Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16525


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Full Text

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!
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RX> 56
Propriedade de Manes! Fig
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezee adiantados.
Pur seis ditos dem.
Per uin asno i tQlUerq yuJtto, do m
" '^OOQ
126000*
Os Srs. Amed
de Pars. .*8o os no
elus de anrra
_ TELEGRAMAS_____
EBVSQ PASCLAS 20 2IASI0
RIO DE JANEIRO, 8 de Margo, s 3
horas e 40 minutos da tarde.
Foram publicados os decretos que alte-
ram o numero e augmentara os vencimen-
tos dos empregados da Alfandega e da
Caixa de Amortis.c2o.
a potica de Luiz de Canioes
BIS 'ereiie, e iliusira la com
dirigid* a D. Le)
urna gravura era
uiadeira represenlando uin hotnem matando nm
animal descoromunal, irapoisive! mesmo. Esta
gravura foi liluo^rapnicainente reproduzida no
preci ado volurae da Revista io Instituto Hto-
rico.
Gandavo descreve em simples mas agradavel
estyloa descoberta do Bruzil pela verso ento.
mais correle coota ulguns factos posteriores,
e termiaa descrevenlj os usos e cosiumes io
digenas.
(Contina)
saaTi;:
2 ttim 2A7AS
de Margo.
BERLIM,
O governo allemo vae apresentar
Reichstag pedidos de rovos crditos mili-
tares c um projecto de lei eoncernente aos
socialistas.
PARTE OFFICIAL
e simples
ordem do
BUDA-PESTH, 7 de Margo, noite.
Corre o boato de que Mr. Tisza, pres
dente do Conselho de Ministros da Hun-
gra, pedio a sua demissao.
PARS, 7 de Mar90, noite.
Mr. Laur, deputado boulangista mili-
tante, interpel.ou o ministerio sobre a de-
cisao do governo fancez de mandar um
delegado ao Congresso de B^rlim.'
A discusso da interpellaySo terminou-
se por urna ordem do dia pura
que acceitava o governo. Esta
dia foi adoptada por 480 votos contra 4.
BUDA-PESTH, 7 de Marco, noite.
A noticia relativa demissao do presi-
dente do Conselho de Ministros da Hun-
gra confirmada.
Assevera-se que o Conde de Szapary
rae sacceder a Mr. Tisza.
BUDA-PESTH, 8 de Marco.
A demissao de Mr. Tisza anda nSo fo
acceita.
Agencia Havas, filial em Pernambnco,
U de Marco de 1890.
IHSTROCCiO POPULAR
Governo do Estado de Pernam-
buco
DIA 20 DE JEVEREIRO DE 1890
EIPBD1ENTB DO SECRETARIO
Oflicios :
ao Dr. chefe Je polica.O marechal go-
rnador do Estado manda declarar vos, em res
ta ao vosso ofGco de hontera datado, sob n.
II, que autorisa o delegadu da villa de S. Lou
rrnco da Malta, para contracta'- o aluguel de urna
casa para cadeia, devendo remetter termo a esta
repartigo.
Ao inspector do Thesouro do Estado.O
marechal governador do Estado manda commu
nicar-vos. para os Hus convenientes, que n'esti
I data, profeno o segrate despicho na pelicn de
**?*-=-- ""- "-- -
DA
UTTKR4TURA BMZILEIRA
NOS
(Continuacao)
RSULA
Sja assim.
Recolhamo nos abi
Com o nosso Senbor Jesos,
Por cu jo amor padec
Abracada com a cruz
Com que elle morrea por mira.
(Levando-a ao altar, cantam)
Entrae ad altare Dei,
Yirgem martyr mu formosa,
Peis que sois lio diua esposa
De Jess que Snmmo Re.
N'aquelle logir estreito
Caberas beui com Je-us,
Pois elle com sua cruz
Vos coobe dentro do peito.
Oh Virgera de grao respeito,
Entrae ad altare Dti,
Pois que sois lao digna esposa
De Jess que Suinno Re.
n
t-andavn
Pedro de Hatalbae
Pero, ou modernamente Pedro de Magalhaes
Gandavo era natural da cidade de Braga em Por-
tugal, e humanista que floresceu pelo meiado
do seclo XVI. Esteve alguns annos no Brazil,
mas nao fe sabe ao certo qliando e muito menos
ao que veio. Ignoram se as particularidades da
ua vida.
O nome de Pero de Magalhaes Gandavo mul-
to grato aos brazileiros. por ser o do fundador da
saa historia anda que muito deficiente.
Mais como cunosidade bibliograpbica do que
bra de alto merecimento litlerario, transcreve-
nos de ama obra indita (i) a segrate curiosa
oticia e desenpeao dos trabalbos de Gandavo,
relativos ao Brazil.
Historia da provincia de saeta Cruz a que vul-
garmente chamamos Brazil : feita por Pero de
fagalbaes Gandavo, dirigida ao muito Illm. Sr.
Dom Leooi8 Pereira etc. Irapreasa em Lisboa,
aa oficina de Antonio Goncalves em 15768".
Reimpressana Revista do lustituto Histrico Bra
nleiro T XXI, 4858, pags. 367 e seguintes; e na
Collecco de Opsculos paraa Historia das Nagoes
W trama rias.
A Bibliotheca Nacional do Rio de Janeiro pos-
ue ara rarissimo exemplar da primeira elicao
m pe-feito estado e eocaderoado no volme das
obras relativas ao Brazd da preciosa collecco
histrica de Diogo Ba bosa Machado Na Biblio-
teca Imperial (?) de Pariz ha um outro que
ertence a Hennque T-maux Compaos. >S) A
ibliotbeca Nacional de Lis joa fez acquisicao de
n terceiro exemplar pelos annos de 1868, mas
mito estragado.
A primeira edico precedida de orna epitto
(1) Flix FerrelraBibliographia da Historia
do Brazil. i
(Si Autor da Bibliotheqoe Atnencane, Pana,
ebaslio Cynllo Gomes Penna, a respeito da
qual esse Tbesouro prestrou a informago n. 91
de 3 do correte :
* Nao tem lugar o pedido de remngo, por
quanto o peticionario foi exonerado do cargo, de
que se diz investido, por portara de 7 de Outu
bro do aono passado, ar.crescendo que a collecto-
ria de Muribeca foi por acto de 16 de Dezembro
do mesrao anoo annexada a de Jaboato.
Ao commandante do corpo de polica.O
marechal governador do Estado manda declarar
vos qoe podis tomar as providencias que indi-
cas les em vosso oflicio de bontem datado, sob
n. 133, qoe assim iica respondido.
Ao director do presidio de Fernando de
Noronha O marechal governador do Estado
manda declarar-vos que na peticao do 2 cadele
reformado e alraoxarife da Fortaleza J'esse pre
sidio, Manoel Luiz Caldas Tavares, proferio o se
guite despacho:
Segando consta do officio da Thesouraria de
Fazenda de 14 do correte mez, sob n. 149, desde
16 de Janeiro tindo foi expedida a competente
guia suspendendo a consignacao estabelecida
pelo peticionario ao tenente Francisco Evaristo
de Souza, a qual so foi paga al 31 de Dezembro
do aono passado.
EXPEDIENTE DO DIA 21 DE FBVBREIBO DE 1590
Actos :
O marechal governador do Estado, usando
da autorisaco concedida pelo decreto o. 107, de
30 de Deembro nltimo, resolve dissolver as ca
niaras mumeipaes de Salgueiro, Villa-Bella, Leo
poldina, Cabrob Onricury, Floresta, Boa Vista,
BomConselho. Taquarelioea e Gloria de Coila, e
nome-ar um conseibo de intendencia para cada
um dos referidos municipios, composto dos se
guintes cidadaos:
Salgueiro
Romao Pereira Filgoeira de Sampaio, servio
do de presidente, Joo Rodrigues Vieira e major
Jos Matbias Dantas.
Villa-Bella
Barao de Paje, servindo de presidente, Braz
Nones de Magalhaes e Manoel Lopes de Barros.
Leopoldina
Dr. Miguel Goncaives Lima, servindo de presi
dente, Antonio Carlos da Silva Peixoto e Ray
mondo Ferraz de Gooveta Granja.
Cabrob
Coronel Fortunato Francisco dos Santos, ser-
vindo de presidente, tenente coronel Jeronymo
Pires de C<>rvalho Trapi e major Solono Soares
de Mello.
Ouricury
Antonio Marihno Faico, servindo de presiden-
te, Elias Gomes de Souza e Raymando Rodrigues
Coelbo Damasceoo.
Floresta
Jos Goncalves Torres, servindo de presidente,
Fausto Se rali m de Souza Ferraz e Joao Milito
da Silva Barros.
Boa Vista
Coronel Manoel Jacome Bezerra de Carvalho.
servindo de presidente, Jos Cypriano de Amo
rim e Pasto Manoel Rodrigues uoelho.
Bom Conselho
Coronel Angosto Martiniaoo Vilella, servindo
de presidente, major Antonio Francisco de Men-
donca e capitao Tertuliano Pancracio Villa-Nova.
Taquaretinga
Dr. Francisco le Fana Castro, servindo de
presidente, tenente-coronel Landelino Manoel de
Azevedo Antonio Barbosa de Souza Araujo.
Gloria de Goit
Claudino Pinto da Multa Nunes, servindo de
presidente, Joaquim Al ves Barbosa e Vicente Ma-
ra de Holanda > avalcante.Fizeram-se as ne-
cessarias commaoicacoes.
O marechal gobernador do Estado resolve
nomear Jos Nicodemos de Pontes para fazer par-
te do conseibo de intendencia do municipio de
Altinbo, em substituicao do tenente-corooel Joo
Guilberme de Azevedo Lyra qoe nao acceitoo
aquella incumbencia.F.zeram-se as oecessarias
commuoicacOes.
O marechal governador do Estado resolve
exonerar o capitao Antonio Jos Pestaa do la-
gar de memoro da intendencia municipal de Li-
moeiro, e nomear para substitoil o, o teneote
Jos Rodrigues Bezerra.Fizeram se as neces-
sarias commooicacOej.
Oficios:
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
Remello vos a qaaotia de 118X000, resoltado de
urna sub.-cri|>c.j promovida na freguezia da Luz,
em S. Lourengo da Matta, pelo cidado Manoel
Moraes de Albuquerque. em favor da divida po
blica.
Ao cidadao Maooel Moraes de Alboqoerqae.
Remet'i hoje a Thesouraria de Fazenda a quan
ta de 1180000, resultado de orna subscri,>ce por
vos promovida oa freguezia da Lnz, em favor da
divida publica.
Fazendo vos a presente eommunicacio, agr
deco os instlelos patriticos dos habitantes da
mesma freguezia e principalmente < vo-sa ioi
ciativa.
Ao inspector do Arseoal de Marinha.Re-
stituiado a-i mcla-ias propostas, que acompanba
ram o vosso offi i<> o. 31 de 12 do cor-ente, apre
sentadas para o itoucei io e regulans.ic.ao do re-
logio do torreo u'esse Arsenal e dos exisceotes
as diversas dependencias d'esse estabeIecimnto
e bem assim o con erto dos relogios ou ebrono
m os devidus i, que Sea approvada a de Antoni
Joj da Costa Araujo, visto ser a mais vantajosa
.os inlerassados da fazenda nacional Com mu
ncou-se ao inspector da Thesouraria de F,.-
zeoda.
Ao inspector do TheaoiKO do Estado A'
vista de vossa nfnrmaco prstala em officio d*
itO'item. sob n. 133, aaiO'-iso-vo a in.ni.ur en
tregar ao al inisira ior do iheatro San.a Isabel,
cidadio Joo Pinto de Lemos, a qu..ntia de oXOi
para occorrer do pagamento das despezas d'a
quelleesiabelectroento. Communiccu se ao refe-
rido admiiiisirador.
Ao como, andante do corpo de polica.Ap
prevo o alistameoto dos paisanos a que vos refe-
ristes no officio n. 156 de hontem datado.
- Ao engenheiro Paulo Jos de Oliveira.
Constando do Diario Offlcial de 7 do corrate
terdes sido nomeado, por acto do Ministerio ua
Agricultura, Co.nmercio e Obras Publicas, pira
o lu^ar de en;i-nheiro fiscal da estrada ue ferro
do R-^cifs ao Limoeiro, em sunstituico ao enge
nbeiro Luiz Jo^ da Silva, removido u'aquelle
cargo para a estrada de ferro de Carnarb, auto-
riso-ros a assumir desde j o exercicio do refe-
rido cargo.i omrnun30U-se ao inspector da
Thesouraria de Fazenda.
Aos agentes da Companhia Brazileira de
Navegacao.Pelo gerente da estrada de ferro de
Ribeirn a Bonito vos ser entregue urna caixa
de folha contendo os estudos da mesma estrada
dirigida aochefe do governo provisorio dos Es
tados-nidos do Brazil, qual daris o con ve
niente destiuo depois de pago o correspondente
frete.
Portaras :
O Sr. superintendente da est-ada de ferro do
Recife ao S. Francisco d passagem, por coota
do Estado, com direito a bagagem. da esiaco de
Cinco Ponas a de Una, ao alferes Francisco Ca-
liral da Silveira, que sega1 para Garaohuns. afim
de commandar urna forc que all se acha em di
ligencia.
Mutatis mulandis ao cidado encarregado
da estacao de Palmares.
O Sr. superintendente da estrada de ferro
do Recife ao S'. Francisco d passagem, por coota
do Estado, daestago de Una de 'anco Ponas,
a um pr-.-so e duas pragas de polica.
Os Srs. agentes da Companhia Brazileira de
Naveffacaoa Vapor facr.::i transp>ri
Janeiro, por conta do Ministerio daM
marinheiro de 3" classe de nome Ado, penen
cente a guarnicao do cruzador Ltberdade, o qual
se acha affectado de beriberi, segando coasta do
offi io da inspectora do Arsenal de Marinha, n.
24, de hontem datado.Communicou se ao in-
spector uo Arsenal de Marinha.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO
Oficios:
Ao secretario do commando das armas.De
ordem do marechal governador do Estado, com-
municovos. para os devidos rins, que, segundo
consta do oficio do directo; do presidio de Fer-
oaodo de Noronha de 19 do correte, sob n. 73,
veio d'alii para esta capital o sentenciado militar
Joaqom Corris Vidal por estar a terminar a sua
pena.
Ao inspector do Tbesoaro do Estado.O
marechal governador do Estado chama a vossa
attenco para a portara hoje publicada no Diario
de Pernambnco sobre a distribuigo da torca pu-
blica.
Ao delegado de polica de Limociro.O ma-
rechal governador do Estado manda commooi-
car vos qoe oo vosso officio, de 19 do correte,
proferio boje o despacho segointe:
Ao commandante do corpo de polica para
providenciar.
Loteras do Estado
3 SeccoPalacio do Governo do Estado de
Pernambuco, em o de Marco de 1890
O marechal de campo gobernador deste Esta-
do resol*e contractar com os negociantes teen
te-coronel Maooel Martias Fiazafe Jos Eleuterio
de Azevedo a extracc&o das loteras do Estado,
mediante as seguintes bases :
Os contractantes oirieam se :
!.
A tomaren a si a extraeco de todas as lote
tenas ordinarias do Estado.
2.
A darem annualmente Santa Casa de Mise-
ricordia do Recife a quantia de 100:0>Qi, que
ser reco bida aos cofres do Tbesoaro do Estado
no primeiro dia til de cada mez em presta
cOes de 8:333*333, como udemnisaco do im
posto de 15|o que as lea geraes cederam em
beoeticio de casas de caridade, estabelecimea
tos pios e de qualquer potro beneficio ou imposto
decretado pelo governo deste Estado.
3.
A darem mais aos cofres da mesma Santa Casa
1 i. da emiss&o de bithetes das loteras, qoando
esta exceder de 120:0004:000, seodo o recolbi-
mento dessa porcentagem effectuado no Thesou-
ro, antes daextruccao.
4.'
A pagare n o imposto geral de sello por bi-
lbete, recolbeodo o Thesooraria de Fazenda
antts da extraeco.
5.'
A sujeitarem a vendagem dos bithetes e a ex-
t:-ceo das]lolerias nscalieago do governo pe-
los meios qaejeste julgar mais convenientes, de
modo a dar ao publico todas as garantas de fi-
delidade no servigo das loteras e no sorteio dos
premios.
6.*
A pagarem a multa de 40:000*000 nos casos
de re8Ciso deste contracto, por infraeco de
qualquer de snas clausulas commetlida pelos
coutractaotes; deveodo estes recolherem ao The-
souro, por occasio de assignarem o cootracto,
importancia equivalente aquella quanti i oa pres-
tar ti; A satisfazerem sua custa todas as despezas
com o servigo de extraeco das loteras, ioclo
sive a de 50*0 O por extraeco, a qual ser paga
ao delegado que fnocciooar como fiscal.
8.'
A recolherem ao Thesouro os premios dos b-
Inetes que por occasio da liquidaco ou resci-
so deste contracto estiverem dentro do pi azo
de um anno, contado da data da extraeco da
lotera e com direito a elles os poesuidores dos
mesmos bilheles.
9
A darem execugo ao presente contracto den
tro do prazo de 60 das, contados da data desia,
sob pena de ti car o memo rescindido e sujeitos
os contractantes j mola estabelecida.
Aos referidos negociantes rica concedido por
espago de 5 aooos. salvo qualquer disposigo de
lei oa ordem em contrario do governo federal, o
seguioie:
i.
O direito de exirabirem o numero de loteras
que puQerem dentro de cada anno, ficando en
tendido que 8ej> qual fr o numero de lote-
ras que exirabirem, e anda que nao fagam
extrahir nenhum.i, l.u obngago de pagar ao
E-ta-i' a jiiantia*ie 400:000* aonuaes con
forme a clausula 2* deste contracto e sem pre-
juiso da porcentagem de que trata a clausula 3a,
orna vez verificada a hypothese de excesso emisso prevista na mesma clausula 3.'
2.
O pode-- de aJoptaie^ o plano para as loteras
qar |Ui!arem mais conveniente e reforroai-o
quan-io enlenderem necessario, co utanto que
io seja-poslo i m execugo 8em preceder c.ui
municigo a este governo, e nao ujj em pre
mos mejjs de 60 % 00 capital de cada tote a.
3'
Dispensa de paganera os premios que nao fo-
rem cobrados dentro de um aono da extraego.
4'
O dreito de prohibiera, dada a infracci'
lo d. creto de 20 de Janeiro deste anoo, a ven ih
tfm de uilbete ne loteras, salvo a du Capital
Federal, ou as que por coocesso do grverno
Federal tiverem livre curso em toda a Repbli-
ca, requereodo a autoridade conpetente a devi
da npprebenso e a iniposigo da iLulta estabe
lecida no citado decreto; entesdendo-se, pcrm,
que os mesmos contractantes podero permitiir,
emquanto julgarem conveniente, a v.n lagera de
bilbetes de qualquer lotera, dispensados, oeste
caso, dos impostos e mullas os que venderem
taes bilbetes.
5'
TerSo preferencia em igualdade de condiges,
para o encargo da exirccgiio de loteras extraor-
linarias em favor da inslrucgo publica, que es-
le governo julgar conveniente mandar extrahir.
6
Tero direito a receber do Thesouro. a titulo
de indemnisagao, a qaaotia de 40:000*000 no
caso deste governo julgar conveniente rescindir o
piesente contracto, antes de finio o prato esti
potado de cinco annos, sem motivo justificado
por falta dos mesmos contractantes, oa se nao
tiver occorrdo algama das circunstancias aci
mu resalvadas por occasio de estabelecer-se
aqaelleprazo de durago.
7
Tero igualmente o diruto de reclamar pela
resciso do presente contracto independeote do
pagamente da multa de qoe trata a clausula 6*,
no caso de terem livre carao neste, bilbetes de
loteras de diversos Estados, de modo a difficnl-
lara venda dos bithetes de loteras a cargo dos
contractantes.Jos Simeao de Oliceira.
taes de 2.1
bro do
informac
n. 95,
consider
apresenti
dago de i
O con
Gomes
dar, nes
do por
vapor o
5.a seccao.Palacio do Governo do Es-
tado de Pernambuco, em 6 de Margo de
1890.
O marechal de campo governador do Es
formidaie tor a iei h^1974"
rfo do anno passado, e edr
de Setembro e 22 de Novem-
ino anno, tendo em vista
do Thesouro do Estado, sob
e 3 de Fevereiro ultimo, e
do que J d'entre as propostas
as pelos concurrentes fun
m moinho, neste Estado, desti-
nado a mter o grao de tri^o e preparar a
farinha. Eduardo de Moraes Gomes Fer-
reir-, Heirique Swales e Victor Neesen, a
proposta [do primeiro dos proponentes,
Eduardo {de Moraes Gomes Ferreira,
mais vantejosa, resolve que pelo Thesouro
do Estad aejs com elle contractada a fun
dagao do mencionado moinho, sob as se-
guintes bases :
1.
ssionario Eduardo de Moraes
rreira ter a faculdade de fun-
Estado, salvo em lugar prohib
aturas municipaes, um moinho a
qualquer outro motor, destinado
a moer rio de trigo e preparar a farinha,
com a cipacidade de moer ordinariamente
cincoenta mil kilograramas de trigo, avi
sando previamente o governo, afim de cer
tificar-sa da capacidade do meBmo moi-
nho.
2.a
Ter o concessionario, para uso e ex-
plorado da industria privilegio por prazo
de 8ete annos,contados da data em que co-
mece a funecionar o moinho.
3*
Se no prazo de dous annos, a contar da
data da aasignatura do respectivo contra i
to, nao estiver montado o moinho, ser o
privilegio ipso facto considerado caduco.
Essa asBignatura ter lugar dentro de quin-
ae dias, contados da data da presente por-
tada.
4.a
Fica o concessionario obrigado a admit
tir, durante o prazo do privilegio nos tra-
balhos do moinho qumze orphaos, afim de
ministrar lhes o ensino desta industria, ali-
mentando-os. vestindo-os e tratando os as
molestias, salvo as contagiosas e incura
veis, e um anno depois da admissSo da
quelles darJhes salario, correspondente ao
aervico que fizerem, cessando de entao s-
mente o onus de vestuario e alimentaclo,
sendo neste sentido fiscalisados o estaba-
lecimento por um|dos mordomos da Santa
Casa, de Misericordia ou pelo juiz de or-
phlos.
5.
Ser o concessionario obrigado a prover
gratuita e annualmente a Santa Casa de
Misericordia deata cidade, durante o prazo
do privilegio, duzentas barricas de farinha
de trigo de oitenta kilogrammas cada urna.
6.
E' o mesmo concessionario obrigado a
dar gratuitamente sement de trigo aos
agricultores que fornecerem trigo ao moi-
nho.
7.
A falta de cumprimento de alguna das
clausulas do presente contracto, excepto a
clausula 3a, sujeitsr o concessionario a
multa de 5000 a 1:0000, a juizo do go-
verno. _
(Assigoado).Jos SimeSo de Olivara.
Francisco Ramos da Silva. -Prove o peticiona-
rio qoe as casas a que se refere, no exe_cici de
1865 a 1866 pagavam 13*500 de decima e que
d>ssa poca em diante nao mudaram de condi
goes.
Ignacio Jos ArcbaFilho Ao Dr. jniz de di-
reito da coma-ca de Villa Bella para informar.
Joaquim Cbristovao t* C.-Sim.
Padre Joao Tenorio Vieira de Mell Defer
do com officio de boje Thesouraria de Fa-
zenda.
Jos Adolpho Rodrigues Lima.Encaminhe-se,
dependo ser pago o porte no Correio.
Alferes Joaquim Hasilio PyrrhoRemettido ao
commandante uo 2. baiaio de infamara para
altender.
Jos Ferreira da Costa D se.
Bacharel Jos Antonio de Magalhaes Rastos.
Informe o cidado director da Faculdade de Di
reito do Recife.
Jos Eleuterio de Azevedo.Informe a Inten
dencia Municipal do Recife.
Laurino Jostiniano Ferreira Donettes.Inforxe
a Intendencia Municipal do Triumpbo.
Manoel Gomes da Craz Villarim.Informe o
inspector do Thesouro do Estado.
Manoel Gomes Pereira.R- queira ao comman
dante do Corpo de Polica.
Maia e Silva & '.Encaminhe se, devendo os
supplicantes pagar o porte na Repartigo dos
Correios.
Padre Manoel Antonio Martina de Jess.-De
ferido, com officio de hoje a Thesouraria de Fa-
zenda.
Marcellino Santiago de Vasconcellos Leitio de
A Umquaujue.Enea mibale. deveiido_f.ex_aao.
:ia !*3Rw3o dos Cof%MM> comnetente-
MariaAugsta da Slveira.iniorme o insp
geral da Instru:go Publica.
Marcelliao Santiago de Vasconcellos Leito de
Albuquerque.Informe o director da Colonia Isa-
bel.
Maria Amancia Cesar de Souza.Selle e volte
quereodo.
Manoel de Medeiros.Deferido, com officio dp
hoje ao Thesouro do Estado.
Pedro Estellita Carneiro Lins.Encaminhe-se,
devendo o sopplicante pagar o respectivo porte
na Repartigo dos Correios.
Superintendente da estrada de ferro do Recife
ao S. Francisco.Informe o inspector de Tbesou
ro do Estado.
O mesmo.Informe o inspector do Thesouro do
Estado.
O mesmo. Informe o inspector do Thesouro
do Estado.
Thomaz Caldas Lins.-Aa inspector da Thesou-
raria de Fazenda, para informar.
Vic nte Besara Cavalcante. Ao commandante
do Corpo de Polica para informar.
Secretaria do governo do Estado de Per-
nambuco, 8 de Marco de 1890.
O porteiro,
H. M. da Suva.
DESPACHOS DA SKCBETABIA DO GOVERNO
DO B8TADO DE PERNAMBUCO, 7 DE MAR
CO DE 1890
Abaixo assignados. proprielarios e moradores
na freguezia de S.Jos de Belmonte.Ao Dr.
joiz de direito da comarca de Villa Bella para
informar, ouvindo o juiz municipal, o promotor
publico e a intendencia municipal.
AJexandre Agripino do Nsscimentc.-Ao in-
spector da Thesouraria de Faienda par*infor-
ujf\ _
. Padre Antonio Graciano de A-aujo Guanta
Deferido, cum officio de hoie Thesouraria de
Fazenda.
Major Antonio Pereira da Rocha.Iaforme o
cidado director geral das obras publicas.
Aff.nsu Bezerra Cavalcante. Informe o cida
do director gerai das obras publicas.
Camilla do Carino Torre*.-Deferido, com offi
c.o de boje ao Tnesouro do Estado.
Candida Menezes Druramood aa Cunha.In-
forme o inspector geral da iastrucglo publica
Candido Das e bacnarel Olympio de S e
Albuquerque-A* ommisso encarregada de
dar pare r sobre joulractos de eugeohos ceo-
traes, para provuenifar.
eomedes Brayner LosO retaerimento a
que allude o petieiooario, foi iudeterido a I do
correle mez
Tenente Florentino Cavalcante de Albuquer-
qut'.Iodeferido.
Repartigo da Polica
2.* seccSo.N. 54.Secretaria de po-
icia do Estado de Pernambuco, 8 de
Marco de 1890.
Cidado.Participo vos que foram hontem re-
cclbidos Casa de Detengo os individuos de
nomes Carolkjo de Araujo e Silva, Manoel Mar-
tos do Nascnlento. Jovina Francisca de Araojo,
Mara Umbelioa dos Santos Feitosa, Mara de
Oliveira, Francisca Maria da Conceigo, Maria do
Carmo e Joanna Rita do Rozario.
Commoaicoo-me o Dr. delegado do termo
de Olioda, que em data de nontem fez remessa
ao juizo competente do inqoerito policial proce-
dido coaira o radividoo conhecido por Jos Ba
tata pelo crime de espaocameolo e ferimeotos
praneados oa pessoa de Adelina Maria da Con-
ceig&o.
A' disposigao do Dr. juiz de direito do 2o di
8tricto criminal, foi recolhido hoje Casa de
i'eteago, de ordem do incansavel Dr. delegado
do 2# districto da capital, o leo Joaqom Pereira
la Silva Mattos, proounciado des le o anno de
1888 como incorso as penas do art. 257 do cod.
criminal.
Hontem. s 7 horas da noite e no logar Sa-
linas pertencente ao districto de Maranguape, os
individoos de nomes Estevo Pereira da Costa.
Paulioo Francisco Mariins e Julio Cavalcante de
Albuquerque travaram eutre st um conflicto, do
qual resultou sahirem os dona primeiros feridos
gravemente.
Os delinquente8 foram presos pelo subdele-
gado respectivo e reajettidos ao Dr. delegado do
termo de Olada, qoe abri o competeote raque-
rito.
No dia 3 do correte foi encontrado cm um
sitio do engenho Guloso, no termo da Escada, o
esqueleto de um humera de cor parda e estatu
ra regular, parecendo portuguez, segundo iofor
mages coludas pelo subdelegado do districto
de S. Jos d Boa-Esperanca, a um individuo de
oome Jos Lineral, coobecido por Jos Rangoso
o qoe oo anno passado assassmara com doze fa-
cadas depois de a desvirginar, a urna menor de
nove annos de idade, de nome Josepba e mora
dora no referido engenho.
Junto ao esqueleto foram encontrados 300 res
em cobre, urna espingarda e urna faca de ponta.
O subdelegado abri inquerito.
Entrabara em exercicio Joo Baptista dos
Santos, subdelegado do districto de S Joo dos
Pombos, do termo da Victoria, na qualidade de
2o sopplente.
Vicente de Paula Felicio dos Santos, delegado
do termo de Grvala
Manoel Jos Pinto, suddelegado da freguezia de
Surubim, no termo de Bom-Jardim.
Continuo a chamar a attengo das autori-
dades policiaes para o conteudo das seguintes
circolares expedidas por esta repartigo :
De 17 de Dezembro Ando, recommendando
que nfto consintam que seiam apprebendidas e
prohibidas quaesquer publicagoes diarias oo pe-
ridicos, oem perseguidos os seus distribuidores
ou vendedores, deveodo, nos casos excepcio
oaes oo abusivos, aguardar ordena expressas
desta cliefatura.
Da 22 do mesmo m-z recommendando que
tenham muito em attengo as disposiges dos
arts. 203 e 209 da le n. 1.129 das posturas mu-
nicipaes, empregando todas as diligencias ne
cessarias para apprehenso das armas defezas,
sendo os seus possuidores punidos rigorosamen-
te de accordo com a lei.
De 22 de Janeiro 1j correte auno, no sentido
de promoverem por todos os meios a re >reso
da vagabundagem. obrigaodo os vadios e vaga
bundos a terem urna profisso decentu e licita e
fazendo os que a isso nao se sujeitarem. a as-
signarem termo de bem viver para serem reco-
Ihidos cadeia no caso de infraego.
De 28 do mez cima, recommendando a maxi
ma brevidade na formago dos inquerilos poli-
ciaes, a que devem proceder, sempre que occor
rer qualquer facto delbtuoio-, ne deixando em
taes casos de efTeciuar o respectivo corpo de de
licto, sendo os ditos inqoerims remettidos ao
promotor publico por iotermedio do juiz crimi-
nal a quera competir coohecer da culpa, sempre
que 3e tratar de um crime em que caiha a acgo
publica, e mandando archival os quaodo se trata
de crime8 de aegao particular para serem entre
goes aos iateressados e para que sejam pagas as
custas.
De 31 anda de Janeiro, recommeadando que
provideociem no sentido i e serem os mendigos
e especialmente os egos recolhidos ao Asyle
de Mendicidade oa ootro qaalquer estabeleci-
mento a cargo da Sania Casa de Misericordia,
impedindo que ditos mendigos andera a es-
molar pelas ras e pontes desta capital, sal-
vo aqaelles que ferem portadores d um carto
fornecido por esta repartigo aos que se acha-
rem em condiges de implorar a caridade pu-
blica.
Da mesma data cima, recommendando a ap
prehenso de todos os menores encontrados em
abandono, alim de serem entregues aos juizes
de orphos para dar Ibes tutor e oceupago.
De 12, do mez de Fevereiro Ando, em ad-
diamento circular expedida em 22 de Ja-
neiro, chamando a attengo para diversas dis-
posigOes lo cdigo do processo acerca da vaga-
bundagsm e do modo de proceder contra os
mesmos
De 23 do referido mez de Fevereiro, recom-
mendandu aos delegados que absteoham o
mais possivel de intervir em assumptos de di-
reito privado, de immiscuirem-se em questoea de
trras, como abusivamente teem alguns pratica-
do, com queixa justa do paciente.
Da mesma data cima recommendando aos de-
legados, chefes do servigo policial em seus ter-
mos, que fagam seus subalternos entrarem em-
exercicio dos cargos respectivos, visto ser do con
curso de todos que de ve resultar vantagens para
o servigo.
Sade e fraternidade Ao marechal
os SneSod Oliveira, mui digno
.^iiaaflP^ilWSfiorio ^ 3t nambuco Chefe" de "p'olcia," Antonio
Antunes Ribas.
Thesouro do Estado de
Pernambnco
DESPACHOS DO DA 8 DE MARCO DE
1890
Officio do director da Escola Normal de 5 do
corrente, Ricardo Henrique da Silva e Fielden
Brothers.Informe o Dr. contador.
Argemiro Leodegario ds Senna Santos.Ao
cidado collector de Gamelleira para cumprir o
despacho da junta.
Joo Justiniano da Rjicha.-Haja visto o Dr.
procurador fiscal.
Ovidio Fernandes Rodrigaes Colbo. Regis-
tre se e fagam-se as devidas ootas.
J.. o Cordeiro Fonseca de Medeiros.Haja vis-
to o Dr. procarador fiscal.
RelagSo da divida activa da collectoria de Ga-
melleira, referente ao exercicio de 1889.A' sec-
gao do contencioso para os fins devidos.
Rita dos Santos Leal.Informe o Dr. conta-
dor.
Martiniano Ferreira de Maria e Silva.Ao ci-
dado porteiro.
Inspectora geral da Instrnccio
Publica do Estado de Pernam-
buco.
DESPACHOS DO DIA 8 DE MARCO DE
1890
Rita dos Santos Leal.Certifique.
Rita Francisca dos Anjos Chacn.De-
ferido, com officio ao Inspector do Thesouro.
Maria Francisca de Barros. Cumpra-
se, registre-se e marco o prazo de 20 das
para dentro delle entrar no goso da li-
cenca.
FI\A\(AS E COMMERGIO
O Banco dos Estados-Unidos do Brasil
iniciou no dia 24 de Fevereiro ultimo as
suas operagSes de conformidade com o de-
creto de 17 de Janeiro.
As notas do Banco sao de 200)5000 e de
50)5000 e fornecidas pelo Thesouro.
As primeiras sao estampadas com os
qualificativos do Banco com tinta encar-
nada e as segundas com tinta azul.
A sua emissiio foi bem acceita.
K'essa sua primeira sessao, que teve
lugar no mencionado dia, a directora do
Banco nomeou vice-presidente o Sr. BarSto
de Oliveira Castro e secretario o Dr.
Theodureto Sonto.
E sobre proposta do presidente, con-
selheiro Francisco de Paula Mayrink, foi
deliberado que o Banco desde logo se
preoecupasse com a grande questao do
desenvolvimento da lavoura dos cereaea
nos Estados que fazem parte da ciraum-
scripcSo do Banco, isto Minas-Geraes,
Rio de Janeiro, Espirito Santo, Paran e
Santa Catharina, tendo em vista principal-
mente acabar com a escacez dos genero
de primeira necessidade, que opprime to-
das as classes e especialmente as desfavo-
recidas dos meios de fortuna.
N'este sentido e para levar a effeito o
plano combinado foi resolvido nomear des-
de j seis commissSes, sendo duas para o
Estado de Minas e urna para cada um do
outros, com as respectivas instrucgSes.
*
Sobre o Clearing-House do Rio de Ja-
neiro, em reuniSo do dia 25 de Fevereiro
ultimo, sob a presidencia do Sr. conselhei-
ro Manoel Pinto de Souza Dantas, presi-
dente do Banco do Brazil, dos Srs. presi-
dentes dos bancos do Commercio, Com-
mercial do Rio de Janeiro, Industrial e
Mercantil, Del Credere, Unilo do Crdito,
Varegistas e Agrcola do Brasil, e geren-
tes do London & Brazihan, Braziliamsche
e English, foi apiesentado, discutido e
unanimente approvado o seguinte requeri-
mento :
N3o tendo o Cleaging-Housa preenchido
os fino para que foi creado, nSo pod indo
continuar sem que tenha um banco cen-
tral que se encarregue das liquidares, pro-
pomos a sua immediada liquidado.
t Rio de Janeiro, 25 de Fevereiro de
1890.Pelo Banco do Commercio, o di-
rector, Manoel Jos Soares.Pelo Ban-
co Del Credere, Jorge ConceicSo.
#
Acha-se em via de organisacJto na o-ipi-
tal federal urna companhia sob a denonu-



