Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16520

Full Text

AMO LXVI NUMERO 51
hMB

TERgA-FEIRA D MARCO T>g 1890
Propriedade de Manoel Figfeeiroa de Faria dfe? Filhos
^ CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE Qs Srs. Amedlfe -Trince & C-
Por tres mezes adiantados.
Por seis ditos dem......
Por um anno dem......
Cada numero avulso, do mesmo dia.
60000
12)5000
23tf)00
5100
os agentes ex-
de Paris, sao os n4
elusivos de annuacios e publica-
res na Franca
TELEGRAMMS
i
&m;t tmm ro ausio
RIO DE JANEIRO, 3 de Margo, s 3
horas e 20 minutos da tarde.
Fui nomeado chefe do trafego da estra-
da de ierro de Pau!o Alfonso, no Estado
de Alagoas, o engenheiro Joio Jos Dias
de Faria, sendo removido o actual para
igual cargo na ferro-via de Baturit, do
Y Ejtadu do Cear. "
= Foi publi ado um decreto do gover-
nO provisorio extinguindo o Commando de
Armas, do Estado do Amazonas, e crean-
do-o no Estado do Paran.
Mi u Esposo, meu Senhor,
Mt-u mino, rr<>u irrano,
Centro do tac carayo.
Deas e Pai I
Pois coco entranhas de mi
Queris de mim ser comido,
Roubae to !o meo sentido
Para vos.
<"om o sangue que derrasinates,
Com a vida que per lestes,
Com a morte que quizestes
Padecer,
*
. (Contina)

ser
*



'
mw A&2src:4 um
MONTEVIDE'O, 1 de Margo.
D. Julio Herrera y Obes acaba de
eleito presidente da Repblica Oriental do
Uruguay por 47 votos sobre 74 votantes.
BERLIM, 2 de Margo.
Os resultidos das eleigSes de desempate
para o Reiohstag foram os seguintes:
Eleitoa:
Coacervad or 1
Lbeyaes nacionaes 3
. ProgVesBi tas 5
Socialistas 5
Corre o btato de que o principe de Bis-
Dtarck procurar a allianga do partido do
entro ou do, patido catholico no Rei
kstag /
fe PARJ^ de Margo.
/Mr. Constant, nrinis ro do interior, pedio
djemissao em casequencia de desaccordo
m o presidente do conseibo Mr, Eirard.
. PARS, 3 de Marg.
Mr. Bourgeais, antigo vice-seejetaro de
Estado, acaba de ser nomeado mjaistro do j
aterior. ^ '**"'
Agencia Havas, filial em Pernambuco
de Margo de 1890
INSTRCgiO POPULAR
ESSAIO B13LI0SSAPH.C0
DA
UTTKRATUM BRAZILEIRA
NOS
v

\-
TiBMJPOS CL,<2SaAJS
(CoatinoacSo)
Ro qual nosso paladar
Acha gostos di Arenles,
Debaixo dos accidentes
Escondidos.
Uns sao todos incendidos
Do fogo do vosso amor :
Outros ctieios de temor
Filial.
Outros, com o celestial
Lume des te sacramento,
Alcancam conhecimeato
De qaem sao
Outros seatem coropaixo
De sea Deas, que-tantas deres
ror uos dar estes sabores
Quiz 30ffrer
E desejam s aierrer
Por amor de seu amado,
Vivendo sem ter cuidado
Desta vida
Quem vio nunca tal comida
Que o summo de todo o bem I
Ai de nos, que nos detem,
Que buscamos 1
Como nSoTios enfrascamos
Nos deleites deste pao
Coa que o nosso corac
Tem fartura t
Se buscamos formusnra
Nelle esta toda mettida ;
Se queremos adiar vida
Esta.
Aqui se refina a f ;
Pois debaixo do que vemos
Estar Deus e bomem, eremos
Sem mudaoga.
Accrescenta se a esperanca
Pois na trra nos dado f
Um canto nos cos guardado
os est.
A claridade que la
Ha de ser aperfeicoada.
Deste pao confirmada
Em pureza.
D'elle Dasce a fortaleza,
Elle d perseveranca :
Pao de bemaveoturanga,
Pao de gloria.
Deixado para memoria
Da morte do Redemptor ;
Testemunho de sea amor
Verdadeiro. ,
Ob aansissimo Cordeiro t
Ob menino de Belem I
Oh Jess fctoqfl meo bem I
Mea amor I
RE^IFE, 4 DE MARgO DE 1890
A lgica dos algarismos
Sob esta epigrapie voltou a Epocha a tralar
da questo ornamentaria, na parte referente a*s
impostos de exportagio., e pretenden esinagar-
nos com a lgica dos algarismos, sem se preoc-
cupar de cerlo com 0 appbtegma que diz que
se todos poJem 1er os algarismos, nem todos
sabem coraprehendel-os.
Se a illustre redaeco da Epocha leu e bem
comprebendeu os algarismos de que fez alarde,
tirando delles coociusoes errneas, provou que,
no intuito de sustentar o que urna vez avancou,
sahio fra do reato caminho. Proval o hemos, o
que nos ser fcil urna vez rectificadas as nossas
asserges, .mais de urna vez truncadas pelo col-
lega.
Antes de ludo curopre^assignalar que nos nao
dissemos que o imposto de 100 ris por sacco ou
barrica equivala a 1 %> da taxa sobre o assocar.
0 que dissemos foi que produzia aquelle impos-
to pouco mais ou menos, cerca de i/3 do que
produzia a ta*#de 3 %.
E assiovKim efleito.
No exefcicio de 188687, seguado o ultimo
projecto o orgamento do Thesouro, os 3 % so-
bre o asaffear deram a renda de 360:5J7J167, e
os 100 ris por sacco ou barrica produziratr.
127:223*033, ou 3o centesimos daquella somma,
isto mais de 1/3.
No* exercicio de 1888 (tres semestres) os 3 /,
sobre o assucar produziram 441:46^543, e os
100 ris por sa^co ou barrica a somma de
175:160*750 ou 39 centesimos daquella quautia,
isto ainda mais de 1/3.
Se, no exercicio .de 1885-86, a porcentagem
i menor de 1/3, o excesso dos exercicios se-
gointea compensa a differenga; de serte qu.
perfeitamente excto o nosso asserto, alias cor-
roborado pelo proprio Tbesouro quando calculou -^ ? Contesta, que a baixa do cambio, em rjr
a receita provavel dessas duaa ttotesu eerretfte
anno.
Efectivamente o Tbesouro calculou que os
3 7o sobre o assucar produziriam no corrente
anno 400:600*680 e os 100 ris por sacco ou bar
rica 131:534*560, somma esta que representa
Ha milsimos daquella, ou quasi um terco.
Mas, a verdade que, segundo o plano da
commisso de orgamento, origem da pendencia
da Epocha, o assucar exportado, sendo laxado
em 4 7o, vem a pagar de imposto menor quanlia
do que est pagando pelo vigente orgamento.
Segundo o j citado orgamento do Thesouro,
o assucar paga : 3 /. de direitos le exprtago*
mais 100 ris por barrica ou sacco de proceden-
cia e.itranha ao Estado, e mais 6 / addicionaes
sobre o quantum daquellas imposiges.
Estas verbas devem produzir, segando o refe-
rido projecto do Tbesouro :
3 7o de direitos
100 ris por sacco ou barrica
400.600680
131:534*560
6 7-
addicionaes
Total
532: 35 240
31:9:8*114
561:063*334
Fazendo-ae urna regra de proporgao (oude
tres) nestes termos : se 400:600*680 correspon-
dem a 3 ./., 564:063*354 a quanlos correspon
dero? o calculo mathematico responder : cor-
renponde a 4,23 /. ou cerca de 4 1/4 7.
E te calculo fatal quaesquer que sejam os
algarismos considerados, urna vez que se repute
em cerca de 1/3 do valor dos 3 '. sobre o assu
car o quantum produzido pelo impost de 100
ris por sacco ou barrica; o que alias j mos
tramos ficar aquem da verdade em relago aos
exercicios de 1886 -87 e de 1888 (tres semestres)-
Dndose, porm, de barato que o imposto de
100 ris por sacco ou barrica apenas produza
0,80 7o do que produz a taxa de 3 7. teremos o
calculo assim feito :
Direitos sobre assucar
100 ris por sacco ou barrica
6 7. addicionaes

3,000
0,800
0228
Total
S
o d os direitos pagos ao Esta jo pelo assucar ex-
portado no anno (indo.
Nem vera 11 proposito tambera a ;.fllrraati7a3
de que nem tolo o assucar paga o imposto d
100 rs. Tanto isto sabido, e temo! o dito, que
sempre temos tomado como renda dessa verba
de receita do Estada cerca da f|3 do prolu.Uo.
dos 3 |o que paga o assucar pelo vigente orga-
mento.
Eovconcluso, a ligao dos algarismos e que o
imposto do 4io proposto dla commisso eor
gamen'o para o assucar exportado ae'ior effec
tKamento de que o que actualmente paga esse
producto pelas seguintes verbas : 3 [0, mais 100
rs por sacco ou barrica, e mais 6"|0 addicio
naes.
E assim fica demonstrado mais mais urna vez
que o principal prodako do Estado nXo poi gra-
vado 40.M DO QUE J ESTA VA.
Quaoto ao algodo, maotemos tamfcem o que- (
dtf sernos: as laxas aduaaeiras recahem sobre
os medianos, e assim tambera pago o im-
posto do Estado, sem embargo de dizer o colle
ga que o imposto sobre algodo nao tal co
brado sobre os medianos, sim, calculado so-
bre a media dos valores das d.ffirebtes qnalida-
de?. *
Era o caso de dizer ao collegamorreu o Ne-
respois tanto faz urna coute como outra. '
Com elfeiip. ningaem ignora que o algodo
1: vid id "U :iasilbado em 3 qualidades : Ia,
mediana, e 2* qualidade, sendo a differenga de
13000 entre a 1' e o mediano e de 1* entre este
e a 2- qnalidade. Desl'arte quando o de I vale
7*.o mediano vale 64 eo de 2* qnalidade 5*0.
Sommados estes pregos e tomada a media, tem-
se exactamente 6*000, que o valor do mediano.
Se a Alfandega, pois, para cobrar os direitos,
toma a media dos valores das tres qualidades,
ipso factj faz o seu calculo pelo valor do algo-
do mediano.
Sao deste jaez as contestaces d Epocha.
Ninguem poz em duvida que o algodo pa
gue em absoluto mais direitos do que o assucar
pois que este est isempto de direitos geraes. O
que disst-mos foi que, em relago ao Estado,
jio devia licar esse producto em mel^
glaterra.
PARA DENTRO E FORA DO ESTADO
Por seis mezes aantados. 13(5500
Por nove ditos idem...... 20)5000
Por um anno idem...... 26)5000
Cada numero avulso, de dias anteriores. 100
p e^os respectivos, os demais valores compara-
sao estes :
Fevereiro 90 826295*690
89 588:5954740
Mais
denteFevereiro 90
89-
237:6994950
178:500*0110
218:632*750
I
Menos
40:132750
AUvoiFevereiro 90
Mais
62:595 000
5:785*00(1
____________
56:810000
Bem v o collega da Epocha qua, em face des-
ses algarismos, nao ha razo seria para receiar
o descenso da exportaco do Estado. Se n'um
ou n'outro mez, se em um ou outro anno, por
forca de causas passageiras a produeco decres-
4ce, sd.i estes tactos por tai forma solados e pre -
carios, que n5o prejudicam o a3serto geral dos
algarismos em pro Jo incremento da produccao
Nem asta ser prejudicoda pelo augmento do
impostor desde que esse imposto seja langado
em condiges racionaes, nao sendo propriamente
prohibitivo.
'A commisso de orgamento teve isto em vis-
ta ; e, embora urgida peta situago dilficil das
financas do Estado, nao oi alm de rasoaveis li-
mites.
E3 o que tinbamos a dizer Epocha. que cer
lamente o&O ponderou bem os algarismos-de que
se servio, e por \ao teve a pretenso de nos es
magar com elle.
Os algarismos falla: a verdade ; preciso,
porem, Baber comprehendel-os ; nos presum
mos que dcsta leita, que sera a ultima em rea
gao ao collega, a Epocha tel-os-ha entendido, ex-
postos como foram por nos.
Temos dito.
PATE 6FFICIAL
corfdices do que o assucar. E isfb dar t
laxa
Govcrao do Estado de Peraam-
i. buco
HESPACHOT DA SKCKETAUIA DO GOVKKM
DO 1 S.ADO DK PERNAJBDCO, 1 D8
JO os 1890
3 -signados habitantes em Pedra Bran
' a Intendencia Municipal da cidade
da. 4 ,A m
dem, rer-resftutantes dosJlbiflBtes.de Itama-
-Ao l)r. iuz de dir>Wde I
com maoifesta injustiga se fosse manlida
actual do imposto do Estado sobre ,o algoJa>.
Contesta, por ventura, .o colleg gue a inlu-
tria algodoeira de mais fcil meneio e fcenos r;. -Ao Dr. juz de di
dispendiosa do que a assucareira ? Contesta qae | i'iiormar. ,-.
f A.__ ... T7 ___mm-, Racha Antonio da silva Cuimaraes.Ao in
o algodo, era igualdade de peso, tem ma.s va ; ., lM.,r ,v. T^Suraria de azenda para infor
lor, e portanto supporta melbor as despez
raes da cultura e do transporte- do que o Augusto Cabial de Vasconcellos.Iti-
Iguarass para
Tari)rece ura-s o ulyoJao do que o assaOBr'
^o contestn, nem poderia rasoavelc u
contestar tudo isso; portanto, postas de_:
mal soantes e impertinentes paixOes, ha d c<\v
fessar que melhor do que o assuaar o alg-K,o querqOC._Arf|ldadao inspector do Thesouro do
supporta 4 |0 de imposto do Estado. I Estado para atender em termos
O alcool e a agua-dente, no actual momento,'
por igual modo supportam a aggravago da res-
tbr Ua Tiesyrar;a d^Fazenda
, Pernambueana de-Nare^a^io Cos
,:.'Oie o inspector do *lfcsteoro do Es
I (ado-
Francisco Vararea da Silva Cavalcante.-In
| Iprmc o tif irtpr do Thesouro do Estado.
Francisco rtf Hollanda Cavalcante de Albu-
pectiva taxa de imposto do Estado- Tm ambos
estes productos alta cotago, que tudo iudica se
maDter.
Nem procedem os argumentos que tirou o
collega do nosso Retrospecto Commercial do mez
de Janeiro tindo, porquanto nao se pode, oem
se deve raz avelmente fazer obra, em assump
tos da natureza do de que nos oceupamos, por
um caso isolado, referente a um mez.
Se o collega compusar o noso Retrospecto
Commercial de 1889 e os dados estalisticos que
posteriormente pubicamos. ver o seguinte:
Que em relago ao algodo foram as medias
da ex por aeo :
No quinquenio de 1879-83 12:517:125 kil
No quinquenio de 1884-88 14:681:529 ,
Em 1889 17 600:803 .
O que prova a toda luz da evidencia que a
produego e a exprtago do producto tem sem -
pre crescido.
Que, em relago ao alcool e agurdente, fo
ram as medias da exprtago.

Alcool Agurdente
Litros Litros
No quinquen
nio de 1879
1883 165:606 3.852:004
No quinquen-
io de 1884
1888 299:632 4.707:005
Em 1889 792:620 6.898:360
O que ainda pe em evidencia o persistente
augmento dessa produfl|So e exprtago.
Que em relacao ao assucar foram as medias
da exprtago :
No quiuqueonio de 1879 83 128.659:486 kilos
No quinquennio de 188488 136.071:590 .
Km i889i 91.550:971
O que, sem embargo da menor porgo expor
tada no anno hado, ainda poe patente o ucre-
mento da produego, pois que o facto de *89
nao pode inquinar delicio a udicago lgica
dos algarismos precdanles.
K quei ver u coliega quaoto sao precariosj)s
ama argumentos tirados da exprtago de Ja
neiro prximo fiudu ? Kis aqui par* comproval o
os dados estalisticos da exprtago em Fevereiro
uiuaiu :
Assucar- Fevereiro 90
89-
ldem.
Brigadeu'u Francisco Joaquim Pereira Lobo.
Fornega-se!
Hermelndo Vieira Cabral.Informe o inspe
ctor do Thesouro do Estado.
Joo Lins Cavalcante de Albuquerque.Infor-
me o cidado director geral de obras publicas
Joo Augusto Pereira Magalhes. -Ao Dr. juiz
de direito da comarca de Iguarass para infor-
mar.
Bacharel Horlencio Peregrino da Silva.-la
forme o inspector geral da iostruego publica.
Mana Francisca de Barros.Sim.
Rutilio Jos* de Oliveira.Encaminhese de-
vendo ser pago o porte no correio.
Capito Tneolicdo Augusto do Reg.-Infor-
me o inspector do Tbesouro do Estado.
Tbereza da Cruz Ribeiro.Requeira ao inspe-
ctor jera! da instruego publica.
Secretaria do goy,erno do Estado de Per
nambuco, 3 de Margo de 1890.
O porteiro,
H. M. da Silva.
Algodo
Meuos
Fevereiro 90
89-
Mais
13 229.235 kilos
13.677:966
448:72.'
O que prova em termos genricos o que disse
mos particularisando o caso do orgamento do
Thesouro para o corrente anno, isto que,
guardada a proporcio de cerca de 1/3 do impos
to de 100 ris para os 37o, ter-se-ha sempre que
o assucar paga actualmente mais de 4 7.. um i
vez levados cunta os 6 7. addicionaes aos iin
postos. *=.
O que Uiz a Epocha em relago ao assucar ser
exportado em sac os de 60 kilos e em barricas
de mais de HHLkilos nao exacto. Se o col! >f
4er->e ao irafialho de percorrer lia a da o apa
nha-lo da exprtago publicado pela imprensa,
verificar que liguraai nos despachos saceos, bar-
neis e votume- varando o peso dos acucare
em saceos de 60 a 75 kilos, em barricas de 40 a
120, e em volume? entre limites ainda maiores.
Por conne-guiiiie ficticio o valor medio que da
o rllela .o sacco de assucar, e portanto falsa a
sua i-onclupo.
Nem Ihe aprjveita o que pretended colber dos
dados Uaiisticos por nOs publicados em Janei
ro ultimo, porquanto o calculo a fazer outro, e
nao o tentamos por nos faltarem dados, e serem Excepgo leita do assucar, cojo valor expor
incompletos os fornecidos pelo collega arespei- lado aiuua uo c.lomamos por nos faltarem os
2:04->:668
1.6o5.bj8 .
aa::o3>>
Agurdente Fevereiro 90
89
Menos
Aicoot Fevereiro 90
89
Mais
856.8.7
1.1S9:0/
litros
34.:255 *
154:07/
7.088
136:980
Repartido da Polica
2.* seccSo.N. 49.Secretaria de po-
ieia do Estado de Pernambuco, 3 de
Margo de 1890.
Cidado -Participo-vos que foram autebon-
tem e hontem recolhidos Casa de Detengo
os individuos de nome Francisco Honorato ie-
drim, Joo Hamos Pessoa, Joo Fernandos dos
Santos, conhecido cor Joo Pc-rigo, Zeferino
Candido da Silva, Zeferino da Costa Siqueira.
Miguel Pedro da Silva e Jos Rodrigues da Silva,
Foram tarabem recolhidos os ex-soldados do
corpo d#policia Agosfnho Jos Defensor, Jos
da Costa Lima e Francisco Gomes Ferreira, os
quaes teem de segutr para o termo da Gloria de
Goit, onde esto sendo procesados.
Com destino ao asvlo da Tamarineira foram
igualmente recolhidas as alienadas Joanna de
tal e Antonia de tal.
Aotebontein, s 9 i/1 horas da manha, fal
leceu repentinamente, ao, chegar es'ago da
Mangibeira de Cima o trem da via-feTea de
Caxang. no qual la de pasagem, o subdito por-
tugus Jos de Souza Menezes, de 80 annos de
idade e de proflsso jardiaeira.
Da vistoria a que procedeu o Dr. Joaquim
Loureiro, veriticou se ter sido a morte de Mene-
zes proveniente de urna lesio cardiaca.
Csmrauuicou me o delegada de S. Lou-
reugo da Malta, que homem ooite e em um
rancho existente em trras do cngenbo Mogam
biqudou se um .eonfl'-'io entre diversos indivi
dos qae se achavam jogamio all, do qual re-
saltod sahirem feridas quatro pessoas e morto
Francisco de Soma, tendo sido apontado como
autor des "s crimes um tal os Mica, que foi
pr^so f rpcolhio ) c\dia.
Contra 0 delinqueute abri se inquerito.
_ o i a 16 do mez tindo, s 8 horas da ma-
nh ao chegar a estago de Calende o trem de
-argado Proiou<-aiueiii'j, aconte eu o uardi freic
Atouio Carlos sabir, entre Oous curros, na ecca
sio em que proctrava pa-?ar da cob rta d-' mu
para a do outro, icando giav^ineiuv tendo.
O delegado re-ipectivo procedeu a tal respeito
na forma d.. lei.
- ao delegado do termo de Garanbuos apre
sentou 8o volunarianpnt" e foi recolhHn cadea
respec iva o re Miicuel M.iurici Waiid-rlev,
pronunciado no act 205 lo odigo Criminal.
- Foi capturado pelo Dr. delegado do 2. d.s-
tricto d^ capital e est recolhido na Casa de De-
tengo o individuo.de nome Claudino Fernanrtes
dos Saotos, pronunciado no art. 205 do Cdigo
Criminal.

Entraran: em exercicio:
Joo Cancio Cavalcante de Albuquerque, subde-
legado do districo deTigipi, na qnalidade de 1."
supplente.
Antonio Ferreira Lobo, subdelegado do i. dis-
tricto d:> S. Lour< neo da Matta, na qualidade de
i. supplente.
Francisco Marques,de Albuquerque Mara-
nno, subdelegado dd'l. districto de Pao d'A-
lho.
Sade e fraternidade Ao marechal
Jos SimeSo de Oliveira, mui' digno go-
bernador provisorio do Estado de Pe,
zambucoO Chefe de polica, Avt
Antunts Ribas.
Thesouro.-do Estado de
Pernambuco
DESPACHOS DO DIA 1." DE MARCO DE 1890
Hennque Florentino da Silva Santiago ollicio
do inspector da instrucgao>publica, sob n. 31.
Informe o Dr. contador.
Oflicio do director das obras publicas sol)
n. !4. idenTd^mesmo, sob u. 116, Lopes Maga
Ihes & C, JoW Tneotonio Pereira de Carvalho,
contas do collector da Escada, referentes ao extr
cicio de 1886 e 1887, dem do de Nazaretli do
exercicio de 1886 e 1887, idem do mesmo do de
188S, idem do commandante do corpo de polica
relativa ao mez de Dezembro ultimo, dem lo
mesmo do mez de Janeiro Bndo, idera doxol-
lector do Limoeiro do exercicio de 1886 e le>7.
idem do mesmo do de 1888, idem do de Pao
u'vlho do exercicio de 1886^ e 1887.Ao Dr.
cont idor para os devidos fins.
Officio do governador do bispado de 28 de Fe-
vereiro (indoAo cidado tbesoureiro para os
devidos lins.
Argemiro Leodegario de Senna Santos.A'
seceo do Contencioso para cumprir o despacho
da junta.
Manoel Marinho Cavalcante de Albuquerque.
Sim.
Antonio da Silva Ramos.Ao administrador
da Recebedoria para cumprir o despacho da
junta.
Ponto dos empreados da Bibliotheca,Instrue-
go Publica Escola Normal e Gymnasio Pernain-
bucano relativos ao mez de Fevereiro rindo.Ao
tbesoureiro para os devidos lins.
' Gerente da Conpanhh de ;anta Thereza.
Sim.
Marianna Lins de Albuquerque. -Ao Dr. con,
tador para attender.
OlBcio do inspector da Instrucco PuDlica, sob
n. 30 Ao tbesoureiro para os devidos lins.
Oflicio do collec:or de Tjababa.d 25 ie Fe
vereiro lindo.Ao Dr. contador para fornecer.
Jos de Azevedo Antunes Guimares.Sim.
Francisco Antonio do Coulo.Informe o admi
nistraJ. r da Recebedoria.
Aurelio dos Santos Coimbra.-dem.
Tenente Jos Severino de Almeida Pedresa,
ollicio do Dr. chefe de policia sob n. 187, idem
do mesmo sob n. 369, idem do collector de
Goyanna de 21 de Fevereiro lindo, Ulysses Co-
lorabo SimOes, Pompea de Carvalho Soares Braa-
do, Manoel Jos de MajtalhAes, oflicio do admi
nistrador da Riccbedoria sob- o. 52. -Informe o
Dr. contador.
Oicio do Dr. chefe de policia sob n. 375.Ao
Dr. coniador par%os devidos lins.
Commendador Antonio Jos Machado, Fran
cisca baptista do Reg. Mara "Magdalena da
ujnceigo Haja vista o Dr. procurador fiscal.
EXTERIOR
Franca
Diz o Sicle que em jonsequencia da con-
demnago d03 Srs. Lesquerre e Habert, pronun
ciados pelo tribunal da relago de Parz, o con
seibo da ordem dos advogados tencioaa dar a
sua demisso.
A cmara dos deputados approvou o pro-
jecto de lei, que cria novos regimentos de ca
vallara.
Em Mans, o Sr. Tirard, presidente do con;
selho de ministros, ao inaugurar a Bolsa do com
mercio, d'aquella praca, atarmou novaraente no
seu discurso que o programma poltico do ga-
binete consiste em estudar a resolugo das ques
toes econmicas e dos problemas sociaes.
Fallando da reforma das pautas aduaneiras,
di83e que o gabinete procarar conservar a ba-
langa igual entre todos os interesses.
A tarefa diflicil, mas com boa vontade, ha-
vemos de resolver o problema. O gabinete, em
quanto gosar da coutianga do parlamento e do
paiz, ha de continuar a sua obra de apasigua
ment, de concordia e de progressos sem se dei-
xar intimidar pelas fanfarronadas ameagadoras
das faegoes vencidas nem pelas narragOes phan
tasistas le suppostos dissentimentos entre os
ministros .
- O Sr. Tirard, discuraandi a 9 de Fevereiro
no banquete da Bolsa do commercio, disse:
Esforgamo-oos por fazer prevalecer urna
poltica ue legalidade e apasiguamento. e por
assegurar a grandeza do paiz tanto no exterior,
como no interior .
Depois affirmou a uniSo do gabinete, e con-
cluio l'azendo um brinde ao exercito, cuja valen-
tia nao ameaga para ninguem, mas nica-
mente penhor de seguraoga para o paiz Ap-
plauso8.
Como o Sr. Vilfeu. deputado monarcbi3ta,
proferirse um discurso criticando o governo
responJeu-itie o Sr. Constan!, ministro do inte
rior, dizendo:
c Vimos aqui encontrar amigos, e nao procu
rar coaselhos. Nao nos banquetes, mas n'ou
tra parte, que recebemos os conselbos e as or-
dens da nago. O paiz quer a repblica parla
mentar, e o governo ha de mantel-a Ap
plausos.
Foi rejeitada pela cmara por 328 votos
contra 71 a proposta do Sr. Cazenave, para re-
vogar a lei de exilio contra os chefes das anli
gas familias que reinaram era Franca, e contra
os seus herdeiros directos. O ministro da jnstica
disse:
Nao no dia seguinte a um periodo de agi-
tago, e depois da allianga que sabis, que po
detno3 revogar a lei do exilio .
Um telegramraa de Madrid para a Ind'pen
dence Belge diz correr all com certa .insistencia
que apezar dos desmentidos, o conde de Pars
tffectivamente abdicou dos seus direitos em fa
vor de seu filho, a exemplo de Isabel II, que re
nunciou o throno em favor de seu filho, que
vl-o a reinar sob o nome de Alfonso XII.
Esta deciso foi tomada muito recentemente.
no conseibo de familia qae se realisou em Sam-
lucir, em c sa o duque de MontpeQ3ier, e a qu-
..ssisram o conde de Paris, o duque de Char
tres e o conde d'Eu. Fra deliberado e assente
renovar simultneamente e cora vigor o movi-
raeato da --estiurago orleanista em Franga e no
B asil. A viagem do conde de Paris a Cuba liga-
se som este projecto, sendo boje a Ha van a o
centro da acgo dos legitimistas contra as insti-
tuices republicanas do Brasil.
Dizem algun8 jornaes da Europa que todo ej-
te plano sena bem visto pela maior parte das
governos inonarchicos eiiropeus, sobreludo pela
Austria e Allemanha. Parece que 03 partidar.os
d3 0rleao.3, mesmo em 4adnd, esperara que a
candidatura do joven pretndeme adquirir em
* *
breve popularidade pela sua audacia em arres-
tar as leis da expulso, entrando em Franga,
que contrasta frisantemente cora o procedimen-
to do general Boulanger em 1889.
Lm jornal de Brdeos diz que se celebren
effecti 7araente aquelle conseibo de familia, em
que se resolveu a abdicagao do conde de Paris,
mas nao por motivos polticos e sim pelo estado
de saude do contle, estado que delerminara
urna via^ern a America.
Bem contra o que toda a gente sensata es-
pera, o governo francez enteudeu dever fazer se-
guir aos seus termos o processo instaurado ao
duque de Orleans pela cootravengo o termo .
officialmente dado ao acto praticadocommetti-
do pelo filho do conde de Paris.
OjulgameTto realis u se no dia 12, e o jo-
ven principe francez foi condemnado a dous aa-
nos de priso. Est consummado o facto.
Ao presidente da repblica resta o uso do di-
reito de indulto, que provavelmente ser exer-
cido brevemente.
A audiencia do tribunal correccional para jul-
gar o duque de 0 leaos abno-se ao meio da a
10 minutos O principe respondendo ao interro-
gatorio do presidente, disse textualmente :
Pego permissao para me dirigir sem phra-
ses ao tribunal. Vim a Franga para servir co-
mo simples soldado. Nao fago poltica. Com a
poltica s tem que ver meu pai, de quem ea
sou tlho submisso e liel servidor. Nao vim c-
mara, mas sim reparligo do recratamento-
Eu sabia a que me expunlia. Isso nao me dete-
ve. Quiz servir a meu paiz no regimenlo. E' isto
um crime ? Amo o meu paiz. E' isto urna falta f
Nao me julgo criminoso. Nao quero defender-
me. Agradego cordealmente aos meus advoga-
dos a suaj0edicao, mas pego-lhes que me nao
defendarol Aprend no exilio a honrar a magis-
tratura do meu paiz; respeitarei a sua senten-
ga. Se porm fr condemnado aqui, estou segu-
ro da absolvigo dada pelos 200,000 recoltas da
tuinba classe que mais f.'Iizes que eu, pode rao
servir o paiz .
O presidente objectou :
Sabis que a lei vos prohiba servir no exer-
cito francez .
O prjncipe respondeu :
Eu nao estara na Conciergerie, se e?sa lei
nao existase .
O delegado do ministerio peblico expoz no
seu discurso de aecusaco que a lei, violada
scientemente, deve ser applicada ao reo.
0 Sr. Roupe defensor, allegou que o duque
veio a Franga para fazer oflicio de soldado ;' nao
tomou conselho de ningaem seno da sua moci-
dade; fez um voto voluntario e pessoal, que
honrar toda a sua vida.
O Sr. Rousse aiicresceotou :
l) '.-eja que nos dias de perigo teohamos
muitoi o&cebos cora este. (Applausos ) Con-
cluiu, diz'pftdo que a lei militar, impondo ate-
do- os francezes o servigo obrigatorio, destruiu
os effeitos da lei de exilio.
Depois de curta delibengb foi prolerida a
sentenga, condemnando o principe a dous annos
pri-o '
.A' sahida do tribunal, depois do julgamento,
deu-se um incidente. Varios grupos gritaram :
Viva Orleans 1 aos quaes responderam outros :
Viva a repblica !>
Um dos grupos foidpor urna cora no pe-
destal da-estatua de Hinriqu- IV, na Ponte No
Fa e grilou : Viva o rei 1 Viva Orleans I Um
grupo dos contra-manifestantes gritn : Viva
a repblica! Interveio a polica, e effectuou
25 prises!
Todos os manifestantes presos a 12 de tarde,
forara soltos a noitc, mas tm de comparecer pe-
runte o tribunal correccional por gritos sedicio-
sos, e ultrages autoridade.
Q jornaes parisienses' emitiera opinies di-
diversas, conforme os respectivos partidos, so-
bre a condemnago do duque de rleos.
O Jornal dos Dibates espera que o governo se
nao deixar dissuadir da clemencia pelas provo-
cages realistas.
A83evera se que o duque de Orlens declarou
aos seus advogados que nio appellar da sen-
tenga,.
O duque jautou com excellenle appetite, de-
pois do julgamento.
O duque de Orlens ficou sujeito desde esse
dia ao rgimen dos outros, excepto para o ali-
mento.
Designou 18 pessoas, das quaes sete parente,
que serio os nicos que o visitaro-
Fiodo o praso de 10 dias para appellagao, se-
ra provavelmente transferido para a priso de
Loos, no norte.
A Liberte, fallando da continuago.do pro-
cesso, diz ser opinio de que foi um erro dar
importancia ao acto do duque de Orleans, sobre
'.udo depois da carta correctisaima por elle di-
rigida ao presidente da repblica. Depois a
indifferenca, accrescentacera que a popula-
go parisiense acolheu a noticia da priso e do
p-ocesso, demonstra que o duque se enganou no
caminho
A Libert ter modificado a sua Opinio pe-
rnote as manifeatages que se seguirn) cn-
demnago prncipe.
Eis a caria que foi dirigida ao Sr. Carnot
pelo duque de Orleans:
Conciergerie, sabbado 8.de Fevereiro.
Sr. Presidente.
Em 1886 o governo de M. JuleslGrvy ex-
pu sou-me de miaba patrii. Em 1890 o >oso
governo faz mais : eocarcera me.
No momento em que pela segunda vez, urna
dor inmerecida me imposta jolgo da miaba
honra e do meu dever expor-voa por escripto o
nico pensamento que me inspirou.
Vim simplesmeote, no dia em que comple-
tava os mis 21 anuos, e apezar do meu luto,
inscreverSe na admiuistragSo do Sena para fa-
zer os rais tres annos de servigo como soldado
do exercito do meu paiz.
Appello para todos os que tm no corago o
amor pelacarreira de soldado e pela bandeira
tricolor, aTecordago das glorias da Franga, co-
mo das suas feridas, o senttmento de que todo o
francez deve patria. Nao receio o meu julga-
mento
Creio mesmo, Sr. presidente, noter que
receiar o julgamento da vossa conciencia. Se,
com razo, vos honraes de contar entre os vos-
sos antepassados um grande nome patritico,
admirar vos heis-de que eu invoque a memoria
de tantos principes meusavs, mortos pela Fran-
ga, sobre os campos de batalha, e que, neto da
ilenrique pega para.ser simples soldado ?
Pego vos, Sr. presidente, que aceitis a segu-
rangu da minha alta considerago.
Felippe, duque de Orleans.
Se havia intengo poltica e intuitos de come-
diante no procedimento do filho do conde de Pa-
rs, 03 8eu3 21 annos, e a sua attUude correcta
n-i tribunal, o ttm ou pretexto da sna entrada
no territorio patrio, absolvem n'o de tudo e de-
vem le o tornado bastante sympathico cau-
sa de que sen pai, pelo seu trato rude ealtt-
eiro, tem afastado muitos amigos.
__Nao foi o duque de Aumale, mas o de Join-
ville que primeiro foi visitar o preso.
O duque de Aumale fez se doente,-ttara nao
ser o primeito a fazer tal visita.
0 Estafette opin que Felippe de Orleans no
cidado francez. Fundase para isto este peri-
dico em que o cdigo civd declara que perde a
qualidade de cidado todo aquelle que prestar
servigo militar no estrangeiro. sem autorisago
do governo nacional. .JL-
O principe, quando fez a sua viagem india
em 1887, acompaahado do coronel Ferceval, alia


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Diario de Pernambuco-TerQa-feira 4 d Mar^o de 1890

