Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16551


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Full Text
"

.,r>v i
*



ik\0LXX
abbado O ae Mareo
c Haroo Se 191)4
a
XI MERO 50
DIARIO
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados. 8$000
Por seis mezes adiantados. i5#000
Por um anno adiantado ,. 30#000
NAMBUGO
L 3FIOT3SIBQ& BE 3MBI& & FIES
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICARES NA FRAN-
gA E INGLATERRA
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Os Srs Amede, Prince & C.*, residentes em Pars34 ru de
Provence
Por seis mezes adiantados. .
Por um anno adiantado .
Numero avulso do mesmo da.
Numero avulso de dias anteriores.
16$500
331000


t



1SSTKICC0 POPULAR
EDCAgAO
ISTSLLSCTAL, X0.UL E PSISICA
HERBERT SPENCER
CAPITULO II
A Educa?ao Moral
Soproihamos qae, excitado pelo espirito ex
nerimealal iao conspicuo as margas, cojas
icco'fl instincllvamenle 8- cooformam com o
mpiodo inductivo de ineBtigigaosuppooba-
mo que asaim exc lado, o rapaz ae diverte
uoeimando pedagoa de papel lu-., Tendo 08
arder A me. ue carcter ordisanarcente irre-
niecti'do, no Intuito de o ivrar d'aquelle mal
ou receaoco qae elle ae qoeime, ordeno Ibe que
desista ; e no caso de cao comprir eaia ordeno
tirar o papel de ao p d'elte. Mas, ae for bas-
tante feliz para ter urna me de algam joiso,
nne aoober qoe o interease com qoe elle assiste
a cuerna do p3pe> resoltant. de orna curiosi-
dade salutar. e qoe tem tambem asabedona
para considerar oa reaultadca da roa interferen-
cia ella racionara d'eaia maneira: Sa eu poier
nm' termo a iato tou por obatacolos acqulsl-
cao de om cerio nomero de conbecimentoa. E
verdade que eu livro a crianca de ae queima-;
mas qoe fazer? Elle ca certo de qoe a pode
ooeimar algumas vezea; e absolutamente ne-
Soasarlo para seguraoga da so Tida conne-
cer experimentalmeote as propriedadea da cham-
pe Cea fier com qoe elle agora n3 corra
aquelle risco, ceriameme para futuro poder
correr o mesmo no oufo aioda mau.r, qaaodo
nao estiver preaeote peasoa algoma para o
soccorrer; e se tem de soffrer qualquer acciden-
te qoe seja agora qoe estou ao pe d elle, por-
qoe posso salval-o de qoal,uer coisa grave.
Alem d'isao se eu tlzer com que elle de tal desis-
ta Jvou oppor me a qoe laca urna cosa que i
em si meama ioooieote, e qoe realmente um
passa-tempo instructivo, e ficar-meba ven o
com mais oo menos ma vootde. Desconbecendo,
como descoobece. o ma' de que eu o qaena
livrar, e sentindo apenas o deagoato de um de
aejo contrariado, no tardar em me considerar
caoaa d'aquelle deagoato. S.lvaorto-o de om
mal qoe nao pode conc^ber, e que. portioto,
nao ten para elli existencia algoma, vou feril-o
de modo que ja ssoi olorosamente, tornndo-
me aasim, ana vala, orna causa de deagoato.
O que tenbo. pola, a fez. r de melbor. e simples
mente pol-o salvo de qoalquer pe-o. e estar
rompa para prevenir qoalquer desgraga seria.
seguindo es'ai razoes diz para o ulbo :
(Contina).
PARTE OFFICIAL
Thesouro do Estado de Pelr-
nambuco
DESPACHOS DO DA 9 DE MARCO DB
1894
Alberto de O. Coelbo, Companhl do Limoeiro,
Bduardo Sootinbo da Silveira, Manoel Joaqotm
Barbosa. Mara do Rosario e Silva Jos Mauricio
de Alencar e Rodrieo Carvalbo da Uwha.-Infor-
me o Sr. Dr. Contador.
Domingos Googalves da Cunba -Informe o Sr.
Dr. ajudaote oo procurador dos fetosdo muoicl-
Dlo de Bom Conselbo.
Senborlnha da Cooceiga-' Mafra.Certibque-ae.
Maria Angelina de A. Tinoco.A Seeco do
ContenclOBO para os devidos flna.
EXTERIOR
EUllOPA
Franca
Os bailesJpresloenciaeaDiscurso
poltico do Sr. FloqoetIovallda-
Co da e'eigo do Sr. WilsonRe-
getgo na ornara, dos depotados do
contra projeclo do Sr. Faura, e da
emenda gradoando oa trigos, e ap-
provagSo oo projecto do Sr. Perier
aogmentaol i os direitos de entra-
da para as faMobaeImpresaOes
publicas oa Fraoc e oa Ruaala em
resultado desse fadoNegocios ide
Tombouetou O ex^rei de Dabo-
mejDemiaeSo do Sr. F. de Les
FOLHETM
POR
z:i:a :s hotepis
SEGUNDA PABTB
A ESTRA DE UM ESTROINA
vi
O dia seguints
(Cootioaaclo)
- Mo me cabe, Sr. conde, retorqaio
Renato, eitive a ponto de nBo o ser.
Porque ?
a Porque ha apenas Vrea quartoa de
hora qoe reoebi a aua carta.
Se eu aoubesae a morada da Blondi-
qa, retorqoio Mxime, ter o mea amigo
reoebido a oarta bontem noite.
Renato tornoo-se eioarlate.
Porqoe raalo cora ? proaegoio o con-
de. A Blondn* ama bonita rapariga, a
em agradeoo nlo tel-o feito padecer...
Bi omita moatrar-ie generoao com a pe-
Moa, qae foi a eaa primeira distraerlo
em Paria. Alm diato aai de fonte limpa
ave. a pobre rapariga nlo tire eetiafeita, *
aae Um noria agradabiliaiima orna oentena
da lamo*.
- lit dita, retorqoio Renato. O qa*
sepaO Banco de Franca eseo mo-
vimento oo anno de 1893Admis-
s&o do Sr. II 'relia oa Academia
Fn acezaanarcbstas.Manifesta
gao da imprensa em preaenga do
anarcbamoO mesmo.
Ni quinta feira 45 do correte, deram o pre-
aideote da Repblica e sua esposa M oe. Carnot
o orimeiro dos saus dona grandes bailes ao-
nnaea.
A joire foi animadiaaiaia e das mais brl>
Ibaotes.
Oacoo7idados eram tant, qoe (ol preciso
abrir os salOas ao primeiro andar do pala
ci
Foi multo admirado o novo aalo dos eapelboa,
qoe urna reprodacb exacta do famoso aalio
de Fontaioebleau.
Madame Cirnot ve.-t a urna riqaiasima toilet-
te de selim braoco e rondas brancas, bordada
a ouro, tendo no cabello om puf de plumaa e
orna alerette de brilbaotes.
O Sr. Floquet, seoador e antigo presidente
dojconselbo, em nu discurso poltico, combaten
enrgicamente o partido dos all.dos a rep-
blica. .
A camarg dos depntados iovalidoo a riel-
&o do Sr. Wi'ajo. geuro d> x-presidenle 6r-
vy, em cooaequencia daa fraudes pratlcada3 per
occasin das eleicOes.
A mesma cmara, cont nuanlo a discut- a
obre taxa dos trign* estraogeiros, regeitoo por
481 votos contra 52, depois ne tres das de ms-
cassa j, o cootra-projecte do socialista Fao's.
oo8eotido de que o E-lado mooopolizasse o<
trigos importados, e tambem rejeiloa por 401
votos centra 103 o dlreito graduado sob" oa
meamos trigos, sustentado pelo Sr. MS|m-. mas
combatido pelu goveroo, tendo atina! vu>d pru
jecto de lei apreseotado pelo Sr. Casimiro Pe-w
presidente da commtssio de alfaodea*, e qo<>
cooslata n'um angmeoto de sete francos sobre os
direnos de entrada para as fanobas.
O governo russo magoco se por ver o goveroo
fraocez adoptar esta medida, que contraria os
lteresses commerciaea ramea,joaiameate qoao-
do se concloe o tratado de commerclo entre a
Allemana e a Rusaia. e considera o projecto de
le em qoesio como om represalia.
Os jomaos russos cononam affiaogar que a
Russia Dio tem compromisaos algoo> com a
Franca, e qoe ea- no sed direlto proaioveodo oa
seu3 ute.-eases, seodo qoe as sympaibias entre
os dois povos nada teta qoe ver com ? acgo dos
respectivos governos.
A Impreosa francesa, por s o lado, n) occol-
to o sen desagrado por todas estas revelagOea e
alguna joroaes mata exaltados ebegam a pedir
qoe ae deOnam a.i poaigOes, e qoe, se ba entre a
Franca e a Russia alguui accordo tcito, qae elle
eeja redosido a escripto. A Russia, poraa na-
vae pira aoi.
A Franga exagerou a slgnidcagio da manifes-
tago de Toulon.
Qoem vio bem o modo porque o almirante
Avelaoe se apresentou. qum leo com olbos de
ler o resumo dos seos discursos, qoem ap-eciou
debidamente os telegrammaa do czar ao Sr. Car
not, comprebeedeu ioico qoe a Roaaia nao qae-
na ligar as demonstrares nenbom carcter po-
ltico, oem se prestava a fazer o jogo da vaidade
franceza.
Ex Franca nao se poule oo nao te quiz com-
p-ebeaaer s'.o, e o resaltado est se Tendo.
Isto nota om jornalisia que nao prima pela boa
vontade para com a Franga.
O conseibo meoicipal da cidade de Mane-
Iba protestoo cjntra qoalqaer augmento doa di-
reitos sobre os cereaes e contra a modificagoo do
actoil systema de entreposto.
A proposito do tratado de commerclo raaso
germnico, a imprensa franceza nao deixa de
mostrarse preoecupada com este fado e com a
sigolcagao e alcance qoe Ine tem dado oa jor-
oaes da trplice ailianga, fortemente secundados
pela impreosa inglesa.
Procurando attenoar a impresslo cansada oa
Europa por esta demoostrago de cordealidade
entre as doas graodes potencias, os jornaes trn-
celes coQfessam agora qae o ciar uima.eempre
pela becca dos seos embaixadores qoe nica-
mente qoerta a paz e que non -a sa envolverla
n'uma goerra para ajudar a Franca a renaver
Mets;e Strasburgo.
O XIX S lele. Tai I o o ge, e observa que o
czar estendeu com a aua franqnza e com a sna
lealdade babituaes a sna mo a Franga nica-
mente para assegorar a tranqoillidade do moo
do e garantil-a contra qualqoer aggresso, aja*
dando-a a manter o equilibrio eerjpen.
Este memo jornal, mal disfargando o resenti
meato da Franga pela approximago russo alie-
mi, diz qoe a amisade da Rsela multo Tallo
sa a Franga, mas ella nao deve embaragar a sua
liberdade de aegao, e que oo Elyaeo eno
iQa.is d'Orsay se tem dormido embalados pelo
cacto das eyoopaihias populares e que preciso
acordar!
A opiniio em Franga cootinoa moito Im-
pressianada com o morticinio da expedigo Bj
nier em Tombouctoo.
15 o Sr. conde nlo sabe, que ella d todoa
oa indicios de morrer por mim.
E qnem o duvida ? t pergaatou M-
ximo. A estas horas deve eatar loaoa pelo
bario ; e nem me sorprendera qae olla o
amaase quinao diae inteiro*.
O que! Tanto tempo ezolamou Re-
nato, rit do-se.
Cortamente I A Blondine urna he-
rona de conitaocia, e j tem dado proras
de Adeudado aaaombroaa.
Aa ultimas patarras de Mximo cana>-
ram evidentemente em Renato orna imprea-
alo deaagradavel. O Sr. de Bracy noton-
o, e mndoo imme atamente de oonTeraa-
clo.
Diga-me : j tem vontade de elmo-
oar ? pergunton elle.
Pareoe-me qoe sisa.
Eatlo, Tamos para a mesa, porque o
almoQo est prompto... Olbe, ahi nos
abrem a porta da oaaa de jantar.
YII
A aaia de jantar para onde Mximo
oondoiira o aea hospede, era orna verda-
deira obra prima de loxo e bom goato.
Cobria as paredee nm forro de oordovlo,
laTrado e donrado; o quando diemos
eordov&o, nem por sjombrai fallamos ^ de
nenhama daa mesqninbas n econmicas
imitafSss, oomo a industria modernn aa
fabrica, por balso prego, para a gente qne
pretende ostenta' as exterioridades de ama
Ilusoria elegancia, cuja realidade nao pode
goaar, por se oppor a iaso a pequeos dos
sons baveres.
Nos aparadores, qae datavam de Henri-
qne III, figurara urna belliasima baixella
de familia ; a oeoapatam o logar do honra
doas oa tros pocas do oarivesari, do um
Os joroaes disaeram qoe a tomada de Tjjt
booctou bavia sido determinada pelo goveroo,
mas este, coormaedo as declaragOea felfas nos
cmaras, euviou Impreosa urna nota olli :iosa
duendo qae a tomada de Tombouetou fra orde-
nada peloa coronela Arcbioard e Bjnoie: contra
lastro ges formis do governo francs*.
Segoodo anouncia um despacba de K columna de tropas fraocesas sob o commiodo
do capifio JoBre em operagoes oo territorio de
Hacina tinba tido vieta em Niaponn, e portan
to deve te' cLegado a Tombooctoa no 1* de Fe-
Tereiro.
O ex-rei Beianzm de Dabomey, que lti-
mamente se entregar* ao general Djdds, Tai ser
transferido para a Htrtioica, nova residencia
qae acaba de Ibe ser designada pelo governo
franeez.
O coade Ferdioand de Lsseps, que como
se sabe, est ba tempos gravemente enfermo e
imp' asibilitado de todo o trabalbo activo, acaba
de dar a sua demi'So de preei lente da Com-
panbia do Canal dj Soez, demiaa&o qoe,foi ac-
celta.
Para o substituir foi eleito M- Gilcbard, se
nador e antigo vice presdeme da Compaobia.
A asaemMa madiieetoo o seo profondo sea
tuneo'.o pela reaologo da L. de Lesseps, a ca-
jos servigos prestan calorosa bomeDagem.
O Banco d Franga reooio-se em aasem-
bla geral de accionistas, e do relatorio do respe
ctivo gobernador cons'a o segointe:
A t itihdade dis operages foi de 12 milbares
e 893 jih.V's ae francos, moatraodo um nag-
rrie-iu it- \79 milbOes em reUgo a 181) J.
Eie ru jje-cs referem-ae apenas a operagOes
prodnetivas, excloindo-se os cepcaitos em t-
tulos.
At operagfies feltas grstaitameote para o toe-
souro foram de 7 milnares e 430 mHb6es.
O 1"d j'ito meta 11 ico varlou entre 3.784 ...
3 OH miiriOes.
A taxa oe dnaco'it) em razao da somma multo
elevada do d-pi.uo, n> e.xpe-tmeotou modi-
fleag alguma, coaeervaado-ae darsote o auno
i. 5 1/2.
A somma do deconto f ii de 8.922 milbOes,
mostrando nm augrn-uto de 506 in retacad a
189?; o vnc-me.nto medio cabio a H diai e
meio, mis a ioportancia media de cada traes-
acgo foi da 661 trancos 75, contra 6.2 francos
94 em 1892.
Km Pan, o valorea de 100 f aicos e mais
reprereoUm 36,20 */ do oomero dos valores
admittidos.
As oper-gOes de adlaotameotos foram de....
807.'18.00 francos, mostrando am togmeoto
de 55.682.000 francos em relago a 1892; a
maior, arte provm das contas ejrreatas de dea
eooto.
A baixa a 250 francos do mioimo das sommas
adlaotada* den o resuU ido qa*) o Banco etnera-
v : i.205 pessoas pediram meaos de 500 frao
ees.
A circolagao das notas varloa eatre 3.255 mi-
lhO-> e 3.559 milboes.
O movimento da calxa foi de S3.322 milboes,
interior em 297 milboes ao de 1892.
Os saldos das conlaa co'rentes comprehendem-
se entreno mximum de 51 milboes e ara m-
nimum de 329 milboes.
A.iezar do sagmeoto as 0Drag5es, o divi-
dendo do aooo foi apenas ce 12. francos contra
130 franco* em 1892, conseqoeocia da baixa da
laxa media do descont, qae foi de 2,70"/. em
1892. e de 2,50 / em 1893.
Foi adiotitido na Academia Francesa o
Sr. Severioo Hcredta, poeta de orlgem cubaos,
em sabatitatglo a Masade.
0 in .oerlto judiciarlo instaarado contra o
capilo de armas do vapor franeez Squateur
pela exolosao de dyaamite ba vida a bordo, por
occasio de sua eotrada oo porto de Brdeos,
continua a sna marcha regalar, seodo eotretao
to, ja coobecido qoe a respoosabilidade do de.
licto pesa sobre o referido capitio.
O aoarcbsta Henry, durante o ultima in-
terrogatorio a que foi sobioettido, confesson ser
o aetor da exploeo do Boas Eofaots, relatan-
do o attentado com toda a calma.
A polica descobrio-lbe ja o ultimo domicilio,
e acboa la apeaas nos restos de plvora cblo-
ratada.
O domicilio do criminoso tinha sido visitado
na noite anterior pelos companbelros aoarebis
tas, qae levaram comsigo todos os documentos
compromettedores, coocluindo-se disto qoe Exl
lio Henry teve cumplices no attentado do caf
Trminos, os quaea sao activamente procurados
pela polica, qoe des basca oa casa da mae do
mesmo em Coroeil, tendo bavido para isso e
para o interrogatorio que Ibe fo feito oarta ro-
gatorio, qoe M. Lejeane, commissario as dele
gacoea indiciaos, foi encarregado de levar aos
magistrados de Seine et Oise, com a miss&o
anda de auxiliar o delegado e o jais instructor
encarregados da diligencia.
A's 3 oras, os magistrados ebegavam ta-
berna A Bsperaoga dirigida por madame
Henry e ioterrogaTam a TiaTa do antigo niern-
bro oa Communa.
Nao sei nada, dizia a desgragada mas, de
trabalbo precioso e valor considerare!.
Eatre outras, notara se orna taca de prata,
oioaelada por Benrenuto, e dada por Fran
cisco I a om doa antepaseados de M-
ximo.
Aa riageoe tinham tornado Renato oo-
nbecedor de objertos preciosos. Em face
de taes aumptuoaidadea manifaston Tira-
mente a admirarlo que experimentara.
Em seguids, senton-se mesa e den pro-
ras de juvenil e rigoroso appetite.
Terminado o alaooo, condaeio Mximo
o seu hospede a urna sala de fueaar, for-
rada de urna eapaoie de catira pardo, em
qne mnito sobresahiam nmas cintas de
panno rerde.
Em segaida, foi nm criada oollooar so-
bre ama baaquinba ama baadeija de prata
oom doas enarenas do Japlo, oaaa eafetei-
ra e om aseneareiro. Ao lado da baodeija
pos nma traequeira de licores, orna eaixa
de charutos, urna rea acoesa e nmas pon-
ees de tiras de papel. Depois ofaegon para
a banqainba doas oadeiras, e retiron-se
diioretamente.
Mximo e Renato sentaram-se.
Renato achara-so na alegre e risonha
disposiclo de espirito, que saooede de or-
dinario a nm'escolente al mogo, ampia-
mente regado oom rinhos ge serosos. M-
ximo, pelo contrario, aohara-se eridente-
mente sob o peso de nma preoo apelo.
Anual eneheo a oharena de Renato e a
sna. Depois aooendea nm charuto ; o ao
paseo qoe o mancebo saboreara ao meamo
tempo, oom evidente reluptooeidade, es
produotoa da Harana o os de Moka, ene*-
ton elle a oonrersaelo, nettes termos:
Meo caro Reosto...
Sr. oonde...
Toas presentes os tersaos da oarta
qae Um etomi nontem noite?
qoe ae comprebeade fcilmente a dAr, e nao
c um prebendo esia risita Podem fazer aqnl o
q ue quizerem, nao proteataiel mas nio os posso
auxiliar.
M. Lejeane, qae tinha coab?c!meoto de ama
d nmcia receida na vespera no gabinete de M.
Mey^r, airlgia-se para a pora, e perlo do nm
monte de estrame, o'am sitio perfeitameote dea*
igoado fes proceder a excavagOes por operarios
que tiohara levado.
A 80 ceetimetros de profoodidsde eocoutroo
ama cana de madelra em qae estavam colloca*
das doas entras caizas de sioco, qae sarviram
para guardar oolacbas Olibet, e daotro bavia
orna grande qoaotidade de joroaes, brocharas
aoarcbijas e toda a correspoodencla de dona ir
mos de Henry com seas samerosos compi-
obeiros, bem como nos massoa de papeie, exista
igaalmente ama graade pbotograpbia represen-
tando om grupo de viote .anarcbstas, e feta em
Dijon a 9 de Abril de 1892.
Tolo* os tigaraates teem na mo um numero
da Hevolt-, estando o grupo cortado em doas
por orna oaadeira negra, com a inscripgo.
Morte aos bargoezes.
A' esqaerda da pnotogrepbia v-se um qoadro
com estas palavras : Preiuizos causados pela
burguesa aijoueoae, 9 ae Abril de 1892*; e a
direita ou'-o quuro com : A propriedade am
roabo. Viva a an.rcba I
Foi todo condolido a Pars para casa de M
Lejeane, eftf. Bertillon foi encarregado de pro-
curar uo grupo os lodividoos que passaram peio
servico autoropJiuetrico, e logo depois M. Fedee,
official de paz da brigada de averigaagOes, foroe-
cera sobre cada um aellea um relatorio... se for
eisslfol.
O jais de lastraego, Sr. Meyer tarooa a lo
ter.-ogar a Eoiie Hinry. Mas, este a pnmeira
peraata que ihe dirigi o magistrado, reapoa-
deu:
Ja me vas eof.stiando deveras. Dei-lb^s
em sacrificio a miaba viaa, e agrad9cer-lbea bia
moto que joo me massaasem mais. A cada
mo uento me fasem pergootas...
En vista disto o jmz e^teoiea nSa proseguir
no iUterrogatorij oesiatio de ampliar a lostruc-
gao do profano, que eoviado ao delegado do
ministerio pub>i.o, t--a jolgamento uo prximo
mez de Margj na lne aup'ema do Seaa.
O prefeilo do policu receueo na mannS de
20 orna carta tssiyuada Rioaly, aoaanciano
que uo no.el E-p ra^ga, oa roa uo Fauooarg ae
Saiat-Martia, esiava uollocada ama uomba ex-
plosiva ; e iodo logo verificar esta assergo, re-
conoeceu ser cxacia.
u director ou uooratono municipal di'ig'o-sa
aquelle local, o estuJoo os meioa de tirar da la
a.Dombi, Seui uea.i'ire.
Kao.ly 6 o uooje daoo pelo u lividoo que col-
locoa a uodiDa uo outrj botei da ra o* Saia-
Jacqoea ; e asae. ura ae qoe o .tul Rabaly escre-
veu ao Sr. Ure:ca, comuiiasario de puuCia da
ma Fauooarg Saiut-Marfu, provenindo-o de ue
ia suil.r-se por deaajoatoa de amor oo hotel Es-
sr raaos.
Rbaiy eaperava. provavelmeate, qae a bomba
reoeotaria uo momeutj em que o commissario
abrase a porta. A bomoa cabio, eSectivameote
no el So ic abrir-se a porta, mas nao rebenioa-
0 Or. U-escQ o commissario qae prendea
Rivacbol oo restaaraa te Vrv.
O Sr. Belonioo. uommiasario de polica da
roa de Saiot-Jacqaes. qae seodo commissario de
polica de Saint-Deois fes nma goerra vigorosa
aos anarcbstas, receben una carta anloga do
Sr.|Dreacb, chamando o ao botel.aa ruaide.Saiot-
Jacqoes, oade a noite exploJio, com eff-Mto, urna
oomba feriado Tanas pessoas, oclasire orna mu-
Iber appellidada Calaeri alcaogada no ventre
por alguna projectis, qoe Bao podero ser extra-
odos anda, am nodpede cnamado Israel attia-
gido as pernas e sua muiber que recebea exco
rugOes nos bragos e roato.
A bomba eslava suspensa em cima da porta
de nm quartu por um Oo bastante delgado para
se quebrar facilmeote qaaada a porta se abriese,
tendo sido a malher Calaorarl qaem abri a pe-
ta ; mas a bomba so reoentaa doas mnalos de-
pois de ter cabido no cbo.
0 commissario e o iprefeito de polica dirig-
ram-se logo ao lo*al do attentado, e abriram ia-
quento son-e elle.
Os estragos ruateriaes, qoe sao poneos coosi
deraveis, iimitam-se a portas e vidragas quebra-
das e movis aamoicadoa.
Descooia ee d'um viajante desconhecido que
deeappareceo co hotel, e espera-Be qae nao tar-
dar a ser descoberto, pois sanen) se os slgoaes
exactas delie : om bomem baixo e atarracado
com barba e cabello preto.
Assegnra se qoe o estado da muiber Calabre-
ri gravisaimo, pareceodo que oa projectis Ibe
olleuderam o peritoneo: e a ultima hora coma
qne fal ecera.
E' grande a hdignago por esse novo alenta-
do, qne anda se attnbue aos aaarebistas.*
4 policia procura o criminoso, e sopD6e-se
ser o aoarcbsta Bastan, qae acaba de ser pre-
so. Interrogado, oegou lerminantements qoal
quer participagto nos cnm;a qoe Ibe sao attri-
buidos; eorc>of-'lle e pifo aoarcni"ta 'opri
^amaia^ssasiiwsswasewsaa^ssaaasaaaaswseaissiwiaawin
em pn-
E'.t sa-
Sem duvida...
Promettia-lhe tres oonsaa
meiro lugar, cordial reoepclo...
tisfeito oom ella ?
Ah Sr. oonde, responden Renato
inclinndole, nlo faa idea de qoanto me
sinto impresaionado e re:onhecido pela sna
delicadiaaima benerolenoia...
Promettia-lhe charotos aequiaaimoa;
oeste momento est verificando se foi on
nlo de patarra.
Slo magnficos retorqoio Renato,
fasendo oahir oom om dedo a branca cinsa
do aen puro.
E, finalmente, oontinooo o Sr. de
Bracy, aorrindo-se, ameagara-o oom nm
pouco de moral.
Vai realisar ossa ameaoa ? pergnnton
Renato.
Porque nlo ?
__ Nlo rejo o mnimo obstculo I ex-
clamou o mancebo; moraliaemoa quanto
Ibe agrade, Sr. oonde ; en bem sei qne 4
faoil a eos moral.
Nem sempre
Realmente ?
U Vai ror
Espero a p firme e confesso que
sem grande inquietaolo.
Ora, tinha-ie combinado qne o meo
amigo eetrearia na sociedade sob o meo
patrocinio, a en obrigava-me a i
phoseal-o em estroina..
E' rerdade...
Pois moito bem; de ente-hontem
para o tenbo refiectido.
Em qoe ?
Refleeti qne, em vea de o introdoair
n'oma aooiedade corrompida, tinha eousa
melbor a faaer. Sonbei oom mais nobre
tambem captnrido com oa donos do hotel, onde
se dea bontem a exploso, Od foram recoobecl-
dos por este.
Adrieaae Criale', cmplice declarada do anar
chista Baslard, foi presa e confesin a asa co-
participado no attentado < rimiooso contrs o
commissariada dd policia da roa Boos Bnfants,
cajos implicados acbam-ee tjdos presos, sendo
elles os anarchlstas Eretol e Paolo Berqard e
aquella Adriana, qoe foi qo:m or-parou e codo
coa a bomba, se^oado diz o Journal des Debis
resultar do oquento do jais Espinas.
Acaba de descobrr-ae ama ora bomba ex
plosiva no hotel Esperang, ra do Faaborg
Saint Mario.
A bomba seaoelaote i do batel da roa de
Saint Jacqaes, mas nao explodlo ; e a policia
SQpbe qae foi o mesmo Individuo qae collocoa
as Dombaa nos doas hitis, que sao amboi de
modesta appareocia e oabitados por operarios.
Com o fin de se evitar qoalqaer desastre por
occatio do transporta, fez se rebeotar tarda
de 20 aasa bomba, ao ansmo sitio oade foi en
cont-ata, tendo a exploso caoaado estragos
mportaotea : arraacoa dos gonzjs orna pona e
arrumboa o soOrado.
Asaegara-se qae a polic a aa la j no raato do
presumido aotor des doas ademados, que pare
ce ser o aoarcbsta Baatard, qae morara em
Sdint Deoia, e qae desapparecea dalli.
Corre o boato de que un ladiviloo ao anoite-
cer daqoelle mesmo dia coilocou ama oomba ex
plosiva no portal da Graade Ojera, mas a pre-
feiiora de polica desmente o boato.
A polica apprebeodeu nma bomba, qae fAra
collocada no edificio do miaiaterio das relagOes
exteriores, tendo sido acbada tambem ama no
interior do palacio da Academia.
Na igreja de Mojlrooge foi encontrada ama
bomba de dy.amite.
Descobriram-se na manbl de 21 em Pars
maia tres boinas explosivts, ama das quaes to-
ra collocada debaixo de urna daa pootsa do Sa
oa, sendo desae da para o segaiote apprebeudl-
das oit) bombas explosivas collonadas com fias
criminosos" em diversos balrros desta capital.
De novas pasqaizas policues qae acabam de
ser feitas coatra os aaarebistas, foram descober
tas em qaaotldide bombas e matenaes explosi-
vos, coosegolndo-se a pristo de ootros crimino
sos, psra coja pooigo emprega a polica a
maior actiTidade, e nao csssam as ersegoigOs
jud ii'ias aos domicilios dos aoarebistas.
En Lyoa, n'uma das prlncipaes pragaa da
cidade, dej-se urna temerosa exploso de dyaa-
mite.
As conseqoencias limitara se felizmente i es-
tragos materiaes.
E em segaida toi atirada urna bomba oo qoar-
telro Qilllatere, qae arraiaoa ama babitag)
par neniar, aem fazer victimas.
Attribuera-se esses attentados aos aoarebistas,
pelo ana a polica abri rigoroso laquerito.
Foram expulsos da cidade de Maraelba cin-
co it.nanos recoubecidos como aoarcbatas; e
ore me os segrate* : um em Valeoce, des em
Romana e nos arredores : um em Reima, om
em Prados e aete em Lyoo, aeado-o tambem Se-
baatio Paa-e, om dos cbefca do partido aaar-
chista, e em cuja residencia foram apprehendi-
das cartas de Recios, a correspondencia dos ebe-
fes do gropo com os anarchist s estraogeiros.
listas de sobscrlogOea pa.-a a propaganda e,
com ella, docomeatos qoeconstitaen ama prova
coocra lente da existencia d'uma as'ocugao de
malfeitores oa dyaaminstas, prohib la por lei
receatemeote votada, atim du coabater a aegio
e a pop'gaoda des aoarebistas.
Esta figura disticc'a do aoarchlsmo, deposita-
rio da coottioga de Vailiand, qae Ibe cooHoa a
tilba ultima oora, e inmno de Ciarles Haary,
lrmo do aato.- da exploso do Caf Tern iuus,
carece de orna consigoago de seus tragos ca-
ractiristicos.
Faoce foi jesalta e teve o sea noviciado em
Clermoud Ferrand.
Dorante a saa estada no convento, foi oo dos
rapases mais mysUeos e devotos. O sen asee -
tismo ebegava ao extremo de naar cilicio, e da
ciplioava se toios os dias.
Os jesutas admiravam o entiusiasiico oovigo
pela sua oogo religiosa e destlaavam-o p^ra
mlssftes estrangeiras.
D'om dia para o outro. norm. Faore mandn
ao diabo os hbitos jesuticos e transformou-se
em ageote d'aoia sociedade de seguros, eatabe
lecida em Bordeas. Preseotemeote e cobrador da
bolsa de Pars, e coobecl lo pelo nome de ban-
qoeiro do aoarcblsmo.
Ha muito lempo que paasa por apostlo da
seita aoarcbsta, e vai faseodo pnpagaada pelos
departamentos, sedosiado com a sua palavra
Rente e com a sna dogora evanglica as mas-
sas e tranatoraaado os cerebros dos operarlos
ignorantes e descontentes da sna sorie.
C Finalmente para qae se faga idela da sg litica-
go e influencia de Sebastio Fause, p-eciso
advertir-se qne elle o coaselbeiro obrlgado de
todos os aaarebistas, qne se decidem s recorrer
ao qae elles dlsem propaganda pelo facto
A polica francesa, jastiga dizel-o, lem
sido activa as diligencias a que tem procedido
contra os anarcbstas.
O governo est decidido a allende- aos desejoe
da maioria dos depntados, exprs os em d'fTe-
rentes o'deas do da e com cerradas votag6es, e
emp/ebendea ama campanha contra os agita lo-
res, anloga dos mezes de Desembro e Ja-
neiro.
Foi jalgado oo dia 23 pelo tribunal crimi-
nal do Sem, em audiencia de ja -y, o aoarcbsta
Laotbier, qoe em Novambro ultimo teotoa as-
sassloar o'am restaaraat o Sr. Georgevitcb, mi-
nistro plenipotenciario da Servia em Pars, cae-
gindo a fenl-u gravemente.
O reo deoiarou ser aaircQlsta e nao reconbecer
nem Dtii, nem soperior algara, e affirmoa ter
qaerido ferir, mas oo matar o Sr. Georgevitcb.
Aa testamaohas contaram como o caso sepas-
soa, sem referi-em nada novo. O mioisteriopu-
blico pedio ao jary am veredicto implacavel. O
defensor allegoa varias allenaantes.
O (rioanal condemnoa o reo a trabalbos torea-
dos por tjJa a ida.
Toda a impreasa estrangelra- se occapa
desse novo attentado aoarcbsta oo caf reatan
rant do Ha el Tsraiioui e exige a adopgo de
medidas de extremo rigor contra semelbaates
criminosos.
M. sfagaard diz no Fgaro, qae verdadei-
ramate desolado: qae oo tira do scalo XIX,
aasegarada a liOerdaae de peos>mea'.o, declara-
da obrlgatona a losiraogo, as creogaa qae fcil-
mente eaqaecero o nome do ioveator da loco-
motiva, da tele.rapnia elctrica, da appiicago
da auestbeaia clrargia, oo possam esqaecer
jamis o nona de Vailtaat e do oatro miseravei
qoe acaba de o imitar.
c A lodepecdance B-lge diz que uni reac-
go enorme coatra a liberdade poltica e philoso*
phica que autorlsa a propaganda das tbeorias de
Raracbol e de Vailiaot muito mais para temer
do qae as besitagdea da sociedade franceza pa-
rante o dever d'uma represao eoergica enm eatz
minia criminosa. Mis oo ae Ir lo looge os
reaegio que se eofraqaega deaate do acto de
simples jastiga e de defensa social qoe exigem
oa atrozoa atieotadoa doa dyuamttlatas.
Segoado coasta ao Temas, parece qae as
oo'eacias vo brevemente f>zer observagOes i
Inglaterra sobre a soa inaego a respeito dos
anarcb'stas.
Durante a semana de 17 a 24 despertaran
erande iotaresse as negoclagOes com a renda
franceza, pela lucia que se travou entre doas
elementos oppos'os.
Os interessados oa baixa, eapalbaram noticias
terroristas acerca doa attentados dos aoarebistas.
aproveitaram a seu modo as diacuases oa cma-
ra e por altimo, ei leaciaram a oecessidade im-
periosa en qoe se encoot-ava o governo para
psder satisfazer os eocargos da divida fluctan la c
occorer s despesas impreterivets com o augmen-
to da dotsgto do miuisterio da goerra e da ma-
ana ; mas lodos estes meios foram aonnlsdos
peraote a franca attitnde dos compradores, qoe
oo hes'.t'rem um Instante em mandar execotar
as anas ordena.
As reiuisiOes por parte das economas para a
compra do cu nao. ida i o de 3 oao afroaxaram,
de maneira rjae, qaaodo os oaixistes jolgarnoi
poder proseguir as saasordens de vendaa'ea-
volia com aa noticias ponco animadoras acerca
do aogmeoto das despzas publicas e imprescin-
divel urgencia do augmento dos I npoatos, mo-
meatane.mente cooaegairam os seos intuitos,
porque a corrate de compras era mais poderosa
do qae a de veodas.
Aa acgOes do canal Suez tambem tiveram ma-
mona dorants a semaoa, pelo motivo do direlto
de preferencia que concedido ao accionista ca
emiaso daa obngagoes de 3 */ qoe Tai ser of-
fe.-eci la ao publico oo da t de orargi\
Usas obngagO ts, do valor nomtoal de 500
francos, sai emittidas a 471 francos e tem di-
relto ao coapon qae se veoce nesse dia, na im-
portancia de 7 1/2 franco?.
O cou ooo pago em Margo e Siembro, e os
accionistas team direlto a reqaiaitar orna ista?
obrigagfies qoelle prego, por cada grupo de sete
aeges qoe possolrem.
' de crer qoe nenbom dos accionistas, deixe
de naar do sea d reiti de pre'ereicia, e por isso,
a emiaso o te-ae dar por collocada.
Os fondos italianos occaporam am proeminente
logar entre as neeoclagOes da semaoa, e designa-
Tam tendencias bem definida) para a alta, mas de-
pois de sereno connecidos os planos do Sr. Soa-
oino, os especuladores arrefeceram e irataram
logo de mudar aa sais posig5es, toroanlo-se veo-
dedores.
E' realmente para estranhar a decepgio qae
se diz occasloooa o coooecimeoto daa proposias
do ministro da faseoda italiano, porque, oo ha-
vendo meio de redusir as despezas, nem de aug-
mentar os impostos de modo a acabar com a
permanencia dos declta, era Intoito qae oo
baviH oatro reca*so sent a redorgao dos eacar-
goa da divida publ:>*-a.
Por emquaoto a reduego limita se a acabir
com o Imposto ue 13 1/3 */ soore os juros dos
fondos italiano, fazendo a coaverao do conso-
aso da soa utelligoanis, de sea rigor o da
saa riqoeaa ; a n que, oa lugar da pro-
digaliasr todoa easea thesooros entre de*
rassos aem alma e mulhet-ea sem coracSo,
seia preferirel qae o mea amigo se tor-
naaae om bomem, e nSo nm estroina.
Renato ooria Mximo oom assombro
profundo, e qne orescia cada res maia.
Na pbyaionomia lia-ae-lhe claramente
o pasmo.
Comprehende-me ? pergunton M-
ximo.
Perfeitameote, reapondeu o man-
cebo.
Von explioar-me melbor. Diga-me :
qoe idea fax da sociedade a que o apre-
sentei ante-hontem ?
Qoe idea fago ?
Sim.
Ora! Aoho-a drertidissima.
Como! Nlo Ibe inspira a mnima
replelo !
Replalo ? Porque? exolamou Re-
nato.
Pois o ooraglo nlo se lhe indigna
rendo aqueilaa oorteale arrebicadaa, que
ae renden, nlo ao qne mais offereoe, mss
a todo o mondo, o qoe nem mesmo tm
o poder on a habilidade de se faserem
desojadas por tros dias !
Nlo repugna aquellea relhos despre-
iris a loncos, libertinos serodioe, qoe
degradase no meio dae orgias a dignidade
dos cabellos brancos!
r Oh! diabo! diese Renato, como o
Sr. oonde trata oe seus amigos!
Trato-os oomo alies mereoem!
Nlo aera acaso nm poooo serero ?
Son eatriotassente joato.
Permita ^ne urna obaorraolo?
Permitto Ibe dea, so o deaeja.
O Se. oonde nlo faa parte d'eaaa
aristocracia que ataca to riolenUmenta?
yaco.
O Sr. conde nlo om d'esses ho-
mens de praser, a qnem apedreja ?
E' rerdade.
Nlo ato aeaa esses coatnmee que
indignara ?
Infelizmente.
Existe, portento, segundo me parece.
absoluta falta de lgica entre o aea proco-
dimento e aa auas patarras; ha deaao-
oordo entre oa aeoa actos e aa aua ex-
preuujs; e podara, me parece, attribuir-
ae-lhe a reoommendaglo de nto aei qae
prgador de ootr'ora : c Fetei o qae
eu digo, e nHo o que eufago. >
Em outroa termos, descabro na Sr.
conde dois homene: om que procede, oa-
tro que falla. Qaal coa dona tem raalo f
De qual doa doua dero en imitar o exem-
po oo eegnir os conselhos.
Renato oalou-ae.
Maxim" onvira-o com o sorriao meie
escarnecedor que Ibe era habitual.
Era entlo a eaae ponto qoe quena
chegar ? porga toa-lhe em aegaida.
Era, rtorquu Renato.
E nlo tam mais nada que aceres-
oentar ?
Poia entlo, rou reaponder-lae : o jais
qne faa de mim eapecioso, conrenbo,
mas al > justo, e roo prorar-lho sem
demora. O senhor diaae que baria deseo?;
oordo entre oe mena actos o as minhas
patarras, e pergunta me eo dore imitar o
mea exemplo oa eegair oe meas oonse-
Ibes... A daride n'eate ponto nlo lhe
permittida: sabe perfeitamento que teohe
razio da fallar oomo fallo, e qne faoo asa!
em prooeder como procedo.
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(Qmlswa*y __^



