Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16515


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Full Text


. .
AMMO L. MMEBO 220
M* aj. Z^^ OWE YiO SB PAA FO.TE jf
for Kisditos idem....... ] .* iSSSS
Jorum anno idem..................JgOO
Cada nomero .rulso.................14JSJJ
MARIO DE
PROPRIEDADE DE MAMOEL FI
.
Geraroe Antonio Alre,A Filho.,no Part; Goncalvee 4 Pinto, no Mawnhto; Joaxrnim Jose de OU^dFflhe> no Ce*<
Hreira d'Almeid., em Mamanguape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, a. Pawhyb. j Antonio Joa* *te,na
______________________________________AntonioFerreira de Afukr.eni Sojuma, Jolb Antonio lUdueo. ne-Fikrda.
DOMINGO 27 DE SETEMBRO DE 1874
I
D PABA IHiVTBO B FOB A DA PBOVUVCIA
For tres mezes adiantados
Por seis ditos idem ............. *P75*
For note ditos idem ...............
For am anno idem. ................- **ai0
1790N
EIROA DE FAJRIA FiXHOS.
r
f

^onio de Lemoi Brag,, no Am** ; Joio Jiari. Julio Ch"*,, no Aou'; Antonio Marque, d, fife. If., d ; ****,
Ida Penha; Be'armino do. Santo. Bulcio, em Santo Ant* ; Domingo. Jo* d, CortaBrag., ealaureth,
ftt.; Alre. d C.na Bank; e A. Xavier Lehe d C. n Rio Janeiro-
PARTE OFFICIAL
d iiupeuiu.
Par eespaebo de 16 do corrente :
Fez- aarc-i do* u'lulus :
Be bario de Goargaeia ao coronet Joio do Re-
^Bilfiro, em attaacio aos relevantes services
(eoaiosao eataao e a instruccao public* na pro-
vai do Piaahy.
e bario de Tymbohy ao coronel Olindo Gomes
datSaatat Paiva, pelos relevantes services presta-
m a baanasdade, a linoa leiegraphica do norte
da laaano e eat relacao a guerra do Paraguay,
oa aranacii do E spin: > Santo.
For aa aoeaeaaoj :
Vice aaaaaaB da proviocia da Par*hyba, para
r^rw < <|*arto lagar, Antonio da Triodade An-
(3MkMana Heanques.
Easwao dot brarojs d'armas da norqeza e li-
i do imperio Ernesto Aleiio Boulanger.
i da nova organisacao dada pelo
4ac*a* a. 5.W0 de 25 de abril do correale anno a
<->=ula cemtraL que passou a deoominar-se eseola-
advaarbaici, foi exonerado o marecnal do exercito
Jaat Mini da Silva BiU-neourt d > cargo de direc-
tor da asmi eseola.
Fa uatbaa exonerado, a pedido o bacharel Ma
aM Cuetao Barroso, dc cargo de secrelario da
pmaoi de Miaas-Geraes.
Cauaiaairo da ordem de S. Bento de A viz, o ma-
t* Sndaado *o bata'.hio de infanteria Bono-
raU Caaaiao Ferreira Caldaa.
Par dfyirhii de 18 :
Foj cjawedada ao de^eiobargador Manoel Josi de
PiwtM% Trava*sos a exonera^u qoe pedio do car-
? -te aresideoie da profiaeJa do Ilio de Janeiro.
aomeados |wra os cargo de presidentes

i Cea:a a bacharel iljrachto de Alencastro Pe-
reara 4a Gn^a.
V* *> Jaaeiro c conselhoiro Francisco Xa-
vmt Plata Liau.
Oe Hiaas-Geraes o desembargadar Joio Antonio
4: Araoio Frettas Ueor^aes.
CBse4ea-se dupecsa de residencia ao cone-
*- iaaaaiat Enygdio I'.ibeiro, deao da se metropo-
Caaeadaa-ae Ucec;a ao conefv> Simio de Ate
^ sea CaaatM, parocbo cjiiado da freguezia da Es-
rada eat Pernambaoo, para tratar de sua sad le.
Uncedeuse licenca para residir na referida f
proviocia de Matto Grosso, ao major graduado re-'
formado do exercito Augusto Cesar Bittenconrt.
De 10 :
Concedeaso tambem licenca para residir na
provmcia de Matlo-Grosso, ao major reformdo Jo-
se Mendes M.ilheiros.
F2' "onera,Jo tenente bonorario Jolo Deocle-
cio da Silva fault, do carao de commandante do
forte de Pao Amarello, na provrneia de Pernam-
buco, o noraeado para exercer o mewno lataro
capitao Francisco Luiz Viraes.
Foi transferido para as fileiras o a!fere seere-
tario do 12* balalhao de infanteria Joao Baptista da
Silva Teixeira.
De it :
Pormittio se que troquera entre- si de balalboes
03 alferes Aureliaoo Xavier do Valte e Beniamin
Paulo Correia, este do 17 e aquelle *r 19 de ki-
fanteria.
D i2 .
Foi exonerado Francisco da Silra Pereira Janfr
do lugar de escrevente da fabrica de polvora da
Estrella e nomeado para o substituir Thiago Hen-
rique Xavier de Brito.,
Por decreto de 16 do corrente :
Foi transferido para a 2> companhia do 16- ba-
talnao de infanteria o capitio do 6- da referida
armaUrbano Wenceslao Gomes de Carvalho.
Foi reforraado, de conformidade com a priraeira
parte do art. 9 da lei n. 6i8 de 18 agosto de 1852
o segundo cirurgiao do corpo de sadde do exerci
to, Dr. Emflu Joaquim da Silva Maia, visto soffrer
molestia mcuravel, que o torna incapaz de conti-
naar no serviao do exercito.
Por portaria de 17 do corrente Toi transfe-
ree do 11 para o 7 batalhao de infanteria o al-
feres Manoel Henrique de Araujo.
~ Ji5 foi at|endido o reo Aristbeu Marques de
Carvalho, ex segando cadete do regimento de
cavallana ligeira, condemnado em virtude de sen-
tenca do conseiho supremo militar de iustica de 28
de fevereiro de 1872, a dez anaos com trabalho,
como incurso na 2' parte do art. dos de guerra.
Loadre* 5 e letcHbni. Teal
tiavido troca Ab rorrspradenc-ia
nre oa goveraoi da Inslaterra
? *,e"pan,,a *m fuo de alarnns ofllciaea tirwaaaaacai
eat nearocton do navlos da narinka
aaereaate iMfrleaa.

HlfAillBifaB^O ^1\^1^%,
U-AraaMia dos <
doa da ltaUa fai diaaal Ida.
Laadrea *5.-m. A. Real o arlael-
samente recebido. Nas respostas que deu,
* recepgaoquo Ihe fizeraro, disse que es-
lieracousolijar a republics franceza.
Bahia 26.-4 1. h. o 5 m. da tarde.
totrou d'Kuropa por Pernambuco o vapor
fraocer. VI LIE DE DA III A.
Pira 26 is 2 h. e 30 m. da tarde.
,__ Carauie- sobre Londrey 26 f .'4 e 26 9 to
bancnrio. 26 3/8 e 26 1/2 particular.
Rio 26 is 3 h. e 45 m. da tarde.Foi
boje langado na praga pelo Bauco Indus-
rial Mercantil, um emprestimo de dous
a ssim a
Sr.
pe de Calles. herdelro preaaaiattva m'l conjos para a provincia de PernalDu-s
i co. Subscreveram-se apenas Ul^rpolices.
aceitar o cargo de grfto-aaeatae
runaria laaleaa.
Lisboa t5.- Queie franeez ERYMANTHE, a vaaw
inalex BELGRANO, proeedeatea da Bra-
M I I
Bio de Janeiro Chcfoa a pa-
quete rraaees SA VOIE.
Bakla 6,-Chesoa hoje o vapor
rrances V1LLE DE BAHIA, e sane ama
nhft para o Rio de Janeiro. /
| Sao de um conto de rets cada uma. Cam-
bio sobre Londres : o banco nacionai sa-
cou a 26 1/2 ; os outros nSo marcaram ta-
xa. Sobre Paris 353 particular. Sobre
Hamburgo 442 particular.
2 Babia 26 &s 4 h. e 20 m. da tarde.
tambio sobre Lofldrcs 26 3,8 e 26 1/4
particular.
segooda, e nisto varaos de accordo com o .& noVmhrn nrrinw.
Galrao, que alias fez estudos serios sobre a 5 "w0 Proximo,
localidade eo> questio.
Quanto a restriccao feita em relacao a destrui-
Elt r-0Ch6d3 submarinos da Barra Grande,
tambemi nao a acharoos aceitarel, nio so por qUe
e de toda conveniencia que essa barra possa dar
enlrada a navios de grande callado, para o que e
mdwpensavej_fazerlhe o rebaaameaia proposto
P duvidow que esee rooaixaraenlo determine dirai-
nuicao na calma do anteporto, fieando este, como,
. res8uJardado pelo quebra-mar entre as duas
eniradas do P050, e subsequentemente pelo molbe,
tuja construccao propoe 0 Sr. Fournie um nouco
ao sul do forte do Picao.
COHMERCIAES.
Londres S5.-A tax a do

dajustiea.
Par aacrava de 16 dj corrente foi suspense do
exanieio de sen cargo, aa v^ia de represenla^o
s da prorin-i do Piauby, 0 juiz mu-
e de orphaos as termo das Barra9, Sim-
pacK CaMho lie Reaecie, afim de responder em
1 aalo acto que pratieou na quali-
1 de jau de direilo iatenaa, avocando a si nm
1 eefiamvamen:. jslgado e proferindo nolle
isBMeaca.
eooeedjdas as demissoes que pediram
da angar de joia aoniripal e de orphaos : 0 ba-
cbarel Misaei da Silrerra Amaral, do termo de
f'igt, aa proTincu de S. Pedro do Rio Grande do
bacharel Joac ^orrta de Moraes, dos ter-
de lupe:ininga e Capao Booito de
provincia de S. Panlo ; 0 ba-
Angusto da Coda Silveira, do termo
Fixaai aaaeados j*; municipaes e de or-
e bachaiel Fab: j .Mexandrino dos Iteis e
termo? reanfT; de Cascavel e Aquiraz,
m. prc-vavia do Gear;; ; c bacharel Joao Jose da
> s Saraeal, dos "erxos reanidos de Jerome
bae Miaga, aa prcvi_.:a do Piauby ; 0 baclia-
rel Boas! Ferreira Pern, do termo do Gachoeiro
4 liapeaunm. na pro- Intiu do Espirito Santo ; 0
1 -cnarel Jose Fdippe de Toledo, do termo da Li-
sa provincia de S. Taulo; 0 bacharel An-
Leme da Silva .;,., do termo de Areas,
- fca.'harel Francisco da
reunidos de llapetinin-
"aaipanema, m mesraa
re La viulicia dos oScios
provincia
S KB Saldanha, dos te :
Cipio Uomto d
nvi* so crime e c:..
FA c.amaiada na :
can Uibdba, a se g.
"fdre Ferreira da C*
jar*
JoioPessoa da Garaa,
i- ri.ia do civel e tabelliao
Fez-se merce da
van sae foram anrrisirUaante nomeados pelo
iente da pr .vine- J. Airahyba ; a Francisco
- Jdeiro da Cunha fan >- in offlcios de lab-ol-
BaB sanrtaiass srpl s, :apellas e residuos do
i*rao da AUg->ado > :. : a Maximiauo Aure-
Monteiro di Fir. : dos de 2." tabelliao e
. ii mesmo termo.
li de 10 annos de prisao
r?.-pstuas impxta ao reo
virtude de decisao do
0 de Caz_.:;tjma, na provincia do
do Xorte, ?j: .-rims de homicidio.
Foram inaeferid a :erimentos de
isia AtTosso Regu4!r>
-scrraaa de ersbios, e
Jitcxasso termo de -;::chaem, em Pernambu
"imlo permnta d.s respectivoa cargos.
Minis(ri da guerra.
Por secretos de i- jrrente :
ram eoseedidaspf i:nrat do posto de cirur-
sr de bri^ada t >r?3 de sai'ile do exerci-
de cosformidade z:z^ i. imperial resolucao de
- :j mil 11 si do ciorreat. das lisposicocs do decreto
t ',,158 de I de dez-: ;:r; de 1872. ao Dr. Sebas
Mliaokada Gama, ea auencio aos bons ser-
vajM sae preston oa ;an?anha do Paraguay.
Oastcaierao-se igci n ate, em attencao aos bons
s-ernpsi arestados na r ';r.la campanha e na for-
aa da aaaestau e ire. aria; reselufad de j" de abril
asaapassado e da-- iL? ;;oes docitado decreto
a. 3,198 de % d- deien:^r de 1872, as honras dos
l-j5tos aubures abai: i;-!arados, aos seguintes
eBfflQgados da caixa ;,r em Assumprao :
a aujor. Ao eh ::n gradaacio de" major,
Tcarao Pereira G
ls_caadio.Aopagadir. coma g-aduajao dc
, Pdaada de Kir*a ia (>uz.
:Ao es:r.:.:j.rario, com a graduaf-ao
-agate, Adoipbo Pi. ieiro da Fonloura.
.' ? alferes.Ao ana-a^nse, com a graduacJo
dferes, Joao de A H -: 1 > 1 urema.
as honras de postos roi-
.r;aie da mencionada re-
de 1873 e do 4decreto n.
: it 1*?72, e por baverem
I ti iita campanha, os se-
Mialsterio da agrlcultnra.
Por portaria de 11 do corrente foi nomeado
0 agnmensor Luiz Gabral de Menezes para servir
na colonia de Santa Leoppldina.
Por portaria de 17 do corrente, foi exorierado,
a seu pedido, 0 bacharel Jose Simeao de Oliveira
do lugar da engenhfiro de 2* classe da estrada de
ferro D. Pedro II.
Por portaria da mesroa data foram exonera-
dos,a seu pedido, 0 engenheiro Felippe de Figuei-
roa Fana do cargo de ajudaste do engenheiro fis-
cal da estrada de ferro do Recife a 3. Francjsco,
e nomeado para 0 substituir 0 engenheiro Henri-
que Augusto Millet.
Por portaria da mesma data foi nomeado 0
engenheiro Felippe de Figueiroa Faria para e lu-
gar de engenheiro fiscal da estrada de ferro do Ks-
cue a villa do Limoeiro.
Por portaria de 18 foram concedidos dons
mezes de licenca ao engenheiro Eduardo Limoeiro,
cueie de seccao da comruissao encarregada dos
estudos para 0 prolongamsnto da estrada de ferro
de S. Paulo.
Foram exoneradosda commissao em que so
aenam na colonia de Santa Leopoldina 03 agriraen-
sores Antonio Raphael de Almeida e Antonio Fran-
cisco Dutra Rodrigues.
Foi proraovido a engenheiro de 1* classe da
repamcio dos telegraphos 0 engenheiro de l*
classe da mesma reparticao bacharel Luiz Arnaud
Ferreira de Mattos
Por pTtanas de 15 do corrente foram no-
meados eslacionarios de la classe da reparticao
dos telegraphos : Luiz Hippolyto Nogueira, Joao
Muniz Pereira Junior, Jose Joaquim llaposo, An-
tonio de Souza Mascarenhas, Gailherme Gomes da
Costa, Alberto Antonio da Silva, Carlos do Assis
Ccsta Fioriin, Antonio Pinto de Cerqueira. E-ta-
cionarios de 2' classe da mesma reparticao: Affon-
so Pedro da Fonseca, Francisco Jo3C GonQalves da
Silva Lima, Joaquim Goulart da Costa, Guilherme
Antonio Freire de Andrade, Henrique Candido da
Fonseca, Joao de Miranda Santos, Jose Felizardo
Teixeira da Cunha, Carlos Alberto Fagundes Va-
rella, Antonio Joaquim Goncalves Lima e Manoel
Alvaros da Rocha Cunha. Eslacionarios de 34
classe da mesma reparticao : Joao Maria da Silva,
virgiuo Meirelles de Lima, Pornriollose Ferreira'
Ceaar Augusto da Silva Brandao, Ulysses Deolindo
Lelte de Menezes, Antonio Jose dos Santos Braea
Junior, Manoel da Costa Pereira, Carlos Augusto
dos Santos Toppe, Joao Bernardo Ribeiro Sodre,
Antonio Pontes Simoes, Manoel Henriques Martins,
Joao Rodngnes Miranda, Joao Benedicto Ribeiro,
iCefenno Vieira Rodrigues Sobrinho, Alberto Octa-
vianoda Rosa, Jonas de Souza Taveiros Moreira,
Alt redo1 Barboza Pereira de Castro e Aatonio de
Padua Monteiro.
Por decreto d 2 do corrente foi nomeado 0
major Alexandre Francisco da Costa, para 0 lugar
deadmiuistrodjr do correioda provincia do Santa
Lathanna.
deseeato
na praca contlaua iaalterada. Con
solldados de S /., for account, a 6/8.
I uiidoH brasllelros de /^ do anno
de 1865, a IOO t ditos do Uruguay
de 8 % do anno de IS* 1. a G 1/8 ;
ditos argentinos de %, do anno de
1891. a SI I/a. Os precos do care
sao Irregjulares. teado'sldo recu-
sado 83 por cwt por ana carregamen*
to de Santos, Bercada de assuc ar
aern alt.rnrao.
New-York 15. -tambio sobre Loa-
drea 4,-9*. Oaro lo a/4. Carresa-
mentoa de cafe do Rio faib a Id a/4
e good a 18 a/8 cents por libra. Alga-
dao naediano uplands a Id 1/4 cents
por libra 1 as ehegadas de boje aos
portos amertcanog elevam se a...
t.OOO far dos.
Liverpool *5 o naereado de al-
godao esta quieto ; venderam-sc
lioje IS.OOO furiioH, sendo 1.115 de
procedencia da America do 8ul j o
FAin de Pernanabuco a 8 d.. o de San-
tos a t 15/1 d.. e o de HacciO a
* 9/8 d. por libra ; o deposito total
eleva-se a 15.000 fsrdos, sendo
151.000 do Brasil 1 venderaaa-se
durante a semana MI,000 rardos.
dos quaes 13.000 do Brasil 1 duran-
te a semana foram importados....
0O.OOO rardos. sendo 15.000 da Bra-
sil. aiercado de assurar lnaltera-
do.
DlARIOJDEPERNiMBUCO
RECIFE, 27 DE SETEMBRO DE 1874.
do
Nao obstante, 0 Sr. Founds, das ideas capitaes
Hildas, so aceitaem toda sua plenitude a cons

erapregava
inetroccio pu-
animacio, e havia
Machain sera um dos
a villa Occideu-
Uamburg-e *5. Venderan-se...
4,ooo saceos de cafe a 85 l/S.
Antuerpia 5. Mercado de care
contlnua flrme.
Bio de Janeiro *. O cafe de pri-
nieira qualidade vendc-se de S*050
a 5SSOO. Accdes do banco do Bra-
sil de a is.* a*S5O*EX-Divi0END0. Cam-
bio sobre Londres 96 1/4 a ?V, 3/8
d. bancario. e 30 l/ a Stt 5 s ticular.
iiahia 36.Cambio sobre l.omircs
SO 3/8 a 6 I/* d. particular.
de
cajMBj 1
- do exercito, e::
:;- de -". 4* at.-.
tea dedezea^r
adaaaa* aervi.
F". aaes atdivi Jnas :'
l> caaaao.Ao r
I i.j X3 exercito err.
at -ajdaa. Pedr* Jas
2-
,a
Vt
4a> oaVaal da referida pitadoria,
.-i, de tenente, bat ail PrilMl)
lam
Ceacederaa-sf .:jlem a? honras do posto
de aajw do exerciic- ex-major de commissao
J it Caias Perara Le;:*, visto os bons services
Bvin:ia de Matlo-Grosso, por oc-
1 campanba.
Pedi: Paulo Perdigao da Silva Nu-
ft de fiel do almoxarifado do arse-
da aroTia: do Pari, que exerce io-
l: a da reparticao fiscal
aaangaaa. com a graduacao
ai Soledade.
da pagadoria do mesmo exercito
de caj.itao, Luizde Souza Gomes.
com a gra
de Castro
oteneale honorario do exercito
Heariqns^ do lugar de ajudante da
de Iaray-l na prorincia de Matto-
Por portariasde li do corrente foram nomea-
dos qs engenheiro* Alfredo Lisbwa, Jose Ayrosa
batvao e Jose Goncalves de Oliveira, aquelle para
0 lugar de1 8- ajudante, e estes para os de chefes
de seccao da commissao de estudos para 0 prolon-
gamento da estrada de ferro de S. Paulo a Matto
Grosso.
Governo da provincia.
DESrACHOS DA PRESmENCIA, DO DIA 23 DE SETEMBRO
DE 1874.
Teoente-oronel Antonio Goncalves Ferreira
Informe o Sr. inspector da thesouraria de fazen -
da.
Antonio de Souzi Rego.Sendo o terreno a que
allude o supplicante dos de que trata o decreto n
i.lOode 22 de fevereiro de 1868, convem que o
mesmo supplicante requeira nos terraos legaes, o
seu aforamento.
Antonio'Jose Bittencourt. Dv-se.
Aner6 de Sa Barreto.Informe o Sr. inspector
da thesouraria de fazenda.
Francisco Americo de Aragio Rabello.-Infor-
me o Sr. engenheiro chefe da reparticao das obras
publicas.
Frannesco Saraiva dos Santos.Seja pesto em
liberdade. r
Gercino Martins de Oliveira Cruz.- Indeferido.
Joao Jose da Silva.-Concedo o prazo de quinze
Joaquim Pires da Silva.-Passe portaria, conce-
dendo a exonerado pedida.
Joao Chrysostomo de Aquino e Silva.Informe
o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Luiz Paulo de Araujo.Indeferido.
Manoel Rodrigues Lisboa Camargo.Nao ha so
bre que deferir.
Manoel Marianno da Silva.Informe o Sr. Dr.
chefe de policia.
Marianna da Costa.Seja posta em liberdade.
Dr. Praxedes Gomes de Souza Pitanga.Defe-
ndo com offlcio, derigido nesta data ao Sr. inspec-
tor do arsenal de marinha.
Valente & Irraao.Sim, nio havendo incoave-
niente e mediante recibo.
(AGENCIA TELEGaAPHICA HAVAS-REUTER.)
tfttftAWA* % wmi%t
[A6ENGIA AMERICANA.)
Buenos-Ayres 23 de setembro.0 con
gresso npprovou o projecto do deputado
Derqui, creando uma legagao argentina e^u
Londres. Jd corre que o Dr. Garcia, ac-
tual ministro da republica em Wasington,
sera1 removido para a nova legato de Lon-
dres.
Montevideo 2i.-Xarque: do gordo nao
ha existencia ; de outro 40 reales ; proprio
para Havana 57 1/2 reales fortes. Descon-
lode8 1/2 a 9%. Chegaram os seguintes
paquetes : a 18 o MENDOZA a 19 o ME-
LA, a 21 o MORENO, a 23 o MWHO.
ea24o COIWOVADO. Tambem chegou
a escuna allema.l.V.Y.I no dia21, proce-
dente de Pernambuco.
Bahia 26 is 9 h. e 10 m. da manna.
Sahio o patacbo nacional MA RIM HO, e
chegou do Rio-Grande do Sul o patacho
tambem nacional EDUVIGES, trazendo
13,040 arrobas de carne.
Liverpool 25. Algodao : mercado cal-
mo ; o de Pernambuco e o do Maranhao 8;
o da Bahia 7 3/8 ; deposit o 777,110 con-
tra 663,030 no anno anterior, sendo do
Brasil 151,480contra 83,190 no mesmo pe-
riodo do anno passado. Cafe do Rio, pri-
raeira qualidade, de 69 a 75. Assucar :
da Bahia 18 1/2 a 19 1/2 no caes ; purgn-
do de Pernambuco 22 1/2. Couros e sebo:
mercado calmo.
Londres 25.Consolidados 92 5/3 ; fun-
dos brastleiros 100. Cafe: mercado calmo,
seen alteragao de presos.
Havre 25.Cafe*: venderam-se hoje
1,400 saceos ; o do Rio de 91 a 92 e o de
Santos de96 a 97. Algodao: asvendas de
hoje raontaram a 300 lardos ; os pregos no
soffreram alteragao. Couros salgados de
Buenos-Ayres de 92 fr. c. 95 c. a 93 fr.
L8s :o mercado melhora ; de 2,410 fardos
offerecidos, venderam-se 1,973.
Hamburgo 24.Cafe : grande concur-
rence ; subio 3/2 pennIg.
Anvers 24.-Cafe: as vendas effectuadas
no leiiao hollande/ nao causaram impressao;
am leiloes particulars tern dadomais tres
CBNTS ; existem actualmente em deposito
25,000 saceos; esperam-se do Brasil 5,600,
e de outras procedencias 7,000. Algodao:
o mercado esta anitnado ; venderam-se at<5
o dta 23 (bontem) 4,000 fardos de Santos
a 71. Fumo, la, chifres e azeite : mercado
estacionano.
Turim 25Foi dissolvida
dos deputados.
Berlin 24.A GAZETA OFFICIAL
desmente a idea de annexagio da Dinamar-
ca a confederaclo ou imperio allemio.
Paris 25.O Sr. Thiers, que anda ria-
jando pelo sul da Franja, tem sido caloro-
a camara
Belhoramento do Porto
Recife.
VI
Ex posto o piano do Sr. Fourni* sobre o ancora-
douro exterior, e adduzidas as reflexoes que esse
piano nos sugerio, deixemos aquella parte da
memona, e, por meio do cap. IV, penetremos no
ante-porto do Poco com o illustre engenheiro.
E?ta pane do porto do Recife e a que ineontes-
tavelmsnte tem sido melhor estudada por todos
aquelle* que se teem occupado com esta materia;
e d'ahi vem sem duvida o fecto de mais ou me-
nos se accordarem os entendidos nas obras que
coovera fazer no intnito de transformar o Poco
n um bom e verdadeiro ante-porto.
O illust-ado Sr. Galvao, auctor das duas boas
memorial de 1870, a qne ja nos temos referido e
que serviram de base aos estudos do Sr. Fournie,
tralanlo dessa parte do porto, fez valiosas consi-
dera^jes de nma lucidez admiravel, e nio foi se-
nio de accordo com ellas e de conformidade com
os principios da sciencia, em qne se distingue,
qne chegou as conclusoes emittidas na pag. 63 do
seu opuscnlo da 31 de outnbro, das quaes se
evidencia que o digno engenheiro propSe para o
Poco:
CoB3ervar as duas barras que Ihe servsm
eotrada, adaptando-as a navegacao ;
Abrigal-o pela construcjio de um quebra-mar
entre essas duas barras;
, Prolongar o recife natural do Pharol a Tarta-
roga ; e
Destruir os rochedos snbmarinos existenles na
Ba<-ra grande.
.Com taes obras pensa o illustre engenheiro bra-
sileiro que se conseguira nao so dar calma ao
Poco, mas tambem tornal o mais amplo e de
mais facil accesso quer as grandes quer as peque-
nas embarcacoes, tornando-se elle assim um bom
ante-porto.
Os Srs. Charles Neate e Lane, cujo projecto me-
receu, em 1867, a preferencia do notabilissimo
hydrauliioo Sr. Hawkshaw divergem d'aquelle
piano em nao cooservarem a Barra Pequena ou
Barreta, pois que opinam que seja esta fexada pelo
prolongamento do recife atraves dessa barra ate
o extrerao sul da Barra Grande.
Entre essas duas opinioes oscilla em geral a dos
deraais engenheiros que se tern occupado do me-
Ihoramento do ante porto, sendo todavia de notar
que o maior numero propoe a conservacao da
Barreta, ioaistindo pelo levaniamento do recife
submarino, existente entre as daas eniradas do
Poco, em quiza de quebra-mar.
E cssa idea parece-nos tanto mais rasoavel, tan-
to mais raccional, quanto o fexamento da Barreta
fercaria o Caoibaribe a mudar a sua barra para
ale n da actual, e d'ahi resuliariam sem duvida,
como observam os entendidos, prejuizos notaveis
para o Poco e sua entrada principal.
Assim, pois, a idea predominate, no computo
geral dos projectos anteriores ao do Sr. Fournie,
era conservacio das duas eniradas do Poco e
levaniamento do recife submarino existente en-
tre ellas, e accessoriamenle prolongamento do
recife ate o limito sul da Barreta -e aprofunda-
mento da Barra Grande.
Vejamos, agora, porcm, o que pen'a, o que pro
pSe o autor da memoria de que nos occupamos.
O Sr. Fournie abre o cap. IV d*essa memoria,
com a descripcao do Poco, tal como a faz o Sr.
Mooches, alias muito competente em taes materias,
apag. 77 da 1" seccio da sua obra Les cules da
Bresil; e, em seguida, referindose a eegunda
memoria do Sr. Galvao, a de 31 de outubro de
1870, critica a confusao que diz fazer aquelle en-
genheiro entre 03 diversos ancoradouros, cogno-
minando-os a todos indistinctamente com essa de-
norainacao ; e conclue a sua observagio citando
por extenso as condusSes a que chegou o dito en-
genheiro, na referida pag. 63 da sua memoria,
acerca do ante-porto do Poco.
Entrando no exame das obras propostas para
meluorar esse ante-porto, diz o Sr. Fournie em re-
ferenda ao quebra mar a construir entre as duas
eniradas do Poco :
Esta idea e perfeitamente natural, e eu adop-
to-a inteiramente, como fez o Sr. Galvao Filho.
A idea do destruir os rochedos do fundo da
Barra Grande, parece lhe tambem aceitavel, com
tanto que nao se rebaixe esse fundo senao em al-
guns pontos perigosos, e nao cm toda a sna ex-
tensao, porque, nesta hypothese, poderia diminuir
a calma do ante-porto.
Qu-nto ao prolongamento do recife ate a extre-
ma sul da Barreta, prolongamento proposto pelo
Sr- Galvao, nio so no intuito de limitar d'esse lado
a Barreta, mas tambem com o fim de dar calma
a entrada do Mosqueiro, julga-o oSr. Fournie
desnecessario -primo porque ba-tara uma forte
balisa sobre a Tartarnga para assignalar o limite
sul da Barreta, seciindo -porque e davifloso que
esse prolongamento de calma a entrada do Mos-
queiro, fieando aberta a Barreta e exposta directa- uambuco.
niente as marfitas do largo.
AI6m disso, pronuncia-se tambem o Sr. Fournie
contra o fexamento da Barn'-ia, proposto, como
dissemos, em alguns projectos, inclusive no dos
So. Neate a Lane.
No intuito de dar calma a entrada do Mosqueiro
e ao sul do Poco, parece ao Sr. Fournie que esse
fexamento seria radical; mas regeita-o, porque,
alem de custoso, apresenta muitos inconvenientes,
enlre os quaes sobresahe o de ebrigar o refluxo
do mar a levar os sous elfeitos, sem diminuicao,
ate o extremo snl da Barra Grande, obrigando a
barra do Capibaribe a estender-se maia para
adiante do proprio Poco, e dando azo a ser consi-
deravelraente reduzida a profundidade do ante-
porto.
As razoes que adduz o illustre engenheiro con-
tra o fexamento da Barn" a sao valiosas e proee-
dentes, e estao de accordo com a maioria das opi-
nioes competentes sobre o melhoramento do ante-
porto ; da3 duas, porem, que expoe contra o pro-
longamento do recife ate a exirema sal da Barrt-
ta, se e" procedente a primeira, nao nos parece
truccio do quebra-mar entre a Barra Grande e a
Barreta; mas, nio achando qne sen isto saffl-
ciente para crear uma sitnacao favoravel aos na-
vios, insiste na idea da construccao do molhe do
Picao, indo mesm i ate o ponto de dizer que con-
sedera essa obra tio necessaria e urgente como a
construccao do quebra-mar do Poco, justilicandoa
com as seguintes razoes :
t Ali aoraente, na parte do ancoradouro exte-
rior das Lammhas que sera abrigada pelo molhe
do Picio de forma a torna-la um verdadeiro ante
porto, a qne charao ante-porto do Picao, poderao
ancorar os paquetes postaes, que assim sem difB-
culdades chegario e partirao a qualquer bora da
mare. Logo que o caminho de ferro do Recife ao
S. Francisco tornarse o caminho de ferro do Re-
cife ao Bio de Janeiro, servindo directamente a
proviocia de Minas Geraes, e, pelo ramal do Joa-
zeiro a Bahia, a provincia deste nome, as corres-
pondencias geraes do Brasil com a Europa e Ame-
rica do Norte e inversamente, poderao se? embar-
cadas e desembarcadas no porto do Recife; e ha-
vera ahi tanto ganbo de tempo que o commercio
impacieote exiglra esse melhoramento. Aconte-
cera entio com a malla do Brasil o que tem aeon-
tecido com a raalla ingleza das Indias Orientaes,
para a qnal, a cada progresso nas vias de comrau-
uicacoes intermediarias, ha uma mudancade itine-
rario de modo a reduzir ao mioimo o trajecto por
mar : ora a estacao de Pernambuco corresponde
inteiramente a este desideratum.
< E', pois, precizo prever e consequentemenle
tornar possivel ahi o accesso de um grande paque-
te, em qualquer tempo, e sua communicacao com
a terra sem perigo para as pequenas embarcacoes
e para o proprio paqjiete.
0 molhe do Picao resolve essa problema de
um modo tao eompleto quanto e possivel : sua di-
reccao esta calculada de modo que protege o navio
contra todos os rentos perigosos ; sna posicao, em
relacao direta com a barra pequena, permitte uma
facilimacommunicacio por barco3, e esta com-
municacao sera possivel em todo tempo, porque a
barra pequena e abrigada pela saliencia do molhe
do Picio contra todos os ramos do venlo desde o
sul ate o E-S-E.
a Da mesma forma que os paquetes, os vasos da
marinha militar poderJo, abrigando-se ao norte
do molbe do Picio, commuuicar serapre com o
arspnal iIa marinha, colloeaiSn^nil&ttaTUffatSfta.
do Mospueiro, e recebor carvao, raunicSes e man-
timeatos.
t 0 molhe do Picao alem d'isso, protegendo a
barra pequena contra todos os ventos perigosos a
parlir de E.S -E, satisfara ao fim que tiveram em
vista aquelles dos engenheiros que prelendiam fe-
char essa entrada. Mas, neste caso, o fim sera at-
tingido sem nenhum dos inconvenientes apontados
acima, porque a barra pequena continuara disponi-
vel e licara sendo de mais coumodo uso do que
outr ora, e a barra ou baixio da embocadura nao
sera deslocada, e persistira, como convem, na en-
trada do porto, detxanuo o ante-porto inteiramente
desponivel.
Como se ve desses topicos que ahi deixamos, o
Sr. tuornie nunca esjuece o futuro, e, tendo o
sempro era vista, e considarando-o iramenso, ma-
gestoso, para Pernambuco, procura serapre harmo-
nisar as necessidades do presente com os ioteres-
ses que aquelle ha-dedesanvolver ecora as neces-
sidades qne hade crear.
Collocando-se o observador no ponto de vista do
presente, sem a [tender as previsoes, alias muitissi-
mo rasoaveis, do Sr. Fournie, de certo se conten-
tara com a solucao dada pelo Sr. Galvao para o
melhoramento do ante-porto do Poco; mas, desde
que dilalar o seu horisonte visual, desde que Ian-
car vistas perscrutadaras para o futuro e como
que desvendar o seu grandioso panorama, certa-
mente nao deixara de abracar o piano do Sr.
Fournie, embora de mais diflkil execucao e muito
mais caro, por isso que esse piano satisfaz o pre-
sente e prepara o futuro.
0 quadro que destmha o Sr. Fournie e de todo o
ponto verdadeiro e real, quer no que se refere as
impaciencias do commercio pela brevidade das ma
las, e diremos mesmo das mercadorias, quer nas
facilidadas que o seu piano da a chegada e partida
dos paquetes e suas comraunicacoes com a terra,
quer ainda no que dizrespeito a marinha militar,
quer fiualmente no tocante a calma do Poco, abri-
gado pelo molhe do Picao, sem os inconvenientes
do prolongamento do recife ate o extremo sul da
Barra Grande.
Por tanto, cremos que nao havera quem vacille
em abracar o piano do Sr. Fournie, apenas aceres-
cido com o rebaixamento do fundo da Barra Gran-
de, tal como o propoe o Sr. Galvao, tanto mais
quanto esse piano harmonisa-se perfeitamente com
a construcgao futura do quebra-mar do banco do
ingltz e com o porto atllanlico, de que se occu-
pou o illustre engenheiro no capilulo III da sua
memoria.
Adoptadoesse piano, torna-se de certo desneces-
sario prolongar o recife ate a estrema sul da Bar-
reta, e inteiramente inutil e desarrasoado fechar
essa entrada do Pooo, que bera uteis sevicos pode
prestar.
E o que fica dos projectos anteriores ao do Sr.
Fournie t
Fica o principal, fleam 03 pontos de accordo
quase geral, isto e,o qnebra-mar entre as en-
iradas do Poco-e-o rebaixamento do funlo da
Barra Grande.
0 que, pois, de novo propoe o Sr. Fournie e o
molhe do Picao, idea, sem duvida, de grande al-
cance, e que, no dizer desse engenheiro, e de certo
no modo de ver geral, ha-de augmentar as quali-
dades nauticas, commerciaes e miitares de Per-
Melhoravam-sensiveliiente as-condieees ge--
raes do paia, e o iwuister o Gill empregava os
matores esforcos em beuefi io da
Nmb.
O commf rcio mostrava
geralmeote actividade.
Diaa-se que o Sr. D.
minietf os de Gill.
Os indios tmham assattado _
tal, para ende o governo raabdou logo (or^s, que
reumdas a guarnicao, seriam sufflcientes para re-
peliir os assaltantes.
Chegara a Assumpgao no dia 17 o Sr. Vas-
concellos, enoarregado de negoews do Brasil.
Foram subscripts maie da 1,000 aceges do
projectado banco paraguayo. Logo que estiveasem
aceitas 4,o00 accoes, seriam os esfatutos do banco
apresenlados a approvacio d\> congresso; poden-
do-se comecar as operacoes .bencanae no dii 15
de outubro proximo.
Por iniciativa do minisuo Gill organisou-se
a a3sociacio comaercial de A3sumpcio, sendo
subsenptas quasi todas as aecfies.
la proceder-se a uma etxpioracio em grande
escala do cantesuc, que Unto abunda nas mattas
da republica, sendo a empreaa orgaaisada em
Buenos-Avres.
mo DA PRATA.
0 senado e a camara dos deputad93 da repu-
blica havian designado os individuos que, no caso
de acepbalia da republica por falta de presideote
e vice presidente, devera exercer o poder eieeuh-
vo, o senado nomeou o Dr. Coiodrero. e a camara
o Dr. Saenz Peiia.
0 congresso sanccionou o projecto de lei de-
terrainando o pagaraento de todas as reclamayoes
provenientes da guerra com e Brasil em 1828.
. Ainda nao fora designads o substituto do mi-
nistro da guerra durante sua ausencia. Dizia-se
que o Dr. Tejedor, a quem i fora offerewda essa
pasta, a recusara.
Con3tava que o presidente Sarmiento, antes
de deixaro poder, organisaria tres corpes de exer-
cito, sendo um em Entre-RlosJ um no Rio-Quartoe
um unalmente em Buenos-Ajres. Estas forcas fi-
carao sob as ordens do generjil Gainza.
A divida publica interna e externa da Repu-
blica Argentina em 31 de dejtembro do anno pas-
sado era em pesos fortes a s*guinte : fundos pu-
bhcos naciooaes 17,746:212/; diida BuschenUl
1,667:763 ; caminhos e ponies 1,162.000; banco
nacional 358:000; reclamartjes estrangeiras, etc.
3,026:8ii ; emprestimo de Londres, de 1824,....
8,&01:540 ; emprestimo de h.estra,
10,126:710 ; dito de obras p
28,008:890 ; total 70,797:96
No dia 7 do corrente foi i ecebido em audiencia
solemne pelo presidente do
nistro residente dos Estado: -
dwell.
Chegara a Montevideo o
maz Salvini; eslreou no dr;
Entrou em Montevideo
gleza Working/on com fogo
reccao a S. Francisco da "
de 1858,
iblicas, de 1871,
Estado Oriental o mi-
-Unidos, John C. Cal-
eminente tragico Tho-
maA morte civil
no dia 3 a barca iu-
a bordo. la com di-
iornia, quando no dia
Notielas da sul do imperio.
Chegaram bontem os vapores brasileiro Bahia e
inglez Britannia, trazendo datas : do Paraguay
9, do Rio da Praia 16, do Rio Grande do Sul 13,
de Mmas-Geraes 18. do Rio de Janeiro 21, da Ba
hia 24, e de Maceio 25 do corrente.
Alem do qne damos sob as rubricas Parte Offi-
cial e Revista Diana, eucontramos nos jornaos o
que se segue :
REPU0LICA3 DO PACIFIC!).
relegrammas de Valparaizo dizem que foram
magnilieas as manifestacdes que a faor de Cuba
se flzeram na cidade de Santiago.
Preparava-se outro grande meeting em favor
de Cuba.
0 presidents Pardo, do Peril, fdra assaltado em
Lima por cinco assassinos, que dispararam sobre
eite aiguns tiros : o presidente escapou, felizmente,
sem lesao alguma.
REPUBLICA DO PARAGUAY.
0 congresso prorogara suas sessSes
1 o capitao, conheeendo quej se declarara incendio
uu carvao de que a bare* slum c.-neg.Ja, i osul-
veu arribar a Montevideo. IPrestaram-lhe imme-
diatainente soccorros duas qombas da capitania do
porto, uma da canhoeira ingleza Craker e uma do
vapor italiano Fieramosca.
No dia 6 houve a bordo da barca uma terrivel
explosao que levuu pelos ares a coberta. Submer-
giram entao a Workinglon e, receiando nova ex-
plosao, abandonaram-na.
-- No dia 10 o governador de Buenos Ayree,
Mariano Acosta, apresentou a sua renuncia aquelle
cargo, por ter aceitado o de vice presidente da
Republica Argentina.
Foi charaado para substitui-lo no governo da
provincia o presidente do senado, coronel Alvaro
Barros, o qua! effectivamente toraou conta do go-
verno.
-N'io se reali-ara no dia 12 a inauguracao do
arsenal de Zarat, em consequencia das grandes
chuvas que haviara cahido e nem permitiiram que
fossem desembarcadas as pecas de artilheria que
para alii tinham sido enviadas.
Era varias parochias (ora proclaraada a can-
didatura do Sr. Dr. Alsina ao cargo de governa-
dor da provincia.
Projectava-se realisar uma exposicio indus-
trial, que devera ser inaugurada no dia 25 de
agosto de 1875.
Eotrara em Montevideo no dia 13 a barca
franceza Alexandre, a cujo bordo se declarara
fogo a 23 de agosto no carregamento de carvao.
A barca ia de Liverpool para Valparaizo.
Tinham sido vtndidos em praca publica o
casco e carregamento da barca Workington por
16,154 pesos.
0 governo nacional resolvera abrir em Pa-
lermo uma escola de tiro para o exercito argon j
lino.
De Paysandii noticiaram para Montevideo
que o sub-coramissario Marianno Pareda ferira
gravemente o coronel paraguayo Rivarolla, que se
recusara entregar-se a prisao.
Evadio-se do quartel onJe se achava preso,
em Buenos-Ayres, o coronel Hamen, que tinha de
ser expatriado em virtude da sentenca de pena
ultima, que Ihe foi commutada pelo poder com-
petente.
JJstavara adiantados 03 trabalhos da cons-
truccao do editicio onde deve effectuar-se a ex.-
posigao rural, no proximo mez de outubro.
Os ultimos temporaes haviara causado va-
rios sitjistros no littoral argentine
Por proposta da commissao Protectora das
Bibliotbecas Populares resolveu o governo argen-
tino estabelecer troca dc todas as publicacoes fei-
tas na Confederacio com as do Estado Oriental.
Como ensaio de ura novo ramo de com-
mercio, estava tomando um carregamento de ea-
vallos o vapor inglez Nork, com aestino a Ingla-
terra.
0 novo banco provincial do Rosario ja emit-
lira quasi todo o seu capital e ia comecar breve-
mente as suas operates.
Foi apresentado ao ^congresso um projeelo
de lei relative a naturalidade dos que occupam
postos pnblicos. Por esse projecto so podem e"
desempenhados por cidadaos argentinos, natos ou
naturalisados, os seguintes |empregos : subsecre-
tarios do estado, Jmspectores de alfandegas, con-
tadores gerae3, director geral dos correios, direc-
tor geral dos telegraphos.'director dos engenheiros
de y classe,Smspector geral dejarmas, commissa-
rio de guerra e marinha, capitao do2porto, director
da repartigaoj de emigracio.
Para que um cidadao naturalisado possa exer-
cer quaiquer desses cargos e essencial qne
tenha, pelo menos, tres anaos de naiuralisacao e
rosidencia.
0 intitulado conde del Vasco, prisioneiro da
guerra de Entre-Rios, requereu ser naturalisado
cidadao argenlino coin o seu verdadeiro nome
de Cesar Augusto Sandri.
Eram esperados em Buenos-Ayres carca de
500 emigrantes.
A companhia exploralora do Rio Vermelho fi-
zera a aoquisicao de ura novo vapor intitulado
Congresso.
Tinha ja regressado a Gualeguay o commaa-
dante Blanco, que fdra fazer uma expedicio as
ilhas do Parana e desalojar alguns bandidos que
nellas se haviam estabelecido.
I Ao aaltar imprudentemente de um bond
ate 301 fracturou uma peraa o Sr. D. Mariano Saavedra.

