, avlsa-sa qne acba
rio om grande sortimento da pedrae apropria
\Z, Srmaiem do Gm da Capttarlbe J8, a
Msaoatiss na ra ds Crea 18. ansaiea.
Criado
Precisa-te de um, i tratar na loja das Eatrel-
rua Mar- las, ra Daqoe de Caxias n. W 88.
Criado
I Precisa-as de om criado : na Mies (raneen
roa do Bom Jeaai n. M.J
Kerosene kinexplosivel
NEW ERA OiL
De la fabrica de Johnsimlm
Rvw York
EoPlssiytiMstoiislaitaiisi
VBlfDBM
Fonseca Irmos
Cal Yirgem de
Jaguaribe
Em barricas para o fabric
de assucar vende a Compa-
nhia Exploradora de Pro-
ductos Calcreos.
Preco 8SOOO por
barrica
Caes do Apollo n. 73
Ourives oceu-
lista
Theodoro Jone Ramos da folla
Estabelecido com cicina de oorives roa das*
Larangelras n. t avisa aos seos fregaeses e ao
respeitavei publico, qoe mantem ofciaes hab-
litaissimos para execncao de qoalqoer trabalb o
concernente soa arte, especialmente crava-
toes para brilbantes, ocolos, pencinez, moncu-
los, etc.
Doora-se, prateia-se qualqner metal, cncer
tos em leqoes de madriperola oo ootra qoalqaer
especie, garantindo pregos mdicos.
Ra las Laraugeiras n. I
Fabrica de relo
Agnas e limonadas psosas de
tod,s asqaalidades
Soda water, ginger, ale, limSo, laranja
cnraoSo, abacaxis, granadina, grosella
baunilha, hortelS-pimenta, etc. eto
12-ACAES DO CAPIBABIBE12-A
WHISKY
Royal Blend marca VADO
Eate excellente Whisky Escoces pra-
ferivai ao cognac oa agaarddente oaans
para ortificar o corpo.
Venda-ae a retal no nos maiorse arma-
aens do molhadoa.
Pede Royal Blend marca Vias.
cajo nome e emblema ato registrados por
todo o Brasil. ^^^
BROWNS a
tti tata* a.
tlkUHim: MWMl I raMKTSll
...
.
-'- SI
.



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Diarlo de JVrnnim*"* ^^bado a* jte Marco do i
#
K-M*
PRcPARADO POt
LANMAN E KEMP
NEW" YORK
0 BALSAMO MAlS EFFICAZ
r-RODUZ CURAS ADMlRAVErS E TM
TRIUMPMADO Et* MUITOS CASOS DE
PHTMISiCA ikcipiEnte.
1,
O
>
te
g
ir.
NFALLIVEL
FANTASAS
E' hndo a aurtimento de tecidos sendo
impodsivel de se descrever a grande va
rieisde de teoidos de fantasa, sedas,
lia, nansook, cambraias brancas e de co-
res ; pede-se ao pnblioo em geral princi-
pa!meLte as Exmas. familias de visitaren! o
CoDgreseo das Damas
Carvalho & Alenla
RA DO CABUGa' n. 8 e 10
Telephone 1%
Galoes e Guarnicfs
Oom vidriiho e sera vidr'lbo acaba de
reeeber lindo sortimento o
G0XGRKSS0 DAS DAMAS
mercado-
o por
qesde G&ze e Pronas
Ultimas novidades de Paria receben o
Congresso das Damas
Alfaiataria Moderna
[18-Roa Larga do Rosario18
Aceba-ee de abMr ama nova- sltaialrMa, coto
esplendido sortim^dto de caeemiras. che-''es e
brins, ultimas novidades de Pars e Londio.
A oficina dirigida por am hbil e coobecido
artista.
Os seas proprietarios pedem ama visita no
seo es'abelecimento
CAMPOS 4 MAIA
AN&MIA
Para curar radicalmente a anemia, ch-
-Iorose, ou cores plidas, opilaco frial-
dade, e todas as molestias qua tem sua
origem na pobresa do sangue.
Nao h remedio mais efficaz que as Pi-
lulas ante anmicas Brazileiras do Dr.
Silvino Cavalcante.
Formula approvada pela Illma* Junta
de Hygiene de Pernambuco.
Precos de urna caixa 15500
Meia duzia 8S000
Urna duzia 15S000
APOSITO
BOTICA FRANOBZA
H. R0QAYR0L
22 Ra da Cruz n. 22
Os proprietarios d'este estsbelecimento resolveram vender todas ss
ras por prec.B maito mdicos nlo s, devido ao grande deposito que teem, c m
aerem faiendaa de cambio mais alto do que o actual.
Sargelim diagonal, a 360 res o covado.
Cretoc.es franceses maito Largos, a 400 res o covado.
Brins perdis com toque de mofo, a 400 rs. o covado.
Etamioes broncos e de corea, a 100 rs. o covado.
Flanella branca de algodSo, a 400 rea o covado.
Merinos pretea, lieos e lavradoa, do 30900 por C00 o covado.
Caseto ras oom 2 largaras para roupa de hornero, a 2f 200 rea o covado.
Atoalbadoa brancoa bordados para mesa, a 25000 o metro.
Dito de oor para mesa, a 2000 o covado.
Bramante ae linbo 4 largaras, a 3$Q00 o metro.
Lithoa de qnadrinb.es, 200 ra. o covado.
Oemisas francesas de linho para bomDB, a 60)5000 a doaia.
Ditas para hornero dormir.
Ditaa para oenbora, dem.
Meias francesas para bomem, lOfOOO a doaia.
Mantilhas brancas, pretas e de cor, a 3(5000 orna.
F.nos cortea de caaemira para homem, a 89O0O am.
Completo sortimento em ca-nisas de flanella para homem desde 20COO a 10/fOOO urna.
Moaqaiteiros americanos para cama de casal, a 18J000 ama. ,
Ditos idem, dem para solteir), a 155000 ao.
Cortinados de crochet para cama e flanella a 10$000, o par, barato!
Capellaa com vea para noiva, a 05000 ama.
Cortinados de cor para janelias, lindos desenhoa.
Esteiras e alcatifa para forrar solas.
Esplendido sortimento de fichas, para todos os precoa.*
Zephiroa lisos e com liatas a 400 ra. o covado.
HadapolSo pello de ovo, fasenda fina, 105000 a pega.
Surahs o eetina de todaa as cores e precos.
Sedas lisas e lavradas, o rae se pode desojar de mais clv.o o muitoa outroa artigoB
qne ae tordari enfadonho mencional-on

So na Loja do Povo
9-Rma 1. de Mar-90-19
7W.tpiwn]j 61

.1ASOBBIH
Agua asitica
Do Dr. Bosc
Preparacao maravilhosa
para tingir instantneamen-
te a barba e os cabelles da
mais bonita cor preta e cas-
tanhos.
Prec,o de urna caixa 3$500
Meia duzia 20$000
ma duzia 36#000
DEPOSITO
BOTICA FRANOBZA
2 2 Ra da Cruz 2 2
PEQUEAS PULULAS UE
EEUTEB
FigadT entorpecido cura-se positivamente com esta plelas. Ellas, FARA
lao um remedio purgativo livre de perigopara o bomem mais fraco, to bem q
como bastante activo para o homem mais forte, e nao constipara depois; pela
deco cera I agrada a todos qne as nsam. 8o as finias estandarte da pro-1
ansio medica dos Estados-Unidos. Sao as menores e mais facis a tomar.
Quarenta em cada frasco _______^^ ____________________
vellido a 254009 e SOfOOC.
covado.

SABAO CUEAT^VO DE KEUTE
Tumores, cravo, pelle vermelba, spera e oleosa Impldido on corado
por o mais grande de todos os aformosesdores da pelle, c Sabio Curativo de
Benter. Prodnia a pelle formosa, branca e clara e maos brandas; ase
menta poro, delicadamente medicinado, extremamente incomparavel como
sab&o paaa pelle bem como do toucador, do banho e do qnarto das enancas.
CAUTELA. Nao genuino sem cada envoltorio ter a marca re-
gistrada de Barclay 6t Co, New-York.________________________________
MCSINAB
PIBA
tozur
TRICOFERO DE B^ REY
Urna preparacSoelegante, extremamente perfumada, remove todas as ira-
oureaas do crneo, perservatlvo contra calvicie e cabello cimento; faz o cabel-
o crescer espeeso, brando hermoso. Infellivel para curar erupees, doencas
la pelle, glndulas e mss:u!0.,e cura rapidam cortaduras, qseimadura3,
erida8, torcedoras, etc.
CAUTBI.A.Nao genuino sem cada f-asco ter a marca registrada
PARA O
CABELLO
A PELLE
XAROPB HE EE?TEE M 2-
Como remedio aaE'tscao Calmosa, Parificado." dosangoe, diurtico,
e aperiente, Genhnm ouiro appellidado depurativo ou saisaparrilba se appro-
xima seqner aoXarope de Reater n. 5. Combina quatro grandes proprieda-
des em um so *emedio, operando a um tempo sobre -j orgaos digestivos, o
sangue, os rins e os intestinos.
Absolotamente nentralisa xpolsa pelos canaes lntestinaea, rins e
poros di pelle, os germens nocivos,',poe flutuam no eangue, na orina e na
transpiracao
DEPOSiTAa.os DESTES pbodcctos A companhia de Drogas productos
Roa Marqne de Oiinda n. 24.
o MBLHOB
PURIFICADOB
PASA O
obBiicos
30
9 mm DS S9S18
POR
TEBCKIRA PAETE
UM CORAQAO PARA DDUS AMORES
, Paulo
(Continuao)
Parecen-me que tinha recebido urna
brtla no "paito, quasi cambaleei. Feliz-
mente era noite; se o no fosse, nao te-
na Mme. Simn dpixado de notar a palli-
dez mortal e o transtornado das minhas
feicoes; o embate fra tao violento que
nao precisei de menos de dous ou tres se-
gundos para voltar a mim; em seguida os
meus labios repetiram quasi independen-
temente A minia vontade, a quaes labios
de um sS^ambulo, as palavras que me
harviam ferido o ouvido a despedagado o
corag^):
O noivo de Margarida !
Sirrr>di88e Mme. Simn; o casa-
, ment deve effectuar-se d,entro de quatro
meses, e eu teria dado muitej muito, para
que meugenrSse totnasse seu^Ibigo, M-
ximo.
Seguio-se um momento de silencio.
V Afinal, perguntei eu com voz, cuja tre-
deveria ter-me atraicoado :
44RA BAftAO DO TRIMPHO 44
fachinas a vapor
Moendas
Rodss d'agua
Taixas fundidas e batidas
Taixa3 latidas sem crava;./
Arados.
Mas emfim, quem este, homem,
para que a senhora lhe d- sua filha ?
Quem ? retorquio a mSi de Mar-
garida, o filho nico do maire de Cor-
nuelle, um dos mais ricos proprietarios
destes sitios. Seu pai tem mais de cito
mil libras de rendimento.
Boa fortuna, na verdade exclamei
eu com manifest e odiento desdem.
Para o senhor, que possue inmensa
riqueza, de certo pouco, concordo, mas
ara nos que nada possuimos, enorme !
unte-se a isto ser Paulo um rapaz bem
educado, de encllente procedimento, dcil
cmo um cordeiro, apezar da sua forga, e
dotado de ptimo carcter... Nunca fre-
quentou a sociedade, c verdade; tmido
e mesmo selvagem, mas um valoroso ra-
paz, sincero e dedicado, um coracao de
ouro Nunca nos teriamos atrevido a es-
perar um casamento como este, nunca !
O golpe fra descarregado ; j poda
ouvir tudo, e achava urna especie de vo-
luptuosidade amarga no proprio excesso
do meu soflrimento; por isso nterroguei
Turne Simn, voltando assim dcsapiedada-
mente a faca na sangrenta erida.
Mas como foi, perguntei eu, como
foi que se combinou este casamento ? ..
Se me nao engao, a senhora nem eonhe-
cia este Duprat ?
' E' verdade, Paulo vio um da Mar-
garida, na m8sa em Valbois, enamorou-se
del la e declarou ao pai que a quera para
mulher ; o Sr. Duprat pai respondeu ao fi-
lho que, apezar delle ser rico e nos po-
bres, o nosso nome sem mancha e a belle-
za de Margarida valiam tanto como afor-
tuna que nos falta va; e accedeu.
E ha muito tempo qu? foi iuso ?
Ha tres mezes.
Porque nSo se celebrou immediata-
mente o casamento ?
Eu que pedi para que osse adiad
at Margarida ter completado dezeses
annos.
Ento deve ser breve ?
-r Como j lhe disse, d'aqui a quatro
mezes... O senhor ha de vir boda, n
c assim ? Olha que ea cont comsigo..,
Depois, sem a sua presenca, nao seria i
festa completa... D'aqui at l ter mais
que tempo de se reconciliar com o pobre
Paulo, que pela sua parte, estou certa, lhe
c affeicoadissimo.
Eu nao respondi; parecia-me ver fogos
fatuos diante dos olhos, ouvia zumbid >s
extraord narios, senta a cabega pesada e
dorida, afigurava-ee-me estar prestes a en-
louquecer.
Afinal, perguntei:
E Margarida ?
Que?
Margarida... ama-o ?
Estas palavras sahiram-me da garganta
despedacando-me o coracao, e, apezar das
trevas, julgue ver Mme Simn abanar a
cabeca em signal de duvda.
Ama-o ?... repet eu em toui mais
firme, porque aquella duvida me restitua
a esperanga
Nao, respondeu a mai.
Ah !... exclamei eu alegremente.
Estou certa de que lh0 tributa esti-
ma e muita amizado, proseguio Mme. Si-
mn ; mas amor, na verdadera accepcao
do termo, nao lhe tem...
Mas ento porque a d a esse ho-
mem ?
Crianca! retorquio a m2i da Mar-
garida, sorrindo-se. 0 amor vira aps o
casamento ; muitas vezes & mais firme o
fue comeca um tanto mais tarde... Alm
isso se tivesse sido preciso esperar para
casar Margarida, que ella se apa xonasse
por alguem, correra o risco de morrer
aolteira neBte deserto, onde nunca prova-
velmente ver ningaem.
Mme. Simn nao iraaginava, de certo,
Convida a seus freguezes para que veaham aproveitar
os saldos que ficaram do anno passado, e que se
estao liquidando no and novo, visto como o que
se reeeber este anno custar odobro do que te
vende ; a saber:
Cortea de Lioon bordados a 150000 e 2QAO00,
ajos do cachemira ricamente enfeitados relh
DAos de cretona da alsaaaia a 120000.
Cachemira de doas largaras de 20000 a 800 reis
Madapolao americano a 10S000 a pesst.
Dito com um metro de largara a 140000.
Voiles lindsimos esenhoB a 200 rais o covado.
Meltons pira roapa homem 10500 o oovado.
Caaeroiras inglesas a 31000 e 30000 o covado.
Ganga para coberta a 24Q reis.
Cretona de 700 a 320 re.
Gaardanapoa de 6000 a 3fc>00 a duzia.
Bramantes de linho com 10 palmos de largara a 20800 a vara.
Fichas a 500 reis am.
Babadoa bordados de c8r a 600 e S00 reis cada peca.
Cortes de fustSo para collete a SCOQ.
Lindisimoa tecidoa arrendadoa de cor para cortinados de 45000 a 1(5000 e 102OC
o metro.
AlgodSo americano 50000, 60000 e 7|(iQ0 a pera.
Espartos para senhora a 40000.
dem para meninas a 80500.
Toaihas de fus tao a 60500 reis a dsaia.
Flanella para vestidj, lindaa desenos a 400 e 500 reis.
Merinos pretos com duas largaras de 0000 a 800 rea o covado.
Sargelins de todas as cores a &0 rea o oovado.
Linons de corea, lindisaimos p&drSea a 240 reis u covado,
Flanella de qnadros a 500 reis o covado.
FastSo branco lin os desenhoB de 20000, 800 e 10000.
Rendas Ecocezas a 320 reis o covado.
Panno da C >.-ta listrado para mes* a 10600 o covado.
Cortinados do crochet a K fOi 0 e 80000.
Setins de cores a 800 e 10000 reis.
Cobertores a 1|300 a.
Assim como muitos utron artigos que se vende com
grande redcelo de presos.
Grande quantiJaia de retalhos de chitas, brins e
lans.
Loja e armazem das Estrellas
56 e 58 Rua Duque de Caxias 56 e 58
Telephone n, 210
MOTO BARATO
Um queijo flamengo por 4jp500 e 5^000.
Cha verde e pelo em latinhas de meio kdo
liquido, qualidade o que se pode dsejar de mais
especial.
Vinho da Serra da Estrella em ancoretas
e garrafas, superior a todas as outras marcas,
proprio para mesa.
Licores, cognac, vinhos finos, gneros de
primeira qualidade tudo quanto se pode deso-
jar para urna dispensa, precos s mais resumidos.
Obras de Vime,como sejam cestas de di-
versos tamanhos proprias para comprasber-
cosrouperos balaios para papel cadeiras.
Sementes novas dehortalicase lindas flores.
Doce de goiata em latas de 4 libras espe-
cialidade, feito espressamente para a nossa
casa.
POQAS MENDES & C.
9RA ESTRETA 00 ROSARIO-9
Jait i igrtja)
S8PBCIFI0CS
Dr. Hufiralireys de fiv 1M
:i ino mal* > iiarntos. A v. n<;.i ;ia< Lu \-r-
vicias prtuc.'ixw:' v 3Ula gara ** lav d .:'ioiv
Ka CIKA
i. Fetorr*, Ccr:trct4o, lr:n i.i^o^s
'!. Vehrec 'c:iracau?Ji!n^ i>or^iiii:trjad
- (ulioi. Caor.* Ii'oinlila tutsCrtam.'*.
i. Plarr^rartc Criant>*w e Adolm .
"- l>y*i-nrriat DAres d** Barriga, Colocat*U
t. ^'olf,rin*,^ C'icra-Mo--s ^cmlio^...
7 TdMe. Conslpn^io. KfU'ullao, Lfr->nchi''
S. |..r e l>onrr.*edoC^ra, c Sevral^la .
'- DwVdfCub'-C't Ki.c.n ..'-ca. Vi-:
". tff ftpmmt fifttltrnti", i5ftoic v.nti-
> t+uvvresmio di lrgi-r, Fjcckvou ix :.o
rada ...................- .-
Vi. enrorrcvA* FkBWBraiiCas, ISegm t--rtust
S. < rooo, TnsavKouca.IMOlculUadede Jiepiraj
M. Il>rt*f EnipcOes, Erysipela.................
M. HlicniMiti-mn, DAn-i rheumatiCTS..........
. ]*>. Sezde, Maioia, Kcbr'in'.emuiteni^'........
17. HemorrhoidnH, AUnoaviauts.Interiiaso
cxioma, ritK.i'jcs oj sajvi^i'^s........