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Diario de Pernambjiflo "< Rabilado 1Q oe Marceo ae ISi
liddo de 5 */ Para */ (oais atada a diminu
tede-eoearRos ose reem deala ongem nao
lufficiente para attender as necessidades da ai-
tnagSo.
Urna nota redu'cSo imifte-re (ataljenle, a
nao er qoe se redaiam em 300 j, pelo meaos,
u despeas c:m os ministerios da guerra e ds
marloba.
A Importancia nominal da divila italiana
12,909.666:049 Ursa, ane trai om encargo sn-
naal d* 580.887:958 liras. eonaaoto esta ser-
*igo Dio .'0r redondo a i00 milhoes de liras,
os portadores : fuios italianos nao podern es-
tar descargados de flcar ao abrigo de qualtioer
conversao oa convenio tendente a eiae fim. O
dficit do exerclcio correte cal colado em 177
mtlhss, de sorta qne, se fosse realizada a coo-
verso, ao iyp de 3 i/10 q. couseguir-ae hia o
immediato eqcliibrio das unaocas do E-tacto,
sem alterar as dotacoss do Ministerio da Guerra
e da mariaba.
O elenco dos imposto? do Sr. Soniano nao
dos mais promeltedores, e requer am forte aa
gmeato de despezas, tanto para o sea lancamento
como para a eua ti.scali3ac.aj.
A Italia nao carece s de equilibrar os seus
orgameotos, precisa mais do aoe tado, de conso-
lidar a soa divida flu;toante e qoe se eleva a
500 mlihoes de liras. Para realizar este empres-
tlmo nao pode contar com receitas adventicias
porque sobre essa base nao encootra tomador,
e por isso ver-se-ba f reacia a regulaMiar a so*
divida consolidada, para qoe d'esse cooveoio
proveobam os recorres para atteoder ao servig
da nova operagao d- crdito.
Sob o imperio d'eataa indicag6es e de outras a
qn- se presta o relatorio do ministro da fazenda,
os fundos italiano descerara de 78 a 72 francos'
mas depoi, por effeito eom forte impulso re-
ceido da Allemanna, subinm para 741/4, mas
a julgar pelas caracterislicas reveladas no curso
dos negocios, nao indicara que adqoiram novoa
progreaaoa.
No mercado monetario o dlnbe'ro esteva sem
pre fcil pela laxa de 21/40/0. ,notando-se em
geni superabundancia de diapooibilIJade.
Os navios marcaoies, os consolados, di ver-
sis estagis dublicss e sssooiacOas pa'ttctt'ares
uverara suas banlelras lustearua dnran'.e oda.
A' q illa ioove nlumia.g'io.
N j tbeairo da Paz abri o espectculo ana
apotb'.ose allegorica a Repblica, sendo eolia
oovid i de p, peles espectadores, o .bymno na-
cional.
L-ae na meama faina de 2):
c Cerca das 10 tians da manba de nniem foi
instal1 a lo o collegio e le toral para a eleic&o de
tres depotadcs e dois snppleates Junta Com-
mercial.
Comparecern. 70 eomraerclantes matricn-
lados, com voto no collegio.
Foi t-it o resultado do escrutinio :
Pira d? potados :Senaaor Fraocisco Leite
Chermont, 57 voto'; leaente-corooel Jos Isido-
ro BQtes, 57 votos; Francisco Biptista da S.lva
Agnisr, 65 votos; Lola D a da Silva, 27 votos;
Joao InnoceDCio de Paol Lencos, 18 votos Irl
ntu Francisco Partir, 12 vot)8.
Para sopplentes -.Antonio Moreiri de Al
meida Lsal 69 votos; Aagusto Joaquim Ramos,
57 votos; Manoel Jos Cardoso, 16 votos, e outros
meaos votados.
< Concloida a apuracao, foram proclamados
pleitos: deputados, osSrs. FranciscoCbermoot,
Izidoro Beotes e Francisco Aguiar; suplientes,
os Srs. Aotonio Leal e Apgusio Ramo i.
Maraano
Dalas at 3 de Margo :
Effectaaram se em paz as eleices do dia i."
O resoltado coob^cido era este :
Dentalos
l.9 districto
Bdedieto Lsite
_____ESTADOS Di l'MAO
NORTE
tmaiom
Datis a' 24 de Fevernro :
Co tinaava em paz o Estado.
Fora commemorado o da 24, 3* anoiversa-
rio da promulgagao da Coostitoigo Federal.
__Assomio o commaodo da otilba de goer
ra naciooal o Sr. capito-'.enente Manoel Jacio
tbo Pmbelro.
No lugar TiDut, o ladividao Sergio dos
Santos Monteiro assas3inou a Josepba Baloinade
Andrade. qoe resistir aos desejos libidinosos do
MMtiOO.
A victima dormia sob um raoaqui'eiro, quan-
do, tarde da noii de 29 de Janeiro u'timo, fo:
surprebeodida com a presenta do brbaro.
NSo cedendo s in:tigges do abatre, este re-
tiroa-se, volUado momelos depois munido
de um tergado, com qoe victimoa framente a
iofeliz I
EUavam na mesma casa onde se deu o facto
nm rapaz e orna rapariga qoe, e?pavoridjs, fog
ram ra trra.
P?lo partido gjve-nista foram apreaentado3
candidatos s eleig5t;s lederaes : a senadar, o
CQ-ooel Joaquim Jos Paes da Suva Sirmeolo ; a
deputados, o coronel Francisco Ferreira de Lima
Bacury. capiio Gabriel Salgado dos Santos e l-
ente Flelo Pires Ferreira.
Em Manaqol-y. foi assassinado o individuo
Manoel Pedro pjr Jos Antonio da Silva.
Para
Datas a' 2 de Margo :
Da eleigao do da 1 era coobecido o seguate
resultado :
Para presidenteDr. Prudente Jos de Moraes
Barros896 velos.
Para v ce-presidenteDr. Joi Paes deCirva-
lbo-889 volos.
Para senadorMajor Antonio Nicolao Monteiro
Baeoa893 votos.
Para deputadosDr. Eaas Mirlioa 758 votos.
. Dr Jos Teueira da Malta En-
cellar 691 votos.
D\ Jusio L i'.e Cbermont 679.
> Dr. Augusto Montenee-o 5...
Lemos na Prov:ocia do Para de 27 de Fe
vereiro :
Dvras imponente o aspecto aas fo'gas mi-
litares que, sob o commando do Sr. coronel Oli-
T-.-ir.i Soares, fj-rna-am em parada ao sabbado,
aciversario da promuUagao da Coostitu'gao do-:
Esiados-Unid03 do Brazil.
A's 10 no-as da mana. comegaram as for-
ga a reunir no largo da Plvora, d'ooae, urna
bora depois.nestilaram em direcgSo praga da
ladeoendencia,
F..t naram a brigada o 15 de infantaria de
lioba e os ccrpns de infantaria, de cavallana e
bombeiros do E tado.
t Em frente ao palacio do goveruo, aa refer
da praga, agaardava um parque do i- batalbo
de artimaa de oosigao.
Abi, depois de ebegada a brgada, o Sr. co-
ronel Carlos Soares, proferio om discurso, em
que lamentou revoliade urna parte do su1 do
paize accemuio a felicidade de que eoaa o Es-
tado do Para, em pleno remaoso'da paz.
O orador terminoo, erguendo vivas R'pu-
blica, ao Estado doPr e a integndade da pa
tria, os qu-iiM foram respondidos pela tropa e
pela enorme massa de povo q e estacionara na
praga.
Hmve depois salvas de infamarla e arriba-
ra, pe|-<8 fo-g .s qne constituiam b igada.
Em seguida, o Sr. coronel Soares, acotaos-
i hado de s u estado-maior e da offi^lalidade de
todos os c>rpo', sodio a palacio, oode cumpn-
mentou o Sr. Dr. L u-oSoir, como gover::a-!o'
do Estado e om dos signaUnoi da Coosti'.uigo
Federal, apre..entaodo-lbe a cflicialidiide dos
corpes da nngada
O Sr. Dr. Lauro Sodr, a;ra1eceado, di33e
que a di ti da Cooslituico reprsenla a victoria
da democracia orazileir3.
Orgolbava-se sinceramenle por oevir dizer
que o Estado do Para era om em que reina1- a
ordt-m, muitc embora um grupo de ambiciosos
do poder ncave>se aluciado Horneas ioconscien
tes e cercado a cidade, no intuito de tomal-a d
assslto.
Lamentava o estado de revoiti em qoe via
ciergalbados varios Estados do sul. Tiotia. po-
rm, coovicgo rrofuoda da victoria da causa di
Constiio'gao, eocaroica ni pessoa do marecnal
Fioriano denoto, legitimo representante dos
bros da patria.
< Fazia all a sna profisaSo de f.
< E garanti qoe o sea procedimeato, cerno
governo, seria ;empre pautado de accordo com a
Coostituicao.
Era asado o momento para explicar um sen
elegramma passado ao Sr. marecbal Fioriano
Peisoto, em que dizia que cabina com elle, em
deezada Coostitaigo. Cabiria, caso a revol.o,
co um sudario tnstissimo, se xteudesae pelo
Brazil n em. Mas, cabirio, lactando em prcl da
Constituido. E quaado, vencido, deseesse as
fscidas de palacio, fal-o-bia to gloMosamente
como oo momeato .-m que as subi, como gover-
sador constitucional.
Ao mesmo lempo, assegurou soa olinae-'
presentes pue saneria noarar a ano farda de mi-
litir e que, no moraent-o em que se toroasse
prec so. sabina a batalbar pela ategridade da
pr-*i. ao Lado de seas camaradas. essa ciarse
glprpsa que, luota a mariaba brasflei a, fez a
r'lngo de Noxeabro, de onde sabia a Rapa-
DI:-.
Aps o discurso do Sr. Dr. Lauro Sodr, que
da-ju,tres quatos de hora e que foi calorosa*
meo a applaudido, S. Exc. offereceu aa pessoaa
prsenles orna laga de champagne.
< Houve alguns toasts.
O sr. coronel Soares brindon ao Sr. Dr. Lau-
ro Sodr, em qoem Via ama garanta para oa ha-
bitantes do Para e seos proprica adversarios po-
lucos e para a traaquiliJade da familia paraen-
Presidente
Vice-presidente
Senador
Domingnes
Viveiros
C. Rodrigues
Agrippioo
God>is
Riul
P. de Moraee
A. Couto
M- Victorino
P. C&rvalbo
G. de Castro
Sardioha
Cearsl
Ditas at 5 de Margo :
Correram em paz as eleigOes
quaes er^ coobecido o segointe
Presdeme
?rudeote de Morae3
Fioriano Peixoto
Vice presidenta
Manoel Victoriano
Senador
Nogoeira Acciolj
Deputado
1.' Districto
Gongalo Bastos
Frederico Borges
Tnomaz Cavalcanta
Torres Portugal
1.717
1.661
1.465
1
107
853
79*
568
.988
834
1:961
855
1.945
856
do dia 1., das
resoltado :
5.663
10
voioa
Joao Lopes
Pedro Borges
Ildefonso Lima
2.. Distrtctj
3.-
5 662
5.693
1.918
1.878
1.811
1.701
368
367
369
ZMmfo
Helvecio Monte 4.928
Jos Bevilaqoa 1.859 >
Benvolo 1 -667
Sobre as fastas de 2i de F-vereiro .escre-
veu A Repblica :
Eativeram imponentes as featas reaaada?
aole-Dontem em comm--mora;aj ao3-* anniver
sano da promulgagao da Coustitaigo federal.
O po'O cearense, esse povo altamente eu-
thusiasia pelan fastas da liberdade e da demo
cracia acabada dar mais orna prova de patrio-
tismo, concorreado graade revista militar, rea*
pisada, as 4 da tarde, oa Praga de Peo'.as, cou-
urreocla que foi sem dovida um soemae p-ot-'s
o aos poneos inimigos das iastitulgOaa repuuii
canas, qne oro:uraa sempre amesquiabar as
fes113 uacionae?, eno honra da Repblica.
< Felizmente o povo cearense tem a lotuigo
clara do devar e sabe collocir s aa altara de
um povo civilisado e amante da linerdade e do
prognato.
Coostaram do seguiote as festas commemo
rativas da graade le fundamental da Repubti
ca :
Ao rompar d'aurora do grande da 24 de
repblica ; do capitao Ranulpbo aos alumnos da
Escola Militar ; do alumno Munoel Carvalbo aos
pariotas qoe tm vertido o seo sangne pela re-
pblica ; do Dr. Jos Fauailoo uniao e harmo-
na do exereno e armada ; do capitao lente
Viriesimo de Mattos s forga* patnotlcis qoe se
coagreearam em torno do ma'ecbal Fioriano. na
nefesa da legalidale ; do teneaie Cerqaelra M.no
que rotitoo orna poesa marcial ; do alumno ar-
menio s seoboras brasileiras que prestam coito
repblica ; do Sr. A'.fredo Lops. em nome do
batalho Gustavo Sampaio*. a Escola Militar -,
e. por ultimo, de Sr. teoente-coroael Henrique
Martlns qoe I vaatou o brinde de boara ao ncli-
to maresbal Fioriano Peixoto, cojo uome foi en
t -usistico, eluqoente e prolongadamente applau-
dido.
., Dorante toda a festa tocaran, as bandas do
ba'.aiio de segoranga e dos apreudizes mari-
nheiros
O edificio estava profasimente Iluminado,
ioterna e extemameo e e tremulavam em todo
elle irnumeras bandeirolis.
Tambera se conservaram illuminados todos
os edificios qublicos, jardios, a nossi redaego,
etc.
Euitim, nesta dlscripgo, damos apenas urna
ligeira noticia do que foram no Cear as testas
realisadas em ho ira a gloriosa ua>a da promul-
gagao da Cut Constitucional dos B-atil- i'os as
quaes eiam sido mais alegres anda se a patria
j eattvesse desoltrajada e livre da presso es
magado'a da esnatorada revolta.
Sobre o Invern escreveo A Repblica de 5 :
* O mez de Margo comegoo muuo bem, fatn-
do nos racordap dos grandes invern* de 1866
1872 e 1873. limero cbovu muito a tarde, pbe
nomeno que s ae tem observado nesta capital
n s anuos de bous invernos. Daraot) o da re>
eistroa o pluvimetro 27 m:llimetro3 e noue
REVISTA DIARIA
Eieicao de Io de MarcoE' o seguate
9 resultado dessa eleigo at agora conhecido :
PARA PRESIDENTE DA REPUULICA
Dr. Prudente Jos de Moraes jarros
10 districto 1 500 votos
2* 4 467
3o 3.293
4 3.642 .
3" 2.036
Total
14 938
PARA VICE-PRESIDENTE DA REPBLICA
Dr. Manoel Victoriao Pereira
ASSOCIACOES
instituto AreheoToglco e teo-
graphleo Pernambacaao
" 0 8r. Cr. Lauro saadou a ofiioialicade pr.o-
leese oa peetoi do Sr. coronel Canos Soarea.
Em palacio acturam-se os Srs. general Ca-
valcatite. coptra-almiraote Fongalvea Duarte, te-i
nente-coroiiel Drommond. capitao de fragata
Leoacro Rosa, moitoa outros.offieiaes da aran-
do, do e -atarte oqmero de cidadaos de diversas cas-
sea 3 eiaea.
. Os V880S dasrmada nacional eatlversm en-
bao Jotrados em arco, salvando s horas do es
tylo a calbodeira Cabcdello.
Fevereiro, baodas marciaes tocaram alvoradas
pelas roas da cidade.
v- 1|2 oras da tarde acbavio-se forma-
da- em linha a Praga da S, as seguintes tor-
ca* :
Infantera de alumnos da Escola Militar e
de am contiageate do 34 bla>hao do Exnrcito ;
ama diviso e artiinara K-ldp. guaroecida
tambem por alumnos da Escola Militar ; a com-
paobia de apraadizes manabeiros ; o patritico
(iustavo Sampaio ; e o batalbo de Seguraa
ga do Eatado.
< Assim const tuida urna brigada de artilbaria
e infantaria com cerca de 600 Bomeoe. asaumiu
o c mmando o uiusire major Jos Faustioo da
Silv, que a coadaziu em columna at a 1'ragi
de Pelotas, ooda ia ter logar a revisti.
Em ah ebegaado sgaardou com a brigada
em lioba a de nleiraa abertaa, o respectivo ios
pretor, disliucto teoenta coronel Heanque Au-
gusto Eauardo Martina, (Jommanlante da Gcar-
oigo e da acola SI litar, qoe o> se fez espe-
rar, acompanQado por um lozdo estado-maior.
Teve lugar ento a revista, em seguida aa
salvas da artilbaria e descargas de infantaria, e
por ultimo a marena em revieti.
Os fogos foram faltos com grande preciao
e as marchas com galbardia.
Ero centenas de leaes defensores da Rep-
blica que, com o brilno de suas armas e o tremu-
lar de seos estandartes, protestavo contra os
ruiseraveis piratas qoe ba monos meses ensaa-
gpenio o aob que ido da Patria e cabrea de
loc'.o a familia b'azileira.
O numero de peasoas de todas as classes so
ciaes, que assistiram, tanto na f.-ag da Pelotas
como as roas perco'rdas pelas torgas, a to
brilnaote ham-nagem de amor e respeuo
grande Lei da Repblica brazileira. elevou-- mullos milbares ; notando se na Praga de Pelo
las a presenga do Ezm- Presidente do Eatado.
T-rn nana a reviea, a brigada, teodo a sui
frente o taneote-coroDel Henrique Mirtina, re-
gressou por entre vivas acclamag3ss de peasoas
do povo Praga da S, onde foi desfeita, seguio
do as diversas Torgas at a quar.el. de linba, em
cojo pateo, depois da fermatora. foi servido um
profaao junta- s pragas do corpo de Segoranga,
do 34-, aprendises marinbelros e batalho pa-
tritico.
A mais perfeita ordom e harmona foi ob-
servada pelos briosos soldados que as suas ex-
pansea de entbusiaamo deram frenticos vivas
ao nclito Mauchil Presidenta da H -publica, ao
Presideote do Estado e aos seus dgaos com-
maadaotes.
Era docee couaolador ver o coiteolamento
qoe Ibes a u'almi ane a generoaidade doa il-
lustres cidadoa presidente do E-iado, comman-
daota da goarnig&o e seas dis'ioctos tlli Maes
que de modo to cavalheiroso e digno oa obae-
quiavam.
A's 6 e 1/2 horas da tarde teve logar ento,
no pavimento superior do.aditicio da Escola Mi-
litar, o juntar oflerecido aos ofliuiaes de trra e
mar, do corpo de segoranga, Gustavo Sampaio,
coaK'easi&tas, representantes da impreosa, di-
rectores de repartigOes, etc., pelos mesmos cida-
doa.
< A' cabeceira da mesa sentaram se o Extn.
Sr. presidente do Estado, Dr. Bezerril Foatenel-
le, e commandante da guangi, teoeaie-coro
iiel Heoriqua Martina a os demais logares foram
o topados pelos comecosos coavivas.
Ao dessert foram levantados entre outros os
s. garatea brindes: do Dr. H. Tbeberge Escola
Militar ; do Sr. tenante coronel Henrique Mar
tina, commandante da gaaraico, Cousiitugao
Federal aa pessoa 4o Exm. presidente do Eata-
do ; do Exm. Sr. Dr. Bezerril ao Sr. tiente-
coronel Henriqae Martics, pela atutode correcta
e patritica com que se-tem bavido nos honrosas
ostosqae Ihe foram confiados, oa pbasa -Ifl c ,
uva porque pasamos; da Dr. Maaqaita Rep-
blica ; do Dr. Ildefonso Lima ao advento da paz
qoe surgir bemfazeja depola das victorias obti-
das pelas forcaa legsea de Ierra e mar e bala
lbGea patriticos; do Dr Jos FasaUno todas
aa forjas que comprehaodeado os saos deveres
se poseram ao lado da Repblica; do alumno
Taocredo de Mello ao marecbal Fioriano Peixo
te; do alumno Uiysaes Sarment* parte si da
armaos nacional qoe se.hite esta boro pela
SESSa) ORDINARIA DE 21 de de
ZESI8RO DS 1833
Presidencia do Exm Sr. desembargador
Manoel Clemeiitino
A 1 h n da tarde, presentes os Srs.
Dra. Ciuero Peregrino, desembargador
Loo; Freir, Baptista Regueira, 1- se-
cretario, Armi io Tavares, cooselheiro
Pinto, Vicia!iano Cordeiro, Aagusto Cesar
e major Codeoeira, 2.' secretario, abri se
a seaao.
Lida o acta da antecedente, foi appro-
vada.
O Sr. Dr. I.- seoretario menccaoa o
seguinte espediente :
Um convite da sociedad a UniSo Typo-
graphica, para o Iastituto sa faser repre-
sentar na ana festa aaoiversaria, que t -r
lugar em 27 do corrate.
Pata corresponder ao convite foi aom--
da ama commiaslo compo ata d s Srs.
Dra. Lopea Machado, Pdreira da Coata e
do Sr. Aagaato Cesar.
Um officio do Sr. Joa Arthur M .n'.o-
ne^ro, de 10 de Novembro, agradeoeado
a ana eleigao de socio correapondente e
offereceodo os seus 8ervicoB.=lrjtairado.
tf rtas :
Pelo Dr. F<>rrer, am voluiie da obra
intitulada Pratioa Judicial, por Auto
nio Vanguerre Cabral.
Registro civelEmbargo de obra nov;.-
A. Recrrante Jos di eevedo Farnaa-
des. R. Recorrida D. Claudiana h r..u
cisca do Amor Divina, 1 folheto.
Acglo ezecativa bypotbecaria A. D.
Mara Victoria Carregal Soare.-'. R. J u
Antonio Soarea Janior alle^ajSas e em
b*rgos, polo D.*. Viceate Farrer de B
W. Araujo 1 folheto.
Daa Ordena Religiosas em Portugal, por
Pedro Diois, 1 volante.
Copias das actas sessSea extraordinaria*
deiostallajSo do municipio do Recite,sob a
presidencia do cooselheiro dcsembargido.-
Mart as Pareira ; da sess&o de poaae do
Cocal ao Municipal do Recifa, prefaito e
aab-preaito soba presidencia do desem-
bargador Luis de Alboquarqae Martina
Pereira, e da primeira seasKo preparatoria
do Concelho Manicipaldo R-ji-ife, eleitojem
30 de Satembro de 1892.
Um paaaaporte paaaado pelo aotigo pre-
faito da Coin&roa do Racifa, Francisco
Antonio de S B^rretto.
Copia authentica do despacho proferido
pelo Ezm. Sr. bspo D. Joa Pereira di
Silva Barroa, declarando publica a capaila
da Conceicio da estrada de Jo?o de Bir
roa.
Carta do miaaionario Joa Antonio de
Mura Ibiapina-
Umaa ailegagSea jurdicas faltas palo
mesmo qaando advogado.
Ordeno do dia n. 1, passada em Agua
Preta pelo jnis de Fas Manoel Jos de
Saat'Aona Araujo communicando o assas-
sinato do Dr. Manoel Ribeiro ds Soasa
Lobo.
Edita! do mesmo jais de paz sobre a
eVaaSo do njudante Joaquim Fraacisco de
Paula Mor eir.
Copia de diversas pegos do prosesso
instaurado no Rio Grande do Norte pela
sedigSo que all oocorreu em 183S.
Sa atenga proferida pelo Dr. Anselmo
Francisco Peretti oa quasto entra Vicao.
te Jos de Brito a D. Mara Isabel de
Jasas.
Pelo Sr. J, Artbar Montenegro, por in-
termedio do consocio desembargador Luna
Foeire :
1 volame=Direccin de Estadstica Ge-
neral de la Ropublica Oriental del Uru-
gusy,=xi almanaek littorario e eatatiatioo
do Hia Graade do Sal, orgaaisado por
Alfredo Ferreira Rodrigues para 1894.
Um volme Rsaumo de Economa,
traduccilo do engenbeiro Jos da Coata
Gama, publicagao taita em benefioio do
projectado hospicio de mendioidada de
Porto Alegre.
Um mappa mostrando a linha limita
prepoata pelo Dr. Quintino Boeayuva no
tratado celebrado cam a Kepubliqa Ar-
gentina em 23 de Janairode 1890.
Diversos na. do jornal c Echo do Rio
Grande do Sal >*
Um volante Guerra do Paraguay
Memorias de Mma. Dorotha Duprat de
Laasorre VersSo a notas de J. Arthur
Montenegro.
Pola redaco&o da Gaseta.da Tarde
O Maaiiesto do Dr. Mirtina Ju ,ior ao
Povo e ao Partido Republicano.
Pelas respectivas redaocSes diversas
joroaes dasta a de outros Estados- Bisa
doa-se archivar a agradecer as ofertas.
Findo o espediente rasolveu o Instituto
aio celebrar esto anuo a ana festa an i-
vo'saria da nstsilacSo.
Hada mais havond a tratar-se foi le*
vantada a sasso.
! districto 1.304 votos
i- 4.436
!' 3-332
b* 3.623
o- 2.022
fotal PARA SECADOR 14 937

