Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16538

Full Text
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Of
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tx rjCiJLivfv
) DE MARCO BE 1890
DIARIO DE PEDNAMBU
Propriedade de Mano el Figueira'ie Faria tSs Filhos
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
t, >
Por tres meses adiantados. .
Por seis ditos idem......
Por um anno idem......
Cada numero avulso, do mesmo dia.
60000
120000
23i000
0100
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TELEGRAMAS
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I
mW PA3II3JLA3 SO BZA3ZS
NATAL, 23 de Margo, s C> horas da
Urde.
Iloneru, por conveniencia do servico
publico, foi exonerado o prom ;tor publico
da cjital, sendo nomeadopara substitu!-o
o Dr. Diogenes Ncbrega.
BIO DE JANEIRO, 24 de Mareo, as 3
horas e 32 minutos da tarde.
Foi publicado um decreto do governo
provisorio abolindo os titulos ie nobreza e
as ordms honorficas, com excepcao das
de Aviz e Cruzeiro.
Subsisten!, porm, as ondecoracSes e
ttulos nobiliarios c os de conselho confe-
r ios, sendo supprimidos nes'es ltimos as
palavrasdo Imperador.
Consta q eo Dr. Cezario Alvim pro
poz, e foi aceeito em conferencia ministe-
rial, subsidiar alguns ex-senadores, que se
acham em condigoes precarias.
ssavxso u akicza ams
BERLIM, 22 de Margo, noite.
E: provavel que a abirtura da sessao
ordin ria do parlamento allemao tenha lo-
gar no dia 14 de Abril
Consta que o Conde de Ilatzfeld acaba de
ser nomeado vice chanccller do Imperio
da Allemanha.
BERLIM, 24 de Margo.
A opiniao geral n'esta capital que a
ingerencia do Imperador Quilherme na
politica interna motivou a dem'ssao do prin-
cipe de Bismarck.
PARS, 24 de Margo.
A direita constitucional na Cmara dos
eputades conta cincoent inembros.
Agencia flavas, tilia! em Pemambuco,
24 de Margo de 1890.
iHSTRDCqO POPDLAR
"" :;:::: BzioHunco
DA
UTTERATURA BftAZILEIRA
NOS
TEMAOS -a'2SIAJES
(Continuagao)
Desta vi'la romaniica agitada e siogular, es-
rev Silva. Dina bella narrativa, que oceupa um dos
trunfi'O- lugares entre os romances histricos
brazilciros (i).
Manoel de Moraes escreveu varios opsculos
ata bollaodez a respeito do Brazil, os quaes fo-
ram publicados e minio apreciados n'aquelle
tempo e naqueile estado ; a -ua obra capital,
orm seria a Historiada America se infelizmen
le nao se houvesse perdido. Joo de Laei (2,
falla com muito louvor des-a iba que nao t
rompulsou, mas d< que apr .v no noticias pre-
i i sas para a sua, que nn e menos importante.
Vhl
Padre llano-i de Hacrdo
Nasceu o padre Manoel deMacedo em Pernam
buco, em 16<>3 ; esiu ou e touiou ordens sacra?-
em Portugal, par uude seguio talvez adolescen-
te tornando se era poneos a inos um dos mais afa
nados pri-gadores du s> u tempo,
Eslava emo Ponagal -ob o dominio da 11J
Saniia, e o padreMan.el de Mace lu fui chauadi
cne o-, Madrid, onde gusoa de reaes distme
Oes. Voltan 10 a Lisboa fot nomeado pregador
e capello da duqu-za de Mantua, que o bonrava
aom a sua au.isade.
Rebeiitando, poira, a revolugo de 640 que
tornou Portugal indeic ndenic d.f Hespanba, tod-s
aquellas Donras tO'Daram o pa Te Mcedo sus-
peito a nova corte purtugoesa. pelo que o pren-
eram e deslerraram para s India-*, onde, n5o
taruou a grangear lama de orad r insigue.
Reconbecida a soa innocencia, para que nao
eixaram de preponderar os seus grandes me
ritos oratorio?, ordenuu ) Joo IV i|UH voltasse
ae reino, talvez na wu-ago de o ioilocar nova
mente oo brilhautisiiio da tone entre os seus
prega lores.
Parti muiediataniente M cedo em direceo a
Lisboa, mas arribando o navio m que ia a An
fula, e ah desembarcando o filustre hrazil- iro.
foi victima talvez de alguraa lebr<- palustre, fal
lerendo em 1645.
[Contina)
~~() Manoel Je Mora B. L Gar icr. til r.
() De Nicuwr wrreld of bescltrving v n West
lniien L.yue, 1626.
parte ornciAL
peticionario entrar no goso da referida licenca
no prazo de 2o das.
0 marecbal governador do Estado atienden-
do ao que requeren o collector das rendas ge-
raes de Agua Preta, Adolpho Machado de Moura,
i tendo em vista o attestado medico exhibido e a
iuformacao prestada pelo inspector da Tbesoara
ria de t-'azenda, em oflicio de 7 do correte, a.
201,re3olve conceder ao peticionario tres mezes
de licenca para tratar de sua saude.
0 marecbal governidor do Estado atten-
denlo ao exposto por Mara Candida de Figuei-
redo Sanios, professora pratica da Escola,or
mal, em peticoes de 17 de Dezembro ltimo e 7
do corfeute, e leudo em vista as informage > do
inspector geral da muruccao pubhi e do Fue
souro do mesmo Estado, coustsnUfS de offijios
de 25 de Janeiro e 24 de Fevereiro deste anno,
sob ns. 35 e 148, resolve leterminar que fimem
equiparaJos os vencimentos da peiicionana aos
do professor de igual Esc la do sexo masculino;
obrigiindo se ella, alm das materias exigidas
pelo regulamento da referida Escola, a ensinar
desenho grapuico, duas vetes por semana, s
alumnas que frequentarem o ultimo anno do
curso superior, conforme a proposta feita na se-
gunda das aitas petig's.Kemetteu-se por co-
pia aos inspectores do Thesouro e da instrueco
publica.
Officios .-
Ao inspector da Th-souraria de Fazendi.
Com a informaco junta por copia, de bonlen
datada, sob n. 2t, do director das Obras Milita
res, transmuto vos para os devidos D3 as in-
clusas notas do gaz coosanido durante o mez
de Fevereiro lia Jo, com a lluminacSo do Arse-
nal de Guerra Enfermara Militar e dos quar-
teis do destacamento do 10* regiment de ca
va lana a dos balalhOes 2" e 14 de infamara.
Ao inspector do Thesouro do Estado.De
volvo a essa inspectora os oito inclusos officios
de 14 de Junbo, 11 de Novembro, 3, 27, 28 e 30
de Dezembro do xm prximo passado, e 13 de
Fevereiro ultimo, sob ns. 192, 485, 26, 86. 83
90.102 e 118. sobre pagamento de transportes
effectuados por conta do Estado, em carros das
estradas de Ierro do Recite ao Limoeiro, lo Re-
cife* ao S. Francisco, e a bordo de vapores das
compaohias Pernambacana e Bahiana, alrn de
que me iaformeis novamente, sobre o referido
pagamento.
Com referencia aquantia de 124750, deque tra-
ta o segnudo dos mencionados ufti :ios, outoriso
vos a maidardessasiisfasel a, nos termo3 da io-
formacao.
Ao mesmo.
De acord com a voasa informaco de 4 do
correte, sob n 170, autoriso vos mardardes pa-
gar a gratiticacao meosal de 100*000 ao capito
Americo de Andrade Almada, ajudante de ordens
de3le governo. ,
ao cidado Archanjo Leo Abrantes. rico
sciente pelo vosso officio de hootem datado,
n. 203, de haverdes prestado juramento e tomado
posse do cargo de contador, e assumiio imme
diatamente o exercicio do de inspector da The
souraria de Fazenda na ausencia do funecionano
para este nomeado ltimamente.
' Portaras : .
Alim de resolver sobre o assumpto da peticao
de Jos Maiia Drf#d*l*ga, iaform>du pela In-
tendencia Mu licipal de Pau d'Aino em otheio de
7 do a,-rente, rucommendo a mesma Intenden-
cia que me remeta copia du termo de arremata-
cao dos impostos a que se refere a adudida peti
cao e me declare em que data foi a mesma ap
provada. m .. _
Os cidadaos agentes da Companhia Brazi-
leira de Navegacao a Vapor, era cumpnmento do
telegramiua do Ministerio da Agricultura, Com-
mercio e Obras Publicas de 13 de Janeiro ultimo
dem passagem de r, at Manos por conta das
oo Estado a que o governo tetn direito, ao juiz
municipal Dr. Alcides Rodrigues de Souza, quan-
do para isto se apresentar.
O cidado gerente da Companhia Pernam
bucana de navegacao man le oar passagem de
proa at Natal, por conta das gratuitas a que o
governo tem direito, na segunda viagem do cor
ente mes, para os portos do norte, a Umbelina
Maria de Souza. .
dem dem at Mossor a Rajmunda Joa
quina da Silva. ,
O Sr. superintendente da estrada de ferro
do Recife ao S. Francisco d passagem, por conta
do Botado, da estacao de Cinco Ponas de Una
ao soldado de polica Domingos Das Vieira de
Mello que deslaca para a 3.' regiao.
tem dem a sete pracas que regressara
para o destacamento a'li existente, provi len lan
do quauto ao transporte da mulher e de um lilho
de urna das referidas prajas.
dem idem, a seis pr..cas que destacara para
a 6.* regio. providenciando quaotoao transporte
.ia3 mulheres de nu-is das referidas pracas.
Mutatis mutandis ao encarresado da esta-
cao de Palmares, d'alli al Giraubom.
dem i as estradas de ferro do Recife ao S-
Francisco e do Proli ngamento ate Garanhuos, ao
soldado de polica loo Uuacio d>- Je us. qu^
lesiaca jara a 5." reKao, condonndo sua iuu
Iher. ,
dem idem ao soldado do ~orpo de Polica
Manoel Ramos ua Silva, que destaca para Agu^s
Bellas.
I tem dem a cinco presos que tem de ser
processados no termo do B.railo.
O Sr. superintendente da estrada de ferro
do Rncife ao Lnuoeiro d pas.-ageiu, por conta
d E tado a um praca le polica que regressa
pera o destacamento d'aqueila cidade.
Os Srs. Amede Princefl C.
de Paris, sao os nossos agente* ex-
clusivos de annuncios e pdica-
^oes na Franca e Inglaterra.
PARA DENTRO E FORA DO ESTADO
Por seis mezes adantxtdos. i 13^500
Por nove ditos idem. ,. 2O|J0O0
Por um anno idem. ._ 260000
Cada numero avulso, de diaa anteriores. #100

OTerno do Estado de Pe* nam-
bueo
EXPEDIENTE DO DIA 11 DE MAHCO DE 1890
Actos:
O marechal governador do K.-tado alten
tendo ao que requereu o es'rivSo do juiz de
txecuces do termo de S. Benio. Manoel 6on
calves de Siqueira, resol ve conceder Ibe um mez
le licenca, para tratar de 'Ba sa Je, uevendo o
K8PACHOS DA SBCRETAB1A DO GOVEBN
IX B8T^.DO DB PfcKNAMBUCO, 22 l>f. MAR
QO DE I85H'
Abaixo a-sigua los habilan'es no dis'n-to da
ilei-->!acia >e Uuitiouho, comarca 'ie S. Benlo
Inieodem ia Munnip I de S. ento, para n
formar
Arihur Eloy dr Barros Pmentel. Sim.
Demetrio Carne r-j Rodrigues Caiupello, Jos
VIndi-.- Carnii'o da i.u ha < outrus Informe o
iu-pei ior lo Th'-ooro n Bslaoo.
HernieliiKio ue Aim-id; ACoforado SiJi.
Jo^ Ignacio de Aibuquerque Tnudadd.Ia
defartdo
Jos Joa luim Alves.Nao ha lugares vagos
as repartidle* do Estado
Josep a Mira dos Santo- Ramos.-Reinetlido
aoinspic.or Ma Tnesourana de Fazenda oara at-
' nder. tic acord com a sua tufjimago ti.
216 de 15 do or>'iite.
Mana Cintra Luna Nao pod.1 ler lugar a r-
mo^ao, nt-tu tei sidO'Upprunida a cadeira a que
11U-1 a pi-ti' mi i( la
ManaUbmua de Luna avalcau;e. -Ao Dr.
juiz de direitj da comarca do Cabo para infor
iu ir.
Al eres i-edro Severo da Costa Leite.r-Provi-
denciado. '
EM ADDITAMENTO AOS DESPACH08 DO DIA
10 DE MARCO DB 10
Abaixo aasignad->s, moradores no permetro
Ipu ioa estrada de forrado Recife Vanea,
-lonefendo em vista da labe la de preep de
passageos da 2ompanbia de Tnlhos Urbanos do
Recife a Caxanga e Vanea approvada pelo go-
verno em 15 do Ootubro de 1886, por o&o estar
anda em execucSo a le n. 204i de 16 de Junho
do anno passado.
DEM DO DIA 19 DE MARCO
Dr. Emilio Freir de Carvalho.Sim.
Screaria do governo do Estado de Per
nambuco, 22 de Margo de 1890.
O porteiro,
H. M. da Silva.
Reoarieo da Pollclif^
2.a seccift; N.^flUy.'iUrreitMe de Po-
ic!a do Hitado' de Pcrnambuco, 24 de
Marco de 1890.
Foram ante hontem e hontem recolhi-
dos Casa de Deten cao os, individuos
de nomes Jos Francisco da Silva, Anto-
nio Francisco de Souza, Cosme Pedro,
Albino Borges Coelho, Juvino Augusto
Couto Bruno e Manoel Jos da Silva.
A' requisigao do consulado inglez,
foram t&mbem recolhidos J. Metchelf,
John Mulnid e A Birelay.
Foram igualmente recolhidos os reos
Manoel Cordeiro da Silva, conhecido por
Manoel Calixto e Manoel Joaquim de
Sant'Anna, conhecido por Manoel Tico,
ambos remettidos pelo cidadSo Dr. juiz
municipal do termo de Penedo, no Estado
Jas Alagoas, o 1. como sentenciado e o
2. cimo crina noso de morte neste Es-
tado.
Pelo subdelegado da freguezia de
Santo Antonio, foi remettido ao Dr. jniz
de direito do 2. districto criminal o in
querito policial a que proceden contra
Francisco Das Fernandes, por haver na
noite de 16 do corrente, na Nova Ham-
burgo, fendo levemente, seguudo a visto
ria feita pelos mdicos da polica, aos ci-
d du.s Joaquim Pereira Arantes e Leonel
Cmara Lima.
O subdelegado do 1. districto da
Oraca fez tambera remessa ao ju zo i- un
ptente do inquerito a que procedeu com
relacao ao esmagamento de que foi victi-
ma o cididao Luiz de Al me ida, na no te
de 18 do corrente, pelo trem ua via frrea
de Caxang.
O cidadSo Flix Julio Teixeira de
Lima assumio no dia 11 do corrente o
exercicio do cargo de delegado do termo
de Cabrob.
Koram propostos para cargos poli
ciaes no termo de O -yanna, os cidadaos
seguintes :
Jos Gomes. Oorrait; de Oliveira, t.
supplente da subdelegacia do 1. districto
de N. Senhora do O'; e major Manoel Ca
mello da Veiga Pessoa, 2. supplente da
subdelegac a do 2." districto.
Lourenco Francisco de Barros e M
noel de Albnquerque Gadelha, 2. e 3.
supplentes da subdelegacia do districto de
Ponta de Pedra.
Manoel Evaristo de O'iveira N ves, 3.
supplente da subdelegacia do district do
Rozario.
O chefe de polica,
Antonio Antunes Ribas.
plantacOes;
se acna mais de 4
meras pessoos al
continuar para
que expelle a
desespero merg
tmenlos em i
Terrivel cal;
Thesouro do Estado de
Pernanliuro
OB8PACHOS DO DIA 24 DE MARCO De 1890
Josepha Florinda Gomes de Araujo. Haj;
vista o Dr. procurador ti -cal.
H>orique Bernardes de Oliveira e Autonio R i
cha A CV seccao do contencioso, para coin-
p-ir o despacho da junta.
Niineriano Augusto oe Mello. I-iforrae o D.-
cuma lor.
C- ntas do coll'-i-tor le Palmares relativas ao
exercicio de 1886.. 1887. nclu.-i"e o 3o semestre,
dem do Dr. aju lan'e do procurador doi feto
de Pao d'Alho e idea do thesoureiro d- Alfa i
di-ya, referente a aircadacao do-< impostos i-
gyro e exportado, du-ante o exeni:;io de 1888
A* D ccntadoi, para us devidos (iris.
Tlleoliodo Aogu-to do R.-ko. Antooio Ferrrira
Prente. Vcolluo de Souxa Trava-soS Joaquim
Pedro da Rocna PereiraInforme 0 Dr. couiu
dor. \
Officio do collector intennn de Jatob de Ta*-a-
rat Ao Dr. contador para eu coohecimen'o e
d vi i'is fina.
dem do mesmo. -A' D\ contador, pira f>r
necer.
CooU do comm adanle do corno de poli1 ia.
referente ao m- z ie F-verejro u:tuno. \o D
conta mr, par os los devid M.
Au'ooio Pinto da Silva. Haja vi?la o Dr. pro
curador fiscal.
Coronel Augusto Martioii.no Soares V letl
Jos R ivmuo'io Pereira -iell) e Vt-iomi > D min
anes \lves Maia \' sect,ao ilo contcociu o, para
cU!Oorir O despacho da junli.
Francisco 'iitonio de Souza Ayres. Ao a I
iiiinisirador d i R-cenedona ,p,ira sua sciencia
Antonio da ihp Ramos.Ao porteiro, para
en1 regar ao interessado.
Antonio Fvrivira da Silva. Inf > me o admi
nistrador a H-.cbcdoria.
Antonio Caud' lo d- Oliveira.A' Receb--uoria
i0 Estado, para cumprir o despa :ho da junta.
fMKtSP\IMM;US
estado de penuria em que
s tercos da popuiacao. iinu-
ioderao adquirir semen es e
as a miseria, este monstro
Jlde, provoca o suicidio e o
do as pessoas de bons sen-
constsmacSo I -
sde una secca longa !
Este pamwitor-se-liia em muilo mais pros
poras condigOeg,^ quer quinto a popuiajo e
3uer quanto a .tiqueza publica e particular si,
uiane o imperio,.se tivcsse attend sobre os
males produriiaa pelas frequemes secca3, que
flMstcdys do
norte. W ,
Nao fa!lanT"na secca'de*ifflt-a 93, que se
gundo a t adiscjjj. p-oduzio aTilhares dewicti-
mas, recordamo nos de ter lido quj a de 1823 a
25, fez, as proviocias/ hoje Estadte, do Cear.
Rio Grande do lio-te, Parahyba e etc., 220 000
victimas ; a de *43 a 4o. 425-000 ; e quinto a
de 1877 a 79. avalji se o numero de victimas era-
cerca de 700 a 8H mil.
Foram essas 4 atecas mais calamitosas; din
a ve, dade que* muitas outras houve, exclu
tive a actual que pro-lnziram estragos extraor
dinarios e que ^eduzra u familias abastadas
pobreza, como as de 1860 e 1868 a 70, que nao
se general saradi por todo o norte ; sendo igual-
mente certo que nao temos tido de 1845 para
boje cinco anuos snecessivos de invernos rega-
lare, e depois do fatal 77. so livemos lre3.
Para que nao se tivessem produztdo tantos
males, bastara que se ti ves-e abastecido d'agua
essas regie8, por meio de acudes, con druidas
com a precisa solidez e poco3 artezianos.
Lembramo nos de ter ii lo que o mostrado
conselheiro Jos de Alencar, de saudo-issima
memoria, por occasio de assistir a in mguragao
dos trabalhos da estrada de ferro de Batunt
dissera que o estada calamitoso em que, entao,
se achava sua provincia natal, era devido a te
re n se arromt>udo os acudes que, a conselho de
seu ^venerando pai o stnador Aleocar, tinhara
sido construidos, e a nao terem os fazendeiros
continuado a construir outros.
E' provavel que o Cear esleja prestes a ver
se livre do Qagello que tanta3 dores Ihe fez cur-
tir e a ontrar em urna phasc de melhoramento
se as chucas deste anno lerem para encher os
reservatoiios all feiles, gracas, principal aente,
aos ingentes esfurcos do Dr. Caio Prado, tambera
de sau lo-a memoria.
Taes beneficios custaran ao the3onro granle9
somma8. verdade, mas porque a todos elles
no presidio um systeraa de economa e zelosa
liscalisaco, segundo denunciaram osjornaes,
bascados em fados positivos ; tendo sido sor
prehendentes os esb-rajamento* na administra
cao 'as ooras do reservaiorio do Qjixad, do r.
R wy a'iam me e privilegiadamente, protegido.
Acreditamos que, com a despeza de rail rootos,
podem ser coas ru'dos, p- lo menos 300 agudes
aas co.uarcas ceir* es deste Estado, haveodo
boa fiscalisacao e administraco ; e ninguem,
dir qne tal de pjza seja de natureza a fazer re
cuar vantajosos quaes sao os reservtorios d'agua nos
lu -'ares sccio-.
^m se supponha que qualquer despeza que
se faga pa a Oenelicia: os sertoes seja perd la
hp'o tne-uwo: ao ewiinmmmtr* "Mito pro
ductiv -
Qaein coohecu os serlOes do norte do Brazil e
nelles tem aodadoem annosde invernos mais ou
menos rrgulares nao deixar de dar lestemunho
da uberdpde de eu solo.
O gado produz admiravelmente; a carne de
ptima qualidade; pro rio para o planto d i
algodao, mirtiq, feijao. arroz, etc. De modo qne
podemos ffi-giar, sem exagero que, se nos ser
to.-s, chovessc.pelo menos metade oo menos do
que che ve as aiattas, haveria yempre muita far
tura e onseguinlemeote barateza de gneros
alimenticios.
Razao dcinais. portanlo temos n^os sertaoe
jos de supplii-ar ao uv^rno f-* eral para que f,r
neca elementos ao benemrito governador desl-
Er-uno coto que possa elle tirar nos de te estaio
de quasi permanente aflliccao em que vivemos.
Seja esia a uliima secca calamitosa.
Seja a repubica o sansimo de cerca de. qu
tro railhes de habitan es que vivera sob a con
stapte araeaca e o peso do mais terrivel soffn
u. ento.
marca, fazendo Ihes
ver que est villa
trasborda hoje de jubilo por ver que a
distribuiclo da justica, d'ora avante, se
far com presteza maior ; que promettia
empregar os seus esforcos^afim de que tro
peco algum elles encontrassem no bom
desempenho da suas jurisdicSes.
3o Dr. Jos Paulino aos intendentes
desti villa, pela escolha que o marechal
governador fez, recahindo ella em pessoas
importantes, representantes dos antigos
partidos
Finalmente do Dr. Freitas Henriques
ao marechal governador pelo tino e ener-
ga dora, que tem administrado este Es-
tado.
Eis, m poucas palavras,.a pequea, ma3
honroBA rooepcao que teve o nosso Dr.
juiz de dictt e, por nossa vez, cumpri
mentndomele a Exma familia, fazemos
votos para que, com a sua chegada, des
apparecam certos resquicios dos antigos
partides.
Ao revoir.
Oo Ulario
BUlQUE -8 de Marco de 189 >
Deliro oe piucos das est.r esta coinar a
quasi despovoda s- n3o vierem os soccorro-
que se teein pedid) salvo se cah i re chovas
ja : pois. alera d- qie ja iem se retirado omita
gente, giande parte da queli:a ser cifada pc'l.
tome.
\ gnte que esi comendo raz de parreira, da
'iii'cuaan, de umiiuZ'-ifi. nao pode mais re islir.
E' para admirar que jnO tenhara morri lo
myiias pissoa-. que viv ;ra sera laucar inao do
alhPio e que hi me.es. Ocaratu semrecursos :
como o qoe o ar do ?erto aju la a sustentar.
A se A irl.-tHa,o iesgo3to-e a prosternaco oque
se nota as phisionoioias de todos !. .
Nesta angustiosa situaco S. Exc. o bencme
rito govern ido deste Estado fara ora im uenso
bi-nellcio mandando proporcionar trabalho de
obras de iviiidadp publica e distribuir vveres
ais infelizes necessita os.
Assim salvar -m ho muitas vidas; as obras fl
carao fetas, e, se'vieTem chuvas, todos faro
QUIPA.'A'-18 de Margo de 1890
Afiles de hontem, cheg-m esta villa
oosaa ia de d reito Dr. Joan Joaquim de
PreiUa Heur ques, 'acorapanhad-i dj sua
iOxina fam.lia, a de muitos civalheios
jjUe o foram esperar em Palmares e ou
ir 8 que embarcaram em 5. Benedicto.
Ao apjn.xiuar-se o ir m em que vinh>
S. txc, de casa d> capitlo Jos Louren
ao da S-lv Zuz*. subiram innmeros f-
gueies ai ar, aem de urna bonita salva,
oo sora da hannoniosa phi-irm mica de
Jauhotinho raandtda vir espressaraente
para a recepgio do ilius re magistrad >,
que o prime ra juiz de direito que tixa
reoideecia aqu, em virtude da transiere i
C:a da sede da comarca.
Ni estacaoi-erara S. Exc e sua Exma
familia, esperados por muitos ciladaos da
vdla, en re oj qut-.s os rs. juiz munici-
pal e pruraoow publico, intendentes, dele-
gi'l e subdelegado e profes segmn-lo t dos para a residencia de S
Ex. ao ide lh-g foi servido um jantar, tro
und -se diversos orindes, dos q-iaes lera-
unuB-qo4 d '* seguintes :
-i L)r Jos Pault io ao Dr. Freitas
Heu-iq es. pn neiro juis de direito eff:
otivo que tix< res deucia em Quipa<, pe
dind* q >e aceit.se os seus cu ripri-uonto
p-la iranqu-za a lealdade ora que sj
houve u>r nC-asi de ser ouvido sobre a
transferencia da comarca.
Dl Dr. Fie tas Henriques, pedindo o
con urso de iodos para a bo* mauut^n^ao
da ju->tia, brindando ao povo de Quip
p, aivqual agrada ia tambem a ma.ites
tagao que Mii ac.ibava de fazer.
Uo tenerte coronel Fancelino aos Drs
J ,s l'aulin Aunio Guimaies, como
auxiliares d j istiga de Quipap.
L)o Dr. Antonio <>mmiras aos h bi
tantes de Qopap e PaneUas, jiera
agr deca a in.n-ira attenciosa com que
fon re wb*do, fiz-indo-lhes ver qoe a
transferencia da sede da comarca nao tra
zia entraqueo u -ato ustica de Panellas,
priacip lmence iicando all fra civil ; que
o Ilustre maree al governador bem pro-
cedeu por este act >, visto como procurou
facilitar as exigencias do servigo publico,
e conseguntemente que tal acto s devia
ser resabido com especial agrado.
Do professor Barros, como interprete
dos quipapaenses aos gistradd da eo-
M.4.HAS E COMERCIO
Acha se em organisacao o Banco Colonial dos
Estados Uailos do Brazil, com o capital de.
5 000.000 eque tera sua sede no Rio de Janeiro
ecaixas lili es nos Estados do Rio de Janeiro S.
Panto, Minas Geraes e Espirito Santo, e de que
sero directores os Srs. Joaqoim Antonio de
Suoza Ribeiro, Raymundo Jos Neff, Arthor Fer-
reir Torres e Augusto Hortencio de Carvalho.
Esse Banco tem com o governo um contracto
para a iatroducco e collocago de 2tv,000 fami
lias de inmigrantes, nos Estados do Rio de Ja
oeiro, S. Paulo, Minas Geraes e Eiplrito-San'.o,
gosaado dos segaintes favores do Estado :
Io Sobvengao de 4-50 por familia de inmi-
grante, collocada em lote de 10 a 20 hectares
om casa provisoria ;
2* Sobvenco de 400j por familia de colon)
nacional, collocada as me- in i- coodigoe3 ;
3* lntrodocgo e transporte das mesmas fami-
lias por conta do governo, desde a procedencii
at ao poato da collocacao.
#
Na praga de Paris corra como certo qoe o
ministro da fazenda, o Sr. Roovier, pretenda
irapor ao Baaio de Franga, por occasio de re
no vacio do sen privilegio, importante moliflea
gao na forma das suas reservas.
As res -rvas do Banco sao em ouro, moedas ou
barras, que attiogem multas vezes a importancia
de 80.) mil con'.os da nossa moeda.
Attrfbuem ao ministro Rouvier a intengo de
obrigar o Binco a compor parte dessas reser-
vas com lettraa do thesouro e a plices da divida
publica.
*
Grande numero, de accionistas do Banco Co-
loaisador e Agrcola, pretende fundir este ban-
co como dos Estados Unidos do Brasil.
#
Foi concedido aos Srs. commendadores lorge
da Costa Franco, Luiz i Augusto de Magalbes,
Joao Inoocencio Borgas, oaro de Mesqoita e
ilfre -o Prisco Barbosa o Banco Emissor de3te
Estado defVrnambuco abrangendo Parahyba do
Hurle, Rio Grande e Ceara, com o capital e a
eraissao de 20.000.000a.
Ssse 3-nico tica obligado, depois de consti-
tuido e em fuoccoss. a realisar o empreslimo de
que oec.essita o governo d'aquelle estado-
Igualmente estao incumbidos de organisar o
B neo de emissSo da regio do norte do Brasil,
relativo a terceira circomscripgo qoe compre
heude i s Estados das Alagoas, de Sergipe e da
Baha, os Srs. Carlos Martina Vianna, presiden
te da Associago Commercial da Baha, e com
nenaador M moel Games da Costa, nos termos
das disposicoes vigentes, obrigando-se esse
Banco a effeciuar o empreslimo de que actual-
mente Ortoessitam o dito Estado e a municipali
dade da sua capital
*
Conforme as ultimas vendas de bcn3 de raiz
fetas era pr..ga judicial em Franca, a venda li-
quida do- predios era Paris de 4 / a 6 |o
io capital empreado na sua acquisigo.
Hd sera ana de 22 a 28 de Janeiro foram ven
di.i is nra praga 55 predios e terrenos por.....
5 717.000 ff ancos, ou cerca de 2.286:800*.
iMhvrUAS E ARTES
pois con'ra at 90 / de carbono, s ve-
0 Sr. Eugenio Dahue, engenheiro da corapa-
ihia -irada e ferro e minas de S. Jeronyrao,
era 26 dr- Fe-e-vi j prximo pa3sado comrauni-
cou a directora di mesma. que encontrou a S. O.,
o rim d. s novas galeria3, um bello veio de an-
thracne, qoe, como se sabe, o carvo mais
puro,
Zi*S.
At que'l- data havia penetralo 1 1,2 metro
na nova carnada
Conceden se as cornpanbias franeszas Socitc
Ge raie de> Teipfih-iues e Scit Frangaise des
Tnlegripiiei Sjos Mirins, autorisagao para esta
neiecereui. un t ->u indirectamente, commu-
nicaga>> tel gripiuca. por meio de um ou mais
cios rubraanuos. entre a villa de Vizeu, no
Estado do Pa.a > o litoral dos Estados Unidos
11 A nen a do N >rie, cumprindo s referidas
couipanhios prouov rem pelos ineios ao seu al-
auK* a conces-ao para esse Um, dependente do
ove-nj d'e-ie ultimo palz.
Pica expressaiiieiiie prohibido o estabeleci
nento de loihas i legnphica3 para a Europa, par-
iin ra de aljum ponto da linha entre os E'alos
Un d is d > t iiI e os da America do Norte.
N i pomo de luiraersao, em Vizeu e em qual-
(Utv out o do sul ia cidade de Belm, que se re
onheg conven-ente e oide a Western and Bra
zihau T. legr ph Cmiipauy nao tenha e=tagolcle-
graiihica, os c.Dos das companhias concessicna-
r as serao n.ados ,< liulias terrestres do Estado,
garautinlo Ihes o govemo o direito exclusivo de
irausiuittir os i legrara mas entregoes as esta
efj-s telett aplncas do Estado com destino aos
E ta io- Cuidos da Am-rica do Norte e a Ame-
ici Central, ou provenientes d'estes paizes, nos
ier no- oo r.-guiaraemo internacional.
As lionas iecessanas para essas ItggOas per
lence 4) ao gjverno, que as far construir por
cunta oos c tires pblicos.
O prazo para achar se imraorso e fnnecionando
o pnraeiro dos cabo de 18 mezes.
A prosete.'oncesso vigora pilo prazo de 35
anuos, contados Cesta data, e durante esse
p-azo nenhuraa nutra linha telegraphica sub-
marina ser autonsada entre o Brazil e os Es-
ta los Undos aa America do Norte. Fica, entre-
tanto, expressam -ni; enten lido qne esta prohi
bigao nao comprebende a autorisagao de outras
Hutas lelegraphicas sobraarinas entre o Brazil
e a A'nerica Ceairal ou o M-xico.
*
Devia ter slo asssignado na directora de
agricultura do Estado do Rio de Janeiro, com as
sistencia dos Sr3. director da fazenda e procura-
dor fiscal, o contracto com garanta de juros dt
6 7. ao anno sobre o capital de 1.300:000 >, con-
cedida pelo governo daquelle estado compa-
nhia Lavoura, I.idustna e Colonisagao.
Acaba de ser construida em Potsdam, na Pras-
sia, um observatorio magntico
As osclllagoes magnticas sao reproduzida
pholographicamente por meio de loz elctricas.
Nao ha era toda a constrocgSo o menor vesti-
gio de ferro, n?m tenas, nem tijollos, nem ci-
mento, nem zinco ; so pedra calcrea, cobre t
brenze-
*
Um architecto rnssso qoe passon muitos me-
zes na Exposigo de Paris, expoz o mez passado
em S- Petersburgo um grande plano, em rel
vo, de seis metros quadrados, que nproduz toda
a exposigo, desde o Trocadero at espumada
dos invlidos, com as formas e as ccres do ori-
ginal e todos os pormenores de ornamentacSo e
escnlntura-
Todas as coostrueces sao feitas em madeiras
ou era c-a; as arvores dos jardins e narqaes
em pelacia; a agua dos lagos e das fontes,
substituida por pequeos espelhos em qne se
reflecte a luz elctrica das construeges.
Absorveu no sen plano em que t abalhou
durante quatro mezes, a rigorosa proporgo dos
diversss monumentos, tendo a torre de E'ffel
meio metro de altura.