S. Qjbtmjmt*.-, Lfjo* a-aooBoc .*'v: ; ",
IA QiSaVT^K VhfttK^a AWCWOtpWi ......
A i)qat3i^i:^t\uea-f'-.\iniyx'............
ti. Ania. r uTicodlircnlta.....,.........
i- .*upparavao don o* 4o*- fiordea...........
*fi. '',4<-rnluln<. Inch^w-* e ulceras............
*4. Oebllidadr gri'Atf ou physlca.. ......-:
3i IIy ?p. Enjoo de :>Ir, liauva. Vomito.....uiv1
Z. Molcwiinm otirlnarlan, CaL-ulosoOT-K-*
na lexisa..........................
& Impotencia, Oehidado nervosa, whiIdu!
28. ('hairinhnonn Jotcn, ou Aphta .
^ lDcontPem:la de Onrina. OurJuw^^r
Cama........................................
a-. >lrnttniR';i*i olorosa, ':*.".ri;...........
ffl. 7Ioi#-Mia- do Cornco. Palpltaco*. etc
8P- EpyIrp*ia, Sal uaaiv:o, Oottacotat Ha^e de
3i Df yhthrria. Mal maUra9uyuuta.
^ *. otiicui'r* ."i.mi,;, .!-. DordeCaoc^a
*l T.!ai!ialdo )r. 3mn ;hrevi 'i. 'M*^";-- -.-cv
^sd-33aOs)0U BaXfijBTK OQ ..
NICOS AGENTES
Para Tendas em grosso eui
Prtanihueo
Faria Sobrinho i C.
flIIIIIIIIIlIflHJIflII
s LUZ I
DIAInANTEj
L0NGMAN & MARTNEZ, S
an NEW YORK.
m Livre de Expiosao, Fuma9a : Mo Cbe%ra
A venda em to /s os ib
m arciazems de seceos e mo
^uniaiHit-Hiusiii
Gi-ariflp! sementeira de
caft
seiros
Na falencia Serra G.-a:ie do moDicipio da
Victoria. Estado de Pernambuco, tem para ven-
der do dia I* de Mi ^m disot, cerca de don-
milboes de ps de cafeaeiros, cujos pregos, tas
manbos, qoalidades e mais explicaces.veja-se o
Jornal do Recife.________________________
Pfopriedade venda
Vndese ana excedente propriedade dos Re-
medios com 4 cas de ttjollo, grande olaria, 200
pea de coqneiroi, e oulras /racteiraa; tem maito
bom porto para aavegacao a qaalaoer bora, am
importante viveiro, e tem proporcOea para fabri-
ca od diatilacSo: tratar no escripirio commer-
cial roa Duque de Caxias n. 72,1 andar.
h prrto fino de joonnings
Do qual era rerebedor O 'orlen da Cmara &
G. boie ooico impo-tador-g e;retalnadores des-
ta eupeciahaade PestaDa do Sanies & C, ros
do Bom lesna n. 38, jonto ao Correin Geral.
Brea e barilha
Vende-ae oa roa da Madre de Dos n. 10.
Doce de
que fosse possivel offender me, fallando
assiin. A ninlia posicSo social parecia-
lhe de tal modo superior sua (material-
mente fallando, bem entendido) que com-
migo nao contava ; eu nao era alguem. A
idea de que sua filha, a filha de um offi-
cial da gendarmerie, sem fortuna, podesse
erguer 03 olhos para o conde Mximo de
Bracy, que possuia mais de cincoenta mil
libras de rendimento, de certo nao se apre-
sentra nunca ao seu espirito.
Eu, pftbondo que Margarida nao dedi-
cava a Paulo Duprat senao estima, e quan-
do muito amizade, reanimava-me um tanto
ou qanto.
__ Minha querida senhora, arrisquei-me
eu a dizer, o que me pareceu, 6 que sua
filha estava hoje mu to triste.
Ah notou isso ?
__ E a senhora tambero, de certo ?
Notei, mas nao me causou inquieta-
cao .. Puras criancices, -verdadeiros ca-
prichos de menina, nuvens que passam,
sem que se saiba de onde vSm, e que se
dissipam ao primeiro sopro; olhe, ainda
hontein, antes do senhor chegar, estava
Margarida to alegre como os passarinhos;
dos bosques : e lembro-ma que, quando
voltmos da igreja, vinha cantando urna
especie de canconeta, cuja lettra e msica
s3o composi$3es della.
Eu ouvi-a.
E'que lhe pareceu ?
Encantadora.
Estimo bem que saja essa a sua opi-
nio... Mas cinco minutos depois do aa-
nhoV ter chegado tornou-se Margarida, sem
nenhum motivo, trista a mais nao poder
ser; e de entao para ca n&o cessou a sua
tristeza... E' muito possivel que amanhS
acorde mais alegre... Ver O que lhe
peco que n&o falle diante della das mi-
nhas confidencias ; bem sabe que nao ha
nada que cause raaior confusSo a urna me- '
ouvir
fallar de um futuro
caji
Vende-se excelien-
te d. ce de caja secco,
feito a capricho. Na
ladeira da Bibeira so-
brado d. 28, na cidade
de Oiinda.
Nao se vende a re-
talho.
i. i tm$
Tanque de ferro
V nde se om para deposito d'agua. od para
outra Eerventia. Para v- e tratar,- na Mndale-
ua, rna D rauca, siti: 0. (6.
nina, do que
marido...
NSo tenha esse receio, respondi eu
com amargura.
Vai sendo tarde, a noite est fres-
ca.. ReColhamo-nos, sim ?
Eu demoro-me anda um bocadinho.
Quando quizer, l o esperamos.
E Mme. Simn afastou-se.
Fiquei eu mergulado em profunda me-
dita$Zo, cuja natareza nao preciso, de
certo, explicar-lbe^Suhtenjsntc fui dis-
trahido por urna rdante mao que se agar-
rou minha. e por urna voz trmula que
me murmurava Sop ouvidos :
Deixe a sua porta aberta... Preciso
muito fallar-lhe esta noite.
Eu voltei-me rpidamente para Maria
que assim se approximava de mim, e que
em seguida fugira.
XIII
Fiquei perplexo ; o som da voz da mo^a
echoava-me ainda aos ouvidos.
A Mme. Simn e a Margarida pretextei
am incommodo qualquer, em vista da fa-
diga que experimentei.
Entrando no quarto, abri a janella e
encostei-me ao parapeito. A noite eitavs1
magnifica, urna noite quasi oriental.
Decorreu assim muito tempo; afinal
ouvi soar meia noite na torre longinqua (fe
Valleboy... Passaram-se ainda alguns mi-
nutos, depois a porta de meu quarto, que
eu deixra apenas cerrada, segundo a
recommendaco da moga, abriu-se vaga-
rosamente, e Maria entrou timida e con-
fusa.
Vinha sobremodo paluda e pareca cam-
balear.
A indecisSo do seu andar nao se harmo-
nisava com o arrojo da resolugao que ella
Uvera de tomar para ir ter commigo.
Eu fui logo fechar a porta, depois p.-
f
guei-lhe na m2o, que seuti tremer, 9
conduzi-a para urna cadeira em que ella
mais se deixou cahir do que se sentou ;
eu apr6sei-me a largar-!he a mito, porque
conheci que r. electricidade que provinha
para mim, do contacto da joven, comegava
a produzir o seu effeito habitual, e, d'alli
a um minuto mais, nao pedera j ser
senhor de mim-
Maria percebeu este moviinento inopi-
nado... e adivinhou-lhe talvez a causav
porque corou extremamente. O tom purV
purino que lhe coloriu sbitamente as
faces, tornou-lhe resplandecente a belleza,
mais ardente, 6e ^ssim o posso dizer,
fazendo-me duplicar a ebulic^o dos sen-
tido. \
Dobrra j o joelho para me prostrar
aos ps de Maria e para balbuciar a 1ra-
guagem que o amor inspira ; ao mesmo
tempo, porm, ergueu ella pata mim 08
olhos, e a exprsalo do meu rosto reve-
bu-Ihe de certo ao instincto pdico o que
De ia no corajao- Ella assumiu no maa-
mo instante urna especie de firmeza e
disse-me em voz baixa e quasi suffo-
cada :
Sr. Mximo...
Querida Maria... perguntei eu, que
que quer d? mim ?...
Eu dis3e-lhe esta noite que precisava
fallar-Ihe .. tornou a joven.
E entao ?
Entao disse-lhe a verdade.. por
qua tenho que lhe fallar d'uma cousa mu
to seria... terrivel... Se assim nao f6ra
Deas bem sabe que nao teria vindo aqm_,
e que principalmente nao me atrevera
tal...
(Continua).
/
Typ do
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Diario r. Duque db Caxias 4*2 .


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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16567


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Full Text
AXIVO LIS
a .tmido 31 de tlar^o d*? 1994
NUMERO 99
m&m
DIARIO DE
NAMBUCO
3PB03PBI2B&BI B ll&es& ViG^liiteA BX ffABXA & 3?IH0
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres raezes adiantados. 8$000
Por seis mezes adiantados. 15&000
Por um anno adiantado..... 30$000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS tiE PUBLICAQUES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre & C.*, residentes em Pars34 rae de
Provence
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. .
Por um anno adiantado .
Numero avulso do mesmo da.
Numero avulso de dias anteriores.
16$500
33J1000
Telgpammas
ssotijjo ra:::::s so habi
Rio de Janeiro, 29 de Marco s
7 horas e 30 minutos da noite ^recebido
I hora e 20 minutos da tarde de 30).
Parece que a pa^fta da brigada de
guerra" para Itarare realisa-se 2 de
Abril prximo.
Hoje aguartclaram 06 ncleos dos tres
corpos da guarda nacional que consti-
tuiro a forca expedicionaria.
__O Tiradentes e o Santos che-
garam hontem tarde de Montevideo
onde ficou o Bahia, pelo que consta
aoQuartel-General da Marinha,
A taxa cambial sobre Londres,
que ate 11 horas oscillou entre 9 518 e
9 9116, depois desceu 9 ip e 9 17132,
afrouxando em seguida* A ultima hora,
porm, constaram opcraces 9 9116 d.
por 1S000.
liondres, 29 de Marco.
Flleceu o explorador Cameron.
Falla-se que os novos planos de defeza
de Gibraltar foram roubados e vendidos
Franca.
Roma, 29 de Marco.
O Rei Humberto ira Veneza confe-
renciar com o Imperador da Allema-
nha.
S. Petersbui-fo, 29 de Margo.
Falla-se que, no prximo vcrao se ef-
fectuar urna entrevista do Czar com o
Imperador da Allemanha.
Vienna, 29 de Margo.
O congresso socialista rejeitou o plano
das grC-ves.
Buenos-Ayrcs, 27 de Margo.
O Dr. Saens Pena seguio para o inte-
rior, passando a presidencia da Rep-
blica ao Dr. Uribur.
Foi nomeacfo ministro junto ao gover-
no da Bol i va Lauro Cabral,
I
Trieste, 2g de Margo.
O pagador do Banco Commercial de-
fraudou este em 150:000 florins, e fugio
para Montevideo.
IRSTBOGCllO POPULAR
~ "EDCAgAO
bism::-al, mli e 2:s::a
HERBERT SPENCER
CAPITULO II
A Educa cao Moral
As vossas peoas devem ser como aquella* qne
a Nattreza iaanlmai 1loflivloefitt?nl. L-n
carv&o ardente queima a cr anca qte a primeira
ves Ibe locar; queiaa-a s ganda; qoeima-a a
terceira; queima-a toijs iv- veies que ihe cae-
gar e bem depressa prendera a ra tocar no
cirvao ardente. Se fardel lenaimeo e insisten-
tet 8B as consequeao: > qae disserdes uos vos-
so:- titos se se ai re n ea>p*e s cerloi c;os,
con, e sin- lanle, dentro em
pouto e.lea retpuaro a> vossas lele, como res-
pe Um a? e' da Ra'.area. Conquistado este
repeitj ierminaro infinitas pertarbagOes do-
mcCl. O p--.r do todos os erras de educa-
can a iscoulfesfl
, Como na 8oc;e-*a^e em que os erimes ee re-
petem ouanao co ha a certeza do castigo, issim
na familia a lies ttc3c, ou ;i applicago i-regola
dae correccOes produz um augmento immenso
de trnsgre?f5":. Urna aae iraca, que ame'ace
senpre. mis que nnoc execute; que faga !eis
preisa, na? o.u ?e arrepenta 'cilas com o va-
gar, que iram a meima offensa agora com seve-
ridad e togo >~on bran ura, seund os dieta-
mea do humor da o:caui3o, nao pode senao
accomc'.ar m;r a* sobre ella e sonre os 6
Ibos
Faz-se deepretivel aos seus propnos olhos;
mostra-ihc3 o exemplo :de urna peesoa que nao
Be pode doraiDar, exria-o? a transgredir pela
poesibi!id=ide re 561 seren castizados; substitoe
o sea earacter e o carcter dos filboi pelas io-
termlcEveis dlspustas e pelos males qua as
coaipanhaia; reduz o espirito o'elles a nm
cbao3 moral, qae mii: tarde, nos anoos da
amarga experiencia dfficilmeate poder entrar
na orden. Melrw frncto poder produzir ama
forma b^roaia de goverm lgicamente applicada
do qce urna forma bumaoa, applicada laconsls-
teetementa. Repetimol-o: evltae quanlo po.'8-
feria medidas coercva?; mas qaando juigardes
realmente necessario o despotismo, sede desp-
tico seriamente.
(Con&Aa,).
OjitpJsim, resolve exonerar os professores
das cadeirus de ensino primario de Jatob e
do povoado Yollu. Flix Joaquim Ferreira de
Carvulho, Julia Jacelina Borburema de Burgos
e Eduardo Monteiro de Moura, por nao terem
sido aproveitados na mesraa organisago e fal-
tar-lhea os requisitos exigidos polo art- 12 das
Disposifoes Transitorias da Constituico. Fi-
zeram-se as uecessarias commuuica^es-
_
Expediente do dia 8 de Fevereiro de 1894
Acto :
O Governador do Estado, attendendo ao que
requereu o Bacharel Virgilio do Gusmo Coe-
lho, secretario do Superior Tribunal de Justica,
reserve conceder ao peticionario tres mezes de
licenca, comjos ventimentos a que tiver direito,
em prorosacSo aquella em rujo iroso se acha.
Otficios :
Ao Dr. inspector do Tbesouro do Estado-
HoinettciiJo-vos a inclusa certido jiassada nelo
escrivo da collectoria dos Municipios de Ex
e Granito, e otficios do respectivo Collector,
reconirueiido-vos que exijis com urgencia des-
se ultima funecionario explicayes claras e pre-
cisas sobre a divergencia" que se nota em taes
documentos.
Ao Dr. promotor publico dos Municipios
de Ex e Granito.Sendo oraisso o vosso ofi-
cio de 16 de Dezembro aparlo referente de-
nuncia dada pelo collector de rondas desse Mu-
nicipio contra o procedimeuto do juiz de direito
e promotor publico interino no inventario de
Martiniano Lopes Machado, tenho por muito re-
conimendado que, com urgencia completis
aquella vossa informacSo.
Expediente do Dr. Secretario
Otficios :
Ao Dr. questorpolicial.O Exm. Sr. Dr. Go-
vernador do Estado manda communicar-vos que
approvou hoje a proposta constante de vosso
officlo n. SO de hontem datado.
S-crrtarta do Coocelho Mnnwipal da cidade
de TaquaretiDga, 34 ae Marco de 1894.
Exm. 'iiadoDr. governador.
Cir.gratulo me com V. Exc. p- la terminagao
da guerra na Capital Federal originada pelos
malvados sveoiareiros e nefandos inimigos da
pa'ria D-;..- c:b .
Todos rg tfons e verdadeiros republicanos com*
mitro ni ao :
Viva a Repblica I
Viva o marecbal F:oriano !
Viva o eovsrnador do Estado t
Saude e fratern:dade.
Ao Exm. D A'exaadre Jos Barbosa L'ma,
maito digno eovroador do Estado de Feroam-
Doco.
O secretario,
J.a: Antonio da Costa Colno Maraobao.
P esldexi < dedoBr-i da Madre de DcU, 17 de Margo de
1894.
Cidai i Gjveroador.
Creio j terdes recebilo coumunmagao tele
graobica do resultado das eleics d^ste muai-
c pi. entretanto, cu^p-e me por minba vez,
scieotificar-vo8, que nejbama discrepmcia bou-
ve as chapas que deviam ser unnimemente
sufragadas, como effeHivamente foram. para
cejo em o Conceibo Municipal empenfiou o es
forgoB de que poda dispor. e no mu to de man-
ter a paz e a liberdade de voto, provaodo-vos
assim a sua sinceridade para com o governo do
Estado de qae soi3 digno cQe'e.
Approveito a opportonidade para congratular-
me comvosco, pelo trismpno qae acaba d-! obter
o governo da DoiSo, sobre o ebefe dos rev 1 osos
segundo as noiicias qae nos fo transmittidas.
Praza eos cos que entremos em asa pnase
de paz e p-ospuridade.
Saode e f'aternidade.
Illnstre cidadao Alejandre Jos Barboza Li-
ma-
M D. Governador do Estado.
Clementino Ferreira Guimares,
Presidente.
DESPACHOS DO DIA '9 DE MARCO DE
1894
Bacbarei Antonio Augusto Fsrreira Lim?.-
Deferido, com officio desta data ao inspector
ao Toesaurp.
Democrl'.o Cario? de Miranda Peixoto.Iafor
me o Dr. inspector do Taesouro do Estaio.
Flix Francisco da Caoba.Jnfjrroe o Dr.
jais de direito do 2* districto criminal mandan-
do juntar os documentos a qae alluiem os arts.
2o e 3' do d.-creto o. 2,536, de 28 de Maree de
1860.
Francisco Bello.Iaforme o Sr. Dr. jolz de
direito das execuedes crimioaes.
Joaquim Candido Pereira de Ly-a.Remeti-
do ao prefeito do municipio de Itamb para in-
formar.
Manos! JcS do3 Santos.Informe eOr. ins-
pector do Thesoaro le Estado.
Manoel Jovenal Monis.Entregae-se o docu-
mento incluso, por intermedio do director do
preeilio de Fernando de Norooba.
Pedro A'exandriao Machado e Fransisco Carlos
da Silva Fragoso.Informe o Dr. inspector do
Toesoaro do Estado.
Roldino Jo- Peixoto e Silva -Voite ao Dr. ins-
pector do Tbesouro.
Rayaron'o Das ParateIoforme o Dr. ins-
pector do Thesoaro do Estado.
Virginio Mendes da Silveira.Inforae o ais
de direito do municipio d^Nazaretb.
Mnoel Antonio dos Santos Dias.Ao Thesoa-
ro para attenderem termos.
Secretaria do Gaveroo do Estado de Pernam-
buco, 30 ae Margo de 1894.