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* Diario de PernambucoDomingo 9 de Margo de 1890
.-.*
3o de Companhia Brazileira Commercio e
Agricultura, com o capital de 10.000:0005,
dividido em 20.000 acgoea de -5OOi5O0O
cada urna.
SSo iucorporadoras da Companhia os
Srs. S. P. da Silva Felizardo e J. B. de
Menezes Cabral.
A companhia tratara do commercio de
exportaclo e gneros do paix e de impor
tacSo, estabelecendo succursaes no estran-
geiro, as quaes manterSo exposigoes per-
manentes de productos nacionaes.
Far emprestamos lavoura, mandar
tt immigrantes por conta dos fazonddros
fornecer gneros de consumo e utensi
lios de lavoura aos lavradores, recebando
m pagamento caf ou ordem sobre essa
praca.
Prop3e se tambem, em caso de caresta,
fnsnarrT rri" de primeira neccsidade,
em deposito no seu estabelecimento, me
diante o lucro de 5 /e.
Os rendimentos tiscaes da capital fede-
ral em Fevereiro foram :
Alfandega :
De 1 a 28 5.099:2925163
Em igual periodo de 1889 5.286:1635156
Renda do Estado da Rio :
De 1 a 28
Em igual periodo de 1889
Recebedoria:
De 1 a 28
Em igual periodo de 1889
267:3255508
227:4885221
1.419:713*020
1.193:9045728
to melhor, para applicacSes medicas e
analyses ohimicas, alcancando muito melhor
prego e com pouco ou quasi nenhum
augmento de desposa na preparadlo.
A.nda nisto perde a fabrica mais um
poderoso elemento de suas rendas.
Pois a fabrica de Gaz e leos de Tau
bate uontm esta fonte de riquezas, e a
conten com as vantagens capases de as-
sombrar a ganancia de um Rothschild ou
de um Vanderbilt. Estivesse a fabrica na
America do Norte, na trra onde a ini-
ciativa e a intelligencia utilitarista do
yankee levou parede a actividade do
europeu,e j os grossos capitaes esta-
riam promptos para urna assombrosa mul-
tiplicagao por meio dos productos naturaes
do slo.
curam resurgir nao
contaminar uinaa a
para caminhar, mas para Dla manh, por ter sido chamado para os lados
sociedade que se regenera.. de Cainaragibe, qaaado tarde o orador dispu
l\i STKIAS E ARTES
Segundo noticia o Paiz, trabalha se
activamente para a prxima abertura da
exposigo, que deve realisar se nos sal5es
da Academia de Bellas Artes, concorren-
do a ella muitos dos nosso~ melhores ar-
tistas ; e, segundo se diz, quer em pintu-
ra, qu r em esculpiura, ha numerosos tra-
balii >s dignos de nota.
Desde alguns annos, acrescenta o mesmo
ollega, do cual trancrevemos o que se-
gu, nao se realisava em nossa capital
sma festa artstica desse genero, com pre-
acorogoar e que pareca proposito.dos g-
vernos suffocar a pou o e ponco.
A3 exposigoes artsticas e industria es
representara na vida moderna das nacSes
elemento importante para o progresso e
trazem immediatos e notaveis aproveita-
mentos, animando o trabalho, fomentando
a emulacao e mesmo satisfazendo at certo
ponto bem c-ibido amor proprio.
N'um meio artstico acanhado, como
nosso, que desenvolvimento, que nima-
fio so pode esperar dos talentos producto-
res, se elles nao encontram compenaagSo
alguma aos esforcos, nem pecuniaria nem
oralmente?
Para que consumir seis mezes,. um anno,
aois ou mais em esludos, em applicacSo
intellectual, produzindo emfi a urna obra
de arte, que consegue, quando muito, ser
exhibida n'uma casa de douradur, por
condescendencia ao a-tista, que a i com-
prou a moldura ?
E bem raro melhor resultado conseguem
os nossos artistas.
Difficilmente se encontram ns classes
abastadas da sociedade fluminense homens
ue so empenhem pela acquiaiglo de um
bom quadro, de urna esculptura, de urna
Abra de arte qualquer que ella seja ; e
esse, que o uuico premio positivo de
^uem trabalha, nao existindo, langa natu
ramente o desanimo aos que muitas vezes
83o rebeldes s desillusoes, e a con3e-
quencia tem sido que vemosos nossos
artistas forgados a consagrar o seu talento
aos trabalhos mercantis, urna vez que as
obras de arte nao Ibes dao iem a garan a
da subsistencia.
Nao eremos que seja notavel oertamen
essa primeira exposic&i de Bellas Artes
da Repnblica Brasileira ; mas, lancado o
incentivo, incontestavelmenteas exposigoes
que annualmsnte se succederera, mostrarao
os benefiaos resultados qua as arte3 irlo
olhendo, proporgao que, como conse-
quencia das demonstragSes publicas dasua
existencia, ellas forem g .nhando a con
viegao de que se libertam do abandono a
ue desde muito estavam condemnada3.
Nem se nos diga que impossivel man
ter exposigoes annua< 8 de Bellas Artes
pela falta de concurrentes e cunsequente
scassa.z de productos.
Se os oncurreatcs h-je conheaidos sao
em numero limitado, nao foraam elle3 a
totalidade dos artistas em eondgoes de
contribuir para 03 cc-tamens iniciados; :;
ontinuaglo das exposigoes, a certeza de
que e'las se.farao todos 03 annos, anima-
r3o e porao em 'uta de estimulo os talentos
3oe podem produzir trabalhos de arte e
emunstrarao o aproveitamento do tenta-
ran, para o Estado c para 03 artistas.
*
O fabrico do acido tulphurlco na Fa-
brica de Gaz e leos, em Taubat, feto
pelo systcma geral usado em quasi todas
as fabricas, isto pela corabustao do en-
xofre em presenga do azotato d sodio ou
do potissio.
Imagine se um grande forno quadran
guiar fechado, com urna vlvula de esca-
pamento, contendo o enxofre, que se
accende em um ou mais montes, alterna
do com vasos de azotato de aod o, tocados
por BU vez de um pouco de acido sulphu-
rico, para desenvolver vapores
az tico.
O enxofre incendiado, combinase com
o exygenio do ar, dando o gaz sulpiuroso
que, com o acido azotico, encaminha-se
para a vlvula de escapamento que, por
ua vez va desembocar no pavimento
de acido
superior
em cmaras de chumbo.

Estas cmaras contem vapor d jgua que.
ombinando-se com os productos vindos do
foraj d em resultado o acido sulphunco,
m primeira m3o, isto nao concen
arado.
Dah ello transprtalo para grandes
Tetortas de vidro, onde a acclo do fogo
.pea a concentragao, que attinge em seu
onaximo, segundo nos communicaraiu,
densidade, <.e 1,845, o que prova a ana
superi aridade, pois o mximo da do acido
ue se encontra no c immercio de 1,84'
u 66" do aremetro de Baurm.
Ora o acido fabricado em Taubat,
pesar de superior, como fioou demonstra-
do apenas de urna sorte ou fabncagao,
mando podia ser de dua BorteB, como se
fas na Europa ;a primeira inferior, im-
pura, para as industrias a groase e o con.
um geral; segunda, purificada, mui-
Refleics
(Diario de Noticias do Rio de Janeiro,)
O goveroo de um povo, em circunstancias
oormaes, exige tanta circumspeccao e prudencia.
que nunca sern demasiadas as cautelas tomadas
pelos representantes di auloridade publica, para
que seas actos nao paregim equvocos nem se
prestem a servir de armas de combate, as raaos
dos opposicionistas. Um ministro jamis perde-
r por ouvir as opinies dos varios grupos em
que se apoia, e em orientar se sexpre no que
julgar seraopiniao da maioria do paiz. pois que,
se assim, far.> face avidez de especulacdes no
liticas, guerra anti patritica dos interesses fe
ridos, m f com que os ambiciosos exploram
a falhas da administiagao. para, atravec d'ellas,
escalarem o poder que ambicionara.
Em p cas nermaes, quando o espirito publico
est calmo e bem orientado, a misso do governo
e to diffcil, que s os bomens excepcionaes de-
vem ambicionar esses postos, pois, como as
aguias, a invergadura das suas a'.as feita para
a tempestade.
N'uma poca, entfio, como a nossa, apoz urna
revolug j que mndau talo quanto existia, deu
orientuco diametralmente opposta poltica.
que ferio interesses formidaveis, que nao se re
signaro jamis de Ihes baver rebentado as
:uo essa bomba, deixando os enfraquecidos e
humilhados,todo o cuidado toaa a prudencia,
toda a conciliagao do governo s nogrjds elemen
tares de que elle nao ode alT.star-se, sem perigo
para as ideas que representa.
Em losar de primeira ordem, e como base da
astoridade moral do governo. todos cndor Inm
^ue est a harmona entre os ministros ea coat
naidade no systema administrativo. O governo
una entidade, que o povo deve ver sempre ro-
deada de prestigio, nao sendo licito enfraquecer
a um sem que todos os outros se resiotam d'essa
quebra de autorida le. Um mini-tro que sabe,
nao pode nem deve ter a sa administrago como
que exautorada por actos repetidos do seu suc-
cessor, porque para o povo o proprio governo
quem assim Ihe apparece desfazendo hqje o que
fez hontera, promulgeodo em certo prazo leis
contradictorias, deixando ver que nao ha lixidez
as resoluces e que, assim como se annulli
hoje o que se creou hontem, assim amanh se
a-inullar o que se est fazendo hoje.
Ninguem quer saber se o ministro A que
nao esta de accordo com o ministro B, e que por
isso vae revogando o que aquelle fez : o ira-i to
dos dizein que o governo republicano que se
i'ontradiz, que anda s cabegadas, e que nao sabe
ter orientago.
Sem duvida, cada ministro precisa ter pessoal
da sua confianga. e exercitar o seu modo de ver
sobre as varias quesee* que se apresentam. E'
preciso, porm, que tuja um exemplo absolutj.
em evitar as precipitages que po rcter de correc'ivo, de erratas, de um ministro
a nutro e al na mesma data.
Nestas columnas declar irnos ha ver sentido im
mensamente a sahida do Dr. Aristides Lobo, do
Ministerio do Interior, pois se outros cenlos nao
Ihe reconhecessemos, tinha, com cert>-za,ode ha-
ver dirigi.o es a pasta, e.-sencilmente poltica,
com inulta orientago republicana, como convi
nha s circumstancias. Dada, porm, a sua re-
tirada e mantendo-se ella na reserva patritica
em que tem sabido conservarse, novos ttulos
adquiri estima e venerago de todos 03 que
amara sua patria e querem-na ver feliz e respei
toda.
Com a mesma sinceridade com qu? procede-
mos a respeitj A'esa nosso amigo, voltarao nos,
cheios de esperangas e de animago, para o Dr.
Cesario Alvim, que trazia para o poler os dotes
de um estadista consummado e a grande exp-
rienda de algumas notaveis administrages. Te-
mos notado, porm, n'este llustre cidado, to
experimentado pela adversilade, alguma precipi-
tago, que nos enlloca a todos em situago difli
cil e que cria descontentamentos, que podem
tomar vultj e perturbar a marcha gloriosa da
Repblica, pois entre es velhos republicanos
que elles vibram com maior e mais viva iatensi
dade.
O Dr. Cesario Alvim um hornern insuspeiio
Ri-publica: deu-lhe tudo, antes d'ella se dse
nhar no horizonte como urna esperanga irami-
uente. JuUamos, pois, prestar um s^rvigo, t i
desinteressado quanto doloroso, a este Ilustre
amigo e patria, que prezamos. sobretudo, pre
vcntndo o contra a soffregaid&o de reformas, em
conflicto com a orientago que havia na Secreta
a do Interior, e qui os inimigos da Repblica
exploram, dando um carcter acintoso, que.
com certeza, nao o movel de nenhum d'esses
actos.
A harmona republicana o ideal que todos
de-emos ter em vista, sendo todupensavel que o
cultivemos com carinno e esmero, para gloria e
engraoiecimento da patria.
Os Lazaros do Imperio
(Paiz, do Rio de Janeiro)
Aproveitar o acervo do imperio por tiltragoes
cuidad jss eintel Urentes o trabalho mais va
lioso que tem boje o governo da repblica, que
nao velo segregar os brasileiros em campo os-
tia e irreconciliaveis, mas que tomou por misso
e por dever preparar os elementos regenerado
res da patria comiuuin.
A repblica deve fazer obra inversa do cx-go
verno imperial: corrigir os abusos, perseguir a
corrupgo e sanear a sociedade.
Nio ie-n outra justiliiagi ante o povo e pe
ranie a historia o seu feliz advento.
0 que fez o derradeir.i reinado ?
Em 1840 o Sr. D. Pedro II ainda infante, pro
clamado maior pela revolucao. porque a origem
do seu governo foi urna revclugo lambein, as-
sumindo a governago que devia conservar po:
49 annos, en-ontrn um povo de pi'.riotas cheios
de dedicagio e de desiuteresse ; urna socioiaJe
vivida, honesta; urna nagao em que as virtudes
ivicas eram vulgares e os vicias, excepgds-*
odiosas desprezadas
Teve ao redor de st os hemens e os estadista?
de-s; periodo homrico da nossa bisioia, qa;
se chama aminoridade.
Aproveilou se desses homens e estragou os
um por um.
Os cesares ue outros lempos, lembrou um pu
bheista notavel, governaram cadveres vivos,
elle governou vivos cadveres.
Os costumes polticos foram se corrompendo.
as virtudes perseguidas come delictos fugiam
dos comicios da naco, e a senha e a norma era
agradar ao principe, cuja vontacte fazia lei:
esfez-se a f pelos priacipios na obediencia
vontad? do soberana.
O imperio eslava morto pela absorpeo dos
seus vicios antes.que a repblica fos3e procla-
mada pela revolugo.
Essa recordago das dolorosas paginas da
nossa historia contempornea nao impiedoso
desacato ao anciio qne nenhum mal mais pode
fazer e que o fez raaitas vezes por errada ^oa-
viccao de um bem.
Kecordbmos o que foi a obra social do impe
rio como ligo e como aviso repblica.
0 que dever fila aproreitar do eEpolio pol-
tico do imperio?
Deesa decomposigao o que pode .duDar a ar-
vore vrente da liberdade t
Occnpe a republ ca na obra ^a reorganisagao
da patria a experiencia dos negocios que. tenham
os polticos menos carcomidos do periodo impe
rial, mas affasle providente os lazaros que pro
Nao se fax oura nova e pvrleita coaMtt|ria
gasto e apodrecido.
Que ligo o povo tirara da repblica que cha-
masse os homens mal famados do imperio para
collaborar na obra qne nio pode ser feita por
maos impuras ?
A selecgo dos certezos que foram de Sua
Magestade, tarefa que se unpoe ao patritico
governo provisorio, a que sobram Uno e saber
para executal-a era bem do Hrazil.
A repblica tem de promover a edacacSo cvi-
ca do aovo e nao com os raaos ekem ilos do
redimen mooarchico, exaltando ot ralas e re
baixando os bons. que ella se far. j
Nunca, mais do que boje, a seteridade do
comportamento na vida publica se impe aos ci-
da.los e com mais razio aos governantes.
E' preciso que se acabe com o srstem de
procurar como m recimenlo escolla para as
funeges pablicas, a malleabilidade das consci-
encias, os precedentes do trauco ge todos os
principios e os da apostasia de toss c-^4bcas
Os republicanos tm erande respoMMUipa<'e
perante a nago e nao devem esqnecer-se de
que os males "oataminados repblica pelo vi
rus monarebico, sero attribuidos propria re-
publica e incapacidade de seos directores.
Continuar os costumes imperialistas na repn
blica 6 vicio peior do qus o da propria monar
cha.
ASSOCIAgOES
Associaco Medlco-Pharmacea-
tica Pernambucana
Acta da sessSo de 27 de Fevereiro de 1899
Presidente -Dr. Velloso.
I." secretario -Dr. Curio.
Aos 27 de Fevereiro de 1890, s 7 horas da
noite. na sede desta associagao, ra do Raro
da Victoria n. 45, achando-se presente numiro
legal o Sr. Dr. presidente abri a sessao.
O Sr. D / 1 secretario fez a leitura da acta
da sesso antecedente e nao havendo quem sobre
ella pedisse a palavra, aassou se votago sendo
unnimemente approvada.
Nao houve expedieute.
O Dr. secretario communica que o Sr. Dr So-
lano Martin pedio escusa do cargo de amanuen-
se por nio poder exercel-o em vista dos seus
affazeres e agradeca o bom acolhimento tido du
raute o ea exercicio. Fazendo esta communi
cacao senta ticar sem to intelligente e activo
auxiliar e prope para substituil o o Sr. Adolpho
Curio de Carvalho que foi aceito.
Passando se s communi^ag.-s, pedio a pa-
lavra o Sr. Dr Joaquim Loureiro que disse : Os
collegas derero estar informados dos tristes boa-
tos tspalhados pelas pubiicagoes fettiw^u fo
Ihas de segunda e terga-feira o'estat mana, do
laraentavel facto de Vicente Teixeir Coimbra
em cuja terminago funesta queriam ue elle fi
gurasse como protogonista, quanlo em poda
representar de comparsa.
O orador vem informar sociedada este caso
clnico, fazendo urna exposigo cjrtpleta da
molestia, do seu tratamento e do occ< rido, pe
diodo com instancia que emittam com I anqueza,
em nome do juramento solemne que t em feito,
seus juizos soore o seu proceder como mlico
Cibeceira do doente em questo, e, se racontra-
rera alguma falta, apontem n'a, interp llen-n'o.
pois esta disposto a dar todos os esclaropimentos,
visto como do juizo dos collegas quejquer de
peuder e em queso de medicinacetros nao
devem ser os ju zes.
Em 5 de Fevereiro foi chamado putt ver Vi-
cente Teixeira Coimbra, de quem erapaedico e
que se acnava no leito hu <-er :a de lies das e
apresjntava o seguint-.: dr, rubefa gao e li
geira inliltrgo do tecido cellular si icutaneo
dos escrotos ; estes symptoraas locaes "eunidos
febre de 39" e mais os synptoraas ge 3s fize
iam-n'0 diagnosticar urna uiysipela mo istia ha
bilual do doente. Havendo um estado saburra!
franco o orador receitou : 125 grammas le senne
tartarisada e. urna pomada de belladona kampho
rada; infor nado pelo doente que lame a fe
bre augmentava, diminuindo pela manhl, recei
(ou mais: 8 cachis de antipyrina cm meia
gramma cada um e 9 com Ires decigammas
cada u n de bromhydrato de quioino, pan lmur
dos primeiros um de hora em hora atUuatro
quando a febre etivesse alta; e os segundos
para tomar um de tres em tres horas, quando a
febre estivesse baixa.
No dia 7 o estado saburral tinha melhorado, a
febre eslava tarde era 38' e 5 decimos; pre-
screveu a mesma indicago, menos o purgativo,
substituindo a pomada de belladona por certo
de Saturno, certo opiado e oleo de meiraendro
Na dia 9 mar;ava o thermometro tarde 33
continnando os symptomas geraes sem alierago
para mais.
Neste dia suspendeu o uso dos cachets de an
tipyrina, insisti nos de quinino e receitou a se
gmiiie pogo para tomar s colheres osa de
sopa de hora em hora : liydrolato de tilii 20J
grammas, tintura ingleza de ago 2 grammas,
untura de carnicula 8 gottas, antipyrina 3 irrara-
mas e xaiope de flores de laranja 50 grammas.
No dia 11, indo tudo melhor, insisti na mesma
indicago, tendo apeoas o doente se queixado do
ai i i estado da bocea e do estomago depois que
cemegara a usar da tintara de ago ; explicou
esta adstringencia pelo mo gosto da Untura
le ago, dando-lile depois urna colher do remedio
e aconselhando que espagasse para de duas em
duas huras.
No dia 14 estaado o doente em temparatura
normal, o ligado meaor sm volurae, suspenden
o quiaino e tambem porque odoentesequeixava
do estomago e da bacca, cuja agua*e toda mu
cosa estav^ rubra e discamada. fazendo ver que
isto era devido a eer elle dyspeptico, ter do
febre e Lito uso do quinino.
A' vista disto o orador mandoa espigar para
d tres em trej horas a pa;o. cujos effeitos
tiara erysipela eram boas, e receitou vinho de
quina Laroche para tomar tres copinhos por dia
o aconselhou o uso de gargarejoscom brax, que
deixou de receitar porque o doente tiaha em
ca?a, explicando como devia fazer.
Foi ueste da que o procurou o Sr. Jos Tei-
teira Coimbra e pedio, allegando motivos part-
julares justos, que receitasse um desrafe liante
para ser appticado nos cantos da casa e em cer-
los vasos ; concordando receitou por occasio
Ja visita, explicando como deviam fazer uso do
remedio.
Nj dia 17, o doeate que se acnava na ra dos
Pires, foi removido para Torre, estava sentado
aa sala, era normal a temperatura, e apenas
queixava-se da pogo, que suspeadeu, raaadaa-
no fazer uso da magnesia fluida de Murray, agua
ae louro enreja, tintura de camomilla e xarope
: flores de laranja, devendo coulionar com o
viuuo tonieo. v
No da 18, urna pessoa da familia procurou ao
orador, e disse que lendo o patrao do doente pe-
dido ao seu medico D \ Raymuudo Bandeira para
ei seu empregado, este collega disse que s ira
em conferencia com o orador, a qual teve lu^ar
lio Ju seguate pela maulla.
Expondo ao colleja todos os symptomas apr-
senla ios., o diaguosuco e o tratamento at aquel-
la dula, elle concordou com tudo, depois de ter
examinado minuciosamente inclusive a bocc,
mandoa coatrauar com o mesma tratamento em
aso, lembrando a subsliiuico do viuhj de quina
Laroche pelo de quina e caroe de Silva Araujo,
com25 milligrammas de arseniato de soda para
ser dado tres colheres das de sopa por dia. e re-
commendou ao doente que engolisse um pouco
de ^argarejo com brax
No du 20 a erysipela eslava uofim de sua re-
soiugao,' a temporatura era normal, o appetite
unliu dimiuuido, coascrv*ndo-sc alada a (ragua
e a boca rubras.
Insisti o orador ao mesmo cerio, ao garga-
rejo com acido brico, e atlnbuindo o estado da
liugua acidez do" sueco gstrico receitoubi-
oaroouato de soda com magnesia fldida de Mur-
ray, tintura de nox vmica e xaropy de fljres
de urauja para tomar de duas em duas horas.
No dia 21, teudo o doeate vomitado os alimen-
tos, o Dr. Raytnunio Bandeira consultado na
occasio, raanuou fazer uso do gelo e uontiouir
com os remedios.
No dia 22. sentinase o doente abatido, j
pelos vmitos, j pelo apparecimento da diar-
iba, suspendeu a magnesia com bicarbonato de
soda, e receitou chloraio de*potassa em papis
de meia gramma para usar dos por da em
gargarejos, podeudo engur um pouco.
A dieta foi a principio, de mngaos e caldos,
depois sopas, cha, torradas, leite e carne a-
No dia SM, nao tendo podido ir ver o doente
nha se a vel o, rcebeeo pelo teleplwae, aviso
communica ido a morle.
No dia 24. quando om parate foi buscar o
cer ificado de bito, o orador permatou Ihe pe-
los symptomas apresentados antes de fallecer, e
sendo informado do apparecimento de calafrio,
suores profusos e muila prostragao. disseum
accesso pernici so s)breveio, c-usando amorte
ao doente, e neste sentido pissou o attestado.
Insistindo pelo juizo dos collegas s bre este
caso, o orador entra em algumas coasiderages
sobre os factos espalhidos.
Por um recado do Dr. Riymuodo Bandeira.
que precisava fallar Ihe, procurou o s 2 1]2
quando sabio do consultorio, ignorando o que
havia, e scientilica lo do que corra a seu res
peito, defendeu se da axusago injusta de que
era victima, tranquilizando o de que nao ha-
via receitado acido phenico para o doente, e aun
a pedido de pessoa da familia para uso domes-
tico ; em seguida procurou o coronel Augusto
Octaviano. patrp do fallecido, fazenlo Ibe ver o
reflexos, assim como de toda e qualquer secre-
gao; forgoso insistir sobre a ausencia do vo-
mito como caracterstica do eovenenamento pelo
acido phenico iatroduzido par vid gstrica, nao
s pelos motivos expostos, como pelo contraste
qne se nota quando o envenenamento se d por
iahaiaco ou por aosorpcio subcutnea, caso em
do que dispe o artigo 23 dos nossos estatutos,
vem apresentar-ves o resaltado de sua misso.
A ommisso, examinando a escripta da em-
presa e os documentos que autbeniicam, folga
dizer-vos que tudo acbou na melnor ordem a
exactidio.
Do balango do anno social nado em 31 de Dt-
que sempre se tem ootado vmitos e nauseas;' zembro passado, consta que a estrada deu urna
4' porque depois da absorpgo de quantidade renda de 10:874560, e houve mais urna renda
massig* de acido phenico as orinas se apresen-
tam negras, o que leria necessariamente desper-
tado a atteogo da familia, se se tivesse dado.
5 porque sufficiente para produzir envenena-
memo urna dse de tres a quatro grammas to-
mada por via gstrica; ora, sendo a formula
empregada alcool 150 grammas, acido phenico
25 grammascada colher das de sopa coate-
ria cerca de 2 1/2 grammas de acido phenico e
portan to bastaram duas colheres para ter pro
vocado immediata intoxicago, se o doeate tives-
se podido resistir violenta corroso da primei-
ra, o que absurdo admitlir; 6", linalmenle,
porque oo foi observado nenhum outra pheao
meno geral proprio do enveneaameato pelo aci-
quo hara ; desos, dirigio-se>srH Jos Teixeira Coimbra, irmio do fallecido, na
ra Nova, quando em camioho encon'ron o Dr.
Enygdio Montenegro que, no dizer da Gazela da
Tarde, havia corroborado com sua palavra os
boatos espalhados, e eslava aguardando infor-
mages, com a receita em seu poder; a este col-
lega pedio que Ihe acoaipanhasse, no que acce-
deu, atea casa do Sr. Jos Coimbra, e abi che
gando, interpellou a e-te sobre o pedido que Ihe
lizera de um desrafectante para casa de seu ir-
mio, tendo em resposta ser exacto o pedido que
zira do desinfectante, e que o orador nao havia
receitado acide phenico para seu irrao. Depois
coavidou o Sr. Jos Coimbra a ir cora elle orador
polica fazer a mesma declarago, o que foi Cai-
to em presenga do Dr. chefe de polio..i. e dah
segua para o cemiterio, onde deviam achar se
os parentes e amigos mais ntimos do fallecido,
aos quaes, emquaoio se espera va pelos mdicos
da polica, dirigi a palavra, fazendo-lbes ver,
com o testemunho do irmo do mor o, que o
acido phenico nao era para o doente, e situ que
o havia receitado a pedido e para usa particu-
lar, e que em taes condiges o orador oo poda
ser responsavel por aquiilo que nao tioba feito,
que nao teria a coragem de ir all em momento
de tanto respeito afrontando Ihes a dr e o jus-
to pezar que os a *abrunhava, se elle orador se
julgasse culpado, se tivesse deixado urna s pro-
va por menor que fosse de sua culpabilidade.
Insisti pela autopsia que alguos p-rentes jal-
rain ento desnecess irla, pedindo ao Or. d-le
gado que abrisse ioquerito do facto, porque nao
Ihe couvioha perder ero poacos momelos, sem
ter dado motivo, aquillo qu em muito airaos ti
nha procurado conseguir a cusa de muilo tra-
balho. esforgo e dedicagao.
U orados ajudou aos collegas da polica a por
a deseoberto os rgos e quaudo estes comeg
ram a fazer suas notas e tirar as pegas necessa-
rias para exame posterior, retirou-se para oo
parecer aos que estavara presentes que quera
fazer iusinuages e tirar aos collegas a liberdade
de proceder.
Da autopsia apeoas o orador pode dizer que o
ligado estava augmeotado de volume por ter
vista, e nada mais por nao ter procurado os m-
dicos encarregados do exame.
A familia al a vesper do fallecimento nunca
fallou-lhe em acido phenico, aera se Ibe raostrra
descoufiada dos remedios applicados e se o fez
no da do fallecimento ao Dr. Emygdio Monte-
negro chamado paucos mmenlos antes devia
ter este collega verificado, investigando minu-
co3;imenteeinquiriPdo duas, tres eraais pessoas
que podessera Ine informar exactamente, pois os
doeotes costumara muitas vezes attribuir aos
remedios aquillo que pertence molestia.
Mis, o Dr. Emygdio Montenegro acceitou logo
a desconlianga da f nnilia e sem calma, sem re
flexao e prudencia que deve er o medico clnico,
upodera-se da receita, saneciona o envenena
ment. raosTa a diversas pessoas a receita de
um medico que tioha envenenado um pai de
familia, autorisa a espalhar boatos dilLmitorios
h depois li;a raudo e quedo sem contestar a no
ticia dada pela Gazeta da Tarde firmada em sua
palavra, caso aada tivesse autorisado, quando
exiga a sua dignidade protusioaal que viesse
justificar ou aecusar com provas.
O hornera e principalmente o medico que nao
liviano e tem zelo em seus crditos e em sua
reputago. s espalna boatos de to grande gra
vi dade e esponsabilidade, quando tem plena
certeza, e mais que isso quando tem as provas
indestructiveis da aecusago.
Foi informado peo Sr. coronel Augusto Octa-
viano de que a familia all nava nao ter dado
acido phenico ao doente. tendo o consumido toda
como desinfectante e em taes condiges tendo o
Dr. Emygdio Mantenegro visto jas receitas e se
apoderado da de acido phenico e corroborada
com sna palavra os boatos espalhado), sea au
topsia revelar leses proprias do eoveoenamento
pelo acido phenico, lica provado que este reme-
dio foi ento dado inconsciente nao pelo medico,
cootribuiado o collega para augmentar aalfigo
da familia com oeogano que teve lugar, licaaio
tambera mal enllocado por ter querido dilatar
um collega sem ter provas para isto ; se a auto-
psia oo revelar leses proprias do enveneaa
meoto lica provado que o doeote oo tomou aci
do phenico e o colltga tido como leviano e irre-
fieciido, qualidades prejudiciaes ao mlico cli
nicc
Na Gazela da Tarde sahio na terga feira IB)
uraa pergunta frita ao orador por um medico,
segundo fora informado, o qual insina ser erro
ou asneira dizer-se xarope de flor de laranja
esquecendo-sede que o uso sslabelece certas
norma* de que geral mente nos servimos quando
nao queira aceitar o sentido figurado a fructa
pela arvore.
Alm disso e3se collega mostra se pouco do
era materia de medicina, seno teria visto no
trabalho de febres do Dr. Torres Hornera, obser-
vagao 21, pag. 95, a seguinte formula ; agua
acidulada com acido sulfarico, sulfato de quini-
no, tintura de almiscar, tintura de belladona, e
xarope de flores de laranja.
0 Dr. Antonio Vieira Lopes, distincto medico
cirurgio deLisboi traduzindo a obra de Con-
statiu Guillaume O medico de casa- di, tra-
tando da bronebite aguda, a seguinte formula :
iofaso de herva terrestre, extracto thebaico,
Komma amoniaca, gemma d'ovo e xarope de
fljres de laranja.
Ja se v pois, que nao erro dizer-se xarope
de floies de laranja.
0 orador faz aqu esta declarago porque a
pergunta foi feitaa em aoonymo e s est dispos-
to a responder a quem assumir a responsabili-
dade do que disser ou escrever
Pedio a palavra o Sr. Dr. Malaquias que disse :
louvar ao collega que acabou de fazer acommu-
nicago, pela fraoquvza com que a fez e por ter
viudo procurar aqu na Associagao justifrar se
de aecusages iofundadas relativamente a factos
de sua clnica.
Acha que o facto dioico em si nao tem a me-
nor iraportaucia, por isso que 6 facto clnico com-
mum de erysipeia infecciosa terminando com a
morte.
A dose do acide pheoico da re:eita em questo,
o modo parque falleceu o doeote, tudo faz con
que se possa aflirmar que o doente nao beben
acido phenico e assim manda mesa a segme
mogio :
Felicitaodo o nosso collega o Dr. Liu-
reiro pela sua completa e inteira defeza pas-
semos a tratar de outro assumpto. Recife
27 de Fevereiro de 1890. Dr. Malaquias. ,
a qual, sendo posta em discusso, o Sr. Dr.
Caroeiro da Cuaba pede a palivra e diz : que
apoiava a proposta do Sr. Dr. Malaquias.
mas diria os motivos que acta am em seu
espirito para nao admittir sequer a hypothe-
se de envenenamento pelo acido phenico e pas-
sou a enumralos do seguinte modo : Io a dse
comida na solugo alcoolica aviada 160 vezes
maior do que a dse mxima que pode ser era
pregada intern mente, portanto devera ter obra-
do maneira dos venenos corrosivos, provocan
do .lores alarmantes e cauterisago profunda da
mucosa da bocea, pharinge, esophaga, estomago
e jejunum, o que nao se deu; 2 a fragua e todo
o interior da bacca devenam apresentar se es-
branqugado3, deixando descollar ?e a mucosa
sob a forma de e3phacelo3 brancos ao menor
contracto, emquanto que houve sempre rubefac
eo; 3o o doente queixoo-se de vmitos e gas-
tralgia contra os quaes foi pres:ripla a magne-
sia fluida, ao passo que se hoavera ingesto de
acido phenico em tal dse, os vmitos seriara
impossiveis de prodazir-se, quer espontanea
mente, quer provocados pelo* emticos, pelo fa-
cto da distrnigo completa dos filetes nervosos
que terminara na mucosa gstrica produzindo
aneslhesia e aboligo dos pontos de origem dos
convulses chronicas, e por tlm a paralysia e a
morte precedida ou nao de coma.
a' vista destas consi lerages opina que a
morte se deu por effeito da infec;o erysipelato
sa que tomou urna f arma perniciosa, e para com
pleto esclarecimento do casa enva mesa a se-
guinte indicago:
Deprehendendo se da exposigo feita pelo
Dr. Loureiro e da discusso subsequeotc que
nio houve envenenamento pelo acido phenico no
caso clnico por elle referido, iadico que seja
requerida certida do auto da autopsia pratica
la no cadver do doente em questo para com-
pleto esclarecimento do caso clnico.Dr. Car-
neiro da Cunha.
Pede a palavra o Sr. Dr. Cosme de S Pereira
e diz : que pela exposigo f ta pelo collega Sr.
Dr. Loureiro, podia se aflirmar que o do nt- em
questo uo tinba signaes de envenenameuto
pelo acido penico; emquanto maga apresen
t ida pelo Sr. Dr. Malaquias, acha justa a primei-
ra parte, isto que o collega Dr. Laureiro pela
sua exposigo justilica-se das aecusages que
diz serem Ihe ati.-adas e que digno de louvor
por ter trazido esse facto com tamanha franque
za ao conhecimento da Associagao. Porm, en
(ende o orador que deve se aguardar a votago
da mogo para depois do conhecimento da auto
psia que foi feita pela polica.
0 Sr. i>r. Malaquias diz : que a quem aecusa
compete a prova. Accusam ao nosso collega
Sr. Dr. Loureiro, de ter cancorrido pira a morte
d um doente com nraa receita de acido pheni-
co. Est provado que elle nio passou tai recei-
ta para uso do doente e sim para lira diverso;
mesmo julga o orador que nunca poderiamos
ser julgados como clnicos por urna simples re
ceita. Ficou, pois, plenamente provado que a
aecusago foi sem base. Aim disso, a historia
dioica do doente demonstra perfeitaraente que
os symptomas observados, loage de serem os
do envenenamento pelo acido ph mico, sao de
urna erysipela infecciosa, terminando com a
morte, ery-ipela que era complicada de pheno
raenoj gasticos iutestiuaes, facto dioico esse
coinrautn na clnica desta cidade, onde j ti ve-
mos occasio de perder essa inesraa molestia
dous collegas, o Srs. Drs. Pereira do Carrao e Mi
iiuro. 03 quaes foram rigorosameote observados e
medicados com assiduidade por todos os seus col-
legas que os cercavam. Nao se podendo anda
adm.ttir que o doeate teoha feito uso do acido
pheoico em umi dse to elevada, por isso que
oo apreseatou elle a d alarmante que devia
produzir em seguida ao uso do medicamento e
a falta de todas os outros symptomas.
Fica assin justificada e julgado o nosso colle-
ga Sr. Dr. Loureiro como victima de uraa acu
sa(ao calumniosa, competindo a nossa sociedade
destruil a era defeza da classe que um de seus
lins e pois insiste pea mogo que apresentou.
Pedio a palavra o Sr. Dr. Loureiro e diz: que
aceitou os boatos espamadoa como verdadeiros,
j porque havia aa casa da familia acido pheoi-
co, ji porque os reuiedios se pareciam em cor,
procuraodo tio someate tirar de si toda a res-
ponsabnidade com as declarages que fez du
seu proceder; se naquella occasio procurarse
uegar o facto diriam qua quera elle orador ea-
cob il-o; agora que esta liquidada a questo -a
da sua nao responsabilidale, aceita as coaside
rages que os collegas fizeram no sentido de ve
riticar se se houve ou nao envenenamento.
0 Sr. Dr. Ermirio Cratinho pede a palavra
pela ordem e diz : que nao vem fazer observa
ges sobre a mogo apresenlada nem sobre a
communicago do Sr. Dr. Loureiro, pois que o
considera plenamente justificado e sim vem re-
querer para que seja a votago da mogooarai-
aalafira de ter mais forga.
O Sr. Dr msme de S Pereira, usando tambera
da palavra pela ordena, faz algumas considera
ges sobre o modo de proceder-se votago da
mogo.
O Sr. Dr. prejideoie coasoltaado a casa sobre
o requenmento do Sr. Dr. Ermir.o Coutinbo foi
elle approvado.
Passou se a votar nomiaaimente a .seguinte
mogo:
Felicitando o nosso collega o Dr. Loureiro
pela sua completa e intira defeza passemos a
tratar de outro assumpto.
. Recife, 27 de Fevereiro de 1890.-Dr. Hila-
quias.
Responderam sim os Srs. Drs. Velloso. Cuno,
Ermirio Coutinho, Barros Sobrinho, Carneiro da
Cunha, pbarmaceuticos Sabino e Joo Facundo e
o Sr. Dr. Cosme de S Pereira-simcom a sub-
stiluigo, porm, da palavra defezaporexpli-
cago.
Pissano-se a votar a indicago do Sr. Dr.
Carneiro da Cunha : .
Deprehendendo-se da exposigo feita pelo
Br Loureiro e da discusso subsequente que
nao houve enveueoameoto pelo acido pheoico no
caso chimico por elle referido, iodico que seja
requerida certido do auto (*a autopsia pralicada
oo cadver do doeate em questo para completo
esclarecimcuto do caso clnico. Dr. Carneiro da
Cunha.
Foi ella unnimemente approvada.
Estando a hora adiantada o Sr. Dr. presidente
marca para ordem do dia da sesso seguinte a
marcada para a presente sesso e levanta os tra-
balhos.
o acti-
deDe-
Kmprcza da estrada de ferro de
Rihclro a Bonito
Balango das contas que constituem
vo e passivo da empreza, em 31
zembro de 1889.
Activo
Construcgo da estrada
Material fixo
Dito rodante
Obras d'arte
Utensilios da ferro-via
ovis do escriptorio
Acciooistas por entrar
Caixa : dinbeiro
Depsitos em caugo
Gombustivel
Passivo
Bara de Se-inhem c/c
Coronel Jos Bellarmrao Pereira
Mdlo, dem
Banco do Brasil, canges
Gru3omverfc
Diversas contas
Livraraeolo 4 C.
Amtonio Duarte Machado c/c
Diversos credores
Letras a pagar
Depsitos dos directores
Capi al subscripto
Subvengo da provincia
Lucros e perdas, comaissas
de
324-032630
H6.2W66'
66-626 900
27050Sd30
2.139* 1580
2303500
700l)O
3794250
80 oOOOOll
4644360
618 37014:0
22.3574700
17 0474760
R6.3i0000
10.1844253
1 8994000
2.8704000
3 0884280
1 0304'
58.273430
15.0004000
233 0004000
171.0474900
20 2304001
618.3704410
de differeagas de cambio de 8174560; sendo
percurso la estrada apenas de tres leguas, parece
lisoageiro, para o primeiro anno do trafego, esss
resaltado.
At 31 de Dezembro tem sido dispendido em
construcgo da estrada 324:0324630, em materia
fixo 116:2264660, em material rodante........
66:6264900, e em obras d'arte 27:0504330, at
todo 533:9364520.
Nao tem, at a presente data, conseguido a di-
rectora que o governo mande dar a garanta da
juros concedida a esta empresa pela lei n. 333C
de 24 de Naverabro de 1888. e digamos sem rt-
bugo, o nosso governo sempre de m von-
tade que concede para este Estado qualquer
cousa que deile dependa, esquecendo que
E3tado do norte que mais concorre par^a ri-
queza da nago e que a construcgo desta via
frrea deseovoiveudo a riqueza agrcola daquella
zona trar para o paiz iocalculaveis lacros. *
A commissa julga ser de toda a coaveoieucia
que fique deliberado pela assemblados Srs-
acciomstis, que os trechos da estrada a cons-
truir por empreitadas, sejam por meio de con-
currencia adjudicados a quem melhor vantagem
offerecer.
Tambem opina a commisso que seja elevad
o capital social a 1.200:0004000 por estar pro-
vado ser lnsufficientissimo o prmiitivo capital d
600:0004000, reduzido a 235:0004000, que repre-
senta actualmente.
Conclue a commisso por opinar que as con-
tas do anno lindo raerecerase- approvadas.
lecife,5 de Margo de 1890.
Srbastido Lopes Guimarues.
Graciliano Octavio da Cruz Hartiiu.
Joaquim Utinto Bastos.
REVISTA DIARIA

