Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16549


This item is only available as the following downloads:


Full Text




A1MOLXX

o?
4feulnta-rcfra H de Marco de 1994
i *i,rm&%

VIVERO 54
DIARIO DE
RNAMBUCO
PB0PK1B&B1 BE MAHOIi, FIS1I2IB0.& BS MBI & ffILHdg
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados. ... 8&000
Por seis mezes adiantados. 15#000
Por um anno adiantado .... 30&000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAgOES NA FRAN-
CA E INGLATEI&A
Os Srs Amede, Prince & C.*, residentes em Pars34 rae de
Provence
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis raezes adiantados. .
Por um anno adiantado .
Numero avulso do mesmo da.
Numero avulso de dias anteriores.
165500
33#000
. <


Telegrammas
Offlclaes
RIO DE JANEIRO, 6 de Margo da
1894.
Ao Gobernador do Estado.
Rtcife.
Additando mea telegrama) 3 correcto,
commanioo-vos estado sitio foi- decretado
at 30 Abril vindooro.
Ministro do Interior.
RIO DE JANEIRO, 6 de Mar 90 de
1894.
Ao Governador do Estado.
Reoife.
Sitaagan inalterada.
Saudago'js.
Ministro do Interior.
GOYAZ, 7 de Margo de 1894.
Ao Governador do Estado.
Recife.
Resultado conbecido eleiglo 1.:
Para presidente, Dr. Prudente 1.448;
Para vice-presidente, Dr. Manoel Vi-
ctorino 1.480;
Para senador, Dr. L. Balboas 1.451 ;
Para depatados, Dr. Alves de Castro
1.212; tenente-coronel Urbano Gorma
1.148; tenente Ovidio Abrantes 1.129, e
Dr. Hermenegildo Horaes 973.
OppoaicSo abate vr-ae de votar para pre-
sidente e vice-presidente, obtendo seos
Candidatos para senador e depntsdoa se-
gniote votacSo :
Para senador, Felieissimo do Fspirito-
Santo 138 ; Carlos Andrace 45 ;
Para depatados, Dr. Sobastilo Fleory
145; Dr. Ribeiro 110; Dr. Netto 41, e
Dr. Olegario 135.
Houve poaoa concorrenia.
Xavier de Britto,
Presidente Estado de Goyai.
parle do cabello do irmSo e ferise a si mesmo
com nma dsvbIqs, tirada do qoarto de vestir d;
pae. Ouviodo estas o:currenciae, no sea re.
uresso, o pie nio falln com o blboin'essa ooite,
oem na maobi rgalnte. Esta norma de pro
ceder, alen do immediato deagosto caoaado ao
peqoenito, prodotiu anda o segniote: quaod o
das depols. a mas se preparava para sahiro,
Albo pedio lie para qoe e-la tal nao Oxease,
dixeodo qae ti3ba medo de praticar qualqaer
extravagancia na soa anuencia.
(Contina).
.3STMCCA0 POPULAR
PARTE OFFICIAL
EDCAgAO
HERBERT SPENCER
CAPITULO II
A Edueayo Moral
Vi vea o com a familia de um caobado, om
nosso amiRO torneo a peito a elocacSo de um
sobrioao e de nma sobrioba. edneagao que elle
qu z praticar pelo meibodo qae cima expose-
mos, mais por nma sympatbla na u-al pelos reos
dictamea ao qae pelo longo conbacimrntj qae
tivesse das suas conclusOec
Ai cnaugas dentro de casa eram peas disc-
pulos e lora i'da seas companheiros. Acom-
paabavam*o sempre aos passelos e excorefies
botnicas, procurando Ibe com empenbo planta-,
olnaodo emqaanto elle as ex^minava e recont-
cia, c n'este e n'oulros emr- tenimenios as en-
ancas iam gosando e iostroiado-se. N'oma
palavra, moralmeate considerado, elle faz I a
amito mais pelas enancas do que o pae 00 a
mae. Contando'aos o resultados o'esie svstema
toraecen nos muit03 exemplos. a entra elles o
segniote : Urna tarde, tendo neceasldada de om
Objecto qoalquer que se acbava n'ou ro ponto
da caa, pedia ao sobrlnbo qoe o fosee bascar.
Como o rapaz eslava eot etido com um divert-
vento, ao contrario do seu costinas, mostron
ama certa m vontada. oa negon-se comple-
tamente a satisfazer o plido, nao ooj records
lea.
O iiJ, como nao perfilbava o ijatema das
CorregOs, I01 elle met>mo procurar e objecto de
So: carecia; maoifeetaodo apenas a seu modo o
esgosto que orna tal recusa Ibe causara. E
qoaodo mata tarde, o pequeo Ibe propos as dls-
iraccOes costomadas, o no repello-as, manifes-
tando aesim a friexa de que naturalmente estava
possuido, deixando o rapai sentir as coose
queneus necessarias do sen proeedimento. Na
man seguinte, bora costumada de levantar,
o nosso 3migo ouvia ai a vos differeote, lora da
porta, e pelos pasaos recoobecen qae era o
sobrlnbo qoe Ibe trazia a agua queme. Olbaodo
o redor do quarto para ver o que mala baverta
para faier, o pequeo exclamou : Obi o seabor
nao tea c as botae e immedlalamente deseen
as e: cadas a procura!-as. Por este e por ootros
meios, mostron orna verdadelra penitencia pelo
seo man procedimento< Esforcava se, por ser-
vicos nao costumafos, a compeotar o servico
qu: tinha recusado. Os seas mrlbores sen
tmenlos tlnbara alcancido ama real con-
quista sobre os man e robustecido pela vic-
toria.
E, tendo sentido a falta qae Ibe razia aquella
amisade, n aior valor Ibe den depols. Este ca-
valheiro, que agora tambem pae, procede pela
me;ma forma e v que ella corresponde per-
leitamente s suas esperangas. Pratlea o mes-
no qae praticava com os Albos do seu amigo.
A noite esperada com anciadade por ella ertar
em casa; e gostam muito des domingos prlnci
Etmente, porque elle est com elles todo o dia.
isim possue todas as soas confidencias e
toda a ana afilelo, e sabe que ama simples
app'ovacSo ou reprovacSo sna Ibe d poder
sjifflcienie de governo. Se ao regressar a casa
sabe qoe om dos seos rapases se portn mal,
procede para com elle com aquella friexa qoe
a eooBCieneia do man proeedimento do rapas
Sredas, e entende que ielo castigo soffi-
ente. A simples suspensao das caricias eos
tomadas origem de amargurasprodas mal-
lo mais angustia do qae qualqaer panca-
da.
E o temor d'este caetigo puramente moral flea,
disse elle, sempre presente a-ante a sna au-
sencia : tanto sisim qae freqaeatemente, dn
raate o dia os filboe pergonUm i mis como se,
portaran, e se a sua ioformacio ao pa sera boa
oa mi. Beceotemeote o mala velbo, rapixito
muito vivo de cloc aonos de ldade, em oms
Venas trupcOee espontaneas p espirito, tuIk-
rea oas enancas fortsa, ptaffioa divartaa dta-
brarai dorante a ausencia de sua QMcortos
Covemo do Estado de Pcroam
buco
Joizo de diretto do municipio de Floresta, 1
de Fevereiro de 1891.
Exm. Sr.Seodo-me apreseotado pelo prefeito
a'e*te rcucii ;ipio, teneute- 'nrooel Se.*aBm de Son
xa Fo raz,um officio de V. E ic. em que recommea -
da qae as autoridades d'este mouiclpio se pro-
oanciassem sobre o 1 anifeao que o ex-coofa-
almirante Saldanba da Gama dirigi ao Pas, u
nbo a declarar francameote a V. Ex:, qoe es'ou
e estarei sompre ao lado de V. Exc. e do ajare*
cbal Floriano Peix t, que com inexerrlvel pa-
triotismo ten defendido as m?t.tutcOfs republi*
canas.
A volta da moearcbU. abolida no dia 15 de
Novembro de 1889, seria nm desastre para o
palz.
approvello-me o'esta opportuoidade para reno-
var a V. Bxc. meus votos da alta estima e Cun i
derajao.
Sade e fraternidade.
lilao, e Exm Sr. Dr. Alexaoi-e Jos Barbosa
Lima, O. Gjveroador do Estado do Peraam-
bnco.
O jaiz de direito.
Joaqu m Monteiro D.n'z.
Serlnbaem. 20 de Fevereiro de 189*.
Iilm. Exm. Sr.-Crmmmunico a V. xc. qae,
tendo feto a promeasa do estjlo assnmi, boje, o
exerncio do ca-go de commandante sanerior da
goarda nacional d'este mooicipio, pa-a qae f 1 no-
meado por Decreto de 21 de Dezembro do anuo
prximo pas.-d).
Ao faser esta commuQicacSo devo dizer qoe
pode V. Exc. cootar com aOsolota -olidarledade
de minba parte na defesa da Coost toi;o e da
RepuDlica. aneasadas [e 1 impalrlolica revolta
de p*rta da armada nacional.
Approveito a occasiao para apres90tar a V.
Bxc os meus Scoiimentos de estima e considera-
fl. *"'
Illm. eExm. S-- Dr. Alexand-e Jos Barbosa
Lima, H D Ge naior dn E Hcnoel Pere> Campillo Jacome da GamaB
DESPACHO. DO DIA 26 DE F VES BISO DI
1894
Bacbarel Affooso de Albnquerqoe Mello.A'
Inspeccao de f le, para o que deiera apresra-
tar-se jai a medica.
Bacbaral Alberto de Oltveira Goelho.I o forme
iDr inepet t >r do Tbes^nro.
Alexaodre Antonio Txvares de Oliveira.In-
forme o Dr. juiz de diraito do municipio de Bom
Jardim.
Antonio Fe do Monte.Informe o Dr. juiz
de direito do mioicipto de Floresta.
Antonio Gomes de Amonm.Min'eabo o de3-
pacbo de 8 de Novembro ultimo.
Bernarrflno Jos de Souza e ootro.Informe o
Dr. jais de direitj das execusOes crtmioaes.
Cotcpanbia Pernambucan de N.vegoso.
Escripinre se.
Coonpanbia G-eat W*6tsro of Brasil Limited.
Idorme o Dr. inspector do Tnesooro.
Deodato Martio8.-l3forme o Sr. Dr. juiz de
direito do municipio de Triompbo.
Empresa da Estrada de Ferro de Bibeirai a
Bonito. Deferido, de accordo com o decreto
desta data.
Bacbarel Francisco Botelhj de Andrade.lo
forme o Sr. Dr. presidente do Superior Tribunal
de Jnstica.
Francisco Feliciano Martina.Indeferldo.
Joaquim de Albuquerqoe Mello.-Informe o
Dr. jolz de direito do municipio de Goyacna.
Joao Jos da Silva.Informe o Dr. juis de di-
reito do manteipio de Bim Jardim
Joo Pires Silveira.Volte ao Dr. procurador
geral do Estado, para iiformar.
Leite Porlo 4 C.Deferido,nos termoB do cili-
cio desta da-a ao inspector do Tne.'ouro.
Luis Azevedo Portalles da Cunba.Ao Dr.
questor policial para mandar entregar ao peticio-
narlo a-certidio junta.
Manoel Jos do Nascimento.Informe o Dr.
juis de direito do municipio de Nazaretb.
Mara do Rozarlo e 8Ha.Informe o Dr. Ins-
pector do Tbesooro do Estad?.
Sebaatiao CaogU8*.Informe o Sr. Dr. jais
de direito do 2dlstricto criminal.
TraUno da Silva Maciel e outro.Iadeterido.
J7
Flavio Alves Vlauna.- Deferido, nos termos do
Quicio desta data ao Dr. inspector da Alfan-
dega.
Cecilio Lux de Franca.-Iodelerido.
Joao Hvgino de Sonta e outro.Indeferldo.
28
Chrispinlano Buarqoe. Complete o sello da
petico e do documento.
Jos Mauricio de Aleocar.Informe o Dr. ins-
pector do Tbesooro. ,
Teneate Joaqoim Cordeiro Falco Informe o
Dr. juiz de direito do municipio d: Amaragy.
Lnis Jos Pinbeiro.Reqneira por intermedio
do commandante do corpo. .
Bacbarel Manoel Cavaleanie do Reg Barros.
Como requer.
Manoel Ferrelra de Oliveira.Informe o Dr.
jaiz de direito do manicipio de Igaarase.
Secretaria do Governo do Estado de Pernam-
buco, 7 ae Marg o de 189.
O porteiro,
fl. M. da Suva.
Djoatilla Jaita GdimaresDde Aibaqaerqe e
Leovigilda Marii da Silva Cordeiro.Ao Sr. Dr.
Contador p.ra mandar escriptnrar.
Domlngoa Goncalves da Cnnba e Companbia de
San'a Tbereza.Informe o Sr. Dr. Contador.
Joao Meier, Julia BonoriaQde Mello e Antonia
Baptiata Rufina de Souza.Hija vista o Sr. Dr.
Procurador fiscal.
Francisco de Assis Ferrelra da Costa Leite.
Declare o fin a qae se destina a certidao.
Domingos Goncalves da Silva.Infoime o Sr,
Collector de Bom Conselbo.
Antonio Joaqnlm Teixeira Lucio "de Castro,
Manoel G mes da Cunba, e Antonio Pantaleao dj
Monte Perras.A' Secgaj do Contencioso p ara
os de djs flus.
Recebedorla do Estado de Per
nambaeo
DESPACHOS DO DIA 7 DE HABCO DB
1894
F-anciaco Jos de Valles, Joaquim Antonio de
Sodzi, Rosa Carlota de Mello, Adelaida Ma-i<
Ferrelra, F. J. o'Oliveira Rodrigues.Informe a
t eecgao.
O porteiro.
Custodio B. da Silva Guimaaes.
EXTERIOR
Qnealura Policial
1* Seccao.N. 51 Secrttaria da Questor a
Policial do Estado de Pernambnco em 7 de Mar-
co de 1894.
Sr. Dr. governador.Participo vos qoe foram
bontem recolbidos a Casa de Detencao os segua-
les iodividnos.
A' minba ordem Silvedre Nomtcando de
Olivei'a Antones, por crime de ferimentoj ; An
selo Cbrispioiano de Souxa e Jovioo J016 de
Sani'Aooi, viudos de Ipojuca, para averlguafiOes
".? A'wdem do subdelegado do Rscle, Mer-
eides Barbosa do Nascimento por crime de ten
tatva de morte e Joo Alves de Oliveira, por nao
de armas prohibidas.
A' ordem do subdelegado do J districtojla
Boa Vista, Joaqoim Maliqolas por disturbios.
Ao Sr. D.-. Alexandre JosBirbosa Lima.-
M. D. Govrnador do Estado.
O questor,
Julio de Mello Filto.
*
Tbesooro do Estado de Per
nasabuco
DKSPACH03 DO DU 7 DE MABCO DB 1894
SSeraphlm E de Cirvilbo.-Yolt ao Sr. Dr.
otador. 4M
EUROPA
Purinjal
Connasgao do incidente entre
oeivrno as ass>.cii(Oesdia-
solvMai. Inbtailaclo da nova
Assocucao Commerria! de Lis
boa. Po'seguicao a Imprenta
L.rjitnaia > u>i>ratn .fraocez a
P.ns e as w Oas a respailo des
se facto. Revisto da CJOtribut-
j lodostnai. -Affindides dos
ai:a-lnt)s com 01 republicano*.
O 11 -*:t .rio deales 00 Porlo.
Ceot-jlario benriqoioo e a p.sto-
ral do bispo do Porto.A pera
1o monumento.A fabrica de
X. i bregas Failecimeato. O
mercado de Lisboa.
Privadas de sua representacio associatlva at
classes commerci senta iur-portantlssimo papel os riqeesi publica
e Iba forneca as mata opulentas e e nenias,,oa-
tra qae protege o trabalbo nacional e com os
seos capuae* e desenvolv-j em] provelto da
economa paulica, tendo por uorma o mesmo
trabalbo e a ladepeadencia qae delle resolta vem
o governo dar Ibes, como presente de grego, a
cmara do commercio e industria pelo decreto
de 10 de Fevereiro, cojos dispositivos sao por
certo a annullaja > das mesmas classes, ama ves
que elles ib js exiiogoem a represeotacAo, tiram
Ibes a autonoma, eaniqaillam-lbes a iioerdade
di indo.
A nova institnicio, qae o governo, ao relato-
rio coa qae p-ecsiea o mesmo decreto, dn tra-
dasir om pinsimsato da aopsrior uteresse
pub loo, conctlianlo todas as coivenienclas le-
er egidas do Commercio e Inlastria, Sude ss re
oniram para tal Qm oa faadadores da nova ag
gremlag').
Ojcopou a presidencia da mesa o S.-. Lu
Eogeilo L'iiSo por parte da commisslo promo
tora; e exposto o fl n da reuniao, que era a dia-
cussao dos estatotos por que se pretende reger
a oova.aggremiacao, que apreseotiu a lala dos
socios inaenpt h, qae caatoa verdadelro paamo,
como marjlfestacao de solidariedale do conmer-
cii da capital, por varlB:ar se atingir a ioscrl
pcao o nnmero 316, nao representando anda,
pora, este numero lodos os socios inscriptos,
porque nlo se recolberan todas as listas de io-
ssripc&o.
E a mesmo Sr. LrltSo, em seenida pedio para
a asseniBta nomear qm presideate aflm de co-
mecarem os trabalbas, sendo por proposta do
S*. Araujo Porto escolbido para presideate o
Sr. Lnis Eugenio Leitlo e para secretarios os
Srs. J aquim Angosto dos Santos e A. J. S:-
mOes d'Almelda, qae fasiam parte da mesa da
commissao instalUdora.
Entrando se na orJem dos trabalbos, leve a
a palavra o S-. SimOes A'mu la, rel.tor do pro
ecto de estatutos, e f.zeado lurila explicaco
dos dos e vantagens da nova assoclacao, enca-
recer a iniciativa particular, a qoal devia se a
meama assoclacao, e demooatrou qae na coosti-
tulcao de U eatavam mantldas as aiapoaigOea do
d-c-eio de 9 de Maio de 18V1, passando se de-
pols I leltura dos diverso e artrgos dos estatctis,
e submettidos por eata ordem apreciac&o da
essembla, foram votad os sem diecassao e por
cnaotmtdade calorosa dos socios presentes em
numero de 106.
Cootaxi os est itutos 31 artigos e os fina da as-
socisclo ejtao deslobrados pelas segaiotes sec
co>i: Fiaaoceira e monetaria, Importac&o e
Exportacio, Commercio Colonial, Commercio de
cereaes, ladastria e Navrgacao.
Por onfsrencia qoe tevs o Sr. ministro das
obr-s publicas com o procurador geral da co-
da, lof.re que oseo fin fOra ouvtr a apin'a
late alto magistrado acerca das novas associi-
edes.
Cont'rfla 1 psraeguic'o i Imp.-ensa.
N> di 16 .-ecioeo a pulictt ordem para ap
p.-ebenler, e rtT ctivameote appr*bendcn, eran-
Folha do Povo e da B-taina.
Ja oto se (rata de fai. r jugar qaalqoer peri-
dico ; o propesso tornou se mais sommar o, lan
candse mo dos exemil.res e tmpedmdo-se
assim a soa cireulseao.
Bita alten lado pr.ticado pelo a toal governo
e seos deleg >ios, no dlxer da impreosa, aio !a
mais arbitra i > <\? qoe os actoa p*ticidoi em
184a por fos Cabrjl contra a Revo:urlo de Se-
tembrb, pi*a coi persgoi{,a) ess> nt ndade
allegtva nij estar legal a bsoililacao do sea edi-
tor.
glumas,* barmonisando os princ p es mais li
beraes com as pratisas mais saiutares, que a
experiencia das nagea caltas qae tea adop-
c tado,' nao nem mesmo se parece com as
congneres existentes em Frang, AHemanba,
Austria, Hallan Ja, Italia, laglalerra e Hsspanba.
Se dellaa tem o nome na realidade ama ver*
dadeira astituiclo offi^a com tolas as soas
restrirc6s, a ponu dasjelasses em qaestao n&o
poderem convocar as soa? assemblas, nem re-
presentar sobre asaumpto algam sem satorlsa-
aoe chancella do governo.
Tu i que relaciona com interesses do commer-
cio, qae se preade a accao da Industria, todo
qae ase oolraclasse rrecisa de vigiar de par-
to e thcalisar com independencia sobordlnado
ao p.-asme do mioisterio de obras publicas e
commercio.
E' isto ama tulella do governo, formal, sem
reboco, inposia a classes mais mdepen lentes,
is classes qae mais affastadas eato .sempre do
governo, as classes qae nao tem qae Ibe dar coa-
tas e ao contrario podem ib's pedir, poraisso
mesmo qae sao as que mais coatribaem.
E, son esta apreciaco, ;dis ama folha de Lis
boa.
Os commerciantea e industriaes que entra*
rem para a cmara do commercio e ia usina,
podem ser ca fra cidadaos indepeadentes, mas