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rxt irt h>.... :it. :/.itf.
io de Pernambuco Domingo 27 de Setembro de 1874 If {/ 0//.A
"Ian
en
da canalisa
Its u obras
i Baeaos- Ayres.
Mitre cont'raaava a eMar
Sajeftarase no dia 12 a
_o cirargica.
1 dos coloaos, one, conforms no
, kama cfcitilfi com desiino i colonia
mtm totMi Riin* seaaeihaaea do
i elles uma seita qna^i
^^bT?J5C
de
foil
Brtbos-Ayres o pro-
i Mercedes later tlfiu-
archooMaiets, f re-
Itrado ara liamcm
fMra paaaMado c interessanle TeUtorio
4, j*- aSaaar a gaerra da marinha argen-
M a. ^PCaenVd, o qual fura pale seu go-
-m aai iitnjaaa deama viagnm do explora-
. ass aura 4b ml ao Rio Negro.
__Cm j i m preoccapar o espirfto pnblico
B Me* '*'* aaestao tinanceira.
A eoasoisaao a camara do* representantes
iCeeTtjacisar o orcameoto. equilibranflo
a *~p**za, propor, a eemegar pelos
i da oacau, a redaeffto dos honora-
- ^deladaa aa 'inaccwaarios pubheos a a sup-.
HtfA* C> awMes empregos.
Gna es*a e acaras mediilas esperava-se que o
> da repo! 'Je s<- firmajse mdlhor no merca-
Ja leghtrm, ie coosegni-se afi-
ss de qae earece essa joven republi-
ca. panfescadar e deseavolver os sens graedes
jts*ts de prosperi lade e riqntra.
Par dftato da quota* Snaireeira, on por on-
nan, pjadatio s ** rn ministerial, i Mia rwMn taaaaiH > ninistr* da fazenda e da
cac r*,r*. D. Joao P-v.-i e 0. Eugenio Fonda.
AgataV .*oi sa!~wnii.. i-. Pr. I'elro Busteman-
V e a af'iai pel* eawnrt fc Jmrlo Vasqnes.
Ea oacseaaenria da n 'nea*aa do primeiro reti-
i*-. r-4acrw i? Tii'tr.t o Sr. Joi-e Carlos
He, pa-* a hor-ulisar abertamente o
deqor Met fateadt* parte seu irm*".
i paMana* a jvopramma da exposieao
dere al-rir-M o dia 55 do corrente.
C-ia tssta aaaaariad f- I ;-r i uvida pela A*sociagao
Sr. (VaaMa do mielstarlo deixa,
.KUIioiaJi ana negoeiagao para
>a> fc;*4 Mfcrtaa mra de-f upiohar a soa eommi^sSo
r>^4ka f*i*g iugle* Twik. Preiendia re-
anv tsdw os d>j.:aftii!H>nto* da n-pehlica e es-
M ) 4> WVC DO SIX.
Na capital e#tv tuareado o die 13 para a
j > iraoalii is da iilnmiaa^ao poblica
4* gat eeraiaico.
aotkia o R#'o WrmtHUt, possue
prov.ncia cp.-i. Mb fabrica Jade d* Sr. Itheiupantx A Water. Os
aHi faericaJs, dii a mesma folha, s:io
a qne se im-.-ortain do ertrangeiro,
i *j a pareu da mai-ria prima, eomo a
tie e r'ilaridade do lio.
Vj d:a 9 lcraui exponos os primeiros traba-
ttxaBira'Te extndudos das MM provin-
4ftata pest ejm;-:i!:* qae para esse Tim loi incor-
<* aunvxres e vaj'-.s cores e qaalidade nada
O Merttntd narra o segn^te lacte, aconte-
ode aa estrada de f-rro da capita! a S. Leopoldo :
Madaa 31 An pasado, as 6 boras, p vio mail
anaaaa. Ax aianl.i, ppare:eram em frente do
uli esarada de fcrra, aa rna deS. J-jsii. qna-
i e urn CKtiia estendo tres dos honMM
esp;aardas. Pediram licenea para
M Mtren->s :'-c';i!"< Aa estrada, ali-n de
iaadaijipj-, d> Oravatal'.y, ao jovon An
Siare-, lilO't do respect'*> gnarda
aatauaia sen pai. Apez^r da rectia do
Liiai eltes aos terreiws, penetrando pela
innt^s antes da chegada do trem
toii/i haraa, de Porto Alesre, aquelles indin-
daaa aaate ados mih < da estrada, se approxima-
rani 4o portio qae e*tava .iberto, e dons delies (o
*a fecka-la, desattwiendo la gnarda, que Hi s
tazia aer qae a trem estava para pas ar. Ilespon-
i.i'i eMes qae queriam faze-lo parar, o qne, se o
i Mousse aanr o portlo, cabiria morto.
d kj Tendo o feoi ?e approximar,
peh estrada e ic.and j ocia bandeira encar-
aaaa sigaal de aaraja, fez com que o ma
*etixs~e a marcba do trem, qne veio
de eoouatro ao porlao. 0 ch^fe do
i do gcurda o occorrido.
i av.ra<. segaw o trem, grilando nes-
i aqaettes individa^s e apontando as ar
a*K eT.;-regad.i, ataada-Ma que se fisse em
Aatv-1-j (di esbjJeJeado e priKuron refagio em
aai dfc-n i .tiaz He urn wagon de carga ; uin des
- a'jp a s kajab b-j %-xgtm.
dacs malva Isi vieraai para a cidade, pois
^ae m aeas c aiaiaheiro* ja hbV? aw ajaruXiinar-e o trem.
< Pareoe qae us Mai raraJores achavam-se em-
Jaiat
- < dta 7 de seteai^.i f"ra s^lemnisado com
detnunrtrarT.es de enebnsiasmo em al-
?.- da nroviacia. sobreicdo na capital,
aide fiaer v-ns p -pulares e illuminaratn-
m t* earSeaaa pattcos e particaiares.
*3r Mr. Aaai!>: I Ant.ines Masiel e Jose Ma-
Af-josa, para e^nmemorar o fanstoso dia,
cartas d^ liVrdade, aqaelle a Jous es
> e esie a ma eseraro.
fan eoacelida carta d.; iiberdade a
ia pela Sra. D. Mircoliu.i Moreira da Sil
iSaava.
Leaaas W Cimmrrriil :
O pi fade brasMeiro Guakyba, sahio de Por'o
aVr-Uao ao Rio Grande no dia 3 do
caadaciijd* mais de cem passageiros,
os ^aaes o general Jo-e Lniz Menna Bar-
is La;..i dos Patos foi tal a tem-
Mana p* tola a noite, qne per-
eccalhon no banco dos Desertores,
9 ca--u em mais de sais palmos de
ictiGaoaa reerndescer, e 03 passa-
anle a vi-ta a perspectiva ponco
" perannecerem ate que o tempo-
i de desfazer o vapor.
O capitt!! taoan todas as medidas neeessarias
/an fcaaaealair o G. ihybt.
m Ii-aaaMuado-ae aessc senlido, vio se, porem,
aa vapor facia agua, e, portanto, nuior era o
i corria de ir a pique.
I^da a thp4*eaoeslorcou-se para lapar o
i se acaava ca papa, e o onseguio.
Paa andragada 6) dia i, safou o vapor e se
fm: em aaanaa a pr , raaundo desde logo, a bordo a mais
avxria.
M^s aiail? dereriam pissir por novas peri-
IIOMlUlal. *
No lia 7 oonseguiram T!rar 4a> porto do Hio
(Jrande.
oiSsdliybi, tap^ndosn-1he o rom'io, foi p to
a nad, chetaod) uo dia 8 a esse port'J, svgilta*)
a Costa.
t O nosso correspjB.aeeti^ disse-nos qae, para
repararsa das avaria9 scllndas, esse vapor scgui-
ria para o Rio de Janeiro.
O Ganhgbtt nesta tiagem devia vir a M-snievi-
deo para limpar-se ao digae da Colonia. i>
Em Porto Alegre nnia criada do Mr. Temotheo"]
Pereira da Rosa deu k luz c'andestinamrue uma
crianea c teve a barbaridade de alirar a reeera-
naseida a am quintal proximo, arreraeaeando-a por
cima de urn lio muro.
Descobriodo se o eriraoypetos vagidos da iatfeliz
crianea, foi ella recolhida aindaviva.
0 Dr. Temotbeo, indipaado coat a condaeta
barbara da malricida, catregou-a a justica pu-
blic a.
atlKJU EUAE8.
Tinha sido fesiejado, eerao de Costume, o aa-
niversano da indepefldenetadoiap#io.
0 Diario de Minus noticia o fallecimento do
vdadao Francisco de Paula Ferreira de Carvalho
flhefe de seccio apo9ntado da secre.aria do go-
verno.
Tambem failecera o Bcial da adramistracao
geral dos correios Luz Manoel dos Reis Pe-
reira. ,c
Le-se no Pkarnl :
No dia 10 do cor/enta, as 4 haraa da tarde,
foi assassinado, indo do arraial do Hosario para
sua fazenda, o allures Ladisiao Ribeiro dos
Reis.
0 crime foi perpetrado perlo da fazenda do
capi.ao Autonio Jose Rodrigues, que vio passar
Ladtilao e dahia poueo ouvio um tiro, ao qual nao
iigou importaoeia.
No dia seguiute achou so o cadaver do infe
liz, e de um lado da estrada o lugar onde o ha
via esperado o assassiao. As foloas ja 3eccas d*
ramos que forinavain o escondrijo, e o ckao
muito baiidj de pisadas, parecem indicar que
mais de uma vez o assassino alii viera esperar a
viclima. i>
Diz a mesma folba :
i Escreve-oos o nosso corrospondente do Para-
hybuna : -
a Convent reotificar a noticia que o Pharol de 10
do corrente trans'.reveu do Pivvinciano, sofere a
estrada de ferro D. Pedro II.
A poute da Eorraria esia provada, e, poiiaui ,
uao lia razao de receiar-se dosastre alguin.
No dia 7 do coneate, 5t' aunivorsario da in-
depenJencia do-Brasil, a locomotiva S. Frumcisco
atravessou galbardamenle essa poale, sem que
bouvessa uovidade aiguma
t A convite do Or. b'irino, eogenheiro em chefe
da estrada, assistiram a essa prova, alem da S. P.
de Musica lioalscrrat, grande numero de sonbo-
ras e cavallieiros, que vieram em passeio ate a es-
tacao da Parabybuna.
a Desde enUo, diariaraeote, o S. Francisco vem
ale aqui
Noticia o Colombo, da ciiadedaCampanhi,
era data de iJ do corrente, que os Srs. Dr. L-;o-
uel e leoanJe co.onel Valladau proraoveram e f.ii
ja reuieUida ao Sr. minisiro d i mar.aha, conse-
iBeiri Dr. Jjaquim DeiUoo Ribeiro da Luz, uma
repie.-eulacao sobre a conveuiencia e necessidade
de crear-se naquella cidade uma ban .-a ou mesa
geral de txames preparatorios para os cursos su-
p.nores do imperio, a exe.i cedidas as capitaos das proviuciaa.
Le se no Monitor Sul-Mineiro, da mesma ci-
pVdt; :
c A 29 do passado falleceu, na frecuezia dos
Perdoes, termo de Lavras, a respeitavet Sra. D.
Rusa Maria de Jesus, viuva do teuents Joao Luiz
Cardoso, deixando libertos tres de seus escra-
os.
c No dia 3 do corrente, indo o Sr. Jeronymo
Cardoso, nospitaieiro lavrador residenle no termo
desU cidade, assisiir com um seu escravo a quei-
madade uma de suas tOtjajL foi cercado p:-ias
cnam.nas, e para escapar do fugo seguio para o
lado ein que havia um brejo, pur acreditar que so
por ahi podia saivar'sa.
Atolado no brej >, ficou Impossibilil-ido de po-
der mais camiubar, e, aicaDuaudo-o as tabaredas
di gran J.' iacendio, queimaram-o todo da ciniura
para ciuia.-
s. PAULO.
Eilectuou-se no dia 17 do corrente a eleicao da
primeira dir^ctoria delinitiva da Associacao Coin-
meicial de Santos, compos*,! de nove inembros,
sendo tres nacionaes e seis estrangeiros, e foram
eleitos os seguintes senhores :
Commendador Nicolao Vergueiro.
Barao de Embare.
Dr. Ignacio Wallace da Gama Cockrane.
Henrique Leuba.
Carlw Wagner.
Jose A. Teixeira.
Jose Ricardo Wright.
J. Azurera da Costa.
No dia 12. pelas 2 horas da madrugada, ma-
nifestira se na capital violento iacendio no predi i
da rua Viute e Cinco de Marco, era que se aebava
funccionando a fabrica dj sabao e velas de Vicen-
te Rodrigues da Silva.
Quaudo chegaram a3 bombas ja nao era possi-
vel evitar a completa destrui^ao da fabrica, por-
quanto no curto espaco de urua h.ra, devorara o
fogo toda a parte do edificio occupada pelo ma-
cbinismo, uteu=ilios, barricas de sebo c caixoes de
velas.
ReferinJo-s3 a este facto, dizern as folhas da-
qaeila cioade que estava ausontc o Sr. Vicente Ro-
drigues e que a fabrha achava-se scgura na com
hrwas liabas t-lpprapbicas c la f.ilura
estradas e as da e-la';*o geral dos telegraphns.
Em segiui* sui inigestado visitou aserraria e
r.ilni.'a de moveis dos Srs. Costrejean 4*C., apaia
dc SinTa Lttib, demorando se algum --teraas <'.m
examinar os diversos arlefaclos.
Foi nameado commanJante da estacao naval
do Rio da Prata o eapitao di mar e gaerra Elisia-
rio Jose Barbosa.
A nao tagtaca London, auspeadea no dia
18 do con-pate aeta loattaa os forros, aftmde se
guir viagem para a Gotta d'AIHca, escasceando,
porern, o wnto um qne contava para sahir, foi
vada pela correateza de encontra a pdpa da fra-
gata anrw anericana Eaaouder, que nessa oeoa-
iiio perdaa dous oscaleres qua dsuvarn dm tor-
Cos.
As tripalacoes dos doos vasas de guerra traba-
Ihcramlogo no sentido de evttar m-iiores avanas.
Aasal acudio a corvela ingleca Amethyste, qua re-
bo;ou a London ate fdra da barra.
No dia li do corrente, as 8 horas da noite,
cable sobre a cone am furioso a duradouro tafio,
eomo ha rrmito* aooos nao era pwseneiada S6
comecou a abrandar depois das 10 e meia aoras,
tendo occasioaado no mar e era terra divenos de-
sart-es, cujas nolicias ao efeegando ao qomo eo^
nhecimento. **
Um salao, que o club Polytechnico estava cons-
truindo nos funios do predio que oicupa a rna da
Coastilui^o, desabou e cah; > sobre a coberla de
zinco do estaoeticimento de alugar carros do Sr.
onde de tlertberg, a raa lo ri-conde do Rio
Branco, causandj alguns prejuizos na coberta e
aa claraboia.
0 toldo e coberta do circo de S. Cnristovao, onde
estava trabalhaad] a companhia Gailame, foram
arrancados do seu lugar, o que deu raotivo a nao
poder continuar o espetaculo a asiustarem-se as
familias que alii se acbaram.
Em uma padaria franceza do Andarahy Granle
cahio a chatnine, que ferio o foraeiro e eatro etn- *
pregado
Perto desse estabelecimento um chalet e uma
casa perderam gran le quautidadn da telha. 0 mes-
mo se deu narua de Soracaba (Batafogo) em dilTe-
rentes casas, e em outros pontos da cidade. Alguns
maros tambem vieram abaixo.
Grande e oopadas arvores foram arraneadas pes
las raizes nas Uraoguiras. S Christovao, Botafogj'
S. C.emente, Andarahy, etc., e em certas ruas e
qragas da cidade.
As espessas nuvens de poeira, qne o tnfao le-
vanton, foram causas de alguns encontros de vebi
cuIjs. Um negowanle desta praca que vinha em
um carro pelo Cattete fracturou uma perna ao es-
barrar-se essa condu^cSa corn outra que seguia en
direccao contraris.
Um saveiro da companhia Transposes Mairti
inos, que estava recebt ndo carga do paqete Men
diz% garrou e foi ter a ilha do Governador, sendo
aln encontrado hontem a tarde.
Uma catraia, perteneeale a Guimarae? & Coral,
que estava descarregauJo nudtura na Saude, gar-
rou tambem, e foi honlem achada perto da Ar-
macao. .
Houve outras avanas pequenas era nma talua e
alguus barcos da roca que estavam amarrados i
Pramha. Um bote dessa e.-tacio desappareceu.
Na dia lo chegaram, a bordo da galera in-
gleza Dunloe, procedente de Liverpool, o eapitao
e 17 tripdantes da galera ingleza Pocahontas, que
se incendiara no dia tO do corrente, com 58 dias
de viagem de Scbields para Bombaim.
A alfandega da corte rendeu de 1 a 21 do
corrente 2,275:675/>I58.
Achava-se funccionando a assemblea provin-
cial do Rio de Janeiro.
ESPIP1T0 SANTO.
FOra festejado com arando enthusiasmo, na ca-
pital, o anniversario da ooasa independencia.
No dia 8 installoa-se o asseaiblea provincial,
lendo o presideato da pr^vincia a compeiente
falla. j.
F..lleceram, na capital, o rasjor Antonio Leifao
da Silva, e na villa da Serra o fazeadeiro Braulio
Gomes de Azambuja M-irell-:s.
BA3IA.
0 Banco da ruhia queiraoa-se no did 18 do
;orreote. a qnantia de 182:80; ^800 em notas re-
liradas da circulagi\
No dia 21 eneerrou se. na Facullade do Me-
dicina. a ins.ripcio para o concurso a eadeira de
pathologia geral, tendo se inscripto os Srs. Drs.
Ramiro Alfonso Moatsiro, Ejjas Muniz Sodre de
Aragio e Manoel Joiquira Saraiva, oppositores da
se:eao respecliva.
Falleccram : em Itapagipe, Maria Joaquina
Je Jesus, com lOi annos de idade ; na capital, o
veterano da inlependencia major reformado do
exercito Herculano Antonio Pereira da Cunha, eo
destincto medico Dr. Joao Garcez dos Santos.
O encoura.ado brasileiro Herval fez ama
viagem de cxperieucia.
ALAGOAS.
Nada occorreu digno de mencao.
pedi d afais djqrJe taJ vaida'le em vans alroejos
4^ etwrnsar-^o em fansitorias paHalls|% ^'"'
V. \MiTis At que esJes festej>, -
*d ylampbos singrenljsprontoiiJvs,
Ipbo.^ pvo, quailra te a vi-rdade,
.VArwe itibilo diviuo
.na^iymio hoje entoado a liberdada,
incoiiparavel byinoo
qne tanto sobresahe d'entre os vagidos
duJaaaiMli ima m I h jjaaaseldm t ^y
ssim qae a divinaTrovidenela
dece-te, 6 inclyto Vitconde ;
isimtnia.o futuro corrasponde
aa bemfeitoa egregio da ionocencia.
J Itozmdo JfM Hosatado dc aafeBit>>.Os paninym
ph s abaixo Indicad is enviaram as seguintes at
molas : -^
Transporta aWp- 19.650*000
D. Candida Miria Gomes de Carva-
lho jBv^aj 200*000
lo?6 Joaqaira Dias Fernaodes Juojor ICOjOoO
19:930/000
CaiiMulado
Jen"ii da
ado o Sr. Or. Vicente de Le-
j do LeHM reabrio se o rom-
haviam ja da seis a oito pal
dectro di porio, sendo desta vez,
" [ de sissbrar-se em oteio da La-
Etta \ a
i.'^rca de vap:* abrigram-se na
d f:Laro! de Christovao Pereira, e
i o leapo e acreditou-se qae assim
ankfacl esgotar a agna, tazendo funccionar
descincar, jjorern nao fji
lo.
. a nuqaitz esUva livrc, porqae o
ranus coaaaitiaenlo-.
Sac as aatniaii icaram perdidas, e houve
aaatiaa ae aa fiearam ccm a roupa qae tra-
O daa S passos-se a seccar toda a roapa.
Oil *, es'jiado-se alTocaado, oavio-te nma
ne atpaasie a prta e dabi veio a popa am moco
ado uaa lata com polvora, que
caas a, aao so essa desgraca, eomo a de am ma-
ibbbllm. e ainda arroj a mnitos objectos ao
A aapaaaa eoaunanicoa o fog) ao raacbo dos
aapalaates, a cim aiuito trat-alh? se conseguio
aaapada.
^ii'saaia 1 horas da tarde, quando avistaram
* aapor Japaario, que do Ria Grande ia tm sea
procuicu se an trasbortto dos pas-
"as dinaeoldaJes, pois tjae no
Mavis comsaodidades para tanta
Ma eaeonfrarara-ie com um pata
Parto-Al^gre, e cimo levava os
aaajeo faltoa qae nio
e E.-a is3 o qa '^ei fskan dftpeif
panhia Uniao Camputa. Ignorava-se a causa do
incendio.
Raalisara-se no dia C a reuniao da assemb'.ea
geral d.is accionista3 da Companhia Serocabana,
sob a presidencia do Sr. Felisberto N. Prates, com-
paraceado 47 accioni.-tas, que recresentavam por
si e por procuraciio de outros, 10,081 accSes.
Foram unanimemente approvados orelatorio da
directoria apresentado naquella sessao, o parecer
de exame de contas do scmostre passado e a pro-
posta de modificaf;ao dos arts. 2 e 36 dos esla-
tutos.
Approvara-se tambom unanimeraente que fos-
sera deduzidos 10:000^003 dos juros a pagar aos
acciooislas para despezas extraordinarias feitas
pela directoria a bem do servigo da mesma com
panhia. Finalaaente, fora lambem unsnimemonto
vutada a proposta do presidente da assemblea para
ser censignado um voto do louvor ao presidente
O bacharel Genuino Firraino Vidal Capiatra-
no de Moraes, fora approvado na defeza de theses,
a que se propuzera para doutorar juridi .as e sociaes.
Em todas a? cidade? da provincia ja correm
subscripcoes, com cajo produeto torn de ser eri-
gido um monumento ao liuado Dr. Xavier da Sil -
veira.
Comecaram no dia li os trabalho3 de cal-
{amento, com parallelipipedos, das ruas do Corn-
mercio e da Quitanda, na capital.
Refere o Correio Puulistano de 16 :
No dia 10 do corrente, alguns escravos do
fizendeiro Joao de Almeida Sarapaio, do districto
de Jaoliaby, reunidos a escravo3 do outros fazen-
deiro3, refugiram se n'um quihmbo em terras do
dito Sampaio, com o Gm de assaltarjm a casa do
mesmo e assassinar a familia.
Um dos escravos, porem delatou o sinistro
piano, e o Sr. Sampaio eaviou promptaraento
ama escolta q \o atacou o quilornbo, Gcando m -rto
urn nm dos criminosos, outro ferido, e eomo cste
am dos boraens da escolta.
t No tal quilornbo foram encontradas diversas
arraa3, eomo faca>, rewolvers, polvora, cartuxos
etc. Estes mesm:s quilombolas ja haviam autes
praticado diversos roubos. .
a Tendo e Sr. Sampaio participado o occorrido
a autoridade policial, esta procedeu incontineute
no sentido ds capturar os criminoso3, a maior par-
te dos qaaes se havia evadido. >
RI1 DK JANEIRO.
Sua Magestade o Impcrador v^siton no dia Ui do
corrente, nio soo ejiliclo queesta sendo construi-
do na praca de Pedro II e ondtt tern do funccionar
a secretaria da agricnltura, eomo tambem a repar-
ticao geral dos lelegra;Ins.
Neste estabeleeimen'.o sua magestade vio fanc-
eionar diversos apparellws de nova constrnccao,
aos quaes os tel*gramraas sao comport;.- prevla-
meate por uma euganbosa raachina, e por qual-
qaer pessoa, sf-ndo apena? safflciente loear nas te-
clas qae correspondera as letras do recado. Esto,
assim compost), e coll icado sobre uma machina,
qae, sem iatervenc.1 > de-empregado algum, o trans-
mit rapidaraenle, na raxlo de cento e oiwnta pa-
lavras por mionto. A estacao de chegada p6de
guarda lo ou transmiui-lo com a rnosma rapidez.
O recado repele-se quanta! vezes forara neeessa-
rias para diversas linha3.
Sua maajeslade examinoti tambem os apparelhos
era que aeirislmento sao expenraenudos, e que se
m pf)da- j o-'.-t.nam a transmissao psra grande* distancias,
(com translacao 'e tern ella, e bera assim as plan-
> janus' tas topographica*. que se estao desenlnndo, das
REVISTA DIARIA.
9H dc setembro. Que espirito culto, e
por isso raesmo araante do progresso e devotado
as conquistas da civilisa^ao, nao rejubilara ao ir-
radiar do sol de amanba, desse dia que nos re
corda a data imperecivel daquello em que, pro
clamada a liberdada do ventre escravo, podemos
dizer :ja nao exi;te a cscravidao entre nos ?!
De feito, attentas as circumstancias especiaes
era que nos achavaraos, para satisfazermos a as-
pira.;ao national, predominante eatio,a emanci-
pacao do eleraento servila lei de 28 de setembro
de 1872, foi o passo mais ccrajoso qae havemos
dado em nossa existencia politic* de meio secnlo,
visto eomo, foi o passo de que derivara para o
imperio todo, em futuro mais on menos remoto, o
engrandecimenlo social para qae o fadoa a natu-
reza sob as vistas da Providencia.
Dia de regosijo nacional, para os homens de co-
ra(ao, qae teem por sagrados 03 direitos da hu-
manidade, 0 de amaoha nao po le deixar de ins
pirarnos 03 mais enlbusias'.icos louvore3 a aquel-
les qne tomaram sobre 03 bombros a inicialiva
arrojada do arrojado comraettimento.
E porque e muito cedo para qae a hi.-tori a se
occape do assumpto, daremos a palavra a poesia,
esta celebrisadora contemporauea dos factos, a
que so a posteridade levanta monumentos :
28 dc setembro de 1872.
Ao benemerito abolicionista Vissonde do Rio-
Brauco.
Sorrindo a liberdade eis 0 teu dia,
6 popular, beneGco esladista I
No sol que te alumia
lado a beijar-te a fronte veneranda
a gratidao divina h je te in m la
uma c'roa de luz, excelso premio
de humanilaria, esplendida conquista.
La dos anjos no gremio
folga, a raostrar-te dos hetoes na lisla,
a cari ia le augusta,
irma da fe que serapre te acompanba.
Consequencia da lei que impoe-se jusla
dos Caias contra a sanba
ja no Brasil a escrava nao se assasta
da condicao do ser que se Ihe entranha;
e grata, ardendo no desejo piiro
de reviver era livre descendencia,
antecipa te as benclos do futuro,
6 berafeitor egregio da inaocencia I
Honra aos teus companheiros de crazada,
iguaes no apreco aos brilhos da talento,
igaaes na persistencia
em prol da idea tao por Dens armada
nas balalbas que deste ao parlamento^.
quando entre catadupas deloqnencia
consumia seirada
a propaganda atroz do captiveiro I...
Abeicoado 0 throno
qae dos esforcos teu3 por digno abon),
tanto fiou dos nobre3 incentivos
da paz en que se empenha 0 Brasileiro.
Entre Lincoln e Brownobices divos
a-ganancias do fdrdido negreiro
por conform de miseros captivos,
biilba- eomo um luzeiro.
Pordm til mais felii que os dous gigantes
que ji nao temem a sscravidio cruenla,
todo prepenso a feitos revr-Jantes
no labor que te aleuta,
em dous requintas sedazindo a gloria
qua ja ;e fez entrar vivo na historia.
Nao teus um capitolio em" qae te oslentes
as ovacSes da turba ealoro9as;
bomenagens pomposas,
cheias de Inseuso e de laureis virentes
tambem n5o querea da riqneza eslulla'
aue qaasi sempre insulta,
quando vaiaosa applaudo as grandes almas.
r jM/ovlaaeial. Por portana
dTlre>idenHt da provrncfa, de 25 do corrente,
foi exonerado, a sea pedido, Joaquim Pires da Sil-
va, de feitor conferente do consulado provincial
0 foi noraeado para 0 subslitoir Antonio Jose
Mauricio.
Colle<-liria provincial.-Pur portana
da presidencia da provincia, de 24 do corrente, foi
nomeado Ant-inio liufino da Cunha cobrabir da
collt : .ri.4 provincial do raunicipio de Itaruoii.
FeUcita^5o.A camara municipal de Olin-
daa;aba de dirigir a S. Exc. 0 Sr. commendador
presidente da provincia a seguinte feliciucao :
t IUm. e Exm. Sr. A camara raunicip I de
Oliuda, ialeryrete Mel de seus municipes, na ses-
sSo de h'oje, de iberou, a requeriraeulo de um de
seus meinbros, e por unanimilade de votos, que
fosse dirigi'b a V. Exc. um voto da raeouheci
raeoto pelos importantes servicos que V. Exc. tern
prestado a provincia, darante-o feoanlo a iabori -
so periodo admtnistativo de V. Exc.
O impulso vigoroso que V. Exc. tern dado a
todos os ramos da actividade social, revela os no-
bres intuitos e grandes resolucoes que 0 animam.
No appello que V. Exc. acaba de Tazer a pro-
vincia com 0 fim de levar a effeito um dos nossus
monnmeritos mais grandiosos, nao exferlmentou
V. Exc. as amanras illusiles do isolamento em tor-
no dessa feliz idea, antes pelo ccnirarln, V. Exc.