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loo se no exercito inglez, ondeobteve a patente mente os oflicios divinos, e a multiplicar os actos
de alferes de cavallaria, fazendo servico de guar-(de caridade, invocando a miaeneardia divina.
nico, principalmente em Chabereta. Em 1889
deu baixa do serrieo.
O cnsul franeei d Bambean lew est*fac
los ltimamente aaconteKi meato deaovuruo.
Quanto ao indulto parece que nao ser conce
dido, sera que o preso pnmeinumte o re-
queira.
A 13 noite,- no limek de 700-estudautes
mensagera daqulles, proferid uma-'allooaffeov
elogiando o duque- de Orlearm de-quem daos
que Ihes trazia all urna saudagao fraternal.
A reumao acabou sem incidente; mas, no co-
meco da festa, bouve na ra urna contra maoi-
lestacao, sendo que a polica cITectuou al gumas
prises .
O Voltaire affirma que em resultado dos punen
ser retirada ao duque de Luyoes, a autorisa
io de visitar o duque de Orleana-
- A cmara dos depurados, depois de vivos
debates, decidiu por 318 voto* contra 191 que
se proceda a inqueriio sobre a e!eicao do br.
Piest, candilato da direita, que foi eleito por
Saint-Die contra o Sr Julio Ferry.
trangeiros, commnmcanio aos seus coUegas o
convite da Allemanlia para a conferencio ope
raria, expoz as questes .que necessaria pre
viamente esclarecer; pedir pois a diplomacia
aliem explicacoes supplcicentares antes de res-
ponder definitivamente.
Corre que a Safen desisti do seu projecto
de conferencia anloga da Ai'emanha, e que
acceitar a proposta aliem.
O Sr. Humbert, on presidente do senado.
Tai ser nomeado pnmeiro presidente do tribunal
de contas
BcrtBtea
porque eviomoiaooiQ opdeorisi urnamaoi
featacaoda colera de Deas, motivada pela tai
meralidade pelos ciiw de-genero buinaao.
i Em Iujjeteiio ba que, tenta prenuncilos
parigos que- corre, n'uaa futa ais ou menos
proximo,aqueUe-colioBMa Mno pwigos
realistas o duuode Loyoea, era -espasta ajima de respete) i^propriedataeellwt e pelo mais
aagradoa-pnoeiptot de-ddreUa oteroactoaal.
iSir Cuartee Dilke, domea- imprtante na pol-
tica do reino unido, e que foi miaistro no ultimo
gabinete Gladstone, acaba de publicar um traba
io que intitulou Problemas da Gra Breianha, e
que e um verdadeiro grito de alarme no mundo
britannico.
O seguinte breve trecho do livrp d urna idea
da tbese que sir Charles Dilke sustenta.
Diz elle:
O perigo que encontramos no nosso caminbo
est as enormes forcas do militarismo earopeu,
que poiem esmagar o amigo paiz, e destruir a
.otegridade do nosso impeno antes qne as com-
muniJades novas de que se compite a bajara for
liho* da suaioaaoterol eoMez,edo-fallo, rio Jo doote Mi Juatoi dos7 al ttaobJanui
O Sr. SpuUen, ministro dos negocios es- tirtcado at o ponlo-de poder resistir a um ata-
" que.
E' possteel quj a Gra-Bretanha seja uopejli
da, no prazouie alguns. a tinos. urna guerra s-
bita, de que naj possa restabelcer-se, urna das
lonsequencias da tai aconteciuaento-seria a perda
do Canad, das Indias, e a Australia-declarar se
bia odepeadente.
No diadUord Salisbary veio a> Londres-pela
primeira veo, depois da sua doenca^ e presidio
ao coaselho de ministros, que se ocmpou exclu
sivamente em combinar os termos do Mesarlo da
cora para a abertura do parlamento ao da.11
de Fevereiro.
correspi
Jous anoosseatre a Io,;lalaa, Portugal.
Esta.oorfeapandedofat, que** volumoiav.com
pe-ie-ee 303 documento* di ptematiaesrocadB oaigameai auwoQade, s^gunio as -noeaaa tradincods Em
vi etreas novas iiifliculdadeao_u e prev, o inope
redor/auiz ter juuto de si-um conseiheiro que
A Indpendance Belgr eonta que na ultima s^s-j p Hjuve na miiruga.la de .'i un i explosao de
o do conferencia ati escravista de BruxellasVgris na bulheira do Aberyghan, perraue Njw-
Port, no principado de Giles,
todo ioterrompiJa
sao
a proposta belga tendente prohibirn completa
da importaco de armas de fugo em frica foi
definitivamente posta de parte, por haverem
reconhecido os delegados da Pr.-nca, da Alleraa.-
nha e Inglaterra, e varios outros dos seus colle-
zas, que ella era impralicavel
Foi substituida por urna outra proposta, aoi
termos da qual cada ettado dos que teem pos
aesses na frica exercer aUi a admmistracao
das armas de fogo,.islo urna liscalisagao e
ama-vigilancia diraita sobre as que foretn im
portadas no seu territorio, de modo que possa
ambargar a passagem a todas as remessas, qun
!he parecam destinada* aos caladores de escra
vos. Quanto aos neios de execacao, nao esto
ainda teliailivamente reso vidos-
Tem navido negeciaces sobre o assumpto da
imporuya dos alcools. Tomar ge-hSoa respei-
!o dieste conimccio providencias diaerentes das
que respeiUm importarlo das armas.
Os alcools serio onerados. na sua entrada em
frica, com um direito prohibitivo bastante
elevado. ___^, ,
- Segundo a Imlepeniance BOmLoi agor
apresentado conferencia de Bruxelfafe um con-
tra projecto inglez relativo ao direito de visita.
Nusse locnmento expiime se a esperanza de
se chegar a um acconlo entre as nce-'.
que
pela,
porque as ideas emittidas pela Franca e
Allemanba sao em muitos pontos idnticos.
Reconbece se que os principios em que assen
ta o projecto francez podem servir de base a
umeonjuncto Je providencia/ p eveitivas e re-
pressivas. Nao pode, comtudo, o governo da
rainha dissimu ar o seu pezar por vir o gover-
no francez deparar que Iba timpossivel Jlmit
tir os direitos recprocos Je vigilancia obre os
navios de vela na zona do trafico.
O governo britannico irnpe aos seus plenipo
tencic rios urna reserva expressa, e reomraenda
Ibes que nao Jerroguem os principios Jos trata
dos celebraJos anteriormente pela Inglaterra e
83 direitos que delles Jerivam. Nao pode ad
mittir que seja permiltulo aos agentes negreiros
a navegarem livremente son a bandeira dos es
lados que nao esto em condices de flscali3arem
os abusos.
Querendo ir o longe quante posstvel ao
aaminho das concessOes esta reselvido a con-
senor em que a applieaco do direito de visita
ae restrinja na zona determinada pelo projecto
francez, com o fim de prevenir e de reprimir a
osurpaco e o abuso da bandeira.
O coutraprojecto inglez contm as seguintes
proposlas :
1.* Delerminaco da zona, em que se ha de
exercer o direito de. viaila ;
2.' Restricco do direit de visita aos navios
aoja tonel.gem seja inferior a 500 toneladas ;
.' Liberiaco- dos escravos encontradas a
bordo; _
i Alforria de todos os escravos que quetram
ver a bordo de um nivio Je guerra ;
a.' Creaci) e organisacao de centros interna
eionaes de infonnacoe.s ;1
6* Inserco no iratado internacional que re
soltar dos dbales da conferencia das decisOes
ue forem tornadas a rsspeilo da rpressao il
aralico.
liala
As exigencia dos estudanles de aples, qe
ueriara a suspenso das nulas, pjr causa da
influenza, obngaram o prefeito de aples a
lomar medidas de ordem publica, faze.icM o cu-
par a universiJade pela forga armada. *
Na cmara dos deputados o Sr Mirtini reali
sou urna interpellaco sobre essas oesordeus.
aniversUarias em aples. *
Responleu o ministro Ja nstruccao pnllica
uzeo lo que a turbulencia dos estudanles obn-
jrou as autoridades acadmicas a tomaren med
2a- enrgicas, e que elle ministro apirovava a
attttule das autoridades. O Sr. Crisp, prest
ente do conaelbo de ministro- do reino, deca
rou que as medidas trnalas forampsrfe.umente
wstili :aJas.' O incidente Ikou tenuieeJo.
Os governos da Franca e da Inglaterra con
ridaram o Julial a unir se a elles, am de
es'abelecerem as contiiebes a p- p^ira o reco
hecimento do governo do presidente Jo llutt
A 10 de Fevereiro elTctuarara se em Boma
as raaul.estasoes projecta.las para celebrar o
aniversario da revolu^o republicana de 8*J.
apezar de haverem si lo prohibidas O ora lo-
res tiaera calorosamente a apolfteose Je Aaz'A
ai A polica s intervalo p;ira iuipedr rompa
nces entre o rgimen reiublicaco o raonar
ehico. A populagi conservou-w compl:tamente
indilTereute a estas den.onstrases.
Forara seis as conferencias realisdas as
associaces republicanas. A tropa esteve de
orevenco.
A manifestsio ticou reduzda a um passeio
ao Capitolio, onde, foram coroados os bustos do
Mazzni e de Garibaldi.
Na s'-ssao Je 13 da ca uara^dos deputaJ>s,
t Sr Mazzlein perguntou ao Sr. Crisp que dili
rencias encionava fazer na qaesto anglo por-
lugueza paw que segundo eart. 12- da con'en
aode Berlin sej i submetUda a arbitramento.
o interesse da paz e da civilnaco. I
O Sr. Crisp d sse que, estaudo abefas neg
eiaces a esse respeito. oo polia reOJon-lr.
Segundo noticias de jlussuah, rc^res r a Asmara a-s tropas italianas.
Despachos de Massuati do noticia fie ter ha-
vido no da 26 de Janeiro urna batalba entre De-
jeac e Sejon. na qual parece que fora batido a
gravemente ferldo R^s Alula.
MaaMa S
0 papa quando testemunhou-ao shah da Persia
0 seu reconbecimento pela proteoco concedida
aos catholicos, u'aqueJe 'Paiz, envin- me no*'
intermedio do governo friiicaz. as ;nsigma8 da
Ta crui da ordem de PfcHfX
u- ,u,.i-..n n rnrdeal Pecci.
Fixu de todo ioterrompiJa a coramunicacao
com o interior da mina, onde esto 300 homens.
J foram tirados da bulheira de Abery,'han 171
cadveres.
Receia-se que o numero das. victimas suba a
200.
Em presenja da, opinio favoravel do con-
seibo do almirantado, vai procederee construc-
ao de dokas era Gibrallar^
O discurso da corda na abertura do parla-
mento, depois de se referir ao incidente anglo
portuguez, e conferencia anti escravista actual-
mente reunida em Buxe lasooVmina os as
umplos internacionaes anounciando que est
celrbr-ida ama convenci comnercijl :om o
Egypto; consigna a milbora da situa^o na Ir-
landa, e a Jnuinu cao dos crimes agrarios, e ;><>
metie outros meihorametitos, incluindo un pro
jecto-a favor das classes operaras.
^discurso da cora diz que sao amigareis as
retacees da Gr-Bretanha com as potencias e:^
trangeiras. Depois accrescenta :
Urna fjrca armada, sob o ominando d'unr
ofli ialportuguez, h\ enviada ooutonmo passaio.
da colonia de MocamOique a nm territorio, onde;
se nham formado colonias britannlcas, e ondej
ha tribus indgenas, que foram tomadas sob mi-<
nha proteccao. Deu se ura conflicto com derra-'
mmenlo de sangue, e commetteram-se acto-,
que sao incompatives com o respeilu devido a
bandeira d'este paiz. O governo portugutz pro-
melteu a meu pedido, reurar as suas forgas.mi
litares do terretono de que o; trata. Espero vi-
vamente que a conferencia de Bruxellas ha-dei
fazer vingar a grande causa da suppreso da es-
cravido.
Na caara dos lords, lord Ramsay pdio para
ser immediatamente disculida-a resposta ao dis-
curso da cora. dizendo :
Espero que a pendencia com Portugal, nosso
antigo amigo e alliado, seja prximamente te:
minada a aprasimento de ambas as naces.
Lord Granville disse : Visto que a quesu i
portugueza diz respeito a umanaco, com a qual
a Inglaterra teve demoradas relaces hiatoncas
dever da opposico parlamentar discutir essa
questo. E accrescentou: 0 tom do despa
cho de lord Salisbury- podia ter sido m.s mode
rado, para nao irritar, sem neeessi Jade, esse
pequeo paiz orgulhoso da sua- posicio calo
mal.
mos da proteceWconcedida aos subditos ingle- gem dos jornaes oIBciosos mais autorisados,
zes 6in.Liabaa.pro governa pertuguec. cotoava Gazeta da Allummha do Noria, que o
O arOaaaf to aimpnmtl. coam. lord. Si .ctiaiiiaalir de opima dififarente, enle.ideii lo
lisbnrf doooooorou; quaO'tndiic plina Jos trabatoadores se respon-
.-.eakaedo ser distribuida as pavaoontaK* deooofeiendo valer coseootfia o principio da
"'Fallecen o cardeal Pecei, irmo do papa.
_ O pontfice nao pourteassistir a beatdieacao,
do podre oratoriano A*caou,:,por estar lgeira
mente indtspostode saude. t
No da 7 do Feveretm-efleciuou-se em Roma,
eom as formalidades canooicas.a beathciao so-
!eo?ae do neravel Jo&o faveoal Aac.na, bispo
de Saluces, e religioso da congiegacao do Ora-
to0 papa recebeu de quasi todos os sobera-i|
nos da Europa tetegranimeade peaunes pelo ral-
lcimento de um irmo ocardeai Pecci.
Diz o Cepiteii Framaa que e papa continoai
doente. Depois da morte deseo irmo, o cardear
Pecci, ainda nao sabio do seus oposento*. Passa
os dias- resaodo, nao querendo receber pessoa al;
goma. No dia II tete seu desfaUecimenlo, maa
foi nassageiro.
Consideravefcmultidatem Tiaitario o pata4
ci Barberioi paravter eeaaawea.oo eaeOeal
*el4DU o l*or ^oeon deojetoJ paoo,. cou
dau de 30 de Janeiro, autorieo bnooo eattol
Ss de todo os aataesu naoraaoa a epute
Sriodaiooaeoaa adSspeDsanuoooseosfeoces
ios da ibotoeocia, na prxima auareraw,conTi-
a^oSrSiholicos a frequenfar mais asndua-
Lortl Salisbury respondeu:
Causn nos necessariamente pezar o termos
urna pendencia com um antigo adiado, mas Brete
quao tao depressa a correspondencia seja sub-
mettida (amara, esta ver que Portugal foi ad-
vertido bastaotes retes duraute os ltimos dous
annos.de ser imposiivel acceitar as-suas preten
ges sobre territorios baijitados por tribus enl-
locadas d'baixo da proteccao ingleza.ou oc;upa
dos por colonos inglezes na< margen do '.biree
do lago Nyassa. Nao desejariamos ter levado o
assumpto aquella soljco, se Portugal nao tivesse
enviado o major Serpa Pinto com foica armada,
originando bastantes cnflictost e arreanJo, so
bretudo, violentamente a nossa bandeira.
Fu:-ns, pois, absolutamente impossivel con-
sentir que os indgenas Ja frica Julgas-em que
somos meantes Je defender os oossos protegi-
dos, ou os negociantes, queda formain centros ae
colomsaaSo.
Perigo existira, se dessemos muito tempo
para o exame dos nosaos pedidos, porque a de
cisao passaria dos conotlhos dos lio nena de Es
tado para o povo. e ento a decis.io seria a favor
di resistencia, que levara ao derramaraenio de
singue, e a perig para a integridadede Portu-
gal; oortanto, juigmos nejessorie urna presso
maior, taot-j no interesse de Portugal, como no
da Inglaterra. -
Lor.i Su(i8buty terrainou dizendo que o Sr.
Joha.-t.in, quanJopaisou por Lislida nao recebeu
neufiumas propostds que implicassein o aoando-
no Jas colonias no Chire e no lago de Nyassa.
A resposta aos discursos da cora foi seguida.
menta approvad^.
As follias de Lisboa dizetn que lord Salisbory
ft'.tou verdad; especialmente na declaracao rea
tna as negociacoesde Jokmlon.
0 sen emissario nao somante recebe, mas accet
ton. e trammittio ao gwerno braanico pr$postas.
(w impltcivam pin- parte di lnglittrra, o aban-
domo da* colonias Blantyre e Mdala, e de toda a
regido ao snl do Nyassa.
Liri saltsbarg promptifieoHrse a accear essas
propjsta, se as acceitussem lantbem-os misionarios
escjcezes.
Ha d'isso documentos.
Nj lia 12e.nrou em dis^ujaeo- na cmara
dos co.nmuns a resposta ao uis -oxeo da cordi.
O Sr. Gladstone lamenten o conflicto diplomtico
c.;in a intiga alliada nayo portugueza, mas fra
um caso para prompta accio; censura comtudo
os termos em que'os pedidos justos du Iulater
ra foram trans nittidos ao governo portuguez
' ministro, Sr. Smcb. responden-Jhe no mesmo
-.tillo em que est c.ncebiJo o discurso de
lord Sai'sbry na cmara dos pares.
Sir James Fe.rgu-'son, secretario poltico do
ministerio los negocios estrangeiros, disse na
sesso de 12:
Espera que a publtcacj da corresponleticia
Jipo naitoi dis3ipar Cunsideravelmenie o equi
Viico em que labora o povj'pi-rwguee; as rea
jOes entre os dous governos sao amigaveis.
Portos! suggerio a idea le submetter aques
to a ar'bitr meato; mas a*Ligla*erra consiJroui(
o arbitramento inapphcavel a queslao.
O Sr. Mow.n, depuiadoconservador, disse
queoi portugueies\ entre-os tjuaes nasteo, ape-
lar de alguus defeitos, t--eji qualidales excell.m
tes; ainda que os animo estejam exasperados,
preciso dislioguo\entre o governo e o povo ; o
povo ignora os Cactos.
O orador, emborai desejando ver susteotados"
firmemente os pedidos-inglese justes-,, espera
que se ho de achar metes- Je acalmaros senii-
m.ntos-fomentados pelos republicanas, cujo lint
i anaretna.
O Sr. Labmchere, depilado glacstoniaoo
declarou que a Branca e a Uespanhat aobain que
a Iojpaerr*nao tem razfio,e quetmam se de^uo
o Sr. lohastea e Bueianao annxaraioo lumtomo
quando o-major Serpa. Puoo foi regio do Nyas-
sa ; de qualquer mado o arbiiraoieoUi- e deseja*
vel; 6 preciso-teteraunar as respeetiaos spoe^
ras de Qaencu,. e pedio que. o Zimbeze seja
conservado abef0:inatego4o*.
0 Sr: Munra Fengueaua, deputaao por. Leith
(libera* gla datan lao),, dwaei ter eiperaoca de
que bKvemcatjase apague ttodo. a wsirjji da
uifficuldale. mi___fc., >t
SJaOBFeriaB80U,oaoo2farjt>Xicoilnmu
ro de 1880.
Lord Saltsbary, aato..c*aoeetler, apraaeatou
cmara dos loris o reratoRD da commisso
de nquento Times. Parnell, e disse que ser
distribuido por todos os membros da cmara o
mais breve possivel.
O relatorio da comraiso Times Parnell dar
lugar a urna longa discusso, que retardar
muito a votaco da resposta ao discurso- da
ora. ,
Previ} se que a sessSo le?isLiva correr muito
agitada, e que a opposico ba de esforga -se por
apressar a hora do app*llo ao paiz.
Effectivamenre vae granas amimetrto nos-
circuios parlamentares, em consequeaiaada dis-
iribuito do relatorio da commisso subre o casoJ,
Tunes Parnell.
O relator desco+pi os eoonsadoa de- partici-
paco directa nos crimes commettidos na Irlanda,
mas tende a estabelecer a.3ua responsaeidnde
moral na applieaco do syslema que deu lagar a
esses crimes.
Os deputados goveroamentaes applaudem com
enthusiasmo estas concluses; os irlandeses e os
gladstooianos protestam vivamente.
Prevem se longos e violentos debates na ca
mar.
A cmara dos communs rejeitou por zoo
vitos contra 211 a inoco sir William Vernon
Hircowrt para se declarar qne a pnbiieacao feui
pelo Times das cartas falsamente attnbuidas^ao
Sr. Parnell era urna violago dos privitegiosTda
cmara.
Em seguida foi approvaJa uaa rraenda dec.a
rando o contrario.
O candidato unionista Parker Smilb foi
eleito por 4148 votos contra 3929, que obteve o
candidato gladstoniaao Tennent.
.VlIi-maiHiu
Sao aguardadas con grande interesse-as
eleiyOes, qac devem realisac se e.m 20 JiFevo-
reiro para o reiobstag allemo.
0 que d ama feigo especial a e ta lucia sao
os graudes esforgos e a actividade exema que
esta empregaudo o partido socialista para fazer
tri ampliar o mater numero- possivel das suas
candidaturas.
E-te, Loto preoecupa vivamente as altas re-
gies governaltvas ; e o imperador sob o impe-
rio desUvpreoccupacao, moitra agora parlicular
ialresse pela classe operara
E' esta nova tendencia de Guillermo 11. qu-
se attnbue o ter largado a pasta do commerci.
e da industria o pnnjipe de Bismarck que nj
est inteiramente de accordnrcom o soberano nos
processos a asar para com o socialismo.
Agora o ileaagei.o do Imperio publicou dous
documentos importantes
O pnmeiro urna corta dirigida ao cbancelier.
em que Ihe declara que est resolvido a concor
rer para o melborameoio da sorte dos cp-iarios
alim de que a industria alete* possa affr ntar a
concurrencia do estrangeiru, porq* qualquer
quebra que soffresse a induatria naMonal, re
dundana em ruina, tanto dos pairos, cmodos
operarios.
E-U o imperador persuadido de que os oulros
governos estarn re3olviJos a cooperar na mes
;iia obra.
Por isso deseja que os embaixadores da Alie
ruanna, da Franga-, Inglaterra, Belaioa e Suissa
perguntem'Olliciid.neate aos goveonos. junto dos
q aes esto acreditados, se esto dispostos a en
trar eui ne um accor 'o' internacio tal sobre a possibiliJade
de se dar satisfayo s uece-ssidades e as aspi
raepes dos operurioi mauifestalas uas freces dos
ltimos lempo-.
Aquelle documento termina nos saguintes ter-
mos.:
Logo que a proposta-seja admittida em- prin
cipio, o cbancelier s.r eocarregado de convidar
todos os goernoav que ae intore#sem_ no.as-
sumpto, a reuBirem*' n'u na. conferencia, em
que estas questes sejam tratadas.
No outrudocumento dirigido, ao. ministrado
commercio, diz a imperador que.-ao subir, ao
throno, impoz-se a tarefa de proteger as classes
pobres, inspirando se no espirito ebristao.^.
As providencias ooe os* poderes legfbuivoa e
admiuistratiros teem tomado parj memorar a
situago dos operarios, seudu prectasas* sensa-
tas, nio teem bastado para satisfazer ao tira que
se propem.
E' preciso completar a lei sobre os seguros
e Jar saiisfacao s reclam^ees das classes tra
balhadoras, em tudo em que forem justas.
Compele ao governo regular a direcgo do da
de traballio, or forma que sejam salvaguarda
dos a saude e os nleresses moraes dos opera
nos.
Para a raanutengo da paz entre estes e os
patrt.sdeve assegurar se representagao ios
pr, muiros por homens quetenhama sua con
iauga, e que .-.eiam.eacarregadosde defender os
.-eus interesses aas negociares com os patres
e com as autoridades..
O imperador deseja que, no que respeita a
nrotecgo econmica que deva dar-se aos traba
ihadores as minis do estado possam toruar se
instituicoes modelos.
Qjanio as minas particulares, -pretende que
se crie urna inspecgo anloga que ha para os
esl .beluoiinentos mdustriaes.
Como ee v, Guilnerme li tem um vasto pro
gramma de socialismo do estado.
Sera esse progrmala pu ament ocuasiooai e
tendente a moderar os i m pe tos- dos.s j;t-. tittas
peante a u-naou o imperador propor-se ha pro
seguir na pratica dos taes principios em todo o
Jecurso Jo seu reinado 1
Nao sabemos; mas o que temos por certo e
pela folha afliciosa
ateaniaideo aegDato*aoaap^i-iaitBi
em
qoe;'. canasponaoaBopraaaJM?*,**i,,
tao*1oda aiiieo50ontra^rtfal,aaaaonil.
cobdo ttaBoamo-rco"1** admror a seattmaote
nodoaaMbrMOM rio PartogaL, ainda* qao baeea
do n'um juizo errneo.
Nio (Mi nenhuma raio para nos quenar
que os plano- do imperador, as suas excellentes
promessas nao consegurao desarmar o socialis
no allemo, que nao se contenta com a aegao
protectora do esta Jo, mas ,6 essenciaimente re
volucionario, como sedaprebende-dos principios
afQrmalos uos seus cougressos.
O principe de Hismarck deu-n na pouoos
diasuma grande surpreza. _
Pedio ao imperador a sua exoneragao de tni
nistro do commercio e da industria do reina da
Prussia.
Gilherme II cor,cedeu-lh'a e nomeap para o
substiiair o r. Bertepsch. presidente superior
da provincia rhenana.
NaJalazia prever este acontecunento, pertei
tantate i esperado.
A Gazta de Colonia acudi a dizer que, se o
cbancelier exprimi o deseja de ser exonera-
do do ministerio Jo commepcio e da fidusiria,
foi isso nevidoa estar concluida a sua-ubra, pois
que elle fez votar os dir itos protectores da ni
Juslria e as leis de soccorros mutuos a opera
rios.
O Sr. de Bismarck sent aecessidade de des-
ea ngar.
Es-a a expli-ago dada
mas parece qae a razo foi outra.
Na occasiao em que uiileoeates pateacias,em:
estr*taa selagoes cornea Allemanba vonova
mente examiuar a euealo das suas cenvangei
commerciaes, nao se poderte, reputan concluido!
o papei do cbancelier.
Para um mmistro da industria seria muito,
mesquioha a tarefa de s fazer volar as leis de
soccorros mutuos velhiee e invalidez.
C ultimo discurso da cora designara aquellas
leis eomo urna simples etape, e annunciava oa
tras provideacias tendentes a melhorar. o beui
estar das classes operaras o Sr. de Bismarck
p iroce que nao devia declinar a missao de as te
zer converlor em leis.
O mesmo jornal a que nos referimos, aceres
centa ques attwbuicfies.do- nove ministro.vao
reunir se es assnmoU>8 relativos a rnteoi. que
que at agora lm estado a cargo do das ooras
pabcas.
Este, facte e certas aircomstancias ^ut^se de'
ram antes da nomoago, pareoem explicar sul-
cientemenle este inesperada e repentina mu
damja ministerial.
Em Berlim v-sc em tudoistouraaconsequeB'
ca do intuito na velado por Gunenne II de pro*
seguut na poltica de inlluencu. directa, da me<
dtegao pessoai, que inaoguvou por ooeasio das
groet, de Maia do- a nao rpas sadoy e que oon
ouoa a segoir em rtovemb quank) soderara
at des. iunaa de Serr.
A tentldo eom que camaotioo o inqnenM
administrativo mineiraoon'ofcoroa ne teiperodol
a tendencia para as resolugdes rapidav* oseo
desagrado pelos antigos processos de tratar o
assumpto. Sabe se, pelo contrario, pela lingua-
quiz
conneee de perto'os horneo* as cousaa d'aqut-lle
meioepe;ial.
Alleoaanliai
0 discurso do imperador.tiulherme.na.aber-
tura do conselho de estado a 14 de Fevereiro
caracterisa a sua tarefa, como muito seria e
cheia de responsabilidade : a proteccao dos ope-
rarios contra a sua expiorago arbitraria, que
tem sido e a forga J'elles, a restricco do fa
naluo dos menores, a considerago. da posigo
importante das malberes as familias dos ope
rarios, tudo isto e capaz de regulamento me
Ibor; mas importantissimo examinar escrupu-
losamente at que ponto a industria pode sup
portar os encargos elevados das despezas de
pro iuegao, sem se prejudicada nos mercados do
mando. A resol uga-i foliz d'estas questes, que
iioininam o nosso lempo,, e tanto mais impar
tante que est em- relago reciproca, com o
accordo internacional proposto por elle impera-
dor, e nao menos importante para assegurur
as reiages paci as entre patres e os opera-
rios em reiages com os empregados dos go-
vernos.
Ao lado das medidas de estado, deve tica:
.para a escola e a igreja pleno campo de desen-
volvimento..
is proposlas sero immediatamente ubrnetti
das ao conselho de estado, e devem 3er delibe
radas por duas secges d'ella, a saber< pela^
duas commisses de commurcio e industria e dos'
uegocios de admiuisiraco inierna, squaes o
imperador addir peritos.
A-- co muirses devem reunir-se no dia i6 de
Fevereiro.
0 imperador nomeou relator o Sr. Miguel, e
co-relator o Sr. Jeake, eonselbei&o interino da
fazenJa.
Dizem de Berlim que os jormies conservs-
ddrea e os nacionaes liberees mostrara grande
reserva 6Y>m relago ao* rescriptos imperiaes.
Persistem sobre as difficuldades.praticas^do pro
jeeto do imperador. Reproduzem com cubado
as aprectaces desfavoraveis ou reservadas ca
impreusaiestrangeira, e allulrm ao entbusiasmo
manifestado pelos jornaes progicssistas e soda
listas. Cj.n nenia se muito a falla da refertnda
do cbancelier nos dous rescriptos, asiim como a
demorada conferenci, que o. principe de Bis
inarck tuve aoiu ogranle industrial Sturmn.
E' notorio que ni Bolsa, abaixa que houve
nos fundos, nos ltimos dias, fo motivada pelos
rescriptos imperiaes. App.irec:eu sobretudo
venda grande numero de iitums.
Un dos chefes do partido progressista M
Ilce iel publicou na Freisinnige Zeitung, uru ar-
tigo nwito elogiado a favor do imperador
N'uma.rsunio eleitoral, oeoca^ista Woolmtr
de :larou-os iduifo satisfeito com a victoria qpe-
o socialismo acabava de ulcaugar. Agora que
estamos em vesperas de ver ralisados os nos
sos deeejos-, o momento opportuno de votar era
favor dos candidatos socialistas.
0 governo allemo encommendonoito no
vos cruzadores a um e-taleiro de. Slettin
Tres d'esses erndole* seria destn idos no
servigo da costa oriental da frica. Estes bar-
cos devem ser de grande veloci lade. e deitarem
por hora mais duas inilhas do que qualquer cru
zador francez.
- Diz a Gazeta da Allemanlia do Norte que aj
Allemanha sondar olficialmente a Inglaterra, a
Franga e a Blgica sobre a regulamentago in-
ternacional do trabalho, porquet B-'esiies paizes
se teem dado movimenlos anlogos aos da Alle-
manha; a Saissa ser tambera son la-la, porque
h i muito se oceupa de regulamentar a questio
de trbateos ; a Allemanba saudari igualmente
outros paizes, onde existe a questo lo iraoaiho,
como a Italia, a Dinamarca, a Suecia, etc.
Corre nos centra parlamentares Je Pariz
que a resposta da governo francez ao convite da
Allemanha para a conferencia opa/aria, ser ne
gativa.
Piwlxe* Baria
Parece que uo hivera cnse mioistteraat nt
lloilanda. ministro das colonias nao retirar
o sen pedido de demsso ; mas o governo con-
siderar a rejeigo do argumento Jos colonias
:omo questode ministro e nao de gabinete.
. Nao se sabe, porui, quera subsriUlir M. K -n
el entera.
( Muecia
'A 1 d Fovcrelro, na abertura do storthiru/, o
jiuncipe real Gastavo leu o d9carso da cora
annun;iando a. reforma do. recrutuinente militar.
Btuonla
0 czar, tendo recnsado familia Hhenloft
autorisago para tomar posse das propriedades
qoe esta liavu henlMo na Russia, reselveu bizer
ac^aisigo Jas mesmus propriedades.
Esta compra aug*meutar consideravelmente
os bens prediaee dofaiperador, que j era o
maior propnetano territorial do globo.
Possue elle, com effeito, entre oulros muitoft
urna propriedade que mede. por si s, mais de
ciocoenta milhes de hectares; isto approxi-
madamenie a superficie da Franca.
Um telegnamma de S. Petersnurgo para o
Daily News, diz correr all o boato de que o go-
verno russo teociona expropriar os proprieta-
riot allemes na Curlandia e na Livonia.
Annunciase a segunda enisso do empres-
timo de 9J milhoes de rublos, em resaltado do
reembolso dos emprestimos anglo hollandeZ'de
1864 e 1868, e da converso do emprestuno ue
1HS5.
0 governo russo resolveu restabelecer a
sua repre8entagao diplomtica no Mxico, nter
rompida ha bastantes annos.
linlsarfa
Descobrio se em Siphte -uma coospirago mi
litar, sendo preso o majpf Pnitza de quem mul-
to se fallou ha dous annos.
Por ordem do principe Fernando eslebrou
se na cathedral de Soplriaum oficio fnebre suf.
fragando a alma do duque de Monfpensier. As
sistio a princeza Cl-meauoa, o corpo diploma
tico, os ministros, os-funccionarl-is pblicos e os
olliciaes militares.
O Herald de New-ork publica um tele
gramma de Bucharest, no qual ae diz que o ma-
jor Panitza e outros quatro ofBcia* superiores
do exercito blgaro, implicados Varna conspi-
rago. foram.executados secretamente^ noite.
A noticia causou impressao tanto mais pro-
funda, quanto se suppe que esses-ebefes, dan-
tes muito aeigoados ao principe Alexandre de
Batteoberg, ioram perseguidos pelo fado de se
opporem s negociages do ministro da guerra,
coronel MankurslT, a qu.-m apote com todao sua
inlluencia o seu cuahada1, o presidente do minis
teo Stambuloff.
At agora nada confirmou a noticia propalada
pelos ministeriaes, de que os alludidos chefes
preiendiam'seqaestrar o^principe Fernando.
Noticias parttcolares de Sophia asseveram
que nao boave all verdadeira conspiraeo, mas
que no exercilo reina grande, descontentamento
produzido pelas maneiras dictatoriaes do presi
dente Stambuloff o de sea cunhado o ministro
da guerra. A aeco russa completemente es-
traobaiaj acontecimenta*; a sitn^co na Bulga-
ria est muito tensa; Stambuloff nao tem co*
fiaoga em ninguem ; depois de dous annos de
tranquillidade relativa, a Bulgaria parecentrar
na era das si rprezas.
As noticias da Bulgaria sao realmente con
tradictorias. O governo contra o major Panitza
coaserva-se mysterioso. O maior muilo popu-
lar na Bulgaria. E' um official rico e aventuro
30, mas pouco disciplinado. Addido ao. estado
maior do principe Fernando, fazia Ihe caretas
as costas. Urna vez sorprehendido a deitar-lhe
a lu guada fra, foi preso. Depois comegou i
fazer propaganda contra o governo.; e, como ti
nha a onrsarecheiala, era prodigo em fa*oecer
vraho aos< orficiaes, e nunca perdeu ensejo de:
dizer mal do principe e dos ministres.
IosiBua-vOf.se lano, que o proprio perfeito de-
polica, enoarregado de o vigiar, se tornou seu
amiga econndente. Nio se trata, po, senao de
criancices e de propoilos incoherentes.
Pro*avelmente a conspirago foi contra a loa
cara -do mejor, que desta vea amargar seria-
mente todas aa suas leviandades e todos os seus
da*mMk. Correu que Olle tioba. eido fuzib-
Ju ; mas esse boato j foi categricamente des
mentido, O major Panitza esta preso, e o sea
procatooawre os tramites regularos. Pelo me-
nos o qne aseeguram os orgos ofciosos da
go-ierno bnlgaiat. ___^
A cmara dos deputados, segundo as altimas
noticias de Bucoarest, rejeitou o requerimento
para serem processados todos os antigos minis-
tros aponlados oo relatorio da commisso infor-
madora.
AJr'RHSA
* y oko
Tem-se guardado, silencio sobre o estado das
negociages entre a Franpa.e a Inglaterra, para
a converso da divida privilegiada no Egypto.
Como -sabido, a Franca s consenta ao prin-
cipio em anuuir converso com a clausula do
governo inglez lixar a data em que as suas tro-
pas evacuara n o Egypto.
Como a Inglaterra nao tenciona arredar d'alli
p, tem se recusado sem pre a acceitar essa con-
digo ; mas, como tambera nao quer desistir de
elfectnar a converso da divida, recorreu a um
artiftcifl. Fez que o governo egypcio proraeltes-
se a aboligo do trabalho obrigatorio. cuja falta
ser compensada pela diminaigo de encargos
que dacoaverso resulta. Quiz assim arranjar
urna armadilha s ideas humanitarias e liberaes
do povo francs.
O governo da repblica nao quiz de modo ne-
nbum obstar a q le se r ilise a sunpressao do
trabalho obrigatorio, e conseatio-por isso prose
guir as negociages, a respeito das quaes appa
receram agora finalmente os segaintes esclireci
mentos n'um artigado Fgaro.
Parece que, sem a Franga reconhecw o pro-
tectorado mgiez no Egypto, e sem a Inglaterra
lixar o momento da retirada das suas tropas, se
ebegou ao seguate plano de conciliago:
A Franga conceder .i sua annuencia con-
verso, nao pondo assim obstculo a que seja
suppritntdo o trabalho obrigatorio ; mas as eco-
nomas resultantes d'aquella operago fiaanceira
sero depositadas n'umacaixa de reserva, que
ser administrada por dous delegados francezes,
; outros dous inglezes. Quahdo as fundos reco
Inidos n'aquella caixa subir m quanlia de ...
709,000 libras egypcias, segundo pretende a
Franra, ou de 2.000-000, confurme-quer a ligia
ierra, o excesso sobre tal qumtia ser applica-
dc rtorganisa^o, do exercito egypcio e as
obras da defezaftioUypto. *
'Como a testerea- tem dito serapreMjue eva-
cuara aquel|W>aiz bo dia e:n que as suas tropas
deixarea J ser precisas no valle do Nilo, pre-
parar a reffganisago'Mo.alercito egypcio pre-
parar a draeuaco. J^
Apezar de aflirmar OTarrieulst;i do Fgaro que
as duae patencias chegarara j a um accorlo. nos
termos qJBe licam indicados nao >e nos afligura
verosimir que a boa f*do gov.-ruo fraiicez -lle-
gue a: o ponto de sup;.rque per aquelle modo
prepara a evacuugo di Ejypto.
A InglOBrra nao esr resolvida a abandonar o
Egypto; e, seja qual for o-estado da ordem pu
liici e da segorauga n'aquelle paiz, ha de arran-
jar semnre pretexto para continuar a oc::upal-o e
a exploral-o. -guindo oulro se Ihe nao deparej
arr.mja urna nova aggresso de Dcrwiches, e por
I i vae ncaatto.
O articulista do Figa'O conelu? nos termas se
guntes as consideran).s{Jiue dedica ao as-
sumpto :
t Pe a min'ia parte, c eio pouco n'esta famosa
evacoaoo, qne nunca se faca ; mas emlim ja
um bello resultado ter podido deixar a questo
aberta.
O accordo franco inglez sobre a questSs do>
Egypto, anda depois das mutuas coneeses,
que os ilois paizes acabara Je fazer nao pode dei
xir de ser provisorio; raas no nosso lempo s
i provisorio que dora, e por isso,que deve i
raos felicitar-nos pelo Hbil geito que se encon-,
trou'Oara dar a quusto.
Convirio, por exeraplo, que os jornaes ingle
z 'S cindassi-m de linguagem, e nao se estwessem
divertindo em derramar oleo sobre um foito que:
e-i muito coberto de cintas, na v -rda-te.
A proposito da qaesto das pescaras na Ter-
ra Nova, cerl03 jornaes, com o Standard.afrente,
lngara contra nos p meladas de iujurias. TE'
agora o mmenlo para isso-f Ou deve ap-riicar-.
se aos inglezes a poro-e do grego : Tu grites,,
logo nao leas ruzo 1
E' muito possivel, porque o hora dirsito este
Jo lado da Franga na questo da Terra-Nova.
Saibam os inglezes que nao haver cmara,
francesa que declare qua a questaa das pescara
da Terra-Nova nao interessa Franga.
Aligan egypvia produzio os seus fructoa...,
rauto'tarde, verdade.
Parti, a 6, de Lonrires para o Egypto; o
Mrquez ate llariin :io.i.
zambar
A esquadra ingleza que etava n'este porto re-
cebeu-ordem de dispersar a 10 de Fevereiro.
Parte dos .navios regressarara Europa.
Un telegramma de Zanzbar annuncia a-
morte do sulto Seyyid-Ki^lifab.
0 fallecido soberano foi substituido por se
irmo. Reinava completo socego.
0 sulto Seyyid Kaalifah morr u de repenteil
A noticia causou profunda irapresso em Londres
porque a attitude do successor d'aquefl raonar-i
cha, cujo reinado foi to curio, pedera nflor as-
questes pendentes entre iuglezes e allemes a
respeito de alguns territorios da frica Oriental..
tencourt e Paola Duarte, para tratar da reorgani-
sago do ensino.
Foram muito animados e brilhantes os bai-
les do carnaval. A mascarada, porm, no'fo
boa.
Katudo do IMaub v
DataB at 14 de Fevereiro.
Segundo o parecer e projecto da com-
mBoio nomeoda pelo governador para re-
ver o orcamento, foram oreadas :
A roceitar em 324:3334904
A despeza em 287:858J272
Deixando o saldo de 36:475i$632
Publica a integra desse trabalho o Es-
tado do Piauhy acompanhou o da seguin-
tes linhas:
Hoje publicamos o parecer apresen-
tado pela commisso de financas e The-
souro ao Exm. governador do Estado.
Chamamos para elle a attengSo criterios
das pessoas competentes. Estamos au-
ctorisados pelo digno administrador a de-
clarar que sero aolliidos com satisfaga
todos os additivos ou modificagoes que
taes pessoas julgarem convenientes. O
maior desejo do cidadao governador
proceder acertadamente >em tudo, e prin-
cioalmente em um assumpto tSo momeo-
oso como este das financas do Estado.
At o da 18, portento, podem os homens
de autoridade e illustracao, secndale
enviando as consideragoes que a pratica e
o estude lhes- suggerir.
Por acto de 8 foi nomeada pelo go-
vernador urna commisso composta dos
Drs. Clodoaldo Freit.:s, Theodoro Alves
Pacheco, Hygino Cunha, Ansio Autonde,
Abreu e Joao Ilenrique de Souza Gayozo
Almendra, para dar parecer sobre o pro-
jcto de Gonstituinte, apresentado pelo
cidadao Rogerio Alves de Lavor, e diaor
se est as condigoes de ser publicado, no
jornal ofticial.
Estava convocado um meeting para
o dia 1C.
correspond:
vf.
G
AMERICA DO NORTE
EatadOMr-L nidos
0 Times, de 24 de Janeiro, publicou um tele-
gramde Mew York, segundo o qual a commis-
so do Senado tinha n'aquelle mesmo dia emita-
do informago favoravel era projecto de augmento
da esquadra dos Estados Unidos, apresentadj
pelo ministro, e autorisado a immediata cons
trueca de 8 navios de combate de 8:300 a 10.000
toneladas, dois cruzadores para a. defeza das
costas, tres, canhonei ras de 800 a 1:200 toneladas.
e 5 barca8-torpedeiros.
O projecto. completo do augmento da esquadra
americana muito vasto, pois coniprehende a
cuns'.rucgio de 227 navios, cujo total exceder
616:001 toneladas,^ importar n'uns 700 milhes
de cruzados.
A esquadra compr-se ha de 10 navios de com-
bate formidavelmente armados, de 10:000 tone-
ladas ; 28, idem. de 6:000 O 8:000 toneladass 7
monitores, de 3:800 a 6:'i00 ; 10 navios de espo-
ro, ou arietes, de 3:300; 1 navio ariete de 2:0'J0;
33 cruzadores de 3. a 3:200; 10 caohoneiras de 800al:200 : 16 cru-
zadores torpedeiros e 101 barcos torpedeiros.
ltimamente c-m BufJalo houve ha das um
grande motim de. 2:000 mulheres contra um pa-
dre, que acabava de ser nomeado para substituir
outro padre, quealli mui popular. Acudiram
200 policas, que a muito custo restabeleceram a
ordem.
Dizem de Boston que a ?ederacao America-
na r Traltalho trata de organisar urna grande
associaco nnaffeeira, am de constituir umcofre
destinado a auxiliar todo o ramo de industria, cu-
jos operarios fizerem grce ou forera despedidos-
pelos patres. Todos os membros da Feieracdo.
cootrteuiro para esse cofre com urna qoota se-
" i.
r', Canad
bfzem de Ottawa que uo dia 10, enmo acontece-'
ra all o coraicio das senhoras evanglicas pro-
teslatKes mi outra vez dispersado violntamete
po: canadianos franceze-, que tambera malirala-
ram os homens que acompanhavara aquellas sen
