Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16552


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Full Text
HH Mj
ir" -

ABrR.;
Domin&ro 11 de Harco de 1894
Numero 59
DIARIO
NAMBUGO
PSOPElB.! BE M&N0IL mBlS&e& DE F&BM & 9X&S0S
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres raezes adiantados.... 8$>000
Por seis mezes adiantados. 15^000
Por um anno adianlado 30&000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAQES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Amede, Prince & C.*, residentes em Pars34 rae de
Provence
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por um anno adiantado .
Numero avulso do mesmo da.
Numero avulso de das anteriores.
16^500
333000
#200

a
i i
\
PARTE OFFICIAL
Cioverno do Estado de Penan
buco
IXPKD1ENTB DO DA 30 DI MBIBO DE 189
Acios: ...
O goveroador do "atado resolve exonerar loa-
quim Pinto de Alroelda Jnior, do careo de ama-
nuense do presidio de Fernando de Norooba.
Commooicou-se ao inspector da Ait*n lega e ao
director do presidio.
O giveroador do Estado resolve nomear 03
engenhsiros Drs. Felippe Figoeiri de Parto,
Jos Antonio de A'meida Pernainbu:o e te.,eaie
coronel Joo Claodioo da Olivetra e Un, para,
em commissao examioarem a Usina Silgado e
Correa da Silva, dando parecer sobre o estado
de todas as obras e o valor apar ..xima'ivo del
las. Fixeram-se ae neceaearias commooica
$6 en.
Ao residente do Soperior Tritoaal de Joatig*.
Ciunaioniro vos, para vos*o coaheeimeoio e
fios convenientes que o ju i de direito do mu-
nicipio de Correosa, bacbarel Luiz Affonso de
Oiiveira Jsrdim in errompeo, em 17 do correte,
0 exercicio do sen cargo paa seguir em com
toril para o municipio de A,uas Bailas coa-
forme cteterminei em 22 do correte.
I-mal ao inspector do Tne^onro do Estado.
Ao Dr. procurador ger*i d<> Enado.Traos^
Bitm.voa copia da parto do offlcio n 90, de 20
de Djzmbro do ai.r,o udo, do ctiefe da com-
missao de exame doexiiocto corpo da policu
regional, relativa ao ek-caplto do mesmo corpo
Francisco de A3S 8 Perreira Magalbfs e bem
Ma dos mapps ns. 4 e 5 do documento o. 8
a e vieram annexos ao citdo officlo. atim de se
rem ionu s aos documentos com qae val sendo
jnsiruida a denuncia contra o mesmo ex-cap-
Ao inspector do Tbesouro do Esiado.TDe
como com a vossa iuformago n. 58 de 2o do
corren-e, autorieo-vos a mandardes eacnpturar
1 guanta de 75M0O, importancia de paasagens
con e '-idas por conta do Ertado, no mea de No-
aoro ultimo, nos carros da Compaobia G-eat
Wes tn of Brasil Railvay Limited, confirme se
rillc* dos documentos juntos.
Ao me'mo.Traosmiitiodo ves copia do
otE'io n BOMe 20 de Deiemnroultimo do chef-
di eorom'esao d exame do ex>incio corpo de
tolicia regional, e bem asslm dos mappas os. 1
e 3 que, com ootros, vieram aon-xos ao m s
mooffi'io, reommendo qoe providenciis pa-a
He o ex-quarlel mest-e GiHioo Jo- da Si va e
ex comnaandante da 3- regio Francisco An o-
nio Lopes prestem contJS do que oesei pipis
lbe< altriboido.
EXPEDIENTE 1>0 DB. SECRtTABIO
aoDr. direc'orgeral de estatislica no Rio
deJaoeiro.-S Exc. o S D". g^e'nador do
E'ado manda sausier o vesso pedido cons-
tante de officio, a que respondo, de 17 do cor-
rele remetiendo os exemplare iuopressoa ]un
los
AoDr. director gerai da secretoria dejos-
Uca e negocios .ne'io.es.S- Etc. o Sr. Dr.
coverua lar do Estado manda agradecer vos a
remeeaa dos exemplares impressoa que aconepa-
nbaram o vosfo ofido, ooe respondo, de do
wr.rO' regulando o servico aanitano a porto
da repblica .
_ A) inspector do Tbesouro do E-todo--De
ordem do Exm. S-. D-. oven.ador do EJiado
commoica-vos, para o fias conven tontos qoeo
tato deni-eito do municipio da Eada. bacbarel
Pedro Wancerley Jacqoes, deixou o exercicio do
sen ca-go no da 25 docorreoto, vistoJbaver ob-
tido permuta ei 25 deste mei com o D-.ju'z de
direuo do municipio do Cabo
Ao mesmo.CommBoicovos para os tos
convtnlemejque o jui de d r.lto do n"n>'J
do C-bc, bacnarel Jos Maria da Rocba Camino,
2ftoc.\i no dia27 o exercicio do cargo de joix
de direito do municipio da Escada em virtorte
de permuta aue Ibe foi concecila por acto de 25
todo do cnrreit-.
XXPEDIETE DO DA 31 DE JANEIRO DB 1894
O govrdador do Estado resolve cenceder ao
bac-ar-l GaUf-edi Moscoso da Veiaa Pfsoa,
promotor publico do municipio do Cabo, 30 das
de liceoca c>m os encmenlo a qoe liver di-
r>i o na forma da Iri. para t atar re soa saude,
devendo entrar no g^zi da referida l.c-.nga den-
tro do praio del5 das.Coamoniccu se ao
reip'eciivo ioiz de d reito.
_ O governador do E tido. attendetd)
qua requeren Agen Barrito a < S-llo B-g>', 2
Acial da seccao do archivo 'a Stcretaria d
Teroo, resolve pro-ogar, po: dous mez-i?, com
ordnalo, a llcenga em coj > gozo se acnao pe
cionario para tratar de sui s^u.e, oade ine era-
vier.
Oficios : .
Ao capitaode mar e guerra nspedo- do Ar-
senal de MiriobaA;:usn o o reoebimeoto do
officio de 29 do carrt-n'.e, sob n 1, em qoe par-
'ticipais baver assumido o exercicio dos cargo
de iii'pector desse Arsenal e de capitao do porto
para c qoaea fostes aomeaio por deertt) ae 5
do meirxo mez, compre me agradecer-vos a gen-
tilea da iommaoic*5ao e os termos em qoe voi
Preva!ec->me da opportooidadt para retribuir-
vos os p;ot-sio8 de mlnba >lti estima e dtouac-
ta consiJersgio. .. .
Ao c mmaodante Interino do corpo polcial
Declaro-vo, para os deviios eff-itos e em res-
posia ao vosso officlo n. 45*, de 25 do correle
oe orno iodemnisaclo dos oteocilios e man
espezas fetas com o rancho, aa pracaa do cor-
no de vojo interino commindo quando recomi-
das a penitenciaria deverS) s^tfrer o descooto de
nm terco da etapa, qoando forem casadas, a de
toda a etapa se Be tratar de pragas folteiras.
Ao mesmo\ntoriso-vcg a exclolrdes do
corpo de vosso interino conmando r-rag de
que Irats es em officio o. 4"0, de 29 do cor-
o d rector do preaidio de Fernando de
HsronbaDoslaro voi qoe o detento beril i o
Jos Jooqulm de Sant'Anoj, da qaem trs el i.
Oficio de 20 do c rrente, fallecen na enf-1 ma i
da Casi de Dalengao. s-gonla comnaoi oa- ^
o D-. ques'or em offiolo n 38, de boje.
KXPBDIIHTI EO DJ SICBBTABIO
Offi:io:
Ao inspector do ThesonroCommnnico vos,
de ordem do Exm. Sr. D-. ?overnador do E-
Udo. qne em 20 do explraite, o bacbarel Abilia
Pere.n e Senza Lima assomlo o exercicio do
eirgo -le promotor pabilo do mooictplo da Fio.
res, para o qnal foi nooaead > por portarla de 31
ato (tatabro ultimo. _
P/e(itara Maoicipai de Cabrob, 1 de Feverel
ro d 1894.
II i-lre eididio.Teoho a honra de acensar o
freo cilicio de SO de Deirmbro pateado, em
ce me pede aae ne aoifetti spbre o peoea-
eote de restaoracSo onarchlca delxado ver
o aanlfeeto do ex-coitr-almiB .te Saldinha da
6axa. bem como qne leve ao eoobeeloenio do
Conceibo e mato aatorldadea do municipio.
SatUleita a recommeadaglo de V. Exc. com-
pre me declarar que qaaejqaer qoe lejam
Ttoissitndes porque leona de passar noeta pa-
rea males do que aqoelles que vamos atraves
saodo, cunp'in lo apenas, que cada cidadSo na
rbita em que eati enllocado, procure iospi'ar*
se no patriotismo e ter man um pooco.de aboe
gagao afirn de qoe corrija novos erroa'comnet-
trabe.
Aislm, temos orna Bepobllc livre e prospera,
a mica forra* de governo qoe boje pode collocar
o Brasil oa vaogaardi uos .demais Estados da
America do Su .
E', pois, este o meo peosameoto sobre o a;-
somp'o e estou autorizado a declarar que este
tambem o pncame' lo do Coocelbo e daa demais
aotoridadea munlcipaes e posso dizer do hoq; i
pi de Cabrob.
Serxpre pel Repblica.
S.ule e frtteraidade.
Iilm. eExn. Sr. D-. Alexandre Jos Barbosa
Lima, H. D. Goveroador d Estado.
O prefeito,
Jeronymo Pires de Carvalho Trapli.
M18(,'0 DB
DESPACHOS D ) DA 7. DE
1894
Bacbard Aasterliano Correia de Ciatro.S'm.
Fielden B-oibera.Remet lo ao Dr. Piefedo
do municipio do Recite para qoe ee sirva de in-
formar.
Joao Carnelro da Silva Cardemle-Iiforme o
Sr. engeobeiro fiscal da R-eife D aioige.
Bacbarel os Jacolbo Borgea Dioiz,Prejs-
fteade
Jos Bento da Coala Meira.Iaforme c Dr. ins-
pector do Toesou o do Estado.
Mmoel Mirques Fer eir L aslo'orme o Dr.
inspector do Tnesouro.
Rui'lio Jos de Oliveira e Silva. -Infirme o Dr.
procuralor geral do E'iaio.
Raymuodo W^nlerley Complete o e!lo da
petigao e selle o documento con eslarnpi bi do
Estado.
Da 8 -
Bacbarel Aflooso de Aibuquerque MsMo.Ju3-
titilo.
Bacha-el Ame'ico Fernandes Trigo de Lou-
reiro. -Dirija a- ao Cnogresso Legislativo.
Bacbarel .Aatooio C-tSirio Cardoao Ayres.
Prejodicado.
Bacbarel Bernardino Mranh5o. Como re-
qoer.
Cbrisploiano Baarqne de M.cedo.Informe o
Sr. Dr. juiz de direito do municipio do Cabo.
BiCbirel Kraotiaoo Botelbo de Aodrade.-Pre-
judicado.
Li Ranl doR'go Valjnfi.Dinja-3e ao en
genheiro director do 5 o dlstricto lelegraphtci.
Joe J.oaau ra de Azevedo.Informe o Dr. ins-
pector do Tjeaouro do Estado.
Jo< Ja'.inibo Bjrges Di"z.Iidefe'iJo.
Jo89pha Msrla da Concelgao.In4eferido.
Joao fON Ba-bosa -Inform* o Sr. Dr. juiz
dtr ko da: execugde< criminaea.
Loiz Moreira da Silva.Inkrjoe o Sr. enge-
nheiro Ocal da Reclfe Drainage.
Mara do Carmo Azevwlo.Ioformo o Dr. los
pector do Tneaouro do Estado.
Bacbarel Pedro Jorga de Sooza..'Prejidi-
eai).
Paulino Barbosa da Silva.Informe o Dr. ins-
pector do Toesooro do Estado.
Walf-iio Soum-Maior.Dirija se ao engenhei-
ro director do 5." dittri:lo lelegraphlco.
Secretaria do Governo lo Estado de Peroam-
buco, 10 ae Mi-g o de 1894.
O portel ro,
//. M. da Suva.
baver no di i 23 de Fevereiro prximo fI j i '
rido a Tito Gomes de Amoro] na roa de htarcilio
Da.
N) dia 5 do correte o cidadSo G tapar Caval-
cante Peres Camoello aaaum o o exercicio do
cargo de delegado do municipio de Serlobaem-
Ao Sr. D-. Alexaadre Jos Barbosa L'ma.
II. D. Govornador do Balado.
O questo',
Julio de Mello Filho.
M
Per
Recebe doria do Estado de
naanbaeo
DESPACHOS DO DIA 10 DB MAByO DE
1894
Manoel Josa Perelra, Ande Francisco de Bar-
roa, Vicente Fsrreir Barbosa de Lima, Antonio
Manoel Feroaodes, Maooel Joaqu m Pereira.
Informe o 1* seccSo.
O porteiro.
Custodio B. da Silva Guimaraes.
DA
DO
Commindo superior
QARTEL DO COMMAX 00 SLPSKIOR
GUARDA NACIONAL DO MUNICIPIO
RECIFE, EM 10 BBHARCO DB 1894.
Ordem io dia n. 20
Para qoe produza os devidos effditos fago pu
b'ico a guarda nacional sob meu Cummau to qua
em 7 do correte Hzeram a promessa do estylo
e lomiram posse, o cidadio Deoda'.o Pinto dos
Sintos. do pesto deteneote oronel comnanlan
l>s do 1-corno de cavallarii. e o caoSo da 2'
b iiena do 2- batalhao de artilbena, Lenidas
Tiu Loureiroll demajor fl-cal do 2- da masma
arma, para os qu-ea foram nomoados por deo-e
tos dn Mnrechai V^e-s Presdanle da R-qjblica,
de (9 i! Jsne ro e 22 te Fsvereiro ulmos.
Oj'ro sira, fago publico pira o dos cnnve
ni-ntes, qoe anda pnr decreto da 2i d Peverel
ro, foi desgnalo o i-nitaihai de infamara,
para a el'eficar aggrega do o capt'So da ami
ga guirda na:ionat deste mu i cipio, Alfreio Ro-
drigues dos Aojos.
Julio de Mello Filho,
Coronel coocmaodaoie superior interino.
de
no
of-
G>-
Qoealura p< iirini
5' Ser-cSo. N. 53.secretaria da Qaestora
Policial do gsiado de Peroambeco em 9 de Mar
go de 1894.
S'. Dr. governaJor.Participo vos que foram
hootfm recoibldos i Qasa de Deteogao os segn-
tes inimduos.
A' ordem do Dr. juiz de direito do 5o dlstricto
criminal, Antonio Berna'lo, como incurso oas
penas do art. 393 do cdigo penal.
A' mitiha ordem, Severiaoo da Silva e Severi
no de Souza, viodos de S. Lou'eogo da Matta
para avtrguagOes policiaes.
A' ordem do subdelegado do Io dlstricto de
S. Jos, EstevSo Rogaciano d* Lamoa, como
deeordelro.
A' crJem do subdelegado do Io dlstricto da
Graga, Antonio Joaqoim dos Santos, por crime
de fono.
Conmuoiccu-me o subdelegado do .dlstri-
cto do Arraya! que nootam, s 2 horas da tarde,
ao lado de um tltio ra do Costa, daqueile dis
trelo, o individuo de oome Antonio Rodrigues,
t-abalhaior da Padar a Lusitana sita na estrada
do Arrayal, armado de um ccete espancou e fe-
rio so pardo qolnquagenarn Jos Pedro de Sou-
za 8o?res.
Aquella autor dade logo qoe teve conbecimen-
lo do fado deu as necessarlas provideocias fa-
zeado transportar o offeodido pira o hospital
Pedro II aOm de ser vistonado, e contra o de
linquenie, que evadio-se aps o crime, prosegoe
os demais diligencies da le-
Ao 3r. Dr. Alexandre ios' Ba-boia Lima, mol
digno goveroador do Estado.
O qae'tor.
Julio de Mello Fko.
2' secgSo.N. 5. 3ecrttiri da questora
policial do Estado de Peroambuco, em 10 de
Mareo 1SM.
Sr. D-. governador.Participo vos que foram
honiem recoibldos Cisa de Deieogao oa segoin-
lea it)d,vi iuos:
A' ordem do Dr. delegado do 2o diatrlcto da
capital, Joao Romao dos Prazerea Doria para
averigoaedea policiaes.
A' ordem do subdelgalo do 1* dlstricto de S.
Jos, Joao Bellarmlno da Silva, como gatuno e
desordeiro.
A' ordem do subdelegado do 2* dlstricto de 3.
Job, Maa Valdivina de Siqueira, por distar-
tos e Jos Mauricio do Espirito Santo, por cri-
me de de ti ira ment.
A' ordem do subdelegado do diatncto da
Graga, Hirculano Jos de Freitaa por embriaguez
e ol-osas moral publica.
Tendo em officlo de 6 do correle me dirigido
ao Sr. commandanie do batalb&o patritico 6 de
Margo para que providenciase contra o proce
Jimeato irregolar e criminoso dos sargentos
Brederodea e Pes'ana que, com outras tres pre-
gas do mesmo batalhao, embriagados e armados
aggreoiram no dia & tambem do correte, no
Montero a praca do esquadrao de cavallaria es-
tadoal de oome Joto Antones, acaba de Infor
mar-me o meamo commandanta que nomeou om
conseibo de loquirigao eob a presidencia do ca-
pi'ao bacbarel Joaqulm Honem de Siqueira Ca-
falcante para investigar a rpspeilo.
Communicou-ne o eoblelegado de Afogados
que teodo o cidadao Manoel Ca falcante prendido
por crlme de fort) bontem, la 8 horas da noite,
ordem daqaella subdelegada o individuo Ma-
ooel Juvencio de Aranjo, conhecido por Ararat*,
saccedea que em camlaho apparacea o celebfe
desordelro Mjses Moreira da Costa que, tra
vaalo lacla com aquella cidadSo dea faga ao
preso.
A mesma anloridade ao ler conhecimenio do
faci mandn captarar o referido Moyses, qoe
resisti prisao, sendo aflnal preso, teodo rece-
bldo na occaaiao da luda dous iosigoiScanles
farlmeotos. ...
Contra elle procede o meamo subdelegado nos
termos da lei. ,
. porque leona ae paasir nosia pa- peio subdelegado de Santo Antonio foram re-
Mto sempre estarei com a Repblica, polf, pens mettidas ao Dr. 2* promotor publico as diltgen-
fsesoMoova irantorBiac>o iw Pau, irar* oaw-'ctoJ a que procsseu COOtfa Jos Heariqae, por
EXTERIOR
EUROPA
Portugal
Inciden le tranco- oortoguez.0
loroal des Debates e o artigo de
Francia Ciarme*.O ministro por-
togoez em Pariz. Um confronto
Ooaocelro. O ioquerito jo'nal a-
neo.A nova Associagao Cjmmer
cial de Lisboa.O govermdor no-
meado de Moc-.mbiqne 0 ami
versarlo do ministerio celebrado
pela oopoxlgao. BlrigSo en 3.
Thime Maceo0 dficit.O.-
tras noticias-Situagao da p-agi.
A preoecupago domtoaote o i- cidente fran-
co-portugnsx. qoe 88 reveloo o* retirada nistro fr nces acreditado em Lisboa.
A' Impreosa cao abandona a questao e suas
columnas eocnem-se de noticias e apreciagOea a
respeito, e entre ellas primm as qoe pocedem
do estrangelro, como pasaamoa a indicar por
trans'ripgo.
De Pana passava a 16 para o Ttmea este te-
legramma o correspondente do mesmo jornal:
0 seguiote a vrsSo seml-offitial das rela-
gOea diplomticas um tanto teosas entn a F.-an
ga n Port igul.
M. Biboord (ministro francs em L'sbo^) aa
Mira de Lisboa em 17 de Fevereiro. Dolxa M.
Bloodel, 1- secretarlo, como eocaregado de ne-
gocios at que aa circamsiaociaa Ibe permittam
o seo regresso para reassamir o seu 'ugar. A
aititude adoptada pelo goveroo Dortoguez, sobre
a m.-io; parte das queatOea pendentes entre oa
doi3 governos, e especialmeatesasque-tOa que
intereasam 03 credo*es franceses, Hzeram com
qne o presidente do coiselbo chamaase o nosso
ministro em Lisboa para conferenciar sobre a si-
toaga>.
O representante da Solr visitn a Legagao
Portogusza e teve urna conversa com um ad-
dido. O addido procura fazer poaco do assum-
pto. 1
Afloran que a retirada di mlaistro f-aicez
nao tem importancia poltica alguma, e qoe em-
qnanto obsta, talves por om curto espago, s
boas relagOas existeotes entre as duaa nagoes.
s urna deaintelligencit paeaageira, a qual os
portuguezes bao de fazer tu lo posaivet para ter-
minar. Portugal, diz elle, nao peaaa em replicar
por meo da reliada de seo ministro.
Portogal ama a Fraoga deansiadameote para
sonbar em praticar urna aegao que produzut*
una rup'.ura diplmate*. 0 addido portuguez
er que as explicagOes do ministro francez em
'sooa e do ministro portuguez en Pariz bao de
ser brevemente o sulciente para restabelecer
aquella completa cordialidad* que tem eempre
existido entre aa daaa nagOes.
Em resumo, descreve talo isto como urna
tempes'ade dentro de orna cbavena da cha.
Da lgo I procedencia e mesma data o Impar-
cial de Madrid, publicoo estes telegrammas do
seu correGpundente e da Agcncii Havas :
Eitre oa portidores franceses de ltalos da
divida portuguesa e os accionistas e oorigade-
Distas da Compaobia Real dos Camlobos de Fer-
ro Luztanos reinava ha lempo profunda irrita-
gao. '
Diziam qoe os estraogelros leem absoluto di-
reito de perceber os lucros dos capttaes empre-
ados em Portugal, e qualiBcavam de ioiqaa a
preleosao de que elles a.jam victimas dos erros
commettidos pelos en car regados de goveroar e
administrar o reino dos Brsgaogas.
Depoi3 de procararem cnegar a om accordo
nzoavel, qoe os portogceses nao honveram por
oem peceitar, segnodo affirmam os franceses ai-
lasados, estes fizeram as soai diligencias aflm
de que o governo da repblica 1 terviessa em
detea dos seas interseos*
Este governo jolgou se obrigado a atteoder
laes reclamage* em vista da attltsde do gabine-
te de L'sboa em qaasi todos os assumplos pen-
dentes com a Fraoga, e especialmeota no relati
vo s ecoomias empregadas pelos franceses em
Portugal.
D'abi qoe o Sr. Casimiro Perier baja ordena
de ao ministro plenipotenciario francs en I/s-
boa, Sr. Biboard, qae se retire e encarregue
do despacho da legagao o secretarlo Sr. B.on-
del.
Pretende-se, portn tros pertogoesea que a Franca est reso'vida a
moBirar-se enrgica e a pateoiear qne nao ba de
conseulir as malversagOea dos portuguezes em
prejuio dos cidadfios da repblica .
O Sr. Bibourd, ministro plenipotenciario, de
Franca em Lisboa, coja sabida da capital portu-
g esa dea occasi&o a mallos conmentarios, nao
abio, como alguna jornaes o Indicara, em aso
de licenga por motivo de saude, mas foi chama-
do a Pars pelo sea goveroo com objeetlvo de
examinar a staselo creada A economa france-
sa cela a'mude do governo lusitano.
Trata se pois do p'iocipio de ama aegao di-
plomtica seria, qae devora ter por flm ama
transformago radical oa dtrecgao da faseoda
portuguesa, oa que pelo contraro motivar por
parte da Fraoga medidas encamiobadas a defeo-
dor os interesaes n;-coacs na forma que as cir-
cuaastanciaa red,mano.
E' provve que outras nages eecundam a
Iniciativa di Franga .
O Sr. R Svsr na mencionada dala expeli de
Madru; tambem este telegramma :
Houvehootem coiselbo de ministros ano a
p'es'deccla da raioha regente, no qaal ee iliaca
o a retirada do S Bibourd de Liabdi.
Osjornaoa bespanboes olbam a sitnagio em
Portugal como sendo extremamente g*ave.
O L'be-al* diz que o governo portupnsz tam
de abandonar o ay^tema de immoralidade e de
prodigan tode em qua se con i ni a administra-
gao, seco qne a nagio tomar a qoesiao as suas
mos pira se proteger a si mesma.
A opioio largamente correte nos circulas
palmeos squi que a situaco a.'ora em Porto-
gal aoparece semeibiote juella que necesaitoa
a intervedeo da Heapaohi ba 50 anooa, e que
a Hesoanu, seodo largimeile Interessada agora
oa minutengo da ordem publica no paiz visi-
obo, deve procurar algum modo p-atico para
evitar qoe Portugal se torne n'um centro de per-
manente agitagao poltica. *
Da Llano 1 punli a tambem o Times o se-
guiote teleg lona do sea cor.espoodeote ainda
na referida data :
O jornai8 mir'striaes de boje trataram o
boato do oliimstora francez com aercoidade. A
maior pane dos jornaea de boje admlttem que
ha ama grands falta de oatrlottamo oa p-opala-
go de boatos falsos ont-a os loteresses do seo
proprio paiz, e ha urna iocllnagio evidente pa<*d
fortificar: mos do governo portoguez oa qoes-
to do camiobo de ferro.
E' evidente qoe embora oa fraocpzaa estejam
de accordo eom os novia eatatu'os da Compaobia
do aminho de Ferro Real emqnaot 1 ao qoe toca
na parle da administrago, estn maito oppostos
a que o g-iveroo portuguez tome a admioisl'a
go das aangas, e so >re este ponto, segando
se. er que o m'nbtro francs parta amiob para
consultar o seu governo.
O espanto qas se eap?ravi qas e*ta retrala
repentina prodazisse ten calmido luie rame-
te.
Por sua v portoguez, pubM-od M-. Prsocis Cnrnes om
eiito-'ial no Jorn 1 dea Diate*, no qu*l .flir
ma qne Mr. BibourJ foi chamado a P.ns oo re-
lirado do ae'u posto, em connigO- no est aiola, t.ivz definido ; e Inierro^ando
ai 'rata ae de un rompimen.o diplom governo porlogoez, ou apeaaa de umi medida
preliminar qn-, s-^guaio as ctrcomstanclis, ae
torear ou ai .i-ri.i t. v., respaile que ce be
ve o saberenos
A especie d-i incartez., a :'e?centi, qoe o n isao
governo deixi parar aonre eala reolog;s
sem duvida u oa uiii na con -moug> > pa.M om
Portogal, mas es.a oootenpl.go nao po ie ser
de looga dura ; e cj ,ip-t-li-1 i-tu >s qoe am
grande pato nssre em usar da aua Urg onra
um qae p-qneoo.
B depois de lovecvir f irmmento a Portugal
a quem chamara de expoliador dos seos cocona-
tri !taa,'()z .
t V esta una atnle qde, de sua p>rte, nao
poda s-' aceita por mais tempo por M. Ca.-lmir
Prisr que comprebeadeu-o qaaado coovidoa M
i oourd u apresentar-se em P.iru, e iodo leva a
crer que este ultiannso votara pora Lisoi
sem que teonanos obtido saiiafagia, seido inut 1
fallar por agora u'oulros meios de acgo a em-
prepar, se este primero aviso nao baatasse.
M. B bourd pedio para os oassos uacionass,
nao urna ai.tugan malbor qoe a dos indgenas
mas a mes na: nao o obievs ; e o gaba >ie de
L'sbi Dermiot-ceu snrdo s soaa reclamagoes, e
proseguio com a-naobstioago imperiurDavel oa
applicaga de eena decretos
Pode se isto tolerar ?
Fazemos juiz disto o mani civil isa lo.
Qaaodo fallarais da Companbia Real, deve
entenderse o proprlo governo, porque elle to
moa conti do negocio e regalcu-o soberao unen
te. Foi elle quem to-lo fez, ella s6, seai accordo
com pessoa algoma, operaodo de meiu prop-10,
com o mais completo deso-eza dos mus rodl
mentares priacipios do direuo pablico e p 1-
vado.
Aos urna primeira teolativa de transaego
qae elle proprlo d-rixoa trastrar, organiaoo ama
commissao .e nove memb'oa a qiem conferio o
o direito absoluta de corlar as diffi:uldadea pen-
dentes.
Resta o fado esaencial de, n su commissao
p lantasist 1, haverem sido concedidos se e v^tos
a ama somma de intereaaes que represeotam 105
milhOea, e doas votos a 26 milDOes. D'aqoi re-
solta, a nosso v-, qoe o convenio oa concorda-
la, como Ine queiram chamar, est vi -i id .1 na
sua origem, o qua dos dispensa de o disentir
em suas dispoaigOea. Logo que elle foi conhe-
cido. M. Bihonrd protestos]; o governo pora-
guez promelteu lhe reservar a questa e nao dar
publicid ide alguma ao documeo'o emanado de
urna as8*mbla to iocorrecta ; mas no dia se-
gu iie, apparecia o documento pablicado.
gavaroo portuguez apoia ae, ceit\ n'umi
pre.endlda senteoga do tribunal do comnircio
de Lisboa, o qoe oadmissivel, primeiro purque
nao hoove, a bem dizer, sentenga, mas sim urna
especie de pa-ecer 00 de opioio qoe a ningaem
oofiga.
O Imparcial >. da Midrid, pnblcou este te-
legramma da Paiis, expelido a 21 :
Pansa-se aqoi que a Fraoga e Portogal nao
ciegaro facllmeot' a un a*.coru'o a respe! o das
qneaiOas peodeotas entre ambas os estados.
Segoalo um* nota officioaa. o Sr. Csmiro
Pener, presidente do cooaelbo e miaiato dos
negocios estraogelros, ra~eoeu boje o Sr. Bi-
boord, ministo plenipotenciario da repblica
em Lisboa, e feicitoa-o pela saa attitode Ba de-
teza dos ioteresses dos seus compatriotas.
O Sr. Biboard nao regressara ao seo posto
seno 00 da em qae o governo portugus liver
dado as satisfaces que se creem snfncleatea
aos fran;ases iateressadoi as qoesiOss boje de
Dat das entre os gabinetes de Pars e Lisboa.
O < Diario Popular occopa ae tambem da
impreosa fraoceza qae tra a da qu-s'o da Com
panbia Real, e nega-lQe autoridade s suas apre-
ciagOea pon :o ag'-alavels ao governo portuguez.
E acceoti :
Qae o Petit Joarnal nao merece ce lito,
porque u'oulros lempos prestava-se a defender
o governo po-iugaes a troco de lavas.
Qae o Matia receben dinbeiro da judian
pira desacreditar Portugal.
Qae o Tampa pOa dm almoeda para as
suas columnas lioancelras.
Qae o Jouroal des Debates encarnago das
nagis, tem por collabo'ador L -roy Bea alien,
compillador indigesto, douDI da om vn*l, ete.,
etc.. etc.
E' omi raz'ia, segando a phrase do. J*a*l
do Commercio *, e nio Oca atrs do proprlo
Francia Cbarnes no mesmo Jou-aal des De-
bat.
Bsta fo'.hi affirmoo catbegoricameote as se*
gnmtes proposigSes:
Que M'. L'bemme fdra mandado a Lisboa eso
mssao ofBcial do sea governo, para secundar a
acgo officical de Mr. Biboord, em nagoclagtfes
em qoe o goveno partogaez se baria declarado
dispos'oa engsjsr-se.
Qae no decorrer das negociacSes se linhi o
governo portogoei coimronettido a nao publi-
car o dserato do oanvaoio emqaaoto alo eati va-
se n terminados 01 aja'teien re 08 interessados ;i
do, aqielle oiploma, h maatenlo-o como disoo-
giga legal inJiscut vel, e portaoto o) saj ita a
protestos.
Q e o mlaistro da A lsminhi, como o franges,
em apr-sen:ado as mais instantes redamagOes,
eaperudo a masma folbi qua a prass) moral
axT.'Ha pel.'s duaa potencias colligsdaa sar
swa'.ante para obrigar Portigal aceie', e qoe
nao se ia necessa-io chegir a cooside'ar a even
taalllade de medidas mais effadivas.
Ora o T;mpo *, qus al este momento lem
evitado entrar ni q eato da Uampabhia Raai *
visto ella ter entrado n'um periodo diplomtico
rnianta, ronpe o sea sil s:io precisamente pe'a
atiita -e do Journal des D -bata, e dis :
Temos poia t-es affirmattr38 'graves e posi
tivaa de um jornal fran:es dos mais lidos 00
moado, em a-tigo em qae'Othia a partida do
S Bibourd para Pira, e :erca do mssmo aa-
sump'o tres oegativas dos jornaes goveroamen
taea portuguezes, ana aquellas se cootraaOem.
Sao estos oa documento) qua definem a ques So
pira o pablico ; a impressa, por m, qoe.noa fioa
de tu lo qne temos lido do eairangeiro e de ca,
qoe o nosso goveroo estara haj-s completimeote
Uve das di Di olales em qua se ene n ra, e
com e!le o paiz, se tlveesa esje'alo, antes de
dar asna opiciao "acerca da Companh a Raal
que os ootro ere lores se a^cordassam, e e de
poia reaolvesse o que melbor emendesse, e nao
tiveaae sujaitado a assignatura d'al-rei n'am d<-
creto a ser aonullada pelo desabordo de credo
res esirangeiros.
Em va: de jui e de seobor da simago, col
locou-se na pojlco hum loante de jolgalo e de
vencido, por esfangeiros, na ana opiaio, a qoe
alias den toda a aolemaldade de nmdeceto re-
gio, o qial o proprii governo confesa 1 qie, dado
o desaccordo dos credores com o que oelle se
lispO). fina ten io a t-isie considernylo da nm
acto oullo I
O t Jornal do Commercio coolemm os ex-
ceaaoa da imprenso. pMocipalmente daminleti
'iil, e na menos fo*t a sao os seos proteetoa
contra a lioguagem da Impreo sfrasaeif, para
qjal cnama a attengo do goveroo.
Nao a mi accemiva aqaalla falha qis oa seos
dasmeutidos ao necesaanoa ; o en Parla, pois
os joroaes fraacfes, e nios no-sos, qo 8S0
li ios na Eo-op e ao mundo in ero.
E um commeoto feilo pela Tarde, qne
ciegou a disor nao i.aver dlanelro para pagar
d fez ia 1 imp-e 31 fraoceza, onde ellas sao ca
ras acrescentou o Jornal con miera jos-
tezi :
Nio polla estar na oossi i i'a incmno'r os
jj*oaes estraoge roi da nasas defez>, mis o que
lao smsate nos parecia uisl. alias inllape-
sivI, que logo ae rebatessem as aHivnagjs
iaexatas, que ss-vem de ponto de partida a
desog'avaia commeotarioa e a ofTsosiras pala
vras.
Oro \p'o nao costa dinbeiro, poli tofo o jornal
obrigado a publicar gratuitamente a rectifica
gao de qmlqner iosxaciio fti mala.
Co n irito, si c represen auie d# Portugal
em P.-is, houvesse desmsn Ido aa asser^Oas fot
sss qae ali ae propallam sob-e a reepettabilid*
de do p-oce lmenlo do seu goveroo; ceioovesae
.-ebitido os ataqass quo f;rem profonlamente,
alen do crdito fiaaocelro, o crdito morri ds
Portugal, cor o qu o 9eu crdito 'So combat
do nao esiarii amerce da d>ffam gao sob qoe
ora o opprimem a especulagio de z e a m
voatade de outros.
Como o J irail do Comnorcio psoso dif-
ferenes folias de varia corea poltica-', pois
sobra esiaa camb'aates pfiem o pstriotiima ; e
sao a:coroes em qoe oecessano que o mtoia
(ro de Portugal camp'a o sea dever, rectiti:aoio
as alli-macfo'.s falaas e assim sal>agoardao lo o
de.'oro do paiz que representa.
A Tarde, t-aascreve, tradoz daa seguale
iaformagio publicada pelo Jornal des Dba-
la :
O Portuguez manlem-seOislaole bem nos
arre lores de viole francos, apesar da situaga
de Portugal parecer das maia embramadas de
Oiixo de tolos oa pontos de vista. >
Esta facecia cono enloda pela rafe-i la Mil
neates termos, qne sem dnvida desagradado ao
nfo-maata da Jornal des Dabiti .
Urna coosa que malta aorpreader, ao qoe pa-
rece, estes 00-803 amigos o verem qoe as suas
objargatariaa, as *uaa ameagia, as suas p-essOia
300 -e o goveroo francez nocooaegiam alterar
a cotagao dos nassea tfaodos nem prodosir a
baixa que eilea desejariam.
E' po-qae pola bnver surpresis, mis em ge
ral os qie se oc:upam o'e-'.es aa>umptoa ja nao
se deixam fcilmente illulir prcalas manobras
conhecidisaimas.
O possui I o- de fondos portuguezes v qua as
desgragas do Portugal o que Q era n fof ob-i-
gal o a urna cooveraaa vilenla, mis aiola as-
sim na definitiva.
Os ionios portugaezea davam-lbes6 -1., seos
tinbam comprado a 50, pasaaram agora a reu-
der Ibes apenas t.rt. mas abi est a Fraoga
em plena prosoeridade, cojoa fundos tiaham
comprado ao par, qus Ibes rendiam primeiro
a 5 '[-. que ibes passaram depois a reaJer.....
4 12 |. e qne Ibes ren lem agora 3 12 *|.
Sempre e meloor claro, do que o qua resul-
ta da redocglo portugaesa, mas ba ama di Beren-
ga que tndo faz esperar que j este anno a ren-
da portuguea soba a maia de 2 [., ao paseo
qoe lulo faz esperar tambsm que a renda frao-
ceza de 3 1|2 -|. nio tarde a paastr a 3 |.
Ogoveao maadoa proceder inquerito
jarnaliat co a teapaitoda publicago da noticia
deum auppostouliin* um f aooez.
Sobre ts'.e assampto fes o < Da estas obaer-
vagdes :
c Grande serla a nossa desgraga se o governo,
com o pretexto de que o paiz esi sendo victima,
a'om jogo, feito por gananciosos obcecados,
iaaaguraase a desptica doutrioa de que a im-
prenta jornaliitica nao podar jamis noticiar o
qae transpirar das chancellarlas e doa gabinetes
dos ministros.
Em todos os lempos essa desgraga eeria gran-
de, mas agora, em qae a patria, e a patria nao
o Sr. Hintzeeo Sr. A'ouca.esi ameagida, d'uma
Intervengan na admioistrago da sua vida econ-
mica e Uoanceira. qasm poderla medir o alcance
de lal falla de fiacaliaagao e de ioterveogo no8
negocias dos c.edores qae nos ameag m.
Siga a ioveatigag&a o san caminho, se sin-
cera e se tem elementos que a jusiitlqusm, ma
que ella nao sirva, como servio a relorma da po-
lica e a reforma das associagOee, para jastiQcr
providencias contrarias ao ulerease publico qne
se pretende defender.
J sobe a mais de 403 a ioscripeo de socios
para a aova Associagao Commeretal de L:boa,
sea Jo ate facto ama prova mais qae evidente de
quaoto a classe commerclal es identificada com
a.atiitnde da commisao lostalladora na desaff ronta
a tomar pelo acto arbitrario da dissolagao das
ssaociagOes.
A inacripgo cootln* aberla e consta que mui-
tos interessados vo ainda snbscrever e qae a
nova associagao flcar com mais socios do qoe a
aoMfsj.
O tCorreio da Msbhi referiado 4 esss nova
ggremiago, melte o e*so* bulba e ebrisma o
novo grupo s.cletairo de Associagao Commerclal
de Avinbo, disendo com ebiste:
E por isto fizeram tanto baralbo e se queixa-
rato tanto do governo!
A Egreia commercial (io vasta qae, da meims
forma qae a Bgr ja calhoiica da Idade mJia, too
-ogar para daa papados.
Tra iq-a llmenle sa const.tuio fronte.ra a R:oa
publioan io, cocotudo, antea de faenado o accor- egti Avmbao do commercio, traoqiillameote est
elaborando oa sea' estamos, tranquillameote
faacclooar ao lado da curo, e o goveroo ter o
gosto de a pode- dissolver outra ves, se boa ver
por bam melter-se de noo a pregar a revolco, e
a fecbor as portas doa paleros.
Coasta ser po-iiva a acceltag) do Sr. Fer-
oando de.Magalbaas do goveroo de Mogimbiqoe,
teodo se apresentado j an Sr. mini-tro da Mari-
nha.
Dever seguir em Abril prximo para all, le-
vando como seo ajudaote o .sargento de lan-
ceros, Riul da Costa, quo por isso ser promo-
vido nos termos da lei.
- A opposigo aproveitattdo se do fado de
have.* o zibio-ie, complatado um anno de ges
to, f >z loe em aua imprenta a resenha doa actos
poliicos e administrailvos e pronnoclam a sea-
taag de baver o meamo gabinete faltado aa sea
proranma.
E* certo, diz eO Seca'o, qae sabmeltea ap-
provagaoeponnig u, depois ds devidamente
sanccioaodj. umi (al coocenenie liberdade de
reanlio. Mis essa lei foi o preprio eovarno o
prineiro qae a nao respanoa, man lando Iprobi
ble a reuaio doa commerciaotas e iudustrlaes
projectada para o Coliseo dos Recreios.
Tambem apreseofou cmara dos depatados
orna lei de reaaoosabilidade ministerial, mas
deixou-a adormecer na paaia da respectiva com
miaaao prlamenta; e cao tentn arranoal-a de
l para a conve-tar em le.
Om9smosei61e dizer da uaica madlda fa-
zaadaria qae tima tendeadas para remodelar o
ystem tributario, a da c nlrioigo prolial.
Ni 1 a fez diacu zeDda, ao passo qae fozla pasaar1 todos as outras
qoe viobam'aggravir os caorlbuiotas ja dema-
aiada nenie onera los com inpostos e velones
de toda a natorezo.
Todas as ma 3 reformas promeltidas, nao e ti-
caram oo e.squacimeato, cono aloda pelo contra-
rio, na pra'.ic aloda restringi mais as restrictas
liDsrdades, que aiada libamos.
Aiaeou a liberdaie de peiiglo e de associagao,
como atacoo a de reuaio, que el e proprlo eia-
bo-a-a.
O mlaist-rio -e?meridor inaugura, pois. o se-
gando anuo da aua admioistrago sem ter reata-
beleciloalegililjde. sam ler fixado aloli dia
para a coovcagio das cortes ge aei, qae, con-
janc dd a carta outb >rgiia, a Verladeira" repreaerjta-
gao da oagio por.ugueza.
Pora da lei eotra assim no seguido anao da
saa ge-ea'i-.
Ji era ccc commetiea. Jidavia esta' arrependiio da sua
i oorodencis. Ja devla fer reconbectdo que obroa
leviaoanen e,
U 'Commercio de Po tagal, qao nio deixou
de commemorar ene amireraaro, fachou SastoB
o sen artigo.
O que faz elle ? I
Ah est. Ni interior, a libe,dade estrangu-
lada, o direito da reuoio anoo'ltdo, o de asso-
ci ic-lo exi.,u:to, o de ei-'.go suspenso t Li (ora
o nesu nome aoa baldos, iosultodo, vilipendi-
do, man.mido, navaado at qoem tenba a peta-
lanrii de considerar um* insolencia a coaleco-
rago coicelida gractoiimeot^el* ranha de
Portugal a Moiame Caroot, psfi cendecoragio
can qae ae temhooao tantas .impera'rize\
ra ;b :s a p-iacezaa da caas mala iliustres das
mC'O's maia pole osas 1
Un anno e.-ti pjssalo e o o-c 00 fes tala
lato. ......'ll'.....
Un anno est pai-alo, e oo 'Hm deste anno
os pa li Jos que ba?iam eosar'lado ranas aa*
(^wc-soao ao o der, es-aa em gaorra abena coa-
ira o governo, e opa a inligaado copdamna a
sui poltica libertiela e a aui adminiatrago
ioepta, nos protesos das suaa claiaea ma a pre-
ponderantes.
S Iba reata a cooSmca da cari I .
Tambem o Crrelo con-ium deate m.do a
sua comm-moragao :
H j o gabineie de 23 de Fevereiro da 1891
lem contra si a granie maioria dopiiz, as clas-
aea soperlores, latelligeatea, illusiradas e hnra-
las, aa ciasses trabalbadoraa, genuinas repre-
sentantes das fo-gis vivas da nago, est coa
demnalo peraota a consciencia publica, psrJid
toda a auto 111 ie mo~at para govenar, a poaco
e pouco (ol aonulUndo 'oos os elementos da
iniciativa e >ie acgo, talos o accosaa e nio-
guem ou.-a defindel-o.
E pa a o acaDir le abatere desprestigiar eal
sen lo o alvo de acumg'3 as mais gr ves Oo
est-angeiro. accaaogea qus envolvam a Loara
do paiz, que it.t ig -m as p-oprias toalituig5e8 e
que, desgragidamaiie, nem o propno chefo do
e C ompar.-i-se a silaago de boje e a de un anao
e veja se 3? n> urna lou :ura uuerer mantor
este governo estira a vootade da nago e contra
a opiuio da Europa f *.
A' filta de con'iecinento do adwmeno das
eleigaa, as previiciis (e S. Tbom e M*:o ji
elegeram 03 seus depulalos.
O Correo la Noite ob'erva a proposito qae
a na p .ir,a ea'.a auno aauxo das coloniaa.
Todo isto indica que a meiropole est abaixa
da frica e que 03 negros sao superiores em
gr* itiis e regalas conslitucionaea ao co t-
eme.
Oa preto3 podem exocer o direito de sobera-
oia, ser cilados e eliitores, maa Portugal, L's-
bOie Porto e as restantes provioci3a do conti-
nente, nem sequer polem igoalar ae aos prdoi,
a qnalqaer regto africana.
E' para nr >>ta no a.
O Economista escreva sobre a situag*
da fazenia iaiyanlo o relitorio da aimijfs-
traga o Mu B -cj de Por'ogsl ; e depois de va.
r8 calculo, cnega coajlu^o de qne o delcit
do actual ana o eco lomico oscilar entre 2 0) a
2,500 contos de ri1, na peor da3 hypotee*.
B' pou'.o. qaasi nada pa--a oqoi f*i". maito,
porm, pira aa norsaa cnomstaoJias prsen-
les.
E' pre- o ueella desapparega, tanto m*ti
que, a daiar de Ja 00 fa'u'o, revifem >moriisa
ges censante] na ac uai gereaiia e qao re"
tom par mais de mi conloa.
Divera no dia 23 de Margo o Sr. Ciocloato
da Casto, partir ^a-a a Ane-lca, 00 desempenao
de ao commU-i da crear mercados para a
colloc'go dos vincos po-tu^cezea nesa regiao.
Salvo ai.-i ", 1 e>enloilidaJe, acompanbd-
ro ao Porto a SS. MM. o presidente do .cooae-
lbo de mlomroa do reino, marioba e obras pu-
blicas.
Segor.o pira Caaeaea, oo te c -o'-m demo-
rar-se algn, aua, es 3ra?. D ;-ioeua de Par-
mella e d* L.y e-. .
BsU ao regres3-.r ',.:i a L sbo, lomara ao
"?-PAsX'rmaa dai MUroos djU>tramar. Ec-
obraaia, M*-u Camarina. Mjru Baria M-ra
Jaiepbloa foran a^racia-laa jm a medalba de
prati de pbiliu r p*. g^ceroaidada e merita
peloa relevaniiui'sos servigoa prestados com a
malor earidade e aoaeg -gao no boapUal de Loar
rengo Marques
B exqaiu-o o livre p^csaerUrj) voi cbaj-
queia. piallas mniheree, Je.-empoobaea va,
con a mais JOie e dedicada peisavoreuS*, a
santa misso da caridad*.
Fallecea no re (.Ib.' nen'.-o de B- Palrici,
s escadlnbos de S C upim. a superior dis ii-
ms das Uurt* M na J os do Sagr.do Caracia
de Jesas, a qaal fraocesi da naciooalidade, acha-
ra se aateriA uxi :oa. oaw m 1*;-
I i