II dentro uo passam de rtos modestos amauueo-
sea, addldos ao ministerio das ooras publicas e
amanuenses qae, se forem sabmissos al a snb-
serviencia, serio expolsos e coodemoad03 a per-
derem os seos direltos associaiivos por .cinco
aonos i *
Por esta vea o Jornal do Commercio qae de
ordinario apreciou as questfcs seta animosida-
des, disse que o governo promanando da crea
gao de ama cmara de commercio e industria,
em Lisboa, de ves cortn a esperanca do resta
beleeimento das asaociacdes dissolvidas 1 todos
que aiuda o soppnnham possivel.
Sobre esta creacio, accresceotoo, temos de
ba muitoempeobadaa noasa opiaio, acbamol-a
excellente, e temos a lamentar qoe ella seja
creada sem o bafejo de pas e narmonia entre os
intere8sado?, e qnasi como ama represalia de
guerra.
Mas neste ponto nao censuramos o governo:
dada a sllnacjio creada, e a que os seas oppo-
nentes acqniesceram, fes o ;melbor qae poda fa-
ier.
Assegarara no accordo com os lateressados a
soa sympatbia pelos interesses aaeoclativos das
classes commtrcial e ladastrial e prometiera
obtemperar-Ibes: camprlo a promessa pela ant-
ea forma ao sen alcance.
A reetauraco das aasocc5es dissolvidas era
evidentemente impossivel ao actual governo, e a
oinguem era licito ter illueOes a tal respelto.
A lgica nao Ibe consenta determinac&o coa*
trsria primitiva,:e se as circnmslanctas Ibe nao
permittissem manter os decretoa dissolntorios, a
demissSo immediata impunba-se-lha irraslstl-
velmente. fl
Portento, se os dirigentes do movimento com*
mercial pretendaos o restabeleclmento das asi
soclacde?, o que tinham .a faier era Instar pela
queda dos minstros, em ves de ir combinar o
que qner que fosse com elles.!
Si tal allegagt) e* f.Ua. tanto qoe vencen
emUm a ReeolaeSo de Sttmbro a qaerella, ea
virtu te de um ucordlo da Hlagi de Lisboa, a
favor desee pariOJteo e cintra o governador ci-
vil, em todo o caso tloba orna apparencii de le
galldade. Mas agora aqoellea peridicos de Lis-
boa ee'ao legalmeote habilitados, e por conse-
queocia nao se pode allegar falta de hibilitacao
para aerem apprebendidos os exemplares desses
peridicos.
Si-n ease pretexta se pode allegar para a per*
selelo que se Ibes faz.
S-j da parle desses peridicos o goveroo ion-
ginasse ou inventasse algam abaso, 11 tinba a
le da imprensae bem draconiana que ella !
para os fzer cendemnar com cma appareocia
de legadade.
Anda tentn a noli:1a 00 dia segniote escre-
ver cansara previa sobre os 'jornaes da opposl-
gao qoe ee pablicam 1 tarde e ooite, mandan-
do carear de policas as respectivas lypograpbias
oade el es se imprimen, e coj s ebefes foram
intimados a mandar ao governo civil o primero
exemplar tirado.
Como a'guns jornaes exig ssea intimacSo por
escrip'p, a altuago aodifleoo-se, lodicaodo-se,
por parte da polica, que seriam "apprebendidos
es orones que nsistlasem na quesillo da nota
francesa.
Nanbam jornal, porem foi apprelenoido.
O qae em todo lato mata extraordinario
qae o Diar o Illnstrado iostouou, que de-
vlam ser admlltldos os jornalistas qae aggrldesi
o overno e sao em presados publicas.
ISio basta que nesie paiz palz os jorn.listas
tenbam menos garantan pen>ote os tnbnoaea do
qce os gatunos.
Agora urna folba governaznental entende qne
elles nio so devem respia Jer perante os tribu-
naea pelas iofracgea da lei qne commentam,
mas tambem ser castigados com a d-miss&o
sendo fonecionarios pblicos I
Daqui 1 deportagao vai apenas um passo 1 diz
o Commercio de Portugal.
A chamado do respectivo governo seguio
para Paria M Bibourd, ministro francs acredi
lado em Lisboa ; o jl corre que ogoverm es<
informado de qae o mesmo ministro permanece-
r em Parle at que seja resol vida a qaestlo das
dividas de Portugal.
Este facto, no entretanto, imprevisto da chi-
mada do ministro, tem dado aso 1 diversas ver
sOes na aaaigoalaclo da caasa, sendo qn' nao
poneos nelles veem om teatemaoQo de descon
teotameoto do govarao francas com relacao a
marcha de certos negocios portnguates que se
prendem a lotereases franceses, e concernem a
Compinh'a Beal dos camines de ferro porta*
gaeses,
Eita ver sao por certo plaosivel. e mesmo
conrma-se por noticias officiosas colbidas em
jornaes parisienses e por nlilmo as declaracOes
tambem officiosas de folhas de Lisboa.
Como qner qae seja, o acontecimento causou
sorpresa geral; e a Impressao qae provocoa em
todos os circuios foi de desagrado completo e
effeito assastador.
E' certo qae em todo esse negocio tem bavido
lastimavel.desorieotgcSo, qner de parta do go-
verno, quer de parte da opposigao, esta sempre
avolumando as prcposigSes da qaestao, aquella
inspirando es seus defensores por modo qne
mais a compromettia.
Todava, o governo frenes deve perceber que
ao momecto actual pelo manos nao pode ioter-
V;r olficialmente, mas offici03ameota mostra-se
desagradado com o estado em qae a qnesllo se
ancontra. O governo portugus nao pode ofli-
clcsamente satisfaser as preteosffaa francesas,
mas officiosamente lamenta as d;ll nidales da
Sitnaclo.
O resultado a que agorase ebegou j nao lComo podero conciliar-se estas coisas?
emenle da responsabilldade do goveroo, tam
bem daquelles que com elle entraram em intel-
ligencia ; e j qae se adoptou o camicho da pas,
a nossa opinio que se Ihs tlrem todos os ira-
dos e vantagens, e que o commercio e a indus-
tria nao eslerellzem a soa aegao, nem compro-
mettam o seu decoro n'am Inglorlo renovamento
de lucia violenta. Sa aos comoerclaotes e ia-
dnstriaes agrada a Camarade ComnureioeIn-
dustria, adblram a ella. Se nao agrada, recor-
ras Isgalmente perante o tribunal competente
contra o abaso do governo, qae foi manifest.
E. finalmente, se nio consegalrem alada as-
sim faier resurgir aa antigs associacOes, fon
dun outrsi novas, pola a taso ae nio oppoe a
Cmara creada pelo goveroo, a qail Qoar let-
ra mora, se Os commercienles e Industriaos a
repnUrea.*
E' o qna afinal fiaeram t issoclacss, Modo
no da SI inslallada a nova uaseiajo opnwssr*
clsl de Ulpos, na sede da 4i*iaco 5rM HO
Estamos conveacidos qoe o terreno da cooci
llagaa se encontrar, desde o momento que a
questo for bem ea tu Jada de oa o do ootro la
do: o lempo ba de desfaser mnitos atritos, ex-
plicar moitos equvocos, preparar novas aoln*
cSos.
Faser ludo qaanto contribaa para qae essas
diffi:aldades se modiOqaem deve ser e empenbo
de todos.
Rio se camioha nesse sentido, excitando a
animasiiade dos qae teem de ser interpretes da
ailuagao, e intermediarios entre os litigantes.
Pode haver dlscasao entre oa dods gabinetes,
mas dioso ba sempre, sempre bonve, sempre ba
de m ver: nem a diplomacia serve paraoutri
coma.
E' para essaadiscass&ea que ba ombalxadoroa,
ministros encarregados da negocie*.
to do convenio; o que significa ou pode iss sig-
niMar para asrelages definitivas dosdonspo
vos, tanto mais qae a questo est affecta aos
tiiocnaea t
Eotra na cabega de algaaa que por urna qu a-
iaa desta ordem. desta oatnresa, possa baver
romplmeolo de relacOss ? 1
Alem;de que o eonvaoio urna proposta apre-
sentada aoa credore, daodo-se-lbes mais do que
elles linbam reclamada nos prolocolloa de 1891,
meooi a entrega de 30,000 acede* novas, qne a
aaaembl' geral da Companbia tinba autorisado
em priacipio. mas qoe, em vista de oatras van-
tagens effectivaa dadas aos verdaderos porta-
dores de obngaedes nao poda nem devla ser
realisada.
Se pois tem os franceses a maloria dos litlos.
se eiTdctivamenla tea direito de due-em nao
queremos, a que vina o ultimtum deqte
falaram e por qae seria rila entregas por Mr.
Biboard soa sabida de Lisboa?
Parece, porem, fra de duvlda qae alguna
coosa existe menoa normal as relagoes entre o
gouerao e o representante da grande repblica
eurota, e cr-ee geralmeote, qoe sao, com ef-
feito, os negocios da referida companbia, qae
determinaran a repentina partida do Sr. Bibourd,
faci que como j notamos, muito commeota-
do e qoe fe: ti sendo origem de serias preoccopa-
gea.
Por decreto de 10 foi nomeada urna commissao
para rever a coBStuuic&o ladastrial.
Eaaa commissao ouvindo os tnleresaados pela
forma que julgar mais conveniente e apreciando
as reclamagOes que Ibea forem presentes, dever
proceder ao estudo das providencias, qoe, aalva-
goardando oa necesaarlos ireenros do tbesooro,
atteodam as instas conveniencias do commercio
e da ioaostria.
a A comnuso j fes a soa prlmeira reoniio 00
gabinete do Sr. ministro da fassnda soba presi-
dencia desle, qae expos as Ideas do governo
acerca do asaumpto, laucando as bases geraes
das futaras di caasOas.
Tomarrm-se varias resaluges, sendo a mais
importada a de baver a mais absolata reserva
com respeiio aos traDalbos da commissao.
A Naco reapon leudo a ama carta de D.
Joo de L ocastre e Tavora, o fez n'010 artigo
do qoal extractamos os segaiotes trechos sobre
aflnidader dos done gropos polticos:
Pallamos de afildidades oa espirnaes com
o partido republicano.
Quizemos dizer, qae ha entre ni eo partido
republicano ama certa commaoidade de fina.
Sob o ponto de vista de adversarios do existen-
te, e t ao derrobameoto dente, o mesmo espi-
rito aos anima : espirito de combate, sen to,
portauto, a este respeito oms verdade as aftni
dades eapintuaea
Tambem dissemos que justificamos a revol-
ta do Piirto, como oaa reacgla natural contra es-
ta decadeocia qis nos airophla a alma de por-
tugueses.
Jnsltflcamas a revolta, quer diser: explica
moNa.comprebendmol-a, inte p-etamol-a, como
consequeacia deductiva da d-caiencia, qas nos
mesos coostat irnos antes, e coaslataaos ainda.
sempre crescents.
Na a dos proouaciamos sobre a ja-tica oa io-
justic.3, 00 proprio sentido das paiavras, desse
meio extremo.
A' noite de 11 teve lugar na Porto a eleigao
do directo-io do partido republicano.
Foram eleitos os Sra. Jlo Chig s, Miximiaoo
de Lemos. Maooel A man dio Ganga'ves, Antonio
Claro. Flarido Toscano, Jos'1 Ferreira Goacalves
e Duarte Leite Perelra da Silva,
Varios regimentos seguirlo no dia 24 para
o Porto, onde fo*maro na grande parada, por
occasiao do centenaria do infaote D. Henrlque.
Suas Magestadea, o m'nisterio e rspresentin-
tas d> tmprensa seguirlo uo dia 1* de marco
prximo.
Fa-am delarados de gala os dias e 3 o refe-
rido mez, quaodo se etl'ec'aarao imponentes fes-
tas na cidade iovicta, coameaorando aquella
gran le dati histrica. -.
O Sr, r. Theopbiio Brasa pablicar um pierna
sobre o infante D. He arique, primorosamente
editado pelo Sr. Anselmo de Moraes qoeoffere
ce toda a edlgo para ser vendida a favor das
Officinas de S. Jos, do Porto.
O cardeal bisps do Part \ o Sr. D. Americo,
a respeito dessa grande festa patrlct carnate
unive'Sdl, baixoa ama briinante Pasto al, da
qual Ibes ra asamos este trecho com qoe concloio
a nv-sma Pastoral, qua revela aninbar-ae n'ajuel-
le peito nm grande coraglo de oortogaez :
Benemrito do Estado, o Infante nfio me-
nos benenerita da Egreja ; se honren a patria
de que era filbo honren tambem a Rl'glo de
que era rente.
Recommendamos, pois, ao Exm. Cabido, Re-
verendos Parocbos e maia Clero d'esta Cidade,
se 1 ac-porem no projetado co-teja, cvico, to-
man io n'eile, o lugar competente que Ibe for
destinado ; e rogamos a cada um dos Reveren-
dos Presbyteros, qae nio tenbam inteocio obri-
gada, c? leo re orna vez, durante os festejos do
centenario, o santo sacrificio da Mlssa pelas
prosperidades da Patria.
Mostrar santal o Claro qie debaixo de seu
hbitos, symoolo da renuncia as vaiiadea do
mondo, pulsam coragOei de po-togueses, que
oa> renuclam 1 boira, aogmenio e gloria da
Patria,
Pela nossa parte, fssemos sioesros votos a
Dos, por qae na Cidade das iniciativas fecun-
das seja a ceiebrsgo do centenario a mais fe
cunda das iniciativas.
Q jando a Pat'ia se acba abatida pelos seus in-
for.unios, amargurada pelos seas desastres, e
qnasi despedac*da pelo egosmo e desanclo de
seos filaos, loovavel avivar-lhe a lemb'anca
dos antlgos e asaignalados varO ia, qae pela sua
creoga, abnegarlo e virtndea souberam e qoizu-
ram engradacel-a e glorillcal-a.
Qae as festaa do centenario' sejam inicio de
rejovenescimeoto moral qne imprima N igao
eaejgia e torca, 10 nosso vehemente dnaejo e
eremos que o desejo de todos qae se bonram de
ser po'tngoezss.
A bordo da canhoneira Tavira foi no dia
31 receblda em Lages a pedra destinada ao mo-
numento qus vae erigr-se no Porto ao Infante
D. Hanrique.
Foi lvala at ao caes num carro de bombei-
ros, coberta de flores.
No cortejo incorporaram-ae as autoridades
eclesisticas, civis e militares, e as cmaras
muoielpaes de Villa Boa do Biapo e Lagos, com
estandartes, preced las da banda de msica de
infantera 15, qaetocava o byano da Restaura-
ci.
Queimaram se multo foguetes e bou va ainda
ontras demonstragQ >a de regosljo.
Ro anno fiado a Compaobia do fabrico de
slgodio de Zabrgas fnnecionon regularmente e
os seas tecidos niaotiverio a mais completa
aceit.gSo, tendo exlracgao todo quanto prodozio,
nio obstante a grande concurrencia de productos
similares ou mercado, e mesmo porque a sua
fabricaglo se impuoba a preferencia pela qnali-
dade e ouragao dos arte'actos, resultantes da es-
eolna cuidadosa da materia prima procedente
dos pontos mais apropriados do Brasil.
O balaofo, decunc a qne os lacros do anno
subiram a ris 99:954-1957, lquidos das respec-
tivas cont'lboicOes e spenas sageitos i gratn-
ciclo da direcclo que ropos tivessem os lucros
citados a segniote appllcaglo :
Reserva da lei para dedurgio
ao valor do macbinlsmo 2:J09i7B'
Res 19:23M*bT
Dorante o anno fci.'concluida a officioa de eer-
ralberta e ferrarla, e bem assim a de carpintera;
foi adquirido om moiobo para a tritnraglo ato
ail para a tintoraria e loi contractado o faorioe
d'ama caldeira de vapor, para substituir preso*
ptamente qualqu9r das existentes que se uuti-
lise.
Diminuiu um pouco a pro lcelo da Sacio,
por, por baver neceasidade de predazir tecida
de nmeros mais Baos, como exiga o mercada,
mas o total das vendas fot superior ao do ansa
anterior.
Fallecen, qnasi repentinamente, o conde,
das Alcacovas, D. Caetano de Salles Heoriiju
Pereira de Parla Saldanba de Vasconcellos de
L^nca-tre, par do reino ge: ti I bomam da canta-
ra deS. M. oSr.tD. Fernando, gri*crus das
ordena de Carlos III de Haspanha e de Ernesto
de 8axc, e comaeodado.* da ordem de Ghriato
de Porioenal. nasc'do em 1819, casara em 1SU
com a Ex-. Sra. D. Tbereza de Souxa Holsteto,
OIQa dos primeros duques de Palmella, da qust
boorte des Albos.
Illnstre representante de nma das mais an-
tigs e noo-r 3 familias do reino e cavalbeiro |k
al-va os mais apreciaveis dotes a'espin.to a
de car?gao mais aprimorada ti ia1 guia no trata
e no cumprlmento dos seos deveres, como cae-
fe de familia exempladissimo e como cldadla
prestimoso, a morte do conde das Alcacovaa
priva a aristocracia porlugoeza de orna diS saac
figuras mais sympatbicas e maia distinctas.
Data de t da Dssembrs de 1834 o titulo da
conde das Alcacovas.
A despeiio das noticias, mais 00 menos alar-
mantes, que tara corrido, a praga de Lisboa 17
apreseotava decididamente urna boa feicio.
E' i-ato em grande parte devido ao ret no des
mercados estrangeiros, qne lodos oa actualidaaa
levam vida desafog&da, mas tambem contribaa
para o actual estado da cousaa a actividade sesa-
pre crescente, e com resolta los, evidentemente
proveltosos, das rejgaes commerciaes da me-
trpoli com as colonias ds A'rics.
Vae se este mercado emancipindo a pistas
largos dos mercados brasileros, sobretodo a*
que diz respeito a importagao de varios generas,
taes como Caf, asaocar, cacao, borrach, etc.,
etc. e taabem sa assim oio tora, maro maxs
ter-se-hia de sefj-er de criae poltica e tiaaocei-
ra que to violeolamsnte assoberba o Brax,
qoe infelisnente muito se vae prolongando.
E n Londres, o Cet <<>nto 00 mercado livra et-
ceu oovameote 117/5 */ pa*a ai letras a 3 rt-
ses (papel bancario), e prev se para breve a
descida a I da taxa ot :ial.
Esta abundancia de capitaes tem exercido ae
saas natoraes influencias, e por isso os feudos
de primeira caibegoria teem tido zaasivel subi-
da, e os mais alealori a tambem vaa melheni-
do de preco.
No mercado de Lisbi tambem tea estado li-
en o descont, a laxas inferiores 1 de 6 /, do
Banco de Portugal.
O mareadlo de cambios tem apresentado evi-
dentes 8igoaea de Srmezi, e francamente toman-
do por base as coticO-s notadas em seguida a
que, sem dovida. eram as qua boje predomiaa-
vam oa praga, nao pode explicar se, primeira
vista, a raxo porque Ju ita do C-ed to Pabfteo
se fasem efiartas de papel, em multo melbores
condigea do qne ao ppbco qae vem effaetaar
as soas compras no mercado.
E' real nenie para caos ir urna certa est-anAie-
za a differenga exiatenteeot-e o preco de 40 J,i.
pelo qoal aquelle eetabe'ecimeoto alqoiria as
L1). 10:009 ao coocurso de boje, e a cotacaoqae
os Bancos exigiam pelo mesmo cheque ce ore
Londres I

