Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16558


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Full Text

- -
-**__


^-", Ji-r
AMMOL
domingo 18 de llardo fe 1894
4
\lUERO 3
..


NAMBGO
-
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados. 8$000
Por seis mezes adiantados..... i5$000
Por um anno adiantado .... 30&000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PlJBLICAgOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
* i
Os Srs Amede, Prince &.C.*, residentes eso Pars34 rae de
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Provence
Por seis mezes adiantados.
Por um anto adiantado .
Numero avulso do mesmo da.
Numero avulso de dias anteriores.
165500
33000

Telegnammas
mw faticulh so::::,::
Itio de Janeiro, 17 de Marco de
1891.
Contina pendente de decises do go-
verno a entrega dos ofliciaes revoltosas
azulados na esquadra portugueza,
O Conde de Parity pedio instrueces
a 1 seu governo sobre a entrega.
Hontem" foram aprisionadas 104 pes-
soas bordo dos navios revoltosos.
HojeJ foi ann^iciada urna manifesta.
cao operara ao Marechal Floriano Pei-
xoto.
Liiscna I T ele Mareo >>.
Ps inglezes acceitaram a arbitragem
para a delimitacao da Manica.
O Sr. Uintzesubstituc interinamente o
ministro de estrangeiros, que foi demit-
tido.
Pars, 1 7 de Mareo 94.
O anarchista Panells, tentando lancar
um bomba de dynamite contra os fidal-
gos na igreja da Magdal ;ua, morreu por
ter explod do antecipadaraente a me3ma
bomba.'
Londres, 17 de Mareo. 4.
Os banquriros Baring Brothers amorti-
sam as dividas de Buenos Ayres
Buenos Ayres ^t de Mareo
94.
O Dr. Assis Brazil est se preparando
para seguir para a China.
Os argentinos mostram-se sentidos por
isso, e express^m votos para que seja elle
substituido pelo Dr Victorino Monteiro
Montevideo 17 de Marco !.
Aps 21 votacoes do Congresso anda
nao se acha eleito o Presidente da Rep-
blica.
Sao os candidatos Ganeral Prez e o se-
nador Alcides j\;onteiro.
Itio 17 de Mareo 0-5
A taxa cambial sobre Londres foi hoj e
9 7x8 d. por 15000.
9"
*naa
r TT T
...
Itio de Janeiro, 16 de Marco de
,894.
Ao governador do Estado.
Recife.
Governo Federal, especialmente invicto
marechal Floriano tem recebido innme-
ras calorosas felicitaces todos pontos Re-
publica pela victoria completa sobre re-
voltosos.
Perdura aqui mesmo enthusiasmo que
manifestou povoao saber rendico Salda-
nha.
Corporaces sociacs organisam grandes
manifestaces regosip.
Governo reclamou entrega militares re-
beldes que refugiaram se navios estran-
geiros.
Breve comecarao'op-'rages guerra para
aniqu i lamento completo revolta.
Ministro do Interior.

Irherczina, i de Marco de 1894.
Governado.
Congratulo-me com V. Exc. pela gran-
de victoria da causa republicana. Aqui
reina grande contentamento na popula-
cao sendo extraordinariamente victoriado
o ome benemrito do marechal Floriano
Peixoto.
Viva a Repblica !
CorioUino de Cartaiho, governador.
S. Paulo, 17 de Marco de 1891.
Gobernador.
Congratulo-me comvosco em nome
d'este Estado pela victoria que acaba de
obter a autoridade legal assegurando a
ordem e a regencia do regimem legal.
Bernardina de Campos* presidente do Estado
de S. Paulo.
Qnipap, 16 de Marco de 1894.
Ao Dr. governador do Estado Pernam-
buco.
Concelho Municipal congratula-se com
V. Exc. anniquilamento revolta Capital
Federal regosijo completo e do municipio,
professor da cadeira villa frente alumnos
precedidos bandeira Repblica entregan-
do manifestacao escripia concelho func-
cionando, viva Repulica, viva marechal
Floriano, viva governador do Estado.
Olmo Corroa Crespo, presidente do Conselho.
Tillo Halviio. Arceline de Miranda, Custodio
Rosa.
Goyanna, 16 de Marco de 1894.
Governador.
Recife.
Felicito-vos e-mil parabens pela revoita
dominada no Rio de Janeiro.
Viva a Repblica.
Jos Lima, delegado.
I$elmt 15 de Marco de 1894.
Ao governador do Estado.
Recife.
Congratulo-me com V. Exc. pela victo-
ria alcanzada fx>la Rupublica COUTF& OS
seus implacaveis inimigos.^ Essa grande
novo despertou mais jjjsto e legitimo en-
thusiasmo no seio do povo paraense, por
ver que esse fcito largo passo dado para
a completa consolidado do novo rgi-
men.
Lauro Sodr.
Goyanna, 16 de Marco de 1894.
Dr. questor.
Recife.
Minhas felicitaces pelo triumpho do
governo legal.
Manoel Gomes, collector.
c 1 poda ser o pensamento do legislador He nao Cemmonicoume o delegado do municipo
9 33 DS 98SI
POR
::::s :: kqstepis
TEBCEIBA PARTK
UM CORAgAO PARA DOUS AMORES
III
Hosptalid'iie o
(Continuacao)
A' excepcao de certa oppressao e
grande dr na cabeca, sinto-me muito
aVem. .
Entilo, tornou o homem vestido de
prato que me dirigir a palavra, e que era
tan medico, conserve-so socegado, nao
falle, e faca diligencia por dormir. Es-
pero que amanha de manha lhe tenham
desapparecido a oppressao e a dor de ca-
Qoando o medico acabou de pronunciar
estas palavras, ouvi eu abrir-se ama porta 5
ao mesmo tempo precipitou-se no quarto,
Tomando em tont de alegra, um enorme
Co a, approximando-ae da cama, farejou
ruidosamente urna das minhas pos, que
penda fradaroupa. .-.....
Aada aqui #W, anda aqui ja! dase
ma vos no nudo do quarto.
PARTE OFFIC1AL
Governo do Estado de Pernam*
boco
EM ADDITAMENTO A08 DESPACHOS DO DA
13 D< MABgO DE 1894
Aliono Ji> de Saoi'Anoa. Encaminbe-se.
Amonio Ferreira do NasaDent.ncami-
obe-se.
Pallme" Spiller. Dm trjvimento ao p-e
8eo exclu 10 da closse o 38 da tabella B ana xa a
le o. 64, orna vez qae, segundo moilo bem pjn
era o D-. rracorador dsral do Tneaooro ontro
Eu recordei-me immediatamenta que
Fiel era o nome do cao dos Abruzzos, que
eu tanto admirara ; e foi assim que soobe
achar-me em casa de Mme. Simn. D'alli
a nada adormec e passei a noite tran-
qullamente.
Qoando de manha acordei, conheci que
se tinha realisado as prevsSes do me-
dico. Achei-me tao bom, que pude ergoer-
me um pouco, e, apoiado no coto vello,
olhar em torno de minr Um raio de sol
de invern, brilhante apezar de frouxo,
entrava pelos pequeos vidros da janella
e reflectia-se nos tijolos cuidadosamente
encerados que formavam o pavimento do
quarto. Em frente da cama havia um
fogao de pedra commum, no qual ardiam
duas ou tres grossas achas. Em cima do
fogao, e em logar de relogio, estava um
menino Jess, de cera, sob ama manga de
vidro ; de cada um dos lados do menino
Jess achavam-se dois bonitos casticaes
de cobre polido, quasi tao grandes como
os das igrejas, com velas ainda intactas e
j um tanto amarelladas.
No resto da mobilia notava-se escru-
paloso aceio, mas a mesma s mplicidade
quasi pobre ; roda da cama e as' duas
ianellas havia cortinas de casas, de fundo
cinzento, com grandes ramos de flores de
cores vivssimas Urna mesa de carva-
lho, de ps torneados, quatro cadeiras
semelhantes, urna antiga poltrona de cos-
tes direitas, coberta de urna tapecana ex-
tremamente desbotada, e emfim um relo-
gio de csixa, dos que vnlgamente se
chamara cuc, e que se fabricara eapecial-
mente as montanhas dos Vosgos e as
do Jura, completavsm a mobilia. Das
paredes, compensando a modestis do papel
perdaeento que as forrara, pendiera al-
a p-otercio a inda-tria nacional de iocootesiavr!
U'.iiidade geral a qae explora Spiller, mano-
li turan lo taea artigcs com matenaea brasi ei-
ros e rescindo com o sea exe Dplo coaira 3 ro-
tineir importag&o dos meamos.
Jj- AotoQio Franciico de Lima.EncBmi
nhe-se.
Uanoel Izioio Gomes do Nascimento. Enea-
minbe-.-e.
Pearo Gomes da Silva.Encaminbe se.
15
Abatxo asignados, empregado3 na colonia
Sania Isabel.Informe o inspector do Thesou-o,
Sadr Jos Domiogos.Ao Dr delegado d*
iospecioria eral das trras e coloolsacao.
Alvaro -bi Cavtlcaaie e ontro. Uto tem
luar o qae pretendem.
Alexandriuo Teixeira Lima. Infern o Dr.
qaester policial, oaviodo o adjainistrador da
Casa de Deten^ao.
Carolino Pereira GaitnaraesIlforme o jais
de dlrrito imerioo da Gloria de Golt.
EneJioo Goagaives Ferreira da Laz.Iaforme
o eageobeiro director da obras publicas se estao
taes coocertis rigorosamente na coJd c03 ex-
igidas p-lo respectivo contracto.
Francisco da Fooloara Bnto. -ladeferido.
Felismiao Pe-eira da Silva.Informa o Sr.
Dr. prelenie do Superior T-inaoal de Justici.
Secretaria no Governo *o Balado de Peraam-
ouco, 17 je Mj-g> de 1891.
O porteiro.
//. M. da Silva.
Qneilara iirial
2' eccao.N 58iecr-Una da Qaeatu-a
>ojm:iI ;o *e 891.
S-. Dr. gnverruio". Participo vos qus foram
n.iii.eio :etio>hi#M a Casa de Deteocao us segui 1
.e; Mwwaot:
.' uii'io !'rdem J.1S0 Gregorio Domiogos Po
^erro, P-uiu Gegorio D "Did^o P u Ferro, Pran
naca Lip>- V eir, remt los pilo delegado de
B,m Co'iaelou, para avrn,;u!C0es pollcaes ; Jos
Mitiu o 'ie Li ua, viudo da* Alagoas como cr -
i'io-o de morie no mooicipio a' ord.m do fun ine^Jdo da fregaesia do R -
cifr, J o Feucir-M de Lima, como desoraeiro,
a iniuba 'iisjl.-jcso.
CoujLDOQicoo-tne o sobdelegodo do Recife ba
ver capiuraiio por crime de estupro em ama me
ajr de 4 anuos, o in ivmu) 'e nome Marceiliao
Jos o* Santos, contra qaem proctde nos ter-
mos da le.
fri.i uesma antorMade f>ram remettidas a
esta Q es'ura 3 facas de punta, om comoass 1 e
um cauivete fe mola, rpprebeudidos em poier
le Je.-ordeKOH.
Commanica-me o soDd leeido da Magdalena
iue, em vista das diligencias a que esta proce-
sado relativamente aoi ferimentos praiicados
em Pedro '.elest.no da Silva, fez recolher i casi.
e Deteoc&o o individuo de nome J-.-a.i Baptisia
Junioi, connecido per J0S0 do Pao, indiiuao
como autor dos meamos fenmeoio*.
Pelo -obdrle^ado da freoeia de Santo Anto
00 ferm remettidos o Dr. J- promotor publico
la cai-llal as diligeaclaa po.iciaeB o que proce-
do conira o cabo de b.tao 8 de M-rco Cicero
"j RokoBarros, por cime de ferimeito*.
Ao 3r. Dr. aiexauiio ;<6 uabo. L'.ma. mu
Jiisno overoador do Estado.
O qe*tor
Julio de Mello Filko.
S Seccao.-N 59-SecreUMa da Qoestnra
Ponlul do Estado de Peraambaio, en 17 de
Marco de I89i.
8r. Dr. governador.Participo -vos qu* foram
hojtem recolbidos a Casa de Deteojaoos segnio
les individuos.
A minos ordem, Cosme Francisco Josf Vieira
ou Cosme de tal e Ciemenuno Fe.x de Carvalbo.
como gatuoos; Fraocisco Perelra da Silva, como
implicado 00 assassioato de Jo*o Gavmbo dos
Passos ; Bernardo Jo- de Sooza e Jos Gomes
da Silva, conbecido por Dada, -.corno criminosos,
viudos eate oo maoicipio de Limoeiro e aqoelie
do da Victoria ; Eleo'eno Jos Igaacio de Lima
e Izldoro Aibajde do Espirito Santo, como alie
oados com destino ao Asilo da Tamarioeira.
A' rdem do anbdelegado da frewoeiia do Re-
cife, Mirceiino dos Santos, por crime de tenan
va de esiop'o; Joba Jones e N. Wiblimen por
desobedcela ao capitao do oavio; Jos Ftlix da
Silva, como galano, a minba disposigao.
A'ordem do obdelegato do districtode
S JosS, JoSo na Silva Gdimariea, como alieuado,
at aue se offertc apporionidade de ser transfe-
rido para o respectivo bospicio.
A' ordem do subdelegado do 1- districto de
S. Jo-, Demetrio Jaouano de Soaza Batirlo e
Jos Gomes dos Passos, por d atorbios.
A'ordem do subdelegado do 1- distri'to da
Boa Vista Jo* Pinbeuo dos Res Nascimento,
conheci 'o oor Jo9 Gato, p ir disturbios.
A'ordem do subdelegado da Migdalena, Joa
BaplisU Jaoior, como lndlgitado em crime de
ferimentos._______________^^_
Thsoaro do Estado de 'Per-
uamliuco
DESPACHO DO DA 16 DE MiBCO DB
1894
Josjpb. C^ihirini de Olivairalo forme o Sr.
Dr. dotador.
Conpaohia re Santa Tbereza e Sebastiao Be-
ze-ra de Aiouquerqaa.Hjja vista o Sr. Dr.
pro carador fiscal,
i* lgnacii Castalio Brao'i. Ort tiiue-se.
17
Ade'.aiie Mana Farreira, Vicente Claudluo Al-
vts, Beilarmioa Francisca Lobj Barro-, Belde-
mira Ferreira Duira. Bernardina Perelra Ramoa.
Casimiro L'icto dos Santos, Companbia Pernam-
bucaoa, Domingos Jos Ferreira & C, Eminp_
Aie< Bezerra, F-lippe Mauoel de Sooza L^So,"
Francisca Arcelma do. Santos, Jo M. da SiIvj
Braga, J>s-.Barbosa da Cunba Moreira, J)?
Goncalves dos Sintos, Jiljdt- do (Aego Brrelo
e Alviren^a Loci I .JPrazeH Ja-o oe, Marii Ce-
sar de V. 1 a uns, ocha'el Manoel Tneophrlo
de A. Lima e V.cenc a Alves de Aorru e Mello.
Informe o S-. 0'. cml.dor.
Ba-.nawl Jv M. (iarnei-o B. C'valcante e
Bernardo Joa da Gamx Los. A o Sr. D con
lador paraos devi-iro tins.
J o Alves L T,.ti "eren. i.no 0 S >un e J>aquun Mn-r
00 da Silva. H.ja vi.-ti o ir. Dr. prodorador
riscal.
Andr F-anciic.o Baros. Informe o Sr.
collector ue S. L ureuco.
Apenas eu concluir o rpido exame
do local em que roe acha va, entrou no
quarto o mlico, o qual se dirigi a mim,
mostrando nos labios um sorriso de sa-
tisfajao.
Ola 1 disse elle. Parece-me que n&o
me enganei hontem noite... Mas dga-
me : o que sent ainda ?
Nada... A' excepc&o de grande fra-
queza, parece que estoo no meo estado
ord nario*
Pela fraqoeza nao se inqoete ; pro-
vem de eu o ter sangrado no braco es-
qoerdo hontem de manhS, durante o seu
desfallecimento, e sangrado, affirmo-lhe
que copiosamente.
Primeiro que tudo, agradeco-lhe
muito reconhecidamente os seus cuidados,
e em segoida pejo-lhe a fineza de me
explicar como que me acho n'esta casa
e como fui salvo do urna morte inmi-
nente
E' smplssimo, respondeu o me-
dico. Ante-hontcm, as 3 horas da ma-
nha, sahiu o senhor da choupana do rs-
chador JoSo Nicod, em companhia do 8eu
monteiro, para irem fazer urna embos-
cada as proximidades da Cava do* Lobo$;
ora, pelo meio do dia, nao os vendo o
Jlo Nicod regresaar, uspeitou que Ibes
houvesse suocedido alguma desgraca e
poz-se a caminho para procural-os.
Infelizmente os seus presentimentos fu-
nestos nao o hsviam engaad. Chegando
porto do abysmo, nao vio senao dois unos
estendidos sem vida na nev ensanguen-
tada- Depois, procurando melhor descc-
brio-o, ao senhor, inanimado e quasi in-
teiramente debaixo do cadver da fra
que. naris morto e que o estava sarna-
gando com o tea peso. O combate fra
.loCiboque ao dia 14 i o correte, na roa do
Viacoade Porto Alegre daqaella cidadp, trava-
ram lat, os iadlvrdoos de nomes Francisco Ely
sio Cavalcante e FeMx Francisco do Nascimento,
resaltan 10 da mesma luu sabir este levemente
fe-i Jo comjum Uro de rewilver.
A referida autoridade tornou coobecimento do
facto e contra o offeosor, que ae evadi, procede
nos termos da let.
Pelo subdelegado do districto da Boa Vista
foi remedida a esta Qaes:ora Hm de ter o con
veni me dps'ino a qaaotia de quarenta e oito
mil quinientos e quarenta ris, sendo dezoo
mim e oito ceios r s em prata, viota e sete
mil ris em oick-l e dou< mil s tecentos e qoa-
rentajria em cobre, a qual foi aparebendida em
poder do alienado Eleoterio Jos I ma e acba.se depositada no cofre dezta-reparu
(So.
Ao Sr. Dr. Alexandre los Barbssa Llm3, mu
digno governador do Sitado.
questor,
Julio de Mello Fiho,
Becebedvn* da Rutada de Perasm
buco
DESPACHOi DO t)l a 17 UB M.Uty.l DB
1894
O documento esnirjmo q4o priva *o cumpri
me to da clansoli 3* jo |respectio cooiracto. a
qual rcft-rese a demistao de ap*Trnd.e8 deti-
oados pelo governo.
O porteiro,
'vostodio B. da Slv &oimaraca.
.. -
EXTERIOR
EUllOPA
Sobre n qumceoteQario do in-
ho*0 0. H mriq ie Algan tragos
descriptivos Una lembranga a
proposi'O Un decreto sobre a
ce iovituliUraCooflio na Cmara
Manicipal de Braga. D. MiuuM de
BragancaPartida do Bnel geral
CentenoBoatos de c )t.fl t js em
Dirban laquerito vida porlu
esta.
Seguiram para o porto SS. MM. o ri e a ni
nba e o priocipe real, acompaooados peto nu
oiste-i) e alios persooagens politices, na ma-
nha de 1-, afim de asis ti r-m as f lenari,.
Tambsm para all par i-a n representantes da
innrens e nuitos cavalbeiros
Foi verdadeiramenie triumpbal a chegada
aquella cldade de SS. MM., que foram recebidoa
com ruilosa manifeaiao pmu ar tarde 'a-
quelle mesmo da.
As festas do centeonario do ia'ante D. Henri-
qne foram espleodilas.
Sa cidade acbavam-se mais de 30,00v> foras-
teiroa, que tiobam viudo asti-tir as me*mis fes
tus ; e 00 porto Qocmava nm coorajade ioglez,
que o respeco governo mandara especialmen-
te para esse flin em bomenagem ao canteonari ,
El-rei D. Cirios loaogorou a exposicao colo-
nial commemorativa da eraode data, bem como
a >ibos'"So az*i la ero Gaya
Foi imponente o cortejo cinco.
El re D. Carlos descerrou a lapide collocada
na casa em que nasceu u infinte 'D. Hnnqae.
Foi de grande magnideencia a ceremonia da
inauguragao do monamento do celebre navega-
dor, levantado em sm boora em Sagres, compa
receudo a festa, alm das sociedades e corpor?.
coes civis, altas notabilidades polticas do paiz
e es'.rangeiras.
Os cortejos e as allegorias estiveram brilbaa-
tes.
A ordem nao foi perturbada.
Realisou ae no dia 3 a conferencia de Pinhei-
ro C -i-igaa no edificio da Asaociagao C >mmer-
cial parante estraordiaana e fsiolbida assisten-
cia.
El ret D. Carlos con sua comitiva fez urna ex
cursio a dierent-s logares, oode se promove-
ram fe-tejos populare) em osara do qatnceote-
nario do infmte D. Heariqae.
Aguardamos maiores detalaes, para Ib' s
tran-m,t ir, si bou ver conveniencia pela oalure*
za das mesmas.
No entretanto, a:hamos no ?er tora de pro-
p sito dizer com Fe .-eir Miotiooo, qae a in
t Tferenc 1 do g verao deverla visar mais ao
hrgo, esoperaado pa*a qoe a nagao eregisse um
m momento congenere dos f los e carcter do
egregio portugoez, verdadeiro protagonista da
epopa martima portugiexa.
D. Ueunque nao perpetuou o sen noma peloa
lastres do sea nascimento, uem pe'os camoiaa-
tes 0vello ios das suaa faixas infamia
Gravou o fundo, iodelevel, raliantiss mo
as paginas dlamaotioas da bistoria, separando
a frrea e cobssal alavanca da sua lnbabalavel
constancia e da sua ignea devotaejao pela scien-
ca e pelo engran ecmento do pan.
Fez-se e perfez- e gaode, oobre o magnmi-
mo, cableando as escarpadas rocbas da antiga
TeraaouDal os acerces e os enflorados capaes
do templo da sua luimortalUade.
.Nicu naciente entre oas cambraias e mor-
reu glorioso e videute, rioghdo ao <'.orpo gros-
seira camisa de estraoba urdidura.
Nss.en principe mas mroreo beroe, conquis-
tando ao revo.ut-.a- de peno as lides e arduas
refregss universal clen-iade.
A sua vida foi um acervo de isenoe4 e geoe-
realdades entretenan de estreos e de proezas
um cumulo de -- r.li ios e de bsaemareocias.
Fot absorbente en ser avaro.
Juieue ee do seu De-til pelas pa'avras por
elle dirigidas ao re sed pae :
Qj6 se o lieiuj esta'a fallo de fo'Cas, qo
da o oi.itieiro e o oumero de soldados para se
uor em coa a conquista de Ceuta, a elle Ibe pa-
reca qre, reformando-se a ex:essiva despeza
da Casa Real, se ajui.aria um couslderavel tbs-
SOd'O.
Ni presente conjonctura, resolvirta a effc.ivi-
da e .'estas honras postbamis, all; jo.-l a
m-reciiias e icaeSs por ta-diasnao devera
e qiececer ao governo a patritica provincia do
Algarve, que tem iucoutestis .irnos a tole a
cous:derac2o pela aopremacU que Ibe cabe as
famosas descobertas qae aureolara a veneranda
fronte dp lifante, e a< boje eaaltecem e culni-
nam o perdsravel nome portugoez I
No dorso do 'a pronontono se lalboa o pri-
meiro observatorio wiuiw de P r ugal e
Moica da EortMW. sOi* .-BBrna eacofa-u"
11 ainera-.tica, geograpbit. nutica, astronoma,
cosmugrapbia, commrrcio e misica, reverbera-
{6rB do espirito creador e poientissim do in-
faute D. Uenrique, que sobre alia aooa e tres
sooa as enormes e caoceirosas fadigas qus o
sjbUmaram.
E esta pedra iccrostada de perolas de suor do
noDre rosto do inf.u.t all crysialiaadas pela
acyo dos lempos, vem ser ecterrada no lodojo
ambi.o de orna praca esconsa e esireitissima,
para servir de base a ouiraa pedras que nos em-
p-dram o espirito e que nao nos faliam ao cora
cSo, aem f.-.llam timbem a bistoria qae aa pitto-
resca pbrase e um sSetO, a oossa astronoma
social I
T iste !
Remeoelemesta calamitosa P'O'anacao.
Em L'gos, ou n'ootfo qnalqaer ponto do Al-
garve, ba anda mui'o cloc que fes parte das
muralbas rroariscase esse se-ia o proprlo para
o alicerce do moaumepio, reservaodo-se a lasaa
do promontorio para o pliotbo 00 pedestal da
eslatoo do sea immo-tal glorificado*.
Pablicoo o Diana 10 Gove a um decre-
to sobre assumptos seooviticulas.
Precedido de um relaiorio bem elaborado,
para fo gar qae negocio to importante Dar a
agricultura nacional tenba as regiOea offi:iaes
competencias, de que lio catbegorica affi-ma-
cao o decreto puolicado.
Sem duvija a falta de applic lo de metbodos
scieoticos e racionaes a algons dos oossos pro-
blemas agrcolas, seoao tem invalidado, pelo
meDos ba atienuado, os effeitos de medidas que,
condozdas d'outro modo, teriam prolazido
grandes resultados.
0 pnme.ro iroblema e faodamenta! a resolver
para o repovoamento de nossos vi .h dos pelas
cepas americanas existente', endo egta resis-
tencia funecao da variedade e do terreno 1
se cultiva, o primeiro problema repetimos, 1
o ejtodo desaas difieren tes variedades nosi
sos setos. Compreneode-se o quinto este eoahe-
clmento essencial sendo delle que depeoso
(aturo das vinbatanas portuguesas.
E' aqji que vemos a competencia do Estis
qoa se imp a sua necessaria e valiosa itftw-
vejeo.
Os agricultores aleda boje teem de recorrer
aoa livro8 estrangeiros para tomarem esia ib*-
t>ucc'o defeituoaa, sem dovtda, peas diflerettes
condic.sjs climaterias e geolgicas a que se aapt-
cam e diversas das do nosso pafz.
Para o estado d'aan cultura, o melhor t-
cesso que conbecemos o eosaio dessa calta;
seguindo o sen de.eovolvimento, notando as
cansas que leocam infljenciado a sua maiefea
vegetativa, as modincag6es operad s etc. Esta-
da-s o terreno, estuda-se a metereolog'a tocas.
acompaobaado a nos seas effeltoi nais raine-
ciosos, e da a dia vae-se tragan o a linba vege-
tativa da cultura, observaudo todas as modi&ss-
{0.8 qae aprevena, libando as com as seas
causas determinantes, sem tacanas nem ioiar-
polar;6es bypotbetlcas.
E' isio que sa deve fazer e foi isto que *a(x
se nao fez de um modo completo, embora denle
muito a vitnaltura port gueza tenba necesaiSB-
de imperiosa desea estados generalsima*
todo o pmz e consejen losamento levadas, a
nm J nagte jornal dlssemos, ba perto de daw
annos, a vantigem que baveriv em os facer 4s
modo a se;vi?e~o de guia aos viticultores e ass
agrnomos. Nem aos nem outros. possaesass
elementos segaros de qae possam laucar atas
quando este problema Ibes apparega : recorres
a observacao imperfeita e incompleta, acciden-
talmente colh da u'u.n oa n'oatro caso pfu
p-op-ios viticultor s, i as mais das vezas vtcioai
na sua generalisaco.
Nao dissimulamis, portaoto, a sea iHfBse*
sao que o decreto do S-. Lobo de Avila nos sre-
daziu, na parte relativa a es es estados ; ase
lacana qoa veto preeDCber, e o nosso dstejo
que na eua exeengao baja a ro vootade se
competencia de ana d 1 edacac&o experiaea-
tal, para proveito da viticultura portugosae
gloria do seu pessoal instructor.
Ni Cmara M mieipal de Braga qaeriac
vlce-p-esidente Sr. Ferreira de MagalbSe qaes
secretarlo Dr. Sonza Macbalo escrevesse oa acta
amas palavras otle islvas ao masmo secreUq,
este pean !gou-se a isso, o que levoa o pee-
sid-nte Or. Maceio Gbaves a suspeodel o por V
das.
0 D Abes de M lio, vereador da nrtaoria
propania-se defeaier o secretario, mas aeasc
momeu'-o a" individuo estraobo a Cmara atine
um ofiject ao peito do S-. Mello, feriado-a; as
que eguio se grave conflicto qae trminos ceta
a saluda a s^la, dos verea lores da minora.
Caosoa seasaco o faci, e alo sa falla ese
Braga noitra 'osa.
0 S-. D. Mig-iel de 8-aganca es^r*aes,
pelo seu proprio punbo, ao Sr. Conde da B itt-
nna, communicanio Ibe qoa se acbava qaast
restaDelecido dos iocommodos cooaequea'es Ce
alaaue d' uflieoza que sifl'--ra e que Starta
talvez, xo'ante a educacao dos aei.s Sitio', c
A bo o un apo- Li fat- parti pan
Rio de Janeiro o Sr. Ceteoo. orVJ conol geoC
Kortugnez jonto ao goveroo da RepuoiKa das
Ectidot-Uaidos do B.-izn.
Cbesaram noticias qae em Darbaa rono?s
vivo cc'fl.cto eotre os inglsese o portogaetes.
Agoaraam-se pormenores a respeito.
Na Soci-'dade da G-iog apbia foi apreaes-
t ida ama proposta do seutido de iucluir-ae dk
manifestaces projectidas pa^a celebrscao taV
ceolenano da lescoberta da India em 1897 sai
inqaeritoa vida portuguesa, rigoroso e cons:tea-
cosamente feito po- homeos conpetenies, qae
devar abranger todas as faces da oossa eivat-
i-acao. todos os pbeoomeuos de ordem inteiee-
tual, affejiiva e econmica.
Po." grandioso o pensameoto, nao deve cooss-
darar-se impossivel r sua execocao. aiuda par-
que ja se lem entra nos levado a ellaito sigses
Inqoentj e out'os acbo-se em via de execoeta
obra a ag- ciltora commercio, ioas-l-i-, sltaa-
Cao das classes operaras, circolaco moaetaria,
etc
Sa esses inqueritos se teem feito ou se fazear
com mais 03 meaos projieo'ia e con mais es
meno proficiencia e com maior ou meor ngBz.
do mesmo modo nao se' imposive! proceder-sa
a um inquento systematuo sobre todas aania-
nifeata(5e8 da vida nacional, b -vendo tempo de
aoora para se prnjecar e effacioar um Ioqaerti
d'es.-a na'nreza, eral e complexo, que pasca
depois servir de bise solida para urna serie de
planos conducentes a urna iotira revisveceseta
da naco portuguesa.
Na ente, qoe o paiz at'avessa, nao para des-
pretar essa idea, qoe merece ser cooveoierte-
mente estudada e maduramente t-adoiida aoor.
projecto de realis cao p-aiica e immed ata.
O inquerito syslematico da vida nacional, pe-
demos as-eeral-o. vem Batisfazer orna necesst-
gomas molduras de madeira rica, contendo
gravoras de assumpto religioso,
tao violento qoe os canos da sua cara-
bina estavam torcidos e achatados.
O Joo Nicod tratoo de tiral-o de sob o
animal, com as maiores precausOes pos-
siveis. Depois, como o nao visse dar si-
gnaos .de vida, e sendo essencial transpor-
tal-o para om sitio onde fosse possivel
dar-lhe os prmeiros soccorros, ergoeo-o
como pode, pol-o as costas e dirigiu-se
para esta casa pirque sabia perfetamente
qoe vinha bater a orna porta bospitalera
que nao deixaria de se abrir para rece-
bel-o.
Mme. Simn, esta providencia de qoan-
tos soffrem e se dirigem a ella, esta mi-
ragem viva da bondade de Deas na trra,
agasalboo-o como agasalharia um filho,
se o tivesse, e Ibe bouvessem trazido assim
moribundo- Ae naesmo tempo mandoo-
me chamar a mim, qoe ba moitos annos
lhe consagro a mais sincera amizade, e fi-
cou satisfeitissima por saber que o pe-
rigo era menor do que a principio ti-
nhamos jolgaao... Bastn urna simples
sangra para / tirar do pessimo estado em
quo ge achava. Amanha poder* levantar-
se e conservax-ce fra da cama por ama
hora ; e d'ajqui a quatro ou cinco das
nada obstara^ se for esta a sua vontade,
de regreasar sem demasiado cuato a fa-
diga ao seu castalio de Brocy
Eu reiterei os meus agradecimentoa ao
medieo e isse-lhe em seguida :
-So meo monteiro? O meu relbo
Domingos' Nio me ssbe diser nada
d'elle ?/
O doutor Yoltoa o rosto, e nlo re-
spondtea. -JJ
lenno coragem para o. oanr, cobU,
nuei
tor.
eu ; pode dizer-me todo. Sr. doo-
I
-r^r
iii m. f 11
ll
O Domingos morreo, nao verdade ?
O dootor fez om signal afSrmativo.
E nao dizer-me os pormenores daqaella
medonha desgraca ?
O JoSo Nicod debroyou-se para o
abysmo, e pareceu-lhe ver no fundo d'elle
restos de um corpo mutilado, informe e
ensangoentado
Segando todas as apparencias quanto
resta do corpo do seu desventurado com-
panheiro.
O Joao Nicod suppSe qoe o velho ca-
cador se apora imprudentemente na raiz
meio apodrecida de um abeto, conforme
na vespera dissera que tencionava fazer.
A raiz faltou-lhe de certo sob os ps, e
o desgracado precipitoo-se no fondo do
abysmo, despedacando-se as paredes da
penedia
O dootor nada mais disse. Sent aper-
tar-se-me cruelmente o coracao e asso-
marem-me aos olhos amargas lagrimas.
TU
Mar ganda t Maa
Nao me achava anda restabelecido da
impressao dolorosa que sentir, quando
entraram no quarto duas pessoas*
Eram madama Simn e sua filha.
Madame Simn nao pareca ter mais
de quarenta e cinco annos. Era formse
ainda, e as linhss suaves e regulares do
rosto viam-se-lhe os indicios da mais ter-
na bondade, da mais verdadeira earidade
evanglica. Os contornos do corpo eramr-
lha dissimulado por sm rostido do 11
preta, largo o fluctuante ; cobriam-lne os
osbeUos prematuramente emhranqueoidos
-

pelos desgostos, urna touca de crep prete
Madame Simn andava ainda de luto por
seu marido e jura va usal-o toda a saa
vida, tanto no trajo como no coracSo"
Pareceu hesitar ao transpor a porta, e
com o olhar interrogou o doutor
Entre minha senhora, disse-lhe esto
ultimo ; o nosso doente ha de ficar satia-
feit ssimo, por poder agradecer-lhe pes-
soalmente a sua graciosa hospitalidada,
e os seos cuidados tao solcitos. *,
Madame Simn aproximou se da cama, -
com a bella physionomia illuminada por
um sorriso celeste ; na expressao do
olhar havia ternura quasi maternal.
Bemdito seja o senhor disse
Chegamos a estar muito assustadas; mas
oramos com tanta qoe os nossos votos
foram ouvidos...
Est quasi inteiramentarestabelecido...
__ Gomo seria possivel, respond e
com voz trmula de commocSo, que De
nao attende-se suplica de dous dos
snjos!
Madame Simn inclinou-se, sorrindo-os
novamente depois, voltou-se para o medi-
co, perguntou-lhe :
Acha-o muito fraco, nao verdeas?
De certo, respondeu o doutor...
Lembre-se deque perdea muito sangue,
de que nao toma alimento nenhom las
quarenta eoto horas...
E nao podara comer agora alguma
sinha ?
Sim, poda ; com tanto que seja
da muito leve.
Eu mandei fazer caldo do frangao. ~
Parece-mO que o qoe lhe convm ; uxss
tgeinha d'este caldo, sem pi, deve f-
ser-lhe muito bem.
Em seguida disse a sus filha :