De um e3cripto do Sr. Jos Augusto Vinae
sobre a hora normal na regnlamentago do tra-
balho, damos ao conhecimento dos nossos leito-
res o seguinte, publicado na Gazeta de Noticias :
Com os modernos meio3 ao alcance da indos-
tila, as nagOes em que o trabalho de quarenta
e oito a cincoent horas por semana sao as que
attiogem o mximum de prodncco annual, pa
gam os mais altos salarios, obim os maiores
beneficios e produzem. finalmente, as melhores
condigoes de barateza e promptido.
Ei3 urna these interessante e que merece ser
deseo rol vida.
A celebre le de Malthn? est hoje quasi der-
rocada, gragns inlerve'jgo poderosa do machi-
nismo moderno.
Eraquanto nao se esgotar o carvo era nosso
globo e o sol conservar a merma iotensidade de
calor, a tbeoria do celebre economista inglez nao
ser confirmada pela pratica, o que j um con
solo para milhares oe geragoes que nos succe-
dero.
A produeco tem centuplicado depois da mor-
te de Maluras, e de par com ella a populago da
Europa e da America.
Apuzar de to importante augmento, as clas-
se3 proletarias vivem melhor hoje do que. por
exeraplo, nos ltimos annos que precederem a
grande Revolugo Franceza de 1789
Apezar da agricultura estar ainda hoje muito
quem do qoe pode e deve attingir, j prodaz,
gragasaos machinisraos aperfeicoados, ao aduno
cbimico das trras, o sufli:ieute para a alimen-
tago dos povos no mundo civilisado.
Se ainda em certos paizes soffrem por vezea
fome, nao isso devido escassez dos gneros
de pri neira ne;ersidade, mas falta de espirito
progressist i, retina de seos goveroantes, qne
apegam se ao sysiema proteccionista, suppondo
favorecer aos, seus considado^, quando aha sao
levados por motivos incoufessaveis a sustentar
os raonopolics.
Todas as officinas do Estado, excepgio da
dos telegraphos, possuem machinisraos aperfei-
goadoa, que facilitara o trabalho, produzindo
muito ora pouco tempo.
E' notorio o bem acabado de nossas construe-
ges navaes, que tera recebido justos encomios
de profissionaes cstrangeiros du alta nomeada.
Imagine ae a que pcrfeigSo nlo poder che -
gar o nosao operario, quando tiver tempo de in-
struir se, aprendendo a parte theorica de sua
arte.
O fabrico do calcado nos Estados Unidos vai
nos fernecer eloquente exemplo de quanto pode
o homem produzir com o auxilio de machinas
aperfeigoadas em tempo diminuto, relativamente.
Aquella industria orna das mais antigs e
das mais importantes da America do Norte, tor-
nandose ao me3mo tempo urna da3 mais aper-
feigoadaa.
A mo do homem s utilisada para passar a
materia prim? de orna machina para outra, ope-
rando se o martellamento, a estampara, a costu
ra, etc., nicamente com o auxilio infatigavel do
vapor.
Pdese hoje dizer, sem exaggerago, que
hemem introduz o couro em urna extremidade
da machina e o ve sahir pouco depois do lado
opposto traosformado em botina, prompta a ser
asada.
Com o auxilio desta machina um operario
pqde confeccionar 300 pires de bo'inas por dia
A produego annual de urna fabrica do Ma-sa-
chusseta equivale de3 2,000 sapateiros no mes-
mo espago de tempo, nao tendo estes a coopera
cao potente das machinas.
0 grande Humboldt (icaria hoje a3sombrado
com semelhante desenvolvimenlo, pois j no
seu tempo garanta que o producto da fabrica-
go do calgado na Earopa, em um anno, s por
si era superior em numei o ao valor de toda a
prata extrahida durante dous sccul03 das minas
do Per e conduzidi para a Hespanhi nos famo-
sos galeas 1
Actualmente a forca motriz ernpregada as
manufacturas dos Estados Unidos representa
um total.de 3 410.017 cavaUos.
0 augmento, depois do etngresso ter adoptado
a hora normal, foi de 45 '/o-
Durante o mesmo periodo o augmento da pro-
duego elevou se a 58 %
Acredito nao ser preciso ir buscar outroa
exemplos para provar que a diminuigSo das ho-
ras de trabalho em nada prejudica o Estado ou
es particulares, antes favorece os, visto dessa sa-
bia e phi'antropica medida emanar o accresci-
mo da ialeosidadc e da productividade.
QiESTES SOCHES
Projecto de conslituiro do Bulado
Unidos do Brasil
f'Concluso)
PARA SER PRESENTE CONSTITUSTE
Offereciio ao estitdo da commissao por Santos
Werneck e Rangel Pestaa
Nos, 03-represeutante3 do Brazil. com o fin de
manler a integridade da patria, pro ver defeza
commum, perpetuar a unio dos brazilciros, ga-
rantir a liberdade individual e a igualdade dos
habitantes do nosso slo, continuando os esfor-
gos dos nossos antepassados era beneficio nosso
e da nossa posteridade, cm bem da Ordera e da
Proeres30, ord namos c eslabelecemos a presente
constittiigo para os Estados Unidos do Brazil.
TITULO III
Do poder legislativo
capitulo i
Das cmaras
Art. 69. 0 poder legislativo exorcido pelo
congresso com a 3au^co, cm regra, do presiden-
te da repblica, e cofl&e se Je d jas cmaras: a
dos deputados e a dfijfenadores ou senado.
A:t. 70. A3 cmaras reunir se ho todos os
annoa de 1 de Maio a 30 de Setembro, salvo pro-
rogagi ou convocago extraordinaria.
Art. 71. A eleigo para senadores e deputados
ser feita simultneamente em todo o pa.




.

Wm


Diario de Pernambuco-TerQa-fera 25 de Marco de 1890
'



&
i
i
Pertence a cada cmara o jalgamento da vali-
dade das eleiges dos seus membioi e organisa-
eo de sea regiment interno.
Art. 71 As sesses. serio puoiicas, salvo se o
contrario exigir o bem da naci, jaizo a
maioria dos membros presentes.
Art. 73. A sess&o nao sat*%berta sama maie-
ria dos membros, porm a m mria, pela mauei-
ra que o estabelecer o regiment, poder com-
pellir os ausentes ao comparecimento.
Art. 74 Nenbnma cmara poder suspender
as snas sesees por mais de tres ibas nem reali-
sal-as era lugar diverso daqo-lle em qae deve
hinccionar, sera o consentinaento da outra.
Art 75. O mandato nao imperativo, mas de
conlianga, e cessar retirada esta por quera de
direito em voto descoberto, ou demittinlo-se ex-
pressamente o proprio mandatario; em qual-
quer caso ha lugar nova eleigio, sujeito o sena-
dor ento eleito a condiga j do demiitido quanto
extineao do mandato no triennio respectivo.
Art. 76. Cada membro do congresso prestar
kramento, conforme a sua consciencia, ie bem
desempenbar os deveres do cargo.
Art. 77. Neuhum manobro do congresso, em-
3uanto durar o mandato, poder aceitar do po-
er executivo emprego oa eommissio remune-
rada, nem quem oicupe tul emprego ou comrais
sao pode ser eeito membro do congresso, salvo
no primero caso, consenmento da respectiva
cama "a por maioria dos votos presentes.
Art. 78. Cada cmara formar de sea seio cora
missoes correspondentes 3 repartigoes ou dis-
tribuigOes dos servidos do poder executivo, que
faca o presidente da Repblica por ura ou mais
secretarios da nagao.
Art. 79. Cada legislatura durar tres annos.
Art. 80. Nao se pode ser membro de ambas
as cmaras.
Art. 81 Ser obrigada a votagio nominal em
cada cmara ou no congresso sempre que o re-
querer um quinto dos membros presentes.
Art 82. A secgo de abertura e a de encerra
ment serio parante as cmaras reunida), na for-
ma do regira-oto interno.
Art 83. Na reunio das duas cmaras, o pre-
sidente do senado dirigir os trabalhos, toman-
do assento indistinctamente senadores e depu-
tados.
Art. 81. Dous tercos dos presentes em cada
samara on no coogresso podero reprehender
Jualquer dos depulados ou senador, suspendel o
o exercicio de tuas funcges e at excluil-o do
seio da cmara por mo procedimento no recin
to ou incapacitarte superveniente neste caso
haver lugar nova eleiyao e nulla ser a primei
ra reeleigo do sejador ou deputado expulso ; o
senador substituto incide na condico do final do
art. 74.
Art. 85. Nenhum membro do congresso pode
ser interrogado e processado pelas opinO's que
hajai esiiltido no exercicio de seu mandato, salvo
por injurias.
Art. 86. Membro algum do congresso pode ser
preso durante o periodo de cada sesso anncal,
ordinaria ou nao, salvo por crime poltico ou em
caso de flagrante delicio que meneca pena de
morte, inf-maate ou outra alBiciiva, do que se
dar corita cmara respectiva cora a informa
ci suramaria do facto, mas anda que preso, nao
perderi a cadeira emquanto nao condemnado
por sentenga.
Art. 87. Se algum membro do congresso esti-
ver responiendo fora do periodo legislativo ou
houver de responder justiga dentro do dito pe
riodo, o servigo judicial, reunida a cmara res
pectiva, nio pode proseguir sem que o permita
a maioria, suspendeodo ou nio o accusado do
exercicio das funcces.
Art. 88. Os membros do congresso vencero
durante as sesses ura subsidio pecuniario, que
ser taxado por cada cmara no firn da ultima
sesso da legislatura precedente. Alm disso,
cada cmara arbitrar urna indemnisag&o para
as despezas de vinda e volta dos seus membro3.
captulo ti
Da cmara dos deputados
Aj!. 89. A cmara dos deputados constitu
da pelos representantes domiciliados no solo
brasileim, excepto os indios nio recenseaveis,
eleitos em cada Estado, provincia, territorio e
no diatricto federal, na proporco deum depu
tado para cem mil habitantes ou fracgio supe
rior a cincoenta mil.
Art. 90. Esta base de representado nio pode
ser diminuida, o, embora o augmento da popu-
iagao, proporcionar se-lia o numero de repre
sentantes de molo que a cmara dos deputados
nio se componha de mais de duzentos e ca
coenta membro?.
Art. 91. 0 recen3eamento ter lugar de oito
em oito anno3, e o primeiro de -nodo algum ul-
trapasara o Drazo de dous annos, contados da
instBilaco do primeiro congresso eleito em vir
tude Jesta constiluigo.
Art. 92. '.'omecar na cmara doi desputados
a discussio dos projectos :
I. Sobre impostos ;
n Sobre sorteio militar;
III. Apresentados pelo poder executivo.
Art. 93 E' da privativa attribuico da mesma
cmara decretar por maioria de votos presentes
que tem lugar a accusago, e acensar por meio
de .ama corcmisso peranle o senado o presi
dente.da repblica, os secretarios da nagte, o-
membros do superior tribuaal de justica e mais
juizes fe 'eraes pelo-mo desempenho ou por de
licto no exercicio de suas funeges, ou por cri-
men coramuns, depois de ter tomado cooheci
ment deiles e declarar ter lugar a forraaco do
processo por maioria dos membros presentes
promovendo ou nao em lal caso, perante o se
nado, a destitugio do acensado.
CAPITULO III
Do senado
Art. 94. O senado ser compo3to de tres se-
nadores por cada estado e pelo diatricto fede-
ral.
Art. 95 Cada estado e o dislricto federal vo
tario. pelo m^nos. em um 'idadio qne nio te
nha nasci lo no dito estado tu no districto, e
nelle nio resida desde tres annos do da da elei
ci.
Art. 96. O mandato de senador dura 9 annos.
mas a renovago do senado se fara pela terca
parte triennalmeate, ni mesma poca em que
se elener a cmara dos deputados. No prim ro
anno da primeira legislatura, o senado sortear
o primeiro e o segando tercas dos seus mem
bri^s, que devem ser substituidos, mas de ma
neira qu apenas seja desfalcada de um voto a
represen'aco de cada eslaio, por triennio. Es-
tabelecida a successio, nao ser pr- j Jdicada na
hvpothese do art. 10.
'Art. 97. Vagando alguma cadeira no senado,
no estado a que correspon 1er se proceder im
me Jiramente ao preenchitncnto, sujeito o novo
senador cond ci do final do art. 74.
Art. 98. O vicepresidente da nagao ser pre-
sidente do senado e nio ter voto seno em
caso de empale. Em sua ausencia, ser substi
tuido pelo vici-presidente do senado.
Art. 99. Compete privativamente ao senado:
i. Eleger os membros do supremo tribunal
de justica, confirmar ou substituir o que fr no
meado pelo presidente da repblica no interreg-
no parlamentar, e confirmar ou recusar os jui-
zes federaes inf. ores propostos pelo mesmo
presidente
i" Julgar os fdnecionarios pblicos de que
reza o ?ri. 91. Para este fim seos membros pres
taro juramento conforme entender cada umem
sua consciencia ; quando o accusado fr o pre-
sidente da repblica, presidir o senado o pre-
sidente do supremo tribuaal de juctica.
Art. 100. A seatenca fera dada por dous ter-
cos dos votos preseaies, mas s teri por effeito
a dcsiituico do accusado ou a deelaracio da
sna in-apacidade para qualquer emprego fede
ral de proventos, honra ou conlianga, (cando
anda a parte condemnada sujeita a processo,
julgjuiecto e peca dos tribunaes ordinarios.
CAPITULO IV
Da fonnacSo e sanego das leis
Art 101. A proposigio das leis far-se ha pe-
los membros do congresso as suag respectivas
cmaras, e pelo poder executivo nos termos
des'a conalitaicio.
Ait. IOS. Adoptado por alguma cmara um
projecto de le, paseara i oatra, d'onde, se tiver
sido tambera approvado Ir ao poder executivo,
qne, approvando o tambera, o saneciooar e
promulgar. De igual saoccio oa promulga-
do carecer qualquer ordem, resolucio ou
voto, escepto sobre adiamanto das sessOes, qae
hoaver passado pelo concarao de ambas as c-
maras.
Art. 103 Se o poder exectlvo julgar o projec-
to contrario aos nteres da naci, oppori o seu
veto dentro de 10 das, utes oa nao, contados do
envete quelle em qne rf&jbeu o projecto, en-
viando o ento e dentro do mesmo orazo ca
mar onde teve origem, com as razoes por es-
cripto da sna opoosijio. Passados 10 das, o
silencio jio poder execativo ser interpretado
sanceionativo do projecto.
Art. 104. A cama-a de origem qae recebar o
proje:tj nao sanecionado disculil-o ha deoo'o
se entender necaatario, e anprovando-o por dous
treos dos votos presentas, contra as razos do
veto, envial-o-h outra tasara, qaa o diseati
r imm3diataraente, e approvando-o tambe por
doas tercos dos membros presentes, cavial o ha
ao poder executivo, que o promulgar como le
da naci, qoer o sancione ento qaer o valide
apenas para vigorar.
Art. 105 Se ama cmara addir oa emendar
projecto viudo da outra, voltar o projecto com
as emendas ou addicfies cmara da origem
que, aceitando-as, o enviar ao poder executivo.
Recusando a cmara da origem approvar as
modifjcacoas, voltari o projecto com ellas c-
mara revisora, onde bastar um terco dos votos
presentes para reproval-as; subindo en So o
projecto, sem as moJificacoes, sanecio presi
eBCial mas se as emandas ou addiees passa-
^ra por dous t-.rcos na cmara revisora, volta-
rio com o projecto i cmara da origem deste,
onde se entenderlo approvadas com um terco
de votos favoraveis. Regeiladas aiada as modi-
ficacOes, p projecto seguir sem ellas ao conhe-
cimento do poder executivo.
Art. 106. Quando um projecto de le fr m to-
(um reprovado por ama cmara, nio se repetir
na sessio daqaelle anno.
Art. 107. A promulgado da le ser feita pelo
presidente da repblica com a seguinte formula :
O congresso brazileiro decretou e eu sanecionei
a lei seguinte :
No caso da ultima parte do art. 103 ser-O
congresso brazileiro decretou e eu promulgo a
lei seguinte :
Art. 108. O presidente da repblica, alm de
poder iniciar ura projecto de lei immediatamen
te perante a caraira ios deputados, tem afacul
dade de propol-o i opiniio nacional disper.-a,
publicando-o acompanhaio de urna exposicao de
motivos.
Fmdoo prasa de tres mezes api o projecto
ter chegado aos pontos mais remotos oa repu
blica, o poder executivo, tomando em consiue-
racio as observares feitas sobre o projecto,
formular novo ou mantera o primitivo, submst-
tendo-o eolio aquella cmara, onde seguir os
tramites legaes.
Art. 109. Tratando se de projectos relativos ao
diatricto federal, o presidente da repblica pode
reducir a quarenta e cinco das o praso do arli
go precedente, porm, mantenha o projecto ou
o reforme, submettel-o-na approvacio do dis
tricto e o promulgar como lei, se for approva-
do p >r maioria de votos.
Art. 110. A e!abora$5o da primeira lei sobre
capacidade eleitoral no diatricto federal indepen
de da approvacio dos ciJadaos do districto;
d'abi emdiante, qualquer reforma sobre o mes-
mo assnmpto ser submettida approvacio do
carpo eleitoral eolio vigente, cuja decisio, sen
do contraria extenso do sufragio, no obri-
gar ao presidente da repblica.
capitulo v
Attribuices do congresso
Art. 111. Compete ao poder legislativo :
I.Legislar sobre os direitos que constituem
o fundo federal;
II.Fixar annnalmente as despezas federaes.
impor as contribaicoes directas em proporco
aos haveres de cada ura ;
III Estabelecer meios para pagamento da
divida publica;
IV Autorisar o poder executivo a contrab'r
em prestimos;
V.Regalar a administraco dos bens naci-
naes e decretar a sua alienacio ;
VI.Conceder subsidios do thesouro nacio-
nal ;
VILCrear e supprimir alfandegas federaes,
habilitar portos, regular a livre navegacio dos
rios exteriores;
VIII.Regular e estabelecer o commercioma
ritimo e terrestre cora as nagoes estrangeiras e
dos estados entre si, approvando, nunca alera
da sesso seguinte, os ajustes que teaham elles
feito.
IX.Approvar ou reprovar os tratados con-
cluidos cora as mesmas nagoes ;
X.Determinar o peso, Inscripcio, '.ypo, de-
nominacio e valor das moedas, bem como o das
moedas estrangeiras e o padr&o dos pesos e
medidas ;
XI.Declarar a guerra e a paz. e autorisar a
isso o poder fxecutivo, cujos tratados llcaro
den adentes da sua approvacio :
XII.Regular e estabelecer os correios e te
legrapbos nacionaes ;
XIII. Discriminar definitivamente os limites
do territorio nacional com as nacoes estran.ei
ras; homologar os combinados pelos estados
entre si, modifleal 03, 3ujeitaodo modificaco a
homologacSodas partes contratantes ; homolo-
gar e decretar a creaco de novos estados, ex-
cepto na bjpothese do art. 10, e territorios ; de-
terminar a orgaaisacio e influir na administra-
gao das provincias ; organisar o goveroo e a ad-
ministracao dos territorios ,
XIVFixar annualmente as forcas de mar e
ierra ;
XV.Conceder e negar a entrada de forjas
estrangeiras de trra e mar dentro da repblica
ou dos seus portos;
XVI Prover a seguranca das fronteiras ;
XVII.Definir e punir os crimes de pirataria,
os commettidos em alto mar e os ataques ao di
reito das gentes ; eonceder carta de corso e de
represalia e determinar regulamento para as pre-
sas ;
XVIII.Autorisar a mobilisaco e reanio ou
coosolidacio das milicias dos estados, nos casos
mencionados nesta constilaico;
XIX.Declarar em estado de sitio ou mais
pontos do territorio nacional em caso de com
mogio interna ou invaso estrangeira, e appr j
var ou suspender o estado de sitio declarado pe-
lo poder executivo;
XX Diminuir os qaadros do exercito pro-
porco que tratados de paz perpetua sul ameri-
cana, 03 qnaes promover, forem estabelecendo
o arbitramento como recurso obrigatorio, de
sanego internacional, para as contendas entre
os governos desta parte do continente, sem pre-
juizo do sold dos ofhciaes e pragas licenciadas,
conforme o art. 61 ;
XXI.Aceitar ou recusar os motivo" de de
missaoqoe pega o presidente ou vicepresidente
da repblica, proceder ao escrutinio para a elei-
cio do presidente e do vice presidente, nos ca-
sos e forma adiante mencionados ;
XXII Conferir aos e3trangeiro3 de que falla
o art. 37, VI. as honras de cidado brazUeiro,
legislar sobre naturalisagio, sobre direiio poli-
tico federal e sobre o dire.to federal privado,
respailando os principios a respeiio exarados
nes a conslituigo e as restricgOes conjuncta-
mente determinadas ;
XXIII. -Legislar sobre re'.agoes civia nos ca
sos suppostos nos arts. 65 e 67 ;
XXIV.-Crear ou suppiimir empregos pbli-
cos federaes, fixar Ihes attribuigoes, estabelecer-
Ihes ordenados, com as limilagoe3 expressaa
nesta conslituigio ; co ferir, quando julgar u?il,
a nomeagode erapregados subalternos aos che-
fes das repartigbes e servigos publicas ;
XXV.Conceder peasoes e amnistas ;
XXVI Estabelecer a magistritura federal
inferior, singular ou collectiva ao sopremo tri-
bual de justiga ; distribuil-a proporcional e
equitativamente pelo territorio da nagao, confor
me o requererem as necessidades do direito fe
deral, iadependentemeate da divisio geogra
phica oa territorial ;
XXVIIEm geral, relaroa guarda da consli-
tuigo e das leis ; prover em tuda que disser
reepeito prosperidade do p?z, garanta do
direito privado federal, ao desenvolvimemo da
lodustna. do comraercio, s estradas e canaes,
ao povoameato do solo, memoria da serte do
proletariado dos estabelecimealos pblicos na-
cionaes.
TITULO IV
Do voier execuico
CAP1TCLO I
Do presidente e do vice presidente da repblica
"Art. 112. O poder execativo ser* exercito ex
elusivamente e com plena e rigorosa reepoosa-
bilidade por um cidadio eleito pela forma de
terminada nesta constituigao, com o titulo de
presidente da repblica brazileira.
Art 113. Na me#ma occasio que elle, ser
eleito ootro cdadao, que sera o vioe presi 'ente,
ao qoal, alm da altriwrigio definida na art 97,
compete snbstair o presdeme em caso dereor
te, renuncia ou destitaigao do cargo por crlme
on incapacidale. Vertendo os mesmos motivos
contra o exercicio do cargo pelo vice-presidente
governar provisoriamente o vice-presidente do
senada e em soa sobstitulgo o presidente da
cmara dos deputados, em cuja falta o congresso
determinar o snecessor, nenhum deiles ultra-
passando o prazo do mandato do primeiro pre
sidente. O mwabeo do coagreaao oaamado
presi ieadaparde immjsUatssMale o asa lugar
ni reapactiaa cmara, proaaando-ae a nava
eleigo,
Art. 11*. aadato presidaaaial duran sete
annos, aaa eeoonto de interrupgio algnma. a
contar do dia da posse. a nio pode absolotamen
te e em terapo oenhatn ser renovada ; mas
quem ti ver sido voe-preaideaai pode ser assisi-
to ou eleito priaidente,.aaivo se exerceu o cargo
deste durante tudo o ultimo terco do periodo
anterior.
Art. 115. O subsidio do presidente ser deter-
mnalo pelo congresso no ultimo anno do pe
riodo presidencial, mas em caso algam ser
iaferjor a cinco contos mensaes. O vice-presi-
dente recebar mcnsalaunte o subsidio mensal
de senador. Arabo3 o subsidios 9' rae pagos
pelo thesouro federal ; mas durante o U sipo
para o qaal rotara eleitos ou desigaaios, o praj
sideute e o vice-presidenta nio podero recber
do mesmo thesouro outro ordenado, subsidio M
emolumento.)
Art. 116. O presicente, antas de tomar posse
do cargo, prestar juramento, conforme a sua
consciencia, as mos do presidente do snpremo
tribuaal de justiga, reunido em sesso solemne,
pela seguinte frmula : Juro manter com
lealdade e patriotismo a constitnigo federal, tea
do em vista, cima dos interesses dos partidos
ou das maiorias, o bem geral da ,nagao, o res
peito a soberana individual, a integridade da
patria e a uniio dos braiileiros. >
CAPITULO II
Da eleigio presidencial
Art. 117. O presidente e o vice presidente se-
rio eleitos pelo povo dos Estados Unidos do
Brazil por eleigio indirecta, formando os esta-
dos circumscripg5es eleitoraes e cada qual tea
do tantos va/os directos quantos senadores e
deputados enva ao congresso. Este poder
augmentar o numero de eleitores em cada esta
do, guardando para todos o mesmo multiplica
dor.
Quando, por effeito deste augmento o estado
que delegar menor numero de membros ao con-
gresso po33Uir tantos eleitoees presidenciaes
quaoto o numero total dos senadores e deputa-
dos dos estados, o congresso poder tornar di-
recta a iligao, respeitada a attribuigo de que
falla o art 47.
Art. 118. O cong esso poae 8xar a poca da
nomeago ou eleigio dos alettores. Es es ea
cada estado reunir-se-hio em um s ponto, de
terminado pelo governo do estado e a eleigao
ter lugar em todo o territorio da Repblica no
dia, til ou nao, precedente sos 120 ltimos do
periodo presidencial. O elettor que nio compa-
recer ou votar em branco entende-se ter sutTra-
gado o candidato alinal eleito.
Art. 119. Para presidente, os eleitores voto
rio em dous cidado3, dos quaes um, peto rae
nos, nao tenha nascido nem esteja domiciliado
nomesmo estado que e;les.
Art. 120. Era urna clula se votar para pre-
sidente e em outra para vice presidente. Serao
feitas duas classes de listas, cada classe com
dous exemplares: um com 03 nomes dos qoe o_>-
tiveram votos para presidente, com a indicagao
do numero de votos adiante de cada nome ; ou
tro com os nomes dos que obtiveram volos para
vicepresidente e idetica indicagio.
Um exemplar de cada classe, fechado e sella-
do, ser remettido ao chefe ou presidente do po
der legislativo do estado respectivo, em cujo ar-
chivo ser guardado ; ootro exemplar dcada
classe ser enviado ao presidente do senado- No
districto federal os exemplares primeiro men
cionadus serio reraet'idos ao presidente da mu
nicipalidade ou autondade equivalante.
Art. 121. Reunidas as duas camarai, ordina-
ria ou extraordinariamente, o presidente do con
gresso abr.r as lisias perante elle, servmdo de
secretarios tanlos membros, at oito, que mais
ou menos representem as diversas rraegoes em
que se divida o congresso. Contados e annun-
ciados os votos, ser proclamado presidente e
vicepresidente o que para o carga respectivo
houver alcangado maioria absoluta.
Art. 122. Se para algum dos cargos nio nou
VBr alguem obtido a maioria requerida, dentre
os candidatos que obtiveram as tres pnocipaes
votaoftas, o ccngres3o eleger nm, em escrat nn
secreto, por maioria absoluta dos dous tercis
de numero total dos membros. Se ningoem oD
liver ainda maioria absoluta, ser considerado
eleito o mais votado je Ibi quem alcaogou maior
numero de votos na reigo popular. Se nao ro,
preceder se-ha a novo escrutinio entre os que
obtiveram as duas principaes volages do con-
gresso e, salvo maioria absolata ou empale, sera
considerado eleito o mais votado, se dos con
crrenles foi tambera o mais votado naeleicao
popular. Se for necessario continuar o escruti-
nio, ser procedido sempre entre os possuidores
das duas primeiras votages anteriores, tnum-
phandoa3nal o que aieangar maioria absoluta
ou maioria relativa combinada a ideutica aos
sulTragios populares. ,.._
Art? 123. Essas eleiges ficaram concluidas
em urna s sesso do congresso, publicando se
logo pela impreusa o resultado e as actas e.ei-
toraes.
CAPITULA III
AUribmfdet do poder executivo
Art. 124. Compete ao presidente da Rep-
blica :
I. Designar approvagio do senado os juizes
federaes inferiores ao supremo tribunal 'e jus-
tiga e noraear interinamente para qualquer lu
gar da magistratura federal at que o senado,
reunindo se, confirme ou nio a nomeago;
1J. Exercer o direito de suspeosao, de com
mutago e de graga, dos processos e penas por
delictos polticos contra a nago, excepto nos ca
sos de processo in3taurado pela cmara dos de-
putados ; Cjtnmntar e perdoar as penas por cri-
mes communs commettidos fra do territorio dos
Estados, publicando em qualquer caso as razes
do seu acto;
III. Expedir regulamentos, decretos e rastru
egej necessarias boaex^cugio das leis;
IV. Exercer, mediata ou imraedlatamente, o
ooder legislativo e executivo especial ao distnc
to federal, pelo proce3so referidos nos arts. 108
e 109 ;
V. Prover os empregos civis e polticos, com
as limita Oes de ta constituigfu;
Vi. Nomear embaixadores e outros agentes
diplomticos e consulares;
Vil Nomear secretarios da nago, se julgar
necessario, pjra o auxiliarem na administra
go: ja
VIII. Abrir as sess5es ordinarias % extraordi
narias do Congresso, e dar-be conta em relato-
rios geral c parciaes do estado droacao e re
commendando ihe as medidp.s qne julgar conve-
nientes ;
IX. Convocar o Congressso extraordinaria-
mente quando o requer necessidade nacional e
prorogaras pas sesses ordinarias;
X- Suspender ou approvar os ajustes dos.Es-
tados, segando o art 32;
XI. Dirigir as negociages potl'icas comas
nages estrangeiras, fazer trados de allianga of-
fensiva e detTensiva, de neutralidade, de arbitra-
mento, levando-os ao conhecimento do Congres-
so, logo que o ntrresse e a seguranga da nagao
o permittirem; mas os tratados que implicarem
reconhecimeiito de limite', cesso oa troca de
territorio, nao sero valios emquanto nu rac-
tificados pelo Congresso:
XII Riceber e admiuir 03 ministros e con
soles cstrangelros;
Xin. Declarar a guerra e fazer a paz, conce-
der carias de corso e de represalia, com auto-
ri3.-gio de Conjres30;
XVI. Declarar en estado de sitio um ou mais
pontos do territorio em caso de ataque estrau
geiro on commogio interna grave, se o Congres-
so nao est ver fanccionando ;
XV. Diigir, como generalissirao do exercito
e da armada nacionaes, as forgas militares e
bell cis, sem [Oler oramandal-as em pessoa;
XVI. Em geral, co no chefe da naci, sdmt-
nistrar os negocios da repblica, participar, con-
forme o proscreve a constiluigio, da formagio
das leis, proiruUal as, e exercer e desempenhar
todos os actos e mneges relativas i adminis-
tragio.
CAPITULO iv
Dos secretarte* da nagao
Art. 115. Os secretarios da nago sSo respon-
cavis pe a concordancia com os actos do poder
executivo que subscrevara e pelos qoe pratiqnem
de facto com independencia.
Art. 126. Nio poder, emqaaato secretarios,
exercer qualquer outro emprego ou funegio pa-
blica, nem ser eleitos acmbros do Congresso,
presidente da repblica oa jniz federal. Se al
gum senador ou deputado acceitar o cargo de
secretario da nagao, antende se qae renuaciou o
'TH
mandato legislativo e proceder so-ha a eleigio
para ajaanebiraento da vaga.
Art. HT. De maneira alguma comparecerio s
asacos da congresso, devendo corresponder se
loasa ea-ior meio de mensageos assignadas pelo
(Baaeidaote da repblica, ou extra-paxlaraentar
este eti conferencias com as coraraisoes das
caoaaraa.
A"t. 118. Receberio subsidio determinado
pelo congresso e que aiu p-Je sar augmentado
nem diminuido senio ao fim de cada legisla
tura.
TITULO V
Do poder jadicia-io
Art. llft. O poder judiciano federal ser exer-
cirto por um supremo tribunal de justiga e por
tantos juizes singulares ou tribuaaes inferiores
quantos o congresso julgar conveniente crear,
tenda em attengio a extenso do territorio, di?-
seminagio da popolagao, multiplicidade das
causas e queales.
Art. 130. Todos os juizes federaes conservaran
os seas cargos emquanto fr boa a sua conducta
c nio se transferirlo de um lugar para outro
senio temporariamente, a servico da justiga, se
a le o determinar e nio por actos do poder exe
cativo, ou se o r quererem, sem offen3a do direito
alheio.
Art. 131. Juiz algum federal, ainda que tempo-
rariamente, poder exercer outro emprego ou
funegio publica, federal ou nio, salvo abanto-
naado definitivamente-a magistratura. 8s jui-
zes f deraes nao podem ao mesmo tempo ser
membros la magistratura do Estado.
Art. 132 Na primeira installagio do supremo
tribunal de justica, os seus membros pres taro
juramento as mos do presidente da repblica
de oera desempenhar os deveres do cargo; de en-
to em diante o juramento ser prestado as
oaos do chefe ou presidente do mesmo tribuaal
ou juiz qae o substituir.
Ar. 133. o supremo tribunal excesivamente,
assim como aos cul.os juizes ou tribunaes infe-
riores, pertence a regulamentago interna do
respectivo jaiz e a nomeago dos empregad^s.
Art. 134. Exclusivamente ao supremo tribunal
compete conhecer de todas as causas concer
neotcs aos embaixadores, ministros e cnsules
estrangeiros, e daquellas em que fr parte um
estado.
Art. 135. Ao supremo tribunal, por appellacio
e aos oatros juizes ou tribunaes federaes infe
riores originariamente, compete oonheCer e de-
cidir ; entre lu hitante de um estado, pro-
vincia ou territorio contra cidadio estran-
geiro ou potencia estrangeira todas as causas
de direito e de equidade que versarem sobre
pontos da Conslituigo e das leis federaes, dos
tratados com as nages estrangeiras, das causas
de jurisdi egio martima, das causas em que a
nago fr parle, das que se suscitarem entre
dous ou mais estados, entre um ou mais estado
contra urna ou mais provincias e vice-versa,
entre um estado e os habitantes de outro estado,
provincia ou territorio, entre urna provincia e os
Habitantes de um ou mais estados, entre os ha-
bitantes de differentes estados, entre os hab an-
tes de um ou mais territorios, provincias ou
estados contra os de outro ou mais estados, en-
tre um estado contra nma poten i i estrangeira
ou cidadio estrangeiro. as causas entre urna
provincia e um cidado estrangeiro, ou poten na
estrangeira, o congresso dar a provincia capa
cidade jurdica se houver Ihc conferido direitos
e nao apenas delegado attribuigoes.
Art. 136. Aos juizes e tribunaes inferiores
c jpete decidir em appellago e ultima instan
cia das causas concernentes ao direito federal
privado, julgadas pela magistratura nio federal
Esta appellago far-se-ha directamente ao juiz
federal, qualquer a categora a que pertenga o
juiz uso federal.
Art. 137. 0 thesouro federal pagar Ihes ha por
seus servigos urna ndemnisagio. que nunca ser
inferior a 12:00* annuaes pira o membro ''o
supremo tribunal de justica, cujo presidente
pode ter gratificago al 2:000, e a 6000/ para
os raais juizes federaes.
Art. 138. 0 presidente do supremo tribunal,
assira como os presidentes dos oatros tribunaes
federaes, que sejam creados, serio eleitos pelos
respectivos membros.
TITULO VI
Da reforma constitucional
Art. 139. Esta constiluigio pode ser reformada
pelos tramites ordinarios, sempre que o aconse-
Ihar a ligo evidente da experiencia ; mas a re
forma s pode passar mediante dous tercos de
votos em cada cmara c (nais condiges neces
sarias a qualquer lei da nagao, sem aboligo do
processo mencionado no art. 107.
TiWiSCRIPytiES
Quatro mezes
(Do Diario de Noticias do Rio de Ja-
neiro)
SSo passados quatro mezez, aps o dia
glorioso e para sempre immortal, em que
as aspiracoes mas ardentes de um povo
e o pundonor das classes militares se con-
sorciaram n'um grito unisono de liberda-
de, derrocando sem estrepito as institu
giles caducas, que erara a nosaa humilha-
g&o no continente americano e a nossa de-
cadencia para quem das fronUiras.
Diz radiante, em q e a natureza pare
cia aaaociar-se obra do patriotismo, re-
vestindo se de galas ; foi ao fulgor dia-
mantino de 15 de Novembro que o povo
brasileiro vio pela primeira vez, exttico
e commovido, o privilegio ceder o lugar
ao direito, a cor substituir se por urna
estrella feliz do futuro e a monarchia ce
der, sem estrondo e sem defeza, o seu lu-
gar promissora liberdade.
Atravessara se um periodo sinistro, du-
rante o qual fra tentado substituir a im-
prensa livre pela penna dos assalariados :
as regalas constitucionaes pela vontade
de algumas entidades vis, e o exercito
brazileiro, sempre libertador, pelas mili-
cias privadas, com servigos no pago e re-
cebendo o san-o e a senha, tal vez da poli-
ca secreta.
Poder formidarel se i-ongregava as
mos dos que tinbam sido chamados ex-
pressamente, para levaxem a bom lira a
empreitada da salvacSo da nica monar-
chia da America. A imprensa vergava
ao poso das ameagas mais affeontosas, o
funccianlismo calava todos os estmulos
d independencia, sob pena de demiss&o
immediata, o poro mnrmurava a medo,
parecendo assombrado, como rebanhos ul-
lulantes, approxi maguo das grandes bor-
rascas. S urna classe enoontrava diante
de si o poder desvairado, rertrahida, com
a physionomia carregada e o aspecto mais
suspeito para os executoros dos planos do
Sr. Conde d'Eu.
Da rmprensa, onde a liberdade sempre
encontrava um respiradouro, bem poucos
eram os orgSos, qne se conservavam fiis ao
sen sacerdocio, que affrontavam o poder
insolente, que tomavam a descoberto com
todo o risco a defeca da classe, que se
tornara o objectivo dos odios das camari
lhas. Nos, enm'outro collega, segundo
as affirmagoes do Sr. Visconde de Ouro
Preto, no seu manifetto, eramos os nicos
que davamos, a todo o risco, asylo sagra-
do em nos8as columnas aos clamores da
populacho, a propaganda da Repblica o
as queixas o justas reivindica giles do exer-
cito. Os oatros, ou usnfrttiam os proven-
tos de poder, defendendo-o, ou so fin-
giam... distrahidos.
E quani dorante um mea, dia a dia, se
apostavam a dedo os jornapstas ameaca
dos e as redagSes condemnads a n3o fi-
oarem com pedra sobre pedra.
Como, porm, havia urna certa proba-
bilidade de defeza o esses asylos de li-
berdade e do pensamanto humano, trten-
se de anniquillar a classe, que muito pro
vavelmente, no dia do assassiaato de to-
das as conquistas democrticas de nossos
avs, desembanharia a espada, para dar o
u.timo combate e morrer ao lado da li-
berdade trucidada- as ras e as pragas
da capital do imperio. Foi-se dispersan-
do e exercito e a marraba, trai;ao, exi-
lando as figuras mais prestigiosas o exo-
nerando de todas as commiss6*38 os mais
aptos, z porque eram suspeitos de gafei
ra republicana.
Tudo servia de pretexto ao poder, para
ir-se desaf&aendo do inimigo. J os mi
rastros prendan, por sua alta recraaclo,
os militares em servigo, e j os batalhSea
recebiam ordem de embarcar em massa,
e a guarda nacional oceupava os postos
Jeaguarneoidos, quando todos se conven
ceram de que era chegada a hora ou nun-
ca, de reagir contra tantas afirontas a
costa da propria vida, para salvar um povo
do despotismo e da tyrannia mais crueis.
Para o marechal Deodoro, para Benja-
mn Constant, para Quintino Bocayuv3,
para Ruy Barbosa e para tantos outros,
convergiam as vistas anciosas do povo.
O primeiro estava gravemente doente.
mas n3o deixava de recebar a officialidade
dos corpos da capital, que em massa ia
apresentar-lhe os seus votos de dedioagao,
o segundo organisava a revolucao, e na
festa da Escola Militar aos chilenos langa-
va o repto ao poder supremo ; o terceiro,
como c:efe do partido republicano, coa
gregava as forgas populares para secon-
darem o niovimento militar, e o quarte,
nestas columnas em conferencia com os
chefes do movimento, acendia as almas
de todos o Bereno devotamente causa da
l'berdado e, em artigos, que passarSo
Historia, a indignagao, o ardor patritico
o o herosmo !
Depois todos fecharam os olhos. apavo
rados pela profundidade do abysmo em que
iam langar se e d-:ram um passo frente.
Iam ser fusilados talvez, iam soffrer as
mais atrozes perseguigSes... Mas que im
portava ? Podim vencer, podiam p lo
seu herosmo salvar esta patria das maio
res desventuras.
Ao menos seus nomes t cariara ira mor
talisadoa e como exemplo eterno s gera
g*es futuras. Se suecumbissem, outros
baviam de reatar a obra sublime do civis-
mo, por elles iniciada '
E'-nos grato, neste dia feliz, saudar os
patriotas, que tanto tm feito pelo bem da
patria, o inclyto chefe do governo provi-
sorio, ganeralissimo Deodoro, e seus dig-
nos ministros, assim como todos os cida-
dios que collaboram, oa medida das suas
forgas, para a consolidagao e o engrande
cimento moral da Repblica dos Estados
Unidos do Brasil.
O periodo difficil passou; os trabalhos
de Hercules cia Repblica esto con-
cluidos.
REVISTA DIARIA
De repente, porem, em vez da luta fra-
tricida, o desmoronamento das instituigSes
anachroaicas, que ninguerra defenda
em
vez de singue, as acclamagSes: em vez de
barrica!asi os mais estrondosos vivas A
Repblica estava no coraglo do povo e
delle sahia em brados de enthusiasmo, em
jbilos, como jamis se viram, emapplausos
unnimes, da parte da populago O
exercito e a armada depunham o poder
tyrannco e abusivo, e o povo saudava-os,
proclamando a Repblica.
Foi isto ha quatro mezes, por urna es-
plendida manhii iourada pelo sol trium-
phante de 15 de Novembro, sob o azul
immaculado do nosso co primaveril, em
meio do jubilo popular mais intenso, dei-
xando fulminadas, exnimes e sem movi-
me to, todos os espirites retrogados. Foi
um bello dia, t3o extraordinario, que o
mundo inteiro recusou-g a crer no que
Ihe diziam e nos mesmos au sabemos
como explicar o coecurso de tantas cir-
cumstancias felizes, senio pela phrase
mystica e contradictoria com as noss.-.s
crengas, de que tudo era providencial!
E' providencial diziamos todos ao
ter conhecimento dos factos, medida que
elles se iam dasdobrando com a solemni-
dade de um decreto infallivel de Deus.
Ha quatro mezes, pois, que escrevemos
a maior epopa da America, dotando nossa
patria com a forma republicana e estabe-
lecendo um governo de opiniio, que levar
o Brasil aos seus mais gloriosos destinos.
Estovamos exultantes, esquecidos de
que a Repblica poda ter inimigos, de
que ella ferira interesses pessoaes insa-
ciaveis, quando fomos i visados de que era
preciso entregarmo-nos sem demora
constituigao definitiva da patria.
Cada um foi para o seu posto de traba
lho, e nesses quatro mezes nio temos feito
outra cousa senio consolidar definitiva-
mente a Repblica.
Estamos satisfeitos com as institngo*es,
que a nos mesmos e nossos filhos
damos ?
Sem duvida algum*. E n quatro mezes
de Repblica separamos a Igreja do Es-
tado, fizemos a grande naturalisagio, es-
tamos organisando as fioangas, dotamos o
povo com o snffragio universal, promul-
gamos o casamento civil, demos seguimento
a umitas empresas, que hlo de enriquecer
o paiz, fomos reconhecidos por todas as
nag8es da America e pela Suissa, cultiva-
mos a fraternidado no nosso continente e
elevamos o nome brasileiro to alto, quo a
massa enorme de cidadlos estrangeiros
que aqui reside, acceita com sympathia a
nossa nacionalidade e promette trabalhar
pelo seu engrandecimento, como se hou
vesse visto a luz nestas trras bemditas.
Reformas temerosas, que em outros
paizes tm levado o povo guerra civil,
entre nos foram feitas com a maior calma
e o mais decidido apoio da opiniio pu-
blica.
N'uma palavra, em quatro mezes de
Repblica, temos feito tanto ou mais do
que a Franga em 20 annos!
Estamos satisfeitos ?
Sem duvida.
Apezar de nio termos attingido um
rgimen ideal, extreme de desg^stos e de
contrariedades o que s nossos filhos
verlo ainda assim causa vertigens o
estadio percorrido,no sentido do progrerso,
da moralidade, das refocmas e da ordem
publica.
Os quatro mezes decorridos, de paz
inalteravel 9 de satisfaglo a todas s
queixas justas, fra as intrigas dos inimigos
da Repblica, sao a garanta decisiva do
nosso futuro, pois to bem temos seguido,
qae as popuIag3es mais indifferentes j
amam a Repu lica e a detenderiam, por
todos os meios, como o rgimen da ordem
e da liberdade, a que se habituaram nesses
qttatro mezes do suave aprondizagem,
como o patrimonio sagrado e mais honroso
que hlo de legar a seas filhos.
Quatro mezeo de paz, de ordem 9 de
trabalho para nm grande povo, que a
Historia registrar como quatro mezes de
gloria para o Brasil.
Contracto de pabllcaee*T r :ino
no dia 20 do correte mez o contracto qi_' iona
a empreza do Diario de Pernambuco com ,- fi$
tado para a publicagio do expediente das repar-
tieres publicase impressio de relatorios c mais
papis das mesmas repartigoes.
Foi is30 motivado pela rescisio imposta, com
aviso previo de 6 mezes, pelo ex-oresidente des-
la ento provinca o Sr. Manoel Alves de Arau-
jo, sem que por parte da mesma empreza hou-
vesse motivo pa-a esse acto, que teve corno ra-
zio exclusiva nao commungar o Diario na taca
dos liberaos, que dirigiam o paiz.
Quando foi o Diario intimado da resci;o da
seu contracto, nio levantaraas queixas; anda
hoje nio fazemos recriminngoe8, nem externa-
mos criticas. O Sr. Ha noel Aves proceden como
entendeu ; mas, felizmen e, nun para impor ao Di.rio s multas cogitadas no
coutracto prova de que reconheceu que o mes-
njo contracto foi sempre executado com tileli-
dade.
Disso tatubem faz prov o seguinte officio, qut
hontem recebemos do honrado governador do
Estado, o Sr. marechal Jos Simeo de Oliveira
i quem agradecemo i esse publico lestemunho
do bom cumprimento que, em sua administra
gao, deu o Diario ao referido contracto.
E fuzemos ponto, pedindo desculpas ao publi-
co por este cavaco nece3sano.
Eis o officio ;
5* secgo.Palacio do governo do Estado
de Pernambuco, em 24 de Margo de 189). Ten-
do lindado no d>a JO do coi rente o praso de seis
meses para a pubticagao do expediente ollicial
lo Deurio de Ptrnambuco nos termoe do acto de
19 de Setembro ultimo, pelo qual o conseheiro
Manoel Alves de Araujo, enono governo deste
E-tado, usou da autorifagio contida na clausula
12 do contracto feito com essa i mpreza, e inan-
dou era 7 de Novembro seguinte celebrar con-
tracto para i^ual tim comas emprezas do Jornal
do Recifti e da Provincia, sinto communicar-vos
que de hoje por diante passar a eer feita na-
quelles jornaes a publicagio do expediente offi-
cial.
Cumpre-me declarar que dnranle o tempo
de meu governo neste Estado, foi por essa em-
preza perfeitamenle desempenhado o contracto
resciadido.
Saude e fraternidade.Jos SimeSo de Olirira.
&09 redactores do Diario ds Pernambuco,
luiz municipal e de orphaoitPor
acto de 22 do corrate do marechal governrdor
do Estado, fti reconduzido no cargo de juiz mu-
nicipal e de orphos do termo de Garanhuas. o
hachare! Bernardino Maranho.
Lirenra-Por acto de igual data do mesmo
marechal governo dor, foi prorogada por 3 me-
zes a licenga em cojo goso se acha o 2o tabel-
liSo de Floresta, Hermelindo de Almeida Alco-
f Tado.
Dia santificado -Hjje, por ser o dia em
que a igreja catholica eoraraemora a Annuncia-
cio de Nossa Senhora e Eacarnagio do Verbo
Divino. 6 dia santificado pela mesma igreja, o
como tal recebido pelos povos caiholico 8 do Uni-
verso.
Suscilanio se duvidas, porm, se como tal
devia ser guardado oflcialraente, depois da se-
paragao da igreja do Estado, foi resolvido pelo
governo que nao ; e, portauto. estario abertas
hojee funeelonaro as rcpirtiges publicas, quer
geraes, quer do Estado.
Ao que nos consta, porm, o commercio nao
est pelos autos : todo elle conservar techadas
as portas de seus estabelecimentos, sem exoepglo
dos bancos; e pois nio havor transaegoes come
nos dias communs.
Dentis, nio estando revogada a postura muni-
cipal que manda fechar taes estabelecimentos nos
domingos e dias sant03, seria impossivel a aber-
tura dos mesmos estabelecimentos, sem que os
seus proprictarios mcorressem na sanegio penal
das mesmas postaras.
S'-ja como for, essa urna questao de nonada.
Deixe o Estado aos cidados a liberdade de, na
especie, procederera como mellnr Ihes parecer,
e tudo se barmonisar. Aquelles cujas crengas
religiosas os instigarera a respeitar os dias
considerados santificados pela igreja, conserva-
rio fechados os seu3 estabelecimentos, e prati-
cario como d'antes ; os ontros fario o inverso ;
e todos estario no seu direito
Quanto a cs, et in quantum manlemo nos
as velhas usangas ; nio daremos folha nos dias
subsequenles aos dias sanlirtcados pela igreja,
porque em taes dias estario fechadas as nossas
ofi mas.
Allrtamento eleitoral O presidento
da Intendencia Municipal, em curaprirnento do
disposto no art. 13 do decreto n. 200 A. de 8 de
Fevereiro ultimo, designou para reunio das
differentes commissOes districtaes de alistaraen-
to os seguintes lugares :
Na freguezia de Santo Antonto, o Instituto Ar-
cheologico.
Na de S. Jos, o consistorio da matriz.
Na da Boa- Vista, o pago da Asscmbla Pro-
vincial.
Na do Recife, o Arsenal de Marraba.
a da Graca, o consistorio da matriz.
a da Varzea, o consistorio da rratriz.
Na do Poco, o consistorio da igreja de S. Pa-
tatelo.
Na de Afogados, (Io districto) o consistorio da
matriz ; (2o districto) o c rasistorio da igreja dos
Remedios ; (3o districto) o consistorio da igreja
de Nossa Senhora da Conccigio do Barro.
0 mesmo presidente por forga do art. 8o do
citado decreto nomeou para fazerem parte da-
quellas commissOes aos cidados abafxo indi-
cados :
Pedro Augusto de Oliveira, para o Recife.
Jlo Facundo de Castro Menezes, para S.
Jos.
Abilio Jos da Silva, para a Boa Vista. -
Dr. Agostinho da Siiva Leal, para Santo An-
tonio.
Alfredo Falco, para a Graga.
Ignacio Alves Monteiro Jnior, para a Varzea.
Dr. Manoel Martins Fiuza Janior para o Pogo.
Dr. Ballhazar da Silveira, para o 1 districto
de Afo 'ad03.
Arthur Bastos, pira o 2o districto de Afogados.
Landelino Rocha, para o 3 districto de Aro-
gadoa.
Praticagem do portoNa capitana de
porto eFectuaram-se hontera os exames para
ama viga de segundo ortico, existente na as-
sociagio da praticagem do porto e barras d'esta
eidade.
Tmhara-se inscripto para ditos exames os pra-
ticantes Antonio Machado Soares, Joaquim Fer-
reira Chaves e Manoel Mendes da Cruz Guima-
ries Jnior.
Foram approvados : plenamente, o praticante
Antonio Machado Soares; e simplesraeote, os
praticantes Manoel Matutes da Gra Gutmaries
Jnior e Joaafm Fetrira Chaveai
Em vista d'easc resltalo foi passada a carta
de 2 pratico ao praticante Antonio lachado 8da
te.
Nervico militarHoje superior do dia
o cidadio capitio Leoncio, e fas a ronda de visi-
ta o cidido ajudaote dO 1.4
O 14* batalho dar a guarnicao da ei lade e
o commandante da guarda de plack, quesera
dada pela batera de artilhari.
Detenuiaou-se qae o capito de infanlaris des-
ligue do numero de addidos o cidadio alferes
do 31 da mesma arma, Jlo Jorge de Campos,
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que segu na priaeira opportuoidade reunir- |
se so seu carpo.
Santa CasaPor ser boje da saotincaao,
asessSo da juuti administrativa ter lugar ama-
una, quar.ta-feira.
Partida -No prximo vapor que deve pas-
ear do norte em transito para o sal, segoe para a
capital feleral o Sr. capito Jos Cameiro Maciel
4a Silva a recolher-se ap corpo que lae foi
designado por occaia de sua promoco.
O digno militar no espaco de seis annos que
servio nesta guarnico, em principio na compa
nhia de cavallana, e por ultimo no quartel do
commando das arma?, onde funcciouava de se
cretario, se houve sempre de modo inleiro e sa-
tisfactorio ao desempenho do publico servico,
ten!j sabido alliarao campamento dos deveres
as muneiras mais sympathicas.
Agrsdecendo a obsequio3idade de sua visita,
deseamos ao nosso patricio leliz vlagem e um
futuro brilhante era sua carreira.
Pkealx Peraambocana -Amanh, ao
meto dia, nc salo da AasociacSo Commerciul
Beneticente, reunem se, em assembla geral, os
accionistas da companhia de seguros Phenix
Pernambucana. aim de torna/-se effectivas as
disposiies do art. 27 i" dos respectivos esta-
tutos.
AmpbiiriteNo dia 27 docorreate, depois
d'amanha, ao meio dia, no referido salao da As
sociaco Gommercial Beneticente, devem reunir-
se em assembla geral os accionistas da compa
nhia de segaros Antphitrite para tomarem conhe
cimento do relatono, contas e parecer fiscal re-
ferentes ao anno lindo.
Arsenal de Harlnha -Na secretaria do
Arsenal de Miaba recebem se propostas para
fornecimento de carvo de pedra, coke e ferro
para forja, at as il horas do dia 27 do cor-
rente.
Retinara e Distlliaco Pernambu
canaAt 31 do correute os accionistas da
sociedade Refinaa e Disti: lacio Pernambucana
devem realiaar a 4* entrada do varar de seus
ttulos, ua razao de 10 %, no escriptorio do res
pectivo tbesoureiro, cuja entrada pela ra do
Torres n. 48.
ImportoNo dia 31 do corrente mez ter
mina o prazo de percepcao dos impostos de de
cim urbana e servico
Drainage com a Bfuita de 6 e" o do3 demais
impostos conx^Eulta de 10 % Tae3 impostos
devem sernjigos na Recebedoria do Estado.
uuarjtK cvicaConsta-nos que, por acto
de hMrren, foi aposentadT o alferes comman-
danj(i? da 3." sec^o da guarda cvica, Francisco
dj/Cosla Farra z, sendo nomeado para substi
/tuil-o o sargento da 4. seeco, Bertrand Pedro
de Azevedo.
Crimino* Remettidos pelo juizo muai
cinal do termo de Penedo, do estado das Alagoas,
foram recolbdos a Detenco Manoel Cordeiro da
Silva, vulgo Manoel Calixto, e Manoel Joaquim
de SaofAnoa, vulgo Manoel Tico, este como cri
minoso da morte em Pernambuco, e aquelle
como sentenciado.
Facnldade de Dlreito Consta-nos que
por telegamma de hontem do Ministerio do late-
rior, foi chamado Capital Federal, a objecto de
servico publico, o director da Faculdade desta
cidade o Sr. conselheiro Joao Silveira de Souza.
Segundo ouvimos dizer, deve S. Exc. embar-
car com aquelle destino no vapor brasileiro
que do norte esperado de amanli para o de-
pois.
jiiif.o de paz. da freguezla de San
to AntonioO cartorio desse juizo foi trans-
ferido para a ra do Imperador n. 75.
mio de HachlnltaHoje, pelas 4
horas da tarde, fuacciona a sociedade desse no-
me, roa do Pilar n. 20, para tratar da 3 dis-
cussao dos respectivos estatutos.
Niucleo Artstico instructivoAma-
nh, as 7 horas da noite, funcciona essa associa-
c.'u no lugar do costume.
directora das obras de eonaerva-
c&o dos portosde PernantbncoReci-
te, 23 de Margo de 1890.
Boletim meteorolgico
roe Gama, Per
iraca ; febre ty