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% .,>::. t- Diaiio vas*
ao
*aa*
*
servieo da saa conma- Iiontem, a 4'
do
i 3a frica, simpre
ida le
A cul>U"a de se
B>e> ene'gh d
ver:s emiBente p
para a iosUll
dale.
Oode boavd^sa IheQWa par a se naflz-titair
m centra mi salda*! o, Re i carase e das
mas lutes para ttrtcoWWo ^oidaea esfw
eaieDtjs, la estafaa vMMuwis&ftrSmt*-
4o Corajao de Jesa-reara OfyapJiaT esa; e-nt
t imprimir lQe a necesnrla diselpfloa e ao;
Ski.
E naturalmente, sem o menor esforco. pelo
jetaos vi.'ivel, ella se impur.bi e coflomooLava
3 ente irmas a torca e a ( pe > simples preeli-
gi de soa pe8sca,iU jmples maoifeitasao es gresse. L
isa palavra. T '"' teitas's-
Alisiari-se bem cedo (teria boje quando malo
aoooi) La'etmereg.c.ao de S. Ja e Clutvy"
fcmr religioso e de caridade milaote que
a impellira a dar essse passo, nao arrefeceu um
i* momento, antes, ao contrario, se aoceelrua
3om a pratica do bem e com oj coaaspimenld?
as miserias d inuuio?
Qaem escreve estas liobas leve um dia a mol
mu i n nuium jj liWMiii'.-x 'WHfiHrayay
yerguutar-lne o qui no fundo lcvma as
,
sao tes
sessao
preparatoria,
?ar "
tar
S
; t
-aa*
sob a presi-
ho.
,opes,
ra, Ba
atara-
P
votla* km debal
tofi**d|;4,5e
r
irin&.
srmsai-
fadigas. reapobleu-oos ella notn qala rt-.
icoancia c'alma profunda:
A poesa do sacrificio!
E foi nesse momento, miis pela otralo.iive
sBexao .la soa vos, qoe proprlaraen'e pela soa
abra e, que to' comprebelemo o movel das
ymass da candade.
Fot poaco importan^ o ujovimeatn d
Speraces ni bolsa durante 3semana de 7a t
as as rascripcOes conservaran, o prgoauterio
t aoje manifestaran) indicios de qtialquer mel. -
la, pelo qoe fecbaram 33 1/2 97n.
As ob-iR:.c62s de 't 1(2 0|0 conver ria regata-
?am i!.;0O e 433500 sendo porem l'tEittdlS'imo
s numero de operacGS qae se realizaran n'esti
.olo.
AaobHgsCOe? da Companhia Tabacos fotai
tendidas a 80/090, nSo s para emprego H
aconomias, mais para arbrragens, com Par
rs vista dos J-svios dos cambios qu- no3 dn
jtimos diss taoto se evldenolaram.
Tanto em Londres como tai Pars os noss >
landos externos tiveram no decurso' a alta-de ora ponra, sendo iofeliimente a tribui-
da eataraielbiria, legonio as noticias retebMa-,
i attitade qae o governo fraocei taraoq oa 1<-
Jwa dos obrigatorios do Gimilo de Ferro Nvtr
leste.
Na nossa bolsa n5o se reflactio a alta, apen-
ie estar iadicada por dois lados, para acompa
inar o tnovimento das praca.3 eetraogelris e
>ara segar as variantes do cambio, poii qu-
ipenas se fer urna epe-agaj a 26,35.
Esteva bastaote aomado o movimenti o
3ercado de cambios, em con88qoencla dos v
famen'cs de trigos qce a nia hoave a fa*er.
O marcado apreseoiava condigOos d: menos
Srmeta, ooa doi< p imelros das da seoiaoa, e
Jalex assim se suatentassem, se nao bouvi_--e
MM certa precipitagao as ordens que apnre-
teram para a compra de ebeque sobre Lmdrea.
O prego do cbeqae decltaoa at 10.2f|t* e a
ser qoe poaco se afastasse d'esse preg< em fia
ia do desafego com que se apresen'ava o m-
tfo, aai, qaando as con'as estavam n'eete pe
?do, sarge ama for'e correte em procqra i
tseqae, e tmme-liatamenie fex desapparecer;.
jas di^posigOee, por se ter to*ada ama atic-
ie de firmeza, qae bem depressa se tr?nsfO'mou
*.?> tensao.
O pr*c do ebeqie, subi vei-tiglnoiameiit
Tara 40 1|2, depois para 40 3,8 e boje pa'a.....
0 1,8.
O) compradore? maB eviden'ea saspeodera:ii
33 suas compras em face de tao grandes esigeo
tia<, e no ultimo da a urd, u mercado fe:o >
ieizando vendedores a 40 3,6,
Para se julgar do ettado. de agagj do m t-
cado, am facto o ce-tiUca de um molo assaa ir:
Joitvo.
Kj coqcu'BO da Junta do C'edltn Public.)
appareceram duis pnpostas para as 10:000 i
Vhs pedidas ao prego de 40 t|2 40 9,lo.
As letras a 90 das sobre Londres ooseV'
Jim dorande 3 das o precode 40 13|I6, e ti n-
*m ja vallare 40 5.8 enoje ebegou a faxer-se u
yffi de 40 7(t6 para depois declinar para.----
ItflM.
A vqpda do cheque regaln no dia 24 pelo-
jegci "s preces :
Loodrev 40 1,8 40 3|I6.
Pan, 711 73-
AHemaoba, 291 1|2 292,
imsie-d.m. 49i.
Madrid, 970.
en
ra
das
_ te.,:
5-Sr. twsecniAio [rocetlWBa leura
Ulntt- ^^eilieiltt:
Um .illfitodo*9r. senador rtowoibarf.';
riesMBJM^vin4eiactiaiioi
icando IfW' dercOmpareceTTl sessamio
dia por se achar gravemente enfermo. Intei-
rudo. v
O Sr. presidclitc-deernrou figror niBoero Mgjrj
de senadores para seFfiefta a sessao do "on-
Lettlativg e qu/3 ae3te sentido iam ser
' mcessariws cetumunicages, aguardan-
do eatretanto o Senado a devida communicago
diCaraara-dosSr* diraatddos quanto ao numero
o^Uv-para se designar o dia da abertura da refe-
rida sessao drj'CongYcssb.
Im sejuu 'levaotoiwe a sessao, de vendo a
pnoiqa' re^liiar-se.,quiQdo chegar a communi-
cago da Cariara.
caamra doa D-'patadoaETectuou-
WlllJllieiUIP^^IBW"UIMIIIIBlUII1 llb
se alm de Souleure
Rheno^feriuc
at al
origem
Ur* 9
ara o $Uj|
ocofl||
loattaiu
L.I1
ii diiiinu *m uilu unluwaaw | n mi*m*mm++*iml at encontrar-se com o do
raino.-**: aul probugou-se
istg ,.arA milhas de sua
a A "FoiMKc-
ararrj^a^awde vai
dencia do Sr Dr .Moreira A'ves, tendo compa-
recido 6 S-s. dupuladoa.
iNao Uavende anda numero legal para a aber-
tura. soteu.aetLo-Con-'ressso, :o Sr. Presideate
le\anta a sessao, convidando aos Srs. ..depura-
dos presentes a comparegerem terga-feira, 13
du (CorreBla. .
Para.aBnhia-So. paquete allomo. rMon-
tevidOi esperado lioje 4a Eqropa,. jegressa
p ira o Estado da BaJiia o Sr. Dr. L. Aseliho
dt Fonseea, lustrado lente.da Faculdade. de
Medicina daqueUe Estado.
O lalentosoo e distincto mestre que leve a
amabilidad*) de vr dizer-nos adeus, leva de
Pernaubuco, segundo nos disse raui gratas im-
pressOes, j da Gidade do Reci'e e seas arra-,
baldes, j de a|guns pontos do interior, que
percorreu at Garanhuns.
Peoboiados pela, fu gentileza, desejamos-
ilie ujnais felizi viagem trra natal e que con-
tinu a collier- lourbs na eadeira que com lan-
o brilbo lecciona oa Faculdade de Medicina,
vno ci*i-IJonlem foi.o dia de
rigoroso invern para- usa cidade; c. eremos
que a cuuva cabida, cpma as dos das anteriores,
loi geral, poiS; que pesso s fio interior, referem
que ,os rios esla cliei-e.muitos^gude.san-
rand.
SegafeMo
.. tra*ar de
i'iennaawa'de Seguros,'fez-
_.s h i'BWS sua visita de daapedida oSr. Dr.
iteje.-i.loa ininPfWag da FoBtseca.
I Por i'saa oeeaoo S. S. I'aa-nos a lirrcza de
loftaer- rjftVrecur*Wn ejemplar do seu ullirao trabalho '
IBterarie, niilitedo -Solas avulsaa.
'Esse "nvro comporta;2G paginas, rbi fmpresso J por estes tcmpos'de'fal
em nossas oflicinas e divide-se em duas partes :
ua primeira trata sabr a socioiogia, s na. se
efunda, sobre a Uistituigajj.familiar.'
A primeira parte o transurapto urna sua
conferencia leiia .no.Gomit LilJerarD,. Acude-,
mico.'om 10 a Hafo-de-t866,l volveodo a tliese-Existe urna scieueia com-
prehensiva de todos os phenomenps} Ja prdepf
soc al ? conclue demonstrando a existencia de
urna sciencia geral abrangendo em seu vasti3-
sirao dominio toldadeidasr.transformud'oe
que se opero as sociedades.
Em semelliante demonstragao o dissertante
narra em ligeiros tragos a historia da sociolo-
aia 9 pando enrwnpa'ii laamian daOea
las que se pronunciara sobre a questo, adduz
eonsiderugcs inuiU) valiosas i;m favor de sua
_ TUUilWu WHp
trido de Afogados ao gatuno Manoel Juveocio,
ue em caminteMMMfeu O^Hb
_ Moreira 9P*^Hnuc rwnrtjrjrl
squelle cidadpdeoj^a a^-preso
:Ao jfcaciencia do fcil o>r Wldo rajHklou premier ao reteklo desordairo
fiMBSigfetiu a priso. sendosaHnal preso, tundo
rrjcobidajia oecasio da luc Q>is insignitican-
tes ferimentos
PrBM>racfi d tai*tmif-So stni
certo 08U8trangimentoqu4ai*ila segrale; tKk-
ticia relativa prepara^ djiirti!io3-YHlK,
C'sbragrl'.i. rrn
que o industrialismo baldo de consciencia aduL
tura .idos os gneros de alunentag.ao.do hoaiein.
^NiiigUPX igjirijj flQ .ppr aljfcinda emjuatci
ria de vinhos, por exerapTo.
'Sera pessival,- PHWdiante, um pr-oceso indus-
trial* fazer eom- ftod vinhos ovosv dqairam as
qualidades de paladar e aspecto que caracteri-
oam os Tinhos velhos ?
O problema importante por duas razes :
primeira porque os vinhos velhos sao de sabor
raais jagradurel, rna digestivos, raais hygieni-
cos ; segunda porque o envelhecimento artilicial
flo3 vinhos, evitando a perda de tempo e por-
lanlo o empate do capital, pode perraittir que
iaaaa iui ktna mHtmmmtmmmMKmrmt)mi'^m
REVISTA DIARIA
Marco E' o seguintu
at agora conhecido :
Elelcao Ue l" de
* resultado dessa eleigao
PARA PRESIDENTE DA REPBLICA
Dr. Prudente Jos de MoraesBarros
* districto' 1.500 votos
2> 4 467
y 3.291 .
V 3.642 .
9 3.773 .;*
Total 16 675
TARA %-ICE-PRESIDENTE DA REPBLICA
Dr. Manoel Victorioo'Pereira
r districto 1-504 votos
9 . 4 456
3 3 332 *
V 3623
3.752 .
Total PARA SENADOR 16667 .