Para compra Para vende .
Londro, ebeq 40 9|16a {,8-Wlis a 9t
90 das 40 7,8 a l|16-40 3,i a 1S(1C
Paris, ebeq. 702 a 70J 70 a 7M '
90 dias 693 a 699 700 a 702
Allea cbei. 287 a 288 290 a 2S%
90 das 183 a 28 283 a 28
Madrid ebeq. 933 a 955 960 a 965
Hall, ebeq. 33 5(8 a U|16-33 7|I6 a 1/t


UOB a ueituuui. XV"."."" 7 -r--rj------ jwwixnili
Mas sapponba-s-e que o governo francs iprs- Dividendo s acc&es 8 1 fi mqS
ata as raclamiciaa dos seas nacioaaes, obri- Gratificsfiio ft d rtecio
gscioolaus da Gooapsani Real, eootri 9 4ww I iopoAto de readla,anto
4HW5
As libras em onro snbiram para 1 365 rls de
premia nivelando se por cousegoiote com o pre-
go do cheque sobre Londres dedoxidas as despa-
sas de transporte e segare.
O cambio do Brasil manteve-se durante
toda a semana a 9 5,8 a mais baixi cotagae
a que tem nitineido. E' verdaderamente ata
cimbio ; pnhibitivo e representa o premie
do rs:o com o qoal tem da contar 03 estabele-
cimentos nanearlos que se ahilancam a abrir aa
suas ponas para transaccoVs, ni meio dos la-
mentavel acontteimentos quisa esto dando,
e com a ameaga d'outros mais graves que se
esperam tolos oa dias, e ioj qaaea ba de pro-
vavelmente resollar a aologlo do intrigado pro-
blema.
Foi distribuido o relatorio do Ea co de Porto-
gal, e delle veitica se qae ao anno biocari3 ul-
timo realisou se um lucro de 2.33:9j9J0o3, ox
liquido do total dos encargos 1.725;3iy2l0 ; e
deiu'nio-ae desta importaida a quanda de
409:000/000 pi-a Jvileada de3io do 1. se-
mestre de 18)1, tica o de 1.32).319*219, coja
dietr.bu'gao proposta por esta forma :
Pandn de reserva permanen'.e 86:265*984
Dito vansvel 69:0o32it
Complemento do dividendo da
7*j, ao.anco
340:000*
O fondo de reierva perra nante tica assim
elevados 1.434:70 l*.7a.
Ora, estando ji os diffareot;3 fuados do Ban-
co, que soccessivaaente tea sido levados s
respectivas comas capualisados ao jure de 4 Ifi
p. c., e iveodo a'nla s tirados, dos lucros
desle anuo 69a:Oo3*233 para amortisacQes c.
versas, fcil ..va la o grlo de consoliuaclo a
que cbe;ou'o activo do Baico, nio sendo telvex
exagerado repatar-se ea vla'a destaa cifras o
valor iotrinseco actual das acjdas em 120*000,
e com perspectiva d'om valor proxtmo malte
superior an la.
iVa Bolsa foi bastete an:mido: o umimen'.t
da mesma.
As in8cripc&es tiveram excedente procara a
em consecuencia disso o ,ssu preco firmoa-sa
em o de 33 p- c, apezar de nio prqnnst.
operacOes de arbtriagem entre estes valorea a
as obrigagOes dos TuDacos qne se reaiisaram m
alta at 79*300. oa s j i na pa-idaie do sen pre-
go em Pars de fr 341.
As obrigagOes de 4 p. c. coa pvmiop, ests
seado muito bem aceitas pela pequea cipituia-
to, e que se conleot 1*com um juro menor a
.roso de maior oa menor probabtlidade das
premios de a nonisagio.
Para as acgas ds Banco Ultrama-loo ha coja-
pradores a 53*000, sem vendedores.
A dislrlboicj do relatorio. despertoa &*
procura das acedes do Banco de Portnga #
sablrom a 114*000.
(
*A*-~^C*.
*"
\m *
\ ilflm



Diario de Pernanilmeo CJMiMitacfelrft 8 a Mareo de 1804
raz 1
A* Cataras eleltees no
(le Siicle, de Pa, da 14 de Feverero)
Aa jfistrugee para a ehigo do presidente e
Mce-pre3irtejie da repuolci. a qual. segando a
aoci'.i'-uigo t;r logar no 1" de Mi-go proxi-
e, eao orna confirmogao de todo qaaoto temos
dito mais do un i vet acerca < a lealdada, da
errecgio, do reepeito pela lei de que tem dado
srsva o governo Ifgal do Brazil.
Os adversarles desse governo affirmavatn que
s actual p-esid--ni qoeria mauter-s* perpetua
tete do poder; e cheg.ram a avaogar que o
aiechal Peixoto inventara a guerra civil para
justificar fsaa preteng^. V se at que pooto
tK3 a:cos3go>3 eraoi injustas.
O estado de sitio proclamado em ceta* re-
jiSes do ratil or causa da revolta de ama
aar'e da marioba nao impedirl a livre msoifes-
tat^o ffos ele toras, por que sera extracto S6
o correte. .
A constituigo do Brazil interdiz a reeleigSo
io presidente que tnba ocupado o cirgo no
liimoanno do periodo presidencial, teodo logar
as e'.eigOes no 1 da Mirgo.
Os adversarios do actual gove-no acensan
ora o S\ Peixoto d- qaerer faxer-se reeleger.
Como muias outra?, easa urna [alta aecusago
fue cae por .'i mesmo em fice da noticia, que j
pobh'Cdmos. de qoe o actu.l governo eyrmpi-
fjjro candi atora civil do 8r. Prudente de Ma-
jaes, cojo nome reunir numerosos v.tos pira a
jEesHencia no Congresso da Repblica.
A eleigSo presidencial no Brazil feiti por
mM-'uo univerfal directo : o ele.lor vota em
jjoem Ibe parece. N'.sso differe eua eleigo da
dos Estados Uo'.dos, cuja coas.ituigo estatu a
eleigo i .direc'a.
As candidtu-as dos Sr*. Prudente de Moraes
presideccii e Uaooel Vicorino vice presi-
tka-ia provam mais urna vex que a revolta de
Ktiio nao (oi mais do que a exploso do despei
to pensoal i' < almirante qae, sem nenhum
prestigio poltico, pp'dercu se dos navios fun-
deacos na babia do II o de Janeiro 6 de Ha-
wmbro, quando souoe que a Conven.3o Nacional
collera na vespera aquelles seab.res e que
e Mello nenhum vot cbtivera.
Sem auto idade no paiz. Mello quix tomar pela
torga a presidencia, o que p o/a alias a soa
ignorancia acerca dos verdadelros sentimentoa e
da digotdade poltica do seo paiz. Demais, elle
^ralicou o rave erro de cercar se de agiotas e
de gente suspeita, que acabaram por tirar lhe
toda a considrelo, como proprta causa pela
joa! elte se pox em campo.
E' deploravel que semeinante empre-, dirigi-
da por (aes borneas, tenn* po.uo merecer o
apoto e as sympa'bias de certa imprensa e3tran-
gtira, alias tida na conta de Imprensa seria.
Felizmente a revolta esta agonisante. As fal
333 noticias, por cuja meio ella ioquielava o
asado aiei-o, ]i nao illodem ningaem,e seus
jroprios protectores parecem convencidos do de-
Joivo insaccesso de lio ma causa.
Frederico Robm.
\o Brazil
Traduzi 1 j do Oil ^Blas de
de Fevcfiiro)
Paria, de 16
Certos jo.*-.a-??, julgando-se nicos capazos
jara ju'gar a situagao brazileira continuam a
sebli-a as novas m aoasos amibos re;eatenente ebegado do Braz l
oca fo-aeceu as sega i ote* noticias que sao de
toreza a interessar os leiore?.
Pretende-se que Peixjto violou a Conatiluigao
asiparaodo-se do po Je- e dec etaodo o estado de
!jo e que cjmo protesto que Hoy Barbosa,
3-il e Gima fomentaram a revolta.
Peixoto, vice-preaideot-: da Repblica, substu
isio de direito ao presidente demt3ScDario Fon-
asea, po.s a Coostitoigao brazi tira da o poler
ato vice-presideoie logo que ae acbe vaga a pr
denci. O a Fonseca bavia silo eleito em 1
de Marco de 1890 e .-eu maniato expirava em
i.de Marco de 18i, dita, em qce em virude
da Coostituigao, tu logar as eletcfcs pesidea-
sit-s isto de p'eeidente e vice-presi eme que
ao cerneados por sufragio universal.
'em virtude do art. 86 di.Gonsilta'co que
Iwxeto declarou o estado d? sitio. K coosigaa
bos aqui que Baboza e M-lio, membros do Cd-
re3so. depois de baverem cooperado com ajo
tote para es:e artigo, se iosur. en agora contra
aquelle que nao fax eioao appllcal-o.
El este mesmo Barboza que comega por neu
Sraiisar o lf-ito lamentav=l prodazido pelos ma-
Bifestcs mena cbistas de Sil vera Martina e Gixa.
ff importancia ae (.fe ligar as palavras e aos
actos do borne quj, sendo m oistro da fazeada
arra-tava o Brai.l com suas agttagOes a ama mi-
sa teru i
Fulleos un pou:o agora das granles bata-
ibae uadas pelos iasureeotes. No Sol, elles se
Tcdaxem a peiuenos combateg parciaea ectre pe-
nenos grupos a madoc As lamosas viconas
asooociadas altimameote taes cono o cerco de
Qaarabim e de Ombu, nao sao cerno faxiam sup
)M>r esses despachos, de cidadts imp ranles. O
fjuarabim simplesmente um rio de o) k lem -
l:as approximadameote, serviodo de limite, em
2r$e, entre o Estad-- do Rio G-ande e a Repu-
larca do Uruguay Qaaoto a Umbo urna arvo-
7e multo commom em toda a America de Su!.
O mesmo aucceda com a liba Rasa, a qual, em
*gar de ser em fa:e de Nictneroy, na babia do
io de Jaotire, se eocootra a algunas milbag a
Mirada da baa em pleao ocano A laotico.
Besla-ao3 as coas verdadeiraa, nicas reaes,
rjoe damos un seguida :
Os Estados da Repblica eatao agrupados em
xtdo do governo 3 P'-ra responder insurreia:,
wSo armados vigorse m^nte, decididos a eus-
*3ar o direito e a legaltdade.
I almirante Julio de Noronba, uomeado pelo
jgsverno ebefe do eatade-maior da marmba es-
reven a segatote ordem do da :
Eu tomo posse do mea cargo com a convic
Zo solida que a maioria a mannba que se con
aerra bel ao devrr miiitar, tem um seottmeoto
ta preciso de sua respoasabiiidade. e, de ac
awdo com o exercitc e ca boas patriotas, ae*en
JC/Tira iodos os meios de aegao p rj a defexa
ii Repblica e da legaltdade. *
De outro lado o < Jornal do Commercio ai-
WDCia qae o cootra-almir nte Baltbazar da Sil-
aeira fol nomeado memb-o tffectivo do conseibo
naval, que o vce-alarirai te Firmmo Cbives par
Ho para inspeccionar os pstabtlecimeatos do
ilor'.' do B*azil, que o vice-almirante Carlos F-e
deri o de Norooba assumio a direegao do Arse-
3a) de Mincha co Ro.
Ixtim a legicjii do B-sz I communicou o des*
jbzho reproduzido por todos os jomaes tocante
i difteria das tropas do governo em Nictberoy,
jtm p'oximo da revoluco.
Demais d uso, depois dos desordeiros despa-
ctos, a flota goveroamental, composta de (5 na-
ajos, bavia fe:U concen-ragao na Babia pin
aarebar sobre o Rio de Janeiro.
Para que a dir p-oluza sala'area e tutos no
esamto do rtomero, Br->eiS"fr orvaltnd con
as l.;ri7ns di compaixao ; porque a dor pu-i
flea quando comp dmla e consolada, e pulo
co fa*lo, irrita e exaspera, quando desaten-
dida e aban Ion id .
D'aqui ae infere a alomar ltnpo-tania dea
benelijios da cuitado, em fivor aos qae paie-
cem.
Para acalmar as dores mats or rundas qn^ af-
fl sem a bumsoidaie. fuudou S. Viceo e de Pau-
lo no aono de 1617. prximo de Lyoo, na paro-
cbta de jbatiltoo 'es Doarbes, de qua ella era
e to o cora, ama aoociacSo suolim?, com o t-
tulo d: A-io:iitioa dea Oames di Cbarit*,
consagrada a prestar socorros corporaei e es
pi r.ua-M aosdosjtes pobres; e d'ella derivan
todas as admiraveis ins ituigOss que o geni > In-
spirado e creador de S. Vicente de Paulo coi se-
guio eatabeleer.
A sua misaao piedosa abrange todas as mise-
rias e SGiTrimeatos humanos, protege todas as
desventuras, coosols todas as dores, alhva 'o
dos as miguas. Os seas clieu'e; ou protegido*,
so os velhos, os o'pbos, as creincas abando-
nadas, os doentes, os desvalido! e todas as vic-
timas da ignorancia e da immoralidade.
A< seoboras mais illa tres pela poaigao e pela
ioteir.geocia eatao alstalas n'esla associagao.
que se acbi ho|e esoalbada po* todos os paites
cu't03. e trabala^m fervorosamente em coojarar
a m'seria, derramando toda a serte de beneficios
por aquelles qu-i lnvocam o sea pieloso au-
xilio.
Nao se pode calcular a extenso e a fecu di-
date dos beneKclos que realisam diariameite
as Seuboras de Ciridade, visitando e sacejr ei
do os pobres, nos se s tristes albe g.e-.
Paa comprebesder bt.m a grandeza da pelo-
sa missdo des Dames de Cbarit*. necessario
pe.sar nos mysteria di pobrexa eav.ergoabala,
ageravada pela eolermidade.
Que de miseias profundas, que s t?em Dci3
po t-stemunba, e familias iateiras porviclmas,
s3o discretamente alhviadas pela mo campade-
cia que as vai soccorre- e amoarar !
MiG o iin d s a instituigao piedosa cao sim
ptesmente presta* ao poore soccorroa uiateriaes,
mas sim promover tambem o sen ape'feig la-
mento moral, desvian o-o de erros e defeitos
que devam ser emendados e corrigidos.
Por lsso as Sanboras deCiridate pre:lsam
ter dotes especiaes de intelligencia e de banda
de para desempenbarem proficuamente a sua
ardua misa o.
Precisam saber consolar, animar, fortalecer,
a 'oas-ihir e esclarecer aque les que ae ac lbee>
sua protecg&o, e p*ecisam principalmente co
nbecer os segreloa d'essa lloguagem terna, qu
propria pira ser escuta la pir a jue.les que
>uz-m prostados no lei'.o da c~, f-riles pe'
miseria e pela doenga, e que se acham alltvia
dos e lisoogeados, recebeado de peesois sute
rio-es provas de ioteressee cansideragao.
Asesar de tSj estupendos beneficios ba ?ra<
excepciooaes na vida das nagOe?, em qua se na
respeita cou-a alguma, por mals til e sagra a
que 8j. e a'abi resultan que esta benemerit
asso:iacao foi susperss ou dissolvida duran e a
revologo [ anceza de 1789. e asalm fic.u p>
mais de meio scalo.
En 1851, urna seaiio-a illostre peosoo em res
tabei. ce: a mesma asaociagao commuoicaoJo o
seu projecto ao arcebiapo de Par s e ao succes-
sor de 8. Vicente de Pauto, que ap pro varn a
ldeia com grande satisfagan : e no decars de
nove anooo tomoo largo desenvolvimen:-), p -1 .
graade sympatbia que merecen a todas as cas-
see da sociedade, coasegutndo durante e.-i te a
po fundar 31 casas de irms de ca-idale-
No auno de 186) esta assoclagao e as irm
das 31 casas esiaDeiecidas, segundo un r-l .to-
rio que temos presme. streco-raram 13:Ji7 fa
mi u?, c-rapo-taa de ol:ii pessoas.
Em 4862. foi estabelecida em Lisboa a refe
rila assoclagao, o aqui ten prertado relevantes
servigos de toio o genera aos iadigente?, raia;
a esclarecida dedicago das s-eaboras jur:uj j
xas.
Folgarlamos, porm, de ver dotada de maio-
res recorsos pecan!ario3, en re nos, tao u il t
piedosa instituigao, e premenos que ifto t io
deria conseguir, trabalbaodoefficazmeDte p r a
cresceotara soa receita laocnij, a protec.a
do publico, pelos varios melos jl conecuos,
e por ontros que anda possam lembrar.
As nyapa bias qoe tem conquistado, de ceno
coroanan de ton xito estas d:!ig-a-us em fa-
vor do3 pobres.
Jaigamos prestar um eervigo sacie la le fa
zeulo coobejidas do publ co t-tai ia-ti;u O ;s d
oeneticeacia que trabalbam inessaat-mjn,.e pj
(Uiviarea soff-imentos das classes desnerdidas
da fortuna e que sao un dos principies ciernen
tos da cmlisago e do progresso.
Aos desatinos das seias revolucionarias, que
preteadem reformar a soedade pela destruiga>
e pela morte. sen lda nem plano de nova re-
coastrucgiD fatora, preciso opj* com eoe"gi-
03 beneficios da ciencia e da candi de. rnelb)-
raido as condicOes das classes ioaigen ej, e di
miauinda assim o numero dos opprimidos e des
contentes.
' pr-ciso que os goveraos p-stem attengao
ao problema da miseria, que nao simplesmen
te um assnmptj religioso, mas tamben um
qoeaaoso-icl e palitu:, que deve preocapar
lodosos estaditis.
Detestamos a anarebia e queremos que toll-
as reformas e meihorameotos da sicielade se
realieem pela evolugao illustra la e pacillca.
Mis a evologo que nao croza os bracos,
espera da marcha pausada dos acooteaimenios. e
que accelere os paseos e as dili^eoc as para f
fectuar esaas reformas o melborameola ce qie
a sociedade mui'o carece.
E os governoa que auxlliem per toi03 03 mo-
das as natituigdes piedosa?, que trabalbam fer-
vorosamente pela causa do Den, atleadeodo a
odas as reclamag5es da miseria, e procurando
evitar a'esta f ma, que os soffnmeatos bumaoos
traosponbam as barrelras da ja inga, eda pacieu
ca. e que o cal x das amargaras populares tras
bo'de, alagando de fel os dominios risoabos da
[elictiade e da riqueza. Porque eatSo par onde
ira a rivilisagao. e o que seria da sociedade ?
Luiz de Andraae
Br. Malheas Vaz
Dr. Gaspar Drummond
Dr. Joao Elysio
Dr. A. Mascurenhas
E outros meaos votados.
3. DISTRIGTO
Dr. Rosa c Silva
Dr. Xarciortillo Lins
Dr. Arminio Tavares
Dr Adeliuo Filho
Dr. Phaelaatc da Cmara
Dr. Juvencio Aguiar
E outros meaos votados
i. DI5TRICT0
Dr. Gongalves Ferreira
Dr. Cornulio da Fouseca
Dr. Lourengo de S
Dr. Joao de Siqueira
Dr. Moreira Alves
Dr. Aristarcbo Lopes
Dr. Carnuiro da Cunbi
E outros menos votados
3. DISTRICTO
Dr. Migu-I Pernambuco
Dr. Medeiros Albuquorque
Dr Gongalves Maia
Coronel Correa da Cruz
Dr. Ayres Bello
Por equivoco da reviso
2137
1916
1890
958
561
2.596
1.806
932
896
66S
636
2.877
2 398
1.616
1.19/
722
70 i
2J2
votos
Hospital dos Lazaros
Hospital dos variolosos
t ollegio das Orphas
Asylo e Mendic dade
11 espido dos Alienados
asa dos Expostos :
No estabelccimento 216
Em poder das amas 90
Agromo-A Gazeta do Recife, em sua
18' edigo de hontcm a tarde, narrou, sob essn epi-
101
23i
273
305
votos
votos
1.693
1.374
ol .
470
407 .
sahiram trocados
os nomes e as votagoes dos Sra. Adeliuo Filho
e Arminio Tavares, na votagao que lioatem pu-
blicamos do 3. districto.
Vae hoje feita a devida corrtego.
Magisterio muatcipal-Reunem-se bo-
je os membros do magisterio municipal, s
11 horas do dia na escola do Calabougo alim.de
tratar de iuteresses relativos classe.
Senado de Peraambac > -ElTccmou-se
hontem, a 3." scsso preparatoria, sob a presi-
dencia do Sr. Dr. Ermirio Cesar Coutinho.
Esveram presentes os Sra. senadores Barros
de Laceros, l.una Freir, Aristarcbo Lopes, Pi-
nlio Borges, Gongalves Ferreira c Ermirio flou-
Total 1835
A directora, ullitnamente empossada, da Associa-
Me Cornmet'cial Beaeficentc dos Mere oros, li-
cou assim composta:
DirectorManoel Jos da Costa Ramos
Vico directorAntonio Fcreira Lopes..
1. secretarioManoel Florentino de Senaa
Filho.
2 dito Aut nio Fernandes Pereira.
Thcsoureiro Joaquira Antonio Chrislovo,
As sesses da directora effectuar-se-hao pe-'colher do Sr.
las 5 horas da tarde das quintas-feiras, na de sas para etlectuar o alugel de dita casa.
raphe, a seguinte desagradavcl oceurrencia :
Hontcm pelas 2 1/2 horas da larde, diriga-
se o Sr. G Sansone em companhia de F. Segal-
la e o nosso collega :Gaspar de Menezes pela
ra da Aurora, em caminho a Santo Amaro,
onde devia visitar os commodos de urna casa
que pretenda alugar para alguns artistas de
sua companhia, a cnegar Desdes das.
Ao passar em frente a fabrica de vanos do
Sr. Jos de Macedo. foi chamado o Sr. Sansone,
por um empregado d'aquelle estabelccimento, o
Dr. Fernandes Barros, que interrogou-o sobre
negocios tncatraes.
N'essa conversago conseguio o Sr. Sansone
ter noticia de urna casa a augar-se naquellas
proximidades.
Depois de percorrida esta, o Sr. Sansone
vollou ao estabelccimento do Sr. Macedo p ira
Dr. Bari'03. as informages preci-
REVISTA DIARIA
Bleicau de > Marco E' o seguinte
O resultado dessa eleigao at hontem conhecido :
PARA PRESIDENTE DA REPBLICA
Dr. Prudente Jo3 de MoraesBarros
Io districto i.soso volos
Total
i 467 .
3.29J >
3612 .
1.809 .
14.711
PARA VICE-PRESIDENTE DA REPBLICA
Dr. Manoel Victorino Pereira
1* districto 1.504 votos
Total
PARA
Dr. Joaquim
districto
C. de
Dames de Charl.
O Commercio de Portagil*, circunspecta fj-
'na de Lisboa, publico* ttob a epierapbe supra,
ifscn e artigo, qoe julgamos digno de alten-
.ao por tratar de anaassociagao j existeot: en-
t7e sos, o: de, cerno por toda parte, tem pesta-
o relevantes servijos.
Demais, no mesmo artigo acham se algunas
n3ex6es que, pelo sea carcter genrico e pelo
excito qoe teem de opportunas, merecem ser co
aieiiaa?.
Sis o artigo :

