Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16563

Full Text
AKVO LXX
Ter^fiVfelra n de liarc> de 1994
\IHERO 9

S
fe
DIARIO DE
AMDUGO
PaOFBIEB&BB BE IMSOSL fi6BBIK0 E VABU
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE l SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLICAQOES NA FRAN-
Por tresmezesadianlados. 8&000 QA E INGLATERRA
Por seis mezcs adiantados. i5$000
Por um anno adiantado .... 30*000
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Os Srs Mayence Favre & .*, residentes em Pars34 rae de
Provence -
Por seis mezes adiantados.
Por um anno adiantado
Numero avulso do mesmo da. .
Numero avulso de dias anteriores.
161500
333000
1100

Telegrammas
omcuss "
I-Veclieiras, 26 de Marco.
Ao Illm. Sr. Dr. questor policial.
Maioria municipio Amaragy grande
passeiata precedida msica, indo estan-
darte inscripcjio adhesao governo legal,
pede-me dirija saudacocs sustentculos
governo federal Pernambuco.
Jo* Amonio da Silia Helio,
Juiz (le direilo.
INSiKllCQio POPULAR
EDUCAAO
IST3LLECTAL, UQBAL E P27SICA
HERBERT SPENCER
CAPITULO II
A Educa^ao Motal
Coaio J>W Loilta Ja cbservou ta muito: tA
granue we ilude Jo caldeo pooco oem pro-
ux, oa uielovr, pro'iui uuj graooe mil ua Ju-
cac.30, e creio bem qne, em igoaes cKcnmatao-
cias, as rrianga oais ca3Ug* veiea os m lho-ea bomena. Em cnntlrmaeao
d'tBia versada podemos citar u fac o, ni > da
moro punteado ror Mr. Roaer. capellio da
Priso da Pdoioovilieqoe oa joveoa crim:n)809
qoe :i iiuui ido icooiadoa eram os que maia
freqoeotemeote voluvsra paM a prisao. Bem
pelo contrario os beneb\io< i-ffaitos de um traa
melo mais brando. iao bem mostrados u'otn
faci qoe nos fol nrralo por orna ernnor..
francesa, em miacasa recent^meotn tstivemos
em Per i- Disculpando os desatraejos cacea-
dos per om rapasito, loiratavel unto em casa
como oa aula, exprima o teceio de qoe n3<>
bouveise outra remello a em pregar se nao
aquelle ice ja liotia sido empralo com om
seo iimo mais veibo; qoe eram.odal-o pa'a
uji. cola 10.le*. Arcresceuton qoe, em
varia* escchs de Pariz, o irmai mais velho fjr*
aempre imraUvel.e que, desesperando, tinham
segoido o coose 00 M o mandar m para log!<
Ierra e que no seu regresso eslava to oom
como o lora ante-i determau. Eta notavel
muda:ca a'iribola*a ella computameote a re
lativa brandoa da diECipliua inglesa.
Depois ae fe.la a preceieo'e exoosifao de
priocipios, o espaco qae no-* resta devB ser em
prgalo en allomas das Drmcipaes m'Ximas e
regras que a'ell-a se deioiem; tenio em vista a
brevida.te de epac/1, colloCimot-as em forma oe
exhortacar.
Na esperis das criancas ama grande som-
ma de bondad moral. Di-ante os primeirj-
aonos .todo o bornea civiiaio pas3a pelas
pbases de cararte-, pattnteadas ppia raca bar-
bara de qae descende. Como as fei0es da
crianzao nariz cbato, 39 narioas abenas, os
oeigoa Kroaso?, os olbos muito afastados. a
aaoeoiia ae untu frontal, etc., se parererc,
por certo lempo, com as felgO^a do aelyagem,
assim s- us-imelbam tamoeru O' eeu8 inetincios.
D'aqui a3 teodencias para a crueldade, para o
rouoo para a mentira, lao geraes as cri ingas
trniecia3 qoe, mesmo aem o auxilio de dis-
ciplina, virio a ser mais ou menos modiBadaf,
exactamente cot h fecOs. A idea popohr
de que as cnaogas ?a-' innojenies, eaibora
verdadera com relagaj ao conAecimttifo do mal,
tctalmeote fal9a com relag aos impulsos para
o mal; rasia bora de oDsorvagao no qoartj de
criaog =3 ?s"ar para orovar estas verdades a
Oao o ob m-^r09, como nn aalaa pablica?, tralam-se
oos aos ootros com mi i a raais brniaMdade o
que os borneo?; e se lrseai eniregus a si
mesmos n'uma iisce mi ^enra ejaa brutal.da-
de aiods ser a mais frisante.
(Continua),
PARTE OFFICIAL
DECRETO N. i.685-de o ps siaei;o ce 1894
Amp:ia as dispo3.Oa uj ec eto o. 1.681, de
28 ie PsTereiru 0 63Trect*. aaao, qoanto a^a
eniaei sajeitas jonsli gio do i-j rn i I i ta r.
O ttee-Preatdeate 0% .'.epuDltca dos Estalos
Ua'.dns di B-axil.
iotiiae.-andc :
Qie o j decreto n. .681, de 28 de Faverei-
ro -; o, f!-am manadjj 15 a'euje 1)3 4 jara
qi cia ! ca le Q. 631. de 18 dn setembro :de 1831 e
eommeiGloa dnr^t: o astaai estado de r^bej-
llo ;
Qxe o principal -anlament^ a^aella decreto
u. >rre do fa 1 Ursa na nossa legisla-
cao ": ->-'tfi' jas a"ircila?s o esti-io de re
!e ttarra externa ;
d 3t \ qu? oea'e estado ou no de rabel
en? cjue a;:'j;!ment3 3-. acbi urna parte do
r.raes previstj as lela militare', de-
t;-.! wr ponidos secado a gravita le das c:r-
: a<;
rtj 1 .-oleo. A'm dos crimes definidos no
art. da!ei n. 631, d 18 de Selembrodel8jl,
e a > rjuaes ce refere o decreto n. 1681, de 28 de
F :r?\--) u:tm), R3:So igca'meote ponidos, de
con.'o-midade com as lets mllitirea applicavels
a mpo de goer", toios es oot-08 crirnes
corc.neit 'o-- com viola;aj das mesmai l^is da-
r:>r'=. a rete'l aa qae ora conflraga o Dif tricto
F -ral e oa'.ros ponto do territorio a UoiSo-
aoarai da brigaJa B.biatio Sergio iaceao
da Ponteara Gostallat, eacarregado do expedan
e J-"ut.o da Guerra, faga execotar a pre-
sent rerl-igSo, expdiuo 03 despachos oeCB-
3 ar'o?.
Palacio do Governo OiC;pila! Federal, 5 da
Ma'C) de i89i, 6.- da Repblica.
Fionaoa Peixoto.
Bibiano Sergio M- da Footoura Coslallat.
Ministerio da Faienda
Este Ministerio tranimitt'o ao das Relages
Ex'.enores o Eegoiute :
Tendo preaentes vossos avisos na. 29 e 61,
de 28 de Janho e J5 de Novembro do anno pro
ximo fiado, pediodo eaclarecirneutos que vos ba
bilitem a reapoHder aa notas de 8 e 22 dos refe-
ridos aiejes, naa qnaea o mini8tro da Repblica
do Per reclama contra o impoato de 101 -\. co-
brado oa Alfandega do Para pela mportagio de
cbapoa de palba pr3Cedentes3dea3e palx. com-
pre me diier-voa qoe, se o S V ?o ni.V daa
diaposigoes preliminares da tarifa, coronario do
[ 26 do menno artigo e amboi transcriptos aos
% 26 e 27 do art. 456 da < Cooaolidagao das
lela daa Alfaodegss e Mesas de Hnndas. i-ei
toa de direit33 de coa3amo as mi r.-alor.a* nro-
veoieotes dos paites limitrophep, latrodaxnia)
peio totenor d -s E-ia loa do B-aiil qoe com e I-a
limitSo, qoaudo forem de prodoeco do< ra-smj
Pcixe, Ue i'ooicO'i fo-o 8abordiaaiaii a
exis'encia de t atidcs, como expreaao ao cita-
do 26, qoe diz : oos termos d*8 coove|'goe<<
e trata i03 celebrado< com 03 Estados lianro-
pbes ; e, coao o tratado qae existi com a H-i
pnMica do Per fi ror ella deunncla lo em
1885. oa anseocia d-*asa cor. 1 gao, ornvalece
diipongao do n 21 do dtc-eto a. 5 920, de 31
de Agosto de 1837. 5e, pon. a Alfandega hou-
ves3e cobrado alreitos de impo-tago oq consu-
mo peta totrodoccio de taoa mercadonas, t-i.-ia
pn*edido correciameoie.
Qaa.ito aos dlrrito. de expediente, oolcoa co-
brifioK pela Al'aicega, acbaodose a dlsposigio
dj 27 iio art. i- das proQ'oin.res d t que a mesma Alfandega separoo do 26, excia '
da do art. 2- da* Mendaz prel.mioam ; desde
que. baseanao*se nella, 'aorereu a m-rcadoia
considerando*a ltvre da arenos de coosomn a
livre de direitos de coasumo, nao poda deixar
de cob ar 03 ae expd-iie-t-, aoi lermoo em qa-i
o fe. iiu na raza 1 de 10 | por fo-gi do
a>-t. 1- da le o. 126 A, 1- 21 d Novembro de
1892 rj'in iIpvou aqoelle quantum os direi-
t03 ae. espediente iiosce erm dupecbados com
isempcao dos direitoade como me. >
Po expedida a -e^ni'n- circular :
Reclamando algamaa alfo ieM contra >rre-
gularidaaea eucuatradas Ol-s mautfeitas do.3 rsa-
VI08 orocedi>ote do estnageiro. qu-r 00 que
reaoeita marca-i e noroerua Jas neraa*lona
o-lle- men*ioiai43. qaer ijmi a fall de !>i -
gnag i us vjIuoj-s e im coaiinagii de-tj
c iru u< con^cimentus eH(tilMa, cbamoa at > -
C*o do Sr*. ag-n'- chq.hu are* p*r 4 1 t<.
372,374. 375 e *85 da CvisolM 54) d-11 Irli
das aifacdegas, cajai dinposigOes oevem vt
observadas rigorosamente .
Ao 8-. Dr. Democrito Cavalcanti de Albo-
qa-rque expedio-se o seeoiut aviarj :
io'eiradiv pelos VOi>S03 re lorins e ex n i.-ii-
cj vfrual, d ij servigjj rjo' preaste? a laten i
federal, o qoclidadu de cnefa da coiuaisrao ''
exame e fli:alisagao das repariige-i ile*i mi-
nls rio, existentes ea varice da RepuOlic, caDe-me aindecar vos ue< serv
gr>8 e louvar-vos pHn acert gbes, aa qoaea jurt Arando o meo cuoceiio sn-
nra vna comp^tuclJ, voa dSi direr.o a con^i-
derac^o superior .
Fjrum concjiidos t-ez mezes de li^ngt,
com eoiiaeoto? na frm da le, ao ihesoare
ro aa 'ecebedorh da Capitil Federal, A naro da
Silva GiaarSes, para tratar de toa sale, onde
Ibe coaver.
Hiiiitierio da inciuwi-in e VJacao
F01 dispensado do cargo de escrip.ar Superioteodeucia Geral ae En1 .'-a o oa Euro-
P', Migol Pern^nde* re Ba-r a 1" esc-:ptura-
riu da Alfandega do Rio de Janeiro.
Ministerio da Guerra
Fram promovaos ons orpos de enui-nbeiros,
es'.ado-rxaior de 1* cluts, de artilbaria, oes'a ar-
ma e as de cavallana e infamara 03 seguiotes
oQiciaes :
Corpo de esta^o-maior de a'ti bariaA coro-
nel, o teoeate-corooel dr-uesRodrigues daFoi-
seo, por antigaidade.
A lenente-coronel. os majores Olympiode Car-
valh 1 Fonaeca, por antigoirale, e Percilio de
Carvalbo Foiseca, dem.
A major, os cap tes Alfredo Joaquim Pueet,
por meremeoto, e Alfrelo da Simia Eacs, po-
aotigaidade.
Arma de arlbariai- regimentA coronel,
o teneate-corooel Jos Ffeire Eezerril Fjotenel-
le, por merecimentj.
A major, o capiao Jorge dos SantC3 Roaa, por
ma-e".iaento.
2- reglmmtoA capitaes, os n-imeiros teen-
tes Jote Salomao Aeostiobo da Ricba, para aja
daote, e Francisco Xttifl de Alencaatro Araojo,
para a 1* batera.
3 regimentA capi>as, o i- tenente J0S0 An-
tonio de Oliveira Valle, para a 2* batera.
4* regimenioA capitaes, oa primeiros tenen-
les Jco Mariot, para ajudante ; Julio Arcbime
desBacellar, para a 1* batera, e Mario da Sil-
veira Ne:to. para a 3* balera ; a major, ocapi-
t5o Manoel Portillo Beites, cor ntlgaidade ; a
caoitSes, 03 primeiros tenente3 VtcU>r Eduardo
Razz va Tinoco, p.ra a 1' batera; Joao de Souza
Uaros, para a 2* batera, e Joao Carlos Peral-
ra loiapioa, para a 3* batera.
1 baialbaoA capites, os p-imeiros teen-
te3 Alfredo de Azevedo Marques, para a 2 ba-
tera, e Joao de Siqueira Mdaezes, para a 4* ba
teri .
2- batalbaoA tenente-coronel, o major Bel
lo AaguBto Bran :ao, por mereciment); a pri-
meiros teoentes da arma, os segundos Narciso
Peixoto Lope3, Marcos Pradel de Axamboa,Ray-
mundo Pinto Sedel, Aasaatr* Ocia*o Coofacio,
O rtav.o Angosto Gcnfuclo. Jorge Franca Wed
man e Virginio da costa Bezerra.
Qaadro extrjnumariiriaA coronel, o teen
;e coronel Francisco Xivier Bap'.ista, por mere-
cimento.
A t'neote-coronel, o major Luuriaao Al ves do
Nascimeatj, por merecimento.
A major, o capilo Joe Cirios da Silva Te!le9,
por merecimenti.
A capites, oa teaentes Jo3o Folgencio de Li-
ma Mindello e Alfredo Rodrgaea Piras.
Foram transferidos para o corpo de astado-
maior da aniloaria e de oos para oat.-o: cjrpos
nesta arma os segaiatas officiaes :
Para o estarlo maior.O coronel commandaa-
te do 2- ba'.a'.nSo de artilha,-ia Laz Rabello de
VaBconcelloa.
Os capitles Affonso Pernando "Monteiro, Bini-
ficio Gomes da C&sta, Hjqo i] Vieira de Aguar,
loaoceocio da Bs-ros Vaeconcellos, Antocij Aa
gusto de Moraes, Jo3^ Arnericode Mitlos e 0:ta-
vi; Googalvesaa Silvj.
Arma de artilbaria.Para o 5o regiment o
capitio da 1 batalhSo, Luis de Beaurepaire Pin
to Peixo'.o, para'a S' batera.
Pira o 6* regiment.O lenle coronel do
esiado-maior Jos Agostioo Marques Porto.
O capito do t* batalbao Joao Bapdsta Veas-
co, para a 4* batera.
Foi transferido para a 2* classe do ejer-
cito, ficaodo aggiegado arma a que pertence,
de accordo com a resolocao de i de Abril de
1871, o capitao do k3i- bdtalbio de infaatatia
Pedro Manoel Gsms Carneiro, visto tar sido
jnlgado iocapas do servigo do mesmo exerclto
em fospaegao de aaade a que foi sabmeUido.
Concedea-se:
Reforma, ao majo? do 14 regiment de caval
laria Jallo Al ves Ctuvea;
Aposentadora, ao escriaturarlo da repartigao
de quartel meslre general Harmeoeglldo Jos Pe-
reira, visto, em mspeccao de saude a que m
sabmeUido, ter sido jalgado iacapaz de conti-
nuar no exerciclo de bcu emprego.
Foi transferido para oeorpo de engenbeiros
o capilo do corpo~de estado-mator de artilua-
ria Ant.nio Flix de Sonsa Amorim.
Foram nomeados oa Dra. Bellarmino Ri-
cardo da Costa Filbo e Alfredo Alberto Leal da
Cunba mdicos adjuntos extranumerarios do
exercito, o prlmelro na guarnlgao desta capital e
o aegondo oa do Estado efe S. Paulo.
Fol exonerado o general de brigada Anto-
nio Jo Miria Pego Juoior do cargo de coa
maudaote do5-d3tnco multar. .. aflata
Foi nom-adoo geoe-al de dirisSo Roberto
Pe-reira commaudaota do 8* districto militar e
commaodaote em ebefe daa (jrcas ea oparagOas
00 inmo districto.
O vice p-esideota da Repblica doi Esta-
do! Ooldos Brasil, attendeodo |8 aecesaidaiis ri-
aaameotar alada a forga da arma de artuharia
dHos motivos constantes do decreto u. 1682 oe
28 d Fevereiro prximo pastado, ;ieaolve c-er
ocu Datainao provisoia desta aran, alea do qoe
fol crete oor aquella decreio e qoe teri soa se;
de nesta capiil.
Secretario do commaodo garal da arma da ar-
tilbana o major laaoceacto UsuediJio Farras de
K)iitrl-a.
A|o-uate interino da toteodeacia da gue.rra o
canudo do corpo da estado rraior de arlilnana
ffoo^o Fernudes M. C 'nceleo-se licengt ao capillo reformado
do exarcuo MiGoel Alcautara ne Siuti Consgai-
ro para residir ao estado da Paraoyba do N jrt .
Foi deiitiido o teneote coronel P-rcilio de
jarnolno Foo-eca do logar di aerretarij do.com-
mao 10 eral da ar m da artilb*4.
Cjocafpu se liceog ao major Loiz Loo:
daRm a ao tenste Cirios Surea, ambos rn-
f.i iiiii.is do exercito, oar reail'rem, o pr.ruel
t oo Estado do Rto Gran le ;do Sal e o segaado
00 de Pernamboco.
' F^ram t-aoafandos os aegointaa capitae':
ao .fus u J i- G >ngalva d< Silva, do 13 reg -
nsi..) da era/-liria par o 9 d masma arma,
e Jvan-l Amonio da Siosa, do 9* nara o 13*:
farnpml> Girrite Pasoa, do 40' baUlOdo de ni-
fantana para o 9* da masma aran e Fabrooio de
Bnto, do 9* pr o 40.
Foram promrjviiio* nos deengenhelros, es-
tados uiaiore* da Ia classa a artiinaria nesi
arma e oa de lafastarii us a-^niin ea o :uei :
Cd-po de engeobetrosA coronel o teneote
coroiei Alfrelo C ant'KOidade: a uoeita c.-ronel o maj r Nicolao
Alexaodre Mjos P.-ar*. oor mereTm-oto ; a
uiajir o c*P'ia Arth'ir Preir de Olivaira Du
r81, por m^recimenti\
Corpj ae estado maior de i* chsseA eeie-
rsl da brigada g-a load j, o coronel Jos F.-aucis-
co Coelho. ~
Goverao do Esta>io de Perai m
buco
DESPACHOS DO DA 17 DE MiR(,'0 DS
1894
Abaixo assigoado^. reooilii los i cadMa do mn-
oicipio do Cabo.O'fa'lio, com olficio desta
data ao impartor do Tbesouro.
Ccmpanbla Pernamoucaua da Nive f-t lo, com offi.no desta data ao ioapector do
Tbesouro.
Jos da M lio C Mm.
Jos Luii Salga'u Anioly. lodeferido.
Maooel Dedea Carolioo.Deferido, coa oflirto
de-N data ho iosnecior do Toesooro.
Parete Vianaa A C.E'Crlplure-ae.
Ursaia Cs-lma de Anarade Lima laforme o
inspector dj Taesooro.
Dia 19
Ana Digoa Pereira Macnado. lodeferido.
Alexandnoa Maria da Conoelgao. ladete-
ridt.
Anua C jot'aho de Olveira Guimaraes.I ide-
fe.-ido.
Antonio Joaquim Cascao.Deferido.
Banco Pooaiar.Pagoe-se, da accordo com o
pa e.vr de Dr. prororador fiscal.
Circuncisa rovrell Calumby.Informa o Dr,
in'Dector do Tbesouro
Ge.-eute do Loo-*ou Braailian Bank Lialted
Defendo. cim officlo desta data ao ioapector do
Tneeouro.
Jala Germana Ribeiro.lodeferido.
Jas Ljpe da Silva.Deferido.
Joaquia Fraocelno de Souza Gaerra.D.fi-
rido, com olficio desta data ao Taesooro do Es-
tado.
Manoel Das Crrela.A' vista das informa
COes, ni deferido.
Manoel Tartao dos Res Carnoello.Deferi-
do, coa olrio desta data ao Taesooro do Es*
tado.j
Manoel Fercaades Velloso.Informa o Dr. ins-
pector do Tbcoaro.
Capitao Maxmiano da Silva Gasmao.-Sim.
Pereira Carneiro & C. laforme o Dr. lospe-
co- do Tbesouro.
Pjssidonia Rosa Machado.lodeferido.
Sooel Hsorique de Miranda.-Iaforme o Dr.
juiz de dlreito do 2. diatricto criminal.
Dia 20
Anstriclinio Paes Barreno.Rerjaeira ea ter-
mos.
Coapanbia Distillsglo Centra!.Informe o Dr.
inspector do Toesouro do Estado.
Domingos Vieira de Moora.-laforme o Dr.
juiz de direito do manicipio de Nazaretb, man-
dando juntar os documentos de que tratara os
arts. 2 e 3 do decreto o. 2,563, de 58 de Margo
de 1860.
Erasm: Aalonio Cordeiro de Mello.Deferido,
nes termos do eflisio a'esta data ao Dr. inspector
do Tbesouro do Estado.
Jo-eptia Mana da Conce'go.Informe o Sr.
director do presidio de Fernando de Noronba.
Joa Antonio do Reg e Jos Guedes de Arro-
da.laforme o Dr. jais de dtreitc do municipio
de Nazaretb.
Jos Joaquina Altes.Ao Dr. inspector do Toe
sonro para attaoaer.
' J.&o Antonio da Silva-Requeire por interme-
dio do commaarjanta do corpo.
Bacbarel Luis da Silva Goamo.-laforme o
Sr. Dr. preaidtnte.do Superior Tribunal de Jas-
tica.
Manoel da Paix&o Ramo?,Iaforma o Dr. joiz
de direito .do 2.* diatricto "criminal mandando
J'aatar os documentos a que se refarem os arle.
I.* e 3.- do De:reto n. 2 566, de 28 de Margo de
I8S0.
Maooel Pardal Garcia.Deferido, no3 termos
da inform3cao do Tbesouro do Estado.
Dia 21 -
Amelia Francisca da Costa.Informe o Sr. en-
genheiro fiscal da Companbla Recifa Dratnage.
Antonio Yiaaua' doa Sant03.laforme o D;.
jais de direito do manicipio d'Agaas Bellas.
Fraucel'Qo Ferrelra Crespo.laforme o Dr.
qaester polica!.
Cornpaahia de S*nta Tberez?.laforme o Dr.
iaspecter do Th?soaro.
A mesmaRemeltido o Dr. prefeito do ma-
nicipio de Olinda para que se sirva de iafor-
ar.
Jos Carlos de Olveira.Informe o Dr, juiz dd
direito do manicipio de Nazaretb.
Joao Francisco do Nascimento.Informe o 8.
Dr. presidente do Superior Tribun.il de Jus
liga.
Joao Jos Nones.Informe o Dr. juiz de di-
reito do 2.- diatricto criminal mandando juntar
os documentos a qae se referem os arts. 2.* e
3.- do decreto o. 2.556 de 28 de Margo de
1860.
Maooel Joaquina da Silva.laforme o Dr. jnis
de direito do manicipio do Rio Formoso, com
jarisdiegao extensiva ao de Serlanaem.
O mesmo.Informe o Dr. jois de direito do
municipio do Rio Formoso, com jarisdiccAo ex-
tensiva ao de Seriab&em.
Tnomaz Antonia de Gouveia. Informe o Dr.
jnis de diroito do mnnlclplo da Victoria.
Secretarla do Governo do Balado de Pernam-
buco, 24 ae Margo de 1894.
fl. M ta Suva,
Qneatura Policial
2* SeccSj.N 62ecr tana da Queatam
Policial rto gaiaoo de Par na aboco em i aa Mar-
go de 894.
Sr. Dr. goveroalor.Participo vot que forarn
bcoiem reeoibidos a Caa de Detengao oa segoio
tes inivlnuoi:
A' miaba ordena, Jos Barbosa dos Santo?.
par*avM i A' ordam ao ^obdelugido da freguesia do R
cifa. Gamillo Jos da Costa e Savariano Perrera
da Silva, como gaionoa ; Aatooio Red igoes M*
coa^o, como desordeiro.
A' ordem do sanldegado do 2* disricio d-> S
Jos, Joaqom da S Iva Doroella e Aatooio Mar
tos da Silva, coobeclao por Aatooio Amor, por
diAturbios. S*
A proposito das cbovas bavidas oos dias 17.
18 e t9 do corrente, re;ebl do delegado do 2'
oistricto de Jaboatao o segoin e offi*. o :
* Delegada de noticia do 2* disincto de Ja-
bova >, em 20 de Margo de 1894.
< S-. Dr. qo-stor. P-rncipo v 8 qu" bontem
as 4 bjras da tarde, voltando da estago ie Ta-
pera om car condosindo barra vatios do ec-
gecbo Caoim-ast, so taospor o rio Jaboatao,
qae eslava com graoje cbel, em freotaaoen-
Kanno Piotos, f i o carro arrastado pelaa agoa<
lavando de envolio a caiga coro pessoaa qoe
oeile teotaram pas8ar o rio, sealo qaatro bo
mana e orna malber.
Coosegalram salvar-se dona bomens e a mu-
Iber, tendo oesapoarecldo d^os qo", oao gaben-
e, nai obat-irt os esforgos emp gaaos peb
p-H.Jo^l il i refer lo engnha pa-a salval OS.
* H ;|e p-i a uaaoni foram encoatrados os cada-
veres da Paulo de tal e Joaquia Maooel q i-
eram a noo- trabaiba ores do mencionado *o<>-
oba Piolo*. Avisado o occorrldo, compare i
ou men:iuoauo logara po; di a.i dilig-ia ias
necesarias, veriticando-ae ter sido a mortes
p-olanas por aaobjx>a por sabmeraa
Saoda e i'aterni.i;de \o lllm. Sr. coronel
Dr. Jai o de Mello Pilbo, mnito digan qaeator
dest- E-Udo.O delegado, F aocisco Xv er G
da Ricba.
Communlcoo mo o soldele,- 'o ia f-egoe
zia da Santo A'tonio que ao di 19 do correte,
4* II b iras e 40 minutos da mannS, o carro n.
44 da Compaobia Pairo Carril, que desciada
Afogados; ao pasaar na ra Ma-quei do Utv.iI
eamagou a perna esqnerda do ludividoo da oome
Igaacio Fraacisco T-i<-ua Barbosa, o qcal foi
recoibido ao qoartal da Coopanbia de Boabei-
ros e d'ahi traosportido pa-a o bospual Pedro
II, atirn ae ser conv-'nieote.neota tratado.
Contra o eocbairoM.niel da Mot>a. qae logrn
evaJir-se, procede aquella autondade nos termos
dalei.
Commooicou me timbem o sobde egalo do
1* ilistncio de S Jas que no da 18 do correte
de 7 para 8 boras da ooile, foi fendo abalxo do
pei-o er-querdo, no hotel do capitao Albino, ei'o
no piteo do mercado publico daqoella fr^gceiii,
o indi vi loo oe oome Maooel Affoaso Farraira
Lopes, que all se acbava.
Interrogado o i ffeodido que. devido ao estado
de emoriaguez eaa qoe se acaava, neohom escla
recimento dea a respelto do facto, a referida aa-
tondade fal o trau-poriar para a hospital Tedro
II, atirn de ser vicionado, e contra osea olTjos:r
procede ua (o-ma da le.
Falleced repenilaameate, do dia 20 do cor-
rente, as 4 nors da tarde, segaado me coamu-
mcoa o Hobdeletrado do Recife. o pardo de oome
j-reLTims Jj da Costa, traoalbadcr da ComP-
nbia Martima.
Avizada aquella autoridade immediatamente
compireceo no local do facto, dando lo o as ne
cessarlas provideociaa para ser vis orlado o ca
daver. cojo eoterraaeoto foi faito por coma dos
patroes do fiuado Jeremas, que a isto 8e presta-
cara.
Pelo subdelegado do A-rayil foraa remet-
tioax ao I)r. joiz do 7* diatricto manicip?! as di-
ligenciaa a que proceden conira o individua Aa-
tooio Rodngoes, por haver. no da 8 do correa
te, na roa do Costa, daquelle diatricto, espanca-
do a Jr>s Pedro (ie Sonsa Soares.
No dia 20 do correute foram remettidoa,
oara o< devidos tica, os aegentes autos :
Ao sabdelegado do 1* diatricto de S. Jos, o
de corpo de delicio procedido na pessoa da Joo
Bezerra de Vaacou^eHos.
Ao subdelegado do 2 di?t-icto de S. Joa, o de
carpo de delicto feto era Antonio Alfredo de
pli veira.
Ao sabdelegado de Afo ados. o de corpo de
delicio feto na peaaoa de Joao Alves Pereira.
Ao sablelegalo da Magdalena, o de corpo de
delicio procedido oa pessoa de Mar a Manoe.a da
Coicelgao.
Ao soDdelegado da Torre, o da exame feto no
cacaver de Manoel Altes, por alcuoba Manoel
OrelO?.
Entraran em exer:iclo as seeuinies auto-
ridades poiiciaes :
No ala 8 do correle, o capitao Jos Ponciaao
de Mace do do cargo de delegado do manicipio
da Pesqaeira. ca qoalidade de Io supplente.
No dia 17, o cidado JoSo Francisco Lina, do
cargo de euradel gajo do diatricto de Paqoevira
do maaicinio de Caobotiobo. na qual.dae tam-
bera de suppfente.
Ao Sr. Dr. Alexaodre Jos Barbosa Lima,
multo digno govemador do Eaudo.
O qoestor.
Julio de Mello Filho.
2'J?erg5oN. 63. Secretaria da Qneaiora Po-
licial do Estado de Pernambuco, em 22 de Margo
de 1894.
Srs. Dr. Governador. Participo-vas qoe fo-
ram hontem recomidos a Casa de Detengao os
segoilies lndividao3 :
A' miona oraem, Dionisio Fernandos da Silva,
vindo de l'.amb, coao aeot^ijciado ; Manoel F-
lix de L'ma, como aliso ido, com deatioo aa asy-
o de Tamaiiueira; Minoel Pilarenae do Reg
Mg3lbae8, vado de Giraobans.para averigua
ces policiaea; e Manoel Feruaudes de Souza,
coirio de8ordeiro.
A' ordem do 8nbdelegado da fregaezia de San-
to Antonio. Florentino Augas:o Corde,ro, como
alienado afim de ter o conveaieate daatioo.
A' ordem do aabdelegado do 2* district > de S.
lo Gailberme Jos Rafiao, por disturbios e
offeasas i moral publica; Joo Mauoel de Santa
Anna, J..-B0 Fernanrtes Taixeira e Francisco Pe-
dro de Oveira, como vagabundos, i miaba dia-
poalgao; Pedro do Nsscimeato, para averigea
goea policia-s.
Ten Jo mandado para Caxa'igi, no dia 19
do correte, diversos escaleras e ama jangada,
afim de prestaren) soccorro s peseoas alli vi
etimas da graade ebeia oltimameote bavida no
rio de Capibaribe, recebl bootem do aabdelega-
do da Vanea o officio que segae :
Sabdelegacia do diatricto da Varzea, aos 21
de Margo de 1894.
< Illm. Sr. Commoolco a V. S. qoe tendo
diminoido .onsideravelmeote a eacbeote do rio
Capibaribe, ordeoei a retirada para o Recite, dos
esealerea qae estavam aqui para prestar soccor-
ro, tendo Meado a jangada, por ser atada neces*
aario dar paasagem 1 popalac&o moradora no
lugar Brum, visto oao ter sido aluda descoberta
a pontesinba que abl serve de communicagaa
cora o Cataaga.
Agradego a V. S. o auxilio que prestou a
popuiagSo desta localidade, com aa acertadas
providencias bavidas.
Ssude e fratarnidade.-IIlm Sr. Dr. Julio de
Mello Filbo-M. D. [Questor Policial. O sub-
delegado Miguel de Abre* Macrtl.
O cidsdao Padro Clemeatioo Ljite, rsso -
I mi oo -Ua 14 do correo.e o exercicio do cargo
ou delegado do muoicipio de Pesqueira.
Ao Sr. Dr. Alaxaod'e Joa Barbosa Lima-
Si. D. Governador do Estado
O Qoeiin,
Julio de M-lio Filho.
1 ergioN. 64.Sece aria da Qaestura Po-
eta! do Estado de Peroamboco, em 24 de Margo
de 1894.
Sr. Dr. Governador.Participo vos que foram
recolbldus Cas-, de Deteogao, oo dia 22 do
correte, os legaloias individuos:
A' miaba oraem, Joj Re^a de Leaos Barros,
corno desoroeiro.
A' ordem do ubdelegado Ho 1.* diatricto ds
Graga, ;oa B*aogef3ta de Carvalbo, por em-
bria No da 23 oeobam Individuo foi recoibido
aquel a estaoelecimeoto.
Communicou me o delegado do manicipio
de Qaipapa que oo aia*18 do correte, oo legar
Coau de Jaracol daqoella moolcipio, iravaodo-ae
dn razoea, por quesio-s de familia os irmos Jos
Sevenoo da Silva, Mauoel Severioo da Silva e a
ma'ur de oome M.ru F aocl'ca do Sspiriio
santo, den em resaltado Maooel Severioo deste-
char om uro em Maria Fraocisca, o qual nao a
attingindo foi rimpregar-se em soa veloa mae,
que cahio foimioada, racebeodo Maria Francisca
ao mesaao lempo om golpe de f ico vibrado por
Jo Severioo, qae iei ou-a por trra aiordoada.
Tornando a si Maria Faocisc e encontrando
om espeto, fes coa este um ferimento em Joee
Severioo, seodo ambos presos e recolbldoa 4
:adeia respectiva.
A meama autoridade toaou conbermenlo do
facto e contra Maooel Severioo, que logrn eva-
dir-a \ proceie oos termos da lei.
Ca urouoica me o sabdelegado da Torre que
booten, por volta das 9 boras da maoba, appa-
recen boiDdo oo porto do Bom Gosto daqoella
aisincio, o cadver de um bomem de cor orao
ca. representando ter 20 aoooa de Idada. o qaal
nao apreseotava iodlcio algom por onde se po-
de.-^e attriboir a soa morte a um criae.
Nao leudo podido verificara ideoildade de pe-
soa a referida raotordade maniou proceder a
competente vistoria pelo pna'maceotico Lms Ro-
drigues da Carvalbo, qoe declaran ter da o can-
sa a morte aspnyxia po* 80bmer*ao. seodo de-
noia trosoonado para o Cemiterio Publico da
Varzea, afioi de ser obomado.
Cerca de 2 boraa da tarde daqoella mesmo dia
-orapi-e-eu oaaaella 8abdelegacia o cidadao
Joao P-reir de L-mo'. morador no Arryalo
qaal declarou ser o cadver encontrado o de eeu
irmao Migael Archaojo Pereira, qoe leodo tdo
no dia 22, em compaoois de doos cuobaitoa me-
co*ea, a urna pescara oo logar Saot'Aona de
Dentro, arontecea afoirar-se.
Pe'o mesan subdelegado foram remedidas
ao Dr. juiz do 4* dis'rico municipal as diligen
cas a que proceden relativamente ao assassioata
de Manoel Alves, caohecido por Maaol Orelba.
Ao Sr. Dr. Alexandre Jas Barbosa Lima, M.
D. governador do Eitada.
O qu^n'nF,
JuJio de Xello Filho.
INTERIOR
Thesoaro do Estado de Per-
nambuco
DESPACHOS DO DIA 24 DE MABCO DB
1894
Cyrillo Angosto da Silva SaotUeo, Trajaoo
Alves da Mendongs, Adaloo Caled ni de Mon-
donga, Maooel Joaquina da Cosa Carvalbo, Ma-
no? I Viaooa de Soasa Barros, Anna Ciernen un 4
de Souza 1 a'ros. Bleoteno Boberto Ta varea do S.
Samo e Maooel Jos Domioguea.In.'o-ae o Sr.
D Contador.
Joaona Rasa do* Santos Aguiar e Digna de
Santa Rosa Voite ao Sr. Dr. Cootador.
Manoel Rodrigues Peres.a' secgio do CjQten-
cio-o para os devidos fiuf.
Francisco Lucas daa Chagas.Informe o Sr.
col.ector de Amaragy.
Iiabel Salte Monielro Pessea.laforme o Sr,
Dr. admiDiatrador da Rscebadorla.
Joo Alves da Silva.Dirija-se prefeitara
Municipal urna ves qoe a laeogao solicitada e
pode aer concedida a contar do exarcicio corren-
te em diaote.
Aoatricln) P. de Almeiaa Andrade.Deferi-
do de arcordo com a ioformagao da Coatadoria.
Bacbarel Jos Alvea C>valcaote. DeferiJo de
accordo com o parecer do Dr. contador.
Joaqom Materno da Silva.Nada ha que de-
ferir ea vista daa ioformagOea da Recebedoria.
Jco Aatooio Crrela Looo. Jodeferido em
vista das ioformagfieg da Coatadoria.
Brazillrno D. da Cma Lima.Restitua-ae.
Recebedoria do Estado
DESPACHOS DO DIA 24 DE MARCO DE 1834
Maria Francisca dos Aojos, viova de Jovlto
J >;.'' da Silva, Jaciotbo Jos Joao de Amorta,
Jos Francisco de Figueiredo.Iaforae a 1 6ec-
gao.
Aatooio Manuel Fernandos.lodeiendo.
Clemeutiao Jos de Macedo Filho. Deferido.
26
Candida Ondina Soarea de Oliveira, JoSo
Jos de Abren.CertiSque se.
Jolio D.-.r. rao, Coxpanbia de Seguros Moluos
contra FotroProgre880.Informe a 1 secgo.
Caetano da Costa Moreira.A vista da iofor-
magao, indeferido.
O porteiro.
Custodio B. da Silva Guimaraes.
Instrucfiio Publica do Enfado de
Pernambuco
DESPACHOS DI DIA"21 DS MAEgO
Anua de Sooza de Albnq erque PessoaSim.
com ofli:io ao D;. inspector do Tbesouro.
-24 -
Francisco Soare Q intas.A' secgo, rea
tor o Dr. Liiiz Porto Carreiro.
Screiaria da repartigo da Iast.-ucgao Publica
do Etado de Pernambuco, 24 de Margo de 1894
O porteiro,
Fenehn Attico Leite.
Caminando superior
QUARTEL DO COMMANJO STjPEEIOB DA
OOABDA NACIONAL DO MUNICIPIO DO
BECIFE, EM 25 DEMABgO DE 1894.
Ordem do din n. 23
Para que produza os devidos eflcitoa fago pu-
blico a guarda nacional sob meu commando,
qoe, em 16 do corrate mez, o cidadao Tbeodo*
miro Tomaz Cavalcaate Pessoa fez a promessa
do e=tjlo e tomoa posee do posto de capu&o aa-
alstente da brigada de cavallaria, para o qaal
foi comeado por decreto do marecbl vire-presi-
dente da Repblica, de 31 de Janeiro ultimo.
Fago mala publico, para que se d a devila
execugo, "qoe por actos desta data dealgnel o
5* batalbao de infantarh, 1* da reserva e 3a de
artllbaria, pira a ellea icarem aggregadoa os
capites avulsoa Vicente Ferrara de Sant'Auna,
Antonio Bezerra de Meaeses Lyra e Angosto
Cesar Couceiro de Mattos.
Julio de Mello Fiho,
Coronel conmandante superior interino.
A revolta
Com pie tana oo com as aegaintes trans-
orpcSea d'.O Paii m noticias trasidaa
pelo paquete ingles Niile.
(O Paiz do 15 de Margo)
No empacho de offareoer sos nossos
leitores noticias as mais completas a res-
paito do estado om qoe ficaram oa nossos
vasca de Bnerra e fortifioagSea, depois de
terem sido, por spaoo de seis meaes,
oocopades peloa revoltosos, pasiamos o dia
da hontem na viit, oircamstaaoiads
qoanto poaaivel, da trae dos maii impor-
tantea baluartes da qao ae apodera!am o
ioimigoa da Repblica para hoatitiaar o
govorno legal, qao o cO Pas defenda
oom o a dor da quam defanda una canas
sacrosantaa oansa da 1 i barda de o da de,
mooracia braiileirs.
Areitando o obsequioso offarecimento
do coronel Dr. Eduardo Santos, director
do hospital de aaogno da guarda nacional
e do boapital da varioloaoa na Ilb Santa
Barbara, embarcamoa aa 10 boraa da ma-
oba na lanoba, Ibiturums, desta estabe-
laeimeoto ; e depois de curta visita so
boapital da qae depois daremos ooota, ae*
gimos oom aquella digno medico e o Dr.
Trilha de Lemoa para bordo do desventu-
rada erntador.
Almirante Tamandar
Eocontraml-o aob o oommand* do oapi-
tSo de mar o guerra graduado Thsotonio
Coelho Cerqueira da Carvalbo, nm zeloso
oiBcial da nossa marioha de gaerra, que
no dia 6 de Satembro do anno paaaado
commadava a cGraanabara quando en
trra foi, da noitj para o dia, sorprendido
pola revolta.
Griiarnece-o ama forga do 23 batalhSo
de infantera de linba, ib a inapoccSo
da um bravo ifinial do mesmo corpo da
exeroito.
Muita deaaes noaaxi beroicoa soldados
veatiam j desgacadameote en xo va I ha da
blusa do marinbeiro nacional e em todos
oa rosto resplandeca o oootentSmento
pela victoria da oaoaa legal.
A impreaaao que receba o visitante des-
te noaao vaao de gaerra a maia desoa-
dora poaaival. Todo o exterior do navio
revela abandono ; aqui e alli tocado o
scu casco por balaa daa batariaa lagaea, a
por toda a parte o aojo, a lamentavel m-
moodicie.
Piaando o con vea a desolacSo de todoa
nos avasaala. S ae veem deatrocos pro-
duaiios pelas armas legaea, a deatrejoa ra-
aoltantea do dealeixo dos revoltosos.
Tado estrago, todo descalabro.
Pelo convea, esp^lhado, atoa, eocontra se
fardas de marinbe roa e soldados navaes,
baadeiraa do imperio, fragmeotoa de por-
taa de camarotes, urnas bellas portts da
embutidos com pao rosa e pequi-marfim,
lataa de conservas, bloooa de oarvSo, loa-
(as, apparelboa completos no Lloyd Bra-
aileiro, brinqoedoa, muitoa brinquedos
para criangaa, de certo tracto das depre-
darlas as meroadoriaa a desembarcar,
innmeros fardos de algodSo e trincheiraa
completas de carvSo de parir, principal-
mente em rodi da casa da machias.
Signaos de projectis destruidores ob-
aervam-ae por toda parte. Varado por 5
balas est o mastro de r ; os ceitos da
gavaa todoa eatSo marcados ; as daas
chamina e seas tabos de descarga foram
totalmente avariados por balaa de caohSo;
o apito foi igaalmenta iaatilisado, e l
tropecamoa nelle ; oa tanques de aguada,
na tolda aerviam de trinobeira e foram da
todo perforados ; tanto material, qae
tanto dinheiro caatoa naySo, infelizmen-
te aojeita trai^So daqanlles de eua fi-
lboa em qae depositava confiante !
Todaa aa escotilhaa do navi<- encontra-
mos ainda entrincheiradas com e .caos de
areia e oarvSo. Daa latrinaa obatraiiaa
desprende-se um cheiro atordoador. Aa
amuradas de B. E. estSo mnitiasimo es-
tragidas ; havendo suffrido conaideravel-
mente um dos canhSes e seo reparo alli '
assestado,
A meama bala que o damnificou aegaio
estragando irremediavelmeote as caato-
neirss de farro do paasadico de r.
Descendo aegaeda coberta, novas
sorpresas noa estavam reservadas. Nao
ba maia nada qce lembra camarote! nem
pra$a d'armaa ; tudo est arrasado, tado
est demolido, e cada um dos ootr'ora
laxosoa compartimentos transformados em
basar de mil coasas velhaa, aojas e in-
fecta.
Aqui um deposito de atsncar, a fun-
dir aa a fasendo o lagar intranaitsvel;
mais adiante pilhas de oarne secca, verda-
deramente aocca e quasi a deoompor-
se ; n'oatro ponto, saocos a mais saceos
