Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16562


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Full Text

AIV1VO LIX
omiiig^o 95 de *Iarc;o de ftWM

MU 1:110 y
DIARIO DE
RNAMDGO
PB9PBIB&BE BS SI&H9SL FI&CF8iEe& DE 3MBI& &
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados. 8$>000
Por seis mezes adiantados. 15J000
Por um anno adianlado .... 30fOOO
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAgOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre & C.*, residentes em Pars34 rae de
Provence
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por um anno adianlado .
Numero avulso do mesmo da.
Numero avulso de das anteriores.
161508
33&000
$200
Telegrammas

.1,
X*
/
' '*
SS&*i;Q rAETZCLAH SO DZABIQ
Rio de Janeiro, 22 de Marco, s 5
horas c 35 minutos da tarde.
Foi muitissimo concorrida c animada a
revista passada hontem s tropas pelo ge-
neral Fontoura CostaHat, encarregado do
expediente da Guerra.
0 Marechal Floriano Peixoto nao pou-
de comparecer visto carecer de repouso,
por se achar ligeramente incommodado.
Formaram em uniforme de servico:
os 10. e 23.- de infante.ua e o o.* de caval-
garia do exercito; o batalhao municipal:
abrigada policial: eos i.\ 4.', 5-", ','-, -'
e K.- de infantera e 3/ de cavallaria da
guarda nacional.
Commandou em chefe as tropas o ge-
neral Gomes Pimentel.
Foram entregues aos ajudantes dos di-
versos corpo9 exemplares de um boletim
contendo os nomes de quantos prestaram
sua cooperado na urgente obra da con-
solidado da Repblica, supremo anbelo
dos brazileiros, que ha de ser attingido,
custe o que custar (sao palavras textuaes).
Montevideo, 22 de Marco.
Atinal foi eleito Presidente da Rep-
blica do Uruguay, pelo Congresso, o se-
nador Juan Iriarte Borda.
Bucnos-Ayrcs, 22 de Marco.
ODr. Ruy Barbosa parti para a Euro-
pa no piquete inglez .Liguria .
Londres, 22 de Marco.
Lord Rosebery, n'um discurso que pro-
ferio em Edimburgo, manifestou-se con-
tra a Cmara dos Lords.
No mesmo sentido a Liga Nacional or-
ganisa um 1 meeting .
Roma, 22 de Marco.
Ogoverno italiano enviou urna circular
aos seus cnsules na America do Sul no
intuito de promoverem a emigrado ita-
liana.
Madrid, 22 de Marco.
Foram presos os juizes Zapato e Dan-
ton. por complicidade n'um testamento
falso.
Par*, 22 de Marco.
Foi nomeado ministro das Colonias o
senador Boulaflger.
Rio do .Janeiro, 23 de Marco s
7 horas e r- minutos da tarde.
1 oran) adiados para o iv de'Maio os
ex unes da Escol Politechnica e da Fa-
cul( Medicina.
Foi promovido genera! de brigada,
p ; ctos de bravura e relevante-- servicos
; guerra, o corone! orto Carrero,
1 o r specttvo decreto a data de 8 de
-
reunidas ni Frontera de
: ., em tarar, I 1 tm a offei
sob o mmando em chefe do general
Q "-'
commandad
, Dia;. ope-
nesmo tempo
rcand 1 em Para-
1
BuenoK-Ayre, Margo.
Mioistro \rgentino no
Rio de-Janeiro. D. Martin Ge.: -ia Meron.
1 tambem nomeado Ministro fcrgea-
t '3ro*
1 Foi abs v icia a n; ; h do Ro-
sario. se po im condemnado o seu
commandante Funes a suspensio do ser-
vico por um anno.
Santander, 23 de Marco.
Urna explosao prematura de dynamite,
que visava destruir o casco de vapor Ma-
chicaes, determinou o desmoronamen-
to de diversas casas, matando 50 pcssas
e incendiando varios navios.
A populacao indignada attribue o si-
nistro a desidia das autoridades.
Londres, 23 de Marco.
Suspendcu pagamentos o novo banco
inglez.no Rio da Prata.
Gs inglezes declararam guerra ao
rei Kaliraga, de Uganda.
Grenolde, 23 de Marco.
Explodio urna bomba de dynamite. na
egreja anglicana desta cidade, fazendo al-
gumas Victimas.
Rio de Janeiro, 24 de Marco, s
5 horas e 35 minutos da tarde.
Foram tambem adiados para o.* de
Maio prximo os exames dos demais es-
ta belecimentos de ensino dependentes do
Ministerio do Interior.
TelegrammadePorto-Alegre refere
que continuam a chegar do interior do
Estado animadoras noticias sobre a con-
solidado da Repblica.
A taxa do cambio sobre Londres
contiua baixa. As tabellas affixadas
pelos bancos do 9>|8, fazendo-se nego-
cios 9 1 iji.
officiaes
Paraliyba, 22 de Marco.
Ao governador do Estado.
Recife.
Resultado eleico. faltando apenas duas
pequeas secces, em que partido repu-
blicano tem grande maioria:
Presidente Repblica.Prudente Mo-
raes 14:170: Ruy Barbosa (opposico)...
2:306.
iVice-presidente. Manoel Victorino
14:098: Silveira Martins (opposico) 2:325.
Senador.Dr. Abdon Milanez (eleito)
14.022; Firmino (opposico) 2:28y.
Deputados.Desembargador Trinda-
de (eleito) 10:283 : Dr. Coelho Lisboa (elei-
to) 9:335: Dr. Chateaubriand (eleito)...
8:429: Dr. Mariz (eleito) 7:024 ; Dr. Cu-
nha Lima (eleito) 6:045 ; D.r Epitacio
(opposico) 2:547.
Por calculo approximativo concorreu
s urnas 80ojo do eleitorado effectivo.
Saudacoes.
Alvaro Machado,
Presidente.
NSTBUCCiO POPULAR
EDCAgAO
ISTELLECTUAL, MAL B MISICA
HERBERT SPENCER
CAPITULO II
A Educaco Moral
Pelo contrario, oa-e existe orna affeigo filial
rdeme, protuzdj por u&a continuada amisade
paterna, o estado de eepi iio causado pelo des-
costo dos paes aio suLceLt um ealatar cbsta-
taio a ftalos erro da inesn: a especie, mas
ioiriosecanjeme salutar. A dor moral que se
sent psia perda, eaibora temporaria, de om
amigo 1I0 querido suostitoe completamente oe
castigos t.aysiccs geralrr.enie lofligi^oe e prova
pualuaent*. se nao era maior grao, a eficacia"
a'clks. Enaqaaoto qoe o cedo e u e.-pinto de
viotar.ga lio exaltados sor una dos metoa, e ou-
tro provoca a sympatla pfla tristeza paterna.
om sincero reicotso por na'.el a caado, e o
desojo, por qolquer espiagSo, de se reatar as
rrlagoes de ami-ade. Em vez de se porem em
jogo os seotrueut;s egostas cojo p.-edocjioio
canea teactoa criminosos, eSo poslos et:i acgo
os aeotimentos alt-sdataa qoe se oppOem a eiaea
actos. Asim a disciplina das conseqoenciis
natoraes appliea-se Unta s faltas triviaes como
as grave ; e a prstua d'cssa disciplina condaz
nao ( repressao, mas it a extrpzcj d'eBsa
faltas.
N'uma palavr, a wrdade e qce 3 Belvagerla
pr^daz seivaseria, e a ellcadeza protoz dllca-
dez'. As c.-:a:caa qce s3o tratadas ;r.L- sjoapa-
tbi'i toroaSB-M amipattioas ; e>-uquajtc que o
tratabas eom 8fBps.lfcia u:; m i? de csitifar
a fjDpttflia d'cilas. Coca o governo (! U
milis ooecetfi o meamo qsa cum 03 gove--
nos policos : Da clespo iaaio a:piro gera
uraa grande toaoa dos Crimea que pretenda
epriaiir; fccqoanio que, por oe.tro lacle, um re-
gimen taave e liberal evita mtntis Caasa3 da
disseccao, e mel.'.c.-a o pr.tu dos sentrneatos a
p^cto di dctEinar a tenleacia para as Cas-
gressOes.
(Conhnia),
PARTE 0FF1C1AL
HloiMferlo da Guerra
Forana prumovidus noa torpes de engenhelros,
estado-d.aicr de i. classe e artl>bari, nesta ar-
ma e ca de cavallaria e iafactana os seguales
rffiiaes :
Arma de cavallariaA leoente da ama o al-
feres Horacio Srares de ivei'a, por antlgol-
dade.
Arma de in'at,triai.* baUlhaoA teoenle-
coronel, o nujor Edmundo Mcmc de Bittencoort
por merecimeoto ; a major, o capillo Ped.o An-
gosto de Mendonca, por merecimeoto.
2. bataibjA eapno, o lente Luiz Fdrni
ra da Franca, po: aot goiiae, para a i. com-
panhia. .
5. batalbaoA capito, o tenenle Benjamn
:a CanDa Moreira Alves, por estuo, para a 2.
cotnpnhia. _.
8. bataloao-A tenenle corioel, o major r.ic-
tio Sacupira de Alencar, por amigaidade, con-
tada esta de 3 de Seiembro do anno lindo; a ca-
pilao, o teoenie 'bano Vieira da Silva Frioca,
por antlgnldade, para a 2.* companba.
9.* batalbaoA tenante-coronel, o major Ra-
pba*l Tobas, por merecimeoto.
10.* batalbaoA coronel, o teoeote-coron .1 Sil-
vettre Bodrigaes da Silva Travaaios, por mere
cimento; a major, o capltao Benedicto Blbeiro
IDatra, por merecimeoto.
11.' batalbaoA coronal, o coronel-gradeado
Pedro Paulo da Fonseca Silvio, por antlgnl-
dade.
14.a batalbaoA capito, o teoente Jos Lou
de Sant'Anna, por antigoidade, para a 3.a cum-
piohi.
15.' DaialooA major. o capltao Maximilio
Augnsto Caroeiro, por aotignidade.
17.' balalbtoA capiiies, oa '.eoente?: Anto-
nio Raimando Bello, por amtgoldade, para a 5 '
companbia ; Manoel Marcelino de Olveira, por
aoiignidada, para a 1.a comoaobia.
SI.* batalbiok capitao. o teoente Jos An-
gosto Perei-a Leite, por estodos. para *jod*nie
SI* batalbioA major. ocaoitao Antonio Igna
ci de Alboqoerqoe Xavie', por aoileuidad*.
13.* batalbaoA major, o capitao 1 aqoiot Al
fredo Garcia Terra, por nttgoidade; cap Uo,
o tenente Frederico Goilberme Piolo de Goavea,
por anligoidade, para a 3.* companbia.
26.* batalbioA capitao, o teoente Fernando
Jos Farla da Costa, por estados, para a 1.a com
panbla.
27. batalbaoA coronel, o teoenle coronel
Jos Correa Telles, por aotignidade; a capno. o
tenente Aalonio Aogasio da Canoa, por aotigol
daoe, para a 1.a companbia.
28. batalhaoA coronel,o tenste-coronel Do-
nacuno de Araojo Pantoja, por merecmerAn;
major-gradnado, o capitao Jalo Feroao'ies Bar-
bosa ; a capitao, o teneme Rapbael Godiobo T>l-
dei. r*or antteoidade.
S9. batalbaoA teoeoie-corooel g-sduado, o
major Jjaquim Maooel Martins Moreira.
30* oatalbaoA capitaes, os tenentes : AHIoo
Das Ribelro, por antieo'iadp, para a 1.a com
paobia; J So Emygdio Ramalbo, por estado*,
para a i.* comuaouiri.
31 baa'baA major, o caoi'2) Pacheco de
Asis, por aotuuioade; a capuo, o teoenle Cois
uaoo Fre ;erico Buys, por estados, para a Va
companbia.
35.* baiaihao A coronel graduado, o teneote-
ornoel P.nlom>-no Jos da Caoba.
37.* oaialba.ia leneute cu'ooel, o majo- Emy-
gaiu Dantas 8arr>rn, por antiguioade; a major,
o cupido Alf edo Tavora, ro' m^rciimento ;
capit tes, os leuriuea Krsnci%jo M.tnus Pedir
da Cjru. por amivoidade, pa-a judante ; Auto
ni) Ceibo, oo- antiKOidaiH, pira a Ia. compa-
n>a ; M ooel PeroaudK* Fernaades de Cas por aatlgouoe, para a 2.a compannia ; Lid sl>
Telles Fcrteira, por estados, para a 3.a comp-
otia.
38*batalbaoAlnenle coronel,o major Fran-
cisco Loiz Moreira Jnior, por merecimeoto; a
major. o capito Julio Fornandes Ba-bosa, po-
antigoidade ; a capiiaes. os teoeoies. Artnur i-e-
reira oa C *ia, por estndo-\ para aiodaole; Ma-
ooel Accioli Pioheiro, por aoiiguioade, para a 1.a
compaob a : Candido Lopoldino de Az-ivedo
dem, para a 2.a companhia ; Fabio P.-naforle de
Araojo. Ideuj, para a 3.acon)oaobla ; JoaUjdr-
gnPR da Casta, dem, para a 4.a ro npaabia.
39. batalbaoA major, o capitao DamiSo da
Costa l>i o, po- merecimenie; a capitaes, os
tenentes : Jos Viegas da Silva, por anugnidade,
para ajname; Amador Barbosa, por estados
para a 1.a compaohia, Francisco Jerooymo Lo
prs Perei'a, por aotigoidaoe. para a 2.a compa-
nbia ; Adolpbo Jos de Carvalbo, por estados,
para a 3.a compaoba ; Agoello Petra de Aimti
da. or aoiigoidaoe, para a i." companbia.
40 baUlboA tenente-joronel, o major Jos
Solero de Menezes, por merecimeoto ; a major,
0 capito Carlos Frederico de Mesqota. por coe-
recimemo ; a rapnaee, os leoeutes : Joo H nrl
qae Bueno D-scbamps, por anligoidade, para
ajadao'b^ Joaqoim Gonzaga Marques Porto, oor
anligoidade, 1 ara a 1.a companbia, Carlos Fre-
derico de Olveira. por aotiguidade, para a 2 a
companbia, Pamphlro Gorme Peseoa, por aoti-
goidade, para a 3.a companbia; Delfloo Vieira
de Barros, por aaiuuidaae, para a 4.a compa-
nbia.
A lente da arma 08 alferes Jayme Maniz
Brrelo, no1- es'uios ; Maooel Sebasiao da Ro*
cba Los Filbo. por anligoidade ; Joaaum Euas
Peixoto, dem ; Jos Pearo Bivar Pe^ei.-a da Ca-
oba idem ; Ravmaudo da Freilas Almeida, por
esiudos ; Jos ai Costa Villar Filb >, por anii
goidade ; Jo- de MU.cs Nogueira, iiem ; T-
cito de Morae3 Weme;-, por estndos ; Aribu-
AogOto Femandes LeSo, por aotigaidade ; Phi-
ladelpno Leonarao Forreira Lima, i iem : Dogo
F goeiredo Moreira, per estuaos ; Jos Iioacio
Hescktt', poraatiuidaae ; Graciliano Alvea da
Trindad?, por a: tgoMado ; Francisco Amonio
de Carvalao, por estudos ; Antonio Pacifico Al*
ves, por aniiguiaade ; Csetano Bruno fa s.
dem ; Loiz M-triano Caupos, por estado* 1 Si
gismundoP.cd i^cos da Silva, par antiga.dad ;
Arlbur Nep'.nno Boulevard, ide.u ; Alfredo Min-
ea Brrelo Ferrara, por estados ; Tito H-irmi lo
da Silva Masnado, do: antiguidade ; Goilberme
Marques de Soaza Soares. Mea : Norbe-io Aa
gusto Vies Boas, por escudas ; M noel Mtcbi
do de Scssa Plato, po' uutigauade ; F-.lippe
Antonio da Fonaooa Gatvfto, a-i ; Elpidi; Cj
nllo de Lima, por estados ; Jo&o Alfredo Bv
befa Lima, por atttigci :aie ; FraoeiSC) Bap io-
ta Torres da Mello, J >a Alirelinod Avila, ptr
esioaos P'axd3 Aognsto de Araojo, por aa
iiiuioade ; Manoel B-le opbcnte de Lima. P"
taiivi'iade ; Fellope Na- ea aa S'.lT, po." eata-
dos; Il^rca-ano FerL-ictas C.rvaitio, porani-
gaidade ; Amoni: Aagosto de Athayi, p^r ao-
'::Kiiia- dos ; Ldo Jorge da Caatta, po.- antlgaitud! ;
Antonio da Pi'dada Mutoi, por aciigoiaae ,
Caadido J -j Miriano, por estudos ; Autonij
Ferrei-a de Azovedo, par anliguJaJe ; Jweacio
de Scuza Medeiros, por aaiiguldade; J>o'.'o
PradnSama i |L?lte, ptrjsstu'ios ; Jos Sir.e:
das Rei?, por aot'giiaade ; Anioaio Pairo San
t rm, por astlguilata ; Idro d-aSooz. Fioei
redo, por i-i'.ncj ; losa Cesatio Lopes de OH
veira. por sotigaidade; Marcellioo Jos Jorge,
por antiguidsde ; Carlos Packolt, por estados ;
Joaqiiltn Albcim Potengy, por antigaiiiade.
Quadro extranumerarioA coronel o trnen'.e
coroctl graduado Viceaie Osorio de Pn po;
aiiti^aidad-!; a major o capi'a Ono're Mot.ira
de fu^rlnae, dem ; a capilaes, os teceoies :
BaytnuQdo Peasfdrlo di Araojo, dem ; Joaa
Aoiano Bezena Cadicanti. ideca ; Alfredc Fer
candes da Silveira, idem ; a teo6nies, os alte-
res : Tude Soares fWva di Lima, por tntigui-
dade ; e Artbar Eduardo Perelra, por estudos.
Foram transfer Jos de ons paraou'ros cor-
pos na arma de afanisrii, os segointesofliciaes:
para o2- batalbio, o capao do 10- Pedro de
Barros Falcao, pa-a a 3' companhia ; para o 7"
batalbio o major do 22- Pedro de Alcntara
Fooseca ; para o !) batalhio o capitao do 17
.\ffonso Das rogoay, para a 1* companoia ;
tiara o 37- balalnao, o capito do 23' Antonio
Valerio dos Santos fe ves, para a 4a companbia ;
para o 39 batalbio, o teneot 1 coronel comman-
dante do 1- Jos Ignacio X ivier de Brito.
j foi transferido pira a 2a cas se do exercito
o coronel de infantina Ju'iao Augusto de Serra
Mar'ins.
Becebedorl do Balado de Pernam-
fesico
DESPACHO) DO DA 21 DB KABCO DB
1894
Lyra A C Mano; I Francisco & Q. Informe a
Ia iscc'o.
O porteirc,
Snatodio B. da Silra OoimarlM.
i ORRESPONDENCIA
DoT9iapo de Pernambuco
. RIO DE JANEIRO, 48 DE MARQO DE 94
Esboroau-se o edificio da revolucoarcbtecta-
do pela vaidade e ambicao dos dois ex-almiran-
tes, cujo? bordados ensopados de sanguede seus
innos. foram arrojados ao lamaral da mais bai-
xa covardia.
Ruio por Ierra o castello phantasiado pelos
restauradores do governo bragantino 1
A revohicjo que tao pujante se dizia, e que
em nmadaliberdade, tanto victimava a pacili-
ca populaco dcsta capital, estremcela horrori-
sada ante os elementos de destruicio de que dis-
punliam os delfensores dalegalidade, e que pres-
tes iam entrar em aeco. Os cheles, ante a im-
mineocia do perigo, c atordoados com a presen-
ca da esquadra legal, que tanto ridiculansavam,
em horas mortas da noite, covardemente, fugi-
ram I Nada os deleve I Sem ao menos essa
pletade de jovens, sobre, os quaes pairava a es-
peranza da patria, na oiyunisat^io da futura ma-
rinba, c que desvuirudos por um falso enlhusias-
mo acompanhavam esses fementidos timoneiros
pe nao trepidaram conduzi-los ao encapellado
pelogo das paixOes polticas !
Nao mais trmula as amcias dos fortes o tra-
po bronco, nem dos galopes dos mastareus se
despreudem as flmulas brancas que tanto avil-
tavam a heroica farda do marinheiro brazileiro.
Tudo desappareccu com os covardes chefes
refugiados no Mindeo c Alfonsj de Albiujuerque,
vasos por uguvz as.
Com o .viso do governo,'marcando-lhe 46 ho-
ras para o inicio das hostilidades, tremerain os
hroes caricatos da sohada restauragao, e apa-
drinhados pelo conde de Taraty, Ministro ortu-
guez, propozerain capitulagao. Repellida in K-
mine interveio o Ministro Inglez, pedindo mais
24 horas, a que recusou-se o oosso governo ac-
ceder. Nao satisfeito este erabaixador. pediu que
se (izessem eliuctivas as 44 horas, e, como nu-
viam recebido a nota de bloqueio as 3 horas da
tarde de ti, so a essa hora de 3 itcviam come-
car as hostilidades da cidade, por essa forma
transformada em pracade guerra, aaque accedeu
o nosso governo. No dia 12 a cidade amanheceu
emmovixentode retirado, tudo fugia Na estrada
de ferro central, e seus arredore^, era inipossi-
vel o transito, tal era a nassa di povo que af-
lluia estagao.
as liuhas de tramways, carros, carracas a af-
lluencia era enorme, o pnico domin va e o ter-
ror era indiscriptivel Todos os morros forti-
ficados destral duram o estandarte da Repblica
e 281 canhOes Je varios calibres e systenvis,
convergindo sobre as pragas revoltosas, aunun-
ciavam-lhes o iits ira I
No dia t3 a cidade alvoreceu sob um aspecto
lgubre e deserta I
Illuminada por uniente sol de um lmpido _da
de vero, como que deixava pairar nos espiritas
irrequietos dos rjjtirantes uina leve esperaogade
que nada haveria de destruigo nesse dia.
Os morros onde foi permiitida a subida coa
lliaram-sc de espectadores.
Anciedade enomie.encbia^ de pavor a todos ;
os minuto pareciam interttjnaveis horas 1 Ces-
sou o nraviiue,':o dos veoicuios na cidade Meio
dia. hora fatal! Troou o grande tanhao 400 de
Santa Cruz! e rompe horrendo canhoneio de 9.
Joo, Morro, Lape, Gragoat, Hospital, Armagoc
Ponta d'areia O estampido dos canhes ribom-
bando pelos Quebrados dos morros leva os
cebos a lotigiqaas paragens annunciando a mor
te e a desolago por toda parte! Mas, os fortes
e navios rebeldes nSo rcspontlera I
Aps 20 minutos cessa o fogo, nao se ouve
um nico disparo das valentes Lateras da ma-
ruja insurgida!
Cresce a anciedade, os combalentcs legalistas
ignoran) o que se passa no seio da revolta ; a
jiopulago inquicta-sc. circula rpido o boato da
desergao ; tudo anciedade Soam tres horas,
praso do convenio diplomtico. Todos os mor-
ros fortilicados, Viuva. Santa Theresa, Curvello,
Guaratiba. Castello, Mascarado, Hospital, Tele-
grapho, Arsenal, S. Benlo. Conceigo, Valongo c
Morlona, despejam seus canhes sobre os insur-
rectos !
Espectculo medonho continua o mesmo si-
lencio des canhoes rebeldes !
A ilha das Enx idas, eschola de marinha, arvo-
ra bandeira a meio pau sgnal de soccorro ,
dola partera n'um escallcr uns ofliciaes pnsio-
neiros e vena annunciar a seus camamilas das
iiostes republicanas que o caudilho dos bragan-
gas lugira, abandonando na ilha, sem recursos
bellicos. 8.0 marinheiros, alm dos doentes de
que estavam repleclos os hospilaes 1
Estava linda a revolta. que iniciada com tantos
rasgos de inexcedivel bravura, Onba para epilo-
go a desgragada covardia do afeminado almi-
rante Saldanha da Gama *
Termina o fogo de todos'os pontos. Pieconlie-
c'tds o canal pelo Audaz e Villegapon occtipada
por 70 alumnos da Escola militar, que percorrem
as ruinas abandonadas, c rasgam o trapo Ja re-
volta, noaugcdedeliiio deejathusiasmo popular,
estrogem milhares de foguetes e todos os pon-
tos fortilicados salvara a esqnaflra legal, que fa-
zendo sua entrada Iriuraphal, salva a tena cora
Jl Uros de seus enormes canodes !
Ao invicto almirante Goncalvcs cabe a gloria
de. repetir coreo Cezar, o ven'., vidi c victi! A
noticia circulou cora a velocidad* do riti, e a
|)optila;ao emocionada, precipiloa-se rara a ci-
dade, e em ondas pe povo, delirantes victoriam
o governo.
0 Presidente da Repblica, desde antes de
meio dia. oceupava a arriscada posigao do forte
do Arsenal, e vivamente comraovido, quando Iho
deram a uoticra da luga dos chCes rebeldes ex-
clamou, dundo cora a espada forte pancada so-
bre a niuralha ruto t brazibirw .'... tai foi
a indgnagao que o covarde procedlmenlo Ihe
causara.
Apezar de nao proseguir o canhoneio arde-
ram toda a noiie varios edificios da ilha das Co
bras, inuendiudos pelas granadas legues.
o pavoroso incendio consumi alera de casas
particulares da praia dos Caixeiros, grandes ar-
mazens do arsenal, da oflacina de carpin'aria,
causando grande prejuiso.
Villegaignon est era completa ruinas e com a
totalidade de seus canhoes desmontados ou
inut.lisados.
Os rebeldes abandonaram todos os navios e
fortalezas e concentraram-se na ilha das Enxa-
das ; parece que reinava contra revolugo entre
elles. Assim que a tnpolagao do Marte se ha-
via rebellado desde li e pretenda forgar o
passo da ilha das Cobras, e entregar-se a es-
quadra.
O corpo de fusileiros navaes oceupava a Una
do Eogenho, e nao hostilisou as forgas le-
gaes. E tanto isso digno de crdito, que nao
se comprehende a loucura de amontoar homens
desarmados em urna ilha, a nao ser o temor que
elles inspiravam nos navfes que oceupavam.
Todos os officiaes azilam se nos navios de
guerra estrangeiros, epopL de abandonurem
os marinheiros as llias. J|
A Trujano, tao tristemenir celebre, fri preci-
so encalbar para nao ira fique.
O Tamandari, um dos melbores vasos de
guerra que possuiraos, esl com agua abert, e
com as barbetas e cmaras completamente des-
truidas.
Os frigoriflcos Jpiter e outros est5o mpres-
taveis, tendo sido necessario encalharaqueiie.
Nos outros veporui e navios de guerra, ba
muila mnigao de guerra, grande quantidade de
plvora e vveres em quantidade.
lluvia falta quasi absoluta d'agua potarel.
Na ilha de Paquel existe mais de dusentos
doentes. Ao lodo excede de loOO os rebeldes
prisioneiros.
Todos os officiaes e aspirantes fugiram, e
consta eslarem refugiados a bordo dos navios
portugueses, como cima retiro. Este fado tem
levantado grande agitagao na massa popular,
porque deixa de alguraa forma transparecer o
desojo dos vasos portuguezes de encumpar a re-
volugo. Negam mnitoa o direo de asylo. qne
outros sustentam, por serena os vasos de guer-
ra, como os edificios onde funecionam as lega-
ges, considerados territorio das respectivas na-
gOes
Esta contorvesia tem j trasido serios distur-
bios era que tem sido necessario intervir a po-
licio.
Alguna bogaes portuguezes tt?;n sido esportea-
dos e os inglezes no esto muilo livres desses
desforgos populares.
A animadverso grande ese naofizer-se urna
nova torrente de opiniao. bemprovavel que le-
nhuinos de registrar scenas bein dcsagradaveis.
Os que mais se queixara e>quecem-se que
aqu temos o capitao Leitao, do exercito portu-
guez. revolucionario do Porto, alera de um seu
camaruda do mesmo exercito fcito major de um
dos cornos da Guarda Nacional, onde alias tem
prestado assignalados servigos.
A pendencia est sendo tratada diplomtica
mente e 6 de presumir que seja resol vida se-
gundo as normas do direito internacional.
o meio das Testas que tem havido nao se
descuida o governo de preparar um golpe deces-
sivo no sul Assun qu; esto em. arcando
forgas com destino a Paranagua c que sero
comboiados os vapores que lera de conduzil-as
pela esquadra legal.
Foi preso o general Pego Jnior e consta
que o concelho de guerra a que respondeu Ihe
muilo desfavoravel, o que tem lomado mui-
tos de seus amigos apprehensivos, pela sorte
que Ihe esta reservada.
Acc -sam-no de ter abandonado as forgas que
commanduva, ao iniraigo, e te- deixado que
cahissem em seu poder 11 bocas de fogo e du-
zentos mil cariuchos Seguiro para [taar
(80 legoas de Curitiba o 1.' e 9 de cavallaria
alera de orgas aguerridas da Guarda Nacio-
nal c patriotas que para all tem ido para
dejsaflroalar a le.
Presurae-se que, a vista do desastre da re-
volugo aqui, os caudilhos do sul busquem se-
guro abrigo nos estados do Prata. Mas o Pre-
sidente da Repblica com a prudencia que se
Ihe conhece prepara-se para o golpe decisivo.
O golpe desfechado na revolta deu-nos a
paz e em 1 rev lereraos a ordena.
A ordena que o livre e ,-eguro excrcicio
dos direitos.
Quando ura direilo nao pode ser exercido,
a ordera est perturbada, e rigoroso dever
do governo agir, como o fez, para restabele-
cel-a, aida mesmo a custo dos mai irnos sa-
crilicio.
Nao lia duvida que rauilos erras e excessos
tem sido cotnmetlidos, pelos governos e go-
vernados, que se tona succedhio desde o inicio
da Repoblica, c que lera compromettido a tran-
quilidade. A paz ji em si tao diflicil de man-
ter no meio da grande exteuso de libcrda-
des, que um dos principaes caractcristicos
da civilisugao moderna, e systema federativo,
est sendo inuntidu. A liberdade, e todas as
franquezas, sao oulras tantas lontes de dissen-
timentos e de lulas que torno-se fcilmente
en excessos, desordens e d'i-igos, quando nao
sao coudas dentro dos orbritas era que devem
agir. Geralmente para supprimir-se o cffeito,
julgo acertado comprimir a causa Para res-
labelecer a paz julgara necessario abolir-se a
liberdade.
Erro manifest. A liberdade tornou-sc urna
necessidade permanente das sociedades moder-
nas. Qualquer que seja a forma de governo
democrtico, mesmo 110 seio dos mais livres,
os direitos diversos sb desenvolvem e ar'i co-
existein ; uns oara munter a ordem e o poder
social, outros 1 ara garantir as liberdades pu-
blicas c os interesses individuues.
Se o respeilo a essu liurraoniu fulece, se ura
dos grandes direitos sociaes nreiende imperar,
desconhecendo, violando ou ubsorvendo os col-
lateraes desuparecem as liberdades democr-
ticas e surge a anarebia com todos os seus hor-
rores, ou a tyrannia I
O res t ito e a manutango simultanea des-
ses diversos d reilos conslituem a seguranca
dos governos e a manuletico da ordera em to-
lla sua pleuitude. Obedeeeudo a esses princi-
pios foi que o governo. co weguio mandar cum-
prir o preceito constitucioaai, e proceder a
eleigo piesklenciul em 1 do correnie !
Bello excmplo de moderago e de respeito
pelo sentiraeiilo publico, dudo pelo proprio po-
der que se dizia ter foi'Us desconliangas da
lioerdade das ornas I
Feliz dos governados o d 1 governo su sem-
pre soulierera uns e cairo conter-se dentro dos
limites Iracados pela coostituico
E.n poltica, quer trate-s.' de liberdades ou
de peder, o litn e crear forgas reaes, vivas,
cpales de se lazerem obedecer ou resistir.
N io nos devemos pois assustar, nem to pou-
co intimidar, diante dos obstculos que por
ventara snrjam a adaptago pacifica du consti-
tuicao de Feverero.
Nao ha necessidade dos excessos de medidas
extremas, que maiores males acarretam do que
os que buscam evitar.
N&O ha convcnieueias de ordera publica que
justifiquen) o sequestro dos jornaes desse Estado
ha cerca de dois mezes !
Que. motivos ile ordera publica justilicam essa
medida era rclago, ao proprio jornal ollicial ?
Nao pensamos romo rauftos que o litio, o iran-
atmento dj teUgrapho e a rwJ tbthdadi di corret-
pondenea estojara na clusse dos meios de go-
verno, antes atribuimos os excessos praticados,
a mal entendido zelo do funecionalismo.
Cora a cessago da revolta na bahiu desta ca-
pital, do esperar que providencias se adoplem
para que esses servigos deixem de ser regula-
dos por medidas de excepgo, e entrena todos
na ordera e regularidade de que fazem apana-
gio as administragOes civis.
Tem corrido pacificamente ;em toda a Rep-
blica a leigo federal, sendo eleitos o Dr. Pru-
dente de Moraes, advogado notavel em S Paulo,
e actual presidente do Senado, para o cargo de
presidente da Repblica, e para o cargo de vi-
ce-presidente o Dr. Manoel Victorino Pereira,
distincto medico e senador pelo Estado da Ba-
bia.
Segundo os melhores clculos o Dr. Prudente
de Moraes tem raais de 250 rail votos ; e o Dr.
Manoel Victorino mais de 200 mil.
O partido Republicano Federal teri eleito dois
tergos da cmara dos deputados.
As clcigOes aqui correram cheias de inciden-
tes mais ou raeno3 interessantes, alguns dos
quaes inqumam de nullidade o pleito no i." dis-
iricto-
Entre os eleitos figura o Dr. Franca Carvalbo
frestimoso poltico, e director da Instruccao
ublica Federal.
Ha mais dois intendentes eleitos deputados,
que disputam o lugar dlsendo-se ambos eleitos.
A nova cmara compete regularisar essa n-
compatibilidade, em vista da lei respectiva,
quando trata dos empregados demissirc
nutum.
Produiio no conceibo da Intendencia*
capital, grande alvoroco a pastoral do
hispo D. Esberard, aqui muito conhecids
temperamento exaltado e ideas polticas
narias.
O Dr. Barcellos intendente pela freg
Lagoa, profligou o procedimento do bi
bein de presumir queJS. Exc. Revma. al
a politicagem e trate de moralisar o cieoq,1
que tem muito em que se ocenpar.
(Do correspondente^
INTERIOR
A revolta
(OTmpo. de 11 de Margo)
Ponco oepois da-i 7 boras da noiie de 1
oootem. o cuiador cLlberdade* levantoal
e, esgaeiraado-se rpidamente pelas trevas, I
posiar-8 prximo de Wdlegaignon, natas
mente com o flora de policiar a eairada do
qae a geoia do Sr. Saldaoba InapecsiaMirB
mollos ai .3 com viva hquietacfto.
Os facaos de Ini dos bolopaotes da 4}lta
de S. Joo projeciaram-re, porm. desda
sobre o calbanioeqoe em que salcstallon i
ebefe do baudiiismo monarebico com sfn
oossa babla. e acto condono as forgas datara
oal de goerra e do mo-ro do Castello rom|
nutrida fuiilaria contra o navio, qae (a 1
tambem dd nm tiro de embao partido de Wk
de Gradala.
Seniiidose mal eollocado n'aqoelle pos** Tai
vigilancia, o 'Liberdade* voltoo immedlatarasB-
te para o seo aocoradooro em trente i Saktrfc
oade se deixoa ricar.
Cercado quatro boras depais, erara 11 di tflfc-
e, oqvio-36 troar o caobo para os lafiwfit
Poota da Arela. Eran as bat-rias repabiastars
qae atacavam sem duvi la aa laocbas dos n A
oos portadoras de recursos para aa fjnarrijist;
das libas.
II aolem. no correr do dia, foi absaiotav.
in.pas8ioiiitad-' dos restau-aaores, qae at
obados e aaiqoilados agoardam a proxiat j
rola.
Eram 2 boras da tards qaando onvimosj
os lados da Poota da Area naoi ns tiros e aorS-
Ibarij, ulri.iios para a) iibas f.-ontelratana-
paias pelos revoltosos.
Da pona da Armagio parti, s 4 hoiaaak
'.arde, om tiro para a liba das Cobras.
E oaia mais occorren na bania dtgHai
aaengo especial.
Todas as .aliengOes estlveram voltadatfroK
o borisooie.
A's 4 1|2 da 'arde de bootem ect-ou ems
pono o cruzdor americano Detroit.
O Pas de 12 de > argo)
Quando a malfadada revolia qae taotsi *rf-
Qeuios tem irazido a popalagao da repettas*
80'glo di indisciplina de ama parle da
dra. a maior ameaga qae a paz e a traaqo
i re: o Sr. Costoso Jase de'M -lio foi a san
ciar-gao de ter viverea para doos meses e a
n c;o dn guerra para um aooo.
Doos paiObs e cada qoal mais impo-iaolet a
ram pelos ares; e oepois. aaaodo as maaal
de fogo se acbavam em depsitos tl.cta
pequea porgao retiradas nos depsitos de Si-
lbara da Pona da Araaag&o foi disirtbaida j4bb
frigonfigos, segaodj o depoimenio de nam.
evrdido.
O fngoritigo V^ru' attlacilo por rae
bala de canbao 22 Wix.wirtb, que explodit **
paiol, anda dea eoorme^prejaizo aos rev iUoms,
produziaoo se eoiao o grande desastre ex ftc
pereceram mallos nomens, alguas des quien.
qucmenie recratidos as libas desta bsbia.
Cooaprehen'ie-se, pois, a pesigao criiica ita-
volia, qu diariamente soffre 03 ataques daari-
inaru Ifgal sem poler responder ao foga. *
tendenaoa mioguada muni.o, que avaraasa*
ec.-inoaa'.sa. u para a ora de ama acgo deudra.
Q je; s cheles da revolta esperem resigasas
uoj< batalna em qae sejam veocidos com utm
as bonras de guerracomp-ebende-se; masja>
arrastem comsigo lamas vidas de bous serela-
res da patria, qae foram illaiidos pela amtfirJSBi
pessoal d alachados, um al nejando o palee*
outro querendo cortejar herdeiroa de a u tona
que nao existes facto qae deve repago*? M
ccnscienciae sas.
Os ebefes da revoa na ignorara qae en*e
um Cir;uiO formldavel que ba de ser iiorrivclas
uora em que a Repblica der o grito de vlagx-
ga ; nao gaoram que durmt! seis mezes o go
verno preparca lodos oa elemeatos para a c5?9
ra decisiva das instllui^Oss que Ibe foram ota-
ria as i-el^s eleitos do povo e, prosslcrae*
periuendo o penga, occnliara aos seas coa*
mandados qae a renitencia impassivel, ecs
arjatiaieota em qne vivem o resaltado d s der-
rotas parciaes e qce o esmagamenta rtfl sassar-
gas in^vitavel e equivale ao asa-* mala fca-
m-.ditaJo de centenas d? homens q. a petrat
mantinba para a sea i fe;a.
Resistir sera trahir e.-su gente 1 ti rcreitaat
na victoria de uraa idea absurda ; uarafc-
ciJo aucsa se subTiette lei.
O abatimealo altudldo aiala hcatem se *>
toa claramecte.
Villegaignon nao diparoa necham do3 B*Jaa
canies e a libadas Cob.-ia Iimit.u-se a tme
disparosum ena dlrecga barra e osegesas?
contra Nic.beroy.
E co e'.anto esses doas fortes revoltosas ^
rara er.ergicam-bte bostilisados p;la3 batanas-
la Ar oago e da mar/o do hospital de 5- JaHy
ero Nic.beroy.
Deve aaanbecer afsado em todos 01 pat-
ios djsia ciade, e aera dia'.ritoido e plFilit^Ss
no Diario 0!H:ial, o segaiote Doletica ds R
verno federal, dirigido populago, marcaidat
praz de 48 boras, qae expirar amaoti ass
meio dia. para o coraego das iiostiliadc *JC
orgas da Rptala ica contra os revoltosos:
do dominio publico qaanto tem sida *rs-
bomano oprocedimento dos revaltosoa, qae d-
do o da 6 de Selembro uliimo, por ara &jm
ds traigo, se arorarara em dominador. da
port do Re de Janeiro, donle tem, ca t
mais requintadada p^rversidalo, nostilisaaB,
quasi diariaaaan'.b a popalagao desta capital-
De enta para c, sao de continuo iaocalaf
conira a polnlagao inerme projectis de todaaaa
armas e de todos 03 calibra, com o corioj
mortes, terroc e sobresalto conslanle de pesi
ioon*eo8iva8. colbidaa aa mais das vezas, aaas-
bor honrado eqooliliano.
0 governo tero, at o preseote, por loan m
meios de qne ba podido dspor, envida maiores eaforgos para evitar semelhanie 11114,
nao rea^ondeodo aos ataques locessantea, cmh
poderm ter feilo, se JoSo fossa attender. caM
[he cumpria, ao bem esur da popnlagao.
Neste momento, porem, informado de aaaaal
inimigos da Bepablic*. se preparam para acara
maiores agzretft:, jol,;* que ebegada a SOB-
Bio de repethr com eaei -, e qaer faier castra
mxima prudencia e lealdade. _
Com tal proposito, e o tendo j comaraataMaa
aos represeuiaotes uag nagas amigai, o gaaaf-
no manda, pelo presente, avisar a popala*
desta cidade affixado o praz de 48 ho***
terminar ao meio dia da terg feira 4rTunjH
13 do cor ent, para a coontco daa "boswim^
I
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* '' B'