achou-se cercaio.da quasi unanimidaae- da popu-
lacao desta provineia, serapre prnmpta a animara
realisacio de grandes empretieudimentos.
Aceite, pois, V. Exc. este volo que Ihe dirige
a aaraara raanicipal de Olinda, eomo uma home
nagem aos incessaotes esfdrcos erapregados parJV.
.Exc pela prosper idade de nos*a proviooia, o possa
V. Exc. conlinuarnabrilhantecarreiraencetadi.-
Dtfusguarde a V. ExcPaoo da.camara manici-
pal de Olinda, e n sessao ue 17 de setembro de
187*. IUm. e Exm Sr. comraaadador Dr. Henri
que'HVeira de Luceua, dignissimo presi3ente da
provincia.Bardo da Tacafwttt, presidente, Jose
Candido da StlcaBrjua, Minuet Ljmcioda Silva
Brag t, Mctthiqs Ferreira Lima, Joao Jusi da Silcei
ra, Jose Bustaqnio Uaciel Motttelro.
S.tfrc. agradeceu da seguinte forma :
a Pafado da pros! lends de Pernambuco, em 25
de setembro de 1871.Agradeco a camara muni-
cipal da cidade de Olinda 0 voto de adhesSo, qce
no omVio de 17 do corrente dirige em apoio de
minha admlnisfraCao em nossa tufgica provlocfa,
espedalmi-mepelf realisacJodo-hOsptclo de aliena-
dos que em boa bora emprehendi.
A camara exSgera no muito que me attriBue,
e eu vejo em tao sjrapathicaS dlsposiiSfil simples-
mente um acto de jastica arj*supremo^e?fbTco com
qae bacco desempeuhar a hoarosa' ini.-jJo da que
me acho i.ncumbido, visando cofrfispTOdef "au pen-
sarnento patriotico do governo' imp'enat; com re-
sultaios bencfi;o3 e iramediatos a esfa foiudrtante
p,'..rte do brperio. :
t Na ?*pre?oes lis^ngr-ira*, con qne a camara
me sauda era relacao ao no;p!cio. de alMttados
estao implicitanenfe compreftenuidas a magffani
midade, e 0 legendario civlsnfo do povo pernam-
hucano, em cujo auxilio baldad) seria todo 0 es-
forco de minha parte.
a Felltmente (e rrmita glmla vai nrsto) esse no-
bre impulso as ideas de pfogrei-o e de crvilisar^lo
nubca vacifloa em P?rrrarabaco, onde os commet-
timentos ateis encontram sempre decid'tda coope-
rac9o.
> t AqrMle grandfo30 est'be'ectmento sera para
as geracoes ^indouras mais am atto?tado de quan-
to p6a*c a beneficerrcia publica a par das mats de-
vadas emijoes de patriofismo.
Repito : Agradeco a camara municipal da ci-
dade de Olinda 0 volo de adbesao que me enviou,
0 tel-o-hei sempre em lembr-inca eomo nm pode-
roso incentivo a emprehender os immensos e va-
riados melhoramentos de qne ainda Lecessitamos,
0 a que lemo direitos. Henrique Peteira de
Lucena.
iMieni-v dramatica. O espectaculo an-
unnciado para sabbado, 27, deve ter lagar hoje,
domiagd, 27.
crave attcntado. A's 9 horas e am
qaarto da noite de 25 do corrento, Felismino de
Souza Pereira, soldado da T companhia do 9* ba-
talhao de infanteria, assassinou corn fjcada 0 fur-
riel da I" companhia do mesrao batalbao, de norae
Ferrao.
Deu-se 0 delicto no arsenal de marinha, onde
se ichavam amhos de guarda. O offensor foi pre-
so em flagrante e recolhido ao xadrez do respecti-
vo quartcl.
O subdelegado da freguezia tomou con'-ecimen-
lo do faclo ; sendo. porem por todas ?s cireuras-
tancias consilerado militar 0 crime, deixou de
proceder nos termos do inquerito.
Fallecimento.Era 24 do corrente falle-
ceu 0 religioip franciscano Fr. Manoel de Nossa
Senhora da ^aude. Natural desta cidade, contava
cerca de SO aqnos de idade.
Outro.Em 8 do corrente, falleceu em Braga,
reino de Portugal, 0 negociante desta praca, Paulo.
Jose Gomes, qne alii fora procurar meliioras aos
males d' que padecia. Foi durante a vida esti-
mado pelas boas qualidades que 0 distinguiam.
Dlntaciro. O vapor Bahia trouxe para :
Barao de Nazareth 15:0005001
Jose Duarte Coelho 3:000^000
A. Duaile Carneiro Vianna 2:000*000
lfrsdo & C. 740*000
0 vapar Marquez ie Caxias trouxe para :
Jose Rodrigues de Souza 2:400*000
Joaquim Jose Goncalves BelrUo A Filho 2:302*000
Para a Europa. Cora seis recebidos em
nosso ports, lavou 0 vapor Britannia 80 passa-
geiros. 4 ,
Confllcto e snorteEra 27 deagosto ul-
timo, travou se um conflicto entre Thome Jose d)
Nascimento e Floriano Jose da Silva, no lugar de
nominado Pedra, do 1 distrieto do termo de Sao
Bento, do qual resultou a morle de Floriano e fe-
rimento grave de Thome, que ficou em perigo de
vida. .
A policia procedeu eomo e de lei.
aervico postal.Pelo Sr. Francisco Augus-
ts Pereira'de Mattos, digno conlador da adminis-
iraclo dos correios da provincia da Bahia acaba
de ser publicada uma tarifa das taxas de porte
que paga a correspondencia expcdida ou recebida
pelos correios do Brasil, com dedaracSo do quan-
to paga cada carta eu jornal pelos vapores fran-
cezes, inglezes da real mala, alleraaes, inglezes de
Liverpool, francezes do Havre, americanos, e bra
sileiros, e por qualquer vapor indo por via da Al
lemanha, bera eomo qual del les e obrlgatorio e
qual facultativo, e qual 0 importe das (axas do re-
gistro.
E' nm trabalho importante e digno de apreco,
por qne, a priraeira vista, p5e bem patente todas
as expliea.oes de que precisam aqnelles que tem
correspondence a reeeber ou a expedir.
Esse trabalho acha se a venda nas livrarias das
ruas do Imperador n. 79, e do Barao da Victoria
n. 12.
Jury da'Victoria.No dia 14 do corrente
mstalli.u-se a terceira sessio do jury da Victoria,
sob a presidencia do Sr. Dr. juiz de direito Mar-
cos Correia da Camara Tamarindo, servindo de
promotor publico 0 Sr. Dr. Geroncio de Arruda
Faleao, e de escrivio 0 Sr. BeHarmino Bdlclo Filho.
Entraram era juignnenio :
Dia 15.Joao Matbias dos Santos, pronanciado
no art. 193 do Cod. Crim., tendo por advogado 0
Sr. Dr. Marcolino Ferreira Lima. Foi condemnado
no grao raaximo do referido artigo. Entrou era jul-
gamenlo Jsae Dominguesda Silva, pronuociado no
art. 192 cornbinado com 0 art. 34, lendo par advo-
gado 0 Sr. Jose Maciel.Foi absolvjoo. ,
Dia 16.-Manoel Caetan) Ribeiro e Francisco
Caetano Ribeiro, pronunsiados no art. 192, teiido
por advogado os Srs. pr. Vicente de Leffios e'Ni-
cola-i da Cunha Lima.Foram absolvidos.
Dia 17.-Jose Joaquim de Sani'Aona, procun-
ciado JW.&A 205, tetido po.r advogado 0 Sr. Dr.
Felix Be'rVjieirOa.-Foi con'rlemnado no grao rai-
nimo dJ art. SOI. Enlroti Tnomaz Ferreira da Sil-
va, prooonciado do art. 269 eojnbjpado com 0 art,
?74, tendo
<(% -4*1 absailfdo.
Ilja 18.ajaaual Luiz Blawo e Jos'vJoaquint de
Sant'Anna, prouunciados no art. 209 combinado
"coin'o 34, teblo por advogado 0 Sr. Dr. Felix Fi-
^ueiroa *-Foranrcondemnados,no grao medio. En-
iroa em.julgameDto FraaciscoAotonio deBarros.
pronunciado no art. 205, tendo por advogado 0 Sr.
Dr. Felix de Figueiroa Foi couderanado no grao
minimo do refertdo artigo.
Dia 19.Jose Joaqui 0 da Silva, pronunciado no
art. 222, teado por advogado o Sr. Dr. Vicente de
Lereos.Pol condemnado no grao medio do refe
rido artigo.
Dia 21.Carlos Jose dos Santos e Agostiobo Pe-
reira dos Santos, pronunciados no art. 192 combi-
nado com 0 35, tendo por advogado o Sr. Dr. Ni-
colao da Cunha Lima.Foram absolvicVs.
Dia 22. Virginio Jose Monteiro, Antonio Fran-
cisco das Chaga* e Herculano Soares de Souza,
pronunciados no art. 205,'tendo por advogados os
Drs. Felix de Figueirua a Vicente de Lemos.Ab
solvidos.
Dia 2S.Sabino Jose Romao, pronanciado no
art. 257,u tendo por advogado 0 Sr. Dr. Felix
de Figueiroa.Absolvido. Entrou emjnlgamento
Marcos.escravo eBenedicto Jose Vicente de Barros,
pronunciades no arli. 193, tendo por advogado
0 Sr. Dr. Nicolao da Cunha Lima,Foram absol-
vidos.
.Nao haveado mais processes preparados, foi
encerrada a ses9ao.
i-'orcas de terra. A lei n. 2,530 de 9
do corrente, fixando as fore.as de terra para 0
anno linancetro de 1875 a 1876, decretoa 0 se-
gu.nte :
t Ail. 1.* As forcas de terra para 0 anno Q-
nanceiro de 1875 a 1876, consiarao :
' t I.' Dos offlciaes das differentes classes do
quadro do exercito.
t 2. Do 16,000 pracas de pret em circoms-
tancias ordmarias, e de 32,000 em circumstancias
extranrdinsrias. Eslas forcas serao completadas
por alistamento volantario, ou pelo recrutameato
nos termos das di-posic5es vigentes. Na josuOl-
ciencia desses meios, as forQ) extraordinarias
poderao ser preencbidas por corpos destacados da
guarda nacional.
a 3. Das companhias de]depositi e de aprendi-
zes artilheiros, nao excedendo de mil pracas.
t Art. 2.* Oj recrutados poderao eximir se do
servig,i militar : em tempo de paz, substiluindo-se
por iadividuos que tenbam a idoneidade precisa
para 0 mesmo service ou mediante a quanlia de
ura conto de reis ; e era tempo de guerra, somen-
te pelos primeiros dos indieados meios. A subs-
titui^ito devera ser feita dentr^. dos primeiros seis
mezes de praca.
Paragrapbo unico. E' autorisado 0 go verno
paracrear uma companhia de aprendize* milita-
res em cada proincia onde nao ba arsenal de
guerra, lendo por Gin prepararsoldados e ioferiores
para arraa de infanteria. Nao se ciearao,
mais de duas companhias em cada anno.
porem,
Ficam revogadas as disposicoes em
Art. 3.
contrario
niialcitcrio da niariialia.Por portaria
dc II do corrente foi noraoado 0 mestre dc 2*
classe do corpo de ofliciaes marinbeiros, Luiz Go-
mes da'Costa, para 0 lugar depatrao mor do ar-
senal de marinba dc Para.
Aft'is do poder letjrlslatla o. 0 de-
creto n. 2 528 de 9 do correnfe, janccionou a re-
solucao da assemblea geral legislative, autorisan-
do 0 govcrno para conceder a D. Lniza Bernarda
Cavalennte, viuva de Joao Bezerra Cavalcante, e
unica irroa do linado eapitao de mar e guerra An
tonio Joaquim Curvello de Avila, 0 monte-pio dei-
xado por e?le.
I*oi%ora irieixploslva.-Odecrete n. 5,740
de 3 desto raez, concedeu a Alexandre Gasparoni
eJ Pablo Ramcra'Pach privilegio por flez annos,
para iniroduzir no imperio a polvora inexplosiva,
per este inventada.
Irauosto de transnalsKiio de apoll-
ces.0 ministerlo da fazenda declaron ao do
imperio, em resposta ao aviso de 30 de abril pro-
ximo fmdo, que, cdmqaanto 0 Institute dos sar-
dos-Mudos na) esteja expressamente cornprehen
dfdo nas disposigfies do art. 4* paragraph'o unicr,
n. I, do regalam'ento annexo ao decreto n. 4,:i55
de 17 de abril de 1869, nem no n. 7, do art 13 do
que baixou com 0 decreto n. 5.581 de 31 de mar-
co ultimo, esta no caso de gozar da isencio do
i'mposlo de transmissio das cinco apo!ices da di-
vida publica, do valor nominal de 1:0005000,
que Ihe foram legadas pelo finado marquez do
Borafim, por ser um estabelecimento publico, man-
tido pelo estado, em vista do decreto de lo de ou-
tabro de 1873, embora 0 seja tambem pelos parti-
caiares.
LivroN dc notas dos tanelllaes.
0 decre'o n 5,738 de 2 do corrente, para execa
gao do art. 29 8* da lei n. 2,033 de 20 de selera-
bro de 1871, estabdeceu 0 presente :
Art. 1.* Na cdrte e nas capitaes das provin
cias, os tabelliaes terao dons livro? de nota?, alem
dos de reg'slro e procuracoes ; nm para as es-
cripturas de compra e venda e quaesquer ados
traslattvos da propriedade plena ou limitada, e
outro para as mais escriptura'.
* % 1.* Esta disposiQHO 6 applicavel aos tabel-
liaes das outras cidades populosas, em que assim 0
exigir a affluencia de trabalho no cartorio, com
licenca do presidente da relacao, ouvido 0 juiz de
direito da comarca, ou sobre represcntacao deste.
2.# Nos livros de notas escrever3o indistinc-
tamente os tabelliaes e seus escreventes juramen-
tado3, guardada a excepQSo feita no art. 78 do
decreto n. 4,824 de 22 de novembro de 1871, e
subscrevondo os tabelliaes as escripturas que os
escreventes lavrarem, sem necessidade do ex
tracto.
Art. 2.* Ficam derogadas as disposicoes em
contrario do art. 79 do citado decreto n. 4,824 de
22 de novembro de 187l.
Banco do connnercio. Por decreto n.
5,742 de 16 do corrente foi autorisada a fundacao
deste banco e approvados 03 respectivos estatutos.
0 flm principal deste banco e auxiliar e desenvol-
ver 0 comraercio de compra e venda para 0 inte-
rior do paiz. Podera tambem fazer varias opera-
coes bancarias. 0 seu capital e de 12,000.OoO* e
dividido era duas series de 30,000 accoes do valor
de 200* cada uma. Durante os primeiros cinco an
nos serao directores os Srs. Dr. Henrique Correia
Moreira, Manoel Jo9e Soares, Felix Joaquim d03
S.ntos Cassao, Joaquim Jose Duarte e Manoel Mo
reira da Fonceea.
Instrnmentos de engenharia. A's
presidencias das provin das, em 17 de agosto a se
guinte circular do mi-.'isterio da agricultura :
0 Illra.e Exm. Sr. Convindo prover a boa
guarda e conservacao dos instruments fornecido3
para os servicos de engenbeiros, recommendo a V.
Exc. qae ordene ao3 engenheiros empregados em
coraraissoes deste ministerio nessa provincia que
concluidoo servigo, restituamos instruraentcs, que
tenham recebido a directoria das obras publica1,
conforme 0 disposto no art. 12 do regularaento quu
baixou com 0 decreto 5,512 de 31 de dezombro de
1873. Deus guarde a V. ExcJ. F. da Costa Pc
reira Junior.*
Pracas reformadas. 0 ministerio da
guerra, em 19 de agosto, dirigio 0 seguinte aviso
a presidencia do Piauhy
IIIm. e Exm. Sr.Tendo V. Exc. redamado
em offlcio do 11 de julho de 1871 as provisoes de
diversas pracas existentes nessa provincia que
continuant a auferir vantagens do prompta do
exercito sem prestarem os servicos destas, declaro
a V. Exc para seu conhecimento e em solucao
ao seu menc onado offlcio : I.* Que, havendo dis-
cordancia em os nomes de algomas. e nos corpos
e graduacoes de outras, reroetto nesla data a re-
particSo do ajudante-gencral as provisoes dos sol-
dados do 1 batalbao de infantaria Bernardo Paulo
Mauricio, e do 2 da mesma arma Victoriano Fran-
cisco da Silva. bem eomo a do cabo da esquadra
do lt corpo de voluntarios JoSo Ferreira de Mo-
raes, para serem verificados os enganos notados,
e ao conselho supremo militar a do cabo do
batalhio de infanteria Brasileiro de Oliveira, para
ser expedida outra com o nome de Brasilino de
Oliveira, que <: 0 raeoeionado na relacao que
acompanhou 0 decreto de sua reforma, expedida
em 10 de Janeiro de 187J ; 2. que tambem nesla
data ordeno a presidenda da provincia da Bahia
que devolva a provisao do anspecada do 30* corpo
de voluntarios da patria, Manoel lose do Nasci-
mento, a qual foi para alii enviada em 15 de abril
do 1867. ; 3. que junto encontrara V. Exc. a do
soldado do 2* batalhao de infantaria de igual Do-
me ; 4. tinalmente, que quanto a duvida stis.-i-
tada aeerca do rebaixamento do cabo Joao Ferrei-
ra de Morae', para simples aoldado, nao procado,
visto qne, tendo elle sldo roformado com 0 respec-
tive soldo por inteiro, por decreto de 10 de Janeiro
de 1872, am coasequencia de ferimento recebido
em combate. japaals deve ser rebaixado do posto
por ura similes eotnelho paramptorio, qnddjo po-
de nultiCcar as disposicSes daquella decreto. Pens
gnar'de a \. Exc Joao Jose de Oliveira Jungnei-
ra.Expediraro-aa no senlido radicadii hs ordens
precisas ao conselho supremo militar, a presidencia
da pr'oviacia3a*j1ahia e a ."eparticAj d^ajaoa^e-
general."
Gobraaicas de nt^itaa.-Prlo ministerio
da fazenda i"i expedida afi-gaiulf circular n. 19
as thewiiKtrlas:
. .0 viscoude do Rio-Braneo, presidente do tri-
bunal do ihesouru nacional, cin aditamcnlo as cir-
cula'res n. 41 dc 2i> de outubro do anno passado,
n. 8 de 12 de marco nttlmo, qae niandaram es-
cripturar por conta das administrates proviociaes,
a euiregar-lhes 0 ^rodnclo do imposto pessoal e do-
sello e tni'iluinentos das patoaas da guarda nacio-
nal, dtsde 10 de setembro do referido anno, data da
lei n. 2.395, em virtnde da qual deve ser app!icada>
em auxilio da despeza com a forca policial nas
provjneias a renda de taes impostos, declara as the-
saorarias de fazenda ; 1." qua as mullas relativas
ao in, posto pessoa I e 0 sello Uadifpensa do lapso
de tempo concadido pelas presidencias para 03 offl-
eiaes da guarda nacional tirarem as patent-.-, de-
pots de expirar 0 prazo para asse rim marcado, nao
fazem parte da receila geral, pertencendo, porem,
a esta divida activa do imposto-langado ate ao exer-
cicio de 1872 a 1873 ; 2.* que a renda, de que se-
trata, deve continuar a ser escripturada nos livros
geraes e contcmplada nos balances sob 0 tilulo
Weposiloa, toniando se cpportunaniente sos exac-
tores a respectiva conta ; 3.* linalraente, me com-
pete as provincias a cobranca judicial da que nao
liver sido arrecadada amigavelmcate pelas tliesou-
rarias, cumprlndo qne se remeltam as respeciivas
presidencia-, as rebedes de divida para esse
lira. >
Conta dos fornecedorcs de artigos
de expedientc. 0 ministerio da fazenda de-
claro u a ihesouiaria do Para, que bem procedeu,
decidinao, sotmrconsulta da contadoria, qtte as
contas do* fornedores da artigo* de expedieute e
quaesquer objectos para at repai li.oe.- pubiicas nao
estavara sujertas ao sello proporcional, visto nio se
acharem taes docuraentos comprehendidos nas dig-
posigSes qne rtgulam a cobranca do dito sello.
lkcculio de escravos. 0 nnmsterio da
fazenda dirigio a seguinte circular n. 2d 4s thesou-
rarias, declarando, em vista da consnlta feita pela
collectoria de Iguas-ii, em offlcio de 15 de ianho
ultimo, que as quantias proveniences do peculio de
escravos, permitiido pelo art. 4 da lei n. 2,040 de
28 de setembro de 1871, e que, nos termos do art.
49 do decreto de 13 d? novembro de 1872, podera
ser recolbidasas estacoes liscaes, em virtu Jo de
autorisaeao do juizode orphaos respectrro, duvetn
ser escnpturadas no li ro de receita dos dinlieiros
de orphaos em nou-e dos escravos a quem perten-
cerem, dandose aos portadores dellas conhecimen-
to extrubido do livro de tatau destiaado ao recebi-
mento de taes dinbeiros; classiticando-se, porem,
nos balancetes as ditas quantias era Deposito de
diversas origent, e sob 0 titulo especial de Peculio
de escravos. Quanto a entrega das menciouadas
quantias, sera feita mediante requisicao do juizo
eompctente, eomo se pr.tica com as de orphaos, de-
cbrando-se a data cm que 0 peculio teve entrada
nos cofres geraes, e o norae do escravo a quem
p;rteuce.
.iliaaas dcfiirvao.-6 decrtto n. 5,68G de
1 de j ;lho concedeu a Jose Moreira da Silva e Ti-
herio Cesar de Leinos, permis-ao; per dous annos,
para explorar niinas de carvao outros e mineraes
existente3 na ilha de S. Lniz do Maranhao.
Crime de deserctlo. Pel j ministerio da
guerra expediose 0 seguinte decreto :
Comraiserando-me das circumstancias em que
se acham dilTerentes pracas dos corpos deslacados
da gnarda nacional da provincia de Matto GrossO,
que liverarn a infelicidade de desertar, apartando-
se de suas bandeiras; hei por bem indultar-lhes
0 crime de desercao, devendo ellas apresentar se
as respectivas autondades dentro do prazo de dous
mezes, contados da publicacao do presente decreto
em cada nma das comareas da refenda provincia,
incluindo-se neste indulto aquellas pragas que Ja
se tenham apresentado e se achem seutenciadas
ou para sentenciar. Joao Jose de Oliveira Jun^uei-
ra, de meu con>eluo, senador do imperio, miHtstro
e secretario de oslado dos negocios da gaerra, as-
sim 0tenha enlendido e faga execntar. Palicio do
Rto de Janeiro, era 16 de setembro da 1874, 53.'
da independencia e do imperio.Com a rubrica
de S. M. 0 Impcrador. Joao Josi de Olicetra Jtm-
queira.
Commando*.-Est3o nonleades coraman-
dantes : da canboaeira Araguahy, que se acha no
Paraguay, 0 capitao-tenenta Carlos Balthazar da
Silveira; da eanhoneira Pedro Affonto, que esta em
Santa Calharina, 0 1.* lenente Joaquim Baptista
Marques de Leao. ,
Monitor Soliniocs.-Oeapitao de mar e
guerra Mendes Salgado, expedio ao Sr. ministro
de marinha o Seguinte telegramma a respeito deste
monitor, couslruido nos estaleiros Forges & Chan-
tiers :
i Paris 10 de setembro, 12hs,55m.0 mo-
nitor Solimoes foi laocado ao mar com toda a feli-
cidade. Congratulo-ma com V. Exc. Salga-
do. >
Companhia liidemnisadora.0 de-
creto n. 5,741 de 9 do corrente prorogou por raais
dez annos 0 prazo coace 1 do a companhia de sagn
1 ros maritimos e terreslres Indemnisadora, para
funccionar no imperio, continnando a reger-se pe-
I s estatutos approvados pelo decreto n. 3,461 de
29 de abril de 1865.
Convencno postal. -A convengao postal
entre a Franga e n Brasil foi ratificada pelo gover-
no francez em 7 de agosto.
Alludindo a esta ratilicacao, diz 0 Jornal dos De-
bates em 28 do mez passado.
t 0 Jornal Ofliaal publica um decreto, que de
conformidade com a approvacao dada pela lei de
1 de agosto fln:lo, ordena a plena e inteira execu-
cao da convengao postal celeirada em 30 da mar-
go de 1874 entre a Franca e/o Brasil.
A troea da correspondence entre os dous pai-
zes foi regulada ate 0 presente pelo tratado de 7
de julho de 1860. Este acto leve por effeito mul-
tiplicar asfrelagoes e 0 numero de cartas expedi-
das soffreu logo um augmento de cerca de 50,000.
Entretanto tuio iniuza crer que 0 augmento se-
ria ainda mais sensivel, se 0 publico tivesse podi-
do utilisar-se em maor escala dos meios de com-
municacao proporcionados pelas linhas de paque-
tes ultiraamenta creadas. Devia ser, pois, revisto
0 tratado de 1860. Todos os servigos dos paque-
tes indistinctamente, e ate mesrao os dos vapores
mercantes, poderao d'ora em dianta ser emprega-
dos na iransmissao das correspondencias, de que
se encarregavam exclusivamento, ba 14 annos, os
paqueies francezes da linha regular e a mala ia-
gleza da Southampten.
Alera disso 0 prego da franquia das cartas re-
gistradas foi diminuido. Era 0 daplo do porte or-
dinarlo, e vai cifrar se n'um direito fixo supple-
mentar de 50 c ou 200 rs.
0 peso da carta simples, que era de 7 1|2
grammas, lica elevado a 10 grammas, peso que,
pouco a pouco, vai-so tornando normal nas cen-
vencoes intemacionaes que a Franca celebra.
. Soffreu, parent, aogmento 0 preeo do porte da
carta simples. A de 7 1|2 grammas custava 80
c. ou 320 rs.; a de 10 grammas custaraum fran-
co ou 400 rs. Este augmento foi redamado pe-
lo Brasil, que queixoa se de nSo ter remunra-
gao sufflciente com a antiga tarifa, e quiz mes-
mo ser 0 unico bencficiado com 0 augmento de
prego.
Pelo novo tratado, cada um dos estados per-
cebe desde logo 25 c. sobre 0 prego do porte e os
50 restanles pertencem ao paiz que fax 0 trans-
ports
Um direito supplementar de 30 c. ou 120 rs.
em proveito do paiz para onde se destina a carta
pesa'ra sobre as nao registradas. As registradas
devem ser todas franqueadas. O descaminho de
uraa carta registrada da lapar awna indemnisa-
cao de 50 francos, sendo a redamagao feita dentro
dos seis mezes que se seguirem a data do deposito
do regi-tro.
Os macos de araoslras, jornaes, livros, etc.,
tambem devem ser franqueadas. 0 preco do por-
je, tanto n'um eomo n'oulro sentido, e do 15 c.
bu 60 rs. por 40 grammas ou fracgoes de 40
grammas.
Maglstratura. Tendo-se de preencher
duas v.-.gas de desemb^rgadores, 0 supremo tribu-
nal de justica enviou ao governo a lista dos 16 jui-
zes de direilo'mais antigos, que sioos Srs. : Anto-
nio Henrique da Miranda, Joao Salome de Queiro-
ga, Francisco Rodrigues Setle. Ignacio Carlos Frei-
re de Carvalho, Joao da Costa Lima e Castro, Fe-
lippe Alves de Carvalno, Antonio Buarque de Li-
ma, Daniel Luiz Rosa, Virginio Henrique Cosla,
Domiogos Ribeiro Folha, Antonio Auguslo da Sil-
va, Anlonio Agnello Ribeiro, Alexandre Pint x Lo-
bSo, Luiz Barbosa Accioli do BrKo, Antonio Jose
Alfonso Guimaraas 0 Victoriuo do Rego Toscano,
Barreto.
Snpremo Tribnnal de diistion,
N'a sessio do 16 do corrente foi julgada a reelama-
cao de anfguiJade a. 239. Redamante, 0 juiz
de direito Manoel da Silva M ifra. Jaizes, relator
a Sr. conseiheiro Villares, com todos os presenies.
(EsUo presentes 15 rainictros, alem do Sr. presi-
dente.) Itdat.dos os fundamentals da redamagao
a os decumentos comprobatorios da mesma, raan-
dou se afinal coniar ao reclamante 0 tempo de
oilo mezes e meio do antigailade, admittindo eomo
tempo da exercido 0 prazo concedido pel) gover-
no, lavrando-se 0 seguinte acordao :

