Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16519


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Full Text
MMN
mm
ANNO.
U 2%
- N
50
4.
Vt
J
Propriedade de Manoel Figueirda de Farsa b Filhos


PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres meses adan tados. fiJOOO
Por seis ditos dem. 125000
Por un anno idem...... _23jXJ0O
Cada numero avulso, do mesmo dia. t^lOO
'. Os Srs. Amede Prince
de Pars, sao os nossos aget
elusivos de arffifaDcios e pu
coes na Franca e nglaterr

PARA DE

TELE6BIIAS

mi.
RIO DE JANEIRO, 1.
I horas da tarde.

mu
de Margo, s
Foi removido da comarca de Jaics, no
vtado do Piauhy, para a de Canind, no
ilo ( ear, o juiz Je direito bacharel Alfre-
do Texeira Alendes.
j Fui n>meado ca;itilo do porto do
istado da Pacabybfc. ol." tente da ar-
ada Afit&nio Alvos* da Cmara.^
O Dr. Cavos
k"*Saies,
raiaistra d
>
'*$!-

tica parti para S. Paulo, ficando en-
rregado da respectiva patt%. o ministro
da agricultura Francisco GJycerlo.
Seguiram para o norte :
No paquete inglez Xerthc o Dr. Anni-
! u! Fa'co e seu irinSo Cala* Falcto;
No paquete nacional o novo govjrnador
- o chefe de polica do Estado do Rio
rande do Norte, e o Dr. Pedro Velho
a va' cante. ,
sango u --:;-:- s;i
BERLIM, 28 de Fevereiro.
O pri cipe de Bism^wvk pedio a sua de-
issao de grande chanceller do Imperio
Ja Aliemanha, mas retirou-a depois s in-
stancias de S. M. o Imperador Gailherme.
TURIM, 28 de Fevereiro. .
A Sociedade de Crdito do -Banco Popu-
lar fechou as suas portas e sospendeu seus
pagamentos. >
PARS, 28 de- Fevereiro.
Mr. Bellot ministro de Franca em Lis
>a, vai ser nomeado embaixatler em
na, em sobstituiclo" ao Sr. Marianni,
'ido altiatatnoato." a, -afe.
Agencia Havas, filial em Peniambuco
1.? de Marco de 1 90.
11 di'Dzi'inhr.) de 1883. celeb|P*> entre 0 re
qorri-.iiie ejii.su L- .o|iia?BorfQ&il; fi a esie
iu au >i-u po.'ala.o- cat; r.-querer aos pode-
res publico*, conforme foi expresso em despa-
cho Ue 13 de Janeiro ultimo.
Honila Silva Antones.-Informe o inspector
do Thesouro do vt- io.
Fr forme o inspector geral da Instru gao luldica.
Bacharel Fran ;isco Jos Medeiros.-En:a-
minhe-se, pagan o o supplicante o porte.
Francisco Pedro Cavalcanle Uchoa. Sim,fr>m
recibo.
Gerente da Londoc Brasilian Bank Limited.
Informe o inspector do Tnesonre do Estado.
Bacharel Joo Joaquim de Freitas Henriqnes.
Sira.
Jos Luiz Salgado Accioly Da se.
os Augusio de M-lloinforme o inspector
geral da Ins-.ruccao Publica.
Tenenle Justino kmes Cavalcanle.Aqin
"s*p 4uh- do AQMMrai ^MjKWsafsasjjrmHmta
Pedm'ileItT!arne;q Lms.-Iaffcrme' oi
s|)i cior da linesoururia de'Fazeoda.
Cardoso Innao. Aesta data se autorisou o
inspector do Thesouro do Estado a effectuar o
pagamento requerido, na importancia de eeui
con ios de rfs, fyo previamente pete cofltrac
tante, Gasnsr de Menezes Daomuiond, a devida
hypotnca, squal recatiira smente sobre a fa-
brica e sua rea, nos termos da desao con-
stante do despacho da presidencia de 42 de Ue
zembfo de 1887, edo cilicio de igual data, diri1
gido ao inspector do mesmo Thesouro.
S crelaria d > governo do Estaao de Per
nambuco, 1 de Margo de 1890.
O porteiro,
H. M. da SUva.
^oez.Ao cidadao Thesoureiro para os devidos
Henriqae Florentino da Silva Santiago.A
setco do Contencioso para cumprir o lepadlo
da Junta.
. Hermelincia Amelia de Araujo Rioeiro.Pa-
gfta se\
D- Jthro Jacobina Borburema de Burgos.
Registre se facain-seas devidas Rotas.
Maria Cintra Lima e Joaquim Jos de Moura
Informe o Dr contador. ~
er-
r,
Reccbedoria do Untado de
mamoneo
DESPACHOS DO DIA 1 UE MAK0 DE
1890
HeaxLFonqueau, J-uio Pinta 4 C, Paes 4' Pe-
se^;, Baria Bal bina da onceicflo e Jos Gomes
da Silva Lins.A Ia seccao para os fins devi-
dos,
Felismina Maria da Cocceicao Yianna.Certi
Bqiie-sp.
Antonio Candido de Oliveira. -Certifiqese o
que constar.
: Luixa Maria da Conceicao.Iuforme a 1* sec-
C&o.
J
INSTRCClO POPULAR


DA
UTTERATURA MAZILEIRA
>(os
1
(CotinuacSo)
Sua g'aga derrama
Nos devotos corajes,
E osenche de bencOes
Copiosas.
Oh qoc entranhas piednsas.
De vosso divino amor ..
Oh meu Deus e meo Senbor
Humanado !...
Que ~a vos fez tao namorado
De quem tanto vos oQVade ?
Quem vos ata, quem vos prende ?
Com taes n3 ?
Por caber dentro de ros
Vis fazeis to pequenioo,
Sem o vosso Ser divino
Se mudar.
Para vosso amor plantar
Dentro em nosso corago,
Achastes tal invenco
De manjar.
(Conima)
PARTE 0FF1CIAL
2.
'.icia
*
>
fcioveroo do Estado de Fernn-
bneo
DESPACHOS DA SECRETARIA DO GOVERNG
DO ESTADO DE PKRNAHBCO, 28 DE FE-
VERElRoDE 1890
Abaixo assignados. n^gociaites e "moradores
a povoacao de Jatob do Brcjo.Ao Dr. chefe
de polica.
Abaixo assignalos, com da villa do Cabrob.Informe a Intenden
ia municipal de Cabrob.
Abaixo assignadoB, negociantes, armazena-
rios e exportadores de assucar.Este governo
e solidario com todas as classes tributarias, in-
leressadas no i>em commura lesie Estado, epro-
aira. pelos tneios a seu alcance, alliviar quanto
fosivel e sem deriqmlibrio dos negocios p-
blicos os tacarpos que pe.am soure as mes
Repartieo da Polica
seccao.N. 48.Secretaria de po-
do Estado de Pernambuco, 1 de
Marco de 1890.
Cidadao -Participos que foram hontera re-
comidos a Casa de Deteocao os individaos de
nomes Joo Francisco Qprreia, Jos Pereira da
Silva e Antonio Pinlo de Araujo.
Communicou-rae o delegado do 2o districto
de Ipojuca. que 00 dia 26 do mtz lido obngara
ao individuo .de nome Manoel Joao Pedreia a
assignar termo de beto viver.
Pelo subdelegado do 2o districto de Beb1;
ribe foi remeltido ao juiz 1 competente o ioque
rito policial a que proceden contra a ex praca
do ct rpo de polica Conrado Jos do Monte, por
haver no da 18 do mez lindo esp:mcado a Maria
Sima do Espirito Santo e Agos'.inho Gomes da
Silva.
O.Dr. delegado do termo de Olinda, remet-
teu igualmente ao juizo rmpeteme o que proce-
deu contra Francisca Maria do Espirito Santo
pelo cride de feriraentos praticados na pe**6a
de Cypriaoo Justino de Oliveira.
Tendo, em dat de 26 do mez ultimo, re
qui-itado ao delegado diermq- do Limoeiro a
captura dos crimiQOjrf ifcnoel lqquim de Oli
ira e.Jjs Iija-," proBanaa clorte uO'fitUdoa Parnbfb'a. inconfl te fcri
:io se a zeiosa autondate ao to^mnBmKba
onde coustava se a'harem noun^iaJos 03 referi-
das criminse; e depois de tenaz re6istencia of
ferecida por elles, e conseguio prender o de no-
me Manoel Joaquim de Oliveira, sem que, en
tretaoto, tivefe recorrido circunstancia alguma
deplcravel. #
Infelizmente, devido a insuDnenoia da forca
qu.- na occasio dispanba a autori ade, nao pode
ser effectu.ida a captura de Jos Buca.
Nesta data e de conformidad com o officio
do delegado de lguarassn, propoobo, por conve-
niencia do servico publico, a creado de mats
um districto de subdelegada n'aquelle termo,
com a denominac&o de Cbdo Estevao, compre
bendendo o seguinte territorio : o povoado de
Cha do Estevao e os engenhos Bom Successo
Santiago, Tapir de Cima e de Baixo, Canoa.
Mussupe. Pogytenga, Cayanna. Machado. Aguiar,
Eogenho Novo, MussupiBho. Engenho d'Agua e
Chicha.
Foram transmitidos os seguintes ttulos de
autoridades policiaes enviados esta repartico
pela Secretaria do Governo :
Joao Cancio Cavalcanle de Alhuquerque e Joao
Balbino Ramos, 1 e 3a supplentes da subdelega-
da do district de Tigipi
Francisco Raposo da Cunta Reg e Joao Pau
lo Carneiro, subdelegado e 1" sopplenle do dis-
tricto de onta de Pedras no termo de Goyanna
Continuo a chamar a att--ncao das autori
dades policiaes para o conteudo das seguintes
circulares expedidas por esta repartico :
De 17 de Dezembro lindo, recommendando
que nao oonsintam que sejam apprehendidas e
prohibidas quaesquer publicacoes diarias ou pe-
ridicos, nem perseguidos os seus distribuidores
ou vendedores, devendo, nos casos excepcio
naes ou abusivos, aguardar ordens expressas
desta ebefatura.
De 22 do mesmo ra-z recommendando que
ten ha m muito em attencao as disposicOes dos
arts. 205 e 209 da le n. 1.129 das posturas mu
nicipaes, empregando todas as diligencias ne
cessaras para apprebenslo das armas defezas,
sendo os seus possuidores punidos rigorosamen
le de accordo com a lei.
De 22 de Janeiro i 3 correte anno, no sentido
de promoverem por todos os meios a re iresso
da vagabundagem. obrigaodo os vadios e vaga
bundo3 a terem urna proflsso decente e licita e
fzeodoosque a 1 so nao se sujeitarem. a as-
signa-em termo de bem viver para serem reco-
Ibidos a cadea no caso de infraeco.
De 31 do referido mez de Janeiro, recommea-
daiido que providenciem no sentido ce serem
os mendigos e especialmente os cgos recolta
dos ao Asylo de Mendici Jade ou ontro qualquer
estabelecimento a cargo da Santa Casa de Mise
ricordia, impedindo que ditos mendigos anlera
a esmolar pelas roas e poetes desta capital, sal
vo aquelles que ft rem portadores de um cartao
fornecido por esta repartico aos que se ach-
rete em condieces de implorar a caridade pu
blica.
Da mesma data cima, recommendando a ap
prehenso de todo os menores encoatrados em
abaa lono, atim ie seram entregues aos juires
,e orphos para dai- Ibes tutor e ocrupacao
De 12. analmente, ao me* de Feveie ro fl do.
em addiiarnento acircu ar expedida em 22-ue
Jan-iro, chama 11.10 a a't'OcSo para diversas dis-
pusicOes o cdigo uo processo acerca da vaga-
bunuag -m e do modo de proceder contra os
mesiuus -
Sade e fratermdade Ao marecha!
Jos Simeii .le Oliveira, mui digno go-
crnanor po vi..no do Estado de Per-
zambucoO Uhefe de polica, Antonio
intimes Ribas.

Alheiro, Fernandes 4 CEncamo be se, de-
vendo pagar o respectivo porte na repartico
dos Correins.
Major Antonio Fer-eira- d' RocIk. Ao The-
souro do "Estado para os fin* convenientes
Anto 10 Jos Ferreira Monteiro. Certin
P-M.
Capito Antonio Co umby -Informe o "om
mand-nte superior da guarda nacional da co
marca do Rio Formoso
AnlO'.i-. Laza da Conceicao. Prove o que
ilega. r
Cainiila do Carmo Toras Informe o iqspec-
tr do Thesouro do Estado.
Empresa Telepnonica Hourgard. Requeira
pelo tnieres?e da Eojoreza quem de direiuo Ponto dos emgrrgado'. ua secretaria do go
rielo como, segundo a clau-ula 5 contracto de yerno das Obras Pudip: '"> a.1 crreme
EXTERIOR
corte tomam p
de Montpensie
Suas magesta'
por urna seman#
OS. infa]
sentar a familia
raes do Duque*
O com boyo
Duque de Moift)
do Meo-Dia no
sidido pelo mini
as ruaa at a
do norte. As -t
transito prestan!
lhe .compet
Heepanha.
de gente.
pinhava o cadarer
Sallecimento do Duque
V resolveram enceirar se
a seus aposentos.
D. Affonso foi repre-'
portugueza .nos fune-
ntpeusier.
lie traaia o cadver do
chegou c8tacao
O sahimento pre-'
muito
ESTADO
Por seis mezes adiantados. '. 3|500
Por nove ditos idem. .*..- .V 20|JOOO
Por um anno idem...... 26(5000
Cada numero avulso, de das anteriores. 100'
fazemo*, in
qualqnexlat^
Coio ae vi
gravidade.
Dia vira
Inglaterra
tem auxiliado para abra&dar o
Sr. Marte no passado debate .politice-.
Panuque o objecto principal -d* con-
ferencia f5ra ratar dos meios dp aefivar a
opprova(;3o de suffragio. e e cofPftiar
n'um circulo eleitoral %uc o Sr. tJaateL
#seja>ar um ami-olfea. ^
Om llustradojlmiblicista, o Sx. Ma-
rints, .chama a atteny^ do governo n'um
u8vvcl artigo in'.italado a Inglxs no Et-
4a justica, traves^ou I trei'o > sobre as manobras que naates dk|a
caminho de forro execojaram no Estreito de (JraJtarits
uram ala no-J^ijuadras ingiezas, ringindo o ataque c a
aa honras-r^ue q^mfl de Gibraitaj.
iikle dThtaato dj; 'Bka & Inglteira'cui
wif'^ncorreTMh' pe J^^leSo J'Hespa
iSo 1 r^ea^ aeom- pardo" britannico prese adormecido, ea
jauitii disperto, e muito!
, r- -! Jlraszniente enfermii^ em resoltado das
cojQimo5?,e8 que a iem afligido ultma-
le-se_ o gove
tado co
eate^ip'
e repilU
nergia.
bastante.
eju que se levant contra a
urna colfigcao de lodos os
EUROPA
O paquete Trent, hontera ohegado da
Europa, trouxe datas que de Lisboa al-
cancam 17 de Fevereiro, adiantando 14
dias s trazidas pelo Don.
Alm das de Portugal, constantes de
duas missivas, p iblicadas na competente
rubrica, eis algumas das demais noticias,
trazidas pelo referido paquete :
Hetpaaha
Sobre este paiz escrev o nosso corres
pondente de Lisboa: ^
Tendo quasi attingido o mximo legal
da emiisao das suas notas, o banco de
Hespanha, propoz ao n>vo ministro da fa
zenda fazer um deposito de 25 mi hdes de
pesetas para obter autonsagSo -de e'evar
de 75J a 875 miihSes o referido mximo.
' O banco (gm j 741 milhSes de no
tas em sircuiaclo.
O banco tem fernecidoao publico, des por ^ f
de Julho de 1889, perto de 05 mil i5e#em portugai ., ,
a Jaique ao Escuria,
onde serSo cel^JraflaB soreanes exequias
Falleceu t^mbesa ha poucos dias sgene
ral Salamanca, ^'nasefa eto X^i. <
sentara praca nu^ oto,'Rpndoffrenjo.wdp .?nte.'
a alferes^em 18-17, "e asenden5o rapid- 'Attrjbue-se lhe a intencaqji0 Be
mente 08 postoiVi-que em 1869 era- -V!*om r..wntn.
ronel. 9k
Foi militar di4pcto,>assigaJ^ano se na-
proviacia 'de t'fTag>aa" eaa operacilea
contra os Cirlistap, e em'Malaga dominan
do-a inturreicijo. .
Deputado abortes de 1876' T IVZ9,
em 1883 recebjp do ministerio P s^da
Herrera a norflfcao jde senador vitalicio.
Deixou viuv'.e dous filhos, ambos mi
litares.
dos deputados acaban o
o dia 8..
segnda faira (10), a dis-
io universal.
o dos diputados, o mi-
armou estar incluinda
;eroa necesaaria para pa-
os- da divida publica, e
fprpjecta nem necessi-
Na cama
debate poltico
ontinuou
cussao do suffi
No con
nistro da faz.
no orcament
gamento doi
declarou que
rio emprestinKl lgum.
Ainda quefnSo t5o terminantemente
como publicaaflalguns jornaes, car o cue,
o ministro de estado defendu diante de
alguns jornallstas o goverao das.accusa
c3es que lhe dirigiram dive-sos jornaes
relagSes
Thesouro do Ksiado de
l'i'r;imliu<'o
DESPACHOS IX) I'IA 2.S DE FKVBBBIRO Dh
1890
dinheiro, que reduzram a suafeservA me- <' j
talica quantia, sem pre raillioes, dos quaes s 81 sao em ouro. "'
O governo obrigado a auxiliar o ban-
co, que aaxilion othesouro publico, eucar-
regando-se di> totalidade da divida tluctu *u
te, sem con ar os 4|9 milhjtea de 4 "/.
mortBrrel.-f^ie tfdsMt- mtk carioir*
IJBCO dfed*--Vtf^**-
" Falleceu no dia 4 do corrente mez o
dnque de Montpesier, Antonio Maria
Felippe Luiz d'Orleans. Nascera em 31
Julho de 1824 em Ncwilly ; era filho de
Luiz Felippe, rei dos francezes, e da rai-
nha Maria Amelia.
Casara em Madrid com a infanta 1).
Maria Luiza de Bourbon, irmS da rainha
Isabel e teve d'esse matrimonio um filho e
quatro- filhas ; a mais velha das quaes a
condessa de Pars, mSi da Sra. D. Ame
lia, rainha de Portugal. A terc-ira filha
era D. Mercedes, primeira mulber de Af
foaso XII de Hespanha.
O finado duque e a general do exercito
hespanhol. E' muito conhecida a serie de
facios que ligam o seu nome historia do
paiz visinho n'estes ltimos vinte annos.
A morte do Duque foi muito sentida
em Sanlucar, onde elle praticava muitas
obras de caridade.
A (Ji ndessa de Paria e a infanta D.
Antonia chegaram no dia 5 noite.
Entre o grande numero de telegrammas
de pezames enviados tanto de Hespanha
como do estrangeiro, recebeu-se um da
rainha regente, concebido em termos mui-
to sem idos.
Na sessao da cmara realisada na noite
de 5, e presidida pelo governador da pro-
vincia, resolveu se lanjar na acta um voto
de sentimento pela morte do Duque de
Montpesier.
Urna deputacao da cmara depositou so-
bre u fretro un a corda em nome da ci
dade. Os tornecedores do Duque dedi-
caram-ihe outra. De Jerez e Cdiz viro
m is algumas.
Os pezames da familia real foram apre-
sentados pelo capitao general da Andalu-
zia, que foi a Sanlucar para esse fim.
Para fazerem as honras militares che-
garam de Jerez o regiment de infantaria
da Extramadura e o de cavallara da Vi-
ctoria o de Servilha urna batera de arti-
Iharia.
A Duqueza de San Lorenzo e sen filho
chegaram de Jerez para darem os peza-
mes infante. Esperavim se de Sevi-
Iha personagens importantes.
Resolveu se tributar aq cadver do Du-
que de Montpesier as honras de capitao-
general fallecido em tffectividade de ser-
vico, e que seja enterrado no Pantheon
dos inf tutes, no Escurial.
Os restos mortaes conduzidos de San-
11 car em comboyo expresso, deviam, ao
chegar a Madrid, ser recebidis n |es ;.c o
de Meio Dia, e com as formal dades pr. -
ceituadas nos regulamentos militares.
A Condessa de Pars pedio ao governo
que se expedisse telegrammas para t. dos
os pontos em que viesse tocar o vapor
Bu-nos- Aj/res, que conduz seu marido a
bordo, atimde o informar do triste aconte
cimento, peme^assim voltar para Hespa-
nha no primeirw navio que regresse pe-
nnsula.
A corte vestir de luto carregado tres
semanas, e outras tres alliviado, pela mor
te do Duque de Montpesier.
- '.e 30 das, 15 pezado e 15 alli-l
viato, o luto que el re D. Car'os e a
mar-jaez 1 de Armijo ex-
poz que Pffctaga. ta'xa querido con-
oedr a v.iiid.idi ttulos acadeaicos,
como se lh tinim op>*to; nem a accei
tacao di> 001 uestao commer-
al j ap Jfc jL* que os governos hespa-
de manifestar
.te exigir o cimpri-
mento J*go !..' do tratado de Berlina,
nSo lie panha. mas sim a Aliemanha
a obrigadaaTsso -. ^>m Inglatera.
0/ cial; ap;|*- ^oven
"as suas SvBjp 'asTp* na^ao.
, E qu de exigir
Jizem ir Madrid, que algumas as-
sociajo.ia operaras de Barcelona es.So
organisac'l'i urna grevt geral, annunciada
para o l de Maio.
r.ucluio o novo debate poltico
acrete da solucAo da t'tima crise, e diffi-
culdauco a*)l>snntsflnn ela conciliasao.
Este debate, annu^viado no coogresso
pelo general '-assola e sustentado pelo
Sr. Romero Robledo, Minea e Martos.nao
produzio os escan latos que os conserva
dores esperavam cjm impaciencia.
Se verdade que o Sr. Gamazo e os
seus amigos declararam que dissentem do
Sr. Sagasta na questao econmica, nao
menos verdade que accrescentaram que
estavam no partido liberal, e reconheciam
a sua direccao.)
Se certo que o Sr. Martos declarou
que estava separado do governo por
aggravos mais possoaes do que polticos,
nSo o menos que accrescentou que es-
tava ao seu lado para a discussSo e defeza
do suffragio, e de todas as ideas democr-
ticas.
O Sr. Sagasta mostrou-se nos debates
conciliadora U ponto, que conseguio re-
conquistar se nao a adhesao, a benevo
lencia dos seus antigos amigos, mais dis
sideotes.
A mesma attitude conciliadora se nota
no veneral Lpez Domnguez.
Os conservadores continala irritadissi
nos ; Homero Robledo e CaBPola entriste-
cidos.
__ Falla-se muito nos circuios polticos
no discurso pronunciado ha dias pelo Sr.
Cnovas del Castillo no Cenro Liberal
Conservador.
E' um discurso poltico de largo alcance,
que principalmente mirou transforma-
cao do partido liberal conservador.
Diz que apoiar essa transformajao, se
ella respetar o que est estabeleai (o com
relacSo aof principios, s instituicSes, s
I eis-orgnicas, aguardando os re.ultados
que a pratica ad.nselhe e a op:n?o san-
cione.
Se tem detendidicom energa as bases
da organis ca > constitucional, tem 8'do
por iuteresse e em defeza da monarchia e
da liberdade.
O Sr. Cnovas foi muito applaudido, e
o seu discurso tem ;ido muito comment .-
do e discutido.
__A inesperada e quasi repentin-. mor-
te do capitn g era1, de Cuba, D. M m .el
Salamanca, produzio enorme pezar.
Todos se re-.-ord rada sua nobre attt 1
de quando, p->r motivo da quesillo da*
Carolinas, dexolveu All;in*.uha a o.-n
decoracSo da Aguia Negra ; das su^s cam-
panhas opatra o^< ;> rl -'as, e ^ ideas de
moralidade que o levanra a Cuba.
F.-lU-s p-ra substituil-o no ex mmsro
da guerra o Sr. odngues Arias.
O Sr Sagasta teve uUimame.nte lar
com o Sr. Castelar, que
. reculher
bTiim convento.
Occupando se do folheto do coronel
.Stoffq^cerca da allianSa da Aliemanha e '^^
da ira^ai para se oppor preponderan
cii. moscovitaf dizem *os amigos do. Sr.
1 'astear que essa illustre orador a annui-
ciouhaj muito tempo, apontando-acjmo
conveniente contra a ambicSo russa.
* Noticias de Londres participam o
grave rumor que alli circula de ter_ido o
conde de Pariz a Havana, no proposito de
fundar naquella capitaV^um centro dos
menarchicos braaileiros mais influentes,
para concontrar os meios de restaurar o
throno imperial.
A imprensa liberal licspanhola pede "af
governo que nao consinta eeee foco de
conspiragSo na grande Antilha.
' Oa astudntes de Madrid, eada vez
mais euthusiasraados oom a enrgica atti
tusados seus iiollegss de Portugal, e com
o obf'lfgu'ho que manifestaba fldalga
nueB poKugueza, na sua lucta' contra a
Inglaterra, preparam om manifesp que
Lser urna nova prova do. carinho e da
admiraHo que a Hespanha, e em Beu no
me, a joventude universitaria, sent sin-
ceramente,
Foi* lancado a?ua na ^arraca, o
novo cruzador Mrquez de la Emanada.
O novo, cruzador, de 7:000 tonela-
das, que se vai construir no arsenal de
Carthagenft* for Acha-se completamente restabeleci-
do o almirante Sr. D. Luiz Pigon.
o transe e
t?nde

^a co. 'erf^ciei
midade o bispo de Segov
Dentro de poucas horas falleceram
0 conde de Panourostro. e 03 duques de
Montezuam e Najara
A assembla nacional republicana
resolveu dirigir urna saudacao affectuosa
aos seuB irraaos os republicanos portu-
guezes presos.
Brevemente dara um banquete, para o
qual foram convidados telegraphicamente
os directores dos jornaes republicanos por-
tuguezes e tambem dois deputados repn-
1 licanos Latino Coelho e Rodrigues de
Freitas.
Na sessao do senado do dia 14 do
corrente, o Sr. Maluquer censurou ener
gicamente as usurpac5e3 da Inglaterra as
proximidades de Gibraltar, apezar do trata-
do do Utrech, sngundo o qual a praca de
Gibraltar limitada pelo seu rec'.nto, e
pedio explicajoes ao governo, esperando
que este nao eonsentir que 03 inglezes
e;.n3truam um canal em territorio perten-
cente Hespanha.
O ministre da guerra respondeu ao in-
terpeilante que o governo se est occu-
pando desta questao.
Para mais completo esclareoimento do
assumpto eis o que se l no Imparcial de
Madrd chegado no correio de sabbado 15:
c Discute ha dias a imprensa ingleza o
projecto d'um dique em Gibraltar, ou
para melhor dizer, em Hespanha, visto que
em Gibraltar nlo tem a Inglaterra o ter
reno preciso para a empreza que projecta
executar.
O que mais nos sorprehende na dis-
cussao dos jornaes inglezes sSo os termos
do debate.
< Nao se disaute se teem ou nSo terri-
torio, porque tendo o a Hespanha, o consi-
deram como delles proprios ; discutem
unicumente o logar e as dimensSes que o
dique deve ter.
au teem os inglezes de direito ter-
reno necessario para o dique.
c Pois roubam-n'o do territorio hespa-
nhol, sem at discutir tal cousa, porque
a d8cuss2o seria pouco propria do syste-
ma pratico da Inglaterra; j quando pre
cisou estendar os seus dominios em Gri
braltar, fes o que teve por mais conve.
niente p ira oa postes das sentinellas, sem
que a seme'haute abuso se opozesse por
partn do ov -roo hes\> .nhul o mais ligeiro
obsiaoul < ou r^ciamcao em forma de nota
diplomtica.
t No tratado de Utrech, em que se
pactuo 1 ced^r Gibraltar, foi dado Ir*
glatarra, nica e exclusivamente, o pe
nhasco; hoju gragaa ao processo de em
p- mar o qoe 1 '< taita, os dominios,
ngiezei te "ii-se :st?ndido, de facto, por
un i.rto d> ten-.' 1 11 hespanhol.
Agora, por motivo do dique projecta-
d j, os ugSBBrts levar "o mais adiante as
suas sentineius. tao serenamente como se
esas f m ngur.n ie xadrez e o solo
besp 1 i'l 1 bdeir.i i- uesmo jogo, se o
tr.ive.-no h -sp.niol seguir o proceder an-
tri r tolera d > td r^pingem.
c \ exp 'i gao anda se n2o effectuou,
ala Kod.r t.xir se de tardo o aviso qne
Frsusjf*
'or emquanto as cmaras francezas o
tido republicano e os monarcicos tm
mantido a> severidade e cordura
nce8sariaf* s5o para que regiarm
funtynai o^fegime^. parraeiltar
tortSjtem) coto ii
um* -essEo s^e
delles mandados retirar da sala -ipet.
sos temporariamente dfls suas accSet)
na forma prescripts pelo regim
mar dos deputados.
Recaa se com tudo que a a 1 ide d^s
direjtas nao continu a mantel mes-
ma, porqae no seio dS paludo Balista ha
alguns homens de animo maii r .
.que acon.elham a luta a tod
por todas as forn as.
partido ha duar
oppostas, que se manifestam tos.
raos, que dao nos seus artigo sjg ins
nalistas notaveis.
De urna parte, o Sr.'Graodl 1 : no f-
garo, expoe todas as razBes aue : vam
levar 03 conservadores a seg
litica conciliadora e moderada.
NJto estamos, dizaquelle escriptor, sob
o terror. Pode respirar-se e viver-se. A
maioria republicana lera urna vez ou ou-
tra algum aciesso de mau humor, mas nao
irapeliir aos meios estremos, Violentos ;
tolerar, se nao animar, a applicar;ao mo-
derada das leis ; compreheudeu que era a
do seu interesse tranquillisar o paiz, e qu
est reclama a paz interior e civil, tao
resolutamente como, a ftta externa.
Que a direita, por seu turno, o tenha
entendido, conclue'o^r. Grandlieu, deixe
dormir a questao constitucional, e confor-
me se com o voto do paiz, dando o exem-
plo da prudencia e da boa ventade.
De outra parte, a Correspondence Na-
tiajiale, que pssa por JeT co_ das opi-
niSes reinantes na gente-' que crea o con-
de de Paris, queixa-se conservado pacifica a direita desde o prin-
cipio da sessao legislativa, nenhum pro-
veito d'isso tem auferido. Teem sido an-

*.'':.'.
m
- *:

bulladas as eleicoes de alguns dos seus
membros, e deu-se lhe urna repre&entagao
irrisoria na commisso incumbida de estu-
^Fall^ea^s-foaga e penosa_erfar ^ ^^^
nidade o hispo de oegovia. -^ ,^, 1 1
Chegou o momento de mudar de pro-
cedimento. Por isso, avante pela boa
causa, isto contra a repblica, e con-
tra a maioria. Que os nossos amigos diz
o referido jornal, reivindiquem es seus di-
reitos. Passou a hora das contempori-
sacoes ; apoltica d frag&u.
Qual dos dous pareceres prevalecer ?
Nao sabemos; mas muito de receiar
que seja seguido o peior conselho, porque
o inspirado pelos achegados ao conde
de Paris, que parecem ajustados a preja-
dicar a causa, que inculcara defender.
O Temps declara destituidos de fun-
damento todos os boatos da crire ministe-
rial.
A cmara dos deputados rejeitou por
285 votos votos contra 203 a proposta
que tinha por fim crear grandes commis-
&5es porlamentares annuaes.
O projecto apresentado pala commis'
sao para qoe simples uente se ampliem e
reforcem as attribuico'es da comm383o de
iniciativa, foi em seguida approvado, par-
cialmente, e depois enviado de novo
commissao.
O ministro da fazenda confir nou na reu-
rtiao da commissao do o rea ment os boatos
de empres.imo mencioaadas pelos jornaes,
pois que fallou da consolidajao das obri-
ga;5es sexennaes ; cansignou a necessida-
de de achar novos r*cursos para se che-
gar a um equilibrio serio, e declarou que
o governo est de idido a pedir ao paiz
todos os sacrificios necessarios.
Oepois de urna larga discussSo, bastan-
te confusa, a commissao decidi enviar
outra vez ao governo, ue acceden a isso,
o projecto dos crditos para elle exami-
nar se nao ser possivel addiaf, alguns
desses crditos para o orcamento de
1891, o qual segundo a declaracSo do
ministro, deve ser dotado de recursos suf-
ficientes.