Dr. Joaquim Correa de Araujo
F districto 1.055 votos
2s 4.009 .
3 2.428 .
V 2.993
5 3.082 .
Total 13 559 .
Dr. Jos Macia C. de Albuiuerque Lacerda
f* districto 1229 votos
S* districto 485
X districto 533
i. districto 1300
5.' dislricto 1310 .
Total 4.857
Dr. Jos Vicente Meira de Vasconcellos
. districto 253 votos
X* districto 36
3* districto 817- >
! districto 325 .
5* districto 367 t
Total
PARA DEPUTADOS
2. DISTRICTO
J*. Coelho Cintra
r. Pereira de Lyra
Lniz de Andrade
Dr. Matheus Vaz
9r. Gaspar Drummond
Dr. Joao Elysio
Dr A. Hascarenhas
E ourros menos votados.
3. DISTRICTO
Br.- Rosae Silva
Dr. Ik'arcioniHo Lina
Br. Arminio Tavares
Dr Adelino Filho
r.' Phaelantc da Cmara
5r. Juveneio Agatar
E outros menos votados
4.o DISTRICTO
Br Gongalves Ferreira
Br CorneHo da Fonseea
Br. Lourertgo-de $a
Br. Joan de Siquaira
Br. Bo reir Al vea
Br. AristarcbO "Lopes
Br.-Carnrroda Caaba > "
E outros menos votados
. ,.. '* ASTRICTO
Br. Miguel Peraambuco
Br: lMdeiros" Albuqaerque
Br Gongalves Maia
Coronel Correa da Cruz
Br. Ajres Bello
Br1 Oswaldo Sftrchado
Br.-AlbfW^JWtr' -
2078
3964 votos
2179
2157 |
1916
1890 .i!
95S .
561 .
2.396 votos
1.8C6 -,'.
992
896 i
663
656 '.!
2.877':voW8i,
-2 398
1x616
O Bcberibe,. o Ciptbaribc, o Pirapama, o Ipo-
juca, o erinhem e outros rios prximos lera
desodo volrnosos e brrenlos,.signaos evidente
de grandes chuvas as respectivas bacas, que
abraogera grande zona do Estado.
A' proposito, o. Sr. Dr. Joi .Antonio d'Almcida
Pernarabuco, digno l. engenheiro da Estrada
de Ferro Central, dirigio-nos a seguintc comiuu
nicago, que com prazer publicamos :
. Estrada de Ferrc Cential.de Pernarabuco
Rocie, 10 de Marco de 1894.Hlm. Sr. redactor
do Diario de Pernarabuco..Pego-vos a lineza
de mandar publicar pelo vosso conceituado jor:
nal o telegrarama junio, por copia, que rae foi
dirijido pelo chefe da 4. secgo d'osta eslrada
engeidieiro Franklin. Eugenio de MagaJhes.
Seve. i
Certo de que iio vo3 recusareis a transmi-
tir ao publico a agradavel noticia que serve de
assurapto ao referido Iclegrarama, urna vez, que
ella de interesse gerai, subserevo-rae. Vosso
atiento venerador criado obrigado.Jos Anto-
nio d'Almeida Peraambuco.
Copia Telegramma Estrada de Ferro
Central dg Pernarabuco -10 de Margo de 1894. -
Chefe 4.* secgo -S. Caelano. Ao Dr. 1.' enge-
nheiro. Recife. Depois de 4 annos desecco
amanheceu boje completamente cheio e 'san-
grando com impetuosidade agude S. Caolano
Reina grande alegria^populagao. Pego-voalevar
ao coruiecimento da irapreasa este grande acon-
tecimento.-F. E Magalhaes Seve. Copiei Se-
crelaria, (0 de Margo de 1894. Alfredo Pf C
das Ghagas Amanuense. Confere V. H<-
beiroSecretario .
ion* Po How urcf Em assom-
bla geral reune-se hoje essa issociago, pelas
10 horas do dia, para execugo do art. 19 dos
respectivos estatutos.
Campanilla lad<-mniaailcr* Ao
meio dia.de 14 do correle mez, na sede respe-
ctiva, ra do tommercion. 44, devero reu-
nir-se os accionistas da companhia de seguros
Indemoii-adora, para apreciarem o rclalorio e
contas do anuo lindo, e elegerem a nova com-
misso fiscal.
Bea^Ocaaies laadarea Essa asso-
ciagio deve funecionar MB horas"do dia 13 d )
correte mez, alira de resolver, na conformida-
de da lei, sobre sua dissorucao
Proc na lu Igreja da Santa Cruz sa
hirao ho^j cm proeisso as imagerrs- do Senhor
Bom Jess dos Passos e de Nossa Senhora|da
Soledade, percorrendo asseguinles ras r Santa
Cruz, Gloria, bnperatriz, Aurora, Formosa, Hos-
picio, Praga Maciel'Pioheiro,iConceigao, Gerva-
sio i Pires, intendencia, Rosario, Arago, Boceo
do* Vera-1, Verha, Barao de S. Borja, Visconde
de Goyanna, Santa Cruz a recolher.
Ser* alterado o itinerario se o tempe o exigir.
o fiaaainte xceiMlar-Temos-porme-
nores sobre o famoso dia rante Excelsior, o
raaior dos diamantes condecidos,' de cujo deseo-
brimento demos ha tempo- ligeira noticia aos
nossos leitorcs.
Foi encontrado as raninas de Jagersfontein.
colonia do Cabo, a 30 de Junlio do anno passado,
pelocapitao Edward Jorganson,' inspector da
mirra. <
Segundo a opinio do descobridor, corrobo-
rada pelado Sr. Mifford,. o Excelsior dia-
mante de bellissima agua e do valor approsi-
niado de 10 OOOcontos da noasa moeda.......
(100 O30,.
Tornararn-se precaugScs excepcionaes para o
transporte desta gerama preciosa e nica no
mundo ; um-esqoadro de lanceiros escolto i o
carro at a cidade do Cabo, onde ella foi embur*
cada a bordo da caihon-iira Antlope.
O diamante est hoje nura dos cofres do Ban-
co de Inglaterra, em Londres.
As suas dimen8os sao: 7cm,6l9 sobre6cm,
3i8. Peso r 971 quilates 8/4, isto em gram-
olas 205 gr, 45.
A cOr do diamante de Jagersfontein branca
cora ons longes de lora azulado; o seu-brilho
incoraparavel.
O eoverno ingle ja olTereceu por elle.......
800 00 aos Srs. Hneitojeycr o : tterohehner,
seas proprietarios; mas estes recusacam,assiaj
como tambera reousarara a propDsta -do com-
missario da Exposicao Coloroaina, so do cxhibiriem'Chicago esta citava raaravlha
do^iaTHKlo, offerecera segurar o diamaate-por
700 000.
Diz-se que o imperador da Altemanha quom
pieenieir(pnte manifesta mais desejo de com-
prar o Excelsior, e s hesita diante da-aor-
rae- sumraa que so Ihe exige.
Guillierm II tom no seut Ihesouro imperial o
(Hamante- Pnr.ip i Rigente Pitt,. que perten-
cera a Napoleao e"oi apanliado pctoj'pnisia-
nos em^Vaterloe.
' Kpaar ala ce4eiratAs- rnetti-1
gagOcs mas recentes raostram, segimdo'oSr.
FaBan, que tio-tam sido bem apreciada a es-
pessura dos grandes depsitos de- golo.''Tem-'
9e-lhes attfibuiuo espessora. menor o,- que real-"
mente possuem.
raa geteira que existo no Zura, em ikaWM
ron, asl-a'4000-ps cima do mar ou sejam-f
2770 aciaa de Genfebra.
Para''que a -saperflcie wtpwiOf. desteaampo
dagekJHlvesse incllnagao ulficieBtc -pnra^es-i
tndr-sedra; prowv#lnente, precise'orae soS oa^ mH p*r-de'8pessra. 07e, em odoi
focas,'-*verdade*|ue *ri'on'campd# gekn
crescer em espessura e ao inesmo tempa'e9tefH
'(er-'se.^orna'se-necesswrio qvja- forwMPfl rrraito
[alais-fielo qfHPMftMIe qu*!**1. de^rctendoul
'proftorjfio- qe a tgelefra' progrida: i )] -soflan
bW pslOqaalquer-o ban/-:pr -eocrntr*r W
*.. MMttWM4r^eAd^^'niv6Pfle^ewe-<
bpiniao.
A segunda parte do sc livro, mais resumi-
da, trata cmo cima dissemos sobre, a insti-
J tuicao familiar sobre que faz alguma's cooside-
rages, es(udando-a atravez do sua evolugo
histrica,
0 trabalho do Sr. Dr Thiago da Fonseea tera
incoles avelraente mrito e. merece a attengo
dos que se dedico s letlras
'Restamos agradecer-llie o presente queraos
[ezde.um exeuiplar das Notas Avulsas,
conjunciamenle a delicadeza da. sua visita de
-despedida, desejando que hoaaiigosos ventos o
cpnduzam ao seu .desfinq.
Cu-no aaaex>-Es o resultado dqs exa-
mes fei(os hontem :
Iiiilez
Matheus A-gusto de Ou^veira, approvado sim-
plesiuente
Nao responderam a chamada 2.
Francs
Alberto da Silva Reg, approvado simples-
mete.,
Araanli as 10 luirs .funecionari a. banca
examinadora extraordinaria de Historia do t-ra-
sil ; lerrainam amanli os exames, preparatorios
neste curso,
Club carnavalesco Calador* Boje
pelas 10 horas da manh rcunir-se-ha essa so-
ciedade em sua s c ra da Cruz n. 13 2
andar em sessao de assembla geral para elc-
ger sua nova directora de 1894 4 t895.
(avienta MgicaPui)licou-se hontem
on. 419 desse peridico livre e humorstico.
Importante activo -A Equitativa, so-
ciedade de seguros de vida, tera um importan-
te activo de mais de 153:000:000 de dollars !
ira raceela A hi si oria que Ihes vou re-
ferir tom por hroe u.n dos liomens mais em
moda hoje em Pariz, o Conde de Montesquiou
Fzeasac, que se revelou o anno passado poeta
originalissimo com o seu livro Os Morcegos, e
que acaba de publicar um outro livro de versos,
de um extraordinario requinto de frma c de
peus-am.Miio, sob este titulo quasi iatraduzivei
Le chef des odeurs suaves.
A curiosidade que o seu talento inspira nltra-
i
fci H f ei&qMim dpoHUWtB caad*Bov*lWMS
r7tl '' ei . -i- OfJrl
x
1:857
949 i'
43
formadas, deixa de continuar a desJ#wlvep*3d
em-:^rHslto-,'4m enWme 69fto$m, a*ue"a e**MvtteJ
foMffliHV1Mra 'elflaa:u*tei'f*1na qostomn it-i
lanches que, em certas condigSes, contirmaoi-af
o m *^a^ '***r cMseer b 3018 vow. Mjjttt} 0 ienw*id feto coWtoua**8Wnt*H
quente para fumMMai geltt^rfte a d4fllfgf y
rJMd*Jab a gtteflVnaotff dWWolfetirti9, es-
taciona.
i-a,,. *', Ie am**mp'#*f *B ditoawr^U*. satiem
ta** "---------------- .,IA n.lKM
os
, 7xta>agWati"aa HhotewfrBioden*le aiao-iaWNt
select em ludas as aristocracias a urna confe-
rencia em que elle proclamou iaesperadamente
o genio de urna poetisa, assaz olvidada boje,
Mine.. Desbordes Val more, revelando aspectos
novos de sua obra e reparando cora vehemente
enlhusiasmo o que elle qualilicou de urna gran-
de injustiga litteraria.
A celebridade rpidamente attingida pelo Con-
de de Mootesquiou-Fzensac explica-se ainda
pelo prestigio do seu noine, um dos mais ami-
gos da alta nobreza de Fraga, e para ella nao
conlribue pouco lambein a circunstancia de ser
um raagiulico rapaz, dotado de um phjaico se-
ductor e insinuante.
Quando tiver accrescentado que millionario,
terci apresentado aos leitores urainvejavel esp-
cimen da humanidade, um desses felizes cora
quem a natureza esbania em loucas prodigalida-
des o ca edal de fv rluna de que to avaro se
raoslra para com a inaior parte.
Eis as'ora a historia :
A'rn de uno poeta, o coade tambem um
excelleote mystilicador.
Certa noite de invern, no theatro do Odeon,
deu-lhe o acaso por visinho, na platea, o poeta
elegiaco Z., cuja cabega se parece sorpren li-nte-
menle com a de Alfredo de Musset.
O onde de Monlesquiou experimenlou com
toda a gente a impressao dessa presenga.
- O senbor, disse elle sera mais prembulos,
o retrato vivo de Alfredo de Musset e com
certeza, poeta tambem.
Adivinhou, respondeu simplesraenle Z.
I'ois bem, querme permitlir que o conside-
re como o propno Alfredo de Mussel e como tal
o trate durante o resto da noite ?
A aventura pareceu asss cmica a Z. que em
resposta accedeu alugreraente ao pedido.
l'uranle os entrnelos. M. de MontesquiaB fez
.ao Alfredo de Mussel improvisado a criticadas
suas obras, exprobando lite certas rimas indi-
gentes, e de vez cm quando bastante brutalidad-e
nasuadr.
Depois, concluida a representagSo, convidou
Z, para ceiar e durante o repa3to que se prolon-
gou at a aurora, o futuro poeta do "ref des
aodeurs suaves, atacou vigorosamente o defuuto,
mas immortal.autor de -Roela*.
Por tim, cansado tal vez um pouco da aventura
c desejoso de ir para cama. Z, manifestou a in-
tengao de retirar-se.
Mea caro Alfredo, dis6e o conde, deixe-me
4er a honra de o depor no limiar da sua morada. |
- E offereceu-lhe um lugar na sua carruagem,
depois de haver dado em voz baixa urna ordem
ao cocheiro.
Durante urna cmprala meiahora, o coup
percorreu a trole largo as ras, as a reidas e os
boulovards, c entretanto o conde de Montesquiou
continua va a criticar ou a admirar o- o poeta das
*iNites. ;
Por lira os cavallos.pararam.
-a Eis-nos ehegados Est era sua casa.
E ajudou amavelmente Z. a apeiar se, descul-
pando-se de o haver demorado tanto tempo neste
mando.
.Quando Z. Jaogou e olliar em volla de si de-
pois da carruagem ter abaladonao Ihe foi pos-
si ve.l reconhecei o lugar onde e9tava.
Dous ageates de polica approximaramse, Zi
persrBiitou-lhes. quo sitio era aquelle;
O Conde delMontcsquiou tnourera-ct ao. cern-
terio do Pre Laebaise, onde kusset.. dorme o
somooetemo. i i
infenaal da Jury Jo HeeSf Hom
tera o fuocciou'estedribunal porque smente
i jurados responderam a chamada. i
O Dr. Francisco Altiao Corceia de Acaojo)
presidente do tribunal, cmaltou era 33000 osqn
rados qne deixaram de comparecer, beando' a
sessSo -atdrada parajaaaMih-aalwnisdo eos-
tume.
ju>-t-0 arnraEem do Louvre, a-riia
t. de 3ago, anto da.ruaoDuque de Caxiasj
acaba'de recaber um axptenddo sortimento de
sedas-ipretas, su ralis e igvenadHiea proprias paca
aacruattemporada-
Vaoas nossas loitoras- visitan- aquello estabelen
cirneBlo.e'ereBioe'que>agradorte-hao da bellezu
i< wrieilade do fortimento. i >
i aiao Typoicriiitlca Fuicckma- -boje
om assembla'ordtaaria asta >-corra5ao i para
onifios8ar os w)vos eltitasepara-olegeriapre-i
sidente cm mista da rsnuooia da que f*ra eleito>
' -'Podara' votar todos 03'asBociadosi quites at 31
de Dezembro proximo.-passado. i |
s i*r^| **' Mavta ana de Catata
Hoje. pelas 11 horas Jodia. tomarUpossea nva
admiaistoio da devog*0 de^Nossa Senhor da
Cencoicao, fue- acrra-se'ertctai nwssa H?rcja. ipold
qiia de os porar o coaipareciinento do iodoKJ3
associados. ')
KaipiMi dra*ngi>'>-'-li:atrwi dMeema-
aa-0'morflora">'6r. Adritao de Olivarwatftia 11
'.E|ane(Hj*eis*i-*So dia doioorr(Jiit^i
2 horas da tarde, no districto do ArrayaLdlaJ
d*\iiluo.doonnme:At(}nki 'Jlfldutgues,!.- trabaiha-
dor da padaria Luzitana. anatdo: de-iira eaDeOe*
japanxwlie feKiuaafardo fadiK^agernicioilos
iPeaTOcdwSonwiSaaret.i' es ,i -
tO'^fte'.dido-loi traTWpwtado para:ditsfftat
Palrsif uki -
Procede-se contra o deliaquata-iqu2 se ipOZ OrinaSO': :y-r t*- :i: i
hoje acontece.
Pois bera, Ua .pouco um ebrneo apresentou
um proeesso novo para envelhecer os vinhos, e
este pQofte^so bascado uo emprego da agua ozo-
nada, deu, ao que parece, expeliente resultado
as primeiras experiencias qu se lizeram.
As tentativas d'estgenero j nao sao recen-
tes. Era 186 o grande Pasteur aconselhou o
aequecimeoto como meio de rafhorar as quali-
dades e de conservar os vinhos. O vinho aque-
cido. por espaga,d**tgunas horas e depois res-
friado tora do. poutac^o do^r,.tCiHJiuis bou-
quet, niais's'Dtir' e mafs cor, sen perder a sua
torga. "'.-..'
:.Esteraaeio cmpregndo na- ranriana e para os
vinhos exportados da.Europa como processj de
boa rousprvacio.
Mas os amadores lipps descobrem nos violtos
aquecidos q que quer que seja de indeciso no
arona ura sabor particular.
Para evitar estes inconvenientes, cnsaiou-se o
acque^nento sob presso.,de acide carbnico,
mas este processo nao podu-sea industrial.
Na Aiuiyipa ,.do. Norte, obretudo, empregouse
outro rao : a eleclrizico bbtida ii'uin appare-
llio semelhante ao volramelro.
Hopouao ensaiaram aitidU' acg&o dooxyge-
nio,po^o aob pressp. porrespago dj certo lem-
po; isto exige porm urna iuslallagao custosa e
que s se pde^fazer era grandes fabricas.
O ideal cffectvaracnte seria descobrir ura pro-
cesso que perraitisse o raelhoraraento dos vi-
nhos em porgues pequeas, sem apparelhos dis-
pendiosos e oa propria adega de cada parti-
cular.
Ora, parece que isto esta adiado. E' c
prego da agua ozqnada
O processo simplici53irrj0: basta introduzir
era cada garrafa de vinbo 10 a 15 centmetros
cbicos da referida agua, c deixa-se repousar.
Ao cabo de alguns dias, a transformaco do
vinho j;i scnsivel: accentua-se o sabor, des-
prende-se o bouquet. Si se quer obter ura
envelhecitnento raais rpido, s aquecer as
garrafas por 10 minutos na temperatura mode-
rada de 40* a 30 centgrados. Ura mez depois,
tem-se um vinho velho de muitos annos
.Ora, como a agua ozonada pode sor preparada
d forma a se vender por baixo prego, segue-se
hio ba dias tudo o que Pariz eucerra de mais, que, 9 .h.9'P-J:ll''J'i'.ft. PC"!1* vr aamercado por
prego tambera inferior. N5o ser mister pos
suir os thesouroa de Creso para saborear vinhos
generosos e Jjygienicos como os veneraveis an-
xics de 1810 e i820rqueboje nos custam os
cabellos da cabega
Si este vira, nao licito dizer cora seguran
ga ; mas a sciencia abi nos diz que elle pode
vir.
dnameoio civil O escrivo de casa-
mentos da foa-Vista, Graga, Pogo e Varzea,
aflixou no dia lOdooorrente, na repartigodo
registro ra do Imperador n. 41, 1- andar,
edttaes de proclamas de casamentos dos segua-
les contrllenles :
Primeira publicag&o
Guilherme Dantas Rasto3 cora Eulalia Augus-
ta Pacheco, solteiros, residentes na freguezia da
Graga.
I Bacharel Domingos. Cavalcante de Souza Le3o
Jnior, residente na freguezia de Afogados, com
Umbelina Sabino Matheus Pinto, residente g
freguezia da Graga, solteiro3.
Inapeetorla ao S. aiatrleto tnaritl
mo-Recife, 9 de Margo de 1894.
Boletim meteorolgico
Horis Term centi- Barmetro Tensao do Humx-
1 a O1) vapor iade
757-,14 19,19 81
758-,43 20.S9 72
758n,l2 20,77 67
7-6-,90 18,43 66
75745 19,39 79
Temperatura mnima 24,'75
Temperatura mxima 30,75
Evaporaco em 24-horas uo sol 7.mO
Cbuva uulla.
Direcgo do vento ESE de meianoite at l h.
20 m. da manh.; WSW at 1 b 33: W at 6 b.
0 ni.; WSW at 8 h. 48 m. ; ENE at 9 li
08 m ; SSE alternados at 0 b. 23 m. da terde ;
SE e SSE al torna rdos at 2.h. 37 m. ESE com
interrppgoes de SE e E at-9-h. 27 m. ; ESE e E
alternados at meia uoite.
Velocidade media do vento 3,m44 por se-
gundo.
Nebulosidade media 0,53
Boletim do porto
Prea-mar ou Diaa Horas Utura
bai xa-mar
P. M. 9 de Vareo 12-00 da m. 0-30
B. M. 9 de 6-10 da t. 2-25
Caaa de Delaaen-Movimento do ire-
sos da Casa de DeteocAo do Recife, Esta de
Peroambuco, era 9 de Margo do 1894.
grado
6m. 24,9
9 28.3
12 > 29.5
3 L 28, 1
6 27,"8
Existiam
Kntraraiii
Sabirnm
Existem
A saber 1
Nacionaes
Mulheres
Kstcangeiros
Mulheres
Total
Arrasoados
Bous
Doentes -
Loucos
Lauca
46
5
8
458
432
12
.4
0
458
417
393
20
3
1
7l7
nos. casado Sao Jos.
Severino, PemaWtiuco. ka#aa. Boa \jn\i.
Um feto, PwBJmAuco, B*FTi-
Altina, MiiiaaVll metes. Mo Jos, -
Eugenio, Dwoambnco, 2 aMos, tbi Vati.
Um feto, P{tnamfcRieo, L'o*!Jista. -
*
EEBIAIBUGB
:
f
Aaloioutemiteadq ituiaiM, Sio 4*^;.,-.
Total
Movimento da enfermara
Teve baixa :
Sereriao .Jos, Gomet.
oapllaf i'edro II.0 movimento desse
estabeJacinicnto cargo da Canta Casa de Mi-
sericordia do Reoife, -.. no. dia 9. de Margo foi o
segninte ;
\ Esistiam. .1 -. '8
Enlraram. ... > .16
724 .
Sabiram. 12
Bxistem ..... 717 .
nr- .717 .
1 Forain visitadas, as eafermarias pelos seguin-
les 11 MiiUcos : :
Dr. Barros Sobrnbo, en sw a 6 1/2 da ma-
nh e sabio-4d 7 1/2.
Dr.sMiriaqoias, cntrous 9 1/4 da tanhe sa-
bio, a id.li. ., 1
..tJr; Herardo, eobou as.di da macha e sa-
bio taattalt.
Dr. Aroobio Marques, entrou s 9 da.- ma
aM e-sabia -10*l/k -
.Dr. rLopts Pessoa-,-entrou as 11 12 da manb
a-aahiora 11 4|4. .ai m
Dr. Va-ira -idaCanha, rentrou as 1*1; i-da ma-
nh e sahio s 12. >
ata BsstaaHtde-.'Olivtjira) -Teatreuta)!^ da
man assabo- 46S^4. -_v s. o.-1
tOr. lavaras- deitaito, eatnouti4a l/2-dajcaar
AMatotetl iai. bO0,ivifci i .- :i
Dr. Nunes Frwabr> tntwtr*! i9 -3.4 a: me-
Bb%rMaatlalMl/4r.-j-. 11 .COT! .-..
-rPBiarsiaiwuliio, tutfur ^rti4:,dina*l-q
aabjucHi*dai:de. :..-;i. tirtcoj- i .,
cDAjadaoteda^aria^c-Bt^ceatroiba:^ l/A^da
awab s saib stir.S/w da:iwde.
ttmmt4*rmr,rm+m% ~bbriQ do dia 9
dfAdltraOii: :d.. r,- os:tc : tc
Jos Joaquim cja^is^^^lva^-.Piruaakbuqp,
38 ajui, icajado, SSp-ioat. o -.; 9 .
trAnranioilil)eiro Lcite. Pieuaiutwco, tgMMfe
ACTA DA BENO HTgAOR-
DINABIA DA OOMPANaiA FA
B1A DEli-SroPA.
Aos'S-diHa-do ^nai de llarco da 1894
no salSo da Associacao Coro marcial Bane-
tioftcta al hora da I tarde proselas 3 5
Srs. accioistis por si e seus procurado-
res, constantes do:livro de preseaoi re-
presentando maja, de 3 quartos do Capi-
tal, o Sr. Director wo C. Qitis tomoa
a palavra e convidou o Sr, Tinrcaz Com-
bar para presidir a sessSo, o quai tendo
accait declAro.ii abarla .a aeas3Q djp^ia Je
convidar par l.e 2. Sacretatios os Srs.
GUddiao fc>uest) de Medeiroi e Ignacio
Heiy da Foaseca, a tendo sido dispensa
da a le tur a da iota da seeso anterior,
a requeriraento do Sr. (leo C. Gratis,
foi pelo mesmo Sr. Qatis daalarado que
deveodo sar apresentado prximamente
na reun So ordinaria o relatorio cir^uj5-
tanciado do morimento dos nagecioi so
cites ]icaitara-se a declarar que todo ia
correado bem augaraodo prsperos resal
tdo, havendo, porm, necassidade de
aodos para accorrer as detpesas neces-
sarias viito como o capital bavia sido todo
despend lo com a oanstracelo o dbitos
posteriores, tioha convocado a reuniSo por
p.irta da Directorio para pedir autorisa-
cSo para emissSo de Debentures no valor
da tresantos contos de ris para occorrer
aos oompromissoa tomados com a compra
d'i fo e augmaato da fabrica, quaes a es
tensao do eaoio o acquiaicao de um mo-
tor de maia forya, certo do qoe ttria ven-
da para todos os productos que sa mana;
t'actarasae o assim apreaantou a seguate
propoita.
Propoabo qui se ja a Directora anto-
risada para omittir debeotares no valor
de treaeatos coatos de reis sendo de du-
enlos mil reis cada urna, com juros de
oito por ceoto ao anno, pagareis semes-
tralmente, para as aesessidades da com-
p.nhia e para augmento da fabrica, p
dando essas Debenturos Berem resgatadas
ad libitum da Directora conforme essa
acbar coaveoieote Tendo sido pelo Sr.
Presidente cffo.vcida a discussSo a pro-
posU, podra a palavra o Sr. Fonseea que
notou qoe a considerar pelos resaltados
anteriores nada acoaselhava o augmento
da fabrica, e tendo feito outras cooside
racSes apresentou a seguate emenda :
c Pro pon no que seja redusida a emissSo
de Debentures a ama quaotia que descu-
tida e provada suffieuta, cbague para
oooorrer as 'eoessidades do momento 9
que dea logar a tomar a palavra o Dr.
A. F. da C. C roa que upo ou a propoBta
do Sr. Qatis sendo de parecer qae se
acrescectaesa a prorjit lavraat
o valor de treseotos cvatM. o qae acoeito
pelo Sr. Gatis foi nestes termos de novo
submettida a discuBsZo.
Depois da ligeira replica de Sr. Fon-
seca e ep icac.3es do Sr. Gratis foi en-
cerrada a discussSo e submettida a
emendaa voUc&o foi regeitada contra o
voto do Sr. Foateca, tendo sido appro-
vada a proposta do Sr. Qatis contra o
voto daquelle Sr.
E nada mais baveodo a tratar foi pelo
S-. Presidente encerrada a sesaSo do que
para oonBter, Ea Ign-cio Nery da Fon
seca 2 Secretario o escrevi.
(asignados)
Tbomaz Comber.
Gaudmo Ernesto de Medairo3.
Ignacio Nery da Fonseea Saooessor.
Por procaracSo dos seguintes :
William M. Welbster.
A. Pjlhmann.
Manoel da Silva Maia.
Carrinteiro Peres & G.
Antonio Fer cao de 3 Ribeiro.
Antonio J0S0 Gomes da Amorim.
Eugenio Cardoso Ayres.
Gomes & Fonseea.
Amorim & Cardoso.
Ferreira Cascao & Filho.
Manoel J080 de Amorim.
Q. Von Soliste 11.
Carlos Paula Lopes.
Joaquim Lipes Machado.
Ferreira Rodrigues & C.
Luii Ferreira Qomea da Silva.
Cae tao da Silva Presado.
Lua Jos da Silva QuimarSes.
Gaadino Ernesto de Medeiros.
Por procuracSo de Amorim d C.
Jos da Suva Loyo Jnior.
Heorique Saraiva.
Browis E. N, M. Fenton.
Osear Falkeisen.
Por procuracSo A. Hyoes.
Qe C. Qatis.
Por procuracSo A. Haynes.
Agostinho Netto.
Osear Falkeisea.
Geo C. Qtis.
L &, Feotn.
Tbomaa C. Qriffitb.
Adolpbo Taoio da Casta Cirne.
Por procura9So i). Emilia Adelaida Netto.
Por procuracSo Gailherma Notto.
Jos: Daarte da Silva Ppenla.
procisto do"Senhor dos Passo ag-
toa meio mando.
A Bn-Vir**tcou daterlt, e dorante as
hofsavda proMAo ni.iguem sana capai
de*BB all ao menoi um litteratos quo
per^aqaallas raaj pQilama cartas bo-
-COSTRASTa
< Em baixo a trra, a fljrH > supina
De almo perfame e fires ie ejtida,
Ceia de orvalbo e ch*i<> d' .blina
Qae chora a medra.- =; .-ecida.
c Em cima a vastidSo indefoida
Do firmamento aaal onde a retina
Da Deas nao cess-4 de eapreitar a vida
Da humaaidade frac n pequenioa.
t Forma am c^ntrase assim a immensidada
Em cima habitam divinaos etrillas
Cheias de amor e graca e claridade...
c Em baixo vivam miserandos loncos
Qae da vida na rispidas procellas
Vo se finando e se extingaindo sos poacos. a
Manoel Ar3o.
SPORT
-

CHRON1CA
.. UIlTl

Utl

6.U-j".C-? |1 1
.Oa diversos trabalhes era qae estoa em-
penhado e que roc'.amam a micha atteo
9J0, faaem-mo eom qae continuo a-ser
menea aasidao as nhas chronioas aeraa-
naes, ontr'ora to cons+antos.
: Entretanto eo julgo-noa aempre com di-
re;to-a alwolviclo d.^8 misbivs boas (aitaras,
s quaes (apreiertoa opportanidaao paradi-
tvlxcoqfno desear ama e boa hpxia de ventura, atravea da poca
qnarosasul por que vamos paaaaado,- ouvin-
d'D#-ser>6a'da Sa*a Cras esassatiaaio
r'dsfilhr-dss-'procissCM.
Ao qae me teca, lhes posso garantir,jjuei
wi,aa*a cbvmidnaiua: tsemana. -,
- NXo-feSo captaes de H^ai.ibar o rooti-
j^.,Lrl^Wajitiifl, d qijWSo (de;^|
troVpet ? Ea "calculo qu ajB.,^afltu
leitore WtaiaasboretaV oawo-ei. en-' -:
tre exoansivas gargalhadas. >."i*jsii
f .....f
Prado Pernuuibucano
Effectua hoje o prado do Lacea a sua
12* corrida.
Do teu programla verSo os hitares
que realisou urna bella ias3ripc3o, como
ha muito o n'o tera podido conseguir; e
d'ahi se conclue que a oorr>da ser urna
agradavel distraccSo.
O programma dispSe effeotivamante de
todas as attraccSea possifeis, e o prado
do Lucca sem davida regorgitar de con
carrenoia, tornando assim mais brilhanto
a testa que hoje d,
PALPITES
Para a corrida de hoja aSo estes os
008308 progoostioos :
1. pareoVinganca Bath >ry Fo
maca 2.a
2." pareo=Fyrilampo Dub'nIda.
NSo coate victoria
3. pareoMascotte Meadigo ^a-;
homeres.
NSo conta victoria
4. pareoAventareiro Bisaurk 1 2.9,
PlutSo.
NSo coaU victoria
5." pareo Hirondelle 1 Berlim ^
Triumpho.
NSo conta victoria
6. pareoApolloQaayanaa Petro-
polis.
7." pareoTeoor 2.Ouro-p?eto \
Malanga.
MULTAS
A ciractoria .do Hippodromo do. Campo
Grande, por irregularidades commetttdsi
em saa ultima corrida, reaolvea multar
em 2OOfJ00O a cada um dos jockeys AI*
fredo de Freitas, Pedro Fjgaeireio e Jos
Marcelino.
Iierby t Inb de Peraambuco
J pubcoa o proj9Cta de inscrip^ao
para a saa corrida de domingo prximo.
A mesma corrida ter logar na raa jo
prado do Lucca. vifite nao torera sa ainda
cdicluidofOBtrbalboa que exacata se no
prado da Estancia aotuaimeate.
.mEMoaiLL
..-~
BAZAR

RA DAJMPFRATWa N;-*8
,4cah de recber a olvta nvTdade era
'ts*AV.*ftlfj.j
GRAVATAS de cambraia branca.
. .'Ji(VaS'e%Ma SR4r?ftfaS (W*3*:a*ta. "'
S^tte el-crpen.
&tatkBr4*S0*i:--r- OK, ..mu
nrjfi D'RnMrmsj :!":o '"'


O Mttereto... esses alo devism por-
tier oeaesiSo da cjlaer impressUas, um
para um coato, outro para um sonets e
entro anda pera aigum perfil...
Fica subtendido qae em se.nelhante C3n*
ta nSo entra m os que vieram por mero
Bastimento religioso. NSo qu*ro tor a
pretenc&o de |iaalar-me aqai publicaman-
te n'esto tuawro,porqae lalves rauita
gente nao,quiaese acreditarmas apenas
salvar as exaep^das No qae me, toca vai
apenea.ama qaeaviV) de coaaciencit e...

r*nho sobre a nsasaidartrablb) um vo
lame dos c Flecos ch*gado ao ultimo
-fvepoi* do norte-e^ qao> frm ido paiaao-
nie do poeta oeareusa Sabino Bsptista.
Esse livro elitado pala tPagara Es
piritual e conta para mais do cam pagi*
n^s.
'Sabino Baptiati ufo de tido un 'de3-
coobeeido, pois diversos sSo os trabalboB
de su-', lavra que t rn publicado no? i amaos.
O livro que vem da publicar O flc-
eos da algam valor, espeaialmente
attendecdo-se a qae o poeta um princi-
pian e e como tal est sujeito aos defaitos
dos qae etrem nomaado literario.
Baptista tam para'mim Bobratao duas
virtudes : nam poeta soientifsisU nm
muito manos nepbelibata.
Neato ponto ani n mio m.is asrtelo
do qua o Sr. Lopes Filho nuator dos
Pnantos e sea ciliada na tP.datii Es
pritU'l poeta que tendo um certo mere-
emeeto, deo.hio muito intredasiadj o ne-
phalabatismo em seas versos.
V-se hem que o Sr. Bapt'sta procura
nos seus trabalbos, aparfa exigencias da arta modara* o o % >sto da
poaa, uSo esqtaceido o colorido iadis-
pensavel da id.
E' verdada que aada nSo einse^aio is-
to ; coasegail-o- da certo mais tarde,
pa a o que dispon de talento.
Per ora aiala ha nos seas trabalhos pee-
ticas muita dissonancias, versos duros e
frouxos, cousaB em summa que nao poda-
rlo absolutamente ser ditas por om psrna-
se ao oonaoenchsa.
Entretanto o Sr. v-. Baptista tem
trabalhos de marit., ora nodo on-
ram o seu no e de poe-..
Cito uo dalles, que o seguate bsllis-
simo sonet3 :

<


:

'-.M-.-., >>j,]f"V 11
4~aT,
II
a-a..*--------J**
% -\
i""