ulioras. ,
A pulida foi impotente para impedir-a deser-
dem.
INTERIOR
NORTE UO BRAZIIa
Pelo paquete americano Advance, thegado da
norte anle-bontem, tivemos as seguintes noli
cas :
Kataattt do Par
Dates atfr 22 de Feveroir:
Foram dissolvidas diversas cmaras rauntei-*
paes, e nomeidos conselnos de intendencia para
os respectivos municibiosv
ReappaTeceu-jii.fiepMWlr.1, orgao do partida
republicano.
Tinbam-so dado alguas casos de varila
em Belem, .
O eanxwai iwreu>lriiente} djstmgadeH
se apenas pelus bailes de plantaste.
E*ladd* MU****"
Datasa*ldo'*Bereiro :
Foi nomeada urna comnussao (imposte do
Dre. Joaquim da Costa Barradas, Joao Henrique
Vieira da Silva, Souza Andrade, Maaoel de Bel-
*
Uo llitro de Peruambnco
S VICENTE, 28 de FevereLo.
O quadro que ora se desenrola a nossa
vista tristonho Nao ios resta mais du-
vida que estamos em um seguado 77*
A tome, a sede e a nudez, eis o que vemos.
As estradas esto apin adas de retirantes.
As noticias, do alto serulo chegam-noa de
momeuto em momento, e todas ellas hor-
rorizam-n'>s. Nem urna gotta d'agua tena
cahido apezar des relmpagos que fusilan
todas os noites.
E em quanto a miseria chora e mendi-
ga ; em quanto os pobres lavradres es-
tendem as maos para dar urna migalha
ao pobre retirante, os agentes do governo
ra andana esbordoar a pobres lavradores
que em sua pobre choupaoa^ tal vez. medir
tassem nesse quadro que a Providencia
ora nos apresenta. \
Sim, o espancameoto de queNfoi victima x-
e do qual veio a fallecer, um infirfS-^f"""
meo morador nos limites dest* fregaeva
com a de Timbauba, aivez seja umada6
causas de tarftos horrores. \
O governador do Estado deve Iancar
suas vistas para eeta inditosa reguazia i
e comarca, ondo ainda vive-se como se i
fosse no dominio da monarchia. \
O tacto que alludimos e para o- qual \
chamamos a attencao dai autoridades su-
periores do Estado, foi obra em que figa*
rou o delegado desta comarca, e um me-
dico.
Aquelle espancou e esto-attostou que a
infelte vujtim estava sofFrendo de rauma-
thlsmo, quando, requerimento, se proce-
den enrpo de delicto.
Ousames dizer que o culpado tem sido
os directores deste Estado, porque ainda
conservamj- como seus agentes nesta co-
marca e freguezia aqnelles que foram no-
meados pelo govern>4*do Sr. Oooo*. Preto
phra- fazer a elelyao de. 31 de Agosto.
Em um dos dias paseados os ladroes
penetcarami em casa de Jos Rangal do
Carmo, morador nesta fregnezia, arrom-
baram duas caixas de guardar roapa, e
della subtrairam diversos objectos.
A autoridade nao tomou conhecimento
do facto.
Succedca porem, que sendo presos,
dias depois, dois individuos que trausita-
vain as estradas publicas, e mesmo por
suspeit..r-8e serem elles tedides decaval
los, em poder delles foram encontrados
diversos objectos pertencentes a Jos fian-
gel, e isto fez eom que o delegada maa-
dasse abrir i;querit.
Estava em exeraoBio de subdelescado o
digno 3. supplente Jos Jeaqu.ra Rodri-
gues de Araujo, cuando o asaumio, o res-
pectivo sub delegado, e em menos de lo
dias veio o exercicio pairar as maos do
3." supplente.
Quizeramos dar ao publico urna explica-
e3p deste incidente, mas nao nos tem 8id
possivel obter informayoea tal -espeito.
Vimos a boa distribuica que fez
dignis8mo marechal Jos SimeSo, da forco
publica, e da qual coube-nos algumaa
proeas.
Chegadas estas e continuando a estar
sob as ordens de certas autoridades, cro-
mos que vamos a peiorar, porqoe sem
duvida ellas nao empregar2oas mesmns para
prender os vagabundos e criminosos, mas
sal erao empregal-a8 para eapancar e pra-
ticar outras fanhaa. meendo oa mfelize
no tronco.
A semana passada, incendiou-se o esta-
beiecimento e bolandeira do negociante
Manoel Frsncisao de Paula, morador em
Macap.
Devido aos auxilios prestados por todos
os moradores d'alli, poude-se extinguir
dito incendoi
Ficaram queimadas. 18 .saceos de algo-
dao e outros objectos.
Um dos empregados ficou bastante quet-
mado. .
Suspeita se qne o fogo arda desde das
antes, e qne fora proreoiete de faiscus
expelidas pelo boeiro do vapor
O prejnfzo talve cbrfgue a 2:QGD|J000.
Urna s autoriaoo* nao< conapaaeceu ao
lugar do incendio.
A's 8 horas da nooooS de 21 do crrente
falleceu nesta povoac&O' o joven Autonio
Manoel da Silva.Maosvniih Antonio Manoel do Silva Marrocos.
O seu cadver fui sepultado no jazigo
da familia de D. Virgilio 4o-Meato Aae-
vedo, s 5 -horas) oalorde, depois das
exequias mandadas < celebrar por sua fa-
milia.
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Diario de Perpgmbuc-Ter^a-feira 4 de Mar^o de 1890
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Ao collocar-se o ataude no jaaigo faltan de Menezes, pagando o Instituto a despeen
O estudante Josino de Araujo Pereira. necessaria.
Hontern 7." dia de sou faleci ment -fo- Nada maii h*vendo a tratarse foi le-
raxn celebradas misaas p>r su alma. Yantad i a sessao.
O templo ficoa repleto de amigos do _________________
cidadao Marrocos e de sua familia.
Noticias bem tristes chegam nos sobre
espancamento de que cima tratamos.
PERNAMBUCO
Soubemos agora que a infeliz victima.!
depois de espancada e deitando muito san j
gue pela bocea foi vistoriada, declarando
I medico ser um ataque reumtico e ner- I
oso
Banco de Pernam-
buco
Capital do Banco Rs. 8:000:000^000
O delegado consta nes que pedir de
misaao.
A f-milia do infeliz acha-se alarmada e
pede justica.
Seguem no dia 3 do prximo mez para'
cssa capital o nosso Revdm. vigario Aodr
Cursino de Araujo Pereira, e seu sobrinho
Josino de Araujo Pereira.
Aquelle vai tratar de negocios tenden-
tes a esta freguzia, e por isto de3e jamos
que alcance o que pretende, e este vai
continuar com seus estados.
Durante o armo passado o rjgistro pa-
rochial foi o segrate: b iptisados 594 ;
casamentas 176 .; o bitos nao podem ser
a valalos devido aos enterramentos nos
emtenos das capellas.
Registro civil: nascimentos 43, casa
mentos 17, bitos 92.
E' de admirar que n'uma freguezia como
sU de 14:XX) e tantos habitantes apenas
o registro civil mostr aquelle resultado.
Ao cidadao governador pedimos qne
lance ta acora suas vistas para isto, pois
s causadores desta negligencia do povo,
sao justamente aquellos que deviam obri-
gar ao mesmo povo a regisfrar os nasi-
men'os, cisamentos e bitos.
ASSOCIAgES
dem realisado
1:600:000^000
Bataneo
EM 28 DE FEVEREIR0 DE 1890
Activo
Accionistas 6.40O.0O0O00
Letras descontadas 143.079*320
Contas correntes caucionadas 1.353 019:00
Diversas agencias 3. 642.631 33' i
Valores depositados 843.481*590
Diversas contas 57.294120
Letras a receber 468.226920
Em moeda corrente 820.430*970
Rs. 13.730.163*450
PoMSVO
Capital
Depsitos:
Contas correntes de
movimento------\
Ditas ditas com f
aviso..
8.000.000*000
t.370.902i70
....> 1.037.861*860
Letras a premio..) 1.530.
Instituto Archeologlco e Ceo-
graphlco Peraambucaao
SESSAO EXTKAOBDINABIA EM 6 DE FE-
VEBEIRO DE 189.J
Presidencia do Sr. Dr. Cicero Peregrino
A' 1 hora da tarde, presentes os Sra.
Drs. Baptista Regaeira, 1. secretrario,
onse'.beiro Pinto Jnior, Esmeraldino Ban-
deira, Portella Jnior, Lopes Machado e
major Codecena, 2.' secretario, abno-se a
sesso.
Lida a acta da ancedente foi approvada.
O Sr. Dr. 1." secretario mencioiou as
seguintes effertas:
Pelo consocio Dr. Fer.-er, um vol. Sou-
venirs d'um voyage en Perse, par Rocha-
ehouart; urna certido dos servicos pres
tados pelo mestre de campo Jos Flix da
Rocha Falco e urna carta substatoria pas
sada a favor do mesmo Falco.
Pela soeiedade de Geographia de Lis
boa, dous nmeros do seu boletim.
Pelo consocio Dr. Caetano Neves, um
diploma do Santo Officio passado favor
de Manuel Aotonio Ribeiro, em 19 di
Outubro de 1785.
Pelo Sr coromendador Manoel Antonio
Cardoso, inspector da Thesouraria de Fa-
aenda, um grande quadro de moldura
dourada com sa armas do Imperio, que
servio no extincto Erario deste Estado.
Pelas respectivas reda5es, diversos jor-
nacs. deste e de outros Estados, bem co-
mo um numero do jornal Le Bresil, pu-
blicado em Paris.
As offertas foram recebidas com agra-
do e mandou-se agradecer.
O Sr. Dr. 1.* secretario communioa ja
estar impresso o n. 36
ututo.
Foram em seguida propostos e appro-
vados socios honorarios do Instituto os
Exms. governador (teste Estado marechal
Jos Simeao de Olifira e Barao do Rio-
Branco; efectivos os Drs. Antonio An-
nes Jacome Pires e Manoel Cicero Pere-
grino da Silva e correspondente o Sr. Mi-
noel de Carvalho Soares Brando.
O Sr. presidente communioa que con
Tocara a presente sesso extraordinaria
para se resolver sobre a nomeaco de
urna commissao que se incumba de agra-
decer ao Exm. marechal governador deste
Estado o auxilio que prestou ao Instituto
por occasiao de sua festa anniversaria o
sobre a nomeacao para redigir urna repre-
sentaco ao governo no sentido de ser con-
siderado de festa alguna dos dias mais
portantes da historia, deste Estado; e
poe em discussao o assumpto.
O Sr. major Codeceira pede a palavra
e so manifesta contra a injustica com que,
no $eu entender, proceden o governo pro
Tsorio doa Estados Unidos da Repblica
do Brasil, nao considerando pelo decreto
de 14 de Janeiro ultimo de festa nacional
alguns dos dias importantes da historia
d:ste Estado. Para justificar seu parecer
leu urna memoria em que expoe gloriosos
acontecimentos da historia pernambueana,
que muito concorrerata para se plantar no
solo brasilero a arvore da independencia e
liberdade, e conclue propondo que se no-
meei urna commissao para redigir urna
representado pedindo ao governo provi-
sorio da Repblica don EsUdMpSbidos do
Brasil que considere de fMHucir.nal urna
das eg tintes dats :
27 de ovembro, 6 de Merco e 24 de
Julho.
Terminada a discussSo foi rjrolvido o
seguinte:
Que, aim das manifestaebes de reco-
nbecimento ao Exm. marechal governa
dor deste Estado pelo auxilio prestado ao
Instituto por ojeasia-j de sua festa anni-
Tersaria se lbe offertassse urna medalha
de prata commemorativa da extnecao da
escravidao no Brasil, sendo incumbidos
dessa commissao os Srs. Drs. Lopes Ma-
chado, conselteiro Pint, Jnior, Esmeral-
dino Bandeira, Augusto Costa e major
Codeceira, os quaes tambero lhe entoga-
ran o diploma de socio honorario que
"lhe conferio o Instituto.
Diversas garantas
Diversas agencias*
Diversas contas
304*070
-----------------3.939.068*400
843.i81*59U
400.214*610
547.3985851)
Rs. 13:730.1633450
S. E. 4 O.
Pernainbuco, 3 de Margo de !$90.
(Assignado) IV. M. Hfebftier,
gerente.
y 4. L,. Mantos
I k contador.
REVISTA DIARIA
Baiiciqiii-le poltico -0 i:iub *'piliili !
no Vinte e Dous de Jalho, na Ipuvavel intenco
de dar um publico test;munho 4o alto a prego
era qne tem as virtudes cvicas do di fe do par
tido republtcano no Estado de Peraambuco, o
eidado Dr. Jo.- Isidoro Martins Jnior. oftVre
:eu lhe no sabbadoriindo ua banquete poltico
no Grande Hotel Internacional.
As festas polticas, como a que realisou o
Club Vinte e Dous (e Julno, teeni sempre por
tira on assignalar o programla de um (befe
poltico, ou recnbecer servigos prestados a
urna causa ; e cremes que nao exageramos di-
zendo que o banquete ofT -ocido ao cidadao Dr.
Martins Jnior reuni aiu^ esses requisitos,
e talvez mesmo a sagraco de ebefe de partido,
Da phrase de um dos oradores.
0 palacete onde se acna estabelecidj o Gran-
de Hotel Internacional, apresentara externamente
um bello aspecto pela oroamentaco de bande-
ras, folhas e globos venezianos, que se esien-
diam pelas arvores do jardim, e internamente
mostrava um uxo e bom gosto aind aqui nao
usado em estabeleciraentos taei.
A sala em que eslava colloca'la a ratsa, seb
a forma de ferradura, resenlia-se de uns tons
alegres, destacando se na face anterior, entre
os emblemas da repblica, o retrato do cidadao
Dr. Martins Jnior.
Urna commissao rt cebia es convidados, tocan-
do no jardim a banda de msica do corpo de po-
lica, sendo que, cliegada do Dr. Martins, fui
tocada a Marselheza, e do marechal Simeao o
hyrano nacional.
^- A's 7 horas tomararn assento na mesa as pes-
soas preseates, (cando no centro e do lado ex
. tenor o governadormarecb.il Jos Simeao, ten
de aos lados os secretarios do Club, Martiniano
Veras, Angelo Tavares e Jeao Facuodo ; nos
extremos, os Drs. Martins Jnior, Antonio Ribas,
ebefe de polica, Ambrosio Machado e Alfredo
Falco ; e no lado iuterno da mesa o presidente
da Intendencia, Dr. Souza Pinto, e os represen
tantes do Diario de Pernambuco e Gazeta da
Tarde.
Animadamente correo o servigo por entre as
harmonas da msica, dirigida pelo professor
Candido Filho, at que ao ser servido o cham-
pagne, teve a palavra como orador do Club o
cidadSo Alf.edo Falco, que, em/pbrase incisiva
e clara, brindou ao Dr. Jos Izidoro Martins J-
nior, come chefe do partido republicano de Per-
nambuco, segurado se os demais brindes na or-
d^ra seguinte:
Do Dr. Ambrosio Machado, que acouselhou
urna poltica de paz, ao marechal governador,
por ter sabido inspirarse nessa poltica de or-
den e fraternidade.
Do marechal governador, aos Estados Unidos
do Brazil e ao fihefe do partido republicano oes-
te Est?do, o Dr. Martins Jnior, era quem reco-
nhecia grandes virtudes cvicas.
Do Dr. Martins Jnior aos seus amigos polti-
cos do Club Vinte e Dous de Julho, exponto,
em um longo e profundo discurso de agradeci-
mento, o seu programma poltico, desenvolven-
ilo urna eloquencia, que mais de urna vez tocou
o sublime.
Do Dr. Raymundo Bandeira ao Dr. Martins,
Jnior, como director da poltica repuWiana
neste Estado. % >
Do cidadao Manoel Cavalcinte^ ama linda
poesa, aos hroes de lo de Novembro.
Dj Dr. Souza Pinto in.prensa brazileira,' que
saudou em phrase? eloquentissimas, reveliando
profundos conhecimentos em diverso Tamo do
saber humano.
Do cidadao Martiniano Veras ao Dr. Sily Jar
dira, historiando a ana passagem neste Estado-
Do Dr M. amara, representante do Diario de
Pernambuco, ao engrandecimento dos Estados
Un ios do Brazil, agradecendo o brinde do Dr.
Souta Pinto.
Do Dr. Goncalves Maia, pela Gazeta da farde
ao exercito biaeileiro,. na pessoa do marechal
Jo Simeao.
Do cidadao Joo Facundo maiinha hraz;leira
e ao contra-almirante E. Wandencik, primeiro
minsro da marinha republicana.
Do Dr. S Lima ao prestigioso cidadao r,
Annibal Falco, acceotuando os cus grande
Que se rerresentassa ao Exm. governa
dor deste Estado, que nellc fosse cou8- s<'C0S;
derado de festa o dia 27 de Janeiro, e foi Do cidadSo Alcebiades Pecanha ao grande jor-
nomeada para redigir a representado oalista e representante brwileiro na republ.ca
nma commissao composta dos Srs. Drs. Argentina Qu.ntrao Bocayuv*.
Lopes Machado, Bapt.sta Regueira a Jos Do cidadao Alfredo Fa.cao ao alustre mare-
HyCno chai Jos Simeao, cujas virtudes ennumerou.
Foi ainda approvado, sob propona do Do cidadao Honorio Silva industria e as
Sr. major Codeceira, que o Instituto se
dirigase ao Exm. 8r. Barao do Rio-Bran-
co, pedindo lhe que mandasse tirar urna
artes, fatendo em lingoagem entusistica um
appello aos boas ckados.
Do Dr. Balthazar da Silveira ao primeiro mi-
copia a oleo do retrato do general Brrelo nigtepi0 repablicano braiileiro.
Do cidiuo J. {tabello ao ministro da agrien!*
tura Francisco Glycerio
Do Dr. Barros Garneiro ao Club 2 de Julho.
Do Dr. Cosu Barros ao ur. Demetrio Ribeiro
ex ministro da agrieoliura.
Bo Dr. A. Aroxa ao Dr. Antonio Ribas, aigno
ebefe de polica de Pernambuco.
Itj lente Bittencourt ao elemento civil como
encaminbador das ideas.
Do Dr. Antonio Ribas, cli'fe de polica, aos
republi anos de Pernambuco, fallando c jm gran-
de felicidade cerca de meia hora.
Do Dr. Francisco Camsello a trindade repu-
blicana Martins Jnior Annibal FalcSo e Silva
Jardim.
Do cidadSo N^poleo Moreira ao Dr. Silva
Jardim*
Sendo meia uoite, foi erguido o brinde de
honra ao governo provisorio, pelo marechal Jos
Simeao, relembrando o quanto j havia o mesmo
goverao concorrido para o engrandecimento da
pat.ia.
A festa que, como fica dito, correu aoimaais
sima, eslevo ua altura nao so de seus amphi-
tries como d'aquelles quem foi offerecida.
A m' za foi servida para 70 convivas, e todos
os lugares estiverara oceupados por pessoas
distinctas desta cidade e do interior do Estado-
Foi, era concluso, urna festa explendida.
Mala pul Portuguesa-Foi dos mos-
trado, com permissao de publicar, o seguinte
telegramma. passado do Rio de Janeiro pela
agencia geral dos paquetes da nova compa-
nliia denominada Mala Real Portugueza aos agen-
tes em Pernambuco, os Srs. Pereira Carneiro
& C
Rio, 3 de Pfevereiro.
Malange sahio hontern, sendo visittdo pelo
Re. Cjrga completa. 300 passageiros.
A uova companbia transatlntica Mala R al
Portugueza, lecentemeate cieada, inaugura as-
-:in, ede modo bullante, a sua carreira de pi-
quetes para o Brazil, sendo o inauzurador o pa-
quete Malange, que deve tocar uu porto do Re-
i;ife al 15 do corrente.
Como diz o telegramma, traz o paquete sua
carga completa e 200 passageiros o que impor-
ta dizer que, sendo bem reaulado o servico de
bordo e o das viagens, como ludo est delineado,
tem o seu futura seguro a nova empresa, que ha
de paquetes transatlnticos, levaBdo-lhe vanta-
gem na alimentacao e trato de bordo, que seao
harmnicos com os hbitos e cosluuies brazilico
portuguezes. -
Sauduodo a nova empresa,desejaraos que os
seus resudados praticos, equipolentes ao que
promclte a viagem inaugural, correspondam a
espectativa dos incorporadores da companbia.
. ha ta I nao de infantar'a Ten.o
sido reformado por torca da le compulsoria
o Sr. tenente-coronel Atooio Francisco da
Costa, deixou hont'-m S S o exercicio de
commandaute do z batalho de infantaria, da
guarnico desta cidade, assumindo-o;o respe-
olivo major tiscal Sr. Juliao Auyusto da Serra
Martins.
Por essa occasiao foram expedidas honrossi-
raas ordens do dia, quer pelo general governa-
dor do Estado e commandante das armas, quer
pelo tenente-coronel Antonio Francisco da Costa,
quer pelo major Serra Martins, sendo os 1." e3.
accordes em t*-cer encomios ao 2.* pelo seu zelo
e dedicado como militar e especialmente como
commandante do referido batalho.
0 acto de p issagem do commando f )i solemne
e commovedor, sendo unnimes os votos dos
rom man dados ao Sr. teoente. eorouel Costa pelo
seu bem estar e pela sua piosperidade.
As ofQens do da, foram I idas em formatura
do batalho, stndogeralo sentimentu pelo apar-
tamento de to dislincto companheiro e cliefe.
itf i*Kado litterarioRea offir.io de 25
lo mez prximo lindo communicou o cidadao
overnador do Estado ao Dr. inspector geral da
In-trucco Publica que, por portarla da mesma
data, i 'iu" u o hacha rol Manoel Caetano de Si
queira Cavalcante para o lugar de delegado lit
(erario do Io dist'icto de Olinda, em substiWicao
do actual que. a pedido, tica' exonerado. *
ConceHn de lloencaFicou bontem
registrada na secretarla da Instruccao Publica a.
portara pela qual eoucedeu o cidadao guverna-
lor d'este Estado 30 dias de licenca professora
publica da cadeira de Agua-Preta, Amalia Dur-
valina de Barros Marinho. t
Dr. Annibal FalcoDeve chegar ama
iba. a bordo do vapor Nerthe, o illustre pernam-
bucano e distincto republicano Dr. Annibal
Falco. Para recbelo fraternalmente s&o con-
vidados os seus amigos, correligionarios e o
povo. 0 Club 22 de Julho organizou o seguinte
programma para o desembarque :
Logo que seja avistado o vapor que conduz
o Dr. Annibal Falco, soltar se-ha do telegrapho
ptico 3 bombas reaes.
Depois de reunido o povo no Caes da Lio
gueta e quando j estiver fundeado o vapor, ir >
a bordo afira de comprimen tal o, alcm da com-
missao delegada para este fin, aquellos cava
Ibeiros que o quizerem abragar.
Na occasiao de 3altar tocaro alternativa-
mente duas bandas de msica.
Tomaro carros os convidados e o illustre
viajante seguiado at a Capunga, lugar de sua
residencia, que estar on han letrada.
Urna commissao especial tomar si o en-
cargo de fazer ornar a ra do Commercio.
ervtco militar -Hoje superior do da
o cidadao capit&o Glasio, e faz a ronda de visita
o odad&o ajudante do 8o.
0 2 batalho dar a guarnigao da cidade, o
ofDcial, e o commandante da guarda de Palacio
que ser do destacamento de cavallara.
- Mandou-se que seja transferido do 2 para
o 14 batalho de infamara, como addide, o el
dado capito do 27a da mesma arma Damio da
Costa Leito.
Mandou se apromptar para destacar para a
comarca de Tacara o ci ladao alferes Urcicino
Augusio V4aw Boas, em sunstituigo do alferes
Antonio J 'aquira Coelho dos santos, que deu
parte de doente.
Alistarara-se como voluntarios 8 indivi-
duos
Conflicto e niorte No districto de 8.
Lourengo da Malla, e no engenh Mogambique,
na noile de 2 do corrente e .n'um rancho ahi
existente, travaram-se em richa diversos indi
viduos que ahi se achavam, dando em resultado
o feriniento de quatro delles e a morte de Fran-
cisco de Souza, sendo in digitado como autor o in-
dividuo conhecido por Antonio Moca.
A ;>utorUJade proCefe no respectivo inquerito.
Denanire -A' 26 do mez prximo passado,
oel,- 8 horas da manh. ao chegar Catende o
treta de carga do prolongametite, acontecen ter
de pa*ar de un para outro wagn o guarda
/reio Antonio Carlos, que ao transpor cabio en-
tre os dous. licando gravemente ferido,
A aut. ridadetcmraeonhecimento do facto e
prpvidpnciou na forma da lei.
trina* da nmnicipalidade Acha-se
exposto na Livraria Franceza um pequeo qua-
dro piniado oleo, representando as armas da
municipal! lade do Recite, coniposigo do illustre
iiivto Herculano Ramos, e approvado pelo
Consdho de Intendencia.
E' tr.ihalbo digno do aprego.
Club Republicano Parocblal do
ltecifeA manh, \ horas e no lugar do cos-
U'ii", func iona esae club.
FallecintentoDizem nos, de Nazaretb,
ter all fallecido 27 'te Janeiro prximo rindo o
o cidido Francisco Ago.-tinho de Burros, com
63 anuos de idade, e victima de autigos pade
'os.
Sutural da comarca de Naz ireth. o fin do go
t va all de geraes sympathias pelo seu carcter
prohidoso.
Fabrica V-adoD i Rio de Janeiro cli gou
uliima'men'e o S" Arthur Gnimares represen
ante da Fabrica de Fumos Veado, situada na ra
da Garaha n. 70, na Cap'al Federil, fundada
e n 1874, e prop iedude dos Srs. Jos Francisco
Correiu & C.
0 Sr. Arthur Guimares est hospedado .no
Hot-I Internacional, e all tem urna collecgao
completa de fumos de todas as qu-didades ma-
nufacturados pela alludida f.ibnca, entre os
quae- liguram os seiruina's : fracos : Caporal
Mtneiro, Servilla de Huva-a, Imperial, Flor-fina,
King tobceo, Tobac bloud, Caporal Braz e Taba-
co-da Oriente fortes : Agdr, Especial Rio
Novo, Go^anno,Rto Novo, Pomba, Ouro Preto,
Bartmcena e Araxa
A**owstras com vjue nos obseqoiou o Sr. Ar
thar Goiflrares aotods magnitlcas, revelando
o emprego de materia de primeira qualidade, e
tem'todas as indicagOes des respectivos preyos,
que -sao muito rasnaveis.
A librica^ tem depsitos na ra 7 de Setembro
n. 76 76 C, no Rio de Janeiro. E' um grande
e bem mont-ndo estafc?lcj tem lodos os apparelhos modernos usados no
preparo dos fuios, tudo movido vapor.
0 Sr. Arthur Guimares, quem agradecemos
o mimo que nos fez das amostrase da vista do
Rio de Jnneiro, lado da Gamboa, onde se achara
em perspectiva os edificios da fabrica, dar todas
as informages que os interessados possara de
sejar.
aula nocturnaDizem-nos de Itamb que
o professor publico da 2 cadeira. Jos Ignacio
de Albuquerque Trradade, desejando concorrer
para o levntamelo do nivel iotellectual dos
seus concidados, abri, na casa de sua residen
ca, 20 de Fevereiro, urna aula nocturna para
ensino gratuito dos adul tos que, em grande nu-
mero lbe baviara manifestado desejo de apren
der a fer.
Esto frequentando essa aul i, cm media, 12
alumnos, sendo a matricula superior 20.
E' um bom servigo.
Club C a va l h ciro da Epocba- Em
reunio de assemblea geral, aote-hontem effec-
tuada, essa sociedade carnavalesca procedeu a
eleicao de suas novas directoras, Hcando os car-
gos assim distribuidos :
Directora effectiva
PresideotePedro Silveira.
Vice presidenteAristheu Pinheiro.
Io secretario Alberto Borges Pereira.
2 ditoLu-lgero Jardim da Costa.
Io oradorJos Macedo.
2o ditoV. Borges Pereira.
Thesoureiro -Manoel Pinheiro Mendonga.
Fiel Joaquira Moreira de Castro.
Coaselheiros-LupeciBo Esteves, Francisco de
"S e Joo de Barros.
Directora I ion raria
PresidenteAntonio Leonardo Rodrigues.
Vice presidente Celerino do R. Baptista.
1* secretario MaMel Baptista.
2 dito Manoel Collaco.
ConselheirosCommendador Antonio da Silva
Gyrio. capito Felippe Francisco Perein, Anto
ni'j Olivera Badoin, Antonio Francisco dos San
tos. Clemente Silva e Sabino Pinho
Foi em.ossada a directora effectiva.
Pr.nellaa de Miranda -A nova direcg
d'esse club carnavalesco, eleita antehontem, Hcou
assim constituida:
PresideuteHenrique Felippe dos Santos.
Vice presidente -Antonio Hyppolito da Silva.
Io orador-Manoel Antonio Brando.
2o orador Manoel Francisco da Silva.
Io secretario -Manoel Francisco da Paz.
2o secretarioMiguel Archanjo Ramos.
ThesoureiroRutlno Celestino de Souza.
Io procuradorCasimiro do Nascimento
mos.
2o procuradorEstanislao Pereira de
veira.
3o procuradorEduardo C. Rodrieues Sette.
FiscalJoo Tavares de Almeida Quinteiro.
A posse d'essa directora lera lugar no da 9
do corrente, s 2 horas da tarde, na ra dos Pes
cadores n. 24.
Club Carnavalesco CaladoresEste
club con-tuuio no ultimo domingo sua nova di
recteria. pela seguinte forma:
PresidenteAprigio Alvaro de Almeida.
Vice-presidente-Aprigio Juanicio H. de
ruda.
Io secretarioSilvino Gomes Porto.
2o secretarioNumeriano Jerson H. de
ruda.
Fiscal -Jos Silvestre dos Santos Pereira.
Orador"Professor Gaspar Antonio dos Reis.
Vice oradorJoaquim da Rocha Valente.
Thesoureiro -Antonio Gregorio do Carmo.
Mestre ensaiadorAntonio Apolinario Mauricio
Wanderley, reeleito.
Io procaradorAntonio A. Mauricio Wan-
derley,
2o procuradorJos Antonio da Silva.
VogaesManoel Antonio Gongalves, Tiburtino
Marques dos Santos, Augusto Honorato de Mi
randa, Jjo Jos de Jess- Americo e Ignacio
Bento de Loyola.
Commissio de contasJos Silvestre dos San-
tos Pereira, relator, Silvino Gomes Porto e Fran-
cisco Procopio Dornellas Pessoa, adjuntos.
Commissao de syndicanciaAprigio J. H. de
Arruda, Antonio A. M. Wanderley e Joo Fran
cisco de Mello.
Recreativa is de JaneiroA socie-
dade dessa denominaco e que funeciona em
Santo Amaro das Salinas, procedeu a eleigo de
sua nova directora para o Io semestre do cor-
rente anno, licando ella assim constituida :
'residente, Augusto Domingos Silva.
1 secretario, Joo de Araujo Saldan ha.
2 dito, Antonio Lourengo de Freitas Amaral.
Thesoureiro, Joaquim Francisco da Silva Ju
nior.
Orador, Primitivo Lourengo de Freitas Amaral.
Fiscal, Carolino Araujo da Silva.
Procurador, Arthur Flavio Augusto da Silva.
Director de sala, Hermenegildo de Souza Lima.
SerinbemEscreveni-nos :
Acba ae em pessimo estado a ponte de Seri-
nhera sobre o rio Gindahy, ponte que d pas
sagem fuer para a villa, quer para a cidade do
Rio Formoso.
- Com a entrada do invern ella vira abaixo,
se desde j nSo se mandar fazer os precitos con
certos.
Pego-lUes. Srs. redactores, o obsequio de
chamar a aliengao da re part gao das obras pu-
blicas, afira de serem fetos aquelles concertos
antes da estago invernosa.
uircctoria das obras de conserva-
cao dos por los de PernambucoReci-
te, 2 de Margo de 1890.
Boletim meteorolgico
Ra
Ol-
Ar-
Ar
S i 3888 t
a'o
Horas il Barmetro a 0 Tensan do vapor ce n
6 m. 24,3 758-97 19,19 85
9 28,8 759"88 i 8,62 63
12 29.9 759-39 20,46 65
3 t. 29,6 757-49, 19,13 62
6 28,4 758-16 19,40 67
Temperatura mxima30,075.
Dita mnima24/00.
Evapfragao em 24 horas : ao sol8,-9 ; i
sombra6.-2.
Chuva-2,,-0.
Direcco do vento : SE de meia noite at 1
hora; SSE at 2 horas e 55 minutos ; S at 4
horas e 40 minutos; SSW at 8 horas e 25 mi
utos da manh; SE at meia uoite.
Velocidade media do vento2 -38 por se
gacdo.
tfebulosidade media0,"39.
13 3-3 Dias Horas Altura
P. M. B. M. P. M. 2 de Margo 3 de Margo 237 da tarde 8 -44 3-06 da manhS 2-.06 0-,69 2-06
bellote* -Effectuar-se-ho os segrales :
" Hoj: ,.
Pelo a-feente Brito, s 11 horas, ra do Hos-
picio n. 2, de movis, leuga e vidros.
Pelo algente Stepplc, s 11 horas, ra do
Imperador, de urna casa na ra da Conceigo
da Boa-Visto-
Pelo gente Martins, s 11 horas, ra dos
Pratere n. 14, de solidos movis.
Htssis fnebres-Serao celebradas :
Hoje:
A's 7 Sioras, na matri do Limoeiro, pela alma
do coronel Claudino Corroa de Mello ; s 8 ho-
ras, na matriz de Santo Antonio, pela alma de
Francisqo de Paula Ferreira d'Annnnciaco.
Anianh:
A's 8 iioras, na matriz da Boa-Vista, pela al-
ma de Victoriano Palhares : s 7 1/2 horas, na
matriz {da Boa Vista, pela alma de 'Domingos
Francisco Tavares.
Pasaagelros Chegados do Norte no va-
por amiicano Advance:
j>"
WltWI 1
____i^^^iii ^
E. Jordn, J. Swit Jnior, Ifeliedoro de Brit-
fo, Ptscidn F. Rioeiro, Estephanto Barroso, Joa-
quim Cancio : 8. Pinto, L. Eisengarlhem, Jos
D. .Antones, Manoel Al ves de Carvalho, Dr. De>
di les Moura e Padre D. Wardlaw.
Sabidos para o Sui no mesmo vapor :
Pedro Tavares, Manoel C de AraujojGes, An
'onio L. Doria, D. Mara de Brito, Samuel Ri-
bas, S R. Scott, J. Harbuger P. A. Costa, 2
filhjs e 1 criada, Joaquim Lacerda c M. J. da
Moda.
tuate uetencauMovimento uos prr-
s da Casa de Betoncao do Recife, Estadc
le Pernambuco, em 2 de Margo d: 1890
Bxistiam 431; entraram 8: sahiram 10; ex.
>m 429.
A saDer:
^acionae? 403 ; tnatheres 15 estrangeiros 11;
-Total 429
irragoado- 395
3ons 368.
Ooenles 18
iMlcaa 4.
Loncos 5
-Toul 395
Movimento ua eafer Jia-i..-.
Tiveram baixa :
Joo Fernandes dos Santos, conhecido por Joo
Reg.
Rufino Amaro Soares.
Manoal Macha o da Silva.
Tiveram alta :
Leopoldo Arrdjanjo, conhecido por Jos Pedro.
Maxi mano Joo de Souza. <*.-.
Candido Jos de Olivera.
Foram visitados os presos deste estabeleci,^
ciento por 230 pessoas,sendo horneas 122 em
Iheres 108.
Hospital Pedro II o movimemo dtste
itabelecimento de caridade, no dia 28 dr Fe
velviro foi o seguinte:
Entraram 7
Sahiram 8
Fdleceu 2
Existem 403
oram visitadas as respectivas enferman, a
dos Drs.
Moscoso s 8 1/4.
liysoeiro s 91/2.
Barros So >nano s7.
Bcrardo s 8 i/4
Viaiaqaias s9i/4.
Pontual as 9 1/2.
iraes Barbosa s 9 1,4.
0 Dr Estevn Cavalcante naocompareceu.
i) cir-urfjiao^ftDtista Numa Pompmo s 9 lio
ras.
O pharraaoeutico entrn s 8 1;2 da manha o
aaio s 5 1/2 da tarde.
0 ajudante do pbarraaceutico entrn s 7 1/2
s ahio as 5 horas da tarde.
liOterla do Uram-ParaA 3a parte, ih
33" lotera, cujo premio grande de tSMsjf,
ser extrahida amanh 5 le Margo (qoarta
feira).
Lotera do Maranbao Resumo dos
premios da 11* lotera desse Estado, extrahida
hontern :
2.215 9299 9.190 663 074 1.575 2-lSg
5.300 6.79d 9.000 9.301 280 1 04-> 1.641
3 796 5.198 6.179 7.177 8.728 9.377 9>80
Cemlterio publico Obituario do dia 1
de Margo:
LauVentinu, Pernambuco, 1 anno e 7 dias.
Boi-Vista ; menengite.
Antonio Ribeiro da Silva. Rio Grande do Nor-
te, 20 anno?, solteiro, Graga ; tuberculoso pul
raonar.
Josepha Mara da Conceigo, Pernambuco, 25
annos, solteira, Bca-Vista; bemorrbagia cere-
bral.
Antonio Luis d;i Suva, Pernambuco, 30 an-
nos, casado, Boa-Vista ; tubenulose pulmo-
nares.
Esmenia da Conceigo, Pernambuco, 22 annos,
solteira, Graga; epilepsia.
Bartholomeu Carlos de Araujo, Pernambuco,
32 annos, solteiro, Graga ; tubernulose plimo-
nar.
Severino Roberio Wanderley, Pernambuco, 23
annos, solteiro. Boa Vista; feDre typhisa.
Eugenio, Pernambuco, 5 annos, Recife ; volvo.
Amaro, Pernambuco, 9 dias, Recife; di?*-
rha.
Manoel Bezeira, Pernambuco, 4) annos, viu-
vo, Boa Vista ; enterite.
Joo Euzebio dos Santo.?, Pernambuco, 52 an'
nos, Boa-Vista; congesto cerebral.
M POUCO DE TUDO
t O mais poderoso meio que possue a
humanidade para alliviar ou curar seus
males, o ni gaetismo humano. O seu
conhecimento e resapetivo emprego estilo
pouco espalhados. E.-palhal os mais, se-
ria dimiuuir a somma dos sofrimentos
jue pesam neste mundo sobre nos, seria
retardar para mais de um o terrivel mo-
mento da morte. >
Assim se expressava Mr. Constantino,
presidente do Cougresso Magntico Inter-
nacional, na sessao de abertura do
mesmo.
Nao nos deteremoB nesta definicSo que
tem a vantagem de dar ao magnetismo um
carcter humanitario, mesmo porque o
programma do congresso limitava se nos
effeitos dos curandeiros do magnetismo, e
todas as questoes extra scientiricas foram
eliminadasr
O abbade Meissas considerou particu-
larmente o magnetismo no ponto de vista
da consciencia e do livre arbitrio.
A parte legal do magnetisador foi tra-
tada com urna real competencia pelo Dr
Fanve&u de Courmelle. M. M. Bu, Do-
nato, Moutin, Reybaud, de Casti, Auffin
ger, Durvill, Guyonnet da Pcrot, os
Drs. Huguet, Baraduc e Augerrille leram
diversas eommunicacoes que foram ouvi
das com toda attencio.
DiFerentes propostas relativas ere
acao de um instituto magntico foram vo
tadas ; e por iniciativa do Dr. Buraduc,
foi creada urna commissSo de altos estu
dos sob a presidencia de M. Rocha, ad
ministrador da Escola Polytechnica, com
o tira de estudar a natureza das forcas
humanas, emittidas sob o termo genrico
de magnetismo.
O magnetismo differe do hypnotismo no
ponto de por em jogo as forjas vivas, a
electricidade do magnetisador, que delle
d tudo que recebe o doente; urna ver-
dadeira transfuso nervosa, com ou sem
somno provado. O hypnotismo, pelo con*
trari& a simples enscenagSo das faculda-
des dissociadas de um doente em condi-
3es de re eber urna suggestlo, feita ora
o fim de restabelecer o equillibrio em
suas fiiBcges.
Em resuma, magnetismo e hypnotismo,
sao, segundo a opiniao do Dr. Baraduc,
dous modos da medicacSo dynamica, cujo
todo comprehende ainda a electricidade
e a magnetisacao ; c nelles cumpre firmar
o emprego no ponto que prende-se
sciencia, e a appticaclo exacta no que
concerne a tberapeutica.
O magnetismo parece dever dividirse
em dous ramos: Io, o pequeo magaetismo,
applicavel s affecfoes periphericas do
syste a nervoso, nevralgias, etc., e com
prehensivo da presso, das friccSes dos pas-
ses, sem somno ; 2",gramde magnetismo,
que comprehende o somno para calmar o
systema nervoso, a suggasto para diri-
gil-a em um sentido normal, e sobretodo
a transfuso nervosa afim de vitalisar,
por assi u dizer o novo estad" creado no
doente.
O grande magnetismo, pensa o mesmo
Dr. Baraduc, s se applica especialmente
aos casos graves de anemia nervosa, -nos
quaes dever do magnetisador co-mmuni-
car ao doente naturalmente .*ua electrici-
dade viva; porque tar> natural tratar
pela transfuso nervosa o exhaurimento
nervwso do doente, como rafazer-lhe o
sangue anemiado pela transfuso sangu-
nea ou pelo uso de um elix-r de sangue
de boi, por exexplo.
O prximo congresso magntico inter-
nacional ter lugar em 1892 na Haya.
Desejamos que elle d um nevo passo na
questao do magnetismo, tanto no ponto de
vista da natureza das forcas emittidas
cara ; ni tocante precisSo Da sua appli-
cacSo tberapeutica..
#**
E' de Eduardo Barroca :
Voando
(A' Demosthemos de Olinda)
Eu quisera voar, bater as plumas,
Este rumo seguir, um outro aps,
E dos ventos ouvindo a rude voz
Transpor do verde mar alvas escumas.
Ir to longo, tao longe que nem brumas
Podesse divisar. E quando, a sos,
Por noite negn, glida e feroz
A nev em gotas, salpicando algumas,
Meu vo clere perturbasse em fim :
(Oh! quadro de amor insano!) as vagas
Doidas, nervosas, sensuaes, de mim
Beijos roubando, desmaiar as fragas
Iriam com furor. eu, assim,
Dj grande espago fenderia as plagas.
#
Sabe-se que ha ponen se finou o celebre
tenor Gayarre.
Era de animo pertinaz e altivo ; nunca
quiz casar-se e tinha hbitos econmicos,
que lhe permittiram juntar fortuna.
Os parentes de Gayarre deviam j ter
partido para Bilbao para abrir o testa-
mento sobre o qual circulam em Pamplo-
na muito pormenores phantasticos.
Ha quem, eomo se os houvera visto, d
indicagoes e signaes de todas as clausulas
testamentarias, falla-se do destino que te-
rao os costumes, as armaduras, o dinheiro,
etc., como se o testamento fosse lido em
urna praca publica, diante de toda a gente;
mas a verdade que nem os proprios tes-
tamenteiro3 sabem urna palavra acerca da
ultima vontade de Gayarre.
Refere urna folha madrilense que Gayar-
re deixou urna fortuna cujo rendimento
avaliado em 150,000 peset.s (27:0000) a
qual toca cm heranca a um sobrinho e
uma sobrinba do grande tenor, filho de um
irmo que falleceu, ha annos, de uma
affeccSo pulmonar.
De sua natural altivez prova o se-
guinte caso :
Estava Gayarre em S. Petersburgo,
onde colhpra applansos cstrondosos can-
tando a Favorita. Eis que lhe entra pelo
camarim um ajudante de campo do Impe-
rador, e diz lhe em tom imperioso.
Sr. Gayarre, de ordem do Imperador,
cantareis amanh no palacio de invern.
O tenor, esquecendo tlvez de que es-
tava na Rus8a, ''respondeu immediata-
mnte :
a Estou rouco, meu general, e nao
poseo mandar minha voz que cante,
quando ella nao quer cantar. j>
O Imperador ao receber fleta resposta,
suspeitou que na forma do pedido tivesse
havido menos delicadeza, e insisti com o
seguinte recado :
Diga ao Si. Gayarre que lhe peco
o obsequio de vir cantar amanh no pa-
lacio.
E' curioso, respondeu ,o tenor ; j
a minha voz consente em obedecer. Terei
a honra de cantar amanh em casa de
Imperador.
O grande artista tinha excellente co-
ra gao.
A alguem que lhe perguntava qual sua
maior alegra em toda a sua vida artstica,
respondeu simplesmente:
O dia em que Deus me permittio asse-
gurar o futuro de meus velhos pais, esse
foi o dia verdadeiramente feliz de minha
vida.
Alguns amigos de Gayarre esto or-
ganisando um museu, que se-denominar
Muaeu Grayarre, no qual se vfero os tra-
jos que elle vestio as variaB operas em
qne cantou, as partituras que estudou, oa
authographos de pennas notaveis que re-
cebeu durante a sua vida, as coroas, obje-
ctos de arte e armas que possuia, emfim,
tudo que esteja ligado com a vida artstica
e publica do grande cantor.
*
Ha tres dias, diz Calino, trago uma
idea encasquetada jnos milos.
Isso cruel, observa lhe um amigo,
deve estar farta de andar sosinha a pobre
idea !
'SPORT________
Salvator passou a ser chamado 15 de Novem-
bro e propriedede da coudelaria Independen-
cia.
Igualmente passaram a. outros proprietan s 0!
seguintes animaes :
Colosso ao Sr. Jos Goncalves Maia.
Phariseu ao Sr. Eduardo Floro de Paiva.
Corga fl ao Sr. Joo Baptista dos Santos.
Dspota ao Sr. H. J. Permann.
Faceira ao Sr. Joaquira de Siqueira Carneir*
da Cuaba.
y
Hoje s.S horas da tardeencerra-se na respec-
tiva secretaria a inscripgo paa a II" corrida dt
Prado Pernambucaao, no dia 9 do correle.
. *
Hippodromo do Campo Cirandc
Realizou se antehontem a il* corrida.
A concurrencia foi regular, notando se algu-
ma aaimago no jogo uas poules, cujo movi-
mento getal attingio a 22:8703000.
O divertimento cerreu em boa ordem c pode se
dizer mesmo com uma cerla moralidade, devide
aos esforgos.e boa vontade dos dignos cavalhci-
ros que exersem os lugares de presidente e the-
soureiro da directora, os quaes porlia procu-
ram levantar o turf pernamburano do descrdito
a que o arrastaram a ganancia de uns e a coa -
descencia crianosa de outros. ,
Felizmente o nesso turf parece f.r entrando
em uma nova phase de moralidade, o que dese-
jamos se tome urna realidade em bem mesmo
das emprezas hippicas.
Eis o resultad; d:is co rids : -
*
1" pareo-L'/m/afao-800 metrosEguas de
Pernambuco, inclusive pequuas al 1 metro e
30 centmetros no tuatmotfremios : 150J.
304 e 15*.
Ao signal do partida largaban Stella e Boa
langer emparelhados, sendo a ponta oceupade
pouco depois pelo ultimo. .
Cerca de 500 metret depois da sahida, ida,