Dr. Joaquim Correa de Araujo
! districto 1.065 votos
i" 4.009
*, 2.428 I
l S.993
5' 1.787
rotal 12 284
Dr. Jos Maria C. de Albuquerquc Lacerda
i ' districto 1219 \ otos
ga districto 485
.' districto 533
',.' districto 1.100
j. districto 637
Totil 4.204 *
Dr. Jos Vicente Meira de Vasconcelloa
1 districto 233 votos
l.< districto 36
8." districto 817
k. districto 323
5." districto 317
daafazerum gynrrrlisico pela America do Presidente
SUA Ilustre artista pretende dar nesta cidade !Dr' Prudente Jos^lMn.r?.ei!?rros
um ou dous concertos, como leve a bondade
Total
2028
3964 votos
2179
2157
19i6 a
1890
1)36
561
2.3% votos
1.8(6 *
992
896
668 a
656
2.877 .otos
2 398
1.616 >
1.197 9
722
700 a
231 a
1.740 votos
14 11
786 a
722
500 a
2C2 a
PARA DEPUTADOS
2. DISTRICTO
Dr. Cocllio Cintra
Dr. Pereira de Lyra
Luiz de Andrade
Dr. Malheus Vaz
Dr. Gaspar Drummond
Dr. Joo Elysio
Dr. A. Vascarenhas
E outros menos votados.
3. DISTRICTO
Dr. Rosa e Silva
Dr. Marconillo Los
Dr. Anninio Tavares
Dr Ad.'iino Filho
Dr. Phaelante da Cmara
Dr. Juvcncio Aguiar
E outros menos votados
4.o DISTRICTO
Dr Goncalves Ferreira
Dr. Cornelio da Fonseca
Dr. Lourenco de S
Dr. Joo de Siqueira
Dr. Moreira Al ves
Dr. Arisiarcho Lopes
Dr. Carnuiro da Cunha
E outros menos votados
5. DISTRICTO
Dr. Migu-I Pernambuco
Dr. Medeiros Albuquerque
Dr Goncalves Maia
Coronel Correa da Cruz
Dr. Ayres Bello
Dr Osvaldo Machado
- Cumpre observar que no municipio de Ca-
brob. aora addidonado, tiveram votes :
Para Presidente da Repblica -Dr. AITonso
Penua 2:7 ; e para Vice-Presiden teDr. Almei-
da couto 217.
Jat a- dlreltn do municlpls si
BreJ Por acto de 8 do correte, do Exm.
Sr. Dr Governaclor do Estado, foi removido o
juiz de direito do municipio de Aguas Helias,
Dacharel Durnardinu Maranho, para igual car-
go no do Brejo, devendo assumir o exerccio den-
tro do prazo de i5 das.
MttilN.ru da Ouerra-Carta de pessoa
lidedigna e bem informada da Capital Federal
da a noticia de constar ali achar-se nonieado
Ministro da G erra o Exm. Sr. General Joo
Vicente Leite de Castro, actual e diguo com-
mandante do 21 distrjeto militar.
Folgamos que se realisc to alvigareira noti-
cia, porque ser mais urna solemne prova de
aprego dada ao Ilustre cidado que com tanta
galhardia tem commandado |o 2 districto, pres-
tando patria relevantes servigos.
OflBciaes tm remmtMa -D) Quartel-
General nos 'oi communicado o seguinte :
Ao Sr. general commandante do districto
dirigi o Ministro da Guerra em data de hoje
o seguinte telegramma :
Dos inferiores cujas proraocSes pedfst s
foram coalicionados por portara de 21 de Fe-
vereiro o sargento ajudante do 14. Antonio Ra-
mos chaves e por portara de Itontem os do
nomes Herminio Pinto da Silva. Francisco Fe
lix Babia Jnior, Joaquim Belmiro Pereira de
Carvalho, Luiz Gomes Monteiro*de Mello, Hono-
rio Lius Julio '.lementino de Camargo e Pedro
Rulino dos Santos.Rec fe, 9 de Marco de 1894
Joo Francisco da Silva Braga Fiho, Major
em coramiso ajudante de caupq,.
a. siiiiist(iTSkEsta sociedade de seguros
de vida, fundada nos Estados-Unidos em 1859.
emitte apolices do mais aperfeigoado e novo
systeraa, pagando os sinistros sem demora al-
guma e apenas Ihe sao apresentadas as certi-
des de bito correctas.
As suas apolices sao incontestaveis e garantem
urna apolice remida depois de se terem effec-
tuado tres pagamentos anuaes, ofTerecendo ao
segurado, no fim do periodo continuo, varias
formas de liquidago taes como :
Em dinheiro ;
Em apolice ;
Era crdito annual vitalicio.
Os interessados podem obter outras informa-
gi>s dos agentes ou da agencia gcral ra do
Conimercio n. 44.
Pelo pofere* Era coramemorago do
falleciraenlo de Rosa dos Santos, foi-nos rcmet-
tida a quantia de 1000 para ser destribuida
por pessoas necessitadas, que pela alma da
mesma reiaro um Padre |de S'osso e urna Ave
Maria.
Sao chamadas, pois, as possuidoras dos car-
ines ns. 17, 18 19, 20, 21, 22, 23, 24, 25 e 26,
afira de receber cada urna a sua quota da mo
do nosso admiuistrador.
Pagla* lo d*mn(o-Uo amanb era
diante, cm todos os domingos, ser oceupada a
8" pagina deste Diario exclusivamente com ar-
tigos de litteratura, .ciencia, artes, etc., ticando
a mesma pagina sob a direcgo do Sr. Dr. Joo
Baptista Regueira Costa, que voluntariamente
se incumbi do trabalho de redigil-a, seleccio-
nando o material que deve conatituil-a.
Cremo3 que essa innovago, que melhor seria
chamada urna renovago, pois que outr*ora era
aquella pagina aos alludidos a3suraptos desti-
nada, ser accolhida com favor, porque offcrccc-
r aos nossos lcitores horas de agradavel e' pro-
veitosa leitura, mxime sendo derigida e redi-
gida por um homem de lettras, de reputago j
feita.
Sem embargo, no decurso da semana nao pos
fica tolhida a liberdade de publicar as demais
columnas do Diario artigos sobre os referidos
assu aptos, como sempre o temos feito quando
azada occasio se nos depara.
Amanh incetaremos a Pja<* do domingo, c
desdfc j agradecemos ao S. Dr. Begueira Costa
o auxilio que nos vae prestar.
Causara da> Iti-paiadm-Teve lu-;ir
hontem a 6* sesso preparatoria, sob a presiden-
cia do Exm. Sr. Dr. Jos Moreira Aires da
Silva.
Ao meio dia, feita a chamada e verilicando-
se estarem prsenles os Srs. Moreira Alves,
Martins Jnior, Eduardo Tavares, Correia da
Cruz, Montenegro, Esmeraldino Bandeira e Cos-
ta Barros, abre-se a sesso.
O Sr. Presidente declara que nao ha vendo nu-
mero suffietente de deputados presentes para a
abertura do. Coogresso, couvida-os a compare-
cer no da seguinte a maama hora.
Levanlou-se a sesso.
BJisie. Btlect de PasDa Baha, onde deu
um brilhante concert, ebegou hontem a Sra.-
Ricci de Paa dincta cantora ituliana, que_au-
de
informar-nos ao vir gentil e graciosamente visi-
tarnos.
Jornaes da Italia, que a Sra. Ricci de Paz
teve a gentileza de mostrar-uos, exterma os
melhores cotcenos acerca dos seus dotes ar-
tsticos e raui particularmente sobre a sua voz
cujo timbre e llexibiIidade*imuito encarecem.
Rccommendamos, pois, aos nossos letlores
que nao perco a oppiortunidadeque se Ibes vae
oHerecer de ouvirem urna bella voz e de apre-
ciarem urna senhora que tanto prima pelo ta-
lento artstico, como por grandes uotes de co-
rago e de espirito
E' com prazer que. proposito, transcreve-
mos oque, sob a epigrapheConcert Rcci de
Paz. escreveuo nos^o Ilustre collega do Dia-
rio de Noticias da Babia.
Eil-o :
Com escolh do e numerosissiino auditorio,
achando-se o grande salo da Eulerpe reple-
to de senhoras das mais distinclas familias da
Babia, reali^ou hontem o seu concert a exi-
mia cantora madame Ricci de Paz.
Ha rauito nao se acliam reunidas em con-
cert publico tantas senhoras e tantos cavalhei-
ros, como no de hontem.
O silencio, a attengo religiosa prestada a
todos os trecnos execulados loi melhor e mais
vivo attestado da distinego dos assislentes,
entre os quaes se viam dilettanti e professo-
res de real mereciraento.
As jmilas, corredor e portas do salo re-
gorgavaiu Ue cavalheiros.
Esplendido era o aspecto que apresentava
aquelle bello conjuncto de senhoras, cavalhei-
ros, luzes e flores.
Havia em tudo aquillo brilhantismo e im-
ponencia.
< A's 9 horas mais ou menos deu principio
ao concert a Tarentelle, de Lefbure, para
piano, a ',ualro mos, executada pela Exma. Sra
L). Elisa de Lacerda Valenle e pelo Sr. Deolindo
Fres com a pericia que llus peculiar.
O Sr. Scheel foi, como sempre, lelicissima
na execugo dos seguintes trechos para violi
no : Zigeunerweisen, de Sarazate, Sonata
op. 45, de Grieg e Phautasia capricho, de
Vieuxtemps.
O Sr. Dr. Joo Gongalves Martins, com
sua bulla, fresca e extensa voz de'baixo, agra-
dou nastante na sernala do lischio, da ope
ra Mepliistopheles, de toito, e na napolitana,
de Mario Cosa, Scetate. ,
A Exma. Sra. I). Elisa Valenle deu mais
urna ves brilhante prova do seu inagnilco ta-
lento musical na interpretago e execugo no
piano, o Nocturno de coacertO, ue Dohier e
da Ccarit, de Rossini, transcripgo de Liszt.
Rstanos agora inidame Ricci de Paz, que
proposilalmeiile deixamos para ultimo lugar,
em virtude de, por ser a primeira vez que se
apreseata ante o tuolico bahiano, necessitar-
inos della fallar mais amp'araen.te
Comecando pelo physico devemos dizer que
madame Ricci aitraliiu desde logo as svmpa-
pliias publicas pela elegancia e corregao do seu
11 rte.
Ricamente vestida, e com omito goslo, fez
madame Ricci a sua entrada no salo acorapa-
nhada pelo Sr. Deolindo Fres.
Via-se que grande era a anciedade por
ouvil-;1, o que se nao fez demorar, executando
a eximia cantora a dillicil ma cavatina da ope-
ra 'Semirarais, de Kossini.
Nesle trecho mostrnu madame Bicci pos-
suir extraordinaria agilidade, notaudo-se em
toda a execugo da cavatina grande correcgo
e limpidez.
Em toda aqnella brilhante caladnpa de no-
las, nem tuna s foi arrastada, o que indica
moita agilidade, rauilo estado e excellente es-
cola.
A voz de rnadnme Ricci de perfeito soiora-
no dramtico, devendo-se accresccntar sua
extenso :maviosidade, llexihilidade, facilida-
de e igualdado.
o sea volunte nao fi como o de algumas ar-
tistas de companliiiis lyrica-, porque nicamente
a concertos de saldes se tem dedicado madame
Ricci, e nestes, onde os gestos e aeco nao teiu
ogresso, s msicas especiaes podem e devem
ser executadas.
Para essas msicas mister inuita escola,
icuito esludo afm de venceremse as difliculda-
des que ellas encerrara.
Pode ser de grande cffeito, no palco, a exe-
cuco de um -allegro qnalquer, mas o que cora
certeza elle nao tem dilliculdade, nem inereci-
mento para o artista.
A prova do que dizemos est as modernas
composiges, onde j se cao encontram "recite-
tivos. andantes e allegros,, sendo ludo isso sub-
stituido por largos, larglietlos, andantes,
andantinos, etc., nos quaes tera o artista grande
espago pava revellar o seu mrito.
Os trechos Solweigs, Liedeldylle. o pri-
ineiro de Grieg. e o segundo de Hsydn, tiveram
magistral interprelago e execugo por parte da
eximia cantora madame Ricci de Paz.
Nestes dois trechos madame Ricci deseuvol-
veu admiravclmeute muito mimo, muito senti-
niento, sendo os pianissimos executados com
maestra,
A esplendida aria da opera de Massenct, El-
Cid." onde se encontra phrases musicaes arre-
batadoras, foi por ella executada cora aduiira-
vel perfeigo.
A sublime aria da opera Lo Scchiavo. do
nosso grande maestro Carlos Gomes, e que foi
por elle mesmo ensinada a madame Ricci, en-
controu nella urna explendida interprete.
Do seu canto exhalava-se o grande senti-
mento de que o compositor se achava possuido
ao escrever to bella partitura.
Era sumina: madame Ricci de Paz.narea-
lidade, a eximia, a eminente cantora apregoada
pelos jornaes eslrangeiros e do Rio de Janeiro.
Canta como un artista correcta lina e cou-
scienciosa: nao saciiflca a arle aos applausos de
una nota forte, estridente; ao contrario disto,
aperta o registro da voz, modula-a para estar
sempre de accordo com o eslylo do canto qne
execula.
A todos que tomaram parte no concerlo, e
especialmente a madame hicci, foram dispen-
sados muilos applausos.
Aos que '.to araavelmente accederam a to-
mar parte no'concert, a eximia cantora offer-
tou lindos bouquets de flores naturaes.
Por parte do publico foram tambera a ella
offerecidoe grandes e ricos bouquets, de llo-
res naturaes. presos a litas com as cores da
bandeira italiana.
Todos os acorapanhamentos foram realisa-
dos perl'eilamente pelo talentoso e distinelo pia-
nista Sr. Deolindo Froes.
O Sr. Dr. Alberto Muylsert, distinelo profes-
sor de piano, acorapanhou o Sr. Dr. Joo Mar-
tins, a pedido deste.
A' eximia cantora, madame Ricci envLmos as
nossas felicitaces.
i'roiixio don p*s Realiaou-sc
hontem tarde a procisso da veneranda ima-
gem do Senhor Bom Jess dos Passos que, como
de costurae, sahio da igreja do Carmo, para
onde havia sido transferida de vespera, para a
matriz do Corpo Santo.
O acto esleve brilbante e solemnissimo, e na
altura dos annos anteriores.
Comparecern! a elle differvntes membros do
clero regular e secular, grande numero de ir-
mandades, pessoa3 gradas e innuraeravel multi-
do de povo que enchi liltcralmenle as ra? do
trajecto, especialmente as ras Nova, Cabug,
Crespo e Praga da Independencia.
De diversos pontos do trajecto foram atiradas
flores em profuso sobre o andor que estava ri-
camente adornado.
Diversas bandas de msica acompanbaram a
procisso.
Ao recolher-se teve lugar o sermo na matriz
do Corpo Sauto.
rjjHcnina perdida Desencamintiou-se
hontem noite do poder da respectiva mi una
crianga de 4 para'5 annos, de cor parda, cabel-
los crespos, de nome Anna, a qual trajava ves-
tido de setiheta cor .de rosa e cinto de velludo
preto. ~ ,*
O desaparecimento deu-se no ngulo das ras
1. de Marco e 15 de Novembro.
A pobre mi da crianga, Sebastiana Francisca
das Chgas, est alflictissima.
Quem poder dar-lhe noticias da crianga, faga-
Ihe a obra de caridade de levar-lh'aa no Espi-
784 votos!
784
581
203
724
521
165
158
Vtce-Presidate
Dr. Manoel Victorino Pereira
Senador
Dr. Joaquim Correia de Araujo
Dr. Jos Vicente Meira de Vasconcel-
os
D'piitndos
Dr. Francisco de Assis Bosa e Silva
Dr. Marcionillo de fiarnos Lins
Dr. Arminio Coriolano Tavares dos
Santos
Dr. Adelino A. de Luna Freir Filho
Koro fifia .' italvacoRefere um
jornal francez que se experimentou um novo
cinto de salvago nos banhos de Isvardin, em
Marseiha, na presenca de nolabilidades marti-
mas e de representantes da iraprensa.
O cinto muio eogenHoso, anda qne rauilo
si.nples e rauilo pralico, compe-se de dez for-
tes placas rectangulares de COTtl'ca, unidas en-
tre si por uin.i pega de tela formando cinto, e
na sua parle superior eslo lixas dez planchas
anlogas, que sao movis e permauecem nor-
malmente dobradas conlra a cintura, mas que
se elevam horizontalmente formando corao que
os raios de urna roda quando o apparelho est
submerso.
Alguns destes apparelhos de salvago. cujo
peso apenas de 3 kilograminas a que, dobra-
do, oceupa ura espago muilo reduzido, foram
experimentados com liomens da corpulencias e
idades di.ersas, entre os quaes alguns que nao
sabiam nadar, e as experiencias deram cxcel-
lentes resullados.
o inventor do asnsytmta*--Acaba de
fallece em Paris dolpbo Sax, incontestavel-
raente o hornera que mais influencia teve nos
progresses da factura instrumental, lano em
Franca corao era outros pases.
Nascera era Dinant Blgica.) Desde os pri-
meiros anno-i oceupou-se do fabrico de instru-
mentos na oflicina do pae, ao mesmo lempo
que estudava os elementos da msica e do can-
to. Mais tarde receben liges d* flauta no Con-
servatorio de Bruxellas. Aos 12 annos era um
hbil operario e como instrumentista tornou-se
celebre no clarinele, que tocava cora excepcio-
nal talento.
Os estudos continuos de Sa, deram-lhe pro-
fundo conhecimento do* principios acsticos
dos instrumentos de vento, e foi baseado nes-
tes principios qne inventou o saxoprone, ins-
trumento tndispensavel actualincnl! s bandas
militares.
Em 1842, Sax fundn em Paris urna fabrica
de instrumentos, inventando e modificando
grande numero delles. L'm dos seu inventos
mais imprtenles foi o dos instrumentos de
pistes e tubos iudependenles.
Una das consequencias dos inventos de Sax
foi a reforma das bandas militares, tornando-as
de defeituosas que erara o que sao preseute-
mente.
Apesar do seu genio inventivo e de ter refor-
mado as orchestras de harmona, as charangas
e bandas militares, Adolpho Sax morrea pobre.
s*ica-Assim se intitula ura volunte de
poesas que nos veio s mos, firmado pelo Sr.
Sabino Baptista.
Os Flecos coraporlam 112 paginas e sao edi-
tados pela bibliolhecada Padaria Espiritual.
livro precedido de u:n prologo de Jos
Carlos Jnior.
Produzir-nos boa improsso a leitura de al-
giinias produccocs dos Flocos apezar dos de-
feitos que a obra tem. iacontestavelraente.
Agradecemos a remessa de um exemplar com
que miinoseou-nos o seu autor,
*rocimc< je enco.itro -Amanh ter
lugar na cidade de Olinua a procisso de en-
contr.
Essa procisso percorrer as principaes ras
da cidade, (endo liiL'ar o encontr no paleo do
Amparo.
Vwno annexo.Eis o resultado dos exa-
raes feitos hontem :
Trigonometra
Joo de Dous Vianna. approvado plenamente.
Antonio Venancio Cavalcante Albuquerque,
approvado simplesraente.
Jo^ Antonio de Mendonga, dem.
Reprovado 1
Faltaram a oral 3.
Hoje comegaram as bancas examinadoras de
Francs e Inglez s 9 horas da nianli.
o ociden'ePara Agsncia Lilteraria,
ra l Ue Margo n i0, chegnu o n,J 5i6 de 21
de Fevereiro prximo lindo, dessa revista il-
ustrada, que conla j 17 annos de vida e gosa
de alentado crdito.
Ao Sr. Leopoldo da Silveira agradecemos o
exemplar que nos remellen do Occidente.
Vs*se-Ainauli inaugurase no povoado
da Varzca a capaila da Santa Cruz, havendo s
8 horas do dia missa campal, e as ti 1/2 horas
da tarde ladainia.
A' tarde haver concert pela banda musical
do Corpo de Polica, e grande HumtnacO ve-
neziana noute.
Diversas barracas ofTerecero abrigo e con-
forto aos concurrentes festa.
A estrada de ferro far ura servigo especial
de trens.
0 telephone n s Ea(adoN-t'nido
Depois da primeira concesso para telepbone, ha
17 annos, tm sido feitas nosEslados-L'nidos 770
concesses relativas a lelephones C 2,110 para
accessorios telephonicos.
As estatslicas indicara que no comecode 1893
fiiuccionavan nos Estados Unidos 75,000 kilo-
metros de tos telephonicos, dos quaes 1 6,010
eram subterrneos. 35,700 telephones ei.35'0
escriptorios telephonicos: oceupando 10.000 pes-
soas e servindo a mais de 232,000 assignante?.
1 ni veraidadra d Gurupa Parece que
na Europa as universidades esto cm termos de
fechamento.
A universidad* de Bruxellas esleve em crise
por motivo da dispensa dos cursos do sabio
geographo Elise Reclus; era Turira a universi-
dade foi fechada porque os estudantes lizeram
um tumul o, exigindo urna poca suoplemenlar
de exames; a universidade de .Vapules teve a
mesma sorte porque os esludaniesse revoltaram
cora a liraitago de numero das matriculas ; o a
universidade de Pava tambera por desordena de
estudantes.
As origens desses conflictos sao de diversas
ordens, mas a coincidencia delles cariosa.
Teleplaanla ra* Alli-miuim-A tcle-
phonia tem adquirido grande desenvolvimento
na Allenianha.
Em *8i existiam smentc I.5C4 estages te-
lephonicas e hoje o numero dolas sobe a 63,558,
tendo havido mais de 344 */0 de augmento ao
auno.
S a cidade de Berlira absorve mais de urna
quarta parle desses algarismos. Tem no seu per-
metro 17,424 estac/ies. cora um desenvolvimento
de linhas, equivalente a 32.10 kilmetros.
A linha mais importante e mais vasta a que
une Berlim a Breslau na Silesia, approximada-
mente de 34'J kilmetros,
a obra de
nheiro, ra da Hora, casado Sr. Calixto, n. 8."
Man< (po do Bonlt**Escreyeram-nos
do Bonito, pedind a insercao do seguinte resul-
tado das eleicScs'ali havidas para presidente e
vico-presidente da.Repubca, senador e deputa-
dos ederaes; .,
Clan do K gurada, em Washington, una interessante asso-
ciago : O Fat Men's Club, ou club dos ho-
mens gordos.
Sao severas as contfes de admsso para
essa sociedade. S podem ser socios homens
alegres que pesem pelo menos 93 kilogrammas
e cujo Ironco toaba pelo menos 102 centimetros
de circumferencia.
Foi eleilo presidente um individuo que pesa
(93 kilogrammas e rice-presidente um cutio do
peso de 170.
B<-*mbertai) Sr. E. F. ^auderhaeghen,
o conhecido bibliolhecario da Universidade de
Gand, annunciou a dcscoberta de urna carta de
Flandres, desenliada por Pedro Torrentinus (ou
Van der Beken), geographo de Gand.
Editada em Gand por Pedro De Keysnre. em
1548, essa caria de Flandres anterior de Mer-
catore, que a mais antiga conhocida.
Foi adquirida pela biblotheca de Universidade
de Bruxellas.
Avenida de arvort-c -O Duque de Ar-
gyll, cuio lilho o Mrquez de Lorne. genro da
Rainha Victoria, possue urna avenida de arvon.'s
muito curiosa na sua propriedade margen, de
Loch Fyne. Cada arvore foi plantada por ofgii-
ma pessoa distmeta. Sempre qne algnm homem
eminente visita o castellode'Jawevary, o-duqne
convida-oa plantar uaaarvore uessa a,veuid*.
Colloca-se depois mua inscripeo dzendo .qum-
do e por quem foi ella plantada.
I*:alruio Patritico 6 de isturco -
Em ordm do dia n. 263*de 7 do corrate mez,
do Exm. Sr. General Commandante do 2 dijs-
trictp militar, foi momeado. lente-corpne.1 em
cominisso, para comsaandar o BalalhSp,P[trih-
lico 6 de Margo, o Sr. Tenente de exererto Frajk-
i
II
>

'

V
' .- '*
[i"""
J






Diarlo tfe PernamMeo Calillado tO tfe HareojtelS94
cisco Cabral da Silveira, que servia como
major do mesmo batalhao.
Ao Sr. Tenente-coronel Silveira agradecemos
a tinezii da soa comraunicagao a rcspeiio.
CiuM Cano fferdn -Na respectiva sede
reune-se amanha, pelas 11 horas do dia, o Club
Carnavalesco Canna Verde, ein asscmbla geral,
para tratar da reforma dos seus estatutos.
urtr>.d(> I u F.-v*wiro-lieune-sc
amanha a Saciedad.' Recreativa 2 de Fevereiro,
sit lli, comqualquer numero que compare-
cer, pina tratar negogio importante.
Milerarla utaraire* l>i*hm as-
sembla geral fuacciona amanha essa socieda-
de para dar posse i ?ua i ova directora
SfHt-xlout-oParao consumo publico o-
ram honte a abatidas ao matadouro da Cabanga
71 rezes, pertencentes diversos marchantes,
To.-ai.uciwuTombouctou, occupada l-
timamente pelo coronel Bonoter, coinmandante
sup t >r das tropas no Sudiio francs, a nica
iportautc dessa parte do Sodio, banha-
da pelo Niger.
Esi situada a crea de 21.010 kilmetros ao
le AL'iT e 1 W a leste de S. Luiz do
. n ponto ena que o Niger, viudo do su-
'. da urna volts para late, antes de lomar
. do -ii 'sle para a soa embocadura no
, era at entao governada de um
pendente, pagando apenas um
ni i'\>"s Domadas do deserto.
ilro de reoniao das caravanas
Nacionaes Mulheres Estraogeiros Mulheres 11 H 0
Total Arrasoados Bons Doentes Loucos Louca 461 401 18 2 1
I