S.E. & O. ..
Jos Bdlarmiuo Pereira de Mello,
gerente.
Sra.
rao a
accionistas da estrada de ferro de Ribei-
Bonito. A commisso fiscal emvirtude
Companhiadecaiallaria Consta noi
que, no dia 14 do corrate mez, embarcar n
paquete nacional, esperado do norte, a compa-
nhia de cavallaria,que at agora esleve neste Es-
tado a qual recolhe (Zapita! Federal por ordena
superior, e naconforraidade do deareto que reor-
ganisou o exercito e distribuio a forga publica
pelos Estados.
(iuarda cvica -A secretaria da polica
declara, em edita! publicado na respectiva sec-
go, que os engajamentos de pragas para a guar-
da cvica s se effectnaro alii nos sabbados 1
hora da tarie, apresentanda se os interessados
cora suas petigoes devidameute documentadas.
Corpo tu- polica O con:manante d'esse
corno publicau hontem a seguinte ordem d
da:
Cnmmando do corpo de policia, em Pernam-
bu-o. 8.de Marga de 1890 Ordem do dia n. 2.
Tendo sido hoje exonerado, a ped lo, do lugar
de capito-ajudante o distiacto al'eres do 2o ba-
talho de infamara Antonio Valerio dos Santos
Neves, determino que seja excluido do estad
pffeclivo da Ia companhia. Os servigos que pres-
trou n'este corpa esto cima dos elogios, que
posso fazer, por encontraren! a devida recom-
pensa na considerago e confianga. que merece,
dos seus superiores O modo airoso com que
deserapenha as commisses que Ihe tem sido con-
fiadas, d a medida exacta dos merecimentos
que exornara o seu brioso carcter. Conhecend
o alteres Neves ha longos annos, cumpro um de-
ver de consciencia fazendo Ihe inteira justiga.
(Assignado). Antonio Francisco da Costa,
coronel coraraandant--.
Tbeatro Manta lzabel A empreza
dramtica Domingos Braga d, hoje, no Theatr
Santa Izabei, ura espectculo, cujo producto ser
upplicado 4 defeza de Portugal, cuja colonia
neste Estado offerecido e dedicado o mesm
espe tcalo.
Ser representa Jo o drama 29 ou Honra e Glt-
ria, do autor portuguez Jos Romano.
Deaois do espectculo haver bonds para todas
as liohas.
Atienden lo ao fim patritico que se destina
o producto do espectculo, de crer que oThea-
tro Sinta habel regurgite naje de espectadores.
Monte Pi Portuguez Bu assembla
geral os socios deste instituto renen! se. hoje,
s 4 roras da tarde, no Gabinete Portuguez de
Leitura, para tomarem conhecimento do rela-
torio e contas do anno lindo, e elegerem a aova
directora.
Becrealiva t iminrida-Tambera se
reunem hoje, s 4 horas da tarde, os membros
da Sociedade Recreativa Commercial. na respe-
ctiva sede para eleigo de tres fuocciouari03 da
respectiva directora.
Mui'bln'Mta* de barcos a vapor-
Ha hoje pelas 4 boras da tarde, ni predio n
a ra de Brrelo de Menezes, uraa reunio d'es-
ses machinistas, para tr.larera de negocios que
intere am classe.
Club Martimo Pernambucano-Ne
dia 4 do corrente procedendo esse Ciub a elei-
go de sua directora, ficou esta composta dos
seguintes senhores :
PresidenteAlfredo Luiz das Chagas.
SecretarioJoo da Silva S. Judior.
ThesoureiroAffraso da Silva Santos.
ProcuradorJos Joaquim Alves d'Araujo.
FiscalArthur da Silva Santas.
Almanaque de la IIluNtration 9
Sr. Manoel Ferreira Leite, agente neste Estado,
teve a gentileza de offerecer-003 um exemplar
desse Almaaack para o corrate anno.
Escripto por notaveis litteratos hespaohaes, e
oraado de gravuras e ebromos de illustr.ida se-
lecgo, um trabalho que destaca-se dos conge-
neres e por cooseguinte nao nota que dtsac-
corde em urna bibliotheca.
Neste titulo somos gratos ollera.
Elemento* de aritbmetica Agrade
cemos b exemplar, que nos reraelteu o editor,
Sr. M. J.G. Braga, ptoprietario da Livrana In-
dustrial a ra do Bario da Victoria n. 7, da '
referida obra em 3' edieco.
E' trabalho do finado professor Castro Nunes
c adoptado officialmente as escalas publicas.
Concumo de FazendaAraan'n corae-
gar o concurso de 2* entrancia para o provi-
mento de cargos de Fazenda, sob a direcgo da
commisso composta do delegado do govarno Dr.
Jos Austregesillo Rodrigues Lima, do contador
ioteriuo da Tnesouraria de Fazenda D,-. Antoni
Jos de Sam'Anna e do Io escriturario da Alfan-
dega Amonio 11. de Andraue Lima Jnior, e send*
secretario o Dr. Manoel Netto Caroeiro Campello,
3e3cripturario da Alfandega, e exati inadores os
seguintes, nomeados pelo Sr. governador do Es-
tado :
Portuguez -Dr. Felippe Lopes Netto, 2o escrip-
turario da Alfandega.
Francez Dr. Placido Serrano.
IuglezSilverio F. de Araujo Jorge Filho, 3*
eecripturarioda Alfandega.
ArUlmetica Dr. Olyntho Vctor.
Algebra Jos Herrnogenes de Oveira Amaral,
3o escripturario da Thesouraria.
Eicriptiiracaonurcantile p-at.ca de repartirM
Francisco Jeronymo de Albuquerque Marante,
2 escripturario da Alfandega.
Colonia portuguesa Ao Sr. Fec'ao*
deAzevedo Gomes foi dirigido osegmote officio,
em resposta ao seu, pelo Sr. A. J. Barbosa Vian-
m, secretario da coramisto central executiva
da colonia portugueza :
Commisso central executiva da colonia ;;;-
tugneza em Pernambuco, 7 de Margo de 1890.
Foi presente a esta commisso, era sua ulti-
ma reunio, o officio de V. S. em que se exone-
rava de membro da commisso parcial qne as
ras de Marcilio Dias e adjacentes, [devia agen-
ciar donativos para a dsfeza nacional portu-
eaeza.
A com Disso central lamenta o ver-se pri-
vada do concursa de V S., como lamentara a
excusa de qualquer cidado portuguez a prestar
a patria os servigns compativeis com suas for-
cas, subiudo de pooto o seu pezar ps. ver que
V. S. Ibe recusou o sea coocursa levado por
orna apreciago pessoal que na de tedo ver-
dadeira.
Affastada da lata dos partidos polticos que
em Portugal disputara o poder, a commissa
cenyal executiva. qu3 urna delegagio dos sem.
compatriotas aqui residentes, cumprir o see
erer desahogadamente, o que alias dever de
todos os que amam e desejam o engrandec-
meito da patria.


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H". J
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:"'W.
Diario de Pernambuco--Domingo 9 de Margo de 1890
BS

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Sem considerar justas nem opportuuas as
onsiderages de V. S. que se referem a apre
eiages histrica*, a commisso central acata,
orno Ihe cumpre, a opinio pessoal de V. S..
entindo, entretanto, que perante os estrangeiros
sejam os proprio3 portuguezes os priraeiros a
faftarera com o devino ar.atameoto sua nago,
especialmente no momento actual, em que, mais
que nunca, o symbolo da patria deve ser mantido
indelevel. ,
A commisso central, pois, aceitando a re
cusa de V- S. conta que nao represente ella um
grito de hostilidade aos seos intuitos e mani
festago dos sentimenlos patriticos da colonia
portugueza, a qual deve dar todo o apoio acom
misso por si Helegada, que de nenhum modo
representa o elemento poltico ou inicial de seu
paiz.
* Deus guarde a V. S.
Atraciado Pelo governo portuguez, se-
gundo se le" no Diario Luztt^no, de 24 de Fe ve
retro ndo, de Lisboa, foi agraciado o Sr Diogo
Augusto dos Reis, honrado negociante desta ci-
dade, com a commeoda da ordera de Nossa Se
nhora da ".onceigo de Villa fgosa.
Club Nab Tudo-A nova directora des
le club carnavalesco fi'.ou assim composta : '
PresidenteAlvaro Das.
QrajbrAugu-to Tneodofo de Assis.
thesoun-iroEliz.-u Ramos de Barros e Mi va.
SecretarioVirginio CanudoFerreira.
Procura lorJoo I sacio de Andrade.
FiscalManoel Paes de Andrade.
Velegramma -Recebemos ho itera o se-
guate telegrararaa de Micei, e o damos sem
commmeotarios, pois faltam-nos elementos para
julgar at onde vai sua vera'.idade :
Macei, 8 de Marco, s 4 horas do tarde.
Typograptiia Orbe, mmha propriedade, as
saltada forca publica, devido censurar adrarais
Itrago. nutilisanm typos, jornaes.-(Assigna-
do.) -Jos Leocadio Ferreira Soares.
Lotera deate Balado Est contrac
tada a extraego d'essas loteras com os Srs.
tenente-coronel ManoM Martins Fiuza e apitao
Jos Eleuterio de Azevedo.
Em oulro lugar vai publicado o acto que re -
solveu sobre tal, com as condiges estabeleridas
concessao.
Club dox calador*- Esse club carna-
valesco rene se hoje. s 11 hora? da manlu em
sessao de assembla geral, para designar o da
de empossatnento da directora novamente e>ita.
ievendo na mesma sessao tratar de outros ne
gocios de interesse social.
Club Internacional do ReciteH)0
tera teve luga- a reunio d'esse Club, tendo sido
muito animada como o de costume e nao al-
tando Ihe a araabililade caracerfstica de sui
directora, que ainda mais amemsa as horas toi
cadas que de all gosam os seus convidados.
Scrvico militarE' hoje superior do di>
o cidadao" Bacal do 2 batalho, e a ronda de vi .
sita feita por um subalterno de cavallaria.
O 14. batalho da a guarmcao da dale
a o commandante da guarda de palacio, sendo
sta dadi oelo destacamento de cavallana.
Foi nesta data exonerado a proprio pedido
da commisso de ajudante do corpo de polica o
cidadao alferes do 2." de infamarla Antonio Va
leo dos Santos Neves. ...
Tocaro no jardim do Campo da Repblica,
das 5 horas da tarde s 9 da noite, as msicas
do 2. e 14. de infantaria.
Amanh ser superior do dia o cidaoao ca
pilo Leoncio, e a ronda de visita ser feita pelo
aiudante do 2.. ... j
O 2. batalho dar a guarmcao da cidade
e o co.nraandante da guarda de palacio, sendo
esta dada pelo destacamento de arulhana.
Sociedade Iliteraria 15de*ovem
bro No da 6 do corrente houve s-ssoordina
ria dessa sociedade, sendo liscutida a these : A
instruccao um douma, pelo socio Ernesto Ra
tis, a qual submettida a julgamento foi appro-
vada. ,
O ocio Daniel de Mello propoz que se langasse
na acta um voto de louvor s redactes dos jor-
naes desta capital pelo modo satisfactorio e rapi
do com que publlcam os trabalhos da sociedade,
o que foi approvado unnimemente.
Hoje haver sessao s 10 horas do da, en-
trando em julgamento o personagem Frei Caneca.
Dm Xavier da Silveira e Pedro
VelboSeguiram houtem para o Estado do Rio
Grande do Norte os Drs. Xavier da Silveira, go-
vernador e Pedro Velho vice governador daquel
le Estado. ., ., .
Aos illustres cidadaos foi offerecido pelo.
Dr Annibal Falco um lauto almogo ao qual
comparecern! diversos correligionarios e amt-
03
Acompanha o Ilustre. Dr. Xavier da Silveira
sna geniliissima e digiaconsorte.
Desejamos a todos prospera viagem.
Fuculdade de iHreitoAmanha ter
lugar a prova oral do 3. auno do curso de di-
reito.
A= provas escripias dos outros annos serao
dadas opportunamente com previa sciencia dos
interessados. ..
Ferimentoa graveNo lugar Salinas,
do districto de Maranguape, no dia 7 do corrente
ao escurecer, travaram-se de razes e foram a
vias de fado Estevo Pereira da Costa, Paulino
Francisco Martins e Julio Cavalcante de Albu-
uerque. resultando sahirem feridos gravemente
istevo e Paulino.
Foram presos os delinqueutes pelo subdelega-
do, que remetteu os para o delegado de Olinda,
oade abri se o competente inquerito.
Cadver encontradoEm um sitio do
engenho Guloso, termo da Escada, foi encontrado
um esqueleto que suppe se ser do individuo de
nome Jos Liberal, vulgo Jos Rascoso, tendo
junto a si 300 ris em cobre, urna espingarda e
urna faca de ponta.
O esqueleto represeotava Ber de um hornera
de cor parda e de estatura regular, induzindo
isto aquella identidade, assignalada cima.
Jos Liberal no anno passade assasslnara com
12 facadas, depois de desvirginal a, a urna me-
nor de 9 annos, de nome Josepba, e moradora na
referida propriedade.
A autoridade procede a syndicancias.
Directora da obra de eonerv* -
cao do porto de PernanabneoReci-
fe, 7 de Margo de 1890.
Boletim meteorolgico
alma de Eugenio Goncalves Casco; s 7 horas,
na igreja da Penha, pela alma de D. Anna Isabel
Bayme Murga; s 8 horas, na matriz c
do Dr. o= Eubank da Ca
Vista, pela i:lma
mar.
Terga-feira :
A's 6 1|2 horas no convento do Carmo, em
Oliuda. pela alma de Mauoel de Almeida Lima
Sobrinho.
>aacelro Chegados do norte no va
por nacional Una :
Miguel do Monte, sua senhora c 1 hlho, Joa
guim Oliveira Torres, Alfredo Ferreira Miranda,
Marcellino da Silva, Alberto Maranho e 1 irmo,
D- Francisco C. M. Cardoso, Mauoel Remeterlo
A de Mello Filho e 1 ta. Luiz Barroca I. Bar
reto 3 filhos e 1 criada Fernando RagU3in, An
tonioJos Siraoes, e Francisco de Brillo Lyra e
3 6iho'
Sahidos para o norte no vapor Pirapama :
Capito de fragata Irineu Jos da Rocha e sua
senhora. Ernesto Piuho de Mello Lins e sua se-
nhora, M inoel Gongalves Telles, Amelia de Al-
buiuerque Araujo, Jo5o Leite Lima, Dr. Antonio
Minervino de Moura Soares Filho, Luiz Vieira
de Carvalho. Ajnibal Goncalves dos Santos, D.\
Alfredo M^deiros, Joaquira Jos Valentim de Al -
meida Miguel A. S. Mandes, Antonio Goafi*ive..Aoorareai.-
Netto Francisco Jos da Costa Sampaio e Jos- S'estTEstado, onde, logo
phe Lathan. '
Operacfie elrarglea Foram prati
cadas no hospital Pedro II as seguintes opera-
e, pa
sacrifleon a dignidade nacional s exigencias do
Gabinete Salisbury.
A caracterologa do movimento patritico era,
evidentemente, popular, isto sem fecSo po
litica, mas o gabinete, presidido pelo mesmo ho-
rnera que ja urna vez abandonara os direitos de
Portugal, qu.'rendo dar Inglaterra urna repara-
go e iniciou orna seria de medidas tendentes a
suffocar as justas aspiragoes nacionaes. .
N'esse intuito foi dissolvida arbitrariamente a
Associago Acadmica de Lisboa e presos notabi
hs8mos, chefes do partido republicano, d'entre
os quaes se salienta o Dr. Manoel de Arriaga,
geralmente conbecido.
Todo o paiz que nao se havia vendido nem
casa reinante nem ao ouro ingles, protestou ener
icamente e responsabilisou a monarcbla portu
gneza por todas as alrcntas e ultrages sotTridos.
AA:ademiadeCoimbrapublicou um manifest
em que se leem phrases vigorosas como esta:
O iogles manda, e, de Belm ao Terreiro do
Pago, desde o Ministerio i Parreirinha, todo o
mundo official esta de cocmras diaota do bebaio
Salisbury.
Pois bem, necessario protestar bem alte
contra os que nos entregam depois de nos des-
g6e8.
Pelo Dr. Berardo :
Tarsorraphla com retalho ovalar e ransplanta-
go dos bardos, indicada por trychiasis do olho
direito. .. .
Duas sclerotomia3 indicadas por glancoma
chronica em ambos 03 olhos.
Sderotomia, indicada por grande augmento
da presso intro-ocula'.
Pelo Dr. Pontual:
Talha hypogastrica indicada por calculo ve-
sical.
~aa de oetenc*oMovimento aos p--'--
sis da Casa de DetencSo do Recife, Estadc
le Pernambuco, em 7 de Margo di 890
Existiam 445; entraram 10 sahiram 12; eus-
-m 443.
A. fthpr *
Nacionaes 414 ; mulheres 20; estrangeiros 11!
-Total 443.
Arragoados 410.
ons 381.
Doentes 22
Lencas 1.
Loncos 6.
-Total 410.
Movimento da enfermarla
Tiveram alta :
Antonio Jos do Nascimento.
Jo- Peres de Vasconcellos.
Joo Fernandes dos Santos, conhecido por Pe
rigo.
Lourenco Paes Barrete.
Uoapitai Pedro II-O movimento deste
tabelecimento de caridade, no dia 6 de Mar
go foi o seguinte:
Entraram
Sahiram *
Fallecen
Existem *3
Foram visitadas as respecHvas enfermarlas
eloB Drs.
Moscoso s 8 3/4.
Cysne>ro s 10.
Harros So >ri'ino s7.
Be-ardo s 10.
Malaquias s 8 3/4.
Pontcal s 9 1/4.
Esievo Cavalcante s 8 14.
Simoes Barbosa s 10 1/4.
0 cirnrgio dentista Numa Pompilio s 7 1/2
hnrfts
O pharmaceutico eniron s 8 M4 da mar.h e
ahio s 5 da tarde.
O ajudante do pharmacentico entrn s 7 14
e s .nio s 6 horas da tarde.
Cemiterio PublicoObituario do da 7
de Marco: _
Olympio Rodrigues de Magalhaes, Pernam-
buco, 16 annos, solteiro, Bo3-Vista ; eclampsia-
Luiz Jos Ferreira Guimares, Pernambuco,
34 annos, casado. Boa-Vista polipihose arterial.
Silvestre, Pernambuco, 2 mezes, Boa Vista ;
espasmos.
Alfredo, Pernambuco, 5 mez^s, S. Antonio ;
broochiie asthmatica.
Um feto do sexo masculino, Pernambuco, Boa
Vista ; nasceu morto.
Mana Francisca, Pernambuco, 18 mezes, Boa
Vista ; diarrha. '
Anna, Pernambuco 7 mezes, S. Jos ; entente.
Carlos Aluerto da Silv?, Pernambuco, 39 an-
nos. solteiro Boa-Vista ; cachexia palustre.
Joo Elias da Silva. Pernambuco. 48 annos,
solteiro, Boa Vista ; tuberculose pulmonar.
Antonio Domingos, Pernambuco, 2o annos,
solteiro. Boa Vis a ; bronebite.
Josepha Maria da Conceigao, Pernambuco, 81
annos, vi uva, Fraga ; accesso pernicioso.
Francisco Quiriuo de Assis, Pernambuco, 2o
annos, solteiro, S. Jos ; ferida penetrants no
Maria, Pernambuco, 4 mezes, S. Jos ; convul
Haooel Pernambuco, li4 de hora, Boa Vista
fraqueza congenila.
Arthur, Pernambuco, 8 mezes, S. Jos ; den
Helo.
_ ie no quinto a mistria
NSo fizer apparigao
Jogando no bom Cauby
,Ters a cousa na man.
Se neste pareo de pungas
N5o bouver umfimfomfom,
Com certeza mathematica
G-anhar o Piramon.
O B aparte perdendo.
3o deixa de ser mistria;
E Be elle perdeu agora
Ha de ganhar a'oatro dia.
. s primeiras noli
cas, se levantou, frecuente d patriotismo, a co-
lonia portugneza, echoou dolorosamente a certe
za de que o governo regenerador abafa va a ques-
to e nao dava ao Ministerio Salisbury a res-
posta que a dignidade nacional impuoha-
O Sr. Feliciano de Azevedo Gomes, ex-biblio-
thecario do Gabinete Portuguez e mogo de pro
fundissimos conhecimentos, indignado pela ira
queza da corte de Portugal perante um conflicto
em que a deciso era ludo, elaborou um notavel
manifest que um documento da nobreza de
sentimentos d'aquelle que o flrmou.
Eis alguns tpicos:
Considerando, que est falseado o grande
movimento de indignago produzido na me
patria pelo ultimtum de lord Salisbury .
Considerando que o governo poz urna mor-
daga opinio nacional; -
Considerando que foram desrespeitadas as
mais elevadas aspiragoes da alma portugueza;
Considerando que a questo ingleza se trans-
formou era questo de poltica interna;
Considerando que os interesses da dymnaslia
de Braganga, em Portugal, foram postes cima
io pundonor e da honra nacional que eram o?
nicos em questo com a Inglaterra;
Considerando que o protesto vehemente de
todos os patriotas portuguezes foi Iludido pelo
Sr. Antonio Serpa Pimentel, o estadista sgnala
rio do tratado de Berlin em que foi vendida,
dada, ou cedida, ou como melhor possa ser de
nominada, urna grande parte dos territorios por
tugu zes na frica Occidental..........;
Considerando mais que o movimento portu
guez de resistencia Inglaterra----foi ridicula
risado, suffocado e anniqilado pela forca do go-
verno ; ,
Resolvo dar a demisso do honroso encargo
de que me incumbi a digna commisso da co
lonia portugueza n'esta cidade e resignar as
mos de V. S. es-a mandato que considero ira
pjsiivel de ser preenchido por quem quer qur
seja que tenba a mais ppquena comprehensao do
respeitoquesedeve patria e ao nome por
tuguez.
E tem razo o signatario d'estas linhas, as
quaes transparece urna indignago justissiraa e
um enceBdrado patriotismo.
Para que essa corrente de subscnpgoes valio-
sas si o governo nao responden ainda ao ultim-
tum nem o responder como deseja a opinio
publica ? ,
Na lucta entre ?ortugal e a Inglaterra vencer
esta, perqu a seu favor se achara os inflis mi
nistros portuguezes que compem o Gabinete
organisado pelo Sr. Serpa Piraenlel.
mdia porra, a nago portugueza, vilipen-
diada no exterior pela incivilidade britannic* e
no interior pela indignidade do partido regene^
rador, sacudir o jugo que a opprime e lavara
todas essas manchas cora que nodoaram o pa-
tilho que fez o orgulho do cantor dos Lu
xiadas.
Celos d'Abeville.
Em ti
Monitor
E' mais
assim pri'
relheiro
valente
ialho em Aogados, o
lebrou urna das maos.
um animal que se inutiliza, e
j o noBso turf de um bom pa-
itre os animaes deste Estado.
NICA JDIC1ARIA
unta rommrrci.il do estad de
Pernambnco
ACTA DA SESSAO DE 6 DE MARCO DE
1890
PBBSIDKNCIA DO CIDADAO ANTONIO GOMES DE MIRAN
DA LEAL
Secretario, o cidadao Dr. Julio Guimaraes
A's 10 horas da manh declarou se aberta a
jesso, estando presentes os cidadaos deputados
Oliqto Bastos^ Herminio de Figueiredo e Paula
Lopes, faltando sem participigo o cidadao Bel
tria.
Ijia, foi approvada a acta da precedente ses
sole fez-se a leitur do seguinte
EXPEDIENTE
Oflicios :
Be 4 do corrente, do mez prximo lindo, da
Jui|a Commercial de Porto Alegre communi-
cando achar-se na presidencia della o cidadao
Feljppe B. de Freitas Noroaha como deputado
ma(s antigo Aecuse-se a recepeoearchive-se.
De igual data, da mesma Junta, aecusando o
recebimento do officio de 9 de Janeiro ultimo.
Ardaive se.
De 3 do corrente, da Junta dos Corretores
desla praga. enviando o boletim das cotagea
officiaes de 24 de Fevereiro a 1 do presente mez.
Seja archivado.
De i de Margo da mesma Junta, dandoscien-
cia do numero de transacgOes effectuadas pelos
(orrelores durante o mez de Fevereiro prximo
passado.Para o archivo.
Ditrios Officiaes de ns. 40 a 44. S-jam ar-
chivados.
, foram distribuidos rubrica os seguintes li
Diario de (Jomes de Oliveira & C, Copiador de
Jos Antn 3 Prao & Irmo, dito de Artbur
& Desiderio 2 ditos do English Bank of Rio de
Janeiro, Lii ited.
DESPACHOS
PeticOes:
De Antn o Marques de Amorim Jnior, Au-
gusto Pinto de Leos e Candido C. Guedes Al-
coforado, p "-a que se mande registrar o conhe-
cimento do imposto de corretores geraes desta
pragi. Cae i urna destas petiges alcangou o
despacho.- legistre se.
De Augn to C. Stepple, Joaquira M. Pestaa
Thoraaz Jo de Gusrao e Jos Isidoro Martins,
idem de sfeentes de leiles desta praga, Tive
cho.Seja registrado.
jue G. Stepple, idem de interprete
,10.Registre-se.
ntura de Carvalho Castro Maia e o
,. te dos herdeiros do fallecido ex-socio
Joaquim < >mes Pereira, para que se archive o
distracto d sociedade que girou nesta praga sob
a firma de Pereira Carvalho t C, pelo que tica
Castro Mai de posse do activo e passtvo e do
estabelecii ento commercial desta praga.Ar
chive-se n forma da lei.
Relatori do presidente da Junta dos Corre-
iuo de 1889, acompanhado du parecer
I.Archive-se, offlciando-se Junta
observe o art. 12 9. do regiment
m vista da reclamago constante do
o presidente da Junta 3o anno prximo
r essa qn-.ntid.ide, e o valorelo simples jura
I ment do ronbado, desde que o facto principal,
o roubo es teja provado.
Nestes termos, protestando os embargantes
melhor desenvolver a materia na sustentago,
Pedem que sejim recebidos e julgados prova-
dos os presentes embargos por sua materia e
autos para effeito de se reformar o accorWo
embargado, sendo o R. embargado condemnado
a satisfazer a tolalidade do damno causado com
o roubo aos AA. embargantes, conforme liqui-
darse na forma de direito por peritos e jura-
mento dos AA-, por ser de
J. E. C.
PP. NN.
Recife, 17 de Agosto de 1889.
O advogadoA. de Leilis e Souza Pontes.
Sustentacao dos embargos
E' de rigorosa justiga o recebimento dos em-
bargos de fl. 154 por sua materia e autos.
O venerandoaccordo -de fl. 151 v., confir-
mando a senb-nga appeltada por seus fundamen
tos e provas dos autos, nao deve subsistir ; por
que, respetosamente fallando, como se disse
nos embargo-', assentou sobre falsa base, e,trans-
gredi leis positivas.
A demonslragao deste asserto intuitiva : pa-
rece mesmo, que ella, em face dos autos, se im-
pOe a quem com isengo de espirito os apre-
ciar.
Na impugoago a fl. 157 v. se disse por p rte
do R. embargado : Que os embargos chegam a
urna inexactidao, quando affirmam os embargan-
tet. conforme di a a sua epeculacao, que quatro
testemunkas conloes descrevem as proporcoes do
roubo : s o despeito ou a falta de direito na
systematica defeza de um reo convicto de rou
bo, poderia fazer lemorar esse meio de defeza
contra a evidente prova dos autos I Felizmente
os depoimentos esto escriptos, e scripta m%
nent a verdade est nelles.
Quanto a especulacao cumpre dizer :
aquelles que, como os AA. embargantes, vivem
laboriosa e honradamente do cominercio, nao
precisara, nem podem quando roubados, e3pe
cular com o roubo : isto s se deixa para o era-
b ir.ra li. que tendo audaciosamente praticido o
roubo na loja dos embargantes, pz-se na perna,
depois de escoberto, deixou procuragao pjra
questionar, especulou e contina a especular
com os proventos da maior parte do dito roubo.
Agora a deonn3trago.
Io Ponto : a sentenga assentou
sobre falsa base.
Disse o illustre jmz quo na 1 sentenga a fl
113:
Mas embora se possa presumir nao terera
sido esses os nicos objectos roubados que elle
(reo) houvesse recolhido, certe que. nao est
provado haver como falta mesmo a prova de terera se compre
hendido outros no roubo.
Embargada nesta parte a sentenga, disse ain
da o juiz na 2, que appellada, a fl. 137 :
nao se baver provado de maneira algu
rara o des
De Henr
do crame
De Boav
representa
lores do
do Dr. lis^
actual qi
iterno,
relatorio
DE DOMINGO 4 DOMINGO
9o
Horas 9 =5
.se60
6 m. 24,4
9 28,4
11 29 ,8
3 t. 29,4
6 28, 1
Barmetro a
0
760-44
761-41
761*26
75988
759-88
Tensa*
do vapor
19,50
21.23
19,90
19,77
20,55

i
i
85
72
63
65
72
Temperatura mxima30,"25.
Dita miniraa-24/OO.
Evaporago em 24 horas : ao sol9,-8 ; i
sombra3.-5.
Chuvanulla.
Direcgao do vento : SE de meia noite at 3
horas e 33 minutos; SSW at 9 horas e 8 minu
tos da manh; SE at meia noite.
Velocidade media do vento2-72 por se
gur.do.
Nebulosidade media0,45.
Boletim do porto
11
B.
P.
B.
P.
M.
M.
M
M-
Dias
7 de Margo
8 de Margo
Horas
11-03 da manh
534 da tarde
11-22-
5-45 da manha
Altura
0-,45
2-.61
0-,43
2-51