*> iCM
' >"-'. X
-I S'.l'SSJ


1
Diario de Ponambuco Domingo lae Margo de l*Oi
dade ; pas no meio das ramas e das in:oheren-
cus da sortedade eontempor.nea, arge verificar
o qa.- ta a|desprew on a aproveiUr para a re-
constra-gao di orden social.
Iaqueruo a'esia oaUresa, lnqoeritj melaoli-
camente p-oisctado, dirigido e etecatado, e leu-
do en vista, pelo connecimanto preciso do mal,
arrancar o pas do do estalo de dcidenci a
qoe esta relaiido, o qae fol lembradoe pro-
po3ti na Sosielale nm grupo de nomeos novo*. Inte ligiate e es
tndiosos, para a reahsagio delle appeilo os
ioi Madores para todo o geaero, sabios e opera-
rios, p*ofessore3 e eigeoneiros, e hegieoisiag e
Iuoccionari3s, agrnomos e daaaceiros, indus-
triaos e enmraerciaates, artistas e escriptores
pblicos n'uma palavr, como dizem, para tolos
os qae sabem oa qae seoiem.
Sobre este assumpio accreecenta o Sr. Teixel-
ra Bastos :
Adopie-se o pecsamer.to de um Inqoerito a
vida po'tugueza, e pela approxiaugao e coof.on
to de miliares c mitnares de fados caidadosa-
mente reunidos e coo.-aeaados com o concurso
de tolas as boas vootades, cbegae se a tragar
com exactilao o eatedo econmico, ment 1 e mo-
ral da nossa sociedade.
Nao seri de certo nm trabalbo vo.
E' to vasto o campo ata investigacOea e dos
factos a colliei-, para se poder levar a effetto
om inqoerito to geral e complexo, qae conviria
dar comega, qoaaio ante*, a execngo dVssa
ideia, para estar prompto o balanco da vida por-
tagneza no aono em qae se ba de celebrar o
qnarto centenario do descobrimento do caminno
mariiimo daladia.
Fol esse decob-iraaoio om do3 erande acoa-
tecineotos. qoe marcam na historia o comeco
dos temos moderaos, e para Portagal o apo do sea deseavolvimento ; marcar da commeuoo
rago solemne d'essa data histrica o resurgi-
mento da nossa naciooalidade ama ideia pa-
tritica e suggeativa.
Ja o tricentenario de Gamoes dea am grande
abalo a alma poriagoeza ; nao foram to forte?,
nem lao decisivas as aun cooseqaencias, como
no momeato se acredttoa, mas tambem cao foi
iateiramehle perdida para o fatoro do paiz a
agitacao mental e moral qae se tu em volta do
Dome do oosso g*ande pico.
A commemorago da deacoberta da Iodia pode
mnito bem ser um novo estimlo para a revives
cenca portogae-a ; moito mais tendo se previa-
mente realisado o rigoroso inqoerito vida na-
cional, no sentido da Dropoata submettida con-
slderacao da Sociedade de Geograpbia.
ESTADOS DA IWAO
ahia
Datas at 24 de Maio :
Em saa ediySo de 14, o Diario de No-
ticias pnblicoa. entro outros, o serate
telegramma official, do Rio :
Rio, 13.
Revoltosos, mettidos circuios (ogo, pro-
puzeram capitular hont 'tu, pedindo garae-
tiaa vida ; governou rocusoo, declarando
b acceitar rendic&o discri^So.
Hoje 3 horas tarde, rompen ataque ge-
ral cootra revoltosos, cajo chafe e alguna
officiaes aailaram-sa navios estrangeiros,
abandonando navios, fortaleas, mannhei-
ros, soldados ntvaes, feridos, familias e
mais rebeldes.
Navios e fortalaaas occapados por for
5* da governo.
Esqaadra legal domina.
Viva a Repblica.Bloriano.
= A mesma fotha. refere que, em con-
equeocia da termi>-aq2o da revolta noi
Rio, hoaVa diversas maaifeatacSas da re-
gosijo, sendo fechados 14 os estabeleoi-
montos pblicos:
Anda a referida folba publica o se-
gainte resultado contecido da eleicSo do
dial.-:
Presidente da Repblica
Prudente de Moraes 24458
Affonso Penna 16972
Lauro Sodr 3711
Cont *
Roy Barbosa 76
Vioe-presidente
Victorino 26225
Almeida Coato 20211
Ruy Barbosa 95
Paes Carvalho 29
Senador fodeal
Jos Goncalves 25935
Victorino 84o6
Qaanto a votarlo para depatados, eram
apenas conhecidoa resultado* incompletos.
A' 11, na secretaria da Facaldade
Livre de Direito deate Estado, o i-ro de
bacharel em scienoias jurdicas, Manoel
Alfredo de Garvalho ; em scieacia jari-
dicas e sociaes, M-rio Pi QuimarSea
Tourinho, Affonso de Oliveira Fachinelli,
Manoel Lopes Pontos Jnior e Angelo
Henriqoe Martinelli Jnior.
Sob o titalo t O Volta Graade pa
bliooa o Dia io d Noticias de 12 :
c O nosso correspoodeate, de cidade
Cichoeira, transmittio-nos hoje um tele-
gramma diaeado qae, por crt*a partica
lares all resabidas aabe-s- qa' foram ata-
c das pelo grapo de Volta Grande a*
torgas do govoroo, perdendo esta em tres
encontros cerca de l O peasoat.
* No dia 3 houve mais nm assalto, no
qual foram derrotados os baadidos.
c Daoois de grande carnificina coase-
gaio a forca. publica capturar o celebra
salteador Manoel Tonco, >
No da 24 escreveu a mesma folha -
* Ante-hontem, no lagar denominado
S. Julo, 1- dietricto de Pirar, den-se
um grande conflicto, de que resalto* a
morte de Ricardo Luiz Carioso com urna
grande lacada sobre o peito esquerdo.
c icou ferido Fortunato Gomes dos
Santos com urna facada no lado direito.
c As victimas foram transportadas para
o hospital de Santa Isabel, oade fas-so
corpo de dalicto.
Como indigitados autoras ou cmplices
foram presos dona individuos. >
Alagoaa
Datas at 16 de Marco :
S recebemos a Gazeta de Alagos, em
qae alias nao encontramos noticia alguma
de interesse.
ioecie de falslticacao bem conh-cida, para -a
vestir os moras ordinarios o dar-lbe corpo,
par os papis pntalos, e, floalroe te, para a
pri'PdraQi da baryti e oatros saes de D*ryim.
Como esta sunsn va, em massas comp existe a acco de diversos agentes corrosivos,
taes como a lessiva tervenlo, a maior parte dos
saes cidos, o sal marlnno oo rt cosnia, o
litre, os cidos cnlorryirt'".o e pbopnonco qan
tes. o acido solpno'i'o d'laii-i e fro, etc. otili-
sa-e em algunas falriias de productos cum-
eos pira coalrnir eionjtn emente as vasiibas
destiaadas a conter estes diversos reactvos.
Para isso (o'ra-se o foado e as o r 'des de-te-
recipiont's coOtraidos de m.delra oa de i-e-
dra, com laminas bem direitas de'barjtina, eo-
cnem-se ai juntas c m om cimento compoaio da
mesma substancia palverlsaia e orna diesolacao
esp0" de "aoatchouc, ou borracha, na csseacia
de th i-'b-ntin.
i^TransIormando a barytlna, solohato de baryta.
em sulpareto e depois em hvyta bydraiada ob-
tem-se todos os ss-:-s de haryta.
O ulabito d iMTfta aruliia', coobecido tam-
bem pelos noTies ae b-aaco liso e0'aoco
de baryta* t-n nnmj-osas apollca^es e a ia
do'tria consom ,.'- m <: qoantidades.
M laltrnn de L'lle mootoa ama fi>brlcacao
deste braoco llxo, q e iode-se elevar a 2
toneladas por tita e. cerve para a pimora bran-
ca, qae nSo alterada pelos agentes atmospne-
rlcos, como a de alvaiades ; pora o emnraoque-
iim-nto dos te':tos, o asse'.inameatj de pap;is de
torrar casas, o lustre e bruno de caros e car a confecgo lestes papis imitando o paooo a m
os quaes fabnc?m-se collariohos e ponbos de
camisa, etc.
A baryta, no estado livre oo de carbooato.
tem oti.idade n faOrlrago dos cidos actico,
tar arico, cinco, e, em geral, ue todos os eclaos
qae sao ootidos combinados com a cal oo exydo
de cnambo e isoladts depois por meio do hydro-
genio suipbaretado oa acido aulpborico.
Serve anda para a preparacio das arcahs
poros.
O cnrb'nato d; ba*yU me-mo natural pelas
sua- proprle destroicSo dos roedores o qae faz d pe i'a contra os ratos .
Emflai M. ao-u if at indicoo-os para c trata-
menio dos uiri-gos de beterraoa, uonde permu-
te ext-anir o assocar crysUllisavel. qoe ani exi--
te em pronurges uotaveis.
O aztalo de baryta tem apphcaco nos fogos
de artllelo para dar a cor verde
O seo emorego como reactivo nos laboratorio?
multo p- q-j'-vi i e s o citarei de passagem.
O solpbato de Oaryu oo barytiaa, gpalD.) p-i
sado mallo abaadan'e oa oatareza e encon-
fado em masaas e nos veieiros metailiferos par-
tco rmenle nos de prata, antimonio, cob-e,
mercarlo; serve de ganga aos temer.os; ra-u
adiar veieiros ricos de suipbato te barya sem
m nerios metallicos.
a jazlda de Timbooeba nao foi eocootrido
ainda minerio algum, mas nao sera qoe, com a cootinuagodas pfgqozas,o meo U-
lostrado cellega aebe um un de^tes metaes.
NiArax, no lagar denominado Bebedoo'O.
exista tambem barytina. Soa cor verde e o mi-
neral compacto-
Seria te otiliade fazer algumas investigages
aegte lagar para a pruca a de mnenos meul-
licos.
QARTZO
O qoartzo a silica oa acido silcico em cry<-
(ae< oo formas crystallioas.
Qaaado puro ( ayallnoe apreenta-se o a
em p-qaeao~ cry-taes, ora em graoJes massas
que do logar a exploragdes importantes.
A serra dos Cry-Ues, em Goyaz, de ama ri-
queza i calcdlavel deste mineral, qae, oa se
apreseait de p oa sobre o barro e -lto.
En Minas o qja.-tzo encont-a-se em lo a par-
te e sob diversas formas : em Congonbas, pert>
de Grao Mogol, em Portelras. Arassaaby, lavra da
Baodeiriob*. pe-io da Diamantina, Barreiras no
municipio de S. Joao Baptista, mina da Morro
Velbo, Lavra dos Crystaes jauto i Serra do Meo-
u-anha (perto de Dlamaotma)
Sao innmeras as applicaces do qnartzo.
Sao variedades o qaa-izo :
O hyalioo* qoe empregado as lentes dos
iostrameatos de ptica, nos vidroadeeculos, pin
ce-nei, em objectos tora^ados, na joalberia.
Uoando e-o grandes p- d c, s inteiraxente (rau-
spareates, sem jaca< tem am valor moito gran Je ;
O enfdmacajo* qoe moito apreciado para
vidros de oco>os. eocootra se na Serra das Es-
meraldas, Minas Novas ;
O ama relio eeTrrdado-, qoe se enconlra em
3i Joo Bapii<>a no ilbc a qae i coanecido
pelo nome de topasio v rde* ;
O roseo qoe vem de S. Pedro de Jeqaioho
aba. do rio X pan dos Coroauo^, do Jaiz deF
ra e oe Saaia Lazia (peno de Sabara);
O toxj oa ameibysta moto spreciado para
a joalberia e que vem do Grao M jgol. lavra das
Po-t-iras e rolados dos a!llue:.l -s do r,o Arassaa.
by;
O leitoso opalescente amarellaJo com refla-
xos zoes e verm-'ibjs. cocQecdo pelo nome de
aftrsaola, man nodo para jolas e que t fre
aaente em 8. Joo Baptista, na aieuoa do
Rayol, perto do Presidio, em Minas ;
O qoartzo asbesiiforme, com bellos r.fl-xon,
conoecido pelo nome de > ho de gato appare-
ce no rio Itacambross alHoente do Jeqaitinbo-
nba, mas nao tem os retlexos do verdadeiro
olbo de gato. E' urna v^nedade de cor atu
esvrd?ada ;
A aventarina qae com nam ao rio Jeqaul-
naoaba, e uuu -mpregada pelos joalbeiros.
O jaspe bgado, vicio aa Diamailloa, qoe
nao mais do qoe qoartzo ebeio de o sem no
mero de agolbas de rutilo.
O qaanzo ^raxo q.ie e incoa 'a -o em Mor-
ro Veioo. Sama Losia da Cimp O qoartzo amenace > oa rea silico-a, emp-ci-
gala para o fabrio de vid-o, para as arg sas de coostrucfiao, eacjnt.-a-se em quasi to>o
este Estado.
As calcedonias e as gatas qae sao ponco
vallares em M>nas.
O slex qae ncontra-se em B >m Saccesso
e per o da cidade de Caatb, onde tomar im-
portancia a soa expioragao para o labnco do
rerau da louga ;
Os jafpi vermelbos verdej e variegados
qoe sao abaoJaotei com o seixos dos rios Jeqoi
tiiboaoa e oatros 1o su lo de Minas.
Com to variadas applicag6es as especias de
qoartzo encontrados em Minas podem dar logar
a ama adasina oeqaena e prospera.
Francisco di Paula Oliveira.
Eogenbeiro de micas.
(Contina).
sos re iutiio3 ao mini.uo grao de lidicAo. Bi-
ta aegao cont'ooa dos factores oeieortcos de
compoe a maasa dos sebitos at f andes profoo-
di'iadas.
Perteiceo'es aos terrenos primtivos nodemos
Umo-m cumprehsoder certas CtlorajOes, qoer
originadas pelas reaccdsi en i micas na po a de
en deposito no seto as aguas, cu r orovenien
tes de arcOss meiamorphicas rtteiort-g.
Tamaem a'glas colorid?s aiformadas pela
decomposicSa, mata oo menos leja, das robas
Cormadaa de silicatos de bases Baltiplas, asso
Ciados a oatros elenentos.
Mas onle a lndost'ia vi eoemtrar materiaes
importantes no3 tiialwegs e nsi varzeas. Ao
*e formaram grandes e peqoeooslagos, e aereas
agua- parada*, lentamente te oepos.taram, oa
orden das respectivas deosldadei, os materiaes
a-rastados pelas aga Deixando de lado os materiaes empregadoa ua
cermica ah encoatraremo? gnu 'es depo-iOB
mataras terronas do limunito e ia bamat-ta.
as fraldas das Serras do Lantieiro -' da S.
J'js- d'EI-Kei, en s v^rzeaa vismhds, encoa'.ram
se diversos depsitos de ocraa de vanas co-
res. w tT
Na cidade de Tiradeotes orna compaohta ch>i
gou a se orgaoisar, mootando uiesmo varios .p
p.reibos para o preparo das ocas; m>s, teve
urna existencia ppbemera, nfto por falta da ele
melos de proeperldaoe i- sim por motivos a is
to albeos.
E' pena qoe os. nesses capitalistas fio ligaem
a aevida aiiengao s nqaezas armazenadas, no
nosso recondo .-o > qae sedeas, s aais das ve
zes, pequeo capit.l.
A explo-aQuo das ovu se faz a talbo aberta.
ou por meiojoe tuca-is qaaooo necessano pro-
curar no eeio dos montes o maienal conveni-ii<'
que as vezes se acba em contacto com as aruias
de oatra cor. Se a explorado em grande es-
cala, urna serie de w.gons irazem cobro orna
linba frrea ae peqaen^ ouula a materia prima
a olficina.
Vejamos a largos tragos o preparo das torra?.
Estas sao trazidas .e espalCadas em terreiros
espgoso-, fetos de trra i>eai socada e cocer
ta ja ..em de ama ootra carnada da ocra, qae se
pretenda preparar.
E'conveniente qae estes terreiros sajaos t-
benos de zi.-co. As trras devem abi peroiane
cer al (careta bem seccaa, o que rapidameol>.
se ooiem revoiveado-as larde oa manba cedo
Coavm esubelecer estes terreiros ao p d.s
jazidas para facilitar o tranaperte.
Oepois de reccas sao entao as ar^ilas lavada
em grandes caoaes dividiaos em secgdes, a di
ver-eos niveis, e onde os(m?.t9riass vio e dep
sitaudo em ordem de densidade.
Os elemedtoa mala tloos vo neces*ariamni
se deporiur as u>timas baciss. A aeua
eulo decantada e as trra-, aes m so.arsda
dos materiaes groseeiros, sao levadas para o-
terreiros ooae devem de aovo seccar.
Depois de completamente seccas sao con Juz
das aos moionos especues, de onde abroa c- *
passar em ama sene de peneiras. O p fiaiosi-
mo ass a ,'u.i- asmas preparam tambem a ocra ve.--
meiba por meio doamarello,lc-Iciniado-o.
Essa calcio-gao fetaeaijornos semelbaoie
aos do fabrico de tijolos.
A ocra amarella ao cahir das bacas de deca -
tago levada aos lomos em forma de nj&l -, >
depois de peraer a soa agua de by lraiagao, e lej
va E a mailos paizes europeas a industria da>'
ocras t^m se desenvolvido moito e esta em plena
ten tiiiada.
Em Tanoy, Franga, a
8egointe compo^gtao :
Alumtna e silica
Petoxydo ce ferro
Agua
argils explorada Um a
60
35
3
100
Os bol de Sasebab (t) de Anberg (2) anaiy
eados deram o si-guint resoltado :
Silica
Alamina
Oxy lado de ferro
Magnesia
Agua
INDUSTRIA
4 pequfliiai Indastria extractiva
ib I aeri I
(RevUta Industrial, de Minas Geraes)
x BARYriNA
A barytioa ou sulpoato de baryta orna
Bobatapcia pesada, ds diferentes cores, qae
apreseota-se na oatorexa em cryatae3 oo massas
compactas, lamellares fibrosas e granuladas.
Escbvfxeie. em 1833. indicava a existencia de
barytlna em Timbopeba, perto de Antonio Pe-
reir. Por moitos sanos foi desconbecido o
verdadeiro logar da jazida.
O meu collega Costa Sena, em pesqoizas fre
ooentes aos arrdores daqoelle arraial, coosegaio
tornar a encontrar esta importante massa de mi-
neral que poder dar logar expioragao dessa
subfltancla.
- A barytina tem diversos usos oa industria,
mesmo no Estado nativo. E' empregado come
fundeote as usinas de cobre, para a fabrica-
cao de certos vidros, para juntarse cerusa
oa ilvaisde e desee modo aagoeotir a massa,
As ocras
Nos grandes desbarrancados dos campo de
Minas, as argilas provenientes das echistos de
compostos mostrara ao viajante urna eoloragao
de arias naangas do vermemo e do amarello.
Esses desbarrancado.'', que 88 eacontram por
toda a parte, qaasi sempre tiveram orlgem, oo
as excavagoes fei as pelas miaeragoes antigs,
oo nos vatios, divisas dos proprletarios de terre-
nos. O pequeo soleo sob a aeco das aguas
meteoncas alarga-se e aprofanda-se, o cascalbo
redomoloha no fondo, abrindo calaeirOea, em-
qaanto as paredes lateraes, redas pela base,
desmorona ai-se encbarcadas da agoa.
A forma dos desbarrancados irregular; a
aegao destraidora procura as liabas de menor
resistencia, formando cavidades, qoe se irradlam
de diversos pontos da eixo ctntral. por oade ca-
bera anda e sempre as enxorradas.
Como as trras sao relativamente baratas, o
faseodeiro poaco caso fu desses estragos ; ape-
nas, para proteger as estradas, plan a linbas de
pileiras e de bamb', oo abre reg, qae afas
lam para o thalwag visIdqo as aguas fluvues.
Mas, o nico paradeiro ao des coronamento con-
tinuo a vegetagao nascida daa semeotes tr*zi
das pelas proprias auas ou pelo vento. As rai-
ces farmam um tecido de pralecgio bastante re-
sistente e vemos, em Brande es :ala, com ella
se oppe, em iodo o globo, a om nivellamento
geral dos terrenos.
Mas essas agaas, cavando o seio da trra,
veem mostrar ao iodostrial orna materia prirn..
de qoe a indostr.a estrangeira langa mao, para
o preparo das tintas denominadks ocras.
A ocra neo mais qae a argillt mistura la
com xidos de ferro dy i .-atados on*nfto, e com
xidos de mangaoex.
Os schitos forma dos de delgadas folhas Boper-
postas. e cortadas por feadas traaeversaes pelas
forcas internas delsam-satravessar pelas aguas
meteoncas, csrregadas de acido carbnico, e, em
menor dose, de cidos orgnicos.
O acido carbnico dlssolve os elsmentjs bsi-
cos combinados com a silica, emquanto as ma
terlaa orgiDicas alacia, os elementos ferrogiao-
As oeras lem no mercado diversos nomes ape-
nas numeramos os seguales:
Terra de Italia, ierra d reitja de Italia, veraicnj 10Jto, venaelno di-
Iogiaterra, -ermalb-i da Propia, suagoinea i.
to bernia, ve^meibo de Almagra, trra de Boiog
ne, pardo van Olck, tarra de Seane, ierra dr
somora.
Estas tres ultimas tero ama porcentagrm ui-.
ou menos grande do manganea.
As ocras branca, verme tu e amarella, parta
o Dolo araaeoio, to apulicada pelos doura lo-
res, podem ser encontraos oas vismbangae de
S i Joao a'EIRei e Tiradentes.
Esees productos sao mulio em pregadosn-
u ics'r.a dos p.p.-!s ip.ni.ilj--, puros ou no i^.u
pero de outras uaias na pmiura, na aonc-^gao
de lapis e em oatr .s m.steres.
Com essa iadutria na
pedem capital e pequeo
Um aos graades emuec.lboi dos productos m(
era- s a falta de ama legislagao soureu-ina-
essa ba je s-r |coavenieutemente estodada peio
Cou^r- -o Miueiro em soa prxima reuoiao, i--
modo a termes ama le sabia e cnteriosa, sem a
qu-i jamiiisa indastna progrediri.
O mea illasirado coilega Paula Oliveira, tem
nejt..3 colamaas cbamado a atteccio dos cap
tiluu.3, para om vanUjjso emp^e^o de eu ca
piiues na expioragao de vario* productos mi*
raes ; com esUs desp.-elenciosas Hutas procuro
auxi'ial o no irabaino oeaHco, qae empreneu-
dea-
Augusto de Abreu Laceria.
Engenbeiro de minas.
REVISTA DIARIA
Gymnasio PernambueanoO Sr.
Dr. Kegneira Costa, llustrado Regedor do Gym-
nasio Pernambueano, derigio ao honrado Sr. Dr.
Governador do Estado o seguinte oflicio de
congratulagOes :
Gymnasio Pernambueano. Em 16 de Margo
de 1894.Sr. Dr. Governador.
Cumpro o grato dever de, em mea nome e
no do corpo docente e aduiini.-tractivo deste
Instituto, congratular-me comvosco pela termi-
nagao da lucia fratricida, que ha seis mezes se
feria na bahia do Rio de Janeiro.
Assim me pronunciando, o fago com tanto
maior prazer quanto si Pernambuco foi o Esta-
do que mais contribuiu para a victoria da lega-
lidade naquella bahia, nao concorreu pouco
para esse brilhante resultado o seu enrgico, il-
lustrado e benemrito Governador.
Aproveito a opportunidade para reiterar-
vos os meus protestos de subida estima e dis-
tincta considerago.
Sade e fraternidade.
Ao Illustre Cidado Dr Alexandre Jos Bar-
bosa Cima, mni digno Governador do Estado.
O Regedor, JoSp Baptista Regu-ira Costa.
Fnnceionalismo Publico Possui-
dos do mais justo jubilo pela victoria da causa
da legalidade o funecionalisrao publico deste
Estado, representado pelos chefes das respec-
tivas rcpartigOes, quer estadoaes quer federaes
foram hontem, pela 1 ftora da tarde, compri-
mentar o Exm. Sr. General, commandante do V
districto militar, como representante neste Es-
tado do Governo Federal. \
Dignou-se de acompaobaitos nesta manifes-
tagao S. Exc. o Sr. Dr. Govefnador do Estado,
que Ihes servio de interprete dos sinceros senti-
mentos de que os mesmos se tachavam possui-
dos, interprete que nura eloquerite rasgo.de pa-
triotismo traduzo perfeitamenta ajuelles mes-
mos sen timen tos. )
Depois de ter S. Ex. o Sr Dr. jGovernador do
Estado elocuentemente interpretado o justissimo
rejubilo de que se achavam apoujerados os cora-
gOes dos manifestantes, retribuid lhes os com-(
primentos o Exm Sr. General que, num feliz
momento de ploquencia, fez sobr;sabir os dotes
moraes e cvicos do digno Sr. flovernador do
Estado, deixando francamente limpo os rele-
vantissimos servigos qoe tem S Efcc. prestado
este Estado, e portanto a Unio, ^omo um dos
pciocipaes.factores do.graad'e. triuaplio oblido
a 13 lo Cbrrnte* baha de Guanabartra.
Trocados os devidos comprimentos retiraram-
se os manifestantes amplamente penhoRado3 a
S. Exc. o Sr. General Leite de Castro pefo bom
acolhimento que ihes despensou. animando-os
a proseguirera na espinhosissima empreza do
comprimento dos seus deveres, a elles que,
como funecionarios pblicos, em suas mos lm
a gestao de todos os negocios pblicos e de
cui intelligencia e honestldade depende a boa
marcha dos mesmos negocios.
Foi urna manifestago modesta, mas que limi-
to honra ao funecionalismo publico pela expon-
taneidade com que fez transparecer os justissi
mos rejubilosde que se acba possuido pela vi-
ctoria da grande causa da legalidade que ihes
assegura a paz e tranquillidade no lar. paz e
tranq illidade que se prendem inmensa glo-
ria obtida a 13 do correte na actualmente lns
torica bahia do Rio de Janeiro.
Marcha militar10ni consecuencia das
incessautes ehuvas cabidas hontem durante todo
dia, nao poude realisar-s a fonnalura das tro-
pas e marcha militar annanciada para 4 horas
da tarde.
A demonstragao fesliva que assim ia ser da-
da pelo justo motivo da terminagfi) da revolta
no Rio de Janeiro, foi transferida para aiuanh
s niesmas horas indicadas, prevalecendo o
prozramma que hontem publicamos.
Hospital militarInfortaaram-nos que
amanh sera solemnemente franqueada 4 vi-
sita publica o Hospital Militar, alim de que
ejara apreciados os melboramentos all feitos
pelo seu digno director, o Sr. Dr. Miranda
Curio.
informaram-nos tambem que, para prestar
as continencias devidas as autoridades, o ba-
tulho patritico 6 de Wargo dar urna guarda
de honra, que ser commandada pelo Sr. ca-
pitao em commissao Gustavo Cavendisb, ia
structor do mesmo batalho.
Muitos convites tem sido expedidos fami-
lias e cavalheiros illustres da sociedade per-
nambucana para as^istirem essa festa, que e
de esperar tenhi toao o possivel realce.
Estrada de Ferro de OlindaTen-
do-se espalhado noticias desagradaveis relaiiva-
niente seguranga da linha frrea de Olinda,
no s quanto as condiges do leito. corno tam-
bem quanto ao material rodante o Sr. Dr. Pe-
reira Simos, digno gorente da empreza, diri-
gio-se hontem ao Exm. Sr. Governador do Es-
tado pedindo-lhe que se dignasse nomcar urna
commissao de prolissionaes para examioar toda
a referida estrada de ferro c eraiitir parecer
respeito.
Consta-nos que S. Exc. o Sr. Governador ac-
quiesceu ao pedido e vai nomear a commissao,
que tirar limpo a procedencia d'aquellas no-
ticias.
Passeiata cvicaHoje, tarde deve
organisar-se, no largo da Matriz de S. Jos, urna
passeiata, que percorrer o 2. districto da Ire-
guezia de S. Josa, inlo at a de Afogados.
Para esse fin foram convidados em avulsos,
distribuidos hontem, os moradores da referida
freguezia sem distinecao de classes.
Festa dos Ramos-Hoje, s 9 horas da
manha. na Matriz da Boa-Vista, ser celebrada a
Festa dos Ramos, consistindo era missa e oflicio
solemne cora deslribuigao de palmas, e canto da
Paixo,
ftecessidafle de fa/cr ferver O lei-
te-Olivier acliou, que u'uina penso de meni-
nos morrerain 6 de tuberculose intestinal e me-
ningite, os quaes nao luiliaiu as suas familias
precedentes hereditarios.
Mora a vaeca, que dava o leite, se a acliou af-
fectada de extensa tuberculose mamaria.
Espectculo publico d'hypnoptis-
moi*'oram pronibidos por lei na Blgica,
com sapientissimo concelho.
IIv-iorn- as escolasShuschny rc-
comiuenda vivamente aos mestres que nao deem
trabalho aos meninos para fazer em casa, e sim
para que o fagam sempre na escola, porque ahi
as condiges de illuminagao sao de ordinario
melhores e pode-se deste modo prevenir a rayo-
pia.
ProcLsso do Scnbor aos enfer-
mosNo da 20 do corrente, pela manila da
igreja matriz de Santo Antonio satura a procis-
so do Senhor aos enfermos.
Procisso das t'hasasi; hoje qne
a irmandade do Senhor Bom Jess das Cliagas,
erecta na igreja do Paraizo, expOe veneragao
dos liis, em solemne procisso, a imagein do
seu Padroeiro e outras.
O prestito percorrerasseguintes ras : larga
e estreita do Rosario, praga de i7, ras 15 de
Novcmbro, S Francisco, Duque de Caxias, praga
da Independencia, ras do Cabug, Buro da
Victoria, Flores, Paulino Cmara, pateo do Car-
rao, mas Coronel Suassuna, Vital de Negreiros,
Marcilio Dias, pateo do Livrumento, ra Duque
de Caxias, praga da Independencia, ra larga
do iiosaru, a recollier.
Ampbitrite^Para apreciarem as contas
e relaiorio do auno lindo e elegerem a nova
commissao fiscal, reunem-se amanh, 1 hora
da tarde, na Associagfio Coramerciul Beneliceu-
te os accionistas da.Corapauhia Arapbitrite, de
Seguros.
Progresso ColonialTambera os ac-
cionistas dessa companhia devera reunir-se
amanh 1 hora da tarde, ra 13 de Novem-
bro n. 19, em assembla geral, para deliberar
acerca de operacOes de crdito.
IS-yiii-o contra o celibato-!-:' til,
prutico a lira de seculo esta invengao inglezu de
fi[ue passainos a dar noticia : o seguro entra o
celibato.
as margens do Tamisa era dia sera nevoeiro
leu-se um cartaz que dizia Sociedade. de se
guros das soltcironas. Acaba de fundar-se urna
empreza, cujo tira ao mesmo tempo consolidar
e pratico. A sociedade dirigi-se a todas as que
esperara 11:11 dia unir a sua existencia de un
esposo; segura o casamento como se segura a
vida. E continua:
Se a 40 anuos, idade fatdica do solteronis-
mo- perpetuo, asegurada nilo houvcr encontrado
marido, receber urna quantia proporcional s
entradas realisadas peridicamente. No caso
contrario, se a solteira segurada perder esse
gracioso, as quantias por ella j pagas reverle-
ro aos cofres da conipanhia.
Como se v, simples e engenhoso e nao deve
ser mo negocio pura a com pan la, pois as se
guradas faro ludo para perder as entradas em
troca de um marido.
O titulo da sociedade um pouco irreverente,
mesmo em inglez -OWMaid's Insurance Society.
Que Eschylo charaasse as Eumenidas de soltei-
ronas, admitte-se, porque era poeta, mas que
urna sociedade to civilisadora e protectora do
sexo bello, o diga feio.
Era todo o caso o uegocio deve ser bom para
a corapanliia, porque allirraa a estatistica ha na
Inglaterra 60 >.000 senhoras solteiras. Que le-
gies de maidin de todas as idades nao alistar
a compauhia as suas apolices.
la I 111 o plano t ario 1 astrnomo sue-
co, o Sr. Gyldin, presidente da associago astro-
nmica internacional, oceupava-se na muito
tempo de nova theoria do calculo planetario-
0 primeiro volurae da obra em que traa des-
sa theoria acaba de ser publicado sob o titulo de
Tratado analyto das rbitas absolutas dos oito
planetas principaes, A obra foi dedicada ao
rei Osear, que tambem 6 astrnomo, pois a as-
tronoma sciencia real. O governo sueco sub-
vencionou a obra do Sr. Gyldin com lO.OOOjSOOO
da nossa moeda.
Prccoi'c jornalistaDemos ha lempos
a noticia do menino Tello d'Apery, o precoce
jornalista norte americano que aos treze annos
de idade fundou urna revista que prosperou,
The Sunny Hons e da viagem que elle empre-
hendera a Marrocos, Hespanha, Franga Meridio-
nal e Italia- Lemos agora em urna folha belga
a noticia de que o nosso juvenil collega fundou
ha pouco estabeleeimentos philantropicos, Tbe
Apery Socety e The Barloot Minion (A Mis.-o
dos Ps Desealgos). Destu ultima creou elle em
Bruxellas uraa succursal, dirigindo um appello
mocidade belga para auxilLI-a.
A Misso dos Ps Desealgos prope se a cha-
30Ciedade de officiaes da Guarda Nacional func-
ciona s 7 horas da noite de 30 do corrente mez.
para ser votado o projecto de estatutos.
Recreativa de Fe ve re i roA so-
ciedade desse nome, no dia 23 do corrente mez,'
far o seu sarao dansante, destinado aos respec-
tivos membros.
VisitaOSr. Percapo, i* tenor lyrico da '
! companhia Sansone teve a gentilesa de vir cum-
primentar-nos hontem no nosso escriptorio.
Somos penhorados araabilidade usada para
comiiosco.
EspaucamcntoHontem s & horas da
tarde ra do Vigario n. 18 o individuo de
nome Antonio Correia Lope3 espancou mulher
de nome Joanna Maria da Ccnceigo, amcagan-
do-a tambem com um caivete de mola cora que
se achava armado.
Sciente d'isto o Sr. subdelegado do Recife,
alferes Souza M ia, conseguio prendel-o reco-
lliendo o era seguida Casa de Detengo.
FallcciinentoVictima de urna cistite
sos as suas relages directas ou indirectas com
a hypnose ca suggesto.
Nesse terreno diilicil de caminhar desassom-
brado, o conferente fez innmeras e habis dis-
tineges, evitando da arcar de frente nenhuma
theoria e nao emittindo opinies novas.
Nao t a controversia notavel em considerago
aos delictos em que o individuo hypnotisado
passivo, isto e, victima.
E' evidente e ninguen. o contestou, que no
estado de somnambulismo, pode se ser mais
fcilmente do que no estado de vigilia, caso de
tentativa ou ae realisagc de um acto crimi-
noso.
O interesse da questo s se manife ta no
caso de um crime em que a pessoa hypnosada
serve de instrumento. A nossibilidade do fac-
i era si nao pode ser negada A divergencia
que divide os theoricos est rnente na possi-
bilidade pratica.
Fazer um individuo comer um roubo ou um
assassinalo para um lira experimental um
terica falleeeu hontem ra do Paysand brinauedo de crianga. eaind assim encontra
11. 22 A, onde resida o major Salvador narba- ; \., .,.;.. vj,;n;i,i,a, ,,,,0 nmvJm
Cavalcante,
funecionario estadoal
(1) (2)
i 9 33.23
20.0 i421
13.2 37.76
1.38
24.9 13.24
99.9
99.82
mar as cnangas ricas a soccorrer as enancas po-
bres e foi bem acomida na Blgica. De todos
os lados affluem ao estahelecimento dous em di-
nheiro e em roupa, caigado e vveres.
IMieniv l'ernainbui'anaJ accio.
nistas dessa companhia de seguros devem reu-
nir-se em assembl a geral 1 hora da tarde de
50 do corrente mez, na Associago Commercial
Benelicenlc, para resolveren sobre as contas do
anno- econmico lindo, e elegerem a nova oora -
misso fiscal.. .
Florestal \gricola-*A"s 12 horas do
referido dia 20, no respectivo escriptorio' ra
dd Mrquez de Olinda', devera reunir-se os accio-
tismo^e ojjriipe, j aqu npjiadraos,
25 de Janeiro a' segunda cbnTerncia.
deu no dia."
nistas dessa companhia para dejiberatem acerca jas inferencias,effl-r ljcusieUa^1sbrej o hypna
da emiasio de movos ttulos, (iebenture*), de ac-
cordo com o Decreto n. 177 A. de lo d Seteih-
bro de 1893. *
tejiao de Soccorros MutuosEssa
lho Uchoa
aposentado.
Era o liudo maior de 60 annos, e foi sempre
um escolente pue de familia e um bom empre-
gado, zeloso e honesto.
O seu enterramento ter lugar hoje s 9 1 2
horas da raanli, sahindo o fretro da referida
casa.
A' sua familia, e especialmente a seu .lho, o
Sr. Dr. Arlhur Burbulho Uchoa Cavalcante, apre-
sentanios nossas condolencias.
TransferenciaEtn consequenca de
ser aiuanhu o primeiro dia da semana santa,
tica transferida para o dia 8 de Abr! prximo
a missa de S" Jos que teria lugar na capella de
Agua-Fria de Beberibe.
Euta e teriincutoNo dia 14 do cr-
reme no municipio do Cabo, ra do Viscon-
de de Porto Alegre da cidade do mesmo nome,
travaraiu lucia s individuos de nomes Fran-
cisco Elysio Cavalcante e Flix Francisco do
Nitsciniento, resultando da mesma luda salnr
este lerido com um tiro de revolver.
O offensor se evadiu apos o crime e contra
tile procede a competente auteridade.
Estado da l'arahyba-Do vizinho Es
tado da Parahyba Oerigio-nos o Sr. Fortunato
Pinheiro o seguinte telegramma :
. Parahyba, 17 de Margo de 1894.
Reducgo Diario Pervambuco-*RecUe.
Coutinuam festas triumpho Repblica.
Dr Alvaro MaeJiado felicitado populago.
Parabens essa patritica redaegb, Florian-
no Peixoto, Thiers brasileiro, Dr. Nasciinento
Feitoza, Dr. Barboza Lima, general Leite de
Castro, apostlos denodados mesma causa
Fortunato Pinheiro.
Aos PbilatilistasEra proveito dos
philatelistas deu urna folha Iranceza a noticia
de una disposigo legal que rauitos ignorara.
Em Franga todos os sellos que nao tetihaiu
sido carimbados sao validos, seja qual for a
data da sua emisso. Somente sao exceptua-
dos da aceitago legal os sellos emittidos em
1871 pelo governo da deleza nacional estabele-
eido era Bordean>.
Assim qualquer pode franquear uraa carta
e o Franga com 11111 sello emittido era 1848...
se no quiz-r vendel-o por om prego, ele.
Os citanosEstatistica recente revea-
nos a populago da ciguuos actualmente exis-
tente na Hungra.
Esses nmades, que um arcbe-duqao philan-
tropo tentou ha pouco Civilisar, sao actualmen-
te hospedes no reino de Sanio Eslevo era
numero de 18 i.OOO, algaristno redondo. Dous
tergos delles sao analpliadetos e nove decimos
naseero na Hungra.
Estes estao sujeitos ao servigo militar.
Collaboraciko litteraHaSiiiem to-
dos que se accupain ou acompanham o theat o
francei, o que valle a collaborago litteraria em
Franca.
Muitas pegas que vo scena dos theatros
parizienses tem dous e tres aulores. Nao co-
ndecamos porm urna collaborago to nu-
merosa como urna corajiaiiiiia por aeges que
se organisasse para escrever e explorar urna
pega.
O proprio Sr. Ernesto Legone, que fez um
espirituoso esludo da -collaborago, explican-
do-lhe o principio e recomraendando-Ihe as
vanlagetis licaria admirado do descnvolviolen-
to excepcional da collaborago. Agora jun-
tam-se dez collaboradores para fazer um co-
media na Italia.
Ahi vo os nomes dos collaboradores em
ordara alphahftlica : Almunzi, Bonola, Bossio,
Buzzi, Colombj. Carti, Haga ti, Manceri-Bono-
rano, Bighalti e Zambuid i.
A comedia ter cinco actos e cada um dous
collaboradores.
Curiosa <|iiestao\ 1 Franga acaba de
ser decidida judicialmente urna curiosa questo.
O cidado e livre de importar a roupa que
vestir, sendo a obra leita fora de Franga ? A
alfandega de Taurcoing na fronteira acaba de
resolver que nao, contra um alfuiate que ma-
nufaclurava roupa na Blgicae a levava a seus
freguezes era Franca, vestiudo-a ao passar a
fronteira. O hornera allegou que era roupa de
seu uso e que usava tambem vesiir duas cal-
gas, dous colletes e dous paletots por causa
do fri. A allegagfio nao foi aceita como boa.
Privilegios ^araiilidos )- privile-
gios especincados as a|)oliees da Equitativa,
sao garantidos, convertendo-se dest'arte n'uma
parle do contracto
t: velamen. Do Epicuro de lian te -
^a/./.a-^A primeira vez que sent a necessi-
dade de dar um baptismo estlietico ao cyclamen,
o chainei um beijo atado; e at que nao se ache
uraa detinigo mais liel c mais potica, manterei
a minha.
Nao talvez um beijo alado a corolla purpu-
rina d'esta flor sympathiea e perfumada, cara
alegra das collinas e dos montes ?
Vede os iabios de um menino quando se arre-
dondara como uraa madura cereja e dizei-me se
aquella bocea nao um cyclamen. E quando
depois esta flor tem as ptalas brancas ou a orla
da corolla rosea nao lalvez o beijo corallino
de uraa mulher bella, que se encontra com os
vossos labios levados pelas azas candidissiraas
d'um rajo!
Tambem o perfume do cyclamen est de ac-
cordo com a bellesa da flor; suave mas sen-
sual ; sao como tudo aquillo que das monta-
nhas; tem o agreste aroma da trra hmida e o
aveludado do musgo, transmigrado n'uma co-
rolla. Toda a planta pois modesla, concen-
trada era si, envolvida no manto das suas folhas
lucidas, marmorisadas, quasi carnosas.
O cyclamen parece que escolhe para crescer e
florescer as cavernas mais raysteriosas, as fen-
das mais pitorescas, e as colimas mais poticas
do monte. Ama a solido modesta e nao se con-
densa jamis em familias accumuladas, ne n
em turbas desordenadas. Quer respirar livre-
mente o ar purissimo que o circula; odia a
multidao das gramneas altas, e das hervas tur-
bulentas ; foge dos contactos dos arbustos espi-
nbosos e das charnecas temiveis, assim como re-
pugna as sombras muito fras e escuras. Ama
tambem o sol, ma3 quer que elle seja reflexo e
temperado pelas rochas, trra e plantasinhas, e
que estas nao sejam iguaes a sua altura, amolle-
cido da humidade das lichens, entre as quaes
escava umninho, donde pode exhalar o seu caro
perfume e do qual pode transmittir os seus bei-
jos s meninas e aos amantes que o procuram.
Alie ultime farfalle
Per la ventosa valle .
Date l'allegra caccia }'-
Ower con lento passo!
Spiate il porponnu ,
Natotra sasso e sassol ,
Furtivo ciclamio. ;
janella.
InvernQ dia de hontem fei de rigoro-
isso s vezes certas diliculdades que pro vem
do carcter ou do temperamento individual.
Na vi a real chegar-se-ha porm ao mesmo
resultado.
Tim, responde a escola de Nancy pelo orgo
do Sr. Ligeois.
A impresso de -perigo hypnotico foi at
inventada para caraclerisar esse risco social.
Nao, respondem os discpulos de Charcot,
pelo orgo do Sr. Giles de la Fonselle.
O Dr. Crocq uconipanlia esie ultimo conceito
no que se refere ao assussinato.
O criminoso alias escapara mui dil'licimento
ao castigo, atraigoado como indubitavclmente
seria, pelos innmeros pormenores imprevistos
na suggesto imposta, e dos quaes nao poderia
elle descurar um s, sera se denunciar asi pro-
prio. . Admittindo as mais favoraveis circunstan-
cias, um individuo excepcional, um hypnotisa-
dor extraordinario, ainda assim nao s poderia
considerar certa a impunidade
Nunca se verilicou alias um crime perpetrado
por suggesto hypnotica, desde que o hipnotis-
mo condecido.
A importancia do hypnotismo na criminologa
nao esta pois uesses casos : est especialmente
as violencias ao pudor, nos furtos, as captu-
ges de herangas, nos testemunhos falsos, delic-
os em que nao se pode deixar de reconhecer a
tacgo possivel da suggesto, s se ,bem que at
hoje esses casos lenhaui sido muito raros.
O Dr. Crocq insisti em urna classe particular
de delictos hype.oticos, pouco estudados, que
elle chama delictos por suggesto consentida.
Assim lerabra o l'acto de um conscripto com-
binar-se com o hypnotisador para ^te sugge-
rir-lhe urna enfennidade momentnea : paraly-
sia, sardes; mutismo, que desafie todas as sub-
tilezas do exarae raedico-legal
Tambera pode ser incluido nesses casos o
abortosuggerido, perf'.itamente praticavcl pela
produego artificial* de violenta emoefio. O
assassinalo pelo suicidio suggerido, que tal vos
lenlia sido praticado muitas vezes nao deve ser
exceptuatlo dessa classe de delictos.
Era todo o seu discurso que revela muito es-
ludo e conheciraento da materia, o Dr. Crocq
citou numerosos exeranlos, lazendo desfilar ante
os seus ouvintes todo o patitiieou do hypnotis-
mo criminal, desde os processos La Roncire c
Certetlan at os processos de EyrauJ e de Fc-
nayron.
t>peraces eirursicasForam prati-
cadas no Hospital Pedro II no dia 17 do coi-
rente, as seguintes :
Pelo Dr. Vieira da Cunha :
Pleurotomia reclamada por empyeraa.
Pelo Dr. Beranlo :
Extracgo de catarata do olho direito por me-
thodo a relalhe peripher co, processo e We-
cher.
Tarsorrap'-ia com relalhe ovalar e transplan-
tago dos bordos indicado por tricliizes da
palpebra superiora do olho esjuerdo.
Inspectora do districto mar-
timoRecife, 16 de Margo de 1894.
Boletim meteorolgico
Mors Term centi- Barmetro Tensao do
in.
grado
(aOV
757-,36
759-,04
758-,39
7o6-,86
755-.70
vapor
19,30
21,20
2i.90
22,50
21,66
{Juma-
dade
81
7-",
7.v>
71
80
27.c9
28,6
t. 30,0
|7,7
Temperatura mnima 2o,C0
Temperatura mxima 31,75
Evaporago em 24 horas ao sol o.m4
Chuva 15,ra4.
Direcgo do vento SE e ESE alternados de
meta noite at 2 h 02 m. da manh; SSE at
2 D. 24 m. ESE at 2 h. 58 ra.; NW at 3 h.
33 ra.; NE at 4 h. II ni.; NSE at 4 h: 23 ra :
N at 6 h. 08 m. : W al II h. 54 ni. SE e ESE
alternados at 9 h 24 m. da tarde, SSE eS al-
ternados at meia noite.
Velocidade media do vento 3,ra58 por se-
gundo.
Nebulosidade media 0,80
Boletim do porto
Prea-mar ou Dias Horas \ltura
bai xa-mar
P.M. 16 de Vargo 11-00 da m. i-80
B. M. 16 de o 40 da t. 0-90
PassagreirosChegados do Sul no va-
por nacional Olinda:
Dr. Souza Braga, George Ichuecly, Moyzs
Levy, Joo Carlos de Souza, Dr. Honorato Vel-
loso", Isabel i'ahiana, Araerico P. Guimares sua
senhora, 2 filhos, 1 Irma e 1 criada, Tiburcio A.
de Carvalho, Martyrio de Moraes, Jos Duarte
Sobrinho.
Chegados do Norte no vapor nacional
lieberibe :
Austriclinio A. Cmara Domingos G. de Frai-
las, Pedro Gongalves, Silvio P. de Miranda, Dr.
Francisco de Paula Salles, Sanso Sampaio, Jos
T. Freir, Manoel Ribeiro, Anua L F. Moura,
Padre Joo E da Silva Castro, 1 cadete e 3
pragas, Amasiles Baltar. Fernando Ferreira Bar-
ros, Luiz Antonio da Silva.
caa ae DeceNcMovimento dos pre-
sos da Casa de Detengio do Recife, Estado de
Pernambuco, era 16 de Margo de 1894.
Existiam
Entraram
Sahirara
Existem
A saber:
Nacionaes
Mulheres
Estrangeiros
_ Mulheres
Total
Arrasoados
Bous
Doentes
Loncos
Loucas
452
16
466
438
13
13
0
"66
409
382
18
7
2
409
Total
Movimento da enfermara :
Tiveram baixa :
Francisco Ferreira dos Santos.
Feliciano Jos dos Santos.
Tiveram alta:
Tiburcio Ferreira da Silva.
Vicente Ferreira de Paula.
Hospital Pedro II-O movimento dessa
estabeleciraento cargo da Santa Ca^a de Mi-
sericordia do Recife, no dia 16 de Margo foi o
seguinte :
Existiam. -
Entraram.
730
22
sssimo invern, pois che-ved quas.ininterrup-
taraente desde pela mahha at 'noite.
E' provavel-que essa c.-rava fosse geral, atien-
tas as oondiifies ..da athmospften>; e conseguin-
temente de,presumir que ps noslomem abun-
dantes aguas, dando cheias tegulafes.
Prbciss** AtnanhS fJelks'e 1/2 horas da
manh a irrriandade drj'Santismio Sacramento1
da-freguezia do Recife expOe em.solemne pro-
cisso a Vinhaticu em visitado? enfermos. .
Hospital >Port?uei->Entrou de se-
mana'd'rrirdofio Sr: Joo' Alve tle FreitaS.
O Iiypnotisino<-*<0Dr. .Crocq Filhos, cu-
752
Sahiram .
Falleceram
Existem
19
2
731
------752
O Dr. Crocq entrou no interessante assumpto
das suas dissertacOes, criminando os delictuo-
Foram visitadas as enfermaras pelos seguin*
tes mdicos 1
Dr. Barros Sobrinho, entrou s 6 3/4 da ma-
nh e sahio s8.
Dr. Malaquita, entrou s 8 i/2 da manh e sa-
hio s 8 3/4.
Dr. Berardo, entrou as 11 1/4 da hio s 12.
Dr.' Arnobio Marques, entrou s 9 1/2 da ma-
nh e sahio as 11 3/4.
Dr.. Lopes Pessoa, entrou s 9 i/2 da manh
sahio s 10.
Dr. Vieira da Cunha, entrou s 10 da ma-
nh e sahio s 11 3|4.
Dr. Bastos de.Oliveira, entrou s 10 1/2 da
manh e sabio s H 1/4. ,
... Dr. Tavares de Mello, entrou s 10 da ma-
"TTt e sabio s 11. ,
Dr. Nunes Coimbra, entrou s 9 3/4 da ma-
nh e sahio s 10 1/4.