\

-


O ministro da fazenda expl'cou que
a suppresso da a ortisajao dos 21 mi-
lhSes relativos s obrigacoes sexennaes
nSo pode destruir o equilibrio es:abeleci-
do, p. rquanto essas obrigagoes vSo des-
apparecer todas emglob^das por um til*
prestimo de liqnidajao de cerca de 330
mlhSes de francos.
O ministro nformou assim o projecto
de emprestimo, de que se tem fallbdo tan-
tis vezes.
0 juiz de instruccSo de Pars, aca-
ba de mandar instaurar processo criminal
contra os Srs. Laveissire, Joubert e Se-
cretan, administradores da Sociedade do$>
Metaes, e Hentsch, presidente do conse-
lho de administracao da companhia
i'Escompte, por distribuisSo dos dividen-
dos ficticios.
O Sr. Secretan tambem processado
por assombarcamen o de- mercad -iras.
O du ue de Orleans chegou a 7 de
Fevereiro a PariB, e apresentou-Be no
voluntariado do recrutamento p^dinde-
para ser encirporado no exercito francs.
Foi mandado apresentar se ao m p. steno-
M




1
'






..
I
pambi.co- iumuigo de 2 Mar onde encontrn a mesma re-
do duque de
de Mfcoonduai
onde declareu
a guerra
casa.
Parti entao para casa
Luynes; eahjrti pme
doprefeituraetegfaia,
que tendo atOajid. sua maiondade vi-
nha'cumprir o w dafcr de cidalao frac
ees, faaendo o aervio miar.
O prefeito daee-lber qwse aofcava era
presenca de urna lei formaiy qo* o otaU
va ptisSo.
Foi entad transportado Cenciergene
onde est sendo "tratado com as maiores
attencSes.
A's 6 1|4, momentos antes da pnsfio.
o duque de Orleans tinha enviado urna
arta ao ministro da guerra, en termos
patriticos, pedind autorisaglo para fa
er o servico militar. E' completamente
desmentido o boato de que o principe fos
se portador de um termo de abdicac2 t de
eu pai, o Conde da Pars.
__ q Daque de Orleans ocenpa na Con-
iergerie o novo quarto arranjado para es
bril
detidos de diatinecao,
mas
?So foi auteri
gado a receber visita alguma.
__Reuniram se varios deputados mo-
narchiataa, e deliberaram largamente sobre
a interpellaclo que tencionavam fazer;
mas, como os pareceres se dividiram, a
nterpeilaeSo dependera da decisao que
tomasse a conaelho de ministros.
Oa jornaes parisienses discutem as con
sequencia que comporta o procedimento
do principe-LuiV Fdippe. 0# Payz e o
ixirml da Debis fresum* que ser
postff ftW da fcronteira. M Repblica
Fruneeza, porm, lembra o texto da lei
de> expulsSo, que estatu a pena de pri-
sio de dona a cinco annos.
No dia seguinte o conaelho de ministros
occupon-e do incidente do Duque de
Orleaas. Oomo texto da lei de 22 de Ju-
nho de 1888 ^armal, a juatica seguir o
o seu oreo, e o filho primognito e her-
deiro do Conde de Pars ser mandado a
respandr em policia correccional.
O Duque de Orleans compareceu
penante o triounal correccional, na 8.a c-
mara, qae e-a encarregada de julgar o fla
granle delicto.
O Duque jjteapondondo ao presidente,
disse que viera 'a Franca para fazer o seu
servie militar, e pedio que o seu julga-
mento fosse diado, para elle poder ea-
aolh ;r um advogf do
0 julgamento foi adiado para a dia
12.
O advogado Ruase defensor do Du
aue de Orleans, sustentar no tribunal a
these de que a nova lei do recrutamento
de 1889 revogou o art go da lei de ex
pnUao na parte referente interdicio dos
membros da familia real a entrarem no
exercito. .
O Sr. de Lamarseile, da direita,
parece querer interpe'.lar o governo sobre
o indulto do Duque de Orleans, mas seus
eellegas esforcam sa para o dissuadir.
A imprensa poltica discute com vivaci
dade o estranho episodio da vida do Du-
de Pars. A imprensa monarobica
mas de associaces Bcientiflcas utjh.
^^Btes. como a Sude lade Je GeagrapoU de
Li.-ooa, ou observado a attitade da AssocmeSo
dos Legistas, da Assoeacao Industrial, da Asao
ciacao Commarcial d LAoa, do grande eorai
om do Saio 4b Trtnide em que as entrada*
Jaaam toda per carite de osante, das dinau
ciasses, do paftBSoraaa, arfceKaas, fatuta, a
reonio aprtame de todo h clero do patriar
dudo convocad- por savemisenaara caras*! de
Lisboa, veri que a coparte ds optma publica
caadalosa e metoqgpibABpao desusado, nrve
'lando os brios patriticos de um povo que ape
as eslava adormecido pelas sereias de um m
differeotismo systbemalico, sombra do qual
tem campeadj as exploracoes da poltica part
dara, as ganancias dos syadicatos e essa cousa
informe que por largos anaos veio assoberbando
a indolencia publica sob o nome sympathico de
tolerancia, mas que na reaiidade nao era seno
um terrivel elemento deleterio e corruptor a
que muitos se comprazem de chamar a bran
dura dos nossos eostumes, mas que a rea-
xaco doentia que a tudo tem invadido e per-
vertido.
No Porto, a reaeco do resentimento publico,
agitada de prmeiro pela academia, tem'vibrado
potente em todos as daaaes soeiaej comoem
Lisboa.
A Liga Patritica do Norte surgi ba poucos
dias desse movimeoto, pez sua frente um ca-
rcter impoi I uto, o mjior tatemo potico, porven '
tura da gerace nova, um bomem descrente de
tudo que nao fossem os seus idaes sublimes,
desprendido completamente de ambiges ooliti
cas pessoaes, Aotnero do Quental emlim qtre
a mcidade eothusiaslica do Porto e de Coimbra
obrigaram a abandonar o seu ascetismo huera
rio para os presidir, sau lando o com ovaefljs
preiieticas e to estronlosas C3m talvez ne
nhuin bomem publico as teuha jamis recibido
em Portugal, sauJ,ic*s secundadas convicta
mate pelos, horneas maduros, pelos Fu acciona
nos, pelos militares, pelos com aer ames, pelo.-
ludjsiciaes, pelo povo dss ras e das Utaicas.
por to%t| emita a quem atwfela la infl
ferver o sangue oas veias e sabir o
que
aecalama o pnncip3 como um
A Rspublique
simp'icsmente que
que j
exulta
bere.
O Fgaro diz que o incidente far des-
pertar do Beu lethargo e rejuvenescer a
idea monarchica.
A imprenaa republicana severa eamea-
fadora, diz que o principe um preten-
dente precoce e quiz com esse passo fazer
rec'ame, como os negociante cujos neg
ios corrtm mal.
Francaite pede pura e
se lhe applique a lei
_ est feit.
O Secuto nao quer que os Orleans brin-
quen* com a lei.
O venement, diz que visto que o pnn-
eipe apenas pedia pira ser admittido ao
wrvico militar, deviam fazer-lhe a vonta
de, assentando-lhe praa de soldado e
mandando-o eacorporar ao regiment den
tro de 24 horas.
?O Radical e a Presse tambem exigem a
applicacio stricta da penna.
O Eetafette, porm, julga que o prin"
cipe nao ae quiz apresentar como preten"
denta c pede ao governo que use clemen-
cia.
Effoctivamente, parece que depois do
tribunal ter conaemnado o principe, o pre-
sidente da Repblica -indultal o ha, man-
dando-o por f ira da fronteira.
O principe completou 21 annos a 6 de
FevereiiO.' Sua mai, a Condcssa de Pa-
rs, e seus irmaos reaidem actualmente em
Villamanrique ; seu pai parti ba pouco
para a Havana, onde ae diz que f.i esta-
belecer um centro monarchico afim de
cenapirar contra a Repblica Brazileira. ,
.A cmara do3 depuudos annullou por
470 votos contra 7 a elei^ao do Sr. (al-
viabac, por TWIouse. Depois discutio a
queetao de remetter o processo da eleicao
ao ministro do interior.
O Sr. Constans declarou que cobria a
personalidade do prefeito de Toulouse, e
ousiderava esaa remessa como um voto de
deaconfianca.
Apesar d'isto os Srs. Thvenct e Cons-
tans acceitaram depois a remessa com a
eatipulacao de qu o perfeito tioava fora
da questo. A remessa foi approvada
a'estas condii-oes. Em seguida foi levan-
tada a sessao.
Do Diarlo de Pernambueo
PORTUGALLisboa, 11 de Fevereiro de
1890
Tem circulado com insistencia e boato de adia-
nento das elcicOes geraes, que segundo seuisse
devem ellectuar se a 23 de Margo, visto que, no
decreto da dissolucao da cmara transacta, a co>
TOcarao das novas cortes fui aprazada para 19
de Abril. ,
E nem assira poderia deixar de ser, nio que-
lendo o governo sabir da legalidade constitucio-
nal para o campo da dictadora, passo perigo-
sissiDJO as circumstancias actuaes de efferves-
encia patritica e deagitaco popular, com ten-
dencias muilo pronunciadas para ama nova or
dem de cousas em que as nstiloicOes monarchi
cas soffrenam radical transformacao-
E' preciso dar s coasas os seus nomes, sen
embiges nem rodeos ou eupbemismos.
Quem assistio aqui presencialmente turbu-
lencia delirante das ras e pracas, depois da
afFronta, que, faz hoje precisamente um mez, a
Inglaterra nos inflingi abosando da nossa fra
ea de recorsos defensivos, Unto por trra
orno por mar, e calcando aes ps o art. Is do
acto geral da conferencia de Benita, de qoe essa
Dolencia frauma das signatarias,-quem, pouco
depois tem tomado parte nos comicios, nao i
de adolescentes acadmicos ou das multidoes
anonymiB qoe os seguiam com enthafliasmo fe-
mdignac&o as faces n'um santo ardor de patrio
tismo, de desejos de desforra t de odio ao iu-
glez.
As infOrmacoes depreciativas para o TiMes de
um tal Gtass Saodeman, iaglez ennqnecidli ne
longos anoas no Porto, afnnaudo entre eutras
calumnias abjectas que os estudantes do Porto
iosultavam as damas inglezas no meio das ras
daquella lidade, fez subir a tal panto a raiva da
populagao e sobretudo da ciaste acadmica, ar
deodo por vingar a nova affronta aue o pitia ca-
lumniador ioglez, qoe exhoriava nessa mis si va
para a folha da CUy os acadmicos portaguezes
a din^irem os seus insultos, nao a mulberes,
mas a bomens que Ibes podessem repoader,
teve de sabir do Porto, julga se que para logia
trra, porque apezar de todos os esforcos da po
licia para lbe guardar a casa e o vulto, natu-
ral que, mais das menos dia, o lizesseem postas
a indigaacao popular, e seria, realmente urna
catastropbe, porquaato a Inglaterraoo deseja
na meliior do que tirar as represalias de qual
quer va de facto contra algum dos seusagen
tes provocadores.
Os acadmicos requereram ao commissario
geral da policia om dicumento que o- llioaese
daquella aecusaco calumniosa, ao que essejna
gisirado se prestou, attestando que nunca rece
oera urna s que xa nesse sentido, nem Ihe'con
stava qual quer facto que autorisasseas ussergOes
de Sandeman para o Times.
Requereram tambem ao vice consol inglez no
Pcrto, um tai O^wald Crawford, o que" tinham
requerido ao commissario de policia; este, po-
rm, respoodeu com ama carta insolentsima,
deixando em duvida o facto e fazene iasina
cues o llosas para o elemento academizo
Depois de todos os desabafos que podessem
suppor contra aquelle agente, nao menos prono
cador do que o primeiro, depois de ser pedido
em toda a imprensa portugueza, mas inutilmen
te, ao governo portuguea que lhe relirassi o
placet, e o pozesse lora da fronteira, um cidadao
(Andrade) do Porto, escreveu lbe energiame.nie
convidando o a nomear as saas testemuahas por
que te dignara bater em dueil > cain elle, nao
ubstaote a vleza do seu procedimento. 0 tai
Crawford em vez de aceitar o desalio tugio para
Lisboa, mettenlo-se no hotel Duran 1. A im
piensa, em vista da covardiatdo insultador pro
vocaate receitou-lhe varios ponta-ps applicados
onde ell's se devem dir, por um especialista gal-
lego dos mais vigorosos.
No club portuense, porqoe a assembla geral
hesiteii em despedir todos os seus socios ingle
zes, bouve tambem mosquitos por cordas. m
segunda reunio, para evitar que os socios por
tuguezes se despedissem todos em massa, to
raou-se aquella deliberacao, a que, todava, os
seus socios inglezes se nteciparara, despeda-
do-se elles mesmos
Em Coimbra, a efervescencia acadmica tem
posto em alarma os indgenas, vulgo futricas,
com as suas passeiatas aux flambeaux ao
som da Marselheza, com os sea3 v.vas e
morras.
Entre as diversas acclamaces deram se vi-
vas Hespanha, Franca, Austria, abaixo u
monirchia, etc., etc.
Chegeu a constar em Lisboa que marchara
para Coimora um regiment da cavallaria aquar
tellado em Aveiro, para manter a ordem, e que
o regiment de infantera, de guarnrco em
Coimbra, seria trocado por outro por falta de
condanca.
Tu io isso assustou immensamente as familias
dos acadmicos ; parece, porm, que as coasas
nao cbearam a esse ponto ; e qoe, depois das
manifestacoes coirabras, dos bandos prcatorios
e dos vivas subversivos, em qoe at o nome u
chefe de estado foi alvo de maaifestaces nega-
tivas, apenas resullou urna deputago de acade
micos ir ao Porto fraternisar rom a academia
portuense, como foi, ha ooucos dias, ao Porto
ouira deputago de acadmicos de Lisboa com o
o mesmo Om. E' intil dizer-lhes que as ova
COta na recepeo de uos contra os outros focara
eslrondosas.
E o governo ? 0 governorecolheu-se ao mais
escrupuloso silencio. Teado coramettido o gran
de erro de diseolver as tortes. n'um i conuin-
ciura em que todas as suas propostas de alcance
patritico leriam sido apoiadas incondicional-
mente pela maioria progressi'ta, qoe Ih'as nao
regatara sob pena de se condemnar maior
iiii'populariaade.o governo digo, livre do par
lamento ao qual nao teria tido outro remedio se-
nao ir informando, erabora em sessftes secretas,
0 corso das negocinges diplomticas pendentes
com a Inglaterra, faz mystero absoluto de tudo
que. des.le o dia 11 de Janeiro se tem passado,
ou ptrventura eneobriodo, com a razao de Es
tado, qoe os seus orgos invoca,n. a lri,s.e reaii-
dade, que nao ter dado om passo, seoo o de
nomear o Sr. Barjona de F.-eitas para nosso ple-
nipo eociario e:n Londres, matando de urna ca-
jodada iiou* cerillos ; primeiro, endossar a ques
lao internicional a um horaem de grande al
canee poltico e de serdadeiro talento, que nao
ha de comprometter os legtimos inti-resses da
patria; segundo tentar a unnuli g;i > de om
grupo pohh <>. a esquerda dynaslica, p la falla
da direcgo de ora chefe prestigioso.
Posta assim a que to ficav.i lhe o tempo li-
vre para tratar de eleicoes, qoe nis-o, Da gran-
des Na i fazem idea que enormes lis'as de ostra-
cismo tcem apparecid< no Diario do Gocerno ;
demissoes, nao s dos empregados administra-
tivos de conoanga poltica, mas dos riscaes e de
outras classes anda, al mesmo dos mais ob-
scuros e modestos, para contentar centenares
de apaniguados que aodavam faraeli-os ha qua-
tro annos, esperando pela vinda do Messias re
generador;o numero das transferencias tam
bem avulladissimo.
Em dous consclhos teem j havi.lo dous con-
flictos e bordoada bravia As eleigOes, segundo
se affirma, hao de ser feitas cabrahni, slo ,
com violencias, porque o grande empenho, na
ai-luali 'ad para o ministerio, nao o bom
xito da qnestao internacional ; mas o de tratar
cmara os seus adeptos custe o que custar,
para o sostentarem...
E quaotas medidas de rcorganisagao milita.1 e
naval, qoaotas providencias de enaissimo al-
cance oio poderia o governo ter ja iniciado, se
em vez da Jissolugao, houvesse aconselhado
cora apenas om adiamento de alguns dias, que
lbe perttiltisse reduzir a projeetos de lei, os
randes commeUimeoU qoe a opiovao publica,
lhe esta aconselhando pela imp ensa, nos com
cios, as associaces cieatificas, as reanies
dos negociantes e dos industriaes. e at as dos
acadmicos, apesar de inexperienles e no pn-
1 meiro despontar da juveniude.
I Todos esses elementos o governo tem deepre-
xado appliea' parece,
f^na eleitorai. st*i tonar adiwcgao do omvi
raem,) na :ioA qse ameaga pdi a. nujaaga e
ardor, nem sempre circandpeot*,' subwerter
quem que: qoe, lente oppor lhe- e aoaiaiil
lal-o.. apittprias instituicjies at, se uastas
achar eaammanifest para a xecugac dos
seus seatiQvnhM de desforra..
Ha. dias, a cmara auoiaau de Lisboa, em
sess pwaurja, approwu aaa grande apaauso
urna propesta da sea preaiNate, Fernando Pa-
Iba Osone Cabnd, eiaatiae dscommiMao exe
sativa, de conroleta mMreste a todo o monmento
deprotesto contra o igoobil e violento ultima
lum da Inglaterra.
Propoz tambem e foi igualmente approvado
por unaniqudade que a cmara municipal de
Lisboa coribuisse com 100:000*);H) (orles)
para a delesa do paiz e suas colonias, sem pre
juizo dos servigossf cargo diadministrago mu-
nicipal, porquanto se eoiitora um emprestimo,
com obngagos de lO, aojuro ae o %. amor
tisaveis em 50 annos, andanfo por cin;o cantos
de ris ananaes a quantia qu: a cmara tem de
despender para fazer face aa enriargos do era -
presumo.
Propoz tambem e resonlu que os nomes
de tres roas da cidade de Lisboa, a do ChUeiro
Ferregial de Cima, e do Tacuro Velbo, se de
nomioassem : Paiva de Andrade, Amonio Mara
Cardoso, e a oUima Vctor Condn.
Que os editaes determinando esta homenagem
de prestancia dos servigos daquelles aossos com
pairious, conuvessem urna succmta exposigao
dos servigos que as regies da frica Oriental
bao sido corajosamente desempeohados por a-
quelles bravos officiaes poYtoguezes.
Propoz mais.que a cmara municipal de Lisboa
appellasse para a inteira ad&eso de todas as
muoicipalidades do paiz, para que em 11 me
de todas ellas, a de Lisboa se dirija, por
va de circulares, a to#ts as communas, ou
raunicipilidades dos pas, que se tizeram re
presentar na conferencia de B vra, para que,
en nome da soliar.edadade pruteinio mu nci ,
intervenbam par.; Wm os seus govera >s
nespanhola, em nome de Portugal, e de se apre
itarepeasameaio ea opportunidale da lia
a*^aHa anti britannica, cmm bate da federa
eio iotpocos latinos.
Dm presidir o Sr. Di. Tneasilo Braga.
-*am os jornaes republicanos conviiam o
as assosiago^s populares a reaakera se
*o do Gremio Henriques Nogaeira, que

8 juro de i I/ <% ao anno, e sendo mortisaveis
at 1963. No orcameato incluir se hao as som-
raas necessarias para acudir aos encargos dos
ttulos emittidos.
Os ttulos serio collocados por sobscrigao pu-
blica e nacional, em dua- ou mais series.
7.
Cria om fondo especial denominado Fundo
hoje (<),s horas da noite. hade ireporama'perman>nte da defeza nacional appiicado s des-
MrOa o monuraent) de Camoes, partindo do i pezas com fortiticagoes e material de goerra.
Terrer do Pago.
A oatoa e flores
da. rtm de nos ser feita jadKga, por meio da arbi
tragem prevista no art. li da acto geral da.mes-
ma confereacia.
Hoave completa ananimidade oa approvago
destas p oposlas da commissA execuuva da c-
mara, declarando a minora repablicana perli-
llial as com o mais sincero enihusiasmo.
De todas- as manifestacoes que at esse dia se
tmiiam feito essa a quti temo cunho verdadei-
ramenie oflicial, com' quanlo os officiaes. milita
res j anteriormente fossem antocisados pe
ministerio da goerra, a concorrerem para a snb-
scripgo nacional, mmfestafao estaque col
ce.va e como tal defesa aos militares.
0 ved*.), sejamas f.ancos, que fez abrir essa
excepgo, como lora tambem o medo, qoe fez
com qoe o governo. t\ horas depois de ter sido
oomeado ministro di guerra o Sr. Vasco Gue
des, auuial govornador geral.da India, mindasse
avisar, noite, a to !os os quarteis de Lsboa
que no da seguinte sairia ootro decreto exone-
rando-0 e distribuiudn a pasta da guerra, inte-
nnameate, ao presidente de conselho de minis-
tros!
E' in liscriptivel o echo favoravel que teve
tanto em Lisboa coma as p vincias.
CoTeu logo o boato de- que o-governo ia diso
solvttr a cmara municipal de Lisboa, onque,
para cohonestar est medida de sabserviencia
para com a Inghaterra, dissolveria todas- asea
.uaras municipaes do reino.
As i" illas <% opposigo, de-todos os matizes
polticos, verberara.n a .lembranga e a^segura
vam ao governo que se tal ousasse fazer, teria a
revolugao no meio da rua-f
Consta que tres dos actuaes ministros. 03 que
mais se distinguirn por sua turbulencia qu u -
do erm deputadis da opposigo votaram em
conselho pela dissalugo da cmara, a pretex
:o ile ter contribuido cara aque la sorna i para a
defesa do> paiz : 03 Srs. Hmtz Ribeiro. (extran
geiros), Fraa'co CMtello li .meo (taxeada) e Ar
royo (marinha e ultramar); mas que o Sr. A.
le Serpa, inclinando se para a opinio contra
traria dos outros seus cotlegas.ssitou e foi ac
pago ouvir el rci sonre este grave assnmpto
A verdade qu; a manifestago oosada da ca
mar municipal de Lisboa ia de frente a todos
os paliativos e pastellices do governo, que tem
envidada tolos os seos esfoAos pm'fate acre-
ditar na p iu -a i.upjrtaaei das manifestages
nacioaaes de patriotismo e desorgo contra o go
vernO ritaan.co.
O re. a resposta que ae ao f-^^aWiromi
nistro.rol participar lhe qoe elle; rt
do Esta
s nawaes, velada de creps
cora ritas negras franjadas de ouro onde se l o
legaste dstico : Pro patriaO povo portuguez.
Com esta d imanstrago se preten le comme-
morar o fazer hoje um mez que o brutal ultim i-
tum de lord Sjlisbury foi receido em Lisboa
Urna grande part; do commerra conservar
hoje os estabeiecimentos com meia porta fe
ebada.
O eminente poeta Guerra Junqueiro escreveo
urna carta patritica aos jornaes, propondo que
este anno. em signal de luto e magua nacional,
se n ) faga n os h mituaes brinqoedos do car-
naval. Lmitando-se as cases de espectculo a
cantar ou representar pecas do seu repertorio,
mas das mais serias. a
Varias irmandades nao latera festas da sema-
na santa, applicaudo as quantias destinadas a
essas solemnidades, ao cofre da defeza do paiz
A irmandade dos Passos da Graga, parece que
tambera nao far a sua procisso annual, dando
igual destino verba qoe essa festividade lhe
custaria.
O tbesouretro da commisso execntiva da
irrande commissao patritica eleita no salae da
Trindade o Sr. m irquez da Praia e Monforta.
Termiiarei esla, j bem exteusa carta, pela
meado rpida de um episodio .accedido ha das
no RtUI solyseu de Lisboa.
A ni un "i ara a etnpreza araa p autora i na inti
'alada Os oortoguezes a frica com o sen-
i i leo.-iv de agitar os sentiraentos patriticos
n i animo do povo mas em boa verdade para
especular cora a questo do d a.
Os espectadores quando virara um pelhaga a
fazer de Serpa Pinto e a bandeira portugueza
arrastada pelo circo e espisinhaJa pelos outros
palhagos e comparsaria que simulava os Mako
tolos, deu urna furiosa pateada e em seguida
parti todas as ca leiras, divisorias dos camaro-
tes, lustres e vidragas,etc.
A policia assistio de bragos cruzados demo-
ligSo que de certo custou inais de um contle
ris (fortes) aos emprezarios.
E u ira. a tal pantomima ridicula foi retirada,
o circulo substituio as cadeiras que o novo des-
pedrara, os emprezarios deram as suas expli-
cagOes nos jornaes e os espectculos acrobti-
cos e equisfes teem proseguido.
Deste incidente podem avallar o estado de
exaltago dos espiritas aqui.
as prqvi&cias nao menor.

lisboa. 17 de Fevereiro.
Esorevi Ihes a 11 pela mala do Vtlle de Ba-
ha.
Depois d se estabelecer a opinio de que o
governo assistia de Dragos cruzados ao uiovi-
raeito espontaneo e patritico do povo porto-
guez, justamente resentido pela brotalidude de
lord S ilisbury. certo qoe muilo e u segredo
elaborava o mmisterio tuna serie de medidas
destinadas a acudir de promp'.o s aspiragOes
publicas, entrando em Irn 'a dictadura.
E' notavel que poucos dias ante correr com
insisteacia em Lisboa o boato de que o Sr. Ao
tonio de Serpa tinha resolvido pedir ademisso
do ministerio, aconselhando o chefe do Estado a
formar om gabinete de conciliago em qoe en-
irasseua os representantes de todos os partidos
raooarcbcos.
Bem longe dessa supposta conciliago cutros
T-- ii os planos que o goverao traiia aa meo e.
Na madrugada de 11, era virtnde das instrue-
ges ferrainanies que o gobernador civil de Lis-
boa, Viscoude de Pago d'Arcos. recebara do seu
ministro a altas horas da noite, na reunio d ,
:.nselbo de ministros, allixaram-se editaes em
Sao receita d'este fundo, alm de muitas outras,
as seguintes i
O producto das deluegoes dos sidos dos
militares da trra e mar por compensago das
despezas cam as reformas militares, segoado a
lei de 22 de Agosto de 1887:
O produelo da remisso de reirutas, ces-
sando qualquer ootra applicago qoe a essas re
eeitas tenha sido nada at data da pnblicagao
d'este decreto
O producto da cobranga de direitos de
merc por mercs honorficas, que e realisar, a
contar da poblicago d'este decreto, seja qual
.or a epocba .a que essa cobranga respeitar;
O producto de quiesquer sobscripgOes pu-
blica*, oh de donativos particulares, que tenhaoi
por tira auxiliar a defeza do paiz ;
O producto das receitas que annualmente
forara voladas pelas cortes com a applicago es-
pecial a este fundo.
O fundo nacional ser administrado por um
conselho formado pelos ministro i da guerra e
da mennh i, dous oflieiaes superiores do exer-
eito e dous da armada, os presidentes da Assn
tiagio Comraercial de Lisboa e da S .ciedade de
Geographia, e o governador do Ban;o de Portu
gal. Os olficiaes sero escolbidos anualmente
pelas cmaras legislativas.
As receitas sero arrecadadas no Banco de
Portugal.
8.
Autorisa o goverao a regularmentar a orga-
nisago das associaces de soceorros mutuos,
para exercer sobre ellas urna liscalisac.ij ben-
fica e dar-.lies auxilio.
O decreto n. 8 joga com o n. 3 e nenhum
d'elles tem uada (om a defesa, do paiz coatra
un uigos estrangeiros.
Minios clubs republicanos teem reccorrido ao
disforc legal de se intitularen! assoaiagdes de
insirucgo ou de soccorros, e a esses especial
mente que visa a tal tiscalisago de que falla o
decreto n. 8. .
O augmento e reorganisago dos guardas mu
nicipaes das duas prime.ras cidades do reino,
evidente que nao tem outro tira seoo o de ga
rymlr mais eflieazraente a ordem publica e faaer
a repressao quando o governo emenda suspender
as garantas, ou estabelecer um raeio estado de
sitio, como este em que Lisboa se encontra desde
o dia 11.
Procurei compendiar o que succedeu em re
sultado 'essas prohioigdts do governo civil de
Lisboa.
Ura grande aoparato de forga da guarda mu
nicipal com os 6u da orlem e de po icias civis,
uns uniformisa'los, outros paisano armados de
gros?os bengalOas estauiouava as proximidades
uo Colyseu, o qual. por o~den da autondade
traba sido fechado, haveolo conira-aniiuncios
nos seus cariases para o espectculo da noite.
Ento o enorme njuntament de povo que s>'
tinba all agglomerauo, veto viudo pela ra nova
da Palma abaixo al aa Bocio. O I; Manoel de
Arriaga e Dr. Jacmtlio Nunes, amnos dos mus
salientes memarns do directorio republicano,
procuravam aconselhar a muitido a que nao
desse pretexto para violencias por parte dos
age.tes da polica.
O Bocio eslava tambera guardado por muitos
soldados municipaes a, p e a cavalla e ura en-
x. i n de policas fardados e paisano.
Para serera ouvidos raaa facilmente, aquelles
lous cavalheiras subiram a ura banco da p ac.
Outro m Lviduo. descoabecilo, talvez da polica
secreta, subi tambera para junto d'elles.
Pare ;e qoe foi o sigual para os polieas e sol-
dados lazerem urna evolugo", prendendo logo os
dous cheles e depois a torta e a direito lo la a
para isso marcou o prasa mximo autorisadt
pela lei ; por consegrante, as eleigoes nao de-
vem demorarse alm de Marga. Quer dizer. es-
tamos s a um mez de distancia do acto eleito-
ral. Porque nao apparece o respectivo decreto,
convoeando os colleios*?
Torna a dixer se que o governo pensa em
adiar a reunio das cortea? e as eleigoes que
t de precede!-a.
Ha j mesmo quem suppouha que os exaggeros
policiae e os alardes de forga, empregados n'es
-tes ltimos dias, teem por (ira preparar disfarces
para o urande lance final, qoe hade dar pretexte
ao adiaraento da reonio das cortes.
O adiamento da reunio das cortes, observa
O Temp, nao seria simplesmente urna violencia
poltica ; at nao serla sraente um acto de dicta-
dura. Seria om acto caracterisadamente revolu-
cionario... Para haver ordem em baixo pre-
ciso que o exemplo venha do alto.
E mais adiaote:
Se a nova cmara nao se reunir deatro da
prazo de 3 mezes, qae para tal Sitado na
secundo acto addiciona! carta, em bom direito
dve julgir-se insubsistente o decreto de disso-
lugo de 19 de Janeiro, o em toda a sua plenitude
de forga legislativa a cmara dissolvida. Vejam
que complkag&a, e que miMerial de incendie
para deitar fogueira .*
Conclue aquelle jornal adiando irrpossivel que
se chegue a lamanbo desvario e insensatez.
Affirmm os peridicos da ooposigo pro-
gressista que a defeza aacional foi apenas um
pretexto para a dictadura, pretexto qoe nao en-
cobre os desejos de lisongear o exercito, qoe em
parte, principia a goveroar raais do qae o gover-
no -conveniencias de arranjir dinheiro para
sopprir verbas orgamentaes exhaastas e costear.
eleigOes,evelleidades de praticar actos de f,rga,
dos que passam por aflirraar a vitalidade das si-
tuagOes polticas.
Esquecia me dizer-lhes que a repressao e
rigores da autoridade coatra as raamfi-slagef .
populares foram anuuneiados no estrangeifo com
muitos dias de antecedencia, circumslancia esta
que tois tera indisposto os nimos, porque tr-
lozein esie pYoeedSmento corao acto de sub
servieute condescendencia ao governo'inglez, a
qual, no discurso da cerda, por occasio da aber-v
inrado parlamento desfigura os factos, e as ax-
plicages da las por lord Salisbur^ e p-los seas
collegas n> gabinete. aioda mais os interpreta
ao .sabor das suas conveniencias.
Ver (adeseja,queaexpe.culago poltica liba-
se manifestameote acobertado em Portugal soba
raovim-.'O'o patrioco. que fa;ia estremecer em im-
petos de colera r vibra vam eiHhusiamosesperaa-
goos na alma nacional.
O goveruo, ou tinba de entregar o mando aa
poder dos slubs e 1as ri|as, ou tinha de mostrar-
se e mostrar a sua forga. O desprestigio interna
espalhara se J pela iuropa. John Lemoiue, tra-
duzrado as impresses correntes. escreveu de
n* emam dos ltimos nmeros do Matin:
La rotfaut titubante, qui vegete ensore dans te
prv/s n'est pos de (orce rsister des s-oiasses
mime mediocres.
Francamente, comraenta uraa folha de Lisboa,
era preferivel a abdicago pura e simples, con-
linuagao d'utn tal estado de cousa?, que o sui-
cidio iflo aviltarat nlo e pela voluutana desag-
gregaga e abandono das forgas.
^
'-
--\, -