de caf ; depois batatas, manieras de me-
tralhadoras, farinha de trigo, balas, para
canbSo de tiro rpido, ceblas, cunhetes
de manicio para kropatsobecks, paioea da
plvora, tado em horrorosa oonfaaSo, n'am
indeacriptivel amalgama, anda oom refle
a bons de marinheiros farinha da man-
dioca a puahaes, arroa e grossos projec-
tis, vai janeando o pavimento nobre do
elegante vaao.
Aa di vito" es eatlo partidas, ai mobilias
quebradas, e s se pisa em fragmento!
deicoroloridoi de ama coisa qae foi.
A grosia arthilheria da segunda cober-
ta est qaaai toda inaproveitavel ; oa ap-
parelboa de electricidade qne s faaiam .
fanocionar eatlo de todo partidos.
A bordo nao havia orna gotts d'agos
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O Mi1 El
Diario de Pe
nam pjtiJssJafoisttSsaiiiPiPf liiniMlil O^li
attlnliMii
fcassadi nma fcifaia*
Ter^a-fefra jftfre Ifwqo e I I
N^f>WHMMWHIMMMHMawaMMaOTMMlj navio raqer ama dasioecclo rigorosa | vaffo^o. totalmente irr tiliaadas.
A tangir cabarta ata or aa**v*8'.i- | P..mi dsy sssM^istt^sapartispan'aa Deseando sos paiss^vinvia qulo graada
dio, como que viafibr,lA toan*- raaffi ftasf1 dafV S-Hirtfca.da Qdi a Tara sortirjsfstojasvsffnojcoaa da bjoaa e
mi roupai cahh3 asijajeata da.- masalta ni arpara Ivas a ataa
quabra, li/na air.js^'pun oa rarati-
tos a material da er'ssrs*, safUa* puraasav
te didastiaos, da priat-wr* tafeara Eatrs
estas ochamos um Tar a airo vi vro delei-
tara donoso collag Farrtitada R-is.
E' da primaira edigSo, a tan Igaos na
vios dse \b4..)s, a lapia, na capa e froa
teapi aic .
A'gcoB oeatoa de pao estragada pa a
agua, anda deparamos em oamiaho para
o conrea, a;s m como varia iasanp/5
a gis. qaa deviam aer milito liao. j airas
para o espirita do Sr.'Sa'daohs da ( As machinasI do Tamaudar forum
pelo governo legal iconfiaias ao anoiteoer
de anta hoatem ao 1 teuene da armada
Sr J >seph Back'ar; este digno offi:ia
qaa durante a revolta prastoa servaos
caus:* da lagalidade no bolophota da Glo-
ria nos dase que a noio machina do
nosso craiasador qu se tiaha apromptada
e fra aproveitada palos revoltosos que
de!la ao apodearfram I estar oaa peiares
condicSes, inutilisida mesmo, a derramar
Bgua que p5 o navio em risos.
Rav-arwsa tods ant _,">. lux i a p*s da
graodeifW. Obi cn haja ao aohaaa !
R)Ha9tei"ie, ftrmawoa,.- quairo5, orna-
meo Coa, eac-evasiafca, cadsiras <^a espa-
dar, lindos aitojo-, bollos aderecos, tudo,
tuda tirado aof cantes, cob-rto da p,
rota, -era 'if-d>, serviida para fina muito
dff're.itas daq leiles a qae eram deati-
nadns.
Q unto objecti d'arte quebrado pal)
vandalia m l. jua to os ricos do aumentos
para a historia do Brasil calcados uos pea
da revolta.
O d .rinitir.o do chafe revoltoso que
diriga duraota maros m-se* > f>g> con-
tra oa seas p.-tr3us, visit.mo'-a nos, eao
jados, canfessemol o.
E' um reciato de poucas matra em
qaaaro
Tico am cabido, um toucador, urna
oommoda, 3 cadeiras, ama masioha a
cabec-i'-a, e am loito d Jacaranda eavolo
n'um cortinado que foi hmpo.
Pelo chao, mutto pape', punta* de cha-
ntos, b!as He revlver, t:a.a p'stol-. de
Retirama-nos triatisaimos pe'o madonho dous e d.Hoilmanta reparavel descalabro que
surprehendemos, pisando muitis polega-
daa de liso, respirando em Certas sonas
os m>< dateataveis aromas ; mas "satis-
feitos e orgalhosos palo aidor iufatigavel
eom que os soldado da Rapub'ica tasiam
c q i-> c possivel para dar ao nosso tTa-
mandar* om aspecto manos d ffjrm.ti do
qua podo tar, havaodo sido trinoheira de
ama horda d : vndalos.
Tendo largado o cruzador > 12 horas
a 45 minutos da tarde, na masmj lancha
slbituramai, embandeirada em roo e
sempro em c mpauhia dos Drs. Eduardo
dos Santos, Trilba de Lemos e pessoal
admiaiatrativo do hospital de Santa Bar
bara, aproamos para a
t liba daslaxadat'
Eit a lha legalmente ocsupada por
ama forga do 10 oatilhSo de iaUntaria
de liaba, sobo commando do capitSo Mau-
ricio.
Para deaembarcarmoa, tivemoa que pas
8a1 pelo reboiador cGil-Blaa, o ioglorias
mente celebre rebocado-, que tanto mal
fea s guarnidas do nosso littcral, que
tanto ioquietou a popalecSo do Rio di J
oeiro.
O nosso prineiro esame convergi para
esas embaroacSo. '
Anda tortementa entrinoheirada, anda
mostrando a preyidaooia e seguranca dos
revoltosos quando se atraviam a offeoder
OB heroicos sustentadores da lega'i Jada,
vi m o l-o, ea ir tanto, crivdo de balas.
Nao urna figura, a rsalidade : o
OilBlua* nSo tem a n palma quaurado,
da borda para cima, que nao esteja mar-
cado por bala de fusil no >.ec:o da caa
da machina ha o vestigio forte de ama
granada. Tod/ elle precisa aer refor-
mado.
lato foi um accidente, o reboeador;
agora falemoa da ilha.
Ondas humanas a reoobrem. S3j ma
rinberros e ai sanos e soldados navaes,
abandonados pelos chafas da revolta; e
sSo legalistas, bomens que se baterm
comaoaso pela victoria da Repblica, e
que n'um da de revea foram prisioneiroa
dos que se batam pela raatauraco da mo
narohia em t.-.rra americana.
A reoepcSo que estes dos fiseram foi
verdadeiramente enthusiastioa. Raau*-
citavam amigos ou imples affeicoadoa ou
aimples coahecidoa, a do tenebroso sarco
phago da prieSo cahiam nos bracos do*
qaa foram soub companheiros de lata.
Alumnos da escola militar, raembrjs do
batalh&o Tiradentes, do Benjamia Coa-
stant, da guarda nacional, todos respira-
v.-m o grande ar da lioerdade, o ambi-
enta da victoria do ua. governo coasti-
todo qae d*fenderam como fanatio.mante
se defeode una reiigiSo.
Apreaentados ao digno commandante da
praga peroorramos todas as dependencias
da ilha, atravessando a masas de mari-
nbeiros que os chefes revoltosos tiveram
i sua disposTgSo durante seis longos mo-
cea.
A maior a estava cabiabnxa e timica,
erra que tremendo pela, sorte que a
guarda.
ceta da seralo na?l, 3 espadas, 18 aa
bre, e algumas sobrecisacas.
Sobre a commoJa duaa pegas oroaoiec-
taes teit*s coa chifre de boi, e um ba-
rmetro.
Pcl.s paredes 3 pecas de eofeite, igaa-
roent- manuPasturados cono chit're, e amas
photogrwphijs da offi.'i es e corpos col
lectivos da armada.
S^bre a meamba de cabecei-a am bo'e
de linimento de Salle, om aati-spasmoai*
ca maito empregado em I fru'cas sobre o
vetitre, as i.ffai^5as nervosas do intastio3
e dj estomago.
O leito, como disemos, da Jacaranda
Tinh* apenas a enxerg', sem lencol, sam
roupa algama, So'ire a enxerga om ba-
ralho de cart .b e dous travessei.os.
Em um coopartimaQto proxmi ha-i
urna secretaria recamada de papis, um
armario com diffarentas livros e um p
rador, sobre o qual estava um vidro de
aleo il com ama oaca pe juana offarectda
so Sr. Saidanba.
Deseamos dessas Ingabras piraaiaos
o .da campearais a iadiaciplma, ievras
panhoradisaimos p 'lo ac himat> que nos
fe o digno offieial ua exeroito brasilero
que commandava a praga.
Em direcefto ao ues passmos por en
t.- caria de 800 bomens qua os uhafas
revoltosos Dos despedimos lastimando o mj pasto
dado; o* qua foram priaioneiros dos ii
Burrectos abracamos aiada urna vez aps
o aOies iroei, at mas ver, dns foreas
occapantes em nome da legldid ; nos
despedimos cheios de ent lusias-ao pela
victoria da justiga e do diraito ; a todos
bradamosViva a Repblica !
E a garbosa tlbitoruna, a va,ha lan-
cha que durante s is m^zas mcessnnte
mant- caadufio o Dr, Eduardj S.au.
par o hospital de variolosos, sendo um.
da bostisada pelas torcas em m hora
transviaaas, a velhc ilbituruna saguo
para o forte de ;
Villegnigaan
A alegra a de travesaar a baha des-
embarazadamente daooa de aeii mazas de
urna paralycia completa de trafego, a
essa, e'ectriaava todos os orafoas dos que
verdadeiramante asma esta formosa !
pn'-lica. O limitado numero da pasa-
geiros que acompanbavam o Or. Eiaario
aotos, e eatre os quaea figurava um re-
dactor de ta folha, tuba sbitos a irre-
piimivoia acceaaos d jubilo qu-si deliran-
te ao psssar por junto de caHa um dos
navios da valerosa esquadra legal-
A gaarnigSo da c.da ama das torpedai-
ras foi victoriada e devidamanta feli -itada.
N* pont de Villegaigooo, a terriva! &oa-
te qne era de exclaaivo uso doa ravoito-
sos, encontramos am denodado grjpu da
alumnos da ose la militar, Drav;s moQos
que todos os herosmos praticaram na da-
fesa da caaja legal, a oaua da Rapcblioa
BrasJeira.
daamm'cTi *o guasea
A*ta ^>je-, awos, karoseoe, atsicar,
fsija, arre socas, farinha de miodioca,
bahs da pirco, farinha da trigo, caf ao
poaio de se formaren trioohairas com os
Saceos chaioa, tu) h>via em profualo.
A quaatid-.de da graaadss. da bombss sa-
jrosivaa, de lanternetas e da balas rasas
iicalealavel.
Todos os reci tos da arrecada^So se
HCham entulhadoa da toda a sorte de arti-
os Correama, fardamauto, armas.e pro-
isoaifl nao en coat. L>uca tambam do
Ll.iy i e de tarro gata e em quaptidde
dasmasirad*. Appareihos de e!e tricida
denSo leu oonta arnn fim.
Os r-ivokosos tah.m a fortaleza de
V.l egaigaon toda minada e o centre da
todo o faixe elctrico era atrs do um
portSo onda haviam installado um dynamo
poderoso.
Os grandes paia* da plvora estavam
caa'olos-mant g iara#caos por trncheiras
de alto pode- e d- t;x j:sitissixa construc-
gao.
M i tie pr .'a j\s da artilbaria legal se
:caa lioje no torta revoUua^, sem que ta-
;iham explodido.
}j muit-.s cousas mai< qua dasejavamos
referir oestas liabas fila para hora de
maior caima, em qua aa reminiesne as nao
nos atulam da tarb.lnao e dispirsndo a
primasia.
O Haaireat'i aidantisi
Qi" nos pardoem oa onssoa la'.'.orea o
sooiedada em qua vivamos a n sn vol-
ts as ra'crre".ci-8 sobro o manifest eom
que o ox-Blmiraate Sallanh* da Grama
sania da aeatralddd e pasaou sa pura os
rv->ltoaoa.-
Tiios lembra.-.i sa do modo indigno
a om qua a radcg3> d'O Patz foi off^ndi-
.'o na sus honra profiasiona*. logo depois
la tar inserido sase manifest desbra-
gado.
Aoonymos irresposaveis, n5o podand i
c.ur o desast e daase documeato, q e dau
revolta CsoSo restaurad ira, architeata
rata a oalumoia infamante de qaa 0 Pa-z
aha dalterado o maaifosti.
A proas va corrau do cochicho em Co-
ehicuo, de resmineio em reamuneio, at
que a en^os.ou com a respoasabilidade da
seu nome um joroahst. mi- eiro.
Coabese o pable a altivez e a enerhia
coca qua repalliinoa entao a off oaa.
A.-ora chegou a vaa do completo dis-
forz moral :
Est na sala dos cosaos tabalhos, a
diaposiclo de tido o pablio, o copado
das ordena do da do chafa da esc,udra
revultosa, Sr. Saldaiha da G .ma, e par-
'eaceota fort&lasa de Villegaignun.
Ee copiador vida .ente, foi hontem encontrado na pra-
9a revoltosa a confiado a O Paiz pelo go-
verno, grabas inter7engao do dietincto
capitSo S'.nriq phnte da Gloria.-
Nelle, folha 1 est em minuscripto s
copia do man'taato restaurador, ta qual o
publc'mos. sem alterao) de urna phrase
ou de urna virgola.
Expoado-o na no;*? sala de trabalhi,
ao lado dease livra offiaial estar o nume-
ro 'O Fafe de 10 da Oesambro ultimo,
am que publicamos o m**if-asti; qua os
aoesoa kff-.ic/iados veuham aotsiav cr dous,
posto qae nuooa duvidassem da nosaa pa
Cadas da doiagB>ndas armaaajia qaa..ta.| taaaanta .nutihaados, una porqaa tea pa-
talmanta se arbooisaram. I ca partidas, outros po-qua eoora varan,
Duoi comeyamot a aoUu o estrago nutras pirqua earupiram om mais do um
prodendo paisa b.las que -da AraagS e [proje.-.tu, o itr ;s anda porque Iba arrsa-
das fjrta'asas'da barra foram expedidas caram is culatras.
contra aa batanas monarchicaa. i asaaa homans qua taato damno oau-
Os loitoraa de certo se IsraibfBm da'ssram fasanda nacioaal, que tanto mal
nota d.is prosri >a n-.c on ea existentes aa fisara-j ho sea pas, tinha.-n a esdf passo
ilha das Cabras publicada aa aosra ro ha
de 23 da DeaamVo ultimo. tr etrabi -
da do proffta rlator.o do Sr. Custodio,
q iaodo ministro da marinha, e somnava
4.7.5.2893346 a avahado offisial i.
coastraegSes sem contar o matenai q
cada urna dadas guarda va. Pos '.-ti.
aosaa e liSeagSas spelas asta apro.e 1
o I-iva.neate otfiadiia a da intandenc j. i*
marinha qua 1 tica na faca leste da lib,
vol ada para o raan-.l ; tuda maia se a: 1.
em rateas.
O >de anda se observa um* pono da
-irden,' onde quaai nao bouvo dep.-ad*
c3oa foi no graode deposito madaira.-.
A:ii crasaram-se a. balas de artiliari
faseodo romooa torm'daris, ;n das CJig>-?iras da madaira de le jazam
ampiibadas.
O mesmo nao ucoeda na offi::a> da
marcouaria quo eit compltame va des
luaUai-.cia, prataleiraa e araan 1, t'ii:
arrancado e iaayado por ta.-r*, o.ida o
asp-ilnavam farrageos e pequanmas pegas.
ferramantas e gurnig3j3 vanas.
No deposito de farros uao lia aea*io y:r-
gs a graades barras ; as cb-ipts de tres
a mais metros quadraios qua abi exiatiam
torm por alies arrebatadas, provavalmaa-
ca para c'triaca-irar as tnpolagS js dos
V30-t rav-'ltoso.
A casa do risa, coj> alt^s pttraias s3>
da oihas da ziueo sobre a ar.naca da
forro fundido, est envada de bausa da
oanhSo eco to -oa os seatidos.
A ojfi''ia de appardho de votas est
converuda em um vasto armasero da n.ri
saco Abi esto corea de 3)0 fardon
da xarque, em sua maioria aproveit^vais.
O tecto acaa-ae todo roto pelas balas.
**Em seguid omagamos a visitar con
atrucgaa o da u dasordam, a Taina e
coatusao de cao permitiam maia MOSMhaVMT o qua
aquillo tora nem o qua guardara. Po t>s
derrubadas, movis destruidos, ,0.-;re!;.-
completamente arruiu-daa, C'ilig-4. pianos
lavre ; aos dagragado3 quanos aceas-ram,
fasecios um nppeo de horra: veabam
o- tifanr a i de ordena do dia da fortaieaa da Viliegai-
gnon !
Nasaa santido bol citamos tambam com
enearecinieat' e por obsequio a v;sita dos
oossos honrados collegas ia imprensa.
E' a&sim qoe ai, do jornahsmo, ha-
vamos de emmndacar os calumniadores
so:a honra.
A oanda e msica de marinbeiros aa-
cioaaes entoava hymoos tnumpbaas em
honra do Brasil emquanto ns ouviamos
bradoa de colera de muitoa contra oa che-
fes qne os tinham arrastado a esaa aitua-
c2o.
Corriam lagrimas pelas faces de maitos
com qaem f .imus Disiam-sa illudido3
pelos qne conaideravam bbub pa'o, seus
protectores, seas chefes, seaa amigos ; e
arrascavam cabellos na deaeaperagad de
se verem abandonados, na evidencia de
ama ingloria e inaaateotavel campanos.
E' vasto o hospital da Ilha das Bnxa-
ebfL Nelle ao acbam cerca de 100 en
ferro os, 60 des qaaes aabjugados pelo be-
riberi.
Vimos am rapazinho, de 14 nonos, tal
vez que tave varado por baU de fusil o
terc auperior do brayo eaqaerdo, no dia
1 ea Villegaigoon. Dase dos que oi
um tiro diaparado do araanal de guerra,
qaaado limpava o reparo de am canhSo,
Da nosaa geate, teiu prisioneira, ha
maitoa em' trataaanto ; este porom, foi
tao mtl dirigido qae, ae pode diser, aao
todos homena iDutilisadoa.
Oito 8 Jo as enfermaras qaa es contra-
mos. oceupadas, e na soa maioria.em boas
OondieSss bygraoieaa ( parte a falta da
Mseio.)
D enfermaras-Bubimoa. ao qae oatr-
ora foi arrecadaclo dos alumtoa da escola
naval. 0 qae bi ae v aimpleameata
horroroso.
Nto ha onde por o p aecio por cuna
de osnisas, lencea, fardos-, .-.imamento,
oai
ver, aalaa ai reben:adaa, livroa diiaotioos,
papia da toda sorte, cadernoa, vidroa,
toda en eHu^utcaa confasao.
Por cima das diviaCea acamarotadaa,
que eram apoaentoa de alumoaa, paaaoa
nm* dasbalasda A-ma^ao tazead estra-
go! naoditoi
(O Paiz da 16 de MarQ )
P-.ssou boacem o teroairo dia de rega-
) 1 publico 'ep-.i da victoria alcangada
pe': governo lagaim-^nCa coaati'uido sobra
as foryas da manaba revoltada.
?,.t,s;;u hoatem o tercairo d; > em que
A prsca estova sob o o m naido do. c >- este povo se aaota iivre da oppreisao que
rooel Marques Gorto e tinhs, altn .t^- durante bos mesas nos flagaloa, veodo
quelies alumnos, orna guarnilo do ~3 Ja a mo te esDnhar-*e pela cidada e a deso-
infaoteria de linha.
Obtiia licangs parcorromos tola a gra-i-
de fjrtfioagao; que foi o mais tramando
escudo dos re vol osos.
E' indeacrptivel o -.na observamos.
Durante maito tempo, todo o teapo da
revolta, ama piderosa luneta nos sarvio de
recurso para surpreheider os estragos dia
a dia feitoa palas bateras legas* no forte
revoltoso, mas confesaamia qaa nuaca a
lnaeta nos deixju percebar claramanta a
extremdale ramosa em qao se acha'
Villexnlsnon
Nao deaappareoeu, porque nao pos.i-
val desspparacar; porque am campo
maito man vasto do que o jalga muita
gante qae o v so a olhu n ; mas p la se
afirmar sem ama lirha de exagero : coao
exi*te 11z a pedra aibre pedra.
Villegfignoa, a h-Btonca fortaiasa, que
ilustra c'i am marco de gloria a baha
do Rio do Jan iiro, o notsvel torte de Oo-
ligny, nao passa ho|e de am mosiSo de*|
escombros: E -. tres eeooSes parallolaa
snperfioie as aguaa pode ella ser dividi-
da,, cada ama dallas ama torj;darei
aeccSo de minea.
Ningusm clcala, ninguaia de certo fas
urna ifla, nam aproximada, do estado em
ca ella aa encontra.. Peroorramos todaa.
a uioralhas, andamos por sobre aa podras
a os doeos de alvenaria qae compunham
a parte voltada para .a barre. E' de con*
fraogor s oracap. O* caahSas, es groa-
bou eauhSja.astSo tsdoa desmontados, na
aua iwaior parta iaotisaaos, o famoso
Moceriff qua.tanto ma' nos f=-.r., est cm
pietamanta perdido como a-rai de guerra
xa innumeraa de oartaoboa para, revl- Afibateriaa da salva eatSo da t.do estra-
gadas^ a ca alo)amantos quaai qae a test
apenas msraedo o lugar: onde exiatiram.
Daparmos soccesaivamante com os oa-
ohSaa Withworth 3 9, 70 (aaecarga)
e doaa de 12, todos aam c-iistra, irrsme-
d aveis perdidos.
De om oanhao 12, qae est em faca do
Mas ntaiaa oampatimantoa qaa a balajt# aIjamanto, a caUtr* foi encontrada
poapo s4 sxiatam oa maia vwtoaoa. Bttu- na Weia por am alumno da eaoola militar,
tadoa da daat*aaam fs calcla o qsa por abi vai. de immao
diese qaar^fi madicamoatos, iffirmam
vskoapsra as salvas
[Urea.
as horas ragula-
I-to iuvadir todos os e^emeatoB da prospe
ridada do no Raspira*3a agora ; e uj vamos oFero-
osndo aiada ao puolco as notieiaa qua
vaotos ciihaodo no thoatro da revolta.
Damos a seguir o fraeto das nossaa
pes^'iiaaa a observagSa-f de hoatem.
O cruzador cTrajaoo que taato ma'
nos fes dorante a ravoltu, que tanta" rnor-
tes cauaia e tantas damaos p-odusio, est
como, atinaste perdido.
Rabocado para a Gamboa aate-aontem,
abi est tazando muita agua e quaai todo
immarao.
Gaarnace o paaaoal do 23. batalhao de
infantera de.liaba. Esta, orno disse-
mos, asb o com-nand do capitSo de >a-
gutn Jos Pufino da Sousa Libo.
Todo o c-sco est offeodido por balas.
Rocios ao iama d'agaa foram tapados
com ilhas de zineo. O bico de proa est
deapedegado.
Ai.iia l es'So as triacbaiias, por detrs
das quaea m-nobrava a gu-i.-ngao mala-
voU.
Todo o oonves est repleto de mani-
g5e de guerra, e espalaada, da esreo per-
versameata cspalhsda a polrora, muita
poivo.a, que em potos chega a formar
mooticulo, e nos fez desistir do impa-
tuoso desojo da viaiur o histrico vaso de
gamr*.
B-.:irandc-aos do costado do cTrajsnot
segtumos para a
lina das Cubra*
O celebre reino da Liliput, o forte am
que ae embascou o offiji-ao procurador da
casa do Bragany o aamioario doa fu-
turos offijiaes da aati faliamante ent egue a ama torga do 10."
bataiao da infantera da liuho e ao 2
regiuieato de artilharja ,da campaahi, sob
o 00mDando, o teaaate-aoroael Jo^o Car-
logM*rqu3u Haariqnaa.
Fomaa reasbdoa e aoompaahadoa palo
1.a teneate sj idant- Antoaio Jaoy Moa*
taixo.
A primiira coiaa com qaa deparamos
toi coa o resto do grande incendio qae
ao dia 13 do correnta Uvrou na ilha
Anda, arda a forsaa madoiro, trvea
quebrados, maisbioaa da cjstura, tudo obsta
a pasaagam, obaigandou.a a ver aneiroi*
prodigios de equilibrio para transpor tao
altas ba-r.-irts.
Os effaitos das balas aao os mais aur-
prehendanta3. T^boaa grossas l..o foram em nimaro da 5o 6 core-
das da um lado como por urna aerra a d.
cutro o-rtidis uom excrao?4iuaria v: > ,
ca. Poderosas vigas de caaala vimos tra-
gadas de maio a maio, foseado aoatar o
viaaaatos qae sjsteniavam.
Suoin I > ao quartal do bataihao nava ,
topamos com urna grande m ua da dyoa
mu a exolodir pea eiaetrciiada Esta-
va j inutilBada pelas torgas iegaes oesu-
pante* da ilha.
O qua l vai por cim., no an'igo quar-
te.'f a podara aer pbotagrapbado; des-
cripto com preci>So totalmente .iH -.1.
ElCola regimaotal, salas offic -n-, alo-
jameoto de pr^gaa, cozinhas, paia, urra-
cadagSaa, dispaosaB, Utrinas, todo ae coa-
tunda.
E' propositalmeata que na coofusSo en-
volvemos as latroas. Todos os recintos
foram utiliaadoa para dajaogSas.
Onda era offiaiaa de alfaiata ? NSo se
pode dizar, porqua pegas de t'zenda, fitae,
didarcoa, boiSas, oarraceis de linha se veem
por toda parte, aos montSes, de envolta
eom o lixo.
Oj-o ern o deposito da nanigoaa ? E'
impossivel affirmi-o, parque n3i se d
aa passo sem ser po~ sobre p-itroaas e
saceos chelos de cartuchama, nao as tr >
pe; em todo aqualle vasto recinto sa o3o
em proja.atis da fusil, de metralhadara,
de oauhao-rev.tlvar e de groasa artilheria.
Bombas explosivas estao em grande nu-
mero em torno de grande numero de ca-
nh5as qao guaro aoem as muralhaa desaa
psjfts superior da ilha.
Plvora, j o5o bavando cartuchos pr>
prios, est em cartuchos de baetilha feitos,
au, a pessoas, &tropeiadmente-
,>'ardamanto velho e novo alcatifa o chao
da praca o dos alojaoiaatos, assim como
tongas pegaa d. zaarte a da linho tranga-
do. Capots e t'mbores, clarins e reflas,
macbadiah-B e carabinas do varios ayate
mas ao amcatoam por toda a parte.
Urna obr^ surpreheadamoa, qaa eles
n5o tiveram lampa de completar. Domi
oanda a cidade a as fortalaaas da barra
tam collooar um grande caoba > 120 Ar-
matrong. Para elle ergueram um solido
eatrado de piuho de R,g, e eobra esaa
estrado improvisaram um reparo a Mon-
oriff. O trabalho at ada-ravel. O
eixo em torno do qual girara o appara-
Iho era a boca de am oanb&o da a'ma lisa,
previamente eaterrado de culatra para
baixo Hia ios' aarvigs de farreiro
para aiaptajo de dois bragas o reparo,
prendandoo qielle exo. O canika Vi-
nha a mai camiaha da ladeitat tirado a
caboa sobre ama sorra. Mas, oa por de-
sastre, ou por effeito da algum projectil
das bateras legaaa, quebr* se ama roda
do reparo, e a obra fiooa a meio; era,
porm, daataa .ltimos das.
Aa tongas eafarmariaa, 10a e 11* do,
hospital, arderam completamente ; a exii-
tea 8B paredes.
Nob ltimos tampos da revolta parase
aua o alojaisoat da guaraiglo da ilba
eraooa sabterraaioi: dsatiaados a presi-
dio. Abi peb minos enoontramis maitoB
leitas, todos immaados e aam roupa, me-
sas, boga, appareihos de cosinba, um
paquaoo fo^So e um mimb.o da caf. Ef-
t'ectivameate eiaa so achavam ah b<:m
disae da ai latrairos oa sraadas das
partas, unde sa lia: TDO PKLA Patria.
P.r fi alisar, ama nota i atareas anta :
Mi ilha das Oobrts encontramos um
I f ft. .n / d'i exarcito federalista em opera*
ajgit (ooitna o girar ao do mare.coal Fio
ta.1 Paixoto.
E-a taita so-.rA am.(livro da soccorros
- a o noi de su .a paginas relativas ao
offiv-1 rJj-migaueo da Costa Cibral le-
m#a :
< Ri.oratb i be-a di aasoio do exer-
oitj fada"a'ista, e"vb rscoahaiido como
r v0 Pmz da 17 de Margo)
A titea do Fjqaal
A ilh da pjquata fo! pa:a guar-iglo
do cl.aip caoontraia complatamsita
aoaodoaada palos hib.t-Mtej qua outr'ora
los davam vida a aoimagaa.
As casas foram na su* maiona varaja-
da e saqiaaias. Ha roupas da aoaho-
r.s u .en -...ios de casas da familia esoa-
haios at as oraias.
Da-nos a : A'vas P.ito mid'co do
Itaip, qaa eat.Van mjUaitS am bl.s
coad-gS-s d; hygiaia as eufarm iras que
os revoltosos tmiii n na loa da Paquat,
maaq.e. fnltavam madieamaatos a car-
oh para os doa a tes. qua, em oumaro da
|i: fasaat's, e'am visitll a p ir ai ^')
madico.
As enfermaras S3tavam divididas em
tras cahagiras, cia urna daiom'.aada :
tiupiUl da banboricoi, aate.-maria de
madicios e msjital de aangaai.
Nafta;
1 astada doa teios simaamaata daso
iador, havaodo mariabeiros aam a. dnaa
oaroa* e sea o dais bragis.
a* algum.a easaf fecb^da, doaleae
daajreide am ebeiro harrivel, pestilen-
oial.
Quaado o cltaipt aa approximava, f
siam-sa ao larg da ilh* urna lancha e um
ase-lar. Naquela, iam
das revoltoso*, dos
12 ma-iaher.'B
quaea am coafess >u
|.n ar: gal presa n ilba d-a Curas ha
12 aanoa ; nena iam tras ialirlns,
qaa taa'.ea foram presos.
(0 Paiz da 19 de Mir;i)
A Araaeo
Tvem>8 hoatsm o i idis'val ciataota-
mento da ir, par mar, quala inexoagna
vai aanta d cidada de Nitbaroy, daaam-
b.raaoda no roasmo*" lugar o-ada taatas
va3as vimos dasambi'rcar para ir tasar
d-pradagocs a gaa das Sra. Ciatoiio e
Sldanos.
Li eioaotranas f-^rg*s do b talhlo Aca-
dmico, da Baajamin Coastaot e da guar-
da nacioaal, os heroicos amigos da patria,
qua com tanto daaodo sa batana pelo
governo legal d-i Resabuna.
Ajualle grandioso ih-.v.ru da ama g-
gaateaca luta impreasioaa dev/as a qcem
o atravaasa. ^
Nao a piaa a'i armamaatos e maniguas
abandonsdae como noa fortes a navios am
que eativeram os ravol'oao3 ; mas ali n5o
se d am passo que nao aeja por cima de
cartuchama detoaado, attastando longis
meza da fu'.ilana travada contra oa que
ors'.eudiam asaltar o podar, calcando aos
pea caaaveras de braai'eiros.
Cada ama trachaira qaa guarnece a
poaaante artilheria da Araagaa um
trineheira respeitaval. S bra ellas espo
drsm muitas graaaaas vindas d 3 navios
iaaarrectos, d* ilha das Cobras e da V'l-
le<:agnoo ; granadas qua, levantando no-
vaos da tarra^ pa.-furao.dj os sacaos, ut-
vaado fariosamaote, nao conseguaos mais
do q;a acendrar anda, sa era posaivel, o
patriotismo das forgs logaes.
as casamatas faitas com os .ecarso
do lugar ha maita o.-dam ; em tomo da
cada paga todos o* apetrechos eato as-
seados ; oa projactis arrumados com pe
ricia, o desvai dis artllheiros revelado a
cada instante.
Sahindo d'alii, panatramos na paqaana
igreja que, sob a invocagao da Santo
Igaaco, foi edificada ao aaao de 1636,
qaaado b axistiam naquelia poota nor-
deste da Nitheroy vastis armazeus agran-
das labaratarios partoneaates a urna com-
panhia qae estava cea o privilegio da
pesca da baba.
Aiada ha poaeo naquelia reeinto sagra-
logar aa qaa sa aohava o oaaaaa Crsasot
rsouoa. faseado fugo contra o grande coa-
tingante de marmbsiroa qaa avaogava
tendo daaombarcado no Toaae*Toque.
Abi aoc intramoa tam i*na> Wfel sagra*
do onda dea patria ultima g.-tta da
asa eaugae am bravo da brigada po'icial
deata oaaital, apont u u commavio um jo-
veo d<> batablo Aeadamioo que nos acam-
panhava.
Mais adianto foi-nas mostrado tambam
o logar por onde rolaran: mortcs muitos
marioheiros, aaaim como oatro onde o Sr.
SaldanLa 60 peasoa aasassinoa o subdito
portugus que i/uma barraca negociava
com as forg^a lgaos.
Na estreita passagam a que alludimos
ha pouoo, Vim s umacoisa digaa de noto
e qaa nao d-izramos d iflaraaer con-
sideraglo dos ooasoa las toras.
N. parede do deposito do artharia
'Saviam esanp'.o os revoltosos, em grandes
caracteres, os eegain'es diz-ires :
Viv a donarehia t morti a R-puhlic%.
Urna b*fa despodtia i Jamand r logo
dspois qua a ArmagTo cato em poder daf
tropas lgaos, a'ravecsou o deposito, ea-
trando pala pareie da frente e .aindo por
esta, de modo h lavar todo o espag 1 em
qae sa lia monarchia e mote, da sorte qne
iiuu o sedicioso lemn dos 3rs. S.ld-.nha
a Custodio transformado no ex ctaaente
oppoato Viv a Repblica.
f)s navo.i revoltoMos
Palo mia-ater o da guerra oa o alteref
Jaqaim Celso Lus K a:io, do 2 i da in-
fantera, iaoumb do de rroUr todi o m-
terial ballioj existaata a barda dos vapo-
i'as qua os revo'.tisas .bandonaram.
J ia'paeitooou o t Aynor Coritiba,
Laguna, Victoria, cparahyoi, Oadiaa,*
tOaeano, UaiSo Itapeb^, I'.aia, tiaeolo-
my e Tramaadahy,* todos encoatradoa
com maior oa menor quaat dada de muni
g5es de guerra. Alguna, como o Cari
t.6a, coatinham soma ta p ,iv>r.-..
OS-. contr-ilmirant3 Carlos de Noro-
nha, zaloso iaspactar do arsenal da man-
aba, maodou qae a torp deira de alto mar
< Araguary > e duas t irpadairas d> puto
que eatavaa em poder dos rsvoltosos,
viassem ancorar oerto do caes do patrlo-
mr, afim de aoffrsrea os raparos da qaa
carece m.
A comianhia Laopo'diaa socitou do
governo a entrega .de au-.s embarcagSes,
que foram apprehandidas pelos revolto-
sos.
Consta que o governo, depois da arre-
cadados os obja;tos pertaucaatas faz ama
nacioaal, atten3i raclamac.o.
Coamissio.'.ado palo mimstario da guer-
ra est o tena te-coronal Paderaeiras, do
astado maior de 1 claasa. arrecadando
todaa aa sfSsafl portataia e ruaosetiva mu-
n.gSis, ebtndonadas pelos revoltoaoa a
bordo doa diffaranteB navios e noa fortes
que oceuparam.
EXTERIOR
EUROPA
Portugal
O ceaieaoarto do inlante D.
HjnriqueSaa execogao onlhaQ-
lemenie espectaeoiosa -Caegada
dos mooircbsa ao Peno e >ua re-
ceojJo eotbasiastica D:scarso
dos iresUenie< da eaaars mnni-
ciual da ssociago Comoiercial
Po'tn*>nse e da dxposigai iiisular
Gnonial e aa resposias do Sr. D.
Garba0 jaatar fie ala e oa
brindesOs conejos cvico e fia-
vial0 grande by noo do ce.aien-
nario'Jolioc-iglo da pe ir* inan*
gn-d! do monuajeoto e da lapide
recoemo.-ativi da ca^a da nasci-
memo do lafaoteA feota da As-
Biciagao Comma-ci.il e o dixca-;o
de Picnairo Oba^asA ioip-asa
iagleta e o c?atea-iariaTale-
gramnas soOreomesoio-Raoro-
dccgaa do esaadarte do tnfarjie
Comajenaragaa da So:edaie
deGaograpaia de LisDoa.
4. colaboragaa do qj.nie.veanino do iofiate
D. Haanqaa uo Pari exceden na ese^ago a
tola expe:tat!?a.
D) Dnmeiro ao aHimo da o ethasiasmo se
maalfeto e maateve- e sempre o uieamo. vivi-
do e bnlhanie; a os soberanos que daixaram o
Parto aoite oa ti, caega.-am de volta a L'sbaa
pelo meio da dia a^ganti, eacantalos d> acolo
extramaaieQte cordlil qae tiv.'raoi 01 velan ci-
dade partoga*za, e aiarjvilb^doa das fesias es-
pan ildas a qaa acabavaai de assistir.
A p'or.ssao clvici, 'm .'.oaio o euneio u* l
ao rjoa-o. que formavao doas los naasroi pin-
ciases do progrmala oaa caremoaiis, -ir nus-
raai fe com pieao saccasso. ap-esantan o t"-
cipaloaaate o c.rtejo naval urna vista iraO'l#v-|
por destaca--sa no qaadra ta nm ptttorescucna-
ravboaa qne as margeas do rio firma a ua
guajria.ijs. poia aa ha aigaal de bala .por oha da Grama ao dia 9 do paasado
Li vimoa aiada muitoa pontos regalos
parto
Por entre os escombroa de casas outr'ora
habilitadas notp-sa a maior variedada objaotos eBpalhadoa.
Slo mac'iinas de catara a oaixai da
maroanairo, ferrameata da pintor o ap-
paralbos de ptica, l>vroa de aoLenaia de
ltteratura, colatesda senbsra 0 ia^gaas
de aantoi, matas pagas da oadargo, oai-
xaa da polvilho, ba-aiaa. da todoa oa tama-
nbsa,pregoa e mo tea de cartuchos para
carabina Comblaim,, C asaapot, Kropau-
chack e Manulicher.
Caijca de trinca oanhSaa da Vajriofl cali-
bres, inolwivo dois revlver, aystema
G-atting, dixara oa ravoltoioa ooaple-
do exBtia a aotiga imagam, hoja 6 aitc- Darra atg da-oote da netas cidade
plasmante horripilante o estado da igraja.
O aicho deserto, o altar quebrado, aa pe-
radas nu*s e esbaracadas por projactia, e
o ohSo deada a porta da raa at ao ultimo
reoanto da saobriatia janeado de bainhaa
da sabre-bayoaetaa, tuda n'uma coofusao
de canga, fragmentos de achrapaell, ar-
mas inatili8adas e mato cisco.
Aa eacad.a qaa do para o cSro e para
a torra dos ainos 9tSo vareando 8 ib o
paso doa eaoombros.
Em torno da igraja ha extraordinario
aaaero da fazia de Sacia* autores deixa-
dos pelos marinhairoa quando foram re-
chaa3adoa no dia 9 do pasaado.
O edificio incendiado das offieioaa de
torpedos objecto, digno de visita. 0
monatraoso e iaportaatisaima material
que ai navia, maahinas de grande pader
e de cuatoso prego, todo jas em tamul-
t oaa coofaso, feiaaeato oxydado, enor-
me entre as paredes que aa chammaa
lambaram, e que soainhas ficaram de p.
Parco rr a mas o vaatiaaimoa depositoa
de projeotia para caahSas de todos oa ca-
libres, foraando quartairSas inteiroa do
maasigoa, por entre oa qaaea aadaram na
sanha mortiora aa.tropa? do Sr. Silda-
pelo aaogua d a aosaoa; ahi contempla-
mos, obelos da reoolhimanto, peda9oa do
alo qao foram dar leito de marte da
tantoa bravos.
Cada mancha negra de ssogua coiga-
lado na aarco de heroiaao, am epi-
taphio immorredouro que tornar veaeraa-
da a mamaria dos abncoadoa dafanaores
da,Repablioa Braaileira.
Paa apartado entre a parede da deposito de
artilheria e urna pedreira. Eat todo jan-
eado de cartuchos misturados, qaa foram
da projeotis Mannliaher e Kropatackeak.
Foi por ah que a paqueo gaarmoo do
Eco razio desse cortejo (oraaianialaa aa Par-
to as caoaa.aeiras L be:al* e Tarira* e a cor-
veta Sagren, -1a martoaa raa!, e a essas vaoa
veio ja itir ge am crazaior di mariaoa de gaer-
ra iagiea. o Belioaa, qna para isaa foi de or-
dem do almiraaiado bitaaaico destacado da es-
quadra estacioaada em. Gibraltar.
K i represeatagSo da mancha ia.'lez. ma
fflias do quiaceateoaario do infanta caja rnae
era ama pnaceza dessa nagla, D. Pelippa de
Leocastre, ca- u aao so ao Pono, como tambem
em talo o paiz, ama imp.'easa) favoravel; e
coatribair seo dovida para apagaros ltimos
vestigios de reaeailaaentos qae sabsiatiam anda
em Partaxal coatra a Inglaterra deade 1890, e
qae tam coabacidaoaente imoedido desde ea'.ao
e.-qaadra logleza do Canal de fazer em Lisboa
saas estagOes habitoaes, com prejnizo do pe-
qaeao de grande .numero da ooamerciantes da
capital.
SS. MU. e AA. com a aui comitiva chega-
ram cidade invicta s 4 e 40 mnalos da tarde
de i do correata, dando entrada na estacao o
coaboyo real parame maliidSo imaaensa e por
entre eatbasiasmo, delirio e accIamagOes inces- .
asotes.
Toia a gaarnica.e todo qaanto de maia dis-
tlocto e illoatre abi se acbava ; e depol d.as com-
primentoa, aegoiram os angostos itinerantes para
o paga real das Carrancas, por entre maesas
comoactaa de povo, e acompanbadoa por mala de
350 irens.
Pelas roas do transito boave mnitas maoifas-
tagaj de sjrjnpatbia. senda laacaias maitas flo-
res carraagem rea', sxtreTiaodo-se a fabfica
de aapatos de liga, de Jaqu;ui R.drigaes Silva,
onda aa operarlas vestidas de traioa aldeoa dea-
pedtram aoDre o treaa navens de flores.
Algamaa malberea do pavo entregaran] rami-
bates rainna em ai versas mas.
Todas aa janellas edavam ornadas de colchS
de damasco.
A mu'tiJj era lio extraorilnariamente coi-
pacta em todas as roas que era imposdvel tran-
siiar-se, sem Star molestado.
0 principe real, ao paasar ment 18, de qaa cabo, levantan se la carroa-
gem e saadoa com continencia o coronel e a ban-
deira.
0 povq den nesta occaaiao nomcro;o3 vivas.
Ao iaotar dos monarcoaa apenas assiauram o
governador civil e o general Antonio Campos,
alm dos ministro e a cometiva.
l-rei appareceu 4 varanda ao toqne1 de raco-
1.1er, aendo multo victoriado pela moltidae com
palooaa e vivas.
*-
-