Total 422
Movimento da enfermara :
Tiveram baixa :
Pedro Nuncs de Olivcira.
Candido Ferreira dos Passos."
Inspectora do *.u uiMtrlelo marlti
i>-Recife., 8 de Margo de NM.
Bolglim meteorolgico
Hort Term ceatt- Bainmet
ensao do Ihinu-
tapar dnde
81,43 89
24,44 88
24.12 84
13,97 83
19,87 71
des ip ed i a estacao principal das
s entra o sui da Argelia e o Su-
d '...:' :.
Jornal anima- Era publicado em Tor-
qnay, na Inglaterra, o iLittle Standart, que o
mei mtiecido no mu'ido. As anas ui-
meia i vo alm do sete centmetros
i. i: dirigido, editado, composto e publi-
cado por um s individuo, o Sr. M. II. Tochctt,
sob o patro linio do jornal .Dewen Counly Stan-
dard, oe i te < ama reduccao.
.(m'.im'um aaas>eiran Le-se co
mraerclo da Rio le Janeiro :
.. .i de eaus ir :er a n . sultados a que lem attigido cer-
es lina i ras particulares da Aiue-
ric i "
i lando aqui ao nosso paiz temos duas
dess -..- iricanase a iropressao a
qne cima r.< ni mol a agora ao
analysar o ultimo rotatorio annnal o qnadrage-
simonono da NewYork Life [nsurance Cooi-
pauy, latadi del de Janeiro do corrente anno.
i is qne o activo da companbia, ou
: |ue ellatemaccumuladosparalazer
i i om| romis ios i de ...........
i,78l,2l ou ao cambio actual -.........
743 'o> '> 66030
O Beu passivo, en por outra, alm de paga-
men! a fa er, a reserva guardada de 4 so;
bre os em fifi ir, de accordo como a le
de v ., monta a 131,675,131,03 ou........
858.373:75o 1130.
Ha, p lis, entre o activo ou o fundo de garan-
tid real, eo passivo uu a reserva que a compi-
nhia por le dere possuir para fazer laceaos
seus nissos -urna differenca ou um sal-
do es I ite de i 17,025,630.18 ou ...........
85 128:150*900.
A receila da companhia o anno passado foi de
33,8"i 1 ,"546,95 ou de 169.318 234*750 dos
q i. : premios foram > 27,48s,6i7,44 ou
87.4i.:.s7 5120.
Pajtou a companlaa aos herdeiros de mutua-
rios a enorm i somraa de ....... ..
S 8 440.09346 ou VI 200:467*300, e de dota-
foes vencidas i 1 083,443,94 ou 5 M7:UM7.
As annuidades pagas durante o auno inoiila-
rain a i 1.407,236,99 00 7.046:284*740.
numero das apolicis emittidas durante o
anno de 85,568 representando seguros do
val : le 223,848, 991,00, .las quacs foram re-
cusad is 10,393 no valor de S 569,757.
0 numero das apolices em vigor era em 31
de Dezembro de 1S93 de 261,992, representan-
do seguros do valor de S 779 366.678,00.
Esses dados nao podem soll'rer duvidas, a
vista d certido do superintendente de seguros
do Estado de Nna-York.
Nesse relatorio, que bastante minucioso e
que mostra a magmtode dos negocios da com-
panbia, notamos uiua lacuna, quese nos augura
bastante notavel, e que desejavamos ver desap-
parecer nos anuos vindouros.
Desejariamos ver urna parte dedicada espe-
cialcente aos negocios do Brasil, que nao so se-
ria de grande interesse |para os mutuarios da
companbia ueste paiz. como tambcm forneceria
elementos para se ajuizar do desenvolvimento
do espirito de previdencia na nossa populago e
da acceitacSo ijue semelUantes instituigoes tSm
tido entre nos.
Tnbunai dn Jury do Bfeife-Func-
cionou honteni este Tribunal sob a presidencia
do Dr. Francisco Allino Correia de Araujo, juiz
de direito do ">. distncto criminal, occupando a
tribuna da accusaso o Dr. Alfonso Gong-alves
Ferreira Costa, 2." promotor publico.
Foi submetiido a julgamento o reo Antonio
MarinhO da Silva, pronunciado como incurso
lus penas do art. 303 do Cod. Penal e accusado
de haver no dia 18 de Maio de 1893, i ra do
Lima, fcrido com urna faca de ponta a sua mu-
Iher Anna Joaquina do NascimentO.
Produzio a defeca o acadmico Jos Cavalcan-
te Ribeiro da Silva.
Em face da deciso do Jury, que negou a au-
tora, o Dr. juiz de direito absolveu o reo e con-
demnou a Juteudencia Municipal as cusas do
processo.
Em segundo lugar foi julgado o reo Manoel
Joaquim lavares, vulgc Manoel Goyanna, pro-
nunciado como incurso as penas do art. 330 do
Cod. Penal e accusado de haver subtrahido para
si contra a vontade de seu dono, una caixa con-
tend massas, pertencente a Vieira & Silva es-
tabelecidos ra de S. Francisco.
Deduzio a defeza o Dr. Luiz Emigdio Rodri-
gues Vianna, advogado dos presos pobres.
O Jury negou ter o reo praticado o furto c de
accordo com esta deciso o Dr. juiz de direito
absolveu o mencionado reo e condemnou a In-
tendencia as cusas.
O Inry de sentenga compoz-se dos seguintes
jurados "que funceiouaram em ambos os pre-
ces sos :
Francisco Pcreira Vianna.
Odn Eurico de Brito Macedo.
Jos Candido Fonseca de Medeiros.
Jos Osias de Paula Hornera.
Dr. Tiio:naz Lins Caldas.
Francisco Alves de Moraes Pires.
Francisco Rosas. .
Francisco Theotonio Pereira da Costa.
Jos-- Sogueira da Silva.
Foi levantada a sesso s 2 horas da tarde.
Canamenio elvil O escrivao de casa-
mentus que funeciona nos districtos do Recife,
San'o Antonio, S. Jos e Afogados, affixou na
repartico do Registro de Casamenlos a ra do
Imperador n. 75 1- andar, editaes de proclamas
e casamentOB dos seguintes contrahentes :
Segunda pubiicac&o
Tbomaz Antonio Guiraares Fillio, negociante,
rom Mara da Conceico Guimares, solteiros,
naturaes leste Estado e residentes na fretguezia
de S. Jj^.
Francisco Cintra Lima, erapregado publico,
com Joanna de Jess Barbosa Lima, solteiros,
natoraes deste Estado e residentes na fregue-
zia de Santo Antonio.
Primeira publicago
Bono Eutropio dos Pra?eres, solteiro, erapre-
gadn no eomioercio, com FelippatMara Cami-
nlia. viuva' natoraes deste Estado c residentes
na rreguezia de S. Jos.
Luiz de Franga de Mara, natural do Rio Gran-
de do Norte, praca do 2* Batalhao de Infantaria,
com Mara Francisca de Lima, naturat ao Lear,
solteiros, e residentes na freguezia de Sanio
Antonio.
0 escrivao de casamentos da Foa-Vista,
Graca. Poqo e Varzea, aflixou no dia 9 do
correte, na repartigo do registro ra do
Imperador n. 41, andar, editaes de procla-
mas de casamentos dos seguintes contiahentes :
Segunda publicaco
Joo Pereira de Souza, com Anna Francisca
de Paula Pereira, solteiros, e residentes na fre-
guezia da Boa-Vista.
Dr. Manoel Moraes de Albuquerque, residente
em Santo Antonio, com Laura Saraiva, residente
na Boa-Vista, solteiros.
Casa de DeoncfMovimento dos pre-
sos da Casa de Detencao do Recife, Estado de
Pernarabuco, em 7 de Margo de 1894.
Existiam 46
Entraram ;J
Sahiram
Existera 4b'
.A saber;
Ee SE
por se-
Altura
grado ( a 0>)
6 m. 2-V8 753-,t7
9 S7.'6 757M,I8
12 28,3 736.99
3 t. 2S."7 7.--,46
6 27;8 756-,58
Temperatura minima t/50
Temperatura mxima 30."7'>
Evaporago em 24 horas ao sol 7.m3
Cliuva 2m.
Direcco do vento ESE com inlerrupces de
E e S de meianoite at 5 h. 33m. damanha ;
SW at t h. 26m. WSVV ale 7 h 28 m.: \V at
8 h. 43 m. ; ESE com iuterrupnjes de
at meia noite.
Velocidade media do vento 4,m26
gnndo.
Nebulosidade media 0,70
Boletim do porto
Pra-mar ou Das Horas
bai xa-mar
P.M. 8 de l'arco 11-10 da m. 0-30
B. M. 8 de 5 29 da t. 2-55
selro* -CbegadOB do Norte no va
por nacional Onda :
Antonio Freir, Serapiao de Oliveira Goocalo
do Nascimeato, Jos da Cnu, obre de Araujo
fosepba Sansn,LeonJdio R de Oliveira, Alvaro
Ramos, Manoel Gomes, Manoel Pereira, Mara
Pereira, Vicente Amorirn, Manoel Moraes, Fran-
cisco Xavier, Marianna Vasconcelloi, M. Moreira,
M. de Nascimeuto, Etelvina Paz, Francisco Mene-
ses, Austricliano Cmara, Sant, Ahlos, Jos
Mondes, Jos Pereira, Abel R. Ortiz, Fornozeli
Angoste suasenhorae 1 lilho, Virginia Maszoni,
Lenidio R de Oliveira, Erminia S. de Oliveira,
Maria Marcolina, Irmes Virginia e Maria Bezi
guel, Dr. Pedro Gusmo, Jos Dominici, A. de
arvalbo, A Ionio Vicoque, Vernica Bezinks,
Miguel, sua scihora e 1 lilho, Jos M. Feman-
des,Maria, Anio F. de Carvalho Quiutino F.
L. Freies, Pedro Moura. Rodolpho J;i(ahy Ar-
thur Jalaliy, Osear Jatahy, Octavio Jalaliy, Joan-
na Jalahy, Julia Jatahy, Alvaro Barbalho, Elpidio
Barbalbo, Manoel Corueiro, Joo da Silva, Fran-
cisco Lopes, Oclaviana l. Tavares, Joaquim
Vieira F. Costa, Major Alfonso Saraiva, Teen-
te-coronel Joo C Galv&o, Augusto O. C. de
Castra, Antonio A. Moraes, Joo da Costa Ferraz,
Antouio de A. Maia, Joao Jos Vianna, Francis-
co A. da Silva Oliveira, Manool Vieira Bernar-
des, Dr. Joaquim M. Lima Jnior, Alfredo No-
rat, Antonio Peuna e 2 filhos, loaquim G. de
Castro, Getrudes da Conceigae. 1 cadete e 9
pragas.
CrHalterio PaitlieoObituario do dia 7
de Marco :
Miguel Goncalves de Barros, Pernambuco, !0
annos, Santo Antonio.
Anna Placida Santa Maria, Italia, 21 annos,
solteira, Graca.
Joo Evangelista SimOes, Pernambuco. 2t
annos, solteira, Recife.
Caetana Francisca de Paula, Pernambuco 38
annos, solteira, Recife.
Antonio Vctil de Negreiro Fillio, Pernambu-
co, 6 annos, Recife.
Um feto do sexo feminino, S. Jos.
Venancia Correia da Silva, Pernambuco, 60
annos, casada, Boa-Vista.
Maria do Rosario, Pernambuco, 69 annos, sol-
teira, Boa-Vista.
Agapito Francisco Vieira, Ceara, 53 annos,
solteiro, Boa Vista.
Um feto do sexo feminino. Pernambuco, Boa-
Vista.
Um feto do sexo masculino, Pernambuco, Re-
cife.
Dia 8
Vigario Manoel Esperidio Muniz, Pernambu-
co, 84 annos, Boa-Vista.
Climeria Maria de Azevedo. Pernambuco, 20
annos, solteira, S Jos.
Joanna celestina de Sant'Anna, Pernambuco,
40 annos, viuv^S. Jos.
Eduardo Ferreira Soarcs, Pernambuco, 24 an-
nos, solteiro, Recife.
Manoel, Pernambuco, 5meses, S. Jos
Arthur Pernambuco, 10 meses, S. Jos.
Francisca Alves Pelota, Rio Grande do Norte,
36 annos, casada, S Jos.
Lourengo, Pernarabuco, 75 annos, solteiro, S.
Jos.
Auna, Pernambuco, 60 annos, soltejra, Graga.
MSICIANA
COMPANHIA SANNB
A bordo do vapir ingles cSibe espa-
rado do dia 12 do oorraote esperada a
companbia ly.-ica do stiajavel Sig. Sa^-
sone, a qual vam lser a estacSo dos me*
sea de Margo e Abril no theatr > Santa
I.abel.
Oonsta-noa qne todo os lagares do thea-
tro eatSo designados e qoe a companhia
far no dia 15 a soa eatra com a opera
Aid, apresantar.do aBsim o Sr. Sansone
os seus melhores artista*.
O TENOR BIANOHI
Km das do crrante mea o tanor Lui-
gi Biancbi p-etende realitar no sa^So do
Lycea de Artes eOffijios, urna matioe*,
na qual se tarSo tam ;em ouvir as Sig. Des-
demona, Bernabei e outros artistas.
O Sig. Biancbi om artista modesto
que mereca a protecgSo do publico.
REVS
'ela casa Rordi, de MilSo, foi-nos of
(erecide s ultima meloda do popular ro-
manciata Paolo Tosti.
Inspirado em ans versos de Paol VerJ
lame, a tmelodia do componista cheja
de esponoeid de e elegancia, diaendo fa-
cer p-rte do repertorio das nossas ama-
doras.
Agradecamos ao Sig. Ricordi a offerta
de mais este eaemplar do popular roman-
cista.
MANON DE PUCCINI
No tbea.ro S. Carlos de Liuboa foi ni
tira mente cantada a opera Manon de Les-
caat, do joven maestro Pnccini, sendo
desampenbada pelos artistas Mecdiros,
Msina e Scaramells, regeado a orchestra
o maestro Bimbom.
ouvir o Dr. juiz de direito ds Amaragy e o Dr.
q sector.
Aggravos de petigo :
Dj RecifeAggravante Dr. Joao Bastos de
Millo Gjmen, aggravado ojuizo Relator o juiz
GalvSo. Adjuntos 03 juize Cosa Ribeiro e Ai-
mei.18.Nao ne tomoo coDhacimen'.o, unnime
mente.
Dj ResifeAggravante o Dr. Jos Ventara
do* Sj iI-js R i, ^gerava lo o Conc;ho fcfuai :i-
pal. Relaior o juiz Teixeira de S. Adjuntos os
juizes Costa Ribeiro e Caldas Brrelo.Dea se
provimeato ao a^gravo, aoanimemeate.
Do RecifeAggravante Jj6 F.-aociaco Bitlen-
court. aggravado Flavio Ferreira Ca ao. Relator
o juiz Cildaa Barreta. Adjuntos os juizes Carlos
Va e Costa Ribeiro.Dea se provimento ao
oggravo, contra o voto do relitor.
Do RecifaAggravante Jos Pareira Amares,
agg-avado o Coajelbo Municipal. Beialor o juiz
Cartea Vaz. Adjuntos os juizes Coica Ribeiro e
Gilvao.Dea-oe provimento, contra o voto do
relator.
Aggravo de instrumento :
De AmaragyAggravaates o BarSo e Barone-
sa as T'ijurr-tiaga, aggravado Manoel da Ro ha
Cabra! de Azevedo. Relator o juiz Costa Ribeiro.
Adjuntos os juizea Carloa Vaz e Galvo.Nao
M lomoa canhecimento, unnimemente.
PASSAGBN'S
Dj ja s Costa Rioeiro ao juiz Teiseir3 de
: *
Appella o commercial :
oo RecifeAppeaoie Lud vico Gjmss da
Ivi. appellados Fns Li a & C.
Do jala Teixeira de Sa aojuiz Caldas Bar-
reta :
Appellago civel:
Da i-azarrthAopellante JoSo Graciano dt3 i
Sanios Andrade, apellado io&j Cl.mjco Velh0 velieidadas acentificM, tem
le Mello.
D-i rasa C'lda* Brrelo ao juiz Almeida:
Appellagao civel:
Di ViciunaAppellaote Fraacisco Jjs Mar-
ina, appelladi M'-oel Jjs Vellosa.
Do jaiz Carlos Vaz ao juiz Galvao :
Appellagao crime :
De s. BeitJAppellante Felippe Manso da
Silva, appdlada ajuatiga.
nisTBiBUiguss
Recur-j? minicipaes :
Ao juiz Carlos Vaz :
Reeor ea:e Li;era.o JjJ Manques, recorrido o
Corlo liu Mini. ipal de Amaragy.
Ao juiz Galvao:
corrateAngelo Vieira Sampaio, recorrida
a CoacelU Ua Baa-Vwt.
Aojuiz Costa Ribeiro :
Rd-orreoteD. Seuiiana Cecilia da Cosa Nj-
gaeca, recorrido o CoQceiLO Maaicipn de Ipj-
jaca.
Agf-avoada ptic> :
Ao "juiz Costa Ribeiro :
D > RecifeA.'g'avan'e D. L'-oailla da Silvei-
r Barros, aggravado Joj Manoel Ferreira Cam-
pos.
Ao jniz Teixeira de S :
Dj RiJifiAggravante Jjs de MiceJo, ag-
{rata Appellag5cs cueis :
Ao juiz Costa R beiro :
Dj R 'Al- Appellante 3. Anna Ro3a de Bar
ras. su i-i-a la Cetano Marques.
Ao jniz Teixeira de Sa :
Da VictoriaAppellante Jaaquim Luiz dos
.n w. appellado Scmael Abaalj de Sa Caval
can e Paiv-.
Aj juiz Caldas Barreto:
De S LoureogjAppel an" Ab.lio AogaetJ
Perei-a da Silva, appellados D. Ractol Pereira
da Sil .a e ou'.-'''.
Ao juiz Almeida :
Da Vicioria-Appellante D.Julia Bezerro de
Alnuqu^rque Barros, appellado Daniel Morei a
da Costa.
Ao miz Carl03 Vaz :
Dj Recife Appellante a Companhia Geral de
Meino-amentoaen Peromioco, app-llado oDr.
Gervasio Gocgalves da Silva.
Ao jniz Galvao:
Do RecifeAppellante otommendador Joao
(naci d? Medeiros Reg, appellada a fazenda
do Estado.
Eocerrou se a aeaso s i horas da tarde.
CHROHICA fDlCUfilA.
upeilor Tribunal de Justlc*
SESSAO ORDINARIA EM 9 DE MAHQ3
DE 1694
PRESIDEHCIA DO 8S. DR. FRANCISCO LUIZ
Secretario Dr. Virgilio CoUio
A's horas do costme, presentes os Srs. juizes
em numero legal e o Dr. procurador geral do
Est.do, foi aberta a sesao, depois de lida e ap-
provada a acta da antecedente.
Distribuidos e passadosoa eitos, aeram-se oa
segumtes
JLGAaMBTOS
Habea-corpna.:
Pacleoie : ....
Joao Honorato Mrtias Btayaer.Mandoa-se
NOTICIAS L1TTER4RI4S
attetrospeeto Iterarlo
MOVIMENTO LITTSRARIO DO RE-
CIFE EM 1893)
Os leitores conhecem Julio Pires, ins-
pirador cantor dos Modilhosi, a mimosa
Cjrdelia Silva* que tanto ntrigou o
chigh-life femenino de nossa capital ?
Pois, no extincto anno, apresentou-nos
elle urna phase nova de sea fecundo ta-
lento, oomo phologo. No silencio de
seu gabinete, cercado de um luzido
batalbSo de livros otis, rom dia-
logo incersante com Whytney, Schlei
cher, Max Muller, Jacollist, Renn, Scb-
legel. J jnes e outros, tudo esmerilhou
curiosamente, com avidez ; coordenou em
aegaida auas ideas, fez investigares e
resolveo se a publicar um brilhante livro
de 11? paginas, papel esplendido e im-
pressSo nitidissima, modestamente eao
minado cnotas sobre a lingua porto-
g >eis.
O nome de seo autor recommenda van-
tajosamente a obra.
Julio Prea, tem sabido ceroar-se de
um prestigio enorme e boje, sem receio
de contestacSo pode ser considerado, um
do i primeiroa pbilologos do norte e o pri-
me r o de Pernambaso.
Sea trabalho aegoio nm metbdo mag-
nifico e devora de prefereocia ser adop-
tado nos curaos secundarios, pois est ao
alcance dos mogos intelligent-s que nSo
segaem a rotina e tm os espiritoa pre-
dispon tos a receber todos as luaes que
d.ffandem sobre nos os varios ramos do
conhecimeoto humano. O Dr. Pires co-
rneja, as suas apreciaveis notaa, tratando
dos lomes diversos attribuidos i sciencia
da linguagem pelos melhores e maia co-
nhejidos philologos. Sobre s origem da
linguagem, nSo perdera pela prolizida-
de ; esaa questSo muito controvertida of
ferece um campo vaatissimo a quem se
entrega com paciencia e constancia ao
agradavel estudo da lingistica.
Nesse capitulo qne poderia ser asas
longe apenas cita o Dr. Pires, Helder
qne pretenden ser onomatopica a origem
das palavraa e Max Muller erigindo seu
pomposo castello sobre a ruina das nter-
jeicSes.
Todava, retrocedendo slgum tanto, po-
deria alladir opiniSo de alguna eruditos
que affirmavam ser divina a origem das
palavras. Scrates, comparava j os ety-
mologietas que assim pensavam aos tr-
gicos embarazados que recorrern ao
cDeuB ex mchica. Segundo Hermano
Da sua Die Spracbwissenschaft maoh
ihrem Zasammenhange mit Logck,> di-
vergem os autores : nos querem qne te-
nba sido puramente humana eabora con-
vencional, a origem da liuguagem, outroi
que provenba a divindade on da natu-
rea inconsciente
Attribue-ae a Hira?,!ito, dia Zabcro
uski na sua importante tOrigem da lin-
guagem, a th&oria das palavras como
sombrea das coasas, suas imagens voca-
es,como nossa propria imagem quaodo
nos observamos nam espelho. Epicaro,
avaoga qne na primeira forcaagSo da lin
turea, 10b o aaaumptc, alo curiosos e
digaos de estudo as opiniSes de Laerecio,
Andr Leferre, Bosse, Tylor, e outros
mnitos autores.
c Adam Smitb, dia nm escripor, de
opiniSo que o ho rem tenba vivido primi-
tivamente n'nm estado de mutismo, om-
munieando se apenas por certos movi-
mentos do corpo e gestos pbysionomiooa,
at que emfioi, dala a mult plicacSo das
id.-s e a impossibilidade de indicar ae
com os d:doa t.doa os objectos, sectio
se a nsceBsidade de inventar signaes ar
tifioiaes cuja signifiaag-'o fosse determi-
nada por um commnm accordo. O Dr.
Pires poderia ter dito ato o muito mais
para maior cjnhecimentj de seas dioipa-
lo8 e mais claro idea dos meamos, (obre
a controvertida theoria da origem da lin-
guagem.
Em seguid i oocupa-se naturalmente do
parentesco das iinguas indo-europos, des-
coberto em 1786 por WiUistoa Jones : da
olassificacSo morphologica das lingnaa:
monossyllabioas, agglatinantes e da fiexo,
estabeleoida por Ouilherme Schlegel se
nSo me falha a memoria, em 1818.
Pr.Degue ainda luminosamente sem so-
pbiama8, nem tergiversagoas. Noto que
cita nuito Max Muller, como Renn,
grande metaphyaioo e cujas theorias e
sido muito
criticadas por vultos importantisoimoa na
sciencia, como Ziborowike e outros.
N'um capitulo especial, o Dr. Pires pode-
ria ocaupar-se mais latamente des procrea-
sos da linguagem encarada aob o onto
de vista naturalstico t3o brilhactemente
discertadoa per Augasto ^sheicher aa sua
Dautsche Spracbe, viudo a lame em
1880 e onde se descobrem quaai tedas aa
leis darwinios sobre o transformismo ou
melhor sob:e o evolucionismo da lingua-
gem. laso que ah fica, cSo nma crti-
ca lingu'stxa do D Pires ; n5o tenho
competeocia para fasel-o. mas sim pontos
sobre os quaes, eu ^uisera se alargasse
sais o iilustre philologo pernambucano,
com a praficiencia de que dotado.
Urna surpreza : Julio Prea, tem no
prelo os tDichroos versos (le sua lavra
na primeirs parte dos quaes deataca-sc. a
b.ilhante collec 5c=Cord:ia Silva.Ea-
peremol-os.
Olympio A. GcCvo.
(3ontD*)
PIHLICACOES A PEDIDO
O Exm. Sr. General Lei-
te de Castro commandante
Jo Districto perda hontem
no espa^^ comprehendido
entre a Igrfja do Corpo
Santo e a Lingaeta por oc-
cas'ao Ja procissao da tras-
ladacao do Senhor dos Pas-
sos, a venera de^aoBento
de Avir que a levava pen-
dente.
Pede a pessoa que a en-
contrn o favor de leval-a
ao Quartel Jrenerel do com-
mando do Districto.
--------------------------- : ]
Ao Dr. Julio Pires
Qier r S. S. responder a critica, que usemos
tua obrloba pjr meto de oocias de jornaes,
que a aabemoa como sao arraojalas ? Lem-
b-e-se de que querer fugir cnticj. di^s.i al-
goem, una leucura e nao aupportal a ama
fraqueza.
Nao assim qu3 se iestroe a critica, que s?
naa faz; ao contrario discutiode com factos e
principios, qne podemos desfaiel-a.
0 noiciari8ta daSsmanaleriaeffectivamen
te a tal obra ? Se pessoa competente na mate-
ria ? Se a livease lido e fosse compaienie, nao
dara de certo semeibacte noticia, a menos que
nao quiesse meotir ana propria conactencia,
como tjzeram mnitos outros, por urna especie
de commiseracao Iliteraria Implorada.
E' ocooceoivel que um escriptor, acompa-
nbaodo a pblloiogia em todas a) suas pbasee de
desenvolvimento desde a sua origem at o mo-
mento aclusl e conhecedor ua respectiva littera-
tura, considere adiaotado, poasnido de urna nova
jrientaQio aquello que diz qne o snscrito a
liogaa geratrlz das linguas indo-europeas ; que
anatenta a tbeorla boppima sobre as flexO s ve:-
baea, asa.-verando ser esta acceita por todos lin-
gistas;
Sacudir aos quatro ventas semtlbantes propo-
aijea desconbecer completamente a nova di-
recco dada a pbllologia pela joven escola alie-
nas, qua lende a destruir completamente a theo-
ria de Bopp. Os representan es desta escola sao
sanios emineniiS8moa, romo Sleiotbal, verda-
dero chele da escola, S:herer e viote ootros,
que nao se podem considerar zoilos, pois as suas
criticas sa feltas de accordo com os principios e
os faci?.
O doutor ficou to incommodado com as ver-
dades expendidas por nos sobre seu livrinbo,
imsgine-se agora, como nao fioaria, caso tlvesae
ma a fraoquea de oiier que tal livro urna
compilaco, melhor orna copla vergonbosa verbts
et virgulis T
Eacrener sobre lingistica nao fazer contos
mal contades e versos em urna escola, que j
perdeu a raio de fer.
ie,No queramos tocar mais em tal assumpto,
mas urna vez que a isto fomos oDrigado, ficam
abi estas palavras.
Recife-9-3-94.
Ovidio Alves Manaya
Ao Publico
Para inteirar o publico e as autoridades
da calonioBa notic a dada pela Gazeta do
Recife de 7 do corrente aob a epigraphe
Aggresso, venho narar o facto tal qual se
deu, bem como publicar a carta que es-
crevi e a resposta que me foi dada pelo
Sr. Jarlos Pinto de Lanos, distincto com-
merciante e Industrial socio da acreditada
firma de nossa praca Faestenberg Lemos
& C. tes te man ha praseacial do facto.
E' inexacto que o grupo de qce fasia
parte o Sr. Sacsone estivesae procura
de casa.
Se isto fosse exacto nSo fioaria as im
mediacSes da Fabrica, cerca de 1|2 hora,
oceultando-ae at detras do Ktosk frontei-
ro, ponto escolhido para chamarem por sig-
naos os operarios, desviande-os assim do
trabalho.
A Gazeta do Recife qne devido ao Sr.
Q. de Meneas presta o esorptorio de sua
redacSo, para abi serem seduiidos os me
a operarios, recebendo isnatrucjSes para
deporem contra mim, j disse que en ti-
nha expulso da miaba Fabrica o Sr. Se-
que o Sr. Sigalla despedio-se e trata de
montar fabrica em, oompeteneia a minha*
Esta declaracSo nSo paaaa de um roola
me igual ao embuste de que tem iancado
mSo o Sr. Segada, dizende-so mea ere
dor de carca de vinte contos, por forca de
urna accSo vencida que move contra misa,
no intuito de comer e beber fiado nos ea-
tabelecimentoi ao Rioife e aaburbies,
quando s eu poda e posso propor ac^Sa
legal para haver o que e'.le me deve, cer-
ca de 2:0005 po adiantamentos, parte con-
stante da letra aceita por elle.
Accresce que o Sr. S. Felice darants o
tempo que toi met cpeiario, tempo de
verdadeirae consnmico'es para mim, porque
este Senhor nal a faziapor inccp.z, sem a
m nba intarvecgSo, recebia vencimientos
superiores aos servidos prestados e estes
mesmos adiantados.
' asBm que tendo sabido a ?-?, de No-
vembro j tinba dmheiro adiantado por
couta do meZ de Dezembro, alm das
qnantias que Ihe dei por emprestimo como
fica dito.
Ha, diac antes da aggressSo do grupo,
di;erg3s enviados do Sr. Segalla foram
Fabrica e procaravam os operarios para
sedusil-os.
E'a explicacSo da intenc3o do grupo
que me vi lo-cido a repellir-
O Sr. S n-ons dase r-peiliodo me :
Sou ostrangeiro como se o estrangei-
ro nao tivess? obrigagao de reopeitar &
propriedade e individual dado alheia...
e ainda toi ao Dr. Questor faser revela-
coas falsas que obrigaram dita autoridad*
mandar me chamar a sua preaeng) oeda
fui acompauhado de amigos.
Eis a resposta da carta que dirig ao
Sr. Carlos Pinto de Lemos :
Raerte, 8 de Margo da 1894.
Illm. Sr. Carlos Pinto de Limos.A
bem da verdade preciso que V. S. attee-
te ao p de&ta que sabe e vio ante-hoc-
tem por oocaaiSo da repulir eu os aggres-
sore de minha fabrica Srs. Sansone, Gas
par de Menese3 e F. Seg*lla.
Pey a V. S. a permissSo de f>zar de
aua reBpusta o uzo qne me aprouVer.
De V. Att. e Obrig.0 Jos de Ma-
cedo.
A'teato que approximando-me da sua
fabrica aote hontem cerca de 3 horas da
tarde, vi com eatr.inheza que o Sr. F.
S'galla, ajndo inimigo sen, conversava na
calcada de sua fabrica com um seu ope-
rar o, estando na porta duas pUMOU que
depoia soube serem oa Srs. Sansone e
Gaspar de Mete/es.
LigJ a mi ih chegida lhe vi art3ult.r
com estas duas peasoas de modo enrgi-
co, asando da aeguinte phrasa : Cjm
que direito estaj os Srs. a seduzir os
meus empregadoa ? > Dirg>e-se imme-
diatamente a Segalla com as mesmas dis-
poacSas repressoras ; quando appareceu
sua senhora e lhe agarra, auxiliada j
entSo por mim e Iba conduzimis para den
tro da fabrica. Nesse apartamento vi
qu3 os aggresacres levantavam os guar
das-sol contra si, e que sendo natura*
mate repellidos resultou descarreg&r al-
gum galpe na face do Sr. Sansone ; isto
posao affirmar visto como o vi sempre
desarmado. Continuando na sua usen-
cia os Srs. Saosoae e G. de Menezes em
trente sua porta vi entao que vinham '
os seus operarios do interior cU fabrica
em seu auxilio, trazando as mSo3 tubos
de borracha, sendo porm impedidos por
mim e o Dr Femandea Barros, gerente
da fabrica, de transporem o limiar da
porta-
Depoia vi que o Dr. Fernandos Barros
pedia acs Srs. Sansone e G. de Menezes
para se retirarem, o que fisaram.
E' o qua tenho attestar, podendo fa-
zer desta minha resposta o uso que lhe
aprouver.
Ds V. S.
Amigo, Obligado,
Cario .Ptno de Lemos.
Recife, 8 de Margo de 1894.
mdicos a oonseguissem debellar, pois j
a julgavam chionica, resolv comprar em
casa de Vv, Ss. o precioso medicamento
e principiei a tmalo, observando cuida-
dosamente a dieta e rgimen reco emen-
dados e prescriptos nos impressos qne o
acompanharam, e no fim de ponco tempo,
depoia de ter tomado alguna frascos,
ajhei-me completamente carado. Gratia-
simo aos introductores deste maravilhoao
preparado, pego-Ibes que deem pnblici-
dada a cata minha declaracSo, para dalla
terem conhecmento todos aquelles qua
aoffrerem da mesma molestia.
Joao Antonio di Silva.
Barreado (Minas-Ge r es.)
Reconhego ser verdadeira a firma supra
por ter dalla pleno cooheciiLento, do que
don Em tostemunho da verdade, o es-
crivao Antonio Dimas de Freitas (Rio-
Preto, Minas Geraes.)
E' nico agente e deD'Jsitario do PeitoraE
de Cambar ooste Eatado a Companbia de
Drogas e Productos Chimicos.
vigario Hanoel Candido das
Cnagas Ciondim
Pedro Celestino das Chagas, sua ma-
Iher, filhos, irmacs e sobrinhos, profunda-
mente magoados pelo infausto faecimento
do seu pr-Shdo irmSo e to, o vigario
Manoel Candido das Chagas brondim, vm
agradecer do intimo d'alma a todos os
amigos, parentes e parochinos do mesmo
ligario qua se oignaram viaital-o, anima!-o
e confortal-o durant9 a cruel enfermidade
qua o victimou.
Ao Exm. Sr. Arcebispo do Rio de Ja-
neiro D. JoSo Esberard, ao Exm. Sr.
Conego Governador do Bispado, Dr. juiz
de direitj de Pao d'Alho, quasi todo o
clero da cidada e membro3 de diversae
conferencias desta cidade e da de Pao
diAlho, a todos os amigos emfim o nosse
eterno raconhecimento.
Tres nomes aiud* fiesrao para sempre
gravados em nosaa alma : o do Rvdm. Sr.
vigario Auguato Frack in Moreira da Silva
que em casa de nua residenjia teva du-
rante a cruel entarmidale o nosso querido
irmao e to, dispensando-lhe o carnho e
affacto que s um amigo extremoso como
S. Rvma. sabe dispensar, dia a dia, hora
a hora ; o da sua digna irmS a Exma.
Sra. D. Columba M reir da Silva Santos,
a mais doce e zelosa enfermeira que leve
o nosso bom irmSj e tio ; e finalmente o
do Illm. Sr. Major Dr- Miranda Curio que
com a maior dedicag&o e desinteresse delle
tratou affectuosamentt, empreganio todo
o seu talento e boa vontade part> cons3-
guir-lhe a cura.
A todos os amigos e parentes convi-
damos para aasistirem s missas que no
dia 12 do corrente mandamos celebrar
morto na matriz da
Boa-Vista, s 7 horas da manha.
Jggrtsso
Sobre o que ascreveu a tGazeta do
Reoife de 7 do corrente em saaa tnoti-
ciaa diversas,* sob a epigrapheAggres-
sSocumpre-me diser o seguinte :
A o paaaar naquelle dia s 3 horas da
tarde, o Sr. Sansone, empresario da com-
panhia lyrioa a tanto tempo esperada nes-
ta cidade, pela porta da fabrica do Sr.
Joa de Macedo da qual soa gerente e
interesado, interroguei-o m qualidade de
assigoante da mesma companhia, pelo se-
guate modo: Eot&o a Companbia vem
ou nSo vem? O Sr. Saosane, sem que
eu o chamasse, parou e responden me
affirmativameate.
dmiroa-me entretanto, que o Sr. Se-
galla, vindo em companhia do Sr. San-
sone, e a qnem nem siqaer dirig a pa-
iavra tivesse igualmente parado e Se de-
morado por algum tempo na porta do es-
tabelecimento.
Creio ter nesta carta exposigao, de-
monftrado o pouco escrpulo da Gaseta
do Recife em snas informagSes ao pu-
blico.
Recife, 8 de Margo de 1894.
Dr. Fernandes Barros.
4 PAPLAESITS
guagem, oa horneas tinham ag maneira inconsoiente, impellidos pela na- galla, agora diz qne eiton contrariado por-

x
T
i

Damos sinceros parabens ao
nosso sympathico collega e bom
amigo-LUIZ ALFREDO
DAFONSECAVENTURA
por completar boje 17 primave-
ras em sua preciosa existencia,
desejando-lbe que entre risos e
flores conle muitos das como o
d'esta data.
Recife, 10 de Margo de 189i.
Francisco de Assis E. R. Pinto.m
Chrispiniano F. Rorges.
Borja de Almeida.

1
SBJ
I
!
Peitoral de Cambar
Cara de bronehlte atm;i(i Illms. Srs. Silva Gomes & C Rio de
Janeiro. Felic.to-me j>cr ver annnnoiado
em c sa de Vv. Ss. o remedio denominado
Peitoral de Cambar. Sofirendo en ha
oito meses de nma bronchite aatbmatioa,
que nSo me deixava dormir e, sem que os
Peitoral de Cambar
rara de urna grave toase seeca
O abaixo assignaao attesta, a pedido de
sua comadre D. Rosa Mara da CooceigSo,
com idade de 33 annos, constituigao dbil,
costureira, moradora nesta cidade, que
p^inc piando eata a sofrer, ha perto de
dois annor, de ama toase secca, com do-
res no paito e costas, respiragSo embara-
gada, no maior extremo de debilidade, e
aem nunca ohter allivio com os muitos
remedioB que usoa, ficou radicilmente
curada com o Peitoral de Cambar, pre-
paragSo do Sr. Jos Alvares de Souzi
Soares.
E sendo o referido verdade, tambem
por mim o atiesto, a bem da humanidade
aoffredora.
Joao Correa Peixoto.
(Ourives estabelecido em Pelotaa.(
R3Conhego verdadeira a assgnatura
sapra. Em tostemunho de verdade, o ta-
belliSo Ierael Ro ligues de Carvalho.
E' nico agente do Peitaral di Cambar
neate Estada a Companhia da Drogas e
Productos Chimicos.
Irmandad sa Soabora &o
Rosario
Haver no domingo 11 do corrente co-
mo foi publicado, a procisslo do Encentro,
o acto do encontr ser no pateo da igreja
da Amparo, percorrer palas principaes
ras doata cidade quatro andores armados
a capricho pelo armador Santos, pregar o
srm2o ao recolher da procisBSo o Rrm.
Vigario da freguezia da Graga.
O Sandilo C'ertan bS espalha cheiro,
nSo produz neohum desarranjo as func-
c3ea digestivas o que nSo acontece com as
preparagSes osadas at agora. .
Pela modicidade do prego accessive
a todas as bolsas. Convm certificar que
o vidro tenha bem a aBBignatura ^ do Dr.
Clertan. Urna instrucgSo vai junto ao
vidro. Venda a vare jo tas priocipaes.
pharmtcias. Por atacado casa L. Freir.
A. Champigny e C, snecessores, 19, ra
Jacob, em Pars, e as principaes droga-
ras.
1 BQNECAS GRANDES
Bioameote vestidas
FALLANDO B COM MOVIMENTO
BECEBEl
[ AaFaradisdesDaii.es |
yi3jQ iniWh Q^rgfurQ QSvfp
r-
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I
Diario de Pcriiainbaco Salivado O de Marco de I 894
Peitoral de Cambar
Cara de ua peala
Dlm Sr. J. Alvares da can* Soares.
Cmpro Dffl dever grado, soientifioando a
|V. S. a humanidad a soffredora em geral
ido que o sea precioso medicamento de-
nominado Peitoral de Cantar um re-
medio heroico para as enermidadei do
Minha consorte foi accommettida de
mma perigosa pneumona, qae b ceden
depois de atorado tratamento medico,
continuando, poim, depois a soffrer de
nma toase secca de mo carcter, qae me
eausava a maior inqnietaco.
A pneomonia reapparecen com carcter
anda mais grave tres annos depois e foi-
loe eutSo appcdo o sea maravilhoso
Peitoral de Cambar, bastando apenas
dona frascos para operarse a cara.
Cont V. S. com o mea reconheoimen-
to e crea meDj V. S. admirador, cria-
do attento. /. / do Nascimento.
S. Jos dos Campos (S. Paulo.)
Becooheoo verdaderas do qae doa fe,
a fettra retro e firma sipra. Em coste
mnobo de veraade, o tabelliSo Francisco
o Anioe Garca.
' nico agente e depositario do Pei-
toral de Cambar oeste Estado a Com-
panhia de Drogas e Productos Chimicos.
--------------------------Sol--------------------------
aflea verUadeiraaaeMte dos seus
tffelios a portpotosa planta americana conbeciJ.*
na scieDCia sob o nomo te Hamamelis Virgi-
3tra-e do valgo pelo deAvelelra Mgica,
planta da anal extrablo e cooibiooa to admira
vel como scientiHcameote o emloeote sabio Dr.
C. C. Brislol, oExtrajo Duplo e o Uognenio
de Aveleira Mgica. Estes maravilcaos reme
cus allivlam e coram .inmediatamente toda a
especie de feridas, qaeimaduras, tamores, cria
.-23 cbronicas, carbunclo*, golpes, cootufes,
aor de dentes e de cabera, oevralpias, e toda a
doenca cu flor externa.
E' tambem o Extracto tm remedio admiravel
em caBosde rbeumatismo. hemorrhagiado nariz
rcflimmacao aa garganta, caibarro, mordeduras
de insectos, etc.
Nunca falba no curativo radical cas almorrti
mas, ulceras internas, vmitos de saogoe, mo-
lestias dos rins e oemorrlugia pulmonar. 0
Extracto Doplo da aveleira Mgica ao meemo
lempo um remedio interno e externo que pie
xer usado em pannos ou fncces, ou tomado in
teriormente em doses de mela colbennba doas
od ires vies ao da. As mesmas propriedadee
* virtudes possoe o Ungento de Aveleira Mag
r,a do Dr. C. C Bristol, para uso exie.no so
aenie. _________^^^^_____
New-York Life Insurance
AVISO
A gerencia d'esia soccusJ de Pernair-
iuco no intuito de certificar-so de algu-
ata irregularidades praticadas por alguna
doa teas solicitadores de segaros, pedo es
pessoss que ainda n8o se acham manida
es reciboa cond cionaea assignados
pela Directora da Companhia firmados
por esta gerencia oa das saas apolices de-
finitivas, o obsequio de comparecerem ao
HCriptorio desta succursal afim da serem
legahsados es reciboa pateados pelos so
licitadorea.
Esta medida tem por fim regularizar as
Bcssas operacSes em proveito doa nossos
segurados e da companhia ama vez que
Toa pessoaimecte supportar com prejaiao
superior a 21 contoa devido s irregulari-
dades cima.
Esta gerencia compromet) se a tornar
publico os ames dos solicitadoras que te-
nham sido inoorreotos para faaer a devida
j ustica aos que se tem portado honrada-
mente na companhia.
Recife, 22 de Fevereiro de 1894.
Dr. Antonio Molinari Laurin.
Gerente das Sucoursaos do Norte.

