Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16524


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Full Text
Tvi- n-meI
SAKBAD-;) STMAECO m 1890



A QmITAL E LUGARES KS&'hO SE PAGAifORTE
. V &&
Per tres mezes ;,dautudo8.
Por seia ditos iaera. .
Por na anno idem.
Cada numero avulso, do meamo dis.
'QOO
120OO
Amede
roa
Pricce k C **
Os Srs.
Je Pars, sao os nosss agentes ex-
clusivos de annuDcios e pujilca-
goes na Franca e Inglaterra.
para/tjextuo e fora ao es fado' .

V
.
TELE&UMMAS
\
fe.0 DE JANEIR'
da
as o o tumu
2 o rain
Marco, as 4
acos extraor: na-
no:ueado*> e
i c ministros plenipotenciarios dosTCsta-
iaaJJnidcs do Brasil: --
V* Belgic., oaao de Teff ;.
ti epubica o^hif^ e Dr. Aben
Foi tambem nomeaio ministro resi-
! .te dos Estados Unidos do Brazil, na
ublica da'Bolivia, o Dr. Vianna de
a.
- Foi removido do Chile para o Per,
* inistro do Brazil Cyro Azevedo.
Foi promovido a cirurgio-mr de
divisao, o ciruriSa-mr de brigada do cor-
po de sade do e" ercito, Dr. Antonio de
Souza Dantas.
Houve outras proraocSes no mesmo
corpo.
Foi nomeado delegado do cirurgiao-
mr do exercito em Pernambuco, o Dr.
Fia vio Fa'co.
Foram assigaados os decretos que
reformam aAlfandega da Capital Federal
e a Caixa da Amortizacao.
Foi assignado o contracto definitivo,
da estrada de ferro de Tamandar, pelo
Jacuhype, a entroncar na ferro-via de S.
Francisco, em Pernambuco.
O cid .dSo Quitrtino Bocayuva, mi-
nistro das rela^Sis exteriores, esperado
aqu no dia 10 do corrente, segunda-feira
prxima.
*
m
VIDAL
am
Por seis mezes adiantdos. .
Por nave ditos dem. .
Por na anno idem......
Cada numero avulso, de dias anteriores. .
13500
20,5000
26^000
5100
*-
Lso o que Den- a^er:
Guardeni e.lles seu inundado.
Que eos teremos cuidado *
pe pardar e enriquecer
Este-fftjSso povo*amailo.
*
S S. MAURICIO
S.' queris,
Significar podereis.
em tendes ajcllior lo;jr
Que aquclle santo aliar,
o quai couiuojcu seris
f- generado sem cesar.

V
(Conlatn)
*.<*#*
SI7i;Q 24 .USl. 247A2
ROMA, 6 de Margo, noite.
na
O minis'.erio Hrispi foi interpellado
Cmara dos Deputados sobre a politc-a ge-
ral. ~
icoiisequeucia desta, a
Adisc ssao da ioterpellaco terminou-se paires fstraogeiro's.

*



por urna votacao' de 193 votos contra 55,
implicando a approvac da conducta do
governo ea onfiaaca da .'a.na-a dos De-
putados no ministerio Crisp.
ROMA, 6 de Marco.
A Cmara dos Deputados comecou a dis-
cmssao das diversas iuterpellac>3sa rea ti vh 8
oceupacao militar de Massouah.
BERLIM, 7 de Marco.
O governo allemo vae apresentar ao
Reichstag pedidos de novos crditos mili-
tares e um projecto de le conservando os
socialistas.
Agencia Ha vas, filia! em Pernambuco,
7 de Marco de 1890.
IMSTRDCqO POPDLAR
o&n siBLimrsico
DA
Uri'KBATilA BMZILKIRA
NOS
(ContinuacSo)
UBSULA
Salv, grande capiSo
Mauricio, de Deas querido I
Este povo defendido
Por vos e vossa legiao,
E nosso Deus Oiui servido.
Sou d'elle u^ora mandada
A ser vossa compaDheira.
s. MAURICIO
Defensora e padroeira.
D'esta gcite tao honrada,
Qu segu nosssa bandeira ;
os d'ell s somos amados,
Elles gurdalos de nos
Porque nao sejamos sos,
Sero agora aju lados
Comnosco tambem de vos.
irasuLA
Se os posaos p rtopOL'zes
K> quiziToin -<-:ii.je honrar,
Sentirlo poneos reveses
De ingfees e de franceses
E seguros podem estar.
8. TIDAL
guem levantar pendo
mira seis .nil cavalleiros
E contri o grande e^quadro
De nosss onze milheiros?
UBSULA
Com taes inimigos 'Jalma
Comecam a detmaiar.
E pois tem este logar
Nome de Victoria e palma,
Sempre devem iriumpbr.
parte ornciAL
icios do poder exeoutiro
Laioura e %2alla(oa commercial
Expotifao ao chtfe do governo provisorio
Marecbal
As leis ns. 2,797 de 20 de Oulubro de 1877 e
2,910 d; 31 de Oulubro de 1879 crearam, no Mi
Disterio ila Fazenda, ama divisSo especial, con-
sagrada estalistica das Gnangas, da navegaco
e do commercio no Brazil.
Os trabalhos essa repartico, dedicados u es
tatisca commercial, limitam se a mappas de
moostrativos das qualiuades, das quanlidades,
dos valores ofliciaes e procedencias das mer-
caduras estrant:eiras importadas, assin co-
mo das qaalidades e qaantidades dos gene
ros naciona>s exportados, com declaracao-
de seu* valores officiaes e deslios, mais as
recapitlaseles e os clculos reepectivos.
Esses mappas, estampados sob a uesignaco
de estatistica do commercio e navegaco de lon-
go curso, tem por elementes os dados que ser-
vem de bise arrea lacao das rendas aduanei-
ras, sendo os valores dos gneros nelles mencio-
nados os valores officiaes calculados para cu-
branca dos tributos ftscaes.
Ora quasi sempre os productos nacionaes ex-
portados e os eslraogeiro8, que importamos,
vendern seestes dos nosss mercados, aquelles
nos mercados esirangeinsa prejos superiores
oj inferiores, aoj dos clculos sobre que se ef
fectua as alfandegas a cobranca dos imposto?
aduaneiros.
Nao se pode, pois, confiar nos valores das" im-
porlages e exporlages do paiz inscriptos oes-
s.is laboas estatisticas do commercio e navega
cao entre nos.
A esfaiistica commercial nao se circumscreve
a e8saWeinonstrac5es officiaes, cujos valores se
estimjm, em geral, sem exactido, empirica-
mente. ') seu intuito principal consiste em in-
vestigai^ e demonstrar, nos seus trabalhos, nao
s a qoantidade e qualidade dos productos na
cionaes comidos, por colner, ou por mauufactu
rar nos centros productores, como tambem as
existe/jejas (stock) dos arligos dessas mesmas
especies nos increados consumidores.
Determina se o progresso commercial de um
estado pf la actividade, com que se realizam as
pernotas entse a procura e a offerta, assim co
mo pelo saldo constante dos valores das merca
dorias exportadassobre os das importadas, sal-
do que da em re8olta<'o a cnpitalisaco e, em
alta do cambio sobre os
A decadencia commercial vai se operando, e
revelando pelo marasmo no movimento de com-
pras e vendas as pracas mercantis e pelo con
atante excesso, que, no baanco geral do com-
mercio. apresentam os valores das importacOes
sobre o das exportagfies, fazendo baixar os cam-
bio* estrangeiros, gracas a falta de capital sa-
(o nacin ji.
Nessa differenca se consideram Incluidos os
saldos entre o total das mondas e cambiaes que
do paiz sahem e o das que entram no paiz, des
de que moedas e cambiaes sao tambem merca-
uorias, cujos valores se regem segundo a lei da
relaco entre a offerta e a procura.
Mnstram estes principios a necessidade de fo
mentar-se a produejo ..acioaul, e desenvolver-
se-lbe o prego, atim de augmentar o valor geral
accumulavel no paiz, diminuindo o valor geral
do* capitaes absorvidos pelo estrangeiro.
Na diminuigj dos valores dos productos de
um paiz est urna das causas pnneipaes das cri
ses commerciaes e financeiras. Manifesta se
e.-su diirunuicau. ora naturalmente, quando a
produegao maior do que o consumo, ora arti-
ficialmente :
1." Quando, por carencia de trabalhos cstatis-
tico=, o* mercados productores, desconhecendo o
que realmente possueu, e ignorando ai necessi
dades do consumo, entregam os seu3 gneros
por baixo custo aos especuladores, que os illu-
dem, figurando, mediante noticias e telegrara
mas inexacto*, abundancia dos artigos, de que
ha escassez.
t. Ou quando, nao teado o mercada nacional
recursos, para resistir presso de ">aixas arbi-
trarias, preparadas pelos exportadores colligados,
veem-se os productores na coatigencia forzosa
de entregar os productos indgenas aos pregos
intimo:, que a especulagSo Ihes impe.
Para atalhar esses inconvenientes, a que tem
estado sempre sujeito o nosso mercado, com
damno incalculavel dos productores, do com
mercio e do paiz, e fazer respeitar os valores
reaes da produccao nacional, que devem obede-
cer nicamente as relagoes espontaneas entre a
offerta e a procura, seria mister:
1.* Orgaui*arem-se t -aballio* estatistico.', por
onde se estude e onheca a verdadeira produegao
aonual do paiz e a estimago que ella pode ter.
deteririnada smente pflo confronto entre as ne-
cessidades reaes da procura nos outros merca
dos, e a produccao nacional, tendo se em vista a
produego simular dos paizes que comnosco
compelem. D'esses trabalhos e3tatisticos se co
nhecer, co.ii a possivel approximago (mediante
o calculo das medias das (olhoitas anteriores,
estudos aoalyticos e informages fidedignas) a
quaotidade e qualidade das colhoitas futuras, oem
como a exist' n.'ia (stock) dos gneros iguaesaos
d'essas colheitas accumulados nos mercados es-
trangeiros, efim de avaliar-se a extraccao, que
podem te os gneros nacionaes nos mercados
consumidores, e determinar-se-lhes o verdadeiro
valor.
2.' Haver estabelecimentos de crdito, que no
intuito de mauter o mercado em alta natural, fa-
ciliten] aos productores e aos negociantes a*
quantias neces-arias ao movimento correte das
suas transaege.- e expans&o da saa industria,
M>b a aramia dos genero* arraacnaJos, em tu
Ibas ou pendentes das arvores.
3.* E-tabelucere i se, as piagasestrangeiras,
que mais importam, ou recebem os nosss pro
ducto*. casa* brazileiras, tiliaes a* mais impor
taotes de oossas pragas ou directamente rela-
cionadas com estas, por intermedio dasquaes se
possan exportar os geatros nacionaes. Assim
cessar o monopolio da exporug.j dos nosss
produces, exereilatfa privativamente pelas casa-
estrangeiras no Brazil, tiliaes a casas matrises si-
tuadas nos meicados europeu* < americanos, a^
quaes ex,>luram o commercio dos frucio* da nossa
cultura a pregos dictados pelo arbitrio dos lau-
reases de urna especuUco sera correctivos.
Os artuos que uuporia los dos varios mercado*
estraobs, sao, na sua quasi totalidade, recebi
dos directamente, ou cousigoago, por casas
estraogeiras estabelecidas no Brazil, de onde se
escoam, em sua maior parte, sendo no todo, os
valores dos avultados lucros auferidos n'esse
commezcic'Eisus vantagem affluera era soi ge
neralidade,'para a patria los que utilizara esse
ramo de negocio, concorreudo este elemento
cerno factor de primeira ordem nara a depresso
de-cambio. T." '
V>Entretejito, no estrangeiro, n5o ha casas bra-
il-iras, que recebam os nosss generes, para os
vender por ftota nropna, ou a consignago, en
caminhandopara o Brazil os vaotajosos proven-
tos d'ese cosamercio importante.
E' ceriamente Je ttciatica particular a crea-.'
gao dTjwas casas uus pragas .strangeiras. pafa
r^cebehm- e veujerem ou nosss primipaes pro
ductos, eontoo caf, a bo. racha, o assucar e.ou
Irt. HasoAvemo da Rdpublida, seineJUanga
do q*e fazem ^utros estados, podcria,ineiaDiS'
curtos injjeprfvos, acocorar e83VjWHf;k.dc
a. vaQiagfnTiicoatestvwe pr^cTOissw^ara'o
desenvo.'vimentoeconoiriico do paiz.
A nao curarmos de providencias taes, con ti-
nuaro os mercados brazileiros sem orim'agao,
eutre constantes e arbitrarias fluctuages, devi
da* ao dominio absoluto e irrefreada especu-
lago das pracas estraogeiras, para onde se vea-
dem e exportad! os nosss productos.
Indispensaveis sao, ainda, essas medidas, para
acaulelar a populagao contra os males pn>w
nientes da pemna nos principaes gneros ne
cessarios ao seu consumo. A falta de bragos agri
colas e a secca d'estc* dou* ultimo* annos dimi-
nuirn} muito, no interior do paiz, as plantaces
de cereaes e as criacoes de animaes uteis, ele
Vendo os pregos d'essas mercadorias cima do
dobro do seu custo normal.
Si houvesse, no Brazil, trabalhos estatisticos,
que, apreciando essas causas, determioassem
previamente assuas resultantes naturaes, o com
mercio mandarla vir de outros mercados, com
lucro para si e beneficio para o publico, os arti-
gos reclamado* pelo nosso consumo segundo as
exigencias de rada quadra e as necessidades de
cada crise.
Os auxilios prestados lavoura desapparece
rao, ounullificar se bao sempre, emquaoto os po
deres pblicos nao libertarem a produegao das
baixas artificiaes e outras especuhgoes, tao pre-
judiciaes e condemnadas, e geraes.
O lavrador, que traualha, empatando capit- e*
pagando juros e salarios altos, precisa encontrar
no prego dos gneros de sua ;uitura compensa
gao correspondente s despezas, aos sacrificios
e aos conuateinpos. Se os seus gneros nao
obten, nos mercados, pregos compensadore*,
desanima, e abandona a lavoura, cahindo na in-
dolencia ou empregando a actividade n'oulros
negocios, onde vai encetar nova aprendizagem
Quem couhece a nossa agricultura, o nosso
commercio, especialmente o de caf, nao pode
ignorar o innumeravel nunero das vic:imas, ar
ruinadas, ou condemnadas ao depauperamento
por essas baixas artificiaes, pelo systema da*
vendas a entregar, com prejos detemtnados,
em prazos m_is ou menos longos, e lautas ou
tras especulagdes, promovidas, a beneficio pro
prio, pelos exportadores, que, dispondo de re -
cursos, estudando os mercados consumidores, e
cooheceodo a cegueira dos nosss, jogam sem
risco de perda, na certeza de lucros infalliveis e
exagerados.
Demonstrara esses factos a necessidade, sen-
sibili8Sima ao commercio e lavoura, de dado*
estatisticos, ceos e autbenticados por institu
gOes officiaes, que protejam, que emancipen) a
produegao nacional, guiando-a no seu curso na
tural e ascendente para a prosperidade, e eri
tamo os artilicios des exploradores quedesfal
cam, em vantagem do estrangeiro, o melhor do*
fructos do trabalbo nacional applicado cultura
do solo.
Para satisfazer a esta nece?sidade, que inte
ressa orgnicamente a propria existencia da
agricultura brazileira. a liberdade do seu deseo
volv.^ento e a plena expansao de suas forgas,
prooorcionando-lbe um systema regular e serio
da statistica commercial, temos a honra de pro-
por-vos as medidas coordenadas no projecto
seguate.
22 de Fevereiro de 1890
Ruy Barbosa.
e) Serlo organizd
diante, igoaei deraa
divos clcalos da-
i anaualmente, d:; 1891 em
tfacois (3") com os respe-
media* e comparag5'S (a,
b), ultiraindo-se estes trabaUp^ at o fin' de Ja-
neiro do aano seuiiate. wk
i.- !-'<>!o tfnjie -imspo e anaiyss das medias
das j'imoflMncos Weo,npara;6es supra indica
das, assiaSBio da* CndicO'S <-limatol#gicas e
anu oes aJmDspberlcjs (jas respectivas zonas
gricolas/ so calculara, em cadi aouo, com a
mais ria-csa. atiproximago possivel, a quili
dade o jfiantidade dtk coltieit.s ro subsequente,
tem coflto.as rsservas do anno anferior^ que so
orarem/^ara se contia^rem ^s qaabdwes e
quaotfipjfes''*D3 genen^pb juiz exportaTei de
nacional," ou para us
t
i ;e dpj/:m;na j
nao vTdadeiros,
Decreto _n. de 22 ie Fevereiro de 1890
r.rea secgoes d! estilstica commercial, aonexa
s associagdes commerciaes
0 marecbal Maooel Oeodoro da Fousuca, che
fe do governo provisorio, constituido pelo exer-
cito e armada em nome da naco de;reta :
Art. 1." Fica instituida, como servigo annexo
a cada urna das associagoes commerciaes, con
forme regiment que se expedir urna seccao de
estatistica commercial.
SAS FNCgoKS
4rt 2. As funcgOe* de*te servigo teem por
fin orientar a lavoura e o commercio. determi
nando constantemente, com preciso e seguran-
i-i pelo coobecimento exacto da produccao ua
ciooal, da produegao estrangeira e da situagao
dos mercados o prego natural dos produeto*.
Para chegar a esse resultado, os eus traba
Iho abrangerao, no ticante a este ramo da vida
social, a eslalistica nacional e estrangeira.
1" Quanto estatistica nacional, esses tra-
balbo* euuMstirao em:
1 Demonstragoes annuaes das qualidade*.
quanti iades e valores dos gneros de produegao
de cada estado, organisadas por municipios, cora
discrirainagao de suas industrias, agrcola, pas-
toril, textil, fabril e extractiva.
a) Calculo das medias dessas produegoes, feito
de tres em tres anuos e de cinco em cinco, sem
pre do primeiro anno dos trabalhos da secgao
at o ultimo considerado.
b) Couip- rago dessas produegoes de um com
a jos outros anuos d das suas medias respecti-
vas, pira se determinar o augmento, ou a dimi
nuigao, que tiveram, as epochas confrontadas,
b.-ui com i as causis que para iso actuarain.
2.a D.monstracoes annuaes das quantidades,
qualidade* e valores dos gneros de produegao
consumida no proprio Estado productor, e bem
assim dos exportados para as pragas commer-
ciaes de outros Estados e"para os mercados es-
trangeiros.
a) Calculo da media dessas demonstragoes
feito de tres em tres annos e de cinco em cinco,
s mpre do primeiro anno dos trabalhos at o til
timo con fr nitado.
bi Coraparago desse consumo e exportagao
de um com os dos outros annos e suas ftdtas
respectivas, para deterrain r o augmento ou
decrescimeoto que tiveram bem como a3 causas
que para isso acluaram.
c) EAses trabalhos organizar se nao mediante
os dados foroecidos pela* municipalidades, nos
impressos envalos pelas secgOes de estatistica
com a devida antecedencia, para aerea respo i
didos e devolvidos, e os elementos fornecidos
pelas directoras de ferro-vas, reparlige3 pu
Dlicas e associagoes particulares.
3.# Demonstragoes annuaes das quantidades,
qualidades e valores dos gneros do paiz recebi
uns para. Btos mor:.i-
pragas Mmfciea
u Nu W4e cada anno
esses clculos foram, ou nao
quanto se afa*tararu da realidade.
6; Organizar se ho esses trabalhos mediante
os dados foroec.de pelas repartieses meteorolo
gicas e pelas directoras das estradas de ferro e
eompanluas de navegao&o, que transportara os
gneros nacionaes jfara os mercados exportado
res, e todos os outros elementos de informago
necessarios, requisitados s repartiges publicas,
assocagOus e particulares.
5." appas do movimento diario da quantida-
de dos gneros nacionaes existentes nos merca-
dos nacionaes que os exportara, cora estas espe-
cilicages : Exit-teuc a (Stock) uo dia anterior;
eutradas do interior e dos outros Estados da
Repblica ; somma ; sabida para o* outros Esta-
dos da Requblica e para os mercado* estrangei-
ros ; somuia; existencia (Stock) para o dia se-
grate, ua qual se deduzir o que se vender du-
rante o dia, e nao liver seguido seudestioo pan
os outros Estados brazileiros e paizes estranhos.
a) Nesses mappas se incluiro os gneros na-
cionaes entrados e exi:ten;es as estagOes cen
traes, depsitos e trapiches das ferro vias e
companuias de oavegago situadas as mesmas
ci tades dos mercados que exportim para o es-
trangeiro.
6) As entradas, sabidas e existencia (Stock).
que passarem de um para outro dia, comparar
-e lia j com as do dia anterior para se demon
strar, nos respectivos mappas de movimento, o
augmento, ou dixinuico. que tivercm.
c) Orgamzar-se-bao mappas de movimento
anlogos (5) por semana, quinzena, mez, trunes
tre, simestre e aano, com as respectivas compa
rage.s (6).
d) Organizar-se-ho, outrosim, mappas diarios
do raoviraeoto dos gneros do paiz existentes
notnlerior, as estages das estradas de ferro,
nos trapiches, nos depsitos das conpanhias de
transporte, proroptos a seguir, ou j em viagcm
para os mercados nacionaes exportadores.
e) Os eocarreg dos dessas estages, estradas,
trapiches e depsitos darao diariamente coohe-
ciment tele Taphico Secgo de Estatistica
Commercial das quantidades e qualidades dos
principaes geaeros nacianses all: existentes at
s 4 horas da tarde de cada dia.
/) Taes t-abalos sero devidarneute ra;thodi-
zados e organiza-1o* cora os ddos obtidos das
repartigOes publicas, estradas de ferro, compa-
nuias de transporte, corretores e negociantes.
| 2. Q-iaoto estatistica estrangeira. os tra
balhos ua? vteges de estatistica commercial
comnrehedeftio: fctS /
l, DemonstragOes do consumo estrangeiro,
por paizes, dos geaeros idnticos ou simares
aos de .xportagao Inacionl,'(iisc-iminaa4o se^
oesse consumo", a dAtribuico io'Bra7.il ca das
outras nagoes productoras.
a) Clculos tricornes t quinquennaes das me-
dias correspondentes a essas demonstragoes,
tambera do primeiro auno dos trabalhos at o
ultimo, considerado.
ti Comparago desse consumo entre cada um
e os deinais annos, e ben assim das medias res-
pectivas, fixaado-se o augmento, ou diminuigo
occorridoa e suas causas.
7." Demonstragoes annuaes, por paizes, da
produegao dos geoeros similares aos principaes
da exportagao do Brazil.
o) Calculo das medias conforme o eslabeleci-
do para as outras demonstragoes
b) Comparago dessas produegoes, no estran
geiro, de uo* para out-os annos. e da* medias
respectivas, determinndose o augmento, ou
diminuigo que tiveram, bem como as causas
que para isso coneorreram.
8.a Mappas do movimento mensal da quanti
dade dos gneros iguaes ao da produegao do
Brazil, existentes nos mercados estrangeiros,
com as seguintes declaragQes :
Existencia (stock) restante dos mezes ante-
riores entradas dos outros paizes; sahidbs pira
os outPos paizes e para o consumo; somma;
existencia (stock) oara o mez seguinte.
a) Essas entradas, sabidas e existencia que
pissam de um para outro mez. compara>se-hao
com as dos mezes anteriores, para se demonstrar
o augmento, ou decresciraento verib'caio.
6) Diariamente se deteiminaro as existen-
cias (stock), aos mercados estrangeiros, dos g-
neros iguaes aos de produegao nacional, com os
valores de suas cotagOes, vista dos telegram-
mas que desses mercados se receberem.
'.i. Estes trabalhos de estatistica estrangeira
organisar se ho vista dos dados, informagOes,
trabalhos e telegrammas, ministrados, ou pro
movidos, pelos cnsules do Brazil e por outros
agentes, auto isados, estabelecidos, ou convida-
dos para isso pelo governo.
Art. 3." A's 8eccoe8 de etatistica commercial
compete, outro3im. estudar, em monographias
nensaes.semestraes e anauaes, escripias e gra-
phieas, as alterages do cambio, analysando-
Ities as causas.
, PESSOAL
Art. 4." As Seog^s de Estatistica Commsrcia|
compO-ra se de um conselho administrativo e
una secretaria.
i. O conselho administrativo coosta de um
director, que ser opre*idente da respectiva As
o:iagio Ccmmerciil, e seis m mbros, nomea-
dos pelo Ministerio d- Fazenda d'entre os neg
ciantcs de mais competencia as especialidades
principaes do nosso commercio importador e ex
portador.
Esses cargos sao gratuitos.
l." o conselho administrativo incumbe:
a) Dirigir e fiscdisar os trabalhos da seceo.
b) Propr ao governo as medidas convenien-
te* ao desenvolvimeolo destas inslituigoes, e as
reformas que convierem organisagao do seu
reglmeo.
c) Elaborar o cdigo telegraphico, a que se
refere o art. 6
i) Adopar em geral todas as providocias
uteis fecundidade deste servigo.
e) Propor a *uspensu e deraisso dos empre
galos da secretaria q ie raal servirem.
| 3.' A secretaria, que funecionar sob as or
ras no toe
'raogeiras.
Iheci-
ilL'-'-llil-.
ilos empegadoipfla
bella annexa a
Se
este
tla-
tele-
dos do interior,ou entrados nos mrlalos naci deas immeiiitas do director, comprtieode :
nai's (portos de mar), por onde se fazem as ex
porlagoes de um para outros Estados e pira o
estrangeiro. con declarag&o das suas proceden
cas, durante o periodo de 1880 a 1890.
a) Calculo das medias dessas demonstragoes
feito de tres em tres annos e de cinco era cinc,
luclui-dos sempre lodoso* annos desde o primei
ro dos trabalhos da secca > at o ultimo dos con
f pintados.
b) Comparago des?es recebimeatos ou entra
ias de gneros de uns com os outros anuos e
das medias respectivas, para se determinar o
augmento, ou diminuigo, que tiveram nos pe
nodos comparados, otra como as causas que
par' talcooperaram.
especialmente pra:
ment das Ung
63 Os ventt
cretaria jegubrajW peh
decreto. ^i;
dBomcoks diversas
Art. a" Tjs corctore* de mercadorias sao obri
gados, pena de berda dos cargas, a ministra"
quotidianamente s >secg6es de estatistica ola
completa dos contractos de compra e venda dos
geoeros, que houverera celebrado do decurso
do dia, com deca*aglo exacta dos respectivos
pregos,
Art. ti' Para as eommunicagoes lejggraobicas,
a que se refere este decreto, arl. 2, adoptar o
governo um cdigo de palavras :ouvencionaes. e
aatrap^ei: accokdo com as comuanbia de tel.
graphos par-i reduegao das taxas d'sses
graramas. -'
Art. 7 Os trabalhos das sr-ecGVs dtesfaUstici
commercial sero publicados regularmente ros
folhas officiaes dos Estados e nos jornaes de
maior circulago, affixando-se, ainda, os seus bo
lelios, mappas e noticias avulsis nos edificios das
pragas do commercio. para terem a maior circu
laco possivel
Apt. 8a O goteroo adoptar as mais promptas
e eflkazes medidas, para que as secgoes de es-
tatistica, por si e. por seus representantes, rece
bam e obtenhara. com presteza e regularidade,
do nosso corpo diplomtico e consular, bem como
das repartiges publicas. associagOes, empresas
e autoridades, todas as informagOes e elementos
convenientes a perfeigo d'es'e servigo.
Compete ao director da secgao requisitar di-
rectamente esses dados a essas eorporages, as-
sociagoes e autoridades.
Art. 9o Os trabalhos das secgoes de estatistica
Comercial concentrar-se-lio no Ministerio Fazeoda. que proceder sua analyse, e extra
bir Ibes ha os resultados geraes, estudando os.
e apurando os em monographias metliodbas fre
quentes e adequadas s exigencia* praticas do
commercio e da agricultura.
Arl. 10 Revogam se as disposiges em con
trario.
Sala das sessOes do Governo Provisorio da Re-
pblica dos Estados Unidos do Brazil, 22 de Fe-
vereiro de 1890, 2o da Repblica.-Manoel Deo
doro da Fonsect.uy Barbosa.
TABELLA DOS VENCIMENTOS IlOS EMPREGA-
OOS AS SKCCOES D2 ESTATISTICA COM-
MEECIAL.
Capital FederJ, Santos Bahia, Recife, Belm e
Porto Alegre
^BS
secretario d a
estatistica....
Amanuense___
Continuo.....
0.~dnalo
3:600.000
1:440*000
720OO0
Gratifica
gao
1:4004000
960*0 i
80*000
Total
6:!'00#000
2.400*000
1:000*000
Ao pre-identc.da intendencia municipal de
Goyatma.Declaro vos, em resposta ao vossa
oflicio de 14 do correte mez, que o ceo-selbo
dessa intiandencia deve reger-se pela lei geral da
Io de Outubro de 1828 e por ontras deste gsta-
do, referentes a esse municipio, at que sejam
expedidas instrurcoes a respeilo.dafafl -
tandis ao presidente e membros da inleoi^ncia
municipal de Nazareth.
Portaras:
Commmko intendencia municipal da
Recife que subraetti hoje A consideraeio nisterio dos Negocios da Juttiga o assarapto da
repiesent;!go de se efiio de 6 do correte.
Fago constar intendencia muaicijul de
Limoeiro, para os fins convenientes, que, pelos
moticspustos em s*iiiformago de 13 do
corrate me*,- detao de approvar 33 arre nata-
g3 de irapnstos de que trata o termo jauto por
1 copia ao officio de 30 de Dezembro uRibo, da
extiucta Cmara desse municipio.
Devolvo os n'querimeotos annexos saa cita-
da informago.
Declaro inten iencia municipal do Boni-
to que, tendo em vista a sua ioforraago de il
do corrente mez, rica approvada a arreuialajao
de impostos de que tratam os termos annexos
por copia ao officio de 16 de Dezembro aJtitno,
da extracta Cmara Municipal.
Os Srs. agentes da Companhia Brasileira
oe mvegaeo fagam transportar ao Rio de lioei-
ro, por cunta do Ministerio da Guerra, o teae;te
Croraancio le Brit i Bastos, que recoike se ao
corpo de transporte, a que pertence; e besa as-
sim um criado de nome A lolplio. KxpedSo se
ordem ao inspector da Thesouraria de Paxeoda
pira mandar ajustar contas e communicou -eao
secretario do coramando das armas.
O cidadao gerente da Companhia Peraao
bucana d passagera de r, do porto de Xatai
para o desta cid ide, por conta das gratadas a
uue o governo tem direito, no primeiro vapor
que regressar dos portos do norte, ao mat de
margo prximo vindouro, ao cidadao Manoel
Hemeterio Raposo de Mello Filho e sui seohora
O Sr. superintendente da estrada de ferro
do Recife a S. Francisco d, por conta do Esta-
do, da estago de Cinco Puntas a de Oaa, as
passacens que requisita o Dr. chefe de poficia
noofifcio desta data junto por copia, sob n.
321.
dem ao encarregado da es'ago e Palma-
res para dar passag'rs dessa cidade de Gara -
nhuns
O Sr superitendente da estrada de. ferro
do Reeifi a S. Franc seo d, por contado Esta-
do, com direio a bagagem, da estagao de Cinco
Pontas a de Una, passagem a urna praja de po-
lica, que regressa para o destacamento de Pes-
queira.
Mutatis mutandis, ao en :arregado da estaca
de Palmares, d'ah tt Garanhuns.

vi

a) m dw'a. aoqnil t ii:a especwlmente, alm
da direegio geral dos tr balhos na sua reparti-
go o se-vico difs tradu-gOes e comraunicagSas
cora o estrangeiro.
b) Un a lous amanuenses e ura continuo.
v 1* Pi -icT-upar o Cirgode chvfe, que dn'-t
*Vr p. sv>a versada em esiatistica. itilispen;a-
ve outrosim, conheciraento familiar das linguas
fri czi. Inglesa,alterna e italiana, assim como
o < ps loo* primeiros idiomas para os lugares
de am nueosc.
S" Esses cargos sero prvidos pelo minia
ter o da fazenda, onvmdo se convier, o conselho
ad in.strativo da respectiva sceii, ou man
da do proceder a concurso, cujas proras aerao
Nos outros Estados os vencimenios sero tres
quintos dVstes.
Capital Federal de Fevereiro de 1890. -Ruy
Baibosa.
liorcrno do Estado de Pernam-
buco
tXPBDlEXTE DO DIA 20 DB FEVBRE1BO DE 1890
Actos:
O marechal governador do Estado, tendo
em vista a proposta do inspector do Thesouro,
cootida em officio de ho tem datado, n. i32,
resolve nomear o promotor publico, bacharel
Felippe Augusto Carneiro Campello, p-ira exer-
cer o cargo de ajudante do procurad)r dos fri-
tos da fazenda do mesmo Estado, no municipio
de S. bento Communicou se ao iospector do
Thesouro do Estado.
O marechal goveroador do Estado, alten-
deode ao que requereu o promotor publico da
comarca de Taaral bacharel Maooel Xavier
Carneiro Pessoa, e teudo em vista o exposto
pelo inspector do Thesooro era officio de 14 do
corrente, n. 122, resolve nomear o dito hacha
re para exercer o cargo de ajudante do procu
rador dos f-itos da fazenda do mesmo Estado,
oo municipio de igual nome, visto nao ter o ba-
charel Perminio de Araujo Lima apresentado
naquelle Thesouro o titulo de sua nomeago para
o mencionado cargo de ajudante do procurador
dos feitos. Communicou se ao inspector do
Thesouro.
O marechal governador do Estado, alten
deudo ao que requereu o guarda da Casa de
Detengo, Antonio do Reg Ba-ros resolve, de
accordo com a informago do Dr. chefe de poli-
ca e parecer da junta m dica, conceder Ihe 3
meses de liceo^a. com o* vencimentos a que ti-
ver direilo, a contar ds 13 de Dezembro ultimo,
para tratar de sua sade.
O marecbal governador do Estado, atten-
deodo ao que requererara Medeiros 4 C.,e ten-
do em vista o exposto pelo inspector do Thesou-
ro do Estado, em officio de 14 leste mez, sob n.
126, resolve abrir o crdito supplementar para
pagamento dos peticionarios, na importancia
total de 2:336*030, distribuido descrimiuada-
mente s seguintes verbas da lei do qrgamento
em liquidago, sob n. 209,
1889:
6
13
S 16
I al
eh additamento aos despachos bo du
24dep vereiro de 1890
Christovao das Mercds Goncalves Guer-
ra.Pa:se portara.
do Io de Janeiro de
34*080
1:088*630
i :046*600
146700
2:3365030 Remet-
teu-se copia.
Officios :
Ao inspector da Thesou-aria de Fazenda.
Communico-vos que o bacbarel Virgilio Car-
dse de Oliveira assumio o exercicio do cargo
de promotor publico da comarca de petrolma.
em 18 de Janeiro fin lo.
- Ao mesmo.Tendo em vista vossa infor-
mago de 14 deste mez, sob n. 139. autoriso vos
a maudardes indemnisar o Thesouro do Estado
da quanua de 1 069*288. despendida na Casa
deDetengo, no mez de D zemDro prximo pas-
eado, com os sentenciados vindos do presidio de
Fernando le Nronh-i. conform" a relacSo no
mi nal que vos remello. -Fizeraiu se as necessa
ras eommunicagoes.
Ao mesmoEra otticio n. 1 de 12 do cor-
rente mes, o c-ipiio teoenle Francisco Marques
Pereira e Souza, parUcipou-fD* haver na mesma
data assumido o nominando do cruzador Lber-
itie, e hilo destacar o 1* t "este aiu lante Cle-
mente Monteiro de Barros, aim de fe ir minia
iisposigo; o qu'- com rani :o vos para os ievi
dos fins.'-Respon.)eu-*e ao referido cipiio.
Ao director do Arsenal de Guerra.A vis-
ta da vossa uforraacao de liontea. sob n. 110
autoriso vos a mandar satisfazer o incluso ped
do de fornecimento e concert de diversos arli
gos para a secretaria do coramando das armas.
Communicou se ao secretario do coramando
das armas. J u u ..
ao inspector do Arsenal de Marrana A
vista do exposto em vo.sso officio de hontem. son
a. 23, autoriso vos a mandar transferir para a
Casa de De.ienco o marinneiro nacional Helio-
doro Lourengo, de que trata o citado officio.
Commuotcou-se ao ar. chefe de polica.
despachos da secbetaria do ooeaso
DO ESTADO DE PKRNAMBCO, 6 U& XAK-
08 DE 1890-
Abaizo assignaJoc, propretanac, oago-
uiantes, artistas e agricultores do piwado
Cedro, da freguezia e comarca de Limoei-
ro.Informe o cidadao Inspector ia Fhe-
souro do Estado.
Abaixo esignadoa, cobradoros da Seca-
bedoria deste Estado. Informe o Iospe-
ctor do Thesouro do Estado.
Adelina Mara do Livraraento.Sm.
pagando as comedorias.
Padre Antonio do Monte Silva. -Infor-
me o commandante de 14.a batalk&o de
infantaria.
Antonio Joaquina de Lyra.Dinjs. se i
autoridade competente.
Antonio Zacnarias do Carmo.Ao Or.
juiz de direito do 2." districto crirmiaal da
comarca do Recife, para informar cooi ur-
gencia.
Padre Estanislao Ferreira de Carvalbo.
Deferido com officio de hoje a rkesoa-
raria de Fazenda.
Francisco Pereira de Assis Tejo. Jilo
ha o que deferir vi ta da inforcaacSo do
Dr. chefe de policia.
Fielden Brothers. Remettido ao Inspe-
ctor do Thesouro do Estado para attender,
nao havendo inconveniente.
Tenente Jos Severino de Aimeida Pe-
drosa. Mantenho o despacho de 6 de
Fevereiro findo.
Bacharel Jos Marianno Carneiro Lelo,
Concedo.
Tenente Joviniano Jos de Albuqaer-
que.Ao Inspector do Thesouro do Esta-
do, para informar.
Jos Antonio Cesar de Vaaewoeeos
Jnior-. Inforne a cmara municipal de
Pao d'Alho.
Jos Luiz de Couto.Informe o pro ve
dor da Santa Casa de Misericordia, do Re-
cife. *
JoSo da Silva Villanova.InfrtDe(oora
urgencia, o cidadao Inspector do Thesouro
do Estado.
Eogenheiro Luiz Jos da Silva. "Joma
requer.
Manoel Paulino Cavalcante de Aibu-
querqueInforme o cidadao aduanaLra-
dos dos Correios.
Manoel Xavier Carneiro de Alboquer-
que.Ao cidadao director da Eatrad da
Ferro do Recife a .'aruar para informar.
Raymndo Bernardo Laa serr.O KM
nho, que o peticionario possoo na roa
Real da Torre c a que se refere deapa
cho citad, nao tem os apparelbaa iadis-
peusiveis para moer trigo, de aecardacoai
a informago dos engenheiroa aaroeadoa
im comiuisao por este goverco para dar
parecer sobre a capacidade do meca moi
nho, e decl iraco feita pelo peticioanfioaoa
uiesfflus eng -n'.ieiros, segundo aHfgam
estea. Pode, entretanto, coBtiaaar a fan
ce.uar o estabelecimento em qnestio,
moeudo es cereaes, que at isoje tem
constitu do o ramo de negocio deaeaipfo-
p etario.
Silv no Ferreira Jnior.Sim,
as comedorias.
Sebastiana Mara Francieco de J<






i


. ,
-
-

.
-.'.