HfGlVH
, ..... "m
-
-

.
' '

\-



'T ~ y
Ufarlo tfe 7eriiamYBCO Domingo 19 ae Mar^o ge *>T
Dharrmcpntiro entrou as 8 1/1 da manh e. cbe^on-seaapontar algoos nomes d*. Individuos;. Basta A oitacSo 6 BufBciente para dsr
[Idl lUtCUH v*_ anriMirtharfrta am rt fnn. a mola tinta vlflima ,, J
urna idea do que vim da amrmar.
sahio s t da tarde.
Aiudante do pharmaceutico, entrou s 7 da
manh e sahio *s 5 i/i da tarde
Cemiterlo Publica Obituario do da lo
deGKrmina Candida Nobre Gusmao, Pernam-
buco, 66 annos, solteiro; Uecile. .
Atina Maria Francisca, lernambuco, 46 annos,
^MaTio Thom do Nascimento, Pernambuco,
"SgtiSTfc*, jambbannos;
2Sf'joMMi da Silva, Pernambuco, horas;
JttetaJaqrfN dos Anjos, Pernambuco, 7 me-
mtuep Maa da Costa, Pernambugo, 3 dias
* Therea, frica, 0( annos; Boa-Vista.
Francisco dos i 08, Pernambuco, 6o annos:
Emilia, Pernambuco, 2 horas; Boa-Vista.
19 da Harto de 1885
M'.is urna *icUma Lmatotasa ao de-peitic-ao
olio imperial, remeai)'a* blaiorla pemaabn-
e
;9 so ios qoe Foi en.'o-ci.d- o
c i i tn.jo- ... i- lobo BeserM CivatcaM e
do batsluaQ dosHeori-
q i
i te (acto, Ir -; ^ctc-td- .is pilavrae de
F. 1 > Amaral :
i .'J3p^';p 30J "! 'van'. "aservigos tres-
j'j ir A^snoho ra
Civ unu e SuOaa, no da ti d-e i iab > 184
em q :e i fS ;*.i a dsModUf na ra Nova (cu-
ja .-i) da victoria) o baiafno de Emiliano F>-
Mppe BaiiciaMaadaraca, que cora o em a-
nominados, vioaadisposta. s cooi setter -
dea deas toes, aftaBeirameote no bairre de 3io
Fre:' (ro Goncalves, passjadorte^j s i o.- :>;
B >a rr, como ora aos implicados
na :n v nenta ;u uoaai u, -a ai'.'a i Son
g] lo B|Bdar, condeainal*) a morte,
por t drje ido a SjM-
D .: fi ei'-ol '< adaiiravel o c "n aaa Jante
do ., .h inqa-sa d-sde o du era que
foip-. i euiauefoi eoto-caio, oetn
am i. ite tarven o seamiant-s sempfd aereara
< Baai BaU b ras di mana d> din 19 de
Marco da 1823 ; fVs'c lampo o J 19 de a-rea
era oa soti) quando a limt-e ictira do mai
reaoiai MOtatismo. dessia com p B-me,
cercad i pelas .anisaros do poder imper-ai a
lonc lanada p--tra da ai.t a cai-is boje
U je N e c'aaaelle tosapo roa da Ca-
de:*.
. i jjj -!e tq-.i-do teoa
empenbados em dar j a mus orna victima.
< A tradicefto apeos dos Insirue de qoe boaii
essa teotativ., e que eUa dea se ralments, as-
sirn pode ma eco presecca d'qutlleg qoe !Qe abriram sa
porta da pnso.
Uco patriota oao tost.
Dii^m fflra esia ama da ob-ast, qa-^ o
rouriyr prooancinu q j-o 1 > rc^t-it iva o i a uea^o
f'Vor qori f Ibe faz'a lirraado-o 'a ojor:e.
Foi detse modo, com bcora r digoiljde,
tioio para o Krupo c^oimer i ate, qae tio esfor-
gadoia nit' cropean.^a-se paru livrar da inorte o
majar A^osiiabo Bsisrra ; orno paa esto, que
p.-Hfnri O tolOCSOStO fo^.
Eii o qae pr.'dozu a Ijra psraanbnc:ra :
SONETOS
Lan?e, Icngp da dos tigre sodeflto
H ir i el jqoo'o em asogas banano afnelo
O das icy-ie'iosoi profaaaade,
Qaal ter.-el atbeu;mJ, crur-nu.
Por ruis qaa si o- canc2 o p?n9amento
D s te*s Un ^0 irper:-lor, croel, Befan '<.
Acbsr -gual a ti em vao iatei !
O c ul T :-oiosio, o vingli c,
Do sacer :ote ajguo qaa a Toa uaia,
Glejje'-te s; timava e :ompa-sio.
Mis ea b'uo. sem rep> ito ao ia
D; PciiS) iio Sanaor, metnoratito,
F r:a r>: i m scofice hemauo e sj gloria.
TeoebrcsD amanhece o f.tal di',
Qa le M^ o 'VzeooTe se eco iva.
Qaan2 a Pii-.i de Cr.rilo se chorava,
QaiQdo a gecid cbrista mais se tffltgU,
N'oa iii de prd.i. Oh I si-t" imp
T-oijio qj" a roltgiao aaauficari,
B h'J- z. re, m>is cruel na- besitjva
Di jo-ie pj.-doar qnem deijai.
\ i r mirarlo o lyranao aleando o brac.',
Sic-ili-yi), ralfvso, ei art>i;ado,
A col ap-jria de Agostluo o lao.
Qje e d clpraenr-ia d^s-1 b.uti i-adj i
l idi enema n soriitso o t^i aevassa
Q ie de s-gaa cilu-ou te^api sjgndj.
Daixo. pois, de fazer oatra oits^Sas
qin tselhor amia podiatn c improvar a mi-
cha affira?ac2o.