I
.
Horas m
p*
6 m. 24',7
9 27,9
12 29,1
3 t. 29,4
6 27,7
Barmetro a
0o
Tenso
do vapor
759*54'
759-48
759'53;
758-68
'58-99,
20,44
21,69
21,95
21,79
21,85
3
es
o

I
H
Foram visitados os preso deste estobeiecmen-
to por 284 pessoas, sendo homens 131 emulhe-
rea 153 .,
Ceaalterlo Publico-Obituario do dia 21
de Barco:
Isabel Elvira Femandes Magalhes, Pernam-
buco, 20 annos, casada, Poco ; frbr-*. typhica.
Pedro Domnelli, Parnambuco, 33 annos, sol-
t iro, Santo Antonio ; gastro entente syptailitica.
Senhorioha Maa do Reg, Pernambuco, 55
annos, viuva, Sraca ; diabetes.
Mana Josina de Albuquerque, Pernambuco,
17 annos, soUeira, S. Jos ; tuberculose pulmo-
nar. .,
Maximioo. Pernambuco, 2 anuos, Recite ; va-
rilas confluentes. _
Jos Miranda da Silva, Rio Grande do Norte,
2i a.-nos, solteiro, Boa Vista tuberculose pul
monar.
Joaquim Francisco da Silva, Pernambuco, 20
anuos, solteiro, Boa Vista ; febre amarella.
Targino Jos de Souza, Rio Grande do Norte,
24 aanos, solteiro, Roa-Vista ; varilas.
SimplicioConceico do Nasclmenlo, Pernam-
buco, 70 aaoos, viuvo, 8. Jos ; coogesto ce
rebral. n_
-Asccacio Ferreira Brazileiro, 35 annos. Ara
gados.
* -23 -
Pedro Celestino de Albuquer
nambuco, 19 aonos, solteiro, 1
phica.
Ignacio de Moura Bastos, Pernambuco, 23 an-
nos, solteiro Boa Vista ; tuberculose.
Alfredo, Pernambuco, 24 dias, Graca ; gastro
entente. ,
Florinda Maa das Neves. Pernambuco, 49
annos, solteira, Boa-Yista tuberculose pulmo-
nar.
Maria Amelia de Oliveira Martins, Pernam-
buco, 17 annos, solteira, S. Jos ; varilas
Marianno Cezar de Oliveira, S. Miguel,
nos, casado, Graca ; hepatite
Manool, Pernambuco, 6 horas, Raerte ; fraque-
za congenita. .
Maa, Pernambaco, 18 mezes, S. Jos ; con-
vuisCes.
Balbina Maria da Conceiga?, Pernambuco, 22
Iteira^ Boa-Vi^jf,-, mherculusc pulmq
nar.
Joanna Baptista, Pernambuco, 50 anno
va, Boa-Vista ; tuberculose pnlmouar.
Manoel Jos da Vera Cruz, Parahyba, 43 an
nos, solteiro, Boa-Vista ; gastro entente.
Jos, Pernambuco, 18 mezes, S. Jos ; bron-
chite.
Um feto do saxo masculino, Pernambuco
Boa Vista.
Um feto, Pernambaco, S. Jos ; nasceu morto.
Rita Maria, Pernambaco, 15 mezes, Boa Vista,
convulses.
M POUCO DE TUDO
45 an
v.u-
0 que vem a ser esta differeoca entre estados,
provincias e territorios, de que fallara os pro-
ectos da Constituico 1
Meoina, eu Ihe explico. O Estado vive por
si so; Provincia o que precisa de auxilio do
Estado, mas conserva uns tantos direitos ; e Ter-
ritorio o que depende inteiramente do governo
federal. Enlendeo?
Assim, a8sim-.. ...
Ea explico melhor. A menina faca de conta
que eu sou o governo federal..
Ah ja entend. Mas olne qjie nao me ser-
ve ser Territorio, quando muito Provincia- -.
tolo, surp/eode o
bous petiscos com
9S
77
72
71
7PJ
Temperatura mxima30,00.
Dita minima24,'50.
Evaporaco em 24 horas : ao sol6,"8 ;
sombra2,*5.
Chova5" ,0.
Direcco do vento : E com diversas interru
pCes de NE, ENE e ESE de meia noite at 2
horas e 23 m utos da tarde; ESE, SE e E al-
ternados at meia noite.
Velocidade media do vento2,-19 por se
gando.
Nebulosidade media0,"62.
Boletim do porto____________
II 111 Dias Horas 010 da tarde 6 -39 0-31 da manha 659 Altura
B. M. P. M. B. M. P. M. 23 ] de Marco 14 de Marco > 0-,68 2-88 0-.77 2-66
Lentes Ellectuar-se-hao os seguintes :
Amauha:
Pelo agente Silveira, ao meio da, ra do Im-
perador n. 2, de um sitio com casa na estrada
nova do Limoeiro.
Pelo agente Alfredo Guimaraes, as 11 horas, a
ra do Bom Jess n. 44, de 300 pecas de algodao
nacional.
Pelo agente Bto, as 11 horas, roa da Im
peratru n. 13, da armago e mais objectos da
loja de lo ucas abi existe a te.
Quinta-feira :
Pelo agente Pestaa, s 10 horas, ra Im-
perial n. 164, da taverna ahi collocada.
Pelo agente Stepple. s 11 horas, ra do
Imperador n. 39, de dividas, letras e casa com
rancho.
Hissas fnebreSerao celebradas :
AmanhS : : .
A's 8 horas, no convento do Carmo, pela alma
de Luiz Clementino Carneiro de Lyra; s 8
horas, na ordem Terceira de S, Francisco, pela
alma de D. Isabel Elvira Fernandes de Maga
Mes.
paaeiro-Chegados do eul no vapor
nacional Sergpe.: .
Maria Isabel Rezeode, Clara Victoria dos San
tos, Eupbrasio Soares do Reg, alferes Antonio
Joaquim Coelho ios S.ntos e 1 criado, 3 pracas
de linha e 2 Blhos e 2 presos.
Sabidos para o sul no vapor nacional Mar
Alferes Antonio 0. da Fonseca Coutioho, Gui-
lhermina de Amorim Coutioho, Joaquina da Fon-
seca Continuo, Isabel M. da Fonseca Coutinho,
Geroncio Hamilton e |pa senhora, alferes Anto-
nio Martins de Mello e 1 criado, Maria Brasilina
da Conceico, Dr Francisco Vieira de Andrade,
Paulina Santo, Porphirio Jos de Sant'Anna e 1
lilho, Chrispim Jos C. Moura, Francisco Freir e
F. H. Hardiog.
Sabidos para o norte no vapor americano
Advance:
Joaquim Cancio Baptista Pinto, Dr. Alberto
Paes Dias, Dr. Pedro Rayol, H. Hasper, H. W.
Forster, Mme. S. R. Wing e 1 fllho e Chaen
Fraxer.
Casa de Detencao Movlmento dos pre-
sos da Casa de Detenco do Recife, Estadc
de Pernambuco, em 23 de Marco de 1890.
faisam 425; entraram 2 ; sahiram 2 exi-
tsm425.
a gaber *
Nacionaes 394; omlheres 20; estrangelroe il
-Total 425.
Arracoadoe 363.
Bons 337.
Doentes 17.
Loncos 3.
Laucas 4.
-Total 363.
Movlmento da enfermarla
Teve Baixa:
Monoel Tieira Balbino Ferreira.
Tiveram alta :
Joao Francolino dos 8antos.
Joanna Maria da Cooceicao.
Esta de Descartes:
Um tdalgo, supinamente
grande philosopho a jantar
nma formosa dama.
Ole I exclama elle, os philosophos tambem
gostam de bons jantares, em deliciosas compa-
ninas ? 1 Ainda se fosse eu, v t
Responde Ihe Descartes:
Ento julga o meu caro fidalgo que Deus
fez as mulheres e os petiscos somente para os
ignorantes ?
O conhecido maestro portuguez Alfredo Kell,
compoz ama grande marcha bymno, letra de
Mendonca, sob o titulo Portugueza.
Esta patritica marcha foi executada com ge -
raes applausos no theatro S. Carl03, em Lisboa,
em concert especial : a orchestra foi conside
ravelmente augmentada com todos os amadores
artistas de Lisboa e Porto.
Nos coros tomaram parte cerca de 300 pes
soas, entre aMista3 e amadores, sendo os solos
cantados em po-tuguez por Tetrazzini, BulicioIT,
Pasqa, Corsi, Brogi, Ercolani e Menot.
A letra da marcha hymoo a seguinte;
I
Hroes do mar, nobre povo,
Naco ralente, immoatal,
Levantai boje de novo
O esplendor de Portugal /
Entre as brumas da memoria
Oh I patria, sent-se a voz
Dos leus egregios avs
Que ha de guiar te victoria!
Coro
A's armas t sobre a trra, sobre o mar,
Pela patria lutar
Contra os canucos marchar.
Desfralda a invicta bandeira
A' lnz viva de ten co !
Brade a Europa trra inteira ;
Portugal nao pereceu I
Beija o slo ten jocundo
0:eano a rugir d'amor:
E o leu braco;vencedor
Deu mundos novos ao mundo :
Coro
A's armas, etc., etc.
Saudai o sol que desponta
Sobre um ridente porvir;
Veja o echo d'uma aQYonta
O signal do resurgir..
Raios dessa aurora forte
Sao como beijos de mi,
8ue nos guarda, nos sustem,
outra as injurias da sorte.
Coro
A's armas, etc., etc.
Alm desta marcha-bymno, exeuctou se a
cantata de Kell, Patria, i ouda em Lisboa, na
Academia de Amadores de Msica, sendo agora
confiados os solos a Tetrazzini, Broga e o dis-
tincto amador D. Jos de Almeida.
A festa foi dirigida pelo maestro Antonio da
Cruz Pinto.
No mando clerical aSiStteratico romano pro
duzlo grande impressao \intervenco do go
verno na administraco da nunandade de S. Gw-
vanni Decollla, que boje pa\sou a ser proprie-
dade do Estado italiano. __
Esa irmandade foi instituidaVm 1488 por
bons e tteis chnstoa da naco florentina, para
assistir e confortar 03 condemnadosV morte ;
e funecionou at 1870, quando foi execfilaia em
Roma pelo governo pontificio a ultima 8eate"Ca
capital. X,
A irmandade tinha. em registros especi^eiv
nota de ludo quanto se refer i aos condemnalos
morte, desde o principia- do processo at a
execucio da sentence, constndo esses registros
de muitos volumes com os respectivos catha
Ioeos. ., ,
D'uma estati.-tica compilada dos mesmos re-
gistros sobre asexecuces que tiveram logar do
anno de 1499 ao de 1770, verilica-se terem sido
5,280 pessoas executadas em Roma nesse perio
do, devendo a e3te algansmo accrescentar-se
ainda o das condemnaces executadas no curso
do seculo de 1770 a 1870.
Os registros comprehendem as noticias refe
rentes aos comdemnados morte por amor li-
berdade poltica religiosa. Figuram eotre es
tes: Giordaoo Bruno, Paleario, Carnesecchi e
muitos outros desecnbecidos ou pouco fallados,
mas nao menos dignos de recordacao, alm dos
nomes consagrados ao risorgimento italiano, e
dos nomes histricos qua foram objecto de es-
tudo, como os Cenci e outros.
A irmandade possue bens directos por deixas
fetas a ella, ou por condemnados ou bemfeito-
res; e titulo gracioso administra, capitaes
para dotacas, bem como um notavel patrimo
nio do collegio Bandinelii, com applicaco ms-
trueco e educaco dos jovena toscanos resi-
dentes em Roma.
Com referencia ao que al agora se tem podi-
do verificar, ebega essa possesso somua su
perior a um milbao de liras.