mar e padeter sao dois attributoa fataes da
Jtmanidade. Todos nasceram para amar, todos
xvyri condemoados a padecer.
Al'oi mysterios da Providencia 1
Eso oa extremos do amor santo e justo po-
dstn acalmar as asperezas do aofL miento dnro e
erael.
Po.n, amiqoilar completamente a n-, se
3a nm mal gravissimo.
dOr ama necessldale da natureza, urna
grande ligao da vida e um grande elem-.nto de
^erfelgao moral.
Quem preteode viver nicamente de impres-
ae.- materiaes e alegres, quem nao toma parte
jas maguas albeias, degrada-ie pbnica e moral-
MCBte, e deecooh ce a delicadeza dos eentimen-
3M generosos.
Sen lucia, sem contrarttdade, sem aonegagSo,
meq lacntlcio, isto sem dcr.aao ba merec-
eoto, nao ba paixao, oto ba herosmo.
&b a dor, atslm coojO origem de mu tas
Jrtudes, pode tambem aer cansa de nefandos Dr Coe|ho Cintr*- TRICTO
Total
Dr. Ib3 Maria
1 districto
i.' districto*
3. districto
4. districto
5.* districto
Totil
Dr. Jos Vicente
!. districto
2. districto
3.* districto
4. districto
5. districto
456
3 332 >
3623
1.793 .
14 710 .
SECADOR
Correa de Araujo
1.065 votos
4.009 .
2.428 >
2.993
1.733 .
12.230
Albu^uerque Lacerda
1229 votos
483 *
533
1300
494
4.041 *
Meira de VasconcelJos
233 votos
316
817 .
325 .
90 *
Total
PABA DBPTADDS
I Dr. Pereira de Lyra
1801
3964 votos
2179
tinao.
O Sr. !. secretario procede a leilura do se-
guinte expediente :
Um officio do Sr. senador Dr. Albino Gongal-
ves Meira de Vasconcellos, datado de 6 do cor
rento, c escripto na Fortaleza do Brura, comrau-
nicando, nao poder comparecer aos trabalhos do
Senado, para os quaes alias esta'prompto, por
forga de prisio que lhe foi imposta por ordem
do vice-presidente da Repblica.Inteirado.
O Sr. Aristarcbo Lopes, 1. secretario, justifica
o seguinte re querimento i
Requeiro que o Senado se dirija ao Sr. Vice-
presidente da Repblica no sentido de ser soli-
citada a moltura do Dr. Albino Meira, digno pre-
sidente do Senado A. Lopes.
Submettido a discusso, approvado sem de-
bate e por unauimidade de votos este requeri-
rnento.
O Sr. presidente communica nao haver ainda
numero legal de Sra. senadores para ser aberto
o Congrcsso Legislativo e bem assim que ainda
se nao recebera communicago da Cmara dos
Sra. desatados sobre se ha ou tifio all numero.
Era seguida suspende as sessoes preparatorias
al o dia 9 do corrune, nos termos do regiment
interno, convocando os Srs. senadores a compa-
recer no dia <0, ao meio da, quando se realisa-
r a 4.* sesso preparatoria.
cmara do* Depatadoi Reuniu-se
hentein em sesso preparatoria, sob a presiden-
cia do Sr Moreira Alves tendo comparecido so-
mente 6 Srs. deputados
O Sr. presidente declarou que nao havendo
numero suflkiente para a abertura solemne do
Congresso, convidaos a comparecer no dia se-
guinte mesma hora e levan'ou a sessao.
Kz-.nriicao JO Exin.vSr. Dr. govarna-
dar do Estado, por acto de 28.do mez lindo,
exonerou, pedido, do cargo de promotor pu-
blico do manicipie de Palmares, o Dacliarel aa-
noel Cavalcaote do Reg Barros.
erarogoeao *ie Hceoc*.Por acto de 6
do correte, do Exru. Sr. Dr. governador do Es-
tado, foi prorogada, por dois mezes, a licenga
em cajo goso se aclia o juiz de direito do muni-
cipio de Villa-Bella, com jurisdiegao extensiva
ao de fielmoiite, bacarel Joaqui.m Francisco de
Arrula.
A >uridade nal eatendldia-0 bispo
de Angers acaba de publicar urna pastoral devi-
ras notavel, na qual faz ver os perigos e os con-
traproducentes resultados de urna nova praga
social que se vae alastrando em Franca, e a que
se deu o nome de -socialismo christao.
Nesse documento o lustre prelado, depois de
felicitar os catholicos por amarera o povo, e
por diligenciarem subtrahir os operarios e os
indigentes s peiores influencias, exhorta-03 a
precaverem-se -contra os arrebtamelos de sua
propria generosidade,- a nc- imitaren! < '"o-
lucionarios que lisongciam aquelles a qu x-
ploram, a nao excitar esperaagas irreali^ .veis,
a nao derramarem azeite sobre urna chamma ja
demasiada inflammada, e, n'uma palavra, a nao
fazerem coro com os declamadores que irritam
a3 turbas e os impeliera a desordens
A proposito d'esta pastoral escreve o Journal
des Debats um sensatissimo artigo, do qual tra-
ducimos os seguinles periodos:
Para um grande numero de ebristaos, ec-
cleciasticos e seculares, esle socialismo (o socia-
lismo christao) confunde-se com a caridade. Nos
achamos a caridade admiravel, mas com a con-
digo das pessoas que a exercem resistirem,
como Ihes aconselha monsenhor Mathieu, aos
arrebutamentos da sua generosidade.
O campo era que esta caridade tem o dever
de exercer-se vastissimo; pode at dizer-se que
nao tem limites; mas necessario impor-lh'os,
porque ella s e bemfazeja com a condigo de
ser sensata, de nao animar a preguiga, de nao
desenvolver a inercia. Supprimir a mola da
energa individual com o pretexto d'alliviar a
miseria, um emprehendimento perigoso e fu-
nesto. Assim que, por exemplo, pode ser fu-
nesto organisar. para os indigentes, ollicinas de
trabalho mu semelhantcs a cssas ollicinas do
Estado que nunca passaram por bons modelos,
e em que os salarios nao estao de modo alguin
em refagao com o trabalho efectuado; onde se
paga a raao t'obra por mais do seu valor. Com
isso, faz-se ao trabalho livre urna concurrencia
cora que este nao pode lutar, e lsa-se o opera-
rio que apenas conta com o seu proprio esforgo.
Vai-se assim contra esta li que rege o mundo,
contra esta leijque condemna lodanago incapaz
de subsistir pela energa e pela industria inces-
santemente renovada de seus lilhos.
Tambem pela educago, que em certos asylos
caridosaraente se miuistra as criangas pobres,
educago superior compativel com os meios
de vida de que as familias d'ellas d'ispOera c a
que ellas proprias podem aspirar, s se conse-
gue criar a infelicidade futura d'essas raesmas
criangas, fazendo as sonhar com mais altos des-
tinos, quasi serapre irreasaveis. e dissolvendo
os lagos da familia pela desigualdade de ambi-
ges estabelecida entre os paes e os lilhos.
E assim pode a santa caridade transforraar-se
e m atroz perseguigao.
di' nnaeo.-Eis o resultado dos exa-
mes feitos hontem:
Trigonometra
Oswaldo Marinho Vaz de Oliveira, approvado
plenamente.
Jos Moreira Bastos, idem.
Julio Ramos, idem.
Jos Llimaco da Silva, idem.
Pedro Calixto de Mello, idem, (
Jos Augusto Ribeiro, idem.
Rodrigo Elysio Ribeiro, idem.
Reprovados 2.
J\'o compareceu a oral 1.
Continua os exames de Trigonometra.
anta Caa de Miftercordia do Be
elfeEstao em exercicio no3 estabeleciraen-
tos cargo da Santa Casa de Misericordia, do
dia 1. do corrente em diante os seguintes
mordomos :
Asylo de Mendicidade e hospital dos Lazaros
Major Manoel do Nascimento uezar Burlama-
que.
Hospicio dos alienados-Dr. Manoel da Trin-
dade Peretti.
Collegio das Orphs-Luiz Leopoldo dos Gui-
mares Peixoto
Casa do3 Expostos-Graciliano Octavio da
Cruz Martins.
Hospital Pedro IIComraendador Jos Maria
de Andrade.
Hospital de Santa gueda -Br. Prxedes Go-
mes de Souza Pitanga.
Continuam na commissao de predios os
Srs. coronal Francisco Faustino de Britto e De-
metrio Acacio de Araujo Bastos.
Eis o pessoal que no mez de Fevereiro ul-
timo oceupou 03 estabelecimentos cargo des-
sa pa instituigao.
Hospital Pedro II 718
social ra Baro da Victoria n. 60.
Conapxniala lyrlc- Vem do Rio de Ja-
neiro no paquete ingl z /*<, aqui esperado no
dia 12 do corrate a Companhia Lyrca, de que
emprezario o Sr. Sanzone.
loknacu de ramillaPor intermedio
da Companhia de Drogas e Productos Chimicos,
remetleu nos o Sr. Jos Alvares de Souza Soares,
o preparador do j celebre xarope de cambar,,
de Pelotas, alguns exemplares do seu Alma-
nack de Familia,, para o corrente anno, 3. nu-
mero que publicado.
Alem do kalendario, traz esse almanack al
guns contos moraes, e uteis conselhos sobre hy-
giene e tratamiento as doengas.
E' um fotheto interessante, cujo mimo agrade-
cemos.
Paculdade de DireitoEntre 16 e 31
do corrente raez estar aberta, na Secretaria da
Faculdade de Direito, a inscripgo dos candida-
tos uxames.dos cursos superiores respectivos.
Os interessados devem tonar conhecimento
do edital publicado n'outra secgao deste Diario
tal respeito.
latitiiiio archeoiat'co e Grotra-
ptatco-Era sesso especial para eleigo da
mesa administrativa, para o anno social de
>8Ji95, funeciona hoje esse Instituto, s horas
do costume.
Mullaer* en Landre-Diz o roman-
cista irifjez Walter Besant que ha em Londres
10,000 ranlheresque perderam (oda a esperanga
de se casar.
Isto foi dito em um artigo a respeito de haver
o banco de Inglaterra resolvido noraear mulhc-
res paraos lugares de empregados de escripto-
rio, e do mesmo baverem feito certos negocian-
tes, bem como diversas repartiges publicas.
Diz o escriptor inglez que isto quer dizer que
rica u 10,0>J homens sera eraprego, que tero de
procurar novos campos de acgo, mas deixaro
(0.001 raulheres sera maridos-
Elle recoohece que o paiz economisarn. urnas
5 u.' lO 11 anno, mas diz que nao se formara
urnas 10,000 familias possiveis.
Ora, 10 000 familias correspondem na media a
40,000 criangas. Perde, pois, o paiz, o traba-
lno, o cerebro, a forga productora, a capac.dade
colonisadora de 40,000 homens e raulheres
Estimando a forga productora de um indivi-
duo em 100, temos umprejuizo na seguinte ge-
i aguo d! 4.00C:) O por anno O que melhor
econoraisar 500 000 por anno ou obter os ser-
vigos e a forca de 40 001 ing'ezes e raulheres,
computados era 4,000 00J per anno?
Perita v alanetra A esposa do Sr.
John G Carlis!e, Secretario das Finangas Miiiis-
tro da Fazenda do Presidente Cleveland, co-
nhecida em todos os Estados Unidos como urna
perita cozinheira, e acaba de allirraar mais urai
vez a sua competencia na arte culinaria, cora a
publicago de um livro dessa especialidade, de-
nominado Mrs. John G- Carlisle's Kculucky
Cook-Book,
O livro nao ten prefacio, mas a circular dos
seus editores diz que,ao collcccionar as suas rc-
ceitas, Mrs Curlisle foi auxiliada por lira. Gro-
ver Cleveland, esposa do Presidente, Mrs. Wal-
ter G. Gresbara, esposa do Secretario de Estado,
pela esposa do general Crook e oulras matronas
de igual nota.
V-so, pois que o livro de cozinha do Go-
verno Americano e como tal nico no seu ge-
nero.
Original de Mrs Cleveland, distingue se urna
deliciosa bebida ('Slurbetx de uvas, e da esposa
do Secretario de Estado um nao menos gostoso
poache siberiano.
toa coie*l Existe em um pagode, si-
tuado a alguns kilmetros de Pekim, e bem co-
nhecido dos europeos que all vo a passeio, um
sinocolossal cujas dimenses sao as seguintes :
o dimetro de 15 ps ; a altura, de 2 peso, no dizer dos bonzos, de 84 000 catties
ou libras chinezas, equivalendo a 50.000 kilo-
gramraas.
0 enorme gancho que serve para suspendiM-o
ornado de bellissimo drago, e o que o torna
principalmente muito notavel, que elle co-
berto, tanto no interior como no exterior, de ca-
racteres em relevo de urna nitidez admiravel,
que so a reproduegao de urna obra inteira de
hlhurgia buddgica.
Esse sino data do reinado Yong-Lob, um dos
imperadores da dymnastia dos Ming, morlo era
1425. Conta mais de dous scaulos e meio de
existencia, e pergunta-se como desde essa po-
ca os cliinezes poderam fundir seraelhante pega
de bronze que, pelo seu peso, oceupa o terceiro
lugar entre os maiores sinos do mundo.
O mundo pelo ouvido pela tacto
A voz humana reveladora da alma, tal o
titulo de curioso esludo publicado pelo Dr. Ja-
mes Cocke na revista Arena, de Bostou. O
Dr. Cocke flcou ceg em consequencia de um
accidente, e desde ento s conheceu o mundo
pelo ouvido e pelo tact. Entre esses dous mo-
dos de conhecimento preferc elle o primeiro.
Muilas vezes elle se engauou sobre o carcter
das pessoas, apalpando o seu rosto raramente
ouvindo-s fallar. Demais ella d pequea im-
portancia ao que se lhe diz; o som oa voz o
seu nico guia.
JEsameaena Nank'm-Os candidatos ao
grande lettrado acabara de prestar exame em
Nankim. Eram 18.000 e 153 foram approvados.
As materias de exame ofTereciara o mais singu-
lar interesse. Qucrem um exemplo ?Confucio
disse: Como Chun e Yus eram magestosos,
quando governavam o imperio como se fosse
urna bogatelial* Outra Confucio disse:
Como Yao era grande Como o seu andar era
imponente i S o co sublime, e s Yao se
pode comparar com o co I
Projecto naonetro Parece que a arte ou
o gosto moderno propende para o monstruoso
como o dos amigos egypicios e o dos hindous.
Entre es pedidos para exposigao no grande
certamen de S. Francisco, acha-se o do Sr. Ed-
ward Green relativa erecgo de urna estatua
colossal da Ju3tiga, tendo na dextra a balanga
tradiccional. A estatua ter 45,m70 de altura e
o comprimento dos bracos da balanga ser de
91 metros. O que mais curioso que cada
concha da balanga poder conter 50 pessoas que
por meio de engenhoso machinismo subiro
cerca de S8 rpelros do chao.
Sociedade Iliteraria Tkomaz Cieu-
ga-Reunem-se hoje em sesso ordinaria 03
merabro3 desta sociedade para tratarem de as-
sumptos referentes a mesma.
lueto pedidaNos escrevem algn? alum-
nos do Curso Annexo para que transmitamos ao
Sr. gerente da Companhia Ferro Carril de Per-
nambuco o pedido de fazercora que seja transfe-
rido o ponto de 100 res da linha de Santo Ama-
ro, da ra do Hospicio para defronte do edificio
em que funeciona o mesmo curso.
Acharaos no caso de ser attendido esse pedido.
copel la dos A Olilo -Acha-se em ex-
posigao amanli, & veneraco dos fiis, das 6 s
9 horas da noite, a imagem do Senbor dos Passos.
drnalo acleaitiflca e JLItterarlo To-
bas BarretaBeune-se boje s 6 1/2 horas
da tarde esse gremio, em sesso ordinaria, em
sua sede ra dos Pires n. 1 r.
Navio de guerraAcha-se fondeado no
porto do Recife o crusador americano Ben-
nigton, ante-hontem chegado de S.Vicente.
E' commandado pelo Sr. G. Tbomay, i blin-
dado, tem 1.700 toneladas e 203 pessoas de equi-
pagem.
Ao enfrentar a trra, saudou-a com urna salva,
que foi correspondida pela fortaleza do Brum.
Foi visitado pelo Sr. Inspector do Arsenal de
Manaba.
peldade L'nlo Conaoaerclai- Essa
sociedade dar no dia 24 do corrente, sabbado
de alleluia, s 8 horas da noite um grande sarojj
carnavalesco.
Somos penhorados a gentilesa que oaou para
comnosco mandaodo-aos urna carta de convite.
Nao encontrando ,de prompto aquelle Dr, o
Sr. Sansone dirigio-se ao Sr. Macedo, pedindo-
lhe as explicagoes de que careca.
Este senhor respondendo gro35eiramente,
entendeu dever atirar insultos a um dos compa-
nheiros do Sr. Sansone, dizendo que elle vivia
constantemente a visitar a sua fabrica para se-
duzir os seus empregados a deixal-a.
Depois, dirigindo-se ao Sr. Sesjala que se
conservava sempre fra do estabelecimento, era
alguma distancia, de forma brutal aggredio-o.
Ahi tiveram 03 Srs. Sansone e Menezes de
intervir para acalmar o Sr. Macedo, que ha me-
zes esl contrariado com o Sr. Segala, seu an-
tigo fabricante, que despedio-se de seu estabe-
lecimento e trata de montar um outro em com-
petencia ao Sr. Macedo.
Baldados foram os esforgos do Sr. Sansone
e seu amigo ; o Sr. Macedo pareca j prevenido
para aquella acea e continuou-a, fazendo vir
fora cerca de 20 operarios, armados de cceles,
trancas e cannos de ferro, etc.
Na luta sabio o Sr. Sansone com urna con-
luso no roslo, ;nada mais tendo succedido de-
vido a energa dos aggredidos c do cavalheris-
rao do Sr. Sansone que nao quiz tirar desforra
do Sr. Macedo, vendo-o protegido por sua Exma.
Senhora, que lacrimosa procurava acalmar o ge-
nio exaltado de seu marido.
O Dr. questor policial tomou conhecimento
do facto e providenciou como devia.
Temos a accrescentar que o Sr. Giovanni
Sansone perante o Dr. questor policial declarou
hoje desistir da acgo que pretenda iniciar con-
tra o Sr. Jos de Macedo visto como acha-se
desaggravado da olTensa hontem recebida do
mesm Sr. Jos de Macedo, preso em seguida
ao desacato embora posto em liberdade pouco
depois pelo Dr. questor .
earroa Escreveram nos desta cidade
em 2 do corrente :
Victima de antigos nadccitncot03 que ues-
tes ltimos das se aggravaram, suecumbio no
dia 22 de Fevereiro ultimo, nesta cidade, o
maor Francisco Apollonio Bezcrra c Silva, na
idade de 60 annos.
Todos os recursos scientilicos empregados
para salvar o fallecido foram inuteis.
O finado era negociante matriculado no
Tribunal do Com Hercio do Reci e desde o anno
de 1867.
Exerceu cargos de eleigo popular, e de
nomeago do governo, taes como vereador da
Cmara Municipal do Bonito, e aqui delegado
de Polica, col lector, agecte do correio, delega-
do Iliterario, sendo dellcs exonerado pedido
e recebendo, quando os deixava louvores das
autoridades superiores cora qu"m servia.
Tendo estado no commercio vinte e tan-
tos annos, depois de muito acreditado e ler au-
ferido alguma cousa, rctirou-se ha mais de 10
amos para a sua propriedade Bclem na Serra
Negra, e cultivando-a deixou um dos melhorcs
sitios deste municipio.
Cavalheiro ala.'el, amigo sincero, esposo
modelo, pai de familia na extenso da palavra
carcter de tempera, era o finado apreciado por
todos aquelles que tinham a rentara de conde
cel-o, e a prova disto viu-se pelo grande acom-
panhamento que houve no seu enterro e a tris-
teza que em todos se notava. Ao cncerrar-se o
seu cadver no tmulo, fallou o capito Manoel
Joaqun Xavier Ribeiro.
Ainda no 7.a dia do seu passamento t or
occasio de visilar-se o seu jazigo, uzarara da
palavra o tenente Jos Marinho de Hollanda Fal-
cao e capito Xavier Ribeiro, que n'uma bonita
e bem elaborada necrologa aescreveu as vir-
tudes que ornav&o o linado.
O fallccimento do major Apollonio nao
penalizou smente sua familia e amigos, e sim
todo o municipio de Bezerros que muito lhe
devia.
Resta-nos pedir a Deus que o tenha em sua
eterna Gloria, desde que o linado sempre tra-
balhou para obtel-o, e julgamos que o conquis-
tou
Efiecluou-se hontem a eleigo, compare-
cendo s uatro secges 202 eleitore3.
O resultado foi este :
PABA PRESIDENTE DA BBPUBLICA
Dr Prudente de Moraes 120 votos
82 cdulas em branco
PABA VICK-PRESIDE.NTE
Dr. Manoel Victorino
92 cdulas em branco
PARA SKN.VDUB
Dr. Joaquira Correa de Araujo
Dr. Jos Maria' C. de A.' Lacerda
Dr Jos Vicente M. de Vascon-
cellos
PARA DEPUTADOS
Dr. Rosa e Silva 94 volos
Dr. Juvencio de Aguiar 94
Dr. Phaelante da Cmara 93
Dr. Marciooillo Lins 68
Dr. Arminio Coriolano 35
110 votos
89 votos
81
32 .
religio s3o urna e a mesma diz elle, e a astro-
noma a chave que sol ve os mysterios. A
idea nao nova. Pertenceu igreja ha- uns
quatrocentos annos, ma3 os primeiros reforma-
dores a abandonaram, pois que nada descobri-
ram nella.
Mais ama dos americanos do "Nor-
te :... l";n legislador do Ohio submetteu re-
cente > ente a seus collegas um projecto de lei,
em virtude da qual os condemnados morte
seriam no futuro utilisados para as experien-
cias de vivisecgo em ara lim humanitario e
scientifice.
Cumpre observar que no Ohio domina ainda
a rudimentar e obsoleta forca, e que sao ainda
all pouco apreciadas as vantagens da electro
execuco. Mas a corda j passou de moda;
vivo os instrumentos cirurgicos. No futuro,
os condemnados morte sero devidamente
insensibilisados, de modo que se Ihes possa ti-
rar sem dor a caixa craneana e urna parte do
peito e q e seja possivel cstudar a acgo do
cerebro, do coragoe de todo c qualquer outro
i rgo iuterno.
Os cidados o mdicos do Ohio nao tem es-
crpulos. E' verdade que o seu systema pode
ter suas vantagens; entre outras a de permit-
tir aos sabios verificar se os condemnados nao
estavam loucos no momento do crime,caso
que poderiara suspender a eperago e resusci-
tar o paciente para mandal-o para o hospicio.
Missde ii cstraagei.-Cui jornal
americano perguuta se ten feito progresso o
trabalho de raisses no eslrangeiro. E diz que
a re^posta deve ser dada pelos lados.
E nesse sentido diz que ura facto pelo rae-
n s, mostra que na India o numero dos inflis
cresce continuamente. Ha all 2 036.590 Coria-
tes indigenaj em urna populago de.........
287.00) OUO ; os Ma' ometanos sao era numero
de 57 0)0 000; os Rindas, de 200.OOJ.000.
A Equtatsa-Esta sociedade de seguros
mutuos de vida tem mais rendinieato, maior
lucro, maior numero de seguros vigentes e
maior numero de novos seguros annualmente
do que qualquer outra companhia de segaros
do inundo.
Teleicrammas retidos -Acham-se no
Telegrapho Nacional os seguintes despachos :
Do Maranho para Moreira Lima & C, da Pa
rah.yba para Firraino Galiano, de S. Miguel para
Joo Concia, de Caniaragibe para Silveira, tres
avisos para cadete Diogo alendes, Miguel de
Senna Santos e capito lente Lessa de Vas-
concellos.
lnapertopia do 2J dtstrleio marltl-
mo-Rccife, 6 de Margo de 1894.
Bolclim meteorolgico
Bar-a Term cent-
grado
6 m. 2-V3
9 27.''3
12 27/6
3 t. 23,'
6 27/4
Temperatura mnima 2o,< 0
Temperatura mxima 29,75
Evaporago em 24 horas ao sol 7.m9
Chuva 2.m0.
irecgo do vento ESE de racia noite at 4 h.
43 ni. damanh; SW atSh. 59 m. ; S e SSW
alternados al 6 h 32 m. : SE at 8 h. 14 m. ;
ESE at 10 h. lora. S.Eat 1 h. 46 ni. da tarde ;
SSE e Sjalternados at 3 h 39 m. ; SE cora in-
terrupges de RSE at 6 h. 22 ni.; SSE cora iu-
terrupges de S at 8h. 30 m., SE e ESE alter-
nados at raeia noite.
Velocidade media do vento 4,m01 por se-
gundo.
Nebulosidade media 0,63
Bolelim do porto
Pra-mar ou Dias Horas Altura
bai xa-mar
P.H. 6 de targo 9-30 da m. 0-40
B. M. 6 de 2 -50 da L 2-30
ssageiros Sahidos para Fernando de
Noronha no vapor nacional Jacuhype :
i oronel Antonio G. de Souza Aguiar, sua se-
nhora e 1 criada, Major Rodolpho de Moraes
Coutinlio, sua senhora, 6 lilhos u 1 criada, Cas-
triciano Jos de Barros, Euclides Machado, Jos
F. T. Handeira, Juvencio de A. Lima, sua se-
nhora, Jos E da Silva e sua senhora, Manoel
E Paplista Nascij.enlo e sua senhora, Jos P.
da Silva, sua senhora, sua rai el Bina, Firmino
D da Silva Mello e sua senhora, Joaquira A. de
Araujo esua senhora, Honorio Jos das Noves e
sua senhora, Jos G. Araujo e sua senhora, Tra-
me ILOliveira, Antonio Severino Oliveira, JosD.
Siqueira, Luiz A Siraes, Antonio R. da Silva,
Antonio S. do Nascimennto, Joaquim dos Aojos,
Francisco A de Souza, Bellarmino B. de Britto,
Manoel F. M dos Santos, 11 Ipragas de polica,
23 senteuciados, Flavio A. Vianna, 1 sobrinho, 1
lilho e 1 criada, Alexandrina F. Lima,Tenente
Domingos de Mello Castro, Antonio Maria da
Rosa e 2 lilhos.
Casa de Deteaco-Movinento dos pre-
sos da Casa de Detengo do Recife, Estado de
Pernambuco, em C de Margo de 189i.
Barmetro Tensao do Hnmi-
(aOV vapor dade
7oo-.83 21,26 83
738-,0'i 81,50 78
738-,94 22.00 SO
758-86 22.21 rs
750",38 21,50 78
Tribunal uo Jury do It-clfe Func-
cionou hontem este Tribunal seb a presidencia
do Dr. Francisco Altino Correia de Araujo, juiz
de direito do 5o districto criminal, oceupando a
tribuna da aecusago o Dr. Alfonso Gongalves
Ferreira Costa, 2o promotor publico.
Responderam a chamada 28 jurados!
Foi submettido ajulgamentoo reo Joo Perei-
ra da Silva, p'aga do 2 batalho de infantaria,
pronunciado como incurso as penas dos arts.
294 2o, 304 nico e 303 do Cdigo Penal ; e
aecusado de haver assassinaio a Lourengo Gual-
berto Pereira furido gravemente a Ludgero Es-
teves de Carvalho e levemente a Francisco Can-
dido Carneiro Monteiro, na madrugada de 13
de Novembro de 1892, por occasio de um con
flicto provocado pelo reo e outro individuo em
um divertiraento popular que se realisava na
Campia da Casa Forte.
O jury de sentenga compoz-sc dos jurados :
Francisco Pereira Vianna.
Jos Candido Fouseca de Medeiros.
Antonio Adolpho Bcges Leal.
Francelino Isidoro Leal.
Antonio Soares de Andrade Brederodes.
Tranquilino da Cruz Ribeiro.
Dr. Pergentino Saraiva Araujo Galvo.
Francisco Jeronymo Albuquerque Maranho.
Manoel Jos Barboza da Silva.
Produzio a defeza o Dr. Vicente Ferrer de Bar-
ros Wanderley Araujo.
Em face da decisodo jury, oDr. juiz de di-
reito proferio a seguinte sentenga :
De accordo con as decises do jury que
julga o reo Joao Pereira da Silva incurso no rae
dio dos arts. 3 3. 304 e 294 g 2- do Cdigo Pe-
nal, e combinando os arts. 66 3- e 409 infrae
do mesmo Cdigo, condemno o reo pena do
grao mximo do art. 294 2-, isto a 28annos
de priso simples e ao pagimento das cusas,
Sala do jury do Recife, 7 de Margo de 1894. -
Francisco Altino Correia de Araujo.
O reo proteslou por novo julgamento.
Foi levantada a sesso s 4 horas da tarde
Deve ser julgado hoje o reo Antonio Marinho
Falco.
A princesa de GallesO Truth, jornal
inglez, espalhou o boato que a Princeza de Gal-
les nao irequentaria mais a sociedade. Noti-
cias ulteriores affirraara que a mulher do her-
deiro do throno da Inglaterra, filho do rei de
Dinamarca e irmo da imperatriz da Russia,
perdeu a razo. As perturbaces mentacs da
Princeza de Galles, que nasceu em 1844 e ca-
sou-se em 1863, sao devidas, ao que parece;
vida irre quieta do marido.
A princeza tem accessos de choro, princi-
palmente quando est s
Can fe r te a c La t sob a BibliaUra as-
trnomo australiano, o Sr. George Sawkins, ten
andado a fazer conferencias em Nova-York, so-
bre a natureza my.- tica e allegorica da Biblia.
Elle raantm que
desse genero nesse Lvrio deve ser explicada
por phenomenos astronmicos. A sciencia e a
Existiam
Entraram
Sahiram
Exislera
A saber :
Nacionaes
Mulheres
Estrangeiros
Mulheres
Total
Arrasoados
Bons
Doentes
Loucos
Loucas
435
6
3
438
419
15
li
0
458
418
397
14