Ter ano d io :
i8'a:a i:i joai a esUcSo lyrie-i em da.
A* miaba* leit.>r>8 divirrS sa muito e
mandem-mo, ai qiiiorem, bobs ioapressSas
p%ra a chronioa.
Manoel ArcLo.
SPORT
CHKOMCA
;, i'.-.;lu. C
[orja
que aatlr te acto d" aasllsmalm
aerial, sa eae O. a fala dos curiosos, rouo
i4r. ;-;i BUi-OCar-lUea o; braJoS de ndigo >CO,
qa^ ines podeaseaa brrompir doiotimo. Aii}
m' 11 hoavenias, voz?* p.iacas, ce-n ; "nj
b Be, qaa prntes'aram coutra spok" e
'. >elvageria, eodo paisagoirai seii-n
tjs den >osl i 3
) senbj trioandoe ameacadir dos eablT
deFraa (seo le L Da e Silva, mpoz l.-'gj all o
Corietliaeota felicito d'-^ui p ho.-oio
povj o3.-a.iuic>oc3r.o pIi teranaa^So da
loeta fr<*trdeida aa t<>raioBBtima babia da
| Cja'iub-.ra, qae oontin'iarnats i^ levan jo
reanimo a '.oos os angolas da pai*.
F<;o ainceroa voto3 pnr qae d'ora eaa
diauto 6om ra booefici i
;red:r o
L,o?aa a
mars!;:r eva do
e^trida
que
nosa patria pro6.
nnr:d.' A lirga o raudiosa
o >"i'iz ,. I ro.
Q o a- i aoniquilensants da rsvolta
iol o nicij do urna era de prosperidades
para a p.tria o p-ira ri i&sttui<,*3* repa-
a;... ; blianaB das qunes sa hSo cooatituidu
O.' tirados do ladlgoacSo puffoiados nos pei- g,i.=rdas, todos o3 bjn:i brasil .r.;s que sa
ben sacrificar do aaoros3Dto altar da pa-
tria, tdas as asp:r;g(5as do aen faturo.
A' mocid.ida ienod-dd qua da dia
comb-teu par^ saffo<>r o raoostro da re-
loo. i ave i am-ae em lagrimas.
Fo- io"a< as ras em que teve de pa'sar o
ttrico c.r:eji que condaz-U o maior AO'.inbo
Bez^rra ao sacrilicio, e-lavam chelas de pavo.
sam Miar aas va-aodase janellas.
Ao,tiDbo aereado
cot ni5-o igual, aqu"
biatoria, a
a aureoh'!o
oe tropa cira'noava | vo.ta om bravo Qlle
cam qae ot-p-e-a la i ...
Brnao-.etfeeab erguida encarava pi a aa i f"n< nlgadora, oiDj.Jbe
varan ;as, despeJtoJo se dos amigo e c utieci fronte dos virentss iour^s que baeram jus
dos. ajenaodi-Ibescora c lenco.
a.3 sandacOja rio illuj.-e mariyr fo olio im
pe-ial eram correspondidos com lagrimis e
a sua Itivca, a ana nobresa e o fu be-
rosa j. No carabao da patria o B00 pe-
destal brilbante j se cha ergaide.
Salvo, pois .'
p-ani"s abundantt-s.
Traja/a '.ssa occasiSo o putriota comman
daote jo? homeos pretos, sobre casaca, collete
caica brancas, lenco preloao pescogo, c~.a
pj oe palba e sapatos de marroquim verde,
cj^tnme cjmo qo:>l se acbava na crisSo.
aaaHB a.rootaa elle, cbeio de bn e digoi- ranbeeso Laiaa Amalia oe (uoiroa a quo
dade, a morte ou antes o assassinaio. qoe Ibe 3 mt.t ila f Georgina ou effaitos do
com-Tiiooo o despotlnmo do primeiro imperador | amor ,
N'um dos das da semarja, chegou-noa
s maos nm .iodo poema da poetisa ma-
coniiiuc.ooal, rt-p-es-futadi pelo tribunal Je
s egoe, cbacDb;!o Coi Qis o militar e do
qu? era presidenta o b'igadeiro Lima e Silva.
Apena3 ebegado ao p da lorca, sem s< de-
morar gslgoo Agosdnbo os seo8dgro9, e apoz
proDuncsoo cou voi firme a segoiote falla :
Meus i-mSos e caroaradas :Nao pensis
- que rn? borro Isa subir a es^e lUar, pois que
< a mioha cooscieocia nao me aecusa.
Nenbum crime commetti, contra os bomens,
cem contra a Divndaae.
Gomo cidado cempri com os meos devereg,
e como catbolico romano desempeobet os de-
veres da minba religiao, e como soldado de-
Tend a minb patria : sacntiquel-me por
elia preteodendo librtala de om ty-anao,
que intensivamente a vai redozndo a mais
norrive! escravldao.
Fazer bem oo que poda aos meos semelban-
< tes era a minha gloria ; que qosnto ple fazer
bem, nunca fi mil.
O dia 21 de Janbo da 1824, ama prova do
qoi cabo de dlzer.
prnaojbuco todo eabe, esta verdade.
Torno a dizer, nao me acensa a conscien-
cia.
. Gimes Freir, e outroj, tiveram a mesma
eorte.
Nisci livre, e morro 1-v-e; os mtm flos fo-
m sespre o ben da bomanidade.
'"pco tres Ave-Mari i: a priaeira pfla morte
. e Paixlo de N. S. Jesos Cbri8to, para que re-
ccbi minba alma no sen reino: a segooda pelos
martyres da patria ; a terceira, pelos m-os
< inimtgos.
Fin io o seo pequeo discorso, atiroo-se elle
meemo da escad3 abaixo, e aspblxiou-se.
Agora cuajp'e-nos em bomenagem ao cara
ele' do llustre martyr referir om faci, que bem
altamente o apregfla, como bomem de urna fteroi-
ciiade, e aboegajo inex:edi7tis.
Gram o corpo commercial pelo beneHcio, qoe
Ibe '.Dha feita o major Agostiobo Beierra Caval-
canti e Sooaa. nao peraiiitindo, qae Emihaco,
poiesse em execocao os seos intentos, represen
tira a-coamissao militar allegando esse
seryQO iaportantisalmo e pedlndo a 803 liber-
tacao. ,
. a commissao militar, porm, limitoo-se a
enviar essa sop: lica o imperador Pedro I e este
por saa vez depois de oovir o seo conseibo
d'Es ao= qoeopiooapelo perdko ; e nao
obstante fc3se parecer, Pedro I m.ndon qoe
fosse enforcaao: e desse moao rbamoa a '
Pedru I as honras de mais um ars-ssiuato em
pernamb co.
Anda assim, apezar dease acto da propo-
tencia imperial nmcerto numero de commercian-
tes, nSo se dtixou ?ber; e desde logo, cogitaram
nos melos q-e evlam tancar mao, para eubtra
bir z major /.gostioho morte qoe lb3 era ma!
live'; e desle ?nt5o pozeram-se em campo para
realisagao de eeos fins; e de mono se hooveram
que, nrirpgoiram penetrar na cadeia, mas nio
libertar o brioso miliar, qoe preferio a morta
Ogir da prisao.
E de facto com as cautc.lias, que o caso eri-
ga, c nsegairaOB os referidos tommerciaa'.e8sn-
Beraarnm uflicial qoe costomava aontar guarda
na cadma e esperaram, qae ebegasse o dia dse
jalo ra qoe o militar sobornado tivesse de dar
goar i a cadeia, vi*to qoe o caree: iro era aor-
tugu-i, e eslava tambem do lado dos commer
cio;e?, que cram portugaezes.
Lhega o dia d-sejad -m qoe o official tinha
de lar guarda e deu-a ; qoindo por volta da
meia cnite seapresentam dois vultos, qae depois
de se entenderem com o ofiiju, e aps a confc-
renc a, nm apenas sobira a comprida escala de
de o ara d.-. antia cadeia, cuja porta lora dea-
cerada pelo carcereiro, qae den ala Agostinbo,
fr^r.c passagem ao desconaecldo.
Looga fot a conferencia, pola levara algum
lemr.', antei qne d sceise o deironbacido, c
quando soppnnha o ofliotal, qae eco loga" c:i om
decesf-ai ola. vio com pasmo, regressar um
=6 i i :iv;dao.
Em segoiia sobe o segundo volto, qoe de-
pois ie igual demora, volta como o urimei-
Pasadcs tetnpos, foi qoe se acabe, e at
K' c-eta iaco itestavoiauale aa livro, qaa
8--cj aar, rigorosamente jalgado, da grao-
da valor artstico, comtudo um livro que
tem verdadeiro mrito o que hoora sobre-
modo a nome de sua aaotora.
Gergica a historia don amores de
urna sartaneja simples o ruda qae nuca
bavia coohecico o bulicia daa grandes ci-
dadesbenita historia cheia dos pedajoe
amenos qae ibe Baba intercalar a imagi-
Dosa concepcSo da poetisa, e cheia da sita
(Saa q prendera a attencSo do leitor.
Luisa Amelia tem para mim sobretodo
um mrito relevante : aab dar s suas
da^onpcSea o tom verdadeiraaiente nata
ral, sem nunca descambar para oertoa re-
curso poticos que podaasam deturpar
esna masma nataralidade.
A cor local ezparimaDta-ae perfeita-
mspte em muitas daa paginas da aen
poema em que por veaea a vida rustica
dos nosaos csmponeaea appareoe aoa olfaoa
verdadeiramente nitida e perfeita.
' portento nma poetisa de grande va-
lor no genero deaoriptivo.
Veja a leitor urna prova d'isto :
c No cornejo do valle prsaenieiro
< Ampio, coberto de ebeiroaa relva
c Q'ie alm ae vai perder,
a N > sio immaDao de profunda selra
c Erguem-sa testivaea
c Ao desdobrar a aurora o roseo manto
c Habitaco'as ruraes...
c A musa do trabalho augmenta, enflora
Da payaagem gentil, o ledo encanto
c O campestre lidar, freaca aurora,
< Amena viracao que espaiba em torno
c No silencio moroo
t Abundancia, alegra, paz, ventura
Aqui, all, ae vem aargindo medo
c Per fraa d'an. arvoredo
< Lindas chocas cobertaa da palmeiraa
Gaivotas feiticeira8
< Banhaado-je n'am lago de verdura
Aos prima iros Borricos da alvorads
c Cheia de dorias promesaas
< De tudo que encanta a vida
c E poda a menta embalar
c Surge a aurora festejada
c Do descanso e da alegra
c A jj seis das de lida
De inoeaaants labutar.
c E para os filboa da roca
c O do rango grande dia
f Urna innocente folia :
c E' um festina cuda choca..
< As mocas cantando, ria;
c Formando grapa ganil
c Vo fonte ae bauhar :
( Qaando o sol despoata lindo
a E vai as agaas briocar
J as eocontra floridas
c Contentea, bellas, gaidas,
c Como roaeiraa da Abril
a E' D,ito Ea goato de velas
a No descampado terreiro
Toado por laa ao braaeiro
a At que surja o laar I
i&erfoy club de Peroasnbaco
Na rsU do prado di Lucca es cata
hoJ3 o irby Clab a sua 4.* corrida, cujo
progrsmsaa a2'ie.r2o os laitores ca saojSo
propria deste cOtso.
ompogto d> sale pareo-'?, cada nm ot
quacs acba se b.aa aerv/idn do bons para-
ih'-siroa, e ;iss;ia onav/tab a Cncarraacia
dos amadora dos j"g '9 hippio s
A estes PALPITES
1. piirsoTupy 2." Ouro proto
Abjairo.
2." pueoG-lletMabio Pirata.
3, pareo Hu*notte la Tudo .
4 parco -Habrnu--MUurity 2 Ja-
gan*n.
. paraoHa^u.cotte = Plutao Da
blin.
6 pareoTriumphi PoaableP^t-
ohoaH.
7. paren Tenor 2." Viogador
Ueaigo.
CORROAS LIVRS*;
N*i oontarn victoria vencodore3 dos
parooa C0C80L5S0 TentativaAnima-
3S0SxDarondaCoaapeaa&ySo.
directora do ifiMtl Psmoio
bueaao
Acaba de bv pr nada do 'alioin coa-
oai ;i ^oa Iba prest ra o distiaoto cav-
Iheiro, 8r. Jo3o A!-rr que d masai
direotor.a deocan d faaa iir.ri.?, por nao
Ih'o peranttiraai ma'" os sana affastm
soa neAttaoBj q te Un absorrasa :.odas as
auafl Boergtas o aOtividade
ai per aerem m^ito iegitiruoa oa ma-
t;vua cj Ba retirada, daixv esta de se-
Bentida em r>a.so Sport, quo es-no no
pouco ton00 do exerc'cio do Sr. Altarra,
to7i :c: i^ bsstante i* apreaial-o devi-
rtamocfl, que? aa difltiaosto a suas xaa-
nnira, quar na ioteirosi de sea proceder
c.n>o siembro daqnolla afreotori .
Nesta cooaignsc) n>tioiosa tradasimoa
o peahamcato geral a o eoaeoita do qua
e crcava o passoa. do r. Altarra rja cir-
oaniBcripfBa usp'cial do Sp >r poraaosba-
oioo. fa2ando-lhe um cant'o da sympa
I
i
A ida depoia da marte
POR USON ENIS
Tra'H" \a i de Peobo o'AbIE
PRItEIRA PARTE
IV A Grecia
(Cantinuacab)
Em resumo, a doocrina secreta, mSi
das religoas e das philoaophias, revate
aD..arencias diverjas uo carao dos tempor,
mas pur toda a parte se conserva immu-
tiivcl.
Nasoida oa I.iuia e uo Egypto, piasa
.'all ao Occidente com a onda dita migra-
c,<5 as.
Encontral-a harnea em todos oa pa ze>
1 chupados pel"3 Celtaa.
Occalta na '.Jrecia nos Myaterioa, reve-
la-Be no ensino dos me&trea como Pytba-
goraa e Piatao, sob l.mas cheias de se-
duccSo e poesa.
O mythos pegaos aSo como am veo
dourado qae envolve as auas pregas as
lionas puras dn sabedorU delpaica.
A escola de Alex%ndria recolhe os
principios e 03 injacta no aangaa joven e
impetuoso do Christianiamo.
J o Evangeiho, como a cpala dos
bosques sob um lmpido raio de sol, era
illamioado pela acieacia esotrica dos
Essecios, outro ramo d'iniciados.
A palavra de Cbriato tinha hanrido nesse
manancial, como em agua viva e inasgo-
tavel, aa suas imageua variadas e aeaa
arrouboa pojantes.
De8ta aorta por toda a parte, atrave
a Buccessao doa tempoa e os redomoinho*
doa povos, afflrmam ae a existencia e
perpetuidad^ d'um ensino ^secreto qae ae
enoontra identiao no fundo de toaa a 1
grandes coacapcSaa religiosas ou philoso-
phcao.
Oj saboa oa pensadores, os propnetas
da epochaa e de pasiaea os maia diversos
nella acharam a iospiracSo, a energa que
faz raaliaar as grandes ooiaaa e transfor-
ma almaa e sociedades impellindo-aa na
senda da evolugao progresBiva.
Eziate como qoe urna grande corrente
espiritual que se desenrola myaterioaa-
mauta cas profandidadas da historia.
Ella parece sahr desae mundo invisivel
qne nos domina, que nos envolve e onde
vivem a sgem anda oa Espiritos de genio
que tem servido da guiaa humanidade e
que j tem ceasido de oommuniea com
ella.
VA Gala
A Gallia oonhecen a grande diictrina.
Pjssuo a sob urna forma pessante e origi
nal e soube tirar consequenoiaa que ba-
viam escapado aos oatros paisas.
c Ha tres unidades primitivas, diaiam
os Druidas, Daus, Luz e Liberdade.
EntSo quando a ludia j esteva org>-
nisada em castas immobilisadas, com li
mites iuoaporavas, as institu-cSas g*n
lesas tinbam por baaea a igualdad de
tolos, a communidada dos ban e o direito
elatoral.
Neoanm outro dos povos da Europa
teve, no mesar. g.'i que domos paia, o
entimento pratinrlo da immortalidade, da
juatica e da iberd^d;.
E' com veiiarayJo 'jue davernos ostndar
as tendencias pbiaoasphfawa da Gall:.a,
porque a Gallia a noasa graadd hv, o
nela encoutram >s for-'.oms t- kccautuadas,
todas as qaalid^daa a timbara tod>a os
detaitn d nosau raga.
Ale-n ) qua nd. raais digno de
nttenco o di respeito do 400 a uuucriaa
dos Druidas, qua aSo eram barb.r >s como
erradaiifinu au -ureditou durante acoaloa.
Por muito campo s oonheoemos os
Gallos palos autores latinos e eaorptores
catholioos. Mas estas fontes devem, com
justa r-aSo, nos ser scsieitaa. Eaaei au-
tores tinhana um atarease direoto em de-
negrir 01 003808 aut-p*s3ado8, eaa mas-
car*r as suas craccas. Cesar eacrevea es
a-ios aOommintrin cam a evi lenta in-
tongSo de sa ez*'tar ais olhoa d> poste
ridfide.
Polillo a outmj o ofasam qua naqual-
laobra fadkigaa ai iiesa;til3dd, 03 erros
voluntarios.
O* Chri'tSoa n3o vam nos Druidas
son3s homens sanguicarioa supersticio-
so.', no sea culto ssuSo pratieas groisei-
raa.
No obstite, ceno Padres dalgrojt,
Oynlio, Cleaieate d'Alsxandria, OrigMa,
distinguem com attancSo os Druidas da
maltidao dj* ido'atras e Ihas dispaoaam o
titulo de philosopbos.
Eatr" os aatorat antign, Lnano, Ho-
racio, TJorue considarav^m a raga gau-
leza oomo dep .sitara dos myaterioa do
nascimento a da morte
O proj^resso d>s catados celtcu (1), a
puboagao das Triadas e dn3 cantos Dar-
dioos (2) aos permittaai t Sabir en foj
tes soguraa um* justa npreciagaa das eran
cus de cosaos pae<>.
A philjsophift do3 Druida-, reconsti-
tuida com toda a sua a-naliao, ac'aou-sa
co ito-m? cim a doutrui secret* do Orien-
ta e Com as aspirares doi espiritualistas
rondarnos. ,
Como ea'.a, ellas affi.-aavim a3 exla-
cenaiaa orog.-eKSivs da alma na eacala
doa rauu'os. Esta dju'riaa viril inspira-
um i iatrepidea tal qua marcaa/am para
a m'rta como para urna, fjsta. Qiaado
os Roaiano3 sa cjbriam do broaae e farro,
nosaos pas sa daapojavam de suas vastes
rt combiti-m com o peto n.
Eild se orgulhavm do auaa feridaa e
Qoaaidorcvaa como oobarJia empregar a
&s'.u':i". n- guerra. D'ahi aeus reveces
reiterados e sua qued fiaaL A certeza
quo tiohm das vidas tuturas era tSo
(.rauie o;i*.e emprastavam e;tre si diohe-
n> p:gaval n.3 outroa mnndia. Aos mo-
buaioj, oaVam mena gaos para saus
amigo dnfuutoa. Os despajos dos gaei-
r-ir;3 morto, d siuna illas, nSo b5o mais
qua anvotTioa rasgados. Abrndana-
v.u.ai os so are 03 campos da batalb, com
erando surpreza da seu3 inimigos, como
indignos da sua attaucao.
Oa Gallos nao conheciam Infamo. E'
disso qua os louva L'icano nes'.es termos,
no canto I da Poartala :
c Para vos, as sombras nao se aubmer
gam aos sombros reinas do Erebo, m&s
a alma s'evla para animar ou'.r^a carpos
em mundos rovo;, Elles alo feiizes,
.8368 povos que n5o conbecem o tamor
supremo do tresp
roismo no meio dos sanguinolentos com
batas o o sao desprneo as morte.
(Cjntiaa).
(1) Ver Gatea Arnoa t, Philosiphie
gjuloise, t. 1.; Hann Martin, t. 1. da
Histoire de Franoa ; Adolpho Pictet, Bi-
bliothque de Gaare ; Aitred Dumssnil,
Immar:alt ; Jaan Reynaud, l'Eaprit de
la Gauie.
(2) Cyfrina^h Beirdd Inys Prydain :
Mystres des bardes de Tile de Bretagne,
traduction Edwud Williama, 1794
Tambem foram receidos como espeoial
agrado A c>'gana Ulrica, editada pela
ooneeitaada lycbograpbia Daa.-te, A Ber-
nardina Ora bolas o oatros.
Em Dasembro de 93, o autor do pre-
sente trabalho, fez publicar am pamphle-
to allaaivo re volta de ama parte de
nia armda, que oaatiatta anda a tia-
gir da sangue, o sagrado solo brastleiro,
onde vioeja a frondosiasima arvore da li-
berdade.
Iatitulalo Revolta Brazileira, era di-
vidido em iaas partea: urna escripia em
prosa o outra o alejandrinos modestos e
despretenctoaoa.
Urna aatiafagao ma resta : doi mi e
duaentos exaaaplares qae trei, m 1 e cem,
cuno pidarlo attestar as agamias de jor-
naes desta cidade, foram veadidoi avulaa-
rr.eate, palas ras e o insigaificinta raato
com qaa fiqaai, destribui pela icaprenaa
do B.-izil, maraca do o modeato trabalho
a transcrip.I) na iutngra em tres estados
do sul (jro7a:emaita paU oppo.tunidodo
poltica e na > peio madioore valor i>ttara-
rio qoe possuej.
O Sr. Honorio Moatairo, pablicou um
volume de versos, intitulado Paysigns,
imp.eu.;s em pa,el regular e typo soffri-
val .aa cida .e da Gcyaaa djsta estada.
Regulares.
=T:as obras magnificas e da grande al-
cansa no muedo das lastras f-charam com
chave da oaro o aona litterano de 1893.
A primeira =* conieado 15a pg- >n 1'. e
versando sobra as.umptoa j iridios, r-
mada p-.l > modeato embora doutiasimo
profeasor de noasa Faou'dada Dr. Clovis
Bevilaqaa.
As duaa ultimaa=J3 Rythmos e a lela
olychroma, umt da lavra ao aut>r das
Criangzs, o coacitaado homom da Iettras
O'-, 'Jarlos Pjrta Crrairo e outra, pro-
ducto a d o da mentlidada pujante de
M ,r ios J mor.
Nid* accAscaatarai ao que da bom j
sa tem dito a .ore os dous alludidoa livros,
mesma poraua us auroras supra itados sao
autariiedea na miteria e eu apenas oa
raconhego como um dos seus discpulos.
Porto Uarreiro um artista consummado ;
oinguem melbor do que elle sane alliar
tanti arte poesa. Cultiva cem mae&tria
todos os gneros podios, e da preferen-
cia, o daaciiptivo. Nos alexaodrinos
impaccavel e os seus Rythmos d-llns es-
tao raplectoa. Cita entra outro3 oa intitu-
ladosRsmanticismo e Ai>a- meiro apresi&vel como descriptivo a o se-
gundo como lyrico.
(Continua;*
Olympio de A. Galuao.
MEMORIAL
Cha especial
Marca
O cb especial,
3azar r!a Boa Vista a roa da Imperatris n. 88
o melbor qne vem ao mercado, e, vende-sa
t5O a libra.
a Bull Dog
qoe recebe mentalmente
D perto
Sa o acaao, as veses, ,leva-ma a tea lado
E assim -le perto em venturoso enleio,
N voluptuas onda da tea seio
Mergulbo o mea olhar ianatisado,
Peoso que s miaba e me extasi... e creio.
Que ten paito o globo perfumado,
Se gita o mesmo c-irp: eleot isado
Que alvoracar-me o coragSo me veo.. .
E n'esse enlaio turvo e enoadecen'e
NSo sei qne fluido eatranho o effarvesoente
Corre-me as veas sem aohar repooso,
Das deaejos craeis anerra lavra
Ma la teja ua carne e fere es cor va
Todo o mea ser o'um frmito de geao I
Arthur Baha.
Orexia
{Da Hliotropicas)
Seotimento voraz, exqnlsitaria fome
Toda vea qoe te vejo o peilo me atropina.
E, 00 arroobo faDnl de estraoba pbantas a.
Teas encantos transforma emcoasaqaesecomef.
E basta para isio apenas qne me assome.
O tea rosto.gentil de spbiagica magia
E logo nos feaiios qae a miaba idea cria
Uinb'alma ee arreraessa em imprtjs sem nome.
Ds ten selo moreno a o-m. arredondada,
T. us o'hos sensuaes. teas labios aacarados.
Dao-te a robra attraccao de ama iJal empada.
T ni no todo attnal uns toas apimeotados
Dn una mesa de amor por mico pbaotaaiada
Go'aceptpes de goso e esdroxalos guisados.
Ernes'o Paula Santos.
NOTICIAS LITTEB4RUS
Retra^peeto BaiMararl*
(M0VXM1NT0 LITTKBARIO DO BCIF2 EM
1893)
Eaton a tildar o preaente retrospacto :
entretanto, anda o reputo deficiente, paia
fa'ta de dadoo nSo posso fallar sobre o
movimento jornalistico desta capital e dei-
xando de alludir a maitas outraa obraa
tambem publioadaa em 93 por ma nao
terem chegido m'os. De Abril a Ju
nho do extincto auno hoave grande effar-
ve3cenoia litteraria entre nos
Dea lvros de sortea, para as festival
noutea do S. Joao, Santo Antonio e b.
Pedro, vieram a lume e cito o nema de
algjos que mais se salentaram pela va-
riadisaima a agraiavel parta litterana que
trooxeram. A Bernarda, occapou ada-
bitavelmente o primeiro lugar, j pela ni-
tidez da impressao, pelo elevado numero
de paginas e pelo perfumado bouquet n-
ter .rio qua nos apreseotou graciosamente
- para complemento das delioiae.
'Auxiliado por am aeo collega e sob o
p,eudoaym > do Olavo Qlymp, o signata-
rio deatas^liobia tambem oonfecoionou ara
ti ir da sortea e fac^cias, ceroaado-se na
parta litteraria da maU brilbanta" peanas
de nosso meio.
BAZAR
B04-VISTA
RA DA IMPFRATRIZ N.88
\caba de receber a ultima novidade em
en.4V.tTA1,
GRAVATAS de cambraia branca.
GRAVATAS de cambraia de cores
GAAVATAS da si-da de cores.
GRAVATAS de seda branca.
GRAVATAS de 8*da prela.
GRAVATAS da se la crapoa.
GRAVATAS mantas escocers.
BISCITS
Lindo sortimenio de objectos de biscoits pro-
prios para ornato de salas, enfeiies de toillet,
especiaes para pra OBRAS DE ELECTROPLET
sbbvicos para cha.
sandjas para copos.
i AL VAS. LI CORK IRC.
BANDB JAS Dar pao.
POBTA CAHT0B8, a*TBs1SlTl BTA B TSACTOn-
aicos tu-tbibobediversos objeclos p9 prests,
ESPARTILH08
Espartilboa uo meioor laoricante, em seda .s
algol9o.
MEIAS preta e de cores parabomens, ss-
nboras e enancas.
LEQUESe ventarolas.
BENGALASDar horneas e meninos.
RENDAS
Grande sortimento de bicoscremea, bxancoi
e de cores.
GalSes, fitas e bordadoa brancos a da
cores
PERFUMARAS
Grande sortimento Je perfumaras dos melbo-
es fabricantes.
Espelhos
Espelhos graodes para salaBlz otdo fabri-
cante H. MARTIN.
LENCOS de cambraia de liobo e seda.
CHAPEOS e CAPOTAS para seoboraa a......
30*000 cada nm.
TOALHAS, BONECAS e oatros bRINQUEDOS
para criaogas.
ESTOJOS para costuras. CARTEIRAS, THE
SOURAS tinas para costaras.
PENTES de traveasa em tartaruga.
ESCOVAS para cabello, roupa, unbas e-nap
aa
P72VHOS E COLLARIhHOS=UmO
JARRAS de lunca e Biscuit.
CORSA NOKTI'4BIAN
Lindas capellas e cruzes mortoarias.
VELOCIPEDES e CARROS para criancaa.
Alfredo, Gane hes & C.
IHDICACOES OTIS
edleoa
Dr. Joaquim Loureiro medico partei-
jo, coosultorio ra do Cadug n. 14,
residencia na Casa Forte n. 5. casa de
azulejo, defronti* Ja igreja da Campia.
Dr. Arthur Cavalcantl, da consultas
ra do Mrquez de Olinda n. 3, 1*
andar, de l s 3 horas da tarde. Resi-
denciaRa da knperatriz n. 11 1*
andar.
Telephone (no consultorio) n. 558.
Dr. Amaro Wanderley, d consultas
de 10 l hora, na ra da Cadeia n. 3
1. andar, telephone n. 558.
ResidenciaRa Diroita n- i\ em
Afogados.
O Dr, Lobo Hoscoso d consultas em
sua casa ra da Gloria o. 39 das 10
horas da mauh 1 da tarde. Acliao-
do-se fra do servico publico oflerece-se
para acudir a ijuiquer chamado com
pfompUdo para fora da cidade, Espe-
diidiade, operacoes, partos e molestias*
de senaoras e meninos.
Dr. Sd Peretra, ra da Imperatriz n.
6, d consultas medico-eirorgicas todos
os das das 8 meio dia, menos nos
domingos e das santificados.
O Dr. Simplicio Mavignier tatn o
seu consultorio ra Mrquez de Olinda
q. 27 primeiro andar.
EspecialidadesMolestias do appare-
Iho respiratorio, fabre e da pelle.
Consultas das 9 as 11 na pharmacia
Minerva, largo do Terco e em seu coo-
sultorio das 12 s 3 da tarde.
ResidenciaRa do Hospicio n. 41.
Chamados a qualquer hora e por as-
cripto.
Telephone n .566.
O Dr. Milet, em consecuencia de es-
lado de ruina em que se acha o predio
em que linha seu escriptorio de advoca-
ciaK mudou-se provisoriamente para ra
75 de Novembro a. 45, sala da frente
(oulr'ora rud do Imperador).
Telephone n. 39
Clnica de molestias de olhos
oevldos e nariz.
O Dr. Pedro Pontual, e\-chefe de di-
oica do professor Wecker, de volta de
sua viagem a Europa, tem seu consulto-
rio ra Nova n. 18. primeiro andar.
Consultas de 1 s 4 da tarde.
Telephone n. 539.
Drogaras
Braga f Machado. Deposito de to-
das as especialidades pharmaceuticas,
lilas, drogas, productos chimicos eou-
tros medicamentos hoeopathicos, ra
Larga do Rosario n. 34.
Quima.'des Braga & C. Deposijo
de Drogas e produetos chimicos, espe-
cialidades Pharmaceuticas, medicamen-
tos homeopticos e titilas, leos, pin-
ceis etc., etc. Itua do Mrquez de Olin-
da n. GO.
Faria Sodrinho & C, droguistas por
taacado. ra do Mrquez de Olinda n 14
Advogados
hacharel Enos Lobao pode ser pro-
curado etn sua residencia ra do Im-
perador n. 52, 2.' andar, acceitaudo
tambem convite para qualquer comaica
servida por estrada de ferro.
Oceulistas
Dr. Ferreira, com pratica nos prin-
cipaes hospitaes e clnicas de Paris e
Londres, d consultas todos os dias das
1 hora da larde.
Consultorio e residencia ra Larga
do Rosario n. 20.
Dr. Brrelo Sampaio, oceulista, d
consultas de 1 s 4 horas uo primeiro
ndar da roa do Baro da Victoria n.
51.
Residencia a ra Seto de Setembro n.
34, entrada pela ra da Saudade n. 25
Dr. Pe* eir da Suva com pra-
tica uai clnicas de Dr. Whecker e Lau-
dolt, d consultas de 1 s 4 horas da
tarde a ra do Imperador n. 63,pri
meiro anda.
Telephone n. 588. Residencia Ca-
PURL1CAC0ES AP:DDO
A' Joaquim Peres
ao
Stimo dia do fallecimento de seu filha
ALCIDES L. CUNHA
Em pleno cemiteriol... Harpa sonora
Dedhada Baave e triatemente,
As horas em que a Diva molemente
Em colchSea de ebrneas corea se reclina,
CangSo terna fiel acompanbava !...
E aa novena, e o espago, trra a tudo,
Em silencio sepulchral, completo e modo
Ante a vos do trovador a fronte inclina!...
E a voz diza assim :
Feliz aoa ea qae alfim,
Liberte i-me doa grilhSes,
Deases prazerea mndanos,
Doa eloa os mais profaaoa
Qae nos preod'em tubilhSes,
De negagaa fementidas,
De caricias pervertidas
Que embriagam as multidoea !,..
Pae, oh 1 Pae, c no Infinito
NSo pensoa que 'atoa proscripto,
Deus e os Ao)rs sao comm;go !
Entre estridulas ovagSes,
Que electriaam oa coragSee,
Noa Ceos encontrei abrigo I
E aqai metmo ntre fulgores,
Do mando engaito os primores
Qae s dos trazem perigo!...
Calon-se a voz, e a harpa emmudeceu !.,;
Somonte ao longe o ecao entristecido,
Resoou entre lagrimaa e aorrisoa :
Mais um anjo noa Cos foi ucolbido!...
Recife, 17 de Maigo da 1891.
A. A. Patricio.
Zsvotenms
Os pedidos de bilhetes
de todas as loteras de-
vem ser dirigidos a
HARTINS F1UZA 4 C.
Agentes geraes
CASA M FORTUNA
23Raa l.de Marco23
Caixa do Crrelo n. 155.
Telesramuia-FIjV


!*
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* i %.


ttH

Diario de Pernambnco Domingo ISde Marco de 1S04
#
A EQUITATIVA
HI Mi de Seguros de T ios Estadillos
SS-E1ITABLE LIPS ASSUSMCB-SQCIEi: Or T2S KISU mus
El ji.\i:iro-i-ini
Activo.....?
Excedente......
Renda annual......
Riscos novos......
Total dos riscos videntes
Pago por sinistros e dotacoes ven-
cidas desde a organisacao da
Sociedade......
Dollars 169.056,506,00
f 32.366,750.00
| 42.022,605^00
| 205.280,227,00
j 932.532,577,00
192.572.734.00
JOS DE CASTRO PAES BARRETTO,
nforroajSea e prospectos com
ALBEHT FARJKON,
Inspector de agencia. # sur-gerente
44ftUa do Commercio44
a sis .::::::::: :: SBS

Maia urna aurora radiane brl-
Iba boje no auspicioso aniver-
sario natalicio da Exma. e gen-
til joven D. Eulalia Maximiana
de Souia.
As Bragas e dotes moraes que
diaiicguem a eesa graciosa mo-
ja prendern boje a attenco de
seos admiradores, qoe a sa-
dam cordialmenle, fasendo vo-
tos para que por longos e inn-
meros annos possam dingir Ihe
elicilaces por motivo tao agr-
davel.
Rerife, 18 de Marco de 1894.
J. A. M.
2:2323S33SXES22)SXS:
X3
Dr. Joao Rangel
Medico operador
Especialista em molestias da bocea.
Modou-se para a ra do Barao da Vic-
sria c. 3, 1. andar, onde d consultas
todos os diaa atis de meio da s 2 horas
lia tarde.
Atter.de a chamados a qualqaer hora
do da ou da neite, para dentro ou ora
Ja cidade.
Telephone o...
Pharmacia Fra- ceza
O pharmaeeatio Ildefonso de Asevedo
.ymaunioa aos Ilustrados clnicos desta
"das cidades vizinbas, ao publico em
jeral e particularmeote aos que sempre
honraran com saa amisade e confanos,
^oe, da sociedade com o Dr. Bernardo
Liodolpho de Mendonc, comproa o labo-
twio pharmaceutico do 4 3rs. Ferreira
\mlu & C, deneminaco Pharmacia Fran-
je xa, sito roa Bario da Victoria n. 25,
anal reabri, com a mesma denonaina-
jsto, sob saa responaabilidade, depois de
fe) t> reformado completamente e sortido
it Medicamentos novoa de fab cantea os
iariveaBee toados.
O abaiso assi gnado promette nao poo-
pmr ssforcoa para bem cumpr.r os devoran
Ja elasse, e cfferece como garanta da
joresa e escrupulosa m-nipular;ao dos me
COMMERCIO
a Ceaaaaerelal de rernaai
baca
tacCos omcun da junta dos coa-
EKT0KE8
Profia do Recife, 17 de Margo de 1894.
jetoes do Banco Popular do valor realisado de
000 ao prego de par.
Cambio sobre Londres a 90 d/v a 10 d por 1 *
4o Banco bontem.
Ha Bolsa venderam se:
300 ArcOes do Banco Popular-
O presidente.
Angosto Pinto de Lemos.
O secretario,
Antonio Leonardo Rodrigues.
Caaiblo
PEAQA DO BKCIFB
e Bancos abriram com a laxa de 9 7/8 sobre
rjmdr-s a 90 das.
Pelo meio dia baixaram a taxa para 9 3/8 fe-
SaBdo de tarde sem taxa e o mercado parasa-
te-
los papel particular nao constou negocio.
ataeSes de gneros
Para o agricultor
ASSUCAR
SSi por (5 kes. 7*100 a 71300
anaco dem dem .... 5*500 a 6*400
Joaeoos, dem dem. .. **300 i iiOO
faacavado dem dem shm a divxi
rolden) dem..... MIJO 3*400
Broto melauo...... MIW a 3*200
Saa dem idem .... 2*900 a 3J0D0
algodo
7oi rendido a 11*800 por 15 kilos de boas pro-
aataaftM.
alcool
ftr pipa de 80 Utros 70*000.
Agurdente
fr pipa de 80 Utros 180*000.
l
Sotamos nominal a 110*000 por pipa.
Carnauba
So4i.se de 1M a 19*000 por 18 kilos vendas.
Borracha
Ou-w a 15*000 por 15 kilos.
t DAS BHTSAOAS DE ASSUCAB B AL-
qudXo
Mea de Marco
Assd- Aigo-
Entradas car dlo
*' Das Saceos Saccaa
^areacas ..... 1 ai8 55484 1550
^sports. ..... Animies..... i a 15 la 16 4557 8546 S946
Estrada de Farra Central. la 18 11150 1165
Bem de S Francisco . 1 ais 66545 1746
akm de Llmoeiro. . lais 30758 6637
Somms 156494 14510
dicameutos a f de aeu grao, a pa !ooga
p-atiea de pharmacia, quer na Capital
Federal, quer nos Estada, e o bsm con-
cert, qoe Ihe teem dispensado ca insi-
gnes clnicos e o publico das localidades,
onde ha exercido sna melindrosa profie-
slo*
Recife, 14 de Margo de 1894.
Ildefonso de Azevedo.
Ao commercio
Reinaldo Rodrigues de Soasa participa
ao commercio que por saa livre e espon-
tanea voatade deixou de ser empreado
da casa commercal do Sr. Antanio Ro-
drigues de Soasa, agradecendo ao mesmo
tempo as atteoc.5 s e bom tra'.amento que
Ihe dispenaou durante tres annos e meio
qoe Ibe servio.
Recife, 17 de Margo de 1894.
Reina/do Rodrigues de Souza.
Extracta de urna caria do Sr. Dom
Pedro K. Vargas, datada em Granada, Nicara-
gua, em 21 de Desea bro de 1886 :
Commnnico u V. S qoe oSxiracto Doplo
de Aveleira Mgica (W.tch Haxel) do Dr. C. C.
Bristol tem-me daao eminentes resoltados oa
coqueluche e outras molestias ; orate que se tor
nar maito procorada por A oeqoena qoantidade que me eoviaram
acabou-se-me depressa, dando-me um toccesso
brilbante, o qoal tenoo feto inserir em alguns
jornaes do meu palz, pois a peste aa coqueto
ebe reiJa na actoalidade. >
Peitoral de Cambar
Curas de bronehKe, ronquido
e tosse
Illm. Sr. J. Airaros de Souza Soares,
Pelotas. Venho penhoradissimo dar-lhe
loovores pelo sea benfico Peitoral de
Cambar, pois teoho-o applicado eao pes-
soas de minha familia em casos de bron-
chiies, rouquidSo e tosse agadissima, co-
Iheodo oa melhores resa'tados, pelo que
sou inoansavol em recommendal-3 aos
doentes de enfermidades do apparelho
respiratorio.
Aceite minbaa felioitagSas e Deas o re-
compense pela saa deseo berta de tanto
allivio para os qae soffrem. De V. 8.
criado e o bri gado. Jeronymo Acaeio S.
Ckuquero (B.bia.)
tteconhac* a firma aopra. Em teste
munho de rerdade, Jos Augaato de Al-
meida.
Cenros
Seceos salgados na base de 12 kiios a 800 ris
aomtual.
Verdes a 47G res nominal.
xporCaeio
Bscin. 16 oa mabci oa 1894
rara o exterior.
No vapor inglfz Hoosoria. para Estados
Unidos, carregaram :
J. Pater & C 3,620 saceos com 171,500 kilos
de a? suca r masca vado.
na galera portngoea America*, para o
Porto, carregaram :
Amorim I mos <*C 2 coaros seceos salgados
com 24 kilos e 400 saceos com 30.CO0 kilos de
assocar Dran o.
Para o interior
No vapor nacional Cometa, para o Para,
carregiram :
M. Irmao fe C, 200 barricas com 13,702 kilos
de assurar braoco.
P. Aires A C(, 30 barris com 2 860 litroa de
agurdente.
J. Baltar & C, 300 barricas com 17,550 kilos
de assocar branco
No vapor nacional Olioda, para Ceara,
carregaram :
P. Carceiro C, 10 barricas com 900 kilos
de assu:ar retinado.
Para o Par, carregaram :
P. de Ollveira Maia, 12J barricas com 8,330
kilos de assocar branco e 25 barris com 2,200
litros de agurdente.
P. Carneiro&C, ISO barricas com 18,507
kilo i de assocar.
Para Mano?, carregaram :
A. Irmaos A C, 125 barricas com 9,463 kilos
de assacar branco, 160 barris e 8 pipas com
18,160 litros de agurdente e 3 ditas com 1,4(0
litros de alcool
M. Caoba, 60 volumcs com 1,870 kilos de
assucar branca.
P. Pioro & C, 1 pipes com 940 litros de alcool
e 195 barris com 16,770 ditos de agurdente.
Candido 6 icnior, 410 barricas com 17,170
kilos de assocar branco.
J. Baltar A C, 5 barris e 1 meias pipas com
930 litros de alcooi, 65 barris com 5,850 ditos de
agurdente e 105 barricas com 11,876 kilos de
assocar branco.
P. Carneiro a C, 15 barricas com 1.860 kilos
de assocar braoco e 15 barris com 11.350 litros
de agoardeaie.
_H. Borle C, 10 barris com 960 litros de
agurdente.
Para Maraoh&o, carregaram :
F. Rodrigues & C 1/1 pipas com 450 litros
de alcool.
No vapor nacional Uaa, para Babia,
carregaram :
Jallo A C, 1 pipas com 1,910 litros de alcool.
Para Penedo. carregaram:
V. Rodrigues fe C, 1 barril com 80 litros de
alcool. |
J. Carioso, 1 garrales com 32 litros de gene-
bra, 1 barra com 180 ditos de vinagre e 1 caixa
com 80 ditos de cSpil.
Ho brigue noraegoenie Toaren*, para
Rio Grande do Sal, carregaram;
P. Carneiro A C 150 fardos com 37,656 kilos
da slgodao.
No npor iogles Romn Prine, para Rio
de Janeiro, carregaram :
A. Moreira A Irmlo, 1.800 saceos COM 108,000
kilos de atracar braoco.