O correspondente de Lisboa do Dag News
conta urna curiosa anedocta, a proposito da pen
dencia anglo-portugueza.
Os chapeleiros da capital tiveram logo a feliz
ida.de expr yendajig, "*Slir. rr? ITrTTrtfr'mT
nova, ao q'ual pozeram o nome popular de
Serpa Pinto.
Foi quanto bastou para que os novos chapeos
viessen a ter urna grande voga.
Mas nao tardou era des"obrir-se que taes tha-
pos eram de manufact ra ingleza.
A sociedade dos chapeleiros traton immedia-
tameote de publicar um manifest protestando
contra a acgo de alguns irmos renegados, que
com o uso sacrilego do glorioso nome do
maior portuguez, insultaran! todos os tilhos de
Portugal.
O manifest concine com o grito: Abaixo os
chapeos fabricados por piratas I Viva a indus
tria nacional t

Na sala dos calamentos:
A ceremonia tinha se acabado e os esposos
estavam unidos para sempre perante a lei.
O oficial do estado civil, com o mais benvo-
lo dos sorrisos, voltou para o casal:
Senhora e senhor, podem retirarse ; eslo
em liberdade.
Urna das testemunhas baixinho :
Em liberdade ? Isto pois o cumulo da
irona I

Diz o Diano de Noticias que no dia 12 do pas
sado reuni se no edificio do theatro de S. Joao,
em Cuyab, quasi que a totalidade da populaco
d'aqueila capital.
Observarlo de Simplicio : ou o Iheatro mui
to grande, ou a populag5o muito pequea.
Em vista dessat-irregularidades, o publico re-
trahio se no pareo, oorfgando assim a directo-
ra a dar por terminado o tal divertimento que,
seu dito de passagem, a nioguem divertio.
Nao obstante a pouca animacobavida nos 3
pareos, que corrern, con^eguio a emprexa tirar
o barato de99)JS500 visto ter o jogo attingido a
simma de 9.935*080.
Prado Peraawbacauo
Encerrou se boutem a inscripeo para a 12*
corrida desta sociedade, a realisar se no dia 30
do corrente mea :
Pareo-Harmona,
iraplar, Faceira, Pindaro.
Parco\Consolaco.
Potos, Jtespota, Talispber, Telegramma, Pe-
tit-mailre, TJ^JJi'd8. Royal, Pluto, Fox.
PareoInternacional.
Alfred, Dondon.'fcmgara,
Ernani.
Feuillage, Africana,
PareoPrado Pernambil?ano.
Ernani, Pandego, Brazil/^P0"0-
PareoProgresso. V
Chiroa, Recife, Cometa, 13 de Maio, Minerva.
PareoInicio. ?
Conforme, Trausclave, Vivaz, Marat, Hamilde,
Pira, Maurity, Tury, Nab, Pluto.
CHRONICA JDDICIARIA
SPORT
No albdh d um lbitor encontram-s3 os se-
guintes pensamentoB :
La vida I Ah! es una sombra errante en el es-
pacio,
Un pobre actor que suda y que se agite en gran
r de esforz,
Una hora sobre la scena, y aquien olvida luego !
Es um sueno contado por um hombre que delira
Enftico y sonoro, del que no se entiende aua.
Shakspeare.
A vida cilla como urna pndula entre a dOr
e o aborrecimento.
Schopenkauer.
A vida nao deve eer outra cousa que a medi-
taco da morte.
Scrates.
A vida do homem urna carreira muito com-
prida, cujo flm a perfeicSo.
De Gerard,
La vida e3 la vida. Cuando ella se acaba,
Acaba com ella tambin el placer.
De inciertos pesares por qu hacerla esclava ?
Para mi no hay nunca maana ni oyer.
Btpronda.
Nio se fonda um rgimen livre 3)m preven-
coes ignorantes nem com odios.
r Guizot.
Nada to arriscado, tratendo-se de nma as-
sembla, como apresentar-BO ante ella sem levar
m proponte decidido, i^.^^^
Club Esgrima
A corrida que hoje tea logar no Prado Per
nambucano, promovida pelo Club Esgrima, foi
transferida.
Motivou essa deliberaco do referido Club as
duvidas que se levantaram de ser ou nao santi-
ficado o da.
E podendo eer que sim e podendo ser que nao,
ficou a festanca para mais tarde, quando aflir-
maco se nao possa oppor a negaco.
Apezar do inconveniente que da medida advem
a digna sociedade, avisadamente procedeu ella;
porque comprehendese que sendo a sua festa
um entretenimento publico deveria abster-se de
realizal a em presenca daquella Esphynge, que
traduzirii a auseacia do publico naquclla festa.
Segando o Diario do Commerao, o dislinclo
sportsman Frederico Schimidt, recebcu pelo Ore
noque, duas eguas francesas de superiores filia
c6es.
Urna sabemos cbamar-se Porte Bonbeur, ter
dous annos de idade e, segundo ouvimos, ser fi-
Iba de D. Carlos.
O Sr F. Schimidt guarda profundo segredo so
bre os nomes e HliacOes das duas eguas, e s
com grande trabalho conseguimos sober o nome
de urna. ,
Qaanlo ontra apenas sabemos que alaza e
tem urna das mos e um dos ps brancos.
Ser irm de Sota? NSo ser?
Voici la question.
*
Foi assignado com os Srs. Manoel Pereira &
Filbo o contracto da construeco das archiban
cadas do Hippoiromo Nacional^do Rio le Janei
ro.
As obras relativas s mesmas ]a foram inicia-
das, bam como as construccOes das cercas, co-
cheiras e meis dependencias do prado.
A raa acha-se quasi prompta, faltando nivelar
poucos metros.
Consta qae em Maio prximo o Hippodromo
Nacional iniciar a serie de corridas do corren-
te anuo
Pelo local escoltado nao ha duvida de que os
amadores encontrarlo iodas as comnndidades
possiveis e de accordo com este genero de diver-
ses.

A victoria que no Hippodromo Guanabra ob-
teveem tocada a Aracy (ex Rosita), que pela
primeira vez corra com o novo nome, foi urna
victoriaestouro, devida lula que sustentou
Odalisca aos embaracos oppostos pelo Prologo
ao Regente U e pericia com que o seu pequeo
jockey Alberto de Souza soube aproveitar-se de
taes circumstancias.
E' incontestavel, porm, que a filba de Sans-
Pareil experimenta melhoras pois que a corrida
foi feita em terapo relativamente bom, levndose
em conta que este anno a melhor corrida de Te-
nor, o rei dos meios sangues, foi de 98 1/2 se-
guados na mesma distancia.
Hippodromo do Campo Grande
Foram poucas as pessoas que affluiram ante-
bontem ao prado do Campo Grande para assistir
a 12* corrida.
Apezar de se ter prevenido &o publico no pro-
gramma publicado, guiza de annuncio de lote-
ra, que a corrida do 1 pareo se realizara im-
pretertvelmente s 11 horas, somente depois de
meio dia foi que os animaes inscriptos nesse
pareo se apresentaram na rata.
As partidas, em geral, foram demoradas e al
fumas mesmo pessimas, o que do poda deixar
e acontecer desde que para dal-as eram agar-
rados ao acaso pessoas que a isso se quizessem
prestar graciosamente, embora faltasse lhes ap-
tiao necessaria para o cargo.
Isso deu lugar a que no 4o pareo o starter
agarrado na occasiao, massado com as contra-
dansas do animal Gorga II, passasse a bandeira
a outra pessoa e esta por sua vez a atirasse ao
chao, sendo para admirar que o secretario da
directora, que se achava presente para /iscalisar
a partida, nao tivesse tomado conta da bandeira
como Ihe cumpria, preferindo ao contrario
conservar-se iramovel, em detrimento aos nte-
res ses do problema e mesmo da propria empre-
xa que all representeva.
Os animaes partiram sem o signal do starter e
a corrida foi annulada pela directoria.
A corrida do 5a pareo foi tambem annnllada
pela directoria, sem motivo jusliticavel, porque
a partida foi regular, ou antes nicamente por
havel-a perdido o animal Gallileu, que fra o fa-
vorito dos jogadores de dentro da casa das apos-
tas.
Infelizmente coma sabida por todos : nos
nossos prados todos jogam, desde w directoras
at os juixes de roa, desde o sportsmen ate os
eiUramenrs e em tees condicOes de tudo se cogi-
te no turf pernambucano, meaos em morait-
aal-o.
Juma Commercial do estad jde
Pernambuco
ACTA DA SESSAO DE 20 DE MARCO DE
1890
PRESIDENCIA. DO CIDADO ANTONIO GOMKS D MIRAN
DA LEAL
Secretario, o cidadao Dr. Julio Guimaraes
A's 10 horas da manha declarou se aberta a
sesjjj^ejiramc^JreeTrH"^
tilinto Bastos, Beltro, Herminio de FiguSy
e supplenle Paula Lopes.
Lila, foi appfovada a acta da precedente ses-
sao e fez-se a leitura do seguinte
EXPEDIENTE
Officio :
De 15 db corrente, da Junte dos Corretores
desta prag, enviando o boletim das cotacoes
officiaes de 1 15 do presente mez. Seja archi
vado.
Diarios Ofictaes de ns. 45 a 47 e de 57 a 65 -
Sejam archivados.
roram distribuidos rubrica os seguintes li
vros :
Diario de Dantas Faria & Mello, dito de A.
Vieira & C, dito de Andrade, Lopes 4 C. e dito
de Manoel Collago & C, e copiador do3 mesmos
Manoel Collaco a C.
O presidente deu sciencia Junta e esta ficou
inteirada dos despachos proferidos a 14 e 18 do
corrente, ordenando n'aquelle o registro, so-
licitado com urgencia, da procuraco de Fran-
cisco Barbosa a Jos Ferreira Nunes da Silva
para gerir seu estabelecimento commercial, sito
villa de Gamelleira, comarca da Escada deste
Estado, e neste a da empreza do gaz, represen
Uda por George Windsor a Samuel Jones,
Prestou juramento de bem servir o cargo de
avaliador commercial o cidadao Joaquim Januario
Pereira de Brito.
DESPACHOS
Peticoes:
De Jos Jacintho Silveira, para qoe se registre
o conhecimento do imposto de agenle de leiles
desta praca.Registre-se.
De Antonio Carl03 Ferreira da Silva, idem
3uanto ao cargo de interprete do commercio
esta praca.dem, depois de pago o sello res
pectivo.
De Constantino de Souza Campos, idem quanto
procuraco que Ihe pssou seu irmo Antonio
de Souza Campos para assignar qualquer con-
tracto ou distracto da firma social Netto Campos
& C da qual o dito outorgante socio.Regs-
tre-se.
De Antonio de Souza Campos, por seu procu-
rador, Albino de Souza Can pos e Francisco Mo-
reira Netto, para que se archive o contracto de
sociedade em nome conectivo e em commandita
que celebraram o l.-, como socio commandi-
tario e os outros dous como solidarios, sob a firma
Netto Campos & C, com o capital de 75:000*, do
qual o fundo commanditario de 25:0002, para
o commercio de miudezas por grosso e a retalbo
nesta praca, ra Duque de Caxias n. 99.Ar-
chive se.
De Teixeira Bto & C, dem quanto ao con
tracto de sociedade em nome collectivo que sob
dita firma celebraram Jos de Oliveira Basto e
Jos Antouie Teixeira Basto, com o capital de
10:0004000, para o commercio de importago de
mercadorias estrangeiras por grosso, especial-
mente ferragens e miudezas, sendo o domicilio
social ra do Conselheiro Sinimb n. 112 da
cidade de Macei do Estado de Alagas.Seja
archivado.
De Domingos Coelho a Soares, iden, dem
que sob dita firma celebraram Domingos dos
Saatos Coelho Peraira- e Manoel Soares Alber-
gara, com o capital de 35:794*450 para o com
mercio de fazendas linas nesta praca, ra da
Imperatriz n. 56.Archive se na forma da lei.
De Boaventura de Carvalho Castro Maia, Ma
noel Viriato do Soccorro e Antonio Firmino Fio
res idem, idem, que celebraram sob a firma
Pereira, Carvalho 4 C, com o capital de 20:000*
para o commercio de eneros seceos e molhados
em grosso e a retamo ra de Pedro Aflbnso
n. 9 desta cidade.dem.
De Tito Livio Soares e D. Leopoldina Mana
Soares, idem quanto ao contracto de sociedade
em commandita que celebraram sob a firma de
Soares 4 C, com o capitel de 17:0j0* para o
commercio de gneros de estiva nesta praca,
sendo o fundo commanditario de 8:600* -Seja
archivado, embora nSo se declarasse no con-
tracto se a socia casada ou solteira em vista
dos avisos de 4 de Dezembro de 1877,13 de No-
vembro de 1878, 9 de Setembro de 1881, e outros.
De Bartholomeu Lourenco, que. estando muito
estragada a carta de registro do hiate Deus te
Gute e tendo feito nova arqueaco, pede que se
mande passar carta nova, fazendo-se note de
ficar sem effeito o registro anterior.Como re-
quer, juntando procuraco.
De Maia Rodrigues 4 C, tendo transferido o
livro diario que apreseuta para a firma Jos
Cezar 4 Irmo, pede que se facam as devidas an-
notacoes.Declarem os supplicantes a razo que
motivou a transferencia.
De Guimaraes 4 C, para que se registre a
rrarca que adoptaram para o seu commercio de
cigarros ra do Padre Flonano n. 5, deste ci-
dade, sob. a denominaco Auxilio iavoura.
Viste ao fiscal.
Da Companhia de fiaco e Tecidos de Pernam-
buco, representada pela respectiva directoria,
Dr. Catiro Jess medico e operador.
Platica a lavagem do tero quando e co
mo aconaelhada. Consultas das 11 as
3 da tarde em sua risidencia roa de
Bom Jess (antiga da Cruz) n. 23, 1.*
indar. Telepaone n. 380
Dr. Joaquim Louieiro medico e partei
ro, consultorio ra do Cabug u. 14
!. andar de 12 as 2 da tarde; residencia
ao Monteirc.
Dr. RLbeiro de Bruto d consultas de
meio dia s 3 horas da tarde, no 1. an
dar a ra Duque de Caxias n. 46, poden-
do ser procurado para chamados, na sua
residencia, a ra do Hospicio n. 81. Te-
lephone n. 303.
Dr. Alves Guimaraet, dedica-se me-
dicina em geral, e com especialidade s
molestias do coraeao, pulmoes, ligado, es-
tomago e intestinos e tambem s affeccSeB
de crianzas. Reside ra de Fernandes
Vieira n. 23, e tem consultorio na ra do
Bom-Jesus (antiga da Cruz), n. 45, onde
d consultas do meio-dia s 3 horas. Te-
ephone n. 381.
AdYOgados
O bochard Bonifacio de Aragao Faria
Rocha contina a advogar. Escriptorio
^flW do Imperador n. 46., 1. andar.
0 bacharel Petronho de Santa Cruz Oli-
ueira)\encarrega-se de levantar empresti-
moa pernte o Banco do Brazil para auxi-
io da lavo^ra. Escriptorio ra do Impe-
rador n. 69j\l. andar. Residencia sitio
ua Jaqueira, prximo estacad.
O baeharel Jo&quim Ihiago da Fonseca
tem seu escriptorioNte advogado ra do
Imperador n. 14, 1. andar.
Occulista
Ferreira. com pratica nos princ
i ^jspitaes e clnica de Paria e Lon-
dres, costtiSSjodos os dias. das 8
aorasdao meio-dia."-iftn8'dtoro^ resi-
iencia roa Larga do Rosdi'iL 20.\
Dr. Barreto Sampaio, occulista,"_coP-
lultas de 1 s 4 horas no 1.
jasa ra Barao da Victoria n.
lencia a ra 7 de Setembro n.
ia pela ra da Saudade n. 2.
Drogara
Faria Sobrinho & C, droguista por ata
jado, ra do Mrquez de Olinda n. 41.
Francisco Manoel da Silva & C, deposi
tarios de todas as especialidades pharma
jeuticas, tintas, drogas, productos chimi-
las e medicamentos homeopatieos, ra de
Mrquez de Olinda n. 23.
Tinta de escrever
A melhor a tinta Victoria, vende-se a
500 rs. meia garrafa e a 800 rs. urna gar-
rafa inteira na Livraria Comtemporanea
de Ramiro M. Costa, ra Io. de Marco n.
i. loja de ferragens de Albino da Silvs
& C, ra da cadeia n. 42; loja de ferra-
gens de Brando & C, ra Duque de Ca-
xias n. 46.
Neste p as coasas, ti vemos eciencia de est
Jeronymo da Silv Netto,.qoe tambem assignava-
se Jercnymo da Costa Netto e Bftva e que
bavia fgido daqui em principios de Janeiro de
1888, negociando no Para com o tercevo-aome
de JoSo Jos da Silva, requisitamos sua pristo e
consta pela parte da polica, publicada ante-non-
tem, que elle vem no vapor Manos, que deve
chegar amanh.
Agora qae vamos atravessando urna poca
mais B e que vamos experimentando os effeitos
benficos de um novo governo, que promette
acabar de nma vez com os malfeitores da terna,
temos f que ser severamente ponido, como
merece, esse individuo que entendeu viver do
suor albeio, gracas proteccao que encentra em
outros seus semelhantes em tudo.....
Resta nos somente agora agradecer ao dign-
simo chefe de polica deste Estado e ao seu dig-
no :ollega do Para o servico que prestaran)
sociedade e a nos, pelo qae ihe coufessamn
nossa eterna gratido.
Recife, 23 de Marco de 1890.
Joao Bezerra C.
Contracto de loteras
Conhecedores da sizidez de carcter do
cidadSo m are chai que em tao boa hora foi
lembrado para dirigir os destinos deste
Estado, nao podemos deixar passar sem
protesto a calumnia que alguna inimigos da
Repblica tem propalado sobre este ne-
gocio de contracto de loteras, dizendo
estes calumniadores que o contracto s
nSo se realisou com o coronel Fiuza e
talvez ainda se nao realise com o novo
proponente por nenhum delles ter s-
tisfeito a ganancia de um protegido do
Ilustre marechal que quasi a forciori qner
ser contemplado de vobis... em dito con-
tracto.
Semelhante boato nao passa de urna
verdadeira calumnia, pois o cidadao mare-
chal pelo seu carcter que muito conhece-
mos jamis consentirla n'uma tal prota-
ccad a qualquer que fosse o amigo que
ousasse por esta forma pedir-lhe.
andar cfk X)efewlem0s, portanto, o cidadao gover-
81 uv ^\.e e8tamos convencidos de que em
yi8{av'v8te8 boatos,, ser em breve pos-
to iji TIIBIafili'!* P^'C dito ex-
tracto e realisadoe a^elle J*"
vantagens ofltoeef f?-0. asBua wma-
gados estes vis calumniadores que tudo
inventam para ter de que fallar do novo
rgimen da moralidade que a elles des-
agrada.
Os amigos da verdade.
-I-
I

I
51.
34, e
JDBLICACOES A PEDIDO
Loteras do Estado
Ao publico
as bases enviadas pelo Sr. marechal gover-
nador deste Estado ao thesonro para o contracto
da extraeco de loteras e que foram publicadas
no Diario de Pernambuco, liguravam, como con-
traclantes, a minba pessoa e o Sr. Jos Eleute-
rio de Azevedo, ficando a meu cargo, por ac-
cordo particular entre mim e esse Sr. todo o ser-
vico e as responsabilidades provenientes do con-
tracto. Deixando de assignar o mesmo con-
tracto, que foi mandado celebrar com o Sr. Jos
Eleuterio de Azevedo e com mais alguem, por
elle oferecido preciso de dar as rases por que
me escusei de assignar esse coatracto. Essas
razOes dei-as em urna carta, qae dirig ao Sr.
governador deste Estado. Nao querendo entrar
em detalhes, limito me a publicar a carta, que
a seguinte :
Ilim. e Exm. Sr. Marechal faovernador.Ro-
gando a V. Exc. que me desculpe, julgo do meu
dever expor a V. Exc. resumidamente o motivo
pelo qual j nao assignei o contracto para a ex-
traeco das loteras d'este Estado.
Dependendo ser o contracto assignado por
mim e o Sr. Jo= Eleuterio de Azevedo antes de
acceitalo, accordei-me claramente sobre as con
dicOes entre mim e o mesmo Sr. Jos Eleu-
terio de Azevedo, faltando simplesmente a assi-
gnatura do contracto entre ambos.
Enviadas as bases do contracto ao Tbe30uro,
o Sr. Jos Eleuterio levantou novas pretences,
as quae3 foram no sabbado, 15 do corrente, final-
mente attendidas, estando presente o Sr. Dr.
Joo Vieira de Araojo, que concordou com a
soluco.
Posteriormente novas pretencoes surgiram, as
quaes nao posso subordinar me.
O Sr. Jos Eleuterio soppondo dispor do con-
tracto, urna vez que n'elle figura, nao se tem
portado lealmeote.
Nao excusei me a assignar o contracto, tanto
assim que foi requerida a prestaco da flanea de
40:000^000 n'elle estabelecida, faltando apenas
a assignatura do termo da nanea.
Sendome porm impossivel assignar o con-
tracto com o Sr. Jos Eieuterio de Azevedo, de-
claro a V. Exc. que estou prompto a assumir
individualmente todas as obrigaces estableci-
das por V. Exc. as bases para o contracto.
Qualquer que seja a deliberaco que V. Exc.
teoha a tomar, julgo que ser a melhor e com
ella me conformarei.
Com a mais alta consideraco sou
De V. Exc. attento venerador e criado.
Manoel Mar Uns Ftusa.
Hippodromo da Cam-
po Grande
Com bastante espanto lemos hoje na Gazeta da
Tarde um artigo na parte sportiva commentan-
do a corrida havida no Hippodromo honlem 23.
e nelle s enxergamos o malvolo proposito de
alguem, de ferir os brios e honestidade do dig-
no secretario o Sr. Souza Carvalho.
Temos realmente nojo de entrar em dlscusso
com esse alguem, parque cima do firme propo-
sito de se ferir a reputaco d'outrem, esto ahi
os factos a comprovar, e botar por trra aecu-
sacoes estultas e filhas da inveja e da inepcia.
Na corrida de pangas todos sao testemunhas
3ue o digno Sr. Souza Carvalho, estando ao p
o jaiz ae partida, maodou chamar tres vezes
o director o Sr. Innocencio para deliberar a sa-
bida incontinenti do cavallo Corga 1>, restituin-
do o dinbeiro das poules, e que era o alvitre a
tomar visto ser e3te o animal que obstava, a
que o juiz podesse dar boa sabida aos animaes,
e.no en tanto o Sr. Innocencio nem se dignou res-
ponder nem vir raia para deliberar, e o Sr.
Carvalho nao poda s por si deliberar.
Onde est a culpa do Sr. Souza Carvalho, em
ter sido nolla a carreira ?
O .proprio juia de partida veio para a porta
da casa das apostas, e gritando alto e bom som
de que nao tinha dado partida e que a carreira
dcvia ser nulla ?
E a que vem a honestidade do Sr. juiz de par-
tida ? v
De forma algunia pode o noticiarisla provar
que o Sr. Souza Carvalbo d prejuizo ao Hip-
podromo quando os livros provam o contra-
rio, mostrando sim, lucro em todas as corridas
que elle tem administrado, o que nao aconte-
ceu antes.
Inv3joaos e ineptos ha muitos, porm homens
habis e intelligentes, ha poucos.
Colloque-se o Sr. Soeza Carvalho firme na po-
sico que tem assumido, e sempre ter approva-
Co de todos os borneas sensatos e a dos accio-
nistas que vem os lucros em cada corrida fi-
gurar-nos cofres da Empreza.
Recife, 24 de Marco de 1890.
Mu los accionistas.







I
idem para assignalar o panno de algodao de
dita fabrica situada na Magdalena desta cidade,
destinado para saceos de aasucar, com listras re
tas com fibras do mesmo tecido tintos de rouxo.
dem.
Da mesma Companhia, igual pretenco, quanto
ao panno de algodao fabricado na Torre desti-
nado para saceos de assucar, com listras tintos
de verde, fetas com fibras do mesmo tecido.
Encerrot-se a sessao s 11 1/2 horas do dia.
INDICARES TEIS
Mdicos
Dr. Cerqueira Lee, tem o seu escripto-
rio ra Sova n. 32, onde pode sor en-
contrado do meio dia s 2 hora e fora
des tas horas ra do Barao de S. Borja
n. 22. Espe jialidadesmolestia de crian-
cas, senhoras e parto. Telephone n. 326
da casa de residencia.
Dr. S Pereira, ra da imperatrin n. 8
d consultas medico-cirurgicas todos os dias
daa 8 ao meio dia, menos noa domingos e
dias santificados.
O Dr. Simplicio Mavignier.--C\xiict, me
dico-cirurgica. Especialidades: molesta
Slimonares e partos. Roa do Marqu* de
linda n. 37, 1. andar. Consultas as 11
i* 2 horas e na Casa Forte (Poyo da Pe-
nella) das 6 s 9 horas da manhl e i
tarde, Teleahone n. 392
Roubo da loja Esperanza
Amanhecendo arrombada e roubada nossa loja
na manh de 7 de Jolho de 1887, fez a au-
toridade competente vistoria, ficando todos os
mais procedimentos policiaes suspensos pela ab-
soluta falto de indicios dos culpados, apezar de
naquella poca serem frequentes factos semelhan
tes, por haver urna quadrilha de ladroes deno-
minada cluo ia pa.
Picamos sem esperancas de haver aquelle
roubo, superior quantia de quatro contos de
ris, pelos clculos que Dzemos e vistoria proce-
dida na occasiao, quando na noite de 21 de De-
zembro, (5 mezes e meio depois do roubo) por
um acto que parece providencial, veio ter ao
nosso balco urna bengala, que tendo feito parle
das roubada i, foi por nos apprehendida e o seu
possuidor, homem honesto e de bem, declarou
onde a tinha havido e por esse fio conductor
chegamos ao fim desejado.
Na manh seguinte, gracas as acertadas deli-
gencias do delegado Dr. Anesio Serrano, demos
busca no estabelecimento de molhados que tinha
Jeronymo da Silva Netto, sito ra Imperial, e
debaixo de sua cama e em outros lagares iuco-
gaitos do interior daquelle Antro encontramos di
versas mercadorias das que faziam parte do rou-
bo e de cujo apparecimento elle nao teve descul
pa a dar seno que as tinha comprado a um ita-
liano .....
Para que elle as tinba gaardado em logar to
incgnito so os seus protectores podero ex-
plicar..... .
Preso Jeronymo em flagrante e de bocea na
botija, como se costuma dizer, foi recolhido a
priso d'onde conaeguio sabir por ordem de ha
Club Republicano da Co^
marca de Olinda
Os abaixo assignados, membros da di-
rectoria do Club Republicano da Comarca
do Olinda, tendo eonfeccionado os respecti-
vos estatutos, convidam a todos os cida-
daos residentes na comarca que se inte-
ressam pelo seu progresso, a comparece-
rem no prximo domingo, 30 do corrente,
no salad do theatro Melpomene Olindense,
s 11 horas do dia, afim de serem discu-
tidos e approvados ditos estatutos.
O assumpto da maior importancia;
mesmo porque nessa assembla tem de
ser eleita a directoria de tao importante
sociedade, que nSo deve cair senSo em
mSos que inspirem a maior confianca.
Pede-se, por amor da ordem, que s
comparecam os cidadaos que desejarem se
inscrever como socios do Club.
Dr. Albino Meira.
Jos Faustino Porto.
Antonio Pereira Simdes.
Jos Elias de Moura.
Alfredo Peregrino Camello Pessoa.
*?
:



por
lias corpus no dia immediato 1
Proseguindo a potida em dever, proeessano
criminalmente a Jeronymo, nos por nossa ves
tambem intentemos aceito civil de cobrantai do
damno causado na qual nio temos sido feltes,
apezar das provas, e pendo boje de decisao do
Superior Tribunal da Relaco por embargos
nossos.
Banquete politico
Realisa-se, boje no salo do Theatro Santa Isa-
bel, o grande banquete que vai ser offerecido ao
cidadao Annibal Falco, cujo servico foi con-
fiado ao Restauranl Federalista.
Este estabelecimento que tem um servico culi-
nario o melhor qae se pode desejar e que se tejn
visto cercado aia a da da confianca do publico
d'esto capital, est as melhores condicOes de
satisfazer todas as ordeos que Ihe forem dirigi-
das, para cujo fim o seu proprietorio continua a
empregar todos os esforcos e a melhor b6a von-
tade.
Outra forma para oso externo.
__segundo a prescripcSo do mesmo sabio
autor, o Ungento d'Aveleira Mgica do
Dr. C. C. Bristol, valiosissimo, quando se
deaeje aabsorpeBo cutnea immediaa, e sa
caso de celias enfermidades ou affeccSea l-
caos externas as quaes se requer um emol-
liente ao mesmo tempo que um resolvente.
Especial em casos de almorreimas. nicos
proprietarios e fabricantes, Lanman os
Kemp, New York.


MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
L
\
-y-.