;**
do, contribua cora 40 cornos de ris) para a sub dirigentes do. partido republicano
scripgo nacional, S M a Rainbfcoa 20 con
los, S. M. a Sra. D. Mara PiaconV 20 contos, e
S. A. o Sr. infante D. Affonso Ilenrique com
3, total 83 contos de ris (fortes).
0 ministro deu meia volta direita e mandn
negar pelos seos jornaes que o governo tivesse
tido jamis a idea de dissol ver a cmara muni
cipal de Lisbda.
Na ponto, a que as cousas cnegaram, dtxiam
as Nooidades de daraingo (9), entendemos que a
familia real fez rauito bera contribuindo para a
subscrpeo patritica Nao diremos se foi bom
ou mu que as eousus chegassetn a tal estado ;
se era possivel, sem grande esforoo, e s cora
algum tino, evitar que ellas ahi chegassem- E'
intil gastar tempo com discussoes de interes-
;e restnipectivo. Desde que o movimento to
moa a frican patritica e verdadeira-oente na-
cional, que as-u.uiu, a familia real nao poda
deixar.de se assodar a elle, sob pena de se di-
vjrciar da alma do paz.
E ussim como a -cenamos o facto, sem dis
cussoes reirospecti'as. devemos acceitar lhe as
consequencias, resolutamente, sem tergiversa
ges, que s serviriam pira crear situages
equivocas e por isso mesmo perigosas. .1 sub
scriprao da familia real consumma anossa ruptura
definitiva com a Inglaterra. Sem se disentir se
isio oom ou mau, preciso reconhecer a ver
dade imperiosa do facto : a nossa ruptura com a
Inglaterra d>finita, irremediavel.
O carcter da subscripgo nao pode ser at-
teuuado.; de defeza nossa, us de hosblidade
declarada Inglaterra.
- Nao ba disfarces p03siveis.
Desde que nessa subscripgo tomam parte
o povo, as differeotes associagis, os bispos e o
el to d ,s suis ilioces.es, os municipios do paiz,
o exercito e armada, e tudo isio sanecunado
pela adheso do chefe do estado e da sua fami-
lia, a situago est definida claramente.
E' preciso, porUuto, que assim o com pre-
benda o governo, e que proceda em harmona com
esta orieo'agao, que talvez lhe nao parega a me-
llior, mas que hoje se impe a lodos ir resist vel-
raente. J nos importa pouco o que oSr. Hiaize
Ribeiro negocie ou deixe de negociar com a In
glaterra. A ruptura entre as duas nacoes acabom
de consummar se.
E'ciar ae definitivo.
Fosse qual fosse o motivo da determioago do
soberauo : alea jacta est !
Este passo de .sua Jmagestade devia ter sido
da Jo ha mais temoo, ou nao deveria dal o nun
ca, se a isso entendiam o= seus conselheiros que
se- oppaobam razes imperiosas de poltica in-
ternacional.
Ayora, rei e governo tem de tmalo paro base
da sua futura onentago.
Uraa ralba progressista referia-se. bontem
noite uo bo*to insistente de que* Sr. A- de
Serpa presidente do conselho, conhecenijo a
gravidade da siiuacao e a irapossibilidade de
ovurnar no sentido elevado que as circomstan-
cas recominendam ao seo patriotismo, pensava
em aconselhar a el rei a formaga de um gabi-
nete de conciliago, ou antes de concentrago
monarchica e defeza nacional, em qoe en'.ras-
sem representantes de todos os grupos coas ita-
cionaes-
0 boato corra sem contestago dos proprios
regeneradores, e era geralmente, vivamente
applaudido, conta a mesma folha.
O coaselbo de ministros reunise hontem de
tarde, e eslava convocado novo conselho para a
noite.
A opinio mais geral que por abi que se
deveria ter principiado, quando o ministerio
progressista se demittio em resultado do ultima
lum iaglez.
0 chefe do Estado nao devia entregar o poder
aos regenerador;s sem ter ensatado primera-
mente esse expidieo e eonstitaeional.
Iridicava se a tolos os espiritos o Sr. conse
lheiro Martens Fertao, oosso minisl/o junto a
Santa S, para presidir a um gabinete dessa na
tu-eza pelo seo prestigio e cordura I
Os jornaes republicanos convocaran) o povo
d Lisboa para se reunir boje pelas duas horas
da tarde no Colyseu, aflm de se aoeordar nos
meios de se enviar urna mensagem decoogratu-
lago e agradecimento imprensa francesa e
tod3 as esqamas. prohibiudo um deltes a pro
j.'ct i la reuinio popular no Colyseu, eonvocada
pelos chefes repoolicano.s afim de se accordar
nos raeiis de significar o reconbeciraento do-po
vo portoguez s potencia's europeas que nos
teem sido affrciuosas oeste coifliato internacio-
nal, taeuxomo a Franca, a Hespanha e a Aus-
tria. Esta convocarj ara visada pela aatori
|fdad; e portantq eslava tacauttida.
u edital do g)vernadoaa.viI prohibi a. ,
Oatra convocaco puflica. dirigida tambera
(cujo*
fundos digu-se a verdade, tinham subido muito
aqui desde o fatal dia 11 de Janeiro) tinha por
(ira a deraonstraga picilica, mas imponente, de
todo o pow de i.isbaa acompinhau lo a direc-
go do Clmb Henriques Nogueira que iria, depois
das 8 horas da noite, depr no pedestal da esta
ua do cantor do Lusiaoas umi cora de flores
com urnas fitas pretas franjadas a ouro em que
se lia pro patria
E segando edital da mesma data e proceden-
cia, prohiba tambem formalmente est> m.nifes-
tago.
O qoe depois succedeu. ir mais adiante.
0 Durio do Governo dessa raanh trazia ana
serie de decretos diotatoriaes, qoe a falta de es
pago rae inhibe de lhe transcrever na integra,
iias que procurare; resumir.
1 Autorisa o governo a completar as fo-tifi-
cagoes do porto de Lisboa, incluindo a transfor-
migo da torre no Bug:-) (S. Loarenga da Barra)
era om forte couragado;a contractar o fabrico
das boceas de fago necessarias para esss forti-
ticagoes. e a comprar torpe los e torpedeaos
para defeza rab-aquatica do mencionado porto.
Na pe imite linanceira a estas aatorsages.
2." Autorisa o governo reorganisago do
exercito em harmona com as seguintes bases:
1.* Bemodelar constitu gao das diversas ar
mas e servigos do exercito, de accordo cam as
necessidides da defeza do paiz, aproveitando
caavenieulemeute os quadros existentes, quan-
do nao seja necessana a sua arapliago, e.eii
dando se devidameate da siloago e totaro dos
ofli:iaes, olficiaes inferiores e ma3 pregas.
i.* Augmentar o contingente annual, reduzin-
da pelo modo mais conveniente o tempo elfrcti
vo de servico as fileiras;
3." Modilicar a organisago da segunda reser-
va, mioistrando-lhe a in3truccao necessana;
i Cuidar devidamente da instruego das dif-
ferentes armas e servigos do exercito j
5* Attender convenienteaente distribuig)
da forga publica;
6.* Transformar a escola pratica de infantera
e cavallaria em las escalas iudepundeates para
as respectivas armas;
7.* Estabelecer carreiras de tiro em todos-as
localilades onde estejam aqoarteltados os diffe-
reutes dos districtos de recralamemo e reserva, afim
de se poder adextrar no tiro, na s as forgas do
exercito activo e das reservas, como tambem os
individuos da classe civil qoe o desejarem;
8.a Mein orar e completar os armamentos das
diversas armas do exercito;
9.* Reformar as escolas destinadas instrue-
go dos officiaes inferiores.
Autorisa igualmente o governo a fazer altera-
ges na lei do reerntamento.
Tambem nao lixa lmites pecuniarios a estas
auctorsagoes.
3.
Autorisa o governo a reorganisar as guardas
raonicipses de Lisboa e Porto.
Sempre sem liraiugo le verba.
4."
Autorisa o hoverno a adquirir quatro cruza-
dores de nao menos de 3:400 toneladas de deslo
cimento e nao menos de 20 milbas de marcha ; a
fazer construir, senao possivel, pela mdustria
nacional, au cora o seu concurso, duas caaho-
neiras de 600 toneladas e 14 milhas de veloci-
dade: e adquirir duas (locas floculantes para os
portos de Loandi e Mogambiqoe.
larabem sem limite de despezas
5."
Autorisa o governo a reformar todos os servi-
gos dependeotes da direcgo geral da marinha.
N'wse iecreto compreheadem-se, entre oouas
muitas, aulorisages para reorganisar os qoa
dros dos ofliciaes da marinha m*tar. reformar
a lei do reerntamento marttiat, e regnlarsar o
exarcicio da industrio da pesca.
Tambem esta autonsago Ilimitada qaraoto
a des pesa.
v 6
llanda crear, pela direcgo geral da divida
publica, tantas obngacoes de 2O4000 qnantas
forera necessarias para applicar-se exclusiva-
mente o respectivo producto s despezas deter-
minadas pelos decretos 1 e 4.
gente que se nao poude esgujirar.
Cabiram 134 individuos na rede policial e la
.foram levados as encontroes pela ra nova do
Carmo cima a*l ao govetno civil, dando entra-
0; nos calauougos os que al ii couberam ficando
no pateo, (anligo claustro) ao ar livre, de sent-
aellas vista, os que nao poderara ser aecom
lindados nos cubculos da oocia.
Proseguio o mes no apparato bellico em lodo
o da, durante o qual da liaixa-e de toda a cidade alta estiveram e
m i as-portas fechadas, eerrando-3e quasi todas
as partas omplelaraente depois das 3 horas da
tarde.
Cirenlara j folhas republicanas acoimaado de
traidores, lofames, vendidos a Inglaterra, etc ,
etc., os poderes pblicos. Muitas dessas folhas
foram apprehendidas pela polica.
A' noute havia ura bloqueio de tropa munici
pal, com us armas carregadas em torno da pra
ca do monumento de Luiz de Cames, que an-
da ostenta os creps que all foram po-tos era
sigoal de luto nacional por diversos raamfestan
tes. sobretudo acadmicos no mez passado.
M lis algnmas prises se fizerara. O governo
civil reclamara o auxilio de um esquadro de
lanceiros n. 2.
o na ido esta forga de cavallaria ia subindo o
Cunado (R. Girrelli aeorapanlia la de gratule raul
tiiao q .'e lhe dava vivas, como tinha feto no
Rodo, de manh atropa municipal, os soldados
10 raonameato que virara sahir os lanceiros em
direcgo a elles, e que semiram o vivorio, sup
pe-se que julgaram ter a tropa de lanceiros
fraieraisado com o povo das ras, e desataram a
apilar desesperadamente, b n como os palic-as
civis; este concert do rouxnol policial durou
muito mais de um quarto de hora, poz em fuga
a gente do povo e cansou grande alarme no bar
ro.
Foi grande o perigo.
Nao fallo s dos atropellameatos; um tiro,
om s que partisse da farga estacionada ao re-
dar do ra mu nento seria o signal de uraa gran
de morlaodade, altalo o equivoco a que me re
fer e que sobresaltara aquelles agentes da or
dem publica.
Felizmente as cousad na passaram de algu
mas pisadeilas.
Os jornaes da opposigo pozeram a estes es-
lardalhagos da policia o nami grotesco de
campanba do assobio.
Pelas 4 horas da madrugada os presos da go-
verno civil foram removidos para o Arsenal du
Marinha entre bayonetas e all embarcados em
falas rebocadas por pequeos vapore-, nos pa
ra bordo do couracado Vasco da Gama e nesle
numero foram incluidos os Srs. Manoel Arria-
ga, Jaciniho Nunes, e outro republicano chama
do Brito. Os outros presos fo-am paia bordo do
transporte India. De bordo teem vindo os pre
sos, em pequeos grupos ao tribunal da Baa-
11 ira onde se teem afiiangado, mediante a com
ptente esportola.
Foi urna verdadeira pavorosa ; e o governo
vai proseguind i em demoastracoes de forga e
repressao, como foi. por exemplo. o ter manda-
do vir para.Lisboa, diversos esqaadr&es de cor-
nos das provincias, um de E ora, outro das Ven
di Novas.
Dlzem os papis ministeriaes que esses eor-
pos devem figurar em "Maio n'nmas manobras
de instruego I
Mas com dous mezes de antecedencia f
Que cousa meditara elles fazer, observa o Da,
que far levantar as pedras das calgadas, vwto
qoe tanto se vo j preveoindo com tropas para
lhe guardaren) as costas.
Circulara boatos que se ao deliaera claramen-
te. Falla se em qoe o ministerio pea sa muito
lela callada, em forjar um pulido do re.
Nao o sabemos, diz o Diarto Popular, mas
os boatos esp,illiidus pdos ministeriaes. a res-
peito de varios progressislas desconbecidos, e
aquella phrase do Ilustrado acerca da rede, que
pode ser a indiscripgo de ura tolo, nao deixam
de ter alguma sigmficago. Emfim, quem viver,
ver. .
Novuladt tambem para c a censura nos
tbeatros. D'aqui em diante j se nao pora o visto
as cartazes sem que o commissario geral da
polica assista ao ensaio geral do espectculo
Comegou ja esta deliberago por sapprimir-se
na revista do anno do thea:ro da Avenida : Thn-
tim por Um-lim a auparico da figura do Sr. Ar-
roya, actual ministro da marinha.
Farece que vai decretar se em dictadora urna
nova lei da impTensa, sendo para isso tradu
zida e applicada para-c a lei vidente na rep-
blica itaoasa, nuer para os republicanes se-
mao poderem queixar.
Comeca a causar extrantieza que anda na
tenha apparecido o decreto fixando o dia para as
eleigoes geraes. As cortes devem reunir-sea 19
Essos obrigages serao ao portador, vencendo de Abril, conforme o decreto de conTocaco, que
0 protesto da Socieade de Geographia, da
qual forara para o estraogeiro mais de 8 000 ex-
emplares. est sendo transcripto e commentada
cora inuila honra para a sociedade, por muitoi
jornaes europeas e americanos, al por ulgumat
revistasgeralu.ente allieias a questes polticas
E' geralmente considerado oamo urna exposiga
luminosa, precisa e digna do conflicto anglo-por-
tuguez. 0 Sr". conselheiro Barros Gomes diriga
aa Sr. Luciana Cordeiro, se -reiario perpetuo da
Sociedade ae Geographiu a seguinte caria :
Exm amigo e senhor.Felicilo-o sincera-
mente pelo tom elevado e patritico do protesta
da vossa Sociedade de Geographia. Aquelle do- >,
cunelo synthetisa e resumo de modo conve- /
nientissimo os nossos direitose os factos infeli- I
zes ltimamente occorndos. Suppondo que V-'
Sxc o reductor do protesto, nao quero deixari
de liie dizer o qae precede, pois sei que lhe at-(
triuuir algum valor, como vindo do seu.191'
90. --Collega e muito obrigado, Barros Go-
uie>t ^
A cotnissao ejecutiva da subscripriio nactonaf-
para a defeza do paiz dirigi o segrate oflieio at,
Sr. conselheiro Antonio ae Jerpa i'imenlel.mi'*'''
shute do conselho de ministros, visto hive^m-
se suscitada serias duvidas na imprensa b na
seio da coramisso exeeutiva sobre a interprela-
go uo decreto n. 7 dictatorial:
Illm. e Exm. Sr.A coramisso exeeutiva d
grande subscripgo nacional a favor da d
do paiz, em sessa de bantera decidi que antes
de continuar com os -seus trabalbos procu-
rasse saber do governo nV-S. M. se a disposigo
n. 13 comida no decreto dictatoria! n. 7, publicada
no iarjo de nootem diz tambem respito sub-
scripgo que a mesma coramisso est promo-
veado. E' o que respeitosaraente temos a honra
de levar ao conhecimento de V. Exc.Deus
guarde a V. Exc. Mu-, e Exms. Sr. preaidenle
d > ronselho de ministros, ministro e secrelario
d'Estado dos Negocios do Reino.-Lisboa, 12 de
Fevereiro de 1890.O presidente, Confie de S.
Janmrio Os secretarios, Eduardo Abren e An-
gelo da Serna Prado.
Ao que o Sr. Serp respoodeu immediamente
uos segninter termos:
Presidencia do conseibo de ministros.
Illm. e Exm. Sr.Em resposla ao oflieio de
V. Exc. cumpro-me deelarar-lae que o decreto do
governo, que creou um fundo permanente de
defesa oaciaoal, considerando corao receita. en-
tre outras, o producto de suascripges destina-
das a essa defesa, nao tera nem poda ter por
lim obrigar ninguem a entregar lhe o producto
de quaesquer subscripges coatra a voutade ou
as iustrueges declaradas dos subsoriptores, ou
de quem os representa. Foodero todava a V.
Exc. que a direcgo e organisago da defesa na-
cional soe nao podem deixar de s*r urna fun-
cgao exclusiva dos poderes.publico^, e que nin-
guuio pode substituirse ao Estado no deeempe-
uho desta fuaego. Se a co:nraiss;o exueuliva
que V. Exc. dignamente-preside ou qualquer ou-
tra as mesmas circomstaaeias, quizer designar
qualquer destino especial uu.s do seu agrado
ao producto das suas subscnpfea, o governo
acceitar cora reconheciraento essa offeria, logo
que este destino satisfaga aos preceiios adopta-
dos e obedega 3 condices ofiicialmente estabe-
lecidas para a mesma defesa.
No pensamento patritico da defesa nacio-
nal, o governo e o paiz devem cararahar anidas,
porque idntico o proposito que. dos anima, e
o sentimento pela patria vibra unisono em toaos
os coruges iortuguezes.
Dus guarde a V. Exc.Jago, em 13 de Fe-
vereiro de 1890. illm. e Exm. Sr. rende de S.
Januario, presidente da coramisso-exeeutiva da
gr. nde corauussSo da subcripfSo nacional a
favor da defesa do paiz.A. de Serpa Pimen-
tel.
Pela mencionada commissao exeeutiva foi afn
da mandado o oflieio que em seguida transcreVo,
e o seu appeoso :
Illm. e-Exm; Sr.O mandato que esta cora-
misso exeeutiva recebeu da grande commissa
nomeada na reoniao popular da Triodade, em
harmona com o que nessa reunio se delibe-
ren por ananimidade foi o que coasta das.pro-
postas e seu additamealoaue por copia vao jun-
tas. Se as ultimas medidas decretadas pelo go-
verno nos inbibiasera de cumprir este maudato,
teamos de resignal-e, e por isso a commissa
recorren a V. Esc. para que se digoasse expli-
cabas, em nome do governo. A resposta de ?:
Exc. raostra-nos que podemos e bem cumprir a
maadato recebido, nos termos em que uos foi
dado e nesa intelligeacia vamo3 empenhar-nos
no sen cumpr; ment.
. Deas goarde a V. ExcIllm. e Exm._Sr.
presidente do conselho de ministros.e secretar
de Estado dos Negocios do Reino.
Lisboa. 13 de Fevereiro de 1890.O presi-
dente, conde de S. Januario.Os secretarios,
Joaauim Theophilo Braga. Eduardo Abren.
Sesso da grande commissao da defesa na-
cional 5 de Fevereiro.
Copia da proposta e additamea'.o a que se
refere o officlo junto, dirigido a S. Exc. o presi-
dente do conselho de ministros.
i* propoita -Proponho qae a commissao exe-
cntiva fique autorisada u eslucrar e propr
granile coramisso qaal a applicago (ue deve
ser dada subscripgo, visto qoe por eaqvante
ainda-nao pode lixar-se qsM deva ser essa ap-
plicagto, por nao poder calcolar-se qaal aera a
qoantta subscripta. (AsSKna io) Alves Correia.
Approvado por unanimidade.
2." additamento.Propoibo que em todo o


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Diario de Pemambuco-Dming'o 2 de Martjo Ae

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so dAo p< 33a a commisso executifa dar appli-
go alguma do producto A suhicnpgo,' senao
em harmona co o que afiual fr deliberado
pela grande commisso (signado) Pinto Coe-
fco Approvado por uoaniraidade.
Est conforme cora o original.
Li.-boa. 13 de Fevereiro de 1890 Os se
eretanos, Jjaquim Theophilo Braga, Eduardo
Abren
Sao absolutamente correctos estes documeo
tos. E" esta a opimao geral. Tanto a cummu
sao como o governo procedenm bem. a ini-
iativa particular est livre. como at aqu, ha
feudo apenas, como era iudispensavel,' ura cen
tro nico de acco. porque a defes i do reino
assumpto, qu de sua natureza iacumbe ao ?o
verno la nago seja elle qua! for
Foi di*solvida no da 14 a Associago Aca-
dmica de Li-boa, inJoura dos coramissanos de
polica com um troco de agentes 8 ras. s le da
associago, donde fez sahir o continuo, que era
a antea pessoa que l estiva. F-xam posios os
sellos -espectivos depois de trancadas asesoras.
Como os acadmicos tivessem convoca lo urna
reuiiio para o edificio da Sociedade de Geogra-
pbia, para bi se foram encamitibando ao princi
pi da noite; mas a direcgo da Sociedade de
6eographia, a vista do acto policial da dissolu-
&o da Associago Acadmica, reeusou se a col
entir que a reunio se (izesse as suas salas.
Os estudantes forana e pois retirando pacifi
amonte; mas como quer que se]a, conslou, sem
undamento algn, que os acadmicos tinham
deliberado reunirse no pateo do Iastituiolndus
trial e Commrcial, Ha Vista. Isio bastn
para que do governo civil sahissem logo emissa-
rlos a correr para o quartel da guarda mumcip,l
(no Carino.) e grupos de pcli.'ias se encaminhas-
8em para o larg > do Con le Baro e o lelephone
trabalhasse dando ordtns e contra ordens.
Pouco tem,)0 deDois. che.ava ao Instituto lo
ustrial urna grande frga de cavallaria, que foi
postada na ra du Ia?tnuto Industrial, aguardan
do os aconteciiuentos.
Os alumnos do instituto, que erara os nicos
Jue l estavam, forain as suas aulas, ca forma
o costume, cacbalas estas retiraram-se eur
boa ordem para suas casas. Nada houve de ex-
traordinario, era os membros da Associago
Acadmica pensarara em qualqner reunio
aquella e.-co'a. Os soldados e offi aes retira-
ram-se as 1 lloras da noite d-pois de apanha
rem p'quedo urna boa data de fri.
Na vespera traba bavido urna rusga da policia
aos estudantes m> jardira da Escola Polyechnica.
Era all que os estu la ites ltimamente se reu-
iara para d sculir e lomar delibrales 3obre
as suas demoiistrae s patriticas. A forca. re
quisitada pelo secretario en norae do director
da escola, ful os disper>ar O apito de urna
eompanhia da guarda municipal que para all
fra mandada, leve de prender um dos estuda.v
tes que recalcitrava. O estudanle pouco depois
Ib: posto em lbenla iu pelo commissario gerul
de policia %
Urna depu i-.i i de estudantes foi procurar c
Sr. conselheirj Andrade Lrvo, director da Es
tola Polyteclmica queixando se de que o recinto
daqneile eslab lecimento scientilico fosse inva-
dido pela p.liia, nao sendo permittido ao-
alumacs renoirem se all. O Sr. A Corvo mati-
dou dizer Ihes que nao tinha requisitado a torca
a que alludi.m, mas o secretario 1
Neste jogo de empurra, decidir n ento os
delegados dos estudantes ir procurar o Sr. A.
de Serpa, presidente do conselho e ministro do
reino iue os re ;ebeu com muits cortezia e affa-
bilidade. dando-llies patemaes con-elhos. para
que se nao fizessem instrumento dos manejos
republicanos, e exprimindo a muiti Bjmpatoia
que Ihe merece a claase academi -a.
Apezar ne todas estas palavrinbas doces e
afectuosas demoustraces de sym jathia_ 24 ho-
ras depois eslava dissolvida a Associago Ac
demica.
Fallou se em que a latra orgo da mesma
associago e mais luribundo na linguagem talvez
que as propna-1 folbas repablicauas. E' certo
porem que at agora, a Patria tera continuado a
sabir, coin a nica differenca de intitular se Or-
go da Academia em vez de ser orgo da Asso-
ciaco Acadmica.
Esta sociedade ao que parece nao funecionava
em condiges legaee, mas cora a longanimilade
babitnal em bmpos nouiaes, n'este paiz, tinham
3 >0'i.res pblicos fechado os oluos sub' a.
alta de formal: ade-i essfti-aes com que existia
aquelle centro da juveuiude escolar.
Moralidade : foram os estudantes tanto em Lis-
boa, como no Porto, em Coimbra era Aveiro e
outras eidades do reino que exaltaran) por suas
demonstraees o resentiuiento publico desde qu
o paiz foi ultrajado torpemente pela Inglaterra.
Elles e s ellea, por assira dizer, que iniciaram
cora o seu ethu-iasao juvenil o movimento pa-
tritico de que saturara a subscripgo nacional
para a def sa do paiz, os discursos vibrantes de
indignago vehemente, a desforra commercial.
on boycutt'ige orno l fra Ihe ch mam e de que
j se esto dojLlo muiu os industriaes de Ma i-
ebester, e >l' nt em pouco as sociedades mi
neiras de Newastle, os proprios commercian
tes da City, a colonia britannica do Porto, que
muito iniieio-a e opulenta, acu lindo a resalvar
era urna de arago collectiva qualquer respon-
sabillade, que Ine podesse ser imputada pelas
calumnias enviadas para o Times por ura doa
seus correspondentes inglezes em Portugal.
Como consequeacia d'esse movimento febril
impulsionad) pela gente moca das escolas, que
se tem or^-anisado os numerossimos centros de
contribuico espontanea ; veio ap3 isto a de
monstrago altamente significativa da cama-a
municipal de Lisboa, a subscripeo de el Rei e
da familia real paraadefesa nacional, e no couce
da procisso os decretos Jictatonaes, coroaudo a
obra do rompimenlo formal cora a Inglaterra.
Pois rauito bem. os estudantes agora que a
phase das demonstrares espalhafatosas vae pas-
sando, porque um povo que se prese, por maio
res que sejam os seus aggravos nao ha le licar
eternamente a grit r como ura possesso, os estu-
dantes digo, sao encaminhados com mais ou me
nos dureza pelos poderes constituidos, sua
condico de meros expectadores do movimento
que iniciaran), dizendo se Ibes em boa lettra re
donda que os que nao teem ainda toto para de
liberar nao teem direito a perfumar os poderes da
naco.
At all eram elles, por assira dizer. os din
gentes da opiniio, apesar de imberbes e no pri-
n ro periodo da adolescencia, aspirantes a offi
ciaes de trra e mar, fazendo demonstraees cal
lectivas, e ingerindo-se com a oosadia e irrefle
xo incomparavel dos primeiros annos em ques-
tes de governaco publica.
Mas des le que pelos seus discursos e escrip
tos, nos seus comicios e jornaes, denuneiaram
que se inclinavam decididamente poltica re
publicana, o governo, que j nao carece do seo
concurso para cousa alguma, pois que a opinio
hade receber as suas medidas dictatoriaes de de
fesa a todo o transe, os estudantes passaram a
ser. alvo das admoestages severas da autoridad?
qu.: Ib^s vae cortando as voadeiras com toda a
semaeremonia.
Tildo isto lgica d sde que o governo accei-
tou ihepto dos republicanos e se resiveu a en-
celar a lu ta porfiada e tecacissima com os ad
Tcrsarios das iastituices.
Ainda ha dous dias se lia numa fj!ha monar
chica da opposico:
O governo travou lucta franca e abertamente
com o partido lepublkano. Um d'elles tem de
guecumbir. E' mellior diz'ir assim as cousas pelo
claro.
/
Foi ha dias publicado pelo Commereio do Porto
um telegramma do seu correspondente de Ber-
lim, dizendo-ltie quo as potencias, que consti-
tuem a trplice allianca, dirigiram a lord Salis-
bury urai nota amigavel a favor de Portugal, na
qual se nao aprofundava a causa do conflicto
luzo-britannico.
O que certo, porm, que a ruptura entre
Portugal e a Ii.glaterrd um facto consumado.
Esto perdidas todas as esperancas de reha-
rermos os territorios do Chire e de Mashooa em-
polgados pela Inglaterra.
Na falla do throno da rainlia Victoria ligura se
que a Inglaterra fo; aggredida e Portugal o ag-
greasor.
O governo britannico consi-lera os seus pro
tefctorsdosno territorio dos Mashona e dos M..to-
tolo como cousa feita e decidida. Nao ba litigio
pendente, nao ha direitos em discusso.
A promessa de evaqoaco. feita pelo governo
portuguez, poz termo ao conflicto I
A par d'esta linguagem fementida, nota-se que
o governo portuguez, seguido as revelaces da
telegraphia e da imprensaestrangeira, ainda nao
tenhatexpedido o seu memorndum s potencias,
propendo-lhes ama cooferena arbitral para a
Folucao do conflicto anglo pertuguez. Todava
consta qu: se irabalha n'elle, e o que elle ha de
suggerir uraa intervenco internacional.
A'ultima hora refundi se Ihe o texto, (diz
ura telegramma de Lisboa do da 9 para a Inde
pendtace Belge) e o documento s daqui a alguns
dias poder ser notificado s'potencias.
A 1S do correte cne^on a Loidres o Sr. con-
selheiro l'arjona de Freitas.
Foi esperado pelo pessoal Ja legago portu-
gueza, consulado de Portugal e por um alto func
cicnario bitannico, o bario Saudemon.
Tem corrido com insistencia que o gover-
no vai -issolver a cmara municipal de Lisboa,
a pretexto de que pensou em resistir dissolu-
jo.
Accrescenta-se que nao s a vereaco de L3
boa ser dissolvida, mas tambem todas as jo
ira do reino e ilbas adjaceotes.
**
Dous homens acabam de desapparecer em
Portugal, cuja memoria nao fcil de apagar.
O conde de Soisal, lente coronel do eitado-
raaior e ajudante de campo d'el rei, e Joo de
Andrade Corvo, ministro de estado honorario,
membro do conselho de estado, lente jubilado
da escoU polytechnica e director do mesmo
instituto.
O primeiro deixa alguna escriptos amenos, em
prosa e verso, de primorosa erudieco.
A sua conversago era scintillante de verte,
levemente irnica mas bondosa smpre.
O seu talento scenico provoa-se brilhante
mente em recitas de distinctos amadores, sendo
notabilissioia l. maneira correcta e elegante com
que recitava o francez quer no drama, qner na
alai comedia, merecendo os gabos de diseur apri-
i iiorado.
A sua li elida le dynastia era comprovada.
O conde de Soisal suecumbio a urna siia de
larynge sollrendo com verdadeira resignayo
di i asta os seus horrorosos padecimentos.
Joo de Andrade Corvo nasceu em Torres No
vas em 1814.
Era lidio de ura distincto official de cavalla-
na realta.
Fez o curso de eagenharia, sahindo tenente
desta anua era 1843.
Seguio tambem o curso de medicina em Lis
boa, e era 1844 foi noraeado professor de bota
nica da escola polytechnica.
Nove annos depois, era 1853, era nomeado
gualmente professor de economia rural no los
ututo Agrcola. ,
Era 1 -oo l'ai escolbido para membro do jury
internacional da Exposico universal de Pars, e
posteriormente, encarregado de varias misses
scientilicas.
Em 185o foi eleito socio da Academia Real
das Setnelas de Lisboa, onde por vezes occu
pou o cargo de vice presidente.
Deixa, entre outras obras litterarias, no thea-
^tro : 1). Marta Telles (drama) 1843, Um cont ao
[serSo (comedia) 185 ; o Astrlogo (drama) I8S5 ;
etc.: e o romauce Um anno na corte, que leve j
res edicejes.
Sao muito estimados os seus Conlos em riagem
de que ha publicados ultimameule tres lomos.
II i mais :
Si'ih todo que luz ouro proverbio em um ac
to is:ij. O r.nttiiiu'Htaltimo romance.
Deve se a J. de Andrade Corvo urna edico
correcta do celebre Roteiro da India de D. Joo
de Castro, publicarlo feita pela Academia Real
das Scienciaa sobre um precioso manusripto
que pertencia ao estado.
Era membro tambem do Instituto Geographico
do Brazil.
Entre os feus trabalhos scientificos, contam
se uuia importanteMeraori sobre a doeoca dos
vin.;OS da Madeira ; R datorio sobre a exposigj
universal de Paris (agricultura); Estudo eco
ii.i.riieo e nygieuieo so* e a cultura do arroz.
Camo orador parlamentar, jofpalista e poltico
dirigente prestou assignalados servidos ao paiz
milita .do sempre no partidor regenerador
t o pela prmeira vez chamado aos conselhos
da cora em I86fl e, sendo-lhe conliada a pasta
das obras pnblicas, que dirigi al 4 de laneiro
de 1868, refundi, engiandeceu a legislac i agr-
cola, industrial, commercial e bancaria em bar
urania com as theorias mais libenes, comple-
tando com urna iniciativa, verdaaeiramem as-
sombrosa, o pensamento que inspwara.ao con**
Iheiro Fontes Pereiri de Mello, em 1851, a crea-
(,-o Uaqnelle Trioislerio.
Em 1871 foi nomeado ministro dos negocies
estrangeiros, e pouco depois, ministro da ma
inda e ultramar.
Depois disso. deserapenboa dignamente o car-
go de nos-o ministro plenipotenciario em Hespa-
nba e depois em Franca.
Em 1878 tornoj a se: recia cada a sua pre
enea no gabinete.
Era par do reino e meabro do conselho de
estado.
ltimamente era urna sombra de si mesmo.
Ceio que o prostouuma doenga da espiona
de que soffreu horrorosamente.
Para a vaga que a morte de Andrade Corvo
abri no couselho de estado, d se como certa
nomeacao do Sr. Barbosa du Bocage.
Ha poucos dias reuniram-se urnas 60 e tan-
tas .-.nlioias da nossa aristocracia na sala dos
nobres dos pacos do conseibo, em Lisboa, e con-
stituirn]-se em commisso para auxiliar a gran-
de subscr)|.cao da di feza nacional.
Foram lidas na mesa muitas adheses de ou
tras sen lio-as Ilustres ao patritico pensamen-
to das iniciadoras.
Presidio a Sra. marqueza de Fronteira.
>ubdividirara se em sub commisses, encar-
regando se diversas damas de organisar nos dis-
trictos do continente e Acores, delegaees, se
gundo a influencia mais directa e relaces pes
soaes que teem nessas localidades.
A' sesso nao assistiam espectadores; mas
consta que a discusso foi longa e s vezes ani
madissima.
-n is majestades as rainbas D. Amelia e D.
Maria Pa acceitaram a presidencia honoraria da
grande commisso contribuindo com dous con
tos de res (fortes) cada uraa, sem contar com o
que j tinbam subscripto para a grande com
raisso eleita no comicio da Trindade, no que
loram acompaobadas por sua mageslade el-rei
e por sua alteza o Sr. D. AtTonso, como lhes
conmuoiquei na minha de li deste mez.
Ficou eleita na reunio aristocrtica da Cmara
Municipal de Lisboa, no dia 13 a segrate com-
misso executiva:
Marqueza de Fronteira, presidente; D. Maria
Ignacia d'Sraza ilotelho de Brederode, vice-
presidente ; D. Thereza Roma du Bocage, dem ;
I). Mara Emilia Brando Pereira Palha, secreta
ha; D. Maria Luiza Bruamcamp Freir, idera ;
D. Adelaide Daddi Arouca, vice secretaria; I*.
Tiiereza David Queiroz, dem ; D. Maria do Cas-
tello Pereira de Lacen?. Alves do Rio thesourei
ra; Condossa de Sabugosa, vogal; D. Julia
Braamcarap de Mancellos, i lera ; D. Maria Luiza
da Cuaba Monteiro, dem; D. Maria Barbosa de
Castro, idem; D. Victoria de Oliveira Martins,
idem.
Guerra Junqueira o fest jado poeta, fez publi
car nos jorliaes de Lisboa, antes de retirar-se
para a sua casa de Vianna do Caslello, urna epis-
tola em que exhorta va o povo portuguez a abeter
se dos brinquedos carnavalescos, em demonstra
gao de lucio pela affroata recebida da Inglaterra.
Se urna empresa theatral^a do Theatro Alegra
adherio. Effectivamente as ras tem reinado
a semsaboria.
Em S. Carlos, no sabtoado gordo que nos de
ram utn Barbeiro de Sevilha, como ain la aqu o
n ouviramos desde que a celebre Patti, o gran
de tenor Massini, o aflamado barytono Cotogni e
o baixo Rapps o cantaram ba poucos annos com
um xito jncomparavel.
Agora flouve travest quasi completo. Evacle-
trazrai fe7, o Conde de Almativa, Bulicioff, outra
prima lona, que fez o I). Baxilio; mdame Matiu
ze o D. Bartho'o, o canito da guarda, foi desem
penlia>Jo pela contralto portugueza Miria ladice,
raademoiselle Coroi foi a Rosina. S o barytono
Cotleli, por doenca de madame Pasqua, qur ra
o nico artista masculino, cantando maravilbosa
mente a parte de Fgaro
Foi urna noite de entbusiasmo, seguramente a
melhor d'esta epochi em S. Carlos. O espect-
culo repelio-se no domingo, e voltar aiuanh a
scena, em recita extraordinaria.
11. poucos dias S. M. a Raioha D Amelia
foi visitar com urna de suas damas o Ho-pital de
S. Jos, percorrendo todas as enfermaras e diri
gindo aos doentes palavras de conforto. Entian-
do no quarto onde jz a desgracada vinva de
Julio Cesar Machado, esteve muito tempo a con-
versar affavelmente com a infeliz senhra, a qual
ainda nao pode sahir da cama. O movimento de
urna das mos fica-lhe inteiramente paralysado
em consequencia dos graves fenmentos que so
fren no pulso.
A familia imperial brazileira acaba de ser
provada por urna nova angustia. OprinoipeAu- o ataque foi'o Sr. Osario Alvim. Ainda hoje
gusto de Saxe Coburgo, neto do Sr. ti. Pedro de
Alcntara entrou ha dias no hospital de Gralz, da
Styria, na Austria, atacado da monomana da
nerseguicio.
N'aqueile mesmo hospital estiveramj tambem
em iralamento a Duqueza de Aleocon eu Duque
zade Augustoburgo. mc da actual Ira peral i z
da Austria. Essas felizmente sihir^m d iUi cu-
radas. Oxal que outro tanto aconteca ao infeliz
principe Augusto.
Dentro em ppucos dias coraegar a circulacSo
da nova moeda do reioado de S. M. o Sr. D. Car-
los I.
Havendo trigo nacional bastante em poder dos
lavradores, que o nao querem vender aos moa-
gei'os seno por alto prego e tendo estes ltimos
feito saber ao governo que dentro em algumas
semanas fechariam as suas fabricas, pondo na
roa os seus operarios ; o roveruo mandou vir de
Buda Pesth mil wagens de farinha de trigo de 10
'."il kilogramraas cada um e para a America fez
se tambem urna eacouemenda de 10:003 barricas
de farinha.
Em todos os Jornaes de Lisboa tem appare
cido o seguinle convite i
Para commemorar o anniversario da chega-
da de Vasco da Gama a Mogambique i2 de Margo
de 1498 e como protesto a affroata recebida de
Inglaterra, resolveu o Gremio Lusitano organiar
ao demingo i de Margo um cortejo cvico que,
par.iodo do Alerro, se dirigir ao mosteiro dos
Jeronyaao3, e ah j un cara de flores as sepultaras
ou urnas que encerram os ossos d'esses dois
grandes hroes, que recordara urna das epapas
raMs bnlhantes da no;sa historia : Vasco da
Gama, o descobriior da India, e Cames, o can-
tor das nossas glorias.
Pura esta uianifestaco nacional e patritica
foram convidadas, por circulares, todas as cama
ras muocipaes associages do paiz, os estabe-
lecimentos de instruego superiore lyceus, e final
mente toda a imprensa; mas. pudendo tersaccedi
ilo que algumas d'essas circulares se tenham ex-
travia lo ou houvesse oraisso na sua expedigo,
o Gremio Lusitano tem a honra de convidar, por
esta forma, (odas as associaces e (pdas as cor-
porag s. que nao receberam convite directo, e
que quizerem tomar parte ou represen .arem 3e
no cortejo cvico, cojo programma ser opportu-
namente publicado nos jornaes, a enviarem a
sua adheso, com a possivel brevidade, para a
sede do seu Gremio, na ra do Gremio Lusita-
no, 35.
^Gremio, Lusitano, 11 de Fevereiro de 1890
O presidente, Jos Elias Garca.O secretario,
Luiz Felippe da Mata. >
O grao mestre da mac maria portusueza o
primeiro signatario, e o Gremio L-tsilano nao
nutra coisa mais do que a deuominago profana
do Grande Orieute Unido.
Como o Sr. Jos Elias Garcia um dos mem-
bros mais preeminentes do directorio republica-
no em Portugal, mais que provavel que o go-
verno prohiba ultiuia hora essa manifestarn
patritica pelo vicio de origen, como p-ohibio com
grande estardalhago de forca, a que na noite de
11 d'es'.e mez os republicanos pretendalo fazer
junto da estatua do grande pico.
Nao nos lindamos pois, em Lisboa os republi
canos eram at agora os dirigentes de todas as
manifeslage8 populares. A brandura dos kossos
cottmmes fechava os olhos e deixava correr o
raarlim.
Veremos agora o que faz o actual governo,
laucado no caminho da resistencia outrafce em
que se langou.
L.
Carta do Rio para o Crrelo
Paulistano
R o, 12 de Fevereiro de 1890
O SR. CKSARIO tl-VIH
.'ccedendo ao convite do venerando chefe
,'overno paavisorio, o Sr.
do
Cosario Alvim deixou
o cargo.de governador do Estado de Minas Ge
raeg e hontem noite chegou S esta cidade.
Compurecendo logo em seguida no palacio da
residen .'ia dogeneraissimo, o Sr. Dr. Cesara
Alvim. dppois de demorada conferencia, resolveu
acceitar o cargo de ministro do hiten ir. e noj
raesrao^ntrou no exercicio de suas novas func-
ces -
O Sr. Dr.' esario Alviqi chega aflaal a posigo
para qoe, desde longos abnos, o indicavara seus
relevantes ;ervigos ao partMflSfteral. e o gran-
de prestigio de que goza no su Estado.
Entrou para a poltica com o Sr. AITra?o Cel-
so, depois Visconde de Ouro P*!to, e mui.o de.
pois delle foram ciegindo os Srs., Cabido de
Oliyeira, Ignacio Martins, Carlos Aflbnso e
Affonso Penna.
Quanlo tolos estes ainda eram politicos de
campanario ou estudantes, o Sr. C. Alvim j era
veterano. Era um poltico conhecido de todo o
paiz, ora de perfil como escriptor, ora de frente
corao orador, para servir-nos da imageradeCor
meain em referencia a Armand Carrel.
O Sr. Affonso Celso adiantou logo o primeiro
passo, cu o passo decisivo, isto por indicac&o
de Silveira Lobo (Francisco) fez parte do minis
terio de 3 de Agosto, presidido pelo senador
Zacharias. como mmi3troda marinha.
Esse gabinete dea cora a situago liberal em
trra, sem ter coisegu do debellar a guerra que
suslentamos com o dictador do Paraguay.
O Sr. Affonso Celso era muito mogo, e preci
sava de corapanheiros para a carapanha da op-
posigo, que se ferio logo aps ascen3o do
gabinete le 16 de Julho de 1868, presidido pelo
Visconde de Itaborahy. Hamera ambicioso, ten-
do se tragado um plao em que a posigo de
maior evidencia Ihe coubesse, o Sr. Affonso Cel
so adquiriu certa preponderancia na direcgo e
sustentago do orgo da imprensa, que ento se
creou, a Reforma, e chamou para collaborar na
causa commum o Sr. Cesar o Alvim.
O S Cosario Alvim distinguio-se e destacou se
logo de quasi todos os seus corapanheiros, pelo
vigor do ataque e pela corogem pesseal na luta.
Nesse tempo os artigos da Reforma eram assig
nados, o que nao impeda que certos combaten-
tes deixassem cabir a viseira, teniendo a rudeza
dos golpes do adversario. O Sr. Cesario Alvim
seria conhecido anda quando nao pozesse o no
rae por b ixo dos seus escriptos.
Sea estylo denunciava o seu temperamento e
a sua intramigenci? na luta. Discpulo de Za
charias de Ges\ de quem foi biographo, o Sr.
Cesario Alvim comprazia-se em torturar o ad-
versario e em trazel o em constante sobresalto.
Quando elle eslava de semana na Reforma, o
exercito contrario dormia sobre as armas. Nuil
cao preoecupavam as bellezas da forma, nem o
luxo de erudigo ; o que elle escrevia eram
phrases arrevesadas, que tinham nervoe veneno
e o ioiraigo que se defendesse, porque elle ba
ta se para tomar Ihe a praga. e nao para fazer-
Ihe graca.
Kra eSe. o melhor general de brigada do Sr.
AITon-o Celso, que ainda a esse tempo compra-
zia se a ostentar a maior identilic;>go de estima I
e de i.las com o Sr. Cesario Aivira. Al certo j
tempo foram verdadeiros irmos siamezes em
po itica : um completa va o outro.
Veio a eleigo do tergo, e o Sr. Cesario Alvim,
(-conserva se vita e -acerba a lembranpa u'eesa
rerega tremenda, em que o Sr. Cesario Alvim
desencadeoo todos* os elementos no seio da c-
mara, e no fragor da peleja, nem elle nen> o
seu venerando adversario desappareceram nos
abysraos que a tempestade cavara no ocano
parlamentar.
as paixes do tempo agaimaram euto amitos
odios e multas injustigas.
Mas, tanto certo que ambos edmprirara o seu
dever, que o Baro de Cotegipe, aps, esse en-
contr terrivel, engeitou e con juistou as mais
altas posiges do Estado, e sea nome urna
gloria da patria. Amanh (13), faz nm anno gue
elle desceu ao tmulo, e apezar disso, pode se
dizer que elle tem sido om combteme activo,
mesmo depois de moito to vasto o despojo
do seu tlenlo, dos seus servigos. do seu patrio
tismo, to luraioosa foi a sua viso do futuro.
O Sr. Cesario Alvim, -por sua vez, luctou, per
den estimas, rompen a solidariedade que tinha,
com o Sr. Affonso Celso, que, s oceultas, o bos-
Ulisava como rivaJL desde que se approximou
das portas do Senado, appareceu, por isso cora
a responsabilidade.'propna as urna3 mineiras,
e d'ellas nunca mais seu nome" sanio em todas
as campanhas eleitoraes que se fizeram para de-
purado e senador, sendo que figarou em seis
listas apresentadas a Cora.
O Sr. Celso deu lucta com* o Sr. Alvim c
carcter de unja lucta de exterminio; combata
com superioridade de armas, porque tinha a
posigo vitalicia do Senado e do conselho de
Estado; arregimentou, como chefe, a deputago
mineira, e com ella jogava para todos os mov
meutos da poltica junto aos ministerios; fez
armisticios e commereio de amisade com os an-
tigos adversarios, para ceder e transigir, quando
fosse preciso eliminar as vantagens do Sr. Al
vim, tanto mais que adiantara. quauto foi pos
sivel, a carreira de sen irmo, o Sr. Cario-
Affonso, e a de sea Albo, o Sr. Dr. Celso Jnior
Apezar disso, o Sr. Alvim punha caminho
o seu navio, e qaando os horisonies serenavam.
o Sr. Alvim eslava as listas de senador, en
trava para a cmara, ou erguase cadeira de
presidente do Rio de Janeiro. Quebrando o
moldes velbos e os estreitos programmas dos
antigos partidos, o Sr. Alvim emaecipava-se com
pletamente, e tirmava o proprio prestigio, em
prebendendo urna tourne poltica em Minas.
para sustentar em conferencias publicas, a ne
cessidade da IWlerago das antigs provincias.
O espirito liberal dos raraeiros estava perfi-
tamente predisposto para esse avaaco democra
tico; o eleitorado, em quasi metade, era j-epu
lilcano, de sorte que qualquer alargara -uto das
Iao -mezas provinciaes s servia para apressar a
b ra da suprema conquista. Era nome dessas
idis o Sr. Cesario Alvim veio para a cmara,
presidiado as ele'ces o Baro de Cotegipe. En
contraram-se no antigo campo de combate, e ne.
nhura revolveu a trra Onde sepultaramse tan'
tos erros e tantas paixes I
Veio a a iiuiinstrago Joo Alfredo, que soffreu
do Sr. Celso (Ouro-Preto), hostilidade igual a
que em 1877 fra movida contra o Baro de Co
tegipe. O Sr. Joo-Alfredo era um chefe queri-
do e temido. Era preciso distrul-o. Se fizesse
as eleices gejaes, o partido conservador pode-
ra sustentar se muito lempo ainda no poder e
oTJr. Celso soffria' da impaciencia de o. ganisar
urna situago e um mimsteno. A liga- parla-
mentar que celebrou com a dissidencia conser-
vadora, nao Ihe bastava para destruir o m niste
r:o de 7 de Margo: era preciso obter a todo cus
to a eumplicidu le do imperador para urna ma-
nobra poltica, e obteve-a. O Sr. Joo Alfredo
rodou n'um golpe vibrado pela camarilba do
conselho de Estado, e o r. Ouro-Preto surgi
no da seguinle organisador de urna situago li-
beral.
No dia era que o ministerio de" 7 de Junho
apresentou-se na cmara, o Sr. Ouro Preto era
o homem mais poderoso do Brazil. O impera-
dor licra no segundo plano NesseNla o Sr.
Cesario Alvim enfrqfitou-o e atirou-lhe a lava
de desafio. Fez mais: paca que a luta fosse in
tetramente franca o federalista monarchico foi
lgico :declarou se republicano.
O Sr. Ouro-Preto deu as costas ao adversario,
e rio se da pretengo ou da ameaga. Dis3olveu
a cmara, e agarrn da monarebia, lvo-a de
charola para Jinas. A repblica estava func
btitjomit era Juiz de Ffi, com os
ef (JfffilioV Bcayuva, quando a fa
milia m ktiiI passou. Esta segu?, e aquella
nao dispersou se. O Sr. Ouro Preto nao quiz
reconrucer que j tinha diaute de si um belltge
rante. Tratou-o como rebelde e impedio Ihe o
accesso s ornas. Facilitn por este modo a
vi tona, norque deixou livre o campo da conspi
raga). Ura partido expoliado, arregiraenta-se.
Foi o que fez o partido republicano.
Correram os terapos, c o Sr. Ouro-Preto nao
quiz s eliminar a repblica: quiz tambem dis
solver o exercito. Era o meio mais fcil de
unir as duas forgas. Ambas aquartelaram jun-
tas d'ahi em diante, e elle ignorava.
Chegou o momento da exploso I Quando o
fumo da granada dissipou se, estavam por trra
a situago, o ministerio e a monarebia !
Na mesma hora a figura do Sr. Cesario Alv m
surga impvida e erecta. A Repblica estava
proclamada, e o Estado de Mioas Geraes recebia
aquelle terrivel lutador por entre festas e accla
mugues como seu governador.
O destino nao quiz ficar nesta vinganga : o
Sr. Cesario Alvim acaba de subir a nosigao de
onde desceu Aristides Lobo, para continuar urna
obra de expiago.
Joo Horacio.
ra a armada nacional e honrara s mais pode
rosas armadas europeas.
Seus coap nbeiros de armas e todos qoe o
conhecem admirara a sua aptido proflssionul
e competencia para os man altes cargos da ad
rainistrago publica. Elle era j conhecido
quando, a 15 deNovembro do anno prximo fin
do, deu mais urna prova de seu estremado pa-
triotismo, a8Sumindo o exercicio do cargo de
ministro da marinha.
Tem mais de 35 unnos de servigos, dorante os
quaes deserapenboa bem (odas as commisses
que Ihe foram confiadas; combateu com bravura
na guerra em dafeza de honra nacional; publi-
c u obras de utilidade para a navegago; com
mandou divlses navaes e diversos navios de
guerra em viagens de iostruego, nos quaes fo'
a muitos portos onde nunca tinham ido nossos
navios ; e fez tremular nossa bandeira em todos
os mares contiendes, com Ik ura para si e para
a Patria, apresentando sempre una ofllcialidade
instruida, guarniges exercitadas, e dando em
todos os paizes estranzeiros exhuberantes provas
de cavalli i:'o distincto e consumado bomem do
mar.
Servido militarHoje superior do da
o C ladrT'tnajor Berra Mamas, e faz a ronda de
risita um subalterno de cavallaria.
O 2" batalho dar a guaroigo da cidade.
o official e o commandante da guarda de Palacio,
.que ser dada pela forca de artilheria
Ordenou-se que o batalho de infantari;
lenha pro rapto para seguir boje urna forca cora
posta de lo pragas e 1 inferior, para augmentar
a que se acha em Garanhuns, sob o commaodo
do cidadao alferes Cabral, devendo o inferior se
apresentar hoje ao Dr. chefe de policia.
Devem se apresentar no dia 4 do coi rente
i delegacia do cirurgio mor do exercito, os ci
ldaos Dr. Joo Kistos de Mello Gomes e major
do 14" batalho de infantaria Jos Joaquina Alves.
para serem inspecciooados.
Devero tocar hoje das 5 horas da tarde s
9 da noite, ao jardira do Campo da RepaDlica,
as msicas do 14 de infantaria e corpo de poli-
ca.
Amanh superior do dia o ciddo capi-
to.Silva, e fa: a ronda de visita um subalterno
de cavallaria.
O 14" batalho dar a guaroigo da cidade
eoro oflhial.
Mortalidade No cemiterio publico de
Santo Amaro foram sepultados em Fevereiro:
Corpos
De 1890 309
De 1889 3)2
De 1888 313
De 1887 209
* De 1886 241
A media diaria dos enterramentos em Feverei-
ro findo foi de H,03*corpos.
Os dias de maior numero de enterramentos fo
ram : 24 em que houve de.oito; 11. 13, 17, e
21 era que houve qranzere 14 e 28 em que
houve quatorze.
Os das do manor numero de ente trmenlos
foram : 18 em que bove trez ; 27 em que houve
seis ; e 15, 16, 22, e 26 em que bouve sete.
Movimento de dinheiroA praga do
Recife, sob a jesponsabilidade das companhias
de vapores que a servem, no prximo rindo mez
de Fevereiro te ve este movimento de nume-
conando en
S;-: Atoim
REVISTA DIARIA
l. de MarcoO dia 1. de Margo, que (i
gura nos fastos nacionaes como urna gloria para
o exercito brazileiro, visto como foi no i. de
Margo de 1870 que, com o combate de Aquida
ban e a morle do tyranno Lipez, terminou a
guerra do Paraguay ; nao passou hontem des
apercebido.
Os ollL-iaes dos corpos da guaroigo desta ci-
dade, acompanhando seus respectivos comman-
dantes, foram urna hora da tarde saudar por
aquelle motivo o illustre marechal governador
do Estado, tocando no saguo do palacio do go
verno todas as bandas de msica da mesma
guarnigao e a.do corpo de policia.
A' noite o jardim do largo de palacio esteve
brilhanteni -rile llurainado a bicos de gaz e luz
elctrica, liguraodo ura foco desta luz em frente
ao palacio. All tocaram diversas bandas de
msica, sendo notavel a concurrencia de espec
ladores, entre os quaes muitas familias.
Komeacftet confirmada* Por porta-
ria6 de boutm datadas, resolveu o cidado Dr.
inspector geral da Iostruego Publica, continuar
as nomeages:
do cidado Manoel Gomes da Cruz Villarins,
designado para reger interinamente a cadeira de
Jatob, en Tacarai ; a de D. Eraygdia Fran
cisca de Souza Freitas, para icger nterin..mente
a cadeira mixta de Carautang; a do cidado
Severiaoo Xavier de Azevedo, para reger interi-
namente a cadeira do sexo masculino da fregu
zia de S Cuetano da Raposa : e, tinalmente, a de
D. Emilia Xavier de Azevedo, para reger interi-
namente a cadeira do sexo femenino da mesma
ceNo de licencaNa secretaria da
tilica ficou hontem registrada a por-
j pt,n i taria. pela qual resolved o cidado governador
N'esa,epocna estava no governo o Ministerio' do Estado conceder tres raezes de licenga cora
de 15 de Junho presidido peto benemrito bra-, ordenado, para tratar de sua sade, ao professor
zilen o. o Duque de Caxias ; mas a invali tez dos' PUp1'00 (da jad.eir do Ri^ormoso, Mamede Jus-
annos e das eafermiddes do saudoso c valoroso llD]an0 dos Keis- f ,.
cabo de guerra, asseguravara ao Baro de Cote- .|?foraiani-no8 que, por iniciativa
gipe a presidencia do consdho de facto des3a! do Jado capitao lente Fredenco Gu.lherrae
iraanisnc^io i de ^ouza Serrano digno inspector do Arsenal de
O B.r de Cotegipe era nao f chefe de in-' Mannhi deste Esiado, os ofliciaes dc.3 corpos
disputavel prestigio no pirtido, como, Mml^.!^^.!^^}!^!^.^^^!^:
casas do parlamento, pela Irmeza com que diri-1 ru" c u" f"'"';-" -- j. i~<~-
gia a politfca, valia por tolo o partido conser- t"v9 9Rart't,cS d0 Arsen.al- s me
vador. inpon.to silencio s disidencias intes- i Associago da Praticagem da Barra,
membros da
e alguns
i lav'ravam"no"selo drile'desdea ei' de! amigoTaqui residentes; vao levantar, no mesmo
9 de Setena ,rO%le 187), que emancipou o ventre Arseual depois da necessana permisso, urna
das mis esT3vas^*# | estatua lo vice-almiraote Eduardo Wandeokolli,
' Era contra essa forca enorme, concentrada n'um primeiro ministro da marinha da Repblica dos
s bomera.'que os ataques tinham de ser diri Estados Unido* do Brazil era homenagem ao ta-
gidos. principalmente, quando os signaes do; ^alo, illust-ao e aptido prohssional de to
lempo indicavara que a situaco de 16 de Julho distincto cidado, era recontieeiinento aos serv
torabara para o accaso, desde o iosuccesso das CO que tem prestado e est prestando patria,
cambiaes negociadas com a casa Mau pelo ga- e gratidao as leis que tem feito decretar para
bnete de 7 de Margo, insuccesso a que suecum j meihorar as condiges das repartigoes e do pes
bio esta administrago. 8'da arioba. _-,.,..
Combinou a opposigo em atacar de preferen- vicealmirante Wandenbolk um dos offi
cia o terrivel reducto. O escolbido para dirigir ciaes generaesmais distinctos e activos, faz non
rano :
Recebeu
Espedio
Dficit
243:8575680
598:496*964
354:6395284
Confrontado o movimento com o de Fevereiro
do anoo passado, d este rebultado :
Entrado
Fevereiro de 1890 243:857680
. 1889 196:4715785
Mais em 1890
Fevereiro de 1890
1880
Mais em 1899
Saludo
47:3855895
598:4965901
332:6^95^90
265:8075674
racaldade de Direito Em congrega
gao dessa Faculdade foi hontem deliberado sobre
o servigo das aulas do anno lectivo e dos exa
BM* que de*ero ter lugar na presente epocba.
O horario das aulas ficou assim d terminado :
Io anno.Ia cadeira, Dr. Silveira de Souza, do
meio dia a 1 hora da tarde ; e 2* cadeira. Dr.
Pinto Jnior de 1 s 2 horas idera.
2' anno.1> cadeira, Dr. Augusto Vaz, das 10
s II horas da manh ; e 2a c oeira, Dr. Barros
Cni-n raes, das 11 s 12 horas idem.
3o anno1* cadeira, Dr. Taro.uinio de Souza
das II s 12 horas do dia ; e 2* cadeira, Dr.
Joio Vieira, das 10 s 11 horas idem.
4' anno. -Ia cadeira. Dr. Correia de Araujo.
las 11 s 12 horas do dia; e 2* cadeira, D.\ Cos-
ta Crnc. das 10 s 11 horas idem.
3 anno.1.* cadeira,Dr. Albino Meira de 1
s 2 horas da tarde ; 2' cadeira, Dr. Seabra, do
meio dia a i hora da tarde : e 3' cadeira, Dr.
Jos Hygino, das 11 horas ao meio dia
O horario dos exames regalar do modo se
guate :
Io anno.Meio dia, examinadores os Drs. Pin-
to Juoior, Tarquiuio e Vaz.
2" anno10 horas, examinadores Drs. Silveira
de Souza, Escorel e Barros Guimares.
3o anno11 horas, examinadores os Dr3. Cor-
reia de Araujo, Adelino e Joo Vieira.
4o aono10 horas, examinadores os Drs. Tar-
quinio, irne e Martins Jnior.
5o anno1 hora da tarde,* examinadores os
Drs. Jos Hygino, Seabra, Meira e Portella Ju
mor.
Os exames ordinarios, que comegaro depois
de amanh pela prova escripia, sero em turmas
de doze estudantes em tolos os annos, turmas
que se dividiro em duas na prova oral; e os
extraordinarios sel o bao pela mesma forma e
aps a concluso dos ordinarios, sem nverso
na ordem da matricula ou inscnpgo de cha
mada.
Foi igualmente resol'ido, que fossem admit-
tidos matricula os estudantes que o requere
ram sob allegago de nao terem-n'o feito em
tempo competente por motivos justos ; e exa-
rae os que deixa ram de comparecer s chamadas
na epocha precedente ou levantaram-se da-pro
va escripia e ora requereram com attestados jus-
tificativos dessa circumstancia.
(apiolo Roma Hontem noticiamos o
fallecimento desse bravo militar, que cedeu
ei da morte com 52 annos de idade, tendo du-
rante sua vida bem servido ao paiz.
0 finado capito Roma fez a campanba do Pa-
raguay, onde por ventura adquirir a molestia
que Ihe destruio a existeneia e prematuramente
fez mais urna viuva e tres orphos de pequea
idade. Tinha as condecorages.de Aviz, e da
Rosa e aj medalha de campanha do Paraguay,
todas obtidas por seu merecimento real.
Club dos DiMidenieFaz esse club
sesso hoje s 7 horas da noite, para proceder a
eleicao du nova directora.
. Lanierna Mgica Distribuio-se o n 283
d'essa puolicacSo humorstica.
Est interessante e por isso digna de ser apre-
ciada pela leitara.
Agradecidos pela visita. '
Instituto dos advogado*-Trabalha
amanh, no lugar e hora do costume, esse insti-
tuto em sesso ordinaria.
Club snbe-Tudo -Reune-se hoje, em sua
rede ao largo de S. edro n. 16, esse club car
navalesco, para tratar de negocios de interesse
social.
Transferencia de escolaFoi transfe
rida para o predio n. 23,2o andar, ra da Pe-
nha, a 5" escola publica do sexo masculino d'es
ta freguezia de Santo Antonio.
Ministros maritlutosSegundo a relago
d'esses sinistros occorridos no mez de Dezerabro
do anno prximo passado, publicada pelo Bureau
Vertas, foram elles em numero de cenlo e cinco,
assim classilicados:
, Navios de vela: 9 allemes, 18 americanos,27
ing]ezes,2 austracos, 1 brasiteiro, 1 Dioamarquez.
3 francezes, i grego. 1 hollaodez, 6 italianos, 10
norueguezes, 1 portuguez, 2 russos e 1 sueco.
Total, 85.
N'este numero comprehendem-se 9 navios que
se julgam perdidos por nao haver noticias d'el-
163.
Navios a vapor : i allemo, I americano, 13
inglezes, 2 bollandezes, l mexicano e 2 norue-
euezesTotal 20.
N'este numero comprehendem-se 2 vapores
suppostos perdidos por falta de noticias.
cantoraPor ordem do Dr. chefe de poli-
cia, no dia 27 do mez rindo, o delegado do termo
de Limoeiro, acompanhsdo de forga, dirigio-se
ao lugar Pindoba d'esse termo, afim de prender
aos criminosos de morte Manoel Joaquim le Oli-
veira e Jos Baca, ambos pronunciados no Estado
da Parahyba, e, aps tenaz resistencia opposta
petos mestnos criminosos, conseguio capturar o
primeiro, conseguindo evadir-se o seu compa-
nheiro Baca.
Na diligencia nenhuma oceurrencia deploravel
se deu.
Tribunal do Jury do Beeire Ante-
hontem foi submettido a julgaraento neste tribu-
nal o reo Joaqnim Telles de Menezes, prenunciado
no art. 193 do cdigo criminal, por haver em 25
de Outubro de 1888, oo pre lio n. 33 sito traves-
sa do Passo da Patria, freguezia de S. Jos, assas-
sioado com um tiro de revolver ao acadmico
Anizio Ribeiro Dantas. f
A's 11 horas da manh, achando-at? presentes
36 juizes de facto, foi aberla a sesso sob a pre-
sidencia do Dr. Joaquim da Costa Ribeiro, juiz
de direito do Io distnclo, oceupaudo a tribuna
da aecusago o Dr. Henrique Augusto de Albu-
querque Mdet, i" promotor publico.
O jury de sentenga compoz-se dos segrales
juizes de facto:
Joo Baptista Cesar.
Antonio Francisco de Mello.
Jovino Cassiatio Maia e S Iva.
Manoel Bruno dos Santos Gouveia.
Joo Gongalves Torres.
Affonso Honorato Bastos.
Telemaco Cavalcante de Mello.
Antonio Pereira Bastos.
Joaquim Albino de Gusrao.
Jos Pedro Alexandrino "ezerra.
Luiz Emyg lio Pinheiro da Cateara.
Dr. Manoel Netto Carneiro Carapello.
Disse o reo no interrogatorio que era natural
deste E3tado, de 25 annos de idade, solteiro a
guarda livros;
Que saja o motivo porque eraaecusada, na-
da tinha a oppr contra as testemuohas que ju-
raran! ro processo e attribuia a accosago ni
orientac dos factos e completa ignorancia do
succediJo;
Que era innocente do crime que se attribuia,
nao tendo entretanto provas materiaes a apre-
sentar em sua defeza.
Concluido o interrogatorio, fez o escrivo Flo-
rencio Rodrigues de Miranda Franc a leitura
do processo da forraago da culpa.
luiciados os debates, foi dada a palavra ao ar-
en-ador e defensores que produziram a aecusa-
go e defeza, replicando aquelle e treplicando
estes.
O Dr, promotor publico pedio a condemnago
do aecussado as penas do artigo 193, grao m-
ximo, por ter sido o crime praticado a noite,
Os defensores do reo Drs. Joo Baptista de
Medeiros e Materno de Carvalho negaram a
existencia do deudo, aflirmando que Anisio
Dantas se suicidara ; entretanto articularam era
favor do reo a justificativa da legitima defeza,
prevista no ortigo 14 % 2 do cdigo criminal.
Prolongarara se os oebates at s8 horas da
noite.
Propostos os quesitos, rpcolheu se o conseibo
a sala secreta, voltando urna hora depois a sala
"publica cora suas respostasque foram lidas pelo
presidente do mesmo conselho
O jury reconhed-u por 8 fotos a autora do
deli :to com a a gravante do artigo 16 Io e at-
tenuante do artigo 18 4 do codito criminal,
sendo enwis'a destas decises conlemnado o
roa pena de 14 annos de priso simples, grao
medio do artigo !9l combinado com o artigo 49
do dito cdigo.
0 reo appellou para o Tibunal da Relago.
Terminou o julgamento s 9 e meia horas da
noite.
Hontem ro submettido a julgam nto o reo
Ivo Celestino de Carvalho Noia pronunciado no
artigo 193 do cdigo criminal por haver em 10
de Dezerabro de 1888, na ra Azul, 2C districto
de S Jos, feito cora urna bayoneta diversos fe-
rlmentos em Joo Baptista Eustaquio de Araujo,
que fallereu horas depois no hospital Pedro-II.
A's 11 horas da manh. foi aberta a sesso
sob a presidencia do Dr. Jiaquim da Costa Ri-
beiro, adiando se presentes 36 juizes de facto,
dos quaes forano sorteados para formar o jury
de sentenga os segnintes :
C millo Leus Peixoto.
Chrlstovo de B. Gomes Porto.
Manoel Torquato Pereira Lobo..
Joao Po d i Silva Valenga.'
Manoel Mar a de Araujo.
Antonio Carnebo Rodrigues Carapello.
Francisco Placido Botelho.
Cbristiuno da Gama Lobo.
Marianno de Figueira Faria.
Dr. Antonio Justino de Souza
Diofto Baptista Fernandes.
Miguel Angelo do Nasciraento Feitosn.
Interrogado o reo respondeu que era natural
deste E^ado, de 20 anuos de idade, solteiro, sa-
pateiro e analphabeto ;
Que sabia o motivo porque era Eccusaio, que
Manoel Mendes testemuulia do processo, era seu
iniraio, nada tendo a oppor contra as outras
testerounhas, e que nao attribuia a aecusago a
mo ivo particular;
Que fra agredido por Joo Baptista o qual
armado de caivete e cbibata, lutara com ella
respondente ;
Que nao sabia se dessa luta resultara ferimen-
tos na pesoa de Joo Baptista. sendo certo qu*
elle respondente achiva-se desarmado.
Concluido o interrogatorio e feita pelo escri-
vo a leitura do processo, o Dr. promotor publi-
co Henrique Augusto de Albuquerque Milet,
desenvolveu a r.ccusago e pedio a condemna-
go do reo, as penas do grao mximo do art.
193 por ter elle praticado o crime a noite,
adiando se superior em armas, de maneira qua
o offendido nao podia defenderse com probabi-
lidade de rraellir a offeasa.
D Dr. Cbnstovo Breckeofeld Vieira da Silva,
advogado do reo, allegou tera seu constituate
praticado o crime em defeza de sua pessoa,
tendo pleno conhecimento do mal que se propoz
evitar e falta absoluta de outro meio menos pre-
judicial, sem que de sua parte houvesse provo
cago ou delicio que occasionasse o conflicto.
Houve replica e treplica.
0 jury reconheceu a autora do delicio com a
aggravante do art. 16 % 1.' e attenuantes do
art. 18 %% 4. e 10.' do cdigo criminal e negou
a justificativa do art. 14 2. do dito cdigo ar
ticulada pelo defensor, sendo em vista destas
decises condemnado o reo a 14 annos de prisa
simples, grao medio d) art. 194 combinado com
o art 49 do mesmo cdigo.
Em segundo lugar foi julgado o r. Raphael
Jos da Silva, prcounciado nos arts. 201 6 20o
do cdigo criminal por haver em 29 de Maio do
anno passado na ra do Livraraento desta ci-
dade ferido leveraene a Americo Lima e grave-
mente a Jo Joaquim Ramos e Silva Juoior.
Deduzio a defeza o Dr. Joo Baptista de Me-
dei -os.
De accordo com as decises do jury, que re-
conheceu era favor do aecusado a justificativa da
art. 14 2" do cdigo criminal foi o mesraa
absolvido e condemnada a municipalidad" as
custas.
Terminou o 2." julgamento s 6 horas da larde.
Adiando se esgotados os 15 dias da lei foi en-
cerrada a sesso.
Gremio Recreiativo do BectfeEra
sesso de asserabla gerat rene se hoje esse
Club, alira de eleger a sua nova directora.
Inio e Proa;resso"ora tal denomina-
gao, fundou-se nesta cidade um Club recreiativo
dan sanie.
A sua di-ectoria provisoria foi coraposta dos
Srs. :
Presidente e vice presidenteJos Tolentint
de S ixase Agapito Innoceocio Poggi.
Secretarios1." Joo Rodrigues de Almeiia
Braga e 2. Bononio de Barros Correia.
Thesoureiro-Herculano das JJfeves Gom^s
Orador Manoel Joaquim Siqueira '/aval
canti Jnior.
ProcuradorJo5o Amando Bruno.
Commisso de redaego de estatutos-Manoel
Joaquim Siqueira Cavalcanti Jnior (relator).
Constantino de Barros Leite, Joo Rodrigues de
Almeida Braga, Joo Amando Btuno e Agapito
Innoceocio Poggi
Fragata Olindense Era 3na sede re
une-se hoje, s 10 horas db dia,e?3e Club carna-
valesco, em sesso ordinaria, para proceder a
eleigo da nova directora.
Circulo Cathollco do RecifeSob a
a presidencia do Sr. Arthur Gomes de Maltos /
reuni se no dia 20 de Fevereiro esse Circule
em sesso ordinaria, em sua sede ra do Vis-
conde do Rio Branco
Nessa sesso, foram adraittidos na quali lade
de socios activos os Srs. : Bario de G*ycana,
Felinto de Barros Accioli, Elpidio Rodrigues de
Souza, Augusto da Boa-Viagem e Augusto Duar-
->


\
'






-

f-

-
-
-

,
;-

*v.



'
i
I


te Ribeiro ; e considerado como socio efleciivo
o Sr. Alfredo GorgeJ do Amaral.
Igualmente encarregon se de faier urna con-
ferencia o Dr. Jorfte Gomes de Mallos ; e proce-
endo se ao sorteio para o jury histrico, foram
sorteados promotor o Sr. Arthur Gomes de Mat
tos, e advogado o Dr. Jos Geraldo Bezerra de
Meuetes.
Directora data obra* ae onerv-
rfco dos porto d PernamiacoReci
e, 28 de Fevereiro de 1890.
Boletim meteorolgico

mingo 2 de MarcA de 1890
Horea
S m.
9
12
3 t.

a -a
o a
16-.9
29,2
30',8
29.9
28\4
Barmetro a
0*
758-24
759-33
760-13
757-9
758-21
Tensao
do vapor
a
20,33
20.7J
20,35-
18.97!
19.9D
77
66
61
61
68
Temperatura mxima31,"25.
Dita minima26,"50.
Evaporacao em 24 horas : ao sol10,"0 ; a
sombra--4."7.
Gnuva -aulla.
Direccao do vento: SE, ESE e E lternados
de meia'noite at 1 hora e 50 minutos da tarde ;
SE at neia noite.
Velocidade media do vento3 ,"10 por se
gando.
Nebulosidade media0,"42.
Boletim do porto
isli
Das
horas
P. M- 28 de Fever.
B. M |
P. k; 1 de Margo
B. M
I
0-21 da tarde
7-04.
1-16 da manha
7-39
Altura
1-.93
1-.00
1-90
i-,03
Lciioex -EQVctuar-se ho os seguintes :
Terca feira : .
Pelo agente Brito, s 11 horas, ra do Hos
picio n. 2, di! movis, leuca e vidro.
Pelo ageote Stepple, s 11 horas, ra do
Imperador, de urna casa na ra da Conceico
da Boa Vista.
Pelo agente Martins, s 11 horas, ra dos
Praierr= n. 14, de solidos movis.
Mia* fnnetoreSero celebradas :
Amaob : .'.
A's 8 horas, na Ordm Terceira de S. Fran
cisco pla alma de Heorique Fernindes d.i
Costa s 8 horas, na roatrii da Boa Vista, pela
alma da Baronea de S. Borja ; s 8 heras. na
matriz da Graca, pela alma de Heoriqoe Frr-
nandes da Costa ; s 8 hora3, na igreja da Con-
ceico dos Militares, pela alma de Francisco
Justiniano de Castro Rabello ; s 8 horas, na
matriz da Boa-Vista, pela alma da Barcneza de
S. Borja.
Terca-feira :
A's 7 horas, na matriz do Limoeiro, pela alma
do coronel Claudino Correia ue Mello.
PaNagelrosChegados da Europa no va
por inglz Trent:
H. Lance e sua senhora. Albina Ferreira
da Silva Bessa e Jos Ferreira Brando.
Sabidos para o sul no mesmo vapor :
Joaquim Feiippe da Costa, Rodolpho Pedroza,
Dr JoSo Paes Barrete Lios. Antonio Bruno,
C F Carnington, Aurelio Rodrigues.Jos Gon-
.alves, I. Wuliaras, Anto.ic da Silva Santos.
Oto* de neteactu-Mnvimenio aos pre-
sos da-Casa de Dete'oco do Recite, Estadi
de Peruaftboco, em 28 deFevereho de 8S0
Existiar444 entraram 3; sahiram 13; ex*
ten Mi
A saber:
Nacionaes 414; mulberes 19 ; estrangeiros 11;
-Total 444
Arracoado 412.
Bons 389.
Doentes 18.
Loncos 3.
Loucas 2.
-Total 412-
Na hoave alteraco na enfermara.
uapiial **!rv O inovimerito giabelecimento de candade, no dia 27 do Fe
^er :iro (oi o seguintc:
nos.
Lotera do firaoB-ParaA 3* parte, di.
33* lotera, cujo premio grande de 120:000*,
ser extrahida no dia 5 lf Marco (qu-oa
feira). ..
Cemlterlo publicoObituario do da 28
de Fevereiro : m
Osear, Pernambuco, 7 meaes, Boa-Vista me-
nineite guda. j .
Jos Roma de Abreu e Lima, Pernambuco, 52
annos, casado, Graca ; tubtrculose rrulmooar.
I"oacio, Peruambuco, 35 auno.*, solteiro, Sanio
Anfonio; clica henathica.
Antonio Mano do Reg, Pernambuco, 65 an
is, viuvo. S. Jos; entente chrouica.
Joo Pendra da Costa. Portugal, 26 annos, sol-
teiro. Boa Vista; blenorrhagia.
Coorado Jos da Trindade, Pernambuco, 70 an-
nos, casado, S. Jos; volvo.
Anna, Pernambuco, 5 annos, Boa -Vista ; febre
perniciosa.
Praxes, Pernambuco, 3 dias. S. Jos ; ttano
infantil.
Martins da Silva, Parahyba, 21 annos, solteiro,
Boa-Vista; varilas confluentes.
Manocl Jeremas Pascoal, Pernambuco, 25 an-
nos, solteiro, Boa-Vista; broochite.
Joo Rodrigues Cordeiro, Pernambuco, oi an-
nos, solteiro. Boa-Vista; bronchite.
Oasiana, Pernambuco, 2 mezes, S. Jos ; gas
tro entente.
Cosme, Peruambuco, 2 mezes, S. Jos ; gastro
enlerite.
Luzia Mara Agostinha dos Prazeres. Pernm
buco. 58 annos, viuva, S. Jos; tysia mesen-
tena.
MPOCODE TUDO
ii
3
3
405
as respectivas enfermar;, e
Entraram
Sahiram
PdlecU
Existem
Foram visitadas
elos Drs.
Mocoso s 8 1/4.
Cysneiro s 10.
Barros So 'ruino s9.
Berardo s 9.
Malurjnias as 91/4.
EsevSo Cavalranie s 9 1 4.
Sirooes Barbosa s 10.
O Dr. ?ontual nao compareceu.
4 u cirurgiao dentista Numa Pompiuo s 8 l/*
O pbarmaceutco entrn s 8 lt2 da macha e
aaiosS 1'4 da tarde.
O ajudante do pharraaccutico entrn s 7 i/s
e sabio ts 5 horas da tarde.
______COMERCIO
Revista do Mercado
, Rkcifz, 1 n MAB90 dk 1880.
Houve algom movimento no mercado de cora-
bios, efectuando se vendas de alguns lotes de
algodo e com boa procura
Cambio
PRAQA DO RECIFE
Os bancos adoptaram a taxa de 23 3/4, haven
do negocio a 23 3/16 no correr d* dia.^^
Nio houve movimento em papel p^cular,
juerendo os saccadores 23 7/8 e euqindo ts
os bancos 24 d.
PBA^A DO KO DE JANEIRO
A taxa nominal bancaria foi 23 7/8, haveodo
procura para papel particular a 24 d.
TABBLLA8 AKFIXADA8
5!
5 S
^ 2. o
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% I i"
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a
aa
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O
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3
a
es;
o
1
*
A NoutelU Revue decreve syntheticaaiente
seui palavras vas, com muita concisio, o estado
das forg.is navaes que manobrariam nu Meditar
raneo em caso de guerra.
A Nouvelle Revue julga que a Italia e a Alie-
manha tenam a sua disposico 45 grandes na-
vios, emquanto que os francezes nao teriam se-
no 14.
Afrma que a velocidade da esquadra ainada
superior em um op e meio pan os couracados
e em tres para os e-madores. ... .
A Revista accrescenta que os navios aliados.
que se acham em disposigo definitiva de goer
,ra, se apoiam em cinco pontos de primeira im-
portancia estratgica, como Giova. Spezia Ma
gdalena, Messina e Trenlo, emquanto que a
Franca possue smente Toulon.
O artigo termina com as palavras nao apresen
te comtnentos, e tem a assignatura do commin
dante de Toulon.
*
E' de Eunco Witruvio :
-Ti. t .
(a' f. barboca)
No firmamento azulado
* Intiodo, ebeio de luz,
Ha curto nome gravado
Que muita cousa traduz.
Em cada estrella brilbante,
A gente contempla e v,
Looge embora, em todo instante,
Os nomes d M. C.
Ao mar perguitam as ondas
0 q e buscas, o que sondas
Com tanto furor ? porque ?.. -
Nao vedes Ihes di! o mar
Que en busco ter e guardar
Os nomes de M. C.!

Fillava-se, depcis da ceia, de lobos famintos :
Eu, diz um hespanhol.encontrei me du-
rante o invern passado com dous lubos.
E ento ?
Olhei-os multo atteotamente, e depois met-
ti as n,os nos bolsos e sabe assobiando.
E elles nao te perseguirn! *
Qual I Isso deu se no J.irdim Zoolgico.
Acensado, que officio tcm ?
Nao tenho cilicio.
Entao de que vive ?
Vivo de privacoes.
t.%
N'uma pharmacia : *
Tem um remedio para acabar de vez com
dore i do estomago?
Pois nao, ranina senbora ; aqu tem f stas
pillas. Temos um frvguez que nu se serve do
outracousa, ha inais de vinte annOiT

Um sabio norueguense, o Dr. Nauseo, est
preparando urna njva vxpedico ao polo norte
cuja concepeo uifTere aotavelmente le tudo que
nesse genero se tem feto at h<-je.
O explorador embarcar em um pequeo na-
vio, que o levar to longe quanto possivd fo :
desembarcar ento abandonando o para avan
car cora os seus compaoheiros. ora em embar-
c;>co>s, ora em trenos. Nao far deposito de pro-
visOes nem os preparativos necessa:ios para as
seguiar a retirada. E' voltar a cara para o nor-
te e ramainar para a frente at ebegar ao p'O-
Como vollarao que elle nao diz. Mas o
mesmo.
A empresa parece louca ; mas ipezar disso o
Na Bolsa venderara-se
40 aoonces geraes de 1:0004000.
O Dresidiiite,
Antonio Leona "do Rodngues.
O secretario,
Eduardo Oubtux.
Algodo
Cota-sc otde 1* forte do serto a 7/200.
A exportaco feta pela alfandejra era Feveseiro
Hndo. at n da 27 conslou de 1.974 987 kilos,sea
do 1.754.126 para o exterior e 220.861 ^rao ule
rior.
As entrada venfleadas em Fefereiro findo, j
conhecidas sobem a 27.639 saccas, serdo por.
3.674 Saccas
. 176
Brcacas.
Vapores.....
inimaes.....
Vi-ferrea de Garuara.
V.a-ferrea de S. Francisco.
Via-ferrea de Limoeiro .
Somma.
9.378
2.070
4 366
7.975
27.633 Saccas

____i s 13
'. * 1 ; 5 * ^ * a. < 3
3 : *0 co m 0 9 1 X < 1 3 s
- 8 o. *
' < >
. . OC 9


I I
a*
M3
Rol
sa
i
TACOES OFF1CLAE8 DA JUSTA DOS BETORES
Reeife. de MarQO de 180
Algodo de Peinando de Noronha. sern inspec
fo, 7#650 por 15 kilos, em 24 de Fevereiro
prximo passado.
Apeces geraea. juros de 5 0.0, valor de l:000f
a 9504 cada urna.
As&uear
Os pretos pagos ao agricultor, por 15 kilos, se-
cado a Associajo Commercial Agri ola, foram
s sejuintes:
Usinas .'..... 4 000 a 44800
Hranco..... 3*900 a 4*5*'
S.menos..... 8.)0 a 2i%0
Micavado purgado I8Jj IS^O
-.rutos 14300 a 14810
Btame..... lJO a u2u
A exportaco feta pela alfandPia em Fevereir 1
findo, at odia27. consten de 13 0HU52 kilos,
sen 10 45.172 para o exterior e 13.0i5.180 para o
interior.
' As entradas vericvJas em Fevereiro findo, ja
conhecida.-, tobera a 16.850 -.uxos sendo por :
Dr. Nausea encontrn mais gente do que a pre-
cisa e o rueibor da festa, que o dinbeiro appa-
rece a rddo._
Pedio o a urna subscripto publica e j tem
sua disposico cerca de ceute e oitenta contos.

Um hornera mui'.o embriagado entra em um
bond e arma logo pendencia com os ontros pas-
t ageiros, pelo que entrale o conductor que deve
obrigal-o a sabir do vehculo. Iutervindo. po
rm, em sen favor*um velhu sacerdote, o ebrio
acalma se e tica calado al o lira da viagem.
E, ao apear-se o amigo de B?ccbo, toma entre
as suas as mos do ido.-o sacerdote e exclama :
Voc ao menos sabe o que estar um no-
mem bebado.
Ourigado.

A rainba dos belgas nao tinha (literalmente,
para por, um nico obiecto de roupa branca no
da 1 de Janeiro.
Toda a guarda roupa real fra destruida pelo
fogo em Lacken e os armazens de Bruxellas es-
tavam todos fechados por causa de ssr dia de
Aono Bom.
S no lira de maitas horas se.pde encontrar
na cidade os objectos de toilette e que a rainba
traba inmediata necessidade.

E' de Demosthenes de Olinda, ouvin Jo tocar a
Wdlsa Nao me esquejas:
Naaca esqnecl-te
(a' arthr mniz)
Carlos era ditoso, e a sua vida
Um perfeito viver por entre flores,
Feliz, muito feliz, sentindo amores
Izaura araava, e ella enternecida.
Urna paixo ardente e decidida
Votava-ltie, e seus dias seductores
eassavam como loncos sohadorea,
- Doce vida de amor estremecida.
E no en tanto a descrenga a poder ju- se
Destas almas felizes. trantformouse
Toda aquella paixo ardente e pura !
Mas... um dia se avistara; elle triste
ise Ibe : o meu amor aidi existe
Nao me esquecas Izaura enlaomurmura.
SPORT
lllppodromo do Campo Grande
E' hoje a 11.* corriaa do II ppodromo o Campo
Grande na presente esbeo.
Deve ser urna excelleite diverso proporciona-
da populaco d'esta capital, que sem duvida
panf all difluir.
Ten.lo sido o prograrama cuidadosamente or
ganisado. a inscripeo correspondeu cura effeito
a esse trabalbo, acnando-se n'eMa representados
bons animaes, que promeltem por isgo excellen
tes corridas no decurso da jornada.
Nada mais por agora seao a consignarj do
palpites.
Eil os:
l. pareo-1. Ida, 2. Stella.
. AzarBarnaae.
2.pareo1." Maranguape, 2 Despota.
AzarPharisen.
3.# pareo-1. Minerva, 2." Torpedo.
Aair-B de Maio.
4." pareo1." Cauby, 2." Colosso.
AjarTurco 2.
5. pareo 1. Templar, 2. Delegado.
AzarPi ramn.
6 pareo-1." Satis Souci, J. Tnpy.
Azar Good raorni ng.
Anda Alfred Duval.
E' urna car| sportiva que em versos assignala
outros palpites. \
Ficarl escolha. +-
Prosa ou verso I
Os conloantes no Hipnodromo. ,
CARTA 8PORT VA
1-

Cotopadr. e amigo Proeopio,
P'ra contar-te tenho consa;
Tenho bons palaitezinhos,
Ditos c pelo sor Souza.
E como sabes o cujo
Nao l tan papel sujo
Que nao saiba palpitar :
E' excelso tribofeiro
Que para ganhar dinheiro
Nao importa sa arriscar.
Sabendo eu que a comadre
Gosta tambera no 'al jog<>,
Que:ra contar Ihe o que dis*e
Sem perda de lempo, logo;
Entreunto bom saber
Que p'ra gente beci viver
Deve ser, pois dos calados ;
E isto pede sem medo
O seu bom amigo Alfredo,
Criado dos seus criados.
Agora vo os palpites'
E ao ll as nao te agites.
4

No primo pareo das eguas
Ha dois palpites reaes,
Se nao quiseres Stella,
Joga em Ida e ganharas.
No segundo o Marbnguape
O premio lera tal vez;
Porm se perderHumilde
Foi que ganbou d'esta vez.
Se ao bello Prado t fores
E l jogares sem medo,
P'ra n&o perdered.oa jognes
No Danubio ou no Torpedo.
No quarto pareo ou Colosso
Ou Cauby ha de ganhar;
Mas se perderem. -. foi cousa.
Tnbofe posso jurar.
No Templar nao, nao apostes,
Pois eu juigo nao ser bom;
Ou jugues no Delegado,
Ou jogues no Piraraon.
I
Afinal p'ra que perdewjo
Nao possas sabir d'ahi,
Deixando todos os outros,
T deves ir em Tupy. *
Adeus, amigo, at ontra ;
De cobre nao sias mal;
Isso deseja sincero
O leu charo
Alfred Ducal.
PERNAMBUCO
Caixa Econmica e Monte de Soc-
corro de Pernambuco
Rninnro en S8 de Fevereiro de
1SOO
CAIXA ECONMICA
Activo
Tliesouraria de Fazenda 975:856*819
Monte de soccorro c/ de passagens 147:382*540
Caixa 2.990*000
1,126:229*359
Passivo
Depsitos cm contas correles 1,126:-29*33 9
MONTE DE SOCCORRO
Aciro
Emprstito sobre penhores 155:908*716
Movis 6:126*627
Apolices ia divida publica provm
cial 1:030*000
Caixa a:*S**.!2
Bespczas geraes 3:398*010
168:719*161
Passivo
Capitel 13:161*068
Caixa econmica c/de passageus Ii7:3s2*510
Saldos de penhores venvlidos eiu
MeUao 4:236*365
Lucros c pe.rdas U2S
Juros 3:o2b*410

168:719*403


(kilo;
Assucar mascavado
agurdente .
Alcool (litro)......
Arroz com casca (kiloi
Algodo (kilo)......
lagas de mamonas (kilo) .
Borracha (kilo).....
Crneos de algodo .
Couros seceos espichados (kilo) .
Coutjs seceos salgados (kilo) .
>:ouros verdes (kilo) .
Cacao ikilo)......
f bom (kilo)
Caf restolho (kilo) ......
Carnauba ikilo)......
Carocos de algodo (kilo)
i'arvo de pedra de CardilT (ton.)
Farinha de mandioca (litro)
Folhas de jaiiorandy (kilo) .
Genebra (litroj.....
Grasa........
Mel (litro).......
Milho (kilo.......
Pao Brasil (kilo).....
Sola (raeios)......
406
175
375
80
413
12o
900
16
395
335
200
400
600
400
260
20
16*000
70
300
200
.250
80
100
35
2/500
Barcacas
Vapores ...
animaes. ...
Via-ferrea de Caruar.
Via-ferrea de S. Francisco.
Via-ferrea do Limoeiro
Somma.
57.940 Saceos
6.931
9031
80 <69
10.879
164850 S-ocor,
Couros
Couros salgados 370 ris, e es verdes a 220
ruis
Agurdente
Cota-se a 100*000, por pipa de 480 litros.
y-
Alcool
Cota-se a 200*000 por pipa de 480 litros.
Bel
Cota-ne a 55*000 por pica de 480 litros.
Pauta da Alfaadcga
8IMA5* D 3 A 8 DB MABCO DE ***90
. Assucar retinado (kilo) ....
'Assucar branco (kilo) '. 2j3
navios descarga
Barca nacional Belty. varios seeros.
Barca americana Fred W. Cartn, algodo.
Barca sueca Balder. carvo.
Barca all.:m Schuam. varios gneros.
Brigue inglez Tulbot, bacalho
Patacho nacional Anna, farello.
i mportaco
'apor inglez Trent. entrado- dos port03 da
Europa, em 1 do andante e consignado a Aruorira
Irmaos A C, manifestou :
Agua mineral 5 caixas ordem.
Amostras 55 volumen a diversos.
Cli 15 grades ordem.
Enc2rado 1 caixa a Manoel Dias da. Silva Gui
maraes.
Graxa 6 caixas a ordem.
Livros 1 caixo a J. Bigby 1 a J. L. dos San-
tos.
Libras sterlraas 1 caixa com 1.003 a Rodrigues
Lima & C.
Machinismos 2 caixas ao London Bank.
Merc<.dorias diversas 2 caixas ao memo 2
ordem. 1 a Cardozo & Irmo, 1 a Silva Guima
raes & C, 1 a F. R. Fenton, 1 a Pohlmann 4 C.
Orgo 1 caixao a W. Holtnes.
Papel 10 fardos ordem, 1 caixa a F. H. Caris.
Presunto 2 caixas ordem. -
Peixe 20 barris a Francisco Manoel di Silva
4 C.
Queiios 5 caixas a Albino Fernamies 4 C, 1
a Jco Feruaodes de Almeida.
Tecidos diversos 47 volumes a Machado 4 Pe
reir 8 a Goncalves Cunha 4 C, 12 a N Maia 4
C, 46 a ordem, 26 a Rodrigues Lima 4 C 2 a
R. de Drusina 4 C, 7 a Agostinho Santos 4 C,
8 a Olinlho Jardim 4 C, 6 a A. Vicira 4 C, i a
Joaquim Agostinho & C, 24 a Monhard Huber
A 1:., 1 a J. A. Das, 10 a Alv^s de Bruto 4 C, 7
a Guerra 4 Fernandes, 6 a Maia C, 2 a L.
Maia 4 C, 4 a Manoel D as aa Silva Guiraares
4 Bernel 4 C.
Tinta 1 caixa a Joo W de Medeiros. ^
Vidros 15 caixas a E. 'amico C. -
S. E. 4 O.
(Pernambuco, 1 de Marco de 1890
O gerente,
Felino D.'refreir i'oellto.
PDBLICACOES A PEDIDO
\oiics de luar
(A' E- A. A S.)
N*B-frias noitcs do loar sereno,
Qnant) wifeiij o Jesferir d'um canto!...
Ouvir a fliuta munaurar queixosa,
C4af.v saudosi, despertar umpranto l.v
E ver-so s auras n'um cicio brando,
Meiga sonhaodo no correr da calina...
E vur-se a brisa divagar donosa'
Da branca rosa na vrente palma!...
O co, os ares, a campia, a tirra,
O vallej a serra de temara ebeio ..
Soham fallando de candes bemdiUs
E ii fiuitaB eiu seu lindo scio.
A serenata calorosa cre6ce,
E mais -ecresce o prazer na trra,
Ao viola? com i'ebr:l modinlia
A moreninha melodia encerra.
Ledos s'dgrupam descantando amores
Os tocadores da viola atriga,
Alegre tangem na sentida lyra.
Qu'a mil suspira, a natural cantiga.
isiportaco
BSCI'B, 28 DB FEVEUEIUO DB tS90
Para o exterior
No v^por. allerao Valparaso, para Ham-
burO, varregaram :
A. Sleiea C, loo couros seceos salgados com
1,200 kilos.
so vapor allefao Brema, para Hamburgo,
carregaram :
Pohlman 4 C 614 couros seceos salgados
com 7,36o kiles.
Para Lisboa, :arregaram :
S. B. rtmorira 4 C, 800 farlos com 56,510
kilos de algodo.
No vapor inglez Spenccr, para Liverpool,
carregaram :
J. H Boxwell. 97 fardo3 com 17,140 kilos de
algodo.
C. P. de Lemos, 20 volumes cito ^OOO kilos
de cobre velho, 10.000 ditos de pao brasil, -e
6,00;) saceos com 240,000 ditos de carocos de
algodo.
?ara o interior
No vapor nacional Mandos, para Maaos,
carregaram :
P.Alves & C, 10 barris com 960 litros de
aguarden^1.
No vapor inglez ComeU, para Ro de Janei
ro, carregaram :
a. M. oa Silva, 10 pipa com 4,800 litros de
agurdente.
M. Araorim, 50 pipas cora 24.000 litros de
aguurdent". mm
Para Kelolas. carregou :
A. Taborda, 50 saceos cora 3,750 kilos de
assucar branco e 109 ditos com 7,500 ditos de
dito mascavado.
, No lar inglez Eldra, para Pelotas, car-
re -'a'ni :n :
A. Taborda, 10 saceos com 750 kilos de assu
cor branco.
M. F. Marques, 600 volumes com 58,324 kilos
asucar branco.
Ko biate Apody, para Mossor, carrega-
ram :
E. C BeltrSo 4 Irmio, 10 volumes com 9!2
kilos de assucar tnaseavd).
Guiraares Valeute, 50 saceps cora farioba di
mandioca.
No hiale Deas te Salve, para Cear, carre-
garam ;
ai. Msnezcs, 33 barris cora 2.C00 litros de
mel.
M. L. de *, 40 barris com 4,800 litros ds
mel.
Para Camossiro, carreuaram:
E. C. Bellro s IrroSo, t barricas coa 3,005
kilo* de assucar mas avado e 20 bjetu com
1,920 litros ue agurdenle.
Para Parnahy a, E. C. Beltrj 4 Irmo 2)
barricas com 682 kilos de assucar branco e 15'
narria com 1.440 liirosde agohterge.
Na barctQ Anna Elabet, para Maoo,
carregou : "
M. J. Pe6soa, 80 saceos com farinha de man-
dioca. -
iahc2ro
EXPEDIDO
Pelo vapor nacional Muios, para :
Maranho 2.U0O009
Para 5.000*000
E tudo anceia pelos bons folgires,
Peloa paaaares d'llasao superna ;
E nos anceios, se germina o riso
Qual paraso na manso eterna.
Bello, sublime, Be conserva o astro
De alabastro c'o o niveo manto,
Linda, soberbo, n'amplidao ao ares.
Cobre 03 palmares e esperta o canto.
#
Villa de S- Loureaco da Hall
A'1 autoridades *uperior>t e ao pub ico
Estando em meu poder um carto, sem
ser por meio de fraude, como estou promp-
to a provar, que o Sr. capitao Teuioleao
Maranho, delegado de polica desta villa,
dirigi a um Ilustre cidado, com quem
tenho a honra de nutrir a mais estreita
amizade, consta-me que S. S. anda) pro-
parando testemunhas, como j teve a fra-
queza de declarar a alguem, para dar ao
Dr. juiz de direito desta comarca, urna
queixa, sob pretexto de ter sido violado
por mim o referido cartao, no caso, que eu
me utilise delle para qualquer tim.
A razao disto ser o fllalo cartao con-
cebido nos segtiintes termos, como fcil
de certificarse quem nao me acreditar :
Amigo F.....''onatantino, 23 de De-
zerabro de 89.Previno-lhe que o amigo
tem um estribeiro por nome Francisco,
acautele o e que nao durrna mais na co-
ebeira, tem ordem de ser preso, deuun
ciado e p-ocessado >
O mais fica para o publico j ilgar.
Assura a respons bilidade.
S. Lourenjo da Matta, 1 de Mirco de
1890.
Augusto de Mirania e Albyquerqne.
*Ao publ.
co
A Eroprezi Tolephonicu Bourgard, ten-
do t'eito a mudanza das linh'.s para o novo
edificio e precisando mudar grjinde quan
tidade de liuhas que se achara es'ragad;>s.
trab'ilho este que pela sua natureza d lu-
gar a umitas intcrrupvoe*, ped-i abs Srs.
assigri.'intes desculpa da qunlquer falta que
occorrer durante o trabalio.
O advogado Jos Antonio de
Mxgnlhoes Bastos, voltou para o
seu ant.go escriptorio rua
Dique de Caxiaa, n. 66, 1."
andir.
= f
0 Dr. Ermiri) Counho,
de v iita de aa vagern i Europa, on-
da e uedicou especialmente ao es-
udo 'las ujge.stfci.s >1o sjtema ner-
voso. HxnuAi re*klij*cia e consul-
torio ra PAu'Orc.jL 85.
* Consutus deiiuo fui s 2 horas.
TELEPONE N. 367
5
Advogado
1
0 -oleo.de figado de .fcacalfio de Berth o
nico cu i os (irocessos de prcparicSo furam ap-
provados pela Academia de Medicma de Paris,
duplamente inais rice em principios activos do
que os leos de bacalho preparados por outros
modo?.
E' o oleo escuro que deve ser erapregado en
mediciua com excluso dos dous outros.
Pmfessor Troatseau.
A? criancas bebem faeilmeiueooleo de Ber-
jhe e ebegara aia pedil o porque- nao repug-
nante.
. Profesto- Bmclirdat.
Dr. Silva Leal
CLNICA MEDICO CIKUKCICA
Consultuno e residencia a rna do Livramento
1. 6 I andar Consu tas das II s horas da
tarde. Chamados a qualquer hora, por escripto.
:
Leonor Porto
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Rua Larga do Rosario nu-
mero *e
} SEGUNDO ANDAR
I 1 Contina a executar os mais difficeis |
< .liguriaos recebidos de Londres, Pariz,<
) Lisboa e Rio de Janeiro.
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;>em brevidade, motficidaae em prejos e
! j tino KOStO.
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jiilr. Baliaiiu. da Silveira
! f Especialidadefebres, moleatiae
1 / I \ rios e das senhoras.
Presta-s a qualquer chamado para
' I ora da e.apitai.
i\ AVISO
. 'i Todos os chamados devem ser di-
; I rgidos pharmacia do Dr. Sabino,
\ ) rua do Barao da Victoria n. 43,
. ) onde se indicar sua residencia.
etronchie aguda ou a

'
O Pe! toral de
Tiedio.
Cambar o melhor rr-
:?,. a. ::::::s: :s::"::.
MndOS 0 s>"> ''scriplori,! para a rui do
Imp-railor 11. 32 pr mello au.ur, onde
p-ie BPT procurado de 10 da manha s
4 da tarde.
Residencia Rua Imperial n. 148
Tclepione u. 102.
&&______----------6
Tubcrculoae puluionar
Cura garantida pelo Peitoral de Cam
bar.
J?
^

Keudimeuiu publico
31739B04
Renda geral :
Do dia 1
MBZ Db MARCO
Alfaudcyu
Oculista
Dr. Barreto Sampaio, culista,
ex-chefe de clnica d<> Dr. de
Weckcr, d<3 volta de sua via-
gem Europa, d consultas de
1 s 4 horas da tarde, no Io
andar da casa n. 51 rua do
Bario da Victoria, excepto nos
domingos e das santificados.
T-.lcphnne 285.
Residencia rua Sote de Sotem-
bro n. 34. Entrada pela rua da
Saudade n. 25.
Tolcphono 287.
rOKse convulsa! coqueluche
Nao deis enanca senao o Peiftral do
Cambar. .
j Frederico Cti8V.es ky$r
Homoepatha
'{39RU4 BARAO DA VICTORIA 39^
Primciro andar ( 1
Dr. .41fredo Gaspar
MEDICO
Operador, parteiro trata com'especiali-
iade de molestias de senhoras e creancaa.
Consuitorio e residencia nn da impe-
atriz n. 18, Io andar.
Consultas do 8 s 10 da marfia.
Chamados (por escripto) qualquer hora.
TELEPHONB N. 226



Renda do Estado de Pernambuco :
Oo dia 1 5:423C;i
Somma total
38:!G-Si75
Segunda sjagto la Alfanrtega de Pernambuco.
1 ue Margo e 1890.
u ihesoureiroFlorencio Dommgues.
O chele da secyao Cicero b. de Mello.
Reeebcdoria seral
Do dia 1 3:02Gi43
Recebedurla do Estado de
Pernambuco
Do dia 1 3145332
Wo da 1
Recite Rralnage
283^579
Mercado Municipal de S.
movimento desle mercado no da 28
vereiro foi o seguiule :
Entraram :
26 bois pesando 3 964 kilos.
1117 kilos de peixe a 20 ris
8 1/2 cargas cora farinha a 200 rs.
9 ditas do fructas d versas a 300 rs.
33 i/2 columnas a 600 rs.
60 taboleiros a 200 rs,
6 suinos a 200 ra.
1 escriptorio a 3C0 rs.
68 compartimentos coai farinha a 600
rs.
28 diUM de comidas a 300 rs.
99 ditos de legumes e fazctidas a
400 rs.
17 ditos rte suinos a 700 rs.
S ditos de fressuras a 600 rs.
21 ditos de caraares a 200 rs.
24 talhos a 2
Jos
de Fe
223iO
1^700
2*700
SOlOO
12*000
1*200
300
3iH00
li'KjO-
39GQ0
11*900
"4*200
48*000
216:840
6:062*720
Rendiraento de 1 a 27 do crrente
6::79ii00
Precos de dia:
Carne verde do 2i0 a 480 rea o kilo.
Suinos de 520 a 560 re 8 dein.
Carneiro de 640 a 800 iuem
? arinha de 480 a 560 ris a cuta.
IBIho de 420 a 4S0 rCis dem
Pcijao de 900 a 1*200 idem.
V:>.porf s a entrar
HEZ DE MAR.O
New-York Advance.........
Sul........... Brenn...........
.-ul.......... Tamar..........
New-York___ Sa/ mo.......
Sul........... Guahy...........
Liverpool..... Ilumboldt........
Europa....... Rosario .-......
2
2
2
3
3
3
3
Sul......:... Valparaso.
>a\.......... Nertlie......
Europa....... Orenoque...
Norte........ Pernambuco
yul.......... Maranlto ...
Europa....... magdalena
fml........... Don
Norte........
Sul.......
Norte........
Sul..........
Sul..........
4
5
6
6
7
^i
13
Para............. l'
Alagos........... 17
Muimos........... 26
Espirito Santo..... 27
Trent.......... 30
Santos e esc .
Hamburgo
Soutbarapton.
Hambufgo.. .
.-autos e esc.
Bordeaux -
.-anlos e esc.
>ul..........
Norte........
Buenos Ayres.
Soutliamtiton.
Stdr......
Nofti7. .....
Sul..........
Norte......."
Soulhampton.
apores a sabir
MEZ DE KABCO
Advance..........
tiiema ;......
Tamar...
as 3
as 12
iinnar.... ..^ ..
ValparaiS^ ''.......
Rosan-i ......
Nerte..........
Orenoque^,........
l'erHamivcov.......
MarmUo..........
Magda'em.........
Don..............
Para.........-----
logos-----.......
Mandos.........
Em Uo Sanio.....
11
12
2
2
as
as
as
as
as
a<
as 5
as II
as 11
'
2 h.
8 h.
h.
b.
h.
h.
h.
h.
h.
h.
.

B neo Sol-AiuiTicano
38Rua do Cocanicrcio38
Compra e veikle saqaus sobre liaiiia. Rio de
Janeiro, Santos, S. luio. Campias e Para, e
faz quats^er u|ieras;'.'s uc ciecito sobrj as
raemas pravas.
Banco Su!-Americana
38 -Rua do Com :aercoS8
Sacia por tolos o vapores sobre o Banco de
Portugal era Lisboa, Porto e outras localidades
do tnesme remo.
XSovjuscnto do porto
Navios entrados no dia 1
Sj:itharaptn e escala, 16 dias -~v*por
ing'cz Trmt, do 1638 toneladas^-'Cob-
mandante A. E. Bell, equ'page^.
carga varios gneros, a Amonm Ir-
raiIo< & '* >;.
Port Eiisabeth (Africs), 31 das barca
inl'wa Towy de J03 toneladas, capitao
H. W. Jones, eanipagew 10, em lastro;
a H Lundgrii A C.
Navios sakidos no mesmo aiu
Buencs Ayres e escala Vap Trent, commanante A. C Bell, carga
varios gneros.
Rio Grande do SulJig^r inglez Grey-
hound, capita Wr Williams, carga
888nc3r. .



t'
i-
.

I
I
I-
I
i





-5' ,
fJT
>
Diario'de Pernambuco-Domingo 2 de MarQO de 1890
5

ELIXI
Cirurgio Dentista
R. ROBERT P. RAWLLNSON, for
judo pela Universidade de Maryland aot
Estados-Unidos, tem aberto o seu cousu
torio, na ra BarSodo Victoria 18, Io
dar.
Consultas das 10 s 4 horas da tarde.
"5
DEPURATIVO DO SvNGE
Approvado pela Exma. Junta de Hygiene e preparado por
Mmico e IMiarmaceilico
PELOTAS RIO-GRANDE BRASIL
Este elixireomposto de vegetaes de reconhecido mrito, em
pregado com vantagens as molestias seguintes:
Escrophulas, rheumatismo, gonorrhas, rachitismo, irapingens, ulceras, tumores.
sarnas, bobas, manchas da pelle, carbnculos, flores brancas, boboes, corrimentos do?
ouvidos, fstulas, cancros venreos, inflammagoes do tero,* nflainmacoes de olhos, es-
pinhas, affeccoes syphiliticas.
A siia efOcacia atlestada por filustres mdicos qne o reputan superior aos*medlcamcn
tos anlogos. Lcftam com ai leueo os attestados medico que em seguida publicamos e teroa
prova de que o nico depurativo lafalllvcl do sangue c oElidir de Xogucira, Salsa, Caroba c
Guayaco.
ATTESTADOS DO ILLUSTRADO CORPQ MEDICO DA PROYINCIA
Auxilios lavoura
Percira aroeiro A C. contmuam, autorisado;
elo Banco do Brasil, a conceder emprestimo.*-
i lavoura das provincias de Pernambuco, Ala
Ojs P.uabyba a Rio Gra:ide do Norte, mediante
aa condicee ie que os interessados serao infor-
mados no esiriptorio a roa do Commercio n. 6
das 11 horas da manh as 2 da tarde.
HTPPODROMO
no
CAMPO MANDE
EDITAES
O cii'ado Dr. chefe de policia man*
da declarar que do dia 15 do nez de
Marco prximo em diante, estar aberta
fiesta rcparicao a matricula para os ga-
nadores e mogos de recados, das 11 hiras
da manha s 2 da tarde, as segundas,
qiirtas e sextas-feirss.
Secretaria de pnl.cia do Estado de Per-
naubuco, 13 de Fevereiro de 1890.
O secretario,
Antonio Jo: da Costa Rildro Jnior.
tonio A. AssurapcSo. Est reconhecido
na forma da le pelo tabelli2o Luiz Felippe
de Almcida.
Eu abaixo assignado, douter em medicina
pela faculdade do Rio de Janeiro, etc.,
etc. .
Attesto que empreguei o lUixir do rfo-
O abaixo assignado, douor em medici-
na pela faculdade do Rio de Janeiro, con-
decorado pelo governo portuguez, medico
do hospital da Beneficencia Portugueza
desta cidade, etc.
Attesto que as molestias de fundo sy-
philitico, em suas diversas c variadas for-
mas, a applicacilo do preparado denoin-
dado Elixir de Nogrfeira. Salsa, Caroba e gueira, Salsa. Caroba e Guaiaco, prepa-
Guaaco, do Illm. Sr. Joao da Silva Sil- rado pelo distincto pUarmaueutico Joito da
verra, tem sido de maravlhosos resulta- b.lva Silveira, era um caso de ulcera sy-
dos. O referido verdade sob a f de philitica, dando este medicamento resul-
meu grao. jtado o mais favoravel.
Pelotas, 30 de Abril de 1S>>6. Dr. Pelotas, 5 de Maio de 1886. -Dr.Joa-
Barao dos Santos Abreu. Est reconhe- quim Rasgado. Est reconhecido na fr-
cido na forma da lei pelo tabelliSo Luiz ma da lei pelo tabelliSo Luiz Felippe de
Felippe de Almcida. Almeida.
Eu abaixo-assignado, Dr. em medicina, Eu abaixo assignado, doutor em medicina
pela faculdade do Rio de Janeiro, con-' pela faculdade da Baha, membro da
decorado pelos governos de Allemanha,' sociedade franceza de ophtalmologia e
precioso Elixir de Nogueira, Salsa
Caboba e Guaiaco com muito bom xito,
e tenho aconselhado aos meus clientes qua
o uzem com toda a confianca e esperanca,
pois a sua preparacSo preenche perfeita-
mente o nobso desidertum. Vou empre-,
gar as plalas ferruginosas de meu grande
collega, em todos os casos em que Be fi-
zer sentir a necessidade do emprego do^
ferruginosos.
Continu V. S. a trilhar o mesmo ca
minlio com toda a dedicacao, para um dia:
chegar meta dos seus desejos e receber
o competente premio do seu insano e es
pinhoo trabalho.
Rio Grande, 8 de Abril de 1886. Dri
Nicolao A. Pitomb^.Est reconhecido
na forma da lei pelo tabelliSo Luiz Felipl
pe de Almeida.*
Attesto que tenho empreado na minha
etc.
Portugal e Italia, medico do hospital de
Misericordia desta cidade, etc etc.
Attesto que tenho empregado rauitas Declaro que o Elixir de Nogueira, Sal-
vezes o Elixir de Nogueira, Salsa, Caroba' sa, aroba e Guaiaco, do pharmaceutico
da sociedade zoolgica de Franca, etc., clnica o Elixib de Nogeiba, Salsa, 0>
boba E Guaiaco, preparado ^>elo Srf.
pharmaceutico JoSo da Silva Silveira, olj-
tendo sempre os mais brilhntes resulta-
c Guaiaco, preparado pelo Sr. JoSo da Sil- JoSo da Silva Silveira, prestou-me reaes;dos, principalmente as molestias de ori-
va Silveira, corno um poderoso agente em servicos nos casos de syphilis terciaria e
casos de infeccuo syphilitica Idiathesc em todas as affcc*>es de fundo escrophu-
escrophulosa, parecendo-mo superior aos loso.
anlogos que nos vem do estrangeiro. Por! Porto-Alegre, 5 de Maio de 18S6.
me ser pedido passo este cuja verdade Dr. Vctor de Brito Est reconhecido na
affirmo ein f de meu grao. | forma da lei pelo tabelliSo Luiz Felippe
Pelotas,-6 do Maio de 18S0.Barao de Almeida.
gem syphilitica.
O referido verdade e por me ser pedido
passo o presente que affirmo in fide medi-
ci.
JaguarSo, 27 de Abril de 1886.Dr
EstevSo de Sousa Lima.Est reconhe-
cido na forma da re pelo tabelliao Luiz
de Itapi tocay Est reconhecido na forma I Eu abaixo assignado, doutor em medicina Felippe de Almeida.
da \ pelo tabelliSo Luiz Felippe de Al- pela faculdade d# Jrjio djE: Janeiro, etc., j

r .; :.
4
~*
fi-c- 4- IO abaixo assignado, doutor pela facu'dade
Attesto que tenho embregado, sethpre o Rio de. Janeiro, Io cirurgiSo do cor-
o Alves Pereira, doutor em med- com magnifico resultado, e Elixib de pt, de sade do exercito.
na pela faculdade do &.. de" Janeiro, Nogeiba, Salsa, Caboba e Guaiaco, pre-! tiesta que tem empregado com exbeV-
Wlleiro da imperial ordem da Rosa, parado do Ilustrado chiinico pharmaceuti-! ientes resulUdos o Elixib DE Nogceiba,
-tc, etc. co Joao da Silva Silveira, nos casos de gALSA Caboia e Guaiaco, preparado pe-
Atte.: ca, o que affirmo em f de medico. j0 Q considera um excellente pre
Pelotas, Io de Maio de 1&>6.Dr. Ray- o, superior aos que importamos de
mundo V. da Silva.Est reconhecido estrangero.
O Dr. Jos Antonio C>rreia da Silva,
juiz de direito de orphaos da comarca de
OJinda, em virtude da lei.
Fago saber aos que o presente edital vi
rem e delle noticia tiverem, que no dia 5
de Marco vindouro, depois da audiencia,
0 porteiro interino dos uditorios, trar a
publico pregSo de renda por espaco de um
anno, um sitio no lugar Agua-Fria de
Fragoso, com duas casas, sendo urna de
vivenda e outr de rancho, servindo de
base a quantia de 300|}000 annual, por
quanto esteva ltimamente arrendado,
qual sitio vai em praja para ser arrendado,
requerimento do Antonio Jos da Rocha
Braga, tutor do orphao Agnello, conse-
nhor do mesmo sitio.
E para qne cheguc ao conhecimento de
todos, mandei passar o presente que ser
affixado no lugar do costume e publicado
pela imprenssa'.
Dado e passado nesta cidade de Olinda,
aos 26 de Fevereiro ds 1890.
Eu, bacharel Francisco Lins Ca'das, es-
crivSo, subscreri.
Jos Antonio Correia da SUoa
1 aieccAu. Secretaria do Governo
do Estado de Pemambnco, 19 de
Fevereiro de is:o
Por eata secretaria se faz publico a qncm in
teressar possa, qne, por portara de noje, do
marechal Governador do E^tado fi prorofiailo
por mais tres mezes, para te os os ofliciaes ti
uuar.lu nacional, nomeado^ de 13 dt; fulho de
1889 at l de Novembro do me;mo anno, a
contar da presente data, o prnso para os referi-
dos officiaes solicilurcm as respectivas patentes.
O secretario,
Aotouio Ignacio de M '-quila Neves.
PROGRAMMA DA 11/ CORRfDA
QUE SE REALIZARA'
Domingo, 2 de Marco

IVODRI
S
s
s
<
Pellos
\aluru-
lid.
Cor da vesti-
menta -
Proprietarioi*
Io PareoEmnla^o 800 metrosT-Eguas de Pernamboco. podendo entrar ppqniras at 1 metro
e 30 centmetros no maxinaPremios : 130*000 ao Io, 30,5000 ao 2o e lo0<'0 ao 3o
Barnave -----
Ida..........
Feniana......
Stella........
Coruja......
Boulanget...
19 de Junho.
Castanho...-. Rodada ..... Pernamb.. m
Alazao..... Castanho___ m m m
Ouro e branco.
Lyrio e ouro...
Grenat.............
Encarnado e preto.
Encarnado c ouro .
Coudelaria Emulacao.
Coudelaria S. Jorge.
r
R. Card080.
H. Gibson.
i^udelaria Arraial.
F. Jnior.
DECLARARES
escropiula o Elixir de Nogueira, Salsa,
Caroba e Guaiaco, preparado pelo phar-
maceutico o Sr. Joil da Sra^ilveira,
com bom resultado e por isso o reputo j na frina da le pelo tabelliSo Luiz Felip-
um excellente remedio para combater as pe de Almeida.
molestias de fundo escrophuloso. O refe-
rido verdade e por me ser pedido passo
O presente sob a f de meu grao.
Pelota, 29 de Abril de 1886. Dr.
O referido verdade pelo que passa i,
__ ; presente que affirraa in fide modici.
JoSo da Silva Silveira,' JaguarSo, 5 de Maio de 1886. -Dr.
e chimico em Pelotas. : Diogo Fernandes Alvares Fortuna.-Esti
subido prazer que venho reconhecido na forma da le pelo tabelliSo
Illm. Sr.
pharmaceutico
E' como mais --------- r-------., --------
Serrano Alves Pereira. Et reconheci- j aecusar o recebimento do seu prezado fa- Luiz Felippe de Almeida.
do na forma da lei pelo tabelliSo Luiz Fe-! vor de 5 do corrente acampanhando um
lippe de ATmeida. | frasquinlio com 50 pilulas formuladas pelo Eu abaixo assignado doutor em medicin
: consummado c distincto pratico, o Ilustra- pela faculdade do Rio de Janeiro.
Eu abaixo nssignado, doutor em medici-1 do commendador Dr. Miguel Kodrigues Attesto que tenho empregado em mi
ua pela faculdade do Rio de Janeiro, 'Barcellos, e preparadas com toda perfi- nha clnica, e sem com excellente resulta
medico do hospital de Misericordia des-15S0 e nitidez por V. S. Na verdade nSo do, principalmente as affeccSes de ori
ta cidade, etc. i posso deixar de elogiid-o pelo relevante ser- gem syphilitica, o Elixir dk Nogeiba
Attesto que tenho em regado o Elixir ; V50 que V. S. tem prestado e ha de pres
de Nogueira, Salsa, Caroba e Guaiaco, I tar scienca medica. Entendo que o
preparado do distincto pharmaceutico JoSo meu nobre amigo digno de todas as
da Silva Silveira, nao s na clnica civil- attencoes c merece ser auxiliado por to-
coino na do hospital, cora o mais espen, '' dos os clnicos desta provucia e fra
dido resultado, i> que affirmo ser verdade. de.la.
Pelotas, 5 de aio de 18So\Dr. An- Declaro-lhc que tenho empregado o seu
Salsa, Coboba e Guaiaco, preparado do
Sr. pharmaceutico JoSo da Silva Silveira
O que affirmo sob a f do meu grao.
Herval, 7 de Julho de 1886.Dr. Jos
Adolpho Rodrigues Ferreira.Est recof
nhecido na forma da lei pelo tabelliac
Luiz Felippe de Almcida.
Amigo e Sr. pharmaceutico JoSo da Silva Silveira.Em contestacao a sua pergunta, relativa aos resultados que tenhc
obtido com a applieayao do ELIXIR DE NOGUEIRA, SALSA, CAROBA e GUAYACO, tendo a satisfaclo do communicar
lhe o seguinto: '
Fazem seguramente cinco annos que emprego na minha clinica o seu j to reputado Elixir em muitas affcccB.-s de
natureza syphilitica e em algumas de fundo escrophuloso, tornando-se m*is notorias as virtudes curativas dcste preparado nae
primeiras 'aquellas affecfSes.
Com ojreifuzo prolongido nunca observei as perturbac5es gstricas qne sem apparecer quando applicamos outros me
dicamentos congeneas, tornando por isso segura e fcil a sua administracSo at as creancas.
Nao hesitarei em recommendal-o cora confianca nos estados pathologicos 6upramencionados, sendo como a nobre mis
sSo do medico con
Antora
q Reniao.
para
aa
o allivo e bein estar da huraanidade que soffre.
o uso que lhe convier d'esta minha declaracSo e
disponha do amigo obligadoDr. Alve
NC% DEPOSITARIOS EM PERNAMBUCO
idsco Manuel da Silva
23Ra de Mrquez Olinda23
Precos: Duzia
PILULAS OPERATIVAS DA
SEIGKL
30$OGO
Vidro
3$OQO
MAI
COSTEA
istipacSo inac9So do figado, etc.
Se urna pessoa apanhar um refriado e a
ameacar urna febre, e sentindo dores de
cabeya, costas e membros do corpo, urna
ou duas dss das Pilulas Operativas da
Desseraelhante a muitas outras medici-! Mil gej expe nas catharticas, estas pilulas nao fazem, nj^a febre.
com que urna pessoa se sinta peior antes I ,
de sentir raelhor. Produzem o seu eTeito! ^"g grossa acompanhada de um gos-
com brandura mas completamente, nSo to salobro, c a causa de materia impura
orapanhado de accidentes desa- n" estomago. Urnas poucas doses das R-
s, taes com nauseas, apertos do lulas Operativas da MSi Seigel limparSo o
estomago, reraovendo o mo gosto, res-
taurando o apetite e com elle trar b6a
a*
etc., etc.
As Pilulas Operativas da Slai Seigel
sSo a medicina de familia a mais uil que
se tem dcscoberto. Limpam as entranhas
de todas as substancias irritantes, deixan-
do-as em cndilo saudavel. Sao o me-
Ihor remedio que existe contra a peste das
nossas vidasConstipado e inaccSo do
figado.
Estas pilulas impedem febres e toda a
serte de doeneas, pelo simples facto de
expellirem tog^a a materia venenosa das
sade.
Muitas vezes succede que doenca ou ali-
mento meio apodrecido, causa nausea e
diarrha. Se so lmpar as entranhia d'es-
ta impureza com urna do'se das Pilulas
Operativas da MSi Seigel, estes effeitos
desagradaveis desapparccerSo, resultando
em boa sade.
As Pilulas Operativas da MSi Seigel,
impedem os ms effeitos que. produ
eatranhas. Operam cora vigor, mas sua- zenJ 0 comer e beber em excesso. Urna
vemente e sem causar dr alguma. pessoa hbil e inclinada para o trabalho do
dia seguinte.
Como estas Pilulas sSo cobertas de urna
carnada de assucar tomam-se com agrado.
O gosto desagradavel tSo comnium maior
parte das pilulas d'esta forma evitado.
Estas pilulas recommendam-se especial-
mente s mulheres, podendo empregar-se
para facilitar toda obra da natureza, e
para remover todas cssa* obstruejoes que
sSo a causa de tantas doeneas a que est
sujeito o sexo no mundo inteiro.
Acham-sc venda cm todas as boticas
e lojas de medicinas, em toda a parte do
mundo e em casa dos proprietarios A. J-
White, Limited, Londres.
Depositarios na provincia de Pernam-
buco por atacado: Francisco M. da Silva
& C, na cidade de Pernambuco.
Vendedores retalho, na cidade de
Pernambuco, Bartholomeu C, J. C
Levy &.C., A. M. Veras & C. e T. S.
Silva; em Palmares, A. C. de-Aguiar e
em S. JoSo da Igreja Nova, J. A. da
Costa e Silva.
Arremataqao
N5o tndfc apparecidj langador^ para a arre-
maa;2o_ doeogeiilio .'agaaribe, sito uo termo da
Escuda, na praca annunciad'a para o di;. 25 do
corrente, de novo vai praca no dia o de Maigo
-om o abale de 10 0/0 sobre a avaliaco de.. .
20:000^._________________________________
Indemnisadora
Nos termos do | 1 do art. 23 dos estalotos. a
di'rectoria convidu aos Sr.". accionistas a reuni-
rpin se pm asst-mblca ueni ordinaria, ao meio
diu de 11 de Marco vindouro. na sae da com|Ki
nina. A reuoiao tem por liiii deliberar sobre as
ontai do anno social lindo em 31 de Dczembro
prximo pasado.
Recife, 24 de Keverciro de 1890.
Os ili'ectores
Juaquim Alves da Fooseca.
Ac onio da C. Ferreira Bal tar.
Jos Ferreira Marques.
Primeira praca
Bdltal n. 21
Pela insfcctoria desta Alfandega se faz publi-
co que s 11 horas do dia 4 do corrente mez,
serao arrematado! porta desta reparticao, 23
suecos, marca E, vindos de Ar*caju no vapor
nacional Sergipe. entrado em Janeiro prximo
passado, contt-n lo fumo em corda secco. e um
pouco estragado, abandonados ao; direitos por
Santos & C.
3. secco da Al'andega de Pernambuco, 1
de Marro de 1890.-0 cnpfe,
Domingos Joaquim da Fonseca.
Faculdade de Direito
D ordem do cidado br. director, fago pub
co que pm fpsso da congreiaco de hoja, depois
de wrificar se a presenca dos lentes, regulon se
o servico da aulas do anoo lectivo e dos exames
que teem de ser prestados na presente epocha.
pela forma seguinte :
AULAS
. anno
i.* cadt-iraDr. Silveira de Souza, de 12 1
hora da tarde. 2.aDr. Pinto Jnior, de 1 s 2
horas da tarde.
2 anno
1.'cadeiraDr. Augusto Vaz, de 10 s 11 ho-
ras da manfla. 2.* -Dr. Barros GuinarSes, de
11 sI2 horas.
3'anno
1. cadeiraDr. Turquinio, de 11 s 12 horas.
2.Dr. Jcu Vieira, de 10 s H huras.
4anno
1' cadeiraDr. Correia. de Araujo de 11 s
12 horas. 2 -Ur. Cirne, de 10 s 11 oras.
5.a anno
'.. cadeira Dr. Metra, de 1 as 2 da tarde. 2
-Dr. Seabra. de 12 1 hora. 3'-Dr. Jos Hy-
gino, de 11 s 12 horas.
Exornes
1." annoDr?. Pinto Jnior, Tarquiaio e Vaz,
s 12 horas.
2. annoDrs, Silveira de Souza, Barros Gai-
maraes e Escore!, s 10 horas..
3.* annoDrs. Correia de Aiaujo. Joao Viera
c Adeiino, s 11 horas.
4." annoDrs. Turquinio, Cirne e Martins Ja
nior. s 10 horas.
5." anno Dr. Jos Hygino, Seabra, Meira e
Portelia Jnior, 1 lipia da tarde.
A congregaciio tambein reeolvcu que os exa-
mes ordinarios comecem na terga fcira, 4 do n-
dame, pi-la prova escripia, em turmas de 12 es
tudan'es em todos os anuos, seguido-se a estas
as oraes em turmas de 6; que os exames ex-
iraordinarios comecem depoi> d* tertuioadas as
provas escripias e oraes dos ordinarios, e que
em uns e outros nao ser pt rouitd.. inversao
alguma na ordem da matricula ou ins< ripeo
para as chamadas; que fu.-scmadmtidos ma
tricula os esindantcs qne isso requereram, alie
gaoiio que por motivo justo dcixaram de lazel o
na epocha competente, e a exames os que nao
comparecern) as duas chamadas na epocha pre-
cedente, ou levant iiam se da prova escripia, e
que agora juntaram s suas petigOes, atteslaios
melicjs, ou outros ducumentos justiticativos de
sua* fallas
Os qu:- nao juntaram, em idnticas circum
{rancias, documenu s iguacs, devero
para screm ttendidoi.
Sei retara da Fa uldade de Direilo do Pecife,
de Ma co de 1850.
O secretario,
Bonifacio de AragSo Furias Rocha.
i" PareoEumo800 metros.Aniraae3 de Pemambnco que nSo tenham ganho oestes quatro
mezes no Hippooroino.-Premios : 200*000 ao Io, 40*000 ao 2- e 20*000 ao 3o
1,Despota.....
2 l'nariseu.....
Conforme ...
Maranguape..
Royal.......
Humilde.....
5
5
5
5
5
10
Rodado .....
Castanho .
Russo- pedrez
Alazao ....
Russo......
Russo-pedrez
Pernamb.
35 i Branco e bonet verm.
57 Prelo. ene. e ouro-----
55
57
55
55
Branco e encarnado .
Azul e ainarello ...
Branco.........
Branco e encarnado
H. J. Permann.
T. Pernamtiucano.
J. J Valente.
B B. FoBsecaFlhc.
J. Miranda.
V. Nascimento.
3o PareoTrllboa l'rbano*1400 metros.nimaes cacionaes de meio-sangue. Premios
300*000 ao Io. 60*000 ao 2o e 30*000 ao 3o
13 de Maio..
' hiron......
Mandarim...
Danubio.....
Torpedo
Minerva.....
Preto......
Castanho..
Rosilho...
Castanho .
Douradilha..
S. Paulo...
Rio de Jan.
S. Paulo...
48
54
54
54
5t>
54
Verde e amarello
Lyrio e ouro........
Rosa e preto.........
Violeta e ouro.......
Azul c ouro------.....
Coud. independencia.
C. S. Jorge.
Coudelaria '"ruzeiro.
M. N. Pontea.
G H. de Aranjo.
Coudelaria Cruzeiro.
PareoAnimaco850 metrosAnimaes de Pemambnco que nao tenham ganho em dis-
tancia superior a D00, nos prados do Recife. Premios: 200*000 ao Io, 40*000 ao 2o e
20*000 ao 3..
Bonaparte...
Turco 2o.....
Colosso.....
Piuio .....
Maranguape.
Humilde___
Phariseu.....
Cauby......
5
5
5
6
5
10
Russo...... Pernamb.. 57
Alazao...... 57
Rodado..... 55
< 55
Alazn....... 57
Russo pedrez 00
Castanho 57
55
Branco e encarnado..
Lyrio e ouro.........
Hreio e bonet verde..
Preto e branco......
Azul e amarello ...
Branco e encarnado
Preto, escaro, e ouro
Azule encarnado
U. Lopes da Silveira.
Jos Ferreira 4'Moura.
Coud. Republicana.
C. Nerundiflv
B B. da Fonseca Filho
V. Nascimento.
T Peraambucano
Alfredo Marques
5o PareoVeloeldadc850 metrosAnimaes pungas que nao lenham ganho em 1890 no
H.ppodromo. Premios : 200* ao Io, 40* ao t, e 20* ao 3
Faceira..... 4
Pirampn...... Telnpiar....'. Pindaro...... Delegado,.. - 5 6 6 5 5
Roilad i...
Castanho
Rodado .
Alazn... .
Cas ianno..
Rodado___
Pernamb..
52
55
57
55
57
55
Lyrio eouro......
Rosa e preto........
Branco e jzuI .
Azul e encarnado .
Grenat............
Grenat e prelo.....
. J. Cunha.
1 oud. Bella-Vista.
Carvalho" N Pereira.
Coud. Ventorsoa.
J. M. Manz.
Joao B. dos Santos.
Pareo -imprenta -1100 metrosAnimaes de Pernambuco.
e 20* ao 3
Premios : 200* ao Io, 40* ao 2
Tupy........
Village .. ..
Good -mor-
ning .. .
Sans-Souci...
Florete.....
Baio.
Rodado .....
Baio......
Castanno___
Pernamb
56 Encarnado e branco..iF. C. R. Reg.
54 Preto e branco.....iJos Joaquim Das.
54 IGrenat.............{Rufino Cardo30.
54 Ouro e branco..... p Anna L. Mattos
56 Encarnado e branco. .IF. Freir
-OBSERVACOES
Os animaes inscriptos para o primei o pareo devem achar-se no ensilhamento s
9 1[2 horas da manha.
Os forfaiis seiSo re cbidos at sabbado Io de Marjo, s 3 horas da tarde.
Recife, 28 de Fevereiro de 1889.
O secretario, Souza Carvalho.
8anco de Crdito Real de consistorio da contraria de
.. Nossa Senhora dolavramfnto
Jiernambuco
A admnistraao deste Banco, de con-
formidade com o art. 16 do decreto de 17
de Janeiro do corrente anno, que refor-
mou a lei n. 3050 de 4 de Novembro de
1882, faz sc-en'e aos senhores accionistas
que em sua sede, a ra do Commerco
n. 34, se acham dispos-c3o dos meamos
a copia do balanco, a relacao nominal dos
accionistas e lista das transferencias das
accoes durante o anno findo. *
Recite, 22 de Fevereiro de 1890.
Os adminisTadores,
Manoel J o de Amorim.
Luiz Duprat.
Antonio Femandes Ribciro.
em S J de Fevereiro de 1890.
De ordem do nosso irmao juiz convido aos
nossos irmos confrades para comparecerem em
nos-a igreja, domingo, 2 de Marco, a- 3 horas da
tarde, aiun de encorporados acompanharem a
procis^o do Senbor Atado que a irmandade de
motti Senhora da Soledade expe vista doi
fiis.
0 secrelario,
Thonraz de Oliveira Lopes.
fj&i^>jf*'ipr
Obras publicas
De on do cidado engenbeiro director e em
virtude da autorisacao do cidado marechal go-
vernador d'este Estado, de 19 do corrente, faco
publico que no dia 15 de Margo prximo vindou-
ro receben) se propostas em carias fechadas para
a execucao dos reparos da ponte do Pontal na
i I ha de ha marac, oreados em 4:065*187.
As proposids devem s -r competentemente sel-
ladas, assignadas pelos licitantes com as firmas
reconheci'ias e devero declarar o preco pelo
qual se obrigam a executar a obra, como o local
de sua resideocia e as habilitacfcs que possuam
para dirigir os trabalhos. as qaaes sero abertas
ao meio dia em presenca dos proponentes.
Havendo duas ou mais propostas em completa
igualdade de condigOes se-rSo chamados os pro-
Donentes para declarar quaes as modificaces
que fazem afim de celebiar-se o contiacto com
aqnelle que maiores vantagens cfferecer.
Nao sero acceitas as propostas nos seguintes
casos:
j 1." As que excederem dos precos do orca-
I ment ; .
ASSEMBLE^ GERAL ORDINARIA 2 As^up nao forera organisadas de accorde
Nos termos expressos nos arts. 15 e 16 do I com o presente edital;
decreio do governo provisorio de 17 de Janeiro! 3" As qae nao offerecercm as garanlias exig
deste anno, sao convidados os S s. accionistas a das ;,
se reunirem era assemb ea eral ordinaria no 4.' As que se basearem sobre os precos das
dia 12 de Marco prximo, al hora da tarde, na! propostas nos outros coniurrpntPS;
sede desta empreza, n. 74. 1 andar a ra Duque.' 5. As que forera apresentdas por pessoas
de Caxlas, afim de ser lido o relatono dos fia- 'que j tenham deixado de cumpnr contractos
caes, o balango e nnis documentos do anno | celebrados cou. a reparlico.^
lscriptorio central da em-
preza da estrada de ferro
de Ribeirao a Bonito, no
Recife.
lindo
Recife, 25 de Fevereiro de 1890
,Os direciores,
Jos Bellarmino Pena de Mello.
Francisco Lipes Goimaraes.
Sebastiao Al es da Silva-
t-
Indemnisadora
salce
Achando-se vagas 20/dcc^-i desta cc-mnanhia
de ns. 31 35, 261 271, *6 a 290 por ier fel-
lecido o respectivo acciouisia, a duecioria nos
termos do art. 15 do> estatutos as vender, para
o que convida a quem as pretender, dirigir snas
proponas por intermedio de cowtows geraes
ao esenptorio da mesraa cemparihia at o meio
fazel-o |-dia d-i 4 d-^ Marco viBiiouro.
Recife, 24 de Fevereiro de 1890.
Os direcoies,
Joaquim Alves da Fmis -\
Antonio 'a Cunha Ferr m Bailar.
Jos Ferreira Maquea.
O orcamento e mais condcps do contraclo
acham se n'esta ecreiariaionde ponera ser exa
I minados pilos pretendentes'.
Para concorrer praca cima, devcrao'ns lici-
tantes depositar n'esta rtpartiqo, na vesp dia da.arrematago. das 9 s 3 horas da tarde, a
quan'ia de 203 j259. equivalente a 5|0 do valor
do respectivo or- menlo.
Secretaria da Direcioria das Obras Publicas
em 21 de Fevereiro de 18S0.
1 jO en^enheiro ajudanle,
A. Reg Reto.
Sociedade Recreativa Mag-
dalenense'
Con vi io es senhores socio a se reuni'em em
BSS' mblca geral no domingo 2 de Maree, ao
inejii-dia para approvaiem a refo ma- do- es-
atuf. i secretarlo,
Tito L'vioda Silva.
tatu'.L
-',


f
l
KtMni^^H



I
:
1

I


I
'1
A
*.
f

-".
Diario de PernambucoDomingo 2 de Marco de 1890
S. R. J.
Sociedade Recreativa Ju-
ventude
Sarao bimestral em 9 de Margo era solemnisaco
so 11.a anaiversario da insiallacuo de sua bi
bliotheca.
Convites tiesta se retara ; o ingresso o re-
abo do mez de Pevereiro. rio se admitte ag
rre_ados.
Secretaria da Sociedade Recreativa Juventude,
J6 de Fevereiro de 1890. -0 1' Secretario,
_____ M.-J. Baptista
Julzo dos Feltos da Fazrnda
\a EicrtvSo Reg Barro*
Peraate o Sr. Dr. juiz substituto dos feitos da
Faienda deste Estado de Pernambuco, se vende
ra em praca publica no dia 7 do vindouro mez
de Marco, pelas 11 borra da manha, depois da
audiencia, os bens segrales :
A casa terrea de lijlo e cal, n 13 site roa
*o Fogo, freguezia de Santo Antonio, pertencrn-
te aos herdetros do padre Jos le Je-tos Mara
de Vascor.cello8, avahada por t:6Mf06Q.
0 dominio til do terreno fomro a arariote-,
sito ra do Padre Nobrega, arado, com
o n. 24, onde se acha a coefteira da Companbia
das Carnes Verdes, perleneente dito dominio
aos berdeiros do coronel Francisco Camello Pes-
soa de Lacerda, avallado por 1:200J000.
Urna olaria sita no lugar dos Coelhos n. 23,
freguezia da oa Vista, edificada sobre 55 pila
res, coberta de telha, pertencente a Vicente Fer
reir dos Santos Barros, pelo prego e quantia de
l:J5o_000
Um sobradinho e olaria contigua no lugar dos
Coelhos, freguezia da Boa Vista, sendo a mesraa
alaria sobre esteio de raadeira e cooerta de te-
lha, pertenceule a Antonio Cameiro da Cunha,
pelo prego e quanlia de 990/000.
A casa terraa com runcho au lado, de tijolo e
cal, sita no lugar denominado Ipotinga, fregue-
a da Varzea, pertencente a Antonio Francisco
dos Prazeres, pelo prego e quantia de 8IO0O.
Bens que sao vendidos para pagamento da
Pazenda Nacional e custas.
Recite, 26 de Fevereiro de 1890.
O solieilador,
Luiz Machado totetho._______
Concurso de segunda en-
trela
Tbenouraria de l'azenda do EMado
de Pernambuco. de Janeiro de
ISOO
De oidem do cidad&o inspector, fago publico
ue tica marcado o praso de 60 da:-, a contar
esta data, para ter lugar nesta thesouraria o
ooncurso de segund entrancia, autorizado pela
ordem do Thesouro Nacional n. 11 de 30 de No
vembro ultimo, o qnal ser regulado pelo de-
creto n. 10,349 de 14 ce Setembro prximo tas-
gado, que dispe o seguinte :
Art. 2-
As ma:enas do coi.curso para os lugares de
rimeira entrancia sero:
Grammatica da lingua nacional (orthoijraphia.
jnalvse e redaccao);
Grammatica das linguas fiaBceza ingleza
(leitura traduegao e analyse) ;
Arithmetica e s- ai applicagoes ao ccmmercio
a as repartiges de f- z> nda ;
Algebra at equates do segundo grao ;
Escripturaro mercantil por partidas dobra
das.
- Art. 3-
As materias do concurso para os emprego-
de segunda entrancia serio :
Legislagao de Fazenda ;
Pratica de repartigo.
0 exame se far, -alvo a hypolhese do art.
38, por umjquestionario que sera publicado pelo
Thesouro.
. Art. 28
Os actuaes empregados de primeira entran
ca nao podero s< r nomeados para lugares de
segunda sem dar pro va plena de que sabem, nao
so a pratica da repartigo em que servirem, mas
tambem as materias designadas no art. 2
Os que se nao habilitaren! dentro de dous
atino?, contados da dta deste decreto, conside
rar se ho desligados do servido dr Fazenda.
Outrosim. os candidatos deviro requerer a
Inscripc-O de teus nomes commissao respec
uva, iiifiruindo suas peti.es com os seguintes
documentos:
1." Certido das nota que tiverem no pon'o
de su repartio ;
2. Attestado do competente ebefe sobre asua
aptidao pira o servico publico ; de conformida-
de com o art. 10 do citado decreto.
Thesouraria ue Fazenda do Matado de Pernara
buco, 7 de Janeiro de 1890.
0 secretario da junta,
Dr. Antonio Jos de Sant'Anna.
Derby Club de Per-
nambuco
A directora deste sociedade, em virto.de do
art. 16 do decrete de 17 de Janeiro deste anuo,
gcientitica que ticam a disposico dos senhores
accionistas, na secretaria da sociedade ra do
Imperador n. 21, as copias do balango, da rea
cao nominal dos accionistas e da lista das trans
ferencias das aegoes realisadas nc decurso do
aano prximo lindo.
Recife, 1 de Margo de 1890.
Os directores,
Mancel da Silva Maia
Jos de Oliveira Castro.
Carlos Jo* de-Medeiros.
Confraria jp Senhor Bom
Jess da Viasacra da igre-
ja da Santa Cruz
De ordem da mesa regedora desta confraria,
convido a todos os nossos irmaos para compa-
recerem. paramentados de seus hbitos, no
domingo 2 de Margo, pelas 3 boras da urde, em
nossa igreja, para rmos acompanhar a procissao
dt Sei hor Atado, que tem de sabir di igreja de
N. S. do Livrauento. para a qual tivemos con
vite da irmandade de N. S. da Soledade, erecta
na mesma rgreja.
Consistorio da confraria do Senhor Bom Jess
da Viasacra da igreja da Santa Cruz, 27 de Fe
vereiro de 1890.Servindo de escrivao, .
___________Mano-1 D. da *ilva.
Arsenal de Guerra
De ordem do cidadao tenente-coronel direc-
:or deste arsenal, distribueu-se costuras nos
das 3, 4 e 5 do corrente mez, com as costurei-
ras lossuidoras das guias de ns. 201 a 225, de
con brmidade com as ordens em vigor.
arsenal de Guerra de >ernambuco, 1- de
Margo de MN.
Flix Antonio de Alcntara
Alfares adjunto. _______
Irmandade
DE
N. S. da Conceicao dos Mili-
tares
E L E I C A O
De ordem do irmSo presidente, convido a
todos os irraos para comparecerem as 6 horas
da tarde do dia 5 do corrente (quarta-feira) no
consistorio da igreja. para se proceder a eleicao
dos funecionarios que teem de reger a irmanda-
de no corrente aono de 1890.
Consistorio da irmandade de N. S. da Concei-
cao dos Militares, 2 de Margo de 1890.
O secretario,
Jo&o Paulo R. Cesar.
Club Vinte Dous Je
Julho
Hoje, ao raeio dia, reune-se esta associaco
extraordinariamente aura de deliberar sobre as-
sumpto de natureza poltica. Pede-se dfcompa-
recimento de todos os socios.
O secretario.
Gongalves Lima._______
SANTA CASA
CASAS PARA ALUGAR
dem da Guia n. 25, idem 16 _(X h i
dem do Bom Jess n. 29, loja 18*000
dem idem idem, 1. andar SOOOe
dem do Amorira n. 23, idem 12*500
dem idem idem, 2* andar 11*900
dem Imperial n. 151, casa terrea 30* OU
dem do Vigano n. 25,1." andar 3U0UU
dem idem u. 27. loja 1666o
Ra da Guia n. 27, 18*000
Enantamento loja, n. 3. 14*000
dem do Encantamento n. 11, 2. andar 16666
idem da Companbia Pernambucana n.
30, loja loOOO
dem do Amorim n. 60 20*000
dem da Madre de Deus n. 2. 12o00
Quadro da Detengo n. 5, 6*000
Idem idem n. 2, 8*00o
Obras Publicas
De ordem do cidadoengenheiro director e em
virtude da autonsagao do cidalo marechal go-
vernador d'este Estado, conlida em officio de 15
o corrente, fago publico que no dia 15 de Margo
prximo vindouro recebem se propostas, em car
tas fechadas, competentemente selladas e com as
respectivas firmas reconhecidas, paraaexecugio
dos reparos do agude do povoado de Lagoa do
Carro, na comarca de Nazaretb, oreadas em
2:206*705. M
As propostas deverao declarar o prego pelo
fual se obrigam os licitantes a executar a obra,
como o local de sua residencia e as habilitagoes
que possuam para dirigir ob trabalbos, as quaes
sero 'bertas ao meio dia .em presenga dos pro
aonentes.
Haveodo duas ou mais propostas em completa
igualdade de condigoes, serao chamados os pro
ponentes para declarar quaes as modificages
que fazem, allm de celebrar se o contracto com
aquelle que lizer modificages mais vantujosas.
Nao sero acceitas as proposlas nos seguintes
casos :
1 As que excederem dos pregos do orga-
mento.
2o As que nao forem organisadas de accordo
com o presente edital.
3 As que nao offerecerem as garantas exi-
gidas.
4* As que se basearem sobre os precos das
propostas dos tutros concurrentes.
5 As que forem apresentadas por pessoas que
j tenham deixado de cumprir contractos cele
brados com a repartigo.
O orgamento relativo a obra, as clausulasge-
raes e especiaes do contracto e mais conigOes
aera" franqueadas n'esta secretaria ao exame dos
concurrentes.
Para concorrer praga cima devero os lici
tantes depositar n'esta repartigo, na \ espera do
dia da arrematago, das 9 s 3 boras da tarde, a
quantia de 110*333, equivalente a 5 /. do valor
do respectivo orgamento.
Secretaria ta Directora de Obras Publicas, em
19 de Fevereiro de tS90.
0 engenbeiro ajudante.
A. Reg Netto.
2.a praca
Pela inspectora desta alfandega se faz publi-
co que s 11 boras dojMa 3 do mez de Margo
Tindouro, ser vendida em praea, porta desta
repartigo, nma caixa marca JB<*C e contramar-
ca CW n. 1440, nda de lamburgo no vapor
allemo Metrpolis, entrado em 2 e Oulubro ul-
timo, cerniendo 170 kogrammas de bolas de
vidro de cor, abandonada aos direitos por Joao
Bezer A (>.
3. seceo da Alfandega de Pernambuco, 28 de
Fevereiro rte 1890.-0 chefe,
Domingos Joaqnim a Fonseca.
Companhie de Messageries
Maritimes
LINHA MENSAL
O paquete Nerthe
Commandante Lecointre
E' esperado dos partos do
sol no dia 5 de Margo
seguindo depois dademo
ra de cosiume para Bor-
deaux, tocando em
Dakar e Lisboa
Lembra-se aos Srs. passageiros de todas as
classes que ha lugares reservados para esta
a 'encia, que podem tomar em qualquer tempo
?az-se abatimento de 15 0(0 em favor das fa-
milias compostas de 4 pessoas ao menos e que
pagarem 4 passagens inteiras.
Por excepgo, os criados de familias que to-
marem bilhetes de proa, gozam tambem deste
a alimente.
Os vales postaes s se dao at o dia 3 de Mar-
go pagos de contado.
Para carga, passagens, encommendas di-
nhiiro a frete : trata-se com o AGENTE.
O paquete Orenoque
Commandante Mortemard
E'esperado da Europa no
dia 6 de Margo e segui-
r depois da demora ae-
cessaria para
Bahia, Rio de Janeiro, Buenos-Ayre e
Montevideo
'^embra-se aos Srs. passageiros de todas as
classes que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em quatquer tempo.
?revine-se aos Srs. recebedores de mercado-
rias que s se attender a reclamagOes por fal-
ta i, nos volumes, que forem reconhecidas na
0 :casio da descarga, assim como deverao der-
tr > de 48 horas a contar do dia da descarga das
i varengas, fazerem qualquer reclamago con-
iernentes a volumes que porventura tenham se-
guido para os portos do sul, afim de poder-se
dar a tempo as providencias necessarias.
Ste paqu-t-n *o ilIuiWf nado a
1 elctrica.
Para carga, passagens, encommendas
n ieiro a frete: trata-se com o
AGENTE
Angoste Labille
D Ra do Cornmercio 9
MARTIMOS
ompanhia Bahiana de Na-
vegacao Vapor
Macei, Villa-Nova, Penedo, Araca-
ju, Estancia e Bahia
O vapor Guahy
Commandante Viegas
Seguir para os
portos cima
indicado no dia
15 do correte s
'4 horas da tarde.
PanTcarga, passagens, encommendas e dinhei-
o a frete trata-se com o
AGENTE
?edro Osorio de Cerqueira
17Ra do Vigario
COHPAKHU
17
PEBMA MIII C t > *
DE
MaTegacSo costelra por vapor
PORTOS DO NORTE
Pjrakyba, Natal, Maco, Mossor, Araca-
ty e Cear
O vapor Pirapama
Commandante Carvalho
Segu no dia 5 de M arco s 5
horas da tarde. Recebe carga at o
dia 4
t
Encommendas, passagens e dinheiro frete,
a as 3 horas da tarde do dia 5.
ESCRIPTORIO
A 9 Cae* da Companhia Pemambucanu
n.12
MVlMU PERNAMBUCANA
DE
laTegacSo costelra por vapor
PORTOS DO SUL
Hacei, Penedo, Aracaju' e Bahia
O vapor S.Francisco
Commandante Pereira
Segu "no dia 5
5 horas da tarde,
ga at o dia 4.
de Margo as
Recebe car-
Encommendas, passagens e dinheiros frete,
tt as 3 horas da tarde do dia da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Cae* da Companhia Pernambucana
n. 12
Companhia BrasiJeira de
Navegacao Vapor
PORTOS DO SUL
3 vapor Pernambuco
Commandante Antonio Francisco de
Almeida
E' esperado dos portos do or
te au o dia 6 de Margo e de-
.pois da dunora indispensavpl
,seguir paraos portos dosel-
mudas serio/rcGoidas noteutebt
8 iiDosa ate i hora a larde do da da sabidn.
Para carga, passagens, e ncommendas e vale-
res rata-se cora os AGENTES.
PORTOS DO NORTE
O vapor Maranho
Commandante o eapitao de fragata Pedro
' Hyppolyto Duarte
E'esperado dos portos do sul
at n dia 7 de Margo e se-
guindo depoi da demora indis
ipensave! panrot portos do nor-
te ate Mauaua.
As encommendas s sero recebias na age^
d i at 1 hora da tarde do dia da sabida.
Para carga, encommendas, passagens e vilo
es trata-se com os
AGENTES
Pereira Cameiro & C.
6m=Rua do Commercio=Ji
! andar
AVISOS DIVERSOS
Precisa se no Vcco do Espinheiro n. 5, de
urna ama que cosinhe eengomme com perfeigao,
e que seja matriculada.
Precisa-se de ama boa
tar na ra da Soledade n. 82.
cosinbeira ; atra
____I_______
Precisa-se de um copeiio ; na ra do Pay-
sandu n. 19.__________________
Precisa se de um menino para criado ; na
ra da Florentina n. 34.
Precisa se de um copeiro i! ajudante ; na
Ponte de Uchda n. 36, em frente a estago.
Preis.-se de quatro empregados, homens
ou meninos para vender caldo de canoa, paga-
se be, t dia-se no l'oito da Madeira de Bebe-
rbe, sitio de Jos Vicente Godinh i.
Precisa se de urna ama de leite ; a tratar
na ra Direita n. 10.
Precisa-se de amas, para cosinbar, lavar e
engommar; na ra do Pires n. 30.
Aluga se o 1- andar do sobrado o. 3 da
ra das Flores, com agua ; a tratar na rna do
Crespn. 12, 1- andar.
Alugam-se o 1- e 4 audares da casa u. 4' t
roa Visconde de Inharaa, com agua e com-
modos para familia ; as chaves no andar terreo.
Aluga-se a casa n. 83 ra do Hospicio
em bom estado e commodos para grande fa-
milia.____________ _._______________
~ Alugam-se casas caadas e pintadas nos
undos de S Goncalo, a 8*000; a tratar na ra
la Imperatriz n. 76.___________________
Alaga se o 3- andar do sobrado n. 12,
ra Marcilio ias, por prego commodo a tratar
no 2 andar do mesmo_________________
Faz-ae negocio'com a loja da ra do Cabu-
gi n. 2-C, propria para miudezas, deposito,
jotas ou outro qualquer negocio, Noptima locali
dade ; a tratar na mesma.
Precisa-se de urna ama para cosinha ; no ps-
t-ot Livrameiito n. 36. ^^__
e di-
Royal Mail Steam Packei
' Company
O vapor Tamar
E' esperado do sul no dia 2 de Mar
vereiro, seguindo depois da demore
,nec.essana para
Lisboa, Vigo, Santbampton e Antuerpia
Reduccao de passagen*
Ida ldamolti
a Lisboa, l efasae & 20 < 30
\ Southamptonl'classe i 28 t 42
.amaretes reservados para os passageiros d
t>e nambuco.
.'ara passagens fretes, encommendas, trata-st
:0 J OS
AGENTES
Vmorm Irmos & C
MMA
Ama
Prejisa-se de urna ama para cosinhar e mais
sertlgos de casa, que tenlia matricula ; na ra
Imperial n. 42.________________j______
Ama
P'ecisa-Sf de urna boa cosinheira, paga-se
bem, para casa de familia ; a tratar na ra i)u
que de Gaxias n. 93, ou ra Conde da Boa-Vis
ta n: 24-A.________________________________
Ama
Precisa-se de urna engommadeira e que lave,
para casa de familia ; a tratar na ra Sete de
Seteqit^ 12. antigo becco dos Ferreiros
Ama
N. 3Ra do Bon JessN. 3
n
HARGERS REUNS
a vapor
o Havre, Lisboa,
Rio de Janeiro -
Companbia Franceka
DE
IVavega^o
Liaba quinzenal entre
Pernambuco, Babia,
Santos.
- O vapor
VilledeSan Nicols
Commandante Tauquery
E' esperado da Europa at o dia
9 de Margo seguind o depois
da Ddispensavel demora para a
Babia, iiio de Janeiro e Santos
oga-se aos Srs. importadores de carga pele?
vapores desta linha, queiram apresentar dentrr
ie 6 dias a contar do da descarga das alvarengaf
malquer reclamago concernente a volumes qut
sorventura teaham seguido para os portos de
iencias necessarias.
expirado o rele-ido prazo a companbia nao. se
-esponsabilisa por extravos.
?ara carga, passagens, encommendas e di-
abeiro a frete : trata-se com c
AGENTE
Auicuste Labille
9RA DO COMMERCIO -9
LEILOES
Leilo
Agente Brito
De movis loucas e vidros
Urna mobilia de Jacaranda, urna dita de ama
relio, urna cama fraticeza, 1 toilett urna meii
comnjoda, I marquezo estrello, 1 dito largo, 1
guarda roupa, t aparadores urna marqueza, 2
guardas loucas. cadeiras de janeo, ditas de ama
relio, 4 consolos de amarello, 1 bergo de vima,
urna dita de amarello, 2 armarlos para amos-
tras, 1 candelabro de 7 luzes, 1 dito de 4 luzes,
4 candelabros de metal copos, clices, lougas
para almrgo e jantar, 2 jarros grandes, candici
ros, conservas, vinhos, cervejas e outros muitos
objectos que estaro patentes.
No V andar da ra do Hospicio n. 2
Ter^a-felra, 4 do corrente
A' 11 hora*
Leilo
De solid >8.movis
Constando de
Urna mobilia de Jacaranda com consolos de
pedra e 1 jardineiru12 jarros de porcelana, 1 es-'
pelho oval, tapetes para sof e para portas, 1
guarda vestidos de amarello, 1 guarda-lougu, 1
quartinheira de columna, diversos quadros, I
candieiro de susper.so, l apparelho de porcelana
para almrgo 1 de loga ingleza para ji'nla", co
pos, clices, compoteiras, ga rafas e muitos ou
tros objectos.
Terca-felra 4 do eorrente
A' 11 horas
Na ra dos Prazeres n. 14, freguezia da
Boa-Vista
O agente MARTINS far leilSo por ordem de
urna lamilia que se r tira para fra da cidade
dos movis e mais objectos existents em dita
casa.
Ao correr do martello
Agente Slepplc
3. leilo
De urna caa terrea sob n. 41, em solo
foreiro, ra da Conceigao, freguezia
da Boa-Vista.
Terca-felra, 41 do corrate
A's 11 boras em ponto
No armazem ra do Imperador n: 39
O agente cima, por mandado e assistencia do
Ex o. Sr. Dr. juiz dedreito brivativo deorphos
e ausentes, a requerimento do tutor da menor
Mara Isabel de Mora es Viegas, levar a leilo a
casa cima.
0$ Srs. pretendentes desde j poderSo ir exa-
minar a referida casa.
Precisa se de urna cosinheira ou cosinheiro
bom, para casa de familia ; a tratar na ruado
Cabug n. i4. v meio dia at 2 horas,________
Amas
Precisa-se de duas, sendo urna para consinbar
0 a outra para saia ; a tratar na ra Duque de
Caxias n. 62 e 64.
Amas
Precisa sa de urna para engommar e outros
servigos, e urna cutra pan comprar e cosinhur:
na ra da Unio n. 13.
A luga-se
o sobrado da ra Serrano Pire3 n. 18, com
aguaegaz; a tratar com Temporal Filiios,
ra do Bom Jess n. 57.
,tMttk
no mus
SLERY
VMde-ss en toda a tart*
Boa compra
Vndese um bom piano com pouco uso, do
autor Hery Herz," por pego muito razoavel; a
tratar na ra Mrquez do Herval n. 81, ou na
ra do Vigario n. 4, taverna.________________
Leite de mamao
Compra se leite sem fructo, fresco ousecco ao
ifpaga-se bem ; na ra larga do Rosario n.
24, pbarmacia._______________________
Arlhur & Desiderio
continuam a comprar ouro e prata velhos, e
bem assim libras sterhnas e outras mo-das de
uuro e" de prata, e paga-se bem ; na ra do La-
bug n. 3.___________________
Instrucc.ao primaria do Esta-
do de Pernambuco
0 professor /Dao Valentim Teixeira Castro
contina a leccionar nao s em casa de sua re-
sidencia, como em casas particulares, a ambos
os sexos, as materias que constituem a intime
co primaria, das 4 s 6 da tarde, na ra do
Caldeireiro n. 7 A.________________________
Caixeiro
Precisa se de um caixeiro com prratica ou
sem ella; na ra do Lima n, 68, em Santo
Amaro.
VENHAH11!
E' na ra 1 de Margo n. 1, onde se
pode encontrar fazeadas finas e modas,
sendo tudo por pregos rasoaveis como
sejara :
' Lans de cores a 200 ris o covado.
Zephirbs de cores a 320 ris o covado.
Baptista de 201) a 240 o covado.
Merinos de quadro a 320 o covado.
Poetos brancos de diversos pregos,
Chitas, cre'tones, etaroines, surak, setine
Kas de todas as o rea, casemira ingiera
duas larguras a 2$500, e um explendido
sortimento de fezeudas pretas proprias
para a. quaresraa w que tudo vendern, por
pregos insignificantes, o dao-se amostras.
Os barateiros! os barateiros !
A RA 1. DE MARCO N. 1
II sraardlno C nipos >t.C.0
C rindo
Precisase de um para o servigo externo
de casa de peqnena familia entenendo
de jardini.
A tratar na pra;n d_ Independencia,
n. 24 e 26.
P a. Rog,
medicamento approvado pela Aca-
demia de Medicina de Pariz, o
verdadeiro purgante das senhoras, das
enancas e das pessoas de constituicao deli-
cada. Com um vidro de P de Rog, fcil a
levar comsigo por toda parte, pode-sft preparar
na oocasiSo necessaria, ama limonada de
gosto agradavel e muito refrigerante.
O Pide Rog conserva-se infinitamente sem
M alterar.
Emprega-se' o, daitaado o contedo do
vidro em meta garrafa d'agua, deixando em
contacto durante urna hora, ou melhor da
noite para odia; rolhar a garrafa se desejar-se
ter urna limonada gazosa.
Fabricae venda por atacado: CasaL. Frere.
raa Jacob, 19, Parir. A varejo, em quaai
flus as pbarmacias de todos os paires.
Pura a aira tffiea* e prompta do
Molestias provenientes de im-
? pureza do Sangrue.
E' urna loiicura andar a fazer expe-
riencias com misturas inferiores com-
postas de drogas ordinarias ou de plantas
indigenas cuja eficacia nao 6 conflrraada
pela sciencia, emquanto que a molestia
cada vez val ganhando terreno.
Lancem mo, sem demora, de um re-
medio garantido cuja -Olcaeia seja facto
assignalatlo e inquestionavl!
O Extracto Composto Concentrado
de Salsaparrilha de Ayer 6 conhecido
e recommendado pelos mdicos mais in-
telligentes dos paizes adiantados, j
durante 40 annos.
Centenas de milliares de oentcs
tm colhido beneficios do seu emprego e
sao outras tantas testemunhas da sua
cfllcacia positiva e incomparavel.
treparado pelo
DR. J. C. AYER & CA.,
Lowell, Mass., Est,-TJnidos.
QEPoarro i:i-._/._
OOENQAS
-DO
EStCMAQO
nalio.
_PILS?IS Di BBISTO.

Fito o me!::'>r Purgante eo Remedi
__i fSc t -!:tra os ditos male:
iltg_ifiz__-i a Digsstilo
PRIFICAM A BILIS
; curr.m radicalmente
A DISPEPSIA.
A o publico e ao corn-
mercio
Manoel Luiz Ribeiro. sendo fwcado a embar-
car boje inesperadamente para Europa em con-
sequencia de alteracao em sna stde, e nao
podendo pela preatesa de sua viagem e do seu
estado despedir se dos seus amigos e mas pes-
soas com querc tem relajjes, o faz por ste
meio, e offerece seus limitados prestimos em
Portugal ou em quulqufr parte que o destino o
conduza. Outrosim, declara,'que deixa como
seus procuradores aos Srs. Manoel Fer eir da
Cruz Antonio Arro Verde e a seu filho Sylvio
Sctyr Ribeiro, licando este como gerente de
sua casa de negocio. Recife, 26 de Fe vereiro
de 1890
- -
Henrlque Fernan-ea la Coatft
D. Anna Martins Perpira da Costa, ilanoel Fer-
nandes da Costa, D. Jovina Esmeraldina Fer-
nandes da Cotia, Jos Feroandes da Costa (au-
sente). Augusto de Figueiredo, D Mara Fran-
cisca Fernandes de Figueiredo, D. Mara Martins
da Silva Castro (ausente). Albino Fernandes de
Azevedo (ausente). D. SoJnia Martins Pereira de
Azevedo, Antonio Ferntmdes Ribeiro e sua mu-
lher D. Guilhermina ophia Vieira Ribeiro, do
intimo d'alma agradecem a todas as esseas que
se dignaram a;ompanhar ao cemiterio publico
os restos mortaes de spu idolatrado esposo, filho,
irmo, cu' hado, concunhado. genro e sobrinho,
Henrique Fernandes da Costa, sua ultima mo-
rada ; e de novo as convidara para assislirem
as missas que mandam rezar na mstriz da Gia-
ga, pelo seu eterno repouso, s 8 h' ras do dia
3 de Marco (segunda feira), stimo do spu pas-
samen'o. A' todos eterno recoihecimento
Alugam-se na do Impe-
rador
Os i- e 2 andares n 39.
O 1- dito n. 37.
O 2- dito n.31.
A tratar com Luiz de Moraes Gomes Ferreira.
Huita atieaolo
No becco dos Ferreiros n. 6, pregueia se e
recortase babados de todas as larguras.
Henrique Fernandem da Costa
D. Maria Martins Pereira da Costa, Manoel
Fernmdes da Costa. D. Jovina Esmeraldina Fer
nandes da Casta, Jos Fernandes da Costa
(ausente), Aueu?to de Figueiredo, D. Mana
Francisca Fernandes de Figueiredo, D Maria
Marlins da Silva Castro (ausente). Albino Fer-
nandes de azevedo (ausente), l). Sophia Mar-
tins Pereira de AzeVedo. Antonio Krnandes
Ribeiro e ra mulner D. Guhermina Sophia
Vieirc Rrbeiro, do inouio d'alma agradecem
a todas as pessoas que se dignacam acompa-
nhar ao ceanterio publiio O restos muriaes de
seu idolatrado esposo, liiho, irmao, ruohado,
concunhado, genro e sobrinho, Henriqne Fer-
nandes da Costa, sua ultima morada ; e de
novo as coavidam para assislirem as missas que
mandam rezar na ordem 3.* de S. Francisco,
pelo seu eterno repouso, s 8 hora; do da 3 de
Margo (segunda feira), seiimo dj seu passamen-
to. A' todos eteroo recoahciinpn'o._________
1. aoniversario
Dominios Francisco Tavare
Paulina Francisca de Freitas Tavares, seus
lilnos, genro e irmaos convidam todos os seus
amigos e prenles para assistirem as missas
que pelo eterno repouso de seu lembrado mari
do, pai, sogro e cunhado, mandam rezar na ma-
triz da Boa Vista, s 7 1/2 horas da manha do
dia 5 do corrente, confessando se desde j tum
mmente eratos._________________
t
Coronel Claudlno Crrela de
Mello
Claudino Corrti de Mello Jnior e todos de
sua familia, convidam aos parentes e amigos
para assislirem a missa qae mandam rezar por
alma de seu sempre lembrado pai, corone! Clau-
dino Correia de Mello, s 7 horas de leic_-feira
4 de Margo vindouro, na matriz de Limoeiro, 30
lias de seu fallecimento. e por cujo acto de re
ligiao e caridade se confessam eternamente
gratos. _______
r^;_se3__ia_E__i____~__s.>
I"
Francisco Jnsl niin no de Castro
tabello
30 dias do passamento
Virgilio Augusto Lopes e sua esposa convi
dam os parentes e ami os do tinado, assim como
os seus, assi.-tirem a missa que fegenda-feira
2 de Margo, mandam rj'zar na igreja de N. S.
da Conceicao dos Militares, s 8 horas da ma-
abft.
Baronesa de S. B ra
O Dr. Joo ^>s Pinto Jnior manda rezar no
dia 3 de Marco, s 8 oras da manb, na matriz
da loa-Vista, urna missa por alma da Barooeza
de S. Borja (Benevenut Amelia Ribeiro Carnei
io Mouleiro). fallecida no da 2 de Fevereiro na
cidade de Poito Alegre, e convida aos pareles
e amiaos para assi.-tirein a este aclo religioso.
t
Francisco de Paul Ferreira da
Annunciaco
Segundo auoiver-ario
Lucia Maria Cameiro da Annunciaco convida
aos seus parentes e amigos e aos de seu marido,
f-ianci>co de Paula Ferreira da Annuncfacao.
para assi-tirem algumas missas que manda- re
zar por sua alma s 8 bor; i da manha do da 4
do corrente, na matriz de Santo \ntonio do Re
cife. 2- anniversario d i S'''J fallerim'-nlo.
t
Vicorianb Palkare-
Adelaide ralbare us fliLos conv: amao
p; rentes e au.igos i ara issistirem a mi sa que
mandara rezar pe a alma '3 s>u seaipre leiuDra
do e*po*o e pai, Vino., .no Palhares, na matriz
da Boa Vi.-ta, 8 ho a- .ia inanh ao dia o de
M.irco t'igesimo oa de seu passammt, on
essando se eternamente gratos por este acto de
rehgio p caridade._____________________
I rompa
Vende se urna Trompa-Sax em bom es-
tado, do fabricante Thibouville, por meta-
de de seu preo ; a tratar no Pateo de
S. Pedro n. 18, das 6 as 9 horas da
manba e a tarde das 3 as 6.___________
Morada excellente
Aluga se burato, na rui do Hospital Pclro 2\
no lugar dos Coelhos. una casa a-sobmdada e
outra terrea com frente de azulejo, com agua,
grande quintal murado, muito fresco, proxim
do banho salgado, e commodos para familias
numerosas ; a tratar das 8 s 10 hora- da ma-
nha. com Joaqnim Mon-ia Res, que all aluga
tambem casas de 6S 7, & e 10*._________
Para cobran gas
Urna pessoa habilitada e que d garantas, se
offerece para fazer cobrancas de alugueis e ou-
tras quaesquer; quem pretender procure no
escriptorio do Diario, que se dir qu> m .
Geo
Henri Fouqueau tendo receb'do um
nova machina para fabricar gelo, avisa
acs seu3 numerosos freguezes que na
haver mais falta de dita mercadera, vist
aue a novaimac ina est em condigoes d
gelar o mundo juteiro.
Caes de Cepibaribe, n. 14 Dcposit
ra do Cruz. n. 35Entrada pela ra do
Tanoeirrs,________________
Aos Rvms. sacerdotes
Vndese por prego razoavel, as segiun-
tes importantes obras religiosas, todas no-
vas, perfeitamente novas:
A Biblia Sagrada, em sete grossos ve-
lumes, traduzida em portuguez por Anto-
nio Pereira de Figueiredo.
Um Breviario Romano, em quatro vola-
mos, edicejio de luxo.
Catechismo de Perseveranca, em sete
grossos volumes, pelo padre Gaume.
Diccionario Universal das Heresias, Er-
ros e Schismas, em um grosso volume, tra-
duccao do padre Antonio Gomes Pereira.
Theologia Dogmtica, por Gousset, en
dous volumes.
Theologia Moral, pelo mesmo autor, em
dous volumes.
Compendio de Theologia Moral, por P.
Gury, em dous volumes.
ExplicacSo Litteral e Moral das Epsto-
las e Evangelhos, pelo padre A Guilloia,
em um volume.
Manual do Sacerdote, por J. Schneider,
em um volume.
Caeremoniale Juxta Ritum Romanum,
em um volume.
Sentido dos Ritos e Ceremonias da Mis-
sa, por A. F. Cardoso, em um volume.
Memoria do Clero Pernambucano, e_n
um volume, pelo padre Monte Carmello.
A' tratar nesta cidade, ra Sete de So-
embro n. 20. ______
Gasa
Aluga se por preco commodo o obrado de
dous andares n. 155, na ra Imperial prefere-M
alugar todo a urna s pessoa : qu> n> 'preten-
der dinja'-se ra do Imperador n. 3tf, esen-
terio do Dr. Moraes Silva.
PlLULAS BLAIR
PARA A
GOTA o^R REUMATISMOS
0 Celebrrimo remedio inglez para
Gota, Rheumatismos, Sciatiea,
Lumbago e Nevralgias.
Aconselha-se a loda -i* pessoa qoe padec rem
as molestias cima, rcenles oo antigs, que
osera as PILLAS BLAIR C0VTKA A GOTA
E OS RHEUMATISMOS. por seren c.-tas pillas
consiilcradas o rem-.'dio mais sejoro e ef-cai qae
jamis foi apn-sentado ao publico, sendo enpre-
v gadas com ptimo <)Xto ha j largos annos tanto
na Eoropa como na America.
E^tas Pilulas, alias perfeitamente inofensivas,
nao ti- ni li-'ia algnma. Vendidas em canas
de IS UO e 16 500 rcis. Acham-se era casa de t. los
os Fharmaceu ticos ou Droguistas do mundo enteiro.
ItpnaiUrH cm Prrna i buco: Fr" M.da Silva 40.
Pataces
Coropram-se pataces e outras moed s de pra-
ta ; no armazem ra do Cornmercio n. i.
<* riado
Precisa se de um criado ; no largo da Penha
n. 33, hotel. ^________________________
Cosinheira
Precisa-se de uroa cosinheira ; na ra Viscoi-
de de Covanna n. 4.
Attenco
3
Para cobranga de alugueis de predios e ho-
norarios de mdicos offerece se um homem _*-
tantemente coBhecido nesta pra.a, e que tam-
bem presta flanea em predios para garanta dao
cobrancas que hier. Nesta tvpograpbia se dir
quem t.
t i
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iliaro de Pernambueo-Domingo 2 de Mareo de 1890
-*
GUERLAI
PARS
ISTMOS A MODA ESFBCIAIHENTE RECOMENDADOS
Oalonla Imparta!
\ cotia.
*** PERFUMARA DE LUKO, Ra de la Paix, S ***
Alambraada, Afenisoarada, pan lenco.
AttrotW ernu) para a barba. Cremede atoraotfis eCrema te _
crlaUlUaaaa e fluida para dar loatro aos cabellos e i barba. Agua
pr e Agua de Gadrato par o toucador. Alcool de Coohlaarta_m de Agrto
outrlafloa da oabeca. Agua de Chyprs e Agua de Cedr
a bocea. Partnmaa para o lenco: HeUotroplo branoo, Ii
horas Caprioho. Balsamo mandil da Vtalalt. Ira
sabio de toOette
para dar a freacara
e Agua m-
anaaA. para o toilette.
Imperial Russo, Prl asa vara da
" apactal do anafe -Me*
pan Ar airan

da
OUUS. -
I
TINTURARA
2!J-RHa de Mathias d'Albuquerque, antiga ra das Flores2o
Tinge e hmpa cora a maior perfeicao toda a qualidade de estofo e fazendas em
pccas ou em obras, chapeos de feltroa ou de palha, tira o mofo de fazendas; todo o
trabalho feito por meio de machinismo aperfeicoado, at hoje conhecido.
Tintura preta as tercas e sextas feira, tinta de cores e lavagem todos os das.
AROPE de PAGUA
Depurativo e Regenerador do Sangue
Privilegiado pelo Governo de S. M. el Rei d'Italia
Z30 PROFMBOR
.*
'

*

do dafuato Prlur JERONVMO PAQLUNO, w> Planaia
VANDB-SB SXC'.L'SIVAMENTB EM
aples, 4, Calata S. Marco (Casa propria)
A CASA DE FLORENCA EST SUPPRIMIDA. 0 Salir. ERNESTO PAGUANO pout
lorias at recetat escripias pela proprii mi Oo defunto Profeuor JER0NYM0 PAMA NO.
seu /o, outroiim um documinto qua o dtsigna como nico uccasior :
ERNESTO PAGUANO.
Depsitos em JVrfiameaioo i 4H" as. da, Ol. VA A O.
E BM TODAS AS rHINCIPAF.S PHARMACIAS DO Braxll
240 rs. o cevado
Cretones lisos, francezes, cores fixas, pechincha! por 240 rs. o covado.
Cambraia de cor, florzinhas e ramagens, a 240 rs. o dito.
Canibraias com menos larguras a 160 rs. o covado.
Lautines de cor, padrSes lindos com um metro de largura, a 320 rs. o dito.
Cachemiras lisas e achamalotadas para vistido a 200 rs. o dito.
Variedade de artigos que se vendem por todo preco.
21RA DO CRESPO21
OLWERA CAMPOS & C.
500,800 e IS200 o covado
21RA DO CRESPO21
Merino preto trancado, duas larguras, 13 pura, de 500, 8C0 e 10000 o covado-
Dito lavrado, preto, com ramagem, padrSes de voile a 10200 o dito; fa-
eenda de 254 O.
Cachemira preta para casacos, duas larguras de 25000 e 2(5500 o dito.
Na RA DO CRESPO N. 21
Oliveira Campos & C
bazar do recife
11 -RA DO MRQUEZ BE OLiNDA-11
DOMINGOS MNOEL MARTDS
Esta afamada loja offerece ao respeitavel publico, os objectos abaixo mencionado,
por precos sem competencia:
Espelbos grandes para salas de noivados a precos de 700000, 900000, 1200000
e 1400000 cada um.
Perfumaras dos melhores fabricantes.
Carrnbos para enancas,
Mallas, be Isas para viajantes.
' Velocpedos para criancas de 3 ate 8 annos.
EspartilhoB para seuhoras.
Brinquedos para criancas.
Rabados e tiras bordadas.
Bonecas alta novidade, completo sortimento.
Cadeiras com carrinhos para mesa de jantar proprias para
criauca.
Leques de fantasa.
Fitas modernas.
Albuns para retratos.
Costureiras com msicas.
Muitos artigos para presentes.
Todas as Exmas. donas de casa tm grande vantagem em mandar sens portado-
res comprar os artigos de mindezas nesta loja.
PICHINCHAS!!
E' com as Exmas. Familias

GRAGEAS
FORTN
INJECCAO
Hy01*x Yaill 1 I
OaawMba. Cuanta
MmMi Ferr, titmotfte
Asssiiis, TsreoWa, *
Aa QKAQEAS FORTN, ferio aa primeiras qoe obtrveraaa a approracao da
inaaT i (1890) que adaptara aa o Hoepitaee. Corara s molaavtiat
a*fe robelda sem fatigar oa osto ruemos mal delicado*
A IrUBOQjeO FORTN eerapr recoaunandada como o
a fiililin / rataje- e. cam?A a a, a
Na Loja das Tres Portas


IEDAL U DTtttiHA
DIPLOMA DE HONRA
0 OLEO CHVRIER
I deiintr^tjdo ocio Aicatrlo,
Un c ttaimmm, o oue multo
,4"W>M a orori*.1atim$ dO ,
Uto.
0 OLEO de FIGAD
. DE BACALAO FERRUGINOSO
i a nica preparacio ou x'rntta
a4rrt>rtstrar o Ferro *vn ut" PrisAo de Ventre, nn
iDCOUOQlO.
1INST6 feral m tkUS
Il.ru t Faoi"-loatmartre.2l
'BRANC0.L0IR0 ^
'e FERRUGINOSO^
- 0 ^CATrM^

v".
nrriTM roa
Oelebridales ZSedlCM
aa ajaaj e a %***+%
IB0LESTI*rD0 POTO,
AFFC(uES escrofulosas
CHLOROSIS,
ANEMIA, 0EBILIDA0E,
TSICA pulmonar,
BONCKITES, RACHITISMO
Vinho de Coca
LICENCIADOS PELA INSPECTORA DE HTOIENE DO IMPERIO DO BRAZIL.
. v

SADE PARA TODOS.

PC Ur^ucato !.- Hollow-y '- nm remedio nfaive! pasa es males de perna.". e ilo peto ; tcmbnpaa
es i*-
, ades de pene n*o se reconhece epual
I P*n es maleA do giganta, brenchites rssfriausntoi e tossss. -
jlV-'-aros d; gonddlas e todas a; molestias da pelle nao tcem semelhante e para os meiubro ,
4 "jntrahirioe e juncturas recias, obra .-orno por encanto.
i
*
.*?
. .'..ar^:
T-;>:n--- ftr oren ?*w : <.- :: T^'.: !>e!-:i:i-nto do I'-j.'-.Wr'H^t^OWAY,
k' CX r>?;r ''~? atoa ,*3, uzbrd Street, VMUUk\
ceu w i hanft%cH do univerir.
:."z c: ra reii^estoBanKBM a j.am-niir o* ro?>j?os de oki cab3\ e Pots, C :i4o tdflS 9
- ;'o. 533, Oxt rd SuBet. -v-o i.;l:caC^ss.




-
LOJA DO POVO
MRa i, de Marco11
Com este titulo acaba da abrir urna loja de fazenda ra 1. de Marco n. 11 e
eu proprietario convida o publico d'esta cidade e de fra a apreciar o seu BELLO
ortimento. Militas de suas fazendas sao recebidas 'directamente.
GRANDE IVOVID ADE
Toile de pura seda de 10800 a 650 rs. o covade.
Descont10 (, para as compras a retalho de 200000 pera cima.
Chitas de 180, 200 e 220 rs. o covado.
L3s lisas, imitacSo de cachemira, a 2G0 rs.
Ditas lavradas, dem dem a 240 rs.
Zephir com 75 centmetros, de largura de 800 rs. por 320 rs.
Ditos com 70 idem idem de 200 rs.
Ditos con: 60 idem idem de 16 ) rs.
Corte de case mira ingleza de 30500 e 00000.
Idm de casineta de cor de 101Ou a 10400.
dem de fustao para collete a 20400. ,
f.Tm crnrpleto sortimento de fiebs, chales, capas pnra senhorps, esporrilh's.
ar- e cwemira, cheviot, diagonal, pretcs e de cores, bros brsncos e de cores, iw-
Di* s, orrAolas, toslhas, bramante, ataalliado de 1 nho, panno da Costa, camisas i
firu'la e muitos otrtros artigos que enfandonho rueocionar.
GUBLHEEM CARNE1R0 DA -CNHA
(AO 20)
(Urna duzia de lencos finos, em caixa, por
20500.
, Urna peca de esguio de algodao bora por
30500.
Urna pea de cambraia Victoria regular
por 20800.
Urna grinalda e veo para uoiva por 70000,
80tOO e 90000.
Um espartilho fino com um toque de mofo
de 120000 por 50000.
Urna duzia de meias finas para homem
por 50000, 60000 e 70000.
Um chambre de cretone, cores fixas, a
40500, 50000, 60000 e 70000.
Urna Guarniciio de crochet braneo e ma-
tisado per 70000. -
Um colcha de cor por 20000.
Urna sahida de baile por 20000.
Um covado de cachemira de listra de 20
por 10200 (duas larguras).
Urna duzia de ceroulas de bramante de
algodao por 140000.
Um corte de cambraia bordada por 180OCO
( branco)
Um covado de cretone voile por 400 rs.,
barato.
Urna toalha para banho 10500.
Um covado de fustao branco, padr3es bo-
nitos, a 360 e 600 rs.-
Urna duzia de toalhas para rosto por
30500, 4S0O0 e 50000.
Um leque transparente por 20500.
Urna peca de madapolSo americano com
24 jardas por 60500.
Um covado de fianella branca por 400 rs.,
de 12.
Urna pea de bico branco, car lisa, mati-
sado e creme por 20500 e 30000.
Urna duzia ne camisas allemSes por 360,
com e sem collarinho.
(AO 20;
Urna peca de cambraia de salpicos bran-
cos e de cores por 40000.
Um metro de atoalhado de linho pardo
com matizes brancos a 30000.
Urna duzia de meias de senhora, em caixas
de madeira, por 120000.
Um corte d linho bordado com matizes
de cor por 130000.
Um covado de fustao para roupa de ho-
mem a 800 rs.
Urna duzia de lencos com barras por
103QO, barato.
Um covado de chevioth preto 20000.
Urna camisa de tlaiella, qualidade regular
a 20500.
Bm metro de tramante de linho, quatro
larguras a 10600.
Um covado de gaze arrendada de urna s
cor por 500 rs.
Um covado de 12 amazonas por 400 rs.,
bonita.
Um casaco do Jersey ricamrnte bordado
por 60000.
Um vestido para menino 40000.
Um palitot de seda palha 80000.
Um palitot de alpaca preta 40500.
Um guarda-p para homem 60000.
Um corte de metim em cartSes, alta no-
vidade a 70000.
Um metro de bramante de algodao, qua-
tro larguras, a 10100 e 10200.
Um covado de brim pardo 280 rs.
Um covado de crep para coberta 600 rs.
Um covado de crep de 13 240 rs.
Um covado de renda hespanhola com um
metro de largura 20000.
Um covado de panno da Costa 10GOO,
102UO, 10600 e 10800.
Um metro de atoalhado branco lavrado por
10200.
Um guarda-p para senhora 100000.
Um palitot de brim pardo 40500.
Voiles de c6res para vestidos a 240 rs. o covado.
Setins maco, verdadeiro, a 700 rs. o dito.
Merinos pretos, garantidos, 10200, 10500, 148GO e 20000 o dito.
Rendas de Hespanha, todas as cores, a 20400 o metro.
Percales finissimas a 200 e 240 rs. o covado.
Sargelins, completo sortimento.
Metas, novidades em padrSes, a 300 e 320 rs- o covado.
Mantirhas modernas a 10000 e 10500.
Cambraias Victoria, fina, a 20500, 10 jardas.
dem transparente a 30000. idem.
Guardanapos com franjas, duzia, a 10800.
Meias inglezas, superiores, duzia, a 30OJO.
Lencoes de bramantes a 10800.
Cobertas de ganga, f -iradas, 2 pannos, 20500.
Colchas francezas a 20'XO.
Cortes de fustao de cores a 10CVO.
dem de casineta para calca a 10000 e 10200.
Bramantes de 4 larguras a 800 rs. o metro
dem de puro linho a 10600 o dito
Brins pardo e de cores a 240 rs. o covado.
Pecas de madapolao superior, 24 jardas, 50500.
Ca*ermra, duas larguras, a l80l) o dito.
Cortinados bordados a 50500 o par.
Panno de cores para mesa a 10600 o covado.
AtoalhadoB bordado, a 700 rs. o metro, duas larguras.
Toalhas felpudas para banho a OOO urna.
dem de fabyrintho para baptisado a 250000 c 30j5GOO.
Redes de cres a 30000 urna.
Todos os artigos de nossa casa sao vendidos em confianca.
As vendas em grosso teem o descont da pr;ca.
59- Ra Duaue de Caxias59
de
PEREIRA
qu.
Loja
!i- MAGALHAES
aPSULAS
Uctmvlido cv raioaotarfi (> Hrf.ni tfo (msno *> Bruh.
SliOILO 0ITH
BE wwravMhw tiiiirc.
FrvparagAo algn mola ttlou oooM a*
HOLESTIASSBCRATAa
4o que at famoitu Capsulas iialwrMlmwHe nrnnuiumklu ptus D*r*ttm*.
1.10% eatfa coin iuv (-oniiileMa parm trtamDtoi cur irer<: xv.i :!. *iiti ar r: a LIVERPOOL. BVAH1, I.KHVIIKR A ifkhh. m LONDRES.
2. andar para alujar
Aluga-se o segando andar do predi*
n. 4 da ra do Vigario Thenorio a tra
ctar no pavimento terreo do mesmo,
Cosinheira
Precisa se de urna ama para cozinhar
no 3. andar do predio n. 42 da ra Du i
que de Caxias, por cima da typographit l
do Diario.
Alague! barato
Ra da Roda d. 38 e 60.
Largo do Mercado loja n. 17.
Becco do Campello n. 1,1". andar.
Loja do sobrado do becco do Calabouco r. 4i
Ra do Nogueira n. 13.
Visconlc Goyaoaa n. 163 com agua e gaz
Travessa do armo, lojd n. 10.
Becco do Tamni n. 11.
A tratar & ra de Commercio n. 5, acd
o-icnptonr:. de Silva Guimara.es & C.
lNova remessa
Cozinheira
Precisa se de urna boa cueinneira para feo;
lia que est temporariamente em Casanga;
trata no escptorio da rompanbia de bonds
Um cortinato de crochet para janella por
70000.
aNrovxx^jass
Extractos de diveraoe fabrioantes. I Fitas de todas as cures e larguras.
Calendarios com pe fumarias. f Bordados e entremeios.
Caixas com perfumaras. JLuvas de seda.
Roupas para bnhos salgados. | Plstons de cores.
20Ra 1. de Marco20
Junio ao.Loinre
AMARAL & C.
Boa acquisi^ao
Aluga sp a casa ra do Raogel n <53 e ven
de se a artnaco nella existente, propria para
taverna ; a tratar no largo da Alfandega nume
ro2A____________________________________
Algam-se
as duas pequeas casas travessa da roa Bella
ns. 14 e 16, esto pintadas e caiadas de novo ; <
tratar na ra larga do Rosario n. 34, botica.
duro 9 Prata
Arthur 8t Desiderio com
pram e pagam bem.
3Ra do Cabug3
Atten^ao
Os proprietarios do antigo e acreditado nrma-
zem do Lima, sito ra Barao da Victoria d. 5,
partecipaoi ao respeitavel publico e aos seos dis-
tinctos freguezes, que transferiram temporaria-
mente seu armazem para a mesma ra ao n. 9,
continnando da mesma forma a receberem suas
ordens para lhes servir com o costumado e habi-1
tual desempenho.
Jos Feraandes Lima &
8SVA SASA IL VZCIOnXA9
Telephone n. 323
Cosinheira
Precisa se de urna cosinheira; na roa fiscon-
de de Goyanna n. ',.
Sitio
Aluga-se ou vende se um sitio no Poco da
Panella, jupto a casa do Sr Loureiro, todo mu-
raJo e com baslane? frosteiras dando frncto.
boa casa com commodos para grende familia,
qnartos independentes para criados, cocueira.
boa agua, perto dos banbos ; quem pretender,
dlrija-se ao caes da Companbia Pernambucana
n. 4, armazem.
Olivera Campos A C. receberam nova remesa
de merino de rtui- larguras, e de todas as co-
res, padroes iarrados, o que lia de roais go^tfi,
por 500 rs. um corado na ra do Crespo nu-
mero 21.
Cosinheiro
de na cotiiibeiro ; na ra do Pay-
Precisare
sand n. \M.
ttetiQo
0 agente ^estima e.s'.a autoripado a vender os
cavallos de rorrias seguiuies : Boulanser, Mb-
narchisla, Caprkbo, oca, Vareta, Tivoiy : a
trata' com o mcFino agente na travessa do Cor-
po Santo n. 27, armazem.
Ra Mrquez de Olinda
Sr. Luiz Ferreira da Cruz ja est disposto a
aear sua letra? J faz anno e meio.
Precisa-se
umero 13".
Cosinheira
de urna cosinheira ;
na ra Velha
Muita attenc.o
No Becco do
cortam-se baba
rreiros n. fi, pregueiase e re-
e todas as larguras.
Estoia
o
^Q,000 2>0eates
emit tt
IEFLUXOS, TOSSE, iNSOMtl
CRISES NERVOSAS
PELO
XEOPE W T FOEGET
^Em oOjj < rhirmadn do Unitario
Exija-aa o ndere^o
ao lado
36
CHABLE
PARS
candu O
fGONORRHEA, FLORES BRANC4
PEROAS SEMINAES,
I DEBILIQ ADE, ESGOTAMENTO.etc.
LtlTRAIO derailO CHAB1
im todaa ai boai Phamaeiaa
Exlta-M o eadaraeo
***
VERDADEIROS GRAOSdcSAUDE do D FRANC,
ucJesaaoos pela instbctobia okhai, ds HTOresB un impbbio do azz.
Aprtenles,. Eatomachlcoa, Purgativos, Oeearattaos ____
Jontra a ralta. de appattte, a Ob wncso, a. Bnxaqueea, as ?aifltiaaM,
as ooncaatSaa, etc. ffomt nUmmna /. *J e^-n_____
Deaconllar a^ lalslllcaeocK Exigir o rotulo irmto lmprnlo em rrancez
e com let-as de 4 ores, senao A C,||n TTaiin jai FlBnCeltCIL
cada urna letra de urna cr dlfTerente e awl uu ,w *"~ "j0''
UM VAJUX, rtaaxmacla XJWOT ir laiM H f TKlian "*>
LLANPATSS
44-414 BARAO 110 TfiltPH-44
vl?rhinas a vapor
iVloendak.
^ Rodas d'agua.
Taixas fundidas e batidas.
Taixas batidas

Arados
sem cravae?.c
Calorosa, Anemia,Catkarraaulmonar, Brencnta ehronien,
Murro Ha texigi, Phsica, Tksb coneulsa, Dyspepm, Pa(M
Parias se minaos, Coth
a*naa%wr& Ttaaiala, *, en Vi
antlgos o complicados,
aa prtsetraes PbarsjaclAO
etu
EXPSITIQH
MialU Or
tH Pim HtlUTES RtAHMMES
UMIw"* 1878
CrBiaaCkeTali |
DISPEPSIAS, GASTRALGIAS
A commigaao Borneada pela Academia B
Medicina de Pajuz, para ettadar os effeitoi j
Canrao de BeEec, aireriguou o faoto de one aj
Dfirea de estomago. Dispepsia,, QaBtral^as, Dige-
toee difficci em doorosaa, Caimbras, Aas,
Arrotos, etc., deaapparecem depois de alguna diaa
de oso (leste medicamento. De ordinario, o altiTs*
manifesta-se desde aa primeirae dos es ; o appetits
volta e a coBatipacia de ventre, to habitual nestaa
molestias, dejapperece. As propriedadee antispti-
cas do Carrae de Belloc fazem delle um dos meias
mais certos e aaais aaoffenBivos contra as molestias
infecciosas, coate a Dysenteria, a Diarrhea, a Chs-
lerina, a Febre ^phoidea. Emprega-se o Carvae
de Belloc sner ara prevenir qer para OUW
estas molestiM. ')
Cada Frasee e Pos e ceda calza de Pastila
everc levar a aasignatura e o sinete do \y Bella*
Vende eae todas as Pharmaciaa.
Cosinheira
Precisa se de urna que eosinhe bem, seja ma-
triculada e aue durma em casa dos patrdes, para
casa de familia, na ra Conde da Boa-Vista, r..
24,F. portao de ferro.
AGUA DIVINA
E. COUDRAY
MU MU i UUOf
prvtoaiMi para e lesead;. om# -asssrN
csssUDtesMSis at eera. u. aaaitt,
e proer*aado di pesie t do cholera sitas.
ARTIfiCS RcCOMMENIMDIiS
PERFUMARA de lactena
tmtaf.tua ptlu fclMliA atsw
SOTAS CONCENTRABAS para' kaco.
OLEOCOME para a beUeu oes jbehas.
f3TE8 MTIGOS ACHAM-'. 1A FABRICA
nm 13. m 4'Ei^uei. 13 nm\
aa tsaas as Parfuaunaj, rasnaacUt j
Zsseert* aa Anisrics.
>........."
^ilho
Perfeito e em boa saccaria, vende-se por me-
nos do que em oulra qnalquer parle ; no arma-
zem u. 21 ca Compahia Ferua'ibuoana.
IM
Cosinheira
Pr*cisa se de urna cosinheira para casa de fa
milia; na na da Imperatr n. IS, 1 andar.
Casa em Olinda
Cdese a quem precimr de banhos salgados
urna casa na praia de S. Francisco, perto de
mar. a easa tem commodos para grande fami-
lia ; a tratar no escriptorio do Dimite.
Sitio e casa no irraiai
Aluga-se tima das melhores casas e sitio
d'alli, com commodos at para duas familias, e
multas arvores fructferas, dous minutos cima
d- Mangaheira de baixo ; a tratar com Joaquim
Moreira Reis.

y.

9
(
i








-
&


\



fi--y i-





;

.?

s
Ita marac
Precisando sj *ibr quaes o- propietarios do
terreno denominado Canteaba, oo Pilar (fe Ita
aarac, para o fitu de inmortal o, pede se aos
mesoion que, n uoidos qu" ?; actiem d*1 docu
menio!1 legaes qu<* os autonseip a vend^l o. seru
prejuzo ; !gum do compra for, se dirijam eui
carta Tediad as iniciaes H P. S devendo dn-
xal- no c.-criutorio dette Diario, que ser pro
curada._______________
AIS DE IOmMOAS"
2CCBTS so sasnunsiio
DORES E DkDENTES
PREPARADQ. NICAMENTE
POR CALASAN8 & C.NA BAHA
Medicamento heroico contra os rheuir
tismos, inchagoes, dores aciaticas, nevr*
gias, dormencia, etc., e ni prega ido-se e
omentacSes sobre os lugares aflectad
Cura o beri-beri, as paralysias e as d6r<
de dentes.
Todos os frascos levam direcgoes pai
uso d'este medicamento admiravel.
Prego 15200. Descont de urna dua
em diante. ____
DEPOSITO NO RECIFE
Francisco Manocl da Silva & C. nit
Mrquez de Onda n.23
VENDAS


Pao centeio
Mello & Bi--ei tendo recer-ido nova rrmessa di
farinha centeio, avisa aos seus freguezes qm
continuam a fabricar este delicioso pao retelo
todas as te cas e sextas-feiras ; na ra larga -o
Rosario n. 40.__________________
livraria Contempon:
nea
" tnatrumiito le mnilce
Bomrardao, bomnaMim., barytono, troa
trombone. Helicn, saxauhone carrloo. bou.
caixa. .ratos clarinitas luii.s.rahecas? violo
realejos, caixas de nusica, etc.. etc.
Papel pintado
para forro de salas, quartos. gabinetes, corre,
res.
Molduras
douradts, Drttas e douraoas para quadros.
Malas
para viseen,, diversos formatos, especialtn"
para rciipa de senhora e camarote.
Novidades
para presentes esoriptono, loucador, etc., e:
RAMIRO M. COSTA & C.
Ra frtnsero de H*rco c. 5
Superior vinho de t\\
cohaca
Oacriitado e antigo armuzem do Lima p;i.
ticipa ao publico e aos bPus freguezes que aran;
de repeber una neva remessa deste especia
vinho, escolhido prop.-inmente pelo chefe des!,
casa, tor;ando-se recomincndado por ser pur<
e de boa qualidade. Joi- Fernaiides Lima A r.
rnaBarSodn Victoria numen) 3. Teiephone,M-
Vende-se
tma mibila de jac randa composta de 12 ca
deiras de gunrDgao. 2d" hm^os. 4 consolo- con'
lampo de peiira, 1 sof. 2 cadeiras de lona, 1
mesa de amaiell ela.-tica. 2 aparadores da me-
ma mudi-na. 1 sof.1!. 2 espreguicadeiras, 1 KUar
da louca de amarello, 2 eomai das de Jacaranda.
1 toibt de junco. lOcadei as de junco, Icadeiri,
de amarello, de balango, 1 mera para joco. 3
marquezues. 10 quadros proprios para sala, 1
mesa de oinh > par* jantar. 1 lavatorio de jaca
randa rom pedra. 1 dito de amarello. 1 mes?
para cosinha. 1 dita pequea de amarello, 3 ca
deiras de amaiello icaaas de loaa. 1 resfria
deira, 1 guarda comida, 1 mesa de amarrilo
para escrever, 2 consolos de ja aran^' com tam
po de pedra ; a tratar na ra da Inperatriz n.
14, 3 andar. ;________________
Jinarios
a de Pedro Alfonso n. 6, ha
porcao de importante si-
narios belfas eallemaes. cujas precos razoaveis
se farSc conforme a quali ade dos me3mos.
Atengo
Vendem se partes do3 enjjenhos Tamoat-
meirim e Coqueiros, sitos na comarca da Victo-
ria ; bera como o sobr.do do um andar n. 57 da
roa Imperial da mesoia cidade ; a tratar na roa
larga do Rosario n. 10, 1 andar.-___________
Armac,ao
Vndese urna boa armagao bom estado, propria para qualquer negocio, a
qual se ach ra Bario da Victoria n. 61 ; a
tratar na ra da Imp ratriz n 12 luja.
Vende-se
Quem nao comprar o grande kiosqne con
fronte a esrola modelo, bem afreguezado, o pre-
tndeme pode ver para crer. por prego commo-
do : trata-se o mesmo.
m
FOLHETIM
V
OMOBETGRE
!

POR
ara iessieb
m:.i\da parte
-'
SROR MAM JOS
i'Coaimuagao do n. 49)

VI
Nao foi nessa occasio, Sr. Mnard...
Eva meia Doite e fazia um nevoeiro enor-
me... Nao, nao foi, com certeza, nessa oc-
casilo. E com'udo estas sobrancelias di-
reitas, estes olhos azues, este nariz... este
oval quasi feminmo do rosto... Seria al-
guem parecido ? Ob olo tenha receio,
hi de lembrar-me...
Entretanto, pesquizemos, se quer...
Pesquizemos.
O Sr. Diniz abri, suocessivamente as
das commodas edepois urna pequera se-
e-etaria.
"Nesta achou um esbozo a lapis do re
trato de Herminia e um lbum mettido no
nodo de m-vn gaveta.
no <**
. i: k > \ t
icoDomn&fo 2
.. jllj-___r. .i .
oVJDROBfft
PftfW fMS M^f
-t
I
I

ApproTido pslt lilttstrada Jctt* de
H7giene Pnlalicc f ?. Corte.
Auctorisado por Decreto Imperial
de 20 de Junho de 1883.
COMPOSI de
Firmino Candido de Figueiredo.
Empreado com a maior efficacia no
theumulhmo de (jualqucr natureta,
em todas as mosUas da felle, as
UtuorrhAu ou flo-es brancas, nos
soffricentos occasi. nodos pela impureza
do sangut, e finalmente as differentes
rmas da syphilis.
Dse Nos priroeiros seis dias urna
. colher das de cha pela mar.ha e outra
\ noite, puramente ou diluida cm agua
J e em seguida mudar-se-ha para colhe-
3 .-es das de sepa para os adultos e me-
* Rrgimen
Os doentes devem ab-
ster-se apenas do alimento acido e gor-
daroso; devem usar dos banhos fros ou
momos, segundo o estado da molestia.
sv-
I
I
I
DEPOSITO CEKTBAL
Franci-ci- Hmmuri d Silva &C
Jr 'i;jiHla*
23 Ra Mrquez de Onda
p. rnambuco
VV^-Fr-"
Bjgppp|BffpB^
Para engenhos
(4UIMARES & VA LENTE, partee!
pam aos seus Ireguezes e Illms. Srs. *
engenbo que, como sempre, tm grande
depositi) dos artigos abaixo mencionados
garantindo tud de primeira qualidade r
presos sem competencia a saber
Cal nova de Lisboa,
Dita de Jagua-libe.
Cimento portland.
Oleo de mocot.
O/eos americanos
especiaes para machinismos.
Azeile de coco,
Dito de carrapato.
Dito depeipe.
Pixe em lata.
(5 ga!3es.)
Kerozene inexplosivel.
Graxa em bexigas.
GaxetR de linho.
Potassa du Russia.
(em caixas, barriquinhas, Utas grande*
e pequeas.)
Formicida Capanema.
6- -Corpo-Santo6
Gereaes porpre$o
commo do
Como nejan t milbo. felj&o e rava.
Neves Pedrosa A C. ttem para vender a rrta
lhoou em porefto os artigos cima, ra da Pe
nba n. 33, assim como tambera vendem farelU
de 42 kilos a sacca por 2/300______________
Agua maravilhosa
Com a applicago desta agua, quem soffrer de
espinhaa. pannos ardts, femflis e vermelh'dac
do rosto, ficari perfeitamente curado, rtconhe
cendo a, desse modo, como nico especifico
efBcaz. Alem desses effeitos, tem ella a pro
ptiedade de, tornando a cutis limpa, dar-lhe a
cor natural. A cda vidn quecusta U, acom
panba a respecti 'a indicando do uso.
Abaixo as pomadas
Vendem Farias Sobrinho 4 C, rua Mrquez dt
Olipd n. 41.
Mercearia
Vende se a da Camba do Carmo n. 2
tar na mesma.
a ra
Pegou no lbum e vio logo na primeira
folha q croquis de um castello de boa ap-
parencia.
Conhece o castello do duque de Rey-
nold ? perguntou o inspector ao Sr. M-
nard.
Perfeitamente ; uma bella construc
cao do seculo XVII, restaurada ha vinte
ou vinte e cinco annos.
E onde est situado ?
A uns seis kilmetros d'aqui, para
as bandas de Arnage.
Nao Ber este? perguntou o Sr. Di-
niz, apresentando o desenho ao agente de
negocios.
- Exactamente. Dir-se hia urna pbo
tograpbia, to ntido e conzpleto est !
O inspector voltou a pagina e vio que as
outras fo'has estavam cheias de notas a la-
pis e a tinta, urna especie de jornal escrip-
to da a da, e ornado de figuras e peque-
nos esboyos
Primeiro via-se o velho duque, depoia
Szerant, o medico, mais longe a bonita
Fan y ; em seguida Bbet Lelivre ; e,
por ultimo, o que fez afilorar aos labios
do Sr. Diniz um sonriso commovido, o per-
fil sympatbico e ps cabelles brancus do Sr.
Comtois, com eBta lacnica legendaEx
odente, e digno hornera I
Belc rapaz! murmurou elle, come
cando a 1er attentamente o diario de Pau-
lo. Porque era na realidade a historia do
mancebo, desde o dia mais remoto a que
alcan'cavam as suas recorday3es
Pobre abandonado, cscrevia elle, de
quem sou filho ?
Ignoro.
Criado e educado na Misericordia de
Mans, alli estive at aos quatorze annos.
Queriam fazer de mim um torneiro,
mas u tinha vocsyao para o desenho
pera a pintura, e o director do museu, vin"
do accidentalmente visitsr o cstabeleci-
Para engenhos
Lopes & Araujo, vendej^'
a precos sem ccfrnpetencia
garantindo a boa qualidade
os artigos abaixo mencio-
nados.
Gal de Lisboa.
Dita de Jaguaribe.
Oleo de mocot.
Dito para machina.
Azeite de coco.
Dito de carrapato.
Dito de peixe.
Pixe em latas.
Kerosene nexplosive.
Potassia da Russia em caixa
de 10 e 25 kilos.
Cimento Portund.
Graxa em bexigas.
Boa o Liwamento n. 38
Teiephone 316
Aviso
lanjo
~aT
tie 1890
Alerta com, a Kevolu^ao
'roa JDnqne de Caifa o. 41
E' BARATSIMO
eur de linho-a 4 .0 rs. o covado.
Etamines de t .da as c6re a 300 e 40v
.rs. o covado.
Leonis com lisfr-s de seda a 320 e 40(.i
rs o covado ]
Zephir finos a 20, e 160 e 200 o co-
vado. %
Merinos de urna s cor com duas larguras
a 400 o covado.
asomira com quadros de seda para ves-
tidos a 1)5 o covado, fazenda de 2j>C00
Ditos com toque de mofo a 800.
Merino setim a 1(5500.
100 rs
Paulino de Oliveira Maia, nico importador
nesle estado do importante cognac Pbaton,
lindo en oira o ni] diversas casas retaltiadoras
as garrafas d'ellecom outro cognac ordioarissi
mo fabricado nesta cidade, veru declarar ao pu
blico e especialmente ao apreriadores do Pha
ton, que devem exigir as garreas que forem
cercadas por urna rede de flno rame de lati
arrematada no fundo da garrafa com urnapasfe
dte chumbo e rom urna chapa tambem de
chumbo oo meio da dita garrafa com amar
ca da casa Landau Fils, de Boideaux, a" rolha
marcada a fogo f*om o mesmo distico, nma
capsula de chumbo verde e amarello sesruinte gravacSo no alto : Landau Fils (e
um passaio no mar) Bordeaux, sendo, o rotulo
quadradQ com igual inscripeo e no gargallo
urna etiqueta verde cem duas estrellas^____
Especialidades
PASTILHAS HYGIENIGAS PARA
AC ENDER O FOGO, supprimin-
do o immundo kerosene e dan-
do n'um instante um fogo inteti-
so. a caixa com 20 pastilbas
OLEOGRiPHIAS: Io. A importen-
te obra pruna -de .Victor Meirel-
les: A Primeira Hissa no Bra-
zil,grande quadrd histrico da
descoberta do Brazil, medindo99
X 76 centmetros de valor real de
151 fpoucos exemplares)
2o SCENAS DE CORRIDAS, qua-
dros de cavallcs admiravelmente
desenhados e proprios para pa-
las. 26 differpntes, um
3? RETRATO DE SAD-CAftlOT,
* presidente da repblica france-
za, o melhor ai^da publicado
CAMISAS DE FLANELLA para ho-
mens. urna de i a BOOO
PERFUMARAS, artigos para presentes. Tjuadros
e albuos para retr tos. Carteiras para cigar-
ros e charutos. Cigarreiras e charuteiras de
mbar e espuma verdadeiros. Bengalas. Pa-
pelaria. Lencos de linho a 44500 a duzia.
Meias. Espartilhos. Leques. Bonecae e brin-
quedos diversojL Fjtas. Bordados. Luvas de
seda pr.Tas. e d?corW,oulros mnitos artigos
de miulezas.
tiain barato do qnr em outra qual-
aur^parle *'
6OO0
1000
U000
?A
1
Rainha da^,^re*
Rna loBaro. da Vlcforlap. 41
Hoya! Blend marca YUDO
Este excellente Whisky Escocez prv
ferivel ao cognac ou agurdente de earu
para fortificar o corpo.
Vende-se a retalho nos mclhores armt-
zens de molhados.
Pede Royal lliend marca VSadn
cojo nome e emblema Bao registrados par>
odo Brazil.
BROWNS & O., agentes.
Cautelas do Monte de Soc
corro
Compra-se Cautelas do Monte de Soc-
corro de qualquer joia, brilhantes e relo-
gios, paga-se bem na ra do Cabug n
j4. n. Loja de reloioeiro.
Valiosa riqueza
Mcito respeitosamente apresentamis vossa
reconhecida prudencia e profunda sabedoria a
noticia de qae a cervejaLa Rosa Almana
infallivel na cura da eochaqueca e ataques he-
morrtioidaes e corrimentos : venda Machado
& C., em grosso e a retalho em todos os estabe-
lerimemos.
Organdis muito fina a 8$ a pega, fazenda
de 165.
Cortes para vestdos, ultima moda a 7
um.
Ditos bordados a 10(5000 um.
Ditos bordados brancose creme a 13)5,14,
e 150 um.
Casacoo de seda francezaa 2)5 um.
Cortinados bordados'a 6 o par.
Ditos de crochet a 8j5 103 o par.
Picns de retroz de pratd a 1<5 um.
Cortes do brim para caica a 1)5 um.
Luvas de seda a 1)5 15500 e 2)5 o par.
Manteletes de seda preta a 5)5 e 65 um.
LVlchas de todas as cores a 2)5, o&, 46 e
?>& urna. / ,
O-.bermas forradas a 250( urna.
L -nces de bramante a 1(5600 um.
Atoalhado de algodo a 1& o metro.
Dito de linho a 2(5 e 25500 o metro.
Bramante de 4 larguras a ,1(5, trancado e
liso.
Toiltete para baptisados. f 8(5000, 95000
e 105 um. ]? /
Bordados e entremeios a 700 rs. a peca.
Ssrgem e todas as cores a 200 rs. o
covado.
Toalhas felpudas a 35, A&; 55 S& & du
zia.
Pannos da '"osta para mesa a.15200 o co-
vado.
Madapolao americano a 65 a pega com 24
jardas. *
Casemira de todas as c.-es para costu
mes, a escolher, a 25 o. covado.
Cortes de casemira de 35500 a, 75 um
Camisas de meia a l uma^r*
Ditas de linho e algodao a 2<5 com colla
rinho.
Toalhas para crian ca a 120 e 160 urna.
Fustao de cores para costumee a 500 o co
vado.
Pannos de crochet para cadeiras a 500 r6
um.
Ceroulas francezas, a 15000 urna.
Atoalhado de linho com toque de mofo a
25400 o metro.
Dito de algodao a 15200.
AlgodSo trancado para toalha a 150* 0
metro.
Espartilhos couraca a 45000, 55000 e t
Lencos de algodao brancos com barra
16200 a duzia.
Lencos de linho a 25500, e 35 a duzia.
Nansuk fina a 120, l6u, 200 e 240 rs. o;
covado.
Chitas brancas e de coras a 20Q e 240 o
covado.
Organdis de 800 a 400 rs. o covado.
Setineta lisa de todas as cCres a 240 rs. o
covado.
Cortes de fustao para cohete a 500 rs
nm.
Ricos irfftas- d ves idos de 6 por 255 e
305, jfietos edVcSrJS..
(Jostames de Jersey para enancas
um. f
E mnitos artigos de moda e phantasia,
que s eom a vista, assim como em sua
officina de alfafete preparase qualquer
costume em 24 horas e por prego sem com-
petencia.
Na Revotatfo
HENBIQUE DA SDLVA MOREIBA
Vinho puro de Santarem
r- Da quinta do Bar ral
Os proprieterios do Armazem Central, ru.
do Cabug n. 11, avisam aos seus distinctos fre
guezes e ao respeitavel publico que receberau
nova remessa ueste especial vinho, o qual s
recommenda por ser puro da uva, e s se reta
Iha em seu armazem.
Joaquim ChristovSo & C.
Teiephone 447
A zulejos
tom lindissimas cores e desenhos variadissi
IB08, encontrase para vender um grande sort
ment desse artigo, proprios para frente de ca
sas, corredores, cosinhas e bauheiros; por pre-
cos aem competencia na ra do Visconde dt
Govaona n 45.
ment, reparn n'um croquis que en tinha
concluido e que estava no meu lugar.
Achou ojtao admiravel para ser feito
por ama crianga sem instruegao artstica,
que se offereceu par- me" adoptar, o quej
aceitei com enthusiasmo.
elle, apenas eu me installei em sua casa.
" Paulo, respond eu -x como nasci no#dia
de S. Paulo, puzeram-me esse nome.
Nao basta isso, diese me alegremen-
te o meu protector; accrescentemos-lhe
um nome que eu estou certo de que tu
tornars celebre. Depois de .^deveres um
nome a um santo, ficars devendo o outro
'seraana, segunda feira; ficar-t has cha-
mando Paulo Lundi.
f Estive cinco annos em
digno homem, que foi para
e um rcestre.
f Morreu!
t Mas o teu pensafcento)
nrrente em mim, porque
pouco que sei >
Paulo narrava em seguida
casa d'esse
um .pai
era eter-
Ihe devo o
fi
a sua che-
gada a Pariz, os seus estudos, as suas
decepyoes, as suas lutas contra a miseria.
Em seguida as suas reLyoes com Natty
Lmden, Vill- neuve e Yaiuloff.
Fiualmente mencionva o encontr que
tivera em Maio de lb73 com urna joven,
que o impressionara a ponto de o deixar
tiiscnhdo.
Fra adraittido ao Salao, e, como suc
cede a iodos os pintores, passava e torna
va a passar por diante do seu q adro, in
quieto pela opmi3o purdica, que, entretan-
to, nao. Ihe regjitpava elogios.
* Uiu^ia, um Vilh", dando o b-noo a urna
menina, dep is de ter admirado pela pn
meira vea o seu quadro, voltou a vel-o em
seguida a ter pasaado em revista toda-.a
exp'.sigSo.
E o cav:;!heiro idoso diss?ra entilo a
A FLUKI1
Fitas hxvradas com um palmo de lar^
ra a 25000 o metro.
Papel de arroz de todas as cores.
Chapelinas modernas a 55000.
Rendas hespanholas de todas as c3rs
cretas com o sem vidrilhos.
k Lindas guanigSes de vidrilhos pretos p- a
cosaco.
Grande sertimento d galoes, palmas e
rozas de vidrilho preto.
Bicos matisados de urna s c8r como se-
am, granad, azul, rosa, beije, palha, chum-
oo, salmn, te.rracote e muitas outras coi es.
Sabonetes perfumados a 500 rs. a du ;
Lindos desenhos para talagarga.
Lengos de seda a 500 rs.
Bicos de seda e de algodao coir e sem
vidrilho.
Mantilhas de seda e de algodao.
Franjas de seda com e Bem vidrilho.
Renda hespanhola.
Collarinhos para homem a 35000 e 450-
a duzia.
Bordados de camb: aia tapada a 400 Q-
600 e 800rs. apega.
dem com 3 e 1]2 metros, da qua'qner
rgura a 15200.
L'enyos de liaho em caizinhaa a 3500 a
dita.
Meias para homem, duzia a 45000.
dem para senhora, duzia a 45000.
Finas pulBeiras america/ias a 45, 8 e
85000 o par.
orti nados todos de crocbet para carnt a
125UOO, 175000 e 195000 o par, alg. ns
O^tiSres..
Ditos para ianellas s 75000.
Pannos de crochet para cadeiras a 801 e
15000.
Ditos para sof a 25000.
Capellaa coni veo para noiva a 6500 e
85000.
Lindo enxovaes baptisados a 85 10^ e
125000.
Toucas de setim para baptisado a 35, 4* e
55000.
Grmaldas e ramos de seda, o que ha de
melhur.
Lindas utas n. 12 para chapeos.
Luvas do seda, cano comprido a 25 pa
Ditas de seda para creang a 15000.
Dita para moga a 15500 o par.
Espartilhos para creanga a 45 e 45500
Ditos para senhora a 45, 45500, 55000 e
65000
Linha de machina a 60 rs. o carritel.
Luiha de machina a 600 rs. a duzia.
Albuns de p*llucia de diversas cores.
Livros de missa a 15500, 25000, 2550
35 Lindu luvas de seda com salpicas e co:
listas, gesto moderno, a 25500 > i>aa
Toalhas para banho a 15300.
Toalhas para rosto a 300.
Toi Ihas para mao a 160 rs.
Babadores com inscrig5es e paizagem a
.J. 500 rs. e 450000 a duzia.
Espelhos grandes eom mulduras finas ce
' cantos re tondos a 45000 e a 65000 umi
Bengalas flauta.
Grande sortimento de luvas de seda arree
dada com palmas canno comprido a
15500, 20005 a 25500.
7(5
nina q^e o acompanhara e que se via ser
sua neta:
Herminia, v l o nome do autor
deste quadro ; deve estar no catalogo.
A donzella folheou o volume.
Aqu est, avfi, disse ella : Umapay-
Como te chamas ? perguntou-me, sagem na margem do Epau, por Paulo Lun-
di, ra Oeste, 130.
Man dar i l Comtois amanha, res
pondeu oavo. Agrads-me muito este qua-
dro. E' de urna naturalidade... de urna
poesa... olha, menina, vs a clareira
que se estende pela margem do rio, a urna
legua do castello?
Vejo, tal qual, avsinho.
Os dous admiradores retiraram-se e
Paulo voltou casa, louco de alegra e de
amor.
Dous dias 'lepois o seu quadro estava
vendido e elle tornava a ver Herminia.
Depois, o duque de Reynold, cada vez
msis encantado com o artista, a quem cha-
mava o seu pintor particular, encarre
gara o de restaurar a maior parte dos qua-
dros do seu castello.
E Paulo, terminando seu trabalho, na
execugo do qual seguir o systema de
Peneloppe, que fazia e desfazia a tela, mu-
dara a sua casa para Mans, sob pretexto
de que tinha l melhor luz para trabalhar
do que em Pariz, e ahi residia sempre que
^Herminia esteva em Reynoid.
No invern voltava para a ra de Oeste.
O lbum era o confidente discreto de
todas as suas singelas alegras e de todos
os seis grandes desesperos.
Alli ios-ruvia todas as noites esses mil
nadas, que alimeutam ou tiram a vida aos
amorosos, essas bagatelas adoraveis de
dous corag3es que a um tempo se repel-
lem e attiahem a que um ftil inciden-
te, langando um ciarlo incendiario na som
Ira do seu persamento, es j.dvcrtc de qr.c
l

1
J

A LOJA DAS LISTKAS
A na D qiir de Caxias o. 61
iTEN )E MAIS BARATO
K d descont a quem comprar
de 20$0< para cima
Vende pelos seguintes prr gos :
Las de qnadrinho a 160 e 200 rs.
Zephyr de quadrinho a 100 e 200 rs.
Percales claras e escuras a 200 e 240 rs.
Cassas de urna s cSr a 100 rs.
Merii preto com duas brguras a 440 rs.
Cachemiras e merinos enfeitados a 400 rs.
Cortes de zephyr de quadrinhs bordados a
45000.
Fichus de rerda e pratesd^s a 500, 800 e
UOOO.
EsgmSo pardo para vestido a 320 e 360 rs.
Brim pardo liso para roupa de meninos a
240 rs.
f"ortes de casineta de cores a 15000 para
homem.
Colchas de fu-tao de lindas cores a 15BC9
e 25000.
Cortinados bordados para cama ejanella a
55800 o p;ir.
Toalhas para menino a 155O0 a duzia.
Guardanapos 1800 a dita.
Bramante de 4 larguras a 640 e 15000.
Lengos brancos linda a l|200a duzia.
Espartilhos finos a 45000.
Crinolina branca, preta e de cores* 400 rs.
Baleias a 200 rs. a duzia.
Arco de ago i 10*0 rs. o metro.
Bicos brancos, de cores e matisados, todos
os pregos.
Rendas pretas e com vidrilhos a 1000.
Mantilhas pretas hespanhola a 45000.
Etamines de c5r, phantasia, a 4C0 rs.
Tecidos de linho muito finos e largos a
400 rs.
Cachemiras pretas rrrendadas a 2#000.
Sedas de cores com listras o ramagens a
15400. ^
Surah presto e de cores a 15400.
Setins maco de todas as cores a ?0O rs.
Cortes de vestidos de cachemiras bordados
a 155000 e 2050CO.
Cortes brancos todos bordados a 15000.
Cambraias bordadas c cem salpicos, finos,
a 45l;00-
Cortinados de crochet de cores para janella
cu cama a 15400.
Meias de seda para senhora a 3#000.
Penteadores bordados a 35000.
Camisas bordadas para senhora a 55000.
Vestuarios marujo para meninos a 55000.
Capellas com veos para noivas a 65000 e
85000.
Setins brancos, mu tos finos, a 800 rs.
Luvas de seda brancas, pretas e de co-
res a 25000.
Meias arrendadas, brancas, para noiva a
15500.
Novidades
Mosquiteiros com armacao a 155000,
Estantes para msica, para amadores, a
55010.
Oleados para mesa de qualquer tamanh
a 45500.
Relogios americanos espertadbres a 75000
85000 ,
Sabonetes finos a 500 rs.
Collarinhos e punhos decelluloide a todo
ASSUCAR
Na rfincao do Salguei-
Tal, alm do melhor assucar
refinado, encontra-se tam-
bem o afamado assucar das
usinas, Colonia Isabel
Santa Filonilla, Car -
Ass.
Precos resumido?.
22Ra Direita22
Deposito da Companhia de
Fiagao e Tecidos de Per-
nambuco
Neste deposito ra do Bom Jess n. 42,
vndese porpregjs rizoaveis e condices da
praca, brins d". alsrodao de cores e algodozinnos
de diveisa.- qualidades, e tambem fio de algodao
em novel'os.
Armacao
Vndese urna pequea armagao com seus
pertences propria para taverna, por prego ba-
rato, assim como um moioho e torrador para
caf ; a tratar na ra mperial n. 133.
se adoram, embora nunca o tenham con-
fessado.
Paulo e Herminia tinham paseado como
toda a gente, desde que o mundo mun-
do, por toda essa febre inebriante dos pri-
meiros amores ; febre que comega pelo
choque de dons olhares e que muda de
forma ao contacto de dous labios.
O parque e a sala grande de Reynold
tinham visto nascer e crescer r.quelle af-
fecto virginal ; era ao atelier de Paulo
que eBtava reservado provocar a confissao
delle.
Um manh5 em que Herminia e Babet
Lelievra tinham ido cidade fazer com -
pras, a duquezinha ffira encarregada por
seu av de convidar Paulo para jantar, e
desejou sorprender o artista no seu traba-
lh6\
Por isso disse a Babet que a encami-
nhasse para a ra de Flora.
O mancebo nao estava em casa; a jo
ven, comtudo, nao pode resistir ao desejo
de visitar a habitagSo na ausencia do lo-
catario.
Antonio, o aprendiz, oflereceu-se para
a guiar na visita ; ella agradeceu-lbe, pre
ferindo antes examinar tudo sua von
tsde.
Experimentou o piano e ficou muito ad-
mirada da sentir uma cstranha impre&sao
ao tocar com os dedos no teclado ; depois,
enthusiasmada, sem saber por .que, admi-
rou os quadros, desarrumou os bronzes e os
bibelots, quebrou um cachimbo e quiz por
forga, apezar das censuras de sua ama,
dar um pouco de cor na tela corcegada;
fez, n'uma palavra, todas as encantadoras
crncices que pode inspirar um coragSo
abrazado em amor.
Quando ia retirar se, depois de ter pos-
to no cavallete, bem em evidencia, o con
vite do duq-io. r.o a uir csr.to tim p;-que-
pre^o.
Fitas de
todas aa
seda, todas as cores e
larguras desde 320 rs.
Retratos a oleo
Com lindas molduras dpuradas em alto re-
levo, e mito lindo para um presente ou
para sala de visitas.
a iSooo e mal precos
Qualquer familia que desejar ter um lin-
do retrato bastante mandar um carta
de visita' nSo importa que seja atigo,
basta dizer a cor dps cabello e cor dos
olhos para chegar un retrto* desojado.
Para ver, e fazer encottenendas
Dirija se Loja das Listras Azues
61 BA DUQUE DE CAXIAS61
PI4N0.
Vende-se um ptimo pia-
no, quasi novo, do autor Fe-
lippe Henrique Hery; a tra-
tar na ra da Imperatriz n.
14, loja de camisaria.
Leite puro
Na estrada de Joao FerHandes Vieira, sitio lo*
o depois das casas novas da direita, vende-
todos os das leite puro de vaccas taurinas da
erra, garante-se a qualidade do leite.
-apabi-jjjjmssmppjg
no quadro dependurado de costas e em que
at alli nSo tinha reparado.
Por que estar aquello quadro vol-
tado para a parede ? perguntou ella a si
propria.
N'um pulo approximou se do quadro,
voltou e soltou um grito, tomndose a*
mesmo tempo vermdha como um pimen-
rtao.
Babet, ajoelbala diante de uma pasta
cheia de desenhos, soltav exclamagSes
de jubilo.
O grito de Herminia confundio-se com
s interjeigSes da ama.
E a joven n uito commovida, com o sei
arfando lhe precipitadamente, os olhos se-
mi-cerrados, nao podia furtar-se a con-
templagao do quadro que tinba na mao.
Era o seu proprio retrato, em aqua-
rella, mas t3o fino, tSo maravilhoso de ton
e de expresso, tao poetisado, emfim, que
s um verdadeiro apaizonado poderia as-
sim pintar de memoria.
Herminia assim o'entendeu e ao mesm*
tempo reconhecia que a amisade que ella
at alli julgara consagrar a Paulo era pura
e simpleamente amor.
Ao fazer esta descoberta sentio-se em
pallidecer e corar logo a seguir, respiro
a plenos puluioes e pareceu-lhe qne abafa-
va: tinha ao mesmo tempo vontade de rir
c de chorar.
Depois, de repente, tornando s por
quadro onde o encontrara, mas de roete,
precipitou se para Babet, deu-lle uns pon-
eos de abragos febris e iisse -lhe :
Vamos embora, vamos, que milita
tarde.
{Continumf-tfha)
Ty* "to Oor-q \-*t u ') iji-
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Full Text
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