a
Diario do Pornamhneo Domingo go ge llardo ae 1 *t I
:F
uUtMti revoltosos tiserem ento logo de ar-
Mharia para trra, posqae neese caso o o^eroo
ser forjado a nao agaardar que termine o pra-
io e responder a aggreaao-
Com os elementos de qae diapfie, o poler con-
stituido teco aobejaa raiss para esperar que
easa desgragada lu
asegurar a todos que emarei-ar, no intuito de
mamer a ordem e garantir a propriedade'pubii-
ca e particular, medidas tao promptiS e rigor
sai qcaoto o exigirem as circumstaueias.
Desta aorta, ppi, a sa as p? soas qae dese-
jarem' anaeotar-se da cidade que o podem (aier
aeo7 precipitago nsm tumulto, confiadas aas
providencias oo governo.
A aieoleacia muoicioal tem ao longo da es-
trada de ferro Central do B*a il gaipss para oa
que qanerem se aproveilar desse agaxalbo em-
quanto aurar a aegao.
Has urna victoria acabara de alcancar as
Jorcas republicana*. Urna exedigao da colum
na do g>neral Rodrigues Lima derretou aa torgas
sob o coooroao lo do coronel Salgado.
Eia o telegramma olcial recabldo pelo go-
yerno :
Porto Alegre, 11 de MargoAo general Cos-
talat
Acabo de receber comtnuoicacao do general
lama de ter urna expediga de ua columna, ao
mando do coronel Salvador Piohelro. batido a
gente de Sainado, em Tijucas, Bstaio de Santa
Camarina. Calcula-se emcento e tantos o nu-
mero de iniojigoa postos fora de combale.
Iniaigos deixtram oo-campo 25 carabioas
ComDlain. urna K<-opatsc9eck, 2i l mcis, sabrs.
* espadas, pisto'as. facoes, 6 000 carneos 'Jom-
-- blain. muitas bolsas de munigss, barracas,
ponchea, cobertores e outros objectoa. laimigo
. loglo descendo ?e-ra.
Tivemos um bomem moto e tres feriar.
O combate que acaba de mencionar coofir
t) niado por um telegramma que leste momento
recebo do general O^car, que dix :
Compaoheiros ao-tof. escapos da columna Sal-
gado e --negado a Torre por Arrrangua. deca
raram Slgalo batido po- Salvador em Cima d
Serra, descendo pela ealrada de S. Bento oaia
Laguna. Informal de todo isto ao marecoal.
Viva a Repblica i(Asaigo.do), ministro da
guerra
(O Paiz de 13 de Margo)
A anctedade oao pouia lac maior do que a do
dia de bontem. _
Logo pela mnb5, lido o bolettm oficial hxan-
do o praso, que termina boje ao meto dia, para
o rompimento daa bostilidodes contra os revoi
tosoa. comegou a retirada om tanto ajilada de
mllbares de familias, que boscavam as linb.s de
iooda cu a estrada de ferro.
Pooco depois de romper o dia as hatera- da
Armago comegaram a bombardear a i>ba das
Cobras e maia tai de, do morro do boapital d S.
Joo, em Nitberoy, vieram alguos projectas para
o mesmo alvo.
Mas os revoltoacs no respondern) ; pa3sa-
?am todo o da de bomem em preparativos.
Urna torped ira de dols canos fes experiencia
de macb naa ; o cruzador Lioerdade esleve
durante moli tempo recorreado o apparelho ;
todo3 os vapores artilhadoa estiveram e esto d-
Joros accesos e as lanchas e rebocadorea nao
repousaram.
A' tarde Villegaignoo foi cruelmente batida
por Gragoat, que saccedeu ao fogo da iortaleza
de S. Joo, e to certeira era o fogo daquelles
Jocansaveis hroes do da 9 de Fevereire. que o
forte revoltoso foi obrigado a dar dois un s ce
artilberia de alma lia., pronzinao belliasiuas
eolomnas d'agoa.
Eniraram hootem ob cruzadores inglezea Si
flus e Beagle ; o Racer appareceu s 6
joraa em freate a barra e fundeoo prximo a
Comodn.
Os navios mercantes nao mudaram bontem de
aoeoradooro, na soa toulidade, ao que nos di-
xem. por falta de rebocadores.
At aqu, aproveitaBos as notas de que de
aala notavel occorrea oa babia.
O asaumpto magoo, porm, o assumpto culmi-
aante, deseavolveu se no scenario poltico, em
ierra.
Pooco antes de meio-dia alastrou-se pela el
dade com ama insistencia e ama inteos dade
aotaveis a noli ia de qae os revoltosos tioham
apitoiado em frente da energ-a guvernamental
a daa diaposigea com que as forgas de trra e
nar, defensoras da repblica, estavam appate-
aadas para o encontr decisivo e Bnal.
Effectivamente algoma coosa de eemelbaite
eslava ee psssando ; eUectivamente os braxilei-
TOB qae eeqaeccrata ana Di'Ha, a eoel*dade de
fue 8&o memoros, a tranqailidade. o repoaso e
a vida progresaiva de toda a nago sacrificada
nica e exclusivamente pela vaidad "essoal de
m bomemo Sr. Custodio de Mello tiveram
ya movimeoto de supremo desanimo, pasaaodo
da arrogancia de todos os dias para a conhsso
formal e cflliial do recao e da fraqoeza.
Por intermedio dr Sr. conde de Paratj, mlnls
tro ae soa magesude Qdellsalma neata capiu-.
Jai pres nte ao goveroo, cerca de 11 horra da
marina, tima pron-sla de rendigao, assUuada
pelo ex-rootra-almirante Saldanba da Gama.
O ex-contra almirante Saldaoha da Gema de
larava em sua carta, em resumo, que, como
enefe da fraego da esqoadra, surta neste porto.
ropoci-ae a depor aa armas, re-tilniudo ao
governo legal os vasos de guerra e toos os ape
trechos de que ae apoderoo, fortslezts, etc., dea
de que Ibe fosae asegoraio :
1. Itberdade. para os officwes da armada pre-
tuaei) tetra ;
2*. amnista para es martnbetros osarrectoa.
Os officiaes revoltoso comprometitam-e a
rtlirar-se lesde j para Eor-ooa, dem tudoB de
seos poetos e juraodo nunca mais pegar em
armas cootra o goveruo legalmeote coostitaido
do seo paiz
O marechal coohecen de.?sa proposta de capi-
loiac-o e sobre ella resolven rtfljcaamenle.
O minialeno reuoio se depois na SecretaTi -lo
interior e ah o Sr. Caas ano do Nascimeato.
ministro do exterior, reaponleo a nota, que foi
logo expedida ao Sr. coade de Paraty, ministro
portngoer. .
O geve-oo recuava in limme a proposta do
sx-cunlra-almirante Saldanha da Gama, porque
silitares iosarreoos nao fatem prcposias a um
governc. constituido, disse o maresual Floriano,
pela voz do seu secretario do exterior.
A' noi e (o ooa informados de qae o ebefe dos
revoltosos, abrir do mi de algnmas das conii
joesa a principio solicitadas, eflorecen de novo
capi.niar mediante outroa favores do poler legal
da repblica.
0 goveroo, diaaeram-ooB, persisti na sua pri-
aiiiva teaolugao.
Sabemos que o Dr. Aflooso Hanriqaea, qae
se acha entre os revoliosoB, escreveu ao Sr. mi-
aiziro da marinba pedlndo garandas para trane-
portar-ae a trra, adm de obedecer ao goveroo
>egal, e prometiendo revelagOea mpo-nantes, das
qoaes mandn por esc'ipto doas specimeas.
1 !
da le ramete extraordinario, dando salieucia
no avel k discioia e iifatiabilidade do pes-
soal, que, ba tr-:a -:as ds p-om ex-.c-tou o servigo nals comnie-o que ae pode
desejtr em iae aaerneoeiaa.
Os trena oartiam ininterraptamente. una apos
out os, apianados de horneas, aenhora^ e crian
gas, arqueaos animaes e 'roaxas e malas col-
codos e volamss de todo o genero. E sempr a
estagio Central invadila por hceisante ou-las
nominas, que boscavam bospeda^em fra do
caapo forlilicado.
A pre' tiara em aeguila poblicagao -lo pa-
voroso mais necesarios av so mandn affixar
par toda a parte baletias indlcalores dos punios
em ti ae poda encontrar ab-iga g ptoito, e n ;o
a er-.-m postos a dispo igao do paoiico despre-
venido os longos barra-.fiei. Drodente, aar.i e
calmamente e-goidog i margem da estrada, da
estag'io da Mangai-i-a para cima, como uuirus
abriuoa g^ner smenle offdrecidoa por- part u-
lareea zelosa aotondade momcpal.
Assim e qae os mesmos boleuos ii licavara
todas as d -pen lelas cobe-tas dos campos de
corr da das sociedades Jack y Cluo, D :rby Club,
Turf-Clao a II ppudromo Nacional, onde as res-
peciva dir wias estaram presentes oara re-
ceber os refugiados; h-iicsvam o edificio em
que tem sua grande labrioa a CompaoQia Com-
mercio o Iidast-ia a Cnapos, oa eatago do
Sampaio ; odicavam o' grande barra ao da fa-
brica de lijlos uo Meyer e os a.l-*s do Clob
Rlachaelo. na estsgio deste oome. A' n nte mal-
tes destes locaes tinham ja seos hospedes mas
em numero alada limitado, pois o xodo, o ver-
dadeiro exoio, foi das pessoasque se deBtioa-
vam a casas de p rentes e amigos oa das que
baviam tmalo haojlavAo particular; a parte do
povo qce conta com abrigo estto, nao por na s -
ra. mas por falta de oatro aboletamente, re-
solv -u-se para a ultima hora, avilando urna noi-
le de iGcommo lo.
O Diario Uffi'ia! publica hola o eegniote
aviso ao pavo, conteni provideoc n a que om
pane ja tizemos referencias em noticias sepa-a
das :
O governo, no intui o de auxiliar a popula^
g'oemquaoto duraren as boslilidadea em qae
>-e vai e.Lp-nnu-, faz pnblico que, aim dos ai
pes po-tos a disposigo do povo margem a
estrada de ferro, podem ser oc -uados discr
g3o o antiKo palacio liabel, a ra Gaaoabara e
o novo quar el conatmido nos terrenos .a Quin
ta da Boa Vista.
Deiermioon mala, de accordo com a pre'e ta
ra, que seja farnecida pessoas pobres que se
ausen'arem desta capital, a al.mcatagio de qu
carecereas, providenciando tamoem pars q-ie e
oeeuo passageos gratnit-js de iia e vcl.a ua es
(rada de f,-.rro Central do Brazil at a nltims es-
tacao doa saborbios.
Maitissimo empenhado 3iada na manatenca-
completa da ardem, o governn recommendou
terminantemente as autoridades iacombiias do
policiameoto da cidade que fuzUea ac coat
nuo os individuos, que, darant; o actual esta lo
de c msap, attentarem de uoa'q-ier modo contra
8 propriedade publica oa particular.*
Aps a dietriboigao dos jornies diarios e a
diwltfzgao do aviso -m qae o governo do mare-
eual Fionano dava 48 goras a popuUgao para se
afaslar do ceotro da cidade, comegou a retirada
em maiat vulto do que no terrivel da 13 de Se
embro.
Messe da oitavo da revolta, foi O Paiz o ni-
co que anouociou aos sena leltores o Bin stro la
tent dos borneas do mar i bontem, seis mezes
cuasi paasados, eram os cinco collegas qae se
paDlicam eria capital os menejgeiroa da noti-
cia oQicial ie qae o governo da rep blica la co-
megar a offensiva contra os revoltosos, do qoe
poderiam provir grandes reprezalias, em qae se
MCriScasse a popa ago.
A ordem, pois, ara fagir e abandonar a flores
etnte cidade. capital da Uoiao, neroica forca
armada qoe defende e ba ae conservar immaca-
laaa a immaculada repblica, por qae todos ee
tem batido.
a Eram 7 horas da maoba, e ja de todos os re
eaaios saBtam familias em usca de paradeiro
ear ntido contra as balas com que os revoltosos
auassem responder a legi lma e formal reaegao
o governo.
Todoa oa veh culos eram invadidos. S6 se
tiaa adultoa de ambos os sexos carregando ma
Ua, emb nlboa e rr anca3.
Oa cams urbanos, todos paitos em circniagao,
eiam osuffi.ieoiea para traosparlar tantos pa<
aaseiros e tantos volomes de bagagerr para oa
pon os extremos da cidade. por suo naa esla-
fSea de partida a agglomerag&o ful constante e
oa atrpelos ineviiavtis.
Cusuoe-Be, porm, que o servijo ae csrria,
em g*T*\, foi bem feto e qce o povo, tomando os
tablero de isaalto, nunca den mostras de im-
pfcOicu.il nem ae dea:ooienumenio.
Hi e Irada de ferro Jentral o movimeoto de
j fageiroa pa-a a eatagoes aoburbanas foi ver
(O Paiz do dia 14 de Margo):
Viri-rl dr leslldde
Ett salva a Repabiica 1
A Repal'ca, qoe dorante seis meses resisti ao
Aquldaban. Javary, Almirante Tamandar,
Traiano, Gmnabi-a. e esqaadrilbaa de tor
pedeiraa, paquete i rebocidorr-s. vio a lmm
diaia fobmia-ao dos revoltosos restan adores, ru
da em que aonuncioa a soa taz ansiosamente
esperada bat^lha.
Essa revolta. qoe teve o eea g?rmen as repe
t das mi.i-tiaa de outros tantos criminosos; qae
se aninboa oo cerebro abrasado de nm ambicio
so, doas veses traidor, o Sr. Custodio Jo>- de
Mello ; qae -e apederoa rie om dos elementos
permanentes da defesa na -ioual e acaboo por
trabir os seos coreo, faeodoa bardo do Aqai-
daban pira o sol do continente essa revolta,
diziamos, caio por t-rra desaaradamenio.
Aconselhamos, adte-bontem, ao S'. Sildanha
da Gama qae se Tendease diante do pengo que
se armara em torno de uas forgas; lamentamos
s victimas incooscieotes do sea erro e uobimo
cortesa qae essa nefasta osqoadra qoe destroio a
cidade deNytheroy para fogir aa s Urde diaote
de sua possaote artilberia.mbem fagina diaate
dos 120 canboes qae cootornavam a baha para
suflocal a ao peso das granadas, que amara as
bandeiras ao descontar oa narra o pavilnao do
almirante Jerooymo G'nga.ves guiando a nova
esqoadra da Repub'ica 1
Mas a-nh-m esn-ramoa que O Sr. Saldanba da
Gama f z-n-lo arriar oa eacaleres para salvar a
guarnigao do Lioerdade*, qu'Ddo Bcasfe s ac
ceodease nm morrfio, e abrigado, com a soa es-
pada, deceaae aos paies de plvora e voasse pe
los ares cem o sea navio.
Era 88a a ligo de dignidade qae deia er
dada aos seas alomaos e os seos co padaMroa,
delxanrio ao mesmo tempo nm bello exempu
para salvar o seo nome, que ja foi respeitado da
marinba br^sileira.
Q >izeramo8 el-o cahir como um brasileiro,
sem qae de sea corpo restasse o menor fragen-
lo, para nao termos os desgostos de spo:ital-o
como m criminoso vulgar, evadiado-se aos api-
tos da polica.
Relatemos, porem, oa successos do dia.
A Horada
As 5 horas da manha brilha^a iotensamenie a
estrella dalva, emqaaulo as faixas luminosas des
bolopbotes sondavam a saperQcie di h3aia d
Gu>aabara
Na cidade cre?cia o roldo da. carroageos eo
pnico la abnndo as casas, emqaaotoo o. a tria
as partas ao Oriente.
Cresce o alvorogo, creace a onda de povo in-
vadiodo todos os recantos abrigados daa bali.8 e
bombas incendiarias com que fomos ameaga-las
e ponen a nouco as roas vao Scaodo deserta.
A's 7 1/1 am Dovelo de forao deseovolve- 'c rja
ilba as Cabras e r.o tardoo o lceme:.t > do
pavoroso incendio qne se alimenta rapidam-a e,
caminbando devastador.
Mela bora mais tarde entra a esqoadra estran-
geira que se acbava f a da barra
Os morros povoam-se, armam-se oarracas nos
cumes das montaohas e a alta esn aada da No-
va C'Qira formlga o povaro carioso.
Villegaignoa esl deserta, deaerta tambem est
a liba daa Cobras; no Almirante Tamandar
nem om s marinneiro se nota ; no T"aiao
eeti limpo e coove e no Liberdade oa fogoa
apagados como nos outros dols ernaadores.
Onde esli os revoltosos ?
As laocbas crozam po- todos os ladoB ; vo Ai
i has frouteiras i Poota da Area, receoem os
destacamento revoltosos sob a metralha da le-
ealidado e fogem apressadamenle para a ilba de
Paquete.
Sao 11 e 45 minutos.
Surge no borUoote um vulto arfante (qae des-
peja bafjraoas de fumo negro ; mais ontro e nm
terceiro e am quarto orna parte da eaquadta
da Rspublica, e dentro dentro de <0 ui.ontoa.
rpida cerno a esnada que rutila nos areseil a
ancorada as proximidades de Cotnrodobe, leudo
a vista a esqoadra de torpedeiras.
Nis bateras legaes reina o maiorentboaiasmo;
a Vo esti embaodeira.da e reloz o verniz
de talatoaas aa guarnigoes eatao a postoe, o
sol eamioba para o sea lenith e todos esperara
trmulos de emogSo e aeciedade Lora marcada
para o desagg avo da Repblica.
Helo da
Qaaodo o astro do dia chega ao meridiano do
Rio de Janeiro Iroa o canbao 450 da fortaleza de
Santa Cruz.
As imponentes mu'albas da guarda da barra,
heroicamente commaodada pelo coronel Pedro
Goilherme Aivea da Silva, envolve-en na fama-
rada dos seus 14 canbOea asseatados para dentro
da baha ; o Pico dtsoara o sea K'opp, empeo
nacbando o alto da mootanna escarpada, onde
se anlnba o forte de Santo Ignacio.
A Lae fere fogo e ludo estremece ao ribom-
bo da Vov.
Seeue o fogo da direita para a eaqoe'da as ba-
teras mascaradas de S. Jao; aa de S Paulo,
toJas em aegao aimoltauea, por o, crivam as
ruinas desertas de Villegaignoa.
Ninguem responde.
O Pas ja liaba dito com a aegaranga de
todoqoanto affirms, qae, aim da falta de mu-
oigOes, lavravam all o desanimo e o abatimeoto-
A8 batera da Armico, morro de Sao Jo&o
Baptiaa de Nitneroy, 9ragoat e praia da Viova
Ramos onem-se as da barra e exigem o combate
as mudas moralbas onde se falava em monarcba
maso foao qne d'ali ee desprende e o das
granadas da legalldade, qae vjj explodir na
praca dos desertores da casa bragantioo.
Deaanimam as bateras por falta de combaten-
tea ; o excitaote da goerra o inim go, e o inl-
aigo morrea oo fagia.
A' i l|t Bora cessa o fogo.
Esperam todo* ; mas oa aavios .revoltosos si-
tio amarrados as bolas.
Cootam se os miou'.oa e os minutoa alo -eu
cu oa eati lonnoa; mas as 3 horas da tarde on
ve'ae o t-s -.in.io da ariilh -ra o caobSo do
morro da Gjaraiiba, na Gloria, jua rompe o si*
lencio.
Ultimo feooabardelo
Como se i linba de canbdss das navas bateras deata capi-
tal, que to-uaram esta cilade fortisada, vibra
qaaai ao mesmo teaopo a ariherla de Santa Toe-
reza, urraado o canaao -O ; do casteo 30 noca
de fogo ii-oaram formidavelmente e o morros
da Coa-eijao, de S. Bento, da Sao Jebarra e
N.theroy atacando navios e foriea revoltosos.
Saa os re.lonl.ciios a itn n*r em vio pelos
combiteates do tnrano doa Bragaogas ; mas a
-ren- outr'ora destruidora coati.iaa deserta33
revoltoso* morreram oa fa^iram T
SO a lina das Eaxa-iaa esta pnvaada, bs'.eao-
dj o signal da convengaa de Gsoebra. qn
all era orna prlso dos nosaoa nol la.ios aprino-
oados em Mocangc Grande, ilba do Eogcuno e
.rmazem.
U ca oala vai explolir no te*rago deasa priaao
e os revoltosos, caro-r.-etroa al aqoelle mamila'
to, inv^didoa pelo paaioaarriam a bandetra da
Cruz Vermeiba e aorigamae sub o pavilbac da
Repblica !
o fogo continua e no mesan mastro igam se-
gunda, lerceira, qaarta, quima e SbXia nandeira
ua Repblica 1
Sao 3 40 minutos e o fogo cessa e a nova e*-
qua -i. apparece na b qu- de'e serinvaiiao par o asaalto das forta'
1 zas e deat.-uicao da eaquadra, que tanto nos
perseguto e iofeliciton. -"
Largam as lanciis traianr} revoltosos qoe
v m e eotreg.r as autorida es m:t.tars no ar
j-i.ui de manona.
Riuderam-ae ; e todzo a; vistas se altam para
a Da'pa, a eapera da e qnadra.
R ti precedida dealgamaf lancaa qne es*
tavam na praia Vermelha.
Vem na f-eaia o inolvidavel Aurtat.
Urna outra sae de Bntafog) e. p 's^nao po
Vilegaignin, at'aoa ao araeaaJ .te gaaprj, onie
ae auu o bravo mareana. Floriano PciDlo, qu
nos eDtreea boje a Reouniica salva dos oo.e.-;
traida.-es dos uoss.b u.i-.nigoa.
8ormaodo-e as lagrimas qoe nos ma'ulLam
os olhos afflictos e desolados pelo espectacnlo da
instesa indulta, da desgraga irreparavel.
Neste momaoia s a noci da fatalida le daa
leis nuiori.a- ple consolar o ooseo espirito aa-
goatiauo. Esta rtv ;lucao era ce'ta e oecessaria
'rbras. Dizesquenio ha rede protectora que
posaa segurar ease proje: il laigado por baixo
d'agaa.
O fiNenalfh
Depois foi omo'ado o -G-eenaleb, con
atrado por A. B. Weoi&C Na occa^iio em
e fatal. Ella velo tonidcar os ns.-soa msculos,' que foi c.-morado eatava em onraa fazendo eco
s por aonos de paz. I certo na proa, muo damjifi'Jida era coaseqoeo
cia de orna colli->i-<, 'accedida a 9 de Outabro
com .; Od Domiaioa St-acoer Gayando- e, e na
qual pe-ieu rerea 6 p. da ro .a de p flj.
bem
t- o
Villea;ls;aaii
D-/. m'nu'o depo s e- trioolaaa nrle*je para o forte qne atad
aasteada a tao deiautada pandtaira Dranc.
Para o meama pon o se dirigsm o AuJaz *
e ama tarceva lanCtta.
Da onm ira salti am paquete de o! o pragia e
am o&cul.
Eat am affoiamente pelaa rjin38, de bayaneta
cruza a, promptos i. carga ; percorrem tooas as
dependencias exitrtores, eauainaMM '.-atiriji'
dos coqaMros e de aasalio e po: ftm soaem *
na-- .-us de salvas.
Tod is elies correm ; mas am delles raen em
f>r:mi o 'aga- ao paa;e em quj oa'.a o aigial dos
r valiosas.
E' lesto ese mojo coja aun0, damas a-ltar.:e e.
avezado aoa exercicios ;ymoa8ticos, sobe rapio
ao topo, def.:z a darles jue liga o masta-a. e
as 6 oras 6 mioutis e 30 setrannoa no|.;bror.o-
metro do D-. C-uis, cae oa- trra HHM raoo,
que duraus seis aMsea e sete atas foi a uosd
ve.-ooha.
T a da novo anilherja e cada balera ta
ca adaoaeate Si *t>- 1
Viva a tepablica o gri^o que se ouv-, -m-
qoaito o povo ve n aflninda as pra a', para v.r
a mage>toa ectra :a na
F. Sao 4 horas da tarde.
A' testa da columna xar'.ha 2a ba anent-
me:a fer.a o formidave! -ruia mr.Nit ier y, oi-
tcLtanaoo bello ca :bo Zu'.-u:lt
Esse terrivel navio arvora o pavilnao do almi-
rante Jeronyao Bancalv-jb, vem a;|.iiido de
gente armada e a postas, sob o commaodo ao
leal servidor ds R-na'oca o capSn de fragata
Alvaro Nanea Rtheir-i Belfa-t.
Segoe se o I.ai. aob o coomando do bravo
i. '.ceme Rodr-iph* liope^ daCrnz.
D-'pois vem oas meamas a'aas o caga-torpe-
deiras Gustavo Saatpala* *ra a aaa vleme
gu-^rnigSo de cearer-ses e pe.-umbncanos, com
uoauJado pelo !. teoeota AHiao F. de Miranda
Corrata.
Acampanaaolo cale u'.tim 1 ae o Andrada
com os saus _u u -to-j torios de torpedo* e di
rigidoa pelo lolatligsata e cafcoo ceegadur
coyabano, o capii leuen e Joau Baptista das
Heves.
Eairam maia as tarpedeirai d al a raar, qae
juUamoa sejam r?moonm. Pedro I*o, Pe-
tro Affooso e SUradoa, e na cauda da st-rp?
immeosa o distmeio 1." teaente J^r^t 4meri;ano P.eire.
A's 6 horas e 16 in.nams a crp'z -lor N.:ho-
roy deu fundo em frente ao arsenal de guerra
e salvoo a trra com 21 tiros, drsU'.aai 1 para a
barra o Gustavo Simpa o.
la camodo a ooite quando as fortalezas de VI'-
legaignoa e da una daa Cobras :;.irrpspanderam
3 salvas do Ni.ber-oy soltnoiaoo ao rapama
tempo o desairavo u'.iqaeas prtgas de gne-ra.
CalcalarSo os nossoa ieitores aaanto eos tera
cneUda ter por tanto tempo oeixauo de dar Ibas
as noticias qne s mos nos cnegavam, nadas
ja ana Bsiados-Unidoa, a 0.1 Earop. j d Re-
pubiic Argentina, icrea dan a:-qui.ig6as qae o
governn legal da nagSo ia fazendo no estraaalro
pira efi:aznenie co.jDater a funesta retalla de
qae desde 6 de Setembro thea.ro a bama do
Rio de Janeiro.
Jornaea fraocezes Uvamo3 a vista qae davara
, o procedimeato do governo brazileiro coma
: exemplo de celeruade acamparael para a ob
leug&o de meloa oellicos eraioe.ne de dko ico
rosa e ditfioil acqoisigo. E easas palavras pr 1-
duzam no nosso espirito urna impressao tanto
maior, qoanto a jui toda a gaate se admireva do
tempo que decorria sem qae a esqoadra appa-
recease.
Porgue a verdade qae, grogas perfeigao da
reportagem norte americana e \liburdade da mi
prenda que essa grande nago gosa.logo qae hoa-
vejtempo de chegarem ac Rio os joroaea de New-
Ya k, a noticia das compras alli efijctaadas fai
se espinando e diffandido por tal arte qae al
tlmameate nao era segredo para ningnem.
O governo no entanto julgon qne essa noticia
poderla prejudicar o,exito das operagOes baliteas
e por forma algoma qaereriamas, anda qne o
pudessenaos, fazer cooaas que parecesse ir dar
ao mmiga coahaelmeotos de que elle porveninra
carecease para evitar oa inutilisar os meios de
acgo do governo.
Essa eaquadra, por cuja vinda tanto ?nceiava-
moa iodos, e da qual ja muitos, oas decepe-a
quolidiaoaa, coraegavam a descrer como se fra
objecto myimco, eil-a analmente na b^hla do
Rj de Jauairo, gragas ao mansave! trabalbo
que o goevrno do marechal Floriano se tem im-
posto, aia e ooite, desde os primeiros lempas da
revolta.
Ndo para agora relatar o que fot easa luca
doria, a qoal, sem sombras de exagero, se pode
chamar gigactestica.
Tratava se de crear urna esqoadra. Todos os
ministras brazileiros naa diferentes nagoes fo-
rana enea-regados de examinar o qae ae poderia
obter.
E entre reluctancias e escpulas, eBtre de
cepgOes e esperangas, ae ia marchando, p-rmairo
am piuco ao acaso, como qaem nao conhecia o
terreno que pisa va, depois cada vez mala segu-
ramente, al qae se consegua assigoar contrac-
tos de compras valiosas e importantfi.
Mais ama vez aprendemos quino vale o di-
nbeiro e quaoto valem o bemeta que temos
como noasoa representantes. Nao aqui o lagar
de consagrar lonvores aos nossoajminl tras no
Uruguay e em Washington, oa Srs. Victorino
Mo~.-. iru Saivado- de Mendonge, qae foram s
Uoos grandes auxiliares que o marecoal Fio'ia
no eocootrou ao sea lado na tarefa em qae es-
av empenoado. A oago ha de saber agrade-
cer a estes doas cWados qne soaoeram po-o
melbor da soa nielligeocia e da sua energa ao
sart*M da cansa republicana, cojo triuntpbo
l boje visivel e palpavel a todos.
A uosa alma de patriotas eacbe ae do mais
paro jabilo por veroaaf p-est-s a encerrar se o
periodo re vola-alonarlo que definilivamenie cno-
solida a repblica fsndo-lhe o grande bapiismo
de sangue, infelizmente Inalienavel de todo o
passo 00 progresso poltico.
A oossa alma de bomeos veste-se de lato,
coafrange-aededor.ao vermosderramado sobreo
santo slo da patria ease sangue qaee oosso qae
gira oas noasas proprtas arterias e que grita
denlro de otos a cada combate, a cada Uro, tran-
Velo aoontar nos os erros da oossa educagao!
que nos leva gra-mal e subrepticiamente sa des-
reaneito a lei aoa poderes canstituidos, do des-
reapeito licenga, aa llcecga a deaordem. da
desordem revolia palavrosa, dtfl grando em-
Qm n SPrtigSo e na anarebia.
Velo mo-ir^r nos coma o nosso pavo carece da
edneagaa cvica, qoe obriga o bomem a nAo dei
zar postergar nm uoico djs seus direito', ou.i
a nao permntir qne o mcitem a ruooinr um /
dos sfua devr-e?.
Veta mostrar-nua onde esto noasas amigos
o "oSDs iolmlgos.
Vsio aar-ooa a medida das nosaas [':- i>s
fo gas. Troaxe-nos desillagoes e esperanza..
,u sao easinamentoe vida.
nE em em futuro qoe vemsureiodo no extremo
borjsoote vemos esta grande n-gao prospera e
rica como nenbama outra, eraade e forte, p-o-
t gi a n I. a suas inB'U'COes librrimas, com
um p>a laborioso e folgado. vvenlo an.s.. >n
e eapi-iraal, coohecendo a oraze-, compadecido a
dar, refisiente a fadig, nao proaorao-ln a lucta
mas pdenlo mantel-a aom a maiar de entre as
ai a ores uag6ea do mcudo.
E' desta visao da parvir gra-.dioso da pairia
qae *s naesas tristezas de momento sa alogarn
Coma males 06ceaaario.s, peobor da segoraoga e
b"m esar dos nossos vindonros. tal um pal toaa
vida trab^lbandoecombateodapara legar futuro
lar^o a booradoaos Gihas eeos queridas.
A respeo daa compras fetas pelo gover
no nos Eatadoa-U'iidosea.reia nos o ooaeo cor-
re-pondeote em Nc-w Yark em 8 de Novembro.
O Worjd leve a primaz a da rev^iago daa
compras de material e organizla aa esqu'dra
para oater a revaitada. Apenas 80 fez o con a
co para o fornecimento de armas e man goes,
este jarffitl, ao da segaime, paz tuJo t-mpratot.
limpos Jetjlhidameat) cam o aap-?u o-o mena
do c s.urne. Tolo o mundo fjcoa saneada que
por 1 itarmed o dos S's Fu. 4 o a.iv-s na nra
zileira hi7lacamprado caadas dn tiro tapido e
torpedos. Vioram lamben 1 puhlicidade os par-
menores da compra aa di e de ou:rus aa
Vlo..
Tados 03 raovmeota* do ami~ante Man-iy
e da Sr. Salv.dor de'M ndonga foram cuidadosa
n.-nt vi.inJos |i-,j pelicia iaop'acave) doa re
poners ; el es sarpr-bejderam caofilenciascdn-
taines im^art-n'en, qu-.; fo-am minu-losament<>
con'alos no Warid n no N-w-York U- al.',.
chjgaudo a perfe-go Je 4eseohrir^m qua o nan-
dde:ro Ansmk abrin >o nv 2.000 000 para rg.aiaio da e. To D*aj feto !o. e;se aerv.ga de raporia-
gem que, aiual de coalas, *8 partea inier--88das
juii que o caso exiga como ondicSo easeoaial ae
p-oflcaidade dos mtias formidavais jue e-tavaoi
Banda aqai adquiridas par elevadas pregas.
Q:ebrado o.-Igilo, molifiaoo-e Ben^ivelm^u-
te a ititude na impreasa que, c> llocan o o fa:i
poli.ico em secando plana, tomoo o partido das
vendedores americancs, fasend.i reclame de ladlo
qua .n poda ter presuma rea! cu nao, e f a a 1-
qairi-io oelo go^raa. Cioveram p--opoaen.es d--
ocios de Jesiru'gi. cada qual mais tarlfrl e
Caro; eo de Cmcago o to-pedei u submarino
de B.ker, de qua os {oroaes Caaj eacnpgo
i- :n nca e mioociosa.
O Gree' alga constroldo de mahogany e
carvaihn, comnioaada asaim a ipvpzs com a for-
ga ; tem 79 ps de eompnneato, 10 1/1 de lar-
gura e cala 52 pdlegadas. E' dotlo da urna
- a- nma d quadran'a expansan, polenda de
f.avo;--r 500 cavaolos, com a dealocagSo de 13
t n-lad 8. Ejpera-se que consiga vea;er 30 mi-
mas n.ir oara. Ser eanduzdo sobre o con vez
>> C
cia mundana abafem as amarguras do exilio, a
aqu, as lhes abandonadas, centenas de mrl"!
nbeiros, fascinados pelo prestigio dos ebefes,
amaldigaam a soa infamia, asna vergonhossiBll
ms traigao.
Vencer oa morrer era a divisa dos revolto-
sos, e entreunto esses relea inimigo, esses far-
gaatesde seiiges, 4 primeira Investida do go-
verno disposio a .extermlnal.o*, abanlonama
geole Ignorante qae se presiava a s rvli.os a
sem se despedirem at, escapolla fo i sorrelfa,
preferem i merte natulitan.e a dtgralago da
faga, sem as apparencisa de rombate.
Emfim, a b.hia da Ro de Janeiro es'. deiin-
fes a .'a deesa borda de canimes e o povo repou"J
sa arases loogas seis m-'zes de aigus'i < eocheo-
do le bengoos o nome do globoso e benemrito
chefe do Estado, qae com tanto bn bo, tanta
lealdade o tanta bravara des>ffrootoa a ns^o a