O porteiro,
H. M. da Suva.
PARTE OFFICIAL
______________
iwoveriiM Ao Estado de Pernam-
bneo
ExpeMe do dia 7 de Fetereiro de 1894.
Acto: \
OGoveroador do, Estado, resolve declarar
que for aproveitada cm 31 deApzembro do
anno proxmw passado, na orgaaBicao do ma-
0steriodotoficlpjo de Tacarata, a proressora
publica da"*(aeira mixta da villa, Antonia
- di* PaflWs Baptista segundo
_rfQ.4 de Janeiro findo, do Pre-
f eito do mesmo MDicipie. e da nformagaon.
14 de 6 do correte mar,o inspector geral da
1:1 treegao Publica.
Qneetura Policial
1' SecgSo.N. 69.Secretaria da Queetara
Policial do Estado de Pernambaco em 30 de Mar-
go de 1894.
Sr. Dr. governalor.Participo-vo3 que foram
hontem recolhidos a Casa de Detengao os segua-
tes individuos:
A' minba ordem, Eleuterio Heoriqae Jos da
Costa, para averigaagOes pollciaes.
A' ordem do delegado do 1* districto da capi-
tal, Joao Ribeiro da Costa, conhecido por Caausa
e Loiz Rod-igoes da Silva, como suspeitos.
A' ordem do subdelegado da freguezii do Re-
cite, Altred Henvitsa, por crime de desobedien-
cia.
A' ordem do subdelegado do 2' districto de S.
Jos, Joo Alvos da Silva., coobecldo por Joao
Neb e Francisco Antonio da Silva, como desor-
delros.
A' ordem do subdelegado do Peres, Antonio
Barboza da Silva, para averiguagOas policiaes.
Por esta RepartigSo fol hontem remetttdo ao
subdelegado do Reclfe, para os devidos flns, o
auto de corpo de delicio procedido na pessoa de
Serafim Pereira Lobo.
' Ao Sr. Dr: Alexandre Jos Barbosa Lima,
multo digno governador do Estado.
0 questor,
Jui^ie Mello Fho.
Thesoaro do Estado de Per-
aasibaco
DESPACHO* DO DIA 29 DE MARCO DE
1894
Min-el Fernaades Velloso, Manoel Simando
de Albuquerque .Santos, Ettaolsl&o Cardoso e
Anua Cubarina das Neves.Informe o Sr. D--
contador.
Adelatde Mari? Ferreira- Haja visla o Sr.
D-- procorador fiscal.
Floricda Mirla do Rosario, Jacintbo Jos Joao
de Amorim. Artbor Santos 4 C, Manoel Poppe
G rao, Ifer.a Roaa da Eocamsgto, Ignacia M^ria
da Conceicao, herdtiros de Miguel Arcdanjo, Jean
Meter. Aooa EttUa, Tj.-qoato Jos Mioteiro, Eu-
lalia V. de Paz e Elizia-ia Mathilde *do Reg.
A' secgao do contencioso para os devidos fins.
Jote Joaqun Alves e Aostricliauo P. de Al-
metda Aodraae.Certifique se.
Candida Maria da Coocetcao. -Informe o Sr.
Dr. administrador da necebedorla.
Aotoaio Fernaodes Pereira. Satisfaga a exi
peacia constante do aviso do miaisterio da fazeu-
d de 1885 juntando alva- de llcenga do jaizo
competeaie.
Joaqqim Honorato de Oliveira Cajueiro.Res-
ti:ua-?e.
Enesto da Silva Miranda.Deferido em vista
das informagS-s.
Jo-epha U ra ra Loz Iofcrme o Sr. collec
ttir de S. Lonrengo da Matta.
Recebedorla do Estado
DESPACHOS DO DIA 29 DE MABCO D2
1894
Francisco Qaerido de M-Hj F. H00JInforme
3 1* SecgSo
Ladlsau Jos Ferrlra, Candida e Mira da
Conceii.ao, Ar bar de Mello.Informe al.* Se;-
gao.
Joao H p'ijti de SouzjIoforme a 1* SeccSo.
DESPACHOS DO DIA 30 DE MABCO DE 1894
Joaqoim de Aimeida Gomes e Taeotoolo Mar-
cilio, informe a 1 secgao.
o porteiro.
Custodio B. da Silva Guimaraes.
EXTERIOR
EUROPA
Velglca
R-itirada do gabinete Bee-
naert O novo mioiaterio
CoaferiDC:'a secreta do rei com
o imperador da Allemanha
Falla-se do novo ministro jun-
to ao Vaticano E'yaeu K;
clua e o snarcoismoO oaaa-
mento da prioosaa de Fiaa-
drea. Keappareoimento do
cholera em amar.
O gabioete presidido polo Sr. Beenaert,
depois de arcar com as diffjrentes vici-
situdes qae Ihe tamoltaaram a xisteaoia
no poder, determiooa abandooal-o.
Esta raiSo aocentuou-sa logo nos oircu
lo governist^s, e ao mesmo tompo correa
que para aolagSo da criae ministerial era
esperado o re Leopoldo em Braxellaa,
d'onde ha vi a conselhos medios aegaidu
para 8an Renes, na Italia, prximamente.
Com eSeito, S. M. tornoa cpital, e
o presidente do conselho de ministros
apreseutoa-lhe logo o pedido de demissao
c ilectiva do gabinete, acquiescando a elle
Leopoldo II, incumbindo a nova organisa
(So ao Sr. Brnlet.
Este Sr. dea oomprimeato missSo da
que se enoarregara, constituindo o novo
gabinete com este peasoal, reservando para
ai com a presidencia da conselho a pasta
de interior:
Bsrgaren, justici ; Oesmat, fazenda ;
Peerebon, telegraphos; general Brasaine,
guerra, conde Wa'erloo, eatraogeiros.
Sabe-se que o rei Leopoldo te ve ha
diaa longa conferencia secreta com o im-
perador da Allemanha.
Nada traspira, po.-m, quanto ao as-
sumpto e fim, dessa conferencia.
Consta que o Sr. Mslabrook ir para
Roma como ministro plenipotenciario janto
do Vaticano.
Psrjce que est im va de formajSo
urna liga bimetallista internacional, de-
terminada palo aggravamento da crise da
prata e da baiza dos prolactos agrcolas e
manufactureiros.
A liga ser modelada pela dos Estados
Unidos, Iaglaterra e a Allemanha, e com-
prehender a Franca, a B olgica e eren-
tuaimente a Hollanda.
O jornal socialista tTravail, que se
publica em Liege, traa a segainte nota da
opiniSo de Elysea Reclua eom referencia
aoa attentados anarchiatas, proiaaidos em
diversas partes.
Q jando alguem quer mal a ama pass
soa, procari-a, explica-se com ella; mas
nBo fas sentir aos innocentes o peso dos
seos r ancor es.
c A anarchia o csummam das theo-
ras humanitarias; e qaem se dis anar-
chista, deveria. ser bom eoiritativo.
cTodos os attentados no genero dos de
hontem, aSo considerados pelos verdadoi-
dairoB companheiros como erimes. Se oa
que levam a cabo semilbantes actos de
barbaria pensam que fasem a van jar as
ideiaa ao-^rchistas, enganam-se redonda-
mente. _
Chagar-se-ha a am ponto tal de desges-
to pelos companheiros, ellas inspirarSo
tal horror, que nSo se qaerar mesmo on-
vir fallar em anarchia.
Os hornea qae aotaampelo mal, enxo-
valham as nousas doutrinas.
Desgra,admente, ha milito entre ni.
O casamento do prinoipe Carlos de
Hohenaollern com a princesa Josephina
de FUndres deve realisar-se a 8 de Maio.
NSo est anda declarada se o impera*
dor da Allemanha assiitir ceremonia, o
qae se sabe qae m rsinha Victeria se
far representar pelo prinoipe de Galles.
Reinvadio o cholera morona a provin-
cia de Namnr.
O ponto de iaioiacSo deaae reappereoi-
mento foi Jemeppe, onde manifestaran! -se
50 oaior, registrando-so 15 bitos.
Palzea Balx^s
Novo ministro de estrangei-
ros O projecto de reforma
eleitoralSua retirada da dis-
cassSo A iiamento indefinido
da 2.* cmaraDissolacSo da
meama.
Foi nomeado ministro de estraugeiros o
D Zilcken.
A 2.a cmara dos Estados geraes
approvou ama emenda apresentada ao pro-
jacto do reforma eleitoral. O governo,
desabonado sem daviJa pelo fasto, rti>
ron o projeoto da discassSo, e a cmara
por seu turno adiou-39 indefinidamente.
A vista disso, tinham uns por prova-
vel a diasolaQSo e oatros acreditavam na
possibilidade de criae ministerial, toado
afinal prevalecido a primeira parte ; pois
'foi j publicado o decreto que diasolve a
segunda cmara.
O facto determinoa-se por divergencias
da mesma cmara com a primeira dos
Estados geraes dos Paiaas Baixos.
Sulaaa
Laocamento de em presumo
coberto na praca de Borne li-
soogeiramenteConflicto hel-
vetico=aitaliano O governo
itliano mactm-ae na sobera-
na do Estado e o Sasso insta
pal* arbitragem consagrada no
tratado de 1892.
Aoaba de bogar na fraga de Berne o
governo um empreatimo, caja importancia
foi coberta 18 veaa mais.
O aonflicto entre a Suiasa e a Ita-
lia por cauai da questSo do pagamento dos
direitos em ouro nSo est r.
O govorao italiaoo mantm para e >im-
plesmente o sea direito de adoptar as me-
didas fianceiras, no tocante ao rgimen
interno, que as circamstanaias ihe aoonse-
Ibem. O deoreto regulando o pagamento
doa direitos adaan*iroi em valor metellico
ama mndid* que denv* da soberana do
Estado e com a qual oad* tem nem pode
ter um tratado de commercto. Nastas
circumstaocias o governo italiano eateade
qae nSo ha margem para um resarso
arbitragem.
O governo saisso pela soa parte allega
qae, se no tratado de 1892 foi incluida a
clausula arbitragem, foi porque assia
o indicaram os delegados iulianos. A
arbitt^em dar ss-hia em todas as diver-
gea^ias que podessem originar-se a inter-
pretagSo e applicacao o tratado e qae
nSo podessem ssr resol vidss p>r vias di-
plomticas.
O C nselho Federal insiste, pois, na
arbitragem, declarando qae Be o arbitro
nomeado der rasSo Italia se sujeitara
inoondioionalmente a ella.
Sempre bim disar qae a op:nSo dos
jarisconeaRos suissos qae neaham tri-
ounal arbitral dar ra lo ao procedimento
do governo italiano. Talvez seja por este
meamo motivo e por se aohar egaalmsnte
convencido de que o deferimeato da qies
tSo para urna arbitragem lbs seria desfa-
voravel, que o governo italiano se intrin-
cheira as immaaidades do direito de so-
berana para msater a sua resolcslo e re-
casar esaa arbitragem.
Italia
Sobre as finanzas Attitade
do parlamento para com o Sr.
Crisp Rageicao do imposto
sobre rendasMinistro da fa
aenda regeita o relatorio d<
oommissSo de ornamento re-
dusindo as desposas militaras
AutorisacSo para o proces-
so de varios deputadosAdia-
mento das cmaras -Retirada
da discusaSo no senado do
projecto de pagamento de di-
reitos em ouroA fRiforma
Inopportanidade da fenda-
cSo de estabelecimento de
crdito na citnacSo do pjiz
Anniversario natalicio do rei
Chegad darainha Victoria
em FlorecaO que corre so-
bre o casamento do herdeiro
da cordaAltalia no conflic-
to hispanoMarroquino Os
anarcb8tas|4Outras n.ticias.
Evidentemente as declaracfoa francas e
claras da Sr onnino, ministro das finan-
gas, acerca da situa$3o fioanoeira, causa-
ra m profunda impressSo em todo o paiz.
E natural qae asaim saooada, porque
a sitaaclo geral do thesoaro muito maia
grave do que se poderia sappor, e o go-
verno jalga imprescindivel o recurso a
novos impostos para oobrir o dficit orea-
msotal qae vae alm de 177 milhfci.
No entretanto, ao contrario do qas se
sappaaha, o parlamento nSo crear diffi
cuidadas ao governo para que elle posaa
resolver as graves questSes de adminis-
traoSo qae neste momento o preocoapam
estando a maioria tSo compenetrada dos
seos altos deveres patriticos, qae tem
evitado toda a disonaslo qae possa preja
diear o governo.
Na disoassSo das intorpellasSas a pro-
posito dos ltimos acontecimenfos, o Sr.
Crispi propoa o voto de oonfianoa puro e
simples, que foi approvado por nma enor-
me maioria; o qae prova o qae fioa
dito.
A sitoaolo da Italia grave, e homens
do valor e do prestigio do Sr. Crispi sBo
raros. Dotado de orna grande forca de
vontade, sabendo o qae pode e o qae va-
le, dispendo do ama iavejavei popalarida-
de, f merecendo a coafianca o a estima
pessoal do rei Humberto, o Sr. Crispi,
desde o momento em qae aeoeitoa o en-
cargo de faser governo em similhante
conj anotara, dispdi-se a faao'-o a serio ;
e se a cmara lne fosse hostil, oa se pro-
carasss preiudiear'-lhs a accSo governati-
va, o Sr. vjrispi dissoivia-a e, faaendo ap-
pello ao auffragio, havia de oonstitair ama
cmara caja maioria Ihe foase absoluta-
mente leal e fiel. Mas nSo foi preciso
recorrer a este extremo.
A cmara compenetrou-ae dos seas al-
tos deveres patriticos neste momento d>f.
fioil, e as votb<,o 33 obtilas pelo Sr. Crispi
excedem toda a espectativa, porque tem
tido a seu lado quasi todos os grupos pre-
ponderantes do parlamento a ponto de
qae a mocSo de confianza, a que cima
nos referimos, foi votada por 312 votos
contra 49 !
No entretanto alguna deputados decla-
rara qae approvando as medidas do go-
verno nSo deixam de recooheocr que
neceasario faser algama coasa mais. E'
necessano adoptar medidas econmicas e
sociaes, qae por am lado evitem as com-
pl CicJJas fnanoeiras e pjr outro deem
satisfagSo s reolamacSes maia do que
justificadas das clasaos, qae representam
as forcaB vivas da na^So.
Cerno quer qae seja, oareoe contina a
discatir.se a questSo das financas do qais.
O dficit acensado pelo Sr. Sonolmo
eleva-se a 177 militos, e o mesan mi-
nistro apenas poda realisar 45 milhSes de
economa, tendo para cobrir o dficit de
recorrer ao laogamento de mais de 100
milhSes de impostos. Poder o paiz cor-
responder ao appello ? poder^fazer mais
este sacrificio ?
O que aggrava a stuagao a oonvic-
ga > de que estao exgotados 08 ltimos
recursos do povo italiano, e que elle real-
mente nSo pode pagar mais.
A agricultura atravessa urna crise an-
gustila.
. A popalagSo urbana e raral vive mal, e
a tributacSo dos gaeres de primeira ne-
cassidade collocal-os ha as peiores cir-
cumatanciaB, sando qan, oso mesmo este
recurso ao imposto prodasa o resaltado
previsto, o dficit oSo ser coberto
A aat risagao pedida pelo governo para
reali>ar em dictadura as reformas admi
nistrativa e polticas qae as circumstao-
cias reclamam, autoriaacSo qua o parla
manto cbncsdeu promptamente, pode an-
da dar margem para novos desoontenta*
mantos, visto qae se diz que o Sr. Cris-
pi tenciona supprimir algamas prefeitaraa
e oatros coros autonmicos das prov 0-
cias, o qae levantar, decerto, resistencia,
ioraea. O Sr. Chrispi porm uui gran-
de estadista, e procurar cumprir o sea
dever. de modo a evitar o aggravamento
da situacSo interna da Italia.
= A cmara dos depuUdos rejeitou a
proposta de imposto sobre rendas, tendo
ped'.do a commissSo financeira se?era eco-
noma no orgamento da guerra.
Ora o ministro das nangas regeitou
o relatorio das commissSes de oreamento
qae qaalidc u oa projectos fioanceiros do
governo redazindo as despesas militares,
decisSo esta ue sem dvida provocar
no sio do parlamento graves disoass3s
e talvez urna crise miaisterial.
E por isso notam oa joroaes que, ape.
ssr da crise, da anormalidade do dficit
do orgamento e das propostas, de langa-
monto de 103 milhSas de impostos, as
desposas milkares nSo diminuem, e ao
contrario aogmontam todos os das com
o ordenamento de novas acquisicjSes de ar-
mamento, com a construcgSo de um ca>
nhSo especial no estrangeiro, etc. Affir-
ma nm desses jornaes que s destas alti-
mas ac^aisi^as o governo dispendeu mais
de 50 milhoas !
A cmara doa deputados approvou o
requerimento para ser prooessado judi-
cialmente o Sr. Doeca, e autorisoa a
continuagao da saa detengao.
Igu lmente autorisou o prooesBO de
Imbitianni e Galiobati, por violacSo das
Ieis de imprenaa e do duelo
A mesma cmara depois das ferias da
Paschoa, foi adiada para o dia 21 de
Abril prximo.
O senado, a pedido do governo re-
tir ou a discusso do projecto relativo ao
pagamento em ouro dos direitos adaa-
neiros.
Eita medida, como se sabe, fora vi-
vamente impugnada pela ouissa, que a
julgava contraria ao estipulado no tratado
de commercio entre :os dous pases ; mas a
Italia insistir, deolarando que o tratado
nSo podia invalidar actos proprios e ex-
clusivos da soberana do estado, tendo a
Suiasa declinado a decisSo do coLflicto
para ama arbitragem, ao qae nao ac-
quiesceu a Italia.
A qoestS) tomoa asBn am aspecto
grave ; e o governo nSo qaerendo ceder,
adoptoa o nico expediente airoso qne
podia tomar, nSo s taaendo votar o pro
jeoto pelo senado.
A cRiformas, orgBo do 3r. Crispi,
denuncia como ama invenoSo dos jornaes
hostis tanto Franoa como Italia, todss
os boatos* relativos ao augmento do effac-
tivo das forjas italianas na fronteira e aos
preparativos de armamento; pois a obra
da pas igualmente necessaria a todos
sob o ponto de vista social, econmico e
poltico.
A mesma folba lembra em segaida qae
o Sr. Crispi, poaeo antes do sea regres-
so ao poder, prononoioa em Qaart > am
discurso em qae cUnfijoa a guerra oomo
turna floooora, nSo tendo mesmo mo-
dificado ainda nem modifcala jamis a
saa opioiSo.
Qaem affirma ano a Italia tem ideas
bellioosas nSo conheoe as ideias em que
boje se inspira o sea governo, oonclae o
referido jornal que externajtambem qae o
anieo meio de evitar-se na Italia a orise
financeira, aeria a ratifioaoSo de nm ac-
cordo eoonomioo com a Fr&nga..
O ministro da fazenda declarou a urna
commissSo de baoqaeiros que era inoppor*
tuna a ocoasiBo para fundagao de novos
estabeleomentos de crdito.