>'f
an-
:
;


1
i

i




Bfatia&e Tmaadbaao' Domingo 27 de Setembro'ii* 1JJ4

_ X. ii*. VisUs^.ei^ljgAf^UU'vs i> pre
ifXaiH de reclasM-aW raaagoi aade di juiz
4e data** Jlaa >-! da -a&baafltaV > Julgiot pro-
waJa a auama r*<3iaol) em^roiii* emur ao
rraaaaima to:op4c aV ecf s e 13 dies prazo
aaa r>i aursalo e "rifdfugVlJ pelo gi^rni.
was iu *oia tfu^s.M do an 5> da r*otaao
m J5 ie e JiWij 4 IffW, coinDiaa-lo com
c art. Si, |) I- e 3% > rejulimsaW a. SS7 de 2
de jarat dtnH;an mi, o migistralo nai p-'nlJ
alaAeseai) deptii* que for deelarad)
Civsrax Rij di Janeiro, 16 dc se-
ra da 1871 &V do, prosalcale. Mian*.
r^fi. >nO firifi. CJrtx Albuquerque.
_ Ctofaaini. ~ Fig iffcirfcr Bjiao d* ilontterral. >
Si sesjijie 13 fi disinbaila ao Sr. Drag a a
2, 182. P Uooiei 8a faJiouia Coujinho.
Nines de Afldrado, Javencio
Cifir do 'Sana, Javcnal Fraire de Lima e
am
Cwl>o HiMi lailitar.Na ses-
ale do 17 do cerreat*, forem iutgades. os seguifttes
lAaapefala Bngenio Grig-ate de Pi
I* Jo err.iie de homicidio, e eonJemua-
i cans!)] perp^ao ; f. i con armada a seuten-
ca. GUrim, Cyriaca Ferreira, accusado do crime
4e oaaataacia e fximeolo, e condemoado ao carri-
oflw amajaettao; t a eoanrouula asentenca. Sol da -
Itftaun Cardoso dasCh ga>, accasado do cri-
e feriraenti), e condemnado a
i; !oi refjntiada a sentenci em cin
: ama** de pnsao corn trabalho. Dilo Jo>6 Gon*
r.lce*"T,ra de Maria, accasado do crime de fe-
naMaUe e cmademnado em sou metes de rigorosa
petaL*; Im reformada a seaten?.a m urn anno de
fttmtetm trJialho. Oil) Aaioato dos Saalos, ac-
-Tfrir Am crime*, de raaiilwicia, desobedieocia e
2 aearei jmple,e coadeunado pelo crime de
2.* d. scav** atopies a doas aun_,s de trabal'ius pa-
mm; p&a de deMbediencia e i^sisteacia a ser
e*ta seotcnca foi roalirmada, quaato
d- i.' deserrJo simples ; e rcforraada,
da rasUteana, em aito anuos de
y. .itew t alialh) Dito Aotoaiu Jo^e djs Pas-
Li do crinw de 1 deierfio simples, e
so a & mttes de prhao por se tor apre
vmaaUriameole pa$sad 3 mezes; foi
a seal aca. Dilo M Rjdrigaes de
i e liael G*mes de Soaza, accusados do cri-
me de L* desercao ampies, e condemaados cada
mamCmeasi deprisaj; foram cjnlirmadis as
m miM'. ii Oita Uainiao Vieira daSilva e Aatoaio
dj TaiW t>"ir, ace is .dos do crime de 2.* deser-
(d* agravada, e coaJ-ranilos, cada um, cm 4 an-
i de pnsio eo::i l ab^lbo ; foram conflrmadas as
D.Ij TaenphOo^Ant >uio da Silva, aciu-
d > crime de 3.* desercao ggravada, e con-
em 12 aaa.3 de pnsau cjiii trabalho; foi
, a seal mi; i-
ArmiSu. Imperial ir.arinbeiro, AdSo Cardoso
Ac Hi< i de aT-a.e cande.nnadu em cinco annos de
, foi re.'irmaJa aseateo^a, para c miemnarem
* re* a servir j. ir u o ann i a lurdo d-u nivios de
j come mcarso no art. 11 dos da gaerra, 2'
. mf ^iJ-' d^er.-io cjmmetl da era tern-
aklfcalker-a X-.iri*naI da carte. -
Ciwmri Sr. Dr. Hen araia Franklin Kamiz
Aait-M a* J'-mal ii Commtrcio :
< 'iixai ; hi piuo mus a loss m;us, min-
damat ara as f I mi diarias ana saccinta noti-
cu dis craruras imaf iri -if, muamai manif3~tar a esperan^a de
dmmamar algama coa pnsHKadafa" I dmi e^se< laesonras. Essa espe-
iu ijii ladiia. Acabamos de recunbecer
ij de aossas c dleccoes a exKfmwm de um
aue se uao e oenbom las de Maso Fini-
sem pur mn deisa de ler o m.is subido
- c >mj doeasenlo da arte primitiva.
0^ nn Dachesae aine em sen excellente
i sir let mielles, graenret des orfecres /lorcn
iu XT ai de qae us actigos onrives da
fjari da reaascimeatj &\s artes em Italia, a se-
i__u*ra d.s anligos, graovam em m-tal, mas
emi a mi >r drlic-deia eperMcia; earelaulo
, .r*^ i mm trail lammatoi a imnroni<
de proTa*, por.jae bw ainia nao fjra
O qae fuiam era encber os lalhos
m ckUi de am esmalte p et>, qnc por
lazia sAirai Ar its coalornos das ligaras
- .-^ pan
ifTi .ili-:
: i di dasenbo, estas placas
mas eraa qnasi sampre de prata, ser-
umar calicos sagrado-, relicarios, mil-
la espad s, cab >s de facas, cui'.es e
idiMcrso*. E-ias maaaai placa, conlioui
ciesae. eram maajta de peqaenissima dira:a-
derliar< tiahin a for.na parallelogram-
mxa a de melalhoe-, ja ova?;, ja redonlos, se-
i:a a qus m desliaavam, e em muitas
ic.i ti-lo com peiaenrajr pregos ao livro ou
i anur.
IM> jae resam os iivros especiaes sabe-se
anti aae aa luMissimo onrives T >maso on Maso
Ftaajmarra eacomui'niju en 1*52 a Igreja de
ri napa am parla n ; de Eaeto o tr
maa a gravJa, c-ocliea-o de esmaile, (isto 6, pal-
nli a expres.-io technica. e elle ainJa
i ma musea daqaalla cidade, como pre-
laaee.
Fc moi aruvaTelmente deste porta-paz que
j-ffa a prinaeira prova em papal ale hoje co-
. ecscjBK a coosa M tec :
Va^ari {File it pi* liluslri piltori) que
matter mmMm casualmenle ronpas
BB BUM sj. -e j i:a chapa m<.tallica, quo Fi-
r aaaau, passaJa algam tempo, qae aas
i-ara a impressao fiel da gravura. Deste
i a auravila jso de~cabrimento da im-
das gravoras a banl !
i fjer-T discutir aqui se de facto a cbapa
a mw aaade Vasiri foi a da porta-paz de li*i2,
aaa aamafeata a Assumprio da Virgo*, o que e
csM c qme a primeira prova desu natureza, e
de data eerta, e oaia prova qae o reprodaz adiui-
r>eamaale; ella hoje exists aa Bibiiotheca Xacional
a ra.~is e alk foi em dus de Janeiro deste anno
de a-viajbra Djsso, como o e de todos os
qae visium aquella opulentissi-
de eeumpas. Cssa prova alera de
icaaici, e (a o abbade Zini qnem a reco-
Um dan o meradao valor em 1797 ; foi
i prapria chapa melallica antes do ser ni-
e uto do molde em eax ire, como victo-
sastcnla Ducb'soe em contradicia a
foi, nan se sane como, nem porque raila-
sarra da destraicao, e veio parar em terras
a, tamaam se igaira dc ;ne maneira.
Apmtadaa as davidis no qus hi de hypothe
lies, a aeeata o facie csaio rile apparece, o que
daejm ae ooaciae e qae as chapas deslinadas ao
aa pjac.s provas que dellas porventura.
si* repotaias, e com algum fundamen
la, paUs mau aatajos docamentus aulbenticos da
ia im;r estampas absrtas a buhl.
fait bom. A bibliolheca nacional do Rio de
apaaaae tambem a prova de am nigello, que
: nij e de Fmigaerra (for* exigir mui-
mn nao panaaoe ao secolo XV, mas sem
mao o maxima valor qae lh> compote
represent ante da familia dos docu
livos da chalograpbia.
c aiptei.ili a nossa primarosa est-mpa Ga-
'aaara em triumph* ; e ci;4a em sentido in verso
da lam an gravora de Marco Antonio, quo, como
; aaao, foi feiia peio deseniio de Raphael, e por
B-e aio eode ser tirada senao entre os
te 1310 e 13i0. Aates de 15 iO nao, por
ijm detsa d>ti gravoa Marco Antonio o
de>ais de 1529 aao crem s podesse ter
i paraao, majaaao o testemanho dos mais con
J-J9 aat jres, e entre eltes Beavenuto Carnal,
a aaa do* mprfrnt nao passou d^s principios do
meal) Xvl, so par cah-isidale artistiea se fez
afia mam laida, a darai se conhece a data.
" de crer-oa partial) qae, I go apds a pa-
da Cofoffcrii. qaii algam admirador dc
aa de aaru Antom-a possuir o faraoso
aaamaa ma ommtaada mais p^renne a mais capaz
aa laaamr aa tempo da jae ama tenoe f-alha de
papal, a aiiaiia later a copia nigeliada, de cuja
Came aaarotaato, os metoo iiladiram este jui-
w I A caapa daaappimii'a, porqae sondo prova-
I de prata com > quasi todas as que se des
t%3sve am especalador igao-
i avi lo prla necessidade, p-e- j
i a f"*ha de papel fieoa, e ahi
ootras reveland a postertdad?
onatro secabs 9 meio o? merecimea-
caem qa?r qae die foi, e os pro-
m da one praai iva I
A Coloforo em Triumph1) ne nossa oibiotheca
Iemgfi07 de aat.aaare(m,06t de largo ; nisto
o mam, noat
! tando a Zarjeu^areconfcce^KixisleftdJI da mats
tituios, um vSliOso (MmSlfltoTmna plprrari, de
qae a bibliothasa pacional so pole de-vaneoer:
U:n.ultima observa;ao devemos aqai fazer, e
lirrospBito a paltvra nigello, qae segunao cremos
e nava na lingnn, e por cuusequencia carece de
laatifieacd).
a Os vocations : francez niVH*. italiano niello e
htspanbol niel tern saa orig-m no latim da idade
media -ntgellim, qae o sabio Oueanga dellne :
a eaeautfum nigrum,. eel submgrttm, et argento
el plimbo tibnfeciun quo cavil as tcnlplurm (oa
melhor sculptttrts) repMur, etc Todos elles em
sua fjrmaaia, aesjn* como e provencal uiel ou
nie// (vide Raynouard, Leiique roman) perderam
o ij do radical com tanto mau fundament > quanto
e certa que ja no latfm bar&aro a voa nkjeJutus
se corrorapra,ert> metlatus, como adverte o mes-
ujo Dujange^-'
i 0 que entreunto 6 verdade, e qua o portu-
gnez nao formau a palavra, pois qae ella nao ap
pareae em dooamento algum de que tenb
nhecimento, uera ba diceionario quo a r
Sendo agora necessario forma la, porq"6 etmeme
6 demais generico e nao corresponde atactamente
ao lorma nigellum, parece-nos que o que curapre
adoptar 6 nigello.
a 1.*, porque os vocabnlos de origem erudita
raol lam-se mais rigorosamsnte sobre a radical
raatriz do que os da origem popular, que nos em-
bates de nso perdem mnlta vez alguns, se nao
rauitos, de seus elcneatos ; 2 porque a queda do
!l, se e communissima no francez, reali$a-se todavia
em manor escala no portngnez, como attestam os
exempt is numerosos da lingua ; 3.", porque se do
l.itim barbaro nigolla fonuamos nigello. (nome de
planta), que se aciia cm Blateau, Moraes e Vie>ra,
o de rigor que no caso verteu'.e =o nio supprimam
elementos do ralical ; 4., e flnalmente, porque
importa muito a palavra conscrvar o elemento g do
thema niger (d'onde o dimioutivo nigellut,) que
Ihe da a aecepjiio particular em quo a tumamos :
de esmalte negro- ou fuscoscm?/ian nigrum,
vez submgrum, el argenlo et plumbo confeclum,
etc., de Ducango.
Cun.-eguinteiae ite nigello 6 coma era nosso pa-
recer d> ve dizer-se : vai com visti aos doutos, e
em (iiianto a c nfirmacao nao vem, iromos empre-
gands-Q quando for mister, assim como ao seu de-
rivado nigellar. o
e cabo suhmarino. 0 vapor Great
Sorthem, commanJante Murrel, diz o Jomnl di
Bnhia, sabio deste porto na manlia de 21 a a 25
millias di barra, deu fanlo e mer|ulhando o ap-
parelho electrico, eneoatroa o dabo que sendo
experimentado, recon'ieceram os cngenheiro< estar
dahi para Peraambooo em perfeito estado, conver-
saram para aquella esta^lo, e amarrarara a ponta
a uma bob.
o Em seguida encontron logo a ponta do lado
da Bahia quo estava a 15 mibas de Itapoan, com
30 Ij rajas de (undo.
Eram 2 horas da tardc do dia 21 qaando
enwntraram a 1" ponta, a segnnda na manlia de
22, e consluiram os trabalhos as 6 l|2 da tarde,
chegando aqui o Great Northern hontem as 10 bo-
ras da manhi.
Bila, pois, restabelecida a communicagao com
todo o muodo desde o dia 22 as 7 da noite.
0 Sr. J. E. Parker, inspectcr da seccSo ao
cabo submarino entn esta provineia e a de Per-
narabuco, empregou muita actividade para esse
nra.
0 engenheiro encarregado dessa commissao
foi o Sr. William F. King.
Beriberi. Consta-nos, diz o raosrno jor-
nal, que o Sr. Jose Pereira Leite, residen'.e era
Valency, ten to adaeeido de beriberi, tratou-so em
oito dias, gratis a uma medicagiio par elle mes-
mo combinada ; e anhnalo por esie resultado,
applicou-a a pessoas de sua familia que soffreram
da mesma m ilestia, e que todas se restabeleceram
completamtute entre oito e quinze dias de tra-
laraento.
S3 e verlade, comi suppamo^, pois que
pessoa do inteiro creJito nol-o afflanca, o acuado
do Sr. Jose Pereira Leite sera am grando beaefi
cio, digno de tola o apreco.
Agenda atnei'icana telegraplaica.
Damos em seguida os telegrammas recebidos no
Rio do Janeiro pel a directoria dessa agenda :
t New York, 11 de selernbri.alauifestou s? a
febre amarella em algumas cidades do sul. Os re-
publicanos em Washington aceitaram a candida-
tura do Weyb^urne para as eleicdaa de reprssen-
lante no congresso. Tem continuado no norte for-
tes temporaes. Xas costas da nova Inglaterra os
prejuizos tem sido grandes. 0 cabo transatlan-
tico do Canada soffreu avaria, e nao pode funccio-
nar. Tem aido troeada^ notas entre o goverao de
Washingloo e o de Londres, por causa de uma or-
dem intimada ao capitao do vapor Circassia pelo
comniandanle da um navio da esquadra ameri-
cana. 0 vapor naa pode continuar a viagem o o
cepilio protestoa contra o acto do oflleial ameri-
caao, consider in to se detido. As_ can^equenciis
podem caraplicar a quo>tio so nao houver pru-
dencia nas recriraina^ois. Ha dous dias que na-
da tem transpirado. Consta que o governo dos
E-tados Unid)s sera chamado para servir do arbi-
tro na pendenciaeatre os governas di China e do
Japao.
t Londrss, 15 Je getembrovNip ha esperanga
namarcae a Prussia. 0 arotesto da embaixador
dinamarqucz em B.Tlimnaa pareee ler concarrido
para revogar o acto da expulsao. Cmsta agora
que o governo de Gopenhague appe la para o re-
curso di reprasalia. A sua coasojuencia sera
uma ordem de expalsio contra os suoditos prus-
sianos domiciliados no te-ritorio da Diuam.rca.
Snppoe-se que a execaeaa deste acto produzira
am seria conflicto. Em Gopoohague cantiauam
armando c guaraecendo as fortilicacoes.
t Montevideo, 11 de setembro.Entrou arriba-
da a galera franceza Alexandre. Vem do Liver-
pool com destina a Valparaizo. Darante a viagem
do daVietoma^Continda a fallar-so n'om gran- por'"mm aaoirie carldada prertrJioi bomanidade
manifest j a-se figa na caTegamenta de carvaa, o
qaeforooo a arrioada. Goasidera-se perdtdo o na-
vio. "
15 de setembro. Chegaa do Pacifieo o pa-
queU inglez Britannia. Segue amanha para o
Bio. Pediram a sua demissao os ministros da
gaerra e da fazenda, a qaal foi ac ita pelo presi-
dent. Foram cscolhidos para os substituir, na
pasta daguerra o coronel Vasquez e na da fazon-
da 6 Dr. Pedro Bustaraante. 0 paqaete inglez Neva
segue amanha para ahi. Da Paraguay nao ha no-
ticia de importanna. Esperaso a publicacao da
nota do rainistro dias negocios estrangeiros da
Russia, explicando o procedimeuto das suas auto-
ridades railitares ni Asia. Reunio se hontem o
congresso internalinal dos orientatis'.as. Foi es
colhido para presilir aos trabalhos o Dr. Birch.
Xada de segur.o transpira sobre a questao do Cir-
cassia.
Paris, 14 de setembro. Corre aqui nma ver
sao muito grave. Diz-se qne o ministro dos na-
gocios estrangeiros recebeu uma energica nota do
governo allemao. A queslio da Hespanha e ainda
o assumpto da pendencia. Segundo a versao, a
Allemanna torna a reclamar contra o anxilio pres-
tado aos carlis'-as pelas autoridades francezas na
fronteira dos Pyreiieos. Morrea o velho escriptor
Goizot. 0 resultado das eleicoes a que se esta
pr.csdeid'o no Maine e Loire promette ser favora-
vel aos republicans. Cmtioiia o processo contra
os camplices da fuga de Bazaine. Amanhi deve
come;ar o iaterrogitorio.
a Turim, 14 di setembro. No dia 10 houve ou-
tra encoutro entro a tropa e o< bandidos oa Si-
cilia. Morreu na luta o chefe Cola e mais cine >
homens. No dia 12 entrou a tropa em Palermo,
trazendo onze prisioneiros. Doas foram summa-
riaoeaie coaderanalos. Diz-se que sao napolila-
nos, e que todos oj outros bandos se compSem de
inttividuis da mesma nacionalidade e daRomanha
Correu aqui hontem que a sublevaoao tem tornado
grknles propercoes, e qpe o prefeito de Palermo
cotnmanicon ser ella promovida pelos internacio
nalislas. Promove-se aqui ama sub cripcao pr.ra
as festas que davem ser feitas por oecasiao da vi-
sita do imperador Guilherme. Alguos joraaea di-
zem qae o soberano atlemao nao passara nesta ci-
dade, outros que tal viagem senao effectuara. 0<
partidjs preparam-se para as eleicSes. Apezar da
reeommonda.ao de Pio IX, os ultramontanos nao
pareeem resolvilos a abandonarem a urnas. Ga-
ribaldi esta aeseaganado ; correu hontem qua elle
ja tinha morrido. Nio 6 segnra a noticia.
Madrid, t5 de setembro. Nolicias de S.
Sebastiao dizem que os carlistas'teem recebido
sela fronteira recursos de arraas e de geale. A
imprensa redama contra a indifferenca das auto
ridades fraacezas, Os embaixadorts da Allemanha
e da Austria-foram hontem objecto de nina caloro
sa raaoifs&iacao. Algumas deputacoes foram feli-
citar" aqaBlles persoaagens. 0 povo reunio-se
para ot acompanhar. Emqoan'o se trocavam as
manifcsueoes, o povo den vivas a Allematiha e_a
Austria. 0, nome do priacip? da, Bismark nao
j por pnnto, confere foi asqaeeiaY Di-se qua o Sf. de Hartzfeld as-
eguroa quda Allemauna tomava o mais vivo in-
teresse emprestar todo o apoio ao govorno hespa-
ao munJo, porqae Pas- nhol. A asquadrillia allema foi para Saaten*
damOpaa por Ducaosne (obr. cit.)
a. Stt, e i mat^pTovavdmeate desta gravura
maptar emaaomdo ao manJo, peraae Pas
(lapmafraaraaatr, to mo i. aid.?7^J ci
d4 ptano. fNz-seqae o general M irioo s peaio a
^uademaaao. 0 motlvo en despeito de n4*4r|
sid> Domaado earamaodanae em chefe. 0 rmOsMW
da gnirro tem deieavoivida grande actividado.
Os novos regimentos ja receberam armameato,
estlo sa szercit ndo. Cbegoa a general Primo de
Rivera, que vem tomar posse do logar de capRSo-
general de Madrid. >
Santos, 20 de setembro.Sepaltouse hoje em
S. Paulo o respeitavel e-antigo oegociaale Celes-
tioo Bouxroul. Falleceu-repcntiaaaiente.
Modaa. As ultimas modas de Paris sao as-
sim desuriptas pelo Diario Illustrado, de Lisboa,
vindo oa sexta-feira'da Europa :
a Como seoipre nesta epoca do anno, a moda
produz um sem numero de phaotasias, cuja voga
Aio dura alem da calacia dos bauiios do mar e da
villeaialura.
a Os tecidos ligeiros e o foulard constituent os
toilettes mais elegantes deste mez.
i Um modelo lindissimo e esse foulard verde-
mar e organdi branco. A saia de foulard forma
ineia eauda, e e guarneeida de um grande folho
pouco franzido, lendo oabeoa forniada par um alto
bouillonne de nm ourro verde. A tunica de organ-
di apaaha com elegancia, demodo a formar aven
tal e eckarpe.
< A extremidade e guarneeida com um folho de
organdi liso. 0 corpo tem mangas, e em foulard, e
crusa sobre o peito como um fichu cujas pontas sao
enfeitadas apenas com um vies. As mangas de or-
gandi terminals por am bonito trabalho de bouil-
tonnes e de renda.
i Um elegante vestido para visitas e em taffe-
ta havana, com saia do meia cauda acompanhada
de um corpo com abas e de am pequeno chalc-
i'oharpe. A saia e guarneeida adiaule, em tuda a
sua altura, com largos viezes dos dous estofos al-
tornados. Cada viez 6 debruado com a cor opposta.
0 corpo tem doas abas grandes, qae formam pre-
gas em leque atraz. A gola 6 guarneeida do uma
ruche Marguerite, feita com os dous estofos e um
aquilli de renda bransa ; as mangas meio largas,
sao abertas do lado e Urminam par um largo viez
encimando am coquille de renda semelhante ao da
gola. 0 toilette e completado pela bonita icliarpe
qae forma pequeno c'ua'e, oollocando so sobre os
hombros.
Para campo apontarei am modelo de grande
simplicidale e de lindissimo effeito.
t Costume em to tie azul, saia guarneeida de
quatro folaos le-15 ce'ntimetros cada um, dous
franziiios e dous em pregas, allernalos. Avental
supplemental; guainecilo em baixo com grandes
Unas e com uma lira de bordaio inglez. Grande
laco na cintura, em toile, em riscas azues e bran-
ca's ; este laeo fixa o rclevage do avental atraz, su-
bstituindo o pouf. Corpo em toile do riscas azues
e branoas, com coUerette Madicis do mesrao estofo;
na extremidade das mangas am plisse. Chapeo de
jardira, forma cloche em palha de phantasia, com
brides de velfudo preto, guarnecido ccm um ramo.
de giojas.
t Os chapeos em voga sao actualmentc o cha-
peo Berger ou Nemurino, e o chapeo Bergtre^qae
6 designado tambem pelo nome de obapco Gala-
thea. 0 chap6o Berger 03a se muito cahido para
traz, com uma volum.sa grinalda de flares que Ihe
guarncce a aba.
Este chapeo e um tanto ou quanto audacioso.
0 chapdo Galathea e mais scismador e mais sim-
ples. Projecta sobre a physionomia uma ligeira
sombra, que e sem contradiccao uma coquelterie
mil vezes mais atlrahento do que o rosto inleira-
mente descoberto. 0 chapeo Galathea 6 guarne
cido do um ramo de llores, de uma grinalda e de
uma echarpe de gaze brau:o oude cor em harmo-
uia com o toilette.
a Ha ainda o chapeo Bpjdehis que esta muito
em voga nosbanho3 do miir, e flnalmente o CDS
peo Comele, que nos annunciam como original, se-
du;tor, excentrico, com uma aigrette luminosa,
qae deve produzir grande sensajao.
Entre todos, porern, o que mais me agrada e
o seguinte novo modelo :
< Chap6o de palha ingleza, prcta, copa aTta, abas
ligeira.'jinte levanladas a roda, e inteiramen e
atraa. A cabae forrada por cima com velludopra
to e por baixo tem um bouillonne em turquoise
verde mar. Uma flla do faille preta envolve a co-
pa e vom, por uma serie de laoos com pontas Hue
mantes, fechar nma coroa de folhagen e de flores
que cobre toda a parte de diante da copa. Uma
guarnioao do renda preta em pregas dobradas por
baixo da aba lavantada atraz, completa o chapeo,
emmoldurando o rosto, para vir atar debaixo da
barba.
t Para as menioas nada tao bonito como o cha-
peo couronne, que na realidade mais pareee uma
coiffure.
Loterla do Rio da Janeiro. Rosa-
m> da lista da 119." lotena (527.") em benetlcio do
Monte Pio dos Servi tores do Estado, extrahida a
17 do corrente :
N. 3270.................... 20:0)05000
5 3712...................... 10:0005000
Ni3224...................... 4:0003000
N. 2981...................... 2:000i000
Ns. 2985 e529il:0005 a cada um.
Ns. 299, 788, 3397 e 4782-8005 a cada um.
Ns. 80, 1734, 1743, 1857, 3041, 3204, 4251,
4740, 4866 e 5770 -2005 a cada um.
Ns. 165, 368, 822, 2413, 2484. 2503, 3051,
3220, 3600, 3797, 40GI, 4174, 4320, 4610, 4736,
5040. 5224. 5314, 5567 o 5975-1005 a cada um.
Ns. 36, 122, 201, 587, 759, 853, 956, 1383,
1495, 1733, 1784, 1821, 2140, 2274, 2338,
2407, 2419. 2462, 2*85, 2597, 2688, 2853,
3277, 3290, 3331, 3331, 3533, 3748, 3817,
4186, 4189, 4206, 4343, 4339, 4394, 4484,
4883, 4889, 4918, 4947, 4983, 5129, 5288,
5360, 5544, 5585, 5643. 5314," 5839. 5863,
5866, 5905, 5928 c 5971 -40* a cada um.
IiOteria. A que se aclia a venda e a 118'
abeneflcio da igreja do Livnmouto de Pao d'Alho,
que corre no dia 30.
Casa de deteaearj.Movimento da casa
le detencao do dia 25 de setembro de 1874.
Existiam presos314, entraram 8,;sahiram
exislem 320.
A ClJlPP *
Nacionaes 246, mulheres 14, estrangeiros 21,
sscravos 36, escravas 3. Total 320.
Alimentados a custa dos coi'res publicos 246.
Movimento Ja enfermaria no dia 25 de setembro
de 1874.
Teve baixa :
Antonio Jose RuGuo, syphiiis.
Tiveram alta :
Theotonio Barbasa da Silva.
Manoel Pedro da Souza.
Paasageiroa.-Chegados dos partos d sul
no vapor nacional Bahia : -
Jacintho Daarte de Oliveira, Jolo Games de Ca
pistrano, 2* cidete Joaquim Roirigues da Silva Ne-
ves, 1 tenente Francisco Xavier R. Pinheiro, Joa
quim Gongalves Belchior Junior, Joa) Alfonso
Moura, Dr. J. L Cavalcante de Albuquerque, com
meodador Joao Damascsno de Araujo, Julio ds As-
sis Carvalho, Francisco Correia de Vasconceltos,
Possydoaio Iguacio de Oliveira, Vicente B. d'A-
raujo, Jolo Vicente Gacolo, Dyogenos Vasca Ca-
braC 1 praca do exercito e 2 dttas de palicia.
Segnem no mesmu vapor para o norte :
Dr. F. F. da Silva Santos, capitao D. P. da Silva,
sua senhorae I filho, capitao D. L. da Cru', 1 fi
Iho o 1 criado, J l..' de B. Vasconcellos, Jose M.
da C Rocha, saa senhora, 2 Qlhos, 4 bseravos e 2
criadas, D. Elvira Estoves, L. A. C. de Albuquer-
que, Dr. Antonio J. Lopes, D. Julia C Bastos, 3 Ii
Ihos, 1 escravo, 2 2" caletes, 1 ex-djto", 4 ex-pra
gas e 2 pragas de marjnha\ /
Cbegados dos portos dTsoTno vapor Bri-
tannia : '
Fernanda Martinez, Martin Laffe, Pedro Maury.
Luigia Sordini, Emico Bordini, Luigi Bordini, Mi-
nadami Bordini, Felix Bordini, Gatoarina de Luigi
Bella, Enrico de Carlo Doraici, saa raulher e 1
filho, Ernesto Colomelio Caihgniet e saa mulher,
Gaizeppe Rizzolo, Guilaf a sua mnlhcr, Augasto
Garafalo, Manoel Pitta.
Sahidos para Earopa no vapor iaglez Bri-
tannia:
Bradlya t criado, Brace Wanne, Antonio Aljan
y Casteilannes, Jose de Sauta M. Rego e Jose Pa
cheeo.
Xiaquelle lagar.
Jew du Fredas Sarp*.
Francisco Perolra de Barro*.
-laastarto Mendes da Costa.
Cyrillo Rodrii|oes da Silva.
lamMl' Fidelis do Nascimento.
Antonio Rarbosa de Morals.
Jolo da Silva Lima.
Joao da Silva S'-uza.
Manoel da Silva Souza.
Joss Luiz do Moraes.
Hercnlauo D as da IJora.
Francisco Ferreira do Nasoi'iaento,
Herculano Francisco dos Reis.
Manoel Cypriano de Araujo.
Ao conaul partuguer. c aafpublico.
Acabo de ser vlotifta de uma ^fbitrariedade
Sfaticada pel i snbdelegada da primeiro distriito
esta cidade o Sr. tenente Jose Maria Marque*
de Carvalho.
A's uovo boras do dia da Uaje, ertanlo en em
meu estabeleeimonto a vender assuear aos fregaa -
zes, ahi chega am soldado dizendome que o sub-
delegado mandava-me chamar para pagar a um
menino tres vintens, proveuiente de uma earga
de lenha, ao que respooJi que nao era necessario
ir a presenija da subdelegado, visto nao me 9ervir
a mesma looha pelo preco qne exigia o manor, e
que limlmente naqaella oecasiao nao podia acu*
dir ao seu chamado, pois nao havia.de deixar so o
meu ettabelecimento.
Ratirou-se o policlal ou soldada e logo depois
rae apparece em companh a de outro companhoiro,
ubrigandome ambus em nome d> subdelegado
em feicbar o m u eslabelecimento, abandonando-o
e perder-se grande porcao de assuear que aha-
va-se em processo de arreflnagao, e eviiando eu.
ser desacatado peloi janizaros, sujeitei-me d'es-
t'arle a ser conduzido escoltado pelas ruas da
cidade ate cliegar a presenca do maocionado sub-
delegado e negociantes qae por eariesidade im
pavidos de hracos crasados observavam a aspera
linguagem us-ida pela autoridade viotenta que me
interpellava sobre acompra da lenha, nao tardan
do dianto dos meus compauheiros cammereiantes
em desfechar-me nma bofetada, deitanlo abaixo
o meu chapeo, apazar de o ler salvado quando
chafaafc
Esta interpellacio e violencia foi praticada em
uma das calcadas da principal rua da cidade,a
rna da Imperatriz, e estavamos expostos ao sol,
e depois deste procediraento mqualifleavel orde
nou o tenente Jose Maria que os janizaros me re
colliessein a cadeia publica, send) arrastado epi-
cado naprisao, porque dizia o subdelegado : pre-
ta nao tem garantias.
FdUsmenla lendo scieneia desta violencia o dig-
nissimo Sr. Dr. juiz rle 4ireito da camarca, obtive
a minha liberdaiis, encontraud) carbanisala o as
suoar que tinha dsixado em processo.
Nao posso desconlnceros bans desejos d) illus-
tre Dr. jniz de direito em mauler nesta cidade a
liber lade e seguranca individual, porem nao tendo
forr^a pablica suffleieate is saas ordens, nao pode-
iu is dizer que estamos llvres de desacatos, ainda
mais, sondo elles promovidos pela propria autori-
dade policial. Portanto esperamos um auxilio do
OJxm. Sr. onjul.'portugiez, residoa'.enesta provin-
cja, alim de S. Exc. iutereeder por nos ao gover
ao presidential.
Victoria, 9 de setembro Jo 1374.
Jose Saraioa da Trmdade. _
( ExtrahiJo da Liberal Viatorienstf)
de
\ Provineia, e a ofllcialidade
naarinlaa do vapor dc giiera
Recire.
Em seu numero de 24 do corrente mez, dennn-
ciou a Provineia um facto insolito, que tivera Iu-
gar em um dos dias anteriores, e que alfectava a
disciplina militar do vapor de guerra Recife, esta-
cionado no porto desta cidade.
Consutia a censura em ter sido conduzida de
bordo daquelle vapor, era um escaler da marinha
brasileira, tripolado por raarinheiros brasilairos,
uma mulher de conducta duridosa, que foi vista
desembarcar no caes do Commercio, as 10 horas
do dia, com escanlalo da; pessoas pceseateti quo
eram em granie numero.
Sem prevaucao alguma r?o partida, (Jeclarou a
illuslrada e moralisadissima radacjao da Provin-
eia) era aouella censura feita so em bern da disci
plina militar. cm qne esso facto denotava tim la-
mentavel afruuxamento, que nao podia deixar de
ser estigmatisadu, afbn de que si nao reprodtizis
sem factos iguaes.
Pareceu nus que proeed&ra muito bem a illuslra-
da redaccao da Provineia denunciando esse facto, e
aguardavamos anciosos a justiflcacao da offleiali-
dade desse vapor de guerra, que em honra de
nossa armada, nnnca acreditamos capaz de am
pfoeedimenio ind;gao o vergonhoso, pois qua
atjuelles qne desfruot.ara tantas honras o preroga-
livas, devem dar o exeinplo, sao rrgorosamente
obrigados a dar o exenplo de completa e absoluta
observaneia do* preceitos legaes.
< .4*im, enfendemar qMB nao vein bem a pr.'po-
si to a idea do iljustre Sr Fouiaie.
0 art 51 da. lei n. 1,141 nao foi bem attendido
pelo Sr. Fattrnfe\ DeJIe nao se deprehende o ar
gumeflto:de out sd se deve fater estradas com o
eoncurso partioular ; ao cuntrario, exigo-se qda
as obras sejara feitas podend > o pre ideate quando
entender convehiente, preferir aquollas que os
proprietary das localidades auxiliarem.
_D'aqai nao se infere, quo onde os proprietarios
nao prasteui auxilio, a e.-lrada nao so faca.
A provineia do Pernambuco que torn feito tan-
tas ostradas para outros pantos, nao pode ser
injusta para com o Bonito, recasando the o bene-
flcio que tem faito a outras localidades, que rao-
nos do que elle o careeiam.
E tanto 6 assim quo o art 49 da mesma lei, uao
como aulorisacao, mas como disposicao determi-
natlva, estatnio construccao de estradas e pon-
tes nos divgrsos pontos da provioeia, principal-
menU naq&elles cm que o desenvolgimento material
o agricota depende da communicafdo facil com as
estradtis de ferro construidas e em onstruccao. i>
Combine se, pois ete artigi com aquelle que
eilou o Sr. Fbornid, e ver-se ha qna a estrada do
Bonito. comarca que tem o seu desenvolvimenlo
material e agrieola dependente da facihdade de
ooramunicacao com a estrada de ferro de S. Fran-
cisco ; aio poJo deixar de ser feita e attendida
a reclamacao dos habitantes da mesma comarca.
Bonito 6 iaconteHavelmente uma das zonas mais
ferteis na provineia na qual a produccjio pode
fconslituir um grande auxilio a riqueza publlea ;
mas oi caminhos difUceis e quasi intransitaveis
teem ate hoje retardado o progresso daquella im-
p-ortante ccmarca, o atropbiado a sua agrieultura.
Vem agora o en3ejo de abrir se Hie a parta a
prosperidade ; forca e abril-a. 200 ou 250_ con-
los que caste uma- estrada para o Bonita, seriio era
pouco tempo inlemnisados a provineia, com o
aagmento da sua riqueza e produccao.
Faca-se esse melhoramento sem, como em todas
as outras estradas se tem feito, explarar a bolsa
do rico, nem o trabalho do pobre. Se e possivel
um auxilio, elle que vooha voluntario, como o
exige o art. 51 citado, nao se o exija, nao se
o imponba.
0 proveito da estrada do Bonito na) e so para
os habitantes daqudla localidade; 6 principal-
mente para a provineia.
Quanto, porem, a estrada de Bebedouro. entendo
que, estamos certasnao chegara a reali l?da,porque
com o proiongaraento da de S. Francisco, ella ii-
cara inntyisada ; nao nos pareee bem informado
o Sr. Fournie.
Se a provineia entender convenieute sniiven-
cioaar aqnella estrada, a sua despeza sera mais
do quadruplo talvez da custo da e3lrada de
rodage.il; e isto fara sera proveito para o Bo-
nito, na parte, ao men>s, destinada a produeQao
do cafe".
Da villa do Bonito a Trombeta distam 8 leguas,
menos um pouco das que distam ao lugar onle
dove tomar a estac/w da estrada de Bebedouro.
Portanto, o quo aconteceri, se com esta estrada
a quizerem dolar?
Nao hade ir o seu proJucto da Bonito para a
estacao da estrada de Bebedouro, 8 leguas, para
dahi ser transportado para Trombetas e d'ahi vir
para o Recife. Saa tres viagons e tres freles.
Neste caso vira em direitura a Trombeta, 8 le-
guas para ahi tomar a estrada de S. Francisco,
faaendo duas viagens a pagando somente dous
fretes.
Eis, pois, Bonita condemnado aa atrazo elarno,
e a '.amin'iarem os seus produetos pelos difliceis
caminhos de Tiombeta I
Respaitamos as baas inteneoes d) Sr. Fournie,
e as su.s boas ideas; mas cnanumos a sua at-
tenijio para o paiz em qae esta ; o do patriotism),
ostraeio e solidtude do bem pablico, qae tanto
caracterisam a a 1 ninidracao Jo Exm Sr. Luc^na,
esperarnos o benellcio do que precisam as in lus-
trias e a produce ia da importantissiraa comarja do
Bonito.
Um bomlense.
3 eaixas a Ihrytmendi & Lattlte.
Panno de algodao 30 fardoj a Sjttftj Dastes
4C.
Lugre iaglez Jane, ontrado na "mesma dam e
eonsignado a Johnston Pater & C, manifesto 3
Bacalhao 3,500 barricas aos consiguatario*.
Brigue escuna nacional Cysnc, eolraio do Rio
Grande do Sul na mesma data e eonsignado a
Amorim Irmios & C, mamfustou:
Xarque 195,000 kilos a ordem.
Brigae anstriaeo Baker, autraao de |rioMe em
25 do corrente e eonsignado a Johnston Pater &
C, manifestou :
Aco 50 cuoheles a Pareoift Vjanaa a G.
Farinhade trigo 2,792 barricas aos consignafa-
r'os* d \ \i I *" r
DEU'ACrlOoYOB BXPfJRTAOAa 10 *A 5 !>
sOTBMiRO dI mm* Jf A
fara os portos do exterior.
No ariguo Inglez Octavio, pacajQ Cartil, im-
regon : J. Pater G. 5,500 (sacsos onv *!%>
kilos de assuear mascavado.
No brigue hespanhol Ainalin, para o Rio da
frata, earregot: A. Loyo 34 prpae com 16,320"
litros de aguardente.
No brigue portngnez Tritmplto, para' o
Porto, carregoa : T. L. Soares 11 praqcbSes de
amarolio.
Para os portot do interior.
Para Maceio. na barcaca Poderos*, carregeu :
M. A. Barbosa 1 barnt com 96 litros de aleord.
iLTSB\CA0 ilk I'AUTA 003 PREC0S_ DOS G8NKB0S
SUIEITOS A DIRBITOS W? EXPORTACAO, NA SKMAiCk
DE 28 Dg SETEHURO A Z I) OUTUUIIO BE Wll.
Algodaoem rama ou la 433 rs. o kilo.
Assuear mascavado l-'M rs. o kaVi.
Couros -de boi sooios salgaados 559 rs. o kilo.
Alfandega de Permnibu;>, 26 do setembro de
1874.
O 1 c.nferenteJoaquim Aurelio Wanderley.
0 1 conferenteHayiiauudo F. Barbwa.
Approve. Alfan I :^\ de Peraamlmeo, 2d de
setembro de 1874.
O inspector
Fabio .i. .ie CrtrocHiS Reis.
CaPATAZIA
tendimento dc dia 1
nn do dia 26
in ALFATTDBGA
t>.

12:5075502
3665822
12:874*324
VOLUMRS Aail)08
No dia 1 a 23 >
So dia 26
Primeira poru.....
i*gunda porta.....
Perceira porta .
r-.vpiciie Ccncaicao

22,070
28
34
218
499
22,849
2147,
3070,
3946,
473o,
5345,
5854,
2,
teauado), mas em uma lingaagmi tio inJecente,
tao insolente, tao calabrotesca, que nao pode dei-
xar de causar asco o indignacao a todos quanto3
pernambucanos existem nesta terra, que ainda
nio venderara o amor de sua provineia natar
pelos favores ao governo, do quern se osten-
tam espadachins esses oQlciaes anonymos, qufe
sofregos aprovaitaram se da oc:asiao para mota-
rarem o p der, akunhando de pasquim o orgao
io partida liberal de Pernambuco nesta mesma
terra do Pernambuco, onde nenhum delles nas
ceu, desafiando seu? redactores a tirarem a mas-
cara, como so esses Neptunos meirins ignorassem
(o o mais e que ignoiam) que a redaccao de um
jornal politico qualquer vale incomparavelmente
mais do que meia duzia de rapazolas, quejwdem
ser muito valentes, porem que nunca serao mais
do que esses pobres pernambucanos, que sao dia-
riamente recrutalos, para a custa de seu sangue
darera glorias e galoes aos felizes otllciaes da ar-
mada.
Nossa indignacao, porem, sobe da ponto quan-
do vemos a insolencia com qna esses bonecos far-
dados tem o arrojo de commstter um crime de
ameaca, publicamente, em um jornal que e orgao
official, conlra alguns dos mais conspicuos cida-
dios desta terra de Pernambuco.
Esses bonifrates mascarados arrojaram-se a de-
clarar pelo Diario de Pernambuco, que iriam com-
prar chicotes para cortar as caras dos pernambu-
canos chafes do partido liberal Je Pernambuco !
e redactores da Provineia I
Que tempos I A que miseria terms nos sido
Teduzidos t
Haver homens qua apregoem bnos e dignidade,
invoeando precedentes gloriosos da corpuraeao a
que pertencera, e que lancem tao grosseiros insul-
los conlra a redaccio inteira de um jorual, cha-
mando-a anonyraa, e chegando a ameajar com
chicote I ^\,
Isto e inerivel I E sao homans qae querera fa-
zer jus a considerajao publica quainsultara de
um modo tao de3Communal a redaejao de um jor-
nal qne represent un partido, ama idea, que
deve ser respeitada.
E o que pen3am esses ofneiaes de raarinha ?
Pensarao que nesta terra poderao Impuaemento
armar brajos mercenarios para desfeitearam a
cidadaos conspicuos ?
Como se enganam 1
A accao da lei, sob cuja sanecJo ja se acham,
nio respeitaria 03 seus gal5e3, nem as saas cate-
gorias, e qaando esta laUaase, o mesrao braco
mereenario que se arrojasse aqjraticar a affronts,
por dobrada paga iria desaggrSvah3-'nasJaces
desses que tao poueo sabem presar os sentimentoS
de brio e dignidade, a ponto de atacal os nos
outros. ,, .
Um pernaMbiicayo indtgnaao.
\ capatazia dos talitadorca de car
nes verdes.
Os raarchantes requereraaa a Illma. camara mu-
ni :ipal do Recife, que o Sr. Clorindo Graciano da
Silva, seja exonerado do cargo de capataz dos ta-
lhadores de carnes verde?.
Inspirou este acto dos marchantes o zeloso cum-
primento de deveres daquell'', no qual os mar-
ehantes encontrain 03 mais series embaragos as ten-
Uvas gananeiosas, com que teem por (im illudir as
dlaposlcdea legaes do3 arlig03 230 e 262 da lei pro-
vincial. ... .
Nada mais impertinenle ; nada mais irritavel,
que esta obstinacao dos raarehaBte?, em quererem
a todo o trans> raanter o mercado da came verde
m deploravel p6 a que chegara, mas do qnalja o
vao felizraente libertanJo a revolucao intentada pela
classe dos talhadores li\we g^iaiadcM *-
A' sessao em qua foi submetlida a decisao aquelle
requerimento dos marchantes, uns 6 delles e:tive-
ram presentes como que para influirem noanimo dos
SERVigO MAR1T1MO
u>arengas descarregadas no trapiefce da
aitaadega.
.So dia 1 a 25..... 33
So dia 26.......
He trapicbo Gonceicao *
T7
\3CBBED0R1A DB RENDA3 INTtRNAS GE-
RAES DE PEBNAMBUCC
tandimento do dia 1 a 25 35:593^9^
4am do dia 26...... 7:539i7tO
43:132*808
CONSULADO PROVINCIAL
Sandimento do dia 1 a 25.
!dera do dis 26
(38.042*194
6:463*880
74:511*074
Fomos, porem, sorprendido?, nao por am des-. tespeitaveis vereadores, 0 que porem, de pouco ou
raentido a Provineia, mas sim pela confissao da nada Ihes servio, visto como cousa nenbuearn foi
facto denunciado (se bem que justiflcado ou at\ resolvida, sendo a petiyao remettida a commissao
>do matadouro, e tendo apeuas so maaifeslado em
favor da injuslificavel preten?ao dos marchantes, e
isto mesmo porqae uao;se achavam Ss^ Ss. devida e
sufQcientemente informado* da questao, dous Srs
respeitaveis vereadores, aosquaes pedimos eneareci-
damente estudem a fuudolquaes os motivos por que
e atacado Clorindo Silv>, como capataz d03 talhado-
res, se por ser negligente no desempenho de suas
obriga>;oes fiscaes, se porque aseveridade de sea
procel'er tf'uma muralha aos abusos do monopolio
de carnes verdes, era que se aeastellaram os mar-
chantes. ,
Confiando no parecer da cammissao do matadou-
ro, e no espirito de justica que preside a todas as
deliberates da Illma camara municipal do Recire,
diremos ao3 marchantes : a vossa causa esta per-
dida.
Deus consente, mas nao para sempre.
Os abaixo assignados, moradores na barra de
Serinluem veem por este jarial agradecer os
boas servigos guo tem prestado aesta mesma
povoaQio 0 Sr. Ilemeterio Aureiiano Pereira de
Carvalho, rdarido da professerra desta birra, du-
raote 0 lompo qua km grassado a variola ml be-
xigas,, ja com os seas meJicameatos homeopatbi-
cos, ja-vvacciaa este beqelicio, e nao c esta a primeira vez qua se
tem pretokto amaor este bom, a nao ter quarto
recebte pags alBjama.
Barra de Sertnhiam, 25 le aetombro dc 1874.
.*,,iMM...,,.a .,,u, um^ N^B.iDavemos acoreeeontar qoe o Sr. Heine-1 gasso a^Xazor aqoTuo .,
fauvea-se ante hontem 0 exercrto ao trorte, ahia-| l^fTo 6digao de qaalqaer recoapvna jo fX)refTro''prcin(ireJ da-goverw
O Sr. Fournae e a ealrada de Bonito.
Lemos com a atteagao qua sempre prestamos-
aos trabathos do Sr. engeoheiro Fournie, 0 seu pas
recer sobre a estrada de que pedem os habi-
tantes do Bonito ; e sentiraos achar nos em dis-
eordancia com aquelle distmcto e illustrado enge
nhelro.
E" possivel qua na Franca as obras publicas
sejara eonstrnidas polo asodo porque indioa o Sr.
Fournie ; e poasival iue u'um paiz rieo, altamente
civiHsato e faca de enthuaiasmos, 0 systema de
forcer a populaQSo ao trabalho em obras paWieas,
seja uma idea bem recebida e de proveitoso rasal
tado. Mas nao ha de sar aaaim no Braail.
UataJel qae obrigosse rieo a oontribuir com
uma certa quota para cada obra pablica, que
coagiase 0 pobro a om certo aumero de dias da
trabalho ; seria um elemento da pertarbaao que
se estabeleceria no paiz. .
A nossa popuarjao esta haWtuada a nio tar mi-
ciativa em consaalfoiua, em ver e exigir do go-
verno tudo quaato 6 malaoramenso pabltco; a
Teria com horror aiadiguafiio uma lei que a ebn-
que ella reputa duet m<
JUNTA DOS CORRETORES
Praca da Becife,8 ile setembro
de 1894.
AS 3 HORAS DA TARDE.
COTAGOE3 0FF1CIAES
Algodao de 1* sorte 7*6sO por 15 kilos.
Gambio sobre Londres a 90 d|v. 26 1[2 d. por
1*000, hontem.
Dito sobre dito a 90 d|v. 26 5(8, e do banco
26 3|8 d. por 1*000.
Cambio sobre Paris a 90 div. 363 rs. 0 franco,
do banco.
Dito sobre dito a 3 d[v. 368 n. 0 banco, do
banco
Cambio sobra Lisboa a 90 d|v. 104 OiO de pre-
mio, banco.
Dito sobre dito a 3 d[v. 107 0(0 de premio,
banco.
Dasconto de letras 10 0|0 ao anno.
a. ae Vasconceuos
Presidents.
A P. de Lemos,
Secretario.
ALFANDKGA.
rteadmionto do dia 1 a 25. .
'dam do dii 26. ....
516009^851
21:588*478
537.598^329
A.GENCIAS proviscues
Liquidos espiritnosos.
Rendimento do dia 1 a 24 4:836*839
Idem do dia 25 14*651
Bacalhao, etc.
Rendimento do dia 1 a 24 1:056*871
Idem do dia 25 &
4:901*490
Generos de estiva.
Rendimento de dia 1 a 2i 4:058*905
Idem do dia 25 109*356
Farinha de trigo, etc.
Rendimento do dia 1 a 24 4:593*522
Idem do dia 25 491*408
1:056*371
ft.toeaaw
------------5.084*930
Fumo, etc.
Rendimento.do dia 1 a 24 2:393*006
Idem do dia 25 *
Vinagre, etc.
Rendimento do dia 1 a 24 1:703* 196
Idem do dia 25 *

2:393*006
1:705*196
19:369*754
Thesouro povincial da Peraamuco, 26 de setem-
bro de 4874.
0 escrivao,
Joao Carneiro M. da Silva Santos.
Banco Commercial de Braga
Jorge Taiso
37 Rua do Amorim 37
Sacca qualquer quantia a prazo ou a vista
oljaaare este Banco ou suas respeitivas agendas
"*na8 seguintes cidades e villaj de Portugal, Unas
adjacente3 e Hespanha, a sab ir
PortugaI
Descarregam hojs 28 do setembro de 1874.
Vapor inglez Studeut (esperado) mercadorias
para alfandega e trapiche Conceicio.
Barca franceia-Fndi'ino(atracada) gesso para
. o trapiche ConeeicSo, para despachar.
Brigae austriacoBafcarfarinha ja dospachada
para o caes do Apollo.
Vapor nacionai Caarti (esperado) generos na
eionaes para o trapiche da compinhia.
ImpurtacSo.
Vapor naeional Bahia, entrado dos portss do
sul em 26 do corrente e eonsignado a Pereira Vi-
anna& C, manifestou:
Carga do Rio de Janeiro.
Balangas 15 engradados a Theodora Christian-
sen.
Cafe iM oaeee* a Fnao*eo da Goeta 4 C. Gt-
garros 1 caixa a Jose Tavares Garreiro & C, 1 a
Joaquim Jose de Aievt-do.
Fumo 1 caixa a J.Tavares Crtrretro & C, 1 a Joa-
quim Jos6 de Azevado, 3 surrSes a Moraes & C.
Livro.3 2 caixaa a Jose .N'agaeira deSouta, 1 a
De-Lalfhacar & C..
ttassa de tomato 3 eaixas a Antonio Annas Ja-
come.
Carga da Bahia.
Charutos 7 eaixas a Leal & trmao, ta Bonrgard
& C-, t a Lebre & Hals, a a ordem. Crapes de
sol 2 eahtas a Olivier! k Imiio. Colla 2 saeoos
a Aagasto Cacvs.
Ja Aagusto t^ors. \
{ Faunfe 4 eantas a Cramerfref & C. Fructaa- Beja.
Amarante.
Anadia.
Arcos ,
Aveiro.
Agueda.
Arco de Baulhe em ca
beceiras de Basto3.
Barca.
Barcellos.
Beja.
Braganca.
Chaves.
Coimbra.
Coura.
Covilha.
Castallo Branco.
Caminha.
Elvas.
Estremoz.
Evora.
Esposende.
Famalieao.
Faro.
Figueira.
Fafe.
Thomar.
Tavira.
Torres Novas.
Valenca.
Vianna.
Villa do Conde.
Villa Nova da Cerveira.
Uia a
Funchal.
Hihiiaaka
Madrid.
Bareeiiena.
Vigo.
Guarda.
Gui liaraes.
Gouveia.
Lagos.
Laraego.
Lisboa.
Louie.
Melgaco.
Mirandella.
Moncao.
Mealhada.;
Monte-mor o velho.
Oliveira de Aremeis.
Ovar.
Penafiel.
Pinhel.
Ponte de Lima.
Portimao.
Porto.
Povoa do Varzim.
Port'Alegre.
Povoa de Lanhoso.
Begoa.
Silves.
Santo Thyrso.
Villa Real.
Vinhaes.
Vizeu.
Villa da Feira.
Villa Pouca de Aguiar.
Villa Real de S. Antonio.
Fayal.
Cadiz.
Orense.
Coiuna.
Oompanhia Indemnisadora
do Porto.
capital a.eefcoooAooo.
Thomaz de Aquino Fbnoeca &4., succeuores
agenles.
Esta compatrhia tcma se^uros maritimo3 e ter-
restres, daudo nestes o septima anno gralfe aoa se-
curados.
Bua do Vigario u. 1.
B inoo do Minho,
Joaqdka Josa Goaealvee Beltrao 4 Fuao Jacam
per todos os vaporea sobre :
Anadia. Evora.
Aguida, Fafe.
Avefro. Faro.
Guard*.
Honsio.
Ovar.
1orte.
Tavira.