. *mH?2ZZZ5?S2l ?^ '?*1e'ra &' > ^'cercea ludeslructiveia ua-
NS vabenoa qaanto cua.oo aa noaao gaver- c|ona, In,er]daJe
O Vlllii'.o}
Oforimeiro navio comnraJ fai SI C I la
linba Margan; envan 500.OQOtres vezea maia
do qa" o sea valor, aisae o World aa ...
1 J.030 oe-ios ao qae o casto primitivo, segando
afOmacao do. proprle:ar os e coa-t-uctores.
No Cid embarca o eapitia B ker, qae fo:
ageots da inl.ga companbia de v.pores ameri-
canas na Rio de Janeiro. Coma principal meij
desTuid.ar, esse navio p.-.-s ia um famoso canbao
pneumtico lescnado a laaear torpedos aereas
carregadas com nnra ge!a;i .a.
Kss -'ann.>, recentemenm construido na
fnndigo Cald Sonng, im-de 15 poli gadas e i
mentado sobre a caove que para tal Qm esi sen
do preparado ; a sua moo cao compOe seaecem
projaeiiS comprados a enemo-t c Tarped) and
CoaatnrMoa Comoany de New York. Esses pro
ject's sa 1 de dlvdrsas tamanhos de sub calibre e
c.llb.-.; completo. Os primalrafl alo Je 6 nolle-
gadaa n.; dimetro e 3 ps de comprimalo car
rajado* com 50 libras d< ol.ro-gelat oa; de 8
a-'ilegj.las d--- dimetro e 5 p- s de comprimeoto
carregando 100 libras do mesmo explosivo; de
10 Mieeada e 8 ps coa a carga de 800 libras
). s--gunlcis sao mais turtos 13 pail tridas da
qaa os pr^ceientes, carregados com 500 lior.s.
s de sao-calibre sao empreadaa sam am farro
ae S que oa "lai.iem no t-ixo o cano da paga, e
que ca; qnaoao o tiro disparado; &n na oase
plicas oe meial em forma ele hlice, qae, actuan-
do i-oT, a rer.i8tencla do a- do ao p-rjeciil enor-
me t- ,'ocidade. Os do calibre completa nao cam -
portam esaas placas, mas sao aianidos de ama
belice qae Ibes imp-mj" movimeato ronno-io.
Experieaciis fsitia cam esse cannao de
moosiraraoi qaa elle al:angi 3 milnas e 3/i com
ama bomba de 6 pollegadas, n alcance no pro
jectil de 8 pollegadas foi de 2 1/2 milhas, o de
10 ehegon a eerca de 2 milhis e o decaliore com
ple'o a 200 jardas.
A manara oa Ss':- -'o^-UjiJj possne dous
da-Mes canndas mnetados a barbo doVesa-
v;u i. com i difLretiga da seram tanas (xas,
ao passo que o coaprado para o 8razll 0x071
do como un ciah&o valga: por meio ae alect-i-
cidade.
Alm dease canho o Ci<1 > ser armado
com ama bateria.-secandaria Je d >u cano6o3 de
5o e ara de 33, alaj de peqaeco Hotcbk.'S3.
Qaanm a marcha, n isj se jai o na.o ero
zador podar alcanga-16 1/2 milhas. A maior
distancia por elle vencida foi de 450 mila^s em
24 horas
A capaciiade da uo^o cruzador de 4.600
tonelada; ajade 40 p. de como-lmeato, 48 de
'a-gu-a e 33 ps e 9 ooi egadaa do canvez qui-
ma, callando carregad 23 ps.
A tirmam 03 joraae qae o" Cid, depois
de armado, se- ama te.-nvel ar.a da destral
gao.
Hita qae elle apparega no ho-isante para
fdgirem os navios revolta las qae voarSo em es-
tiiuagoa se caegorem istattcla Ja daas mt-
Ibaa.
Os proissionaes agnardam com maito inte-
resse essa expaneacia a valer, a qual infeliz-
mente vai ser sellada com saagaa braiileiro,
para jaigarem das vantagens uo canno e rae-
IOoramento3 faltos no projectit pelo Caplta Ra-
pieff. Um f tiro, Jisem. de-se canho pode
pradazir urna completa revoiuga na material
bellico; e a importancia militar da victoria ga-
n pelo Vlaoitor de Erieaoo, em 1862, ser
eclipsada pela do Cid. laogando em cada tira
sobre o adversario am qaarta da tonelada de
nitro-gelatina.
Se esses Uros forem certeiros, e se a bam
ba tizer exploso, evidente qae oso Ibe resis-
tir o maior ecuragado do mando, nem as mais
engenhoaas e salidas fortiScagoes.
Prompio e armado o Cid coatar........
i 800.0:0.
O Prallaln
A segunda a:qnisigia feita para a nava es-
qoadra foi a do torpedeiro submarino de Ene-
son, roe Destryer. qae na occasio de ser
vendido eatava em Newport fazendo expelen
cias sob a inspe-.-go de officiaes di maraha
americana para venttearem sa eatava em coadi-
gfies de fazer parte da armada de nele Sam.
Espenencias faram concluidas, mas os re
presentantes da Erieaoo Cans Dafense Campa-
ny, qae realisoa a coastrnego, sfurruam terem
sido siafa: tonos os resaltados obtldos.
O deetrejer nao intairamente om navio
submarino ; qoaado em attnaJe de ataque, apa
as mostra 18 pollegadas cima do lome d'agaa
Tem 130 ps de compnmento, 12 na maior lar
gara e 11 de altura.
A espectadade deasa machina de guerra
ser armada com um a canho. O qae ae acha
agora nella nao o primitivo conatroido por
Erieaoo, o quai era de (erro, ao passo que o
aclual de ac, se bem qae do mesmo systema,
com 'ligaos meibo-amentos feitna pelo engenhei-
ro Walden Lassoe, que dea o oome ao pequeo
canbao capas de cont- 300 libras de algodo-
poltora, oa dyaamite. O canho do Destryer
tem 33 pea de comprimeato e est montado so
fondo do navio, a pta, 7 ps abalxo da linba
flactaago. O projectil termina em pona de
ac, atrs da qual ba urna cmara de cobre para
a ma(e-ia explosiva; mede 27 ps de compn-
mento, 10 p.Mlega las de dimetro e pesa 1,528
ni; seenn 1 > n Wraid, o sen cualo primitivo
f. 1 de i 30.000
O Andrada >
O Brianu da N irtn Alian i :.Steams-
bip Caxpaoy; foi comprado pela gav8rnn bra
zUi-o par i 225.000. E' canbecido eot-n 03
na-inhejros de Bastn cama nm e.ephante
trfln:o Fai constraido em 1889 em Rer;en.
No-uega, com o cuela primuiva ds 25.000 1
deixra do navpgar por ser exiramamante dia
pendiaao. Med 1 275 a de camprimento 34 de
largara, com 20 tonelada. .p registro, sendo tod
de ago com t:iaco r-ompa-timentos estanques. As
suae rr.a-ni::as sai de t-jnlice exp.m-o par^
deaenvolver^-m a torga de 3.000 cavallos; calcu
la se qaa posa al/angaar a tola 3 forga a marcha
de 18 na:por hora.
O araameaio doo'e navio r-nnstar de 4
lunas para torpedos; 2 rifles de 33 liaras man
tados a pdaa.e pro. 6 de 6 pollegadas a'bin-
borda e a b- reste, (0 de lpaanders,* alem de
diversas torpedee Howell.
Om prlNiuaa-oa
O capitao teaeute Jaa Ramos ua Foaseca, se
cretario e ajudante da rdeas do Sr. saoira-al-
mirante ebefe do esiade maior general d-a arm<-
da, acamoaohado de aljamas pragaa da exer.-i o,
d.r;gio se em ama laen 1 i ilba das Bachalaa.
Ao atracar a lancha naquella ilha fai o cap:taa
leame Jos Ramas receido com v.vas da man-
nhagem eaquadra legal a Repaolica, re3pon-
denda ease attic-al s saudagoea e ergaendu vi
vas ao marechal Fioriaao, qae foi caloroaameate
acclamalo.
Na ilha enconl-ou o capito-teneoie Ramos
maia de 500 mariobeiros e 8 enfermos daa aol
Jados legaea aprisionados palos revoltosos aos
cuidados do Dr. Braulio haateiro, qie nao qoiz
fugir com os seus comaauheiroa de revolta.
As pragas enfermas e invalidaa do. revoltosas
foram ha das tran^.'eridaa para a linas de !'..
quet leudo seguido moribundo o l." lenentp
Luiz Timotueo Cereira da Rosa.
Na ilba naa havia urna s gaita d'agui nem
nnnig&es e boca.
O capito-tenente Ramas fez traosporiar p>r?.
ter a 92 deesas pragas, que ja foram tacata das
a diversos xadrezea
Ela os comes dos bridas enaaalrdo* nailha :
Seraphim Francisco de Freitaa, guarda nacio-
nal, fendo poresthaco de bamba ; Luz Micha
da de Amojo. bataino aa rcerva, f-be rem-
tente; Eatevo Manteiro, feridacontusa na p-.-m
esquerda; Fabiano daa Aajos, estilhag> de bam
ba ; praca do batalhaa Tiradeates F.-ancisca Ga
mes Guimares, bala de fozil; .-n .-.la ntciaaal
Abillo, i i- id ; praga do batalno de engeahana
Martinr.i Manoel da Niscimento. ilem; e aar
aa nacional Ado Bernarda Amiranic, dem.
Calcnla-se que nasilhas ae Paqaet e das E 1
xalas e3to atna cer*a de 8J0 mananeiroa re-
voltosos.
Minutos depois de ter com,,gaio o fozo das
bateras legaes, atraOM ao caes do araeoal de
M irintia urna laacna a cuja bario vinha o teaea-
te do bitalbo batalno patritica 23 de Navem
oro Arthur Silva, aprisionado na ilfta da Macan
ga, oale cammaudava una far;a do 24 bata-
Ibo de infantera de mi.
Veio trra n dina oeial atlestar, sob pala-
vra de boira, qae os fortes de Villegiigoon e
da ilba das Caoras, asaim ;oma os navias rebel-
des estavam abandonados, tendo as respectivas
gaaruiges sa refdgiado as ilha3 das Enchadas
e de Paqaet, entregando ento ao Sr. ministro
ua manaba o 8"gulnte officio :
I ha das Cabras. 13 de JdVgo de 1894. -Tan-
do urna parte da esqnalra revoltosa, sob o om-
inando do ai'lado ex caalra-almirame Laiz Pe-
lippe de Saldanba da Gama, capitulado, e tenia
os otficiaat da meama esqu.i.l-a se retirado em
navios eatraogeiro e abandonado os navios, re
anida a mariohagem na asaim oa pris ou-iros daa ilbas do Eagenba 3
de Janeiro da do Uocaogo a 19 de Janeiro e
Armago. quer offic ase pragas a 9 de Feverei-
ro toda do eorreaie auno, eu BOOM offhal mal^
gradaado dea p'lsianeiroa, em coaselho com os
officiaes subalternos e soldado Jo batalho Ben-
jamn Caostaot, o advogada Gabriel Lessa, tam-
bem priaianei-o, todos abalxo a3sigoados, re
sol vi asaamir a direcgSo da referid, ilha e en-
viar trra o lente Atna- Jos da Silva, .10
batalba 23 de Navembro.atim de providenciar-
des com melhor enienderdes.leronymo Fer-
reira da Silva, majar do 3i.0Gabriel Lsa
Albor Jos ua Silva, tenente do 23 le N-em
broAntonio Akaro F. Ribeiro, tenente do 9*
batalho ttaooel G..nc Leapaldo Telxeira de CarvalhoJoaqaim Fe--
nande de Lima Martina, capito.
Eis a relago dos defensores da Repblica que
se achavam em poder dos revoltosos e se ap-e-
sentaram bcn'.em, ao meio da i-o general Pi
mente!, commaodante da 2. brigada em gaar-
aigo ao litioral;
Francl*:a Augusto da Silva, 2 sarzento da
brigada policial, prisioaeira em 9 do passado,
aa Poata da Arela;
Alf-edo Lipes Castilbo, farrlel da brigala po
licial, praso em Paqaet na dia 6 de Se'.-mbra ;
Manoel Figneiras, cabo da meama brigada,
preso ca ilha do Eageaho em 3 de Janeiro
Jas Silvano Miranda, praga de polica; desta
capital, prisionetro da mesmo dia e da mesmo
local ;
Artbor Joaqaim do V- lio, pnsioneiro em idn-
ticas condiges ;
Haracio Damingos Rimos, praga do 9.a da
guarda nacional, preso ua poata da Area em 9
do crreme;
Octavia L-iDo Braga, praga do 2. da guarda
nacional, presa em Macanguao da 16 de Janei
ro ;
Manoel Jos de Oveira, praga do mesmo car-
po, apsisionada no mesmo logar;
Eiyiio Antonio de Freitaa, praga do 1.* de eo-
genbeiro, preao na ilha do E igenho em 3 de
Janeiro;
Donato Mareira de Pinbo, p-agi do mesma
co-no, priaioaeiro as mesmas condiges ;
Ernesto de Soasa Machado, praga do mesmo
corpo, preao as mesmas coadigies ;
Glandina Braga, do mesmo carpo, e na3 me3-
mas condigas prialoneiro.
O Patz de 15 de Margo
A cidade do Rio de Janeiro respiroa bontem,
eratim. desoppressa do paaadelo da revolta. As
pbysionomias tinham um ar rallante de coman-
lamento e por toda a parte grandes granos de
populares, entusiasmados, festejavam delirante
mente a victoria da Repblica.
Saccedeu o qae bontem vaticinamos : os pro-
priosacigos e cnmollces da revolta, anda na
vespera azafamados na propalago dos maia soe-
zea e calamniosos boatos, eram os mais arden-
tes nacoudemnago da cobarda com qoe se por-
taramjns ignobels resta aradores.
Foi elle n realidade o thema de todas as con-
versages, e o desprezo, a nausea qoe iospirou
a poltronera dos rebeldes, at ento arrogantes
e violentos, foi a justa luartalba dese mavimen-
to, qae na hisoria do Brazil Agorar como a
mais Ignominiosa das tentativas osorpido-as, co
mo o maior dos allantados a nlegndade e
hoK'a da nago.
Onde est o Lord Cochrane comprado no
Cnile e incorporodo em Paraoago esqaalra
saqueadora? rjaem d no'icias do Almirante
Broa, que a rehelio quera oppor ao Nlthe'
roy, com coja dyaamite o governo da Repa"
blica bavia de estiliagar os reprobos se elles
aceltassem a luUt Onde esl&a as celebres trafl
pas que o qaidabsn* tioba con operar am desembarque em Marica f
Como devem estar a estas horas eovergooba'
dos com o vilipendio da revolta os cobardes de
trra, os insidiosos diffamadores, incapasss da
pegar em armas para sellarem com o sea sang
goe o fervor das anas coovieges.
A estas horas, os officiaes poltres asylados
em navios estraogeiros, vio em demanda de
cidades pomposas, onde os prazeres da existen.
nlegridade da Repblica Brazil- i a.
E agora ao ul, a libertar o tolo glorioso da
patria das quadrha negras ros pa pas. da3
hornas degoladoras do ciienlal Gumercia ol
Ao sai, ao -a:!
A Ksquadra LeaaaCTI
_ A'a 5 horaa da larle de ame bouteuj o capi-
to-tenente Jos Carlos de Carv^lno recebeu or-
dem "o marechal, que se acbava uo arsenal de
guer.a, para ir eicola militar e de em um
reooeador seguir ao encontr rtq esquadra atim
de commnmcar ao almirante Googaives o que
se na.ia paasado cam ua revoltosos e pedir ibe
que entraase no parto com a forga do eeu com-
mando.
Urna vez recabido o eapiScnwienio Carvalho
e bordo do navio capitanea o cruzado- NUheroy,
o almirante mandn fazer signal da aegar as
manoaraa do navio chefe e, aproan 10 ae para a
barra, encarregoa o mesmo capito lenle de,
ao lado do cammandaiite, indicar o caminhaa
seguir para evitar a zona da baha em qae se
su3peitava h-aveaaeai torpedos faaJesdos,
A's 6 horaa quisi, nav^tran .0 se bem innto
das bateras ae Santi Guz Boa Viagem. S. Ja2o
Baotiata, G.aoati e Armago, o navjo-captanea
da eaqnadra legai dea fuada na aongo aucora-
donro dus ua.-ios le guerra.
D ;poi de fanJeada cada a esquadra em linha
de comoa e, o cammaa lante do Nthwj. o capi-
to de. fragata Belfort, com a dovida Ucenga do
almirante, offareceu urna laga de cnarapagne aos
aeu3 campanneiros de jora ida e, entre os brin-
des qae se zram. ue8tacaram-3e :
O de almiraute Gongilves a oosolidaclo da
Repnoiica;
O do capiain B.ker ar. marerbal Floriano, pre-
sidenta da Repblica B-asileira;
O do eapito tenente Jos Carlos de Carra.ho
ao presidente nos Estados Unidos da America
da Norte;
O do co.nmind.inte 3erfart ao exercito, repre-
sntalo pela guaroigao militar destacada a bordo
da esquaora lega!;
O do capito Beaevolc armada brasilelra ;
O almirante Gongalves, depia de ter nado to-
das as ordena para vigilancia deutro e fora do
poct passun ae para burdo le urna torpedeira,
acampaahalo pelo capilSo-ieoente arvaih -, e
dirixia-ie para trra com o um de apreseaiar-
se ao miolstro da mannna.
Aitea, porm, de cbeg.r ao arsetial, e como
re3ebes83 ostrucges do marechal, as qaae-i Ine
f jram transjoitiidaa pelo am se:retario, 1." t-
eme Gaulabel, que segu'a Je trra na reboca-
ior Aniaz, o almirante regressoa pa-a borla do
N'tkeroy, seuia-io .mma iaia-neo.e pa-a fora da
narra o capitio-teaeme a-valho na iesemojnho
de nmi commisao a borla io cruza lor Pama-
hyha, qae eat-ou a barra pela mairugala e ta-
moa posigio na liana u eaqatdra.
Coaaia no.- qaa o almirante Jer.myma Gongal-
ves agoar a apenas o esperado refargs da eaqua-
dra legal, m desar barr f.-a com dest-no
aa Sal, em caja p?aaa?em mniti nataraimeote
fa' expresslvo cumpri nenio ao .iquidaban e
Repblica.
O Harectial Floriano
A victoria do p.nacioio republicano, sagrada
I de mago cam a manifestagio da eleitorado e
correspondido aala-baatem com o brhantis-so
das forgas legaea a a cooardiado insurrectos.
troaxa oa a ipUu;os -.1; tolia aa classea eos vi-
vas de'.a poanlag}, que n'om estrepi o de bra-
vos e n'om ocano de aaudages bnodav.m a
democracia, digaimmf represaatada ua passoa
do marechal Flo-iano Peixoto.
Ao pala;io Lamaraty coccorreram todis as
classea saciaes, grupaa Je pooalaras, abragid is
handei a da legaMade, e grupas de soldadas
qne a legatilade renoira para fazer vingar a sua
idea.
Alm dos qae ja ooieiamos, mnitas outroa
preos de homanagem, sincera a irat, faram le-
vado a palacio : ao gavera.) qaa cara ;t< risa a
fo-ma republicana e communga o priaelpto de-
moc a ico foram ergaidos os mais eataastastices
e animosos ralos da alegra.
O lo*jar do b.-nri Cabe a milicia cvica deate
paiz ; ella qoe a sombra do paviiiio au-i v. re
souae conquistar para o ame brazileir-o a maior
da? glorias, teve haatem oaaigrsgio po'-xne
a-a sea prestigio na saadigo que o c.ummiada
superior e a sua officialidale dirigiu ao chefe
da Estado.
Aoa dab-ados Incesaantss de maltas bindss
de muii :a oavia se aLr o patriotismo le cada
um deases brazileiros aoidddos da Re-ianlica.
En palacio orn o coronel Fernando Meades
de v'meida. rea3onlenlo 1S-. canitao Siqaei-
ra, secraur.o do r. msrecoal vica presidente
da Repblica.
Depais falaa o corane! Victoriao Perelra J-
nior.
A'imenta a alma de republicano asa'Stir i
grandeza e sumprnasida le cam que se mani-
festamos boas amigas da governo. e aa irin-
cbeiraem qae aos fotiticamas EO as resta
agradecer maia urra vaz a estima e sym
natbia com qae nos tem aolbo 03 populares
llumineos-a.
Juuas pesaoasconeorreram .0 I'ama-ty.
(Segu se orna longa lista de nomes,)
Das ac Joo Corlelro* oa D-s. N:lo .'eginba e Irmea Ma-
calo e o cidalJa Veig- Caifal, 3emo todos
mallo applaadidos nei-o povo.
De valia de pataca a guarda nacional passoa
pela roa do Onv.dor e em freate a esta ei^cgo
oS-. eoroaei Fa-aando Meades saudon a O Pas,
qae tam d gmti;ado o Brazil, procuradlo a coi-
aoMdaga da requblica
Um dos distinetoa officiaes deaeus.-til-maior
veto at sala onde trab.ilnamos. e abi exp-es-
son Ot seus votos pela par pab.:>, receb-'i-lo
ao mesmo tempo os agradecimentos de nos?os
collejas.
O S-. marachai Flanana Peixoto eateve han-
tem no Arsenal de Goerra e dan! di igio-Be para
af>ral*zi da Viile.-aignoa e para o catador
Nitberuy. Aatistio s experieocias desse vaso
de goerr, e foi vivamente saldada pela ofiicia-
lidaie e tripolago.
A's 8 horas da ooite appareceram freate do
Lamaraty avnltado3 grupos de patriles, que
iam saudar a grande victoria.
Em nome do marechal agradecen o sen aja-
lacle de ordens Siqaeira e failoo mais o D Nilo
Pag.iB.1a, que por urna feliz allocogo compro-
mettea-ae perante o pavo a, oppar-se a qaalquer
idea de amnista aas bandidos, empenhando seo
voto oa Cmara para que fosse felta a jostig de*
vida qaelles qae trahiam a patria.
Da casa Faachon & C. receben hontem o Sr.
marecnal Floriano Peixoto a segointe saulago :
Dianle vos qce organizastes a defesa ; oan-
te vaqae Qzestes fair os assaasinos e os trai-
dores, dlante v3 qae salvastes a patria ; diante
vos marechal, o primeiro dos brczelros, n3
curvamos respettosoa.
(O Paiz de 16 di Margo)
Oh priMloneiroa
O segointe sprisonamento de infer ores
e pragas de marinhairos revoltosos deu sa
em ciroum8tt.Dcias qua preoisam referen-
cia especial.
Estava marcada para ante-bantem a
noite a saida do vapor portugus (Jidade
do Partos, e effactivamente bora eata-
be'ecida zaroou elle aproando para a
barra.
Entretanto o goveroo tivera scienoia de
que numeroso grupo de pracas oataea ra-
beides estavam de paaaagem naquelle va-
por a ordem foi dada para ser-lhe eaibar-
gado o passo. E effect vamente o foi.
Qaanoo o Cidade do Porto chagou i
vista da ortaleaa de Santa Croa, foi lhe>


y




CHI^
liantn irtjW
,,^.-.y.v:--.
. .



Piarlo te ycmaniluco Domiugo 25 tfe Margo ge IS3I
-I
*
<
^n
de u m
estran-
feita por tiro de plvora aecca intimajao
de parar.' Dasattendido o signal, o vapor
i retroceden depois de intimado a b.la.
Dando fanco o Cidade do. Porto, di-
rigio-se-lne a bordo o 1 tenente JoSo
Vespuclo de Abroa Silv, offi.ia! do ora-
ador tS. Salvador.
Levado presenca do commandante do
vapor, em nome do Sr. almirante Jero-
Bymo Gonyalvea declarou o 1. tenente
Abren Silva que triaba reclamar a enire-
ga dos criminosas militares qt-e al esta-
vam.
comnjsndan'o do Cidade do Porto
reapondeu qqa sajulgavs ezim do de cum-
prir a intimacSo. visto tratar-se
caso do proteecXo sob b:iadoira
geica.
Rapcot o l." tenente Aoreu Silva qne
O caao actual nSo O parraittia, porque o
Bariabeiroa rebeldes enm simples crimi-
nosos militares e mai* tambem porqae o
goveroo a Repblica nSo podia conside-
rar territorio estraog iro oa neatro un
oavio mercante de qualqucr naeionalidade
dentro d: eguaa brizileirao.
A eUz consider*c3:f cedea o com-
ma^dan'a do vapor, e horas depois de
sembore.'.v.mj apnaioiados os 91 rebeldes
que projurvam evadir-s no Cidade do
Porto.
Hoatem, a 2 hora3 da tarde, part:o o
Sr. alfere SapiStibs, ao aer'iyo da 7.'
bnga a bordo da una lancha em ser
VICO da capitana do porto e dirigindo-sej fo iniciada.
a ara pr&[chSo, onde se achavam muitos Segucdo sobos
marinr.e ros a paisanos, apriaionou 03 se-
ga DtS8 : J .'orijto da Silvs Margal, por-
tnguez, msrinheiro do p>.tr2o*mor ; Ala-
noel Dal >, braaile.--, marinheiro do
Pullas ; J >t> A-.tosi Mandes, portu-
guez, marineo ; Manoel Rymasdo, bra
austro, remador do ho3pita de marinha ;
Manoel Pereira da Silva, Orazileiro, ma
t.'ttaeiro do Almirante Tamandar ;
Crerm r o d~ Silva 'Jsarense, mariheiro
do iltaperas ; L'jz Ferroira da Silva,
ador, portugus ; Joao Antonia B.-a-
veira ; os prmeiroa tenentea Jase Frua-
tooao Monteiro da Silva, Sylvio Pellico
Be'chior, Antonio Jali> do Oliveira Sm-
paio, Timotbeo Pereira da Rosa, Alberto
Cari js da Cunha, JjS-j Augusto da Mou-
ra Rangel, Vctor Paul'no, Oitacilio N--
nes do Almaid, Tranquilino de Abanta-
ra Diogo, Alipio Das Gol)-na, Guara
de Mello Moraes e JoSo Hnet Bacallar
Pinto Quedes, segundos tonentas Jos
Antonio Coutinho, Arthnr Tro np>oi, H >-
norio de Limare K jalar e Manoel Far-
reira de Limara, gnarda-marinhaa Clara-
do L'iiz Ilick, Rapbael Brus^ne, Augus-
to Cirios ds Sonza o Silva, Alberto Da-
rlo Coelho, Antonio Dias de P.uua J-
nior, Armando Cisar Bariamaqae, Jorge
Murtiaisco do C>dtro Silva, Diario Cear-
Bjrmana de Borges, Alborto da S Pei-
xoto, Arthar Torres, Ignacio Jos R bei-
ro, {Joaquim Rbairo Scbriobo. Antonio
Caodido di Carvalho, H-triclito Belfort
Gomei de Soasa, 'f."aaj QalvS > de Car-
valbo BuliiSo, Osear d' Avila M az R -
bairo e Joj Joaquim BrandSj dos S:ntos
Jnior.
Na corveta cAffoaso da Aloa^uarqae*
est^o asjlados os primeiros taantes M-.u-
ra Rasgal, AntSo, Viahaes, Liia Carlos
da CJirvulno, Libaaio Lamenha Lias, Al-
borto Forr.cura, Dr. Affonao Haariques a
commisaario L;ncs Bastos.
A cjiJo diplomtica do govarno recla-
maado a entr^gj dsssas cffic aas re ).ida',
pese
iano, ra-triuhaira do Almirante Tsniu
dr ; Jos Sampaio de. Oliveira, brazi
leiro, n-arinhairo do tNictberoy; M.noel
Rodrigues de Olive n, braziteiro, mari-
nbeiro do cJipitar ; e Salustiano Pe-
reira da S:lva, brasile:ro, caoo de ma
rinheiros cacionaes.
Ap:'es ntaram->,e eo coronel Abrea
Lim?, commandante da 6.a brigada de
vigiar; "a no ttoral, os saguintes mari-
nheir^s, que se achavam refugiados n
ilba chs Etnzadas.
Jos L;iz dos S'atps, marinheiro da
ilba ...a Cobras, fsrdo no combate do dsa
9 .le Favareiro em Nictberoy. Sarvio
tm>-ci em Viilegaignon.
Beujamia Antonio da ilva, marinheiro
do Trajano j daclarou que 03 revoltosos
pretend:am salvar o almirante Wanden-
kolk, que o l.teneate Pi Torey ear*
no Pal ats, e qua o ex-oapitSo tere^ta
Carvaiieb Gomes servir como commao
dante do cruzador tTrejano.
Pedro Rodrigues dos Santos, mariaheiro
do G.-ansbara ; estsva preBentmento
na ilht d s Enx&das ; e
Daniel SolimSes, marir\;.ieiro do tTra
jano ; servio as libas das Enxadaa, das
Cobras e do En^enho.
Ao soeral Pimecte!, conmendante da
7-* bsigsaa de viglancia no litton!, apre-
entaram-3e 3l soldados.das fjrQas legaes,
prisioneiros dos revoltosos as ilhas do
Engenho, Mucangu e Ponta da Armi>cao.
De bordo da corveta portu;ueaa Mio-
dello vieram hontem apresentar-se ao
qoartel-geieral da armada os aspirantes
A-y Fontonelle e Joaquim Bacellar Gar
cia, este acomppchaclo de seu pai, que o
fui boscar mqnelle navio.
O espirante Garca, alm de outras u-
formacSes,' confirmou a noticia que demos
do fall-cimento dos seus collejas Aroldo
da Ponta Ribeiro Scbiller, Sabastiflo aal
danha da Gama, Mnoel Ciemeotino Car-
gad
informados, o Sr. Dr
Oaeswno do Naa^inianto, ministro dis ro-
ia^Ss exterioras,,notifican ao Sr co-de da
Par^ty, o.icarregadj de nsgoci-s da Por-
tugal, qce o maroc'ial vir?-presidente d
Repuoioa, teaio sciencia da qaa asylo
fora dado em Gavios de guerra portugae-
z.-.. a crim'noaos militaras, siijait'B os-
tradicjSo, aolictavs qus ioasam entregues
s autoridades Lrazileiras para aarem jul-
3 em boa forma de direito.
Ao que paraca, o Sr. conda de Par ty
res oudeu a es>;a nota dizon'o sectir bas-
tante qua nSo ia fosse dado acceder
solic'.tvc^o Ao govorno braaeiro, porqae,
no sea entender, os cidadSjs refugiados
so'o a prefieoelo da bandeira portugaeza
eram criminoaoa polticos o excluidos por-
taato do direito de estradiccS".
Ajcres'jaLtaas mais as notai da noiaa
reportagem qua o Sr. ministro das rela-
rojs exteriores, nSo se confornaedo com
a replioa co Sr. conde de Psraty, ende-
refsra directamente, por telegramma, ara*
nota ss Sr. mi itatra da esrangeiros de
u-. l ^.st-'de Fidalissima, naquelle mes-
mo sentido.
Provavslmenta a roeposta do sacretario
d Estado da el ra D. Carlos I ser hojo
reaebida e do seu teor daremos log> cocta
aos leitores, porque acampanh^mos a quee-
l5o om profundo interesse.
Estas factos hoatem ech^aram pela ci-
dade. Rfanmo-nos exclusivamente ao
agazalbo dos ofSciaes ravoltos a a bordo
dos navios da guerra portuguaass,
A impresaSo causada no animo popular
foi pessima. A principio as couversa-
ioea e depois em raaoiSas mais ou menos
numerosas discutase o casi a a op ni2o
geral era contraria ao direco de asylo oo
caso actual.
Com esta correnta da opini3o, devamos
accrescentar qne n'o tardou em sar abar-
tamenta profligado o procedimecto dos
commandinteB da Mindello e da Affon-
so de Albuquerque.
Cerca de 1 hora da tarde, grande mul-
tidlo de patriotas, bens republicanos de
todas as classes, em numero talves de
2.C00 peBaoas/dirigira-Be pra$a da Be-
publica, e entre vivas ecthuaiasticos mos
trava a intengSo de directamente influir
para quo os onciaes revoltosos fugitivos
vessem para trra.
Em frente ao nosso escriptorio, ten do
parado o enorme grnpo popular para sac-
dar-nos, e depoia que da co-sa saccada
neiro da Cunha, Oliveira Figaeiredo, C-.- dscursou brilhastemence o Sr. tenente
vslsante de Albuquerque, Jos Carlos Pernambnca, como francamente tranapa-
Diss e Caiso Goncalves. recesse em todos os distinctos conoidadSos
O cummiasa.io de 4 a classe 2 tenente presentes o firme proposito de dirigir-se
Ca'ixto Gaudencio de Abren, que sa acha- aos navios de guerra portngaeaes e ar
va a bordo do Alagoas, veio hontem
para 'erra, sendo recolbido ao estado-
ma or do 10a btalb3o de iofanteria.
Oe navios revoltoeoa
O distiocto 1." tenente Amynthas Jos
Jorge, secretario do capitao de mar e
guerra Gaspar da Silva Rodrigues, cem-
mandanta da divisSo de torpedeiras, logo
que fundeou a eaquadra legal, foi desta
cado para a ilha de PaquetA.
Prximo a esta ilba encontrn o vapor
Penedo carregado com diversos gene
ros, tendo a bordo o respectivo comman-
dante Franceino Joa Doarte, immedato
Ernesto Pereira ds Silva, 4 marnhairos,
4 homens da machina e 2 da copa.
Este navio veio hontem rebocado pela
eelebre lancha cLucy ancorar atrs do
arail de marinha.
Foi aprisionado polos revoltosos no dia
6 de Setembro a vioha da Baha com es-
Cil>, tras endo malas do correir-,qua foram
hontem entregues ao Sr. contra-almirante
Jilio de Noronba, ch^fe do estado-maior
genera! da armada.
as b8.iims immedia^Ses encontrn o
1.- tenente Amyuthas o vapor UoiSo,
deposito de plvora dos revoltosos, aob n
comisa do de Manoel de Amorim Cardis.
Neates doie vapores foram encontradas,
ao todo. 40 pessoas.
tO Mercurio Bzia hontaatanta agaa,
gee, tf n2o fossem as promptas providen
cias tomadas pelo Sr contra al airante
Carlos de Noronha, inspector do arsenal
de marinha, ter-se hia submergdo.
A^ anches Vulcano e Lacy j estao
prestando bons servijos na bahia.
Alera doa paquetes que os revoltosos
met er > m acs^o, tnham elles aprisio-
nado msiis os s-gointes:
Coritibt, que servia de deposito de
solver, ymori Pecado, Un2o, Lsgo-
na e Victoria.
oa faglilsro
Eat actualmente averiguado que todos
os fflciaea ruvoltoaoa acham-se refugiados
s bordo dos cavos de guerra portngnezes
auitcs nuata porto. E digan':8 tambem
qot corrente ter sido pelas outras es-
qnadras estraogeiras Degfcdo asyli, qua os
fugitivos ihes solicitaram
Pelas notas exactas que possuimos, es-
rebatar viva forca o Sr. Srldanba da
G*ma e seas companheiao', tomou a pa-
lavra o Sr. JeSo Clapp.
O discurso do chafa abolicionista e re-
publicano foi calmo, vibrante de patrio-
tismo, falando ao mesmo tempo ao espirito
claro dos presentes.
Em resume, disse o Sr. JoSo Clapp que
exhortavA aos seus compatriotas presen-
tes toda a prudencia, que confiadamente
esperassem o resultado da accSo do go-
varno do marechal Floriano Peixoto, por
que sabia estar iniciada aoclo diplomtica
e a solucSo provavelmenta nfio excedera
de hoja.
Este discurso foi muito applaudido a
caln no animo de todos os ouv.ntes, que
pouco a pouco se dispersaram na melhor
ordem, vivando o marachal Floriano Pei-
xoto, a leglidade, a Repblica, o exerc:-
to. a guarda nacional, a escola militar, a
esqn*dra legal a os batalh3es patriticos. """"'
Nos tambem agora vimos pedir aos Pr'amo MuB Tolk
nosaoB compatriotas calma e predeneia.
O marecbal Floriano Peixoto, cuja
energa est sobejamente demonstrada,
tem em andamento esta questSo, que jus-
tamente apaixona os bone Orasileiros.
Confiemos todos na sabedor i a do vice
presidente da Rspubtica e esperemos que
o govarno brftcileiro obtenha do de Sa
Magrstade F.delissiaa tudo o qaa for de
direito. ,
nos, para que possamos conquistar a paz,
a ordem e a tranqnilidade geraes-
Ata hntem noite o govarno nao tinha
recabido solacio da incumbencia dada ao
uosso plsnipotanoiario em isboa, a res-
psito da reslamagSo parante o govarno
portagiaz, sobra o ay!o dado nos vuai-
dessa aaySo aos revoltoso* em nosso porco.
Por oatro lado diaem-nos qaa o saoior
oondi de Pnciiy, ministro do Sia Mg?s-
tade Fidol3sima nasta cepital, diverge do
acto exolus'vo do Sr. capitao de fragata
Ai'g-Mto da Castilho, dando abrigj aoa ia-
surrectos militaras.
N-Jo reata, portan "o aos nos i '3 comp<-
triotas sanio aguar 1 ir ca mamauta a da
oussSo diplomitica entra o nosso goverao
e o de Sua Magastade Fide'issima.
E' eao o dever de todo o bo a patriota.
Os naili revoltiisos
O capitSo teaente JoSo Aunaste De'-
pbim Paraira, es maudanta do fare,tam
Sitas daas ultimas noites rondado oahia,
a bordo rebocaior sEdith.
Ajompatihado do machinista Vaacon-
c;li''3, vsitoa aquella tfatiasto offij: il os
saguiutas n sionou 104 pessas ;
ItiColomy, que servia de ofSsijas de
machinas. A san bordo foram encontra-
dos 9 operarios.
Itaia, taa'io a bordo 8 homans, n
elusiva o camm-ada3ta.
t Ondina oada se a:ha depositada
granda quantidade da plvora. Tinha a
uordo o comaandante e maja sata homans.
Sste navio uiadt tnba as milas do cor-
raio.
fTromaidrhy, cer.'cg.ido com diver-
sa) mercadorias, tea o a bordo 12 passoas
inclusive o conmaadunte.
Itapsba, com 18 passoas a bordo, in-
clusiva o commaodrtota, Cirragado da va-
rios ganaros.
Ayaior, com 10 horneas.
aPnrahyb.
Coritisss, com plvora, te do a borlo
9 pessoan.
Lagaaa, ab-indonado.
birdo. Parean qaa tim tambem a bordo
plvora priamaticr..
'>jeano, com plvora.
UciSo, com grande carregamento de
plvora.
Bares PstrosoIisB a gileota aQnae
de Novaaibro.
No unuie.-o das 1C4 passoas aprisiona-
das esto diversos oatraairos, encontrados
cas imnediacSas deaaas navios.
aO Almirante Tam-mdar qaa fazia
agua em cousequancia da um rombo as
carvoairas, foi hantem completaneate es-
cotado e Drvamente eatrar para o diqae
da ilba da3 Cobrs3, onde sa acha fli
ctaando o vapor Pori.
O Sr. contra-alasirau'e Carios de Noro-
nha, qua com o maor zelo deaempenha o
Cargo ua iospactor d> arsenal de manaha,
ttim operarios tazeod> serSo, afim da dar
v^ncimento aos muitos trabalhos de que
est encarregado o estabalecimento que
dirige.
A torpedeira de alto mar tAraguary
est aacorada atrs do morro de S. Bento,
onde vai soffra.' os raparos da qaa caraca
gando o oonheoimanto da grande victoria
republicana.
Sobre o ponto nao prescindimos de cha-
mar atten$to da sooiedada brazileira : os
interrogatorios dos pi-iaioneiros, o deplo*
ravel estado em qua se acham 03 avos
revoto80S,crivadjs de balas, parfuradoa de
todos os lados ; as rui as a qua toram
raiuz'das aa fu talezas entSo em poder
os inimigoa da patria, tudo vam, sem
qaa o quisasamos, aam que nos iocommo-
dassamos, corroborar a fidalidade com qne
a impreasa republicana i -.forraa-za aobr >
os sasumpto" da negragada revo'ta a,
aonsequantamente, por em evidencia a
i(tju9tQa e a porversidada cim qaa oa
thuriferarios dos sedicioso-] acoimavam a
O Paiz o aos outros a 3 collngas da
manhS, de faltara's a verdade, fantasi in-
do coisas que aoa olhos dos pa tidario* da
aaarchia aa hfiguravam impossivais 1
Nada como a lmpidas da v.ir t. .i a
ella ah asta seido agtra raco.oh eda a
confesasda pa'oa incrdulos da hentem,
que, j diafargaiios em legalistas, j con
tuudidos com oa trab tlhadores do bem
teai-sa aproveitado da onda soriou para,
com proprios olhos examinar navios e
torrx.leza8 dostrojados pelo fogos legaes.
Um du depois do otro aera sempre,
eternamente, a melbor obra do C.cador !
> ii vio* i-.vol ;:(
O pa neto cAiagoas achu-33 em bom
estado da conservacao.
No p:;no qne tnha a birdo cnstumava
'ocar a fiiha do ommnsarii Oalizco Gau-
dencio da Abraa.
Ejte piqu t<; 3ra uitimnmanta omman-
dado palo tenouta Viuha-s, qua asaumio
esas tu;c(8es depois da fuga de Mago.
A bordo eatflo corea do 1-' pessaaa que
se invalidaram na revolta ; s^o ma ahei-
roz marcantes e da Vilhgaignon.
Os manuras da escola de apra idsas qua
eitavam a sen bordo, foram hon-.am, por
ordem do Sr. ceaira-almirante chafa do
estado-aaior-ganeral da rmaia, diatri-
ba doa polos diversos navios, afim da pres
tarea 03 servicoi qaa Isas sao compati-
veis.
O cruzador Trajano tinha hontem
agua at ao convez.
Trabalbavam par esgotal o duas lan.
chas, pela tarde j e.stava quasi flictuando.
A torpedeira I^uatemy est ;n um
dos dique da ilba ds Cobras.
O Sr. cntra-almiranta Julio da Moro-
oha, digno chafe do eatado-maior-gen ral
da armada, acompanhado da seu aac eta-
ro o capitao-tanenta Ram>s da Foaaooa,
viaitou hoatem oa cruzadores Almiraata
i'amandari, tTrajano, Libardade. e
o paquete Alagoas.
S. Eso. examiaou minuciosamente a
artilhana de3aes crasado^es, faltando am
algn c oho-!s ai alcas de mis.
O Jupter foi rebasado pan a Qam
Soa e arirado em sitio ooda pola enca-
lcar, por datraa da velha coreta Nitha-
roy.
Est com as msohinas muito estragadas
a fazendo agua, que as bombas uao con
snguem esgotar.
Om rugUivos
Em qaanta a sccio diolomatioa solem-
nemente sa desenvolve t-fim de resolver a
questSo peudentb da nntrega doa ofSciaes
revoltoaoa aaylados na eaquadra portugue
ia, proouramos iaforma^Sas segaras sobre
o noma doa syli-doa.
Relativamente corveta Mindello,
alm dos fugitivos j hontem menciona-
dos, ia mais oa aeguintes que pascamos a
dar de accordo com as gradui^Ses de
qua goavam antes da revolta :
Cortra-almirante Dr. Jos PereirS Gu
maraeB, capit'.o de fragata graduado Ben-
jamn Ribeiro de Mello, engenheiro ma-
cbinista Eauardo Lemelle, capitSo-tenente
da reserva Arthar A. de Ramos Caldas,
1* tenente reformado Tbomas de Medei-
roa Pontea, 1' tente Dr. Alfonso Heo-
rique de Castro Gomes, Dr. Galdino Ci-
cero de MugalhSes, Dr. Thomas de Aqu-
no Gaspar Janioi', 2' tenente Antonio Di-
niz de Faro Dantas, o pharmaceutico Hof-
fmana e os commissarios Juvenil Jardim
Jos Marques Dunncbet e Manoel Mar-
ques de Faria.
No meamo navio de guerra aoham-Ba
oa aegointea aapirantea gnardaa-mari
nhaa :
Hermn Carlos Palmera, Octavio Per-
ry, Ernesto Frederioo ds Cnnha Sobri-
nho, Jos Antonio da Silva Jnior, Theo-
philo Otwaldo Pereira e Sonza, Alexan
dre Coelho Messedar Jnior, JoSo Ant
nio da Silva Jnior, Mario Cazar de Cas-
tro e Menezes, Otton da Noronha Tor-
reSo, Augusto Cezar Barlamaqui, Alvaro
Nunei, Luis Augusto Diniz Junqueira,
Roque Dias Ribeiro, Emmanael Gomas
Braga, Manoel Caetano Continho, Manoel
Ciemeotino Carneiro da Cunha, Damiao
Pereira da Moiss, Osear Gomas Braga,
Theodureto Henrique de Faria Souto,
Jonathas Rodriga js
Loureiro Fraga. Osear Chaves Ferreira
nasas; eacrevente, Antonio Osorio, e
mais 94 marnhairos nacionaea.
O cruzador Andraia, navio chafe da 2a
diviaao, commaodado pelo capitao tete i
te JoSo Baptsta daa Naves e tem o ae-
guinta estado-maior : primeiro; taantes
J ja i da Perouse Poates. immediato, JoSo
Augusto de Amorim Rangai e Amyntaa
Jos Jorga, 2 tenante Jos da Figue:redo
Costa, oommissario de 5 a ol isse guarda
mirinha Pedro Daarta Naaa*, macbinista
le 4." classe 2. teuente Jos da Silva
Gomes, ajud .ota gaardas marioha JoSo
Gomas da Suva, Joaqaim Augusto Alfon-
so da Costa, JoSo Baptsta aa Maanas
Farreira, Joaauim Mareira Pinta Jnior e
Guatavo Jacintha Martina Coalho ; estado
menor ; aub-ajudanta da machinista Ga-
rrido A'^aa de Moara, Alfredo \atonio
da Silva C>6lho, Joao Frederioo I-.sLm
a Virgitio da Pinho, mastra Harmeaegldo
L :iz do J-rao, guardia> Antonio Jos
Mauricio, caldeireiro Jaatiniaao da Costa
Almeida, carpiatairb G.aciiiano Rmos dos
Santos, serralheiio Aitredo S. da Costa a
fiel Antonio Velloso da S lreira.
ESTAD3S D\ V5U0
NORTE
Amazonas
Dat-.a at 11 de Marco :
Nada occorrara de importancia nc Esta
da que coa>erva-ie p'.enameote tranquillo.
A apurac&o do roauliaio eleitoral
de de Marco era a seguate :
Para Presideite da Repoblica, Dr. Pra-
dente de Morsas 1.656 votos.
Para Vice-presiiente, Dr. Manoel Vic-
torino, 1.655 votos.
Para senador, coronal Sarman-
to, 1650 votos
Para deputados : corono! Bacury, 1.315
votes; Dr. Salgado, 1 262 votos; Dr.
Filete, 1.24* votos; Dr. S Pa-.xoto,
1.069 votos.
Durante o mez do Fever -iro entra-
ran no p^rto da Manos 1.279.454 kilos
de borracha de prodcela do Estado e
procedentes eos seguintes rios
(O Pa-'z de 19 de Msrc^)
Desfia-ao a meada a a suoeessSo dea
lias, aps a victoria juntam-sa os d ta'.hes
ds mximo nteresaa, a descoiierta de pU-
nos dos inimigos, as confissSas das perver-
sidades macbicadas etc.
N >sta scelo, anda h je, encontrarlo
os nossos leitores noticias do ra>x;mo in-
tnrease, corraapoadando ao esforco que faz
O^Paiz para por a descobarta as minucias
da suecumbida revolta.
A Miadeo
Porto
O caee d Cidade do
O Jornal do Qommercio, para o qoa
at 13 do correte nao honve revolta nem
Lacontecimento aljum extraordinario em
noasa patria, inserio hontem como primei-
ra Varib urna declarafio da legacSo
portugus, em que aa contesta qua a
bordo do paqueto Cdada do Porto ti-
vessom sido encentrados insurgentes mili-
tares qua pretndim sahir a barra.
Ora, como 0 Paiz tosse am doa jomaos
quo 8so notioiaaaeui, apraz-nos dizer ao
r. minstro do Portugal que o facto
verdadeiro a que os revoltosos que se
abrigaran oa Cidade do P rto loras
entregues ao Sr. Adolpho Hasselmann,
inspector da alfaBdega deata capital.
Podamos convir qne digna autoridade
portuguesa nSo cabe responsanilid.de no
caso que occorreU; mas entre ito e a aua
negativa vai grande distancia,
A Sra 1-gat
Entre os navios da esquadra legal, cuja
descripcSo relativa vos adqairidos na Ame-
rica do Norte a Europa publicamos no dia
14 do corrate, devemos incluir o Itai-
p, con nsndado telo infatigavel 1' te-
nente Rodolpho Lopes da Cruz:
Este navio est artilhado do seguinte
modo: A' pr8aum canhSo de Wi-
thwortb, retrocarga, calibie 32 ; dona de
tiro rpido Hocthaa, doua de Krapp 7
1|2 e daas metralhadoraa Nordenfeld, de
26 mllimetroa tem no pasaadio duas armas
do moamo syatema,, autor a calibre, e
r um Krupp 7 1|2, duas metralhadorae a
dons canhSas de tiro rpido, todos de Nor-
denfeld.
O Itaip foi o "primeiro navio da es-
quadra legal que percorrea a costa do
e 4 ir o.-no
que
de Albuiiuer-
Hontam a tarde, cerca da 5 horas, sa-
hiram barra lora as corvetas ^lindello a
Affonao u'AIbuquerque, da marinha por-
tugueza.
Di principio e m consecuencia do ii
cidaote dipl.matico entra o nosso e o go-
verao de Saa M.'.gastaJo Fidalissima, por
motivo do asylo dado nesses navios aoa
offijiaes revol osos, a sahida dos dois va.03
observada do 1.'.toral, produzo certa g.
tacao no espirito publico e justificado e
evidente desgasto.
A nos, porem, jorn--.listas, que tom s o
daver de aer rafljetidos e encarar tria
menta os assumptos meliadrosos, como
eate, afigurou-se deada logo qie as duas
corvetas nSo lariam sabido sem previo
aviso ao govaruo brazleiro e sem as ga-
rantas de qua esta se careara, muito
justamente, a respeito dos revolcaos que
estao a bordo.
Effactivamente aaaim auccedau, segando
informacSes qaepr ocurames obter, offijial
mente.
Ante-hontem. noite, o Sr. coa e de
Paraty, ministro portugus, participou ao
Dr. Cassiano io Naseimento, ministro daa
relacSes exteriores, que a Miadello a
Alfonso da Albuquerque estavam am
ms condisoes de hygien, tendo-ao ma-
nifestado a borda repe'idos casoa da febre
amarelia, pelo que os dois navios s-iriam
b je para artj r fra do barra, durante
tres ou quatr di 9.
Madida de bumanidada e salvadlo daa
guaraicSaB dos dois navio, o governo dea
orteos s fortalezas e os pontos fortfi-
cadas, no sentiao da livre sabida das cor-
vetas.
Cumpra, porem, adiantar que todas as
garantas foram dadas pelo Sr. ministro
portugus Bibre os revoltosos que estSo a
oordo, onde serSo mantidoa, para entrega
s auteridades de trra, apenas seja liqui-
dado o incidente diplomtico.
Essas intormac3as sSo positivas, e dallas
resaltara a disposicao em que est o go-
varoo brazleiro de calmamente, mas com
toda a dignidade, manter os direitoa que
Gos oabem a proposito dessa incidente.
Xa liba daa Enxadaa
A ilba daa Enxadas, onde, como aa
sabe, eatSo reclusos qaasi todos os pri-
aioneiroa da revolta, vai dia a dia melho-
rando no penoso aspecto a que a reduzi
ram oa inimigoa desse paiz.
O sea aerviQo medio, um dos mais
urgentes a attender, foi confiado aos Drs.
Moraes e Brito e Camerino Teixsira de
frreitas, auxiliados pelo Dr. Bandeira de
Gouveia e do 4. aouiata de mndioina J.
Pimeita.
Deseavolvendo urna actvidade incom-
paravel. aubdividindo ae de modo incan-
savel, multiplicando-se em providencias,
essas dignos mocos tudo fizaram para at
tender ao elevado numero ;da enfermos
Purs
Juru
Java'y
Madaira
Negro
SolimSes
Jataby
Amazonai
527.571 kilos
280 249
200.268
165.003
50.037
43.196
11.380
830
Brasl aahindo da Montevideo para a Ba-ali existentes e para melbonr as oondi-
ha com 6 1|2 diaa de viagem e levando ajcSea bygienicas da ilha, que eram aa
Campos, Francisco Jos Pereira Nevea,
( O Paiz de 17 de Marco )
NSo cesaaram anda sa grandes e ga-
rfees maniteataySes do povo brasileiro, aa
sociado ao elemento estrangeiro, pela vic-
toria de 13 do crtente, inicio de paz du-
rad oir, de tarta prosperidade para a Re-
pblica Brasileira, que agora entrar,
consolidada o firme, n'nma p-.ca de feli-
cidade e engrAndecimento.
Tenhamoa d'ora em diante baataate jui-
zo e bastante criterio, aprendamoa nesae
paesado de luto, de agoniaa e de dores an
gu?toaaa, delle tirando proveitosa H5S0
para o futuro, e a patria brasileira reoas-
car ennobreoida e grande, altiva e forte
para se impor consideracSo e ao respeito
das mais adiantedaa nacaos, com as qnaea
'<
ell poder nvalisur, ae nSo exoeder, em
tS a bordo da corveta < Mindello o con- todos oa oertamsna de valor moral e eff-c-
trs-alm.nte Ssldanha da Gama, o cap- tvo.
to de mar e guerra Elieaer Continho Ta-1 Maa, repelimos anda, tenhamos jaiso e
es espitlet-tenentes Carvaihaea Go-1 criterio, trabalhando todoa pela paz, pela
i, Joaquim Franco s Velloso de Oii ] ordem e pela tranqnilidade de cada an de
Hanriqua Ariatidea Guilbem, William
Henry Candit, Luiz PerdigSo, Arthar de
Britto Pereira, Braulio Arauj) Braga,
Benjamn Rodrigues da Costa, Joaquim
Bnarqne da Lima, Agenor Monteiro de
Souza, Durval de Aquino Gaspar, H.
Mara de Albuquerque, Luia Cyrillo Fer-
nandas Pioheiro, Dam'fta Pereira da Sil-
va, Theodoro Jrdim, Jos de Lima Jara-
pello, Mario Carlos Lameyer, Octaailio
Pereira Lima, Augaato Vctor de Mattos,
Tancredo Alcntara Gomea, Carlos Alvea
da Souza, Torquato Diniz Janqueira,
Haitor de Asevedo Marques, Thomaz
Apio Fraitas, OcUoilio Ootaviano Rosa,
America Azavo ;o Marques, Eg.s Mouiz
da Silva, Luis Pereira Pinto GalvSo,
Americo Jos Cardoso, Jos Angosto de
Sonza e Silva, Adalberto Nuaes, Jos da
Siqaeira Villa Forte, Auguato Darval
Costa GumsrSes, Jos Antonio da La-
carda, Guilherme da Aeambuja Nevea,
Eugenio Gomes, Jo.-. Garc da O. Al-
meida, Agrico Ftfirsira da Souza, Er-
nesto Alfredo Peixoto Jnior, O jar de
As8a Pacheco e Ostavio da L ma e Silva
O Paiz de 18 e Marco
Nesta 800,3' damos ainda hoja notcias
de relevan;:: interCise para oa nosans ef-
bordo o almirante Jeronymo GonQalveao
A aoa gaarn:$3e compSa-se do commaa
dante, immediato 2- tenente Amazonio
Deolindo Vw Maciel, guarda-marinho
Pedro Caleotino Laivas, medica capitao
Dr. J'a Antonio Alvea Pinto, pharma-
oesticj guarda-mariaha Cicero Pejanha,
commissaro guarda-marinha Jerony=o
9on9alves de Sena, machinista 2 teaen-
te comis8onado Antonio Salvador, 2-
teuente commisaionado Albino Vez.
Offijiaes do exerato e alumnos da eB-
eola;m'litarTenante Isidoro Souza Fi-
gnairedo, comatandante da for^a ; aegun-
dos lanentes : Pedro Fiederico LeSo de
Soefsa, Jo Xavier de Oliveira, Franjis-
ca Ayas da Miranda, Americo Rioa No-1
vsas, Jo- Apollonio da Fontoara Rodri
gues, Alfrodo Ab.lio de O.iveira, Joa-
quina Maya Canda ; alfares : Valerio Bar-
bosa FaloSo, JoSo Heleodoro de Miranda,
JoSo Jos Ferreira de Brito; alumnoa :
Augusto Poueiaao Poreira, Alvaro Octa
vio de Alcantra, Antonio Lina, Leonardo
Ribairo da Silva, Jaointho Igaaoio Torres
Janior, Jos de Azsvedo ilveira Sobri-
oho, Anibal Dufnyer de Oliveira, JoS
da Cruz Araujo, Jos Liiz de Soasa So
brinho, Manoel Luis BulhSea Marques,
Maaoel 8ebaatiSo Vaaconeelloa Chavea,
Hermenegildo A agaato de Seixaa, Samuel
d- Sil* Caldas, Fernando Mana Fernan-
das, Manoel Joaqnim do Reg, JoSo Al-
ves Gasrra. ama Loareiro, JoSo Paulo
ollsnda Javohante, Manoel Rioa de
M ira, R ya mo Borges, Liis Salgado
Aocialy, Antonio Marques, Algemiro da
obre as Silva Sonto, Eiuardo P.'ei', Timotheo Pa-
peiorea
A' accomolaQo de gente qua ali per-
manece reuoio-ae a falta d'agoa e de
asaeio, a insuffijier.es ne alimentacSo,
tudo contribuindo para fomentar entermi-
dadas e diffiealtar a cura dos j doeates.
E' aasim cae propra febre amarelia
irrampeu al. entre estrangeiros nSo acli
matados, teudo-se dado j quatro casos
desse morbut, dos quaes um fatal.
A falta d'agaa para tSo grande nnmero
de individuos tornou-ae grandemente sen-
sivel, sendo necessario faser-sa a distilla-
9^ > d'agaa do mar, ainda assim em quan-
tidade in8uffisienta.<
Alem doa feridoB ha da ilha muitos
marin-.eires acommettidoa de beriberi, e
cuja remocSo para enfermara propria
torna-te urgente.
O ministerio da marinha tem para esse
caso o hospital .de Copacabana, aob a di
rescSo do capitao do fragata Dr. Euclides
Rocha, inexeeiivel em zelo e boa vontade,
a cojos santimantos de sincero republicano
e de medico humanitario nada deixam a
dase jar ; compre, portanto, para ali re-
mover taes doentes.
Ds aceprdo com as providencias do
capitjo Mauricio da Lemoa, a qnem foi
entregue o caminando da ilha, e cajoB
servicoa bSo ineatimaveia, j foram reti-
ra Jos do fundo do mar, por iudicagSo doa
proprios marinheiroa revoltosos, diversos
torpedo3, metralhadoraa ds varios autores,
carabinas, sabrea, etc.
Couoluindo estas notas, nSo esqneoere-
moa de reclamar oa raparos de qne carece
a illomnaclo da ilha e a falta de con-
que ap-'rsira Rj ;' enfermairo, ndr Avel^oj duelo que ali eiiste para trra e vics-
torea e detalbadas informagSes
featas e expa-t5as da regoaijo,
pareoem em toda a parte a qua vai obe- di Santos fiel, Manoel Damazio de Me ve sa
Para
Datas at 15 la Marca :
O resultado at entSo conhecdo da
elaicSo do da 1. do corranta : *
Para Presidente di Repblica = Dr.
Prudente Ja de Moraea Barros 10.199
votos.
Pura Vice^Presidente Dr. J js Paes
da C>rvnlho 10.193 votos.
Para r Antonio Nicolao
Monteiro Bueaa, 10.181 votos.
Para depulados
1." oatncto
Dr. Jasto Laita Cbermont 5.482 Votos
D Jos Teixeira da Matta
Bacallar 5.466
Dr. Augusta Montenegro 5.391
Dr. Euaas Martina .OiiS
2 diatrito
Dr. Carlos Augusto Vaiente
de Novaes 1.923 ?oios
Dr. Jayma Pombo Bricio
Filho 1.845 c
Dr. Diogo Hoilanda da Li-
ma 1.815 <
Sobra a explosSo da Cabedello, es-
creveu 14 a Provincia di Para'.
^ Aparscau ante-hontem tarda,
margem do rio, em frente ola-ia P>na
cva, o cadver de umi das infelizes vio*
timas da horroro a explosSo da caaboneira
C .bedello.
O cadver eatava complatamente n
e desfigurado.
Jalga-aa, entretanto, ser o do Sr. 1.*
tenente Cavaheiro de Figueiredo, inme-
diato da Cabedello.
O cadver foi encontrado pela tripo-
lacao lancha Carnapij, que ali estava en-
Calhada.
a Communicado o fasto fortaleza da
Barra, eata tranamiitio a noticia ao arae-
nal de marinha, d'oode parti urna em-
barcagao para ali, tripolada por sais ma-
rnhairos, afim de dar sepultara ao ca-
dver.
Esae aervico j estava ssndo feto pela
tripolacSo ds Carnapij.
* Comparecen a ease logar o Sr. inspec-
tor da s:uda do porto.
A mesma folba, em i5, escraveu o se-
garais :
Quando comacaram a circular hontem
oa baletias do Diario Oficial, aonunoan-
do a capitulacSo dos revoltosos do Rio de
J.-.neiro, observou-se extraordinaria ag-
taySo publiaa, em sentido jubiloso.
Ao palacio do goveroo ofrl 110 grande
numero de pessoas, que foram congratn-
lar-ia com o illustre Governador do Es-
tado, pelas n ticias re cabidas da capital
da Repblica.
Fanccionava o Superior Tribinal de Jas-
tica quando derramou-se pela cidade a
noticia da capitulado doa revoltosos ; os
trabalhos foram interrumpidos.
Tambem nSo bouve audiencia dos juiaes
de 1.a instancia.
O Sr. direotor do arsenal de guerra
mandou fechar immediatamente aa officinaa
deaae eatabelecimento.
Igual reaolucSo tomn o Sr. inspector
do arsenal de marinha, oujoa fnnooionarios
foram oamprimantal-o pelo faustoao acn,
teoimento.
O palacio do governo, o palacete mu-
nicipal, oa araeoaes, quarteis e outras es-
ts93as publicas i^aram a bandeira nacional*
Embanderou o eatabelecimento da Res
bublica.
A Provincia do Para' desfraldon o seu
estandarte.
Nos quarteis doa corpoa federaes e es
tadaaes tocaram as respectivas bandas de
msica.
Durante o dia, grande nnmero de po-
pulares astaconou em diversos pontos da
prca da Independencia.
Por diversas vesos bandas mareiaes
executaram ou hymnos nacional e da Ra*
publica ea frente ao palacio do governo.
A' tarda, desfilou garbosamente do res-
pectivo quartel o Jorpo de Infaotaria do
Bstado que, percorrendo diveraaa ras,
parou em frente ao palacio do Governo.
Ah a officialidade foi comprimeutar o
Sr. Dr. Lauro Sodr, pronunciando o Sr.
tenente-coronel commandante Sotero de
Manazos um discurso congratulatorio, qne
foi brilhantemente respondido por S. Exc.
Diversos vivas foram enthuaiaatica-aen-
te respondidos.
Em seguida den o corpo tree descargas,
proseguindo em sua marcha pela frents do
quartel de bombeiros, do 4. de artilhana,
do quartel genaral do commando do dis-
trioto militar, quartel do 15." do infanta-
ria, etc., saudando em sua passagem oa
aataatadores da Repblica e da Coarta*
taicSoi
A fortaleza da Barra salvou com 21
tiroa ao p8r do sol.
Maranhao
Datas at 16 O resultado oonhecido a ultima data
da eleicSo do dia 1. era o seguinte :
Preaidente da Repablioa
P. de Moraes 5.087
A. Cont 1.678
Vioe-Preaidente
M. Victorino 6.036
P. Carvalho (1.700