No dia 4, aniversario natalicio do
rei Humberto, hoave revista da guarnilo
da cidade de Roma e recepcSo no Qairi-
al.
A ranha Victoria de Inglaterra tinha
ohegado a Floreng,e ahi teve rympathioa
recepgSo e fseram se-lhe fastas significa-
tivas.
S. M. era esparada a Roma.
Segando boatos espalhados na corte,
o prncipe de aples, herdeiro da coroa,
pretende em breve oontrahir matrimonio
oom S. A. a Princesa Theodora de Hola-
t:in, irmS de S. M. a imperatriz da Alle-
manha .
Dia-se qae neste enlace empenhar- a-
hia a corte alleml, mas qae nSo seria do
agrado da rainha Margarida, por ser pro-
testante aquella princesa.
Como sabido, j urna vea se falln no
casamento do principe real italiano com
outra princesa al lema, egualmente protes-
tante e semelhante ideia foi posta de parte
pela viva opposicSo manifestada pelo Va-
ti cano
Dadas as tradigSas oatholicas da familia
real italiana; a futura rainha da Italia do-
ver ser ama princesa oatholioa. Este
o tnema do Vaticano e dever ser o do
Qairioal qae nSo querer crear novos at-
triotos e novas diifijuldades com a Santa
S.
Depois o qae certo que o povo ita-
liano, parte o sea entraahado amor pela
dyaaatia de Saboya, estar ao lado doa
oatholicos na defensa da opiniSo de qua a
esposa do principe herleiro da coroa deve
ser urna princesa oatholioa.
Diste modo a soluoSo parece diffiil,
dado o limitado numero de princesas oa*
tholicaa em disponibilidade para noivos.
Parece qae S. A o daqae de Aosta
ir este-seno aasistir s grandes manobras
do exercito ailemSo.
O daqne de Aosta sobrinho do rei
Humberto e flho primognito do mallo-
grado principe D. Amadeu de Saboya.
Respondeodo a urna perganta do Sr.
Santonofrio sobre a acgSo diplomtica da
Italia no conflicto hispano-marroquiao, o
Sr. barSo Blanc, ministro dos negocios
estrangeiroB, disse :
c Exercemos urna acgSo inde lendonte
de toda a tendencia e intromissSo colle-
ctiva na frica, para qae os doas Estados
interessadoB viessem a accordo sobre ama
solucSo e qu<< o imperio marroquino po-
derse fazer honra com os seua proprios
recursos, e qae fosse decorosa para ambas
as partea. Conseguido esse desidertum,
a Hespanha exprimi o mais vivo agrade-
cimento por todo quanto fea a Italia as
loogas e difficeiB negociagSas dos ltimos
meses.
Apoiamos tamb m os pedidos da Hes-
panha junto do Sultao de Manceos, por
que a independencia e a segnranga das
possessoes hespanholas na costa marroqui-
na interesaado Italia igualmente pela
solidariedade das daas potencias no Me-
iterraneo.
O Sr. Santonofrio agradecen ao Sr. ba-
rSo Biano o ter desmentido com a sua
espoata as insinuacSas malficas em detri-
mento da Italia, fetas por certa impren-
sa internacional, que ora aecuaa a Italia
de imaginarias oonoentraces de tropas
as proximidades dos Alpes, ora procura
suscitar descoafiaogas Hespanha, qual
a Italia est ligada por aatiga amiaade; e
accresoentou que muito folgava de qne a
Italia tivesse occasiSo da mostrar nova-
mente que um elemento de paz, e quer
salvaguardar o equilibrio no Mediterrneo.
Foi preso um individuo de nome
For ti, que d galera da cmara dos depu-
tados pretenden apedrejar os representan-
tes da nac&o.
Tambom realizou-se a pr>sode G .liani,
autor da explosBo na cmara dos deputa-
dos.
Urna outra victima dessa attentado j
fallecen.
Ainda foram prasos os autores do at-
tentado pela dynamite, ltimamente havi-
do no tbeatro Licoa.
Em aples deram-se grandes desor-
dens em frente aos tribuaaes, quaado se
tratava do prooesso dos anarohistas.
Os operarios da estrada de ferro do
Adritico fieram greve e tem promovido
des or deas.
Alguna malvados tentaram assassinar
o general Hentsck, gove&sdor da provm-
oia de Massa e Carsara.
Graves aoonteoimentos se preparara.
na frica italiana.
O general Baratien, sabendo qne Os-
man Digna tem intenses de vir oom am
exeroito s Ksssala, decidi por fogo a esto
cidade, antes qne o grosso do exeroito
dos derviches possa all ohegar.
A opera Walkyriaa do maestro Rr
cardo TFagoer foi canuda e pateada no
Saata.
Ai manifeaUcS da dasagrali traas-

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Diario de Pernamltico habitado 31 oe llardo de 139-4
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formaran-e ea deaordam, quo tea
rompar o espectculo.
__luve temporal violento na ilba d'El-
bi, tem dad) coala m-iitoa deatrocoa de
naufragios.
O caltbre patriota Kieautn, ohefe da
revoluto hngara da 184 faeoea na
dada da 92 aaroa, ap enferroidude.
SGiEHCIAS E ARTES
("Kiislriii-i/iio
ij-ir-i iini;ijs ; re-
gnu '/'"' deven ser awriiaiSM por ocoaeto de
MU atKUfo, t procesas a empregar.
Dcfeitos devido-. a economa
II
Tres sao ;i3 causa princpacs do m execu-
jo das nosstt coQstruci,es :a economa mal
Mead da, o mo proeesso empreado e a falta
de idoneidade do eacarregado.
Considerando a primeira can-a to perniciosa
Sianto as outias e vergonhoso dizer que tem
la sido observada de tal modo que, muitas
vezes, lia irazido ate prejuizos de vidas.
Longo seria discutir essa causa debaixo do
ponto de vista teclinico, por isso a analysarei
"iite em relago aos seus efTeitos puramen-
te maieriaes, servindo essa analyse de um t-
cito protesto contra todo aquello que na geren-
cia de seus haveres exceder os limites da bem
entendida economa, tendo talvez a convieco,
e que esse seu acto reflecte directamecle em
prejuizo da liumauidade.
E' devido a esse {Manato systema que as cons-
tTOCyOes modernas no Rio de Janeiro resentcm-
3e da falta "de solidez e segura iga.
& chalet, edificio formado por um travejamen-
trausversal que o circumda, denominado
twiftiiyiiiii e a maior victima desse malfadado
principio.
Em ge ral construidos para habitages fami-
liares, os proprietarios s mirara despender a
enor ^uantia possivel na sua construccao C
iufruir o mais exagerado aluguel.
E' assim que empregando dous ou tres con-
los de reis cunseguera formar um predio que
Vies rende quareota ou cincocuta mil ris men-
sae .
Essas construccoes para cuja realizago pre-
eedera urna licenga e approvagao de um pros-
pecto pela Intendencia Municipal, sao exclusi-
Tomente fracas e de una durago ridicula.
e nossos antepassaos quando tratarara de
ailicar um predio s tinham em visia a maior
urago, afim de que este so tornaste um eter-
ai> patrimonio da lamilia ; hoje, porm, o que
x ve Principalmente no Rio de Janeiro a
janancia de accumular fortuna em poucos das
e tul que arrasta muitos capitalistas a empre-
aarem seus capitaes em executar pessimas cons
{oes, que continuamente se csto reparan-
do e sao demolidas em espacos de tempo rela-
tivamente insignificantes, em consequencia de
desaprumo das paredes, de fendas que se ve-
aiicam devido a exiguidade de aheerces do
apodrecimento dos paos de prumo que sao in-
troduzidos as mesmas paredes, etc causan-
do assim um sensivel prejui/o ao proprietario
ame tem de novaraente construil-o, para poder
Suir nevos alugueis.
Erro e erro mperdoavel da parte dos pro-
prietarios devido to sraente a completa igno-
rancia dos principios technicos, que devera pre-
sidir a todas as construccoes e a falta de cuida-
do na gerencia de seus baveres. Dir porm
oleitor: Ea Intendencia Municipal nao
smem concede a licenga, como nao exige as
eotcdices precisas de seguranza e de duragao ?
este ponto pego licenga para calarme, de-
clarando lo sraente, que a Intendencia Mu-
cica I da Capital Federal s observa o princi-
pio inherente a bygiene, isto se os commo-
cos dos predios sao suflicienteniente arejados
# se tem urna cubagem de ar necessaria a ser-
nrem de habituges, estabelecendo tambera re-
jra-s para as alturas dos diversos pes direitos
as diraeasoes de portas e janellas, quanto ao
raais nao posso sabor da razao de abster-se ella
M- eligir;
Ai aqui tenho smente tratado da econo-
jaia exagerada que preside a construccao dos
'Adiis deixaBdo para mais Urde a analyse des-
sa construccao, quando estudar o modo porque
en gera' sao levantados os edificios.
Paesando dos chalets s casas de outros syste-
ss&s, raro que se veja boje urna edificago so-
!k. e durad >ura, quando sao ellas mandadas
realizar a expensas de particulares.
Assim como no Rio de Jaoeiro, nos estados
se verifica o raesrao erro, accrescendo a cir-
sarostanciade ncra ao menos observarem a3 con
iicOes de nygicne e do aformoseamento dos pre-
dios. E' duro, reconhego, avancar a semelliante
proposico ; mas, o que hei de fazer se tenho
jor tim um verdadeiro estudo da pratica de um
eos mais importantes ramos dos contiecimeotos
Smanos ? O leitor ha de dcsculpar-me; por-
ajoe nao posso deixar de severamente condera-
aar tudo quanto contribuir para o atrazo da
jossa patria.
Sei que muitos estados nao dispem dos ne-
cessarios recursos para bem gerir os negocios
pobicos, mas. na qualidade de til lio de um dcs-
es, tenho dupla iazo para desejar vel-os '.ri-
Itar o caminho do progresso, e, por isso, mais
spaeadaraettte tratarci da verdadeira calami-
(&Mle que se observa as construccoes espalha-
aas nos divereos pontos do paiz.
Nao tenho por lim dirigir censuras, porque
jwroaheco a falta de meios com que lutam mui-
306 estados alguns dos quaes nem ao menos
spera de verba para occorrer a despeza com
a /calisagao dos mais "importantes e urgentes
3ervicos.
; 1 sejuirj.
J. C, de lireira Crus,
Tenente-Coronel de Engenheiros.
HISTORIA
o i\fi\ti: o. ni;vriqi i:
C SFERESCIA INAaOBAL DAS PS8TA8 DO
CBSrfeN'AEIO, FEITA NO SLA 00 P4-
^ACIO DB CBYSTlL DO POBTO.
Uestes aitoi>, novoados de jardn?, entre os
faae-< se ergue o palaeio da iadnatna, consagra
do boje a ootbfose do homam t-r*iel. na-
13 dado scalos dea corpn, 'rjia, designio e
iaiD as fj'ca expansivas ua nacao, ttaptisada
ft\a retolta de Lisboa, e contiraMda pela victo-
ria Me Aijubarroia, oesiae salas, onde os prndoc
tos de Portogal ultramarino vn dar o altimo
fc.'tenuDbo do xito dassa e aprexa gloriosa que,
lendo enehido com byaoaoa de victoria os ma-
jes eU I-iuia, craoi om aegoado |Portoal aa
America dano i cbasar a exiiteasia social
os a>chlpelagos do Atlntico : destes altos for-
Bosissinos, sonraoceiroa ao Diuro, a ana c-
tale, a minina imagioacao estt evocando os ve-
Aos lempo* de ba claco scalos.
Vej > o monte negro da S, a cidade dos Bis
pos. apertada no se ciato de maravilbas com
as deates de graouo moreeado o atol do Co
vejo as onas da casara obscura galgaado por
sobre as moralbas, callearem, iaainaaade-ae
aas garlan as aperladas e nos altos arborizados
ene boje sao o Porto, Poi alm, na S, jue se
casarao D. Joo I e D. Pbetipa.a Iogleta. O
valle que desde Santo Ovidio ata ao Dooro, co-
racSo actual do Porto e divisoria da cidade ve
jha e da cidade nova, apreseota-se-me j habita
jj pela popnlacao dos burgnezei sempre hostia
aos Bupos Sazeranos.
para Oeste, aos altos de Ctdofeita, o cabido
eolonisa, arrotaoto os campos inclinados pe.
ancos a de Vilar. 8. Francisco, aqu no sop
do proprlo monte em qne nos acbamos, est4 eo-
aecadoiapeoM : priaeipiarto oeradee a dtf-
car o seo templo no mesmo tooo de Al)dbarre
ta: 1385. E em (rente de S Francisco, no
velbo paco real, deilando sobre a roa nova aber-
va por D. Joao I, nease futuro coracio do Porto
eommetcial, ah qae vem ao aando, em 4 ie
Marco de UM, eotaateD. Hsnrlqae.
ja o periodo baroico da revologio e da gasrra
nha paesado. A p*i com Castalia, vivamente
deeejd* pelo rei, embom anda nao sellada,
era, porm, om tacto,
As*etit tomas iuiernas bavlio ssado prla-
elpalaaento con a emlgracao dos parciaei aejasr-
soe para Castell.
A mona*cbia de A'iz rgoia-ss soberana ao
bre s->u povo, retsaiperado ou loagia batalbas
da lnd)>peoaoacla e eaaixava-se profaadamentti
oo aen'lmeoto novo da vontile pioaiar ai ni
me. Una alma ardente de deiejoi e amb'(S-s
inomiaaJas, aniouva a oago. Si'io-se a ne-
ceidade de om grande ctj para coatlrmar o
"aptisma da i-dependen Ha. Mu qu- a:to t
Que facanv.a ? Q >e aventara ? Qje empre a ?
Uns l'-'Doravo a cooqaista de G.utanar, outroi
a de G- idla aos mouos; ma* o rei|pradiDte,
recriando oova gaerra com Castalio, optou por
Canta : coct ouir o A garve alx-mar ; prose-
tolr para o sol a era santa Decidi-se a expedigao em 1415 : tinna o in-
fanti D. Heirique 21 auoos. Ordeaou-K o ar-
mamento de dina esqaadras; urna em L'sboa
cura oj Porto. Para aqoi veio o infante din*
Sir a eqoragao da f-ole lo rabies basUrao para a ter concluida : pois eo-
gm^raetiia mmto qaem jnl^sse os aos
'se emp) Com as ideas posteriores ao srcalo
XVI fJMO lo eslava apeno o periodo das gran
ne* vi.g-"n. Eitai o aav>gar cj i-is; a aioda,
i =a.do fu a desde os lempos mais remotos, em
'<-iuir ao longo das cua'asdoranie o J.a apjrian-
do a qualqaeraigra para pcnoitar. o Me-
diterrneo os crozava, d ixaido aterra a per
de.- de vista ; por laso os-pnoto* ema-eaotes dos
Baleares, de Guaova oa le Pxi tiabo enio o
sceptro de navegadores. Para as arma iz1. ser*
viSj os navios de pesca e de commercio sem
mita pp^relbo porqae tSo poa'o a arte de com
o- er no mar dille- d 03 cemoats terresire?.
Os i .vios er-m simples traosportes que even-
tual mete se t-aosforuuvaot en fortalezas ;li-
coHOt-a. Destes Ohvios o*mai< r era a oo, bar-
co por veatura semclhante ao talacho oc pa.a
c 10 d aossa Dave>!cio coateira, e raras veze*
:ie ca^acidade snperiur a cem toneladas. E~um
os navios do commercio arvorados em trana-
portea d6 enera. Des'a espec e armou e CM*-
r.ecaa D. H-inriqoe oo Pjrto vinte. Nayegavam
7ela e cPamavamlbes navios reioodos, em
opoo8iao forma esguii daa gales qoe anda
vam, em regra, a remo e eram o tyoo do navio
de combite berdado da Antigoiade. Gal-1,
armoa o infante eete. Alem destes navios a
qae aoje cbamariamos de liobt, completava a
froia nm oamero inceno de barcas, '.a iaei
e caravelas, avos de vela oo remo das >'. u
paotias a de pescado'es e cajos fac-similis exa
ecos se encoairam alada boje celas praias de
Port"gal : a caravela tSo celebre na bistoria
daa primeiras descobertas africanas ten, quan-
to a mim, o sea rfp'esentaoie Bel aa li riba-
lejaaa.
Na primeira semana de Julbo estava prom
11* a frota oo D aro, e daqai onde nos achamo-
podemos tambem evocar com a imaginacSo c
inai'o desses navios garridamente er^paveza-
dos de boleos e estandartes malti :olores 011J-
a s ymhoios herldicos dis guerreiros se jan-
lava ao pavilbao tricolor do infante D. Henri
qae e a ua dwiaa qae era anda apenas ama
promessa : Taleat de bien taire, arte de pro-
a ler com acert. J oa escoiba deste moito o
rntaate da va a medida do aea genio futuro : ne
ubam capricho, ceahama '-aidade, neabam
mor: smeate a obedieacia ceea freima
qae aiada ioconscieole loe arda ja a> pensa-
meato javeail. Toda a chusma daa gales e dos
wariaheiro) das naos vesta as cd'es do ifin-
te. O irmo, fatnro duque de Bragaoca, com-
maarJava ama das ous. As gaarnigOes esta-
vam todas a postos. L^vantaram-se as anco
ra. O da era bello. No ar azul Hacnavam
as handeira^, e de bordo de cala navio o sjoj
rutilante das cbaraoiaias coava pelas encostis
broptas vestidas de pinhaes. Dos dous lados
do rio qoe a frota desda apiabava-fe o povo
desde os Giodaes al a Fi, des le G>ya at
Aforada, respondeodo s trnmbetas de bordo
rom em trovae de a-iclamaces.
No da 26 ebeeon a esqaadra i Lisboa ; mas
qaaodo todo eaUva prevenido, e timado para 23
" da da partida, raiaba morrea de peste.
Trago revelado da energa qnasi deshumana
de-de bomem anda oa verdura dos anaos
alada vir vida I Qaaodo o re viuvo fogia dnodu de dor,
para aiem do Tejo, qaaodo a bordo da esqaa-
dra todas as 'gaaraicoes vesiiam lato e os aa-
v os tinbvm arriado as bandeiras em signal de
, o infante, esgazeado o olear, earuga a a
f-oote, descaroavel o animo, fui a bordo, man-
dn vestir de gala as iripulacGes, maadoa qae
z trombetas tocassem os bymaos de gaerra, e
q *e a esqaadra partase oo propno da destila-
do : o da aetuiote ao da morte da mil. Pe-
rante a gloria da empresa, qae tmoortava ama
mulher menos sobre o maod ? Se o sea co
racao sangrava, e talvec nao aograsse, com-
prima-o sedeando o sangoe com a chamraa
qae, abrszaado-lbe o peito, ibe iaceodiava o pen-
sameoto.