I
_
wmm*mm****m
MVMHM0HBB|flH
OBRAS DE ELECTROPLET
I SIBVICOS ear Cfl.
sanojas para copos.
SALVA, UOORBiaOu.
basdb'ja Dar pao.
posta oiRToas, kotacliw >atA* TSAC-roa-
icos TiwTBiaofce diversos objetos pj- presea,
ESP*RTILEI03
fWffifeosao'imiaortevrleaat^eni sela e
lgo33o.
ME!AS preta de cores panfeoine?,
nbora? e ertatJts.
LEQ'JEp ve tarla?.
BS5GAl4\Sp*" bmt*a b raeniod*:
RENDAS
Gra:. BOrUmea ;crcmes, brr.
ede j ,
Ga3eds utas e borddoa braceos a da
oOrSi
I^REMABIAS-
g., pwi)MariM doa letho-
Sspelhos
g.-, :'.Brsotd5 fabrl
i I SfARTQf.
LENC'>."> de caebrala-de liDtto e ceda.
CHAPEOS 8 CAPOTAS para seafcoraa a-------
30*000 cida am.
TALO AS, BOHECS ostro: BRINQUEOOF
C28,
ESTOJOS para costaras, CAHTEWAS, THE
SOUP.AS tinas para costura-'.
PENTBS de travs e-j tartaruga.
RSCOVAS i lo, roopa, nonas (asa
PLNHOI E COLLARISHOS=LIXtlO
JARR 8 ie looea e Biscaft.
COHOAM JMOBITSJAIUAS
ii crRies martuarlaa.
L CIPBDES e CARROS pira enancas.
Alfredo, Gauches & C*
Cha especial
O .;, ana recebe a<-n?almente
Baiai i ru da Imperatrls n. 88
o metbor ene veffl a e. vende-se
0500 a !
IMarl #e yerttantffo l>mutfo
<
PMLICAfflES A PEDIDO
INDIGAGOES DTElb
Dr. Joaquim Loureiro medico patai-
jo, consultorio ra do Cadug o. 14,
residencia na Casa Forte n. 5, casa de
azulejo, defroote Ja sreja da Campia.
Dr. rhur Catahantl, da consaltas
ra do Mrquez de Ooda q. 3, 1"
indar, denciaKua da Imperatriz n. 11 1*
andar.
Telephone (no consultorio] n. 558.
Dr. Amaro Wanderley, l ccnsultas
de 10 1 hora, na ra da Cadeia n. 3
i. anuar, lleplioao u. 55S.
ResidenciaRa Direita n* 41 em
Afogados.
O Dr, Lobo Hoscoso d consultas em
sua casa ra da Gloria n. 39 das 10
horas da manh l da tarde. Achan-
do-se fra do servico publico offerece-se
para acudir a quaiquer chamado com
promptidao para fora da cdade. Espe-
dlidiade, operacoes, partos e molesliase
de senderas e meninos*
Dr. S Peretra, ra da Imperatriz n.
6, d consultas medico-cirurgicas todos
os dias das 8 meio dia, menos nos
domingos e dias santificados.
ODr. Simplicio Mavignier tara o
seu consultorio raa Mrquez de Oliada
n. 27 primeiro andar.
EspecialidadesMolestias do appare-
lho respiratorio, fabre e da pello.
Consultas das 9 as 11 na pharmacia
Minerva, largo do Terco e em seu con-
sultorio das 12 as 3 da tarde.
ResidenciaRa do Hospicio i. 41.
Chamados a quaiquer hora e por es-
cripto.
Telephone n .566.
O Dr. Mtlet, em consequencia de es-
tado de ruina em que se acha o predio
em que tinha seu escriptorio de advoca-
da, raudou-se provisoriamente para ra
75 de Novembro n. 45, sala da frente
(outr'ora ra do Imperador).
Telephone n. 399
Cliniea de molestias de olhos
ouvldos e nariz.
O Dr. Pedro Pontual, ex-chefe de cl-
nica do professor Wecker, de volla de
sua viagem a Europa, tena seu consulto-
rio ra Nova n. 18. primeiro andar.
Consultas de 1 s 4 da tarde.
Telephone n. 539.
Drogaras
Braga f Machado. Depasito de to-
das as especialidades pharmaceuticas,
tintas, drogas, productos chimicos e ou-
tros medicamentos hoeopalhicos, ra
Larga do Rosario n. 34.
Qvmar&es Braga & O. Deposito
de Drogas e productos chimicos, espe-
cialidades Pharmaceuticas, medicamen-
tos homeopatieos e tintas, leos, pin-
ceis etc., ele. Ra do Mrquez de (Mia-
da u. GO.
Faria Scbrinho & C, droguistas por
taacado, ra do Mrquez de Olinda n 14
Advogados
Bacharel Enos Lobao pode ser pro-
curado em sua residencia ra do Im-
perador n. 52, 1.' andar, acceitando
tambem convite para quaiquer comarca
servida por estrada de ferro.
Ocenlistas
Dr. Ferreira, com pratica nos priti-
cipacs hospitaes e clnicas de Pars e
Ututos, da consultas todos os dias das
J2 1 hora da tarde.
Coasulteo e residencia ra Larga
do RoMftta n. 20.
Dr. Barreto Sampaic. oeculista, d
1 l s 4 horas primeiro
--. da Victoria n.
ir.
R3,:" -.' de Setembro n.
34: .a da Saudade n. 25
'itr. Pe*eir da Siha cor: pra-
i er e.fcan-
dolt, d consultas de i fl 4 eras da
tarda a ra do Imperador a. 63, pri-
meiro andar.
Teleptrone n: 588, Residencia Ca-
xaDg.
O processo de Antonio da
Costa e S
A ingenio recessidade qce tsmos, de
ser lido 5 o Eisignalatto doaejo cjuo aenti-
a-os : de qae a popaUjSo sooaata d> Bra-
sil, tanba inteiro oonhecimeoto da verda-
de dos actos ; obrigoa-nos a auapander
publicaglo de noBios escriptoi at que
Pbs~c^8 a ffurvecanaia eleitorwl deates
ultimo* dias. Sin, precia-) qae se oom-
prahendr., que n3o tratamos a da aore
da nai hoajeir, de posijSo assi mod33ta,
:nas bas aaiB6Dta conhticido no p:i:. A
dignidade e illastratjS-) do cerpo do jara-
dos da civi!3ada cidnde do Rocife esto
tmbete em jogo.
Aa condjmaaeoea por scolamajBaa nSo
exi*tem nos cjdigos dos pases cultos; e
a rosponaabiliiade doa juizes em urna
causa desta ordam mata sari* do que
maita t,ents ignorante presema.
Todo case escndalo em forma da pro
satM ter um da de sabir a luz da pr-
blcidado ; nSo deaapparecer no pd dos
cartorio3 dilacoradoB pelea devoradoree
da reputac&o alhaia !
Na<, aiaim o garantimos.-
Hoja, temos da tratar da assuopto por
dem*is sario o qual tom paBaado parante
todo3 sem o mnimo rapare
Pois bem, vfio os homens de bem da
nossa Bociedade oonbeoor : como se tem
procurado my tos de magnanimidada o philantropa qaa
!he sao inbarentas.
Tornj se, eaencial a acclamaclo, no
sentido dd mostrar : como tem procedido
es8ea individoos qae B3m o mnimo es-
crpulo, tem transformado o tribunal do
jury do Reeifc, dob M em que Costa e
S, tem da entrar em jalgameoto em am
vardadeiro cydrilon.
Aaim poia, vimos eotrar a viava ao
fallecido Burgos, pelo tribuoal a dentro,
segad% de creaco numero de cri*nci-
nbas qaasi todas da mesma idade !
Mas, na verdade, preciso maita co-
ragem para a ex>iibic> da tanto escnda-
lo I Eneandalo aim 1 porque a maioiia
destas erranfas nSo sSo filbas do falle-
cido.
SSo criangas pedidas por empreattmo
para o effaito asoenioo.
Mea DauB, e esta seohora tem ama
Slha, e n5o ae lombrar qual a aorte que
a aguarda do futuro?
Raciocinemos com os factos : Urna se
nhora qae contrahio matrimonio e Ja-
neiro de 1887, nunca poderia ter tido
tan'.os filhoa quaai todos da mesma dade
(em cinco annoB) como adiante demons-
traremos cabalmente.
M9, que, BjtHNtM en-icne ae toma
necessario. Costa e S nSo pode aer res-
ponsavel pelo crime que se Ibe impata ;
os autoa do prooeaso fatlam bem alto a
tavor delle embora toda a m vontade
man i fasta da desda a formacSo da culpa.
E' poia neoeaaario esaes recaraos oapcio-
bob, para extorquir-ae ama oondemna95o
do conselho de aentenja,, tornando o Bur-
do a nos da defeea que se perda no ala-
rido daa oriancinhar, arrancadoa a for{*
de belliscoa 1
Era preciso qae, o jury, Be sentase
compadecido ante o quadro deso^ador qae
83 lhe offerecia e assim n3o Tacllasse em
seu verediotum, embora nSo fosse elle
mais, que a perpetrasao de urna iniqm-
dade perante a lei.
Era preciso tudo ato ; da a veraao :
que, Herodias, depois do exigir a cabeca
de Baptista, tevo o praaer em picar a
lingna, do morto, com alfioetadaa.
Mesmo aasim, Coata e S, nao ^ te ve
urna palavra de maldis8B para os jaises
que o tem condemnadoj elle conheca
perfeitamente de qaanto est aasceptivel
a humanidade a am erro de aprecias2o.
Elle sabe, bem d'onde emana -a fonte pe-
renne dos lquidos venenosos qae lbe 00-
casionam todos oa malea.
Fiqua ae Babeado que, au dos derigi-
moB a nenbam mscate de oaro falso.
Nf.o, ha individuos tSo inconscientes de
si mesmo, que nSo merece apenas de nos
ooouparmos com elles; o tmpo se en-
carregar de tudo.
a historia, encontramos duas espe-
cie de provac5es, a do cartyrea e a dos
tyranos c perae^a-Vores; BJndo qaa, a
n E :o a eac.pera-
ra, ea d **o
aur : roaifrn^*> paoiaalat.
Vmos sdiante.
O tallecido Burgos, defcotf te fiinca
vvob. Eetaa-aSo: ...
io. coa 2 i annos da
iifcado do Dr. Aeolpho do Burgos
Tberesa, coro 12 aonos de idde ; afi-
Ihada de sea irmSo Fernando.
Antonio, com & atino*' db idade; afi-
Ibado de un Sr. Pedro B6*vFama e da
sonhora deste, boj? tambem viuva.
S o estas oiaco filhoa bavinos o pri-
meiro leitf, com a virtuosa D. Hara'-Ta-
vares.
Agortt do saguado laito houve oa flhos
asguintea :
Mara d-j Carao nasjida e a Abrl da
1833 e afilbada do Em. Sr- dssembar
gado? Costa Ribeire.
Em Setembro de- 1890 teve um filbo
que falleceu poupo me;38 depois acodo
afilh^do do Sr. ATodso Jorge de Mello.
Em principias de arno, fatal, de 1892
te?e um tilho qae consta est sendo criado.
J ae v p is, qae do segundo le'to sj
esistem dos flbos, com os oiaco do pri-
meiro leito comms seto, sendo qae dsstes,
alguna, j est) com idaie de bastante
creecida.
Oade poia, fora buicar oaae ou doae
ciitnc ohas pata o aparato, espsculataso do
Jjry ?
A'oda mais, Fernando de.de mnto se
acha fora da cid&dd, por mrt vo de mo <
lastia atitiga devido a m eaucagSo qu-j
receben.
Marietta o Tbereza, eBtao se~do edu
cadas no collegio das rpbas oc>m muito
mais pteveito do que seria em a propria
casa, talvez.
Estos tres nunca comporeoeram no tri-
b-jn-1 .03 dias de juicamente da Costa o
S.
Ora, de sete dodasiedo-so traz ficam
quatro, que em vea de deduelo fizeram
multip!cac.iio e por isao dea em resultado
d.za criingaa, todas quasi da mesma idudo)
lato edicaute por dsmaia:
Hi7ia necessilade de darse cilor, com
este spparato especula toso, a scana de
effaito : f'3 citacSea troncadas da poesi
de 3u rra Janqueiro, sobra a orpbandade.
Como isto serie em am tribunal de
Juscga I
Se no e3tive3Bamoa tratando de um as-
aumpto que reputamos d: mxima impor-
tancia, para a eorte de um homem tambem
carregado de !hos, legtimos ; dariamia
qni tambam algumas eatropbd3 de urna
poesa do immorttl Fauatino Xavier c'o
Novaes, rclativamenta a carta ordam de
espe
quieto hoja nos
SiM Hntn iSW de T.dj. EM*.
T22-s;:irAs:2:::: :::::.r.:r:s-M:ia:: :r as mm mm
1?H< fAXKIRO-l-f 89J
.:
-
Activo .
Excemote
Renda animal .
Riscos novos. >u.m .**
Total dos rr?co^ vigentes
Pago por?inistros edita^oes-veiif
ciclas desde a organiss^ao>da
SociedaJe......
Informales e prospectos com
ALB8RT FAHJKON,
Inspector de agencia.
44a do
Dollai.469*056j5Q6fG0
32.a66,75Q,00
/?l2.025,6Q4/)0
2Od.28O22^00
9A2.539f77?Q0

l ;
% 1^2.572.734,GO
!'-H
J0SDE;CASTR0 PAES BARRETTO,
SIB-GEfflENl'
Comm"T(0-i-44s
couaas seriar, com quu muita gante
cala na vida!
E-a syothiae, a tudo
tecvs referido :
Que a disposar do preciso bom senso e
e ti?er dasapaizojadamenta acompanbado
todis aa paripecia8 indecentes, de que ae
team servido os persigaidorea de Coata e
S, no intuito da obteram contra ello urna
condamnacSo uiqu^. Oir com certeza.
A mtior p/ova da sua innocencia, est, na
rasSo de todo e38a apparatc e manojos;
por que, a verdade urna s. Oj orimes
hediondos manifeBtam-se por si meimo.
Asaim como a innocencia e a Justic
verdadeira a2o os reflsxo de Oeus.
Continuaremos.
Racife, 5 da Margo de 1894.
i. a| .-.
Documento
Ej abaixo assinado pelo presente de-
claro o turto que soffri de oito oentos mil
res (800.000) e da urna letra de orne
cTatas de res a&o foi ao Grande Hotel
C)mmereial propriedaie do Sr. Manoel
(Jarcia, onde fui hospedado, pelo que
u'esta data declarei a autoridad policial,
a quem tinbs pedido proviieooiaa. E pa-
ra garanta do Sr. G/^roia, e oessar da-
vidkB futuras sobre seu estabelocimento,
mandei pelo escrivSo da mesma autori-
dade e dos Srs. CapitSo Evaristo de Sui-
za e Teoente Anacleto da Silva Ramos
e eu Ensebio Alvei da Costa, escrivSo
que o fiz e esorevi :
Rjcife 9 de Marco de 1894.
^Iffono Porto.
Evaristo de Souza.
Anacleto da Silva Ramos.
Dr. Bastos Je Oliveira
Hedleo e pirielr
Da vclta da Boa viarj;m a E ropa onde
vis tea os priocipaoB hoapiUes de Paria
avisa seas clientes e amigos que oatt
n* dar ccnsultas- do 1 s 3 horas d*
tarde no sea consultorio ra do Mrquez
de Olind artiga da Cadeia do R :eih
n. 18 1. andar. ^--2-**^
Recebe chamados quaiquer hera em Vfgarfo Hanoel Candido das
ana resideocia na Estrada d^s Afflitos Cfcagas ondim
n. 32 B Talephone n. 365. Padre,Ce'estino das Caagas, sua mi
----- in lher, fi!h:a, irroa a e aobrinhos, pr->tuud-
Pcrffrjia% e resposlas ^ menta magoados palo infausto faecimeito
Vinho de Qnhiium de A Lib irraque mais 0 geu pre68(i0 rn8o e tio> 0 gario
actvo que aa outras preparagSes de Manoei Candido d&a C'hag^-a Uondim, veo
quina ? agradecer der intimo-ojalara--a todns-os
O Q'iinium Labarrague o resaao, a amg08) p^re ,tes.e parochianos-do mesmo
condenaacSo da todoa oa principios activos |,gar0 ^ 8(J g#ararawaul-b da quina. A'guna grimmas de Qti n:um 0 conforta\.0 durante
produaem o laesmo efFeito que varios kilos
da quina. (R0BRIQ3T, lente da Es-
cola de pharmacia de Pars.)
tlie = a eaA aatn/ema, > e3oecialuiei-
ta as nosfai flare?ts anencanes, rts planta, fo
Ih-is, arvores e tinto e taato anale beo-ri o coai
qae a ProTttencta totentoa alltviar e atnda sop-
primtr aa Cfires e moieslias corp)'a-.s d> hJTi>
aidade ; pi-^nn tumen 'teai olhos e oao l
a cruel enfermidade
qaa o victimiu
Ao Exn. Sr. Arcebispo do Rio de Ja
neiro D. Jo5o Esberard, ao Em. Sr.
Conego Go7ernador de Bianado, Dr. jai
de direit) de Pao d'alSo, q'iaB todo o
clero da cidid: e m,mbro3 de diversas
conferencias deBti cdade e da da Pao
dlAlho, a todos oa amigos emfim o
nos so
-tneote alun sabio, do tempo em teaap), terco rjconheeimento.
occapa-3e ei deacobrtr oj segreo3 di oatur-za
eai beoetiiio tectdo com a Aveieira agia da-qtwt-o sab-o
Dr. C. C. B-istol tirn e oib noa o sea celebre
Sxt-arto Doplo 'A'eleira Mgica, admira-
vel couibinao cura'.iva. baseida aaa marai-
Iboaas viriules do Himatn^lis Virpnica. para o
aliivio da cara radical de tola a molestia de ca-
rcter irjflitnmatorto, taato interna como eiter-
da, taes como : GontaOs, ferldas, tamo es; El-
ce-a, qneimalura?. inaolccSo, carbnjclos, ernp-
COss, panariclo, mA da garganta <*e ofbaa e ue
outUos : LO" de dant 8 e de cibeca ; hemor-
rhagias, pnxos, mal dos rins, leacorrtua, diar
rhe?, menalruacao penosa, ccqiroche, clica,
cooaupac&o e sttmia.'
E* mfallive!, assombrosa em seateUitoi e
especialmente efficax em casos- de almorreimaa
e rneomalismo. 3
Despedida
Retirando-me desta Capital para o Nor-
te do Braiil, gravemente doente de beri-
beri, e nSo podando despeitr-ma peioal-
mete dos amigos e oollegas, oao s por-
que por prescripc&o medica oSo posso ir
em trra como tambem pela prestesa da
minha viagem, o ie<~i pelo prsente offere
cendo os meaB diminutos prestimos oode
o destino eondaair me.
Forte do PioSo, Reoife, 11 de Margo
de 1894
Fonseca Jnior.
Rf .t-
Eduardo oom 16 anuos de idady ; ai-
Ihado do Sr. Antonio Joaquina Machado
cBorivSo do commercio do Reoife,
Manetta oom 14 anoo do idade afi-
hfeda de Costa, c S,
-QS9 fe*Q/gJLO -feTOW
Uairam-se bontem pe-
los lacoa matrlmonlaes
o nosso dietiacto amigo
Romualdo A. de Santa
Navarro com a Exma.
Sra. D. Luisa Hara da
da Silva Boa V1.-1:.
Fe'icitem V. 8.
L. P.
H. F.
-fe** |b<9- -Qy*9 -&=9 -^&'J.-&C9
Aviso
DesejaDdo se trata" de negocios relativamente
propriedade Pedra do Navio, no Estado do Rio
Gnnde do Norte, pede-se a3J consenbores da
mecea propMedade o n-hs^quo de se dirigrem
ao Fssrjptono de Jallo k C, n) largo do Rorpo
San o n. 7.
----- mmm .
Reunio acadmica
, Cor.vi i;-, ro 1 todos os geri'tss, bacoarelandos
-'mujissao eleUapehs
a .if'bn'j" cereal boje, i i bofa da
i; 'u? i T Ul
r
bacnawd
roe, ara, 1, mu- ue trm-^> ^- Recre, 9 de Marco ae ie*.
egotae irhsrente aao so capuao Alexandre dos Santos Selva.
collar- es, ewoq tambec ao qaad:o de feaeote Msnoel Rodrigues Njgaeia Lima.
tcaarelac A'.tjnlo Juveotlno Alves.
1 Tjn^n! Ilmnol V.'ildftilrtn Soar.
arJoo^Bge!
Medico oparador especialista cm moles- Tenente Emilio Ferreira de Mello
mw v/j. CohIo Lihanio PrldiO de GafT
tas de-boeo.
Mudvu o via coosultorio pera a ra da
BrS-)--da> Viooria n. 1, 1. andar, onde
d consultas dea 12-aW2 horaa da tarde.
Peitoral de Cambar
Cura de toase com esearros de
sangue
Loro ao coahoc:ment do publico mais
um triumpho aloangado pelo popular ra-
medio Peitoral de Cambar, praparacao
do Sr. Jos Alvares de SSuB SSares, de
Pelotas.
Hivia bsb annoa que urna tossse grave
me atormentava dia e nouto, tasendo nlti-
mameota deitar j abundan tea eaoarros de
seigue ; o palmSas, com certeza, aoha-
vam-sa affactadoa e ea teria iofallivel-
mente de sacoambir 'terrivel rtiea jnd-
mynar !
Um amigo, sabendo do mea estado,
acoBselhou me o preeioso Peitoral de QaM
ara, e somonte com o uso de doie vidros
deste importantisBimo medicamento, on-
egui curar-me radicalmente, seando-me
hoje forte e podeado j entregar-me s
lides de minha fanenda.
Dapoia deate caso tenho aoonselhado a
moito gente o Peitoral de Gambar, e
todos tm col h ido resultados impertan tes.
/igualmente faz nao delta preparado
com muito approveitamento, miaba filha
Neufridba, qae tambem ae aoha aoffrendo
do peito,
Bernardo Jos dos Santos.
(Faier-deiro no Sarrito, Rio Grande do
Sal.)
Reconbegojverdadeira a firma supra
Em testemanho da verdade, o escrivBo de
paz Roldan S. de Goava (Serrito.)
E' nico agente e depoaitario do Paito-
ral de Cambar neate Estado a Compa
nhia de Drogas e Productos Chimicos.
Morpha
Minha mulher D. Mara das Dore-
est completamente curada da terrivl
molestia a morpha que roffireu quea
quatro anaoa tomando muitos remedies
o unioo medicamento que lhe dea a re
ooBBtitaicao da-sande e ielioidade, chima
seElixir M. Morato propagado por D.
Cario*,
Podem faaer o uso que convier.
Pirpgib.
Antonio Qoulart de Sotua.
Agentes em Pernambueo: A Compawua
de Drogaa.
Ra Mrquez de Oliada 24.
Par i ido Republica o Fe-
deral
N abaixo assgnados, convidamos aos Srs.
eleitores do Partido Repcblicano Federal de l.' e
Tres nomes aiad* fijarao para Bmpre
gravadoa em nossa alma : o do Rvdui. Sr
vigiri) Augusto Frank a Moreira da Silva
que em-c*- dea* rawdeoaia. ievo da
rante a cruel nfrmidale o nosso querido
irmSo e to, dispensando-lhe o c.-ioho e
affj_!to qua s um amigj extr m iso como
S. Rvma. saba dispensar, daca dia, hora
a hora ; o da sua digoa irm* a hixma.
Sra. D. Columba M-reir da Silva Santos,
a mais doce e zelosa eifermeira que leve
o 00380 bom rmA/J e (j#; e, Eualmenta o
do I!lm. Sr. Major D.- Miranda Curio que
com a maior dedicae e desinteresae delle
tratou affaetaosamente, empreganio toio
o seu talaot- e boa voatade par* censa
guir-lhe a cura.
A todcs os amigos e parantes convi-
damos para assiatirem a missas que no
dia 12 do correte mandamos celebrar
por alma do pre.-aio merto na matriz a
BV-Vista, s 7 horas da manhS.
reoDiSo poltica, nodla 11 do cerrente mea, s 6
horas da tarde, no predio n. 12, pateo do tergo,
cojo fim a organsasao de um directorio para o
mesmo partido.
Rectfe, 9 de Marco de 1S94.
Taoeote Maooel Valdoalrto Soares.
Lu*i orri de Aratjo M:llo.
Teneoto Anacleto da Silva Ramos.
Capillo Libado Presidio de Camino.
Cupao Costodlo Barbea da Silva GoparSe?.
Capitao M .noel Tbeopbllo da Silva G. ima'ae?.
Toeodo-o Bolelbo Xivier Ramos.
Ureste da Si.va Guisaiaej.
Peitoral. de Caaihrar
Cava d* toase dsMttfperadas*
Illm. Sr. J. A. de 8)usa Soaxes. P-
Iotas. Sendo ataaada minha eapoaa da
urna tost deaesper^dora e da carcter
grave, lancei mSo de diversos preparados
fom resallado al.-am,; teado,; perem, oe-
nhecimento das curas realisadas pel Pe-
toral de Cambar, mMklci immediatameate
comprar diaa frascoe deate preparada
logo coa io fmiiird' manifootaram as
melhoraa e om o segundo vi a completa-
fftl restableca. l"'-
Qieira, poia',; acoaitas a exprejsfl im
mea profundo 'reconhe'ciment),- po-teais
Usar OOM qua,li oowi^r D.V..^.
umig-, e criado obrigad -. Israel Anin
Cid(td#,i$WUB de Taquary/ >B:p) G?a*e
do Sal.)
>'> : !")i{
Reconhecemos a aasignat .ra supra. J is
Aegueto Osor o Berdin. Frnadiaco-Bt-
fceiro, ,(R&rio. Alegae.) ,4I
Rcnooheyo ss duas aiaj^aaturaa a
abonaores. Em tstemunh) de vCrd&de,
o'taballiao ictjaiQf i -.o do" O.'.vcri
Vianoa, (Pcrto Alegre.)
-
E nico agente e depositario do Peito-
ral-de Camba: ceatMl Estado a>Coaape-
nhiada .Drogas e Productos himioos,,.
f Sedas pretas lisas e lavradas
ultima; no vidade.
V Cupas, visites e pelltrines de
f seda e de venda 0 que ha, da
mais chic.
Manhlhse o 8cb-rres de seda
,f q retros preto.
ev GUarnicSfes e callea com vi
\\ dnlhoa e sern vidnlhoe..
ff FitbB de ve'ludo e setim,
completo sortimcnlo cm fa-
zendas pretas
l: mm::: :::s; i
K Ra do Babao da Victv ra 38 3
O Exm. S/. General Le-
te de Ca-stf- etftamand&ate
do Distrcto perda hoateat
00 espaapr comprehenl'io
entre a Igrt-ja do Corpo
Santo e a Lingueta por or-
eas i ao da procissao da tra?-
iadagao do enhor dos Pas-
aos, a venera de^Sa Bento
de Avir qae a levara pee-
dente.
Pede a pessoa que a ert.
controu o fivor de leval-a
ao Qu artel Generel do com-
mando do Districto.
Peitoral" de^ambar
Principio de uma tubercnlose
Illm. Sr. J Alvares de Sjuz Soares.
E' com grande praser qae commaoico a
V. S. qae, tendo estado ha dois meses
com ama toase rebelde, a ponto da nao
me de.xar dormir muitaa noitas, conanltei
diversos olioioos desta oidade, os.quaes
disseram que ea eslava om am priacipio
de tuberculoso.
Farto j de tomar diversos medicamen-
tos sern proveito algum lembrei-me do sea
Peitoral de Cambar e, fasando us> de S
vidros, creio achar-me completrnoste res-
tabelecido, visto nSo ter maia toase.nem
febre, etc., e por iaso pie tazsr uso desta
como lhe convier, a b-m da humanidade.
De V; S. criado e obrigado. Francisco
Jos de Barcellos, (l. empragado da Phar-
macia Delgado, roa doa O orives n. 31,
no 31 de Janeiro.)
Attebto ser verdadeira a firma de Fran-
cisco Jos de.B*rcells. Antonio Loaren
90 da Silva.
Reconhacoa asaignatara saprj da attes-
U9S0. Em testemonbo da verdade, o ta-
belliSo Francisco Pereira RimoB.
E' nico agente e depositario do Peito
ral de Cambara oeste Estado Compa nhia
de Drogas e Productos Chimicos.
^ Superior panno e bollas tem.
AU PARADIS DES DAMHS
Irmandada dHes-
sa Seniora Rosad
Haver no domingo 11 do. corrate co-
mo foi publicado, a prooaalo do Encontr,
2." districto da fregoexia.de S. Joi, para urna 0 aetb de>snooatro *era no pateo 4a-igreja
do Amparo, percorrer pslas prmcipaeB
ras .-sta ciiade quatro andares armados
a capricho pelo araarlor Santos, pregar o
eermao eo recolher da procaato o Rvm.
Vigario-da fregtteTsia da Graca/.
RA DUQUE DE CAXIA3 N. 72. 1. AHBAiV
Vouacto L.AJbHtui r..
TEL^PHOXE S. 144
Endereco telegraphico _^
Heir-ork.Lib losarance
AVISO
A gerencia d'esta. soccua-1 de Pernatav
buco no intuito de certificar-ae de algs-
msa irregularidades praticadas por algssK
doa seos solicitadores de seguros, pede s
pesBoi-a que ainda nao ae acham muniiss
dos recibos c cond cionaes aaaigaados;
pela Directora da Companhia firmados
por esta gerencia ou das anas apolicea d-
finitivas, o obsequio de comparecerem as
escriptorio desta suecuraal afim de aereas
legaliaadoa oa recibo pasaado8 pelos sav
lictadorea.
Esta medida tem por fim regularisar as
nossaa opera^Sea em proveito doa nossos
segurados e da companhia uma vea ss
voa peaBoalmente Bupportar oom prejsiss
superior a 21 contoa devido a irregulari-
dades cima.
Esta gerencia oompromette-ae a tomar
publico os nomea doa solicitadores que te-
nham sido incorrectos para faaer a de vid*
justica aoB qae se tm portado honrada-
mente na companhia.
Recite, 22 de Fevereiro de 1894.
Dr. Antonio Mohnari Laur'n.
Gerente das Suconrsaea do Norte.
!*^aQSV&SVQSVZS&9V
BONECAS GUINDES f
Rioamente vestidas
PALLANDO S COM JI0V1MESTO
BECEBEV
rVa Parads des Dames
Dr. Octavio de Freitas
MEDICO
Antigo interno doa hospitaea do Ro
de volta de ana viagem a Europa d eaa-
solt&a do seo coaaoltorio a ra Larga d.
Rosario o. 26, !. andar, d*a 12 as 3 ho-
ras da tarde.
Especialidades: febrea, molestias de
purmSb e corasao. Enwarrega-se de anv
yaes ohimicas das urina*.
Residencia : raa Gomes de Mattos a.
26. Chamados a quaiquer hora.
m
Dr. Freitas almesara
MEDICO,
Tem o seo oosultorio na roa Duqos
d Casias n, 61, 1. andar, onde ser
encontrado de 11 1 hora da tarde s ^
reside; ge Cajuc-ro D. 4.
Tilephoae n. 292.

k;

lflir i

-
t
......i,.