-
"-


i





Ao Dr juiz de di-eito do 2 districto cri-
minal do Recife, par* informar.
Thereza* Mj.ria deJeso.-Sim,
do i oinedoriaa>'
S^cre.aria do governos do Esta! do l'er<
aambuco, 7 de CB90 da*1890.
O portairo,
H. M. da. Silo*.
2.
licia
po
de
leparllco da Polica
seceso.N. 53.Secretaria de
do Estado de Pernambuco, 7
Mar?o de 1890.
Cidado. -Participo vos que forana boatem re
oolhi.iui a i asa de Detengo os iudividuos de no
nes Joaquim Flix da Paz, Itellarmino Barbosa
a Luz. Joo Fraucisco Reges da Silva, Joanna
ugema da ooceic&o, Rita Mara da fionceico,
Antonia Maiia Calisto, Francisco Laanio dos
Sontos. Izidoro da Conceico. Maooel Hilario So
tero, Pedro Rodrigues de Souza, Miguel Amaro
Henrique Das, Mara Praneisca do Nascinwnto
e lanoel Joaquim do Espirito-Santo.
Fol tatnb'm rocolhido, com destino ao asyl
da ramanueira, o alienado Luiz Gonzaga.
Aotehontem, s 11 1.2 boras da npite, foi
preso-ern flagrante na ra das Pemambucanas,
freguezla da Graca, por baver ferido levemente
a B.ln muo'Marques Ba :alho, o individuo de
nome Joo BaptisU da Silva.
O delnqueme prestou fianc provisoria e est
serado inqu ndo pelo subdelegado respectivo.
II iuii-.ii. 1 hora da tarde, Jouquim de tal.
conhariJo por-Jo'ioiiiw Calafate, empregado em
uma.*>laria existetue. na ra Imperial, assassiiou
coa: tres facadas, a Francisco Quiriuo de Assis,
conhecido por Toucinho e trabalhador na mesma
olaria.
Centra o delnqueme, que. evadi e, procede
se nos* termos do mquerito policial.
A' cadeia do termo de Pao d'Albo foi reco-
lbido.no nw. 23 do mez ultimo o Individuo de
aome Joo Carvalbo da Silva, eouhecido por Ca
Tai, prese pelo subdelegado do 2 distncto por
baver eisvirginado a duas menores, moradora*
no termo de Iguarass
__Nesla ato recommendo s autoridades po
Mciae-que. de conformidade com o acto desse
goverab. de 2 de Janeiro ultimo, apprehendam
os bilb-.s de oterias de outros Estados, elle
ciuand a prlso dus posraidM-es.
Aos. .i.a-gados de polica e commaRdantes
de compunja ponderei, como nstrucco, o se-r
guinte: .
Da divi.-ajre.-ional da forca policial, resulta :
Io uceada um capito commaadante de com-
panlua dive vi um official activo, criterioso e
mor-lftadufara .>ew servir, poique elle o cora-
mana-aote do seu p-queno coreo regional;
2 que us delegados e oais autoridades poli-
eiaes A-veiu proceder de accordo entro si na re
nao, a-im de nao difBcultarem o servico
3o que a dislribuico da forca. sua mobilisa
o o Hfluuamet-j, devem obedecer s eonve
ieniais-de ervico policial, apreciadas pelo teto
dos delegados coramandantes- de companhia.
4 que deve esta oiiefatura ter, de (5 em 15
das, aia.ppada forca regional distiibuida, atim
de co iigr qu.lquer erro de distribuieo;
5 final ojale, que deve ao rapito de compa
hi i caber, sem embaraco, o eorainando da sua
torca e ai autoridades o impulsionaraento dessa
me:-Da fo-ca ao servico policial.
Fo.-aui propostos para cargos policiaes os
cidadaas-s-uintes:
August-.- lose le Moraes e Joaquim Nunes Pe
reir, 1 f 2o supplwutes .la subdelegada de Pal
nena de*Garaiinuns.
Aiueneo F.-rmra de Mello, Io suppleote da
tubdelsgacia do Br-jo, no termo de Garanhuns.
Saiide-e fraternidade Ao raarechal
Jos SimeSd de Oliveira, mui digno go-
vernador provisorio do Estado de Per
nambucoO Chefe de polica, Antonio
Antunts Ribas.
erapo
Diario de Pernambuco-Sabbado 8 de Marco de IS90
lli ^""^--'i
p )uco temi ter todo o exercito, o Meuse pro
tejar, eventuaJmeale a Blgica
Esta defe aaaaral a*iaaeailJaV'ea>Bo
P*San*-' nhapoa miiitne-r. sr iMpftMM reducto pa
ra^atraniiaia neutral i dato.
Afd*feziioBBiru3t d***a*88i (ge*
rew-do paatHoberae) 2*.ltviMH< feancosan
de lll a ^HWjpiw.iicia do parudo conserva
lorr TMSi*: i.aacos
Na cmara 'dos re pese ntanus, o Sr. Jan
sen Murtaco na. da aaoiua- imeraellacio-a
L'oveo s.-re a catta do general bariu Van
drr 8;ni3sem, aoe pedio adwnissode presiden-
te do consellio municipal de Laekeo.
Disse que esta attitude ara inconstitucional, e
propoz urna censura contra o general.
O Sr. Devolder, ministro do interior, pedio o
addiamento da interpellacao, ate se .-aber o re
suludo do nquerito a que mandara proceder;
maro Sr. Jausen nao con,sentio no adiamento
A cmara, porem, approvcu a ordern do da
pura e simples accqjte peto goferoo.
A conferencia auti-esclarvagM'ta no da 16
levuntou a sesso em signat de. seuiimento pela
mirte do sultao e Zanzbar, andaido-m nos
servicos prestados por este principe a causa da
aboht,o da eseraiaora;
Mi i .nii
' O coaselho federal suisso ownulou j o
t.xiode sua rosposla a ceavilde-governo alle-
too par* cooperar as nrovi lanaji iaternacio '
oaes tendentes a m'-lhorar a sorte jlos trabaja-
dores
Declara qu a deliuefaco do imperador Dio
poda deisac de'ser agradavel a- Sui*sa, qae ti
ta-tomada a wtciativa da reuma de urna con
ferencia para o mesmo assuxnpto.
Cunfudo apesar de favonavel- em principio a
conferene.ia de Berlim, a Suissa desejaria algu-
mas explicagOes sobre a pocha e o programmai
daquela reuaiao, an*es de Ihe- dar su annnen-
cia
Nao desiste, porm. da idea di. conferenea de
Berne, pofojue. -tal deciso nao depeade ja>d
conselbo federal mas siindos estadosique aiS-
riram iniciativa.
O eooselbo federal, a pedido de !' rlugal, e
do Estado mtleprnidente do Goago, ac eitou -o
papel de arbitro eventual para as contestaces.
que possam suscitar-se entre elles por occasiao
de serem delimitados- os seus territorias na
Airea.
Italia
A cmara dos deputados italiana votou um
projeco de lei, que declara monumento naeiunal
o uiausidiu da familia Cairoli, em Gropello.
Ao parlamento ilaliaao fci apreserrtado pelo;
governo um projpcto relativo as providenciar
que devemtomar>seein favor dsiope-ai ios vi
ctiinas de accidentes protissioaaes.
Este proecto basea-se no seguro; obri^aOrio
dos operarios eontra os accidentes.
Os premios dos segaros serao pagos do- se
guinte modo : nove decimos -peto paMo, e um
dcimo peto operario,
V noticia de que a Russu eaviara para a
Abjssinia um coascrt russ i^ e uraamiissao ortl.
dosa, Dfaaaaal em italia. pessim* impreaso.
como indicaado que a Kussia .tenciona- mantep
as suas tfadicionaes prete-ovOes sobre a Abyssi
oa
Diz que Hpparecero para o meada liarlo apro-
ximo is memorias do general Robillan;, antigo
ministro dos estrangeiros nogabinete Denretis
(Italia), e qu foi o promotor da.trplice -alMiga.
Diz-senessaobra :
Todos queremos chegar ao tiursuprenio, que
a libertaco de Trenlo e de Trieste.
Urge decidir ou fazet a guerra a Austria, ou
allianuoBos com ella.
Thesouro do Estado de
Pernambuco
DESPACHOS UO OA 7 DE MAK^'O DE 1890
JoseELias di; Oliveira.Ao Dr. contador, lican
do sciaato que nesla dala se pedio clefatura
da poljeia 2* vas dus documentos de que .-e
trata
OIB lio lo Dr ciiefe de polica sob a. 418. iderr
do proaarador d-jsleitos s*l> o. t3. informe O
Dr. coiaador.
A'itumj Izidocj deSuza Barbosa. Pague-e
Olli -io' do leiz de dir.-ito de OKm -Ao Dr.
contri*, mu* es-tlns devidos.
Pompeo de Carvalbo Soares BrandaSatis
laca -.; a -xigencia da cjntaloria, cuciprindo o
art. 270d> tteg: de 2.de Julh de 1879 nos- ter
nos d-iMrt '118 do mesmo Rejr.
Generosa Maria da Conceicao.Informe o Dr.
contatlar.-
Lucs Freir Mariz Maracaj.Volte Gonta-
dona para declarar emqnamo importava aneca
dagao le>*-r icio prximo lindo.
FraSifl-eaCyprnm.) da- Silva Sautos.Sun.
Emilii Hrculana do Reg e outras. Informo
o adiiiiutstiu-londa Recebedoria.
Jur Fran*sco de Paula. Dirija se ao cidadio
gov 'rnilor.
Recebedoria do Bstado de Per-,
nambueo
DESPACHOS DO UIA 7 1E MARCO DE
1890
Damio Francisco Campos. Ernesto X ivier dos
Santo-; Das v Ga-vaili.. LU'Z Abraiicoes de
Figu- ii* I.f jrme a 1* seccao.
Estevao Rodrigaes- Caiapello.x-Gerttfique-se.
Mara benedicta Gorm-s d Souza. -Detarido,
de uoiWo com is iaformagOes.
Victorino Alws .le Souea.--Deferido, era "rist
das inWamaiO Mantel >Mo!ira' ta upas.Sim.
Vicente di Costa, Manuel Pereira Gos- e Jos
Gor.leiro dos Sanios A' 1* stcco paraos rins
devidt^-'.
EXTERIOR
NOTICIAS DA EUROPA
Belglc*
O acontecmeuto. palitico de maior Impor-
tancia saccedioo em Bruxella ultuuamenie. foi
e discurso-do Sr Beernaeri nr cmara dos re
aresentuotes.
O ulu*tr.- c.ti.-I* do gabinote, atima lingua^eot
muito eievariaoccupou se da politca- militar do
governo. Traba que defender o ministerio dos
ataque- que lne teem dirigido os que o censo
ram p^r ga-tar olio diuhtjiro ceio as instriai
Bel Dlatarea da Blgica, e os que ocrilicam por-r"|j"
nao preparar devlameate a defesa-nacional. 0|3,UJ
chegaremos
mais fa-
raco dos mineiros iro hoje a casa de lord Dun-
. raven e, de. lord Randulpb, l'haja^HW-aapor as
enge- -auas raioaa^arwaittaacdaMa'dApktaaaaKHero
* horas.
Consta q'0-aoveaamii4aB naa^eaadi-
pasto a s#fUM>wtrxampla"do Ba*ado>Li*re do
Congo, dea-paettar -para a aijatnaprn afim'deHD-
saiver os oanfl.ctosmua'piawia ir a dar e oas
qaestes des-'lMuies'- dajataas dewAfrica,
AilenaaMltta-
Coiilaa-oi.npera.lor-dBvttllaia)Dhade
star as sna**vmpattHa+ pak)*.ap*ri
N'uma cmfere!rew rea>Hiada-aum dos-tdtiinos
das enlre o ministro da fierra e as deputaces
dos operarios das ufficnas do Estado, a ministro,
em nome do imperador, entregou raes-condeco-
races destinada.s aos mestres e contra-mestres
do arsenal de Span-laa, e a um operario de cada
um do* arsenaes de Daotzig, d'Erfort, e de Hai-
naut. Xa conferencia tratou-sc de casas para o'pe
rarios.
O ministro da guerra promutttu sommas im-
portantes destinadas a este lim, asshn coiuoaog
memo de salario aos operarios que te.iham lon-
gos annos de servico as officinas'do -Astado.
Annunciam de Londres que confirma o
boato de que o principe de Bsraarek vai deixar
a presi-lencia do mioistaiio nrussia a,
De Vienna participara ao Tines que. o principe
abandonara com elTe to a presidencia, mas nao
renunciar-o cargo decbanceHerdo imperio al
leaiao, e a alta direceo das relacoas exteriores.
Parece-que nao deve altriaair'ee este passo a
divergencias entre elle o imperador, como se
propalou ;^nas sim ao seu estado de-sade, que
lile nao permute tontos trabalbos como os que
tinba entre raaos.
O jornal N-tieias de Berlm propala o boato
de que o imperador Gutlbermdllenciorrt em Maio
reGoraecar as suas viagens. iodo a Madrid e a
Lisboa ; mas que, de pasaayrm pula Franca, vi-
sitara o presidente da RepU^Jc^. Para obviar a~
grates li!B :utdasles, aecreabbia^siuellaJpj^ia, o
imperador viajara incgnita.
Ha dias-lqVjm julgMds em-Potsdam. o di
rector e um reroctor do jornal Nouvelles de
Potsdam. 0 redactor, oSr. Roenbaanr, publi-
cara no supplemento do jornal, que se iutitula
Guapes de -Potsdara, um artigo em que era
picares- ament tratada urna viagera felfa recen-
MaaaM porom personugem importante as rc-
gides do polo sul.
O ministerio ptfblico vio-nesse artigo allusOes
viagem feita no unnwpassado peto inperador
aos paizes do norte, e instauroo ao" redactor do
jornale ao director'uro processo pelo crime de
lesa magwtatle.
O priiueiro foi condemnado a quatro inees de
presidio, e o seguorlo a seis semanas da mesma
pena.
O resultado das eleiges em 21 de Feverei-
ro, era 336 circuios foi o seguinte : sahiram eiei
tos >26 conservadores, 10 da partido do imperio
li eacioaaes-libena-s. 61 do centro. 1 lioeial
12 progresis! is, d6 s-.'cialistas, < iniioarquez,
3 pftlaco*, 1 iadepeids-au-, l'alsacimos e- de-
rao tiratas. -
Ficarain empatados : 13 conservadores", 14 do
partido do imperio, 38 naeioaaes liberaes, 4o do
cantro,'40 progressistas,- 43 socialistas, 2 f-uel
fosr.-i oolacos, i independente, 1 atsenaw e 9
demcratas.
Em Hamburgo.licaram pleitos 3 socialistas en
ir os quas se conia o Sr. Bebe!.
Os socialistas ganharamem Berlimcom33,81>
votos.
Segundo se diz, os socialistas obtiveram
absoluto triumplio em Hamourgo. Miglebnrgo
U estn duincti, Sluttgard e Ecbeifeld, e mais
/ de raetade dos representantes eu Berlim, No
,. Fraoc'brt e Srunswi li; tri
numero com.relacu o parla
Por tneio da allianca,
cilmente ao nosso lim
A sita.cao poltica e linanceira da Italia
cada vez mais complicada. A di-solucao dos
;on sel Iros de admuiraco dos bascos de erois--
sao.da Sicilia e de aples eausou sorpreza ge
rai. Allirma-se que o Sr. Crisp lomou esta de
liuerac4o, sem-ouvir o masillo de ministro.--
A atuiude do Sr. Nicotera per inte o Sr. Crisp
objecto de muitos co nra-utanos. Diz s que
esie-estadista se a'ha resolvido a re-usar tota a
teutativa de coociliacao por parte do Sr. Nicotera.
Sata** Mi
O Monttor noticias aterradoras qae s. teeta espatbado acer
ca da saude do pap i.
Sua Sra.lad; enviou ao imperador da
Allle'uanha urna .arta a agradecer Ihe o decreto
queiisenia do servic militar todo- os'semi la-
rislas. que depois do stimo.anuo, tiverera race
bido a urdera de subJiacouo.
A Italia diz que depois das instancias do
eardeal Bonaparie. o papa coasenti.-a em nter
vir na reconciliacSo enire o principe Vctor e
seu pai-o-principe Napoleo. No Vaticano -es-
perawa-se qje o principe Victos, educado religio-
samente por sua mal, siga os eonselhos do Santo
d"Est sendo .co.nraealado-eu Romi o facto1 veroro."depois de longos soffrimelos,
do papa -romper cora a vellia rotina Jos seus an- O -conde-AnJra-wy era urna das individualida
teceisares. A dispensa de jejuin durante a qua de* maw notavs na .poltica contempornea
vetoberg, L ipzi
plicaram o seu
mota anterior.
Os progressistas- tambein cous-guirara vanla
gen* Os hb.-raes-oaciooaes suffreram conside-
ra val derrota.
As e.leicoes para o parlanento federal carac
tensam-se pela completa derrota do-i partidos
iiumsimaes, p lo stau-q to do contri ciholicoe
pelos enormes progressos dos socialistas, que
rean.rain msdR um inibio de salfragios.
A imprensa oficiosa est eourplelaiueate de
soriuntad i por ver que triumpbam os socia
listas. .
uppfte-se que esta3 eleifues trro grandes
consecuencias na poltica interna.
N'alguinas eidades o escrutinio deu lugar a
ma:ifu*uisesi Ea 'ierlim vanas fentenas de
|i--- .-oas cantando a Maneiltezn travaraip --o. i Hie-
lo una a poiici'i. que t-ve de 'cirregie sobre o
pora.
Em Aliona licaram 8 pessoas gravemente feri
das pela opa. AcKialmcntelporem, as ru
csio-om sdeego.
%utlri-lluiiii-ii
Qaasi todia imprensa europea tero prestado
li neii-iifuiu an e.uiia-ote estadista O conde An
dras6y que fa'.lec m md BuJapestb em 48 de Fe-
des. n.ais iijtavws M .poltica
a iiej-norwii.la-ie mais tinlbante da poltica aus
tra-nungara neste seculo.
Orgaoisaco verdadeiramente privilegiada do
reiina fol concedida e.X''epciooalraente para at
tenuur os estragos da influenza.
A cmara dos comfnnrisTnTiiou.iwr 3tl7 votositado.de-grandes aptidfs como, esoriptor, como
oiiira 240.amenda do-S. -ParaaH a respostaao ;parlaraeniar e como euadistao coode Aadras-
discurso da cora. i SS""*1 UlU P*'*** eKtreoaado quetrabalbou por-
- Falleceu repentinamente o deputado par fiadamente pelo engraudecuaeuto epela prospe-
nelliBi i Biggar.
Os socialistas allemes residentes em Lio-
dre-jiceletiraram oltimjneniexlaa* reun-eii, em
que approvaram os rescriptos do inperaJor.Gui-
Iherme.
Quaiorzo aoctedadea da-paz, .reunida* em
coirgre.-tso em L>nires, .1 ingiram oo sabOaUo a
lord' Saliabck'y e io coas"lneroSerpa l'imeniel.
p:-esiiente do gabinete uoriuguez, a seguinte
ieclaracio :
Os atiaixo assignados, errmome-das- socie
ridadedo seu paizcom inteiro-e completo- xito.
A Iripli.e alliaiii-i leve oel.e um coopera !or vu
liosissimo.
, A sua mora que representa urna grande per-
da piara o imperio- austro-bungaro, priva o imi-
peratloi Fruncs o Jose adyaaslia que elle re
presenta, de um amigo leal e dedicado, de um
auxiliar -prasii noso a nillueute que souberacon
quistar as sympatbia.i e a couiiaoija das alias
poteuciaa preponderantes na Eu opa.
Naeiantiiaavs* opriocipe Alesandre de
dadas que representam. exprimeai pela preseotai 3atteoberg como subdito austraco
a sua firme esperanca de que para se chegar a, Ha probabilidad*de-lte- seiv conado o cara'
urna resoiucio iusta-e pacifica para as questes .mualo de om.doscorpos do.; exerdito imperial--.
levantadas entre a Gra-HretaHUa e Portugal, os .Rafeiwn, porin, os jornaeB de Vienaa que o
govamos das duas nacescoacorduroem r^j toaerno ra^leu addiar para-urna dato ndeier-
correr
art. '12 do- acto ._.
adoptado-em Fewerairo-'te I883,,acr aaegoadOr*^ orles de Uerlia e.de S. -Petersburgo
peioi- i-eprescuiaii:es- d-is duas najus emicon
IUb las UUdS HMI -i^jwa/i uuiuu-au c- -*----------~~ .- ,-------.------------
a urna arbitrag.tm. coaformeo espirito do I. mina la esta, nomeaco, por desejt r oonneser an-
2 do- acto geral da .-.onfereucia. arcaiK, .iecipadB-Ble an dispoigoes em-.que se achara
atante
IllCl.
Finalmente, execra entrar em nenhum- e&arae
proftnido os abaixe asslgn-ido.-- sem m proun-
llmenle qne os actos- de bosiilidade sobren-
dos entre os ofliciaes poiuguiizs.c'OeFia* -iribus
indgenas nos lerntonos disputados, foseem con-
aiderados pelo secretario de estado des n-jucios
de sua magestad.- britannica, oo no encerrando,
para estas- tribus. >e parados subduos britamiioos
que. iiao.iain a frica do u. um pongo, que
tornBsse necessa-io o ultimtum comido na nota
dirigida ao goverao'portuguez em 11 oa Janeiro
de 1890
ra^peito iporque aiAuskria- ao deseja nem quer
que esle facto possaiser considerado rao ma
lufeiuicao polica.
HulKarin
0 principa'Fernando -de Coburgo envin
ao sou antecessor no throno blgaro a Cruz de
Mierto; comedida aos mi litares que ser vi moa a
ulgaria durante dez anuos consecutivos.
Desmentem se os boatos de ter sido deseo
,berta ama nava conpirac&o para envenenar oj
piiiu:ipei.Fer(iaodo de Coburgo, e de haverem
reoi-nl-.d.. desordens em K.-:-ieinijill.
Rema iranquillid-.au em (oda a Bulgaria.
Co.uiudo dizem de S. Pelersburgo ao Datly-
0 Diggets aWaaajarnal de Trarawaal, diz que ba hadadas razespara se receiarem
que esta iiuminent*^m conflicio. Lsoengula! novas iJes.rdens na Bulgaria.
es' em liii.i-. com um dilemma. A sua palavra
e-la co;npr. m.-ltirta na concessao de territorio
- O Times fundando se em cartas de SoHa,
consigna o descouteutamento crescente do exer-
cito bulgaco; o exercito esi irritado cora a
fetaa M- Rud.l ; a palavra do seu povo, poru;, .
uao esto compromeltida, e como a sua coasetnaHiadoajo las espingardas Manulicber; nao obs
caj no seu reino depende da vontodedo povo.
que o fez re, elle nao pode, naaciua. conjuiio> Sr. Beeroaert recorda como o ministro daSgoerra
lem cmopVido o seadwf Em 187 os effectivos do ex roito em pe de
guerra nraa{de 60 a "O.iiOO nomeoa. Era esta
a cifra indicada- em 882 na obra do general
Briolmoot.
Ora hojeaa, segundo os relatnos aonaos
m euVeiivo de 1;0,0 Itoen*. A comrawsao
mili ar de 1871 deelarou que. a reserva devavaer
pedi-a antigs cnisses, e foi sto oque ogo
feruo f*. Se as cmaras appro"arem o pro-
ecto de-tei sobre a reorganisaco de guara ci
Tica aaera para*o exeretto belga tari serio ap
-i-;., seguir oulno cmiobo. Lobeaguia pare e
.oiuiiiiar ao. I-'ji.- a lialalfij, e prepara se pura.
A entrada do corone' Caniagtwiie.doa
seus liow.ns aos territorios que imarasaam.-a
tante o parecer contrario de tres commia^es
exercilos con sitiera veis e
poio poteste lado.
A Europa mantem
aem prece lentes.
Se rebentasse a gueTra,i-rKivem milBoes de
aomcas- mt armas.
Maiweslav este petadiasimo- encargo,
ao poda eternisar se
Sea, porm. como f6r, nao sc prudente da
Dart da Blgica-em rasao'-da sua ueutralidade
restrret. entrar nom periodo daarmamenta a
#rfrH que prejudicai-ia. todo o eqtulibno or-
^O Sr Beeroaert lembrou os sacrificiaa
paiz feptra atretlder spraeccupatOe
res
A reuaiafao
"coavo armamento aperfeicoado, como o que em
oflesso Kbodesv ora prova.(tuientB9sig da guerra.
Esto noticia Um a maior importancia, nao so
pin que, confirma a aiiuude hostil, dos/matbales
coutra toda e-qualq :er oceupaco- uoa seu ter-
ritorios -por pane .dos. iogJ/-zes, nao r.-aonhecida
a cuncessao- que ae diz o Looeogula fez a M.
Rudd, mas lambem porque revela o .propoto-em,
que se aclia a coronel Carringiou.dii ir o-^enpar
nlilaarnents os territorios da cooseasaa de RUo-.
des, e nao oceulUqou esse fado deturraiaiir. rompimemo da* hosii'sdades.
A' ei nrossao Lobengnla.opp se a vontadedo
s.'u povo.com a qual elle tem de-traimigir para
salvar o thnooo.
A guerra-, rebeiitar a cess-jriaaienteva.coQU-a
os inguaes, o que naverdade ser acoatastagao
seu unhado,.o ministro da guerra Mutkuroff,
recaberam parnissoIuvAS, e as raeiiidas por el
los tomadas contra o major Panitza sao attribui-
dsttos protestos e levelacoes dele a este res-
peitc.
Pela .'orreapondencia de Pami'za, hadias con
fiscada, parece demoustrado que a conjuraoo
^contra o pnacipe da Bulgaria obedeca a insti
gaojo da Busaia.
Turquia
- O represontaute do tatl'j-News na Armenia
ailinna que as autiridades turcas fazam pasear
ouaerosas.espiogardas aos kurdos persas, o que
produz ulvoroco em Telheran.
FRICA
L Tranvrnal
Foi publicada em Pretoria urna prociamacao
do goaerna-do Transwaal probibmdo aos-naci
naoo da.daqueiia repblica- o tomacam parte no
prijecto de colonisacao ao norte e .leste de Ma
maia-alaquente e maja formal do -famoso, pretor, -cuoii a que^e refere a coneesso chamada Bow
torada que a Inglaterra too cailiegoricameole af
lirma. eaercer sobre os- terntoniaa.de.Mataba:.
lelaod...
- Lord. Salisbiiry esta convalescanXi eaLyt
t*elt. O ministro do deparlamento das ludias,
lord lncainbfimailor.J Salistrary.
ue o A ae,eaiJil6B,.dos delegados aa federacu- igrefisa ladusirial detMadcid.
Norte do Brazil
O paquete nacional Pernambuco, hornero en
trado do nort-, trouxe as seguintes noticias :
Enfado do Amazona*
Datas at 23 de Fevareiro :
No dia 18 bouve urna grande reuni&o da co-
lonia portugueza para tratar dos meios de pro-
testar contra a violencia fita pela Ioglaterra
Portugal.
Forara tomadas deliberacoes acordes com as
votadas pela mesma colonia.em outros Estados-
O Cowaercio do Amazonas abri em" seu
e9OTiptorio-umatua9cnpcao'em pro dos inte-
resses luzitanos affeetades peto conflicto anglo
luzo. Esa subsu-ipcao, em poqcosdus, acen-
deu 6:1300*000.
Forara dissolvidas pelo governador diver-
sas c maras municipaes, e nomSados conselbo!
de intendencia para os respecti-'oe municipio-:.
Noticias de-Qbidos. dizem que- o Dr. Mu
noel Francisco Machado passou pelo* profundo
desgosto de ver suas rilhis i'hereza e Beatriz
qnasi murtas afogadas no porto de sua fazenda
Felizmente foram aioda a terapo tiradas -rom
vida do fundo do rio, depois de terera- perdido
as torcas na lula eom a morte.
Falleceu o Dr. Jorge Augusto de Brito lo
glez, director da bibliotlieca publica desse Es
tato
O finado.eramatural do Esta lo ite Para, onde
servio muitos annosm cargo de juiz municipal
de um de seus termos-do intertor. No Amazo-
nas exerceu igiiiil cargu-no i-rm-i du capital.
Estado-da l'ar
Datas at 26 de Feverei o.
Sob o Ululo Oonft'Cto escreveuai'rotirtcia
do Para a 2o I
Houve um coiiftiato, ante tara te atas 8 hora* l
da noile, entre policiaes e pracas de lioba-.
Os ex soldados- Ago^linbo Gomes da Silva, e
Fuao Pr.tzores. acompanhados das prasas do 4
balalhao Pedro Princea, Tertuliano Baila. M
noel Antonio Diarle. Bahia. Francelhno de
Franca (iielho e Francisco Peoapara, todos
paisana, agg.ee 11rain patrulhai do Ver o-peso-
annados de faca e ccate.
Desarmaran) o polici. Francisco Raynundo
dos; Santos e feriram gravemeuee- e cano Jo.-
Hoy 1111:1 -o Porlas'o.
Agostiiino-e Tertulian). perseguidos pelo 21
delegado, foram presos a ra da Tricdade ; os
le 11 us conseguirn) fugir.
CorUsio-auli i*se ent'P*g.j de vida.
L-se na mesma follia de 26 :
0 relatorio que a directora do Banco de Be-
lem. exhibramia ulliroj reunio da respectiva as
semblea gezal de accionistas dizque o movinten
to o:, oaixa.-dumnic a-anoa lindo.attinio o tota
de 22 747:175*898. sendo : 11412.943*609 Dor
entradas e 11.:j:i4:232fl89 po*.saludas.
Em di iheiro a premio reoeaeu o Banco o
total de 5.651:226*116 qunse deomoe ansim :
em contas-correnies 4 270:628^783 a praso fixo
i.380:5973l.
Attingiram anda os seguintes totaes :
Letras descontadas 8.26i:688370
Juros liquidados. 36:156*1167
Juros p ir liquidar 23:544*156
Descoutos liquidados 219:690*121
D-scontos por liquidar 46:462*704
Lucros liquidados 80:000*000
Em virtaded-ste resultado pode o Banco
distribuir aos seus nc nonistas : 5*00 por acgfio
no t. semeslre'e 3*0.0 00 segundo.
Falleceu .na viH .le-.-ivh.r-es M-moel do
Carino Foro, pi-tsideute d-, respectiva uteoden-
cia municipal:
Eatade da Hamnli
. Datas al IBidM Fevereiro :
L se 110 Globo le 26 :
A colonia portugueza reuni, hontem, no
edificio do Hospital Portugus, aira de concertar
nos meios de manitesiar saa adheso tagoada
causa da patria, no doloroso peciodo que esta
a'.ravessando ante apoliiira!ihostil do gabinete
S..l.-liiiry. -
Presidin sesso o-commendador Jos' Ma-
noel Vinliaes. Depois de acalorada dis'usso
11 ubi o- use ena abrir una subtcnpco patrio-
tica.cuja importantaa sera destinada-' a auxiliar
o governo portauez as despezas a fatser com
o melhorainento do exercito e inarinlia.
Em p iiicos instan es ji subs iip'a a quantia
ile nove coatos. -
E' digna-de encomios o procedimentoiida
pequea colonia portugHeznnoMaanhao,-que,
na medida ds suas. f jrcas e como a muther do
evangelho, veim^erjerosamente-cflerecer o seu
pequeo aralos sob -o impulso do mais -santo
emhusiasmo
1 Deliberou se tarabem, nao publisar.vpor
emqUanlo, os nomes das pessoas que forera sub-
acrevendo.
Sobre.o mesmo assurapokescreveuv a P*
cotilha :
Na sala das sesss da Sociedade l.'umani
taria 1 de Dezembro. reunirata-schnntem
uoite diversos membros dus mais-importantes
da colonia portugia a desta c.ioital, al'rn de ma-
nilestar-se sobre a attitude qnei-Tao1 toma a do as
pretenyes do governo ingles eom relucen aos
dominios de-Portugal em frica. .
Exposto ao auditorio peto commendedor
Jos Manoel Vinhaes, a quera 40abe- a presiden-
cia da sesso, o motivo que. all reun:, os seus
compatriotas, usaram da palavpa-oes ars. Jos
Mara Corroa de-Fras, Joaquim Coelhu Fragoso-,
Ltnu de Castro Gaodra, Anconio ;arttoso Perei-
ra, los Pereira de Almtoda Bossa, Joa-juinaGo-i-
' alves Casewo. Junio;. Manoel Jos Francisco
. orgt* e A bm-j Jos da Silva
Delinerwa-se nomeai cummissus para.cor-
rer pelos ra rabros da coiaoia-unaai suascripvao,
'.'jo producto ser enviado ao overno porto-'
guez uicoudicionalmi nte, isto quer baja guer-
ra entre Portugal e Ingtotoraa ou ao, de vendo
neste caso ser ellacmpnegaito: as despezas a
delitos aos molhuru iinitos das m-iienaos belli-
cos da pai na.
Abrir urna outra subscripcao para occorrer
as dt'spens de um servio) telegrapbico quedes
de j* se toroannec-ssario, para- que a colonia
seja (informada cora presteea e asacada das oc
curreacias que ali se derem eont retacao a ques
too anglo portBgu -aa. .
Limitar quantoipossivel as transacedescom--
mersiaes com as pracas de Inglaterra, procu-
rando res labe It-cel- -s com as nuo-is que se en
mostrado affeicodas-a.Portogal.
< Evitar embarcar raer-cadoraas era navios-e
T Abertai a primeira subseripoto,- elevou-se
logo a 8:220*000
Os Srs. Maooel Jos'Froeisc--Jorge e Do-
mingos -tivaro Xavier Braga assignaram 1:000*.
cada um.5 Carlos Ferpetra-Coelbo-iOW, Alb.no
Jos:da Silva 500*. Manoel .Morena da.Souaa Jo
mon500 Lino de Castro Gandra "tOO* Josa Pereira de>AI-
moida bessa 300*. Manoel Jos- Vinhaes 200*,
Antonio Jos Ferreira Braga 20*, Manoel Bo
dngues da Graca-200*, Joaqun. I'ereiru de Gar-
vallio 20>*, Antonio CarJoso Pereirmld e ou
tros- com igual e menor quantia.
A sesso larminou s 9 112 da noite. *
- L-se na mesma folha de.26 :
Hontem tordmha o Sr. o Sr. Antonio Ra
mos de Azevedo Jnior,,penetrando, na casa e u
que se acha residindo Sua seonora, ra de
SiOtAaninha, fez Ihe diversos feruueutos com
umgarfo, na caneca, rosto e eolio, indo em se-
guida entregarle priso, onde foi recolbido-e
ai na se acia
O Dr. chefe de polica tornando couhecimen
quorum apelar dos ruidQ3os protestos democra- honroso posto oniep collocou a estima dos seus
tas caawBesa maneira de arafeadet. amaradas, a Kympatbia popular e a connaooa
Teaaa>ado scenas viotIb do governo federal.
A caflaira decidi diaautir'0*W' relativo 0 oveniator-JnteriBOdo Estado, oidadotoao
eti^icai>ainiversal. Cordeiro, visijaa ha poaeu as obras do agudd de
Se foF-vazado decidir se-hia-aania 4 deFeve-! Acarape, cujo-*ervico-examinou t acbou pouco
roiwaaaaa- cidadje em qne -a aaaosiaao deve qdia nado, cdlcutoido que para a respectiva con-
reallaaifcse." crasao ainda sern precisos uo* seis toezes de
g^^^^^_J assiduo trabalho.
Ha um grande de pasito d'aga-i no res-nato
no ; o saogradouro .are abiwdaiiteiueaie: mas
nao parece ser de-capacidades a dar va sao as
aguas, se o rio der eoche ite como costuma nos
annos de iovenn regular.
' Dos pontos servidos pelas linhas telegraphicas
ha noticias de chuvas copiosas, que faze.m re-
nascer as esperanjas de iaverno por ventura re-
gular no Estado.
O Ub;rtador recebeu os seguintes telegram
l mas:
Sobral, 2 de Fevereiro.
Nesta Ktdade cboreu hoje abundantemente, re-
colhentto caluviomtero 51 millimetros.
Em Hassabe e Granja cahiram hoje boas chu-
vas. ijt.
Era (atoewuHPatTOltieui hontem o pulvioraHro
4,5 tailliraetros.
. Sobral, 27 de Fevereiro.
Pela madrugada e durante o da caniram boas
thuvas, recoiheudo o pluviomeiro 29 millime-
tr0 *
E:n Camocim recolh'-hontem o pluvimetro
6 millimetros.
Das outras estacos no*posso da: noticias
orecjsas, por estarem interrompidas as immu
nicajqjfs, em conjoq^encia de fortissimas tro
voadas.
Era Baturil comejaram as chovas des Je 2 de
Janeiro, e tendo havido era principio de Fe ve
reiro um vero de uns 7 das-, d'ah por dame
ata tem cessado de chover. bavendo ltimamen-
te cahido urna ohuva torrencial to copiosa que
deram os rios Aiacoabae Puti urna boa enenur
rada.
A lavoura, em lodo o municipio esto era opti1-
mis condicas.
A sala docai;titim'que'ao ejaceompleta, o
todava satisfaetona, superior -do anno lindo.
Por ac. aa jwvern igo foi prohihiiia a venda
de bilbetes -de loteras e de rifas- de qualque-r
s
Art. 5" Os assentosdecasamentossarO feitoi,
quer Dehos oAteiae-privativos, onde os houver,
quer peles escive* do juizo de paz na confor-
midad dos arts. 29, 30, 31 e 46 do citado de-
creto n. 181. L
Art. 6 Ha mesma contarandadesero feitos os
assenlos-dos casamento cetebrades nos termo
do art. 47 M 2'3 do mesmo decreto, deca- ,
raio aa-oielles lambem oa domieios dos con-
trabWitesaio Braart,- onde daferuo- spr transcri-
ptasas reapeotivaeertde>najtota em que fo-
rem>8pr*ntadas'a*3 orfioiaw privativos ou aoa
escrives de paz dos domicilios declarados..
Art. 7o Esto, traoscripeo ser precedida d
um termo, lavrado e assignado pelo oflir-ial oa
escrivo compMenle. no qual se declare a dato da
apresentacada ceriido. a pessoa que apresen-
tai-a e as tesieraunriasqae assistirera ao a -to, aa
quaes devera coohecer o portador e' assignar
cora elle o mesmo termoT
Art. 8o Se o portador nao fr um dos coniages,
a, aq
0
Foi inauiioradoe trafego das duas novas linhas
de born de SaiitaTliureza e-Bemtica.
Escrevem, em 28 de Fevereiro de Baturil ao
Cearense :
D.-u se hoctem aquium acto, que encheu
de amargara a populacao desta. cidade. A's lu
horas da uidiilia, :uo neou.s depois de u 111 ohuva
torrencial, deu se urna, exploso .na fabrica de
plvora do prolongameuio; ao p du ponte do
Putn. .0 estampido oi uiedoulio. voundo petos
ares a cobe.rta da casa que era de folhas de ziiicj-,
ti.-,indi as paredes adatadas.
Morrerauj incontinente os empegados. Joa-
quim Pinto, pae ue i ilionbos, e '/. -pn-- ,:.... -.-.
no decorrerdo diainais cinco.
Era liorroioso e mesmo .repugnante contem-
plar se o eepeuiacutoque uQvruci-iui os cadave
res e os agonizantes, estendidos, sobre as costo-,
110 chao inoihado da chuva. completamente car-
liomsados. encjrquilbadiis-, oom os msculo* eoa-
Uahidos, fallando Ibes phalanges. dos dodos, bei-
gos, cabellos, largando petayos de ames I
Para o tbeatro do sinistro. allluio cresoido
nuai.-ro de pessoas de todas as classes, e uo
se.uiilaute d'eilas pinlava.-s a dor a a angus-
tia.
A casa que serve do deposito lici a pouc
distancia da fabrica, e estere a pono de racen
dinr-se, esquentan-lo tanto as paredes e coberta.
que levou se mu;t..- lempo ia alirar se lhe. barro
i moltiado e. agua. No deposit;, dizem-me. .lia
I grande quantidade de plvora e at Je uiua-
) Presume-se qu: a causa da exploso fui U;
|remtos emocegauus se esqnecido de azeitarem
jas rodas da machina, de modo que estos, nao
lubiiiicada- deseuvolverana o calor ueoessariu
para pro tuzir o desastre..
A Alfandeg do Estado arrecadou no mez
lido aquuotia du 147:496*234.
E:u ejual.penodo no anuo de 1889 a renda foi
de 102:841 38.
Difieren;a p:ira mais : 44:634*866.
Entadu du Bio Ciraiadedu Xorte
', Duas at 5 uo crreme.
Nesse Estado foi installada ao dia U domez.
passadua comarca de Acary.com,granderegosijo
dos respectivos comrcaos.
. A respeiio do ioverno, extractamos o seguinte
irecao do Poco, que se publica, na cidade Uv.Se-
rid:
. Tive.nos nesta cidade,.a 28 de Janeiro, urna
chota que fz. lodos os corregs coirerem.
Neste-mesmo d.ai em diversos sioj- deste
muni.ipio, aahiwm ehuva pesadas, qne muito
alegraram os sertaoetos.
No dia s'guinte. contra a especlativa do to
dos, levantou o lempo at a data em que escre-
vemos.
A desorenca lavra 00 seto desle povo, j
cansado.desofirer- umaisecca iniuierruptoid*; 7.
annos; Rearaos mesmo desammados como pri-
tmeiro easuio desle invern, em que deposita va-
mos < tantas especaQcas. *
Emado da l'araliyha .
Datas at 6. da correte.
Dos jo'naes. que recebemos na consta noticia
alguaia de iuteresse. -
tor.
AMEItM A DO -NORTE
i Estados atdoN
. A commissada cmara dos reproaentan-
ts aposeotou o seu relatorio favorareL ao pro-
jeco de partlcipacodos Estados-Luidos no. con
do#mawm)s ua.Gra-Rrtonaa resolveu pedir, -* Na cmara dos represeutoates contuuaa.
I anynpiun aril eii /,np aliutna, a,|^utir.de i.raidat degaccord ntreos demcratas, e o pre-
da arlimeria de campanba tu: (5 de n-drco. snlenle.
- As diversas reunioes dos operarios fazem Este persiste em contar os nao votantes por
presagiar novas grves. Os delegados da fede absteocao cerno inhabilitados pata obterem o
dever exhibir procuraco de um d'elles, iTqual
Meara archivada cora a respectiva ceriido _em
poder do oflicial ou escrivo. qne zer o tormota
Art. 9o O conjuges casados naco iforraldada
doyfl 2" e 3 do cita'fo art. 47,''que deaxarera
de registrar as certidOfes 4c seus ea-s.ioientoa
dentro dos praaos-dO'^k- doNnBSfUO-wtigo, ft-
|^;am sujeitos mulla de IB 1*000-para a respe-
ctiva municipalidade. ou repartidiraente se fr
mais de urna. Essa multa sera imposta peto of-
flcial ou escrivo competeme para o registro, na
acto de faz -I o, e communi :ada imraediatamente
a municipalidade, ouaaiaicipahdades, a qne per-
tencer.
Art. 10. Oa r-f.-rida multa haver recurso para
o iuiz dos casameiitos,-~fnando fr imposta pele
official privativo Jo registro, e para o juiz doe
u; (iliaos. ou para o juiz da 1* vara, ou anda para
o juiz de direito da comarca geral, conforme at
distinrcoes do art. 110 do decreto n. 181, quan-
00 fr imposta pelo escr-ivo de paz.
Art II. Os agentes diplomticose consulares
devero le^rpara o registro Jos etitaes dos pro-
Memas e dos casamentos, livros de menores di-
menses do que os mencionados notirt. 2o, aber-
los, numerados, rubricados e encerrados por elle
qua ndo forero- precisos.
Art. 12. Os livros mencionados- no referide
urt. 2o sero fornocidos e sellados custa dos of-
li :iaes privativos do registro civil dos casamen-
tos e abortos, numerados, rubricados e encerra-
dos peht respectivo juiz ex. officto. Sero igual-
mente fornecidos e sellados a cusa dos ecri-
vaes de paz, os livros do registro dos edttaes-, de
processo qui elle deve ter, na conformi-lade dos
arts. 6 e 121 citados do decreto n. 181, alera dos
livros do registro-dos casamentos que j tem, na
conformidade do decreto n. 9,968 de 7 de Marca
de 1888.
Art. 13. Logo que os officiaes privativos de
registro entrar.-ra no efectivo exercicio dos seus
ugirf-s. si rao recolhidus ao seu archivo, come
livros lindos, os do registro de casamentos. do-
escrives de paz na respectiva circumscripco.
Arl. 14. Os fiiuciiouarios en a-regados do re-
gistro civil dos casamentos remeliero, no lim
de 1-ola semestre, um mappa dos celebrados na
-111 -ic-.nisTipgo, conforme o modelo.junto n.
i a re pan 1 cao de eslatistica na Capital Fedrale
nos Esta los ao secr torio do govit- no. que por
seu turno ieveio reuietter um mappa geral ne
anuo seguinte.
Art. i5. Os ufli iaes privativos do registro ci-
vil dos casamentos servirn de escrives as
causas de impedimento, nullida de Casamento, e as de divorcio, tratadas per-
alte os respectivos juiaes tendo estes'e i.quelles
as obigages e as vantagens corres londentes
adsjuizes e escrives do civel pelos actos que
nraticarem.
Ari. 16. Para os casos de impedimento, au-
sencia ou alfluencia de abalho. o oflcial priva-
tivo do ivgi-iro lera, sob sua responsaliilidade,
iimajuiliire proposto por elle e approvado pele
juiz, deven >o sempre que fr possivel. subscre-
ver todos os actos do mesmo ajudanle. Se o im-
pedimento ou ausencia se prolongar ojr mais de
15 ilias, o juiz poder nomear quera subslitua in-
terinanieiiie ao resp-ctivo official, at que elle
apresen e se para exercer o seu lugar.
Capital Federal. 27 de Fevereiro de 1890, 2
da Rep .blica. toe noel Ferraz de Campos Salles.
SUL DO BRAZIX
Pelo paquete nacional Maranhaa hontem che-
dj do sul, apenas liveraos as segrales, noticias
da
Capital Federal
Datas al 1* de Margo :
0 capito lente Antonio Alves Cmara
foi Horneado capito.do pojto da Parahyba:
No dia-28 de Fevereiro seguiu com sua fa
mili, para S. Paulo, o Sr. ministro da justiga.
Na sua ausencia ticou eocarregaio da pasto res
peciiva.-o Sr. ministro da agricultura.
Pelo ministerio da agricultura, foranvexpe
'didoe em 27 de Fevereiro os avisos seguintes
para; o tira de dar fiel exec.uco aos contratos re-
fereates iatroducco de im nigr-iatas :
A ooasul gecalem Lisboa -.A cdmraisso en-
ea rreg da de inspeccionarlos servico serajgeral da
inspeutoria,das trras e-colonrsacao verjrtcou que
pas listas dos immigrantes viudos no Ville de