COHHERCIO
tea Coammerelal de fcrntim
bant
soracSss orriciais da tonta dos coa-
BETOBR8
Proco do Recife, 9 de Marco de 189i.
H2o boave cotacao.
0 presidente,
Augusto Pinto de Lemos.
0 cecretario,
Antonio Leonardo Rodrigues.
Cambio
PRAGA DO BKCIFB
Os Bancos abriram ni je as operacSes a 9
j.r2 obre Londres a 0 .uaa apparecenao poneos
tomadores.
Em papel particular Bao consioa negocios, o
aereado tranifestou-se ett iel.
cotacea de gneros
Para o agricultor
ASSUCAR
g.-ist&lissdo...... 6*Z!
CBinas por 15 kilcs. 6*700 a 6*800
Branco dem dem .... 52lW a 6*J00
Soswoas, idem idem. ... a 4*300
Maacavac dem dem 3*3u0 a 3*400
Bruto dem dem..... 3*400
Broto melauo...... 3*100 a 3*200
Reame dem dem .... 3*000 a 3*100
algodae
Sao cddsiou negocio.
%t*ool
For pipa de 480 litro-' 26i*000 venda.
AgnardrDin
Por pipa de 480 litro 175*000 venda.
el
Colamos nominal a 100*000 por pipa.
Carnanba
Sota-se de 12* a 19*000 por 15 kilos vendas.
Cooros;
Seceos salgados na base de (2 kiios a 800 ris
s)sat<>aj.
Verdes a 470 res nominal.
ft>**ra*fea
Co'a-se a 25*000 por lo kil03.
TABELLA DAS ENTRABAS DE ASSOCAB B AL-
GuDAO
Mea d<* Marco
Enradaa
tarragas.....
VdDOrrg. <
Animaes.....
Enrada de Ferro Central,
dem de S Francco .
dem de Limoeiro. .
QScmma t ,
Das

a
a
a
I
i
Asqu-
ear
Sacos
8 27730
9]
2574
6870
35521
10013
9
7,
82708
Algo-
dao
Saccax
1700
3906
2140
H74
1465
3280
13665
lupoitacSo -ii*
L^ar ingle U-i.en Ut>ri, > Pnt'ado de Tflr.
ra No*a, em 8 e etn ignado a Blackborn e C,
manifestou :
Bacalb:o 2625 barricas e 1703 metas dita?
mw
Companhia
Progresso
4o eommercie e ao publico em
geral
Pelo presente declaro
e torno patente que
desde o dia 25 te Ja-
neiro prximo pasGadj
desliguei-me completa-
mente da Companhia
de Seguros Mutuos con-
tra fogo "Progresso"
com sede na Capital
Federal e portanlo ne-
nhuma responsabilida-
de me cabera pelas
transaces feitas com a
dita companhia por
achar-me com ella qui-
tes conforme documen-
to autentico de saldo de
contas em meu poder.
Fique portanto esta
declaraco patente e
conhecida do publico
pernambucanu para
evitar duvidas futura.
Recife, 20 de Feve-
leiro de 1894.
Dr. Antonio Molinan
Laurin.
Superior panno a bollan tem
A PARADIS DES DAMES ^
Cura de feridas
Foi com uso doElixir M. Morato
que ourei-me de urnas feridas da mao oa*
racter que tire muito tempo, sem poder
obter melhoras com amitos modioamentaa
que tomei. Hoja gracas ao graedo de-
purativoElixir M. Morato propagado
por D. Carlos, estou completamente bom.
Mandem publicar esto para bom da bu-
manidide.
Araras.
F. de Andrade Costa.
Agentes em Pernambuso : A ompa
obia de Drogas, roa Marques de Olinda
o. 23.
GQLLEGIQ SANTA CRUZ
CURSO PRIMARIO E SECUNDARIO
As aulas deste novo eafahele-
cimento de eduraQSo para o sexo
masca! no acham-st funccionaodu
desde o dia 17 de Janeiro. Re-
cebe alumnos ioternns, sem in
temos 0 externos. Quaesquer io
forma^osa ser2o dadas no collegio.
95Bu* do Hospicio- 5
Joaquim A. de Mendonqa SimZes.
Antonio da Silva Guimiraes.
Mathemalicas Elementares
e Escriptura^ao Mercan-
til.
Venancio Labatut tem onsfguido os meloo
res ri>oltdo8 eom applica(&o do metboao in-
luuivo qoc arto, ta no ensilo de Escrimoragao
Mercantil, sendo que em meos de 30 lice
tem preparado tbeonca e praticameoie, netsoa?
que cram completamente pxiranbas s iransac
oes commerciaes
Contina a leccionr as materias cima riu
Duque de Casias n. 72,1 andar.
-WA.O
-y^,-------.~v,^-Y.w--
^A.'V*^'- -^AVA.Q'VW^
BSPARTILHOS
ELEGANTES !
CONFORTA VEIS !
Receb.u grande sortimento
**M.~*~'
ASV^p
LAear ioelfz Nelly. entrado de Terra Nova
em 8 e consignado a J. Pa'rr e C, mao;f. stou :
B.c.lDtu 2361 barricas e 1585 metas dius a
ordem.
Lugar inglex SiWe Sea, entrado fie Terr
Nova, em 8 e consignado a .'. Pater e C, uiaot-
(estoo :
Bacaibsn 2180 barricas e 1310 meias ditas
ordem.
Lear ingles Viola, entrado de Terra Nov>,
em 8 e cooenado a II. J. Perroao, L.aoifestou :
Bacalbau 2281 barricas e 1521 metas ditas a
oroem.
Lear Ingles C'utha, entrado de Terra No-
va, em 8 <3 coDsiguaao a filatkouro e U., maoi
fepiou:
Bjcalnan 3G00 b.-rricas e 1914 meias dit:s i
oracm.
Lugar ingles Lidia Cardell, > entrado te
Terra Nova, em 8 e con-igaai a i. Pater e C,
maoife8tou :
Bacalbau 2370 Iba.'rtcas e 237d meias citas
ordem.
Escuna in!eza < Brilla Rosa entrada de Ter-
ra Nova, em 8 e consignada a H. J. Permao., me-
aifestou:
Baca bau 1920 barricas e 1281 meias ditas
ordem.
Vapor inglps Ciyde, entrado doa portos da
Europa, em 9 e consignado a Amonen Irmaos e
C, TanifestiD:
Amostras 56 volumee a diveses.
Armares para sellins 1 caiza a A. L G Wil-
liaco.
Biscoutos 10 cauoes & ordem.
Ca 31 v.leme a orde. 19 a Fcrreira Rodri-
gues e C. .
Drogas 7 volumes a M J. Campos, 5 a J. A.
Maia e Silva. 4 a M. M Barbosa Soccessor.
Es opa 40 ardos ojdem.
Eoveloppe 1 caiza aos consignatarios.
Genebra 50 caixas ordem
Mercadonas 6 volumes ordem, 1 a N. Fonje-
ca e C, 6 a C. A. M. Footes, 3 a A. L. dos Sao-
tos, 1 ? Compaobia de Beberibe, 6 a Western
Brazil Telegrapb Company.
Provites 1 jo volumes ao capitao Lary.
Papel 1 ca xa ordem.
Presonto 5 calzas a J. F. Lima e C,
Queijos 10 caizas a Lipes Albeiro e C. tt a
S. Aguiar e C, 8 a i. F. Lima, 11 a Ferreira Re-
drigues e C.
Rcupa 4 caizas a Wells Hood-
C*.Sali re 30 barricas a A. L. G. Williim.
CTecdos 1 volume a P. Jnlieo, 20 ordem, 8 a
Rod-igura Lima e C, 19 a Affooso Mata e C, A
a 01 nto Jardim e C a Guerra Fernandes e C,
7 a G. i galvea Conba e C. 16 a L. Maia e C, i a
A. Martios, 7 a Pereira Magalbaes e C, 8 a A.
Vieira e C, 14 a Maobado e Pereira, 8 a Beroet
a C., I a F. de Asevedo e C, 4 a Guilberme Pono
e C*. 2 a A. de Brltto e C, 6 a Dias Lcure ro e
C, 3 a Marllos e Rodrigue, 1 a Guimarae* Bas-
tts e C, 4 a Pereira e Migalbaee, 4 a Albino
A-norim e C.
Tintas 80 barricas a F. M. da Silva.
Carga de Lisboa
Drogis 3 caizas a Santa Casa de Misericor-
dia.
Reas* 1 sacco a mesma.
Bioiri 9 os iiabq.1 o 1894
tara o exterior.
No vapor ingle ^Rawfaor, pa a Liver-
pool, i'arreearam : *
R. CarralboAC, 48 Lirdos com 3.840 ko;
de aigodao.
V. Neseo, 28 fardo3 con 4,513 kilos de al-
goda .
sem ::;:;.
Sedas pretas lisas a lavradas
ultima novid&de.
Cpas, visiten o pelkrinea da
seda e de venda o que ba de
maia eme.
Mancilhaa e ach%r, es de seda
o retros preto.
GuaroicSda e ea'-lS.-s com yi-
drilhos o sem vidrilhos.
FiUs de ve'odo e satim,
completo sortimento em fa-
zendas pretas
a? pasasis ::: mu
Roa do Babao da Vict.bia 38
G. ceMttos Irmao 164 BSCtO coro ,577 kilo
de cera vegetal, .0 firao* (oai 8,tOO pellas oe
Cabra e duoj co n 215 d'ta* 0 caroeiro
E. M. Bjr.-Oi&C, 200 saceos com 12.000
kilos 'i- amen.r iou av. m.
B. Williams & C 1,000 fardos com 177 173
kilos oe algorfo e 3 3 -ruos d- trapos veino.
No vapor iogiei H ghfleld, para Estados
Um'os, carregaram :
O. L roa k C, 65U saceos com 48 750 kilos de
asentar maacavado.
wa barca io og^eza Aaellaa, para o
Porto, carregaram :
M. Lima 4 C, 16) saccas com 18 807 kilos de
ikeoao.
Corop:nnia de E'tiv?, 300 sscas com 50 6J2
kilos ue algodj e 365 |:ooroS feccos S.lg.nos
cos 6.780 kilos.
Nj osroa ooraegu^nse Friternlta, para
Bltico, carregaram :
Boratelm.n C, 20o fardas om 31,133 kilo
de alfcodao.
Para o i*teru r
No vapor ca:ional Pernau-boco.. para o
Para, carregou :
J. de M.cedo, 13 barra cem 5i0 lliros dj vi
nbo de caj.
Para Mandos, carregaram:
V. Aadrade c C... 17 csixas com 170 litros -
eogae.
Para Maranho, car.egiram :
P. Carneiro & C, 16 caizas com rapi5, o va
lor de 2004.
para Rio
Babitong
67 ardos om cbapeo3
5*0 saceos :om farintia
M,tapar allemo
de Jiueiro, carregaram
i. A. Couu Vianna,
de palba de carnauta.
I i. Esoaiy A Pereira,
se mandioca.
Guisa aes & Valen te, 100 taceos com 6,000
silos Oe m'lbo.
Pilrao &t Maia, 60 meiot d sol.
Nj vapo? nacional Jacoitao, para Cear,
carregaram :
M. A. de Sena & C, 250 voiomes com 14,500
kilos de assucar branco e 63 barricas com 3,580
anos aeio retinado. s
Na barca ruroegeo.ee Aretco, para Porto
Alegre, carregaam :
B=UrSo A Moaieiro, 200 saceos com 15.00 >
kilos de assucar branco
E. C. Belt'j lrroSo, 650 sacros com 48J50
kilos de assucar branco e 150 ditos u. It i50
ditos de oiio mascaado.
Na barcada Eapadart*, para Pa: abiba,
carregou :
J. Sousa, 100 caixas com 2,300 Kilos de sabao
N- barcaga Marcellina., p.tra Porto Calvo,
tarregou :
Compaobia de Estiva, 10 caizas com 330 kiios
de aauao e 1 barrica com 90 kilos de assucar
refloado.
fcl OE M ,KC OC 1S i
ifandega
Randa eral
Do da a 8
dem ds 9
490 1434124
03:7924749
Reno a -o n;tjo :
o dia 2 a 8 94:8074470
idem et 9 20.647*112
553.935,873
115:4544612
Semina total 6b6 3904485
SgiLda seCfJo da Alia- de.-i de Perrambu'o,
9 it Mt'9 te it'.i
ESGHIPTODIO GOMMERCIAL
RA DUQUE DE C*XIA8 N. 72. i. ANDAR
Venado Labalut A C.
I&V.'EV&ONE N. 144
Endareco telegraphioo
Dr. Joo Kangel
Medico operador especialista em moles-
tias de bocea.
Mudou o sea consultorro para a ra do
BarSo da Vicoria n. 1, l. andar, onde
d consultas das 12 s 2 horas da tarde.
Productos it Fabri
ca Tcics 4c Ha-
Ih a Varxca.
Teuco esta fabrica inau-
guardo seus trabalho?^ e
achaado-se habilitaba a sa-
tisfazer qualquer e acorn-
menda com promp t i d a o,
convida-se ao respeitavel
corpo commercial desta pra-
^a, fempre poiicito a coops-
rar pelo engrandecimeato
Jesta tetra e a auxiliar as in-
dustrias na^centes, prioci-
pal vehculo de prosperida-
de e riqueza o commercio,
aexainioar a collecc,ao de
amostras de seus primeiros
productos expostas ua Ae-
soeiaeao Commercial e na
vitrina da Livraria Fran-
cez .
Os Srs. pretendentes po-
dem-sc entender corr< o Sr.
Thesoureiro ra 1. de
Marco r. 7, ou na fabrica,
na Varzea comJ.- W. de
Medeiros, gerente.
Par ido Repblica i o Fe-
deral
Nos abaizn asfii?"?.d >8, convidamos aos Srs.
flores do Panno R-*pobl 2 dlsiricui da freguezu ae S. Jo.. para um
reumao poli'ica, no na U c ccrrenie nn-i, as 6
boras da larde, oo p-eiio n l, pateo do terco,
'ojo Sen a orgiiirccao de o u directorio para i
memo parudo.
Recite, 9 de Marco d- 1894.
Caprao Alezanlre do< Sainos SJ'va.
Tenente Maooel Rodrigues Njgoti a L-ma.
ACtliiO Ju venl'.li" AlvrS.
Teoente Maooei VaMetl-'n Soirs.
Luiz Correa de Aranj M Ho.
Teueote Ansnieto d. S>l*a Ramos.
Tente Enino Ferr^ir* de tfHo.
Capno Librlo Prpzxiio "e Carv.lbn.
Caprio r.naiiiii.n B.ib^sa ua Sil va Goima'Ses.
Capitao M-noel Tr>-n, hilo da Silva G- iuiares.
Tbeoio o Botelb X:ivier Bdmoi>.
U'8'.efla Siv Gui'na'te'.
O ebefe
J. Gooc'lves da S Iva.
O tbesoureno.
Luiz Mauoel Rodrigues Valeoca.
Oo dii 2
dem m
RECEBEDOaiA OO KSTADO
a 8
i i
15-4714683
*.764663
18:2184346
Do da 2 a 8
Idem ce 9
RECIFE ORAlNAla
17.014C31
8:0264789
25:2264823
ereado Municipal de Jam
O movimento deste mercado no da 8 de
Ejico foi o segoioie Krjir.rm.
2o bois pesando 4 9<7 kilos.
33o kilos oe peize a 20 rs.
5 compart. com mariscos a 100 -s.
3 ditos com camarOes e 100 rs.
29 columbas a 500 rs.
0 cargaa com galliohas a b'M ra.
3 caasuaes com vailinnas a 300 rs.
6 car^aa com melan ia a 3t!0 rs.
5 cargas com frucian a 300 rs.
1 carcas com loucas a 30 > ra.
3 cargas com gerioum a 300 rs.
30 carta* com larinna 200 rs.
2 rarwa com nn as a 303 rs.
3 cargaacom fejao a 200 rs.
2 carga com macacbeiras a 300 rs.
10 cargas com milfco secco a 200 rs.
":() lugares a 200 rs.
17 somos a 200 rs.
11 como, com soieiros a 14
8 comp. cocc sctoriros a 7<)0 rs.
8 comp. Coa freesoran a 600 ra.
34 comp. com comidas a 700 n.
54 como, com fazenda< a 600 rs.
48 comp. cora verduras a 300 rs.
75 comp. tom fariona a 400 rs.
(32 comp. com talbos a 24
6460'
45.U)
43"0
174700
2451-0
4900
14800
14500
4300
4900
640i)ii
4600
4'U)
4600
24000
104000
34100
114000
54600
44800
234800
324400
144400
304000
644000
Rendimentos do da 1 7
24140(0
1.70D4O0
1.9414200
Precos do da :
Carne verde de TOO a 900 rs. o kilo.
Soioos de 900 a 14 dem.
Carneiro d- 1/000 a 14200 idem.;
Fannba de 500 600 rs. a cuii..
Milbo de 500 s 600 n>. a caia.
Feno d- 2400o a 34000 a cula.
Xarqne 900 rs. kilo.
Bicalbo 709 ra. idem.
Mcvlmcno do porto
Navios entrados m dia 9
Saoca e t U il rita por nacional Olin-
da. da 1999 i-nrldi?, comuiaodaot* Gnilher-
ou WaaijKt>n, eqoipagem 60, carga varios
gneros a Pere a Caroeiro Para e escala15 dias, vapor nacional Camela,
da 718 toneladas, comua .a.ote, Dauel Oeg,
eqoipagem 31, carga varios gneros, a Ptrai-
ra Carneiro 4 C.
Sodtbamptom n escala13 dias, vapor laglez
Clji. de 3369 toneUdas, coiornaalaote A.
E B'il. eqaipagem ISO, cargj varios gneros,
a Amorira Irma A C
Terra Nova 45 dias. Escolia Ioglexa Anoie G.
0' Leary, de 142 tonea-its, capitao S. Bar
dot, tquipagsm 6, carga Dacalbau, a Jobnsten
Pater a c.
Terra Noa 44das, lugar lgl z Wetern Bell.
de 143 toneladas, raoitao 1 Jobnson. equipa
gem 6, carga bacalbau, a Jocastoa Pdier & C.
Loteras
Os pedidos de bilhetes
de todas as loteras de-
vem ser dirigidos a
HARTIIVS F1ZA i C.
Agentes geraes
CASA Di FORTUNA
23-Roa l.de Marco-23
Cala do Crrelo n. 155.
Teiegr aminaFIUiA.
Elixir ante-febril Gardoso
Manoel Cardoso Jnior
Approvado em 21 de Margo de 1890 pela inspe-
ctora geral da uigna junta de byglene do Rio
de Janeiro.
Este Elizir de composicao toda vegetal pre-
parado segundo as regras pbarmaceoticas.acon-
seibadas pelos autorjs modernos e de recenbe-
elda capacidade scientiea tanto no paz como
no ee'rangeiro.
F-te Elixir o producto nSo s do grande es
ludo das acc6es pnysiolog'xaa das substaccai
o --.o tambem paibologicas.como tambem o re-
saltado das oimensas applicacoes no& diversos
casos de febres de fundo palustre.
A applicacao deste Elizir na grande eplemiad
de bezigas de 1890 a 1891 mais urna vez de
mocstroo.a sua efficacia ; pois no principio dos
primeiros symptomas a beziga aborta, e em ca J
nsemaiB adiantados a bexiga pasca a ser urna
ra febril vulgar spraeantaado pequeas to-
me'ag6^s que com a contiaoacAo do Elizir oe-
paoparecem sem todava apreeeaiar recelos de
oerlgo.
Oe aattotUesi?dcs pohlicados no O.ario de
Pernambaco etaze'.a da Tarde provam o que
llEeDOB.
Nos casos de tebre marella o effeito e adral
-avel,apresentado ohsnouisoas tao maravilbo-
ios qie cesta ctdada do Racilo e no do Rio .ie
Janeiro poaco recato causa a feb'e amarella.
mejrro estando o d'.ente coro vomito p-eto e
sanguneouestes ol'imos periodos eniao ne-
se8ario a apulica^j ein, a tallc.ea anneza.
Este Elizir a coa'wctdo do pablico e de um
grando numero de d gnes medreos acresTita-
ao pr.ra comtater os aifferea'es ocommodos to-
dos elle?, de carcter f--brii.
Por muito tempe Ufemos oresiao de'azsr a
jpplicaQao as (bo:" ervsip> llosas e cora lo
djm resultado que BCaTOS admiraaos de taoal-
tos eCeucp.
Pela pratica rhegarocs r conbecer que noe
taques de; feo-e erys:pe'ic-t i. erystpeua como
graroente sa du e uecessart u u?o |de 10 Uiaf
do Eiizir.
Nos granas* incommodos das eenhorae meBS-
roacSo, gravidez e nos casos de parto com fe-
bre de ora r&.-ultado (to'v ce lo e seguro e
esa canposicVj -V am-w iinei nb
^eio de applicar o Sl-xir n-'.m nesmo em do^ef
operiores as indica.'as aa tabella infra.
Pedimos pos dicni^situon rnetico" que deeea-
em farer uso deste Elixir em bqh citmea nao ^e
a.ei rea i coma urescriocSo, mas re faier a
pplicaco ea barmeaia com os casos que deeet
a rem com&rter, certoo de que o medicamento
le comoosico innocente para organismo po
m.is frgil que -pia.
nodo de osar
A's crisneas at om aono 10 gotas de 2 em 2
boras em urna colner das de sopa ebeia d agai
fra.
De nn auno a ires li< godas.
Da 3 a 10 annos em oante, 40 gottas etc.
Estas doses uevem seapre aer appicadas em
agua fria.
Depoaicos
CompaDhia de Urogas e Productos Chimicoi
Ke.cif-i, ra do Mrquez de Olio Ja n. 23.
N.cional Pbarnaca, ra Larga do Rosarlo
Pharmacia Oriental, ra ^Estrella do Rosarla
o. 3
YauBHBtm Alfredo Ferreira, roa do DarSo da
'i-tnria o. 14.
Pbarmacia Martin*, ra Duques de Cazias n.
83.
Pbarmacia Ribeiro a nrao Ma-.iel Pinbetro 22.
Terra N'va 53 diai, patacho laglez Mistieto
de 161 t >aeia.d<8, eawifto R- ave, nqaipa-
geru 8, co-a:a iwaibau, a Bla< kb irn A C.
Navio sahido no mesmo dia
Buenos Ayres e encalavapor 1-nriezes Clyd.
commaodaa e A. E. Bell, carga vanos geoe-
roe.
Montevideo. croador Americano Benuington*.
ctmmandan'e C. Thoroaz, ca'ga muuisOe.
Santo-, vapor I iglez, Euciii commandante
Treno-nsan, ra-ea v-rio gneros.
Ifacei, Lugar I-gles Lydia tiriell, cap.to E.
R Tadd, Carga Daca n.'O.
Mace, Barca IigU-za H-llen Isabel cap ao
Job Viqp, carg badbau.
Babia, Lugar inglez Viol., capitao I. JoUff,
carga bscalbao.
flavloa esperado*
rlsue noroeguease S. N. Haoseo.
Barca susca Monitor.
Do Rio de Janeiro
Barca americaua Rebecc Crcwill*
De Pelotas
Patacho iftesftao Aartfceid.
Palacho aliemA- Postad.
Lugar inglez Aurora.
Laar ioglez Fiaos.
Patacho llemao Horisoot.
Patacho hollan-iez Alen-.
Pjia;ho noraefoeose .;yat.
Lagar inglez Mivai.wy,
Lugar noroeguease Cnanre
Patacho sueco iiilooa.
Patacoo portug'fz Marioho VI.
Patacho al emo Otto G-af Stolberg.
Lugar portueuerMarlDuo Vil
De Hamburgo pela liba Grande
Barca sueca Rusa.
De Blycb
Barca noruega Alexandra.
De Londres
Lugar iegiez Harnei.
De Cardib*
Lagar norueeoen^e Catbay.
Barca noruega Stanley.
Barca noruega Aeolus.
Barca noruega Ganbaldi.
Barca coruega Success.
Barca norupguense Mariba.
fiarca ooroegL H?arl.
Barca ingleza Hugo.
De Table Bay
Lugar iogles A'tatross.
Do Porto
Patacho nacional Rival.
Be Barry
Barca lngleza Osmood.
De STaosa
Barca inglesa Starry.
Barca noruega Frev.
"Da Lelth
Barca ingleza Canway Cas-v.
De New Port
barca noruegueuae Memory.
Vapores a entrar
Mes e Marco
Una, do norte, boje.
Roma Prioce, de Ntw Yjrk, hoje.
Mon evldo, da Europa, amano*.
Elbe, dosul. a 13.
Beberibe, do norte a 13.
Sliaftesbury, de CardiQ a 14.
PotosU, do sal, a 16
lile, do sol, a 17.
Magdleu:, aa Europa, a 21.
Pharmacia Vieforleoso de Luis Ignacio de An-
drade Lima, cidade do Victoria
Para qualquer oformaco ser* encontrado 0
sutor na rna do Rosario Estreita n. 17.
Os uessos frascos sao quadrados e conta go-
:as. N'um lado teem gravadoElixir ante-febril
s do outroManoel CardosoPernambuco, e to-
dos oa prospectos sao assignados por Manoel
Dr. Octavio Je Freitas
MEDICO
Amigo interno doa hospitaes do Rio,
de volta de sos viagem a Europa d coc-
suitas no sea consultorio a ra Larga do
Rosario n. 26, 1. andar, ci.s 12 s 3 ho.
raa da tarde.
Especialidades : febres, molestia* do
pal mil, e coracSo. Eacarrega se de ana-
y*es chimicas das urinas.
Residencia : ra Oomes de Mattos n.
26. Chamados a qualquer hora.
I
/jDi. Rodolpho
\ arrisa
p.
MEDICO
Especialidades : molestias do pei
to, estomagj e coracSo.
H Residencia : Mrquez n.87.
Consultorio : Mrquez de Oh'nda
I jn. 38, J- anda.
m
_____J
1.* S Estado de Pernambaco, em 8 de Marco
de 1894.
FDITAL
Do ordem do Esm. Sr. Dr. Goveraa-
ucr do Estado, f-.vo pabhco pam os davi>
doa ffeitos, om cbs'-rvaucia o artigo f 5
do R^gulamento expedido etn 2S de Ja-
neiro do anuo fiad*, p*.ra oseeasSa da lai
n. 15 .do 14 de Novembro de 1391, que
ea acha vago o cargo de Juia ds Direito
do Municipio da Aguas BelUs em conse-
qaeooia d% remoc;.So ri> me^istra.io qua o
occupsva, Ra.h- re Bernardiuo ViararjbSo,
para o do Brej-'.
A vage de qa9 se trata ser praecchi-
da pe'o Juiz de Dir-ico mis antigo, den-
tre oa que requereren remojo, no praso
de B.8SB ta duc ; c mtar do d-Ua da pa*
blicAcSo do presume E-.'it&l ; si uehum a
roquener, o provioient ser 'cito pala for-
ma determint da co artigo 24 do Recula-
ment citado, o d- acodrd om o A'Jto 6
iustruc^as d 12 de Agosto ultimo,
O Secretario,
<7ao Augus'o Ftrre'ra Lima.
Eu.'AL
Fabrica de Tlnage e forrefaeco
de caf
O Prefeito do Municipio do Recife, em
cumprimento do preceit > legt.1, manda l-
ser publico que o cidadSo Adolpho As-
gusto a'Azavedo Seve requsreu saubfla-
cer ama pequeDa labnca de vinagre e tor-
re!- cc3o oe cal, que tem de ser lo jal s-da
ao ledo do portSo oue d auhid para a
travessa do Dr. Joaquim N^buco, n. 4,
outr'ora traveisa do Vu.nurn, tambem
conhecida por b '-co do Ioferdo.
Os que se julgareui prejudicfdo8 oa
incomodados dirijum a Preteitora suas ra
clamacSaa no praso de H das improroga-
veis, contar da presente data, para os
dividas i-ff-!ros.
Secretaria jda Prefeitora Municipal do
Recife em 10 ce Marco de i-94.
O Secretario.
Joaquim Jos Ferreirn da R cha.
I.1 Sccco Secretaria do Governo do
Estado de Pernambaco, em 'i de Feve-
reiro de 1824.
EDITAL
De otdem do Kam. Sr. Dr. Goberna-
dor do Estado, e ns observancia ao dis-
posto lo srt. 157 da Re^oLmeoto que
baixou cjm o Decreto n. 9420 de 28 da
Abril do 1885, faco publico o edita! abaizo
transcripto, pondo em concurso, com o
praso de 30 dias, os < ffic;oa de 1. Ta*
belliSo do publico judicial e notas e es-
crivo de orphSos e aouezos do municipio
de Gravat
O secretario.
JoSo Augusto Ferreira Lima.
EDITAL
O tenente Fraucisco -Gomes de Araujo,
Juiz do Direito interino do municipio do
Gravat, do Estado de Pernambuco, em
vil toric de lei etc.
Faz saber a quem nteressar posea, qua
coi. o praso de 30 dias, a contar d'esta
data, est aborto o concurso p ment dos officios da Tabelliao do pa-
blic >, judicial e notas e escrivao de or-
pb2o3 e da Provedoria de oapellas e rer
aiduis, creado pelo Decreto da 30 de Ja-
neiro de 1834, e vsgo por rallecimento do
serventuario tenente Jlo Paulo de Britto
GuimarZea.
Os concorrente deverao juntar, em ori-
ginal s suas petieoes os seguintes docu-
mentos :1." auto de exama de suf&.i
encia.- 2" certidSo de idade.3." cer'.i
ficado de ezame da portugus e crithmcfi
tica. 4.' lolha corrida. 5. atteatado
medico de capacidade pliysicp.6. pro-
Vapore a sabir
Mea de Margo
Macei e Babia, Olinda, boje, as 4 horas.
Santos e esc, Cnvier, boje, s 2 horas.
Sanios eesc, Montevideo, <2, a 3 horae.
Cear e escala, Jaboatao*. 12, s 2 tora?.
Earop, Elbe, 13, s 9 horas.
Europa, Potos, 16, is 2 boras.
Europa, Nile, 17. 8 2 horas.
olS, Magdalena 21, i 1 hora
- ...:'..'J.t.'.
cur&cSo aeoecial Be reqcererem por pro-
curador.7-, finalmente, outros cosa-
mectos quo rem convenientes psra pro*
va de capacidade profesional. Todo de
conformidade com o srtigo 21C e seus pa.
rsgraphos do Decreto n. 9420 de 2S de
Abnl de 1885.
E para que ebegue ao conheciment;
dos interessados pas"ou-se o presente, que
I ser publicado pala impreosa e tffixado
nj logr do coatame.
Dado e passado n'esta cidade a 3r-
vat, em 24 de Fevereiro de 1894.'
En Luditero Francisco de Soasa Pinto,
escrivSo interino que o escrevi.Gomes
de Araujo.Certifico que affizei no Io
gar do costme o edital retro, a dou f.
Cidade de Gravat, 24 de Feveroio do
1894.
O escrivSo interino de orphSos.La*
gero Francisco de Sonsa Pinto. Esta
conforme e oonfere coa o original ; doa
f.
Cidade de Gravat, 24 de Fevereiro
de 1894.
Ea Ladgero Francisco de Son P.no,
escrivSo interiao o escrevi.
:
/
\-


.


I
J^ ,';;.-


... .......I-. ,1..,.,,...

1 "'"""' '
l/


i
's
I;
- Hi
Diario do Pcrnamlinoo Rabilado 1 le Mareo de I84
BECLARaCOES
opanbia
Indemnisa-
dora .
Sao convidados os Srs. accionistas
reunirem-se em asserabla ger-1 ir-
dinaria, no dia 14 de Marco cor-
rente ao raeio dia no es,Tplorio da
mesma C mpanhia a ra do Gommer-
cio n. 44 atim de apreciarem o rela-
torio das opcracOes do anno findo, pa-
ree- r da camissao fiscal assim como
proceder-se a cJeifo da nova comniis-
sao fi caj qae tem de fueccionar neste
anno.
I'cife, 1 de Margo de 1894.
Os directores,
Joaquim Alves da Fonseci.
Jos Keneira Marques.
Goibiniano de Aquino Fonseca.
i*
reman-
Monte buco
S3o convidados p'a presenta os mutua-
rio das cautelas sb virara resgataiia dentro de 15 das a con
lar de 5 do correte, sob pena de serem
as meaojp.s vehdidas em leilSo publico,
oumodei'jrmira o Reglamento.
22.616 24 916 25.338 25.665
24.931 25.340
24.932 25 365
V4.934 25.376
24.944 25 377
24.956 25 3*1
?4.960 25.383
24969 25.394
25.0U4 25.414
2*.008 25.4?9
25.010 25.441
25 014 25.443
25.012 25.452
25 022 25.453
25.026 25.463
25.027 2S.466
25 ()29 25.468
25 032 25.473
25.033 25.483
25.035 25.488
25.036 25.494
25.-37 25 502
25.039 25 503
25.040 25.5(7
25.064 25.508
25.087 25.523
25.091 25.-32
25.098 25.540
25.148 25.541
25.149 25.544
25.164 25.548
25.180 25.556
25.186 25.f60
25.196 25.568
22.643
22.970
23.232
23.253
23.318
23.337
2>.3o8
23.392
23.419
23.531
23.618
23.659
23.690
23.771
23.802
23.872
23.-91
24-325
24.33*
24.336
24.349
24.352
24.366
24.379
24.634
24.720
24.725
24.776
24.781
24.811
24.842
24.849
24.856
24.866
24.871
24.894
25.200 25.593
25.222 25.596
24.896 25.236
24.899 25.250
24.9'Jl 25 255
24.902 2.5.281
24.913 25.323
25.676
25.677
25.681
25.682
26.693
25.697
25. 99
25.723
25.7b6
25.8:12
25.851
25.914
25.945
25.969
25.983
25.984
25.985
25.986
25.991
25.992
25.995
26 016
26.020
26.044
26.055
23.C64
26.065
26.072
26.073
26.081
26.087
26.091
26.092
26.101
26 107
26.124
2 140
26.151
^6.153
25.231 25.610
25 618
25.619
25 631
25.638
25.652
Recite, 3 de Marco de 1894.
U gerente.
Felino D. Ferreira Codho.
26.157
26.158
26.159
26.166
2.!69
28.172
26 173
26.174
26.181
26.1S2
26 183
26 185
26.184
26.188
26.191
26 193
26.195
26.196
26.198
26.215
26.234
26 237
26.266
23.289
26.316
26.329
2633c
26.335
26.343
26.345
26 350
26 357
26.358
26.362
26.368
26.369
26.77
26.381
26.385
L6.39*
PRADO
ERNAMBUCANO
QUE SE REAL1SARA' NO
Dia 11 de Marco de 1894
rVome
e
8
Pello*
Matara
lid.
Cor da vesti-
menta
Propr ciarlo
l.* Fa.-eo- Constancia-800 metro?.Animaes de Pernamhuco qae nao tenham ganho pre-
Premios : 25'00O) 1.* 50*000 ao 2. e 25UOO
mo* pos prajos do Recife.
ao 3..
Osmaa.li> .
Pomaga 2.*..
RelU'V .....
Rola logo 2o.
Bija-flr? .
Viogaoca
Rid. talbado
K. '.aposo...
Reliado.....
Ro-ilbo.....
Modado......
rlU.......
Peroamb.. 51
54
C 54
* H
54
54
Encarnado...........
Grenat e azul.
2. Pareo Mliierwa1400 metrosHanc'c.ipAoimae* <1e Pernambuco.
ao i. 60*000 ao 2. e 30*000 ao 3."
f.. V. do Rio Branco.
F. Irmao.
Coad. Nacional.
C. TeoeQtes do Diabo
] Alves.
Joao S. ezendo.
Premios: 300*
26.154 26.39
26.156 26.405
Nababo..... 5
5
Ha......... 8
Tnumpbo... 5
Tolo-e..... 5
A'lj S-pper 5
pyrilampo... 5
5
Torco 2 .... 5
Alazao......
Zimo.......
Kqladu......
M-. Udo.....