iii' nico agente e depositario do Pei-
toral de Cambar netti Estado a Coopa-
nhia de Drogas e Productos Cbimicoa.
Mara Antonia
As dores de ha Untos annoa na perna
no brago esqaerdo, e ama bola qae tnba
na barriga, e qne tudo ensinara remedios,
mas nioguem curara ; earoo agora com
algana ridros do remedioElixir M. Mo-
rato.
Dan aj.id-3 o inrentor.
Jacarefay.
Mara Antonia de Souza
Agentes em Pernambuc: A Cunpi.hia
s Drogas.
Ra Mrquez de O, nda 24.
"- -5-.S. -
JofqimLo'z AlvesYianna
F anciscii Joaquina Alves Vbnoa, Jos Lui
Alves Vianna, Elrairo Cocho Alves VianDa .
G'noveva Joaquina Alves Vianoa, do intimo
-Taima agradecem a todas as pessoas qoe se dig
naram a-ompanhar ao cemiterio publico os res
tos mortaes do seo mu prtsado marido, pai
sogro e cunb"do e com ej^ecialid^e aos Illms
3rs. Jalioa ven Sohstem e Dr. Joi Rangel ; i
novamente convidam-as para assistirem OU
8as qoe pelo r^ponso eterno oo mesmo lina")
maoriam ce'ebrar na mitrlt da Gr {a no dia 19
do corr. nte. 7* do s>o fallccimenlo. pelas 8 ho-
ras da manba ; e por ease acto de caridade uesue
j ant' cinara seo eterno aeradecimenlo.
Yeneravel Irra^nJade do Senhor
Bom Je^os das Gdagas
De ere n da Mesa Regadora desta re
nerarel irmandade, conrido os nosses ir-
mSos pare coaar>arecerem em noBso consis-
torio pelas 2 horas da tarde de Doaiogo
18 do corrents, afirn de reunidos expor
mos & viotft dos ais devotos a solemne
prociasSo do Nosso Divino Redemptor, a
qaal derer peroorrer as Begoictes raas :
Ao sabir em rolta do pateo, raa Larga
do Rosario, parte da Estreita, pateo do
Collegio, ra 15 de Norembro, S. Fr*n
cisco, Duque de Caxiae, praga ds Inde-
pendencia, Cabog, BarSo da Victoria,
Flores, Paulino Cmara, piteo do C*rmo,
Coronel Suaaaana at o cbafariz, Vital de
Negreiros, Marcilio Das, pateo do Lrra
men'.o, Duqae de Caxias, praga da Inde-
pendencia a recolheiMU
Consistorio em 15 de Margo de 1894.
O secretario.
Pe 1ro A. F.anco.
Peitoral de Cambar
GURA DE BRONCHITE COM HE-
MOPTYdES
Illms. Srs. t. I va, Gomes & C, dro-
guistas no Rio de Janeiro. Ha maia de
cinco anoos qae eu soff a de ama bron-
chite, aoompaohada de hemoptyses, que
nSj me deixara dormir noitea inteir-,
hav-ndo das de laogar maia de meia
garrafa de sangue.
Recorr a todos os mlicos deste mu-
ipio de Car agallo, sem gusto neo:
tarjas para cuidar do minba laroara ; nato
tioha oenhama esperanga da minha exis-
tencia por muito tempo, apesar de nao me
faltaren, recursos e bom tratameoto.
Por milagro de Deas, am amigo e ne
gociante deste logar, dSo quereodo que
eu deixaase meas innocentes filhos por
criar, aconselhoa-me o Peitoral de Cam-
A. Taborda & C, 30 pipas com 14.100 litros
de aguaraeote, 500 saceos com 30.000 kilos de
assucar braoco e 500 ditos com 30.OQO d.tot de
dito mascavado
BeUrao A Mootelro, 1,000 saceos com 120.COO
kilos de assocar braoco.
P. de Oliveira Maia, 20 pipas com 9,400 litros
de alcool
M. C rdeiro fe C, 100 sacros com 6,000 kilos
de assucar mascavado e 900 ditos com 64,000
ditos de dito branco.
B. Pranco A C, 340 saceos com 20.400 kilos
de assucar mascavado e 660 ditos com 39,600
ditos de dito branco
Para Rio Graode do Sul, carregaram :
P. Carneiro A C, 10 pipas con 4,701) litros de
agurdente.
No vapo: nacional Cometa, para o Para,
carregaram :
A. irmaos & C, 60 pinas com 28,200 lit-os de
alcool e 70 ditas com 32 900 litros de a. uardeotu
P. de Ollveira Maia, 7 pipas com 3,290 litro*
de alCGol e 3 ditas com 1,410 ditos de agur-
dente.
C Drogas, 1 pipa eom 480 litros de alcool e
48 canas com medcamenos.
D. P. Pono Baltar, 50 barricas com 4 209
kilos de assocar brinco.
S. Carntelld, 1,500 caixas com 19,500 kilos ae
sabio.
F. Rosas, 2 pipas com 900 litros de alcool.
M. M. de Oliveira & C, 5 pipas com 2,350
litros de alcool e 5 ditas com 2,330 ditos de
agurdente.
Para Marsobo, carregoa :fl "~*
P. Rosas, 10 caixas e 10 garrates com 210
litros de genebra.
No biate Bom Jess, para Natal, carrega-
ram :
Companbla de Estiva. 4 barricas com "61 kilos
de assocar refinado e 6 caixas com 125 ditos de
sabao.
P. Rosas, 5 barra com 460 litros de vinagre e
15 caixas com 150 ditos de genebra.
Na barcaca C. de Macao, para Mossoro,
carregaram :
J. S. Seixas, 40 caixas com 1,000 kilos de
sabao.
M. Viegas, 5 caixas com 100 kilos de saba?.
10 caixas com 70 litros de genebra e 2 ditas
com 14 ditos de capil.
Na barcada Julia Mendes, para Pilar de
Alagoas, carregoa :
M. Viegas, 20 caixas com 140 litros de gene-
bra, 1 pipa e 17 barris com 1,320 ditos de vl-
oagra.
Na barcaca Jarea Palmira, para Paraai-
ba, carregoa :
P. Rosas, 10 caixas com 120 litros de geneb.-a
e 15 ditas com 80 d tos da cidra.
No vapor ingles Kartbago*, para Pelotas,
carregaram :
P. Caroeiro A C, 300 saceos com 22,500 kilos
de estacar branco e 150 barricas com 16.754
ditos de dito
Para Porto Alegre, carregaram :
J. Baltar A C, 5 pipas com 2.350 litros de
alcool e 603 saceos com 45,000 kilos de assocar
nranco.
Para Rio-Grada do Sol, carregaram :
P. Carneiro A C 500 saocarcom 37.531 kilos
de algodo. *
A. Irmaos A C 10 pipas coa 4.700 litros de
agurdente e 100 tacco c. a> 7,500 kilos de
assocar branco.
M. S. Maia. 10 taceos com 760 kilos da aun
car masacrado.
Para Rio, de Janeiro, caremram t
M. S. Mala, 5 pipas com lt0 litros da alcool
e 10 dita com 9.400 ditos de agaardonte,
Para Rio de Janeiro, carregaram :
A. Moreira Irmlo, 460 taceos com 17,000
bart e eu sem f, de maia nenbum re-
medio me por bom, resolv que esse ne-
gociante me maadasse vir "da casa de
Ss. aeia ridros para experimentar e,
findoa elles, j dorma bem, cessando de
todo os escarroa sanguneos.
Mande i rir maia rinte e qaatro ridros
e cootiooei at terminal-oa, isto at o fim
aaao de 1888, e, gragea a Deas, ichc-
iioje completamente curado.
Agradego a Vr. S. e peco-lhes pabl-
earem este, a bem da bomanidade soffre-
dora. Aj mesmo tempo, pego a Den
ila sande, prosperidad e felioidade do
itor de tao graode e prodigioso remedio,
Sr. Jos Alreres de Sa*, Soare.
Joo Jote Zebendo.
(Bom Jardim, em Cantngp,lio, Ettado
Bio de Janeiro.)
ao
me
do
Recoohngo ser rer.iadeira a firma do
Sr. Jo3o Jus Z beodo Antonio Loaren-
go da Silva, Rio de Janeiro.
Reooohego a assignatura sopra. E.a
testemanho de rerdade, o tabelltao Frau
cisco Pereira Ramos (Rio de Janeiro.)
E' nico agente o depoaitario do Paito-
ral de '.'ambara ceete Estado a Companhia
de Drogaa e Productos Chimicos.
fe
18
'."5
i
i
9
Gedas pretas lisas e lavrodas
ultima nor'dade.
Capas, risites e pellerines de
seda e de renda o que ha de
mt is cbic.
Mantilhaa e echarpes de seda
e retroB preto.
GuarmgSes e gallSes com vi-
drilbos e sem ridrilhoe.
Fitos de relludo e setim,
completo sortimento cm fa-
zendas pretas
f A PASUDIS ESS SAMES |
^ Ra do Babao da Victoria 38 vji
Peitoral de Cambar
CURA DE TOSSE PERTINAZ
Illm. Sr. J. A. de Sousa Soares. Pe-
lotas. Tenho a satisfagio de dar Ihe meus
agradecimentos por urna cura q-ie aoaba
de realisar o Peitoral de Cambar.
Ha dous annos minha mulher soffria de
ana horrirel tosae aeooa, acompanhada de
dores no peto, iaaendo-me de iodo perder
a esperanga de aeu reattbelecimeato, pois
nao poss> explicar-lhe a porgSo ce rema-
dios que usou, receitados por mdicos
desta cidade, sem colher redaltados satis-
factorios.
Casualmente, reio-me as mSos am fo-
Ibeto dos qae V. S. publica e, Iendo as
coras realiaadas em duengas aemelhante-
de minha mulher, resolv faael-a esp.-.
ri mentar o Peitoral d Cambxr, com o
qjal restabeleoeu-se completamente.
P' V. S. faser desta o uso qae Ihe
convier. De V. S. amigo, criado e obri-
trado. JoaqiL'm Alves Cacalcanti. (Fot-
ulesa, Ceara.)
Reonhego rerdadeira a firma supra de
Joaqaim Aires Caralcao'i. Em t de
rerdade, o tabelliao Joaquim Feii de
Moli.
E' unioo agente e depositario do Peito-
lal de Cambar neate Estado a Companbia
de Drogas e Productos Chimicos.
kilos de associr oranco e 50 ditos com 3.000
ditos de do mascavado.
Para Rio Graode do Sol, carregaram :
J. S Caroeiro iC, 100 saceos com 7,590 kilos
de asiucar branco.
leadlcuoataa pab'U^s
vas oa M..*go de 1894
Aifandet/a
i ^M.-w*-' ^*rf*M.-YMr* -*>v*.0"iw^
BSPAftTILHOS
ELEGANTES!
CONFORT A VEIS I
Receben grande sortiaento
a pasis :::::::::
Illm. Sr. Gerente da Saecarsal
de Prfiambaco da ^w York
Life .osarance "ompany.
Recife, 15 Margo 1894.
Illm. Sr.Recebando b j-i por inter-
medio desta auccarsai de Pcroambuco a
importancia do siaitro da plice r.......
545 953 de reis qoatro contos e oitocantos
e cinooenta e tres mil rcis ca ci. <; se
achara seguro o mea tallecido mr Allredo de Lemos Arar.j >, renho agrade-
cer a pr imptr'S, com que a directora
mandou pagar o dito tinstro.
Va' maia urna prora de que a Compa-
nbia New York Li o procede eom a m-
xima lealdide as q-.-.i^i yl-.a dos aeus
seguros a bem dos sena muturics
De V. S. Att. Resp.
(Assignada).Leopoldina Amcl a de
Araujo,
Bem ri ar'a.
Randa geral
)o dia a 16
dem de 17
991 6974836
4,2:69 i.4366
Renaa do Petado:
Oo dial a 16 273:6021107
1,035:3914220
285:5974930
Scmma total 1.320 9891152
Segunda aeccio da Alfandega da Pernamnnco,
17 de Ma-c> de 1694
O chefe
J. Googalves da Silva.
O tnesoareiro,
Lais Maaoel Rcdrigaes Valen ja.
RECEBE DO di A DO ESTADO
Oo da 1 a 16 43 0991867
dem ds 17 4741076
HRC1FB ORA1NAG&
Do da 2 a 16
dem da 17
43:5731743
33.0111103
851-500
33:0961605
quellespor conseguirle o seu gosto oo
produz nauseas e suave e agradavel de
tomar-se
Como garaulia contra as falcicacoes
observe-se que os nomes Lanman &
Kemp venham eslampados em letras trans-
parentes no papel do livrinho que serve
de envoltorio a cada garrafa.
Acha-se de venda em todas as boticas
e drogaras.
Hovlaaento do porto
Nofio$ entrados no dia 17
Baha e eaoala2 das, rapor nacional
Olinda de 1999 toneladas, oomman-
dante Gailherme Waddington, cqaipa-
gem 60, oarga varioa generes, a Pereira
Caroeiro & C.
Cardiff-50 das, barca ingleio Catha
go de 790 toneladas, capitao W. Mor-
gn, eqoipagem 16, oarga oarrSo de
podra, a Wilson Sons & C.
Fernando de Noronha 36 horas, rapor
nacional cJaouhypo de 382 toneladas,
commandantc Carralho, eqoipagem 30,
oarga raros gneros, a Compannia
Pernambncana.
Navios sonidos no mesmo dia
Macei Vapor ioglea cNarigatora
commandanta Ratterford, carga rarios
gneros.
Babia eaoala Vapor nacional cUnaa
eommandante Francisco B. de Carra*
lho, carga rarios gneros.
Bio Grando do Saleacnna ingleaa cElsac
captlo W. J, WilUaoa. carga attaoar. I
ii
O aJvo*ido A. do Lel*ia maHoa-se
para o predio o. 64 ra Lomas Va'ea-
tinas.- Recite.
I
%
S
Superior panno e bollan tem ^[
AU PARADIS DES DAMHS J
Permitir ae nos-ha expender
nina patarra s mldades dos i-ulmes e da
garganta.
Qaaado os pulmes se chegam a en-
fermar pode-se dizer que o doeute se acha
s bordas d'uma enfermidade incuravel,
e o primeiro passo dado em tao pirigosa
situaco tusse. Torua-se pois da maior
importancia o al;>lhar-se a mesma im-
medialameute. Se por accaso pergun-
tardes do que maneira isso se pode con-
seguir, promptaniente responderemos
com o Peitoral de Anacahuita, cujo ex-
celente Xarope preparado e composlo
com o maravilhoso e bolsamico sueco
d'uma arvore do Mxico couhecida des-
de muito seculos pelos aborignes, co-
mo remedio excelso para as informidades
pulmonares. ssa magnifica preparaco
curar a tosse dentro em poucos dias,
s vezes em poucas horas; alliviar a as-
thma, curar a irritada membrana da tra-
chea e impedir finalmente o desenvolv-
ment da thisica. Ao contrario de todos
esses Peiloraes e Xaropes feitos de fruc-
tas e outras substancias acres e d'uma na-
tureza duvidosa, ella nao encerra em si
nenhum acido Prussico, e como igual-
mente nao contm nenhuma mistura de
antimonio ingrediente este, que abundan-
temente se encontra as preparares da-
| BONECS GRANDES i
Ricamente restidas rjj
>fi PALLANDO K COM MJVIMESTO 8.
X %
dJ BECEBEU T
i
j Ao Farads des Daaes i
Companhia
Progresso
4 cotam-refe e so publico em
PelotasPatic'io eoeco Illms capna .
O. Carlason, carga asauc-r.
New York Baroa nacional Halma >
capitao H. Pedersen, carga assocar.
creado Municipal de t*. Jom
O movlmeoto deste meraado no da 16 de
Ma'g foi o segointe : En ir- rsim.
i nois pesando 1,991 kilos.
1343 kilos de peize a 10 rs. 26*901
3a compart. com mariscos a 100 -s. 31100
5 ditos com camarOes 100 ra. 500
30 colomnas a 600 rs. 1 S300
6 cargas com gatliohas a 500 rs. 31000
4 cassoaes com galliobas a 300 rs. 11200
5 cargas com melancia a 300 rs. 11500
3 carga com bananas a 300 rs. 1900
6 cargas com frucas a 300 rs. 11800
15 carcas com farinha a 200 rs. 510(0
6 cargas com fejao a 100 rs. 11000
4 carga com macacbeiras a 300 rs. HX>
1 cargas com batatas a 300 rs. l0t)
1 carga com cebolinbo a 300 rs. 1300
9 cargas com gerimom a 300 rs. 21700
2 carga com laraojas a 300 rs. 1600
4 cargas com lougas a 301 rs. 11200
15 cargas com milbo secco a 200 rs. 31000
55 lugare a 200 rs. 111000
14 ainos a 200 rs. 21200
11 comp. com soioeiros a !1 111000
8 comp. com soinelros a 700 rs. 51600
8 comp. com fressoras a 600 rs. 41800
34 comp. com comidas a 700 rs. 231800
53 comp. com faiendas a 600 rs. 311800
48 comp. com verdaras a 300 rs. 141400
70 comp. com Tartana a 400 rs. 381000
18 comp. com talbos a 21 361000
Pelo presente declaro
e torno patente que
desde o dia 2o neiro prximo passado
deshguei-nio completa-
mente da Companhia
de Seguros Mutuos con-
tra fogo "Progresso'1
c m sede na Capital
Federal e portanlo ne-
nhuma responsabilidad
de me cabera pfe 1 a s
transacoes fe tas com a
i
dita companhia por
achar-n>e com ella qui-
tes conforme documen-
to autentico de saldo de
contas em meu poder.
Fique portanto esta
declaracao patente e
conhecida do publico
pernambucanu para
evitar duvidas futura.
Recife, 20 de Feve-
reiro de 1894.
Dr. Antonio Molinari
Laurin.
Rendlmentos do dia 1 a 15
241*400
3.6541900
3.896*300
Procos do dia:
Carne verde de 400 a 900 n. o kilo.
Sainos de 900 a 1* idem.
Caroeiro de 11000 a 11200 idea:.;
Farinba de 500 a 600 rs. a coiu J
Milbo de 500 a 600 rs. a coia.
Feio de 2*000 a 3*000 a cala.
Bicalho 700 rs. idem.
Xarqne 900 rs. kilo.
Taporas a entrar
Mea de Margo
Horroz, de Liverpool, boje.
Bretagne, do sal, 18.
Potos*, do sol, a 18.
niie., do su", a 19.
Porteaa, da En ropa, a 20.
Pandora, de Trestre, a 10.
Magdalena*, daEnropa. a 11.
Medoc, da Europa, a 14.
Cintra*, da Borona, a 10.
Capua, de New-York, a 30.'
Taparea a aamjr
Mea de Marco
Para Bretagne*, boje, s 4 horas.
Eoropa, Potos*, 19, as 1 horas.
Europa, Nlle, 1, s 1 oras. :
Santos e esc. Santa Fe*, 18, s 4 horas.
Macei a Babia Mantos*, 19, a 4 horas.
18, Magdalena 11, 1 hora-
Santos e etc., Portena*. ti, a & fcoras 1
Montevideo e etc., Medoc*, 26, i 4 horas.
Santos e etc., Cintra, 18, s 4 nona.
Productos da Fabr
ca IWdos d$ Ha-
las a Yarzta.
Tendo esta fabrica inau-
guardo seus trabalhofv e
acbando-se habilitaba a sa-
tisfazer qualquer e com*
menda com promptidao,
convida-se ao respeitavel
corpo comrnercial desta pra-
ija, sempre solicito a coope-*
rar pelo engrandecimeato
desta trra e a auxiliar as in-
dustrias na^centes, princi-
pal vehculo de prosperida-
de e riqueza do commercio,
a examinar a colleccao de
amostras de seus primearos
productos expostas na As-
soeiaeao Commercial e na
vitrina da Livrraria Fran-
cez;.
Os Srs. pretendentes po-
dem-se entender cons o Sr.
Thesoureiro ra 1. de
Marco d. 7, ou na fabrica,
na Varzea comX W. de
Medeiros, gerente.
Mathematicas Elementares
e Escripturacao Mercan-
til.
Venancio Labatot tem conseguido os melho-
res resoltados eom apphcaclo do methodo In-
taitivo qoe adopta no ensioo de EscriDioracSo
Mercantil, sendo qoe em menos de 30 lices
tem preparado tbeorica e praticamente, pessoas
qoe cram completamente extraahas a iransac-
6 es commereats.
Contina a leccionar as materias cima roa
Doqoe de Caxias n. 71,1 andar.
E
ROA DUQUE DE CAXIAS N. 71. 1' ANDAR
Venado L,a*ta( ft C
TEloEPHOKE N. 144
Endereco Ulafraphioo_
-----.
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m-
^h,.
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-

. mta. .mi.

,


nfrmrn
Diario de Poruambnco Domingo 1$ de llardo de I*U4


ED1TIE8
Secretarla do Ihesouro do Es
tado de eraasnbceo, 1? de
Harco de l*tt-l.
EDITAL
D? orde-n do III m. 8r. Dr. inspestof
deate Theaoaro, e em virt.de da autora*-
co do Exm. Sr. Dr. goveroador do Ea.
tado, fayo publico, quo na quinta-feira 22
do corrate peraate a Juita de Fazenda,
ir prp.ce o foroecimeat-> de quatr-caatos
(40)) pratoa e igual numero do tiplls de
louya do J'.j y, oecessarioa caaa de D-
taselo desta capital.
Os propoue.utea daverlo propiamente h-
bil t^.r-se na foro* das ciatosi.SdS regla-
mentaros.
Fervirco de acore tari,
Epamhiondis P. Bandeira di A. Vascon-
cell s ____________________________
fcl i AL
Fabrica *3s v'iaagre etorrcfacco
de caf
O Prcfeito do Munic:pio do Recife, em
c mprimento do precelt iegal, inunda fa-
zer publico que <* cirtdo Adr.!p!-,o A.-
gusto g'Az^V' do Sovo reqoarea eaWHe-
cer urna peqaena tabr ca Ge viosg-e o tor-
r celo de caf, que tem de Bar local a da
ao lado do por:2o ane c e^hid* p.sra a
traviesa gd ;r. Jo.-.quim Nabaco, n. 4,
oatr'ora t.-ave.ss o Vori tur, tan bem
coniu-cida por b;co do Iafetd.
Oa que ae julg:rem prejudicf dos ou
incomodados dirijam a Preteitora bas re-
clama?. J8 no preo da 8 diaa iniproroga-
veis, crntar da presente data, para oa
dividos eifei oa.
Secre'eria da Prefeitura Municipal do
Rec fe em 10 ce Marc<> de 1894.
O Secretario.
Joaqulm Jos Ferreira da R^cha.
v
HIPPODROMO
DO
CAMPO GRANDE
DECLAEiCOE!
SDle buc
S2o convidadoa pela preaente oa mutua-
rica dr.s caate'.as *bixo relacionadas a
virem resgata!-as dentro da 15 diaa a con
tar de 5 do correte, sob pena de Berom
as meeniaa vendidus em leillo publico,
como deiormira o Reg'ilameoto.
22.616 24.916 25.33 25.665 26.157
22.643 24.931 25.340 25.676 26.158
22.970 24.932 25 365 25.677 26.159
23.232 24.934 25.376 25.681 26.166
23 253 24.944 25 377 25.682 2J.16
23.318 24.956 25 381 25.693 26.172
23.337 24.960 25.383 25.697 26.173
2<.368 24.969 25.394 25.(99 26.174
23.392 25.004 25.414 25.723 26.181
23.419 25.008 25.429 25.766 26.182
23.531 25.010 25.441 25.832 26 183
23.618 25 014 25 413 25.851 26 185
23.659 25.012 25.452 25.914 26.184
23.690 25 022 25.453 25.945 26.188
23.771 25.026 25.463 25.960 26.191
23.802 25.027 2S.466 25.983 26 193
23.872 25.029 25.468 25.984 26.195
23.91 25 032 25.473 25.985 26.196
24.325 25.033 25.483 25.986 26.198
24.333 25.C35 25.438 26.991 26.215
24.336 25.0^6 25.494 25.992 26.234
24.349 25.(37 25.502 25.995 26.237
24.352 25.039 25 503 26 016 26.266
24 366 25.040 25.5C7 26.020 2.289
24.379 25.064 25.508 26.044 26.316
24.634 25.087 25.523 S6.055 26.329
24.720 25.C91 25.532 26.064 2C.330
24.725 25.098 25.540 26.065 26.335
24.776 25.148 25.541 26.072 26.343
24.781 25.149 25.544 26.073 26.345
24.811 25.164 25.548 26.081 26 350
24.842 25.180 25.556 26.087 26 357
24.849 25.186 25.560 26.091 26.358
24.856 25.196 25.568 26.092 26.362
24 866 25.200 25.593 26.101 26.368
24.871 25.222 25.596 26 107 26.369
24.894 25.231 25.610 26.124 26.877
24 896 25.236 25 618 86 140 26.381
24899 25.250 25.619 26.151 26.385
24.901 25 255 25 631 96.153 16.390
24 902 25.281 25.638 26.154 26.391
24 913 25.323 25.652 26.156 26.405
Recife, 3 de Margo de 1894.
O gerente.
FJ.ir.o D. Ferreira Coelho.
POJECTO DE USSfiBIFAO
Pata a 13a corrida a realizar-se no domingo
25 de Mano de 1891
4.- PAiEO-Recife 1.400 metros- Handcap.
premios : 300$000 ao primeiro,
Perna moneo,
e 300000 ao
Animaes da
600000 ao segundo
tercoi ro.
Tabella de peso-Aventureiro e Bisiasrck 60 kilos cada, nm, Maunty
58 kilos, Piramoo 56 kiloa, Dnblio. e Pyrilaropo 53 kilos, Plutlo. Hugue-
note, Ida e Triompho 51 kilos cada um, e os demais 43 kilos cada um.
2.s PAREO-Iraprensa Pcrifanabucana1.700 metros. Handcap. Animaes
de Perrjara&uco. prKMOS : 41.00000 ao primeiro, 805000 ao segando
e 40$000 ao terceiro'
Art. 5. NSd poderlo ser inscriptos es animaes Bismark, Aventureiro, Pira-
mon, Fyrampo, Maurity e Plutao.
Tabella de pesoDjbho, Triumpho 5G k;! )8 cada um, Hrjguenote, Turco
2 e Pigmeo 52 kiloa cada um, Ida, Tado Nababo e Maiaio 50 kilos,
es i um, oa domis 48 kiloa caia nm.
PAREO-Turf PernaMbReaao 860 metros. Animaes de Pernare-
buco. PKKMioa : 2500000 ao primeiro, 5O0OOU ao segando e 25S0O0
so terceiro.
Art 5. Os do pareo la prensa e mais Dabn.
PAREOaerby Club de Peruambuco l.OCO metros.
Pernambaco. PREMIOS : 250j$OOao primeiro, 500000 ao Begundo o
151000 ao terceiro.
Art. 5.. Os do pareo Imprenaa o Turf Pernembacan e mais Hnguenote a Hi"
rcnee, Triumpho, Tudc-, Nabaao, Turco 2, Ber in, Ida e Pegmeo.
PASEOPrado Pernambucano1.000 metros-Animaes de Pernam-
buco. pkkmios : 250^000 ao primeiro, 590000 ac segundo e 250000
ac terceiro.
Art. 5.* Os do pareo Derby Club e mais Malaio, Colosao, Galleta, Mouro,
Traquinas, Regente e Ally-Stoper.
PAREOTrlliiow Urbanos 1.100 metros, nirxaes de Pernambuco.
pe mos : 25O0OOOao primeiro, 500000 ao segando e 250000 ao ter-
ceiro.
Art. 5. Os do pareo Prado Pernambucano e mais Mascoite.jMendigo, Talicier,
8."
-!.'
5'
6.'
Animaes de
7.
Mahomerep, Frootin, Pirata, e Patchouly.
Pbrnambaco que
e^ 1893 e 1894,
primeiro, 50S000
PAREO de Marco 1.000 metros. Animaes de
nao tenham gaoho premios nos prados do Recite
contando ou oo victoria. PBKMIOS : 2500000 ao
ao segundo e 250000 ao terceiro.
8 PAREO -Velocldade 1.000 metros. Animaes de Pernambaco que n3o
tenham 'anho nos pradoa do Reoif6. PfiKMlOJ : 250$0O0 ao primei-
ro, 500000 ao Bagando e 250000 ao terceiro.
Observacoes
S ser3o realisaos os pareos em que se inaarevam e corram 4 animaes de
proprietarioa differenteB. ,
NSo contarSo victoria oa pareoa Recite, Imprensa, Prado Pernamoecano,
Trilhoa Urbanos, 25 de Mar^o, Velocidade e Derby C'ab
N5o aerao lidas aa propoatas que nao vierem acompanhadas da importancia
da inscripc&o na rasSo de 10 |0
A inBCTF?ao encerrar-aeha na terja-feira 20 do corrate, a 6
4a tarde na secretaria a ra Larga do Rosario n. 16 1. andar.
horae
Hippodromo do Campo Grande,
14 de Marso de 1894.
O secretario,
Lopes Vieira
Companbia Ag icola Mer-
cantil de Pernambuco
Segunda convocado de aasembla
geral extraordinaria
Nao se Kdoo reunido hoja numero sofficiente
do* Srs. acclooidtas, sao novatt.eote convidados
i se reaoirem em aesembla geral extraordina-
ria, oo aia 31 ao corrate, s 11 horas da ma-
oha, do salao da Assori^^ao Commercial Agri
cola, alim de deliberaren) sobre a emlsso dos
dotos tilolos (debeotores^ doemprctimo reali-
Bado pelaCompaob a,emeubstiiuiaodo actuaes,
de cooformidade com o decreto o. 117 A ae 15
de Setembro Ce 19,.
E' indispensavel a presenta de todos os Srs.
accionistas, para a resolccao orgeote desee as
eompto da maior impor aT.ia.
Recife, II de Marco de 1894.
Manoel Joo de Amorim,
Presidente.
Companhia Progresso
Colonial
As.embla geral ex te ordinaria
Seguooa convocaclo
Nao teodo coaiparecido camero leeal dos Sr*.
f accionistas pela primelra convocaclo. de doto
sao convidados comoartcerem aesembli ge-
ral extraordinaria, oo dia )9 1 bora da tarde,
i roa 15 de Vovembro o. 19. 1' andar, afim de
deliberarle sobre operares de crdito desla
cimpaobia.
Recfe, (i > Progresso Colonial.
Dr. Jote GoDCalves Pinto
Director presidenta.
Comp
auhia Uzina Can
sanco de Sinimb
De ordem da directora sao convidados
es Srs. accionistas desta Companhia a
realisareo a 7 e n.tima preatar5o de
20 (0 do capital aubacripto on 400000 por
acr,ao at 31 do corrente no Banco de
Pernaosbacc roa do Commercio n. 40,
razetdo na mesma occaao os reciboa
provisor'os das entradas feitas, para serem
trocados pelos titolos effectivoa.
Recite. 1 de Marco de 894.
O. C. Gatis^
Director (ecretario.
Consistorio da devof,o de Ci S. da Concei-
So, a ca-go dos artistas, erecta oo convenio de
.N. S. do Carmo do Recife.
Mesa geral
De ordem do co^bo irmao joi., sao convidados
todos os C06B03 irmSos a rennirem se em aseem-
b.i geral no domaigo 18 do corrente, s 11
bjrjs da manila, afim de tratarem de neg clos
de oteresse da mesma devoQo.
Recife. 15 de Marfio de 189. ,
0 secretario
Lacio dr Castro.
Companhia Florestal
Agrcola
Assembla geral extraordinaria
^ao convidados os Srs. accionistas a se reonl-
re em assembla geral extraordinaria no da
50 de Marco, ao meio dia, no senptorio a roa
Mrquez de Olnda n. 1, aBm da deliberarem
eobre a emissSo de novos litlos (decentares)
de accordo com o decreto n. 177 A, de 15 de
Setembro de 1893, devendo da accionista de-
positar euas acf,0es no cofre da companhia ate o
dia 15.
Recife, 10 de Fevereiro de 189%.
Jos OoncalwM Pinto
Director presidente.
' COMPANHIA
Manufactora de Phos-
phoros
Sao convidados os Srs. accionistas a reallsa-
rem dentro de 30 das, contar da prsenle
.,8 a qoarta (Dtrada de oaa prestages^ a ra-
Jd 10 0/n do capital sobaenpto oa iOt por
j, em m do tbasooretro I -a. da Madre
Dos o M. I00,
Becife,MdeFever1rodee189i.rio
). p. G. di Silva.
COMPANHIA
Progresso Colonial
Chamada de capital
De .- cardo com o art. 5- dos estatotos, con-
. ij1 i vido os Srs. accionistas i re lisarem eqoaris
AliantlG^a iMIrada de 10 0/0 sobre o capital subscripto oo
AFORAMENTO DE TERRENO &%?&&*':""*"*'*''
MARINHA SITO A MABQEM DOj Hecife. 15 de Margo de 189.Pela Companhia
RIO CAP1BARIBE DA FBEGUftZIA Progresso Colonial
DA GRACA.
De ordem do Iilm. Sr. Dr. Iospector
defata RepartigSo, fca pelo presente in-
timada D. Maria Benedicta Mascarenhes
Jacobina para no praeo de 15 dia* pro-
si qoe de sea dominio atil o terreno
de maria ha sito a margena do Rio Capi-
baribe, da fregcezia da Graca d'esta ci-
dade, cor forme declaroa a mesma D.
Maria Jacobina em sea reqaerimento diri-
gido a esta Alfardega.
Findo o referido praso nenhnma recia-
magao ser acceita e, de accordo com o
Deoreto n. 4105 de 22 de Fevereiro de
1868, ser concedido o atoramento j re-
querido do mencionado terreno.
3. SeccSo da Alfandega de Pernam-
baco. 8 ds Margo de 1894.
O ebefe,
Lu Frederico Codeceira.
Derby Club de Per-
nambuco
De cooformidade com o art. 147 1-, S- e 3-
do decreto n. 434 de 4 deJnlho de 1891, sebam-
se no escripiorio desta sociedade, i roa Duque
de Casias n. 20, copia de balaceo, reljgao no-
minal doB accionistas e li la da transferencia de
acgOes. tado refertnte ao anco Qndo em 31 de
Dezembro de 1893.
ror eslaoccasiao sSo convidados os Srs. accio-
nistas para reunidos em assembla geral ordi-
naria no dia 31 do corrente, ao meio da, na cede
desia empreza, assistirem a leitora do relatono,
pareser fiacal e approvacao de contas, e proce-
derem a eleigao da commissao fiscal, qoe ter
de foneciooar em 1894 i 1895.
Secretaria do Derby Glab de Pernambaco, 1
de Marco de 1894.O secretario
Jalo Benigno da Silva.
Segur
COMPANHIA
os Phenix Per-
nambucana
Os seobores accionistas ao convidadoa para
a reoniao de assembla gsral ordiaarla que de
ver ler logar no da 10 do correte, 1 bora
oa urde, oa Associagao Commercwl Beoeficeota
A reunlao tem por flm deliberar sobre o ba-
UaM e contas da administraclo depois de lldo c
parecer fiscal e proceder a eleigao da mvsma
commsaao para o corrente anno-
Recife, 6 de Marco de 1894.
' Os administradores
Lola Doprat.
Manoel da Silva Mala.
Jos J. Das Fernandas.
Dr. Jo quin de A. Barros Goimares
Director secretario.
Companhia pernanibac*na de na-
Ygano
De ordem da directorio, convido os Srs. accio-
nistas a se reuoirem as 12 b' ras da mar-ha do
da 29 do corrente, oa fde desta cotrpanbia,
para, em assemble geral ordinaria, as t-tirem
a leitora do relatorio, tomareni conbec memo
das contas relativas ao anuo lindo e procederis
a eleigao da commissao de contas.
Kcriptona no Recife, 14 de Ma go de 1894.
Sebastio L Guimaraes
Director gerente interino.
"COMPANHIA
Industria de chapeos
Assembla geral ordinaria
SSo convidados os Srs. accionistas para se
reauirem em assemblt geral ordinaria, no da
30 do corrente, ao meio dia, no escriptorio da
companhia a ra Mrquez ce Olinda n. 19, para
o hm de jolgar do relatorio e cootas do anuo
prximo findo. parecer da commissao fiscal ;
ass.m como proceder a eleigao da directora
qoe tem de fuocclonar no novo trlennlo, e com
mipe&o fiscal para o presente anno.
Recife. 15 de Margo de 1894.
Jos joiquim da Costa Maia
Presidente.
Baaco de Crdito Real
de Pernambuco
Assembla geral
Os Srs. accionistas sao convidados a reuoi-
i em ae em assembla geral ordinaria no da 27
do corrente. ao mel dia. oa sede do banco,
roa do Bom Jess n. 26, afim de Ibes f er presea
te e algarero o relatorio das operacoea do anno
de 1893 e o respectivo parecer da commissao
fiscal, e bem asslm, procederem a eleigao desta
commissao que tem de foneciooar no anno cor-
rele.
Recife, 9 de Marco de 1894.
Luis Doprat
Secretario.
Baneo da Bolsa
ASSEMBLA GERAL
SSo convidados os seobores accionistas a reu-
nir e em assembla ordinaria no da 28 do cor-
rente mes, ao meto dia, io criptorio teste
bao.o, afim de tomarem coobeclmento do rela-
torio, parecer fiscal e contas do anno prximo
paseado, e procederem dos demala termos dos
estatutos. ^
Recife, II de Marco de 1894.
P. J. Pinto
D. gerente.
Companhia Amphitrite
Convidamos oa Srs. .ccionistas para a reuniSo
de assembla eeral orJioaria que dever ter lo-
gar 1 bora da tarde do dia 19 do corrente, an
Associagao Coumercial BedeBcente a qoal ter
oor flm jolgar o relatorio das operagoes do anno
lindo, paiecer da commiss&o fiscal, assim como
proceder-se eleigao da comunseao fiscal qoe
tem de foneciooar no presente aooo.
Recife, 8 de Margo de 1894.
Os directores,
Aribur Augusto de Almeida.
JodQoim Olilo Bjsio8.
Jof Antonio Pinto.
COMPANHIA
Tet&ys de Seguros Martimos e
Terrestres
Raa do Vigario N 1, primeiro anda
D'rectoreB
BarSo de Sooza Lao.
Thomaz Comber.
Jotro Cesar Paes Brrelo.
Companhia Agrcola e Mer-
cantil Peralta) bucara
Sao coovidafos os poscoidores de obrigagOes
pre'erenciaes desta eompannia virem receber
no escriptorio a ra do Apollo n. 28, T andar,
oo dia 1 a 20 de Margo, de meio dia as 2 boras
Ca tarde, os juros de 6 O/o >o aono, correspon-
dentes ao semeire a veocerse.
Recife, 27 de Fevereiro de 1894.
Manoel Joao de amorim
Presidente. _________
Santa Ca^a de Misericordia
do Recife
Fnrnecimento de gneros
A Illma. junta admtoistraiiva da Saeta Casa
de Misericordia do Rsciie, ccniracta com qnem
melaores vanta ens eflerecer o fornecin enio dos
geoeres abaix? mencionados, para o consumo
dos e8tabelecimeotos seo cargo, durante c
trimestre de Abril a Juiiio do corrate anno.
As propoatas devero ser apresentadas en
cartas fechadas, devidamente selladas, pelas 3
horas da tarde uc di-: 20 do corrente mez ca
sala das sessdes da joma, declarando s propo
oeniea sojeia'em-se a cculta e 5 O/o sobre o
valor do fornecimento, oo caso de que, sendo
acceitas saas p'cposias. nSo comparecerem oo
praeo de 3 das esta Secretaria, para a assig-
natura dos respectivo.1' contractos.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia, 15
de Margo de 1894.
O escrivSo,
Jos Honorio B. de Meoezesi
GNEROS
Aletria, kilo.
Arroz, idem.
Agaardeo, litro.
A'aruta, kilo.
Baoba, idem
Bacalho, idem.
Batatas, idem.
Cha verde, idem.
Coa preto, toem.
Caf em grao, idem.
Carne verde, idem.
Carne de xarque, idem.
Ctbola, cento-
Farinha de mandioca, litro.
Feijo, idem.
Farello, sarco-
Gaz ommom, lata.
Gai ioexploeivo, idem.
Milho kilo.
UacarrSo e ontras maesas, idem.
M?it-'iea ingleza, idem.
Maoteiga fraaceza, idem.
Fotassa, idem.
Pbospboros. maeso.
Pao e bolbacba, kilo.
Rap, dem
SabSo, idem.
Sal commum, litro.
Toacinbo, kilo.
Tapioca, idem.
V-Has stearioas. mapso.
Vellas de carnauba, kilo.
VlDbo br; neo, litro.
Vioho tiuto, ida Figoeira^ dem.
Vioho do Pono, dem.
Vinagre portugus, idem.
Vinagre nacional, dem.
Arsenal de Cuerra
O Conaelho Econmico deate arsenal re
cebera propoataa no dia 20 do correte
aa 11 horas da nanha, para compra doa
artigoa sbaizo declarados deatioados
Gompaobia de Aprendises de Artfices,
Aigodlo msela, ma.roa t>( t
Bramante de algodSo, metres 304
Chitas para cober'aa, metros 320
Lencos de chita 160
Horim para forro, metros 320
Meias de algodSo, parea 160
BotCes pequeos de madreperola 640
BotSes pequeos brancoa de oaso 1028
Observacoes
Oa proponeotea deverao aprosentar-sa
habilitados^ com saas propoatas em da-
plicata, com o neme e a iniieacao da casa
commercial e com a declarado de sujei
tarem se a malta de 5 0|Q n> caso de re*
casar assignar o contracto e aa de 10 e
de 0 0|Q de qoe tratain os aitigos 87 e
88 do Begulamento em vigor.
NSo se rao aceitas as propostas que nao
vierem acompanhadas das respectivas
emostros, e mencionando no subscripto a
especie do aitigo e a marca da amostra
Secretaria do Arsenal de Guerra de
Pernambuco, 16 de Mtrgo de 1894.
O secretario,
Jote Francisco Ribeiro Machado.
DERBY-CLUB
DE
PEMAM
GSBsi:
*M^
^3^
_~ 'i*
No
PKOGSAMMA 1)A 4a CORRIDA
QUE SE REALISARA'
Dia 18 de llardo de 1894
Prado Pernambucano cedido pela digna
directora esta sociedade, em conse-
quencia de achar-sebero concert o res-
pectivo edificio.
Xome
a
c
Pelloa
>:,urn
lidade
Cor da Veatl-
menla
Proprielarlo
1. PareoCjnaioia^iol.OCO metrosAnimaes de Permmbnco oa n5o tenham gaoho
iPIrahy.....
2 "(uro Preto
".1 TuoySo....
4 Tiimoso...
i]a;c.......
Ido..........
Abysmo.....
no DerDy. Premios : 25000O ao l 50 ao 2o e 25i000 ao 3o
Pernacb..
Baio..........
Preto........
alazo......
RUS80........
Rodado......
Bato........
Mellado......
51
31
5t
51
51
51
51
Ouro e preto.........
Encarnado e idso...
Verde e ro^a........
Azul e encarnado___
Encarnado e branco..
2. PareoTentativa-i.050
melroB. Animaes de Pernambuco.
60 ao 2 e 25*000 ao 3.
A. L. Franga.
Cood. Perdigao.
P. C. de R. Reg.
Manoel J. G. Miranda.
G. de Medeiros.
P. Ramos.
I". Gooa!v;s.
Premios: 2CO*000 ao
Mahomeres..
Gale....... _
Patchouly .. __
Pbarisea___
Pirata..... _