Tiirfim


-
Diario .Je Castro
Senador
De p atdos
i. diitrkto
[fot Leite
igaes
LModrigaoi
te."0
2." districto
iCO
00
6.120
1.788
3.999
3.897
F3.735
1.771
1.455
1.348
1.278
630
630
498
496
Sob o titalo Cortejo Civic?, escre-
M.V 15 o Federalista :
Jkt* recebar-te, hantein offioislmsnte a
do tria ai pho do governo legal ro*
forcaa revoltosa!, be le tras forio a ti
i ciroaUcBo publica, convidando o
Bietioo p/u maraabeose para do cor-
_j cvico, que se realisaria as 7 hora
suerte, parciado o mesmo da largo do
Ihrato.
Bbalmente seriam 7 horas di noite,
mais ea meaos, qaando no l.r-
tk> Carmo, remido o cortejo eivieo,
i tornero superior a daas mil pesaoas,
asive aa briosas t tri;i*lidacej do 9 .
jfetelbao de infantera e do batalbSo
a* refanteria do Estado com as saas guar-
es, dirigi-se mesmo ao Palacio do
rao, onde de ama das janeas, o
Sfc. Ceaimiio Jnior, 1'. vioe-goveroador
sa Sitado, profano eloquente discurso,
aastgratalando so com o pcvo maranheose
rmb ezplendido triumpho, obtido pelas
5s*e* legaes.
Saguio-ae-ihe com a nalavra o nosso
oto amigo, Antonio Lobo, tffi'ial de
_ste do goveroador do Estado, que,
pbrases impregnadas de patriotismo e
, sentimonto saadoa a nossa querida
rnta, esta mesn patria que um punha-
<$m4n desnaturados brasileros procura-
mao aaniqaillar.
T seguida, o nosso Ilustre amigo, Dr.
{o Barradas, digno pa de direito dos
__aentos deita capital racitoa ama
.irisante poesa, arrancando do povo
^.aasos delirantes.
Tamou ectSo a palavrs, o digno coronel
andante do corpo de infantera do
.do, o qaal, por sua vea e en u me
_ igca offhmlidade, de qae chefe,
*gniilmrntn congratula va se com o povo
raavaohense pela victoria que obteve o
jrw/co do ioclyto marchal Floriano Poi-
I Proaegaindo em sua marcha, o cortejo
parou em freo te so quartol do 5'. bate-
Iba*, onde aind> ae tiaerara ouvir os nos-
sos distioctos amigos Drs. Ral MUchado,
Antonio Lobo e H igo Barradas, o iiluitre
coronel Joaqaim Maooel de Medeiros,
digno commandante da guarnidlo do Ej
tado e o alferes Archur Eduardo Peroira
aeodo oa oradores entusisticamente tea-
tejados.
Do qaartel di rigi-se 4 roa dos Afoga-
dos o em oaaa do aotso amigo Dr. Leite,
este, mais ama ves osoo da palavra.
Debaizo de melbor ordem centinnoa o
cortejo em direcco ao largo do Carmo
onde alada ama vea ae fea ouvir o nosso
migo Dr. Binadicto Leite, disolvend-
se depois o numeroso concurso de povo
que mostrou estar identificado com o
triumpho do govjrao, tal era o grao 'de
eatbuaiasmo e arrebatameoto com que
procarsva maaifestar o contentamente de
qae s acbava possuida a alma popular.
Cear
Datas at 18 de Marco :
Na ultima votacSo era este o resultado
conhecido da eleicSo do da 1.* :
votos
Presidente.Prudente de
Do palacio do governo seguio o cortejo
arico pela roa da palma em frente a re*
sWeSo do nosso digno confrade Diario
sVMaranhSo o povo ergueu vivaa ea-
siasticoa imprensa livre e morali
D'ahi encaminhou se o cortejo redsc-
deste jornal, sendo levantadaa aauda-
Jea ao cFederalista.
De ama das janellas do nosso escripto-
a tomou a palavra o n >s-.n digao redac-
isr.'e-befe, Or. Benedicto Leice, depuUdo
nitral, qae, ao assomar a tribuna, foi al-
ta da mais estrendosa ovacSo.
Dirigindo-se ao povo maranbense, o
jarsdor em arroub.s gpe-ndel-o por grande espsco de tempo,
gpraterindo um brilbante discurso, que ar-
Bjsfjsjai do immenau auditorio eui-iu-ia--
tP)a a prolongados bravos.
Yomoa o cortejo depois a direc$2o da
aaa.Qrande, paseando em frente cata do
3aM) distincto amigo, Dr. Luii Seira,
prafssor do Lyceu Maraobease, que .am-
ata se fez oavir e proferto Arrebatadora
sfecucSo sobre a brilbante victoria da le-
jalidade.
COMMERCIO
Coaataerclai de *rcruaB.-
bneo
'AQSm OFFICiaiS DA JUNTA DOS COR-
BRTOKE8
Praga do Recife, 24 de Margo de 189i.
X3o hoave co'.acao.
0 presidente.
Angosto Pioto de Leaos.
0 secretario,
Aatonio Leopardo Rodrigues.
Caaablo
PRA^A DO RSCIFR >
& bancos abriram com c laxa de 9 5/8 obre
jjandres a 80 das, realisando-ae pequeas traos-
jejes por ser da de mua para a Eurcpa-
lm p.pel particular nouveram pequeas traua
mccjai a 9 3/*.
Sotaecs de generes
Para o agricultor
ASSUCAR
Bfetaiisado......
Savias por i5 kilcs-
tonco dem dem ....
Sraaenos, dem dem.
Jsftcavado dem idem
Brete idem dem.
a
a
a
I
a
a
_ ato melado......3,1100 a
ltame dem idem .... *90J a
i
7420O
3*500
4*300
33oO
34300
720d
7*300
biiO
4*400
3*400
3*400
3*200
3*OJ0
Aigodao
#bi nezociado ai 1300 por 15 kilos de tosa
Tttred encas.
aleool
9v pipa de 480 Litros 2SO300.
Afaardesite
fer pipa de 480 litros 1901000.
el
Catamos nominal a 110*000 por pipa.
Carnauba
Gbta-se de 12* a 19*000 por 15 kilos vendas.
Rir'raeha
Cata-se a 254000 por 15 kilos. #
Coaroe
Saceos salgados na base de 1S klios a 800 res
jamloal. ,
Verdes a 470 res nominal.
DAS ENTSAOA8 DE ASSCCAH E AL-
GuDAO
Mea de Marco ____
Entradas
fjhaucas.....
lapores......
laimses .
Srada de Ferro Central.
a de S Francisco .
o de Limoeiro. .
Sbds
Dias
1 a
t a 22
1 a 24
lH
i a 23
1 a 11
A ssa-
car
Sarcos
69495
6001
13981
88090
S136
wiaos
Aigo-
dao
Ssccas
3109
9119
4399
3153
4003
6801
19776
Moraes. 11.327
Vicf- presidente. M*-
noel Victorino. 11.331 >
Senador.No^ueira Ac-
cioly. 11.347
Deputadoa
1." diatrict 0
Frederico Borgea 3.527 >
(Jngalo Bastas 3.49?
Torres Portugal 3.420
Thouiai Cavalcanto 3.303
2. distr'cto
Ildefonso Lima 1.716 >
Pedro Borges 1.696 ,
JoSo Lrpes 1.634
3. disti2to
Helvecio Monte 2.987 >
Jos Bevilaqua 2.926
Benvolo 2.723
Sob o titulo As fedru de hontem ee-
creveu A f&spublica de 15 :
Com o espirito anda vibrante das mais
deliciosas emocSdS, vimos tra5*r ligwira
mente aqui a reienha dai grandes eapan-
s3as jubilosa que se pateatearam hontem
ao saber se que a revoita do porto do li o
aucoambira miaeravelmente o embate a)
for^aa libertadoras.
U immorta' braaileirj, o incomprava1
patriota e braviasimo ai'dado marecbl
floriano Peizoto maia orna vea cstigou
os especuladores e salvo o o principio de
autoridade contra o quai se ni n levantado
tintas tentativas desastrjia.< para os ?eus
promotores.
Crea de 11 horas da noite de ante
hontem reoebeu o dimnotissimo Sr. cap-
tio do Porto o pnmoiro teleg-amma em
qae o Sr. Ministro da Mannb Ice com-
municava a boa nova.
Aqurlle fuoocionsrio apressou-sa ern le-
var o occorrido a> conheuimento d) Ecrn
Sr. Presidente do Estada e c;manndoW
da guarnicSo, que pouc) depoia recebam
tnle^rammas idntico* do Minitr > 'la
Guerra e Cete de Polica da Oipital Fj-
dera.
oa tooava o hymno nacional porta de
Palacio/ a as 3 horas da machi d'ali par-
ta urna grao de marcha oivioa, ten do
trente as bandeiras braaeira a dos Esta-
dos Unidos da America do Norte.
Dirigiu-ae o brilbante prestito Escola
de Aprendaos Maroneiros cojo comonan-
daate, murioheiro oorreoto e leal, retri-
baia enthusiastioamente aa qaloroass sao*
dacSea que Ihe foram dirigidas.
Em seguida foi camprimeotado o Sr.
Vfardock, cnsul dos Estados Unidos da
America do Norte.
Toda cida le eatavs^ entSo desparta e de
toda parte era a passeiata reoebida com
exclamac3es de enthosiasmo.
Foram oumprimeotados em anaa resi-
dencias os Srs. cnmmaodante da guaroi
(So, Drs. Pedro Borges e Aooioli, bta-
lh2o da sgjrajca, a redaccSo d'tA Re-
pblica etc.
Durauto o trajecto foram deliraotemen-
te acolamadoa o Marechal Floriano, o al-
mirante Goncalvea, as escolas militares,
os batalhSes patritico*, a oidade de Na-
iher-y etc. dicjolvend> -je a passeiata ao
clarear dj da em trente eacola mili
Ur.
A cidade apmsentava o aspecto mais
festivo luz d> belliisim* maohS que sar-
ria a vi.-.tor.H, da c*u-a santa das lastitai-
1,03i republ:o>nas.
A's 5 horaj da manhS distribuimos
un boletirn oom os telegrammas rcoebidos
o convidando ao po70 pira a graode mar-
cha cvica que ae ovia realiaar b jateen
s 6 horas da tarda.
Ai mas so bolerim pedamos ao corpo
cotnmeroial para fechar seas estabeleci
montos, no que famas promotameate at-
lendidos.
A's 6 horas da machi dea a forta-
loaa de Nosso S-nhora da Assumpoao
urna aalva do 21 tiros e do noiao esoripto-
rio de red ccSa subiram ao ar muits gi
randolas, a > me3mo tempo que era ic,ado
o p-vilha republicano-
O da Dtssou-je entre as mais festivas
exp*OM"5:s de jubilo.
En multas partes tremulavam bandei
ras.
Aljitas casas se enfeitaram com arcadas
de folhagem.
A urna hora da tarde dea a fortaleca
de N>aaa Siaaora d'AssumpcSo nova sala
de 2i tiros e do nosso esenptorio sabirtm
girndolas.
= \ s daas horas deatribaimos segundo
boieum com outros ti i-g'.mmn sobre o
faustoso acootecimeato a que vii na scelo
competente.
Estiveram fechadas aa repartios pa-
ulicas ted^raes e itaduass.
Aj c neo horas oomec*va o povo a
afHurao **.B>eio Polico, de onde devi
sa>r a grand-t marcha cvica.
Eta belissimo o asp seto de nosa firmo-
8 cidade. G.-upos o maia grupos de o
valheiros, senhoras e creaucas percorriam
as res por uade tfemultvsm bandeirai.
Da varios poatos d cidade subiam py
randolas.
Logo pue a fortaleza salvou, s 6 ho-
ras, tranapcseran o portao d^ qaartel as
loruaa tormidas n p*teo do interior do
mesmo, reunindc-b massa compa^t
i]Ui jae orgaosava em filvs para a ps
se-.ata flambeaux q'ie sena demora pama
Immedistamote sabiram di Po,Uft o l Mtravessuado a aveuida Moror do Passe.o
mu tos foguetes e pira ali acaiirtna pres-
surosos mui'.os amics nosso* que eipo-
ravam a cada instante este auspicioso
desenlace dos aaonteaicne^to*, que se de-
senrolavam na baha de Giaoab*ra desde
6 de Seternbro do anno paasaao.
Ao espoucar do champagne trocaram a
no gabinete do Presidente as mais calo-
rosas iaudac3es.
Algum tempo depois a banda de mnai-
KxporCacSo
BEciri. 24 os UAao oa 1894
rara o exterwr.
No vapor ioglez Soasons. para Estados
Unidos, carregarm :
Mello Velloso, 200 sacan com 15,000 kilos
de assucar mascavado.
J. MoumDo, 125 sac:os con 9,375 kilos de
assucar mascavado.
No vapor ingle Nille, paraLisaoa, car-
reeoo :
F. L. Ales de B-ito. 1 caixa com r8 kilo* de
doce e 1 barril com 45 li:roi se a^uarueiite.
Para Pars, caregaraao :
MaiiQel & C 200 prammas de ouro velbo.
Para sooin:impoo, carregarm :
S. Jones, 18 caixaa co j. plantas vivas.
H. Froiile, 2 caixas ora plaa.as vivas.
- \o vpor loglet Exoiorer, para Liver-
pool, carrejaran) :
Blanckbron 4 C. 50J saceos com 36 0C0 k:los
de assucar mascavado e la sillos de oorraeda
de mangaoeira.
No vapor ingtez U3gdalen2, para M i.T.e-
vids, carregon :
J. L. Borro*, 10.C00 cocos frocta.
No vapor ineiei Gildbalt, para Estafo-
Unidos, carreearam :
P. C'rneiro & C, 2,o45 saceos com 133,175
k los de asquear massavado.
a galera ponugueta Amtrica, para
Porto, carregarm :
Amorim Irmos & Z.. 285 saceos com 21, 97
kilos de aigodao.
Para o interior
T No vapor iogle Romn Prm para Rio
de Janeiro. carrp-eaMm:
C.mpaobiadeEs.iva, SCO aaccas con 35 9J9
kilos de algodio.
C. Pinto es C 119 saceos com 7.U0 kilos de
a-f ucar braceo e 826 ditos coa 50160 ditos ue
dito maacavado.
No vapor Irancei Sarj'.a r*, para Sanios
carregoo :
J. C. Mareaba;, 300 saceos com farinba de
mandioca.
Para Rio de Jaoeiro. carregarm :
M. M. da Costa, 34 caiiOes com 2,300 kilos
de doce.
C. C. Beltrao & (rm&a, 1 barrica com 80 kilos
de assucar retinado.
No vapor nocional Cometa, para o Par,
carree traa :
P. Ciroeiro 4 C, 5 barricas com 750 kilos de
car.vo animal.
C. Gaicnarea Jnior, li.0 barricas com 10,425
kilos ae assacar branco.
A. Cnao.ce C, 400 barricas com 24 030 kilos
de assucar braoco. ,
Para Ma-anbao, carregarm :
Goncalvea & Barros, 60 barricas com 6,409
kilos de assucar branco.
No vapor aastnacu Pandora, para Rio de
Jaoeiro, carregarm:
J. Ksnaty a Pereira, 850 saceos com 51.C00
kilos de milbo.
No vapor francs Bretagae, para o Para,
carregoo :
J. Mascareabas, 200 barricas com 11,040 kilos
da assucar braoco.
No blate Dea* te Guie., para Aracaiy,
carreearam :
Goofalves 4 Barros, 200 saceos com farinba
de msoiioca.
J. Cardoso, 2 pipas e 6 barril com 1,150 litros
d> r'ssg'e, JO g'M'fi-f f 21 ?"xn ceta 6711<
Publico e tomando rumo do Palacio da
Presitenoia.
Era imponent-t o aspecto do grande
prestito em que toca va arte am ame-
roio grupo das mais (La acias sonQoraa da
8ocieda le ceare s.
Ceatennreb de lanternaa Bcmtillavam
acia. das checas di multid.'o produsindo
o mais deslumbrante eeito.
ompunhaai o prestitoo grupo de .-
nhoras, a ofEolidade das forjas militares
entre os quaea se contavam o Presidente
do Estado, o Commandacto da gaarnicio
a o oapitlo do Porto, grande numero de
oidadSos civis, Eaoola Militar, BttalbSo
Gustavo Sampaio, Escola de Aprendises
afariuheiros. Ciaste Estodantai, Classe
Caizeiral e grande masae de populares
que fechava o prestito.
Tooaram alternadamente aa baadas de
msica de BatalbSo de Seguranza e do
de Aprendaos Marinheiros.
Todas aa reparticSsa federaos, eata-
doaes e munioipaea, o Palacio do gover-
no, o Passeio Publioj, o Parq>ie da Libar
dade e o esciptorio deata folha estavam
brilbantemaote illumioadoa.
Estavam igualmenti llumioadat gior
no innmeras osaa particularoa enteitadas
de baadeiras e flores,
Maitas casas ezhibiam na frente o re-
trata do Mareen.I Floriano, enfeitado da
Aires, o qae provocava clorosas acclama-
cSes da muliidSo, qie ae descobria re ve-
reate diante da efgie do grande brati-
leiro.
Da diversas saocadac se seram oavir
muitos oradores que proaoncarat> breves
e eloquoot'B allococSes; ue muitae outras
chov.ara florea sobre a passeiata.
Perto das 9 mas dissolveu-sa final-
mente a impoaeote manifests^&o, depoia
das mais esplaadidus espaasSes de jubila
e no meio da ordem a mais psrfiua.
E aeaim foi celebrada aqui a vi toria da
legalidade contra a ganancia a rdida dos
dous grandes perversos coacra o quaes
nSo ha maldicSss bait: tes.
=L se na ci'ai* folna da 16 :
No dia ll do oorrente lo' assentado o
ultimo trilho que marca a e-ttacSa du Q ii
xeramobim, no proloug-imeoto da Eatrada
de Ferr< do Baturit, seguado o telerara-
ma do illastre engeoheir: director da
Estrada, e que reproducimos:
Quizeramobim. 11.
Communic) a V. Exa. .qie eati assente
o ulttrao trilbo que ma-Ca, a estaclo de
Qjiaeramobim ; entrn hoja a locomoti-
va nesta cid.di. Por esce importante
aconteoimonto realisado so'j os auspicios
de vossa bau-fioa adoiaistragao, coagra-
toln-m* cora V. tx;,
S-uiacoj.
Sobre o aesassinato do oommendador
Amorim Garci esoreve a mesraa f>lba
de 17 :
t Hontera recabemos de Qnzaramo/im
am 'te'.egramraa noticiando a orisao dos
Srs." coronel Theo^hilo dos Santos Liss-4,
tnanta-caroiel FsmMM Aagust > dos Si-
tos Lessa, Dr. Diomedes Tbaodoro d.
C"st>*, e outroj. nomo mandante* e com-
plieea do brbaro a covarde assassind)
do nosso lembrado amigo coatnendador
Amorim Gar a.
Eisa noticia pr idusio mp'^sSla na opi-
oiS publica.
Para honra do povo cearease tamanho
attentado oocasionoa o desalent e a oo )
Dobraram ae aa bandeiras politizas e to-
dos, t pedem a pnelo dos lobos car-
vai.
Sa prevalecer a impuniiade,'qua ach-
o*na aaba engendrar as penumbras da
aoy ' preciso iqoe todo* os cearenses se
coagroguem (ao chSu da anorta)) pira obs-
tar assaasinaros tio bsrrorosos coao esse,
de qne nes oocopamoa !
A polica, o tribunal do jury, a opiniS*
pibhca cum'ram o seu dever ;nos, jor-
nalist.s, p>-oC3rarmos deaempeaharaos
de nossa ingrata missSo.
Cuse o que cuatar, bavemos da pedir
quo a jutica seja inexhoraTel com os ma-
t-idorea brutaes.
Mais de espsgo nos ocouparem a do
bacharel Diomedes,urna espacie de alma
damnad i, gamo intrigante o perigoso,
que convertou a comarca da Quizeramo-
bim, jutr'ura tSo panifica e calma, n'tft
theatro de horripilante facaahas.
O publico aguarde os esclarecmentos ;
a tambera noticia das brilhaturat desee ba-
charel aobre quem recabe a responsabili-
dade de todos os deaatoos havidos na-
quelle comarca.
NSo convm adiaotar minadoacias,
quaado a polica segu as pegadas dos aa-
sassioos.
Na prozima ediclo diremos o qae tiver
ohagado ao anssa caohecimeato.
Rlo-t-rande do \ortc
Datas ate 20 de M^roo :
O resultado conheoido da elai^So do dm
1. era este:
Para presidenta:
Prudente de Moris 9087
Roy Barbosa 763
Para vice-presideate :
Manool Victorino 8096
?aea de Carvalho. 63
Para senador
Almino
Marco*
Amaro
8221
975
32
tro de (?anebra, 2 pipa" co.a 940 ditos ae aguar-
pente,1 2 bar.-is cora 1,380 o.los de mel 21
CdUas com 168 lifo< de in-ures.
Na Darcaga Nasuoa, para P.rabiba, car*
regou :
S. Cimpeli, 20 cusas cem 4'.0 kilos de
sabo.
Na ba-caca Crrelo di Maco, para Mosso-
r, carreeoa :
J. de Macedo 10 calas com 180 litros de
aperital de troclas.
*aj.a id o m un;
Ai/andina
V(3tt8*r,
D8 1S .ti
n-iods Rerat
0o Jla a 22
iden ds i.
10::877393
10o:04432J
tema do rnuoo
D' di a 2-
3l-1:S03*9fil
7 0551510
1,307 911*713
320;86l*.71
Scmma total 1,6:8 73*184
>ikC:ida secco da Aifai'den di Pernambaco,
i't a Ma'C3 ae 1894.
O ebefe
J. Goofalves da Silva.
O ttieaoureiro,
Lait anoel Rodrigues Valeoca.
RECK3SD0RIA DO RSTVD
Do da 2 a 22
tdein ds 24
.Bcica
o da 2 a 22
idem ce 24
53:330.778
l:922*2i0
53:0534009
UKAlNAQa
41:9574861
2.103441*5
41 5634277
Movlmento do porto
Navios entrados no dia 22 <^
Sintoa e escala17 dia-, vapor francs
c Bretagae da 930 ton ella das, cono m a n
dante F. Detrica, equiptgem 55, carga
varios gneros a Silva QuimarSes & O.
Cardiff 20--dias, vapor inglea cMaiy
Aeniag de 1349 toneihdas, comman
dante O. Patridg, equipagem 21, carga
car vio de podra, a Lopes Gaimarlos
Irmloa.
Cardiff 54diss, barca noruega Aolos
da 551 tonelladas, oapitlo L. Borrasen,
equipagem 12, carga oarvXo de podra
a Wilaon Sons de C.
Rio do Janeiro i2=iias, patache soacco
Monitor da 219 tonelladas, oapitlo J-
C. Nordstron, eqoipagem 4, em laatro,
t, J. Ferreira Marques.
Navios sahidos no mesmo dia
Santos e escalarapor franoea Pertema
rjcrinmandante F. Rouz, carga varios
gneros.
Mc-:6vapor ingles Mcnororia coro-
mandante B. P. Evans, carsr> aseucar.
Rio Formoso o Tamacdar vapor nucis-
nal S. Franciscj comm^ndante Es-
teves Juoiir, carga varios {raneros.
Navio entrado no dia 23
Liv-rpool e escaia19 dias, vapor in
glea Horroc de 1042 tonelladas, com-
mandante A. Cadrrel1, equipagem 28,
carga varios gneros a RUckbaro & O.
C-diff por S. Vioente29 dias, vapor in-
gles tGuildhal! de 1862 tonelladas,
commandante H. Nilsen, equipagem
26, em lastro a Perei-a Garaeiro & C
Maco 9 dias, byate nacional Deua te
Ghias de 60 tonelladas, mestra Jesuino
F. Barbosa, equipagem 5, carga varios
gneros a Bartholomeo Loarenco.
Mandos e escala12 dias, vapor nacional
Braai! de 1999 tonelladas, comman-
dante Francisco de 08*aia Macado,
equipagem 60, carga varios gneros, a
Pereira Carneiro & O.
Navios entrados no dia 24
TaEaandariSjfc tio Formoso 12 huras va-
por nacional S. F.aac.aco, de 382
toneladas, commandante Estoves Ja
nior, equip&gem 30, carga varios gene-
ros a Cumpanhia Pernambncnna.
Bueooa-Ayris e escala9 diaa, vapor in-
gles ile la 3425 tojaladas,comman
dante J. D.' Spooier, :equipagem 153,
carga varios gneros a Amorim Irm3os
e comp. '
Bordeaux e eB.cala25 dias, vapor fran-
cs Medoc de 2648 toneladas, com-
mandante J. Aabert, eqaipagem 50,
carga varios gneros a H. Burlo Para depntados
Augasto Severa 7073
Qurgel 6976
Aagasto Lyr* 647v
:uoqa-ira Ayros 4763
Mi ruel Cairu 1059
Jos Qervasia 102-:'
Jauuncio 946
T>bica 908
Anioiio Carlos 878
Alonso 63S
U'a Graade do) Sal
Dita< at 4 de Marco:
A P-oe-aca puaUoou os seguales teleram
men:
Porto Aleerer22 de Fjverei'ode 89i.Ao 8-.
'Ministra tade do c ivero i d E-ta-'o, cnpo'Sivel re.li*r
a eleigm i-jii;m p.-a 1 i Ma-.o
Graade naraero de mauo-p,"* est em auto-
ridades, divid a <'i(ini.nte< Ci'rertas ue Dr-
doa rebeldes, que aa-ira uip-^dera voiiejaoa a
Dornoalidade.
Em ootros oo te faciioatai autort-lades, exls
le aeosivei desfalciu** no t'-s-o do ele toraoo
que est era aroi,. s-'-.-.;i :o era colira:ua .ex-
pedicionarias ou em gua-ii^ej.
Poucoaeii't-m qae nao t^in-rn ido alcanc-
dos pelos effeuoi da luta trovada coaira os u -
migcs da Repblica.
Expel aa ordens oece^sariaa loco qne rre-
bi as inatrucQOes qae me eatiastss, e diverjo-
coaselbos moaicipaes j ponlerarara a iraoun-i-
bilidade material,de ellectu*r-e a deicao, alie
gando as causas que aeixo acuna radiadas.
Poderia tostatir, a dejpe'to das difQ'.uljiJe.!
de ornaDisaco de me as e ou tado da votaco nena (So -limiuoto, qoeaeire-
tarla o desp eati^io da eleigao em taej ci-cura
uoeiat.
Ao laii't caclarecdo criterio sabmetto e'te-
mo'ivos de ardein superior qne privara o Kio
Graade .de eoacurrer a eleiQao preaidencial r
(:uera>; o p-C'j nacao.
Voo dlrigir-me vo< roncelbo rnooicioaes no
-ntido de au-it':i i.-.-- u o- actos relativos ao
processo e'ei'ora'. Eipero, era face do expoato,
vo9.4a appro'aca ao m-u acta, inspralo em r-
zes inauperae; oe (orea uoaior. Sudac0-s.
Jalla Castiinos.
Rio, 23 le Pevereiro de 1834 Preaideale E<
ta lu Kio G-an ie. Atteni-mio po ler u expute-t-^8 tie dn aroe-tder-se elei^o preaiatfa-ial e lede.-.'l
nesse E<'aio, de'ijo carreas rebelJes, licam
apprjv-das a privi-ncus <\i- adoptaste* o-a
sa coofo'midade. Sauda^-n. afiaij.ro do luie
rio-.
L se na iFadoractO* 'le 2 de Marco :
Da 1" de Mire -II.,.j, to pele irausmiltir-
vos o r-cado segointe :
A's olio bo-as a nossa vaneairda, coojp s'a
de cavallarla. atacu ri.tuarda inimua uo
Ioirapuit'0, toraao r 11 carreta* com rauoii5.-,
arinameuto, fazeo Manos morics. tenaobodo-se at este momen-
to mais de inco'ma.
Tiveraos poneos ferido*, tunta apeoas noti-
cia de doas morios.
Cootioo em peie^u'caode baadoi fug vos.
Mai* urd iiarei p-.>rmeno-ea.
Edioa frente e nao oescaosarei emqaaoto
nao Ciins-'cni' vi'n'ia final
Viva a Repblica I
Viva u nar-'n*! Fli runo!
Viva o Rio G'ande oo ni!
(As.itoad') General Hypo'.tto.
Da de MarcoACOu oe receber o segoiote
depacbo:
Gn-fc-oo ora prop'io de Hypol to, qae manda
s "arate couimonicrcao:
Trnauoitta Vi; orino e minisiro d guerra
este 'e'n'io: CooQrino ir I ^i a rain aiuenor.
Coniiou da cola'>raa de JD-ida, UiJ-'s^s h Davi.i, desde
loiraou'tnii at a casa de Carlaai Jadn-.e, era Sa-
rsoiy, seis letrius, detiiraiamos lumiiletamea-
le o .iimiuu, riduJo 400 uo to-, em > entes cf-
ilciaes. raaiiox prisionero-, lo lo n t an-porte de
guerra e p^mcoiar, a^Ciri*, rt-ni mentos de moi:a, iodo o a mameoto e muoxao,
tres mil auiraaed c.valiares.
Tivemos saiisfacao e -f,'i\:i- nossns com-
paobeiros coi-ooel Alenear Ai-u-na,
leoeate Vicenl- Alves. ailer-s Joa* V-s-onoelli
e Costodio, capitaes iy. Soarea e Gou: St*
vero.
Consta qie o eeoeral Isidoio es:apon-se paa
O E-lado O-ieoul.
E' de admira- que diaole de tamaita derrata
b livesgemos Onomeus lora ue corai/die, tendo
mortus apeoa-i iiaairu.
Foram complet.meute stiactoa o< batalbOes
Eraesto Paivh t \nt.i'lic V^-^3 .
Cabeds, Uiv-ises e Divii fegirkm cpi-csdos de
pequeos granos era comnl-;a arstilana i..'n:.uiio
un* a airela.) da liona Oriental, u.it us ,Qjra-
by e coniinuara ierse Se nao f..s.-e o cansaco da nns-a -..v^ih iia
pla louva mareba daranie toda n.nt-, esaoe-
riorMaoe de cavallos Joj eOafes s-rum efles
iins.o'i>-iros oa asarlos, evfian-io-e as-ia que
foaisa-ra os graodoa erlaiBesO p*-aCtpaas es*
BOaSeV-'i.
Assr^a'o-vos. porera. qae a ro oran i nirai^a
Bcnu comi'l-'taiat'iii'* a Viva R-lioIh'.-i V.a o Hra C'ao'le do Kul!
Via o ra*r*<4ial Piorin> t V'. en-r i Mon-
r I Vira Julio de Csatiln >8! Gouer<.l Hyjpu-
lito
S. Paulo
Ditas ?t 10 de Mi y :
L-t-nos oo K-t"lu de PdU o de 10 :
lomera. .-< 7n>.*a e >n a 'a no' dea-fe
OH g'ave rO' tl.ClJ, a "Ui di S-n.iilOf F"ij, pro-
m.;'.-.-'..i pe.i cabo oe cav.iluria de |i.iiir.i., An-
t'Hiio Pereira Luna, o p>-a l*-*{i no l'i9 de la-
la'ti'la da uarda nacin. I, A t t i K.res"
A UbOS aroiad.ia de n. Ittfi abena. r iirafanda 'e".inenij nai uii. L'o la ao al
lera'io. qie ii.--.:- i n.i nf-'.-ia i, fo> u miK-uo feri-
ifOSO riMt0 p.l' orna uov-.na-ji, e? Ott-K Alfre-
do G!, qo- p'our.iva cai.er u caou, fkon fe*
ri'o na ma -i-- tj.
O so taoo offi**tr evaaie-w, e pe-sepoldo
po' dlvftsos popoiarea i\ pr-M0 era baixo do
viaducto n-l.> iba or 2- Oeieti-ido, que bOOK O
fac" rii \o k oiu.-irj l i i-'ba B'seaatina, p'o-
xim a e--..c.lo de ampo L n<> dea .-e aoutara
am deAs'--. i"e rt.-vioo h pericia e p-seoca
.1- tvpii' loiiMcninisia, nai t-'v co':sei4aeu-
las id'ii- ntav la.
C-itm o i re ni o.ti a inea-na v'l.icid-l! do cos-
an e. ansa lo no r*r-i I kli<>*e'*d* O ni" o bar-
ranco iiivia aanado sonre a I nia a Inroeoli-
to lesean li do. i -.1 -i era pane s.iurala no
Ort-.-anoi. Ne-?a ortc--*iSo o macbliitua des-
ii-eiideb-i d-a earr.M, 1 vranao a s ip|"<)-i de ma'0' 4sti* i'.i 11 loante ii*'n a wniao > exp-dij: t- to m -
TiiaiaiH. fi--i.ve nra ferira-*i't> ni "e< fla do co"f*io, nSo n-Ti > a pesaoa qa nos
inforra-i, o S-. Flix da Suv Lei.e. si e g-ave
00 nao.
A'k'O'i- oorcos qae srao roaiosi o a esta ca-
pital tambera rioa o Balame uoai -atatns.
Os pa-isag-iros perno tirao na esi.gao da
Campo Limpo.
K^VISTA lAKiA
Ministerio Dr. Uoveruador do Estado foi expedido o se-
r
Hrrradu ualclpat lie O moTimeato deste meveado no uia 21 de
liare foi o Begoiate : Entr-rim.
13 hois pesando 2,016 kilos.
2570 kilos de oeixe a 20 rs. 3JU)i
23 compari. com mariscos a 100 'S. 21300
5 ditos com camarOes 100 rs. l5"ii
3i columnas a 6;0 rs. lfiOo
2 cargas com lealnhas a 500 rs. itfOo
3 cassnaes com gaiohas a 00 rs. 600
16 csrgas com froctas a 300 rs. 45800
34 carcas com fariaba a 200 rs. 6*80"
20 cargas com fejo a 200 rs. 4*000
It carga com macacbeiras a 300 rs. ftot
i cargas cora muo verde a 300 rs. 4300
3 2 cargas com batatas a 300 rs. *iri0-
rj 1 carga com iaraojas a 300 r. 00
7 careas com germom a 300 rs. 22(uu
7 cargas cora melancia a300rs. 2<00
3 cargas com loocas a 30o rs. 4900
5 cargas com miino secco a 200 rs. 1300
49 logares a 200 rs. 9*800
5 somos a 200 rs. 1*000
11 comp. com suirieiros a 1* 11*001
8 comp. coa: scineiros 3 700 re. 5*600
9 comp. cara fressnras a 600 rs. 5*400
34 comp. cora comidas a 700 rj. 23*800
53 como, com fazendas a 600 rs. 3<*80G
47 cotnp. cora vprddrss a 3G0 rs. 14*100
71 comp. cura farinba a 400 rs. 28 13 comp. com tainos a 2* 38*000
271*000
4.881*20.)
54
ste'r e
J.60o*4it> Trieste e esoala 36 dias, vapor austra-
co Pandora e 1692 toneladas, com
marcante ftoBpano Mitre, equipagem
ra vJm genero; a Henry For
omp.
New-Post=70 dias. barca noruega Me-
mory de 390 toneladas, oapitSo G. O.
Evensen, eqaipagem 12, carga carvao
de pedra a Estrada de Ferro do Recife
a Cazangi.
Navio, lahidoe no mesmo dia
Southamptoa e escala Vapor inglea Si-
lo. commandante.'Spooner, carga varios
gneros.
Babia o esoalaVapor nacional Brasil,
commandante Francisco da Olireir
Macedo, carga varios gneros.
Maco-Barca noraegaense Minde, oa-
nitBo Audersan, em lastro.
05ieric3o
Procedente de Santos fondeen no La*
niara* o vapor Ingles Eaohdei, nlo
commaaiooa oom a larra.
NSo bouve sabidas no di 23.