Nos 21 aonos qae contava conformara se.lrie
ja o animo po- nm modo qae ao da sua geragao
pa-ecia siaealarmeate arredio. Tiaha o aspecto
temeroso. F^llava pooco; se o irrltavam nio
rompa em colera, m.s recolbia-se amodorrando
om ama mista-a de des m e ira concentrada
aue infamia qaai medo. Atinbaia-se ieto a
energa da saa vootade indomavel, e a compll-
cac&o de peQ-aneotos qae se Ibe enovellavan.
00 cerebro. O retrato qae ebegoa at nos, eor-
rubo-ado pelas decrip(6e( dos cbroDistas coe-
vos mostra-oos um bomem trio, corpulento, os-
eado, com o cabello oegro e doro com a tez e?.
cara, a tes'a breve, o ment tone, e sobre a boc
ca rasgada um bigode negro, corlo e tarto. A
pbysioocOiia corresponde ao qae sabemos do ca-
rcter.
Cenia conquij'oa--e fcilmente em um s da
Si de Agosto. Em Oeata foi o infante armado
caaalleiro ; vclia o re fel o aaque. Te< anuos
irpois, volloa a frica. N .ases tres acn>s, en-
tre a primeira e a eegaoda viagem de Ceuta, es-
t inscripto o periodo geiesiaco do sea pensa
meato. A energa da saa ven a le ia encontrar
om adversarlo condigno. A chamma, qu Ibeia-
ctaaiavao paito, ia ter um alimento du-adon-o
e fecundo, teroanlo-se o c'arao deslambran e
qae bavia de illominar o mundo.
nlz. mal? Pedro tambe o de Cintra e Al va-o Per
oandes. formavam ihe a corle do e*pecie nda ;
ama corte ampbioia, sr-bre qne paircva nos con
Q acal aen do reiuo, o aau qae Ib-i navia de
detiiir a mUso e o d un 1 glorio o. Es es m '-
mentoa de g-rmna;j da uai ici sao easro
amos. *
Pea prime.ra vex n g-%nio do bomam cmcebia
ama f ma aaa do loil aporeb oleado-a syn-
tbeiicaaeute. A venais scienttflji, eax-rta
do ne na f religiosa, ex-iiuva o e-pirlio do l-
tante : era naira fe qoa nu-gia para o sai lo.
Ligo, do-Io ratativam>*nie importante pela*
saas placarlas 9 arn'Q*, parece nio tir con
viodo a> infaot para ani miciar os seas.t'af.i-
Ibos. Ne:e si.ava oa 104a*. que por dese-t;.
paiesse er nbsoiutamatiie Sia e onde neobU'is
emoarajos vi-*s?em eaiorvar a r mltiplos pa ios. Ao su de Ligo*, a pequea
.!; i'.ia;ia, encostad s eminencias do eeoe de
3. Viesite, ab'e-se a peqceaa baila de Sagre3
ab-igada por orna cenin-mla qa-t se aioaga pel.>
mar ob*a de un Icdomeiro. Nssa in^aa de
terr;, coja l^'^n-a nao ei'Sede mei 1 Iciio-netro
decliio o infante fonlar ojia villa sua, qae fos-e
ao me*no lempo um eetileiro, ama escola e un
pO"'o franco.
C'itaavan-ihe terca ou tercena, do italiano
d>*cena> : elle ajoaria que se ubamasse a villa
do infante. P.aieoo, sem ebegar a reasal-',
mstaliar ani ama colonia de geaovezes, p-o --
rri i. atir^hir para a sua vdla o comme*cio do
O-tente, cajo emporio de Ceuta fra desfei a
p}U coaiai-ta de lilo. O la?ar escolhido 0"'-o
ufante exiremo absolo o das (erras portaba--
z'>, edzemno Aiguve qao por am Hogalar
IT'io da conformacao da ta'ra sa oave ah ca
1 amaste o que a bjr^o da* navios. paan 10 a>
largo, vftj fallando ai tripolagcicS. I-tillada,
assim cem' nao ancorada na extr-mapraia por
tngaeza, a villa do hfaoie* tornoo se o lo qae
soava a ant ga n ? ul aaritimo iaclpi:l. Ni saa eacola, cerca-
do p-U pieude do que iam ser seas prim-iiosj
c<~>Der-:(iorea, o i if nte co>ligia 08 miopaa e
iQ3'._ 1 a 'oos asados pelos mercan!- s mediterra
neos: o Strolabio, 1 bussola, om 'hroaometro
rud mentar, e as ca'tiS de qie aigao5, em nm
eice-30 de loo cao ao propno lofao^e. Completando esta narte
do sea p'ogramma de Iniciar os compaThelros
nos se redos #ia navegado mediterrnea, coa-
tratoa o celebre Jayme de Mayirea, mestre dos
cirtoijrapbos baleares no aitim qoartel co XIV
secal).
Cnamavam Ibe em Palma I j idio de las bra-
julas, porque ao desenbo dos uiappas jantava a
arte rta fabncaco dos nst'aTientos nuticos.
Biptizdo, trocoa o rome de J.ferda Cresqaea
pelo de Jayme de R:b ?, e de Palma partir pa-a
a e6>te do Kei Miniado de Arago. cabalo em
dejgraca deo< is da morte deste. qae foi qaando
o infante D. H onque o coniratou.
E' nm absurdo, suppor, mens senbores. qae
algama grande einpreza hamaaa nasceu jamis
do peosamento individual, como no mytho se
p-eieote ter sabido Minerva da cabeja ie Jjp-
ter. O condo dos grandes fetos e o mereci-
mento dos grandes bomens est em adviunarem
as tendencias conectivas da soieo'aae em que
se oacoairam e de imprimirem sua direccao al-
uda e firme s torcas diep'sa*, aos ensaios des-
aacontrados dos tempos anteriores.
Seria, pois, ansardo sapprqa-i o peosamento
e al o tacto das navegares uvessem oascido
abrupta e milagrosamente da idea do infaate.
Nao. Ede enco ilroa por todo o littoral de Por
tugal colonias de mareantes e armado-e*, de ne
goclantes e pescad ires qae, sobre todo sombra
daslei9 p-otecioras deel-rei D. Fernando tinbam
tomado intensa a vida commercial martima dos
portag. ezts. E essas proprias i o movimeaio nesse sentido viaba desde maito
longe. Pode dize'-se qae ac'da aqai na regio
do norte qaaodo Selmioes, o biepo de Comoos-
tella, contrata Genovaies oara a detesa do Minn >
contra as eropfes dos Vikiags normandos nos
primeiros lempos da occupacSo rabe. A ma-
rinba militar em Portugal coeva da faudaco
da monarebia, appareceado-nos aliados os no-
mes de Affouso Heonqaes e Fuas Ruapinho.
No tempo de E mos o tratado qae oe armadores do Porto e L s
noa Bzeram com esse rei para a pesca reciproca
nos mares dos dons paizes. D. Diniz. repetalo
o exemplo di hispo de Compostella, contrata
para eu almirante o Genovez Pee. inha.
Os foraee registrara ahondantes testemaobos
da importancia das pesca aa as costas e rios
de Portugal, por ontro lado, se e om facto que
a marioba portugaeza antes e mano mais depois
o tempo de O. Fernando tinba ama importan
ca superior, nao meaos verd.de qae ai irtenr-
ses pelo Ocano nao eram facto novo, nem at
oara n< prop'ios portngoexes. Do tempo de
.\(Tonso IV resta a noticia de orna oa mais va
geim dos Pecaaoas al as Canarias.
O alias c.talo de 1375. o portlo no lau'eoiioo
de 1351. o mappa trazldo de Veneza pelo infan-
te D. Pedro, menciooam. alm da rosta africana
a* ao rio do Ooro j visitado, de om modo, com
effeit", obscuro e sujeito a mpagoaces, ilbas
atlanucas que tm sido identificaras moderna-
mente com os arcnipelagos da Hadeira e dos
Agores. O valor e o alcaoge, pois, da empreza
do infante D. Heorique esto em elle ter vado,
ao momento opportnno, eofeixare unificar essas
tentativas anteriores em am pegamento firme e
comprehensivo, eabealo applicar de um modo
efhcaz e pratico as torcas reas creadas em nm
paix qae a sltoacfo geographica e as coadiges
da politica peninsalar tiobam de impedir para a
expaaso altramarina. Instalado em Sagres, de
18 a 1433, as expedicoes snecessivas enviadas
contra a costa austral de Marrocos, pode dizer
se qae neabam resltalo importante consegoem.
Si j qainze aonos em qae, por este lado, as tea
tativaa di infante nao provocam mais do qae o
riso dos iavejosos e a eatisfaco doa mal leridos
pelo seu genio orgaloso e esquivo.
Apenas, por accidente, logo no principio da
daija fra at ao rio 10 Oaro. A' Imagmacio do
lmate apnare'i.ilie ioia a soa "mireza, em
ambas as loas facei, era nm he isonte doirado
de esoera-igaa qne a leas. Haya iie lornear.e a Afinca Havta de
conq-ii*Ur-i immensa cta troph-4. ia -inal. para se salvar a
ai e *oi retios d exercj o, leve j deix
pendo", na mi* dos mnaros O in't'it^ D Fer-
nando, Ih-io saor.tia.o em lioo:au-to, ao
d (igalo ft lie 1 e iae o infaite ae sen iu p r
lador. Elle que nao '-borava urna lacinia parae
o cadver aa ii.ie :nrti sollmenle ; elle que
nao beaitava em explorar em > oroveito a fra
ju-za da rnlnnej kiravi >a e .1 s-fH rco ce ir'iio
passivo: C>me, porque baatitria em eoir*a*r
.es njoa-" esa viuma oin i.'muaila. 01 ltae
poniaieauienie. e-ie:i laoda <%s Ofv>i i.s *be* r>e iia nara m o a*r.y"io ? o inaae 8r ;
mas os oe- -8, aoraiaoot p- li rhamoia d>* ooi.
priado, ren-x-ra a familia, confo-ne at p-e
acruvem uS lezto sigrados : por Oiiai ejquu e-
ra t"i e mae.
D. PdToaqdo (i;*va n* naaisdas aooroe -n
retina da prixo^ssa '1a 1; ,t,vj.i de Coflta, pr>-
oe-sa aa- D. H- riq-i- flwa na 1 lea de nao
iiu-no'.r, mas rjj ra com essa .e-t-za do tmprj
visio qae o prupru dos Ov-mns ^i ac{jAO> De
T.iu'-r ian-iaQi* os rest* la exoeltc.So para
o rem< fui 'lie a C-uta, a 'r a i:<>a|pgaia coa
raliaar.'S de a-iu it e arte salvar o irmo qae
saeridnaa. V-a '> prdiia moa* uequiti
cas, e.be ido i -oir-ta hs veap-ras de r-u maree prxima, r- <
e o^ive: ^ue a desnumant luie de D. Heorique
(osse a talo ^e nao sen!;r vararem-lhe a cao---
q m 'ijoa'i'3 ts remoMo. Paeeoa talv-z eo-
lio d e .S' avale iur. ,iu -ua vida. D,:se-pera-
do, em pnoeipie d- 1138, veio ea-wrrar-ae em
5'2'es, fum o i '. -te on le par seo lato o re>
peoava as JO'eS do arrirRen limdlto. Dep lis ie
rr-petNaa laataooias,D-Ddarte naisagae ai3
tar-e com o irm''o em ?an?.\, pea*ieadj oMer
dille o que todos itie negavam, isio o coa*e
loo da eatr-*a?a da Ceu;i pra rngate do irmat.
mariy-. Ea v-z das) porem, He.irqi-
bi lamente faiebrt*, dit-im coi um* 01 ir
metida oM arme nutra expedicSo. qa-i to'iie i.
asaatar Tnger. E VoitOa a fechar se em Si
res. E'a o mesmo que sella-- a aeo.ieoca ie
mirle immediata do toso capli'o. Pooco ''e
oois. em sil-moro, D. tarle ti lare-ee ae !r.
Dju* Cxdavaree, es cadveres la dois rmao-
j-r.iam por trra para cimenvO do el H:io irao-
dioso d>8 de*-oberias ponugoezai. A-tstm n.
Iq 11a e em B. bylonia e_a n as valas ouae se Ung-'V.im o fa.Mamentos do-
leupios mai uli ), Ias'.ra-eia prxatsiru o st
om viC'iaus tiamaoas aob que repousavam a
liadas de pedraa cyilopicas.
Ceo:a cao s-1 e.:lega ; mas o intaa e, de
,|U"m antes o geral oa coate ra, provee* ag-ra u
sen 1 u-n o -ie reprovaeo e .error qa- a d--soa
manidade lofanie semp-eoj 't q >e ooroed
oeioexuo, iraos'jrmaudo o rprobj en tie-oe.
O malogro de sai ejioreza ma roq ;ina. o escs
ta oroveiii das viagen* aficauai e o rfini-s.
pelas caeldides comm-*iii 'em o lafan'e no cam.nh.i no arrepeaiaenlu
.perior de 7,00i cavallos tendo dado as vi--, siderado ido pe|a9 pessoas de maificonheci-
nsde experiencia lt',00,) cavallos. A velo-1 menlos scientificos. F ^
A gran.le circulago do Aab\ Shimbum deve-
se sera davlda ao fado de elle publicar roman-
ces continuados, em follictins, o que faz com que
1
.
caa da uiais la exaeerbiv.>m a >i xd arden
te que u devora va, rebelando-o coatraa nj iji;
da sorte, contra o esqaecimu'.o d Deas j.o>- t
aba a peno servir, contra o (cuiii aceoesdo
e hostil qae o cercaba. A eslranheza to sei.
genio, uan*for na se em urna byjommrta far
mal, a ana dur-z em ama raysambropu syaie-
manca. Qaem o observava oareia-l ie ve- o es
p Ciro de om h 111 m fundiio em oroaz-*. S
en Sagres, com os seas mannneiros que Ibe
traziam coosUuteinen e aoticus dos n >z j igao-
tos. sobre que elle *eu H ter inri; 1 1 > a ijuerra
leonina: s com es es e com mar o seo es
oiriio emoedernido t-avava r-lagM, mais d>-
p-nsa n-n-o que de pala'ras, as loog'8 oras
de esperaaga lragi:a. leO'ugalt) sonre o ocano.
Olioeira Maitins.
(C*otoa)
REVISTA DUftIA
Em l.!8, o sea plano estara [evidentemeate
delioeado- As suas i as a frica, o qae oovira
aos mooros; o que oavio aos marinheiros da
costa algarvia ; a tradig > da iagem Is Cana
rus pelo Peganba em lempo d'el rei D. Affonso
IV : a loada dos maghnlinos de Lisboa ; as ira
d.ces fautasticas das libas ocenicas ; a noticia
dos reiojs dourados da especiarla qu- Marco
Palo visitara ; as bodas varias sobre o Prese
loio, e as fanebre* descripces rabes do mar
teaebroso qae acaba va em fogo, desfei to em na-
vens; lado isso se 'evolvia na mente do infante,
desvairando. Mais tarde, o livro da viagem de
arco Polo e os mappas qae sea irmo Pedro Ibe
trouxe de Veneza acabara u de o sedazir.
A'.ravez da sombra densa das chimaras apon
tava luminosamente am f co .- era a existencia
de am oatro amado, encantado, l para o Orieo
te. Como aas leudas celtao, gaardava-o a ferros
am moost.-o : o masalmaao, alastrado por toda
a A trica Septeatrional. Seria m possivel exter-
minar esee drago ? Nao havla de ser ; e alm
disso, o mar estava patate. Dar-se-ia a volta
ao > ando. Era am erro sappor qae o cabo Nao*
fosse o limite navegavel : ja Cataies tionam
ido ate ao rio do Oaro ; j as proprios traba-
mos tambem ido e Canarias. Mas qaem dira
que para ales o mar tenebroso nao era, com
enalto, esaa coafosao cabotica de somb-as e lo-
dos ferventeg em qae o mando acabava, no di-
zer dos rabes ? Quero assegarava qae em vez
de na eabos se bivia de acbsr am continente
regalar e cosiavel ? dula o, assegurava-o ao
infante a soa f Adivinhava : por isso a ee-
traebeza esquiva e a sceara de sea genio eram a
coueqoeocia necessaria de am dos aspectos
qae a idea flxa imprime ao carcter doa bo-
mens.
Encontrada a empreza e formado o plano,
mais esquivo, mais doro, mais abwrvente ala-
da sa tornoo o genio do infame. Nao consenta-
do o pal no prosegu ment da gaerra de Marre-
coa, por extenuar o ramo, via adiada esaa pri-
meira ametade do seo plano ; e contando com
lempos breves mais propicios entregan es de
corpe e alma segausa. Coaramia os das,
velaba aa ntllas, eetadando, iadagando, alcbi-
muta de especie aova, os sgrelo* da Ierra e
do mar, procarando extrabir a pedra palloiopiul
da verdade geographica. a gente da saa cata,
08 marmbeiroa ie Lagos, oa foraeteiros qae
ca ma va para a volta de al, eram oa eompaohei-
rae da cogJtapes inceaaantes aeaaa praia algar-
via, de onda para a estjaerda se di visiva Marro
coi,, para a diretta o mar inflaito, enigmtico. A
pieude doa primeiros navegadores, Zarco e Bit-
daya, Pereea-ell a Geaovex, Goocalo Veloo e Gil
Carote, Goocalo de Cintra, 01 Dias Vlceate e Dl-
emprea, se descobre o arehipelago da Madeira,
qne todavia ticou sob o dominio da cora ; bem
como o aos Agores no im deste periodo, em
i W2, pelo achado da liba de Santa Maria. Na
costa fricaaa nao fra possivel passar alm do
cabo Bojador, qae a opiuio geral coosiderava
em oec pas ultra*. Nada, porm, descorocoava
o animo do infante : nem a inatilidade das vla-
gens africanas, nem o escarneo desienboso dos
cortesoa, nem o abandono em qae o pai o dei-
xava e a apposigo tenas com qae Impedir, tan-
to o progreseo das emprezas marro juinas, como
o plano qae tivera de conquistar as Canarias. D.
Joo I por coas i algama deste mando qaeria le-
vantar a sombra de om conflicto com Castelia,
depois da arriscada gaerra de qae gair rei.
*
Em 1133, D. Joo I morreo ; e assim qae D.
llanque vio sobre o ihroao sea Irmo Daarte,
o bom e passivo principe destinado ao martyrio,
pesando sobre elle com toda a energa da soa
vootade refreda por qainze anaos de contrare
dade, eomecoo por Ibe extorqalr a doago da Ma-
delra. Abi dea prime.ro largas ao seu genio de
colooi3ador. Inicionou as calta-as novas da saa-
na e da vinha, mnltiplicoa as doagoes, coalbou a
ilha de colonos algarvios, organisoa o imposto,
creando completo em todas as saas faces, o or-
medro typo molerdo da colonia de povoago.
Nao bastava, porm, Uto para a febril impacien-
cia do infante. Fcilmente o irmo Ibe dera a
Madeara, mais difficil, porm, era obter delle qoe
so llaogasse na temeraria empresa de Tnger.