.
Diario do Pemambuoo Domingo 27 de Setembro de I8T4.
Bastos.
m
4eVi
4oCaseUo.
Row 4e Fa^Mkcio.
Fatal e Tareeira.
SEGUROS
e CMrtn4go
COMPANHIA
Pernambucana.
bo conoacio h. u.
twilra-fogo
LONDON* GLOB
C01PAHT
offerecer, i vista ou a praxo atd 11 annos
quaodo muito com juros de 6/, ao anno
pelo tempo da deraora a compretaensSo de*
onminada, Buraco doextincto viaculo
de Itambe, sila naquella comarca a qual se
acba avaliada em cinco contos de r&s e
content segundo a medico a que se proce-
deu e ooDsta dos autos aextensao seguinte :
do lado do leste 1,110 bracas, dolado do
norte 409 bracas, do lado do iraroeste 682
bracas do lado dopoente 411 bracks e do
lado do sul 681 bracas, sendo todo o ter-
ceno proprio para a cultura de mandioca e
outros legumes e ficando certos os iateres-
sados de que, tamo por taoto serd reforido
o lane/) do posseiro respectivo, na coofor-
midade da ordem do tbesouro, n. lS-Je 28
de Janeiro-de 1874.
Recife, IS de setembro de 1874.Eu,
Jose Francisco do Rego Barros, escrivao, o
subscrevi.
a assemblea geral com o numero que se apresen-
tar, ouvir eila e resolver sobre o seguinte :
Approvacao da aeta da ultima assemble*.
Exposicao do movimento da sociedade durante
o corrente anno social, pelo president do conse-
o superior.
Leftura e approvacSo das contas do mesmo eon-
selho.
Parecer da eonmissao nomeida para indicar a
ref. ma de que precisam alguns artigos dos esta-
tutos.
Eleiclo do novo conselbo.
Secretaria da sociedade Propagadora da Ins-
truccao Public*. 18 de setembro de 1874.
V.ae M. Mello,
2* secretario.
Segi
UVfBPOOL 4
I BROTHERS* C.
11Corpo Santo11
SEGUROS
I.U1TM0S
CONTRA O FOGO.
lawirmnrsadora, estabelecidt
a seguros aiaritimos sobrt
eauTegameatos e contra fogc
mercadorias e mobilias: m
. 4, pa vi men to terreo.
AHHIA ALLIANCA
maritimos e terres
trea estabelecida na Bahia
em 15 de Janeiro em 1870
CAPITAL 4,000:0009000.
'ana* aegaro de mercadorias e dinbeiro
aaaritiaao em navio de vela e vaporet
l outiu e i&ra do imperio, assim come
logo sobre predios, generos c fa
: Joaqnim Jose' Goncalves Bel trio
i. S. 1* andar.
NORTHERN.
. 20,000:000?00(
reserra. 8,000:0009001
Agsntes,
Mills Latham A C.
RCA DA CRUZ N. 38.
Perante a caraara municipal da villa de Ja-
boauio, esiarao em praja public* nos dias 16, 93
e 30 do correite mez para serem arrematados
per tempo de um anno, os impostos de coquei-
ros, a ratio de 80 rs. por cada pe de produccao,
exceptu*' dose 10 pes para o nso do proprieta-
rio, e avaliados per 1:2001 ; de afericao por
1:460*, obrig*ndo-se o arremataate a aferir os
pesos e medidas pertencentes a mesma camara,
sem rademnisacio alguraa ; de 300 rs. por cabe-
ca de Rado vaccam, por 500/; de mascates e
boceteiras, por tOO/ ; de 200 rs. por cabeca de
gado snino, ovelhum e cabrum, por 120*.
Os pretendente deverlo comparecer com sens
fiadores, habilitados da forma da lei.
Paco da camara municipal da villa de Santo
Amaro de Jaboatao, 9 de setembro de 1874.
Antonio de Sa e Albuquerque,
Pro-presidente.
Miguel Germano dos Santos Pereira de Basto,
Secretario.
Edital n. 55.
""a
WWKENTO DO PORTO.
Xario* eiJraJos no dla 2 I* di*s, sendo do nitirao porto 12
nacioiu! Z aiaa, de 1,539 toneladas,
aM AarWian-j Ir**c, equipageuo 57,
sfieaeror j a Pcr?ira Vianna & C.
i iaaenaeJios39 dias. sendo do ul
JS fcara*, vapor inglez Britannia, de
1*4*-, cunmandante Hall, equipagem
** carga AaVrentcs senercf : a Wilson Rawe
AiaadL do Sal33 dia, brigae escnn* nacio-
I Daaac; a> 257 u,ntlada<, capiUo Lsi lion-
tie Ahatida, e^iipagem 9, carga 193,000
I ca*ue Anw-im Irmao & C.
-3* aias togre inglex Jane, de 207
as. caaaza Wa!!er William, equipagem
S. earga 19M aalrica* on oa:albao ; a Jonns-
aaaPew4C
aaaaatcMrlu 4eescala-.j dias, vapor nacio-
aaJJaaaafci, 4e 222 tooeladas. commandante
IMn ariaaa, eqaipagem 16, carga algodao
ra a caaaaaahi* penumbocana.
nkiiet ao mesmo dia.
aacional Wt'if-A,comman-
a'.e Crux.
laaaifwal e aortas latermediosVapor inglez Bri-
aaaaia, ibbbii ailinte Hall, carga a mesma que
MM me pone* d-> nl.
fOITAES,
Franck^) de Assis Oliveira Ma-
anaerial ordem da Rosa, e juii de
ae craaaos da eidade do Reci-
e sea termo, por S. it. o Im
Dens guarde. etc.
a aaem o crabecioiento do presente
w e-le jaizo e a reqnerimento de
i dos Saaaos se prccedeu a justiSca
laae contra sen filho Manoel Luiz
e aanais da prova tesiemunhal, e pa-
- earaaor geral, snbiram os autos a mi-
H35 Taaes pr*feri a sentenca do
i de ih. 5, a !ls. II, e in-
^datjb. 13 a As. 16, qne provam estar o
1 Lnizdos Santos praticando actos
o hei por in;apaz de
e bens, que ficarao sob a
4s sea pai Ftan^sco Lull dos San-
*. a aaaaa aMaaew earaaor.
aatrnaaaasseeaaalpara ser affixado no lu-
#ar easaaaae e pntlicado pela imprensa, e ens-
aa. BBeOe, t\ de setembro de 1874.Francisco
a* tae Oaittar* MadeL
eai Caca negocio algnm com o
' Luiz dos Santos, senao
Mr, com preria autori-
passar o presente qne
i a" lafar do costume e publicado pela
epassaioaenaridade do Recife de Per-
aas K de seleaabro de 1874.
da .VasdaKnto Pontes, escrivao, o
Frmm-it^) de Attis Oticeira Maciel.
Hi a- seteanro de 1871.-0 escrivlo.
* XascaaaeBto Pobks.
fli JM rs.V. S. S-ei-causa.-Oliveira
rat. da
daata cidade, pelo pre
aodas as araiaadaaes e proprietarios
e catacnaabas no cemiterio pa-
ejaaaao asm kaopa lot e repa-
ac tax aecessario a coaservacio, o
e drcrmraa do meamo cemeterio.
tsura municipal do Recife, 32
de 1874.
M J do Rego e Albuquerqne,
Presideote.
F. Amgusto da Costa,
Secretario.
s. a.
Goo^alves Lima, juiz dos
desta proviocia, por
a qae Deas gaarde,
Pela iaspectoria da alfandega se fa* publico que
as II boras da manhi di dia 3 le outnbro vindou-
ro, a port;, desta reparticio, se ha de arrematar,
livre de direitos e sujeitos ao imposto da capata-
zia, 400 kilos de estopa com avaria de cupim.
pane dos fardos de marcas SUB contra-marca P
n. 770, e diamante A B no eenlro n. 7, vindos de
Liverpool no vapor inglez Violet, entrado em 5 de
Janeiro proximo passado, consignados a Simpson
& C, no valor de 2804, afira de fazer-se indemni-
sicao nos termos do 1 do artigo 293 do regula-
ineato das alfandega?, combinado com o artigo ii
do decreto de 31 de dezembro de 1863.
Alfandega de Pernambuco, 2 V de setembro
de 1874.
0 inspector,
Fabio A. de Carvalho fteis.
0 Dr. Carlos de Cerqueira Pinto, official da impe-
rial ordem da Rcsa, cavalheiro da de Christo
e juiz de direilo especial do coaimercio, nesta
leal e valorosa cidade de S. Salvador Bahi dea
Todos os Santos e sen termo, por sua magesta-
de imperial e constitutional o Sr. D. Pedro II,
quern Deas guarde, etc.
Faco saber que no dia 8 do vindouro outubro,
as 11 horas da manha, a bordo do vapor nacional
Cruzeiro do Sul, fnndeado na ribeira de Itapagi-
pe, tem de ser vendido era If ilao, pelo agente de
leiloes Luiz Zuany, o mesmo vapor e suas perlen-
cas, avaliado em sessenta contos de reis pelos pe-
ritus qae procederara as vistorias, sendo o dito
elilao em 65' lotes, 09 quaes sao :
1.* lote 60 seu casco com todo* os sens mas-
tro?, gurupes, vergas, paos de carga e ensarcias,
cabos, machinas de vapor, i tanques de ferro para
agua, um ferro e uraa corrente de 60 bracas.
2." dito. 1 machina de vapor, cbamada gurrien,
de forca de quairo cavallos qae serve para des-
carga.
3.* dito. 1 bote n. 1.
4. dito. 1 dito n. 2.
5. dito. 1 dito n. 3.
S. dito. 1 dito n. I.
7.' dito. 1 dito n. o. Salvavida?.
8. dito. 1 ferro grande de li quinlaes.
9.' dito. t dito de 12 dito?.
10. dito. 2 ancarotes. /
11. dito. 1 amarra da 60 braca?. /
12 dito. 1 dita de 45 dilas.
13 dito. Pannes con3tantes de 1 latino, 1 traque-
te, 1 velacho e 2 velas de proa.
li dito. 6 to!Jos d3 lomna.
lo dito. Puliame do servico do nsvio, constante
de nadarfl^aiae- ^^s rle talha.
16 dito. 20 remos e sua palamenta do servico
dos botes.
17 dito. 80 toneladas de carvao de cardin.
18 dito. 3 bitaculas corn suas agulbas.
19 dito. 1 relogio da camara.
20 dito. 0 barometro.
21 dito. 3 lampeoes da camara. y
22 dito. 3 lanternas e pharoes.
23-dito. 3 phroes de roda e mastro.
21 dito. 15 ba'des.
25 dito. 1 bomba de incendio com suas perten-
^as.
26 dito. I aparador com espelho.
27 dito. 1 espelho n. 1. \.
28 dito. 1 dito n. 2.
29 dito. 1 diton. 3.
30 dito. 26 ditos pequenos dos camarotes.
31 dito. 1 mesa n. 1.
32 dito. 1 dita n. 2.
33 dito. 1 dita n. 3.
34 dito. 1 dita n. 4.
35 dito. 1 dita oval n. 5.
36 dito. 6 bancos da mesa da camara.
37 dito. 6 ditos de dita.
38 dito. 6 moxosde de assento de palha.
39 dito. 2 commodas.
40 dito. 1 armario de vidracas.
41 dito. 2 guarda-copos.
42 dito. 1 cadeira de braco.
43 dito. 10 bancos do convos.
44 dito. Louca de mesa constante de pratos
chicaras, pires, pratos travessos a cobertos.
45 dito. Vidro de msa constante de garrafas,
copos, calices e compoteiras.
46 dito. Apparelhos de camarotes,constando cada
um de bacia, jarro, ourinol, escova e saboneteira.
47 dito. Baldes de folha para despejo dos ca-
marotes.
18 dito. Trem de metal, constante de terrinas,
pratos cobertos, assucareiros, manteguiras, galhe
teiras e palmatorias.
49 dito. Talheres de mesa, consumes de facas
garfos, colheres de sopo e de cba.
50 dito. 80 colcboes de eama dos camarotes com
sens travesseiros.
51 dik>. 200 I en cue.-.
52 dito\ 80 cobertas de caraa.
53 dito. 30 toalhas de mesa.
54 dito. 150 guardanapos.
53 dito. 100 toalhas de mao.
56 dito. 362 fronbas.
. 57 dito. 1 panno de meza.
58 dito. Trem de cozinha, constante de caldeiras,
cassarolas, panel las, etc.
59 dito. 1 fogSo e 1 caldeira portate).
60 dito. 1 lote de resto de tintas, oleo e outros
objectos de sobresalente do navio.
61 dito. 1 virador de linbo de 4 pollegadas.
62 dito. 4 espias de couro.
63 dito. Uma porcao de cobre novo e velho.
64 dito. 1 guindaste volante.
65 dito. 2 sinos e 1 campa de metal.
Cujos objectos serio vendidus em lotes designa-
dos pela nnmeracio mencionada, a qnem mais
der, visto me ter assim reqnerido 0 commandante
do sobre dito vapor Guilberme Waddington, e que
0 abandonou por ionavegabilidade, e as companhias
de seguros delle nao quizerao tomar conta.
E para que cbegue ao conhecimento de todos os
pretendectes, mando que seja 0 presente publica-
do nos Ingares do estylo, pela imprensa, tanto
desta cidade como da corte do Rio de Janeiro e da
provineia de Pernambuco, 0 que curopra.
Babia, IS de setembro de 1874.
E eu. Olsrio Jose Rodrignes Pimenta, escrivao,
que 0 subscrevy.
Carlos de Cerqueira Pinio.
Ao publico.
A mesa regedora da irmandade das Al-
mas, erecta na matriz do Corpo Santo, faz
sciente aos devotos do Glorioso S. Miguel
que no dia 29 do corrente, dia do mesmo
excelso padroeiro, esU a dita igreja deco-
rada, a imagom exposta aos fidis e a noite
tera uma lad^inha com musica.
Recife, 26 de setembro de 1874.
0 escrivao da irmandade,
loaquim C Hollanda Albuquerque.
SANTA CASA DA MISER1CORD1A DO
RECIFE.
A Hlma. junta administrate* da Santa Caaa da
Misericordia do Recife, manda fazer publico que
B;sala de suas sessoes, 0 dia 24de setembro, pe-
las 3 horas da tarde, tem de ser arrematadaa a
faeaa mais vantagens offerecer, pelo tempo de um
a tres annos, as rendas dos predios em segnjda
leclarados.
ESTABELECIMENTO DE CARIDADE.
Rna do Padre Floriano
Casa terrea n. 63......207*000
Rna das Calcadas
Casa terrea n. 30 (fechada). 200/000
Idem a. 36........221/000
Vidal de Negreiros.
Casa terrea n. 114 .....362/000
Idem n. 94.........301/006
Rna larga do Rosario.
!. andar e lqia n 24 A.....310/000
t* andar n. 24 A.......408/000
i: andar n. 24 A. ... 231/000
Rna de Antonio Henriques.
CM terrea n. 26...... 99/000
Largo da Campina.
Idem n 11 (fecbada)...... 96/000
Rua do Coronet Suassuna
! andar do sobrado numero 94 386/000
PATRIMONIO DOSORPHAOS.
Rua da Moeda.
Casa terrea n. 21 fechada)..... 400/000
Becco das Boias.
Casa terrea n. 18.......421/000
Rna da Lapa.
Casa terrea n. II.......202/000
Rua do Amorira.
Sobrado de 2 andares n. 23 602^000
Casa terrea n. 34......2 2/000
Ruar do Bugos.
Casa terrea n. 21.......133/000
Rua do Vigario.
2* andar do sobrado n 27 243/000
1 andar do mesmo......240/000
Loja do mesmo.......300/000
Rua do Encantamento.
Sobrado de 2 andares n. 13 (fechada). 1:400/000
Rna da Senzalla velha
Idem n. 16.......209/000
Rua da Guia.
Casa terrea n. 25 209/OOt
Idem n. 29......* 201/000
Rua da Cruz.
Sobrado de 2 andares n. 12 (fecbada). 800/000
Idem n. 14....." 600/000
Rna de S. Jorge
^asa terrea n. 100 (fecbada) 241/000
Idem n. 103 ; 207/000
Rua do Ampare )01inda)
Casa tercean. 18 (fechada). 210/000
Os pretendentes deverao apresentar no acto da
arrematacao as suas flancas, ou comparecerera
acompanhados dos respectivos fiadores, devendo
pagar alem da renda, 0 premio da qnantia em
que for segnro 0 predio que contiver estabeleci-
memo commercial, assim como 0 servico da lira
peza e precos dos apparelhos.
Secretaria da Santa Casa daSMisericordia do R
sire, 17 de sstembro de 1874.
0 escrivao,
Pedro Rodriaues de Souza.
oontrrbaintes do Imposto sobre indnstrias a pre-
flasdei que e no corrente met e no de outubro
vindouro que devem vir pagar 0 prinwiro se-
mestrt pertencente ao axercicTo de 1874 a 1878,
mcomndo na mnlta de 6 |. todos asueltes con-
trrbuintes que flzerem depois do mesmo prazo.
Receaedona de Pernambuco, !. de setembro
de 1874.
Servindo de administrador,
Jose Felippe Nery da Silva.
Pelo thesouro provincial se fax publico para
qnem interessar pnssa, qne foram transferidas pa-
ra 0 dia 8 do mez proximo vindouro as arrernata-
c5es seguintes :
Obra da bomba do Fragoso, na estrada do norte,
oread* em 840/027 ; obra da ponte do Moes sobre
orioTapacura, orcada em 1:488/ ; 0 imposto de
capim consnmido na cidade do Recife, orcado em
1:939/460, e forteciraento da alimentacao dos
presos pobres da casa de detencao.
Secretaria do thesouro provincial de Pernambu-
co, 26 de setembro de 1874.0 secretario,
Miguel Alfonso Perreira.
COKREIO
RelacAo das cartas que deixaram de seguir
para Hespanha, Portugal e Buenos-Ayres
por falta de franquia
Antonia Joaquina Alves de Brito, Antonla Ma-
ria da Cunha, A. J. Gomes Netto, Antonio Francis
co Ferreira, Antonio Francisco de Oliveira, Anto-
nio Joaquim Dias Medronho, Antonio Jos6 da Cruz,
Antonio Monteiro dos Santos, Antonio Rodrignes
Martins, Antonio Ribeiro, Bernardo de Faria Sea-
res, Doraingos Jo6 da Costa Araujo, Ernesto Ma-
deira Pinto, Francisco Fernandes Crn*, Francisco
da Silva Lnna Junior, Prancisco Sales Mendonca
Silva Carvalho, Francisco Martins Rodrigues da
Conceicao, Henrique Pinto Alves, Joanna Dias de
Oliveira, Justina Rosa de Souza Peixoto, James W.
Hall, Giovanno Cestaro Cettadino Italiano, Joaquim
Antonio de Vasconcellos, Joaqnim lo6 Gomes da
Silva, Joao Jose Paixio de Vasconcellos, Joaqnim
MoDteiro da Cruz, Joaquim da Silva Maia, Juan
cirilo Olavarria, Joao de Mello, Jose de Figueiredo,
Jose Goncalves Martins, Jos6 Joaquim Correla, Jo Joaquim da Silva, Jose Pereira de Lima, Joe Mar-
ques de Freitas, Jose Rodrigues Ferroso, Jose da
Silva Matta, Luiza Diegues, Leacoch 4 C, Luiz
Thome Gonzaga Junior, Maria Amelia da Silva,
Maria Custodia Gomes, Maria Eugenia Feteiras,
Maria Ferreira, Maria Gntierres, Maria Ricarda,
Maria Rosa de Jesus, Maria Rosa da Natividade
Gomes Leite, Maria da Silva Ramalho, Manoel As
caray, Manoel Coelho, Manoel Fernanles Monteiro,
Manoel Ferreira de Moraes (2), Manoel Jo?e dos
Santos, R. Knowles 4 C, Raymundo Fernandes,
Serzedello 4 C, Theodorinha Feteiras, Thereza
Balga Martins, Thereza de Jesns Menbara, There-
za Martins Torres. Themoteo Copella (2), Thomaz
Jos6 de Oliveira, Traiano Luiz de Franca, Victori
no de Almeida Rebello.
Correio de Pernambuco, 26 de setembro
de 1874. 0 official,
A. II. de Araujo Pernambuco.
ADM1NISTRACAO DOS CORREIOS DE PER-
NAMBUCO, 27 DE SETEMBRO EE 1874
Malaa a expedlr-ae
Ptlo vapor nacional Marquez de Caxias, esta
administrate expede malas para Jaragua, Maceio,
Penedo, Sergipe e Babia, hoje 27.
Recebem-se jornaes, impressos de qualquer na-
tureza, e cartas a registrar, ate 10 horas da ma-
nha, cartas ordinarias ate 11 horas, e esta3 ate 11
l|2 com porte duplo.
Pelo vapor nacional Bahia, esta administracao
expede malas para Parabyba, Natal, Ceara, Ma-
ranhao e Para, hoje 27.
Recebem-se jornaes, impressos de qualquer na-
tureza, e cartas a registrar, ate 2 horas da tarde,
cartas ordinarias ate" 3 horas, e estas ate 3 Ii2,
pagando porte duplo.
0 administrador,
Affonso do Rego Barros.
THEATRO
Bio de Jameiro
Brigue nacional S. Paolo
Sahira com brevidade : para carga e escrtvos a
frete, trata-se n* rna do Vigario n. 7.
Ilho de 8. Miguel.
Com muita brevidade segue para S. Miguel 0
conbecido palhabote portuguez Novo S. Lonrenco
Para 0 resto da carga e passageiros tratate com
os eonsignatarios Thomaz de Aquino Aiceca 4
C snecessores a rna do Vigario n. 19.
COMPAWH1A BBASILEIKA
DE
^AVEGACAOA VAPOR
Commandante Quadros Junior
!mmi
E' esperado dos portos do norte
at6 0 dia 29 do corrente e se-
guira para os do snl depois
da demora do costume.
Para carga, encommendas, valores e passagens,
trata-se no escriptorio
7RUA DO VIGARIO-7
Pereira Vianna & C.
LEILOES.
Agente Pestana
Leilao
De diversa? caixas com uvas moscatel e ferral.
A's 11 horas em ponto
No ar-mazciii do Sr. Annex
0 proposto do agente Pestana fara leilao por
conU e risco de qnem pertencer, de dlversas
caixas com uvas Moscatel e Ferral em um ou
mais lotes, a vontade dos Sre. corapradores.
Agente Pestana
leilao
DA.
armai;3o, generos e mais utensilios da mui-
to afreguezada taverna, sita & rua do
Rangel n. 39
TERQA-FELRA, 29 DO CORRENTE
aw 11 horiiM em ponto.
0 preposto do agente Pestaua fara leilao, por
conta e risco de quem pertencer, da armacao, ge-
neros e mais nlensi ios da muito afreguezada ta-
verna sita a rua do Rangel n. 39, em um ou mais
lotes, a vontade dos Srs. compradores. 0 mesmo
preposto avisa aos Srs. compradores que 0 balan-
co aclia-se em seu poder para os Srs. concurrentes
examinarem.
duras dowadas, lavato-
rios, quartinheiras, casaes
de ratos, sabios indianos,
muitos [trastes avulsos e
immensos artigos do uso
domestico
Quinla-feira {de outubro
A's 11 horas da manha
NA
PEIRA SEMANAL
16Rna do Imperadar-lft
4RMAZEM
pelo agente Martinsv
Ultimo leilao
DAS
dividas da massa fallida de Joaquim Fer-
reira Lobo, na iroportancia de 8:1579936
servindo de base a raaior offerta de.....!
1009000.
Quinta-feira 31 do corrente
Ao meio dia
0 agente Pinto levara novamente e pela ultima
vez a leilao as dividas aeima ditas, sendo que dita,
venda sera effectuada naquella oceasiao com quem
melbores vantageus offerecer, isto em virtude do
despacho de (lira. Sr. Dr. joiz de direito espeeial
do commercio.
LEILAO
Leilao transferido
0 que se bavia annunciado par* o dia 13 do
correne, para commodidade dos Srs. mutuarioa,
fica transferido para o dia 2 de outubro, na casa
de penhores, a travessa da rua Daque de Caxias
n. 2, as II horas da manha.
Companbia Fidelidadc
aeguroB maritimos e terrestres
A agencia desta companhia toma seguros ma-
ritlm s e terrestres, a premios razoaveis, dando
aos ullimos o solo livre, e o setimo anno gratuito
ao segurado.
Rua do Visconde de Itaparica, antiga do Appolo
n. 51.
Feliciano Jose Gomes,
_________^____________Agente.___________
Arrematacao.
Pelo juizo da seganda vara, escrivao Alhayde,
vai a praca no dia 26 do corrente mez, diver-
sas taboas e pipas vasias, botijas com ccrveja e
um caixao e balcao ; objectos estes pertencen-
tes a venda que, foia rua do Visconde de luhau-
ma n. 4 : cujos bens foram penhorados a An-
drade & C, por execuc.So de Antonio Ferreira
Pinto, e avaliados por 615000.
No di* 29 do corrente mez de setembro linda
a audiencia do Illm. Sr. Dr. juiz de direito da !
vara civel desta cidade, se ba de arrematar em
praca publica um sitio no lugar de Sant'Anna, da
freguezia do Poco da Panella, pertencente a viuva
e a herdeira do fallecido major Joaquim de Albu-
querque Mello, para pagamento da importancia da
execugio que contra ellas move Joao Cbristiani ;
cujo escripto se acha na mao do porteiro do juizo,
e nelle constam as dimensdes e bemfeitorias do
dito sitio, e que o valcr delle 6 de 4:0003-
Sabbado 169 do corrente.
a'm 5 l| da tarde.
Grande folia I
Espectaculo p8ra rir I
Espectaculo para cborar I
Uniao de artistas I
Offerta aos caixeiros I
Pagode e mais pagoJe!
0 theatro livre do circo, canta victoria ef offe-
rece no dorningo um espectacuio a rapazeada.
IViSOS- MABITIMOS,
PARA 0 PORTO,
0 brigue portuguez Triumpho, pretende seguir
com muita brevidade : para carga e passageiros
trata-se com os eonsignatarios Thomaz de Aquino
Fonceca A C, successores, rua do Vigario n. 19
LEILAO
DE
moveis, louca e crystaes
A SABER:
Um piano forte, 1 mobilia de jacaranda, 1 sofa,
1 jardineira, 2 consolos, 2 cadeiras de bracos e
12 de guarnicio, 1 secretaria, 2 cadeiras de balan-
co, 3 espelhos, 8 quadros, 1 candelabro, 2 serpen-
tinas, 4 figuras, 4 jarros, tapetes e escarradeiras.
Uma cama de jacaranda, franceza, 1 commoda
de jacaranda, I lavatorio, 1 toilette, 1 mesa do ja-
caranda, 2 guarda-vestidos de mogno, 1 guarda-
roopa, I raarquezJo, 1 maquina de costura, 1 bi-
nocio, 163 vistas e 4 venezianas.
Uraa mesa elastica, 1 guarda-lou3, 2 apara-
dores, 1 sofa, 2 consolos, 12 cadeiras, 1 quarti-
nbeira, 1 lavatorio, 1 relogio de parede, porcelana
para cha e jantar, garrafas, copos, calices, compo-
teiras, candieiros a gaz, 2 jarras e 1 tacho.
Uma taboa de engommar, 3 mesa9, 2 cadeiras, 2
grades, 1 maquina para cafe e flandres.
TERQAFEIRA 29 DO CORRENTE
No sobrado da rua da Imperatriz n. 10.
Joaquim Baptista Nogueira, tendo do effectuar
sua viagem a Europa, rara leilao, por intervencao
do agente Pinto, dos moveis e mais objectos de sua
casa de residencia, a rua da Imperatriz n. 10;
sendo que ditos moveis se acham em bom estado,
por ter sido montada dita casa ha poaco tempo,
e ser sua familia cemposia de poucas pessoas.
0 leilao principiara as 10 1|2 hnras.
DE
fazendas e ckapeos
(Em continuacSo e por liquidacao)
A aaber:
de merino, de olina
de la, de metim, de
de ganga e
Chapeos a Cavonr, de pal Da,
de seda, de castor e la.
Chales de merino, de seda,
ganga e casemira.
Lencos de cassa, deseda, de chita,
cambrala. '
Merino preto e de cores.
Casemira preta e de cores.
Gravatas de diversas qualidades.
Chapeos de sol de alpaca
09 pecas de raussulma branca.
100 ditas de cambraia bispo.
20 ditas de granadine de cores.
10 ditas de atoalhado era.
4 ditas de atoalhado de linbo (bramante).
30 dilas 24 ditas de dito de II.
13 ditas do dito do setim.
20 ditas de filo preto francez.
120 ditas de panno para colchao.
100 ditas de mussulinas abertas.
10 duzias de veos para casamtntos.
2 ditas de capas de casemira.
1 dita de tunicas de chuly.
11 ditas de cintos de seda.
30 pegas de chitas de ganga.
60 ditas de cassas para cortinados.
IS ditas de algodao enfestado.
10 ditas de damasco de linbo.
10 duzias de camisas de linho.
100 pecas de sargelim preto e dc cores.
10 ditas de damasco lustroso.
Tapetes de diversos tamanhos.
E muitas outras fczendas.
Quarta-feira 7 de outubro
Rua do Bom Jesus n. 63.
Os adrainistradores da massa fallida de Pereira
de Mello & C. usando da autorisacao que tem do
Illm. Sr. Dr. juiz de lirei*o especial do commer-
cio, continuario a dispor era leilao no dia acima
dito, por intervened do agente Pinto, das fazendas
supramencionadas, que lazem pane da mesma,
e que tornam-se rccommendadas por serem mui-
tas dellas uliimamente despacbadas, e proprias pa-
ra a presente estacao.
0 leilao principiara a3 10 1|2 horas em porto,
no armazem da rua do Bom Jesus n. 63.
Os pretendentes p-derao examinar ditas fazen-
das na vesper* e di* do leilao.
LEILAO
FUNDICAO
DE *
C Starr & C.
SSo convidados os Srs. devedores a vir
satisfazer seus debitos, provenientes de let-
tras e contas vencidas ; sendo que nfio o fa-
zendo ate o dia 30 de outubro proximo vin-
douro, serSo vendidas em leilao. PoderSo
comparecer ou mandar ao escriptorio da
fundicSo ou do testamenteiro H. J. Cannan,
rua do Commercio n. 40.
Libras esterlinas.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & C. *
Rua do Commercio n. 42.
COMPANHIA PERNAMBUCANA '
DE
-'VavegaciSo costeira a vapor.
Macei6, escalas, Penedo e Aracaju'.
0 vapor Jaguaribe, com-
mandante Julio, segui-
ra para os portos acima
no dia 30 do corrente, as
j boras da tarde.
Recebe carga at6 o dia
29, encommendas, passa-
e diaheiro a frete ate as 2 horai do
sahida : escriptorio no Forte do Mat'os
DE
uma grande casa terrea, segunJa ao lado
esquerdo do aljube em Olinda, em chao
proprio, com a salas, 6 quartos, cozinha,
um grande quintal, cacimba e agua en-
canada
Terca-feira 29 do eorrente
A's 11,horas da manha
No escriptorio, d rua do Bom Jesus n. 53,
primeiro andar.
0 agente Pinho Borges, bastante autorisado, ven-
dera em leilao a refenda casa. Os pretendentes
podem desde ja examinar, e algum esclarecimento
no escriptorio do mesmo agente.
SifiSOSDVEBSOS
ENSINO
DE
PARTIDAS DOBRADAS
E
VniTHMETICA
dirigido por
MANOEL FO.NCECA DE MEDEIROS
tres vezes por seraana
a tarde ou a noite
Rua do Marquez do Herval (ontr'ora
Coneordia) n. 138 a 140.
geiros
aia da
a. 12.
Armazens da companhia per
nambucana.
Seguros contra o foco
A companhia pernambucana, disponao de ex-
ellentes e vastos armaens em seu predio ao for-
te do Mattos, offerece-os ao commercio em geral
para deposito de generos, garantindo a maior con-
servacao das mercadorias depositadas, servigo
prompto, precos modicos, etc.
ambem recolhera, mediante previo accordo, ex-
clusivamente os generos de uma so pessoa.
Estes armazens, aldm de areiados e commodos,
sao inteiramente novos e asphaltados, isentos dc
eupim, ratos, etc., etc. "
As pessoas gue quizerem utilisar-se destes ar-
mazens, pederao dirigir-se ao escriptorio da com-
panhia pernambucana, qne acharao com qnem
tratar.
Pacific Steam Navigation Company
ROYAL MAIL STEAMERS.
DECLARACOES.
No dia 28 do corrente tem de aer arremata-
dos pelo juizo de paz de S. Jos6, diversos moveis
pertencentes a Januario Jos6 Ferreira, a reqneri-
mento de Joio Gomes da Costa, as 4 horas da
tarde. -
r aos qi o presente edital vi-
eawkprinaento da ordem do
de deaembro de 1865, e
aaaeana baixa-
stresBaezes a eontar
Mto. ser* vendido e,
aaa ha*a pobfica ealebrada Ml^Pwecerem no dia 1 de outubro proximo vin-
de |tnb.\ a tntem maior r,r"rt 7^ro> P*1" 6 boras da tarde, na rua de Pedro
P*> nor preco|Affl0M0 n. j9 (escol* otrmai), afim de constitnida
Sociedade Propagadora da
Instruccao Publica
Nao se tendo real sado a renniao da assemblea
geral no dia 30 de agosto findo por falta de nume-
ro, sao novamente convidados todos os socios a
Perante a camara municipal desta cidade
estarao em praca nos dias 23, 24, 28, 26, 28, 29 e
30 do corrente para serem arrematados por quem
maior preco offerecer, o seguinte:
Os afagueis das casas da praca da Independen-
ce, ruas de Joao do Rego, Riacnoellu e Imperial;
os pretendentes a taes arrematacoes babilitem.se
na forma da lei.
Paco da camara municipal do Recife, 22
de setembro de 1874.
M. 1. do Rego Albuquerque,
Presideote.
Francisco Augusto da Costa,
Secretario.__________*
Pela recebedoria de rendas se declara *o
(DE 4081 TONEADAS)
Commandante Shannon.
Espera-se dos por-
tos do sul ate o dia 27
do corrente, e depois
demora do costu-
me seguira para Lis-
bon, Bordeos, e Liver-
pool, paraonde recebera passageiros, encommen-
das, e dinheiro a frete.
. B.Nao sahira antes das tres horas da tar-
de do dia da sua chegada.
AGENTES
Wilson Row* A C.
14PRACA DO COMMERCIO14
LEILAO
DE
moveis, lour.as, vidros e mais artigos
QUARTA-FEIRA 30 DO CORRENTE
as 11 h 'ras da manha
A SABER:
Uma mobilia de faia, composta de 12 cadeiras
de guarnijao, 2 ditas de bracos, 1 sofa, 2 consolos,
tampos de pedra, 1 mesa redonda de amarelro, 6
eadeiras de guarnicao, 2 ditas de bracos, 2 con-
solos, 2 mesas de pinho, 1 lavatorio e pertencas,
2 espelhos com raolduras douradas, 2 arandelas
a gaz, 1 cama franceza, louca de porcelana, trem
de cozinha, 2 jarros, 4 lanternas, 1 candieiro a
gaz e outros muitos artigos que se acbarao paten-
tes no acto do leilao.
0 agente Pinho Borges, autorisado pelo Sr. Joa-
quim Moreira Dias, levara a leilao os refendos mo-
veis, no sobrado n. 36, a rna do Rangel.
lWT*smwri T-a^fSS^A-V
Aluga se o armazem de recolher, do sobra-
do da rua dos Burgos n. 11, por detraz da rua do
Vigario : a tratar com Jose Feliciano Nazareth,
rua da Praia n. 20. ________
Aluga se uraa preta crioula, que sabe coii-
nhar o diario de uma casa e engommar : qnem
pretender, dirija-se a rua de Pedro Alfonso n. 34,
ontr'ora rua da Praia.
Aluga-se o armazem da rua da Madre rie
Deos n. 30, com sahida para a rua da Cacimba,
que servio e serve para recolher generos de esti-
va : a tratar na rua Duque de Caxias n. 75.
Feira Semanal
Almeida Garret
Commandante Tomaalni
E* esperado de Por-
tugal ate 30 do cor-
rente, tambem, depois
de pouca demora den-
tro deste porto, se-
guira para a Bahia
' e Rio de Janeiro.
Passagens e fretes de cargas, encommendas e
valores, tratam-se com os
AGENTES
B. B. Rabello t C.
17-*-Rna do Commercio 17
Entrada pelo largo do Pelourinbo.
Una de S. Miguel
Segue com brevidade para S. Miguel e palha-
bote portuguez Pftvo S. Lourenco, para onde race-
M carp a passageiros : trata-se com os eonsig-
natarios Thomaz de Aquino Fonceca & C. Soccei-
ww,roado Vigarfo n. 19, 1' andar.
mobilias completas, pianos
de armario, guarda loutja,
aparadores, mesas para
jantar, camas francezas,
objectos de ouro, prata e
brilhante, jarros para flo-
res, quadros com finasgra-
vuras, livros de direito,
bercos para criangas, relo-
gios de algibeira de ouro e
prata, camas de ferro, me-
sas redondas, com pedra,
carteiras para escriptorio,
CASA DA FOMA.
AOS 4:000^000.
BILHETffiS GARANTIDOS.
A' rua Frfineiro de Marco (outr'ora rua ao
Crespbln. S3 e casas do costume.
0 abaiy.o assTgnado, tendo vendido nos seus ,'e-
lizes bilbi'.tes um meio n. 2o84 com 4:000*000, am
meio n. 56 comJOOjOOO, um inteiro n. 1747 com
100/000, um inleiro n. 410 com 100*000 e
outras sortes de 40/ e 20/ d* loteria que e
acabou de extrahir (117*), convida aos possuido-
res a vircm receber na conformidade do costume,
sem desconto algum.
Acbam-se a venda os felizes bilhetes garantidosr
da 4* pane das loterias a beneflcio da igre.a
de Nossa Senhora do Livramento de Pao d'Alt-o
(118'), qne se extrahira na quarta-feira, 30 corrente mez.
PREgOS,
Bilhete inteiro 4/000
Meio bilhete 2/000
Of PORCAO DE 1009000 PARA CHU.
Bilhete inteiro 3/500
Meio bilhete 1/750
Manoel Martins Fiuza.
Pelo presente sao chamados os credores na
massa fallida de Paulo Fernandes de Mello Gm-
maraes, para no praso de cinco dias apresenu-
rem sens titnlos para serem iverificados e
pelo administrador : na rua do Barao da Victoria
n. 52.
Recife, 25 de setembro de 1874.
Exmos.
noivos.
Chamamos a vossa attencao para o novo esu-
belecimento que acaba de abrir-se a rua do Com-
mercio n. 22, denominado ASSEMBLEA DO
COMMERGl onde se preparam ricas bandejas
com grande variedade de boliohos caprichosa-
raente enfeitados, tambem se apromptam bou-
quets.
Assemblea do Commercio
Meira & Lima
. M Rua do Commercio 22
frecisa-se
i
-.
V
espelhosgrandes com mol-|^STciWiytSS" "": a traUr
I


Diario do Pernambuoo Domingo 27 de Setembro de 1874.
28
Aprepinqnem-se
trail lpfradorn
K" eaa, aaraai m as aortas
to araMean artaizrrn,
Baawaj todo* af Beaarai : reanraaa brm :
aai, OdMfitrU eoilercao ie vinlio* tiaos
Wa* ; aam, aeaa nti e palpiunie porcao de
qoalidader ; a.iila, nm grnpn
l*i maU eh iroius gnaoe variedade de massis fl
pa ; neste lofar, o emollients
cafe ; aaqueUe, a para massa
araruu e a boa gomma
praxleira, as mais finas e sabo-
oaqaelli, as mais corrus-
* heores ; naqaeUa outra, oma
1 fciKr e cerveja de snperiores
item, iguarias embriagmtes;
-' Koibo inglei, a nova mostar-
" i era po ; neste mostra-
de noridades e es-
delicioaos presnntos
canto, os apreciados pre-
aaqoelle, paios, chouricas,
' naquelle ontro, qaeijos
eriaos ; neste promonto-
i ekaratos da Bahia; nestas
i ee cha de sabor e gos-
aaeaeUas, o ssejado matte em
ae>t* raserrado, o deiicioto ca-
_ *. sakMiaeial chocolate francez, hes-
e aacijaal; naqnelles nichos,
de I?games em eonservas, alem
i de paxes das mais apreciados
la anttro, nma importante galeria
aas das mats afamados fabrican-
d*. s> eaats iaspiraate fileira de pipas
de toeos os sitios eonhecidos de Por-
a aaii imi manteiga ingleza e
Maeiaao, a fina ban ha e nm
de aaaeros raros e meliodrosos ;
areseo a tartar e agna quasi qae ge-
i as TbJtantes teem direito sem nada
Q
mm undacm de joias m n-
MM PROXIMO EUTDRO
t
pots, deteemporio
da descripcao,
i aa mterdictos
paaea exeommnnbao I
o dira convencido
-aasos de direr :
aeasado Campos
. ar a pax, o prazer I
Ale- do qae, auis sera
Qaaado ea tos der a certeza
Deaaeos geaeros aa mesa
AeasfcjtBafi aassara,
A Tida, a feMcadade ""'
E easearaaeo a caridade
Fata rasgar o caanz
Oa aegra snpersticao I
E eatao a loz do dia
A saata gastraaotaia
Pbatara ao eoracao
O faeao do :aaaito,
Fazeado a alma latente
Dizer com vca impooente :
Do Campos seja bemditn
O an paeaixarmazem,
Oaaera deremos ir
Caaaarar, pagar esahir
Se qnizermo* passar bem.