RoJado......
Torailoo
ttodadj......
Alazao......
Pernamb..
30
50
50
50
52
52
o*
di
oi
Azul e ouro..........
Ouro e preto..........
.
Encaro, e preto.....
V-r le e -uiarellj.....
Odffl e preto.......
Azul e branco........
Ver-leu aio.rrllo....
Greout e azul.......
3.* PareoAmerica 1.100
o l.
Mendigo.....
2Mh"Oiere8..
:i MiCutie.....
sepucisuio...
Trquiiias...
-"aictiouly
Santa-I.....
Castanbo-----
notado......
Castauno....
*
flato.......
RU-80- .....
KU1. UIQado
metros Animaes de Pernambocc.
, 50*0)0 ao 2. e 25*000 ao 3.
Encarnado...........
Azul e cara..........
)uro e ata..........
Oaro e preto........
Azul e nraoco.......
Eacarnado e branco.
Preto a ouro.........
Peroamb.. o
52
51
c 5
* o
5i
52
C. Campos.
A. M. de Almeida.
Jouu. Cruzeiro.
Ooud. Array.l
1. Moraes.
A. U. oe A'meida.
a. Suva.
Ai-vedo & C.
J. C. Ferreira.
Premios: 250*0(0
H. Cavalcaate.
L. B.
Coud. M.uriscana.
A. M. ae Almeida.
A. D. Saa'08.
M. J. Alvec
A. Silva.
4.'PareoComoe1.250 metros Handcap Anime?.* de Pe'mbuco. Premios: 200*
ao 1 60*000 ao a.- e 30*(00 ao 3/
Rimarrk 2o.
PiuSo.......
Piramon.....
Dabliro.....
Hauriiy......
Aveutureiro..
Peroamb.. 5*
5 * 52
5 (Castanbo ... C 34
5 'Rjdado..... 5u
5 l'Jata-.j___ 56
5 | . 58
Azul e encarnado...
Liet-ado...........
-ir.inco e amarellj...
Vrde e amarillo
U'eoat azul......
Grenat e musgo.....
J. C. Rzend.
:oui. Neroodio.
Cood. Bella Vista.
Azevedo 4 C.
A. A. P. Taques.
A. Meira.
5* Pareo-Igualdade1.150 metros-A'imaes r>e Pero^mbuco. Premios: 250*000 so Io.
25*000 ao 3.
Tnumpho ..
rraqu "is..
Hiroui elle...
Berlim......
Pernamb.. 52
B-io........ m 52
Cantaunu..... 52
Z.IQ'J....... 52
P-e'o e encarnado
Azul e branco........
Amareilo e rdso......
..uro e preto.........
Cond. Arraya!.
A. D Sattos.
h. Cavalcanle.
A. Silva
6. PareoPrado Pernamfcucano1.609
paiz. Premius: 400*000 ao i.*.
roetrjHandcap Aoimaes Je qualqoer
8*00ao2. b 40*000 ao 3.
1 Apollo.....
Npoii aao..
Petropol3..
Uuy.na*
Kauama ...
Alazao.
'/HBtanno....
Zaino.......
R. da Prata
. Paulo..
Pernamb..
S- Panlo .
Pernamb..
56
51
53
5(
46
Oa-o e preto........
loro e Grenat......
Vecde e amareilo.....
Ou'ee pre'o........
Verde ooro e Donet br.
Cood. Fraternidade.
K. C Rezende.
Oco'i. Iaderead(n:ia.
C. Flominenee.
Lioud. Brasileira.
Companhia Aaaphitrite
Convidamos 03 Srs. oCcionimas rara a reaoiao
de mt' blca eral ordinaria que uever ter lo
;ar a 1 hora da larde do da 19 do corr;nte, c
Asfociacao Coo merciai Beneficenie a qual ter;
por flm jolnar o relatono das operajOes do aom
fiado, parecer da commissao riscal, asmm com<
proceaer-oe a eiticSo da comipao Bical que
itm de lunecionar no pref-nte auno.
Recife, 8 de Marc de 189i.
Os directores.
Arthur Angosto 4a Almeida.
Joaquim Olilo Bistos.
Jof Aolooio Pmto.______________
Sociedade
iffonle Pi Bom Soccesso
assembla eral
Da ordem do nosso rcao irattor. convido f
todos os focos a e atuniresa p^i lerceira vtz
em a8!>erab!j gcrai domiDRO H do co-rente.
pelas 10 barss "o ia. anm o- darmos cumpri
menta ao art. 19 dos uos^os "statutos.
Secre'a i da Sjciedaa Uom Po Bom Suc-
ceeso, 9 de Margo de 1894.
U i- Biiretario
Bfnio AIvp de Sil.
Companhia Progresso
llagoano
A direcloria desta compo^li pede ao S-s.
accicDi8tas residentes no Recife, o cb-ecuio nt
rpalisrem no Banco de P raemboco at o di
17 d( Maree prximo pridwra eutrada de55
por ctoto do augmento de piral autonsado pe-
la aeermbla geral em sesslo de 15 do corrent>
na razao de 30 por ocio do Capital qoe eda ua
pcseuia e conforme oi resolld* pela m^sma as-
sembla geral, perdem o airsiio as acfes dore
ferido augmento de nptteJ os Sr>>. accionistas.
que nao fizerem a primeira entrada no prast
cima indicado.
Escrintorio da Compaobia Pros,e'o Alagoa
do ero Micei. 16 de Fevertio de 1894.
Os directores:
J. A. Teixf ira Basto.
Propie'o ^fdrnso Barrete
M Jome.____
COMPANHIA
icola e Mereanil de Per-
nambaro
AHMtk'i fral eitratfdinaiia
Sao conv.daos os S/s. recocistas se rfum-
ram ero at>?ec;bla pe'al kxticrdia'la, no al-
14 do de Mar^o proxiro" vtodouro. s 11 borap
da manta, no sUo da A lucao Corxmerria:
Agrcola, atim de Jeiiberar^m sohre a emissac
dos novos titolo.t (deOtiu es/ do empreauroc
reajisado p- U cocpaooia. em raostiteico do.-
actnae, de ccnfo'ratdaaecota o ierre o uume-|
177 A, ua 15 de Sombro aa 1893.
Recife. 27 de Feverei'0 de 1834.
Manoel Joao ae Amorim
p-*supnt.
7.* Pareo Teatativa 850 metrosAnimaes de Pernambnco. Premios: 230* ao i.*,
30*000 ao 2.- e 25*000 ao 3.
Malango....
Vivaz .....
Vmgador ...
Piraby......
Ou'o Preto..
ak ......
r^norl."...
Tbo ........
Tiberio......
Rasso......
Castanbo...
Rodado.....
Baio.......
Preto.......
1'IWO......
Alazao.....
i-ii-iii>. ..
Rodado.....
Peroamb.

54
Si
54
54
54
54
54
54
54
Encarnado e azul... .
Verde e rosa........
Encaro, boat. pret...
Preio e ouro.........
Azul................
Amareilo e roxa.....
?: tj e ei crnJo....
Encarnado e azul.....
A. C. RezeDde.
S. A. Doria,
Cood. 1.* de Joaho.
A. L Franca.
Coud PcalgSo.
4. G. de Mederos.
Azeveno & C.
P. R. Ramos.
F. C. Rezende.
8bs*m$os
t. pareo deverao ach;ir-se no easilhamento
da
Agri
UompaDhia deTecidos
Paulist*
De ron'orm^ad. com o atl. 16 do decreto de
17 de JanM'o de 1890, arbim ae no escripioria
provisorio roa do Bcm Jesos o. i. pavimento
terreo, rola do ba'ar'CO. relaco nominal duf
Srg. accionistas e lia' d tresiejenejas de ac-
coei dnraue o ann findo.
Recit, 52 de Feverel'O ce -894.
i. a S- a'.va Jnior
D: e^-tor eeceJarlo.
Us aaimaes inscriptos para o
as 9 1|2 horas da tnauh.
Os forfaits sero recebidos at sabbado 10 do correle s 3 horas
tarde na Secreiaria do fcDerby.
Os jockeys que nao se apresent.rem convenientemente trajados com as
cores adoptadas no prugraniina por seus paltes, nao serao adtnittidos pesagem
e serao multados de accordo com o art. 51 to cdigo de corridas.
Previne-se aos senhores acciouistas de procurarem os seus iugressos aa se-
cretaria do prado ra da Imperatriz n. 26 1.andar.
A Director3 chama a altencao dos Srs. proprietarios e jockeys para o art.
21 e seus e o art. 46 que serao'restrictamente observados e o horario que for
marcado na pedia ser rigurosamente cumprido.
Chama-se allenco dos Srs. proprietarios, e jockeys, para procurarem os
seus ca toes, e cllemelas na Secretaria do Prado atim do serem eutregues aos
oorteiros no dia de corrida.
O porto do ensilhamento s d entrada as pessoas que vierem com animal.
::
'^
1
A archibancada do centro, fica exclusiva-
mente reservada para as directoras congeneres,
autoridades civis e militares e mprensa.
PRECOS
Entrada Geral ...... !2>000
A Entrada para Senhoras GRATUITA
Secretaria do Prado, 8 de Marco de 1894.
O secretario,
Jos G. S. Gouveia.
Faculdade de Direito
De ordena do Sr. Dr. vico-director se
fas pcblicor ae fas publico que do uia 16
a 31 do crrante mea, se sebam abertaa
oetta secretaria aa inacrip^Sea para os
ezamea dos carees superiores desta Fa-
culdade.
Para ioacripcSo em a'goma ou em todas
as oadeiraa da*l.a seria dea curaos de
8cieocias jaridioaa e sociaes, o candidato
de ver s tisfazer as eguintes condivSea :
1.* Apreaentar certificados de eppr.vs-
c5o dos ezamea de portaguei, traocei,
logice ou alIemSo ( vontae do candida-
to), latim, arithmetica, geometra, a'ge-
bra, trigooometria, geographia, h storia
universal (especialmente do Brasil), phy-
sica e ch mica geral 9 historia natura!.
2.a Pirovar a ideotidade de pesaoa.
3.a Apresectar attestado de vscciob.
Para o corsa de notariado, dever a
possoa que desojar ioscrever*ie exhibir :
CertidSo de haver sido approvado em
portugus, arithmetica, historia e geogra-
pbia do Brasil, sstisiazeodo tambera as
segunda o terceira condicoos supra men-
oiooadas.
Para a Inscrip^So das oadeiraa daa se-
ries seguales o ..lumeo dever juntar
sua petioao p. oertidao de appruvu^So da
serie anterior.
Todas aa pessoas que quuerem insore
ver-so, deverSo dirigir um requerimento
ao director e pasar a importancia da taza
qae ser de ottenta mil res, por materia,
cadeira, anco ou seria.
O pagamento da taza para inacripgSo
do ezame s d direito a este na poca
em qae tiver sido requerido.
O slamno poder ser inscripto para
ama oa man series, ou para urna ou al-
gumas cadein s, mas nS > poder prestar
ezame de quulquer materia de amo sene
sem ter sido approvudo em todaa aa se-
ries anteriores.
As provas de ideotidade far-se meio de attestaoSo escripia de algum dos
lentes da Faculdade, oa de daas pessoas
conceituadf 8.
A lalsidade de attestaoSo da ideotidade
sujeita aqielle qae assignou asaim coreo
o individuo que com ella ae tiver apre
sentaao a ezame as penas do cdigo cri-
minal.
O candidato em oome de quem e com
cujj conseotimento algum oatro individuo
hoaver ob'.ido icscripcSo oa feito ezame,
perder esse e todos oa prestados at
aquella data.
A inasnpclo f era feita pela ordem em
que iorora recebtdoa oa reqaerimen'os e
se dois ou mais estudanfes se apresenta-
reo simoitaneameote, com desparti do
director, par<* ee insoreverem na mesma
uadeir., no rasemo anno ou na mesma
sene, guardar s-ha a precdate a deter-
minada pela ordem alpbabatica de seus
nomes.
E para que chegae ao conheoimento de
todos oa interesaados se passot o presente
de accordo com aa tieposiijoes regolamen-
tares e as do decreto o. 1159 de 3 de
Dtssembro de 1^92.
Secretaria ds faculdade de Direito do
Recife, 6 de Mar$-> de 1894.
O aecretaiio,
J. Telsphoro da Si va Fragoso.
Estrada de Ferro Central de Per-
nailiuc
Da ordem do Sr. director engenheiro
chefe deata Estrada ae fas publico qae at
i hora da tarde do da 15 do cerrante, re-
cebem-se, n'< ata secretaria propostas em
carta techada para a esecuc&o das obras
complementares, na 3. aeccao, em segui-
da especifcsdss:
1.a
Alargamento do aterro o. 4. contiguo
estacSo de eserros.
2.
CocEtroccSo de 1 cerca de rame oa
esttrJlo de Becerros.
3
CoaatruceSo da 2 latrinas, 1 em Becer-
ros, outra em Caruar.
4o
CocatrucjSc das al"onaria8 para um gy-
rdor na eatacSo de C*ru-i.
5
Prolorgsmento do boeiro da estaca 36
y,'--i, pros.rao estagao de Beserros.
A concurrencia versar sobre o costo
das obras, tomada p-ra b.se do c>lcul a
tabellada preto? approvada porporCsiia do
Ministerio da Agricultura de 1 da Mrrjo
do 1839 e praso de sua conclusivo, o qual
nao poder ser maior de 6 mezas.
o e-criptono tecbnico desta estrada
encontraram op concurraotas, o projecto o
ornamento da cada obrn bem como a t.j-
be.l <1e prayos, e ser-!ha-l;So ministrados
os e^ciarecimentos ncceBsarios.
Pare ser adiBittido concurrencia de-
oositar o- da proponente no cofro da Es-
trada a quacia de (200S'.'tO) dmeotos
mil ra'H.
A ociras serfio contractadas eng!b&da-
mente, com um s individao, atenta i. na
pequea importancia.
A Estirada pagr rcooaalmesta ao con-
trsetaate, em vista dss medco-8 qae sa
pr-s dos trabalhos exa>
utadoi no meo anterior, zend.,, de cada
pvg&mecto retida a i uportrecia de 10 qO
para garantid da to\ ezecnSo to cun-
tracto.
Se;:et,ri. C de V.rco Je 1S94.
V. P. hioeiro de Sovzz.
Saarctario
DERBY-CLUB
DE
PERNAMBUtO
HIOJBCTO B INSCRIP^AO m
Para a 4.a corrida a realizar-se no dia 18 de
Mar^o de J894 no Prado Pernambu-
cano em virtude dos trabalhos em
execuejo no Prado da Estancia.
1.* PAREOConsolafo 1,000 metros Animaes de Peroamboco qoe
nSo teoham gacho no Derby. PBBMios : 250jJOOO ao primeiro, 50 ao segando e 25O0 ao terceiro.
2.* PAREO Velocsdade 1.015 metros. Animaes da Pernambuco. Pre-
mio : 2598000 ao primeiro, 50000 ao segando e 2j^JQ ao ter-
ceiro.
3." PAREOExperleacia 1.200 metroslandcp. Animaes de Pernam-
buco, premios : 300(5000 ao primeiro, 60$000 ao segando e 300000
ao terceiro.
4. PAREOPrado da lis;ancla 1.750 metrosHandcap. Animaes de
qualqoer paia. premios : 409000 ao primeiro, 8O0OCO ao segundo
e 40(5000 ao erceiro.
5. PAREOTentativa 1.050 metros. Aoimaes de Pernambuco. pre-
mios : 250*5000 ao primeiro, 505000 ao segaodo e 250000 ao ter-
ceiro.
6.* PARE".)Anfmaeo 1.000 metros. Aoimaes de Peroamboco que cSo
tenham tido c'assiiraolo dos prados do ,Recife. premios : 25C<5000
so primeiro, 508000 ao seguodo e 25)5000 o terceiro-
7. PAREO COMpensace 1.609 metrosHandcap. Animaes de Peroam
buco, premios : 3fJO0 aa prime re, 75)5000 so segundo e 358000
ao terceiro.
8. PAREO- -liiberdade 800 metros. Animaes de Pernambuco. premios t
250)5009 ao primeiro, 50<5000 ao segaodo e 25000 ao ter-
cero.
Qbservacoes
A in8cn'pc2o ter lagar ter9a-feira 13 do correte no logar e hora do coi-
tome.
Oa pareos f serao realisados, ins:ravendo sa e correado pelo menos 4 aoi-
maes de 3 proprietarios diffarsntes.
Nenhuma proposti ser Iida sam o valor da inscripyo.
Os pareos Conso!aco, Ezperienuia, Tents iva, Animar;So e Ccmpeoss^So
o2o contarSo victoria.
A tab -l'a de peso dos pareos Handcap slc os eeguiotas :
EzperienciaDubn 54 kilos, Pyrampo L6 kilcs, Turco 2.c, Piato e Ida
52 kilos, os mais 50 kil< s.
Prado da EstanciaApollo 57 kilo3, Petropoles 53 kilos, Napolitano,
''iouyausz a Attlante 51 kil> s os mais 43 kilos.
CompensegSoTriumpho e Mojro 55 kilos, Nababo e Cok sao 54 kilos,
Malaio 52 kilos, es mais 50 kilos.
De aceor.io com o art. 5 nSo poderSo ser inscriptos no pareo Qonsola^lo
os aoimaes Hironde!e, Msodigo, Santa Fe, Mahomores e Masnotte.
Velocidade os aoimaeB Arentureiro, Bismarck 2, Maory, Piramon,
Dublio, Plutao e Pyrilampo.
Ezperiencia oa meamos do pareo VeIo?idade menos Doblio, Pyrilampo,
Turoo 2., PiutSo e Ida.
Tentativa on mesmos do pareo Velocidade 9 rtais Ida, Torco 2 o, Tudo-,
Berlim, Nababo, Hoguonote, Ally-Stoper, Pygmeu, Tri'.'mpbo, Mouro e Hrondele.
CompeoBagao os rocbmos do pareo Velocidade e Tentativa mecos Nababo,
Mcuro e .Trinmpho.
Liborda-le os mesmos do pareo Velocidade e Tentativa e mais Traquinas,
Mendiga, San*: F, Sahumares, Ragecte, Malaio, Pirata, Mascte, Sic.Souci, Fe
niaoo, Galet, SepticiBmo e Pontable.
Secretaria do Derby-Clob 8 de Mir?3 de 1S94,
O secretario,
Joo Benigno da Silva.
COMPANHIA
Telbys de Segaros Martimos e
Terrestres
Roa do Vigario N 1, primeiro anda
D'recioreB
Rar.lo ne Sooza Leao.
Tboroaz Comber.
Jolin Cesar Paea Barreto.
Companhia Progresso
Colonial
As.embin geral eztaordmaria
Convif^ os Sn>. acoioaislss a coajparecerera
assemb Kpral xtraordinane, qoe lera lugar
no Ola i4 de Idargo viodoaro, ra 15 de ao-
vembro n. l' i andar, afim fia deliberar-re
8oore operares ce crdito de uiuresse uesia
C.iOjpar.Ba.
ecif, 31 Jo F-vereiro de 1894.Pela Compa-
nhia Progresso Colonial
D'. J.it G>pcalvf8 Pinto
Dirrci>r presidenta.
c ponto em que se acba esse escolho*
Elle demora por 62 N. E. magnticos
do Morro do Frade fica approzimada-
meote uoa seguintcs alinhamentos :
Casa do Morro da liba do Boi pelo
Morro do Frade e Convento de Noasa
Sonhora da Panba sobre o Morro ao Nor-
te do Moote Morete.
S ba srrebentacSo Bobre esse Recife
quando os veo tos s3o fresca do largo.
Repartc!v.> da Carta Martima do Brasil,
em 5 deFevereiro de 1894.
Francisco Calheircs de G.-t>ca,
CapitSo de Fragata, Chefe interino.
Capit&ma do Porto da Pernambuco! 5
da Marco de 18'. 4
O secretario interioo,
Blanoel Job de Castro Vilella.
Gompanhja Agrcola e Bei>
cantil Pernambucana
Sao convdanos es possoidores de ftsrlcagbes
AsSCCiaCil') n n e i i;nr>e8Crlplorio ra do Apollo v. S8, 1-andar,
?encent d s Kennado-
res.
Convida se eos Sis. socios deaia Afpcciaco,
abm de raoolr-sa uo lo^ar do nostaffie do du 13
do m tart" s (0 bo-ax Oa maiibii. pbra delibe-
rar se sobre a di*ol cao ta mesma Asscciacao
e proceder-se de accordo cota a le.
Caso nSo couipan-CMO. o nM em pndtv do
ihesodreiro ser* entregue a Soda Casa do Mise-
licoroia, e considerar tetij ditolvida para loaos
(8 -ff^itos socieladn.
Rccif.,0 ae Feveiei-o 1894
Euzebio a C Bfltrac,
Presidente.
Banco de Crdito Real
de Pernambuco
Assembla geral
O Srs. accionista* sao coovtc'arfo* a reno*--
rom se ttn aesemoia geral ordltarw no di- 57
do correte., ao meo lie. na *ei do banco,
roa rio dom Jesu u. iC>. arim oe Oes rer preten
iee julgarem o Malo io das oo^ra-^5e< noaono
da 1893 e o repoectivo parecer da comraiiisj
HscaH e bem asstm. p-ocederein a eleicao desta
comnjisro QU' wra e fanecionar no auno co--
Refife, 9 de Srjo de 1891.
i L ni Dunrat
' Secretarlo.
Fia^ao
COMPANHIA DE
e Tecidos de Per
nambuco
S5o convi-ad03 o* S'8. B.;eioaiatas a compve-
cerem a 1 hoia da taMe o da i5 do co"eote
mei, no saiao da AnsocUco Commercial Bsne-
ri'eaie, (i'a resolvert-tn obre a proposta de
reforma, suDmetlida em asseoinlea uva! de 2 do
correte roe, do 5" do srt. 44 do epta>ut03
di. ciir>f>a"fii- <.0tuj 8'8'm dp outros artigoa.
Re:,f & oe M^rco de 1894. .
Manoel Joao de A norim
Piesipente.
f^fqnato I. S. Goiroiraes
l'f'C >tT0.
AssociacSo Commercial Bn-
neficente dos Mercieiros
D ordem do S'. director communico a qu rr
tnte-essar posea que as teetQee d'esta d devem ter logar as qoiotas eiraa de cada seaiu-
! na as 5 oras da tarde em sua sede.
Secretaria da Aseociacao Commercial BereH-
cenle dos Mercieiros, Recife, Marco 6 de 1894.
Manoel Florentino oe Senna Pilbo,
i. secretario.
COflPANHA
Manufactora de Phos-
phoros
Sao convidados os Sre. accionistas a reslsa-
rea dentro de 30 das, i contar d- presente
''ata. a qoarta totrada de soas pretta{0rS a ra-
ode 10 O/o do capital sabsetipto ou 0S por
..'Cao, em mao do tbueooreiro roa da Madrr
"eos n 52.
Sscife, 52 de Fevereiro de 1894.
O secretario
J. P. G. da Silva.
Capitania do Porto
Aviso
ao
B3T6g8BtC8
De orden r!o capitao de mar e terna
Fransiscr l?'orjz ds Lacerda, cepitaj do
Porto d'esto Estado fago publico para cc-
nhecimento dos Jr,tere88ad',8, que o Di-
rector da Reparti<8o da Carta m^ritiia
co 3raKl, eoviou pra ser publicado o
seguiote ai^o hydrorr-aphico.
Ministerio da Marinha
E. do Brazil
Aviso Hydrographico
Costa do Espirito-Santo
do dia 1 i 20 de Marco, de meio aia t 2 boras
oa tarde, os juros de 6 O/o 40 anco, correspon-
dentes ao i- semestre a vencerse.
R-cfe, 27 de F'v.-reiro de 1894.
Manoel Jo9o oe axo im
Presidente.
Aifaiidega
AFORAMENTO DS TERRENO DE
MARIHA blTO A MARQKM DO
RIO CAPIBARIBE DA FBEQKZIA
DA GRAQA.
De ordem do lilm. Sr. Dr. Iaspe^tor
rietta RenarticS-), rica pelo pre3eake in-
timada D. Mora Benedicta Mascarenhas
Jacobina para na praio de 15 dia* pro-
r. r quo de esa dominio til o terreao
de mariaha sito a margara do &'o Cap-
baribe, da Ireguezia da Orajs d'eat ci-
dhde, co; forme declama a mesma D.
Maii. Jactbina em sea requerimento diri-
gido a eat- AHacdega.
Findo o rer'erido prasn oenhuma rccla-
macSo ser soceita e. da sceordo o?m o
Decreto o. 4103 de '22 de FevereJso de
lh68, ser concedido o aforamc-oto j re-
quer:-J.o do mencionado tarreno.
3a Secr;So da Aitaudeg* V: Peruam-
buco, 8 da Margo da I&94.
O cusie,
Laii Frederico Codeceira.
_________________________________________---------------------* i
Recife da MuU
tradn d>
on B'tixe Gra8.de rw* en>
Porto da Victoria
Conforme a commaoicacSo tclaeraphiea
que acabo de receber do capullo do Porto
do Espirito Sacto, fago pubco, para co-
ohecimeoto dos navegsnte?, que Jesupp^
receu a boia que morcava a poszcSo d
B&iza O.-snde oa Reoia da Mola, na en-
trada do porto da Viotnri, nSo havendo,
por emqoanta, s'gnal '.lg-.rn cue annunci
V Gi.-.
1'flV.'.
ir.', do
Sub.-. C?p.-- gavalieiros da G:ci
Pelo preteote e de o'dejn do Sa<). tir..
Arh.-. scleotifl^o tjdoa os CQav-,-. ^'ete
Sobl- Cap.-- qo? na prxima qnta fejra.fS
do torrente, aa 6 t/2 horas 1 arde, tere Iear
a Poss.-. solemne '.'os DDcnat.-. o mtis
DD.'flirt. ice o oncciooar no ann M*.*.
r 5 894a 5.895 V.-. L.-. para cojo sc


os me.-mos CUv.-. convjriadus.
G .-. Secwt.-. rlu'Snbl.-. tan.-. jjeav$ibei-
ro- iis Cre ao Or.-. Recife, 8 de largo de
1894E.-.V.-.
S,n8rdc Gotc'.ves 18. .
Gr.-. Secr*-..-. A ).--
I
1 .
I
J