Rodado.
Rus?o.....
Castaoho.
Preto.....
Mellado...
Peroamb.. 50
50
c 50
1 50
50
50
Azul eouro...........
Sucaruado..........
Encarnado ebranco. -
*zul e rosa.........
Encarnado...........
Verde e amarello.....
L. B.
Osear.
tf. J. Alves.
Joao Motta.
tlagalb&es & C.
J- Moraes.
3.
PareoVelocldade1.013 metrosAnimaes de Pernambaco.
i; 50/C00 ao 2 e 25*000 ao 3'.
Premios: 250*000 ao
Hsgaenote..
Ha.........
Nababo.. ..
Torco 2......
Todo-......
Preti.......
Rodado.....
Alazao.....

Mellado-----
Pemamb.. 50
48
c 50
( 50
50
Encarnado e azul..
Ouroe preto.......
Azul e ouro.........
Grenat e azul.......
Verde e amarello..
(Campos.
) Campos.
J. E Ferreira-
J. Moraes.
i. PareoAnlmaco-1.000 metros Animaes de Pernambuco qoe nSo tenham tio
classiflcacao nos orados do Recife em. Premios: 250*000 ao 1.* 50*000 ao
2." e 23*000 ao 3.
Aqidaban 2."
Fomaca 2...
Hebrea......
Osman .....
Maurity 2...
Jassaoao.....
Rodado......
U. Raposo...
Castanbo
Rodado......
Castasho...-
Peroamb.
51 IPrelo e encarnado...
51 Azul e encarnado...-
51 I Encaro, e bonet preto
51 Encara, e preto.....
5t |Verde e rosa........
l Encarnado e azul.....
Coud. UniSo.
F. Irmao.
Vital.
C. V. do Rio Draoco.
i. R drigues aa Silva.
S. Doria.
5. PareoExperiencia1.200 metrosHandcapAnimaes de Percambuco. Premios:
200*000 ao 1.*, 60*000 ao 2. e 30C00 ao 3/
Huguenot....
Ma.........
PlaiSo.......
Dublim......
Preto....
Rodado.
Pernamb..!

50
52
52
54
Azul e encarnado ....
Azule ooro..........
Verde e amarello.....
Verde e encarnado...
B. C. Campes
Coud. Cruzeiro.
mo. Neroodio.
Azevedo & C.
6.
PareoCompenaaedo1609 metrosHandcapAnimaes de Pernambuco.
T350* ao i. 75*000 ao 2. e 35*000 ao 3.'
Premios :
Triumpho...
Pootabie.....
'atchooly....
Hlalo.......
Baio.......
Casianho-----
Ru?80.......
Mellado......
Pernamb.. 56
c 50
< 50
< 52
Preto e encarnado
Encarnado e branco.
Verdee amarello.....
Cood. Arrayal
M. Ij. M. Jnior.
M. J Alvee.
i. Moraes.
y.^lPareoUberdade800 metros- Animaes r>e Pernambaco. Premios : 250*000 ao l.
50*000 2-, 25*000 ao 3.'
Tenor 2."....
Malange
Tiberio......
4|Teimo80 ....
5 Pbarisea.....
Mendigo.....
Vmgador
Alazao......
Russo.......
Rodado......
Russo.......
Castanho
Rodado.
Pernamb-.
53
55
53
51
53
51
53
Encarnado e azul.....
Encarnado e rxo___

Verde e rosa........
Azul e rosa.........
Encarnado...........
Bn:arn. bont. pret...
Azevedo 4 C.
F. C. Rexende.
dem.
U. J. de Miranda.
J. Motta.
H. Ca val can le.
Cood. 1.* deJanbo.
Obs$ro$09s

*
Alfandega
foramento de terrenos de marinha en-
tre as ras de Santa Rita e Pescadores at
Cinco Puntas.
De ordem de Illm. Sr. Dr, Inspector desta re-
partifiSo, lendo Jof Xavier Brrelo das evee
requerido foramento dos terrenos de matioha
nao beneficiado?, sitos entre as mas do Padre
Monis, Santa Rit e Pescadores at as Cinco
Ponas, freguezia de S. Jote esta cidade, e a
margem do Rio Capibaribe, chamado a compa-
recer a esta reparticao aquel le qoe se jalgar
prejoicado, afJm de provar, dentro do praso de
30 das, o direito qoe tem com relaeao ao afora-
ocolo dos menclooados terreos. Findo o refe
rido praso, oeobama reclamacio ser acceita.
3' seccao da Alfandega de Pernamoaco, 13 de
Maree de 1894.O cnefe
_______ Lniz Frederico Coosseiro.
In demnisadora
SIo convidados os Srs. accionistas desta
companbia para virem receber o dividendo do
Segando Semestre do aono findo na rasao de
15*000 por acc&o oa 15 0/0 so anno sobre o
capital effectivo, no escriptorio da mesma com-
paobia i roa do Commercio o. 44.____________
Legiao de Soccorros Mutuos
dos Oficiaes da Guarda
Nacional.
SESSO ESPECIAL
Tendo se de votar definitivamente os nossos
estadios, convido, de o: dem do cidadao major
presidente, a todos os consocios para na terca-
feira prxima 10 do correle acbarem-se na sede
da Legiao. is 7 boras da noote em ponto.
Nao se convocar ostra sess&o para esse nm
e por laso qualqoer que seja o numero qoe com-
parecer es volar definitivamente.
Secretaria dt Legiao. 17 de Marco de 1894.
Leonilo Lobato
I* secretario.
Os Srs. empregados devem estar no Prado Pernambucano s 10 horas da
.nanha em ponto, sob pena de nao serem admitidos no servico.
Chama-se a attencSo dos Srs. apostadores para o horario qce ser restricta-
mente observaio.
Os jockeys que nao se apresentarem convenientemente trajados com as
cores adoptadas no programma por seus patres. nao sero admittidos pesagein
e sero multados do accordo com art. 51 do cdigo uo cernaas.
Os animaes inscriptos para o 1. pareo devero achar-se no easilhaisnto
as 9 Ij2 horas da manh.
Os forfaits sero recebidos at sabbado i7 do corrente s 3 horas da
tarde na Secretaria do Derby.
As poules que nao forera pagas no Prado Pernambucano no dia da coVri-
da s sero pagas 3 das depois na secretaria do Derby.
Os premios sero pagos -48 horas depois da corrida na secretaria do Dfby
Club ra Duque de Gaxias n. 30 1.- andar.
O expediente para esta corrida encerrar-se h no dia 17 do corrate
s 3 horas da tarde.
A Directora chama a attencco dos Srs. propietarios e jockeys paj& o
art. 21 e seus e o art. 46 que sao restrictamente observados e para a resolu-
cao infia :
As directoras do Prado Pernambucano, Derby-Club e Hippodromo do
Campo Grande, no intuito de fazer sanar o procedimento irregular dos jockeys na
partidaresolvem:
a) Os jockeys quo nao collocarem os seus animaes no ponto determi-
na 'o pelo juiz de partida, e que sobre qualquer pretexto, anda mesmo manha
do animal, procurar prejudicar a partida com partidas falsas, ou com outro (Jual-
quer meio, seja elle qual for, sero considerados immediatamente multados em
200000 cada um.
b) A reincidencia no pareo seguinle ser punida com mais tres mezes de
suspenso.
c) Anda que fique qualquer numero de animaes parado, a partida, urna
vez dada pelo juiz ser valida e sero rateadas as poules pelos animaes vencedo-
ra, sem direito a qualquer reclamaco do publico.
d) A voz delargado juiz de partida seja qual for a collocaco do
animal o jockey que ficar com o animal parado : ou que nao disputar devidamente
a corridamulta de 200$000.
e) As penas de que tratara a presente resoluco sero impostas por um
membro director on seu delegado que estar prsenle na partida, sendo essas mul-
tas e suspensOes publicadas -18 horas depois pelo Jornal Oficial
f) A presente resoluco nao prejudicar o cdigo de corridas de cada nma
das associacOes, na parte referente a partidas, carrera e chegada.
A presente resoluco vigorar da data da sua publicaco.
Secretaria do Derby-Club de Pernambuco, 15 de Margo de 1894,
O secretario,
Joo Benigno da Suva.
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.





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*.



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I
I
THElTRO
iarto Grande
COIF'SQU LRICA ITALIANA
Empreza
G. Sansone
lloje Domingo 18, Iloje ?
Recita extraordinaria
A ML'ITA APRECIADA OPEAA
ADA
Di?1ribuigo
0 Rei do Egypto N. Corvi
Anneris, ?ua til ha Mazzoli Oraln
Ada, escrava Etbiope V. Snlli
Amonasro, eeu pai e rei dos E-
tbiopes Pozi
Ramfls, gran-sacerdote Retoli
Radams, capillo c*os guardas
Egipcios Vilalta
ComCa'5 o esp.cisclo a 8 lft.
TERCA-FEIRA
1 Recita de asignatura
A K7
Gompanhia
Ferro carril de Perncicbueo
Aviso
Aviso ao ptbllco que, de conforoidade core o
OOP foi resolvMo pelo Exm. Sr. invernador do
E-tado, os bilbetes de paseegem, emititdo* al j
boje po- esta Ccmpacbi;:, Bornete s?rao recebl rave|
dos nos ca-ros em pagamento da pa?8agem -^(cjnsistoio, As
0 da 18 rio r-oxirxo mez de Abril, devengo do comente,
Companha Ct Segnros
FIDELIDADHDE LISBOA
Miguel Jos Alves
X. Bdb do Dom #eoa!*
SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES
Ne?tes nltimos seguroa a nica companhia
dsst jraca que concede aos Sra. segurados isere-
p ao de pagamento de premio em cada stimo
armo, que equivale ao descont annual de cerca
de 15 p.-.r cento em favor dos ae.urados
AM^HITiTE
Compaohk de Segnros Martimos
TERRESTRES
Capital 1,000:000$
4S RA DO COMMERCIO 48
THE IMPERIAL WSRANCE COMPA5TY LIMITET
Estabelecida em i 803
CAPITAL 1,900,000
(Bu. Sl.OOOtOOOSOOO)
SEGURA EDIFICIOS E &IEBCADOKIAS
CcDtra o fogo
TAXAS BAIXAS
v.ompio pagamento de prejatao
SEM DESCONT
AGENTES
MOWNS C.
desta rtata em diante seren trocados ni escnp-
torio desta Coronanhla.
Recif?, 18 deMio de 1:94.
Felipp? de Araojo Sampalo
Gerecte. ______
Companha de Tecidos
Paulisja
Asamblea geraf ordinaria
Pelo presente eSo convidados os Sra.
accicn'stas de9ta compBchia a comparece-
rem no da 31 do crrante a 1 hora da
tarde, no palacete da AsecciacSo Cons-
mercid Beneficente, sfitn de cuvirem a
leitara do relatorio, p.recer da Commisaito
Fisosi, julgarem as contas do anuo sccial
prjimo findo, e!eer a nova CommissSo
Fiscal, dehberarem sobre a substituirlo
das debentares do empresmo emittido
por esta Companbia, de accordo com o
determiuada co dajreto n. 177 A de 15
de Setembro do 1893 o finalmente resol-
veren: sobre orna propona da directora
para o augmento do capital social.
Recife 15 de Marco do 1834
J. A. Saraiva Junicr.
Director secretario.
Aempasiuia Ferro Carril de
Prflambac$
Avise
De corformidade com o que foi resol-
vilo pelo Exm. Sr. Goveruador do Estado
e consta do officio do fiscal desta Compa-
panhi?, datadode 16 do correte mea, n2o
serSo maia emittidoa nos carros desta Com-
ubia bilhetes de pssaagem, mas cadernetas
de fez bilhetes oa qases s servirSo para
passagem em seas carros e cuja impor-
tancia nSo pagar em sen esoriptorio.
Qaatqner coopen distacado da cader
neta fica sem valor para passagem.
Recife, 18 de Marco ae 1894.
Fdippe de Araujo Sampao.
Gerente.
SEGURO
CONTRA Fi
Roya! Insurance Company
de Liverpool
CAPITAL, SOO.OOO
AGENTES,
Pohlaian $ G.
Largo da f-ompanhia n. 6
SEOTROS
GOHTU
eoE33>anfcla Ph^ssix 5-ejr
nanbceasa
. P.UA DO COMMERCIO___________
Matizde Santo Antonio
Veceravel ircniudsde do SS. Sacra-
mento
Prf:cJs?3o do Senbor aos enfermos
Pelo rente crvido aos irmos denla vene
irmandade, a comparecernn era nosso
6 1/2 h r: s da macha" do dia 20
para o fim d9 acoro oanbarmos a
praci'fo do Senbor o eoferm-i-'.
Consistorio, 15 de M^rco de. 1894
O escrtvo
Victoriano Ebla.
Veneravel
Confiara de S. Benedicto
De ordem do oosbo cariasinoo irmo presiden'
te, convido a todos os nofses carisuiooa ir.i.os
para cemparecerem era nosso capitulo no do-
mingo 18 do crreme, pelas i horas da tarde,
aflm de incorporados ar-ompanbarao a procis-
pao do Seotaor bo.j Jeeus do3 Marlynos de
Ollda.
Secreiarii da confraria de S. Benedicto do
Recife, 17 de Marco de 1894.
O secretario
Vicente F. Santos.
*
Austrian Lloyd's Steam Na-
vigaiion Corapany
O vapor austraco
Pandora
E' esperado de Trieatre a'
o dia SI do correte segniv
Jo depois da indi^pensavel de-
mora para
Baha,
Rio de
Santos
Janeiro e
Para carga, passagens.encommcndase dinhel-
ro a frete: trata-ge com os
Henry Forster & C.
Raa do
Cosmereo
I- andar
n. 8
Societ Genrale
DE
TrQ?ports Mariiimes Yapeor
de Harseille
O v*por francs
fonpanhia Korth Brillsfa
Mercantil e Insurance
Capital subberipio t 3.000,000 O* O*
Fundosaccnmulado8 9.75)t2,4
Da
BECEITA ANNAL
premios contra
fogo.......l.&96,818 6 10
De preoiics sobre di-
vidas ..... 992.379 6 t
* 2.488,197 12- 11*
..'. B.A rppartic&o de fondos accumula
dos sobre segures contra fogo, nao se a
ponsabilisa pelar transaeces feitas pela
de seeuro sobre idaa.
Wilaon, So3s& C..
Compaahh i$ Se-
guros
Contra fogo
Northern
De Londres e Afcerdcen
Poaiyio finoDCeira -
Gap:tal mbscripto lib
Fucdas accomuladcs lib
Recelta r.ncu I:
D jr?mir>8 contra for> lib
De premke aobre vidas
De juros ,
Agente em Prnambueo,
BpxwbII Willim 3.780.000
3:000.000
628.000
208.000
155.000
Bretagne
E' eaperrac do
Rio de Jduei-o
al o dn 15 de
Alargo segnindo
depo8~da indispensavel demora.para o
Para
Eco diretora
Para carga, passagens e encommendas trata-
se com os
Consignatarios
Silva Guimares & C.
Rudo Oommercio n. 5
Pritiee Line of Stramers
ENTRE
Estad-'?-luaos, Brazl eBioda
Prata
O VAPOR INQLEZ
oman 'rince
E' es >eraio de N>-w York
at o da O do correle e
seguir lepois da demora
necesearia para o
Rio de Janeiro, Montevideo e Baenos-Ay-
res
Para frete etc. trata-se com os
Consignatarios
Johnston Pater e Comp.
15-BA DO COMMERCIO-15
JJo?d Braziieiro
FORTOS I O NORTE
O paquete Manos
Commandante F. A. Almeida
Espera-se dos
ponoB do norte
a' o dia la de
Marco segeindo
u.poi:1 da '.'..mo-
ra ndpensavel para
Macei e Babia
As enccmmendas serao receidas at 1 bora
da tarde do dia fia Bahid.t, no trapiche Barbosa,
no caes da Coj pacbia Pernan:bDCana o. i.
No caso de baver ilguma reclamaclo cjnt'a
companbia, por a varia ou perda, eleve ser feila
por escripto ao agente respectivo do porto de
descarga, dentro de tres das depo sada.
N3o procedendo esta tormalidade, a compa-
nbia fica isenia de toda a responsabilidade.
Para plageos, fretes e eocoemendas tra
a-se com ai
AGENTES
Para carga, passagens, encommendas e valo-
res tarta se cem os AGENTES.
Pereira Carneiro A C
6Ra do Commercio6
1* andar
(MilGMS 'EUSIS
Companbia Praaeeca
DE
ffaveg cao a vapor
Lioba regalar
Peroamboc-',
tes.
entre o Havre, Lisboa.
Rio de Janeiro e Saa-
vapor Portena
Command' nte Jioux
E' esperado dos porto3 da
Europa at o dia SO de
Marco re?oindo depois da de
mora ind spensavel para
Wacelot_Bohia, Ro d <9amera
e Santos
Entrar co porto
Rogare aos Srs. importadores apresentarem
dentro de 6 dias, rcoatar do da descarga das al
varegas ?jual(icier reclamacSo concernente a vo-
l>'!nea que norvenlnra trabatn seguido para '*
porto? do sul. a.iutde se poderem dar a tempo
asjprovidencias ncc??8arias.
Expirado o referido prazo a companuia nao se
respoD&abilisa por ?xtravin .
Este vapor nSo racabe carga.
AGENTE
Augnste Liabille
9R"a do Commercio9
Hamburg- Suedametikanis-
cho Dampfschifffahrts -
Gesellsc'iaft,
O vapor Cintra
E' esperado da Enro
pa ateo dia P
Margo e seguir de-
pois da demora cecea-
eorio para
Janeiro e Santos
Este vapor illumicado luz electrice
e offerec ptimas accommodasre aos
Srs. pa388geiros.
Entrar so porto.
Para carga, eneoamendas, passagens e di-
oheiro a frete. trata- su .'.om os
Consignatarios
Borstelrnan & C.
18- Ra do Commercio 18
1* andar
Companha de Navegado Ca-
rioca
O vapor allemSo
Capua
^Sv E' enerado de
New-Yjrk al o
dia 30 de Marco
eguindo depois
da demora necesaria para os portos do sal.
Para carga passagens. etc., tratar com os
AGENTE
Pereira Carneiro SfC
Ra do Cjmmercio n. 6
1* andar
SeduocSo uoa preoos das paaasgena
Ida lia 4 votia
A Lisboa 1* cla3s & W i 30
A'Soutbampton i* classa & f.8 42
Camarotes reservados para es passagoiroi de
Pernambuco.
Para passagans, fretes. Dcommsndar, iU-i
cam o
AGENTES
AuKiorimIr?i?Aoft & C.
'. S- :' u do Boa Jauxu N.3
LELOES
Ue movis.
Leifo
espnlh s, qcadros,
lastre
o arandelas de crjotal, tapetes e eatei-
raa para. forro de sala, porcelanas, ele-
ctro-plat e vidros.
Terua-feira, 20 do corrente
A's 11 da mauhS
No 2* audar do sobrado a raa do BarSo
da Victoria n. 7
Constando:
De 1 mobilia de junco com encost de palba.
completa e enm tampo de pedra, 2 importantes
da[ikerqaus com rspei.los, sanrfa3 cim corli ib-
doi, quadres. 1 tapete para sof, 4 ja*ros para
flores, 2 t scarra^eiras de porcelaoa, 1 tapate
qoati novo para forro de sala, 1 lustre de cristal,
1 cana para casal, 1 ccaida vertido, 1 la/atorio
com pedra, l^narmjSo para lavatorio, 1 calxa,
1 marqoezo, 1 cama de amarello para casal. 1
1 cpula, 1 cocona, 1 cabide decclumoa, 1 ban
co di; Jacaranda, 1 mesa elaslicr-, 1 guarda co
(j ".':, 1 mobilit (.': junco completo. 18 cadei
ras de junco, 2 app.radoreo, 1 esprigme/ideira
de junco, ? candieiro ^elg^, 1 forro de estura,
divrsH araodellas, 1 lavatorio com jarro e baa,
1 neta Jp crlcmna, porcelana?, Ii ajas, diver-
sos objectaede electio-plat, copos, garrafas, c-
lices, ligas, compct'i'as, maniegneiras. licorei-
ro, ga'.heieirc, binteijas e muitos ouiros objec-
tOS de casa de faizila.
O agente Gasrnao, aotoiisa'lo per ocia familia
que rnodou de resiieocia, f r leilo dos excel
lentes movis cima mencionados.
3- leiJac difiaitivo
De casas a terreno m de MotOOoIoaM
Espolio de Joaqaa Jos dos SantoB
SEN)0:
Uro terreno roa Ai Koo.-olomb >"om 'r^nte
e utn lado ourado no qual ev.io pitaaJas du-is
oiei'.igr-B de es. 1J e !.'
Ujia rr.niajagua o. 71 oa meama roa c.::n opas
ponas d^ fren'e. dur-8 soia e 1 qnarto, cosicb3
exerna e qoiotal em ?berio.
Urna ca3ao. 73 na meama raa fora uas salas,
' -: i, co?.'Dtia externa e qoiiitai morado.
Unja im< accomruiHacOfts da de n. 75.
Terca-felra, SO to crrente
A'S 11 HORAS
Noarmaze.il a 7ua 15 de
Novembro n. 39
O agente Martina far leao pela tereeira B ul-
tima vez por mandado do IHn. Sr. D-. juiz de
direno do cive! em aua preseu{8 ias casas e
terreno a' i raa descriptos.
AVISPE DIVERSOS
Precisa S1; de om Pom copeiro ; tratar
na ra da Cadela do Re; ife n. 35. ^^
Lela 4 irmao declarara que compraram
c-'jSrs. Daraes 4 C. o seu stabelec ment de
molbados na Caprnga, siio roa do 5)r. Jn>>qaim
NaOuco o. 29, livrsedearmbaragado ; te aUuem
se ulgar creder do mesmo aprsente soas coa-
tas para serem pigas, no p^aso de tres d;a\
fiado os qoaes nao terao aireito a reclsmscCes
Capaoga, 15 re Margo da 1894.
Pelos joros {dos bancos faz-se algons des-
conto8 ; ra Bstreita da Roearro n. 4l, 2* an-
uar. Be dir quero os fez. e vende sitios, casas,
terrenos e 'res bons engenbos.
Msssgers Martines
Lfnha Bl-mensal
O paquete Mdoe