LIVROS A VENDA.
Jo primeiro andar desta typographia em
sie do administrador, vende-se os seguin-
ae livnnbos:
avatarta Espe>r(o dialogo ins-
kaUitu, critko, analytico, historico e mo-
ral, entre am matuto e urn liberal por 500
_cada exemplar.
Fmamilimrromance, e
de leitura, 3 volumes por 1*000.
manuel diplomatique1
por 19000.
le MaaaVlycompletas 12
por 89000.
aalgmaatobra complcla4 volumes
por 29000.
FritatEspirit do Droit1^ volume
por 19000.
WattedDroit des Gens2 volumes por
aVMfc.
a?, alorgea Economia Politica1 vo-
uaoe IJoOO.
FacMamgThe history Tom Jones2
aaaames :i-SOO0.
Jat*a>mel>es conflits2 volumes 30.
Halaire EeeleSsiastique6 ve-
aaaaai 65000.
iMelanges6 volumes 3$.
iPieces diverses% volu-
Toi
Ml
CONSULTORIO |
MEWCO-CIRURGICO
A DO A
X 1>. Pedro d'Athayde L. Moscoso _*
PARTEIRO E OPERADOR
ea ViM-a4- de Albuquer-A
s
*
1
ESPEQ ALIDADE
eras e
Consoltas das 7 as 10 boras da na-
nha. todos os dias. ^
Bk Dit 6 as 8 da noite, nas fegnndas, qnar- Wt
^ tas e sextas-feiras.
9 Os doente-qne mandarem os sens cha- flf
aas madus por escripto at 10 boras da ma- ML
E afta aaran visitados em snas casas.
k aa^B^BiiHi JHtitt^BQ^^K^K -lax aai aa
Ir^r^^T^ ^^K^K^K^>jax jaxwfp
alagnf nm rapaz excellente copeiro por
asar a neo acostnmado, para hotel on casa de
aaaasm soneiro. estraageiro : a tratar no Corredor
aa Baaas a. 73. Na mesraa casa engomma-se com
p^r:6icic roasa de hoasom e de seobora.
laivein,.
^esga-ac de nm metaao portngnez com algama
maaata a> uwa, dando conbecimento de sna
madkaaas : a araur ap pateo da Penba n. 8.
Aluga-se
ayiar aatio da rua do Fcgo n. 27, e tambem
aeaaajaaai sapande do ontro : traU-se a rua do
aawaaa. M, amaaem.__________
Ik wvi rival!
T-ata amn cidade tio poaaiota como a nos3a, c
a existeacia de nm nnico
i daqaeUe qne se deoo-
acaba de abrir-se a
aw bairro do Recife a ma
S2, aaucasa contasoda ode-
da AuemMe* it Conncrcio
soatrara sempre
sssaria para:

Gaaa<
Dm baptisade e
Urn lanche.
de aetadas fiaas.
fc doons para embarqnes.
e fractas 4e debeado tabor
areparadas.
a qaaiqoer aora.
anew, presten e preoM eqni-
AtaCM.
m.tt.'
vicio al-
ronpa', de
acoadicao de ri
ateas3 daur-
aa 1* aadv do so-
Rua do Labugd Nl 5.
Os proprietaries ilestn aiiiign loj.i llajoiaa, rosilvcndo-sc ilt-finiii-
^amejjte hqoiilar n si u DtUlJoiecimenlo ; \ciidem para nrabar Ifidad
as suas joins ifouro, prlta o brilh.tnt.-s. com euonnu abatimento nos
pre^us, assiui comu as cucommendas ja feitas. que forem chegando da
Europa, pelos precos da factura.
(imndc Liquid; caa
Do Museo de Joias
Rua do Cabugd n. 4
Neste importante estabelecimen'.o, vende-se para acabar ate feve-
reiro proximo futuro todas as joias de ouro, prata e brilhatea alii
existentes, por precos abi hoje desconhecidos, bem assim as remessas
que forem chegando da Europa, pelo preco das facturas.
GRANDE LIQUIDACAO
TOLENTINO DE GARVALHO
Rua do Cabuga n. 1 c
Tendo resolvido liquidar o seu estabecimento de joias, declara
qua desta data em diatite os seus precos serSo extraordinariamente
redozido, como nao poderd haver competencia.
Grande Lkjuidaclio
0 COLLAR D'OURO
Rua do Cabuga n. S A.
Os donos desta grande loja de joias,"resolvendo-se a liqnidar o seu
estabelecimento ate principio do anno proximo futuro, vendem com
grande abatimento de precos todas as suas joias de ouro, prata e bri-
lhante como tambem as que for recebendo da Europa, pelo preco
da fabrica.
Grande Liquidacao
Manoel Antonio Gonplves
Rua do Cabugd n. 3.
Tendo rezolvido liquidar no menor tempo possivel o seu estabe-
lecimento, vende para acabar todas as suas joias de ouro, prata e bri-
Ihantes, com enorrxe abatimento de precos. E as remessas que fo-
rem chegando da Europa, pelo pre$o das facturas.
01333
A4mIal.tr.cio: PAH1Z, M, boulervd Monlm.rlre.
aMNBI-tRlllE. AffrctSn lymphatlcat, ilo.nu,
vl oosIrnrcOc, vUcti.-s. concrfc*-! nlratau d. bile.
HOflTU. AlTecrflfj ,i, V|, dlgtsllrM, Incnm-
ennfi^i'"!- 7 Afrc"'acs ''>> ''" '! belOT, (Tl tu,
concreco,. dm ourin.,, ^t. dlt>cta. albniBliiurU.
aarrnm.Affcatdo. rin., d> otig,rei,
EX.G1-8E
0 'OB m FUENTE k. CAP80LA
A$ Pontei d Vichy, tclmt nomedj, achio-ie:
RETALHA-SE
Na botica franceza n. 22
Ran lo Bom Jewus
ODILON
PremjHdos

fARTE k
IRESBOS
(xpofiicAo lie
1872
KIJA
Da
rjJPERATRIZ
aV 8a
[1/ ARDAR.5
Escravo fugido.
Fneio do eogekho Ajndante, na fregnezia da
Lscada, no mez dn junrto do corrente anno, o
58cravo' Martinho, decor preta, com 2J annos
de idade, panco mais ou menos, altura e corpo
regniares, olbos grandes e brannos. com principio
de barba, denies perfeitos, cabellos carapinhadoa,
pes grosos e compridos ; anda nm ponco decli-
n"? P frente, com a vista flrmada para o
chao; e muito cantador e official de carreiro.
Desconna-se qne o dito escravo esla occulto em
terras do engenho Para, na fregnezia de Ipojuca,
pelo que, incorrera nas penas da lei, quern o tiver
occulto. Roga-se as autoridades policiacs e aos
capiiaes de eampo a captura do dito escravo, e
ser entregue a sen tenbor, Emilio Perelra de
Araujo, no referido engenho, de quem terao a
a paga de 80*000.
Apipucos
1&09 de djratifleaoao
Esta em Apipncos o men escravo Ignacio, o
qual tem os signaes seuintes : cabra acaboclado,
26 annos de idade, altnra e corpo rcgulares, ca-
bellos pretos e crespos, bigodinho flno e muito
ponca barba na ponta do qaeixo, tem nm caroci-
nho de nm lado da canella por fora, nio tem
nnbas nos pes a excepcao de nm dedo, tem no
corpo marcas de chicote e na pa direita nm pe-
queno calo, falla mansa e balxa, cara bexigosa e
olhos brancos. Da-se i.'JO* a quem o trouxer ao
engenho Arendepe, freguezia de Ipojuca, ou nes-
U praca ao Sr. Francisco Izidoro Ribeiro de Car-
valbo.Manoel Felippe de Souza Leao Junior.
V
:&*& SBa>^\ \
FR!0Qfia'2>
nUA
DA
IMPERATR1Z
N. 82
I." ANDAR^
N.5 A.Rua do Barao da Victoria.N. 45 A.
LOJA DE JOIAS
DE
JOSE JO4(11111 DIAS DO REGO.
Is situ Jm nflo 6 liqiiidncito e queinia !
Precisa-se
alngar nm moleqne de 10 annos para o servico do-
mestico de casa de ponca fam de Caxias n. 97._____________
Doces, fructas e flores
Este estabelecimento, conhecido ha mais de 20
annos nesta provincia, a rua da Cruz n. 11, o seu
proprietary tem sempre em sua maior attencao
em servir bem a todas as peisoas qne fizerem as
suas encommendas dos segaintes generos : doces
de calda de todas as qualidades, geltias de dilTe-
rentes fractas, e mao de vacca, xaropes de todas
0 proprietary deste novo estabelecimento" aturdido com o inesperado eslridar dos gritos qne j ifcl*, bandeiJas cm fiQs belinhos, pao-de 16,
o tnA no .nninc jQO, .-j ..a.a. ______:. .j. i:_...j.-= v*z. .:.!?".._ *".,?" pudim, bolo, e outros de mnitas especies; tambem
vende sementes de hortalices, muito novas, laran-
geiras, liraas, Bgueiras, limao-doce, laranja cravo
e outras plantas para jardim, tude isto muito cres-
_.-kido, e cada uma plantaem sua vasilha ; apromp-
t^m-se bouquets para noivos, bailes e para jarros,
capellas de rosas e outras flores finas, e de frue
tas, de preferencia a de contas, etc.
Aluga se a casa da ilha de Bemflca n..lO A,
com sete quartos, quintal fechado, com ca'cimba
e banbo na frente, por ficar a margera esqnerda
da ponte da Passagem da Magdalena, logar mui
saudavel e pittoresco : a tratar na rua estreita do
Rosario n. 17, l. andar.________
Alaga se nm excellenie sitio no Monteiro>
junto a estacao' da linba ferrea, com miutos com-
modos ; tem jardim, coxeira e gaz : a tratar na
roa do Imperador p. 83, 2. andar.
Alugam se doiu grandes sobrados, cada um
de um andar e sotao, sitos a rna nova de Santa
Rita us. 05 e 57, com agua, gaz e cano do esgoto
com 13 quartos e 1 gabinete : quem pretender
dinja se ao Forte do Mattos 8or cima do trapiche
Dantas.
Acabam de reformat: o sen estabelecimento, collocando-o nas melhores (^on*
dicc,5es possiveis de bem servir ao publico desta illuslre capital, e a"s Exmas. Sras a'a-
quillo que fdr tendente i arte de cabelleireiro.
Fazem-se cabelleiras tanto para humens corno para senhoras, tupete, chignon,
coques modernissimos, trancas, cachepeign, tecidos, desenbos em cabellos, qunHros tu-
-nulares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalho imaginsvel em cabello.
0 estabelecimento acha-se provido do que ha geiros, recebe directamente por todos rinos de modas, e por isso pode vender 20 / menos que outro qualquer, garantirtdo
perfei^So no trabalho, agrado, sinceridade e preco rnzoavei.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fora ; vende-se cabellos era
porcio e a retalho e todos os utensilios pertencentes a arte de cabelleireiro.
HOTEL
RESTAURANT DE BORDEAUX.
Rua Primeiro de Marco n. 7 A., 1. andar.
Quartos mobiliados com gosto
Perito cozinheir > francez chegado ultimamente da Europa. P. Sauvignac.
Assignaluuis uiensaes
Gabinetes particulares
>alao verde
Salao encarnado.
Administrador, J. Ddsuc.
surgem de todos os angulos desta grande cidade, annunciando a liquidacao dos e3tabelecimentos de joias ;
e, receioso de ficar SOSINHO, apezar de bem avaliar as grandes vantagens que neste caso deveria au-
fenr; tomou a mabalavel resolucao de QUEIMAR todas as suas joias, com o unico fim de encorporar-
se a grande caravana, e, com ella, seguir em romaria para.......6 segredo I
A pyra esta ardente-as vjctimas aguardam brilhantes o momento do sacrificioso fa/
os saenficadores.
Isto posto, espera-se, com justa rszao, nma grande concurrencia dos amanles da econ
que nao devem perder o ensejo de se proverem de objectos taes ; e devem-n'o ainda assim fazer,
qne depojs de todas essas liquidates, eom o novo anno, acabam se as JOIAS desta cidade, e nao
tera o publiso aonde dellas se possa prover.
A ellas A ellas !
Grande vantagem
Utilidide barata
Por que e de graea
Mil e novecent* s object s
P'ra chegar p'ra todos.
Os proprietaries da confeitaria do Campos, para m^is agra lar aos c: is iminer s">s
amigos e freguezes, com especialidado as KxiiiS. frtin lias que, torn honrado com sa> pre-
sents o seu
Pavilbao (^ampos
sito no mais pittoresco e aprazivel arrahalde
Tamarineira
a
aonde no domingo, 27 do c >rrento te-n de effei
T
de seu
Tomaram a delib racao de distribuir g'ntis
uar-c um esplend.do leilao de preii l9.
;i cada pessoa que alii for em demniula
ESSENCIA eOKCENTRIOA
Um objecto para uso
Pavilbao (
proprio, o qual
ampos
pode durar
365 ou 366 dias. isto e u-n
anno
Solar ou bis&exto.
Alem do que todos enco tr-rSo no me m<> iMvilhao, medisnte medicos propose
rante todo o dia : lancbe e bebidas de I,5d7 qualid 3es;
E- tuti quiiiiti.
du-
Lava-se
ARISTIDE SA1SSET
- Tratamento puramente vegetal verdadeiro puriflcador do sangue. sem mercurio.
A Essencia de Caroba e um remedic hoje reconhecido como um poderoso depura-
tivo e especial para enra de todas as molestias quo teem a sua origera na impnreza do sangue,
como sejam : as molestias Syphilitic-vs, Boubaticas e Escrofclosas, Rheumatismo, Empingens, D\r-
tbos, Ulceras, ErvpcSes, etc. etc.
Os prodigiosos effeitos que tem produzMo a Esaencia de Caroba, por toda parte
onde ella tem sido apropriadamente experimentada, a tem feito adoptar como um dos medicamen-
tos mais segnros e mais energicos para a cura de todas as molestias de natareza syphilitica e
boubatica. '*
A cada fra?co acompanha uma inslrucrao para a maneira de usar.
Pomada anti-dartrosa
Contra as affeccoes cutaneas, darthros, comichSes, etc., etc.
Iflguento de Caroba
Para cura das boubas, ulceras, chagas antigas, etc.. etc.
UNICAMENTE PREPARADO POR
ROUODAYROL IRHAUS, SUCCESSORES
Botica Franceza
22 Rua do Bom Jesus 22
ANTIGA RUA DA CRUZ )
e engomma-se com aceio e perfeigao roopa de
; homem e de senhora : na rua de Paulino Camara,
loja por traz da fabrica de chapeos de sol da
rua do Barao da Victoria.__________
ESCRAVO FUGIDO.
Fugio do engenho Atalaya, na freguezia de Se-
rinhilem, no anno de i860, 0 escravo Francisco,
mulato, com 16 a 18 annos de idade, pouco mais
ou menos, altura e corpo regulares, olhos|rasos e
azues, cor bem clara, cabellos bons, dentes per-
feitos, nariz afilado e curto, feicao bonita, sem
barba, muito moderado, pes seccos e bem feitos.
0 dito escravo foi do Sr. commendador Antonio
dos Santos Pontual, senhor do engenho Cabeca de
Negro ; comprado ao corretor Oliveira, morador
no Recife.
A I
(Pa^ando o
PEDEM AOS senhoras de pngonho e <> !ros
chafariz)
agricult-tr-s, e
nompradoros dp raa-
Fugio do engenho Ajudante, ..na freguezia da
Escada, no anno de 1872, 0 eseravo Guilherme,
com os signaes scguintes: pardo, com 25 annos
de idade, pouco mais ou menos, altura e corpo
regulares, cabellos cacbeados, olhos grandes, rosto
comprido, com alguns signaes de barba, nariz
comprido e um tanto arquerda, dentes porfeitos ;
tem umas sardas pelo resto, e faz movimento no
corpo auando anda, e na occasiao de cnmpnmen-
tar a algnma pessoa, leva 0 chapeo por cima da
cabeca para a retaguarda, 6 muito alegre e diver-
tido. Desconfla-se que esteja na cidade da Para-
hyba, ou em Nazareth. Por tanto, roga-se as
autoridades policiaes e aos capitaes de campo a
apprehensio dos ditos escravos e serem entregnes
a seu senhor, Emilio Pereira de Araujo, no refe-
rido engenho de quem terao a paga de 300^000
por cada um. N. B. 0 escravo Guilherme tem
oma cicatriz sobre uma sobraacelha.
de todos os tamaohos, as melhores quo aqui existed.
PRESERVATIVO DA ERMPELA
DO
Bacharel Manuel de Siqueira Gavalcaoll
Retnedio efflcaz,nJo s6 para curar qnalqner ataque de erysipela. como
para impedir 0 seu reapparecimento. '
Approvado pelo Governo Imperial, acba-se a disposicSo do publico
com as respectivas mstruccoes, aitesu.dos de pessoas notaveis, e de Medicos
Ie grande repntacao.
Depositos unicos.
Rocha sSi." raa d B"M da ViC,"ria (a NVa) n' 40' casa d0 Sr-
Rio de Janeiro : Cdrte, rua do Ouvidor, n. 78.
Gratis aos Pobres.
Aluga-se ana loja com commodos para pe-
quena familia ou negocio : no largo da matrix de
Santo Antonio n. i.
AVISO.
Jose dos Santos Oliveira, arrematanta das divi-
das da massa fallida de Tbomaz Fernandes da Cu-
nha & C, avisa aos devedores da massa fallida que
mandem pagar seus debitos a rua Duqae de Ca-
xias n. 70.
Aluga-se 0 1 andar com sotSo do
sobrado sito a- rua estreita do Rosario, n.
29 : a tratar na loja do mesmo sobrado.
Escravos fugidos
Continuant a estar fugidos desde 0 anno de
1870, os escravos segnintes : Francisco, crioulo,
com 28 annos de idade, pouco mais ou menos,
altura e corpo regulares, olhos grandes e brancos,
dentes perfeitos, cabellos carapinhados, nma ci-
catriz por cima do olho esquerdo, barba a Cava-
nhac, mujto conversador e risonho. Antonio, ca-
bra, com Jo annos de idade, pouco mais ou me-
nos, alto, secco, olhos grandes e vermelhos, ca-
bellos um tanto soltos, pouca barba, dentes per-
feitos, pes compridos e seccos; ambos foram com-
prados ao barao de Nazareth. Deseonfia-se que
os ditos escravos estio oecnltos na comarca de
Pajeu de Fores, ou no Rio de S. Francisco. Ro-
ga-se, portanto, as antaridades policiaes e aos ca-
pities de campo a captura dos mesmos escravos,
e serem entregues a sen sen senhor, Emilio Perei-
ra .e n0!0' no engenho Ajudante, na fregue-
zia da Escada, de quem terao a paga de 300*000
por cada nm^_______________ gpaj
Dewppareceu da rna de Pedro Affonso n.
, no ma 11 do corrente, nma caxorrinha do
reini toda branca, que da pelo nome de Cpn
don, estava com uma coleira oe metal ne pesco-
co : quem a irooxer ou der noticia na diu casa,
sera recompensado.
cbinismo 0 favor de fnzpruma visitu a seu pstabelecimcnto, para vcem novo sortinn-a-
to completo que abi tem ; s^o '' tuilo superior em qu idade e forliilao ; o que coin < ins-
trucgSo pessoal pode-se verificar.
ESPECIAL ATTENCAO aO NUMEKO E LU.AR DE SU FLNDICAO
VaporeS e rOClas (1 a^ua d,)S mMS mnd*rnos systemas c em tamanJio.-. va-
venientes para as diversas circumstancias dos senbor>s pn>prietarios e para descan-Qar
algodao.
Moendas de canna
riOUaS ClCntaQrlS p;ira aoimaes. agua a vapor.
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre
Alambiques e fundos de alarnbique&.
MachinismOS para ,lld,iioca e alg'odao, e para aerrar madeira.l
UOffiOaS de pataote, g .rntidas........
lOdaS aS maCllinaS e pe^as do quo se costmna precisar.
FaZ qualquer COncertO de macbi.mmo, a preco mui resumido.
iJOrniaS Oe ierrO tern as melhorcse mais bi.ratas existentes no mercaio.
JinCOmmendaS. Incumbe-se de mandar vir qualquer macliinismo & rootMk dog
clientes, lerabrando-lbes a vantagem do fazcren as compras por intermedia de otssoa
entendida, e que em qualquer neces?idado pOde lhes prestar ausilio.
Arados americanos e iostramentos agri
ser movidus a n>so
por agua, vapor,
ou animaes.
las.
RUA DO BRUM N. 52
PASSAJ>ll>0 O CIIA FAR I /
y
OLEO
BE FIGADO DE BAGALHAU
I0D0-FERRE0
COM QUINA
E CASCA DE LARANJA AHARA
j. STDOOter DDCODX, ia, galeri* trOrleant [Pa(o Real), Parin.
EH* Matfcaaoto ficil da toav, um rMibo, e de cbeir* agr*dl. PU n amaMaj
paaa* toduat aaalidadaa que lb. perraeitem snbtnioir eom .noUgem toda a aerie de medic*ei\ei,
pilulat fkrruginosat, vmko de quma. oieo de fiyado de baalhuu, xarop* dt com* de
cwaa
mf egados para combaier a anemia, a chlorose, aa a/recfSes do petto, a bnmcMtt,
Oi mmrhot, a Urtca, a diatheie estrumosa, excivphulosa, etc, etc
*2JR?ttTt*!^0 em?reB0 f*ci'. d f ^o mallipliee e aegnra, da economia para m dMaUi,
01BMWM praaereTam a par rafereacu a qnalquer oalro aiedicamento rimilar.
Pajarila aa Pti lamiuco, A. RB60RO.
XAROPE e PASTA BKHTIIE, ciln.A
MedicaawBto lucripto no C*4lc* raii trmmcr*, per ana raconheeida efflcicia contra a fn>
pulmonar,_ bronchite. ttnem todas irnlajoea do peilo.
BTJK, 94, raa a*a> tvaien em ledu nkin
Ter caulela com at imilueoes fiauduioia*.
ida efflcacia contra gri/fe.
ari>f *aa rri..
d Eelriuaselr*.


....**'''
Diario deFeroaihouoo Poraiogo 27 Soares de Amaral & C.
p;at* que mudaram o seu
de febirer de estiva, do armazetn
ten ilhailrf.i pat a o arm^em d?. raa di
Ftcare, rnuiiJU bra^ieira a visa ao res-
i qu eoaiinua na ma arte de
. r uno, rectbe per todos os va-
4a Earopa isnirinos, os quaes aehamse
-f-irio ie ssus freguezes. podmdo ser pro
pin curar a eas prtli.-sao. a raa Di-
CRIADQ"
INbi de aa criado que seja fit I : no largo
-j*a-a ae ^aK Antonio a. i, I* andar.
Boa moradia.
^ i-* a *itw da estrada de Agua Fria n. 2,
boa casa nara nnraerosa fan.ilia e excellente
c rie'.yt facaaa, panada estarao doca-
4e fem: a tratar ea ma Primeiro de iiar-
precisar do i.m optirau copeiro, para
cssa de faaula< de h m m solteiro, dirija-se a
" ilaperatriz, sobrad> n. 63, primeiro an
O Sr. Lair Aprigi.i de OUveira Salerrao, quei
ra wnii a ma do Range! n. 67 a aegocio
fkeasa alojur vir-i |-r<-?a escrava, para
wad nae eon i.b idn a raa : a tratar na
! Saata Biu n. 2 J.
Cora iistafllaea
desc. bcrta!!!
Novidade iir.jiorlatitissima III
iW9 qauttaiaa.) an nm caiix do superior vinln
CKSfiBOSo que se venie in i andar do sobrado
a. 5% a raa da Cruz, U-at a propriedade de subs
Mar aoak grande vantaaeni e extraor-iaaria eco
aaaar. n : r'li" Uj apregoados e conheci
. ctiroba, eir. 0 medicamenlo que
Mf, na i eura todas a? molestias come
i ranacetas que se aauanciam, acorapa-
i de aUusiaUi-; b-daria. restabcleec imme-
f rcas e pwifiea o sangue, sem a
c^^v-afckceii 4a ser uuoko a ntfa
Frsacbcs Luiz dos Santos, lorador de seu
flha Massae! Luiz d. Santos, Bade a todos que
fsn n iii "ii lelle apresenterii sens titulos no
km de osio fiat, Il-cife, 18 Je setembro de
a! un; raezcs o 2* andar d-
. Tairi7, complelaiuen
LauaatVa, a e aoaca familia, preferiD"
i_B I .iiiz de Santo Anlorio o. G
la ram ami de lea*, e sccoxs ccnslanteinente pa-
t-.t.
A3 j---e a ca a lerrea na rua dos IVsca-
i 2 si : art -. c ziaha fora e quin-
. par i rcffl .-. : Ii : a traiar na !ra
v ; ; dS, lw; n ti.______________________
Van dc orphaos.
Ojaz i Blesdesla capital mu-
damtoa Raidei ia j ra a raa d> Vi-coiide de
AaVapjfcj-ia? a. II, satr'an da .--.Malriz da Boa-
.___________________________________________
Lo corpo do commercio.
<>; J id :ra so corpo do com-
ttftt ?\a nab se rasaoDsabilisa
r aaalji-er c a r i q i: Caca o Sr. L;ck, mes-
iciaa d.Sr. Silva Cardoso, sita
r.* \ i ; ; i onir'ora Xova.
- akra de i87i.
i -a ibbb f. raaades da Silv.i.
b dormida frcsca no
lai i -". | eqoeass, lesdo c,:da
.:.: i s e co?inha : a tra-
. : 7.
: : !: T71G
IEB
i O/peial do
.( VI;a-
iveos^n aroma
Rinda au-
' ipeou-
: aio ngrada-
toa a sua
dp form
' ni. Bste
: frrnr,5no-
.- .'o oleo
-sUo c nunca

- meilieas o pre-
- i"r>s forrngino-
-''.- ni que
"..- oilinonup,
... crufiilas,
ifisnii, (*>
voradai e
.
; C"7~VRIER
'.' -t-e.
io seoVnow
lleatn prapara-
I pranalfls de Bismuth
irrhaas, dysea-
lan, etc.
Sals&parrilha de Ayer
rAKA PCKIFICAR O SANGUE.
O rennme de quo goza cste ex-
rellflnte romedio 6 devido a milha-
res de enra que tem operado, mu-
kB dasqnnes sio verdadcinunenta
maravillios]'!. Innumeros sio os
casos em one o systhetna, parecen-
ds Fatnrado da podridao dc enfer-
'>$ e?crofiilo5a, tem sido
pmnipmmente restituido a wiiide.
As. affeccoep c desordens, agerava-
das pela contaminar-ao escrofulosa,
al5 produzirem dores mortificantes,
I c ^am gcralmentc cnradas por elle, em
imperio, qne o publico mal precis* de ser
\ irtudes e do modo dc usal-o.
os '- ':: : mais dcstruidores inimipos
'"a. wi. r.-n-o occulta c trai9ociramento
xa-o fraco c inermc contra molestias
mferrao de que corrompeu o corpo
: .to opportuno, Javra rapidamente sob algu-
i : i na cutis ja nos orgams
-ao deposits, muitas vezes, tuberculoa
no conicu", etc., quando nao se man-
iires, etc
goso e turn perfldo nnnca ?e dere dar
empre melhor do que combattel-o.
ceretn o= proprio? tynijtthomet actiros,
niLBA DE AYES poJera evitar
l~ni* ;cHn, IZhcumattsrno, Tmnorrs,
>sa n^; ouvidos, oliiu.i, &.c;
-*Vr on Ii.dtfrstoet j Hydnpcsla,
.,.. e .f.> l"gn,!, Eptltepitit, Xcv
"- *ce6e5 do - ;ro allivio usando de'ta SAJ.SAPAM-
'T, i-sliai F>neref > sao cnradas com o
'a nece^sario raaii dilitado c-ipaco d
ni Impertinent.: enfermiaades.
: J-lorcs TSranra*. as ulcoracoesutvri-
lihercs sa.) taml>em allivia-
curadia por stfu eOfello pnrBlcndor a
; *-" i "i Cntfa, quango caujados por aeca-
... augue, ced"n
.TjVi' rf<- F%oodo, CnngctlHo On
' i,Tn, In- rl -In, '".in''o =So orlundaS
UOo-ei.ibargiiti ii Alfxatidfc Ber-
r.rdlno d).- r.e's e Silva e D. ha
6el Joariuina d Figneiredo Rela e
Silva c .^eus filho, por occasiao do
trigesimo Oia do passamento de sen
mui presado cunhado, irmio e tio,
coronol Manoel Hygino de Figaei-
redo, rnandam re.-ar missas no convento de S.
Francisco desta capital no dia 28 do eorrente, as
Shoras damanha : e para assistiiem a este a;to
e caidade e religiao, coavi lani seas parentes e
amigos, confessandi se desde ja eternamente gra-
tos aquelles enc enmparecerem.____________
Angusto Adr ao Paulino da Mlva
convida aos seus parentes e amigos
para asshlirem ne convento da Glo-
ria da Boa-Vifta a missa que i6m
de mandar celebrar as 7horasda
manna do dia 28 do eorrente, trige-
sim j do passamecto de sua pre-ada
e empre chorada esposa : pelo qne desde ja se
ccnfn.'sa etemamnnte agradecido.
Jos* Cuiuellu 1'esnun de aiqueira
CavalcanCe.
Os lilhos e genros de Jose Camel-
lo Hessoa de Siqaeira Cavalcante,
msndam-lhe rezar uma missa no
dia 28 do eorrente, primeiro anni-
versario do seu passamento, as 7
horas da manna, no convento de S.
Franci-co: convidam aos seus paren-
tes e amigos para eomparecerem a ease acto de
caridade, e prutestam sua gratidao.
llariamia Gliccria da Purl-
Htrarilo Itaudoira.
Antonio Jovino de Torres Bandeira, Jose do
Carmo Ferreira.Balbina A. Josephina Ferreira e fi-
Ihos menores, manifestando o mais profando re-
conhecimento a todas as pessoas de sua amisade
e especiaimente as associacoes Monte-Pio Popa
lar. Coracao Livrc Popular, Beneficeaie dos Ar
listas Alfaiates e Club Popular, pela espooianeida
de com que se dignaram no dia 22 do eorrente
mez acompanhar ao cemiterio desta cidaite, os
restos mortaes de sua sempre lembrada espos,
raai, irml e cunhada Marianna Gliceria da Pa-
riflcacao Bandeira, rogam aos seus parentes e
as pessoas de sua amisade o caridoso obsequio
de assislirem a missa que pelo repoaso eterno da
mesma linada mandam rezar na igreja de Nossa
Senhora do Ter^o, as 6 horasda manhado dia se
gunda f-ira, 28 do ccrren e. setimo do sou pas
amenta,
Alugase nma casa terrea na rna dos Pesca
dores, com 2salas, 3 quartos, cozinhafora e quin
tal grand,-, com cacimba : a tratar na travessa de
S. Jose n 22.
Aloga-sc
uma ezeelleote casa lerrea em Olinda, pateo de
S. Pedro Novo, com gaz e agtia : a tratar com
Hare lino de Souza Travassor, no Forte do Mat-
ti>5.
CAS
r
Alu* se o .-egundo andar a rua Uuque de Ca-
sias u. oi: a tratar na loja.
Ant u k kunk Viliaroueo.
Pelo present? slo convidados os rdlbados e afi-
Ih .das d,i Antonio de Azevedo Villarouco, faile-
cido em Portugal no niez de outubro de 1873, a
apre-entarem dentro do prazo de 60 dla% a con-
tar de-ta dut i, a eerlidlo d.; seu nascimento, em
casa d > abaixo assigaado, te.>tamenteiro institaido
pelo d:to fallccido, r.lim de que sejam devidamente
attendidos na partilha a que tem de proceder-se
com a preefca Igoaldade, de accordo com a d'spo-
sicio lestamentaria. Recife, 10 de setembro de
1874. M m el Azevedo de Andrade.
Signaes do negro Feliciano
Crionlo, idade 10 aon poneo mais oa menos,
alto,corpo regobr, bem pieto, desdeutado, barba-
do, mal feifa dc pds, lendo um dos dedos grandes
i ii ambes bastante tortos. Acha-so fugidD ha 6
meres, desta sezumla fugida, c da primeira esteve
dous annos do engenho Tombadur, freguezia do
Booito, pertencente a Francisco de tal, genro do
capitao Cbristovao Jo;6 Machado, senhor do en-
genho S CbristOvSo, da dita Freguezia, e por estes
engenhos esta oeenlfo, como tem estado Veio pela
primeira vez preso pelo capiiSo de campo Jo5o
Ventun, que mora em Agua-Preta : rec?mmen-
da -e a sua eaptura as aatoridades puliciaes e ca-
pities de campo, e leva-le ao engenho Minas No-
vas, freguezia de (Samefleira. 0 dito negro intitu-
la-se forro cum o noine de Jos*5. Felician.-.
Queni precisar alugar uma prt-ta escrava,
perfeita eogommadeira, c de boa conduct'', dirija-
se a rua da Aurora n. i9.
k\m
'ga-se
o sobrado de um andar e sotea, a rua Direita n.
84, com bons commodos para, familia e agua po-
tavp| : a tratar na Irja domesm". ._________
AUencao
Im do LivrameaJo d. 26
A3(enc-ii(>. Exiting, genhoras t!!::
Aos vinte mil covadosMI
A loja das trc3 e.-trellas r.caba de receber um
importance sortimrnto de lazinhas com listras e
(lores de seda, quo esta venJendo pelo diminuto
preco de 280 e 400 rs., .fazenda que val 500 e
900 rs.
A eEIas, antes qia se ncabem
Declara^ao
Tendo feito nm annuneij, protpstaudo sobre a
validade da Tends do escravo Tertu'iano, desde ja
preseindo do mesmo por me ter certificado que a
venda do escrava fOra rcilisada por mea irmao
Joaquim Io-6de Meira Lima, o declaro qae toda e
qualquer tran-accao qua o mesmo tonha feito so-
bre n di'.o escravo, tem tjda validade. Recife, 26
de setembro de lS7i.L. C. M. Lima.
Na rua do Marquez de Ilerval n. 166, preei-
^ -se de umi pessoa escrava ou forra para com-
j,r. r e vender na raa.
Baa
I -: .
I'-.
t
J~.
r
X!c
r-