3
413
Total
Movimento da enfermara :
Tiveram baixa :
Jos Theodozo do Nascimento.
Francisco Ferreira Cavalcante.
Tiburcio Ferreira da Silva.
Antonio Calixto da Silva.
Hospital Pedro II.O movimento desse
estabelecimento cargo da Santa Casa de Mi-
sericordia do Recife, no dia 6 de Margo foi o
seguinte :
Existiam..... 690
Entraram. .... 22
Sahiram .
Falleceram
Existem
10
5
697
712
"12
Foram visitadas as enfermaras pelos seguin-
tes mdicos .
Dr. Barros Sobrinho, en -ou s 6 1/2 da ma-
nila e sahio s7 1/2.
Dr. Malaquias, entroua 9 3/4 da manbe sa-
hio s 10 1/4.
Or. Berardo, entrou as 11 da manh e sa-
bio s 11 3i4.
Dr. Arnobio Marques, entrou s 8 Ij2 dama-
nh e sahio s to 1/4.
Dr. Lopes Pessoa, entrou s 10 da man
e sahio s 11 l|i.
Dr. Vieira da Cunha, entrou s 9 3,4 da ma-
nh e sabio s 111/2.
Dr. Bastos de Oliveira, entrou s 10 IiJ da
manh e sabio s fl 1)4.
Dr. Tavares de Mello, entrou s il da ma-
nh e sahio s 12.
Dr. Nunes Coimbra, entrou s 10 da ma-
nh e sahio s 10 1/2.
Ajudante do pharmaceutico, entrou s 7 da
maulla e sabio s 5 1/4 da tarde
Censen rabilesObituario do dia 6
de Margo :
Padre Manoel Candido das Chagas Gondm
Pernambuco, 44 annos. Boa-Vista.
Maria Carlota d'Azevedo Ramos, Pernambuco,
20 mezes, Boa-Vista.
Maria da Conceigo, Pernambuco, 60 annos,
solteira, Santo Antonio.
Flix Jos de Sant'Anna, Pernambuco, 50 ja-
nos, casado. Graga.
Maria Izidora da Conceigo, Pernambu:o, 48
annos, casada, Santo Antonio.
Josepba Correa de Britto, Para yba 31 annos
solteira, Graga. '
Ignez Francisca Teixeira, Pernambuco, 4 me-
zes, S Jos.
Elisa, Pernambuco, 9 mezes, Recife.
Joo Joaquim Simes, Pernambuco, 64 annos,
viuva, Boa-Vista.
Bernardino Marques de Senna, Portugal 43
annos, solteiro, Boa-Vista.
Maria Thereza, Peroambuco, 2 annos, soltei-
ra, Boa-Vista.
Virginia Maria da Conceigo, Pernambuco, IS
tudo quanto se encontr annos, solteira, Boa-Vista.
Maria Marcelina, Pernambuco, 23 ancos, sol?'
teira, Poa-Vista.
* -