le sentimento
Deus e a Repblica
VIH
Nao basta ler de passagem em artigos separa-
dos de um dia para oatro e al de mai* e de mili-
to mais tempo, sobre materia da maior poode-
racio e da maior necesidade social, a existen
aiadeDeus; e, oeste tempo cm que n*esia Ierra
a presumeosa sciencia de uns e a tolice de ou-
tros, pretendis fazer prevalecer sabr D?qs, so
bre o espirito a materia, por maior imprcssao
que passageira leilura produza, ella nio bas
tanle para maoter duradoura tal impressao.
A fallada sciencia dos sabios que d'ella s co-
ahecem o nome, que repetem muito para taes se
fn-ulcarem e a toiiee da maior pane Qzeram c er
aos liberaes da moda que a crenca em Deas e o
tallo religioso qae mantm essa crenca no amor
temor de Deu, sao nocivos liberdade. Deas
um freio e s mantm o povo bruto na aa-
persticao e na obediencia ao padre, qae em no
me de Deus o mantm na obediencia igreja
para viver d'ella o padre.
A religiao, a devocao, o padre, a igreja, sao
ideias do seclo passado, qae s as mantera os
velboa, qae nao sabem aprender as novas ideias
lie tem as luzes do scalo trazido.
Uiis fallara assim por esperteza, para o nome
ro sempre infinito dos tolos nao qaererem ser ve
Ihos nem refractarios s luzes do seculo; outros
por tolos, dos que se querem incu'car mais avi
gados que os outros.
Sao poucosos iacredulos que nao ;o pedantes,
oa perversos ; que nao fazem propaganda de sua
increduliiade. Estes sao verdadeiros liberaes e
patriotas, porque a sua boa ndole ran'.aram a
ducacao religiosa que receberam.
Nao s do seculo passado, coma de todos os
scalos anteriores, Deus e o seu caito; como
nao novo, nem s das luzes d'este scalo o ma
terialismo, a negaco de Deus, e todos os perver
sos intentos do geral dos alheus; o albismo, a
negacio de Deas de todps os lempos passados,
desde qne se conbece e se adora a Deas.
E' ama impostara com qae os inculcados cul-
tores da sciencia. que chamam nova, pretenden)
oora este lago as loses do seculo conduzir os ne-
os que sao ainda era numero infinito depra
vaco da descreoca.
A propaganda do materialismo contra a esis
tencia de Deas, nao^ do seculo, mas de todos o
seclos desde que se crt5 em Deus. Esta lata no
de hoje, existi desde que se pensa.
Era nenbum tempo foi lo grande a descreoca
e Deus e portanto todo o culto religioso, como
aos tempos prximose durante revoluco fran-
eexa que comecara em 1789.
At entao era a sociedade dividida em a
trancfza, em tres classesclero, nobresa e
O clero dava a mao nobreza com
fe, o rei; e o rei c a nobreza dVHKB-aTs ao ele
ro e as duas classes faziaurjuntas a potencia in
slita que explorava (Lpovo. de quera tirava os
iliciosos gaivijde'todos os polutos prazeres.
^"pddr era poluto e infame, como era a no
reza. Ambas estas classes cultivara a Deas
pela religiao catlica, nao com os preceitos
de fraternidade que ensinara Christo, mas para as
manter na supremaca, nobreza, como de urna
raca parte, destinada por D-ras a se servir do po
to, como de bestas de carga feitas para servil as e
se Ibes bumilbar como vil canalha, ao padre :omo
a diviodade em corpo, mandada por Deas para
ser servida pela canalhapovo.
Depois nem de Deus mais se tralava entre os
obres; e o clero s praticava os actos religiosos
cerno meio de fazer draheiro.que alias o tinba das
ricas prebendas e outros meios com diversos no
mes.
O povo na e.lucaco brutal em que era man
ti Jo. se considera 7a como tal, canalba, lam-
iendo, nao a mao, mas o p de seus senbores,
oobreza cu clero que a pon'a ps o tralava sem
pre.
Velo um tempo de relaclncao, do maior de
soche a que ebegaram estas classes nobres, no
kreza e clero.
Veio um rei na presenea dVIlas educado, en
Ir estas duas classes, que esta vara de lo lo en
tresnes a todas as devacides.
Deus j s era de nome; o seu culto, orticas
astentosas de lucho e meio de mundano i pra-
zeres.
Esse rei tinba, como que para a epocha vindo,
om espirito livre e aberto de todas as liberdades
e devacides. Elle com a sua corte e cora tod s
nobres, f querlam rir de tudo que provocar
pode.-se o riso, gosar de tudo, de todas as deva
ides, extorquindo da canilha -povodeixan
do os exanges, todos o- abundantes meios.
Os espirito* liberaes serapre comprim lo i d'an-
te*, se aproveitaram ento.
; ftosseau celebridade tarda, como se tem dita,
m sua tristesa e melanclica cogitacao, entre
antros Irabalhos que Ibe deram o grande nome.
tereveu O diretos da hom'ti -. este evangelho
.polilico, oriundo do Evangelho du Chisto, qoe.
tocando o sen timen lo do povo, acordou u'ellc o
da dignidade humana.
O reio e a nobreza tomaram o livro como ama
divwso. e riram se d'aquellas ncidades.
Nao sei, nao me lembro se foi este o priraeiro
raso da tremenda propaganda que se levantara
otao contra a in'ame sociedade frandeca; mas
vieran! prximamente depois ou antes Condorcet.
ierot, Yoltaire e outros e a ensicopledia; e
o e immensamente se escreveu enm a mais
aompleta liberdade contra D. as, contra Consto.
eBjra a nobreza e o clero.
Contra estas classes, contra Deus e sea Cbris
!0jj)8ou-se o ridiculo a Ul ponto que ellas per
cfcun completamente no animo do povo todo o
prestigio ; mais qne istn, esse ridiculo acord ;u
todo o odio qne jasia dormente com a dignidade
do bomem ja perdida na abjec'.a humilbacao em
qae cada nm se senta como de um de ver de sua
natural condicio, que nem o menos a julgava
lamentavet.
Esse ridiculo, essa toda propaganda levantan
do o sentimento da dignidade, no povo, o odio
tremendo contra os senbores que atsim o trou-
xeram abatido e infame por seculos ; acordou
Ibe tambera a couscieacia do seu poder.
Desde osla bora o povo passou do odio a ac
;io; e
Foi o sen primeiro arranco de todo o povo em
massa, como um s hornera o derrocamenio da
BASTlLHA.
Por isto este faustoso acoatecimeqto que boje
os francezes em toda a parle commeraoram,
ha de ser um dia todo o anuo celebrado por to-
dos os povos da Ierra I
Sim, porque dabi vem a liberdade que tem al
caneado os muitos povos, e que por todos elles
ha .de ser conquistada mats cedo ou mais tarde
A liberdade pela qaal tem sido todo o tra
balbo, toda a lucta da bamaaidade, todo o sacri
ticio, todo saogue, todo martyrio nae^a ordena
que della se incumbem todos os- goveaaos. ou
para manter a liberdade ou o despotismo.n,
Depois da bastilba veio a revoluco com t
os seus decantados norrores, a matanca da
breza, clava e do clero, o casamento dos p J
dresfrades e freirs liradas dos conventos,
os e amarrados Jous dous, frente frente,
mulher cora bomem, em p sobre a ponte do
navio, que, forado, sob os apupos do povo des
Sr. Umfoelino Dia^
Este e.uhor fez hoacm um annuncio em
que procura sangrar se na vea da saude
sobre o seu p re Cidi ment, como meu pro-
curador.
O S*. Umbeliuo no presfou me contao,
tem em seu poder valorea e papis de qae
indevidamente apoderou-se e nao quia en'
tregar-me.
O que o Sr. U.nbelino requereu foi a
entrega dos objectos qae estilo no Cotu-
ptoir, ra da 15 de Novembro, nSo
comparecendo pessoa'.mente para t'-tzer a
entrega, pretextando urna modestia, que
nunca existi.
Em uizo, m strarei a lisura sem par do
Sr. Umbelino Das.
Fet&ippe da Souza.
revine-se
e ao Banco de Crdito Real e Banco
que nao facam contracto de hyppoihe-
penhor sohre safra de caonas de engenho
dado, sera que o rendeiro mostr a escri
mura de arrcniaineoto e tarabem
- consentimen
ciaao fundo d agua onde os desgracados eocoa \Q travam na morte o allivi de tamanha vergonh.
A canalba da convenci, sob a pressao da ca-
nalba dos clubs e das roas, guilhotinou o rei, a
raiulia e sua cunbada.
A nobreza, mora ou eJigrada, o clero varri
do da face da Franca, as igrejas convenidas em
cocheiras, s navia urna creocaa patria ; mas
era crenca lo grande que fazia prodigios inau-
ditose como jamis cunease ba de ver.
Eram o mimigos internos e disfamados
sem conta; e. de qual wr modo descobenos, e
at apenas suspei'os, fulavam ao chao suas ca-
beras pelo f< rro da gutlhotina e era anda a lac-
ia na Vanda, coa rebeldes fiis ao rei, a que
Hache uao pie por fm cm sua vida.
E nao obstara a canalba de ama s rucio,
esse povo irameoso. conleve na fronteira e alirou
para loore e os persegualoa-exgritos de todas
as nacA-s juntas da^ijfgpa.
oostaqi4gda esta torca dessa crenga,
viver por muito tempo s
da patria. A necessidade de Deus
a Tocar o sentimento do povo.
Mas que Deus I
Aquelle Deus que na mo do padre e do no
bre, fra feito instrumento da miseria c iufarae
condicio to povo, de sua abjeceo ?
Nao ; devia ser outro Deus; foi
A DBUSA RAZAO.
Mas o sentimento do homem tendj a fazer
palpavel a idea em ama imagem.
A imagem da Deusx razan foi urna mulber
prostituta, assentada nua em um tbrono.
Queris mais ver a que ponto ebegou a des
crenca du Deas ?
Poi8 deveis saber que essa Franca de to ioi
raiga que fra de Deus, boje quasi toda ebrist.
E nao forara exercilos europeas que escolta-
ram Luiz XVIII al ao throno de Fraoga, qaem
trouxe tambera Deus escollado. Foi om livro,
um livro sublime, a obra prima de Cbateaubi i
and, o GENIO DO CHBISTIASISMO.
Quem o levantou no sentimento do povo fran
cez.
Assim. vede bem a crenga um Dous, cao do
scalo passad >; de todos os tempos, como
a descrenc Je Deas, a crenga s na materia.
Esta lucta dos materialista) contra Deus ; nao
poisdenoje, do seculo das luzes, de tolo*
os seculos; e o tira d) passado foi o da maior
descreaga, do maior olio contra Deus e seu
Cbristo, contra seus ministros.
Nao pois das lozes do seculo o atheismo, nao
soi* capazes de demonstrar verdade algama nes
ta miseranda impostura.
O que ha de novo ama nova forma de revs
til-a, para pa-sar o contrabando, e que a vao re-
pelindo come por sua onta os tolos para se iu
cu'carera participantes de taes luzes ; essa im
postura dos que pregam qae -o de ver pelo de-
ver-a religiao da humanidade a religiao do
dever urna doutrina ; essa impostura de uns
espertes que se quizerara celebrisar e vender
bem seas livros, para fazer por essa nova forma
a propaganda do materialismo, sem mais crdito
pelos recorsos das antigs formulas, como tudo
veremos nos artisos seguintes
Recale, Fevereiro de 1890 da repblica.
A/fonso de Albuquerqtte Mello.
rem as safras o jrigadas as rendas, aio devem
sobre ellas pesar oatro onus e portante nao pode
sobre ellas transigir-se.
*
Ao digno gerente da rmpreaa de II
laminar a gas da cidade du Be
. rife.
Pedimos a V- S., a bem da moral publica,
alteogo para o pessimj co nportamento do Sr.
Thomaz de meid, qiin lo Btra eiB Casa de
qualquer familia, para revistar o registro; espe
ramos providencias do digno gerente.
Diversos c nsumidwes.
O honrado cidaffio gr. Joaquim Soares
Gomes, vicc-eor*l e Portogal e Ingla-
terra, era 1'arjKgu, tratando da cura de
urna broncLjejJdfj mau carcter, em sua
esposa, tiTo seguinte:
-^Minua muiher acha-se perfsitamen-
beleeida de la grave eufermidade,
o uso de quatro vidros do Peitoral di
'ambara, tendo antes experimentado, sem-
re intilmente, talvez cincoenta remedios
versos.
Joaqnim Soares Gomes.
(A firma est reconhecidaj
l ma vara de asinina
De Santa Victoria (Rio Grande do Sul) remet-
terara-oos o seguate atlestado :
Eu abaixo assignado atiesto, a bem da boma-
nidade, que tendo orna iilha qae soffrera. ha mais
de quatro annos, de asthma e cutras molestias
do peilo, foi radicalmente curada pelo maravi-
Ihoso remedio Peitoral de Cambar, do Sr. J. Al
vares de Souza Soares, de Pelotes.Delfim Jos
Rodrigues.
(A arma esta reconhecida).
Iguarassu
Dr, Franclaco X. Paei Brrelo
ADVcGADO
Eocarrega-se de qualquer trabaiho
inherente ao seu cilicio mediante
ajaste muito razoavel
.
Despedida
Jos Carnero Miciel da Silva e sa familia,
retirando-se para o Rio de Janeiro, oo vapor
Minaos, esperado do oorte, despedem se dos pa
rentes e amibos, de quera, pela presteza de saa
viagem, deixaram de ir pessoalmente receber
suas ordens. e offereccra Ihes os s:us limitados
prestimos naqu-lla capital.
,(3)
deixa
COMMERCIO
Revista do Mercado
Rciyz, 24 di MAsgo dk 13S0.
Hove algum movimento nos merendos de
bios e de algo dio.
Rol
sa
gOTAgCSS OFFICIAE8 DA JUNTA DOS COK
BETOBES
Recite, S4 ae Marco de. 860
Cambio sobre Para, 15 d/v. cora 1/2 0,0 de
deswnto, sabbado.
u oresidenle.
Antonio Leona do Rodngaes.
< O secretario,
Eduardo Dubeux.
Cambio
PRAQA DO BECIFB
Os bancos mantiveram a laxa de ii d., achan-
do tomadores para quantias regalares.
Fapel particular e bamario repassado foram
passados a 22 1/4 e 22 18.
FRAC,'A DO RIO DE J SEIKO
Os bneos abnrara a 22 nominal, olfirc-enJo
o London a 22 1/16 sobre a caixa matriz de Lon-
dres.
Mais tarde bouve negocio a 2: 1.8 bancano
lia falta de papel particular.
TABELLAS AFFIXADA8
2 3! a. 1 2 X 1 es 3 5 sr y -a.
i 3 - a se
A C4tf 2. "3 JQ t%
a. c .
1 c o 'i fe
: 3 a
t + * "
(2) Somno calmo e p icifieacXo da dOr.
tal a divisa do Xarope de Follet que
vence a insomnia seja o que r a causa,
a febre, as molestias, a nevralgia, as do
res de cab;ca, a to.te da asthma, das
bronchites e a grippe influenza, .etc.
O Xarope de Follet d o somno verda
deiro, aquelle da natura, sem incommodo,
sem indisposicao, sem perigo; o somno
que o descanso calmo do corpo e espi-
rito. N'um frasco de Xarope de Follet
tem cinco ou seis noites d'ura descanso
completo, natura! e reparador, e o frasco
se acba se em todas as pharmacias.
A giipp, a lAenza te o preferir,
atraz d'ella consequencias bastante
desagri.daveis; o hlito conserva por mui-
to tempo um choiro forte muito incommo-
do, o gosto per le se, a bocea fica m, o
appetite nullo, as toreas lnguidas.
Parece-nos muito oppor uno de recor
dar n'esta occasiao que uao ha nada, para
perfumar o balito, como um pedaco de
pasta Kegnauld, c para restaurar o appe
tite e a) forcas, nada equivale ao Quii
Labarraque, o vinio dos convalescentes,
pois a administr. cSo do vinho Quina
Labarra jne tem semp c produzido urna
toniticac.:o gradual e urna augmeutacao de
p der digestivo. E' o mais enrgico dos
tnicos conhecidos. (Annaar.o do me-
dicina e cirurgb praticas.)
li
I
A exportacao feta pela alfandega neste mez at
o d
1.634.856 para o exterior e 329.039 para o interior
As entradas verificadas at a data de boje so
cem a 12.6S9 saccas, sendo por:
Qtrcacas.....
Vapores .....
A^imaes.....
Va-rerrea ae Ciruir.
V.a-ferrea de S. Francisco.
V a-ferrea de Liraoeiro
Dr. Mello Gomes
Medico operador parteiro
46Ra do Bar So da Victoria46
(DEFRONTE DA PHARMACIA PIKHO)
Onde tem consultorio e resi-
dencia i podendo ser encontrado e
recebendo chamados qualquer hora
do dia c da nuite. ,.
Especialidades : parto.4. febres, moles-
tias de senboras e dos pulmoes, syphilis "
em geral, cura rpida e completa e ope-
racOes de estreitamen'.os e mais soffri-
mentos da uretra.
Acode de prorapto a chamados para
fra, a qualquer distancia.
Teiephoae a. 894
Dr. Silva Leal
CLNICA MEDICO CIRUG1CA %
Consultorio e residencia roa do Livramente
o.6lc andar. Consu las das.il s 3 horas d:
tarde. Chamados a qualquer bora, por escripto.
Este anligo collegio contina a funecionar na
ra da Imperatriz n. 63, abrindo suas aulas no
da 7 do corrente mez de Janeiro.
Sea director solicita aos pas de familia, que
desejam o real aproveitamento de seus blbos, o
obsequio de attender ao que vai exposto.
Alera dos preparatorios para a m l.icula as
Fai uldadcs de 1) ieito. ensinar se-ha tambera a
fallar, escrever e traiuzr a I ragua francesa, a
ii glesa e a alleniS, sendo professor d'esta o Sr.
Ateeruon SchitQei1.
O lado moral da educacode seus alumnos, do
mesmo modo que o intelectual, merecer lhe ha
sempre o mximo interesse.
O resallado dos exames prestados no lira do
anno prximo passado, na Faculdade de Direilo,
pelos alumnos do collegioMEIRA, sao a pro
va mais eloqun e. e ao mesmo tempo, a iofor
macao mais criteriosa das vantagens que i fien ce
diti collegio.
Assim qae, a'entre os oitente exames que
prestaran) entao os alumnos, apenas oito foraoi
mal sujcedidos, merecen lo seis d'el es dis'inc
Cao, sendo pleoili -.ados 31 e simplificados 35.
D'eDtre as discipalas que habilitaran) se pres
lar exame : D. Adelica Cabral e D. Carolina Si
uies foram approvadas om (tistiucco em in
glez, e plenamente era francez. D. Manada Exal
taco Cabral e D. Adelaide Cabral. flzeram aquelh
dous exames, eesla un, sen lo plenilicadas n'el
les.
Contina a funecionar a sula primaria, que po
der receber alumnos da mais tenra Hade, pms
dirigida por duas lilhas do director, das quae
orna a bacharel Mana Augusta Coelho Mei.-a dr
Vasconcellos.
Admitlera-se pension-tas meio-pensionistase
i-xternos.
Entre os exercicios physicos que tanto conven)
saude, ensiuar-se ha esgrimir espada.
Tambera poderao aprender msica os alumno?
que qu zerera.
O ensino de msica, o de allemao e o pratici
das liiii.'uas franceza e inglesa sero mediant'-
ajuste previo.
Becife 1 de Janeiro de 1890.
O director,
ACencio Minercino Metra de Vasconcellos.
HOTEL REIiMlO
Porto
m
Re ve! ac es e aner< cluteatos
Poucas vezes temos experimentado ama tao
intima satisfaco; raelhor dinamos om legitimo
i rgulbo por noticiar ao respeitavel publica que
a cerceja La Rosa AUemana urna mensageira para
o corpo tanto bebida como regalo qae de H
nissimo paladar, como infalhvel na cura de
enchaqueca, ataques hemorrhoidae3, corrimen-
t03 e flores brancas.
Nao alongamos considerares e limitamo nos.
pois. a descobrir a riqueza da cerveja La Rosa
AUemana j professada publicamente. A terdaie
sempre verdade Alm dos estabeleeimentos
j anunciados est venda em outros im-
portantes estabeleeimentos dos Srs Joo da Cu-
nta Vasconcellos, ra do Livramento: Antonio
Guilhermino dos Santos ra Direita, Moreira Ir-
mo, ra de Pedro Alfonso; Jos da Silva Perei-
ra Lisboa, roa do Imperador, Manuel Martins
Lourenco, Jaboato; Francisco lleudes da Pon-
seca, Pilar de Alagas. Jj.- Domingos d'Olivei
ra e Manoel Ferreira Silva Veiga. Natal; Joo
Juvenal Barbosa Tinoco, Baptista Jnior & C,
e Ismael Cesar Duarte Ribeiro, Macahiba.
Julio Soares de Azeved
/ i
PR0FB-8OR PARTICULAR
Lecciona primeiras lettras em
casas
Dr. Balitad da Silveiraj
Especialidadefebres, molestias
r das criancas, dos orgaos respirato-
rios e das senboras.
Presta-se a qualquer chamado para
ora da capital.
AVISO
Todos os chamados devem ser di-
rigidos pharmacia do Dr. Sabino,
a ra do BarSo da Victoria u. 43,
onde se indicar sua residencia. /I
BU. L CL02CL4G11S072A
Mudou o seu escriptorio para a roa do
lmprador n. 32 pr meiro andar, onde
pode ser procurado de 10 da manila s
i da tarde.
\%
Residencia Ra Imperial n. 148
TelepioBc n. 102.
M.
particulares, a ambos os sexos, quer na
cidade, qier fra della.
Recebe meninos e adultos para Ieccioaar
em casa de sua esidencia tarde e
boute.
Pode ser procurado das 3 horas da
tarde em dunte, todos os dias, ra do
Cotovello n. 93.
Clarante um rpido adiantamento nos
alumnos que tomar a" seu cargo, pelo Beu
systema proprio de ensino, seja qual fra
idade.
Collegio de N. S. da
Penha
PARA O SEXO FEMIN1N0
Sob a direcc&o de Aususia Carnero
Ba da uirora n. 57
Segundo andar
I
Leonor Porto
Itua JLarga do Rosarlo nu-
mero
SEGUNDO ANDAR
! Contina a executar os mais dilceis
tiguriaos recebidos de Londres, Paris,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeifo de costaras, em
I
,'icao
)em brevidade, modicidade em prejos
j lino gosto.
Dr. Barrete Sampaio, oculista,
ex che fe de climca do Dr. de
Wecker, de volta de sua via-
gem Europa, d consultas de
1 s 4 horas da tarde, no Io
andar da casa'n. 51 ra do
Barao da Victoria, excepto nos
domingos e di.is santiheados.
Telephone 285.
Rtsidencia ra Sete de Sotem-
bro n. 34. Entrada pela ra da
Saudade n. 25.
Telephone 287.

Cabera denegro
Elixir stdativo e anti rhaumatico, formula
do pharmaceutico Hei-mes de Souza
1 'reir.
SEU MRRCCRIO
Approvzdo pela Inspectora Geral de
JTygienc
Este poderoso medicamento j bem co-
: liecido ba mais de I1 annos e sujos uia-
ravilho:os eiTuitos tem sido a( estados por
muitos medies e numerosos do.ntcs, cura
radicalmente os BHEDMA ismos, ebysi
PELAS, SYPHILIS ESCRFULAS -e todas as
molestias que tcem por origem a impuresa
do eangue. *"
0 verdadeiro c mais antigoElixir de
cabera du negro o da formula do phar-
maceuteo Hermes de Souza Pereira, e
para garanta dos consumidores traz elle
em seus rtulos a envolueros o retrato do
autor.
Vende se a varejo em todas as phar
macias e cm at&cado na pharmaca Fer-
reira, praca de Maciel P-nheiro, n. 19,
(antiga d> l'onde d'Eu, e na drogara de
Fracci co Manoel da Silva & C, ra do
Mrquez de Olinda, n. 23.
DIARIA 900 RES
Cirurgio Dentista
DR. ROBERT P. RAWLLNSON, fal-
cado pela Unirersidade de Maryland no:
Sst&dos-Unidos, tem aberto o seu cnsul

=^fi
0 Dr. Eroiirio CouIbIio,
K
de volta de 3ua vagem Europa, on-
de se dedicou especialmente ao es-
tuno das molestias do systema ner-
voso, lixou sua residencia e consul-
torio ra da Aurora n. 85.
Consultas de meio dia s t horas.
TELEPHONE N. 367
uSfiS
18,1
aii
1.939 Sacea*
308
Somma.
12 6J9 Saccas
Asquear
a precos pagos ao agricultor, por 15 kilos, aa-
undoa As sociacao Cora mere ial Agrcola, foram
s seguintes:
mas
'anco .
S-renos.
M-.scavado purgado
rutos .
R-tame .
38J0
360
2*700
4*700
IA300
U0O0
42ic
Miro
2*900
1*900
1*8'H)
ii-2
Aeii'oriarao feila pela alTandega nesie mez at
o da 21, constou de 3.939.960 kilos, sendo 371.700
para o exterior e 5.368.260 para o interior.
As entraaas verificadas at a data de boje so
bem a 103.376 =accos sendo por:
urcacas .... .0.111 Saceos
'apores..... ...
nimaes. 4-240
'ia-ferrea de Caraarft. 5-429 *
'ia-ferrea de S. Francisco. 48 820 .
>a-ferrea do Limoeiro 4.778 <
Somma.
103.378 S ccb
Alcodo
Ceta se o de 1* sorte do serlao a 6*100.
Coaros
Coaros salgados 389 ris, e os verdes a 230
ris
Agurdente
Cota-se a 90*000, por pipa de 480 litros.
Alcool
Cota-se a 1&0*000 por pipa de 480 litros.
el
'^u-se a 55*000 por pipa de 480 litros.
Pauta da Alfandega
SUAltA Cl 24 A 29 DB MABCO DB 1890
Vide o Diario de 23 de Marco
j 3arca
^avlo \ descarga
_ nomegu ns.i Eiiezer, carvo.
8arca ingl -ta Santo Andr, carvo.
Barca Dortngneza^4u Bngae ingle* John Richards, farello.
Patacho hollandez Concorenles. xarqn*.
L La.ar saeco Auna Mara, fumo.
Lugar portaguti Hercilto, varios gneros.
luiportaco
Barca ingleza Ethel, entrada de Terra Nova
em 23 do corrente e consignada a Ulackburn
Needbam C.
Bacalho 2,850 barricas e 2,334 meias ditas
aos consignatari *s.
Barca inglezi Uclen Isabel, entrada de Terra
Nova na mesma oata e consignada a J. Pater
&C.
Bacalho 2.830 barricas e 2,700 meias ditas
ordem.
Barca nacional Marnho II, entrada do Rio de
Janeiro era 22 do corrente e consignada or-
dem, manifesiou:
Farello 4,730 saceos a ordem.
Vapor nacional S. Francisco, entrado da Babia
e e3cala em 23 do correte e consignado Cotn-
panbia PeroaraDucana manifestoa:
Pipas vacias 33 a los Rodrigues Hacieira, 20
a Albino Silva & C.
Pelles de cabra 6 fardos a J. H. Boxwell.
Panno de algodao 20 fa-dos a Albino Amo
rim 4 C, 15 a Al ves de Brillo & C. *
Saceos vuos 20 fardos a A. Pohimann' & C.
_ un
Babia e escal< vapor nacional Sergipe,''k\n
do em 23 e consignado a Pedro Osario de Cer
queira. manif.-siou :
Cidra 33 caixas a Carvalho & C. j.
Mercadorias diversas 2 volumes a AlH*ft-
va 4 C
Panno de algo 15o 20 fardos a Silva Gurraa-
re3 a C. 2.) a Rodrigue* Lima & C.
Pedras para amollar 100 a Ferreira Rodrigues
4C.
Viobo 6 barris a GuimarSes 4 Valnte.
Barca noruegnense Latona, entrada de N.w
Porl em 24 do correte e consignada a Wibou
Sons 4 C, manifestoa :
Carvao de pedra 775 toneladas ordem.
.Barca noruegnense Lyn, entrada do Rosario
de Santa F na mesma data e consignada or
dem, manifestoa:
Feno 1,634 fardos ordem.
Patacho portuuez Fanny, entrado da Fignei
ra na mesma data e coasignado a Amo.-im Ir
raaos 4 C, manifjstou :
Feijo 1 sacco a Pedro da Silva Proa.
Vimes 500 liacas a flUnio da Silva Couto.
Vioagre 6 barris a J. da C. Ramos.
Yinho 141 pipas e 306 barris a ordem, 33 e
40 a Amonm Irraaos 4 C, 18 e 10 a Antonio Ma-
ris da Silva, 16 e 30 a Francisco R. Pinto Gui-
raaraes C, 20 e 40 a Joaquim Ferreira de i ar-
valho 4 C, 1 a Pedro da Silva Pia.
Exporiaeo
Ricrr*, 22 DB JURCO U 18S0
tara o exterior
No vapar americano .ideante, para New -
Yorit, carregaram :
P. Carneiro 4 C, 5,360 pelles de cabra.
-orio, na ra Barao do Victoria
lar.
Consultas dan 10 s 4 horas da tarde.
' No vapor ioglez Portuente, para New York,
carregaram :
Abe Stein 4 i, 40,700 pelles de cabra.
No vapor ioglez Lemuria, para o Bltico,
carregaram :
. Borstelman & C, 433 fard03 com 67,638 kilos
de algodao.
faro o interior
No vapor f.aacez K. de Buenos Ayres, para
Rio de J oeiro, carregaram :
J H. Boxwell, 1,740 faidos :om 307,423 kilos
de algodao
P. Aunes Jacome, 300 saccas com 24,440 kilos
de algodao.
No vapor americano Adoance, para Para,
carregaram :
P. Carnero 4 C, 6 pipas com 2 880 litros de
alcool.
F. aojo 4 Filho, 200 barris cora 19,200 li-
tros de aguarden e e 103 barricas com 8,150
kilos de assucar braneo.
No vapor nacional Arlmdo, para Rio de Ja
neiro, carregaram :
P. Carneiro C 103 saceos com 7 300 kilos
de assucar mascavado e 80 pipas com 38,400
litros de agurdenle.
Para Pelotas carreeou :
J. L. de A/evedo, 2,OJ0 cocos, fructa.
N) vapor nacional M. de ^axias, para Ara-
caj, carregaram :
M. Borgei C, 20 saceos com 1,200 litros de
feijo.
Para Villa Nova, carreeou :
F. de Barros Filbo, 100 saceos com farioba de
mandioca.
Para peuedo, carregou:
F. de Barros Filbo, 100 saceos com farinba de
mandioca.
ao brigue ioglez John R>card, para Para
carregou :
fl. O.iveira, 50 saceos com 3 750 kilos de
assucar braoc i.
No brigue nacional Prazeres, para Pellas,
carregiram :
Araorim Irmos 4 C, 100 saceos com 7,500
kilos de assucar branco
- No hiite nacional Deus te Guie, para Ara-
caty. carregoa .
Joo F. L.-ite, 10 seceos com 250 kilos de fio
de algodao.
Reudimeutos pblicos
UZ DI MAItCO
Alfandega
Dr. Alfredo Gaspar
MEDICO
Operador, parteiro trata com especiali-
J.ade de molestias de senboras e creancas.
Consultorio e residencia ra da impe-
arria n. 18, Io andar.
Consultas de 8 s 10 da manhS.
Chamados (por escripto) qualquer hora
TELEPHONE K. 226
Segunda seceo da Alfandega de Pernambuco,
24 de Marco de 1890.
O ihesoureiroFlorencio Domingues.
O chele da seceoCicero B. de Mello
Reeebedorla do Estado de
Peruambuco
Do dfa 1 a 22 15 0425>6
dem de 24 3:113*328
O Dr. Bastos de Oliveira
tem o seu consultorio raedico-cirurgico
ra do Marqu.a de Olinda, n. 1, 1. an-
dar, onde pode ser procurado todos os
diss uteis das lr s 3 horas da tarde.
Chamados a qualquer hora em sua resi-
dencia, ra do llospi.'io n. 46.
Telephone n. 365.
Federico Chaves Jnior
Homoepatha

[39 RA BARAO DA VICTORIA
Primeiro andar
Auxilios lavoura
Pereira arneiro 4 C. conlinuam, autorisado*
oelo Banco do Brasil, i conceder emprestiraos
i lavoura das provincias de Pernambuco, Ala-
goaB.Parabyba e Rio Grande do Norte, mediante
as condices de que os interessados eerao infor-
mados no escriptorio roa do Commercio n. 6
das 11 horac da manh s 2 da tarde.
18:3054874
Recifc Dralnage
Do dia 1 a 22 20:279851
dem de 24 3:263*328
Reuda geral
Do dia 1 a 22
dem de 24
629.432:331
49:9834318
679:41o649
Renda do Estado de Pernambuco
Do dia la 21 111:5154477
dem de 24 8 514*637
120 0304114
Somma total 799:4454763
23 543179
Mercado Municipal de 8. fosC
O raovimento desle mercado nos dias 22 e 23
de Margo foi o seguate:
Entrarara :
54 1/2 bois pesando 7,033 kilos.
764 kilos de peixe a 20 ris 15*280
20 1/2 cargas cora farinba a 200 rs. 4*100
9 ditas de fructas d versas a 300 rs. 25700
661/2 columnas a 600 rs. 39>9O0
186 taboleiros a 200 rs, 37 200
37 suino* a 200 rs. 7400
2 escriptorio a 300 rs. 600
136 compartimentos com farinha a 500
rs. 68000
58 ditos de comidas a 500 rs. 2!)000
196 ditos delegumes e fazendas a
400 rs. 78*400
32 ditos de sainos a 700 rs. 22 V 0
22 ditos de fressuras a 600 rs. *****
13 ditos de camaroes a 200 rs. 25600
59 tainos a U USMX*)
43847.-0
Rendimento de 1 a 21 do Crrente 4:744GiO
5:1834420
Precos do dia:
Carne verde de 400 a 560 ris o kilo.
Sainos de 520 a 560 ris idem.
Carneiro de 640 a 800 idem
arinha de 480 a 560 ris a cuia.
Mi ino le 50J a 520 ris idem.
Feiiodc860al*400idem.
Vapores a entrar
MEZ DE MAR,O
Norte......... Manos...........
Euro pa....... V. de Buenos Ayres.
Sul........... S Martin.........
Sul........... Espirito Santo.....
Sai........... Galicia...........
Europa...... Elbc..............
Sul........... Irent......... ...
Hamburgo .... Vetropol's.........
26
26
27
27
27
28
30
31
Vapores a sabir
MEZ DE MAB9O
Cearaeesc... Una..............25 as 3 h.
Sul..........Mmos------.....6 as 5 h.
Santos e esc. V. de Buenos-Ayres. 27 as 3 b.
Lverpool.....Galicia............ 27 as 11 h
Norte........ Espirito Santo..... 28 as 5 b
Babia e esc.. S. Francisco....... 28 as 5 h
Southampton. Elbe.............. 28 a 1 h.
Soulharaoton. Trent .......... 30 as 11 b.
: s.uo;c:"3
38 RA DO COMMERCIO 38
Saea por todos os vapores
SOBRE 03 SEUS BANQL'EIBOS
LondresThe City Bank, Limited.
ParisCrdit Lyonnais.
Hamburgo--Job Berenberg Qossler & C.
Por.ugalBanco de Portrual
Movimento do porto
Navios entrado no dia 23
Figneira42 dias, patarho portugus Faany,.
de 158 toueladas. capio Flix Alves Pinto,
pquipag'm 9, carga varioa gneros ; a Araorim
lrmaos 4 C.
Rio de Janeiro 20 dias, patacho sueco Carra,
de 265 tonel, das, capttao .0 Anderson, equi*
pagem 8, em h stro: ordem.
Torra-Nora-42 diaa, barca ingleza Ethel, de
281 toneladas, capitao William So^p, equipa-
gem 10, carga bacalho; a Blackburn, Nee-
dham 4 C.
Terra Nova38 dias. barta ingleza Helen Isa-
bel, de 219 toneladas, capitao Jobn Fi Os-
son, equipagem 10, carga bacalho ; a Jonns-
tou Paier 4 C.
Bahia e escala8 dias, vapor nacional Sergi-
pe. de 411 toneladas, commandaate Joaquim
Andr Rebello de Matto3, equipagem 27, car-
ga varios gneros; a Pedro Osorio de Cer-
qoeira.
Navio sakido no mesmo dia
New York e escalaVapor americano Advan
ce, commaudante E. Griflitlis, carga vari., s
gneros.
Navios entrados no dia 24
Lverpool45 dias, barca norueguense Vrns-
kabet de 418 toneladas, capitao Johan Jo-
hanson, equipagem 10, carga carvao de pe-
dra ; a Browns 4 C.
Xow-Purt-48 dias, barcanorueguense Laona,-
de 543 toneladas, capitao G. Gabrsen, 1 quipa-
gem 11, carga carvao de pedra; a Wilsoa
Sons C.
Rosario de Santa F -37 das, -Jarea noruegueH-
se Lyn, de 252 toneladas, capitao Antn
Kvaase, equipagem 8. careta feno ; a ordem.
Cardiff-ii das, barca norueguense Margen-
gry. de 587 toneladas, capitao C. Jeoseo,
equipagem 12, carga carvao de pe "ira ; or-
dem.
Observacoes
Nao bouve sabidas no dia 24.
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MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
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DECLARARES
I
1
>
4