iiri rr'TTrnte rep^nnrn<* b
Klrgma
enm Appre-

GRANDLOS AHTIMOHIAES
DO
dr. PAPILLAUD
Not* medicacSo contra as molestias do cora-
{So, asthma,cdtarrho, eoguelue/ie, tisica, etc
GRANULOS ANTIMONIAES FERHUQI-
nosos contra anemia, chlorate, amenor-
rhea, nevralgia, nervosa e molutiat iscro-
phuloiat.
GRANULOS ANTIMONIAES FERRUOI-
nosos com bismuth, contra ai molislias
nerviotat, das rias dicestiras.
Pharmacia E. MODSHIER em Sinjon, (Cha-
reDle-lnfscieurs), Fraocia. __^__^
Depo-ito em Pernambueo : A. HBOSB;
MADRER, pharmaceullco.
^"JsVssmAk^Rt
Na travessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, dd-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e briUiahteg, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
ALUGA-SE
un a grande ca9a lerrea com bastantes commodos
sita na estrada do Lucas : a tratar na rna do Vi-
gario n. 31.______
o 3 andar do sobrado da rna do Vigario n. S,
grandes e bons commodos para familia, e
potavel : a tratar no armazem da travessa do
po Santo n. 25.
iQiaQ0&CS3Q iOS?S3fcd]53S!.
com
3ff
Consnltono njedico-cirurgico S
DE
A. B. da Silva Maia. p
Medico parteiro e operador. 0.
Raa do aaniti'l n. 5 l M
Consultas das 8 ii 10 horas.
Chamados a qualquer hora.
Gratis aos pobres.
CHARUTOS
DE
Jose Furtado de Simas.
Unico deposito era Pernambuco, a rua do Mar-
eczn de Olinda p. lo, de Bourgard A C._______
MOFINA
Estd encouraeado I! !
Agua mole em pedra dura
Tanto da ale que a furn.
Roga-se ao IUm. Sr. Ignacio Vieira de Mali
ascrivao na cidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a raa Daqne de Caxias n. 39, a con-
ilnir aqnelle negocio qne S. S. se conrprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
flns de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou a.fevereiro e abril de 1872,e nada cumprio;
s por este motivo 6 de novo chamado para dito
Sm, pois S. S. se devo lembrar que este negoci
ie mais de sito annos, e quando o Sr. sen tilho
achava nesta cidada.
4(1 HULIU
Joao Correia de Carvalho, ar'.ista alfalate, ten-
do-se desligado da sociedade da casa commercial
existente a raa do Barao da Victoria n. 26, sob a
razao de Araujo, Carvalho & C, acha-se oovamen-
te estabelecido na sua arte, a rua do Marquez de
Olinda n. 46, acdar, aonde os seus nnmerosos
freguezes o encontrarao prompto para executar
qnalquer obra tendan'e a 3ua arte, com esmero e
promptidao.
4rm%
E. A. DEL0UCHE
Vi -Rua do Marquez de Olinda-2-.
Esquina do beeco Largo
Participa a sens freguezes e amigos qae mudon
o sen estabelecimento de relojoeiro para a mesma
raa n. 24, onde encontrarao um grande sortimento
de relogios de parede, americanos, e cima de me-
sa, dos melhores gostos e qnalidadcs, relogios dt
algibeira, de todas as qnalidai.'es, patente suisso,
de ouro e prata dourada, foleado (plaqnet), relo-
!;io3 de onro, inglez, descuberto, dos melhores
abricantes, cadeia de onro, plaquet e prata, lnnetas
de tod?s as qaalidades, tudo por pn. cos muito ba-
ratos.
IB*
Aluga-se ou vende-se uma grande casa terrea.
em Olinda, prooria para grande familia ; tern gaz
e agua encanada, sita a rua do Aljube n. 31 : a
tratar na raa da Imperatnz n. 86,1." andar.
Obrai inetlictaa do llnnito vlgcario
Frnnei.oro Ferreira Barreto
Achandoso impressc o 1 volume (prosa) desta
importante obra, os editores avisam a todos os se-
nhores sabscriptores de o ir receber no lugar
aonde subscreveram asim como o^ senhores que
ainda qnizerem subserever, o podem fazer nas It-
vrarias desta praca, on nesta typographia, rna do
Torres n. 10, mediante a importaneia de 5'J paga
ne9a occasiao. Outro sim, fazemos sc:eDte as
sociedades, a quern enviamos circnlares, qne re-
mettam nos as listas ds assignaturas adqniridas,
para serem enviados os exemplares. Recommen
damds essa obra ao illostre clero.
Alnga-se por prego razoavel uma casa na
povoacao do Caxanga : a tratar na rua do mpe-
rador, livraria Universal, n. 54.
Alnga-se
o terceire andar do sobrado n. 5 da rua do Viga-
rio, com bons o grandes commodos para familia :
a trarar no armazem n. 25, da travessa do Corpo
Santo._________________________________
Roga-se ao Sr. Chico Ramos, que
queira vir a rua Duque de Caxias n 60 A,
para negocio de sen particular interesse.
Madan a Albnqnerqne &
Trma.
Rua 1.' de Margo n. [\, l. andar.
Teem a salisfacao de avisar as Exmaa. Srs.,
que recebem por todos 03 vapores, tlgurinos, os
quaes esljo pstente^ para todas aquellas que qni-
zerem vestyi-gp com gosto. Sendo seas trabanin*
= Precisa de duas amas, 9endo uma para co-
zinliar e comprar e outra para engommar e en-
saboar : na rua da Cmocordio a. 43.
Ann Precisa-se de uma ama para o servieo
2Xiu.at jnterno de uma peqaena familia : na rua
Duque de Caxias n. 54, loja.
Offertce-se uma ama para
engommar e cozinhar para casa
de ponca familia, de pertas a
dentro : quom precisar dirija-se
4 rua da Lapa n. I.
Ama
Ama de leite.
Precisa-se de nn>a ama de leite sem tilho : na
rua Duque de Caxias u. j>4. loja.
AMA
segundoTandar.
Precisa-se alngar ama es-
crava para andar na raa: a
tratar na rna do Cabuga n. 3,
Precisa se de uma pa-
ra -C'zinbar e outra para
engommar, e uin mole-
que ou prela que saiba vender na rna, prefere-se
escravas : a tratar na pharmacia Torres, a rua
de Marcilio Dias n. 135, das 11 horas do dia as 3
da tarde.
Na rua Direita n. 14, pre-
cisa-se de uma ama de meia
idade para comprar e cozi-
nhar para uma pessoa.
AMAS
AMA
AfYiff Precisa-se de uma ama livre ou cap-
ii.lJ.ia Hf para casa de pequena familia : oa
ma da Uniao n. 47._______________________
Precisa-se de uma ama que saiba cozinhar ;
na rua do Vigario n. 19.
. ii Procisa-se de uma..ama de meia
\ VI \ '^a rl.iTA/i. prar e cozinhar, e servieo doiaestico
em casa de pouca familia: na rua Duque de Ca-
xias n. 70, 1 andar.
Precisa-se de ama ama
no becco do Padre n. 28.
que c.ziohe bem
Precisa se de uma ama para o servtco de
uma casa de pouca familia : a tratar na rua So-
va, loja n. 21._______________ ________
Casa c lerrenos tal s u) Sal-
di
Antonio Jose Rodrigues de S' uzs, na lieaourt-
ria das loterias a raa do Crespo n. 6, v>n Ie sua
casa de taipa e terrenos de seus sraos lugar
do Salgadinho : a tratar somentp com < meame.
Bobs pianos.
Chegados de novo.
Veade-M.
Trocn-se.
E alnga-ae.
No armazem do vapor fraacei, a raa do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
MOBILIAS
de vime e de faia.
Vende-se muito em conta ; cadeiras avnlsas, de
balanco, de bra cos e de dobrar : no armazem do
vapor francez, a rua do Barao da Victoria, outr'o-
ra Nova n. 7.
Perfumarias.
Finos extractos, banhas, oleoa, opiata e pos den-
iriflce, agua de (lor da laranja, agua de toilete,
divina, florida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
crosmeticos, mnltos artigo delicados em perfnma-
ria para presentes em frasccs de extractos, caixi-
nhas sortidas e garrafas de differentes tamanhos
d'agua de Cologne, tudo de ,primeira qualidade
dos bem conhecidos fabricantes Piver e Condray,
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigoa de dlfferenteai Qoatom e
phantnzins.
Espelhcs, leques, lavas, joiasd'ouro, tesourinhas,
canivetee, caitinhaj de coslnra, albuns, quadros,
e caixinhas para retratos, bolsinbas de velludo,
dita de couro, e cestinhas parabra^osde meninas,
ch!cote3, bcngalas, eculo, pencinez, ponteiras para
charntos e cigarros, escovas, pentes. carteirinha de
madreperola, tapete para lanternas, malas, bolsas
de viagens, venesianas para janellas, esterioco-
pos, lanternas magicas.cosmoramas, jogos da gloria,
de damas, de bagatella, quadros com paisagens
globos de papel para iliuminacoes, machinas de
fazer cafe, espanadores de palhas, realejos de veio,
accordaos, carrintios, e ber;os para criancas, e
ontras mnitas quinquilharias".
Brinquedos para nieninos.
A maior varledade que se pdde desejar de to
dos os brinquedos fabricados em differntes parte.
da Europa, para eatretimentos das criancas, tudo
a pregos mais resumidos que 6 possivel: no ar-
mazem do Vapor Francez, raa do Barao da Vic-
toria outr'ora Nova n. 7.
Vend*>se
ama casa na villa de Harreim, r raa do Com-
mercio, nor preco niodiio : a tratar com Tasso
lrmaos & C._________
Alpacas de cores.
Alpacas de cores, finas, com listras. largnra
de chita franceza, a 360 rs o covado, e fazenda
de 4 < : so na rua do Crespo n. 20, loja de Gui-
lherme & C. ____
Aim
ngfr-se
o primeiro andar com grandes oommodoa e sotio
do sobrado sito na rua do Hospicio n. 63, junta-
mente a loja ; a tratar na tua do Vigario a. 31.
Para o servieo de uma casa de pequena fami-
lia pre:isa-se de um molequc escravo e de boa
conducta : quem liver e queira alngar, dirija-se
a rua do Commercio n. 17, primeiro andar, lado
do mar, entrada pelo la go du Pelourinho.
Escrava fugida
Desappareceu pela segunda vez, de casa de sens
senhores, hoje 23 do eorrente, a escrava de noroe
Juliana, com os s'goass segnintes : mulata aca-
boclada, cabellos corrilos, costuma traze-ios amar-
rados, cara larga e com basianles espinhas, nariz
chalo, com falta de dentes na frente, cheia do cor
po,altura regular, idade 23 annos, pouco mas on
menos, levou nas orolhas uus brincos de latao com
pedras brancas, tem as pernas acinzentadas, levou
um chale de merino estarnpado, de c5r branca, ja
velho, 1 par de sapatos ne tranca, 4 vestidos de
chin, sendo 2 claros e dous escuros, 4 camisas de
madapolao, 1 dealgodao e3 lengoes; alguma desta
roupa levou a no corpo e o resto em ami troaxa
Snppoe-se que dita escrava e-ta acoutada cm al
gum callogy aqui nesta c dade, vindo do Rio Gran
de do Norte, embarcada, por isso nSo sabe estrada
nenhnma para o centro : roga-se, portanto, a to-
das as auloridadcs policiacs e aos Srs. capitaesde
campo que encontrar di a escrava, leva-la a rua
Duque de Caxias n. 76, antiga do Queimado, que
serao genero-amente recompensados. ______
Rodtsta franceza.
Mademoiselle Eugenia Leconite & IrniS, avisa:n
a suas antigas freguezas c ao punlico em geral
que abriram novamente seu euabi-lecimeuto de
casa de co3turas a raa da Imperatriz n. 5, pri
raeiro andar, pelo que esperam conlinnar a me
recer a concurrencia das pessoas que precisarc-m
de seus servicos.
Catharina fdgio.
No dia 28 de agosto proximo passado.. ausen-
tou-se esta escravj, a qual tem os signaes seguin-
tes : e-tura baix3, rosto redondo, cor preta, pes
pequenr.s, costumava vendor leite, anda sempre
com um cacete qae Ihe serve de arrimo por sof-
frer do rheumatismn, ja e ilosa e de nacao Cam-
bio-a : qnem e encontrar, pegue-a e leve-a ao sitio
do Cafundo, estrada de Joao de Barros, que sera
gratiflcado.
O Monte Lima
tem um completo sortimento de galao e franja de
ouro e prata, verdadeiro, de todas as larguras,
abotoaduras douradas para offlciaes, canutilhos e
enfeites para bordado. Tambem 9e encarrega de
todo e qualquer fardamento, como seja : bonets,
talins, pastas, espadas, dragonas, charlateiras, ban-
das, abotoaduras lisas e douradas, para criado
etc.; assim como um completo sortimento d
ranjas, galio falso para ornamento, cordao de la
com bcrla para qnadros e espelhos (conforme o
gosto da encommenda) tudo por muito menos
preco que em outra qualquer parte : na praca da
Independent n. 17, junto a loja do Sr. Arantcs.
0 DESENGANO.
RUA 1 DE MARCO N. 25
.(unto a loja da esqiilna.
HOLLANDA
Brim Hollanda, proprio para costumes para ho-
mens e meninos a 600 rs. o covado-e pechincha !
Lenco com barra de cor, duzia 1,5000
Cambraia transparente, peca 25^00
Brim branco de linho, vara 1*600
Ueia9 para senhora, em caixas modernas,
duzia 5*500
Cambraias pretas com pintas brancas, co-
vado 260
Madapoioes franceze3 finos, peija 5*500, 5*800
Bramante de linho com 11 palmos de lar-
eura.vara 2*600
S6 o DESENGANO da rua 1 de Marga n. 25.
junto a loja da esqnina._____________^^__^
PrWWW^i baraWs do \ ie em outra parte.
^sB>
n Rna do Crepo
Alova-se u
la rnn ^ r.' -ri
n
Hotel de Bordeaux
Pela segunda vez, os senhores devedores a este
hotel, sao convidados a virem saldar seus debitos
atS o dia 30 do eorrente, aflm de prevenirem que
suas contas sejam cobradas judi ;ialmente, depois
de verem seus oomes estampados nos jornaes mais
lidos desta cidale. Recife, 25 de setembro de 1874.
0 admmistrador,
_____________J. Delsuc.__________
t'aixeiro
Precisa se deura caixeiro qae tenha inteira pra-
tica de taverna, para ir para uma proxima a via-
ferrea do Recite a S. Francisco : na raa Direita
n. 139 se dira qnem precisa.________________
OLINDA.
Aluga-se por
Pelro Apostolo
festa ou por anno, na rua de S.
ou Passo Castelhano, tres ca^as
terrea3, com encanamento d'agua e gaz, bons com-
modos o quintaes grandes e raurados, .com diver-
sob arvoredos de fructo : a tratar nb pateo do
Coro Santo n. 17, 3.* andar.n________________
- Aluga-se o armazem d > sobrado da rua D.
Maria Cesar n. 37, proprio para re.Hhcr fazendas
per ser muito eapacpso e reedifWdo, oa para
scrava para lodu \> gfrrlfo iW^quar esUbeleciraon'.o : a tratar na ma de DoJ
Calfiido
A
francez
9^
Botinas para homem
Aeabam de chesar grandes jacturas de botinas
de bezerro, de cordavao, de pelica. de duraqut
com biqueira, do bezerro com betook, e eom ilho-
zes a 9^1000 (a escolher) por ter vindo grande
qnanlidade por conta e ordem dos fabricantes;
ao armazem do Vapor Francez, a rua do BarSo d
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para senhora.
BOTINAS pretas, brancas e de cores, diflerentes
llsas, enleitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phantasia com salto, branco9,
pretos e de cores differentes, bordados,
SAPATOS ae tapete9, chariot, castor e de tranca.
Para lueitlnas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavao,
ABOTINADOS e sapatoes, de bezerro.de deversas
qaalidades.
SAPATOS de tranca.
Botas de montaria.
Botas a Napoleao e a Guilherrae, pen^ar
meias perneiras para homens, e meias peroeira
para meninos.
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria n. 7.
MAlUPOtOES
Na loja do PavSo vende-se madapolSes france-
res muito incorpados, com 20 jardas a 6,000 r&s,
dito muito fino com 12 jardasa 3,000 e 3,500 ; as-
sim como nm grande sortimento de madapoioes
inglezes de 4,500 at6 8,000 e 9,000 : a rna da Im-
peratriz n.60, de Felix Pereira da Silva._______
Pechincha
Odd. n Duarte & Irmao receberam pelo ultimo
vapor um grr.nJe u variado sortimeate de coques
de cabelio humano, c -que ba de mais moderno, e
vende-se pelo baratiss.mo pre^o de 10* cada am ;
a elles, antes quo se acabem.
Fazendas muito baratas para
liquidar.
E' irem depressa, antes que se acabem.
Cambraias de cor, organdys, covado, a 210 rs.
Algodao ami, covado, a 160 rs.
Idem de listras a 240 rs.
Chita preta muito flna, covado, de 260 a 320 rs.
Meias para meninas, duzia, a 2* e 2*500.
Chalesdemerin6 a 2*.
E mnitos ontros art'gos de fazendas e ronpas
fcitas por mcito menos de sea valor por se qae-
rer mudar de sortimento : na rna do Barao da
Vitt'.rian. 14.
Cerveja
Vende-se por precos baixos cerveja branca,
marca Bas>, e preta, raarca Barclay, em barricas,
ambas de superior qualidade : no escriptorio de
Eduardo Fen ton, rua do Commercio a 22, primei-
ro andar.
Vende-se por commodo preco um terreno
com 35 palmos de frente e 300 de fando, com
uma casa de tijolo ainda por repartir, em chaos
proprios, situado no sitio que foi do Dr. Feitosa,
na Kncrux.il hada de Belem : a tratar a qual-
quer hora, na casa dis au-lienciencias, ou suas
proximidades, oom Francisco Luiz BeltrSo, a rna
do Imperador.
Boa venda
Vende se o estabelecimento de cabelleireiro, sito
a rua do Rangel n. 36, prompto da todos os ob-
jectos tendentes a arte, e tambem muito afregue-
zada, visto a pessoa ter de se retirar para fera da
provincia, muito propna para principiante.
\ttenca6.
i
Fortunata Fortes avisa ao3 pais desuas alumnas
e em geral a todos os chefes de familia, tanto daqui
como de fora, que se leba mndada paaa o an-
dar do sobrado n. 2t da rua Nova, onde continiia
com sua aula da instruccSo primaria, ensinando
tambem todos os trabalhos de agulha, bordados de
todas a3 qualidades, trabalhos de la, crochet e (lo-
res, com muita perfeit;So ; e em sna casa ensina
tambem o francer, desenho, musica e piano, por
ter para isse escolhidos prufessores. Aceita ext r-
nas e intcrnas, afti n;a bom tratamento, muita ap-
plicacao, e o preco mais favoravel qae em catra
qualquer parte.______
a-'#
Aluga-se o segundo andar, oa rua do Viga-
rio n. 33 : a tratar no primeiro andar do mesmo
^ N. 21, l'oS' andares, Camb6a
do Carmo.
Hauoel ISoedino Rego
Vallcnca
1
MEDICO
das 7 hora3 da manha as
Consultas
9 l|2.
Chamados por escrioto.
Especialidades. Doenjas dos pul-
moes e do coracio.
s
..
Bom bocado.
.-*

Recebe se encommendas de qnalquer qualida-
de de bolos, bandejas para ca-amentos, partidas
e bailes : a tratar na rua do Imperador n. 14,
armazem Fidelidade.
na^i
CGMFR

Associagao commercial be-
neficente
Compra-se os relatorios dos annos de 1853 e
1857, desta associacao : quem os tiver e quizer
vender, entendase com o archivista da mesma.
LEIS PRQVINCIAES.
Vende-se no 1. andar desta typographia,
em mao do admioistrado, [Colleecpdes de
Leis Provinciaes a 500 rs. o exemplar de
cada anno.
Veode-se ama escrava moca e de bonita
figura, sabe cozinhar e engommar com perfeicao
e sem defeitos: a tratar Ba rua do Marquez de
Olinda n. 57, outr'ora rua da Cadeia, no oserip-
torio dos Srs. Parente Vianna & C, com Jose
Antonio da Silva Guimaraes, on na villa do Ca-
bo, rua do General Victorino n 21.
E muito barato!
Popelinas de seda, fazenda inteirameote nova
a 1*000 o covado : so no Bazar das Familias, a
rua do -uque de Caxias n. 60 A, de Reis e Silva
4 Guimaraes.
Vende-se
na Torre un sitio com boa casa, con 3 salas,
quartos, deepen sa e cozinb bom peco d'agua de
beber, muito arborisado, e f6ra da casa uma saleta
com 1 quarto, quarto para feitor, dito para criado
galhnheiro, tudo do pedra e cal.
Uma casa com 2 salas, 3 quartos, cozinha e ter-
race, quintal murado e um quarto para criado,j
rende 1 por cento.
Tres casas pequenas, com 2 salas e 1 quarto^
cozlnna, por junto on separado, em terreno pro
pno, rende 1 por cento. ^^
Um tern-no com 30 palmos de frente e 400
fundo, tudo no raelhnr local : na raa estreita i
Rosario n. K*, se d;ra qnem vende.
Ratoeiras magicas.
Ao Bazar Universal caegou am sortimento de
ratoeiras do ferro para pegar peqaeaos ralos, es-
is sjo de tanta vaaUgcra que uma so ratoeira
|ra tfesapparecer todos os ratos que houver em
a c.-.sa ; (5 inteirament? nma ncvidada ae van-
tng-'m : a rua d^ Barao di Victoria n. fl.

.
Grande liquidacao
Loja a rna da Iaaaperatriz n. 49
Collar da Rainba.
Esta grande loja de mindez'.s e artigos de phan-
tasia, vem declarar por eje jornal, que esta ven-
dendo por menos de 50 0 0 do qae em octra qual-
quer parte, bem como botinas para senhora, em
perfeito estado, 3*500 o par, di'.as de custo de 7*.
por -j-3. borzeguins para homens, e um grande
sortimento de fitas de seda, e outras muitas mer-
cadorias e artigos de luxo, qne so a vista fat S6,
aproveitem o bom e barato : na loja de miudezas
a rua da Imperatriz n. 48.
Bazar das Familias.
Reis eiSilva & Guimaraes, proprietaries desta
mui importante loja, sita a rua do Duque de Ca-
xias n. CO A, esquina di estreita do Hosario, no
inluito de satisfazerem seus freguezes, eslao re-
solvidos a vender por menos 50 por cento do qua
emoutra qualquer parte ; pelo que poem a dispo-
-i;.i.i do respeitavel publico, e especiaimente do
bello sexo, as seguiutes fazendas cdm os respecti-
vos preco3 :
Riquissimas palonezas de gorgurao preto, rica-
menle enfeitadas, pelo diminuto preco de 38*0(0
cada uma.
Liodissimas popelinas, padroes inteiramente nc-
vos, que vendemos polo diminuto preco de 2*2C0
o covado.
P. pelinas de differentes gostos, inteiramente no-
vidade que vendemos pelo preco de 1*600 o co-
vado ; e baratissimo.
Popelinas de liuho com listras, fazenda inteira-
mente nova, qne se venae por.480 rs. o covado ; e
muito barato I
Lindissimas alpacas, gostos novo;-. muito lar-
gas, que vend>mos pelo preco de 1*000 o covado.
Lindas alpacas pretas coml istras brancas, mui-
to largas, que vendemos pelo diminuto preco de
ISOOOo covado.
Setim branco macao, ftzenda muito superior, a
2*000 o covado.
Riquissimas caixinhas com espelho, cada cai-
xinba ccntenao uma duzia de lengos, pelos prec seguing : 5*5u0, 6*000, 6*500 e 7*000.
Riquissimas caixinhas de madeira enfeitadas, ca-
da caixinha contendo nma duzia de meias para
senhoras, pelo preco de 5*500 e 6*000.
Lencos brancos, fazenda muito superior a 2*0C0
a duzia.
Lindi-siraas cambraias brancas bordadas com
listras de crochet, fazenda inteiramente nova a
1*100 o metro.
Riquissimas saias bordadas para senhora?, a
6*000 uma.
Um completo sortimento de lazinhas de cores
fazenda muito boa a 200 e 360 rs o covado.
Riquissimos pannos de crochet, tanto para pre-
sentes como para cadeiras de guarnicao de salas,
a 1*500 um.
Um completo sortimento de alpacas de cores,
a 00 rs. o covado.
Cambraia tapada, Victoria, n. 26 a 7*000 a
Cambraias bordadas com palmas de cores, a 400
rs. o covado.
Cambraias transparentes muito finas, a 6* e 7*
a peca.
Cambraias transparentes Nanssuc, a 4*000 a
peca.
Um completo sortimento de meia3 de cores para
bomem, a 8*000 a duzia.
Dilas brancas em caixinhas, a 6*500.
Ditas ditas de 4*000, 4*500, 5*000, 5*500 e
6*000.
Toalhas felpudas muito encorpadas, a O^OOO'e
6*500 a duzia.
Ditas alcochoadas imitando linho, a 5*500 a
duzia.
Granadinas com listras assetinadas, a 800 rs. o
covado.
Mei ino preto francez, fazenda muito boa, a 3*
o covado.
Cortes de casemira, gostos novos, a 4*500 e
5*000 o corte.
Bramante de linho, quatro largura3, a 2*300 a
vara.
Dito de algodao com 10 palmos de largura, a
HI400 a vara
Dito de dito trancadofc de quatro larguras, a
1*600 a vara.
Madapolao francsz madraste a 6*800 a peca.
Dito superior francez, a 6*800 a peea.
Dito inglez, maravilha, a 5*000 idem.
Dito, elephant t, a 4*600 idem.
Um completo sortimenso de chitas escuras e Cla-
ras pelos seguintes precos : 280, 300, 320, 360 e
400 rs. o c vsdo.
Um grande sortimento da chales de merino es-
tampadus com listras de seda, a 3*200, 4*500,
5*500 e 6*000.
Ditos pretos lisos, a 2*000>ra.
Um complete sortimento de algodao, de 3*800,
4*0C0, 4i200 e 5*500 a peca.
Assim como outras fazendas que nao mencio-
oamos os preco3 a qae se vendem muito barato.
Reis a Suva & Guimaraes,
Corram quauto antes a grande pechincha I
S6 no Bazar das Familia-.
Rua Duque de Caxias n. 60 A.______
Esta se acabando
E garante se a boa qualidade do vinbe puro das
quintas do Lima, doa eampes da Eeira, superior
ao da Figaeira, e so se encontra no armazem de
Jo*e Fernandes Lima & C, a rna co BarSo da
Victoria n. 3, sens anccessores.


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Sib prrilba
Muito
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bmlissiwo.
Sii ten mais do qu ir oo maud r i eon-
ittitaria do Canpcf, ra do
Imporador n. 94
AM ttKkni se e-vrefaai 4e bouqaets, 8or
| e fullu^ pan c.v<3iuento : &sim cooto, de doces
(& toda* as qaaliiadfs para tmbanjues, e tem
setnpre preparados Sambres inteiros e a retalho,
1^. paJKHS de dirersas qualiiades, empadas de cama-
lid* de inim! i ** luJo 9ue *"' ** vende{ farante se
it, U h* -- hnwa im. qnalidade, limpeza e promptidio.
^utii,i,i EnfeHara-se fi mbres, bolo?, pics-de-16
in hooem e senhons. ^ft ,,ndo P* Pr^ raioavei?.
ii de seda de ditersas eorta A"' alera -s a v'-* e satisfazse as esigenoas
od paladar.
Espartilho6.
lit N'ja do rvlo, vedo-9 enjrU>bo AttOIKjUO.
do mais miMlernos 3^500 e \tw% cd.HApruv****ante*quomaeabeui,pupeliMi4* M
utu:a*sim emo bonitos ch to com Ucot **JN**' ->dn>M. pea karaiiMtwo pr**^
tQa. i de iOO r. o eovadu : qu in Juvidar, vealia ver
1 conprar ; m rua Dujuo de C*aia b. (W. lo|a de
Denelrio Batto*.
d setim a &?000, e sedinhai lavradas
to^ut d mofo a 19000 o eovado i A rua
da Iraperatrit u. 00, de Felix pereira da
Silta._________________________________
Aos nervoBOB
A .NOVA ESl'El\AXt;.\ acaba de reaebar aquel-
! milagrosoa aaueis eleclrico^, cara lnfallivel dui
nervosos.
Lustres e arandelas de vidro
para gaz
Na grande expoaicio da ma do Imperador n.
35, junto ao escriptino da cumpauhia do gaz, ten-
dem se os mais bonitos e modernos lustres o aran-
Yende-se
M rna do Yiairio n. 19, prtnu-lro andar :
k> do Potto engarrafadj, em barrii
aacoreua.
Cera en vela*, do Listoa, lajieriur qualidide.
Hi tM do Porto.
Clmento Portland, legitimo
-.. ini n ., i f* delas do vidro para gai, a'stai como tudo o mais
Ac seda de oores e bnaeas bordadas para {^5 na COllieifol'ia QO UamDOS qne e tornaaecessario para esse fim, sendo tudo
* Anm mothnrM fahripantAQ mH ha na Inolalnrrs fU
Lhns para onvir missa, com capas de madre-
feo e vellodo, todo qoe ha A*
de tartarof a e marfim para alisar os ca-
tambem para tirar caspas.
Pwt bosquet. Urn bello sortimento de roadre-
ftroim, antni, one e doorados por barato projo.
Perfamariaa. Nesie artigo esta a Predrtecta bem .
pronia, aao so em extractoa, como em olees e uo .sxe l,l.UI .acaDa
Aos melbores odures, dos mais afamados
iBseetosT eom-
r MW i n perSjOOO
CeCaiaaatU.
Oalrke.
AeCaxiB.a5,Tea-
Aftr, qpw apede a
epanos.
m.U,uai
WMif IfSCiiCfU
molestias
peito pdo
do
ve
Ac Parade de marfo
ae aakaaenle bo
drrgjna
dos mais
tabncaates, Loabin, Piver, Soeiedade Hygienica,
^ondray, Gosoel e Rimel ; sao indispensaveis para
alesta.
Saias bordadas para senbora, por commode
preco.
Sapatinhos de la e de setim bordados ,para bap-
Qsades.
Tapetes. Recebea a Predilecta am bonito sorti-
aeato de liveraos tamaohos, tan to para sob co-
re para entrada de salas.
VesUmentas para, baptisado o qne ha de melhor
gosto e os mais moderao ; receben a Predilecta
de or arao preco, para ficar ao alcasca
qnakraer bolsa.
Cura das hernias, pelas fun-
das de borracha.
As melhoros e mais aperfeicoadas das ate hoje co-
nbecidasi
Vendcsc
a
l*larnaeia e Dro^aria
de
Barlolomro A C.
A"
84. Rua larga do Rosario 84
Vaccina. Yaccina.
Teodo b St. Dr. Jose Loarenco de Hagalhaes,
montado na eorte am complete servico deste ar-
tigo, tem aqoi aberto am deposito da melhor e
recente, cujos to bos se encontram na
Pharmacia e drogaria
A"
34rua larga do Rosario 34.
*A
Aproveitem
0 PARIS IF AMERICA, a rua Duqne de Caxias
a 09, primeiro andar, esta vendendo calcado pelos
aaniates precot:
Botinas de doraqae para senhora a 3.600 r&s.
DiUs de dito preto a 4,000 reis.
Ditas de dito com botdes ao lado, a 4,000 reis.
Ditas ga^peadas, cano alto, para senhora,
5,000 re a.
Ditas de pelli-a, i,:leza, a4.000 reis.
Ditas de duraque bordado, para senhora, a
5,000 reis.
Ditas de doraTue, de cores, pM menfnas, a 3*.
Em qnanto e tempo
aproveitem.
de se abrir uma loja
de fazendas a rua Primeiro de Margo n.
25, junto a loja da esquina, e os proprie-
taries estao resolvidos a vender muito
barato para assim apurar muito dinheiro:
s6 vendo-se 6 que se acredita.
Lazinhas.
Lazinbas de quadros pretss e brancas, a
200 rs. o covado, assim como de mais pa-
droes; dao-se amostras.
Metins.
Metins, padrSes modernos a 280 e 800
rs. o covado, cbitas claras e escuras a 280
e 300 rs. o covado, cambrais Victoria e
transparente a 39000 e 3&500 a peca, ma-
dos melbores fabricantes qu ha na Inglaterra. Os
' pre 50s sao mais baratos do que em outra qualquer
parte, e com a vantngem qne e 0 dono do esta be-
' lecimento mandar assentar os lucres on arande-
: las no Ingar que 0 comprador quiier, sem que para
isso pagoe alguma coosa. Tambem se compra on
troea se lustres e arandelas ja nsadas, mas qne
I estejam em estado de poder servir.___________
Cal de Lisboa
Yende-se cal de Lisboa : na praca de Corpo
Santo n. 17, anaar, escriptorio de Joaquim Ro-
drig'es Tavares de Mello.
Salame de [yon
A 1 AS00 a libra
So na A-'semblea do Commercio n. 23, rua do
Commercio, Meira A Lima,_________________
A 120 rs. 0 covado.
Na roa da Imperatriz n. 60, vende-se para act-
bar uma grande quantidade de las, restos de di
versos sortimeetos, deede 120 rs. ate 500 rs.; no-
tando-se que, qaando havia sortlmentos comple-
tos, se vendiam a 1/280 e 1/600 0 covado, ha
Farinha de milho
Vende-se farinba do milho moida a vapor, dia-
riainente, da 1* qualidade, para caicas, lipalacas
a arroba; da 2*, para cingica e pao de proven; t
a II pata:as; da 3*, para n.u, a 10 pataeas; da
4*, para maogunza, a 9 pataeas : na roa do Coto-
vello n. 25, casa de aznlejo.
Fastio branco para ronpa de meninos a 500 rs.
0 covado; e pechincha : na rna do Crespo a.
20, loja do Goilheerm A C.__________________
Asunicas verdadciras
Bichas bamborgaezas qne vem a eete merca-.
oa rat do Maruuez de ulinda 1.51
Vende-se urn terreno com 200 palmos de
f rente e 250 de fan Jo, tendo ediScada nma casa
de madeira no fando do mesmo, confronte ao ce-
miterio publico, em Santo Amaro: a tratar no
mesmo a qualquer hora do dia.
Casemiras
grande variedade em padrftes, os qne primeiro
dapolSes com defeito a 49000 a peca, meias chegarem melhor pechincha farao, a eUa a rua de
para meninos e meninas a 29000 a dusia, Imperatriz n. 60.
"Wilson Rowe & C. vendem no seu armaiw
a made Commercio a. 14 :
verdadeiro panno de aigodao azal araencano.
Excellente flo de vela.
Cognac de tjoalidade
Vinho ie Bordeaax.
Carvao de Pedra de todas as quilidades. _____
Penteados
brim Angola verdadeiro, combonitos pa-
dioes a 700 rs. 0 covado.
Chita preta com defeito a 29500 a peca,
las lisas com diversas cdres a 280 rs. 0
covado, aigodao marca T a 4$000 a peca ;
assim como muitas outras fazendas que ee
torna enfadonho mencionar. S6 0 Deson-
gano da rua Primeiro de Marco, n. 25 jun-
to a loja da esquina.
Camisas bordadas.
Camisas delinbo, inglezas, bordadas com
um pequeno defeito de avaria a 35^000 a
duzia e a 39000 cadauma. S6 0 Desenga-
no da rua do Crespo, n. 25 junto a loja da
esquina.
Laazinhas baratas.
Na loja do PavSo/para liqnidar, vende-se
uma poicao de laazinhas de cores para
vestidos, tendo de 320 rs. para cima ; as-
sim como ditas com listras de seda muito
bonitas a 640 rs. o covado
res com listras de .
cima : a rua da Imperatriz n. 60, de Felix dt
Pereira da Silva,
de nova invencao.
Com am penteado destes pentea se nma senho-
ra em dons minutos, e acha se deeentemente
penteada para am soiree, am baile, assistir ea-
samento, e para ser noiva tambem : vende se pe-
lo barasissimo preco de 255 cada am, e s6 na ca-
sa de Odilon Duarte & IrmSo, rua da Imperatriz
n. 82, primeiro andar.
4 rasa Principe Alberto.
Vftlsa para piano
Na loja de mnsieas e instrnmentos de Emllio
. alpacas de c6- Roberto, na rna do Barao da Victoria n. 17, acha-
seda de 040 rs. nara 8e a venda eMa 'in|lft v*la para piano, composicao
" Candido Junior
Preoo1^500.
Na loja do Pavao vende-se nm grande sortimen-
to de casemiras de cores e mescladas, tanto claras
como escuras, proprias para calca; paletots e co
tetes por precos muitj baratos, assim como no
mesmo estabeleeimentos se manda fazer qualquer
obra tendente a alfaiate, com a maior presteza e
por precos muito razoareis: a rua da Impera
" n. 60, "
fftiS

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wa-aa* a
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tVtf ffUMtf, vki*
jdtdaaa dtta* aaiie*
Mta 4 >U V4M a
a tr*if a r.u

M| wmk
U, c ui hmmM I a* c
d. i ktertvao !
u.k.
laranmnte p i km
a lt$00 ?400 e Ui
X* ja do PaA> wade *e >upen<'r braa
MM WttfOiM. c<>m 10 palitK'i de lurglira, uue
aa> prwHaa de I vara I \ ;ra um Uu^o*, o.*uv
A alyodao a l,00 r>. a nra, d.t- mm
eoraado a *,uw ., dito d liuiio puro a f.iou
|,M00 it.; a-uu eomo atiallia lai u. ,m-k, ua
to de liahoeouto tie . cuitia, e u&iM de al^-'J-i aia'to P>ia i i.m -.> 1 -
!ha, tendo de i.000 rs. paru cima : a : ua da lu-
peratru n 60, do Felix Pereira da Sil a.
E' biiuiid
As almofadas l*ordada- de lil mati.-ada> (JM rf.
.?i -u a \\a K>pcraiira, a rua Ix jue ce
Caxia- '"'
Ays r.itumos
A NOVA ESrEltAXgA, a rua Uuque de ''ixiaa
n. 63, scaba do receber um bom sorliDjeu!> Ie tt-
nas bonecas que fallam, que riem se e eh
tambem astern mudas e surdrs oa surdas-u.uia-
venham ver se nao a rerdade.
E' com as noivas
A NOVA ESPERAXCA, rua Duque de Cajdat 0.
36, acaba de receber boa' meias de soda prepr^i
pra noivas, e os apreciaveis ramoa do laranpi
Cartes de casemira.
Cortes de casemiras finas, gostos modern
5<5O0 0 corte ; a elles antes que se a<:*; era, e
pechincha: na rua do Crespo n. 20, loja de
Guilherme & C.__________________________
VENDE-SE
a taverna sita a rua do Barao da Victoria :..
rauito afreguezada : a tratar na rua estieita do
Rosario n. 40.
triz
de Felix Pereira da Silva.
Liquidaqao de roupa feita
Na loja do Pavae limida-se nma grande nor-
cao de roupa para homens e meninos,como sejam:
calcas de casemiras pretas e de cores, para todos
os precos e qualidades ; ditas de brim de An-
gola para differentes precos; ditas de brim de
cores, pardos e brancos; paletots saccos, casacos
e fraks de panno preto e de casemiras de cores;
coletes de todas as qualidas, por precos bara-
tissircos, assim como grande porcao de camisas e
ceroulas por menos 3 0[o do sen valor so para
acabar : a rua da Imperatriz n. 60, de Felix Pe-
reira da Silva.
Ohap6os para senhora.
A loja da Passo, a rna Primeiro de Marco n.
7 A, recebea am rico sortimento de chapeos
para senhorai, pretos e de cores.
PARA LUT0
Vende-se cbitas inglezas pretas com pintas a
200 rs. ojcovado, Aita francezamuito nna, tanto lisas
como com pintas de 320 rs. para cima ; cantao
preto a 800-rs. e muito lino a 1,000 rs.; bomba-
zinas, princezas e alpacas de todos os precos;
lazinhas pretas lisas de 400 at6 500 rs.; assim
come uma grande porcao de retaihos tanto de
cbitas pretas como de las, que se vendem por j qUe passara um recibo
Vcnde-se duas casas na rua do Visconde de
Goyanna ns. 20 e 22, e um sobrado na rua da Res-
Grande liquidaqao,
De calQados, QUa de sarja largas e estreitas, e
tudo 0 mais concernente a nma loja de miudeza?.- [ Senhor Bom Jesu3 n. 6 : tudo 2
roa da Imperatriz p. 86. acima n. 16, das 6 as 9 boras da manha.
precos baratissimos ; tambem uma grande porcao fisado P'a transaccao.
de chales pretos de 11s a 1,000 rs. por estarem um ---------
a rua da Imperatriz n. 60, de Fe-
12 Rua doCabuga12
LIQUIDACAO
de joias de ouro, prata e pedras
Oaro delel.
Correntes do ultimo gosto, a oitava
Alfinetes para retrato, eirculado de
perolas
Idem idem idem esmearladas
Idem idem idem robins
Relogios de prata bem dourados, de 151 a
Relogios para senhora, de ouro, de 40 a
Ricos adereQos com pedras finas com
50 0)0 de abate.
Bonitas pulseiras do ultimo gosto com
50 0|0 de abate.
Brincos de phantasia dos mais bonitos
3ue tem vindo ao merca-'o, de 154 a
tas com nm bonito laco, por menos
do que se vende em ontra parte.
Bonitas cacoletas, tanto para senhora
como para homem.
Anneis de diversos feitios, de if a
Pulseiras de cobra de coral por 50 0[0
de abate.
Tendo 0 proprietario Asste estabeleeimento reee.
bido uma grande porcao de joias dos uitimos gos-
tos de Pans, e por precos ja resumidos, participa
a todos os sens freguezes, bem como ao respeita-
vel pablieo, que se acha sempre prompto a servir
com toda a eKacUdao como costunia; oertes de
pelo qual fica responr.;bi-
preciosas.
5^500
55*000
60*000
6510 0
SOjono
B0*uU)
(OiflOO
20*000
)ouco rnssos
ix Pereira da Silva.
Colcftas para camas
Na loja do Pavao vende-se colchas de fustao
brancos, para cama a 2,500, ditas de dito de cor
a 4,000, cobertas de chita e de cretone, de 2,500
tauracio n. 54. Aluga-se 0 atmazem na rna do J para cuna e ditas de metim escarlate forradas com
na rua madapolao a 5,000 : 4 rna da Imperatriz n. 60,
1 madapol
Ue Felix
Pereira de Silva.
Camisas.
Camisas francezas brancas de aigodao fino com
friio de cor a 2*000 nma, em duzia a 23*000,
e pechincha : na rua do Crespo n. 20 loja do Gai-
Ihertae A C ________________________
Para concertar meias
A NOVA ESPERANfA, a rna Duque de Caxias
1 n. 63, recebea desu necessaria IMa.