Vendo intil a ac;ao da saa eloqueacia, ardente,
vendo coligados contra si arabos os IrmSos, D.
Daarte e D. Pedro, D. Henriqae nao besitoa em
langar mo de todas as armas para consagai-
seus fias. Pos principalmente ea campo a inger
naidade santa, a candidez qaasi infantil do Ir-
mo menor D. Fernando, qae tambem reclamava
para si ama oatra C*ata ; e sendo baldados es-
ees rogos, sedaslo a raiaba, prometiendo-Ibe para
o filho qae trazia no veatre, a heraoga qae dese-
ubava magaifla imagiaago deslumhrada da
confiada. as afQicccas do parto a rainba ex-
lorqaio de D. Daarte a annaencia empresa de
Taagar.
Era em 1436. Tros sones daroa a teima per-
sistente do infante at ver realisados os seas fias.
Essa tragela assim iniciada entre as dores de
ama parturiente, as lagrimas ansiosos do rei af-
licto e depois os vagidos do infante recemaas
cidos, provinba da ( dora a destavoravel 4a D.
Henriqae, aascessivel s hesitagas le aas. as
affltcges de outros, aos raciocinios de todos. TI-
nham-n'o por des val ado ? Mae ees propr des-
vairamento, sjgnal certo do genio fatidjeo relem-
perado na vootade inqaebrantavel, esmagava o
qaerer inserto dos tibios a o qaerer dolorida dos
fracos. Nao liana coracio o Infante.
Qpcodo a_pe4ao de Tange? parti, em
ftaanes. aiflUo Goncalves a fot Ttietta, Lan- Agosto da 143?, savia tt tras aonos qoe por fln
Gil Eaoes dobrara o Cebo Bojador, e que Bal-
Sluuieipio di'S.-riiili;'u'm r Exc. o
Sr. governador do Estado, pelo seguinle acto,
deu organisagao judiciaria ao municipio de Se-
rinhem, que, desligado do de Rio Fonnoso,
constituio-se ltimamente :
/.* secgo.Pdiario d> faeno do Estado de
Pernan'jaco, en 29 de Margo de 1891.
O governador do Estado; considerando que
j se ada devidamente constituido o municipio
de Serinhem; e
Tendo em vista o disposto.nos arts. 2 o e
5. da le n. IS de 14 de Novembro de 1891
(Disp. Transit), e % l.doart. II da Constitu-
gao do Estado (Disp. Transit.),
Resolve dar ao referido municipio de Seri-
nhem organisagao judiciaria 111 dependente do
de Rio Fbrmoso, o qual actualmente se acha
annexo, com sede no municipio do mesmo no-
me, e designar o dia 5 de Abril prximo para a
installago solemne. Alexamrt Jos Barbosa
Lina.
luiz de Direito c Promotor Publi-
blico do municipio de Seriniaeiu
O Exm. Sr. Dr. governador do Estado, por
acto de 29 do corrente, nomeou os hachareis :
jemiro Martiniano da Cunta Galvo para o
cargo de juiz de direito do referido municipio e
Joaquim Samuel Carneiro Lins para o de pro-
motor publico
Senado de PernambucoNo honve
honlem sesso por terem comparecido apenas
os Srs. Barros de Lacerda, Maiaquias Gongalvee,
Ar3tarcho Lopes, Luna Freir, S Pereira, Vel-
loso e Peretti, sendo presidida a reunio pelo
Sr. Aristarcno Lopes.
Occupou a cadeira de 2, secretario o Sr. Luna
Freir.
Nao houve expediento.
Era seguida foi dissolvida a reunio.
Cmara dos Deputados Funccio-
nou houtem sob a presidencia do Sr. Dr. Mo-
reira Alves, tendo comparecido 7 Srs. Deputa-
dos.
Nao houve expediente.
Em seguida fai dissolvida a reunio.
Coneellto MunicipalPassou hontem
em sesso do Concelho Municipal em ultima
discusso o projecto, que augmenta os vencimea-
tos do3 respectivos empreados,
Para esse acto s temos elog'os por consa-
grar elle em principios de inteira justiga; pois
est as mesmas condiges nao pode ter dous
pesos e duas medidas diversas.
As circumstancias que tem determinado a con-
cesso de melhora de vencimentos outras clas-
ses do fonccionalismo, nao Ibes eram especiaes,
mas communs a todos os servenluarios pblicos;
e por conseguinte a medida do concelho, alm
de Justa urna de vida reparagao da desigual-
dade que existia.
Theatro Santa IzabeloaSm recita ex-
traordinaria ser hoje cantada pela compauhia
Sansone, a grande opera de Verdi, La Forza del
Destino, que a doze annos nao cantada em Per-
nambuco.
Estrear no papel de Preziosilla, o mezzo so-
prano Desdemona Campagnoli que unida ao
f rapo dos bous artistas contpactados pelo Sig.
ansone, dar excellente de3empenho a apre-
ciada opera.
Para commodidade dos espectadores llavera
depois do espectculo honda para todas as linhas
e trem para Olinda e Apipucos.
Companbia do Beberibe"Xo mez
de Abril, que corneja amanh, regular o pre-
go d'agoa dessa companhia no domicilio : 6*000
para a txa mnima, e 444 ris por metro cu-
bico do excedente, na forma da interpretrago
do artigo 56 do regulamento das penas d'agua-
Elcic.es de conrrarias*aA irmanda-
de de Sao Jos da Agona, em meza geral. pro-
ceder amanh, s 10 horas do dia, a eleigo
de sua nova direego-
irmaodade das Almas do Corpo Santo, s
4 1/2 lloras da tarde, de 2 de Abril prximo,
proceder a eleigo da mesa que deve rege-la
at o lim do corrente auno.
Paga-sc sem consultaaA3 apolices
de seguro da Equitativa sao pagas sem consul-
ta previa caaa matriz, e immediatamente aps
o recebimento das pravas do bito do segurado.
O Brandeburgo*aO randebiyrgo, em
que se dea o ternvel acdenle que noticiamos
era o maior dos couragados allemes recente-
mente construidos. Satura dos Estaleiros Vui-
cano de Stethio em Setembro do anno passado,
entrando em servigo a 10 de Novembro na di-
viso do mar do norte.
Tinba 12 cadeiras, cojo servigo exiga um
pessoai de 53 (romeas. Na occasio do desas-
tre navegara a todo o vapor, cota a presso nao
cidade era de 16 i/ nos por hora.
OII,andeburgo era noiuve pela facilidade com
que evoluia pczar das suas diolensea. Cus-
tara 9,3000.000 de marcos, cerca de i i mil cou-
tos de nossa moeda.
Erro judiciariaCaus >u grande sensa-
go na Inglaterra o descobrimanto de um erro
judiciario de que foi victima Cross Duckworth
enforcado e:u Black, urn lia poucos mezes.
Duckworth aecusado do assassiuato de urna
moga, AI ice Bames, toi processado, condemna-
do e executado, epatar de protestar sempre que
era innocente ltimamente um individuo pre-
so ra Londres coufessou ser o autor daquelle
assnssinalo.
Prisa pi>r iu?ndicidailc "Distri-
buir miliares de ligellas de sopa oa de caldo
aos mendigos e ser processado por inendicida-
(I i, pode parecer i npossivel, e entretanto acn-
t lecea isso e Parte ao Sr. Rousset, que aecu-
| ranla as qualidades de anircliista, as funeges
i de cozin ciro e de coaferencionista.
j Sr. Rousset o inventor das sopas -conle-
jrencias, cojo fita 6 convelieras suas theorias
1 anarchiatas por meio do caldo de vacea A jus-
tica puLlica o acensa de mendigar pelas casas
particulares os cinco francos necessarios ao
cusieio do caldeirao anarchista, desviando urna
parte da collecta para a sua propina marmita.
Rousset preleslou coaira seinelhatite suppo
sigo sustentando que o dinheiro recehido era
entregue por elle a um caixa, cujo nome re-
cusa velar, para nao comproinettel-o.
Aflirmou que cada sopa-cou'erencia Ihe cus-
lava mais de 400 francos, cerca de 4003. daa-
do cd:iio dava, de 10C0, a 3,000 tigellas de so-
pa. Houve conferencias em que distribuida-..
4,1)00 e 5 '00 ligellas.
Ou vidas a aecusago e a defeza, o tribunal
correccional do Scena condemnou Rousset a
seis motee de cadeia e 50 francos de multa.
.Hatadouro PublicoForam abatidas
no Matad juro Publico 8z rezes para o consumo
publico.
Charanga do RecifeEssa sociedade
dar o seu pruneiro passcio amaulia, s 4 horas
da tarde.
reralo Littcrario Josc Bonifa-
ciallfuue-se noje, as 10 horas da madh
para resolver sobre assutnptos do seu interesse.
Recreativa Commercial- Essa an
tiga e acreditada sociedade recreativa realisa
hoje o seu sarao trimestral, sha direcgo da
Exma. Sra D. Joanna Auta Ferreira e Sr. Joo
de Souza Pontes que teem envidado esforgos
para qae seja brilhante a festa.
Tocar na recepeto a banda do 2o bat.ilh, e a
primeira vasa ser precedida de una Hada ou-
vertura. caprichosamente ensatada pelo Sr. Lou
rengo Thomaz de Souza regenta da orchestra.
Recreio Familiar du Torr.- ::-:
sociedade rene se araanlifi. s cinco horas da
tarde, no lugar do costme, para tratar de as-
sumptos referentes ao prximo baile de 7 de
Abril vindouro.
Gremio Eittcrario D. Pedro de
Alcntarajob a presidencia do Sr. Carlos
Medeiros, em sesso de ante-honteni, foram re-
abertos os traballios dessa aggremiago Ilite-
raria.
Procedida a leigao da nova directora ficou
ella assim organisada :
Presideute, Francisco do Reg Baptis'.a.
Vice-presidente, Carlos A. Medeiros.
Io secretario. Francisco G. Temporal.
2* secretario, Francisco Alraeida.
Thesoureiro, Manoel da Cruz Ribeiro.
Bibliolhecario, Lauro lavares. *
Orador, Alvaro Fundn de Miranda"
Vice orador, Samuel Pontual Filho.
A posee ter logar na prxima sesso
Canninha VerdeEste club carnava-
lesco reur.e-sc amanh em assembla geral para
tratar da approvago dos seus novos estatutos.
Periodi.-osRecebemos e agradecemos :
O 11. 10 'O LUladir, da Victoria.
O n. 421 da Linterna Mgica que se publica
nesta cidade.
Proteccionismo na Inglaterra
Apezar dos predicos dos seus economistas o rao-
viraento proteccionista accentua-se de certo
modo na Inglaterra,
A convite da condessa de Lathom e da duque-
za de Teck forraou-se em Londres urna liga fe-
minina para restaurar a industria de seda na
Inglaterra. Ha 70 anuos antes da decadencia
de Spilulfieds a -Lyon Britannica smente
aquella cidade tinha 25,000 teares, dando traba-
Iho a 62,000 operarios. Actualmente a Ingla-
terra nao tem mais do que 600 teares com 1,100
operarios
Em 1825 a Inglaterra iraportava tecidos de
seda de valor oficial de trinta mil coutos da
nossa moeda, salvo o contrabando, e agora a
importancia de 3O0:00O'lC-O.
As damas inglezas propoeem-se na sua liga a
s usarem seus vestidos de.seda nacional, o que
constilue um movimento proteccionista que um
jornalista francs sempre humorista, diz ser o
cumulo do egosmo chacun pour soie.
Sobre a iiiiprensaNo tervelinho de
artigos que suscitaram no jornalimo francez os
tpicos de um discurso do novo academ'co Bru-
netire sobre a iraprensa, destaca-se este da Li-
bert que conten maior somma de verdades :
A Iraprensa na sua mais alta expresso, o
improviso do pensamento ; partilha de todos os
deleitas dos improvisos. Como admirar, se no
impulso irresistivel do primeiro momento, nao
guarde ella sempre o sangue fri e o commedi-
mento precisos ? Queramos ver o proprio Sr.
brunetire adstricto, cada dia, ardua misso
de julgar instantneamente os homens e as cou-
sas ; tea elle a conviego de que nao se apai-
xonaria e nao se engaria como tantos outros ?
O que verdade que a imprensa de hoje
nao a de outr'ora. As informages substituem
nella as grandes e largas doutrinas em que se
aprazia e se elevava a polmica quotidiana. E'
porm isto o effeito inevitavel da transformago
que operou-se na sociedade moderna, em que a
eleetncidade e as estradas de ferro tornarara do
mundo inteiro o campo de observago diaria
dos noticiaristas.
A curiosidade publica constantemente alerta,
quer ser mais rpidamente, mais completamente,
mais minuciosamente e at mesmo mais indis-
cretamente informada de tudo quanto se passa
no paiz e em toda a parte.
E' preciso satisfazel-a a todo custo.
Nao foi smente essa revolugo que mudou os
hbitos e os costumes do jornahsmo, foi o gosto
dos leitores, foi o espirito da sociedade que mo-
dificarara-se radicalmente.
Na realidade, a imprensa acompanha, de boa
oa m vootade, a vontade e o capricho dos que
veio ella a servir.
O Sr. Brunetire estara talvez mais prximo
da verdade, dirigindo as suas criticas para mui-
tas agregages da nossa sociedade, mas nao em
regies inferiores, em que certa depravago do
senso moral d tanto xito livros, litteratura
e imprensa, que nao mereca tal favor.
Os gatos no EgyptoOs antgos Egyp-
cios adoravam a deusa Sechet, urna creatura hu-
mana com cabega de gato. O templo de Sechet
jazia na outr'ora famosa cidade de Rubastis.
Ahi vinham annualmente cerca de 700.000 fiis,
levando a delegaco de cada districto todos os
gatos morios que haviam abandonado a esphera
de aeco as suas respectivas localidades du-
rante o anno. Estes gatos mortos, que eram
todos cuidadosamente envolvidos e embalsama-
das, eram enterrados no Cenerio dos Gato as
planicies de Zakazik, sendo esse o lugar onde se
ergua a imagem Sechet. Urna das maiores cu-
riosidades do Egypto actual sao as catacumbas,
onde ae vm o* restos desses innumero3 milbes
de gatos, cada um envolvido om liaho e sellado
dentro de um jarro de trra vermelha.
Acredita-se que o gato domestico da Europa
e da America descende do gato egypcio.
Um dos principae8 cnefes das caravanas ma-
hometanas que veio em peregrinagb a Mecca
o Sheik dos Gatos, ou Pae dos Gatos, que vai em
um camello carregado de duzias de cestos cheios
de gatos de todas as idades, tamanhos e cores.
Segundo urna antiga le iogleta, votada no
anno de 938, qualquer pessoa reconhecida crimi-
nosa de haver furtado um gato, devia pagar de
multa orna ovelha leiteira, com a sua la e o seu
cordeiro. .
Jornaes no Japao Nestes ltimos
annos o jornaliamo no lapo tem tido extraordi-
nario desenvovimeato.
S em Tokyo ha mais de cem jornaes e rend-
as, sendo o mais importante pela sua circulaco
o Asabi Shimbun (Noticias da Hanh). Tem
urna tiragem de tOO.OOO templares.
0 Diario de Noticias de Tokio tem urna extrac-
cao s de 30.000 eiampiares, mas multo con-'
as damas de Tokio e arredores o procuiem
multo.
O Diari't de Noticia* no faz o mesmo ; oceu-
pa-se simplesmente do oceurrencias do dia, re-
latando as testas, incendios, assassinatos, suici-
dios, oceurrencias do sport, sentengas dos tribu-
naes e rapresentagoes iheairaes. Os seu3 arti-
gos editoriaes tratara quasi sempre de politica e.
sao escriptos com certa vehemencia.
S om Toltyo s"ic mais de 30 os jornae3 dia-
ros%qnaal todos publicados pela mann.
Faeuldade revolucionadai A Fa-
culdade de Direito de Harvard, nos Estados-Uni-
dos, est revolucionada.
Ha urn pouco um dos principaes memoro*, do
pessoal da Pacafdade, acotupanhando em visita
biblioUieca da Faeuldade alguraas senhoras,
mostroa-se muito escatidalisado d'alli encontrar
muitos estudantes em mangas de camisa. O
ente convidou lotro as gentis visitas a sabir e
apresentou urna queixa ao reitor contra os estu-
dantes que tiravam os paietots e mostravam-se
em mangas de camisa como quaesquer opera-
rios
Gragas influencia desse lente, foi prohibido
aos estudantes ler na bibliolheca em mangas de
camisa
Por seu lado os estudantes protestaran!, pro-
movendo urna petigo para que a Faeuldade nao
contrariasse um costuin" antiquissimo.
A petico subi congregacao.
Amor despresado-1'ara o esplendido
AUiinn da ti'x.i, do Sr. Eduardo Paiva, collecgo
de escolhidas msicas para piano, entra a^ora
nina vadea assim inlilnlada e que nao duvida-
mos recommendar aos amadores.
Essa msica romposigo dos Srs. major
Leal e Dr. P tombo, segundo c exemplar que te-
mos vista.
Ao edictor aeradecemos a offerta de um exem-
plar do -li/iur despresado.
Roubo audacioso Informaram-nos
que era Palmares, em casa tos Srs. tenente
Ovidio Ramos, Jos de Carvaltao e l-'euelon Cam-
pos mogos empregados 110 escriptorio da Es-
trada Sul de Pernimbuco e que moram juntos,
deo-se na noute de quinta para sexta-feira u1-
tiraa, um roube de diversos objectos de valor
como fossem dous relogios sendo um de ouro e
duas cadeias do mesmo metal com as respec-
tivas cagoletas, urna del las preta cora a lettra
A, um abotuadura completa para carniza, com
pedras de diamantes, urna laca ap a'relhada de
prata com cabo de marffm e ouro. diversa? pe-
gas de roupa como fossem caigas de caseraira,
carnizas de flanella, lencos, colarinhos etc. e
tambem carea de tOOm em dinheiro.
Os ladrOes penetraram na casa por meio de
arrombaniento feilo em urna janella da cozinha
e a serem presentidos fugiram pela mestna ja-
nella.
A polica daquella cidade cumpre proceder
s necessarias deligencias alim de ver se des-
corre os ladres.
Foi encontrado um es"iipro de que se servi-
ram os ladres para (azarea) o arrombamento
na janella deque fallamos cima.
Atbcneu llusical Pcrnamhueano
Esta sociedade realiza hoje s 8 horas da
noute o seu sarao mensa!, que constara de um
expleudido concert vocal e instrumental se-
guindo-se a parte dangacte.
E' de esperar que seja urna brilhnnte noute
para os seus socios e convidados.
Agradecidos pelo convite que nos enviaran
auguramos sua digna directora um xito fe-
liz pelos esforgos que tem empregado para o bri-
lhantismo do mesmo sarao.