U-

A
Reeebedoria do Estado
Relajo dos c mtribuintas compre eadi
dos no impoeto de 20 "[0 decretado pelo
art. 1." % 30 da le do ornamento do Esta-
do, com relayao freguesia do Poco d.t
Panella, e partenceate ao exorc'cio de
1890, pof> laajador Joaquim T. de Le
mos Duarts.
Estrada dj Arraial n. 66. Lino de
Abreu Cerque! ra 40000
Dita o. 23 B. Joao Vieira l'mao & G. 1920(J
Dita o. 23 B. Jos Luiz Ribeiro iliOOJ
Dita o. 23 C- Mjreira da S iva & C. 24JOJ t
DiU o. 27. Manoel Goncalves Rodri
gues 1 Dita n. 27 G. Antonio F.lisardo do
Am riu Jnior lOfOO
Estrada do Brejo n. i. Luiz Coa jal
res Lourcnco & C. 24WQ0
DiU n. 13A. Joaquim Jos de Almeida 12*000
Pedro Allem n. 3 B Jos Eleulerio da
Silva 12,1000
Estrada da Via Frrea do Limoeiro
n. 7. Francisco Al ves de Barros 20*000
Travessa do Cemiterio o. 4- Minerviuo
A. F>usa Li i 20*000
DiU n. 6. Oliveira Castro & C. 20000
Ra de S. Joao n. 6. H.ea Pereira
A C. 2O0O0
Travessa de S. Jjo n. 2. Azavedo &
Silva 1U400
Agua Fra d. 16- Aotoaio Arco-Verde
de Mello 21*000
DiU n. 16. Minervinj A. Fiusa Lima 24*00)
Estrada do Eacanameato a. 1. Adria-
no da Rocha Pereira 2lf000
Dita a 21. Macbalo & C. lCiOOO
DiU n. 19 F. Antonio Wques 144400
Dita a. 23. Jos de IJulUaJa Caval-
cante 20.000
Travessa do Costa L-ite n. 2B. Ber
nar la Mara da iloaeeicio 105000
Estrada de Sant'Aana n. 14. Thom
Rodrigues da CuuQa 24*000
DiU n. 7- Minoel Satoun". 30*000
Dita n. 11. Antonio de Carvaluo Aze-
vedo & C 24*000
DiU a. 37. Ilppolito Marti .sG. de Pi-
ano 16*000
Dita ii. 41 Joao Prozopio de Coloiobo 2i*00j
Estrada de Saa.'Anni de jntro n. 17.
Manoel Rodrigues Alves 14*100
Est a'iade Parnarueriin u. 1 A. Francia
co Das dos f.eis 16*000
Ra ua Casa Forte u. 42. Miuervino A.
Fmsa Lmi 24*000
Dita ii. 46. Minjel Martins Cjinpos 24*000
Dita u. t. Manoel Simplicio Tjrres 2150 0
Dita u. 3. Andr Brisson l*0OO
DiU n. 13. G.oeroso Atves 20*000
DiU n. 15 Allomo Arco Verde de
Mello 24*000
Dita a. 17. Jjo Procopio de Cloraba 12*0:10
Dita d. 17A. O aiesaio 16*800
DiU n. 69. Antonio de Carvaluo Ase-
veda & C 24*0 0
Travessa ta C.sa Forte n. 9. Manoel
M. Lases da Cruz 12*000
DiUn 10. Basilio Ma^da *i'va Gi-
ro ires 20*000
Roa da Poeira n. 2. Ferreira k C. 40*001
Rui da Matriz o. 2. Manoel Ferreirada
Motla 20*000
Estrada do Monteiro n. 2. Miguel Bap-
lista d'Oveira 24*COO
DiU n 4. O iveira Castro DiU n. 4 A Tiburciu Vctor de Mello
Sanios 30*0 0
OiU u. 6" Alexandre i C. 20*000
DiU n. 18 An.ujo & <:. 36*000
Dila n. 44. Manoel Pedrosa dos San
tos 30 000
DiU o. 44 A. Oliveira Castro 4 C. 24*00
DiU n. I. Manoel Ferreira da Cruz 30*000
DiU o. 7 Miaervinn A. Fiusa Lia 20*000
DiU n. 17. Manoel Ferreira da Cruz 20*000
DiU n. 7o Minerviuo A. Fiusa Lima l'J*oOO
Bita n. 73 A. Aatoaio Joaquim de Aze-
vedo 24*000
Lirg> do Monteiro n. 4. Etolano 4 C. 24*000
Limiraon 1- MiaociF.Treira dos San-
tos liraga 24*000
Raa da Ponte o. 1. Maaoel de Carva-
llo 40*000
Becco da Quiaba n. 2 A. Joo de Al-
meida Seixaa 14*000
Estrada de Apipucos o. 2 A. Maaoel
Goncalves Nogueira 30*000
DiU ii. 6B. Joaquim Deocleciano de
Oliveira Cmara 12*000
Dita n. 9 lunocencio Aives Correia 24*000
Largo de Aaipueos n. 46 Jjao Felisar-
do ce Amonrn 32*000
Bita u. 43. Minervino A. de Fmsa Lima 30*000
Dita o. 34. Cassiaoo Rodrigues 4 C. 28*800
Travessa do Acude a. i. Vtoriae To-
bus de Mello 12*000
Estrada para o Engenlio n. 4. liveira
Cas.ro 4 C. 19*200
Dila n. 14. Jos Joaquim Martins & C. 30*000
Sita n. 13. Manoel Rodrigues 20*o0()
lita n. lo A. 0 nesmo 19*200
*iU n. 25. Jase Joaquina do Reg Bar-
ros 19*2 O
Pedra Mol'* n. 2 A- Antonio Candido
de Ara- 11 M-na 20*000
Dita a. 4 M.inoel Passos 8*000
fita n. 3 A- Jas Fortes Martins 1I*UOO
1.* Secjo da Reeebedoria Provincial, 9 de
Marco de 1890.
O chefe,
J. X. C. de Barros Campello.
O procurador dos feitos da fazenda
do Estado, tendo recebido do inspector do
Thesouro a relacao abaixo transcripta dos
devedores do imposto da decima da fre-
juezia de Santo Antonio relativa ao exer-
icio de 18j8, declara aos mesmos de-
vedores que lhos Lea marcado o praso
de 30 da i, a contar da noli cacao do
presente eiia', pam deutro dello pagarem
a importancia de seus dbitos, com guia da
eccilo do contencioso, certos de que rindo
aquelle praso se proceder a cobranca ja
dicialiner.ii>.
Rccife, 22 de Fcvereiro de 1890.
O procurador dos feitos,
Migud Jos de Almda Pernambuco.
Rel.-.gao dos de7edores d-> imposto da de-
cima da freguezia do Santo Antonio, do
excrcico'de 1888, do l.e2. semes
tre-, que deixaram de pagar no tempo
ompetcnte.
Mrquez do H;rval n. 55. Her-
deires e viuva de Joao Tei-
xeira de Souza 28-J387
Lirg de S. 'edro n. 6. Her-
dsiros de Joao Francisco das
Ch^g.3 75(549i
C deiros de Jos Joaquim da
Costa Fajoz-s 2d956
Travessa dos Qnarteis n. 10.
x. IT vieira e ^ iuva de Justino
Ferreira dos Passos 140973
Travessa do Lobato n. 2. Her-
deira e viuva de Luiz Bernar-
do M nteiro Pdilha 22514S
1." becoo da Oamboa n 1. Hor-
deires de Manoel de Figaei-
roa Fana 12|J478
Duque de Cax'aa 42. Os me-
ntos 1665377
Csiaroo das Princesas n 9. Her-
d':iros de Mara Tbeodor d*
Assumpcao 285387
Palma n. 10. Hermenegilda de
Fa:ia Teixeira 34I9..6
Bita -. 12. A mesma 31*195
Traversa do ^uarteis n. 41. Ir
ma.idade das Almas do Re-
cife 214524
Travessa das Cnaet n. 8 A
mesma 22*149
Larga do Rosario n. 32. A mes-
ma
Duque de Caxias n. 79. A mes-
ma
Penha n. 25. A mesma
Larangeiras n. 16. Irmandade
do Espirito-Santo do Collegio
Praga de Pedro II n. 2. A mes-
ma
Saata Thereza n. 32. A mesma
uargo do Paraizo n. '. A mes-
ma
D rao da Victoria n. 49. Irman-
dade da ConceicS dos Mili-
tares
L) ta q. 51. A mesma
Travesea dos Expostos n. 10.
IrmanJade de S. Bom-Jcsus dos
Passos do Rccife
Mrquez do Horval n. 23 Isa
bel Ignacio de O. Vilella,
parte
Larangeiras n. 25. Jacintho Pa-
checo Pontea
Largo do Carao n. 11. Jerny
mo Emiliano de Mirand Castro
1. de Marco n. 17. Joanna dos
Santos Neves, parte
Palma n. 6G. Joo da Assump-
cao Qiieiroz, parte
Tiinchciras n. 31. JuSo de Rrito
Concia, parte
Mrquez do Hervai ns._ 1*5.
JoSo Cbrist>ani e outro
2." becco da Gamboa n. 8. Juan
da Cruz Estanislao
Trincheiras n. 31. O mesmo
Travessa das Flores n 27. Joao
da Cuoha Soares QuimarSes,
parte
Travessa do Pocinbo n. 8. O
mesmo
1." de Margo n. 17. O mesmo,
parte
Penbk n. 2. Dr. J ao Ferreira
da Silva
Estreita do Rosario n. 41. JoSo
Goncalves Ferreira e Silva
Travessa do Carcereiro n. 5.
Joa Rafoo Barbosa
Travessa do Carmo n. 15. Joa-
quim Beroardino da Costa Ros
Dita n. 17. O mesmo
Travessa do Carmo n. 3 O
mesmo
Palma n. 41. Joaquim Felippe
da Costa
Ditt n. 43. O mesmo
Dita n. 45. O mesmo
Dita n. 47. O mesmo
Bario da Victoria n. 32 O mes-
103*986
112*732
93*899
34*627
62*391
31*195
28*387
18l559
135*181
30*866
49J8-4
28387
791190
18*9 ;<;
2*587
23*211
2v*678
95655
5*>15
C'ompaahla Ferro.-Carrll de
reraambaco
Obriga^oos gaiantidas
No escripiono central desU companhia, no
Rio de Janeiro, foram sorteadas para resgate ns
uDrigaces garantidas de nmeros segumies :
mo
da
11.
Livramento n. 24. Joaquim Fran-
colino Bacallar Torres
Trincoeiras n. 23. JaSo Lopes
Teixeira
Largo do Paraizo n. 11. Joa-
qaim Rodrigues de Almeida,
parte
Livramento n. 35. Joaquim San-
tino de Figueiredo. parte
Becco da Matriz n 15. Joaqui-
na Emilia da S Iva Villaea
Marcilio Dias n. 5. Joaquina
Mana Pereira Vianna
Dita n. 7. A mesma
Roda n. 35. Joaquina Mara
Silva Pinto
Tr vessa do Carc-reiro n.
Joaquina Mara Vianna
l'ita n. 13. A mesma
D.ta n. 17. A me;ma
Trincheiras n. 33 Joaquina Rosa
de S-nt'Anna, parte
Santa Thereza n. 30. Jorge Ja-
com; Tasso
Dague de Caxias n. 31. Jas
Augusto de Fojoz Cucha Ce-
zar
Dita n 55. Jos Bellarmino Pe
reir de Mello, parte
Travessa dos Quarteis n. 24.
Jos Domingues Codeeeira e
outro
Paulino Cmara n. 16 Jos
Elias de Oliveira
Dita n 18. O mesmo
Coronel Suassuna n. 5. Jos Fe -
liciano de Asevedo
Larga do Rosario n. 2J. Jos
Francisco Bello
Lomas Valentinas n. 40. Jos
Francisco de S Leitao
Imperador n. 27. Jos de Frei-
tas Moraes Pinheiro
Penha n. 31. Jos Goncalves
di Silva, parte
Felippe CamarSo n. 8. Jos Je-
iooymo Teixeira de Souza
Travetsa dos fixpostos n. 4.
Jos Ma a Se ve
Imperador n. 83. Dr. Jos Ma-
r.atino Carnciro da Cunha
Travessa do Carcereiro n. 19.
Jos Nuoes de Oliveira
Mrquez do Hervai n. 36. Jos
Pedro ds Souza e Silva
Coronel Suassuna n. 12. Jos-'
pha Mara Ferreira Costa e
outros, parte
Marcilio Di oj n. 28. Josepha
Mara dos Prazeres
Travessa d > Carcero.iro n 7.'Ju-
vino B.ndeira de Mello
1. Becco da Cambda n. 5. Julio
(i -mes da Silva N eves
Largo do Paraso n. 16. Jos
Franco Ferreira, parte
Mrquez do Hervai n. 101.
Laura da Assumpcao Quciroz,
parte
Oabug n. 2. Lanra Peres da
Crus, parte
Dta n 4. A mesma
Palma n. 27. Luriana W. da
Silva Villar
Dita n. 4). Luciana Felisarda
R. de Almeida
Duque de Caxias n. 48 Luiz
Antonio Pereira
Lomas Valentina n. 22. Luiz Au-
gusto Coelho Cintra e outro
Lirgo do Paraso n. 11 Luiz de
Franca Vianna, parte
Duq e de Caxias n. 24. Luiz
Pereira di Fariaa
Larga do Rosario n. 7. O mes-
mo
Santa Thereza n. 8.
Largo do Paraso n.
Alexandre Vianna, parte
Marcilio Diss n. 77. Manoel An-
tonio de Alcntara
Roda n. 11. Manoel Antonio
Ferreira Braga
9;559
12*478
l?*0O6
53*656
2 *78
14*973
12*478
14*973
81*732
15*597
15*597
15*597
15*597
102*373
19*472
24*95
O meamo
11. Manuel
4*646
27*523
47*IC5
1035569
103*653
14*973
145973
15*303
14*973
4*639
28*387
31*195
74*837
28*387
14*193
14*193
12*478
78*776
22*148
'17*596
1 3*437
46*181
30*882
438*716
15*597
14*973
905224
74*869
14*973
58*023
1!932
16*537
32 489
3*400
40*757
47*093
181*560
23*39
4*646
197*575
155576
22*148
992
31*195
28*387
62 64 65
38 41 55
69 74 78
30 35 39
82- 93 95
33 43 56
76 83 85
30 41 47
75 76 91
18 19 24
63 4 74
5 8 9
29 30 36
67 75 776
27 32 35
71 872 73
6 7 y
926 36 42
89 9 1193
28 31 36
18 17 24
48 5i 33
8J 84 1128
61 66 87
14 27 29
58 63 65
67 70 72
74
58
83
50
410
9 1706
41
77
25
6
96
30.
i 2
84
27 1836
63 67
99 1900
33 36
54 1756
88 91
75 1883 96
67
57
80
45
98
63
93
52
91
26
76
712
37
78
39
80
13
43
94
37
23
66
33
91
32
67 71
78 1680
18 20
58
1800
38 1839
79 80
i 10
41 \\
99
93
62
88
59
18
66 67
'J.- 97
54 556
602
6*9
82
14
42
82
50
84
15
63
95
94
29
71
36
4
12
87
18
n
88
53
89
20
64
227
65
90
67
19
470
5(2
58
7
47
90
21.
32
96
58
90
21
67
29
66
91
373
26
74
26
63
10
58
98
26
57
802
67
95
22
73
32
267
322
77
32
75
28
73
16
62
704
27
61
25
68
901
25
83
99 1217 18 1219
96 99 1300 8
33 37 1339
73 74
46 1451
94 1502 12
36 1547 49
74 1641
81 83
21 24
59 65
1
43
87
11
48
9
44
88
14
60
78
34
18
51
42
91
28
71
17
43
90
15
68
47
81
60
20
52
46
93
39
73
23
50
94
2>
72
Pela escriplaracao f ita ueste escriptorio esto
em maos de possuidores residentes nesta cilla-
de as seguintes :
Dr. Joao de Oliveira 1
Candido F Guedes Alcoforado 16
Antonio Fernandes Ribeiro 44
Joao Jos Rodrigues Mendes 21
Baro de Petrolina 2i
Francisco Ribeiro Pinto Guimares 9
Joseph Krause 11
Dr. Jos Goncalves Pinto 8
H.rdeiros de A. C. de Vasconcellos 4
O resgate se Far por occasiao do pagamento \
do coupon n. 17 a vencer no Cia 1* de Abril
prximo futuro, sendo que desta data em dunte
nao vencerao raais juro.
ecife, 24 de Margo de 1890.
Carlos Alberto de Menezes,
gerente.
Banco de Crdito Real de
PerDambuco
Em cumprimento dos $ 9 e 12 do art. 83 dos
es'atutos e das dispositoes do decreto di 17 de
Janeiro de 1890, convocamos aos senhores accio
oisUs a reooirem se em assembla peral ordi-
naria, no dia 28 do correte niez, ao meio dia.
em urna das salas ra Associacao CommerCial
BeneOce;te, alim de ihes^ler presente o relato
rio das operacoes di anoo bancaro lindo em
3l de Oezembro de 1889, acora pan liado do pare-
cer da commiss&o riscal e proceder se a eleicao
desta, do presidente, vire-presidente, 1- e
secretarios da assemhla ([eral, e bem assim dos
oovos membros da administracao para o bien
nio de 1890 a 1892. i
Recifr, 12 de Margo de 1890.
Os administradores,
Manoel Joao de Amorim. *
Antonio Fernandes Ribeiro.
Luiz Duprat.
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Companhia
DE
Seguros PiVnix P< paaiub icana
Nos termos do art. 50 9 dos estatutos sao
convidados senhore* accionistas para a ees
sao ordinaria de assembla gerul que dever ter
lugar no dia 26 do correte, ao m o dia, no
salao da Asso iacao Commercial ^enefcente.
A sesso tem por fira tornar efectivas as dis
posiges do g 1 do art. 21 dos mesinoB esU-
tatos. Pernambuco, 11 de Marco de 1S90.
0 a iministradores,
Luiz Duprat.
Manoel Gomes de Mattos.
Manoel da Silva Maia. -/
Derby f lub Je Per-
nambuco
Oe eooforniidade com o art 13 do decreto n.
6o de 17 de Jaeiro ulli no, sao convidados os
senhores accionistas para se reunirem em as-
sembla geral no dia 31 do correte, ao meio
da, na secretaria, ra do Imperador n. 22, V
andar.
Secielaria do Derby Club de Pernambnco, 15
ie Marco de 1890.-0 secretan i,
_______ Jote de (Hueva Catiro.
SociedadeRefinaria eDistil-
la^ao Pernambucana
Sao convidados os Srs. accionistas, a realisar
a 4 entrada de 10 00 equivalente a 20*000; por
accao, at o dia 31 do correte mei, conforme
os artigos 8 e 9 dos estatutos, po escriptorio do
Exm. Sr. thesourt-iro Barao de fetrolina ; ntra-
la pela roa do Torres n. 48, andar.
Rcife, 15 de Marco de 1890
O presidente,
Joao Fernandes Lopes.
De ordem do cidado Dr. inspector deste
Tbesouro faco publico que no dia 27 do corren-
te irl praca o fornecimento de alimenUcao e
dieUs aos presos pobres da casa de deteeao,
durante o trimestre prximo futuro de Abril a
Junho, e serviodo de base a diaria de 420 rs.
Secretaria do Thesouro do EsUdo de Pernam
buco, 24 de Marco de 1890.0 oficial,
L n iolpho Campello.
Sociedade dos Artistas Me-
chanicos e Liberaes de
Pernambuco.
SesaSo em assembla geral para posse da
nova directora
Segunda eonvocaclo
De ordem do director sSo de novo con-
vidados todos os socios que ee acham no
goeo de seus direitos, a se reunirem na
quinta feira, 27 do crreme,"as 6 12 horas
da tarde, em assemb'a geral, afm de
aps a leitura e approvacSo d >b cuitas do
ezercicio do anno findo de 1889, e do
relatono domovimeato da Soc.edade e do
Lycee concernente ao mesmo exercicio,
dar a. ptKBS sos membros da nova dire-
ctora, sendo que esta convoca^So ser
realisada com o numero que comparecer,
us forma dos estatutos.
O secretario,
Luiz d 8 Prazeres.
SEGB08
MARTIMOS contra fogo
Companhia Pheaix Per
uambucana
________RA DO COMMERCIO N. 46 ___
SEGURO COftWIOGO
rloyal Insurance Companj
de Liverpool
CAPITAL .000:000
AGENTES
R. Druzina &. C.
13-Hiia Mrquez de Ollnda-lS
SEGUROS
CONTRA FOGO
!he Liverpool London k (ilok
INSURANCE CD./CPANY
iimm, mim & c.
Ra
do *
ommercio n. 3
Cumpanhia de Segui-
ros Amphitrite
A direccao da companhia Amphitrite convida
aos senhores accioni.-tas a reunirem se em as
-embla geral no dia 27 do co reste mez, no sa
lao da Associacao Commeraiai BeneRcenle, p ra
apresenUr-lbes o seu re la torio con tas e o pare-
cer d* commissao fiscal. Recife, 12 de Marco
de 1890.
Os directores,
A. M. de Amorim.
M. J. da Silva Guimares.
Joiquim Oin'o Basto;.
A rsenal de Marinha
Propostas para o snpprimentt) de carvo de
pedra
De ordem do cidado capitSo tcnente Frederi
co Guilnerme de Sooz< Serrano inspector deste
amenal, faco pulilic- que em observancia ao
disposto no aviso do ministerio da mantilla a
343 de 28 de Fevereiro ultimo,recebem .-e na se
creUria desU inspeccao, at as 11 loras do dia
27 do correte, proposus para cont'acur-se o
f.irr( cimento de carvao de pedra Cardiff, New
Castte, Coke e Ferro,-para forja, a este.estele-
cimento e aos navios do Est ido, durante o cor
rente exercicio.
- ecretana da Insperco do Arsenal de Mari
nba do Estado de Pernambuco, 21 de Margo de
1890.O secreUrio,
Antonio da Suca Azecedo.
Obras publicas
Pe ordem do cidado engeoheiro director e
em virtude da aut< nsaco do cida lao marerh.il
Governador des e Es ado, couda em cffieio de
10 do correte, faco publico que no da 3 de
Abril prximo viodooro, receb-m se propostas
em cartas fechadas para aexecocao dos 'eparos
necessanos as pontes das estradas do norte :
Io sobre o no Capibaribe mtirim, em trras
do e-geoho Uraan, na estrada de Govanna a
I tamb.
i.' sobre o mesmo rio, oa ra do Rio em Goy
auna.
3.* sobre o rio Tracunhaem, em trras doen-
eenho Bujary.
4." soire o rio Bujary, em trras rio engenho
do mesmo nome
5.* sobre o rio B. em trras do engenho It&-
pirema, no Ingar Arauca, oreados todos na im-
portancia de 6:163*493.
A- propostas serao aberUs em presenca dos
concurnntes.
O orcamento e mais condic5ej do contracto
acham-se nesta secreUria, oude podem ser exa
minados pelos pretndeme.:.
Para concorrer praca cima deverao os lici
untes deaositar nenia reprticao, no dia 4 do
mesmo mez de Abril, a quantia de 3084279
equivalente a 5 0 0 do valor do respectivo orea
ment.
Secretaria da direcioria geral de obras publi
cas, 17 de Margo de 1890.
O engenheiro ajudante,
____________________A. Reg Netto.____
Companhia Pernaaa'biicaaa de
\avegaco Costeira por Vapor
De conforinidadc com os estatutos em vigor, e
artigo 13 do decreto de 17 de Janeiro deste anno,
-ao con.ocadus os senhores accionistas desta
companhia para, reunidos em assembla geral,
s 12 horas da man:.a do da 31 do correle mez
e na sede da rnesma companhia, tomarem conhe
cimento das cotilas do anno findo e elegerem o
presidente e secreUrio das assemblas geraes. e
os membros da directora e da commissao fiscal.
Escriptorio no Recife, 15 de Marco de 18.0.
Os directores
, Manoel JoSo de Amorim.
Arthur B. Dalla?.
Augusto Labtlle.
Prado Pernanibucao
11 CORRlbA
Nao se tendo realizado o k,.' pareo, fica aberta
a inscripco para o se^uiote pareo :
^lIPPLEMNTAfi830 met/osAnimaes de
PrniSDrico que. nao tenham ganho em maior
distancia. Premios: 1504 ao 1.*, 354 ao ." e
154 ao 3.*
A inscripco encerrar se ha naquarla-feira,
26 do correte, ao meio dia, na Secretaria do
Prado, ra do Imperador n. 83, 1. andar.
O secretario,
________________________J- Maya.____
Colonia Orphaflologica Sania
Isabel
De ordem da directora
desta colonia, previne-se s
mais ou tutores dos menores
despachados para serem re-
cocidos n'este instituto, de
nao os apresentar se nao
quando forem chamados por,
annuncio publicado nesta
mesma folha.
Colonia Orphanologica
Santa I-a bel, 15 de Marco
de 1890.
O secretario,
Francisco das C. C. Campos'
SANTA CASA
CASAS PARA ALI.'UAH
London & Brasilian Bank
Limited
Ra do Commercio n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as ca
:as do mesmo banco em Portugal sendo
>m Lisboa ra dos Capellistas n. 75. Nc
.'orto, roa dos Tnglezes.
Companhia de Seguros
AGBKTK
Mignel Jos Alves
>. VRuado Rom Jcu-\. *
SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES
X es tes ltimos seguros a nica companhu
esU praja que concede aos Srs. segurados semp
lo de pagamento de premio em cada setime
ano, o que equivale ao descont annual de cer
a de 15 por cento em favor dos segurados____
Compaitljta te be$axo*
NORTHERN
de Londres e Aberdaen
Josicao ti nance ira (Dczembro de 1887;
Capital subscripto 3.000,000
Fundos aecumulados 3.421,000
eeelta annual :
De premios contra fogo 607,000
De premios sobre vidas > 197,000
D uro 143,000
O AGENTE,
John H. Boxine.
I D EMNISADOR A
Companhia de Seguros
MABITIMOS E TERRESTRES
Hatabeleridaem 18SS
CAPITAL 1,000:000^000
SDISTROS PAGOS
At 31 deDezembrodclSS-1
Haritimos.. 1,110:000|OOC-
Terrestres. 316:000^000
44Ra do Commercio44
MARTIMOS
Ra da Guia n. 25, idem 154000
Jera do Boro Jess n. 29, toja I8*KK)
lemidem idem, 1." andar 18*'X).'.
dem do Amorim o. 23, idem 12*500
>em idem idem, 2o andar 12*500
dem do Vigario o 25, l. andar 30*000
Jcm idem o. 27, loja 16.66*i|
(dem^laJfipcanLamento n. 11, 2. andar ICiCti
uemoaCorapanhia Pernambucana n.
30, loja 15*000'
idrm do Amorim n. 60 20*000
Idem da Madre de Deus n. 2. 12*300
Ouadro da Detencao o. 5. 6*000
Idem idem n. 2. 8*(XK)
Ra de S. Bona rasa terrea n. 3. 25*000
Han Imperial loja n 153. 10*000
Mera da Seuzala Velha loja n. 136. 15*000
Casa ierra n. 1|8 16*000
Idera do Eneantarnnto n. 3, Io e 2* an j
dar e soto 334333!
Idem da Travessa de S. Pedro sobrado 30*00
e lujan. 2.
Ra do V do Iisparica. 2- andar 25*00o
Ra do Rur^oi i,afa trra n. 21
1 i5000
E IFIC10S E MERCADURAS
1 TAXA8 BAIXAS
Promnto paganunto^ de prejuizot
SEM DESCONT
A COMPANHIA
IMPERIAL
OK LONOBEI
EST: 1803
CAP US. I .000:000*000
antesBKOWNS&C.
n. 5-ra do commer' 10-n. 5
Pacific Steam NavigatioD
Compan^
STRATTSOFMAQELLAN LINE
O paquete Galicia
Espera-s de Montevideo at
o dii 27 de Marco e seguir
depois da demora do costa
;me para Liverpool com es
cala por
Lisboa, Bordeam e Plymouth
Para carga, passageiros, encommendas e d
heiro a freie: trata-se com os
AGENTES
Wilsn, Sons & C, Limited
14_RUA DO COMMERCIO14
Riyal MaiI Steam Packe
Company
O vapor Elbe
Espera-se da Europa ate o dia 28 a
Mcirfo, seguindo depois da dme
'raindipensavel para
Baha, Ro de Janiiro. Sanios.
Montevideo e Rueos-Ayres
f^ara passageus, fretese encommendas trai
*e com os AGENTES.
O vapor Trent
E' edperado do sul no da 30 de Mar
0, seguindo depois da demora ne-
cessana para
Lisboa, Vlgo, e Sonthampton
Redcelo di patsagem
Ua Idasvoln
4. Lisboa t clasee 20 30
\ Southamptonl'classe 28 41
Jamarotes reservados para os passageiros d
^emambuco.
^arapassagens fretes. encommendaa, trata-
3 08
AGENTES .
\.morim lrmos & C
N. 3Roa do Bon JessN. 3
COMPANHIA PEWVAMaCCAIVA
DE
iaregacio cosleira por vapor
P0R.10S DOSt
ttacei, Penedo, Araeajo' e Baha
O vapor S.Francisco
Commandante Pereira

Segu no dia 28 de Marco as
5 horas da tarde. Recebe car-
ga at o dia 27.
Encommendas, passagens e dinheiroB frete,
tt as 3 horas da tarde do dia da partida.
ESCRIPTORIO
4i) Caes da Companhia Pernambucana
n. 12
COMJTAIMOIA~lXA~mMVCANA
DK
VavegacSo costeira per vapor
PORTOS DO NORTE
?arahyba, Natal, Maco, Mossor, Araca-
ty e Cear
O vapor Una
Commandante Monteiro
Segu no dia 26 de Marco s 5
horas da tarde. Recebe carga al o
dia 25
gfc
Encommendas, passagens e dinheiro frete,
t as 3 horas da tarde do dia 26.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Pernambucanu
________________n. 12 _________
'ompanhia Babia na de Na-
vegacao Vapor
Macei, Villa-Nova, Penedo, Araca-
j, Estancia e Baha
O vapor Sergipe
Commandante Rebello
Seguir para os
portos cima
indicado no dia
125 do correnle s
'4 horas da tarde.
Para carga, passagens, encommendas e dinhei-
a a frete trata-se com o
AGENTE
*edro Osorio de Cerqueira
17Ra do Vigario- 17
La. Cenuensis
Bhia, Rio de Janeiro e Santos
O vapor italiano
San Marti no
E' esperado de Lisboa at o dia
r27 do corrente e seguir para os
portos cima indicados depois
'de pequea demora.
Recebe carga e passageiros : a tratar com
Pereira Carneiro & C.
6-RA DO COMMERCIO6
1* andar
CHARGEURS REUNS
Companhia Francesa
DE
Xavegacio a vapor
Liaba quinzenai entre o Havre, Lisboa,
Pernambnco, Bahia, Rio de Janeiro
Santos.
O vapor
Ville de Buenos-Ayres
Commandante Le Bourhis
E'esperado da Europa at o dia
26 de Marro seguind o depois
da indi8pensavel demora para o
.ia, Rio de Janeiro e Santos
Boga-se aos Srs. importadores de carga peles
aores'desta linha, qoeiram apresentar' dentro
ie 6 das a contar do da descarga das alvarengas
raalquer reelamaco concernente a voluntes qut
aorveotnra tenham seguido para os portos do
mi afim de se poder dar a tempo as provi-
lencias necessaras.
Expirado o reterido prazo a companhia nao se
-esponsabilisa por extravos.
Para carga, passagens, encommendas e (B-
ah?iro a frete: trata-se com c
AGENTE
Aogeste Labille
9-RA DO COMMERCIO -9
Companhie de Messageriejs
Maritimes
LINHA MENSAL
O paquete Orenoque
Commandante Mortemard
E' esperado dos partos do
sul no dia 2 de Abci
seguindo depois da demo-
ra de cos'ume para Bor-
deaux, tocando em
Dakar e Lisboa
Lembra-se aos Srs. passageiros de todas as
classes que ha logares reservados para esta
a (encia, que podem tomar em qoalquer tempo
Faz-se batimento de 15 D|0 em favor das fa-
milias compostas de 4 pessoas ao menos e que
pagarem 4 passagens inteicas.
Por excepcao, os criados de familias que to-
marem bilhetes de proa, gozam tambem deste
a aumente.
Os vales postaes s se do at o dia 31 de Mar-
co pagos de contado.
Para carga, passagens, encommendas e di-
niieiro a frete : trata-se com o AGENTE.
O paquete Equateur
Comandante Morean
E'esperado da Europa no
dia 3 de Abril e segui-
r depois da demora He-
cessana para ,
Bahia, Rio de Janeiro, Buenos-Atfres e
Montevideo
..embra-se aos Srs. passageiros de todas a?
classes que ha lagares reservados para este
agencia, que podem tomar em qnatqner tempo.
*revine-se aos Srs. recebedores de mercado-
ria3 qne s se attender a reclamaces por fal-
ta;, nos volumes, que forem reconhecidas na
o casio da descarga, assim como devero den-
tr > de 48 horas a contar do dia da descarga das
i '/arengas, fazerem qualquer reclamafo con-
iernentes a volumes qne porventura tenham se-
{Hido para os portos do sul, afim de poder-se
Ja: a tempo as providencias necessanas.
nao Ulumlnado &
I

P.
1

Bate* paquete*
I w -leelrlca.
Para carga, passagens, encommendaB e di-
a leiro a frete: trata-se com o
AGENTE
Augtsie Labille
9 Ra do Commercio 9
AracatyCamocim
Segu com toda brevidade para os portos
cima o niale Devs te Gtue; recebo carga, a tra-
tar na ma da Madre de wos d. 9.










:>
*m g
Diario de Pemambiico--Terca-f< 5 de Marco de J890
ai-ATOIA
FIKV
DE
ICA~_
_-e_a$I ?** __? Tapar
PORTOS DO S
por
L
Tamandare Rio Formoso
O yapor Pirapama
Cominandsnte Carvalho
Segoe no dia 27 do corren
te as 5 horas da man ha
Recebe carga at o dia K.
Encommendas, passaeens e dinheiro frete
_ 3 horas da tarde do ata 26.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Pernambueana
_._______________n. 12______________
Companhia Brasileira de
Navegado Vapor
PORTOS DO SUL
O vapor Manos
Comma_dante o Io tenente Guilherme
Waddington
E' esperado dos portos do nor-
te at o tia 26 de Margo e de-
pois da demora indispcnsavel
.seguir para ot portos do sul
as enceuiinendas sero recebidas no trapico*
Barbosa at i hora da larde do dia da sabida.
-, Para carga, passagens, e ncommendas e Tala-
res rata-se com os AGENTES.
PORTOS DO NORTE
Vapor Espirito-Santo
Commandante Antonio
Almeida
Francisco de