r


Piarlo de M^oruumbiieo Domingo 11 de Margo de M 1
.-
ompanhia
Progresso
4o commercie e a o publico era
geral
Pelo presente declaro
e torno patente que
desde o dia 25 de Ja-
neiro prximo pascado
desliguei-me completa-
mente da Companhia
de Seguros Mutuos con-
tra fogo "Progresso"
com sede na Capital
Federal e portanto ne-
nhuma responsabilida-
de me cabera pelas
transacoes fe.tas com a
dita companhia por
achar-me com ella qui-
tes conforme documen-
to autentico de saldo de
contas eni meu poder.
Fique portanto esta
declaracao patente e
conhecida do publico
pernambucano para
evitar duvidas futura.
Recife, 20 de Feve-
reiro de 1894.
Dr. Antonio Molinan
Laurin.
PHOSPHATINA FAURES. Ailmenio flas crtancax.
KSPARTILHOS
ELEGANTES!
CONFORTA VEIS!
i Receb' a grande sortimento
I a mkii: mmn
-*M*K-W~~"**.
Regulador da Marioha
Concerta se relogios do algibeira, pa
dnlan de torre de igreja chronometros d
mannha, caixas de msica, apparelbo
elctricos, oculos, binculos, oculos de al
canee, joiaa e todo qualquer, objeoto tea
dentes a arte mechanica.
9Roa Larga do .Rosario9
COMERCIO
Isa Goaasrelal de Perna
baro
COTAtiOu OmCUU DA JUNTA DOI COX-
RCTOKE8
Praoa do Rtcife, 10 de Marcfl de 1894.
Ar(0es da Comp .nbla de Sfrvijoa Baritimia
o valor realisado de 100*' 00 ao par.
Cambio sobre Londres a 90 d/v 9 4/1 d. po-
f 000 do Banco.
$a -Ab tenderam-ae:.
40, 20 e 20 Aerees da Comc-trobid de Services
Martimos......
- O presidente. ..
Augusto Pint de Lemos.
O fecrelaro,
AnUa'o Leonardo Rodrigues.
pra^a jbo wtom
Os bancos coniinia sm cero aiaxa de 9 1/t d
a 90 diasr80b:e Loodrea reabsaede-se negocies
rotulare*.
Em paprl partirclar bouveram algunaas irana-
arcCes a 9 5/8 e de tarde lSj bavia leuras ci-
ma de 9 9/6.
Cotaedes de eaertn
Para o agricultor
ASUC' 1!
tMeMiBado ...... I a 7*fJ
siaa por 15 kileg. '. 7*020 a 7/200
B>aoco dem dem..... eJiti a 6*400
Somenoe, dem dem. ... 41300 a 4J400
Mascsvado dem dem 3*3vO a 3i00
Bruto dem idm..... 34400 a 34500
3ruto melado ...... 3*100 3i200
Rtame idtm dem .... i- 909 a 3#i mi
f55 ooIoj nfgocio.
Zi (tai
fot pipi de SO 'joi 26iiSO0a venda.
Ag2Ri"dne
RM jipa de 480 litro;i 1754000 venda.
el
Co'axos nominal a 100GOO por pipa.
Sarsaaba
Cota ^ da 2 a 19*000 por 15 kilos vendas.
CNMaTO!
Stcco Sliad'^s na base de 2 kos a 800 ris
i;xi al.
Verdes a 470 res dio>1.
^ra^Sia
CoO-se a 030 por 15 kos.
TABELLA DAS ENTBAOAS DK ASSOCAB E AL-
GoDAO
Mea de Mjuoa
Productos da Faferi -
ca Tosidos do Ma-
lh? da Varna.
Tendo esta fabrica i au-
guardo seus trabalho?, e
achando-se habilitada a sa-
tiefazer qualquer e icom-
menda com promp t i d a o,
convida-se ao respeitavel
corpo commercial desta pra-
^a, f empre solicito a coope-
rar pelo engrandecimento
desta tetra e a auxiliar as in-
dustrias na? cenes, princi-
pal vehiculo de prosperida-
de e riqueza do comroercio,
a examinar a colleccao de
amostras de scus primeiroa
productos expostas na As-
sociacao Commercial e na
vitrina da Livraria Fran-
cez .
Os Srs. pretendentes po-
dem-se entender corr- o Sr.
Thesoureiro ra 1. de
Marco d. 7, ou na fabrica,
ua Varzea comJ, W. de
Medeiros, gerente.
GOLLEGIO SANTA CRUZ
CURSO PRIMARIO E SECUNDARIO
As aulas dea'e novo eatabele-
cimento de educacSo para o sea*
mascal do acham-ss funecionando
desde o dia 17 de Janeiro. Re-
cebe alomos internes, sem in
temos e externos. Qaaesqner in
formacSea serSo dadas no col'egio.
5 Bu do Hospicio- 5
Joaquim A. de Mendonca Simdes.
Antonio da Silua Quimirdes.
Os pedidos de bdhetes
de todas as loteras de-
ven* ser dirigidos a
MAETINS FIUZA & C.
Agentes geraes
GASA Di FORTUNA
23-Ra l.de Mr9023
Cala do Crrelo n. 155.
Telegramana Fi Q.'* A
I importacao ,
Vapor ingle* Civier, eatrado ie J.-w
York em 8 o oonaigoado a H Fjretex
Amostra 6 volamos *> diversos.
Bacathan 350 barricas a J. P.ter e
oomp.
Baaha 250 birria orden, 50 a
Figaeiredo Costa e camp, 50 t Frag*
Rocha e comp.
Boabaa 3 caiz?s a Albino S.Ira e oomp.
Brea 100 barricas a Manel os Asafoj
Araejo, 150 a'J. Saaes Sjs.
Candieiros 5 cairas a A. Slolaembark.
Drogas 8 volam.s oidem; 2 a O mes
Mattoa IrmS^s.
Farinba de trigo 300 barrio*. 9 ?*?* "M^Vapjr allasao
i-.. joL'o, carree ja :
Companhia de PanificagJo.
FogOB da China 150 umarradot a Cao-
paahia de Estiva, 20 a Ferrera Bri-
goea e comp., 40 a Castro L:mos e eonsp.
35 ordm.
Ferregeos 5 volames a Albrn* 81r>a e
Mathemalicas Elementares
e Escriptura^ao Mercan-
til.
Venancio Lsbaint tem consegaido os melno-
res resultados eom applicaglo do metbodo lo-
iuuvo qoo sdo.ta no ensioo de Eacrimoragao
Mercantil, eendo que em menos de 30 llcOea
(em preparado tbeonca e pratiesmente, neesoaa
qoe cram completamente extrannas ii tiausac
Oes commerciaes.
Contiena a leccionar as materias cima rna
Duque de Canas n. 7l, Ia andar.
Dr. Carneiro Leao
Medico parleiro, residencia e cdsuIIo.o
rio ra do Livramento n. 31,51.' e 2.-
andares.
Consultas de 11 s 2. Camados a
qaalquer hora- Telephone n. 325.
Especialidades: febres, parios e oa
esias de criancas.
Elixir ante-febril Cardoso
Vlanoel Cardoso Jnior
ap-.rovado em SI de Marco de 1890 pela inape
clona geral da uigna junta de higiene do Rio
de Janeiro.
Este Elixir de composicao toda vegetal pre-
parad o segando as regras pbarmacenticas.acon.
elbadas pelos antorjs modernos e de receube-
elda capacidade scientitica tanto no pas como
13 strangeiro.
F.-te Elixir a producto nao s6 do grande es
Indo das acetos pbyaiologicas das sobstaccai
oxo tambem paibologicas.como tambem o re-
saltado das oimensas applicacoes eos diversos
casos de febres de fundo palustre.
A applicaco deste Elixir na grande epiemiad
de bexigaa de 1890 a 1891 mata urna vei de
moastrou.a sua efficacia ; pois no priccipiodos
pnmeiros sjmptomas a bexiga abor'.n, e emea-
nsemai8 adiantados a bexiga passa a ser orna
(a febril vulgar a presentando pequeas to
mefac&es que com a cootinoacao do Elixir de-
aapparecem sem todava apresentar recejos ct
>ertgo.
Os muito atestados' publica dos ro O.ario dt
Pernambuco eGateta da Tarde i rovam o que
litemsB.
Nos casos d i febre amarells o effeito e adxi
ravel, apresen indo pbenomenes to maravilbo-
808 qoe nesta cidade do Rjciu e do 3 Rio Je
Ja Jriro pouco receio cansa a feb-e amarella
mesmo estaEdo o doenie com vomilo preto e
langutoeonestes ol mo* periodos emao ne-
sesario a applicaydo em alta dose, desprezaodo
a tallo a imeza.
Este Elixir ja condecido do publico e de DO
grande numero de d gnos mdicos acresen'a-
do para combaier os diflereo'.es ocommodos to
dos elles de carcter febril.
Por mnito tempe tivemos occasio de 'aicr a
applicaco as feb;?a erysiptllosas s com tao
dom resultado que fierros admirados de to al-
tos eHeiioe.
Pela pratica ebegamos r conbecer que noc
laques de feore ervsipeliJi >.-\ erysipella como
gramente se diz 'necessario j uso .de 10 da?
do Elixir.
Nos graodes incommodos das senhoras meo-
roacio, grvidas e nos casos de parto com te-
Ore de um rasultado tr ua. ce to e seguro e
esa co nposicao tac > ui m nue n&t
ceio de appltcar o Elixir nem niesmo em do- e.-
aperiores s indicadas na tabella Infra.
Pedimos aos dignissimos medico? que deseca
em faser uso deste Elixir em sua clnica nao -e
sujeitarem nossa prescripc&o, mas sim fazer a
pplicacao em harmona com os casos qne deeer
a rem combater, certos de que o medicamento
le composicao innocente para organismo po
tnais frgil que seia.
nodo de usar
A's enancas at om aoao 10 gotas de I em z
Doras em urna colber das de sopa cbea d agu
fra.
De an anno a tres ia gottas.
Da i a 10 anuos em diante. 40 gotta etc.
Estas doses devem aempre ser eppradas erx
agna Cria..
Depsitos
Cumpanbia de Drogas e Productos b:mcot
Recife, ra do Mrquez de OJioda n. 23.
N.iciooal Pnaraacia, ra Lrga dj Roa rK
3.
Para o iafentr
Na vapor nacional iabo-o, para A'aca
ty, carrt-gou:
J. Caruoso, t pipas com 910 litros de agua--
hdente.
Para Cear. carregaram :
J. Cardoso, 10 caixas com lO litros de gi n
bra e t oarns con 810 litros de vinagre.
J. Salgueiral & C, 105 barrica com 5.175
k los de assucar rtfiaario.
No vapor nacios! Olioda, para Rabia,
carregaram :
P. AlvesiC, (30 saces com 11.2S0 kilo
de atsaear branco.
Nj vapor oglez Romaa Priue*, para Rio
deJinelro, car-egon :
J.daGjsta Forr.ira, 110 pl|>as cotn 53.T0C
litros de aguardante e 10 dr.as com 4,700 ditas
1700 a Machado $ Lope*, 270 Alfredo"
Almeida, 43O0 ao London BarA, 1*00 *Jf, Amurim Compaubia, 2.000 saceos com 120.0CO
kilos de assucar brancj e 10 ditos coa 9.000.
Babltong:, para Rio
comp.
Kor-mise 600 c-.isas a
En Txit.
^arescas ; *
Vapons.
A'itrcr .
Bitrada de f.-rc; Central.
de S Fr.;a;;C0
d-x -e Leci.'c. ,
'" TI .
i car
"I
l Sacaos
.8, 27730
2 9 *.
i 9
dio
?o74
6870'
K 35521
1C013
I.
Scea?
1700
3906
2i40
H7i
1405
380
8J708 136X5
Coaipia-b-'a de
por.
Maicena 215 caixas
Estiva.
M fi'iiniamo 3 Tolnnaea a PoWdtontt-0
comp
Mercadori'S 1 caixa cr^pm.
PravirSes 10 caixas ordem.
Toucinho 15 tt&rricas ordem, 15 ^
Fr "ira Rodrigues e comp., 30 a Fraga
Bocha e comp.
Tecidos 8 volnmea a Muller e cwz)p.. ?
a O. de Gosxao, 11 a Mashado & Po-
reir, 5 a Alvea de Brito e 'c^mp-, 2 W
Oramer Frey e comp.
BipcrtafiSo
Mciri. 10 os mabc> d 1894
rara o exterior.
No vapor ingltz Moasoris. para Estidos
Qido?, carregaram :
J. Pater & C 7,109 saceos com 633,171 kilos
de assucar maso vado.
J Muzumbo, 1,669 saceos com 25,176 kilos de
assucar mascavado.
No vapor ioglez Navegator, pa a Liver-
pool, carregaram :
j. Eenaty fe Pereira, 470 saceos com 32,000
kilos No vapor ioglez tigbfleld, para Estados
U: :oa, carregaram :
Poblman & C, 2,923 saceos com 219, kilos
de aisnear masvado.
Na barca norueguenee verpool, carregaram :
Julio & C, 700 saceos com 49.CO0 kilos de ca
rosos de algodao.
na vapor allemai Toya, para Liverpool,
carregaram :
Julio & C, 10,000 saceos com 7CO.CO0 kilos de
carocas de algodSo.
Nj vapor allemao Sanios, para Liiboa,
carregou :
A. N. Doarte, 3-0 saceos com 22 500 k'loade
socar branco.
Na barca nacional Eloia, rara N w Y j k
carregou :
R. Brotbars, 1,000 sacros com 75,000 kos de
estucar masc*vado.
Lditas (fe di o mascavado.
Ka barca njrnegense Ant:c, para Porto
rAltrw. carre^aam :
Beltrao4Mon:eiro. 100 sacaos com 7 500k;!os
de tunear braceo e 100 ditos cem 7,600 ditos
do dio mascvido.
No pa a bo sueco Hilma, para Pel-tis.
hcarreirarhm :
.J. 8. Cacneira & C. 20J sacco3 cum 15,000
Hilos de assucar branco.
C. GuimaresJuaior, 400 sacco com 30.000
kilos 4e 'sacar branco u 100 dJto 0 ni 7 500
diics de cito mascavado.
M. Gordeiro &C., 300 saacos com i2,5O kilos
de assucar branco.
Na lugar noruegoonse Giaa, para Ko
Grunto do Sol, carregaram :
A. I maosai C, 100 eacco3 coa 7,5C0kild?
de assucar crneo.
No biate Aurora V, para Mico, carre-
gou :
G. de Mattos Irroaj. 30 seceos com 2,250 kilo;
de"assucar branca.
J. Souza, 200 caixas com 4,800 Kilos de sabao
Na barcija S;mpre-viva, para Porto Cal
vo, carregou :
J. Scuza, 20 caixas cc-m 460 kilos de sabio.
Na barcaca Rival, para Macelo, carre-
goa :
J. Scuza, 200 caixa-; com 4.800 kilos de Banla
Pharmacia unental, ra .Estrena do Rosarla
n 3
Pharmacia Alfredo Ferreira, ra do Bario da
Victoria n. 14.
Pbarmacia lartins, rna Duques de Caxlas n.
Ou
Pbarmncia Ribeiro praca Maciel Pinbeiro 22.
Pbarmacia Victoriense de Laii Ignacio de An-
drade L ma, cidade do Victoria
Para qualqner ioformacSo sera encontrado c
autor na rna do Rosario Estreita 0. 17.
Os Dos.03 frascos sao qnadrados e cont go-
tas. N'um lado teem gravadoElixir ante-febril
a 00 outroManoel CardosoPernambuco, e to-
los os prospectos sao assignados por Manoel
QiianJo os seus coraijoes
j estavpm desanimados
Urna ve; a tripala^So de um cavo prin
cipioa a sentir falta de agua. Oar.nte
semanas tinha estado mcrc de fortes
tormentas e, por ter mnitos das descui
dado-se da vigilancia, tinha perdido o
re no,
Pcuoo depois a prcvisSo de agua fdtou
Ibes completamente e soffreram cma eie
terrivel.
De repente, um marinheiro j imio
morto, deitou do costado agua um balde,
e antes que ciognem o podesse estjrvar
b-beu alguna trages de agua do mar,
pondo-se a rir e a gritar em seguida.
Julgaram os outros qoe o homim so
tinha tornado doudo rematado, e provaram
a agua com os dedos, u-sa a agaa nlo 9fa
salgada ; era ddoe ; pois, nao ob tanto
anda longe da trra, eatavam na la do
rio Amasonas, e a agua quo tiob re-
treGcado as saaa gargant-s aeccas era
proveniente dos comes nevados dos Andes.
D reis que foi i to urna grande sorte, e
sim foi : Borte ou Providencia, cerno qui
cerdea chamtr-lhe ; porque aquellea no-
cjens n&o tinham a menor ideta do logar
O de te achavam.
Parecera, porem, que em trra ende a
jjer.t'j viaja por camjahos trilbadca e ple
seguir o ttinerario, deveria encontrar-so
sera graade trabalho alguma fonto cu po;..;
quaado se vai tequioso.
V&'ha nos ous I pois nSo icK.tece
assim nem ao meaos urna ves em cem.
A gent se confunde e se perde a urna
pedrada da porta de sua casa. Como
ocontece isto ? Examianemos om pouco o
caso o vij-.moe.
Talvez a culpa seja s< a ; tal vez o seia
de co;t.s petsoas que team determinadn
inte < 8ce em que os seua vsinhos andem
s oegas.
Ouvi a historia de um joven. NSo e
marinheiro, mas emprega.o em urna ph>r
mhcii-, e a sua pretsfio Ibe exi^e um
grande coobeCimeoto das drogas, por isao
que e Ib compSe t>s receitas ca faculdad-
e para facer isto, precisa comprebender os
usos a qoe vu'garmente as drogas se des
tio&m.
Pois bem ; oenteceu qoe urna vez elle
pioprio cabio doene e, anda que b&o f-tse
de tal manrira que por neceasidade de
vo se guardar a cama, foi o sufficiai.te,
n&o obstante, para cooverter lhe o aeu
tr-balho n'uma carga e pura asedar lhe o
commodidade e os praserea da vida.
Na ainha opiuio isto zcut* peor do
que o ter que guardar a cama, pois qaaudo
vos cbais realmente grates, a gente vos
ten tympatbia e vos soccerro, m?s qoaca
ves sobis someote motada doentes viudas
a BofErer quasi o bisbiso sem que os
amigos pasaem puros pela voBia saude.
O dito jo.en sentio-se ao principio io
commodado p r urna constipacSo e por
um. ssnacSo como ce orgSos do sen oor-
1 po eaiivesiem obstruidos e unccionassem
mal.
O sen svstema poda comparar ce a nma
chamic cheia de fulugem ; neceasitava
urna I mpeza geral. Ma*, como ieval-a a
cabo ? Era este o problema.
Imaginis, talvez, que com o conheci-
mecto que elle ticha das cr^gps e o f-
cilmente que tstavam ao seo alcance,
elle poda ter levado a cabo aquella obra
com a misma facilidade com que o lim-
pador de chamias limpa urna, porm,
se cSo o fea nSo foi sua a culpa mes sim
das drogas.
O melhor carpinteiro nlo pode fazer un
trbalho gratde aern as ferramentas re-
CfBSiri-B.
Sr. Espinosa Clisa (era eete o nome
do emprcgid ) poz-se cada vez p30r.
Siotia grandes dores de cabera, frial-
d;do e peeadelo no estomago, gasto de
nauseas na bocfl, e dopreeea experimentou
urna fr.queza geral em todo o iytema.
Come j diiscmos, nSo tinha nao que
metter-Ee na cima, mas entr.va no caso
ds ter que tacel o por neceseidade.
1' seu chete nos escreve : c Provou
todos os purgantes o oatras mediain e que
bSo conhecidas para estas enfermiiades, e
de ehumi del!as pdle obtr o mus li
geiro alltvio, at quo om da, por sua vot>
tade espontanea, ti.-ou d'om armario d&
minha loja um tra3CO do X> rjpe Curativo
da MSi Siigel e pricctpiou a tomal-o, rea
tabelecei do completamente a un saude
at4 tle o ter acabado, temando-o de
acoido com oa iustruc<;5aa ce dia em dia.
Teth) o prazer d-a levui- este cuso ao
aeu conhecimento a pedido dells, para que
p03sa voc pub'iial o se a^sm o de-.ejar.
U nome do nou exp egado D. An-
tonio Fapinosa Chica.
De vi ce seu da ioado, (As3:gntdo).
Luua Garca B-peto, Pa rmnoeuticy e
Droguista, Mancha ttial Prov'njia de
Jan, Efpanba 10 de Agosto de 1893
U'tro : Tenbo o goato de informal-o
de qoe teodo soffrido de frequeotea ataques
de a '.x. quejp, di falta da somno e de
perla de appttte, e tendo experixeotad-o
v-bri.s tne<.ltoi:)t.s, sem resulftdo, por fioj,
por reoommeodsolo do Dr. Bcstoa del
guila, de Bbilero, espcritntctei o X*rope
Curativo da M5t Soigel, o em seguida
prio?ipiei a melhorar Ce tal mcd> qe,
depois de tras trts!1 s, mi eurej comple-
U mete. (A'gado) Marisnoo AgI,
Viar : empardo, Proviacia de J^en, E -
pa-iha, 2 de Agosto de ISD3
Sem davidar na Ja ab olu'aaie'. to,
Certifico que o ucima eaitip'.o em todo3
s ooocaitos a para verdade. Dr. del
guila, B-iiisa.
Tiramos egora a 1'cSo que tus dSo est s
dous ircideiites. Q ie tquellea que a
?cham pro^tredos no c do, nao b3<> os que ei ffreai maip, por i so
que ador et em proporc;8o i re i ismoi*
djeoft*, e que ajufl':8 que se abando-
ne m Vcem afin-il a soffrer um castigo por
naife lempo evitado
' e psame que morr-m sJo ns que o
prrsam me!hor de tuda., eo psaso qae
faquellaa qne n*o gusrdam a cama, mas
que estSo d- entes e no entanto trabalham,
necessitj.m da sympi'taia e soscerro.
T.ies eram os dous casos cima ruasr
dos de indig8t8-e cu dyepepuia, e eosr
fclegramos muito oor saber que o Xorap
Corativo Ha Mt Seigil os curou, como
aempre o fu.
O X-r<-pe Curafivo da MU Siigel est
venda em todas sa Ph^rmacias
( DR- MBLLO GOMES
i Medico-Cirurgilo-Parteiro
!'57-RA BARAO DA VI.T0PIA-S7'
(ANTIGA RA NOVA). 'I
Onde j Je ser procurado qualquer]
.hora do d>a e da uoite.
Especial sta. de febree, parto, rjnole?iiasj
'.ii- senioras, de crfarca.i, t os [ultLOese]
i-vpbilttlcas em teral.
I'l IU UADlCil.MRNTK 01'ERA ESTRRItA
[ UINTOS B UAIS SOFFBIMENTOS DA UKETHRA. '
Acode de prempto chimido?, qual-
[fuer hora ehnra qunlquer d'-ncia.
TEL.EPIIOXE 13
dem 1 10
.IKCira DR1NAG&
Oo itt 2 a 9
dem ca 10
11 Qiii'm
S9:290i309
2J:li683
:Uo8fi*
27:185/637
Mercado Mualclpal d*> .los
XkS OS M.-vBQ.> DB 18?i
A! andiga
henda geral
Oo dia a 9
I4m. da 10
553 933 873
47:70i>522
Randa to Eetaco
Oo di 2 a 9
ldam 10
(15:454.612
67.2590961
COI C40.-3-3
172.711/.3
Scmma toral 77. 3oi-8
Stganu E9CCO fia Alfandaga do Pernambuco.
10 di Ma-c) da 184
O ebefe
J. Goocsives da Silva.
. O tbeaonreiro,
Luii Mancel Rodrigues Valenca.
RECH5EDOPJA DO ESTADO
Do U. 2 a 9
18:218*3.6
O movimeoto deste mercado na
Hjfc* foi o seguiote : Enir. nm.
o bois jesaedo 3,116 kilos.
liio kilos de peixe a 20 rs.
31 coronar!, com marifcos a 100 -3.
5 dito com caroarVs t 100 rs.
29 columnas a 600 rs.
6 cargas com galrinhaa a 500 rs.
4 cag8Uaes com eallionas a 300 rs.
2 cargas com melaacla a 300 ra.
5 cargas com froctas a 300 rs.
1 cargas com louc*s a 30 rg.
27'carcas com farinia a 200 rx.
3 cargas couo gerimom a 300 rs.
t carga com bn mas a 30C rs.
S cargof com fejao a 210 rs.
i carga com macacbeir*8 a 309 rs.
8 cargas com rntio teco a 200 re.
i 9 inga res a 200 rs.
8 soinov a 200 rs.
11 comp. com suiaeiros a (t
8 comp. coi 8cineiros s 700 rs.
8 comp. Boa fressuras a 600 rs.
i co i p com comidas a 700 ra.
Si comp. com faxenda? a 600 rs.
4S comp. cora verddrts a 300 rs.
76 comp. com fartoba a 400 rs.
23 comp. com talbos a 2
d;a 9 de
18W
3IO0
5"0
17/400
3WU
1 too
9'0
1T500
300
&40U.
900
600
i f'..in
l:00
1J600
9/800
1600
1U900
6M00
4A8..0
23,5800
3i'(.
14S400
30.C0
46000

.
Rendlmentos do da 1 a 8
245*500
1.94UOOO
2 (8G.oOO
Precos do ala :
6arne verde de 300 a 900 rs. c kilo.
Suioos de 900 a < dem.
Ga-neiro de UOOO a l200 idea?.;
Fanaba de 5j0 a 600 rs. a cui.
Milbo de 800 a 690 rs. a cuia.
Peiio d:. 200J a 3000 a cnia.
Rualbo 700 rs. dem.
Xarque 900 rs. kilo.
lio violento do porto
Navios entrados no dia 10
Lirerpocl e escala23, dias, vapor inglo
Marmer> de 860 toneladas, comman
daote O. Williams, equipagem 2R, car-
ga varios gcaerop, a Bu^kburn & C.
Parahyba12 bor-a, vapor alleroSo cBa
bitonga (U ]..-.'9 > toaeads, comman-
dante H. Everee, equipagem 31, o-ir.a
varios gneros, a Boiatelmacn & C.
Cerra [e escala 8 dias, vap r nacional
iUdi de 268 toneladas, commandante
Francisca Raymando de C^rvalho, equi-
pagem 30, carga varios gneros, a Com-
panhia Pojuambucana.
Terra Nova^7 diar, gar ingles P')ggJ
de 27 toneladas, eapitSo Q* K. Boa-
den, equipagem y. enrga b:calto, a H
J. Pormsnr.
Navios sahidjs no mesmo dia
Baria e escalaVtp r nacional cOlioda
crmmF.ndint? Guiherme Weddington,
oarga vares geaaro.
B-rbadoBLugar noruegoenaa cA'fred
c-oitio L. Miohielsen, em las'ro.
IabitibaLg.r o^lss tBoiin oapitla
L. Njbw >riy, carga aasocar.
S. Petesbargo (Rusia) barja nora-gu*n-
ae tFanr.y o-ipitio J. B. Jobannesseo,
carga Hgod3o.
MaceVapor ingles H'4hfl!d^ com-
mndnnte W. B;odal, c.rga ssocar.
Porto AlegoP.tacho allemBo cTonna
copitJo C D. Basejfr, ca-g* assucar.
Savlos esperados
Bricue noruegeenae S. N. Hansen.
Barca guaca Uoniur.
Do Rio de Janeiro
Barca americaoa Rebtce Crcw.'U
De Pelotai
Paccho renao Adelbeid.
Patacbo aemae Roslad..
Lugar ingles Aurora^
La Patacbo .ll-mao ffrfsbo'.
Patacho hoindrl A'ieoe.
Pa-aiho noruei-'oejist .iyit.
Logar ia,,lei Mivar.Yfj,
Lugar noraegueme Guanee
Lugar r- l-- = Coila Los*.
Petacho iolliiD-Pi Rabbi.
Paiacbo su .-.o iliion.
iPalaoo portas-tz :i na ,0 VI.
Patacno al cujb Ot'.o Gi.f Btoiberg.
Logar poriauer a^rinno Vil
De Hamnurgo pela liaGriGde
i Barca sunca B sa.
De Bijcb
1 Barca noruega Alex^nira.
De Landres
Lugar i-.gies lirnei.
De CardiH
Lugar Doroegoease Catbty.
Barca uouega Stanley.
Harca ncraega Aeolus.
R3rca noruega Garjbaldl.
Barca coroega SUfes?.
jarca norofj;u'0!5 Mariba.
Barca norueg;. Bfarl.
Barca iagl-za Hago.
De Table Bay
Lagar iaglez A latrosa.
Do Porto
Pataclio naciocal Rival.
De Barry
Ba-ca iDglfza Osmool.
De Svansa
ira inglea Starrj.
Barca aurnefia Frey.
De Leib
Barca inglesa Caav/jy Cas'.le.
Do New Port
Ba-ca norueguenae Sdemory.
Vapores a esst^ar
Mjs .-'e Marco
Roma Prloce, de NtU York, boje.
M.a evi-lto*. da Europa, boje.
Slbe, do su!, a 13.
'.! benoe, do norte a 13.
Saflesbury, de Car^iH a 14.
Pctosi, do sal, a 16.
tVUe, ao su', a 17.
Manis, do corte, 118.
MagdleOc, da Enropa, a 21.
Gapua, de .Vew-Yi,rlt, 3 30.
Vapores a saklr
Mea de Maryo
SiD'.os e ec, Montevideo, amanbS, 3 3 hora8.
Gear e escala, Jaboato, amanha, s 2 hora".
Eorop1, Klbe, 13, ?* 9 boras.
Europa. Potos:, 16, a 2 boras.
Europa, Nile, t7, s 2 rors-
Macti e Babia Man'o 9, i i boras.
nlS, Magdalena 11, 1 hora^
Recebedoria do Esta-
do da Pernambuco
Edita! n. 5
O adrainiatrsdor da R:cebodori^ di
Eitado de Pernambuco fas publie para
coahtciae< t) do-i lutreassdcs que, por
diterrcincC;5o do Illm. Sr. Di- Inspector
in Tbesouro, tc* prroado at o dia 24
do ci.-rento c praso csacedi.'o prra paga-
niett), & booca do cofre, d* cootnb co
dev.di pe'co fervi^O a Racife Dr nsge
Coupeny relativos ao 2." Bomcst.e do
exrcie;u d 1893.
Kecebedor:a do Estado de Per. areboco
9 de Msrco do 1894
O administrador,
Affms) d: Albuquerqus Mtllo Jnior.
1.* S;cc3oSecretaria do Govrr^o do
Estado do Peraambuc, em 8 de Marco
de 1891.
FDITAL
De ordem do E. Governa-
d-s effeitos, em obscrvauoa ao ar.igo 5
do B gnlamento expedido em 23 de Ja-
neir do auno fi do, p.ri ex cijao da lei
n. 15 de 14 de Novembro de 1891, qi e
sa Echa vago o cer^o de Jais do Dir to
do Municipio d>3 Agaaa BiUts em cocte-
quencia da remocSo do magistrado ana o
oceupava, Bac-hsrel Bernardiuo Marsablc,
para o do Br- j .
A vaga de quo se tr-..ta ser preetch-
da pe o J.iiz de 0ris antigo, dec-
tre os que requeroreos remojau, no praao
da azssecta das ; uootar u data di pu
blici(,ao do presante Edial i ti uehum a
raqueser, o provimeoto ser teito ps'a lor-
ma ditermio'da i o artigo 24 do Recula
ment citado, e d-j accordo com o Alio a
instrrcjS-JB do 12 de Agosto ultimo,
O Secretario,
Jlo Aitgiis'o Ferre'ra Lima.
EDITA L
Fabrica de v"uigre e Corroaeco
de caf
0 Prefeito do Municipio do RecO, em
comprimento do preccit legal, manda fa-
er publico que o cidadSo Adolpho As
goato u'Azovedo Sevd requs eo eat.ibele-
cer orna pequea fabrica de i g.-e o tor-
refecolo de al, que tem de sar local 8 da
ao lado do portad nue d s-i^di p>ra a
traviesa do Dr. Joaquim Nabuoo, n. 4,
outr'ur travesa do Voltura, taabem
conhecida por bc:o do Ioferdo.
Os que 83 j'ig..re;i! prtjudicfd s oa
incomodados dir;jam a Prefeitura suas ra>
clamado.i no praBO da 8 d&s itrprrr.ga*
vei, a contar da presente dala, para oa
dividoa effei'.os.
Societaria da Prefeitura Municipal do
Roe fe em 10 de Margo de 1891.
O Secretario.
Joaquim Jos Ferreira da R cha.
1 SeucSo Secretaria do Goveruo do
Eitado de Pernambuco, em 2? de Feve-
reiro de 18;4.
EDITAL
De o dem do xm. Sr. Dr. (Joveroa-
dor do Estado, e em obserraoci ao ds-
posto to art. 157 do R^guUmesto que
baixou com o Decreto o. 9420 de 8 de
Abr do 1885, fsQo publ.ee o edital abaixo
trascripto, pondo em coacureo, com o
praao da 30 dias, os iffi'oi da 1. Ta-
bellii > do publico judicial e notas o es-
oriv&o ds orpbaos e aneexos do municipio
de Gravat
O secretario.
Jjfo Augutto Ferrc-iri L'rxa.
EDITA
O tsente FriuciSvO Goraes de Araoje,
Juiz da Direito interino do municipio de
Qravat, do Estado da Pernamboco, em
vi: todo de ei etc.
Faa -r-i r a quem intsressar posas, qua
coa o prssj de 30 dias, a contar cAtta
data, CBt aborto o concurso prs provi-
ment dos iffieioa de Tebel.to do pu-
blico, judicial e notas e escrivSa de or-
pliSoJ e da Provodoria de oapelles o rc-
sidm s, creado elo Decreto d 30 e Ja-
neiro do 1834, e vt-go por fallacimecto do
serventuario tdnenta Jo.lo Puo de B.itto
Gaimarei.
Ob concurrente deverao jantar, em ori-
gintl s Bas peti^oea oa seguiotes daca-
mento: : 1. auto de examo de s.l i
eoe's.8* eortiSo de idade.3." c.ilij
ficac'o de exame do portagnex e &rithrs:
tica.4. Ulh& corrida. 5. attestado
medico de capacidade p'ysicp. -6. prc
cnrc5o especial se reqsererem por pro
curador.7., finalmente, outros c OSSjj
mectos qne forem convenientes p:ra pr;J
va de cepeoidade profiasioael. Tudo do
eonformiade com o artigo 210 e seos pa-
ragrDca do Decreto n. 9420 de 2S do
Abr.l ce 1885.
E para que cheque &o cochecimenti)
dos intoressades pas--ou-se o presente, qoo
s-.-ii. publicado pela itiprccQa c affixado
n> lo, i do coetume.
Dtdo o pasando n?esla cidade e 9rs
vat. em 24 do Fcvoreiro de 189t.
En IfOd^ero Francisco de Souza Pinto,
escrivo interino que o eacrevi.Gome
de Araojo.Certifso que affiei no lo-
ggr do costume o edital retro, e dou f.
Cidade de Gravat, 24 de Fevereio do
1894.
O esciivSo interino de orpbSoi.La-
gero 'Fraccitco de Souza Pinto.Est
conforme e oonfere com o orrginal ; dos
f.
Cidade de Grarat, ?4 de Feverelro
de 1894.
Eu Lodgero Fmnoiioo de S.ua P.nts,
eacrivSo int&riao u tiscrevi-