Re&dAjsentos do dia 1 a 20 -
<" 8.153*200
Pregos do d;a :
^Carne verde de 300 a 900 rs. o kilo.
WSainos de 900 a t* idem.
Carn&iro de 1*000 a i 200 idem.;
Parlaba de 500 a 600 rs. a cui.
lilho de 500 a 600 ra. a cuia.
Feiiao de 2*000 a 3*000 a cola.
B-calho 700 rs. dem.
Xarqne 900 rs. kilo.
navios esperados
Do Rio de Janeiro
Barca susca Monitor.
Lagar americaao Jo^epb W. Fostsr;
De Palotasi
Patscbo alleraao Adelbeid.
Patacho allemao Rostad.
Lugar inglez Aurora.
Patacho hollandez Aliene.
Lagar portneuei Cu?ia Lobe.
Vapores a entrar
Mas de Marjo ,
Delamber*, do sol, boje.
Pandora, de Triestre, hoje.
JaboatSc. do orle, a 26.
Jlntra, da Earopa, a 16.
Gordooao, do sal, a 27.
Campana*, da Earopa, a 29.
Una, do sal, s 30.
Caoua, de New-Tork, a 30.
BorToo, de Liverpool, a 30.
Marques de Ganas-, do sal,a 30.
Tapores a sabir
Mea de Marco
Para Bretagae, beje, as 4 boras.
Montevideo e esc, Medoc*, 26, s 3 boras.'
Cear e escala, Beberibe, 25, a 3 horas,
aotos eesc, Cintra*. 28. s 4 horas,
darsps, Cordoaa*, 28, s 3 boras.
'xla e esc. S. Francisco*, 29. s 4 horas.
Para e esc. Rio Formoso., 30, s 3 hora.
Ministerio da Jiixlici c Xeyorirs n'rriores.
Dir "loria d> ln!erior.2.* Secc >.-Circular
Capi'al Federal, em -Jo de Fetereiro de *!)1.
S. 107.
Ao Sr. Goveroador do Estado de Pcrnam-
buco
De accordo cora o que propot o Inspector
Gcral da Saude dos Cortos, resol vea o governo :
i nue sejom considerados limpos todos" os
portos das IIlias Canarias ;
.* Qui', depois d( rigorosa visita sanitaria,
se am recebldos em I vro ortica nos da /fepu-
blic.i os navios sabidos dos mesmos portos a
contar de 13 do corrate mes.
O que vos comniunico, para os devidos ef-
feilos, coii'innaiido ineu telegramma de oje.
Sande e Fralernidaile. (Assiinado.1.Cassiano
dn XaxrimciilH.
Perdi i. Exc. o Sr. Governailor do Es-
tado baixou aiite-lioniera o scgoiiUe acto :
/. Seceo Palacio d> Gjcciiio dj Eslaij de
Periuunbucj, em 21 de Marro di S9.
O Gvernador do Estado tendo presente a
pe ti cao de grai>i qne Ibe dirigi o sentenciado
Joo i'ires Silverio. condemnado pelo jury do
municipio de Goyanna, al. annns de priso
simples ; c
Considerando que o mesmo sentenciado ja
cumpriu 9 annos de suasentenga ;
Considerando mais que aeha-se o mesmo
com a saude basiante alterada ;
Considerando, finalmente, que segundo as
informacoes coiliidas lem o mesmo sentenciado
ptima conducta, demonstrando assim completo
arrependirauto do crine que perpetrou, e a
iliSposfcSo de voltar a soclo-iarle 'regenerado ;
Resolv; usando da attribuieo que Ihe con-
fere o art. 57 <1 da conslituico do Estado,
perdoar ao setciciado Joo Pires Silverio o resto
da pena a que foi condemnado.
O secretario do governo laca publicar o pre-
sente decreto expedindo as rJeus e coramuni-
cagCes necessarias. Alexandre Jos Barbosa
Linii:.
l'ro^'Oaean tic liccnea0 Exm. Sr.
Dr. Goveroador do listado, por acto de 20 do
eorrente, prorogou por traiose dias a licenca eai
cujo goso se acha o ci.lado Augusto Cesar da
Cunlia, escrivao do Superior Tribunal deJuStica,
com o ordenado a que tiver dirOilo. aa forma da
lei.
Cojusuisso3 Exm. Sr. Dr. Governador
do Estado, por acto de 21, nomeou os Drs. Sigis-
mundo Antonio Goacalves, Hanoel Nicolao Re-
gueira i into de Soasa, Jos Julio Rcgueira, Pin-
to de Souza e Pedro Jos de Almeida Pernam-
buco para em cotnmisso. o sol) a presidencia
do Dr. Carlos Augusto Vas de Oliveira. elabora-
ren! am irojecto de regulamcnio sobre sello de
heranga e arrecadagao de bens de del'untos e
ausentes.
\'o!<'":as d SulEm consequencia |de
termos recebido tarde os nossos jomaos do lio
de Janeiro, viudos hontem pelo paquete inglez
Hile, nao nos foi possivel dar boje lodas as no-
ticias que trazcm os reeridos jornaes.
Limitamo-nos por ora as principaes, e Cor*.
respjndiHtia que para nosso servicio nos remet-'
leo dislincto amigo; e na lerca-feira comple-
taremos as mesmas noticias.
Ainda assim, porem, a parte que hoje damos
vultuosa, como veroos nossos leitores.
'Aetos da Semana SantaSomenle
na Matriz da Boa-Vista tiveram luga' os actos
da Semana Santa que, como era de suppor. fo-
ram extraordinariamente coacorridos.
Especialmente a tocante ceremonia das tres
horas da agona estere coucorridissiraa.
Pregeu sobre cada urna das |sete palavras o
Exm. Sr. D. Joo Esberard, arcebispo do Rio de
Janeiro que, como sempre. fallou com admira-
vel elevago de ideias sobre o assumpto, pren-
dendo a attenciio do numeroso auditorio por
espago de 4 horas.
Fez a meditagao de cada urna das sete pala-
vaas o Rev. vigario da Boa-Vista Augusto Fran-
klin Moreira da Silva, tocanda cm cada estagao
um trecho de msica, aob a regencia do maes-
tro Soares Rosas.
O acto terminou com a bengao do Santo Le-
nbo. ,
Em seguida leve lugar a procisso do Senhor
Morto, que percorreu diversas ras da fregue-
zia, acompanhadas de rauitas irmandades, sa -
cerdotes e immensa multido de povo, pregan -
doao recolhcr o Rev. fre AugHSto Alves.
Paiiuete !IIleEste paquete, hontem
chegado do Sul, trouxe seu bo do um doente
de febre, que se suspeitou fosse febre arnarella.
^ (
I
*
I.
:.


."
.
%
i


ussWsWsWkwmt^m^stmmt
.jal


h
'