Aos Srs. carregadores pedimos a soa attenclo
para a dacso? 10a dos coch?cimentos que:
E' esparado da Europa at
o dia
4 de Hareo de 1894
teguindo depois da demora necessaria para
Buenos-Ayres com escala por
Babia, Rio de Janeiro, Santos e Montevi-
deo
Previne-se anda aos Srs. recebedores de mer-
cadorias que 6 se attender a reclamagOes por
falas, que forem reconhecida" na occasio d
lescarga dos voiumes; e que dentro de 48 ho-
ras a contar do dia da descarga das alvarenga.i,
deverao fazer qualquer reclamagao concerLen-
te a voiumes que porventura tenham seguido
para os portos do sol, atim de serem dadas a
.empo as providencias necessarlas.
Roga-se aos Srs. passageiros de se spresenta-
em na vespera ra ebegada do vapor para toma
rem as suas passagens.
Para passagens, cargt, frete e etc., trata-sa
com es
AGENTES
H. Burle & C.
42Ra do Commercio42
Ha!! & m
san?
O paquete
Magdalena
Commandente H. 0. Rigaud
Espera-ee da
Enrosa no da
91 do corrente,
segeindo depois
da demora neces-
saria para
Macei, Babia, Rio de Janeiro, Montevdo
e Buenos-Ayre*
Para carga, passagens encommendas e di-
aeiro a frste : trata-se com os AGENTES.
O novo e esplendido paquete
mis,
Ccmroandaote J. D. Spoener
V'ndP-se o eogenbo Santo Elias, situado
co municipio de SerinbSem, com boas trras
para 2,S0O paes de assocar, moe a agi/a a a
vapor, com assentamentos novos e em pe-felto
estado ; finalmente oe porteiras fecbadas. co
des'ilaQao nova ; tratar com o sea proprieta
rio no mesmo engenbo, Albino Gongalves.
3 P.-eclsa-ee de ama ama qae s iba bem coe
sinbar, paga se bem ; a tratar na roa Duqae d
Caxiasn. 47._________________^^____
Precisa se de am caxeiro de 11 a 16 aooos
com pra'ica de molhados e d liaog, a tratar
em Sn'o Aroaro ra do Cariao Lima o. 15.
Dorese C. declatam que veaderam am ae
seas estabele^lmentos de molhados sito a roa do
Dr. Joaqaim Nabaco n. 29, livre e desembaraza-
do aos Srs. Leo e 1-mao ; quemoe julgar ere
dor do mesmo aprsente suas contas no !praso
de 3 (lias para ser pagas.
Capunga 17 de Marco 94.
Estrellas d'America
Joaepna la Foaaeea Alves
Os proprltirios deste novo estabelecimento
esto qaelmaado a torto e a direito :
Faseodas novas modernas e baratas, s as
Estrellas a'Americ.
lAt ne qaadro a 300 rs o covado.
Liobo cbioez a 5 0 rs. o covado.
Lioon8 Ooos 600 rs. o cova 10.
Las americanas a 210 rs. o covado.
Madapolo psra noivas a pega 32300.
Baptistas linas. B80 rs. o covado.
Fenos, um i 000.
Madapolao especial, 20 varas, 14*000.
Cafemiras de cores, crt-, SOOO.
Flanella azul e prtta, covado 3$l00.
jlerin3 liso, p'eos o de cores, 1J2C0 o co-
vado, lareura estraordinnria.
M- Ditas de al.odo, 3*000.
Flanell de IS para Camisas, covado f 00 rs.
E amine?, fOO rs. o corado.
Sedas calvezas. 1*500 o ovado.
Footanelle, novidads, 1*300 o covado.
Cambrala de cores, arreooadas, linas, 1*300
o Cjvado.
Cretone b-tbiaco, de cuadro, 600 rs. n covado.
Creioors frar.cezes e agiotes, cov-rto 6W rs.
Mirini lavraos, pretos e de cores, 1*800 o
covado.
Vestidos brancos e borda ios, diversos prejos.
V. sicarios para Daolisao, 10*. ir*. 2 30* "50*.
VoiMe de l fl-.isslmo, ccvaclo 1*200.
Pastao para cale, brancos e ci; cores, corte
4000
Setms, todas as ccres.
Sura1). dl-ersss cores.
Meriiazol marintio, covado !*OO.
Cortinados de cambrsia, 10* o par.
Mofquiteircs, diversos precus.
Cortinaiios de croch: de 10* 40*.
Colchas de crochet e-pecia**. 10*.
C'tt-s de coiletes ds fusio. finissimos, 5$.
Gvlroaa de corea, gr mes, 4*0C0.
Bs'.a encarnada e azu!.
Sixtos de seda para cometa e senheres, nm
5*000.
Las coro listras rieseda, cores lindan, 230uo
covado.
Seda preta lavradi', Gorgura?, ceda pura, de t3, 7*. 8*, 9* e 10*
o covado.
Ca-ei^ica inglesa, especiaiiir.de, a;u e preta,
6*000 o ovado.
B'iin pardo p?ra roupos de se choras, 4C0 r*.
o ovado.
Cambraia tracparente, de 4 i 6*DC0, p^c-
d.i 8 vara.
Cambrala victoria, de 4i P*. pcac'eoito
r is
Diversas uotro-1 nleos de novMade, enm
completo e van i.-. Bor ti mente <:e rompas feitas,
de C38<'rr.iras. preis? e d- corra.
12 3Rna 1 de atareo19
(MTIGa DO CRLS.'Oj
Marques & Lim J
F^brica ? e picar ta ao
O Prefeiti do mncicipi-i do Recife em compri
menta do preceito 'egsl manda fazer poDitco
qi s os c^bSos Moreir-> p C. reqoe*eram esta-
bpleeer aro perjuen-i fabrica de pir-ar fatro ro
predio n. 19 a raa Nova d Sania Rita fregue-
aia -.' S. Jos qae rica em prosimidade do
msr.
Os qoe se julgarem prejadicados ca incommo-
'adis, di'ijam a Preleitura soas reclamac?s no
pr-'sj de 8dias iraprorog'veia a con ar da pre
sent dnta, para 03 debido* efleitos.
Secretaria da P'elel'.ura Mu-napa! do Recife,
17 de Margo de 1894
O Secretario,
,' Jjaqaim Jos Ferreira da Rocha.
HOTEL IOTEMAClOiM
EM
Garauhns
Tendo este eatbljj!< cixecto fi) melhor
collocado por estar maia prximo esta-
yS() psgsado par ama completa reformo,
estando actual jacote stia dreccSo conada
ama famila, acba-se elle habilitado a
offereoor 63 Extnaa. femilaa e dejnajs pas-
sageiroa a mais conforta? :i bospedagen,
par da msior sincendade e modioidade
em precos.
Oa Srs. passageiros ercon^rarSo sem-
pre :
BOA COZINHA
CERVEJAS Dh DIVERSAS MARGAS
LICORES
V'NHOS DIVER30S
COGNAC, ETC.
Ao Hotel Ioternac onal
EM
I1 i :ive-fario
Pao'o Jos4 Alves, sn mol.>er e rilhcs, Mara
Libaci* de O ivei-a Alves e seas rilhos, Manoel
Jsaqnun Alves liiti-.., A'ionio Btl.hazar Alves
de Freitas, Joa Alve a* Fr>-ita--, convidam a
Bees pareoies aatuieos pir.i assisiirt-m < miesas
que inandam celebr;r n cisco, a 8 borus no dia 21 do crrente, Io anni-
veraario di> falle(ia>ent>> re sm exremoBa mal,
soz a,e ax : desae ja se confessaoj eternamente
peoboradus.

r
Amella Lopon tlt- Cartalbc
Jo5o Praoetseo de Carvalbo.Atuelia L. de C r-
vaihj, Laura L. Cs-valho. Francisca de Ol-
veira Lopes, Janqolm Uyiro Lnnes, sea muiber
e lbs, Ft-iiuto E. Crrela ae Bi-ror, sua roa-
Ifcr-r e Hhos, .'u^ Morera d? Souza c fu" co-
iner. AmvLadoCarmo Lopes, En illa de Ohveira
Lope, Kranci.-co M La Hara A.Lopes,
convioam r.o* erns psrer.t^s e amigos tara ss-
si?tirem as mismas que otandam celebrar po:
aluia de ma prar.'t.-aua esioa. DO, fiibu. inijS,
lia e coabads, db e(cii!!u-.".ri 19, as 8 hura
da ma bS, na mat-iz de Santo Ai .tonto, 3t da
do seu infae-tD yasssmen'o, desde ja ue ron-
fee^am eif-n^meniH grato?.
t
Dr. EstevaaC. d'Albuquer-
que
Franrisc Jicinthn de Sampaio e fu mu-
l"er n.an -am rea- por :..'na do D'. Er.ievao
Cavalcaotn de Aiooqaerqne am.i misa na igreja
Jo Carruo du R-cif- aa 8 ho a* do rtia 21 ''o cor-
rt-nt**, tr'ees;m.> do In.osto p'ssamrnto ; e pe-
dem o compareclmento dos n entes e amigoa
-jo rinsdo.
f
Tlerca Se< Sewu OJI-elrra Cosa
Bctii'ei Ailredo M.moi-1 <'a Co-to. Josqi-ina
d- Pmso Bordes, Mna anl.'ia de Piobo Borees
rxi parpntps da ti'iada Tharcsa de Jess Ol
ve ra C.'Bta. airodeconi tointimo (".'alna a tolas
.is pespovs oa- ae iiignarara BRompaobar ao ce-
mit-ri.i publico os restos roortaes d" ?oa mui
pesada e semi-re IHDh-an es?o a, filho e irmS,
e (onvidatn p-ra assistuem a mi sas que man-
dara celebrar sgonda f-ira 19 do corrente. as .
hira^ "ia ma.iha, na m-triz do Boi Vista, 7-do
spg inf^DPlo psssaroeto, con^assando se desde
j ter-amente iirat.H atlos que comparece-
rt-m a gggg arto de ri lun e ?a-ji1ai*e._________
LrvrriPo Jo*1 de fiKu<"rt>d9
Antonia Leopldina I! ma de Figoeir do,
Odorico de Abreo e Lima Figueireoo, Dr.
P-rinlnio do Ab-ea e Lima Figueiredo, aa-
senie, Elp dio do Abreu e Lima f igueire-
do, Lyrl'a Coora te Fioeireio, Anna L'ttode
Figntiredo, aasen'e. r Mana L'-opoldina de Mel-
lo FigueWdo mandam rezar miabas na igreja
da Misericordia nfla d.) da 20 do corrente, stimo oo falie^imen-
to do ?*-u orezado esposo, pai sogro, Leoca-
dio alon i- Figuelrede. e c^nvidam
pa'a este a^to de caridade aos seos parenes e
amigos.
t
O Dr. Alvaro Rodrigue* Vianoa, georo do
Exm. Sr. BarAo de Nazaretb, conviladoa com-
parecer com prestezi ao Largo do Co'po Santo
n. 23, 1 andar para regular o negocio por
S. S. contrahizo em S. Paolo.
Grande arm^zem de lou^ >.
do paiz
Raa do Hospicio n. 1
Delphioo Casimiro da Silva Sobral participa
ao respeitavel poollco que se acba sortido de
todas as qualidades de louca de barro do paiz,
taes como sejaro. Hitros de todos os lmannos,
de Peuedo e aa Rahla, assim como ttm grande
sartlmento fe gaiolas de todas as qaalidades'
mel de abelba puro e Bao az-ite de dend, todas
obras de Flaodres, coco, bodas, b-bus de todos
os tarcanho?, candieiros, boles, cbaleiras e mais
algoma coosa deste genero, mais maitos oatros
o: jertos utis a todas as casas di familia, car-
vio mais em conta do qua em ootra qualqoer
parte ; lenbas em acnaB e muito la-ato ; emfim
ba om poucu de todo.
Ra do Hospicio n. 1
Precisa-8e de um criado
bacanas n. 0. C->punga.
Criado
na ra das Pe rnam
Copeira
GARANHOKS
Ao publico e ao com-
mercio
Carlos de Meraea Oomes Ferreira, de-
cltra que por motivos commeruiaes. passa
a Bssignar se Carlos de Moraes Rodrigues
Ferreira.
Recife.17 de Margo de 1894.
Carlos de Moraes Rod igues Ferreira.
Sitio
Vende se urna casa eom sitio, no Arraya!,
roa da Harmona n. 2. a tratar na mesma.
Casa venda
Vende-ae a meia agua de tijolo, edificada em
terreno p-onrio, sita raa da Contenda n. 2 R.
a n de S. Jos do Maogutobo : t-atar na mes-
ma.
Ao publico
Bernardino Jos Ramos, socio da firma Sooza
Mitta <* Ramos declara, qae desde o da 15 do
corrente, deixoa a socitdade e nao llqoidoa suas
coritas por nao estar conforme o balanco.
17 Mirco de 94.
Hara l'ranclica dr Albuqnerqoe
Harenina
Joaqaim Corr-ia ao oiivt-tra Aodrade, sua
muiber, ennbadoa e tiihos co^vldam seus para-
les e amigos pa-a aosi tirem as noiseas qae pelo
eterno repooi-o de ssa prezada popra, mi e av,
mandan r^zar na iyreja ae S. Fraoci'co, en
Olinda, s 7 horas de 19 do correte, 0 Ca do
infaosto paasamento.
wjjMim tfc;-*g^-5rara"~^a37ari3rr>grTga
Secundlna Mara da Silva
Albino Eufrasio ao Rosario sammamente
peohorado agradece a todas as pessoas
que se dienaram de acompanhar ao cemi-
terio publico os restos mortafS de aa sem-
pre lembrada esposa, Secunoina ^aria oa Silva,
e convida a essas mesmas pessoas para assisti-
rem a ml-^sa do stimo da, segonda-feira, 19 do
corrate, s 8 horas da maob, na igreja da So-
ledade, ricando gratos a lodos que comparece-
rem.
t
>uia i de Olivelra (ampo*
i- anniver^ano
Joo Manoel Teixeira Ctmoos convida aos
prenles e amigos a aasisiirem a n i-sa que
manda celebrar por alma de sua tnditosa esposa
Natalia de Oliveira Campos, no dio 20 do corren-
te, 1- anmversario de eeu prematuro paasamen-
to, na matriz de Gamelleira, s 10 b< rae da ma-
nila, ronfe-ando-se desue ja grato a tudcs qoe
se dignarem comparecer.
t
Precisa pe de urna copeira ; tratar na Ca-
penga, roa Joaqaim tabuco n. 61.
E' esperado do sal a.e
o dia do correal
8egaiodo depois da demora
icdiapeosavei para
Precii3a-se de om
Payssndo n, ]19
Coslnheiro
bom cosinbeiro : a ra
^aixeiro
Precisa se com praca de padaria : tratar
roa da 11: eratriz o. 41, piara.
Caixeiro
Cosinheira
Preclsa-se dn orna coslnnelra ; na rna de Fer-
nandez Vlelra o. 27, paea-s* bem'
Especial
Lisboa. Viga c momi^sa^^ta ','
3
N. B. Previne-se aos Sra. recebedores de \
mercaderas, que a Companbia Mala Real Ingle-
n, ccntracloo com aGeneral Steam Navegatiou J
Companvom servlco de vapores seminaes qae
partindo de Bordeaux, t'ognsc, Cbarent etc, e
vero ebegar a Soathnmpton a teropo de balda-
rem as cargas destinadas America do Sal.
para os vapores desta comparbla.
Mao'eiga fresca de Copenhapem, receben Joa
qHim Christovo 4 C, ra do Cabaga n. 11.
Criado
' reci'8'Be de om criado ; roa do Payaa-.dn
9o._______________________________________
Fejo Portuguez
Mulatinho, ^reto,
Branco e Fradinho.
De super or qualidade
VENDEM
Ginigres k V;: lente
4 e 6Ra do Corpo Santo
Precisa-se de oro ie 12 a 14 sanos, com pra
tua de uveros, dnndo conri-cimedio dj sea cen-
doeta : a tratar na roa di B=>nbelomeo o. 33.
COMPANBIA
Fabrica de estopa
SSo ebovidados os S-s. accionistas a virem
tro::ar os recibo-i provisorj pelas afesa de-
fioitivas, no ea.-.ripions n. 15 roa do Commer-
cio. ->e segondafe'ra era diaote.
CompaDhia de Tecidos
Paulista x
De i-onformfdade com o arl. 16 do decreto de
17 de Janeiro de 189'), arbam se no escriptorio
prov'so^io ft roa do Bom J^sos o. 1. pavimento
terreo, rola do baiarco, re!?cao nominal dos
Srs. accionista^ e lisia de transferencias de ac-
C,ei dnrame o annn (indo.
Recife, 22 de Feverei'o i. A S^'atva Jnior
Director secretario.
QDr. Esteio Cavalcante de Albu- J
juerqae
Joaquina R^a da Estrella Pinte convida
aos parentes e amibos do finad Dr. Este-
v3o Cavalcente de A'rir.qcerque, para
assistirem a missa do 30- da do 8eo pas-
smenlo, que tera lugar no da 19 do corrente,
s 8 horas do dia, na capella de Tigipi, em
signal d gratidao.________
SMaTH^fi il WrWl'iUV" y1-^^7gM'ap''ua'-!'
anIub Ferrnault
1- anniver^ano
Mme. vov Olimpe Ferchan:l ios amigos d s^a sempre ,'t-mor: do es-
peso Gostoa Fercbault para assistirem a
missa que manda retar na matriz da Boa
Vista. tiO da 19 do correnie, s 8 huras da
man ai.
t
Cosioheira
Prc nbo Nur. o.110.
ft .5,927
Perdeu-se caderneta da Caiza Eso-
nomica n. 15,95:7 pertoncente a me .or
Locilla.
A pesaoa que a tiver acht>do pode ap-
1 parecer na cbbb n. iil cita a ra do Con-
de da Boa Vista, que ser recompensado
generoaa. mente.
A quem precisar
Urna ptssoe com bastante ortica de padarii,
tanto interna como externamente, ae prope to
mar cr-n a de qualquer casa, dando abono de
Alfa'ataria Moderna
[18-Ron Larga do Rosario18
Acaha-e de ah'ir ama nova alfaiataria, com
eBplscdiito sort:m idto Jde casemi;as. cheviotes e
orlos, dUious oovidades ae'Pars e Londres.
A ofikloa dirigida por cu hanil e conbtcido
arusta.
Os *eu* proprieUrio3 pedere orna visila no
seo estabeleciroeoto
CAVlPOi A MAU-
Urna famila
rg
de di)'.s
nte
pfssras d^seja alugar
familia, rao fastndo
conducta pessoa mullo Hdegna ; quem precisar {n,e,a,d_e *e nrni ca8a ?e
40, que encon- qoestSo de prego ; a talar ca raa da Gloria a
I

1 "M

:




.
-

dirija*e ao Paleo do Terjo
trar coro quem tratar.**!
!l!8.
..


jf mmpp ^ "


.
Diario de Periiambaeo Pomingo 18 do llardo de lStfrf
FERRO QUEVENNE
nico approvoaa
pela ACADEMIA DE MEDICINA DE PARS .
EXIGIR O yeRDADBIRO "
14,Rn* ANEMIA, CHL0R08I8
FRAQUEZA
POBREZA DO SAR6UE

Para
CIGARROS com PONTA IMPEfiMEAVEL
rio podendo adherir aos labios
pars, Gastn d'ARGY & 0ia} pars
firtntorea e nicos Fabricantes, Forraceacrts das F
a t. H&rca depositada em Franca e no st/3n^eiro.
SENTENCAS OBTIDAS CONTRA A CONTRAFACO :
Fran9a : Pars, Tribunal Correccional, 3 de Noveinlro de 1SS2,
S.COO t'raucoH. Confirmada )>olo Tribunal de AppellacSo en 2 do Maio de
1883, o pelo Tribunal da RelAcEo 15 do Maio do 1S84. Pars, Tribunal
Corroctional em 21 de Abril do 1888, 9209 francos.
Belnica : liruxcllas, Tribunal de AppellaeKo, r de
Aposto de 1833.
IVIARCAS DA. IVLESIVXA. CASA :
PAPIER FKANCGIS, c LE MTHOPOLITAiN c >m .orda qommjj.i; LE pfcCHER. p.ipel nscado (vertre
KOlhD'.NDO PtRrITFflTr.
-i l'J><>. .IriifimoM i
*re. mportatioreH ,/lltf o PAPEL ALAMBF.EADO untu ful*iJi'Utto o
i,,>-;.ni, Trieste, etc.. romo PAPEL FKANCEZ
Nova semenca coutra um laltiit!cador i Pars. Tribunal Correccional. 26 de Jamuro da 1883.
- ttmoot e oenhora Confirmado palo Tribunal di poella'Jo do 11 da Malo de 1883.____
I
'****
VERDAOEIROS GRAOS deSAUDE do D'.'FRiRCK
lkznciados fel* inspectora qkral de htoibne db rio dk ja.nkmo
Aperientes, Batomachicoa, Porgati-roa, Depurativo*}
Ooatra a Falta de appetite, a Obi truc? o, a Bnxaqueca, as VerOffoO
as canceatdes, etc. Dote ordinaria: 4, i Desc nar das lalslllca^es. Exigir o rotulo junto lrapresso em francei
^Stepr^Vf llegada UjUao^osjabrlcanU
TRATAM^
EffJEGG&O VERDE DUPERRON
Novo proparado, nenj caustico, nem irritante : acalma as dores dentro de 2* oras,
aesUoe o rulcroliio epecillco, e cura com ciis seguraaca e promptldo que outro qualquer.
MATIGG-SANTAL DUPERRON
Nova loniiiilaue eflicacia certa : supprlme o Copaba e c Cubeba, e cura radicalmente, sem
; r._o de recidiva, pela sua aeco estimulante e antisptica ao rbesmn lempo.
Kaz se uso do MATiCO-SAJfTAX. V6, ou Juntamente com a XXrracpiLo vzkdi.
DEPURATIVO Vegeial-loflurado DUPERRON
Extracto cunecntrado da ve.-dadelra salsaparrillia vermeiha. nica efflcaz. mals poderoso e
ao m i i i-::...i. o mals braudo dos depurativos. Especifico dos Vicio do Sanyne, dos
J(ln-!ti:nrimiioH. das JUoleritia* ta Pelle, e das aTcCcoes especiaos, que elle cura,
conjurando us v. louics teirivcis que, Uto frecuentemente, sao consecuencia dessas doencas.
Ba ,,i A.. u:.nuia do Fabricante DUPFFRCK Ph- d el. 3"'. ru dea Roeier, PARS
Depoe-.tcs $m PiriunrtfM* .- COE OSOSAS E PBOOUCTQS CUUIXSS a- pr% w/iif Pluxrmaciat eDroQario*.
ALIKIENTO DAS CRIANCAS E DOS CONVALESCENTES
Para substituir o chocolate, de digesiao multa.s vezes dillicil, e o cafe com leite cujos etTeitos debilitante
licaui em extremo a sade das Seuhoras, os Mdicos recommendam o Kacahout dos rabes
e Selan^renier. por ser um alimento leve, agradavel e muitosubstancial-, reccitam-no tambero As
triaiAjas, i essoas Idosas ou anmicas, numa palavra a todas as pessoas que carecem de fortificante*.
PARS 53, roa Virinana. DEPSITOS EM luULj AS PHAUMACIAS DO MUNDO LNTEIRO
DONCASdoESTOMAGO
ELIXIR GREZ
DIGESTOES
DIFHCEIS
Dyspepsla
Parda
\o Appetite
TC73ICO- DIGESTIVO am A.UIMA*
POCA e
GASTRALGIA
ANEMIA
Vomitas
OarrMa
chronlca
(PEPSINA
TjOPTai>o_em todos OS H0SPITAB8 Mxtalhas do Oaro e Diploma de^
pars coma o O*, mil Haaseoc*^49, o a te Paaraiclu
VINHOdeBGEAUD
''^MMfnaST'
EONI-NUTRITIVOI
COM OUINAj
E CACAOi
O melhor e mais agradavel dos tnicos, receitado pelos mais
(Ilustrados facultativos de Paris, nos casos de ANEMIA,
GHLOROSIS, FEBRES de qualquer natureza, DOENtJAS
do ESTOMAGO, CONVALESCENCAS.
P. LEBEAULT & O, S, Rae Boarg-l'Abb, PARS
SE ACHA AS PRINCIPAES PHARMACIAS
3SCEHDIC^.gA.O ANALGSICA
SOLUQAO E C0iVlPRESSQs
EXALGNA de BLANCARD
ENXAQUECAS ? CHOREA
DENTARIAS, MUSCULARES,
UTERINAS, RHEUMATISMOS,
Inoffansloo e poderoso medicamento
CONTRA a DOR
ru Bonaparte, -4=0
9
i
Veodem-scem Pernanxbuco na COIPiSflU de DROGAS e PRODUCTOS CEUDCCS e as principaes pbarmaciaae drugaria
Pratico para
pharmacia
Preeisa-se de am para
urna pharmacia de aima-
re, a tratar na ra Mr-
quez de OJinda n. 24
Companhia de Drogas.
CADET
C U-R A
em TRES DAS
[Pl?BDenan7]
pars
Depositas as principaes
CATARRHO
TOSSE ANTIM
TSICA
Ete remedio, am
raanlo, nao %em
________________ BM TOBA! 1
MAHBUGO; C* KMmS t PSOMCTO
ESPECIALIDADES
T. JONES
TE DE PERFUMARA INGLESA
EXTRA-FINA
VICTORIA ESSENCK
O perfume mals delicioso no mundo.
E urna grande collecco de extractos para o lenco
da messos qualldade.
LA JUVENILE
P mmi mistura chlmlca al^uma, para o rosto,
adherente e ItmBmL
CREAN IATIF
Censen se em todos os' climas; um ensato
demonstrar sua superiorldade sobre os outros
Gol d-Crearas.
AOUA DE TOUCADOR JONES
Tnica e refrescante. Excellente contra as
picaduras de insectos. ____ av
ELIXIR PAETA SAEIONTI v
iptlco toasoo Branqnea o*
JflBll,
9
PARS -
DatUfric BBttaapuco
Bmiet p toSktca m aBtmi
a, RNlMN_M
Vidrilhoa pretos
AHanoida Conrado tnlune
C.
PR AQA DA INDBPEWDENCIA
Terfumaria
Iroportaate van el. dn acaba de ebegar para
Conrado jniuiif m df C
PRAQA da independencia
Galloes de Algodao
Brauroa de cores psra roupa de crianca "-.-
craaeram
Conrado. Antnnes i C.
P \ QA DA INDEPENDENCIA
Cidtos
Para horneras seDboras e meoiDoa
ecebram
Conrado. Antanen A C.
ZX1SI-
Precisa-se de urna
que seja cuidadoza e
iinipa para andar com
urna crianza a tratar
ra do Paysandu' n.
19 das 11 horas ds
uianbil as 4 da tarde.
Ama
Em Bjm Coaneibo, importante e muito adan
tado ituDlcipio, ha nove leguas de distancia do
de Garanhnos, e j muito prximo de ser favo-
recido por estrada de ferro, precisa-te, para
asa de pequea familia, de >ma cosinhetra e
engommadeira com bem soffriveis babiliacdes.
pessoa de oonaoca easseiada. Pagase oem.
ticando as despe-as da viagpm, que muiio
commodd, por coota do chefe oa mesma (amilia.
A tratar com o Sr. Godofredo Lima, na rerarti-
cao dos crreme. E' caso orente.
Ama
Preciss se de orna moler de meia idade qoe
saiba linar com crlauca ; a tratar na ra F-r-
aandea Vieira d. 5.
km
A' roa da Praia n. 53, i- andar, precisa-se de
urna ama para cosinnar e comprar.
Ama ou criada
Precisa-se de orna para casa de familia, a Ira
,tar na roa do Raoeel o. 2.
Ama
Prtcisa.se de urna para casa de duag pessoas
a tratar na ra do Raaiei o. i, venda.
Ama
Precisase de orna ama para lavar e engom
mar; na roa do Hospicio o. 20,
Amas
Precisa-te de duas amas, urna pira lavar p
engommar e oolra para comprar ecoeinnsre
mais alanos servidos domsticos ; na roa da
Imperatnz n. 24. 1- andar.
Ama
Precisa-se de urna ama : na ra Baro da Vic-
toria n. 12.
Ama deleite
P.ga-sp 204000 a urna urna que d conta
seo trabalbo ; em Femar des Vieira n. 60.
Ama
na
Precisa-se de urna ama para cesinbar;
praca da Boa Vista n. 9, 2- anlar.
Amas
Precisase de duas amas, sendo urna para co-
fioha, a tractar na ra BarSo da Victoria n. 54,
na anlia agencia de movtis.
Amas
Precisa-se de duas ama?, orna para cosiobar
e outra para copeira ; na roa Barao de S. Borja
numero 36.
2:ooo$oo o
ahiguel
Precisa-se alugar
urna casa para familia
regular, em boas con-
dicoei?, nos arrabaldes
desta cidade, prefe-
rindo-se Capringra,
Torre ou Magdalena,
sendo o aluguel an-
nual de 2:0()0|000,
mais ou menos.
A tratar, ra do
Commercio n. 6, an-
dar terreo.
Para cos*
nhar
Precisa-se de urna ama que saiba co-
sinhar, no 3. anda, do predio n. 42 da
ra Duque de Casias, por cima da ty-
pographiado Diario.
Bom negocio
Traspassa-su una casa de seccoe e molbados,
em Timbauba, bem afregoezada, vendendo de
6 a 8 contos de ris por mee, e tecdo 3 ou *
cootos de ris de pencos, que serio vendidos
pelos presos do Reclfe.
A tratar na roa Duque de Caxias n. 14 pavi-
mento terreo.
PitAJA DA liNDEPDNDENClA
>A><9eyi*j|'a Qj'TP^
Cintas hespuBhoIas
Alta novidade para aenhoraa e ho-
mens.
Novo sortimeoto recebea a
NOVA EKPEB.ISC.l
63 Roa Duque de Caxiaa 63
i^
M
A TOSSE E
PEITORAL
DE
ANACAHUITA
S
PREPARADO POO
LANMAN E KEMP
NEW YORK
0 BALSAMO MAIS EFFICAZ

P*ODU; CURAS ADMIRAVEIS E TE
TRIUMPHADO EM MUiTOS CASOS DE
PMTMIS-CA IKtlPlENTE.
j
pSj NFALL1VEL \^
Som negocio
Vende-te um casa de moloados em bom pon-
to da cidade, retalbando 2:000*000 mensaea e
com proporcOes para o duplo : & tratar na rea
Marcilhi Das o. 137. taverDa.
*-
iSj n-^i L-*mr> fn,rn|
YIDRARI4
Bonita colleccSo de finas tayas de '
porcelana, receberam
PEDRO ANTONES db G.
SS Ba Baque de Caxiaa
\WLtm @S9 MjWP* Qjlf H^r9m OS1*
i tsatras ssi^aatf a=a?SBf!aa2!
1 BIJ0TBRIA8
(L Lindes grampoa da brilhante do
Canad, cbatilainea, puls-irag, meias t-'
finas, pedrea e rruitos outros artiges g
NOVA ESPERANCA
63 Roa Ocqob de Caxias 63
S -'
mDSXJks
O mais completo e variado sortiaento
para bomena, aeoboraa e meninos.
Sedas
Brancas, pretas e de cores, lisas e la
vradas.
Cachemiras
Ccrtes bordados, eppartilbos, linoca,
perct linas, levaLtinsa, cretones, zephiro,
chapeos de sol, camisas, puchos, collari-
nhos e peitilhoB.
Perfamarias dos melhores fabricantes,
etc., etc.
Tndo se encentra por presos resnmi-
dBeimos
NA
La Gran Via
58 A'-Raa da IniperatrizS8 A
DE
Othon Silvano.
Fabrica de movis a
vapor
DE
Silva Fcrasndes 4 t
48Ra e S. Jao48
Promptifca-se qualquer encommenda
de marcenarla oa carpintera, com a
maior presteza 8 por procos rasoaveis.
Compra-so msdeira de boa qaalidade.
T^Aceita-se artistas (maroineiros e cara-
pinas) que sejam peritos ; e tamben ad
mitte-se aprendices psgando-se desde lo-
go slgum ordenado.
DEPOSITO
49-Raa Baro da Yictoria-49
Rodolpho Antones & C.a
f Riia Duque de Casias 1
A*
laravilha
FINAS COLCHAS para camas. LIN-
DOS cortinados para cama e janelas,
precos Bem competencia. Elegantes
objeetoa de biscuit, vidro, tetra cotta para
toiletes. Grande sortimento de alburie
para rstratos. Papel de facUata para
cartas. Alera de muitos ostro* artigos
qoe o bello sexo encontrar sempre na
bem conbecida casa de RODOLPHO
ANTONES C.
67Roa Daque de Caxias67
Bree e bamlba
Vende-se na roa da Madre de Deas n. 10.
Aos proprietarios
Que desejam tazer calcadas e ladrilbos no in
terfor das casas e armaien, avisa-se que acha
rio um grande sortimento de pedraa spropria
das, no armaiem do Caes da Gapibarbe n. 38,
eOSO*tri>o na r*a da Crut n 18 armaiem.
Propredade ;i venda
Vende se orna exnellenteproprledade nos Re-
medios com 4 cas-e de njollo, grande ciara, 200
pes de coqoeiros, e outra fructeiras; tem muito
bom porto para aavegaco a qualquer hora, um
importante viveiro, e tem proporges para fabri-
ca ou liiilsjao: tratar no escriptorio commer-
cif l roa Duque de Cax"> n. 72.1 aodar.
. FANTAZAS
E' hndo o sortimento de tecidos sendo
imposBivel de se descrevtir a grande va
riedade de tecidos de fantazia, sedas,
las, nansook, cambraias brancas e de co-
res ; pede-se ao publico em geral 9 princi-
palmente as Exmss. fumilias de viaitarem o
CogresEo das Damas
Carvalho & Aimeida
RA DO CABGa' n. 8 e 10
Telephone 196
i Professora
Precisa-ee de urna senbora qoe lenba babilla.
ges para enainar primeira, lettrae, msica e
trabalho8 d? acolba, e qoe sej i de boa conduc-
a, para um eoeenbo na comarca de Nstar^tb,
meia legua de orna estago: quem se jolgar cora
taea baoilitaces dirija-se a roa 1- de Margo n.
17,1 aodar, para tratar.
Vende-se
Diversas casas em mo ettado, na estrada de
Giqui ; i tratar na de n. 2, que tambem vende-
se, est em perfeiio estado de cooservagao.
Cosi heira
uD-se bom ordenado a urna perfeita cosiobei
ra e de abonada conducta : no caes do Gapiba-
rbe n. 36. r
Para CBinheirs
N sitio n. 5 da Estrada de Fer-
nande Vieira se precisa de urna mu*
her cozinheira.
Xarope de Sumar
Este agradavel e enrgico med'.amento
o estermioaor das toases resientes ou
antigs, oatherros, suffocaf5es, bronchitea
ohronicas, rouquidSes, e em geral contra
todos os padecimentos provenientes da ir-
ritagao das vas respiratorias.
Convem como unitivo aos tyaicos.
|COMPOSiyAO
DB
Firmno Mi de FeMo
Approvado pala reapaitavel Janta
ae Hygiene
Propgadores
Bapttsla k Figaeiredo
Ecoontra-se em qoalquer pharmacia.
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pegaenas porgOes,
applica-fe veniosas eaccas e sarjadas ,-r.a roa
das Larat*tW n. ti-____________________
ANEMIA
Para curar radicalmente a anemia, ch-
lorose, ou core3 plidas, opilago frial-
dade, e todas as molestias qua tem sua
origem na pobresa do sanguo.
Nao ha remedio mais efiicaz que as Pi-
lulas ante anmicas Brazileira3 do Dr.
Sil vino Cavalcanta.
Formula approvada pela Illma* Junta
del Hygiene de Pernambuco.
Prejos de urna caixa 15500
Meia duzia 83000
Urna duzia 155000
DEPOSITO
BOTICA ERANOEZA
H. BOaUAYROL
22 Ra da Cruz n. 22
Agua asitica
Do Dr. Bosc
Preparacao maraviihosa
para tingir instantneamen-
te a barba e os cabellos da
mais bonita cor preta e cas-
tanhos.
Preco de urna caixa 3$500
Meia duzia 20)?000
Urna duzia 36$000
DEPOSITO
BOTICA FRANCBZA
2 2 Ra da Cruz 22
DE
Ladrilhos e Mo-
zaicos de
Enaaneie Cresta 4 C
Rio de Janeiro e S. Paulo
Esta fabrica perfeitamente montada,
executa o mate exigente pedido que lhe
seja feito. por quem quer desejar, urna
sala, corredor, quarto, terrajo ou passeio,
perfeitamente limpo e de duraylo eterna.
O mozaico nacional da caza Cresta nao
fri e tem sido preferido a outros ladri-
lhos, porque hygieueco, limpo, evitta-
petes oa esteiras e eterno !
Chama-se atten^So dos Srs. constru-
ctores pora o catlogo e amostras em
caza de PAULINO MAIA, ra do Conv
mercie n. 22, 1.a andar.
Presos e qualidades, sem competenci
Kerosene Jnexplosivel
NEW ERA OlL
De la fabrica de Julmsiiiitm
Kew York
EsjIbsou r csiQliiistM instantaua
VBNDBBf
onseca lrmos
Gales e Guarnicoes
Com vidrilho e aem vidrilbo acaba de
receber lindo sortimento o
GONGRKSSO OAS DAMAS
Lrqoesde Gaze e Peonas
Ultimas novidades de Paria receben o,
Congresso das Damas
Doce de caj
Vende-se excellen-
te doce de caj secco,
feito a capricho. Na
ladeira da Eibeira so-
brado n. 28, na cidade
de Olinda.
Nao se vende a re-
talho.
Taiihas do Rio Grande do
Sul
veodem Guima-
6
A pregos sem competencia,
raes 4 Valente
4 e 6-CORPO SANTO4 e
Grande emeateira de
caesehros
Na fazenda Serra Grande do municipio da
Victoria. Estado de Pernambuco, tem pa'a ven-
der do dia i* de Maio em diante, cerca de don
milbes de pos de cafeseiro?, cujos pregos, las
manbos, qualidades e mais explicacOes.veja-se o
Jornal do Recife. _______
Cosinheira e criado
. isa-s de ama cosinbeira ; na ra da Pai-
sa 0.40.
Instrumentos e Msicas
Bello sortimento de no-
vidades !
Vende Eduardo Paiva
Boa do Barao da Victoria d. 15
WHISKY
Royal Blend marca VADO
Este excellente Whisky Escoces pra-
ferivei ao cgele oes aguurddente casna
para ortiear o co po.
Veoole-ae a retalbo nos maiorao arma-
aens de mola dos.
Pede Royal Blend marca Viaio.
cujo nome e emblema s3o registrados por
todo o Brasil.
BROWNSft 6c
Ourives occu
lista
ihudoru Jom Bamoi de IfeUn
Eatabelecido com oflicina de ourives ra das
Larangelras o. 1 avisa aos seus fregueses e so
reepeiravel publico, qoe rmntem ofBciaes babi*
litadiseimos para execu.&o de qualquer trabalbo
concernenie soa arte, especalmeme crava*
ges para brilbaotea, oculos, pencinez, moncu-
los, etc.
Doura-se, pratpja-se qualquer me til, cncer
tos em leques de madriperoia ou outra qualnuer
especie, garantindo pregos mdicos.
Ra das Laraugeira? n. 1
Fabrica de relo
Agnas e limonadas p.sosas de
todas as qoalidades
Soda water, ginger, ale, limSo, laranja
curagao, abacaxis, granadina, grosella
baanilha, hortelS-pimenta, etc. eto
12-ACAES DO CAPIBARIBE12-A
Loja do Coelho
6Boa ds loiperatriz56
Receben o que ba de meibor em
Sedas pretas.
Sedas de cor.
Crpons-novidade.
Pantaziae.
Guarnieres pretas.
fiuarmcOes de cor.
Galoes pretos.
Galeas de eir.
Pitas de vellodo.
E moitoa outros artices) aspo^iacs se Bodas
e epcoIbidaB a ca^riebo 521* ctefc"de D3tH
caza.
Cal Virgem de
Jaguarbe
Em barricas para o fabrico
de assucar vende a Compa-
nhia Exploradora de Pro-
ductos Calcreos.
Pretpo 8SOOO por
barrica
Caes de Apollo n. 73







(1110111 i
--------r---------1






i*



3
Piario de *erimm>iico Domingo tff do Mar yo do 1 SQ4

?.SI" DO D023XE&
*. SOB A DIRECgO
Do
i?,- jcao baista se&usisa costa
=
Drama em cinco actos
POR
VCTOR HG
VERTIDO PARA O PORTUGUE2
POR
ERNESTO-DE AQUINO FONSECA
Hernani.
Don Carlos.
Don Ruy Gomes de Silva.
Dona Sol de Silva.
O Rei da Bohemia.
O Duque de Baviera.
O Duque de Gotha.
O Barao de llohenburgo.
O Duque de Lutzclburgo.
Thiago.
Don Sancho.
Don Mathias.
Don Ricardo.
Don Garca Suares.
Don Francisco.
Don Joio de Haro.
Don Pedro Gusmo de Lara.
Don Gil Talles Giro.
Dona Josepha Duarte.
Um Montanhez.
Urna Dama.
Pnmeiro Conjurado.
Segundo Conjurado.
Tercei ro Conj urado.
Conjurados da Liga Sacrosanta, Al-
lomaos e Hespanhoes.
Montanhezes, Fidalgos, Soldados, Pa-
gens, Povo, e'.c.
IIESPAN1IA 1519
ACTO PUIMEIRO
Saragossa
Urna cmara de dormir. E' noite.
lampada sobre urna mesa
Urna
Hernani
Don Carlos
Don Ruy Gomes de
Silva
Dona Sol de Silva
Dona Josepha Duarte
SCENA I
Dona Josepha Duirle, i losa, traja de preto,
com o corpo da Ba guanwcido de vidri-
lhos. anuda de Isabela CatholicaDon
Canos.
Dona Josepha, t
V/vf os cortinadas carmesis da janea e arrn-
Batem a urna, porlinha
Ella esf..'i' I Don Carlos
Por nada.Vamos!
Dona Josepha
Eu esconder-vos !
Don Carlos
Aqui mesmo.
Dona Josepha
Nuncal
Don Carlos tirando da cinta nina bolsa e um
punhal
Entao, vos dignareis, minha senhora,
De escolher esta bolsa ou este ferro.
Dona Josepha lomando-lhe a boUa
Sois acaso o diabo ?
Don Carlos
Sou, sim, aya.
Dona Josepha abrindo um estreito armario na
parede
Entrai aqui
Dou Carlos examinando-o
Entrar nesta caixfta ?
Dona Josepha fechando-o
So nao te agrada, vai-tc cmbora.
Don Carlos reabrindo-o
Acceito.
Examinandi-o de novo
];" a ravalharica onde recolhes
O cabo da vassoura que cavalgas ?
Inlrodizse com difliculdade
Of!
Dona Josepha juntando as nulos signal de es-
cndalo
Um homem aqui
Don Carlos no armario, a inda aberto
Tua senhora
Ento urna mulher que aguardava?
Dona Josepha
O' ceu! De Dona Sol j ouco os passos !
Fecaai, Senhor, fechai depressa a porta!
Ella impelle a porta do armario que se fecha.
Don Carlos de dentro do armario
Aya, se urna palavra s disseres,
Morreras.
Dona Josepha s
Meu Jess Que homem 6 este ?
Se eu chamasse... Por quem?--Dormemj todos
Menos eu e a Senhora no palacio.
Ali! que nao tarda o outro, a quem smente
Interessa a aventura...13a espada
Nao Ihe falta; e do inferno o cu nos livre.
/1 man do o pezo a bolsa
.Mas um ladro nao o, por fin de contas.
Enira Dona Sol, vestida de bronco. Dona Jo-
scplui esconde a bolsa.
SCENA II
Dona Josepha, Don Canos, escondido, Dona
Sol e depois Hernani
Vos vejo, eroubo ao velho que vos ama
Urna horas da vossa companhia,
E sou feliz por isso, e certamente
Esse roubo me invejam, sem que attentem
Que elle rouba-rae a vida
Dona Sol
Passando o manto aya.
Josepha, enxuga o manto.
Seiia-se e faz signal a Hernani para quece-
nha para junio de si-
Vinde, Hernani
Hernani sem attendel-a
O Duque est ausente do castello ?
Dona Sol sorrindo
Socegai-vos.
i
Como sois grande!
Hernani
O Duque est ausente ?
Dona Sol
Amado, nao pensemos mais no Duque.
Hernani
Oh sim pensemos nelle, nesse velho
Que vos ama e comvosco vai casar-s !
Pois que Nao deu-vos, outro dia.um beijo ?
Nao pensar nelle I
Dona Sol
E' isso que vos damna ?
De tio um beijo dado s na fronte!
Quasi um beijo de pai!
Hernani
Oh nao Um beijo
De amante, de marida, de cioso !
D'elle seris, Senhora L Pensis nisto ?
Velho insensato que; pezado de annos,
Precisa, quasi ao termo da jornada,
De una imilher e vai, glido espectro,
Por esposa tomar una doiuella,
Da vida inda na aurora Velho tonto,
Que nao t, quando a mio vos aprsenla,
Tomar-lhe a outra a morte, como esposa!
Vens perturbar assim nossos amores ?
Vai pedir ao coveiro que to meya,
Velho ousado Quem faz esse consorcio ?
Sois constrahgida, certamente....
Anjot
Hernani
Dona Sol
Vinde amanhan, meia noite ;
Trazei a vossa escolta e arrumaia-a
Spb a minha janella. Fazei isso
E contai com meu animo seguro.
Para signal deveis bater tres palmas.
Hernani
J sabis quem sou eu ?
Dona Sol
Sonhor, que importa ?
Batem de novo.
4
j Hernani mostrando o armario a Don Carlos
I Escondamo-nos.
Don Carlos
Quero, seguir-vos.
No armario ?
Hernani
Entrai
logo!
Hernani
Dona Sol
Que o Rei quem o quer.
Hernani
Diz-so
Josepha!
.-. algumas poltronas.
disfarcada
gunda re:.
J ser elle
din-ita.
Ilatem de HOCO
]/, sim, na oseada occulta.
Abramos e depressa.
II le a anda
Ella abre u pnrlinha disfarerh. Entra Don
Carlos, manto sobre o rosto e o chapeo sobre os
olhos.
Eu vos sado,
Cavalleiro gentil!
Ella o inlmduz. Elle afasia o mani, deixan-
do verse um rico vesiuario de velado e seda,
moda caslelhina de 1519. Ella encara-o de fren-
te e recua espantada.
Que Nao elle !
Nao sois senhor Hernani! -Ao fogol fogo !
Don Carlos agarra ni,-'he o braco
Ditas palavras mais, e seris merta !
Elle a encara de frente. Ella calase, ater-
rada.
De Dona Sol este o aposento,
Noiva do velho Duque de Pastrana,
Seu tio, um boni dalgo, j caduco,
Veneravel, cioso, nao? Dizei-m'o.
A bella adora um cavalleiro imberbe,
E recebe, pesar dos iuvejosos,
Todas as noites o amante joven,
Que inda barba nao tem do velho s barbas ?
Informaram-me bem 1
Ella talase. Elle sacode-lhe o braco.
Nao respondeis-me ?
Dona Josepha
Senhor, me prohibiste, inda ha pouco,
O proferir siquer duas palavras.
Don Carlos
Nem mais do que urna-sim ou naotolero.
Nao s ava de Dona Sol de Silva?
Falla
Dona Josepha
Dona Sol
Dona Josepha
Que man lais ?
Dona Sul
Ah eu receio
Algum desastro Nao dovia Hernani
Achar-se j aqui ?
rumor de passos porlinha
Eil-o que sobe !
Antes que bata, vai depressa abrir-Ihe.
Josepha abre a porlinha. Entra Hernani
ampio mani -grande chapu. Sob o manto um
resina rio de montanhez de Aragdo, pardo, com
peiiilho de cauro, um punhal e urna buzina
cinta.
O Rei Don Carlos ?
O Rei!... Meu pai raorreu no ca.lafalso
Pelo seu condemnado. Inda que ansjo
Sejao caso, meuodio seninrejiovo
Para a memoria d'esse rei defuncto,
Para seu fllho e todos que Ihe tocam.
Contra o morto a vinganca nao procede ;
Mas jurei, inda infante, que no fllho
Vingaria meu pai! Por toda a parte
Eu te buscava, rei, porquanto o odio
Entre nossas familias eterno!
Nossos pais por trinta annos sustentaram
Lucta sem piedade e sem remorsos,
Morreram, mas seus odios sobreviven!;
De tregoas no tiverara um momento,
Deixaram filhos e prosegue a lucta t
- 0 execravel consorcio s quem prepara ?
Melhor i Eu te buscava, e ao meu encontr
Tu mesmo te diriges l
Dona Sol
Attrrais-me!
Hernani
Hernani
Dona Sol correado para elle
Hernani
Sim.
E porque ?
Don Carlos
Por nada.0 Duque,
Seu velho noivo, est ausente agora ?
Dona Sol! Sois vos que eu vejo
Emfim E vossa a voz que me noma ?
Porque separa a sorte as nossas vidas ?
Tanto de vos preciso, minha amante,
Para esquecer os mais !...
Dona Sol
Jess!gotteja
O vosso manto que molhado todo!
Chove muito 1
Hernani
Nao sei
Dma Son
Deveis ter fri.
Hernani
Dona Sol
Tirai logo o manto.
Hernani
De um mandato de anathema incumbido,
Devo cumpril-o at que de mini mesmo
Venha a espantar-me. Dona Sol, o homem,
A quem vos destinaram, de noquena,
Dou Ruy de Silva, Duque de Pastrana,
Rico-homem de Aragio e Conde e Grande
De Despalilla. Se Ihe falta a mocida le,
Pode trazer a sua joven noiva
Tanto ouro, cora joias preciosas,
Resplendentes de rara pedrada,
Que a vossa fronte fulgurante pode
A' par de reaes frontes ostentar-se,
E pelaposicfto, fortuna e porte,
Iuvejarao rainlias a duqueza.
A verdade aqui tendes. Eu, sou pobre}
E o ceu smente deu-me, inda creanca,
Os bosques em que errara, ps descalcos.
Talvez tivesse algum brazo Ilustre
Que una nodoa de sangue ora deslustra;
Talvez direitos tenha, sepultados
Em trevas, inda oceultos sob as dobras
De negro panno, que o patib'lo cobre,
Os quaesum dia, se nao mente a esp'ranca,
D'esta bainha sal i rao co' a espada!
No entanto, do ceu impiedoso
S tenho recebidoar, luz e agua
Escasso dote concedido a todos.
Ou do Duque ou de mim cumpre livrar-vos,
Casando-vos com elle, ou me seguindo.
Eu, nada sinto.
Sim.
Sim.
Dona Josepha
Don Carlos
A bella de certo espera o joven ?
Dona Josepha
Don Carlos
Um raio mo acabe !
Dona Josepha
*
Sim.
Don Carlos
r.
E dize :
Ter lugar aqui essa entrevista ?
Dona Josepha
Don Carlos
Pois tu aqui dentro has de escon ler-me.
Dona Josepha
Doearlos
Dona Josepha
Porque!
t TOS?
A mim.
0' Dona Sol, minha querida amiga,
Dizei-me : quando adormecis a noite,
Calma, innocente e pura, e alegre somno
Os labios vos descerra e os olhos fecha
Diz-vos acaso um anjo nesse instante
Quanto vos ama o desditoso Hernani,
Por todos repellido e desprezado ?
Dona Sol

Cuanto tardastes vos t-Porm, dizei-me
Se tendes fri ?
Hernani
Eu?Junto a ti, ardo *
Quando cioso amor em nos referve
E o peito se entumece e anca em luctas,
Que importa que do cu sobre ng ciam
Copiosas torrentes e relmpagos f
Dona Sol retirando-lhe o manto
Dai-me a capa e com ella a vossa espada,
Dai-ni'as...
Hernani mo na espada
A minha espada nao, que ella
Minha amiga tambem, sincera e firme.
Dona Sol, vosso noivo, o velho Duque
Est ausente ?
Dona Sol <
Sim, e a hora nossa.
Heruani
A hora e nada mais t Tao breve prazo
S me cabe depois.... depois, qu'importa ?
Ou venha o esquecnentO ou venha a morte I
Anjo, urna hora comvosco vale a vida t
Depois.... a morte t a eternidade i
N3o. Se tenco vossa,
Fraca mulher, como dizeis, seguirme,
Deveis saber o nome, a classe, a alma
E o destino que Hernani em si occulta.
Pois de um salteador e de um banido
Queris coihpartilhar a vida, a sorte ?
Don Carlos abrindo com fracasso a porta do
armario
'T quando contareis a vossa historia ?
Julgais que neste armario estou gosto ?
Hernani recua espantado. Dona Sol da um
grito e vai refugiarse nos bracos de Hernani, fi-
lando em Dan Carlos olhos espantados.
Hernani mdo na guarda da espada
Que homem este ?
Dona Sol
0* cu! soccorro acudam!
Hernani
Galai-vos, Dona Sol!Com vossos gritos
Despertis o ciunie adormecido.
Quando junto de vos esteja Hernani,
Para o que possa acontecer, vos peco,
Nao reclamis jamis soccorro d'outrem.
a Don Carlos
Que fazieis alli ?
Don Carlos
Eu?-Certamente
Nao cavalgava em meio d'algum bosque.
Hernani
[
Quem escarnece ap'.s a affronta, expe-se
A ser retribuido de igual modo.
Don Carlos
A cada um a sua vez justo.
Mas, meu caro, fallemos com franqueza.
Esta Senhora amis, seus negros olhos,
Em que se miram cada noite os vossos.
Muito bem. Eu adoro a mesma dama
E quero conhecer a quem hei visto
Tantas vezes entrar pela janella,
Emquanto que eu fleava sempre porta.
Hernani
E eu, como cavalheiro, hei de expellir-vos
Por onde entrar costumo.
Don Carlos
Velo-liemos.
A' Senhora offereco o meu aifecto
E, em collisao, proponho urna partilha :
Dizei-me se a queris. Sua alma bella
Encerra tanto amor, tanta bondade
E temos sentiineutos, que por certo
Pode bem contentar a dous amantes.
Esta uoite, levar querendo cabo
A minha empreza e, por engao, sendo
Por vs tomada entrada desta cmara,
Nella penetro emfim, me escondo aigures
E ponho-me escuta fallo franco,
Sem um ponto oceultar dessa aventura
Mas pouco ouvia e suffocava muito,
emais, amarrotava as minhas vestes.
Para livrar-me d'esse estado, saio !
Hernani
Tambem nao st gosto a minha espada,
E quer sabir !....
Don Carlos saudando-o
Por minha tonta, caberemos n'elle.
Don Carlos
Muito obrigado.E' vasto em demasia.
Hernani mostrando a porlinha *
Fujamos por alli.
Don Carlos
Boa noite.Eu fico.
Hernani
Ah maldico! Pagar-m'o-heis um dia.' A Dona
Sol ; '
Se atravancasse a entrada....
Don Carlos a Dona Josepha
Abri a porta.
Hernani
O que diz elle ?
Don Carlos a Dona Josepha, interdicta
Abri, repito!
Dona Josepha vai abrir, tre-
Doua Sol
Batem sempre.
meudo.
Eu morro'.
(Contina).
Senhor, como vos praza.
Hernani tirando a espada
Em guarda!
Dm Carlos lira a sua espada.
Dona Sol
Hernani Oh ceus !
Don Carlos
Tranquillisai-vos
CURIOSIDADES DOBKASIL
S. Paulo
FLORESTA PETRIFICADA
Em noticia ao Popular diz o S:-. Anto-
nio Rhormes que em Jaquiry, trras da fa-
zenda de Elisiario Fagundes, no Estado
de S. Paulo, ha urna floresta inteiramen-
te petrificada, sendo algumas arvores de
grandeza descommunal.
Cauza assorabro, diz outra noticia, que
dao d'alli, a quntidade da dimensoos dos
toros petrificados, que attestam ter alli
existido outr'ora arvores de descommunal
grandeza e grossura.
Das arvores assim transformadas, algu-
mas acham-se a meio soterradas ; outras
inteiramentes hvres sobre o solo, agglo-
meradaem diversas pos^oes.
Estend: se esta tjuriosidade natural pelo
dorso da montanha desde a base at o c-
mo, na direcjo leste oeste, em linha
recta.
Ro Grande do Sul
LAPIS VEGETAL
A Oazeta de Porto Aleyre publie >u a se-
grate curiosa noticia :
Sr. Jurgeusen, conceituado negoci-
ante estabelecido em "anta Mar a do Mundo
Novo, enviou-nos um pedago de cipo ras-
teiro, um pouco mais grosso do que os
lapis ordinarios ; no centro desse cipo est
urna maBsa negra, que graph'tj legiti-
mo : feita a ponta serve o lapis perfei-
tamente para escreyer! E' um hpis na-
tural, nasc do na matto da provincia
E' urna das curiosidades que temos
visto em nossa vida; rerta saber agora
qual o singular acaso que fez com que a
raassa de graphito substituisse o milo
molle do fino tubo interior do cipo.
Seguir-vos-hei.
Dona Sol
Hernani
Dona Sol
Hernani
Hernani i
Oh quio feliz me faz a ausencia dalle (
Como um ladrto rae, trmulo e inquieto,
iForca una porta, rpido aqui entro,
A rudes companheiros,
Proscriptos, destinados ao patbulo
Todos elles sdenlos de vingauga,
Impassiveis e duros como o ferro,
Que brandem na peleja encarnjeada,
Nao sabis quem os move ? Pois commigo
Queris vir commandar urna quadrilha 1
Quadrilha, sim, porque sabei-o agora
Um salteador eu sou. Quando por todos
Em todas as Hespanhas perseguido,
Eu errava nos bosques, as montanhas,
Nos penhascos que as aguias sos visitara
S me acolheu a vellia Catalunha,
Com carinho de me. Entre seus filhos,
Singelos montanhezes, livres, pobres,
Mas sizudos, cresci, e em tal aftecto,
Que ao som d'esta buzina, se a tocasse,
De seus bravos tres mil accorreriam
Ao meu reclamo.... Vos temis ?-0uvi-me
Ainda e reflecti:vagar por bosques,
Por montanhas e praias, entre homens
Aos demonios iguaes de vossos sonhos;
De tudo suspeitarde olhos, de vozes,
De passos, de rumores ; sobre a relva
E ao relento dormir; btber flfr rios "
E ouvir alguma vez, noite, emquanto
Amamentais_um filho que desperta,
As balas dos" mosquetes sibilando
Por junto a face, que descora ao risco;
Errar, proscripta como eu, ligada
Ao meu destino sempre, e at seguir-me,
Como a meu pai farei -ao cadafalso...
Dona Sol
Seguir-vos-hei assim.
Hernani
0 Duque rico,
Illustre, venturoso. 0 Duque ostenta
0 nome de seu pai, de nodoa estrme.
0 Duque pode tudo. 0 Duque d-vos,
Co'a sua mao, thesouros, grandes ttulos,
E vos far feliz...
Dona Sol
Serei s vossa,
E partiremos amanha, Hernani.
Nao censuris a minha audacia estranha.
Sois um demonio para mkn, ou anjo ?
Nao sei, mas vossa escrava sou. Ouvi-me :
P'ra onde quer que fordes, eu vos sigo ;
Part, ficaiserei comvosco sempre !
Eu nao sei o que a vos assim rae prendes
Preciso ver-vos urna vez e muitas
E sempre. Se, de mim vos afastando,
De vossos passos o ruido morre,
O coracao entao me desfallece;
Se ausente sois, meu ser de mim se ausenta;
Mas logo que o ruido desses passos.
Que o meu amor impaciente aguarda,
nesoa aos meus ouvidos, nesse instante
Sinto que tito que minh'alma Tolla :
Minlia Senhora:
Hernani a Don Carlos
O vosso nome ?
Don Carlos
E o vosso ?
Hernani
Em segredo eu o guardo para outro.
Que, vencido por mira, s lia de ouvir-mo
Ao traspassar-lhe minha adaga o peito.
Don Carlos
E o nom3 d'esse outra ?
Hernani
PREHISTORIA
rVntiguidade da navejra<*ao
Ocano
VIAGENS DOS
do
Defende-te !
Que te importa ?
Cruzam as espadas e Dona Sol cahe trmula so-
bre nina poltrona. Ouvc-se bater aporta.
Dona Sol levantndose aterrada
Meu Deus Batem porta 1
Os campees param. Entra Josepha pela porti-
nha, toda perturbada.
Hernani a Josepha
Quem bate assim ?
Dona Josepha a Dona Sol
Inopinado lance!
E' o Duque que volta !
Dona Sol juntando as mos
Ceus! 0 Duque !
[Estamos, pois, perdidos.Desgrasada!
Dona Josepha laucando os olhos ao redor de si
Que vejo ?! O incgnito de ha pouco!
das empunhadas! Combatiam 1
a temendade I
< Os combatentes embainham suas espadas. Don
Varios envolve-se no seu manto e abate o chapeo
sobre os olhos. Batem.
Hernani
0 que fiaremos ?
Urna voz, fra
Abri-me, Dona Sol
Batem.
ttDona Josepha vai encaminhandose para a por-
ta. Hernani a detem.

Hernani
No o consinto I
Dona Josepha tirando o rosario
Santos do ceu, tirai-nosd'este tr nss t
NAVIOS DE SALOMAO AO RIO
DAS AMAZONAS
I
Antes de provar'qua os navios de Sa-
lomeo e de Hiram fizeram varias viagens
ao rio das Amazonas, indispensavel de-
monstrar primeiro que os povos da anti-
guidade a mais remota conheciam a Ame-
rica
A Bibl a nos diz, verdade, que os
Phenicios conheciam todos os mares ; po-
rem este povo mui postero r aos Atlan-
tes que ioram seus mais velhos na arte
da navegado, e possuiram numerosas
frotas no Ocano Atlntico.
Ao lado dos factos histricos que nos
tem sido transmitidos pelos autores anti-
gos eque havemos de resumir neste rela-
torio, mostraremos quanto a philologia
ajuda a historia e a geog aphia, j que
com este precioso auxiliar, chegamos a
descobrir os vestigios da navegacSo dos
Phenicios e dos Hebreas da epocha de Sa-
lomo, e a determinar as posieftes gaogra-
phicas de Prvaim, de Ophir e de Tards-
chisch.
Temos nos dilogos de Timeo e Critias
por Platio," tradicSus egypcias anteriores
ao cataclysma da Atlamide ; remontam
invasao dos povos Atlantes sobre o nosso
continente*
Os sacerdotes egypc'os, perto de quem
se instrua Soln, contaram-lhe, com nu-
merosos pormenores, tudo quanto se refe-
ria ao poder martimo dos Atlante, sua
invasao e destruigo.
Critias era avo de Platao que escreveu
seus dilogos com conhecimentos t rados
de varias fontes authenticas. Assim
que, por Soln e Critias, PlatSo indica
Phrygia, que alem e longe da Asia, Euro-
pa e da Lybia (frica) que sao, diz elle,
propriamente fallando ilhas, existe um ver-
dadeiro e un'co continente, de immensa ex-
tensSo e habitado pelos Meropios. Theo-
pompo chama este quarto continente Me-
ropis (1) governado, diz elle, por Me-
rope, filha de Atlas, rei de Lybia. Ha
3210 asnos que este reinava ; e sua filha,
ha 3129 annos, era contempornea de Her-
cules, de Theseo e de Laomedonte, isto
cerca de 50 annos antes da tomada da
Troia.
A lingua Kichua ou dos Antis da Ame-
rica equatorLl fornece-os a etymologia
de Merope : Marop o genifrvo de maro,
trra; da trra dos Meropios, ou nasci-
da da trra, isso 6 autochtona, expressSo
que corresponde ao grego Oheghmes. A
rainha Merope t rou pois seu nome ou ap-
pellido do paiz que se chamava Meropis.
Atlas, nome egypto-libico, tem sua raiz
no egypcio atl, paiz, acompanhado da
partcula egypto-Kichua a? que affirraa-
tiva e indica a estabilidade- Atlas signi-
fica pois t do paiz, isto indgena,
nascido no paiz, posto que fosse elle des-
cendentes dos Atlantes, assim conio os
seus subditos estabelecidos na Lybia.
Eram oriundos do paiz de Atlantia nome
que os Gregos trouxeram do Egypto ; ora
na lingua dos egypcios, anti significa
os altos valles Atlantis paiz dos
altos valles Anti justamente o nome
dos Andes da America equatorial, e suas
povoasoe tOm ainda o nome de Anti.
Sueno, dando a descripcao do vasto con-
tinente governado por Merope, falla dos
grandes animaes que l se vera, das gran-
des cidades, dos costuraos e leis dos seua
habitantes e accrescenta que elle3 possuem
muito ouro e prata. Semelhanto narrac^o
no se pode referir seno America
Parte da lingua dos Antis se acha nos
hieroglyphicos dos monumantos do Egy-
pto, assim como no grego aatigo (2).
Independentemente das provas philolog-
cas que possuimos, a3 quaes demonstram
relapsas dos povos de ambos os gran-
des continentes em a mais remota anti-
guidade, faremos observar que os antigos
Egypcios se representavam sempre em
suas pinturas rauraes como sendo da raga
vermelha e imberbe : ora os americanos
indgenas sao os nicos povos que sejam
imberb*s e de cor vermelha, c seu typo
justamente o mesmo que se nota as es-
culpturas mais antigs do Egypto. Con-
chegando este facto ethnographico s pro-
vas philologcas e coramun dade de lin-
gua, torna-se evidente que o elemento
principal da grande invasao do3 Atlantes,
a qual effectuou.se ao mesmo teinpo na
Lybia at ao Egypto, na Europa at
Tyrrhenia, at mesmo Grecia, fora for-
necida pelos habitantes dos altos valles
da America equatorial colligados com ot
da ilha AUantide Critias conta que os
Atheniense3 resistram a urna multido
infinita de inimigos armados vindo do
mar Atlntico.
Faz tambem constar a colligagi) dos
reis do vasto imperio dos Atlantes, com-
prehendendo os da parte di trra fi (d America) mj-ita a seu, d m'nio.
Segundo Platao a esquadra dos. Atlan-
tes 83 compunha de varios m Ihares de
navios. Dasfal ando a exigaracao, tamos
em as narragoes que acabara >s da referir,
a* provis da naeQac3o do Ocennt por
povos cuja antigudade sobe alm da
Atlantile : e temos a c vos dos dous grandes contineatcs se co-
nheceram perfeitamante antes da poca
phenicia
Os antigos Egypcios e 03 Pelasg'os (3)
nao eram na verdade sanio Atlanto-ama-
ricanos
Em algumas palavras, havemos dado
a chave das origans da historia, para fa-
zel-a sah r da sua obscuridade. Collo-
cando-nos a um ponto de vista de tudo
novo, ser-nos-ha fcil fazer apreciar a
conceber a successo dos factos na sua
ordem natura ; e os movimentos dos po-
vos de urna poca relativamente primiti-
va, atravez dos mares e dos continentes,
interessam tambem a geographia conside-
rada debaixo de seus differentos aspe-
ctos.
R Fasto Avieno que, no quarto seculo,
traduziu varias obras gregns, estabalece
que alm do Ocano, ha trra e mirgens
de um outro mundi.
( Continua).
primeiro a po8o da grande ilha Atlan-
tide no Ocano, em frente do estreito de
Gades ou de Hercules ; em seguida, atraz
desta, aponta as numerosas ilhas que cha-
mamos as Antilhas ; atraz destas, diz elle,
est a grande trra firme : c O que Acaba
de ser designado como trra firma, diz
Critias, um vrdadeiro continente. Eis
ah pois a America I e para que nao haja
duvida, Platao accrescenta que atrs des-
ta trra firme, est o grande mar; evi-
dentemente o grande Ocano. Resulta
dessas tradicSes que, antes dos Phenicios,
os dois Ocanos e a America eram conhe-
c.dos dos Atlantes e dos Egypcios
A' esta antiguidade se liga a dos Phry-
gios, nico povo em qua os Egypcios re-
conheciam ancianidade capaz de rivalisar
i com a sua. Ora, segundo Helian'o (Hist. 3).
ITlieopimpo, poeta e historiador grego
I narra que Sueno ensina a Midas, rei de
(1) Midas primeiro rei de Pnrygia.
exista cerca de 400 annos antes do dilu-
vio de DaucaliSo, pois Nannac, outro rei
phrygio antecedeu este acontecimento de
3 K) annos segundo Suidas. -O diluvio de
Deucaliao que inundou a Thessal a, teve
lugar, segundo os marmores de Paros, 1329
annos antes da nossa era Admittindo
que Sileno e Midas tvessem v vido cerca
de 100 annos antes de Nannac, haver a
hoje 3800 annos, isso um seculo antes
do diluvio de Inaccho, rei de Argos e pai
de Phoroneo. Tiramos a consequen 3a que
naquella poca, o continente amaricano ou
urna das suas partes, era chamada Meroi
pis pelos Phrygios, e que este nome fo
tambem conhe^o entre os Gregos. En-
tretanto menos antigo que o de Atlan-
tis.
(2) No vocabulario abreviado do egy~
ptologo Bunsar, temos apontado grande
numero de palavras tiradas dos monumen-
tos egypcios, e que existem no K chua-
com seus significados idnticos. Estamos-
igualmente de posse de muitas centenas
de vocabuk gregos qua temos apontado-
no Kichua, e resultado anlogo obtivemas
comparando o Kjchua com o hindustani.
(3) Os Egypc es diziam terem recebido
seus deuses dos Atlantes; a invasao do so-
lo grego da mesma poca : ora os my-
thos e as divindades pelasgeas, ntrodu-
zidas entre os gregos e latinos, e do que
temos dascoberto as origans e verdadairas
significac3e8 na 1 ngua des Antis ; as con-
struc9des cyclopeas feitas pe os Pe aagios
na Grecia, naltaia, sendo idnticas s
que se veem entra os Antis; a palavra.
graga peagioe que significa marinha, o-
nome do Ocano que petagoe, e outraa
raspes a nda provam a origam americana
dos pe agios chamados eyciopos ; por isso -
Homero diz serem estes finos de Neptu* -
no e de Amphitrite ; por isso tambem He,
rodoto nos du ser Neptuao divindade d
origera pelasgice.
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