*>-
_ i


P

i*
/
--- *
Diario de Peroambnco Domingo 11 de llardo -de 18*M
DECLARARES
Indemnisa-
dora
Sao convidados os Srs. accionistas
reunirem-se em assembla ger.-l u-
dinaria, no dia 14 de Margo cor-
rente ao rncio dia no eswipiorio da
mesma C mpanhia a ra do Gommer-
cio n. 44 atina de aprociarem o rela-
torio das opcracOes do anno Qndo, pa-
recar da comissao fiscal assim corno
procedcr-se a eleigao da nova commis-
sao fi caj q etem de furcciornr ncstc
anno.
I'ecife, i de Margo de 1894.
Cs directores,
Joaquim Al ves da Fonsetn.
Jos Penetra Marques.
Corbiniano de Aquino Fcnseca.
lufa Sieorro de fernam-
bUCd
Sao convidados pola presente 03 mutua-
rios das cautelas absixo relacionadas a
virem resg^tel-^B dentro d* 15 dian a coa
tar de 5 do corrente, sob pena de seren
as mesaii.s vendidas em Ifs'.Ho publico,
como debrir-nra o Re g'.'I a inepto.
22.616 24 916 25.338 2665 26.157
22.643 24.931 25.340 ?5/676 6.158
22.970 24.938 25 365 25.677 26.159
23.232 4.934 25.376 25.681 26.166
23.253 24.944 25 377 2>.632 20.169
23.318 24.956 25 381 25.693 2d.l72
23.337 24.960 25.38 25.697 26 173
2 .338 24.969 25.394 25.99 26.174
23.392 25.034 5.414 25.723 26.181
23.419 2.G08 25 4?9 25.766 6.182
23.531 25.010 25.441 25.82 6 183
23.618 25 014 25 4*3 2"j.851 26 185
23.659 25.012 25.452 25.914 26.184
23.690 25 022 25.453 25.945 26.183
23.771 25.026 25.463 25.960 26.191
23.802 25.027 2'.466 25.983 26 193
23.872 25.029 25.468 25.984 6.195
23.891 25 032 25.473 25.85 26.196
24 325 25.033 25.483 25.986 26.198
24.333 25.135 25.418 25.991 26.215
24.336 25.0?6 25.494 25.992 26.234
24.349 25.C37 25.502 25.995 6 37
24.352 5.039 25 503 6 016 26.266
24.366 25.040 25.5(7 26.020 21.289
24.379 25.064 25.506 26.C44 26.316
24.634 25.087 25.523 i6.055 26.329
24.720 25.091 25.32 2ti.C64 26 330
24.725 25.098 25.540 26.C65 26.335
24.776 25.148 25.541 26 072 6.343
24.781 25.149 25.544 26.073 26 346
24.811 25.164 25.548 26.081 26 350
24.842 25.180 25.556 26.087 6 357
24.849 25.186 25.560 26.091 26.35S
24.856 25.196 25.568 26.092 26.362
24.866 25.200 25.593 26.101 26.368
24.871 25.222 25.596 26 107 26.369
24.894 25.231 25.610 25.124 26.77
24.896 25.236 25 6l8 t-> 140 26.381
24.899 25.250 25.619 26.151 26.385
24.901 25 255 25 631 ^6.153 :G 39J
24.902 25.281 25.638 26.154 26.39
24.913 25.323 25.652 26 156 26.405
Recife, 3 de Max? 4o 1894.
O gerente.
Felino D. Ferreira Coe-ho.
Companhia Amphitrite
Convidamos os Srs. scclonatas rara a reunido
de aseen bla eral orJinaria que devera ter lo
gar i bora da tarde do da 49 do crrante, ca
Asociacao Coa marcial Baoafloeot a qoal tera
por fim julgar o relato'rlo das operacoss do anuo
rindo, parecer da commissao riscal, assim como
proceder-se eleico da comai-eSo flecs! qce
tem de oneelonar no presente anno.
Recite, 8 de Marco de 1891.
Os directores,
Artbu.r oeai[odt Alarida.
Jof Attiflio Pililo.
Faculdade de Direito
De ordem do Sr. Dr. vice-direotor ie
fas pablicor se fas publico que do dia 16
mea, se ach*m bertas
as iosuripiSes para o
t-xaoj's dos caaos superiores dcsta e
a 31 do correte
neita secretaria
d'eata F
ouldade.
Paia insoripcSo em a'guma ou em todas
as cideiras di_l.* serie dos cursos de
scien ias jaridicas o sooiaes, o candidato
devora a tisfaaor as *eg-.iotes condi^ois :
1.* Apresectar certificados de sppr-va-
cSo dos xnmos de portugus, trances,
Dglta oa alieruo (* vont-tde do candida-
to), latim, arithmetica, geometra, a'ge-
bra, trigonometra, geo^repbia, b'Storia
aniversal (especia'mento do Brasil), pl y-
sic* e oh miC'* geral e historia natura!.
2.a P.-ovar a identidad* de pesaos.
3.a Apreeentar attestado 4e vacaica.
Pora o cursj de notariado, devora a
possoa que desejar inscrever-se exhibir :
Crtid2o de haver sido approvado em
portugus, arithmeticn, historia e geqgra-
pLU do Brasil, eatistasendo tambem as
segunda e tercena cjndicSaa supra man-
obradas.
Para a fcscripgSo das cadeiras das se
ries seg-itntes o olumto devei jonlar
sua peticSo f. ccrtidSo de 8pprovn$3o da
serie anterior.
Todas 68 peasoas que qniserem inscre
ver-se, deverSo dirigir um rtquerimento
ao director e pa;ar a importancia da tax%
qcte ser de oiteuta mil reis, por materia,
cadeira, anno ou sene.
O pagamento da taxa para ioscripgSo
do exama s d diro'to a este ni epoc*
em que tiver sido requerido.
O tlumno poder ser inscripto para
urm ou rra 3 series, ou para urna ou al-
gumas cadeirts, mes rS i poder prestar
exorne de quJquer materia de aoja serie
a rn ter sido approvudo em todas as se-
ries anteriores.
As provas de deritidade far se-blo por
raeio de Bt'esUcao eecrpta de algum dos
leutes da Faculdade, on de duta pssoas
coiiceitnadts.
A alendado de attesUgao da identidades
sujeita aq-jes que asaignou asaim corro
o inaividuo que com ella 89 tiver apre
sentado a exame as penas do odigo cri-
minal.
O candidato em nome de quem e com
cajo conseatimento algum ontro individuo
houver cb'ido icscrip;ao ou feito exame,
perder esse e todos os prestados at
aquella data.
A inucripcSo lera feita pela ordem em
que loreiu recebidos os requerimen'os e
e do:8 ou mais estodantcs se presenta-
rem simultneamente, com despacho do
director, para se inscreverem na mesma
cadeir. no mesmo anno ou na mesma
aer>o. guardar so ha a prsced.cc'a. deter-
minada pela ordem alphabatica de 89us
noraes.
E para que chegae ao conhecimento de
todos os interessados se pasaou o presente
de accordo com as dposi^os regolamen*
'ares e as do decreto d. 1159 de 3 de
Dezembro de le92.
Secretaria de faculdade de Direito do
Recite, 6 de Marco de 1894.
J. Telesphoro da Si.va Fragoso.
DerbyClubde Per-
nambuco
De coofo'mi'ade com oart. 147 l-, J- e 3-
1o -r n:o n 434 de 4 de Jolbo de 1891, tebam
a- no escrip orlo deata eodedade, a roa Duque
le C'iX'ss o. 20. (f-ia de baUoco, rtli^ao no-
aiinti dos accionistas e li ta da transfareocia de
i'1,0 .-. i'.j rffr D-zembro de 1893.
P^r es'.aoccasiSo sSo convidados os Srs. accio-
nistas para nuoiio-i em assembla (jeralordi-
noria no cia 31 do corr^n'e, ao meio dn, na fie
'les a emnrfz-, ass'Ptirem a leiiora do rtlatono,
parerer ti cal p spnravicao de centas, prose-
derem a elen da rommfeao fiscal, qce tera
ie foocciora- em 1894 a 893
Secretaria do Derby Club de Pernambnco, 1
de Marg de 1894.O s creta rio
Jlo Benigno da Silva.
DERBY-CLUB
DE
PERNAMBUS
Sociedade
MoDte Pi Boa Sugceso
Assembla geral
De ordem do naw rrxva wwcior. convida a
lodos os socios a se revnTredr p-la terceira v, z
em i8?emb!ei gerai domingo 11 do co rento,
elas 10 harta do dia. aftm da arrxcs cocepri
rento ao art. 19 dos noasns n.ta'otos.
Secreta-la da Saciada le Man e Po Bom Suc-
ceesc, 9 de Marco de 1894.
o ii- amorto
Bento Alvw i* t\ia.
CoHipanha F*p^gresso
Alagoano
A direelerj deata iBCata B%de aoa S-r.
acioDiatas r*sldspte no .**, o cbreijuio ce
reaJurrem no Basco de P-roambuco al o dia
17 di Mrco prximo a primara entrada de 55
por cento do an^oento de tpial avtjrisalo.pe-
la ssfemtla geral em *esao te 15 do corrnte
na razio de 30 por eentc do capital que cada um
pc-uia e conforme foi resolvido pela mesma as-
sembla Reral, perdem o -lire'.io r.s acji5e3 do re-
ferido augmento de capiUI es Sr. accior^stas.
que nao tizerem a primaire ntrala no praso
cima indicado.
JIEscrntcMrt ('a Crxpanhie Pregresso Alagoa
do etn Mrelo, 16 de Fevertiro de 1824.
Os oi-ectores:
J. A. TV.xci.a Boato.
Propicio Pt-cirsso Bj?jp1o.
Mjd.i1 B. Te^ra Die-
^_^_^__ Junlc.
COMPAMHIA
Agf icola e Mercaol de ?er-
nambae
Asetrbi gera! xtracrdinir
Sao convidles os S*s. re ooislas a se reuni-
rem em assembla gal txl:acrdinaia, do o!h
14 do d^ Marco pr.xltco viodooro. as 11 toras
da mnt5, do sali da A-iCitcao Coann-rMil
Agrcola, allm de deib'rurcm sobre aemlcrao
dos novt.;! (talos (debn'aes) do empresiirco
rMlistdo pa companhia, e m tubsltuieo uva
a toaes, de ccnfo*alda cma o derre o nome o
177 A. u* 15 d'' S'.lemb'O de 1891.
Bec.le. 27 de Fe.v^relro de lfe94.
UacGel J:>ao ae Arroda)
Pi esiderte._____
17ompanhia de Tecidos
Paulists
De lOn'ormioade rota o ait. 16 do decreto de
17 de Janeiro a 189n, a-h?m sn nu escripiori
prov'so-lo roa tfo Bcm Jess o. S, pavimento
terreo, cola to blarco. relfcao nominal dos
Srs. &ccicn;s!a3 e lista de t.-eoeereccias de ac-
gej durante o anno finio.
Recife, 12 de Ferereio ce -894.
J. A S-i aiva Janior
Di e"ljr eorttciJ.
COMPANHIA
eg-uros Pheaix Per-
nambucana
0.; ser.tao'e? accionistas sao fenvidados para
a reunia: c'e assembla g;ral ordinaria que t*
ver ter legar no da JO do correnip. i t bora
ca tarde, na Agsoclaclo cmmerc al BeGelicenie
A reui&j tem por rlm debsrar sobre o ba
i ngo e iv.li as da stu.ir.itt-ar;ao deoo-a de iido t
parecer lis l e i>roced>r a eleico a m com'.MfSb'i para oor-in'.e anno-
Rectfe, 6 de M reo de 1894.
Os administradores
La! Do^-rat.
M. noel da Suva M?t8.
!f& 1. Diis Femandes.
Veneravel
Gooifraria de S Chrispim S. Ctrispinis-
no, i:-ta co convento do Ourico do
Recife.
De ordem da mesa r.'gftdo'a, convido a to'ns
es traaos coaip^recerem paramentados com
sea', anios, no com-Utorio, no da 11 do cor-
rente, pelas S horas da taede, alia; da tnoo-p>
radOB, arompanharraos a pro:?ao dos Marty-
rioa, na cidade de O.ioda, p ara a qcal iv.raos
eoavite,
GoD8i8'.o:io, 10 de Marco de 1894.
0, eecreiario lotrico
Sllvino Gonzaca.
mOJECTO B INSORIP^O .
Para a 4,a corrida a realizar-se no dia 18 de
Marco de 1894 no Prado Pernambu-
cano em virtude dos trabalhos em
execu l.# PAREOConsola^o 1,000 metros Animaes de Pernambaco qne
nao tenham ganho no Derby. phkmios : 250|JOOO ao primeiro, 50)5000
ao segundo e 25U00 so terceiro.
2* PAREO -Velocidadc 1.015 metros. Aoimaes da Pernambuoo. Pbe-
Mto> : S?59|000 ao primeiro, 505000 ao segando e 254000 ao ter-
ceiro.
3." PAREO Experiencia 1.200 rnetros llandc j>. Animaes de Pernam-
baco. premios : 3OO01OO ao primeiro, 60OO0 ao segando e 3)0000
ao terceiro.
4." PAREOPrado da Estancia 1.750 metros Handcap. Animaes de
qaalquer paia. premios : 400)5000 ao primeiro, 8O0OCO ao segando
e 405000 ao terceiro.
5.a PAREOTentativa 1.050 met-os. Animaes de Fernambaco. prk
mos : 250)5000 ao primeiro, 5O0OOO ao segando e 2,30000 ao ter-
ceiro.
6.* PAREJAnlmaco 1.000 metros. Animaes de Pdfnembaco que cSo
tenham tido c'asait -a;ao nos prados do R;cire. premios : 25C0OOO
ao prineiw)K50jfOOO ao segando e 250000 ao terceiro-
7." PAREOCompsnaaeae 1.6U9 metros Handcap. Animaes de Pernam.
buco, premios: 35O0O:O"ao pr22 ro; 750UOO ao segundo e 35J000
ao terce;ro. "" v
8. PAREO- -JLlberdade 800 metros. Animaes de Pernambuco.- ?25Mios :
25O0OOD ac primeiro, 500000 ao segundo e 250000 ao ter-
cero.
Observacoes
A nscripcSo ter legar ter$a-feira 13 do corrnte no logar
tome.
Os pareos f serlo realismos, iiairovenlo se e correado pelo
maei de 3 proprietarios dff:rentes.
Neohama propostn ser lida sera o valor da nscripcBo.
Os pareos ConsolacEo, Expeiieouia, Tenta iva, Animagao e Compecsa^So
nao coctarSo victoria.
A ub-l'ade peso doa parooo H'indcap s5o os aegainios :
EiperienciaDaba 54 kilos, Pyrilampo 56 kiles, Turco 2.9, PlutSo e Ida
52 kilos, os mais 50 kiKs.
Prado da EstanciaApollo 57 kilos, Petropoles 53 kilos, Napolitano,
Qouyaunz e Attlante 51 kihs, os mais 43 kilos.
CompenaecSoTriumpho e Moaro 56 kilos, Nababo e Colcsso 54 kilo?,
sjlalaio 52 kilos, os mais 50 k los.
De accorco com o art. 5 nao poderSo ser inscriptos no pareo ConsolacSo
os animaes Hiroode'e, Msndigo, Saata Fe, Mahomcres e Mascotte.
Velocidado os animaes A"entureiro, Bismarck 2e, Maarify, Piamon,
Doblin, PlatSo e Pyrilampo
experiencia os meamos o pareo V^lo^idada menos Doblin, Pyrilampo,
Turco 2., PlutSo e Ida.
Tentativa bn meamos do preo Velocidade a mais Ida, Turco 2., Tudo ,
Berlim, Nababo, Higuente, Ally-S.oper, Pygmea, Triumpho, Moaro e Hiondele.
Oompensagao oa metaos do pareo Velocidade e Tentativa menos Nababo,
Mcuro a Trinmpho.
Liberdade os mesos do pareo Velocidade e Tentativa e mais Trpqmoas,
SaD*. F, Mahomeres, Rdgeate, Malaio, Pirata, Mascte, Sins.Soaci, Feniano, Qa-
let Septicismo e Pcotable.
Secretaria do Derby-Club 8 de Margo de 1694.
PRADO
EMAMBUCANO
jE**^

mmm m a a/ st
QUE SE REAL1SARA' NO
Dia 11 de Narco de 1894
!. Pa;eo-Conaancl-800 metros.A
mios nos
ao 3..
1800 metros.Animaes de Pernambaco que nao tenham ganho pra-
prados do Recife. Premios: 250*003 !. 50*0:0 ao 2.' e 2;000
0maade ...
Pomaja 2...
Betuy......
Bota logo 2.
Biija-flo:f..
Vinganga
Rud. laibads
t. Rapos)...
ella'lo.....
Roilbo.....
Rodado......
Husso.......
Peroamb.. 5!
oi
S4
54
c 51
* oi
Encarnado...........|C. V. do Rio Draaco.
F. Irmo.
oud. Nacional.
'ncarnado e bruteo.
Grenat e azul........
Teoentes do Diabj
Alves.
Joao S- Rezendo.
2 PareoMner%'-1400 metrosHanr'cjpAaimEes de Pernambuoo. Premi03: 300*
" e 30*000 ao 3.'
e hora do eos-
menos 4 ani-
5
Pigmeo... .- 5
Ha......... 8
Triumpho... 5
Todo-..... 5
A'ly S.opper 5
Pyrilampo... 5
S
Turco 2.. . 5
Alazo..
Ziioo...
SUio
M 1lJo.
Rodado..
Tordilbo
odadj..
Alazao...
Pernamb-. 50
* 50
50
50
-*
a va
52
sa
54
m 'i
Azul e oo.ro..........
Ouro e preto..........

Encaro, e pre'o.....
Varde e amarello.....
Ooro e p.'fto.......
Azul e branc:..._
VerJee amarello.....|AteVfdo4C.
Grenat e azul....... [j. C. Ferrif...
C. Campos.
A. M. de Almeida.
Coud. Cruzeiro.
Coud. Array^l
I. Moraes.
A. Jf. de Almeida.
A. Silva.
3. PareoAmerica 1.103 metros Animaes de Pernambaco.
ao I., 50*030 ao 2.' e o*003 ao 3.
Mendigo.....
Mabcmeres..
Miscotie....
Septicismo...
Traquinas...
Patcbooly...-
Saota-f.....
Castanho___
Rodado......
Castanbo
Bato.......
RU989.......
Rui. talado
Pernimb..
S!
52
5J
51
5t
52
o
Encarnado...........
Azul e oarc..........
)un eazai..........
Oiiro e preto.........
Azul e branco........
Eacaroado e branco. .
Preto e ouro..........
Premios: 250/0C0
fl. Cavalcante.
L. B.
Coad. Miuri8cana.
A. M. de Almeida.
A. D. San'os.
M. i. Alves.
A. Silva.
O secretario,
Jodo Benigno da Silva.
COMPANHIA
Telbjs de Segaros Martimos e
Terrestres
Ra do Vigario N 1, primeiro anda
D'rectores
RarSo de Sooza Leao-.
Tbjmaz Corn Der.
______________Jolio Cesar Paes Barreto.
Companhia Progresso
Colonial
As-embla geral eztaordinaria
Cor.vid j os Sr?. acioolstts comparectrem
aesirubt ger3l ixtraordinarla, que lera logar
no da 14 de taarco vindocro, ra 15 re : o-
vembro n. 19 1-andar, sm de deliberar-re
sobre opera^-a de crdito de uteress cesta
co; pacin.
ecife, 21 i obia Progresso Colonial
D*. Jj:- GiDCalvp.8 Piolo
Di'ecier presidenta.
Asscia^a > Coinmercial He-
neficeote ti.s Refinado-
res.
Convida se aos Sis. socios desta Asfccia{5c,
am do reunlr-se no logar do coslumc do dia 13
to nlacte s 10 boras da ma::b, p;,ra delibe-
rar se sobre a diseol (3o da misma A-sccisyao
e proceer-se de accordo com a lei.
Csso c5o comparejaui, o saldo em poder do
ihesocretro ser) entTgoe a Santa (^asa de Mise-
ricordia, e considerar se hadlasclvi.la para lodos,
t s effeitos a eociedode.
Recif-, 5 de Feverai-o 1894.
Euztibio 'a C. B-l'.-io.
P.esidente.
Companhia Uzina Can Es!radade ,MW***e !'er-
1 nunillllAA
sanco de Sinimb
T) oidem da directoria tZo cenvidadea
es Sra. tc.'ior.istca esta Oompaoiiia a
reaBaret a 7 e atima presta9lo de
20 f0 do capital subscripto oa 40<500O por
au^ao at 31 d> correte no Banco de
Perna.ibucc rus. do Commercio n. 40.
tr*aej:lo na mesma cccasiSo os recibos
provisores d&a entradas (titas, p^ra serom
trocados pelos ttulos effsotivos.
Rcilo, 1 de Marco de 894.
G C. Oatis,
Director recetario.
VeoetbveJ confiara do Se-
nhor Bcm Jess da Viasa-
craem sua igreja da Sao*
ta Cruz
De ore:n da cesa rezedora, con^i!aEea
todos oa no.6oa cansimoR rajaos comparece-
r, n em nosfa igrf ja no domingo 11 do cor'en
te, pelas 3 boras fa trrae. paramentados cem os
rus tiabiioSr- bfm te accapsnb3rmcs a procis-
e> oo Seitior Bura Jess dos Paseos e a Santi-
sima Vi gem a8"leddde qre snbira da uessa
treja e percoirera s ru. s do ccs'ume.
St-cre'aria a veaeravtl contraria do Senbor
Bom Je.-os i Vlasacr, 9 de ilarco de &94.
O e'nvfto i&teino
loti ie .'?tT !c Meciere.
naobucd
No e.criptorio techoico dea'. estrada
eDContraram oa concurrentes, o projecto o
orcamento de oada obra bem como a ta-
bella ne prec.es, e eer-ib'E-hSo ministrados
os aiclatesimentOB necessarios.
Para ser admittido concurrencia de
Dositar eda propooente no cofre da Es-
trada a quantla de (2008o( 0) daientos
mil ro's.
As obras aerSo contractadas englobada-
mente, com um 80 ndividuo, a-tenta mi
pequea importancia.
A Estrada pagar mersaimonte ao coc-
tr&ctaute, em vista das ujedi<,Gr3 quo Be
precederem, as cont-.s dos trabalhos exa-
cutados no mee anterior, sendj, de cada
pagamento retida a oporUccia da 10 q(j
para garante, da ro esecncSo do oon-
trseto.
Seciet-ria, 0 de Margo ce H94.
V. P. Si'eiro de Bauza.
Secretario
Gompaohia Agrcola e Mer-
cantil "ernabucaDa
SSo coovidatos ce pojsuilo'es de obrigac6--8
pre'erenciiea desta coropanoia- virem rtc>-ber
oo eecrlplorlo ra do Apollo n. 28, h andar,
do dia 1 & 20 de Marco, de meio da s 2 boras
ta tarde, os juros de 8 O/o so anno, correspon-
dentes ao 1 semeire a vencer-re.
Recife, 27 de F-;vereiro de 1894.
M'Ocel Jatfl n<^ Arco-im
Preaidente.
4. PareoCoannoai.250 metros HandcapAoimaei de Pe'cambnco. Premios : OO
ao l., 604000 ao a. e 30t00 ao 3/
Bimarfk 2o.
Pluao.......
Piramou.....
Ooblim ....
Vlauriiy......
Wenturelro..
5 iRodado...
o *
5 (Castanho
5 'llidado...
5 ICasta^b'.
51
Pernamb.. 53
a 52
54
m 50
56
58
Azul e encarnado....
Lirt'ado............
graneoe amarello....
Verde e amarello.....
G.-eoat i azul........
Grenat e musgo......
J. C. Razeoce.
Coul. Neruodio.
Coad. Baila Vista.
Azevedo & C.
A. A. F. Taqne3.
A. Meira.
5 Pareoigualdade1.150 met-os- Ailmaes r>e Pero-mbuco. Premios: 250/IC00 ao l.
25/000 ao 3.
''Triompbo ...
lrraV-traJU.-
3 Hiroudelle...
ilBerlim......
Mtllado.
B.io....
--5^ Castanho.....
ZiuoTrr.r.
Pemamb.. 52
J 52
Jt 52
k 52
Pre'o e encarnado
Azul e branco.......
Amarello e idxo......
-uro e preto.........
Coud. Arrayal.
A. O Sidos,
ti. Cavalcante.
A. Sil-a
6.* PareoPrado Pernambucano-1.609 meirisHandcap AataneB e qualqaer
pa z. P.emios: 400/000 ao* 80/000 ao2. e 40/000ao 3.
Apollo......
N*poli a 10...
Petropolia..
Qayanas.....
Raoams ...
Alazao.
isunho..
Ziino......
R. da Prata
i. P2Ul0..
Pernamb..
S Piu^o .
Pernamb..
56
51
53
5
4S
Oa-oMuretr^.....
)aro e Greoat......
Verde e amarello.....
Ou*ee pre'o ........
Verde ouro e bonet br.
CwaT>raleWittafc
F. C- Reiende.
CoV. Ideradeu:la.
C. Fltfminenie.
Coul. Braslleira.
7. Parao Tentativa 850 metroAnimaes de Pernambaco.
50/000 ao 2.* e 25/C00 ao 3.
Preailas: 250/ ao i.,
Malange ....
Vivaz .....
Vingador ...
Piraby......
Ouro P eto..
CaU .....
Tenor 2....
Yoo.......
rib;no.....
Rnsso. ..,
Castanbo.
Rodado
Baio......
Preto......
tusso.....
Alazao....
Mellado. .
Rodado....
Pernamb..
c
54
54
54
S4
54
54
54
54
54
Encarnado e azul___
Verde e rosa ........
Encaro, bont. pret...
Pre'o e ouro........
Azul................
Amarello e roxo.....
'r t: e encarnado___
Encamado e azul.....
A-
A. C. Rezende.
S. A. Doria.
Cond. !. de Janho.
A. L Franja.
oud PerdlgS".
S. G. de Mederos.
Azeveoo & C.
P. R. Ramos.
F. C. Rezende.
De ordem do Sr. director ecgeobiro
chele desta Estrada so fus publico que ot
1 hora da tarde do dia 15 do correte, re-
cebe ca-se, n'eata secretaria propostas em
certa fechada para a esecu-jito (fi3 obras
complementares, na 3.a secgSo, em segui
da especificadas:
L*
Alargamento do aterro n. 4t contiguo
estacSo de Bezerros.
2.
CocstroccSo do 1 cerca de brame n
esttcjlo de Beeerrcs.
3
Constraccao -) 2latrinfiB/ 1 em Bezer-
ros, outra oa Csraai,
4.
ConstrnccS das alv^narics para ud gy-^
redor na estayao de Caru l.
5"
Proloogi-mento do boeiro da esUca 36
X'4, pros.'mo estajao de Becerras.
A coccarrenciJ vera&r aj'ore o ousto
das ob:ae. tomada para b8o do eleal) r.
tabellada pre^o} approvadd porporUiia do
Ministerio da Agnoaltarit do 1 do M. rr >
de 1889 e praso de sua conciueao, o q ial
n?o pode' ser ma:or de 6 masaa, ,'
Alfandega
AFORAMENTO DE TERRENO DE
HARISHA SITO A MARGEN DO
RIO CAP1BARIBE DA FPEGUfZIA
DAGRAQA.
De ordem do I!lm. Sr. Dr, Inspector
delta RepaHijJo, fica pe!o preecnte in-
timada D. Mura Benedicta Idascarech&s
Jacobina para co pra;o do 15 dias pro-
7.r que de sea dominio til o terieoo
do mariaha sito a margena do Rio Capi
bsribe, da fregcezia da Graga d'esta ci
dade, co:.formo deciarou a mesa-a D.
Maria Jacjbiaa em heu requerimento diri-
gido a eot* Alfacdega.
Findo o referido praso nenhoma recla-
macao ser sccaita e, de accordo com o
Decreto n. 4105 de 22 de Fevcreiro de)
Ir 68, ser concedido o aon.ment j re
querido do mencionado terreno.
3 SeccSo da A'.ftindega de Percam-
buco, 8 da Mar83 d-i lc94.
O che fe,
Luis Fraderico Codeceira.
j>srva$s
Us animaes inscriptos para o l. pareo devero acha-aa tip atisilJjaaiento
as 9 \\i horas da uiaoh.
Os forfaits serp recebidos at sabbado 10 do corrale s 3 horas da
larde na Secrelaria de Derby.
Os jockoys quo nie se apresent.trem convenieuleaientd trajad^s com as
cores adoptadas no prograinraa por seas palroes, nao serio adtnilidas. pesageni
e serao multados de accordo com o arfl 51 do cdigo de corridas.
Previne-se aos senhores accioistas do procurarem os se3 ngfessos aa se
cretarla do prado ra da Imperalriz n. 26 1.andar.
A Directoria chama a attencao dos Srs. propietarios e jockeys para o art.
21 e seus e o atl. 46 que serao restrictamente observados o n horarif) que for
marcado na pedra ser rigorosamente cumprido.
Chama-so allcuc/io dos Srs. propietarios., e jockeys, para jirocurareai 00
seus carlOes, e cadernetas na Secrelaria do Prado am de seren eutregues aos
oorteiros do dia de corrida.
0 porlao do ensilhamento s d entrada as pessoas que vierem com amuial.
VIS
A archibancada do centro, fica exclusiva-
mente reservada para as directoras congneres,
autoridades civis e militares e imprensa.
PRECOS
Entrada Geral ...... !>000
A Entrada para Senhoras GRATUITA
Secretaria do Prado, 8 de Miroo do 1894.
O secretario,
Jos G. S. Gouveia.
V
\*\
. .-
COdPANHIA
Manufactora de Phos-
phoros
SSo co'jVdaJos os S'f. accionlitos a rfclisi-
rem dentro de 0 lias, a conta: el presente
''.jta. a ao rt* 1 n'.rada !e oas BresUOC. 4 r.*-
ji.'de 10 0/j do capital subiciip o ou lOt por
yjlo, em u o co iboeooretro ma di Madre
ees n
3?:'.e. 22 ic Ferertiro de 189*.
O eecreta'i*
J. P. G. da Sil va.
Raneo de Credit* Real
de Pernambaco
Assembla geral
Oj Srs. a;c:, n;sta3 sao convidados a runi-
rfm se em a?cemb!ea geral ordinaria no da 27
do correte, ao meio di?., oa lu do bnco,
rui do Hora Jj3u* c. 26, firu e Ibes ie- pre n
lee inli;arem o Mato 3 di3 orjftra;6ea doaano
de 1893 e o respectivo parecer oa (Oimits.,
fiscal, e bem a.wm, p-ocede-em a eleicaa Ci iou)is-:a que um de foaciionar no anco co-
rete.
Rt.ife, 9 de Margo de I89i.
Loit Dunret
Secretario.
COMPANHIA DE
Fia^ao e Tecidos le Per
iiambco
Sao convidados bb 3rs. acc!o; ietis a compare-
cmem a i h roe, no ra!5o de A si i cao Commerciri Re^e*
ner;U p3'a resolverem oire a propo-t^ 1*0 ra
fiirma, sobmettida em aaemblvjml 2-do>
cate mez. do 5- do ti.^,1 j(.g e titoto
la rcmparh:a e bem aesira a*- oairafl a '.'.
Manoel lo^a ae Araorim
^resiileDlf.
T rqn>Vo J. S. Go!mt8e
l- b cretarl?.
--

*r
ran
IS


\
_'
_
'-.jf'
Biari de t*CTiiaittliii<> <** llomiiiffol I Reerele Familiar da Torre
Aviso
Decrdem do" Sr. prteidenie, f go scittte os
geo_Ofes bocios qcap;r o sarao lo crreme
_aez de Mir-50, e servir teiogresso O reerbo
de qaitagSo .la respectiva meosalidade q-ie po-
der ser paga ao Sr. procurador m sede social
a oou'e do mesoio earj.
at
Oatro6itn. os Srs. tocios que deaejarem con-
Tiles devero dar at o di 2* do correte, ao
Sr. ihcsoureiro ve v. >mes das pessoas a qeoj
pre'ecderem convidar.
Secretaria do Recrelo Familiar da Turre, 6 do
M?rgo de 1894.O i- secretario
Virgilio Caneca. ^^
Alf: nuega
F'or~. amento do gneros e artigoa para o
prMidn d?. Ferrando de foronha
De ordeaj do lila. Sr.. Dr- inspecw desta
repartido, fago pabltco que tica marcado o praso
d- circo dia' nara os abano mwciona'ios vlrem
aespnar o co v p i 'rneoto dorante
o semestre de J c->ro Jcibo deste anno, te
f eros e mal s irtlgoa p n o presidio de Fer-
nando it N ironiu.
Actulo FerD&adtt 1 ixeira.
_aia e Suva te C.
Fragn Rocha & C.
irees Sr C.
H ci ) & C.
jjso Rsfioo C!l -ac da Silva.
c* aV A'.f.nd i o Estado de Pernam-
i 8 M co fp 1894
Lat Prederico Codeceira.
COMPANBIA
Fabri e a de estopa
dos os Srs. accionistas a virem
sorios pelas a'gOes de-
orla n. 15 roa do Com-raer-
D <'' i i Jiaote.
Costuras o Arsenal
de Guerra
Lie i al director
c ; dic bue-se costuras dos das l,
1 ., ic* reate aeii com as costoreiraa ooa-
Eu:uorn8 d-a golas tie os. i i, de confur-
Diidde com r-a ordo:: em vigor.
Secgo d-^s costuras do Arsenal de Guerra do
Balado de Pemambuco 11 de Margo de 1894.
Flix Antonio de Alcaatar-u,
^_______Cdpilo adJ^t.
Com^lua Florestal
Agrila
Asaeaabla geral extraordinaria
fcic envidados os Sr?. accionistas a se reent-
ren: em a?serob'a geral extraordinaria no dia
JO di M-rgo, someio dia, no rscrlptono roa
Ma'quez de Olinda a. 1P, atm d dsliberarem
obre a emwsao de novo? ttulos (debentures)
deaccordo coto o decreto n. 177 A, de t5 de
Setembro de 1895, devendb cada accionista de-
positar suas acc,6es no cofre da compnhia at o
dia i
I. Elfo, 10 de Fe'e:ro to 1894.
Jos Gongalve? Pinto
Director presidente.
SJCIEDAD
Re aria eDestilacao Per-
nambucana
Assembla geral
Sao convidados os Srs. accionistas a se reu-
Clreo cm asemb'* peral extraordinaria, no
C:a lo de arco, 1 hora oa tae, oo escriplf
rc roa do CoiHEercio n. 34, aSm de delibera-
rem sobre a emtBeao f'novos ttulos (debenta-
res) de a^cordo com o decreto n. 177 A, de 15
de Seembro de 1893.
JoSo Fernmdes Lopes
_________ Gerente. _______
GOKTEA m,
toDipnfcia North Britisb I
Mercantil e Insnrance
II11 F06J
Royal Insurance Gompan}'
de Liverpool
CAWT.il. OO.OOO
.^AGENTES.
ohlTian $ C.
largo da CoapauMa n. 6
SEGUROS
Aunes cornsA me
eoaapashia PhenSsP^r
BaBsFrrf*OTia
RA DOCOUMKRCIO
Conpanhia Pcroamkncioa Fernanho de Noroaha^
Rodeas
O paquete Jaml^e
Commandanta Monteiro
Segu no da 1* do cor-
"ente aj 4bora3 dalard .
Recebe carga, encommendas, passasens e di
Qheiro frete at 1 hora da tarde do dia da
partida.
ESCRIFTORIO
Ao caes d* Ccmpanhia Pernambucana
o. 12
UV"
m
F61
PORTOS
m
SUL
Me
DO
Maeei, Feoedo, raeju* e Bata
O paquete Una
% Comta^dante Csrvalho
dia ltt daUar-
4 boras da lar-
Recebe carga, encorrtnendas, paeaeens e di-
alRdro a frete al s U horas da mfena do dia
da partida.
ESORIPTOBIO
o Cas da Comprmha Pwnasttbucam
_______________ n. 12________________
Societ Genrale
DE
Trosporb Mafltimes Vapeor
de Harseilie
O Tifiar ra&cez
Bretagne