<

..


v
l

:-
i

I
I
MIMMMtfiMMBBMI
I -** 1Mb
MRT\
-! li M
j)mKi|
v.


gjpjj I
-
I
>,
1
*
<#
*
Diario de Pernainbneo ^niniarfelra 8 de Margo de MftlM
CC^=3
GUERLA1Ne
**-
USO, Ra d la
, S
***
RTICOS A' MODA ESPECIALMENTE RECOHMENDADOS
-------------------vOG--------------------
Agua do Colonia Imperial branca, Alambreada, Aimlscarada, pra lcnfo. Sapooet Sbio de
Crera. saponcea para a barba. Crome de Morangos e Crome de Pepinos, para dar .'retcura e avelud
cutis. SUlnoida isuOtad. o flindo i ara .lar lustro sob cabellos e barba.- Agua Athonienso e Ajm-i Lustras n_
os cuu.ado d<- cabica. Agua do Chypre Agua de Cedrato ira o toucador. Alccol de Cochleari* 3
AgriSoi'.n-.i McaMadocda baca. Perfumes para o caco : Heliotropio tranco, Imperial Ruaeo FrimiTsni
HespanLa. Pio-Rosa .Perfumo dajrur.ca, Jieky, RenascimentQ Brasilelro. -P6de Cypris ran>^rd_
tcnu, -Ag.iade Colon. impar,; lisst.An "^emonienne.gxceUeno.HV^j|||^^
Ao r.
Au|u>>
tmut'idsuor uviogo
ia doi B(t
Alguns amigos mar.yres de S. Exc.e tt-ndo
Ts'.c mai* de un-a vez dos orases a declarado
de haver despd dc o seu caxtiro .'ofquim J .-
Potan, e partceorJo lhe3 cm nyterie, p8daa V.
S. para aguardar se a re^ro-ta com lelris
gripudas d apapagaio coi.ir.f. itos e provar se e
jcl'o das cartas...
_______________03 smigoa rjarlyres.
Pede-te a au oridade campehnte que fassa
ceaaar os meninos roda em e baterem com arco
de ferro uas calcadas da ra de S. Jrge fasendo
buraca no rrsseio e atordindo os oavidoa dos
moradores, ia'.o a qsalqoer no-a uo dia e mesme
a nouie- _________________________________
Compra se um tanque para deposito d'agua
que es'eja era bom estado ; dj Capcnga defronte
da matriz o. 9.
Compra s un; terreoo as imediacoes da
linha de L'moairo, que Fque pnxirao a estrada
de ]ja d- Birro, ten-lo o mesan prooorcCee
par- ua cer alo dem deixar cari U bada oeste esc iptorio com
as iniHes M. R. S.
Precisa-ee e um fcitor ; a tratar ua raa
Marqu z de 0 inda n. 35
Precisa se de um copeiro ; a tratar na,
Mrquez de Olioda o. 35.
Precsa-se de um teitot e de um ccpe.ro
em Olala, p-aga da Aboligao n. 1.
P/ecisase de u criado ; n ra de Saata
Isabel d. 3_________________________________
Para cazmheira
No sitie n. 5 da Estrada de Fer-
nando Yicira se precisa de urna mu
Iher cozinheira.
Cal Virgem de
Jaguaribe
Em barricas para o fabrico
de assucar rende a Compa-
nhia Exploradora de Pro-
ductos Calcreos.
Precio 8S000 por
barrica
Cao? do Apollo ti. 73
Attencao
J t1 escobamos a mora-
dia do Sr. Jos Gon^alves
de Oliveia Jnior, vulgo
Jos E.^treHa morador na
cidade de Olinda ra do
Soi o>..., nao vamos la bas-
car os chapeos que levou por
nao saber se servirn), ou
nos venha dar a resposta
prac,a da Independencia
n. 38.
P
ara cos-
nha^
Precisa-se de ama ama qne saiba co-
sinhar, no 3." anda- do predio n. 42 da
ra Duque de Caxias, por cima da ty-
pographia do Diario.
Precisa-se de urna na ra do Raogel n. 19, de-
poaiio da fabti'a Lafayette.
Cesinheiro
Precisa-se de um bom cosiobeiro ; 1 ra
P.ysandH n, 19
Copeira
Precisa ee de ama copeira ; tratar na Ca-
pcnga, ra Joaquim Satiuco n. 61.
Criado
Lrec;a-se de om ciado ; a ra do Paysandfl
J. 19______________________________________
CaixeirO
Precisa ee de om csixeiro de II 16 innos,
cem prsllcs de taversa e abono de sua conduc-
ta Da roa da Cruz 0.53, Recife.
Ao commercio e ao publico
Mancel Martina Msr.nbeiro Jnior, pelo pre-
sente declara que por conveniencias particula-
res, pairara d'ora em diante a asaignar-ee Ma-
noel Mrlios Gomes.
Recife. 4 de Marco de 1894.________________
N. 90:840, casa Marques
Sobrio ho
Ao carte!ro do cerreio, Gustavo Lacio Mergo-
Ibaea, pede-se para vir ra larea do Rotarlo
n. 10. a neeocio que Ibe \i reD Gi artft emeateira de
cafeseiros
Na azeoda Serra Grande do mnniciplo da
Victoria. Estado de Pernambuco, iem pa*a ven-
der do dia 1* de Maio em diante, cerca de ..ou
milbC=s de pea de cafeaeiro-, cujos precos, tas
manius. qoaltdades e mais explicacOes.veja'Se o
Jonal do Recife._______________________
Galoes e Guarni^f-s
Com vidrilho e sem vidrilho acaba de
receber liado sortimento o
GONGfiKSSO DAS DAMAS
IPILLAS DIGESTIVAS DE FANGREATINAi
de DEFRESNE
Pharmaceutico de ia Classe, Fornecedor dos llospitaes de Paris
A Pancreatina empregada nos hospitaes de Paris, o mais poderoso
l digestivo, que se conheca, visto como tem a propriedade de digerir e
tornar assimilaveis nao smente a carne e os corpos gordurosos, mas
tambem o pao, o amido e as fculas.
Qualquer que seja a causa da intolerancia dos alimentos, alteraco, ou
I ausencia de sueco gstrico, inflammacao, ou ulcerares do estomago, ou
ido intestino, 3 a 5 pilulas de Pancreatina de Defresne depois da co-
lon Ja, sempre alcancam os melhores resultados e sao por isso prescriptas
I pelos mdicos contra as seguintes affeccOes :
I Falta de appetite.
'Ms digesto es.
Vmitos.
Flatulencia estomacal.
Gastralgias.
Ulceraces cancerosas.
Enfermidades do gado.
Emmagrecimento.
Anemia.
Diarrhea.
Dysenteria.
Gastrites.
I Somnolencia depois : comer, -vmitos :.;acompanham a gravidez
| PANCREATINA DErnESNc cm frasquinhos com a dose de 3 a 4 colhe-
radazinhas depois da comida.
|Em casi de DEFRESNE, autor da Peptona, PARS, e em tedas as Fhaimdas
(lipa
r?-?<&2^\*!^fZH5EfiBte
AVISOGONHBGBDORBS DiMAS GAZA
Para azer Boa Cosinha
preciso JBoa Tdanteiffa
Exija-se em cada lata
a Marca de fabrica abane
USAI, POIS, A
DE
Frres
em. VALOGNES (Franga)
A MAIS IMPORTANTE CAZA DO MUNDO
Manteiga garantida absolutamente isenta de Acido Brico, Margarina,
zeite e qualquer corpo gordo.
GRANDE PREMIO ExposiQao Univeral de Parir. 18S9.
ti TM~ T Ti'~ T T.TT.T"T ? TV ? T V '
AAAAAAAAAA'A. A^A A A A A A A-
s-:v.v:\
VERDADEIRAS PILULAS do DR BLAUD
Empregam-se com ptimo xito ba mala de ao annoi pela, milor parta dos Facultati-
vos Francezes e Estrangelros para a cura da A MMMtt CULOBOSE fe#re painaat) e a
formafo aa menina*.
A inserco no novo Coiex Francez, cutroslm o facoda baver a Tanta d'Hytiene do Brasil
veicado a elcacla d'estas Pilolaa. autorisando-lb.es a venda, escusa qualquer encomio,
ti KBiniorii Tea nlgtr (w t ato* de taventor ertAi auai* *a ala filil nm itm.
DESCONFIEM-S3 DAS IMITA?6e8
OTA. Ai VirCttltlru Pllvlai do D' Blaud oto te nudtm nlo tm /rJ0N 1IX tratos
Os ZOO 1100 PHuia. (su auna ao- mlul.
PAHJS, 8, BA PJlYXMW- DSP0STO8 SU TODAS AS FiUSCIPAES PHAUUCIAS
nconuo.
N^04M#9|
CASA PINET, MARCASSIN, FUNDADA EM 1852, PARIZ
EXPLOTAQAO GERAL do CAUTCHUC
POR MEIO DE NOVOS PROCESSOS APERFEigOADOS
Especialidade em Instrumentos de Medicina e Chirurgia
Tubos bicos de mamadeiras colchoes saceos para gaz
fundas almofadas injectadores orinoes pessarios, etc.
ESPECIALIDADE em BEXIGAS dc BORRACHA
PARA FUMADORES
Enviao-se os Catlogos franco.
FOURNIER & PUJALET, SUCC"
34. ra Turbigo, PARIZ
Fabrica : Aux Lilas, perto de Pariz.
:
?
GOTTA
RHEUMATISMOS
Especiflco provado da GOTTA e dos RHEUMATISMOS, acalma as dOres as
mais fortes. Acco prompta e certa em todos os periodos do accesso.
!~
t
?
r. COMAR Filho. 1S. Ru Ssirrt-Clsuas. PAKI3.
VENDA POR MIUOO. EM TODAS AS PHARMACIA3
E DROGA
ARIA* 2
sA4BA_Al
SAUDE PARA TODOS.
PILULAS HOLLOWAY
As Pilulas puricao o Sangue, corrigem todas as desordsms do
-Estomago e dos Intestinos. --?
Fortalecem a saude das constituepes delicadas, e sao d'um valor incrivel para todas as enfermidades peculi
ao sexo Ir minino em ledas as edades. Para os meninos assini como tambem para as pessoas de idade ayancada
a sua eF.cacia e incontestaveL
Essas medicinas sao preparadas smente no Estabelecimenjo do Professor Hollowav,
78, NEW OXFOED STREET (antes 533, (htbrV Street), LONDEES,
E veodemse cm todas as pharmacias do universo.
t& O compradores ao convidados respetosamente a examinar os rtulos de cada caxa e Pote se nio teem a direcoao, ~V
533, Oxford Street, sao falsicacoes.
??????????????
FALTA DE
V
Ltqnes de Gaze e Peioas
Ultimas covidades de Paris recebe
Congresso das Damu
Cosinheira
P.'reisa-se de ama boa eoaintielar; ao Cami-
Dio.Noto. n.HO.
Casa
Vende-se a caea n. 193 da roa de Oen'a e
Nove antiga Imperial a tratar na ra Di'fita 2e
Afogados n. 9ti.
Anemia, Chloromit, Vebilitlade
ljctenuaeiTo
CURA BAPIDA S CERTA PELO
PEPTONTO de FERRO ROBIR
NICO FERRUGINOSO
Reconhecido astimilavel e preferan
pelos melhores mdicos do mundo.
DesconJjar-8e das falstfcjcoes e ImiLaoSel
POR ATACADOl
13, Roe Qrcuier-S'-Laxsrc, *n PUS
Otpoittot cm iodn t: principan PhtrmsolM.
?????????**???#????
Loja do Qoelho
S<5Ba da l^peratriz56
Receben o que ba de au-lfeor em
S*daa pretal.
Sedas oa c6\
Crpoos-novidade.
filil rt"
Gu3rni(;6>6 preUs.
ftcaru'^on de <6\
Galfs p.-f-log.
Ga* e de cir.
Fitts de vellido.
B monos ODtros rti^os eepeciae.^ Se eodn
a e-albidas a capricho Mi 6cf&"de cci
cia,
ATKINSON'S
WHITE ROSE
De aroma tAo delicado como a propria
ro*a. O scu perfume encant4vior 6 sompa
fxcbco e suave o nunca cauca.
ATKINSON'S
AGUA de COLONIA
superior Aa oatras marca* pela fineza do
M aroma, orya- e qualidadee extrema-
mente refreacantee.
A maroa Atxinsor c mcLbor.
Veadejn-e am tola- a parte.
y. a. a. Antnrsosr,
24, Od BoDd Street, Londrcj.
.AVISO! a>,rit:mM aomente com o rotulo-
escudo azul e amarillo e a marca de
fabrica ama "Rota branca" com
o completo eadert^o.
tTIATI BffERRI
CHABL.E
Q,y cantiTWflt Sflflarrtm
Pardas ammnaat
Ciuilbertue Pereira de aievedo
Uarqoioa Camioba de Azeveoo auaent--), Ma-
'ia Angelina de Azevedo 4T naco, fllbos, eenros
e ora do finado.Goilberme Pe-eira de Avevedo,
coovidam os parentrs e amgc.s para asaisirem
..- migfa3 que mandan: retsr pela sua alma, na
matriz da Boa Vista, na qainta feira 8 do cor-
-ente, .* 8 horte da manba.
Jc Unrla Cardoso
t Varia de N. de Albnquerqne Cardse, Fa-
bricio de Aiboqoerque Cardos, sua mnlber
e tb.j Amelia Lusia Alboqoerqne Cardo-
so,Jos Duarie de Albuqnerqoe Maisnha)
eca molber e ti:bo, Lndovico G)aie8 da Silva,
-ia rxnlbcr e rilbos, J -ven:mo Gimes de Albu-
Quer:ae Moraes, sua mulbjr e Hlbos, An'ooio
Germano Regoeira Pimo de Scuza e sna molber
e Benj min Fraikiin Pedrosa, coovidam a todos
os 9f ui parertes e amigos e aos de gen praatea-
do e s-mpre lembrado esposo, pti, sofero a> e
lio Jo Mara Lardoso, para asis irem s missas
qne por alma do mesmo tinado mandam celebrar
oca matrizes da Bca-V; ta, S. Lourenco da Matia
e N izaretb, pelas S bora3 da maob, do dia 10
rtocorrente mez, tnoiversari de seo trlsiao
fallecimpntoe pjr mais este c aiidoo obsequio,
se confessam ascaz agralecidos.
tifrlcit Augusto do Siego
Jofepba Gnlbermioa de Hesqatta Leu--, JoSo
J. da Costa Lti e e eeus QIoop, cordialmente
agradecem a todos aque'l- s qoe tiz'ram c cari
deso obsequio de a. o jpar tur a a ultima mo-
rada o cadver de sen preza o falto, entiado e
irmSo. Frederico Augusto do Rjbo, e de novo
os convidam paraaseisiirem as mssa3 que se
rao celebradas por soa alma, m 'greja da Santa
C'uz; pelas 8 Moros da manba do dia 9 do cr-
reme, 7- do sen fallecimeoto, pelo qne anteci-
pam os sena agrlecimentos por mais esse acto
de religao c caridade.
t Antonio F. Teixeirf, Horiencia de Helio
Campos T-ixeira, Flava e Mello Campes,
e Pedro Ecdozio, feridos de dor pelo
prematuro passamento |de sna presada
e nunca esqaecida segra, mai e av, Mara B.
de Mello Campoa, egradeccm a toJas as pes-
8033 que se dlKnaram a companbar ul
tima morada os restos mortaes da mesma finada,
e de novo as convidem para assistirem as missas
que sero refadss por sna alma na matriz de Boa
Vi-ia sabbadc 10 do correte as 8 oras da ma-
nba 7- da de seu falleclmento,antecipando oes-
Ce j os seo8 sinceros agradecimectos por mais
este acto de religio e caridade proprio das al-
mas bem formadas < piedosap.
f
Izabel Maria de Squelra Avila
i* anniversano
Jos Ignacio Avila, seos Albos e genros cen-
vilam aos seus parentes e amigo* para issiati-
rem aa missas qoe mandam rezar i-a igreja do
Espirito Saoto peas 8 tioras da manba do dia 8
do correte, aoniversario do fallecimento de
soa esposa, ma: e sogra, D. Izabel Maria de Si-
queira Avna; tlcando desda j agradecidos a
todas as pessoas qoe a?:ireai a este acto de
religio e cari.la Je.
Antonio de BSedeiros Vafra
I)- Francisco S. Braga Torres, soa esposa e
filaos mandam rezar missa ua matriz de Santo
Amonio i 8 boraa da manba de qointa-feira 8
do corrate, pelo descanso eterno de sen cnoba-
do e tio Antonio de Mednroa Mafra e coovidam
seos parentes e amigos para este acto de reli-
gio o caridade.
Hnnoel Damiiigies da Silva
A mesa regadora da irmaodade doSeobor Bom
Jetus dos All eos manda rezar orna missa de
trigsimo da, na igreja de S. Jos de Riba mar,
pelas 7 horas d- maoh de sezta-feira 9 do cor
rente, em atlencS) aos servigos prestados pelo
seo irmao ex-tbesoureiro Mano>l Oomiogoes da
Silva, para o que convida a Ezma. famil a, p-
renles e amigos do finado, bem eotao ios nossos
irmaos, erm o Um de assistirmos a esta ceremo-
nia.
CoosistoMo da irmanlaCe do S^nbor Bom Je
sos dos Afll.ctos, 7 ce Mirco de 189V
O e8cnv8o
_________________Primitivo dris Sa"los.
Padre llaaoel c. da Ca gas
fiondlm
A confraria de S. Vicente de Paolo, na cidade
do Espi ilo Santo de Pao d'Albo, manda cele
Orar missas em sufragio d'aima do padre Ma
coet Caidido d >s Cbagas Gondim, na respectiva
mttriz, as 7 boras da manhS ao da 12 do cor-
rete, 7* da do seo fallecimento. Convida aos
patentes e a7 ig. s do nado para esse acto de
Migiao e cirliade.
O. Hita de .ansia Ollveira de
Medelroa
+ Um collega e amigo dc Sr. teneole-co-
ronel D.% Jos Leoccio de Medeiroa, man-
da reiar misvas por alma de sua indito.- a
esposa D. Rita e Casia Oliveira de Me-
tetros, fallecida no visinbo Estado da Babia, as
quaes serSo dites na Igreja da ConceiQSo o3
Militares, s 8 horas da manba de sabbado 10
1o correte.
Casa venda
ende-ee a meia agua de ijolo, ediScada em
te'rcno proprio, sita i rna da Codeada n.SB.
em S. Jat Piano
Vende-se um piano do fabricanle Boimlot, em
perfeito estado : tratar ns ra do Hospicio no
mero i).
AVISO
Olegario Neiva contini a eocarregarse de
compra, venda, bypotheca e liqnidacao oe impos-
tes ae preJios, a bem assim de venda de apoli-
ees e descorit io de lenas.
Pode ser proenrado a ra Marcilio dias n. 131
i andar das 6 s 9 horas da macha, e das 5 s
7hora8da larde._______________________.
Pharmacia
O abaixo asaignado vende isoa botica, na ci-
dade de Nizareib, livre a desembarcada de
qualquer onns. A tratar ua pbarmacla Oriental,
aa rna Estreita do Rosario n. 3
Antonio M Marqoea Ferreira.
Instrumentos e Msicas
Bello sortimento de no-
vidades!
Vende Eduardo Paiva
Bu do Bario da Victoria n. 15
Precisa-se de urna
que seja cuidadozi e
iimpa para andar com
urna criantja a tratar
raa do Paysandu n.
19 das 11 horas da
manlia as 4 da tarde.
Ama
Urna familia de tres pessoas que segu breve-
mente para S. Panlo, precisa ele nma ama c'e
meia idade para cosionar e se'vicoa leves da
casa : tra a se em Caxangi, caea de D. Rosa,
juoto a agua frrea.
Ama
Precisa se de nma mullier de meia idade qoe
Silba lidar com crlauca ; i tratar na rna Fer-
nandea Vieira n. 5.
Ama
Precisa-se ce urna ama para cosiohar pata
dnas pes?oas ; i tra ar na ra da Concordia nn
mero 176.
Ama de leite
'' Paga-ee S0000 a urna :.ma que d conta de
sen trabalho ; em Fernaodea Vieira n. 60.
Ama
Precisa se de orna ama qoe cosinbe bem, para
casa de pequea familia : na roa Duque de Ca-
xias o. 97.
Ama
Preciss.se de nma ama ; roa do Rangel nn
mero .'3 _________
Ama
P.-ecisa-3e de orna ama; na roa Bario da Vic-
toria o. 12.
Ama
Precisase de nma ama para ca de urna
pessoa ; tratar na praca de Maciel Piobelro n.
11, padiria.
Ama de leite
Precisa-se de urna ama de leite sem filho, pa-
ga-se bem ; ra Duque de Caxias o. 91.
Ama
Precisa se de urna de idade para casa de ho-
rrem sclieiro, dando a'testado de sua cordada :
tratar ra da Matriz o. Si 1. andar.
Professor
Carlos Paea de Oliveira, ex-alnmno da Facul
dade de Direito, cffcrece-se para lecclonar pri-
rreiras letras em casas particulares : tratar na
ra da Conceicao c. 45, de 8 s 11 horas da
manba e das 2 s 4 da tarde.
Somero 468:660 principal
Ao cidadao Jos Ferreira da Silva
Lima, pede-se para vir cm Gomelleira,
a negocio que lhe diz respeito, a tratar
no Hotel Costa Montciro.
Ao commercio
Vicente Ferreira Barbosa de Lima declara ao
commercio'desta prag e a quem mais possa in-
eressar, que enmproa ao Sr. Ferreira Croz & C.
seu esiabetecimento de molbados fi roa de
Marcilio Di-s o. 91, livre e desembaracaoo de
qoalquer onns.
Recife, S de Marco de 1894.
___________Vicente Ferreira Barbosa de Lima
Ao commercio
Henrique de Silva Moreira declara qne por
moU'Gs commerciaes paasa a assignar se desia
data em dian e Henrique da Silva Moreira Oli-
veira. Recife, 5 de Margo de 1891
Doce de caj
Vende-se excellen-
te doce de caj secco,
feit J a capricho. Na
ladeira da Ribeira so-
brado n. 28, na cidade
de Olinda.
Nao se vende a re-
talho.
Bichas de Hamburgo
Vende se em grandes e pesaenas porcoes,
applica-6e veotetaa stecas e sarjadas .na rna
das LaralgeilM o. fi>
WHISKY
Royal Blend marca VIADO
Este escellente Whisky Escoces pre-
feriva. ao cognac oa sgaurddente cauns
para ortiScar o co: po.
Vende-se a retalbo nos maiorss arma-
sens de molhdoa.
Pede Rojal Blend marca Viseo,
onjo Dome e embiema sao registrados por
todo o Brf.r!l.
BR0WM8 4 Co
Fabrica de relo
Aguas e limonadas glsosas de
loi s as qualidades
Soda water, gieger, ale, limSc, laranjs
curacSo, abacaxis, granadina^ grosella
baacilha, borteIS pimenta, et?. eto
12-A-CAES DO CAPIBARJBE12 A
Pratico para
pharmacia
Precisa-se de am para
urna pharmacia de Palma*
res, a tratar na ra Mr-
quez de Ojinda n. 24
Companhia de Drogas.
FANTAZIAS
E' l:ndo o sortimento de tscidos se ct-
imposeivel de se descrever a grande n
relsde de tenidos de fantazia, sal. .',
ISs, naoaook, cambraias brancas e de ca
rea ; pede-se ao publico em geral a pricci*
palmeE.te as Esmts. familias de visitareisfJ
CoDgreseo das Damas
Carvalho & Almeia
BA DD CAJBGa' n. 8 e 10
Telepfflfte 196____
Gosinheira e criado
Precisa-se de urna cosinheira ; na rna da Pal-
ma D. i '.
Ao commercio
0 abai o assignado declara qne desde o dia
22 do corren'e deixon de ser seu erspreg-ado o
Sr. Joaquim Jas Gomes, retirndose pago e
satisfeito de todos os seas ordenados.
Recife. 27 de tevereiro de 1894.
Diogo A. dos Rrts.
Caixeiro
Precisa se de om menino qoe d ador de ana
condocla ; na rna da Florentina n. 34.
Cosinheira
Preeisa-se de orna que trabalhe com perfei-
cao para ca-a de familia a tratar na Roa do
Crespo N. 19.