',
**
*
'ii......
i
4


.
iMari de fwnainbuet Sahlmdo 1Q de Margo de 184
-
. -. v OOMPANHIA
Seguros Phenix Per-
nambucana
Osseobo-e accionistas sao ionvidadcs para
a reuaic de assembia gjral ordinaria que de
ver ler logar no da SO do correntp. albora
oa larde, na Assoriaco emrr.erc ti Beneiceate
A reaDiao tem pur tim deliberar sob-e o ba
1-nc.o e cantas da administraco depoiB de lido c
parecer fiscal e proceder a eleijo da mcsma
commiaso para o crenle anno-
Rec:fe, 6 de M reo de 4894.
Os administradores
I.-r.z Duir.il.
M.noei da Silva M?ia.
Jos J. Dns Fernandes.
DerbyClubde ?er
nambuco
De eoefrmi4ade com oart. 147 1-, 2- e 3-
do decreto n. 434 de 4 de Jolho de 1891, .bano-
se no escriptorio desta eociedude, a rea Duque
de Caxlas n. 20, copia de balaceo, rehc&o no-
minal doa accionistas e li la da transfrmela de
aeces, ludo referente ao auto lindo em 31 de
Dazembro de 1893.
Par estaoccasio sao convidados os Srs. accio-
Ll8tas para reunido.! em assembia gcral ordi
nsria no dia 31 do correle, ao mel oa, na sede
deela empr pare:er Bacal e approvagio de centas, i proce-
deres a ele:o da commi.'!so fiscal, qce ter
de funcciot'.ar eco 1894 t 1SS5.
Secretaria do Derby Club de Pernambuco, 1
de Marco de 1894.O secretario
Jeto Benigno da Suva.
Companhia Uzina Can-
san-cao de Smimb
Da ordern da directora sao convidados
es '-'re. accionistas 63ta Companhia a
re a isa re ra & 7.' e ultima prestacSo de
20 % do capital subscripto ou 400000 por
acsao at 31 do correcta co Banco de
Perna-_bacc ras do Commercio o. 40,
trszctdo na mesma cccas.fio ca recibos
provisorios das eutradas feitaa, para Berecc
trocados peles titules cffecivos.
Recite, 1 de Margo da S94.
O. C. Gatis,
Director recretario.
Alfandega
Fomecimecto de gneros e artigos para o
prsaidio de Fernando de Norouha
De arder do Im. Sr. Dr. inspector desta
repartiere, faco publico que tica marcado o preso
de cinco da-" para ts abaixo mencionados virem
assigcr o cor.trato pira o fi rneeimento dorante
o semestre de Janeiro Junbo desle aono. de
generes e mais artlgoa para o presidio ce Fer-
nando de >"..-ronha.
Antonio Fernandes Tdxeira.
Mala e Silva & C.
Fraga Hocba 4t G.
Moora Bortes & C.
Hcdrige Carvalno & C.
JSc Rodrigue? de Joor.
Jof Riitino Climaco da Silva.
3* seccSo *a Alfandeea io Estado de Pernam-
beco, 6 ue Marca de 1894
Loiz FredeMco Codeceira.
Tliesonro do Estado
de Pemambuco
De ordem do Sr. Dr. inspector fago
pnbiicc que no dia 10 do correnta pa-
gar-se-ha os Proessores de 3 a Entrancia
era desp:n;bi!idade.
Thesouro do Estado de Pernambuca 9
de Margo de 1894,
O escrivSo da deppesa,
Alfredo Gibson.
Veoeravel confraria do Se-
nhor Bcm Jess da Viasa-
craem sua igreja da San
ta Cruz
De ordem da mesa regertora, conla-se a
lodos os corsos carissimos irmos a comparece-
ren em nossa igreja no domingo 11 do corren
te, pelas 3 boras da tarde, paramentados com os
spus bab.io.-. tifm de accapanbarmes a procie-
j do Sec-bor Bom Jesns dos Passos e a Santia-
sima Virgem da Scledr.de qce sabir di nossa
igreja e parcorrer s rofs do cosiume.
Secretaria da veneravel confraria do Senhor
Bcr Jess ca Viasacra, 9 de Margo de 894.
O escrivao intetioo
Jos de Azevedo Mendonga.
Hipdromo do Campo
Grande
S ultima reuaio da directora feram molla
dos :
De accordo rom o nico do art. St do cod.
de corridos, em 2C0 cada om. os jocktys Alfre-
do de Freitas e Pedro de Figoeiredo e de ac
cordo com o.g 3- do art. 51, em 2004, o jockey
Jcs Marcelino
Secretaria do Hypodromo do Hampo Grande,
9 de Margo de 1894,
O secretario
_______________ M. L. Vielra.
Veneravel
Confraria de S. Chriipim e S. Chrispinia-
no, ereita no convento do Carneo do
Recite.
De ordem da mesa regedora, convido a todos
es irmos comparecerem paramentados com
seos nabitos, no coDeistorio, no da 11 do cor-
rente, plae 2 boras da tarde, abm de incorpo-
rados, acompanbarmos a procisso dos Marty-
rice, na cidade de OuJa, p ara a qoal tivtmos
convite,
Consistorio, 10 dp Margo de 1894.
O secretario lnteriro
Silvioo Gonzaga.
AMPHITR1TE
Companhia de Segaros Narit i:
TERRESTRES
Capital 1, (00:000|
?* RA DO COMMFJRCIO 48
SEGURO
GIIBi FOGj
Royal Insurance Companj
de Liverpool
CAPITAL t OO.OOO
.AGENTES-
Pohlman C.
Largo da Cojnpanbia n. 6
THE IMPERIAL INSURANCE COMPANT LIMITED
Estabelecica em 1803
CAPITAL 1,200,000
(Bs. 2 l.OOOlOOOfiOOO)
SEGURA EDIFICIOS E MEBCADOp.IAS
Ce33 Ira o fogo
TAXAS 3AIXAS
Prompto pagamento Se prejaixo
SM DESCONT
AGENTES
CompasM^ 0 Se-
guros
Gcc.tra fogo
Norlhern
De Londres e Aberdeen
PoBi'gSo financeiru.
Capital subscripto lib 3.780.000
Fondos accamuladoa !ib 3:000.000
Recella nnnu 1:
De premios cont.-a fogo lib 628.000
De premios sobre vidas 208.000
De juros 155.000
Agente em Pernsmbnco,
Boxwell William vx?n
JU
iASITMOS CONTRA F06
eompanhla l*henix Per -
naanbacana
RA DO COMMERCIO
Kg>rragos
Porlo
Barca portngoeza
Adelina
Esperada do Rio de Janeiro seguir paro o
Porto em direnora depois de peqoeDr demoia :
para o resio da carga qoe falta tratar com Sil-
va Goimares & C.
Companhia Ilob. % Sioinans Lioe
O vapor Cometa
E' esperado do
norte oestes pon-
C03 dia s-e^'uiado
depois da demora
oecessana para o
Maraohao e Para
Tem ptimas accommodagSes para pas-
sageiros de primeira classe.
Para carga, encommendas, passagens trata-se
oca N
Agentes
Pereira Carneiro 4 C.
6Ra do Co tveio6
10 andar
Roya] Miil Steai Pacte!
Paquete Elbe
Commandante T. E. Exham
E' esperado do sul at
o dia 13 do corrente,
segnindo depois da demora
indispensavel para
U n i Lrhia Norlb Brilish
Mercantil e Insurance
Capital subscripto 3.000,000 0* 0*
Fundos accnmnlad08 9.752,443 18 5
BECEITA AKNTJAL
De premios contra
fogo....... !.495.818 6 10
De premios sobre di-
vidas ..... 992.379 6 1
* 2.488,197 12- 11"
*.. B.A repartigac de fundos accumula-
dos sobre seguros contra fopo, nSo se i
ponsabilisa pelap transacgCes feitas pela
de seguro sobre vidas.
WilB'D, Swvft C
CopaoLi e cegaros
FIDELiDIDS DELISBOA
Miguel Jos Alves
Vi. l-lna do Bom deanoW. V
SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES
Restes ltimos segaros a nica compaHhii
dwtapraca que concede aosSrs. segurados isem
l-^ao de pagamento de premio em cada setmn
no, que equivale ao descont annual de cerw
15 por cento em favor dos segurados
S. Vicente, Lisboa, Vigo e Southarrp.
ton
N. B.Previae-se aos Srs. recebedores de
mercadorias, que a Compaobia Mala Real Ingle-
M, coDtnctoa com aGeneral Steam Navigation,
Companvom servigo de vapores semanaes qoe
partindo de Bordeaux, i'ognac, Cbarent, etc, de
vem ebegar a Sootbampton a lempo de baldea
rem as cargas- destinadas a America do Sol
para es vapores Sesta comparla.
Redcelo nos precoa das passagens
Ida na volta
A Lienca clzu-i 20 30
A'SoEtbsmptcr. 1* daiM & 23 t 42
Camarotes reservados para os pas3agcL*os ce
Pemambuco.
Para passagsns, frets?. encommendas, >rata-w
cem o
AGENTES
Amorim Irmos & C
N. 3 Roa do Bom jasasN. 3
Hamburg- Suedameiikanis-
ch Dampfschifffahrts-
Gesellscliaft.
O vapor Montivideo
E* esperado da Euro
pa ateo dia II de
Margo e seguir de-
pois da demora neres-
sarlo para
Babia, Rio de Jane'ro e Santos
Este vapor Iluminado luz elctrica
e offerecj ptimas accommcdacSes aos
Srs. p88B8geiros.
CH.4IGEUBS"EU.VS
Cutupanbla Fraarcia
DE
Maregifao a vapor
entre o Havre, Lisboa,
Rio de Janeiro e San-
Linha regular
Pernambaco,
tos.
Vapor Santa F
Commandante Panchvre
sr'Ifi!^
E' esperado da Europa at o
dia lo do corrente e seguir
,c.m icda a presteza possivel
kpara
Rio de Janeiro e Santos
Este vapor entrar no porto
Recebe carca atratar com o AGENTE.
O vapor Portena
Commandante Roux
E' enerado dos portos ta
Europa at o dia 20 de
Marco -e-'Un:o depois da oo
mora iud spensavel para
9laceioTBabia, Rio de laneira
e Santos
Entrar co porto
Roga-se aos Srs. Jimportadore3 apresentarem
dentro de 6 das, acontar do da descarga das al
varegas qnalquer reclamaco concernente a vo-
lames que porventura tentiam seguido aira porios do sul. a.im de se poderem dar a tempo
asjprovidencias necessarias.
Expirado o referido prazo a cocpannia n5o se
responsabilisa po'1 extravios.
Este vapor c2o recebe carga.
AGENTE
Auguste Labille
9Rng do Commercio9
LEILOES
W '
Leilo
CompaflhlaPernambucaaade Sa-
vegafo
PORTOS DO NORTE
Parhyba, Natal, Maedo, Meteoro, Ara-
eaty e Cear
O paquete Jaboato
Commandante Pereira
Serue no dia
12 co corente
s 4 boras da
larde.
Recebe carga, encommendas, passaaens e dl-
nbeiro8 a frete at s 11 horas da mabb do dia
da nartida.
ESCRD7TORIO
Ao Caes a Comoanhia Pernambcana
a. 12
O
vapor Dglea
A vis
Segu oestes poneos das para
Sanios com escala pelo tlio de
Janeiro.
dinheiro a frete a
Entrar no porto.
Para carga,
oheiro a frete
passagens e di-
encommendas,
trata-89 com os
Consignatarios
Borsteln an & C.
18 Roa do Commercio 18
1* andar
f^Para ouue recebe carga e
tratar com es
AGENTES
Wilson Sons & C. Ld.
10Ra do Commercio10
1* andar
Pacific Steam Navigation 6om-
pany
STRAITS OF MAGELHAM LINE
O paquete Potos
E' esperado dos portos do sul
at odia lo de Marco se-
guindo depois da necessarla de-
mora para Liverpool com escala por
Lisboa, Bordeaux c Plymonth
Para carga, passagem, encommendas e dinhei-
ro a (rete trata se com os
AGENTES
Wilson, Sons k C, Limited
10RA DO COMMERCIO-10
i'rince Liae of Steamers
ENTRE
Estados-laidos, Bivzil e Rio da
Prata
O VAPOR INGLEZ
Romn Prince
E'esperado de Ne'W-York a
odia O do corrate segal)*
Jo depois da Indispensavel de-
mora para
Rio de Janeiro, Montevideo e Buenos-Ay-
res
Para frete etc. trata-se com os
Consignatarios
Johnston Pater e Comp.
15RA DO COMMERCIO-15
Societ Genrale
DE
Transporta Martimas Yapenr
de Harseille
O ve por francez
Bretagne
E' eaperrac do
Rio de Jauei-c
at o da 15 de
Margo segnmdo
depoTda indispensavel demora para o
Para
Em direitura
Para carga, passagens e encommendas trata-
se com os
Consignatarios
Silva Guimares & C.
Raa do Com meroio n. 5
empane Safioia do I
PORTOS DO SUL
Macei, Penedo, h racaja* e Balita
O paquete Una
Commandante Carvalbo
De 56 saceos com 50 resteas de cebolla de i.*
marca J. B. e 10 ditos eom 110 ditas de 2.* da
mesma marca vindas do Ro Grande do Sol, pelo
vapor allemao Troja.
Hoje 10 do corrente
A'a 10 1|2 boras
No trapiche Bailar, caes da Companbia Per*
aambucaoa n. 6.
Por intervencao do agente GusmSo.
Leilao
De movis, quadros, espelho, porcelanas,
oogaa e vidros
Sabbado, 10 do corrente
A'S 11 H01AS
Nj !. andar do sobrado ;ua Direila n. 133
Constacdo:
De i mobilia de junco completa eom lampo de
pedra.qnadros, eopelbo, jarros, pannos de cro-
ebet, escarradeiras, tapete, camas para casal, ca
mas para meninos, berco, lavatorio coas pedra,
C3bides, mes clstica, guarda-louc, costureira,
1 ri-o santaario obra de oslo, 1 colxa de serta,
Ibear, caHeira, i cosmorama com vista*, quarli-
obei.-a, cadeiras, lampeOed, bacas de cobre e la
lo, porcelanas e loucas par- almoco e jauta-,
copos, clices, garrafas, compoteir s, talberes,
galbeteiroj, lie reiro, tolveteira, taboas para em-
eocomado, jarras para agu.i, late'. de laboaa e
ferramenta8 e mullos outros objeelos do uso do-
mestico.
O agente Gosmao, autorisado por ama famia
que retlra-se pafa o ceniro do Estado (ara leilo i
eos objeto?, setoaa mencionados.
Agente Pestaa
Leilao difiaivij
Das casas, terrenos e viveiios sitas a ra e
travessa da Ven' i e.lificanss em terreno pro-
prio coi0* Dtns pertence'am ao expolio de Fran
cisco SiccOes <^a Siva M*fra e vio a leiUo por
mandado e assiBlt-ncia to Exm. Sr. Dr. joiz de
orph5os e a rpo,ueriaiei:t> da inveniariuute D.
Seabonnba da Con eic'o Mafra.
Segunda-feira, 12 le Mar^o
A's 1* horas em ponto
No armazem a travessa do Corpo Santo
n. 27.
A sab -r:
Dez casas sitas a ra da Veneza na fregnezia
de Afocadcs ns 2,4,6,8.10, 12, li. 16 18 e
20, a travessa da Veoeza ^s. 2,4,6,8,10,12,
Um grande terrero cem 2 importantes vivelros
e 2 casas te tu pa oo balde do viveiro, todo em
terreno proprio to me*mo viveiro e moito im-
porUcte para montar urna grande fabrica, pota
o referido terreno Itmita-se com o rio aos fon-
dos dando excelletjts enmarque e desemoar-
que. #
Em continua^ao
iVender-sf-ba utn importante sobrado edifica-
do a moderra e em terreno proprio rendendo
743000 mensaes Bita a ra de D. Maria Cezar
n. 38.
Urna importante casa de azulejo com terreno
ao I do com alice-ces bem altos para edificar
e outra cafa sita a estrada dos Rtmedios n.
44 A, fregnezia de Afogados.
ua (uta com grande sitio com coqueiros,
mangueirap, cajueiros, om g-ande viveiro e
irais una casa de taipa ao fondo do mjsmo, sita
na mesma estrada dos Remedios tn. 44 C, 8 mi
natos distante do ror.d.
Altengo
Perden-se no dia i do corrente, no Hipnodrc
mo do Campo Grande, orna corrente de rejogi
com cagoleta, sendo todo de uro ; a peesoa
que tiver acbado apnareca na rea do Sacego n.
.4, que sera generosameote gratificado.
Para amnhem
N sitie n.
nandes V.eira
lher cozinheira.
5 da Estrada de Fcr-
se precisa de urna mu-
Ao commercio
O abal o aesignado declara que Cesde o (lia
22 do corrente deixoo de er seu etnpregjdo o
Sr. Joaquim Jos Gomes, retirando se pago e
satit-feito de todos os seus'orderadoa.
Recife. 27 de revereiro de 1894.
Diogo A. dos Rcis.
AVIS
t
Olcgario Ni-iva cootica encarregar-se de
compra, venas, nypolbeca e liquidati ue ;a:pos-
i-s.e preJlOS, a oem assim Ge venda do apoli-
ces e descontos de letras.
Pode ser procurado a ra Marcilio das n. 131
i andar daa 6 s 9 boras da m?nb e das 5 B
7 hiira da larde.
J Mari* Cardoao
Maria de N. de Alboquerqoe Cardse, Fa-
brico de Ainoquerque Cardoso, sua mulber
e filho Amelia Luna alboquerqoe Cardo-
so, Jos Duarte de Albuqoerqne Mainno
soa mother e filbo, Lndovico Gomes da Silva,
soa n.uih'-r e rilbos, J'-vcntico Gomes de Aibu-
oupr ae Maraes. >ua mulber e lbos, An'.oalo
Germaoo Regoeira Pinto de Sonza e soa mulber
Benj min Frarkn Pedroaa, roovidam a todos
os si ui paredes e amigos e aos de sen prantea-
do e s mpre letabrado esposo, pii, eogro avo e
tio Jos Maria Lardoso, para assisrem s missas
que por alma do msmo lina o mandam celebrar
os matriles da Roa-Vi- !j, S. Louren(0 da Uatta
" E) >zareth, pelas S bora* da maoh, do dia 10
do corrate mei, anatver^ari) de seo tristisio-o
faliecim nto i p-irmats esle c aiidoso obsequio,
se touesstm affaz agradecidos.
Hanoel Sosrij de Olivcira
Macoel sOa'es de liveira Filto,
ua rr.ulner e filho?, An on>o Soares
Fi-rninries de Oliveira. cua mulber
e filhoe, Jos Soares Fernande3 e
Ouveira e sua mulber. tenio rece-
bido a lafaoita nolicia do i:
ment re .en prezadirsimj pal, -e-
gro e avfl. Manoel Soare* de Oliveira, no reino
de Portugal, coividar-. oas^nJ ^arentee e amigos
para ass;slirem as roigas qje ?ero celeoradi.s
pelo eterno repoeso u'u msmo lina-o ra igreja
do Espirito Sacto, te 7 lloras da manh do da
12 do crrante. 7# do se passamento, e desde
j se eonfeffam eterosmeoln grati>3 aquslies que
.e rignarara acsislir a ese acto Ce reiigiao e
ranrtadp.
Professor
Leilao
De duas casas terreas com cornja, sita na tra-
vessa lo Fonseca a*\ 2 e 4 uos Remedios, com
bons quin'aes. terreno ao lado murado.
Segunda feira, 13 do corrente
A'S 11 HORAS
No armazem ra do Mrquez de Olinda
n. 48
O agente Gusmo, autorizado far leilo das
casas cima' mencionadas, podendo os compra-
dores ireoiexaminal-a?.___________________
Leilao
De oxfords avariadog, parte de urna caixa des-
carregada do vapor Gly le com avaria d'agua
do mar.
Segunda -feira 12 de Margo
A's 11 beras
Agente Pinto
Raa do Bom Jess n. 45
Km continuagao
chales, madapol5es, casimiras, entras fazendas,
orna armaco e um cofre. _________
Canos Paes de Oliveira, ex-r.!nrrno da F col-
dad;' ae Direito, cff;rece-se para len'ionar pri-
ireiras letras em casas particulares : traior ra
ra da Conceico B. 45 de 8 3 11 bcras da
manb e das 2 s 4 da tarde.
Cosinheira
P i c'.sa-.-e de urna boa cosiaboiar; no Cami
nbo Novo, n.120.
?>reveiiQao
,Previne-8e aqoeza quer que eej3, que nSo faja
transaccoes de especie a da Silva Salgado pobre os predios ns. 1, 3 e 13
Hitos roa do S'iscoode de Porto Alegre, e o n.
59 i ra Duque de Caxia; e suas depen eocias,
todos na cidade do Cabo, ?emomeu previo con-
sentimento, sob pena de sereno acnullados pelo
direito que me asriste.
Recife, 8 de Marco de 1894.
Uaria Rita do Costa.
Tjpographia
Vende-se urna pequea tyDoeraphia e ama
minerva ; rea do V:sccnde de Gcyacna nume-
ro 83._____________________________________
Caixeiro ou criado
Precisa se com pratica ou sem ella, de idade
de 10 14 annoB, prefere-se dos srrabaldes de
longe ; na ra do Rosario da boa Vista o. 11.
Phaimacia
O abaixr assignado vende aeua botica, na ci-
dade de Nizaretb, livre e desembarajda de
qualquer oous. A tratar ca pharmaciu Oriental.
na ra Estrellado Rosaio n. 3.
Antonio U Marqoea Ferreira.
Cosinbeiro
bom cosinheiro : a :ai
llanoel Carneiro Leitfao o
Helio
Joo Carntiro Lito de Mello, sua es,:o-:a,
tilhos e genros convilam O' sens prenles e
amigos para asaistirem as missas que maniizm
rezar no eabba'lo 10 do corrente, na matriz da
Boa Vista, pelas 8 Horas da maoh, p.ir atoa
de seu urezadi Bino, 'mar> e cuobad?, Ma- oei
Carneiro L^ito di Mello, 7- dia e s^o nfansto
passament.. A' todos, licam fternaraea'e gra-
tos, por este ac de reli \ir-, e maito grade-
ciaos qielles que corep-recerara ao eoterra-
rrtn'r1 di rre-imo
t
de um
19
Prfcisa-ae
l'd-, -.:; u n,
N. 907840, casa Marques
Sobrinho
Ao carteiro do correio, Gustavo Lacio Mergo-
Iti.'io, pede-se para vir ra larga do Rosario
n. 20, a negocio que Ibe diz #e-peito.
Copeira
Precisa se de ama copeira ; tratar ca Cs
ponga, ra Joaquim fiahuen n. 61.
Griado
rec.-a-se de um criado :
n. 19
ra do Paysindt
no dia 14 daMar-
4 boras da lar-
Recebe carga, encorrmendas, passacens e di-
nheiro a frete at s 11 boras da manba do da
ds partida.
ESCRLPTORIO
o Caet da CompanJua Pernambucanc
n. 12
Agente Pestaa
Leilo
Da importante e excellente casa terrea
edificada em terreno proprio, sita raa
do Visconde de Goyanna o. 165, per
teccente a inventariada D. Annunciada
Teixeira Lamego Campel.o.
Terca f el ra. 13 do corrente
A'S 12 HORAS EM PONTO
No armazem travessa do Corpo Santo
n. 27
O sgente Pestaa vender por mandado e as
sistencu do Exm. Sr. Dr. juiz cempetente a im-
portante casa, cima mencionada, com os coa.-
modos feguiat^s : dona ponOes de ferrosos
lados, claco janellas de frtnte. duas portase
duas janellas em cada oito, ama sala de
visita no centro, orna gabioete de cada lado,
correlor no centro, quadro grande-i quartos com
jauellas, boa sala de antar, mediodo a mesma
46 paimoa de frente e 88 de fundo, medlndo todo
o terreno 100 palmos de frente 600 de fundo,
terminando no amigo corredor que d passagem
para a roa do Remfica, a sabir na igreja da Es-
JaBCia, lendo 200 palmos murados, com porto
rue da passagem para ootro ierren, que est em
ab rio, garantlndo-se achar-se em moito bom
estado de conservado o referido predio.
Cosioheira
Precisa-se de orna que trabalhe com perfei
cao: para ca-a de familia a tratar na Roa do
Crespo W. 19._______________________________
Piano
Vende-se um piano do fabricante Boimlot, em
per re to estado : a tratar ns ra do Hospicio nu
mero 2 .___________________________________
Casa a venda
f ende-se a meia sgua de tijolo, edlScada em
terreno proprio, sita rus da Corteada n. 2B,
em S. Joc do Maoguinbo ; tratar n mesma.
Antonio F. Teixeire, Hortencia de Mello
Campos Teixeira, Flav a 'e Mello Comp. 8.
e Pedro Esd^xio, feridoa de der pelo
prematuro pafsnmeoio |de sua presada
e nunca esquecida segra, mi e av, Maria B.
de Mello Campos, agradectm a todas bs pea-
soas que se di^naram a ;conop^inhar a ul-
tima morada os restos mi-rtaes da mesuro fin i'ia,
e de novo as roovii'-m para assistlrem a missas
que sero refalas por sua alma na matriz de Roa
Visla Babbatfe 10 do corrente as 8 boras da ma-
oh 7- da de seu fallecimento, anteclpacdo des-
i'e j os eos since os ^radecimeLtos por mais
este acto de rel'gio e caridade proprio das al-
mas bem formadas e piedosau.
Padre llaneel C. daw l'ttagaN
(iitndim
A contraria de S. Vtceale d? Paci, na cidade
do Bepi ito Santo de Peo d'Alro, manda c le-
brar missa3 em suffragio d'a'ma do pod:e Ma-
noel Caoddo d;'8 Cbagas Gondim, na respectiva
noc.tr:?.. as 7 boras da manb oo dia 12 ao cor-
rete, '! da to seu fallecimento. Convida aos
parentes e a^ ig: s do finado para esse acto de
r^ligio p ciadp__________________________
Visarlo Masoei Candido da
CbaBAM fiouaim
Celebra-se orra misa na igreja de S.
Pelro desta cidade, na prxima segonda
feira 12 do corrente, por alma do vigario
Manoel Candi lo das Cbagas Goadlm. pe-
las 7 1/2 bcraa Para esse acto de religio e
caridaae, (Oavda se os prenles e amigos do
finado.
t
AVISOS DIVERSOS
Prtcisa-se de urna toa cosiobeira e orna ama
pera avar roopa e servico domestico, no becco
do Padre iDglez n. 3.
Precisa se de um cn4do
tar em JoSo ac Barros n. 19.
para shio ; tra-
mo Mr. Commendidor iogo Aimni
co do*i Beta
Alguna amigos mar.yr^a de S. Exc.e tendo
visto mais de urna vez nos joraaes a declaraco
de baver despedido o seu caxtiro Jcsquim Juse
'-ornes, e pareceodo Ibe3 um mypterie, pede a V.
S. para aguardar se a resposta com letras
griphzdas dapapagaio contrafeitos e provar se e
jogo das cartas...
Os amigos martyres.
Pede-se a au'ondade campetente que las.-a
cessar os meninos rota-em e baterem com arcos
de ferro as calcadas da rea de S. Jorge fasendo
boracos no p?sseio e aturdiodo os ouvidos doa
moradores, isto a qualquer bora do dia e uoesmo
a nonte.___________________________________
Precisa-ss de um capeiro que d attestado
de sea conducta ; tratar na ra do Hospicio
oumero 54.
Precisa-se de orna ama para servicos do-
msticos de nma casa com pequea familia ; a
roa da Imperatriz n. 54.
Precisa-se de um cepeiro e de um feilor
tratar na ra da Cadeia n. 35.
Cosinheira e criado
Prec;s?.-Be de ama cosinheira ; na roa da Pal-
ma o. 40.
Precisa-se de urna
que seja cuidadoza e
limpa para andar com
urna crianza a tratar
rna do Paysandu n.
19 das II horas da
manh as 4 da tarde.
Ama
Urna familia de tres peseoas que segu breve-
mente para S. Paulo, precisa de urna ama de
meia idade para coslobar e servicos leves da
casa : traa se em Caxang, casa de D. Rosa,
junto a agua frrea._________________________
Ama
Precisa se de urna mclber de meia idade que
saiba lidar com criauca ; tratar na ra Fer-
nandes Vieira d. 5.
Ama
Precisa-se >euma ama para cosiobar paia
duas pessoas ; i ira ar na roa da Concordia nu-
mero 176.
Ama de leite
Paga- se 20000 a urna t.ma que d cont d
Eeo trabalbo; em Fernandes Vieira n. 60.
Ama
Precisa se de urna ama qoe cosinbe bem, para
ca.-a de pequea familia : na roa Duque de Ga-
ltel n. 97. ___________
Ama de leite
Precisa-te de urna ama de leite sem filbo, pa-
ga-se bem ; ra Duque ce Caxias n. 91.
Ama
Precisa-se de urna de idade para casa de bo-
mem solteiro, dando agestado de sua conduca :
tratar ra da Matriz n. 24 i. andar.
Amas
A' roa da Praia n. 53, ndar, prec sa se de
dna- amas, orna para co inhar e urna para me-
ninos.
Galoes e Guarnicoes
Oom vidrilho e sem vidrilho acaba de
reoeber lindo sortimento o
GQNGRKSSQ DAS DAMAS
L' ques de ihu e Pencas
Ultimas novidades de Paria recebe
Congresso das Dam*
Bre e SSSi
Vende-se na roa da Madre de Deas r. 10.
Instrumentos e Msicas
Bello sortimento de no
vidades !
Vende Eduardo Paiva
Boa do Bardo da Victoria o. (a
Ama
^Precisa-se de urna ama
praga da Roa Vista n. 9, ji-
para cesinbar
aniar.
ca
Ama
Precira-se de ufa ama secca para sudar cora
orna crteoga de tres mezes; na ru i da Ur.iSo
numero 65.
Loja do [oellio
6Soa da Iiperans56
Receben o qoe ba de melbor em
Ssdaa preta?.
Sedas de c6r.
Crpons-novidad?.
Pantazias.
Guarnicfies pretas.
CnarmcoJes de c>.
GalOes pretos.
Galfics de fr.
Fitas de vellado.
E moitos ontro rtgos <>epeciaeH 4e ajedte
e eseolhidas a capricho eeie ehefe"de cnfie
casa.
f
\




.
I
c
i
I




.*-
Mario de Pernambueo Salibado 1Q ele lstalo l
VINHO deEX ACTO de FI6AD0 de BACALHAO
ce
"Vende-so
e erogarlas.
>ARI
21, Faubourg Uon/martre, 21 >
~0 VINHO de Extracto de Figado de Bacalhao, preparado peloSnr. GHEVRIER, Pharmaceutico de 1 das,'
emPariz possue ao niesmo tempe os principios activos do Oleo do Fig-ado de Bacalao e as propriedades therapeuticas dog
cremrados alcoolicos. E* precioso para as pessoas cujo estomago nao pode supportar as susbstancias graxas. O sen effeito,
oorno o do' Oleo de Fijado de Eacalhao, soberano contra as Escrfulas, Racbitismo, A-nemia, Ghlorose.
Bronchite e todas as Molestias do Peito.
VI NHftnP EXTRACTO de FIGADO oe BACALHAO CREOSOTADO
i
Ueoosito geral ;
PARIZ
21, Faubourg Montmartra, 21
v enao-se
i taiis ts princijiaK Pharmacia
r Drogaras.
A CREOSOTE de FAIA suspende o trabalho destruidor da Tsica pulmonar, porque dimuiue a expectoracc
desperta o amtite, faz cessar a febre, suppriine os suores. Os seus efieitos combinados com os do Oleo de Figado de Bacalhao,
fazeni do ENEG de Extracto de Figado de Bacalhao Creosotado, de GHEVRIER, o remedio por
e::ccllencia contra a TSICA declarada ou imminente.
DE
TNICO
ANALPTICO
RECONSTITUINTE
O Tnico
mais enrgico que devem
em pregar es Convalescentes,
as pessoas idsas,
as Mulheres, as Crangas dbis
e as Pessas
tracas de Constituigo.
OVINHO DE
a Clilurose, a T
Krouxidao geral, _
cuidez, de Emmagrccimento, de Esgotamcnto nervoso, aos uuacs oslcmperamentosde noje estap
i preJispstos. JSm I.yon, l'liarmaeia J.
Lqui
COM QUINA
SUMO DE CARNE
PHOSPHATO CAL
Composto
com Substancias necessirias
e ndispensaveis na
formago e no desenvolvlmento
da Carne
muscular e dos Systemas
nervosos e ossosos.
fatalmente
Depsitos en Pernambuco
FRAN"
i i Al., ra de Mtotirbon,
M. DA SILVA & C" o m toda is PHnmcin t Drogariis.
14.
FERRO MARTiAL-BODINiMIui
tofo agradavel {orna a dar com rapidez ao sangue sua riqueza e tofgUWio d ISI
priso de ventre nao ennegrece os dentea nao irrita o estomago. /$f\
PAB1S, SO. rm Bollen. Deposito em Pernambuco ; C'_i^DROGiSJ|jROjOCTOS_CMIIll
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APPROVAQAO OA ACADEMIA DI MEDICINA Di PARS
Contra as AFFEIQES dos BOFES e dos BRONCHIOS, acalma a TOSSE
e supprinie a INSOMNIA. i
F. COMAR & FILHO. 28. Rae Saint-Claude, PARS. EM TODAS AS PHAHMACIAS.
SAUDE PARA TODOS.
UNGENTO HOLLOWAY
O Ungento le Holloway < um remedio infallivel para os males de pemas c do peito ; tambem para as endas
antigs cliagas e ulceras. iL famoso para a gota c o rheumatismo e para todas as enermidades de peito nao
se recor.hece cgual
Para os males de garganta, bronchites resfriamentos e tosses.
Tumores as glndulas c todas as molestias da pelle nao teem semelhante e para os membros contrahidos O
juncturas recias, obra como por encanto.
Essas medicinas sfto preparadas s/>mentc no Estabclccimento do Professor HOLLOWAY(
78, NEW OXFOED STKEBT (antes 533, Oxford Street), LONDEES,
E vndenle em todas as pharmacias do universo.
iS" Os compradores s. convidados respetosamente a examinar os rtulos de cada calta e Pote se nk> teem a direco&o,
533, Oxford Street, s&o (alsicaooes. fc t ...
immumiiii-u---:--iii-:.:i-^-^^
XEDALMiASile OlliO
na Ejri>o*i?ie* DMflMMM ele
Faris 1S7H-1H&U
Enrieos, BIPLOIA BE H0R5A na Exposlcao lie 1882
iiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii"i E
a
t
!^UxaS dC en**%'&
S:
Brdeos (Fr&aea)
DeseiamV. V. M. M. passar bem come: voseada
dia Deliciosas Ameixas J. FAU
mwwiHHHiwfwmwi
Fazei em caza
e com grande economa
\ VOSSA AGUA MINERAL
anloga as aguas naturaes
com os
|COMPRIMIDOSdeVICHY|
DE
'pit
sursaturados com agua das fontes
6" GRILLE, CLESTIHS, HOPITAL,
HAUTERIVE, S-YORRE, etc.
PAR2 23, Aoenue Victoria PARZ
3^
VEHTRE ft
iOfi Lazante
certo, agra-
davel ao Pala-
dar, fcil de se tainr
F*BI5, VtNUC VtCTC^IA, C N*S fKU
ATKINSON'S
WHITE RO^
Origina] t nni vortUJeira. OonhRda |
i em toda a parte como seono o porfnme i
I o maU ilelicioio. Evitar as contrataocDeo.
ATKINSON'S
FRAHGIPANNE I STEPHANOTIS
ESS.BOUQUET I JOCH CLUB
I e ontros prrumca celebres pflo superiores
os outros pIa na forca e aroma aatural
Vendem-se em toda a parte.
J. 4 E. ATKXV80V,
24, Od Bond Street, Londres.
kAVIS0 l^gitias sooaat om rotulo-^
eteudo uul e amarello e a marca
fabrica ama "Rosa branca" com
o completo endereco.
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ahiguel
Precisa-se alugar
ama casa para familia
regular, em boasecn-
dQoes,nos arrabaldes
desta cidade, prefe-
rindo se Capunga,
forre ou Magdalena,
sendo o aluguel an-
nual de 2;000$000,
mais ou menos.
A tratar, ra do
Commercio n. 6, an
dar terreo.
Cal Virgem de
Jaguaribe
Em barricas para o fabrico
de aBsricaT ^ende a Compa-
nhia Exploradora de Pro-
ductos Calcreos.
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barrica
Caep do Apollo n. 73
fc AGRADAVEL a
Se recommenda como o melhor
< Z- Q L remedio da sua classe a i o H O
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COMPOSTA DOS >
Ul MAIS ESCOLHIDOS INGREDIENTES m
O H combinados scientificamente e a todos os respeitos a melhor preparaio de m z o o
< OLEO DE FIGADO DE
BACALHAO COM HYPOPHOSPHITOS 33 O >
M* DIGESTIVO |^
Pratico
para
pharmacia
Preeisa-se de am para
urna pharmacia de ^alma
res, a tratar na ra Mr-
quez de OJinda n. 24
Companhia de Drogas.
Atteasi.0
Ja cescobrimos a mora-
dia do Sr. Jos Gon^alves
de Oliveira Jnior, vulgo
Jos Estrella morador na
cidade de Olinda ra do
Sol d...., nao vamos l bus-
car os chapeos que levou por
nao saber se erviram, ou
nos venha dar a resposla
praca da Independencia
n. 38.
Pa
ra cos*
nhar
Precisa-se de urna ama que saiba co-
sinhar, no 3. andar do predio n. 42 da
roa Duque de Caxias, por cima da ty-
pographia do Diario.
Propriedade venda
Vende-se nina excellente propriedade dos Re-
medios com 4 cas; a de tijollc, arande olaria, 200
p*s de coqoeiro. e outras fructeiraa; tem moilo
ftom porto para navegagao a qualqner bora, uro
importante viveiro, e tem preporges para fabri-
ca on dislilsjao: tratar no escriptorio corxmer-
cial roa Duque de Caxias n. 72, 1 andar.
Grande armazem de louc,a
do paiz
Boa do Hospicio^ n. 1
DMphtno Casimiro da Silva Sobral participa
ao respeitavel publico que ee acba sort'do de
todas as qoalidades de louga de barro do paiz,
taes como sejam, filtros de todos os lamanbos,
de Peaedo e da Babia, aseim como tem grande
sortimento de gaious de todas as qnalidades,
mel de abelba puro e uo aseite de dend, todas
obras de ilandrea, cocos, bacas, babas de todos
os <>manbos, cisdieiros, boles, cbaleiras e mais
slgoma coua deste genero, mais moitos eotros
objectos otis a todas as casas de familia, car-
vao mais em conta do que em ootra qoalqaer
parte; lenbas en acbas e moilo barato ; emtim
ba om pooco de todo
Ra do Hospicio n. 1
Aos proprietarips
Soe deeejam lazer calcadas e ladrilbos no lo-
or das casas e rmateos, avisa-se qas acba-
ro om grande sortimenio de ped^s apropria-
das, no armaiem do Caes de Capibaribe a. 3S,
ostras na roa da Cro n. i8. armaigi._____
Grand*? ementeira de
cafeseiros
Na fazenda Serra Grande do municipio da
Victoria. Estado de Pernambuco, tam para ven-
der do dia 1* de Mio cm diante, cerca de doo
milbOes de ps de cafeseiro?, cujos pregos, tas
maobos, qoalidades e mais expiicacGes,veja-8e o
c'ornal do Recife.
Taveroe
Vende se a taveraa sita roe 89, amiga Impe-
rial.o. W, wm afregoea^a, livre -e desembara-
(ada, propria para principiante por ter p' uco
capital ; tratar na mesma. 0 motivo da venda
ss dir ao comprador. ___-
Casa
Veode-?e a caea n. 293 da roa de Oltenta e
Nove antiga Imperial a tratar na roa Dirtita de
Alogad08 o. 96. '
Bichas de Hamburgo
Vndete eu grtodea e pefoens porc6es,
applica.ft veics Mocas e irjdai joaroa
das LaralftKM o. II* -^
_a _
S> m
-o O^-C g co
_ ** O ^^
ao o > ^3
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II

LIDGERWOOD
Rodas d'agua
TorbtDMi
ELgenho de Serra
Moendaa de Canoa
Moinhos de Fn
Oebulhr.dore
Separadorus
tfachioaa avapor
Potateia e lixas
Lavaore*
Deapolpedera
Dsicassaortx
Ventiladores
jflamDiqaes
D
o o O, o o _
.2 4 S -S
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S Si 1 Si*
0 O 9 O*.
w

o g ^
b fea S a.
S 2 3
Vidrilhoa pretos
Alta'novidade receberam.
Conrado intime fe C.
PR AC DA INDEPENDENCIA
Perfumara
Importante variedade acaba de chegar para
Coarado antunea A C
PRACA DA INDEPENDENCIA
Galloes de Algodao
Brancos de corea para roopa de criao$a
eceberam
ConraU Aniones s C.
?' AC DA INDEPENDENCIA
Cintos
Para bomens seDboras e meninos
-ecebram
Coarado. Anlnnei *V C.
PRACA DA 1NDEPDNDENCIA
Rodolpho Antanes & C*
mi Ra Duque de Callas 91
a'
Maravilha
FINAS COLCHAS para camas. LIN-
DOS cortioados para cama e jaoelas,
precos sem competencia. Elegantes
objectos de biscuit, vidro, trra cotta para
toiletes. Grrande sortimento de albons
para rstratos. Papel d<9 Jactaste para
cartas. Alera de muitos oatros artigos
qoe o bello sexo encontrar sempre na
bem conhecida casa de R0J0LPH0
ANTONES ft C.
67Roa Duque de Caxias67
P"
*soE5*^r
Cintas hespaoholas
a/?g
Alta novidt-de para senhoras e bo-
mens.
Noto sortimento receben a
NOVA ESrEBANCA
63*Raa Daqoe de Casias 63
YIDBARIA I
Bonita ecllecgSo de finas ta^aa de
porcelana, receberam
PEDRO ANTONES & C.
a Ba oafine de Casias
afitsls!iSiSai?e?ia5i3Sa9

| BiJOTBRIAS |
\i Lindos grampos de brilhantn do
9 Canad, chatilaines, puis-iras, meias
finas, pedrs e rruitoa oatrosartigos^j
NOVA ESPERANCE
63 Roa Dcqi de Caxias 63
La Gran Via
Bruidores, CJ^Bdoctoroa, Catadores, Evaporadores a vapor Defecadores do
triple effeito, Vacutoa-c odos oanaachinismes pertencentes ao fabrico do asacar, cal-
deira Multitabalar para qaeimar bagado oa casca de caf. Preosas Hydraulieai
bombas de todos os t&manhos, Carnearos Hydranlicos para levantar agua, Arados de
plantar milbo, etc. etc. Eogeoho completo de fabricar farinba e engenbo complete
para baneficiar arroi.
Correias de sola e de borracha de qnalidade superior. Oleo especial para
machinas. Pertences o pecas avolsas para as mchicas.
E8CRIPT0RI0
95Ra do Ouvidor95
134 e 136Ra da Sade134 e 136
Lidgerwood M'g G. Lima
I
E MUITO BARATO
Um queijo flamengo por 4^500 e 5^000.
Cha verde e pteto em latinhas de neo kilo
liquido, qualidade o que se podedesejar de mais
especia!.
Vinho da Serra da Estrella em ancorefas
e garrafas, superior a todas as outras marcas,
proprio para mesa.
Licores, cognac, vinhos linos, gneros de
primeira qualidade tudo quanto se pode deso-
jar para urna dispensa, precos es mais resumidos.
Obras de Vime, como sejam cestas de di-
versos tamanhos proprias para comprasber-
cpsroupeiros-balaios para papelcadeiras.
Sementes novas de hortalizas e lindas flores.
Doce de goiaba em atas de 4 libras espe-
cialidade, feito espressamente para a nossa
casa.
PQAS MENDES & C.
9-RA E8T8ET D0K08AR0-9
(Joata a igrija)
Ra da Imperatrii n. 58 A
Receben um esplendido
lisas e hvraitas :
Cachemiras pretas e de cores,
lievantines, alta nov.dade.
Cretona ingleses e francezes.
Zephirs, padrOes inteiramente aovas
Cortes bordados, braucos e de cores
Cbap jos de sol para aenbora.
Espartilbo8.
Percalinas Linons.
Camisas, punbos e collarinhoe.
Perfamaria8 dos melbrres latinantes, etcetC(
Othon Suva 4* C.
Roa da Imperatris numero 58 A
DE
Silva Fernandes i C
48Ra de S. Jao48
Promptifca se qoalqaer encemmends
com a mxima presteza e por precos moi-
tissimos rasoaveis.
Compra-te madeira de boa qualidade.
Aceita-se artittat qoe sejam peritos.
DEPOSITO
AUu Barato da Vidaria-49
Convida a seus freguezes para que veisham aproveitar
os saldos que ficaram do anno passado, e que se
estao liquidando no anno novo, visto como o que
se receber este anno custar o dobro do que se
vende ; a saber:
-tes de Linn bordados a 150000 e a&JpOO.
08 de cachemira ricamente enfeitados a veilmdo a 25I0G0 e 300000.
os de cretone da alsaesi a 12000.
lamira de daas largaras de 20000 a 800 reis covado.
apolSo americano a 10$000 a peaaa.
DTto com mi metro de largara a 140000.
Voiles Iindfasimos desenhos a 200 rais o covado.
Meltons para ronpa de hornera a 10500 o covado.
Casemiras inglesas a 3S0OO e 30500 o covado.
Ganga para coberta a 240 reis.
Cretone de 700 a 320 reis.
Guarda napea de 60000 a 3S000 a dazia.
Bramantes de uho oom 10 palmos de largara a 20800 a vara.
Fichas a 500 reis om.
Babados bordados de cor a 600 e 800 reis sada pega.
Cortes de fustSo para collete a 1C00. iAv\ lAonY
Lindissimos tecidos arrendados de cor para cortinados de 4,000 a 10UUU e 10AJ
o metro.
Algodao americano 50000, 60000 e 71000 a peja.
Eayar*ilbo3 perft senhora a 40000.
dem para meninas a 20500.
Toalhss de fustSo a 60500 reis a dcsia.
Flanella para vestida, lindas desenho3 a 400 e 500 reis.
1 Merinos pretos com dtus largaras de 20000 a 800 reis o covado.
Sargelioa de todas as cores a 240 reis o covado.
Linons de cores, hndissimos padroes a 240 reis o covado.
Flanella de quadres a 500 reis o covado.
FostSo branco Un os desenhos de 20000, 800 e 10000.
Rendas Eecooezaa a 320 reis o covado.
Panno da Coste liatrtdo para mesa a 10600 o covado.
Cortinados do crochet a 1C$0C0 e 80000.
Setins de cores a 8JO e 10OCO reis.
Cobertores a 11300 esa,
Assim como muitos utrog artigos que se vende com
grande reduetjao de precos.
Grande quantidadt de retalhos de chitas, brins 6
lans,
Loja e armazem da$ Estrellas
56 e 58 Rua Duque de Caxias 56 e 58
Telephone nt 210
..*a
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wn "'i
V..
$
Ili.irio de Pernamhnco Salbado IO de llardo de 18*14
fwHsB^t'
DOCUMENTOS EM FAVOR
DO
0
ELIXIR
PBOPAGADO POR D. CARLOS
2L wt o ?v 'A. S Cl M '3 K. r;r A. 1 N 1)1 K E I\ A
Remedio sem rival para syphiles em todas as suas manifestares para o rhenma
tismo e para a morpha!!