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In itm il. ni i ifcn .ni*



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I
Diario de Pernambuco-Tr^a-feira 4 de MjirQo de 1890
dirigida por Nicolao, collocou se na vanguarda,
ganhando a con ida em 62".
Boutaner foi f e Siolla 3.
Poole de Ida em 1, <*700; em 2*, 7*900.
Poule de Boulaoger em 2, 10*900.
Movimento geral, 2:865*000.
f pareo-Ensaio-800 metros -Animae de
Pernambuco que nao haviam gaoho oestes qua
tro mezes no Hippodromo.-Premios: 200*,
40* e 20*
Sabio Conforme na vanguarda, cedendo esta
posico cerca de 600 metros depois a Phari-eu,
montado por Jos Marcelltno, que chegou ao
poste do vencedor era 6 e 1/2".
Muranguape foi 2 e Despota 3.
Poule de Pariseu em 1", 31*900; em 2o,
12*900.
Poule de Maranguape em 2'. 8*300.
Movimeoto geral, 5:030*000.
3* pareoTrilhos Urbanos-1.400 metros
Animaes naoinnaes de meio sanguePremios:
300*. 60* e 30*
Coub* a Danubio puxur a corrida, seado em
seguida oocupua a ponta por guerra, dirigida
por Nicolao, que chegou no vencedor em 102".
Torpedo foi 2 e Danubio 3
Poale de Minera em 1. 9*300; em 2, 8*000
Poule de Torpedo em 2-, 16*100.
Movimento geral, 3:610*000.

4o p feo -Anim-.co -830 metros Animaes
de Pe nambuco que naq haviam ganbo era dis-
tancia superior a 900 metros nos prados do Re
cifePremios : 200* 40* e 20*.
Depois de urna demora de cerca de 30 minu-
tos, foi arreada a bandeira, pulando Phariseu na
ponta, posicao que cedeu pouco depiis a Tur-
co 2
Na entrada da recta de cbegala, Colosso,
montado por Jos Mtrcellioo, collocou se na
vanguarda, ganhando a corrida em 64".
Pariseu foi 2 e Cauby 3.
Poule de Colosso em Io, 14*000; em 2o,
10*500
Poule de Phariseu em 2*. 18*400.
MoMmeoto geral, 5:060*000.

5 pareo-Velocidade 850 metrosAnito es
pungas que nao havum ganham em 1890 no
Hiopodromo-Premios : 200*, 40* e 20*.
Pi ramn, montado por Crispim. ganbou a
corrida de ponta a ponta em 60 e 1/2"
Corga 2 foi 2* e Delegado 3.'
Poule de Piramon em 1", 34*400; em 1".
14*700.
Poule de Cor-a 2o em 2. 15*700.
Movimento geral, 3:515*000.
6 preoImprenta -1,100 n etros-Aimaes
de Pern imbucoPremios : 200*. 40* e 20*.
Sans-souci, montado por Mariins Ferreira, sa-
hio na vanguarda e da mesma forma chegou ao
poste do veneeior.
Village foi 2o e Good morning 3.
Poule de Saos-souci em 1, 8*800; era 2*,
7*100
Pjule de Villagc em 2. 14*300.
Movimeoto geral, 2:630*000
INDICACES TEIS
Medico*
Dr. Cerqueira Leite, tem o seu escripto-
rio ra Nova n 32, onde pode ser en
centrado do meio da s 2 horas e for
destas horas ra do Baro de S. Borja
n. 22. Espe nalidadesmolestia de crian-
cas, serihorns e parto. Telepbone n. 32"
da casa de residencia.
Dr. S Pereira, ra da imperatri n. 8,
d consultas mcdico-cirurgicas todos os das
das 8 ao roeib dia, menos nos domingos e
dias santificados.
Dr. Catiro Jess medico e operador
Pratica a lavagem do tero quando e co
mo aconsclhada. Consultas das 11*-
3 da tarde ero sita risidencia ra d<
Bom Jess (antigu da <.Yuz) n. 23, 1.'
tndar. Telepone n. 38'.'
Dr. Joaqun* Louieiro medico e parte;
ro, consultorio ra do Cabula u. 14
1. andar de 12 s 2 da tarde; residenci?
co Monteiro.
O Dr. Simplicio Mavignier.Clnica m*
dico-cirurgica. Especialidades : uioler _a:
pulmonares e partos. RuadoMarqi't dt
Olinda n. 27, 1." andar. Consultas u l1
s 2 horas e na Casa Forte (Poco da Pa
celia) das 6 s 9 horas da man ha e i
tarde Teleshone n. 392
Dr. Ribeiro de Britto d consultas de
meio dia a 3 horas da tarde, no 1. an
dar a ra Duque de Casias n. 46, poden
do ser procurado para chamados, na sua
residencia, a ra do Hospicio n. 81. Te-
lephone n. 303. f
Dr. Alvet Guimaraet, dedica-se me-
dicina em geral, e com especialidade s
molestias do coracao, pulmones, figado, es
tomago e intestinos e tambem s affoccoes
COHMERCIO
Revista do Mercado*
RvCIFX, 3 DE MABCO DK 18S0.
O movimento limitou-se a transaeces no mer-
cado de can bios.
Ctabio ()
PRA(,'A DO RECIFE
Os bancos mantiveram no balco a taxa de
sachado ultimo, 23 3/4, pouco dispostos, porm,
a saccar seuo pequeas quantias.
A's 3 horas da tarde recusaram os bucos sac-
car cima de 23 5/8
Papel particular foi passado a 23 7/8 e 23
13/16.
O mercado fechou frouxo
PRA.A DO RIO DE J*SEIKO
Os bancos abrram a 23 3/4 nominal, reinando
tarde pora 23 5.8.
<) Por engao typograpbico sahiram altera-
das as cotaces de sabbado ultimo e publicadas
na folha de domingo.
TABELLAS AFFIXADA8
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2.
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3 2.
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de criancas. Reside ra de Fernandes
Vieira n. 23, e tem consultorio na ra do
Bom-Jess (antiga da Cruz), n. 45, onde
d consultas do meio-dia > 3 horas. Te-
ephone n. 381.
Advogado
O baeharel Joaquim Ihiago da Fonteea
'.em seu escriptorio de advogado ra do
imperador n. 14, l. andar.
O baeharel Bonifacio de Aragao Faria
iocha contina a advogar. Escriptori
-ua do Imperador n. 46., 1. andar.
O baeharel Petronho de Santa Cruz OH-
oeira, encarrega se de levantar empresti-
mos perante o Banco do Brazil para auxi-
io da lavoura. Escriptorio ra do Impe-
rador n. 69, 1. andar. Residencia sitio
na Jaque ira, prximo estacao.
Occullsta
Dr. Ferreira. com pratica nos pnnc
>ac8 hospitaes e clnica de Pars e Lon
ires, consultas todos os dias das 9
oradao meio-dia. Consultorio e resi
l.-nciA ra Larga do Rosario n. 20
Dr. Barreta Sampaio, oceulista, da con-
tultas de 1 s 4 horas no 1. andar da
:aaa ra Baro da Victoria n. 51. Resi-
lencia a ra 7 'de Setembro n. 34, entra-
lapela ra da Saudade n. 2.
I r ojearla
Faria Sobrinh fe (':, droguista por ata
:ado, ra do Mrquez de Olinda n. 41.
Vacico Manoel da Silva & C, deposi
'lirios de todas as especialidades pharma
jeuticaa, tintas, drogas, productos chim:
u e medicamentos homeopticos, ra do
Mrquez deJOlinda n. 23.
Tinta de escrever
A melhor a tinta Victoria, vende-so *
iOO rs. meia garrafa e a 800 rs. ama gar
-afa inteira na Livraria Comtemporar.e;
le Ramiro M. Costa, ra Io. de Mar$o u.
I, loja de ferragens de Albino da Silv
i C, ra da cadeia n. 42; loj'de ferra
jens de Brandao 4 C, roa Duque de Ca
cius n. 46.
PBL1CAC0ES A PEDIDO
Os grandes melhoramentos
0 IV
A3 vantagens que rc-uitariam da construegao
'l'iuu |ia-si) publico nesta cidade erara de-de
alga ni lempos aeconhecidas, tanto asslm que o
prujecio anterior a l>i que aboli a escravido
no Brazil.
As difficuldades, pirra, cora que luctavamos,
ilevidas d'ura lado falta de reodiaieatos qu*
aqu, como em \uasi todos os pontos do pan,
.-i. aseavam de dia a dia e d'oulro lado ao indif-
nrcodMK cora que erara pelo goveruo deCdhi
do traelados os negocioi publico.-, raesrao aquel
les que demandavam serios cuidados, o que 111
nuestionavelraente crea va grandes emiiuracos
iniciativa particular, numa fonec-rrain occasio
para que fosse aproveitado o project .
O traballio monumental do rogonheiro Fur
nier dependa de opporiunidade e de meios.
A lei de 13 de Maio forueceu enS'jo para le-
val o aeffeito e o illustrado desembargador O
veira Andrade a quera estavam entregues, por
occasio da proraulgafte daquella lei. os desii-
nos deste_Esiado, cniAo provincia. aoroveiUudu
\ boa vontade manifestada por aquelles qte, as
sociando se aos escravisado, abeosoarara o 110-
uie do peniaiiiiiucano que era tao crticos mo
metilos a.-'SUiuira a alu direcgao dos negocias
pblicos, noraeou u .a commif.-ao para, toman
1I0 por base o piano loncerlado pelo referido
< nucalieiro e appellando para os seiitiraenlos
do novo, dar inx.o aos traballios.
O modo por que I01 recebida pelo pivo a com-
missao nomeada, levon ao espirito do z-loso ad
ministrador a certeza de gue em breve estariain
.-..ii.-kiti s us seus louvaveis intentos, Unto raais
quaoto os nomes daquelles sobre qaem r calila
a esecilla erara garantas seguras boa marcha
dos trabalbos e aos inieresses do proprio povo
que v era cad.. um delles os requisitos neees-
sarios para o desetup 'i;iio de tao ardua quaiito
espinbosa incumbencia.
Eirectivainente est aa coniciencia de todos -
maueira porque acomuiissj "do l'asseio Publico
tem procurado veor os eu baraejs que se op
pOera realisaco do projeclo.
A todos nos cabe o dever de corresponder ao
ardor com que ella tem trabaliiado. pois fot a
confianca no auxilio que cada ura de nos lhe
prestara que a levou a aceitar taes encargos.
Abandooal a, portanto. a seus esfoicos e to-
lber-lhe os meios de aeco e privar esla cidade
de um melhoramento de cuja falta todos se re-
sentem.
A approximaco do da 13 de Maio, segundo
anniversano da le que pnvocou do povo as
inais vivas deraonslracoes de alegra, ex ge que
seja empregado no serv;co um pessoal maior e
iolsa

BETORE8
Recife. 3 at M*rt> dt 18M)
Cirobio sobre o Rio de Junen o, 15 d/v. com i/2
0/O de descont.
-ionio sobre Londres. 90 d/v S3 3/i d. pr-r
H, do banco.
Cambio sobre Pars, 90 d/v. 404 rs. o franco, do
banco.
O nresfdente.
Antonio Leonardo Rodrigues.
O secretario,
Eduardo Dubeax.
Algotlfto
N3o constou vendas, raantcodo-sc o mercado
em boa posico, sendo a cotaco do de 1* torte
do serio 7*200 firme.
A exportaco fetta pela alfandega em Fevereiro
Hndo. constou de 2 048.668 kilos, sea do 1.827.807
para o exterior e 220.861 para o mterier.
as entradas verificadas em Fevereiro fintlo.j
conbecidas sobem a 27.984 saccas, sendo por.
Bircacas. 3.674.acca?
V;i(>ores ... 176
\ imaes..... 9 378
Via-ferrca de Caruar. 5070
V a-ferrea de S. Francisco. 4 366
Via-ferrea deLimoeiro 8.320
Somma. 27.984 Suecas
Assut'sr
Os {rteos pagos ao agricultor, por 15 Kilos, se-
>s sepumtes:
Jsinas..... 4000 a 4*500
franco ..... 3*900 a 4450"
Smenos..... 2*800 a 2*900
Miscavado porgado . 1*8:10 a 1*P0
-frutos..... 1*300 a 1*800
R-umc..... 1*000 a 1*2)0
Aexportaco feita pelaalfandega em Fevereir.)
findr, constou de 13 229.2 3 kilos, sendo 5.172
para j exterior e 13.184.063 para o interior.
As entradas verificadas em Fevereiro lindo, ja
conbecidas, sobem a 165.30* accos sendo por :
^arcacas 67.y40 Saceos
"'aperes.....
\nimae3- 6.9J1
/ia-ferrea de Caruar. 9031
V'ia-ferrea de S. Francisco. 80 t-69
'^ia-ferrea do Limoeiro 11.333 e
Snmraa
165 304 S r,roB
Couroa
Coaros salgados 370 res, e es verdes a 220
ris
Agurdente
Coto-se a 100*000, por pipa de 480 litros.
esse augmento de pesaos! traz como consequen-
cia iramediuUi o augmento de despezas.
D'aqui oa*ee a ifecessidade que tem es eocar-
regados dos trabalbos, de reclamar de cada in-
dividuo a .-aii-fjco da obrigaco que cootrabio
tcitamente para com ella.
Recuar diante dessa necessidade 6 faltar ao
cumprimeiito d'ura dever imperioso que iis
mesraos nos irapozemos ; c desmentir a couliau-
ca que era nos depositaran! o digno administra-
dor que despertou a gr radiosa idea e os mera
bros da commisso que, sacrificando as suas oc-
cupaQfies diarias e suas commodidades, accede-
rn) ao convite que por elle Ibes foi feto.
A vida e o desenvolvimenlo d'ura povo esto
na fineza com que trubalha para realisar os seus
intentos e fraco aquelleque se impressiona
apenas por momentos.
Industria assucareira
Agradecimertos
Os Sis. Cuoba Vusconcellos & C, usina Caras
s, e o Sr. Baro de Frecbeiras, usma Cabeca de
Negro, tepdo honrado a casa Muoll-Pin^uet
d testeaiuuho publiro de satisfaco pelo seu
material e macbmismo aperfeigoidos, assim co-
mo o modo com que cumprio todos os seus cora
pnunissos (Diario de Pernambuco de 21 de Fe-
vereiro prximo passado e Jornal do Recife de
l de Marco correiile), nao posso deixar de liri-
gir a estes senbores, em norae da casa Mariolle
Pinguet. os meus mais sinceros agradec
inenlos.
Aproveito esta occasio para assegurar a nos
sa clientela actual, como lambem aquelles que
no futuro quizerem nos bourar com sua cooli
anca, que serapre nos esforcareraos a dar-Ibes a
ma'is completa satisfaco, visto ser nosia reara e
que de mais a mais, temos o desejo e lirrae
pi opo.-nu de por todas as nossas luzes e nosso
trabalho ao servicoda industria assucareira des-
te Qoresccnte Estado, para ajudal-o a realisar os
grandes progressos que lhe faro altingir o grao
mais elevado que Ibe pertence entre as nacOes
productoras de assucar ; 6 nesta ordem de ideas
iju serapre no< acharo dispostos a raelhorar
<>s meios actuaej Je fabrlcacao, empregaudo to
dos os aperfeig-jumcitos j cofrecillos e os que
por nossos estudos incessantes pjssamo^ des
cobiir.
Ha Ll.'uns annos, a casa Mariolle Pinguet,
mandaiMo oeste Estado o Sr Teodule B.-oc.le-
tn. seu ex representante, foi bem succetida.
com as sua3 primeiras installagoes (usiua Nova
looceico e usina Pinto) de auiraar os senbo-
res de engenhos e fabricantes de assucar. ento
Jesmoralisados pelos pessunos resultados dos
grandes engennos centraes ; desde ento diver
sas nutras fabricas tem sido montadas pela casa
Mariolle Pinguet como : Odonia Isabel, usinas
Bandc ira, C rass, Cabeca de Negro, cora o mais
feliz xito.
Estes resultados, j rauitos satisfalorios, pns
sao sensivelraente superiores aos obtidos fra
destas usinas, sao anda bem inferiores aos que
deve e esper ir da canua, por isso nao deixare
utos de recomtnendar aos sniores fabricantes
a entrarem resolutamente na via do progn-sso.
As boas relaces que a casa soube adquirir
aqu as condi^Oes que acabo de mencionar
lhe impem o dever de encaminhar se serapre
avante, e acceitando d'ella a honrosa misso de
seu representante ntste Estado, nao smente
para continuar e desenvolver estas relagSes, ns-
ull indo as raelhores condiges os appurelhos e
niaobioas qu^ os senhures fabricantes queiram
pedir-lhe, mais aluda, para estudar com o con
curso dos ioleressados os aperfeicoaraentos que
sao para desojar, aceitei um encargo espinhoso
mas assegoro que os meus esforcos sero cons-
laiiicraente n altura do tira a attiugir.
O pouco que temos feito at boje j urna ga-
ranta do que podemos fazer no futuro, se a con
anga que sollicitaraosnos for proporcionada
cooio esperamos.
R.cife, 3 de Marrp de 18S9.
E. Dj.

Ao consetho de inteadmcia
municipal do Recife
Na poca actuil, em que essa intendencia tem
* mo^rado tao solcita nocumprimento de seus
deveres, tomando t. das as medidas, no fcntido
de inelhorar o bem estar de.-ta cidade. 6 oppor-
tumi chamar a sua at:cncn para cmas docas,
xis'emes nn caes di Apollo, as quaes offere
com um invencivel obstculo aos transentes,
cau-'inlo assim ura grande prejuizo ao- cum-
rorrcio e ao publico.
Qu-m mohecer o alludido caes, ver qae nllo
ha sahida para o lado da fortaleza do Boira, era
direeco estrada de Olinda. pelo isthrao. por
quanto tres ou quatro docas impdcm absoluta
mente o transito para aquelle la 10, de m(Mo
que, quera vier de 01 .da, de Goyanna e das re
gioes quetlcam entre estas cidades, pelo isthino,
ser forcadoa entrar'no Recife pela roa do Ka
rao do Triumpbo, onde val encontrar um grande
movimento de bonds e carrogas, alm de fazer
mais longa a viagem, quando, se podessa direc-
tamente entrar pelo caes, de que se trata, ob
viaria a estas difficuldades.
O transito feito pela estrada do isthmo mnior
tal vez do que o da estrada de rodageui. E a
razn 6 ser esta mafs longa dj qoe aquella-
Pela estrada do isthmo fazem-se muitas entra
das de assucar, carvo, legumes, fructas e at
AlI
Cou-se a 200*000 por pipa de 480 litros.
Mei
Cota-se a 55*000 por pipa de 480 litros.
Vule
da Alfandexa
A 8 DK MABCO DB 1890
Pauta
Je o Diario de 2 de Marc)
\;viis 1 descarga
Barca nacional Belty. varios eeneros.
Barca americana Pi'ed W. cacto, algodb.
Barca sueca Balder. carvo.
Barca allm Schuam, varios gneros.
Bngue nglez Talbot, bacaJbo
Patacho nacional D. Ama, farello.
Exportaco
asura, 1 db m*rq db 1890
Para o exterior
No vapor allcmo Brema, para Lisboa, :ar-
regaram :
J. de Maltos Irmo, 1,098 couros salgados com
11,937 kilos.
F. da Costa & C, 300 saceas com 22,663 kilos
de algodo.
V. Neeseu 77 couros seceos espichados com
924 kilos.
Para Hamburno, carregaram :
V. Neesea, 800 couros seceos salgados com
9.GOO kilos.
G. de Matlos Irmo, 420 couros salgado? com
6 461 kilos. 4f*0kr
Artbur de Araujo, '6" cayies^ora l,5f
de plantas seccas.
No vapor nglez Trent,
carregaram :
Cosu & Fernandes, 6,000 cocos seceos.
No vapor inglez Craighon, pan Liverpool,
curregou :
J. H. Boxwell, 2,000 torios com 353,400 koc
de algodo. i
aro o interior I
No vapor inglez Cometa, para Rio Grande
do Sul, carregaram :
li. Fernandes, 200 barricas com 20,6i5 41'los
de assucar brando.
mesrao iie algodo, offerecendo ao matulo maior
comraodade, por fazer ete a viagem menos
lunga.'e em menos tempo. Alm disso, estando
a terminar a ponte Buarque de Macedo, ainda
mais ne:essira tornarse ua a passagem franca
por aquelie caes; loriando tambera mus fcil o
servico puolico das fortalezas.
As docas, bertas all ui licenca da extincta
cmara municipal, podem ser tapadas em qoai-
quer tempo. sera olF.'nder a direitos de quem
quer que seja, porqu-j as licencas foram co.ice
didas, sob a condico de serem as mesmas fe-
chadas, quaono o exigiese a cmara.
0 povo, confiado no patriotismo e zelo do
inuito Ilustrado conselho de intendencia, espera
eej ira tomadas as providencias pedidas.
Os seus direitos, usurpados pela extracta mo-
narchia, em favor do fllliotismo, bao de ser rei-
vindicados peto patriota goveruo que nos guia.
O povo.
Pan el las
Ao lllustre cldado gobernador
Paneat anarchieada !!
O delegado de polica Fredenco Paes Barretto
tem commeltido toda sorte de arbitrariedades
postergando o sagrado direito de cidado e con-
culcando as leis que nos regem. No curto perio-
do de quatro dias (3 a 7 do co-rente), o delega-
do Frederico fez recolber a cadeia dez individuos,
e entre esses Manoel Joaquim de Oliveira e trez
liltrjs que. sem crirae algura, forara lo s
mate presos pedido de Amonio Alexaodriao,
huinem de cavallos para o delegado Frederico passei >r,
e de quera o mesmo deleg .do toruou-se acry 0-
lado amigo e inf.ene protector, aauoel Joaqun
nao possue cavallos para O delegado Frederici
passeiar e era tem reputaco duvidosa como a
de Antonio Alexandnno, mas sim possue um en
geu.no de fazer raspiduras c sooretudo o nomj
de probo e laborioso. O delegado F^edei ico alm
das aroitranedades jcoraraettidas, tem invadido
a jurisdicco alheia, satnoao innmeras veze de
si* casa para acixjinmodar litigantes e at ser
violo d;i agrimensor era demurcacOes. invadindo
PTo^o judiciario, t, portanto, ocurso lias peau.-
do cdigo. Que horror, que delegado! I
Propala se n'esta villa ser o delegado Frede-
rico um verdadeiro automato, e que como cgo
instrumento do crime, pres'a se a satisfazer lo
ilas as vis e iraaginaves torpezas do Miranda San-
tiago, 1 supplen o de delegado. Musir gover-
nailor: Fiquei sorprehefididj u t.raiem us ha
hilantes d'esta villa, pelas uomeagous ae autori-
dades policiaes, ultiauraente feuas para esta
villa, e lastimo de lodo o com cao que alguera
abusando criminosamente da vosm boa f. nr-
mente nao conhecendo tos o pessoal d'esta loca-
li lade.vos apresentasse pota exercer taes cargos,
hoiuetis como os Humeados, dos quaes paSO a
aer ura ligeiro esboyo : oaqnira Manoel do
Nasciraento 3* supplenie de delegado (iiast
an ilphabeto ; Jjs wJtoe? da Suva, subdelegad0
actual, homem de baixi esphera, quus; anal
phabeto; Vaquciro Luiz Francisco de Souta 3o
supplente d subdelegado, alera de esidir na
freguezia de Quipip, dado ao vicio de em-
briaguez ; portadlo iraprestaveis at para o earg 1
de nili Mal de juslica, sen lo que os dous unimos,
sao les que nao conseguirau sua inclusa no
alista nenio eleitoral. 0 que. venad de iixpandir
11 verdadeira expresso da verdade e appello
para os tcstemunlios de autoridades jodHJiaei
u'e.-ta comarca. CouAiUdo, poctoo, illastre go
vemador nu vossa inteiresa de carcter e boa ad
niinislraco. vos peco a bem do servigo publico
a daABftO do delegado Frederico e (les HOVO<
veteados, e hssiiii nao s ser un acio de mo
ralidade, conio tamb"in de requntala JUS51
para o vosso irani.IJe
Paa'lknse.
Progivsso
Os habitante* de Mi'icota esta) muito satis-
feilos p"lo *iii>|>l<-s fie'o do vr lujo oa lia u
cadetra d'aquelle lagar progredindj cada ves
mais.
Se nao foso o acto que renoveu a illu>tre
prof ssora d ftapissnma sustenta lo pelo digno
invernador dVsie E-ialo. para ajaetle lugar,
veriam d'jqni a piU'.o iemn> aquella cadeira ir
era decadencia e d'abi a pouco llear extincta.
Dizem isto porijua-owtr'ora alguna pas de fa-
milia descontentes m-u a faocnnnaria anterior,
retira vara os seus filhos da (tila escola >-ra vez
de raan1al-os e o que hoji d se juslaineuie o
conlrario.
Os habitantes.
1,2.00# l^ilos
para Montevideo,
M. F. Mariins, i75 barricas cjm 17,69i I ilos
de assucar braneo e 25 ditas com 2,542 dito i de
dito mascavado.
Para Rio de Janeiro, carregaram :
V. da Silveira, 500 saceos com 30,000 kilo
assucar mascavado.
i Martina. 300 saceos com 18,1.00 kilof
assucar mascavado.
Para releas,-carregaram :
P. Carneiro 4 C, 1,250 barricas rom 130(800
kilos de assucar braneo e 200 ditas com 21
ditos de dito mascavado.
Para Porto Alegre, carregaram :
P. Carneiro 4 C, 200 barricas com 14
kilos de assucar b-anco e 100 ditas com 10
aitos de dito mascavado.
- o vapor allemo Rosario, para San
curregaram :
1. J. Moreira, 450 saceos com 27 000 kilos de
assucar mascavado.
400
410
610
03
lai'lito ridadao marecknl de
campo gove raedor de Pcr-
aaoibiico.
Os habitantes dos bairros de Ponte de Uchi,
Jaqueira, Parnaraeirini e TamarJneira, abaixo
as.-ignado- vera mu respeitosaiiienie poudear-
vos a urgencia de urna soluco iavora^el uo pe
dido que vus foi dn gnlo pela coinpanlua Ferro
Carril ue-ta cidade, para ser prolongada a liolia
de Fernandes Vifrira al a J iq'iera uu alera.
As faiiitlias qu habita n esses burros seutera
a neceoriide dessa con raeco urbana, nao s p I <
su 1 raaior commddidade e asseio, co >io porqu
S. Gutmares, 1 000 saceos cora 60 000 kilos
de assucar m; scavado e 40'J ditos com 24,000
ditos d dito braneo.
No vapor austraco Szechtdze, para Rio de
Janeiro, carregaram :
H. Burle 4 l. 1 000 suecas com 78,597 kilos
de a'gdd&o.
No l,'ar inglez Eldra, para Pelotas, car
regou :
M. F Leite, 100 saceos rom 7.500 kilos de
assu&T br. dito ina-civalo.
- No hiale Deus te Salce, para Cear, carre
gara 111 :
Maia Rezende, 150 saceos cora 11,230 kilos de
assucar mascavado.
a. Meoezes, 12 barris com 720 litros de rael.
Para Camossim. carregaram:
E. C Beltro & Irmo, 11 barricis cora 530
kilos de assucar retinado e 6ditas com 404 ditos
de dito braneo e5 burns ora 480 litros de
agurdente. ,
No biatc Joao Valle, para Cear, carrega-
ram :
I*. Alves 4 C. 50 saceos enm 3.730 kilos de
assucar braneo e 20 ditos com 1,500 ditos de
dito mascavado.
Para Cimossira, carregaram :
F. Alves 4 C, 2 barrica* com^ 17f kilos de
asucar refinado e 6 diias com633 ditos de dito
brauoo. ,
Para'?arnabyba, carregarani :
P. \lves a C, 40 barricas cora 1 0o kilos de
assucar braneo, 21 ditas com 94!>;ditos de dito
retinado e 10 barra com 960 1 tros de agu r
dente.
Ni barcaca francisca Octavia, para Pi.ar
carregou :
A. M. A. de Jess, 22 caixas com 184 litros
1e enebra.
Na barcaca Dylia, para Maceio. carregou:
M. A. deJesus, 7 barris jora 672 litros de
alcool.
Etiuhelio
RECEBIDO
Pelo vapor inglez Trent de Londres.
Rodrigues Lima 4 C. t
pan:
1000
Reudliaentos publico
M>Z DB MARCO
Alfandcya
Reuda geral :
Do dia 1 32:739X1504
dem de 3 22:594*671
Renda do Estado de Pernambuco
Do dia i 5:42967l
dem de 3 5:757*269
o.a34*275
sto privadas de outra no longo intervallo que
vai entre onze ho-as da manila al duas da tarde.
Tendo expirado o prazo do privilegio de que
gosava a companbia da e3trada de ferro do Re-
cife a Ctxang, claro que hoje s o ioteresae
real dos Habitantes dusta zona pode pezar na ba
lanca do vosso reconhecid) criterio e bom jul
gamento.
Esperam tambem os supplicantes que, na re-
visao da tabella para o novo trecho.jseja marcado
como ponto terminavel da pnmeira seceo olu
gar Jaqueira, por ser est o limite da freguezia
percorrida e tambem o da cidade.
Assim" prestareis o mais relevante servico a es
tes arreba des que >o por ceno dos raais apra-
ziveis e adiantad js desta linda cidade de Per-
nambuco.
Dr. Virgilho de Gusmo Coelho.
Baeharel Alberto de Olrveira Coelho.
Deseoibjrgador Joaquim Pires Goncalves da
Silva.
Bemetrio de Gusmo Coelho.
Julio Fnerstenberg.
Carlos PHto de Lemos.
Dr. Jos Ozorio de Cerqueira.
Joio P. Bastos.
H Christin Borotel.
Arthur B. Dallas.
J. F. Renucoly.
liaron d'Herprat.
Baronesse d Herpent.
J laquim Antonio Pereda Bastos.
Thoraaz deOliveira.
Francisco Jos de Oliveira.
Kd*oa Keiller.
H -nor-o Pin o.
J. Black buril.
Jos J iaquim da Costa Pereira Braga.
B H. Tuc-Rniss.
Frederico R. Walter Comber.
Nicolau Hirtery.
Barita de Casa Forte
Jos Joo de Am iriui
Manoel de Am Mdame J. Laquio
l^^enheiro Heorique J.icqnes Scbie!.
Engenheiro Emile Di .
M.noel 'la Silva Maia.
Lifayelte da Silva Miia.
vrihur Augusto d-AIraeida.
Joo Jos Rodrigaes Men les.
Augu-lo OclaviaSo de Souza.
Augusto Octaviano de Souza Junio.-.
Luiz de M>raes G raes Ferrrir .
Culos deM-iraei Gomes Ferreira.
Eduardo de Moraes Gjmes Ferreira.
Leopoldo Gjues Ferreira.
Dr. Malaquias Antonio G mgalves.
lrneitn Vieir.i de Araoj).
. C. Grifljtli.
E. S. Levy.
Fraocisoo Joaquim Ribjir .
J B Pnrcell.
Joseph Kr.iuse.
Adolpbe Krau-ie.
JasO Go.i\;alvi-s Ferreira e Sil va.
Luiz Pereira <|.- Fanas.
Baeharel Manoel Euedino Kego Vaicnja.
Jos Giliraoa.
Eugenio Gud les de Arauj'.
Jjii|iiira Pe li'o da Coi'a Moreira.
Ileurlque G. Stepple..
Jos i'ereira Bastos.
Francisco do Salles Bastjs.
Manoel Licio Marques.
iolecio Duirte.
J tsc Manos llolim.
fleracho Ribeiro de Para.
Manoel Clodoaldo Lioliares.
Fruncs- o Vi ira Leal Bragi. .
Bactiarel Mmo-l i;o.ao Bego Piulo du Sou:a.
Jr. Jos Ilygino Duane Pereira.
Gaspar de Metieses Dru.mnond.
Professora Mari 1 da- Merces Peres D:umrao:id.
J-suino Firmo-le kv**Ao.
Maoo- M ira de Ar-uj 1.
Firmiuo Firmo de ze*edo.
Antonio 15 >d l.iho M.diado Vianaa.
Jos Vieira Braga.
loa Paulo de Lima Gjveij.
J is Fruncs :o de Oliveira.
U>* rVuyniun-lo la Costa Menez-'S.
Gentil de Cusl-o Albuqnerque.
AiltOOO Arcoverde Sabina de Castr Rodrigues.
El ;y Castriciaoo de Son/.a.
F.aoiisco Geraldo Barroso
Joaquim da Silva Sulgueiril.
Carlos Bjtelno de Amida.
Feliciano de Azeved Gomes.
Jos Pereira Santos.
Hulit'u Alves Mon'.eiro.
Jo- Lni.a* Ferreira.
Joa mira CaoJido Bezerra de Mello.
J >s Hay irund 1 PaMra ttello^
Sil i-nao Pisso il Alnuquerque Birros.
Joaquim Pereira do* Simos.
J laquiin TneoMino S nres de Avellar Juiior.
Hi.hiiel Jjuquira Tneotoiiio Soure. de Avellar.
Manoel Antunes Correi.i.
II mono P.tia de Arauj).
loiqmra Francisco L.vra.
O juiz -le direiui Pedro d Amqucrqua Autran.
Augusto PaQtino da Silva.
Jerooy-n < Ji-irao di Silveira MenJonjt.
Bacbare1 Jerouy-n i Milenio Pereira ue Carvalh".
Jos Luiz de Souza.
Joo Gincalves Torres.
Juno BiG-leira Vilella.
O vicario Z fem Ferreira V-dl3*o.
Esiavun recjohecidjs a* tirina* supra na for-
mu da lei.
Reeebedoria
l>o lia 1 3:025443
dem de i fcOAWa"
geral
i9i408
Reeebedoria do Estado de
Pernambuco
Oo dial 314A33Z
dem de 3 80Uot0
;>o dia i
dem de 3
Recife Dralaagc
1.I15J.S42
285579
1:07J7(57
l:36oJ34G
Mercado Slunlcipal de 9. los
o movimento deste mercado nos das 1 e 2 de
Marco foi o seguate :
Kiitr.iraiu :
60 bois pesando 9,284 kilos.
574 kikis de peixe a 20 ris 1180
37 1/2 cargas cora fanuha a 200 rs. 75;K)
t4 ditas de fructas d. versas a 300 rs. 4*200
67 columnas a 600 rs. 40i(K)
160 taboleiros a 200 rs, 32000
36 suinos a 200 rs. 7200
2 eseriptorios a 300 rs. .
f4l compartiraenios com farinba a 500
Questao de ornamento
O Sr. Dr. lysses Viaana, signatario
do parecer separado da cornni iesao de or-
yamento, escreveu e subscreveu que man-
tinba (isto conservava) os vencimentos
dos funecionarios pblicos com o descont
de 10/.
Entretanto, perante a commisso reuni-
da, o mesmo Sr. Dr. Ul/sses Vianaa de-
clarou que, napresenya ao Dr. Amynthaa,
entio inspector do Ttesouro, denunciara-o
ao presidente da provincia Manoel Alves
de Araujo como defraudador das rendas
publicas, porque n&o cobrava dos meamos
t'uncjcionarios, alm de l'J /0 referidos,
mais os 1 ) e t /0 addicionaes, que tudo
faz 11, 6 /0!
Taxando agora os meamos funeciona-
rios em 10 /0 someite o Sr. Dr. Ulyssca
Vianna mudou de opiniao ; e tanto ver-
dade que houve esta mutayo qae, quaado
na commisso tratou-se de reduzir os vea-
cimentos do procurador dos Feitos da Fa-
zenda do Estado, o Sr. Dr. Ulyases Vian-
na votou e s;u voto foi decisivopor
essa redueyao, urna das maiores feitas em
veucimentos de fuuccioaarios.
E tanto verdade que S. S. pensava de
modo diverso do que se manifesta agora
que, tratando-se na commisso de taxar os
vencimentos dos funecionarios innactivos,
o bavead> tres propustn3, urna para que
fisse a taxa de 11, outra de 12 e a ter
ceira de 15 /, S. S votou por esta ulti-
ma taxae o seu voto foi decisivo!
Como, pois, tem S. S. a coragem de,
proposito dos deseontos d-is pensos, pelas
qnaos rotos eiu commisso, citar a bella
pirrase de Alfredo de (Jourey?
K' que S. S., como senapre prcedeu,
tem agora, como d anteo, dous peso's i^
duaa medidos. Que o digaiu a squest'o
Qermctna e a QQM o dos cmrinhos, cele-
bres ambas neste Estado.
E depois natunal que tenhs dous pe-
s s e duas medidas, quem teve a coragem
de dizer um dis meiuoros da commisso
que estaca apto para qualquer tolueno,
isto 6 que era pao p-ir<* toda obra.
A!i Sr. Dr. Ulysses Vianna, sois um
portento..... de bajuUyo a e incoheren-
ys"
Saffi
LlNCLX.
Collectoria deSerinhaera
Pergucta.se ae o actual col lector da col-
lectoria provincial de Seriiibaam j pres-
tou coutus de dez precavo ra que iicaram
em sen poder desde a priraeira vez ca
jue esteve como coliector e fiscal da mes-
ir.*, ha seguramente seis annos..
Era dever prestad as, desde que'foi de-
mittido daquelle cirgo e, ag^ra quo nova-
mente o exerco. opportuno veritiear a
verdad, para que d^sapp.ireyam boatos
compro mettedores.
-ara isto chamamos aattencSo do digno
o escrupuloso iusoecior do Tliesouro do
Estado.
Argos.
A o C'mmerci'J
O abaixo assigndo, retirando-se tempo-
rariamente pira a Europa, deixa como
seus procuradores, para tratar de seus ne-
gocios uommerciaes e particulares, os Sre.
Aibiao da Costa llamos era priineiro, sea
socio Jos Manoei da '-.Y.nha era segundo,
o Manoel da t.'osta Rh-hos era tercoiro.
O segundo tica na gerencia do estabe-
ociinento, continuando a firma sob a mes-
ma'razao socal de Almeida Santos & C.
Rjctfe, 4 de Marvo de 890.
Manoel de Souza Almeida.
----------------S5SOB5----------------
Dr. Silva Leal
CLNICA MEDICO CIKRGICA
Consultorio e residencia a rna do Ltvramenlo
n. 6 l' andar Consotas das 11 s 3 horas da
larde Chumados 1 qualquer hora, por escripto.
Vapore* a *abir
MEZ DK >IAK',
Timar.......... 4
Valparaso........ 4
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56 nitos de comidas a 300 rs
200 ditos de legumes e fazendas a
400 rs.
4 ditos de suino3 a 700 rs.
1S ditos de fressuras a 600 rs.
17 ditos de camarOes a 200 rs.
67 tainos a 21
70a'J0
28>00
80000
238>i
I0800
3*400
134OOU
453J6S0
Precos do dia:
Carne verde de 240 a 560 reis o kilo.
Suinos de 320 a 560 reis dem.
Carneiro de 640 a 800 idem
arinlia do 480 a 560 ris a cuia.
Milho de 420 a 480 ris idem
Feiio de 900 a 1*200 idem.
Vapores a entrar
MEZ DE MAS.O.
.Sul.......... Tomar.
H:186;940
Somma total 66:32i2io
Segunda seceo da Alfandega de Pernambuco
3 de Maryo de 1890.
O thesoureiroFlorencio Domingues.
0 chefe da secyaoCicero B. de Mello.
Salenn> ..'........
Guahy............
Rosario...........
Valparaso .......
Nerthe............
Orenoqite
New-York
Sul...........
Europa.......
Sul.-.........
Mil..........
Europa.......
Norte........ Pernambuco
Sul.......... Marauhao
Europa....... Magdalena
Mil........... Don.........
Norte./..___ Para........
Sul......... Alagos......
Norte......... Jfano......
Sul........... Etpirito Santo
Sul........... Trent........
4

4
4
4
5
6
6
7
U
13
IB
17
26
27
30
BASCO SWrAHMCWO
Capital 20,000:000$000
88Ra do Commercio38
Dcscouta letras e contas assignudas.
Adianta dinheiro soure cauyao de litlos e
mcrcadorias e abre contas correles com garan-
ta dos mesraos lcitos.
Recebe em Deposito ttulos e valores.
Faz movimento de mndos de praca a praca e
conrede cartas de crdito, abono e llanca.
i'aga cm conta corrente de mminenu 3 % a
anno.
Recebe dinheiro a prazo flxo ou por aviso.a
juro convencionado.
E faz outras operacOes bancarias.
Hovlinento do porto
. Navios entrados no dia 2
New York, e escala -24 rtius, vapor a nericano
Adcnuc de 190.' loocludus, toraraandarite D.
E. Gnflilhi, cquipagem 6.1, carga varios gne-
ros ; a Henry Forsier dt C.
Trieste e estala33 das, vapor austraco Sze-
ckmyi, de 114 toneladas commaalanic C.
Kitnich, cquipugem 27, curg vur.os gene;os;
a Jolraslon Pulir & C.
Baha2 diasVapor allemo Brema, de 1345
toneladas, eoraraandante A. Oth. equipagem
30, carga varios gneros ; a Borstelraan C.
Navios entreds no dia 3
Liverpool e escala-22 dias, vapor inglez Hmwi-
boldt, de 1026 toneladas, comuiaudautc John
F. Black, equipagera 28, carga varios gneros;
a Blackourn Needhara &C.
Breitc e escala 22 dias.Jvapor. franwt Rouen,
de 28 toneladas, coairairadante A Br-auregar.
equipagtrn 9, em lustro ; a Wilson S ns 4 C.
Maco -16 dias; hiate nacional Adelina, rte 83 to-
neladas mestre Manoei Francisco Monteiro,
equipagem 5, carga varios ; a Manoel Joaquim
Pessoa.
Navios sabidos no mesmo da
Santos e escalaVapor americanj Adcancc com-
mandante D- E. GrifliihC carga varios generes.
PelotasPatacho nacional Rival, capilo Fran-
cisco 'Jos Fernandes, carga assucar.
Porto AlegreLugar portuguez Bwifo de Freitas,
caplto Joaquim Pereira Carioso, carga assu-
car.
Santo3Lugar noruegueuse Asiur, capilSo J. S. '
Eaisen, carga assucar.
Ooservacao
Nao houve sabidas uo dia 2.

1
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Diario de Peniambuco--Tersa-feira 4 de Margo? de 1890
Dr. Lobato'
(Do Rio nvente)
Es ad , i A commuso eucarregad i de festejar a
Damos em aegnida a parte do termo de g ,g iCada previae ao _cj0 que no do
ausencia do d.a 13 do corrente qu* se lg Ju eurrent, _aVer Uill ,^1^,
refere homenagem do foro ao ex-jtij gto ft todul M devoto8 0 obae.
municipal deste termo, >r. Ve. Jlo Oh-' u0 de preparai.em 0 que estiver em seu
maco L-bato. U|. janee, e maudarem levar commissSo
Corapnreceu o Dr. Augusto ( esar de|abaxo a88l-na_ poia que a festa teriu-
Barro* Cruz e d.sse qae julga interpretar, Rar no dia 25 d() corrente e nao no da 24
todo o sentimento do petsoal do foro deste de Nov:mb.o, com-i por equivoco publicou
termo no seguiute requer memo: Tendo Q j)ar40
abido que o meretissimo Dr. juiz munici-j 0uaiierme M. de Souza.
pal Jo.Tu Ulimaco Lobato se eolia uomeado
para c cargo de juiz de direito da cuiar-
ca de Guama, Eatad do Para, esse fac-,
to, se por um lado exprime ura sentinisn-
to dejustica a que tem direito pelos seuai
mritos, por outro lado deixa nos cheios i
de saudades pela sep.racao de um a
que sempre so soubc manter com dig-:
nidade, iiuparciadade e cavalbeirismo na
sua espinhosa posicio. A m.neira affavel
com q>ie sempre tractou ao pess >al do
foro falo e.-ciordis urna immorrdourasym-
pithia nao falundo nos grandes Bsrncos
quo prestos ao progreaso moral deste mu
nicipio
Asaira, pois, requera que ik-asse san-
tiguado no protoco lo um protesto de esti-
ma e gratid o ao meretissimo juiz, facul-
tando se a assignatira dfste termo a todas
as pessoas prest Dtes. Pelo juiz toi dito
que comquanto a presente puiiguo, que
nao pole considerar senao como urna pi-
blica manifistacao de mritos qut- est
bein longo de possuir e que s a bondade
e intelligencia e civalherismo do foro lhc;
Antonio I. d R. Barros:
Hermogenes S. B. Cavbante.
Francisco Aonisio Guedet da Yonceca.
Annibal Falcao
Devendo chegar esta ci'tade no v&por Nerih
esperado a 5 .lo corr-ne, o llustre peraambu-
cario f noiabilissirao merobro do velho partid
republ! an.' Dr. Aanibal Falcao convida todos
o$ correligionarios desta ci.pital a comparece-
rem n > referido dia, s 7 horas da inanhfi, no
caes da Ligneta, para receberem aqwiie distinc
tissimo compaBheiro hUt.ro l.rlm Jnior. .
i Ao Dr. admi aistrador do ce-
miterio publico
Confiado na regidez de principios que cocuma
maniftstar S. S. em todos ossnos actos, estamos
corto*, nao consentir que Eduardo de Tal, pe-
dreiro do cemilerio publico, continu por mais
lempo a dar pasto ao habito inveterado, que tem,
de de.-truir os circuios de pedra dos jardios
que costumam m (Mar fazer aqoelles que en ten-
deen prestar assim hoinenagens as pessoas que
oeste mundo lite forain cara?. Estes aclo? de
eelvageria lem #B repelido todas as veze^ qae os
ieteressados nao o procu'am para taei servicos,
porlbe ser vedado. Confiamos as providencias
a> S. S., e por isso e qUr nao presentamos a
nossa queix-i ao poder competeule. 0 espeito
aos mortos e devido!...
Um prejudcado.
DECL1RAC0ES
Ao piiblsco
A Empreza Telephoxca Bourgard, ten-
do feito a mudanca das liubas para o novo
edificio e precisando mudar grande qnan
tidade de linhaa que se acham estragadas,
trabalho este que pela sua natureza d lu-
gar a muitas DtnmpcSue, pede aos Srs.
quizeram emprestar ; pr)r isso nicamente j assiguantes desculpa de qualquer falta que
accedendo a tao gratas express5es contidas occorrer durante o trabalho.
no presente requerimento, deferia pela ma-1 ________ .Ta-jnir
neir requerida, e mand u que se tomas- as'ifS1 t_2li
ee p T termo n'este protocollo um voto de i Y>
louvor aftodos os empreic*^"8 do toro deste ,
Dr. Alfredo Gaspar
MEDICO
Operador, parteiro trata com especiali-
ade de molestias de senhoras e ereancaa.
Consultorio o residencia ra da impe-
atriz n. 18, Io andar.
Consultas de 8 s 10 da manb.
Chamados (por escripto) a qualqucr hura
TELEPHONE N. ?2B
Banco de Crdito Real de
BerQambueo
A adminietracSo deste Banco, de con-
formidade com o art. 16 do decreto de 17
de Janeiro do corrente anno, que refor-
mou a li n. 3050 de 4 de Novembro de
1882, faz sc;ente aos senhores accionistas
que em sua sede, a ra do Commercio
n. 34, se acham a dispos'cSo dos meamos
a copia do balanco, a relaco nominal dos
accionistas e u lista das transferencias das
accSes durante o anno findo.
Recite, 22 de Fevereiro de 1890.
Os administradores,
Manoel J.2o de Amorim.
Luiz Duprat.
Antonio Fernandes Ribeiro.
EDITAES
prega
t;rmu pela man- ira tiel e honesta cora que
o ajudaram no desempmHo de sua ardua
missSo, maueiras que p~deram fazer com
que che juiz merecerse as benvolas ex-
prssecs cntidas no requerimento cima.
Cordialmente agradeca ao3 advogados
seus colegas o auxilio qie Ihu deram com
suas luzes. para cue o'le juiz nunca trope-
casse na Tgrata vereda da administraciSo
da justiya, e a todos prot-stava eterno
recunhecimento. Aos senhores advogados
o&J formados e procuradores provisionados
da mesma maneira agr_d-.ca as attencSes
com que cercaram a sua pessa o o respei-
to com que sempre rodeavam este juizo,
sendo que tudo is'o urna prov. exube-
rante do grao de civiisacao a que tem at
tiugido esta florescente villa, actualmente
coraarc1, que ha de servir para o futuro
i-. raodIo para as outras deste Estado
Nao pode dsixar de fazer espacial meDso
dos duus eserivi-js deste jutao, o alferes
Manoel Maroelno de Sons* Fianco e ca-
pitSo Juao Mtinteiro de Toledo, nos quaes
durante sen exercicio de pouco mais d 2
anuos encontrou sempre a mais pura verda
de, hc^nestidade, quer era teto de seu oto-
ci, quer como pa:tic>i!ares. A' todos cm
geral, pr testo o seu mais profundo reco-
nliecimento e que jamis seus ;:omes serio
esqr.ec-idos por elle juiz e que s pedia a
Deus q te o fizesse tilo feliz na nova comar
quanto o foi nesta e que aili o cercasse um
pessoal tao habilitado e honesto como o
est3 termo, e com inmenso jubilo ouvir
sempre as noticias de engraudecimento dos
progressos desta villa' d'onde retira se to
sandts- .
E p>r nada mais bave f encerrada
esta, assigoada pelo juiz, partes, porteiro
e pess as presentes. Eu, Manoel Marce-
lino de Souza Franco, i-sc.ivo o cscrevi.
Lobato.--Augusto Ceir de B-rroe
0:iiz' Joao Edmundo de Oveira Oon-
dira. Ddwno de At.dudu Figueira.
Franc;sco P.uto de Magalhaes Ulacisla
Soares Monteiro.Paulo Pinto Rangel.
Feiippe de Paula Eduardo. -M-in^el Que-
rino de Msdeiros. Jos Machado de Li-
ma.Leopoldo Augusto Chavea.Vigario
Antonio Gomes Xavier. Ladislao Veiera
Machado,Majioel Vieira da Cujha.
0 Dr. EriHirio Coulioho,
de volta de sua vagera & Europa, on-
de se dedicoo especialmente ao es-
udo das molestias do aystema ner-
voso. IVxoa sua residencia e consul-
torio roa da Aurore n. 83.

Consultas de meio dia as 1 horas.
TELEPKONE W. 3fi7 '
S
me
Advogado
;^
sa. l :::::::::::::::;.
Mudou o seu escriptorio para a ra do
Imp-rador n. 32 pr meiro andar, onde
pode ser procurado de 10 da manh s
i da tarde.
Residencia Ra Imperial n. 118
Telepione n. lO.
.A
O cidado Dr. chefe de policia man-
da declarar que do dia 15 do mez de
Marco prximo eitf, diante, estar aberta
nesta repartilo matricula para os
nhadores e mojos de recados, da 11 hr
da manh* s 2 da tarde, as segn
quartas e sextas-feiras.
Secretaria de pol cia do Estado de Per
nanbuco, 13 de Fevereiro de 1890.
O secretario,
Antonio Joi da Costa Ribeiro Jnior.
das?'i
Tuhcrfiilo.se pulmonar
Cura garantida pelo Peitoral de Cara
bar.
>._
jj Leonor Porto j}
i iRna Larga do Rosario na-) ,
mero 6 ) (
SEGUNDO ANDAR
mero e
CUNDO
Contina a executar o mais difiieeis (
II
[figuriaos recebidos de Londres, Pariz,<
j Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeico de costuras, erh
em hrevidade, moclicidaue em precQg e
fino gesto. ____
Cirurgrio Dentista
DR. ROBERT P. RAWUNSON, for-
mado pela llniversidede de Maryland nos
Estados-Unidos,, tem aborto o sen cnsul
torio, na ra EarSo do Victoria 18, Io as
iar.
Consnitas das 10 s 4 horas da tarde.
Bom Jardim
Li, na Provincia de 2 de Fevereiro
prximo pasando, um pasquim nojento com
a epigraphe Bom Jardim e firmado com <
pseudonymoMavpor buixo.
E' i3o significativo o p^eudonymo que, |
po- elle se v que o canalha rabiscador das
!i:-.l>as liiia se essas sociedades vigiadas
pela polica que as sombras da noite ma-
iiej: priedade alheia !
Nesse misero pa-quim ha allusoes feri-
nas e atacantes do met carcter !
E' Terdade que o pasquineiro nSo teve
a audacia de decn. r meu mime; mas ib
rain por demais directas as allusSes para
nao restr duvida que visavam minha pes
soa.
Comprehenlo que nSo devo discutir com
capan-as, que ae desfan;am pira ataea-
rem-me pela imprensa. j
Entendo porm, que meu dever pro-
vocar aqiem quer qneseja, que assignou o
pasquim, ou ao patrio, tao asquerosj quan-
to elle, e que o assalariou para tan^o, que
-(ma declarar p^U imprensa si, o que ra
biscou naqueilc jornal., referc-sea mim e
assumir francamente a respousnbilidade do
pasquim.
Desde j protesto que, si fizer, ficar
plenamente confuudijo e. nunca miis se
atrever a assicar calinaotu em a irrogar
injurias impunemente.
De envolto com os ataques minha pes
soa, ful turabem asaaltado em sua reputa
3o o actual dekgado litterario de Bom
Jardim, eidadao por muitus titulbs respei-
t.vcl e que gosa da estima publica, aasalto
gratuito e motivado sipente por ter aqa^le
cidado succedido na delegada literaria
ao vigario Jos Borges.
Vereca ranito embora esse vigario todos
<>t encomios do pasquineiro ; queime lhe o
ince. so que quizer, que nca por isso cm
occas;.2o opp'Ttuna, deixarei de apreciar-
lh< as grandes virtudes evange'icas
Viudo imprensa, meu intuito c provo-
car o pasquineiro a formular contra mim,
mas sob a responsabi! dade do seu aome,
as acci'.sa^o-s que entender.
Assim proceda e dar-Ihe-hei cabal res-
pista, pois, merc de Deus, nao ha no de-
cureo dz minha vida factos que envergo
ahec-me ou comprometam me o carcter.
Recife,.2 de Marfo de 189'.J.
togoberto Barbota da Silva.
MEDJT'" HOMEPATA
da Siiveira
H Dr. Kailh
!
ii
Especialidade febres, molestia*
as criancas, dos orgaos respirato-
rios e das senhoras.
Presta-se a qualquer chamado para
ora da capital.
AVISO
Todos os chamados devem ser di-
rigidos pharraacia do Dr. Sabino,
} ra do Bar?.o da Victoria n. 43,
onde se indicar sua residencia.
Broncblte aguda ou ehroica
0 Peitoral de Cambar o melhor rr-
tnedio.
Oculist
[a
Dr. Barre to Sampaio, oculista,
ex-chefe de clnica do Dr. de
Wecker. de volta de sua via-
gem Europa, d consultas de
1 s 4 horas da tarde, no 1*
andar da casa n. 51 a ra do
Barao da Victoria, excepto noa#<
domingos e das santificados.
Telephone 285.
Residencia ra Sete de Sotera-
bro n. 34. Entrada pela ra da
Saudade n. 25.
Telephone 287.
0 Dr. Jos Antonio drreia da Silva,
juiz do direito de orphos da comarca de
Olinda, em virtude da le.
Faco saber aos que o presente edital vi
rem e delle noticia tiverem, que no dia 5
de Marco vindoaro, depois da audiencia,
o porteiro interino dos auditorios, trar a
publico pregao de reo por espaco de um
anno, um sitio no lug^r Agua-Fria de
Fragoso, c im duas casas, sendo urna de
vivenda e nutra de rancho, servindo de
base a quantia da 300J000 annual, por
quanto eseve ltimamente arrendado,
qual sitio vai em praca para ser arrendado,
requerimento do Antonio Jos da Rocha
Braga, tutor do orphSo Agnello, conse-
nhor do mesmo sitio.
E para que cheguc ao conhecimento de
todos, maudei passar o presente que ser
affixado no lugar do costme e publicado
pela imprecas-..
Dado e passado nesta cidade de Olinda,
aos 26 de Fevereiro de 1890.
Eu, bacharel Francisco Lins Ca'das, cs-
crivao, subscrevi.
Joe Antonio Crrela da Silva
ros se convulsa! coqnc luche
Nao deis crianca seno o Peitoral de
Cambar.
Freilerico Chaves Jnior
Homoepatha
(39 UUA BARO DA VICTORIA
-39

Primelro andar
Auxilios lavoura
Pereira arneiro & C. continnam.^autorisados
fio Banco do Brasil, i conceder mprestimos
lavoura das previnctas de Peroarabuco, Ala-
goal Parahyta t R'o Grande do Norte, mediante
as condicea de que os iuteressados sorao infor-
mados no esoriptorio ra do Commercio n. 6
das II horas da ::.;-na 2 da tarde.
1." ecco. S< retarla do Governo
do Estado de I eriambmo 19 de
Fevereiro de ISOO.
por e^ta secretaria se tas publico a qnfm in
teressar jiossa, que, por portara de oje, do
marechal Governador do Estado. oi prorogado
por mais tres mezes. para to es os oDiciacs da
guarda nacional, nomeadoc de 13 de Juibo de
1889 at l de Novembro do memo snno, a
contar da presente dala, o praso para os referi-
dos ofciaes solicitarem as respectivas patentes.
0 secretario,
Antonio Ignacio de Mesquita Neves.
0 Dr. Sigismundo Aaionio Goacaves, jniz de di-
reito especial do commercio desta cidade do
r.ecife,cmitul de Pernambuco.
Fdco saber aos que o presente edital virem,
que. por parte de Joo Juaquim salgado, vice
cnsul de Portugal, me foi dirigida a pelicao que
do modo, forma, maneira e iheor segaiutes .
Peticao. Illm. Bxe. Sr, Dr. juiz do commer
ci.Joao Joaqutm Salgado, vico con tul encar-
regado do con.-uludo de Portugal oeste Estado,
na qualidade de guarda e liquidante do espolio
do subdito portuiracz Antonio Pereira da Rocb.
Bastos quer interromper a prescripcao das le
ir.is abaixo, que se acham prestes a prescrever,
sendo urna aceita por Belchior de Siqueira Ca-
valcante, e u 16 de Junho de I80. de 2066*338
a 56 mezes, 011 tra por Jos Coclhi de M:llo,
em 30 de Abril de 1877. de 500*000, a 94
mezes, e nutra por Antonio Jos da Silva Barros.
em 29 de Junho de 1880. de 3:464*330, a 8 nie-
les, para o qae roquf r que se tome por termo o
seu Brotes o e que cj; .mimado este por eda-
cs, visto como os supplicados ach nn-se em lu-
gares iucertos. depois de dada a necess ra jus-
tilicaco.
Nestes termos espera receber merc.
Consulado de Portugal em Pernanbuco, 20 de
Fevereiro de 1890.Joaquim Salgado, vice-cou-
sul encarregado do Copulado.
Eslava plmente sellada
Despacho.-D. e A. d se a justiticaco reque
ripo no dia que o escrito designar.
Recife, 25 de Fevereiro de 1890 S. Gonyal
ve?.
Ditribuicao.A Ernesto Silva Oliveira.
E mais se na > conlinba em dita petic&o, des-
pacho e distribuida o aqui fielmente copiados, de-
pois do que va se o teruio de protesto que do
theor spguinte:
Mermo de protesto.Aos 23 de Fevereiro de
1890, nesta cidade do Reo fe, cm meu carto-
rio veio Joao Joaquim Salgado, vice-conanl en
carrejado doconsataio de Portugal ueste Es-
lado do Peroambuco, e di se peraate mim e as
testemunli is abaixo. que redozia a termo o seu
protesto constanle da peticao retro que fica fa-
zendo parte do presente. E de como assim o
assignou disse este com as tcstemunbas.
Eu. Antonio Augusto da Frota Menez1*, escrl-
vo interino o escrevi. Jjo Joaquim Silgado,
vice cnsul emurregado do consulado, Innocen-
co Garca Chaves, Jovito Rodolpho de O-
veira.-
E mais se 1 aoonlinha em dito termo de pro-
testo aqui belmente copiado e transcripto.
E tt-ndo o justificante prodozido suas tpsto-
munhas que depuzeram convenientem-nte, jus-
tificando a ausencia dos justificados, o respecii
vo escrivio fazendo sellar e preparar os autos,
fez conclusos, nos quaes profer a sentenja do
theor seguiute :
Sentenga Julgo por seotenca a juslllicjcas
produzidu por Joo Joaquim Salgado, vice-con
sul 1*0 Pjrtual, da ausencia em lusar incerlo de
Belchhr de Siuueira Cavaicanle. Jos Coelbo de
Mello e Antonio Jos de Oveira Barros, de ve-
dores do espolio de Amonio Kereira Ja Rocha
Basto.-, pelo que intime se os do protesto a lis. 2
por editaes pelo praz) da lei. Cusas ex causa.
Recife, 28 de Fevereiro de 1890 ^Sigismundo
Antonio Goncalves.
E mas se uo contiuha em dita sentetigi aqui
li.-lraente copiada, em virtude da qual o repecti
vo escrivao fez passar o presente edital, pelo
qual e seu theor chamo, cito e hii por intima-
dos os justificados ausentes Belchior de Siquei-
ra Cavaleante, Jos Coelbo de Mello e Antonio
Jos da Silva Barros para comparecerem anle
este juizo afim de allegar o que :iverem a bem
de seos direilos.
E para que chegue ao conhecimento de todos,
roandei passar o presente que ser pnblicado
pela imprensa e outro de igual theor affixadb so
lugar do costume. \
uado e passado nesta cidade do Recife, aos\20
de Fevereiro de 1890.
Subscrevo e asaigno.
O escrivao interino Antonio Augusto da Fro\a
Mczezes.
Sigismundo Antonio Goncalves.
Escriptorio central da em-
preza da estrada de ferro
de Ribeirao a Bonito, no
Recife.
ASSEMBLE V GERAL ORDI.VARIA
Nos termos expresaos nos arts. 13 e 15 do
decreto do goveruo provisorio de 17 de Janeiro
deste anno, sao convidados os S-s. accionistas a
se reunirem em assembiea geral ordinaria no
dia 12 de Marco prximo, a 1 hora da tarde, na
sede desta empreza, n. 74, 1 andar a ra Duque
de Caxlas, alim de ser I ido o relatorio dos !i
caes, 9 balanco e miis documentos do anno
findo 1
Recife, 23 de Fevereiro de 1890
S)s directores,
Jos Bellarmino Pena de Mello.
Francisco Lopes Guimarfies.
______Sebastiao Al es da Silva._______
Indemnisadora
Adiando se vagas 20 acco>s desta compaohia
de n?. 31 33, 261 270, 2*6 290 por ter fal-
lecido o respectivo accionista, a direcloria aos
termos do art. 15 do? estatutos as vender, para
o que convida a quem.as pretender, dirigir abas
proportas por intermedio de corrftores geraes
uo escriptorio di mesma companhia at o meio
dia d. 4 de Margo vindouro.
Recife, 24 de Fevereiro de 1890.
Os directores,
Joaquim Alves da Fonseca
Antonio da Cunha Ferrara Bailar.
Jos Ferreira Marques.
Indemnisadora
Nos termos do 1- do art. 23 do.- estatutos a
directora convida aos Srs. accionistas a reuoi-
rem se em assembiea geral ordinaria, ao meio
dia de 11 de Margo vindouro, na sede da cooipa
nhia. A rtuuio tem por um deliberar sobre as
coala do anno social tlndo em 31 de Dezembro
prximo p^. asado.
Recife, 24 de revereiro de 1890.
Os i.'rectores
Joaquim Alves da Fonseca.
Ar. onio da C. Ferreira Bailar.
__________Jos Ferreira Marques______
Juizo dos Feitus da Fazenda
Nacional
Escrivao Reg Barros
Peranle o Sr. Dr. juiz substituto dos feitos da
Fazenda deste Estado de Pernambuco, se vende-
r em praca publica no dia 7 do vindouro mez
de Margo, pelas 11 horas da manh, depois da
audiencia, os beus seguidles :
A casa terrea de lijlo e cal, n 13 sita ra
do Fogo, fregueziade Santo Antonij, pertenoen-
le aos herdeiros do padre Jos de Jess Mari
de Vasconcell08, avahada por 1:000*000.
0 dominio til do terreno foreiro a marinba,
sito ra do Padre Nobrega, todo murado, com
o n. 24, onde se acha a cocheira da Companhia
las Carnes Verdes, perlenieote dito dominio
aos heraeiros do coronel Francisco Camello Pes-
sa de Lacerda, avaliado por 1:200*000.
Urna otaria sita no lugar dos Coelbos n. 23,
freguezia da Boa-Vista, edificada sobre 55 pila-
res, coberta detelha, perteocente a Vicente Fer
reir dos Santos Barros, pelo prego e quantia de
1:35,*000
Um sobradioho e olaria contigua no lugar dos
Coelbos, freguezia da Boa Vista, sendo a mesma
olaria sobre esteio de madeira e coberta de te-
ma, pertenceute a Antonio Carneiro da Cuaha,
pelo prego e quantia de 990*000.
A casa terrea com rancho ao lado, de tijolo e
eil, sita no lugar denominado Ipotinga, fregue-
zia da Varzea, perteocente a Antonio Francisco
dos Praieres, pelo prego e quantia de 81*000.
Bens que sao vendidos para pagamento da
Pazenda Nacional e cusas.
Recite, 26 de Fevereiro de 1890.
0 solicitador,
Luis Machado Botelho.
Obras publicas
De ordem do cidado eogenbeiro director e em
virtude da autorisagao do cidado marechal go
vernador d'esle Estado, de 19 do cjrreote, lago
publico que no dia 15 de Margo prximo vindou
ro recebem se propostas em cartas fechadas para
a execugo dos reparos da ponle do Pontal na
ilh de Itamarac, orgados em 4:065*187.
As propostas devem st compet.nlemente sel-
ladas, assignadas pelos licitantes com as firmas
reconheciuas e devero declarar o prego pelo
qual se obrigam a execuAr a obrj, como o local
de sua residencia e as habililagOes que possuam
para dirigir os trabalhos. as q^aes serio abertas
ab meio dia em presenga dos prononenles.
Haveudo duas ou mais propostas em completa
L'UIdade de condigOes sero chamados os pro-
tionemcs uarn declarar quaes as modltlcagOes
que fazcm alim de celebrar-se o contracto com
aqoelle que maiores vanlagens uQerecer.
Nao sero acceilas as propostas nos seguintes
casos:
i.* As que excederem dos pregos do orga-
mento ;
2 As que nao forem organisadas de accorde
com o presente edital;
3" As q e neo offeecerem as garantas exigi
das;
4.* As que se basearem sobre os pregos das
I pqjpostas dos outros concurrentes;
5 As que forem apresentadas por pessoas
que j tenjiam deixado de curapnr contractos
celebrado con> a reparligo.
O orgameDto e mais condigOes do contracto
acham-se n'esta ecrelaria, onde po.iem ser exa
minados pelos prelendentes.
Para concorrer praga cima, devero os lici-
tantes depositar n'esta repartigo, na respera do
da da arremalago. das 9 s 3 horas da tarde, a
quantia de 203*259, equivalente a 5o|0 do valor
do respectivo orgamenio.
Secretara da Directora das Obras Publicas
em 21 de Fevereiro de 1890.
0 engenheiro judante
A. Reg Netto.
Obras Publicas
De ordem do cidaddo engenheiro director e em
virtude da autorisagao do cida lo marechal go
vernador d'esle Estado, contida em ofcij de 15
do corrente, fago publico que no da 15 de Margo
(iroximo vindouro recebem-sc propostas, emear
las fechadas, competentemente selladase com as
respectivas firmas reconhecidas, para a execugo
dos reparos do agude do po*oado de L-gua do
Carro, na conurca de Nazareth, orgadas em
i: 206*705.
As propostas devero declarar o prego pelo
qual se obrigam os licitantes a executar a obra,
cemo o local de soa residencia e as habilitacocs
que possuam para dirigir os Irahalbos, as quaes
sero bertas ao meio da em presenga dos pro
ponentes.
Haveodo duas ou mais propostas em completa
igualdade de condigOes, sero chamados os pro
ponentes para declarar quaes as modilicagOes
que lazem atlm de celebrar se o' contracto com
aquee que fizer modilicagOes mais vanlajosas
Nao sero acceitas as proposlus nos seguintes
casos :
Io As que excederem dos pregos do orga
ment.
.2 As que nao forem organisadis de accordo
cni o presente edital.
3o As que nao oVecerem as garantas exi-
gidas.
4* As que se basearem sobre os preos das
propoatas dos outros concurrentes.
5* As que Torern apresentadas par pessoas que
I i tenham deixado de cumprir contractos cele
nrados com a repartigo.
O orgamenlo relativo a obra, as clausulas ge-
raes e e.-peciacs do contracto e mais concieOes
sero fraiiqeen^n.'e;ta secretaria ao exame dos
coi.crrenles. ^* ^
Para*c8nr3orrer praca cima devero os lici
tantes depositar n'esia repartigo, na \espera do
dia da arremalago, das 9 s 3 horas da tarde a
quantia de 110*333, equivalente a 5 7. do valor
do respectivo orgamenlo.
Secretaria da Directora de Obras Publicas, em
19 de Fevereiro de 890.
0 eogenheiro ajudante.
A. Reg Netto.
Arremata^ao
Nao tendo apparecidj langador para a arre
raatacio do engenho ,'aguaribe, sito no termo da
Escada, na praga annunciada para o di* 23 do
corrente, de novo vai praga uo da ; de Margo
oro o abale de 10 0/0 sobre a avaligo de.. .
20:000*._______________________________
Faculdade de Direito
De. ordem do cidado Dr. director, _go pu-
blico que no dia 12 i) corrente, s 2 horas da
larde, ser tarobem encerrado o praso para o
pagamento da taxa de encerramsnto dos estu-
dantes dos diversos aonos desta Faculdade, que
nao tendo feito exatn? em Novembro e Dezem-
bro Undos, por moti /o justificado, foram agora
admtttidos a fazel o.
Secretara da Faculdade de Direita do Recife
3 de Margo de 1890.
Edital n. 12
( Praso de 30 das )
Pela inspectora desta Alfandega se faz publi-
co que s 11 horas do dia 7 de Margo prximo
vindouro sero arrematadas porta desta re-
partigo as mercadoms contidas nos volumes
abaixo mencionados nos termos do titulo 5 capi-
tulo 5 da con80lidago das leis das Alfaudegas
e n esas de rendas, se seus dooos ou consigna-
tarios nao as despachares! e as retirarem dentro
do praso de 30 .das a contar da data deste
edital. sob pena de, findo o mesmo praso, se-
ren vendidas por sua conta sem que Ibes fique
direito de allegar contra os eueitos desta ven-
da:
Armazem n. i
Marc L M e contra marca R k S, quatro cai-
xas ns. 3459/621, vinda do Havre no vapor fian
cez Villeo Rosaito, eutradas em 6 |7 de Ju-
nho de 1889, consignadas a Reis & Samos, con-
tcrido 120 espingardas de um rano para caga.
Marca diamante -199, H R em cima & C em
balxo, urna dila n. 9594, de Hamburgo no vapoi
allemo Buenos Ayres, em 19 dem, con tendo bar
monicos de mao. pesando 107 kilogrammas-
Marca W e contra marca 0 H, urna dita n.
5i94, idem em 21 idem a Joo Walfrido de He-
demos, contendo palprl para escrever sem dou-
radura pesando 140 tilo_rammas.
I".na dita a. 5293, Idem idem ao mesmo, con
tendo papel para escrever sem douradura, pe-
sando 151 kilogrammas. v
Urna dita o. 5!95, idemjdem ao mesmo con-
tendo papel sem douradura pesando 140 kilo-
gramiuas.
Marca M & C um pacote n. 3198 do Havre no
vapor francez Ville do Cear. em 29 de Abril
idem, a Meodes & <, contendo amostras de fa-
neiida sem valar..
Marca J K e contra turca T J, urna caixa n
1673, idem no vapor francez, Vtllede San Nicola
em 13 idem, a Tbeod. Jcst, contendo amostras
sem valor era retalhos. ,'"
Marca B A 4 F, urna dita n. 47 idem idem e
J. M. B. Vie.ri, contendo 3 1/2 kilegrammas da
quadrus de annuncios.
Marca V C P, urna dila, n. 291, idem idem,
a Veras C, contendo :
41 kilogrammas de caixas de papelo paa bo-
ticas.
5 dilos de seringas de borracha.
6 duzas de suspensorios de algodo para escro-
tos.
6 ditas de bolea de algodo.
1 dita de suspensorios de seda.
6 dias de futidas hermiaiorias cobertas de pe
le, simples
6 mamadeiras completas.
5 kilogrammas de taugas de porcelana, n. 4, pa
ra uso de pharraacia.
6 Seringas de molla.
5 kilogrammas de fio de linho para feridos.
2 machinas elctricas.
1 duzia de porta pe Iras de osso.
12 agulbas de.Pravaz, e amostras de pequeos
artigos para pharmacia.
Armazem n. 2
Marca M A C, urna caixa o. 1, vinda de Liver-
pool no vapor inglez Edictor, em 5 de Junho,
idem. a Manoel Cardoso Ayres, contendo :
40 kilogrammas de tinta liquida em buiOes para
escrever.
4 ditos de pennas de ago para e-crever.
6 ditos nos envoltorios de obras de cobre e suas
ligas simples.
3 duos nos envoltorios de lacre nao especificado
e amostras sem valor.
Armazem n. 3
Marcar A M V, urna caixa n. 4, vinda New
York no vapor americano Allianga em 24 de Se
tembro dp 1888, a A. M. Veras & C, contendo
24 kiloirrammas de perfumaras.
Marca F M da S A C, urna dita o. 2912, idem
em 26 de Abril de 1889. a Francisco Msnoel da
Silva 4 C, conteni 37 l|2 duzias de venlaro
las de papelo.
Armazem o. 5
Marca diamente e A no centro, um cesto n.
130 viodo de Liverpool no vaper inglez Actor
em 4 idem, a Lopes Alheiro & C contendo
amostras de louga nf. 1 e 2.
Marca diamante J Vno centro e P ao lado, urna
barrica n. 173 188. idem em 8 idem, a Jos de
Araujo Veigas 4 C, contendo amostras de louga
os. 1 e 2.
Marca diamante B no centro e D C em cima,
urna caixa sem numero, idem em 4 idem, a Do-
mingos Cruz 4 C. contendo cartazes annuncios
de uifca cOr, pesando 5 kilogrammas.
Marca diamante K no centro e F 4 I em cima,
urna dita sem numero, idem, idem, a Fernandes
& Irmo, contendo cartazes-annuncios de urna
cor, pesando 5 kilogrammas.
Marca F C 4 C e contra marca H > P'. orna
dita sem .numero, idem, idem, a Figueiredo & C,
contendo cjrlazes-annuucios de una ;0r, pesan
do o kilogrammas.
Marca G h F, urna dita sem numero, idem,
idem, a Goncalves Rosa 4 C, contendo carta
zes-annuncios de urna cor, pesaado 5 kilo-
grammas.
Marca S A, urna barrica n. 33/54, idem em 9
idem, a Soares do Amaral & Irmo, contendo
amostras de lougas ns. 1 e 2.
Marca V, urna caixa n. 1, idem em 10 idem, a
W. Vauphard contendo cigarros medicinaespe
sando 104 kilogrammas.
Urna dita n. 2, idem idem, ao mesmo, con-
lendo folbinbas de 1889, pesando 18 kilogram-
mas
Marca diamante 8 no centro e S B A, urna
dila sem numero, idem em 4 idem, a Souza Bas-
to, Amorim & C, contendo cartazes-annuncios de
ama cor, pesando 5 kilogrammas.
Armazem n. 7
Marca A L C. urna caixa, sem numero, idem
no vapor inglez Edtctor, em 31 de Mu.o idem,
ordem, contendo 2 {quadros com mol Juras de
madeira, simples, pesando 2 kilogrammas.
Sem marca, urna dita sem numero, de torna
viagem no vapor americano Alltanca, em 20 idem,
vasia, que deria coDter farinha de milbo.
Marca E B; dez volumes de madeira ns. 1/10,
de Liverpool no vapor inglez Edictor. em 31 idem,
nao consia do manifest, formando ura carro e
seus perleoces para conduecode assucar.
seceo da alfandega de Pernambuco, 6 de
3
Fevereiro de 1890
(Assignado) o secretario, O chefe.
Bonifacio de Aragao Farm Rocha.
Domngos Joaquim da Fonseca.
Derby Club d Per-
nambuco
A directora desta sociedad?, em virtude do
art. 16 do decrete de 17 de Janeiro deste anuo,
scientifica que ficam disposgo dos senhores
accionistas, na secretaria da sociedade ra do
Imperador n. 21, as copias do balango, da rea-
gao nominal dos accionistas e da lista das trans-
ferencias das acgOes realisadas uc decurso do
anuo prximo findo.
Recife, 1 ue Margo de 1890.
Os directores,
Manoel da Silva Maia.
Jos de Oveira Castro.
Carlos Jp* deMedeiros.
Engenho A.$ude Novo
FREGUEZIA DE S..VICENTE
Os abaixo assignados constituiram seu bastan-
te procurador o Illm. Sr r. A tomo Ciernen-
tino Freir, para Iralar de seos negocio: refe- ,
rentes s partes que lm no engenho Agude
Novo.
Recife, 3 de Margo de 1890.
L. A. Salazar Jnior. '
___________Joaquim Paulino* Nicas Muniz.
Ao commercio e ao publico
O abaixo assignado, pelo presente, declara ao
commercio e ao publico gue nesta data comproa
ao Sr. Antonio de Alraeida Rabello o seu estabe-
lecimento de molhados sito ra da Unio n. 2,
livre e desembaragado de todo e qualquer onus
que possa appareccr.
se alguem se julgar com direito a protestar
queira fazel-o no praso de tres das, a contar de
boje.
Recife, 4 de Margo de 1890.
Anlonio Carvalho Monteiro.
Arsenal de Guerra
De ordem do cidado tenente-coronel direc-
tor deste arsenal, distribue'ii-se costuras nos
dias 3, 4 e 5 do corrente mez, com as costurel-
ras )ossuidoras das guias de ns. 201 a 225, de
con brmidade com as ordes em vigor.
arsenal de Guerra de 'ernamBuco, 1- de
Margo de 1890.
Flix Antonio de Alcntara
Alferes adjunto.

* "*
Irmandade
DE
N. S. da Conceicao dos Mili-
tares
E L E i g o
De ordem do irmo presidente, convido a
todos os irmos para comparecerem as 6 horas
da tarde do dia 5 do corrente (quarta-feira) no
consistorio da.igreja para se proceder eleigo
dos funecionarios que taera de reger a irmanda-
de no corrente anno de 1890.
Consistorio da irmandade de N. S. da Concei-
gao dos Militares, 2 de Margo de 1890.
0 secretario,
Joo Paulo R. Cesar.
J
MARTIMOS COSTRA FOGO
Companhia Phealx Per
namoucana.
RA DO COMMERCIO N. 46
SEGURO CONTRA FOGO
Hoyal Insurance Company
de Liverpool
CAPITAL .000:000
AGENTES
R. DE DRUSINA & C.
13Ra Mrquez de Olinda13
London & Brasilian Bank
Limited
Ra do Commercio n. 32
Sacca por todoa os vapores sobre as cai-
ras to mesmo banco em Portugal sendo
un Lisboa ra dos Capellistas n. 75. No
'orto, ra dos Inglezes.
CJWI
CONTRA FOGO
fhe Liverpool k Lenrion & Globe
INSURANCE CCUPANY
LACssm mim & c.
Ra do Commercio n. 3
Companljia he &egwco$
cohiba .-:::
NORTHERN
de Londres e Abcrdaen
'osigo financeira (Dezembro de 1887;
Capital subscripto 3.000,000
Fluidos aecumulados 3.421,000
fteceita annaal :
De premios contra fogo 607,000
De premios sobre vidas 197,000
De uros 143,000
O AGENTE,
John H. BoxineU.
Companhia de Seguros
AGENTE
Miguel Jos Alves
IV. 9Ra do Bom enun -> t
SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES
.Vestes ltimos seguros a nica companhia
.esta praga que concede aos Srs. segurados semp-
io de pagamento de premio em cada stimo
.nno, o que equivale ao descont annual de cer
a de 15 por cento em favor dos segurados
EDIFICIOS E MERCADURAS
TAXAS BA1XAS
Prompto pagamento de prejuizos
SEM DESCONT
A COMPAXni.t
IMPERIAL
DE LONDBES
EST: 1803
CAP R. 10.OOO:OOOOOO
AENTES BltOWNS & C.
N. 5-RA DO COMMERCIO-N. 5
IliDEMNISADOR
Companhia de Segaros
MARrrmos e terrestres
Estafeelecida em 1855
CAPITAL 1,000:000^000
SINISTROS PAGOS
At 31 de Dezembro de 18 84
Martimos.. 1,110:000#00G
rerrestres. 316:000^000
44Ruado Commercio44
5
1
.



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I WPMBD
. III II IB J. US. 1 J

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'I -i J I


Diario de Pernambuco--Ter


SANTA CASA
CASAS FAHA AliUOAlt
dem d*a Guia n. 25, Wem *5*999
dem do Bom Jess n. 29, loja ,8*5x?
Wemidem idem, 1 andar iOMK
dem do Amorira n. 13, idem 15W00
dem idem idem, f andar 18*500
dem Imperial n. 18!, casa, terrea 30*000
Mem do Vigario n. 5, !. andar 3OA0Q0
i 'dem idem n. 27, loja 16M60
Ra da Guia n. 27, 18*000
Encantamento loja, n. 3. 14JO0O
dem do Encantamento n. !!, 2." andar 16*666
dem da Corapanhia Pernambucana n.
30, loja '000
dem do Amonm n. 60 20*000
dem da Madre de Deus o. 2. 12*500
tuadro da Detencao n. 5, 6*000
dem idem n. 2, 8*00o
martimos
Dompanhia Bahiana de Na-
. vegacao Vapor
Macei, Villa-Nova, Penedo,-Araca-
j, Estancia e Babia
O vapor Guahy
Commandante Viegas
Seguir para os
portos cima
indicado no dia
15 do corrente s
'i horas da tarde.
Para carpa, passagens, encommenda e dinnei-
o a frete trata-se com o
AGENTE
?edro Osorio de Cerqueira
17Ra do Vigario 17
iii|ianhi;i da Mala Real Porl-
gueza
O vapor Matante
De 3,500 toneladas
E' esperado de Lisboa at o dia
15 do corrente e seguir depois
de pequea demora para a
Baha, Rio de Janeiro e Santos
Sobre fretea e passageiros trata se com os
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
6 RA DO COMMERCIO6
Io andar
Companhie de Messageries
Maritimes
LINHA MENSAL
O paquete Nerthe
Commandante Lecointre
E' esperado dos pertos do"
aul no dia 8 de Marco
geguindo depois dademo
ra de cos'ume para Bor-
deaos, tocando em
Dakare Lisboa
embra-se aoe Srs. passageiros de todas as
classes que ha lugares reservados para esta
a encia, que podem tomar em qualquer tempo
?ai-se abatimento de 15 0|0 em favor das fa-
milias compostas de 4 pessoas ao menos e que
pagarem 4 passagens inteiras.
Por excepcao, os criados de familias que to-
marem bilhetes de proa, goiam tambem deste
a >atimen te.
Os vales posta.es s se dao at o dia 3 de Mar-
co pagos e contado.
Para carga, passagens, 'encommendas e di-
nhiro a frete-: irata-se cobo AGENTE.
COMPAMII PBMlMtlCANA
DE
aTegaao costelra por vapor
PORTOS. DO SUL
lacei. Penedo, Aracaju' e Baha
O vapor S. Francisco
Commandante Pereira
O paquete Orenoque
Commandante Mortemard
E' esperado da Europa no
dia 6 de Marco e segui-
r depois da demora ne-
cessana para
Baha, Rio de Janeiro, Buenot-Ayre e
Montevideo
Lembra-se aos Srs. passageiros de todas as
elasses que ha lugares reservados para esta
ag'.ncia, que podem tomar em quatquer tempo
*revine-se aos Srs. recebedores de mercado
rias que s se atteodera a reclamaces por fal-
ta), nos volumes, que forem reconhecidas na
0 ;casio da descarga, assim como deverao den-
tro de 48 horas a contar do dia da descarga das
i varengas, fazerem qualquer reclamasao con-
?ernentes a volumes que porventura tennam se-
guido para os portos do sul, alim de poder-se
dar a tempo as providencias necessarias.
Estes paquete mo tiiuinlnado i>
1 : elctrica.
Para carga, paasageiw, encommendas e di-
n ieiro a frete: trata-se com o
AGENTE
Auguste Labille
o Ra do Commercio 9
Um casa terrea n. 22 ra Das Cardoso, em
S Jos, onir'o'-a ra do Caldereiro, porta a ja-
nella, 2 salas, i quinos 4 saleta, cosinha fra e
quintal.
Urna dita iiienr n. 21, a .roa do Coronel La-
menha, porto e janella, 2 salas. 2 quartos, 1 sa-
leta, cosinha e quintal.
Um cofre prova de fogo, relogios de oaro e
prata, corrente e medalba, 2 aunis 3 pares de
brincos, urna cacoleta. 1 broche para retrato. 1
flga de coral, teteas para manga, 1 banco, ca-
mas de vento, i caiza de madeira e i lote de
roupas usadas. ___
Grande leilo
Do Restaurant Portuguez
A' roa das Larangeiras ns. 21 e 23
Constancio :
De 4 mozas grandes de amarello, 4 ditas re-
dondas com pedras, duas ditas compridas, duas
ditas grandes com ditas, 2 grandes guarda-loucas
de amarello, 1 liteiro, 4 aparadores, Sespelbos
grandes, 12 cabides de parede, 1 porta garrafa
de madeira, 38 cadelras de junco, 1 relogio ka
lendarlo, urna machina de engarrafar, nma ba-
tanea decimal, 3 mezas de cosinba, urna dita de
copa, urna campanhia elctrica urna carteira se-
cretaria, 4 marquezes para solteiro. 20 quadros
de oleographia, 2 lavatorios de agalha, 3 portas
garrafas, 2 transparentes esteiras.
Um grande cofre de ferro prova de rogo, urna
prenca de copiar cartas, louca de iantar,* dita de
almoco, copos, clices, garrafas, fructeiras, jar-
ros, facas, colheres e garios, roupa de mesa, dita
de cama, canditiros de gaz, Uvm de cosinha, fo
goes de ferio, tanques de lavar lonja, paos ae
bandeira, 2 grandes letreiros e outros muitos
pertences do Restaurant Portuguez.
Qulnta-felra, do correte
A's 11 horas em ponto
O agente Martins competentemente autorisado
far leilo do Restaurant Portngaez, situ ra
das Larangeiras ns. 21 e 23.
Garante-se a casa.
AVISOS DIVERSOS
Segu no dia 5
5 horas da tarde,
ga at o dia 4.
de Marco as
Recebe car-
Encommendas, passagens e dinheiros a frete.
t as 3 horas da tarde do dia da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Pernambucana
n. 12 _____________
Companhia Brasileira de
Navesjacao a Vapor
PORTOS DO SUL
3 vapor Pernambuco
Commandante Antonio Francisco de
Almeida
E' esperado dos portos do or
te ai, o dia S de Marco e de-
pois da demora indispensave!
seguir para portos do sul
As em-auruendas sero recetadas no trapicht
irbosa at 1 hora da tarde do dia da sahidx
Para carga, passagens, e ncommendas e valo-
res rata-se com os AGENTES.
PORTOS DO NORTE
O vapor Maranho
Commandante o eapitao de fragata Pedro
Hyppolyto Duarte
E' esperado dos portos do sul
at c dia 7 de Marco e se-
'guindo depoiF da demora indis
__Jpensavel para of portos do or-
tjate Mauaos.
As encommendas so sero recebidas na agen
cia at 1 hora da tarde do dia da sahida.
Para carga, encommendas, passagens e valo
re3 trata-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
o=hua do Comnucreio==6
1 andar
Pacific Steam Navigation
Companv
STRATTSOFMAGELLAN LDE
Paquete Oruba
Espera-se da Europa at o dia
,9 de Marco e seguir de
gpois da demora do costume para
'Valparaso por
Bahia, Rio de Janeiro e Montevideo
Para carga, passageiros, encommendas e di-
afaeiro a freie : trata-se com os
AGENTES
Wilson. Sons k i. Limited
14RA DO COMMERCIO14
~CHRGEURS REUNS"
Coinpanbia
DE
^avegaco
Liaha quinzenal entre
Pernambuco, Babia,
Santos.
O vapor
VilledeSan Nicols
Commandante Tauquery
E' esperado da Europa at o dia
9 de Marco seguind o depois
'da iDdispensavel demora para a
Francesa
a vapor
o Havre, Lisboa
Rio de Jareiro e
io de Janeiro e Santos
Roga-se aos Srs. importadores de carga peles
apores desta linha, queiram anresentar dentre
de 6 das a contar do da descarga das alvarengaf
qualquer reclamacto concernente a volumes qu
orveutun tenham seguido para os portos de
jul afim de se poder dar a tempo as provi-
dencias necessarias.
Expirado o reierido prazo a companhia nao se
-esponsaoilisa por extravos.
Para carga, passagens, encommendas e di
nlPiro a frete : trata-se com c
AGENTE
Angoste Labille
9RA DO COMMERCIO -9
Precisa se no l)ecco dj Espinheiro n 5, de
urna ama que cosiuhe e engomme com perfeico,
e que seja matriculada.
Precisa-se de ama boa
tar na ra da Soledade n. Si.
cosinheira : a tra
COM A* Hit PBBSAHBl'CANA
DE
\ave;ac< costeira por vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Araea-
ty e Cear
O vapor Pirapama
Commandnta Carvalho
Segu no da 5 de M arco as 5
baras da tarde. Recebe carga He o
,d!a 4
Encommendas, passagens e dinheiro frete,
a s 3 horas da tarde do dia 5.
ESCPJPTORIO
A ) Caes da Gompanhia Pernamhucanu
n. 12
COMP%\IIIt
PEICVAMn CAXA
DE
avegaeo costeira por vapor
PORTOS DO SUL
Viajera directamente Bahia
O vapor Una
Commandante Monteiro
Segu no dia 10 de Margo as 5
horas da tarde. Recebe carga at o
dia 9.
Encommendas, passagens e dinheiro a frete
as 3 hora.- da tarde do da 10.
ESCRIPTORIO
Ao caes da Companhia Pernambucana
n. 12
Precisa-se de um copeiro
sand n. 19.
na ra do Pay
LEILOES
Leilo
Agente Brito
De movis loucas e vidros
Urna mobilia de Jacaranda, urna dita de ama
relio, urna cama franceza, 1 toilett nma meia
commoda, 1 marquezao estreito, 1 dito largo, !
guarda roupa, 1 aparadores urna marqneza, 2
guardas louras. cadeiras de janeo, ditas d< ama
relio, 4 consolos de amarello, 1 berco de vime,
urna dita de amarello, 2 armarios para amos-
tras, 1 candelabro de 7 luzes, 1 dito de 4 lnzes,
4 candelabros de me'.al copos, clices, loucas
para almoco e iantar, 2 jarros grandes, candiei-
ros, conservas, vinhos, cervejas e outros muitos
objectos que estarn patentes.
No Ia andar da ra do Hospicio n. 2
Terca-felra, 4 do corrate
A's 11 horas
Leilo
de
De solid )s movis
Constando de
Urna mobilia de Jacaranda com consolos
pedra e 1 jardineira, 2 jarros de porcelana, 1 es
pelho oval, tapetes para sof e para portas", 1
guarda vestidos de amarello, 1 guarda-louja, 1
quartinheira de columna, diversos quadros, i
candieiro de suspenso, 1 appareiho de porcelana
para almoco, 1 de louca inglesa para jantar, co
pos, clices, compoleiras, ga'rafas e muitos ou
tros objectos.
Terca-felra 4 do corrente
A's 11 horas
Na ra dos Prazeres n. 14, freguezia da
Boa-Vista
O agente MARTINS far leilo por ordem de
urna famjlia que se retira para fra da cidade
dos movis e mais objectos existentes em dita
casa.
Ao correr do martello
Agente Stepple
3. leilo
De urna casa terrea sob n. 41, em solo
foreiro, raa da Conceico, freguezia
da Boa-Vieta.
Terca-fcira, 4 do corrente
A's 11 horas em ponto
No annazcm ra do Imperador n. 39
O t$> o! :na. por mandado e assistencia do
Exu. Sr. Dr. juz de itireiio privativo de orphos
e auaentos. a rtqueriini'riio U.) lutor da menor
Mana Isabel de Maraes Viegas, levar a leilo a
casa acimj. ". ...
Os Srs. protendentes desde j poderSo ir exa-
minar a referida fama.__________ .
Leilo
Agente Stepple
De predios, joias ro pas usa.oa e cofre
prova de fogo
Quinla-feira, 6 do corrente
A's 11 horas em ponto
So armazem ra do Imperador n. 21
O agente 8tepple por mandado e assistencia
do Exm. Sr. Dr. juiz de direito privativo de or-
phios e ausentes, a reqoeriicento do Exm. Sr.
cnsul de Portugal, levar a leilo :
Urna casa terrea n. 13o ra Marcilio Das
outr'ora Direita, freguezia de S. Jos, com duas
portas de frente, 2 salas, 3 quartos, cosinha fra.
e nm pequeo quarto.
Precisa-se de urna ama para
tto do Livrameato n. 36.
cosinha ; no pa-
Ama
Precisa-se de urna ama para cosiohar e- com-
prar, para ca.-a de familia ; a tratar na ra Dova
de Santa Rita 49, serrara.
Ama
Precisa- se de urna ama;
Vieira n. 22.
na ra de Fernn des
Ama
i
PrfcftfaiM tmso ifuralls
Approvado- pelt lnstradi SbU d=
H7giane PaWicr. 4a Corte.
AnctorisadoporDccTctoImperiaJ
de 2o de Junho de 1883.
COMPOSICO
de
Firmino Candido de Figueiredo.
Empregado com a maior eflicacia no
rheumatismo de qualquer naturexa,
em todas as molestias da ptllt, as
leucorrhas ou flores branca us
soffrimentos occaiionados pela Hnpureza
do sangesa finalmente nraKliffetenteJ
Cormas da syphis.
______
Dse Nos primeiros ?eis das nr.i-i
colher das de cli pela mairfaS e patri
noite, puramente ou diluida em agi.a
e em seguida mudar-se-ha para collie-
.es das de sopa para os adultos e mt-
tade para as crianjai.
Rgimen O:, doentes devem al>-
ster-se apenas do alimento acido c gor-
duroso; devem usar dos banlios frios 01:
momos, segundo o estado da molestia.
Precisa se de um copeirc. e ajudarite ; na
Ponte de Uehoa n 36, em frente a eataco.
Precisa-se de amas, para cosinbar, lavar e
engommar; na ra do Pires n. 30._____________
Precisa de urna ama para lavar e fazer o
servico interno de casa ic familia : tratar na
ra do Vigario n 5, armazem.
Precisa-se de um caixeiro que teuba p a-
tica de molhados e d fiador de sua conducta ;
no Largo do Mtrcano n. 2o.
Aluga se o 1- anda- do sobrado o. 3 da
ra das Flores, com agua ; a tratar na ra do
Crespo n. 12, I andar.
Alugam-se o t' e t- andaresducasa n. 431
ra Visconde de Inhama, com agua e com-
modos para familia; as chaves no andar terreo.
Aluga-se a casa n. 83 ra do Ho 1 o
em-bom estado e commodos para grande fa-
mili.__________________________________________
Alugam se casas catadas e pintadas no-
undos de S Goncalo, a 8*000; a traiar na ra
la Imperatriz n. 76.
Aloga-seo3- andar do sobrado n. 12,
ra Marcilio Ltias, porpreco commodo ; a traiar
no 2- andar do mesmo
Faz-se negocio'com a loja da ruadoCabu-
g n. i-i'., propria 'para miudezas, deposito,
joias ou outro qualquer negocio, ptima locali
dadr ; a tratar na mesma. *
Urna senhora competentemente habilitada
em instruir meninas as materias de ensu' >\
primario, por ter disto longa pratica, prop'1-
a ensinar particularmente em algum en?euli 1 i
e par. que nao se vacille sobre sua ivpuiai
o procedimento por ella exhibido, ser a >
garanta. A' ser procurada na ra Velba n. 8".
Gomes Ferreira Maia, tendo comprado 1 n.
leilo as dividas da massa fallida de Marlir-
Pires & i'... chama os devedores da referida 111 -
sa a virem pagar seus dbitos travessa
Oueimado n. 9 at o tim do corrente mez, li.
o qual se proceder a cobranca judicialmenle
Recife, 4 de Marco de 1890._____________
REMEDIO ESPECIAL PARA CALOS reeebcram
Pedro Antunes 4 C.
flEscovas especiaes para denles, evita as do.>
e conserva o esmalte cora o brilho natural. 63,
ra Duque de Caxias. Vr.le a pena !
DEPOSITO CEKTSAL
IFrLcieco Maiioi-Uda Silva &.C.
Droguistas
23 Ra Mnrqn.iz de Olinda
Pernambuco .
Ita marac
Precisando B? saber quars o~ proprietarios do
terreno denominado Qazumb.i. no Pilar de l'.a
marac, para o fim tle negocia! o, pule Be aos
mesmos que, munidos que se actiom de doco
menlos legaps qu" os auiorisem a vendel o. se ni
orejuizo ;!guiii do comprador, e dirijam em
carta fechada s iniciaes H. P. S., deteiulo dti-
xal-a no esenptorio deote Diario, que ser pro-
curada. ________^__________________
Ta1 wm (iras
20STE se aasraAisi.:
- DORES E DeDENTES
PRKPAKA NICAMENTE
POB CALASANS & C.NA BAHA
Medicamento heroico contra os rheaxn
tismos, incha95ee, dores aciaticas, nevr^
gias, dormencia, etc., empregaitdo-se
fomentacSes sobre os lugares affectacl
Cura o beri-beri, as paraljsias e as di'.r.
de dentes.
Todos os frascos levam direc(8ea p*
uso d'este medicamento admirave!.
Pre90 15200. Descont de urna du/
em diante.
DEPOSITO NO RECIFE
Francisco Manoel da Suva & C. m*
Mari(nez.ilf Olinhi n.2a
Para casa de pouca familia ra do Vigario n.
25, segundo andar, precisa-se de urna ama para
chanca _________
Ama
No becco da Lingoeta n. 3, precisa se de urna
ama para casa de pequea familia, para cosi-
ohar.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinbar e mais
servicos de casa, que tenba matricula ; na ra
Imperial n. 42.
Ama
Precisase de urna engommadeira e que lave,
para casa d- familia ; a tratar na ra Sete de
Setembro c. 12, antigo becco dos Ferreiros.
Ama
Precisa se de urna cosinheira ou cosinheiro
bom, para casa de familia ; a tratar na ruado
Cabug n. i4. de meio dia at 2 horas,
Amas
Precisa-se de duas, sendo urna para consinbar
c a outra para sala ; a tratar na ra Duque de
Caxias n. 62 e 64.
Amas
Precisa-sa de urna para engemmar e outros
servicos, e urna mtra par 1 comprar e cosinhur:
na ra da Unio n. 13.________________
luga-se
o sobrado da ra Gervasio Pire3 n. 18, cote
agua e gaz ; a tratar com Temporal Filhos, a
ra do BDm Jess u. 57.
Arlhur & Desiderio
continuara a comprar ouro e prata velos, s
bem assim libras sterlmas e ootras mo-. d;i
ouro e de prata, e paga-se bem ; na ra do Ca-
bug n. 3._______________
Instruc^ao primaria do Esta-
do de Pernambuco
O professor Joio Valeotim Teixeira B:st03
contina a leccionar nao s em usa de sua re-
sidencia, como em casas particulares, a ambos
os sexos, as materias qne ccnstituem a i_trc-
elo primaria, das 4 s 6 da tarde, na ra do
Caldeireiro n. 7 A.
ta\ta de Foi.(,a
ANEMIA -CH LO ROSE
m FBBBO
BRAYAIS
Experimentado pelos priaein nedict do nudo,
passa inmediatamente ni Economa tem occasionar
1 tcommodot. Bestitoe ao sangne a sua cor, rwons-
I Utuindo-o e dando-lbe o tlfor necessark.
Deieonfar-ie ios Imilafiet e Falji^eafet. \
Tn4h> ur ttir-a a Pari.*0 4 42, Ru 8VLar.
BU TOS ruMuais
Cosinheiro
Precisa-se de um MHaheiro ; na ra do l'.iy
sand n. 19.
Rna Mrquez de Olinda
Sr. Luis tamas* da Cruz j est dispos'o
atar sua lena? Ja taz anuo e meio.
Admimstraflo : PARIZ. 8, Bouljrar Muntnrtre.
3BANDE-GRILLE.A'J.'ere' lymphatlM, Doen-
ra^.lasvi.is.lici'Stia-.OlK!';!'.'.1 t.\ Bjciilo dohaTO,
obstrarn), s rla-oeam, Coiwre;o c..l U- lia bilr.
| HOPITAL. AfcerBM ila( t'ot M MtfW. lnemiUB I
do? tu eiloma;o. U ..- o A.X i.. lui-intaM,
Co1rnlgi;tS, Dy.pcf^w.
| CI.ESTnS. Aff !_' 'lo- rn. H.1 l*\-i.-:i. An-U",
Concri'fc* ;j* ..uriiiu^.'it:, I .''-. '!' '
IHAUTET.IV;. >: I i'i-.. I' m. Areia.;.
Uoncrei."'i.sil^soii.i.. .fiuto DLuo-, Alimninuri.i.
EXUA-SE 0 W; FC'iTE na CA1SLA
VIGOR DO CABELLO,
DE AYER
Preparado sob bases scientificas
e pbysiologicas para o fim de
beneficiar os cabellos, restaurar
a edr, impedir a queda, e promo-
ver smi vico e abundante cresci-
menio.
Esta apurada e exccllente preparaco,
sem duvida o melhor remedio at lioje
conhecido para os dlffeTentes defeltos da
cabclladura, merece a intima attencio de
todas as pessoas que tem tido a infelici-
dade de perder em parte este mais rico
ornamento natural da pbysionomia.
Com o seu emprego intcUigentc tem-s
conseguido resultados realmente sorpren-
dentes. Em mnitos casos, porm nao
sempre, a propria calvicie tem sido curada
permanentemente.
Sempre se consegue fazer parar a queda
dos cabellos; emquanto qne para opentea-
ao das sen horas, o objecto mais ut a
mais agradavel qne se pode empregar.
PREPARADO PELO
DR. J. C. AYER & CA,
T.owell, Mass., Est.-Vnidos.
A' venda as tejas de armarinho e pei>
cimarias.
deposito oeraj .
- -.-_ ..... ..*- #r
-DE-
Frf
Murray Lanman,
0 MAI3 EXQUESITO
nos
Perfumes do Toucador.
Perfuma o Corpo e
Vivifica a Mente
NO BANHO.
Superior a Agua de Colo-
nia pela delicadeza de seu
aroma c a dural>i!idai:e de
seu perfume
NO LEnp,
Multa attenQo
No Becco dos Ferreiros n. 6, pregueia se e re-
rorlwra se baba dos de todas as largura?.
........................hT...................................
Perfeilo e em boa sicrnria. vende se por me-
nos do queem outra qualquer parte ; no arma-
zem n. 26 da Companhia {V.rnambucaha,
Cosinheira
Precisa se de urna que cosinhe bem, seja ma-
triculada e que dUrma em casa dos patroes, para
cusa de familia, na ra Coude da Boa-Vista, n.
24 F. porlo de ferro.
Sitio e casa no \rraial
\luga-se urna das melhores casas e sitio
d all, com commodos at para duas familias, e
muitas arvores fructferas, dous minutos aciua
i Man?abeira de baixo ; a tratar com Joaqun:
Bort ruReis._________
Atten^ao
Os proprietarios do anligo e acreditado anna-
zem do Lima, sito roa Barn du Victoria 0. 5,
rart'jcipam ao re.speitavel publico e ao^ seus djs
linctos freguezes, que trausferiram temporaria
mente seu armazem para a mesma ra ao n. 9,
xntinnando da mesma forma a recebercm sua-
ordens rara Ihes servir com o eostumado e habi-
tual desempenho.
Jos Fernanes Lima &C
SSU BASAD JA VZCTOBZA8
TeJephone n. 323
Cosinheira
Precisa se de urna cosinheira na ra Viscoc-
lc de (Joya'i na n. 4. .
Alugam-se na do Impe-
rador
Os i- e 2 andares n 39.
0 1- dito n. 37.
O 2 dito n. 31.
A tratar com Luiz de Moraes Gomes Ferreira
Milita attenelo
No becco dos Ferreiros n 6, pregueia se e
recortase babados d- todas as larguras.
Trompa
Vende se urna Trompa-Sax em bom es-
tado, do fabricante Thibouville, por meta-
de de seu preo ; a tratar no Pateo de
S. Pedro n. 18, das 6 as 9 horas da
manba e a tarde das 3 as 6.
Morada excellente
Aluga se barato, na rui do Hospital Pedro 2-,
no lugar dos Coelhos, urna casa assobradada e
outra terrea com frente de azulejo, com agua,
grande quintal murado, muUo fresco, proximt
do banbo salgado, e commodos para familias
numerosas ; a tratar das 8 s 10 horas da ma-
nha, com Joaquim Moreira Res, que all aluga
tambem casas de 6 7, Si e 10$.
Em Ptrnnjuco, A r ^-Vichy.
twi... nm Ji^. i- .--- v nma de
I STJLZF-Fl at^sa0iD
Leite de mamao
Compra se leite sem ?ru to fresco cu ?e :ce ao
sol, paga se bem ; na ra larga do Rosario n.
24, pliarmacia. ____ "_________
Ensrenho
Arrenda-se o engenho Recanto, em Serinli. u
moente e corrente. dVguo, com boas trras e
proporcGes rara safrejar de mil u dous mil
piis: tratar cr.u kkiwi I Ferreira B;- liiub i
C, ruado Boro Je-us ;. 4. escriplorio.
Caixeiro
Precisa se de um caixeiro com petatien ou
sem ella; na ra do Lana n. C8, em suuti
Amaro.
Criado
Precisa se de um para o servico exlevuo
de casa de peonera familia eoteodendo
de j.irdim.
A trator na praca di Indepcnder.ci
n. 24 e 26

34e-jainpp^ v\ ^:
V/;", a tle u:i. !*
;,p. cor"--
por &'(fti
:i n. 7 d cu i. 111 id i 6, i
ISrr.na : : "3 T8
>'! '
T aixei)
lh-rf i, ti i. i I ;
couduxta : trfflar n ''. minAo ,\ >vq n 76.
SVINHOoeQUINIUM
^g LABARRAQUE
approvado pela Academia de Medicina de Paria,
o resumo, a condensacio de todos os prin-
cipios activos de quina. Alguns gramma
de Quinium produzem o mesmo effeito qut
varios kilos de quina. (Robiquet, lente d
Escola de pharmacia de Pariz).
f Tendo procurado por muito tempo um
tnico poderoso, encontrei-o no seu quinium
o qual considero como o restaurador por
sxcellencia das constituiebes exhaustas
Dr Cabaret
O "Virilxo Labarraque o mais til comple-
mento da quinina no tratamento das febret
Os effeitos sao particularmente ntanos
nos febres antigs de accesto e na eachexi
paludosa. (Bouchardat. lente da Academia.)
Km todas aa pharmacia. Fabr. L. Frere, 19. m
JMoD. Part _______________
Muifa attenco
Ci mpra-se um estabelecimento de genero-
seceos, locallsado no pate > da ribeira ; quem^o
tiver e que, por qualqu-r motivo queira o ven-
der, dirija se ra M,:rquez de Olinda n. 54,
que achara com quem tratar.__________________
Casa oV barheiro
Vende-se urna bem localisada, montada; e
acreditada casa de barbeiro, sita ra do Bom
Jess n. 59, garante-se a chave ; a tratar na
mesma ra n. 12.
zmmmwswmswm
< apilo Jome Roma de Abren e
Urna
losepha Mara dos San os Roma e seus lilhos
ftgradecem do intimo d'alma a todas s pessoas
que se dignaram comparecer ao enterraraenlo
dos restos moitaes do -eu sempre lembiado es-
poso e pai, Jos Roma de Abreu e Llms ; e de
novo as convidam para asitirem as missas
que no da 5 do corrente, etin.o do seu falleci-
m* oto. s 7 horas da manhft, serao resadas na
igrjfl da Conceiyo dos Mi ilare-, pelo que des
de j protes'am ?ua e'.erna gr.sid.o
. anniversario
'Dominsis Francisco Tavare
Paulina Francisca de Freias lavares, seus
lilhos, gcro i1 nu; o' coofi l;.m t.idos os seu
amigos e parenti s para assislirem as missas
que pao eterno repousa de seu lembrado mari
no, pai sogro e eanhado, m.mdam rezur na ma-
iriz da'Boa'Vista, s 7 ii bor-s da manhi do
ti o do corrente, con fes .-ando se desde j BOU)
nii-mpiib* aratos.
t
Frnnpmco rte PmiIm Ferreir da
Annuirint'i
Segundo iiutiiv .!. ario
Lucia M rii :arneiro da Annunciaco convida
0J sena paren8 e amigos e aos da s<'u marido,
Krarici-co de l'uula Ferreira dd Anounciaco.
para assi-tirem aguaras missas ice manda re
zar po- sua alma as 8 non < du m mhi do dia 4
irrente, na matriz de Sanio vntoaio do Re-
cife |-aooiveTariu d su fHecnvnto.
T
Victortnno Palhares
Aielaide Pkibarea i u> li i.us r ~'' am ao
p.renl e an igo- ara as.-i^lircm sa gue
maiidain retar alma le s^u se;rjpre ictuDra
do -.-|i.i-(i c pai, Vleii iO l'ulhares, na matriz
da Boa Vi-t.i, 8bo matrba no dia 5 de
Marco t .esimo ilia iie si-u ,)as am.-nto,. on
."-salid s i t.-rnaiiii ilc gratos por este acto dt
ri'ligio i carid !> .________
Para cobranzas
Urna petsoa habilitada e que d garantas, se
offerece para fazer cobrancas de alugueis e ou-
tras quaesquer; quem pretender procure no
esenptorio do Diario, que se dir quem .
Aos Rvms. scenles
Vende-se por preco razoavel, as segiun-
tes importantes obras religiosas, todas no-
vas, perfeitamente novas:
A Biblia Sagrada, em sete grossos vo-
lumes, traduzida em portuguez por Anto-
nio Pereira de Figueiredo.
Um Breviario Romano, em quatro volu-
mes, edicelo de luxo.
Catechismo de Perseveran5a, em sete
grossos volumes, pelo padre Gaume.
Diccionario Universal das Heresias, Er-
ros e Schismas, em um grosso volurae, tra-
dcelo do padre Antonio Goaies Pereira.
Theologia Dogmtica, por Gousset, ena
dous volumes.
Theologia Moral, pelo mesmo autor, em
dous volumes.
Compendio de Theologia Moral, por P.
Gury, em dous volumes.
Explicas2o Litteral e Moral das Epsto-
las e EvangelhoB, pelo padre A. Guilloia,
em um volume.
Manual do Sacerdote, por J. Schneider,
em um volume.
Caeremoniale Juxta Kitum Romanum,
em um volume.
Sentido dos Ritos e Ceremonias da Mia-
ga, por A. F. Cardoso, em um volume.
Memoria do Clero Pernambucano, em
um volume, pelo padre Monte Carmello.
A' tratar nesta cidade, ra Sete de Se-
embro n. 20.
Pataces
Compram-se patacOes e outras moed; s de pra-
ta ; no armazem ra do Commercio n. 4.
Criado
Precisa se de um criado ; no largo da Peona
n. 33, hotel.___________________________________
Cosioheira
Precisa-se de urna cosinheira ; na ra Viscoi-
de de Coyanna n. 4. ^____^
Atlenco
Para cobranca de alugueis de predios e ho-
norarios de mdicos offerece se um homem bai-
tantemente conhecido nesta praga, e que tam-
bera presta fianga em predios para garanta das
cobrancas que lizer. Nesta typograpbia se dir
quem .___________________________
Al ugue barato
Ra da Roda ns. 58 e 60.
Largo de Mercado loja n. 17.
Becco do Campello n. 1, Io. andar.
Loja do sobrado do becco do Calabouco n. i,
Ra do Sogueira n. 13.
ViscoBde Goyanna n. 163 com agua e gaz
Travessa do i armo, loja n. 10.
Becco do Tambi n. 21.
A tratar ra de Commercio n. 5. *. anda?
s-criDionn de Silva Gmmaraes ix C.
JN
ova remej^sa
Oliveira Campos & C. receberam nova remessa
de merino de duas larguras, e de todas as ca-
res, padres lavrados, o que ha de mais gosta,
por 500 rs. um coyado na roa do Crespo nn-
mero 21.
VENDAS
Boa compra
Vende se um bom piano com pouco uso, de
autor Hfry Bers, por p eco muito razoavel; a
tratar na roa Mrquez do Hrval n. 81, on na
roa do Vigario n. 4, tayrrna.
Attenco
Vende s^ roa Ronl da Torre n. 21, dous moi-
nhos e pertences, propno- para quilquer cereal,
trigo, miiho, arroz, f.ivaa, etc.. etc., urna machi-
na a vapor em perfe.'to estado, garantida, com
os broaei s de sobrecplb 'tes, novos em folha,
t chas de ferro de dfferrnles tcmnnhos, com
exceltento gnlha e bocea de fornaiba, taboa- de
ferro para formas, de costado de amarello vinha-
tico, caldeirOes de cobre, torneirasde metal e da
pao, cubos, toneis. pipas, cm 'iro de cobra
para qualquer liquido, pudendo liltrar 10 pipaa
em 12 horas, urna prenca para espfemer frustas
e outros mteriaes ; tambem aioaam se cinca
armazens coii telheiros e dep' ni encas, com
grande baixa ;de capim.
O leo de Berth o oleo de bacalhaa
iiatural, preparado com ligados frescos,
directamente importados aos Cuidados da
casa L. Frere, de Pariz, ra Jacob, 19.
S se vende em vidros junto aos quaes st
acha urna instruccao.
5
i
i
i i ...



Diario de Pernambueo--Ter f*
Qual hoje a melhor cousa do
?
9
E POR QUE ?

.

. *
Porque cota de urna forma rpida e radical as molestia do apparelho respiratorio: tosie de qualquer espeoie> coryza,
euquidSo, asthma, bronchite, coqueluche, laryngite, tsica pulmonar, etc.
Alm d'isso, o Peitoral tle Cambar de urna apparencia agnadavel e delicioso sabor, qualidades qne o tornam
un remedio preferido para as enanca, senboras e todas as pesadas de pailadar delicado,
Est approvado pela Exma.. Junta Central de Hygene Publica, auctorisado por decreto imperial, premiado com duas me-
iOfaas de ouro de 1 classe, rodeado dos mlhores attestados mdicos, de innmeros certificados de curas importantes reasadas
m toda parte.
0 PBTORAL DE CAMBAM3HS REMEDIO GARANTIDO
Por iseo, precisa haver todo o cuidado com as falsificasoes e imitacSes : o verdadeiro que fabricado no grande estabe-
cimento agrico-industrial do PASQUE POLOTENSE, expressamente creado para esse effeito, em Pelotas, provitcia do Kio
rande do Sul, traz, alm da marca da fabrica, a firma de seu autor e manipulador*. Airares de *onza oare
Vndese em todas as ptermacias e drogaras
Presos: frascos 2#500, 1{2 duzia 13$000 e duzia 24$000.
SAO AGENTES E DEPOSITAMOS GERAES
FRANCISCO MANOELOA SILVA db C.
NACIONAL DROGAttA .
Kua Mrquez de Olmda -
andar para &higar
Alaga-** u sfgand andar do predi
n. 4 da ra do Vigario Thiiorio a trs.
cUr nn pavimento terreo do naesmo.
Cosinheira
Precisa se de urna ama para cozinhar
no 3. andar do predio n. 42 da roa Du
que de Cazias, por cima da typographit
do Diario. ,
Cozinheira
Precisa se de urna boa cusiobefra para fam
lia que est temporariamente em Casanga; ;
trata no esc -iptorio da companhia de bonds
Boa acquisi^ao
Aluga se a casa roa do Rangel n. 63 e ven
de se a armacao nella existente, propria para
lavema : a tratar no largo da Alfandega nume
ro-A.
Algam-se
as dnas pequeas casas travessa da ra Bella
ns. 14 e 16, estao pistadas e caiadas de novo ; a
tratar na ra larga do Rosario n. 34, botica.
23
23
PAi"s, aa.
Pe/a
8A Dg
iQSp,
,6,6oo
MEDAI.HA DE OURO
DA, ACADEMIA NACIONAL
DO DOUTOR
VIVlEN
com EXTRACTO db
FIGADO de BACALHfcO
Dais efflca anda do que o oleo escuro. De sabor
multo agradare!. Semdeixir lercebepomeucrmc gasto.
receitado por todos os medios prra o
itachitismo, Escro-hulaa, Anemia, Tislce,
Catarrho Pulmonar Constipages.Ch'orose,
Molestias do Feito, ele
Ma Sodas as Pkarmaciaa
PARS, Boulevard de Snasbouro, 50
Precisa se
]umero 137.
Cosinheira
de urna cosinheira ; na ra Velha
'
1

.!
TINTURARA
25Ra de Iithi. dAlbirqyerque, aati.^a m das Flores25
Tinge e hmpa com a maior perteicao toda a qualidade de estofo e fazendas em
ocas oa em obras, chapeos de feltros ou de palba, tira o mofo de fazendas; todo <
trabalho feito por meio de macbinismo aperfeicoado, at hojegcortbecido.
Tintura preta as tercas e sextas feira, tinta de cores e lavagem todos os dias
INJECTION CADET
Cura certa m 3 diassem mitro medicamento
I'.IHIS 9, lioulrrard Dvnain, 7 FAltlS
Deoositos em todas as prinerpaes Pharaaaciaa Brotada

>
V
i *
rs. o
Cretones lisos, francezes, cores fixasj peehincha*! por 240 rs. o covado.
Cambraia de cor, rlorzinhas e ramagens, a 240 .rs- o dito.
Cambra i as coro menos larguras a 160 rs o covado.
Lautines de cor, padr3es lindos com um metro de largura, a 320 r6. o dito.
Cachemiras lisa e achamaletadas para vistido a 200 rs. o dito.
Variedade de artigos que se vendem por todo preco.
2i- RA DO CEtSSPO -21
_________QLVEmA CAMPOS & C,________
500,800 e IS200 o covado
21RA DO CRESPO21
Merino preto trancado, duas larguras, 12 pura, de "500, 8COe 10000 o covado*
Dito lavrado, preto, com ramagem, padrees de voe a 10200 o dito; fa-
senda de 204 O.
Cachemira preta para casacos, duas larguras de 20000 e 20500 o dito.
Na RA DO CRESPO N. 21
Oliveira Campos & C
SI PlflilS
B ZAR, DO BECIFE
11-BtfA B0HARQEJEBE0L1NM-1
DOMINGOS MANOBL MAKT1NS
Esta afamada loja cfferece ao respeitarel publico, os objectos abaixo mencionado,
Esperhos grandes para salas de noivados a pre90B. de 700009, 9O0OCO, 12O0-3OO
e 1400080 cada um.
Perfumaras dos melbsres fabricantes.
Carrinbos para criansas,
Mallas, b Velocipedes para crianzas de 3 te 8 annos.
Espartilhos para senboras.
Brin<)uedo8 pa a criangaa.
Rabados e tiras bordadas."
Bonecas alta novidade, completo sortimento.
Cadeira com cawithos para mesa de jantar preprias para
crianza.
Le q uee de fantasa.
Fitas aj-T#enkaa.
Alburw para retratos.
Costuraras com msicas.
Mutos artigos para presentes.
Todas a Exmas. donas de casa tm grande vantagera em mandar seus pertado-
res comprar os artigas de m'ndejsos a esta loia. ______________^^^
- ^ v\fi^ W*AIS DORES DE ENt*.~
fk^** Elixir, P e Pasta dentifrioios ^"^i
DOS
RR. PP. BENEDICTINOS
da ABBADIA de SOULAC (Gironde)
DOM MAGUELONNE, Prior
2 Medalhas le Ouro: Bruxelles 1880^Londrm 1884 \
AS MAIS ELEVADAS RECOMPENSAS
1373
I!fVErDO
NO *NNO
Pelo Prtor
Fierre BODUADS
.!
CAPSULAS
Preparadas pelo DOUTOR CLIN Premio Montyon

As CapEUlrm : Tathey-Cay^s coni Eniilitcro del .estomago* sfSe rccoinnipnilaJAs peios Professoi'M das f'aculdades do Medecioa
os Medico <*i Ho.-ijitaes de Pars., Londres e New-York, para a cura rpida dos :
Corrnetitos ii^os oi> recentas, u Gonoi-rhea, a Eiennorrhagia, a Gystite
du Collo, o Gatarrao e as Molestia ca Pexigas e dos orgos gento urinarios.
(Itt Urna ixolica$5o iitall);rj acompanha suda Fraseo.
Es* Vordaderas Capaulaa MiheT-Ca^-ma de GLIN & G, de PABIS,
L que se acho em-casa dos Droguistas e Pharmaceutieoi. j
LOJA DO POVO
Com este titulo acaba.da. abrir urna loja de fazenda ra 1." de Marco n. 11 e
aeu proprietaria convida o publico d'esta cidade e de fra a apreciar o seu BELLO'
orcimcnto. Martas de suas fazendas sio recebidas directamente.
GRANDE IfOVIDADE
Toila de pma eda de 108Q3 a 850 rs. o covadw*."
Desconta 10 | para aa compra retalh^ da 2C000 ptn cima.
CWCawd* 13(^'2i0 e 220 rs. o covad*.
L.1* i isas, iroitaca"de ca<*emirai-ft 2 O rv
!>*.lavradaa, dem idVm a'240rs.-
ZepifB* 7 eatnsetosv de largura de 8-0 rs. por 20 rs.
Ditos coiwW idem'ido de 200 ra.
DitAi com 6 idem dem de 16 j pe.
Corte de oaaemira lesa de> 30500 e 600001.
dem de ceaiaeta de 6r de 10100 a 10400.
dem de fustSo paea eeltete a 30400.
Um completo sortimento de fichr chales, capaepara senfcraey eaparttlios,
eiab caaemira, cheviot, diagonal, pretcs e de efires, bri braneo*e d* eres^ca^
misas, cerodae, toaihaa, bramante, atoafcado. de Kaae, -peni da eee, caaas de- *
Aanella e muitos outros artigos qne enfandonh. ntenoioaart
emHERiBB1 CAUNBRO DA-GMB
O uso quotidinno do Elixir Dentifricio
dos RR. EP. Benedictinos, com dose de
algumaK gottas cou affHa, prevem e-cura a caria
dos dentes, embrauqueceos, fortalecendo e tor-i
liando as pengivas perfeitamente sadias.
'. Prestamos um v.:rdadeire servico, assipna-l
lando aos nossos 1;-i tures esto antigo e utilis-"
simo preparado, o maihor curativo eo nico
preservativo contra as Aeccoes den-
,. tarias.
gente geral: SBGUIN, BORDEAUX
Achare em todas a3 V^Tfnnmririft, Pharnaciafl o Dntgftrics '!o mondo inteiro.
! r

'>' FABRICA OE LIVROS OE ESCRIPTURACAO
UOAMIMIA9A* ? MUTAQAO

GQanoel J. de CQiranda
- 39 -* EA -*- DUQUE -* DE CAXIAS *- 39
NUMERO TELEPHONICO 194
------ S^S^SM^^O *----
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75_:"

,*-..* w ".:
IDO IMPEKMEAYEL
f JWCtn A ,str.> .-onferro-se por urna semana oui todos os
o alca*, anrt e tto.aBtu.ftln-i-' de coa! Pret0- Uma "*
, .ostro torna a,.par IUhifci.mmur.otariBa-CM."', G" SaitronKiil London, Inglaterr
r
SAUD? PARA
nftnna
TODOS.
PU.ULS HOLL WAY
Ab Piluas pth'tffoa'o v Saneas, corrfgem odas as ieaordems d Estomago 9
os Mesttnos.
Pbftalecem a saude daa consntuooes delicadas, r sfto d'um valor incrivel para todas asjnfermidaiior
petttHare* ao sexo feminmo *m todas as edado. Pra, es meninos assim como taan>m-pa' as
pessoas de idade avanoad a eficacia* ineontestaveL

*o.
au wdiciaaa alo pr^fatada simtOSt no B>talKl*cicnea W orpon mra lit ws, otsota tirwt); ioitmb,
E TcnawM* **** sharnuula domirdM.
ff
ti
E

eom as Exmas. Familias
Voiles de cores para vestidos a 240 r. o oovade.
Setins maco, verdadeiro, a 700 rs. o dito
Merinos pretos, garantidos, a 10200, 10500, 1*8C0 e 20000 o dito.
Rendas de Hespanha, todas as cores, a 244 Percales fin asi mas a 20 J e 240 rs. o covado.
Sargelins, completo sortimento.
Metins, novidades em padroe, a 300 e 320 rs. o covado.
Maniilhas modernas a 10000 e 10500.
Cambraiaa Victoria, fina, a 20500 10 jardirs.
dem transparente a 30000, idem.
Guardanapos com franjas, duzia, a 10800.
Meiaa inglesas, superiores, duzia. a 30009.
Lences de bramantes a 10800.
(Jobertas de ganga, forradas, 2 pannos, 205CO.
Colchas francezas 20C)OJ.
Cortes de ustao de cores a 10UOO.
dem de casineta-para calca-a 10009 a 10200.
Bramantes de 4 larguras a 800 rs. o metro
dem de puro linho a 10600 o dito,
Brins pardo e de cores a 240 rs. o covado.
Pecas de madap&> superior, 24 jardas, 50500.
Caemiras, duas larguras, a 1800 o dito.
Cortinados bordados a 50500 o par.
Panno-de cores pera mesa a 10600 o covado.
Atoalhado bordado, a 700 rs. o metro, duas larguras.
Toalhatv felpudas para banho a 1-5000 urna.
dem de Lbyrintho para baptisedo a -250000 e 305000.
Redes de cores a 30000 urna.
Todos o artigos de nossa casa b3o vendidos em confianca.
As vendas era grosso teem o desc-nto da prsa.
59Rna Duque de Caxias59
i
1
#


1
Loja de
h
M (iALHAES
CAPSULAS TriaCNOTl
Molestias Condenciaes
Copahija Copahiba e Cubetos.
CopaMbc e Essencia de Sndalo.
Essencia de Sndalo e citrino paro.
Oleo Resina de Cubebas.
Oleo Resina de Cubabas e Essencia del
Sndalo,
lodureto d potasslo.
em CHEIRO NEM SAROR
Depositarios sm PERNAKBOCO
a snva-4 c.
f
(AO 20)
Urna duzia de lenos fieos, em caixa, por
20500.
Urna peca de esguiao de aigodSo bom por
30500.
Urna peca de cambtaia Vict.>rift reguar
por 20800.
Urna grinalda e veo para aoiva por 70000,
80. 00 e 90000.
Um espartilho tino eom um toque de mofo
de 120000 por 50000.
Urna duzia de meias finas para h raeni
por 50OO, 60000 e 70000.
Um chambre de cretone, cores fixas, a
40500, 50000, 60000 e 7000.
Urna GuarnicAo de crochet branco e ma-
tisado por 70000.
Um colcha de cor por 20000.
Urna sabida de baile por 2000').
Um covado de cachemira de hstra de 2
por 10200 (duas larguras).
Urna duzia de ceroulas de bramante de
algodao por 140000.
Um corte de cambraia bordada por 1800.0
( branco)-
Um covado de cretone voe por 400 rs.,
barato.
Urna toalha para banho 10500.
Um covado de fustao branco, padroes bo-
nitos, a 360 e 600 rs
Urna duzia de toalhas para rosto por
30500, 4:0O0 e 50000.
Um leque transparente por 20500.
Urna pega de madapolao americano com
24 ardas por 60500.
Um covado de flaoetla branca por 400 rs.,
de la.
Urna pega de breo branco, cor lisa, mati-
sado e creme por 20500 e 30000.
Urna duzia ne camisas ailemSes por 360,
com e sem collarinho-
Um cortinato de crochet para janella por
70000.
Urna pega de cambraia
(AO 2)
de salpicos bran-
eos e de cores por 40000
Um metro de atoaHmdo de linho pardo
com matizes brancos a 30000.
Urna duzia de meias de senhora, em ca xas
de madefra, por 1250f<0-
Um corte de linho bordado com matizes
de cor por ,130000.
Um covado de fustao para roupa de ho-
rnera a 800 rs.
Urna duaia de lencos com barras Dor
10300, barato.
Um covado de chevioth preto 2000 .
lima camisa de flanella, gaalidade regular
a 20500.
Um metro de bramante de linho, quatra
largaras a 10600.
Um covado de gaze arrendada du urna se
cor por 500 rs.
Um covado de la amazonas por 400 rs.,
bonita.
Um casaco de Jersey ricamrnte bordada
por 60000.
Um vestido para menino 40000.
Um palitot de seda palha 80000.
Um palitot de alpaca preta 40500.
Un guarda-p para homem 60000.
Um corte de metim em cartes, alta ne-
vidae a 73000.
Um metro ii-.r ba--.xnte de algod^o, ovia-
tro largura, a 10100 e 1*200.
ai covado r>e bnm prrdo 28" r=.
Um Cuvado de crep pava coberta 600 rs.
Um covado de crwie de \? 24i rs.
Um cavado de rerla re?panbola co -. ra
metiM-de largara 2-SC0.
Um-eov'do de paim* da U.istt* 10 00,
10* J-xS.il; e 10*t>
Um metra de ateathsds bran
LASCO.
Um guarda-p para seuhoia 1O0O> 0.
Um palitot de hrirn pardo 4050''.
lavrado por
XsTO'VXaD .A.DO DSS
Extractas de diversos fabricantes.
Kalendarios com perfumaras.
Caixas com perfumaras.
Roupas para bachos salgados
20
Ra J.deMar^o
Jiinl^ ao Lonvre
F tas de todcs a? cores c argur.-.r.
jorcados e entremeios".
Luvas de seda.
Plaste ns de cores.
20
& C.
a-m% ummTwm^u
Vfjwfai aasa vapor
VJoendas.
Rols Taifas ftmdida^'e batida.
Taba1 batidas. semcrat^o
Arados.
:
.



-


.---
XL


i^1T



PELO
I
>
i

Dr. Abilio Cesar Bor
BARiO DE MI"A||tBIS
OVA EDIfAO
Correcta c augmentada de 32 pequeos e icteressantes artigos sobre conhe
cimentoa elementares' muito uteis para enriquecer a memoria e a intelligencia dos
meninos com grande copia de termos e de ideas, e para despertar nos mesmes o es-
pirito de observacSo.
NOVO FRIIEIM LIVRO DO MESMO ALTOR
Completament^reformadoe o terceiro livro, a venda com gr.ndes abate
imentos na .
Livraria de F. P. Boulitreau
antecessor de <-. Laport dt C.a
46Rua do Imperador- 46
Livraria Gontempora
nea
liMlrnmeuio de mnclea
BoinDardo, bombanlino, barytono, troa..
trombone, helicn, saxaphone. carrilon, born
caixa, pratos clariuitas flautas.rabecas, viole*
realejos, caixa? d msica, et%, etc.
Papel pintado
para forro de salas, quartos, gabinetes, corres
res.
Molduras
douradrs, pretas e douradas para qoadros.
Malas
para viaeerr, diversos formatos, especialice:-
para rc-upa de senbora e camarets.
Novidades
para presentes, escriptorio. teucador, etc., etc
RAMIRO M. COSTA & C.
Kua Prtmeiro de Harto n.
erior vinho de Al-
cobaya
0 acreditado e antigo armazetn do Lima pa.'
ticipa ao publico e aos seus fregnezes que acal
de receber urna nova remessa deste especiai
vinho, escolbido propriamente pelo ooefe desta
casa, tornando-se recommendado por ser purc
e de boa qualidade. Jos Fernandes Lima & C.
ruaBarod Victoria minero 3. Telephone313
Sup
Vende-se
urna mobilia de jacranda, cemposta de 12 ca-
deiras de guarnigao. i de_bracos. 4 consolo- com
tampo de pedra, 1 sof, 2 cadeiras de lona, i
me?a de amarelb elstica, 2 aparadores da me?-
ma madeira, i sof. 2 espreguicadeiras, 1 guar
da louca de amarea, 2 comandas de Jacaranda,
1 toilet de junco, 10 cadeiras de jurco, 1 cadelra
de amarello, de babnco, 1 mesa para jogo. 3
marquezes. 10 quadros proprios para sala, 1
mesa de picho para jantar, 1 lavatorio de jara
randa com pedra. 1 dito de aman-llo. 1 mesa
para cosinha, 1 dita pequea de amarello, 3 ca
deiras de amarello; 4 ca, as de lona. 1 resfria
deira, 1 guarda-comida, 1 mesa de amarello
para escrever, 2conso!os de jataranticom tam
po de pedra ; a tratar na ra da Inperatriz n.
14,3- andar.
Attenco
Vendem se parles dos engenhos Tamoat-
meirim e Coqueiros, sitos na comarca da Victo-
ria ; bem como o*sobr;do do um andar n. 57 da
roa Imperial da mesma cktade ; a tratar na ra
larga ao Rosario n. 10, 1 andar. _______
"Cereaes por preso
commodo
Como itjam : mi Mu, t'eijo e fava.
Hevea Pedrosa & C. teem para vender a reta
lhoou em porejio os artigos cima, a roa da Pe
nha n. 33, assim como tarabem vendem farello
de 42 kilos a sacca por MJ800______________
YENHAM!!!
E' na ra 1. de Marco n. 1, onde se
pode encontrar fazendas finas e modas,
sendo tndo por precos rasoaveis como
sejam:
Lana de cores a 200 ris o covado.
Zephiros de cores a 320 ris o covado.
Baptistas de 200 a 240 o covado.
Merinos de quadro a 320 o covado.
FustBes brancos de diversos precos,
chitas, cretones, etamines, surak, setine-
tas de todas aa ce res, casemira inglesa
duas larguras a 20500, e um explendido
sortimento de fezeudas pretas propriaa
para a quaresma e que tudo vendem, por
precos insignificantes, e dSo-Be amostras.
Os barateiros! os barateiros!
A RA 1. DE MARCO N. 1
Bernardlno Campos t C
F0LEETI1
ODIO DE TIGRE
POR
mi: tsssiss
SEGI \A PARTE
SOftOR MARA JOS
(Continuago do
VI
n. 50)
Para engenhos
GUIMARAES & VA LENTE, partea
pam aos seus freguezes e Illms. Srs. de
engenho qne, como sempre, tm grande
deposito dos artigos abaixo mencionados
garantindo tudo de primeira qualidade
presos sem competencia a saber
Cal nova de Lisboa,
Dita de Jaguaribe.
Cimento portiand.
Oleo de mocof.
leos americanos
c.-peciaes para machinismos-
Azeite de coco,
Dito de carrapato.
Dito depeixe.
Pixe em lata.
(5 ga!5es.) #
Kerozene inexplosivel.
Graxa em bexigas.
Gaxeta de linho.
Potassa dv Russia.
(em caixas, barriquinhas, latas grandes
e pequeas.)
Formicida Capanema.
6- -Corpo-Santo6
Canarios
No arraazem da ra de Pedro Affonso n. 6, ha
para vender prande porgao de importante a-
narios belfas eallemaes. cujas precos razoaveis
se farc conforme a qualii nde dos me3mos.
Agua mar vil hosa
Com a appicaco desta agua, quem soffrer fe
espiobas. pannos sards, femdts e vermelh'do
do rosto, ficari perfeitaraente curado, rtconhe
cendo a, desse modo, como ubico especifica
eficaz. Alem desses effeitos, tem ella a pro
piiedade de, tomando a cutis limpa dar-lbe u
cor natural. Aeida vidr quecusta ^t, acom
panba a respecti 'a indicacao do uso.
Abaixo as pomadas
Vendem Farias Sobriono &C.,1 ra Mrquez t
Olipd n. 41.
Mercearia
Vende se a da Can.boa do Carmo n. 2 ;
tar na mesma.
a tra
Pao centeio
Mello & Bit-t tendo recebido nova remessa de
farinha centeio, avisa aos seas fregnezes que
continan) a fabricar este delicioso pao centeio
todas as tercas e sextas-feiras ; na ra larga oo
Rosario n. 40.______^______________
Armacao
Vende se urna boa armacao ie amarello, em
bom estado, propa para qualquer negocio, a
qnai se acba ra Bario da Victoria n. 61 ; a
tratar na rna da Imptratriz n 12 loja.
Vende-se
Quem nao comprar o grande kiosque con
'ronie a escola modelo, bem afreguezado, o pre
tendente pode ver para crer. por prego commo-
do ; tratase no mesmo.
O Sr. Dins fechou o lbum e tornou a
me*>el-o na gaveta.
Sabia o qae desejava-
Recommendou ao Sr. Mnard que con-
tiamsc as investiga93es para encontrar
Aaonio,o aprendiz de Paulo,e como
se aproximava a hora do comboio, foi d'alli
heito para a gare, onde se despedio do
te de negocios, agradecendo lhe com
o acolbimento que elle lhe tisera,
ois de bem inttallado no seo com-
lento, fechou os olhos e come^ou a
renHair o resultado daquelle da de tra-
Em primeiro lugar, disse elle com
os sens botles, o Sr. Moulin tem razio ;
foi aeu antigo amo quem o mandou enve-
neaw.
c Alm disso, o odio do conde nSo se
satisfizera com o crime perpetrado em Ba*
tavia.
c Mas eu tenho aqui todo o relatorio
desse antigo crime, reflectio o polica;
queria fallar deile a essa pobre religiosa, e
ler-lh'o, em aso de necessidade... Bem !
vou saborear agora... Tenho tempo at
Pariz.
c Dizia eu, pois, que o Sr. de Morlac,
nSo tendo sufficientemente cevado o seu
odio, perseguio Van Linden at no filho,
o que explica que Natty tenha sido sua
victima. A formosa Branca apenas por
carambola soffren a sorte do seu amante.
< Em summa, como o. Morlac est vivo,
trata-se de lhe deitar a unha o mais de-
pressa possivel, porque um patife muito
capaz de se furtar ao castigo qne merece.
t Quanto questSo de Paulo Lundi, s
me oceuparei d'ella quando souber quem
foi qne raptou Herminia. E se Lerat tra
balhou hoje bem, j me deve ter prepara-
do o cammho.
f Vamos l, que tive urna excellente
idea em ir hoje aquella bonita cidadesi-
nha f encontrei all gente boa, o que ra-
ro. .Essa pobre religiosa, o Paulo Lin-
di... um gentil e leal rapaz!
Que
grande desgraca amarem-se esses dous jo
veos... Porque, na verdade, nSo vejo bom
fim aos seus amores.
Pensando no retrato de Paulo, o Sr. Di-
niz murmurou, tirando da carteira o volu-
moso enveloppe que o Dr. Yamloff lhe en-
tregara e sobre o qual estava escripto :
A meu filho
Mas onde diabo vi eu j alguem pa-
recido om aquelle rapaz ?
VII
Por muito subalternas que fosem aa
Para engenhos
Lopes & Araujo, venden
precos sem competencia
ajarantindo a boa qualidade.
os artigos abaixo menci
nados.
Cal de Lisboa.
Dita de Jaguaribe.
Oleo de mocot.
Dito para machina.
Azeite de coco.
Dito de carrapato.
Dito de peixe.
Pixe em latas.
Kerosene inexplosivel.
Potassiada.Russiaem caixa:
de 10 e 25 kilos.
Cimento Porttend.
Graxa em bexigas.
Ra do Livramento d. S8
Telephone 316
Aviso
Paulino de Oliveira Maia, nico importador
neste estado do importante cognac Pbatoh,
tfndo encontrado em diversas casas retalhadoras
as garrafas d'elle com outro cognac ordinarissi
mo fabricado nesta cidade. vem declarar ao pu
blico e especialmente aos apreciadores do Pha
ton, que devem exigir as garrafas que forem
cercadas por urna rede de Abo rame de lato
arrematada no fundo da garrafa com urna pasta
de chumbo e com urna chapa tambern- de
chumbo no meio da dita garrafa com a mar
ca da casa Landau Fils, de Boideaux*, a rdlha
msreada a fogo com o mesmo distico, orna
capsula de chumbo verde e amarello com-a
feguinte uravac&o no alto : Landau Fils '
um passaro no mar) Bordegux, sendo
quadrado com ijjoal inscripeo e no
urna etiqueta verde com duas estrellas.
Especialidades
PAST1LHAS HYGIENICAS PARA
AO ENDER O FOGO, supprimin-
do o immundo kerosene e dan-
do n'um instante um fogo inten-
so, a caixa com 20 pastilhas
0LE0GRAPH1AS : Io. A importan-
te obra prima de Vctor Meirel-
les: A Primeira Missa no Bra-
zil,grande quadro histrico da
descoberta doBrazil, medindo99
X 76 centmetros de valor real de
15* fpoucos expropiares)
2o SCENAS DE CORRIDAS, qua-
dros de cavados admiravelmente
desenhados e proprios para sa-
las. 26 diferentes, nm
3' RETRATO DE SADI-CAftNOT,
presidente da repblica france-
za, o melhor ainda publicado
CAMISAS DE FLANELLA para ho-
mens. urna de 2 a
PERFUMARAS, artigos para presentes. Quadros
e albuos para retratos. Carteiras para cigar-
ros e charutos. Cigarreiras e charuteiras de
mbar e espuma verdadeiros. Bengalas. Pa-
Selaria. Lencos de linho a 4500 a duzia.
eias. Espartilhos. Leques. Bonecas e brin-
quillos dirersos. Fitas. Bordados. Lnvas de
seda pretas e de cores e eutros muitos artigos
de miuiezas.
Main barato do qne em outra qual-
a ii or parte
NA
Rainha das Flore
Ra do Baro da Victoria n. 41
ni.ivet)" ler^a fera 4
Boyal Blend marea YUDO
Este excellente Whisky Escoce pr
ferivel ao cognac ou agurdente de caca
para fortificar o corpo.
Vende-se a retulho nos melhore arm
zens de molhados.
Pede Royal Blend marca Tlado
cujo nome e emblema sao registrados par
todo Brasil.
BROWNS 4 C, agentes.
Alerta com a Revolncao
ma Daqiie de Caxla 48
E' BAEATISS1510
Sur de linho a 4C0 rs. o covado.
Etamines de todas aB cores a 300 e ^DC
ra. o covado.
:f)JX'eoBis com listr-s de seda a 320 e 400
~ rs. o covado
Zephir finos a 20, e 160 e 200 o ao-
vado.
Merinos de urna s cor com duas largaras
a 400 o covado
Casomira com quadros de seda para ves
tidosa 1(J o covado,*fazenda de 20COO
Ditos com toque de mofo a 800.
Merino setim a 1(5500.
Organdis muito fina a 85 a peca, fesenda
^ de 165.
Cortes para vestidos, ultima moda' a T
um.
Ditos bordados a 10)5000 um.
Ditos bordados brancos e creme a 13)5,14,
e 15^ um.
Casacoo de seda francezaa 2)5 um.
Cort'nados bordados a 6)5 o par.
Ditos de crochet a 8)5 10)5 o par.
Fichs de rctroz de prata a 1)5 nm.
Cortes de brim para caifa a 1)5 um.
Luvas de seda a 1)5 1)5500 e 2)5 o par.
Mantelletes de seda preta a 5)5 e 6)5 nm.
Colchas de todas as cores a 2<5, 3)5, 4)5 e
55 urna.
C.vbertas forradas a 2550T urna.
L-nccs de bramante a 1(5600 nm. .
Atoalbado de algodo a 1)5 o metro.
Dito de linho a 2)5 e 2)5500 o metro.
Bramante de 4 larguras a 1)5, tnn^ado e
liso.
Toillets para baptisados a 8)5000, 95OO0
e 10)5 nm.
Bordados e entremeios a 700 rs. a peca.
Sargelim do todas as cores a 200 rs. o
covado.
Toalhas felpudas a 3)5, 4)5, 5)5 e 6(5 a du
zia.
Pannos da r'osta para mesa a 1)5200 o co-
vado..
Madapoln americano a 6)5 a peca com 24
jardas.
Casemira de todas as cG.-es para costu
mes, a escolher, a 25 o covado.
Cortes de casemira de 3)5500 a 7)5 um.
Camisas de meia a 14 urna
Ditas de linho e algodao a 2ft com colla
rinho.
Toalhas para crian ca a 120 e 160 urna.
FustSo de edres para costumee a 500 o co
vado.
Pannos de crochet para cadeiras a 500 rs
um.
Ceroulas francesas, a 1)5000 urna.
Atoalhado de linho com toque de mofo a
2)5400 o metro.
Dito de algodao a 1)5200.
Algodao trancado para toalha a 150(0
metro.
Espartilhos couraca a 4)5000, 55000 e 6d
Lencos de algodSo brancos com barra ;
15200 a duzia.
Lencos de linho a 25500, e 35 a duzia.
Nansuk fina a 120,160, 200 e 240 rs. o
covado.
Chitas brancas e de cores a 200 e 240 o
covado.
Organdis de 800 a 400 rs. o covado.
Setineta lisa de todas as cores a 240 rs. o
covado.
Cortes de fustto para collete a 500 r
um.
Ricos cortea de ves idos de 6C c por 255 e
305, pretos e de cor 38.
CoBtumes de Jersey para criancaa a 7<5
um.
E muitos artigos de moda e phantasia,
que s com a vista, assim como em sua
officina de alfaiate preparase qualquer
costume em 24 horas e por preco Bem com-
petencia.
Na Revoluto
HENRIQE DA SILVA MORED2A
com a
Fils Je
o roWlc
garg*!o
*
100 rs
64000
1000
14000
54000
Cautelas do Monte de Soc
corro
Compra-Be Cautelas do Monte de Soc-
corro de qualquer joia, brilhantes e relo-
gios, paga-se bem na ra do Cabug n
\4. n. Loja de relojoeiro.
Valiosa riqueza
Mcito respetosamente apresentamis vossa
recoohecida prudencia e profunda sabedoria a
noticia de que a cervejaLa Rosa Almaoa
infallivel na cura da enchaqueca e ataques he-
morrboidaes e corrimentos : venda Machado
& C, em grosso e a retalho em todos os estabe-
lecimentos.
Vinho puro de Santarem
Da quinta do Barral
Os proprietares do Armazem Central, ru.
do Cahug n. 11, avisam aos seus distinctos fre
gnezes e ao respeitavel publico que receberan.
nova remessa deste especial vinho, o qual st
recommendapor ser puro da nva, e s se reta
I ha em eu armazem.
Joaquina Christovao & C.
Telephone 447
Azulejos
Com lindissimas cores e desenbos variadiss;
mos, encontra-se para vender um grande sort>
ment desse artigo, proprios para frente de ca
sas, corredores, cosiuhas e banheiros ; por pre
eos aem competencia na ra do Visconde dt
Goyanna n. 4o.
suas func^3es na prefeitura de polica, Ift-
rat era um rapaz intelligente e fino ; alm
de que tinha a ambicao de subir, e espe-
rava com impaciencia que Be apresentasse
urna oca silo em que podesse provar aos
seus chefes as qualidadea que possuia.
De tudo quanto lhe dissera o Sr. Di-
niz, elle retivera principalmente isto : que
trabalhando com elle, fra da rede oceulta
lancada da ra ie Jerusalm, teria proba-
bilidades de se fazer notar.
E Lerat sentia se morrer na sombra,
onde o conservavam as suas modestas at-
tnbui<;es.
Por isso jurara a si proprio trabalhar
em todo aquede mltiplo negocio que lhe
confiara o inspector, e tirar delle o maior
partido possivel.
Assim, jnlgando til aconselhar o Sr.
Diniz a ir a Mans, tivera o pensamento
reservado de empregar a ausencia do
inspector de modo tao hbil que elle nao
tivesse outro remedio senao conceder lhe
urna larga parte no resultado final daquella
interes8ante campanha.
Ocioso seria accrescentar que Lerat, co-
mo digno emulo de Vidocq, nSo punha por
um instante em duvida o inteiro xito dos
planos elaborados pelo Sr. Diniz e execu-
tados por elle.
Ora, ao mesmo tempo que o inspector
tomava o comboio para k- interrogar so
ror Mara Jos, Lerat dirigio-se ra
Dupuytren.
Pelo caminho ia reflectindo :
Se o Sr. Moulin est na pista das
pessoas a quem procara ba tanto tempo,
que o acaso ou a Providencia foi em seu
auxilio, a menos que nao se tenha dirigi-
do a alguem da polica, como em tem-
pos se me dirigi a mim. Em qualquer
dos casos ha alguma probabilidade de que
elle saiba onde est o seu antigo amo, e
visto que temos graves razSes para suspei
tar que o Sr. de Morlac o autor dos enve-
nenamentos commettidos, preciso que esse
bom velho despeje c para fra tudo quan-
to tem no sacco. Depois, ha urna cousa
em que o patrao ainda nao pensou, porqce
nSo se pode pensar em tudo : que Paulo
Lundi nao pode ter sido atacado pelo rap-
tor da menina de R ynold; ora, a menina
de Reynold sabera provavelmente dizer-
nos a quem pertence o botSo de punho
perdido na ra Girardon.
As mulheres ligam importancia toilette
de um homem ; e se o tal sujeito pertence
boa sociedade, com certeza que a me-
nina Herminia lhe via os botoes e se lem-
brar.
Finalmente, o cavallo ferido ainda um
" idicio que nao se deve desprezar, e se
oirn Brunet nao conseguir descobril-o,
resta-nos procurar por todas as cavallaricats
de Pariz ; ha de levar muito tempo, mas
d resultado.
Resumamos, pois.
Primeiro vou ter com o Sr. Moulin, de-
pois com o Sr. Comtois e por ultimo com
o cocheiro.
Depois disso, se Luxeuil nao nos trou-
xer algum esclarecimento da cocheira da
ra Fbntaine de But, preciso recorrer ao
assassino e esperar que elle possa iser in-
terrogad".
Era o diabo se de tudo isto nao reaul-
tasse a prisSo dos v -Iliacos que procura-
mos.
Asim pensando, Lerat entrou em casa
da Sra. Chaboisseau.
A gorda porteira, ao ver urna cara des
conhecida, assumio o seu ar menos gracio
so e veio ao centro do corredor, de mSo
na anca.
Pobbo fallar bo Sr. Moulin ? pergun
tou o agente, tarando delicadamente o seu
chapeo.
Hein?... Ao Sr. Moulin?. re
A FLORIDA
Fitas lavradas com um palmo de larga-
ra a 25000 o metro.
Papel fc arro*-de todas as cores.
' < hapelinas modernas a 55000.
Rendas hespanholas de todas as c5r-s
pretas com o sem vidrilhos.
Lindas guanisSes devidrilhos pretos p&' a
casaco.
Grande sortimento de galSes, pahuas e
rozas de vidrilho preto.
Bicos matisados de urna s cSr como se-
am, granad, azul, rosa, beije, palha, chum-
oo, salmn, terracote e muitas outras cores.
Sabonetes perfumados a 500 rs. a du :
Lindos desenbos para talagarca.
Lencos de seda a 500 rs.
Bicos de seda e de algodao com e sem
vidrilho.
Mantilhaa de seda e de algodlo.
Franjas de seda com e sem vidrilho.
Renda hespanhola.
Collarinhos para homem a 35000 e 450'-
a duzia.
Bordados de cambraia tapada a 400 50*
600 e 800rs.jape5a,
dem com 3 e Ij2 metros, de qnaquer
argura a 15200.
Lencos de linhe em caixinhas a 35COt a
dita.
Meias para homem, duzia a 45000.
dem para senhpra, duzia a 45000.
Finas pulseiras americanas a 45, 6 e
85000 o par.
Cortinados todos de crochet para cem a
125000, 175000 e 195000 o par,alg. ns
de corea.
Ditos para ancllas a 75000.
Pannos de crochet para cadeiras a 80>< e
15000.
Ditos para sof a 25000.
Capel las com veo para noiva a 6500?; e
85000.
Lindos enxovaes baptisados a 85 10 e
125000.
Toncas de setim para baptisado a 35, '' e
55000.
Gnnaldas e ramos de seda, o que ha de
melhor.
Lindas fitas n. 12 para chapeos.
Luvas de seda, cano comprido a 25 pa
Ditas de seda para creanca a 15000.
Dita para moca a 15500 o par.
Espartilhos para creanca a 45 e 45500
Ditos para senhera a 45, 45500, 55O0L e
65000.
Linha de machina a 60 rs. o carritel.
Linha de machina a 600 rs. a duzia.
Albuns de pellucia de diversas cores.
Livros de missa a 15500, 25000, 2550;
35000, e 35000 cada um.
Lindas luvas de seda com salpicos e co
listas, gosto moderno, a 25500 o paz
Toalhas para banho a 15300.
Toalhas para rosto a 300.
Torlhas para mo a 160 rs.
Babadores com inscric5es e paizagem a
500 rs. e 450000 a duzia.
Espelhos grandes com mulduras finas ce
cantos re iondos a 45000 e a 65000 urna
Bengalas flauta.
Grande sortimento de luvas de seda arret
dada com' palmas canno comprido a
15500, 20005 a 25500.
ASSUCAB
Na refinac,ao do Salguei-
ral, alm do melhor assucar
refinado, encontra-se tam-
bern o afamado assucar das
usinas, Colonia Isabel
Santa Filonilla, Car -
Ass.
Precos resumido?.
22Ra Direita22
Deposito da Companhia de
Fiacao e Tecidos de Per-
nambuco
Neste deposito ra do Bom Jesns n. 42,
vende se por pregas nzoaveis e condicoes da
praca, brins d*. algodao de cores e algodlozinhos
de diversas qualidades, e tambern fio de algodao
em novellos.
Armacao
Vende-se urna pequea armacao com seus
pertences. propria para taveroa, por prego ba-
rato, assim como um moiuho e torrador para
caf ; a tratar na roa mperial n. 133.
torquio a porteira meia voz lacrimosa.
An !. senhor, chega muito tarde. Mor-
rea, o pobre homem !...
Bravo diBse Lerat so-rindo .'Muito
perfeita na mmica e na inflexSo!
Que isso ? !... exclamou a portei-
ra zangada devoras e a vaneando um passo
para o seu interlocutor. O senhor quer
divertir-se commigo ?...
NSo se zangue, Sra. Chaboisseau,
respondeu o agente, batendo lhe familiar
mente no hombro ; en tao nSo conhece logo
pela figura os enviados do Sr. Diniz ?
Que, o senhor ?... Pois vem real-
mente da parte do Sr. Diniz, a nata dos
policas ?...
E' tao certo eu vir da parte d'elle,
como verdade a senhora curoprir ris-
ca as ordens que elle lhe deu
Ah! J enterde?... E' a ordem,
como dizia meu defunto marido. E est
muito engaado qualquer sujeito que iul-
gue que me ha de impingir gato por le-
bre. '
Isso sei eu, apoiou calorosamente
Lerat; depois aec-escentou em voz mais
baixa :E agora, que somos j velhos
amigo, d-me inforniac5es da nossa gente.
Ora !... Saos como peros
V
vl-os, meu caro senhor; nSo se ha de ar-
repender de subir tres andares para visitar
o Sr. Moulin e quatro para ver os dous
amantes.
Ea j subo disse o agente subindo
lentamente a escada.
At logo, meu bom senhor, respon-
den a porteira, que murmurou depois en-
tre Lentes:h.' verdade, nao sei o nom
deste amigo do Sr. Diniz. Hei de per
gu o tar lhe quando descer.
Neste instante, urna voz aguda e sibi-
lante resoou na extremidade do corredor.
Bom da, madrinba, dizia essa voz.
A mu PAS LIS
A rna & qii; (le Caxlas Bi
nSVOE MAIS BARATO
E d desenlo a de so.sooo para cima
Vende pelos seguintes pr-'-cos r
Las He qnarlrinho a 160 e 2U0 rs.
Zephyr de qundrinho a 100 e 200 ra.
Percales claras e escuras a 200 240 rs.
Cassas de nma s c6r a 100 rs.
Merio preto com duas lsrguras a 440 rs.
Cachemiras e merinos enfeitados a 400 rs.
Cortes de zephyr de. quadrinbs bordados a
4000.
Fichas de reeda e prateidf s a 500, 800 o
lOOO.
Esgui2o pardo para vestido a 320 e 360 rs.
Brim pardo lito para roupa de meninos a
240 rs.
Cortes de casineta de cores a 1(5000 para
homem.
Colchas de fa e 20000.
Cortinados bordados para cama ejanella a
55800 o par.
Toalha para menino a 1#503 a duzia.
Guardanapos a 18C0 a dita.
Bramante de 4 lsrguras a 640 e 1(5000.
Lencos brancos finos a 1(5200 a duzia.
Espartilhos finos a 4(5000.
Crinolina branca, preta e de cores a 400 rs.
Baleias a 200 rs. a duzia.
Arco de ajo i 100 rs. o metro.
Bicos brancos, de cores e matisados, todos
os precos.
Rendas pretas e com vidrilhos a lfOOO..
Mantilhas pretas hespanhola a 4(5000.
Etamines de c*r, phantasia, a 400 rs.
Tecidos de linho muito finos e largos a
400 rs.
Cachemiras pretas arrendadas a 2(5000.
Sedas de cores com listras ou ramagens a
1^400.
Surah preto e de cores a 10400.
Setins maco de todas as cores a ?00 rs.
Cortes de vestidos de cachemiras bordados
a 150000 e 200000.
Cortes brancos todos bordados a 155000.
Cambraias bordadas e cem salpicos, finos,
a 40COO-
Cortinados de crochet de cores para janella
ou cama a 10400.
Meias de seda para senhora a 35000.
Penteadores bordados a 30000.
Camisas bordadas para senhora a 50000.
Vestuarios marujo para meninos a 50000.
Capellas- com veos para noivas a 60000 e
80000.
Setins brancos, muitos finos, a 800 rs.
Luvas de seda brancas, pretas e de co-
res a 20000.
Meias arrendadas, brancas, para noiva a
10500.
Novidades
Mosquiteiros com armacSo a 150000,
Estantes para msica, para anw^or-
500(0.
Oleados para mesa de qualquer fcsruana
a 40500. j
Relogios americanos espertadore.s s 01)00
80000
Sabonetes finos a 500 rs.
Collarinhos e puqhos deceli a -oa.*
preco.
Fitas de seda, todas as cores e todas as
larguras, desde 320 rs.
Retratos a oleo
Com lindas molduras douradas em alto re-
levo, e muito lindo para um presente eu
para sala de visitas.
a SSaoOO e mala precoa
Qualquer familia que desejar ter um lin-
do retrato bastante mandar um cartao
de visita nSo importa que seja antigo,
basta dizer a cor dos cabello e cor dos
olhos para chegar um retrato desejado.
Para ver, e fazer encomiendas
I Dirija-se Loja das Listras Azues
61RA DUQUE DE CAXIAS61t
PIANO
Vende-se um ptimo pia-
no, quasi novo, do autor Fe-
lippe HenriqueHerv; a tra-
tar na ra da Imperatriz n.
14, loja de camisaria.
Leite puro
4 X
Na estrada de Joo Fernandes Vieira, sitio lo*
go depois das casas novas da direita, vende-sa
todos os das leite poro de vaccas tonrinas e da
erra, garante-se a qualidade do leite.
E Ahanasio, o afilhado da Sra. Gua-
bo isseau, appareceu entrada da porta.
Vesta o seu trajo habitual de aprenda
de pasteleiro e levava cabeca um cest
cheio de pastis e na m"o um embrulho a
que imprima um balanco vertiginoso por
meio do cordel que o at. va.
Ah l vens tu, mandrio gritn
a gorda mulher, tentando emvSo fingir-sa
zangada. Andas sempre a vadiar!...
A vadiar ?! replicn o garoto.
Pois entao que outra cousa fazes tu!
Para que vens c, em vez de te despacha
res a ires levar essas goloseimas aos fre-
guezes ?
Porque vossemec minha prente,
a minha nica prente, e est para mira
cima de todos os fregnezes responden
pasteleiro com um arnioho de censura. A
prova sao estas doas duzias de prateis da
hontem que o patrao me deu e que eu Iha
trazia a si, accrescentou elle, mostrando a
embrulho, ao qual imprima tSo enrgica
movimeato de pndulo.
Ah Isso bonito, sim, senhor, da
um bom afilhado !... Deixa-me abragar*!
te !... exclamon a Sra. Chaboisseau ado-
cicando a voz.
Mas ajuntou logo precipitando se para a
corredor: f
Chiton Vem ah gente.
Entrava effectivamente alguem no pre-
dio to bizarramente administrado pela viu-
va do antigo ofEcial inferior.
Era um homom idoso, muito alto e ex]
cessivamente magro.
Vesta bem e calcava fina luva..
Tinha o rosto trigueiro e o cabello
sttsbs brancas.
(Conintiar-e ha)
Trr> to Ihar'M ; ua uo Uuuur ae .i'.i a. 4i
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