Diario de Pernamlmfo Ooiitiiigro 95 deJBar^o de l$l>4
u-
Por Uso, e mais porque o estado do lempo
era pessuno logo pela maulla, estando o Lama-
rao inui'.o agitado," nao foi possivel fusercedoa dres, a venda de um lote d 5t voluines, que
visita da s,ude o que so poude efectuar-se cooipunliuin a .biblioineca de Napoleo 1, um
cerca de H e 1/2 horas do dia. Santa Helena.
Entao, o Sr. Dr. Pitaaga, digno In-pector da Cada um daquelles volumes traz o emblema
Saude, verificando que o passngeiro doento Bfio imperial e a caixa ,oude se acham piedosaincnte
eslave atacado de febre amarelln, deu livre pro -conservados, esta marcada coui letra N. encima-
tica ao pagete, indo as mallas para Ierra, e se- da por urna ccroa.
guindo pouco depois o mesmo paquete para a | A este proposito, um jornal francs reproduz
Europa, levando o passageiro em qoeatao- a carta que em 18uS Napok-ao dingiu ao seu bi-
Itan i de Crdito Real de Per- bliothecurio Barbier, e na qual contera curiosas
iianiliiico' ) meio (lia de 27 do crreme, informaces cerca das suas preferencias lilla-
devtrn reuuir-se era assemblea geral, na respuc- : rarius :
tiva cede, os accionistas do banco de Crdito! Desejo organisar urna b.bliotheca porttil
Real de Periiainliueo para apreciaren* o relato- ;de um militar de volumes in i2, impressos em
rio e cuntas do auno lindo, e elegurein a no .a bons caracteres,
commissa.) liscal. A ininha mioncao mandar imprimir csses
Cotnuinhia de Scrviyos Bflariti- trabalhoj para meu uso particular, e sem raar-
nl:tsA' t liora aa' tarde ue i d corrente, 'geni para nao lunar lugar. lisia bibliotheca
nasi'Je dussa einnaiiliia, proceder-se-ha ao I de/e ser coinposta : Vj volumes sobre materia
sor'.eio de 4" obri^ayes preferenciaes, para sc-
Itlbliothcca de \apileo>No mez.com declive. As machinas devem comecar a
de Marco correle dove ler-se rcalisado em Lon- funrcionar com ido revoluyGes" por minuto, ele-
rem resgnladas.
Companliia A'atonal de Carnizas
ruupas brancas"stao sendo chaina
mados os accionistas dussa companhia para rea-
lizare! a 7." filtrada rio capital subscripto,
razo de"IO / ou 200t)i por accao.
As entradas devero eSectnar-sc at 10 de
Abril prximo. ;'i ra de Sao Francisco n. 2->
Coiie^lliu Municipal di Re t fe
Esto convocados para as 10 horas da manila
de 5 de Abril prximo os membros cITectivos
e os seos iniraediataa em votos, em mnl nume-
ro, do Concelho Municipal do llecile, alim de
ser dividido o municipio cm seccSes e eHectaar
a eh-lcfio das commisses de alistamenlo elei-
toral.'na conformidado do artigo .udo decreto
n. '84 de 23 de Sclembro ito 1893.
Coitipanhia Pernanibucana de
A'avc^a^aa Vo meio dia de flhlo corren-
te mez, na sede desea companhia. devem rea-
nir-se, em assembta gcral, os respectivos ac
cionistas, para minaron cunliecimento do re-
latoho e cuntas do anco lindo eprocederem a
eleicio da nova commissab fiscal.
CoiisratulayocsAo *r. Dr. Julio de
Mello, ifigmi qoea or policial, foramdirigidos os
segnintes officios :
Delegada de Polica de Scrinhem, 16 de
Marco de li-Sr. Itr Questor-Congratulo-
ine com vosco pea incruenta victoria, oblida
Kelo fovirno sobre os revoltosos na baha uo
io de Janeiro, f'zeodo arden les votos para
que. em breve, oatra, em idnticas coodicOea
restitiu ao i-razil a ordem e a Iranqnilidadc
de que,lia sote longos mezes, se ada privado.
gande e Praternidade. -ao cidado Dr Julio
de Mello Filbo -M. o queslor policial do Es-
tadoO delegado de polica Ga Peres Cam.ieU >
Deit :''" Patria do Municipio de Sic
Benh, tui O de .I/-;/- o de is:il..
lilm. Sr.Congratulo me com V. S pelo
triamplio da legalidade na bania do Guasba-
ra, onde reina va o mais bai\o featimento de
pervertdade e anarchia da parte daqoelles q e
depois de lauto derraoiameiito de saague de
Dossos euros irmaos foram, felizmente vencido
Viva o governo lega! !
Viva o go*er%iador do Estado !
Saodee Fmternidade Ao illosHssimo 8r.
Dr. coronel Julio de Helio Mino H. ques
tor policial..
O 1." suplente em ejercicio Qutnttna .li-
tes do Silva l'ffi iioi.
Privilegios da Imputativa-Os nr
vilegios especificado* as airantes da Eqtla'i-
ca, nportaulwsima c mpanhm de seguros de
vida, de New-York. s;'o garantidos, assiiii se
conveiteiil e:n i.ina parle do contracto.
O Oeeidente Dcssa revista Ilustrada
que se publica em Lisboa e j couta 17 anuos
de vida, chegoaon. 517 do I .do eorrenie
mez, para a Agencia Litleraria do Sr. Leopoldo
A. da Silveira, a ra l.*dc Marco n. 1.. onde
dercro ir procurat-o os respectivos assignau-
te?- i
Somos gratos i agencia pelo, exemplar que
nOS ri'll'.elICO.
Estada da Pas'aliyba^ Recebemos
houtem do vismlio Estado este telegram a :
. p,:ral fba, 24 de Maryo de '094 -Ditrio.
Imuienso regosijo populayo, enipregados
maioria obra- porto, iioineaco Dr. Roudelli
dirigir reparlirao. Saudacdes prog^esso ins
pector disiricto o o noineado- Fortunata !'-
nhtiro. .
Peusameato IivrcAssim intitulada.
receb mos urna walsa para p>ano composta
pelo Sr. Adelino A I', de Albuqueffioe.
IV dedicada a Exma. Sra. D. Elvira Julia
Duarle Rodrigoea e e cuitada pelos Srs. PreaUe
C. onde deve se adiar venda.
Agradecemos o exemplar d i PemamttUo Urre
com que nos mimosearam os editores.
' Veto patritico Assin deve ser ron
iderudo o que se nos d scieucia o seguiute
trecho d*0 l'aiz de i3 de correle mez :
Nao se devem deisar no olvido os nomes
de todos os valenles republicanos que se prom-
plilicaram lula pela causa vencedora.
. Um de-tes o S-. major Belisaiio Pernam-
buco cional do glorioso Estado que Ihe deu o cog-
Em servico da bzenda nesta capital, S. S
noderia esquvar-se sem desdooro a pegar em
armas e islo nao o fez Hontem pea nnnha
apresenlou-se aos senhoros eacar gado do ex-
sdiente da guerra e anidante-general do ex-
1 religiosa, 4i de picos, 40de theatro, CO de poe-
sa, Odo romances, oO de historia. O restan-
pec
lile ile-
ercito, que Ihe acceilaram o* servicos e me
ran immedialame te um lugar nas lileiras dos
combutenles. \
Passeiata civacaE boje que, nejas
6 horas da Urde reaz-se a passeiata civica
commemorativa da victoria de 13 le Marco
deve
.1 os.
no
organi-ar
para per-
Rio de Janeiro, passeiata que
se no largo da Matriz de Sao
correros." disirieto dessa freguezia indo ate
o de Afogadiw.
Junta CoaimereialDevcr i
se na terca-feira 0o comsnteocol'e
toral commereiai, no Intuito de eleu-
denotados iunta Co mere
virlude das vagas existeutes.
Para urna dessas vagas consta nos que al
un* lindos do abaladoebonrado commcr-
ciar.te de nossa prari Francisco urgeI do Ama-
ral procarao promover a sua eleico para c
reuoir-
:io elei-
r dotta
Reci e, em
que irabalho com alineo.
NSo pode recauir em i
Olios mais habilitadas
iclhante cargo, que esta na altara de des-
empenhar satisraiitoriamente o Sr. Gurgel no
Arnaral. .. .
Hospital PrtngrnBSesc esl&beie-
cimenlo eotrou de semana o mordoun Sr. uan-
diddCarvalho Nev.
r Mci-eailo de S. .loseNos das 2 11
-S rio crrente o peixe que, para ser re'a-
Ihado, enlrou no crcado de S. Jos^, pesou
8 87o kilogrammoB 00 menos t.077 kilagram-
aios do iiu'' em igoaea dias [semana santa] ue
ISOi em oue foi elle de 10.747 kilogrammos
Cear lustradoAo9naooa fwe,P-
ro dos dous prime ros numerjs, de 20 de Ja-
neiro e 20 de Fevereiro. de urna r. vista illustra-
da que comecoua ser publicada no balado do
Cear. sob o titulo Ceant Hltutrvlo, e se diz ar-
tstica, Iliteraria e sciciiUlica
E' seo directo: geral o Sr. Papt Jnior; e sao
mais directores : secretario o Sr. Pedro Moa,
e econmico o Sr. Jos Olympio.
Eslo bem redigidos os dous nmeros supra,
e temal"uiius gravaras, sendo boa a impressao.
Agradecendo o mimo dos alludidos nmeros,
fazemos votos pela prosperidade do emprelieu-
dimento- .. .
The Parahyba TimesN > dio t do
corrente, no visinho Estado da Parahyba, come-
cou a ser publicado um peridico, de peque-o
formulo, em ingle/., com o titulo The Parahyba
Time-, sendo sua direceo assim composta :
edictor, o Sr. Joaquim Garca de Castro Jnior ;
secrelario, o Sr. Symphronio M. da Silveira, c
tbesoureiro Sr. Leonard C. Fosler.
Agradecemos-lhe a isita que nos fez, e al-
mciamos-lhe vida longa e fcil.
Medica-Do Rio Grande do Norte, seu Es-
tado natal, veio ltimamente com o intuito de
Mtabelece'r-se nesla cidade, o Sr. Dr. Hercula-
no Handeira de Mello, ha 2 anr.os formado em
mediema na Faculdadc da Babia, onde cooquis-
tou um nome honroso pela sua intelligencia.no-
tavel applicacao aos atados, e pericia nos Ira-
te, para ebagar a rail, raa nreenchida por me-
morias histricas de todos os lempos .
' ouio auciores nolaveis sobre assumptos pi-
cos, Napo'co recommendava : Homero, Lucain,
Tasso, Telemaco, etc Quanlo historia, indi-
cava os eiseursos deMacuiavel sobre Tilo Lirio,
0 Espirito da Leii, Gra*dezj j romnjs; o
que conveniente couservar de V'ollaire.
Finalmente, em urna nota ; accrescenta :
Nao desejo livros de Rousseau, nem Emilia,
nem urna multido de cartas, memorias, discur-
sos e disserlacdes inuleis. Egual observayo
para Vollaire
FallecimientoVictima de urna Icso
cardiaca, de que sofra desde algum tempo,
falleceu, no da 2 rio correte, em Sao Lou-
reoCO da Malta, onde temporallameate esta.a
residindo o coronel Americo de S Albuquer-
que, commandante superior da Guarda Nacio-
nal do municipio de Sao Lourenco.
Scja-lhe a trra leve.
X EstacioRecebemos do Rio de Jaueiro
o ii. 5, de lo do corrente, dessa revista de
modas.
Na forma do costume, traz folha de moldes,
rauitos lijiuiinos. e una boi parle recreativa.
Feriniento^No dia 18 rio corrente, das
7 para 8 lloras da noe, mi ferido abaixo do
peito esquerdo, no hot d do capito Albino no
pateo do Mercado Publico de S. Jos, o indivi-
duo de. nome Manoel aoiso Ferreira que alli
se ochava.
A autoridade compoiento fez transportar o
olfendido para o Hospital Pedro II, alim de ser
vistormdo e procede contra o olfemor.
PosseMoje, pelas 10 i,2 horas */do dia,
sera euipossada a mesa regedora da irmandatle
do glorioso Sanio Amaro das Salinas (|ue tein
de adminstrala no anuo com|iromissal de 1894
a 18'jS com, o'do-se dos sc^uinles irmos :
Juiz -Jos Gomes de Amonm.
Escrivo-Henriqoe Magalhes da Silva.
Thi'sour.-iroFrederico Magalhes da Silva.
I.* procurador -Rento Vieira de Mello.
?." procurador -Francisco Smoes d'Almeida.
DefinidoresLydio l'orpurario Santiago de
Oliveira, Antonio Hagalhaes da Silva, Joaquim
llenrique de Oliveira, Fernando Hagalhaes da
Silva, Adolpho Teiseira Lopes, Francisco Mario
de Soma Gonveia, Jos Lopes da Silva Campos,
Jo*1 Roberto da Silva. Heruarriino Palmeira dos
Sanios, Unocl Joaquim da Cosa Ramos, Carlos
Magathaes Campos.
Jui/.a-D. Adelaida Angosta da Silva i> Mello.
Clul Mixto Priiuciro de Feve-
reiroEste club reaiisa IiOjC nos saldes do
Aineneu Musical Peroambaco a posse dos no-
vos elcilos, com um pequeo sarao o'lerecido
aos inesmos.
Ffiibarquc No paquete .Y/i' s"2uio hon-
tem para a Kyropa o aatiao negociante desla
praca. Sr. Antonio deSiqueira Ferrao.
Agradeceii'lo-lhe a Huesa de se ler despedido
ile nos por eario, deseiamos-lhe prospera via-
gem.
Esin;i5aiiiento-lont:-m, pouco depois
de ."1/2 oras da tarde, no largo do Mercado
de S. Jos, o individuo de nome Lui de An-
drajo, que, nao ha moflo tempo. regressara
de Fernando de Norouha. o-ide cumpria sen-
lenea atirou-se aobo os irilhos da Companhia
Ferro Carril na occasiao em que, ilescendo de
Aiogados, poralli passa*anm vehculo.
infeliz, desde dias anles, annunciara que
em breve noria mn a existencia por estar cua-
cado de lutar com a so'te. Real isou hontem o
seu intento, pois que pulo inopinado do acto, o
eocbeiro do vehculo nao o poude trovar, e Luiz
de Andrade foi esmagado pelas rodas do raos-
mo vehculo, morrendo instantaiieamenle.
N o obstante o tacto se ler passado pela for-
ma referida o cochoiro foi preso para ulteriores
averigaaces pelo Sr.Manoe] Rodrigues Noguei-
ra Lima, subdelegado da frcgoeiia de Santo An-
tonio, que lambeta mandou remover o cadver
do infeliz alim de ser visionario, procedendo na
forma da le.
Xavejpacao aerea\ conquista do aj
esta |ireoccu|i.mdo a attenyao dos sabios euro-
peos em escala bastante cousideravel.
O Dr. 0l.) l.ilienlbal, de Herlim, fez diversas
experiencias felizes com urna machina de voar,
que mostrou serutil em pequeos vos cima do
solo.
0 proessor George Wellner de Vienna. que
professor de engenliaria e construcc m de ma-
chinas na Escola Superior Tcchnica de Brubl.ti-
rou privilegio de um navio aereo que. elle allir-
raa, pnde navegar e plaioar
de noventa milhas por
arranjo.
Em urna eminencia na nsinhanca de Steglilx,
perlo de Berlim, o Sr. Lilienthal construio um
barraco em forma rie torre que Ihe serve a um
tempo de poni de soltura e de receptculo para
a sua machina. Esta machina parece-so, em
principio, com as azas de nn morcego, abre-se
e fecha-se do mesmo modo. 0 seu esqueleto rie
salgueiro coberto rie lona leve, i^ quamlo se
abre mede 150 p*s quadra.los. 0 sea peso ni-
leiro nao excede a ciucoenia libras.
O Sr. Lilienthal tota o seu vo do a'to da sua
torre. Esta le u trinta pS de allura. e elle fa/,
osaalctenie urna viagem de 150 pes de distancia
fazendo a jornada com facilidade, graca e velo-
cidade. Ao partir iiecessario lomar bem ola
da direccao e da velocidade do vento. iJ pr-
meiro voo no ar deve ser feito contra o vento, o
qual io deve ler vetecidade maior de crea de
quinze ps por segundo. Ao descer. a machina
deve ter a lacsmauiirccyao. Este modo de pco-
ceder* seaondo o Sr. Lilienthal, estriCMenle
o que I'azem o= jiassaros. ^ .
u professor Wellner explicou o seu navio
aereo, que deve fazer a sua viagem no corrente
mez, do modo seguiute :
* A minlia esperanca do seu bom xito ti
esta na coastroccao da roda vela.
Foi privilegiada na Inglaterra em Maio Bltl-
mo como ama vela rotatoria para machinas rie
voar. E' urna" iuvenco minha A oda traba-
loa em um excntrico lixo, e as ps de ar liga-
Existiam
E'itraram
Sahio
Exislem
A saber:
Nacionaes
Mulberes
Estraogeiros
Mulheres
Total
Arrasoados
Bous
Doentes
Loucos
Louca
470
0
1
469
446
10
13
0
*469
421
389
24
7
1
"7
Total
Movimento da enfermara :
Nao houve.
Inspctoria do districto mar-
timoRecifo, 2! de Margo de 1894.
Boletim metereologico
lloras Term centi- Barmetro Tenso do
m.
t.
faO
737-77
758-.60
73S-79
757-,6:l
758-59
vapor
19,04
19,70
18,93
i,05
21,16
Humi-
dade
76
73
66
70
78
vando-se com um ngulo de 28 "graos. Quamlo
o carro, depois de um iutervallo de 80 segundos.
attinge a urna elevaco de 150 ps, o machinsta
faz a machina voar com 135 revolucOes e entao
o vo horisontal com a Ierra, com 135 revo-
lucOes, o carro permanece estacionario, pelo que
resoeila a altitude.
0 autor calcula poder obter urna velocidade
de urna milha c meta por minuto. E emquanto
o carro voa pelo espago, o lioinem do leme, por
meio deste, guia as rodas velas, do mesmo modo
que se dirige o navio 110 mar. Ella move-se para
a direita ou para a esquerda, segundo o mesmo
principie. Quando se quer dimiuuir a vclocida-
de sem diminuir as revoluces, abre-se o leme
como um leque. Ao descer, o ngulo o mesmo
como quando se sobe, 28 graos. O carro desee
a trra to levemente com um passaro.
Diz o seu autor :
Quando o navio aereo conquistar a coman-
ca publica para o trafego de passageiro* entre
as cidades, haoulra espitara para asuautifidade.
Sera valiosissimo para lins bcllicosos. No alto
do espago parece apenas um pequeo ponto
branco e urna bala passa atraves do jogo das pas
de marieira ou resvata pela armacao de ago.
Una baila nao deixanella os elTeitos desastrosos,
que taz no tecido de seda de um balo inchado.
Diversos olliciaes de exercitos europ*os,
tm estado em communicagies commigo sobre
este assumpto, mas nao me convm entrar em
uetalhes sobre este ponto.
Bom CiinselJioEscreveram-nos em 20
de Margo corrente dessa localidade:
Contiuuam em bom andamento os trabalhos
da estrada de ferro. De pessoa habilitada, ougo S W at 3 h. 49 ra.; SSE ate 4 h. 14 m.; SW at
a noticia de que a locagao esta sendo teita com 4 h. 45 m. ; SE e SSE alternados at 10 h. 15 m.;
ariiniravel presteza e que a construegao nao tar- SSE c S alternados at 7 h. 10 111. da tarde : SE
dar. c SSE alternados at lOh. 23 m.; S at meia
Falla-sc, cora visos de verdade, que urna noite.
stima secgo, a desta villa a de Aguas relias, Velocidade media do vento 4,m97 por se-
foi ou vai ser creada, e que o escriplorio da gundo
raesma sera aqui. | Nebulosidade media 0,62
Do exposto, devemos concluir que muito toletim do porto
possivel que, por todo correr do auno vindouro, Pra-mar ou Dias Horas Altura
o echo da locomotiva venha dar-nos alent e | baixa-mar
vida, desrazendo um resto de selvujeria, de que ( p. M. 22 de Margo II-05 da m. 0m33
resseutem-se esses lunares, que nao se acham B. M. 2t rie Margo 515 da t. 264
em comuiuuicago directa e diaria com a ca-. Hospital Pedro II 0 movitneuto desse
pital. estabelecimento cargo da Santa Ca
Tudo rieaende, nosso ver, do llu-tre di- sericorda do Recife, no dia 23 de Margo foi o
rector da Estrada de Ferro do Sul deste Estado, seguinte :
e nos confiamos que S. S., activo e zeloso como! Existiam.
se teni mostrado al boje, envidara esforgoi Entraram.
para que nao nos demorem um melhoramento
tantos annas promettido. e do qual depende era j Sahram .
grande parte a felicidade ilesia ierra. Falleceram
Se dizemos que tudo depetlde rio Dr. Salda- Existem .
nba Jnior porque sabemos de visa que os rii- I
gaos engenheiros, aqui resilientes, lera sirio de \ Foram visitadas as enfermaras pelos seguin-
uma actividade pasmosa : dando, cono |>rom- tes mdicos :
pos, em oito dias, trabalhos que o escriplorio | Dr. Barros Sobrinho, enlrou s 7 1/2 da ma-
central suppuuha seren uecessarios para elles, nb e sahio s 8 3/4.
dous ou mais mezes. j Dr. Malaquias, eutrou s 10 da maiilii e sa-
A noticia da victoria obtiria pelo gowrso na hio s 12 1/4.
grado
25,"9
27.2
287
H0,<>0
27,9
Temperatura mnima 25,00
Temperatura mxima 30,50
Evaporayo em 24 horas ao sol 8.m5
Chuva 3,mo-
Direccao do vento SSE e S alternados de meia
noite ale o h. 37 ra. da manh; SE at 2 h.
04m : ESE at 2 ti. 49 m. ; S at 3 b. 12 ra
730
5
------733
10
3
728
------741
baha do Rio de Janeiro foi aqui extraordinaria-
meiile festejada pelo povo.
a' 14, bouve, noite, urna grande passeiata,
ao som ria msica e estourar dos foguetes. fd-
/.enrio-se ouvir na passagem da mesuia diversos
orariori
Dr. Arnobio Marques, enlrou s 9 3/4 da ma-
nh e sahio s 12 1/4.
Dr. Lopes Pessoa, entrou s 10 da manh
c sahio s 0 1/4.
I Dr. Vieira da Cunha, entrou s 10 1/4 da ma-
'nh c sahio s 12 1 i.
Os trabadlos da i." so-jfto rio jury deste Dr. Pastos de Oiiveira, entrou s 9 3 4 da
auno coinegaram o e teriiiinaram 15 do cor- manh e sanio s 12 1/4.
rente, sob a presidencia do juiz de direito Dr. j or. lavares de Mello, entrou s 10 1/2 da raa-
FranciCO Xavier Raes Rarrelto e servind.) de nh e sahio s 12 1/4.
Dr. Nunes Coirabra, entga-u s 8 3/4 da ma-
nila e sahio s 9. ^,
Pharmaceutico, entrou as 8 1/2 da manh e
sahio s 12 i/2 da tarde.
Ajudante do pharmaceutico, entrou s 7 da
manh e sahio 8s 4 1/2 da tarde.
MUSICIANA
promotor o O: Jos da Costa Dourario.
Onze processos forara subraellirios julga-
menlo, sendo absolvidos quasi todos os reos
nelles envolvidos, excepgao feita de tres ou
qualro.
E' esperado brcvemcnle nesta villa onde
vera passeio n demorar-se-ha algara lempo o
honrado facullalivo, residente nssa cidade, Dr.
Joo Mana Sevv. Ser hospede rio Dr. juiz de ,
direito, seu particular amiuo.
Pende anda de soluco o olTerecimento do
segundo sino, annunciado em minha ultima.
Consta qu foi encommendado em una das tun- j
rigOes dessa cidade, mas nao sabido anda o
dia em que chegar esta villa.
Appa-ecera algomas chuvas. De honlcm;
para ca, ellas lai sido abundantes e promette-'
doras. I
Deve chegar amanh esta villa o Dr. Jos
Hareellino da Rosa e Silva, acreditado director
do lauco Kraissor deste Estado. S. Exc. vera
pela ve/, primeira este municipio, onde es-:
tunado por influencius .polticas e possue urna \
propnedade agrcola. 5
Coiihecemos de porto o sympalhco mogo,
um dos molhores cavalheiro< de nossa alta so-
ciedade. 1 reparam-lhe os membros do partido |
dominante condigna e boa recepeo. j
Grcaiio Seientilie e Litterario
Tobas BarrettoE.n sessao ordinaria,,
l'uncc.ioiiou na qaurta-foira ultima, sob a presi-
dencia rie Manocl Arfto.
No expediento fallou o Sr Ernesto -aula San-, e3,ava be: d3 Qo riar naa
tos dando couta ^^^^^.^J^^-'nt pAtm eob-e a sua eompanbis. Cjcbego
carregario com outros .co legas abra ue levar a bem ar[Q |flic|| Uttr m cnronlCM soDre
bordo o consocio J. Mano juniot. ,h.,.,,,. ain.i m.n nahr^ ihpat-. Ivnro
Foi empossado o socio ultimaraente propos.o, ,"~ 'ttSEUk^SSiXfti qae
Sr. Jos Mana da Silva Oliveira a^ VJ_g B%te?i. muste,. a pe.or aavd% a aarde.
dor do gremio. Aribur llalla coinprimenlou era ,n.nn.tp .cia
breTea palavras que loram agradecidas pelo Jf* V225Z
i> Sr."presidente nomeou para suhslituir o so-, er uryagosiupia na gola
co Mano Jnior na commissao scicnlilica. osr.i'
Silva Oiiveira.
EPHEMERIDS LYRICA3
25 de Marco
1784 Nasce em Moni, o illastre Frangols
Feos.
1858No Opra Comiqn' d Pars, entra em
scena a op^ra Qa-nUQO Daiw>r de Givarri.
18'i Praea, vae a secua a Ca i .a di
H.lorouo de Jotl.
26 de Margo
'827Morte do notavel liioii ao Beoibov^n,
qno aeisuu considerav-l oaoiero di coLupas.g-e
pira tneairo e p:ra plano.
1892 -Eoj Peri amliuco wm logar ora concert
vocal e lusiromrotal uo Lyoeu de Artes e Olli-
ClO.
CARTAS A SANSO.-SE
Aida
qaer terreno, a Solll 'ono qoe de>atiava Vitalia
par* o daetto tioai. Ene **io.
Foi ama locta toda de HOi.rjmento e oole cada
cou eod< r e a am vonceJor, p-jis pira amos
I ichlndefa 11 cid 4 Id due alme vohvanb U'
eterna dimora...^. ooae os aojos ion p-diatn
qae o* Ou-irm ouviro-terra audio; addio o
>a'le di piaoti...
U aa anis'.a qae conbece bem a sceoa a O.-tri-
ol.
Talbada para as fohrts emog6;3 do I bretio de
Gaioslaeool. a Or n coodua>o>ae de modo aa-
uirave no duetto coai Aida3 n sceaa da
cond-tnoago.
O Pjzzi caotoa mnlio bem a parte de -A do
nasro, salieQiaodO"e na daelio emo a dina.
onde por man de orna i?z ooievd prolongados
appltosos. Vos otteoaa e bem tiua-ni-.
- Sempra 8jmp>tnico, aempre cooheceior do
ppela qoe se eocarretja e-tive o Rosoli.
Os coros qae V. arese (oa sao ooai, deala-
canio-ie o grooo dosba*st.
FjI de fraude e t-, t > a bella tia-ajoia aceaica
apresentada do acta da con-unrago.
LA FAVORITA
A seennda ocera q>ia V. apre'eitoa sor eos
asi;o*oies fjl aF*v,kiu, que sjrvn d es
tra ao tenor Percono. tai bary.o'no 6 annini.
Depois d< novlr ua pridocgj 'Ono a g ao-
de opra do Ve09ra o aactordjFalstaff,on-
de a cada oa-so o t*oect ido- se sent arrebata-
do por ama maaic mi- i ameoieoov*, de am co-
lorido todo original, ebeta de calor e vig^r de ac-
cento, nSo aoppo'.a ma s aFaorita, com o.
sea pesa4og etoeoe ia anooa de ezis eO"la.
lato, po-n, 8'ji loiro d It, n) imjo'ta reta
lar competencia para joigar do traualo do -
lostre maestro berga^K-z
E' aproas ara. qaestiu de go.o.
Simples, barm )'no->, nua-, como So todas
as prolucgSes de Donizeiti, a opera em qae e.--
tp>a o tenor Percoeo )4 soabe preaier o aadi
torij do taeatr ReQaiasaac3jiuiio emoa-a
'oncor-ea-'e para lau o-oa aal'anoa apreseula-
da no segundo acto. Na > me Batistas-
A Favorita, qae t o lerceiro acto, nao mais
ao que a accomoJ-gio de outra ope'a de Doni-
letti,-Aagelo di ll'Sida, e cojo u.ira madoa
para alsptar c p-:s deLecaoraa voz da
Stolz e cajo qua/o i \o foi o.ic.- p oem dazs ho-
ras era casa de am atnio < miej'.ro onde este
ida jantar. aaoaoa uaoraiatoaa. a
Hoj-j que a oue-a tem pasalo porgrinles
traa8formagg, tortos aqelle< recitativo?, aquel-
las larg*s a-i3 se rae aligaram ojj-j verdateira
IgSo de canto, oode nare.-e que o arl.'sia p-oets-
r f< aur voz. p -u 1 d) de am estolo.
Di tojas as gess-a a e qaatro p'oda g5 s
theairaes de D nizeui, a oi>ioa qoe boje un mz'
atiento aLacia. As d-ma|s respeita com ira
Damos de un. *ord4r|ro Koala a qoem a poste-
ridade tera o d^ver te cetir cora o illartra cri-
tico italiano D.'t. 0-ica- ChilTotl, que-Oon:ze*.-
li fo O'i.-uei pi grdQdi inaalclati cO;; l'I.olia ab
Oa avat >.
J ma'to conhevd* s histo-ii 1a oppra q\i?
Dooiiftti escrevea p^ra Mm-\ Ta;llon e que te
v mais ta-de >ie aceommod r a voz da celebre
Stiiz, de Danre:, o iomojnheir.) de Mi hn Car-
valho e Baa, e a do MieOre Lvas^esr, o oro
teaaor de declamacae dj Coos-rvatoriu ^e Paria,
a nuera n^cyoi deve a sua lurreira ^'tiatica.
Niode-gnio to tenor Percopo. E' oe ama
vuz alaptaoa ao sea geiero, am tau;o extensa, e
canta cora seolimento come o fez na arriscada
romanzi do qtturto acio.
Ha, porm, oc^iries em qoe o S; Percapo
trmula um pouco; qaanio sus>ena notas >gu
da>.
Nio obtiote o orolssor FraDCO'CO Lamp-ti
diier que ... le voc iremos bouo le pi diffi
li da corrigereoarej'.< q.io o S: Farcopo e-ta
em tempo delate- ae-appjr. cer aquella tg i"a
falta, mesmo porque a sua >oz nao ajM compre-
beodida n>qu>-.^- a 1 ii-'z:. deii'org.oo >'i) "i
lede qoe -es Mu u illastre attjr dojCans-
gli agli A-U-ui.
O publico o appUoiio, o qu3 sigui&ca qu
agrada.
Eaca-regoa-se 6 pirte deLeonorala favo-
rita drl Re, a Su. Mazzuli O-siue que soobe
arrancar da pint i p^rnamrin ani os mesmos
apo'au'i'S de a"1 '!)(< faila o director do S(ala
Crge a extinecao distes bilhetes porqu, ana-
lysando a questo, chegaremos a demonstrar
que falta compstsncia Companhia para emit-
til-os, como fallece ao Governo do Estado par^
consentir nisso.
E' verdade qus o Governo reconhece o vea-
me das classes pobres; e offereremos como
prova desta afirmativa o telegramnia abaixo :
Em 22 de Marro de 1894.
Sr. Ministro da Fzeoida.
Rio. '.
Em obediencia Constituijo Federal mar-
quei Companhia Ferro Carril prazo um mez para
recolher bilhetes passagajm que estavam cor-
rendo como moeda e em larga escala sendo fal-
sificados. Sao clamorosas e unnimes redamar
coes peia absoluta carencia de mosda divisio-
naria, que ia sendo, si bem que irregulnrmente,
supprida por aquellos bilhetes. Venho rogar-
vos com mais vivp empenlio providencias no
sentido de minorar to grave crise, para o que
julgo' indispensavel remessa mensa! de nickel
e notas de um, dous, cinco e des mil ris na
maior somma qu ao Thesouro fr possivel.
Saudo-vos
(Assignado) liarboic Lima, Governador.
E t-eunto. connoi o cnli
co, nao e pequeuo o uamero daqaelle* que sot-
f'endo dse mal, aotiaoi Ciloa corredores do
Foi
latear no espaga a rasao ji,J,MCft00rp0S'
hora, sem t.eul.um des- '^,^
e aeccito como socio o Sr. Odi-
commendamos ao publico
clnico, que deixou distineta nomenda no Rio
Grande do Norte- ,
rrudteemos-'die a visita coai que nos obse
(faga.
vendo comparecido o relator da com-
missao de reviso constitucional. dei contiuuar a dscaaso sobre semeliiante traba-
Iho, i. que licoa adiado para a prxima sesso.
Servio como i.
las aos raios tm assim tanto um movimenlo os-
cillalorio como um movimento rotatorio. Quando
essi pa de ar attinge a parte mais. elevada do
sen circulo e quando vai deser, a oscillaco-do
excntrico faz com que ella obrigue 0 ar a iutro-
duzr-see force-o a descer para denlro da roda.
Ha quatro ps em cada roda e a lona estica-
se por sobre ellas, dando a apparencia de um
tambor aborto em ambas as extremidades. Este
o principal segredo da machina este movi-
mento da p rotatoriaoscilante que Ihe d (
anoio no ar, e um rpido movimenlo para a fren-
te. O resto sao simples detalhes.
Uro pequeo carro, urna macbina rie ar com-
primido, e urna tripolaro coinposta de dous in-
dividuos -um homem do leme e um macbinista
-aboestes os dealhes. Jsto, porm, para ama
macbina voadora das menores diraensOes. Ha
2." secrelario por riesignagfio
presidencia o Sr. Ernesto P. Sanios que fez di-
versa-; reelamacoes sobre o estado da secreta-
ria, a respailo d.is quaes prometteu o Sr. presi-
dente dar as devidas providencias.
Em seguida leve lugar animada palestra litle-
raria era que lomando a palavra, falln larga-
mente sobre a sociologa o socio Silva Oliveira.
I.eram trabalhos luteranos ria sua lavra os
socios Arlhur Baha. Manocl Arito, Eparainondas
de Al 1 uquerque e Ernesto P Santos.
Foi marcada nova sessao para a prxima
quinta-reir.
fu nlawi 11I0 1 lall ir nrrirn de cara-
memos eme funeciona nos districtos do Recife,
Sanio Antonio, S Jos u Aiogados, afllxou na
repaniefio do Registro de i;asatuaatos a ra do
Imperador n- 7J 1 amlar,editaos V proclamas
de casamcoms dos seguiutes coutranentes :
Segupda 1 bcaco
Manoel Marques dos Santos, commcrciante,
coth Amelia Mara de Albuquerque Sonta, sol-
tAteiros. ualuraes dest>; Estilo e residentes na
" 'freguezia de Santo Antonio.
Radiare! Joo Capistrano de. Soasa R'beiro,
promotor publico, fesidente aa freguezia da
Boa-Vista, cora Cuilhermina. aJar.la da Cruz
Rioeiro, residente na freguezia de Sanio Anto-
nio, solieirose ualuraes dese Estado.
O escrivo de casatnenios d "oa-Vista,
dos oobrea artistas.
Teuno mtit 1 nedo qne essa carapuga me cal-
ba. Eu j5o teooo competen ".ia para fair criti-
cas so; Ijrlco.
Apenas voa ao theatro, porqus goste de mu-1
sica e me eutousiasmo p-io oel eaaio* da Soli,
do
de M'ao P'1" Cambiar, qoano ira 10 ae
Jane>n da 1885 o* co'upaobM jo Aatoa, Verdial e Navsnai, essa
m^nm > opery.
t >-to mntlo do modo de cantar do ban'.coo
Giaaaiol. A ?:< bella preoecgi, conservando
ir" i aititnde da ara 'ei de Ca-tilbJ, fjl correis.
N) doft'o do terceiro acto i-lle rev.'loa excel
"te meihodo nSo deixao nota qoe n&o fos-i-j coioida com o v-rdaieiro
am traie.iin. N>fli I desse da-i'to o S:c. Gian
niot aopre-entra a ni cadeusa digai dos
ma'tres el(izii.s.
O ocenor do convento de S. Joaqnim, dea
nota graves a rt jubila graviaade que ama
Qiarl-Fe:ra de Tfva^ impoe.
A orchestra q 1- foi dirg la nrlo bravo Pjlac-
co agradou me. emoara a aua mUsao ne^sa ope-
ra nao lija impofau e.
IIlppodroiB 1?,. Catnp A daeiuia tcrceirn corrida dasae p-ad)
rea'isa-ae h< je.
8e aa chavas nSo vieren 3 agoil-a, de-
vora ssr urna belia jareada, a vista do
progrinm* d^ tur.c-;5 > e adgund't a ios-
Vliada e pela oervata do cripgao dos pareliiroa qui enebem os p-
reos.
Sao 5r.08 os nnaa PALPIT-S
1. p-jreo YVulioB.ithory P'oade.
2 o pareo-Galetia Nababo Hiron-
delie.
3 preo U-;hoacre3MssoottePat-
chioli.
san razer de maiores dimensfes Para oilopes-
soas, precisa-se de machinas a vapor da Torca
de 200 ca fallos pelo menos .
Pura a primeira experiencia, porem, a macni-
na pequea serve. Cuslar cerca de 00 con ios.
la ser construida do ago mais puro. '-' mecanis-
mo ser lodo bem apparelhado. Os tubos serao
Ocos As rodas-velas IMn ura dimetro de quin-
ze ps e tcm doze e meio ps de compriraento.
O carro em forma de charuto lera cinco e meio
ps de altura e doze de comprimento. A- torca
de ar comprimido da machina deve ser deca-
vallos, e todo o peso, inclusive o carro, a machi-
na, o appareibo, as rodas-velas e os dous homens
dentro deve ser menor de urna tonelada.
Na occasiao de soltar o vo, f machiaa*geve
i estar descamando em urna pequea
Graca; Poco e Varzea, al'iixou no dia 2i do
corrente, na repartico do registro ra do
Imoerador u. 41, I- nuda:-, edilaes de pro-
clamas de casamentes dos s^gintes contr-
llenles :
Seguida publicaco
L'iiz Conc.ilves Tone-, com aria Amelia de
Gonveia solieiros^B^jjyajIliijyiaB^i-V'ifla.
francisco AntonioiTc^MBpjB H|^1u:m. ily-
gina Soares, solleiros, residente^^^We^ie
da Boa:Vista.
Bacharei Jo&o Capislran de Souza Ribeiro,
promotor publico, residente na freguezia da
Boa-Vista, com Guilhermiua Eduarda da Cruz
Ribeiro, residente na freguezia de Santo Anto-
nio, solteiros e naturacs deste Estado.
lrineo Vieira da Cunhu, comTheresa Maria de
Jess Lima, solleiros, residentes na fregueziado
Pago. -
Bacharei Lourengo de Moraes Freitas Parbo
sa, residente era Olinda. com Elvira Candida
Teixeira, residente na freguezia do Pogo, sol-
leiros-
Jos dos Santos Pinhciro, com Conlanca Fer-
reira de "arros, solteiros, residentes na fregue-
zia da Gruja.
Primeira puhlicago
Bacharei Ral Teixeira Leite intra da Sia,
cora Francisca de Asis Pioeiro, solteiros, raji-
dentcs a freguezia da Graca.
Bernardino Antonio de Souza, residente no
Pojo com Leopoldina Salgueiro de Amorta
residente em Olinda, solteiros.
Casa de
presos da (isa
.1., pela cardar;
talentoso MaiTtZiol
Voa ao lli-airo para *gostar> e nanea para jal
gir. Mas (aojej d'vu dizor Ibe qus ta-te meu
go-to oa ebrga a pojto de descoonecer urna
j^si.i:... .a ), un descquiiiono na orebesira uo
m*s que vaina.
L"muru-me agora qu-i G. B'cordi, em om e<-
niendido decurso proeri-io eui Mliao 1,0 aoao de
l8So uo Scala, drt8;revendo a entrevista que
HuJe'oa tee em Tarim com om estadista, rape.
as palavras do logtez, qoaado disae... 10 non
capisco u a uta di masica, non diitra&o un
t>maa*o "a no violiao....
Tamo-m Qom tinto.
Countgo a diff-ireag de om Eoprano para am
baasu e na um tenor pa a o Daryooc.
Ouvinda mus! :a A in a como eateudia H ios?,
na dvtinigao que nos di .-.. u lo seo .--o p.-iooi
p de a'tawlja* le p i-? ua.. Basa m^sma exi-
Ucto de que falla o oaior due Uialogbl Mqscj-
l. tu to quena maaifaVI-i.
Creta-me qne a moho cosi qoe vou me ex
Uruar.
A opera com qu^ V. aprejentou a soa comsa
nma (01 mano bem escolaida. A grande pro
dacgj do venerando mieitro que fot claesica
do peic critico ao Persuveraoia como U3 int-
racalo vciaiogo ui"-tra^ qn-j V. uostrooxe art i
um dous t que bao apreciados .or um publico j
iurlligente. ,
Sem qoirtr fallar aa uoute da eslr em qae
par mais querUo que s'ja de urna piatj, o ar-
tista ss 'prcsoajla oiupre receijfco. a sexuada da
< Ada, ci um desses aejotecuentos qai hcara
4o
.
6."
7.
mono.
p+rao Pymeu I.iTido.
juren G-*!etco WoiiroPirata.
prao ",lu-ityDibiin;Tutco II
pareoTeo.-IiSaata F Te;-
g. p.rao Buhory Fama;* It-Phi-
loinOEUB.
CORRIDAS LIVRES
Com exoopfjSo do 2 pareo, tod-is 0.3
d smi s al o veoo-dor victoria.
mzmu a mm
Campanilla Ferro Carril
Alguas eapiritos meaos praoceupados com os
asgocios uublkvis, aocusam os repraaaataol ia
er-jv;. iu na. i.-Wna da nossa a'eo. Naici I r ____- i
I do Gorarno, como actores da supnressaode
4Bi;ti no Sania Is^uel um eepectaecto qae a pa
ti se mo8tra8so ij satisfettj. V. bem vio as .' coupons da Companhia Ferr
pravas de apreco qae receberam os seas artistas [ stitacioiiaIuiut3 Ihe d rara
iju : m g'anda dose lne caPem, pelos sea es-
e
Zi 1forgo'.
S^abem sobreioo a' honras da noute ao maes
iro i'Srri: \, que a (rente de ama Di orches-
tra v c.:- am so odiar domintlor, impuana-ee
ao* 3eua commandado?.
Nj correr ae toda opera, imperandocom a sea
eloqueme bacebett. sobre a orcnestra.e sobre
lodo o co-pj scemeo, o maestro Maffaatoll acom-
p.istia a expres.-ao das bellezas da.jpirutara
com) se foBse pr odugao propria, reveasdo-se
eato 00 iir.il dosPtrumJoaeto, o remate tal qul
como eateode o critico Lorenzo' Parodl, ls.o;
1 Carril, ijn: iucoii-
o cuuho de moeda
j papel. Estes coupons circulara em sua quasi
, total]ilade, nas pequeas tcinsacces commer-
: ciaes, qiu, com o resentimento da absoluta falta
ide Irocos, ve-53 depauperada de moeda divisio-
naria e ]ior isso o curso que davam a bies bi-
lhetes.
Mas, a emisso jamis poder ser Justificada,
e subsequAutemente infundada a grita dos ha-
bitantes desta capital!
-un muimta verameota apaasiont.10, un oer- j Comprovaria a fraude da emisso, era forcoso
voso ra*deg aloda o memo brilbo, sonoildade ? o scid do overii. dar providancias que ex-
aso orgo vocal. Catt^teniiinassjm a falsiticacfio,
DejUM^ao i Movirnenro dos. qa
delatenco do Recife, Eswdo de mil
o iPernambaco, em 23 de Margo de i8i.
extensao do s^u porUatoao
pjrem, com mais mimo ecoodaxa voz com m
deilcadesa e conbecimeato. Ira ara anuo
aozeogK vol'.oa com mais propnedade no gesto
e niDTeu. no porte.
U da 001Aldadea nos a Sal!,
t lata, comprenendenio tolas as di
goiSjparqne passa a escrava elbiope,.
: saparlor, revolando o mala p
lo disia asna cara p.tria, "
'-i rifjdjd-.
ao coatondor qae cjg^ 'cl* eo Ia1
re', en
s e tin-
ta estere
alimento
mal r-i,
tanto mais quando
nao proporcin tva um meio estavel e ga-
idor do publico; mais sn, o abuso sauccio-
0 a falsifiearo, e portanto o crirae !
e na pleua convirco do bombxito das
tilas em execugo, esforgar-se-ho os re-
tantes do Gorenio em mantcl-as, com o
irovisorio, porque o momento exige urna
prompta para detrimento da fraude.
Mktttwk
y
Notice
I hereby notify that
a meeting of the subs-
crbers to the Mission
to Seamen wili be held
at Brtish Cnsul ate on
Thursday next, the 29
tb- instant, at 2 p. m.
precisely.
British C.msulate.
Pernambuco, Mtb-
March 18^4.
Ernest B. Williams,
Acting British Cn-
sul.
O abaixo assi^aado de-
clara ao publico reno em que es^ao edifica-
das as casas d tapas its. 4
e 6 sitas no becco do Ar-
rayal, fr sjuezia do Poqo,
annunciaas ni Diario
para serem vendidas em
hasle poblca pela Fazeada
penence ao mesmo como
prova com e-cripta ra pu-
blica passada pelo escrivo
da mesma freguezia.
Recife, 24 de Marco ce
1894.
Basilio M jgio da Silva Gi-
ra araes.
A' una companhia de
seguros
Perguctn se innocentemente a om certa
compan-.ia so a orga da alvre iea Henry
Pora er, ava- adt pa* discuido dos vigas,
eat'iva segar* e ;j a Boita da 22 para 23
do e.adento ?
E ai a avaria cS foi por descuido dos
vigiaa, seria propdsit.il ? 1 1 A ioves-
tigac&'i da verdaie urg^cta r.ito
argente.
Despedida
O fcbnixo issiguado rctiraodo.36 para
?ortag"l no vapor c^ile desoede-ae de
seas amigos, tanto deata cidade c >nio do
interior do Estado, ajraaaaa apa meamos
aa enumeras fiaeaaa qno sompro Ihe dia-
ponsaramt que:- par'.i.;.ilar qnar cotamer-
ciaea o aoa rae mos em eqnea 8-.iuo.
RiciJ, i-4 de Haroo < 1894.
Antonio de Siqueira FerrSo
Cbcta ent a aniurcia o i'.:frrcUl.ii=n-
! as ooseaa cosas ainrri-.onis, le pfantaH, fo-
lha, rvores e lano a ene benfico co.r. qae a
Providencia lo'eotoo ailisiar e anda cnpprimir
aa dflre3 e 0>0-'ealiai rcrcorues d huiiariidade ;
porm o liomeai tamoliios a n5o \S dten-
te a!:om 8ab:c. ue i-mun m temoc, oscapa se
ea deacobrir < e egredoe aa nalaresa ea bpoe-
ci >los Qae panecem, cor-) :-:n aconte^io com
-.i avelelra Marica r;i ou.! o sabioD". CaC.
Jria ol tiren a eo"h>non o ao celebra Ejt'acto
Duplo de Ateleira M3gica, almiravel coabina-
cS.-1 ruraiiva, bawada oas nu-avilnnsa? virtudes
-Jo H'imauel's Virslale, ra o aivio e cora
radical de t:-ia :i mo*Rita .t- carac er i' II irania-
torio, tinto iotB'oa como exlerna, taaa 'orno :
coQlofOe?, farldaa, inmon'p, oi.'eraf, qnpimada-
ne, insolsi'Sa, carbooclos, croi^d^e, P'iuancio,
mal da ga'pania. dr olbou e i?e uavidoo, c: de
aentes e da cab-'c-. titaoriba^ias, pux. 8, mal
*los nos. ieaeorrnea, niarrees. oiensiruacao pe-
nosa, roqaeiocb'*, eolles, constipn'S'i e ittiraa.
E' infallive, a^dorribrosaim seos efelws e. espe-
eialmenta effieaa em casaos de alaiorreiaja e
reumausmo" 3
E01TAL
O Dr. Pretnito do Bfonioipio do Re-
cife manda faeer pnblieo, qne no dia 26
do correrte, uo meio dia, ir em pra$a
public pbr pregJo, eos frente a c^aa qoe
mora Joa Perroira, un becco de Gerim,
am poroo sppTehend'do ha mais de 30
dial vagando no 1. rjitricto ua fregoeiia
de Afogado, por ooota de qaem parten
cor, psra pagamento daa despetaa do de-
posito e prtgJo.
SeetetAria da Prefeitura Monioipsl io
Recife, 21 de Mari o da 1894.
O Seoretarin.
Jeaguim Jo$6 Ftrrtira da Bocha,
-
. 4
I
''1
I
1
i


y."**** !'P.J.