;?-**-.
ZV.
DR. BEZERRA DE BURNAY
u.llastrado amigo o Sr. D. Carlos.Depois de
mamas experiencias e asesado estado soDre o
ejs grande remedio o Elixir U. Morato, cujo
nQtio mimet-a 10 no* bospitaes e em miuba cli-
i.co particolar, resolvo, de accordo com os meas
iriftres collegas, o Dr. Medeiros, Dr. Lfreve e
lae S Meodes, applical o cela seguiote forcea,
nodo casos de syphilia inveterada, rheumatis-
gto ebronico e boubas.
e ..... .4 .;
TeDbo lido o melbor saccesso com o elixir M
Morato,e alguns dos meas collegas chamam
jbe com razao de salva vida 0 seu remedio
1 um prodigio e nico como aaii-gybilpico e an-
ti-rbeumatico _,
Rio de Janeiro, Margo de 1889.Dr. J. Pitt
Bfzerra de Burnay.
DUAS CURAS
Sr. D. Carlos.As miabas filhas Elvira e Lee-,
cor, sctl'reram bastante tempo de humores, sof-
Ijendo urnas dores oes ossos ou dores neumti-
cas, e outra de molestia de pelle. Nada poupei
para coral a?, porem, sempre em vo. Acabo
finalmente de obter a cara de ambas com o nso
que flzeram do senelixir II. Moratoe tal a
mraha satisfaco com o efleito de tao bom medi-
camento, que Ibe eecrevo esta com o tim de elo-
^ial o em saa oescoberta.
Son com respeito e coosideragaoAntonio Al-
res de Camargo.S. Paulo.
DR. EDUARBO GUIM4RAES
Dr. Eduardo P. Guimaraes, formado em medi-
cina pela Pacnldade da Baha, etc.
Atteso Un fide gran', que teDbo empreeado
com feliz resoltado em todas as affecces sypul-
licas, oelixir M. Morato,axcellenie prepara-
do do Sr. D. Carlos, o qus afirmo com o jura-
mento ee fr preciso.
Rio de Janeiro, 15 de Fevereiro de 1891.D\
Eduardo P. Gaimaraes.
CURA DE RHEUMATISMO
Illm. Sr. D. CarlosMeu aibj, de 21 annos
de idade esteve quatro metes entrevado das per-
cas e dos braco, eomendo por mos de ontrjs
em um estaoo lastimoso. Principlon a farer
so doelixir M MorVopropagado porD. Car-
los, e logo aos primelroe vidros de oso, levan-
tou-ee e pnntipioo a servir-se de snaB proprias
mos. E' om verdadelro milagra esse remedio
santo.
Antonio Martina de Siqueira. Sinta Rita de
Passa Qaalro.
DR. J^AO NEPOMUCEiNO
Dr. Jo-o Nepcmuceno de Oli eir Bello, don-
tor em medicina pela Facnldade do Rio de Ja-
neiro, cavalheiro da Ordem a;- Rosa, etc.
Atiesto que ttn^o empregado em mlnba cllni-
civil oelixir Morato,propagada pelo S\ D.
Caries, com re-ultados vantajoses as molestias
syphilitica cbronlcas, sobretdo no rbeomatiR-
mo nodoso. O que airmo sob f atea grao
acadmico e com o juramento se fo' precito.
Campias, 20 de Fevereiro de 1892.Dr. Joao
ISepomuceco de Oliveira Be'.lo.
CURA DAM0RP3E*
Sr. D. Carlos Dispondo de roeio-<, gracas a
Daos e soffrendo ba tetnpo de morpha, eslava
desesperado por nao achar remedio qn me co-
rasse, pois tomai tudo que offerecem para este
mal; grabas a Providencia, pude obter urna du
lia do sen elixir M. Morato, e em tao boa hora,
que me acho coDvalescendo. Os bobesdesappa-
receram! a grosseira do rosto e das mos, ac
bou-se, pella tomen a sua devida cor, e asso-
brancelbas estao crescendo de novo, consideran
do me sao. e don gracas a Deus pela descoberta
do santo remedio elixir M. Morato,que a quem
vo a mioba salvagao.
Pode mandar publicar esta para que qnem sof-
er, saiba que boj- se cura a morpha, tomando
lxir M. Morato, Deus goarde a V. S.-Jo Co-
rim da Silva. Cidade do Amparo.
PADRE JAC1NTH0
O men visinho Roberto Das de Andrade. este-
fe enfermo ce-ca de nm anno, e, enlamo eo co-
mo aquelles que o trataram.julgaram no perio-
do pormorpba Desillndido por algnne tomn
com parcimenia o elixir M. Morato, propagado
per D. Cirios e saron. Dos me perdoeem dlzer
que se nao 'case en testemanba oceular deste
lacio, poro-bia em dnvioa.
O elixir U. Morato, cura a morpha.
Bemdito senbor o SenhorPadre Jaclntbo E.
TorresS. Panlo.
DOZE ANNOS
Faz'a mais de doze annos que era victima de
em infame rheumatismo que me lolhia para todo
porm, a coocelbo de meu collega major Monra,
de osar do novo medicamento indgena chamado
elixir M- Morato, fol o qne me fez ficar como cu-
tro ora sio, forte, rijo valente. e prompto para
tudo.
Recommendo a quem precisar qne tome, para
ficar bom, so Elixir M Morato, e mals nada.
major Tito Alves Ramo?.Rio de Janeiro.
DR. AT0NI3 SEVERO
Dr. Antonio Severo Wenceeiso formado em me-
dicina pela Facnldade da Rio de Janeiro, me-
dico adjoncto do hospital da Scciedade Porto-
gueza de Beneficencia.
Atiesto sob f do meo grao, que tenho apnli-
.aco em minha clnica oElixir M. Morato
propagado por D. Carlos, com grande proveito
nos casos de sypb'lts terciaria, especialmente
quando chrouica.Dr. Antonio Severo Wences-
lao.-Rio Janeiro, 22 de Janeiro de 1892.
CASO DESESPERADOR
Jamis vvente algnm lera soffrido de syobilie
a anas consequeoclas como eo, e ba moito tempo
que desej-va a morte, pela vida atroz que tenno
evado. Todo qcanto ba de syphilis parece que
eslava em raim. Estou boje corado, e carado
de veras, pelo remedio novo chamadoElixir M.
Morato.
Foi a Providencia Divina quem fez descobrir
este graade e magnifico depurativo.Vctor Met-
ralles de MataCidade de Santos. .
CURA DE FERIDAS
Foi com o aso do Elixir M. Moratoque cu-
rei-me de amas lerldas de mi carcter que tive
muito tempo, sem poder obter nHboras com
moitos medicamento que tomei. Hoje, grabas
ao grande depurativo Elixir M. Moratopropa
gado por D. Carlos, que e vende em S. Panlo na
casa Peixoto Estrella & C, a roa de S. Bento. 11,
estou completamente bom. Mandem publicar
esta para bem da humaoidade. F. de Andrade
Costa.Araras.
DR. MEDEIROS E CUNHA
Dr. Joao Alberto de Medeiros e Garba, dootor
em medicioa pela Faculdade do Rio de. Janei-
ro, cavalheiro commendadorda Ordem Militar
Po'iogueza de Nossa Senbora da Cooceicio de
Vnla Yn.osa, etc.
CwruBco em f de mea grao que tsnbo sempre
empre-ado em molestias sypbiliticas e rbeoma-
icasElixir M. Morato propagado por D. Car
'os, celheodo^sempre os melbore* resalados.
Dr. Joao Alberto de Medeiros e Cooha.Capital
do Estado de S. Paulo, 1 de Margo a, 1892.
UMA MOg* FELIZ
O laborioso lavrador Sr. Jos Leandro de An-
drade, prente o> Sr. Luis Ginzaga de Oliveira,
juiz de paz em S. Paulo, leve sna esposa e a
bina mais velba gravemente a7e-**adas da tern-
vel morpha. A molestia, zombando do miis
excrupolo8a tratameolo medico, ceifon a exis-
tencia da tndltosa esposa do Sr. Andrade e mos-
rava-se anda dispostas a exercer sna fatal "in-
flaencia sobre a pobre moga. O desespero do
pai extremoso iospirou ao Sr. Andrade urna re-
solocSo acertada, levando o faser experiencia
doElixir M. Morato.Os Helios dos primeiros
frascos zeram sosia r o curto da molestia fatal
e a cootinuac&o o medicaoeoto operoa a mais
brilbanle cara.
Bs'.e faci deo-e em 1890 de boje completa-
mente outra robaba e forte, ja casada e ctm ti-
Ibo, oSo apre8enta o menor indicio da enferml-
dade qoe auieagou arrebata I a naqaella poca-
Contemos ao propor o Sr. JoE Leandro de Ai
drade, a narragao deale caso i porta ote, bel-
ment' desenvolvido na seeoiote caria :
I Im. S. D-. Carlos.Fazem boje dois annos
qoe fallecen mlnba mulber, da morpba. Poo-
cos meses depois deste falleclmnto, mioba ri-
ma mais velba, de nome Clotilde, declaran se
rom a me?ma enfermidade da mi. Recorr a
toaos os meios aou^elbados por mdicos e ca-
riosos para a enra d< mioba filba assim como j
tinba feio para a fallecida mae, e o resaltado era
sempre o mesmo, a molestia ramiBbava a c Idos
vistos para o sen termo facial t 0 men prente e
amigo o Sr. Loiz G nzaga de Oliveira, actual
joiz de paz em S. Paulo, e muitas pessaas d'abi
aoem oeste caso det>enperador. Desanimado e
sem saber mais o que fazer, foi instado por om
amigo a dar s minh i doeote o sen elogiado
ELIXIR M. MORATO,e coofrsso que nanea vi
remedio tao maravilboea, pola fol o qne salvou
mioba Giba de orna morte certa I Ja se pode di-
zer qne a morpba dSo ama molestia incaravel
que somba de iodos os meios acooselbados em
medicina.
DjQ-ibe os meas parabens por esta grande
descoberta, e Deus o re ompense pelos oeoefl
cio8 que delta tem resallado a bnmamdade sof-
fredo-a. >- Da V S. Jos Leandro de Andrade,.
S- Paulo.
DR. GUILHERME VILLIOT
Sr. D. Carlos.Constando me, fea lempos, qoe
varias pessoas desta, cidade e seos arredores
tem feito oso. com moita vantagem, de toa pre-
paracao-ELIXIR M. MORATO-fai ultimamen
te obrigado a laagar mao della em minha clini-
ra e jnlgo-me boje habilitado pira affirmar a
bem da bomanidade, que om dos melbores re-
medios qoe tenbo conbecido para enfermidade-
de eypbilis.Dr. Goilberine Villota.Rio de Ja-
neiro.
GRAVE ENFERMIDADE
Declaro qne tai mordido de ama eascavel, cas
rei me sem cessar mais de qoalro annos, Mean-
do me dos buraco* cbagosot nos pes se sa-
rava um, abra outro immediatamenle ; ticando
anda com parlysia em urna mao desde que fot-
mordido : Acoscelhando a fazer oso do doto re-
medio-ELlXIR M. MORATO propagado por
D. Carlos, tomei o bstame tempo e Bquei com
pletamente bom. A quem ainda nao conhece o
ELIXIrt M. MORATO,eu decan qoe est
remedia santo, porque fas milagros.Andr
BarityPorto Feliz.
DOIS ANNOS DE SOFFRIMENTO
Illm. Sr. Dr. CarlosDoos annos com urna
peroa i ochada e ama erupefto hmida na mes
ma, C9m todos os curativos a tempos horas,
sem senlir melQoras ; para desc erogar. Ex-
perimentai o Bo*o remedio indgena oELIXIR
M. MOHATOpmagado por D. Carlos e aeo-
tindo melboras cootmoei a osal-o at fie i r com-
pletamente corado como e'tou. Abeocoado m
dicameoto. P6de asar como convler.De V.
S. Aagnsio Calbelros de Miranda.5. Paulo.
DR. SA' MENDES
Certifico em f de mea grao que tenbo apnli-
cado em molestias typblliticas chronlcas o no-
vo preparadoELIXIR M. MORATOpropaga-
do por D. Carlos obteodo sempre os melhoree e
mals satisfactorios resaltados. Dr. Alfredo
Alm de S Mendes.Vassoorus.
GRAVISSIMO ESTADO
Sr. D. CarlosMioba mae. D. Mara Ismenla
ficou depois de diversos incommodos, com a
morpha, ficando com o rosto agrelado em om
estado deploravel, a ponto e todo o mando fa-
gir della, collada. Os facoltattvos que mandei
vel-a, disseram-me qoe nao perdesse lemno.
Era nm borrar. Abaixo de Deas, aoELIXIR
M. MORATOpropagado por V- S. que devo a
ver a mlnba mae Doa e a gnha de volta de va-
gem moito demorada, acodero suas antigs
amigas a vel-a e a felicita! a Recoobeco juro se
preciso for qne o ELIXIR M. MOR ATO-cura
a morphaFaca o n o qne convlerDe V. S.
Francisca Esmenia da ConceigeoBjtucata.
CURA DE RHBUMAT13M0
Tendo Ido a Pocos de Caldas ba seis a-noi
seguidos, pslo rbeamatismo e a prava do pooco
proveito, a neeseidade nnn levado. Tomei agora o ELIXIR M. MORATO
propagado por D. Carlos e n nor finia a vi-
sita as aguas, porque oELIXIR M. MoRtTO
coroa-me radicalmente. E' tal a minna sa-
tisfago qne offereco de moto p-oprio* ete at
testado reconbecldo pt-lj tabelliaoAlfredo No-
bias da SilveiraCampias.
FELIZ RESULTADO
Mlnba filba Idahoa Prospera mallo tempo completamente entrevada, pelo
rbeuma'iian tendo sido impotente todo a medi-
camento de que lancei mao. Fo-am doos mezes
de o*o ssm intermitencias do novo remedio
ELIXIR M. MORATOpropag.do por D. C.ros
qoe pozeram mioba filba completamente resta-
beleclda. Reconbeco como verdadelro prodigio
este medicamento indgenaTiburcio Prospero
de Sonst.Rio de Janeiro.
MARA ANTONIA
As dores de ba tantos anuos na perca e no
braco esquerdo. e orna bola qoe tinba na barr
ga, e que indo eoslnava remedias, mais nln
guem cura va ; saron agora com alguns vidros
do remedioExi* M. MoratoDos ajnde o in-
ventor.Mi-ia Antonia de SouzaJacareny.
GRANDE CURATIVO
Illm. Sr. D. CarlosLogo que chegoei da Eu-
ropa, incbaram-me as peroas e appareceu orna
cerosida.ie coutlooa e qoe era hmida e escamo-
sa, com aggravante de amas dores nos ossos
dos ps e das pernas qoe me fizeram soflYer
atrozmente por mais de qoatro mezes. Fui tra-
tado por tres mdicos de nomeada, tendo doos
destes progDostlcado a molestia dp rbeamatica,
e entro prognosticouEczema.Tratado com
tolo o cuidado pelo lempo referido, peore, sem
pre aptzar do tratamento. e, no lastimoso estado
em que jara, fiz jnota do) tres facultativos para
decidlrem-me o resaltado da jonta foi aconse>
Ibarem me a entrar em nm hospital para aerem
me applicadas iojecgoes de mopbma. Desa-
nimei, e Unba razao para Isss. Visita-me o'es-
ta occ3siao nm amigo e acooselha-me a que to-
me o glorioeo-BLIXIR MORATO-pro cagado
por D. Carlos, acceltei pala tetma e *logi >s fei-
to aos prodigios deste remedio, e com o nso de
12 Irascos acno-me corado. Sinto alta ratisfa-
gao em commonicar Ihe esta cura qne acho ma-
ravllboea, e attestar a mullas pessoas qoe me
conbecem, qoe salvel-me de morte certa, gracas
MARA DAS DORES
Mioba mulber D. iinu das D re>. est com-
pletamente corada da terrlvel moletta morpba
que soffrea qaasl qoalro annos, tomando monos
remedios, o anteo medicameato que Ibe deu a
"conatit'jigao da saade e a felicidad*, chama se
Exlr Morato, propagado por D. Carlos. Podem
faz-r o oso oe cotvier. Antonio Goulart da Son-
sa. Piragip. >
MILAGRE
Eo pensei que moma podre de tantos humo
res que sorln e de ferelas antigs qoe tantas do-
res me deram. Hoje gracas ao remedio indgeno
o Elixir M Morato, propagado por,D. Carlos, es-
ton carado e tendo saude qoe 'arte, para viver
feliz. Abeocoalo remedio o Elixir M. Morato.
Manoel da Costa Abren.Tan Dat.
RHEUMATISMO
S sabe o que o rbeamatismo qoem o tem ou
teve, e esss declaro qoe sofTri 11 annos, e ped
a Dos, a morte maltas vezee. Usel o novo reme
dio indgena o Elixir M. Morato, propagado por
D Carlos, e estou bem livre do perlgo, dev*ndo
vida exclusivamente a esse santo remedio.
Sebastl&o Pereira de Agolir.Campias.
ALBERTO DA MATTA
O Sr. Alberto da Matta conbecido guarda II-
vros no Rio de Janeiro, soflria multe e ba tempo
deQnbando a ponto de jalgaram-no perdido. To
mando o grande aoti-sypbilitico o Elxir M. Mo
rats, ricou robusto e forte cantando astraobeza
aos mena amigos. Escotmoslo qus elle diz :
lite. Sr. D. Caries. Em magree ba temoo a esh
parte, e lato progressivamenle a ponto 4e pare-
cer um ve-dadeiro esqueleto. Perdido appeti'*,a
alegra natural e n consolo, sobresanado sem-
pre nm cerlo mo estar Cancei de tratar me por
oada ipraveitar. Tomei por ultimo com mona
recommendacao o ftmoso depurativo indlgeoa
Elixir M. Morato, e com espanto mea e d meas
amigos, restbale:) a saade depauperada I lije
como com apprt te. sinto torcas, cora gem, aoi-
mo e aptidao para o qoe me for mister. Era sy-
pbills que eu tinba, oo entanto qoe todo- attn-
bnfan a outras molestias, devido a vila saden
tarta qoe tenno do escrtptorio.
Pirabens pois a homanidade pala f-li-idadf
qoe pode boje usufrair crnio apparecimvoto de
soberano depurativo o Elixir M. Morato, propa-
gado por D. Carlos. U<* como convler.Alber-
to da Matta.R o de Janeiro.
ALBERTINA E ALICE
Illm. Sr. D. CarlosVenho chela de gratidao.
dec!arar-lbe que minba filba Albertina, soffrla
moito do vrotre, tendo orna bola na barriga,
com maitas dores, e do-es sendas na perna es-
querda e as costas A minba filba AHce, sof-
frea sempre disde crunga. de mullos homores
oor todo o corpo, tendo de ves em quando in
flammago^s na garganta. Foi U-os que fez V.
Exc. descobrir o santo remedieElixir M. Mo
ralopol* qoe miohas filbas nfaram delle e sa-
raram. Mas lanto remedio qoe gastei, tanta vi-
sita, e tanto irabalbo com a botica indo foi atoa;
o anteo qae coroa a ambas, que al me parece
milagro de Deas, foi o sea Elixir M. Morato.
Eu nem sei como po'sa agradecer a V. S. e as-
sim como s peco a Dos qae Ibe d maitot sa-
nos de vida e sadde por ter achado lio grande
cousa como o remedio santoElixir M Mora
to.D. Elisa de Soaza Coteiro.S. Panlo.
A REALIDADB
Cinco annos de tratamento assidoo de ama
ulcera na perna, nao tive resoltado algum ape-
lar do dispendio extraordinario. Trez mez s
de tractameoto exclusivamente peloElixir M.
Moratopropagado por D. Carlos, dea em resal-
tado sarar. Poderoao, extraordinario o depu-
rativoElixir M. Morato.Jos Alves Pscheco.
S. Panlo.
per V. S., e pela estranheza do fado, tem dous
doedes mais a f&nr oso e com algomas melbo-
ras j. apezar do pooco tempo ainda que o tm
tomado. Qae importante, qae bom qae oEli-
xir M. Morato 1 ITiburcio Nmclmento.Am-
paro.
PAI E FILHO
Sr. D. Carlos.Meo Albo Jo-, esa completa-
mente sao da grosseiii do rosto e das manebae
do corpo, qae todos diziam ser morpba, e, foi
f com o uso do seu remedio oElixir M. Mora
toque mandei vir do Peixoto Estrella & C de
S. Paulo, ra de S. Beoto o. 11. Realmente
ama boa descober'a este santo remedio, consi-
derado como o melbor dos denorativos.Cons-
tantino de Abren e Silva.S. Ruque.
CHAMA-SE
Elixir M. Morato, propagado por D. Carlos, o
remedio qae cora a morpba ; este poderoso re-
medio descoberto agora e composto com vegetal
qoe tem virtude excepc ooaes, e as coras qae
tem feito e esta lazando todos os das provam o
seo efleito certo.
O Sr. Ca-todlo Moladloho, diz qne tomando o
Elixir M. Morato, propagado por D. Cortos,
sana, esperances que nao tinba mais por ter si-
do desengaado palos mdicos.
Toda a pessoa atacada dests terrlvel mal, a
morpba, sara completamente tomando o grande
remedio agora descoberto oElixir M. Morato,
propagado por D. Carlos.
RHEUMATISMO
Declaro ter-me carado radicalmente de fortls-
simo rhenmat'.smo ce u o oso por algum lempo
do novo remedio denominadoElixir M. Morato,
propagado por D. Carlos, enteodendo en qoe o
referido medicamento, o melbor anti rbeamatico
qae existe oa o anico remedio qae cara rhea-
matismo. JSIy-iario Gargao de Aievtdo.Capi-
vary.
CAMPOS~OVOS
De Campos Novos, o Sr. Felisardo A. Mattos,
commnnlca-nos que sua mulber que est apa: ti
da ba fcmjqb rjnr m.-'.-^iic^, tp.% pan do eranft,i
remedio no-o oElixir M. MraTo."propsgado
por D. Carlos, e ella nao s sarou, como acaba
de junta- se ao marido.
O Sr. Felisardo A. de Mattos, no expr as cir-
cnmBtanclas, expanae se de urna maneira extra-
ordinaria a favor do remello que Ibe salvou a
mulber.
Tem feito prodigio de espantar esta descober-
ta doElixir M. Morato, seado realmente di-
gno de todo o apreco.
O Sr. FUIzardo diz m>is qoe depois dr saa mu
lber sarar, ja tres pessoas daqaelle logar lem
apreseotado maltas memoras de morpba com
o oso do mesmoBllxir M. Morato.
S. PAULO
Paita moito tempo qce soffria de svphilis, e de
toas cooseqaer;Cias, e o meu soffrimento era de
veras serio, porque alm do soffrimento foram
sempre Impotentes todos oa medicamentos qoe
asei.
Experimentel o remedio novo Indgena deno-
minadoElixir M. Morato. propagado por D.
Carlos, em tao feliz momento que acbo-me com-
pletamente carado. E' digna dos malores en-
comios a descoberta extraordinaria desie medi-
camento, o qoal opera tao tfficazmente que as-
sombra os qae eoilreram e pstavam descorogoa-
dos como eo.Paulino Naves da Socha. S.
Paulo.
remedios conbecidos sem proveito nenhum e fi-
quei compleamente descorocoado, por ver-me
isolado, e roorlo em vida. Gracas Providencia
uve conbecimento do sea remedio de nome Eli-
Slr M. Morato, e mandei onscar, fiz uso o
qoe aluda t8tou fazendo. acbando-me completa-
mente sao. r
Nao sei romo possa agradecer a V. S o bem
qoe fez a bomanidade com tste lenedio. porm
creio que me coosolo im gritar btm alio qoe o
Remedio que cara a morpba, e que s agora foi
descoberto, chama se Elixir M. llralo pro-
pagado por D. Carlos. v
Aceite os protestos e 'stima.De V S criada
e obrigado, Emygdio Pessoa.S. Jos.
NORMALISTA
illm. Sr. D. Carlos.-Sabindome em umapi
na com renda, fiz oso de dnersos remedios para
cural a porm sem resallado algom. Tomei
depois Elixir M. Morato, propagado por D. Carlos.
e fiqoei completamente bom.
Wse V. S. deste como ibes eonvier.
criado e obrigado, Anionio Farrani,
publico.Casa Branca.
=De V. S.
professor
MORPHE'A
Illm. Sr. D. Carlos.Foi depois de orna gran-
de conaltpacao que se me desrnvolveram iodos
os symptomas dessa horrorosa enfermidadea
morpna, e apesar do rgimen diettico, e certo
tractameoto qo observe!, deseovolveram-se com
tristeza da minha pars, todos os sigaaes caracte-
rsticos.
J votado ao anlqutlamento pela sociedade foi
que p-incipiei a tomar o seu preparadoElixir
M. Moratoe, comquanto a principio sentase
memoras apenas lentamente, verdade qne com
aoELXR*L MRTOPara"beneficio ca bu-a eonsUocia do uso me acho completam.nte cu-
maoidade mande publicar este atlestadoDa V.', rado.
S.Francisco Peres y HerreraS. Paulo.
A MA1
Son obrigado pelo recoobtcimenlo a vir de-
clarar qne tioba meos fllhos inotilisades pelos
moitos bomores qne soffriam e qne estava de*
sesperada de ter applicado moitos tratamet tos
qoe aconselaavam, e qoe nunca tirel resoltado.
Hoje ettao meas fllhos, livres de pergo e com o
corpo limpo de bomores, emfim saude perfeita
e lato s acooieceo depois de Ibes faser osar al i Bio Claro.
com tempo o glorioso remedioELIXIR M. MO-
RAVO-propagado por D. Carlos. Bemdieto se-
ja, lao feliz achadoMana Etelvioa da Conceigo
Tatohy.
Foi sem crenga que lancei mao deste medica-
mento, por ter tomado tanta cousa, infroclifera-
menle oo emtaoto qoe bo]e declaro e recoDbego
qae boje cora-te s morpba, orna ves qae se use
doElixir M. Morato.Rendo preito e bomeoa-
gem ao poderoso e portentoso medicamento, o
Elixir M. Morato.E' tal o poder magestatico do
iocomparavel depurativo oElixir M. Morato
qae, se ha milagrea, elle milagroso. Creia- me
semnre, etc.. etc.Antonio Augusto de Almeida.
MORPHE'A
Illm. Sr. D. Carlos.-Sarou a molber morpbe-
lica a qoem del oElixir M. Moratopropagado
NORMALISTA
Illm. Sr. D. Carlos.Remello boje a V. S. o
altesiado qne prometti enviar logo qne sarrasse.
Depois dos vidros qae V. S. teve a boodade
de mandarme, mandei comprar rinda em Pao
lo mais seis vidros que tomei ticando completa-
mente bom da ferida da perna e do encbasso dos
ps. Nao mandei o attestade logo porqje que-
ra esperar para ver bem como passava e feliz-
mente posso dizer a V. S. que esioa completa
mente bom.
Hoje posso calcar botinas, o qne nao fazia ba
multo tempo.
Por conseibo meo, diversas pessoas tm feito
aso detse Elixir M. Morato, tendo moito bom
resaltado.
Agradeci pois. a V. S. e peco a qoe me con-
t entra os seas criados.
De V. S. criado e obrigadoAnt-Dio Farrani,
professor publico, Casa Branca.
FERIDAS
Usel com persistencia do remedio indgena de-
nominado Elixir M. Morato por D. Carlos qoe
me carao completamente de cinco feridas bra-
vas e teras qoe ba mnito tempo nao bavia qnem
corasse- Abeocoado remedio o Elixir M. Mora-
to. Marcoilno Gaspar de Oliveira.Taubat-
MORPHA
Illm Sr. D. Carlos.Tem esta o fim de par-
ticipar-Ifee qoe estando ba dona annos soffrendo
da terrlvel molestia a morpba, tomei todos os
CURA CERTA
Declaro qne desde qne vlm de Malaga (Hae-
panba) tenho sido victima do rbeumatismo por
urna forma extraordinaria, ficando por vezes pre-
so ao leito em om estado lastimoso.
Tratei-me coos dooloree, em Campias e em
Paulo, estando nesta cidade, por urna ves,
dois mezes em hospital pago com asaetete con-
tinuo, nunca aproveitando em beneficio apeiar
do seno tratamento.
Hoje Bfferj sao deveras, porm foi nicamente
com aproveitar oe conselhos que me deram de
tomar o grande depurativoElixir M. Morato
propagado por D. Carlos. Cinco mezes sem in-
terrupgao asei este medicamento aproveitando
seriamente seos benficos llenos. Use como
convier.-Joao Momijo de A boiuerqne.San.
caba.
RHEUMATISMO
... Todos os annos eu s viva nove mezes,
pois qoe tres meses pelo menos em c.da anno
era para gemer com agadissimo rheomatismo e
paatar com aa junus ia:badas a pooio de inuti-
nzar-iie por es tempo. Hoje devido ao reme-
dio IndgenaElixir M. Morato-, propagad*
por D. Carlea, estou perfeiio, e vivo os doze
mezas de cada aono, como acaoo de ter a prova.
E celebre a arcao roedleamenu^a doElixir
M. Mofaio.-.eaario Rodrigues de Mendonca.
Bragacca. ^
D. ESCOLSTICA
Vou fallar-te do Elixir M. Moral o propagado
por D. Carlos, o maravilboeo, o iocomparavel o
santo remedio que me dea vida deoois de torios
me desanimarem e darem-me como sem cora da
paralysla de urna perna, grosseira em lodo o
corpo, mnttas dores no veatre e irrego/aiidade.
O que eu soft/i s Deas o eabe, foi de mais.
era de mais, e deu para caasar meas prentes,
qae todos jnlgaram nao ler cara as miabas en-
fermidades.
O grande remedio chamado Elixir M. Morato
propagado por D. Carlos fol o qae me deu vida
fol o que me coroa. -D. Escolstica Mara Per-
petua. Inda laja.
MUITO GRAVE
Atiesto qae scffri por moito tempo amas dores
agudas nos ossos qoe conforme o tempo se /oca-
lisavam aqni e all, tinba om adormecimeuto ao
p e mao esquerda qoe resista a muitos reme-
dios sem proveito e ama irregolandade na bar
riga, que era urna cousa por demais. Com es*
tes sofiVimentos, com moitos remedios qoe to-
mei e com a ideia qae me deram, de gorda que
sempre foi Oqnei magra qne era urna maleza :
e depois om fastio que me enfraqueceu a ponto
de qnasi ficar entrevada. A testo mais que to-
mei o Elixir M. Morato preparado por D. Carlos
e qae sarei de todo, ficando como estoo da com-
pleta saude, for:e e rrbosta. D. Leonor A Viei-
ra.S. Paulo
MILAGRE
Urna terrlvel molestia sypbilftica, inutiliaoa-
me para a familia, para os amigos e para a so-
ciedade. Soffrer quiidiano, lastimoso e dis-
pendioso.
Trate! me com moitos especialistas da capi-
tal, flz aso das aguas tbermae?, e nunca rhegou
a ves de ntilisar o tratamento qae nao prodosio
o efleito desejado. Os conselhos fizeram-mu
langar mao do remedio novo o Elixir M. Morato
propagado por Q. Carlos e com cerlo uso efec-
tivo sarei.
E' verdadeiramente miracnloto este superior
depurativo, e sua accio anti sypbiliuca tai que
cansa espanto a quem como eu chegoo ao ulti-
mo estado desta enfermidade. Para mim esta
resohido qoe a impotencia de todos os depura-
tivos para as molestias de impureza do sangue,
cessa com a preseoca do soborano anti gypbllitl-
co, o iofallivel, o milagroso Elixir M. Morato.
Para beneficio daquelles qae precisaren), auto-
risos que poblfqoem esta.Joao Demiogues Pi-
lar.-Campo Largo.


Todas as firmas
de pessoas
acham-se reeoxihecidas na forma da lei o
muito condecidas e consideradas
ELIXIR M. MOR ATO, soberano remedio para as molestias syphilUicas e rheumaticas, acha-se appr ovado pela Inspectora de Hygiene Publica
do Brazil, aatorisado e licenciado pelo Governo Federal, e elogiado pelas entidades medicas scieniificas
Agentes e depositarios em Pernambuco :
i v A Companhia de Drogas.Ra Mrquez de Olinda n. 24 ,

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..-*-


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