E' esperado dos portos do sni
at o dia 27 de Margo e se-
'puindo depois da demora indis-
__ppensavel para ot portos do nor-
te ate Mauaos.
As encommendas s serao recebidas na agen
ca at i hora da tarde do dia da sabida.
Pira carga, encommeedas, passagens e valo
es trata-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
6=Rua do Commercio=S
lo andar
CEARA
Segu para o porto cima, com toda a brevi-
dade o hiate D. Julia ; recebe carga, a tratar na
ra da Madre de D cu n. 8.
LEILGES
Agente Silveira
2 leilo
De um sitio com casa de tijolo e mais nm
terreno, na estrada Nova do Limoeiro
(feuarta-felra, 96 do correte
Ao meio dia
No armazem ra do Imperador n. 2
O agente Silveira, por mandado e com assis-
tencia do Exm. Sr. Dr. jniz de direito de orphaos
d'esta capital, levar a leilo um sitio com casa
de tijolo, com fructeiras, estrada Nova d'aqnella
cidade, foreiro, mais um terreno no mesmo lo-
gar, espolio de Jos Policarpo de Freitas.
Os Srs. pretendentes podem examinar______
Leilo
de 10 fardos ns. 105 117, contendo 300 pegas
de algodao nacional.
QUARrA-FEIRA, 26 de MARgO
A's 11 horas
Pir intervengan do agente Alfredo Soimares,
em seu escriptorio ra do Rom Jess n. 44.
Leilo
Agente Britto
De importante armaco, 1 cofre prova de rogo,
grande e variado sortimento de lougas finas e
ordinarias, vidros, crystaes, candieiros de kero-
sene, globos de vidro, lanternas e moitos outros
artigos existentes na loja ra da imperatriz n-
13, em um s lote ou retalhadamente ao correr
do martello, garntese a casa.
4|uarla reir. 16 de Marro
A'a 10 horas em ponto por ferem multas
as latas.______________
Agente Pestaa
L?
Leilo
Da bem afreguezada taverna. com bastante
gneros, sita ra Imperial n, 164, pertencente
massa fallida de Antonio da Silva Nelto.
tninta-felra, t de Mareo
A's 11 horas
0 agente Pestaa far leilo por mandado e
assistencia do Exm. Sr. Dr. juiz do commercio,
do estabelecimento de molhados cima mencio-
nado, em um ou mata lotes vontade dos Srs.
compradores. _^^__________,
Agente Stepple
Leilo
De dividas em letras e ttulos na impor-
tancia de 12:4420000
Hu nta-f eir. 56 7 do cor rente
A's 11 horas
No armazem ra do Imperador n. 39
O agente cima, por mandado e assistencia do
Bxm. Sr. Dr. juiz de direito de orphaos e au-
sentes, a requerimeoto do inventariante do es-
polio do finado Francisco Vleira Perdiglo, le-
var a leilo as dividas em letras e mais ttulos
Os Srs. pretendentes desde j podero vir exa-
minar os referidos que se acbam em poder do
agente.
Leilo
De movis, espelhos, lougas, vidros, 1
bote e 1 vacca tourina com cria
Qulnta-felra 9 do corrente
A'a 11 horas
Na casa terrea sita praca Pedro I n. 2,
em Fora de Portas
Comtindo!
De urna mobilia de amarello com 12 cadeiras
de guarnidlo, 2 ditas de balango, 2 ditas de bra-
cos, 1 sof e 2 consolos com pedra, i espelbo
grande quadrado, 2 candieiros para kerozene. 7
quadros finos, 6 jarros para flores, etageres, 2
escarradeiras, 1 pete para sof, 1 cama fran
ceza, 1 lavatorio de amarello, 1 guarnigo de
gata, i cabide de parede, 1 mesa elstica de o
taboa, 1 guarda louga, 1 aparador, 1 mesa com
gaveta 1 dita eom 2 gavetas, cadeiras para sala
de jantar, lougas; copos, clices, garrafas, ban-
deijas e muitos outros objeetos.
0 agente Gusmao, autorisado pe* Sr. Antonio
Tavares Carreira, que retirase com a sua Exma.
familia para o Estado da Babia, far leilo dos
objeetos cima mencionados, o quaes tio com-
pletamente noves e de goato.
Em eotlaiaeo
Ser veadido 1 bote denominado Socego com
todos oa U pertences, o qual estar no dia do
leilo no porto das Canoas.
Um carro de 4 rodas para boi e tuna excellente
acca tonrna parida de pouco com ana
A g-ente Stepple
Leilo
De casas e um importante rancho, em Ca-
sanga, lugar Iputioga, fregaezia da
Varzea.
<|ulota-feir. 1 do corrate
A's 11 horas
No armasem ra do Imperador n. 39
O agente cima, por al vara do Exm. Sr.. Dr.
juiz de direito dos feitos da faienda, a requeri-
ruento de D. Anna Joaquina do Reg Barros, in-
ventarame dos bens de seo finado niari lo, Fir-
mino do Reg Barios, levar a leiUo os seguin-
tes bens :
Urna casa de pedra e cal, sob n. 76, com 4 ja-
neilas de trente, gabinete ao lado, salas, 4 quar-
tos, com porto de ferro ao lado, quintal grande,
cosioba c banheiro, lugar Iputioga.
Urna dita no mesmo lugar, sob n. 178, occu
pada por um estabelecimento de molbados.
Urna dita, no mesmo lugar, sob n. 178, oeco-
pada por um estabelecimento de fazendas.
Urna dita, no mesmo lugar, com porta e ja-
nella de frente, com 2 quartos, salas e quintal
grande eft aberto.
Um grande rancho bem conservado no mesmo
lugar.
Urna casa, no mesmo lugar, com porta e ja
nella, salas, quartos e quintal immenso.
Urna dita, no mesmo logar, com 2 janellas e
urna porta de frente, com porta e janella no oi-
to e terrago coberto.
Um terreno com planta de capim, extremando
a frente com a Estrada Nova do Caxang, e o
fundo com urna laga.
Os Srs. pretendentes vo examinar.
Leil
ao
De movis, espelhos, quadros, loucas e
vidros
exta-fclra. 56* do correte
A's 11 horas
No 2.a andar do sobrado da ra do Mr-
quez de Olinda n. 51
Conataudo .-
De urna mobilia de junco com 12 cadeiras de
guarnicSo, 2 ditas de braco, 2 ditas de balango, 1
sof e 2 consolos com pedra, 1 espelho oval, mol-
dura dourada, 2 pspelhos grandes, mollura dou-
rada para cima de consolos, 4 quadros 2 consolos
de Jacaranda com pedra. 4 etageres, 6 jarros, 1
tapete para sof, 2 escarradeiras de gata, 1 can-
dieiro para kerozene, 4 capachos, 1 mobilia de
amarello completa, 1 candieiro para kerozene, 4
quadros, 1 cama para casal, 1 toilette, 1 banco
cabeceira de cama para solteiro, 1 cama para
menino, 1 bergo, 1 cama de ferro com lastro de
rame. 1 lavatorio, I banco com gaveta, 1 guar-
nigo para toilette, 1 linda secretaria, 1 comanda.
2 cabides de parede, 1 jardineira de amarello, 1
jarro e baca de gata, 1 relogio para cima de
mesa, 1 mesa elstica com 5 taboas, 1 guarda-
louga, 2 aparadores, 1 quartinheira, 1 relogio
de parede, 1 machina de costura, 1 marqueza, 1
lavatorio de ferro com jarro e baca, 8 cadeiras
de junco, 7 cadeiras de amarello, 1 mesinha de
ferro, 1 mesa de amarello, 1 revolver, 1 appa-
relho de almogo, 1 dito para jantar, copos, cli-
ces, garrafas, colheres, compotfiras, talheres,
bandeijas, 1 banheiro de chuvisco e outros mui
tos objeotos.
O agente Gusmo, autorisado por urna familia
que retirou se para fra do Estado, far leilo
dos movis cima descriptos, os quae3 foram
transportados para o sobrado cima referido.
AY1S0S DIVERSOS
Precisa-6e de ura copeiro ; na ra do Paj-
sand n. 19.____________________________
Precisa se de um copeiro e ajudante ; na
Ponte de Ucba n. 36, em trente a estago.
Precisa se de um caixeiro para taverna, de
12 a 14 anuos ; na ra das Pernambucan.s n.
25 B.______________________________________
Precisa se de urna boa cosinheira ; a tra
tar na ra da Soledade n. 82.
Precisa se
Aurora n. 31.
Precisa-se
Aurora n. 31
de boa coanbeira ; na ra da
de boa cosinheira : na roa da
Aluga se a casa terrea com sota e agua :
no paleo do Terco n. 80, lado da sombra ; a tra-
tar na ra do Pilar n. 56.
Anga-ee urna refinago prompta a traba
Ibar, com muito boa freguezia, na ra dos Gua
rarapes n. 70 ; a tratar ea ra do Brnm n. 82.
Alugamse casas caladas e pintadas nos
lindos de S Goncalo, a 8*000; a tratar na ra
ta Imperatriz n. 76. ___
O Sr. Mancel Torquato de Araujo Saldanha
desde Dezembro prximo passado veio ao nosso
estabelecimento (padaria) e at boje 16 de Margo
nao encontrado cm parte alguma._________
Na ra do Sebo (Baro de S. Borja) n. 22,
precisa se de urna boa cosinheira, paga se bem-
WaTdo artbolomeb o. 58 e largo do Rosa-
rio n. 3 alugsm se estas duas casas ; na ra do
Apollo n. 11.__________________
Pede-se ao Sr. Manoei Torquato de Araujo
Saldarla que venba restituir um cordo de ouro
no valor de 100*. que ha mais de cinco annos
Vmc. todos os das protesta trazer e nunca
ebega._____________________________________
Casa e movis
Alugasf a casa amarella a. 322 da ra Impe
rial, com commodos para grande familia ; tam
bem se vendem os seus movis ; a tratar na
mesma.
50$000 de gratificado
Quem tver comprado um cor !o de ouro de
le, anda mesmo em leilo da Caixa Econmica,
o qual tem os signaes seguintes : nm cordo
do tempo antigo, em forma de corrente de pa
pagaio, pesando, ponco mais ou menos, em 30
oitavas, e servia para enfeitar aojo de procisso,
dirija se ao pateo do Terco n. "8, que dar-se ha
o valor e mais a grattficagao.
Attengo
Oleo de'mocoto e tainhas do Rio Grande do
Sul, vendem Costa & Pernandes, ra do Com
mercion 28, Recife.
D. iMbel Elvira Feraandes de
Matalfcaea
Fernando Magalnes da Silva. Diogo Baplista
Remandes e Joaquina Elvira Fet-nandes agrade
cem do intimo d'lma a todas as pessoas que se
diguaram acompanhar ao cemiterio publico os
restes mortaes de sua estremecida esposa eiilba
Isabel Elvira Fernandes de Magalhes ede novo
convioam aos seus parentes e amigos a assistu
rem as missas qne pelo eterno reponso de sua
alma maudam celebrar na igreja da ordem 3.a
de S. Fran ;isio, pelas 8 horas da maab do dia
27 do corrente, stimo de sen fallecimento, pelo
que disde j antecipam seus agradecimentos
por este acto de rehgio e caridade, proprios
das almas bem formadas e piedosas.
Arrenda se o engenho Dourado, em Ipoju-
ca, muito bom de lantago de canoas, moente
e correnti, a vapor ; quem pretender dirija-se
ra Duqae de Casias n. 30, a fallar com o seu
rroprietario Luiz Pereira de Farias, que dar
todas as in ormacOes necessartas.
Quem tiver alguna casa na Torre ou pe-
queo sitio, que queira permutar com algoma
casa nesta cidade, entenda-se no escriptorio da
ra i." de Margo n-17, que achara com quem
tratar.
Criado
Precisa-se de nm menino ou rapaz de boa
conducta, para criado de taverna ; na ra de
Hortas d. 15._______________________________
ptimo negocio
Vende-se a fabrica de cigarros denominada
Charuto de Ouro, sita ra da Imperatriz n. 5 :
a tratar na mesma. O motivo i- venda Be dir
ao comprador.___________________
Grande sortimento
de lindos Lieos de linbo e algodo, modelo a
Girondim, receberam Pedro Antunes *C, ra
Duque de Caxias n. 63.
Bolos
Na ra do Desembargador Nunes Machado n.
56, Soledade, prepara-se bolos, bandeijas para
bailes, casamentos etc. ; tambem se prepara o
saboroso vatap, como ira nenhumaparte. Rece-
be-se roupa para lavar e engommar, pagamento
ior pega ou por mez ; todo trabalho com per-
eigo e modicidade em prego.
AO PVBLIC0
O abaixo assignado resolvea participar
aos seus amigos e freguezes que contina
a ter sempre o mais completo sortimento
de:
COGNACS destacando o afamado
Pno, que um dos que mais se pres-
tan, a tomarse com leite.
VINHOSO Palhete sem prejuiao das
o u tras marcas, especial; san do tambem o
magnifico Bordeaux Republique Brsil-
lienne.
LEGUMESem conserva, especialida-
des como nao se encontram em qualquer
casa.
CARNES em conserva, especiaes como
nunca vieram aqui.
PEIXEStambem o que ha de mais
variado.
CER VE JASonde se destaca a bem
conhecida e digna de celebridade Paulino
'Bier.
CHARUTOS nm grande sortimento
das melhores marcas, e por precos muito
commodos.
Alero destes artigos acha se o seu esta-
belecimento sempre supprido de tudo
quanto se possa dse jar d'um bom esta-
belecimento d'aquelle genero
Ra do Imperador n. 28.
Paulino de Oliveira Maia.
ASSUCAB
Na refinago de Salguei-
ral, alm do melhor assucar
refinado, encontra-se tam-
bem o afamado assucar das
usinas Colonia Isabel,
Santa Filonila e Ca-
r'Ass. Precos resumidos.
22Ra Direita22
ATKINSON
PERFUMARA ingleza
Excede todas u ontru pelo un
perfume exquisito.
EAU DE TOILETTE BE LOIDRES
DE ATKINSON
incomparavel per refreecer e suavizar _
pelle e pela iuexccdivel escolha di
Perfumes para o lenco. Artigo hotos
preparados pelos Inventores exoloaj-
VMBte.
Encontra-u tm Ci9t de todot 01 *e0-
eianM e Ftbricanltt
i. C. ATKINSON
24, Od Bond Street, Londre
_u_dFbri< Cm"B.>a branca"
obre ama Lyr d ouro "
oom_d~on> toIdada.
Vinho de pasto supe-
rior
Os proprietarios do acreditado armazem de
Alneiro participam aos seus freguezes e aos
apreciadores que receberam urna nova remessa
deste magnifico vinbo, pelo que esperam suae
ordens ; na ra da mperatrlz n. 42, A heiro,
Fernandes & C. Telephone n. 475.
1 ft)M_%
Altigam-se
O' armazens do largo da pn.celta c'o Mrquez do
Herval ns. 5 e 11, proprios para qualquer offici-
na ou estabelecimento ; a tratar na ra larga do
Rosario n 3i, botica.
Itabayanna
Acha se nessa villa urna diligencia com os re-
quisitos desejaveis para proporcionar aos Srs.
passageiros um meio de viajarem commodamen-
te de Timbauba Itabayanna e ao Pilar, e vice-
versa, facilitando Ihes asslm rpido transporte
do Recife Parabyba, sem os incommodos e pe-
rigos das viagens martimas.
No Recife, ra Mrquez de Olinda n. 58, em
Timbauba, no botel D. Emilia, em Itabayanca,
no estabelecimento de Mello & G., e na Pa-
rabyba, botel Parahybano, encontrar-se ha com
quem tratar.
Cosinheiro
Precisa-se de nm cosmhtiro : na ra de Pay
sand n. 19.
Livraria Conten pora
nea
Inalriinieiilo* de munlra
Romoardao, bombardino, barytono, tromp
trombone, helicn, saxaphone, carrilon, bomiK
caixa, pratos.clarinitas. flautas,rabecas, violoe-
realejos, caixas de msica, etc., etc.
Papel pintado
para forro de satas, quartos, gabinetes, corred'
res.
Molduras
douradrs, pretaa e douradas para quadros.
Malas
para viacem, diversos formatos, especialmen-
para roupa de senbora e camarote.
Novidades
para presentes, escriptorio, toncador, etc., etc
RAMIRO M. COSTA 4 C.
Una Rrinrlro de Harfo n. 9
Engenho
t
Lula Ceentino Carneiro de
Lyrft
4' anoiversario
Guilhermina da ConceicSo Rarros Carneiro, o
Dr. Manoei Clementino de Rarros Carneiro e
Maria do Carmo de Rarro Carneiro convidam
aos seus amigos e pirentes par* assistirem al-
gumas missas que mancam celebrar por alma
de seu esposo e pai, Luiz Clementino Carneiro
de Lyra no convento do Carmo, s 8 horas da
manba do dia 27 do corrente, 4. anu vera rio
do seu fallecimento. Gratos a quem compa
recer. ____'

-
i
Preparado Tinos depuratire
pprovado pela Illnitrada Junta de
Hygiene Publica la Corte.
Auctorisado por Decreto Imperial
de 2o de Tiinho de 1883.
COMPOSI9O
de
Firmino Candido de Figueiredo.
1
Empregado com a maior efficacia no
rheumatismo de qualquer natureza,
em todas as molestias da pelle, as
leucorrhas on flores brancas, -nos
soffrimentos occasionados pela impureza
do sangui, e finalmente as difierentes
formas da typhis.
Dse Nos prmeiros seis das ama
colher das de cha pela manh e outra
noite, paramente oa diluida em agua
e em seguida mudar-se-ha para colhe-
res das de sopa para os adultos e me-
tade para ai criancas.
Rgimen Os doentes devem ab-
ster-se apenas do alimento acido e gor-
duroso; devem osar dos banhos frios ou
momos, segando o estado da molestia.
f
Y
i-
f
;-
t
r
r
:
f
I
r
b
P
y
'r
f-
<
(-
i-
i
Arrenda se o engenho Recanto, em Serinhaera
moente e corrente, d'aguo, com boas trras e
proporcoes para safrejar de mil a dous mil
paes : tratar com Manoei Ferreira Rartbolo &
C., ruado Bom Jessn. 4, escriptorio._______
En 2fommadeira
Precisa-se de urna, que engomme e cosinhe,
para casa de familia, que durma em casa dos
patr&es e que seja matriculada ; na ra Conde
da Boa-Vista n. 24 P, porta de ferro.
Cope
iro
Precisa-se de um copeiro de conducta alian-
cada, pagase bem ; a tratar na ra estreita do
Rosario n. 9, junto a igreja.________________
Patacoes velhos
Compra-se na relojoaria David, ra do Cabu
g n 14._______________________________
iious milagrea
Illm. Sr. D. Carlos.Tomei o seu re-
medio oElixir M. Moratoe fo com elle
que pude sarar das boubas que soffria ha
muito tempo e que descorocuava por nun-
ca melhorar ; um meu visinho que tam-
bem soffre j largou de tudo que lhe re-
ceitaram e est tomando e seu mesmo re-
medio.
Agradecido pelo conselho e bou obriga-
dissimo.
Santos.
Albino Jote Couto.
Illm. Sr. D. Carlos.Eu e todos de casa,
faz muito tempo que soffremos humores
de boubas, com dieta sem resultados. Fi-
aemos nso agora do Elixir M. Morato,
propagado por D. Carlos, e sarmos com
pletamente.
O remedio, alm de ser muito bom, an-
da tem bom goato, pois as crianzas be-
biam com facilidade, misturado com agua.
Sap.
Firmino Aguiar. '
MAIS m 0:000 CIRAS
TIHTBA BITIHA
acara 10 BSfiUATi.1.0
DORES E DeDENTES
AT'^a^\*Jbac\*eA_ OU C>jLwCV
PEEPAKADO NICAMENTE
* POR CALA8AN8 & C.NA BAHA.
Medicamento heroico contra os rheuma
tismos, inchacoes, dores aciaticas, nevral
gias, dormencia, etc., empregando-se en
fomentacSes sobre os lugares affectadoi
Cura o beri-ber, as paralysias e as dore
de dentes.
Todos os frascos levam direccSes pan
nao d'este medicamento admiravel.
Preco 1)91200. Descont de urna du_
em diante.
DEPOSITO NO RECIFE
Francisco Manoei da Silva & C. ra
Marques de Olinda n.23
Muito barato
1*000 nm par
Na ra do Livramento- ns. 19 e21, tem urna
grande quantidade de sapatOes riunos de vaqueta
branca, obra muito forte e propria para o inver-
so, epor preco baratissimo, 1*000 o par, e em
porco ter descont.
Precisa-se
de urna ama e de um caixeiro de 12 a 14 annos
de idade ; na rna da Imperatriz n. 41, padaria.
Vende-se
duas casinhas no lugar denominado Coqueiros,
freguezia de Afogados ; a tratar na cidade de
Olinda, ra de Matbias Ferreira n. 29.
Cop
eiro
Precisa se de um copeiro
rna de Paysmdn. 19.
que seja fiel ; na
fiSfORTO ONTBAl
Francisco Manoei da Silva & C.
Droguistas
23 Ra Marque de Olinda
Pernambuco
DE
Murray S Lanman.
0 MAIS EXQUES1T0
DOS
Perfumes do Toncador.
Perfuma o Corpo e
Vivifica a Mente
NO BANHO.
Superior a Agiia de Colo-
nia pela delicadeza de sen
aroma e a durabilidade de
seu perfume
SO LENCO,
Ama
Offerecese urna ama fiel
e que d fiador ; na ra da
Cruz n. 40,3.a andar.
Preca se de urna criada para comprar, cosi-
nbar e engommar, e que seja m-.t;culada ; a
tratar na ra da Madre de Deus n. 36.
Ama
Piecisa-se de urna ama para cosinbar, para
casa de familia ; a tratar na ra Conde da Bca-
Vista n. 21-A, ou ra Duque de Caxias u. 93
Precisa se de urna ama ; a tratar na ra Ba-
ro da Victoria n. 34, na nova agencia de mo-
vis.
Ama
Precisa se de urna ama para sala ; na ra Du-
que de Caxias ns. 62 e 64.
Aia
Precisa-se de urna ama Dar cosioha, para
casa de pequea familia ; a tratar na ru. Duque
de Caxias n. 86, 3- andar.____________
Ama
Precisase de urna ama para cosinbar ;
ra Mrquez de Olinda n. 64, 2j andar. ___
na
Ama
Precisase de urna ama para cosinbar ; na ra
Pedro Affonso n. 62.
Ama
| Na ra do Vigario n. 25, 2. andar, precisase
de urna ama secca para crianca ; casa de pequea
familia.
Ama
Preci.-a-se de urna ama que compre, cosinhe e
engomme, .ara duas pesaos* ; na ra Visconde
de Albuquerque (ra da Gloria) n. 100.______
Ama
Precisa-se de urna para cssinbar em casa de
familia, em Beberibe; a tratar no pateo do Tergo
n. 63, padaria.
Ama
No bexo da Lingoeta n. 3, precisa-se de urna
ama para casa de pequeDa familia, para cosi-
nbar.
Ama
Precisase de urna cosinheira
Duque de Caxias n. 77.
a tratar na ra
Ama
Precisase de urna ama matriculada para o
servico domestico ; a tratar no Caes 22 de No
vembro nj 24 (armazem).
Ama
Precisase de urna cosinheira ou cosinheiro
bom, para casa de familia ; a tratar na ruado
Cabug n. i4. de meio dia at 2 boras,
Ama de leite
Precisa-se de urna ama de .leite na ra do
Cotovello n. 46.
Aluga-se
o 1 andar do sobrado ra do Rangel n. 44,
caiado e pintado : a tratar na ra Direita n. 3,
3' andar. .
Aluga-se
a loja do sobrado ra do Bartbolomeo n. 67,
propria para estabelecimento deseceos e molha-
dos por ficar confronte a grande estacao de Ca
ruar e ter o lugar de muito movimento hoje : a
tratar na ra larga do Rosario n. 34, botica.
Alu
ga-se
o 2- andar do sobrado n. 138 ra Domingos
Jos Martins, com commodos para grande fami-
lia, em bom estado de conservaco, com agua e
cano de esgoto, por preco commodo, sendo mui-
to hygienico por ser fresco e de oitao de sem pe
dido ; a tratar no armazem de Antonio D. Car-
neiro Vianna, roa Mrquez de Olinda n. ?4.
Aluga-se
o 2- andar e sotao ra da Imperatriz n. 15,
com bastante commodo para grande familia ou
penso, tem agua e gaz ; a tratar na ra Direita
n. 9i, 2- andar.
Cosinheira
Na ra do Vigario, n, 25. 2." andar,.casa
de pouca familia, precisa se de urna pessoa
gmente para cosinbar.
Cosinheiro
Precisa-se de um cosinheiro; na ra do Paj
sandn. 19.
Arrenda-se
urna excellente baixa de capim, propria' para
urna ou mais cocheiras; a tratar na ra do Lima
n. 68, em Santo Amaro._____________________
Compra-se
qualquer quantidade de olhos de craveiros j
pegados ; na ra Formosa n. 33.____________
Sade e luxo
Reunem estas duas qualidades, os verda-
deros calcados impermeaveis, vulgo couraca, fa-
bricados pelo seu inventor.
Ra do Livramento n. 35, loja de calcados.
De Sorocaba
D jclaro que soffri muito tempo, fazendo
oso de medicamentos sem resultado, e,
usando tres das apenas daInjeccSo M.
Morato sarei completamente de urna chro*
niea gonorrhea que me atormentava.
Faca uso d'este como convier.
Antonio F. Fontoura
Est reconhecda a firma pelo tabelliao.
Agentes depositarios em Pernambuco :
Francisco M. da Silva & C, ra Mrquez
do Olinda n. 23.
Pl LULAS
...

Para o tralameno e prompta cura dai
Molestias do estomago e do*
Intestinos, molestias do ligado,
dispepsia, indigestCes, clicas,
nauseas, diarrhea, prisSo do
ventre, falta de appetite, incom-
modos depois da comida, enxa-
quecas e dores de cabeca chroni-
cas, rheumatismo e nevralgias,
molestias da peUe, molestias pe-
ridicas das senhoras, e, alm
destas, maltas ontras enfermidadesqne e
elassilleo debaixo do ama iufinidade de
nomes, todas porm, oriundas da mesma
causa,a saber;
Desarranjos dos orgfios de di-
gestao e assimilac'fo,
donde provm a Impureza e o enfraqueci-
mento do sangue, com a debilidade e cou-
gesto de todos os orgo,* vitaes do sys-
tenm.
Procurem-se
AS PILULAS CATHARTICAS DE AYER,
PREPARADAS PELO
DR. J. C. AYER & CA.,
Lowell, Mass., Est.-Unidos.
rjssposiio f-B't

-

EL de Drusina & C.
Ra Mrquez de Olinda a. 18
Armazem e cerveja, vinbos, champagne,
licores, cognac, agua mineral, conservas, etc.,
etc., nico deposito da afamada cerveja Phoeuix
de Dortmuod e do chocolate Pb. Suchard de
Neufchaiel, premiado com a raedalha de ouro na
exposicao universal de Paris ta 1889. Agencia,
da grande fabrica de cbarutes Danaemann & C.
S. Flix (Bahia)._______________________
Menino para criado
No sitio n. 5 da estrada de Joo Fernandes
Vieira se precisa de nm menino de 12 a 14 an-
nos, para crie do e copeiro.
Sitio e casa no .4rraial
Mugase urna das melhores casas e sitio
'all, com commodos at para duas familias, e
muitas arvores fructferas, dous minutos cima
da Mangabeira de baixo ; a tratar com Joaquim
MoreiraReis.
Arlhur & Desiderio
continuam a comprar ouro e prala voltios, e
bem assim libras sterlinas e outras moedas de
ouro e de prata, e paga se bem ; na ra do Ca-
bug n 3.
Sitio na Magdalena
Aluga se um, com excellente casa para gran-
de familia, toda pintada e forrada a papel, com
gaz. agua boa latrina e bond porta ; trata-se
com Antonio Gomes de Mallos a ra da Cadeia
numero 25.
Criado
Precisa se de um criado para compras, man-
dados e mais algum servigo de casa de familia,
que seja matriculada ; na ra Conde da Boa-
Vista n. 2i F. portao de ferro. ^^^^
Alague! barato
Ra da Roda ns. 38 e 60.
Largo do Mercado loja n. 17.
Becco do Campello n. 1, Io. andar.
Loja do sobrado do becco do Calabooco n. i.
Ra do Nogueira n. 13.
Visconde Goyanna n. 163 com agua e gai
Travessa do (armo, loja n. 10.
Becco do Tambi n. 21.
A tratar ra de Commercio n. 5,1- andar-
seenptono de Silva Guimarej A C.__________
Grande sala para escriptorio
Alnrrn ca i cnla An J antm Hn nrprifo fllto
Aluga se a sala do 1
ao pateo Pedro 2." n. 77
mesmo.
andar do predio sito
a tratar na loja do
Cozinheira
Precisa se de urna boa cosinheira para fami-
lia que est temporariamente em Caxanga;
trata- no escriptorio da companhia de bonds.
Attencao
Os proprietarios do antigo e acreditado arma-
zem do Lima, sito ra Baro da Victoria n. 3,
partecipam ao respeitavel publico e aos seus dis-
tinctos freguezes, que transferiram temporaria-
mente seu armazem para a mesma ra ao n. 9,
continuando da mesma forma a receberem snas
ordens para lhes servir com o costumado e habi-
tual desempenho.
Jos Fernandes Lima &C
9SA BARD CA VICTOniA9
Telephone n. 323
0illS__
P<* *5LSRY
Vende-s em teda a oart
MARAVILHA CURATIVA
DO CELEBRE
Dr. Humphreys de. Nova YorSL
A Verdadeira Maravilha do Seculo.
APFUADA LICENCIADA
pela Inspectora Geral de Hygieno do
Imperio do Brazll.
A Maravilha Curativa remedio crompto
para as Pisaduras. Machucaduras. Contusas, Tor-
ceduras, Cortaduras, ou Laceracdao, Alllvia n dor.
estanca o sangue, taz parar a nflammaco. reduz
a UM ttra.o descoramento, e taz sarar a f crb_
como por encanto.
A MaraTilha Cornili < anivlo prorrptoe
cura rpida para Vui-inuuiuras, Escaldaduras,
Quelmaaura ao Sol, e superior a qualquer outr j
remedio.
A Maravilha Corntiva Impagavel para
todas as Hemorrbaglas. seja do Nariz, das Genglvas,
dos Pulmoes. do Estomago, ou as Hemorrnolda* ou
Almorreuascura sempre e nunca faina.
A Maravilha C.'oratlvaumaUlvloprompto
Ka Dor de Dentes, de Onvldos, da Face. Inohaci.'
Face e Nevralgia.
A Maravilha CBrativaSoreCTrrsopromptc.
e precioso para Dores rheumatlcas, Aleljao. JJ-jr '-
Rigidez as Juntas ou Peraas.
A Maravilha Carativa o grande remed.
para Esquinencia, Angma, AmygdalaB lncnadasou
liiflammadassempre seguro, sempre efflcaz.
A Maravilha Csrarlva 6 de multo Talar
como lnjeccao para o Catorro, a ieucorrhcn ou m
Flores Brancas, e outros corrtmentos deblll tantea,
A Maravilha Curativatapagavel pri
curar Clcsras, Cnagas antigs. Apostemas, Panurl
clos. Callos, Frlelras, Joanetes e Tumores.
A Maravilha Carativa e remedio pmpo
para Diarrhea 6lmples, c da Diarrhea cnronlca.
A Maravilha Curativa exoenente rap
Estrenarlas e Cavartarlcas, rjare TorcedurasvDori-.
Pisaduras c Esf oladuras. Contosoes, LaceraciA* me.


-
Especialidades do Dr. Humphreys.
Remedios KspeciBcos,
rngncnto Maravilhooo,
Remedin Syphiltlcovi.
Kentedlos Vele ri oa rioe.
O Manual do Dr. Humphreys 144pagmassol!
Snf ermldades e modo de cural-as se dS gratis, pede-
se ao seu boticario ou a
HDMPHBEYS' MEPICINE CO
109 Faltn Street, NEW YORK.
nico deposito para vendas era
grosso na imperial drogara de F.
Manoei da Silva & C. roa, Mar
quen de Olinda n. 23.
O oleo de Berth A o oleo de bacalbao
natural, preparado com ligados fresco,
directamente importados aos cuidados d
casa L. Frehe, de Pariz, i ra Jacob, 19.
So se vende em vidros junto aos quaes
acha urna instruccao.

_
-*
> isTi i.



Diario de PernambucoTerca-feira 25 de Mar^o de 1890

i
FABRICA DE LIVRQS OE ESCRIPTURACAO
IWOHOtUHACO >+ PAWTAQAO
fflANOEL J. DE CQlRANOA 1
HUMERO T5tBPHQMWO *


L.T.PIVERem PARS
Novo O L E O Extra-Fino
00BV10P$I$ 50 JAPAO
PARA A QUARCSM4
20Ra !. de Marco20
Precos razoaveis
Setins pretos
Merinos pretos.
Crep inglez preto.
Cachemira preta.
Caseiuira diagonal.
Luyas de seda.
Mantilhas pretas.
Um lindo sort'meuto de visitas.
Pellerinas e mauielhetes.
Casa de confianza
SEDAS PRETAS
Cachemiras, rendas e ou-
tros artigos proprios para a
presente epocha, recebidos de
conta propria e a precos resu-
Imidissimos
No Louvre
20 A Ra 1 ."Mario20 A
francisco Gurgel & Irmo
SSSSPH'IDBg 8 8 8
TJITI1UU
sisis wmm
2SRoa de Nathias d'Albnquerqoe, antiga ra das Floresas
Tinge e hmpa com a maior perfeicao toda a qaalidade de estofo e fazendas B
pocas ou em obras, chapos de feltros ou de palha, tira o mofo de fazendas todo o
trabalho feito por meio de machiniamo aperfeicoado, at hoje conhecido.
Tintura preta as tercas e sextas feira, tinta de cores e lavagem todos"os dks,
Amaral & C.
VERDADEIROS
AGUAPCL B0T0T
Os nicos "fientirficios
approvados pela ACADEMIA de MEDICINA
Branqneam os Dentes. Fortificara as Gengivas.
DEPOSITO : 17, Ru de la Palx, PARS.
Amigamente : SS9, Rae Saint-Honore.
DESCONFIAR-SE DAS FA18IPICAqES
^Cim-U KA* PRIMQIPJLB* PROaARl*S flRniMJHUS,
IHFW
SOLCO e GAPSUL.AS |
de Antipyrina do IK Clin
laureado pela Faculaade de Medicina de Purz. Premio Montyon.
0 Helhor Remedio contra a Enxaqceca.
A Verdadeira Soluco de Antipirina do Dr Clin possue urna poderosa
acc&o para acalmar as dores de : Lumbagos, Torticolis, Neuralgias, Sciaticu, Mens-
truagao difficil, Clicas violentas e os Accessos de Gota e de Rhc*mntismo.
< A Antipyrina pode ser considerada scientifcamente como o medica-
mento mais poderoso contra a dflr. i Dose : Tome-se cada dia de 2 4 colhres da Verdadeira Soluco de
Antipyrina do Dr Clin.
NOTA. As Capsulas de Aatipjppta do D" Clin sao destinadas as pessoas
que nao podem tomar a Soluco.
Casa Clin eCu PABIZ, e pharmacias.
*
y
7
*?
MJNDIfiAO DE 8IN08 Bi BR0NZ
DE
LUIZ DA CRUZ MESQUTA
68na do Baro do Trramphof 6
lem para vender o seguate;
9achinas de cobre para fazer espirito de destillar e rastillar.
Alambiques de cobre do ant'go e novo sistema com saquete garapa.
Serpentinas de cobre e de estanho.
Carapucaa de cobre.
Tallas, taixos caldeires de cobre.
Bombas de todas as qualidades de repacaos, aspirantes e continua.
Torne!ras de bronze e madeira de todos es tamaitos.
Cnos de cobre, de chambo e de ferro.
ltepartldeiragjpassadeiras e escumadeiras de sobre e da ferro eatanbado
Cobre em lencol e arruela
Sola inglesa e do Rio.
l'adlnbos patente e de lapis.
Sinos de 1 libra at 110 arrobas.
E muitoa oatros objectos.
ENCARREGAM-SE ie qualqaer concert e obras da encommenda^ gatas-
+.7 if.UtB, jerlo\o e presos mdicos, para o qne tem nessoal habilitado.
VEJDE a ora80 oa dinheire com descont.
%k HO HA REPUGNANCIA
PSCHINCHAS
E' com as Jxmas. Familias
Voiles de cores para vestidos a 240 rs. o oovado.
Setins maco, verdadeiro, a 700 rs. o dito
Merinos pretos, garantidos, a 10200, 10500, 10800 e 20000 o dito
Rendas de Hespanha, todas as cores, a 25400, o metro.
Percales finissimas a 200 e 240 rs. o covado.
Sargelins, completo sortimento.
Metins, novidades em padroes, a 300 e 320 rs. o covade.
Mantilhas modernas a 10000 e 10500.
Cambraias Victoria, tina, a 20500 10 jardas.
dem transparente a 30000, idem.
Guardanapos com franjas, duzia, a 10800.
Meias inglezas, superiores, duzia. a 30000.
Lences de bramantes a 10800.
Cobertas de ganga, forradas, 2 pannos, 20500.
Colchas francesas 20000.
Cortes de fustao de cores a 10000.
dem de casineta para calca a 10000 e 10200.
Bramantes de 4 larguras a 800 rs. o metro
dem de puro linho a 10600 o dito.
Brins pardo e de cores a 240 rs. o covado.
Pecas de madapolao superior, 24 jardas, 50500.
Case mira 8, duas larguras, a 10800 o dito.
Cortinados bordados a 50500 o par.
Panno de cores para mesa a 10600 o covado.
Atoalhados bordado, a 700 rs. o metro, duas larguras.
Toalhas felpudas para banho a 10000 urna.
dem de labyrintho para baptisado a 250000 e 30)5000.
Redes de cures a 30000 urna.
Todos os artigos de nossa casa sao vendidos em confanca.
As vendas em grosso teem o descont da praca.
59Ra Duque de Caxias59
Loja de
PEREIRA a MAGALHAES
FIMO GEK1L
U4SP4TSRSIIK SC
44-11 BARAO DO TR1WH-44
Hachinas a vapor
Moendas.
Rodas d agua. *"
Taixas fundidas e batidas.
Taixas batidas sem cravacac
Arados
240 rs. o colado
Crotones lisos, francezes, cores fixas, pechincha! por 240 rs. o covado.
Cambraia de cor, florzinhas e ramagens, a 240 rs. o dito.
Cambraias com menos larguras a 160 rs. o covado.
Lautines de cor, padroes lindos com um metro de largura, a 320 rs. o dito.
Cachemiras lisas e achamalotadas para vistido a 200 rs. o dito.
Variedade de artigos que se vendem por todo preco.
21RA DO CRESPO21
0LIVERA CAMPOS & 0.
500,800 e f $200 o covado
21RA DO CRESPO21
Merino preto transado, du* larguras, la pura, de 500, 8C0 e 10000 o covado-
Dito lavrado, preto, com ramagem, padr3o de voe a 10200 o dito: fa-
senda de 204:.. 0. -
Cachemira preta para casacos, duas larguras de 20000 e 20500 o dito.
Na RA DO CRESPO N. 21
Oliveira Campos & C

mBMM
SAUDE PARA TODOS.
1
U M G U E N T O H O L L O WA Y
j C Ungento de HoIIowzy um remedio infeHivel para os males de pemaa e do peito; tambem pa
[ as fcrida anfcg.is chages e ulceras. E famoso para a gota e e rheumatismo e para todas a, enfennv
dades de peitc nio se reconheoe erual
Para os malee de abanta, bronchites resfriamentos e tosses.
I Tumores n;s giandalas e todas as molestias da pelle nao teem semelhante e para 03 membms ,.
contrahidos E juncturas recias, obra como por encanto. j
*isas mGdicinns io prep'-.?.das smentc no Estabc*:imnlo do Piessor Houawav,
HEW OXIX-BD "?S5r E venclf BS6 n todas as pharmacias do uoivepO. 1
-. ^^Os co.'^raores c3o onvidaL^ respeitosameote a examinar o* retidos de cada caba e Pote, ss^SotMS ?
areccao, 533, Oxford Sireet, sao falsificacoss.
1 1 -ni r...... 11
te
Lfijoimiwis
i

PQTSSIO
001
Poatithmm I*. &OISSON com ttfeolate
&rUr* PastiUMM, sabor agradavel, ese rigorosamente aaadsj.
Cae fitilti* soniim U mntignamu ta .', (urna mllmndtX
I DilwtU ftf: L n^ff. P&". 21. vrr le Cesr^sie. a is^es, noli ft Psrb.
?* TBfB'-W KM TOOM AS PtUtKZPi.13 PBAMIAQUI
LOJA DO P0V0
IIRa l, de Marco11
Com este titulo acaba de se abrir, a roa 1." de Marco n., 11 urna loja de fazen
das e seu proprietario convida o publio d'esta cidade e de fra a apreciar o seu
BELLO sortimento. Multas de snas fazendas sao recebidas directamente.
GRANDE NOVIDADE
Descont de 10o/ em compras de 200000 para cima.
Granadine, pura seda, de 108CO a 800 rs. o covado.
Toile, pura seda, de 10600 a 650 rs. o covado.
Las com listras, preparo de cachemira, a 200 rs. o covado.
L3s com preparo de cachemira a 240 rs. o covado.
Chitas de 200, 220 e 240 rs. o covado.
Setinetas de cores lindas a 300 rs o covado.
Zephyr largo de 800 rs, a 320 rs. o covado.
dem idem a 200 rs. o covado.
dem idem a 160 rs. o covado.
Cortea, costomes de casemira inglesa, a 120000.
Ditos de casemira ingleza de 30500, 40000 e 60! 00.
Ditos de fustao para collete de 600 rs. e 20400
Cheviot de 305CO, a 20000 o covado.
Casemira cor de caf de 30000, a 10000 o covado.
Casacos de Jersey para senhora a 30000 e 60000.
Merino preto a 500, 700 e 10200 o covado.
Dito de cor a 400 rs. o covado.
Casinetas finas de 500 rs., a 360 rs. o covado.
Colohas de crochet de 8fiO00 a 3050'.
Cortinados lindos a 60000.
Bramante de 10 palmos a 10400, a vara.
Ver para crr s na
x^aorjK. do poyo