Telcrraiiima retido Acha-se re-
tido no Telegrapho Nacional o seguate des-
pacho :
Para acadmico Urbano Eulalio, procedenie
de Campo Maior.
Inspetoria do "i. districto mar-
timoRecife, 29 de Margo de (894.
Boletim raetereologico
Horas Tem cent i- Barmetro Tenso do
/um
dade
92
83
79
86
86
grado la 0" vapor
6 m. 25,'7 75-,37 21,57
9 26.3 758-,4o 23,24
12 27 6 737-11 22,9i
3 t. ?7,9 7S7-.35 22,12
6 27,2 756-,67 22,47
Temperatura minima 24,25
Temperatura mxima 30,75
Evaporagao em 24 horas ao sol 4.m8
Chuva 3,ra2.
Direcgo do vento, calma de meia noite at
10 h. 35 m. da| manh ; N at 11 h. 28 in.; E
at H h. 57 m. ; ESE at 2 b. 40 m. da jarde ;
NE at meia noite.
Velocidad* media do vento 2,m34 por se-
gundo
Nebulosidade media 0,87
Boletim do porto
Pra-mar ou Dias Horas Altura
baixa-mar
P. M. 29 de Margo 10 -15 da m. 1-70
B. M. 29 de Margo 410 da t. 1-00
Passa^eiros-Chegados do Norte no va-
por nacional Jaboatdo :
Francisco A. F. Silva, Maria F. da Conceigo,
Manoel Moreira, Bita Moreira, Lourengo Pinto
Marlias, Maria C. de Souza, H. Jacobson, Vicen-
cia F. e Silva Luiz Ignacio Torres, Silverio F.
A. Jorge Filho el criada, Alfredo Pegado C-
Cortez, Antonio Jos de Medeiros, Mana Sam-
paio, 1 filho e 1 criada, Fabricio Maranho, 2 ii-
Ihos e 1 criada] Alipio P. da Silva, Joo Pinto
Meirelles, Joaquim Simoneti, Damiana Pedroza,
Francisco A. Barbalho, Maria da Conceigo, Ma-
noel Bandeira, Bita Maria da Apresentago, Ca-
nto Francisco M. Pereira da Costa, Jos M. de
alies, Antonio Pereira e sua senhora, Clodo-
miro de P Barbosa, Jofto A. Figueiredo sua se-
nhora e 1 (ilha, II. da Silva, Joo Jo de Santa
Anna, 2 pragas.
Casa de Detenco Movimcnio dos
presos da Casa de Detengo do Recife, Estado de
Pernambuco, em 29 de Margo de 1894.
Existiam
Entraran
Sahiram
Existem
A saber
Nacionaes
Mulheres
Estrangeiros
Mulheres
Total
Arrasoados
Bohs
Doentes
Loucos
Loucas
497
7
15
4.9
464
489
til
17
5
0
Ti3
Total
Movimento da enfermara :
Nao houve.
Hospital Pedro II O movimento desse
estabelecunento cargo da Santa Casa de Mi-
sericordia do Recife, no dia 29 de Margo foi o
seguate :
Existiam..... "36
Entraram..... 34
Sahiram .
Fallecern)
Existem .
22
2
748
770
770
Foram visitadas as enfermaras pelos segua-
les mdicos :
Dr. Barros Sobrinho, eDtrou as 6 3/i da ma-
nhie sabio s 7 3/4.
Or. Mal ai juias, entro u s 10 da manh e sa-
bio s 10 3/4.
Dr. Berardo, entrou as 11 da manh e sa-
nio s 19 3/4.
Dr. Arnobio Marques, entrou s 10 da ma-
ob e sabio s 11 3/4.
Dr. Lopes Pessoa, entrou s 9 3/4 da manh
e pahie as 46 3/1. -,
Dr. Vieira da Cunha, entrou s 101/4 da ma-
nh e sabio s 11 3/4. '
Dr. Bastos de Oliveira, entrn s lv 1/2 da
maooi e sabio s 11.
Dr. Tararea de Mello, entrou is 10 5/4 da ma-
nh e sabio 4 11 A^^.
Dr. Nanas Coimhra, entrouri7ii| da n.
nh. e sabio is 9 3/L. ______ _____
Pharmaceutieo, eatroa 1/t a aaaM 3
sabia s 4: da tarde ^^ -i..
Ajadaavte do abaiiit^f^*r*i 7 da
maooa e sanio s >*/ d tarde*

.


1 MMHH )
-


Ufarlo 4te yeraamtmeo Sabbado 31 de Margo tte l gg

PERNAHBDCO
X>3SX 3NT. S
O Concclho Municipal do Rccife
Art. I.. Fica permittido o estabelecimento de fabrica de pi-
car fumo na Travessa do Munix.
Art 2". Revogadas as disposices em contrario
Sala das SessOes do Concelho Municipal do Recife, 29 de
Marco de 189i.
Desembarjrador Lihz d Albuquerque Martins I'ercira,
Presidente.
Dr. Thomas Fernira de Carvatho Sobrinho,
Servindo de l. Secretario.
Jpt d'Azevt Main e Suva,
servindo de 2. Secretario.
Pub*lique-se.
Recife, 30 de Marco de !S9i
JJTonooi Finio Dan
l'rcfeito.
X.3BX 3NT. &7
O Concelho Municipal do Recite
Resol ve :
Art. i.. Ficam elevados 23 ,0 nos vencimentos dos empre-
ados da Prefcitura e ia Secretaria do 'ioncelho, a contar do l.
de Janeiro do corrente anno exceptuados aquellos que ja tiveram
augmento pelo ornamento vigente.
Art. 2.. Ficam elevados a 34000 as diarias dos serventes.in-
ternos co Concedi Municipal e da Prefeituia.
Art. 3 Revocadas as disposices em cuntrario.
Sala das SessOes do Uincelho Municipal, 29 de Marc;o de 1*91,
Desembar^ador Luiz i'AuquerfUe Martin* I'ereira.
Presidente.
Dr. Thnanz Fe)reir de Carvatho Sobrinho,
Servindo de i." Secretario.
Jos d'Azledo Maia e Suva.
Servindo de 2. Secretario.
Publique-se.
Recife, 30 de Margo de 1894.
Munud Pinto Damato,
Prefeito.
Rclalo.ioaiHCsciitadoaAssem.jl *** US?!!! S/S" dV\;
*"-* *- ^ |7i.4OoO proceaenao essa ililloreuca, nao so
]>le:i Gcral dos Accionistas do de terem sido mu ponco mais mllalos os pre-
Dcrhv Club de Pcrarmliuco, M8 .corridag, como tambando decreei-
J Diento do joso nos Prados-
em ti 1 de Mareo de 18S*. Terminando a cominisso 6 de parecer que
I sejao aprovadas u* contas de despezaa fetaa
Srs. Accionista: peloThesourero o Sr. JoaquimLmzTeixeira.
i) conformidade c ?m o art t6 dos Estatutos Recife 27 de Marco 94.
-pa:n boje dar-vos conta do OCCOrrido durante j Joo Jos de Amorta*.
O anua de 1893. Mauod Martin* Finza Jnior.
Mannel Medeiros.
\1).\1IN1STI.U\0
MUSICANA
EPHEMERIDES LYRICAS
BALANCO DO ACTJVO E PASSIVO DO DERIiT
Do cv >r;lo oni o qu: pr.-c.jituaiu os nossos .
Estatutos reaiison-se a eleicSoJda acra Directo- i club de pbbnambco rsalisado em 31
ria, em Assembla Geral de 8 de iaio d i]<8B3,' DI dkzembko de 1893.
recabando nos accionistas Antonio Ignacio do j Activo
": ; i, Joaqnun Luii Teixeira e Joao Bens semoventes
Benignd da silva. Caixa econmica
a 'is e utensilios
CORRIDAS Caixa
llovedores g a ;s
Foram realisadas 17 corridas, queprodnzi- Diversas contas
rain um resultado liqui lo .lo 7.039*991, tendo Prado da Estancia
ido destribuida em premios nos proprietarios
de anima .-s, a tptantia de Vt.r>9o0U0. I
Anda este auno nao n >s Coi possivel realisar
ainscrpcSo para o pare* Grande Premio' Passivo
Derbv club d: Pernamnuco. Capital nominal realisado
A (alta de animaes d sangue nesl i Estado Deosnturea
bastante sensivel: qualro ofl cinco parelbei- Juros vencidos
ros apenas uxist'in em condiespes de disputar Dividendo
os pr los, e a cansa, Srs. Accionistas, forja Fundo de reserva
ssal-o, em parte devido as propriasEm- Lacro suspenso
i[,i y,, deixando de formular
n i- i- projectes, pareos de tal natureza, e
92 3'; 20
5805000
3:192500!)
1:8-2*666
2:6745988
l:142i600
160.536863
170:"4t639
148:0003030
22:0O5'00
HMO0U
890*000
9735783
4:155*836
quaudo o fazemapphcam tenos proprios pa-
i- ., i- Handeap, o malfadado arl 5.*, me
jio;- 11 ssa dignidade devia ser banido do Turf
pi rnambucano-
1 o projecto de insenpcSo em que nao
b \ ja em suas abservaces a clausula de nao
i> der se realisaresse pareo sem que s- insere-
vam e corram 4. 5 e anima
[mpossivel tambem loraa-se aos proprieta-
rios Diandarem vir novos anknaes; os premios
dad e as conlic$6es dos pareos annnnciados
nao comp msam u despezas feitas por aqu -lies;
mas manda a verdade tambem que se diga ser
impossivel augnwntalros em vista d astado
ftnanceiroque 1 nos.
170.0415639
Pernambuco 31 de Dezembro de 1893.
Relaco da transferencia de acgOes do Derbv
Club de Pernambuco de i893."
C id iit e Cessionario
Manuel Medeiros. Joao fcnijno da Silva.
Derbv Club de Pernambuco 31 de Dezembro de 1893.
o iSSU mmuk
SOCIEDADES DE CORRIDAS
Siipeilftr Trlbaanl de *9wm&Q*
Continua o ih'smo accordo entra as tres so-i SSSSAO ORDINARIA EM 30 DE UARG >
fie lades sportivas.
STOOD BOOK
A cargo da Htapreza Prado Pernambueano
\< rman ice esta eommissao que tem-se desem-
penhado satisfawriamente.
DEBENrRES
Em dia lem-s; pago os juros destes ttulos,
ten lo-se res-atad > mais 10 de conformidade
eom a vossa proposta em Assembla Geral de
1890.
PREDIOS
o sobrado desta Empresa continua alagado
ao Con o Antonio Arcorerde de .vlbuqucrque
Cavalcati-petoaiaguel animal de ..uuoooo. | ^"^ TZunt 11n,]nin,.
-, cochsira permanece alagada ao Sr. Fran- Dj ll^ite-ADpeiiaot Maao-l Joaqun
,-4 Corn-a te Ro/en ie pelo alugnl de reis PoelUda a lot-od-ncia Muoi.ipal.
6)iN edamesma maueira o outro predio\jf l01 ^^ Rlt"lro au J11 ****** de
Coddelaria Temeraria por 4S0*0iM. Os Ierre- ^ .
^tJ^S^bem^^STeS1 K'SKrSa.Apo.llaa.e D. Jos ha t.-
a aquelles ao Sr. Bernardino Roza por 96*000 u"el Tel"'ra ua J_?* _._
annuaes- iwmwbhim
mbora nao faca part; deste relatorlo a I)i- Com v'sta ao Dr. procarador geral do Estado .
rectora scientiflea-vos 'las obras que esto se Appellaco civel :
executan lo no Prado da Estancia. Dj KeoJe-Appellame o Gju-,elho Maaicipzl,
De lia niuito necessitava este estabelecimento appellada votonm de F goeiredo Ohveira.
de pintara, c varios trabamos de carpina. e de-
vido ao D0880 estado tnancjiro, iamos adiando
at que fomos obrigados a darmos comeco, por
temermos m.iiores despezas para o futuro.
Tendo sido chamada concurrencia para a
pintara do edirtcio. diversas foram as propostas
apresentadas, e a que melhores vantagens offe-
receu foi a do Sr. Jos Antonio Biteucourt pelo
preco de 3.00*5'00-
Devido a estes traballios temos sido obnga-
dos a realisar as corridas nos outros Prados ;
gentilmente X-edidos por suas digtias Directo-
ras, esperando por tado o maa de Abril prin-
cipiarmos alli de novo a fnuccionar.
EMPREADOS
Continuam nos cargos de guarda-livros e
empregado da Secretaria os Srs. Alexandre
Americo de Caldas Brandao e Manoal Ribeiro
Castro.
Ambos estes Srs. sao dignos de todo o elogio,
pelo modo com que desempenham-os seus lo-
gares.
Na conservacSo do Prado da Estancia exis-
tm dous bomensjiara este servico.
transfki(i:ncia de acces
No anno tndo apenas realisou-se urna trans-
ferencia de urna acedo, o que veris do niappa
aiiuexo-
DIVDENDO
Em Janeiro de 1893 esta Socieda le deu o
3." dividendo na razao de 20*0u0 por aceito.
CONCLCZO
Eis, Srs. accionistas. 0 que podemos relatar-
los do occorrido 110 anno de 1893. pedindo-vos
apenas desculpa se nao salisttzemos a vossa
espectatrva.
Recite, 25 .le Marco 1894.
A. I. d> lej> Mad(ro$,
Joajiiun Luiz Teinira
'/vi lien jii 1 1I1 SVO.
PARECER FISCAL
trt
di
accionistas 'Jo Derby Club
Pamamimeo
A commisso abaixo as&ignada, em compri-
ment da disposico dos Estatutos d' sta so-
ciedade e de que preceitaa o art. 119 da Con-
Bolidacao das leis das sociedades anonjmu
vem dr-vos conta de sua niissao.
Examinando a escripturacaodo anno de 1893.
aciiu-a na melbor regulandade pela clareza e
exactidao de suus lancamentos, em harmona
com os documen(os de receita e despeza os
quaes esto archivados.
Que a conta de deredores Geraea mostra um
sal lo de 2 6744988 uiaior do que o 1 presen-
lado no bataneo de 1892, d: cuja comparafao
resulta a differenca de 310*800proveniente da
natureza de^p morini uto
Nella existem quantias que nao podem ser
cbralas om xito favgravel por varias ra-
z6es iiu; as unilamonlam, e portanto devem
ser della retiradas atim de ij titulo seja
representado pelo seu \alyr real, lechada a
dilT renca por lucros e peris como j foi in-
dicado eDi 11 isso humilde parecer relativo ao
anno de 1892-
Sent a commissfio dizer que as financas nao
saolisontfiira- .mo.iio balando que faz
objecto oeste parecer, ffifeister passar da conta
1812-Vai a secna no Scala
Vedova Stravagante- de Generali.
1838 -No theatro Opera Gomique de Paris,
apparece a open Le Perruquier de la Regence
de A. Tliomaz.
1888 Em S. cetersbourg. canla-se a -Edmca*
do maestro Catalani.
O MAESTRO
O maestro a figura mais s'ria da companhia.
Qaad smpre baixo e gordo, grande amigo
do barytono com quem conta para cantar as suas
composices.
Usa bigode, chapeo pequeo, annel onde dei-
xa ver a sua nobreza e muito severo com a
orcliestra.
Aos ensaios chega urna hora antes, e quando
succede encontrar nos corredores do theatro al-
gura dilitanti, conversa sobre a sua carreira, a
intimidada com Ricordi, o modo porque Mascag-
ni o aprecia, a considerago que lhe dispensa
Almitore Gal e o respeito que impe aos artis-
tas Si fogori che al Da I Verme ho sosliluto Man-
cinell; non parlo del Marino ; ma del noto Luigi
Mancinelli .
O di'tantli comeca en'o a fallar sobre littera-
tura e sobre os demais regentes de orebestra.
Conosco raolto il l'om ; un bravo maestro
ma. cosa vol, non sa farsi rispettar. Doccheri-
ni molto mo amico : abbiamo studiato insie-
me ; ma tutte le volte che se rnette colla bachet-
ta, non so perch, porta sempre una direzione
frdda Mascheroni meglio armonista che di-
rettore Rodolfo Ferrari ha ancora bisogna di
qnalche lezzione.
Ghegando a CODrersacSo sobre composigo, o
maestro apona um grande numero de thechos
que psereveu, e quasi sempre cita algumas fugas.
No ra piace molto la msica leggera Pre-
ferisco la classica. Ho serillo un qartteto per
corde. Ce qualche cosa di bello; un genero
un tanto fugato
O maestro tem sempre algum segredo cora o
empresario Ho qualce cosa a dirlii.
Quando entrara os coristas, elle mal Ibes da o
buon giorno e fallando ainda cora o dile-
tantti diz-lbc:
Questa gente mi danno il buon giorno, per-
cho non son franchi nelle sue parte.
principia o ensaio.
Logo no terceiro corapasso, o violoncello da
urna nota falsa.
Cosa fa quel violoncello ? Attenzione ai be-
molli. Gominciarao
No meio da symphonia o clarinetto faz urna
desalinago.
Eli! ce arete falto ? Andiamo un'altra
volta, signori: Raccomando um poco pi di at-
tenzione agli accidenti !-
Assim ensaia se a symphonia at o final, que
em fortissimo, mas 6 tocado sem a indiagao da
msica.
O maestro bate com toda forca na estante.
Ma... non vede etn abbiamo due F. F ?
Fortissimo Fortissimo (
Due F. F. rogliono dir fortissi co, cio, con
duatla forza !
Faciamo ancora una volta queste due battute
Vi prego!
Entra em seguida o coro de mulheres que
cantado em fortissimo.
O maestro ainda irritado com o que acaoava
de succeder na crchestra, levanta-se da cadei-
ra e grita furioso Siamo nel inferno !
Non avete mai cantato nel coro I E cosi
che le signore si mettomo in scena
Tnlo i-s) se passa at que rcm nm outro
coro, que internamente cantado por vozes de
ho i.ens
Bravo, bravo-dizo maestro,-ma diterni
signori, che cosa ri ha insegnato questo bene-
detto maestro dei cori ? Non red che tutto
il coro se fa a solto-voce ? !
E como gridare como dei caoe ?
Algum corista mais parlador 'az ao seu com-
panheiro urna pergunta.
Sileozio Silenzio Si volete parlar mette-
ri fuoni. Voglio il rispetto.
Quando vem o soprano com a earativa, elle
soc-'ga um pouco, mas depois do terceiro com-
passo do recitativo, ha urna desalinagao.
Elle entao que de todo nao se > avia esqueci-
do do coro puxando do bolso esquerdo o len-
co, virase parao spala e simulando calmaMi
fa il [acore di daiei nsta, che cosi la siy-
nora sentir meglio.
Vem o tenor cora a rommza. O maestro es-
t contente com o bora desempenho da prima-
dona. Conta com o tenor, que nao cornmetteu
falta alguma. Tudo vai da melhor forma. En-
tra o barytono para o terzetto.