Capital -ubacripto i 3.000,000 0"
Fundos accomuiados 9.75 ie,4
CH
De
EECEITA ANNUAL
premios contra
fogo. -
De premios sobre di
vidas..... 992.379
1.496,818 6 10
6 1
* 2.488,197 12* 11'
si. i).A repartirlo de fundos accomula
eos sobre segures contra fogo, nao s a
poasabiiisa pelar transaegoes feitae pela
o scuro sobre das.
Wson, Soaa& C.
Pede-se aos Senho-
res eonsummidores
me queiram fazer
jualquer communica-
c,o ou reclama^ao, se-
jaesta feitano escrip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
29, onde tambem se r e-
ceber qualquer conta
q^ie queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os Srs.
Manoel Antonio da Sil-
va Oliveira e Hermillo
Francisco Rodrig-nes-
Freire, e quando for
preciso o Sr. Antonio
Martins Carvalho e
Joaquim Antonio de
Castro Nunes.
Todos os recibos
desta empreza deve-
ro ser passado se fir-
mados em talo carina*
bado e firmado pel
gerente, sem o que
oaotero valor alsfum Johnston Pater e Comp.
^ T 15-RA DO OOMMERCIO-15
Samuel Jones
E' eapercao do
Rio de Jai.*i^o
iat o dn 15 de
'Marca seguindo
depcis~da lndiepensa^ei demora para o
Para
Sea direitura
Para carga, passageos e encommendas trata-
se com os
ConaigaatarioB
Silva Guimares & C.
Ra do Comaiercio n. 5^_______
PrinceLine of St^amers
ENTRE
Estros-luidos, Bruzl e Rio da
Prata
O VAPOR INQLEZ
Romn Prince
E'esperado de NcW-York a'
odia io do Correle segal>
Jo depoi8 da Indispensavel de-
ora para
Rio de Janeiro, Montevideo e Buencs-Ay-
rea
Para frete etc. trata-se com os
Cenaignatarioa
Eaie v*por nSo c^aabauQare^u.
AGENTE
AUguste Labille
^-Roindo. Cotaixtaarcio9
"#"
%-
EEH((E!r
SguBe-felr. 12,4ieve lor lo;3r o leilo da fa
zerjJas limpr.s e avar'alas, bem como ama arma
jo, lia idi Jo Sotxs JeU3 n. 45.
ieo
Dooxrordaavariadoa, parte da caixa marca CI C
n. 11, descarrega de bordo do vi por Aaia'h
Prlno .
w< A'S 11 HORAS
Arente Pinto
Ra do Boro Jeaus a. 45
Por occaaiao de uai oa.ro leilo de hiendas
li.^p- e evariadas.
Agente Pestaa
Leilac difinitiv
Das crsas, lerrens e vivelros sit>.s a ra e
travessa ida Ven ia t^ircadss >effl terrena pro
prio cujea bens pertence'am ao expolio de Frau
cisco SimoVs da Siva Mafra e vo a leilo por
mandado e asistencia r'o Exm Sr. Dr. jnii de
crphSos e a rearjerroreTjt da inveutariantcD.
Senborloha da Codeic o Mafra.
Seguada-feira, 12 ie Mar^o
A's 19'horas cm poufo
No armazem a travetaa cfo (Jorpo Sanio
n. 27.
A sab r:
Drz casas sitsa a ra da Veneza na frecueiia
de Aforados ns. 2,-4. 6. 8.10, 12, 14. 16. 18 e
20, a IravBsa da Vt-urza ..s. 2,4,6,8,10,1,
Ux grande terreno cem iJaspe^Mles- ?reiros
e 2 casan de ta.pj) frOti.lVe o viveiro, todo em
terreno prCiTr^ <*o itB*iao portante para montar urna erante fabrica, pois
o referido terreno limiu-se cem o rio zoi fun-
dos tdaado excelleLt.' embargue e dtaembar-
que.
Em contiaua^ao
Vender-sf-ba cm importante sobrado edifica-
do a moderr.a e em terreno prop-io renden lo
7400) meneaea st i a roa ds D. Maria Cezar
n. 38.
Urna importante casa r!e azulejo com terreno
ao I do com titcercaf bem altos para edificar
se outra cafa sita a estrada Cos Remedios n.
44 A, fregoeii'a de Afogado?.
Una rila com grande sitio com cequeiro?,
mangaeiras, cajobiros, um irande viveiro e
ais una casa de taipa ao fundo do meeojo, sita
na mesma estrada dos Remedios n. 44 C, 8 mi
noic3 distante do bond.
Bellas msicas
Ma Billa, vaha 24000
T- vo.viave-, iem 2f'00
Ati sempreamarra, dem lOCO
Cari abosa, idem 14000
SantlQba, dem 14000
Hoit s -reine, dem l#5'0
Bien aimej, iera U5')(i
Ouro sobre aui, dem 1400O
E?per?:c-3 perdidas. dem 1400O
Teubo audaatea, ideaa l.KU
CorcOas tero.', toVm 240C0
Batm;i d;s flores, idem s|000
T-atiO polki 143C0
M1ea;M, don lOOO
Gravo b.-anco, idem 14G0O
Teas liados alijos, ideru 14500
Tres acar*, dem 14000
E bo 1- t-'-il-, stcn3tl3Ch 14C60
Appeiltoss, i era 140C0
INec. dem 140G0
Cadia, quadrilba 14500
Saudade, idem li'aCO
T m'T.m, idem' 14000
Flor'do Campo, habtnrra 14000
Caf Fort Rico, idem 24000
Sebo do So, debrado i 0.1
aqr;. < Gloria, i'em" 1^000
r-lMVIDADES MITASI!
:Na Ijja do Paiva
Ra Nova uumero 18
Sal ea carne podre
0 Sr. Jos Gonfalvcs de oliveira
vulgo Jos estrella morador na cidade
de Olinda, ra do Sol n. ..., anda nao
accrlou com a nossa casa pra^a da
Independencia n. 38 para nos trazer
os chapeos quo levou para a sua fa-
milia escollier, desta forma agradou
todos e pelo prego,..
ioel loare de oiitelra
Manoel Joans de Oliveira Filbo,
sua rxuirjer e filho?, Antonio Scares
Fernandes de Oliveira, sua molner *"
e fikwj*, Jos Soatei Feraandes e
Olve4a e sna multo", tenao rece-
ido a infausta noticia do passa-
meoto de eea prezadissimo pai, se- j
gro e avd, M3nocl Soarea de Oliveira, no reino j
de Portugal, contidto. oa ffl? -arentere aralges -1
para assistirem as mi^sas que 3erao ceeoradaa
pelo eterno rtpoaso'do mesco 3ado: oa igrf]a
do Espirito Santo, s 7 boras da manba do da
12 do corrente, 7-tWse pasfltmento, e desde
j se confessam eternamente gratoa qcees que
so c.i?5aram assistir a o-se acia de rengia j e
carlrtade. ,^_ ______
mnania-nRPBegnsKMB
t
Alvaro Ttcior Cerrel*
M&noel de M. P. Brrelo, Cocilia C. P.
Brrelo, convidati a eos psreo'tcs e ami*
ios1 psra asls*irem a8"OJs do pa;s5m-nto de eeu cantado e irmao,
Alvaro Victo; Correa, que mandara edebar
oas capelln' de Rlbeirao, Prrrjftvero e Gara-
nhoni, no dia 14 do corrate, e meito agrade-
cem aos amibos de Primavera o milito que'se
presta-ara durante sua molestia e a t>i03 qoe
coaduno a sua etrea onrada..
Visarlo Maaoea Candido dns
CiMgflt iwulim
'Jelebra-ae ucea mi?sa na igreja do S.
Pedro desta cida-:.-, na prxima segunda
feira 12 do correte, por alma do vigario
Manoel Candi o cas Coagas Ga.um. pe-
las 7 1/2 boras Para esse acto de religiao e
cartdade, coavlda se 03 paremos e smig.-s do
tinado.
t
Vende-se
laTtS^
Gerente
li^P.ITZICO
s
Compaa os cegaros
FIDE LIDADE DELISBOA
Miguel Jos Alves
N. t-Bna do Bom Jnn-*i. V
SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES
Neates ltimos segaros a nica compasan
esta praja que concede aos Srs. segurados isem
f*o de pagamento de premio em cada setiasi
aso, que equivale ao descont aaaaal de cerc
i la 'or cento em favor dos segurados
AMPHITRITE
Cmpanbia de Segaros Mari! ir
E
TERRESTRES
Capital 1,000:0001
48 RA DO COMMEROIO 48
,
THE IMPERIAL INSURANCE COMPANY UMITED
Estabelecida em 1803
CAP!TAI. 1,*OO.OOO
(Ra. t f .OOOsOOOAOOO)
SKGCEA BDIFICIOS E MEBCADORIAS
Contra o fogo
TAXAS BAIXAS
pronspto pagamento de prejatvo
SEM DESCONT
AGENTES
B&OWNS C.
Porto
Barca portagaesa
Adelina
Esperada do Rio de Janeiro seguir paro o
Porto em direiiura depon de peqoenr demora :
para o resto da carga que falta tratar com Sil-
va Guimares & C-
Hamburg- Suedamerikaois-
cho Dampfschifffahrts-
Gesellscaaft.
O vapor Montivideo
Pacific Sleaoi Navigatioa Gam<
rnm
STRAIT3 OP MAGELHAM UNE
O paquete Potosi
E' esperado dos portos do sal
at ada 116 de Margo se-
golndo depois da necessaria de-
mora para Liverpool com escala por
Lisboa, Bordean* e Plymonth
Para carga, passagem. encommendas edinbei-
ro a frete trata se com oa
AGENTES
Wilson, Sons i C, Limited
10-RUA DO COMMERCIO-10
Baha,
E' esperado da Euro
pa ateo da n de
Margo e seguir de-
pois da demora neces-
Bario para
de Janeiro e Santos
Este vapor Iluminado luz elctrica
e offerees ptimas accjmmodaySea aos
Srs. paaaageiros.
Entrar no porto.
Para carga,
Dheiro a frete
encommendas, passagens e di-
trata-se com os
Consignatarios
Borsteln
18-Roa
an
do Comaiercio
1* andar
C.
18
$B6aM$ o &$.
guros

tr~ fog
ithern
1>" .. Aherdees
>
Oifitti *- 3.780.00c'
I i hb 3:000 OCO
_ i iogo ib
De premios sobre vidaa >
P juroa
Agente em psrumbuco,
Boxwe Wilh>w & C.
208.000
155.000
Roygl Hall steam Fue! im-
m
Paquete Elbe
Oommandaate T. E. Exham
E' esporado do sol at
o da 1S do correte,
seguindo depois da demora
iadispensavcl para
Lisboa VifD e Southaip-
toa
N. B.Pre m Srs. recebedores de
uercaoriEs, o janhia Ms^a Real logle-
otri aC-i:eral Steam Navi?ation.,
150 da vapores semacai qc
'dea
Sol
Gompanhia Pernambacana de Na-
vegado
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Maedo, Mossor, Ara-
caty e Cear
O paquete Jaboato
Com mandante Pereira
Segu no dia
I* do corente
e 4 Doras da
tarde.
Recebe carga, encommendas, passagens e dl-
nheiros a treta at s 11 boras da mabb do dia
da partida.
ESCRIFTORIO
Ao Caes aCommnkia Pernambcana
_________________^12_________________
GHGKII8S tlMS
Companhla Fraacesa
DE
XaTeg'oo a vapor
LeiMo
A-gi
De duas casas terress com cornja, sita na tra-
vesea do Fonsecs n--; 2 e 4 nos Remedios, com
bons quintaos.'terreno ao lado morado.
Segunda felra, 19 do correte
A'S 11 HORAS
No amuutm ra do Mrquez de Olinda
n. 48
0 agente Gusmo, aulorisado far leilo das
casas cima mencionadas, podeodo os compra-
dores rem examinal-as.
Leilo
De oxfords avariado?, parte de omcaixa des-
carregada doi vapor Glye com avarla d'.gua
do mar.
Segunda-fe ra 12 de Margo
A's 11 fceres
ente Pinto
Rua do Bom Jess n. 45
Em continuagao
chales, madapotes, casimiras, entras fazendas,
orna armaeao e om cofre.__________________
Agente Pestaa
Leilo
Da Importante e exceUente CB8a terrea
edificada em terreno proprio, aita roa
do Viaooade de Qoyanna o. 165, per
(encent a inventariada D. Aonuneiada
Teizeira Lamego Campe!.o.
Terea-felra, 13 do corrate
A'S 12 HORAS EM PONTO
No armazem travetta do Corpo Santo
n. 27
O 8gsnte Pestaa vender por mandado e as
8stencia do Exm. Sr. Dr. juiz cempeteote a im-
portante osa, cima mencionada, com os coj.-
modos eegut"s :dous poriOes de ferro aos
lados, cloc janella8 de frr nte, doas portas e
duas janellss em cada oliSo, ama sala de
visita no centro, orna gabinete de cada lado,
corredor no centro, quadro grandes quartos com
janellas, boa sala de jautar, mediado a mesma
46 palmo) de frente e 88 de fuado, medlndo todo
o terreno 100 palmos de frente 600 de fondo,
terminando no an*Uo corredor que d passagem
para a roa do Bemflca, a sabir na Igreja da Bs-
laBCia, tendo 200 palmos murados, com porto
que d pasnagem para outro terreno que est em
aberto, garantlodo-se acbar-se em mallo bom
estado de conservago o referido predio._____
Qialro gro fes dijanellj, erris pertence3,
qoan btieiras d ferro as postaras, ludo
novo ; '.rdtar na rus do P-lo.-ire n z'i A.
osinheira e criado
na rua da Pal
Vrec:i-ee
ai o. 40.
"e urna cosiGoiro
N sitio r. 5 da Estrada de Fer-
nando i Y.cira se precisa de ama mu
lher cozinheira.
Bichas de Hafiburgo
Vendase em grandes e rxeja^naB porgos,
applica-e ve>to*:s eccas e tarjadas ,;,dj rua
das Lira2aTse a. B
Caixeiro
Precica se de um caixeiro de 14 16 aiinoa.
com pratica de molbados e que d Mador de sua
conducta ; Tratar na rua Capito Lima n. 15,
Santo Amaro.
Barbeiro
Precisa se de um ; no ptteo do Tergo o. 44.
i* snuiversaj
Antonio Pereira de Smms convida 03
Eeus amigos pira assistirem tan mlsaa
que manda celebrar por alm-i do sea p e-
eado amigo, ni igreja da 8mta Groz, s 8
horas do dia 12 do corrente.
:" r.
t
I i .i-;
Augusio Paulo de Lemu* liarte
A axilia L^mos Doare esnvida 01 seas
parentes e migo; para a*Btstirem 38 mis-
sas que, por alona de neu prfsado irrcSo,
D->ai rtz'ar na igreja da Santa Cruz, 3
8 boras do dia 13 do ccrrecitj. te*gi feira.
39sg3ia,sEa
Coi
peira
Precisa se de una copeira; tratar na Ga-
poDRS, rua Joaqoim fiahuco o. 61.
Criado
"reci-'a-se de om eriado
n. 19
rua do Pajsaodo

Pkoo
Vende-se um piano do fabrcame Boimlot, em
perfeito estado : a tratar na rua do Hospicio nu-
mero 2 '._______________________________
Casa venda
Vende-se a meia ?eua de lijlo, edi^cada em
terreno proprio, sita roa da Costeada n.2B,
em S Jote <'.o Manguioto ; tratar n a mesma.
AttenQo
Perdeu-8e no dia 4 do corrente, no Hlpporo.
mo do Campo Grande, urna corrente de rejor-
com cegoleta, sendo todo de uro ; a pessoi
que Uver acbale appareca na rua do Socego na
.4, gas sera generosamente gratificado.
Tjpographia
Vende-se urna pequea typozrapbia e orna
minerva ; ifoado Viseando ae Goyuna noma
ro 83.______________________________
Pharmacia
O abalxo assignado vende a sua botica, na ci-
dade de Nasaratb, livre e desembargada de
qualquer onus. A tratar na pbarmacia Oriental,
na rua Estrellado Rosario n. 3.
Antonio Harquea Ferreira.
mi
Preeisa-se de urna
que seja cuidadozi e
liiupa para andar com
uraa crian a rua do Pajeandu' o.
19 das 11 horas da
manhtl as 4 da tarde.
Ama
Urna famil'a de tres pessoas qa-' segu breve*
mente para S. Paulo, precisa e urna ama de
meia idade para coslcb.- e servigos Ieve3 da
casa : traa se em Caxang, casa d3 D. Rosa,
junto a agua frrea.
Ama
Precisa se de orna mclber de meia idade que
saiba lidar com crlauga ; i tratar na rua Fer-
nandes Vieira a. 5.
Ama
Preeisa-se de ama aaa : na roa BirSo da Vic-
toria n. 12.
Ama
Preciaa-Ee de ama ama
rio o.30.
rua la-ga do Rcsa-
Ama
Precisa-se ce urna ama para rosirjbar pas
duas pessoas; traar na roa da Concordia nu-
mero 176.
Ama de leite
* Paga-se JOfOOO a urna ama que d ccnU d
sen trabalbo; em Fernaode3 Vieira n. 60.
Ama
Precisa se de orna ama que cosiobe bem, para
casa de pequena familia : na roa Duque de Ca-
xias o. 97.
Cosinheiro
entre o Havre, Lisboa,
Rio dtj Janeiro e San-

:

OH- (M
sanaca
-
AGENTES
Linha rogelar
Pernambnoo,
tos.
Vapor Santa F
Ccmmandante Panchvre
E* esperado da Europa a' o
dia 16 do corrente e seguir
com toda a presteza possivel
para
Rio de Janeiro e Santos
Esto vapor oarat no porto
Recebe carea alratar com o AGENTE.
Port
ra
Aijioriailrmo? & C..
#. 3Roa do Bom JesosK. 3
Tapor
Ctm:, y tt

ne o dfa o
arjo re^olata depois da de
moi nsavel para
B_!i!n fo de #aaelra
e Santos
_c'?M no p3i
Rog6-e ab Srs. importadoras apresenfaram
dentro de 6 das, acontar do da descarga daoal
varegas qnalqeer rpcla-aco concertienta aw<
iuneg me porventnra tflpbam aegaido tira s
portos do sal, aira de se poderocQ dur a lempo
asjprovidencias neceBsams,
ffllaee
Agente Oliveira
Leilo
Da casa terrea n. 80 rua Velba de Santa Rila,
fregueila de S. Jos, em solo foreiro
Quarta-feifa, 14 do corrente
A's 11 boras
So armazem a roa 1& de Xc-
?embro n. 30
O agente cima, por mandado do Exm. Sr. Dr.
juiz de direito de orpbos e a requer meo :o da
curadera do iolerdicto Manoel Jos de Mattos,
vender em leilo poblico a casa terrea de pedra
e cal n. 80 rea Ve* de Santa Rita, em solo
foreiro, pertencente ao dito interdicto, serviado
de baee a offerta de 1.8514000, endeudo -en-
slmente 2700.
Os Srs. preten enles podero desde j exami-
nar a referida casa. _________
Agente Oliveira
Leilo
De um carro de quitro rodas n. 50o e om boi
Quarta-feia, 14 do corrente
A'S 11 HORA8
Mo arB?zeji rum 15 **-
vembro n> 30
O agento cima, por mandado do Estu. Sr. Dr.
juiz de diretto te orpbos > ausentes g reque-
rimento do Dr. curador geral de ausentes, vende
r em iei!3o om C3rrii de 4 radas o. 505 e om
rol,j r- lio e ILOvJ '
Silva.
AVISOS DIVERSOS
prrdsa-ffl
P^vsand n,
de om
19
bom coinheiro : roa
AVISO
Olegario NeUa contina encarrgar-se de
compra, venda, bvpoibeca e liqntdago de impos-
tos de predios, a bem assim de venda de apoli-
ces e descootos de letras.
Pode ser procurado a rua Uarcilio das n. 131
1 andar das 6 s 9 boras da manbS e das 5 s
7 horas da tarde.
Cosinheira
Prrclsa-se de urna boa ecsiobelar; no Cami-
nha Novo, n. 110.
Prevengo
SPrevine-se aqoem quer que seja, que nao faca
transaegoes de especie aleoma com o Sr. Jo5o
da Silva Salgado sobre os predic3 na. i, 3 e 13
sitos roa do Vlscotide de Porto Alegre, e o n.
59 rua Duque de Cexiai e suas dependencias,
todos na cidade do Cabo, sem o meo previo con-
sentimento, sob pana de serem annullados pelo
direito qae me assiste.
Recife, 8 de Margo de 1894.
Maria Rita da CpMa.______
caj
Vende-se excellen-
Ama de leite
Preclsa-se de urna ama de leite sem fllbo, pa-
ga-se bem ; A roa Duque de Caxias n. 91.
Amas
A' roa da Praia n. 53, -ndar, oree sa se de
dua< amas, ama para co inbar e ama para me-
ninos,
Ama
>~}Precisa-8e de urna ama
praga da Boa Vista n. 9, 2*
para cesinbar
anlar._____
ns
Doce de
i
Bt _SN Si
; j* na
.
Precisd-se de ama ama para servigos do-
msticos diurna casa com pequea familia ; A
rua da Io_}ffi[ia n. 54.
de um copeiro e de um eitor
na da Cadeia n. 33.
te de ce de caj secco,
feit; a capricho. Na
ladeira da Kibeiraso-
brado n, 28, na cidade
de O inda.
Nao se venda a i e-
Ama
Preclra-se de ama ama secca para andar com
orna criaoga de tres mezes; na ru< d UniSo
numero 68. ______
Caixeiro ou criado
Precisa-se com pratica oa sem ella, de Idade
de 10 a 14 annos, prefere-se dos arrabaldes de
longe ; na roa do Rosario da boa Vista n. 11.
Instrumentos e Msica?
Bello sortiment de n
vidades !
Vende Eduardo Paiva
Boa do Baro fa Victoria d. 15
Gales e Guarnicoes
Com vidrilho e sem vidrho acaba de
rcoeber lindo sortimeato o
GONGftESSO DAS HAMAS
Fabrica de arelo
Agnas e limonadas fmm de
y s m p_thb_hs
Seda w ( a.-, laranjs
caraoSo, abaca_is, gtanadiaa, grosella
baunilha, hortelS-pimantR) te. etc
12-A-; AFS DO OAPI-.RBE12 A
J

Roy al Bien ti i
DO
s PHoas
i roeebe
Congresso das Dam
!ti-tM
Bren e
Vende se na roa da Madre de Dos n. 10.
_VL
ita '-sc^ie.ni!' Wh:!.ky Esoocaa 6 pre-
:fer-: agaorddet j osuna
parA orti:. po.
Venfa-ae s eetalba ar.s mu ^s arma-
: aona de mola dos.
Pad Rojal Bread marca Viaa-
eaj oome e emblema s3o registrados por
iodo a Brea. ._. .
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Diario de Pernamlinco Domingo II de Marco de 1894
VuJrilhoa prelos
Al a ;o e re,-f hetera.
Cuurkdo ABluof C
PR AC A D A_INDjS2i_NpENCl A
^''rfniiaria
ImporUote vared.da acaba de cbfgar para
Cewrado ninne fc C
PKAQA DA INDEPENDENCIA
"Calloes de Algodao
BrsDfOS de ares psra rcopa de cManga
tccbaram ___.
Conrad '. Anlnne A C
P > a i.: A DA INDEPENDENCIA
Ci tos
Para bomens senuoras c meamos
"cebra m
Conrado, Ininne 1 C.
PHA A DA iSEPbNMENClA
Ko iolpho
An tunes
$ 3*a Daqae de Caxias 69
a*
FINAS COLCHAS para camas. LIN-
DOS cortinados para cama e jandas. I
presos sera competencia. Eilegaatet
objetos de biscuif, vidro, teira cotta par
oii'trs. Oracde sortimento de albaca
paru retrates. Pupel da fessasie par*
cartas. Alea de muitos oii.rcs artigob
que o bello seso encontrar cempre na
bem conbeeid casa de RO.OLPH
ANTONES & C\
67Roa Dnqne e Caxias67
J'imtfPtr- f> iTiritssst "n 'siA D fV^ *~^- >-i ./-r.i
$ Cilas be^cliolas
> Patudas
CURA RPIDA
Consumpcc
ACERTADA
S LICOR DELAPRADE^
COM ALBUMINATO DE FERRO
Empregado em todos 03 Hospitaes. E o melhor ferruginoso para a
rara das Molestias da Pobreza do Sangue. Nfio enegrece os lentes.
PABIZ: coixia e c\ 49, Ru de Moubeuge, e em os parraaclas
VERD4EIR0S GRAOS dlSAUDE 00 D^FRWCK
1
Alta novidde para eenhoras e he- t
veri.
Novo sortimento recebea a
*VA KtFEHAXCt
63 Raa Duqae de Casias 63
1 As^ewm^asqfe/y &/=? eyy^
; YIDRAHIA I
Ri ri'a deccso de ticas tajss de
porcelana, receberam
PEDRO ANTONES & C.
ea Uaa Baque de Caxias
\*| LICENCIADOS PELA INSPECTORA OKHAL DE HT3IBNK DB RIO DE JANEIRO
a I r>, j __r \% Aperiente*; Eetomacblooe, Purgativos, Depurativo
( N- <"* "* I Oonlra a l*alta de appetite, a Obstrnccao, a Bnxaqueca, a, Vertlgeaa
*\ du docteqr /* aa Cong-eatSes, ele. Lose ordinaria: i, i a 3 graos.
V- / Desconfiar datrfalslDcacaes. Exigir o rotulo junio Impregno em trance*
^VFfiAwctyp ^%gjjgZ* o Seno da Unido dos Fabricante*
ojda lettra de^rdiflerepte .SFiL'*" JP
*ggg!S8g!ggJtgaagggig
IJOUTESIAS
Liados grampoj de brilbante do (l
O .nada, chatiiaines, pula-iras, meias
finss, pedrs e iruitos outrosartigos^g
NOVA ESPERANCA
ViNHO QUINA PYR0PH0SPHAT0 FERRO
HKMBRO UA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARIZ
^ta preparacao proveltosa as CrMM fraean o rr.ehitica*, e favortsa-Ih.es o crescl-
mento; conveu lanbcm as Srnliorus fraea* 011 nnrmirnn, as quaes facilita a .Vene-
truafo e previne as difflculdadis ila idaile critica, activa o rentabeleciinento da
sale depols do parto, l'.esiabelecc a furea viril don liomcns enfraiU'Xldos e ra<;llita-llies
as iHgentes laboriosas, desperta o api>c(lte sem produzlr os ardores proprios as outras
tsyaracocs, nao d o^ar a prlsao de Tcnir. diarrtica cu Cautiva do estomago.
B por isto tjue deve ser considerado como o mcllior Xeg-enerador d Sangne.
ASm a* er/far as Imitarle* s 'alniflcme-'Mts fraudulentas, exii-t t Atsignttur
la HENSE, nico luoisor ce Hobiquet i Lerasneur
rll^Vltivr^voi-V KObiqukt. 23, raa de la Konnale. PARIZ
D >0CCOC$CO
63 Rca Dvqct de Caxlas 63 a
9
La Gran Via
Raa da Impera tria n. 58 A
Rpcebeu um eeplendido sortimento de seda>
ligas e bvra-'as :
Cacbemiras pretas e de core;.
,"va ::'.nrs, alta oovjdade.
Creons ioglexps e franceies.
Z'phirs padrOes iatei ramea te novas
Cortes bordados, braucos e de cores
Cbap.os de sol para eeubors.
E'priitboi.
P-rcalicaa Lincns.
Camisas, punboa e collarinhog.
Perfumaras dos melhrres lacrimantes, etc^tc.
Ohon Silva^C.
Ra da Imperatris camero 58 A
DE
Silva Fern?ndes t
48Ruaue S. Joao48
Promprlca se qualqaer encommendv
com a mxima presteza e por preoos mui
tiasimos rasoaveis.
Ccmpra-se madeira de bna qaalidade.
Aceita-se artista* que sejam peritos.
DEPOSITO
49-Raa Bsro da Victoria-49
2 SOLUQAO E^OMPRESSOS $
EXALGINA de BLANCARD I
l
9
ENXAQUECAS ? CHOREA
nr.DCC | DENTARIAS, MUSCULARES,
BHts ) UTERINAS. RHEUIY1ATISIY10S,
0 mais actwo, inoffensioo e poderoso medicamento
CONTRA a. DOB
o -S=o.
r-vxe
ona
parte, 4=0 O
PABIS
9
9
fodem-K em Pernambuco na COIPAHHlAde DROGAS e PBODCTOS CHUICCS e aaa priucipaea pbarmaciasedrogarwa-
VINHOdeBUGEAUD
^NI-NUTRITIVOJ
COM
O melhor e maia agradavel doa tnicos, receitado pelos mais
iustrados facultativos de Paris, nos casos de ANEMIA,
CHLOROSIS, FEBRES de qualquer natureza, DOEN^AS
do ESTOMAGO, CONVALESCENQAS.
P. LEBEAULT & t>, 5, Ru Bourg-lAbb, PARS
SE ACHA AS PHINCIPAES PHAHMACIAS
N0V0 TRATAMI^
INJECGAO VERDE DUPERRON
Novo preparado, nem caustico, z\em irritante: acalma as dores dentro de 4 hora-
deslroe o microbio espccco, e cura cttm mais seguranza e promptidao que outro qua'^ue-'
MATICO-SANTAL DUPERRON
Nova formula de cmcacla certa : Fupprimc o Copaba c o Cubeba, e cura radicalmente erm
periyo JerocKiiva. pela sua acgo estimulante e anUseptica ao mesmo temno
laz-se uso do mat:cc-S4Wtax s, ou juntamente com a iwjrceio vhide
DEPURATIVO Vageial-lodurano DUPERRON
|^T^r^s
ltlieu,.,at,*Mio*. das gtolentim da relie, o das am-eces especiaes, fiua "le cura
coujuraiiuo oa atciuenies terrivels que. tao frecuentemente, sao a consequeucla dessas doencas!
Exinlr a A>icnaMra .lo Pshrlcanle DUPERRON. Pb- de el. S-. roe des Roler, PARS
ttepetUet em Fernn "
- = s I
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mu m. O
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5 8.1.1
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ESPECIALIDADES
T. J
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II

FMKMTE DE PERFUMARA INGLES!
gXTRA-FIWA
. ^^ VICTORIA ESSENCE
O perfame mais delicioso no mundo.
Euma grande coUeccao de extractos par o lenco
da mesma qualidade.
. LA JUVENILE
PO sem mistura clilmica. alpima, para o rosto,
dlierente e invisivei. *"*> V" w *
____ OWEA IHTIF
conuw ta eo em todos. <9b cumas um i ensaio
aemonstrar* sua suparlorldido sobre os outros
uoiu-w'GajxM.
AOVA DE TOUCAOOR JONES
Tordca e refreseate. Eicellente contra as
plcadurna de Insectos. ^
ELIXIR B PASTA 8AMOMTI ^
IHJOUi-lclo ACIW.'; .tico taatco 8nMMt a
*m e tonta as feastsaa.
a,
par
.-p **
WPS
Gi an.le semeateira ele
pafeseiros
Na faienda Serra Grande do moaicipio daj
Victoria. Estado de Pernambuco, tato pa*a ven-
der do dia { de Maio m diaete, cerca de don ,
milbCes de ps de cafeselro?, cajos precos, tas*
UJi'iui., misf^fadese ruats exp!!C3Coes.vpa-5e c
Jonel do Rjotfe.
tsmktvmm
i
Blennorrhoffia \\
i> 'fadicimerrte fiiquHadu palo BRfWM a
1________^ ._ ^ M
-------------
Dfiposrro geral: M
**** nouleTart Sealo, 7, f-attf J
"4r a Hollla jua e-ra A emb'o'.ho a (di
lin ta injttrtiti 'i-Uvt.
9t*mUn ui m ante*.-*raiiutiiii da-irun. i
CATARRHO
TOSSE ANTI8A
TSICA
Este remedio,
graauloa, uo te
sabor MAJUM
* TODAS U FUMICUt
Vfil/CO: C OS 0BM1S PaODSCIOi CSialUI,
2:ooo|iooo
afuguel
Precisa-se alugar
una casa para familia
regular, em boas con-
di^e?, nos arrabaldes
desta cidade, prefe-
rindo se C a p n n gr a,
Forre gu Magdalena,
sendo o aluguel an-
nual de 2;000$000,
mais ou menos.
A tratar, ra do
Commercio n. 6, an
dar terreo
Francisco Gurgel & Irmo
propnetarios do conceituado
estabelecimento d'esta praca
denominado Louvre pedem a
attenco das Exm.as Familias
para o esplendido sortimento
de sedas pretas, suralis, gra*
nadines e cachemiras que aca-
baa de receber.
ua J. de Marco n. 20-A
Francisco Gurgel & Irmo
se ou arrenda-se
O pr._ttod.Dto>m lodo. M g.rot.s exigid...
i o. oP24/rtT&:ePr:*^SLfe,1'oOM:em d'"^' ^ Ei ^
Pratico para
pharmacia
Precisa-se de am para
urna phaimacia de Palma-
res, a tratar na ra Mr-
quez de OJiuda u. 24
Companhia de Drogas.
Para cos-
nhar
Precisa-se de urna ama que saiba co-
s nhar, no 3. anda- do predio n. 42 da
ra Duque de Caxias, por cima da ty-
pographia do Diario.
;
Sabao transparente cristalina
WyRIEGErT
Frsinkrurxi.Al/rir.
EspejBjsJiiade
W^^PJja^aaBp

i.^Depsitos rvasprincipaes
Perfumaras, Droga
Pharmacias' w fBrziti
rogarlas
1
Ao proprietarios
Que df sejam faxer calcadas e ladrilbos ao ia
terior das casas e rmateos, avisa-se qo9 acba
rio um grande sortirceoto de pedras propria
d&s, oo armaiem do Caes de Captbartbe a. 38, s
saostras na rea da Cru n. 18. armaxem.
Propriedade a venda
Vende se orna ezcellente propriedade nos Re
medios rom 4 cas^s de tijolio, raade otaria, 200
ps de coqoeiros, e outras racteiras tem muito
bote porto i ara aaveaQo a qualquer bora, um
importante meiro, e tem proporges para fabri-
ca oo dic.il.r_ae: tratar no esenptorio cerrmer-
cial roa Duque de Caxlas n. 72, 1 andar.
Grande armazem de louc,a
do paiz
Ra do Hospicio^ n. 1
DelpbiQO Casimiro da Silva "Sobral piriic'pa
ao respeitavet publico que se .eha sort'to de
tod.s asqoalidaaes delouca de barro dot.au,
taes como sejam, liitros de todos es Umuubos,
de Penedo e da Babia, aasim como tem grande
sorlimeeto de paiolas de toos as qualidades,
mel de bata poro e Ajo aseite de deod, tedas
obras de fl.Qdres, cocos, bacas, babas de todos
o* umaobos, casdieiros, bole?, cbaltiras e maia
algoma couea deste genero, mais rcuitos ent'os
objeelos otis a todas as casas de familia, car-
iio n*ais em cenia do que em oulra qoalqaer
parU; lepbas &> acbas e ilu^j barato taitim
ba Qm pooco de todo
Sauao transparente cristalino
Aviso ao respeitavel publico quo se acha no mercado
urna inntacao mmto inferior ao meu sabao cristalino, uni-
versalmentc conhecido e que muito mais caro do que a
mmha produeco, visto nao ter duracaoalgunia e alera disso
muito prejudicial hygiene.
Para possuir o verdadeiro sabio exija-se sempre'minha
firma. r "
W. Rieger, Fraokfart a. Main.
PARA BliiCM
: tm
ts oxrxsaas *x3>a-s
LIDGERWOOD
Rodas d'agaa
Torbinaa
KLgenho de Serra
MoenYs de Caona
Moiohos de Fa
>
Oebaihsdoree
Separadorc
Kachinas avapor
Lsvadares
De83acoador3
Ventiladores
dUmDiqaes
t
ua do Hospicio ~i. I
Taveraa
Veodo-Ee a Isverna sita roa 89, amiga Impe-
rial n. 88, oem-alregnetada, fttro e deeembara-
fada, propria para prfncipianle por ter p uco
capital ;, a tratar ca muma. 0 moiivc da >ecda
ss dir ao comprador.
,. FANTASAS
E' hndo erurttmeoto de tecidos t>
tmpc6eTel' de se deeorevttr a grande
redado de tecidos de fantasa, se
lis, nriosoak, cambraka brancas e de i
res ; pede-se ao publico em geral o pri s
palmete as zmi>a. familias de visitara .
Congrego das Damas
Carvalho& Aimeid
RA DO CABOa' n. 8 e 10
Telephone 1*J6
Bruidores, J..aductores, Catadores, Evaporndores a vapor Defecadores de
triple effeito, Vacutos e todos oa machinismes pertencentes ao fabrics do assucar, cal*
deira Maltitabalar para queimar bagago oa casca de caf. Prensas Hidrulicas
bombaa de todos oa tamaohoa, Carneiros Hydraolicos para levantar agua, Arados de
plantar milbo, etc. etc. Eagenbo completo de tabric^r farinha e eDgenho completo
para beneficiar arroz.
Crrelas de sola e de borracha de qualMade aapericr. Oleo especial para
machinas. Perteoces o pegas avalsea para as macbia^s.
BSCBIFf OB
95Riia do Ouvitlcr95
134 136Ra da Sade13^ e 1
Lidgerwood Mi'g C. Lima
mmm mam
JRA MsUO DO TSMPHO
'ffedbinas a vapor
Moendas
Rodas; d'agua
Taixaa fundidas e batidas
XaixaS batjijas sum c.^va
Arados,
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IfrhVrlo de Pcrgiamlmco Domingo MI de Margo de JlSOI
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SOB A DIRECgAO
DO DR. JOAO BAPTISTA RKGUKIU CDSTA
PREHISTORIA
O BRASIL PREBISTORICO
(fragmentos de um livro indito)
^A America quasi que vai daixando de
ser um grande mysUr o como na ana
obra O Homem Prehistrico, a qualifica
Wilson, o sabio escriptor inglez.
' *As investigaySes da sciencia, as desco-
cer tas archeologicas tem principiado a le-
vantar a ponta do veo que envolva o
Novo Murdo as epochas precolombianas :
e hoje esto mais ou menos esclarecidos
mnitos pontos, que anteriormente se con-
sideravam obscuros.
Si, porm, tem sido grande e profi-
cua a cruzada levantada com relayfto
America do Norte e Central, na Ame-
rica do Sul as investigayes dos sabios es-
trangeiros se tm estendido, de preferen-
cia, a outros paizes que nao ao Brasil, o
qual, a nao serem os trabalhos de Barbo-
sa Rodrigues, Ladislao Netto e Lacerda,
b recebe de soslaio algum raio da luz
que se vai fazendo para as demais re-
gioe3 do continente americano
Eutretanto devia elle ocaupar o pri-
meiro lugar nos estudos preh storicos, por
que muito antes que a Europa, a frica
O a Asia surgisseni das aguas, muito antes
que a America do Norte o a do Sul se
desvendassem aos olho3 do mundo, para
em seu slo erguerem-se os palacios, as
fortificacSes, as pyramides, os tmulos e
outros monumentos, cujas ruinas ainda
hoja admiramos, j o Brasil se ostentara
como urna trra existente no meio do
ocano.
E nao somos n5s qua o diza;no3 : d l-o
o profundo gelogo dinamarquez dr. Gu-
lherme Lund, esse espirito culto que pas
sou entre nos a maior parte de sua vida,
consagrado s investigayoes da sciencia ;
esse sabio, que, penetrando as grutas e
cavernas do nosso paiz, mais deslumbran-
te do que a luz dos archotes, reflectindo
as estalactites e estalagmites, trazia a luz
de sua intelligencia esclarecida pelo es-
tudo.
E de faito, segundo a sua abalisada
opinio, a ausencia de depsitos sesunda-
rios no pate u central do Brasil prova
que elle j se achou elevado cima do
mar n'uma epoeha anterior ao tempo, em
que principiou a formacao dos dopos tos
I para suppor-se que existissem no Brasil,
ou como monumentos religiosos ou sim-
plesmente funerarios.
A obra LtmmtacSo Braiica, eacripta
por um homem que narra despretenciosa-
mente o que vira e o que lh9 informaram,
refere no Cear e no Rio-Grande do Nor-
te a existencia de padras dispostas de mo-
do a forraarem dolmens completos
Diz essa obra que no primeiro daquelles
Estados, no sit o Bom Je3us, entre Gami-
nhadeira e Bia-Vista, no carainbo de
Agua3 Mortas v-se urna padra quadra-
da ou faceada, assentada sobre trempe de
pedras menores e perto della descobrem-
se differentes letreiros.
?"mivn s; observa no lugar Layo?
Pmtudu, junto a serra dos Ucos, onde,
prximo de urna p3dra, em que se acha
esculpida urna cruz e outros desenhos, se
encontr.i urna lapida assentada tambem
sobre trempe.
E si do Cear passarmos ao R'o-Gran-
de do Norte veremos que ahi, no sitio
2ova os Defuntos, dir-se-bia ter-se levan-
tado um desses monumentos que o gene-
ral Fe dberbe considera o dolmen typo,
pois, segundo a descripyao do autor da
Lamentac,fo Bralica, consta elle de la-
pid 8 jicada urnas ao correr das outra<,
feitas em quadro, manra de curra1, e
em qui ha repa~timentos par sepulturas;
faltan do-lhe apenas a pedra que o devia
ter coberto e que talvez'- seja a que diz
elle alli ex stir, ncl nada para um serro-
te, em redor do qual se vem letreiros.
Notam-se a nda sobre um lagedo do lu-
gar Lanchinhas, no raesmo Estado, duas
lapidas grandes quadradas, com forma de
mes^s accrescentando o referido escriptor
que estas f>ram evidentemente feitas por
mos humanas e bem assim que os lage-
dos desse lugar estao assignalados por
muitos caracteres deseonhecidos.
Nao menos interessante a pedra que
o autor da obra citada deicobriu em
Inhamun3, no s tio Carear, no Estado do
Cear, a qual tem o aspecto de um barco
piqueno com a popa sentada em te ra e a
proa levantada pira o poente, encostada so
br oj.tr as peiras menores e toda chea di
iuicripcZ'.s ; parecendo-m3 assignalar ella
um dolmen de configurayao especial que
ahi se tivessa erigido ; o que nao muito
Fordinand Diniz, oceupando-se das an-
tiguidadas de Pernambu o e parecendo
acreditar que o territorio deste Estado j
foi habitado por urna nacao mais adianta-
da em civ lisayao do que todas as que
existem no'Brasi', pois tinha alguns rudi-
mentos de architectura, record-nos gei-
ramente o que refere Birleus com relayo
ao grande numaro de pedras evidentemen-
te amontoadae pela mao dos homens e
que Elias Herckman encontrou na sua
viagem ao sertao d'aquelle Estado.
E de fejto, consultando-se obra do
erudito hollandez, intitulada Historia dos
succ ssos que occorreram ni Brasil e em ou
tros lugares durante os oito annos d-o go
verno do conde tuuricio di Nasiau vo-
sa que o illustra historiador, na parte em
que descreve a excursao de Herckman
pelos des artos de Copaoba, nos falla de
dolmens construidos nos sertSes deste Es-
tado e do da Parahyba, pois outra or-
dem de monumentos nao representam es-
saj pedras en rmes (magnee milis lapiei)
que aquello vi jante encontrou em seu ca-
minho, amontoadas pelo esforco humano
{humano labore congtsti) e de forma tal que
dir-se-hia imitar altares (ea forma ut ara*
referre vidtantur) pedras que, pela sua
grandeza, nao se acreditara que para al i
tivessem sido transportadas por mos hu-
manas (quis nul'a utetation, nuUa vi illuc
depyrttri potuUse ob magnitudinem credos).
CURIOSIDADES DO BRASIL
RIO GRANDE DO SUL
As Torres
A urna legua, mais ou menos, da foz do
rio Mambctuba, a praia, que desde o mor-
ro de Santa Martha tem corrido em dunas
arenosas, acha-se interrompida por um
phenonemo geolgico, que desperta a ima-
ginayo fatigada pelo espectculo continuo
de urna montona aridaz : no meio desse
deserto nublado de ara e d'agua, appare
ce repentinamente um monumento natu-
ral dos mais curiosos : na borda do Oce
ano levantam-se verticalmente tres massas
cylindricas, as quaes, em razao de sua
forma, foram chamadas : as Torres ; es-
sas massas, apparentemente formadas de
gneiss, batidas e arruinadas incessante-
mente pelas ondas, em que se assentam
da parte de E offeracem, sua face cir-
cular sobre o Ocano, rochas salientes em
agulhas verticaes, adherentes por sua ba
se ao corpo mesmo da massa inteira, e
que parecem como os restos de urna cor-
tica exterior, j de muito tempo roda pe-
lo mar.
Esses parallelipipedes lapdeos, so-
branceros ao Ocano, fazem corpo por
sua face opposta com as trras adjacentes,
inclinando a O. suas sumidades coroadas
de verdura, at as por ao nivel com o
plano superior do terreno circumvisinho :
a altura das Torres parece variar entre 70
e 10) palmos, soladas, entre si differem
tambem de dimetro e de distancia res-
pectiva : a torre do N. a mais conside-
deravel; mostra um dimetro, mais ou
menos, de 2) brajas : escarpada a E e
ao S., mas ella projecta ao N. na direcyao
da praia, um plano inclinado formado de
ara, que a faz fcilmente accessivel desse
lado; no alto d'aquella torre e sobre
o terreno que prolonga sua sumidade
a O., eBtabeleceu-se a guarda e povoa-
yao das Torres, especie de fortaleza natural
na fronteira da provincia.
A 60 brajas, mais ou menos, da pri-
mera torre, levanta-se a segunda, menor
em dimetro ; e a menos de 15 bracas
desta apparece a 'terceira, que se acha
quasi ligada com a precedente por um ro-
chedo pyramidal intermediario, da mesma
substancia, e deforma assaz regular. O
cume das duas ultimas torres cobarto da
urna bellissima re va ; inclinam-se bran-
damente a O, at ao n vel da estrada, que
passa por traz e junto d'aquelles curiosos
edificios da natureza.
Nicolao Dreys.
POESA
submarinos ; ou cm outros termos que j
existia, como un continente extenso, a par
te central do Brasil, quando as mais par-
tes do mundo estavam ainda slib.mergidas
no seio do ocano universal -ou surgiam
apenas como urnas ilhas insignificantes ;
tocando assim a elle o titulo de ser o
mais antigo continente do nosso planeta.
i
u
DOLMKNS DO BRASIL
Dolmen, Segundo Mauriai LaolioUo,
no seu Novo Diccionario ln'varsaf-,
um altar ou tmulo druidico formado por
nina grande pedra, erguida perpendicu-
larinente ou horisontalmente colljciia
sobre duas ou mais pedras menores.
Nadaillac, apresentando a etymologia
da palavra, fal-a derivar do cltico d>tul
mesa e men pedra ; pelo que significa
mesa de pedra.
Os dolmens esto espalhados por toda
a superficie do globo, po s elevam-se na
Europa, na Asia, na frica, onde apenas
a sua forma varia dd modo pouco sensi-
vcl, e silo igualmente observados n con-
tinente americano.
Rerero Darw n, na obra Viagem de um
naturalista em roda do mundo, haver en-
contrado um dolmen na Patagonia; e o
festejado autor do livro Os Pnmeir s H-
mens nos falla de numerosos quadros que
no Congresso prehistrico, reunido em
Pars no anro de 1857, expoz rar Squier,
representando os tmulos peruvianos, em
diversas epochas, e mostrando a evo'ujao
destas sepulturas desde a p3dra tumular
at o dolmen completo ; o que prova que
como os mottnds na America do Norte, na
do Sul tem sido encontrados aquellos mo-
numentos prehistor eos.
E si as duas regioes merid onaes do
Novo Mundo, a Patagdn:a e o Pera, sao
elles frequentes, ha tbda a probabilidada
16
POR
SAVisn rs :::?:z?:s
SEGUNDA PARTE
A ESTREA DE UM ESTROINA
|VII
(Continuao)
! Logo, convm-lhe attender os meus pre-
ceitos, convm-lhe seguil-os, e repellir para
longe de si os perigosos exemplos das m-
nhas acgSes... O senhor moco, tem
diante de si largo futuro, e a sua vida
pode ser bellissima, se o quizer : oceupa-
coes razoaveise prazeres honestos poderao
preancher-lh'a, tornal-a fcil para si e para
os outros ; rico, como empregar nobre
e generosamente a sua fortuna. Dapois
une a sua sorte de alguma casta e en-
cantadora donzella, a quem offerecer o
sen primeiro, o seu nico amor verdadei-
ro. Ver-se-ha finalmente renascer em fi-
lhos, que sero a sua alegra e a sua glo-
r'a, e que lev&rao a v da como o senhor a
houver levado, felizes e respeitados.
Urna tal Hnguagem na bocea do con-
de de Bracy ? Do homem a quem deom -
nam Bm dos es'ro'nas! murmuroa Re-
nata.
Admira-Se disto ? Comprehendo,
proaeguio Mximo. Mas sabe porque lhe
fijlo assim ? E' porque lhe tenho affeis&o,
BoBAto... Sim, porque lhe quero mui-
fra dj propos to, pois, como menciona
Nadaillac, a pedra Martina, que serve de
mesa de um "monumento daquelle genero
porto de Livernon (Lot) apresenta tam-
bem a frina de um batel; sendo bastante
o simples impulso da mao para fazel-a
balancar sobre as duas pedras, que a sus-i
tentam por um milagre de equilibrio.
O Yisconde da Porto Seguro, ainda que
igelrainente, allude tambem a existencia
de um dolmen encontrado por elle no Es-
tado de S. Paulo, embora nao o classificas-
se depois entra essa ordem de monumen-
tos
Descrevendo, n'um trabalho seu, intitu-
U-la Ethnooraoh-a Indiqeni, a excursao
que fizera por aqelle Estado e partilhan-
do da crai^a da qua um d:a o acaso far
descubrir na.vasta extenso do Brasil al-
guns monumantos de outra eeracSo ante-
No seu precioso livro A Amrica pre-
histo'ica, o sabio Nadaillac, opinand que
tudo parece provar que os Guaranis ti-
veram como predecassora ou contempor-
nea urna raga mais c'vilisada, allude a
esses raros megalitlios, descobertos por
Elias Herckman; e mais recentemente o
1 tterato portuguez A. Lopes Mendes,
que percorreu a Am3rica do Sul, faz del-
les manjSo na sua excellente memoria,
intituladaO Oriente e a America, apre-
sentada ao Congresso Internacional dos
Orientalistas em Lisboa ; pensando que se
trata de verdaderos dolmens e accrescentan-
do que, como as antai em Portugal e na India
os houris dos Pandaos, tambem em Minas
Geraes e principalmente no Piauhy se en-
contram dasses monumentos prehistri-
cos.
: -
se veem
Balgica, compa-
rior e inis civilisada qu a rasa degene-' destruico dos dolmens, que ainda se con-
rda que a povoava na pocha do sau des-
cobrimonto, refere o Ilustre historiador
ter visto de longe, equerda do caminho
de quem vai do povoado de Ponta Grossa
a freguezia de Palmeira, diversas pedras
oollocadas com tal ou qual s'ymetra, se-
melhans dos monumentos druid:cos da Eu-
ropa; sendo para sentir que nao as exa-
minasse elle de perto, o que si fizesse,
talvez se convencesse de que sa tratava
nao de urna simples casa de pedra, como
posteriormente lhe pareceu, depois que
viu a collec^o ingleza da Rurchas, mas
do um verdadeiro dolmen, desses que os
druidas construiam e que tinham a3 vezes
o aspecto exterior da urna casa ; como o
que sa achou em Antequara na Hespanha,
o que se descobriu parto da Esse, no de-
partamento de Ule Vdlaine e sobretudo o
denominado da pedra turqueza, prximo
de Pariz, do qual apresenta Buchner o
curioso fac-simile na sua obra O homem
segu ido a sciencia
Mais importantes, porem, do que esses
sao os que, sob a forma de altares, se ele-
vam em varios pontos dos Estad s de
Pernambuco e Parahyba.
to !... Eu mal o conheco, supponho que
lhe fallo hoje pela terceira vez, e, nao
obstante, vejo que me inspira extraordina-
ria affeigao... Nao posso olhal-o como
um estranho ero como um indifferente,
nao posso consentir a sangue fro que a
sua barca descuidosa se perca n'um abys-
mo, cuja profundidade me conhecida...
Ha muito tempo que sondei o nada, e que
experimento a amargura desta existencia,
cujo engaoso brilho o attrahe... Eu
cumpro um dever, bradando-lhe : nao v
onde quer ir Renato !... L que est o
perigo I... L vicia-se o corac&o, a alma
corrorape-se, a intelligencia extingue-se, a
honra mancha-se muitas vezes ; e eu que-
ro perseveral-o de tudo isto, Renato, como
faria a um filho, se tivera um filho, e elle
se lhe assemelhasse!
Mximo pronunciou estas ultimas pala-
vras com urna comraocSo que nao diligen-
ciava oceultar, e fitando em Renato olhar
enternecido e penetrante, afim de ver se a
commoco que transbordava em si mesmo,
comecava acaso a invadir o seu joven com-
panheiro.
Renato, porm, permaneca impassivel!
Poderia al mesmo dizer que mal ouvira
as ultimas phrases de Mximo. O seu
peusamento tinha voltado para junto de
Blondine, e de Blondine volteava pelos
alvos hombros de Albina, pelos olhos las-
civos de Camilla, e pelo rosto de madona
de Eugenia. Renato sorria-se interior-
mente para todas estas miragens, e fazia
a si mesmo a promessa de transformar
muito brevemente tio encantadoras vsSas
em seductoras realidades.
Mximo comprehendeu que tinha de se
haver com urna natureza excepcional, e
que se dir gia a um coracao prematura-
mente secco e~ viciado. N5o obstante,
resolveu intentar mais um esforco.
__ Sem duvida que lhe deve admirar
como que na minaa idade, eu; que tfo,
Com'parando-Ds cora outro3, diz Barleus
que os megalithos que Elias Herckman
descobrira eram iguaes aos que
na regiao do Drenthe na
rajSo esta contra a qual nada prova a ob-
servajao de Mortillet de nao existirem
dolmens em toda a regiao oceupada pelos
belgas, desde a embocadura do Drenthe
at os limites da Normandia, porquanto,
como judiciosamente pondera Nadaillac,
milito poesivel que estejara hoje destruidos
alguns desses monumentos, que existiam
outr'ora nao s naqualla regiHi, como em
outras apontadas por Mortillet ; o que
tanto mais adraissivel quanto entre a epor
cha em que escreveu Barleus e a em que
escrave o sabio archeologo francez me-
doiam duzantos annos, espajo da tempo
esto mais que sufficieate para oprr-se a
servavam de
hollandez.
p na epocha do escriptor
O que cumpro, entretanto, averiguar
a exist ncia, em nosso paiz, dessa-espacie
de monumentos descobertos no-sculo 17
e ainda no actual por diversos viajantes ;
pois que, si por um lado a falta de inves-
tiga5es e estudos necessarios sobre essas
pedras, dispostas de modo todo particu-
lar, autorisa a supposico de estarem alli
collocadas por um mero acaso ou como
um capricho da natureza, por outro o facto
de acharam-se quasi sempre letreiros pr-
ximos dallas e a circunstancia de nao
haver as suas visinhanjas alguma curio-
sidade, a que possam ellas referir-3e, pa-
recem estar indicando a existencia de ver-
dadeiros monumentos prehistricos, per-
tencentes a cathegoria dos dolmens, atten-
ta a forma especial, que elle3 apresentam,
forma que, por certo, no lhe3 foi dada
sem signifieajao pelo povo que os cons-
truiu.
Joao Baptista Rrgueira Coita.
bam prego aos outros, permaneco mergu-
lhado mais que nunca nos lodacaes deste
mundo de que diligencio afastal-o Pois
dir-lhe-hei, meu caro Renato, qne nao me
lancei ha muito tempo no viver que se lhe
affigura to brilhante, por gosto, mas para
atordoar remorsos Tenho aceitado como
expiacao e contino-a como castigo I
Que quer o conde dizer ? perguntou
Renato, a quem estas poucas palavras ti-
nham excitado vivamente a curiosidade.
Quer sabel-o ?
Quero... se comtudo um tal desejo
nao indiscr5o, Sr. conde
E' a historia da ninha infancia, da
minha mocidade. Nao tenha receio... vou
contar-lh'a... e praza ao co que o exem-
plo das minhas faltas lhe aproveitetn mais
do que a mim, e lhe sirva de lico o co
nhecimento do caminho terrvel que segui
para chegar a ser um tstroina!
Renato encheu de excellente curasao um
clice de crystal da Bohemia, accendeu ou-
tro charuto, e preparou-se para ouvir.
Fim da segunda parte.
TEBCEIKA PARTE
UM CORAgAO PARA DDUS AMORES
i
l
Dom'ngos
Eu, principiou Mximo, d'rigindo-se
a Renato, nao contei nanea a ninguem o
que lhe vou contar.
Fallando-lhe em tal ass
abrir feridas ainda mal
(Schiller)
*
t Qual de vos descera a esse sorvedouro,
Para ir apanhar a minha taya d'ouro ?
Q abvsmo a enguliu ; aquella cavalhciro
/-i 1 1 11 n t ti i
. Uu'vassallo fiel, qu^.a for buscar primeiro,
Esse a poda guardar, como um real presente,
Que faco ao seu esforco e ao seu valor ingente.
Assim fallava o rei e. em p, da immensa altura
Da um rochedo imrainente onda, qua murmura,
'.A-a aguas de Charybde, ao mar que bravejava .
Custosa taca d'ouro esplendido atirava.
Qual de vs, elle diz, se jnlga com coragera
Da se precipitar nessa infernal voragera ?
E era resposta ninguem, do mar vendo a tormenta,
Tenta o vaso ir buscar, o vaso ganhar tenta.
Pela terceira vez o rei faz a proposta :
t Quem ousa a taya ir ver ? E nao lhe dao resposta.
Da sbito um mancebo, um pagem moyo e lindo,
Com calma e intrepidez da multidSo sahindoA
Dasata o cinto seu, atira ao chao Beu manto
E de todos se torna o pasmo, o assombro e o espanto ;
Apenas elle chega ponta do rochedo
E lanya a vista ao mar, sera mostras dar de medo,
Ve no fundo do abysmo as aguas que rugiam
E que, como um trovo, a reboar se ouviam.
O monstro muge, escuma e ferve sussurrando...
Jorros d'agua e vapor aos cos vao se elevando ;
Quando urna onda surge, a segu urna outra onda,
Qual si o abysmo fatal, que nenhum braco sonda,
Nilo se esgotasse nunca e qual si o mar sem fundo
Produzisso outro mar, ainda mais profundo.
Cessa omfim seu furor e, entre a espuma clara,
A fauce negra e aberta o barathro escancara,
Como um antro infernal ; a onda se encapella
E se some a rugir ; antes que volte ella,
Com toda a uneco a Daus o pobre pagem ora j
Um gr.to da pavor escuta-se nest'hora,
Porque s vagas se atira o moyo destemido
E sobre, elle se fecha o. abysmo enra'ivecido.
.N&o mais reapparece ; o barathro sombro
Desprende agora s um fraco murmurio.
Adeus ao joven diz a turba estremecendo,
E cada vez mais surdo o echo vai morrendo.
Cheia de inquietayao, de horror sinistro cheia,
Pela volta do moyo a mnltidao anceia.
Si tua c'roa, rei, ao pego arremessasses
E a quem a descobrisse em premio coroasses,
Ser rei nao quereria ; urna tab grande gloria
Nao tentara a mim. Ninguem contou a historia
Dos Begredos do mar; innmeros navios
Rojou o turbilhao aos antros seus sombros ;
Da innmeros, que alli cahindo se perderam,
Mastros e vergas s boando appareceram !..
Mas eis que mais distincta a vaga alm resa
E approxima-se mais ; depois mais forte sua.
O monstro muge, escuma e ferve sussurrando...
Jorros d'agua e vapor aos ceos vo se elevando ;
Quando urna onda surge, a segu urna outra onda,
E a rugir qual trovo, que alm medonho estronda,
Galga do pego oscuro a infernal garganta., ...
Vede como que um cysne ao longe se levanta
Da negridao do abysmo ; um brayo n al veja
E uns hombros d'alva Cor; elle que forceja,
Que nada com vigor e com perseveranya ;
Ergue na mo a taya e para a trra avanya ;
Faz signaes de prazer e de alegra infinda ;
Arqueja o paito seu por muito tempo ainda,
At que a luz do sol pode saudar o joven ;
Mil. felicitayoes de bocea em bocea chovem,
Chovem mil parabans, dos quaes elle o alvo.
tEUe est vivo aind*, elle nos volta salvo,
\


Dizem a urna voz ; o moyo corajoso
Victorioso se do barathro horroroso r
Ent3o' em torno a si a turba se congrega ;
Eil-o que se ajoelha e a taya ao rei entrega,
O qual manda em seguida a filha, que elle ama,
Que a encha de bom vinho ; o moyo bebe e exclama
cViva o rei, viva o rei Faliz, meus senhores,
Qu.m v a luz do co ; um lugar de horrores
O golpho a que desci ; o pensamento humano
Nao tente devassar dos deuses o arcano,
Nem busque conhecer o que elle tem de horrivel
Oquede escuro tem : com rapidez incrivel
Arrastou-me a corrente e eis que do duro seio
Dj.emperdenida rocha outra torrente vaio
Sobra mirt se atirar, com sumrna violencia ;
E nilo podendo oppor nenhuraa resistencia
A essa dupla forya, era um redemoinho
Fui envolvido ento ; da raorte j visinho
Eu implorei a Daus, que logo deparou-rao
A ponta de um rochedo, o qual foi que salvou-me
Da me abysmar no pego ; o meu valente pulso
A elle se agarrou raui trmulo e convulso. ..
De uns ramos de coral a taya estava presa,
Pois nao poude descer do mar profundeza ;
Abaixo de meus ps vi mais de urna caverna ;
Rubra luz lhe accendia a vastidao interna ;
E ainda que o torpor o ouvido me cerrasse,
Com salamandras mil estive face a face ;
Vi reptis e dragoes, em doudo movmento j
Era um mixto confuso, estranho e violento
Da raias colossaes de colossaes espinhos
De enormes esturjoes, de enormes caes marinhos
E de hyeuas do mar e tubaroes terr.veis,
Atroando a araplidao co'os gritos seus horriveis.
Suspenso onde me achava, estava quasi certo
Da nao ser soccorrido ; infindo era o deserto ;
Alli eu ora entao o nico ser humano ;
Nenhuma voz descia ao fundo do ocano,
E me cercavam s immundas creaturas.
Ah tremo de pensar em tilo crueis torturas !
Ao ver taes animaes era bando a rodear-me
E a avanyar para mim, afim de devorar-me,
O ramo de coral a que me suspenda
Deixei horrorisado, o golpho, que ruga,
Urna onda expellid, que me arrastou comsigo
E que me libertou do hrrido perigo.
Ao ouvir essa historia, exclama o rei pasmado :
t A taya t pertence e este annel ornado
Da um rico diamante ajuntarei ofrenda,
Si voltares do abysmo vastidao horrenda
E trouxeres d'ahi, das partes mais remotas,
Fiis utbrraayoes de cousas ignotas
A fiha entao do rei, que commovida fica,
Co'uma voz carinhosa ao pai assim supplica :
c Deixai, meu pai dexai esse cruel gracejo ;
Si acaso nao podis conter vosso desejo,
Que outro exceda em valor a este bom vassallo...
Fazer o que elle fez quem poderia ousal-o ?
Mas o rei nao a attende e, pasmo do que ouvira,
Da novo empunha o vaso e ao golpho escuro o atira.
Si trouxeres-me aind.1 a preciosa taya,
Far-te-he meu cavalheiro e urna outra graya
Reunirei a esta, a qual excede a todas :
Hoje mesmo dars o sculo de bodas
A quem pede por ti com um fervor tao grande
Pela alma de mancebo um viyo ardor se expande
E pelos olhoB seus estranha audacia brilha ;
Cobre-se de rubor do rei a augusta filha,
Empallideoe e cae ; um premio tal o excita
E, disposto a morrer, no mar se precipita.
Rnge a vaga e se some... e com furor trasborda .
N'alma da multido o interesse accorda
A sorte do mancebo ; o golpho as vagas som e
E as vomita de novo e, sem que nada as dome,
Ellas erguem-se e cein, cora um rugir que aterra,
Mas o mergulhador nao volta mais trra.



'
Joao Baptista Rcgueira Costa.

*>, vou re-
Jeatrizadas no
meu corayao, e que tornfirSo a sangrar,
como d'antes... Pouco importa. O que
pens chegar ao fim a *qne me propo-
nho... e-tendo certeza de chegar, de me
ouvir com attaacao affectuosa, e com o es-
pirito disposto a deixar-se convencer. Da-
pois, se quizer, ausentar-nos-hemos ambos
de Pariz.
Abandonarei, nb s sem saudades, mas
ainda com inaudita satisfayo, o theatro
dos meus successos... Deixarei os nescios
e imbecis, que me rodeiam, dividirem en-
tre si os despojos da minha cor6a de es-
trona, e lutarem uns com os outros para
conquistar algumas parcellas da louca ce-
lebridade que desarrazoadamente denomi-
nara : minha gloria.
Iremos juntos viver urna vida suave e
tranquilla, sob as sombras seculares dos
meus grandes parques e respirar o ar vivi-
ficador da nossa velha e excellente pro-
vincia. ...
Leio lhe nos olhos, Renato, que nao lhe
agrada a minha proposta !
Paciencia Havia de ser devras hbil
o medico que conseguisse curar um doente
antes mesmo de ter experimentado nelle o i
remedio em que confia.
Principiando, pois, dir-lhe-hei que
tinha exactamente a sua idade ; completa-
ra, havia das, vinte e um annos. Isto,
como v, faz-nos recuar vinte e quatro ;
havia dous que eu concluir os meus estu-
dos classcos no collegio de Besanyon.
Logo depois de ter concluido o curso de
philosophia, voltra para o meu castalio de
Bracy, onde v'via s com criados, porque
era orphSo ; fra filho nico, e mal con-
servara longinqua recordayao de meus pais,
fallecidos ambos durante a minha in-
fancia
Nunca fizera outra viagem alm de Be-
sanyon para Bracy, ou de Bracy para Be-
aanyon. N&o conhecra at alli senZo os
meus condiscpulos. Era um provinciano
chapado, um ente insociavel. de maneiras
desabridas, descu doso no vestuario, e sel-
Tagem quanto era powiveL Pasma as
minhas propiedades o anno inteiro, tanto
o invern como o verao ; e affirmo-lhe que
nao pensava sequer em sahir dellas, e que
muita adm rayao me teriam causado se rae
dissessem que deixaria um dia a velha ha-
bitacra dos meus antepassados para vir
conquistar em Pariz o sceptro da moda.
O meu solar de Bracy situado poucas
leguas alm de Pontalier, as montanhas
do Jura, que confinam com a Su'ssa, e
qua recordam os seus mais bellos pontos.
E' com effeito a mesma natureza selvtica
e a mesma vegetayo grandiosa Por to-
dos os lados rochedos, elevadas monta-
nhas, as quaes se estendem florestas de
carvalhos na base, de choupos e betulas a
meia altura, e de abetos nos pontos mais
elevados. as proximidades do invern
reveste-se o amphitheatro de trplice cor,
tintas avermelhadas e pardacentas, verdu-
ra argentina e amarellada, e emfira verde
sombro e carregado.
Este sitio, a proposito do qual entro em
pormenores, cuja necessidade mais para
diante comprehender, muito querido dos
paizagistas.
Em quanto duram os bellos dias do es-
to e do outomno, sempre por alli se os
encontram mais ou menos, com ampios
chapeos de palha, a caixa das tintas e o
guarda-sol s costas e o cajado empontei-
rado na mao, ora trepando a cimos escar-
pados, ora desenliando, aqu um rochedo
de forma arrojada e pittoresca, alm um
tronco de arvore embranquecido pelo tem-
po, roido pelo musgo e pelos lichens e fen
dido na parte superior pelos ra'os.
Os estrangeiros, exceptuando estes pin-
tores nmades, ignoram geralmente o ca-
minho das solidos do Jura ; e nos recon-
cavos daquellas montanhas vivem popula-
y5es gnorantes de quanto occorre em tor-
no dellas, fra das suas florestas. Era
pelo menos assim ha vinte e cinco annos,
quw diMT na poca om qus occorreram os
factos que vou narrar-lhe ; e, salvo se me
engao extraordinariamente, ainda hoje
deve succader o mesmo.
O solar de Bracy ergue-se a meia en-
costa, no declive de urna raontanha assaz
elevada. Domina-o vasta matta de abetos
e tem aos ps um valle profundo.
Bracy urna sombra e grandiosa habi-
tayao, construida ha quatrocentos annos, e
que conserva o cunbo da sua rocca. Pa-
rece um dos castalios quasi phantasticos,
em que os romancistas modernos se com-
prazem em emmoldurar aventuras extra-
ordinarias.
Com que se ha de preencher a vida^no
interior de urna provincia, e tendo-se vinte
e um annos, senao em cayar, em beber, ou
em amar ? -
Ora, eu era sobrio como qualquer ana-
choreta, e pensava tanto em amor como
urna crianya de doze annos, ingenua e can-
dida ; nem comprehender mesmo, tradn-
zindo a Eneida, o calorse episodio dos
amores de Dido e de Eneas.
Em compensayb cayava encarniyada-
mente, cayava sem tregoas nem descanco,
cayava de dia e de noite... Sim, de da
e de noite; porque muitas vezes, depois
de ter andado o dia inteiro, oorrendo un
raposa ou um javali, tornava noite a pe*
gar na espingarda e ia por-me a espe*;
parece-me que lhe ouv dizer que gostara
de caya.
E affirmo-lhe que muito apaxonada-
mente, Sr. conde.
(Continua).
Typ. do (Diario* r. D-que dt QxsJm $*
'
-]


^-.




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