BAZAR DO RECIFE
11-tA B0 MAKQUE2 BE OLlSfBA-H
DOMINGOS MAN0EL MARTDS
Esta afamada loja offerece ao respeitavel publico, os objectos abaixo mencionado,
por precos sem competencia:
EBpelhos grandes para salas de noivados a precos de 700000, 900000. 1200000
e 1400000 cada um.
Perfumaras dos melhores fabricantes.
Carrinltos para maneas,
Mallas, bolsas para viajantes.
Velocpedos para enancas de 3 ate 8 annos.
Espartilhos para seuhoras.
Briaquedos pa*a crian cas.
Rabados e tiras bordadas.
Bonecas alta novidade, completo sortimento.
Cadeiras com carrinhos para mesa de jantar proprias para
criauga.
Leq ues de fantasa.
Fitas modernas.
Albuns para retratos.
Costureiras com msicas.
Muitos artigos para presente i.
Todas as Exmas. donas de casa tm grande vantagem em mandar seus pertado
res comprar os artigos de miudezas nesta loja.
US MENTES
Queris cuar-vos prompta e radicalmente de vossa enfermi-
dade pulmonar, bronchite, asthma, rouquidao, defluxo ou de qualquer
tosse ? Tomai o remedio garantido
0 Peitoral de Cambar
de Souza Soares_, de Pelotas, que se acha venda as principaes
pharmacias e drogaras desta cidade, a 20500 o frasco e 240000 a duzia.
Os agentes e depositarios
Francisco M. da Silva & C.
RA MRQUEZ DE OLDDA
*





Feitor
Precisa se de um feitor que entenda do ofG-
co ; na ra de Paysand n. 19.
\
Xaropeaegnauld
urna preparacao de gosto suave e de urna
efficacia patente contra as molestias dos bron-
chios e do peito. Seus principios activos sao
tirados das plantas medicinaos que tem pro-
piedades proprias para aliviar e curar a tosse.
Bastam duas a tres comeres de Xarope de
Regnauld para calmar a tosse de irritac&o,
das constipares, do defluxo epidmico, do
catarrbo, da bronchite, da asthma, etc., sem
oecasionar perda do appetite. Prepararse este
prodacto em casa de L. Frere, ra Jacob, no 19,
em Pariz. A' venda em todas as pharmacias
de 1* ordem. Com urna nstruccao sobre o
medicamento.
Engenho Brilhante
Arreada-se o engenho Brilhante, eu.Seri-
nhem, moeete e corrente ; a tratar na ra do
Born Jess n. 23, armazem de cal:
. Garrafeira particular
HL'cores fin08> oai0 s5: genipabo, pitanga,
j ananaz, laranja amarga, anisette rosa, hortela
pimenta e marrasquino de zara.
Vendem-se na roa de Pedro Alfonso armazem
n. 6.
PAPEL RIGOLLOT
UOSTARDA EM F0LHA8 para SINAPISMOS
SNDISPENSAVEL AS FAMILIAS
E AOS VIAJANTES
Usada no mando ineiro.
NADA DE
VERDADEIRA
que nao leva a
FIRMA
O ralo
simples,
o mais
cotnmodo
e
o mais
efflcaz
dos
Revulsivos.
EXIGIR
este MARCA
para vtt*r
as Contrr.facce.
A' vwada em todmm as Pfeai-maafes
DEPOSITO OEBAX: AVENTJE VICTORIA. 24
__________PAH1S
I


- ,
Engenho
Arrenda-se om engenbo qne seja prximo ifi
alguraa estaco de estrada de ferro, daoda-se
preferencia a engenho d'agna ; a tratar na
Du
andar.
r





'

i ira i imii
PELO
Dr. Abilio Cesar Borges
BAHO DE MACAHIB1S
NOVA EDI?AO
Correcta c ementada de 32 pequeos e interessantes artigos sobre conhe
mentes elementares muito uteis para enriquecer a memoria e a mtelhgen.ua dos
meninos com grande copia de termos e de idas, e para despertar nos mesmcs o es-
pirito de observagSo.
MiY PBIHEISO LIVRO 1)0 MEnMO AITOB
Completamente reformado-e o tercoiro livro, a venda com grndes abate-
Livraria de F. P. Boulitreau
Saccessor de C i.aport C
46Ra do Imperador- 46
timentos na
Morada excellente
Alu
(lugar dos Cx-lhos) duas casas assobradadas,i
com anta, nimio fre-cas, prximo do banbo
saldado, grande quintal murado e commodos at
para duas familias numerosas ; a tratar alli das
J s 10 horas da manba, com Joaqnim Morei a \
Res que alli aluga tambem. casa3 de6*,e
19*000.
VENDAS
Vende se orna parte do engenbo Castello
stlo na comarca do (abo, que leve no inventario
procedido ha muitos annos, o valor de l^Soi^
e'outra no encenbo Providenri> <>o "a mesma
comarca que t<"ro m' a,l inventario o valor de ,
sousoo.' Tambem se faz todo o negocio com
as rendas vencidas qui os rcspecli os rendeiros
e consenhores estao devendo : a ratar na ra'
da Conceicao n. 43. _
Vende se a tavirna sita ra de Santa Ce- i
cilia a. 27, propria para principiante por ter
poucos fundos. O motivo da venda se dir ao
jiretendente. ________________
Vende se urna mocmia nova de ferro com..
assentammto de ferro, e de 3 1/t palmos den-
tro, por prego mdico ; rara informagoes, ra-
Imperador n. 43. camisaria. _______________ j
Vender a taverna ra Impericl n. lio-
ooadmiite se nm socio com pratica de balcao-
mesmo com pequeo capital._______________j
AMLBJ8S
Para frente de casas, banheires, cor-;
redores, acougucs, se"d de lindas c>-,
res, vndese por GO^O o milheirc,
por ser um saldo, na Praga da Inde-,
pendencia n. 40. ___
Deposito da Companhia de|
Fiacao e Tecidos de Per-'
na ni buco
Neste deposito ra do Bom Jefus n. 42,!
vndese porpregis rnoaveis e condices da!
waga. brins d- algodSo de cores e algodaozinbos
de diveis>> qualidade, tambem fiodealgodo
em novellos. _________________
Etamines a 280 rs. o covado
Xa loja 1 Campos
Etamines brancas e de coras, ane idadas, pa-
droe: I ndos, a 280 rs. e fazenda de 640 rs. ; na
ra do Crespo .21. ^_____________________
I#800 o covado
>> loja do Campo*
G?rgorO preto, si-da pura, fazerda nova, a
1*800 o O vad) ; na roa ri" Oe.-pon._2lL_____
LOJAMMBAS
DF
Alvira & Chance
if* -R a 1 de MarcoIB
(Antia do Crespo)
Rereberam sed pura com lis ras que vendem
por 800 ris o tovado, fazen la de prego de 2*.
Cintos modernos para senhoras e meninas.
Fa^endas de phantaia, linn com flores e raa-
tiie3. sedas para nonas e outros tecidos no-
vas.
J cheparam de novo as verdadeiras camisas
de fianella pe le de ovo, que nao encolhem.
Perfumaras linas
Vende-se
dous cabriclets de quutro assent's, arreios para
os mesmos e um bom cava' 'o, gordo, de carro
a Ter na ra da Abolieron. 19, tnoe se dir
com quem tratar. _________
Fh relio
Verde-se em porefio de quatro ?aco3 a 2*200
e a retalh a 2*300 cada saco perf ito e peso
completo : no larg> do Mercado n. 8, casa de
Franco & C.
FOLHETII
OMOuE TIGRE
POR
sub tsssiss
TBRCEIR4 PARTE
1A PANTHBRA NBGriA
(CoutinuacSo do n. 67
VI
" Que receia entSo ?
. Tudo e nada. Mas se -Dohly me va-
se, reconhecer-me-hia, ape-ar da minaa
nsetamorphosc, e d'ahi a procurar a causa
das nossas relagSes, a descobrir o fim del-
laa e obstar a realisagao do nosso desejo,
nlo iria mais do que um passo.
Ora o senhor.faz essa rapariga mais
fitrte do que ella -"
Julgo-a pelo que vale.senhor, e re-
pito-lhe que nao se lie nella.
3eja, nao me fiarei! murmurou o sa
bio dcilmente.
Entretanto, Toby disia de si para si:
O aenhor men amo faz a corte meatica,
e ella agora sabe o mea segredo- Urge
fazel-a desapparecer; fica por minha
coata.
Para engenhos
GUIMARES & VA LENTE, partee
pam aos seus freguezes e llms. Srs. dt
engenho que, como sempre, tm grandt
deposito dos artigos abaixo mencionados
garantindo tudo de primeira qualidade t
presos sena conpelenela a saber
Cal ora Lisboa,
Dita de Jaguaribe.
Cimento portland.
Oleo de mocte.
leos americanos
especiaes para macbinismos.
Azeite de coco,
Dito de carrapato.
Dito depeixe.
Pixe em lata.
(5 galoes.)
Kerozene inexplosiveh
Graxa em hexigas.
GaxetdL de linko*
Po/assa dv Russia.
(em caixas, barriquinhas, latas grandes
e pequeas.)
Formicida Capanema.
6- -Corpo-Santo--6
Canarios
No arraazem da ra da Pedro Alfonso n. 6, h
para vender prande porgao de importanteea-
narios belgas e allemaes. cujas precos razoaveis
se faric conlorae a qnalicade dos mesmos.
Attenjo
Vende-se urna caa terrea com muilo bons
commodos para ramilia, ra do ^ocego ; a tra-
tar na ra da Santa Cruz n. 36.______________
Gereaes porpre90
commodo
Como H'JHin millio. feljo e fara
Ntves P.drosa 4 C. teem jiara vender a reta
lh-> ou em porgao os artigos icima, a tua da Pe
nha n. 33, assim como tambem vendem farell*
de 42 kilos a sacca por 20500____________
Engonho
Vende se o eigenho Bicho homem, duas le
guas da estacio de Calende moe com agua, est
montado para mo-r 2 000 p&t- i sem o menor es-
forc; a tratar com o coronel Sebastiao Aves
da Silva, ra do Bom 'esus a. 45, cu com o
proprietano no mesmo engenho^_____________
Fa relio Rio da Prata
i**oo o aero
Vende-se no trapiche da Companhia, largo do
Corpo Santo n. 19.^____________________
Bm negocio
Vende se ou admllte-se um socio com capital
para urna padaria em Palmares; o motivo d'isto
ter de re'irar se o seu proprietario para tratar
de sua sadi-.
Tiat> se na ra Bella n. 31, em Palmares, ou
na ra Dominios Jos Martins n. 50 (Becife).
Nesse momento bateram discretamente
porta.
Pode entrar, gritou o Sr. de Bre
tigny.
O mordomo do hotel, sempre vestido
com o seu fulgurante trajo, armado de sa-
br, e de res descalzos, entrou e inclinou
se profundamente.
O Sr. Henrique Van Linden pede
para ser recebido pelo Sr. conde de Bre
tigny, disse elle.
Os don homens trocaram um o'.har r-
pido c agudo com > urna flecha.
Sr. Van Linden exclamou alegre
me te o sabio. Mande-o entrar, mordo
no, mande-o entrar depressa !
He rique Van Linden, segundo, o costil
me dos crioulos, levantava-se s quatrobo
ras da m-< nha
A's cinco horas, a bonita Emmy appa
receu na escadana da villa Combann e iam
ambos dar o seu p.isseio pelo parqm, um
passeio qne a ternura com que se ama va m
tornava encan.ador.
A's seis e meia Tagor chamava para o
Imoyo, e urna I ora depois Hennq e, ten
do abracado su i muiher, suba p-ra um
ligeiro phaelon, coberto de um guarda
sol tixo de seda crua e puxado por d>us
m8ravilhosos trotadores ingleses.
Esses trotadores, comprados pelo colono
em Singapura tra: spunham em duas horas
e um quarto aa sete leguas que separavuui
a villa da cd*de.
Terminados os seus negocioa, isto ao
cahir do sol. Van Linden voltava casa
no mesmo espato de tempo, e Emmy j o
estava esperando para jantar.
Todos os das, excepto aos domingos, o
noaao mancebo distribua assim invariavel-
mente as suas horas, entre as operares
d casa bancaria, que forca de activida
de conseguir resrtaurar e elevar i pri-
Para engenhos
Lopes & Araujo, venden
a precos sem competencia,
garantindo a boa qualidade.
os artigos abaixo mencio-
nados.
Cal de Lisboa.
Dita de Jaguaribe.
Oleo de mocot.
Dito para machina.
Azeite de coco.
Dito de carrapato.
Dito de peixe.
Pixe em latas.
Kerosene inexplosivel.
Potassia da Russia em caixa:
de 10 e 25 kiles.
Cimento Porttend.
Graxa em bexigas.
Ra do Livrameoto o. 38
Telephone 316
Especialidades
PASTILHAS HYG1ENICAS PARA
AO ENDEB O FOGO, supprimi-
do o immundo kerosene c*^-
do n'um inetaue um logo inten-
sd. a caixa com 20 pastilhas 100 rs
OLEOGRAPHIAS : Io. A importan-
te obra prima de Vctor Meirel-
le- : A Primeira Missa no Bra-
zil >, grande quadro histrico da
descoberta do Brazil, medindo99
X 76 centmetros de valor real de
i5l (poucos exemplares) 6J000
f SCENAS DE CORRIDAS, qua-
dros de cavallos admiravelmente
desenliados e proprios para pa-
las, 26 difTerentes, um UOOO
3* RETRATO DE SADI CAftNOT.
presidente da repblica trance-
za, o melhor ainda publicado 14000
CAMISAS DE FLANELLA para ho-
mens, urna de it a 5000
PERFUMARAS, artigos para presentes. Quadros
e albuns para retratos. Carleiras para cigar-
ros e charutos. Cigarreiras e charuteiras de
mbar e espuma verdadeiros. Bengalas. Pa-
Selaria. Lencos de linho a 44500 a duzia.
eias. Espartilhos. Leques. Bonecas e brin-
quedos diversos. Fitas. Bordados. Luvas de
seda pretas e de cores e outros muitos artigos
de miudezas.
Hala barato do qne em oulra qiial-
quer parte
NA
Rainha das Flores
Raa doBaro da Victoria n. II
Boyal Blod marca VIADO
Este excellente Whisky Escocez pre
ferivel ao cognac ou agurdente de cana
para fortificar o corpo.
Vende-se a retalho nos melhores arma
zens de molhados.
Pede Royal Blend marca Tlado
cujo nome e emblema sao registrados pan
todo Brazil.
BROWNS 4 C, agentes.
Cautelas do Monte de So<
corro
Compra-se Cautelas do Monte de Soc-
corro de qualquer joia, brilhantes e relo-
gios, paga-se bem na raa do Cabug n
t4. n. Loja de relojoeiro.
Superior vinho de Al-
cobaya
O acreditado e amigo armazem do Lima pa;
ticipa ao publico e aos seus freguezes que acab.
de receber ama'nova remessa deste especial
vinho, escolhido prop.-iamente pelo chefe desta
iasa, tornando-se recommendado por ser non
e de boa qualidade. Jos Feraandes Lima 4 C.
ra Baro di Victoria numero 9. Telephone323
Mercearia
Vende se a da Can. boa do Carmo n. 2 ; a tra
tar na mesma.________________ .______
Agua maravhosa
Com a appicacao desta agua, quem soffrer de
espinhas. pannos eards, femds e vermelhido
do rosto, 6car perfeitamente curado, rtxonhe
cendo a, desse modo, como nico especifict
efficz. Alem desses efleitos, tem ella a pro
pnedade de, tornando a cutis limpa. dar-lue a
cor natural. Acda vidr> qoecusta i, acom
>anba a respecti 'a indic>co do uso.
Abaixo as pomadas
Vendem Fanas Sobnnho 4 C, ra Mrquez dt
(ti' .(I n. 41.
Alerta com a Reveloco
4IRaa Duque de Callas*H
E' BABATISSIMO
Sara de linho a 4 0 rs. o covado.
Etamines de todas as cores a 300 e 40C
rs. o covado.
Zephiros finos a 120, e 160 e 200 rs. o
covado.
Merinos de cores com duas largaras a
400 rs. o covado.
Cachemira com quadros de seda par* ves
ti dos a 1 o covado, fazenda de 20000
Ditas com toque de mofo a 800 rs. o co-
vado.
Cortes para vestidos, ultima moda a 7G00
um.
Ditos bordados a lOdOOO um.
Ditos bordados brancos e creme a 130000,
140000 e 150000 um.
Casacoa de seda franceza a 20000 um.
Cortnados bordados a 60000 o par.
Ditos de crochet a 80000 e 100000 o par.
Ficns de retroz prateado a 10000 um.
Colchas de todas as cores a 20100, 30000,
40000 e fnSOOO urna.
Cvbertas forradas a 20500 urna.
Bramante com 4 larguras, trancado e liso
a 800 e 10000 o metro.
Toiletts para baptisados a 80000, 90000
e 100000 urna.
Pannos da Costa para mesa a 10200 o co-
vado.
Madapoln americano a 60000 a peca com
24 jardas.
Cambas de meia a 14000 urna
Ditas de linho e algodao com collarinho a
20COO urna.
Toalhas para crianca a 120 e 160rs. urna
Fub&o de cores para costumes a 500 rs. o
covado.
I Pannos de crochet para cadeiras a 500 rs
um.
Ceroulas francesas, a 10000 ama.
Atoalhado de linho com toque de mofo a
20400 o metro.
Dito de algodSo a 10200 o metro.
AlgodSo trapeado para toalha a 10Of 0 o
metro.
Kspartilhos couraca a 40, 50000 e 6000
Lencos de algodSo brancos e com barra a
10200 a duzia.
Ditos de linho a 20500, e 30000 a duzia.
Nansuk fina a 120, 160, 200 e 240 rs. o
covado.
Cretones claras e escaras a 200 e 240 rs.
o covado.
Organdis a 400 rs. o covado, fazenda de
800 rs.
Setineta lisa de todas as cSres a 240 rs. o
covado.
Ricos cortes bordados a seda para ves ido,
de 6 4000 por 250000 e 3O0OCO.
Costumes de Jersey para enancas a 70000
um.
Voile de algodao a 240 rs. o covado.
Merinos bordados, de cores, a 600 rs. o
covado.
Crep, ultima moda, a 600 rs. o covado.
Cambraia de quadros para vestidos a 10800
a peci.
Brim pardo trancado a 240 rs. o covado.
Casemira de cores para roupa de homem a
102-0 rs. o covado.
Para a quaresma
Merinos pretos a 800, 10000 e 10200 o
covado.
Manteletes pretas a 50000 e 70000.
Fichas pretos a 10ODO.
Bicos cortes de cachemira preta bordados
de vidrilhos a 30000 um.
E muitas outras fazendas pretas como
sejam gorgorSo, setim e cachemira que se
vendem com o abatimento de 50 /0.
Nao esqnecendo
que em sua officina de alfaiataria apr. m
pta-se qualquer costume e em 24 horas
assim como tem um completo sortimento
de brins, casemiras de cores e pretas, que
vende por precos sem competencia.
A Revolucao
HENRIQUE DA SILVA MOREIRA
Vinho puro de Santarem
Da quinta do Barral
Os propretarios do Armazem Central, a nu
do Cabug n. 11, avisara aos seus distinctos fre
nova remessa deste especial vinho, o qual si
: ecomraenda por ser puro da uva, e s se reta
Ua em seu armazem.
Joaqutm Christovo & G.
Telephone 447
meira cathegoria, c a tua feltcidade con-
jugal.
Ora, dias depois da visita do Sr. de Bre-
tignv e de Holluwuys, Henrique, ao voltar
umn tarde, encontrou sua muiher, espe
raudo-o, como de costume, sombra dos
tamarineiros e das baDaneiras, e pareceu-
Ihe que a joven o auraj -va com maior ef
f'isiio que de costume
Retribuio Ihe a caricias com usura, lan
gando conta do calor e da electricidade
_!i- q e a atmosphera eitava carregada a
expanf.au mais viva da sua ternura e abs
teve-se, como marido prudente, de dar u
entender que tinha reparado naqnelle ex-
ceseo de sensibiliHade.
Mas n<> da seguinte re iroduziram-se,
mais enrgicos ainda, os meamos syropto-
mas de hyoterisino.
Ao cabo de tros dias, Henrique verifi-
eoa que a joven estava pal ida e tinha um
brilbo estranho no oih r.
Fre ccopado e diligenciando que Emmy
nao adivinhasse o que Ihe ia no pensamtn-
to, Henrique ao jaotar, rodeou a ainda de
mais tti-ngSes que as do costume.
M*8 nao repr.'U o raanc;bo na singu-
lar transformado que se ia operando em
Tagor.
O negro pareca ter perdido a sua viva
cidude juvenil.
'Tinha agora um andar calcu'ado e va-
gro ti, i.ns mov ment automtico; a
sua agilidad.) simiaiio fra substituid- po-
um especie de rig dez semelhnte ao ef
Caito produzido pelo fluido magntico.
Alm disso pareca que mal respirava
pelos labios comprimidos e as suas pala-
vraj injectalas de sangue, fixavam-se con-
stantemente em Emmy.
Quando Tagor servio o caf, a Sra."Van
Linden afastou de si a chavena. dizendo:
Nao tomo.
Por que ? perguntou Henrique.

|A LOJA DAS
Aros D qurjdeCaxiasn.61
zule jos
Com lindissimas cores e desenhos variadissi
mos, encontrase parj vender um grande sort)
ment de3se artigo, proprios para frente de ca
fas, corredores, cosinbas e banheiros; por prt-
co8 aem competencia oa ra do Visconde 3
Goyanna u 45.
Naosei... talvez capricho, prose-
guio ella; mts creio que me faz mal. Dei-
xarei de tomar caf por alguna dias.
As bobrancelhas do negru franziram-se
quasi imperceptivelmente.
Henrique esvasiou de um trago a sua
dhavena, accendeu um charuto, e passan
djo um brayo pela cintura de sua mulber,
desceu com ella ao parque.
Se olhasse para traz naquella occasiSo,
horrorinal o-hia o elhar de odio e de furor
com que Tagor 6 fulminava.
Caminhavam silencosos os dous espo
sos.
Ella deixa ido se arrastir por Henrique,
e encuetando Ihe ao hombro a sualouraca-
beca.
Elle rodeando a com o braco, n'uma at-
titude de auaixonada proteccSo.
cima delles o co azul ostentava my-
riades de estr Has.
Tendo ch?ado margem do Kli, Hen-
rique fez sentar a joven sobre um banco
rustico, debaixo de urna arvore gigantes-
ca, e perguntou Ihe baixinho, meigamen-
te, c ido se tivesse medo de que o ouvis-
sem :
Que tens, m'nha querida"
Kmmy respondeu, oceultando o rosto no
seio de .-eu marido:
Pois ciimprehendeste que eu tinha
alguma consa?
Nlo s tu a minha vida, minha ven-
tura, a melhor melade do meu ser ? pro-
seguio o mancebo cun enthusiasmo : tudo
que te impressiona encontra um echo em
meu cora gao.
Oh demais o sei exclamou ella.
Por isso traz me ancuso a inquieta
co em que te vejo ha uns dias. Parece
que paira entre nos urna nuvem, e receio
que essa nuvem, cuja cansa ignuro, se tor-
ne ama ameaca ao nosso amor...
Lindo sortimento de fitas verdes n. 5, 9 e
12, padr'Sss o que ha de modernos.
Fitas lavradas com um palmo de larga-
ra a 20000 o metro.
Grande sortimento de galBes, pahuas, ro
sas, pingentes e guarnieres pretas de
v.dnlho para vestido.
Lindas costureiras de ve'ludo proprias
para presentes.
Lindas boleas com estojo para costara.
Grande sortimento de caixinhas com ex-
tractos proprias para presentes a 20000,
30000, 4jS0(X>, 50000 e 60000 ama.
Livros de missa, de madreperola e de
velludo.
Lindos objectos de crystal para presente
como sejam : porta-relegio, parta extra-
cto, porta-p de arroz de 40500 at
20000.
Finos alfineteB para gravatas.
Grande sortimento de broches americanos
para senhoras.
Caixas com msicas a 20, 30000, 40000
at 12000J.
Pegadores de prata de tranga a 10500.
dem de tartaruga a 10000.
Grande sortimento de galSzinhos brancos
e de cores para enfeitar casacos e roupa
de criancas.
Caixinhas com sabonetes a 500, 600, 700
e 10000.
Grande sortimento de bengalas finas a
10000, 10501, 20tOO e 20500, o que ha
de mais bonito.
Lindas ehapelinas para crianga, gosto mo
derno.
Porta retratos a 200 e 300 rs. um.
(Jracde sortimento de lengos de seda a
10.OO, 10500 e 20000 um.
Guarnigoes para toilet a 60000 e 70000.
Lindos porta pos de arroza 10500, 20000,
30000. 40000, 50000 e 60000 um.
Finas ligas com ramo de flor de larangeira
proprias para noiva a 10500 o par.
dem de todas as cores a 10000, 102CO,
10500 e 20COO.
Rendas hespanhola de todas as cores,
dem pretas com e sem vidrilho.
Grande sortimento de bicos matisados e de
urna cor.
Sabonetes perfumados a 500 rs. a duzia.
Lindos desenhos para talagarga.
Grande sortimento de biccos pretos de
seda, algodSo e de 13 com e sem vidri
lho.
Muntilhas de seda e de algodSo pretas e
de cor de creme, proprias para moga.
Franjas pretas com e sem vidrilho.
ollarinho para homem a 30UOO e 40000
a dnzia.
Bordados de cambraia tapada a 500, 60 >,
800, 10000, 10200 at 20000 a pega,
dem com 3 e 1/2 metros, de qualquer
largura, a 10200.
Lengos de linho a 30000 a duzia. cm cai-
xinha.
Meias para hemem a 40000 a duzia.
dem para senho a a 40000 a dita.
Grande sortimento de pulceiras ameri-
canas.
Cflriinados de crothet para cama a 120000,
170000 e 190000.
Ditos para janella a 70 Guarnigoes para cadeita a 60000.
Pannos de croehet para cadeira a 800 e
10000
Capellas com veo ^ara noiva a 60000,
H0OOO e 100 ,00
Panno de crochet para sof a 2 "000.
Lindos ei'xovaes para baptisados a 80000,
100000 e 120000.'
Grande sortimento de luvas finas para se-
nhora a 10500, 20000 e 20500 o par.
Id-m pan menina a 800 e 10000.
Grande sortiaiento de espartilhos para
moga a 40O"O, +0500, 50000 e 60000.
Linha de machina a 600 rs. a duzia.
Idim idem a 60 rs. o carritel.
Espartilaos para crianga a 40000 e 40500.
Toalhas para banho a 105i)O.
dem para rosto a 300 rs.
Babadores eom inscnpgao e paisagem a
: 00 e a duzia a 40000.
Grande sar imento de espelh s finos ovaes
e de canto redondo a 40000; 50000 e
60000.
Be i gallas de flauta i 10500.
103RA DUQUE DE UAXIAS103
Barbosa & Santos
Veiide-se
una Cisa sita a ra do Motoi'oloub n. 25, cm
Atogados. ed Hea-ia de novo, com 2 salas, 5
quartif, cosinha fo'a e quintal grande; tratar
aa ra veiiia di- Santa Rita n. 6.
Oh Nao I Nao! murmurou Emmy
estrenando o nos bragos.
Entretanto, insisti Henrique, tu con-
fessas que teus um segredo...
Nao um segredo, disse ella em voz
deb1, jma... singularidade, cujas con
seuuencias m" tm inquietado muito.
Van Linden sorrio e respirou largamen"
te como e sentisse alliviado de um grande
peso.
Falla, conta me esse mysterio, disse
elle beijndo a na fronte.
Emmy estremecen e continuou em voz
ainda mais baixa:
Sbes que todas as manhSs, quando
o calor se torna mais intenso, me deito na
minba rede e adormego pensando em ti ?
Minha querida !...
___Po's bem, ha tres dias, nessas occa
i5e8, tenho td sonhos tSo exquisitos...
- Que te ansuetani, no assim ?
N3o me ii.terrompas Henrique; te-
nho vergonha de te dizer ..
Vamos, dize..
__ Soffro torpores. somnolencias singu-
lares, e, apenas adormego, parece me que
ests junto da mim, que te aperto nos
meus bragos, que os teus labios se juntam
aos meus... Ah Henrique, eu adoro-te,
e nesses sonhos, que entretanto me deve
riam ser gratos, dir se-hia que te oe'O,
que te repillo, que as tuas carcias me fa
zem mal; e acardo alquebrada e triste, to
triste, que me vem as lagrimas aos olhos I
Ora, minha querida, sonhos sao meu
tiras.'.. disse He. rique.
Sao de certo, respondeu a joven, tor-
nando-se vermelha coa o urna cereja, e
com urna vivacidade cheia do terror; e
comtudo, entao, iria jurar que tu ests
junto a mm, sinto o tea hlito bafejar
me o rosto, sinto no corpo a pressao das
tuas moa
^EN )H MAIS BABALO *
B d descont a qiirm comprar
de 0904M para cima
Vende pelos seguintes prrgos :
Lis de qnadrinho a>160 e 200rs.
Zephyr de quadrinho a 100 e 200 rs.
Percales claras e escuras a 200 e 240 ra.
Cassas de urna e c6r a 100 rs.
Merino preto com duas larguras a 440 rs.
Cachemiras e merinos enfeitados a 400 rs
Cortes de zephyr de quadririhos bordado!
40000.
Fichas de reda e pratesd- s a 500, 800 e
10000.
EsguiSo pardo para vestido a 320 e 360 rs
Brim pardo lito para roupa de meninos a
240 rs.
Cortes de casineta de cores a 10000 para
homem.
Colchas de fu>t!o de lindas cores a 10808
e 20000.
Cortinados bordados para cama ejanella a
50800 o par.
Toalhas para menino a 10500 a duzia.
Guardanapos a 10800 a dita.
Bramante de 4 larguras a 640 e 10000.
Lengos brancos finos a 10200 a duzia.
Espartilhos finos a 40000.
Crinolina branca, preta e de cores a 400 rs.
Saleias a 200 rs. a duzia.
Arco de ago 100 rs. o metro.
Bicos brancos, de cores e matisados, todos
os pregos.
Rendas pretas e com vidrilhos a 10000.
Mnntilhas pretas hespanhola a 40000.
Etamines de cor, phantasia, a 40 r.
Tecidos de linho muito finos e largos a
400 rs.
Cachemiras pretas arrendadas a 20000.
Sedas de cores com listras ou ramagens a
10400.
Surah preto e de cores a 10400.
Setins maco de todas as cores a 800 rs.
Cortes de vestidos de cachemiras bordados
a 150000 e 200000.
Cortes brancos todos bordados a 150000.
Cambraias bordadas e cem sal picos, finos,
a 40000-
Cortinados de crochet de cores para janella
cu cama a 10400.
Meias de seda para senhora a 30000.
Penteadores bordados a 30000.
Camisas bordadas para senhora a 50000.
Vestuarios marujo para meninos a 50000.
Capellas com veos para noivas a 60000 e
80000.
Setins brancos, muitos finos, a 800 rs.
Luvas de seda brancas, pretas e de co-
res a 20000.
Meias arrendadas, brancas, para noiva a
10500.
Novidades
Mosquiteiros com armacao a 150000,
Estantes para msica, para amadores, a
50OO.
Oleados para mesa de qualquer tamanhe
a 40500.
[-elogios americanos esoertadores a 70000
80000
Sabonetes finos a 500 rs.
'ollarinhos e punhos decellu'oide a todo
prego.
Fitas de seda, todas as cores e todas aa
larguras desde 320 rs.
Retratos a ojeo
Com lidas molduras douradas em alto
levo, e muito lindo para um presente et
para sala de visitas.
a OOO i- mal prero
Qualquer familia que desejur ter um lia-
do retrato bastante mandar um cartio
de visita nao importa que seja artigo,
basta dizer a coi dos cabello e c6r des
olhos para chegar un retrato desejado.
Para ver, e fazer encommenda*
Dirija se Loja das Listras zoes
61RA DUQUE DE CAXIAS6 lt
Pao centeio
Mell* A Bisel tendo recebido nova remessa de
farinba centeio, avisa aos seus fregueses que
continuam a fabricar este delicioso pao wnteio
odas as tercas e sextas-feiras ; na ra larga do
Rosario n. 40_______________________________
Cdigo GritLinal Brasileiro
Commeniario pblIoMopblco act-
entifleo
em relago com a jurisprudeBiia e a legislago
comparada peloDr. Joo Vit-ira de Araujo
Comprebemlendo torio o titulo primeiro da
parte primeira do cdigo e mu.tos artigOB do
segundo titulo.
Um urossovoune de coraposigo compacta
eu, o.tavo grande francs de p^^iuas 4xft.
A' venda na Librara Econmica, ra do Im-
perador n 73.
E, lang ndo os bracos ao pescogo da
seu mando, accentuou com phrenesi:
Sou louca, bem vs, mas juro te,
meu amigo, que taes sonhos me fazem sof-
frer cruelmente.
Van Linden beijou ardentemente a jo-
ven, abragando-a com effusad e responden-
do apenas por monOf-sy.labos confisso que
acubava de ouvir Ihe.
Depois, quando reeuperou o seu sngue
fri, limitou-se a zombar B eigamente com
Emmy das suas hallucinagSes, do beu me-
do chimenco, tranquiliisando-a com cari-
cias e jurando Ihe que o que ella experi-
mentara tinha urna cousa naturahssima,
mas accidental, que cessaria dentro em
pouco.
P r fim, quando voltaram casa, a jo-
ven reassumira a sua anglica seremdude,
e nem ella, nem Henrique, notaram que
Tagor nSo est va na antecmara.
O negro estivera no parque, oceulto
n'um massigo de verdura, arranhaedo o
peito com as maoa; Emmy, de passagem,
rogara lbe at no rosco com a cauda do
vestido. ---/
Ao sentir aquello contacto, o africana
fo-a accommettio de urna grande agita-
gSo. I
Com os olhos\ fra das rbitas, a lia-
gua franjada de scuma, roLva-se no chao,
abafando os gratos gutturaes que s._esa>
pavam do peito/ mordendo os bragos, con>
primindo com ayj roaos o corag&o, que pac
recia querer saltar Ihe fra; revolva se,
espojavase, at que, fatigado por aquella
lucta muda e ,'terrivel cahio por trra
inerte e desfallecido.
No dia seguinte de manha, o escravo
servio mesa'mal encarado como sempre
andava ltimamente, e deu as redeas ao
patrSo quando este subi para a carrua-
gem. I (ContJtuutr-$e-ha) _

Typ. do Diario-fRua Duque de Caxias n. 4J.
,-
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