* cousa muda de ti gura. O tenor que nao
supporta o barytono para abafar-lhe a voz gri-
ta a bom gritar.
O maestro comeca a puxar a barba e fazen-
do parar a orchestra dirige-se ao tenor lilao
maestro non t'a insegnato chela romanza.
O tenor bale com a bengaainha na 1 erna es-
querda e depois de alguma discussao tudo con
tinua bem at que chega o concertante onde o
basso vem logo meio tom cima.
Novas contrariedades ; novos gritos. O emV
prezario chamado.
Domani non si fara quest'opera diz o
maestro.
Acalmado por aquelle, recomeca o ensaio -
Ferjnate ; ferraate bene.
Na noute do espectculo o maestro apresen-
ta-se de casaca e para melhor mostrar o seu
valor traz ama bechetamuito pequea.
Com todo o enihu-iasmo dirige a simphonia
que passa de lodo desapercebida pelo publico-
Contrariado e ben contrariado olha para o
corrente, rem-.tteado o boletn daa oota,-, clarioetto e a meu voz diz-lhe -come se fa in
a seojani de ; 2 questa citt !
Nos icterrallos pnsseia pelos corredores pro-
cura conversar com albura chronista a quem
Dizen qai flores par quotu na menie
Enbli o vasio onh 1 al'de#conie,
a vida; loaa de fo-moao es'lo;

Ma* a vili me vai na fljr d0 anoos,
R rago ao p-ito o f-l ido (lssene^nos,
De creogas lenao o corago vaeio I...
Epaminondas'de Albuquerque.
PPUCACOSS A PEDIDO
Ecce t ei'uin Chi'ispinus...
Voltara scena os bujoni, de noro tilintara
no tablado poltico os guisos de Arlequira.
Tem a palarra D. Bibas :
- o meu appello ao Goveruo da Unio para
desaggravo da nossa lei fundamental, laoprofun-
damente riolada, n5o encontrou perante o Presi-
dente da Repblica o apoio a que lhe daoam di-
reilo terminantes disposices di Conftituieo Fe-
deral (!)
Quer dizer, que o Marechal Floriano Peixoto,
apezar de terminantes disposices da Cunstituie'to
Federal, e de profunda violago da Gonstiluigo
DS 1894
PEK8IDENCIA DO 8B. DE. FRANCISCO LUIZ
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's h^raj de cosluae, presentes os Srs. jcizes
era nombro legal e o Dr. procurador Reral do
Est do, foi aborta a se-^so, depois de lula e ->o
p-ovada a acta da antecedente, com alterago -a
pe' > joi Gslaas Brrelo.
DiJtrlbiidos e passadoao* feitos, der m-Re 0-
S8u ntes
PASSAGKNS
Do joiz G.t.ao ao juiz Cosu Ribeiro.
Appellar;6es crimes :
Le S. BeotoAop"l ante Fclppe M>noel da
Silva, appellada a jnstig D-iloojocAppelUnte Pedro Jjs6 da Cista.
appellada .. jurtca.
Apoellago civel:
P<;8Soa,
Eocrrou-re a sessau ao meio dii.
in.it* t outiuerclal do lleclf
Acta da tessao extraordinaria em 21 de Marco
de 1894
PBB8IDENCIA DO SB. DEPCTADO COmMUENDADOB
JOAQDlll L0PJIS MACHADO
Secretario Dr Joaquim Iheotonio So aren
de Avtttur
A'a 10 horas da zsvnbS foi aborta a
sesaio estando presente os Un. depxtado
Figueiredo e aappSotoa Moreira Das e
commenddor S Le to.
L'da ni approvada a aata da aeaslo an-
teior, em seguida prooedeu-so a leitura
do aegaiote
EXPEDIENTE
Offioios :
D Jjot' Commeraisl de Porto Aleare,
datado dt> 26 do mrz pasrado. Ciaaandu
o do Presidente des*a J-inta da 18 de Ja-
neiro ultimo, no qial commuuicara a aua
aomeagSo e povae Archvense.
D* Asaocingio C>mmercial B.-eeeate,
eom data de 18 do correte e a respost
ao do Presidente desta Junta, declarando
que fioova a disposico da meama o aal&u
do honra ou td<;&>
para ali ter logar no dia ,28 a eleicao de
dous depotbhos referida Junta. Ictsi-
r d..
D* Jinta dea Correctores de 20 d 1
o'
piador
^)j* reatisadaa dsrnote
a 17. Arcive-ae.
F" mandado rubrica o livro
de Jalio & C\
DE8PACH )8
Peric?tf8 :
D M rir* Oiiveira & C* eaiabeljcidoa
ra do Marques de Oliuda t>. 13y
30 de Margo
a opera La do Eslado, negou apoio ao legitimo (!) chefe do
poder executivo legd i? de Pernambuco...
Quer dizer. que o Marechal Presidente, por sua
vez, violou aConstituiccPFederal, nao atienden-
do s taes disposices terminantes, e tornou-se
cmplice do usurpador no desrespeito cora que
este offendeu a lei primaria do Estado.
Para um Custodila, ainda que pcalo e inofen-
sivo, esta bem essa linguagem.
Com estas e outras que taes aecusaces 6 que
os rebeldes de G de Setembro proclamaran! usur-
pador, despota e tyranno, ao Marechal Floriano
Peixoto, a quem diziam divorciado da Gonstilui-
go de 2i de Fevereiro.
Da parte de quera pretendeu sustentar, em
pleno quartel general neste Estado, a legili-
raidade da rebellio custodista, a pureza e dig-
nidade das aspirages desta e a justiea das ae-
cusaces pelos rebeldes irrogadas ao Marechal,
compreheade-se tal linguagem e tal conducta.
Mas, quem publicou manifest, demonstrando
que o Marechal esteve sempre com a Gonstilui-
go ; quem concilou os seus co-religionarios a
cerrarem tileiras era torno do Marechal, por isso
que este symbosava a Repblica concretizando
a lei ; o Sr. Dr. Martins Jnior.... digamol-o.'nao
pode decentemente ncm usar de tal linguagem,
nem acceital-a por forma alguma.
Sim Ou o Marechal sustentando e apoiando
o Governadordo Estado estava cora a Constitui-
go Federal, ou n5o: na primeira hypothese o
dever dos congressistas seria resignar o manda-
to; na segunda hypothese, o seu dever inilludi
vel seria rombater o Marechal Floriano.
Nao ha ugir desle dilemma.
Por outro lado, ou estavam com a boa causa o
Sr. Dr. Ambrosio e os seus amigos, ficando ain-
da que passivamente com o ex-alrnirante Custo-
dio quando este tomou armas contra o governo
do Marechal Floriano, e em tal caso eridente
que ficara cora o mu partido, quem como o Dr.
Martins se alislou no campo adverso apoiando o
mesmo Marechal; ou a bandeira patritica estava
em mos do ex-chefe do partido recentemente
deposto da direegao deste, e em tal caso falleca
razao e boa jusiiga ao Dr. Ambrosio c seus ami-
gos
Mas o partido adoptado pelos Srs. Dre Ambro-
sio, Jos Vicente etc. que levou prisao os
seus co-religionarios mais corajosos, Dr. Albino
Meira e Martniano Veras ; a entra vencida,
e hoje refugiada a bordo da Mindello, batida em
Itarar ou foragida;no Norte. Com esse grupo,
no dizer do proprio Dr. Martiu3 Jnior, ficou um
farrapo da bandeira republicana.
Outra muito diversa foi a orientago adoptada
pelp ex-chefe, e hoje dictador no seu partido
na phrase da proclamago do directorio republi-
cano, assignada em primeiro lugar pelo Vice-
governador.
S. S., capitao do batalbao 6 de Margo, teria
tergado armas varonis com as falanges do Sr.
Ambrosio se a luta se tivesse prolongado, nao
terminando a 13 de Margo.
Como 6 pois que aos adeptos do grupo dicta-
torial, isto do grupo Martins, rem o Sr. Dr.
Ambrosio pedir remedio para inconstitucionali-
dades e delictos que estes nao reconbectm como
taes?
Insiste o Sr. Capitao Martins Jnior em crer
que o Marechal Floriano errou, isto violou
a Consliluigao negando apoio material ao Con-
gresso do Estado em 6 de Maio do anno paa-
sado?
Si assira entao carece de sinceridade o ma-
nifest com que S. S. condemnando o ex-almi-
rante Custodio, demonstrava ser perfeitamente
constitucional a conducta do Vice-presidente
da Repblica.
Si assim pode-se affirmar flue S. S. si esti-
vesse presente como deputado federal na sessao
em que o Sr. Seabra apresentou a denuncia con-
tra o Marechal, o capito Martins Jnior, teria
votado pela procedencia dessa denuncia.
Si assim o Sr. capitao nao apoiou, nao de-
fndeu a Le, pois desta estara divorciado o vi-
co-presidente da Repblica : S. S. teria vindo
amparar-se de quem lhe pareceu mais forte.
Si assim ...
Mas nao : liquemos por hoje aqui.
Tomamos urna assignatura para essa tempo-
rada,
Muito nos praz a opera buffu.'
Juvenal.
(!) Pscudo -mensagem de 29 de Margo.
Lmirengo Crrela Edairjj Lalz da Fonaeca.
P-aacisco Antoo'o dt 8,lva.
Francisco M. de L'ma.
H orlo JiOiz N-irberio.
MjnOl Caroei'0 LeSo.
Manoel Heariqae Pereira.
Horacio Caroeiro Laso.
anotl Nj09t'o B^-ze-r?.
Jos Angosto Caroeiro L-5j.
N-ooleao HinorJo de Viscaocellos.
>:art-joo de Gsrvalno Cavaiceoie.
HaDoel Celeitioo Miod-8 da Silva.
Domingos Bande'ra Modes da Silva.
lca;ioXivier M'ndes di Silva.
Manoel Si.vio Caroeiro Gimpello.
Manocl Ca-ne rj Lao Sjbnnho.*
Jos Jjaqaiai Ssnt'Anaa.
Jos Ferreira da S.lva.
SilJino Praocfse) da Chigas.
Jaq nm Pe-lrn Gi^eiru Gitopello.
Jo Mara d; Sjoza.
Manoal lanicio da Paz.
Pairo Ci- 'wro di Alboqoerque.
S-ba3leo B-ierra de Atbnquerqae.
Frsn.ico Los ?n Ol"veira.
S-h^5M?n'i!8 P. da Silva.
AnwioPv-i-a Meades da Silva.
Jos Ne'to Bezerr.
Seoto de Seos* Barros.
Ricardo Jos M1es da Silva.
Maooel Ranbael dos Anjoa.
Atex^ndnno Romao do Nascimen'.o.
Antonio Paz Brrelo.
Joao P'ancisco da Costa Eueerio.
Min'oel Francisco Perei-a.
S-btsiin B^z-rra i- Alsnjoerqae.
Maooel F-hx da Silveira.
Hanoe Vi(inio i;aro-iro LSo.
Manoel Mjrqaea Caroei-o Lao.
O jnuio rilinario doa nios Alva-enga.
Marceuu M guel Albuque-qae.
Joao Miguel de Alouqu-rque.
M-ooel Javalcantp L Jos Miguel de Albiqierqae.
Jlo Carlas de Albuquerque.
Maooel GoiDrs da S'lva-
M'oofi p.-anciaco d Svetra
J o Raimnndo de Jesns.
Joio Bapdsia de M-ntfongi.
Virgaio To-'ophilo Cameiro Leao.
A lo ni 1 C-i Vo I.;-, u.t- de ArauJO.
Antonio Pirmmo de Sauza Ba-ideira.
Al-orino de S n.z B.nd-iri.
Oyrapio Coelho da sdva
Hmoi Torre da Paz.
Maqoel Francisco Goplhi da Silva.
Joaqouj I i ata d^s CBas? Bezeira-
Joao Frauc ac d Farla C-bral
Loiz Archanjo de Barros Cimpello.
Afn n o da Silva Rocba.
Joe AntoDio da Silva Goimarais.
Joo Minina Fe'reira.
Jo.- Frenos o Bordes.
Jos N-jgu-irr. T^varea.
Joa Luiz dos Pasaos
Joaquim de Pana Vanlerley.
Pf ro Alt-xanlrino de Sa.'AQQ3.
Manoel I.nacio F-r.-ei.-a Ckiioiora.
Mjnbe.-a, 8 d Margo de 18H.
Reconnego as letlras e firmas retro declaradas
serrn verdadpj'a', em lestemoobo (sigoal) de
eriiade don f.
Maribeca, iO de Margo de 1894.
O escrivo,
Antonio Googalves Palanqueta.
de Combar, am precioso rotnedio pan
as iffeicSea doo paluS-s, muito o tenho
recommanddo as pewoa da minbaa re-
laj 31. 1
J3.0 Antonio Petvira Santiago. -
(Socio da firma c nnoereitl Suntiatgo
Ir-mSo & C, do Rio de Janmro.)
Kecooheco vnriiadeira a firc retro.
Em te temunho de re:d:.de Pedro Evan-
gelista do Ct&tro.
E' nico agente e depositario do Peito-
r-.1 de Cambar pta Estado a Compa-
uhia de Drogas e Prodactoa Chimicos.
Cura deferidas
Foi com uso doElixir M. Moratc*"
que corei-me de uma eridas dv m racter qae tie muito temp?, tea pcisr
obter melbor 3 com aniitoa me&cameciaa
que tomei. Hoje gracas bj grande de-
parativoElixir M. Moruro propagado
dor D. Carlos, eaton completamente bom.
Man-|'-rj publicar este para bem da bu-
manidade.
Acoras.
F. de Andrade Cotta.
Agentes em Pernambuco : A Comptf-
nhia de Drogas, ra Marques de Olinda
o. 23.
x
Partida Republicano
A maioria do Directorio do partido
republicano d'este Estado faz publico,
para conlieciniento d'esse partido, que
nada tem de commun com o Directorio,
que acaba de ser constituido pelo Sr.
Dr. Jos Izidoro Martins Jnior e que,
si nao mesmo urna representacao dos
partidarios d'esse cidadao, pois nao
consta da parte de alguns dos escolla-
dos a acceilacao da inclusao de seus
nomes, muito menos pode ser o legiti-
mo orgo do grand' partido republica-
no do Eslado.
Declara ainda que trata de promover
a organisacao de um Directorio, que
seja a verdadeira expressao da vonlade
da maioria do partido republicano e est
certo de que assim corresponde a urna
urgente aspiracSo do mesmo partido,
cjos destinos continua provisoriamen-
te a dirigir at a organisacao do Direc-
torio definitivo
Recife, 30 de Marco de 1894.
Ambrosio Machado.
Pr. Ermiro Coutinlto.
Bernardo Cmara.
Francisco do Reg Barros de hacer da
Dr. Malaquias Antonio Goncalves.
Manoel da Trindade Peretti.
Virginio Marques Cameiro Leao.
Jos Vicente Meira de Vasconceot.
a^2yTjS3rai253ffl2X3Xa201Xai3133}3J2X2.iI5g
Superior panno e bollas tem
ti ni
Pfl
Peitoral de Cambar
^ura de conot!pa^ao e tosse
Sr. J. A. de Sonsa S jarea. Atacado
de ama forte constipagao acompsnhada do
toase e odcio tomado varios remedios
aam o menor proveito, a conseibo da um
amigo, ezperimentei o seu Peitoral de
Cambar e tao loageiroa foram es effai-
toa, que con*:inui a uaal-o at reatabele-
cer-me completamente, pondo de arte 01
outroa preparados.
A vorica amitroa atacados do mesmo
mal tenho julgado proatar om servico re-
commendando-ihea u aeu peitoralque
m verdadeiro aivio ^ara os doentea.
Qieira aceitar uiabaa telicitagsB por
tSo u. dacoberta e creame. De V. S.
atteuto, criado e obrig.-du. Arthur Otear.
(Qenera de brigada.)
Reoonheco a assignatura snpr?. Bm
teatemunho de vnrdhde, o tabdlliSo Fer-
nando AjTobso de Freitas Noronba, (Rio-
Grande.)
E' nico agente e depositario do Peito-
ral de Cambar neste Estado a Compa-
nhi de D.oges a frodurtcs Chimicos.
Os pedidos de bilhetes
de todas as loteras de-
vem ser dirigidos a
MARTINS FIZA i C
Agentes geracs
CASA DI FORTUNA
23Ra l.de Marco23
Caixa do crrelo n. 155
Telegranraa -FIVJZA.
Fas hoje annlver*ario o -t II-
cioaSxuu. Sra. D. DooaiU
Ballas oe Stmsa, em ojaeaa
f ulra a cor i ass mais asau-
nlada virtadea, qoer coreo fl-
la extremosa, quer pela delics-
desa apenada edacacao no
trato comaoBsa
O adastisdorcs de tan 4H-
tioctasiqsilW**. en cuj na-
rof'O toe considero, a felicium
faseedo vjtoa para qoe por lon-
gos aonoa ai-jd o t-otivooeseos
diiioo paes e objecto de veoe-
ragao aos qae o saiem apre-
dr.
Ber.ie, 31 de Marco de 1894.
J A. S.
aroliivamento de sen contrasto srcal. ,Ar-
chi7e-ae.
De Jos de Souaa Ridrigaes e JjXo d
vSouaa R'idrig'sea soc? >s e-mponeates da
tirno^ Jos korlrignes men-to di eeu dittracto t-ooia'. Arohi-' ra che e quiL-he cas
T!'.
Da Jo .irgyl do Araa^l nut^o-le : io
a?u* eifain c;>tn cmmercii do f&soidcs
e resa 1 do M roo o. 20 A, pe din do
carta d mstricola. C o r^quer.
De Aio'pho de Castro e Silva, estao
lecid ; c >3i C'imm rcio d chapeos, rui
do Bario d Victoria n 3, pwa iiostiou
tiai. Dflfer-io.
Pd> un
tivro de cem folbaa p ra registro d h^<
O rae5-*s oorDiuToinea na tdrnsa di D--
ereto o. 9l6 de 4 de Otabro de 18yu. :
Nuda ma-a houve, senrlo encerrada a'
93s5.' as 11 e 1,2 da maobS.
nota o poseo valor que o publico deu a sym-
phonia. In Mestina i'- am lava sempre in
Dollori'; i fa'e il pia.:ere di dir t votiro atar-
nal auateke eot'eUa sin foniu.
Deixando esle, enconlra outro com quem
( conversa sobre os grandes tlieatros e:n que tra-
Fftra 1 balhou e o modo eneel'ente parque tora aco-
mido. Si este tem a infeliz ideia de porgan-
lar pelas suas composices elle desenrola um
enorme catalogo de valsas, romancea, scenas
dramticas e Lgas cada qual mais dillicil, ter
minando sempre do seguate modo -Si la tata-
papua -estera n alora faro sen ir la mia ope-
a di bello.
Th seras
Oodp
A I "-i.i -i febfi (1 "i-
U -; 'o ie h 'H-j a pttt >t e- acro&s ?
't* e M 'i '' -ri iiia
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