r P
*-

r^SMM- ^te.


m.



Diario tfe 3"er
-HVr^*4>ira V* no Mw Recolher-e aos aeaa aposento] as 9 boras a do, e pronuncia o futuro, do qae ee pode ter Soas Mjeetad'S eiJAltez^ qiw provoeoo urna
raioba D. Amelia, qae aj desembarcar no Porto I de mais animador. B' pota, cum aurama satiaf-: e ilnaausc* e comovedora manifesiaco do auJ
vesta fazeoda nacional, fio. que declaro aberta a exposijlo iatQlanae1*-
Na recepcSo o pfesidente da Ganara Ma- colonial. .
nicipal iio Porto leu urna Jhrmgo a el rci, oa o jantar de v*i t tovaatoa o priueiro brln-
qual frija, qae a ese a poda ser indffe-eiie de S. .. o Sr. D Crlo< I nesies termos:
o eo'.busiaamo da patria para celebrar a apu- Revests se aegU8 o-P-wio para caleorar o
tbecse de om des seos riibos mais illostres. centena 10 do infante D. Henr.que e qoizen qae
Pjr 4oaaio,J o nJor$M bereneo* da dy.ias a familia real viesae loaar. parto oessa g.uodio-
ta affjasru deve Porlogil a fia emaacipjgio ea nomenageoi.
poltica >>-i ana autonoma como urna ai m A esae convite .a :cedera com omals intimo
narebiaa au i lustres onaaJaa da reconquista regosijo, por-tsao qu* a dyoaatu de Avia reare
cartstan peito'ata, ag'.onoj familia de D. seatava ama das uaia aolidas amrmayas da
Joaola n-* amado, e.-gaia pelas bragoj do noa oacionalidade.
povoao t-"-joo porto^ti-z. je a pat-ia aeve a Bnadava a cidade dj Porio, pela qaal tem a
gloria qaa adiiaiiio eafata* qoea-imoMjall mais alta estima.
aOU O sr. coaaelneiM Coat e A.milo n'ponieu
Anda i ^centou o S". Cjj q Al Midi qae ao D.'in le de el-m.
a cidade j Poto, que teca na hi-uorii pona- Lemarou i)ii D. Joaol, visitando oreino. oro]
nueza ti s nabinas glor.oMS, tantos raagos da I caraa capivar a eaam dj poyo, parecenlo
abae.. v>e wcrifieio ; a aoica qae no norte do" meamo propositado o facto e nnscer cala om
paisanr i iesdelogo valro8aaieate a caaaa de seas flms em tarrea differ utea.
da M 'I lil lopaipiaio aciflclotde No Porto qotasrajn-smo lia- oa parte baixa
din- i o. de f:2jjdaa, da vida3 para )u ar a
ca i era ao ;>o-o e i i* i Je D
Joaj i'.ei rentara de uos aeoa muro oascer
m lis !l!!.-' e doa tilo >t Je Aviz, o in
c!y
[ja:s, ouj >
ag le: 11 isiai *
.-0 3e
el-re, mi noai
festejua
da ddade
do P ir oa rio l a esta tata nacional, n a
part aa Ja dignara tomar nesta desaaoBlracBo
patri '>
gO S-. D Carlos reapondea que "ra tonare
multo grata .. i.....vacua v sitar a cidade do
Porto, e
;
.isa
da S
eUssM
a es ti-
biadas
|-.e f a mo-O agnlavel, a ramba
e ao p -1 -3 r I receoerara o convite >a:a to
mar-- m li i patri tica commeaior c*3,
air- i d. :i' 'd cid id i >M :n aoaiprc-
beadjer o no aro ileiti qa^ ibe cja^agravata, b
o st'tn n-n'o Btrawcom ;jj-<-'' aBOilttam M
fest e a^iataeaae tacii j'J^ olla resol-
veu pn mo r pira comowmorar o a centenario
do oaa Im-nvo "o tetante O. H^orlque.
A Jyi ti i ,ITjn"n; addie-ooofl S. \f.. fondn
a aeicoiiidade partan ">; dyn9tia de
Ave a-:'-- >'!-!n a ladsp^adecCia o den-lne a
glor i, qo i ii nortaltaa o povos coa os indi
viioos. O-'lebra do o alto genial io tbate D.
H'jriqur. ilei o mus oo'a-s! e a maia p-'?
ligtoso d>n t enea pleia>.* acompa-avel aoi ti
ibos iie J>5oI, raieaioraaioH i orina e a
inici sao brilbaate dos man o-oa feftos da
noaa b'storla oaeioaal e avivamo- ao meami
lemjj a leobraova dese8 lempos bdicos em
qoe i ii! loaalidaia Djnag:e:a atravez dJ, t^n
tas :.:--' 1)8 a de taan acta.-?. BJone maoter
i iaa aatoooDia e alargar o modo
t5o o'JS''> e ta> *rn' oao es tesa doannio e
a ana afl leocla no Modo. Ni!i maiasalaa-
do se r vitiscencia do m'.naot^s tradtc
CGe-, e om povo qae a qae .ai. z de as oonipreaenier e amar, pjlee
c i coalar no la'oro.
E par indo da dB.-macao de pod^r e leve- ae
ma-r .- te-is lar o -mor pala odepenleacia
nacional, qae t- a si !o s^mpra u el-meato
nwancial e iaeoafaadivel da almi portaaza
a va ju- eate fara o o-nsaxento qae levoa a
cid:ls P r;a a liga--io d--ide tolo o priacip.i
a 'ya-8lii do Mestre de Aviz, caapnodo-lhe pjr
iss toa) inic atwa di co na uoracao oacioa-il
qu > ce) iOrava-ae, a'ada porque em se i se.o naa-
cera o in'inte D. B^a'iqne.
E coaclnio por faz-r admara Maaicipil iot*-
P'ete para cem oa roDec.ivoi mancip-" "> .;>-
ttafacao r02 qie aiii a- acbavam, e da '.' u-
t". |ai> empre ga#dariam da maieira a. e^n-
va e calo_o?a po'qna foram recib ios.
j presidente da mam^o Comnercial l-s _
tamrieci w.a alloiucaa em q-ie aprfaaniando aa
noaienaftena de raspalo, ser saninre para o P)
to motivo de jubilo a vi oda doa smarcba3 sjm-
bolo e p-mbor daa insutaigaes e da nacionalid .
de ponacoeza, e tar.ta raaa na coniuncara por
aig iiiic^r pasa nada a aas>ci\;aa do ibfO'io aj
aspirac5'3 popularas-
S. M. responden ao Sr. Andresen Janio* :
Rejebo com sattafaciQ o camjnm-antosqae
me sao (.'-laidos em nome do commercio d'-*sta
cidaJ?, qiio tem na saa laborioia act'vidade
ajsereafl i un rt03 elementos capaps da ana
p-oaneri la.le da riqneza feral da naco.
Oostnmaio como "ctoo s-^mp-e, qaaodo viiito
eat cidale,a eoronrar noa representante* do
commer>My o mala cordeal e aflectooao acolbi-
Been'O, com doplo prazar qoe aa veio acora
aswocludoa a festa do jjnnde Infante, que, aorin
do o caiiiobo a na^ezacao. hocoa as baaea do
Dosso desenvolvlaoecto coraaercial e da oossa
prosper dade econmica.
Dorante a recepcio, tocara cinco
militis, fazen'o a ?aarda de noa-a to io o re
giaenio de iDfintna 18.
Ni loaano-acao da Expojigo lisalar e
Golrxiai o conde de Simodaes dingio-sa ao re
D Carloseai nm bflto discorso, do qual fa-e-
mos elles excerptos :
Seste novo concursa teve se em mira ap"e
sentar om resumilo qoalro de qaaoto proda
aem e valem as dilatadas regioes qoe com a m
tropale conat't'iem a mooarcba portegoeza cojo
ebefe V. M.
Nela commemoracao contemplamos om
lempo o beroeqne dera comeen a obra e os re
enltados dcSa providencial iniciativa.
iN'este rocino ven evidenciar se a estrella
nnlao qoe existe entre todas ai partes do Eatado,
e d'abloielemenioa da fo'ca de qoe di nago para manter-se aat moma e connoar a
ana miaaao gloriosa entre oa oairos povos oa
trra.
Implo'aaio oara o nos^o pitriotico commelti*
meto as bengOes do Ceo, digoe-ae V. M. impri-
mir-lhe o caobo da anto'idade de qoe deo-
aitario, abrindo a exposicao osnUr e colonial,
condigna commemoracao Q'espe Oomem illnatre,
qae nao fora s da gloria de Pirtugai; maa o
maia aaaigaalado benfmsnio da bauanidade.
N'estas p?lavras, reaponiau o rei D. Car-
los :
< E' esta a seKaoda exanaico qae venbo abrir
no Palacio deCriaia' Portoense.
Honienj. ap'eaeaafam-se-nn8 s resolialos
do deaenvolvimento ind8'rial na metropole ;
boje, l*naos deaate de n^ s prodac. dos dis-
tnctos insBlares e 4a? i'jvincias all armas.
Hooiem e boje com, letam-se, e do a syotne-
ge da vida e da riqueza da nago.
SiDto-me telix ioaogoraido a expoaic&o inso-
lar e colonial, primeia festa com qoe o Porto,
fazendo-3e ornao de Po-taaal iotelro, inicia ama
arie ae con;arjce3 dealo^noran ea da mamo-
ria gloriosa do lafaote D. U-ta-nue.
Esia 3->ta a prim^ira, e de ea re todas oe-
Dbama me impresaiona mais. Vendo em toroo
de mim oa productos das ilbas adjaceniea e dan
iegi6e< nitranarinafl, ra*e;e-m8 qae eftimoi
dentro do proprio imperio, soobado coacebido
e iniciado pelo Infante D, Henrlqud. Todo aju.
respira a aoa lembranga, todo se me aligara
- creac6ja do san eenio potente.
O sea es;iirno immortal esta aqai comaosco ;
paira dentro d'esta nave immea tagal xtra-eacopen, coja bia>or:a tao la-a
cem) fecunda, naaco inieiro das eoacepgO-ts do
sea genio e da iulounvel energa da saa von-
tad--.
Ve^o prinreiro a India opulentar nos com aa
6nas rtqoezas qoasi pbantasticas e, ao msmo
tempo. laostra- ao mundo a eoergla qoasi mila
'grca iiO' no3sos uavegadoreB, di a nosaoa gner-
reiro3 e dos nossos mssionarioB. Patenteamos
ao mando a estrada qae outros aega-am t e se
toda a Asia sa acha boje qoasi avasaallaa pela
civlaacao ebr ata. fol Portugal qaem inicioo
easa epora da croz e da epada, coroaado os
noni-s re Affonss de Albcqaerqa e do 8. Fran-
cisco X vier. .
Veo de.-ois o Brasil, e esse nevo roado lazi-
tano, qoe e ser aempre para na, pelo affecto.
nm oatro Po.tu;al, atierte anda boje a seiva
forte qas derramaOMl por toda a pane onde do-
mi iou o braco e te exoavir a vo danacao por-
locc-za.
Finalmenie, vem hoje a frica, e comi qaanta
gaiaarnia a com qoanta pojauca. dizm'o o es
pectacolo desta expeaifio patente a noosoao'.bna
Eatre a india e o Brasil, a Africi dorante Bcn-
les ezi8tio tributaria dos dou* manJo3 colo-
niaea cortugoezea. A nm serna da eatacao de
paasage n aag longas viageas oriao.taea ; a oa-
tro forae.cia bragos com qoa se desbravavaol os
series e se lavrara as campias. Oa tetnpoa al-
teraram as coasas, e a frica surge agora, lio
cheia de opal ucias como a Inlia e como o Bra
sil. para ab-ir a Portogal ama terceira epocba
de prosperidade doradoqra.
Ttsn. pas, para mim esta extioaiso om doplo
carcter, qoe a torna particularmente svmpatbi-
caaomen espirito. R v^e, nos aeu3 resnll.ado3
da ciJado, seo meam) sabir a> birro
como para deauasirar o sea ap'eca as
tourguezas e o Porto sabia corresponder
ma que loe votata o isa rei.
O .joiiaieatj raM acn o^la da le aos mo-
narabaa traluzu a cont.augao diucas tr di;
0*i e por .aso, a sua qaalidado ae reprepeataa
ipda Portj, alte, oraior, a;:a voto-: para que
esaes antigos lagos se ealrei'.a a? n de cada vea
maia.
0 cortejo cvico foi am e^pe ttacalo verda-
deirauent- imp^eaj, acrindo-j qoatro matea
do seculo XIV vistosa e riciineate vestidos, e
aoa q-jae>., qiJ camiabavam a par, segua o es
taort.rte Ja .iidi 4j Porto, inda Ispois o vice-
presidente Dr. Adruoo Aotoero, com o p' ;
daate ua cimara maai-'tpal di Lisboa, o'Joule
d^ it. .el! a auo Uireiti, e o vareador porlueu
ae. ii. Karreira Bar.ii, a sai esqazrl,
S-U'.di a> u a Cimmwso executiva e a ca
;.iara municipal oe Lisboa e d>:poia de.-taaa mu*
n: ipalidaiea das provine as coa/ oaseas eatan
darea eia nam^ro Opatlor saasenta.
Sagaidameate ia o carro trisatpnal da eidada.
emcim-a di oaala do talante aoora el-gmi co-
loaiia, tando o lado i plano Inferi* a ti un
do Pjrto oUoreceu-lbe umi cori -e ion o; e
era aeompiaGato da utaiiiada corpj'agftjj,
faac.i nmoa pubii.oa, asao iigss, clanma,
militarea de trra e mar. re^reaentaues da im-
pr^asa oacioaoi e estranjeira, operario, e.c.
e c, oem como le i" ios oa antros onr.'oa a le-
giiricaa ao maico: effnto poanvel pea ardam
rep-i-e itacao.
t'tzia Harie io corte] j gnale grapa da eaa
daotea, incluindo aeata^utioa de Salamanca
que ergaia repetidos vivas, sendo mu-to victo
nada pelo pab ico.
O aapecto dai rota era mpoi^nte nao :b pela
eooroM maltidio que aa euonia. con pelo -
proio aldgrd e festiva da roanenuiit' daa
jiaelhs, aado conata^Nmeme lMCa,daa lj:ea
deafoibadaa soare o conejo.
Qa.ado vsie ebegoa ,-ua do I ifaita D Hea
riqoa, a cantara Jj Po.tj e a co n uiaao d) cu.a-
leaarjo dlr.'glraai-sa a uasa oad^a ua-cea oiafai-
te, estando ja abi a lamia real; el re d^a-r
TjU a co'lioa qai velava a laf.de colljcada n<
f.-oate ra ea referida casa, rea;a lo &ara o Cam-
po da Re tos a'.t'S qoe oca.-'.ejo, qas dea eolrada abi a-
; gol ido a lu-.'i^ir ordom, e rodeando o oOelisto
'p^la umita, ''i paitarse ao lado do late do
m-smo campo.
Qiaiioa e truidOa real, foi aaodaJo com manas palma i e
bracos aaado se o masmo com a cnegada de di
fersoa groos, oa qoie3, a aea tarno saudaaiu
a faioilii real com vivas e Daimas. Este entba-
siasmo, porem, redobroa, a ebegada do grupo
de eaiulantes, de qae fasia parte, como bea
tillo, a eatudantina de Salamanca.
Lo^c qae te-mmoa > dse do eO'MJ'O. co-
m gou a exe.-ucio do Grande livnao d) C^n'.-
nano, co oposio por Alfredo K; 1, aaodo excel-
leute o efeito qae p-odoziu, a o :nJi a ma-
ta co n ^'er.iea applauaos, a ponto de ter V-
fre coreto unie receben ama ov;.gi > delirante
A marcQa foi repetida, appiaadiodo-a tamoecn
a familia real, que presWciara o destilar do o '-j > n'oin el-'giitd piliiijuj, oja-'.rj Jo jonto
ao qu-'.el de infantna 18.
No referido campo era tambera enorme a mal-
tiao.
O cotejo fluvial pm que tomaram parte 14
eacaleres. galgos, cauta, etc., sabio da Faz
ponco aatea o a doaa Gura'.
Abria a marcha a caravella biatonca condozia
do a peda do promontorio de Sagres paran
aonumeat", segaiam-se Iba aa caanoiet/aa Li
neral e Tavira. depois as pequents eanar-
cagoei renocadaa por vapor-s ; todas ellas coa-
dunan) grande qu-u'.idaie de p^aaoaa.
A i n .Tena e coavil dos lomatam logara
bario aa caobonaira Tavira.
As embarcagoea ao passar em f-ente da cor-
veta Sagres, odde eslava a familia real, para-
vam ; oa tripulantes ergniam os emos e davara
vivas familia rea1, igaaes saodagas fo*am
fritas ao crzalo- loglez B-lhaa, cor.espon-
1-aio a gairaig) deaie navio, qae eslava for-
mada pOOi. com clamo-oaos nn-roaa.
As gaarniges das caobon-iras Liberal e
Titira* vieram aempre as verga:, desde a
Foz at a Ribeira.
Qaando o Ct-rt-jo aaio da Faz, o castello dea
ama salva de a: trillara, e a ebegada RiDeira.
foi dada ontra salva aa fortaleza di Serra do Pi-
lar ; e dorante o trajelo, daa dosa margeos >
re foram laogadas ao ar innomeraa girandolaa
de fogaeies, e a enorme maitiia de povo que
eatacionava noa caes soltava en-.hnaiaeticas a:
clamages, ievaatanlo manos vivas a marioQa
pjrtogaexa.
Sm todos os po.it s altos da cldade, d'onde se
avista o rio, tatnoem bavia grande coocarao de
povo
Qaaodo a familia real te diriga para a corve
ta Sg-es, ao paaaar na alameda oe Maaaa
retios, o crozalor in ez Belioaa dea ama
aaiva ; e ao ebegar o cortejo & Ribeira om gu
po de (ormosas camponezas, acompaobadas de
urna orcbesira di aldeia, emoou com mona cor-
r-rgao o grande bjmno composto por Alfredo
Kei1, ciaaando lato grao le entbasiasmo.
Da bordo do Sagres > aasianram SS. MVf. ao
leadlar do cortejo fia vial, qae foi, oa realilade,
impo ente, nao s pela qaantldade e vanedade
de barloa qae oelle toaiaram parta, maa tara
oem peoa milbarea de pe83oas que 'ehe se en
corpirartm, e qae eacnm aa daa ma'geaa, of
fereceado o maii bailo aapecto; e paiaaio o
uoeamo visitaran oa aobaranos o crazador Bal-
ona, > onda foram recaoidas com aa de/idaa
hoaras.
tono.
D'sae discarao damos-Ibes nm trat.snopto
aeite resumo :
Sr. i'ooteiniro embira X^aagas diase sen
ur se onmovioo oiqaale .no .eato, j pelas
palavraa encomias loas de.S. M. el-rav e pelas
do digno presidente- daqr.elia Aiatinciiana
sgreroi-gij. ji por aaliar e sentir .qaa a.B,a d
lavra nao eatej* a ajtora do elevada tssumpo
ie qae vinba i-atar, da qaalidadaidaa pasaoaa
que va pre.jeotes.aiii,m*qaella.cain b.ilbo, come ji Ibe enamora qaanio ba anuos ti'
vera a bao-a ae fallar naquella meama sale.
No lempo em qaa era moda tllar-ie com mofa
J>s glorias do pascado, qaando se oioava C9B1
um qu::ai desprez) e desdem 03 felto? e aa co i-
qoistas na guerra a par a cieaMa eos- aosans
m ive3,.eile, ralo-, lo-ua-a-ae am posol
coo7!.;ta das loriasO .loa triaaopnoa n:Siounes-H
e rga 'ra no sea ca *go um altar a patria, por ja?
aempre tivera ama ex-aordloaria v.meragaa peio
noajo paaee.lo da cavegadore3 e de colon sudo-
res (o'avoa*).
Um se eogaao no sen aaoatolad >, porqae is
borneas do paaaadfl tan neja ju^iameo'e aprecia
dos e pirqaa iodo a geute cuita admira como
a.aiaeate p.vo p^qn^ao c pobre cona^-rva am
vasto p--*st:gio ao Oriento, como evuentemeiii-
aa maaifeaia aas que.-t3-8 lo Padroado, a eems
e.-.te .oovo m.nusca'o deavendara oa ruyaierm do
ar teaaaroao e colo'iisara o B.-az i (ara
IOS').
O miote D. Hiariqce, o solitario, o pensador
de Sacres, matto lido aas laatbematica^, fra o
bomem aoJaz que uiaioree glorias trouxe para o
seu paiz. ptarqoe co< sena emprebea tmenlo
vieram apravetar-st V*aS3.i da Gimi e Columb
e to < i e->a pleado aniante la a. egaotaa e de
ooqustado ea. Maa oioava-aa para es-a pleiade
illuatra como ae oda para un oaodo c!i cbarla
taei. O alfacto, pa-m, que ell-*, orador, votava
a, li-vara-o f mpr.jbe ider urna veroadeira
campanba caatra rradoa juizos.
Sao reaega o arleco qoe 'em pela sua alorada
Listija mas r.i?er3 sempre uaia especial arad -
leccio por ste Portugal do oone. oor ve.- q e
lia a condensara aa grandes qaalidalaa das
ragas nativas. Sa adora Lisaoa, sene o miior
nievo neta etdado d> Po-io, o ena-ar se de
qoe o Po.t viina a oom e PorUi*l, e o Po-
to fon a oatru do graoja ii!n ) de O. Joo I, e
'jO Po-io rilara auro-a daa conjJialas beraes
O Parla dera, po.a, i, patria o nome, a glor.a
a iio-dade.
IIi jaato.-s anaoa que Lisboi C3leb-ou o cen-
I ii lo io CamOea, o oe reiro, o poeta incam-
aravel qoe more-a pala patria; ma< eota
oornaanirava-sa a mo'-.a lo poeta; bo9 feta
|avi-s-> o caoteoaria lo bomam, i3to o anal
ve-tarlo do na30tuoio.
A jpotneo.-e da Cimo>5 ea como qae a affir-
najo da no.asa veneragaa pelo pasaido, a apo-
ibfO'-:- .:e nojo, ao flonr 11 priaav-it*. era como
qae a apotOeoee ao sol qae oaaca e vivifica
(t>ra/oa repetidos*).
E no brilbsate cor'-ejo qae se deaenrolara pela
eldafe tive-a a principal oarte a sorniente 'oo
rilada com ^s ieaa eaibasiasmoa, toado sido 3
f-3tas hoaradas ca n a prevaga re ujq rei moga
a de urna rainaa geotil. que com oa seas Sorn
3o> pareca e eir aa lia^ua da ana patria natal
a aanta div:3a Tale t da b en (airea (bravoa
ealboaiaaticoa eatremiaturadoa de palinaa vibran
lea).
O las-ralo orador faz desala a apologa de
{faaatvarea, -le Jaao da llegraa, da D. Joao I, do
infante D Padro. o orginisador, do infanta O-
Hennque, olsoorrador -solitario, o idealista.
No infante D. II n-iqae, ""omoeu Naa-iivare
pre lomiaava o Ideal taoaiatt, qaa elie3 resnuoiam
oa Virgea ; no luar.eo Saota Mara ue Beiem ;
em tarr, em SaOH Maria da Victo ii. E de c .mo
ease ideal era predominante oor'ora, mostrava o
beui o reino adoptando como sua Padmeira Nos^a
Senbora da Conceigo e esti cidada adoplaodo a
Virgem.
Ene povo pequeo e deaajolado conqnista'a,
como neanora ooto, loaros im narc^asiveis, co
Ineado us alcaotia daa ooontaabis do D>a-o sa
aaaa energas gner-eiras e aa graaosidade do
estatuario d) Teja a audacia qoe nos fez con-
qoistadores ('bravos).
D'am, A'jobarroia e o maateiro da Batalb-,
d'aoi as noasasiacomparaveis descobertas e c >n
qoi^ua (bravoo).
Faz o confronto emre Maborae: II e n Infante
0. Heariqoe, um destinado as maravhaa da arte
;rega u Santi Sopbla. o oatro dando auroras a
mondos oovo3 (abravoa),
Po mu as a-r am povo socegado, arroteando
t-anqaillamente o nos*" solo como omros ; maa
nao te-iamos om Gil Emes, nm Vasco da Gi-
ma e sobre todos am infante D. H-oriqae, nao
tariamoB dado nm doce S. Francisco Xiviar ao
Oriente, a'uma palavra. tao teriamas ideal, nao
terbmos bistona (bravo.).
Talo flzerimo, poia, qoaado tinnamaa eren
gas e fe t ideal; agora nao sao tai vivas easa*
qaalidades, maa corto qoe o graoda Infante
anda boja inspira byauOB iriamphaes, verda
deiram-nte brbaates coma o de Kiel (bra-
vos).
Forme se o qaadrado, como em Aljabarrota, e,
iodos agrupados em volta da oossa bandeira lu
temo pela gloria e pela felicidade da patria.
Ni baaqaeti Jos maaicipios, orialada
a familia real, Sr. P. Carlos agradecando oate
brinde do presidente da cmara do Porto, ma-
me.-tou qoe tradazirla o seo reconbecimento a
affavel carioHosa recepgai qae uvera, levantan-
do am brlnie a cidade do Porto.
O Sr. Coaselbeiro Coala a Almeida, levantan
do se norameme principioo por dizer que a
instituigla d municipio, se ao'iga, tamaem
nacional : desceode do imperio romano, maa
vasa-ae em moldes poriagoesaa
E, u'aste mi nenio, aa cmaras municipio* do
paiz, levadas pelo* mala Drioaos seatimeatos
patriticos, vteram render bomeoagem ao inclyto
fllno do Porto.
Fazia votos para qoe se aproveitasse a occa-
sao oo sentido de qaa a solemaisagao foase
mais do qae ama simples (esta.
Uaamo-oos todoa, accreacantoa para reatau
-ar o espirito nacional, velando pelo camprl
menta da let, pala mora idale n* admialatragio
publica, por liado qaaato coatrlbaa para o en-
g-andecimeoto da patria (Apoiados). Sursum
corda deve ser o nos-so braao e o aosao eaforgo,
aiaecilo pelo amor da patria, pela esperaog
oa oatria.
Coaveocami-nos de qae o paiz anda se pode
salvar ; por iaso, fazia appelo ao patriotismo de
iodos a termiaoQ brindando aoa mumcipioa
po-tagaezea.
O meamo conaalbeiro anda tomoo a palavra,
impalaioaado por am motivo altamente ajrmpa
9
L'incora... nio self
E' devldoo perdi.qaellea qoe pecca-o..
Perdoal Ibei, oh rei I
Qae vos, am diai hiveia deer jolgalo
E a historia ba de acteraar
Qie o vo-^o nome oo fleo mancnalo,
Que o rei sabe perdoar.
a
1
3.* diatricto
3.1 districto
4. dLstriclo
5.m districto
Oaaaia o cortejo fluvial caegou Ribeira, a tico, qoe preodea a atteagao geral
* ...___Y j_____^ _- I fll ..... Q nna a nnmrnlflal
pedra destina ta ao moumeoto Tui desembarca-
da sobre urna palioli e ccnlazidi por qaatro
ma-iobeiros la rmala f.rmaatoaa am corle-
jo conposto da cmara do Pono, representantes
dos municipios do paiz, can miaaao do cantona-
rlo, merub'oa d03 ciaba flaviae', etc.
A pel.-a fo ento collonada oo carra da Da
vegaco. que ligaron ao cortejo civico, segualo
tocio para a Praca do Infante l). H'niqoe, no
meio daa accIamagOes da enorme malddo de
pavo qaa all esiaciooava.
A ceremonia do iaug.aento da primaira P9
dra do monumento reatizm-se por volta das ciu-
C > horas da tarde, apresenlao lo ae no local Suas
Hagejt.'i.'a e Altezas. a..oapanbadas doa minis-
troa, comitiva a au j.uale, aa & horas da lar-
de, e M : lo reoebhlaa cjm mauoa vivas, <.8pa
ciiimonta dos adulto? e crangas que formara o
..foro do nj uno do Infante.
Saga: lame a te apparecaa o cirleal D Amarl-
co. acomp mbado da cooegos e s*-minaraaj.
A's varas do paleo, sob o qual vinba o cardeal,
p9gavam os seminari.-tia de Lisboa.
O re laagou a primeira pedra do monamento.
mamado se da camartello e trolha da prata qae
Ibe fora 3i apeseotados pala prsidinta da c-
mara do Porto e vlee-presdante da de Lisboa;
e liada a raeraoioait, Uvroa-se o auto, assignado
par SS. MU., pe'.o cardeal oispo e pelas peasoas
de diet'ocgao qae eatavam present-sa, saado o
mesmo auto collocado no cofre e encerrado na
pedra fandamental do monameato.
No cofre lambem foram eocerrados exmala-
res da to1a< aj. actuaea moadas de dinbelro por-
' Assistiram SS. KM- a fasta da Aasociacio
Commerclai, qua esteva &rnaatt83ima. apresen-
taodj> o rasgniti;j aalo do p lacio da Boba u-a
aspecto doalnmO.-aata. A concurreac,!?, qae era
maito nameroaa, e da qa' daatacivam nui
wS^3, C'de AftBM^B-V5';i"d,ftJ'aajaiata eirtca--Anr-bonlem, ? 6
dl8trict0 l^votos boras da tarde teve lugar a ^sgeiatj proraovida
peloiOirectoiriodo Partida- FaValida fregueaia
de 8. Jos, em regoaijo'da >rietoria alcaocada
535
351
1300
1310
Total
4.92o
d
u
mais recen tes e mais poaitivo, o penaameato ta9 ^ a6abaras maja dialiaetas,,da, cidade, vi
genial do infante D- Heanqae. e abre ornalc;orioa alorosamiinte a^ Mwei'ades.
perpectiva rlsonb eaonomla nacional. Com Dorante o noUel,dUoarsa a\ei J>ia3elro Cha
pela o passado no qotj elle tasa-de maia fecon-1 gag az 0 eioqotaata arador urna roareacia a
Diasa S. Ex. qae a commlssSo di-ertira da
celan-agio do ceoieoario recebera peligas do3
presos daa .cadeaa ovia de L'aboa, Porto e
Braga solicitanao a nierveagio da mesoia
commissao a fin de ihea serem connat.iss
as pecas que esto aoffreado, por crmea pra-
ticadoa em virtnde de ama aliocinagio de mo
manto, commemoraodo-se d'asi'arte por aaais
urna forma, o 5- centenario do naacimento do
Infante D. Henrique.
Nio liaba dovida em frmala eaaa p 'tigo.
peraote M. el-rel, desde que sa pede o ex
ercicio da ama daa mais bellas prerojitivas do
poder moderador, n desd** qae o moanreha
pjrlrgaez ^nataralmeaie bondoso.
Em seguida iingr:c-S' especialmente
raiaha, dase qae via imS. M o symbolo do
amar e da cariade; por isso, suppltcava ibe
qoa intercedesse, jauto de aeuaaga.no rapizo
para qae as penas dos referidos presos fosaem
commotadas ( novimenta de asBeotimento Je
8. ti. a raioba ) e fleava cerlo de qae malbor
ailvogado nao podia ter nma caaaa ai santa
como tata; por laso,levaataria un brinde es-
pecial a S. M. a rainQ-1, brinda oue foi caloro-
samente corre8pondi1o.
S. M.elrei responden-.
Fi ju'm le8caogado8 em que ao p^qaecerei
o brinde qae acaba de ser falto e craiara que]
para mim a melaor da3 prero^at'.vaa la
coda a qoa tce permute commatar on perln;
penas.
Sobre este a^iano'o, ni recita de gala ax
deu-se o ibfaVv da J*4. .tvjaaal co .i
recaram S5. uii., .!!'-.!) J-i i mior llb)
do emideute uJv.^rio U: AleliuJrii Bcaga
reciton est-i pVtr.
Saaaor 1 Oav : Wt i< qUi>8lo P'4.4a,
%' mai'.tjae rei.ii jauoj
E do per ao le urnTei ,i voz eciilh'
Na conscieajtddi Dea, qaa gfa c kbfa o I
Tres boutu3,th*a id a esoadi l Mantara o ,.
Ti a k imoraoaa melaza cooaagrea oo da
i do crrante jtrtigos f*rw!aea commemo a-:
cao do ceoianario- do infante O. Haanqoe, en-'
caree ;ndo o valor tu so-* inujuava e exalcindo
a iuiportanxia doa earvigoa quo pres'ou a ran-
dez e a gloria de Po:tu.:.ii.
! Todoa esiea artigoe er; em ex'remoa lisan
geiroa para a oato por'.ugaeza
Na da 6 a dociedde de Geograpaia em Lon,
rires raalkioo o oanqaele e a eeao solemne ae
comm^morhgao pelo ceuieaano do infame D.
Hanriqae.
O duloe da York, (lino primoe'nit) do prin-
cipa dj Galles, ^iesidio-to aeettaa, envin a el
re D- Carlos u aegoiota lelcgramma:
A Sua uKestade el-r^i do Portugal.Porto.
. Batou asaltitiado a una ?ea-ao da Bnal ro
ciedada da Gaograpb j pa-a con memorar o o
centena-lu do naacraentu lo pr neipe HorK-.o-.
o Navegador, e daqui. ^o e a Bofitodade a G;>
grap0a,eiiviaooscor.1eaes e sjrapaibicas c o-
graiQiagO:3 a Vo3=a Mage.ataie a a oagaa porta
Koeu.
Ei-rei respoadea a nato lattgia ama con o s^-
gainte:
A Saa Al'.eza R:al o doqoo de Y> k-Londr-a,
?' go ucieite os tm-ns tO'deats igr.ioei-imeii-
;os a trasmita a Keal Sacela e oe fisofaaaM
q-eaae em estreoto i.graavel ter conheo
meato aa isportanto raanifes-.^g^o fita ao bere
pjriagae qus abrto a Afric a a lauaaomuuJo
moderno. En avave a Partu iOObttar 08 aaaSOS s'.H.-t-roa a^raiejiueutoa.
O twag-a-ama de Si i M ignavado, q ie foi lulo
oa So i daJe, datnoto a s^s ao prodazio im
oreasSo excedente. SoDre essa respo3ta teln
araptioa o na D. Ciriaa. aizea 'o o aegoaat :
L-.m ra8B, 1 hora e o)minuioi da mi-
aa. -A Sua Uag:Siad-i El R*\ de Portogal.
Porto.
Acsb3 ce ter lugar o tauquee e reooiao -la
S nadada 3e Geog'aphia. .preailida par Saa A!-
t a< t.ei odaq-oe de Y.ik.
N:liD--r.)31asllU.i e ntfcUi i t ca :3-itteoci3.
O telegraoma Je Voasa Maeatada (o lid no
Ee.o de a: il i oag6>s. D 'poia da vanoa aiacur-
soa COmmemoa rvoa do cale aue arto tnnei a
palavra para ag-aie e\ fia nome ge^tade, 10 seu >v*rno e da uag&o paHawasaat
ino grauda e espoutaaea manifestagao. -Sove-
ra.
A' cmara municipal do Po to fo-am dirigidas
e'at.-e muilas. as segaintoa sau^gOaa, pelaom
me.raa.-acao ' iufaote D H arique.
Di Si.iaial-G-ograpii-a de Maotbeat'r:
iTraducgia) A Soeiedale Gaographi a dr
Hnncnestf-r, oo cndalo palatino de Leaeaafd,
mala a munidpatidade Jo Porto na celebraba
do 5- ce tena 10 lo priocio- Hiu iqaa, oNav,?-
gador. Colear a reaaos e-sa memo ia qoaria fe
ra. O p.-fs.deaiw, Sf^ia'.na!; o secetaiii bono
ra-io, Z aii.o;Q VVild; o aecreUrto, Sowsraulli.
Hepaata :
Mitche-ter G-ograpni:al Sociely. Minches
ter.Tnatiks and coogratnlatioiB lor iLe glo-
riouu Centnry. Preaidenl moaicmaliiy |l
Porta.
Da SocieJade dog-apara de Himbargo :
(T.-adugari- A Saciedade GJogra>n'ca
Hauourgo ceiHD'ou a memoria do principe H
rique, eogoaatoado o avegalor, gioriao pro-
tactor daa aoient i is e das desOsoertaa dateras
deaconb-rcIdaa.O presiente, Maen k-berg, se
nadar.
Raspo.ta:
Sojieie Gographique, Himourgo. .grcz
las rem-rcimeats ai lea salata ioaa de notre .a-
ine glo'ieuse. -Prsideat de la municipalit de
Porto.
Da Sacie;iaie Portugueza de Benecencia do
Rio de Janeiro :
Sociedad* Poringoeza de Beiefi-eacia con-
gralula ae fastas g-anJe partuguaz
Rasposi :
Sjci-da ia Beneficencia Portugus i. Rod
Jane ro.Ag'adecen a, saado hoa patria glo
rioca. Pregideoia da mniicip-il lade do Por-
to.
DaGibnate Portoguez de L- tara de Peroam-
buco :
A'aira forooa abrindo -qielles mares
Q ie ^r.ii) alguma uo atrio ;
.s novas ilbas vendo, uovoa ares,
Qie generoso Hennqoe aescobrio.
Lisiadas: VI-Gibinete Portagacz Liitura.
Raapoata:
t Dit8a patria qae taes filhos lem. Pres-
deme da mouicipahdade do Porto.
Os p-o-Tieti-is di gr>a i- - to Estamoaria do Bolho, offircCiram a Susa
Uageatadea ama nqai-aima oaoleira, copia riel
ao "stauane uo infante D. H.niqae.
A bandeira, am primor de berta lura. esteve
exooata aa estampara onde tem eido admirada
pormilhares de pesaoas. E'de s la Draoca
borJala a mat z a ooro, e lem 75 c. u'.iin-i:o.~
ae comprido e 55 de la-gura.
Do lado da nas.e, am tronco, de loara esieo-
deaio am galbo cheio de folbagem a quaai tolo
o comprmanlo da bandeira, e teodo en.rehui-
dos oo p maltas aigaa marinna*, tu o falto de
retroz varue de diveraaa ooances moito
oam matizado.
No troaco de.riaca-se am artstico mono
gramma do i i'aate, em toado ea.a-la'.e orla lo
de ouro, e sobrepuja io pela corda bo-dada m
relevo a ooro prata. No galbo de bur ea
rossa-je ama tita azu1, om as pantas peodentea,
tea Jo bordada a ou-o, a divisa Talant de bien
faire.
Ontra tita azul orlada de ouro forma, com as
pontaa da ti a superior, am largo escudo, em
cojo centro se destaca, dentro de am circulo de
ooro matizado de veraa a espbera am llar. As
aeote sobra a espbera. o escalo do procipe. E
por bvxo. em letras de ouro, aa dais datas 139*
e 189' -
A b?3te de prata, teodo '.o al o ama esphera
aruiilar v&sada.e por baixo om lago de rita t m
bem de prata com a legenda :
A Sua Mikea;aJe E.-Ru, a eatamparia do
Bolhao.
O rei e a raioba regente de H:spaoba en
viara por iater.ee lia do miis.ro portaguei
conde ue Macada, dona aatogragboa para o al-
bora la Mamoriam.
Cono este, parom, j eslava publicado, os aa-
(ographoa foram devoividoa por iuiermedio do
meamo diplmala.
En Lisboa fomoltn visitada a Sociedade de
G'og-apna. acnm lo-aa ornamentada a estatua
florea e ramo-, de palmeira. Prodoza om be la
ell.lto.
O Sr. Camacho esteve tirando algumai pbo-
tographiaa da estatua e do aepecto da aala-
Dr. Jos Vicente SHra de Vaseoncellos
.' districto
1. districto
3.* diatricto
4.' districto
5.' districto"
Total
SFoV votos
366
852
315
394
2190
2.633
1.826
1.026
93J
691
63G
2.877
2 398
1.616
1.19/
722
70)
212
3.691
3 131
1.829
1.163
1 134
303
178
votos
REVISTA DIARIA
PARA DEPTADOS
2.' DISTRICTO
Dr. Coelho Cintra 4034 votos
Dr. Fereira de Lyra 2301 .
Luiz de Andradc 2137
Dr. Malheus Vjiz 1918
Dr. ({aspar Dr.araond 1890
Dr. Joo Elysio 976
Dr. A. Mascarenhaa 631
E outras menos votados.
3. DISTRICTO
Dr. Rosae Silva 2.633 votos
Dr. varcionillo Lins
Dr. Anninio Tavares
Dr. Adelino Filho
Dr. Juvencio Air
D.. Phaelante da Cmara
E outros menos volados
4. DISTRICTO
Dr Goncalves Ferrara
Dr. Cornelio da Fonseca
Dr. Lourenco de S
Dr. Joao de Siqueira
Dr. Morcira Al ves
Dr. Arislarcho Lopes
Dr. Carnuiro da Cuaba
E outros menos votados
3. DISTRIC O
Dr. Migu'l Pernambuco 3.69S votos
Medeiros Albuquerque
Dr Goncalves Maia
Coronel Correa da Cruz
Dr. Ayres Bello
Dr Oswaldo Machado
Dr. Albino Meira
Curapre observar, que, na votago obtida pa-
ra mais Medeiros de Albuquerque e j publi-
cada, houve o engao que fica corrigido pelo
cima consignada.
Cmara dos Il.-piiJa'.hnMU'!u.n-
se hontein a 10.* sesso preparatoria, sol) a pre-
sidencia do Sr. Dr Morara Alves, leudo compa-
recido 7 Srs deputados.
Anda nao haveodo numero legal para a aber-
tura solemne do Congreaso, o Sr. presidente le-
vantou a sessfio convidando aos Srs. deputados
presentes para compareeerem no dia seguinte.
H n'i:' t:< ; dft aaprseaNo sabba-
lo ultimo, por occaaiao do aonivarsario natal-
eio do Exm. Sr. Dr. Barbosa Lima, digno (io-
verna lor do Estado, diversos de sou amigos e
ii.lnnnul iros lavaram ;i e'oilo nina mod stn
mas significativa inauil'.-suu.-fiii do aprecn a Sj.
Bxc>, o fluo consisti na offerta de um boniba
minio -
Em ii un i 'los inaiiifostaiilos l'illu 0 Sr. Dr.
Miga -I Pemambuco que om eiecnientes expras-
85 is po/. om evidencia os santimentos de que
so ai-.lmvam possiiidos os jiiomoloros o dennis
peaaeos da uianifostacao.
A esse discurso resneadeu eouimovido o
lxm. Sr. Or. Barbosa Lima. qu.'. cuna elova-
cao de ideas, com qiueosluma fallar, agraile-
c;u i manifestaco.
N'eata tomaram parle nanitas peseoas da no i
sa Hite social, que por osla manoira oxirossiv.i
deram mais nma prova lo alio apreco em quo
justamente teem o illuslro Govoruador d) Es-
tado.
I>i-min;\-ao da reVOlta 9 Jornae
do Cummrrno, do Rio de Janeiro que alguns das
depois de iniciada a revolta na bahia de Guana-
bara, absleve-se systeinatieaiiiente de se oe upar
com esse facto, e manlevc-se silencioso respeito
ats o dia '3 do corrente mez escreveu, sob a
epigraphe supra, no dia 13, o seguinte:
Reproduzindo o que liontem annunciou o
governo ao paiz pelo Diario 0// iVi, julgamos
ser-nos licito auspiciar nesta declaruce o reala-
belecimento da ordem e da le, iodispensaveis
Repblica para consecucio de seus glorioso; des-
tiLOS.
eclarou o Diario Offial :
Cabe neste momento ao governo o iniizivel
prazer de cominunicar ao paiz a feliz termina-
cao da revolta no porto do Rio de Janeiro.
Honram naco o herosmo e os sacrificios
extraordinarios com que seus filhos soubcram
defender e garantir a effectividade dos podc-
res constituidos, dignificar a exalcar a Patria e
salvar a Repblica!
O Governo se sent rnmcnsaraente nobili-
tado por lhe ter sido destinada tao honrosa
incumbancia de sultc-car e extinguir esse 11a-
gello de seis inezes no coraco do povo brazi-
leiro, e 6 com a suprema ventura, consciente
de ter empenhado tudo pela salvacao publica,
que aiinuncia ao paiz que, diante da ottitude
reso'nta e enrgica que tomn, os revoltosos
capiularam, rendendo-se a discrico, teudo,
segundo consta, seu chefe, o contra-almirante
Saldanha da Gama, se refugiado com os de-
mais oiliciaes a bordo de vasos de guerra cs-
trangeiros surtos no porlo.
Est presentemente o Gorcrno agindo ainda
a com a necessaria presteza para que sejara oc-
cupados pelas forjas legaes os navios e as or-
lalezaa em que os inimigoa do poder publico
desluslraram o seu nome, intentando cavar a
mais ..ma ruina Patria e a Repblica.
Vivam os denodados defensores da le!
Viva o Povo Brazileiro !
Viva a Repblica 1
Em virtudedessa renriicao feram oceupados
por forgas do governo os fortes de Willegaignon
e ilha das Cobras, e bem assim a Iba das Enxa-
das, onde nos consta, existia grande numero de
enfermos que foram hontem transportados para
diversos hospitaes desta cidade, tendo sido tam-
bem oceupados militarmente os navios abando-
nados.
as illias havia falta d'agua e o governo pro-
videnciou para que fossera abastecidas.
Marinheiros.em numero superior a 10o, tm
sido recolhido3 presos a quarteia de tropa de
linba.
A esquadra do governo entrou no nosso por-
to pouco anles das 6 horas da tarde de ante-
hontem.
Diversas corporages e pessoas do povo,
precedidas de bandas de msica, foram ao pa-
lacio do governo saudar o Sr. Marechal Vice-
presidente da Repblica, e percorrerara as ras
da cidade saudando o mesmo Sr. Marechal, a
Repblica e os seus defensores,
A populacao da cidade, que depois do aviso
do governo, sahira na sua mxima parte para os
suburbios, apenas alli chegou a noticia da ter
minago da revolta neste porto, coraegou a re-
gressar e a esta hora est toda era seus domici-
lios e entregue aos labores da vida.
Hontem continuaran) as mesmas demonstra-
ges.
Elciyaa de 1.* de liaran At esta
data conhecido o seguijate resultado:
PARA PRESIDENTE DA REPUliLICA
Dr. Prudente Jos de Moraes .Harros
Io districto 1.300 votos
2'
:i1
5
4.623
3.482
3.642
4.762
Total 18011
PARA VrCE-PRESlDENTE DA REPBLICA
Dr. Manoel Victorino Pereira
! districto
P
3
4*
5'
1.504 votos
4 614
3 421
3.623
4.328
Total
'AR
ruuiAMt
17 490
Iinpostos estadoaes Termina no dia
'31 do corrente mez o prazo para pagamento, na
Recebedoria do EsUido, dos diversos impostos
relativos ao exercicio de 1893.
Os interessados deem-se pressa em satisfazer
as respectivas quotas aura de evitarem incom-
modos e maiores despezas.
Banco de Crdito RealE' hoje, ao
meio dia, que, na sede desse banco, derem reu-
nir-se os respectivos para tomarem conhecimento
do relalorio e coalas do anno lindo, e elegerem
a nova commisso liscal
Coinpanhia Pernambucaaa de
XavegacaoAo meio dia de z9 do corrente]
mez, na respectiva sede, devem reunir-se os ac-
cionistas eessa companhia em asserabla,geral,
para o tim de apreciareis aa contas do anno lindo
e eiegerema nova conimisso fiscal.
Banco da BolsaEm assembla geral
reunom-se amanh, ao meio dia, na respectiva
sede, os accionistas desse banco, para deliberar
sobre as contas do annp (indo, e eleger a nova
cominisao fiscal. .
1 uuipaiihia de Servicos Mariti-
1* districto
2
3
49
5
Total
Dr.Jaaajuim Cornea de Araujo
1.065 votos
4:102

pelo governo federal.
Sahindo do largo da Matriz de S. Jos cresci-
do numero de pessoas, eBp marche au,c flam-
beaux, precedido o prestito da msica do Corpo
de Polica, dirigiram-se freguezia de Afogados
onde chegando saudaram ao eleitorado d'aquel-
la freguezia, sendo pelo mesmo correspondido
gentilmente.
Foram, entao. erguidos vivas o Marechal
Fioriano Peixoto, do General Lcite de Castro, ao
Governador do Estado ao Coronel Dr. Questor
e ao eleitorado de S. Jos, e por e3te levanta-
ram-sc tambem vivas ao eleitorado afogadense,
No regresso da passeiata, ao enfrentar a casa
do subdelegado do 2. districto da freguezia de
S. Jos, foi alli pelo Directorio do Partido Fede-
ral, oferecido um copo d'agua.
Da sacada do mesmo predio, nsaram da pala-
vra os capiles Aiexundre dos sanios Selva e
Libanir. de Carvalho, eoncluindo ambos por vi-
vas ao Marechal Ploriano Peixoto. ao Governa-
dor do Estado e ao Dr. Quesior.
Em seguida os directores dessa manifestaco
tiverara a gentileza de virao nosso escriptorio
em obsequioso compriinoiito a redaego deste
Diario, que com esta consignaco faz pblicos
os seus agradecimentos essa prova distiucta
que lhe quizeram dar aquellos distiactos cava-
Iheiros.
Nessa occasio foram Imantado) vario? vivas
e tocou a banda de msica o hymno nacional,
dissolvendo-se seguidamente na rr.elhor ordem.
TliezeiO S.-. Ur. Herculaiio Baudeira de
Mello, de quera nos ocupamos ante-hontem,
obsequiou-nos com um exemplar nnpresso da
Theze mangur/ que, em 1891, apreseulou
Faculdade de Medicina da baha para obter o
grao de dontor em sciencias medicas, racrecen-
do ser approvado com distmcgio.
A Disiwrtioiu, que um belissimo traballio
scientilico, versa sobre a Wathogatim e etolufo
cnica ilis tiiiii/ntr<>-j)hia~ nyeopathiiu. Salva a
nossa incompetencia, pareceu-nos um valioso es-
pcimen do tlenlo do illuslre Sr. Dr. Bandeira
de Mello.
A' S. S. agradecemos a olTerla que se dignou
fazer-nos do alluilido exemplar.
Impririisa 'iiiiiui'iis:'".o:n oxee-
peo u'O l'aiz, nica das lollias dianas da Capi-
tal Federal que foi publicada no dia 1-i do cor-
rente mez, lodos os mais orgaos cerraram suas
portas deixando de trabalhar as respectivas olli-
cinas no dia 13, em que devia ler lugar na ba-
hia do Guanabara o grande combate, que nao
chegou a ser ferido, posto que iniciado, para
debellar de vei a revolta.
Por aquello mesmo faci O l'aiz fez tres tira-
gens do seu numero do dia 14, hincando na cir-
cnlac&O 80:Od exemplares, que tiveram rpida
extrego.
Constituio isso um Iriiimpho para o impor-
tante orgo llumineiise, cujos conceitos acerca
ila famigerada revolta foram sempre condemna-
torios desse aclo de rebelda.
Comprimentaiuus ao illuslre collega.
Concelh Municipal do Districto
FederalL-se na wUeta de Solioia*, do
Rio, de 13 do corrente :
Sob a presidencia to Sr. Maia de Laceada
reunio-se hontem o concelho municipal.
Na hora do expediente pedio a palavra o
Sr. Capelli. que fez um brilhante discurso, histo-
riando a lula susteniada entre o governo legal e
os revoltosos narrando com iniudencias as agru-
ras porque passou a populacao fluminense du-
rante esse periodo, descreyendo o estado a que
ingloriamente licou reduzido o paiz, exalgando
a victoria alcangada pelo governo como urna
aflirmacao inconcussa do principio da autori-
dade e da lei, e, elogiando a tenacidade patrio-
tica inantida pelo chefe da naco, terminoude-
monstrando quanto tudo isso concorreu para a
consolidago da Repblica.
Pelo mesmo senhor foi apresenlado 0/Se-
guinte projecto :
Art. i." Fica d'ora em diante todos os annos
considerado defesta, no municipio federal, o.dia
13 de Margo.
Art. 2. Revogam-se as disposigoes em enn-
Irario
Propoz que o concelho inteiro, incorporado,
fosse comprimentar o marechal Fioriano pela
victoria obtida, e que se suspendesse a sesso
em signal de regosijo.
Fallou tambem o Sr. Bareellos, abundando
as mesmas cousideragoes.
Approvada a proposta, suspendeu-se a ses-
so, dirigindo-se o concelho e respectiva secre-
taria ao palacio Itamaraly ; c > w" delle ral-
lou o presidente, ao qual rcjiuadeU o Dr. Si-
queira, na ausencia do marechal.
Era seguida dirigiam-se os representantes
do povo para a prefeitnra. onde o presidente e o
Dr. Capelli usaram da palavra, e em phrases
eloquectes elogiaram a attitude que o prefeito
toraou na emergencia por que passou o muni-
cipio.
Depois de servido um cop> d'agua, dissol-
veu-se a reunio, sendo muito felicitado o con-
celho pelas roas por que passou.
Reaolveu-ae nao realiaar mais sesso, com-
binando-se reunir-se amauh o concelho para
deliberar sobre a mesma ordem do dia j mar-
cada e o projecto do Sr. Capelli.
Conselho Litterario ,Reuno-se no
dia 15 do corr ute .sob a presidencia do Dr. in-
spector geral presentes os Drs. Fraaco de S,
i.icero Peregrino. Porto Carreiro, Joaquim Lou-
reiro, Manoel Silveira, Regedor do Gyranasio e
professor Fragoso.
Foram lidos e approvados os seguintes pare-
CCT6S
Da I." seceo relator o Dr. Franco de S sobre
o opsculo do Dr. Julio Pires Ferreira, intitulado
Sotas sobre a Lingua Portugueza eoncluindo que
o conselho nao tem competencia para approvar
aquelle livro.
Da 3." secgo relalor o Dr Cicero Peregrino
sobre a petigo da professora em disponibili-
dade, rsula Cizclina d'Andrade Lima, reque-
rendo a gratilicago de bons servigos, eoncluin-
do que est no caso de ser attendida.
Expedicao aoplo norteA socie-
dade nacional de geographia de Washington vae
subsidiar urna nova expedigo rctica.
Esta expedigo co iprehender vinte e dois
bomens que partirara ue Saint-John, no Io de
Margo pcoximo, para alcangar o cabo Tennyson
sobre a trra Ellesnere. ,
Aqu qonstruir-se-ha urna casa que recebera
provisOes para urna viagem de dois anuos e
ser entregue guarda de quatro homens. t'ito
homens seguiro a costa de Oeste e iro estabe-
lecer um deposito avangado a cerca de 160 kil-
metros da base de operages. Tentaro em se-
guida alcangar o estreito de Hayes.
Um outro grupo de seis homens pr-se-ha a
procurar, sobre a costa oriental, os naturalistas
suecos Bjorling e Kahtennius.
Na primavera de 1805, a dxpedigao completa
tentar avangar para o polo regulando a marcha
por forma a encontrar-se, em setembro, no cabo
Warrebader, sobre o eslreito de Lancastre, oade
encontrar urna balleira que a repatriar.
Os fundos necessarios sero fornecidos pela
iniciativa particular e reunidos por um cunte
Todos se lembram que em Juaho ultimo M.
Nanseu embarcou a bordo do seu navio Fram e
seguiu urna direcgSo pouco mais ou menos a
mesmo que aquella que vae seguir esta expe-
digo.
Bureau VeritasDurante o mez de De-
zerabro ultimo perderam-se 135 navios de vela,
sendo : 12 allemSes. 18 americanos, 44.ingle-
zes, t austriago, a diuamaquez, 1 hespauhol, 7
francezes, 3 Lollandezcs, 4 italianos, 26 nurne-
guezes, 7 russos e 7 suecos.. _
No mesmo mez, perderam-se 20 vaporesTBen-
do : 1 allerao, 19 inglezes, 1 belga I brasi-
1 hollandez, 1 italiano e 1
na sede dessa companhia. procede-se ao sorteio
de 40- obriga;oes .preferencj^ies, que 11a orma
das, lausulas da respectiva ejnipso.devero ser
resgatadas.
Companhia de Tecid os de Malla a
^A, Miora-da.tarde d^amanh ra do Bom
Jess n. 13,..reunem se em assembla, geral os
i accioaisto.s i/ns. c^mpanJWa.carai'Uiaar Contle-
cimento das contas do anno irado.
leiro, 1 hespanhol,
no-ueguez ._ '
O-Equateur-3 paquete EqiateUr, a
bordo do qual houve a exploso que. noticia-
mos, j est completamente .reparado das avaras
que soffreu e devia t'er partido a 20 para oBra-
*' Parece mais que averiguado, .que o autor da
exploso foi o capito de armas, Jean Ranouil-
le tendo elle propri pegado fogo^ bomba no
momento da descarga.
mo!. a' amaull' P?-la { hora.da tarde, que, m: iz a^iBtrucgoeacQatrou-ie,ilo- cmaro-.
'1 te rolos de raoedas de ouro inglezas' e que vi-
nham na caia-qae ieveplajiao. i- ** j
Alm disso, Ranouilte, que cra grevemente
ferido, sob < impeaio da (et)re que deram: justtga a conviego de que era' elle'
o autor do attajTt/ii4. l' .:'.
, Apesar d, tfio es/nadadoras JestajojubMs, Ra^
no,uille persiste em neg^aue "nao oi o autor
a
I
I


' '
I



1
r


...
um 9-
. : \

'
.


a.
Diarlo de Pernamiinco Tergafeira ti de Marco de 1804
ds^xpGSETe do roabo feito is caixas viadas
da America com ouro.
Duas coasas necessarias a mu-
IherCom quanto varios sejam os juios e
os goslos estheticos dos diversos povos no que
concerne as mulheres, todos se reconciliam no
exigir que a mulher bella tenha duas cousas
muito essenciaes, que formam o verdadeiro es-
queleto para sua bellesa, isto :
Saude e mocidade
Feminidade evidente e segura.
rT Urna mulher hysterica ou cyanotica, ou acha-
cada nao bella para nos, como urna mulher
de uai preto paludo feia para um preto
A magreza cxcessiva, como a excessiva gor-
dura, nao dao a fealdadc somente, porque in-
fnugem as leis fuudamentaes da biologa e da
symetria ; mas porque sao factos palhologicos.
A saude deve andar de accordo com a juven-
tude, porque esta e a expressao da capacidade a
gerar. E tambera quando a matrona chega a
ser bella e a velhice agradavel, e porque tanto
urna como a outra souberam conservar algum
atributo da mocidade que nos illude ; isto a
frescura da tez, a rotundidade das formas, e a
vivacidade de olhar.
E' por isto que a mulher nascida bella tem
direito a trinta annos de bellesa (dos 15 aos 45);
a dez outros de altractivos (dos 45 aos 55) e a
oulros dez de misericordia (dos 5 aos 65)
F.pitapliioO uso dos epitaphios to im-
portante para a historia dos tempos prehistri-
cos antiquissimo e assim humano.
Herodoto nos deixou o epilaphio singularissi-
mo de Senira : O principe que lem necessi-
dade de ouro abra este sepulcro e achara.
Eario o abri, e em vez do ouro promettldo,
nelle achou a seguinte e bem merecida lico :
Se tu nao fosses dissipador e avarento in-
saciavel, terias deixado em paz as cinzas dos
morios.
Aggresso>No dia 24 do corrate no
municipio de Timbauba, s 7 horas da manha.
foi o cidadao Manoel Virissimo aggredido era
sua propria casa no lugar Macoes. pelo indivi-
duo de nome Manoel Galdinoque em consequen-
cia da aggressSo foi morto por aquelle.
O delinquente entregou-se voluntariamente a
prisSo e contra e!le|procede a auloridade com-
petente. n
CadverNo dia 22 do corrate pelas 9
horas da manha. appareceu boiando perto do
Bom Gosto o cadver de um horaem de cor bran-
ca, representando ter 2 > annos de idade.
O cadver nao apresentava indicio por onde
se podesse suppor a existencia de um crirac.
Nao sendo possivel veriticar-se a identidade
da pessoa, a autoridade competente fez proce-
der vistoria, chegando-se a conclusao do ter
sido causa da raorte urna asphyxia por submer-
sao.
S as duas horas da tarde do mesmo da com-
pareceu o cidadao Joao Pereira Lemos, morador
no Arrayal, o qual dcclarou ser de seu irmao
Miguel Archanjo Pereira o cadver encontrado.
O mesmo Miguel havia ido dias anles a una
pescara em companhia de dois cunhados me-
nores, e por essa occasiao se havia afogado.
Lesiao e Soceorros Mutuos dos
Officiaes da Guarda nacionalNa
terca-feira ultima, 20 do corrente, perante eres-
cido numero de tocios houve sesso especial,
cessa sociedade.
Sendo ella convocada para serem definitiva-
mente votados os estatutos, procedeu-se a sua
leitura e posto em discusso foram unnime-
mente approvados, depois de algumas emen-
das apresentadas pelos consocios Icnente-coro-
nel Avelino Tauriano. capitao Herminio de Fi
gueiredo. tenente Waldoaldo Soares c outros.
presentada urna proposta para climinacao
de um socio, foi esta adiada, nao s por ser
especial sessao como tambera por ja estar
adantada hora do expediente.
Para terca-feira prxima licou designada no-
va sessao.
Passamento!loiii.Mii pouco depois do
meio dia, em sua residencia ao Kspinheirq. fi-
nou-se o Dr. Jos Austregesilo Rodrigues Lima,
suecumbindo incommodos que ltimamente
se aggravaram e resistiram aos desvelos da fa-
milia e aos esforcos da medicina.
Natural do Estado do Cear, formou-se em
H0M8 Faculdade ; e desposando logo apfl una
lha do illustrado Dr. Feitosa, entre nos domi-
ciliou-se e aqu viveu sempre, sendo sempre
apreciado na altura de sua espliera intelleclual
e das qualidades moraes de que era dotado.
Dessas qualidades apreciaveis deixou teste-
munhos bem espressivos na Escola Normal,
donde foi lente, na secretaria do goverao, da
qual foi o chefe por algum tempo, e no conse-
COMERCIO
Balsa ti
de rerasa
inerelal
bueo
roracOaa orricuca oa jcnta dos coa-
KCTORKS
Prva do Rtcife, 26 de Mareo de 1894.
Nio bonve co acio.
O presidente.
Angosto Pioto de Lemos.
O secretario,
Antonio Leonardo Rodrigues.
Csatelo
PB4QA KCIFR
' 03 Baos abnram boje saas oper; g5ea
5/8 sobre Londres a 90 dias,
qoeoos oego;los
Em papel particular oo onstoa negocio
lho litterario da Instruccao Publica, de que foi
membro,
Advogado em nosso foro, foi do mesmo um
dos notaveis pelos trabalhos e pela honrade .
relevando todas essas qualidades o seu trat
affavel e despretencioso.
O seu corpo acha-se 'depositado na capella do
cemiterio, e d'ahi sahir para ter sepultura lioje
pelas 10 horas do dia, tendo a familia posto car
ros disposicao dos convidados a ra da Im-*
perador, casa funeraria Agr.
Sobrevivem-lhe sua incousolavel esposa e
oito fllhos, entre os quaes o Dr. Austregesilo
Jnior; e associando-nos dor que Ihes enche
a alma, apresentamos-lhe as nossas sinceras
condolencias.
Falle-intentoVictima de urna febre
palustre, falleceu o joven Joao Ba|itista Borges
da Fonseca, filho' do Sr. Dr. Bento Borges da
Fonseca.
Contava apenas 13 anuos de existencia.
A seus paes justamente pungidos por seme-
lliante acontecido, damos pezames.
OutroPor noticias ltimamente chega-
das sabe-se ter fallecido no dia t3 do corrente,
em S. Simao (Estado de S. Paulo! o posso esti-
mavel c mterraueo o engenheiro Luiz Antonio
Cavalcante de Albuquerque, victima de um
accesso pernicioso.
Contando apenas 31'annos de idade, o Ilus-
tre moco deixa um grande numero de sinceras
e merecidas affeices tanto neste Estado que
lile servio de berco, como no Rio e S. Poulo
onde por algum tempo residi.
Aqui, alem de diversas commisses as es-
tradas de ferro de Caruar e Gentral, desem-
penhou elle com intelligencia. zelo e honestida-
de o cargo de secretario da Repartirao de
Obras Publicas.
No Rio, servio como engenheiro em varios
sarviros pblicos, e oceupou durante o minis-
terio passado o lugar de secretario do ministe-
rio do interior Dr Joao Barballio Uchja Ca-
valcante.
Lamentando to prematuro passamento, apre-
sen tamos a sua Exm. familia as nossas condo-
lencias.
Tentativa de assassinatoNo da
24 do corrente, na treguezia de Santa An-
tonio, na casa n. 7 ra,do Sr Bom Jess das
Creoulas, o individuo de nomo Jos Alfredo de
Farias Machado, armado de um corapasso, ten-
lou assassinar a Maria Muniz da Conceicao, o
que nao tull alo por ter intervindo era favo-
d'esta a mulher de nome Ignacia Maria da Con
ceico Chardou que recebeu de Jos Alfredo
dois ferimentos, sendo um grave, sobre o peito
esquerdo.
delioauentc foi preso em flagrante, e a au-
toridade competente |determinou a vistoria da
olfrndida.
Vanta^ens da EquitativaAs apo-
lices de seguro da Equitativa tbrnam-se com-
pletamente indisputaveis ao cabo de dous an-
nos.
As mesmas apolices concedeu liberdade aos
seus possuidores no que diz res eito viagens
e residencia, desde o seu principio.
Casamento civil0 escrivo de casa-
mentes da Hoa-Vista, Graca, Poco e Varzea,
aflixou no dia 26 do corrente, na repartico
do registro ruado Imperador n. 41, I* an-
dar, editaes de proclamas de casamentes dos
seguintes contrllenles :
Priraeira publicacao
Jos Pereira da Almeida Jnmor, solteiro, com
GTmdina de Souza Guedes, viuva, residentes ni
Creguezia da Boa-Vista.
Antonio Mximo Meichiades, com Joscpha
Maria do Carrao, solt iros, residentes nafre-
yuczia da Boa-Vista.
James Ediwin Suaethunt, com Clare Maud
Skcltcn, solteiros, residentes na freguesia da
Graga.
I.uta, ferimentos e unirteNo dia
18 do corrente, no municipio de Quipapa, tra-
vando-se de razes por questes de familia os
irmos Jos Severino e Mauocl Severino da Silva
e a mulher de nome Maria Francisca do Espi
rito-Santo, o primeiro desfecliou um liro n'esta
o qual nao attingindoJoi empregar-se era sua
velha mi que cabio fulminada, recebendo .Va
ra Francisca um golpe de facao vibrado por
Jos Severiao que ileilou-a por trra.
Levantando-sc Maria Francisca, armada de
um espeto, lez cora este un erimento era Jos
Severino.
Os criminosos foram presos, com cxcepgo
de Maria Francisca que conseguio evadir-se.
Paquete BeberibeSin consequencia
de ordera superior loi transferida para boje as
4 horas da lardo a sabida desse vapor da Com-
panhia Pernambucana de Navegaco.
Paliueira de Garanbuns Nos es-
crevem dessa local idade em 20 do correte :
Infelizmente contioua
deste districto seriamente
a perduracao da febre de m4o carcter assump
to de minha musir publicado na Revira Dia-
ria do Diario de Pernambaeo de 28 do passado.
Pequeo como e o numero da popufacao,
um horror para os seus habitantes o numero
de mortes que diar ament se registro aqui !
Acomraettido desta terrivel epedemia, suc-
cumbio s 9 horas menos 0 minutos da noute
de bontem, o honrado agricultor Joaquim Nu-
nes Pereira, em asna propriedade Sant'Anna.
Em Canhotinho, ao que nos consta, o appa-
recimento da febre typhoide, tem feito numero
consideravel de victimas 1
E' una calamidade o que por all se passa !
Dcus se araercie de nos para uue nao ('lle-
guemos ao estado de desespero a que ltima-
mente chegou em tempos que nao vao longo a
ftorescente Villa do Bonito t
Por telegramma que nos toi tran-mittido da
da cidade de Macei, capital do visinbo Esta-
do de 4lagoas pelo nosso Ilustre comprovin-
ciano e amigo o Sr. cadete Miguel nervino
de Moraes, tivemos a infausta noticia de ha-
ver all fallecido viciima de um parte laborio-
so, sua es imavel irraa tambera nossa corapro-
vinciana Exraa. Sra. D. Francisca de Moraes,
presada e virtuosa esposa do Sr. Pedro de Sou-
za Mello Filho, proticantedo correio daquelle
Estado.
Ao seu digoo esposo c especialmente aos
n"-ssos amigos os Srs. Miguel de Moraes e Aa-
gusto de Moraes, nossos sinceros pezames-
Nada mais que mereca altencQo. >
Soeiedadc lInio FamiliarEsta
sociedade proceden no domingo ultimo a clei-
go de sua nova directora que teru de funecio
nar no excrcicio de 1894 a 1895, dando o se-
a 9
realiaaouo se pe-
cotandea de gneros
Para o agricultor
aSSOCAR
Crlstalissdo......I...
siaas por 15 kilci. 7*200 a
Branco dem dem .... 5*5'W a
Somenos, idemdem. 4*300*
Mascavado dem dem 3*3-0 a
Bruto dem dem.....3*200 a
Brntomelauo......3*1 uu a
Rtame dem dem .... 2900 a
7a?OJ
7*300
6*400
4*400
3*40U
3*UK)
3*200
34000
Icodaa
Foi neeooiido a 11*800 por 15 kilos de bosa
procedencias.
tleool
Por pipa de 480 'tiro* 280*000.
Acuardeate
Por pipa de 480 litros 1904000.
el
Colamos nominal a 1104000 por pipa.
Carnauba
Cota-se de 12* a 19*000 por 15 kilos vendas.
racha
Cota-se a 254000 por 15 kilos.
Conree
Saceos aalgadoa na base de 12 klios a 800 ris
Bomloal.
Verdes 470 reis nominal.
TABELLA DAI ENTRADAg DE A880CAB B AL-
CKiDlo
Mea de Marco
EmradM
Estrada de Perro Central.
dem a B Francisco .
Han da Umoeiro. .
Soasa .
A8SO- Abo
car dio
Das Sarcos Sanca*
i a 24 59495 3109
1 a 24 9219
i 26 5053 43W
1 26 15480 2300
1 a 24 91199 41(5
1. 25136 6802
20S363
30034
namt. 24 se luae os (814
fst por tafle Ixolorer.,
pool, cbtbp* :
para Liver-
V. Neesen, 0 SMvoi com 36 000 kilos -i*
meoie ii- aigodao e 359 ditos con li.iii kilo*
Je semen'e ue carrap4 eir.
N> vapor ailemao Ciatr*, para iUmbor-
go, Carreeea :
V. Neeseo, 2,072 coaros salgadas con 14 864
kilos.
No vapor ogles G eartap ram :
Jaiio & C l,o00 saceos com 73,000 kilos dr
as-mear mascavado.
P. Cuneiro 4 C. (.685 sacos coa 123.270
kilos \o vapor Qiltz Miusoris. para New
Yor-, carregou :
J. Maiomuo. 1 scjo com 75 kilos de asacnr
masiavido.
Na barca allema -3 Estn, pira S. t'j -,*
Oarg. carrettaraai :
Barstelmon < C, 9 JO sachas com i50,67 k'lo<
de aleoio.
N'i por loglez Nill paraL.sooa, cir
r P. Ai-- 4C, 4 oarricas cox 60 kilOj dp
a sucur relina lo.
Para o inton r
No vapor francez Sania le. para Smtos
carregaram :
U Borle & C, L.200 saches cora 72.003 kilo;
de assucar branco e 3i0 sacca 2S.6.8kiIo"
de aleodo
Pf r Rio de Jaoeiri, carregaram :
C Rabelio & C, (16 barns com 11,136 litros
de mel.
No vapor inglez D'lambre, para 3 oto
Cirreeon :
Corapaihia oe Estiva, 20 pina) e 200 barris
com i7,i00 litros de aga-deo e
No vapor allexao K, para Pelo
t ib. carregon:
M. S. Mala, 1 pipa com 510 litros de alcoo'
No vapor iogiez Rjmau Pnoe, para R o
de Janeiro, car tarea :
A. Chance s C, 400 sacos com 24 000 kilos
de a-sucar branco e 400 ditos cora 24 000 ditos
de dito mascavado.
No vapor ailemao Clora*, p.ra Rn de
Janeiro, carrecaram :
Comp nh'a de E tiva, 600 saccas com 46,302
kilos de aigodao.
V. necees, I 000 meios de tola.
P. de uliveiu Maia, 0 pipas com 23.500 li-
tros de agurdente.
no vapor ingles Hmox*, pa-a Vicio'ia
carregon :
C deBim, 10 pipas e.200 barns con 22,700
litros de agurdente.
No vapor francs Bretaog?, para o Para,
carregaram :
J. Balt-r 6t C. 200 barricas com 13,400 kilo
de .asacar branco
No vapor nacional oeberibe*, para Cura,
carregaram :
M. A. Sena fc C, 45 barricas com 2,500 kilos
de assacar refiaado.
P. A'.ves 4 C, 120 barricas com 7,200 kilos de
assacar refiaado.
e 30 ditas com 2,971 dito* de dito branco.
J. Saigae.rd k C, 289 oarricas com 18.238
kilos d; assacar refinado.
Para Nal-I, earregaram:
E. C. Bel'rao a Irmao, 10 saceos com 6(0
kilos de assacar refiaado
P. Alves 4 fi., 10 barricas com 2,15 kilos de
assacar reoalo eWtllus ca i.482 kilos de
assacar branco.
Para Macao, carregaraai:
I. Salgneirsl 4 C 3 barricas com 270 de assacar refinado e 28 ditas com 3,0(8 ditos
de di'o branca.
No biate Neptsmo., para-Natal, earregoa:
M. M. da Costo, S oarricas coa 120 kilos do
assacar refinado.
Na feareaca Crrelo de Maceo, para Moscc-
rO. fa-'eg-r a:
guinlc resultado :
Presidente -Antonio de Almeida Gomes.
Vice-presidente Jos vara dr Costa Reg:
(/secretario-Manoel Joaquim Pinto Falcao.
2.- dito -Joaquim .'. de Amorim.
Orador-Alfredo Procopio Lopes de Castro.
Thesoureiro-Marcelino Neves.
Vicc-lhesoureiro Antonio Jos da Silva Pon-
tcs.
Direclure-i de me:
Abr Alfredo Leal de Araujo.
MaioAntonio Pacheco Raposo.
Junho Joao Barbosa da Costa.
JulhoJoao Baplis'a Galvo
AgostoJos C. da Costa cimente!.
Setcmbro Jayme Gomes.
Oulubro -Joo Braga.
Novcmhro -(darlos Brochado.
ezembroJoo P. Lyra.
JaneiroJacintno Pinio de Almeida.
Feverciro Manoel -lavares.
Margo-Antonio Paria.
Ficou marcado o da 8 de Abril prximo pura
a posse da nova direcloria. '
Inspi-t uria do Z. districto mar-
timoccife, 2i de Marco de 18'Jl.
Boletim metercologico
Horas Tem cent-
grado
6 m- 24,-9
9 J5/1
12 25,r8
3 L *K?1
6 23,'8
Temperatura mnima 24,2-">
Temperatura mxima 27,7o
Evaporagao era 2i horas ao sol 4.m6
Chuva 4,m3.
Direcco do vento SSE e Salternados de meia
noile ale 2 h. 24 ir. da manli ; S\V at o h.
18 ra.; SE ate 6 h. 44 m.: S com interrupces
de SSESSW at 9 h. +2 m ;ESE al 11 h. 53 ra.
da larde : S at 2 h. 22 m : S e SSW alter-
nados at 5 h. 03 m. ESE at ESEat 5,h. U m. :
SSE at 7 li. 00m.:S at 8 h. 16 m. SSW at
II h. 36 m.; SW at meia noite.
Velocidade media do vento 3,m68 por se-
cundo
Nebulosidade media 0,82
eoletira do porto
Pra-mar ou Dias Horas Altura
bai xa-mar
P. M. 2i de lr"arco 6 -23 da m. 2-3S
B. M. 24 de Marco 12-33 da t. 2'i
Passagreiros^Chegados do Norte no
vapor nacional Hrazil ;
Francisco Camiulia, Miria Bella, Miria Per-
petua, Joo G. Marques, Jos F. da .Silva. Vic-
torino B. de Figuire lo, Maria Luiza, Antonio
C. Filho, John Hildesliein e sua sanliora, Sa-
muel Ribas, Tliom A. Malta, Jos Alb-m.i Ma-
ueel Margal, Maria M" Cavalcanti, Augusto Be-
zerr, Dr. Francisco C. de Mesquila, Williames
Seal, Dr. Jos Cordeiro, Dr. Francisco A. No-
brega, Jos J. Lins de Albuquerque, Joo A. da
alada a populagao Conceicao, EstevSo Jos doCarmo e sua senho-
mpressionada com ra, 2 pracas.
Chegados da Europa no vapor inglez Atag
dalena:
Edward Kromer, Manoel Ribeiro, Arnaldo A.
da silva Moura, Joaquim O. de Almeida, Anto-
nio Garca de Castro,
ar Saludos para o Sul no mesmo vapor :
Manoel C. Rocha Andrade, Jorge tasso Ju-
uior, Dr. Francisco Joo Pinto, I irm e 1 cria-
po, Domingos S. Freitas, Domingos L. Mattos,
Abel Keyer Ortiz.
Chegados do Sul no vapor francez Bre-
tagne :
Jos Euzebio Simoas, Viviano B. dos Passos,
Amalia 'lavares, Esperanca Luiza da Luz, Au-
gustin Porgues.
Chegados da Europa no vapor francez
Portena :
Acacio Augusto de Mello Azevedo e Francis-
co Gomes Pinto.
Chegados do Sul no vapor inglez .Vite :
Manoel A. C. Arauha, Walter Eje, Antonio
C. da Silva Sanches, Sigismundo R. da Silva,
Coronel Bento Luiz da Gama, Augusto Severo
de Albuquerque MaranhSo, Francisco C. de Oli-
veira, Frank Taylor, sua senhora e I illio, Al-
varo e Cosme, Tred Williams Dbvs, Arthur
Dantas Barroca, Joo G. Pedroza, Prudencio K.
da Silveira, Maria J. R. Grillo, Antonio B. da
Silva, Miguel dos Santos, D. Grinaldi, Simo
Kstaynal, sua senhora e 3 fllhos, Joo Nunes,
Joo Geval, sua senhora e I filho, Luiza de Oli-
veira, Augusto Carlos, Clotilde, Luiza, Juliana
e Gertrudes, Arthur C. Coelho, Maria Coelho,
Joseph Lyon Fell, Polvdoro Bittencourt, Dr,
Joo B. de Castro Rabello, Agostinho Ribeiro.
John Murpliy, Carlos Gregory, Helena Reis,
Samuel A. Martins, Williames" Wuff, Sydney
Pance, Alfredo L. G. Williams, 3 llios e i cria-
da, Francisco Lopes.
aro metro Tensao do 11 nuli-
la O) vnpir dad:
737-.61 20,46 nG
758-,3 19.6 83
759-,9 (9,44 '%
7o7-,2i 0,UI 77
757-80 19,19 78
Casa de Detcnciko Movimento dos
presos da Casa de Detengo do Recife, Estado de
Pernambuco, era 23 de Margo de 1894.
Existiain 474
Entraram 4
Sahiram 6
Existem 472
A saber
Nacionaes 430
Mulheres 9
Estrangeiros 13
Mulheres 0
Total 472
Arrasoados 422
Boas 398
Doentes 19
Loucos 9
Loucas 0
Total 422
Movimento da enfermara :
Tiverain baixa
Tiburcio Kerreiro da Silva.
Ilerculano Jos Leite.
Teve alta:
Aatonio Paulo Ferrara.
Hospital Pedro II -O movimento desse
estabelecment cargo da Santa Ca a de Mi-
sericordia do Recife, no dia 25 de Margo foi o
seguinte :
Existiam..... 728
Entraram..... 13
Sahiram .
Falleceram
Existem .
------ 741
5
2
730
------7J7
QE. C. B-'iri 4 1-iu). 10 SMrrutM cum i.iuo
kllOS de asquear feraoco.
M. VtecsM, 21 Oarns com 840 litros d- vn gre, 60c dita- ir (95 i-os de c9jiI6 e 6 ditas cn60
Jiiis de cogiac.
ra Macao, rarregod :
M. M. a* Oort. 6 oarncas cm 360 kilos de
asacar rctiOio e 6 anas cjuj 45r} duus aa diu
D a .c.
Ni barcac ti ajaby*. para Parahya, car-
regaram :
A. Meides, 300caitas coa 6,600 kilos de s-.
Do.
. Souza. 60 <-alxas coro (,380 kilo* d saoSj.
Ha fcarcaca Lida Rjs, para MaceiO,
carregoo :
J. 8 i za. 21 nxt* coas 4 915 kilo < de sabn
" 1J duas cooi 130 niio oe eabnetes.
Ni barriga Poaiezinua*. para Macei,
a'-eoa :
I. Caaoso. 70 cuxas com 560 litros a-, ge-
oeora.
i ba-caga ? a-nisca 0^ta7la>, p:ra Pi
lar dr Alaoas. <:arrou :
J Cardo o, 0 caixa< com iOJ litros le gs
oeora.
Foram visitadas as enfermaras pelos seguin-
tes mdicos .
Dr. Barros Sobrinho, entrn s 6 da ma-
nila e sahio s 7 .
Or. Malaquias, entrn s 101/4 da raaub e sa-
hio s II 3/4.
ir. rerardo, entrou as 9 da manh e sa-
hio s 10 3 4.
Or. Arnobio Marques, entrou s 9 i 2 da ma-
nh e sabio s 11 1/4.
Dr. Lopes Pessoa, entrou s 9 3/4 da manh
e sahio s 0 1/2.
lr. Vieira da Cunta, entrou s 10 da ma-
nh e sahio s 10 (|2.
Dr. hastos de Oliveira, entrou s 9 3 4 da
manh e sanio s (O.I/2.
Dr. Tavares de Mello, entrou s 10 i/2 da ma-
nh e sahio s 11 1/4.
Dr. Nunes Coimbra, entrou s 8 1/4 da ma-
nh e sahio s 8 1/2.
Ajudante do pharmaoeutico, entrou s 7 da
manh e sahio as 4 da tarde.
Hej'U uo i>riadO
0o Ideo a* 2o
I20:86M471
18:7574955
339:0(9 4'0
Scmma total 1,855:3354-'3<
<*U'"i seceoaa AlfaadaKa da Paraam n : i.
26 da JVgj ae 1894
O chele
J. Giocalvea da Silva.
O tbesooreiro,
Lais Mauoel Rcdngnes Valeoca.
PERNAMBUCO
i Recebida as sdalas
o seguinte resultado :
Do di 2 a
dem d
tKJlFa
ti
26
UHAINAiia
45:1394 i37
2.7414835
47.981 1372
PAUTA DA ALPANJS3A
."ALORES DAS UBBCADORIAS NACIONABS SDJEirAS A
DIBBITOS OS KXPJBTAQAO
Semana de -6 o 1 de Abril
RECSSSDOtlA O ESTlO
Do da 2
dem >i
> 24
t,
f4:757.8ia'
3.33)4531
58-liiU'
Agaaraeate caohiga, litro.........
D:u de'tiiada uo aicool............
AUodao en rama, kiiag.........
Arros co u casca, dem.............
assdcar oraaco, i lora.............
Dio maciwuo, dem............
Diu reinado dem...............
Batjos de mamoaa, dem........
Borracca de lojte maagabeira, dem
Cacao, dem.....................
ile bata, dem.............
334
543
720
120
380
lu
. 453
(30
14610
800
24000
Dito es;, i na oa restolho, dem........ 14900
Dito ojjido iaem................... 240<>0
Ora em vas, dio.................. i4O0
D ta veg-tai em bruto, kilo........... I40OJ
Carogos oa semeoie* ae algodto, dem. 49
Carrapateira Carnauba ilem.. .................. 9o0
Carvo e peira. tonelada........... 30;OOJ
Coaros seceos espionados, kllog...... 755
Ditos ditos salgados, idem........... 715
Ditos ver-Jes, dem.................. 13
Coorioho ao........................ 3400O
Cocos em casca, eento............. ItljUJOO
Parraba e maouo:a, lit............. <0
Graxa sebj, kilog...........,. .. 700
Geoebra, litro....................... 480
Jaoorandy ifolna). dem............. 800
Meioa oe ola, valer oomiaal.......... 74'JOJ
Mel de tanque oa mWagj. litro........, 170
Milaa, ktio^r...........^............ tic
Pelles de cabra em cabello, valor do
eento............................. t9J*
I-lem de carueiro eo cabello, valer do
cenia.......................... 1504
SemeatedecaraatitM por kilo......... c>0
SaDo, kilo............-............. 400
Sebo em rama, kilo .. ...... ... 720
TaUiaDa madeirai kilo............. 40
Tabosa de aa'relio, dosis............ 1604000
esiltaai(a panu
as m uag-j aa 1N4
Ai/aaa>SB
nuda caral
Oo 'la a 24
-.26
1.307 atuja*
IO7:79ifa0b
1.4'5 711 103
tsercftdn llualelpal de
O movimento deste aereado
Maig foi o seguate : Bair-iram.
30 beis pesando 5,216 kilos.
175 kilos de peize a 20 rs.
8 compart. com mariscos a 100 *s.
5 ditos com camaroes 100 rs.
3t columnas a 600 rs.
t carga* com eallohas a 500 rs.
3 cassaaes com galinnas a 200 rs.
3 cargas com fractas a 300 rs.
20 carcas com farioha a 200 rs.
8 cargas com fejo a 200 rs.
4 carga com macacbeiras a 300 rs.
( carga com laraojas a 300 rs.
6 cargas com gerimam a 300 rs.
4 cargas com melaacia a 300 rs.
12 cargas com mil no secco a 200 rs.
49 logares a 200 rs.
40 sainos a 200 rs.
11 comp. com snt'jeiros a (4
8 comp. com soraeiros a 700 rs.
9 comp. cj.m fressaras a 600 rs.
34 comp. com comidas a 700 rs.
53 como, com faseada* a 600 ra.
46 comp. com verduras a 300 rs.
7i comp. com farioaa a 400 rs.
i comp. com taUos a 24
. Voa
no da 24 de
3450
480 J
45UI
181600
340-<>
49J0
910
440.0
U'JOO
14200
430i
I48-
i42<)0
24i'(i
94800
84000
t(00<>
546O0
54400
234800
3I480G
134800
284100
684OOO
e apuradas deram
Francisco Manoel da Silva 249 votos,
da aascmblca Seral da Com-, Grac,1,a" Octavila Croa Martins 238
panhia de Drogas c Productos vot08 Dr- Jos Marcel rao da Rosa e Sil-
Chimicos. va :197 votos, Louren^o Gonsalvea da
Aos 7 de Margo de 1894, ao raeio dia, Suva 51 votos, Carlos Pinto de Lemos
reun.dos no escriptorio da companhia, 21 votos, Jos Gomes Ferreira Maia 11
ra Mrquez de Olinda n. 24 os seguin-
tes 5rs. accionistas:
Carlos Pinto de Lemos possuidor de
cem accSes, Grac liano Octavio da Cruz
Martins da eento e doza, Jos Gomes Fer-
reira Maia de cincoenta, Antonio Sette
Jnior de trinta e cinco, Francisco" Ma-
noel da Silva, representado por seu pro-
curador Antonio Sette Jnior de duas mil
duzenta3 e trinta e nove, Paulino de Oli-
veira Maia de cincoenta, Dr. Jos Marce-
lino da Rosa e Si va de cem, Banco Emis-
sor de Pernambuco representado por sen I
director Jesuino Alves Fernandes seiscen-
tas e duas, Joaquim Santino de Figuere-
do por si de cinco accoes e como procu-
rador do Dr Jos Maria de Albuquerqua
Mello de quinhentas, Banco de Per-
nambuco representado por seu dire-
ctor Thomaz Comber quatro mil e oito-
centas, prefazendo o numero de 8593 ac-
ges com 259 votos, foi acelamallo pre-
sidente da assembla geral o Sr. Thomaz
Comber, servindo de secretario o da dire-
ctora Graciliano Octavio da Cruz Mar-
tins ; foi pelo mesmo Sr. pres dente de-
c arada aberta a sessao, visto estarem
presentes e representados accin stas pos-
suidores de mais de um quarto do cap tal
da Companh a, e urna vez que o fim da
presente renniao era, conforme foi publi-
cado nos annuncio3 de convocajao para
proceder-se a eleieao da directora da com-
panhia ele accordo cora os estatutos ult -
mmente re'orinados.
O secretario da assembla geral na qua-
lidade de director gerente interino da
companhia aprasentou a cartidito de arohi
vamento da acta da sessao de 16 de Fe-
vereiro com a compatente verba da Junta
Com inercia I, e bein assim a certidao de
achar-se archivado no Registro
exampiar do O'-uri de Ptrnambuc
foi publicada a mesma acta.
O mesmo Sr secretario uzando da pa-
lacra que lhe foi concedida, disse que :
havend'i anteriormente dous directores re-
nunciado seus cargos por motivos de 1110-
lest ti, restando somante na effectividade
do cargo para qu tinha sido OJAitO na in-
stallii^ao da companhia, devia expirar o
sen mandato ro fim, do anno de HG, mas
que devendo a companhia com a reforma
de seus estatutos pasear por ama eoiuple
ta transforma9"w, por quanto tinha sido
modificado o seu cap.tal, a teradas as dis-
posicoes anterioras sobre div sao e appli-
cacfto dss lucros 3 sobre o modo de r.r
adminstrala, que elle abra railo do di-
re to que tinha de continuar em um dos
cargos da directora para que a assembla
geral tivesse plena 1 bardado de escolha
elegcndo urna directora e qus lhe paro
cesse mais conveniente ; pelo que propu-
nha que a eleico fosse de tres directo-
res :
O Sr. presidente consnltou a assembla
se ella acceitava a proposta nos termos
que acabava de sor feita pelo secretario ;
a assembla responden affirraativainente e
por uaanimdade de votos.
Em sega da o Sr. presidente ruandou
proceder a chamada dos Srs accionistas
para votarem em tres directores na forma
das estatutos.
votos, Romualdo da Si va Braga 10 vo
tos ; em virtude deste resultado o Sr. pre-
sidente proclamou directores da companhia
aos tres primeiros.
E por nada mais haver a tratar, o Sr.
presidente levantou a sessao.
E eu Graciliano Octav o da Cruz Mar-
t.ns na qualidade de secretario da assem-
bla geral, fiz lavrar a presente acta e as-
signo.
Thomaz Comber.
Qrac-lia-io Octioio da Cruz Martins.
Garal o
, cm que
lisas Jardian, equiparara 25. em Uscru,
a Btackbir.! & O
Rio de Ja ii-i gaerra sneric.uo D^tra.t de 2 00
tooaUd^, i'Onannd.tj capiS) e r.
((ata W. H. BrowHou, oquip*gem 2j0
csr^a niHr.ii,o a.
Vloss ir \ das, h ata QAciioal a Vi 'to
ria> da 6(3 toneladas, mestra M>ooe
Trhjano da Sihra, equipagam 5, C4r*
'bros ger e oe, a Manoel Jjq um
Prssoa.
Nuv os entrad>s no da 26
afaeio 9 dias, biate nacin il Crraio
do Nata! do 60 toaetaJaa- maste Jr-
qum Honorio d* S lfcrs, equ;pit-"
5, carga varios gneros, a Manoel J a
quim Pessoa.
Navios sMdos no mesmo dia
ti A. (loglaterra) barca noruegaease sP.a
las epito O. J. Pederseo, ca^g
assnar.
O'-siroag)
lili houre faaida no dia 25.
Reodlmentos o dia 1 a 23
2*643 0
5 636460'
5.8824900
Precos do da :
Carne verde de 400 a 900 rs. o kilo.
Sainos de 900 a 14 dem.
Caroeiro de 14000 a 14200 ideo.;
Parraba de 800 > 600 rs. a cbil.
Milbo de 800 a 600 rs. a cala.
Peliio de 24000 a 34000 a cala.
B'calhao 700 rs. dem.
Xarque 900 ti. kilo.
Movimento do porto
Naoios entrados no ata 25
Hasaborgo a eaoala15 diaa, vapor alla-
nto tCintra do 1672 toneladas, c>m-
aaaadaoto Tb. Saiobarlich, eqaipagem
50, carga varios gneros, a Boratel-
aaann 4 0.
Saotoa8 diaa, vapor aflea Delajabro
da 812 toreladss, ooanacoaata Wil-
-\"avlo9 esperado*
Da Rio de Jiaeiro
3jrca susca Monnor.
Lugar americano Jjsepo W. Fjst;r.
De Pelotas
i '-ho i.llenao A 1-lheU.
Patacho aemao Rostal.
Lsaar instes Aurora.
Patacno UolUO'ieE Atieac.
La^ar purt-'uet Cofia Libe-
p4iac' P.tiKbo aliemao Otto Graf stoberg.
Luga' ponnuer Msrinno VII
De Hamborgo
Patacho ailemao Hamburgo.
Harca noruega Liv.
De Fleetvood
Sarca noruega Gattica.
De Londres
ii'd ooroegueose ViKiug.
De Cardiff
Barca noruega Stjoley.
(inrea r.orawi* Soeces-.
B Brea sueca Ha-ranea.
3arca norueg* Galatbps.
De Table Baj
Lurar lagles A.batross.
Da Terra Nova
Lagar i; g es S ella.
Vapores a entrar
Maa ue Mar^oj
J.ibaatao. do orle, boje.
Jordnoan, do sal, a 27.
Ooienaie, do sal, a 18
La Place, de Saolos a 28.
empana, da Eu-opa, a 29.
L'aa. do sal, a 30.
Canoa, de New-York, a 30.
Bitoo, de Liverpool, a 30.
Marques de Csxlas*. do sol,a 30
Iberia, di Europa, a 31.
Vapores a sanlr
Mea de Margo
Sal, Santa P, boje, is 4 boras.
Para Bretigae neje, as i boras.
MjQ'cTldo e ase.. Hedoc, boje, is 3 hora.
Caira e escala, Beoerlbe, boje, is 3 boras.
Sanios easc, Cintra*. 28 is 4 boraa.
Bsrapa, Cordoin, 28, ia 3 boas.
8.hi se S. Francisco., 29. is 4 horas,
N w Yjrk, Cnleiidse.. 28, ia 3 boras.
Pari e ese. Rio Formse, 30. la 3 boras.
Vtip*r'0 e efC'la,*Iber1, II, if 2 hora.
MUSIC1ANA
EPHEMERIDES LYRICAS
27 de Margo
1799-NascMDento do componisla francez Ja-
cques PraiiCw* Tromental Elie Hulevy.
1819-Em aples, no theatro S, Cario canta-
se 3 Ermiom de Rossini. 1
18J9 -O maestro brazileiro, Carlos Gqmc3.
apresenta no Scala a sua tereeira opera .Hara
Tttdoi:
(892Em Pologna. canta-se a Carmen fazen-
ilo a parte de bscamillo o barytono Pozzi, da
companhia S.msone.
1L BARBIER DI SIVIGLIA
Carlas a Sansonc
Volto do theatro verdadeiramente enthusias-
nado pela Fons, o soprano-leggero. que em to
boa hora V. con'.ractou para stta companhia.
O capo-'acorj do grande inestrc dos mestres,
a quein o profeasor Giovann Masuito, no seu
livro Maestri di nottroseclo chama Cijno di
Pesan, una dVssas operas que muilo me
agradan.
"a primeira a ultima nota olla me tras sem-
pre (tiento, c quanto mais a ouco. vejo que bem
ru/.o tinha Rossini quando conversando com o
seu amigo Cario Scvurini, o director do theatro
italiano de Pars lhe allirmava ... alia ma
msica non si ilorme Muito mulnor que eu,
V. coabece tolas as peripecias por que passou a
opera cantada bontem pela sua companhia, quan-
do em 18 G, Rossini apresentou-a 10 publico
romano. V. sabe que a primeira vez que se
cantn u Barbare a platea do Argentina recebeu-
0 con enorme pateada.
lira costume nos thealros italianos ir o com-
ponista dirigir iris tres prjneiras representa-
(;cs, a orchesliM. V. nao iynora que Hossini
sabia perfuitaneate que urna boa pane do pu-
niico romano, os velaos ditectaates, tinham jul-
ido s evo ra nenie a audacia de um joven que
ouaava competir com t'aisid o.
it director do theatro ti(Mia imposto 1 Rossini
o libretio, e de ludo que elle linha ohlido, fi^ra
apenas que aradasse es trechos d( Paisiello,
suhslituiido um terzet.o por um duelln, e um
qaartelto p.ir un 1 araS> A aria da calumnia era
a nica (jue Ito.-sini nao poude evitar. Beau
marchis fez algumas concesses ao maestro,
depois do grandes discussOes. Era precia.) fa-
ser Fgaro cantar;com Rotint, trechos que mui-
to deveriam divertir o publico,
Rossini apresentou-se no ibcatro com urna
grande sobr"-casaca de botes dourados, que na
opiniao do allaiale ia-llie muito bem. 0 maes-
tro achava-se a gosto.
O publico do Argentin-i, porm. nao concor-
dava muito com o allaiale. noin rom o maestro,
e quando esto entra pela orclio/tra exila grande
liilaridade. Todos olliavain Rossini collooando
o lonco a bocea para impedir gargalhadas.
AsaiOi teve comeco a sinfoaii. Ao levantar o
panno, os artistas estavam oin scena aiwuslados,
ignorando quem provocava a lnlaridade. Ros-
sini conservava-se impassivel.
Tudo rellectia sohre o maestro, Garca fazia o
Almadia ; na sua qualidade de hespanhol, sa-
liendo locar luandolim como nm amante 110 tem-
po de Isabel, elle mesmo se ucompatihava na
serenata.
Querendo abafar a lnlaridade que conlinuava
sempro, Garca toca liio forte que quohra todas
as coras do mandolim. Rossini nao linha
pianno na orc.hestra, e em vo grita va ao vio-
onceilo que fizesse accordes em pizzicato ..
O violoncello olhiva Rossini com um ar de im-
bocilidade impossivel. o publico cada vez ria
mais. O maestro j em estado de colora levan-
ta-se e coraecu a appiaudir Garda A entrada
de D. Basilio foi tamliem outro coutratempo.
Nfio sendo avisado polo rontra-regra. o ariisla
entra em Mena as tontas e zas... vai ao chao
quebrando logo o nariz O publico ao principio
nada comprehendeu, suppondo a queda como
parte da comedia.
A calumnia foi cantada com utn fluxo de
sangne.
Comecou o publico enlao a azer silencio; j
nao pensava mais no habito de Rossini, neni no
violoncello.
Mas nao licou ahi a in'elcidade de Rossini.
No comeco do segundo acto, um gato bravia-
mente satra en sceoa e viudo ao proscenio,
corneja com alguna curiosidade a observar o
candelabro.
As altercos dirigem-se para o animal: co-
mega um miado que anda mais espanta o gato.
Dr. litriol 1 d-lho lo grande pontape que o sa-
codc na exlremidade do theatro.
O galo volla e, passando sobre as pernas do
auditorio, causa grande confusao e vai se escon-
der em um canto da scena. lio una salla para
um Jado e quando o gato v D Basilio, comeca o
mi'-flo e assim foi terminado o espectculo.
.No dia seguinte a empreza annunciava nova
audicu do Harb.ere.
Rossini nao compareceu : deixou se (car cm
casa pensando as infelicidades da vesper.i.
Correu o espectculo perfoitamenlo, e d'ahi
comecou enlo. a se conhecer o grande mrito
da opera, u pvo romano fazia passeialas gri-
tando i'ioa Rossini.
Nada d"isso houve bontem, e toda aquella ma-
nfostaQio que a platea do Argentina le? a Ros-
sini, coube a Fons. Nao me lembro vflr a pla-
tea do Santa Isabel to enthusiasmada.
Gostei do Percopo no .llmaiica, principal-
mente no duelto com Fgaro, "onde se ha urna
serie de semicolcheias dilliceis de serem ditas
por voz de hornera, sempre em movimento alle-
gro, e as quaes Rossini escreveu para conhecer
al onde chegavara os recursos do tenor Garca.
O Giannini upreseniou-se como um elegante
barbeiro que leva toda a vida a entoar hosanuas
al suo bel piacere, e que com a astucia de um
lino sevilhano, chega ao ponto de couvencer D.
Basilio, che la febbrc scarlatina c che debSe
andar presto, presto a Jeito.
Cantou de modo a me agradar, sobreludo
no duetto com Rosina*.
A parle que coube ao sympalhico Rololi oi
dita de modo a nada dci.xar a dse ar.
Quer no cmico, quer no vocal, elle soube ac-
cordar o pensamento de Beaumarchais ao de
Rossini, fazendo-rae lembrar assiro o verdadeiro
typo do D. Basilio, com que o Ilustre disci-
I pulo do abbade Matlei se apresentou em nm
pic-nik que lhe foi offerecido era Roma dous
das depois da primeira audicao do K-.rb'iere
Como V- vio, o publico applaudio contente
do modo porque canlou a 'Calumnia*.
O Dottor Bartolo*, Bartoldo, ou Brbaro como
para melhor se disfarcar cbamava o conde, nao
foi mal. Teve algumas occasiOes felizc?, como
na arla Manca um foglio-.
Anda guardo a impresso que a nns quinze
quinze annos deixou-me urna excedente canto-
ra que depois de se fazer admirar no Opera
Coraique- de Pars, como o nome de Mathde
Doupui, apreseotou-se no tbeatrinho de Santo
Anlonio, sob o nome de Eva Carlani.
Ahi cantou trechos de diversas operas entre
ellas a cavatina de Rosina, que como V. sabe
conhecida na Italia pelo nome dcirari del ri-
sotto, por ter sido escripia sobre a mesa de um
dos restaurants de Roma, emquanto o cosinheiro
preparava o predilecto prato de Rossini.
Eu nunca tinha ouvido ama cantora que tives-
se tanta vocalisaco. Pareca mesmo que nao-
houvesse cantora que a podesie eaeeder.
f
i
\


r
rsT^T'
Diario de Poroambnco Ter 9
/>
>.
Cora a a presen tapo da Fons, V. veio mostrar-
me que cu ainda nao contena aquella nitidez
e quel leggerogorgheggio particulareagli ucelli,
de que tanto nos falla o Cav. Lcone Giraldone
oa conferencia que Tez era Milao no auno de
889, sobre a Analise dclle Voce.
A Fous na verdade muito superior a aquella
cantora, e vejo-me obrigado, conesso, a o>que-
cer-me da cantora frunceza.
O seu 8opra!io-liggero vocalisa explendida-
mente, graciola eiu scena, e nossue unas no-
tinhas StaeeaUe, que entliunasiuain un audi-
torio, como V. vio hontem.
A cavatina fui d;ta coin toda a (locura de
urna Rosina; sendo intercallados, quer no an-
dante, quer no allegro, difficeis-abellimcn-
ti, onde alni de urna vo< muito extensa, a
Fons revclou xilHiade que no falla e ura per-
eito mecanismo de fusas c semifusas, notas que
a celebre Mine. Sonlag chama vales lyrans de
la voix.
Ainda raais elevada estove a exccucio da aria
da- Perle do Brezil -do coiuponista rancei Fe
lecian David, o successor de berlioz na Aeade-
mie de Musiquo de Paris.
O auditorio lo jo, a una so voz pedia bis,
para se certificar si era la voce che suonava o
si era ii flauto che cantava 7
E a repetigao do trecho foi lo perfeita, que
ainda me deixou indeciso !...
Antes de terminar, devoconfessar a V, que a
proporgao que ouco' as operas do seu icperto
rio, me convengo de que o Maffzzoli o regente
de orchestra que mais profeciencia lein revela-
do de quantos tem occui^.do aquelic honroso
posto no nosso theatro. K esta minha opinio,
com certeza, reaccionada por V. que bem sabe
tersido cantado o-Darbierc sem um s en-
aio.
A empreza era arriscada, c o M.iffezzoli com
toda a calma, todo brillio deu-llie ama execugao
esplendida.
Xeui todos poJe.n fazel-o. E' preciso ter m-
rito
Agora um pedido.
De.-e.aa que v. fizesse urnas matines
onde lose possivel onvir aliruma causa di! novo
Xao llie seria muito 'liffic.il fazer os seu* ar-
tistas nos mostrar as bellas arias d> -Falslaff,
alguraa cousa mesmo de Mascagm. de Masscnel
e outros.
Se V. me attf ndesso eu Iba prde ii que na
primeira a Fuc cantasse a polonaise do
Hanilet.
a passagem e nao recebora bilhete algum. Para
os que gauharem 1 001 ou somenie liverem
essa quantia bem como para aquelles que live-
rem de se retirar da cidade, e forga convir que
pode provir algum vexame da medida adoptada;
mas o que deve fater a Companhia para evitar
que isto acn lega 1
Emitlir bilhetes que tenham curso, diz o Jor-
nal-mas, essa emissao e i Ilegal, e criminosa.
Para que pois aecusa a Companhia por falla pela
qual ella nao respon-avel t umpre attender
as circunstancias, encarar a situagao como ella
e para julgar com justiga.
N.da raais desarasoavel, continua o Jornal,
que a prelengo da Companhia, querendo irapr
curso forgado e privilegiado as suas pas-agens,
dando-as em troco de boa moeda legal, mas, re-
cusando-as a resgalal-as, tirando Ihes, cm pro-
veito proprio, o carcter cou pue cinittio as.
Se a Companhia quizesse impor curso as suas
passagens, nao se recusara a resgaUl-as ; essa
recusa tem exactamente por lim impedir a cir-
culago dos bilhetes emittidos, apenas tolerados
pela necessidada de realisar o troco. Certa-
mente muito mais vexatorio seria dizer ao pas-
saciro tico com a sua nota de t000 para Ih'a
entregar quando me for entregue o prego de tas
passagem ou para Ihe dar o troco quando o ti-
ver -0 Jornal sabe pcrfeitamenle que nao ha
moeda legal para troco, e entretanto censura a
Companhia por effectual-oem bilhetes que deem
direito a transitar nos carros, procurando pelos
mcios ao seu alcance, evitar a circulago dus
mesmo< bhcles, tolerados apenas, repetimos,
pela necessidade de effeciur o troco.
Ma, diz elle, importa j grande favor receber
o publico us chamados lionds, como moeda di-
visionaria, para que dcilmente se suhmctta a
quera nao tem o direito de impor-lhe condiges.
A Companhia tem o direito de receber o prego
da passagem, pois que nao obrigada a trans-
portar gratuitamente; nao ha moeda legal com
a qual se possa etfeciuar o Iroco, caso o passa-
geiro pretenda pagar a passagem em moeda su-
perior ao prego devido ; nestas circaiustancas
tem ou na > a Companhia o direito de dizer ao
publico -nao podendo efl'ectuar o pagamento da
passagem com moeda de igual valor, darei cm
iroco iiilheles que som?ntc valerao como passa-
gem nos carros desta empreza ?
Se ella nao lem esse direito. tem o de conser-
var a sedula era seu poder para aaiantia da pas-
sagem devida, o que sera contestago. muito
nuil vealorio : sem recorrer a um ou a outro
desses expedientes, o transporte nos carros se-
ria ratiiito e ella nao pode ser obrigada a isso.
A Companhia nao impe a acceilagao dos li-
bretos; o< que nao luizcrem recebcl-os, munain-
se do prego da passagem, antes de tomar o born
e podera licar eertos de que nao os recebarlo.
Si impossivel ao passageiro ohter cem ou du-
zentos ris em nickel ou cobre para pagar a
passagem, com maioria de razo imnossivel
para a Compa ihia obler um ou outro metal para
com elle rcalisar o troco de todas as notas que
diariamente recebe.
Si pois o publico, constrangidamenie, recebe
em troco bilhetes de passagem. o constrangi-
mento nao e imposto pela OMnpanbia, mis pela
stluago do marcado no qual nao se enconlra a
mee la divisionaria mdispensavel para as peque-
as transacc'es. Tem a Companhia pelo seu
cootraeto obngago de fornecer essa moeda 1
nao tem, e nem pjdia ter porque s a Federag&o
tem o direito de cunhar moeda.
Atlendendo-se, portanto. s cir.mmstancias ar-
tuaes, impossivel, sem clamorosa injustiga,
censurar a Companhia por lof solhutado do go-
verno as pro.idencias em qu -sto, providencias
que foram porelie autorisadas e nao descricio-
iiariament1: adoptadas r el t Co npanhia, como | >
Jornal allirmou.
Tratando do pr.-.zo Bxado para o recebimento
nos bonds dos bilhetes emiltidos c ujo recoltii-
mento e indispensavel por terse verificado que
estavam send-i falsificados, diz O J ir mil que a
Companhia, como se fosse urna dictadura, an-
mncia o seu resgale a prazo deterrainailo, de-
cretando que de ento por dianle nao sejara re-
ecbidn* nos seus carros.
A Companhia nfro procedeu dictatorialmente;
o prazo de que Je trata foi lixado pelo Exui.
Sr govemador do Estado que, estahelece do o
procurou conciliar os iuteresses da Companhia
com os do publico
Aproveitando-nos da occasiao, lhe pedimos
encarecidamente que, attendendo falta que
ha de moeda divisionaria, insista, as conside-
rages que em outras occasiOes tem expendido
para que essa moeda seja fabricada por quem
tem o direito de fabrical-a e por essa forma
desapparega a falta de que todos justamente se
queixam.
Assim procedendo. prestar o Jornal um re-
levante servigo ao publico e a Companhia Ferro
Carril que soffre mais do que qualguer outra
empresa ou particular as consequencias da fal-
ta da referida moeda.
Recife, 21 de Margo de 1894.
Felippe de Araujo Sampaio, Gerente.
Convinha a Companhia e ao publico rccolher
a emissSo, porque ella'estata sendo falsificada
aquella nao poda ser constrau liria a pagar bi-
lhetes falsos, bilhetes que nao foram por ella
emittdo.s e assira quera os recebesse tena de
perder a i uportinc i era ben -fieio do falsifica-
dor.
O rceolhimento da cmisso era, pjis, i idis
pensavel.
Para chegar a esse resultado, mandou o gq-
veruo que os bilhetes sinentc fossem recebi-
dos nos carros dentro do prazo de 3(1 das, ti-
rando entretanto a Companaia obrigada ao res-
gatc dos que fossem apresenladoj posterior-
mente no seu escriplorio.
1) ir em troc hoafeM, o " mr'.' A" iii onde nide chegar o dr. arrojo pur i irle de iimu Empreza iue n j /'-
de e$emp4Uat.' f
No tem razo j Jim .1. Se a Companhia
recusasse pagar uo seu eseriptorio os bilneies
PURLICACOES A PEDIDO
ComiaiihiaFerroCurril de Per-
aamltueo
liilhctt* de boudt
A emisso de bilhetes de bonds, frocaveis
por diiheiro nao legal e apenas o goveruo a
tolerav por falta absoluta de moeda divisiona-
ria para as necessidade do commercio.
Entretanto a eiuissa de bilhetes que repre-
senten) o valor de urna passagem nos ca ros
desta tompanhia, aclia-st autorisada e.tpressa-
mente peloart. 36 do reg. de 18 de < ululiro
de 1875 expedido para execugao do contracto
de 12 de Feereiro do mesmo armo.
Em 8 de Margo de 1892, nttjjneoritrando ni-
kel para comp'rar nem mcsluo pagando dez
por cenlo, como*e.-tava pagando a Cuiupan' la
requereu ao governo permissao para emiltir os
bilhetes de bonds de que lallava o citado arti-
go do regulamento bilhetes que deveriam ser
destacados, dos hbn tos pelo conductor, para
evitar que circulassem como moeda, o que a
muitos p.e parecer bom negocio para esta
Companhia, na-, ienipre foi por ella conside-
rado um remedio extremo pelo perigo da fal-
siticagao a que licava exposta e pelo grande aug-
mento de traballio ene accarrelava.
Surgiram duvidas e reclamages por parte do
publico e o governo modilicou o seu acto para
permiltir que os bilhetes fossem aeslacadospe
lo oassagem perante o conductor.
Nao fui sullicieiiie esta providencia para evi
tar a circulago, como moeda dos libretos ; a
taita de troco rasela dia a da pelo desappa-
recimento do nikel e assim a Companhia foi
obrigada a emitlir bilhetes que, longe de Ser-
virem exclusivamente para facilitar a cobranga
das passagens nos seus carros, serviam -A todas
as empiezas de transporte, i.ompanhia do lie-
beribe e ao commercio em geral.
Da g ande < ireulago q e chegaram a ter os
bilhetes de bonds, proveio a falsilicacao dos
mesmos, falsilieaco que acaba de ser reconhe-
cida em juizo, por peritos nomeados ex-ogkc,
sem que esta ompauhia direcia ou indirecta-
mente procurasse int rvir no xarae.
Restas rircuinsiancias, havendo grande nu-
mero de nillietes lalsos, nao podendo a Compa-
nhia ser obrigada a pagar b Ihetes que nao f -
ram por ella emiltidos. pedio ao governo pro-
cidencias que acaulelassem os seus nueresses e
os do publico, pois que este eslava sendo expo
rado pidos ial-flcidorc*.
Foi por esse motivo auclorisada a cmisso
dos libretos de cinco c dez bilhetes. os quaes
s serviro para pagamento de passagem nos
carros e marcado o prazo de 31 dias para o
recebimenio nos mesmos carros dos bilhetes
anteriorme te emmidos
Estas dua providencias foram injustamente
censuradas pela Ilustrada redaegfo do Jornal
do Recife que em artigo editorial, tuntem pu-
blicado, discutio-as largamente.
Principiando, diz Jornal, que no a pri-
meira vez t c a Companhia tenia dar, em tro-
co, s notas aprescniadas nos seus carros, bi-
lhetes de passag.ns que s nos mesmos sejam
recebiiios e que desta vez as suas prolongos
vao mais longe, prohibindo, sob pena de perda
de direilo de passagem, separar os bilhetes da-
dos era cambio do papel legal e correle.
Eis a primeira censura : i
Com etl'eitoaCjmpanhia tem pretendido c
pretende que os seus bilhetes apenas sirvam
para o pagamento de passagens nos seos car-
ros ; essa pretencj, porem, nao i od ser con-
siderada um abuso pois que ella exactamen-
te a nica que a Companhia poda terpara ar-
recadar a importancia das passagens.
A falla de. moeda divisionaria tem sido reco-
nhecida pela redaeco do Jonnl aue em arti-
go ediioi ial j tratou desse assumpto ; a Co opa
nia nao tem troco em cobre ou nikel para dar
aopassageiro; eele por sua vez tambera nao
tem essa moeda para realisar o pagamento da
passagem ; nestas circumstuncias o que pode
fazer a i.ompaiihm ?
Emitlir bilhetes que circulem como moeda di-
visionaria? A le nao permute semelhante
emiss e nem n Companhia lera obngago de
lornecer moeda divisionaria para as transaeges
do commercio de lodo este Estado
Conseguintcmente emille bilhetes que apenas
ViUm romo pregos de passagens nos seus car-
ros E' isto o que fazera as Companhia de Ca-
vinffa e Olinda. vendendo libretos com um cer-
t numero de passagens. libretos que apenas
dilfercm dos emittidos pela Ferro Larnl ponue
este nao sao, como aquelles, nomieaes, aprovei-
tira a quem quer que os aprsente.
Procedendo assim a Companhia commette um
abuso, procura explorar o publico ? CerU-
raOseb,,he:on"lestacados dos bilhetes vendidos
ola Companhia de Olinda ou pela de caxang
hio tem valor algum e entretanto sao dados era
cambio de papel legal e correntc.
Se a Ferro Carril d os referidos libretos em
cambio de papel legal e rorrele, porque inao
tem moeda as raesmas condiges para azer o
troco ; quem nno quizer receber aquelles libre-
tos, somente dever procurar o carro se tiver a
importancia da passagem pois aue ninguera
deve pretender que a Companhia faga gratuita-
mente o servigo de transporte de passageiros.
Outros, que no a ompanhia, 5o os respon-
saveis pela falta de moeda divisionaria ; o Jor-
nal procure quem de direito seja o rcsponsavel
e contra elle dirija a sua aecusagao.
Na medida annunciada, diz o Jornal, basta
iembrar queum dos muitos desprotegidos da for-
tuna que viva de seu trabalho.pde, por capri-
chos'da Empreza, visto que alguns ganham ...
iiOOO diarios e menos, sendo forgado a tomar
o bond ver o resultado de seu Irabalho reduzdo na0 qUer emittir moeda que circulo, o que sim
a bilheies sem curso, oque venlicar-sc-ha igual-1 piesmente no pode fazer, porque a le me
mente com quem retira-se da cidade e tome o prohibe, porque a lei considera Wp um
bond para ir as estnges das vias-ferreas. ao >-ao podemos acreditar que o Jema
Elcicao de Ipojuca
Nao pretenda voltar mais a imprensa ;
mas o artigo do Sr Manoel de S. Alves
da Silva,publ cado na Qazeta da Tarde de
19 do corrente, tira rae desse proposito,
para dar uma ligeira resposta ao mesmo
Sr. Alves da Silva
Oeixando de lado o que ha de imperti-
nente e de desaforo, no referido artigo, e
que d a medida da boa v mtade que S S
me tem, e que eu agora co conhecendo,
responderei apenas sobre dous pontos que
se contm no mesmo artigo.
D z o Sr. Alves da S.lva, que insultei-o,
chamando de mentiroso e leviano, e que
ao chegar em casa do Dr. Silvio Pe ico,
ah encontrou-me contando < faganhas
eleitoraes, entre as quaes a de haver eu
guardado uma acta da elaigo de Afogados
para dar tempo a que o raeu partido fi
zesse um accordo com o Dr Jos Mariano,
sobre uma eleigSo municipal
Permita o Sr Alves da Silva que lhe
diga o seguinte :
S. S. lendo as duas respostas que do
a sau rmHo o Sr. Moreira Alves, ou nao
as entendeu, ou entilo, o que c raais certo,
finge-se insultado, procurando assim um
motivo para derramar contra m m toda a
sua bilis, apezar de nio ter, como presu-
me, o genio impetuoso
Com reh^So ao primeiro ponto, eu ape-
nas Jisse, que S S fra fcil em dar
aquella noticia, na ignorancia dos factos >.
Quanto a palavra leviano, S. S. nio
podia absolutamente tomal-a para si, por-
que at entao nao lhe cabia
J v, que o Sr Alves da Silva nio
soffreu insulto algum da minha parte ;
quer apenas comprar barulho.
Pelo que diz respeito a historia da elei-
cao de Afogados, ou S S. ouvio-me e nao
me comprehendeu, ou entHo, procurou, o
certas propor-
atirar-se contra
oatn bemfcitorias; ao paseo que o
baxi aitigaad i que senhor pos*
suiaor da partea do eogenho Victoria ooja
venda foi aonuociada.
En que a verdade qaem qaer que
ej*. pio ooatoaUr.
Eogeoho 3. Domingos =-= Porto de Pe-
drasAI* Trojano Cietro de Mendouca Pinti.
de passagem por ella emiltidos, a censura sena
procedenio ; mas no foi isio o que ella pedio
e o governo ordenou.
que so prohibi foi que, lindo o prazo, os
bilhetes continuassem a ser recebidos nos car-
ros, porque se isto se desse a circulago con-
tinuara a fazer-se pelo mesmo modo, embara-
gando o recol imenlo da emi so, proporcio
nando aos falsificadores occasiode conilnuar
a explorar o publico
Onde est o arrojo c o desplante de uma me-
dida, como a de que se trata f
Pens- c Jorml que se deve permillir que
continu a circulago dos bilhetes emiltidos
apezar da falsilicago ?
Nao imoortaria isto favorecer aos lalscado-
res que, por esse modo, longe. de solIVerem a
pena devida, aufeririam maiores proveaos do
crime pralicado ?
guando nao tivermos bonds antigos para pa-
gar a passagem, diz o Jornal, pagaremos em
pequeas notas que demandara troco, que nao
nos podem dar em li'ulo ue nassagens, perqu
s a moeda de curso forgado somos obrigados
a receber.
A todos aconselliamos, p osegue elle, que re-
cusetn taes titules, aos ricos era beneficio da
pobreza > da facilidade das pequeas compras
aos pobres em seu proprio bem.
A leilura (lestes dous periodos surprehendeu-
nos, pois forgoso eonvir em que a redacg'io
do J Jindl no tem razo para proceder, como
diz que proceder nem to pouco para acon-
selhar aos ricos e aos pobres que procedam de
accordo com o conselho que. ihes oA
Com elfeiio, com que direito di', elle, que
quando nao li.er l-o.ids antigos para pagar a
passagem, dar pe menas olas em troco das
quaes smente recebera moeda que leona cur-
so forgado. __
Aquellos bonds tem curso forrado ? Nao ;
entretanto a Ilustrad i re lacgo (lo Jornal e o
publico, criterioso como os recebeu constan-
temente, porque reconhecia que a Companhia
nao potia effectua: o troco cm moeda de curso
[oreado, porque nao exista essa moeda, e nem
to pouco podia fabrical-a.
Retirados da circulago os bonds antigos,
Silidi as nusmis as circumstancias que deter-j^
miuaram a sua acceitaco. porque recusar os
libi-jtos que a Companhia offerecj em sua sub-
stituigo r
Sj o Jornal dissesse que quando nao tivesse
d'aquelles bonds, no tomara os carros da Fer-
ro Carril sem previamente muiiir-se de cobre
ou nickel para pagar a importancia da passa-
'eni se elle desse aos pobres e aos ricos, esse
conselho, usaria da um direito seu ao qual ne-
nhuma coiitestacfio seria opposta ; mas declarar
nue smente recebe troco e aconselhar que g-
mente seja elle recelado em moeda que ten ha
que mais pro va ve!, dar
coe3 ao facto, para ainda
mira.
O Sr. Alves da Silva nio me conhece
bem.
Nunca fiz facanhas, e muito menos as
cont, como pode dar testemunho o sen
proprio rrailo, o Sr. Moreira Alves, se
quizer fallar desapaixonadamente.
Era conversa em casa do Dr. Silvio,
com qnara nutro relaco's de araisade ha
muitos annos, e onde ento se achara o
Sr. Aves da Silva, refer um facto, no
qual toraei parte, e do qual resultou um
accordo feito entre o partido conservador
e o Dr. Jos Mariano, relativamente a
uma eleico municipal.
Esta historia, que eu referia, nio a con-
tava cont uma fac.anha, era nada me de-
sairosa, d'ella podem dar noticia ao Sr.
Alves d-i Silva muitas pessoas que a con-
hecem inclusive o Sr. Moreira Alves, que
era como eu soldado do mesmo partido.
.Militando por muitos annos no extincto
partido conservador, nunca fui argida
pelos proprios adversarios de um acto que
me fizesse co>ar, e nao ser agora o Sr.
ASves da Silva, apezar da brandara de seu
gcn:o, que ha de me tirar a supposta mas-
cara, e me far perder a calma e o res-
peito que devo mim e ao publico
Vindo a imprensa provocado pelo Sr.
Moreira Alves, limitei-me a contestar a
noticia dada pelo Sr. Alves da Silva, nao
trazendo para a discuss&o d'e3te incidente,
ao qual S. S. e o Sr Moreira!Alves que-

/ ii III alfa^aMa*faa\
( RECOtDAgO ETtltNA ~)
/I
3* anniversario
Sobre o tmulo
de sua extremosa e sempre
lembrada irm e afilhada
I ni b e 1 i n a Au gusta
Gajo de Miranda
derrama urna lagrima de
saudade sua irmS e raa-
drinha Anna Urabeli-
na Gajo de Miranda.
! Recife, 27 de Marjo 1894
I
Protesto
il proceda
BOrto para embarqe.'etc, licando com excesso' at nem tiapMco que elle aconselhe seme-
de trisaaem sera valor. i ihante pnoeediineuto. ,
pira auem ganhar menos de i WOO diarios e, A cousiderago que nos mereco a illustrada
receber o proco dos seus servigos era moeda le- redai.ao do Jornal, obngou-nos a-ascrever este
decorreniTa medida adoptada naojroauzt- artigo era res|ioto ao seu editorial de Wdo.
ffwxMre, polMW'tile lera troco para papr co*.nt3. ..
O abaizo aas>gndo, p-oprietario do an-
uiente seja ene recemuo ". ^XT.^ST ho S. Dornio*. ita^o n-i m-nioip o
i)assa"em e aconselhar aos ricos e aos pobres tests eootr* oe di-r- d ? aoouooio pra
que tambera no paguem; importa o mesmo Teodt 0 ,0(jeoho Vieton ontr'ora Pos
que dizer que ir liara os carros da ^0Ma11'"11 tana, na parto m qae o propneUr'O do
' cuco Alvo da Sil v to oorrer pelara
preata desse E*tado e pela do da A'ago
qae pntaui* aetadt do ang^oho S. l)o-
miogoa, m.\ii* pertenoent-s exitusivameat*
ao abano Mtigoado.
O aerto que o mesmo Sr. Alves poseae
tli tomeoto terrenos ann-xoa ao eogenho
S. Dora ngoi a qoe nada posiae B fcbric
Verifioando qne as casa* de ni. 4 e 6
sit.s no Beoo do A Taya l nSo sa aoham
ao terreno que me pertenoo por compra
feita a fillia de FraDciseo Hermogeoes
Correia de Albnquerqae, e im bo torre ao
do sitio do finado SebeatiBo Corroa de
Albuquerque fie s-m eff-.ito a minha de-
olarayau oaend* au Diario de 5 do cor-
rete.
Recife 96 de Margo de 1894.
Basilio Magno da Silva Quimara.es.
SS---------------
Ramiro Looreiro Quedes Valente te-
guiodo para Portugal no paquete Nile
e n3o podando per eooommodos de saude
despddir-84 de todas aa pessoas que o
boorm c.'ta aaa amisade o fas pelo pro
8mt, off-jreoecdo-lhea oa seos aervicoa
oa Oidadn Ho Porto em sna resideooia,
jHiapo* 24 de Agosto n. 170.
.itro bim daolara qoe por especial fa-
vor tica cluroote saa auteoeia eoearregado
'tos seas negocios commerciaes referen-
tes H-auH oaaa comme-cial que oea^ pr^
oa irira sobre a iirms de Graimarles & Vg-
itjct-i sen to o Sr. Joaqaim Quedes Va-
len e a qaem ooostiCaio sea bastante pro-
curador.
Heoito, 24 de Marco de 1894.
f-am'TO Loureiro Guele Yalente.
Uolvi-raal na* ui apirlcncin,
i(].o lu.uo lofilivel nos reo rffcsitos, e o Ex
tracto de Aeieira Mgica do D--11 C. Brlaiol, o
a al, en pre^ulo qaer externa, qoer int-.-oamen -
tf, Kguodo o caso, om rmedlo verdadei'?-
mente aHomroBO r ara o allivio immeduto e
ora radical dos s'galntfs males :
Fxt-roos : machaca dlas, contosoes, golpes,
c>'tniu'38. feridai. tames ulceras. qaHiaia
loras mordidelai>, insolago, carbunclo, n-oo-
g6Js, de*locagOe, fractoras.eieort>ci^8, pIcjO?
ue insectos, paoi'igo, mal da garganta, aos
olhos e oovidor, r- ae dente' e d- cabega.
Iateroo8 : beuiorrhaeia polmooir. vaginal e
tal lumbiKO, atltcgiVs don ovarios, tonsilitis,
vomu-is oe aogae, vancosis, poxo', mal dos
Has, eri-eiiameuto e reteogao dx orina, leocor
rnea, diarrbea, ronca*, menrtroxgio ppnnsa.
conailn^co-'g. cuqaelacbe, astn-na e ca'.arrbo de
toda a especip.
E' latailivel, assombroro em sens pfcltos e
eup-cialiD'-nie edicaz em casos de aimrreimss e
rbeomatismo.
Noti
ice
I hereby notify that
a nieeng of the subs-
cribers to the Mission
to Seamen will be held
at Brtish Consulate on
Thursday next, the 29
th- instant, at 1 p. ni.
precisely.
British Consulate.
eernambueo, 24^
March18J4.
Ernest B. Williams,
Acting British Cn-
sul.
oorrida, 2 salas, 4 qaartoa aalXu ioterno
qoe serve de oosioba, mediado de larga-
ra 6 metros a 80 oeotioaetros e de frente
26 metro a 70 contimetros, precisando
de serio concertos, pe quaotia de.....
5.4O0J0O0, feito j o batimento legal
visto coao for a avallado em 6.0COfJOOO a
asta a segunda preca. Pertooea a Nee
tor Al ves Barbosa a outros e vai a praga
poresecaolo qae Ibea moran Antonio
Sosras da Mendonoa a Joaquim Franciico
de Britto.
E para qae conste passou-ae edital na
forma da lei.
Dado e panado neata eidade do Reeife
de Pernambuoo aos 26 de Margo de
1894.
Ej, Jos da Costo Reg Lima, esorivlo
abscrevi.
Jos Jalilo R. Pinto de Soasa.
THEATRO
Secretarla ao Toetooro ao itsuau, 2i de
Marco de l89i.
EDITAL
De orden do Iilm. Sr. Dr. inspector dette tbe-
sooro, (seo publico qoe o foroecimento de 400
tljellas e Igoal oomero de pritos, de looga de
japy, necessarlos casa de ueieogao desla capi-
tal, anoaoctado para ler lagar peraoie a sesso
da juma de faxeoda de hjje, ti;a transferida
para a prxima qaiota-feira 19 do corrente, ti-
cando ademe es Srr. coocorreoies qoe a pra(i
dos refer.dos offjrtos lera logsr ao meio d.
Serviodo de secretsri
Epsmtoooda* P. B A. de V.isroDcelioa.
rem dar propor95es gigantescas, conver- _
sas particulares e historias a teradas, que
nenluima relagao tem cora o ponto princi-
pal da questo.
Isto o que eu nao fago, apesar de
m ',<} geiio impetuoso.
tudo quanto me cunipre e devo res-
ponder.
lpujiica 24 de Margo de 1894.
Jos Ozor'o.
ED1TAES
jui>
de
O Dr; Mareos Taltio dos Res Lima,
dos Fnitos da Paeenda Manieipai
Pdroambaco, ete.
Fs> saber qae no da 2 de Atril pro-
zimo viodoaro em aadieceia publica deste
Jaiio se ha de arrematar por venda o
seninte :
Um torreoo a roa do Mrquez do Her-
v1, fruesa de SSo Joa, oom 21 me-
t oa e 50 ceotimetros de frente, avahado
cada palmo em cinco mil res, o jo ter-
:e.-io prrtence a Osear Destibaoz.
Um terreno a roa do G.a tregueaia de
Su. Jos, com 22 palmos de frente, e 200
palmos de tundo, frente para o Nasceote,
a lando para o Poente, avahado em cenU
e t-in a e dc-us mil res, o qial pertenue
% Miguel Archaojo da Crus Muob.
200 pegas de muga de barro avenadas
po v n"e mil reis, 4 ditas maiores por
doz) mil reis, 6 baldea de folba por dose
mil res, 4 babs oe tolh por oito mil
rea, 6 cxldeirSes de folba por nove mi
reis, onjectos perteoceotes a Pbilomeoo
loQooaocio de Miranda, em cojo poder
estSo a ra de Pedro Affooao n. 44
50 pares de botinas de couro de bi-
serr> para hornees avahado cada um em
dea nl reu, pertenoentes a Pilrio &
Maia, em cajo poder estfto a travessa da
raa Duque de Caaias o. 33, e a quem
fon-m penhoradoa como sacessores de
Frauciseo das Chagaa Mareurenbas.
E para que ehegne a ootiea ao eonhe-
cimento de todos p*0J-se o presente qae
ser publicado e afanad".
Dado e passado neata cidade do Recife
os 23 de Margo de 1894.Eu Alfredo
Diamantino de Torree Bandeira escrivto
o eserevi.
Marco luio dos Reis Lima.
Recebedoria do Estado
de Pernambuco
Edital b. 6
O adMinistrador da Recebedoria do
Ettado tas publico a qoem ioteressar
possa qoe, por determinado do Dr. ios
peeror do Tbesouro, 6oa proregado at o
dia 3 i do corrente o pagameoto, livre de
molta, da oontribnic&o devida palos sar-
vlcos da Recife Draioage Oompaoy, rela-
tivos ao 2. semestre do exerc.cio fiado
de 1893
Reiebedoria do Estado de Pernambnco
24 de Mareo de 1894.
O administrador,
Aff nso de Albuquerque Mello Jttst or.
O Desembargador Laii de Albaqnnrqoe
Martina Pareira, Presideotu do Conse-
lho Municipal do Recife.
F nioipi.es, de numen Dr. Augusto da Cos-
ta Oomes, Jos Xavier Carneiro de Bar
ros Campello, Dr. Assenco Maria Qon-
galves de Castro Mascarenh's, oorooel
Francisco Peiso Bouliireau, Dr. Tbomas
Ferreira de Carvalho Sobricbo, coronel
Francia jo Faustino de Britto, Dr. Fabio
da Silveira Barros, Alfredo FsloBo, Jos
Faustino Porto, Dr. Joaqun: Correia de
Araujo, Fernando Pe reir da Silva, J ,e
Prente Vi-nn, coronel Aodr Mara Pi-
nheiro e Feliz Pereira de Sanea e seus
immediatos emv.tos, am numero igual,
Jos de Oliveira Borges, Dr. E^ygdio
B. Montenegro, Jos de Asevedo Maia e
Silva, Hermes Diae Fernsndes, coronel
Cossy Juvenal do-Reg, coronel Tito Livio
Soaresy coronel Manual Googalves Fer-
reira da Costo, msjor Manoel Iooooencio
Menna da Coito,' ooronel Francisco Bo-
telho de Aodrade, Jos Oiss Alvares
Qoiotal. major Joto Pacheoo da Meuei-
ros, niajor Fraoeiseo ee Paula Mafra, e
capitSo Jos Antonia Vieira da Caoba
qae, no dia 5 do Abril prozimo, as 10
horas da manhS, devem comparecer no
P..CO deste Coaselbo, para o fim de pro-
ceder divislo do Maoicipivi eas secgSea
e eleielo das oommissSea de-alisumen-
to, nos termoa do Art. 5. do Decreto n.
184 de 23 de Setembro de 1893, qae re-
vogoa o Art. 2 da lei n. n9 de 1 de
Agosto de 1892, para o fi-n de restabele-
cer o disposto a* Art. 3." da lei n. 35
de 26 de Janeiro de 1892.
E, para constar, mando qae o presente
sdital seja publicado na impreosa e ai-
lado na porto da entrada do edificio em
qae fu occiso este Conselho.
E ea Cicero de Vaieoueltca Cesar,
official roaior, o esorivi aos 25 de Marco
de 1894.
O Presidente,
Desembargador Lua de Alooqaerqae
Martina Pereira.
DECLARCOES
O Doutor Jos JuliSo Uigueira Finio de
A'ousay /uta de Direito da Fazenda
Estadoal de Pernambuco etc.
F.a saber palo presento qae no di* 6
de Abril,do corrente snao se ha de arre*
matar por venda qaem maia der eos
preca puolioa deste jaiso o obrado de 2
andares n. 52 roa dos Gaerarapes, tre-
gueaia de 8. Frei Pedro GongIvs do
Rsoife, tando o audsr torreo 3 portas de
frente sendo a do meio larga e outra qoe
d entrada para o andar saperior, dividi-
da em nmaQoagne oom ama porto larga
a a outra am habitacio, oom 8 salas e 5
pequeos qnsrtos, quintal marsdo oom 2
qasrtoi, oosioba pmpria inatilisaas; o
primeiro edar, oom 3 portas de frente
veranda da farro corrida, 2,salas, 5 qnar-
tos e oosiaaa, interna ; o segando andar
com 2 po tos da frente, veranda de ferio
De ordem do Illm. Sr. D-. inspector
deiu repartiglo, e em camprimeDto so
ordenado por 8. Eze. o Sr. Dr. Gover<
oi-dor do Estado por officio de 13 do cor-
rete, convido ao Sr. ez-teneote do ez-
tinoto corpo de polica regional, Mantel
da Silva Barros, para no praao improro-
gavel de quinao dias, contados drgta data,
vir oa mandar reoolher ao cofre deste
Thesoaro a quantia de 365300, da qual
reaponsavel, por lhe haver sido entre-
gue pra pagamento do sold das pregas
do referido edrpo destacadas no munici-
pio de Triumpho.
Secretaria do Thesoaro do Estado de
Pernambaoo, 20 de Marc. > de 1894.
Serviodo de secretario,
Epaminoodas P. Bandeira A. de Vas-
ciDC"lloa. ^
Gremio dos professo-
res primarios
assembla geral
Nao too o compasee do unmero legal de so-
cios ns primeira convocago fe a para o oia 15
io correte, aQm de pruceder-se a pligSo do
novo cooseiho qoe deve dirigir esta siciedade
no presente sooo, de accorao com o disposto
ooj arts. 59 e 62 de nossos eststoto', convido de
novo a tolos os consocios a se reooirrm na sede
social qolota-feira S9 do andante mes, aj i i
Horas da manba, para em snenhli geral tff-c-
loar e a r-fenda eleigao. m
hecife, 16 de Marco Francisco C'floa da Silva Prsgoso.
Banco de Crdito Real
de Pernambuco
Asscmbla geral
Os Srs. aceioQlstai sao coovtdad3s a reno I-
rem se em assemblea gertl ordltarla no di S7
do corrente, so meto dts. oa sed* do naneo, a
roa do Bom lesas n. 16, fim de ibes ier presea-
te e jalesrem o rotatorio dss operasfles do aooo
de 1893 e o respectivo parecer ds coomissio
Bacal, e bem intm, procederem s eleielo deits
commisilo qoe tem de foncclsosr no snoo co-
rete.
Redas. 9 de Marea de 1894.
Leis Dnorat
Secrelsrio,
Grande
COIPANOU LBICA ITALIANA
Em p re z a
G. Sansone
HOJE
Terc,a-feira, 27 de Vanlo
3* BSCITA DE AS3IGNATUSA
BAILE DE MASCARAS
Comedora o espectculo s 8 1^4
Boad* para todas as imitas e trem para Api-
pocos e Ulieds.
Correio Geral
Malas, a expedirse boje
Pelo vapor francs Santa F>, esta admiais-
Irago expede malas para o porto do KiO de
Janeiro, recebendo impreesoneoriiectos a regis-
trar at as 11 horas do dis, cartas (rdlnariaa
at a 1, oa at a entrega das malas com porte
duplo.
Administragao dos Correios do Estado de Per-
aamboco, 17 de Mirgo de 189i.
O administrador Interino
Deodaio P. dos Santos.
Companhia
Ferro carril de Pernambuco
Aviso
fiesta da' ficam enxDeosas a- visgens de 4.20
(Magdalem f e 4.S1 (Feroandes Vieira) (tos car-
ros pela xaoba, para Danbos de mar.
Recife. 25 de Mi-go de 1394.
Felippe de Araojo Sampaio
Gerente.
Junta Commercial
Pela secretaria da Joota Commereial
do Recife, se fas publico, qae durante o
perioio de 1 a 15 do corrente mes, foram
archivados os seguintes docameotos.
Contractos :
De Amaro Marques da Silva e Jere-
mas de Paula Lima, sob a firma social
Marques & Lina, para a compra e venda
retalho e eoa gresso, de fasendas e mo-
das, no estaheleoimento denominado (Es-
trellas d'America t, sito ra Prime rod
alargo o. 12, d'esta c'dade, oom o capital,
de 18:000;>XMJ, sendo a sociedad em
nome col lectivo.
De Adolpho BslIcs e Samuel Esnaljr,
sob a rma social Banka A O, com o cs-
Dital da 20:000(5000, para o commercio da
compra, venda e coniignagSes de fumo
neta cidade, sendo a sociedade comman-
dits.
Dj Jes Mara d.i S Iva Fernscdes,
Jote Catamiro Vieira da Silva e Fraucia-
co Xavier Vieira da Sika, sob a firma
sccial Casemiro, Fprcandes & C com o
capital de 80:li733.0 para o fabrico e
venda de velaa e cuiroj objectes de cera)
assim como a compra e venda de quaes
quer artigos que conveaham a sociedad?,
ou eatabeleoioiento raa Duque de Ca-
sias d. 119, desta oidade, sendo a socie-
dade em nome colectivo
De Antouio Gemido C elco Pinto e
Jos Feruande< S.laa, sob a firma Coeiho
Pisto ce C, par a explora^So da fabrica
de lquidos spirituosos, sita ao Caes do
Apollo n. 5?, deata cidade, coto oatro
qual que- raa o de commeicio licito, qae
por accordo d< s associades for tantado,
sendo o capital social de 35:633(5990 a a
socialade em commandita.
Da Antonio de Britto Lyr, O.'^stes de
Aie-eio Cuoha e Vicente Ferreira Ama-
ral, sob a firma Britto Lyra O, om o
capital de 200:000(5000, para o commercio
de fasendas, no armasen sito a roa Ma-
oiel Piobeiro n. 47, na cidade da Paraby*
ba, estado do mesmo nome, sendo a 10*
ciedade em nome co lectivo.
De Jjaqoim Goncalvea de Asevedo e
Jos Goocalves de Asevedo, sob a firma
Joaquim oocalves dt C, oom o capital da
381:059(5385, para o commmeroio de fa*
senlas, no estabeiecimento sito raa
Maraes de Olioda o. 45, desta cidade,
cendo a sociedade em nome oolleotivo,
Em igual periodo foram registradas as
seguiutes firmas, ou raaSea sociaes, Mar*
ques & L ma Cnelho piato & C, A.
Vieira CJ., e Joaquim Gonyalves & C.
Secretaria da Juata Onaimerciat do Re-
cife, 19 de Marco de 1894,
O secretario.
Joaquim Theotoiio Soares de Ave lar.
Compaahia Ferro Carril de
Pernambuco
Aviso
No escriplorio cenirul u'esta Companbia, ao
Rio de Janeiro. f.>ram EO'teadas no oa 15 de
Margo correte 45 oDripagoes garantidas cojos
pwsoidare resldem o'esu cidaoe.
O rngate far se ha na orc^siao do paganento
do coopoo n. 23 & 1 de Aoril prximo.
Oariiares sorteadas
N8
NS NS NS NS NS NS NS NS
== == == == == ==
436 1301 13*7 1472 1545 17-12 1828 1922
1214 7 69 73 59 49 81 26
45 21 91 7* 61 H 97 27
39 'A 1442 1506 75 6<5 1903 29
95 36 43 33 1703 79 8 37
1947
84
92
Recife, 26 de Margo de 1894.
Felippe de Aupo Sampaio,
sote.
Recebedoria do Esta-
do de Pernambuco
Os abaixo asiicoado?, sientes cobradores des-
ta repariiclo, itissm aos 8r. cootrtbatetes qoe
do oltimo da deate mes ser definitivamente en*
cerrsds s srrecadfgii ooe esto laxen do dos
diversos Imoosios sU daaes retstivos so exer-
cieio de 1891.
Os qoe olterem, portanto. editar maiores
despega-, deverio eolenderse com os sbalxo
sstlgiados r o referido dls.
B-ifc, 14 de U.rco de 1M4.
iolo Bernardo do Reg Valones.
Maooel Val rio da Silva Gaiows
i
- *

"^KT\
7-rri
9 *"


HiMlKHlll
mmrim de 9m*umMt\innm^.Terga-reira fe ge Margo de 1S4
X
'
4
PUADO
u
10JECT0 )B INSCR^AO
Parca 13.a corrida que se realista no dia
de Abril de 1S94
I
i/
2/
3.'
PAREOConsolae 800 metrcs Acimaes de Pafcambuao en dSo
toaban g=nbn premios nos^pradrs de Recife. PBBMios : 250G0C co
primeiro, 50(5000 ao gagundo e 250000 ao terceiro.
Art. 5. Mend-go.
PAREO-Brico 1.200 metrcs Animaos pangas a pelludos. PRts
mos : 3C05000 ao primoirof 60$".00 ao segundo e 305000 r.o ter-
ceiro.
Art. 6.c Pctrcpolis e Atlan'.e.
PAREOPrae Pernamfeucano31.80 metros Hmdcvp. Ao-maes
r's quslqaer paiz. premios : 4035000 ao primeiro, 8O0OO rc segan-
do e 40)5000 ao terceiro.
a9CSOApollo 53 kilo, P!rr.pol(. 53 kilos Gnryna*, Atianto, Hajelttaoo 51
cutiros
kilc? cada tim e os demaia 46 koB ca^a na.
PAREO- I xa prensa Fnr fcT 1 "TTm J fandcap-
da Peraamouco. PrEsn, 8 : 3,0)5000 ao primeiro, 6000U as
e 3C$CC0 ao terceiro-
Anir^-ea
6tg.ia'd
58 kiloa cada
;6 klos, Plutao
cr, Pir&mcn e Pyrrampo 54
52 kilos e ca detraa 50 kilos
5.'
PCSOBisirark e Avectdreiro
kiloa cada um, Maurify
cada um.
PArEOAmerica 1.350 metros -
premios : 30O8GOO ao primeiro,
terooiro.
Art. 5. Bismarckg Aventureiro, Maurity a Piramon.
PCSO Pyrsstso e Plotlo 58 kilos, cada om, Triumpho e Hatruenot 5
Handcap Animaos de Perosrobuoo.
605OOO ao- segundo e 300000 ao
kos,
caaa os, Turco 2o e Dublm O kiioa c?.A* cxn, A'lV Slaper Tudo f;2 kiloa
cada am e oa demaie 50 kilos cada uc
6# PAREO Minerva 1.100 metros. Aaimaea de Pernarabnio. pre-
mios : 2000000 ao primeiro, oOSOOO ao agnado e 255000 *o ter-
ceiro.
Art. 5.. Oa do psroo Americ e asai PyYftolpo, Piutao, D.itLra, Trir.ropho,
Tuico, Aliy Stper, Tudc-, Nsbo&O, I<, Pgmeu, Huguesote, Ber ir,
Ssns-Souc e Hirou.elle,
7. PAREO- -Llosrdsde 50 metros. Animass de Psraambuco. premios :
251-dCOi ao primeiro, Oi&OCO ao segando e 25000 ao tur-
c.i ro.
Art. 5.* Oa do pareo Amrica Minerva e nuia Milaio, Pirata, Mr.cmeres,
Gaet, Sjepticiamo, Co'.osao, Regenta, Patchouly, Tenor 2' Frontn e
Mooro.
Observacoes
Nt-abom psreo se rea'isar s^m qae se insersvam e corram 4 animaos de o.
proprietarios dificrentes.
Os pareos Imprenaa Pernambucana, Amerira e Minerva nao contarlo
victoria.
Previne-se aos Sra. proprietarios que nao serao lidas as propostes que nao
forem acompanbadaa da respectiva i portancia.
A inacripcSo encerrar-ae-h terga-fera 7 do eorrento, aa fi horai da tarde
na secretaria do Prado a raa da Imperatris n. 26 1. andar.
Rtcife, 20 de Margo de 1894.
O secretario,
Jos G. S. fimti*.
rem simultneamente, cora despacho
director, para se inscreverem na meama
cadeir., no roesmo anno ou na meama
sene, guardar aa-ha a preeed-cc'a deter-
minada pela ordem alphabatica de seas
nomes.
E para qne ebegoe ao conhecimento de
todos oa interessados se passoo o presente
de accordo com aa dispoai^Sxa regalamen-
tares e aa do decreto n. 1159 de 3 de
Desembro de 1S92.
Secretaria de Faculdade de Direito do
Recife, 6 de Margo de 1894.
J. Tehsphoro da 8i:va Fragoso
Companhia de Tecidos
Paulista
As=embla
Pelo presente
Alfandega
terrenos de marinba en-
tre as ras de Santa Bita e Pescadores at
Circo PmUs.
De ordem do Illm. Sr. Dr. Inspector dest* re
pariigo, icodo iot Xavier Brrelo das nevei-
requerido tforamenu dos terreos demaitoba
nio beneliciado?, sitos entre ax mas do Pa r>
Moniz, Sania Rita e Pescadores at as Ciqc.
PoDts, fregu; ja de S ot esta cidade, e
margem do Rio Capibaribe, chamado a compa-
recer a esta re pa ti gao aquella que se julgar
prejodicado, atia te povar deotro do prao de
30 das, o direito que tem coro, relaglo ao afora-
Bcnto dos mencionados terreos. Fiodo o refe
rido p-pjn, neobama reclamagao ae'i scce ta.
3* 3-irao da Al'anrfega de Peroamotsco, 13 de
Margo ce 1894.Ocbefe
Lu Frederico Codeceiro.
Faculdade de Direito
De ordem do Sr. Dr. vice-director se
fas peblicor se fas publico que do dia 16
a 31 do corrente mes, se achAm abertal
netta secretaria as inscripgSes para os
exames dos cursos superiores desb F-t-
Oldade.
Pra inscripgSo em argoma ou era todas
as cadeirss d- 1.a serie dos cursos de
sciencias jurdicas e sociaes, o candidato
dever a.-tiatazer as seguintes condigSes :
1.* Apreseotar certificados de approva-
gio doB exames de portugus, trances,
inglcz ou allemSo (a vontade do candida-
to), latim, arithmetica, geometra, a'ge-
bra, trigonometra, geoi;raphia, historia
universal (especialmente do Brasil), pry-
sics e ch mica geral e historia natura!.
2.a Provar a ideotidade de pessoa.
3.a Apresentar attestado de vaccina.
Pora o cursa de notariado, devera a
pcsBoa que desejar inscrever-se exhibir :
CertidSo de haver sido apprcvado em
portugus, arithmetica, historia e geogra-
pbia do Brasil, satiatazendo tambem as
segunda e terceira c -ndgSea supra men-
ciocadas.
Para a ioacripgSo das cadeiras das se
ries seguintes o dlumco dever juntar
ana petigSo e. certidlo de spprovsgSo da
serie anterior.
Todas as peesoaB que quizerem inscre
ver-se, deverao dirigir um requerimento
ao director e pagar a importancia da taxa
qae ser de oitonta mil reis, por materia,
cadeira, arco ou serie.
O pagamento da t^xa para inscripgSo
do exame t d direito & eate na epoc*
em que tiver sido requerido. Assembla geral extraordinaria
O *lomno poder ser inscripto psra Sio convidados oh Srs. accioni-ta^ a se reuoi-
ami o'! rraia r.cries, o para urna ou al- rem em assembl>i (eral extraordinaria no da
gumaa cadeir? s, mas nSi poder prestar!30 do crrec"' albora da tarde, na *de da
. .__i____. _* j. .__r companoia, ra Jlarqcei oe Olinia a. 19, sm
exsme de qualquer materia de um., sene (de aellberarem sobre a relorma dos estatutos, e
sem ter sido npprovado em todas aa se-1 sobstimigSo dos litlos de obrigago (debentu
rie: f.:.teriores.
geral ordinaria
sao convidados os Srs.
accionistas d"ta coropanhia a comparece*
rem do dia 31 do corrente a 1 hora da
tarde, no paUcete da Asscciagao Com-
mercial Beneficente, afim de ouvirem a
leitnra do relatorio, p \reoer da CommiasSo
Fiscal, jolgarem as contas do anno social
prximo fiodo, eleger a nova Commissfio
Fiscal, deliberaren! sobre a sabstitoigao
das debentures do empreslimo emittido
por esta Companhia, de accordo cora o
determinado no decreto n. 177 A de 15
de Setembro de 1893 o finalmente resol-
veren! robre orna propo-ia da diraatoria
para o augmento do capital social.
Recife 16 de Margo de 1834.
J. A. Saraiva Jnior.
Director secretario.
COMPANHA ,
Industria de chapeos
Assembla geral ordinaria
SSo coQv.daio* os Srs. accionistas para se
i-euuirem em assetcbli geral ordinaria, no da
30 do correte, ao meio dia, nt> escnptorio da
compaDbia ra Mrquez e Olinda o. 19, para
o tim de julgar do relatorio e coatas do anuo
prximo udo, parecer da commisso Gscal ;
assim como proceder a eleigao da directorio
qae leru de func"or3r do doso triennio, e coto
mtssSo fiscal para o presente anno.
Recife. 15 de Margo de 1894.
Jos joi-quim Ja Costa Maia
Prt-sidt-nte.
Companhia Industria
de chapeos
Arsenal de Guerra
O cooselbo de comnras doste Arsenal recebe
r p'opnttas no ola 28 do corredte as 11 hora-i
da machi paia comnra dos rticos abixo :
-* Faienda
AlgodSoxiabo, neires
A'todo la B-hiH. dem
D to msela, il>m
Do ei fssfMff, dem
D lo xiscado, dem
Si eta &zol ie
li.i b-auco Bao, i'-eca
ko e.-coro tr.-incadJ. l'eoi
Brsmante ae li .O-, dem
8sea ecirriaiia. i em
Capo'es fe panno alvadio
ftaartia branca p<*ra cemiss
Gaogs pi.ra Clcbas, ltu
L"n SSeias ce i, pares
Mad3polao, aeiros
Mantas de l&
rticos pa a f. r^mcito
Bonets de orrcaiara para enferraeiros
Ditos Je fcrmaiora ara eperarios milila-
res
Ditos df serric nttrao psra operarios
mili are
Bo oes grandes de rectal aaiarello com
g ra":a s
Di i,-j_'das
P id rnvsc a de 12, li. iros
Kropps para artiltiaria
t-ertiraj ae coores pu'f-
ArBMBWato
Suarda frenos pa:a mo8que:o;8
Equio.Liieoto
: rrnca- p algoda> p.-ra pr g?s
[Bateas de eoara para Oncctos, pires
C'jatu oe olna
CuTin'.ra c.mpridas para capo'.es
Corr-ias CoaiprjdttS para m Mtmi a de folbi para 1 p'igi
Moibilas do bnu o^ado
O-cnettJaa
Palanca para cima ae me-ia
una para con de meca coto peso de 1
..r,cidj ote 10 kilos
I) !.-i i; liad cocm peto a 100 k los
Coosras ce laaca
U.'.as iie ferr ugatb?, ca.-as
i;;'.-'- de loigi, casaca
( o'beres de metnl para ct
DltSS do uieal para ropa
ol:t,-fs chelos de pa.ba
D;'os uc- tinta vegeta;
Dit de l barre^oda
Cau a de fero parj olii lai
Dita (erro par! pragH
Cacetras in oaarai^Ui
Diiao i e junco
^a? oe jnnro con assento te madeira
Oaa de jaeirjaaa
Dita de jai atandi com bragos
Congeles oe ] icaraoda
Cald^iras de Inri p*a 30 pragaa
D.ias de ierro pata 25 pra^an
K:- :l:-'-iG-'d va ios
Becarraaetfas de ferrj a^atba
'.s ada de corda
Dita de torda com 8m60 c 16 degros
Mi-a redonda de j .t-a.-a ..;a
Moiubos patine para caf
Marmitas de olna para coodu^o de comida
Ocalo de alcance
Oleado para cima de mesa
'raios razo, de ferro aga'ba
Pratos fuodos de ferro aga ba
Di es lur.do- de louga
Dos razos de louga
Ditos travessos a- metal
Dito* fon ios de folha
Ditos r.-zos de folba
Reloglos aroerlcau|s
S'aete com armas
Tijulos de looga
T a'esaeiroj ebeios de paiba
Duo." de cima vegetal
Ditos d la
laberes com aabo de os?o
Ditos com c; Lijs de Ierro
T ilbas oe barro
do | Urnas para ca'
U ioAs de lotga
Olios de ferro agalba
Arugos diversos
Cnineloa de cooro. pares
Veas ne composigao
Artipoi para escola
Ltvro de fystema mtrico
Compendios de pbysica por Francisco de
Paula Barros
Amigos para escripu'acSo
Aitestados de bitos modelo n 18
L'vro de proioroio n. 2
Dito de legidtro de obios termos modello
n. 3
Di) para pon'o diarlo modello o 4
Dita para assecumeato de empregados
modello n. 5
Dito de reeeita e despeza modello n. 11
Mappas norologicos, durante o trimestre
modello n. 13
Particip;gio ao registro civil, modello
d. 19
Obse"8g6p8
O p'opooentes depoi* de devidamente babl-
ados dev-raj apresentar as so>8 prop<.tas.
em duplica a, com refereicia a cada especie oe
artigo, couteodo Das mesmas o oome do propo
oente, a iodicg3o da casa remore-nal ea de-
clarag} de euj-iia'-re s multas ae 5 *0 do caso
de recasar a assigaar o contracto e cs.de 10 e 2o
l. de que tratam es arta. 87 e 88 do regulamento
-m vigor, e qoal o prazo i rpnrogsvol para a
ent ega dos artigos propostos
Nio eerao aceitas as propostas qae cao vie-
rem acompanbadas das respectivas amostras e
qae nao treux rem no sbacrlpto a especie do
artigo proposio, o Damero e marca das amos
tras apreeeotadas.
Secretaria do Arnenil de Guerra de Pernam
bnco, 21 de Margo de 189..
Jo- Francisco Pibelro Macbado,
Secretado.
1,508
15
236
1330
481
19
406
70
9
251
400
24
138
743
120
385
160
10
32
40
60
32
245
2
o)
114
48
738
79
fi
103
4i9
428
1
1
127
74
173
157
198
650
26
5
1
35
38
9
6
52
4
2
4
4
29-
50
1
2
1
2
5
1
12
150
194
403
354
10
35
35
2
i
31
808
1-'
1
118
357
9
4
11
24
106
100
14
24
100
1
I
1
1
1
100
100
Companhia Uziua Can
sanco de Sinimb
De ordem da directora iSo convidados
os '3rs. accionistas cesta Companhia
realisarem a 7 e ultima prestagSo de
Companhia Bahiana de Navega-
rn a vapor
20 do capital subscripto cu 40000 por Macei Villa Novp, Penado. Aracaj, Es-
aeg5> at '31 d i corrate no Banco de
Peni* buce rus. do Commeroio o. 40,
tr*S'M-.o na mesma cccas.So os recibos
prov:sr os das eutradaH {titas, para aeren
trocados pelos ttulos effuctivoa.
R cite, 1 de Mergo de 894.
O C. Goti,
Director teoretario.
COMPANHIA DE
Tecido de Malha
No i80do sMo possivel reonir se o coD8<-jb
i al otra dar parecer ssbre c tel^ago e eontss
qu- tiDbsra de ver aoresa tados & assembla ge -
ral. convocda pa^a 21 lo correte, a directora
i-3P frgara a adiar a rr.e^ma ccnvocaco p3'a
d cia 28 ueste mez. 1 tora da tarde, a raa de
Bo'j) Jezus n. 13.1" aooar.
Oompaohia de Servi-
dos martimos de
Pernambuco.
Do ordem da directora fago pnblieo qae no
rila 2S do -ore-'e, na sata da C mr.-nhia. I
i:or 1a tarrte. "'ra ngar o soriei" de q>iareDta
oDrigocOes pr5 p-jresta
Compaabia.
Recife. 2I de M-irgode 1834.
Dr. Manoel Por'ea Joaior,
Secretarle.
tancia e Babia
O VAPOR
Principe doGro-Par
Commandante Livramento

1
Nacional de Camisas e
RoupasB ancas
Va chamada derapltl
Sao convidad s os Srs. sectonisias a re^;53-
rem i 7*er,trana re capital na nzo de !0 P/q
ou SOjSO'O poraegao, >to da 10 ue Abril viu-
dou.o, ern mao d jtbssoureiro, roa de S. Fran-
cfcii n. 26.
Recife, 20 de Mi:ga 1894.
O secretario,
Aocuato Silva.
Comparta pemniubucna de na-
vtgafo
De ordem da dlreoiorif, convido 03 Srs. ac:io-
oisias a re n>nnirem as 12 b'-ras da manh do
lia 29 do Corn>oie, oa fde desta coo-panbia,
oara, em atseulbla geral ordinaria, s8iittirem
a leitnra do relatorio, tomarem cenbee meoio
da3 cor tas relativas ao anoo rindo e procederem
a eitigao da commissao de contas.
Bcriptoru no Recife. 14 de Ma go de 1894.
Sebastio L Guiuia'aes
Director gerente intenoo.
E' esperado dos portes
cimacte odia 30 de Mar.
go o depuls da demora a-
di3pensa7el ;egressara para
os mesmo^.
TjPara car^a, pa?saaeos encoameedaa 9 dinhei-
ro a frete, trata se coro o
AGENTE
Pedro Oso io de Cerqu^ira
Ra do Vigario n. 17
Xo andar
PaciOc Stean Navigalion Com-
pany
STRAIT8 OF rIAOELHAM LINE
O paquete Iberia
E' e;perado da Europa
at o ta 31 de Margo
seguin'o depois da indis
pen^avel demora, para Val-
parado coro es. ala pela
Bahia, Rio Janeiro o Montev do
Para carza. pa^sagem.encommenda3 e dinbei-
ro a frete trata se com oa
AGENTES
Wilson, Sons I C, Limited
10RA DO COMMERCIO10
O paquete Orenoque
Commandante fioardon
E' esparado' da Europa at
o dia
g4de Abril de t84
egnindo depois da demora neceasaria para
^oenus Ayres erro escala par
Bfchia, Rio de Janeiro, Montevideo e Bue-
nos-Ayres
FreviDs-ae tadaaoa Sra. reesbedores de mer-
caduras qae 6 se attender a rsciamagoea por
'alas, cse forem recoabecitla'' na occaaio d
lesearla dos volnmes ; e aoe dentro d 48 o-
as a cooar do d;a da descarga das a:varengas,
deverao azer qaaLqo^r reclsaiagaa coaceri.ea-
te a volumea qne porven'.tir tenham segarlo
para es port03 do saL afim de seres da das
mpo aa providencias aeaara : !
Roga-se aos Srs. paoa^ se ppreaeBta-
em ni vspera da efaegads dn vapor para tocia
s:u as suas pascagens.
Pra pass3gens, "car^a, frete e etc., trata 83
com es
AGENTES
H. Burle & C.
42Ra do CaaasssMM42
MUttGttliS am
Cnip8iial* 3Tiarac; 36
he
MaTeg. ?So a vsjior
rince Line o St^amers
ENTRE
Estada-luidos. Brzl e Eioda
Prta
O VAPOR INGLLZ
Romn :i! ince
COMPANHIA
Frogre^so Colonial
* Itiauaada de capital
De ic'fi-iw com o art. 5- dos estatuto?, con-
vido os Srs. acciouisias a re lisarem : qnarta
entrada de 10 0/0 sobre o capual subscripto ou
20OCO por acgo, a o uta 30 do corrtLte.
n a do Commercio o. 38.
Hecife. 15 de Margo de 1894.Pela Gompanbia
Prorresto Colonial
Dr. Josquim de A. Barros Guimares
Director secretario.
Banco da Bolsa
ASSEMBLA GERAL
Sao convidados os secbores accionistas a rea-
or se em aseembla ordinaria no dia 28 do cor-
rente mez, ao meto dia. ro escriptono de-te
bao.o, abm de tomarem coabecimento do rela-
torio. parecer fli-cal e comas do anno proxim
passado, e procederem nos dexais termes dos
estatutos.
Recife, 12 de Margo de '894.
P. J. Pinto
D. gerente.
Costuras do Arsenal
de Guerra
De ordem do cidado teoeote-coronel director
deste arsenal, distribue-se costaras nos das 26,
27 e 28 do corrate a,ez. com as costorelras
possaidoras das gulas de ns. 101 200, de
coaformidade com as orden- em vigor.
Secg&o das costuras do Arsenal de Guerra do
Estado de Pernambuco, 22 de Margo oe 1894.
Flix Antonio de Alcntara,
Capitao adjunto.
q&L E' esierac'o de N w York
O y e seguir depois da demora
necesaria para o
Rio de Janeiro, Montevideo c Baenos-Ay-
res
Para frete etc. trata-se com os
Consignatarios
Johnston Pater e Comp.
15-BA DO COMMERCIO-15
Companhia Pernamfeacaes fe Na-
vegado
PORTOS DOSUL
Sacei, Penedo, Aracaja' e Baha
O paquete
S. Francisco
Commandante Estoves
Segoira para os
porlos cima lo*
dlcadcs no dia
99 de Margo 8
4 Doras da tar
Recebe carga, encommendas, passieens e di
nbeiros a frete at a i bora da tarde do dia da
partida.
ES2RIPTOR10
Ao Caes da Companhia Pernambccara
o. 12
Linba r&goiar
Pernmbuc),
e Santos.
atre o
Bahia,
Rio
*e, Liiboa,
de Jaceiro
O
vapor campana
Co-amandanto Voicin
E' esperado dos portos da
Eoropa at o cu de
bk Margo fegoiDo depois da de-
.ejora ir,d speosavel para
Babi-., Vctor, Rio dfl Janeiro e Sa;.toa
Entrar co porto
Roga-se aos Srs. lasporUdores ao?c-?nlarem
dentro de 6 das, acornar do da descarga das al-
varegas qaaiqcer redamagao coTerrente a va-
!e"Mi que norventura tennam sejraido fW*
portoj ao se!. a.im ds ie poderom Uui- a lempo
as providencias ueceasarlas.
Expirado o referido preso a com; mala o8a se
reeporisabisa oor estravios.
Bexbe carga, airatar cora o
AGENTE
Augusto Labille
9R>a do Commoreio9
Austrian Liojd'aSteaiaNa-
vigatiou Corapaoy
O vapor Miatriaco
Pandora
E' esperado de Trieptre ees-
tes dias eegjlnJo lepis dain-
dipeasavel demora para
Rio de Janeiro e
Santos
rpara carga, passagens.eocommcndase dinbei-
To a frete : trata-se coa os
Henry Forster& C.
ITJ
Raa do
Comaercio n. 8
2 andar
ittli ForaaiDcaae
de Navegado
rioca
O vapor ailemSo
Ca-
As jjrr>7s de identidade far-se-blo por
meio de 8ttestsfap escripta de algom dos
lentes df Facaldirae, on do doce pesioas
concernidas.
A iaisfdr.de de atfestsgSo da identidade
sujeita aqaelia qoc assignon asoim como
o ioaividao qae com ella se tiver apr-
senla do a ezarue as penas do odigo cri-
minal.
O ccndid&to em nome de quera e com
cujo coesentisaento algum ou'ro individuo
hoaver obtido ioscrpcSo on feito ezame,
perder esse e todos os prestados at
aqaelia data.
A i.E'-'rpyao tara feita pal ordem em
(orea receidos os reqoerimenos e
que
se do s oa tnsif eitadsnei t spreseoU
:\
es) na forma do decreto n. 177 A, de 15 da Se-
;mbro de 1893.
Recife, 22 de Sarco de 1894.
Jo Josqom da Costa Kaia
i Presidente.
Fabrica de, picar fumo
0 Prefeilo to muccipo do Recife em cumpri
ment do preceuo :e[al manda la que os cidadaoa Moreln eC- reqnertiam tata-
beiecer tms pequen-) fabrica de picar fumo do
predio n. 19 irnaN; de Santa Rit* fregue-
sia de S. Jote que tica em pro-tmidode do
m r.
Oa qne se jnlgnrem prrjodicadcs on incommo-
dados, dirijan a Preftitora saas reclamagoee no
prati de 8 das improrog-veis. a con ar ca pre
entedata, (ira o decido* eflenos.
Secretaria da P-efeltara Municipal do Recife,
17 de Margo de 1884
O Secretario,
Joaqoim Joe Ferrelra da Rocba.
Companhia Nacional de Ca-
rnizas e Roupas Brancas
Assembla geral ordinaria
Sao convidados os Srs. accionistas para reo-
nirem-se em assembla geral ordinaria, na
sexta-feira 6 de Abril vindooro, ao mio da, na
secretaria nrovisc.-la, a roa Larga do R >sarlo n.
16 1* andar, atim de tomarem coobecimento do
relatorio da directora, p-estagao de contas e pa-
recar da commisso m-al. bem como procede-
^m i eleigo da ccmmissSo flical para o corre-
le anno.
l-uaimente na me>>ma occaeio a directora
far ama consulta, para sobre ella resolver a
abemol* ge al.
Recife, SO de Margo 1894.
O OBcratario,
Adgasto su ve.
COMPANHIA
Telbys de Segaros Martimos e
Terrestres
Ra do Vigario N 1, primeiro anda
D'redores
BarSo de Socza Leao.
Thomrz Comber.
Julio Cf>sar Psps Brrelo.
DerbyClubde Per-
nambuco
De conforml-sle com o art. 147 4-, 2- e 3-
do cecrelo 0. 43* de 4 d;Jnlbe de 1891, achata-
se no escripwio desta eociettede, a roa Duque
de CaxiaB o. 20, lnia de balaugo, religao no-
mioal dos accionistas e li ta da transfartucia de
acgOes. tudo referente ao anco ando em 31 de
Dezembro de 1893.
ror ealaoccasiao sSo convidado os Srs. accio-
nistas para leooidoj em assembla geral urd
naria no da 31 do corru;e, ao mel dn. na fde
des'a eoiprrz?, assftirem a leitnra do relatorto,
parecer rl-csl approvagao de cootas, proce-
derem a eleigo da cammissao fiscal, qte tera
de foncciOQar em 1894 a 1895.
Secretaria db Derby Club de Pernambaco, 1
de Margo de 1W4.0 lewtBrla
J#o Benigno di Silva.
Junta Commercial
Pela secre'aria da Junta Commercial do
Recife, se fas publico, qae em 12 do cor-
rente ces, foi registrada a eacrptura ante
nnpoial, celebrada entre Francisca JoSo
de Barros e O. Igaes Camiaba de Castro
Medeiros, estipulando-se na mesma es-
criptura o segainte :
N2o haver commanliSo nos bens com
qae a esposa entrar para o casal, oa qae
adquirir na constancia do casamento, qual
quer qae soja o titulo da acqaisicao, com-
manicando-se somonte os bens que o es-
poso possae e os qae posteriormente ad-
quirir.
Os bees que actualmente a esposa pos-
sue, constantes de joiaa, mofis, acgSss
de diversaB companbias e em dinbeiro
montam a do: e cootos de reis. A esposa
poder vender, ou trocar os beas incom-
municaveie, com aatorisagao do esposo
Os bens que a esposa possne, ou venha
a po8tuir, ou adquirir na constancia do
matrimonio, seja por qaalqaer titulo, n2o
ficam sujestas as dividas do esposo, con
trabidas em qualquer tempo.
Competir ao sposo o direito de admi-
niatragSo do todos oa bers do ambos os
nubantes, indopendente de nova aatorisa-
gao, devendo ser appli ados aos encargos
do matrimonio oa rendimeutos dos mesmos
bens.
Por fallecimecto o esposo, sem testa-
mento, todos os bena do esposa sarao con-
siderados seas, visto no baver commu
Jjjhao nos mes os ben com que ella entra
para o cas-1, nem nos que do futura ad-
quirir, sendo os bens pertencentes so ca
poso divididos em dnaa partes, ama para a
esposa e outra para os filaos do fallecido. >
No caso de fal ecer a esposa sem tes-1
s*m deizar descenda^cia, oaj
E' esoerado de
Nt w York at o
dia SO de Margo
segua do depo>8
da demora oecsssaria para es portes do sol.
Para carga passaeene. etc., tratar com os
AGENTES
Pereira Garueiro SfC.
Rja do Cjmmeroio n. 6
1* andar
Companhia Pernambacana de
Navegado
PORTOS 10 NORTE
Ceai, (^amossim, Amarra-
cao e Par
O PAQUETE
Rio-Formoso
Commandante David
Segair pira
os portos cima
indicados no dia
>30 do corrente
1 as 4 horas da .a-
Recebe carga, encommendas, e diobeiro a
frete at i bora da. tarde o da da partida.
ESCRDTTORIO
dj Cae da Companhia Pernambucanc
n. 12
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Maco, Memor, Arar
caty e Cear
O paquete Beberibe
Commandante 1* tenente Faio Rio
Segu no dia
St co cerrente
i- i horas da
tarde.
ReceOd carga, encommendas, passagens e di-
oheiros a frete at j 1 hora da tarde do dia
da partida.
ESCRTPTORIO
Ao Cae da Comoankia Pernambcana
o. 12
toyd Brazileiro
PORTOS DO SOL
O paquete Brazil
Commandante Alfredo GraimarSes
E' esperado dos portos
sol al io oa 1 de Ab
vindooro segnindo depo
pois da demora nececsari
I
I
Liaba ei-mensal
O vapor Cordouan
E' eaoerado
a ': o dia
dos pinos do sul
9 T de Uarco de 1894
segnindo depois da oecessaria demora para Bor-
deaax com escala por
L sbea
Para carpa, oassaens e valorea : trata-sa com
03 A0BHTES.
LINEA MENSAL
t ment e o a ucu.nr uyynuu.o'-m, uu > <-v j-^
ascendencia o uso-fructo doa seas bens U paquete JiqUateUr
passar para o esposo ; por fallec:.-anto
d'elle, passar a propnedade dos beas a
seos herdeiros.
Se, porm, elta allecer com a desoea-
denoia, oa aecendendencia, desde ] o
aso-fructo da terga dos seas bens ficr
pin o esposo e por falieoimeoto delle pas-
ssr a propriedade da tarca para' seas her-
deiros, delle.
Secreteria da Junta Commercial do Re-
cite, 19 de Margo de 1894.
. O secretario.
Joaquim Iheotoaio iSoare de Avellar,.
ommandante Lartigue
E' esperado dos
portos do tiii at
o dia
t de Atril de 1894
seguin o depois da demora necesaria para Bor-
dean! com escsla por
Dakar e Lisboa
Para carga, passageas, encommendas e d-
abe^raafrete: trata-sccouos
agenten
Parabyba, Natal, Cear, Ama-rag3o, Ma*
ranbSo, Par e Manos
As encomri.endas serJo recebidas al 1 hora
da tarde do dia da sabida, no trapiche Barbosa
ao Caes da Compaabia Peroambocaoa n. 4
Aos Srs. carreeadores pedimos a soa attengSo
para a clausula 10* dos cochecimentos qae:
No caso de baver Igoma reclamagao c.ntrac
companhia, por avaria ou perda, deve ser feita
por escripio ao agente respectivo do por'o de
descarga, dentro de tres dias depois oe hnali-
sada.
Nao procedeado esta formalldade, a compa*
abia tica isecta de toda a rcspoaeabiiidade.
Para paasagecs, freies e eocomceodas
ia-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro G
6Raa do Commercio6
1* andar ______________
Bamburg- Suedame:ikanis-
cho Dampfschifffahrst-
Gesellsc';aft
O vapor Olinda
b' esperado do sal r.' o dia 1
de Abril prximo e Eegoir de-
p.is da demora n?cessaiii para
Lisboa e Hamburgo
Este vapor illcmicado luz e'cc'rica
e offerece ptimas aecommcrJagSes aos
8ra> pessageircs.
Este ynpor en'rur no porto
cara passagens, carga, frete etc., trata fie com
Consignatarios
Borstel; ana G.
C3
18- Ra
do Commercio
i- odsr
-18

r^w
I .Mii


'
1
f
Diart de germ^almctt Tef^tjrfetepa, %1 de Har LEILOES
4- tatra 28, >""<* l'-eur 10 1|2 ho**8 o
Isl Je 50 li.TiDurec CvO) Oiil lid avarud
. Em eo3thuacao >nll ha> c. rea de 35 cal-
zas com -'', *va ia o em iin nai8 lotes do
caes de Brtui.
Leito
De 5 que joa ao8o<4 e 2 anos tbedars.
ie 27 do or rente
AS 11 HORAS
No armazem a roa do Mrquez de Olio-
da D. 43
Porintfryeccao do ageate
Gusmo
I1 m\j~ m
Hoj<
Leilo
De 10 fardos ma'ca S com alas a* trincado ('a
Babia, da i.* e 3' qualiiUrje, avariaoa d'agua
do mar, vindoa pelo vapor Ollnaa. *
Hoje, 27 do correute
A'S ll HORAS
No armazem a ra do Mrquez d. Olinda
n 48
Por irt-r >-;...; '.'o
Afate y\ifo
De o caixas a 30 tfcsiaa de copos de >iiro
rada urra
Hrje 27 do coTente
A's i. horas
No armazem a ruido Mrquez de Olinda
n. 48
Por intervcoc&o do ageuie
(iusmao
Agente Psima
lo
pre:o e 58 l2 ditas coro
Leili
De 29 caiXM coro ch5
dito verde.
Ter$a-fel*a 27 l corrcat?
A'S U HORAS GV PONTO
No armazem traoessa do Corpo Santo
n. 27
O AgMta Pestaa vender por conta e risco de
qoem perteneer aa caita coa chi pre:o e. erde
cima m-nc oaia?.
No armazem o Sr. Octaviaio de Soasa, a
roa do Brotn
. 0 Agente Gusmo
aotorisalo fara leiaj do estocar cima menci-
nalo
Agente Martina
lefe de moMs de naco e ama-
re..
QBarfa-fBra 28 do rale
Ra do Barao da Victoria n
5-1.* Anda-
Constando:
i Mobilia de janeo completa com tampo de
pe ra, i cama Iranceza duas frentes, 1 toitet de
cana, 1 lavatorio com pe Ira, ( guarda vestido,
i coinrcca inleira, i cama fraiota de mogoo,
2 opparaaores, i caraira, 1 meza para jantar, 1
qasrtiooeiro, 1 berco, 1 espelnoova, t sof de
jacarand, 2 poltrona*, 1 tapete, raJeira', mezas,
2 laaiero.a. jarroa, quadros, eacarradeiraa co-
nos ca'i.--s. erra*r, laaftt n?ra Irroca f jao-
tar h lata neii l ^ oe ca-a t 'afOflla.
Leiio
F,G
Di caili nikr-.a H, C n. 16,14* ron. 40 do*
Zl.i d<- ;; a-;, ijnim tiranco, sva-us n'agua do
mar, vino* co vaijor trance* Paratiyoa.
Quinta-lVira 29 do corrente
A'sll horas
No armazem a ra do Mrquez de Clinda
n. 4S
O Agente Gusmo
lor.sado bra lei|ao por coot. e risco d- qoem
serteocer do mamqjim cima mencionado.

lafto Baptlala lorie* da rom-
eea
Dr. Be.to Birgee da Fooseca (aosw-
te), D. Valentina de Amaral Borges da
Forseca, Amonto Bornes da Fonieca,
soa mslber e Blbos. D. Harta Barges
da Fcoaeca e lenente-coroDel Dr. Bento
Bordes da Fooeeca FilDo ,awtent-8i, D. Mara do
Curmo Borgea da Fooseca, D. Adelaida Borges
da Pooseca, Landnlpbo Borges daFooseca (an-
sent), Moofredo Borges da Foneeea, Pedro B.
da Fonseca e V.lenuna Borges da Fooseca agra-
decer do Intimo d'alma ao< prenles', e amigon
que se dignaram acompaDbar ao ceniterio de
Olinda os restos mortaes de seosempre lembrado
filbo, irmao, ennnado e to, Joao B. orgea da
Fonseca, e coDvidam-os novameoie para aaeiati-
rem as missas qae par soa alma mandam rezar
na igreja do Carmo de Olind, sa 7,boras da
manti do dia 27 do correte, coofeasaDdo-se
desde j agradecidos por esee acto de rellglSo e
caridade.
Leilo
com criae 1 g*r
De limpo-iante va:ca tjuri: a
rota tonrioa.
Ooial?-fera 29 do orrente
Ao nselo ta
rta rr yi do Commercio [(Ligela). Porin-
:ervcQao do
Agente Gusmo
t
Cornaaendador Hudrlgnei Lima
A familia prseme e aoeeote) de rioa lo com-
mendaaor jas A. Bodrigoes Lima, sespre ia*
cooaotavel com a suprema desdita qoe a fer.o
tao croelmenie. roobsndo Ihe aquella ente tan
qaerido e poseaidor ao eatimento religioso que
a anima, mar,-a rezar om> missa na igreja nu-
triz de S.Dto Antonio, pelo descanso eterno
desse praoteado extiocto, qoarta leira 28 do
correte, di 8 boras da msnbd, e para assistil-a
convida nao so aos seas melbores amigos como
aos do inditoso tinado, protestando a todos qoe
acqoleicerem a etse convite, dandj asstm mas
orna prova de dedicac,ao e respeo pela memo
ria do mesmn flnado. a sna m*\* viva eraltriao
t
arla Jos Travaaao Bruno
1 snolversarlo
Francisco de sais Bruno conv'a os
seu prenles epesoaa de soa amizade,
assim coma toa ta tinaoa. para a?bistirem
as missaa que m-uda recar pela alma ne
sna sempre lembrada eapcsi, Hara Joa Travas-
ao Bruno, f aniversario do en fallecimenio
cojos actos aerSo celebrados na i reja'da O'de.u
3* do Carmo. nelas 7 I/i lu-r.s da rmnha do d a
quiria f-ia 28 do currvuie. Bcao o eieroamen e
agradecido-a tolos aqaell, s que compirecer a
"*tn acto de 'clipiSo p carMd.
Dio occasiona nem diarrheas, nem aores ae estomago, nem
arrotos como prodnzem frequentemente as preparacSesdecopahiba.
A ESSENCIA PURA DE SNDALO nao exhala cheiro revelador.
As PEROLASDE SNDALO do D' GLERTAN, preparadas por pro-
cesso approvado pela Academia de Medicina de Pariz, contem-essencia
pura e sua eflicacia certa nos Corrimentos contagiosos, os Esquentamen-
tos e todas as lnflammapocs ou fcatarhos dos orgos genito-urinaiios.
Podem ser tomadas era todos os periodos da Blcnnorrhagia.Toniando as PEROLAS
de SNDALO do D' CLERTAN, os doentes tm certeza de ter um producto
que merece toda conliauca. xi(ir i Firma do Dr CLERTiS. Fabrica e venda por atacado:
PARIZ, 19, ra Jacob CASA L. FRERE A. CHAMPIGMr E C" SCC'" -19, ra Jacob, PARIZ
TESTE-PE KA MTOR PARTS DAS PHARMACIAS
FE^RO ^ARTIL-BODIMiAm
Gosto agradarel torna a dar_com rapidez ao anngue sua riqueza e Torca. Nao d
prikao de v-entre nao ennegrece os dentes nao irrita o estomago.
PARS, 5D, raa Bollsan. Deposito em Peruatnbnco : C" de DROGAS & PRODUCTOS CHIM1C0S.
f
i^eilo
Do sobrad rita no largo do Remedio n.
30 fregoeaia de Al.g'-oa
Terga-ferra, 97 do corrente
A's 11 horas
No armazem a ra do Mrquez de Cb'ndc
n 48
O ;u-' me GaBmao a."torlaa Eim. -sr. Dr. ja z oe direuo dos ifeiios da
azenda f ira leilo do sobrado "'ima men'"on?-
do, perienceoie ao execut'.do PraoCMOO Gomes
Ferrei>-a ne Sa L>*iiso, ser;n o de bise o pre^o
de 600/
JLeilo
D' casa terrea sHaa rna Imperial n. 188.
L.De ucoa aeniba oar'e do sobrado de 3 aodarm
n. 17 a ra do Boro Je-ua, fretnezia .lo Re
Cife
De niTj? setirria parle d paaa terrea na traver-
sa do beccoda BomDa o. 11 freg zia de Santo
Antonio.
Terga-feira 27 do corren te
.Vs 11 horas
No armaztm ra do Mrquez de Olinda
a. 48
O agenta G'jsma -, anioriaado titi leilo dos
predio- a,-uua mencionaiios, podendo oa compra-
dores i ero exam:na!-us.
Leilo
Da 1 importante piano covo, dos afama-
dos tabricaotes F. ornor & Beba
Teiga-feira, 27 do corrente
A's li boras
No armazem a ra do Mrquez de Olindu
n.48
Pop inlerYtafi) 10 afete
Gasmao
rigente Oliveira
1 Leilo
Da orna parte do grnda sobrado de 3
andares a aotSo ra, Eatreita do Rosa-
rio n. 41, do valor de 4:905)3524
Quinta-feira 29 de Marco
A'S 11 HO.AS
%o armazem a raa 13 t .Yo
?embro n. 39
O agente scima. por maodado doExm. Sr.
Dr. oiz de direi'-o do com^erci) e enm aasis-
tenci. do mesa", e reqoerizenio de D. Lado
ina Carneiro ampelb, levarl a leilo ama
part-' rne E-ue:ia to Ruaario o. 41. no valor de
4-.90.J324. corresoondeoie ao valor de 20:000*
.jaiio loiio o praJi. cuja parte pertencia o ti-
nado j\o Goncalves Ferreira e Silva, e vi ser
vendida a n q'ier.mento i,a a'iodicaiorla para
aero pro laclo rateiad > com {todos o< credores
qr'o proteaiaram pelo raielo oa exe ocSo promo-
vida coui.-a u referido finado.
us Amonio 8tala|a<|o
J.o bapusta Gouea Salgado e Hanri-i
Gorjcalves Estrella, lendo recebido a In
fanaia noticia dt t-r fallecido na fr gaezia
de Fo, reino de Portagal, eeu semore
cborado pal e tio, Jote Antonio Salgado, pedem
a seta pareles e amigo* para aasi tirem as
aissas qoe mandam rezar na matrii do Corpo
Santo, pelas 7 1/2 boras da manba de qoarta
feira 28 do corren'e. pe'o qoe desde j agrade-
cem a indaaaa OPBoaa qoe a-siairerr.
EPILEPSIA
HYSTER
Le
Leilo
De moeis. Di-no, qoadroe,,etp:bo, veceaianas,
loacaa, porcellanna. viurca, importante machi-
na para i olnar garrafaa de qualqoer lamanbo,
mo-'ar;1.'! oe rrata para cachorros.
Qurta-feira 28 do correte
A'a 11 horas
N 2. andar do sobrado a ra da l^peratriz
a- 44.
Por intervaacao do Agente Guanao.
Leilo
De 50 tambo i es com: oda
caustica (barrilha) avariada
Qn ria-fi 28 no crranlo
A's,tO 1/2 hor.-s
O AGENT PINTO
levar a leilo por cont a e risro de qoem per
tencerSO tambores com aoda caasiica descarre*
gada ie bordo do vapor ingles xplorer,
exis.ente no fondo no armazem Fabrica de So-
bao do Sr. J. de Aquino, oodese tflecto^r o
eao as l <" tan* bo-as por ter o meemo
agente om ort o lilar> de fabao a; It boras.
Leilo
ao
de Importantes arela de noiueira
e ataaBreilo, um exceiieate plan
novo, quadroi, laura de porcela-
na e cryaiaen.
SENDO :
Um puo novo do fabricante Julins Feu-
rtcb, 1 cadeira para o raeamo, ama bonita motil-
i>a oe uoguelra com encoato de palbioba e dao-
k?rqae.3,1 eapelbo oval. 2 quadros a oleo com
espelbo, 2 ditos olecgrapnias, 4 de pbanlasia,
om importaate caodielro de metil para centro
de^sala, 2 banqninbas redondas dooradas para
cauto de sala, 2 cestas com floea,2 pare-- de jar-
res de porcelana, 2 ditos de laaternas, 2 eacar-
radeiraa (cous esDeciai), eofet-is para cooeoc,
3 pares de cortinados no?os, tapete para sof, 1
co tareira de phantaaia, 1 pota mosica dou-
rado
Uaa importante cama franceza, 1 colxSo, 1
copla, i bidet oe nogoein, 1 toilette de oogoel-
ra, 1 r;:o goarda-vestidos de nogneira, 1 goarni-
fiao completa para toilette, 1 lanterna para quar-
to c i bfr;o.
Ud bonito gu.rda.louca de .-marelio, 1 mesa
elstica de 4 taoas, 1 apparador, 1 sola de time,
2 cadenas de do, 2 ditg de junco de balanco,.
1 q-artioheiro, I commoda de amarello, I cabi-/
de de columna, 1 relogio de parede, diversos)
quadros. 1 apparlbo de pircelana esmaltada
para jattar, 1 .(;: oara almogo. copos, clices]
garrafas, compoleiras, porta-queijo, trem de co-
sloba e entro.-' mnitoa movis.
Quinta-feira, 99 do corrente
A'Sl HORAS
No 1." andar do sobrado n. 15 i roa do
Brrfi o da Victoria
O agesta Martins aotorisado pelo Illm. Sr.
Antonio de Siqneira FerrS;, que se retiroc para
a Eu'iipa, tara leilo dos importante* movis,
panos, louga e vi iros, exietii'.e< no dito sobra-
do,, os qnaes se acbam perfei ament conser-
vadea.
JLalc Antonio Cavalcante de 41-
huqii- rque
Heria Umneiiua W ud-rl-y Cavalcante,
seas Blbos e ge roa, profndame'' le poa-
lisados pelo infausto paaaamenio de seo
presado filbo, irmo e cnobado. Luz Anto-
nio Cavalcante de Albnquerque, mandam cele
brar misaas por soa alxa, oa matriz de Santo An
:o:jio, a 7 e 1/2 boras do da 28 an correo,e, e
para assistlr as mesmas coovidam a iodos os
oarfint f am'fr >a
t
MOLESTIAS
NERVOSAS r
Cura quasi sempre!
Allivio sempre!
POR UKIO DA
S0LU5A0 ANTIHERVOSA
Laroyenne
VENDA EM GROSSO
PARS, 7, BoulevarrJ Oenain, 7, PARS
PHARMACIA DUREL
Depsitos em todas as pr.isciPAES Pharmacias do Brazil
* X *XXXXXXX*X*%XXXXi
O. Amalia de Selva
! aniversario
Seo esposo e filtioa mandam celebrar
nma miasapelo eieroo descaoco de soa
alma, ni oa 59 do correte, pe'as 7 1/2
boras di macbS, na igreja de N. S. oo
Terco, 1* anniveraarm do seo pasamento, e
curvados poore o sen too-ulc nessediadeim
morredora lembranga, derramam lagrimas oe
eterna lembranca.
t
ON CADE!
IVmitelIna A iguala Gmjo de
Miranda
3- anoicereaMO
Seos pais mandam celebrar urna miaaa por
sua alm na capella do cemiterio, as 8 i/2 horas
do da 27. terc<-fe''a. do co"-fnle mpz.
Cura certa em B das m ostro medicamento
PARS 7, Itoulevard Oenain, 7 PARS
Decositos em todas as princiuaes ba. maulas e Dtopea-is.^
9 I
Ama
Em Bits Conseibo, Importante e mnito adan-
t:,do municipio, ba nove leguas de distancia do
de Garaobnne, e j mnito prximo de ser favo-
recido por estrada dt* ferro, preclsa-ae, para
casa de pequea familia, de ..ma coslcbalra e
e gorcma leira com bem soffriveiB babilitagdes,
pessoa de cjnfiana easeeiada. Paga se oem.
fleando as despe-aa da viagem, qoe moiio
commoda, por cooia do ebefe oa mesma acolita.
A tratar com o Sr. Godofredo Lima, na re.arti-
to des correios. E' caso urgente.
VERDADEIRAS PILULAS do W BLAUD
Empregam-se com ptimo xito ba mala de M tnnoa pela malorpana dos Facultati-
vos Francezes a Estrasgelros para a cura da ANEMIA, ciilouose (ir** prnllidat) e a
Formando ia* uienlmaa.
A msercao no novo Codea Prancet, eutrostm o facto de haver a Jauta d'Hyrtene de Bra;
verdeado a elcacia d'estas Piiuia, autorlsando-ines a venda, escusa qualquer encomio.
f KEpraMra tivn ililr n bwm t tueatir tftda aam ai ata pilla aaa aira.
DESCONFIEM-SE DAS IMITA9OEB
ROTA. Ai Ytrdtitlru Pllvlu do D' Blaud rio h tmdim unta *m IKsait fraacotl
ZOO 10O Pilma, mu auna* p*~ miiHS.
PABJS, 8, BUJL PJlTKNNB. DEPSITOS CU TODAJJ AS PBINGrPA.ES PHAJUA.C1AJ
W-AUO
Precisi-se de orna para comurar. eoaioba' e
engommar para ama oessoa s. Psga se beta-,
roa de Horma n. 24 1 andar.
*mm0*Mkj****mfm*
Pre iaa-se de rnw oara cosinbar e comprar,
na roa Nova o. 39 1 andar, casa de pooca fa-
milia, preferlndo-se de meia idade.
^0 AViL yw
Predaa-se de orna para comprar e cosinbar :
trata' i roa Mrquez de Olinda 3. 4*.
Profes-ora e ama
Precisa se de urna p'ofesaora com bastante
babillta(6es para ens-nar primeiras letras, m-
sica e iaba!ho de agu!9a, e de ama ama para
lavar m engommar tratar na ra do Jar nm
n 46. junto ao qaartel do 2- baislnao.
Taverna
Vende ie orna taverna bem fregoexada na
fregaexia de Santo Antonio, propria para priaci -
piaoie : tratar na roa do Fogo 0. 32.
Varz
ea
Vende-se ama pequera casa com grande qaia*
tal, em cbao proprlo, pe.-to da f stacao : qoem
preteoder dirjase roa Mrquez co Hsrval
n. 83.
Tanque de ferro
V nde se um para dejoaito d'agoa, nu para
outra serventa. Para v- e tratar, na Magdale-
na, ra Bsrntica. sitio n. 16.
Taverna
AVISOS DIVERSOS
Ama
Precisa ae de orna mollier de mela idade que
saiba lidar com crlauga ; a tratar na roa Fer
nandea Vieira n. 5.
Amas
Precisa-ce de duas amas, urna para lavar e
engommar e outra para comprar ecoaiobsre
mals alguna servicos aomesticos ; na ra da
Imperatnz n. 24. 1- andar.
Amas
Preci.-a-se de duas amas, sendo urna para co-
sinbar c cutra para lavar e engommar; trata
na roa Pedro Affauso n. 58.
Ama. prenisa-8e de urna pera coainiar oa
roa Duque de Caxiaa o. 44.
Ha aervico paa emeos e menioos ; na
prensa dealgode no caea do Ramos.
Precisa-se de orna ama
ra Mrquez de Olioda n 57
rara cosinnar ; n
De crea de 3-500 caixas
com sabj avariado em
umou mais lotes a vob-
tade dos c .mpradores.
Quarta-reira 28 do corrente
Ai II hars
O AGENTE PINTO
l ovar a ieilao por coma e risco de qoem per-
t encer cerca de 3500 calas com sabaci descar-
o galas da alvarenga Hanrl Forster com ava
i a d'agoa aalgada, 0 ezistei le no Caes do Apol
lo por trado armazem depoe.t- des 8rs Foa-
ocal aioi._______________________
Leilo
De 66 qoartoa com assacar branco avariado
Quarta-feira, 28 do cor-
rente
As 10,4/2 horas
g} Participa-ge e pt;ie- e provioencia a au-
toridades a qoem competir, para cm morador d:
nm dos numero* par da ra de S. Jo-ge, que
oas cooionc.-3 da lea a;ia pe3:a? ca^ jaoeliaa
para o telbado flo vialnho.
Aos proprietarios
Oos desejam faxer ca'cadag e ladrilbos no lo
teror das casas armazeo&, avisa-se qu-j acba
rao um grandesoriia,fuo de pedral afropria
das, no armaaem do Caes C:?ibaribe n. 38, a
aVMOMa na raa da Cro n 18 j>rmaiem.
Ama
Precisa-se de cma ama
loria n. 12.
di roa Bario da V:c-
Ama deleite
Paga se 2O*J0O a ama urna qoe Id n ont.
seo trabalbo; em Fernandes Vieira n. 60.
Amas
Precisa-se de daas amas, orna para cosinbar
e ootra para copeira ; oa raa Barao de 8. Borja
numero 36.
TNICO
ANALPTICO
RECONSTITUINTE
O Tnico
mais enrgico que devem
em pregar os Convalescentes,
as pessoas idsas,
as Mulheres, as Criancas dbis
e as Pessoas
tracas de Constituicfo.
DE
mud?.
INA
COM QUINA
SUMO DE CARNE
PHOSPHATOd.CAL
Comporto
com Substancias necessrias
e indispensaveis na
formaco a no desenvolvlmento
da Carne
muscular e dos Systemas
nervosos e ossosos.
OVINHO DE VIAL a Assoclco feliz dos Medicamentos mals activos, para combater a Anemia,
a Cnlorose, a Tsica, a Dyspepsia, as Gaslralgl.is ou Gastrltas, a Diarrlia atnica, a Idade critica, a
Frouxidao geral, as longas Convalescencias. etc.- Em urna palavra, todos quelles estados de Lan-
Siidez, de Einmagreclmento, de E.sgotamenlo nervoso, as quaes os temperauintosde hoje esto
talmente predispstos. m lyon, Fltarmacia J. VIAL, ra Ae Itourbott, i
t em todas u Plumarias e Drojarlaa.
a aope
2 ^
* asta APPROVAQO DA ACADEMIA Da MEDICINA Dt PARS
Contra, as AFFEIQES dos BOFES e dos BRONCHIOS, acalma a TOSSE
e supprime a INSOMNIA. _________
Deflu:
os,Bronchites
INFLUENZA
F. GOMAR & FXLHO, 28, Rae Saint-Claude. PARS. EM TODAS AS PHARMACIAS.
Precisa-se de orna ama qoe cosinbe oem. para
casa de pequea fmiifc ; na roa do Livrameoto
o. 6, 2- andar.
Grande armazem de Icuq
do paiz
Roa do Hospicio n. 1
Delpbioo Casimiro da Silva Sob^a' participa
ao respeitavel ponlico que ae acba sortldo de
todas ae qualidadea de louga de barro do pali,
taes como sejam. filtros de todos os lmannos,
de Pecedo e da Babia, assim como ttm gr-nrie
sartimento de gaiolas de todas as qaalidades*
mel de abelba paro e fioo aceite de deod, todas
obras de Flaadres, cocos, bacas, b bus de todos
os lamanbos, candieiro?, bules, cbaleiras e mala
aiguma cousa deste genero, -mals monos ostros
ot'j'ctos ut-ia a todas as casas d familia, eer-
vao maia em conta do qoj em outra qnalquer
parle ; lenbe em acnaa e mmto ba-atr> ; en,tim
ba um pouco de ludo.
Ra do Hospicio n. 1
A queon precisar
Urna pessoa com bstame pratica de padaria
tanto externa como internamente, ae propoe to-
mar conta dequalaoer casa, ou meemo para ca
xMro, mas com bom ordenado, dando abono de
conducta peseda mnito fidedigna : qoem preci-
sar diriji-se ao pateo do Tarso o. IQ que enccaV
trara com qum tratar.
Ama
Precisa-se de urna ama para o se: vico dorr'f.s-
tico em casa de pqnena familia ; na raa do.Lk
vramento n. 6, 2- andar.
A* ra da Praia n. 83, 1 andar, preclBi-se de
urna ama para cosinbar n comprar. >
Ama
Precisa se de arca ama para andar cem crian
ca : a tratar na roa Conde da Boa-Vista n. 68.
Ama
Precisa-re de ama ama que saiba cosinbar :
tratar na roa Duque de Caxias a. 88,nharroacia.
A roa e criado
Grecisa-se de orna para an^ar com urna1 crian-
ca de 4 sezes e cm criado para copeiro. roa da
niao p. 65. _________^__^^
*\mA*VXAVA*
Preclaa-fe esm urgencia de ama ama qoe for-
ma em casa dos patr6es, para o servico de cos
: bar, passar alguma r. u
vigos de easa de pequea familia compoati de 3
ocBsoiu : a tratar na raa Marcilio Das, aatiga
Q reita, n. 131, aadtr. ^ _
SAUOE PARA TODOS.
"H
UNGENTO HOLLOWAY
O Ungento de Holloway 6 um remedio infallivel para os males de pemas e do peito; tambem para as feridag
antigs chagas e ulceras. E famoso para a gota e o rheumatsmo e para todas as enfermidades de peito nao
se- reconhece cgual
Para os males de garganta, bronchites resfriamentos e tosses.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle nao teem semelhante e para os membms contrahido e
juncturas recias, obra como por encanto.
Essas medicinas sAo preparadas smente no Esubelecimento do Professor Holloway,
78, HEW OXFOtD STEEET (antea 533; Oxford Street),. LOKDEES,
E vendemse em todas as pharmacias do universo.
3T Os compradores to conridados respetosamente a examinar ot rtulos de cada cauta e Pote se nao teem a direccao,
533, Oxford Street, sao falsificaooe*.
Vende se a taverna sita roa da Aurora h.
39 : tratar na mesma.
Um bom armazem
Pode se fazer dos sobredes o. 5 da roa de
Toiuiyen. 18 da Comcanbia Pernambucana,
cojos fundos te uero. Qaem qoizer comprar
deixe carta peala lypographia, letras a e B.
Ao publico
Geroncio Paes Sarment, aviza ao commercio
e ao publico qoe deata data em dianle se aa-
t%aa,
Gerencio Ferreira Barboza Sarment.
Olinda
Vende-se um sobrado na
ra de S. Pedro Mirlyr n.
14 com bons commoc!os
paa grade familia e bom
quinta),
A tratar na Ladeira da
Misericordia n. 15.
Oayallos tintados
Comarca de Igoarassu'
Furtaram do eogenbo Desterro em 1S de Mar-
co corrente, dooscavallos e dona burros, sendo :
um cavallo rosso, andador de baixo a meio, ra-
lbo, com as letras F P C em om r ferro ; outro
rodado, andador de b ixo a eaquipa-, andar feio,
com os ps abertos, marca de bexlga sobre o
eepiobico ; om burro russo a rodado, com a
cabeca pedrea, grande, pecado, com a ribeira I
e caataGba escora, andando batxo obrl o ferro F P C, a-dlga e com ama ferida de lado
sobre as costellas. A peasoa que deacnbrtr esees
aoimaea da se a gratifleaco de 2G01tOO.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro com pratica de l-
r^rna ; na ra do B-om n. 3S._______________
Cosinheiro
Precisa se de om bom cosinbeiro para casa de
peqoena familia ; tratar na roa Ba So da Vic-
toria n. 15. 2- andar.
Caixeiro
Precisa se de am caixeiro de 12 a 16 aonoa
com pratica de molbadcs e d flanea, a tratar
em San'o Amaro roa do Capitao Lima o 15.
iAttencao
beroardino Jote Ramos deparando com am
annnacio incerto so Diario de 21, assignado pelo
Sr. Mu'cel Joaqoim de Souza Malta, chaman-
do>o para entregar os balangos e nm val, tem a
declarar ao meamo senbor que noaca teve tran-
.-arcO- s com elle e aira com o Sr. Jos Joaqoim
de Soasa Hotta. e qoe j coustitolo procarador
pa'a o representar.
Reelfe, 21 de Marco de 189i.
Bemartino Jos Ramos.
Cesiobeiro
Precisa-ae
Paysando n,
de um
19
bom cesioheiro : ra de
opredade venda
Vende se uma excellente propriedade nos Re-
medios rom 4 ca a d- tijolJi, trarde otarla. 200 I
ps de coqueiroc. e out'a-= Iiocteiraa ; tem mn'to
bom porto nara aaveKagSo'a qoaiqner bcra. urc
importante vivero, e tem prpurjOea para fabri-
ca no distiUc.So: iratar noescr'rtcrio cerrmer
ckI rea Duque d Gavias n. 72 1 rodar.
ATK.NSON'S
WHITi ROtf
Or1gil e unlc^-vwdadelra. Conhflk.la
'em toda a palie loorco, scudo o perfume
o mal delicie*. Evitat i, cor.t
ATKfflSJN'S
fRBGlPKtE I STEPHfiNOTIS
tSS.BUQUET I JOCISYCLUB
CURA CERTA
de todas as Affeccoes pulmonares
[ o ontroa pertuzucs oelebrec sao superioiea
"OH outros pela ra forca e arome, natural
Ycndein.ee em toda a parte.
9, *. e. axectsoit,
24, Od Bond Street,' Londres.'
l_AVIS0 Lerifimas toiocate' er.m o rotulo-.
escurto aiul e amarello u a marca de
fabrica uma "^Rosa branca' <-<"
> completo i
Gosinheiro
Pre isa-ae de un? bom ccaiobeiro para hatel,
naga se bem ; tratar na roa da imperatrix n.
4, primeiro andar.
Gasa
Alaga-fe orna casa co boos eommodos para
grande familia, no largo de Apipncos, tem agaa
encanada ; tratar com o Sr. Joao Felissrdo de
Amonm n. 46 no me2mo largo.
Caixeiro
Treviea-Be de um caixeirp cm pratica de pa-
daria e ane t conbecimento de sua conducta :
a raa de Gervacio Pires n. 45. .
Professora
i Precisa-ae contratar orna profeasora para en-
! s'nar n'om engenbo peno da linba de Garuara.
Roa di'reita n 81, loja._____________________
' rec;;a-ae de om
n. 19 .
Criado
criado ;
ra do Pavsandt

Todos quelles- que soffremj
Ido peito, devem expcrimentarl
las Capsulas do Dr. Fouier.[
i uprincipaes Phirmtcai
Professora

Oepoe/toi m lodit M prnejp
de
Preclsa-ae de uma ser,hora que lenba habilita* .
. 'coca'para ensli-ar primeiras lettras niusicat
tr.Oolbcs d,e clh, p qoe sej de boa condoc-
ta. para um tnctnh ca comarca de azarPtb, i
i meia legua de orna estajao : qoem se julgar com
ftaea hoMlitajes dirij--se a raa I-de-Marco n.
17,1- andar, para tratar.
i
I "
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l-
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Piarlo de Peraambnco Terga-felca frjy di o,de liPf

8.
5
*
FKSIDAS
HAMAMELIS
DE BRISTOL
(AVELEIRA MACICA)
UNGENTO-EXTRACTO
ESPECIFICO PARA O
RHEUMATISMO
E HEMORRHOIDAS
IHCHAQOES
ce
M
4
ESPECIPICaS
Dr. Humnhreys de Nova York-
Eaa uao mal de 80 nnw, I*", argaro.rta-
le barato. A renda na* Brotarla e l'Bar-
oaclaa principaste mal garanti du iianJo.
fia Cl'KA
l f>brr, Conmatao, Inflararjace..
X. liaBreeCinico4iaadaaj>orU>mt;
a. Cali.,cVroebavmuildaCrUnc
4. plarr jea de Crlancaae Adula;.
5. Uy-rnl
rija
a. Cal*
terln, PCwade Barriga,OoHcahlllo
.-, Colera-Morbo, Vomlioj.. .........
, Jomilpai.-Jo. KoaaulcWo, Brimchlte..
_J Deatea e de Cara, e
. llar ile Cnb-
obre, Bnchaoueca. Veri
a. ludlir-tio. VihAo de V.
irte aiUnra. Eaeaaao
i: uppreaa
ruda............
O. l>eriTheiFloraBranoaa.
'entre.....
OULWIUO-
tr-zca, Haieiia, Febra tn^rmlt ten i.........
... 11 ca erra otea, abaorrehaae, tnlernaa o*
MIS MR BfflflCMH Cut *-* "TO> '
LIDGERWOOD
RodM d'tgna Machina sv*por
M. Hebilla!*a>e evt, ou phTsIca..........
A lljr.lrope-ia, Ai'vjiuiUK'oe fluida*.----- ...
*L Knjoe de Mar, Wanaeav Vomito......!;
S. Ilr I.-O-. ourlaarm, Cslculoour>.
Agua asitica
Do Dr. Bosc
Preparado mar vil hosa
para tingir mstantineamen-
te a barba e os cabelles da
ma8 bonita cor preta e cas-
tanhos.
Pre$o de una caixa 3#500
Meia duzia 20000
Urna duzia 36$000
DEPOSITO
BOTICA FRANCBZA
2 2 Ra da Cruz 2 2
ANSIA"
Para curar radicalmente a anemia, ca-
lorse, ou cores plidas, opilaco fral-
dade, e todas as molestias qua tem sua
origem na pobresa do sanguo.
Nao h remedio mais efficaz que as Pi-
lulas ante anmicas Brazilciras do Dr.
Sil vino Cavalcante.
Formula approvada pela Hlma* Junta,
da Hygiene de Pernambuco.
Procos de urna caixa 1*5*500
Meia duzia > 33000
Urna duzia 15*000
DEPOSITO
BOTICA FKANCEZA
H. ROQUAYROL
22 Ra da Cruz n. 22
FANTAZIA8
E' l.ndo a sortimento de tacidos sendo
impuse! vei de se deecrevtr a grande va
rieida de tenidos de fantasa, sedas,
lii, neesouk, cambraiaa braceas e de co-
rea j pede-se ao publico em geral o princi-
palmente as Exmas. familias de visitarem o
CoDgreso das Damas
Carvalho & AJmeida
RA DO CABGa' n. 8 a 10
Telephone 196
_ _JKa................................
> I m rotear I a, >hllldde nerroM. emlnU
Ss. ChiicaiBbaoaa Hoecm.oa Apata ......
JX In.'ni>.ru'la de Oarlaa.Onrvw*aa
Caroa ........................ .............
i. Mni-truarm -;lro.a. Prurito.
Si ",ol. -lin. .1., C'or.ico. Palpita
SA Ep>Irr.Mla.Val.iu.u.iu.Oottacoral.
i?o*, ete
Utled
K Dlpilheri, M.vVinnlignoje Jaraan^...
W. ('etM Carale, DordeCabeea,...
O alanaaldo Dr. num-.hreyv 1 paginas eob
-- urrm!r(deoiuod.eenl*.wl8ri>'
ljjm.'aRSTO Mensas;".** OBw
-.10 falten IIUbi KW Vl>t*.^..
NICOS AGENTES
Para vendan em groas* ca
Peraaanbueo
FariaSobrinho IC.
Torbinaa
KLgecho de Serra
MoendrB de Canna
Moinboa de Fu
Oebalhsdoree
8eparadorua
Prtatele e fixaa
Lavadores
Detpnlpadores
Dracascadorea
Venuladores
Mamoiqoea
Doce de cajii
Vende-se exceen-
te doce de caj secco,
feito a capricho. Na
ladeira da Ribeira so-
brado o. 28. lia cidade
de Olinda.
Nao se vende a re-
talho.
Feijo Portugnez
Mulatiho, Pretc,
Branco e Fradioho.
De superior qualidade
VENDEM
Gnimares & Valene
e 6Ra do Corpo Santo
Galoes e Guarnices
Com vidrilho e aem vidrilbo acaba de
redeber lindo sortimento o
G0NGRESS0 DAS PAMAS
Leqaes e Gsze e IVnnas
Ultimas novidades de Psriz reseben o
Congresso das Damas
Altaiataria Moderna
[18Raa Larga do Rosario18
Ac:.b<-se de abrir nina nova alfaiaiaria, com
esplendido eortimjdto de casemiras. cbevioies e
brins, oltimas novidsdes de Parts e Londres.
A eflielca dirigida por ua baDil e conbcido
artista.
Os sena &rcprietsrias pedem orna visita no
sea es aelecimenio
GAKP05 h MAIA
OL3
26
P OR
zvisa es KOiizm
TEHCEIBA PAUTE
M C0RAQA0 PARA D3S AMORES
x
Regresso
(Continmco)
c Acredital-o-ha, Renato ? Tive a fra-
queza de sttppOr por um instante que a ter-
nura nXo equivoca daquelle valente e vigi-
ante guarda provinba de ter ouvido mu-
as vezes. pronunciar o meu norae com
affei',."io lelanceei a vista por todo o jar-
dim,e como nao vsse ninguem, fu: direito
i casa e entrei.
t Logo porta achei-me face a face
com urna joven. Era .Maria. Reconbe-
Cendo-me, soltou um gritosinho, e deixou
cahir das mos um caneco de gres cheio
de leitc fresco e espumoso. O caneco que-
brou-se, e os meus caes puzeram-se a
amber vidamente o liquido espalhado no
4uSo.
C Maria tornra-se muito pallida Pa-
xeceu-me que lbe custava ter-se em p ;
tratei, portanto, de amparal-a ; e sem sa-
ber o que fazia, abracei-a apaixonada-
ajajajajfl
Especial
Man'eiga fresca de Copenbagem, receben Joa-
qu m Cbrirtovao & C, roa do Cabogt n. 11.
i ng leza
Bolsas
Pera cobranca. receneram
Csorado Anlunea *fc C.
A MISA
Praga da Independencia n. 4, 6, 8 e 10
(
Casa venda
Vende-se a meia agua, de lijlo, edificada em
p-rpQn p'onrio, sita roa da Cooieoda r. S B
a' a de S. J,-t do Maogaiobo : tratar ni meg-
m.
Bichas de Hamburgo
Vende se em grandes e psfeenas porces.
applieare venioeaa eccas e sarjadas na roa
das Laratgelm o. II-
Bom neg-ocio
Vende se nrna oas de rnolbados em bom pon-
to da cidade, retalbaodo OOOOOO meosaea e
com proporjOes para o duplo
Uarciliu D as o. 137. taverna.
i tratar na roa
Chegou!!!
Especial doce de arataoba ; vende se & rna
larga do Rosa.ij n. 30._________ ______
GranIft semeiiteira de
cafesei?os
>'a faxenda Serra Grande do monicipio da
Victoria. Estado de Pernamboco, t?m pa'a ven-
der do dia 1* de Hio tm diante, cerca de don
milbOes de ps de cafeseiroj, cujos prego?, tas
maobos, qnalidades e mais expl!cacoes,veja>se o
Jornal do Recife._______________________
Vende-se
Diversas casas em mo Pitado, na estrada de
Gqni ; tratar na de p. 2, que timbera vnde-
se, est em perfeito estado de ccoservaco.
t A joven desembara9ou-se brandamente
dos meus bracos ; e fitando-me, com urna
express&o indefinida, balbuciou:
Oh, Sr. Mximo aqu !
E' verdade, minha querida Maria.
Ser possivel!
Sem duvida... Porque se admi ra
tanto ?
Porque julgava que nunca mais vol-
taria a esta casa...
NSo tinha cu promettido o contra-
rio
, disse Varia, aba
a cabega.
Isso verdade.
nando pensativamente
E entao ?
Maria nao respondeu inmediatamente'.
Passou-lhe pelo rosto urna nuvem de
tristeza, as longas pestaas quasi se lhe
abaixaram de todo sobre os magnficos
olhos, e disse Jem seguida :
Que satisfacao vao ter as senhoras
por tornar a vel-o !
O tom com que ella pronunciou estas
palavras impressionou-me.
E diga-me, Maria, nao sent igual
satisfaco ?
Eu ; Sr. Mximo, bem sabe que nao
entro em conta
Estas poucas palavras foram para o meu
espirito e para o meu coraco urna reve-
lago. Como que se apoderou de mim
urna especie de deslumbramento orgu-
lhoso.
Arrancou-me ao xtasis encantador que
principiava a embalar-me em suas azas
de ouro a meiga voz de Maria
Ea estremec, como quem desperta de
um sonbo.
Quer subir ? Sr* Mximo, pergtm-
tou me ella.
Sabir... repeti eu ; sem saber o
que dizia.
Salvo se prefere esparar no jardim.
As senhoras estao l em cima ?
Nlo esto... sahiram.
Bruidores, Jmductorea, Catadorna, Evpora>dorea avmpnr Defecadiroa de
triple effoito, Vaeatoe e todos os machinismca oerteocentea o fab'ic do aaaear, ca1-
deira Multitabular para queimar baajaco oa caaes de oat. Proosas Hjdrauhaa
bombas de todos os tamanboa, Crneiros Hydraul-va para levantar agoa, arados de
plantar milho, ete. ete. Eogenho completo de lanric.r larinha e engeeho ooaplet>
para bsnefieiar airo.
Corroiaa de sola e de borracha de qaalidade soperior. Oleo eepeoial pai-a
machinas. Fertences o pecas avnlsss pare as machn ai.
BSOBIPTOBIO
95Ba do Ouvidor95
13 e 136Ra da Sade134 e 136
Lidgerwood Mig C. Lima
Compra se ou arrenda-se
Um eogenho podeodo safrejar de tros a cinco mil pSes de assucar.
O pretendenta offirsoe todas *s garAntiaa exigidas.
Para informales as passoas intereasvdaa devem diripir-se so Sr. Eugenio Cha
24, roa d Oommercio-LUNCH ROOM.___________________
vapor
DE
Silva Fernandes i C
48Ra ue S. Joao48
Promptifica se qualquer eocommeoda
de marcenara ou carpintera, com a
maier prestis e por precoa rasoaveia.
Compra-so mdeira de boa qaalidade.
"Aceita-ao srtistar (mareioeiros e cara-
pinas) que sejam peritos ; e tambera ad
mitte se aprend'Brs p-gudo so desde lo-
go nlgam ordenado.
DEPOSITO
49-Roa Baro da V'ictoria-49
f Cimas hesp.iflholas |
a Alta novidade para senhoras e ho-
ig mena.
Novo sortimento receben a
NOTA BSPBataiVCa
{. 63 Roa Duque de Casias 63
ne n.
GRANDE
MU HHtfMMfitr
iiaj i aaaa ansifinafiim
Rna Larga 4o Bosario as 29 a 31
Telephone n. J 51
ICsca Qare : t .conhecendo a inadiavel necesaidsde de oue se reseentia esta
grsnde capital, sem ponpar sacrificios e depeas, acaba de tundir os antigos botis
COMMERCIAL E CONGRESSISTA em nm graide estabelecimento com hospedara
enominando o
Grande Hotel Commercial
lli encontrar o publico pernambuccoo e os Ilustres viajantes, alm de bem
preparadas cornadas, bebidas finas e eseolhidus, ama bem moneada e descont hoBpe
dara, com todas as presenpcSes bygienicas. a par de nm servigo completo por parte
do grande pessoal de que dispSe esse importante estabelecimento, hoje o primeiro em
sea genero cesta cidade.
Montado com a masima escena', dispSe o GRANDE HOTEL COMMER-
CIAL de um salSo de recreio artsticamente preparado, onde podem ser realisados
paquetes.
O proprietario desie estabelecimento pede a visita do publico Pernambucano.
GBANDE HOTEL COMMERCAL
Ra Larga do Rozario ns. 29 e 31
DERNIEK-E GREATIO
WLHELM KIEGER
Frankfurt a M.
PABFDMERIB
NIRWANA
BOUQUET DEL'EXPCSITION
CHICAGO
La Maison obtint Fexposition
de Chicago Fuique Medaille
aBj uta,,j a a, a.^ a-a-tj 1
YIDRARIA
Bonita cclleecSSo de finas tacas de
porcelana, recebersm
PEDRO ANTUNES & C.
aa Daa Pajqne de Cavia
ciaa amv!i9ani9aia70!iaaa7ianafia
1 BIJOTBRAS
i
jt Lindes grampoa de brlhantn do
r Canad, ohatilsioea, pols-iraa, meias
P fiobs, pedras e rruitoa outros artigos
Xarope de Sumar
Este egraaavel e enrgico medicameoto
o exterminndor daa toases resientes oo>
antigas, eatbarroa, suffucaySes, brooohitea
chronicaa, rooquidBes, e em gem contra
todes os pedecimentos prnvaoientea da ir*
ritacSo das visa respiratoria.
Convem como limtivr ana fysicos.
COMPOS19AO
DB
Hntii
Approvado

NOVA ESPERANCA
63 Rca Dcqoc dr Caxias
63
4113Sii=Li=-i6SiSS4^2S5iWJi
Para a Paschoa
Eoxovaes para bapiisado recebersm om
lindo sortimento
Conrado ntuneai A C.
Passementerie
Em seda e vidro, branooa pretos e de cores
Grande variedade reoeben
t o uranio eninnes V C
Espartho
Novo sortimento recebersm
Ccnrad ', Anluinaj A C.
Me as'
Para crianzas, homens e sethoras gran
de sortimento receberam
Conrado. Anlunea A C.
lhetes, que lhe formavam urna especie d
nicho embalsamado. Isto tudo compunha
um quadro potico e delicioso, que nunca
esquecerci em toda a minha vida.
a Puz a espingarda a um canto, desem-
baracei-iue dos demais petrechos de caga e
sentei-me ao p da janella. Os meus dois
caes tinham ficado no jardim, onde nao
cessavam de brincar ru dosamente com o
fie'. No sitio em que nw acbava, via a
porta da entrada e o caminho pelo qual ma-
dame Simn e Margarida deviam vir.
vagarosamente a escad, apoindo-me no i Lancei a vista por todo este caminho, mas
corrimao, porque me pareca ter-me tor- j nao avistei ninguem
nado tao fraco, como nos dias j
Demoram-se muito ?
Tal vez por urna hora aiuda... foram
a igreja de Valhoy, que distante d'aqui
meia legua...
Entilo, tornei eu, subamos ..
O Sr. Mximo bem sabe o caminho da
sala..., disse Maria, afastando-se para
me deixar passar.
EntSo nao sobe tambem ?
Como quizer..., retorqaio a joven
com voz trmula.
Maria seguio-ma, ao passo que eu subia
afasta- i Maria seguio-me a direceo do olbar,
dos, em que pela prmeira vez me achara
n'aquella casa.
XI
Maria
A sala, proseguio Mximo, era
aquella mesma casa para onde mezes an-
tes me haviam levado quasi morto, e que
serva de quarto de cama para os raros
hospedes, que o acaso levava de longe
em lnge ao domicilio de madame Simn
Nao havia a minima mudanca na mobilia
d'aquella casa, e comtudo o seu aspecto
no era j o mesmo que nos dias do in-
vern precedente E' que pelas janellas
iriteiramente abertas, entrava um radiante
sol, e lazendo resplandecer^ os minimosj
nova, que
objectos no meio d'uma atmosphera dou-'em i
rada. Os cantos das aves, suaves e ale-
gres, e os perfumes da natureza, resus-
citados pela primavera, pareciam reunir-se
para acariciar simultneamente todos os
sentidos. Em cima do fogSo, em jarras
de louga grosseira, estavam grandes feixes
de flores, que attrahiam e encantavam a
vista com o seu colorido e frescura. Um
Menino Jess de cera, de que j fallei,
pareca sorrir-se no meio dos lindos rama-
)
e 'comprehendeu de certo que o meu pen-
samento andava longe, porque me disse
com voz meiga e timida :
< J lhe disse, Sr. Mximo, n&o se
demora ainda menos d'uma hora. .
a Esta voz resoou-me no coraco e fez-
me esquecer de Margarida. Ergu os
olhos e vi Maria em p diante de mim,
n'uma encantadora attitude de embaraco
indeciso.
t Vendo-me erguer os olhos para ella,
baixou os seus. Pareca olhar com ex-
trema attengo para os bicos dos pee, que
com certeza nSo via. Ao mesmo tempo
brincava distradamente, enrolando-a e
desenrolando a nos dedos, com urna das
trancas dos compridos cabellos pretos, tao
macios e sedosos.'
Eu contemplei-a por alguns segundos
admiracSo. Depois da minha
partida op'erara-se na sua belleza verda-
deira trajisformacao. A sua maravilbosa
physionoma, assumira urna expresso
eu lhe nao conhecia ainda pa-
rada ter-se de certo modo idealisado. O
colorido am tanto vivo das faces fra
substituido por delicada e transparente
pallidez, os contornos das palpebras mos-
travam-se circumdados de urna tinta azu-
lada, que pareca revelar as devastacSes
PRAQA DA INDEPENDENCIA o. i. 6, 8 e 10
O mais completo e vanado sortimento
para homens, senhoras e meninos.
Sedas
Brancas, pretas e de cores, lisas o la-
vradas.
Cachemiras
Ccrres bordados, cpartilhos, lines,
perct unas, levantinas, crotones, zsphiro,
chapos de sol, camisas, punbos, collari-
nhos e peitilhcs.
Perfumaras dos melhores fabricantes,
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estando actual jaente ana direccSo confiada
urna fami'a, acha-se elle habilitado
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na cura de lod.is as doencas sypbiliticas,
escrofulosas, rheumaticas e de pelle, co-
D)o tumores, ulceras, dores reumticas,
osleoopas nevralgicas, blenorrogias
agudas e chronicas. cancros cyphilitico,
iuQammaces viceraes, d'olhos. ouvidos,
gargantas, intestinos, etc., e em toda9 as
molestias de pelle, simples ou diathericas,
assim como na alopecia ou queda do ca-
bello, e as doencas determinadas por sa-
turado mercurial
Do-se gratis folhetos onde se enson-
i Iram numerosas experiencias feitas com
este especifico nos hospilaes pblicos e
muitos alestados de mdicos e documen-
tos particulares.
Faz-se descont em casa de
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Ra do Mrquez de Olinda n. i
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de um pensamento intimo, que devia ter-
lhe muitas vezes expulsado o sorano.
a Eu nao hestei em attribuir ao seu
amor tSo magnifica metamorphose ; e este
amor, n3o o podia duvidar, fra eu quem
lh'o inspirara.
< Maria couheceu que o meu olhar pe
sava sobre ella, e lhe descia at ao co-
racao ; em breve um ligeiro rosado, que
dentro em pouco se tornou escarate, in-
vadiu-lha o pescoco, depois as faces e es-
tendeu-se-lhe gradualmente por todo o rosto
tao puro.
> Eu quizera fazer cessar a pudiola con-
fusao que esta va causndole da qual par-
tjeipava. Mas, qual o meioV... Era to
mo90 como Mana, e a minha timidez
igualava pouco mais ou menos a sua,
t O expediente que se apresentou ao
meu espirito nto attingiu, como ver, o
fim que se. propunha. Maria tinha ao
pescoco urna ftinha de velludo preto, cuja
extremidade se lhe perda no seto-
a Que ritinha c essa, Maria? per-
guntei-lhe eu de repente, julgando dirigir*
lhe assim a pergunta mais insignificaqte
d'este mundo.
Maria levantou vivamente os olhos,
e levou a mSo ao pescoeo.
Esta fita ? murmurou ella
* Sim...
t Maria nao respondeu, e a sua confu-
sao pareceu augmentar.
t Assaltou-me ento um pensamento de
cume, o primeiro que experimentei, e
insisti :
Maria, repeti eu, nao me quer
dzer o que essa fita, nem o que traz
pendente della ?
c Naturalmente denunclou o tom da mi-
nha voz a suspeita que me atravessara o
corajSo; o caso que Maria exclamou
immediatamente com solicitude, como se
eu lhe houvera dado urna ordem impe-
riosa : .
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cura9o, abacaxis, granadina,, grosella
baunilha, borteiS pimenta, et?. ets
12-ACAES DO CAPIBARIBE12"-A
quero.
com
Quero, Mr. Mximo,
muito boa vontade
E ao mesmo tempo t'faram os seus
dedos do sanctuario era que se achavam, a
extremidade da fita de velludo. D'esta fita
pendia urna cruzinha de ouro... a mesma
que eu tirara do relogio, para mimoseal-a
ao retirar-me de casa de Mme Simn-
Sent entSo immensa alegra, que logo
se me revelou nos olhos.
Maria viu esta alegra, e participou
d'ella; o rosto tornou-se-lhe radiante, e os
olhos brilharam.
- Bem sabe que me disse, murmurou
ella, que a guardasse, como recordaso
sua...
E fez o que lhe disse Maria ?
Bem v, Mr. Mximo !
Lembra-se entilo algumas vezes de
mim ?
Ah Sempre !
Estas palavras sah'ram do corao da
joven, antes della haver tido tempo de os
reprimir : e conhecendo que se atraigora,
subi ao extremo a confusao era que se
achava /
Era bella naquelle momento, como o fe-
ria sido a deusa do pudor, sorprendida por
um indiscreto.
Houve um prolongado silencio de alguns
minutos..
Quanto mais elle se prolongava, maiof
se tornava a confusao, tanto para mim,
como^para Maria.
(Otmtima).
Typ. do Diario r. Dodue de Caxias 4.
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