'.Bahno Vlede Saint Nicols, eem outros pa-
quetes ulliinain-nie eatrados, nao foi declrala
a prn:is.-o dos niesiuo iniu:grantes
Pura fiel.execufio. dos respetivos contratos,
?recommendo-vos que de ora avaute nao de.ixeis
oe cumprir essa.formalidade, que tanto interes-
sa aoiwm auoameoto do secvujo da colomsa-
to do facto, mandou proceder 4 carpo de.delicio
na paciente, sendo os ferimenios | considerados
levas pe s peritos.
/(anos de Azavedo quiutoujflaisla -de-di
r, no, era um moya muito mioaoilmipo ha.aunas
e dizem-aos que d';sde algura. tompo doaota al
ei ago as. soas faculdades inemaes.
Eataido do Ovar*
Datas, at 2 da correte.
O goveraadoedo Estado coronel Lrz^Vutoaio
Ferraz tuuia eutaado um feencatoovaioscenca.
O seu eatadaaaegajdo..o fiftartaam. e.pnsaaa
r
S-rade e fratornidada.Francisco Glicerio
Ao (.oQsal geral em Las Palmas.-A comis
sao enearrcada de inspeacionar os sei vigos em
geral da inspectora das trras e cotonisago ve
'ricou que.nas listas .dos immjgraoles vindos no
paqoeteiVapo/i, visada.pcr esse consulado a 21
e Janeiromliirao, no-estadeclarada a proas.,
sa 1 dos mes nos iramigrantes.
1 Para flel exicaco dos respectivos contratos,
Jr6cofnm-ndo-vos oo deixes de cumprir essa
fornialidade, que tanto intersea ao boraanda
memo do servigo da colonisacao.
' Saude e featerutdade. -Francisco Glicerio..
OSr. ministro dajustica expedio estas in-
strueges para a execugo do decreto n. 181 de
24 de Janeiro de 1890.
Art. 1 Os olciaes privativos do registro tn
vil .dos casamentos as comarcas onde f em
creados e prvidos estos lugares e os escrives
[s paz nos demais distraeros, teruo a seu cargp
ps assentos dos casamentos celebrados na res
pecliva crcumscnpgo.
Art- 2* Os referidos officiaes e escrives te
joipara aquellos assentos um livro de 200 pa-
ginas, com 40 centmetros de altura e 5 milme-
tros: de-cada margem, c raform o m del jun-
to n 1, tendo no dorso a declaraco do seu tira
e o numero, e outro vro pan o registro dir^
editoes dos proclamas naconformidade dos arts.
6* e) 121 .ao decreto n- 181 de Jau-.-r ul i no,
Airt. 3o O primeiro dos referidos liros ter no
jmum iadift.alphabetico, onde seca langado o
nome. do uando, oa areana occasiao em que
for fcito a assealo. do espedvo casaitento,
com a declaraco da parte onde estiren1 langado.
Art, 4 alern dniodtce deque.,trata.o,urUgo
kantscedente. os officiaes privativos e os escri-
ves de paz orgamziiao, no-fim de cada .anno,
anulndu gerai tendarao doiscraste Uluio-e era
tomante muitotliaongeiro apraseotanda.aiUus- ^algaru3mao.annoatorrtapoaneate. iy3t'w^*r
t03 enfermo boas diapoeices d% espita.iJL'pra- j^eraonieninianadoaadianiB4onaa-ap m*-^
-vsvel que letire se da capital por aTguns das, n numero do livro e o da pagina onde estiver
para restobelecer se de todo, e poder voltar ao laucado o respectivo assento.
Oo Diarlo de Pernambuco
GAMELLEIRA6 de atareo de 1890.
-Dopois de um pequeo lapso de lempo,
vou dar-VJ>s noticias desta villa, que,
gran-.as ao advento da Repblica, vai ca-
rainhando na estrada do -progresso.
Exthgui se a imprestavel cmara d'a-
qui, sondo substituida por urna Intenden-
cia, a cuja direfccSo se acha o criteriose
cidadao commendador Fructuoso Oias da
Silva.
Agora mesmo, em sesaae de l do cor-
rente, essa Ilustre Intendonoia entre < u-
tras medidas, de utilidade para este mu-
nicipio, acba de nomear una cominissae
com posta dos cidadaos- Austricliano Per-
geqtino de Almeida Andri-.de, pmfescor
Ernesto Miranda e Lycurgo de Alencar,
para examinar o archivo da ex-caixara.
Esta commissSo de grande interesse
vaiipor certo trazer a limpo os muitos
tritio/es du extincta municipalidade.
Ha toda confianza nos distinctos mem-
bros que compoem essa com..- issSo exa-
minadora.
Nessa mesma sesso a lustre Intenden-
i-ia, procurando a melhor economa- para
seus muaicioesj *ppriinio os lugares A& 1
porteiroio .def..fisoal doj powoaie Ribelw I
rao inoumbindo os cidadaos Lycurgo de
Alencar e Joaquim F. de Aimieida,
incumbido, este da cobrana de certos
irapostos n-.-bta villa e aquelle no poaoade ,
It.io'ir.io ; a;U> e.st.; em qee a Intendencia
procadeu acertadamente-, porquauto, ten-
do era a- meam-asessao posto em- arrmnaji
taejo os diversos ramos de impostos, ne-
nhum licitante concorreu, pelo que a In-
tendencia entendeu de proceder as respe-
ctivas cobran5as administrativamente.
Vamos perfeitamente d pliciamento.
O enrgico subdelegado alferes Franeisoe
Xavier Peosoa a quem est confiado e
commando do destacamento policial d"a-
qui, muito tem eito em proi da moral, e
do B)cego dos habiCantea desta ivilla... Na
louvavrl intuito de-ireprimirm vagaijuiida-
gem que invada as ras, o veiho e pra-
tico alferes tomou o acertado alvitre de
empregal-os no servigo do varrimento e
limpia da villa.
Hoje j pdc se ver as ras d'aqui, que
ontr'ora nos < -ffereciam o trate espectculo
de nontoes de lixo !
E' digno de nota maneira pela qual
a naoralisada autoridade vai se diriginde
no cumprimento de seus deveres.
A cadea coatinua na ana condemnavel
imprestabiliaade, e tanto isto verdade
que o digno 3r. juiz municipal, cidadSe
Jojo Lopes de Siojueira Sanios,- fez ra-
mover para a DteucSo os criunoaos que
aqui estavam recolhidoe, urna, ve&que a
tal mond neuhuma seguranza offerece 4
juutica publica.
Bem acertada rnedida-'fioi astado iatagra
juiz, e a inmunda e deteriorada cadeia
servir apenas hoje p .ca, recahur aimpiea
presos de correegao.
O que para lastimar.- que o governo
irausacto tivesse assisa estrag do o predio
emi que funeciona a cadeia-, procurando
codtlhar o seu proprietario.,i- que st.mo
desembolso de doiewianos da .altjguaia!
; Alm de lhe terera deteriorado a pra-
priedade, ainda em oima o calite.
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Diario de Pernambne
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- -. I
v
O deetaoamento actualmente deficien
te, trazando em vexames as 4 pracas que
compo'em.
Nao ieria mo que e^e ae augmentarse
com duas pracas mais.
Est convocada para o dia,17 do cr-
vente a L* saajSo -dojnry e- orrsnte
anno *
A ham-se preparaos 3 ou 4 procejsos
para ser julgados. %
D carnaval por aqu correu triste e fri
orno ura dia de cbuvas.
Muito poacos mascaras, pv ma do, po
rem, pela absoluta au-encia do entrado de
p e de gua : em um pingd d'agaa, nem
una ptala de p f
A safra corre regularmente, anda que
anno nao prometa ser frtil de chuvas.
Consta nos que oRecreio Dramatizo -
brevemente dar um espectculo.
Anda bem que os -rocoa qus compo'em
eBecreio conhecem da necessidade de
associacoes tao uteis como esta e nao se
deixam quedar indifferentes ao seu en
grandecimento.
Ha das deu-se, no povoado do Rbeirao
deste termo, .em casa de Joaquim Mar-
ques, um roubo no valor de 3905000.
O cujos sairam muito quietos, e dzeiu,
nos que a respectiva autoridade poiffc'
moveu a sua actividade no descobrimento
do crime.
TKAASCRIPfES
Trabalhemos
(Diario de Noticias, do Rio de Janeiro)
A quadra difficil e perigosa para a Re
publica Brazileira est passada.
Resta hije s qie demos ao chefe do
Estado a responsabilidade roo al de tudo o
que se faz, que deixeraos os ministros es-
tudaram e desenvolverem as qu^stoes o
que, finalmente, nos mostremos unidos, no
ira supremo de manter e honrar as insti-
tuicSes que temos.
Nao nos cansaremos em repetir que,
pelo facto de se nao poder fazer tudoj e
to completamente como desejamos, nao estabelecimento do novo rgimen, muita
licito a ninguem descontentar-se e crear j ra vontade que espreita a occasiao de
de qu.-ilquer sorte diffiouldades ao gover -I desaffrontar se, muito despeito que nao
no. Ha 20 a'inos que es? a repblica I pode consolar se da perda das posicoes of-
em Franca e ainda nao foi po.-sivel fazer ficiaes, muitos interesses privados que a
l a separa.So da igreja do Estado, nem Repblica tansforma em interesses ge
depurar o pessoal de modo que s a opi-'raes, quem nao ter escrpulos de servir
niao aepubtioana seja epr*enid*i9 cionalisrjo.
Pelo faeto de estabelecermos a Ropa
blica nao ae votahsaram os fictos da eda-
cacao, nem os hbitos perniciosos e dissol
ventea de urna grande parte da popaa-
cao. A' forca de habilidade e de doces
violencias precisamos ir vencendo as re
luctancias que.se manifestem, ebrigando a
calar, por falta de assumpto, as boceas ha-
bituadas maledicencia. Aproveitahdo
tudo quanto "r bom e que veaha sincera
mente auxiliar a obra de reorganisa^ao da
Repblica, iremos fortificando o poder pu-
blico cida vez mais na opinilo nacional,
chegando a ponto de abstrahir da poltica
para nos entregarmos aos me.horamentos
de toda a especie, reorganisacSo e ao
florescimento do paiz, ao desenvjblvimento
da riqueza e do b>m-estar do popo. Esta
poltica, urna vez apphcada e desenvolvi-
da, far tantos proselytos, que a sorte do
govemo reformador nao parecer mais
precaria, mesmo aos que sonham com as
utopias mais phantasticas. *
Folgamos de reconhecer que os repu
blicanos militantes, e nu.is. conhecidos por
suas opinioes, tm sabido mostrar-se, ap z
a proclamacao da Repblica, moderados e
sensatos, de modo a inspiraren! completa
contianca ao povo. Pelo amor que elles
votam idea, pelos sacrificios de toda a
ordem que por ella fizeram, seria de re-
ceiar um zelo excessivo pela manutencao
de certas normas, e vista a impos ib I ida-
de de governar com um matiz muito ac
ceutuadp da opinio, se descontentassem,
procurando crear embaracos ao governo.
Tal nao tem acontecido, e com louvavel
patriotismo os que tm tido qualquer mo-
tivo de queixa tm procurado por a sorte
di Repblica cima de quaesquer cunta
genoias e quaesquer satiafjcoes da vida
de .pessoal. J por maia de urna vez te
mos testemunhado essa nobre abenegayao,
que nos tem enchido de confianza, pois
quem tem o poder de vencer os prop. ios
assomos, est preparado para vencer to-
das as outras diffiouldades.
Demais, havendo como ha, pelo recente
d instrumento naa mos doa que pouco
se importun cun os interesses da patria,
c mtanto que as suas individualidades ai
locupletem de honras e de proventos?-
Portante, que a uniao repub icana con
tinua, como at aqu, a ser um dogma
para todos os que combateram o passado
rgimen, para todo os jue sonharam
urna patria livre, para todos os que soube-,
ram fazer sacrificios por suas ideas e de-
liraram de ver o Sol de 15 de Novembro,
allumiando urna patria que adormecer
com a monarchia e que accordava^ em
plena Repblica.
Mas o paiz nao um grupo, nem um
partido ; essa totalidade de cidadaos,
cada um com as suas ideas, com os seua
enthuiiasmos ou com os seus despeitos
Congregar esees clemeutos todos, vencen
i., os que forem adversos e animando os
que estiverem do lado das instituicSes,
eis o dever de todo o governo sensato
que quizer fundar urna obra solida, indes-
tructivel, tendo por base segura a opiniao
publica.
Assim, pois, para tudo o que fr cargo
de confianca, de onde possa depender a
manutencao do actual rgimen, deve ser
escolhido pessoal que pelos seus antece-
dentes mostr estar tao ligado Republi
ca, que, se esta periclitasse, a sua vida,
ipso facto, ficasse ameacada. Fra.. po-
rm, deasa hypo'.heae, para tudo o mais,
o ment, a competencia, as qualidades
especiaes de cada um deveta ter direito
de conquista, e verem abertos diante de
si os cargos do Estado, a que promettem
servir com honradez e lealdade. E isto
tanto mais justo, quanto a 15 de No
reabro, proclamada a Repblica, e.pe-
rou-ae com anciedade a adhesao das d'-
versas classes sociaes e da dos diversos
Estados, sendo tal sanecao indispensavel
para a consolidacao da obra magistral do
patriotismo brazileiro.
Adoptadas, pois, como tm sido e es
tao sendo normas sensatas e vastas, para
a cooperaco de todos os cidadaos, no re
gimen que temos e que s pelo concurso
da maioria podera produzr todos os seus
grandes fructos, resta-nos trabalhar e tra-
balhar sempre por desenvolver aa nossas
riquezas, por elevar o nivel moral da po-
pulacho e para fazer da Repblica Brasi
lea, como do valle do Amazonas disae o
inagne Humbold,o par.io daa gera-
cSes fut-ras.
MEDICINA
:::::::::::::;:::;::::: -:;::-::::::. m ::;-
PLTTE AA 12 TSSA?ST!CA
OISCUKSO PRONUNCIADO PELO DB. COSMK DE S PEREIBA
NA SOCIEDADE MEDICO-PIIARMACEUTICA PERNAMBU-
CANA, APS SA RECENTE) CHEOADA DA EUROPA.'
(Continuacao do Diario de 5 do torrente)
A antisepsia da mucosa pu'raonar tem sido feita de
dois modos : directa ou indirectamente; direstamsnte, in-
halando o doente substancias medicinaes dissolvidas, ou
reduzidas a p, projectadas no pulmao pelo ar, ou pelo va-
por ou a gaz pela combustao e volatisaeao dos mesmos.
Si, com esses meios, as mais rebeldes das molestias pul-
monares (tuberculoso da larynge ou do pulmao, bron-
chites chronicaa) nlo tem sido curadas, tem comtudo me-
morado o triste estado daquelle a que as soffrer, pois que
elles tem visto diminuirem os symptomas que mais o inquie-
tavam, (insomnia, sufibeaco, toase rebelde, expectora-
gao abundante, febre e emmagreci ment), reappare-
eer o a^petite e engordarem.
As substancias empregadas n'este sentido tem sido
as solucoes de biodureto de mercurio, (M>chel e Rueff),
de acido phenico, iodo, iodoformio, o acido fluo-hydrice,
o acido sulfuroso e muitos productos aromticos, entre os
quaes se conta o eucalyptol.
Os agentes que, por este meio, vao antiaeplisar o
pulmao, ant:septisao tambem as fossas nazaes, a boca e a
larynge. Deixo de fallar sebre as iojeccBes antispticas,
introduzidas directamente no parenchima do pulmao, por-
que tem eido ellas mais nocivas que uteie, e mesmo
fataes.
Indirectamente eno ir esmo sentido, isto com o fim
de atacar o microbio em tod> o tecido do pulmao, tem
sido empregadas as injeccoss rectaes do gaz sulfuroso de
hydrogeno ou do eido carbnico addicionado de hydro-
geno sulfurado (Bergeron), do criosoto vegetal, em njec-
Soes subcutneas ou em pilulss. Estes agenten, embora
dessiminados por todo o irganismo, e eliminados pelos
puliroes, nSo tem dado resultados satisfactorios; pois que
raras sao as curas, e frequentes as decepcoes.
Diversos estados mrbidos dos intestinos sao deu-
dos aos microbios que n'elles existem, ndifferentes no es-
tado normal, pathogenos pelo seu desenvolvimento devido
a circumstancias precarias d'esses orgos (dispepsias, di-
latacao do estomago, sobre carga de materias ingeridas),
ou porque os a'imentos e as bebidas ingeridas tenham
para elles trazido maior quantidade de microbios, em es-
pecies nocivas, como acontece quaudo se ingerem alimentos
e bebidas corrompidas, em cujo caso, como sabis, a di-
gestao se torna m, e d productos de m quididad, taes
como : hydrogeno sulfurado, carbonato d'amomaco, acido
actico, e butrico, arrotos asedos, e ftidos, o endol, o
scotol, a bensma, productos que a analyae chimica moatra
exiatirem as materias recaes; e a experiencia, que elles
sSo venenosas ; materias estas que, nao s complicam o
estado mrbido dos intestinos, como podem dar-lhe o ca-
rcter aterrador. .
Portante, antisepti-ar taes materiasintestinaes hoje
objecto de e-tuios serios; a eliminacao das mesmas tem
sido sempre o cuidado cocstante di todos os pratico3, em
todas as epodas; e, s por ss >, podis Ter j quanta razao
tinham os antigos prescrevendo os purgativos em taes
casos, com o intuito de eliminar do corpo as materias ditas
peccantes, que nlo er> outras seno'as materias microbia-
nas ou venenos orgnicos (ptomanas,) ahi accumuladas ;
e, nao obstante os progressos modernos, este antiquissimo
methodo de curar nao tem perd Jo o seu valor, e hoje
est mais em voga: porque se app.-oxima elle dos recur-
sos que a natureza expontaneamente emprega em estados
mrbidos.
No sentido de obter a antisepsia intestinal, o profes-
aor Bouchard, mais que n nhum outro, tem sido incan-
Ha doze anno3 empregou elle neste sentido o carvao
T getal na dse de 100 grammas por dia; com este meio,
conseguio somente a desodora^ao das materias fecaes, o que
n3o i certamente uma-.ntisepta, por qua .to esae agente, di
elle nao imped a formacao de novos productos nocivos;
todava o exame das materias fecaes mostrou que, com
esse tratamento, se tornavam ellas menos venenosas.
Ha seis passou elle a empregar substancias soluyeis,
taes como : o acido phenico, o creosoto, o acido sahcyhoo ;
mas vendo que taes agentes eram absorvidos antes de
attingirem o lugar em que de ordinario se acham accu-
muladas as materias fecaes, (grossos intestinos), compre-
hendeu que, para alcancar o fim desejado antisepsia (intes-
tinal local), devia usar; de agentes insoiuveis ou quasi n-
oluveis; e, n'este sentido, usou do aulicylato de bysmuth,
como j o havia faite Vulpian, "e do iodoformio em
daea pequeas, repetidas e requentemente temadas em
intervallos guaes, querendo, por esse modo ter urna su-
bstancia antisptica insoluvel, que percorresse constante
mente todo o tubo intestinal, para imp dir a reproduccao
dos microbios ou, por outra, para antisept'sal os.
Sob os mesmos principios, ha quatro innos, comecou
elle a ensaiar a naphitaline, propoata j por RosbaB'.h ;
e, logo depo:s, ensaiou tambem o napht!. E' este o
agente que elle definitivamente adoptou, ecom oqual tem
conseguido obter materia-j fecaes qnaai desprov das de
microbios sem alcaloides e mui pouco venenosas.
Destes quatros antispticos, (salicylato de bismuth,
iodoformio, naphitaline e napht!) o mais antisptico a
naphtl, e o maiat xico o iodoformio ; o que, nSo obstan-
e, este ultimo agente pode ser empregado internamente,
nao excedeudo a dae a urna gramma por dia para
adulto. (21)
Eis as formulas por elle empregadas :
Iodoformio.....1 gram-
Ether sulfrico.....10
Dissolva e depois ajunte carvao vegetal finamente
pulverisado100 gramma..
Evaporado o ether ao ar livre, ajunta-se massa
restante glycerina 10) grammas.
Para um dia, administrado de dez a doze vezea, por
colherada8 diluidas em um pouco d'agua.
Naphitaline ) 5 gram.
Assucar em p. )
Esaencia de verga-mota 2 gts.
Divididos em 20 cachis.
Esta formula eat abandonada porque, as experien-
cias tentadas, tem este medicamento causado errupgo
cutnea nos individuos que usaram delle, e cataratas em
coelhos ; por isso, o naphtl fra preferido.
Naphtl finamente pulverisado. 150 gr.
Salicylato de Bismuth .... 75,50
Misture e devida em 30 cachis, que devem ser te
madas 3 a 12 em 24 horas. (22)
O resultado obtido com este modo de proceder (anti-
sepsia intestinal) as molestias de carcter typhico, lhe
parecer consideravel; a lingua que, nestes doentes,
sacca, torna-se hmida; o delirio, a carphologia, os so-
bresaltos de tendSea, a inaomnia, emfim, todo o cortejo
de accidentee chamados ataxico adynamicos, que, sem
duvida, sao causadas pela entoxicaco, foram preveni-
dos. (23)
Com quanto os agentes antispticos insoiuveis possam
ser absorvidos (em pequeas quantidades somente,) com
tudo nao a3o eiles proprios para a antisepsia geral; este
papel reservado quelles agentes que, sendo bem soiu-
veis, possam ser introduzidos por baixo da pelle ou pelo
estomago, ou pelos grossos intestinos, e dahi derramados
noa meios internos, (sangue, limpha, perenchima) e ir
atacar o microbio ou os seus productos txicos, espalha-
dos por todo o organismo.
Os melhorea destes agentes sSo j conhecidos em a
nos8a usual therapeutica, taes como : o mercurio, o qui-
nino, o arsnico, o acido salicylico, o acido phenico, etc.
O poder antisptico destes agentes j nao pode mais
hoje ser posto em duvida; a pratica tem sanecionado esta
virtude com milhares d'exemplos; somente justo dar-
lhe determinacSes mais scientificas.
Assim, o mercurio nao pode curar a syphilis, por
ser um medicamento antiplastieo; mas sim antimicrobio-
tico ou microbicida, o mais activo para ella. O quinino
nSo um anti febril, porque, com sen uso, as febres per-
8stem ; mas sim um antisptico especial para o microbio
palustre,, e os microbios da septicimia. O arsnico nao
ser ura medicamento substituitivo das inflammaco'es chro-
nicas u- nelle; mas sim um antisptico que fornece ao
organismo um meio de cultura improprio para o desen-
volvimento dos parsitas que nella habitam.' O acido sa-
licylico e os salicylatos esto no mesmo caso para o rheu-
matismo poli-artic.:lar agudo.
Esta forma de rheumatismo com as suas indocardites
hoje mostrada ser infecciosa e microbiotica. Assim,
pois, v urna revisao neste sentido se impSe hoje A toda ma-
teria medica com o fim de rectificar e classificar os medi-
camentos pelas suas novas applicacSes.
A' essa ordem de agentes medicamentosos antisepti
eos dos meios internos, se devem ajuntar os proprios mi-
crobios e os seus productoa toxicoa que vao dando resal-
tados espantosos em suas applicac5es pelo methodo d8
injeccBes hypodermicas.
E' com o microbio bassilus autraxis (attenuado em
seas effeitos) por meio de varios processos de cultura, do-
mesticados por assim dizer, introduzidos .subcutneamente
que se tem salvado milhares de ruminantes que d'antes
eram todos victimas do carbnculo.
E' por meio do producto que o microbio da hydro-
phobia deixa no systema nervoso, deluido e injectado de-
baixo da pelle, que se tem reduzido a mortalidade nos
mordidos, por cao damnado (24) a menos de 1 /0. (25)
E' por meio daa vaccmajSes com productos micro-
bioticos obtidos nos doentes de febre amarella que o nos-
80 patricio distincto e investigador coUega Dr. Freir, do
Rio de Janeiro, pretende (segando suas obaervacSes) tor
nar o homem retractan a esta febre.
E' pelos mesmos principios que o Dr. Ferrand
(Hespanha) e o Dr. Gamalia (Rnssia) preteadem tornar
o homem refractario ao cholera morbus, vaccinando-o com
' os productos do proprio microbio do cholera.
E' por este mesmo modo que ni temos a vaccina
generiana, com a qual nos tornamos refractarios bexiga.
ltimamente, o professor I. Strauss communicou
Academia de Sciencias que o mormo, molestia virulenta
dos solipedes^tio infecciosa como a tygica e a syphilis, e
para a qual a p-iraeira invasao nao dava immunrdade,
urna molestia susciptfvel de ser vaccinada e produzir. a
mmunidade nos caes, um dos mais fiis companheiros do
homem. (26)
Assim, pois, Srs. collegas, que gloriosa guerra a
sciencia medioa moderna vae fazendo aos microbios que '
por tantos seculos se haviam, por sua pequenhez, posto
fra das nossas indagacSes Neasa gigantesca luetsy o
que ha ainda mais digno de admirar que ella combate
victoriosa com as prprias armas do inimigo.
I til ida de do* microbio*
Os microbios neai se iipre nos fazim mal; e, como j
devamos a muitos delles varios beneficios, convem por
isso, dizer tambem algumas palavras em seu abono.
Sao elles que nos purifcam o ar e a agua, e prepa-
rara os alimentos para os vegetaes, sem os quaea nao po
deriamos viver; elles nosprestam apoo necessario ao
trabalho da nossa digestao intestinal, sem e qual ella seria
m e irregular. E' por meio delles que podemos conser
var milnares de mdhSes de animaes ruminantes para a
nossa nutricao; com elles que salvamos os mordidos
pelos caes hydrophobicos, reduzindo sua mortalidade a
0,76 /; por meio delles que ae pretende preservar nos
-da febre amarella e do cholera.
Com o conhecimento de que' muitos miorobios sao
cromogenos ou productores de bellas cores, j se
tem feito ensaio para obter algumas dellas, por meio delles.
O Sr. Alvares ha pouco annunciou que a bella cor de ail
poda ser obtida em quantidade, fazendo se a fermentaco
de plantas endigotiferas; e, neste caso, como os agentes
da fermentaco sejam os microbios, a elles que se deve
a bella cor azul obtida. (27)
Os microbios j nos aervem tambem como caes de
caca, atiradas ao campo em persegnicao de animaes dam-
ninhos.
Os colonos da Australia estavam reduzdos a maior
miseria, vendo seus campos, suas plantacoes, seusjardins,
destruidos por coelhos, cuja producsao all se tornara es-
pantosa. Para evitar esse mal, j se haviam empregado
innmeros artificios, mas intilmente. Um rico proprie-
tario, s de sua parte, havia j despendido para o mesmo
fim 40,000 libras sterlinas, e neuhum resultado tendo ob-
tido, abandonou sua empreza agrcola. Esse mal tornan-
do-se geral, o governo da Nouvelle Galles du Sud tomou
a deliberado de offerecer o premio de 52,500 francos
aquelle que descobrisse um methodo novo para a destrui-
c-ao dessa praga (28)
A noticia dessa deliberacao fra publicada do jornal
francez Le Temps de 9 de Novembro de 1887. A 27 do
mesmo mez respondeu Pastcur a essa noticia dando aos
colonos o conselho de espalhar pelos campos o microbio
que produz o cholera as gallinhas, producto mui fcil de
obter-se, e mu venenoso para os coelhos, e fcil de mul-
tiplicar com espantosa fecundidade. Os conselhos dados
por este sabio, o mais competente do mundo para fallar
em materia de microbios, foi logo acceito e posto em pra
tica.
As ultimas noticias a esse respeito foram que o re-
medio havia produzido o resultado desejado, e que o paiz
ricura desembarazado de grande p:.rtt- do praga (29) dos
coelhos que tanto atrazavam os seus colonos.
Finalmente elle que devem s tambem o pao fer-
mentado, o queijo, e os melhores lquidos de nossas mesas:
o vinho, o alcool, a cerveja com os quaes festejamos as
mais bellas phases da nossa existencia ; e muitas vezes
salvamos tambera a vida de muitos de nossos doentes le-
vados ao extremo enfraquecimento devido a molestia.
A conclusao que se pode tirar de todos estes factos
(vantagens e desvantag. ns dos microbios) que existem
duas ordena de microbios. Uns, bons, ndifferentes: sao
os saprgenos; outras, malficos, sao os pathogenes;
de ambos o homem, por sua inteligencia e trabalho, pode
tirar vantagens. A natureza, tendo dado aos microbios
urna missao especial neste mundo, nao isentou vivente
algum de sua aleada; o primata dos viventes, o homem,
a elles ficou tambem submieso, restando lhe somente o
direito, como a todos os viventes, de luctar tambem para
a conservoslo de sua existencia. Mas, nessa lucta para
a sua existencia, o homem nao pode vencer sem soffrer.
No neo traeo entender, o microbio urna forc viva es-
palhada no globo que habtanos* onde existem militas ou
tras forcas que j vos sSo conheoidas; della o homem
tambem.se apoderar, como j se apodaron do furioso ca-
vallo .vapor, hoje tao dcil, tao obediente, embora anas
terriveis exploaSes e suas fataes collisoes.
Bem vedes, Srs. collegas, quao grande o alcance
dos estudos da microbiologa e da antisepsia, sciencia
nova, do da, e j tao grande em seus resultados, que ad-
mira e espanta aos que a cultivam c>ra dedicacao. Em
mmhas niaos, esta materia, como acabis de ver, tem per-
dido todo o valor; mas. na: vossas, ella ganhar todo o
esplendor. Tomai a, pois, sob vossos auspicios, culti-
vai-a como verdadeiros crentes, e seris recompensados
do vosso-trabalho ; mas, para alcancar este fim,-convem
qtfe, desde j, emprehendais o arduo trabalho da reforma
do servico.clinico, do bello e grande Hospital Pedro II,
bem prvido do material tao proprio para nossa anstruc
jilo ; este servico, como sabis, exclusivamente nos per-
tence, por isso lhe deveis dar toda importancia. Em se-
gundo .logar, deveis exigir a ereaoo definitiva dos estudos
dea scieoeia*-naturaea no Qymnaaio Pernambucano estes
estudos pertencem a todas as classes da sociedade.
Estes dous estabelecimentoa, bem reformados segun-
do as necessidades dos progressos actuaos das sciencias,
sern de grande utilidade para todas as classes. Para oa
magistrados, Das grandes questSes de medicina' legal, as
quaes, muitas vezes, a vida e a honra de um innocente
podem estar em perigo ; aoa mdicos, para todos os uiys-
teres de aua profissSo e avanco da sciencia; ao clero,
mostrando-lhe a sublime ordem e Icis das cousas creadas;
ao iniliti-r, que deve conhecer a hygiene do hornera de
guerra fundada tambem em taes estudos; aos artistas,
emfim, pura todos os productos de suas industrias, sem
excepcao alguma qualquer que ella seja.
As luzes da scieneia deve a todos Iluminar tra
balho e mrito devem ser as unic dcv'tas dos seus adeptos.
Des ulpae-me, Srs. collegas, esta digressao; eu vou
concluir.
Em comprimento do art. 25 6." dos nossos estatu-
tos, que nos ordona fazer a demonstracao dos novos in-
ventos, apparelhos ou instrumentos pbysicos, ou cbimicos,
ou cirurgicos, seus differentes mysteres em face desses
mesmos objectos ou seu fac simile, est depositada sobre
a mesa a colleccao do material preciso para o tratamento
antisptico local, o qual offerezo para o archivo desta so-
ei*-.dade. Para o mesmo fim, e em satisiacao do art. 58
e do 3. do art. 1., offereco um atlas de anatoma to-
pographica schematiea de systema nervoso, indicando sua
origem, suas ramificacoea e anasthomos e sua dchtribui-
5S0 nos msculos e na pelle ; trabalho do Dr. W. Flower,
traduzido do inglez para o fransez pelo nosso distincto
comprovinciano Duprat, obra de summa importancia para
a pratica medico cirurgica. No mesmo sentido, (ffereco
ainda quatro quadros. Um de paleontologa fossil, outro
dos lepidpteros, 3." o de concbyologia, 4. o de cry3tal-
Iographia e mineraloga.
Anda em compri ^ento do | 6., j citado, offereco
ainda o quadro de diversas poscoes a tomar para o trata-
mento de varias molestias pela raassigem segundo o me-
thodo do Dr A ex Ivanoff.
Finalmente, veris na platina daq elle microscopio um
exemplo natural do microbio causador da fysica, chamado
baeillo de K c, seu descobridor, parsita vegetal, o mais
destruidor da especie humana ; sobre cujo assumpto houve
um congresso em Paris em 1888, cujos trabalhos vos fo-
ram remettidos cm tempo por mm.
Agora s me resta agradecer a bondade eattencao
com que me tendes ouvido, o que solemnemente fajo,
compri mentando a todos os memoras desta sociedade.
Sala das sessoes da Soeedade Medico-Pharmaceut'-
ca Pernambucano, 7 de Novembro de 1889.
Wi: (gome de f (Peala.
-,211 Legeodre, obr. cit. p. M7.
(2!) Boucbard moleslias infecciosas pag. 294, 1889.
(23) Legendre "br. cit. pag. 347.
(24) Annaes scienticos. pag. 42.
(25) Bufletin da Acadeini* de Medicina, n. 12, pag. M)6, 1888.
Dujardain Beaunetz. e
(26| Gazette hebdomad;ire de med. e cirurg., n. 1889,11,
pag. 165.
(27) Bouchard, raaladies lDfeccienses, pag. lo
(28) Sydney, 31 de Agosto de 1887.
(29) Annuario scientifice e industrial de Figuier, 1888,
pag. 413.
PERNAMBUCO
Engllsh Bank of Rio de anelro
(Limited)
Capital do Banco em 50.000
ac^oes de 20 cada urna 1.000,000
Capital realisado.......... 500,000
Fundo de reserva-----1------ 150,008
REVISTA DIARIA
Telegramma-0 honrado governaior es
te Estado receben hontem o seguinte
tele
BALAK9O DA CAIXA FILIAL EM PEBNAMBDCO,
EM 28 DE FEVEBEIBO DE 1890
Activo
Letras descontadas............. 110:2771080
Emprestimos e contas cauciona-
das...................... 494:199*410
Letras a receber............... 376:650*930
Garantas e valores depositados. 13I:492*S00
Mobilia, etc., do banco......... 2:376*350
Diversas contas............... 1 528.045*090
Caixa......................... 424:447*260
Passivo
Contas correntes
simples....... 364:677*830
Depsitos a prazo
nxo com aviso e
por letras...... 2.130:454*490 2,495:132*320
Letras a pagar................. 27:228*070
Ttulos em caucao e deposito..- 131:492*300
Diversas contas............... 413:615*730
3,067 488*420
S. E. A 0.
Pernambuco, 7 de Margo de 1890.
A. / P. CJarkson, manager.
/. K. Eddowes, accountant.
l.omloii & Brazilian Bank Li-
mited
Capital do Banco 1,2M):000
. Pago 625:000
Fundo de reserva 360:000
BALAN9O DA CAIXA FILIAL EM PEBNAM-
BUCO, EM 28 DE FEVEBEIBO DE 1890
Activo
Letra* descontadas
Letras a receber
Emprestimos, contas correntes e
outras
Garantas por contas correntes e
diversos valores
Caixa em moeda corrente
5,387:405*900
Passivo
Depoeitos :
Em conta corrate 880:156*110
Fixo o por aviso 1,959:119*910 2,839:276*020
Garantas por contas correntes e
diversos valores
Diversas contas
Letras a pagar
S. E. & O.
Pernambuco, 7 de Marco de 1890.
W. U. mtm,
Gerente.
R. G. Kmg,
Contador interino
gramma :
Marechal Simeao. Consta Banco Emisso
abrangendo Parahyba. Rio Grande e Pernambu-
co, sede.
(Assignado).Luiz de Andrade.
Corp* de polica Deixon hontem o ex-
ercicio do cargo de commandante do corpo de
polica, do qual foi dispensado a seu pedido, o
Sr. capito do exerCito Antonio Ignacio de Al-
buquerque Xavier.
Nomeado em 18 de Novembro do aano lindo
para esse honroso e difficil cargo, o Sr. capito
Albuquerque Xavier, em cerca de 4 meze3 que o
exerceu, poz em pratica os seus conhecimentos
e aptidoes, e moralisou e disciplinou o corpo de
polica, comquistando entretanto as sympathias
nam.tahimn de seus commandados.
a.nw-wwyj Prestou, pois, o Sr. capito Albuquerque Xa
' vier assignalado servigo a este Estad ; e de
Justica reconhecer lhe esse servigo e os seus
mritos pessoaes.
Eis a ordem do dia cora que hontem passou
esse digno cidadao o commando do corpo ao
seu substituto:
Commando do corpo de polica em Pernam-
buco, 7 de Marco de 1890.
Ordem do dia n 80
. Publico para os.lins convenientes o seguinte:
Dispensado, a meu pedido, da conmisso
3ue desempenhava neste Corpo, por acto do ci-
ado marechal governador, expresso eni olficio
de hontem, entrego o commando ao distincto
coronel Antonio Franiisco da Costa, ama daa
glorias do aloroso exercito nacional.
Escolhido em occasiao melindrosa para oc
cupar o cargo que hoje deixo, assegura-me a
consciencia que colloquei o comprimento do de
ver cima de todos os interesses.
Nos limites tragados pela le orgnica desta
corporaco, filos melhoramentos compaiveis
s minhas attnbuigfies. Latei com senos emba
ragos para regulansar o servigo ; mas os bons
desejos que me animavam, deram me a torga
precisa para vencer todas a3 difB:uldales.
Estragado pela nefasta poltica monarchicos, este corpo Be resenta !e tao per-
niciosa influencia ; hoje, porem, o r. imen mi-
litar raodiricou-o profndamele.
Beconhego que nada fiz iorar.te a minha
curta administragao, porqoe anda lia muito que
fazer.
Ao criterio, circumspecgo e Miento do meu
digno snecessor, deixo o complemento da oara
que encetei. ,
Auxiliado effectivamente pela briosa otcu-
lidade que rae cerca, cumpro a agradabilissima
obrigagao de elogial-a pelos ser-vicos que me
prestou com zelo raro e dedicago Inexcediv.l.
Se nenhum outro motivo tivesse para dar
um publico testemanho do mea reconnecimento,
encontrara ainda bem imp.-esso no aoiag de
meu coragao agradecido, a> valiosas provas de
amisade que immerecidamente foram dadas por
occasiao de meu aniversario natalicio.
Esta pagina de minha vida tem o tom de
meiga dogura qnes a gratido pode inspirar.
Sei que fago inteira jusga destacando, fera
que offenda snsceptibilidades, d'entre todos os
meus illustres companheiros o major Themis o-
cles de Orange dos Res Lima, capito Antonio
Valerio dos Santos Neves, ajudante tenente Bal
thasar de Albuquerque Martins Pereira, secre-
torio, e Manoel Caetano Vieira di Paz, quariel-
34:834*040
938:753*950
3.283:742*460
690:731*350
439:344*100
1,574:833*840
70:914*040
2:382*000
5,387:405*900
mestre e os commandantes de cotnpanhias, que
raerecem as maiores recompensas pelo acryso-
lado interesae com que auxiliaram o meu com-
mando.
Satisfazendo um dever imperioso, louvo i
tSo distinctos officiaes pe'o zel. intelligencia,
dedicago e lealdade com que conquistaram a
minha estima e Ilimitada confianga.
Igualmente elogio ao sargento ajudante Bel-
larmino Fernandesda Cunta Almeida e ao sar
gen to quartel mestre Anto io Cadena Bandeira
de Mello, e ios dtmais inferiores e pragas, pelos
esforgos que empregaram para manter sem
mancha a disciplina, elevando o nivel moral
deste corpo a u na altura invejavel.
Retirando me hoje para o 2o batalho de in-
fantaria, aoqual tenho a honra de pertencer,
levo, de envolta com a saudade que me com-
punge, a lembranga conso adora de que. se nao
deixei affeiges, foi s porque faltaram-me me-
recimentos para angarial as.-Antonio Ignacio d*
Albuquerque Xavier.
Concess&a de llcenca Ficou hontem
registrada na secretaria da Instrucgo Publica a
portara pela qual resolveu o marechal governa-
dor do Estado conceder trez meze de licenga,
com ordenado professora da cadeira de Coyam-
buca Mana Francisca de Marros.
Sociedade liituo AcadmicaEfTe-
ctooo-se antehontem a instalbgo solemne d'essa
sociedade, tendo logar o acto no palco do thea
tro Santa Isabel.
Foi urna selemnidade imponente.
O teatro estava cheio pela concurrencia de
distincto3 convidados ; e diversas comraissOes
de sociedades oceuparam camarotes da 2* ordem,
que para esse flm foram reservados.
Aberta a sesso. o acadmico Tinoco, presi-
dente da sociedade, pronunciou algumas pa'a-
yn% com referencia ao : cto e decongratulagOes;
e em segu'da usaram da palavra os sniores
Oswaldo Machado, orador da mesma sociedade;
Sergio de Magalhes, em nome da sociedade lu-
terana 15 de Novembro; Alberto Dias, Baptisla
de Mcdeiros e por ultimo o presidente, agrade-
cendo o concurso das p ssias presentes e fazendo
votos ao mesmo tempo pelo progresso da asso-
ciago. que assim recebia a coosagrago publica.
Nos intervallos tocava a msica do Corpo de
Polica, enlhu-iiasnan lo -um' as suas harmonas
a todos os presentes, e com aMarselhesa quan-
do a fez reUmbar, electrizando a atoa ja excitada
da mocidad'.', que associava soa Testa o 6 de
Marco, pernaiiibucano.
Faculdade de DireitoTem hoje lugar
o exame oral dos estocantes do 3o anno, conti-
nuando as provas escripias dos demais annos.
A EslacoFumos obsequiados cora o n. 4
d'essa pubiieago, correspondente ao mez de Fe-
vereiro ultimo.
Apresenta esseBunoero 7 gravuras, como sem-
pre perfeitamente descriptas, que representara
magnficas toilettes, objetos de arte e de fanta-
sa, adornos, etc.
Desse interessante jornal, cujos proprietarios
nao se poupam esforgos para tornarem no o pri-
ineiro em aeu genero, nada mais se pode dizer,
porque tudo se tem dito e com sobejas razes.
A Estacao tornou-se incontestavelraente
mais briltiante e o raai bem redigido jornal d
modas do Brazil, o con>elh iro econmico por
excellennia que se introduz despretenciosamenle
no seio das familias.
A priineira das toilettes representadas no hgu-
rino que acompanha esse numero, 4 de ve"u
ornada de passamanaria ; o mantelete forrada
de seda de cor clara, 6 cercado de pellea de cas-
8applemento litterario dispensa todo e qnal-
quer elogio-

I


J .

;
i
t
>-:



I

-T



Lfcf

Diario ce-

m
\ atlpncao la- I; raras
asigoala por Vli'lir
Chama
pana btfHaMUM '
jala**.
rc soeMl fez li. je, ds horda do costume.a sua 2*
jtuaao preparatoria.
A respecijva coraniisi,ac apresentar o pro je
do ate rstatntos discussao
ajaaa a! niMcoIiua-Awradecemos
0 exempiar dessa comedia era reedico, que o
se* diatineto autor, o D>. J. C. Ribeiro da Silva,
leve a gentileza de offerur nos.
! ala Prm*-----Encontramos no Jornal
do Cimtio do Kio de Janeiro o estes tele-
gramas :
buenos Ayres, 28 de Fevereiro
O jornal paraguayo Democracia d;/. que a si
taa$ar>das hoancas no Paraguay desespera
tara.
oaiivido, 28 de Fevereiro.
Foram declarados suspeitos os portos do Bra-
al.
Esli feitas as promocdes do exorcito.
Uai gnnde temporal causou aqui muitos ea
tragn* .
Fin destruido por,um incendio o deposito de
carra da fabrica do gaz.
Tfecooararia de Paseada Hontem
dejxou exer;icio da inspectora dessa Thesiu
raru o Sr. commen .ador Maooel Antonio Cardo
so, que altimamente Fui aposentado, passaodo o
msmo exercicio ao substituto legal, fazeodo
antes baixar a seguinte portara:
lospectoria da Tnesouraria de Fazenda do
Estado se Pernambaco, 7 de Margo de 1890.
N. 10 Tendo de deixar boje o cargo de raspee
r desia Tbesouraria. por ter do awsemado
por acto do actual governo provisorio de 25, pu
bltcado no Otario Official le 27 de Fevereiro ul
timo, convido o Sr. contador interino aanoel
Lsite Pereira Bastos, para assumir a direcco
da repartico, que com pequea iaterrupco,
estera a m- u cargo desde II de Setembro de
18s(i at a presente data.
. Ao deixar o exercicio me a^radavel teste-
maohar o mea revotihecimeoto a todos os se
i inores enipregados pela lealdade e zelo. que
ixanifestaram no deserrpenho de seas devo-
res.
A ruin ha permanencia nesta inspectora por
mais de trez annos sempre respeitado e consi
dent por todos os companheiros de trabalbo,
encomiando en cada um del.es um amigo e boin
aux'liv, convenceu rae da sinceridade dos sea
tut < .tos, que deixo externados.
> A rodos, pots, e a cada um em particular,
de*de o mais graduado al < 8 serventes, saudo-
so. apre.-enlo minhas despedidas e meu etern >
recoanecimeiito ; aprsenlo Ibes os meus 'Va os
-pj\^fs em qualquer parte onde o destino me
i ollc*r. Manoel Antonio Catdcso .
Por essa occasio foi o distinelo e honrad
Sr. ivuaiendador Maooel Antonio Cardoso alvo
de urna omito signilicativa prova de sincera es-
tima e alia consideraco de parte dos seus collc-
gas. mtre os quaes liguraram o Sr Leite Bajos,
iospr-rior interino, o'Dr. Francisco Magarinos,
prwora.tur hScaleoDr. Antonio Jo.- deSanl'An
na. Hilador interino; todos os quaes summamenie
pennorad? pelas maneiras Ibanase cavalbeires
cas cora que sempre os distingui, e apreciadores
das e"raeDtes quahdades que ornam a Illa pessoa
dirig ram se, acompanhando-o. at o Oes 'i de
Xovembru e ah tomaram uui expresso que savia
sido previamente cootrac'a Jo e foram al a casa
de residencia do mesmo Sr. commendador Car-
doso j Znnifiy, spndo ah recebidos e tratado-
coa) a maior huesa pela respeitavel familia d'a-
quelle a quera tributavam essa homenagein de
recouuetiruento e respeito.
0|>n>bidoso {unecionario diguou se le oh*, re
cer aos manifestantes um ligeiro cepo d'agua, de
msenlo preparado, em tneio do qual o Sr. es
rriivuririo Pereira do Reg, a pedido de algn
dos colegas presentes, por palavras cloquemos e
cerno* redoras realcou as grandes virtudes do
vew cumpanheiro e chefe a quem lodos ganda
varo, estrellados pelo mesmo laco de c rdialidadc
lepo-sdoque todos os manifestantes abracarain
au't'-.-i o Sr. c.'tnmen lador Caldoso, que e
ni03in.'U sobremodo commovido e agradecido, e
assim ecmpletaram .-e despedidas to expre.-s.
vas astillo honrosas e das quaes sao sement
dipws os homeos como Manoel Antonio Car
doso
Anda ao digna boeciooarjn, que delxava o
logar s,oe li-ngamente soubera desenpenhar, uo
Caitos a expressao da despedid des continuos e
anmtra, qe Ihe diri^iram a se^uinte manifes
tacao:
0a continuos e servent-s da Tnesouaria de
Faxeixia \en ^espei(o^ ament depr em vossas
Dwoaexpres.-io losca, uias sincera, da viva sau
dad*- cam uve se despedem de vos. ao deixarde.-
a ra/ti"ira ne inspector da Tiiesourana de Fazen-
da, que iluiuinastes com a luz de vosso tino, in-
tetligencia e hom stidade.
Osabaixo assignadoacompren um gratsimo
drtfr de recenhecimenio diriin.lo vos n'esia
hora de despedas estas poucas pjlavras que sa-
liera do corajao.
Recife, 7 de Marco de 1890Antonio Franeiscj
Maatia Duaite, tmilio Jeroujino de SOCS". Jos
Ferreira da Silva '"haves, Franci-eo Reg Pessa
Goerfes, Antonio Custodio de Saul'AnjM, Jos de
Obveira t Silva, Candido Jos dos Piazere, An.
" .....'
loni-i uta
Ji-i F.. i; ...
*eriVambniu Sabbado 8 de 1890
i __________L_... :. ^i_^_
Koa %'lageas No paquete Uaranhau. cliega-
do bontein du Sul, vju ie tageOl para o Norte, o
D?. OcLavio AObii'-i) de HWK nos?o coocidaaao,
nomeido jui'de dlrei'o da amarra do ^io Purj,
no Estado do Ama'na*.
Ajrradecendo l|je a visita que nos fez, deseja-
mos-lbe feliz viagem.
Bio tiranrt* do >orle \'o in-srao pa-
quete vieram do Sul, e devern seguir amanhi oo
costeiro para o Estado do Rio Grande do Norte,
os Drs. Joaquim Xavier Silveira e Leandro Chave*
de Mello Ratisbona. aquelle governador e este
chtfe de polica nomeados para csse Estado.
Comprimen "a mol os
Moni Po Portaguez Em assembla
geral reunemse aiuanha, pelas 4 horas da tar-
de, no Gabineie Portuguez, os soc oj do Monte
Po Portuguez, alim de tomarem connecimento
do rela.orio e contas da direccio linda e elege-
rera a nova directoria da associacao.
TBteNiro Mani Antonio Correa bem
o espectculo de anie-houtem nesse tbeatro, sen-
do regalar a coacurreaca de espectadores.
Tbeatro Santa-Isabel Amanta a em
preza Domingos Braga leva scena o drama
Vinte e aove, honra e gloria.
Mana Casa-Ni raez de Fevereiro ultimo
os estab-lecimen'os cargo da Santa Casa de
Misericordia manliveram um peigoal de 1.4S3
individnos. .
Este numerar reparta se da forma seguinte
por cada um dos alludidos eslabelectmemos:
H isptal Pedro II 403
Casa dos Expostos :)27
A-ylo de Meudicidade 271
Oto de Alienados i 2
Collegio dosOrphos |93
Hospital dos Lazaros 44
dem os Variolsos ii
Do numero total afina iudieado estao entre-
gues a ;uas 123 e em edueacao 204.
Jalao e Lettraa Reune-se essa sociedade
(itieraria eoi sessao ordiairia na segenla feira
prxima.
\onicN geograpblcaa e bltorlcas
A Livrana Econmica ra do Imperador u.
73 teve a bondade de oereoer-nos um exem-
plar da 5* edicao melhorada di* nocOes geo
gianhicas e histricas de Pern tabuco.
E' um compendio organisaao pelo erofessor
primario Eleuterio Roberto Tavarcs do Espirito
Santo e adoptado pelo c nselho lilterario para
uso das eslas primaras deste Estado.
Agradecemos a obsequiosa le nbranca do pro
pieiario.da mencionada liviana.
OllnduIiifori.arn nos que, amauha, as 5
fi.it- s da tarde, a Sociedade Mutical Ul.u lense
ira levar ao Dr. Antonio Pereira SimOes o titulo
de sccio benemerito.com qu; o Jestin?uioa
riiesnia sociedade, prestando he assim homena-
gem pelos servicos a elia (Vitos.
Itamaraca No da 16 do correnle, segun-
dn nos dizein de llamarac, o Dr. Francisco >lar-
tiniano de Olive a Tara oa Villa Velha sua ter-
ceira confereacia r-- publican a.
O rtlNta-Publicou se o n. 3 do 3 auno,
d'O Aitista, orgia d'essa classe um Peruam
buco.
Tbeae Ao Sr. Dr Joiquim Cesar de Amo
rim, divno medico pela FaculJad^ de Medien a
do Rio de Janeiro, agradecemos o mimo que uos
fez de um exemplar da Thru que olfencm e def
AuUiq J-r.'e,, O templo i stara e.\po>to ao publico nuratite o
dia inieiro.
lir<-ciol'le unm obra dr cn*Rr<>-
* doi porto* l'eruamborn -I!.-.
Te, 6 de Mar,, de lhi'0
Boletn.' ineteorolozco
lloras 1*1 *- karometro a 0* Tsasto do vapor 1
6 m. 9 ( t 3 t. 6 24,7 z7",8 28. 7 28,5 28M 760-24 761-15 700'31 7riO'3o 759-58 19,50 21,01 19,70 21.39 20.55 fio 74 67 74 72
Temperatura mxima29,75.
Dita minraa-24.25.
Evaporacao em 24 horas : aq sol 8,-5 ;
ornara3.'0
>.uva-0,*2
DireccSo do vento : SE de meta noite at "
h ira: e 38 minutos; SSE ai 9 horas e 43 miou
tos da inania ; SE at 5 horas e 2-> miuoios da
urde ; ESE al 6 horas e 8 minutos; SE al
meia noite.
Velocidade media do vento2 -43 por se
gur.1o.
'ebulosidade media 0,-tfS.
Uoletim do porto '
i3 Zl 3 a i
B. M. P. M-B. a p. a.
I
Das
Horsa
, Auna Sampaio, Jos Antonio Medeirjs
Cruz, Joo Feniaudeti Ja osU e Souta, Joo
Casio Ribciro no Araaral e. Ra^mundc Joso Al
baine.
- ,m/i |<- "li-e-nr ...luea-o oon &'
s i.'i.v^'i'ui :. Ite.-.ife, Estadi
i iMunbuuu, eaj 6 de Margo d .S',0
Sxisaftu-441: entraram 16. aaCirac 12 o
45
\ -auer .
.Sauouaes. V 9 : inarher. 21 -iraluevroi:
-Totai 4il
Arracoada- 414
-,ons 384. '
Ooeote> 20
,oucas 6.
Loncos 4
-To;ai 414
Mov-iiG.:iito oa tfOTarauma
Tiveiam baixa :
Manoel Vieira Baltiino Ferreira.
Lniz de Franca Nazareth.
Vicente de Paula Justo,
lose Vicente Ferreira.
Te.ve alta :
Manoel Jos de Sant'Anna, menor.
tioapiiui Pedro n u mo'.'imuntr, deste
Mar
16
2
1
411
fe*i)i<;iivnii i)trDM "i
Ali-)'
____________I____...___
6 de Margo 10 30 da manha i 0-.49
* I 4-33 da tarde j> S-.35
11 -01 11- 37
7 de Margo 5" -11 da manhi ;:--3- 48
Loiloes ElT.'Ctuar-se ho os segrate^:
Hoje :
Pelo agente Brito, s 11 horas, ra Pricceza
Isabel n. 11. de vidros, loucas e movis.
Segunda feira:
Pelo agente B ito. s 11 hora-, a roa do Im-
perador n. 16, de diversos predios,
laaaa TunebreaSerao celebradas :
Hoje :
A's 7 horas, na matriz de Iguarass e na,igre
ja da Penha, pela alma de Luiz Ferreira Baudei
ra de Mello; as 8 horas, na Ordem Terceira ilo
Carino, pela alma de Manoel Joaquim de Mi-
randa Se e; s 7 1.2 horav na isreja da Madre
de Deus, peh alma de. Fueophilo Augusto de.
\aeveilo Souza; s 7 1/2 horas, na matriz de
Santo Antonio, pela l::ia de Herminia Iilumiuaia
Garca.
Segunda-feira:
A's 7 1/2 horas, na ig-eja da Soledale, pela
alma ae D. Amelia Lio* Ferreira; s 8 horas, oa
mesma igrpja. pelaalmadoDr CarolinodeLitn
Santos; s 8 horas, na matriz da fioa-Vista, pela
alma de Eugenio Goocalve* Casciio ; s 7 horas.
na igreja da Penha. pela alma dcD. Auna Isabel
Bayme Marca; s 8 horas, na matriz da 8 a
Vista, pela alma do Dr. Jo.- Eubank na Ca
mar.
assagetros-Ciiegados do norte no vapor
fendeu perante a CongreL'aciio' d'essa FaCOtdade J nacional Pernambaco :
para obter o grao de deutor en silencias med j Geraldo B. Araorim. Caet.ino de Mmeid Cara-
cas. ) pos, Joanna Emilia Fernandes. 20 pessoas da
A fu dissertacao. que \ersou sobre a febr, j companhia to Circo Amencauo, Giuseppe Ha
anurella. merece ser lida. cieiro, Dr. Aithur Qoadros Moreira, sua seuhora
Homicidio -Aate hontem, ceroa de I h>ra (e { criado, JjaquitftGoncalves de Alhuquerque.
da tartte, J>aquiin de tal, cognominado Calafate, Alfierto Guimares, Dr. Olegario HerculanoPinio
trabjlhador 'e una otaria da ra Inneriai, as- |r>-. i^uj-^ Diogo Silva Antonio LuizC. osta.Jofi
sassinou o m tres ucada^ a Francisco Quemo j C.iimra, Valdevino Cavalcanle, Alfredo Odiluti^
de. Asis, cuahedJo por Toucmk, o sea omp- Snueao Jos de Mello, Joaquim Francisco Cha-
nh-iro na refer da olaria. gas, Bruno, Carlos Augu-io Silveira, Platan Car
O delinquente evadi m; mas a polica dili valbo Res Ahdias dos Santos Joo Adiuydp,
gencia captural o e procede nos terinoj iiO iu Jtjaquim Garca de Castro e sua senhora, Jiie
queriio. Moura, Francisco Lima, Antonio Marques Fon-
Kerimento leve -A's 10 e 1/2 hor 8 da 8ira R SU;t senhora, Antipes Rosa?, %>ilati0 Fe
notie de 5 iinn-nte. mrnil-iiP rnantoea n..p- A lol >no de Ciin t. *<*a-|Brni autins J'o
nas. na '..ipunga. Jaao Hapti-ta -la Silva f-rio uo Poto. Ma.ioel Ferrur Das, i cadete, 19 re
I- veniente a B-llarmino Marques BacathO, seo-1 notes e 5 aprendizes marinheiros.
do preso em flagrante. Cbegadus do sul no vipor nacional Alara
S-ndooc inie atimgavel, Joo Bipli.-ti pres \nhao:
loa tiaoga provisoria esta sendo aquerido pela j Dr. Pedro V< Iho A. Maranhao, D-. Joaquim
:abe!ecimento decaridade. no dia
c > foi o segninte:
Rfryarm
sal-.ram
r.'.lecu
Existen:
fuma vistiada-' a>
loa lirs.
MosCoBU s 8 14
i.ysPB.hj s 9 3.4.
.-a-ros So -: <\-< as 7.
rWrardo s 8 yk/%
ViaidjUUt- as 7^,''
,'ontuaJ s IIL.^,
,-;4i.'ie !<'.rhi'5i "
O orntvfrtut ilavHlejtn'e nJo comparecen,
i ciror."o letiti.-i.. NiJin eompiuo as 8 1/4
horas.
'- unar'uace.ii'iv ftDtrot a;8 14 da an h'e
ahios 3 i ta:d
O ajudanrH do nharmaceutico etitrou a- 7 I,."2
p s '.'o -s 5 1 2 linras da wrde.
bosaNTta Uu fciratn-P^raA 3" narte. da
33 lotera, cujo premio .rande de 2>0:ii00>,
seri extraida no dia 12 !* Marco (qua-ta
feira).
Cenailorio PublicoObituario do dia 6
de Margo :
Gab ia Francisca da Cnnceico Pernambuco
56 anno?. sclteira, linda; sunomo dn ovario.
Lourenco Jos de Frenas, Portugal, 5 ) annos,
Csalo, Boa Visa; beribe.ri.
Luza, Rio d Juneiro 30 nnos, salteira, Boa-
Vista; tubrculos pulmonares.
Leopoldina Mana da COOCe'Ca >. Prrnamhuco.
16 annos, solteira, Rcife; vanlas confl lentes
hemoirhagica.
I-abel Ferreira do N-iaCimaotO, Pernambuco.
26 aunos. casada. Boa Vista ; feore pernicosa.
Alfredo, Pernatnbuc., 6 mez-s, S. Jos ; den
lic-io.
Edmn ido Moraes de Carvalho, Pern imbuco, 41
annos, casado, Ba Vista; delirara 'treiwns.
Noberio J.ne Vicente. I'erniuihur.o, 40 annos.
solteiro, Boa Vista ; diarrhea.
CHRONICA JDICARIA
Tribunal da Relami
SESSAO ORDINARIA EM 7 DE MARCO
DE 1890
PKKS1DKNC1A DO C1DADAO IJhSKMUAKGAUCK
QUTKTDIO DK MI KAN DA
Secretario, o ciiado Dr. Virgilio Coellw
A's horas do costme, presentes os ctdadfios i
desembargadores em numero legal, foi aberta a ''
sesso depois de lida e approvada a acta da an-
t icedente.
Distribuidos e passados os feitos deram-se
>s seguinte.-.
JDL GAMENTOS
Habcas corpas
Pacientes:
Jos Ignacio da Silva. Negou se a ordem,
unnimemente
-
>ilva, appelldos os herd-iros de Antunio Jos
da Costa e Silva.
Eucerrou-se a sessSo d meia hora depois do
mel dia.
PUBLICARES A PEDIDO
Duvidas
lo Jllustre gnrer&ador.
iimeo de Oliv ira
fos
Ser justo uo um empregado, perce
bendo seus honorarios, s frequente a res-
pectiva repartico para assignar o ponto ?
A reaaacSo de n n tal tacto nSo se
conver era em extorsao aos direjtos e iu-
Antoaio Francisco de Carvalho. Mandou-se j teresses deste infeliz Estado, princip.l-
ouvr os,Drs. che e de polici? e juiz de direito Lmente quando s pela moralidade, justica
SPORT
pro
COMMERCIO
Hevista do Mercado
RtciKy, 7 i>f mai.;o i>r 18i0.
MTfl ilgum negocio no mercado de cambio
e watt de diversos lotes de algodo.
autoridade competente.
Falleclmento -- Victima de solTrimeOtOs
'ardiacos. falleceu hontem Laiz Jos Ferreira
Gannataes, na idade de 34 aiiti'is.
O tinado foi coinraerctante e depois eiuprega-
do da Caixa Econmica, de onde se retirou por
Xawitr da Silvena e sai senhora, Amel a A. d.
Huma Benedicta I di Silva. Augusto Maia. l.i
e#* Huiein,Jo- Das Pereira, Jaron y 910 de C^s
tu Magallie^ Joaquim de Gusmao Co-db i, cai.i
to An onio Pedro Dionisio, alteres Carlos Au
garlo de Almeida Soare?, Archanio Leo Abrap
ro tivo de molestia era pessoa de sua familia. es e soa senhora. Etwird von Hun". Joaquim
Er.i hornera, honesto e fabalhador.
A' sna farailia nossos psames.
\on.-.> rahura do Monte, em Olln-
dos S-mtos Souza. 5 ex pncas de marmita, Ar
thur Gdicalves Mariius, O.iilon dos Santos
AtaiDcio Ramos, Tilomas Montenegro Innor, lio
daAiaoha s 7 1,2 iioraa do da, sc cele- nono Lima, Ln loipho F. de Souza Xavier, I'..-
brada missa solemne na erraida de. Nossa Senho-! dro dos S loto! Torres, Scipio GoncaHes Torres,
ra do Monte, em Oinda, em louvor da sua pa-! Pltuio de Magalhe- Costa. Jos Vrente, d R->-
dneira. i rtia. J<,s Gonyahes da Cumia e Silva, Dame!
.. Ouveira, Alfredo da Fonsiea, Atusi.i P. da C ;st
Em seguida alguns romeiros da praia de S.
Francisco, da raesrna cidade. oQere;ero ima-
ge:n de Nossa Senhora do Moute, para ?eu ador-
no um rico par de brincos de orelhas.
Tocar all, de raanh e a tarde, a banda de
msica da hociedade 15 de Novetubro.
Peieira. Dr. Aurelio Lo jes Rottigur-s. Dr Vir-
gilio A. de Carvalho. Dwweciano J. da Cosa.
Dr. Pedro A. da Silva Nolaseo, Joaquim Digu-s,
Ricardo Bernaod, Lntz Magalha-s daSilveira, Dr.
Joo de Alcaniar. Favas, Dr. Jos da Canha Tei-
a exp<)rtacao leiia nela altaiuiega nesle mez at
o dia 4, constou de 1.668.662 kilos, sendo 14.700' Araujo Castr
para o exter or e l.tSI.Dbf para o interior.
R- cha o C. 35 a Medeiros Irmaos 4 C,
C.
40
i *
olsa
^IA^Oii FFICIAES DA JUNTA DOS COK
I, BETOEES
Recife. 7 ae Hateo de X8i0
,'tmhiosobre Londres. UO d/data 23 d. por II,
do bao*.
ReciifiacJo
O cambio sobe llambargo vista, do Banco.
vota o hoolem. f"i a 51* rs. o H. M. e nao 515.
conforme a declararn do coirelor que eff ctuou
trau.--ci;o.
u oresideute,
Antonio Leona do Rodrigues.
O secretario,
Eduardo Duheux.
As entradas rerMc-taUM at a data de hoje so
bem a ti.61o saceos sendo por t
10-921 Saceos
urcacas
-pores .....
uniuaes ....
ria-ferrea de Caruat.
.'i.i-forrea de S. Francisco.
'a-ferrea do Limoeiro
Soi.'im.i.
1.268
1732 -
10 250
70. .
24 875 lo-s

Cambio
FRA(.A DO RECIPE
O mercado abri calmo a 23 d. bancario, no-
uiioa, bavendo pouco movimento at 2 bo-as da
Urde, qu.in.lo os bancos se retiraram, saccandn
alguns a 22 7/8, 22 3/4 e finalmente a 22 5 8,
fertiando frou o a 221/2 nominal.
Em papel particular e bancario repassado hou-
vb diversas transaceO-s importantes a 23 1/4, 23,
22 7/8 e 22 3/4.
PKACA DO KIO DK JiNEUJO
O caicbio decuou rpidamente de 23 d. para
2: i/2 bancario.
Alsado
Cola c o de 1* sorte do sertio a 75O0 firme.
Aexportaco feta pela alfandega neste mez at
o dia 5, eonstou de .">08 OOSljIos, seBdo 3:6.063
para o exterior e 131.942 para o interior.
A ftninulas verificadas at a data de hoje so
Uea aJ.UH saccas, sendo por :
Barracas ... iwxn
VluOTV..... ... '
"iiwaes..... 589
V.*-f:T'ca *e Carnarri. 195
Vi.-1-nia .''- .<. K:aii.-.i-e;; 197
Vs-iem., Oe 4.ruiieiro 220
Noini*.
1 201 Sao ,s
**r.i-Tsr
... ..- ,iiw iu^i % a.' ai.. ulior, por Ui kiiuB, .--.-
voduour^uj CutbiuertfiaJ Aercola, foram
;aeyit;:
ras..... 40.'W a 42(K)
3*700 a 4*2iX'
. 2*700 a 2A%0
*-v-hj par'-ado *700 a |XW;0
wju* ... *300 a 1*800
.-titae .... v iOOO a 1*2 K1
Conros
Couroa salgados 375 ris, e os verdes a 220
res
Aguardeaie
Cou-se a 08 4lcool
Cnta-se a 1953000 por pioa de 4."-'0 litro
Tlel
^>ta-se a 55000 por pipa de 480 Ifro-
Pauta da Alfandcsa
Sk'a*A ce3 A 8 DE 11ABQ0 na IS'/U
Vide o Diario de 2 de Mate)
Vavo" descarga
Barca nacional Beltw. vario? tieneros.
Barca americana Fr'ed W. larlan, algodo.
Barca sueca Balier, carvo.
Uarca alletn Schuam, varios gneros.
Bugue mglez Talbot, bac.lho
Patacho nacional Amia, farello.
smportaco
Hiate nacional Geriquity II. entrado de Ifaco
em 4 do crreme e consignado a Manoe! Joaquim
Pessoa. raanfestou :
Sal 25,600 litros a ordem.
Vapor nacional Pernambuco, entrado dos por
tos do uorte em 7 e consignado a Pereira Car
neiro & C, manifestou :
Arroz I sac ;o uidem. Azeile de carrapalo
3 barris a Guimares & Valcnte.
Barris 250 a Amorim Irmos & C.
CamarSo 3 encapados a Guimares & Vaa-nie,
5 a Ferreira Rodrigues 4 f.
Farinba de mandioca 00 saceos a Moura Bor-
cea a C, 200 a Maia & Rezende, 2,000 a Maruel
lino Gonc.ile Pipas 25 a Amorim lrm09 *f C.
Tapioca 10 paoeiros a Ferreira Rodrigues*C
V'mho de caj 5 barris a G. de Mallos Irmos.
Logre inglez Juhn Richard, entrado do Rio de
J-ntiro em 7 e consignado a II Burle al., ma
nifrstou :
Prelo 4 770 saceos aos consignatarios.
Vapor ira icez Orenoque, entrado dos
port da Europa, em 6 e coasignado a
Augusto Labil'.
Azeite 20 caixas a Ramos & C, la O.
Pluym & .
Ameizas 8 c >ixas a L >pes Alheiro
Amostras 4 volumes a diversos.
Brinzio 3 frd.is a BeltrSo & Costa.
Champagne 10 caixas a A. Lagaa.
fcch 1 caixa ao Diar'.o de Perneta
buco.
Cognac 20 caixas a Sulzer Kauffuain
4 C 10 a Paulino de Oliveira Maia, 5 a
Lopes Alheiro & C.
.'erreja 10 caixas a *'. Pluym & C.
Capsulas de metal 3 caixas a Antonio D.
SiroSes & ''.
Conservas 10 caixas a Das Fernan-
de Erviihas 5 caixas a Piuto & C.
Pi 1 fardo a Beltrao & Costa.
Livros 1 caixao a Amorim Irmao3 & C,
l a S. de Aquino F n9eca.
L'.vas 1 caixa a Papoula & C.
Mercadorias diversas 1 voiume a Marie
Schwarts, 1 a Wiiillimm, 1 Irm5 Sal-
vignal, 1 a Prente Viinna & .;., 1 a C.
Wachsmann. .
Mi.nteig.1 10 barris e 8 caixas a C.
Pluym & i.\
Medicamentos 1 caixa a Amorim Ir
tolos & C.
Papel 1 caixa aos rnesmos, I a Faria
Sobrinho & '',., 1 a Costa Lima &,C, 2
ordem.
Dito de embrulho 30 fardos a Costa
Lilia & C, 100 a Joo Foniamles de
Almeida Pelles, 1 caixa a Prente Viau-
na A *.
Perfumara 1 caixa a Gr. Liporte.
Queijos 1 tina a Ramos & C, 101 caixus
a C Pluym & C.
Roupa 1 caixa ao consig atarlo
&nguesngas 2 caixas a Francisco Ma-
noel da Silva & C.
Sardinhas 7 caixa a Dias Femara-
dea & C.
Velas 4 caixas aos meamos.
Vmbo 1 barril a Francisco M. do Auic-
O De-by Ciub j publicoa o s..
grniBina para a a corrida
Coi:ip8e-se de 7 parcos, sendo dons 8 KJ metro* animaos do l'eraa^ibuo que
uao ten ara ganho no Deroy em 1890, e
nos pridos d liecife ititeo t m'eze- dota
de )'aiiui'.es pi.ngas e unima s de
Perna aijuco i.-ue nai tciihaiu g- maior dstanci no Derliy em 1^90 un'
de 1,800aniones na .iotui-.sat meio jan
g'ift um de 1,300 inimaea de Peroajo
uuc)e fiuxlmcrite um le 1,100egnas
estrang.-irus e -.mv-|: k qje netes ultimo.-
4 meses nao 'e-.iha :. ganho nos Prados do
Rc-.rfe
A c (iridr. ser no di. 16 do correntc. e
a nscr pC&u eneer. ar e ha LO da 10.
#
A bord-i do JJ-miel a"reu no mez pas-
sado mu bello Civallo inglez que ia fies
eoib*rearem C&ab>a. em consig.jaeiio o
Hu Kra um cava lo de alto preco.
Na capaal l'-.ideial comyara n os traba
Ihos da Incauto da raa do novo prado flu-
minense i'iirt' Ciub.
A eompauliia '.-instructora queconctr.tou
a oxeeuyao de tol*.s <. obran,,
a iltl-as prumptaa dentr de 4mezes.
i brigou-ae
nsniKii, 6 ok m\RC i>" I8P0
fura i> rlfi-ior
So vapor americano Alcance, para New
Y.itk earrega'm :
A. Steiti & C, 2 1.180 p-Ues de '.-abra.
nrn mttfot
No vipur nacional Pernambuco, para Rio de
Janeiro, carregarau) :
P. l rneiro C. II sacos com 825 ki'os de
assucar brinco e 3S3 di os cai 28,75 ditos de
dito inascvaMo.
a. Braga, 5 > pipas eom i\ 00') litt js d*. aguar
dente.
B J. -'rnanoe-, 5.02 Cucos grecos.
A. Corrija de Res-ote. 1 000 cocos, fruct..
Para Baha, carregoO :
C. M. da Silva. 2J0 *ace..is cam 15.000 kilos
de assucar tiranco e >( 0 ditoi com ->7 500 .ios
de dito mas avado.
No vapor iiacOR'1 Gaaliy, para Penedo,
carregarara :
F. de Barros Pithe 200 saceos com 2 00J kilos
de milho.
M. A. de Senna &C, C b.nicas om 3C0 kilo*
de assucar refinado.
No vapor austraco Szcckeny, para Rio de
Janeiro, carregarara:
U Lunl ren & i"., 1,753 saceos com 10,'OO
kilos de feijo.
-- No vapor nacional Maranhao, para Para,
carregarara :
" J. da Silva Cameiro *. C. irJ barris com 4,800
litros de agurdeme.
M. A. de Senna & C 2' barrics com 1,700
kiloa de assucar retinado.
Na barca naci ia! Maiia Angelina, para
R.o GranUe do Sul, catrciraram :
Amorim Irmaos S '.., 30 pip.-s cora 5,300 li
Ir s de nzuardente.
No patacho noruegaease Rio, para Santos,
carretroa :
II Fernandes, 150 assuctir uiasLavaJo e 51 ii:o com 3,000 iCM de
o o brinco.
*5aihevo
BECEIitDO
Pet vapor nacional Pernambuco, do norte,
para :
Duarte & C. 5 70Q00 >
Afflurirrj limis & C. 3 693*000
Mua & Rezeilde 3.6:0*000
Banco Sul America uo 3.CO0*0J0
Seixas 4 Irmos 2.00000!)
English bank 1.4u0000
Rodrigues Lima ft C. 1.000*000
Fernandes & Irmo 700*000
i ele vapor nack.na'. Maranhao, do sul.
do bonito.
Frauci.-co Roque Soares.Maodou se. ouvir os
Dr*. ebefe de polica e juiz de direito de Agua
i'reta. <
Aggravo de instrumento
De Tiaibaba Aggrdvanie Galdim de A'iiu
querque Moutenegro, aggravaiio Feliciano da
Cuoha Cavalcanle. Relator o desembarjiador
Monteiro de Andrade. Adjuntos os desembar
gadoes Visconde de Ja>;uaribe. e Alves Ribeiro.
Negou se provimento, unanineinente.
App' lago crime
Do Recife -Appellante o juizo, appellado Cy
pnauo Dias do Espumo Samo. Relator o des
embao;, dor Pires Ferreira. Mmdou se a novo
jury, unnimemente.
Appellaco civel
D.- MaceloApni liante a Compaoh a Bihiniia
de Na^egaciio a Vipor, appeliaii;i a Fa/.eo a l'r--
fluvial. Relator o desembari-ador Monteiro de
Andrade. Revisores os desembargad-" s Alves
Ribeiro e Tavares de Vasconcellos. -Den -e t>ro-
vimento appedaro conira o voto do Relator.
PASSAGKNS
Do desembargador Dclliiio tlavalcante ao des
embargador Pires Ferreira :
Appellai.ao crime "
Do Recife Appellanle juizo, appella.lo Vi
cente de assis lavar*.
Do ilesembarijador Pires Ferreira ao iesem
bargador Monteiro de An.irade :
A.ipellacOes enraes
De Akuj Prela -Appell.itiie o juizo, appellado
Laurennno Jos dos Sollos.
De attiu AIT:ii-o Appellante o juizo, appel
lado Franci-co J*' de raiir Cos...
Ajipellacrj civel
D'. Q lebrailguio Appellanle.* D. losa de
Araujo Pessoa e outros, appelldos A jjU lo Mar
ttmauo Soa'es Viifela ou-o-.
O desembargador Pires G.mylves, lomo ;ro
motor da justica e procurador ;ia Fazenda Nae.io
nal deu parecer nos st-xouitiw feitos :
Appe.llaeo iTime
De Pedras de F-^u-Appellanle o juizo, appel-
lado Atltooio Max tliia.i,. Idspo.
Appellaeo civel
Do Re;jfe -Appeaoie- sUU)SC, anp-.dlado
B-lijaniin Feniorle.a II atldo.
Appo.l.iijo c Hllineici.il
De Itarub \[>)ell .ule Feliciano G.rnes '
reir Oliveird AuJrade, appellado Miilii.n-
Pinto ro Abren.
Do desenibugador Alv.*s K lieiro ao de-em
bargador Tavares de Vasconcellos :
Appellai.o crime
De Booi Con-eili > Appellanle Serallm TtH'o
pililo de Barros appel'.ila a justica.
Appellaca i eo.ii.nercial
D-' Mao'i Appellanies Ci.-t M ireir'a &
appellado FJiCiO '.i Cuta Mascare,.das.
Do iesi-:i!barbado- Tavares de Vasconcellos
ao desembargador Oliveira Andrade:
ApBPlIayao crime
D" "i > n -A[ipel!ante o juizo. tppel'sd Vi-
cen e NjgOeird i|. Carvalho e miiio.
DlLtUBMUIA
"om vista ao dos-.-oiiiar^ador promotor da ms
tica:
Appellacao crime
De Anadia Aopi'llaiile Jj.-c Zefer.nj Ferrei-
ra, appella-a ;i jusiici.
Cora vista as partes :
Appcllacao commercial
Do RcfftAppelantes S uz.. Mou'.iidi" A C.
appeilado Jos O jmpio Alves.
I S T K I t! U 1 Q O B S
Recurso erimo
Ao desem!>urgad.ir Pires Ferreira :
Ue Oliod.i Re.xrrente o juizo, recorrida Ma
ra Avi s .le Liim.
Appellages crimes
Ao desembargador Vi-.vii le de Jigdaribn :
Do Li'iioeiiO Appellaine Francisco Fidelis de
AleOCar, anpeada a justica.
Ao desembargador Dcllino Cavalcanle :
D. B-iii Jir.liin Appellante o juizo. appellado
Joio Soares fe lirilo.
Appeaco Cvel
Ao ile^inliarg-ador Monteiro de Andrade :
Do Recale -Appellanle Lou Jos da Costa e
Renua ilo Estado '" l'.-roambuco :
o rectidao as actuaes institu'cdes devem,
a todo transe, iropor-se opiuiao pu-
blica ?
Era ta^ia condiy.o'es dever hiver con-
descendencia oa pe i do para tal emprega
do que assim procede par mais de .tres
mezts?
Ser licico que o Dr.' Arthur Orlando,
chefo dessa reparti^ao^ n2o queira expor-
sr, a bem de seu corre'igionar smo, a pon>
V de negar se de dar informayoes sobre e
seu subilterno?
A -orma porque vos foi dada a primei-
ra i f'irraacao e o ficto de tica." a segunda
em sua pasta serao procodiment cor-
recto ?
Proceder, assim. o Ilustre chefe, por
coherencia politica ou porque teme amo
cas cuudinas dos seus antigos correligio-
narios ?
Espera que desfacaes ossas duvidas.
Um da vdhu guarda.
----- lo dia i a 6
dem de 7
27.549*875
5 99 3
33 514-828
O tubo de descarga
(Mechofiica ano marina na a pedra philc-
sophal
Vjrissimo no distanciado.
iitnoemct.
Quem torio nasce, tarde
0U nunca se endireia.
Phuclanteda C.
Virissimo desgarrou no
ultimo par. o.
Bacellor.
Comparec ua Escadae vi a mul'.ido enthu-
s'.ista app'audir frenetituiraenie o Messias da
Z^nihezc ; ( ompreheiid" preto) jamis nianlfea*
lacao lao imponerjle foi I.ita naiuella circua.-
s.-npyii territorial
Ans a artista.... que comecou os seus pas-
aos no transpone de carvo .|e pedra in capia
sua. das ahar-mgas para os depositas da ra le
Sania Mita. Foi tal a aver=;>o que tomou o ex-
i-o inca da hamaca Linda Flor a g*e co'abusti-
v. I ipie, "fier a todo o cusi abolil-o do scalo,
lo tii-i de Julio Cezar e do-magnetismo (?) de
S.-ripiao
Eu i onfesso, (nao n^r me ganar) que com
mu. roijoada ni a cosida pela pressao do ar
i-ncn do em conioarihia de Virissimo na meia
Q.oda barcaca Mnerm. Estou encamado e
reg- ij.ido com os succes-os r|u ha grangiar'o
loen discpulo por este SerMo afora I O novo
M-.--ia- uor onde passat deixi vestigios de
patrio!ixmo mecluiuico !
Nao ha duvidi, depois do p-o"heta Izaias, o
V.rissirao o menos elo lu-'iue e mais tribofeiro 1
A descdbena do lubo de d scarga, 6 cusa
espec a idade !! I pescarregar mentiras e rolher
capitacs, nao t'r para lodo 0 mundo. Eu julgava
que o meu discpulo uo UKBffse mais sabida para
'.-ti en-urrasca em-'que ca mettido porem,
vejo cotn assombro queeil'-an recurso inex-
gotavel !
V.-\.i noa bandeira de lubo de descarga, est
acetada. Virissono eoic-eguio airela desla vez
convenceros incmtos associados, que era de
ur/ente uei-e-siilide voj'ar-ad JBi a lira de l
oiirirnir mais eshi D^picffn itoTnia, por elle
esqueeida ; e zis, rjio-i a obra. Toear sea toda
inca de -nas machinas, distando 20 graos por
ora, pelas cidades d interior, fazeiido luisses,
pos, elie s^! aprega !rtes.-ias, de outio modo,
nao consegue enuazopar o mais ignoraste dos
o mieii pois, o um c instructor naval que mi
- miaes.
U Virissimo est fazetido o hriaquedo O
coelho sahe ; d'esta vez, porem, sahe meso t
Somma total 228:237078
SeaniKla sei-cao da AlfaortaaB*. dePernamuuco,
de Marc-J de 1890
o thcsoureiroFi-rencio fomingueB.
0 cne'e da seceoCicero b. le Mello.
Kecb* !>o da I u 6 12.074*8)2
dem de 7 3:-8l*i45
15 43'5 '.iol
necu!edoa*iu do Gsta>!o de
Pft'nambaco
Do ia 1 a 6 2:8tjnt97
dem de 7 440J98
3306!.'o
Norte.....
Sul...
Xew-York
Norte.....
Su!.......
Sul.......
Poro...........
Alagos ........
Fiuance ........
Manos........
Espinlo Si uto ..
Trenl .........
|(!
17
19
26
7
JO

Vapor aliemao Sale'no, entrado de Nt-w Yok
em igual data e consignado a J. i-aler C, ma-
nifestou :
Banda 1,000 barris ordem, 50 a Araujo Gas
tro-A C.
Farinba de trigo 750 barricas ordem, 2 000
a Machado Lopes A C. 1,000 a Lepes Irmos A ,- c p. & c 3 a J
C Pegos da Caiga 25 amarrados a Joqaim n a.^; ^^T V
Dua. le SimOes A C
Kerosene 200 caixas ordem.
Maizeua 50 caixas a Araujo Castro & C. Mer
cadorias 1 caixa a T. Just.
Relogios 3 caixas ao mesmo.
Toucinho 40 barrrs ordem, 20 a Guimares & Fernandes.
Loavel, 2
a Bcmet & C, 20 caixas a A. B.' Dalla.
20 a Carvalho & J., 16 a L. Pluym & C.
Vinagre 1 caixa acs meamos.
Vcrmouth 20 caixas* a oncalves Roza
lins Fiua i C.
BeinarJino Lopes Alheiro
Pereira Cameiro & C.
KXMSDUK)
Pelo vapor ailemo Rjjj >
Rio de Janeiro
6.000*000
2 o>i'i*000
237*28"
para :
1.000*000
lleud nenio pafolleo
IIBZ Da mari; I
Alfandega
Renda geral
Do dia 1 u G
dem de 7
153.939 i905
4:7o2945
19i:692;8c0
Itccie Skralnage
Do dta 1 a 6 5 ;.02838
Ideai de 7 ::4M)-06
7:9.2i'JO
Merend ?I:iaup:i! de $. dos
} movimenio deste mercado no da 6 de
Varen foi o seguinte:
Entraram :
tu 1/2 bois pesarr|o 2 301 kilos.
748 tilos de peixe a 20 res 14U
. 12 1/2 cargas com farinba a 200 rs. 2*5i
5 ditas de;fruetasd versas a 300 rs. 1*500
34 columuas a 600 rs. 20*400
82 laholet-os a 200 rs, o40i)
8 sanos a 200 rs. UG'JO
1 escriptorio a 300 rs. 3'.i0
59 co.npurtiiiieiitos com familia a 5lXi
rs. 95ti0
2S dos de comid.is a 500 r,. 14'Xi0
99 ditos de egumes e fazeijdas a
400 rs. 3P*C0O
17 dilos de suinos a 700 rs. 11*9- 0
10 drtos de fressuras a 600 rs 6>t'tiO
9 ditos de camaroes a 200 rs. I*B00
29 lalhos a 2* 58*000
218S46D
Rendirneuto de 1 u 5 do Corrate I:lla*J2
1:333 J78-J
veos do da:
Carao verde di 32u a 563 ris o kilo.
Suinos de 520 u 560 res .dem. v.
rjaraflux) Je 640 a 80;i toern
arinha An 500 a 600 ris a cuia.
Miliole 420 a 500- .--v dem
Foijio de 86') a 1*200 den.
-ul.....
Europa.......
Europa.......
Sul...........
Europa.......
>ul...........
Euroca......
llamburgo
lT|or#-fc a entrar
MEZ DK1LAB.0
..... Turnar........... 8
VledtS. Nicolao-. 9
OruAa............. 9
Mrquez de Caxias.. 12
Magdalena....... i
Don............. 1S
Malange.......... i-i
Cintra........... 16
8 as 5 h.
8 as II ti.
8 as 5 h
9 as 5 h.
9 as l h.
10 as 5 h
10 as 4 h
13 as li h.
Ll as 11 h.
15 as 3 h.
16 as 5 1.
17 as 2h.
18 as 5 b
20 as -. h-
2d as 5 h.
28 as 5 t.
t agiore a sahlr
MEZ D15 UAKCO
~ul.......... Pernambuco.......
Soulharaploa Turnar........
Ceara c esc.. Pirapama.......
Norte........ Marunlio..........
Valparaso ... Oraba ..........
Baiiiaeesc-. Una............
-amos e esc. Ville de S. Nicolao..
Buenos Avies. Mugdai-ita........
.-outtia.npton. Don..............
Santos e esc Mulange.........
Sul.......... Para..............
amscese. Cintra.....
Norte.. lugons...........
Sul.......... Finunce...........
Sul..........Manos.........
Norte........ Fspit ito Santo.....
BANGO ~lHIC4i(0
Capital 20,000:000^000
.t3 Ra do Comraevoio38
Desconla letras e contas assignadas.
Adan la dtiheiro sobre caucao de ttulos e
;:ier.;adorias e abre contas crrenles com garan-
ta dos mesuras effeitos.
Recebe em Deposito ttulos e valores.
Faz niovnnenlo de ramios de praca a prJ(,:: e
comede cartas de cn-dito, abono e hanca
eaga um couta correte de movimento 3 % ?0
anno.
Recebe linheiro a prazo lixo cu pv- aviso.a
jur.t convencionado.
E faz ouiras operag.-s bancarias.
Movmcnlo do porto
Navios entrados no dia 7
Minaos e escalo12 das, vapor na "lona! Per-
tiambuco." de. 1.999 toneladas, commandanie
Antonio Ferreoa da Silva, equipagein 60. car-
ga varios gneros; a eniira Curneirc C
Rio d Jatii'io e escala( dias, vapor uacioaa!
Mar lia.'. de 1.999 toneladas, commaadn-
' te Carlos Autotiio G raes, equipagem 60, car-
ga varios seeros a l\.-ivira Caiv.ejro* & C
Rio de aaeiro-M dias, brigacingle* John '!-
cli;rds,. .1: 152 toneladas, opito Jo!"i Cr.m-
kII. qui-geai 9 c.rga lareno; a H. Bor.e
* C.
Cardiff-3-) dias, barca uoruegueose .E.ie/.er,
de 439 toneladas, eapito M: D J -eos- n,
equipagem 10. carga carvo de pedra: a Jo-
lm>tun Pater & C.
Pe otas29 das, lugar perluguez He;ci:ia. e
222 toncadas, capliio Beruardiuo Gomes a
Piedade, tquipagem 10, carga varios gea-
rrw : a Amorim Irmos A C.
Cariiff36 dia\ barca niglcza -Sint Andrew,
de 752 toneladas, commandante Beegstru-,
iquipagem 12, carga .arvo de pedra ; a Wi-
sou Sps & C.
Navios saludos no mesmo da
Rio Je JaneiroVapor francez Rouea, com-
mandante A. Beauregard, em lastro.
PelotasLugar iaglez Eldra, capit?a R. \V -
les, carga assucar.
-


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Diaro de Pernambuco--Sabbado 8 de Margo de 1890
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as
SOCIOS
RSSTCTSEB
safae ;;'uin bruuo. t-j 'jue
aiod* Ihe h.lo de p-gar a passagew.
Vmo fillar-yoi agora 'a jitilhe.ru submarina.
Es i -cxia inv[i(,o ri<: tueu discpulo (i qoai
ani.ia w em synWo) construida de um modo
engeuaoso o stuuular : Ura simples tubo de
de3';jrj.'j viii-iu dan machinas fl* Qmlibio e ad-
dici":i:i ja urna rrtorU, (que gratuitamente Ihe
off i-i-au o sen inventor, o Bjroo--i, d-nlis a.
com um apilo etii ciiua, op 'ra, romo se depre
Deiii.'i'. por raeio do ar comprimido. As b:>las)
sSo feitas d'agua I'erveute t m estado soliJi.a le
pela rarefagao do ar. (E' um principio de Ar-
chimedi-s ) Exclusivamente, 6 uma peca na)
sahio da cachola do Virissirao, Toi o apilo foi luventado e eonsuuidu pos habis med i
nicos de oiliva, S uio Mator e Go::m-.i.
Passo agora a dar um conseibo a mea dinci
pulo, que boaiem me 1-uihrou o Pa'.. Vensi-
mo. eocosta as machinas .lecagoala que (taste
em segredu, e jue sao nvi-vi-is aos othos los
mortaes, e Iracta de eonst-uir 0 G yiun .nse,
pji1, levarais ostros seis aam. pagando bem ,
podis Ot casar, dcpus, e la.il anauji.es COio
Vjg.r um plaoinho e miares o qu.;dro mcllio
rado iIij a te. !Md djsa.unes, pj:s, para ;> fren
ta que se un la. Si aqu na cidade, ja nao en
contras mais tilos, Peruamtiuco grano**-, darona
te por elle n'Ora e arranja capitaes ; o mu/ido e
dos esperta* I Si eu nao tiv-sse sida besta
e tivi's.-e accenado uma iatnbugeui nos couri
oda.) do l!ys-es ou me assoeiado ao Mano,-l
Vioi'-i.-o. cu;u wdre e cliente perpetuo do Dr.
Oeoierrio, rece noraeado para o Thesouro. es
taria li -j-- cjpitahsado; fj oesla, cstouna hag-
gem.
Al Drcv.
Antonio rinheiro de Castro.
Re; ir,-; G de Si,rco de 1890.
(Cjinjiiuar-st-hj)
H
rr r
M!
do
I.cufio da cas t a. 3tt a na
Megalmente aiinnn-.ia .- o leilao d'.iquelle
predio, que po vt-rt> i icstaii^eutnria de Fruncs
Co Antonia de M-igalha;-.- Ba>tos. i-m i-lamento
:-ublico feo no canorio do lab ll.j Mergulho,
onde podo ser vmo. foi dado em usufructo per-
netuo abaixo asignada, qu- levar a defeza de
ara di-eilo al as uirim.is instancias anda que
para isso veja se forca la a recorrer car>dade
publica. Previne se p;.is, a qurm int ressar
po^s.i.
Recife, 7 de Ma'co d- 80)
Antonia Mara Porto.
Elixir ueuura-

Onda
A sociedade mu-ical 15 le Noembro, no do-
min.'ol) do correte, a convite dos romeiros de
Nossa Snhora do Monte, estar hospdala em
uma das casas all existentes, tocando durante
o dia.
Prepa-ada all a recepgo ser HKumliida da
comraissio os capites Smico, Goniaga e Bo
te'ho.
Ser encarregado ia 'ulinaria os cidails
Francisco dezoito, Joo Palaieiri e gnstiriho
Santa Clara.
Os socios honoi io> 'nrab^rn esUiro ail: a
convite dos mesmos rom-iro-', |ue MptTara Dio
faltar.
Bell
g-u-'S-oeiiS
No Jvriwl io Rehft de he nti-m a s.ib a epigra-
phe -ao .ida-lan overnadore chefe de polica
do Estado de IVrnaiiihmo vem um oga bellen
se mascara lo .chamando a a-tengao das auiori-
oaie-. m.perforesdeite Estada p-ra a faltad-
segaranca |>ublica em que se aclia a comarc-i de
Aguas !> iu >
A ra.a d.-.-se A'iffli1 poli'ico da malha que a
tndo e i j 'os ladra, prurorando dar signal de
alarma, o te Mni a iranquilliilade. bem patn-
tela O'lnw e vclhas nxa-i invetera las, que a nova
c gneros; poltica repuhli ana repudia.
Nao e>i na tiomeaciio das novas tutoridales
polciaes ce Aguas Beli-.s a falla de M^Oranca
publica, por :er recahido ella mu um p-ssoal ho
nosto C mora Hailo: e provocamos o anonymo
para tir;.r a mascara e vir a publico provar o
contrario (lo que alirniamos. s.ili pena de ui> o
lazenda, Hcar i:las#iitca-lo no numero dos mise
raveis calumniado es. que nao b>ndo a c^ragein
de assu rnr a re.-ponsamlidade de SeUs actos,
embucam se na <"n>u dos eoliar'*s.
0 coronel i; -nmino Korigues Lins de
Albuque que .ti loilieci.l.i. cuno horaem
respeii.idor Ja \- u n iframle elem nto de nt
lera n en-iwrea d- Aguas Bellas ; la'ilo js-im
ijue lendU COlUJiea Clailtl (Ora lia lei e quasj
anaiiln-aila em lempo- que n > van inulto ion-
ge, apenas easc piestiinoso cid -lao assumio o
exercicio de delegado de polilla, fez plantar o
regimera legal, atugeiita ido assassmos alli lio-
misiados coiu a priso de uns e. a persetuico
de ouiros ; emliiu, doraute oito longos aunes de
eserciciu do careo policial cunse^uiu iabel'-cer
a paz e tranquilii la.ie no leiuj de sua jurisJic
cao; qaem, pois, nao estiver contaminado da
iiic no aiionym > e nem acrMar calumnia,
ha de f..ier ju-M;a a tan rrapeitavel culado e
recouh.ee! o- bous servieus que preatou a cau
sa pnbc.i ohiio deleiradu de pj'icia
Que id assim proa-den oaqoelles lempos, boje
i^im maieria de razo, i'Oi itei-toar J-sse pasa-
do que n.uiio ii eo'iobrwv, continuara a prestar
Os 8eus b"s erv.gis a caosa pu.'ilica, Irab
Ihando pela elevaco ao nivel moral |la coaiar-a
que o vio nasccr, e tiio pelo atiiquilamento
della
Nao sjo, fO" '.erto ;:s r-iicul 1s ccusaci-s do
'iiuihui'i sso dis'inclii ila til i B a-cis a'-n
ios ho;-J no:a*a>liW antonda-les p ilicias de
Aguas li -lias, u-' f.ir levau'ar duridas no es-
pirito das auij il.i'les .--ii|ieriores.e^ioriia'-o
su-peito- nos 'argii d- que rjr;iO-Jtiveslidos.
O (in.-)rno l-va ''el irar que a tegnnnq pn
hlieade Ajttit B*Wm* pinguen pelos ''esaceruis dj
actu.'i jiiz um .llcio oiii i ro um mdante do destaca-
leiKii da Vl'li i -r qu.-rer sti pulir um solda-lo
dtsobeiienie e us m^u^ppor; i-.r ser esse
juizo tnesiro que nT!rVflrda*,repui lita, or
leo ll a.i deslaca neliln que pren'esse a ledj e
qujlqiHTcida laK|ue d Se \iv.s ao novo n;ni
men e qoe li'ial.i.enie por M-r es se ju de di
eiio lioniem n\n-o preposlo d^ um ex tleputa
do o tiento e ilmIvo. qoe nSo descasca a re
'ooiuiendar a-u arOc* Ul-as e calomoias con
ira teus a-i.irsaiio-, lazendo a sui iuriminiosa
poltica de extwiBto i; eu porqDC penga a m
garanda publica ni cumariade Aguas Bellas.
?eii/.',ueiiie Cit juiz de direito e fcii canse
Iheiro e-iiij bem conhecidos e nao e por uno
da men: ra inc.impalivi I cjra o u.ivo eimi-n
que se lewntau ic:usacO-s.
Recife, de M. r-i de 1800
Oinilig-'aio.
Os abaixo teaicaadoi, -rapre^;! los d'e*f< E-
lado e aposentados, uratos ao Exin. mareen :l
governador Jos Simeao de Oliveira, e prelen
iendo promover una demonstraco do reronhe-
cnento, convidara os empregrdos activos, apo
sentados, jubilados e reformados para urna re
uniSo, que tera lugar reguiida f-jra, 10 do cor-
rente, s 7 boras da noite, no salaoda Sociedade
dos Funxionarios Pblicos, ra do Imperador
n 71.
Recife, 7 de Margo de 1890.
Educrdo Augusto de Oliveira.
Arthur Orlando.
Antonio Witruvio Pinto Bandeira Accioly de Vas
concellos.
A. J. de Mesqnita Nev?.
Lua esario do Reg.
Joto FraRCisco Teixeira.
Leopoldo Borges Galvo U:hi.
Quintas vezes acontece!
Uma pessoa muito conceituada, mora
ddiira na cidade de Bg (Rio Urande do
Sul,) achou se gravemente doente do peito.
Foi chamado, para a tratar, o Ilustre
Dr. Peona, e rnais barde, o tambora Ilus-
tre Dr. Albano.
Q^doente cada vez cav poior: a mo-
lestia, zombando do trat ment medico,
segua seu fu ses'.o curso.
Uma pa^aoa la familia, t'ndo confi'nca
no Peitoral de 0 imbar, descoberta dd J.
de Souza Soarjs, de Pelotas, lembrou ao
midico a sua applicaco.
E-.t, p >rm, qu; talves na conheces-
se, par experiencia propria, os effdtcoa ele
to suberano rera -dio, recusou 83 a recei-
cra oatraa app'ica^Ses.
doence nada aproveit;.-
era inevitavei, m>n
lo i se, em sigrcdo, cmiprar um vidro do
iito'peitiiral e o d en'.e principioa a to-
mar o novo remedio e a ni?lh'>rar, e no
lim de algum t;rujo achava-se completa-
monte rest.belecido !
7/ bfigeiise.
tivo vegetal.
Formn a de ngel ino Jos
dos Santos Andrade
Approvado pela Inspectorio Geral de Hy-
giene Publica do Rio de Janeiro em 20
de Julho de 1887.
Este depurativo de grande efficacia as mo-
lestias syphilticas e impureza do sangue ; assim
como em todas as molestias das senfioras.
Tem curado radicalmente muitas pessoasse-
eommettidas da terrivel molestia beriben.
MODO DE USAR
Os adultos tomarSo quatro colneres das
sopa pela monh e quatro noite.
As criancas de 1 a 5 amos toma rao ama co
llier pela manila e outra noite, e as annos tomarao duas colneres pela manha e duas
i noiie.
Deverao lomar bullios friiSoO momos fda
manh e noite.
Resguardo renular.
Eicontrase a vtnda na nrogara 4tsar*.
Fiam-isco Mnnoel da Silva C, ra do Mrquez
le Olindi n. 13.
0 autor de-te. preparado nole ser procoraao
ia ra do Barao da Viciora n. 'J7,o^!ie ser en
contradi) para dar to.ia e qjalquer explicaco
que for precisa.
N. 107
Cuidado cu n a f mifleacoe*
Illm. Sr. Antre.hno Jos dos Santos Andrade.
Recife, 9 de Moretaoro de lb>9.
Manda a Justina que agradeca a Vmc. O con
curso que prestou-me, por mel do seu depura-
tivo vegetal, na consecusso da restauragao de
mioha saude quando, j desanimado pela me-
dicina scientitica, lancei, felizmente, mo delle.
Soffrendo ha quatro annos de pertu.bacao he-
pati a acompanhada de clicas peridicas, pali-
dez geral, urinas albuminosas e adocicadas, or
nanismo debilitado, dorraencia as peroas, ape-
zar dos meios iherapeutlcos de que usei e de
varias especies, estara condemnado a chegarao
lermo fatil se oo me entregasse ao Iratamento
de seu n medio.
Com effeito com o consumo de algumas gar-
rafas adquir to notavel differenca que surpre
hendeu m.; e aos que me virara e hoje julgo
conjurado o perigo que correu 013 a vida. Por
este raesmo tempo appl-quei tan precioso pre
parado a uma senhora que iiadecia da ane-
mia geral com a iccliacao, cansado e dorraen-
cia aas pernas, e no lira de duas garrafas ticou
e est boje de plena e robusta raude-
Oeve pois a numanidade muito a seu invento,
mxime ao modo do preparo e ella nao recorre-
r debal le em taes casos.
Pode Vmc. u.-ar da presea como Ibc con
vier edispordo
De, V.nc. respei'ador venerador e criado,
Dr. Amaro ?onscai de Atbuquerque.
Reuniao militar
.mvidaii'-se n* fficiaca do exercito e da
armada, reformados e honorarios, a com-
pareeerem subbado, 8 do correte, s 6 ho
ras du tarde, no salo da cus de residen
oa do inspector do Arsenal de Mannha
deste Estado, afim de trAtarem doa inte-
resses da classe.
Recife, 4 de Maryo de 189).
DE
P
ERNAMBUCO
EDITES
tal- i, continuando
Vendo sj que o
va, e.que a morte
%o sui'.'fh i
g >ventador
do Ei-
Pe.ll
lra<:'0 i
dO :}-. .: i
i:'... i-- .
ji.X I i-:i.
DiS-ie ;
laS :|u.:'S
'.as.., i .
para ser
e a !>.
nado
Exc. lol.i .:ileiie>> fiara o cou
,.j id IU i que n'.o sej preten-
I--. r.iuuififliit oQerece eui beue
iiuractiniei qu-' s alme-
.1
;. ;{]
9c ..:r
,i.
:i
-:t .luis pi-onos'as i;n BIO-i
c ii uno J(WU mais Saua
n..;a.vel que -t8e rVn despr-zada
::i i 'in.r.i fin qe alt'.n desse p--
-i.i :i S9' i G-'i a, se restiin,''" liner
III z
.:. ii :i r: .; e J iir.'.o di preciipej "os
nill-t-' iei:ii;im-. 0 d.gu. governador qn-
t4a le.- n !> l'u '".m r -lago ao contracto do
:o?*rad >. >i q ial a'IH ja se acluva em vigor
r.ceei (e u-n mea a fo; re.scendido. nao deixa
r ile "t nm s considerj(;Oes qu: Ihe tem si
do fi :as cot. referencia ao contracto de lote,
ras; e assim de accedo ora os prin*:ip!7S de
iustica coro que teiu cnraeterisa.io os seus rielo
jara um cr(!?: henelicio se pnzesse em coa
currenea i. allu lilo contracto marcando pra.o
breve para apresent gao dus propostas.
Rrifr, 7 de Ma-co itr 1R90.
O amigo da libcrdade.
Coi;mi > p >rt?Ji>*uez !
Sr-nnd.-i a rnorlouk" que tiramos das pal.ivnis
co ;ii s re Sr. F "irtaan Un itrwtn G unes, in
Serta- ui crmnis i Gaseta in Tarde, de lion
;.;.'.. P ."Jlil etl luje i"-lll ijail o iBt's lemv.'! : os inglezi-s e o governo
ri-yeiliealnr.
Por .n-ii-ideii irfta consideramos S. S entre
nos rsi.jio lerceiro inimigo da palia-----111!!
E" iris-i rois. para a co'onia se rendir nova-
iI}..nf<. ,. ;,;('- n is dmativos para qw. j t3o es-
pjntr.ea i'"ite ge oiTerect-u, prestar tamlum os
i.- i i- e bracos a patria, e cn>iar tara tju
boa ,.;Vi .- dinlleiro como tambera balalhOes
I ;!- ii .-< equipados < rnuniciado".
>' lai-'n..-- i roais alarde de ideas poli
.I j .-lio a peina es iver em perigo. r.
on.;n v :ms p*)r p* ir digna Goiimii-s.i Cea
ira'., c i ';oiini-sOes ..c aet a lod colonia
r. r.|,)r>rfm de esforci.s rni fav .r dewa
:r>-*'.'f*s lie-Oes qu- seinpie a glorifica
;. ilespeito das tyaiinic
d rn
Um t- Uio pvrtugtu z.

23 II-
Ao publico
A Emprexi Telep5iooca Bourgard, ten-
do feiro a raudanya das linhas para o novo
i -i) e precisando mudar grande quan
e do liabas que se acham estragadas,
trd>ilho este que pela sua natureza d lu-
gai- a omitas interrupc5es, pede aos Srs.
assignantes descnlpa de qnalqaer falta que
occorrer durante o/trabalho.
Ilevcfaves e rarter. clucatos
Poucas vezes temos experimentado uma lo
intima satislaco: incioor irwtnos ura legitimo
irgnlbn or noticiar ar respeitavel publico que
a cercfjiLa RusaAllrman una inensaeira para
oc.irp, laato beoi'la como regalo que 6 de li
nissnno paladir, como C. infaliivel na cura de
em li iqueca. ataques bemOrrlioidoes, co:r.uien
los e flores brancas.
Na., alongamos con.-'.iderajoes e limamo nos.
pois. a .:e-cobrir a riqueza da cerveja La Rosa
Alti-mina j p.-1'fi'ssada puiilicamen'c. A verdad*
semire cerdade Altn dos estabeleciuienios
ja -einunci idos est ven :a em ontros im-
pnit,mes rstabeleei lientos dos Srs Joo daCu-
iiha Vascmc-llos, ra do Livrameuto; Antonio
Guilhermino dos Sanios ra Oiveita, Moreira Ir
nao. ra de Pedro Alfonso; Jos la Silva Perei-
ra Lisboa, ra do 1 opera lor; Miniel Martins
Lourc-nco. Jaboatao; Frau-i.vo Men es da Fon-
sec<, Pilar de Alagas. J i.- DmimgOs d'O!
de Alagas. Jim; Dmimgos d'Ulive
ra e Manoel bVrreira Silva V^ijja. Natal; Joio
Jiiv-na! Barbuda Tinoco. Bipsta Jouior i C,
e I-miel Cesar Daarie K Oeirj, MacaUba.
figado de
uJo o podem tomar, porque o
de recusa muitas vezes abs>r-
.tfnntoa doenca, a quem priacre-
v.;ram trata ment pelo oleo' do
haclh",
eataiaga
ve'-o.
E' |irlanto, aegnndo cromos, dever nos
so, chamar a attenijo dos raed eos e dos
doeates sobre s riqusimas pr'priedad s
meicinaes do VINHO DO i)B. viviej de
extrac ^e rlgad le baca-ho. p-irque a
aefSt o a eti:aea d'esse vinho alo muito
superiores as do oleo. Urna colher de
ni Vivier equivale a muitas colhores
melhor oleo de figado de bacalho.
Deposito em todas as pharruacias.
VI
do
Paranagti
0 bonrado cidaaJl Sr. Joaquim
Gomes, vicecnsul de Portugal e
trra, em l'aran ga,
S >ares
Ingla-
de
.ratando di cura
uma bronchie d-3 inau carcter, em sua
espesa, diz a seguinte:
... Miuha u.i.her acha-so perfaitamen
te restabeie -ida de sua grave enfermidade
eom o nso de quitro vidros do Peitoral d'.
Cambar, tendo antes experimentado, ao n
pre intilmente, calvez c nooenta remedios
diversos.
Joaqnim Soares Gomes.
(A firma est reconhecida.j
N. J
Illm. Sr. Angelina Jos ds Santos Andrade.
Teoho a satisfacSo de Ine comraunicar raais
ura aso que se deu cominigo : Estando soffren-
do a um amii. piuco raais ou m-ius de urina
leitosa e assucara a, e tendo esgotado os recur-
sos mdicos sem resultado algura, laocei rao
mais uma vez de seu Elixir puriticador do san
gue, e cora o uso de tres garrafas restabelci
me perfeilamente
Mais urna vez o felicito por lao miravilhosi
descoberta.
Destas linhas que C00le.il a verd de, V. S.
faro us> que ?onver.
De V S. amigo venerador e obrigado.
Recife, 13 de Malo de 1886
iUgwl Xavier de Souza Fonseca
N. 9
Sr. Angelino Jos dos Santos Andrade.
Tendo soffndo, ha quatro mea -, de nraa mo-
lestia que "os mdicos diziam ser hemaluria do
qual eu eslava .-olf en.io. depois de ter tomado
receitado: por cinco mediejs, e mais homeop.i-
lias, nao tirei resu'tado neahum.
Resolv rae lomar o vosso tElixir Depurativo
do Sangue, 'Jo quid toraei duas garrafas e foi
sufliciente para o ineu completo reataba ccimen-
to. al a data presente, o qual agradeg-i-lhemui-
to 0 effeito do seu prepralo, sendo que eu ou-
ritwva sangue durante est^s meses ; palera fa-
zer uso deste quando melhor Ihe aiproaver.
Eslava sellado cora umi estamoha de dosen
tos ris k- iinitisa :a da maneira seguinte :
Recife, 23 de Dezembro de 1881.
Ignacio Troyanno d'. lesas Randura.
(Estavam sellados e reco iheciilas as firma
pelo tabllalo.)
-aeoe -
Dr. Silva Leal
clnica medico cikurgica
Consultorio e residencia d rna do Livramento
n. 6 i andar Consuaas das 11 s 3 boras da
larda Chamados a qualquer hora, por escripto.
(4) Somno cJmo e pseificajao da dor.
tal a divisa do Xaxorpe de Fodet, que
vence a ns >mnia, seja o que for a causa,
as tebres, ns iooles'_i.is, as nevralgies, as
dores de cabeja, a toase da asthraa, das
bronehites, da gripp-j-influenza, etc.
O Xan.pe de Fiilst d um sorain ver
dadeiro, aquelle da natura, som in.ommo-
do, Bsai udisposifao, aaaj perigo, o som-
no que o desea:. c i calmo do corpo e es
pirito. N'um frasco de X^.rope de Follet
ha cinco ou seis noites de um desean^
completo, natural e reparador.
E' n,h-e indo em cases de al-
HtorreJtaSjq'ic o Ungento de Ave
leira Mgica do Dr C. O. Bri-tol, faz ver
seos maravlh"Sos cffeitcs, ela abst>rpco
citaaea, ao lano tempo d^mFaniina.
resolver cicatriz; o o esmo acontece no
ra*:imento de toda a classe ds tumores
t:xtornos ou bcessos, feridas auppuran'es
c'o^gas-j e ou'.ras effee<;538 lcaos exter.ias
de igual na-ureza.. as quaes o Ungento
de Aveleira Mgica do Dr '". G. Br*to'
obra como por enctamento. f>
(J urso pr^parit^ri >
O acadmico Iludi da Suva Correia de
Oliveira abri um carao de jortognez
franoez e ingles, rna do Ri
33. onde reside.
Recife, 5 de Marco de 1890.
rna do Riachuelo n.
De Sorocaba
D aclaro que soffri muito tempo, farseado
aso de medicamentos sem resul'.ado, e,
usando tres das apenas daInjecyao M
Morato sarei completamente de urna chro
nic' gonorrhea que me atormentava.
Faga uso d'este como convier.
Antonio F. Fontoura
Est reconhectda a firma pelo ta'->e!li3.o.
Agentes depositarios era Per ambuco :
Francisco M. da Suva & C, ra Mrquez
do Oiinda n. 23.
Doa milagrea
Illm. Sr. D Carlos.-Tomei o seu re-
medio oElixir M. Moratoe foi com ell-.
que pude sarar das boubas qii suffria ha
muito tempo e que descorogoava por nun
ca melliorar ; um mea via'.nho que tam
bem soffre j largou do tudo \ae Ihe re-
ce itaram e est tomando e seu mesmo re-
medio
Agradecido pelo cinse'.ho e sou obrlga
d's.imo.
Santcs.
Albino Jox Cou'o.
Illm. Sr. D. Carlos.Eu e todos de cf sa,
faz muito tempo que soflVeiuos h.'mores
de boubas, coiu dieta sem resultados. Fi-
zemos uso ag"ra do Elixir M. Morato,
propagado por D Garlos, o s i-raos cora
p!eiamente.
O remedio, alm de ser muito bom, ain-
da tam bom gosto, pois as criancas be
biam com facilidaie, misturado com agua.
Sap.
Firmino Aguiar.
t.' "a. Secretarla do governo
do Eislado de Pernambuca, de
Mareo de i*o
De o dem do marechal governador-do Estado,
e em observancia ao disposto no art 5." do de-
creto n. 866 de 8 de Outubro de 1881, notifico
ao juiz de direito Mcebiades Cavalcante de Al
buquerque, de su reraoco por decreto de 11 de
Fevereiro Ando, da comarca de Floresta para a
do Rosario no Estado do Rio Grande do Sul, Ihe
sendo marcad) o praso de seis mezes para as
sumir o enercicio de snas funeces.
O secreUno,
Antonio lanicio de M. Neves.
I." ecco. Me'retarla do Clowerno
do Enfado de feraambaco, 19 de
Fevereiro tic 1890.
Por e-ta secretaria se fas publico a qnem in-
teressar mssa, que, por portara de boje, do
marechal Governador do Estado, toi prorogado
p'- mais lies mezes, para le os os officiaes da
auarla nacin.i. nome.nlos de 13 de lulho de
18851 at li de Njvembro do mesmo anno, a
contar da presente data, o praso para os referi-
dos ofTiciau* solicarera as respectivas patentes.
0 secretaric
' Antonio Ignacio de Mesquila Neves.
O Dr. Alvaro Barbalho Ucha Cavalcaot?,
juiz substituto do civel desta cidade do
Recife, capital do Estado de Pernambu
co, em virto.de da lei, etc.
Fago saber aos que o presente edital de cita-
go, com o prazo de 30 das vi-era, ou delle no-
ticia tiverem, que por parte de Antonio Alfonso
S'mGes me fot dirigida a pelicao do theor se-
guinte :
Illm. Sr. Dr. juiz substituto do civel.Antonio
Alfonso Simes, na execurao que encaminha
contra Joo Norberto da Silva, tendo feito pe-
nhora em nm bem de raz, e devendo de dita
penhora ser intimada a mulhsr do supplicado,
D. Prescila Silvina Ramos das Chagas. que se
acha em lugar incerto e nSo sabido, reqer a V.
S. se digne mandar passar editaes com o prazo
d* lei, alim de ser a mulher do execotado cita-
di para todos os' termos da exi-cuco at final,
pena de revelia. justificando se previamente a
als( ncia da supplicada.
Pede deferiraenlo E. R. M. Recife, 13 de
Fevereiro de 1890. -0 advogado, Tele^phoro Fra-
goto.
(Eslava sellada com uma estatnpilba inutili-
sada).
B nada mais se continba em dita petlcSo aqu
transcripta, a qual sendo por mrai lida e exami-
nada foi deferida pelo despacho do tbeor se-
gu ute :
Sim. Recife, lo de Fevereiro de 1890Al
varo Barbalho.
E nada mais se connha cm dito despacho
aqu copiado; o dos respectivos autos de execu-
cao se via o termo da penhora mencionada na
petifao supra, do theor seguinte:
Ao< 28 das do mes de Dezembro de 1889, nes-
ta cidade do Recife, onde foi vindo comraigo of-
ficial abaixo as-nynado en virtu le do pre-ente
manda >o retro, nos dirigimos a freguezia de
Afogados, no lugar denominado Torre, ra
Real, casa n. 16, e sendo ah procedemos pe-
nhora e apprehenso na casa pertencede ao
execuiado Joao Norberto da Silva, e logo os di-
tos ofliciaes bouve por bem penhorada a refe-
rida casa e depositamos < m ruo e poder do de-
nosilaro geral naooel Antonio Gongalves, que
se constituio fiel depo-iturio na forma da lei; e
para coaetar lavramos este termo, no qual nos
assiinaraos cora o dito proprietaiio.
Eu. Francisco fljdrigues dos Santos, official
do juizo. o escrevi.Manoel Antonio Goncalvea.
Antonio Carneiro de Albuquerque, oticial do|
juizo.
E uada mais le continha em dito termo de
penhora aqu bem e fielmente transcripto. E
tendo o supplicimte produzidosuas.lestemnnhas,
que depozeram sobre, o allegado na p>-tic&o su-
pra, isto achar se a supplicada D. Prescila
Silveira Ramos das Chagas em lugar incerto e
nio sabido, o escrivo de raeu cargj. Pedro Ter-
tuliano da Cunha, me fez os autos conclusos, e
sendo por mira examinados, rnandei subir con-
clusao do Dr. juiz de direito do civel; e em
curaprimtnto de men despacho o referido escri-
vo, depois de sellados e devidamcnle prepara-
dos ditos amos, oj fez cn-rejusos ao sobreditn
Dr. juiz de direilo )>. civel, jue" i flectivamente
os recebendo, tendo os visto e examinado, nelles
proferio a sentenca do tneor segrate :
Hei por justil'i -add a ausencia da executada
em lugar incerto e nao sabido: expeca-se o
edital de eitagao com o p-azo de 30 dia-*. e pa-
gue o justificante as distas ex-causa. Recife,
27 de Fevereiro de 1890. Joaquim da Costa Ri-
beiro.
E nada mais se continua em dita sentenca
aqu transcripta dos proprij>3 autos, 03 quaes
rae sendo novaraente concluso:;, nundei por raen
despacho "umprir a-sentenca supra transcripta ;
e em cuinprime.itn de rl.it < ineu des;acho o men-
cionado escrivo fez pasjar o p-eseute edital de
eitagao com o prazo de 30 da*, pelo tlicor do
qual cito, chamo e bel por citada a supplicada
D. Prescila Silyina Ramos des Ctiagas para to-
dos os termos da penhora e exeengao ai fiaal,
sob pena de iewl;a.
E para que chegue ao conhe.inu-nlo de todos
ra:i(iuei parsar o presente, que ser publicado
pela imprensa e ufiixad i no lugar publico do
cosame Dado e passado nesta cidade do Re
ctfe. aos 5 de Marg de 5890.
Fiz e-crever. subscrevo e assigBO. Eu, Pedro
Tertuliano d- Cunha.
Alcaro Barbalho Ucha Ca-aleante.
Da
5."
PROJECTO DE mSCMPCO
corrida que realizar-se-ha em 16 de
Alargo de 189'd
t. V-lklAft CONSOLA^AO SOO metros. Animaes de Pernambnco que
nao tenham ganho no Derby em 1890. Premios: lOi&OOO ao primeiro,
30(J000 ao segundo e 155000 ao terceiro.
- IMAA -ESTADO DE PERNAMBUCO- gas. Premios: 2O0|JO0O ao primeiro, 40,5000 ao segundo e 200000 a*
terceiro.
VMrlll PROSPERIDAtE -900 Metros. Animaes de Pernambu-
co que nao tenham ganho em mior distancia no Derby em 1890.
Premios: 20i ^000 ao primeiro, 40)5000 ao segundo e 200000 ao ter-
ceiro.
nWat WMOO DA ESTANCIA l.SOO Metros. Animaes nacionaes
300)5000 ao primeiro, 60J000 ao segundo
S.
.>."
6
at meio sangue. Premios:
e 300000 ao_terceiro.
Sl^, -ANIMACO l.SOO Metros. Animaes de Pernambuco. Pre-
mios : 2000000 ao primeiro, 400000 ao segundo e 200000 ao ter-
ceiro.
^VSk^ VELOCIDADE 1.1OO metros. Egoas estrangeiras e caval-
los que nao tenh.-.m ganho n'estea ltimos 4 mezes nos prados do Reci-
fe. Premios: 4000000 ao primeiro, 800000 ao segundo e 400000 ao
ferceiro.
*.' *lk!kfc EXPERIENCIA -800 Metros. Animaes de Pernambuco que
nao tenham ganho n'estes 6 mezes nos prados do Recife. Premios:
1500000 ao primeiro, 300090 ao segundo e 150000 ao terceiro.
Observa^oes
Nao se realisarao os pareos sem que se inserevam e corram pelo menos 5
animaes de tres proprietarios ditferentes.
Nao poderlo inscrever-se no mesmo pareo mais de 2 animaes do mesmo pro-
prietario ou tratados na mesma coudelaria.
A proposta que nao vier acompanhada da importancia da inscripreab nao ser
aceita.
A inscripcao encerrar-sp-ha segunda-feira, 10 do corrente s 6 horas da tarde,
na secretaria do Derby C.'ub ra do Imperador n. 22, l." andar.
O SECRETARIO,
Jos de Oliveira Castro.
4." seccSo.Secretaria do Governo do Estado
de Pernambnco, em 3 de Margo de 1890.
Pelo presente edital faco publico que nesta se-
cretaria recebem se propost3sat 20 do corrente
mez, para forneciraeuto dos objectos necessarios
ao seu expediente, constantes da relacao eni se-
guida transcripta.
O secretario,
A. I. de Mesquita Neves.
DECLRCES
O consellio da Intendencia Municipal da Cidade
de Olinda e seu termo, em virtude da li i, ele.
Faz constar a quem ioteresaar pos-a que, era
viriude do an. 74 do cdigo de no?turas munici-
paes, fica marcado o pr-jzo de 6'J di:is, aos pro-
prietarios das casas n'esta cidade que tivereiu
terreno' era aberir. que deiiera para as ras, bec
eos ou travesas, alio de ecHarem oilos terrenos
com muro, sob as penas impostas no cit do ar-
tigo.
E para qoe ebe-gue ao conhecimptiio de todos,
manJou publicar p;-lo Diario e aflh- nos luga-
res mais pblicos dVsla mesma cida-ie.
Pago da Iotenaencia Municipal de Olinda, 3 ds
Maico de 1890.
D:\ Albino G. Meira de Vasconcellos,
Presidente.
Jos Marcolino di Funseca Manguinlio,
Secretario.
tscriptorio central da em-
preza da estrada de ferro
de Ribeirao a Bonito, no
Recife.
ASSEMBLEV GERAL ORDINARIA
Nos termos expressos nos arla, 15 e 16 di
dec-eto do governo provisorio de 17 de Janeiro
desfe anno. f4o convidados o.< S s. accionistas a
se rennirem era assemb ea geral ordinaria na
dia 12 de Margo prximo, a 1 hora da larde, na
ne desta erapreza, n. 74, 1 andar a ra Duque
de Caxlas. alim de $v- 1 ido o rotatorio dos ta-
raes, o bataneo- c miis documentos do anno
Ando
Recife, 2o de Fevereiro de 1890
Os directores,
Jos Bellarrnino Pena de Mello.
Francisco Lopes Guimoraes.
Sebastiao Al fes da Silva.
Relsgao dos objectos necessarios ao expediente
da Secretaria do Governo do Estado de Per-
nambuco :
Agarras de metal para panel, caixa.
Baca de Agalh para raaos", urna,
"robante grosso, libra,
dem lino, ideal.
Copos de vidro Icios nm.
Cocos de Agatb para agua, um.
Cestas de vime para papel uma.
Caetas Anas, ouzia.
Caivetes finos, um.
Escarradeiras de Agatb, uma.
Espaaador de pennas. um.
dem de palba, um.
Enieloppes para officios de differcnles taa-
nnos c formatos, em papel azul cu bran:o, com
e i^m inscripcao, cento.
Ditos para cartas officiaes do tamaoho da 4.
parte de uma folha de pipel Ministro com in
scripjSo e armas da repblica, caixa.
Ditos de igual lamanha sem inscripgao, dita
Ditos maiores para papel de formato mizade,
dita.
E irados de madeira, louro, ura.
Escovas para lirapar mesas, uma.
Furador de ac para papel, um.
Gomma-arabicadissolvida, f: c#
Dita dita em earogo, libra.
Jarra de barro, uma.
Lapis preto, duzia
Ditos de cores, dita.
Lacre, caixa
Livros em branco, numerados e riscados, com
dsticos, de ditferentes tamanbos e formatos e
de 50 a 500 folhas, um.
Obreias para sello de patentes, era pues, libra.
Obliterador, um.
Pennas de ac de diferentes fabricas, caixa.
Pastas para escripia, orna.
Ditas para coodatco do expediente, uma.
P de Aga b para cuco, uma.
Papel rosado pautado, com inscripcao, resma.
Di'o dito dito, sein inscripcao, dita.
QPapd branco, pautado con inscripcao, resma,
dem almasso, pautado, resma,
dem idem. liso, resma.
dem de linho azulado, paulado, sera inser
peo, resma.
dem grande para ttulos, cora as armas da
Repblica, folbas.
dem, branco, pautado, para raappas, de dille
rentes tama dios, fo'tias.
dem formato-Ministropara cvrtaa com sa
arma da Repblica e mscnpy'io. caixa
dem idem sem aS armas e inscripcao, caixa.
Papel para cartas formato-Araisadesemin
scripgo, caixa.
dem cartonado para p-itentrs folba.
dem, malta borro, folba.
dem grande de linbo, pardo, para envolu-
cros, folha.
Quartinbas de barro, duzia.
Raspadeiras de ac. urna.
Regoas de (udeira, uma.
Regador de II and res. um.
Sabonetes tinos, u o.
Ditos ordinarios nm.
Tinta azul, negra, flue B'ak, frasco.
dem carmim, frasco.
Tinteiros de vidro, um.
Toalbas felpudas paia mos, duzia.
Tmpanos, un.
.Tesoura para papel, uma.
Vassouras atne'icanas, uma.
Impresses lithographicas, exemplar de cir-
cular, conviteB e nstrueges etc.. cenio.
Indemnisadora
Nos termos do 1 do art. 23 dos estatutos a
directora convida aos Srs. accionistas a reuni-
rem se em assemWa geral ordi .aria, ao meio
dia de 11 de Marco vindouro, na sede da compa-
nhia. A reunido tem por fim deliberar sobre as
contas do anno social lindo em 31 de Dezembro
prximo p ssado.
Recife, 24 de l evereiro de 1890.
Os vectores
Joaquim AI ves da Fonseca.
An onio da C. Ferreira Baltar.
Jos Ferreira Marques
S. R. M.
Sociedade Recreativa Hocidadc
>aro trimestral m 24 do corrente
De ordera do Sr. presi lente, convido os senho-
res socios que queiratn tirar convites p^ra este
sarao, a apreseotarem os nomes de seus convi-
dados nesta secretaria. 0 recibo do mez cor-
rente serve de ingresso. <
Secretaria da Sociedade Recreativa Mocidade,
5 de Marco de 1890.
O 1- secretario,
Martiniano Cruz.
Capitana do Porto
Aos eommandaoteg, mestres e
capllaes
De ordern do cida-.So cupilao do porto deste
Esta io recommenda-se a todns os enmmandan-
tes, mestres e capiles de embarcagOes a vapor
nacionaes o cumprimctito do decreto n. 10.411
de 26 de Oulubro do anno prximo passado, pu-
blicado em editaes no3 jornaes desta cidaie em
18, 19 e 20 de Dezembro do mesmo anno, para
que nao consintam a bordo dos navios a sens
comniando- senSo o pessOal de machinistas, fo-
guistas e praticrates qne exhibirem os seus t-
tulos respectivos, bem como aquelle cuja classe
seja equivalente forca de cavallos de cada na-
vio, indicado nos mappas constantes do supraci-
tado decreto.
Capitana do Porto do Estado de Pernambuco,
5 de Marco de 1890.
O secretario
___________Mario F. deCastro Chave3.
Engenh> A Qude Novo
FREGUEZIA DE S. VICENTE
Os abaixo assignados constitniram seu bastan-
te, procurador o Illm. Sr Or. A.ionio Clemen-
tino Freir, para tratar de seus negocio: refe
rentes as partes que lm no engenho Agude
Novo.
* Recife, 3 de Margo de 1890
L. A. Salazar Jnior.
Joaquim Paulino Nicas Muniz.
THEATRa
Domingo 9 de Marco
llrale Pi IViTiug e
Asscmbla geral
Pelo presente s5o convidados os Srs. socios a
se reuuirein < in spsso de asserabla geral. que
ter lugar domingo 9 do corrente, pelas 4 bo-
ras do tarde o Gjbtnete l'ormguez, para dis-
cutirem e votarera o relat rio da direccao e pa
rotar da commisso de coritas, a elegibilidad-;
da futura direccao e bem assim deliberarem
acerca de oatros assumptos importantes, proce
didas de proposta da directora para o qoe pe
de ce o concu-s-. de todoi os socios.
A assembla funeona e delibera coa a pre
senga de 15 socios.
Presidencia d'assemLIt^a geral, 4 de Margo de
189oe
Domingos da Cunha Gitimaraes Rocha.
EM^BESA E ?-IREC'AO DO ACTOR POETUGUEZ
Domingos Braga
Grande festa artstica dedicada a coto-
na portugueza
Explendido espectculo cojo producto sr
applicadb a aefeza da honra e dosQrios da XA-
CAO PORTUGUEZA.
Depois da ouvertura pela orchestra subir a
scena o drama de srande aparato de costumes
militares cu 3 actos e 4 quadro^ do laureado
escriptor portuguez JOS' ROMANO

'









0.
Derby Club de Per-
nambuco
A directora desta sociedad*, emvrtodedo
art. 16 io decret de 17 de Janeiro deste anno,
scientih'ca que fiewn dUposic&o dos senhores
accionistas, na secretaria da sociedade ra do
Imperador n. 2i, as copias do balanco, da rea
Cao nominal dos accionistas e da lista das traes
lerendas das a. goes realisadas ti! decurso do
anno prximo (indo.
Recife, I de Marco de 1890.
0-: directores,
Manoel da Silva Maia.
Jos de Oliveira Castro.
Carlos Ji' de Medeiros.
HONRA E GLORIA
Distribuiq3.o
O general Sr. L. Franca..
O coronel de cacadoresn. 5 Sr. Pacheco.
0 ajudante de campo
Jorge, capilao da 8* com
panhia
Placido, 3arge to
M-cara sargento da 4'
O alferes Instructor
O sargento da 8
29 quartelleiro da 8'
Escopeta
Batalado, reefuta
Um paisano
! gnlneta
2" oiio
alaria, filha de 29
Anseliea, mnlher de 29
Sr. Sigismundo.
Sr. A. Peres.
Sr. C. Lisboa.
Sr. Machado.
Sr. Leandro.
Sr. E luardo.
Sr. Domingos Braga .
Sr. Rocha.
Sr. Lyra.
Sr. lgncio.
Sr. Nolasco.
Sr. Teixeira.
Sra. 0. M. Luiza.
S'a. D. Angelina.
-
Officiaes, sargento?, :abos, soldados, recrutas,
faxinaa, msica, povo e tropas.
Xo 4' acto d se o fczilameoto do soldado 29
cora todo o aparato militar.
Os bilbetes poiem ser procurados na bilhel: -
ria do tbeatro no dia do espectculo.
Principiar s 8 horas
Haver bond para todas as lihbas.
Nao sendo passado este espectculo, a emnre
za espera do patriotismo dosseu3 concidados
o auxilio valioso para poder corresponder a um
fian to justo e sagrado.
-'V^V
f
I
!'! '



y











6

Diario de Pernambuco-Sabbado 8. de Mar$o de (890
S. R. C
kHrdad<- Refreatl* Conmerdal
Assembla geral extraordinaria
Be ordem do cidado vire presidente, convido
a todos os socios a reunirn se na gde social
lo da 9 do crreme, s 4 horas da tarde, para
tegerem se tres membros da directora..
Secretaria da Sociedade Recreativa Commer-
iai, 7 de Mar^o de 1890.
0 1 secretario,
Francisc > Maia.
Correio geral
Malas a expedir-s hoje
Pelo vapor brasileiro Pernambuco, esta admi
istraco expede malas para os portos do sol,
recebeqdo impressos e objectos a registrar at
2 horasua tarde, e cartas ordinarias t 3, ou
at a entrega das malas, com porte duplo.
Pelo vapor brasileiro Maranhao, esta adminis-
tracao expede malas para os portos do norte
recebendo impressos e objectos a registrar at
2 horas da tarde, e cartas Tfdiftaricfe ate 3, ou
at a entrega das malas com porte duplo.
tdministraco dos Correios de Pernambuco,
I de Margo de 1890.
0 administrador
ffonso do Reg Barros.
Arremata (ao
Xo dia 13 do correte, pelas 9 horas da ma-
lha, na casa das audiencias do termo da Escada,
tem de i* praca pela ter;eira e ultima vez, o
eogeoho Jaguaribe com o abatimentc de 10 0;0,
e nao havendo lancador que cubra a avaliagao
de 16:200OO0, ser arrematado por qnem mais
ofl'ereccr pelo dito engenho.
MARTIMOS
n
ompanhia Bahiana de Na-
vegado Vapor
Macei, Villa-Nova, Penado, Araca-
j, Estancia e Bahia
O VAPOR
Mrquez de Caxias
Commandante Bernardes
E' esperado dos portos cima
at o da 12 de Margo regressan-
do para os mesmos depois da
demora do costume.
Para carga, passagens, encomnKndas e dinhei
o a frete trata-se com o
AGENTE
'edro Osorio de Cerqueira
17Ra do Vigario 17
ni red States and Brazil
M.S.S.C.
O vapor Finance
E' esperado de NewYork
at o dia 19 de Margo
o qual depois da de
mora necessaria seguir
para a
Baha, Ro de Janeiro e Manto
Para passagens carga, encommendas e di
neiro a frete. trata-se : com os AGENTES.
Ovapor Advance
E' esperado dos portos uo
sul at o dia 20 ie Margo
o qual depois da de
mora necessana seguir
1 para o
aranho. Para, Barbados, *
Thomaz. Martlnique e Wew-
York.
?ara carga, passagens, encommendas e di
rneiro a frete : trata-se com os
AGENTES
Henry Forster & C.
8Ra do Commecior8
1* andar
Pacific Steam Navi*ation
Companv
STRAITSOFMAGELLAN LINE
Paquete Oruba
Espera-se da Europa at o dia
,9 de Margo e seguir de-
Zpois da demora do costume para
'Valparaso por
Bahia, Rio de Janeiro e Montevideo
Para carga, passageiros, encommendas e di
neiro a frete: trata-se com os
AGENTES
Wilson, Sois L Limited
14RA DO COMMERCIO14
Cftmpanhia da Mala Real Porlo-
gaeza
O vapor Malange
De 3,500 toneladas
E' esperado de Lisboa at o dia
15 do corrente e seguir depois
de pequea demora para a
Bahia, Rio de Janeiro e Santos
Sobre fretes e passageiros trata se com os
AGENTES
Pereira Carneiro' & C.
6-RA DO COMMERCIO6
Io andar
tOUl'lMIll I'KHMIIBIHM
DE
faTegacSo costeira por vapor
PORTOS DO SUL
Tiagem directamente a Bahia
O vapor Una
Commandante Monteiro
Segu no dia 10 de Margo as 5
'horas da tarde. Recebe carga at o
dia 9.
Encommendas, passagens e dinheiro frete
tfl 3 horas da tarde do da 10.
ESCRD7TORIO
Ao caes da Companhia Pernambucana
n. 12
COMPANHIA PEBX.4HBi;C.*>i.*
DE
Xavegacio costeira por vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Afaco, Mossor, Araea-
ty e Cear
O vapor Pr apama
Commandante Carvalho
mi Segu no dia 8 de Margo *| 5
As. horas da tarde. Recebe car o
Encommendas, passagens e dinheiro i frete,
a 3 horas da tarde do dia 8.
ESCRIPTORIO
Ao Cae da Companht Pernambucanu
n. 12
iipafthia Brasileira de
Nftvetracfio Vapor
PORTOS DO SUL
O vapor Para
Commandante Antonio Ferreira da Silva
E' esperado dos portos do or
te ai* o da 16 de Margo e de-
pois da dt mora iodispensave)
seguir para o> portos do sul
-uoiiui dar. sero n -eradas no trapicn>
S rbosa al llora da larde do dia da sahidn.
Para carga, passagens, e ncommendas e vale-
res rata-se com os AGENTES.
PORTOS DO NORTE
O vapor Alagoas
Commandante Jo2o Mara Pessoa
E' esperado dos portos do sul
at i>dia 17 de Margo e se-
tf guindo depob da; demora indis-
nsavel para o portos do nor-
i" ate Matulos.
ib-e:ioommendaB b6 serao receidas na* agen
i: at 1 hora da tarde do dia da sahida.
>?.ra carga, encommendas, passagens e valo
es ;rata-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
6'=.Rua do Commercio=6
Io andar
(
HARGEURS REUNS
Companhia Francesa
DE
FaTegacSo a vapor
Liaba quiczenal entre o Havre, Lisboa
Pernambuco, Bahia, Rio. de Janeiro e
Santos.
O vapor
VilledeSan Nicols
Commandante Tauqucry
E' esperado da Europa at o dia
9 de Margo segurad o depois
da indispensavel demora para a
Rio de Janeiro e Santos
Soga-se aos Srs. importadores de carga pelo-
va Dores desta linha, queiram apresentar dentro
ie t das a contar do da descarga das alvarengat
inalquer reclamagao concernente a volumes qu<-
orveutura teniam seguido para os portos de
mi afim de se poder dar a tempo as provi
iencias necessarias.
expirado o relerido prazo a companhia nao se
-esponsabilisa por extravios.
''ara carga, passagens, encommendas e d>
iro a frete : trata-se com o
AGENTE
ugHste Labille
yRA DO COMMERCIOy
Roya! Mail Steam Patcfcet
Company
O vapor Magdalena
Espera-se da Europa ate o dia 13 d
.Margo, seguiudo depois da demo
>ra do costume para
ahla, Rio de Janeiro. Hontevl
do e Bih'uiki- \yrrs
Para passagens, fretes e- encommendas trata
se com os AGENTES.
O vapor Don
E' esperado do sul no da 13 de Mar
50, segurado depois da demora ne-
cessana para
S. Vicente, Lisboa, Vigo, e Southampton
Reducido de passagens
da Ida volt*
A Lisboa 1 elasse 20 30
A. Southamptonl'classe 58 i 42
Camarotes reservados para os passageiros Ot
Pernambuco.
Para passagens fretes. encommendaB, trata-
031 08
AGENTES
Vinorim Irmos & C.
N. 3Ra do Bon JessN. 3
LEILOES
Agente Brito
Leilo
De vid ros, toncas e movis
Urna mobilia de junco, urna dita de amarello,
uro guarda-vestido, urna meia commoda, um la
vatorio de pedra, urna toilett, um cabide de co
luinna, ama cama franceza, um marquezao lar-
go, um dito estreito, 12 cadeiras de junco, 14
ditas de amarello, um guarda-louga. um guarda-
comida, urna mesa grande e urna dita elstica,
um lavatorio de amarello, urna commoda gran
de, espelhos, candieiros, jarros, louga para al
mogo e jantar, copos, clices, garrafas para vi-
nho e outros muitos objectos na casa
Ra Princeza Isabel n. 11
*uI>Iki A'i 11 hora
Leilo
De bons predios
Agente Brito
0 agente cima, a mandado ds Ilustre cida-
do juiz de direito da provedoria e a 'equeri-
ment do fir. promotor de capellas, vender em
leilo os predios abaixo mencionados perten-
eentes irmjndade do Divino Espirito Santo do
Collegio.
1 casa terrea n 16 ra das Larangeiras, com
3 portos, sem repartimento, 1 cuarto, cosinha e
quintal.
1 casa terrea n. 32 ra de Santa Thereza,
porta e janella de frente, 2 salas, 3 quartos, co
sinha fora. cacimba e quintal com porlo para o
becco do Falco.
1 dita n. 23, no pateo do Paraizo com parta 5
janella, 2 salas, 2 quartos, cosinha fdra e quin-
tal.
1 dita na ra Velha de Santa Rita n. 42, com
porta e janella, 2 salas, 2 quartos, cosinha lora
quintal murado.
Em seguida
vdnder mais a casa terrea n. SO, ra de
Joo Fernandes Vieira.
Segunda-feira, 10 de Mar^o
A's 11 hora*
A' ra 15 de Novembro outr'ora do Impe-
rador n. 16
Leilo
De caixas com cerveja allemS de diversas
marcas, caixas com cognac, caixas com
agua mineral, caixaa com whisky.
tuarla-feira 1* do rorrete
A's 11 hora
No armazem rua do Vigario Tenorio n. 17
O agente Gusmao far leilo das mercadorias
cima mencionadas em lotes, vontade dos com
pradores, para fechamento de cuntas.
Agente Stepple
2a Leilo definitivo
~)e bons predios em boas ras e em boas
freguezias
Terca-feira, II do corrente
A's 11 hnras em ponto
.Yo armazem ra do Imperador n. 39
0 agente 8tepple por mondado e assistencia
do Exra. Sr. Dr. juiz de direito privativo de or
pbos e ausentes, a requt-rimento do Exra. Sr.
cnsul de Portugal, levar a leilo, os bens per
tencente ao finado portuguez Beoto Gomes de
Pinho.
A casa terrea n. 125 ra Marcilio Dias
outr'ora Direita, freguezia de S. Jos, com fren
te de asuleijo e commodos para familia.
A casa terrea n. 4 ra Dias Gardoso; era
S. Jos, outr'ora ra do Caldereiro, com cou-
modos para familia; casa que acoa-se oem con-
struida.
Urna dita idem n. 21, ra do Coronel La
menba, em amito bom estado de conservago, e
com bastante commodo p ra familia, e servindo
de base es pregos do Io leilo.
Os Srs. pretendentes desde jpodero ir exa-
minar os referidos predios.
Leilo
ridros
De movis, espelbo oval, loucas,
1 lustre de cry6tal
Terca-feira. 11 do corrate
As 11 horas em ponto
No Io andar do sobrado ra da Impera-
triz n. 6
Constando :
De urna mobilia de junco com encasto de pa
lha, composta de 12 cadeiras de guarnig, 4 di
tas de bragos, 1 sola e 2 consolos com pedra, 1
espelbo oval, 4 quadros, 4 etageres, 8 jarros
para flores 1 tapete para sof, duasescarradei
ras, 6 capachos urna mesa parajogo, 2 candiei
ros para kerosene, 1 lustre de crystal com 5 bi-
cos para gaz carbonizo, urna cama para casal, I
toillet com pedn, 1 lavatorio com dita, u :>a
banca cabeceira de cama com pedra, meia com
moda, 1 santuario. 2 cabides, 1 marquezao lar
go, 1 dito estreito, urna cama para menino, 1 bi
det, duis banquinhas, t lavatorio de ferro coro
jarro e hacia, urna mobilia de amarello comple-
ta com lampo de pedra, uma importante mesa
elstica de carvalho com 6 taboas, 1 guarda
louga, 2 aparadores de armario com pedra, 12
ct.deira8, 1 relo^io de parede, 4 quadros, uma
costureira. 1 dunquerque, 1 guarda comidas, 1
aparador grande com pedra e espelbo, uma
quartinheira, apparelhos de lougas p..ra almogo
a jantar, copos, clices, compoleiras, garralas
para vinho, bandejas, jarras para agua e muilfis
outros objectos de casa de familia.
O agenteGusmo. autorizado por uma fami-
lia que ret roa se. para o Estado do Cara far
leilo dos objectos cima mencionados, os quaes
fura ni transpor ados para o relerido sobrado.
Ama
Precisa-ae de nma criada que engomme cem
perfeigo e mais ervigos de casa de familia a
ratar na roa Conde da Boa Vista n. 24 A, ou
ua Duqpe de Caxias n. 93
Ama
'recisa-se dz uma ama i na roa Ilha dos Car
valbos (antiga Bella) n. 37, 2- andar.
Ama
Precisase de urna ama para ensaboado e mais
servigo de csa ; na roa do Rangtl n. 34 ter-
ceiro andar.
Ama
Precisa-se de uma ama cosinheira ; a tratar
na ra Bario da Vicloria n. 54, nova agencia de
movis.
Ama
Precisa-se de ama ama para cosinha e mais
alguns servigos de casi de pequea familia ;a,
ra do Imperador n. 40.
Ama
Na ra da Aurora 109 E, precisa-se
de nma ama para andar com nma
crianca.
Ama
Para casa de pouca familia ra do Vigario n.
25, segando andar, precisa se de uma ama para
crianga
Ama
No becco da Litigoela n. 3, precisa se de urna
ama para casa de pequea familia para cos-
nhar.
Leilo
De um terreno proprio com 900 palmos de
frente e cerca de 160 de fundo, na travessa do
Arraial, esquina da ra de S. Joo, todo cerca-
do e arbori.-ado.
Megnnda-feira, 19 do corrate
A's 11 horas
No armazem da ra Mrquez de Olinda
n. 48
Por occasio do leilo da casa ra do Coro-
nel Suassaoa n. 36. pertcncente ao espolio de
Francisco Antonio de Magalhes Bastos.
Por intervengo do agente
Gusmao
Leilo
Da casa terrea n..36, sita ra do f.'oro
nel Suassuna, tendo 2 ports e janella
de frente, 2 salas, 2 quartos, cosir_ha
fra, quintal murado, cacimba, portao
medindo 4 metros e 50 centmetros de
largura, 13 metros e 45 centmetros de
fundo, 80io foreiro irmandade de S.
Pedro.
Seguuda-feir, 19 do corrate
A's 11 horas
No armazem da ra do Mrquez de Olinda
n 48
O agente Gusmo, a torisado por mandado
do Exm. Sr. Dr. juiz de direito da provedoria
de capellas e residuos, far le 15o com assisten
cia do mesmo jniz da casa cima mencionada
pertencente ao espolio do do finado Francisco
Antonio de Magalhaes Bastos.
AVISOS DIVERSOS
- Urna senhora competentemente habilitada
em instruir meninas as materias de ensino
primario, por ter disto longa pratica. prope se
a eosinar particularmente em algum engenho ;
e par., que nao se varille sobre sua reputago,
o procedimento por ella exhibido, ser a sua
garanta. A' ser procurada na ra Velha n. 85.
Precisa se de uma i ina que toteada de co
sinha ; a tratar na ra das TrincbeiFas n. 17,
loja. ^^____ ___
- Precisase de uma perfeita engommadeira:
a trar rua do Qoeimado 60, terceire andar.
de uma boa tosinheira, que
a tratar na ra Nova n. 39,
Precisa-se de um copeiro ; na ra do Pay
sand n. 19.___________
Precisa se no becco dj Espinheiro n. 5, de
urna ama que cosinhe e engomme com perfeigo,
e que seja matriculada.
Precisa se
durma em casa
segundo andar.
Precisa se de um copeiro i ajudante ; na
Ponte de Uchea n. 36, em frente a estago.
Precisa de uma ama para lavar e fazer o
servigo interno de casa Je familia : tratar na
ra do Vigario r. 5, armazem.
Precisase de um caixeiro que t".,ha p-
tica de molhados e d fiador de suh conducta ;
ao Largo do Mtrcado n. 25.
Alugase o 2- andar .!a casa n. 44. ra
da Assumpgo; a tratar na ra Duque de Caxias
numero 52.
Alaga se o andar do sobrado n. 3 da
ra das Flores, cora agua ; a tratar na ra do
Crespo n. 12, 1 andar.
Alugam-se o 1- el- andares da caea n. 43
1 ra Visconde de Inrianna, com agua re core-
modos para familia ; as chaves no andar'terreo
AToajam-ae casas caladas e pintadas no
nados de S Goncalo, a 8*000; a tratar na roa
.a linpc.-atriz n. 76. '
Uma pessea competentemente habilitada
para adininistrago de engenho ou de qualqaer
trabalho de agricultura, assira como cobrangas
aqtii ou f jra da capital, se offerece a quem pre
ci-ar ; a iratar com a mesma. no pateo do Car-
mo n. 27.
Ama
Precisa se de nma cosinheira ou cosinheiro
bom, para casa de familia ; a tratar na ruado
Cabug n. i4. de meio dia at 2 horas,
Amas
Narua Mrquez doHerval n. 61, sobrado, pre
cisa-se de uma boa cosinheira e de uma criadi-
nha par andar com uma crianga.
Amas
Precisa-se de duas amas, ama para crianga :
outra para cosinha ; a tratar em Fernandes
Vieira n. 60.
Amas
Precisa-sa de ama para engommar e outros
servigos, e uma outra par i comprar e cosinhar:
na ra da Unio n. 13.
Aluga-se
os armazens do largo da praceita do Mrquez do
Herval ns. Sel!, proprios para qualqner ofli'i
na ou estabeleclmen o ; a tratar na raa larga do
Rosario n. 34 botica. _____
Aluga-se
o sobrado de u:n andar e soto, cap do e pintado
de novo, na ra Marque? do Herval travessa rio
Pocinho n. 33 ; a tratar na ra Baro da Victo
ria n. 60.
\ luga-
se
o sobrado da ra Gervasio Pires n. 48, com
agua e gaz ;'a tratar com Temporal Filhos,
ra do Bom Jess n. 57.
Aluga-se
a casa n. 121 ra da Aurora, ;om commodos
para grande familia, tendo agua, saz, quintal
murado jardim bem plantado a tratar na ra
Duque de Caxias n. 7i, 1 andar.
Aluguel barato
Aluga-se a casa tema n. 196 ra Imperial;
com 3 quartos, 2 salas e uma saleta, est limpa ,
a tratar em Fra de Portas, ra do Pilar n. 56.
Arlhur & Desiderio
continan) a comprar ouro e prata velhos, e
bem assim libras sterlmas e outra? moda? de
ouro e de prata, e paga-se bem ; na ra do Ca-
bug n. 3.
Anjos e figuras
Ni pateo do Livramento n. 36, andar, ves-
tem se anjos e figuras com perfeigo, para pro-
cisses, por pregos commodos ; a tratar na loja.
Fabrica de
PRODUCTOS EN0L0GIC0S
do J!;,YSSE ROY, em Poitiers (Franga)
Eml/ePROUST, Siur&Genro
*3 Gomes Ferreira Mata tendo comprado em
leilo as dividas da massa falliJa de Martins
Pire3 & C chama os devedores da referida mas-
sa a virem pagar seus debito? travessa do
Queimado o. 9 at o lim do corrente mez, findo
o qual se proceder a cobranga judicialmenle.
Recife, 4 de Margo de_1890. _________
REMEl'IO ESPECIAL PARA CALOS receberam
Pedro Antunes & C.
Escoras especiaes para denteSj evita as dores
e conserva o esmalte com o brilho natural. 63,
ra Duque de Caxias. Vi le a pesa I
Na ra de Pedro Affonso n. 13 tem para
vender tainhas em quartolas e barris, novas
marcas S S 4 I.
Graxa em bexigas.
Bagres novo*. i
Patacoes velhos
Compra-se na relojoaria David, roa de Cabu
g n. 14,
1. Perfume enantioo dos Vinhos era sobra)
deMedoc.................o100riooej 3 "
i. Rancio u Essencia !a Cognac os 100 rascoc 500 fr.
3. Perfume pr todo os Licores os 100 fruooe 300 fr.
. Essencia de Rhumuu Em Pernambuco: FRAN" M. da SI VA C.
Abre-ie amaniia. s do corrente o
crande armasen* de molbados de
Keferino Valente .V C.
BA DE 8. FBANCISCO N. 72
Neste grande e bem sortido estabelecimento
encontrarlo as Exmas. familias e o publico em
geral, sempre, gneros de primeira qualidade, e
bem assim ura pessoal habilitado para bem ser-
vir, primando sobretudo pelo asseio, prompti-
dao emodicidade em pregos. Vendas em grosso
e a retalho.
Telephone n. 518
Attencjio
O abaixo assigaado comprou, -mi de Outu-
bro de 1862, o dominio directo dos terrenos fo-
reiros a Jer-uino Ferreira da Silva, os qaaes sao
os do Suio Grande e das duas casinhas na raa da
Poeira, Poco da Panel la.
At noje o seu verdadeiro proprietario nao re-
cebeu quantia alguma por conta dos foros nem
mesmo do laudemio d'estes predios que ha pou-
co lempo foram vendidos como terrenos proprios,
tendo tamo o vendedor como os compradores
certeza de quem era e o vtrdaceiro dono ; mas.
coa o este nao se sujeitou a receber o laudemio
na razo de 1:5004000; porque at por 3:0004000
era baratissimo; despeados por esta recusa ei-
tenderam nao levar em conta o dono, nao o!)
stante ter este protestado era juizo.
Ha das aanune.iado venda o dilo sitio, o
que j fizeram ou talvez di novo enlendam fazer;
nao ha prescripgo para a comribuigio do foro,
ha preferencia ao dono do solo ; o laudemio nao
morre, riquem convencidos.
Pogo da Panella, 5 de Marco de 1890.
Joao da unha Res.
Ao publico e ao commercio
O abaixo assignado, morador na Barra de Jr.n-
gada. declara ao publico e especialmente ao rom
mercio que nao confundam seu nome com o Joo Cancio Alves da Silva.
Barra, 5 de Margo de (890.
Canto Alves da Silva.
-------------------!------------
J*Gm a cura fffica e prompla da
Molestias provenientes de im-
' pureza do Sangue.
E" nma loncura andar a fazer expe-
riencias com misturas inferiores com-
postas de drogas ordinarias ou de plantas
Indgenas cuja elflcactano confirmada
pela scicncia, emquanto que a molestia
cada vez val ganhando terreno.
WCHD n>ao, sem demora, de u*m re-
merlio garantido cuja eiBcacia seja Tacto
a>signaludo e inquestionaveU
O Extracto Composto Cosce.tbado
i>k Salsapakkiiha i>f. Ayer 6 conhecido
e recommendado pelos mdicos mais iu-
teUigBntCS ilos paizes adiantados, j4
durante 40 aunos.
Centenas de militares de doentes
tem colhido beneficios do seu emprego e
sao outras tantas testemunhas da sua
efllcacia positiva e incomparavei.
PREPARADO PELO
DR. J. C. AYER & CA.,
Lowell, Mass., Est.-17nidos.
DEPOSITO CEKAI.
Cosinheiro
Precisase de um cosinheiro ; na ra do Pay
sandn. 19.
Ra Mrquez de Olinda
Sr. Luiz Ferreira da Cruz j est disposto ;.
a gar sua letra? J faz anno e meio.
Leite de mamao
Compra se leite sem fructo. fresco cu te^co ao
sol, pagase bem ; na ra larg do Rosario n.
34, pharmacia.
Alujara-se
as duas pequeas casa- travessa da ra Bell
ns 14 e 16, esto pintadas e caladas de novo ; ..
Iratar na roa larga d > Rosario n. 34, botija.
Milita atfeitcio
*
No becco dos Ferreiros n 6, pregueia se t
recjrta-se babados d' todas as larguras.______
Compra-se
uma casa que tenha .-alas 3 quartos. cosinha,
quintal e cacimba, no bairro da Boa Vista ; a
tratar ra do Imperador n. 40.
DuENpAS
-DO-
.- UO-
^|
mi mi.
.--i^-io.-.- :.LdJ:-ilji)
.:"D meli >t :'.. gante c o Remedi
...' '; ;s ditos male;
Rii?::;.; a Ii{sto
PURIFICIS A BILIS
0 Curaui radicalmente
a dispepsia.
Amelia Llns Ferreira

Candido Hermes Ferreira eseus filaos couv-
dam os parentes e anigos para assitirem as
missa^ que mandam rezar por alca de sua sem-
pre lembrada esposa e mi, Amelia Lins Ferrei-
ra, no dia 1" de Marco, stimo de seu falleci-
raento, na igreja da Soledade, tis 7 1/2 hors da
manh, antecipando seu eterno ag;adeci!i.ei)to
aos que se dignarem comparecer a este ac de
religio.
'--'-:
I
Feitor
Precisa se de um feitor que entend do ofli
e.o ; na ra de Paysandh n. 19.
Copeiro
Precisa-Sv! e um oopeiro que seja fiel ; na
iua de PaysiUi n. 19.________
A p pareja
Ka ra do Pires n. 11, precisa se de uma ama
que soja matriculada.
TKiNSON
PERFUMARA INGLEZA
Excedo todas as outras pelo seu
pertume exquisito.
Agua afamada de
LAYAMBA INGLEZA de ATKIHS0R
outros muitos conhecidos perfumes
pela -na qualidade e odor deleitavel 6
exquisito.
Pasta Orenta! Deotes Akinsoc
sem riral p*>ra alvcjar c embelecer os
dentes e preservar as genglvas.
Encontri.se sm Ctta de todos os Nego-
ciantes a fabricantes
J. A ATKINSON
24, Od Bond Street, Londres
MarcaiieKabnca Uma" Un*bruno"
obre orna Lyra de Ouro "
com endereco na toUlidade.
Cos iheira e engommadeira
rerifa-se de uma, q:e eosi-he e engomme
cim perfeico, para pequea familia em Olinda ;
a tratar na ra M irquei do Herval n. 10.
Gasa
Aluga-se a casa ria roa de S. Gonjali n. 26,
mui'o fresca, com 2 salas, 3 quartos, saleta, co
sir.ha boa, quintal e cacimba trata se na ra
de Hortas n. 15.
Illuminat'j Soaris Fonseca e sua espe-sa Ida-
lina Marques Fonseca .Vello. Cosma Mara da
Fonseca, Manoel Marques di Fonseca. Leopoldo
Marques da Fonseca, Leopoliina Marques da
Fonseca, Jos Pedro da Silva, marido, mai, ma-
nos, genro t filhos agradecem a todas as pp?soa
que se dignaram arompa liar matriz de Bonito
e dabi ao cemiterio publico, os restos mortaes
de sua sempre lembia';i irmS. sogra, mi e es-
posa, Maria Marques Fonseca Mello; e de nov
convi iam a todos os parentes e amigos para as-
sistirera a missa que se manda rezar ua mesma
matriz pelo tricsimo dia do seu fallecimento,
no da 17 do con ente, s 7 horas da manh, pele
que desdei se confes-am g'atos._________
t
Bernardo Joaquim Horeira
Joo Dias Moreira, sua liiuliier e tilbos, tendo
recebido a dolorosa noticia do falle^imento em
Portugal do seu idolatrado pai, sogro eav, Ber-
nardo Joaquira Moreira, convidam aos seus p-
renles e amigos para assistirem as missas que,
pelo seu descango, mandam r> zar na ordem 3."
de S. Francisco, s 7 1/2 horas da ntanh de
quarla feira 12 do corrente trigsimo dfade seu
passamento. Froteslam desde j su;* eterna gra-
tido.
=1
Y
Caixeiro
Manoel de Almeida Lima So-
brinno
De ordem do conselho director da Sociedade
Musical Olindense 15 de Novembro, convido a
todos os senhores socios, a familia e amigos do
sempre lembrado e extremoso socio honorario
Manoel de Almeida Lima Sobrinho. para assisti-
rem o funeral, que ter lugar n. igreja do con-
vento de S. do armo de Oiinda, pelas 6 1/2
horas da manh de terca-feira H do corrente,
trigsimo dia de seu infausto pas amento, d
que licar sumramente grate.
0 2. secretario,
Pedro Joaquim Vellez Botelbo.
t
Dr. Jos Eubank da Cmara
Jos Irino da Silva Santos e Augusto Rufino
de Almeida guarda livros e contador das estra-
das da ferro do prolongamento e Caruar, gra-
tos memoria de seu ex-chefe o finado Dr. Jos
Eubank da Cmara mandam celebrar uma mis
sa por sua alma no da 10 do cerrente, s 8 ho-
ras da manh, na matriz da Ba-Vista, stimo
dia de seu fallecimento, e convidam a todos os
amigos e companheiros do llustre tinado a as-
sistirem.
t
Preclsa-se de um caixeiro qu: tenha pratici
de taverna e qae di fiador sua coaducta ; na
ra de S. Jorge n. 131.
Milita atten^o
No Becco dos Ferreiros n. 6, pregueia se e re-
cortara se babaios de todas as larguras.
A o commercio
Manoel Mria de Hollaoda Cavalcante avisa a
quem interessar possa que d'esta data em diante
deixa de continua: com armazem de xarque e
gneros de estiva, sito ra Pedro Affonso n
57, e que Oca no mesmo armazem o Sr. Autonio
Domingues da Silva Maia, encarregado de liqui-
dar o activo e passivo do mesmo armazem e ne-
gociando por sua conta e resnonsabilidade
Recife, 6 de Margo de 1890.
M'iiiiii-I Mario de Hbllanda (lavoteante.
Cabrio! et *
Vende-se um cabriole! americano, de qua'ro
rodas e quatro assentos, em bom e^ado, junta
mente com um bom cavaII > e os respectivos
arreos a ver se na coi-heira Je Mk||03< Jus
Mai liiis ii 23, oo cues rio Capiburibe. onde a-
indicar con quem se deve tratar.
MaLs extraviadas
Desappareeeram le bordo do paquete Alagoas
em sua pasagem para o sul em 11 e 12 de Fe
vereiro passado, unr.a mala grande e outra pe
quena, com o nome de Manoel Crrela de 'ello
A' pessoa que por engao as te ha levado, ou
qne ,ioss dar alguma iutoruiaco s"bre as refe-
ridas malas prilese u favor (i- communical
agencia 'la Companhia Brasileira, onde se agra-
decer.
Dr. c/ni-oliiio de Lima Sanio*
3o anniversario
Isabel W. de Lima Santos roga por caridade
a todos os seus parentes e amigos o obsequio de
ouvirem a missa que manda rezar, segunda-fei-
ra, 10 rio corrente, s 8 horas da manh, na
igreja da Soledade. pelo eterno repouso d'aiin
de seu charissimo e sempre chorado marido Dr.
Carolino de Lima Santos, 3' anniversario do seu
infausto passamento; e desde j protesta sua
eterna gratido.________________________
1.

T
anniversario
trina lgabel Bavma Mure a
Francisco Goncalves Mu-ca convida a todos os
seus amigos e parentes para assistirem as misas
que pelo eterno repouso de sua lembrada mu-
Iher. manda rizar no temp'o de N. S da Penha,
segunda feira 10 do corrente, s 7 horas da na-
una. e desde j se confessa eummamente agra-
decido.
g_q*otu
mflez vezas, oitovezes
i riado
Precisa se de nm criado para servigo de h'
mem solteiro em engenho; a Iratar na raa '
Imperador n 81, s?.la de detraz, 1 andar.
se dissipam as enxaquecas e ne-
^-^-Rsavralgias em alguns minutos com
emprego das Perolas de terebinttna do
Dr Glertan.
Tras ou quatro d'estas perolas produsea
sn alivio quasi instantneo, de modo tal que
primeira dse nao flzer effeito quasi
11 repitil-a.
Cada frasco contm 30 perolas, toma-st)
Insignificante o proco do curativo da
__nevralgia ou enxaqueca.
Gomo a essencia de terebintmna dove sar
psetificada com 0 maior cuidado, mistar
desconfiar das imiUcOes e exigir como
garanta de origem que em cada ridro se
aflrmaaeClertan.
Id Paria, casa L. Prere, roa Jaoob.l
Manoel Joaquim de Miranda Ser
O commenriador An'oni Gomes Miranda Leal,
autorisado pelo capi'o Manoel Seve Filho (au-
>ente) convida os prenles e amigos do mesmo,
para assistirem a missa que elle mana celebrar
sabbado, 8 do corrente. s 8 horas da mr.nhS, na
Orri'.m Terceira do Carino, por alma de seu pai
Manoel Joaquim de Miranda Seve._________
Franoiscp raes B rretto, esualhi
Mana Jr.s da Concegao Banctto, e seus
cunhados Flix de Barros Pimentel 2 Jos
Luiz de Barros Pimente!, do intimo d'alma
agrade.em a todos seus amigos e parentes
que se dignaram aeompanhar ao emiterie
publico os res:os mortaes ce sua idolatra-
da esposa, mi e irmS, a sua ultima mo-
rada, e de novo convidam para assistr a
missa que manda rezar ria matriz de S.
Jos pelo seu eterno repouso, s 8 horas
do dia 8 do corrente, sabbado, 7 dia de
seu passamento.
A tod is eterno recoohecimento.
Eugenio iontalve Caftco
D. Ismen ia Goncalves C;.sco e seus filhos coa
vidam a seus parentes e amigos e aos de seu fi-
nado e presado marido e pai Eugenio Goncalves
'"asco para assistirem a misra qu, pelo eterno
descanso do mesmo, mandim celebrar na igreja
da matriz da Boa Vista, pelas 8 horas da manbi
de segunda-feira, 10 do corrente mez, sexagsima
da de seu fallecimento. agradecendo desde j a
todos que se dignarem de couip." recer a este acte
re igiOfO. 1 .
3
0


tiiario de ^ewtooiteuto--Sibb*W- 8 de Ma*%< ?8Qft

>
*
25-Rua de lalluas dAbequcrque, anliga ra das Flom-25
Tinge e hmps cam a maior perUi^o toda a quahdade de estofo e iaaenda* en
p0cas ou em obras, chapeos de feltros ou de paJha, tira o mofo de faeendas; todo o
trabalho feito por meio de machinismo aperfei^bado, at hoje oonbecido.
Tintura preta as tercas e sextas feira, tinta-de cores e-lavsgem |pdo os da*
Xarope e Pasta de Berth
Ph*im*mw*i, L*mr**do pal ISotpit
O Xaropee a PastaBerth de Codeina pura, possuem urnaefflcacia incoatest vel
nos casos de Defluxos, Bronchites, Catarro. Asma, Molestias da Gar-
ganta, Insomnias, Toase nervosa e exhaustdhe das Molestias do Peite e
para acalmar' as Irrita^Ues de qualquer uaureza. As pessoas que usam do
Xarope ou da Pasta Berth eaperimentao un somno calmo e reparador que
nunca seguido 0* peto na cabeca,- parda de appetite. nem de constipacSo.
as receitas especifique-se betn X*ri e ou l'usta Berth e como garanta exija-
se a Asignatura Berth eo Sello Azul do Estado Francez.
Pariz Gasa CLIN & O e por intermedio de qualquer pharmacia.
'

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J
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ecvado
BIS
B*ZAR DO REGIFE
-RA B0 MRQUEZ BE OLIN SA-I1
DOMINGOS MANOBX. MARTINS
Esta afamada loja offerece ao reapeitavel publico, os objectos abaixo mencionado,
por breos sem competencia: __+ .
Espelhos grandes para salas de noivados a precos de 700000. 90(J030, 1200000
e 1405000 cada um.
Perfumaras dos melhores fabricantes.
CarrinboB para criancas,.
Mallas, bolsas para .viajantes.
Velocipedes para enancas de 3 ate 8 annos.
Espartilha para seuhoras.
Brinqnedos pa a criancas.
Rabados e tiras bordadas.
Bonecas alta novidfcde, completo sortimento.
Cade iras com aarrinhos para mesa de jentar proprias para
criauca.
Leques de fantasa.
Fitas modernas.
Albuns para retratos.
Costureiras com msicas.
Muitos artigos para presentes.
Todas as Exmas. donas de casa tm grande vantagem em mandar seus pertado-
res comprar os artigos de miudezas nesta loja.

Cretonas lisos, franceses, corea facas, pechiccha! por 40 rs. o covado.
"m i braia de cor, florzinlias e ramagens, a 240 rs. o dito,
i '..noratas cora menos larguras a 160 es o cvado
Lf.iitinea de cor, padrSes lindos com um metro de largura, a 320 rs. o dito.
'.'iliemiras lisas e achamalotadas para vistido a 200 rs. o dito.
V.-sr-edsde de artigos que sevendem por todo preco.
2i- RA DO CRESPO- 21
OLVEffiA CAMPOS & C.
, 800 e 1$200 o covado
21RA DO CRESPO21
Merino- prcto trancado, duas largaras, la pura, de 500, 8t0 e 10000 o covado-
Dito lavrado, preto, com ramagem, padroes de voi'e a 15200 o dito; fa-
jeada- de 254.0.
Cachemira preta para casacos, duas larguras de 25000 e 24500 o- dito.
Na RA DO CRESPO N. 21
Oliveira Campos & G
HRita i. de MarcoII
Com tste titulo acaba da abrir urna loja-ds fazesda -Tua 1. de Mareo n. 11 e
propnetario convida o publico d'esta cidade e de lora a apreeiar o seu BELLO
ortimehto. Militas de suas i'azendas sao recetadas directamente.
I GRANDE NOVIDADE
Toile de para seda de 1)5800 a 650 rs. o covade.s
Descont10 |, para as compras a retalho de 20)5000 para cima.
Chima de 180, 200 e 220 rs. o covado.
LSs lisas,, imitagao de cachemira, a 200 rs.
|V;ir lavradns, idenvidemua 240 rs.
Z-|'hir eom 75 centmetros, de largura da 800 rs. por 320-rs.
I Utos tom 70 idem dem de 200 rs.
Ditos cok 6f) idem idenr de 16 i r*.
Corte de casemir ingteza de 35500 e 60QCO.
Tdem de casineta de cor de 1510 > a 15400.
dem de fustac- para collete a 25400.
Um cwropleio sortimento de ficha, chales, capas para senhera, espartilhos,
mein>- "iemi, cheviot, diagonal, pretcs e de caYes, brins brancos-e de cores, ca
sjigAf. "iilss,. toclhas, bramante, atoaHiado de linhoj panno da Costal camisas de
M>cMu e muitos outros artigos que enfandonho mencionar.
GJ1BERME CARNEIRO DA CDNKA
YAPOB
FABRICA OE LIVROS DE ESCfilPTURACAO
INOADIMIAQJ -? MITAOSO
- M ------'------:
CQANOEL J. DE ffllRANDA
? 39 KA DQE DE ** CAXIAS 39 -4
NUMERO TELEPHONIGO 194
o
SADS PARA TODOS.
rMMtj
P LULAS HOLLWAY
Ai Pilmas puripeb o Sangue, corrigem todas as Icsordems de Estmagos
dos Intestinos.
iFortalecem a saude das const!ru;oes delicada;, e io d'um valor nCrive para todas as enferftldadeg
!peculiares ao sexo feminmo em todas as edades. Para rs meninos assim como tamrera para as J '
pesaoas de idade*vaneada a a cfcacia e ncontestavel.
mtM medranas sSb premiadas sement no E^tabelecimento do Profesor afOLUMTAV,
V8, Xtf OXfORD STET (antes 533, Oiord Street), L0IDBE8,
E vendemse em todas as pkarmaclas do universo.
I jrr Os exxnnradores cM conTd,-rdo nMpeiiosamenie a examinar ot rtulos d c-ida cauta e Po* e n4 tcin S
j^* direceao, 533, Oxford Street, sao falsmcagoes.
ti
sv
lA BiH(MHr,ifclflW4
nof>iaaa a vapor
V; o^nda:.

s h<1 la
Taixas batidas sem crara^o
Aradt9R

ADMINISTRAtAO.:
AMIZ, 8, Beievard MOoOnarlrar PARIZ |
* paBTJLHAS DlOESTIVAa faliElcadas ej
I S9hy aon. ot.aaa>exirati* i gQ3to agrada*"^ o.a,iua it-ciio c certa oun-
_________________tkta i^ -as DigestudtfUcm
IHO m rolo para um banrw, par*aui3ss fue nao pown ir Vlohy.
! Para evitar ai imUacei exigir em todo* os producto i
MSHOA DA OOMP' DE VIOSWaT
r ......... r 1 iimu i n i" cuu. sui-*ait -+ kscnlui,
* a. n><4*-Ctu: *U*l^l-'-
Coiitplet sortimento- de chapeos, capotas e gorroa de faotaaia ear todas
qaalidadW.'
Fitas-,:; retida bicc de seda e algodao de todas as cores.
Flores,-phrmas, paBSaros, algrttes e bljonterle para enfeites
Chapoe do feitM e cantor, os mais modernos, para homens e meninos
Recebe por todos os vapores as primeiras noviJadei de artigos de I
l-nercde negocio.
Raphae] Dias fe-C
2 Rila do Baro da Victoria 2
tJllsLfDP
ND'-O
DE sin s- a
DE
Ff su
LUIZ DA CRUZ MESiiIIT
66rua do Baro do Triumppo^~fr
^i^*-

Tero para vender o sepy^s?
fi aehlnas de cobre para faznr espirito- de destillar e rastillar.
Alambiques de cobre do ant-gp e novo systema coro esquente garapa.
SerpeslinarS de cobre e de estanho.
(arapnfas de cobre.
'JTNixas. taos caldeiras de -cobre.
Bombas de todas as qualidadea" de repudio*,, aspirant-.a-. eop^as.
Tormelras de hrooze e madeira de todos on tamanhos.
1 nos de cobre, de chambo e de i ferro.
Repardelras,passadeicaa e eecninadeiras de ebr- de ferro estanhad-
Cobre em' ienyol e rmelas
Hola inglesa c do Rio.
Cadinhos patente>e de lapis.
Mlnoa (1<- 1 libe atfJ i 10 arroi).ii-
E muitos outroa objectos.
ENCARREGAM-SE ie qualquer cancertp. e obras do cncnmrmnc. garan
t do ,nesteza,.perieio e precos-mdicos, para o que tem nessoai kaJiHttado
VsSUnflsiP a Ofaso u, dinheiro com deacontr.
!^CLSTJAStaCGRAC
t*l
DeDoaiianoa
s^rrsSmSr^i^^
M
PECHINCIIAS
E' com as Exmas. Familias
Voiles de cores para vestidos a 240 rs. o covado.
Setins maco, verdadeiro, a 700 rs. o dito
Merinos pretos, garantidos, a 1|>200, 10500, 1#80 e 2^000 o dito.
Rendas de Hespanha, todas as c6res, a 2(5400, o metro.
Percales finissimas a 20.' e 240 rs. o covado.
Sargelins, completo sortimento.
Metins, novidaaes em padr8e, a 300 e 320 rs. o covado.
Mantilhas modernas a 1(5000 e 10500.
Cambraias Victoria, fina, a 2>500 10 jardas.
dem transparente a 35000, idem.
Guardanapos com franjas, duzia, a 1(5800.
Meias inglezas, superiores, duzia. a 3$000.
Lences i bramantes a 1(5800.
Cobertw de ganga, f radas, 2 pannos, 205'.0.
Colchas francesas 20000.
Cortes de fusflb de crs a 100 0.
dem de casineta para calca- a 10000 e 10200.
Bramantes de 4 larguras a 800 rs. o metro
dem de puro linho a 10600 o dito.
Brins pardo e de cores a 240 rs. o covado.
Pecas de madapolSo superior, 24 jardas, 50500.
Casemiras, duasMarguras, a 1(J800 o dito.
Cortinados bordados a 50500 o par.

I
'
ranno
a 10600 o covado.
cores para mesa m *.vv> ^;.<,^.
Atoalhados bordado, a 700 rs. o metro, duas larguras.
Toalhas felpudas para banho a 10000 urna,
dem' de labyrintho para baptisdo a 250000 e 300000.
Redes de cores a 30000 urna.
Todos os artigos de nossa casa sao vendidos em confianca.
As vendas em grosso teem o descont da pr2a.
59Ra Duque de Caxias59
Loja de
O-
A & M \GALHAES
L
ii en
inMiarrcmtdc *!*.;:.
Bouioariiap. bombarrtino, baryton<>, < u
ironiboae. Helicn, saxaphone cariion, bou
aixa. praloa.clarmias. flou'n? ruhecas. vioitr
-ealpjoff, caias de nosia, etc., etc.
Pap piitadc
part i.ir'o de slasyquartos, gabinetes, cmt
res.
MoldiJr:
louraei; S, pretad e dOOraiiac ,.. ..: -^Laalui.
Matas
para viaccic, diversos fonuatoa, especiaii-
para rema de senbor f nnix* c
Novidades
liara prsenles, escripiorio, toncado.-, etc.
KAMIR0 M. COSTA & C.
rsffo
tSereaes por pre90
commodo
.?'> *.-.n -m : i i!.<.. reijAo e rava*
..vea Pfdijju il C. e-i. ,:11;i vi'iitlcr ;i reta-
; i m crri porcSo o.j artigos -cuna, i rna^lu IV
nh.i u. '.Vi, udaiui cj:no tainbein v-.a1 ... .'rUi
' '>'-i kilo3 a =accn por 2S500
i Moradt: expeliente
Aiga .su 1> !;i. na iu. ..o iidipital Pdro 2-,
nu logar tos C^ellis, una casa a-sobra'dadae
ou'r.-i ti(rrpn rnm fr-n'" !; -ulejo, i-om ;)*cua,
(jr'M(li: q(.n- n m i. ir :<. -xirfflo
ilo i:: 1; sulg^du, .- u : III i u- para lamillas
iniiueri.sas ; trata' 'fas 8 As 10 hora? da ma-
i!>*. i-.-iii Jiiit" '' .i iiii-- que alli alara
i 'aiHkw:c;i.is de 0 /'., 8 c 10.
Para cobr*
5i. :
Kue Primetro rf* H
fW-

i i i

Altenc;ao
Os proprieiarios do antigo e aci editado arina-
zero do Lima sito ra Barao da Victoria d. 3,
partecipam ao respeitavel publico e aos seos dis-
tinctor fregueses, (njp transferirTn temporaria
mete seu armazem para a mesma roa ao n. 9,
continnando datnestna fruia a receberem cuas
ordens I ara Ihes servir com o costumado e habi-
tual de^eiripenho.
JosFernandes Lina U
vincas
L'ma pe.-soa habilitada e que d garantas, so
IV ri",- para fazer ro'Tanrn de alaciis e ou-
ir.is .,11.1;.;, ir; ^uc. prtutidcr procure do
V Tiphiri .!o Di nio, nu-' se dirl qunn .
Cosinhira
Preci.-J se de moa que cofiohe betn, seja au-
i-1 liluda e qi'.i' iiurma em casados natres, para
i -a de familja. na ra Conde da Bou-Visla, B.
:"t F. porto de ferro._____________________
Attencao
l'sr;'- eolinrica de alugoeis de predios e ao-
Dorari.x doieH O&tt'taV.'Ole eifHhecrdo nr-sia -pr-sra, r -4ue 'am-
betn preVta (Vanea em pr dios para'gaihiirti das
cobinc-ls e.ue tizer. Nesta typographia se dir
queii. i.
8BA BASi BA 7ICMBA9
Telephone n. 323 j
Cosinhira
Precisa se de urna ama para cozinhar
no 3. andar do predio n. 42 da ra Du-
que de Caxias, por cima da typographi
1 do Diario.
t _.
itoCUKS.T*
NOAImIS
1 Medalhaii Ouro m Eiposi?5es niversaes J
^W IHirl
Coz;inheirS
A.XJ l
AlugTie! barato
ftua da Roda na. 58 e 60.
Largo do Mercado loja n. 17.
Becco dp Campello n. 1, Io. andar.
Loja do stfbrado do becco rio Calaboucr- n
Ra doNoguelra-B. 1?-
Viscrtide' Goyanna1 n. 163 com sgB e g*i
Travesea do armo, hoja-n. 10.
Becci do Tambi n. 21.
.\'tnwr a rea tic (59fflB 'rintorio de Sd*a 'Rimar'1;- ____
trompa
Vende se urna Trompa-Sax em biim es
tdo,do fabricante Thibouwille, por meta
de de seu pre?o ; a tratar no Pateo de
S. Pedro n. 18, das t as 9 horas da
manha e- a tarde das 3 as 6.
Precisa se de una boa cosinhira para faBs
i lia que est temporariamente em Casanga
i trata nqesc.-iptorioda comp'anbia de bonds.__
Boa aequisi^ao
Aluga se a casa ra do Rangel n 63 e ven-
de se a armacao nella existente, proprla para
taverna ; & tratar no largo da Alfandega nffme-
ro2A .
aluga se. a casa n. 7 da ra dos Pescado es. ron
bons conrmodos e est Timpa ; a frata!" na rea
Duque de Caxias n. 89. loj*
Cosinhira
na ra Viscor.
Precisa se de urna rc^inheira
de de Gi'VHnna B. 4.
JEntrenho
Arrenda se o engenho Recanto, em Serinhaeta
nwnte e cnente, d'aguo, com boas trras e
iioporei'.i ara safrejar de mil a dous mil
pues : l'lar rom Manoel Perreira Baitholo k
C, ra do Bom Jess n. 4. escriptorio^______
Menino para criado
No sitio n. 5 .da struda di-Joao Fernandes
I''ira se precisa de um menino de 12 a 11 au-
. s. para criido e copeiro.
AlimentoiCriangas
Para remediar a flaqueza das criancas, iesenvolvc'
as suas forras e tiresercul-os las ioencat aa iaaat
teta-a, os principis Mdicos do Patfs. memoras
a Academia de Mi-dicum de 'arts, receitao con;
ptimo osito o vordadoio
lia -ata u t iM Araba d DelansTonler, Fort
K.iewr aavelalimento.compstoc^msubstancias
re"-i^snutilivascforlal.cedoras(livllo se na eco-
no: niu luda.e, pelas suas propneOades au.Uepticas,.
nuil ,ora a coraposlcaodo lelte dassenhoras auearna-
menlao, o acorda s torcas lnguidas do estomago
-. S n. TirluM, P- Oofil ? f tamif iu Jo Hundo eMeirt
P6"* Rog,
medicamento approvado pelaAil-
demia de Madicna de Pfcrlz, j
verdadeiro purgante das snhoras, flyj
criancas e das pessoas de consUtuicio des-
eada. Com um vidro de P6 d* Rog, faer,
levar comsigo por toda parte, pode-se prepewri
na occasiao necessaria, urna limonada o
gosto agradavel e muito refrigerante.
OPSd Rog consrv-se infinittnente sea
e alterar.
Emprega-se'o, deitando o contedo de
vidro em mela garrafa d'agua, deixando em
contacto durante urna hora, ou melhor o
noite para o dia; rolha a garrafa se desejar-9#
ter urna limonada gazosa. ^^
Fabricae venda por atacado: CasaL. Frere.
nu Jacob, 19, Part. A varejo, em quaat
todas as pharmacias de todos os paizes.
2. andar para alujar
\luga-se osegundi andar do pcedn
i 4 da ra do Vigario Thenocio a. in
ii;ir'no pavimento terreo da-mesmo,
RNIIFUGrCSIMT
pija
SANTONINA
JlS?
U LOMBlffiS -
F.sle Vermfugo rtemaenitt fel (ir* ,
, MMr t{ntT.l i timtTH> fUth" Y"*'"" (j
ris, ae, roa duTBmple i m pnaclnM PtiraadM. j
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Pifiado fiKO iipraliv
1



Approvado ps!i Dlestraia Jaata de
Eygiess rti&BS i:. Carie.
Au.ctorisado por Decreto Imperial
da 20 de Junho de.18^3.
COMPOSICAO
de
firmino Candido de Figueiredo.
!
1
leucorreas ou flotes brancas, nos ft.
Empregado com a maior eSicacia no
rheumatma de qnaique.- natureza,
m todas a molestias /*''', na
softrimentos occasionados pela impureza
do songue, e finalmente aas diferente?
rraa* da syphis.
l
I
-J. Dse Nos primaros ->eis aias urar. jf>"
*' ;olher das de cha pela manliS e o-:
ir noite, puramente ou diluida cv.i M
Iv* e cm seguida muJar-e-ia para col!
4-j .es das de sepa para os adultos e me- >^
"J tade para as criangas. E
"Si E-
ti Rgimen Os doeates devera ab- j-
3 ster-se apenas do alimento acido e gor- P-
-jjj duroso; deven usar dos binhos frios ou '1*
Jj- momos, segando o estado da molestia. DEPOSITO CSNTBA1
;-.-
i
i i Francisco Manoel da Silva & C.
'. < Droguistas
] 23 Ra Mrquez de Olinda
i! Pernambuco
-1___________
Boa casa
Aluga-se una casa rora 2r, ndes accommoda-
coes, confronli: ; fabrica |ie tecidos na Torre :
trata se no telegrapho nacional.___________
Sitio e casa no irraial
Mugase urna d.13 meibores casas e sitio
d'alli, com commodos at para duas familias, <-
muilas arvores fuctifera, dous mioutts aciu n
da Manrabeira de baixo ; a tratar com Joaquim
Mon '.raRei. -^m^B*
VERBAS
Vende se urna mobilia de Jacaranda, coop-
tando de sof, cadeinis, jardineira. consolos, ea
teiras de bracos, louceira, ama rica estante para
livros e muiios ps de flores ; no Caminho Novo
numero 128. ________
Vende-se um restaurant em mui aproj>r1a
da localidade e com grande freguena Mtfratar
na ra Dr. Feitosa n. 45._____________^
Superior viiiho de Al-
cobaya
O acreditado e antigo armazem uo Lima pa;
tiripa ao publico e aos seus freguezes que acab
de receber urna neva remessa deste especia1
vinlic, escolhido propiamente pelo chefe deste
casa, tornando-se recommendado por ser pur-
e de boa qaalidade. Jos Fernandes Lima 4 C.
ra Baro di Victoria numero 9. Teiephone."^:;
Vende-se
ama mibil'a de Jacaranda, composta de 12 ca-
deiras de guarnijao. 2 d'^hrayos. 4 consol? com
tampo de pedra, I sof," 2 cadeiras de lona, 1
mesa de amarell 1 elstica, 2 aparadores da mev
ma madeira, 1 sof, 2 espregmeadeiras, 1 guar
da louca de amarello, 2 comandas de Jacaranda,
I toilet de janeo. 10 cadeiras de jnneo, 1 cadeira
de amarello, de balanco, 1 mesa para jogo. 3
marquezOes, 10 quadros proprios para sala, 1
mesa de niobo para jantar. 1 lavatorio de jaca
randa com pedra. 1 dito de amarello. 1 mesa
para cosinha, 1 dita pequea de amarello, 3 ca
deiras deamatello. 4 can as de lona, 1 resfna
deira, 1 guarda-comida, 1 mesa de amarello
para escrever, 2 consolos de ja. arand com tam
po de pedra ; a tratar na n)3 da Inperatriz n.
14, 3- andar. ______________
Pao centeio
Mello & Biset tendo recebido nova remessa de
farinha centeio, avisa aos seus freguezes qne
continuara a fabricar este delicioso pao centeio
todas as tercas e sextas-feiras ; ira ra larga 00
Rosario n. 40._________________
Cdigo Criminal Brasileiro
Commeiiiarlo pbiloftophlc-o entifleo
em relago com a jurisprudencia e a legislagao
comparada peloDr. Jo5o Vieira de Arauj >
Comprehendendo todo o titulo primeiro da
parte pnmeira do cdigo e muitos artigos do
segundo titulo.
Cm grosso volurxe de eomposic&o compacta
em oitavo grande francez de paginas 48*.
A' venda na Lnraria Econmica, ra do Im
perador n. 73.___________________
Vende-se
urna borra (animal) bastante gorda ; ver e tra-
tar na ra do Lima, em Santo Amaro, n. 32, ta-
verna.
FOLHETIM
ODIO DE TIGRE
Para engenhos
GUIMARAES & VA LENTE, partee!
pam aos seus freguezes e Illas, ora. d<-
engei.ho que, %orao sempre, tm grand*-
deposito dos artigos abaixo mencionado!
garautindo tudo de primeira qualidade
presos sem competencia a saber
Cal nova de Lisboa,
Dita de Jaguaribe.
Cimento portland.
Oleo de mocte.
leos americanos
especiaes para machinismos,
Azeite de coco,
Dito de carrapato.
Dito de peixe.
Pixe em lata.
(5 gaioes.)
Kerozene inexplosivel.
Graxa em bexigas.
Gaxetii de linho.
Potassa dv JRussta.
(em caixas, barriquinhas, latas grande*
e pequeas.)
Formicida Capanema.
6--Corpo-Santo6
Canarios
No a'raazcm da ra de Pedro AtTonso n. 6, ha
para vender grande porcSo de importante a-
narioa belfas eallemaes. cujas pregos razoaveis
w. farc conlorae a qualicade dos mesmos.
Agua maravilhosa
aapplicafo desta agua, quem aoflrer dt
has. pannos sardas, fruidas e veraeh'dfn
sto, ficari perfeitamente curado, rtconhe
cendo a, desse modo, como nico especifict
efficaz. Alem desses effeitos, tem ella a pro
piiedade de, tornando a cutis limpa. dar-lbe a
cor natural. Ac*da vidn quecusta If, acom
; rha a respecti ra indica^ao do uso.
Abaixo as pomadas
Vendem Farias Sobrinho 4 C, rua Marqu.-z df
____________Ol lid n. 41.____________
Mercearia
Vende se a da Caaba do Carmo n. 2 ; a tn
lar na mesma.
Aos Rvms. sacerdotes
Vende se por preco razoavel, as segiun
tes importantes obras religiosas, todas no-
vas, perfeitamente novas:
A Biblia Sagrada, em sete grossos vo
lumes, traduzida cm portuguez por Anto
nio Pereira de Figueiredo.
Um Breviario Romano, em quatro volti-
mes, ediccSo de luxo.
Catechismo de Perseveran^a, em sete
grossos volumes, pelo padre Gaume.
Diccionario Universal das Heresias, Er-
ros e Schismas, em urc grosso volume, tra-
duccao do padre Antonio Gones Pereira.
Theologia Dogmtica, por Gousset, em
dous volumes.
Theologia Moral, pelo inesmo autor,em
dous voluntes.
Compendio de Theologia Moral, por P.
Gury, em dous volumes.
Explicarlo Litteral e Moral das Episto
las e Evangelhos, pelo padre A Guillois,
em um volume.
Manual do Sacerdote, por J. Schneider,
em um volume.
Ceeremomale Juxta Ritum Romanum,
em um volume.
Sentido dos Ritos e Ceremonias da Mis
sa, por A. F. Cardoso, em um volume.
Memoria do Clero Pernambucano, em
um volume, pelo padre Monte Carmello.
A' tratar nesta cidade, ra Sete de Se
embro n. 20.
a
Boa compra
Vende se um bom piano com pouco aso, do
autor Hery Herz, por p -ego muito razoavel; a
tratar na ra Mrquez do Herval n. 81, ou na
ra do Vigario n. 4, taverna.
Arnia$o
Vende-se urna armacao envidracada e seus
utensilios, para taverna. muito propria para
principiante, na casa n. 1 ra larga do Rosario,
e garant -se as cbaves da mema casa ; a tratar
na roa Duque deCaxias n. 54.
POR
%1'A.l \IA PARTE
SROR YIARU JOS
(Contmuityao do n. 53)
IX
Est mo tempo para as boas fcstas.
este anno, continuou Jlo. 4:
Est, est
Mas preciso ir sempre molhando o
bico.
E que tal, ba muito trabalho?
Asaim, aesim... Mas deve augmen-
tar do primeiro do anno em diante.
Bom dia esse, nao verdade ? De-
va haver um atsim todos os mezes.
Pois devia, com certeza.
Quanto a despeza, perguntou Jote
aocendendo o cachimbo.
Oito sidos.
O ex soldado p6z cincoenta cntimos so
bre a mesa.
Guarda itto, disae elle.
Entao, levantndose, accrescentou en
tre duas famacaa:
Parece me que aqu que costumam
vir Lamblin e Daviol ?
Ha tres ou quatro das tm vindo to
das as noites.
E aqui come se bem ?
Ora, se se come O patrio j foi co
zinheiro em muito bo-s casas.
Pois hei de c vir provar a cozinha
da casa e se encontrar na occasiSo os meus
dous amigos, faremos urna patuscada jun-
tos. Adeus rapaz.
Adeus, ireguez.
JoSo Brunet, encantado com este pri-
meiro resultado, trepou para a almofada,
assobiando alegremente urna marcha mi-
litar.
la tomar o seu lugar na estacSo da pas-
sagem dos Principes, quando um transeun
te Ihe fez signa! para parar e entrou para
a carruagemT dizendo:
Para o hospital de Cros-Caillou, de-
press!
Laghouat parti a trote e chgou ao hos-
pital em menos de vinte minutos.
O pas ag< iro, um rapaz ainda novo, de
cabellos frisados e feicVa finas e sorriden-
tes, metteu dous francos namSo do cochei-
ro e entrou no pateo.
JoSn, d ndo a volta ao coup, notou que
pelo passeio < pposto caminhava devagari
nho, de um para outro lado, um velho mui-
to alto.
Qxe typo tSo exquisito .'
A cincoenta metros de distancia vio um
paste!eiro. com o respectivo bonet bran-
co, sentido sobre um marco e manducan-
do pastis que tirava de um cartucho de
Guloso gritn Ibe o antigo spah.
Deixa estar que eu direi a tea patrio.
Para engenhos
Lopes & Araujo, venden.
precos sem competeiic^a
garautindo a boa qualKe?
os artigos abaixo mencio-
nados.
Gal de Lisboa.
Dita de. Jaguaribe.
Oleo de mocot.
Dito para machina.
Azeite de coco.
Dito de carrapato..
Dito de peixe.
Pixe em latas.
Kerosene inexplosive.
Potassia da Russia em caixa
de 10 e 25 kilos.
Cimento Portt^nd.
Graxa em bexigas.
Roa do Livramento d. 38
Teiephone 316
Aviso .
Paulino de Oliveira Maia, nico importador
neste estado do importante cognac Phaton,
tendo encontrado em diversas casas relalbadoi ds
as garrafas d'elle com outro cognac ordinarisnl
mo fabricado nesta cidade. vera declartr ao pu
blico e especialmente aos apreciadores do Pha
ton, que devem exigir as garrafas que forem
cercadas por urna rede de fino rame de lato
arrematada no fundo da garrafa com urna pasta
de chambo e com urna chapa tambera de
chambo no m. io da dita garrafa com a mar
ca da casa Laudan Fils, de Boideaux, a rolba
marcada a fogo com o inesmo distico, urna
capsula de chumbe verde e amarello cem a
seguinte gravacSe no alto : Landau Fils. (e
um passaro no mar) Bordeaux, sendo o rotulo
quadrado com igual inscripgo e no gargallo
urna etiqueta y,rde com dus estrellas.
Especialidades
PASTILHS HYGIENICAS PARA
AC ENDER O FOGO, supprimin-
do o immundo kerosene e dan-
do n'um instante um fogo inten-
so, 9 caixa com 20 pastilbas 100 rs
OLEOGRAPHIAS: Io. A importan-
te obra prima de Victor Meirel
[e~ : A Primeira Missa no Bra-
zil, grande quadro histrico da
descoberta do Brazil, medindo99
X 76 centmetros de valor real de
15 (poucos exemjilares) 600
2o SCENAS DE CORRIDAS, qua-
dros de cavallcs admiravelmente
icsenbados e proprios para ra-
las, 26 difiVrentes, uro U000
3o RETRATO DE SA0I-CA'ftNOT,
presidente da repblica france-
za, o melhor ainda publicado 1*000
CAMISAS DE FLANELLA para bo-
roens, urna de 2 a 5*000
PERFUMARAS, artigos para presentes. Qoadros
e albuos para rt-tr tos. Carteiras para cigar-
ros e charutos. Cigarreiras e cbaruteiras de
mbar e espuma verdadeiros. Bengalas. Pa-
pelada. Lencos de linho a 45500 a duzia.
Moias. Espartilhos. Leque*. Bonecas e brin-
quedos diversos. Fitas. Bordados. Lavas de
seda pretaa e de cores e outros "muitos artigos
de miudezas.
Wal barato do que em ontra qnal-
quer parte
NA
Rain ha das Flores
Ra do Baro da Victoria u. ti
WIISKT
Boyal Biend sarca YUDO
Este excellente Whisky Escocez pr-
*erivel ao cognac ou agurdente de cant-
para fortificar o corpo.
Vende-se a retolho nos melhore arm>
zens de molhados.
Pede Royal Blend marca Tlado
cujo nome e emblema sao registrados par.
todo Brazil.
BROWNS & C, agentes.
Cautelas do Monte de So<
corro
Oompra-se Cautelas do Monte de Soc
corro de qualquer joia, brilhants e relo-
gios, paga-se bem na ra do Cabng n
t4. n. Loja de relojoeiro.
rl------!-----
(i
t
OOKf
Nov
a remessa
Oliveira Campos A C. receberam nova remessa
de merino de duas larguras, e de. todas as co-
res, padrOes lavrados, o que ha de mais gosto,
por 500 re. um covado i na ra do Crespo nu-
men 21.
Atha
Olha, vai a correr, respondeu
nasio, sem dixar de comer.
Porque era Athanasio, o afilhado da Sra.
Chaboisseau, que se achava na ra de S.
Domingos.
Seguindo naca as instrtieccies de sua
madrinha, o garoto seguir o individuo
que ella lhe designara.
Tinha bons clhos e por isso n3o o per-
der um instante de vista, apezar de se
conservar distancia bastante respeitavel
para nao attrahir as attenjoes do sujeito.
Alm disso, se as suas pernas eram in-
comparavelmente mais curtiS do que as
do boneco de sabugo, como elle chamava ao
homemzinho, sempre eram pernas de quin-
ze annoB, que acompanhavam bem as pas-
sadas gigantescas do homem seguido.
Caminhando em passinho miudo, mas
rpido, de cabeca no sr, trauteando urna
cancao em voga, Athanasio achava se,
quasi sem dar por tal, diante 'a severa fa-
chada do hospital de Gros-Caillou.
Ah. como o agigantado velho paraste
elle tambem parou.
Mas em vez de comecar, como o velho,
a medir o passeio com urna rgularidade
automati a, o pasteleiro, rec ando que o
seu trajo o trahisse, sentou-se sem cere-
monia em um marco de pedra collocado
aob o aipendre de um portao, e tentiodo a
harr ga a dar horas, abri o cartucho des-
tinado sua madrinha e, sec hesitar, ti-
rn "delie um pastel.
Foi neste momento que Jeito Brunet o
apostrophou.
A porta que lhe servia de refugio eeta-
v* aberta e dava para um vasto pateo, on
de fe va urna fon te.
Um palafreneiro esta va enchendo bal
des dVgua para a limpeza de um trem.
Depois de devorar obra di rnea duzia
de pastis, Athanasio teve eede e, rendo
Alerto coma Revoloc3o
48Ra Duque de CaxJas4
E' BARAT1SS1MO
Sur de linho. a 4 0 rs. o covado.
insuda
^ado.
8 as cores a 3CO e 400
e 200 rs.
FLORIDA
Etamincs d
re. o cova
Zephiros finos a 120, e 160
Merinos M>; cores com duas larguras a
400 rs. covado.
Cachemira com quadros de seda para ves
tidos a 1|5 o covado, fazenda de 25000
Ditas com toque de mofo a 800 rs. o co-
vado. t
Cortes para vestidos, ultima moda a 7<$C00
um.
Ditos bordados a 100000 um.
Ditos bordados braboos e creme a 13 145COO e 15*000 um.
Casacos de seda franceza a 25000 um.
Cort-nados bordados a 66000 o par.
Ditos de crochet a 850C0 e 1050CO o parv R^ThespanhoIa.
Ftcnus de retroz prateaao a 15000 um. n^u^u^rZZ. v.
Colchas de todas as cores a 25< 00, 35000,
46000 e 55000 urna.
'.'.bertas forradas a 2650C urna.
Bramante com 4 larguras, tranado e liso
a 800 e 15000 o metro.
Toiletts para baptisados a 85000, 950CQ
e 105000 urna.
Pannos da Costa para mesa a 15200 o co-
vado.
MadapolSo americano a C50C0 a peca com
24 jardas.
Camisas de meia a 1000 urna
Ditas de linho e algodao com collarinho a
25COO urna.
Toalhas para crianca a 120 e 160 rs. urna.
Fstaode c6res para costumes a 50 covado.
Pannos de crochet para cadeiras a 500 rs
um.
Ceroulas francesas, a 15000 urna.
Atoalhado de linho com toque de mofo a
25400 o metro.
Dito de algodSo a 16200 o metro.
Algodao trancado para toalha a 100 0 o
metro.
Espartilhos couraca a 45, 55000 e 6000
Lencos de algodSo brancos e com barra >
16200 a duzia.
Ditos de linho a 25500, e 35000 a duzia.
Nansuk fina a 120, 160, 200 e 240 rs. o
covado.
Cretones claras e escuras a 200 e 210 rs.
o covado.
Organdis a 4C0 rs. o covado, fazenda de
bOO rs..
Setineta lisa de todas as Cores a 240 rs. o
covado.
Ricos cortes bordados a seda para ves ido,
de 6~ 6000 por 255000 e 3O5O0O.
Costumes de Jersey para enancas a TOOO
um.
Voile de algodSo a 240 rs. o covado.
Merinos bordados, de cores, a 600 rs. o
covado.
Crep, ultima moda, a 600 rs. o covado.
Cambraia de quadros para vestidos a 1680O
a peci.
Brim pardo trancado a 240 rs. o covado.
Case mira de cores para roupa de homem a
162 0 rs. o covado.
Para a quaresma
Merinos pretos a 800, 15000 e 1520D o
covado.
Manteletes pretas a 55000 e 75000.
Fichs pretos a 1J020.
Ricos cortes de cachemira preta bordados
de vidrilhos a 30000 um.
E muitas outras fazendas pretas como
sejam gergorao, setim e cachemira que se
vendem com o abatimento de 50 /0.
:\ilo esquecendo
que em sua officina de alfaiataria aprtm-
pta-se qualquer costume eem 24 horas,
;.s3m como tem um completo sortimento
de brins, casemiras de cores e pretas, que
vende por precos sem competencia.
A Revolucao
HENRIQUE DA SILVA MOREIRA
Vinho puro de Santarem
Da qulnla do Bar ral
Os proprietarios do Armazem Central, rn:
do Cabug n. 11, avisam aos seus distinctos fre
uezes e ao respeitavel publico que receberan
nova remessa deste especial vino, o qual s>
recommenda por ser puro da uva, e s se reta
Iba em eu armazem.
Joaquim ChristovSo A C.
Teiephone 447
Fitas lavradas com um palmo de larj;,
ra a 25000 o metro.
Papel de arroz de todas as cores.
Chapelinas modernas a 55000.
Rendas hespajiholas de todas as c3r-.s
pretas com e sem vidrilhos.
Lindas guanigScs de vidrilhos pretos pa- a
casaco.
Grande sortimento de gaioes, palmas e
rozas de vidrilho preto.
Bicos matisados de urna s cor como se-
am, granad, azul, rosa, beije, palha, chum-
oo, salmn,erracote e muitas outras cores.
Sabonetes perfumados a 500 rs. a du
Lindos desenhoR para talagarca.
Lencos de seda a 500 rs.
Bicos de seda e de algodao cois e sem
vidrilho.
Mantilhaa de seda e de algodSo.
Yraajas de seda com e sem vidrilho
Azulejos
Com lindissimas cores e desenhos variadiss-
mos, encoatra-sc para vender um grande sort
ment desse artigo, proprios para Trente de ca
sas, corredores, cosinbas e banheiros ; por pre
eos aem competencia na ra do Viseonde df
Goyanna n. 45.
que o seu hoapem continuava passeiando
co-n urna regula-idade de chronometro,
approximou-se da fonte, levando a mao
pala do bonet:
D licenca que beba nma pinga ?
perpuntou elle ao palafreneiro.
A' vontade, cozinheiro, respondeu o
outro rindo.
E, vendo a avidez com que o garoto
bebia agua, accrescentou:
Nao bubas toda, maldito ; deixa ao
menos alguma para lavar a minha carrua-
gem! .
Athanasio limpou os labios e disae :
Obrigado, mas olhe que eu nSo son
cozinheiro, bou pasteleiro.
Satisfeito por ter dado esta licao ao
moco, o garoto voltou para o seu marco,
lancando urna olhadella para o gigante a
quem segua.
,0 velho, interrompendo o seu passeio,
atravessava a ru-, dirigindo se para a en
trada do hospital.
Nessa occasiao sahia o passageiro que
fra no coup de Joab Brunet.
O homemzarr2o approximou se delle de
chapeo na mao.
Perdi, senhor; ser por acaso em-
pregado neste estabelecfmento ?
O Dr. Yamloff, porque era o nosso dou-
tor que o antigo spahi conduzira na sua
carruaagm, medio o seu interlocutor de
alto a baixo com um olhar claro e fixo.
Sou, sim, senhor, respondeu elle.
Para visitar um doente, perguntou o
velho, cuja pronuncia estrangeira desappa-
recera completamente, preciso alguma
autorisacao especial %
Em certos casos
Trata-se de um bello rapaz, qussi
meu filho, que ha dous dias ia sendo as
sarsinado e que, segando me escreveu um
Collarinhos para homem a 36000 e 4>
a duzia. *
Bordados de cambraia tapada a 400 60
600 e800rs.?a peca.
dem com 3 e 12 metros, de ejea quer
.rgura a 10200.
Len9os de linhd em caixinhas a 350 a
dita.
Meias para homem, duzia a 40000.
dem para senhora, duzia a 40000.
Finas pulseiras americanas a 40, 6 e
80000 o par.
ortinados todos de crochet para ces-. a
120000, 170000 e 190000 o par.aHv ns
de cores.
Ditos para janellas a 70000.
Pannos de crochet para cadeiras a *'-' e
10000.
Ditos para sof a 20000.
Capellas com veo para noiva a 65C-: e
80000.
Lindos enxovaes baptisados a 80 -'-.-
120000.
Toucas de setim para baptisado a 30, 4 e
50000.
Gnnaldas e ramos de seda, o que ha de
melhor.
Lindas fitas n. 12 para chapeos.
Luvas de seda, cano comprido a 20 pa
Ditas de seda para creanca a 10000.
Dita para moca a 10500 o par.
Espartilhos para creanca a 40 e 40500
Ditos para senhora a 40, 40500, 5000^ e
60000.
Linha de machina a 60 rs. o carritel.
Linha de machina a 600 rs. a duzia.
Albuns de pe Hacia de diversas cores.
Livros de missa a 10500, 25000, 2551"
36000, e 36000 cada um.
Lindas luvas de seda com salpicos e cor
listas, gosto moderno, a 25500 o paz
Toalhas para banho a 15300.
Toalhas para rosto a 300.
Totlhas para mao a 160 rs.
Babadores com inscric5es e paizagem a
500 rs. e 450000 a duzia.
Espelhos grandes com mulduras finas ce
cantos re fondos a 45000 e a 65000 un*
Bengalas flauta.
Grande sortimento de luvas de seda arrer.
dada com palmas canno comprido a
16500, 20005 a 25500.
ASSUCAH
Na refinac,ao do Salguei-
ral, alm do melhor assucar
refinado, encontra-se tam-
bem o afamado assucar das
usinas, Colonia Isabel
Santa Filonilla, Car -
Ass.
Precos resumido?.
22Ra Direita22
Deposito da Companhia de
Fiacao e Tecidos de Per-
nambuco
Neste deposito ra do Bom Jess n. 42,
vende se por pregas nzoaveis e condicOes da
praca, brins di algodao de cores e algodaoiinhos
de diversas qualidades, e tambem Go de algodao
em novellos._________________________
Armacao
Vende se ama boa armacao de amarello. em
bom estado, propria para qualquer negocio, a
qt al se acha roa Baro da Victoria n. 61 ; a
trai-r na roa da Imperatriz n, 12. loja.
ALOJA DA8LSTRAS
rita Diqae de Caxlas n. til
/EN->EMAISBARArO
E d descont a qnc-ni eoatprar
de 8O0Oo para cia
Vende pelos seguintes pn eos :
L3s de quadrinho a 160 e 200.rs.
Zephyr de quadrinhj a 100 e 200 rs.
Percales claras e escuras a 200 t 240 rs.
Cascas de urna 6 cor a 100 rs.
Merino preto com duas larguras a 440 rs.
Cachemiras e merinos enfeitados a 400 rs.
Cortes de zephyr d^ quadrinhos bordados a
45000.
Fichus de renda e pratetdcs a 500, 800 e
1000.
EsguiSo pardo para vestido a 320 e 360 rs.
Brim pardo liso para roupa do meninos a
240 rs.
Cortes de casineta de cores a 10000 para
homem.
Colchas de fu-tao de lindas cores a 1
e 20000.
Cortinados bordados para C2ma"*e janellj a
50800 o par.
Toalhas para menino a 10500 a duzia.
Guardanapos a 15800 a dita.
Bramante de 4 larguras a 640 e 10000.
Lengos brancos finos a I?200 a duzia.
Espartilhos finos a 40000. .
Crinolina branca, preta de c6resa*400 rs.
Baleias a 200 rs. a duzia.
Arco de 890 1 100 rs. o metro.
Bicos brancos, de cores e matisados, todos
oe grecos.
Rendas pretas e com vidrilhos a 15000.
Mantilhas pretas hesp-tnhola a 46OC0.
Etamines ^l^feOr, phantasia, a 400 r*
Tecidos de linho muito finos e largos a
400 rs.
Cachemiras pretas arrendadas a 20000.
Sedas de cores com listras ou ramagens a
%-104OO.
8- Su:
amigo, est aqui em trata ment. Venho
de Mans e querfo vel o...
Ah senhor, chega muito tarde...
murmurou o Sr. Yamloff; esse desgracado
j ilo existe.
O velho pareceu sobresaltado.
Morto exclamou elle. Oh pobre
rapaz! Mas entilo quero reclamar o corpo
Mas ent2o dirija-se secretaria, res-
pondeu seccamente o medico.
E, cumprimentando, poz-se a caminho.
O homem retribuid o cumplimento e en-
trou no edificio.
O Dr. Yamloff andou cerca de uns cin-
coenta pasaos, e, vendo passar um fiace
devoluto, chamou o cocheiro.
__Fica aqui parado, disse-lhe elle.
E subi par o carro, abaixando viva-
mente os stores.
' Mas no mesmo instante urna pequea
mao 8uja levant ;u urna das cortinas de 12
e a cara de Athanasio appareceu porti
nhola.
Tu aqui, pequeo ? exclamou o me-
dico.
Eu mesmo. E como o vi a conver-
sar com aquelle velho...
j Tu o conheces ?
^- NSo, mas adivinhei que o senhor ti-
nha vontade de o espionar.
Tem graca '
E' que eu tambem aqui n3o estou
para outra cousa.
E'boa!
A madrinha disae me que o seguisse
e foi o que fia. Tenho o mac; c'o debaixo
dos olhos e aiuda que elle andasse a pas-
seiar at amanhS, nao o largaria. Mesmo
porque, ajuntou o pasteleiro com urna s-
riedsde cmica, batendo no cartucho dos
pastis, tenho provisSes.
O Dr Yamloff poa se a rir.
Visto esteres em tao boas disposi-1
rah preto c de cores a 15400.
Setins maco de todas as cores a 800 rs.
Cortes de vestidos de cachemiras bordados
a 150000 e 200000.
Cortes brancos todos bordados a 155000.
Cambraias bordadas e cem salpicos. finos,
a 40OOO-
Cortinados de crochet de cores para janella
cu cama a 10400.
Meias de seda para senhora a 30000.
Penteadores bordados a 35000.
Camisas bordadas para senhora a 50000.
Vestuarios manijo para meninos a 50000.
Capellas com veos para noivas a 65000 e
85000.
Setins brancos, muitos finos, a 800 rs.
Luvas de seda brancas, pretas e de co-
res a 26CO0.
Meias arrendadas, brancas, para noiva a
15500.
Novidades
Mosquiteiros com armacao a 155000,
Estantes para msica, para amadores, a
550,0.
Oleados para mesa de qualquer tamanho
a 46500.
Relogios americanos espertadores a 70000
80000
Sabonetes finos a 5C0 rs.
Collarinhos e punhos decelluloide a todo o
preco.
Fitas de seda, todas as cores e todas as
larguras desde 320 rs.
Retratos a oleo
Com lindas molduras douradas em alto re-
levo, e muito lindo para um presente eu
para sala de visitas.
a 2OOO e mala precos
Qualquer familia que desejar ter um lia-
do retrato bastante mandar um cartSo
de visita cao importa que seja antigo,
basta dizer a cor dos cabello e cor dos
olhos para chegar um retrato desejado.
Para ver, e fazer encommendas
Dirija se Loja das Listras Azues
61RA DUQUE DE CAXLAS6 lt
PIANO
Vende-se um ptimo pia-
no, quasi novo, do autor Fe-
lippe HenriqueHerv; a tra-
tar na ra da Imperatriz n.
14, loja de camisaria.
Leite puro
Na estrada de Joo Fernandes Vieira, sitio lo-
go depois das casas novas da direita, vende-*
todos os das leite poro de vaccas tourinas di
-rra, garante-se a qualidade do leite.
coes, deixo-te, meu rapazola; mas s as-
tuto. Por emquanto vais bem, ao que
vejo. Cocheiro, ra Dupuytren.
Adeus, senhor. Recommende-me
madrinha, sim ? gritou o rapaz
Depois tornou a ir abrigar 6e aob o por-
tao.
N5o esteve alli muito tempo, porque
d'ahi a bocadinho reappareceu o velho no
pas.seio, sahindo do hospital.
O sujeito limitara-se a entrar no pateo,
contemplara detidamente as construccSes
com um ar admirativo e sahira lentamen-
te, serr mesmo dirigir urna palavra ao por-
teiro que, encolhendo desdenhosamete os
hombros, disse comsigo:
' um inglez!
Voltando ra, o desconhecido vio lo-
go que o Dr. Yamloff j alli nao esteva e
encaminhou se para a esplanada dos Inv-
lidos.
Cincoenta metros atraz delle, Athanasi*
troteva a passo gvmuastico, afi'm de con-
servar a distancia.
O estranho individuo que tSo depressa
dizia ter chegado de Mans como| da Ba-
tavia, pareca conhecer Pariz como M
seus dedos porque, tomando pelo cami-
nho mais curto, dirigio-se sem hesitar par
a ra Contreacarpe e entrou no restaurante
Magny.
O pasteleiro, j cangado, vendo o sea
homem desapparecer pela porte do restan
ri.nte, soltou um suspiro a um te;npo de
all'vio e de qu?ixume.
O pobre rapaz comecava a achar a te-
refa pesada e perguntava a si proprio,Jcom
terror, se o velho esteria resolvido a cor-
rer naquelle dia a cidade inteira.
Continuar te-ha)
Tv1 ''O Diario ra 10 cuque le ,a:w n.-4
i *




i -'

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Full Text
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