IjelHkss-Eflectuar-se-ho os seguintes:
Segunda feira '... ,m
Pelo agente Brito. s 11 horas, ra do Im-
perador n. 16, de diverso predios.
Terga-feira : .
Pelo agente Stepple, s 11 bora3. ra do
Imperador n. 39, de predios.
Pelo agente Silveira, s 11 horas, roa ao
Imperador n. 2, de nma casa com sitio. n
Pelo agente Martins. s 11 horas, ruada umacaudal impetuosa.
Imperatriz n. 53, de movis.
IIhm fnnebres-^Sero celebradas :
Amanh : '
A's 7 i/i horas, na igreja da Soledade, pela
alma de D. Amelia Lins Ferreira; s 8 horas, na
meama igreja, pela almadoDr. Carolinp de Lima
Santos; s 8 horas, na matriz da Boa-Vista, pela
Como o estridulo rugido da fra bravia sor-
nrehendida na tenebrosidade do seu covil, como
o retumbante estrepito de um vulco a sacudir
de seu seio torrentes de lavas eocandecentes, a
nacionalidade portugueza fez echoar valorosa
mente por todo o vasiissimo mbito do mundo ci-
vilisado nm grito de patritica altivez e desme-
dida sobranceria!... .
Aggredido covardemente n'aquillo que ha de
mais intengivel e delicado, mais sagrado e n-
violavela dignidadepela matilha azoinante
dos membros do Gaoioete Salisbury-o mpos
tor_ Portugal ergueu-se como um s hornera no
elevadissinoe lonvavel intuito de mostrar aos
atrevidos bloqueiadores toda a virilidade da alma
nacional e que os varoes assignalados do Poeta
ainda serviam de phanal moderna gerago, cuja
nobreza de sentimentos igual a d'aquelles de-
nodados compatriotas de Vasco da Gama e Luiz
deCames. .
A nago portugueza, cosa dos seus bros, da
"loria immorredoura dos seus memoraveis fe-
tos querendo demonstrar que nao estavara mor-
ios o sen valor e patriotismo, desenvolveu, desde
a recepgo do insultuoso ultimtum inglez, a mais
larga, a mais justa e a mais legitima propaganda
no sentido de se manter illesa a honra do nome
qu uma seriago ininterrupta de conquistas al-
tano-as. ,.
A' aggresso inslita e desusada, que symboli-
sava ao mesmo lempo uma violagao expressa de
direiios solemnemente garantidos pelo convenio
a que e^carneo atirado s faces de um povo cajo exer
cito se menor quantitativamente. isto no nu-
mero, possue, em compensagao, a dignihcagao
de intuitos, a consciencia do seu dever, que nao
se encontra nos pesados agrupamentos inglezes
que obedecem cegamente, sem attender aos im-
pulsos da honestidade, a quclquer ordem ema-
nada da tyrannia governamental.
Se as sociedades sao coUecgoes de forgas que
age n de eonformidade com suas paixoes (enea
remos essa palavra no seu verdadeiro sentido) e
interesses, os actuaes superintendentes dos neg
cios portuguezes deviam reconhecer que a dire-
ctriz seguida pela indignago publica era a ume
adoptavel ao caso oceurrente.
Mas .. aos impulsos generosos do patriotismo
ferido, o Sr. Serpa Pimentel, cuja vida nao in-
maculada, preferio uma vergonhosa subservien-
cia ao Gabinete inglez.
A paga d'essa trahigo deponente, cuja vin-
dicta dever ser tremenda, foi certamente, a pro
messa do emprego de soldados inglezes para
abafar qualquer revolta popular.
Mis como se engaara os tratadores I...
No dia em que o povo portuguez quizer insti-
tuir a Repblica nao ha exercito estrangeiro que
o nossa conter, porque nunca se p6de, com van-
tagem oppor um dique corrente avolumada de
Prado Pernambaeano
Hoje tem logar a corrida do Prado
Pernambucano.
Divertimento muito ao sabor da nossa
populacho, nSo lhe faltar portante a con-
currencia. Assim, a fest* do Prado Per-
nambucano ser tambem para a mesma
populacSo urnas horas de agradavel en-
tretenimento para si.
E, neBtaa disposigSes, para que aejam
satisfactorias as impressSes que d'alli tra-
gam os concurrentes, damos-lhes a certa em
prosa nos
PALPITES
1. pareo1. Humilde 2. Plutao.
Azar Petit Maitre.
2." pareo -1." Minerva.2 Gallileu.
Azar Mandarina.
3. pareo1 Sans-souci-2.0 CoIcbso.
Azar Village.
4.o pareo1. Dondon2. Vesper.
Azar Africana.
5. pareo1. Cauty2. Colosso.
Azar Phariseu.
6. pareo1. Piramon2. Delegado.
Azar Cerga 2.
7. pareoBonaparte.
Azar Barbato.
possado.
Nada mais tendo a despachar o cidadao pre
sidente leu por (indi a sessao s 11 horas da
manh3.
PUBLICARES i PEDIDO
nos lugares que estavam vagos ; sabendo que o
roubo se tinha dado, etc..
A ( testemunha da formago da culpa, Anto-
nio Nuna Guimaraes, caixeiro, que artoeeendo e
salando para tor* da provincia, nao pode ser in-
quirida sobre o libello de fl. 33, disse no proces-
so crime, como se v da copia a fl. 93 v.: .. -
busca que teve lugar ao amanhecer do dia se-
guinte (22 de Dezembro de 1887), quando Jero-
nymo aoria as portas do seu estabelecimenlo. o
a qual teve era resultado encontrarem se diver-
sos objectos que fizeram parte do roubo, ftdo
quaes elle testemunha teve occasio de verificar
a identidade e sao os constantes do auto de exa-
rae a fl. 23, que he foi lido.
A testemunha nao foi inquirida minuciosa-
mente sobre a proporgiio do ronbo, pois o juiz
apenas procarava saber quem era o seu autor ;
mas depOz com preciso e de sciencia propria,
que as raercearias encontradas na casa de R.
eram apenas uma parte do roubo, c nao todo
elle
A 4" testemnnha Antonio Gercino Gongalves
Silva, caixeiro, a fl. 50 v. disse :.... e entran-
do elles (caixeiro3) para a loja (na manha de T
de Julho), encoatraram esU toda desarrumada,
com armarios e gavetas abertas, fallando multes
objectos dos armarios e das gavetas, e m cai-
xa cheia de bengalas (27 bengalas, que foram
encontradas na busca, nao podiarn encher uma
caixa), tendo entre ellas algumas de estoqae, e
euto verificaram, que haviam roubado bolsas
de madreperola e de pellica, leques, fitas em
grande quantidade, quaiidades e larguras, luvas,
espartilbos, caixas de pellucia e de outra= quaii-
dades com perfumaras, sapatos de charlot de
diversas quaiidades e tamanhos. e gavetas, sen-
do uma cjm cerca de oito a dez mil ris em di-
nheiro de cobre, uma gaveta con leques de seda
linos, e caixa3 com luvas finas de diversas qua-
iidades, que estavam dentro de outra gaveta,
sendo que encontraram falta de diversos obje-
ctos em quasi todos os armarios da armago e
que estavam abtrtos.
A fl. 51 v. ainda disse a mesma testemunha :
... que chegando diversas mercadorias das
que foram achadas (note se bem das que foram
ochadas) em casa do reo, elle testemunha verifl-
cou na loja dos autores que com effeito taes
raercadorias tinham sido daquellas roubadas,
exist ido em algumas a etiqueta da casa, etc.,
etc.
Em vista de to claros e positivos depoimen-
t03, fielmente tr. nscriptos, sera contestagao
possivel, evidente, que na apreciago das provas
i illustre julgador transviou-se da verdade dos
autos, quando affirmou, que nao havia prova de
haver o R. roubado outos objectos, alm dos
poucos achados em sua casa, mais de 5 mezes
depois do roubo, qumdo se deu a bus"i.
2 ponte : Aenteiif/i InroJjrefo
leis positivas.
Na Ia sentenga a fl. 113 v. o juiz a quo, con-
demnon o R. no pagamento s de pn juizo re-
sultante da deteriorago das mercadorias encon-
tradas 8a^8eu poder ; e dos lucros cessi tes,
... nfto se haver provado de maneira aljofaradas em, seu poner ; e aos ucro teS8iin.
ma o ronbo de outros objectos alm dos que fo- conforme o que losse liquidade na exe.ragio dr
ai dos mi3eraveis que qniserem abafar
as iustissimas expansOes do sentimentalismo po
PU0arpartid0 regeierador, ^JW^'JSSS^d"
mente o poder, desprexou, absotuUmente a ad-
heso qu^o povo prestara a ana'qaer governo
enrgico que flzesse respeiUr o nome portuguei
Si os concurrentes, porem, preferem
em versos Alfied Duval assim offerece-
lhes na seguinte carta sportiva os seus
PALPITES
111
Compadre e amigo Procopio,
Estou muito enfastiado,
Nio sei se hoje corrida
Compareja preparado.
Entretanto, bom dizer :
S se acaso acontecer
Um facto muito anormal;
Por quanto, compadre, eu vejo,
NSo mentira, prevejo
Que estou ficando animal.
Amigo, seguem-se abaixo
Os taes palpites do Souza,
Que, como sabes, eu creio
Nao l um qualquer cousa.
E se jog^res, garanto
Q-ie p'ra mim nSo espanto
Teres um bom resultado.
Por isso quero esperar-te
Apenas em certa parte :
No portozinho do Prado.
E' este o primeiro pareo,
Q temos para jogar;
Se nSo ganhar Potosi,
Humilde ha de ganhar.
Agora, aqui neste pareo,
Quem te garante bou eu,
Deixando todos os outros,
S jogues no Galilea.
Ole! neste pareosinho,
, Aposto at o pscelo :
Se n2o ganhar Sana Souci,
Quem tira o premio Colosso.
No qaarto pareo, compadre,
Sinceramente eu te juro :
So tu jugares na Vesper,
Tera o cobre seguro.
roubo da loja n 9? da rea
Duque de Cavias Recife
ACQA0 CIVEL
Cobranca do damno
Autores appellantesJoao Bezerra & C.
leo appellado Jeronymino da Costa Netto e
Silva.
Embargos de fl. 151 Data venia:
Por embargos ao-accordode fl. 151 v. di-
Eem os AA. Joo Bezerra & C. contra o R. Jero
nymo da Silva Netto, conhecido tambem por Je-
ronymo da Costa Netto e Silva, o seguinte :
E. S. C.
l. PP-, que oaccordo-embargado, confir-
mando no todo a sentenga appellada por seus
fundamentos e provas dos autos, nao pode sub-
sistir, porque assentou sobre falsa base e trans
gredio leis positivas: porquaato
2. PP., que nao ha simples presompgo, e sim
prova plena, de que o roubo feito aos AA., ora
embargantes, nao consisti s nos objectos ap-
prehendidos em poder do R., ora embargado,
para, s por estes e pelo arrombamento da por
ta, se liquidar o damno causado com o delicio,
praticado pelo embargado; pois ha quatro tes-
teraunhas contestes, que depozeram de sciencia
propria, que o roubo tambem consisti, alm
dos ditos objectos, em gavetas da armago da
loja cheias de leques linissimos, de fitas de seda,
de luvas e espartilhos de alto valor, tndo em
uma gaveta cerca de 10/000 em moeda metli-
ca, e urna bengaleira ou caixo com cerca de
100 bengalas, tanto que o proprio marcineir,
que fez a armago da loja logo depois do roubo
fez outras gavetas e outra bengaleira para sup-
prir as roubadas; pelo que
3. PP., que, devendo a satisfajo do damno
causado pelo delicio ser a mais completa possi-
vel e em caso de duvida em favor do offendilo
(art. 22 do Cod. Crim.l; e s podendo a indem-
nisago ser pedida e liquidada por aegao civel,
e consequentemente regulada pela lei civil, e
nao pela criminal; a liquidago do damno cau-
sado pelo roubo, como no caso em questo, so
deve ser feita pelo Juramento Zenoniano, ana-
logo ao juramento in litem, que ajuelle que se
defere ao roubado p ra estimar a quantidade e
valor das cousas roubadas. ou os prejuizos que jo/-
freu com o roubo : Lei da Ref. de 3 de De-
zembro de 1841, art. 68, combinado com a Ord.
L 3- tit 52, 3 5; Ribas, Consolid. do Proc.
civ., art. 442; Per. e Sz., annot. por T. de Fre-
tas, not. 543:
Portante .
4PP., que ojulgado embargado nao tendo
condemnado o R. a satisfazer todo o damno, que
fosse liquidado pelo dito juramento e por peritos
com relago aos objectos vistoriados, transgre-
di taes leis positivas, e por isso nao deve ter
forga de cousa julgada.
E ainda alm do exposto
3 PP., que o julgado contradictorio, quan-
do acceitando as provas dos AA. embargantes
com relago menor parte do roubo, as repelle
sem motivo plausivel com relago a maior par
te, se nao quasi totalidade do mesmo roubo :
uma vez que ....
6/ PP., que os objectos, apprehendido3 em po-
der do R. embargado, s foram julgados rouba-
dos e pertencentes aos AA. embargantes, porque
as testemunhas jararam de sciencia propria, que
taes objectos faziam parte dos que foram rouba-
dos da loja na noite de 6 para 7 de Julho de
1887, accrescentanflo que na mesma noite, alm
d'aquelles, foram roubados outros muitos obje-
ctos ; e sendo o crime commetlido s de uma
occasiao, e julgado o R. embargado ser o autor
delle, nao pode, nem deve, em face do direito,
a prova ser acceita em parte e despresada em
Sarte com relago uma circunstancia semin-
aria, qual a de regular a quantidade certa e de-
terminada dos objectos roubados, quando a le
admitte em odio ao roubador, que seja estimada
ram achados no poder delle (reo) e que se res
tituiram aos Embargante3 (os autores)-
Eog-raou se completamente o illu3tre juiz:
dos autos esta exuberantemente provado o con
trario do que disse.
Allejou se por parte dos AA., quena noite de
6 para 7 de Julho de 1887 foram roubados de sua
loja os objectos seguiutes :
a) uma bengaleira, ou caixa com cerca de cem
bengalas;
b) uma gaveta com cerca de 10 em moeda me-
tallica;
c) um gaveto theio de luvas de seda ;
d) um dito cheio lo leques de seda ;
e) rauitas fitas finas de seda de diversas qualida
des e larguras;
f) muitos espartilhos encougad03, brancos e de
cores;
g) sapatos de marroquim imitando couro de
cabra, de charlol de casemira preta e boti
as para sentnra;
h) muitos objectos de phantasia sendo bolsas,
caixas com perfumaras etc., etc.:
calculado tudo pela grande quantidade era qua
tro contos de ris, mais ou menos (Libello.
defl. 33; e lista de fl. 121).
Dada a busca pelo Dr. delegado de polica era
casado R., a requerimeoto dos AA., ora Embar
gantes, ni manh de 22 de Dezembro de 1887, 5
e meio mezes depois do roubo, foram apenas
encontradas as seguintes mercadorias, reconhe-
cidas ser do numero das roubadas aos AA., co-
mo se evidencia dos autos de busca a fl 70, e
de exaue a fl. 81 v., e lista de fl. 79 v., entre
outras que nao eram dos AA-, de cujo confronto
se veritic i grande falta, a saber:
a) 27 beugalas, 1 dita em mo de Caetano e l
especial com frasco de extracto no casto,
ao todo 29 bengalas;(faltar, m a caixa ou
bengaleira e cerca de 71 bengalas);
b) nada,(faltou a gaveta com os 10J. mais ou
menos, em moeda);
c) nada.-(faltou o gaveto ebeio de luvas de
seda);
d) 1 leque para noiva e 1 dito de cor,(faltou o
gaveto e a quasi totalidade dos leques de
seda, pois 2 nao enchi3m o gaveto, e sim
duzias)
nada, (faltou a grande quantidade de fitas
finas de seda de diversas quaiidades e lar-
guras) ;
1 espartho encarnado decouraga (faltaram
espartilhos de couraga brancos e de cores
em quantidade);
9 pares de sapatos de cbarlot com salto, 9
ditos idem sem salto, 9 ditos idem de case-
mira preta, 1 dito de couro, imitago a co-,
bra,(faltaram, alem de outros, mais sapa-
tos de couro, imitago cobra, e todas as
balinas para senhora);
4 bolsas de couro, 2 ditas de velludo, 2
ditas de madreperola, 1 dita de setim, 1
port-extracto com estojo para unbas, 4 ca
xas de velludo para perfumaras, 1 dita de
ditopara rebiques,-(faltaram as perfuma
rias, podendo-se dizer, que estas poucas bol
sas e caixas nao correspondem s multas
que foram roubidas).
Aprova sobre a grande qjantidade de objec-
tos roubados, alm dos que foram encontrados
em casa do R. e reconbectdos ser dos da loja dos
AA. (Parenthesis: encontraram-se na busca ou
tros muitos objectos: o R. fazia parte da formt
da vel quadrilha do Recife), est nos depoimen-
tos das testemunhas na parte correspondente
copiadosipsis verbis -com determinago do
numero de fl. dos autos, como se vai ver.
f)
g)
h)
A 1 testemunha Francisco V. da Silva, caixei-
ro entrando com seus co npanheiros na loja na
manh de 7 de Julho de 87, disse a fl- 40 v :
...encontraram urna porta... arrombada a
pa, e aberta a outra.... e a loja em desarran-
co verificando logo a falta de uma caixa com
De'ngala3, cateados, uma gaveta que tinha cerca
de lO em cobre, e uma outra gaveta, que esta
va cheia de luvas de seda, que estava no meio
da loja, faltando as luvas, e faltando fambem urna
outra gaveta que estava cheia de leques de seda,
verificando posteriormente que faltaram diver-
sas mercadorias, estando osfiteiros abertos, sen-
do tees mercadorias. alm das que j falln, u
tas finas de seda de diversas quaiidades e largu
ra bolsas finas de madreperola, de velludo e
pellucia, caixas com perfumarias, e muitos ou
tros objectos de phantasia.
E a fl 41 v.: ... disse que depois de apre-
hendidas as raercadorias e vistoriadas, voltaram
para loja dos autores, e elle testemunha, como
caixeiro da casa j ha tempos, reconheceu que
eram das roubadas fo mesmo que dizereram
do numero das roubadas), porque existiam em
algumas mercadorias ainda colladas as et-.que
tas... etc. etc.!! E a fl. 42: que as mercado
rias roubadas foram calculadas em quatro con-
tos de ris, pouco mais ou menos, pela grande
auantidade de mercadorias finas que faltaram na
casa, nao sendo possivel verificar-se exactamen-
te i or um balango tudo quanto foi roubado pela
aualidade da loja que de miudezas e objectos
de phantasia e grande quantidade que exis'ia
DaA3 mercadorias encontradas e vistoriadas fo
ram avahadas em 360*000, e entregues aos AA.
A 3* testemunha Angelo da Motta Andrade,
artista (marcineir) a fl. 49 e v. disse :
Que teve noticia do roubo que os AA. sottre-
ram o anno passado.. -, e logo depois foi cha-
mado pelos AA. para fazer diversas jejas da
armago para substituir aquellas que desappa-
receram por occasiao do dito rpuDO em sua loja,
e com effeito elle testemunha fez uma benga ei-
r on caixo de guardar bengalas, para eolio-
cir em lugar do outro, que tile testemunha an-
teriormente havia feito, assim como tambem fez
3 ou 4 gavetas para collocar na armago da loja
accordo cdm'o 2- membro do art. 22 do cdigo
criminal.
Embargada essa sentenga, como j se dis3e,
s na parte desfavoravel. e pedinaoos AA., que,
tendo sido o 5. convencido do crime, fosse con-
demnado na totaliJade do damno causado, que
d-'Via na forma da lei, ser liquidado pelo jura-
mento Zenoniano, anlogo ao in litem. o mesmo
juiz a quo recebeu taes embargos em parte para
condemnar mais o R. a pa ar s o damno qua
resultou do arrombaineoo as portas, descripto
no corpo de delicio, e qtanto ao juramento disse
na sentenga, (qu? a appellada) a fl. 137 :
0 juramento in htem reclamado pelos em-
bargantes (os AA.) seria para o ctso de se ha-
ver feito a mencin'da prova quanto a esses
outros objectos e nao serem elles no entretanto
descoberto3 para se poderem restituir em es-
pecie. ,
. Para deterrainarse o equivalente do seu
prego ordinario e do de alfeigo de cor.formida-
le com o art. 23 do cdigo criminal, caberia en-
'o o referido raeio.
Neste ponto a sentenga, dado o devido respei-
to, transgredi sem duv da leis positivas, desde
que nao admittio o juramento para liquidago
de todo damno resultante do delicio, de que fra
o R. convencido pela propria sentenga.
Vejamos.
Se no dominio do art 31 do cdigo criminal e
do o" do art. 269 do cdigo do processo crimi-
nal! poda sut-citar-se duvida sobre a admisso
do juramento Zenoniano, de eonformidade com a
ord liv. 3o tit. 52 5o, para liquidago do damno
causado com o furto ou roubo, hoje nao pie
haver a menor duviia, uma vez que o art. 68 da
lei da reforma de 3 le Dezerabro de 1841, revo-
gando aquelles artigos, deterrainou :
A indemnisago, em todos os casos, ser pe-
dida por aegao civel, ficando... etc.
E tanto assim, que na consoldagao das leis
do processo civil, approvada pelo governo, o
conselheiro Ribas consolidou a o" da citada
ord. liv. 3o tit. 52, deste modo :
Art. 442. Tambem se deferir juramento a
quem alguma cousa foi furtada ou roubada, para
estimar a quantidade e valor d'ella, ou os pre-
juizos que soffreu com o furto ou roubo .
T. de Freitas, annot. s primeiras linha3 de
Pereira e Souza, diz na not. 543 :
E' anlogo ao juramento in litem o juramento
Zenoniano, assim chamado do nome do seu autor
o imperador Zenon (ord. liv. 3o tit. 52 g 5o).
Defere se ao roubado ou esbulhado, sobra
a3 BOOMS, que lhe foram tomadas, para estimar-
se a quantidade ou o valor d'ellas; como tam-
bem os prejuizos e interesses.
Foi este juramento introduzi io, nao s em
razo da difculdade da prova, como em odio
ao delnqueme. D'aqui vem, que nao pode a
sentenga sobre elle dada revogar-se por docu-
mentos achados de novo (cit. ord. liv. tit. 51
8 5o), nem sob pretexto de perjurio .
Este 5- da ord. liv. 3- tit. o2 concebido
nestes termos :
E sendo provado contra algum que ladro
ou roubador de alguma casa, ou navio, ou de ou-
tra cousa semelhante, e for dado juramento ao
roubado, ou forgado, sobre as cousas, que lhe
foram tomadas, e o ladro, ou roubador, ou for
cador for condemnado conforme ao dito jura
ment, ainda que depois seja achada escriptura
publica, por que se mostr o juramento nao ser
verdadeiro, nao ser portante a sentenga revo-
gada, ainda que o juramento fosse dado ao rou-
bade contra vontade do roubador e ladro, por-
que assim determinado por direito em odio do
roubador e ladro, pelo furto e roubo, que fez
da cousa alheia .
0 art. 22 do cit. cod. cnm., refenndose sa-
tisfago do damno causado com o delicto, diz
tambem em odio ao delinquente:
A satisfaco ser sempre a mais completa
aue for possivel, sendo em caso de duvida a fa-
vor do offendido. Para este fim o mal que re-
sultar pessoa e bens do offendido, ser avaha-
do em tedas as suas partes e consecuencias
Em face de to claras disposiges de teda
evidencia, que a sentenga embargada desvipu se
d'ellas, quando denegou o juramento para deter-
minar o quantum do roubo, praticado em uma
s noute, de uma s occasiao, mandando apenas
pagar urna insignificante parte do dito roubo e
liquidar essa parte por outro raoito, nao obstan-
te a propria sentenga reconhecer, que o reo to-
ra o autor do referido roubo __
Nao se pode eontestar, que era dilBcillimo, se
nao impossivel, determinar cousa por cousa ob-
lecto por objecto, de tudo quaato foi roubado,
desde que se attendesse, que o roubador pene-
trou alta noute no estabelecimenlo, que tinha
cerca de 40 contos de mercadorias de multas
quaiidades, nochamou testemunhas para pre-
senciar e contar o que elle tirava.nem fez fac-
tura para deixar ; portante o nico meio para
determinar o quantum, era o juramento nos ter-
mos das leis citadas, e o arbitramento, sendo ne
caso de duvida em favor do offendido.
Se o reo nao quena ser lobo, nao lhe ves-
tlSEst "magante o vosso t'rabalho, qnasi todo
material, por termos copiado periodos das sen-
tencas e dos depoimentos, disposiges de leis e
opinio de jurisconsultos ; mas outro nao devia
ser o nosso procedimento, desde que formal
mente se contesten o que dissemos: agora, po
rm, cumpre-nos formalmente affirmar, que -
tfto fiis nossas copias, e que era verdade o qm
dissemos:
Em concluso: .. >.
Nos embargos se disse, que foi contradictorio
o julgado, quaudo acceitou as imw
pequea parte do roubo que se apprehendeu no
poder do reo, e rejeitou quanto m P*
Com effeito, os autores embargantes s esteran
obrigados, secundo o direito, aprovar,queo
.-'
-

Stt
<


-
V


r-




:



-
"
V
'V
Hi




*
1
i
I
,<
Diario de Peruambueo-
&
lu
aro de
Heraldo Xavier-de^ouza.
Manoel More ira da Costa Passos.
reo embargado arromo u sua !ba. e rouboa
mercadorias; e ten Jo proyado isto exuberante
mente, como o proprio julgado recunneeeu, a T
condernaacio devia ser, de couforinidade com o Igo*"> Bento de Albuquerque Mello.
direito, acceitaodo u pravas em sualolalidadc Matoias Pinto do Abreu.
e coodemnaodo o reo a paitar ludo quanio se li J0a0 Pol? rpo da Cruz Mello.
Sesmas* praraf ** **** 8C 8m ?1SU "* ,?osme ^mingue, de Souza.
So oj autores e ton caueiros podiam saber. T<)io Cesar de Albu uerque.
quaes as mercadorias roubadas, e nao os estra-' Joilo Barbosa Cordeiro Campos,
nbos ; e quanlo ao numero exacto ira impo.-si i l)r. Francisco Tavares da ',unha Mello
Stfc^rrnaaad1a!M^ Francisco Pereira de Curvalho.
mente;
ros conbe
Iradas na
roubadas da loja, e jurram que oulras muas: TV ({'Zll Oarneiro
filuvam; e por causa de taes depoiiuentos a!!0*0 ot?e8 j *"?;
ram entregues ou restituidas aos autores aquel Ja o*rboaa de Ureitas Uordeiro.
las poucas mercadorias ; e quando as n.ais nao Joao Marinho Cavalcante de Albuquer
encontradas, o meio nico era o arbitramento e
o juramento Z noniano para se estimar todo o
valor do damno resultante do delicio e condem
nar se o reo a pagar integralmente, e nao urna
pequea pirte rio mesmo damoo.
A pro?a que ha sobre est pequea parte, ha
sobre a outra rnaior; portaoto, se por tal pro va
Toi o reo ju!g ido o autor do roubo, pjr ella de ve
ser elle co'idcmnado a satisfazel o O quantum
do roubo 6 queslio se-andara : a lei deiemina
o meio de liquidar : a audiencia peritos e
o juramento Zenonisuo.
E' inverosmil, que o reo, tenio entrado na
lojd dos autores e roubado o que quiz e poade
cooduzir, e qae tendo exposio taes objeclos a
venda para os apurar por qualqoer preco, pois
ludo era lucro, no lira de 5 meses e 15 dias,
.a -mirando se aquelles poneosobjvctos, d-' que
falla o auto de busca e de exame, se crea a
so estes foram os obj clos roubados da 1 -la, e
so por estes deva ser responsavel; e ijto contra
as nrovas dos autos I
S;Em vista do exposto e provado, edoatos sup
, menlo?, que se nao fazeio esperar dos ulus
re- julgadores, esperara os embargantes, que
stjam receb.dos seus embargos por ser de
J. e C.
Ri c fe, 9 de Setembro de 18S9.
O advogado,
Antonio de Lcllis e Souza Pintes
que.
Francisco Gomes Viaana
Frederico Ferreira Meades Gaiai'racs.
Sebastian Mendcs Banicira tuimaraes.
Jos Coura.
Joao da Costa Ribeiro Campos.
Francisco Leovigildo 3e Albuquerque Ma-
rannSo.
Honorio Domingucs Vaz Curado.
Antonio dos Santos M. de Aguiar.
Or. Ni lo Cabete Pereira de Ao trade.
Manoel Maximiano Maciel ilonteiro.
A fro lo Antonio de S Carne-ro.
Odorico de Abreu Lima Figticiredo.
Manoel de Andrade Santiago.
Floriano Morara da .'osta.
Antonio Gomes Montciro.
f'amiilo Freir da Silva.
Joao Jos Tavares de S Albuquerque.
Joaquina Alfrelo dos Santos Prestello.
Jos Candido dos Santos Prcstello.
Manoel de Souza Costa.
Antonio Gouyalves Tavares de Mello.
Cosme Damiao da Silva.
Jos Gomes Palmeira.
Jos Feliciano de Albuquerque Mello.
Joi Antonio de Albuquerque Mello.
Jos Ji.aquim T-vares.
COVernaJor (le Pernam- Scrapiira Alvesda Rocha B sto*.
Delegado de polica, Fiancisco Cavalcanti
Dias de Araonra.
Jos Nunes Lino da Silva.
Dr. Manoel Polycarpo Moreira de Ase
vedo.
Joao Francic Vianna.
Dmgo Jos da Silva Coclho.
Jo^o Pinto de Abrea.
Manoel Thelesphoro L. de Franca.
Manoel Augusio dos S. Prestello.
Miguel Joaquim Ribeiro.
Joaquim Caraeiro d Andrade Mello.
Anoi io Pereira de Azevedo.
Arthur Bezerra de Menezcs.
Juliao Nogueira de Carv_lho.
Leonardo de Carvallio.
Julo Theodoro da ruz A. Olivcira.
Francisco Jos Arantes.
Candido de liritto Costa.
Anisio Piahciro de Mendonca.
Joao Autonio Ioiub.
Jos Joaquim Gomes de Souza.
Jos Augusto Serpa.
Manoel liancalvea de Oveira.
Arthur Barbosa Cordeiro.
Henriquc Raphael P. de Mello.
Fran.isco Joao Naporn ceoode Mendonca.
Feliciano da Cunha Cavnlcn .ti.
(iaspariuo Cabral da Silva Barretto.
Ji-s Joaquim'da Silva Barretto.
Dr Julio esar domes da Silva.
Guilhet me Francisco de P. Montenegro.
^-
Ao iustre cidadao general
buco.
Os abaixo assiguados vem solicitar u -a
medida de manifesta conveniencia publi-
ca, que ao mesmo tempo um acto da jus-
i ca. Ha nesta cidade, sede da enmarca
de Goyanna dous escrivaes do civel que
slo ta nbein tabelliaea, e ser vera maisj um
como oficial do regietro das hypotheean e
outro como escrivao do juiz, e a par des
ses funecionarios que percebam os pro-
ventos de tres officio* dd justi;a, existem
nm escrivSo privativo do juiz da provedo
ria de capeilas e outro do juizo de or-
phos.
D'isto resulta urna enorme desigualda-
de e o grande inconveniente de nao se
rera distribuidos os feitos, que corr.-m
pelo juizo da provedoria e pelo de or
pbaos
A distribuicao para o publico nina,
garanta de seguranea, porque baven lo' Apronianno da SJveira Marqu :s.
dis'-ribuicilo c imposaivel que os feitos Enopilino Jos Baptista.
de-'pparee in dos cart rios s-m dsixarjLuiz Duurte dos Santos Leal,
vestigios, e de tulla equidade que os V lestino dos Santos Leal,
trabalhos e rendimeitos dos cartorios de| Joflo Paulino dr S.
orphaos e da provedoria s< dividam com; II noel de Barros Cavalcanti.
igiMade pelos respectivos funecionarios, i A tonicBernard.no ds Seuna Puat.
um dos quaes douc ou nada traballio, a >! Lurz Jos de Siqueira.
passo que o outro quasi sempre traz di Urbano Jos da Silva,
.corados os feitos pela muita atfluencia de Isidro Rodrigues das Chagis.
8erv5o, e por ssj os abaixo assignados Bento Jos Ta/ares Sobriuho.
pedein vos que vos digneis decretar, que J>> Pinbeiro de Mendon;a.
o escrivao da provedoria sej i tarab m es-'Joaquim Jo^ de L'ina Fr-ir.?.
envo de orphose reciprocamente, ficaud(yjo;i.i Jos Tavares de S Filho.
sugeitos distribuico os feitoh, qa cor j Manoel Pnt- de Abreu.
rerea pelos seus cartono, com o que jJuoundiao Tavares de G. Birretto.
pceotareis a este municipio um relevaste:Aotoa*jro{*iV T. de Mello
servico-Saiide o fraternidado J..a.. de Andrade Lini i (intendente)
Ao marechal governacor do
Estado
- Pede se a S. Exc. toda a atten 3o para
o contracto de, loteras, de modo j e nao
seja preterido quem melhoros v ntagens
'fferece em benuficio de pretencic ios con
tractantes que s alniejam lucro jnii.i
duaes. "^^
De^de que offerecem doas propostas,
e;n urna das quaes so offereoe 10:00_i5
mais a Sania Casa do Misericordia, seria
notavel que fosse esta desprezada par-*
ser aceita a outra em que alero detsc
prejuizo a referida Santa Casa, se r*s
tringe a liberdade de commercio. e o pla-
zo da pre8C.-pclo des bilhetes piemiadQs.
0 digno governaaor que t3o bem procb-
deu com relacao ao contracto do Mercado,
o qual alias j be achava em vigor cera
de um mez e foi rescendido, nao deixai
de attenier as onsidera^oos que lha te a
sido feitas com referencia ao contracto ce
loteras ; e assira de accordo- com os prii-
cipios de jii8tca, corn que tem carcter -
sudo os seus actos, furia um grande bt.ni
ficio, se pozesse em_ concurrencia o alli-
dido contracto, marcando prazo breva
para apresenta(;ao das propostns.
R.cite, 7 de Marco de 189<.
O amigo da liberdade.
Progresso
Os habitantes de Marlcota. protestara pelo ar-
tigo publicado n'esta folba a i do torrente com
a epigri|)lie cima, no qual sefl utor assigoou,
- Os Habitantesquando ? um foi o autor, obri-
gando nos arsiui a declarar que bem pouco
-atisfeilos nos achainos cun a .:iual prolevaora,
e a provu que, para niiis de :0 meninos, arada
uo foram para a escola, esperando que seja re
entregue a cadeira a anterior (irofessora, porque
a aetual se diverte em ajpellidar aosta* tilnos
cora os noniesde: Clatea, Fisval, Trep.i telha-
dos e ouiros. O autor di tal artigo nao lera
coragem de assigoal-o eom si-u^proprio nome.
s e for com o de : (iiscvel, cuja enealjgia
raais tarde explicaremos.
Os habitantes de Maneota.
Ao coimendador
Diego Augusto dos Kels
pbla dign distincco que ac-.ba de re
ce"ber do Governo Portaguez,
Parabens.
9_3_9.
A- R.
Goynna, 8 d> Pcvereiro de 189J.
Joi Act nio de Lima e Sthra.
Antonio Rosendo de Barros Ai.drade.
Anonio de Albuquerv|iio Tota.
M.ijor Manoel Gomes de Albuquerque.
Opirao Btnto Bandeira de A'buquerqi e.
COMMERCIO
Revista do Mercado
R ranr, 8 u* tuzcp m 18! 0.
O rjowmcnlo na praga limit- uc a tian?uc-
i,*s oo marcado de cambios.
(ambio
l'UAl.A DO KI-X'IKE
Os barcos .ido a a ti hoje a ta:a de 52 l/l,
a.hando peucu duiheiri-.
Pomo drpeU de meio ili.i. ao chp(,'a'em nutrias
do Rio de una reacvao.iHVrererain lepos han-
i os i-acar a 22 3/8 e liualuciite a 22 1,2 stm al
Catiirem dinbeiro.
_ JoJIo Joaquim Ribeiro.
.1 Ao Lupicinio Ferreira da Silva.
! Bemvenuto Pinbeiro de Meudo: ca.
Maj->r J 3o G." es de Souza.
{Beuicio AIve> de Suiza.
Manoel l uiz de Francn Araorim.
M. B nm>* 4 C 2 barricas com 120 de ussu
car enado.
A Hxnortacao feta pela al'andeca nrsle OH*! M
; o da 6, coiislou (tai ">i W (Mi kilos, seauo >. G O'i
para o exterior a 13.'J&2 ,-ara 0 iutericr.
150 atCii
As entradas veriticad^s at a data de buje so
rami a 2.108 saccas, sendo por :
I tUrctcaa.....
V a-ferrea oe Camarft. 1
V a-torrra de S. Pranosn*. 451
Via-lerrea de Limoeiro 7l9
Coj^nna
Declara^ac neccssarla
Para evitar que espirites malevoi'os
ponham em duvida a nossa prubidade, so-
iros forjados a. declarar que em j^iB^ir.i e
Fevireiro prximo passado Hsem s entre-
ga, mediante recibo, ao bacliarel Antonio
Gomes de Albuquerque, da qui itia de
684i5'J09, que obt.vcmos por meio de sub
scricSo de diversos cavalheiros di ita e da
comarca de Itarab p-ira biiste.it gao do
Dicrh de Goyanna.
Eitariaraos dispensados de vira mpren-
s-i fazer esta declaraeao, se o iiacL re An
tmo Gomes, uo artigo de despdida em
que nnnuneioii a resolu^rlo do bispt-nder
uidefi'jidamente a publicaeilo daqu lie pr-
oal, tivesse dado a razao por qus o di
nheiro que de nos recebeu, em ve deser-
vir para prolongar a vida do DiurL ap.-es
sin Ihe auorte ; mas como guarii i a tal
rexpeito absoluto silencio, eompria- osvar-
rat nossa testada.
Fique, pois, o pubci inteira o que
nem um rea! da quantia por u i JcaJa-
dn f >i desviado do seu destino, co o to
do temp poderomos pii>var com U rela-
cio dos coitrtb lintes e com o relibo do
bcliar iiosso poder, cuidadosamente guailado.
E nada reais por ora.
Goyanna, H de M-i co Aa 1891.
Augusto Aguiar. Jt+i Joaquim d^Al qnerque ello. aetaiiu Lobato dt An-
atmpeav.'
Dr. Silva Leal
CLNICA MEDICO CIUUttUlCA
Consultorio e re-id"niia a rn do Livr-mente
B. li l andar Consu las das 11 as 3 horas tanle. Chamados a qual-iuer li.ira. por i-e.riii'-
Somraa-
2 108 aa.-o-s
AttMtar
ou preces payos mo a^rnuitor, pttrfli kilos, se-
Papel particuLr foi passsdo a 22 7/8 ao fei.uarj andoa Aisocia^ao Commercial Aercola, foram
dodia.
0 mercado ,'ecliou calmo, porm firme.
VRACA DO KIO DE J'VEIBO
Os bancos abrirn a 22 i/le 22 5/16. subilo
a taxa paia p'pclpcrticular a :2 tf\ ao Ercftar
do dia.
TUUOJLMM AFFIXADA8
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4 Hftruintes:
i'sinas .*
Hraoco ....
5 uneno<. .
MiRi-avaiio purgado
llOS .
i;-t.iuii- .
i. 0 li i 4A5"*f
;i7ij<> d %!"
z7ou a 2 '.!..()
i*1W a l'-< U
tilico a i8tl
K0.AI a i2 '
* fxportacao feta pela alfiuue;a neste nrrz at
odia6 wnstoude i.7G*.77 kilos, i-endo ILCQO
para o txtcr.or e 1.75J072 para o interior.
As Kiirrada' veriBc^Sas al a data de boje so
bem a3..177 fcccs seodo por i
oarcavas ....
Vapores.....
'.uiaae. '.
Via-ferrea de Caraira.
Via-ferrea de S. Francisco,
^'u-ferrea do Limoeiro
Somuia.
Couro
15.720 nona*
*
i.so
2 0.11 '
13 2l8
tt> 6 >
3i 177 -i tw*
Coaros silgados 375 res, e os rcrtks u 22>
res
!riar:i'i-ir
Cola-se /SjMU, por pipa de i8W litros.
A leo o
Cota-se a 113:000 por pioa c 460 litros.
arvo de pcilra de Canliir ton.)
Farinha de mandioca (litro; .
Kolhas de lainiranily (kilo/ .
iiencbra (litro;.....
'iraxu........
J.ilinr.nii'V.......
\IeJ ditroi.......
Milho tkilo .......
Pao Brasil (kilo).....
Sola (uieiosj
10*000
70
300
200
250
2 0
8
100
35
250
Barca
\avi -i descara:
nacional Belty. vario ire-neros.
iV^olsa
V
JtMjSm UI1J,AES DA JUNTA DOS COK
KtTOKfcS
Rfnle. 8 1' M-'";n ''' /&'
':;nt>io sebru o Rio de Janeiro, 15 d/v ccml/2
V." ''e tie.-'-onto.
' :3n i #obrv S:m;os e S. Paulo. "M d/v. na ra- lSUC::r mascavado
v.j d 10 t'/Oaj anuo i"n descont. !/cuardente
; rrf.lo sobre S. Paulo, GO d/v. ue razio de 10 001 (litro/
Val
Cou-ne a 550J ior Diua de W>o litros.
U M 10 A 15 l> IIAKCO .)E U.O
Assucur refinado (kilo) .
Assucnr branco (kiloi .
(koj
. \),0 :;n-io le descont.
. :r;i' Obre Londivs. 90 d/v. 22 3 i d. P'-r li,
lo bvi'o luintem.
:!(> sobre dito, :o d,v. 2 l/i e 22 3 8 d. por
x i000, do MUCO,
i iTe.'n'tn ".
Auxilio Lema'Jo Hodrimies.
O ?oiTetar:o,
Eduardo Dubeux.
itc do certa? de 75O0
00.
*rroz com csea (kil.ni -
Igodao (kilo/ .
Ragas de mamonas (kilo) .
Borracha (kilo/ ....
Carocos de algodlo
Couro* seceos espichados (kilo/
lloara seceos sal^a.ios (kilo)
:."ourO!i verdes (kilo/
aco ;kilo)
Caf l>om 1 kilo) %
(>! resloio Ikiloi ...
nanita ikiloi
eos de algodio (kilo) .
3o
2.0
iO>
i;o
37o
80
440
I2i
C*K 1
* Btia
400
m
205
400
GO
400
200
20
Baria ameiieana Fred W. arlon, ulgodo.
Bal Ca sueca Baldee, earvao.
Rana alloma Seltiuim. varios gneros.
Ui>.'ue mijlez Tolbut. haclho
Patacho naciDul U. Amia, faitllo.
lmportaco
Vapor m. ional Jfijn.'.o /mirado do? nor|o
Jo tul em 8 do corrcuio o consignado a l'ereira
Ci.rnu:o eC, maniresteu:
Carga do Ro de iamiro
Calcados I cqixSoa HaU InnaoseC.
Cliai eos I caix&o a Carvallio Inuo e C, I a
Adolpno e Fcnao, l a Francisco Ramo.' da Silva
n C, l a Au sto Fernandez e C.
Caf 60 sucos a Fcrrei R idHgues e C, 50 a
Jo Joaqun Alvos o C, 2I4 1 oide.u, 10 a G>
raes de M iiros Irmos.
Fumo 17 encapuljs. G -urrO-'? e 3 fardo a 1.
Aniouio dos Sanio.-. Fe j'to I5 tactOi a oriem.
Linha t caixa a Casir> Me-Uc; e C
Medicara' utos 6 voluiues a Fratio:-0 Maooil
da Silva e ".
Mer^dorias di.ersts 33 volumen Capili'it.
Objeclos de cavallmbos 10 vjtumes a Soares
do Amard I raaos.
Tecidos 10 fardos a Albino Amo.'in c C, 48 a
lijenad e l'ereira.
Vihho 3 ju'r is a ordera. *
Xarque 500 fardos aos consignatarios. -
Cir^a da Baha
Ch:r;os 2 caix'S 1 A 11 'too P. arneiro d-
S.iva e C. Charu:oi 4 eai>es a Alnei-iu i1 >-
eludo e C, 1 a J. I*. Poules, 1 a B. de U Btina
e C.
Teeidos !0 fa des a i. Vltira .: C. 40 a ?r
reir e Irmaos.
Vapor inflez andel, eoi-^rin de Monleii''o
em 8 e cousignado a Ulaikburn .\eeuhame C,
maiiifesiou :
Fructas 2) caixas a Cofti c Fernand.'s.
Milho 50 saceos a Costa e Meileiii.s.
Xarqu.' 2 590 faidoi a Hw e Rozende. ,2 0*r
a Pereua Curntiro e C, 3 0i1 a noritu Iru'.'>s
e C 911 a FimUcisjo R. Piulo Guiraares a C
L^re osIpz Silceasea, ntr?r'o t T#rt li
va t'm 8 e consignado n II. J. lvnnan, uiti:
fe-tou : ,
Haculhip-2,131 biriicas e f ,219 diUd ao
0. asignatario.
Barca inglcza S Atulrcw, entrada ifc> Tardil
em 8 e -c^nsiguada a \V.l;ii mos e C, m-t;i
f,'ou :
Car rao de podra 1,150 U-ijadas ordim.
BKGiVD, 7 W M>KC- i< 18! 0
Har o Atww
No vapor fiaucel V. de \\jai,o. para o Ha
vi-1. i;ire.*ou :
F. Barrost 1 caix.i />m '-0 k'.',s ie loi^.
So vauor inalez andel, pra \: c .;< tiu :
O noiuc raro e extranh de
A Ve le ra Mgica pelo qual enheui
da a ultima grande descoberta do sabio
Dr. O. C. Bris'-ol, simplesmjnte o nome
vulgar da inaravilhosa planta americana,
ciassilicada scientiticamenie sob a denoini-
nag'o de Hamamelis Virginica, da qial c
extrahido o celebre Extracto Dap'o <'e
Aveieira qae leva o nome do eminente sa
bio; remedio /aliosissimo descob-.;rto pri
mitivamente pe'os indios que usaraiu d'clle
na ana forma primitiva com > agente cal-
mante c curativo em toda esp.-cie de in-
flammatiia externas, feridas, tumor js, al
morronuas, rhoumatismo, etc., e que hjc
voio ser um dos agent.-s therapeiti
eos mais importantes do dia no tratmti-
to de toda a dr quer iuterna, quer exter
na. Ver .as btruecoej que acompi-
nham cada vidnuho do extracto oa do
Ungento. 6
Ao publico e ao commercio
O abaixo assijnado, nnrarioi ni Barra ite.Jtn
gada ueeiara an publico e e^pi'rialoieii'e ao ".0111-
jD<"Cio que ra confu d mi m-u nnue Com o de
JoT Barra, 5 de Mario de '890.
Cutido Alces da Sica.
^Ao publico
A Empresa TelephotiVa Bourgsrd, ten-
do feiio a roudanca das linhas para o novo
aditicio e precisando imidar grande quan
ttdde de linhan que se acham es'ragniUs,
trablliu este que pela soa natnrez. d.*i u
gar a multas interrupi.-o.'s, ped-i aos Sra.
aMignantes desculpa di qu-it^uer (alta que
occorrer durante o trabalho.
Revela^c e tir-cimcaos
l'oueas vezes leino \periuieaiado nina li
in'iuw saiisfaco; niellio.-'iri.niios um byuinu
1isullio por noticiar un n'sp-'iUvel pnblivqur
a cercrji La Usa AlUmjna 6 ti Jia Diensagei a pan.
11 uir|i 1 lauto Uciia cuino r-gil-v que ae li
iis-hii.o paladar, COSO liif.illiel na rara ilf
fin ii iqui-ea. a'.iqm-s hetonioidcC'i, co.r iii lo pn.1 brancas
Na"., ali ii-anios ion:.idera;es e imiann ">
pois. a .r.-obrir a riqueza da ce-veja i iusn
MUmitvi \S (i-iiffsjadn puricatiien c Aterdal*
e. snnpie eerdade A16111 dos e>tahele< imeu)-
j aiiuun 1 utos i* i ven > "tn outrns iin-
i.iit..!ite- i-slatHeci.mulos 'u,:i S." Jna 1 da l'.o
illa Vasc ne los, tu'i oe Lkraraenio; Aoiiiini
liuilliermiro 'lis San'.:' roa linvit.i. Jl..r.ira Ir
oO 1. ra de Pedro AlToIlM. J-mu oa Silva IV.-i
ra Lisboa, rui iiu 1 .i...Ta.i..r; Man >er ila' uus
Lo.-ellCo. Ji.OC-'.o; F.ao-!-'> M^u !-* '!.< Potl-
mi;i. Hilar di- Alaaa- J D .:iin_"i- d'Oi -.i
raMio0el F-irnira Sil'- Veida Natal; J-i
Jnvenal Ramo-a Tinoco. R.|i*ia Jniior dt C,
[1 mael Ce.-ar Uo.ui R nmru. Mtca.'ii'Jd.
Xa barra noioiai Maiii Angelina, parj
R o GrauUe do "-ul, carregou :
1! H**-9, 800 -aieos com COIW. kilrs rff
a^suevr branco 3 K) di os com 'i UO ditos de
do maCavaJu.
UMA HBIL OPERA^AO DE CIKUR-
GIA
O erabaixador americano em Vienna,
Mr. Kaasbn, tem cominunicado recente-
mente ao seu goverdo urna dcscripeao in-
teresssnte da notavel operncao cirurgica
prtticada, a pouco. pelo profes6or Bill-
roth, daqueila cidade. Por corto, a cir-
cumstancia parece maravilhosa; mas
verdade que a citada operacao tinha por
fim a remoci de quasi a ter?a parte do
estomago humano. Executou-se a opera-
do e restabeleceu-se o paciente, sendo
esta primeira vez que nina tentativa de
tal genero tivesso tido bom xito na histo-
ria do mundo. Aquella facanha scientiriea
rnanifestou-8e n'nm certo caso de cancro do
estomago, doenca que geralmente vai
acompanha.da dos seguintes symptomas :
O enfermo carece quasi inteiramente
de appetite; sentem-se como que um pe-
so sobre o estomago, e s vezes ume sen-
silo de vazio no me*mo orgilo, a qual
causa um mal estar indisivcl ; e urna es-
pecie de materia gelatinosa accumula-se
junto aos dentes, acompanhada de um gus-
to desagradavel, principalmente pela nia-
uha. A nutr cao, demorando-se no esto
mago, augmenta ciu fazer desapparecer
aquello mo estar; os olhos fcain ripea-
dos de um circulo livido, e o seu branco
toma nina cor aiuarcllcnta ; e as mios e
pes tornam-sc viscosos, acJiando-so cuber-
os de um suor fri.
O doente sente-se sempre can9ado, e o
soiuiio 11S0 he d rcpnuso. Algum tempo
depois, tornase nervoso c irritavel, e o
seu espirito nao v senao tristes presa-
gios.
Qnando se levanta bruscamente 'le urna
especie sasa9ao de syncope. e cahiria se nAo se
apoiasse em algtiina cousa. Ha prisilo de
ventre: e a pellc passa sem causa do
calor ao fri. O sungue, espesso e pesa-
do, circula sem rcgularidadc.
Em seguida, a nutrieo passa com difS-
uuldade n frcquentemeiite rejeitada, orj
tle;xando na bocea um gusto agro e amar-
go, ora um gosto adocicado. A estes
syinptom-is iijuntam-so quasi sempre e
palpitavcs, que fazem 6Uppr aos dientes
que ellcs sofii'oin de uiua ni'.kisua do co
racao. Q lando o iiiu se acerca, o pacicn,
te nao pode reter nutricilo ilguiiia, poi
que a passagein tloa intestinos ou cerra-se
c'implciamcntc ou ao menos est quasi
cerrada.
Mas, nimia que esta enferrnidade cer
taincuic :u4siistitdorji, os allligidos daquel-
les symptomas ileveiu tomar aiuiuo, por
que de mil casos ha novecentos e noventa
e nove nos quaes os enfermos nao tem
cancro algum senao simplc.smente dvspcp
sia, doenca que o verdadeiro systema de
tratainento cura infallivelmente. O re-
medio mais seguro e mais cil.caz 11 xa-
ropo curativo ue Seigcl, prcpaiacilo vege-
tal que vondeui todos os pliarmacciiticos .
Ij.iliearios do inundo i.iteiro e os seus pro-
piietarios, A. .1. Whire, Limited, 17.
Farringtoii load, Londres E. C. Este
xaropo dcstri'o a causa (tu mal, expulsan-
do-a railicalmente da org.-misacac physica.
Depositarios na provincia de l'ernam
buco por atacado, Francisco Manoel da
Silva & C. na cidade do Recife.
Vendedores a rctallio, na i-.id.ide do Re-
cife, Hnrtholomeii & '' J. C. Levy C,
A. M. Veras C, Rouqtmyrol Freres,
Faria Sobrinho C. e T. fc>. Silva; em
aimnres, A. C. de Aguiar, o em S. Joao
da Igreja Nova, J. A. da Costa o Silva.
Horror!!!
Leilao da casa o. 3G ra do
t oroncl Muassiiaa
lilrg.ilnienle armoncia se o leilm d'.irjuPtle
predi.1. que po- verta leUmeiiUriu de Francis
co Antonio de Maralhaes Bastos, rm t- flamen to
uublnto fiio nocaiiorio do lab- lltio Mergulblo,
onde poli.- ser vi*i<>, foi ilado'etn u.-iiliu-:io per-
uano .1 ahiiixo asflgnada, qun levar a defeza de
.-en dirriiou as Shimas instancias anda que
para is veja se fcala a recorrer car.dude
publica. Previne se pi.is. a qu?m intressar
iio-sa.
Rea o, 7 de JIargo de 1890. *
Antonia Mara Porto.
Oi abaixo arfignados, empreados 'este Es-
tado b aporinlailos. ralos ao Exm. iDareehxl
jovernador Jo- Simeo de Oliveira. e preten-
ilendo fromoyer u na demnnstracfio de rewnhe-
cnnenlo, convidara os empreados activos, apo-
sentados, juhd'idos e reformados i^ara urna re-
ii'oo, qu'- !eri lusar 'efunda f ira, 10 do cur-
enle, a- 7 horas'da noile, no ,-ulanln Sociedade
do- Fu conarios Pblicos, ra do Imperador
11 71.
Recire. 7 de Marco de 1890.
Eduardo Augusto de Olivcira.
r.hur Orlan.lo.
Antonio Wuruvio Pinto Bandeira Acuoly de Vas-
cooeelt. s
A. J. de Mesquita Nevos.
Luir, esaiio do Rei(0. .
Jofio Fianctse.. Tencira.
Leopoldo Rorfjes aivio U-ha.
Gurs?) preparatorio
O acadmico IIlidio da Silva Correia de
Oliveira abri um curso de portuguez,
francs e inylez, ra do Riachuelo p
33. onde reside.
Recifo, de Mareo de 189J.

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[\
O
0 Br. Erniirio ulinh%
i.: volts de n vnaern a Europa, on-
da . uilo .las molestias do sys;e.iia ner-
vino. xnu sus residencia e consul-
torio n;a da Auron; n. 85.
Consultas d meio dia s i horas.
TELEI'HONE M. 3(7
Leoaor Porto
Ra Larga do Kotario as
mero '*
SEGUNDO A.NlJAR
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\ I Lisboa e Rio de Janeiro. ( !
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"1L
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TasSiereislo.se pHlniooar
'ura garantida neio Peitoral de Cam-
bar.' .
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KXfKUlUU
l'.-io vapor nacioual io|)ama.. Uaiau Kwsor 4 para : :too;/ rti iouCou
fteadiaieaio wciltllco
UZ II* MAlUj
Al/auicya
Kcnda Kt>ral
o du 1 a 7
dem de 9
10 V G'JW.f
0.08*35ti
2i4 791 23
Renda do Estado d>- IVrmnibua)
Do dia 1 a 7 Ti 5.ii8:8
dem de 8 10 8ix'U*
4i 2260.;;
Hamo total 2S9.0I7..T02
Se..'iini]a w\io ( Alta .le^a de Heraauuuco,
8 d. lia ico de 180.
U thesoureiroFlorencio Dominsues.
O chele da secgaoCicero b. do Alela.
Rccebcdoeia
Do da 1 a 7 15 tMitftf
dem de 8 2:JI25i9
5rral
18.36itfbOd
Kce^l>edora do Ksla Pjt'oamlxieo
Doma I a 7 a oU 085
dem ue 8 s'JoVJS't
3 8869
ClCCe :>a;i:a^;',e
Do dia 1 a 7 7 /ttftl
dem .le 8 :G'J,'.i0
9:3:3i92
.Mercado Municipal de 8." fos
O ii-oviiiieoto desle meiao uu d.a 7 de
Marico f..i o M-fjuiute :
Eoira'am :
' i.'i 3'i tnos neiandu 3 937 kilos.
. t'*77 kilos de peize a 20 reui 29'3V
!l iu--is eom farioiia a aott ra. l-.ti
7 dita.idegfrucUeiLversaA MU r. 2*iUU
3i i-...:ui.m.is a C'l rs. "iOci'Mi
6 tat.oiei os a ;00 rs, 138'"
7 r-uino* a 200 rs. J'hO
t escriplo. 0 U :tl.O r'. 3UI
d co.npjrtiuu'iiios com farinha a 500
rs.
2-t ditos de '-.oraidas a 500 (i
99 eiios ue Icft-uaies e faze'Jtjs a
ItMi rs.
17 ditos oe sumos a 700 rs.
10 o.to.s de rreasuras a BUU rs.
2i d.tos d-i cania.es a 200.rs.
23 tallus a U
,11 lmenlo ic 1 a 0 ic ortcte
P ."jM do i :
30 00
14 i-no
39.6D0
Hs9 0
^i'O
43SIK)
i'j-OJ
221 V
1:333-780
i:'-jo,iJ
ISrouehlic aguda ou ehroaiea
(J l'eltoral de Cambar o melhor rr-
1 i-dio.
C. I'inti le Lem s *0O saceos coa 80,000
kims de caiocus f!e A 'miAn.
^.(/-. / mi'i-o'
No vapor Dacional aumlii, para Vl.no ,
enrr t'- rain :
P Pin1 C. 00 harris rom 5.7CO li'ros de
a lrdente.
J. B.irges, 50 harneas com 3.000 k los de
as-o.ir iiranco
t'.im pjra. carreesrain :
A J. Foisera. .380 b.irLas i-om 21,3i kilo
de assucar h'aiito.
A. dj. Silva. I" pillas e 10 barris com 3,3liO
litros iie avilrteme.
M. F. Ments. IJO barricas aai l!,79i kilos
fe. assii.'ar lirajco.
J. de S. da i'o.-ta HorHr.i. 100 harneas com
."*d kuS de assliCir -efilLido.
P. Canieiro C, lOv barricas co a 6.120 kilo?
de assucar hfsneo.
M. J. tWs, 300 barricas com 22,800 kilos de
assucar h'e'o.
M. F. Mamu-s. 00 bar;icas com 43,tij3 kilos
de assii'-ar li'anco.
V. M. djEiado. 070 b-rrica com 39,677 kilos
de assu'-ar oranco.
A Guimaraes, 4.0 barricas com 2i,2i kilos
de assucor hrauc...
Para Oari, J. M. Das, 18 caixas com 227/2
kilos de rap.
K Carneii-o A C, 50 sacbM com 3,750 kiio
de assucar bran.-u.
No vipor nacional 'ernaaMco, para Baha,
carrejioii :
A. Gui:nar,V-s. 300 saceos com 22,500 kilos
de ussncar hranoo
No vapor uocioual Una, para Baha, car
re:ou :
A. M da Uva, 70 ba.ris com U.liOO litros de
nul. '
No, vapor nacional Gaaliy, para E& nc.a,
carreKaiaiti :
H (.trneiro & C, 200 saceos com fa lana de
m iinlioea
P.r.- Penedo. carrepoa :
G. fa.eui-j, 100 etCeus cj.n fariaha de m:n
di.i.-i.
!'. de l> Filho, 15 garr.Ocs com IjO uttjl dj
teiebra.
No vapor nacional Pirapnm, par- U;:;o
1 canej-'arram :
i'^inic verde fin 3t< 5o) nis o k:io.
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Carne'o delitO a 80* Jom -
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nado pela Universidade de Marylana nos
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Sul........... Fsp-r.lo S-nlo..... 2?
Sol....-....... Tienl............ -0
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Y*sincaQ 0. utm......*J as
DO CUMMER-MO 38
Mac^ por todo os vapores
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LondresThe City liarle Limited,
'-lis Crdit. Lyonnais.
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Por ugaltauoo de Portugal.
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Compra e venda saques sobre Babia, Hio de
Jaueiro, Santos, S. Paulo. Caupinas e l'ara, e
las qnaesijuer opsrages de creJto sojrj as
iiiu.-iujs pacas.
Banco Su'-Americano
38 Utia do Couiaicrclo38
Sscss por tolos o vapore sobre o Banco de
Portugil em Lisboa, l'orio e oulras localidade.
co mesmj temo.
Hov'.mcnlo do pos'to
javios entrados no dia 8
Ci.i' b e.-cala-7 dia-i, vapor naeioual Una do
28 toneladas, couiaianoaue Alfredo MoUtairu,
eqU!pa,'eiu 30 .:arga varios gt.ueros ; Coui-
pauoia' Peinaiubucatia.
Parto Ah'gie 36 i.s. p tacho hollandez Con-
e.urreiil, de 14i uneadas, uao to K. Lu-
imii cjuip-uux 6. ca.-.'a xaiqie; a Ainornu
Irmos e ;.
Pjrjihyb.i- 2 dias, brigoe nacional Praz^res, de
iti lo:iilad.i.-, ca atan Joao l\ iJriiu--s dos
BaDiOs equipa^cQ ti, em ltiro; a Aruoiiui
lru.os e C.
T..rra Nova31 iliss, li-ar inglez 5 Li-r Sea
de 177 lotiei.i ia, CSidlOO -M lli'tiei^.'. equipa
yeu 9. car^i Lue-liao ^ H. I'ein.ii.
Baei.os Ay e--por Monteiideo--17 oas, vap-ir
jn^ii z -lt. x ile I 0.79 ;o lela l::S, coiU'iiatida; -
le J. ti luiondso:i, 1 >i,niai,'eai 2i. .ea.-a m:Hw ;
a W'dfou Sais C.
i.Vac'o. saltillos no ricsr.h>cr>a
Mj.i.'d- e _-.-.!.i -V.'pjr t:i.-3iil*I .'.! .'asili',
ej)ai.nida;:ie Cirro- G.ui.s, catg.i v-no.. %k-
urros.
B0 44 andr e efCi-laVapnr psci.v al -Pe.-.
Mtohueo.' conunaiida'-te AiittJ i-cneua da
S.Ua c-irga iali-j.i ene.o;.
It'o de JjiM'iro o escala -Vapor in::ler. lln;n-
boldi eoiuniatidiu'.e J. F. ta; k, ca:a Va'ius
^eneros.
S..nos e escalaVanir au.-triaco S/. k siye..
comma idante :. Ku'ihcIi, Cur'i vano* i?rn,-
. ros.
Baha i sclaVapo-- nacional Coa: y. c^m-
iiiniiiiMle Doiutugos Viegus, oarjta vurua gi-
neros.
Ce.ir e csi'tla Vapor nacional Pinpama
iiimjndpptc F.aiicisco arva o, esr^a va-
rjot f ener s.
S Vie. ir- va;.or in les R-'x. rcmt.rndante
i. Ei ^nd-oii, cava milbu<
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Diario de Pernambuco--Dpqingo 9 de Margo de 1890
Approvado pela Exma. Junta de Hygiene e preparado por
Uiimica e Phanuaceilico
PLOTAS U^-&&A1W. BRASIL
Este elixircomposto de vegetaes de reeonhecido mrito, em
pregado cora van tugeos as molestias segtiintes:
Escrop halas, rbelunatismo, gonorriicas, rachitismo, impingeos, ulceras, tumores.
sarnas, bobas, manchas da pello, carbnculos, flores brancas, boboes, corrirnentos d<*
ouvidos, listulas, cancros venreos, iuflamniacoes do tero, infamma^oes de olhos, ej-
pinhas, affec-Qoes svpliilit.icas.
A sua rtlfiwNf atlcsada por filustre* atedeos qne o reptil nm superior aos uicdlcaaien
(os anaiogos. L.aiu coiu atenco os attesado- mdicos prova de que o unic depurativo lafallivcl do sangne oISUilr de Xoguelra, *alsa, Caroba
Ciuayaco.
ATTESTAOOS DO ILLUSTKABO CORPQ MEDICO DA PftGYINCIA
O abaixo assignado, dnutor cm medid- tonio A. Assumpcan. Est reconliecido precioso ELIXIR DE NOGUEIBA, SalIa
pela faculdadc do Kio de Jaueiro, en- na formada lei pelo ubclliao Luix Felippe Caroba e GuaiaCO cora muito bom. exty,
decorado polo gOTcrno pottogve*, medico de Almcida. etenho aconselhado aos meus clientes qna
o uzera cora toda a contianca e esperanca,
!Eu abaixo assignado, doutor era medicina pois a sua prcparacfto precnebe perfeita-
pela taculdade do Rio de Janeiro, etc., mente o DAN desidertum. Vou empl-
ete, garas pilulas ferruginosas de meu grande
Attestoque empreguei o Elixir de No- collega, cm todos os casos em que se ti-
gueira, Salsa. Caroba e Guaiaco, prepa- zer svutir a necessidade do emprego doj
Guaiaco, do Illm/Sr. Joao d*'Silva Sil-, rado pelo distineto pUarmaccutico Joo da ferruginosos,
veira, tein sido de maravillosos resulta- -b.Iva Silveira, cm um caso de ulcera sy- Continu V. S. a trilbar o mesmo ca-
dos. O referido verdado sob a f de' pliilitica, dando este medicamento resul- minho cora toda a dedicaciio, para um di
meu grao. I tado o mais favoravel. chegar meta dos bcus desejos e recober
Pelotas, "0 de Abril de 18->G. Dr.' Pelotas, 5 de Maio de 188G.- Dr. Joa-, o competente premio d seu insano e es
Barao doe Santos Abren. Kara reconbe-' quitn Rasgado. Est reconliecido na fr- pinhoao trabalho.
.. na fr.i.a da lei peta tabaJliao Luiz raa da lei pelo tabelliao Luiz Felippe de Rio Grande, 8 de Abril de 1 Dr.
Sabonera nos, u a.
Ditos oruiuaiks tra.
Tuna zj,, ie;n*a., i le Blk, [jasco.
dem curuiiiu. fiasco.
Tintnos ce \iJ;o, uai.
Toalbas felpudas pala raaos, duziu.
Tmpanos, ud.
Tesoura para papd urna.
Vassouras ame icanas, urna.
Iop/es*oes htb giapiiii-is, exemplar de cir-
calar, conviles e usurges etc..ceatc.
De o iieni do cid. da-j ciufe de polca se
Tai publico para eonhfciun uto de quera iuteres-
sjupoasa, que os eng-i|amc::tosde pravas para a
gurda cvica so se fT;ctujro aceta rep..rticao
M0j sabbaio?, a 1 hora na larde, apr-sentando
ioteies-ados sua> pe co'e devi!an?e:re (toca-
montadas de accorJo com o reglamento da
mu a guarda.
o retalia lo jolieis d
:o 8 de Marco de 1890.
0 secretario,
Antonio Jos da Costa Hibeiro Jnior.
Esl.do de Pu.-nambu-
eccu. sei retarla do beverno
o E.iado de Peraambnco, 19 de
tteierrlro de 180.
' por esta tecrcton m faz cublico ,a rjwro in-
UTt>;ar nossa, que. por porua de oje, ao
UKirechal Gov.-rnaUo.' do Etado. Iji sworogado
P>r Riis tres meses, |Nra te os os ollicaes da
- ;"" *:i nacwn-'l. noatcadoj de 13 de Julbo de
i89 ii l'J de N ivi'inliro do in.'.-mo anno, a
(o.iiard.i pies.'iii(! d.ia. o pTsst paraos referi-
dos officiuL-s BCeltareJ] usirspertivas patentes.
0 i'C ct:oc
Antonio Ignaei-j de i'-quita Nevcs.
Editaln. 13
P
ERNAMBUCO
do hospital da Benelicencia Portugueza
desta cidade, etc.
Atiesto puiliico, em suas diversas e variadws for-
mas, a applicaeji do preparado denomi-
dado Elixir de Nogucira. Salsa, CkoM e
culo na
Felippe de Aliucida.
I"
En
abaixo-assignaiio
Dr
Almeida. Nicolao A. Pitombo. Est reeonhecido
! na forma da lei pelo tabelliao Luiz Felip
medicina i Eu abaixo assignado, doutor em medicina pe de Almeida.
i
pela faculdade* da Babia, inembro da
sociedade franoeza de pliUilmologia o
da Bociediide zoologic.i de F
etc
ranea, etc.,
Atiesto que tenho empreado na minha
clnica o lixie de XoGfEiEA, Salsa, (-a-
boba E Guaiaco, preparado pelo Sr.
pela reuMade do Kio decorado (los govci nos de. Allcmauha,!
Portugal e lutlia, mdico do hospital de .
Misericordia desta eidaiie, etc etc.
Atiesto (jiie tenlio einpregado umitas |
vcr.es o Elixir de Nogucira. Salsa, Ct.r.'ba sa,
e Guaiaco, prcpir.tdo pelo Sr. Joao da Sil-1 Joao da Silva Silveira, prestou-me reacs dos, principalmente as molestias de ori-
\\\ Silveira, como um poderoso agente em servidos nos easos de sypbilis terciaria e gem syohilitica.
casos de infeceo sypbilitica Idiathese em todas as affcc<;cs de fundo eseropbu-. O referido rerdade e por jue ser pedido
escniplmloaa, paroccr.do-mc supeaior aos ; loso. passo o presente que affirmo in tide medi
a i ninfos (|iie nos veni do estnutjreirt). Por; Porto-Alcgre, 5 de Maio de 18(!. ci.
Declaro que o Elixir de Nogueir, Sal- pharraaceutico Joao da Silva Silveira, ob
i, nroba e Guaiaco, do pharmoceutico tendo seinpre os mais brilhntes resulta-
'

iuo sel- :ic<
lid-
Maio de
passo e.ae cuja verdade Di*. Vctor de lirito Esta reeonhecido na Jaguarao, 27 de Abril de 1886.Dr
aliiruio e.n t de meu grao. i forma da lei pelo tabelliao Luiz Felippe Es te vilo de Sonsa Lima.Est reconhe
Pelotas, dt- ItapiUtcay Est recotibeeido ua lorma En abaixo assignado. douter em medicina Felippe de Almeida.
pela faculdadc do Rio de Janeiro, etc.,!
t;tc- O abaixo assignado, doutor pela laca dade
Atiesto que tenho erapregado, scinprc com magnilico resultado, e Elixib de po d(J ^j,, J(, exerct0.
cia pela racudtole do Rio de Janeiro. NoGUKIBa, Salsa, Oakuiiae Guaiaco, prc- Attesta que ttm empregado com cxcel-
oavalieiru da imperial ordem da Rosa, parado do Ilustrado cbunico phannaceuti- iente3 resultados o ELIXDC DE Nogieira
etc, ere. co Joo da Silva Silveira, nos caaos do iSaLa Cabuia E Guaiaco. preparado pe
Atiesto que tenho ompregKdo contra a escropbulas e molestias de ongem sypbiliti- i0 p,ariaceutic.) Jlo da Silva Silveira/
a o Elixir de Nogueira, Salsa, ca, o que affirmo em f de medico.
O* bu pvlo ubclliao Lui Feppe de Al
ntida.
Gervasio Alves Pcreira, doutor cm medi-
escropl
' aroha e Guaiac-i,
pelo que o considera um excellente pre
preparado pelo phar- Pelotas. 1 de Maio de 1S86.Dr. Ray- jjara(l0, superior a..s que importamos d
>aceuteo o Sr. Jo da Si va Sdvcira, mundo V. da Silva.Est reconliecido estran.rCirJ.
com hora resulta !o e p ir isso o reputo na forma da le pelo tabelliao Luiz Fep- ,
O reierido e t-erdade pelo que passa t.
! presente que aliirma in tide medici.
Joo da Silva Silveira, JJ*A, > de Maio de 1886. -I>r.
e cbiraico em Pelotes. !*" Fernandos Alvares Fortuna,
mu excellente euicdio para cojibater as
ino!e..ti.;s de fundo escropliulosi). O refe-
idt verdade o por me ser pedido passo
3 presente o->b a f do meu fftAn.
Pelotas, -"J de Abril de 1836. Dr.
Gervasio Alvt-s Pcreira. Est reconbeei-
pe de Almeida.
Ilhc. Sr.
pharmacchtico
Est
E' com o mais subido prazer que venho reconliecido na irma da lei pelo tabella
aeeusar O recebirnento do seu presado fa- ^MZ- Felippe de Almeida.
do na forma da lei pelo tabelliao Luiz Fe- vor de 5 do corrente acampanhando um
l.je
de Al
frasquinho cohs ")U pilulas formuladas pelo Eu abaixo assignado doutor era mediouu
consummado e distineto pratico, < Ilustra- pela faculdadc do Rio do Janeiro.
loutnr em medici- do commendador Dr. Miguel Kodrigues \ Attesto que tenho ompregado em mi
Eu ab:.:xo assignado,
no
me
ra
Attesto -jue teabo em regado o Elixir' vico que V. S. tein prestado e ha depres
Salsa, Caroba e Guaiaco, tar sciencia medica. Entendo que o
i pela taciddade do Kio de Janeiro, Barcellos, e preparadas cora toda perfei-1 nha clnica, e seni com excellente resulta
edico do hospital de Misericordia des- jilo c nitidez por V. S. Na verdade nao' do, principalmente as affeccoes do ori
cidade, etc. posso deixar de clogial-o pelo relevante ser- gem syphilitiea, o Elixib de Nogueiba
Nogiiem
prepsradu do distineto pnarmaceutico Joao ; meu nobre amigo
da Silva Silveira, nao s na clnica civil-
i-oii.o na do liurpita, com o mais espen,
di'Io resultado, o que alirmo ser verdade.
digno de
todas
as
atteii(;3es e merece ser auxiliado por to-
dos os clnicos desta proviucia e fra
dla.
Salsa, Coboba e Guaiaco, preparado dr
Sr. pharmaceutico Joao da Silva Silveira
O que affirmo sob a f do meu grao.
Hervai, 7 de Julho de 1886.Dr. Jost
Adolpbo Rodrigmis Ferreira.Est reco?
nhecido na forma da lei pelo tabelliao
Pelotas, do Maio de 188. Dr. An-I Declaro Ihe que tenho empregado o seu Luiz Felippe de Almeida.
Amigo e Sr. pliaimacentico Joao da Slva Silveira.Era contestado a sua pergunta, relativa aos resultad
com applica.;ao do ELIXIR DE NOGUEUiA, SALSA, CARUBA c GUAYACO, tendo a eatietacoo do
relativa aos resultados que tenlu-
communicar
"'l.UO co
Ihe o serumie:. .....
Fazem seguramente cinc) annos que emprego na minha clinica o seu j to reputado Elixir em rautas'aucccoVB at
naurcza syphilitiea c'em a'gumas de fundo escrophuloso, toruando-se m >s notorias as virtudes curativas deste preparado na*
priiueias d'aqueilaa affcecoc-s.
Com o cu'uzo prolongado iunca ohservei as perturbayocs gstricas qne srtem appareccr quando applicamos outros me
diconcubia cnigeneie, tornamlo por isso segura fcil a sua dministraeao at as ereaneas.
N'5 besilarei em recoaimendal-o coiu Couanva nos esUdos patlioiogicos supramencionados, sendo como c a nobre mis
ii- di medio*! c utribur para o allivio e bem estar da h.iiiianidade i^ue sotFre. I
Autorizo o a que aya o uso que ihe eonvier d'ostu minha dcclaracao e disponha do amigo abrigadoDr. Ahn
IjLS.

\J\JO
DEP
'ancLSco

pnriA
\J\J\J
h Silva k
23
Ri
903
Duzia
Ra de M arquez Olinda23
. 30^000 -------- Vidro
3&O0
l'ra-io de 30 dina
Pela inspectora d'csta Aifaiiiega ce faz p:i
blico que s 11 liora3 do dri 14 do mez de Marco
prximo vindouro serao arrematadas, pona
d'esta repaiticlo as mercadorias comidas nos vo-
lumes abaixo mencionados i.o lermxs do titulo
5o cap. 5 daConsoldacAo da.' kis das Al an-
degas c mesas de rendas,si sens donus ou coa-
signatarios nao as. despacharen) e as retiraren)
dentro do praso de 30 das, a contar da data do
edital, sob pena de, lindo u mesmo pruso, serem
vendidas por sua conta sem que Ihes fique di
reito a allegar contra os efleitos d'esta venda:
Armazem n. 1
Marca triangulo A no centro e M C em cima,
um nacnte n. 8. vindodelliiuburgo no vaoor al-
ie rr 5o Campims, entrado em 20 de Janeiro de
1888. consignado a ordem, conlenJo amostras,
sem valor
Marca G J <* C, um dito sem numero, idera no
vapor allemo Uruguay em 1(> d; Atnil idem, a .
.OUveira Ba.-^to & C. sem valor.
-'Shfca S G &C, urna caixa. sem numero, idem j
do II vre no vapor fruncez Vilte de Baha, cm 29 ,
de M io de 1889, uio consta do manifest, amos-
tras em val.T.
Armazem n. 5
Francisco Lr.uria, urna caixa sem numero, de e
I8W eclemlo'SoSS? ** m- 8 ^ **{*' ****& ~ ANAgO l'.SOO metros. Aniraaes de Pernarabuco. Pre-
mos: 2000000 ao primeiro, 40|5000 ao segundo e 200000 ao ter-
ceiro.
^kli^S VELOCIDADE -1. tOO metros. Egoas estraegeiras e caval-
los que n2o tcnhm ganho n'estes ltimos 4 mezes nos prados do Reci-
fe. Premios: 4005000 ao primeiro, 800000 ao segundo c 400000 ao
terceiro.
S-" ^'ft'feS EXPERIENCIA-800 metros. Animaes de Pernambuco qu-)
nao tenbara ganho n'estes 6 mezes nos prados do Recite. Premios:
1500.00 ao primeiro, 3'.;0OJO ao segundo c 15,5000 ao terceiro.
Observares
Nao se realisarao os pareos sem que se inscrevam e corram pelo menos 5
animaes de tres proprietarios di lie rentes.
Nao podero inscrever-se no mesmo pareo mais de 2 animaes do mesmo pro-
pietario ou tratados na mesma coudelaria.
A p.-oposta que nao vier acompanhada da importancia da inscripcao no ser
ceita.
A inscripcao encerrar-so-ha segunda-feira, 10 do corrente as 6 horas da tarde,
na secretaria do Derby C.ub ra do Imperador n. 22, l' andar.
O SECRETARIO,
Jos de OUveira Castro.
vapo
PROJECTO DE INSCRIPCAO
Da 5.a corrida que realizar-se-ha em 16 de
Margo de 1898
t. *\M,8 CONSOLACO SOO metros. Animaes de Pernambuco que
n3o tenham ganho no Derby em 1890. Premios: 1500000 ao primeiro,
200000 ao segundo e 150000 ao terceiro.
^V, ESTADO DE PERNAMBUCO OOO metros. Animaes pun-
gas. Premios: 2OO0OLO ao primeiro, 400000 ao segundo e 200000 ao
terceiro.
." ^VM, PHOSPERIDADE -OOO metros. Animaes de Pernambu-
co que nao tenham ganho em maior distancia no Derby em 1890.
Premios: 20> 0000 ao primeiro, 400000 ao segundo e 200000 ao ter-
ceiro.
4. !%*!! PR*DO DA ESTANCIA i.00 metros. Animaes nacionaes
at meio sangue. Premios: 3000000 ao primeiro, 600000 ao segundo
3J0OOO ao terceiro.
W; ca diauante CCGi no r.ent'O. um panot B.
120/110, idem idem, a ordem. contento amos-:
Irjs cm valor.
Armazem n. C
Mafca H M C A. un i caixa n. \'t22 do ul n i
naciuiial Para em 2'J de Aril de 889. aos '
luid iros de ilanoel Cardoso A y res, CODfMdo 8
kiloi 'ammas de enveloppcs seiu luiprtso.
Ui a dita u. 4i2"J i t'1;:- id ni ;i:o consta do
.nao oslo, iteudo 101 k.ljg.amm.s de enve-
lopi> s sem iniprpss5o.
Ui a ilita n. iill,i'iem iJira, aos herdeiros
de j moel Gardjsa Ay:es, conteni loi kilo
grat masde iMjiel para> serever. sem imires?So.
M ha 11 M C A. um larde n. 4ii7. id-'in i leni,
iio onsta do maniTe:-1, contoneo 224 kilograai-
mar: de p.M'el proprio p:.ra eu.lirulrio.
M rea M 4c G. urna caixa n 5006. idem idem,
a Mi le ros < G cocteudo :32 kilogrammas de
pao I cartao em folhas.
va dita ii.50!)7, dem dea, aos meemos,CCD-
len o 142 kilvigraiumas de papel sem douradura
p:irl es ..re ver.
lin cita ii.{013, idem i en, aos mesaos, con-
lolo 90 kilogr.minas rte doaradora para esere
ve#e 25 kili^raaiiEs de invifoppes de papel
firiples.
nia dj a n. 5013, i'lein idem, aos raesmos, ern
tendo <49 kilo^rajuuas de pupul tarjado para
c-rrever.
atea S K e contr-mar'.i'' S. nina dita, sem
numeo. de Bordeaux no -apor f.anciz G-ronde
em 4 de Jucho de I8S7, nao constado manifest,
coiiihikIo caito anuun'io impresso em mais de liiSCriptOFlO Central (la em-
uma r. peso liquido 2t> ko^ruminis. i i r
i4iiG.da silvafrnw no uta m Ranero. prezn da estrada de ierro
de Souiliaiiiplcn no vapor iiiflea fibHtfl de '. rj-i ~ r
Ma;o de 1888 ((.niendo livroi para e.scripturtcao, (Je KlbeifaO a jOflltO, 110
peso hqcido 89 kilo,i\iinmas. ,) .c
Marea S G Ce cciifa rairia P tuna dita n liedle.
da 12 de Maic) prximo, a 1 hora da tarde, na
tf^MaaUaai
tontendo choolale comu:uuj,
Voliorios 40 kilO}.raminas.
Marca diamante G:17 uo ceilro, dms
icsanJo nos en-
ditas n
sede desta empreza. n. 74, Io andar a ra Daquc
de Castas, atn de ser lido o relatorio dos fia
10/11. de. Sm.hampton.no vapor inglez JV.^ 'D1-^0 e mii8 aumentos do anno
em 25 de Fevereiro idem. ordem. conteiido
'I osf.t- rorTUsi:! vtiieiuthe
Miio deis crianya senao o Peitoral de
I^umW.
EDITAES
i Relacio dn? o*>jpc!os necessaros ao c-xppdienle
da Secretaiia do Gjvcit.o do Esiaao de l-Vr-
narabuco:
?.arras dV mel 1 pon ppe!. Caita.
b.:'ia da Ajinin |wia 'iiaj.-., nasa.
arbame troso, Ibra.
Idrin lino. dem.
Gipos dc.viiiroJCi um.
(.oeos O- Ajpiih p->ra ; ji-i, dio.
Gestas d' virnc para p. l una.
amias liu.is. <.uzu,
G niveles linos um.
Ka.arradcir.is de A^aih. na.
Kspurtaiior de eima. um-
I li-tu de p-i:li. ubi.
KcviM-ppi-a pi.a .lucio- d i'fTi'r,'nies lam^.-
9. nrcriio. rolarlr I lovrno
Jo B^fauCs reo -Je SOO.
De ., jc;!i do nuncbl (jov'rna W do.E t .i! .
9 3I obferttilTia ao l'po-'o to ri S"Oi>ap
.-Tj O. SSTj 8 !.- Orui'O de |S8I, or::
.... j-:..: Ja 4rto *'*^ *?**l*?.1^, mAm fNMMJk em |,iel l cu br.uro, com
r. .-;.. .-t-., -ic su :'mo,a > per ei-:-.1" ce .1 i..- _.______
K-v; :,-itl -. da coj .-<: 'le Flor::-! i-ara a
tetoania -n E-nda do 1U0 G "i.-.d.- d.S:', Ihe ;,
fC >J.i ;.. J-.-,..| .,. p:SfO-I- 'CtS i:i i '.i |iara Us
Livros cm braii~o. numerado* c riscados /*3m
disiicos, de didoreiites lamaailOi c foraa.tO( e
de 50a 5(0 folbas. um.
Olireids para sello de patelos, em pues, libra.
Uldiu-rador, um.
Peonas de c i (| difljrrnles fabricas, caixa.
Pastas para,* schp'u, urna.
Ditas para cendu' gto u. expeliente, utea.
I*a de Aj l'-npe roado paulado, rom inscnrf, resma.
1) 'o dito uit', sem :i--cmii^o cha.
l'api I licdiuo, paO'adO ua :i iiisci|mj;Vi, resma.
Meo) almii-so. pautiHt, ii si:..
1-1 ni id. in. li dem de ludio ;i-.'..I.lu, pauMo, sem inrri
1 reio. r.-su a. V
1' "bien granifc aya lituld, coui as armJs da
e :i-ni '.n.-r;ip(;:ui, cea! KepiHilu:.. filluiH
li-.uw pir.i 'tas lA&iT-d do tamanllfl da i. Idei, l:r.nico. piof^'o, para mappai. de diLT--
' re'ien uMnai boa, Foi h.
^u^:-rJ x'.rci.; z .u...- f.iiK-;:.-.
0 i-crit..ro.
A..Ionio .(Licio le ji- .'iiM<.
<* ..-,. -i _s- e.ri-ia'ia do G-iveroo dn Estado
V r* : i ..i.;.,. ; .:..>|;iivO lie !'.). j
1'-'. i 4*'jI i'ti-o iiiihlo-o mi r.e-i
ri.'-" i*, u.- i-Mi.').-1 ,-; 2i o om-iOi''
M,"!-. !'' I -". riliei-l" '* fa^Ntl* IU*ft-iim KM I
i u:-ici:.i-.- d. i.Wi.co en
pule ile urna foilii ni-, p.pi'l Mini-tro com in
I ccripcfio arawn ciu ic,-.oL-!:ca. t-aixa. 1 lem fjMn.to Mu .-tro;> iri -! t ts cora a*
.' \y,\- de i^u.-i !.,i ,( .h vxd inac ipyao. dita. aima* -la BrMbbca i- m-. -i y d, "arxa
iK s uia>res para p;pel Uu frmalo mizade, dem i'iein im :-s armas e i-.-i'. ^c; ie, cox.-i.
' n'.tn j )'a(iti pura carias formato- A ii-aj-seui m-
V. irados demid^-i'a. l.iuro, u:n. (gCfipfcio, caix'.
| K*i-evas pata iii:'ii:ir lei-as. uum. Itii-m i-ai loiiuil'.i pan p 'ti n* s f.il.ia.
Ka 3lor tur *pt (upapel, onit j j i- m. iniita biir.m, folli.
(",-.,nm--.iii!|ii''i f.U
i .< i 'rf.
O errelaii i,
.1 / it i!rs>n ta AVifi.
lina rtira em en-ro. Ii:a.
J.irra de tarro, nina,
f.' fiis pelo, du/ia.
I) te* de roce;, d;ia.
Lacie, ca:xa
ero-, folln.
Q aiiinh.is de barro, dOlia.
i i.siadeiias ile ayo LHII.
UrKus de n udeia. urna.
llegader de fl iifdits cm.
art.nnato de niai-n sia alva. peso nos envoltoiios
50 kiiofiramiiias.
Guia dita n 2. idem idem, ordem, poniendo
e?|M jai ordinarias peso liquido 10 kilogratu-
IlllS.
Urna dila n. 1, i.lem idem, ordem, contendo:
pon para matar insectos, tieso biulo nos envol-
lurios 2 kilotjraiutnas; pos de seidhU nao es
l>wi!ii-ado. em \iJros, pesando liquido legal 5
kilojiaminas; n-ifumaria, peso nrulu nos en
uiHorios 1 1/2 kilo^-iininas ; saos n*o especiii-
eatnifvth ii(os, p-'taudj liquido legal 17 k:lo
^rammas.
Utua ila n. 12, idpm idm, ordem, conten-
do : ultmenlos medi'inaes em potes de tarro
pe.-o liquido lefil 3 kiligramm is ; plala* rae-
dicmaes em caixiidiis d; maJeira. ptso liquido
lesal 1 l/i kiloyrammas sal amargo pe;o b-uio
nos envoltorios 5 ko^r.immas; riuplaHros
entendios vcsicaoriOa peso liquido 2 kuogram-
uiaa.
Urna dila n. 3, idem idem. a orlem. rontendo
carbonato de amoniaco em latas, pe;o liquido le-
g;d 404 kilogrammas.
Una dna n. 13, i leta idem & ordi ni, conlenoo
magnesia calcinada o; diar.a. peso liquido le-
gal 44 kilogiannas.
Armazem n. 7
ilarra S K urna caixa n. 76 de fjjrdearx no
vapor francez tongo, cm 1 de J niio ce 1888, a
Snl/.er KielTiiaiin, (oiiieiulo lu prenso* de mais
sc urna i 1-, pesando liquido '0 kil 'ammas.
Mdrca P J A. hma dita D. l'-4, do Havre, uo
vapor (ranees Vlle de flotar*, em '1 idrm, a
Paulo Ju- Atves i G loritendo qucij peso li
quido 3 kiloviramina".
Marca A 0 4 G. urna dita cem ncmsiro, de Li-
verpool no vapor inKlez Orator em 15 dem, a
AHuiiso Oliveira & G.. comparto annuncios im
pressos em mais ue urna CO", pt so liquido 8 ki
luj'.alMDDP.
Mj:ca diamante n no renl'o e P J A rm cirr.a,
una dita fcni numero. iden ideui. a P.iuc Jo-
Alves t G contend.. earta-aimonem impresso
eiu injis de urna por, peso liquido 28 kilo^rauj-
ili s.
Marca diamante 19 no ccu'.ro. B S cm cima e
i; r (in liaixo. cincoi-iita latas de foiro sem nu-
mere i Hu em 5 ide/u. a ordem. rt-r tlnla a
uieo liara piatur, piso liquido 1-fal CO k lo i
gi.iiiinas. )
Maica S PA G, tres grad- Jioeiro co vip.r ii..coiciI Etfhnta Su.ta c'm 28
idem. a P. I h.cs'e, ci/.ilecdo 4Jpi"*,a* m-irtuo
en era t.>t>oas -erradas, ineiudj 'ois im di-
\e ra- iiiraen-0-r 44 1.2 metn s i4)
3 >'i-i-ao (la A.f.i.id.ga de JVl llSffibaCO. II C
F.MI.i'o ,!c lb'9.!.
O.hfe.
/jmt'rjo: Joaquim da Fon'fr.'
_Ar rematadlo
No da \n, ;'f, o: real-, p-as 9 horas da ma -
VH, HA i'.i-ii das LU-'ie.lcl.'i- '{O ti uno lia E.-'Cada.
ii in de i a praga pila tici-isi e Ultima i-l. o
'liliU Jatnd:'.: i; c.Olli 0 ab..l:.liei,li. i! 10 0,0
liaveiidd I..'cador que cobra avllaCO,
d" irirVCOiOOO, si.j TP::...la.!i. .ur que: n.ais;
, IT ccer i- lo dito CCB" U1 o. ,
Kecife, 25 de Fevereiro de 1890
Os altee ores.
Jos Bellarmuio Pena de Mello.
Francisco Lipes Guimaracs.
Sebastio Al >cs da Silva.
Monte \% Portones
^sscmbla gera!
Pelo prpfcute sao convidados os Srs. socios ft
se reunireni i m sesro de asscmblea ter lugr dominso. 9 do corrente, pelas 4 no-
ras do larde naGibinete Ponuauez, para dis-
cutirem e volareiu o relat rio da dirercao e pa
rc da futura direcyao e bem assim debberarem
acerca de ostros assumptos importantes, proie
dioas ce propostJ da direcloria para o que pe
de se o eonen-su de todo< os socios.
A s-emhiea funcona e delibea com a pre-
schca de 15 socio-1.
l'reideiioia d'assembla gcral, 4 de Marco Je
189jc
Dom'rgos 'a Cunlia Guuaarae Ruha.
Derby Club de Per-
nambuco
A 'fireeloria desta sociedad^ e:n v rtude do
art. 16 do de'retc de 17 de Jr.eirn desle anno,
scientifi a que licam disposicao dos senberes
acc-oni-ias, r>a secretarla ca sociedade ra do
i.np-raler ni 2.', as ropias do bala neo da rea
ci uonir:I eos acei-jn:sias lereu.ias das a-'t.las rcal-sadas n deCBCbu do
anno p-jxiiuo tied i.
Rec:;e 1 ce ):tio de 1800.
O li-cccdes.
J!an;cl da Silva Main.
Jos de Ol'v: i-a Castro.
Garlos Jn. p de Medeiros.
Enirenlu AQuileNov
FP.KOUSZTA DE S VICENTE
O- lnixo a->iii'i!eos corstiluiram seu bastan
te piorurado." o Iilm. Sr r. A* i lino Fr-i'c para tratar de mu negocio rej
: el. s i [::-W q:.e l.'U >0 e3gcl:0 A.lidr
Nejo.
l.-tiir : de Ma'co de 1890.
1,. A. S.darai liaiw.
JoaqoHu Paulieo Sienas Muuiz.
0 conselho da Inlendencia Municipal da Cidade
de Olinda e seu termo, em virtude da i, ele.
Faz Constar a quem interesssr possa que. em
viriude do ar:. 74 do cdigo de posturas munici-
paes, fica marcado o praso de 69 dias, aos pro-
prietarios das casas n'esia cidade que tiverem
terrenos em aberto que deilem para as ras, bec
eos ou travessas, yfiai de fecharen) ditos terrenos
com muro, sob as penas impostas no cit do ar-
tigo.
E para que chegue ao conhecimento de iodos,
raandou publicar pelo Diario e adixar nos luga-
res mais pblicos dVsla mesma cidade.
Payo da Intenaebcia Municipal de Olinda. 3 de
Maigo de 1890.
Dr. Albino G. Metra de Vasconcellos,
Presidente.
Jcs Marcolino da Fonseca Manguinho,
Secretario.
S. R. M.
Sociedade Recreativa Mocidade
sarao trimestral (m 24 do corrente
De ordem do Sr. presi 'ente, convido os senlio-
res socios que queiram tirar convites pira este
sarao, a presentaren) os nome3 de seus convi-
dados nesta secretaria. 0 recibo do mez cr-
rante serve de ingresso.
Secretaria da Sociedade Recreativa Mocidade,
5 de Marco de 180.
0 1- secretario,
_______ Martiniano Cruz.
THEATRO"-
m is
Domingo 9 de Marco
EMPRESA E OIRECAO DO ACTOR PORTL'GUEZ
Domingos Braga
Grande fesli artstica dedicada a coZo-
m'a portugueza
Explendido espectculo cujo produelo R**r
applicaoo a oefeza da honra e dos bros da NA
(jO PORTUGUEZA.
Depois da ouvertura pela orchestra s::bir a
scena o dratna de grande aparato de conuraes
militares. em 3 actos e 4 quariro* do laurv;udo
i.scriptor portuguez JOS' U0MAN0
HONRA E GLORIA
Distribuicao
O general Sr. L. Franca,
o coronel de cacadores n. 5 Sr. Pxcneeo.
Indemaisadora
N'o\ remes da % 1- do art. 23" do- esi'uto? a
O ajudante de campo
Jjrge. capo da 8* cem-
panbia
Placido, sargo lo
M-cara saigcnlo da4'
o aifens lastrotor
(i sargento da 8*
29 o.uuU'lleiro da 8'
E-i copeta
Maiaiodo, recruta
L'm paisano
! gnlneta
2o dito
i Mi ra. fi:L Sr. Sigismunda
Sr. A. Peres.
Sr. G. Lisboa.
Sr. Machado.
?ir. Leanuro.
Sr. E uardo.
Sr. Domingo:
Sr. Roclia.
Sr. Lyra.
Sr. limcio.
Sr. Nolasco.
Sr. Teixeira.
Si-a. U. M. Luir.
S a. D. Angelina.
Braga
Anaelioa. tnnlner de 29
Oflinaes. i-argento?, cabos, soldados, reculas,
faxiinis, u n-iia". novo c Iropa.--
diretona amn aos ms. u~.:ias artaoi- N-., 4. ;ic.Iu u c,, Q fuxUament0 do Sllldado 29
rem Se e:n a-euiblca geral ordl ana, ao ini.m anata'o militar
dia de II d. Mu c vindouro na ^* ^ SttSK. 'procurados na bilhe.a-
nb.a. A n unto n P* flm de.).w I.a j ^ do lleatrolno dj do t
COla do ai.::.i ocial lindo em Jl ue u.-z-u..o, n .
J j'incipiai
em 31 deD.-z-mbroi
proxo.'io p* nlvb
Recite, i iiq > oereiro de 18.0.
Os id clon s
l'i'iji IviM-ia Fonseca.
\ i i lia G. l-'i-c; ira Ualtaf-V
J..;c Fcr.tira M. rqces.
3 ras
llavera bend raranodas s lillas.
Nao sendo passado este espectculo, a crr.pre
z.i -silera rto patriotismo des seu3 conctdatfnos^
o auxilio valioso para poder corresponder a um
flm lao .usto c agrade.





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S. R. C.
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Hrdade Recreativa Comercial
Asaembla geral extraordinaria
e ordem do cidadao yice- presidente, convido
i todos os socios a reonirem se na sede social
M dia 9 do corrente, s 4 oras da tarde, para
ttogerem se tres membrcs da directora.
Secretaria da Sociedade Recreativa Commer-
cial, 7 de Mareo de 1890.
01- secretario,
Franciso Maia
Capitana do Porto
Aes conmandantes, mestres e
capitSes
De ordem do cida ao capito do porto deste
Estado recommenda-se a todos os commandan
tes, nestres e capites de embarcagoes a vapor
acionaes o cumprimento do decreto n. 10.411
de 26 de Outubro do anno prximo paseado, pu-
blicado em editaos nos jornaes desta cidaie em
18, 19 e 20 de Dezembro do mesmo anno, para
commandos senao o pessoal de macbinistas, fo-
guistas e praticantes que exbibirem os seos t-
tulos respectivo", hPtn como aquel le coja otoeso
n^u lUUltaltruic fJi^a o oar*lloo dt* Udda uaw
vio, indicado nos mappas csnstantes do supraci
tado decreto.
Capitana do Porto do Estado de Pernambaco,
S de Margo de 1890.
O secretario
Mario F. deCastro Chaves.
MARTIMOS
Jompanhia Bahiana de JSa-
vegaeao Vapor
Macei, Villa-Nova, Penedo, Araca-
j, Estancia e Baha
O VAPOR
Mrquez de Caxias
Commandante Bernardes
E' esperado dos portos cima
at o dia 12 de Marco regressan-
.do para os mesmos depois da
_______kdemora do costume.
, carga, passagens, encommendas e dinhei-
ro a frete trata-se com o
AGENTE
Pedro Osorio de Cerqueira
17Ra do Vigorio 17
United States and Brazil
iVI. o. o. Vy.
O vapor Finance
E' esperado de NewYorK-
at o dia 19 de Marco
o qnal depois da de
mora necessaria seguir
para a
,, Rio de Janeiro e Mantos
Para passagens carga, encommendas e di-
heiro a frete. trata-se : com os AGENTES.
Baha,
Ovapor Advance
E' esperado dos portos o o
sul at o dia 20 de Marco
o qual depois da de
mora necessaria seguir
para o
aranho, Para, Barbados, M.
Thoniaz. Marllnlque e \ew
York.
Para carga, passagens, encommendas e di-
aheiro a frete : trata-se com os
AGENTES
Henry Forster & C.
8Ra do Commecior8
1* andar
Pacific Steam Navigation
Companv
STRAITSOFMAGELLAN LINE
Paquete Oruba
Espera-se da Europa at o dia
,9 de Marco e seguir de-
"dos da demora do costume para
^Valparaso por
Bahia, Rio de Janeiro e Montevideo
Para carga, passageiros, encommendas e di
oneiro a freie : trata-se com os
AGENTES
Wilson, Sons L Limited
14RUADO COMMERCIO14
O vapor
VilledeSan Nicols
Commandante Tauquery
E' esperado da Europa at o dia
9 de Marco seguind o depois
da indispensavel demora para a
Ko de Janeiro e Santo*
Roga-se aos Srs. importadores de carga pelos
vapores desta linha, queiram apresentar dentrr
de 6 das a contar do da descarga das alvarengac
jualquer reclamago concernente a volumes que
jorventura tenham seguido para os portos de
mi aflm de se poder dar a tempo as provi-
iencias necessarias. .
Bxpirado o reierido prazo a companhiVno se
-esponsabilisa por extravos.
Para carga, passagens, encommendas e di
aheiro a frete: trata-se com o
AGENTE
Aligaste Labille
9RA DO COMMERCIO-9
CompHnhia Braoeira do
Navegacao Vapor
PORTOS DO SUL
O vapor Para
Commandante Antonio Ferr ira da Silva
E' esperado dos portos do nor-
te ate o dia 16 de Margo e de-
pois da demora indispensavel
.seguir para o portos do sul.
ls eiwiuuicudas sero recebidas no trapiche
B irbosa at 1 hora da larde do dia da sabida.
Para carga, passagens, e ncommendas e valo-
res rata-se com os AGENTES.
PORTOS DO NORTE
O vapor Alagoas
Commandante Joao Mara Pessoa
su'
se-
W esperado dos portos do
ate i dia 17 de Margo e
guindo depoi.- da demora indis-
pensavel para os portos do nor-
te ate Maiiaoa.
\ s encommendas s serao recebidas na age r
i at 1 hora da tarde do dia da sabida.
Para carga, encommendas, passagens e valo
-es trata-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
6=Rua do Commercio6
1 andar
Royal Mail Steam Packel
Company
O vapor Magdalena
Espera-se da Europa at o dia 13 d*
Margo, seguindo depois da demo
ra do costume para
Baha, Ro de lanriro. Monicvi
do e Buenoa-Ayres
Para passagens, fretese encommendas trata
se com os AGENTES.
O vapor Don
E' esperado do sul no dia 13 de Mar
go, seguindo depois da demora ne-
cessaria para
S. Vicente, Lisboa, Vigo, e Southamptoc
Reduecao de passagens
Ida Ida e voltc
A Lisboa 1> classe l 20 t 30
K Southampton 1" classe 28 t 42
Camarotes reservados para os passageiros d>
Pemambuco.
Para passagens fretes. encommendas, trata-s
;on os
AGENTES
\morim Irmos & C.
N. 3Ra do Bon JessN. 3
Companhla da Mala Real Portn-
gneza
O vapor Malange
De 3,500 toneladas
E' esperado de Lisboa at o dia
13 do corrente e seguir depois
de pequea demora para a
Bahia, Rio de Janeiro e Santos
Sobre fretes e passageiros trata se com os
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
6-RA DO COMMERCIO6
Io andar
LEILOES
U\M
COHPIMIIl PKB
DE
flaregaeo costelra por vapor
PORTOS DO SUL
Viagem directamente Bahia
O vapor Una
Commandante Monteiro
10 de Margo s 5
Recebe carga at o
Segu no dia
Inoras da tarde.
dia 9.
Encommendas, passagens e dinheiro frete
s 3 horas da tarde do dia 10.
ESCRIPTORIO
t> cae da Companhia Pernambucana
n. 12
CHARGEURS REUNS
a vapor
o Havre, Lisboa.
Companhla Francesa
DE
Navegaeo
Licha quinzenal entre
Pemambuco, Babia, Rio de Janeiro e
Santos.
O VAPOR
Ville de Kosario
Commandanto Portier
Egpera-se dos portos do sul at
o dia 14 de Margo, seguindo
depois da indispensavel demora
"ara o Havre tocando cm
Entrara mo porto
Leilo
Debons predios
Agente Brito
0 agente cima, a mandado ds Ilustre cida-
dao juiz de direito da provedoria e a equen-
ment do Dr. promotor de capellas, vender em
leilo os predios abaixo mencionados perten-
centes irmandade do Divino Espirito Santo do
CoIIegio.
1 casa terrea n. 16 ra das Larangeiras, com
3 portos, sem repartimento, 1 ouarto, cosinha e
quintal.
1 casa terrea n. 32 ra de Santa Thereza,
porta e janella de frente, 2 salas, 3 quartos, co-
sinha fora. cacimba e quintal com portao para o
becco do Falcao.
1 dita n. 25, no pateo do Paraizo. com parta 5
janella, 2 salas, 2 quartos, cosinha fra e quin-
tal.
1 dita na ra Velha de Santa Rita n. 42, com
porta e janella, 2 salas, 2 quartos, cosinha fra
e quintal morado.
Em seguida
vdnder mais a casa terrea n. 50, ra de
Joo Fernandes Vieira.
Segunda-feira, 10 de Marc,o
A's 11 horas
A' ra 15 de Novembro outr'ora do Impe-
rador a. 16
Agente Silveira
2 leilo
De urna casa com sitio na estrada de Joao
de Barros n. 32, terreno proprio
Terea-felra 11 do corrente
A's 11 boras
No armazem ra do Imperador n. 2
O agente Silveira, por mandado e com assis
tencia do Exm. Sr. Dr. iuiz de orpbos, a reque-
rimento da viuva e herdeiros de PedroPaulo dos
Santos, levar a leilo o referido sitio, tendo a
casa os seguintes commodos : 4 salas, 4 quar
tos, urna puchada com urna pequea saleta, cosi-
nha e 3 quartos, 3 janellas e 1 porta de frente, 2
janellas no oito, medindo 10 metros de largura,
13 de comprimento, tanque para banho, cacimba
com boa agua potavel, diversas fru^teiras.
Os Srs. pretendentes podem examinar.
Leilo
Lrsboa.
Conduz medico a bordo, de marcha rpida
e offerece excellentes commodos e ptimo pas-
aadio.
As passagens podero ser tomadas de ante-
nao, m
Recebe carga, encommendas e passageiros
para os quaes tem excellentes accommodagoes.
Para carga, passagens, encommendas e di-
flfcero a frete : traa-se com o AGENTE.
De movis, espelho oval, loncas, vidros e
1 lustre de crystal
Terea-felra, 11 do corrente
A's 11 horas em ponto
No Io andar do sobrado ra da Impera-
triz n. 6
Constando :
De urna mobilia de junco com encost de pa
lha, composta de 12 cadeiras de guarnigo, 4 di
tas de bragos, 1 sof e 2 consolos com pedra, 1
espelbo oval, 4 quadros, 4 etageres, 8 jarros
para flores, 1 tapete para sof, duas escarradei-
ras, 6 capachos, urna mesa para jogo, 2 candiei-
ros para kerosene, 1 lustre de crystal com 5 bi-
cos para gaz carbnico, urna cama para casal, 1
toiltet com pedra, 1 lavatorio com dita, urna
banca cabeceira de cama com pedra, meia com
moda, 1 santuario. 2 cabides, 1 marquezo lar
go, 1 dito estreito, urna cama para menino, 1 bi-
det, duas banquinhas, 1 lavatorio de ferro com
jarro e hacia, urna mobilia de amarello comple-
ta com lampo de pedra, urna importante mesa
elstica de carvalho com 6 taboas, 1 guarda
louga, 2 aparadores de armario com pedra, 12
esdeiras, 1 reloio de parede, 4 quadros, urna
costureira, 1 dunquerque, 1 guarda comidas, 1
aparador grande com pedra e espelho, urna
quartinheira, apparelhos de loncas para almoco
e jantar. copos, clices, compoleiras, garrafas
para vinbo, bandejas, jarras para agua e muitos
outros objectos de casa de familia.
O agente Gusmo, antorisado por urna fami-
lia que retirou-se para o Estado do Para far
leilo dos objectos cima mencionados, os quaes
foram transporados para o referido sobrado.
Agente Stepple
2a Leilo definitivo
De bons predios em boas ras e em boas
freguezias
Terc,a-feira, 11 do correntej
A's 11 horas em ponto
Yo armazem ra do Imperador n. 3|
0 agente 8tepple por mandado e assistencia
do Exm. Sr. Dr. juiz de direito privativo de or-
pbos e ausentes, a requeriraenjo do D&ui. Sr.
oouout iie rui iugdi, uvara a leilo, os bens per
tencentes ao finado portuguez Bento Gomes de
Pisto.
A casa terrea n. 125 ra Marcilio Dias
outr'ora Direita, freguezia de S. Jos, com fren-
te de asuleijo e commodos para familia.
A casa terrea n. 22 ra Dias Cardoso, em
S. Jos, outr'ora ra do Caldereiro, com con-
modos para familia; casa que acba-se bem con-
struida. -
Urna dita dem n. 21, ra do Coronel La
menha, em amito bom estado de conservado, e
com bastante commodo p .ra familia, e servindo
de base os preges do Io leilo.
Os Srs. pretendentes desde j podero ir exa-
minar os referidos predios.
Leilo
De caixas com cerveja allemS de diversas
marcas, caixas com cognac, caixas com
agua mineral, caixas com whisky.
Quarta-feira i'i do corrente
A's 11 horas
No armazem rua do Vigario Tenorio n. 17
O agente Gusmo far leilo das mercadorias
cima mencionadas em lotes, vontade dos com-
pradores, para fechamento de contas.
Grande leilo
DE MOVIS
Qninta-feira 13 do corrente
Na ra da Imperatriz, sobrado n. 53,
1." andar
Pelo agente Martin*
No Diario de terca feira sahir o annoncio e -
pecificadamente.
jrjjaCQ 0KItf?4
PARA O CABELLO.
Augmenta, Aformosea
FAZ CRESCEB O CABELLO
com assombrosa rapidez.
Ama
Precisa se de orna criada que engomme cem
tperffigo e mais ervigos de casa de familia ; a
iratar na roa Conde da Boa Vista n. 24 A, ou
ua Duqne de Caxias n. 93
Ama
Na ra da Imperatriz n. 26, 2- andar, precisa-
se de urna ama que cosinhe e engomme para
duas pessoas.
Ama
Pricisa-se de urna ama para ensaboado e mais
sprvifo de casa ; na ra do Rangel n. 34; ter-
ceiro andar.
Ama
Precisa-se de urna ama cosinheira ; a tratar
na ron Baro da Victoria n. 54, nova agencia de
movis.

Ama
Leilo
De um terreno proprio com 900 palmos b
frente e cerca de 160 de fundo, na travessa c)
Arraial, esquina da ra de S. Joo, todo cerc
do e arborizado.
Segunda-feira, 19 do correal'
A's 11 horas
No armazem da ra Mrquez de Olindb
n. 48
Por occasio do leilo da casa ra do Con
riel Suassuoa n. 36, pertencente ao espolio c;
Francisco Antonio de Mogalhes Bastos.
Por intervenc,ao do agent<
liusmao
AVISOS DIVERSOS
Precisase de urna perfeita engommadeira
a trar rua do Queimado 60, terceire andar)
Precisa-se de um copeiro ; na ra do Pay
sand n. 19.
Precisa se no iecco do Espinheiro n. 5, de
urna ama que cosinhe e engomme com perfeigSo,
e que seja matriculada.
Precisa se de urna boa cosinheira, que
durma em casa ; a tratar na ra Nova n. 39,
segundo andar.
Precisa se de um copeiro e ajudante ; n
Ponte de Uehoa n. 36, em frente a estago.
Precisa de urna ama para lavar e fazer o
servigo interno de casa le familia : tratar na
ra do Vigario n 5, armazem.
Alrga-sea caa, ou esta com o sitio do Dr.
Castello Hranco. jnnto ao povoado do Beberibe,
a qual tem muitos commodos e acba se limpa ;
trata-se na ra estreita do Rosario, sobrado n.
2,1 andar.
Aluga-se urna refinago prompta a traba
lhar, com muito boa freguezia, na ra dos Gua-
rarapes n. 70 ; a tratar ta ra do Brum n. 82.
Aluga-se o 2- andar .'a casa n. 44. ra
da Assumpgo; a tratar na ra Duque de Caxias
numero 52.
do sobrado n. 3 da
a tratar na ra do
luga se o andar
ra das Flores, com agua
Crespo n. 12, andar.
Alugam-se o 1 e andares da casa n. 43
ra Visconde de Inhama, com agua e com-
modos para familia; as chaves no andar terreo.
- Alugam-se casas caladas e pintadas nos
tmdos de S Goncalo, a 8f000; a tratar na ra
la Imperatriz n. 76.
Urna pessoa competentemente habilitada
para administrago de engenbo ou de qoalqaer
trabalbo de agricultura, assim como cobrangas
aqu ou fora da capital, se offerece a quem ore
ci.-ar ; a iratar com a mesma, no pateo do Car
mo n. 27.
*? Gomes Ferreira Slaia tendo comprado em
leilo as dividas da massa fallida de Martins
Pires & C, chama os devedores da referida mas-
sa a virem pagar seus dbitos travessa do
Queimado n. 9 at o lim do corrente mez, lindo
o qual se proceder a cobranga judicialmente.
Recife, 4 de Margo de 1890.______________
Na ra de Pedro Affonso n. 15 tem para
vender tainhas em quartolas e barris, novas
marcas S S 4 I.
Graxa em bexigas.
Bagres novo?.
Patacoes velhos
Compra-se na relojoaria David, ra do Cabu
g n. 14.
VERMIFUGECOLMET
CHOCOLATE com SANTONINA
DIFUUTEL fin deitmi: as LOMBRIGAS
Iste Vermfugo i rerommendiJ pelo ([/t
Mi skor arnUvtl t consria(io indebida. Jf/
Exigir t tslgnitun :
Pars, 26. ra da Temple e Du prlncliies Pkarmaclu.*
Precisa-se de urna ama para cosinha e mais
alguas servigos de cas. de pequea familia;a
ra do Imperador n. 40.
"la
de
crianga
ra
nma
Ama
da Aurora 109 E,
andar
ama para
precisase
com nma
Ama
No becco da Lingoeta n. 3, precisa se de urna
ama para casa de pequea familia, para cosi-
nbar.
Ama
Precisa se de urna cosinheira ou cosinheiro
bom, para casa de familia ; a tratar na ra do
Cabug n. i4. de meio dia at 2 horas,
Antas
Na ra Mrquez doHcrval n. 61, sobrado, pre-
cisa-se de urna boa cosinheira e de urna criadi-
nha para andar com urna crianga.
Amas
Precisa-se de duas amas, urna para crianga
outra para cosinha ; a tratar em Fernandes
Vieira n. 60.
Amas
Precisa-sa de urna para engommar e outros
servigos, e urna outra pan comprar e cosinhar:
na ra da Unio n. 13.
Aluga-se
os armazens do largo da praceita do Mrquez do
Herval ns. 5 e H, proprios para qualqner offici
na ou 'slabcleclmen o ; a tratar na ra larga do
Bosario n. 34 botica._________
Aluga-se
o sobrado de um andar e soto, caisdo e pintado
de novo, na ra Mrquez do Herval travessa do
Pocinbo n. 33 ; a tratar na ra Baro da Victo-
ria n. 10.
Aluga-se
a casan. 121 ra da Aurora, com commodos
para grande familia, tendo agua, gaz, quintal
murado e jardim bem plantado ; a tratar na ra
Duque de Caxias n. 74,1 andar.
Aluguel barato
Aluga-se a casa terrea n. 196 ra Imperial;
com 3 quartos, 2 salas e urna saleta, est limpa ,
a tratar em Fra de Portas, roa do Pilar n. 56.
Arlhur & Desiderio
continaam a comprar ouro e prata velhos, e
bem assim libras sterlinas e outras moedas de
ouro e de prata, e paga-se bem ; na ra do Ca-
bug ?. 3.
A luga- se
ol," e 2- andares do predio n. 22 roa larga do
Rosario, iresco e linda vista, agua, gaz e appa-
relho ; a tratar no 1 andar.
Attenco
2Q#000
Alaga se a casa n. 16 C ra do Riachuello,
antiga do Destino, na Boa-Vista ; a de n. 16-D
por 20 ; a de n. 16 F por 181 ; a de n. 16 G
por 165, caiadas e pintadas ; as chaves acham-se
no n. 16-E, e trata se na ra da Guia n. 62.
O abaixo assignado comprou, em 1 de Outu-
bro de 1862, o dominio directo dos terrenos fo-
reiros a Jesuino Ferreira da Silva, os quaes sao
os do Sitio Grande e das duas casinhas na roa da
Poeira, Pogo da Panella.
Athoje o seu verdadeiro proprietario nao re-
ceben quantia alguma por corita dos foros nem
mesan do laudemio d'estes predios que ha pou-
co tempo foram vendidos como terrenos proprios,
tendo tanto o vendedor como os compradores
certea de qnem era e o verdadeiro dono ; mas,
coao este nao se snjeitou a receber o laudemio
na raso de 1:500*000, porque at por 3:000*000
era biratissimo; despeitadoa por esta recusa en-
tendern) nao levar em conta o dono, nao ob-
stante ter este protestado em juizo.
Ha das annnnciado venda o dito sitio, o
que ja fizeram ou talvez ds novo entendam fazer;
nao ha prescripgo para a contribuigo do foro,
ha preferencia ao duno do solo ; o laudemio nao
morre, fiquem convencidos.
Poco da Panella, 5 de Margo de 1890.
Joao da Cunha Res.
Triado
Precisase de um criado para servigo de ho
mem solteiro em engenho ; a tratar na ra do
Imperador n 81, sala de detraz, 1 andar.
Muita attemjo
Compra-se um armazem de gneros seceos,
que por qualquer motivo se vanda, no pateo da
Ribeira ; a tratar na ra Mrquez de Olinda
numero 54.
Arthur Al ves Barbosa
Pede-se ao Sr. Barbosa qne venha buscar o
seu requerimento que deixou hontem na secre-
taria da C. B.
Capito Braga.
Anjos e figuras
N) pateo do Livramento n. 36, 1- andar, ves-,
tem-se anjos e figuras com perfeigo, para pro-
cisses, por pregos commodos; a tratar na loja. I
oV*
VIGOR DO CABELLO,
DE AYER
Preparado sob bases scientiflcas
e physlologicas para o fim de
beneficiar os cabellos, restaurar
a cor, impedir a queda, e promo-
ver au vico e abundante cresci-
mewi,
Esta apurada e excellente preparado,
sem duvida o mclhor remedio at aoje
conhecido para os dliferentes defeitos da
cabelladnra, merece a intima attencfo de
todas as pessoas qne tm tido a infelici-
dade de perder em' parte este mais rico
ornailieubu lia lu al ta pli^Monoinlu.
Com o sen emprego intelligente tem-se
conseguido resultados realmente sorpren-
dentes. Em muitos casos, porm nao
sempre, a propria calvicie tem sido curada
permanentemente.
Sempre se consegue fazer parar a queda
dos cabellos: emquanto qne para opentea-
ao das senhoras, 6 o objecto mais til
mais agradavel que se pode empregar.
PREPARADO PELO
DR. J. C. AYER & CA,
Lowell, Mass., Est.-Unidos.
' A' venda as lejas de armarinho e per
fom arias.
V. DEPOSITO GKRAX
"~ HC3>
ier
Cosinheiro
Precisa-se de um cosinheiro ; na ra do Pay
sand n. 19.______
Ra Mrquez de Olinda
Sr. Luiz Ferreira da Cruz j est disposto
agar sua letra ? J faz anno e meio.
Leite de mamao
Compra se leite sem fructo, fresco ou se^co ao
sol, paga-se bem ; na ra larga do Bosario n.
34, pbarmacia.
Alugam-se
as duas pequeas casas travessa da ra Bella
ns. 14 e 16, esto pintadas e caiadas de novo ; a
tratar na ra larga d i Rosario n. 34, botica.
Muita attoncio
*
o becco dos Ferreiro3 n. 6, pregueia se e
recortase babados de todas as larguras.
Compra-se
urna casa que tenha 2 ^alas 3 quartos, cosinha,
quintal e cacimba, no bairro da Boa Vista ; a
tratar ra do Imperador n. 40. __________
Feitor
Precisa se de um feitor que entenda do ofli-
cio ; na ra de Paysand n. 19.
Copeiro
Precisa-se de um copeiro qne seja fiel ; na
ra de Pays; nd n. 19.____________
A p pareja
Na ra do Pires n. 11, precisa se de urna ama
que seja matriculada.
Cosi aheira e engommadeira
Precisase de urna, que cosinhe e engomme
c im perfeigo, para pequea familia em Olinda ;
a tratar na ra Xlrquez do Herval n. 10.______
Gasa
Aluga-se a casa da ra de S. Gongalo n. 26,
muito fresca, com 2 salas, 3 quartos, saleta, co
sinha boa, quintal c cacimba trata se na ra
de 11 orlad n. 15.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro que tenha pralica
de (averna e qae d (ador sua coaducta ; na
ra de S. Jorge n. 131.
Muita attenco
No Becco dos Ferreiros n. 6, pregueia se e re
cortam-se babados de todas as larguras.
Malas extraviadas
Desappareceram de bordo do paquete Alagoas
em sua passagein para o sul em 11 e 12 de Fe
vereiro passado, urna mala grande e outra pe
quena, cora o nome de Manoel Correia de 4cllo
A' pessoa que por engao as tenha levado, ou
que possa dar alguma informago sobre as refe-
ridas mala), pede-se o favor de communical o
agencia da Companhia Brasileira, onde se agr
decari.
ACI B. MOMIETABIOS a"WMV
UNGENTO STEVENS
O uulco substitualo a cauterlsaco dos carillo
pelo fogo. Efte maravtlhso preparado o unlct
remedio verdaderamente efflcaz para curar todi
quaesquer Atftcees du penis do cu all. EnlirmlalM e
arga e Dlca{Ms di toda > UMroza. *0 anaoa d
ptimo e contlcco ez!to em todas ao cor
rtdao, liarao e nos prlndpaeo otabelect-
montoi de eavallo em Inglaterra Smropt
Nunca delxa nodoa alguma. ET mlster exper
monta lo para flear convencido do seu valor.
Vende-te em caixa* eon> as competente indeapSm
para o seu empr'go. rm~portuguet
MtOBMtt frcindo por B. R STEVCHS. n -dico-TtleriOOR.
i, Par1; Lin>. Lvadre !fc.gltrr|
UtnlUf! m P*~airsco : BU" U. l laTAfjoV
Elixir M. Morato
PROPAGADO POR D. CARLOS
Depois de 6 annos de atroz soffrimento
de rheumatismo, estando verdadeiramente
descorr goado, sarei completamente usando
o==Elixir M. Morato=que declaro ser o
melhor e nico anti -rheumatico at hoje
S. Paulo, 2 de Novembro de 1889.
Cesario Rodrigues Alvim.
Inji
eegao
Se [nSo morri desesperado, soffrendo
muito tempo urna molestia chronica que
ninguem podia curar; foi por encontrar o
8ito remedioInjecgSo M Moratoque
instantneamente poz termo ao meu hor
rivel soflrimento.
Taubat.
Aagusto Cintra Magalhaes.
Agentes depositarios em Pemambuco :
Francisco M. du Silva & C ra Mrquez
de Olinda n. 23.
Pertccntlno da Trlndade Tatareta
de I.rra
Paulino Jos Tavares ae Lyra, sua mulher, fl-\
Ibas e cunbada, Francisca Xavier de Seona Lyra-
e sen filho, muito agradecen) a todas as pessoas
que se dignaram acompanhar ao cemitero pu-
Blico os reatos mortaes de seu prezado filho, ir-
mo, sobnnho, esposo e pai Pergentino da Trin-
dade Tavares de Lyra ; e de novo !hes pedem o
caridoso obsequio do assistirem a missa que
pela alma do Gnado ser celebrada na igreja de
S. Jo- de Riba-mar, s 6 horas da manh do
dia 13 de Margo, tri esimo da do seu fallec-
memo ; por cujo acto de regio e caridade se
confessam desde ] mu to gratos.___________
Amelia Lin* /Vr-oiru
Candido Hermes Ferreira eseus filhos convi-
dam os parentes e aaigos para assistirem as
missas que mandara rezar por alca de sua sem-
pre lembrada esposa e mi, Amelia Lins Ferrei-
ra, no dia 1 de Margo, stimo de seu fallec-
ment, na igreja da Soledade, s 7 l,^ horas da
manh, antecipando seu eterno agiadecimento
aosque se dignarem comparecer a este ac de
religio_______________________________
K'|SB
I
Illuminato Soarf s Fonseca e sua esposa Ida-
lina Marques Fonseca Mello. Cosma Maa da
Fonseca, Manoel Marques da Fonseca, Leopoldo
Marques da Fonseca, Leo pollina Marques da
Fonseca, Jos Pedro da Silva, marido, mal, ma-
nos, genro e filhos agradecer a todas as pessoa
que se dignaran] acompa har matriz de Bonito
e dahi ao cemiterio publico, os restos mortaes
de sua sempre lembrada irm, sogra, mi e es-
posa, M ria Marques Fonseca Mello; e de novt
convi tara a todos os parentes e amigos para as-
sistirem a missa que se manda rezar ua mesma
matriz pelo tricsimo da do seu fallecimento,
no da 17 do corrente, s 7 boras da manh, pe
que desde j se conlVs-:.m gratos.__________
f
Thereza de Jess Marta Rodri-
guen Ferreira
Trigesiqjo dia
Fructuoso Songalves Ferreira, seus filhos. Ma-
ra Cleme.itina Rodrigues da Cruz, sets filhos,
netos e genros, e Julio Nunes da Silva, convidan
a todos os seus parente e amigos para assisti-
rem a missa que pelo eterno descango de sua
nunca esquecida esposa, mi, filha, irm, tia,
cunhada e sogra. Tuercza de Jess Maria Rodri-
gues Ferreira, mandara celebrar quar:a-feira 12
do correnlc, na matriz do Curpo Santo, pelas 8
horas da manh, confessando-te desde j'eter-
namente'gratos por este acto de regio e cari-
dade.
t
Bernardo Joaqulm Morelra
Joo Dias Moreira, sua mulher e filbos, tend*
recebido a dolorosa noticia do fallecimento en
Portugal do seu idolatrado pai, sogro e av, Ber-
nardo Joaquira Moreira, convidam aos seus pa-
rentes e amigos para assistirem as missas que,
pelo seu descango, mandam rezar na ordem 3.*
de S. Francisco, s 7 1/2 horas da manh de
guara feira 12 do corrente trigsimo dia de seu
passamecto. Protestara desde ja sua eterna gra-
tido.
t
Manoel de Almeida I.'ma So
brinho
De ordem do conseibo director da Sociedade
Musical Olindense 15 de Novembro, convido a
todos os senhores socios, a familia e amigos dt
sempre lembrado e extremoso socio honorari
Manoel de Almeida Lima Sobnnho. para assisti-
rem o funeral, que ter lugar na igreja do con-
vento de N. S. do 'armo de Olinda, pelas 6 1/2
horas da manh de terga-feira 11 do corrente,
trigsimo dia de seu infausto pasamento, do
que car summamente grate.
O 2." secretario,
___________Pedto Joaquim Vellez Botelho.
t
Thereza de J. sus Maria Rodri-
gues Ferreira
Trigsimo dia
Joo Goncalves Ferreira convida a todos os
seus amigos" e prenles de sua muito estimada'e
nunca esquenida cunhada Thereza de Jess Ma-
a Rodrigues Ferreira, para assisti om a missa
qut por seu eterno descango manda celebrar na
matriz do Corpo Panto quarta-feira 12 do cor-
rent?, pelas 8 horas da manh, confessando-se
desde j grato por esiecaiidoso obsequio._____
t
Dr. Jos Eubank da Cmara
Jos Irino da Silva Santos e Augusto Rufino,
de Almeida guarda-livros e contador das estra-
das de ferro do prolongamenlo e Caruar, gra-
tos memoria de seu ex-chefe o finado Dr. Jos
Eubank da Cmara mandam celebrar urna mis
sa por sua alma no da 10 do cerrente, s 8 ho-
ras da manh, na matriz da Boa-Vista, setimt
dia de seu fallecimento, e convidam. a todos os
amigos e compatheiros do llustre tinado a as-
sistirem.
f
Terreno
Vende se um terreno com frente para o povoa -
o do enea na ment, nos fundos do sitio que foi
do finado capito Francisco Jos Vianna : a tra
tar no mesmo sitio, estago da Mangabeira de
Cima.
t
Iionrenco don de Freltaa
Manoel Jo; quim Alves Ribeirb manda celebrar
urna missa pelo descango eterno de seu compa-
dre e an igo Lwrengo Jos de Freitas, na quar-
ta f> ira 12 do crrente, s 7 1/2 horas da manh,
na igre a do Espirit > Saato, stimo dia de sen
passamento pelo que convida a familia e amigos
do fina o a assistirem a este acto de religio e
caridade.
Dr. Carolino de Lima sanios
3o anniversario
Isabel W. de Lima Santos roga por caridade
a todos os seus parentes e amigos o obsequio de
ouvirem a missa que manda rezar, segunda-fei-
ra, 10 do corrente, s 8 horas da manh, na
igreja da Soledade pelo eterno repouso d'olma
de seu charissimo e sempre chorado marido Dr.
Carolino de Lima Santos, 3o anniversario do sel
infausto passamento; e desde j protesta sua
eterna gratido.___
t
1. anniversario
Anna Isabel Hayma larra
Francisco Goncalves Murga convida a todos o
seus amigos e prenles para assistirem as mis?a
que pelo eterno repouso de sua lembrada mu-
lher. manda rizar no templo de N. S.'da Penba,
segunda-feira 10 do corrente, s 7 horas da ma-
nh, e desde j se confessa summamente agra-
decido_____________
Eugenio oncalves Caimn
D. tomenia Goagalves Casco e seus filhos con
vidam a seus parentes e amigos e aos de seu ti-
nado e presado marido e pai Eugenio Gongalve
Casco para assistirem a missa que, pelo eterno
descango do mesmo, mandam celebrar na igreja
da matriz da Boa-Vista, pelas 8 horas da manh
de segunda-feira, 10 do corrente mez, sexagsimo
da de seu fallecimento, agtadecendo desde j a
todos que se dignarem de comparecer a este acto
religioso.
*<
-,
f
I



FABRICA OE LIVROS OE ESCRIPTURApAO
INOADIMAfAO *- PAITACAS
I *
$ANOEL J. DE ffilRANDA *
8u?2$ mm visivas
? 39^-KA-*- DUQUE Ht-DE*CAXUL5H.39^
NOMBRO TELEPHOKICO i*
^

fraaM I
Sempre fo, e ser o principal remediogarantido para as
molestias do larynge, bronchios e pulmoes.
A bronchite, astbma, mal do peito, rouquidao, lary agite, coque-
luche e qualquer toase, por mais grave e antiga que seja, curara se csm
o Peitoral de Cambar, medicamento approvado pela Junta Central de
Hygiene Publica, premiado com duas medalhas de ouro de 1.' classe e
rodeado de valiosos atteetados mdicos e de innmeros de pessoas ca-
radas. Exija-se a firma do autor.
J. Alvares de Sousa Soares.
Ura.! fU iBttCUf i iTltMM i laatr m tmU.
QUINA E FERRO
Chlorose, Anemia, Debilidad
Cura das rebrea
VSHS}ST!T^PsOSSIAII HENRY
i
;
tfitU a taitatt di Meidm i* girt, iiaU csUndnttee m Jx.-t ot JjiimmiM.
A MI reuniao, n'esto ]>n;paiado dos dous tnicos por cxcllencla, a Ico 7EB30, coosUlue uro precioso medicamento contra Chlar**, ie
I mil.'..'.- ,, .s iii'iii < 1 PARS, BAltt & FCURNIEB, 43, ra d'Amsterdam.
^L Deportarlo, em Pri-.iuiu.'.vcu .- rn*N- M < SILVA O.
^mi ii liar*
240 rs. o ccv^do
Cretones lisos, francezes, cores fixas, pechincha! por 240 rs. o covado.
Cambraia de cor, florzinhas e ramageos, a 240 rs. o dito.
Cambraias com menos larguras a 160 rs o covado.
Lautines de cor, padroes lindos com um metro de largura, a 320 rs. o dito.
Cachemiras lisas e adiamantadas para vistido a 200 rs. o dito.
Variedade de artigo que se vendem por todo preco.
21-RA DO CRESPO21
OLVEHA CAMPOS & C.
i
I
500.800 e 1S200 o covado
21RA DO CRESPO21
Merino preto trancado, duas larguras, la pura, de 500, 810 e 1)5000 o covado-
Dito lavrado, preto, com ramagem, padrSes de voUe a 15200 o dito; fa-
enda de 204 0.
Cachemira preta para casacos, duas larguras de 20000 e 20500 o dito.
Na RA DO CRESPO N. 21
Oliveira Campos & C
AOS BMPRCBAOOS
COMMERCIO
Descobriu se as mattas dos sertSes de S. Paulo, um vegetal com que fez-se
um preparado, que conhecido por=Elixir M. Morato=propagado por D. Carlos.
Este remedio indgena tem feito cuna que espantam e que mais parecem milagres.
A syphilis de qualquer natureza, e por mais inveterada que seja, desapparece com o
uso d'este preparadoo rheumatismo quer novo, quer chronico, curase com este
remedio, e com urna felicidade espantosa. Contra factos nao ha argumentos, e, os
beneficios operados, sao j tantos, que nao ha mais o d Elixir M. Moratopropagado por D. Carlos.
Agentes depositarios em Pernsmbuo: Francisco M. da Silva & C, ra do
Mrquez de Olinda n. 23.

(

^.isKE^reass
LIQUIDO IMPERMEAYEL
Eoipriga-^ SMM A'SC'O I. 4e toa euperbo lustro lOiiFcrra-se por tunti ; loso,
tempos, sobre o calal, os arres.; c Unios* os ortivos labjicilo-> de ooaru prtiu. A lama iini-?>;
UTai'lu e o lustrn torna, a h ->ureocT te i-m^ma Nto deteriora o coaro c 11A11 mancha o
vestidos. Nublan manuacturing C*. i.u, Qx Satlrcn Hill Lond-n, Inglater: a
_______ Vende-se em toda a 3-a.i-to.
IOS MENTES
Queris curar-vos prompta e radicalmente de vossa nfermi-
dade pulmonar, bronchite, asthma, rtuquidao, defluxo ou de qualquer
tosse ? Tomai o remedio garantido
0 Peitoral de Cambar
de Souza Soares, de Pelotas, que se acha venda as principaes
pharmacias e drogaras desta cidade, a 20500 o frasco e 240000 a duzia.
Os agentes e depositarios
Francisco M. d* Silva & C.
RA MRQUEZ DE OLINDA
Voiles de cores para vestidos a 240 rs. o covado.
Setins maco, verdadeiro, a 700 rs. o dito
Merinos pretos, garantidos, a 10200, 10500, 10800 e 20000 o dito.
Rendas de Hespanha, todas as cores, a 20400, o metro.
Percales finissimas a 203 e 240 rs. o covado.
Sargelins, completo sortmento.
Metins, novidades em padrSes, a 300 e 320 rs. o covad?.
Mantilhas modernas a 10000 e 1.5500.
Cambraias Victoria, fina, a 20500 10 jardas.
dem transparente a 30000, idem.
Cruardanapos cora franjas, duzia, a 1800.
Meias inglezas, superiores, duzia. a 30000.
Lences de bramantes a 10800.
Cobertas de ganga, forradas, 2 pannos, 20500.
Colchas francezaa 20000.
Cortes de fustao de cores a 10OCO.
dem de casineta para calca a 10000 e 10200.
Bramantes de 4 larguras a 800 rs. o metro
dem de puro linho a 10600 o dito.
Brins pardo e de cores a 240 rs. o covado.
Pegas de madapolSo superior, 24 jardas, 50500.
Casemiras, duas larguras, a 10800 o dito.
Cortinados bordados a 50500 o par.
Panno de cores para mesa a 10600 o covado.
Atoalhados bordado, a 700 rs. o metro, duas larguras.
Toalhas felpudas para banho a 10000 urna.
dem de labyrintho para baptisado a 250000 e 300000.
Redes de cores a 30000 urna.
Todos os artigos de nossa casa sSo vendidos em confanca.
As vendas em grosso teem o descont da praca.
59Ra Duque de Caxias59
Loja de
PEREIRA R- M \GALHAES

:::
"
LOJA DO POVO
WRa l, de MarcoII
Com este titulo acaba da abrir urna loja de fazenda ra 1. de Marco n. 11 e
u,proprietario convida o publico d'esta cidade e de (ora a apreciar o seu BELLO
ortim -:i!o. Muitas de suas fazendas sao recebidas directamente.
GRANDE IVOVIDADE
Toile de pura seda de 10800 a 650 rs. o covade.s
Descont10 [, para as compras a retalho de 200000 para cima.
Chitas de 180, 200 e 220 rs. o covado.
Las lisas, imitacao de cachemira, a 2C0 rs.
Ditas lavradas, idem idem a 240 rs.
Zephir com 75 centmetros, de largura de 800 rs. por 320 rs.
Ditos com 70 idem idem de 200 rs.
Ditos com 60 idem idem de 160 rs.
Corte de casemira ingleza de 30500 e 60OCO.
dem de casineta de cor de 1010) a 10400.
dem de fustao para collete a 20400.
Um completo sortmento de fiebs, chales, capas para senhoras, espartilhos,
jeias e cesemira, cheviot, diagonal, pretcs e de cores, brins brancos e de cores, ca-
croulas, toalhas, bramante, atoalhado de linho, panno da Costa, camisas de
muitos outros artigos que enfandonho mencionar.
Bisas,
flane'la
GUELHERME CAKKBffiO DA CUMA
VERDADEROS
AGUAePbsBOTOT
Os ffmcos Dentirficios
approvados pela ACADEMIA de MEDICINA
Branqueam os Demtes. Forticam as Gengivas.
DEPOSITO : 17, Ru de la Paix, PARS.
Antigajuente : SS9, Rae Baint-Honor.
ONPIAR-8E DAS FAUlIFIOACSS
/lCHAM-S MAS PRINCIPBS POOARU5 f IRFOMAHIUS.
Curados pelos CIGARROS ESPIG
OppresatieH Tosse Definios Aevralgias
LICENCIADOS PELA INSPECTORA HYOIENE DO IMPERIO DO 3RAZIL
Aspira-se a fumaca que penetra io pelto, acalma o systema nervoso,
facilita a expectoracao e favorisa as f|nccoes dos orpos respiratorios.
Venda um aneado, J. ESPKJ.'CO, ma SI-L.oi.ro, em Paria. Bx *m ftrntmum : fbanu. m. da stVA tO,iiai rtmsf (luiuy Ahww-
MEIO-SECLO DE XITO *- 51 PREMIOS
29 Medalhas de Ouro e Diplomas de Honra
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durante a eslafo calmosa\
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Indigestoes,
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Toilette e os Dentes
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B*HAtM m l'ernambuco 1 FRiS'- M. da SETA i C" em todas ai Piarmicias 1 Brotaras amdltadil.
TAMDEM PARA A
OS MDICOS SUBSTITUEM C0H XITO
o 0LZ0 de FIGAD0 de BACALH0 assim como o VINHOde QUINA
BAZAR DO RECIFE
11-RUA B0 MRQUEZ BE LIN3A-H
DOMINGOS MANOEL MARHNS
Esta afamada loja offerece ao respeitavel publico, os objectos abaixo mencionado,
por presos sem competencia:
Espelhos grandes para salas de noivados a precos de 700000, 900000, 1200000
e 1400000 cada um.
Perfumaras dos melhores fabricantes.
Carrnbos para criancas,
Mallas, bolsas para viajantes.
Velocipede3 para crianeas de 3 ate 8 annos.
Espartilhos para seunoras.
Brinquedos para criancas.
RabadoB e tiras bordadas.
Bonecas alta novidade, completo sortmento.
Cadeiras com carrinhos para mesa de jantar proprias para
crianca.
Leques de fantasa.
Fitas modernas.
Albuns para retratos.
Co8tureiras com msicas.
Muit^ artigos para presentes.
Todas as Ezmas. donas de casa tm grande vantagem em mandar seus pertado-
res comprar os artigos de miudessas nesta loja.
H =,
u,mnn
DI FWEdi)
0011
trtoBan
o-jDfl
1 %
oes
Oleo de Figado de Bacalhau
do X>r 30X7OOTT1K:
loo-Ferrugtnoso de Quina e Casca ds Laranja amarga
Este medicamento fcil de tomar, nao provoca nauseas,
e de cheiro agradavel. Pela sua comnosico, possue todcs as
qualidades que Ihe permittem combater :
a ANEMIA, a CHLOROSE, as AFFECCES do PEITO
a BRONCHITE, os CATARRHOS, a TYSICA
a DIATHESE ESTRUMOSA, ESCROPHULOSA, etc.
Em vista do seu emprego fcil, da sua accao multplice e
segura, da economa para os doentes, os mdicos receitam-n'o
de preferencia qualquer outro medicamento similar.
DEPOSITO O-m-VAX* s
PARS, 209, ra Saint-Dems, 209, PARS
TENDEH-SE EM TODlS AS ITJMCIPAES PHARHACIaS DO t.MVEIl-0
CONFIAR DAS FAUSIFICAQOES E IMITACES
44- 1A mm DO TH!tlPll44
Machinas a vapor.
iVIoendas.
Rocas d'a^aa.
Taifas fundidas e batidas.
Taixas batidas sem cravacao
Arados
Grageas Demazire
ApproTUlM p*l* Xnp)Otoriai de Hiyolen do BnaU
CASCARA SAGRADA
oriniPraaodi Vmntr haaWnal.
QBTal'
IODURETOosFERRO^GASCJU
O r-rf- metlro ou Wmmaiaamom
trio produMado a Primio dm Vmmtna.
niAAlAOU 6. QflAM, 11. mm <* HMps, Prt
22*2*1
TINTURARA
25--Rua de Mathias d'Alboqnerqne. antiga ra das Flores25
Tinge e limpa com a maior pertei(;o toda a qualidade de estofo e fazendas em
pocas ou em obras, chapeos de feltro ou de pama, tira o mofo de fazendas; todo o
trabalho feito por meio de machinismo aperfeic.oado, at hoje conhecido.
Tintura preta as tercas e sextas feira, tinte de c6res e lavagem todos os das
DIGESfOES
DIFFICEIS
Dyspepsla
Parda
Amm\
OOENCASdoESTOMAGO
ELIXIR GREZ
GASTRALGIA
ANEMIA
Vmitos
Oiarrma
enromen
:rr.TT
>-OIOmvO ooin OUINA, OOOA P1PSIPIA
I adoptado km todos OS HOSPITABS Madmlhu de Ouro DipiomcM de Honra
| PAHIt OBEZ- SK'uu Ul%. todi M aaiaioli |
ELIXIR DUCHAMP
COI EXTRACTO DE FIGADO DE BACALHO COI QUINA E CACAO
F-mte CMEXMO de CACAO um poderoso Depurativo
0 incomparavel Corroborante.
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DQDoslUrloa m fimammeo i tmam- m. a iilva a. o*.
Livraria Gontempora
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InalrumenloM de manir
BomDardao, bombardino, barytono, tromr
trombone, helicn, saxaphone. carrilon, bomb(
caixa, pratos.clarinitas. flautas,rabecas, violdei
realejos, caixas de msica, etc., etc.
Papel pintado
para forro de salas, quartos, gabinetes, corred
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Molduras
iourad 3, pretas e donradas para quadros.
Malas
para viaeem, diversos formatos, especialment
para rcupa de senhora e camarote.
Novidades
para presentes, escriptorio, toncador, etc., etc
RAMIRO M. COSTA & C.
Ba Primelro de llarco n. 9
Attencao
03 proprietarios do antigo e acreditado arma-
zem do Lima, sito ra Barao da Victoria n. 3,
partecipam ao respeitavel publico e ao3 seus dis-
tinctos freguezes, que transferirn! temporaria-
mente seu armaiem para a mesma ra ao n. 9,
continuando da mesma forma a receberem sua3
ordens para Ihes servir com o costumado e habi-
tual desempenho.
Jos Fernandes Lima AC
8AVA IUS 2A 72CT0SZA8
Telephone n. 323
Menino para criado
No sitio n. 5 da estrada de Joo Fernandes
Vieira se precisa de um menino de 12 a 14 an-
nos, para credo e copeiro.
Engenho Brilhaate
Arrenda-se o engenho Brllhante, em Seri-
nbem, moente e corrente ; a tratar na ra do
Bora Jess n. 23, armazem de cal.
Cereaes por prenso
commodo
tomo aejam milho. feij&o e favos,
Neves Pedrosa & C. teem para vender a refe-
lboou em porcSo os artigos cima, ra da Ee-
nba n. 33, assim como tambem vendem farefio
de 42 kilos a sacca por 2300
Morada excellente
Aluga se barato, na ra do Hospital Pedro %\
no lugar dos Coelbos, urna casa assobradada e
outra terrea com frente de azulejo, com agua,
grande quintal murado, mmto fresco, proxSK
do banho salgado, e commodos para familias
numerosas ; a tratar das 8 s 10 horas da ma-
nila, com Joaquim Moreira Reis, qne alli aluga
tambem casas de 6* 7i, 8* e 104.
Para cobranzas
Urna pe=oa habilitada e que d garantas, m
offerece para fazer cobrangas de alugueis e on-
tras quaesquer; quem pretender procure no
escriptorio ao Diarto, que se dir quem *
Cosinheira
Precisa se de urna que co9inhe bem, seja ma-
tricnlada e que durma em casa dos patres, para
casa de familia, na ra Conde da Boa-Vista, i.
. 24 F. portao de ferro. ___
Atte
ncao
Sala
Auga-3e urna sala com dous rampartimentos
no 1 andar do predio n. 44 ra do Commer-
cio. proprla para escriptorio ou consultorio : a
tratar no respectivo pavimento terreo.________
Trompa
Vende se urna Trompa-Sax em bom es
tado, do fabricante Thibouville, por meta-
de de seu preco ; a tratar no Pateo de
S. Pedro n. 18, das 6 as 9 horas da
manhS e a tarde das 3 as 6.
Cosinheira
Precisa se de urna cosinheira ; na roa Viscon-
de de Govanna n. 4.
ANEMIA, CHLOROSE
EMPOBPECIMENTODOSANCUEl
CIES FALLIDAS, C 0 V AL ES CCMCft
Osado dos Hsspllaes de Part
SUn MKOMA 46 HMA,Li GOTTAS Concentradas vS
Moi cononucu, dqwua 1 mes .^^^^^^^
VZ1TS0 BOBI -aK%X-
7ont-/lulrit:ro ftecon*-
Wultt
6AAGAS ROBN
U
-iril. Hivrt \
Btrtttoo
BruftlH tS7 SS)
SmuboxAl{nimdt I
rro. essencialipenio I
slmllavsl, u fos*- q alo H i
prettam a qualquer tra- ;
tamento lerrvainoao 01 L
re soltados ot bai rpido .I
oonatantaa, aea ucaea occa- f
lioDar ddrea de artfimaeo aaai
eonatlpafio (pnaU da TlreJ. '
haaiB rail: Tfr IMD, mMmt* (*)
En itmtmbuco : rTIu M. ti S0.T t P*|
Para cobranca de alugueis de predios e ho-
norarios de mdicos offerece se um homem bas-
tantemente conhecido nesta praca, e que tajn-
j bem presta nanea em predios para garanta das
i cobrancas que rizer. Nesta tjpographia se dir
j quem .
Cosinheira
Precisase de urna ama para cozinhar
no 3. andar do predio n. 42 da ra Du-
que de Caxias, por cima da tvpograpbia
do Diario.
Cozinheira
Precisa se de urna boa cosinheira para lami-
lla que est temporariamente em Caxang; i
trata no escriptorio da companbia de bonds.
Boa acquisicao
j Aluga se a casa roa do Rangel n 63 e vei-
de se a armaco nella existente, propria p.ara
taverna ; a tratar no largo da Alfandega nume-
ro2 A________________________________
Engenho
Arrenda se o engenho Recanto, em Serinhae
moente proporcOes para safrejar de' mil a dous njl
pes : tratar com Manoel Ferreira Bartnolo k
C, roa do Bom Jess n. 4, escriptorio.
2. andar para alugar
Aluga-se o segund> andar do predif
n. 4 da ra do'Vigario Thenorio a tra
ctar no pavimento terreo do mesmo,
2 0melhor de nutricio
'rj amprajada oom
t Odontalli>a
9 MST KlIMIt, TOIDaDEIM CUS IB U MU
^ PIUS :Eftffi8HB, 24, m-Wam m

*p


'

j


8
Diario
de

t-
amhc
argo
de IS'JO
i
I
I
l
1
(
I
}

om
^*
I
:-:!:to
Approvado ps'.t alastrada Jcrta s
Hyc?=o cblie- ia C:rte. "j:
Auctorisado por Decreto Imperial
de 2o de Junho de 1883.
COMPOSICO
de
Firmino Candido de Fpsiredo.
1-
i-
i
Empregado cora a m.iijr efcacin no
rhtumalisim de qaalquer BlUllieU,
era tojas a* molestias a ,prUe, as
eucprrhJas ou ;&>' >rara.r, nos
soffrirrentos occasionadoi pela impureza
do sangue, e finalmente as differentes
formas da syphi'.is.
I
%
Dse Nos primeiros seis dios urna
eolher das de cha pela manha e outra
1 noite, puramente ou diluida em agua
c era seguida mudar-se-ha para colhe-
.es das de sepa para os adultos e me-
tade para as crianzas.
Rgimen Os doentes devem ab- j!<-
ster-se apenas do alimento acido e gor- ;j\-
duroso; devem usar dos bonitos fros ou
nomos, sagundo o estado da molestia. !L-
_____
ESPOSITO CENTSAL
Francisco Mano I da Silva & C.
Drogis! a
23 Ra Mrquez de Olinda
Pernambuco
l
-
(-
(-
r
:-
<-
'-
;-
-
:-
oa casa
Aluga-se umaca-a com grandes accommoda-
i;aes, confronte fabrica fie lecidos na Torre :
trata 86 DO tfli'Rrapho nacional.__________
Sitio e casa no \rraial
Mugase urna das roelhores casas e sitio
d'alli com commodos at para duas familias, e
muitas arvores fructferas, dous minutos acin a
di Mangabeira de baixo ; a tratar com Joaqun)
MoreiraReis.
VENDAS
- Vende se urna mobilia de Jacaranda, cons-
tando de snfa, cadeiras, jardinera, consolos, ca-
leiras debrago3, louceira. urna rica estante para
livros e muilos ps de flores ; no Caminho Novo
numeio 128. ___
Vende-se um restaurant em mni apropria
da localidade e com grande freguewa ; a tratar
na ra Dr. Feiiosa n 45.________________
Superior vinho de Al-
cobac,a
0 acreditado e antigo armazem do Lima pa;
ticipa ao publico e aos seus freguezes que acab;
de receber urna nova remessa deste especia i
vinho, escolhido propriamente pelo chefe desta
casa, tornando-se recommendado por ser pon
e de boa qualidade. Jos Fernandes Lima 4 C.
ra Barao di Victoria numero 9, Teiephone323
Vende-se
urna mabilia de jaci randa composta de U ca-
deiras de guarnigao, 2de_brago8, 4 consolos com
tampo de pedra, 1 sof," 2 cadeiras de lona, 1
mesa de amarello elstica, 2 aparadores da mes-
ma madeira, i sof, 2 espreguicadeiras, I guar
da-lonca de amarello, 2 commi das de Jacaranda,
1 toilet de junco, 10 cadeiras de junco, i cadelra
de amarello, de balanco, 1 mesa para jogo. 3
marquezes, 10 quadros proprios para sala, 1
mesa de pinho para jantar, 1 lavatorio de jaca
randa com pedra. 1 dito de amarello. 1 mesa
para cosinha, 1 dita pequea de amarello, 3 ca
deiras de amarello, 4 roaas de lona. 1 resfria
deira, 1 guarda-comida, 1 mesa de amarello
para escrever, 2 consolos de Jacaranda com tam
po de pedra ; a tratar na ra da Iuperatriz n-
14, 3- andar._______________
Pao centeio
Mello & Biset tendo recebido nova remessa de
farinba centeio, avisa aos seus freguezes que
continuam a fabricar este delicioso pao centeio
todas as tercas e sextas-feiras ; na roa larga do
Rosario n. 40.__________________
Cdigo Criminal Brasileiro
Commentnrlo philosophlco stei-
entifleo
em relago com a jurisprudencia e a legislaco
comparada pelo Dr. Joo Vieira de Araujo
Comprehendendo todo o titulo primeiro da
parte pnmeira do cdigo e muitos artigos do
segundo titulo.
Um gros80 vo!urre de coraposicao compacta
em oitavo grande francez de paginas 48P.
A' venda na Limria Econmica, roa do Im-
perador n. 73. _________________;
Vende-se
urna burra (animal) bastante gorda ; ver e tra-
tar na roa do Lima, em Santo Amaro, n. 32, ta-
Aeraa-
FOLHETII
ODIO BE TOSE
POR
mu tsskss
SECIJ1DA PARTE
SROR MARA JOS
(ContinuacSo do n. 54)
E resmungava quasi em voz alta:
Magny um restaurante chic. Alli
nSr com vinle e dous sidos que se co-
me ', elle vai tlvez encher a panga e eu
"fie* aqui a fazer erases na bocea. O que
vals que sempre descanco um bocado.
Se ao menos aquello diabo tivesse & deli-
cadeza de me mandar os sobejos Mas
nem te lembradisso, aposto esta cousa
de cmer muitos pastis d cabo do esto-
maj.
De repente, Athanasio poz-se a procu
rar aa algibeira como se tivera um pensa-
maafto sbito.
Djpon, com ar triumphante, tirn a mao
coatmtando que colkera sote toldos.
Para engenhos
GUIMARES & VA LENTE, partee,
psm aos seu3 freguezes o IUms. Srs. <-
engenbo que, como sempre, tem grand.-
deposito dos artigos abaixo mencionado
garantintlo tudo de pnmeira qualidade t
presos sem contpernela a saber
Cal nova de Lisboa,
Dita de Jagiiaribe.
Cimento porfland.
Oleo de mocot.
leos americanos
especiaes para machinismos- \
Azeite de coco,
Dito de carrapato.
Dito depeixe.
Pixe em lata.
(5 gaioes.)
Kerozene inexplosivel.
Graxa em bexigas,
Gaxeta de linho.
Potassa dv Russia.
(em caixas, barriquinhas, latas grandes
e pequeas.)
Formicida Capanema.
6--Corpo-Santo-6
Canarios
No armazem da ra de Pedro Alfonso n. 6, ha
para vender prande porco de importante si-
narios belfas eallemaes. cujas, precos razoayeis
se farSc conforme a qualitade dos meamos.
Agua maravilhosa
Com a applicago desta agua, quem soffrer dt
espinhas. pannos sardas, femd8 e vermelh do rosto, ficar* perfeitamente curado, rtconhe
cendo a, desse modo, como nico especiflec
efficaz. Alem desses effeitos, tem ella a pro
piiedade de, tornando a cutis limpa, dar-lhe a
edr natural. Acda vidro quecusta li, acom
aijl.a a respecti 'a indicagao do nso.
A baixo as pomadas
Vendem Farias Sobrinho 4 C, ra Mrquez di
Oljpd n- y_____________
Mercearia
Vende se a da CambOa do Carmo n. 2 ; a tra
tar na mesma._________________
Aos Rvms. sacerdotes
Vende-se por prejo razoavel, as Begiun
tes importantes obras religiosas, todas no-
vas, perfeitamente novas:
A Biblia Sagrada, em sete grossos vo-
lumes, traduzida em portuguez por Anto-
nio Pereira de Figueiredo.
Um Breviario Romano, em quatro volu-
ntes, ediccSo de luxo.
Catechismo de Perseveranca, em sete
grossos voluntes, pelo padre Oanme.
Diccionario TJ11 versal das Heresias, Er-
ros e Scbismas, em um grosso volume, tra-
dcelo do padre Antonio Gones Pereira.
Theologia Dogmtica, por Qousset, em
dous volumes.
Theologia Moral, pelo mesmo autor, em
dous volumes.
Compendio de Theologia Moral, por P.
Gury, em dous volumes.
ExplicacSo Litteral e Moral das Epsto-
las e Evangelhos, pelo padre A. Guillois,
em um volnme.
Manual do Sacerdote, por J. Schneider,
em um volume.
Caeremomale Juxta Ritum Romanum,
em um volume.
Sentido dos Ritos e Ceremonias da Mis-
sa, por A. F. Cardoso, em um volume.
Memoria do Clero Pernambucano, em
um volume, pelo padre Monte Carmello.
A' tratar nesta cidade, ra Sete de Se-
embro n. 20.
Boa compra
Vende se um bom piano com pouco nso, do
autor Herj Herz, por p -ego muito razoavel; a
tratar na roa Mrquez do Herval n. 81, ou na
roa do Vigario n. 4, taveraa.
Armac.o
Vende-se nma armagao envidragada e seus
utensilios, para taverna. muito propria para
principiante, na-casa n. 1 i roa larga do Rosario,
e garant- -se as chaves da mesma casa ; a tratar
na roa Duque de Caxias n. 54.
O Judeu Errante era um simples pelin-
tra ao lado do pasteleiro, que comecou a
reflectir no modo como iria transformar as
suas moedas de cobre em suceulentos pe-
tiscos.
Ora, o afilhado da Sra. Chaboissean era
um homemsinho pratico e cheio de pre-
caugoes, e a sua decalo prova-o eloquen
temente.
Entrn n'ama salchichara e compron
dez cntimos de salame.
Depois foi a um padeiro e munio -se com
outro tanto de pao. .
E deixou fcar os restantes tres sollos
no bolso, para prevenir a eventualidade
de nma outra refeicSo frugal como aquella.
Com o almoco debaixo do brago, foi
acampar junto de um auvergnez e cinco
minutos depois eram ambos amigos, com
grande gandi de Athanasio, que bem sa-
bia que ao p daquelle companheiro, nSo
inspirara desconfanca alguma.
All esteve muito tempo, porque o des
conhecido, certamen te um bom garfo, nao
levou menos de duas horas a completar a
sua obra reconstituinte.
Quando o sujeito appareceu porta do
restaurante, de palito na bocoa, o paste
leiro achon-lhe o rosto mais animado e o
andar mais ligeiro do que d'antes.
E despedio-se logo do companheiro, di-
zendo lhe adeus at vista, e foi retomar
o sen posto de observacSo.
Cincoenta minutos depois, o velho alto
batia como pessoa da casa porta de um
grande e sombro palacio ao caes d'An-
jon.
Oh Morar aqui este patusco ? per-
gunton o pasteleiro a si proprio. Oxal
que afinal tenha paragem.
E, sentando se no parapeito do caes, o
afilhado da Sra. Cbaboisseau conclua :
Para engenhos
Lopes & Araujo, venden
a precos seip competencia:
garantndo a boa qualidade.
os artigos abaixo mencio-
nados.
Gal de Lisboa.
Dita de Jaguaribe.
Oleo de mocot.
Dito para machina.
Azeite de coco.
Dito de carrapato.
Dito de peixe.
Pixe em latas.
Kerosene inexplosivel.
Potassia da Russia em caixa.
de 10 e 25 kiles.
Cimento Porttend.
Graxa em bexigas.
Roa do Livraraento n. 38
Teiephone 316
Aviso
l0rs
Paulino de Oliveira Maia, nico importador
neste estado do importante cognac PbatOD.
tendo encontra lo em diversas casas relalbadoras
as garrafas d'elle com outro cognac ordinarissi-
mo fabricado nesta cidade, veui declarar ao pu
blico e especialmente aos apreciadores do Pha
ton, que devem exigir as garrafas que forera
cercadas por urna rede de lino rame de lato
arrematada no fundo da garrafa com urna pasta
de ebumbo e com urna chapa tambem de
chumbo no meio da dita garrafa com a mar
ca da casa Landau Fils, de Bordeanx, a rolba
marcada a fogo com o mesmo distico, orna
capsula de ebumbo verde c amarello com a
seguinte gravagSo no alto : Landau Fils fe
um passato no mar) Bordeaux, sendo o rotulo
quadrado com igual inscripgo e no gargallo
urna etiqueta verde com duas estrellas.
Especialidades
PASTILHAS HYGIENICAS PARA
AC' ENDER O FOGO, supprimin-
do o immundo kerosene e dan-
do n'um instante um fogo inteu-
80. a caixa com 20 pastithas
OLEOGRAPH1AS : 1. A importan-
te obra prima de Vctor Meirel-
les : A Primeira Missa no Bra-
zil, grande quadro histrico da
descoberta do Brasil, medindo99
X 76 centmetros de valor real de
154 (poneos exernplares)
2a SCENAS DE CORRIDAS, qua-
dros de cavallos admiravelmente
desenbadbs e proprios para sa-
las. 26 differentes, nm
3 BETRATO DE SADI CARNOT,
presidente da repblica france-
sa, o melbor ainda publicado
CAMISAS DE FLANELLA para bo-
mens, urna de 24 a
PERFUMARAS, artigos para presentes. Qus Iros
e albuns para retratos. Carteiras para c gar-
res e charutos. Cigarreiras e charateir^ de
mbar e espuma verdadeiros. Bengalas, i Pa-
Eelaria. Lencos de linho a 44500 a dusia.
eias. Espartilbos. Leques. Bonecas e orn-
quedos diversos. Fitas. Bordados. Luva de
seda pretas e de cores e outros muitos artigos
de mindezas.
Main barato do que em outra qunl-
qner parte
NA
Rainha das Flores
Rna do Baro da Victoria o. 41
6<000
IfOOO
looo
51000
Royal
WiISIf
Blend marea NADO
Este escolente Whisky Escocez prc
t'erivel ao cognac ou agurdente de cana,
para fortificar o corpo.
Vende-se a retalho nos melhores arma
zens de molhados.
Pede Royal Blend marca V lado
cujo nome e emblema sao registrados pan
todo Brazil.
BROWNS A C, agentes.
Cautelas do Monte de Soc
corro
Compra-se Cautelas do Monte de Soc-
corro de qnalqner joia, brilhantes e relo-
gios, paga-se bem na ra do Cabug n.
\4. n. Loja de relojoeiro.
Nova remessa .
Oliveira Campos & C. receberam nova remessa
de merino de duas larguras, e de todas as co-
res, padroes lavrados, o que ha de mais gosto,
por 500 rs. nm covado ; Da rna do Crespo nu-
mero 21.
Alerta com a Revollo
Slltea Duque de CasiasJh
E' BARATISSIUO
Sur de linho a 4.0 rs. o covado.
Etainines ce todas as cores a 3C0 e 4?C
rs. o covado.
Zephiroo linos a 120. e 160 e 200 rs. o
covado.
Merino d; cores com duas larguras a
400 rs. o covado.
Cachemira com quadros de seda para ves
tidos a 1(5 o covado, tazenda de 2G00
Ditas com toque de moto a 800 rs. o co-
vado.
&Qttai para vestidos, ultima moda a 7(5COO
um.
Ditos bordados a 10($000 um.
Ditos bordados broncos e creme a 1S\J000,
J40COO e 155000 um.
Oasaco de seda francesa a 2)5000 um.
Oort'nados bordados a 660C0 o par.
Ditos de crochet a 80000 e 10,5000 o par.
Ficns de retroz prateado a 15000 um.
Colchas de todas as cores a 2L 00, 3|J0OO,
45000 e 5000 urna.
C'-bertas forradas a 2550f; urna.
Bramante com 4 larguras, trancado e liso
a 800 e 1(5000 o metro.
Toiletts para baptisados a 8)5000, 90000
e 10^000 urna.
Pannos da i'osta para mesa a 1(5200 o co-
vado.
HadapolSo americano a 60000 a peca com
24 jardas.
Cfemisas de meia a 1000 urna
Ditas de linho e algodao com collarnho a
20COO urna.
Toalhas para crianca a 120 e 160 rs. nma.
F'jstlo de cores para costumes a 500 rs. o
covado.
Pannos de crochet para cadeiras a 500 rs.
um.
Ceroulas francezas, a 10000 urna.
Atoalhado de linho com toque de mofo a
20400 o metro.
Dito de algodSo a 10200 o metro.
Algodao trancado para toalha a 1:50,0 o
metro.
ICspartiihos couraga a 40, 50000 e 6000
Lencos de algodao broncos e com barra s
10200 a duza.
Ditos de linho a 20500, e 30000 a duza.
Nansuk fina a 120, 160, 200 e 240 rs. o
covado.
Crotones claras e escuras a 200 e 240 rs.
o covado.
Organdis a 4C0 rs. o covado, fazenda de
800 rs..
Setineta lisa de todas as cures a 240 rs. o
covado.
Ricos cortes bordados a seda para vestido,
de 6 0000 por 250000 e 3O0OCO.
Costumes de Jersey para chancas a 70000
um.
Voile de algodao a 240 rs. o covado.
Merinos bordados, de cores, a 600 rs. o
covado.
Crep, ultima moda, a 600 rs. o covado.
Cambraia de quadros para vestidos a 10800
a peci. t
Brim pardo trancado a 240 rs. o covado.
Casemira de cSres para roupa de homem a
10210 re. o covado.
Para a qnaresna
Merinos pretos a 800, 10000 e 10200 o
covado.
Manteletes pretas a 50000 e 70000.
Fiehs pretos a 10ODO.
Ricos cortes de cachemira preta bordados
de vidrilhos a 300000 um.
E muitas outras fazendas pretas como
sejam gorgorSo, setim e cachemira que se
vendem com o abatimento de 50 /0.
NSo esqnecendo
que em sua officina de alfaiataria aprcm-
pta-se qualquer costume e em 24 horas,
assim como tem um completo sortimento
de brins, casemiras de cores e pretas, que
vende por precos sem competencia.
A Revoluto
HENRIQE DA SILVA MORERA
Vinho puro de Santarem
Da quinta de Barral
Os propretarios do Armazem Central, rot
do Cabug n. 11, avisam aos seus distinctos fre-
guezes e ao respeitavel publico que receberam
ora remessa deste especial vinho, o qual se
recommendapor ser puro da uva, e s se reta
Iba em eu armazem.
Joaquim ChristovSo & C.
Teiephone 447
Vamos a ver se tenho paciencia....
Eu aqui estou at que tu saias...
Batera meia hora depois do meio dia
na torre de Notre-Dame, quando o paste-
leiro se installou no parapeito do caes de
Anin.
Sem perder de vista a porta por onde
o homemzinha entrara, o rapazola entre-
teve-se a ver os barcos que vinham ro
abaixo.
D'ahi a muito tempo, farto da contem-
playao, Athanasio comecou a nao saber
como matasse o tempo, caso que era devo-
ras difficil.
Deram duas horas na torre da antiga ca-
thedral.
Depois tres.
Depois quatro.
E o rapazola tiritava de fri, mas nao
pensava em abandonar aquelle lugar, que
considerara como um posto de honra.
Emfim, i cinco horas decidio-se a dar
uns p^sseos pelo caes para aquecer.
Entre te ve assim vinte mi l utos, o que
lhe activou a circulagao do sangue.
Sento-se melbor, despertou-se lhe o ap-
petite e comeu o resto que comprara.
Vendo entao que era j noite escura e
que o seu a en tal bronco e o seu bonet
da mesma cor se evidenc'iavam muito
luz do gaz, approximou e da casara e c
condeu se no hui bral de urna porta.
O caes, deserto, estava inmerso em pro-
fundo silencio.
Athanasio teve medo, tanto mais que
de ora em quando avistava um polica e
receiava ser interrogado. ,
O pobre pasteleiro, muito encolhido, com
as maos a taparan as orelhas, por cauta
do fro, sobresaltado, tremendo ao menor

Azulejos
Com lindsimas cores e desenbos variadissi
mos, encoatra-sc para vender um grande sorh
ment desse artigo, proprios para frente de ca
sas, corredores, cosinbas e bnheiros; por pre
eos sem competencia na roa do Visconde t
Goyaona n. 45.
ruido, podia-se dizer que vivia apenas com
os olhos.
Mas estes, claros e brilhantes, estavam
fixos, ameacadores como as pontas de duas
espadas, na pesada porta de carvalhq que
dera ingresso ao desconhecido.
De repente, quando o relogio batia va-
garosamente as sete horas, pareceu ao po-
bre rapaz que a porta gyrava nos gonzos.
Redobrou de attengfto.
Effectivamente um dos batentes acabou
de abrir-se e destacou-se na sombra o vul-
to de um homem.
Atianasio pos se a caminho e em dez
pernadas alcancou o homem a quem se-
gua com tSo enrgica constancia.
Porque reconheceu no vulto a altura gi-
gantesca e a extrema magreza do seu ho-
mem.
Mas qual nao foi o sen espanto quando
ao exanrnal-o na occasiSo em que elle pas-
sava diante de urna loja Iluminada, vio
que o individuo em.questao, apezar de ser
o mesmo, prqe a altura e as formas n3o
permitttam lusao, passara por urna estra-
nba metamorphese.
Em vez do pardessus de fino panno de
Klbeuf, o bone'o de sabugo trajava um ca-
steo de velludo azul, velhi e cocdo nos
cotovellos e levava na cabeja um bonet
que j fdra preto.
io peito do casaco via-se-lhe a chapa de
cobre dos mogos de frotes.
Finalmente, Athanasio, examinando me-
lbor o homem, vi que o corpo era o mas-
mo, mas o rosto mudara.
O homem que cumiohava perto delle
tinha a tez tngueira, um pequeo bigode,
suissas ruivas. c bello crescido e o nariz
vermelho da excesso do alcool.
Bamboleava-se oom esse modo habitual
dos individuos acostumados a carregar com
fardos, e que quando nao levam cargas pa-
A FLORIDA
Fitas lavradas com uin palmo de larg-
ra a 20000 o metro.
Papel de arroz de todas s.s corea.
Ohapelinas moderras a 50O.
Rendas hespacholas de xdas as ccros
prctiis com a sem viarttttoS.
Lindas guaniQoes ds vidrilhes pretos pt a
cesaco. ?
Grande sortimento de galBes, palmat e
rozas de vidrilho preto,
Bicos matisades de urna s c5r como se-
Htn, granad, azul, rosa, beij?, palha, chum-
oo, salmou, terracota e multas outras cores
Sabonetes perfumados a 500 re. a dn :
Lindos desenlio* para talagarca.
Lencos He seda a 500 rs.
Bicos de seda e de a'godSo com e sem
vidrilho.
Mantiihas de seda e de aigodao.
Franjas de seda com e Beia vidrilho.
Renda hespanhola.
Collarinhos para homem a 30000 o 400
a duza.
Bordados de cambroia tapada a 400 50
600 e SOOrs.fapcca.
dem com 3 e 1]2 metros, d qc&'quer
rgura a 10200.
Lengos de linho em caixinhas a 3000!. < a
dita.
Meias para homem, duza a 40000.
dem para senhora, duaia a 40000.
Finas pulseiras americanas e. 40, 6 e
80000 o par.
Cortinados todos de crochet para cam a
120000, 170000 e 190000 opar.algins
de cores.
Ditos para ianellas a 70000.
Pannos de crochet para cadeiras a 800 e
10000.
Ditos para sof a 20000.
Capellas com veo para noiva a 60000 e
80000.
Lindos enxovaes baptisado3 a 80 100 e
120000.
Toncas de setim para baptisado a 30, 4 e
50000. **
Gnnaldas e ramos de seda, p que ha de
melhor.
Lindas fitas n. 12 para chapeos.
Luvas da seda, cano comprido a 20 > pa
Ditas de seda para creanca a 10000.
Dita para moga a 10500 o par.
Espartilbos para creanca a 40 e 40500
Ditos para senhora a 40, 40500, 50000 e
60000.
Linha de machina a 60 re. o carritel.
Linha de machina a 600 rs. a duzia.
Albuns de pellada de diversas cores.
Livros de missa a 10500, 20000, 2050"
30000, e 30000 cada um. ^
Lindas luvas de seda com salpicos e cor
listas, gosto moderno, a 20500 o paz.
Toalhas para banho a 03OO.
Toalhas para rosto a 300.
Totlhas para mao a 160 re.
Babadores com inscrigSes e paizagem a
500 re. e 400000 a duzia.
Espelhos grandes com mulduras finas de
cantos re londos a 40000 e a 60000 um*
Bengalas flauta.
Grande sortimento de luvas de seda arrea
dada com palmas canno comprido a
10500, 20000 a 20500. ^________
ASSUCAB
Na refina^ao do Salguei-
ral, alm do melhor assucar
refinado, encontra-se tam-
bem o afamado assucar das
usinas, Colonia Isabel
Santa Filonla, Car'-
Ass.
Precos resumidos.
22Ra Direita22
Deposito da Companhia de
Fiacao e Tecidos de Per-
nambuco
Neste deposito ra do Bom Jess n. 42,
vende se por pregos rszoaveis e condices da
praca, brins di algodao de cores e algodaozinnos
de diversas qualidades, e tambem o de algodao
em novellos.
Cabriolet
Vende-se um cabriolet americano, de quatro
rodas e quatro assentos, em bom estado, junta-
mente com um bom cavallo e os respectivos
arreios ; a verse na coebeira de Manoel Jos
Martina n. 28, no caes do Capibaribe, onde se
indicar com quem se deve tratar.
US
A LOJA M
A rna D qi t Caxias dTW
/EN >E MAIS BARAO
*: da desenlo a qnem comprar
d.e *0*o jara cima
Vende pelos seguiutes pr. gos :
L3s de qnadrinho a ICO e 2u0 rs.
Zepfcyr de quadttnho a ICO e 200 ra.
Percales claras c escuras a i'00 e 240 rs.
Cassas de urna s cor a 100 rs.
Merino preto com duas larguras a 440 rs.
Cachemiras e merinos enfeitadoa a 400 rs.
Cortes de zephyr d" quadiinh' s bordados a
4000.
Fchus de re; da e prr.tc:.d' s a 500, 800 \
lOOO.
Esguiao pardo para vestido a 320 e 360 re.
Brim pardo lito para reupa de meninos a
240 rs.
Cortes de casineta de cores a 10000 para
homem.
Colchas de fu-t2o de lindas cores a 10800
e 0000.
Cortinados bordados para cama ejanella a
50800 o par.
Toalhss para menino a 10500 a duzia.
Guardanapos a 10800 a dita.
Bramante de 4 largaras a 640 e 10000.
Lencos broncos finos a 10200 a duzia.
Espartlho8 finos a 40000.
Crinolina branca, preta e de cores a 400 rs.
Balcias n 200 rs. a duzia.
Arco de ag i 100 rs. o metro.
Bicos brancas, de cores e matisados, todos
os pregns.
Rendas pretas e com vidrilhos a 15000.
Mantilltas pretas hespanhola a 40000.
Etamines de cor, phantasia, a 400 rs
Tecidos de linho muito finos e largos a
400 rs.
Cachemiras pretas arrendadas a 20000.
Sedas de cores com listras ou ramagens a
10400.
Surah preto e de cores a 10400.
Setins maco de todas as cores a 800 re.
Cortes de vestidos de cachemiras bordados
a 150000 e 200000.
Cortes brancos todos bordados a 150000.
Cambraias bordadas e cem salpicos, finos,
a 40COO-
Cortinados de crochet de cores para janella
cu cama a 10400.
Meias de seda para senhora a 30000.
Penteadores bordados a 30000.
Camisas bordadas para senhora a 50000.
Vestuarios manijo para meninos a 50000.
Capellas com veos para noivas a 60000
80000.
Setins brancos, muitos finos, a 800 rs.
Luvas de seda brancas, pretas e de co-
res a 20000.
Meias arrendadas, brancas, para noiva a
10500.
" Novidades
Mosquiteiros com armaco a 150000,
Estantes para msica, para amadores, a
50010.
Oleados para mesa de qualquer tamanho
a 40500. '
Relogios americanos espertadores a 70000
80000
Sabonetes finos a 500 rs.
Collarinhos e punhos de celIu!oide a todo
prego.
Fitas de seda, todas as cores e todas as
larguras desde 320 rs.
Retratos a oleo
Com lindas molduras douradas em alto re-
levo, e muito lindo para um presente aa
para sala de visitas.
a a sSooo e mal prero
Qualquer familia que desejar ter um lia-
do retrato bastante mandar um cartSo
de visita nSo importa que seja antigo,
basta dizer a cor dos cabello e cor dos
olhos para chegar um retrato desejado.
Para ver, e fazer encommendat
Dirija se Loja das Listras Aznes
61 RJA DUQUE DE CAXIAS6 lt
rece terem difficuldade em conservar o sel
centro de gravidade,
Bom pensou o pasteleiro, disfar-
caste-te, meu patife. E' o mesmo, feco-
nheco te, e tu que mudaste de facto por-
que nao s boa firma. E' verdade que
nao vi o numero da porta da casa, mas
hei de voltar l.
O mogo de frotes, chegado ponte Luic
Felippe, tomou o mnibus que passava do
Jardim das Plantas para Batignolles e su-
bi para a imperial.
O pasteleiro deu um grito.
Oh! que boa idea que eu tive, ex-
clamou elle, em guardar os tres sidos.
E, cabriolando, alcangou o pesado ve-
hculo, trepou e sentn se atraz do desco-
nhecido.
Este apeou-se na ra Quatro de Setem-
bro e Athanasio fez o mesmo.
Tomaram ambos pela ra de Grand-
mont, atravessarain o boulevard e entra-
ram na ra Peletier.
O mogo de frotes parou porta de um
armazem de vinhos, procurando ver atre-
ves das vidracas.
Mas o vidro estava tao sujo que era im-
possivel ver se alguma cousa.
Decidi se entao a abrir a porta e en
trou no estabeleci ment.
A' direita via se um grande baldo de
esianho, cut:Udogamente limpo, te..do ao
centro urna fonte, perennemente jorrande,
e cheio de garrafas e copos.
N'um dos extremos, fervia urna choco-
lateira sobre ura fogareiro de gaz.
A' esquerda viam-se quatro mesas pe-
quenas, redondas, ires das quaea estavam
oceupadas por tregueaes.
Ftnalmenre, ao fundo, havia deus gabi-
netes separados por tabiques de dous me
tros de altura.
Pela porta entreaberta de um ielles via-
'



*
ij
--
PIANO
Vende-se um ptimo pia-
no, quasi novo, do autor Fe-
lippe HenriqueHery; ^ tra-
tar na ra da Imperatriz n.
14, loja de camisaria.
Leite puro
Na estrada de Joan Feroandes Vieira, sitio lo-
go depois das casas novas da direita, vende-ss
todos os das leite puro de vaccas tourinas 4
erra, garante-se a qualidade do leite
Tt 'lo Dtarro ra do Luqnagp Caria? u. 4



se o dono da casa e sua mulher, que
bavam de jantar.
No outro ouviam-se varas vozes cantan-1
do, rindo, conversando n'uma lingaagem
mesclada de clao.
0 desconhecido senton-se nica mesa
que achou vaga e gritou :
Urna garrafa de vinho!
Estava mesmo ancostado ao gabinete fe-
chado
De repente, urna voz avinhada fez-so
ouvir mais distictamente.
Bibi nSo nenhuma fra. NSo co-
me os amigos...
O mogo de frotes estremeceu.
E's tolo^)aniel! responden ama ou-
tra voz. E aqui o amigo JoSo Brunet
quem figura hoje.
0 desconhecido tornou-se paludo.
Lamblin tem razao, camarada, con-
cluio alegremente o antigo spahi; nos es-
tamos jantando e son eu quem paga. Que
queros tu mais ?
Porque era com effeito JoSo Brcnet que
patuscava com os dous malfeitores.
Pelas seis e meia chegara com a sos
carruagem porta do armazem e pedir
absintho.
Emquanto estava saboreando a sua be-
bida favorita, JoSo observava disf arcada-
mente tados os freguezes da casa.
Vio finalmente apparecer nm diabo ai-
a grande, ahi de quarenta e cinco a cin-
coenta annos, de aspecto robnsto e vesti-
do com esse accentuado mao gosto que
afectam certos entes despreziveis, aos
qus es a vindicta publica designa por um
nome que equivale a urna injuria. /
(Continuar-8A-ha)
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s.
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Full Text
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