P.e:i.-a se com urgencia de urna boa cosinbei<
ra, e ella que faca o sen salario ; n* ra da
Aorora n. 169.
^ASTHMA
Oppresso, Catarro, com
OE Obfero as mais a/raj ncomD*nstt.
Deposito em todas as rim iniratS
2:ooo|>ooo
alugael
Precisa-se alugar
urna casa para familia
regular, em boas con-
dic,es, nos arrabaldes
desta cidade, prefe-
rindo-se C a p u n g; a,
Torre ou Magdalena,
sendo o aluguel an-
nual de 2;000|10009
mais ou menos.
A tratar, ra do
Commercio n. 6, an
dar terreo*
umm n mm
c
Continua a manter em seus depsitos completo sortimento de utensilios para lavoura ven--
dendo sempre por pregos mdicos;
MACHINAS A VAPOR de differentes systemas e tamanhos, dc Robiuson c outros fabri-
cantes, e de 2 a 12 cavallos
CALDEIRAS A VAPOR mnltitubulares de Fletcger, para funeciouar com o fogo das for-
nalhas das tachas.
CALDEIRAS A VAPOR Comiso, e typo locomotiva para funecionar com lenha e bagaco.
RODAS para agua:
BOMBAS de motun-continuo.
MOENDAS e meias moendas, garantidas.
TACHAS de ferro fundido e batido, cravadas e caldeadas,
ARADOS de diQerentes systemas,
CRIVACOES para fornalhas.
MACHINAS para descarocar algodo de 14 a 50 serras com alimentadores c empastadores1
a vontade dos agricultores.
Fazendo parte da direeso de sua fabrica o Sr. engeneiro Augusto Clark, vantajosa-
mente conhecido dos Srs. agricultores pelos seus trabalhos de montagem de grande numero de
Usinas fnnecionando neste Estado, incumbem-se de mandar vir e erigir garantindo a produccao e
qualidade de assucar;
APPARELHOS e meios apparelhos de vacuo
D1STILCACOES completas para alcool e aguntente, a vapor fogo na, para grandes e
pequeas fabrica.
52-RA BARO DO TRIUMPHO-52
-
mmmm^

_..
_.i
.