f-
ZHario de PernambiiOd *r Domingo 2? uma
\^a
IlEA GEBAL
OS SatS. DEFUTADOS
i Umbetn o no-
pale S* districto de Ninas Ge-
) crow qua e ate da
deria exuibir para sustentar qoe a eieigdo
devia scr aates feita em setembro quo no
mei de julho?
A verdade e que sao reconhecidos os in-
coureDientes praticos de tdo curto prazo de
7 de setembro a 7 de Janeiro, e pareceu-nos
goe* geraos que lbe ouvi, foi a seguinte:
como e que se pretende dar ao juiz de di-
reito a faculdade de verificar os poderes dos
vereadores e juizes de paz quando elles sao
considerados incompativeis T Pareceu ao
nobre deputado que havia assim uma con
^ H.4U2KCW k Acan {amio) : Ha
de aar snats aaaaa a hngiaiaha
-ax. akxisnu. m> 1 veaio : -E' signal
d- % tern hubs praaeada.
Sa Ikiimhi Ci*ms : Die parece
^" ; e a oobre ruinistro
ttanv saas aao e. (Risa-
3*. *x*xsa ao Urcajo : V. Eic. e
*" *" sorriia aetaaae e a sua cdr
* **?^v* tm de pxmrhoa (hila
'*) 5 aaancaaato l-m aoas SO annos.
iax. IwnH Caaaos :V. Esc. estd
4o; am sao e relho.
* Iniuue:Sr. presi-
por Mm is Gsraes,
qaiWM-se a aargawente
teat sido disceti ii o pro-
- Eac : as iiwijtrns nit dis-
k*ere frq -do tio lir-
t+nmiU. sunes! IE agwa seja-
d3r *u> aobres depulalos uma
\iu teuh > ac-impauha Jo mais
a dtsctfssao. porqae, c.rao
.estire oauitos dias doen-
muito bom alargal-o para que taes inconve-.'tradicgdo declarando-se incompaurel o ma-
niontes desapparecara. gistrado, e ao mesmo tempo incumbindo-
Perguntou tambem o nobre deputado'se-lhe ojulgamento de eleicOes.
qual o processoeleitoral que o governo ado-1 E' exaitaraente porque o raagistrado pas-
ptou em relacdo de vereadores e juizes de saaser ineompativel perde todo o inte
paz, enteniendo S. Kxc. quanto aos verea-'resse immediate nas lutas poiiticas de sua
dores poder applicar-se omestro principio comarca que elle e9td habilitado para jalgar
a l.iptado para aseleigoes primarias e secun- 'da validade das eleigdes.
danas, porque trata-se alii da represeuta-j As razoes que aconselharam o governo* a
gao, mas nao aos juizes de paz. porque, de- aceitar esta idtSa, en as expaz quando tire a
1 beraodo elles, devem ser eleitos pela maio- honra de apreseotar o projecto, dizendo nes-
"; sa oocasiio :alem da garantia que offere-
Sr.presidenle, pensei muito sobre este as-;ce um migistrado ritalicio arredado das
sump to e, praticanlo com o meu uobre lutas poiiticas e com a forte responsabilida-
amigo deputado pelo Maranhdo, morabro 'de moral da missio de am juiz fica o gover-
de comraissao especial, the tinha dito que no, que se compoe de homens politicos
eslara de certo modo ab dado por esta idea
que Ihe parecii tanbem a melbor a primei-
ra vista, e propenso a admittir que os jui-
rias ou especulativas, na repetiQ^o de tudo
quanto se discutio na primeira discussao e
no art. 1., e ate, Sr. presidente, na discus-
sao de factos inteirameir.e estranhos ao pro-
jecto e leitoral, factos a respeito dos quaes a
camara ja" deu a sua palavra que esta como
sentenga deGnitiva som mais recurso nem
aggraro.
E' o que tenbo a dizer : e, agradecendo a*
camara a sua altenjao, pego-lbo descalpa
pelo tempo que lbe toraei.
Vozes :Muito bem I muito bem I
(Oorador e felicitado.)
0 mestre artiGce ficod Jiteralmente feito|de IOCS jardas ; se os pasaaros passam por
em bocados. As pern s e OS brakes, sepa- cima, morrera. Fizemoia eiperiencia com
rados do tronco, foram encontrados a alguns um lagarto, que oullocames a alguns pes
YARIEDADE
mais ou menos addict >s i rictoria da opi-
niio que professa e a* causa de seus anaigos,
livre da teutac^o e suspeigiir dejolgar mal
zes de paz fossem eleitos por maioria, como ou com parcialidade nesus qvestdes. fu
actualmeote. jdo acooselha que-em materia tao importan-
Mas, reflectindo. estudando detidamente te de dar Ou tirar dlreitos seja o magistra
impediments
casa ; mas to-
palavra neste de-
Apiaiao, a opioiao do
ssfiil-la como pu ie, e
e qoe coaapared, nao
epaaaaos, e isso de-
de qae a camara e teste-
^i
a tre> oradores da oppo-
se pioco na aoalyse
f i nobre depuUdo pelo
respjoderaaa, acompa-
ftcpots o que t-sm
nobr^ depuudo re-
td ato da qoesUo eaa ge-
a de>cio indirect a.
fcctcK jisssadiis em julgado
ma* aaose teat feito analyse de
aasaafegas, 4 etceprao da qoe fez
ia, e ontra ao art. 2', como
e coso seria mister para
o negocio, convenci me de que convem ap
plicar i eleicdo dos juizes de paz o mesmo
principio tal qual osta* admitt do para as
eleicoas primarias e secundarias. Dou a ra-
zao a camara.
Os juizes de paz pelo projecto em discus*
si i perdem ate certo ponlo o sen caracter
pirt-iiario ; c entrctanto verdade que con-
servam algumas atlribuigdes imporlantes
pelo projecto, taes como a convocacao, a
presidencia iuteri- a interina das mosas e
juntas quo tern de ser organisadas, a pre-
sidencia dos collegios eleitoraes, etc. Mas,
ainda quando assim n3o fosse, restituidos
os juizes de paz a sua raissao de simples
magistrados populares, V. Esc. comprebon-
de que muito boas razoes aconselbam que
a respeito delles se du tambem a repro-
sentacao de maioria e minoria. (Apoia-
dos.)
i.^
r
a .
Naturalmente as populates de parochia
se c jnvencera i de qoe, desde que o juiz de
paz perde o seu caracter politico, convem
collocaromo magistrado local, corn? juiz
de coociliacao e de pequenas causas e ho-
raem mais capaz e mais digno por suas vir-
tudes e posicio.
Ora, sep>ra magistrados permanentes no-
mt-ados pelo p)der executitro, e de bom avi-
so que o governo, qualquer que seja sua
cur politica, aproveite as melbores babiliia-
coes, sem se importar com os sentimentos
politicos do nomeado, as mesmas razoes de
H discuti- conveniencia serao para que os juizes de paz
mais de uma vez xitm escolhidos de um e outro partido.
;Apoiados.)
Accresce ainda e p6de muito bem aconte-
cer, que um partido nfto tenha 4 cidadaos
em uma pequena parocbia perfeitamente
capazes de ex>rcer as funcroes de juiz de
paz, e da-sH assim a possibilidade de que o
outro partido traga para a lists de juizes
de paz um bom cidadao, que seria exekiido
se prevalecesse o voto da maioria-. ( Apoia-
dos. )
Ha ainda a conveniencia de lazer com
que no governo local, nas eleicues pura-
mente locaes, intervenbam por todos os mo-
dos as duas opinides em luta afim de que
da possibilidade que se der aos dous parti-
dos para elegereui juizes de paz resulte uma
concurrencia benefica, dispondo-se cada
um dos partidos a apresentar os cidadaos
melbores para os lugares de juizes de paz.
( Apoiados.)
i'.loio pois, Sr. presidente que a emenda
que a nobre commissao, de accordo commi-
go, offereceu, estd no caso de ser approva-
da, este e o meu voto e satisfaco desta
forma a perguuta feita pelo nobre depu-
tad>.
Estranhouonobre deputado queo 3 do
art. 6" assim se exprima :
S6 p6dem ser vereadores os cidadaos
elegiveis residentes no municipio por mais
de 2 annos porquanlo repete-se inutil-
meute a dispisicao do art. 9S da let de 19
deagosto de 1816.
Ha engano da parte do nobre deputado.
A lei de 1816 exige, e certo, a residencia de
dous annos no Urmo para ser-se vereador,
mas da a todo o cidadao que tern voto nas
assemblers parochiaes o direito de ser elei-
to vereador :P6dem ser eleitos vereadores
diz essa lei, os cidadaos votantes tendo dous
annos de residencia no termo.
caso, discutindo o
otil. isto e, analv-
ra-aaaigo.
aarata e coaattrataisso de que
:on^flnho. Di?sJe que o nobre
os saanas co!l-gas qoizerem dis-
o regiaenlo exig-, es-
aaa acompanba-los.
rt> qae acabo de dizer, e qae,
a camara, me foi i aposto pela
da defaca, voo, Sr. presidente,
is eatasraaco^s qae o nobre depu-
acerra do art. qoe esti em dis-
depuUio eateode que nao con-
/:'. "rn quo se dfWmi-
> as taaKaes municipacs, ate agora
aai T 4e wauaubro, passem a ser
aVaia- ac ana I* de jokao.
.tarraaaW, aergaanoo o nobre deputado,
* a gmriuo pan esta alteracao ?
- *<*<.> municipal feita no roez de se-
ktaaaaBaaaai aV aar jalgada pelos presioVn-
it> aV aaamaarra e pel* mimstro do imperio;
am aaaaaAo aawessidade muilas vezes de
-r nova cleirao, faliecia o tem
aaea- camaraf f rssem empossidas
in- dia d^icuado pela lei; pro-
4aBBacareums;ancia, qu-1 nao pare-
m^tb amaj i il i d* recooduccko ou conti-
^.aa aa caaaaaa aelba.
i; < um facto isolado, porque as-
aiaaaaaaaaeasaaaeoBtecido qne uma cam-
rp -naaaa|al com j'lizes de paz desnapar-
ctni'lalt- emtunace a regularidade da no-
va t-i-asto cam mo de mauter-se no po-
que ao governo pare-
do-sc as eJei<;oes mu-
de paz uaa a 7 de se-
nt? dia I de julbo, baveri te n-
euiiridade compe-
o qot for allegado e sejam
os jwcursos voluntarios e ne-
st derem da dectsao do juiz
ao do districto.
aK quo com o prazo
attda a annulli".ao da elei^ao
aw> dia ~ de Janeiro esteja
a aaam camara e fnnccionem os
Bjaeas razoas em que o go-
para a innovacao impug
awaa % taarre deputado, sao proceden-
que laotiro de inleres-
naelbo- ar^' umento se po-
pjal
IDLHETIM
JOANNA
sum ie rums
n
jaaaaaVvio
X- X. X.j
? AftTE PKIMEnHA
IV
do n. 219.}
te vista quasi todos OS
e Uartsta- da localidade ; mas
eraavaae deseaaaaeeidas. a sem du
ma. tar dhegado na noite anterior
** agate? daquelle mesmo dia.
cz caaaaa, e o Telbo pastor
laaa, qae a
, aanBioter acabada dealmo-
, e, casa d'aqoe\-
*TbeTgac
algumas palavras
crer qoe eUa
__io pe1io-lbe qoe
aaaao qne aaosnando nao te-!as
a phrase em
bem,

0 projecto em discussao exige para que
o cidadao seja eleito vereador, alem dos
dous aunos de residencia, a qualidade de e-
leitor ; vO o nobro deputado que ba uma
restriccao importante, da qual resulta nota-
vel dilTerenoa entre as duas disposicOes.
O Sr. Igsacio Martins :Dous annos
de residencia ja* e bastante.
0 Sr. Mixistro do Imperio :As razdes
em qae o governo se fundou para exigir a
qualidade do eleitor sSo obvias : todos com-
prebendem aimportancia que as camaras
municipacs tem e devem ter, e entao c pre-
ciso qae o pessoal de que se componbam
seja mais apurado, seja ao menos igual ao
dos eleitores. (Apoiados.)
St. presidente, outra observagao que fez
o nobre deputado, entre algumas considera-
do ritalicio, membra- de um poder indepev-
dente, extranbo as agtlagdas d>a politica
acliva, que arppiica a let ao- facto, antes o juiz
da q>ue ogorerno, deqwem todos reclomam
a netftralidade eleitoral para que a represen-
tagaoseja exacla, genuia*e livre. (Apoia-
dos.)
Outra observagSo do nobrd deputado, e
esta perdoe-me V. Esc. quo lbe diga, pare-
ceu-me antes um descuidO' no correr da
discuss! c, foi a seguinte : cfoeo | 7." se re-
feria ao art. 2. do- projecto, mas que esee
artigo nSo existia.
Ora, o artigo exisle, senao o qoe era pri-
mitivamente, o que foi offeree**) por emen-
da ; portanto o 7.* pode referir-se ao
artigo primitivo como a esse qure agora foi
adoptado. E effectivaaaente rofere-se, por
que se foi emeadado o artigo propnamente
'dito, nao o foi o 27 do mesmo-, ao qual
reporta-se expressamente _o 7* do arti-
go om discussao.
Tambem nao me parece procedente outra
;observacao do oobre deputado feita- a res-
peito das nullidades.
Eotende S. Ex. que bat-certo perigo na
decreta$ao de nutlrdades resoltantes- de tae-
tos ou omissdes dae indivkruos que concor-
Vem para organisj9o das juntas e mesas-pa-
rochiaes.
Eu nao sei come o nobre deputado-evita-
ra este irsconvenierrte. Bern sabe 0-nobre
deputado qne a materia de competencia e
de interesse publico-; que ba formulas subs-
tanciaes para certos aetos, asquaes nao po-
dem por eonseguinte ser preaaridas sesKjue
elles fiquem viciados-; quo ba prinoipios
cardeaes, cuja guarda e execuQlo neccssa-
rtamente ha de ser oonfiada a certos lunc-
ctonarios.
Se abusos e erros- podem sereommettidos
na organisagio das mesas edae janta* pa-
rochiaes provindo dab* nulladadas, o mesmo
aeontece aos processos judieiarios. Ijitre-
tanto o nobre deputado nao pode contestar
que nelles apparecem nuludades oausadas
pelos juizes. Como evitar tae* iaconvenien-
tes e prejuizos ?
0 juiz dejpaz e por lei obrigade a pratiear
certos-actos sob responsabilidade criminal;
se estes actos sao tao imporlantes que sua
falta induxa nullidade, e ciaro qae a nuUi-
dade os fulmin j, nao pode deixar de ser de-
cretada, e contra o juiz de paz criminoso ou
omisso cabe a applicacao da- responsabilida-
de ou do moio de repressao penal estabe-
cido.
Sr. presidente, tambem o nobre deputado
nao concorda com a seguinte diopo&icao.
{L6o8.' do art. 6.)
Eu nao ouvi cs argumentos do nobre de-
putado, mas pareceu.-me que V. Exc. achava
de mais este reeurso necessario.
(0- Sr Ignacio Martins faz um signal ne-
gativo.)
A disposicSo e conserrada no intuito de
fazer com qae haja nao so para os interes-
sados que se apresentarem, allegando e re-
clamando, toda a garantia, como para que
no caso de omissao. ou descuido dos inte-
ressadoso acto de nullidade verificado pelo
juiz de direito, tenha ainda de ser examiua-
do por um tribunal superior.
E' bem possivel que o jiuz de direito em
materia tao importante, tenha errado ou
commettido alguma falta ; o recurso neces-
sario para a rolacao do districto pode trazer
a emenda precisa, dando direito e justija a
quem a tiver.
Creio, Sr. presidente, que nao restam ou-
tras consideracoes do nobre deputado a que
eu deva resposta. Disse e repito ; aoompa-
nharei sempre a S. Exc. ou a qualquer de,
seus collegas que se occuparem dos artigos
que entrarem em discussao.
Prometto cumprir a minha palavra e es-
pero que o nobre deputado me acreditara
ainda mesmo sem prova. ,
Repito tambem quo se estou disposto a
acompanbar a discussao quando ella se res-
tringir aos artigos que forem sendo discuti-
dos, nao posso por falta de saude enem de-
va para economisar tempo acompanhar aos
nobres depntados em discussoes declamato-
tes carregadores, e mesmo dar-lhes alguma
coosa i beber.
E pergantou ao pastor se tinha vinho.
0 pastor, posta que tivesse algumas gar-
rafas de vinho de contrabando, hesitou to-
davia em responder, como que receioso de
mim, e porque tinha am contrato com o
dono do albergue, segundo o qual nao po-
dia vender senao leite.
Conhecendo isso, afastei-me para nao
causar Ihe vexame, e caminhei pela rereda
mais para o pico do monte, de onde pouco
depois desci para tornar a ver o rosto pal-
lido e encantador da meca, qae mais me
interessava do que aquelle pico, cujas tne-
nores pedrinbas me eram jd muito conhe-
cidas.
Quando desempenhei as funccoes de
criado do albergue, o que teve lugar duran-
te muito tempo, habituei-me & considerar
essas ares de arr bacao como cac,a f6ra de
alcance e, a" forca de ve las, e de enconlrar
tanto as mais lindas como as mais feias via-
joras, tornei-me aborrecido d'ellas e como
que enervado.
Mas, como na idade que eu tinha entao,
olha-se sempre com algum interesse para
essas person a pens mais oa menos alladas,
adiairi am certo discernimento em differen-
ca-las, de sorte que cheguci a destinguir
com facilidade uma companheira legitima
de ami simples socia de prazeres, uma no-
bre c vaporosa ingleza de uma notavel aren-
3, e uma parisieuse da elegante mas
verdadeira sociedade de uma mulher per-
dida, embora vestisse esta com mais gosto
do qae aquella, e embora ostentasse me
lhores maneiras.
Meu pai, que baralhava tudo isso, minha
mai, que nada absolutamente comprehen-
dia a* tal respeito, admiravam-se da minha
perspicacia quando, depois que ellas sahiam,
eu lhes dizia a* que especie ou a que varie-
dade pertenciam as de que elles tinham se
occupado.
Como dizia, regressei, pois, e, tendo
examinado a viajora, fiquei sorprezo ante a
difllculdado que encontrei em nao poder de-
finir sua verdadeira condi^ao.
Ella trajava com irreprehensivel esmero,
e apresentava um mixto do gosto francez e
do confortavel britannico. Era franceza, e
pertencia a" um inglez, de quem todavia
nio era filha, nao s6 porque nao se parecia
com elle, mas tambem porque nao fallava
ou fallava mal a sua lingua. I-in el monte
tanto podia ser amanto como esposa do in-
S;lez ; mas, se era araante, erao de esco
ba e destinccao, visto como elle acompa-
nhava-a pari-passu, offereceulo-lhe a ra&o
para subir is pedras, e abaixando-se, ainda
que com difficuldade, para afastar os ramos
que se acbaram no caminho.
Admirei-me de encontra los ainda a* pas-
seiar em torno da cabana e parecendo es-
perar; mas o pastor deu-me a chave do
enygma dizendo-me baixinho que um dos
portadores da cadeirinba adoecera subita-
LNCENDIO. A estacSo de Bocar, oa li-
ntra ferrea de Cordova a Belmez, foi total-
raente devorada por um iacendio. Achava-
se ne mesma om negociaate provando a
qualidade do afcoof de uma grande vasillia
que aesibava de receber, submergindo para
isso u.b papel ao liquidu qne inSammava
por meio de um phospiiaro.
Em uma d'estaa- provas cabio uma gota
intlammada na vawioe-, cujo conteudo ar-
deu repenffaamente, sendo baldados os es-
foreos qae seu dono fazia para apagar a
combustao com as m^os-.
Em vista da inutilidade dos seus esforeos,
0' negociante seatou-se no- bocca da vasilba,
e apenas acabava deo fazer, a mesma rebea-
tou- com estampido tremendo, arremesaando
ao ar o insensate^einundando de liquido a
arder a estacao qae boras* depois era urn-
montSo de ruinas.
0 doo da vasilba, unica' victim a d'esta^
catastfopbe, foi trasiadado para Cordova*,
onde st-acba no grarissimo estado que se
pode imaginar. As perdas oecasionadas m-|
esta^Jo calculara-se de nao peqaena irapor-
^tancia, pots, como diseemos maisaeima, foi
totalmente destruida.
PR0GKE8S0 SING8LAR.Tres pessoas,
dkc o Manekester Guardian, estao-sob a raao
dapolicia de Meccksfietd por um crime a 1 ta-
ntieme singular.
Um fabriaote de sedas, chamado Jorge
HoUishead, vivia com ana mulher n'a-
queila cidada: Ha peaeo havtam'toiaado
por locataria um tal Joaatoan Bentley. Mis-
trese-Hollisbead baria tide sate fillws, dos
quaes s6 done-estio ainda vivos. D-se
que ella casava- com seu- marido env 18S2.
0 loeatario, ae-qee pareoe^nao desgotara
de ->iistress Holfisbead.
1 I'.imamente, combinaram> todos tresqoe
Bentkay case com a mulher cio seu bospede,
e que rireriam-todos juntos. Por este no-
tivo, o marido faz. puhlicar- os proclamas e
acompanhou-06-pora a igreja ; depois entre
gou a-mulher aonovo pessuidor. Sore-
gresso, foram apupados pela visinhanea.-
0 marido a. 1 entendendo que estara
alii muito caler para elle,.cedeu a casa ao
seu successor.
A pokcia teve que intervir para restabe-
lecer a ordem pubnea ; em-seguida prenden
a mulber coma- rede bigamia e os dous bo-
mens eomo complices.
DR&MA IMTHIO. Ee-seno Correio-io
Audequese pubUea em Careassone :
Em a nos6a esdade, ninguem falla senao
de um> drama intimo que teve por palco um
quartc-do hotel de S. Joao Bnptista.
>"a tarde de domingo, fez se ouvir a
detonacSo de uma arma do logo u'aquelle
quarto occupado por um. hem em e uma
senbora, ambos novos ainda ecbegadosna
vespara.
Os visinhos do quarto e os empregados
no hotel accudiram e apresentou se-lbes d
vista um espectaculo raedoabo. 0 homem
com um rewolver na rnao, acabava de ser
ferido no peito com uma bala; a mulbor em
um estado de emofSo mais facil de com-
prehender que de descrever, estava junto
d'elle e prodigalisava-Ihe todos os cuidados,
iofelizmente inefllcazes ante um ferimento
senao mortal, pelo menos muito grave.
0 ferido teve no entanto forca bastante
para declarar que n'um momento de exalta-
jdo a senhora que estava com elle, quizera
suicidar-se co;n aquelle mesmo rewolver
que elle Ihe tinara, fazendo em- si mesmo
um ferimento accidental.
Soube-se depois quo o ferido- e um rico
proprietario de Beziers, casado epai de fa-
railia. Viajava para se recrsiar, quando se
deu o facto mencioaado.
CATASTROPHE. No acamparaento de
Satory, em Franga, acaba de succeder uma
desgraga lamantavel.
Procedia-se d descarga de bombas de pe-
cas de cinco, alim de expedir aquelles pro-
jectis vasios para Chateaudun. A oporacao
d qual presidia Mr. Maville, mestre artifice
do polygono, era feita sob sua direccao por
artifices do 26 regimento de artilharia, e
escusado serd dizer que se haviam tornado
as maiores preca.uc.oes.
N'estas manipulas5es, ndo e" possivel in-
felizmente prever tudo, e foi por um acaso
fortuito que um foguete se incendiou e
causou a explosao de uma barrica de pol-
vora.
Foi como um trovao ; a barrica voou em
hastilhas alcangando oj trabalhadores.
mente e pedio-me que entrasse na estriba-
ria, onde o infeliz f6ra deitar-se sobre pa-
Ihas, e onde se estorcia nas ancias de uraas
violentas oaimbras estomacaes.
Entrei, e o pobre homem pedio-me que
nada dissesse aos viajantes, e accrescentou :
Isto acaba jd ; logo que tiver repou-
sado durante cinco minutos, proseguirei na
viagem,
Eu conhecia-o ; sabia que soffria d'essas
caimbras, e sabia tambem que ndo passa-
vam assim, tSo facilmente.
Prohibi-o de continuar o trabalho ; dei-
lhe um calraante qae trazia na bolsa ; aeon-
selhei ao seu companheiro que descesse ao
albergue afim de trazer outro portador; e
encarreguei-me de explicar aos viajantes o
accidente quo os detinha.
Pois nem disso a moga, subiremos d
pe. Pode-se subir bem, d pe, ndo e* ver-
dade ? .
Perfeitamente, respondi.
Ndo, disse o inglez, tres horas de ria-
gem e muito minha querida ; opponbo-me
inleiramenle d isso.
E sdo precisas tres horas ? Replicou
ella, dirigindo-se d mim.
A partir d'aqui, respondi-lbe, basla
apenas uma hora e meia.
Pois entdo, meu charo senhor, diga
isso d meu marido.
Fitei o inglez, que sem pestanejar, disse :
Ha entretanto uma cot.isa bem sim-
metros da catastrophe. A morte foi instan-
tanea. Dous dos seas ajudantes horrivel
mente mutilados, morreram quando eram
levados para o hospital.
Um terceiro soldado, ferido na cabeca por
uma das ad u el las da barrica, foi recolnido
ao quartel
MORTE HORRIVEL. Em Manchester,
um individuo chamado TuomazAgden mor-
reu em consequencia de um violento ataque
de hydrophobia, que o ievou aos maiores
paroxistnos e ds mais atrozes ddree. Tinha
sido mordid) ba per to de oito mazes por
um can vagabundo, que o atacou n'uma
travessa, quando de noite se retirava para
casa. A mordedara foi cauterisada imm-
diatamente n'uma botica.
Haverd quinze dias que Tbomax Agden
entrou a sentir symptomas estranhos, prin-
ciaalmente na mao en* que tinha sido mor-
dido; sede e dares lancmantes ; segnio-se-
lhe-uma crise violenta, eabiudo depois na
maror prostragdov
Passada ella, despedio-se da familia, efoi
levado-para a infirmary, oada nova crise o
assaltou, sendo impossivel' aproximar-se
delle pessoa alguma. Os medicos manda-
ram logo introduzir numerosos-jactos de va-
por cTagua no quarto em qae o doente es-
tava encerrado, afim de provocar uma forte
transpiracao, que teria- podido^ determinar
prostra^do gferal e t si vez a cu-ra-; Agden,
porem, expirou depois de duas boras de
borriveis convolsoes.
Contempfem este quodro os defensores
dos caes vadfos,
A INCINERapO DOS 8ADAVEES0
conselbo municipal de Vienna (Austria) aea-
rba de pronucerar-se a faver da incineragao
'dos- eadaveres-r segando o- systerna ape foi
ooroedo dos* melbores resultadosem Leipzig.
Bste systems consiste em collocar o corpo
em- um forno, cuja temperatura se eieve a
309-grdos Pabrenbett. BasM uma bora
para redozir o cadaver a cinzas.
A mortalidade annual de Vienna u de-vin-
te mil pessoas, e o conselbo manicipai es-
pera reetisar grandeaeconomiee e-contrabair
para-a solnbridade pablica.
KALSPFit'-A CAO- DO RHUM,A Meviskv
Brit,nmea dd notieia da raistura que cer-
tos- negoei'antes de bebidas efferecem aos>
seus consurnid ores com o no mo de rhum da-
Jamaica.
Eis- a -cariosa reoeita :
Raspas de couro novo, kilogram-
mas eortac.a de car-valbo, moida, 00 kik>-
grantmas; alcatrao fresco, lo grammas-;;
crave da India. 15 grammas-;. aguardenio-
de mela^o, 180 libras. >
FUffit.DE UM LEAO-Refere o Worl*,.
que duraote o traneporte de uma eollecc,ao
de feras de Scheneetady para Saratoga (No-
va-York), tombou a janla em que ia um
leao, e-com o choque aquella quebrou, fo-
gindo a fera.
0 animal saltou para um prado, onde so-
rolou, e depois voltatido para as carretas,
onde iam tambem encerrados alguns caval-
os deumaeompanhiaequestpe, saltou como
gato para cima do wagon onde estes iam,.
principiaado a fazer esforgos com as unhas-
para agarrar um dalles, por entre- as grades,
nao conseguindo senao fazer-lhe um feri-
mento.
Por uma manohra bam combLaada, pode
constguir-.se que o leao fosse de novo en-
jaulado, antes qi^e causasse alguma des-
graga.
Os empregados da companhia mataram
um pequeno veado que estava no campo,
coma mai, c o corpo foi lancado para den-
tro do wagon das bagagens. 0 ledo arre-
messou-se sobre a presa, feeharam knme
diatamente a porta, e a fera vio-se de novo
engaiolada, continuando a viagem sem ou-
tro incidente.
ARALROAMENTO.-Os jornaes inglezes
noticiam que o paquete London e o vapor
Emily abalroaram no rio Humber. 0
London foi de encoatro ao Emily, quando
ambos os vapores iam a toda a velocidade,
ficando o ultimo literalmente partido em
dous pedac,os. Metade do Emily,sossobrou
immediatamente, emquanto que a outra
metade fluctuou no rio durante cinco boras,
antes de ir ao. fundo. 0 London soffreu
tambem algumas avarias, mettendo agua, o
que o obrigou a ir dar d costa em Haniey.
0 Emily levava uma grande quantidade de
cerveja, indo ambos completamente carre-
gados. Naomorreu ninguem nosinistro.
AGUA VENENOSA. 0 Corrm de S.
Francisco publics os seguintes pormenores
dceroa de uma fonte chamada Uaz Spring,
situada ameia milLa de Bartlett Springs, na
montanha s
E' esta talvez a maior curiosidade das
montanbas. A agua e fria como gelo, mas
espuma como se fervesse, e o mais maravi-
Ihoso e que a aspiracao do gaz que se exbaia
desta fonte, mata infallivelmente. Ndo se
encontra nada vivo era uma circumferencia
pies d fazer, e e que o senhor, juntamente
com o outro homem que ndo estd doente,
carregue aoadeiriuhada senhora.E, como
sorri, accrescentou :
Pagarei o que o senhor quizer.
Achando-me vestido como os mon-
tanhezes, que tal era o meu costume logo
que chegava d Luz, e tratando-me o pastor
por tu, o eugano era possivel e natural.
Ndo me zanguei, pois; mas recusei, di-
zendo que s6 podiam carregar cadeirinhas
aquclles que tinham direito de faze-Io, isto
e, aquelles que tinham permisslo e patente
para tal, o que nao tinha lugar em relacdo
a mim.
N'esse caso esperemos, disse o inglez.
Ndo, ndo esperemos, replicou-Ihe sua
mulher ; este portador ird buscar outro, e
ambos irdo ter contnosco Id em cima. 0
velho pastor, ou entdo este rapaze ella me
designou com o dedoservir-nos-ha deguia
e eu caminharei d pe". Vamos, querido
amigo, consinta.
Sim, com tanto que seja com um guia
para amparar-nos ; mas o pastor nSo pode
porque e muito velho, e este rapazote ndo e
guia tambem.
Isto ndo quer dizer nada, respondi-
lbe, porque posso muito bem servir de guia
ate o pico de Bergonz, onde alids os viajores
nenhum risco tem d correr.
Qual a razao Iquc me levou d dar ossa
resposta, quo devia decidir do meu destino,
fgaoro-a, visto como ha. momentos om que
acima da agua ; morreu em dous minutos.
Bastariam 20 minutos para matar am ho-
mem. Estivemos alii per to de 5 minutos,
e jd sentiamoa uma especie de peso na ca-
beca e vertigen*.
0 gaz que emana da fonte parece en-
cerrar uma grande qaantidade de acido car-
bonico, que se inflamma instantaneamente.x
EXCELLENTE DE9C0BERTA PARA A
INDUSTRIA.A' Academia de Paris foi de-
monstrada a propriedade do acido cromico
conter todas as materias teatia de procoden-
cia animal, sem exercer nenbama influentia
sobre as de procedencia vegetal. Esta des-
coberla facilita o conhesimeuto iaeil do ai-
goddo nos tecidos de Id a seda, a presenca
da cocbonifba na coloragao-dos viobos e ou-
tras muilas coin bin agues da kidustrij. ,
0 LIVRODOS MIL___Garibaldi, conw 6
sab.do, acaba de dar ao prelo qhbf lirro, qae
tem por object* a narragao da famosa cavt-
panha doy mif, A obra foi pubScada por
subscript Io ; e -* numero de assiguatuf'as
elevou-se a 4--.509, que a cinco francos ca-
da uma, deu-lbe o beueQcio de 12:000
francos, os- quaes- empregados enrfundos
italianos, ibrmam, segando se diz, ounico
rendimento-du autor,
A expedi^Ao dos mil e precedida por um
prefacio muito curioso, de que citaremosa-
qui as principaes passagens. Garibaldi di-
rige-se d mocidade romaua, coovidando-a a
occopar-se de politica.
a A politics-, diz'elle, e questdo para to-
dos ; toda a gente tem interesse de saber e
a barea s3 dirige aos escolaos ow ao porto.
c No que respeita aos meritos da moei-
dade romana, pela-qual sinto pceferencia,
mas de uma pessoa acbardjjjue exagero.
Pois bem 1 se neste momenta rende- elogios
de mais aos descendentes das-Quirkos, que
isto lbe sirva de penbor para o seu com por-
tamento futuro. Edaeados por padres, e
ameagados de prisao e de infrtrumaatos- de
roartyrio; aeabrunbades com> setfrimentos,
tem sido ate o presente- o que deviam- ser.
Comtudo, boje, ainda que ndo se achem
melbor governados, ao- menos jd nao- sdo
subditos eescravos do clero ;. lembKm-se
porem que se devem Kbertar de todo dessa
odiosa escraviddo, amaldicoal-a, e lerabrar-
se que foi o clero que do alto das reeocdes
lancou Roma no ultima grdo de aviltamen-
ta. Que a mocidade deseanfie dos-doutri-
narios que.frequentam as sacristias, e que
pregam, como em Roma, que o operario
nao deve occupar-sejde political Se eu, que
apenas sou -am -pobre maritime me nao en-
gano, a politica e tudo. Por esta palavra
tudodesigoo os que n'uma sociedade bem
constituida devem trabalbar, e que por
consequencia tem interesse em saber se-a
barca os levard aos recites, oues salvard.
A mocidade romana, e os operarios,
devem pois- occupar so de politica, e estar
convencidos de que o aspecta, ao mesmo
tempo soeegado, digno e energieo, que ndo
supporta injuria alguma, nem. usurpacjfo
administi-ativa, serviri de ostrella polar ds
cidades irmds, afim de tornar a Italia- em
paiz florescente e respeitado.
Collocada d frente do progresso nacio-
nal, ligada aos bons ou mdos destisos do
resto da peninsula, a nOssa bella capital
ndo tornard a ser mais o tbeatro do fanatis-
mo e da tyrannia. Eraancipada peloculto
da verdade e da justiga, elevada d fraterni-
sagao geral, Roma saudard a terceira auro-
ra de um periodo intellectual, na sua exis-
tencia incomparavel e eterna. A nagae te-
rd direito a um faliz progresso, que opovo
da celebre capital imprimird d vidanacio-
nal.
Velho e pouco proprio, se ndo. impro-
prio para toda a acgao materialy devo con-
tentar-me de aconselhar os jovens. e de fa-
zel-os aproveitar da minha experiencia.
Tenho a consciencia de ndo. pertencer
a seita ou partido algum. Quereria ver flo-
rescente e respeitado o meu pa ; desejaria
que os homens do eapitolio se alUassem aos
homens do progresso, e que se convenses-
sera de que nos nossos diasx as massas ndo
podem ser guiadas como o erapj no tempo
passado. Em quasi todas as epocas da his-
toria os povos foram governados pela igno-
ranoia e pela for$a bruta. Porque tal es
mi,volunlad yo elrey, era a assignatura do
rei da Hespanha.L' Etat e'est moidizia
Luiz XIV. A Hespanha e a Fraca sao hoje
a prova de que esses tempos jd ndo exls-
tem.
Neste prefacio, como se ve Garibaldi de-
clara que oseu papel activo acabou. Sa-
be-se ell'ectivamento que o general esteve
muito doente, e que, mesma depois da sua
cura, ndo pode andar sem muletas. Quan-
to deve soffrer tao grande dedicacdo I
Consta-nos, que por um habil traduetor
ja estd sendo vertido em portuguez este in-
teressanto livro, para brevemeate ser dado
ao prelo em Lisboa.
udo temos consciencia do impulso que nos e
dado.
Esse impulso proveio n'aquella occasido,
do olhar atractivo e jovial que a moga lan-
cou sobre mim.
0 inglez poz-me ao hombro neglieote-
mente o paletot e o chap Jo de sol ; e eu,
recebendo semelhante carga com um movi-
mento de sorpreza, logo e logo reprimido,
entrei d caminhar diante d'elles.
Senti-raeexcitade? ndo sei porque curio-
sidade, e'ao mesmo tempo me senti prezo
de ndo sei que fascinagao.
Essa moga fez-me lembrar a emogdo que
sentira em Bordeaux, quando, durante dous
ou tres segundos, vi o rosto encandor de
Manoela Perez.
Tanto quanto me era dado recordar
aquella visdo, tinha a moca o typo da mes-
ma familia, visto como nem era alta nem
baixa, era um pouco magra, tinha muita
graga, cabellos castanhos oa negros, e olhos
claros, pardos ou azues.
Mas evidentemente a mulher do inglez
tinha melbores modos e menos vivacidade,
o que me fez suppor que era uma pari-
siense de pura raga, sapposigdo confirmada
pelo accento da voz, que nenhuraif duvida
deixava.
FIM DA PRIMEIRA PARTE.
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TYt UO DIAUiO. BUA BUQUK UE CAJOai


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