Mari*
j
exercicio fiado
de Pernambaco
Jlecebedoria do Estado
de Pernambuco
Edital n. 6
O. administrador da Reeebedoria do
Estado fas publico a qnem intereeaer
poasa <|U3, por determinsgSo do Dr in*-
Sactoe do Thesouro, fica prorogado at o
ia 31 do crrante o pagamento, livre de
malta, da contribnicSo devida palos aer-
Tcob da Rsoife Drainage Company, rela-
tivos ao 2." semestre do
de 1893
Reoebedoria do Est .do
24 de Margo de 1894.
O administrador,
Affiuo de Albuquerque Mello Jun or.
O Desembargador Luii de Albuquerque
Martir.s Pereira, Prcsider.tu do Cjcse-
lbo Municipal do Reoife.
Ffo saber aos Srs. Conelheiros Mu
nicip4-c3, da numero Dr. Augusto da Cos-
ta Gomes, Jue Xavier Carneiru de Bar
ros Campello, Dr. Assr.co Mara Gon-
calvea de Castro M*icar&cbi>s, coronel
Francisco Pedso Boolitreau, Dr. Tbomae
Ferreira de Carvalho Sobrinbo, coronel
Francia30 Faustino de Britto, Dr. Fabio
da Silve-.ra Buros, Alfredo FaloSo, Jos
Faustino Porto, D.-. Joaqmx Correia de
Araojo, Fernando Pereira da Silva, Jua
Prente Vi .nna, coronel Andr Msria Pi-
nheiro e Flix Pereira de Soma e aer.s
immediatos em v.tos, om numero ig j-1,
Jos de Oliveir- Borges Dr. Emygdio
B. Montenegro, Jos de Acevedo Maia e
Suva, Herm^B Dias remandes, corone!
Cussy Juvenal do Reg, coronel Tito Livio
Soares, coronel M*oo.d Gocialves Fer-
reira da Costa, majox Manoel Ionocencio
Menna da Costa, coronel Francisco Bo-
telbo de Andrade, Joa Dias Alvares
Quictal, mejor Jcao Pacheco de MeJei
ros, major Francisco de Paula Matra, e
capitSo Jos Antonio Vieira da Cunha
qne, no da 5 de Abril prximo, s 10
horas da manb.3, devem comparecer ao
P*go deste Conselho, para o fim de pro-
ceder divieao do Municipio em seccSes
e el9c3o das corcinisso'as de as'amen
to, nos termos do Art. 5." do Decreto n.
184 de 23 de Setembro de 1893. que re-
vogou o Art. 2." da lei n. 69 de Io de
Agosto do 1892, para o fim de restabele-
cer o disposto r.o Art. 3. da lei n. 35
de 26 de .Janeiro de 1892.
E, ptra ooostar, mando que o presente
edital teja publicado na imprenta e tffi-
zaio na porta da entrada de eiifieio em
que fucccico-* este ooaelho.
E en Cicero de VasCDE-selloe Cesar,
cfficial maior, o escrivi aos 25 de Margo
de 1894.
O Presidente,
Dezembbrgador Luiz de Alooquerque
Maitins Pereira.
en meo car tono comparecen D. Josepha
Isabel de A'buqnerquo MaranbSo, casada
eom o oorocel Consta&tioo Rodrigues
Lint de Albuquerque e em presenta das
teatemBbhas abaizo asignadas diese que
reoudia a termo de protesto o oonteudo
de aua petizo retro afim de sortir oa
effaitos de direito.
E de como ussim o disse e protestou,
fie o present j no qual se firmou dita le-
ohora e teste^unbus.
Eu Alfredo Diamantino de Torres Ban
deira, EacrivZo o eaorevi. Joaepha Isa-
bel de Albuquerque MoranbSo.
Como testemuohaa Jos Carlos de Sa e
JoSo Baptista de S,
Certifico qne intim3 o termo retro ao
Dr, Procurador dos Feitos por carta sob
. s. Antonio Jet de A'xeid* Pernam-
buco, Jos Nicolao Rigaira Pinto de Son-
sa e Anastasio da Silva GuimarSee, mam-
broa da Junta do Tnesouro do Estado
ficsi soientes.
Recife, 12 de Fdvereiro de 1894.
Em f de verdado, Alfredo Diamantino
de T.rres Bandeira.
Nada mais cenata de dito termo de
protesto e certdSu de int maguo aqui co-
piados a sendo sellados os autos forsm
julgados pela senteaga do theor segainte :
ju'.go por sestenga o protesto para que pro
duza os eff-Mtos de rireito ; p.4gss as
cust3. Entregese o original a parte
sem dependencia de traslado.
Recite, 15 do Fevereiro de 1894,
Jos JuiibO Rigueira P.nto de Souza.
JSuda mais se declarava em dita sen-
tenga ajui fielmente tracscripta por forga
da qual o escrivo competente fez pastar
o preeente por cojo theor dou sciencia a
quaesquer interosaadus ausentes e deseo-
uhecidos que tenhtm tamben: de respon-
der judicialmente pela inde-znisagao alln
dids; de ccnfoi-micLae com a petiglo, des
pacho o termo de protesto aqai incertos.
E para constar a quem interessar posea
paescu se editr.l na furias da lei.
Dad 5 e passado cesta cidade do Recife
de Pemmbueo ai's 17 de Fevereiro de
894.
Ei, Alfredo Diamantino de Torres
Bandeira, escrivSo.
Ji s JuliZo R. Pinto de Souza.
O Dr. Jos Juliao Rigurira Pinto de Son
Z9, juis de direito da Fasenda Esta
doal de Pernambuco, por forga da lei
etc.
Faz s ber pelo presenta que D. Jose-
pha Isabel de Albuqcerque Maranbao,
casada com o coronel Constantino Rodri
gues Lins de Albuquerque, dirigi a este
jaizo a petigSo do theor seguinte :
Illm. Sr. Dr. Joiz des Feitos da Fa-
lenda do EsttdoJosepha Izbel de
Albuquerque M^rsnhJo, presentemente
cesta cidade, e casada cem o coronel
Corsta-tio> R?drgueB Lins de Albuquer-
que, que te acha toragido, sem baver no-
ticias de sua peasoa, vem perante V. S.
e para salvaguardar os direitos de seu ca
gal protest r pelos damnes e prejuisos
que toram i m bens do dito san casal
praticadea pelo destacamento policial em
diligencias, sob o comaando do alteres
Jcs Francisco des Santos, na comarca de
Aguas Bellas neste Estado, como passa a
expender a sapplicante.
S->b fuodamento de se prender, por
qaestSrs locaes a marido da suppficaote,
toi cercada em Desembro findo a fasenda
Ri: crio Fundo e invadida a casa de vi
venda pela forga policial, que todo dei
truio, dsitando portas em baizo, arrum-
bando e quebrando movis, levando um
DECLARARES
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector
de;ta repartigSo, e em cumprimento ao
ordenado por S. Esc. o Sr. Dr. Gover-
n.dcr do Estado por officio de 13 do car-
rente, convido ao Sr. ez-tenent> o ez-
tincto corpo de polica regional, Manoel
da Silva Barros, para no praso improro-
gavel de quinas di-.s, oontado3 dsta data,
vir ou mandar recolher ao cofre deste
Thesouro a quantia de 360300, da qual
resp^nsavel, por lhe haver sido entre-
gue pura pagamento do eoldo das pragas
do referido corpo destacadas no manic
pi de Triumpho.
Secretaria do Thesouro do Estado de
Pernambuco, 20 de M-rg de 1894.
Serviodo de secretario,
Epa-nino- das P. Bandeira A. de Vas-
coocHos.
THBATRO
ervigo de prata para mera,
com tiros mais
para o servigo
inutilizando a
louga encontrada, qoeimando obj:eios de
ato domestico, deizando anual somonte
aa paredes do predio.
E a s este facto seguio a forga ao
engenho de fazer asnear, alli ezistente,
e inutilisou a safra colhida, o assacar aia-
da nos audaimes, e o mel que havia nos
tanques, matando aepois
de trinta eg s, cavallos
e para a montara.
Alm desteB damnos foram incendiadas
as casas dj propriedade tFasenda Novo
da qual consenhor o casal da suppli-
cacte, sendo damnificada completamente
a grande casa de vivenda que alli existe
e mono todo o gado miudo e grande,
contando-se mais de seis centr.s cabegas
qne haviarr- na fasenda, que de creagSo.
porque compita indemmsagSo judicial
por taes dsmnB e prejuisos, a sopplican-
te avaliando-os em quantia superior a
cincoenta contoB de reis, e no iotuito de
salvaguardar os direitos de seo casal,
protesta pela indemnissgSo des damocs
referidos, e requer a V. 8. para que
ejam intimados do protesto, depois de se
o tomBr por termo, ao Dr. Procurador
dos Feitos da Fasenda Estadoal, publi-
cando-se pcslerormente por editaes, afim
de terem sciercia qn&esquer interessados
aosentes e descccbecidos, que tenham
tambem de responder judicialmente pela
ndemnisegSo aos dmeos mencionados,
endo tambem citada a Junta do Thesouro
do Estado.
Espera recebar merc.
Estava eellada ora est^mpilhas eBts-
doaeiuotil:'dadts com a seguate data e
assignatora :
Recife, 22 > Janeiro ce 1894.Jos
pha Isabel de Albuquerque Maranh2o.
Nada mais cnstava de dita pjtigSo
aqui ipsis veib s tra scriptfl, a qual teve
o seguinte despecho :
Distribuida e aotoada, como requer.-
Besife, 23 de Janeiro de 1894.-Jos
Jai So
Nada maia se deciarava
Grande
COaPAMIR LV81CA ITALIANA
Em p re z a
G. Sansone
Hoje!-25 Domingo 25-Hoje!
BBCZTA ZZIBA03DIABIA
BARBEIRODESEVILHA
No 3o ac
DO BRAZL.
Boads pa-a todas
pucos e Olidda.
a Sra. Fons canta:* A PEROLA
as llnbas e trem para ApS-
N- B. Os Srs. Asipnante? teem preferencia
aos seas logares at as 10 horas da manna.
Sociedede Recreativa Gom-
mercial Afogadense
Esta sociedade manda rezar urna missa por
alma do socio Jos Mara Pestans, no 7* da do
s iu paBsameato ; convida prenles e amigos do
H ado para comparecer^ a este acto de ca'tda-
oe. que tea logar no da Jo do corrooie, pelas
7 I i oras da maoba, oa matriz de Afogadoa ;
con(e-sa~do-de desie j grata aqoellea qoe com-
parecerem.
Coiiipanliia
Ferro carril de Pernambuco
Aviso
Nesta dala fictm suspensas as visgeos de 4.20
(Hafdslentf e 4.5J (FernaDdes Vieira) dos car-
ros pela man na, para oanhos de mar.
Recife, 25 de Margo de I9i.
Felippe de Araojo Sampaio
Gerecte.
Recebedoria do' Esta-
do de Pernambuco
Os abaixo assiznado*. agentes cobradores deg-
ta repartiedo, aviam aos Sre. cootribaloies qoe
oo ultimo da deste m^z seraderloitivaT.ente en-
cerrada a arrecad;go qoe eetao fazendo dos
diversos iraD0:os .aUdu-Ea relativos ao exer-
cieio de 1893.
Oa qoe qoizerem, portanto, e7itar msiores
despesar deverao entenderse com os ecio
assig'jados al o referido da.
Recife, 21 de M-rco JoSo Bernarao do Reg Valecga.
Manoel VK no fia Silva GuimarSes
Baaco de Cr3itj Real
de Pernambuco
Assembla geral
Os Srs. accic-Distas sao onvldadoa a reonl-
lem-se em aseemt>:a geral ordiearia no da 27
!do corrente, ao mel di?., na Edo do bsoco,
em dito desoa- (roa do Boa Jess n. 2fi, atm ce Ibis ter preseo-
HIPPODROMO
CAMPO SEiNDE
SPlEQlSMia M US.1 K!!J1SS))1
QUE SE REAL1S ARA' NO
Dia 25 de Marco de 1894
Entrada gratuita, porm s ter ingresso
quem se apresentar decentemente vestido.
Nonsesi
i
s
a
4
>atura
lid.
i
8
Cor da venii-
menta
Proprlctarioa
1.* PareoBS de Marco1.000 metrosAnimaes de Prnamboco qne nao tenham garbo pre-
mios noa arados do 'erife em 1893 e 1894 contando oo nao victoria. Pre-
mios : 250*000 !. 50*000 ao 2. e 255000 ao 3..
Pleiade......
J-issanan.....
Maori'.y 2...
M nrisco.....
Mjurbciro
aralbo.....
Yambo......
Vi Uge......
Hitory.......
qidabaa 2.1
Bija-fldr ?..
Rjiado...
Jistanbo-
Zno------
Kodadc...
Castanho.
Baio.....
Mellado-
Uodado...
Pernamb.
50
50
5!)
50
50
50
50
50
50
50
50
Grenat azul.........
Rosa e azol.........
joro e preto........
goc. e bont. prt.....
Amarello e rxo.....
Encamado..........
Ouroe prpio.......
Sacarnado e branco.
"oo S. Doria.
J. R. C.
A. O. Silva.
Coud. Moorhcano.
M. A
G. 1." de Jonbo.
A. F. da Costa.
Cood. Nacional.
G. UniSo.
ti. Abren.
2* PareoTurf PernansbDcano860 metror Anima i ue Pernambuco.
250*000 ao i. 50*000 ao 2. e 25*00Oao 3.
Pr emio:
B;-Iim. ...
Gallet.....
Nababo....
Ma.......
Uiroudelle.
5 Ziino.......
o Rolado .....
5 Alazn......
5 Rodada......
5 GastanQo....
Pernamb.. 51
51
51
49
51
Oaro e preto
Bucarnado..-
Azol e oaro...-.
Risa e amarello.
A. Silva.
Osear.
G. Campo?.
Giud. Grozelro.
H- Gavalcante.
3.* PareoPrado Fernambucano5000 metrosAnimaes de Peroamboco. Preuios:
250* ao 1.*, 50*000 ao 2.* e 25*000 ao 3.
Santa-f ....
Mendigo....
M-8Cole...
HoQ'able___
'irata......
Mab .'aicbouly..,
Rodado......iPernamb.
Castanbo..
P-pto....
Rodado,
ttuseo..
31
51
51
5t
51
51
SI
Pre'o e ooro-.......
Azul e encamado...
Azul e ooro. ...
Encamado........
Grenat. e musgo___
Encarnados branco.
A. Silva.
Joaqoim C. H. C.
C. MooriBcauo.
M. L. M. Jnior.
Magalnae8 & ti.
L. 3.
M. J. Alves.
4. PareoImprenta Pernambsieana1.700 metrosHandcapAnimaes de Per-
nmbauo. Premiua : 40O40U0 a 1.*, 80*0 ,'0 ao 2.* e 40*000 ao 3.
Pigmeo...
noblim...
Tado...
tiogaenot.
lia......
Torco 2.0.
Ziino...
Rodado..
Me I lado.
Pre'-o...
Rodada.
Alazao..
Dernamb.. 52
55
50
52
m 50
52
Ooro epreio.......
Verde e encarnado.
Verde e amarello...
Amarello e roxo. ..
Azol eouro.........
Grenat e azol.......
A. M. de Almeida.
Azevedo & C.
J. Mora es.
B. C. Campe.
Good. Cruzeiro
J. E. Ftrreira.
5.* Pareo-Derb -Club de Pernanabueo1.000 met.-onAnimaes (*e Peroamboco.
Premios: 250*000 ao 1. 50*000 ao 2-, e 25*000 ao 3.
Ally-Siopper.
Malaio.......
Gallet........
Moaro.......
Pirata.......
R dado.
M^ lido.
Roca lo.
Alazao..
Preto .
Pernamb.. 50
50
50
c 5'>
50
Ooro e preto.
Verde........
Encamado...
Azul c ooro..
tiacarnado....
6.* PareoRecite1.400 metrosHandcap Animaes de Pe-aambuco.
ao 1.*, 60*0C0 ao 1* e 30*COO ao 3 :
Aventorelro.
Piramoo....
Doblim-------
Turco 2.....
Maorily.....
Castanho..
m
H ida do...
Alato
Castanho..
Pernamb.. 60
56
< 53
48
58
Grenat e musgo....
Brancoe amarello..
Preto e encarnado.
Grenat e azol......
Almeida de C.
J. Moraes.
Osear.
Cood. M^oriscaoa.
Magalb&es & C.
Premios: 300*000
A. Meira.
Coud. Bella Vista.
Azevedo &C.
J. E. Ferreira.
A. A. F. Taques.
7. PareoTrunca CJrbanoa1100 metrosAnimaes de Pernambuco.
250* 25*000 ao 2.* e 25*000 ao 3.a
Premios: ao !.
Ooro Preto.
Septicismo..
^aota-f....
Teimoao-----
Chefe......
Pontabie....
Vingador...
Tenor 2....
Pbanseo....
Yoo.......
Preto........
Castanbo
Rodado......
Castanbo____
Rodado......
Alazao......
Casiaono....
Mellado.....
Pernamb.
50
5C
50
50
50
50
50
50
50
50
Ooro e preto.
c c

Encaro, eboaet pre'o.
Amarello e rosa.......
Azol e rosa..........
Cood. Perdlg&o.
A. M. de Almeida.
A. Silva.
J. G. de Miranda.
U. Simes.
M. L. M. Jnior.
Cood. 1.* de Jonbo.
Azevedo & G.
J. Motta.
R. C.
8.* PareoVelocldade1.000 metrosAnimaes de Peroamboco qoe nao teobam ganbo
nos prados do Recife. Premios: 250*000 ao 1.* 50*000 ao 2.* e 25*000
ao 3.
Tonlon......
Jassanao....
Betory ....
Pbiiomomo-
Mouriscaoo
Pensamento.
Destryer..
Famaca 2.*.
Rodado....
Castanbo..
Mellado....
Uodado....
Alazao....
Castanbo..
11. BapoBo.
Pernamb.
50
50
50
50
5J
50
50
50
Oaro e preto.......
Verde e rosa.........
Preto e encarna Jo...
Azol e ooro.........
Encarnado e azol...
Azol e rosa.
G-uz & C.
S. Dona.
;ou). Nacional.
J. B. Portado.
Coud. Moonscana.
J. N. P. Gomes.
S. Goimaraes.
F. Irmao.
cho. por forca do qual foi fette diatri- -lee inlgarem o relato io das opera6ea aoaoob
I.or8rT ait,j t\- es 1893 e o respectiTo parecer da cons>igo
bugSo ao escrivSo Alfredo Diamantjr.0 j,^* bem a88taJ( proee^erem a eleICao desis
de Torres B-ndeira, qne Uttou o termo commlsSo qoe tem de foneciooar no auno cor-
de protesto e t. eertidSo do iotimac2o do rente.
theor eegninte : & Recife, 9 de Marco de 1894
Prote-to^Ao. 31 de Janeiro de 189, L0" dietario.
Em portinholas especiaes ter lugar a venda
e o pagamento de QUINTOS de poules de 2.
O pre^o de cada quinto ser de 1^000.
No calculo de rateio nao sero pagas as frac-
ces inferiores a i 00 reis
As poules e quintos quo nao forera pagas no Hippodroino, s sero pagas
ua Secretaria de quarta-feira em diante. Nenhum pareo se realisar se nao .disputaremi parelleiros.
A arebibancada central ser reservada para a Impronsa, auctoridades e
familias das directoras das associacoes hyppicas d'esta capital
Pelo porto do eusilharaento, somonte tero ingresso animaes e carros.
A Companhia de Trilhos Urbanos do Recife a Olinda e Beberibe, pora
disposico do publico, o numero de trens necessarios para a respectiva conduccao.
S tero ingresso na casa das apostas as directoras das associaces cong-
neres, auctoridades em servico.
O horario ser restrictamente observado, encerrando-se c jogo do 1 pareo
s 12 huras.
Os animaes inscriptos para o 1 pareo devero achar-se no ensilhamenlo
as & 1]2 horas da manha.
Os forfaits sero receblos at sabbadu 24 de correle s 3 horas da
tarde na Secretaria do Hippodromo, ra Larga do Rosario n. 16, 1. andar.
Secretaria do Hippodromo 21 de Marca', de 1894.
O secretaria,
Ijopes Vieira
PRADO
PERNAMBIICAM)
PR0JBCT0 DE MSfiRffflAO f
Para a 13.* corrida que se realisar no da 1
de Abril de 1894
1." PAREOCe>BSOla?o 800 metros Animaes de Pernambnco_ qne nSo
tenbam gaobo premios nosgprados do Recife. prbkios : 250)$OOC' ao
primeiro, 50^000 ao segando e 255O0 ao terceiro.
Art. 5. Mendigo.
2. PAREOEurfco 1.2C0 metros Animaes pongas e pel'.ados pre-
mios : 3005000 ao primeiro, 60S0OO ao segundo e 305000 ao ter-
ceiro.
Art. 6. PctropolB e Atlante.
3. PAREOPrado PernamkacaBO"M.80 metros Handcvp. Animaes
de qualquer pais. premios : 4001000 no primeiro, 8O0OO ac segun-
de e 40j>000 ac terceiro.
PesoApollo 56 kilos, Pctropolis 53 kilos,Gasycas, Atlanto, Napolitano 51
kilos cada n.r e os demais 46 kilos cada am.
4. PARSO-Iaprcasa Penambacana1.25")metros. Eandcap. Animaes
de Pernamonco. prEMios : 300)5000 ao primeiro, 600000 ao segando
cada nm, Piramon e Pyrampo 54
PlatSo 52 kilos e os demais 50 kilos
5.
Handcap. Animaos de Prnnmbaeo.
605000 ao segundo e 300000 ao
.;
7.c
e 301000 ao terceiro-
PesoBismark e Aventareiro 58 kilos
kilos cada nm, Mauritjr 6 kilos,
cada nm.
PAREOAmerica 1.350 metros
premios : 3001000 ao primeiro,
terceiro.
Arf. 5. Bi8marck, Aveatureiro, Manrity e Piramon.
Peso -PyrHmpo e PlatSo 58 kilos, cada am, Triompho 56 koa, Turco 2o e
Dabhn t>4 kilos c^di am, AUy-Stoper Tudo e Huguenot 52 kilos coda
am e os demais 50 kiioB cada um.
PAREO Minar va 1.100 metros. Animaes de Pernambnso. PRE-
MIOS : 2500000 ao primeiro, 508000 ao 3egondo e 250Q0 ao ter-
ceiro.
Art. 5.. Os do paroo Americ* e mais Pyri'arapo, P!ut5o, Djblim, Triompho,
Turco, AHy St per, Tado-, Nababo, lia, P/gmeu, Hognenote, Ber.in,
Saos-Sooc o Hirondelle,
PAREO- -Liberdade 850 metros. Animses de Pernambuco. premios :
2505000 ac primeiro, 505C00 &o segando e 25000 ao ter-
ceiro.
Art. 5.' Os do pareo America e Minerva e mais Malaio, Pirata, Mbomeres,
Gailet, Soepticismo, Colosso, Regente, Patchouly, Tenor 2.' Frontn e
Mooro.
Observa^es
Nenhcm p&reo se realiear sam que se inscrevam e oorram 4 animaes de 3
propietarios diSerentes.
Os pareos Imprensa Pernambacana, Amrica o Minerva nao contarSo
victoria.
Previne-se aos Srs. propriearics que nSo aerSo lidas as prepostsa que nSo
forem acompanhadas da respectiva i-portancia.
A in8crio$So encerrar-se-b ter9E-feira 27 do corrent-, as fi horas da tarde
na secretaria do Prado a ra da Imperatria n. 26 1. andar.
Recife, 20 de Marco de 1894.
O secretario,
Jos & S. COMPANHIA DS
Tecido de Malta
Nao teodo slo posslvel reonir se o conselhn
licat nara dar parecer sabr o balance e contas
qoe tinbam de ser aprese lados assnmbla ge-
ral, convocada para 21 lo corrente, a directora
se Toreada a adiar a mesma coavocacao para
o dia 28 ueate mes. 1 fcora da tarde, ra dr
Bom Jess n. 13.1* andar.
Companhia Industria
de chapeos
Assembla geral extraordinaria
Sao convidados o* Srs. accionistas a se reun
rem em adsembla geral exiraordinaria no dia
30 do correle, a 1 bora da tarde, na de da
compaabia, roa Marqrez de Olinda n. 19, atm
de dellberarem sobre a reforma dos estatutos, e
sabstoicio dos ttulos de obrlgacao (debeoio-
res) oa forma do decreto n. 177 A, de 15 de Se
tembro de 1893.
Recife, 21 de Marco de 1894.
Jos Joaqoim da Costa Maia
Presidente.
Companhia de Servi-
dos martimos de
Pernambuco.
De ordem da directora faco publico qoe no
da 28 do correte, ca sede da Companbia, 1
bora da tarde, lera lugar o sortelo de qosrenta
obrigac6es preferenciaes das enjillidas por esta
Compaabia.
Recife. 21 de Marco de 1894.
Dr. Manoel Portella Junio-,
Mentarte.
Companhia
Nacional de Camisas e
Roupas Brancas
" chamada de capital
Sao convidados os Srs. accionistas a rea'sa-
rem a 7a entrada de capital na razio de (0 O/o
ou 20*000 per accao, t o dia 10 de Abril vio-
dooro, em mao do ibescureiro, roa de S. Fran
cisco n. 26.
Rftlfe, 20 de Mrc> 1894.
O secretario,
Angosto Silva.
Cosapanhia pernambacana de na-
vegado
De ordem da dlrectore, convido os Srs. accio-
nistas a se renoirem s 12 b ras da manba do
dia 29 do corrente. na ede tiesta compaDbia,
para, em ajsemble geral ordinaria, as-istirem
a leilnra do reatorio, tomarem cennee meao
das cootas relativas ao snno ando e procederem
a eleigo da comrnfssao de coalas.
Iscriptorio no Recife, 14 de Ma co de 1894.
Sebastiao L. Guimares
Directo-' gerente interino.
Companhia de Tecidos
Paulista
Assembla geral ordinaria
Pelo presante sfto convidados os Srs.
accionistas desta compschia a comparece-
rem no dia 31 do corrente a 1 hora da
tarde, no palacete da AssociacSo Com-
mercial Beneficente, sfim de onvirem a
leitora do reatorio, p Fiflc--I, jolgarem *a cositas do anno social
prximo findo, e!eger a nova CommissSo
Fi3cal, dehberarem sobre a subatituigSo
dks debentorea do empres'imo emittido
por esta Companhia, de acoordo com o
determinado no de;reto n. 177 A de 15
de Sembro de 1893 o finalmente reaol-
verem sobre orna propo.-ia da directora
para o aogmeoto do capital social.
Becifa 16 de Margo de 1834.
J. A. Saraiva Junicr.
Director secretario.
COMPANHIA
Industria de chapeos
Assembla geral ordinaria
SSo convdalos os Srs. accionistas para se
renoirem em assemb.'i geral ordinaria, no dia
30 do correte, ao mel dia, no escriptorio da
companhia roa Marqoez ^-e Olinda n. 19, para
o bm de jalgar do reatorio e centas do anuo
prximo brido, parecer da corcmisso Bacal ;
ass:m como proceder a eleicao da directora
que tem de funecionar no novo triennio, e com-
missao fiscal para o presente anno.
Recife 15 de Margo de 1894.
Jos Joaquim da Costa Maia
Presidente.
COMPANHIA "
Progreso Colonial
Chamada de capital
De sccordn com o art. 5- dos estatutos, con*
viao os Srs. accionistas i re lisarem a qoarta
eotrada de 10 0/0 sobre o capital subscripto on
20*000 por aeco, a' o ca 30 do cor;tLte.
na do Commercio c. 38.
Recife. 15 de Margo de 1894Pela Compaobia
Prcpresso Colonial
Dr. Jo2quim de A. Barros Goimar&es
Director secretario.
Companhia Nacional de Ca-
mi ias e Roupas Brancas
Afim de serem examiaados, sebam-se por um
mez, a contar da data iofra, disposicio dos
Srs. accioo:staa, na secretaria provisoria da Com-
paobia.. roa Larga do Rozsrio n. 16, 1* andar,
os documentos exigidos pelo a't. 16 do decreto
n. 164 de 17 de Janeiro de 1890. relativos eo
movimento bavido at 31 de Dezembro de 1893
Recife, 6 de Margo de 1894.
O secretario,
Augusto Silva.
Banco da Bolsa
ASSEMBLA GERAL
Sao convidados os aenbores accionistas a reu-
nir ee em asaemslea ordinaria no dia 28 do cor-
rente mez, ao meloda bo escriptorio de?te
banco, am de tomarem coabecimento do rea-
torio, parecer bacal e contas do anno prximo
passado, e procederem nos demais termes dos
estatutos.
Recife, 12 de Margo de '894.
P. J. Pinto
D. gerente.
Fabrica de picar fu mo
OPrefeto do municipio do Recife ere cumpri
ment do precei'o legal manda faier poblico
qce os cidsdos Morein e C requereiam esta-
belecer urna pequea fabrica de picar fumo co
predio n. 19 a roa N,va de Santa Rita fregue-
sia de S. Jos qoe tica em pro ;;rr:dide do
mar.
Os qoe se jolgarem prejodicades oa incommo*
dados, dirijn a pre.'eitora sois re^lamagOes no
praso de 8 das improrog-veit. a cenar ca pre-
sente data, para os 'levido* effeiics.
Secretaria da Prefeiinra Municipal do Recife,
17 de Margo de 1894
O Secretario,
Joaqun) Jos Ferreira da Rocba.
Costuras do Arsenal
de Guerra
De ordem docidal&o tenec le-coronel director
dfste arsenal, distribu;-se costuras nos das 26,
27 e 28 do correr u ez. con ss cos'nreiras
pos^oidor88 dss gulas de ns. lOt 200, de
conformldadecom -c orden en vigor.
Secga das costuras do Areeaal de Guerra do
Estado de Pernambuco. 22 de Marjo de 1894.
Flix Antonio de Alcntara,
Capitao adjnoto.

---
'
i
i
I
H
I
^ .

*
M


*
Diario de Pcruambuco Donti
: *>

Mirmeos
Coinpanhla Batea de NaTega-
Macei Villa Nove, peWo, Aracaj, Es-
tancia e Babia
O VAPOR
Principe doGro-Par
Com mandante Livramento
E' esperado dos portos
cima ele odia SO de Mar-
co e depuls'da demora in-
dispensavel -egressar para
Societ Genrale
DE
Transporte Maritimes Yapeor
de larscille
O vapor franees
Bretagne
E' eaperrio do
Rio de Jauei-o
.egnindo depoia
da indisperjsavel
LEILOES
Segonda-teira J6 deve te-
farfllo e bacaibn, no caes da
nambncana n. 40.
lua- o ieilao de
Compaobia Per
Leilo
demora para o
os meamos.
QPara carga, pa-sagens encommendas e dinhei-
ro a (rete, traa ee com o
AGENTE
Pedro Oso fio de Cerqu<*ira
Ra do Vigario n. 17
___________________1 andar___________________
Pacific *teain Navigalion Cam-
pal, y
STRAITS OF rfAGELHAM L1NE
O paquete Jberia
E' esperado da Europa
at o dia SI de Margo
segoini.'o depoia da iodia
ipmsavel demora, para Val-
'paraifo com escala pela
B i hia, Rio Janeiro o Montevideo
Par a carea, paflsagem.encommendas edinhei-
ro a (rete (rata se com os
AGESTES
rYilson, Sons C, Limited
10RA DO COMMERCIO10
Para
Em direitura
Para carga, passagens e encommeadas trata-
se com oa
Consignatarios
Silva Guimaraes & C.
Ri Gj minoroio n 5
De 17 aaooas com tarello variado e 5
me i as barrio** com baoolhau. Caes da
Ucmps.nb.ia Pernambucana a. 10.
Seganda-feira 26 do correte
A'S 11 H0.A8
O agente Pinto levara a leilao por coila e ru-
co de qoem pertencer 17 saccaa com farellu e
5 meias barricas com b'-calbo existentes uo %>
mazem do caes da Compaobia Peroambncana
n. 10.
t
lMhR
Unha Rl-mensal
O vapor Cordouan
E'esperado
at o dia
dos partos do su
i de narco de 194
aeu.odo depoia da uecaear.a demora para Bor-
deaos com escala por
Lisboa
Previne-ae anda ao a Srs. recebedores de mer
cadorias que se attender a reclamares por
faltas, que forero reconnecida* na occasio d
descarga dos voames ; e que dentro de 48 no
ras a contar do dia da descarga das a'7arengas,
devero Cuer qaalqrer reclamacio concerren-
te a volumes que porventnra tenbam seguido
para os portos do eul, atim de serem dadas
:emoo as providencias necessarias.
Roga-se aos Srs. passageiros de se apresenta-
rem na vespera da chegada do vapor para toma
rom as suas passagens.
Pra passagens, cargs, frete e etc., tratas
com es
AGENTES
H. Burle & C.
42lina do Commurcio42
trince Line of St>amers
ENTRE
Estada-luidos, BfuZ.I e Bioda
Prata
O VAPOR IN3LEZ
lornan V rince
E' esperado de N\w Yo:k
e sguira depois da demora
necessar>a para o
Rio de Janeiro, Montevideo e Baenos-Ay-
res
Para frete etc. trata-se rom os
Ocruign&tarios
Johnston Pater e Corap.
15-RA DO COMMERCIO-15
Hamburg- Suedamerikanis-
cho Dampfschifffahrst-
Gesellsc'.aft.
O vapor Olinda
E* esperado do eul a' o
dia 1 de Abr> proximo e segui-
r depota da demo a
_ipara
Lisboa e Hamburgo
Este vapor Iluminado laz elctrica
e offerece ptimas Recoma de^es aos
drs. pasaageires.
Este vapor entrar no porto
Para passagens, carga, frete etc., trata-se com
Consignatarios
H
O rapor Cintra
E' esperado da Euro
pa ateo dia ttt de
Margo e seguir de-
pois da demora neres-
sitio para
Baha, Rio de Janeiro e Santos
Este vapor Iluminado i luz elctrica
e offerecs ptimas accommoda^Ses aos
Srs. passageiros.
Entrar no po to.
Para ca*ga, encommendas, passagens e di-
aheiro a frete trata-se com os
Consignatarios
Borstelf* aa & C.
18 Ra do Commersio 18
! andar
Coffipanhia Pernambucau Na-
vegado
PORTOS DOSUL
Macelo, Penedo, Aracaja' e Babia
O paquete
S. Francisco
Commandante Estevas
Seguir para os
portos cima in-
dicados no da
I de Marco a
boras da tar
Recebe carga, eocommendas, passigeo e dt
ftheiros i frete at a 1 bon da Urde do dia da
ESaRIPTORlO
Ao Caes da Compaobia Proambucana
n. 12
IMSflit NnURB II
PORTOS DO NORTE
Farakyba, Natal, Macdo, Motsor, Ara-
caty e Cear
O paquete Beberibe
CjmniaodBcto Ia tenante Fabio Rio
Segu no dia
do correte
: 4 boras da
larde.
iii-cei. carga, eocommendas, paseasen e di-
nceiros a frete at 1 hora da tarde do dia
da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Cae* da Coroanhia Pernambcana
n. 12
Agente Pestaa
Leilo
De 29 caixas com cb preto e 38 i|2 ditas com
diio verde.
Ter^a-feira 27 do corrente
A'S 11 HORAS EM PONTO
iVo armazem travetsa do Corpa Santo
n. 27
O Agente Peatana vender por conta e risco de
qoem perleocer aa canas com cb prelo e verde
cima mencionadas.
Leilo
Do sobrado sito no largo do Remedio n.
30 fregaeaia de Afogtdos
Ter^a-feira, 97 do correte
A's 11 horas
No armazem a ra do Mrquez de Olinda
n 48
O ageole Gosmo antorlsado por mandado do
Exm. Sr. Dr. juz de di reno dos jfelios da
fazeoda farft leilao do sobrado cima menciona-
do, perienceme ao executedo Francisco Gomes
Ferrrir de S Lmtao, servm o de base o preco
deMOi
**o Baptlat* Borcea
aeest
Dr. Bento Bi.Cgs da FooKeca (ausen-
te), D. Valentina de Amsral Borges da
Por'aeca. Antonio Bcrges Sa Fonseca,
soa mtlber e filbos, O. Mirla Barge8
da Fonseca e tenante corona Dr. Bento
Boiges da Fonseca Filbj aunt s D. Mana do
Grmo Borgea da Fonseca. D. Adelaida Borges
da Fonseca, Lando1 fifi'' B i-gej da Fonseca (au-
sente), Moofredo B>rg<-s Foofeca, Pedro B.
da Fonseca eV.lenroa B)rees da Fonsec agr
decem do intimo o'alma 0' prenles eimigos
Que se dieoaram acomprnihar ao cemitero de
Olinda os restos morUes de s^naempre lembrado
Albo, lrmo, cuobado e to, iAo B. Borges da
Fonseca. e coovMain os nuva:/'#nte para aesisti
rem as misis qu" por soa ima mandam retar
na Igreja do Carmo d^ Olio u, s 7 boras da
maoba do Cu 27 do correrte, coofesaaodo-se
desde ja agradecidos por es^e acto de rellgiio e
csridade. ____________________________________
Salvador llarbaltao Irhca Caval
eanfe
Joaquina de Oveira Usboa Ca-
valcante Dj. Alvaro B.UcboaCaval-
rete e ua familia, B. de Oliveira
Ucboa Civalcsnte, eoieobeiro 1-
tenente Salvador B. Ucboa aval-
cante Fb.i (ausente), D'. Elpidio
B. Ucboa Cavalcanie e Dr. Arlhur
B- Ucboa Cavalcanie e sua senbora agradecen)
Moceramente aos pareotes e amigos que se dig-
naran) acompacbar ao cexilerio pudiieo os res-
tos mortaes du sea sempre lambrado esposo,
pal e sos.ro. Salvador B. Ucboa Cavalcante, e
coovidam-oa novamente para asaisiirem as mis-
sas que p< r soa alma mandam rezar aa matriz
da Boa Vista, a 8 boras d- manb do da 28 do
corrate, confessando se desde ja agradecidos
por esse acto de religio e caridade.
t
de
Gompandia fernambacana
Savegai'i-i
Feroanho de Noronha e
Roccas
O paquete Jacuhype
Commandante Mooteiro
Leilo
no dia da Mar-
4 horas da lar
Receb" carga, encommendas, passagens e di-
nheiros frete at a .1 hora da tarde do da da
partida.
E8CRIPT )RIO
Ao Cea da Companhi Pernambucana
______________n. 12_______________
Coiapanhj^ Pernambocana de
Jiavrjafao
PORTOS DO NORTE
eai, (^amossim, Amarra-
gao e Para
O PAQUETE
Rio-Fornioso
Commandante Dvid
Seguir p-ra
os portos cima
ocados no dia
do correte
a 4 boras da &r
Recebe carga, eocorxmendas, e dloheiro a
(rete \d '., l no-a da tarda do dia di partida.
ESCRIPTORIO
Ao Can* da Compatihta Pernambucanc
n. 12
Companhia de Navegado Ca-
rioca
O vapor alIemSo
Capua
K' e.-'oerado de
Ntvr Tork at o
dia SO de Marco
segundo depo.s
da demora neessaaria para es portos do sol.
Para carea passa^os. etc., tratar com os
AGENTES
Pereira Carueiro SfC.
Kua do Cjmmercio n. 6
1* andar
Austrian Lloyd's Steam Na-
vigatiou Corapany
O vapor anstriaco
Pandora
E' esperado de Trlestre ees-
es dias segnln Jo depcis da io-
di^penaavel demora para
Rio de Janeiro e
Santos
{'.Para carga; passagens,encommeadas e dinbet-
ro a frete: trata-se coa os
Henrj Forster & C.
Baha,
Ra do
Cownsoreio
* andar
n.
CHMGKUIS'WIS
Compaobia Fraaeesa
DE
Xaveg cao a vapor
Linba regular entre o Havre, Lisboa,
Pernambaoo, Babia, Rio de Janeiro
e Santos.
O vapor Campana
Commandante Voiain
E' esperado dos portos da
Europa at o dia S de
Marco segnindo depois da de
mora indispensavel para
Babia, Victoria, Re de Janeiro e Saotos
.' *
Entrai co porto
Roga-se aos Srs. importadorec apresentarem
dentro de ( d;as, acornar do da descarga das al-
vsreogas qualquer reclamaco coocernente a va-
mes que oorventura teobam segtids pira oa
portos do sul, ajm de se poderem dar a tempo
aslproridencias necessarias.
Expirado o referido praao a compaDbia nao se
raspoius blusa por extravos.
Recebe carga, atraiar com o
AGENTE
A.uguste Labille
9R"a do Commercio9
Da casa terrea sitaa ra laperial n. 188.
De urna stima parte do sobrado de 3 andar?*
a. 17 roa do Bom Jeeua, freguezia do Re-
cife.
De no)2 stima parte di casa terrea oa travs-
sa do becco da Bomba n. 11 fregU' zia de Santo
Antonio.
Terca-feira 27 do corren te
A's 11 horas
No armazem ra do Mrquez de Olinda
n. 48
O agente Guama--., amormado far leilao dos
predios cima mencionados, podendo os compra*
dores irem examinados.
Leilo
De 1 importante piano novo, dos afama
des fabricantes F. Dorner & Sohn
Terca-feira, 27 do corrente
A's 11 horas
No armazem a ra do Mrquez de Olinda
n.48
Por interYenjfta do jente
Gusmao
Comneendador Rodrigues tima
A famil a (presente e aumente) do fina lo com-
mendanor Jos A. Rodrigues Lima, seopre in-
conaolavel com a suprema o'esoiia que a ferio
tio cruelmente, roobando Ihe aquelle ente tac
qoerido e possuidor do sedimento religicfo que
a anima, mao^a rezar um i mise na igreja ma-
triz de S^nto Antonio, r>lo descanso eterno
desse praoteado estiocto, qoarta leira !8,do
correle, a 8 boras da m-nba, e para asslstj'l a
convida nao s aos seus melures amigos eomo
aos da iodroao tiaau, protestando a todos qae
acqalescerem a e, se convite, dando asslm mal?
orna prova de dedicago e respeito pela memo
ra do mpsmo finado a una mstu viva eraimao
Leilo
De movis, pi^no, qnadro,,e. p-Jbo, veeezisnas,
loucas, porcel lanas, vidros, importante machi-
na para rolbar garrafas de qualquer tamsnbo,
mordicas de prata para cachorros.
Qurta-feira 28 do corrente
A's 11 boras
N'-t 2.* andar do sobrado a roa da Imperatriz
n. 44.
Por interveoco do Agente Gasmo,
Cumm. ndBilor Joi Ado'pho lu-
OrlsHea Lima
Pedro Ignacio Pereira de Ollveira e sua fami-
lia mandam rezar urna mlssa per alma de sen
prezado cjmpadre e amigo, commeodador Jjs
Adolpbo Kodrieues L'ma. segueda-feira 26 do
correte, 30- dia do aeu fallecimento.
Este a:to de religio ter logar na igreja de
S. Pedro Marly: de Olinda, a 7 1,2 oras da
manb, e para elle convidara, aos seus parales
n aroieos e aos do falleeid'. confessando-se gra-
tos a iodos qae com carecer33.
t
D. Ruaa Hara dos l'razere
Pedro Ignacio Pereira de Ovelra, sua mulbe:
e li tos convldam os seus parentos e arxigos para
asslstrem a mise qae por alma de soa pozada
mi. sogra e av. D. Roca Mara dos Prasei-es
mandam rezar na Igreja de S. Pedro Uanyr em
Olinda, pelts 8 horas da manh do dia 26 do
correte, 2* aniversario do seo fallecimento
beaedo profundameute recoabecidoa a aquelles
que comparecerem.
AVISOS DIVERSOS
Precisa.sa de om caxeiro de 12 a 14 annos
de idade que tenba pralka ae taverna, que d
dador de toa conducta a tratar aa ra da Santa
Cruz n. 1.
Arrenda-ee om titio do principio da Es-
trada do Rem dio, muito prximo ao Largo da
Paz com bastantes fruteitas de diversas quaMda-
dea, tendo urna baixa propria para espiro. 3 vi-
veiro8 200 coqueiros e orna casa de morada, a
tratar na ra Diralta oe Afogados, padsrla de
Jos Ribeiro.___________________________________
Ama. precisa-se de ana pera ccMorar na
roa Buque de Caxlas o. 44.
Gasa
Aluga se urna casa cot boos commodos para
grande familia, ao largo de Apipuco, lem agua
eocaoada ; tratar com o Sr. JoSo Fell8*rdo de
Amor,m d. 46 oo me2mo larso.
Caixeir
Precisa-se de om caixeir com pratica de pa-
dara e aue o conbecimeoto de soa conducta :
ra de Gervacio Pires n. 45.
Ha aervico pa*a borneas e meninos ; na
prensa ue algodie no cae* do Ramos.
Profesara e ama
Precisa-se de urna professors com bastacte
habilitacOes para eosioar primelras letras, mo-
sica e trabalbo de agul9a, e de urna ama para
lavar e eogommar tratar na ra do Jardim
o, 46. juoto so qna'tel do 2- hatalnao._________
Attencao
bernardioo Jj: Ramos deoaraodo com um
aoonacio iacerto bo Diario de 21. assignado pelo
Sr. Manoel Joaqoim de Souza Molla, chaman-
do*) para entregar os balancos e nm val, tem a
declarar ao mesmo senbor que nnnea teve tran-
saccOes com elle e Bim com o Sr. J je Joaqulm
de Soasa Motta, a qae j coustituio procurador
para o representar.
Reeife, 24 de Maree de 1894.
Bernardioo Jos Ramos.
t
Marta loa ffravasao Bruno
1 aooiversario
Francisco de sala Brcno convida os
sen? psrentes epefsoaa de sua amlzide,
assim como aos da naua. pura aaeistirem
as roissas que m nda resar pela alma de
sos sempre lembrada esposa, Maria Jos Travas-
so Bruno, aoniversano do ten fallecimento
cujos actos serSo celebrados na iereja da Ordem
3* do Carmo, pelas 7 i/2 boras da manb do d.a
quarta feia 28 do correte, fican .o eternamente
agradecido a todos quellts que comparecer a
fte acto de relt?ift.-> e caridad".
t
o Amonio oalindu
Joo Baptista Goaies Salgado e Manoel
Goncalves Estrella, tendo recebldo a in-
fausta noticia de ter fallecido na fr guezia
de Fio, reino de Portagal, sea sempre
chorado pai e tio, Jo.- Antonio Salgado, pedem
a seus prenles e imigoa para aasutirem as
taksas que maodam rezar Ga matrt do Corpo
Santo, pelas 7 1/1 boras da manb de quarta
feira 28 do crreme, pelo que desde j agrade-
cem a todaaaa pessoas que aesie'irero.
Umfeellnsi Ai.auna ayo de
Miranda
3- anoivereario
Seas pas mandam celebrar urna missa por
aoa alm na capella do cemiterio, a 8 i/2 boras
do da 27. terca-fei'a. do correle mpz ________
Prfcisa-se
PaYsaod n,
Cosiiheiro
bom cosiobeiro : 4 roa de
de um
19
Taveraa
Vende se a taverna tita a ra do Brum o. 35 :
rata-sena mesma._____________
Altenco
Pede se ao Sr. Bernardtno Joe Ramo, qoe
venba restituir o val que tirou do poder de Ma-
noel Joaqnim de Soasa Mola, qae estsva oa ga
vela, e os balances da caes, em qosnto a dlzer
que os balancos nao estfco conforme, exaco,
que ba amitos devedores que eil botos do ba
latido com maiores qgantias do qae elies devem
Recif j, 20 de Marco de 1894.
Manoel Joaqoim oe Souza Motta.
Criado
Precisa-se de um na pbarmacla Americana roa
Duque de Gaxiaa n. 57.
Gosinbeiro
r Pre:isa-se de bv bom coainbeiro para hotel,
paga-se bem ; tratar na roa da imperatriz n
4, primoiro andar.
Ciiado
Precisa-se de om criado; aa roa das Peroam
bacanal n. 60, Capooga.
Precisa-se de urna
que seja cuidadoza e
limpa para andar com
urna crianca a tratar
ra do Paysandu' n.
19 das 11 horas ds
manb as 4 da tarde.
Ama
Em Bom Conseibo, importante e amito adian
lado emoicipio, ha nove leguas de distancia do
de Garaohnos, e j muito prximo de ser favo-
recido por estrada d* ferro, precisa-fe, para
asa de pequea familia, de o ra cosioheira e
engommadeira com bem soffrivels babiiitacoes,
pessoa de conBsnca easselada. Paga-se oem,
fleando as despegas da viagem, que moiio
commoda, por conta do chefe da mesma familia.
A tratar com o Sr. Godofredo Lima, na re artt-
jo dos crrelos. E caso orgenle.
Ama
Precias se de orna moier de meta idade que
saiba liiiar com crlauta ; a iratar na tas Fer
oandes Vieira o. 5.
Amas
Precisa-ee de duaa amas, ama para lavar
engommar e oulra para comprar e coaiub^
oais algans servicos domsticos aa roa
imperatriz o. 24. 1 andar. ______
Amas
Precisa-se de duss amas, sendo os para co
sinbar c entra para Isver e engoamsr ; I trata,*
na roa Pedro Affcoso c. 58A
es annoa dasucomsc. Premio G-runde.- Exposigo Vnivaraul, Puria 18S9. 1
4 Dir.lemi* ae Honro, 1S Medalhoa de Ouro e 6 Hted*lhai de Prata,.
mima lctea fmmi
CTXjji. aass o bom liirrx >
.-.' o mclhor aumento para as crtancas de trra aade. Suppre
a msufucier.cia do leltc aiataie facilita o desmanj!... Com *--u*M
nso uo lia iarrhea nem vmitos e sua dlgestao acll e cooipleta. AJV
Empng*-a* tambem vantajotmente como alimento para o
Adultos e Conralecentes que tm estmagos delicados. W
LEITE COSErJSADO NESTLS
Verdaeiro 1EITE PTTKO BB VACCAS STTISSAS tendo conservado seu aroma eO
todas suas qualtdades nutritivas. Alin dos grandes servidos que esta conserva presto Frota, ^y
ao Exercllo e aos Hcspitaes, ella tcm ganfcado sua paico na alimeElacao dos particulares;JJM
ao iu&cs ella aaseaura um lelle agradavel, saudavel \i natural.
Iilglr i rirma: hestei bestl i lUrca i Fatrfea: hikho si rasaaoi.
A casa Kenrl Keitl nao tem nals, como outr'ora, um nico agente para o frati
seo* productos acham-se as principea casas importadoras, drogaras, pbarmacUs e lo'as
'> comesuveis.
, rum du Pnrc-Royal.
HENRI NESTL, em VEVET. {f~ USltil o, en~e mt.
_____J
CAPSULAS AZTllaSLGORUri
OBREIAS
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TINTAS PRBTA1
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ooMSsooaa l
troiEM
;DrDt
f? %
\
OleoieFigadOieBacalhao
DOUTOR DUCOUX
Iodo-Ferruginoso, com Quina e com Casca
de T.dranja amarga.
Quando se trata de curar as
DOENQA8 DO PEITO
ESCRFULAS LYMPHATISMO
ANEMIA CHLOROSE, etc.
os Mdicos dao sempre, sem hesitar, a preferencia ao OLEO de FIGADO
de BACALHO do D' DGOUX, Iodo-Ferruginoso, com Quina
e Casca de Laranja amarga, porque elle nao tem mo gosto qual-
quer o que a sua compoaicao o faz eminentemente tnico e corroborante.
Deposito geral: 7, Boilovard Donain, em FASZS
Acha-se para Tender em todu u Pharmacias Drogaras acredtalas do universo.
Oeeroit/tar-se Oa* Falsificaren e Imitacoe*.
\l\WIII/I//////////M&.
SAINT-RAPHAEL
i.

Vinho
fortificante, digestivo, tnico, reconsti-
tuinte, de sabor excellente, mais efficaz para as
pessoas debilitadas do que os ferruginosos e quinas.
Conservado pelo methodo Pasteur.
Receitado as Molestias do estomago, Chlorose,
Anemia, Convalescencias; este Vinho recom-
mendado s pessoas j idosas, s jovens, mulhere
e s criancas.
aa tosattsaviP t> IMJHM PiMsMaMMa;rsaMMMsMMlHMi|BMMa*MMSM.
ASTHMA & CATARRHO
Curado. pto. CIA*OS SF--------
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Al'l'KOVADOB E LICENCIADOS HELA INRl^CTRIA UERAL DE HYGIENE LO DKAZIL
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*> re/a t* Memetiio eoiitru
p:3ic Anr[ vcMTDr Contra ANECIA e CHLOROSE
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Kin Pernimouco : t> do CHOGAS S PBODOCTQS CHIXICOS. MTir -r~Ti -^'^SSr
Grageas Demazipe

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RBAO-IODADO Up^)
J. Buoi
XAROPB de
o ieoo. combinado oom os neeoa das plantas antiscorbatleaa,
presU s Croancaa MMMS os mili relevante? senrtijos, para con>
bater Glndula, oto MMMOJ Staehittmmm Pallid**-
Knaorgitetjnemto et-/loo Mmtelia*
pea Pi-oof Imeteae, etc.
HT preferlTel aos leos de 0-
gadode bacalbao; almde aer-
jm amidiflcaate, tamben 4
depurativo neraleo.
ran, 11B t. U MSOIT Y PEA'-.
TMSJ MMMMBOBPM ----- ietc.
REMEDIOS
LE ROY
Populares em Pranca, America, Hespanha
oas colonias, no Brasil, sonde stao antorlsadM
pelo Oonselho da Hvgiana.
Vomitorio Le Roy
ltimamente emprogado como prepa-
racao para o oso do Purgante.
Purgantes Le Roy
Sree a'sadoi conlamn a liaii.
S2o propxioa para qualquer doenca.
lima noticia cxplioatita limita cada garrafa.
Piiiilas Le Roy
Ettracto concentrado dot Remedio liquidoi.
Om proipicta zilieatlvo UTalTi cala Iraco.
O Irasco de 100 pll. O1 O (raice de 15,1'SO
Acautolar-se das falsilicacSes
Ojaalqaer Vredaeto ou sis lirar eade-
reoo Si ?karaitti COTTil Gur se LE UT
SH, Ru do SJolno, 01, em Ptarto.
DBPosrroa bm tobas as PHaaafaaua
Ama
Precisa-se de coib ansa
ona o. I"-
De roa Bar5o da Vif>
Vina deleite
Paga se S04GO0 a una tan que d conti
seo trabalbo; ib Fcroardes Vieira n. 60.
Amas
sao as
PASTILHASVICHY-ETAT
Vendidas em caixinhas metailicas scelladas
EXIGIR A FIRMA DO ESTADO
ESTACAO DOS BANHOS
15 de Maio 3C de Setembro.
^___------------------_____;
OoiMlUs ea Pmambuco: AB6. LABUXE- HABA *
aiLV* JOliOB e.ju ifiaoraea Ptiraams e rogaiua.
nVERMIFUGtrCOLMET
CHOCOLATE oom SANTONINA
HrALUTal ara entrar u IMMISAS
ate Veradtaavirwoaeoaieiptl (U
iwiitr tais. a,r.u rmpiv. uw > *,m' U -
Xm Ptrnambuoo S* o. MS9AI rWBtm Cl
Precisa-te de doa? sute, onc para ees ionar
c ootra para copeira ; ca roa Ba.'io s 9. Borja
aomero 36.________________^_______ _
K.
Precisa-se de Bmi >t is qae i osfnoe neso. para
casa de pequera fsniiiii ; ci ras do Li;.-a rae oto
o. 6, 2- aortar.
Ama
Precisa se d-; .taa :r~;.
tico em casa oe peqo^sa
vraojt-oto o. 6,1- aodsr.
para o seivico dotnes-
(smilia ; na roa do Li-
A' roa da Praia o. 53, i- andar, precisa-se d
urna ama para cosmhar e comprar._________^^
Ama
Precisa se de ai ama para andar cem criaa-
gas : rr.iBr na ra^ Conde | f Cosinheiro
Precisa ae de nm bom cosinheiro para casa de
peqoena familia ; tratar na roa Ba fio da vic-
lon n. 15 1- anrlar.
Caixeir
Precisa-se de om caixeir de 11 a 16 anros
com pratica de molhados e d Banca, a tratar
em Santo Amaro roa do Capliao Lina 115.
BMl
Alaga-se
Precisase alopar ama ra-a para pequea ta-
ojili, em qoaiquer yun oa cidaoe, paga-ge
bem : iratar no Hotel -smmerctsl, com A.
ores-
Vende-se
Uxa vacca com orna bfzena lourina. ama
parrla p-enbe e om cavallo bom andador; na
travessa JoSo de Barros, defroote da Casa Aran
ella.
se*
e-ex


ario de PernjM^neo lomingo $5 de Margo de I*1M
TA9SS1 S3 D03ETC3
SO A DIRECQO
PO
is, j:3 il:i::u se&usisa costa
Drama ein cinco actos
POR
VCTOR HUGO
VERTIDO PARA O PORTUGUEZ
POB
ERNESTO DE AQUINO FONSECA
ACTO PRIMEIRO
(Continuaco/
SCEXA III
0? mesmos ; Don Ruy Gomes de Silvabarbas
e cabellos brancosveste de pretoCriados,
com tocllas.
Don Ruy Gomes
Homens a tacs desboras no aposento,
Que de minha sobrinha '. \ iude todos !
E* de"ver-se e de estrondo o caso iufaudo 1

a Dn Sol
Creio por San Joio d'Avila e juro
Que somos tres, Seubora, n'esta cmara t
Dous sao de mais !
(tos dous mancebos
Meus jovens cavalleiros,
Que fazeis aqui dentro iNa existencia
Do 8*0 Cid e Bernardo -esses pipantes
Da Hcspanlia e do mundo-cm suas marchas
Dlas Castellaa, i un sempre linraudo
Os velhos e as donzellas protefrendo.
Eram bravos e fortes, que mais leves
Acliavam suas terreas armaduras.
Do que vos os vellidos que vos cobrem.
Sabiam respetar cabellos brancos,
Santicavaui seu amar nos templos,
Nao traliiain ninguem, pelo motivo
De desejarem ver da propria casa
A honra immaculada e para sempre.
Se urna mullier queriam, sem deshonra,
A' luz do dia. era publico, a tomavam,
Urna espada braiidindo, ou hacha ou lauca.
Quanto a esses traidores, que de noite,
Odiando para traz cada uasso,
K bo das trevas confiando a infamia
De seus actos, na ausencia dos maridos,
Ousam roubar a honra das esposas
Eu afirmo que o C l, essa av nosso,
Humilliindo-os, vilos os declarara,
E. a nobreza usurpada Ibes tirando,
Espaldeirara seus braz&es pulalos.
Isto fariara-aborrido pens
Nossos homens de outr'ora aos homens de boje.
Qm viestes fazer ueste aposento ?
Dir-se-ha que eu nao sou seuao um velho,
Proprio para o iu librio de mancebos ?
Van rir de mim -soldado de Zamora l
E. ao verem-ine'pa*sar, rio anda,
Apezar da cabera encanecida?
Ao menos vos nao zombareis, nao :
Vim, em propria psssoa, este successo
Aununciar a ti, fiel vassalo
Que przu muito e te pedir conselbos,
incgnito, de imite, e me recebas
Com tanto estrondo!
Don Ruy despede s-ui fmulas com um gesto,
itaproximase de Don Carlos, que Djna Sol exami-
na com temor e sorpresa e sobre o qual Hernani,
de um can o, /uro olhos scinllantes.'
Don Ruy Gomes
Mas, porque tardaram
Tanto em abrir-me a porta d'esta cmara?
Don Carlos
Se um segredo de Estado aqui me trouxe,
Foi para referil-o a teus criados?
Don Ruy Gomes
Alteza, perdoai... as apparencias...
Don Carlos
Bom velhodo Castello de Figuera
O goveruo te dei; porm, agora,
A quem nomearei p'ra governar-te ?
Perdo...
Don Ruy Gomes
Don Carlos
Basta. Nao mais em tal fallemos.
O Imperador morreu:
Hernani
Don Buy Gomes
Duque!
Silencio!Tendo espala o adaga e lauca,
Cayadas com festina, aleoes, nialhas,
Maviosas calices de serenata.
Emplumados cheos, vestes de seda,
Apparatosos bailes e trnelos,
E a moci hule alegre e venturosa,
Do untad" vos doixaes vencer, mncenos,
E a todo o prego procurando um brinco,
Quaiquer que possa fornecer o acaso
Tom iis por tal um velho ?! Ah, senhores,
0 brimo haveis quebrado, e Deus permuta
Que elle em pedacos roa resalte as faces '.
Acompauliai-ine :
Hernani
Behor Duque...
Dou Ruy Gomes
viii.le l
Seguirme logo!Acaso roa parece
Que de u.ii i brmcadeira isto nao pa&a .
Que 8Sesta casa guarda-sa um thesouro:
E* a honra e o pudor de orna douzella,
De una mulher, de urna familia inteira!
Eu amo e.-sa douzella, a quem nae hgam
Lagos do sangue estreitos, e ella dei a
Em breve peiencer-m >, com i esposa.
Caa, pura e si gra la para ; dos
Ate este momi uto a considero.
E en- Km -"
San.- al; Le minha casa,
Kao fazer, aem pie pene
A' fu ,! :tor, Ladro da honra,
Ka mi n minha aus acia.
Ol : as desalman -! t
l.. i vosa p'raqae naomancliem,
-as:
\i i ,n( : empr zn
Qua nal- i Millo /
i{J ir
1 aos ps m i-d*our i:
. i

i mhan p i
QQe
D'-w-
M


deiros'.
Aiudni-me, Irazendo as miabais armas,
Hacha, punhal, adaga i i lo*

ao* dous ni:in': bo
1, segui-me pre-to:
Don Curios, dando um pasto
Duque,
Disto nao trataremos por agora,
Mas da morte de Maximiliano,
Impera lor d'Aileaaniia.
meotea manto, i*sobrini>.o ruta ocotito
pelo cliapu
Don Ruy Gomes
gsearnee l-me?
Deus : E' o Rei!
Doria Sol
O Rei!
Hernani cu/o o'aar e avivi
O rei de Hespanha !
Don CzQs-grattmente
E' Carlos, sim-Enlouquecjste, Duque? j
Mea velho av, o Imperador, morto I >
Nao o sube seuo tarde, e lojm >
E'niM-lo?
Don Ruy Gomes
O av de Vossa Alteza
Don Carlos
4
?
>'o me vs to pezaroso ?
Don Ruy Gomes
Quem llie succeder?
Don Carlos
A isso aspira
De Saxe um duque e o outro concurra
E' Francisco primeiro, rei de Franja.
Don Ruy Gomes
Onde vao reuuir-se os Eleitores
Do Imperio ?
ente
Don Carlos
Creio que escolheram
Aix-la Cbapelle, ou Francfort, ou Spire.
Don Ruy Gomes
E nosso caro rei, a quem Deus guarde,
Nunca no imperio pensada?...
Don Carlos
Sempre.
Don Ruy Gom ti
E' a vos que elle cabe.
Don Carlos
Eu o sabia.
Dou Ruy Gomos
E vosso pai foi Archidugue d'Austria.
E' de esperar, portante, nao se esquegam
De que era vosso av esse que a purpura
Acaba de trocar pela mortalha.
Don Carlos
E cu sou burguez de Gaud.
Don Ruy Gomes
Bam novo eu era
Quanilo vi vosso av. Ah! eu smente
Un sec'lo pule atravessar. A morte
J tem coluido os oulros lFoi, de vens,
Orn grande imperad 3r, potente, excelso:
Din Carlos
Teuho Roma por mim.
Don Ruy Gomes
Tlente, firme
E inteiramente avsso tvrannia.
Como dizia bem essa caneca
No germnico corpo aveOiantado !
/iidinasc sobre as mios di Rei c ai beija.
Quanto ni: pea ver-vos mergulhailo
Em seinelhaiite ilr, tan ino.jo ainda !
Don Carlos
Eu sei que o Santo Padre tenciona
Rehavet a Sicilia que tomei-Bie.
Dm impera lor nao p Le possnil-a,
Se imperador me faz. eu, como fillio
Dcil c grato, Nopales me entrego.
\)c posse da aguia, entS > resolveremos
s i deixarei as azas aparar-lhe.
Don Ruy Gomes
i- iu" gran i alegri i a iiii-ia
Elle do tArono veterano reo lo
Saa c'roa fronte!
A!i: comvosco, 3enhor, derramaremos
Sentido nranto ph m>rte infausta
Do grande impera lor qne foi mode
madas :
]
'. 10 E, r
!:' ama ilhl i,
rj DQ u reino ; >' ama pega,

- i flanco
Dir-me-ha o Puf i:
De qne v
lOlnbsu, (pie se pi i-
Bo '
i tica.
Ibes tura
is. Obrigado,
. Lre '. D Ue
Maia d >rtuna proteger-me,
i .[o reu into Imperio,
E por comp
Que a ; i"Hi. com ilhan e ducados
os o: Loa i omporai de novo.
Don Ruy Gomes
Consolai-vos, Senhor! Ha am imperio
Dos justos, onde !.s almas dos humanos
Mosfrar-se-hao mais santas, mais augustas:
* Don Carlos
E' um ambicioso o rei Francisco!
Morto o Imperador, cubica o imperio.
Sua Franca nao tem, chrtouanksima?
Mas a partida na verda'ie boa,
E vale a pena de topar-se n ella.
Ao Rei Luiz o Imperador dizia :
Se aj fra o Padre Eterno, de dous lilhos
Que tivesse. o mais velho um deus (aria
E o segundo rei da Franca .
o Duque
Duque,
Crcs que Francisco possa ter esp'rangas ?
Don Ruy Gomes
E' um flho dilecto da victoria !
Don Carlos
Fra preciso transtornar-se tudo
Para favorecel-o. A bulla d'ouro
Prohibe o eleger-se um estrangeiro.
No mesmo caso estis so
Don v Ruy Gome
rei d'HespanJia.
Don Cirios
Mas sou burguez de Gaud.
Don Ruy Gomes
A derradeira
Campanha ergueu bem alto o rei de Franga!
Don Carlos
A aguia que tal vez surja em meu elmo,
Desferff talvez pode as suas azas.
Don Ruy Gomes
Vos sabis o latim?
Don Carlos
Mal.
Don Ruy Gomes
A nobreza
Allem gosta muito que lhe fallem
N'essa lingua...
Don Carlos
Elles hio de contentar-se
Com a dieco enrgica hespanhola,
E pouco importa er no que te digo l
Que lingua falla a voz que altiva sa.
Vou a Flandres. Teu rei, meu caro Silva,
Deve tornar imperador. Francisco
Vai tudo revolver, e assim eu quero
Na diligencia adeantar-me. Em breve
Hei de partir.
Don Ruy Gomes
E nosdeixais, Alteza,
Sem purgar Arago d'esses bandidos,
Que por nossas montanhas vo erguendo
Com tamanha ousadia as suas frontes?
Don Carlos
Eu deixarei ao Duque d'Arcos or.lem
De exterminar essa quadrilha inteira.
Don Ruy Gomes
E ordenareis tambem ao chefj d'ella
Que nao resista ?
Don Carlos
Quem esse chefe ?
Como se chama ?
Don Ruy Gomes
Nao lhe sei o nome.
Dizem que elle mui rude e violento
Don Carlos
Ah Sei que se homisiam Galiza
Actualmente. Com quaiquer milicia
O renderei.
Don Ruy Gomes
E nestes arreilores
O diziam avisos falsos !
Don Carlos
Falsos ?!
Ficarji hospedado em teu castello
Por esta noite:
Don Ruy Gomes inclinndose profundamente
Agredecido Alteza !
Chama :.eus criados. Entram com tochas. O
Duque arruma -os em ditas alas, alca portado
fundo. Dina Sol approcimi-se d Hernani. O
Rei espia-lhe os movimentos.
Dona Sol baixo a Hernuii
Vinele amanha, sem falta, meia noite,
Sob a minha jan da e dai tres palmas
Amanh.
Hernani baixo
Don Carlos parte
Amanlia 1
Alto a Dona So'., para quem M dingt com ga-
lantera.
Miuha Ssnhora,
Permitti que eu a tnao vos offerega
Para entrardes...
Elle a conditz ate a porta. Ella sahe.
Hernani mao no peito, sobre o punho de M
adaga !
Oh minha boa adaga !
Don Carlos rollando, parte.
O hnmem mostra cara de logrado.
Tomando Hernani a parte
Dei-vos a honra de tocar co' a iiiiha
A vossa espada. Cem razes loria
P'ra suspeitar de vos porm Don Carlos
Abomina traiges. Eu quero ainda
Dispr a vossa fuga. Betirai-vo8 :
Don Ruy i.iijs vo\tando-H c apontaAdo par i
Hernani
0;i'in esl senhor f
Dm Catos
Mando me
E" !- im da meu sequil >.

Sahem os criadosde tochas. (> Duque pr ede
o lici c an am ario na mo.
S ESA IV
Hernani *<>
Si.:. Cari
Do teu \ pois me le s
Com um punhal na dextra e os olhos ..
Em leu rasto, | A minha ra
igue ; tua em t;, e demais lioje
> em li meu rival i AUnius instante
Entpj o odio e o amor UqueT suspenso.
Meu coragao nao tem basante espaco
Para eHa e p'ra ti. Eu esqu
Amando a ella, o odio que me aspira- :
A lembranca vieste despertar-me...
Ja que assim o quizestenao te esquego !
Da balanca am que aquellas sentin|entos
Pezavam-se. canir eu vejo a concha.
Que o meu odio conten. Sou do teu squito.
Tu mesmo o que djggeste. Prosigamos:
Vai Jamis cdrtfio ila la aurora,
Jamis fidalgo que^a T>eija a sombra.
Ou mordomo, que tenlia abandonado,
Para servir-te, sentiments de homem ;
Jamis caes de palacio, arosluniados
A acompanhar uui rei, tifio mais assiduos
Sero do que eu em te seguir os passos I
O que quarem os grandes que U carctta
E um titulo vao, una madalha,
Cm ureo cordeitinho quepeniurem
Ao eolio. Quanto a mim, nao sou to louco.
Para querer tao pouco O que eu s quero
De ti, o tou sangue, a tua vida ;
E' tudo que um punhal, vibrado em furia,
Pode arrancar'd'um corago qua excava !
Vai avante, que atraz de ti caminho !
Minha ardente vinganga te acompanha
E incessante murmura aos meus ouvidos t
Vai! que eu te sigo, cautelloso e attento,
Pizando sem ruido onde pizaste :
De dia, se voltares a cabaga,
Ver-me-has sempre immovel e sinistro
Onde querque estiveres, e de noite,
Se os ollios para traz inda volveres.
Dos meus divisars o brilho ardente !
Dista!
denominad
grande n
lar. Eni
CIlRIOSIIlADFJOlBRHIi
Ala^as
PEDRA DO SINO 8
urna le^ua d'am povoado
^iranhas, em Alagoas, ha um
de serras de altura regu-
eitaa eleva-sa nma montanha
pedregosa e em sua superficie superior
urna insignificante pedra de altura de vin
te centmetros, raais u man >s tendo de
largura uns dez; sobre esta est collocada
urna outra que, com a configuraclo d'ura
tamanco, tem seguramente daus metros de
largura e dous e meio de comprmante,
tendo um palmo de a'tura; n'esta ultima
est equilibrada urna outra de dous me-
tros de altura e um e meio de largura,
com urna posico inclinada. O conjuncto
d'estas pedras maravilloso, j por for-
mar um perfeito busto de homem j por
haver urna inclinaeito da ultima dcscripta,
j por ter a seu lado urna outra pedra que
sa como um sino, com urna pancada
quaiquer -
D'ahi que denominaram-na pedra do
aino.

S. Paulo
SALTOS d'aGUA E CAVERNA
0 O Sul de S. PaiSo da Faxina, sob a
eP'oraHte' Curiosidades naturaes, publica
a segmnte interessante noticia.
t No rio Faranapanema, em um dos
mais pittorescos pontos do municipio, no-
ta-se o bello e imponente salto das Ara-
nhas. No mesmo rio, abaixo da ponte,
correm as aguas por um canal estreito e
profundo, sendo ah admiravel a sua cor-
renteza. No rio Pal mi tal ha dous saltos
magnficos e em outros afluentes do Pa-
ranapanema ha diversas quedas d'agua,
mais ou menos considerareis. Recente-
mente descobrio-se ao sul da villa, a 2
kilmetros desta, urna caverna cujo inte-
rior formado por um silo completa-
mente redondo, tendo 27 metros de di-
metros e 6,6 metros de altura. Em fren-
te a entrada do salo ha um corredor com
8,8 metros de comprimento, 3,3 de lar-
gura e 1,32 de altura, o qual d entrada
para outro salo de forma irregular, que
mede 23,1 m3tros de dametr\ e 2,2 do
altura.
Em um regato visinho,
E do hmido biquinho
No calix a fez cahir ;
Bsbeu-a a flor n'ura moinsnto,
E, cobrando novo alent,
A cabega levaritou ;
O orvalho, dot[ue seu seio
Ficou nesse instante cheio,
As cores lhe restaurou,
Assim a um"ab.na sosnha,
Que sobre a trra definha,
Sem urna esperanga ter ;
Que, no intimo facida
E do mundo repellida,
Seate-se em breve abater,
Que falta para que o dia
Succeda noite sombra
E o prazer succeda dr ?
Palta um sorriso somonte,
Urna palavra que a alent,
Falta urna gotta de amor.
Joao Baptista Regueira Costa
PREHISTORIA
Antiguidade da iiavogacao do
Ocano
VIAGENS DOS NAVIOS DE SALOMAO A O RIO
DAS AMAZONAS
Pernanibuco
SUMIDOURO
Ha em Fernando de Noronha, por bai-
xo do forte, em frente do lugar do desem-
barque, um sumidouro que arrebata quai-
quer embarcagao pequea que se appro-
xiraa. que all cahe desapparece. Ha
tempos um official ing ez, attrahido pelo
imoT da agua, foi em escaler observar de
perto o phenomeno, e official, escaler e
tripolag3o forao tragados.
Outras pessoas tm alli desappare .ido e
entre ellas um alferes do 2 batalhao
de infantaria, destacado no presidio. Quan-
do sopra o vento NO, o que raro, me-
donho o ruido do sorvedouro, sublndo en-
tilo a agua at o forte que alias est situ-
ado muitos ps cima do nivel do mar.
POESA
RE1.TGIO
(VCTOR HUGO)
Eu com Hermn n'ura bosque passeava ;
Calma e horrivel a noite caminhava
Por sob os mantos seus ;
E elle me perguntou como tu pensas ?
Qual a tua Biblia, as tuae crengas ?
s tu teu proprio Deus ?
ma alguma
Sahe pela portinha.
(ContiniJ.
Si teus versos no eo de fi
Floeos formados de subtil espuma,
Que se perdem r.o ar;
Si nao tua estrophe encandescente
Um facbo negro, que na cinza quente
Fumega sem cessar ;
Si victima nao s do scepticismo,
Si m'rgulhado nao ests no abysmo
E conservas a f,
Explica-rae qual aqui na trra
Tua eucharistia, a ambulu que encerra
Tua hostia, qua! ?
Faila...tu, son'nador qua civilsas ;
Vate.. .tu, que o futuro prophetisas,
Dize, explica-ine pois :
Porque nos templos nao te vejo orando '
Dze-me...e assim no bosque caminhando
Passavaraos n Eu oroNas que templo tu reqlientas ?
A que padre, a que altar tu te presentas,
Qual teu coafesaor V
O meu templo o azul do espaga inunda,
Meu sacerdote.. .o co ia-sa abrindo
Com estranho fulgor...
Como urna hostia a la alm subia...
O cedro, o olmeiro, a vin.ia estromecia,
. Treinia o lobo, o aloyan...
Eu,-mostrando-llie o astro radiante,
Curva-te, d sse, Deus o celebrante,
E es i elVagao !

I
i
Joio iiiplift.: Regueira Cuita.
A gotta d'avraa
(A. DE SE-URJ
Abandonada no galho,
Morria ramgua de orvalho,
Una tlorzinha gentil :
Musgoso ninho a occultava,
E ah ninguem respirava
0*eu perfume subtil.
Urna toutlnegra, Vendo
A pobresinha morrendo,
Pendida a fronte p'ra o chao ;
Vendo-a triste, abandonada
E antes de tempo faada,
Teve d'ella compaixSo.
Solcita mensageira,
Batendo as azas l'geira,
D'sgua um pouco foi baurir
(Continuaco)
Deodoro de Sicil a, 45 anuos antes da
era christa, escreveu grande numero de
livros sobre os diversos povos do mundo ;
em seus escriplos, designa claramente da
America com o nome de ilha, porque igno-
rava a sua extenso e configuracao ; esta
expressao de ilha rauitas veze3 empre-
gada pelos escriptores da antiguidade para
designarem um territorio quaiquer ; assim
temos visto atraz que Siieno chama ilhas
a Europa, Asia e frica. Em a narracao
de iodoro, nao possivel o engao,
quando descreve a i ha de que fallamos
Est distante da Lvb a, diz el e, mui-
tos das de navagaco, e situada no Oc-
cidente. Sau solo ferti, de grande ba -
leza e reg ido d* riot nauegav-nt. Esta
circumstancia da ros nevegaveis nao se
pode applicar senao a um continente,
pois nenhuma ilha do Ocano tem rios
navega veis. D odoro contina dizen-
do : < Alli v-se casas sumptuosamente
construidas; ora sabemos que a Ame-
rica possue bel os ed ficios em ruinas e da
mais alta ant guidade. A regiSo monta-
nhosa eoberta de arvoredos espessos e
de arvores fructferas fcde toda a especie
A caga forneca aos haoi tantos numero de
varios an raaes; em fim o ar de ta mo-
do temperado que as fructas das arvores e
outros productos alli brotain com abun-
daucia durante quasi todo o anno. Es-
te histor ador costa depois como os Phe-
nicios descobriram aquella reg o. a Os
Phenicios, diz, t nham-38 feito vela para
explorarem o littoral situado alm das
columnas de Hercules; e emquanto cos-
teavam a niargera da Lybia, foram langa-
dos por ventos violentos mui lonrj no
Ocano. Batidos pela tempestado por
muitos d as, abordaram em Am na ilha da
que fallamos- Tendo tomado conhecimen
to da riqueza do solo, communicaram sua
descoberta a todo o mundo. Por tanto os
Tvrrhenos pideroios no mar, quizerara
ta iibem mandar nma 'colonia ; porm fo-
ram impedidos pelos Carthaginezes que
receiavam que um deirfhsiado numero de
seus concidados attrahidos pela belleza
d'esta ilha, desertassam da patria
N'um ascripto de Avistte es (de mirab.
auscult. cap. b4) diz que foi o receio de
ver os colonos sacudirem o jugo da metro-
pole carthagineza e prejudicarem ao com-
mercio da mai patria, que levou o senado
de drthag) a decretar pana de morte
contra quem tentassa navegar para esta
ilha-
Aristteles descreve tambem urna re-
gi&o fert abundantemente regada e eo-
berta de iiorestas, que fOra descoberta
pelos Carthaginezes a >.m rf-> Atlntico,
Os Tyrios haviam fundado Carthago
250 annos antes de Salomo ; ora Sra-
bon dz-nos que esta colonia phenicia fe-
chot o estreito de Gade3 aos Crcgos para
impedil-os qua navegassam no Ocano.
Porm as cotonas phenicias na Numidia e
ao longo da costa africana remontanl a
1490 annos antes da wossa era. Os Cba-
naneos, expulsos por Josu, embarcavam
para a Mauritania cujas margena sao ba-
nhadas pelo Mediterrneo e o Ocano
Tingis (Tnger) era um dos seus pontos
do desembarque; pois Procopio (Vandalc,
2) conta que no seu tempo 'anda se va
perto desta cidade duna columnas cujas
inscripcias gravadas rezivam que la es-
tavam o povos que o usurpador Josas,
filiio de Xav (Nun) tinlia expulso da seu
paiz Sa lustio, em Jugurtha, dia ter
tirado dos archivos dos veis de Numidia o
apontamanto segainte : Qae os Pheni-
cios expulsos do sen paiz. tiobam v ndo,
pouco tempo depois de Hercules, estr.bele-
cer cjlonas sobre as costas d'At'rra onde
coftatruiram cidades A exemplo dos
Phenicios. os Carthaginezes fundaram ta:n-
bam diversas cidades as margens da Ly-
bia, do lado do Ocano,, lannon, almiran-
te cai-thaginez, fez urna vingem desda o
estreito de Gades at entruda do golfo
arbico, contornando a frica (Plin Hist
nat. b 2 de Da rotundit. terne) ; em-
barcou em sesssuta nav os 30 mil pessoas
de ambos os sexos para servrem funda
co dessas cidades e co onias carthagine-
zas. A frota de Cartlago era de duzen-
tos navios e na poca da prime-ira guer-
ra pnica suba a o ) \
A historia est cheia de narrafoas que
provam que os Phenicios e os Carthagi-
nezes frequentavam o Ocano.
D. P. F. de Cabrera, de Guatemala,
mui versado nos factos da antiguidade as-
segura (jue os Carthag nezes, fundavam na
America urna colonia durante a prmeira
guerra pnica. I endo as narra53es dos
diversos chronistas do tempo da conquista
e da3 descobertas na America, adquire-se
a certeza que, em d versas pocas da an-
tiguidade, este continente fra visitado e
invadido mesmo por povoocSes estrangei-
ras vindas do antigo continente.
Independenlemente das tradic(5es, os
monumentos com inscrip55es e esculptu-
ras na podra a mais dura, provam que
instrumentos de ferro e de ac serv rain
America tem-se podido descobnr vest
gios da fabrica de ferro; e o cobre
s estava em uso. Artistas e operarios
estrangeiros, particularmente os Carios,
as8igoalados na America, teriam pois con-
tribuido para a construccao e embelleza-
mento dos edificios qua nella se admi-
ram. e
Ha pelo menos 3,500" annos^ne os Ca-
rios ou Cares estavam estabelecidoa as
Cycladas e outras ilhas do Mediterrneo,
donde partiam para navegarem o Oca-
no ; e con razao Diodoro diz que os Car-*'
thaginezas seguiram na navegagSo os ras-
tos dos Carios nos m-ir$ do Oesti.
Os Carios usavara de pennas n modo
dos americanos ; a m d isto teem deixado
em a maior parte da America seu nome
e numerosos signaes archeologicos ; esta-
beleceram mesmo urna dynasta de sua
raca que reinava em Quito, capital do
Equador.
Plutarco, no Jra'ado das manchas do
orbe lunar, conta, abrangendo todo o Oc-
cidente alm das columnas de Hercules,
que o con'inente em que reinaoa berope
foi visitado por Hercules n'umi 'xpicSo
que fez para o Oeste, e que seus conipa-
nheiros ali apura am a hnoua grega que
comecava a se adulterar Ora os nossos
estudos de philologia comparada nos to m
fsito descobrir que a lingua Kichua ou
do3 Antis da America equatorai e meri-
dional contm centenares de vocabulos
gregos Este facto confirma a viagem
de Hercules na America. (4)
N'um relatorio Academia das Inscri-
c5es e Bailas Lettras por M. C. Renn
(t. 23, leitura de 9 de Outnbro de I857)r
este sabio nao adinitte que a Grecia
tenha fato aos Phenicios emprstanos
para sius cultos os mais antigos, particu-
larmente nos que parecem tev raizes mais
profundas mo solo pelasgico. Estes my-
thos, d z elle, figuram era Hesodo e Ho-
mero como trad5oes velhas caja or gem
d-sconhi-cida. Ora temos descoberto
que as divindades pelasgicas, gregas e
romanas tem seus manes ou suas tyrao-
logias exactas na lingua Kichua, d'onde
resulta que ellas teem sido moortadas da
America equatorai em nosso continente :
numerosos exemplos temos conseguido d'is-
so n'uina Memoria especial; e sao outras
tantas provas das relayoes que se haviam
e3tabelecido entra o Antigo e o Novo
Mundo
Poderaraos, com exemplos tirados da
historia, damonstrar o contacto evidente
que teem tdo entre si os povos dos dous
grandes continentes Assim a genealogia
mythica nos ens na que Inaccho que fun-
dou urna colon a na Grecia, era filho do
Ocano, isto que tinha vndo atravez
do Ocano (5). Segundo a historia, Balo
que foi estabelecev urna colonia em Biby-
lonia e o sacerdocio ao modo dos Egy-
pcios, tinha nascido de Lybia e de Ne-
ptuno, isto filho de urna africana e de
um habitante vindo pelo Ocano. O cul-
to de Belo, Bel ou Baal, estava no prin-
cipio identificado com o do Deus-Sol:
ora, na America este mesmo culto existia ;
e assim como em Babylonia se adora va a
BjIo, assim no Per se adorava a Inca
como descendente do fcol-
O novo e o antigo continente possuem
igualmente pyramides, tmulos e con-
struccoes cyglopeas ; de ambos os lados
do Ocano tem se as tradicoes dos gigan-
tes e das Amazonas; as ideas mvthologi-
cos c o estudo dos astros eram idnticos
na Asia, no Egypto e na America Em
quanto ao que mais particu rmente tem
respeito aos Hebreos, muitos doscostumes
delles se bao observado entre os povoa
americanos, As vestimentas e os attribif-
tos sacerdotaes desses eram idnticos aos
que se notara nos monumentos egypcios.
A circumeiso existia igualmente no Egy-
pto, na America e entre os Hebreos ; e,
note-se, estes ltimos praticavam esta
operacao cora pedra afiada, exactamente
como os Indios da America equatorai,
posto que a le nao lhes irapuzesse a es-
colha do instrumento.
Quando o rei de Portugal Aphonso V.
autorizou em 1451, o estabeleciniento dos
colonos as ilhas dos Acores, achou-so na
de Cuervo, a raais distante para 03ste,
urna estatua representando um cavalleiro
que com a mao diroita "pontava o Occis
dent-i, a arccciio da America. Xo mesmo
rochado em que tnham talhado essa esta
tua, exista urna inscripgao em caracteres
desconhecidos dos Portuguezes (6) Esta
estatua, que foi chamada Cadns ou Cales,
tira sem duvida seu nome do Kichua cati,
seguiri : era urna indcacao para os rna-
ritiinos.
Em fim nao esquejamos observar a
proximidada das ilhas do Cabo Verde da
costado Brazil, e a existencia das corren-
que facilitam
rrandes conti*
iezas eqnatonaea oppostas
a traversa entre os do s
nintes para 'da e volta Eite facto
boje parfeitmente constatado, e jio:!^ se
verificar com o mappa das correntezs do
Ocano.
Em resumo, nossas citacoes provam
que na antiguidade, at a queda de Car-
tlago, 1-1:0 annos antes de Jesus-Cliristo,
o Ocano tinha quasi sempre sido fre-
queaado, que a America era oonheeida
dos povos navegantes ; em ult rao logar,
que a laciiidade das communieacoes sem-
pre existin entre os do s g.-andas conti-
nentes palos ventos geraes e as corrente-
zs eqiiator aes cujo conhecimen to pos
suian/ os marinheiros phenicios Com-
prehende-se agora porque SalomSo pedia
martimos a Hiram para mandar seus na-
vios a Ophir e Tarschisch; e varaos mos
trar que esses lugares celebres da Biblia,
assim como Parvaim se achavara no in-
terior do rio das Amazonas.
(Continua)*.
(4) Segundo Plutarcho, as origens gre-
gas achar-se-hiam na America: os resulta-
dos de nossos trabalhos dao-lhe completa
razao.
^5) Inaccho nao era oriundo de Pheni-
cia, como alguns julgavam ; vindo pelo-
Ocano, andou pelo Egypto e a 'Phenicia.
recrutando colonos para se estabelecer
com elles em Argolida onde fundou Ar-
gos : Strabon o considera como pelasgio.
(6) HiBt. geral das viagens. tit. 1.
Eddrssi, geographo araba, faz tambem
menc&o desta estatua, assim como diveiv
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insiruiuaui.ua uo witu o uo V" "OI mu----- __ .1
para graval-as; ora em nenhuma parte dm| escriptores daquelle seculo


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