I
' i
ario de PerautrnlHUo fcuinia-feira H tle War^o do lOt
%
^ ESCOLHIDOS $s
CO O CO LU ce L CO O Q < u. J Q OLEO PURO DE FIGADO DE rACALHAO DE LANMaN E KEMP RECOMENDADO por distinctos Doutores que lhe dio a preferencia, o re-ccitam cada dia para todas as doencas Pulmonares. Ks-crofulas, etc., eo considerara o mais puro e rico em PODER Mi;i)KINAL QUE SE PRESENTA AO PUBLICO o 05 > 03 O o 05
ft E MAIORES *
3IIIIII1IIIH nuil l lili C
S
'v
i.:::::;:::;
Ra do Vigario
Tenorio
N 19 Recife
So e nico fa-
bricante Pro-
aln a I de
sinetes de borra-
cha no Norte do
Brazil e nicos
que fornece ca-
rimbos de bor-
radla em eei*
Iioras.
Especialidades, Numeradores de metal carim-
bos com e sem data, excelsior marcando com
2 cores, lapiseiras, automatos, reloglos etc.
A cata nao tem agentes que percorrem as
mas.
de cal
para escrever e que tem a grande utilkiade
Pastas de pergaminho, que servem
Se
o, sobre a qual se po-
facilmentc limpal-as
nao deixar mar a
dero tomar notas
55000 cada urna.
Pequeas lampadas instantneas de al^ibetr
(iem precisao de fsforos) com espoletas de re-
serva systema modernissimo a 24000 urna.
* Vndese a Ra do Vigario n. 19, i.' andar,
Recife.
Philipson, Apparelho
Rtrtu e outros in-
5 LUZ E
DIAMANTE,!
LONGMAN & MARTNEZ, Z
NEW YORK. J
U Livre de Exploso, Fumaca : Mo Charo
A venda em toe? 03 >
B armazems de sececs e mo
ajiumiimiijiiii
l'arateira
de prgar
sectos.
Patente Braallelra n... ..
1595. Patente arfeallM
n. laoo. Registrado em quasi
todas as repblicas da
America do Sul Preco
de cada un 3JQ0O. 80 '
t nica vaoda em
grosso e a retal no para
todo o Brasil e Re-
pblica Argentina.
do Vigsrio n. 19 i. andar
PERNAMBUCO
H. PHIUPBON, INYECTOR
Kerosene .inexplosivel
NKW ERA 0IL
De la falrica de Jolmsiiiilm
Nw York
EsplBsfoii y comDasUoii ialaiiiSiiog
VENDEN
onseca lrmos
Tayeraa
Vende ee a taverna sita roa 89, amiga Impe-
rial D. 58, Deru afregoexad, livre desembar-
gada, proprla para principiante por ter p neo
capital ; tratar na mesma. 0 motivo da vend
s dir ao comprador.
Ourives occii-
lista
Tii odoro los Ramo* de Mella
Ettabelecido com ofB 10a de onrives a roa ta*
Larangelras n. 1 avies a^e seos fregueses e ao
refp?iavel publico, qoe anoten) offi'iae hab
lita'SJiorjos para ex^co so de qualquer trsbalho*
concemenie soa arle, especialmeoie crava-*
{.fita para b'ilbante, ocelos, pencioex, moEO-u
08. etc.
Doura-te, prateia-se qoalqoer m tos em legues de madriperola ou ootra qualquer
espere, garantio-io presos m:dlcos.
Ra das Laraugeiras d. 1
Vaccas tourinas
Vendem-se l vaccae, carroia? e 3 garrotes
na roa de S. M guel d. 106, Afog^dos.
FOLHETBff
13
0 mm as ss
POR
SAVisa se ;.:*::::"
SEGUNDA PARTE
A ESTREA DE OM ESTROINA
II
(Continulo)
Mo rtomento em qu; oa dons recem-
chegados ranr-ponham n Iimiar da sala,
foram avistados por a na mnlher alta e
forcaota, que logo correa para elles,
E' a don* da casa, disee em voz bai-
xa o conde a Renato.
E accreecentou em vos alta, estendendo
a mSo dama qne se Ihes approximra :
Como est, Albina ?...
, Como est, mea caro conde ?... re-
Jo Albina, aportando inglesa a mo
zimo ; veio boje muito tarde...
illando deste modo, olbava cariosa-
para Renato, a qaem nlo conbecia.
Apreento-lhe, miaba querida filba,
o fiea amigo barSo Recato da Savensy,
qoe afirmo ter excellente fiialgo ; bello
como o Baccha iadiano, o qne ve clare-
BMDto, e tSo rico qaanto um descendente
de PTatas, o qae lhe nlo diminue em nada
o meresimento, nlo venLtde ?
Renato inoliooa-ae.
b* 8rt bario, disie A'b-o pb>-
MARAVILHA CURATIVA
DO vr.:.yj-nu
Dr. Hmphreys de Nova Tor.
A Ve.dade'ra Maravha do Sec,M%
APPKOV Ai)A LICENCIADA
per, InwpcetoHa Oral de Hygieiw d*
l:ilH'r'o rlt BrttZlJ.
a Mar-*vllhn Carai'ara remedioprompat
aera as Pisadura*. Machuraduras, Continoes, 1w
edurus. Cortaduras, ou LoceracoM, AIUtU a dr,
estanca o c *ng*up. toe parar a Lnflainma<;ao. redlA
u Ibcha^oo. tira o dest'orai^exuo, fax aaraf a t e i *d#
oonic por oncan'o.
A >> i: r iv jli.n CnrniKn allMo prompto*
n.ra rai-I... para Vi*ioai'jra, EiK'MlJadurma, a
u.-imaitura de Sol*e auptrlur a qualquer outw
remedio.
A !>li. i-avil).?, rnn:Kn 6 rmpofftve]
fod,'"*astVr..iurhiila*, s^jadoXarla JaGen;
dos PtffiWjOca, do Kpturnado, cu aa Ht*m<'rrhi/
iinorrelaiascura Aomprv o nunca falla
DEKNIKB KATION
WLHELM EEGSR
Frankfurt aM.
PABFDMERIB
NIRWANA
BOUQUET DE L'EXPOSITION
CICAGO
La Ma8on obtiat Pexposition
de Chicago Tunique Medaille
AiCHIlS U BIMIKUR (M
LIDGERWOOD
Rodas d'agaa
\ Cinlas kespiihoTas {
{Alta novidede para tecbcrai e bo-
rneas.
Novo aortimento receben a
NOTA lriRIMt
i
63_]Ru Duque de Cexias 63
r >
<* ,,,.
YDRARU
Bonita ecllecQSo de finas tacas de
porcelana, receberam
PEDRO ANTONES A C.
S Ba atrae de Cavias \
t a/a eyg
nTHafligtaWiga BIJOTBRIAS
Lindes grampos de biilhante do
Canad, chatilaines, puls-irag, meias
finas, pedraa e rruitos outros artigos^ \
Torbinaa
Eigenbo de Sorra
Moendft de Oanna
Moinbos de 7a
DebalhAdores
Separadores
MacaiBM svapor
Putateis e fisas
Lavadoree
espolcadorta
Daseaaoadnras
Ventiladores
mm Diques
NOVA ESPERANCA
63 Ra Ddqdk de Caxias
63
BSK&@i&S9?SiiSS
Bruidores, Cndnctores, CaUdores, Evaporadores a vapor Defecadores de
triple effeito, Vacatos e todo os macbinismes perteooontes ao fabricj do assocar, cal-
deira Multitabular para queimar bagao oa casca de caf. Prensas Hydraaliou
bombas de todos os tamaohos, Csrneiros Hydraolicos para levanUr agua, Arados de
plantar milbo, etc. etc. Eogenbo completo de fabricar farnba e engenho completa
para boeficiar arroa.
Corroas de sola e de borracha de qaalidade aupanor. Oleo especial par
machinas. Pertences o pe jas a va Isas para s machinas.
E8CMPT0B10
95___Ra do Ouvidor95
134 e 136Ra da ftade134 e 136
Lidgerwood Mlg C. Lima
A SIaTl?iB iMMttl
e ;.-. ,iv.-,, poia Doras roeeas
Klt'ldes na Juntas oo Prr.-a.
A IHan-Tlm CnrsilrtlaTOaJe
Et.'. Esquincurln, Angina, *i.ij*i*la I
flanimadsn-nipn seguro, seaipre rfllcaz.
A Marnvllhn CuipiIt .le multo *l
ro.v.o InvW"^Ao para o ( *:arr-.. a Lewrrh'a m o
FWre^ r&ncas, e outrus ourriiantoa debllltantea.
f> MnrBTllha. Carntlva t Inipa^a'el oaa
curar Tlo?ras. 'ilaira* ni isaa. Apoii^ntaa. Paa*
el*,, CaUos, Frlelraf. Jv-Jielca e Tumores.
A Mnrnvlm Cnralvarmrertlopromi*
para Dlarrbva simplrs, r le Dlarrhoa <;nronJi^i.
A .Ha rn\ ilhn Cuputlra t kicrUrnte na.
(jtrehHrlar" r Cavanarl^n^. para roroeduraa, DOraaj
HwwailMi t, tsfoladura. OMMi Lacvn^in. SM
SspeciaUdades do Dr. Eamphreyv
Krmpdius EaprcICcMt
*. L^Mi'IlIO 7111! VHVllk.MM>,
Bemadlas SypLUItkMM.
CT9dt 4 Muncal lio Dr. Hampbren M4 vjOaom i.iiiVmikUJee e modo de cural-aasa dipraa. SMS
ee ao ci '.tloa-lo oo i
IMMPUHEVr,' atSDIfMKE X.,
It8 Fultan Mtrref. Bf TOEJi.
NICOS AGENTES
Para Yendas em grosso em
Peraamfeaeo
Faria Sobrinho i C.
Bree e barilha
Veode se na roa da liad re de Dos n. 10.
aconselho-o a qae Unce o s 'a anael no
Sena, a primeira ves qae pastar pela ponte
doa Saint-Peres, porqae na verdade tem
demasiada ventara I
Renato ia retorqair, mas tres oa qua'ro
jo veas, qae se hava-n agrupado no outro
extremo da sala e que nao perdia de vista
o Sr. de Saveosy, ohamaram ao mesxno
tempo a S.-a. de Pragues. Es-a dea al-
gans pastos para ir ter com elUa, mas
antes, comtodo, de se afastar dos doas bo-
rneas, disse so oavido de Mximo:
E' maito interesBante o sea barSosi-
nho... E com effeito tSo rico, como o
conde d sse ?
Sesaenta mil libras de renda.
Palavra de boma?
Sim.
-- Obrigada.
E fui te.
Que lhe diste ella ? pergantoa Ra-
nato.
" Pergontou-me se o barSo com
effeito muito riso ; en disse-'he qae sim, e
ella vai repet-3 s amigas que a chama
ram, e qae nSo tm oatra pergaota a fa-
ser-!h i ; de modo qae o mea amigo vai ser
assaltado anda esta noite.
Defender-me hei heroicamente I re-
torquio Renato, sorrindo-se.
Qae tai aoha Albina ?
Pormosiisima ; eu nao lhe teria sap-
posto mais de vinte e oito annos, se scaso
conde me nSo hoavesse dito a idade
dells.
Per consegainte comprehende qne
agrade ?
E tSo bem, qae ea, se ella soaso
manifes'ast am caprioho por mim, bavia
de mostrar-me o mais oondesoendonto pos-
i ve).
III
Trahsprehr Crysial Soap
Sabao transparente cristalina
WDRIEGER
Fr/*nkfurLt-MfM?f.
n o
a
o
ti
so
00
ao
- -s
93
3 oo
a. .. *CQ
9 _, 200
a.X 2 co
g.S3
> -n
a
ea
e
na
o
PQ
P
<
a S 2
d a
a <->
O T3
a-S
4 2-g.s
2-2 ^a 5-c*
t a
&C o na**
axSooO
l -g 2*3-2
B ^ O K S
8. S a o.
illiis
a '5o
e o a >,
8 fl Q K
* '5* 5
51 3'
1 S 5.2 0 E
s o 5. O
^2 O -O a r
CQ
Rodolpho Antones 8c C*
t Raa Duque de Casias
a'
laravilha
FINAS COLCHAS pira camas. LIN-
DOS cortinados pera cama e janelas,
presos sem competencia. Elegante!
objeetos de biscoit, vi-fro, teira cotta para
toiletes. Orando sortimento de slbocs
para ratratos. Papel de fantasa para
cartas. Alem de m'iitos ostros artigos
qne o bello sexo encontrar sempre na
bem conbeoids casa de RO OLPHO
AN TUNES & C*.
67RM Deque de Caxias67
VidriJhoa pretos
Al'a teidade receberam.
Conrado Aniones A r.
P R A CADA INDEPENDENCIA
Perfumara
Iooro-tanie vsrieJid^ acaba d> ebrgar para
Conrado Inlunf A C
PR A QA DA INDEPENDENCIA
Galloes de Algodao
Braocos de ccrea p:ra rcapa de ciacca
eceberam
Conrtd '. Antnnee ti C.
visa.
AQA DA INDEPENDENCIA
Cintos
bomenB Benboras e mfninos
P.ra
ecebrum
Conrado, inlunf A
C.
B.-
a
S
o
m a
.2
.2?
S i B
s a
= 9
5 'Z **
o. o o __
aa *p o
.:>
o a S --
?f jj.
. l-s ; -
B S o 2 5 a.
3 ^ o a oo
c 3 o Q a ^4
B Q.
9
w
Especia/Hade
22 5g:-S
a-fe <
5 9
<%
a
"o

r,ep
Per
Pharmacie^:
Sabao transparente cristalino
Aviso ao respeitavel publico que se acha no mercado
orna imitaao muito inferior ao meu sabao cristalino, um-
versalmente conhecido o que muito mais caro do que a
minha prodcelo, visto as ter duracao alguma e alem disso
muito prejudicial hygiene.
Para possuir o verdadeiro sabao exija-se sempre minha
firma.
W. Rieger, Fraukfort a. Main.
La Gran Via
Rua da Imperatris n. 58 A
Rceben ux esplendido sortimento de sedas
lisas e temas :
Cacbemlras pretas e de cores.
Ltvantines, alta novidade.
Cretona ingleses e franceies.
Z^pbirs, padres inteiramente novas
Cortea bordado?, brancos e de cores
Cbap.og de sol para teubora.
E^partilbos.
Pe real i oas Linces.
Camisas, poDbos e collarinbos.
PBA ADA NDEPNDENCIA
Propredade venda
Vende se osa eicellente propredade nos Re-
medios com 4 cas-1 de tijollo, erande olaria, 200
pea de coqoeirot. e ontras fracturas; tem muito
bom porto para navegacao a qnalqner bora, um
importaotn vlveiro, e tem prcporcOes para fabri-
ca ou ditil?cae: tratar do eecnpiorio corxmer-
cit 1 roa Duque de Caxias n. 72 1 andar.
Engenho
Vndese nm engenbo d'agoa moente e cor-
rente, distante ama legoa da esucao de Jaboa-
io, com extensas trras e rxattas para sefrejar
at 2.0CO paes de assocar : i tratar na roa larga
do Rosario n. 37, mercearia.
Grande armazem de louc,a
do paiz
Rua do Hospicio' n. 1
DelpbiooCasimiro da Silva Sobr-1 participa
ao respeitavel publico qoe ee acba sort'do de
todi s as qoalidades de locga de barro do rali,
taes como Sf-jam, filtros de todos os lmannos,
de Peaedo e da Babia, assim como tem grande
sortimeDto de gaiolas da todas as qoalidades,
mel de abelba poro e fino ateite de dend, todas
obras de fh odres, ce eos, bacas, babos de todos
os >amaobo8, candieiro3, bolef, cbaleiras e mais
algoma cou-Ja deste genero, mais moitos oatros
objeetos otis a todas as casas de familia, car
sao mais em conta do qoe em ootra qualquer
part; leonas era senas e maito barato; trntim
ba om poaco de todo
Rua do Hospicio n. 1
DE
Ladrilhos e Mo-
zaicos de
Emaaaele Cresta 4C
Rio de Janeiro e S. Paulo
Esta fabrica perfeitamente montada,
execata o mais exigente pedido qae lhe
jseja feito. por qaem quer dse jar, ama
Perfumaras dos melh-res faouantes, etcetc> jSi8, corredor, quarto, tarrago oo passeio,
Othon Silva fy C
Roa da Imperatria numero 58 A
*iL A molher qoe Mximo designara a Re*
nato pareca ter viote e cinco annos, mas
podia igual sent ter trinta e cinco. A'
primeira vista parecia bonita, mas a sus
sapposta belleca nSo podia supportar cinco
minutos de exame. Tinba absoluta falta
de frescura, e o sea rosto mostrava a pal-
udas om tanto doentia, qae occasionade
pela respiraoSo ha'.itaal do ar vicudo dos
bastidores, pelo fumo da nbalta e pela
poeira do tablado. O naris era grande, os
labios demasiadamente grossos, e os den-
les mais que mediocres. No diaer, po-
rm, de moita gente, tinba no rosto ama
bellesa, qoe resgatava todos estes defei-
tos. Esta bellesa eram os olhos. Eram
grandes, de forma oriental, e de singula
rissima exprsalo.'
Quasi sempre meio cerrados, deixav-am
passtr o olhar por entra dupla fileira de
compridas sobrancelhas ; e este olhar, al-
ternadamente voluptuoso e libertino, jnn-
tava-se a nm sorriso lascivo, qae parecia
faier promessas a qoaatos se lhe approxi
mavam, pedindo ao mesmo temp3 praaer.
Sorriso e olhar, como se deve suppor, era
todo postico e estndado.
A molher de qaem fallamoi tinba bellos
hombros, brujos e xnSos bem modelados e
de forma maito elegante. O peito parecia
aoanhado. A oiotare careca de finura e
flexibilidade ; os quadris accosavam vigor,
e o vestido, apeiar do maito ampio, de-
nanoiava de modo quasi indecente ce'tos
contornos exagerados.
A perna era bonita e o p soffnvo'.
EntSo ? repetio Mximo, ao oabo de
nm instante, qae tal a soba ? -
Aquella mnlber nBo regularmente
forraosa, retorqoio Renato depois de ter
examinado detidemente a nympha qae
descrevemos, ms* prodoi maito effeito e
postae os mais bellos olbos de oorteaS,
qoe te poderiam imaginar. Aquel le sor-
riso volaptaoao, aquella olhar lnguido,
devem attrabir-lhe orna allavilo de adora-
dores.
NSo se engaa, ditse Msximo.
Como se chama aquella Circe ?
Repare para o cartea de nm dos
nossos tbeatros de genero, e vel-o ha quasi
todos os das, a u etras de palmo.
Logo... actria?
E\
E oalebre ?
Pouoo mais oa menos. Celebridade
maito original e am tanto davidosa, mas
quo nem por isso deixa de existir. N'ama
palavra, Camilla goza da honra da vedeta
nos oartaaes.
Renato interrompea Mximo.
Que vem a ser a vdete? pergantoa
elle.
E' o favor especialissimo de ver nm
actor o sea nome, em caracteres treB vezes
maior qoe aquellos em qoe so lam oa dos
seus ooilegav. As administracSes tbeatraes
nSo concedem esta favor senBo aos actores
e actrises qne dao, ou pelo menos, pare-
cen dar recuita.
Percebo... dis-e Renato.
Vultando i Canilla, prosegaio o Sr.
de Braoy, morava, ha poneos meses, n'om
dos beocos escaros qae ciroamdam o boa-
levard do Templo ; usava botinhas nota-
velmeote defeitaosat, am vestido velbo cor
de p lga, ana oapa de respeitavel idade,
oSu se mettia no mnibus, seoSo em das
de fests.
B agora ?
Agora 1 Isso oatra oousa. Camilla
possus urna encantadora retideaoia em Pa-
ria, e 6 senhora e proprietaria de ana bo>
mU casinba no bosque de Boionba ; tem
criados, diamantes e oarvaagens ; a qaem
visitslm aua casa de campe, o o ve-1 diaer
a oriada grave oobsm como estas : c Va
diaer ao mea trintanario que ordene ao
meo oocheiro que metta o mea oara|le
DE
Silva Fernandes 1 &
48Rua de S. Joao48
Promptifica se qualquer encommenda
com a mxima presteza e por precos mui
tis8mos rasoaveis.
Compra-se msdeira de boa qualidade.
Aceita-se artistas qae sejam peritos.
DEPOSITO
49>Boa Barao da Victoria-49
baio minha americana de rodas encarna-
das s.
Isso, disse Renato, fai-me lembrsr
aqueile ricaco de comedia qae ameacava o
lacaio de lhe dar com a sua bengala de
cattSo de ouro.
Ha acom effeito aemelbanc, disia
Mximo.
Mas, perguntoa Recato, segando me
d'sse, foi rpida a fortcna de Camilla.
Rpida e fcil de se osntar : Camilla
apresentoo-se am da na soena de nm thea-
tro, de modo tal qae poaco faltava para
rivallsar com o primitivo vestuario da nossa
mSi Eva.
O conde exagera 1 disse Bsnato rio-
do-se.
Exsgoro de oerto, retorqoio Mxi-
mo. A actriz tiaha o direito de se vestir
com os seus cabellos e com os seos cal-
cSesinhos de banho. Camilla asou deste
direito no sea mais restricto rigor.
Alongou os cabellos e endireitou os cal-
cos, diiendo para ooms ama ?2o bella ocoasiSo de se mostrar aos
parisienses, nlo se lhe tornara ta'vea a
offerecer, e qae, portanto, nSo deva dei-
xal-a escapar.
E anal qae cucoedea ?
Saccedeu qae a peca teve um sno-
oesso inmenso e estrondoso ; qae enebea
a sala em mais de oem representac&il e
qae durante tres meses niognem falln em
Paria aenlo da Venas Callipigia, cojas for-
mas se admiravam todaa aa naitea dese<
nbadas sea a malha traosparenV. Em
semana, Casoilla torsoa-se moda e apaohoo
no sen. tarrafo o eoraeSo de om praeipesito
italiano, aojo nome estado alo perfeita-
mente ridioaiof, mu oajos eicados slo da
oe, segando parece. Ao prinoi-
n eff teda a direita da adm-
per'eitamente limpo e de duraclo eterna.
O mosaioo nacional da caza Cresta nao
fri e tem sido preferido a outros ladri-
lhos, porqae hygieaeco, limpo, evitta-
petes on esteiras e eterno !
Chema-so attenclo des Srs. constru-
ctores pora o catlogo e amostras em
caza de PAULINO MAIA, rua do Com-
mercie n. 22, 1 ardar.
Precos e qoalidades, sem competencia
Ao proprietarios
Sue desejam taser calcadas e ladrilhos no ia-
sr das casas e armasen, avisa-se qoe acha*
rao am grande sortimento de pedras epropris*
das, no armazem do Caes de Capibaribe rj. 38, a
amostras na raa da Crut n. 18. armaxem.
Renato interrompea Mximo.
f} Qae vem a ser c toda a direita da
assembla naoional ? > pergantoa elle.
Vem n ser o qae ea disse, prosegaio
o Sr. de Bracy. Os representantes ado*
ram Camilla, e ella adora os representan*
tes, nlo sei porque, nem ella tambem.
E' talves por elles terem vinte e chico
francos por dia para gastar; talvertSn-
bem por ter alaancado renome n'ama pega
reaccionaria, e que por isso se jnlga anida
ao partido da reaoclo por am lago polti-
co... Eu abstenhe-me de concluir e sab-
metto pora e simplesmente estas bypothe*
ses s observares do mea amigo.
E Camilla tem talento?
Nenhum.
Comtudo contina a ser afamada ?
De corto, porque quaodo entra em
acea a c claque faz-lbe as entradas o
qae quer dizer em giria de bastidores,qae
sempre recebida com orna salva de pal*
mas.
E o verdadeiro publico corsente-o ?
Pudera I... Alm disso, eu nlo dis-
se que Camilla nlo presta; o qae disse
que nulla. Se nlo d motivo para ser
applaadida, nlo o d tambem para ser pa-
teada.
E depois, qoando ella representa, mais
de tres qaartos das oadeiraa da orchestr
slo oocupadas pelos seos amigos represen-
tantes do pais, e nessas noites torna-se O
foytr Ao theatro Orna so oaa rs al da tala doa
Passos Perdidos do Palacio Legislativo.
(Orntiua)'
1
-



'?xi

i
m***


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EVZB853R0_JTRJJN INGEST_TIME 2014-05-28T01:02:42Z PACKAGE AA00011611_16549
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES