Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16514


This item is only available as the following downloads:


Full Text
AMO L. MJKKO 219
PARA A CAPITAL B LUOABBS *DB NA SB PAGA POBTK.
foe tres mezes adianlados................ 6J&00O
Par sets ditot idem................... 199000
*or um anno idem................ 14*000
Cada numero avulso....... v....... *J*0
SABBADO 2* BE SETEHBO) K 1874
^BSi^^ II I I I I I I l.ll. I I ,i. || .^^^aB>
PARA DEIVTROB FORA DA MMVITO1A.
Por tres maaao adiantados. ..* > .. IVU
Por seis ditt* idem.................13B5a
Por note ditae idem............. tOfMO
Por am anao idem.....................>g0><
PR0PR1EDADE DE MANOEL FlQUfclROA DE FAR1A F1LH0S,
Gerardo Antonio Ahead Pilhoe,no Par*; GonealYea d Pinto, no Maranhlo; Joaqaim Jose de OUrara AFObo, no Ceara; Anujnio de Lemoa Braa, no Araaatj ; Joio Maria Julio Gb/'*, no And; Antonio Marque, da SiWa, Natal; Jose Justiao
feraira d'Almeida, em Mamanguape ; Carlos Anxencio Monteiro da Franca, na Parahyba ; Antonio Jeoe Gomel, na tjllad* Poinna; Be'armino do Santas Inlcao, em Santo Ant* ; Domingoa Jdatda Cortairaga, em Haxareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joio Antonio Machaeo, do Pilar das AjagAaa ;
Alves d C.na Bahia ; a A. Xavier Leite d C. v Bio Janeiro-
Z1SIBUCCAQ PDPUliB
\jr.fM< sea
>t*s de pkvalcat
LIVRO SEGUNDO
Vvdreiitalira
CAPITtXO II
SQUULBIO D0-- LKJUDOs
:c ajatJHa> e super-
doe liquidoM. Vim 3, quail Jo
;iXxma tejmilil io dos corpo: pcsodos, quo, pa-
n gpg aoutpo S"iiio fiessse e.m equilibria, bas-
jva #aa sea eentro de gravi lade fosse susltdo
per oat asats fix a, visio coma tolas as out ras par-
|* recps eoascrva vam u m :mdo estado de equi-
4f4 par lor;adi eoaiaiA que ligava essas par-
te* aaare si e ao merino cenlro de gravidade.
- m rafsreacia a os liquidos. porem, o mesmo nao
Jl mar mo que esies corpus, em virtude da
i4ade de sass molecalas e da f-ic.ili-
UJ ebelecem iucessanteraante a
i aa graviaade. teadem coaslaotemente a se
^'M e a as cclijcarera horisontaliiente, logo
u-je Arrrtai 4e ser -^ntidas por algum obstaculo.
>io eoatra de eerta a ratio pela qaal nenhuin
iaaaao aaAe ficar e:a euuilibrio sem satisfazer as
r casBcfrs* segamles :
I* Otit siAo tie.- sw coiilicJ cm um vaso ou
.,I--**, cmjm* pmruni u oppomham ao sen escoa
W. raitsfimk1 .rtf*"'* que o nutmo liquido
*s? trmsmOic
*. C*dm Wfjai-J U4m mrasoes iguan t comtrarias.
%? A tmmtrfxit Ian do liquid) deve ser hori-
--triaf ia e,perpe%di:ulir cat lidos os setn pom-
I dtrec$i da g. ...tiatk.
--am a pci*eir.. ntidicls. as moleculas do lu(Ui-
i.. iiiiriili I ser sodecein a ac.-.ao da
^nvtdaAe e se es:.i ) ; e sem a segunda, seodo
Hjiiliaii gar (or,as idsigoaes, sao arrastadas no
pra jalfir 4a iarcaira cooJirl,, relativa a su-
atrfiek firre do fioasfia, observiMios qae em am
o, cja so(>erMcie e borisoatil, lodas as mo-
rnlnaniii' i in reeiprocatneale uinas as
, Aestr.>eai par esse mesina facto a ac,-ao da
$ravi4aae e 4tencina;u o equilibrio ; e quo, pelo
, aao seol) a superii;ie horizontal, isto e,
tes rnais levadas do que oatras, o
i e wpobsivel. porqae exerceado as par-
ic* ana aatas nsa;:ies pressCes do qae as mais
tr^iTTT reUtiamD:ii- a uroa mesma caoiada ho-
rtsaaaal, detcro aaia pressoes desigoaes para ura.i
i an asotecala it-.-1 camada c, pois arrastaih-a'a
". Itlirtn 4essa ::uior pressii ou for^a.
iiaiii auemi-: .ja, para que urn liquid > lique
-i-j,dr a Mia superfi-ie ser borisootal,
i qae oBa ai a iliciUdo senao pela gra
>.iia4*. qae e c :iso ordiaario: mas no easo
-titrinit. i>t<- oil- iJj o liqui-io e solicilado por
Mans fjreas, cor:: i. jatece a ja rimos nos plie-
bmobmm eapillart >. j:i lo elie e attrahido pela* pa-
r*tes *s aoos, a i iasW oio se di, vist > com) a
-a?*tiae i eu icaiiaaaa de mudo a ser per-
-afceaiar a re^_ d*s foroas que actuam so-
cr- yqwaa .
>i%el dvMtLt.i. i*i. -D-i seqaeamliqui-
jj esU tucelal. k i a nio' quaalo toios os
; e achm n u.n mesmo
,-; limila se a sujisriicios
H is id'
>.Jaua Uans ul
4e ivjuea* est^w 1
< ai eaoli. auJ-
aam i^mij aa aft
vi'jios as cap. IV J
.a-creve reiiicti, h
-'-rtsariaintBt'
cruta Manoel Jose Feliolo padeca da asthma, auto-
I r so V. Kxc. a manda-1" inir eiu liberdade, eonside-
rando sem effeito a sua pra^-a,
Ao iuspei'.tor do arsepal do marinlu.Tenio
ne-la lata minlado paisar pela secretaria da pr,-
sideucia a Luiz Moreira da Silva e Aatoaio Aveliao
Ferreira {Biiulos de habiliucao para seriro*a,
aquelle de 3# e aste de 4 tnacniaisu de barcas a
vapor ; asiro^) declaro a V. S. einrosposta aosea
offlcio de 2i do corrente, soIj n. 875.
2.' secqao.
Acloi i
U presideale da provincia, a viita da propos-
ta do Dr. chefi de policia em offido dd io do car-
rente, n. 55, resolve demittir do cargo de 1 8UP-
plente do subdelegado do 1 distrhio do termo de
Uambe a Jose Henrique de Mendonca.
0 presideute da provincia de conformidade
com a proposta do Dr. :hefe de policia em olScio
n. 550, drf 25 do corrente, resolvo nomear para o
cargo de 1 suppleote do u!>delegaio do l* dis-
tricto uj termo de Itamoc a Claudino Jose de
Araujo.
OlUcios :
Ao coinmandante superiir de Olinda e Igua-
rassii.Para poder deferir o requerimeoto do sol-
dado do 2" baUlhao de infauuria Liborio Wences-
lao da Cruz, sirva-se V. S. de eaviar-me urn docu-
memo leial, do qual consie que o referido s^ldado,
teodo sido designado para o servico da guerra do
Paraguay, na qualidade de guarda nacioaal do
municipio de Olinda, apreseniou se voluntaria-
mente.
Ao juiz de direito executor de sentencas.
Segando consta do officio do Exm. presideute de
Uinas Ger.es, de 13 do corrente, foi perdoado por
decjelo de 3- ao reo Jose Francisco, escravo de
iosqoim Iga'acio de Carvalho, a pena de gales per-
petuas que e-ta cumprinJo aa ilba de Fernando de
Noronha, imposta pelo jury do termo de S Joao
de El-Rei aaquella provincia em 8 de abril de
1858, por crime de bomiciJio ; o que commuaico
a V. S. para os (Ins convenientes.
Ao mesmo. Afim de ler cumprimento o avi-
so Jo ministerio da justiga, de 9 do corrente, in-
cluso remetto por copia a V. S. o decreto de 28 de
fevereiro ultimo, na parte em que se refere ao reo
Laurentiuo da Rocba Freire.
Ao commandanie do corpo de policia.Afiui
de ler prompta execucao a seutenoa proferida em
ultima insUiocia contra o soldado desse corpo An-
tonio Leite Cavalcante, incluso remetto a Vmc. o
respective processo.
3.''secqao.
OCQoios :
Ao inspector da thesoararia de fazeuda.Pa-
ra os So* convenientes commanico a V. S. que
em 3 do corrente entrou no gozo de ama licenca
de 3 mezes, concedila por decreto de 26 de marco
ultimo, o juiz muuicipal e de orphans do termo de
Tacaratu, bacharel Jose Maria da Kocha Car-
valho.
Ao mesmo.Para os (ins convenientes com-
muaico a V. S. que em 21 do correnie awumio
exercicio do cargo de jmz de direito da coraarca
de Garanhaas o respectivo juiz municipal e do or-
phaos 1* snppleote em ^exercicio, Joao Correia
Brasii.
Ao iiH muaico a V. S. que em 21 do corrente assumio o
exercicio do cargo fle proinolor public) da comar
ca do Boailo o bacharel Jose Marii de Aruj),
conforme parlicipou em oDicio da mesma data.
Ao mes-.no. Para os tins convenientes com-
muiico a V. S. que em 7 do corrente assumio o
exercicio do cargo de juiz municipal e de orphiios
do termo do Garanhuns o respective primeiro
supplente Joao Correia Brasii, conforme parlicipou
F*
rt^MUl ; fclo *-','- -:n piano horisouul
|M-ato Aa soperf.;
ptaao kMrisoau'. c
,r.-aeiro *?
rawtaeaia:
!'.c coa^ejo
peT&Zit lifiu la
ubn). Aavaa-1
-ais part^i, ni)
aaacrfi^e p aai.. ;
aiaaa- tat >-
is-ate rosalu l
.ssa car*ai
rfici s li|a
la ago* coal. J i
-,a>erfi!Jed) li
relecte os .-
peRa piano
i'araa* grizi.
a carratara -
Cam eMeHo, se a -
Hi. bbj aario qc
r.. ae ser aah
- 4e cert* aaata^pa
iarttBiaj,x*--
Vor ISSO. poTc:i:
qac arimeiro iesi,
...-co io aivio, :p
ar ae aeaonst:
oataaa.
] coatunleiiiiate dd urn a
lirecci) da vertical, como
1, no paragrapao que se
. ntul; o mesmo acontece
e quai jner superficie ho- em off! :io da mesma data.
em urn
.j.Tf-ire c parallel.) aoutro
iota a'uiu poato vizinln do
- sin iadiaadM eaire si oo
- .
teal eoacober que u:oa su-
. a axieasao em estado de
horisoatal cm cada uma de
. aprateatar u na so e uaica
B, s;m uma aerie de super-
I.-. eutre si, do oaJe torcosa-
irfieia curva.
. ni) e apreciavel para
qoeaa sxleoslo, chid a
vas-*, porqae, nesie easo, a
.in perfeiuiaeaia nivelada
. : niaosos on' o melhir es-
isii ; la agoa, como os ma-
' de lormrpateute.
I :ie dos mares fosse pla-
ifattasse da praia nao deixa-
.. relleito do afastameato,
-ura em priinsiro lugar as
:.-., co ni mastros e cordas.
. i -o observa. vislo como o
abaixo do horisonle e o
- i parte inferior dos mas-
, oalas dos mesmos mastro; ;
trratara da ?uperficie dos
(Continua.)
?ABTE OFTICIAL
4o\rr t.> da provincia
187'..
v
t't
\
I
. 27 Dt Aimil.
! CMjpift.
A.-ua :
O preside'- t .vincia, altendendo ai o;ue
rr leaer-lbe li:ec.. .i-a ir ao presilio de Fer-
caBaa ae Haraaa a. primeiro vapor que para
jk\ segoir, Isaa .. wa corapaubia os generos
cMKaotes Aa.rala; inta, assignada pelo secre-
taria 4a presid-c ".. H quaes nao poderao ser
" ataarril li ;.-.. presidio sent que por par-
Haaataivo naaaaata m prc:eda a exa-
. afira de se 'r : c.i ha aguardente ou ou-
araajBBgprbaiKdi.
O presides, da, r nineia, altendendo ao qae
i ;.>rea Fran::s : -liiilila de lesu;,resolve con-
l-r-ihe licen. i nbarcar, com destino ao
prtaSe Ae Peruaal !: Xoronha Uj primeiro Ta-
ils para a ur, os generos constantes da
r- .rio joaia, a'-.?oili pelo secrelario da pro i
dc-acia, os qaa ol poaario s-r de^erabarcados
aa-ae!le araakl m qae por pirie do respecti-
coamaadanle :e1* a exame adra d9 se veri-
:*r se ha agoard .' oa ootra q nlquer bebila
eepMRaaaa.
Oaresid.2 J: proviacia, tsado em vistio
lertaa ae aaan: ... por copia so otlicio do
i-aacftorint*. r--r-:l ,1l- markma, datado
deaai corr_ :, u. .s;.. do qia! aaoaU t'"
r*at Lauz Mor: .. Silva a Aut.m. Avelino Per-
raaaatasUi^ -..;.- ui conformidade do art. 3
.. rejalanien.j e | te b.iixou. com o decreto n.
*Sta aa S 4e '.-. eretro de 1874, e sido approvados
j an sarnrem aaajUa de 3" c este de4 macliiais
t da barcas r. ra: >r, determina qae pela secreta-
ry sa expect a..s eAtaiiaalos os comoetentes tilu-
los 4e aaatiiiu--.,, como preceitua u art. 5* das
^traccoM mania la? observar pelo decreto n.
MOO ae 2 le jaiiLj de i860.
Ao Exm. Oriaaieiro commaadanta das armas.
Eltiaoa wiLciio, segiiado consta de seu offlcio
- tSaocdrrenr, :Jb a. 328, qae o soldado re-
Ao mesmi.Transmitto a V. S. para seu co-
nhecimento a ioclusa copia do offlcio do director
do arsenal de guerra, com refereucia aos exames
solicitalos no de V. S., datado de 15 do corrente,
sob n. 238, serie G, no scntido de verilicar si o
alm)xarife do mestuo arsenal esia em 4lgumi al-
can:e para com a fazenda nacional.
Ao mesmo. -A Carlos Camillo Carlini, enge
nlieiro agrimensor das terras publicas, raande V.
S. pagar sob responsabilidade desta presidencia,
uos termos do decreto n. 2,88i. do t* de tevereiro
de 1862, as bragagens dos mezes de novembro do
anm passado a fevereiro ultimo, conforme solicitou
o mesmo cngcoheiro no requerimento sobre que
ver.-a a informacao dessa inspecto:ia, desta data,
sob n. 3oG, serie G.
Ao mesmo.Para os Gos convenientes com-
muaico a V. S. que em 10 do corrente seguio pa-
ra a provincia das Alagoas, da qual foi nomeadc
presideute, o Dr. Joio Vieira de Araujo, juiz de di-
reito da comirca de Bom Coaselho, conforme par-
licipou em offlcio daquella data.
Ao mesmo.A' vista das relacoes, foloas e
prets juntos mande V. S., n5o havenlo. incolive-
niente, pagar a quern se mosirar competentemenlo
autorisado os vencimentos do destacamento da vil-
la de Petrolina, relativos ao mez de fevereiro ulti-
mo, conforme solicitou o respectivo coraraandanle
superior no offic o incluso por copia.
Ao mesmo. -Conformandome com a iufor-
maciio de V. S., de 25 do corrente, sob n. 340, se-
rie G, relevo nesta data Adriana Maria da Concei-
cao da multa que the foi imposta pelo collector do
manicipio da Escada, por nao ter dado a matricu-
la no prazo legal o ingenuo Felix, filho de sua es-
crava Damiana.
4.'secruo.
Actos:
o pr Francisco FoligODio de Souza Magalhaes para exer-
cer interinamenle o lugar de fiscal das lotenas du-
raole o inpedimento do respectivo serventua-
rio.
-. 0 presidonte da provincia, attendondo ao que
requereu a professora do povoado dd S Jose de
Ipojuc.i, Jesuina Alexandrina de Carvalbo Pedro-
so, resolve prorogar por Ires mezes, com metade
do ordenado, a licenca que Ihe foi conceJida por
porlaria de 20 de marco para tratar de sua saiide.
0 presideute da provincia. atteadendo ao que
requereu Isabel Francis;a de Quiatal, professora
la cadeira de Ponta de Pedra, e tendo em vist\ a
informacao do director geral interino da iaslruccao
publica.'de 22 do corrente, sob n. 130, resolve con-
ceder-lhe 2 dous mezes de licenca com ordenado
para tratar de sua saude.
Offlcios:
Ao Exm. presidente da provincia da Bahia.
Deferindo o incluso requerimento do soldado do
2. bat rogo a V. Exc. se sirva de transmittirme um do-
curai-QU comprobaiorio da allegacao que fa: adita
praca de haver marchalo voluntariamante para a
guerra do Paragaiv naquilidade deguardi mrn-
nal designado do l. balalhao de infantaria da fre-
guezia da Se. .
Ao Exm. presideute da provincia do Para.
Altendeni) ao que pette n i requerimento loato o
toldaJu do 2.' batalhao de iut'antana leituliano
Francisco Nery, solicito a V. Exc. a expe ncao de
suasordens no soutido de ser-me traosmiltido um
docamento legal, com o qual se prove qae o referi-
do soldado marchou esponlaneamente para a cam-
pautia do Paraguay, como gnarda nacional desig-
nado do batalhao de villa do Acara, nessa provin-
AoExra. presidente da provincia de Ser-
gipe.-Aceuso recebidos os dous exemplares im-
pressos do relatcrio com quo o Dr. Cypriano de
Almeida Sebrao, i." vice presidente dessa prevm-
cia, passou a V. Exc. a respectiva administracao
no dia 15 de Janeiro ultimo.
Ao Exm. presidente da prorioeia An Rio de
Janeiro.-Remeuo a V. Exc. dous eeeu<*Urei im-
presses da falls com que no dia A* de marco abri
a a s-emblea legifUliva desta proviacia, em sua
seats* orJinaria do correale anno. Izuaos aos
demaii prestdeaies de proviuetas.
Ao provedor daJaaCt Ca&a de aliaericordia.
Para que esu paaoMeacia posss revolver -o^re
o qae pale Vaic. an seu offlVsio Ae 17 de feverei-
ro aob m- 799, rolnvaaieute a arrefaatatso do pre
dioa. 72, boje|7i, na rua da SoJedade. cumpre qae
a jaoU adiuinisiraiiva dessa Saata Cssa. prajte io-
formacdes sobre o valor local do referido predio,
qae deters ser cninociosaiuecie descripto.
Ao mesmo.Aufcoriso-o a abrir um credito
de 10:000*O()o a verbsobras do patrim.mio de*
estabelecimentos de caridade -a carat) dvsss Saois
Cast, aiim de occorrer as despeas eom a cooti-
nuscao da obra da casa dos exp<>st >s, teguudo soli-
citou Vmc. em offlcio de 25 do corrente, sob n. 855,
que flea assim respondido.
Ao regedor do gymossio provincial. Teodo
em vista a inforraaeao de Vmc, dd 15 do eorrdu*,
autorio o a admi.tir como alumno externo gratuito
desse iusliluto, oo easo de haver vaga, o menor
Joao Carlos Gomes de Almeida, tilho dd Antonio
Correa Gomes de Almeida, cuja peticao uesle sen-
tido lica deferida.
Portaria:
A' camara mun'cipal da villa de S. Benlo.
Para que possa ler solugao o offlcio que era 10 de
marco ultimo u>e dirigio a camara municipal da
villa de S. Bent), sobre a compra_ que Ikera de
uma casa para as respddivas sessdes, trabalhos do
jury e audieneias, a Belmiro Guilherme de Azove-
do e sua mulber, pela qumtia de 1:200^000, cum-
pre que a mesma camara remeita uma copia
de escriplura da coinpra, e bem assim uina des-
cripcao rainuciosa do predio, declaranJo qual a
frentee (undo, quaes as divides iuleruas, se e tolo
de tijolo e qual a espessura das pa edes.
Circular:
a's camara* municipaes da provincia. lie
commendo a camara municipal de......que com
a possivel brevidade preste a esta presidencia in-
formacoes circumstancisdas sobre os seguiutes ar-
tigos, aiim de ser satisfeito o que exigeo ministe-
rio dos negocios da agricultura, com <>ercio e obras
publicas em aviso ciroula de 10 do corrento : I.*
As superficies cultivadas e nao eullivadasj 2. os
productos das divdrsas cultnras com relacao as su-
perficies que ellas occupam; 3.* os animaes dos
esUbelecimenlos ruraes, que sao nelles produzidos
e servem-lhes de instrumeotos de trabalbo ; 4. os
syslemas de cultura das terras, sous processos e
ferraments agricola.
5.' seccao.
Offlcios:
Ao engenneiro cbofe da repariicao das obras
publicas. Tendo nesta data approvado as plan-
t is dos kiosques que tern de ser cstabelecidos
nesta cidade, orgaaisada pel > contraclan'.e de tal
servico, e a se refere o seu offlcio de 24 do cor-
rente, sob n. 121, assim o communico a Vmc. para
os devidos fins.
Ao engenneiro fiscal da estrada de ferro do
Itecife ao S. Francisco.Declarando-me o Exm. Sr.
ministro dos negocios da agricultura, commercio
e ebras publicas, em aviso circular de II do cor
rente, ler o ministerio dos negocios da fazenda
recommendado aos inspectorcs das thesourarias
das proviucias em 4 de julho de 1872 que
r,ao facam subir ao thesouro pedidos de quaes
quer companhias ou emnrezas, para o despacho,
livre de direitos de consumo, dos objectos que
(lies sao necessarios, sem o preciso examc dos
respectivos engeuheiros liscaes e informa.;oes destes
e das raesmas thesourarias, declarando si os ma-
teriaes sao para o jiso exolusivo de taes compa-
nhias ou emprezas o si a sua quanti lade e ou nao
exagerada ; chamo a atteneao de Vmc. para este
assumpto, atim de que provideucie a respeito em
tempo opportune Iguaes aos engeuheiros liscaes
das eslradas de fcrro do Limoeiro, Caxanga, Olin-
da e a )S d is emprezas Ferro Cirri! de Pernamou-
co e Locomotora Pernambucana.
Porlaria :
Os Srs. agentes das companhia brasileira de
navegai-ao a vapor mandem dar pas*agem para a
Bahia por conla do ministerio da guerra, no vapor
esperado do norle, ao imperial mannheiro de 3.'
classe Joao Pinto Ferreira.
EXPKDIF.NTE DO SECRKTAIUO.
/." seccao.
Oilicio :
Ao capitao-tenente commandante da corveta
Recife.S Exc. oSr. presidente da provincia, ten-
do providenoiado no sentido de ser transportado a
Bahia no primeiro vapor que para alii seguir, o
imperial raariuheiro de 3." classe Joao Pint) Fer-
reira ; assim o manda declarar a V. S. em rcspos-
ta ao seu offlcio desta data, sob n. 3-
2.' secqao.
Offlcios:
Ao Exm. Dr. Joao Vieira de Araujo, presi-
dente das AlagOas.0 Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda accusar o recebimento do offlcio de
V. Exc, de 10 do corrente, communicando nao po
der assumir o cargo do juiz de direito da comarca
de Bom Conselho, em razao de seguir para a pro-
vincia da AlagOas, como presidente.
Ao Exm. desombargador prosiden'e do tri-
bunal do jury.De ordem de S. Exc. o Sr. presi-
dente da proviacia, solicito de V. Exc, que se
digne dispensar dos trabaihos da presente sessao
do jury os empregados desta secretaria bacha-
reis Manoel de Siqueira Cavalcante, Henrique de
Athayde Lobo Moscoso, e Jose Odilon Jacorae Pi-
res, cujos servicos sao indispensaveis, principal-
mente os do ultimo, que esta actualmeute servindo
de chefe do seccao no impediment!) do effectivo,
que se acha eom assenlo na assemblea provincial.
Ao Dr. chefe de poiicia. 0 Exm. Sr. presi-
dente da provincia manda remetter a V S. o in-
cluso lituio de nomeacao de Claudino Jose de Arau-
jo, licando assim respondido o seu offlcio n. 550, de
25 do corrente.
Ao juiz do direito interino da comarca de Ga-
ranhuns. 0 Exm. Sr. presideale di provincia
manda accusar o recebimento do offlcio de V. 8.,
de 12 do corrente, communicando haver na mes-
ma data assumido o exercicio do cargo de juiz de
de direito, co no 1* supplente do juiz municipal e
de orphaos em exercicio neste termo.
Ao promoter publico do Bonito.0 Exm. Sr.
presidente da provincia manda accusar o recebi-
mento do offlcio de V. S, de 2t do cowente, com-
municando haver na mesma data assumido o exer
cuio do cargo de promctor publico dessa comar-
ca.
Ao I" supplente d) juiz municipal e de or-
phaos do termo de Garanouns. 0 Exm. Sr. pre-
dente da provincia manda accusar o recebimen-
to do oliicio de V. S., de 7 do conenl', communi-
can lo haver na uiosnia data assutuido o axercieM
de cargo do jar* municipal a de orphaos dtsse ter-
mo.
ii.' secmu.
Offlcio :
Ao inspector da thesouraria provincial.
De ordem de S. Exc, o Sr. presideale da provincia,
commanico a V. S. para os lius convenientes, que
por portaria desta data foi oomead > o cidauao
Francisco Foligonio de Souza Magalhaes para
exercer interinameote o lugar de fiscal das lote-
rias, percebendo os respectivos vencimentos durao-
te o impediments do serventuario effectivo, que se
acha com licenca.
5.' seccao. _
Offlcio:
Aos ageQtes da companhia brasileira de na-
vsficfa a vapor. 0 Kxm. Sr. presideale da pro- dos brasileiro* 100 1/4. Cafe; tueroado
vign.ijpou inleind i pelo offlcio de Vv.- 8*., de ha frouxo
do hoje dos porios do sul o paquele na-
'in, e de seguir oara os portos do oorte
as S boras da tarde.
I'ACHOS DA NESIDKNCIA, DO DIA 24 OK SBTBMBHO
DE 1874.
exan Ire Theophil > dd Magaloae-s Nuaes.
erido com o oilicio aVsit data at Sr. inspector
Ui*>ouraria de fazenda.
__orunel Alexandre Magm Peixoto de
im. Requeira pelos eanaes compelenles.
mpanbia dos Trilhos Urhanos do Kecifo a
da e Beberibe. Concedo a supplicaote o ar-
aento provisorio do proprio nacional em
qahstao. ebriganlo se ella a ooncerta-lo sem di
rogo a indemnisacao alguma, e obter do goerno
erial autorisifao para lhe ser cedido effecti-
vaaieni: o mesmo joroprio oacioaal.
Mining's dd Siuza Barrus.-CertiQqne.
acharel Francisco Santiago Accioh Lins.-
Pafse po teria.
oanna Francelina da Conceijio. Requeira a
sa plioauteso giveruo imperial.
)4o Domelly.Em vi-ta da informacao do en-
ouro chefe da repai-licao das obras publicas,
naApotle ser aceita a proposU do supplicante.
enente coronet Mauoel Diooizio Gomes do Re
coiHgo Ji-e Dionizio Gomes do Raao e o ca-
Francisco Seraphico Gomes do Rego.Sa-
thesoura-
ria
pii o
li:
team os supplicaules a exigencia da
di faienla.
Ricardo Foaceca de MedeirosSeja romovido
pa a a ctdeira da povoacao de Altinho.
Mmmmm*z:
Itavre 24.Cafe : venJerarn-se 500 sac-
cos ; o do-Rio de 91 a 9eo do Santos
de 96 a 97. AlgoJao : as vendes de noje
luoularam a 800 fardos ; os preros nao sof-
freram aUeragao. Sebo: rnercado firme.
Las : mareado regular ; oflereceram-se
2,807 fardoV venderam-se 1,067 cbegados
de Hueiws-lyres.
Auv^rs 24.Cafe bom do Rio, vende-
ram-se 1,554 saccos.. La do Rio da 1'rata,
venderam-se 1,032 fardos.
Porto 25.Perdeu-se a entrada da bar-
ra, o vapor CAMILLA, salvaodo-se toda a
tnuolai.-ao, com excep^ao de uinfoguisti.
Rio de Janeiro 25. Chogou dos portos
do uorte o paquete nacional CERVANTES.
Rio de Janei o -25 as 3 boras da tarde.
Cambio sobre Londres 26 3/8 bancario
linnissi-no sem to.nadores. Um banco rea-
lisou reservadamente 26 12.
Bobia 25 as 4 boras e 5 m. da tarde.
Cambio sobre Londres 26 1/4 bancario, e
26 1/2 particular.
DURlODEPEliNAMBUCu
RECIFE, 26 DE
O
melhoramento do
Recife.
SETEMBRO DE 1874.
port (lo
( AGESQA TELEGRAPUICA HAV.VS REUTEIl. )
S^VfcVk^ % IsWIVnlkV
iter11 in *1 de setemnro. O go-
veruo allenatto desincnte oOleial-
m.-iiK- a notic-ia rapaltaada de que
ia mandar refurcar a sua esquadra
nas coatas da Heapanna.
Madrid *1. O ex-inarecital Hit-
zainn oiTereceu seus servlcoa ao
caverns da Heapanlia. U aaarecltal
Merraao recuaau-os, mas prosetrem
a rcepelto ateBoeiacoea.
Ii91^i\% l%li^amik*
Kio de Janeiro Chegoa o va-
por infflex GALILEO, fttanio boje pela
utanhn o paquele inglea NEVA, para
a Kurupn pela Bahia e Pernambnce.
Bahia a. Cheanu o paquete in-
le7. BRITANNIA, e satain a tarde para
Pernasnbuco. Cttegou o sapor in-
Slea DELAUBRE.
l.tMltaa 5. Cnetfau. procedente
da Brasii, o sapor francea HENRI IV.
Bio ii- Janeiro 9S.- Chegou o pa-
quele narioiiiii CERVANTES.
Lo-adrea -* a. laxa uu desrunin
no Banco de Inglaterra continua a
ser de tres por cento. Consolidados
de 3'/., for account, a O* S/B. Fundos
braMilelroa de 5%, do anno de 1MIS.
a loot ditoa do Uruguay de /. o
anno de 1891. a 39 1/2 J ditos ar-
trentinoM de %, do anno de 1891,
a UI 1/*. Mercado tie cafe muito
deaanimailo : vendeu ae o crarrega-
mento do BRILLIANT a ?, por cwt.
Mercado de aaauear inallerado.
Ken-York 1. Cambio sobre
Londres -81 l/. Ouro fO 3/1.
Carreaamenios tie core do Rio K.vma
i;; 3,A, dilo* cook a I* 3/ OltltTS por
libra. Algodito medlano ltla.nds alt;
1/J cents por libra ; aa chegatias de
boje aos portoa americanos de-
tain ae a -< mil fnrdoa.
.ivcrpool S 4. Mercado de algo-
dao nrmc ; veuderam-ae boje quin-
ze mil fartloa. sentlo dous mil e tre-
zentoa de proeedeneia da America
do sul: o fair de Heruauiliuco a .
o de Hantos a 9 lr.tt;. e o de MacciO
a 9 9/8 d. por libra. Mercado de aa-
aucar Inallerado. _."-
.Vutuerpia -I. -Venderam-se lol
.ai-cuN de eafe lino do Rio a 19/ 3/1.
Havre Si.-Cafe do Rio bom ordi-
nai-iii de Ol a francos.
Marselba 84. Cafe do Bio bom
ordiuario a 95 franco*.
Kin de Janeiro Si. Cambio so-
bre Londres SO 1/4 a *6 3/8 d. ban-
cario. SO t/S a S 5/8 d. particular.
Bahia S4. Cambio sobre Londres
l/S d. parlicular.
Bio de Janeiro S3.Cambio sobre
Lqndrcs 1/4 a SO 3/8 d. bancario,
86 l/S a SO 5/8 parlicular.
Bahia S3.- Cambio sobre Lon-
dres SO 1/4 d. bancario. SO l/S d.
particular.
(AGEXC1A AMERICANA.)
Para 25 de setembro as 9 b. e 40 m.
da manba.Voltou da illia do M tea pa o
vapor, que alii fora levar o Dr. chefe de po-
licia, para tomar c uihecimento dos tristes
successos das noiles do 6 e 7 deste mez,
dos quaes ja lbe dei communicaQao. Nao
foram somente dous os portuguezes assas-
sinados, mas sim quatro, havendo mais
dous gravemente feridos, A casa de um
outro, foi atucada pelo bando faccioso e
defendida com grande esforco, e a isto de-
veu seu dono a vi.la. Segundo corre era
um piano combinado Jque se punha em
execucr;ao para a extmegao da colonia por-
tugue/.a rcsidente naquella localidade.
excep^ao unica da folha TRIBUnA,
a imprensa desta capital estigmatisa o acon-
te imenlo, e pede energmas providencias
ao govento. Aquolla gazeta, porem, diz
que ja s* passaram os bons temp s cinque
no Para se matavam dous a quatro portu-
guezes por dia, sem que a imprensa so
liMiibrasie de fazer alarma por isto. 0 LI-
BERAL DO PARA, citandueste irecUo,
protesta contra o iufama hbea lanQalo so-
bre a pacilica provincia do Para. R-ina
grande paniuo no commercio desta capital.
Rio 25 as 9 horase 15 m. da manba.
Sabio para New-York pelos portos do notie
o paquete americano SOUTH AMERICA.
Liverpool 24. -Algodao : mercado facil,
1/16 mais elevado ; torn havido chegadas ;
boje venderam-se 2,300 fardos, sendo.....
2,042 do Brasii. Assucar: mercado fir-
me, sem alteracAo de preros.
Londres 24.Consolidados 92 1/2 ; fna-
Com
toda
V
No cap. ill da sua memoria, capitulo que se
inscreve -ancoradouro exterior (m bnco, > Sr. Fournie poe patente o seu pensa-
nieuto inteiro sobre o modo como deve ser melho-
rada essa parte do porlo do Recife, e ainda indica
aaal o system a de defeza que mais con vein, quer
a ci lade, quer ao dito porto, systema quo deve
substiluir o actual, que, na i .-6 e deliciente, mas
tambem se acha quasi iuntili-a lo pelos successi-
vos engrandecimenlos da etdade.
Apoiand.-se nos lumiuosos estudos do Sr. Mou-
chet e nos nio menos brilhan'.es trabaihos do Tina-
do Vital de Oliveira, no seu Roteiro da costa do
Brasii, o Sr. Fournio descreve o aocora louro ex-
terior e suas difficeis approximacoes, nao so as-
signalando as correntes que alii domiaam, tanio as
maiinhas como as athmosphericas, mas tambem
deixando patente a completa exposicao em que
esse ancoradouro se aeha relativamente aos ven-
tos do quadrante sul-este, e os porigos que oppoe
a sua aproximacao, ancoragem, e irafego inari-
timo.
Nio creraos qae haja qaem, conhecend) pela
expenencia diaria aquelle ancoradouro, neilb ten-
do entrad) ou delle tenlo sahido em determina-
Ja< juodraa do anno, e, por assim djtor, Ihe te-
nha experimenlallo os rigores rse abalance a con-
tarts* a necassidado. se nio presente. ao menos
futura, que ha de melhorar se e^s? ancoraduuro.
Mas, hem longe, crem)s tambem, estario todos
de dizer, com o Sr. Fournie, e.-nbora possuidos de
um nobre enthusiasmo, que Pemarabuco e um
bom porto precodido de u-n mdo ancoradouro ex
terior.
Para dize-lo, fora myster ignorar os prejuizos e
damnos incalculavois que desse mao porto tem
provmdo ao commercio de Pernainbuco; fora
inyster desconhecer os reclamos geraes em pru de
u:ii melhoramento desde tantos annos apontado
como condicao escencial para o incremento moral
e material deUa provincia ; e fora ainda mister
confessar que teem sido int'undadas todas quantas
ijueixas se tem erguido pela demora, pelo retarda-
mento na execuclo de qualqucr melhoramento,
condemnando ao mesmo tempo, sem exame. sem
descriminacao e diremos mesmo sem criterio, as
despezas feitas, em quanlia avultadissima, no in-
tuito de alcancar um bem, que se tem mostrado
rebelde em procurar-nos.
Ainda mais: se em tal podessemos convir, im-
nlicilamente proclamariamos a maior necessidade,
a preferencia iwmediata do melhorameito do an-
coradouro exterior sobre o melhoramento do porto,
comprehendendo-se nesia denominacao o ante-
pnrto do Poco e o porto interior cnaiado do Mos-
queiro; e dahi seriamos levados, natural e f>reo-
samente, a taxar de imprevideotes, se nao de igni-
rantes, a todos quaotos deixaram de pane a ques-
lao do melhoramento do ancoradouro exterior,
para se oceuparem, com mais ou menos empenho,
do melhoramento do porto.
Nao, a taes conclusoes nao podendo nos chegar,
nem alraillindo qae razoavelinenle se Ihes possa
attinair, pedimos venia ao Sr. Fournio para modi
dear o seu conceito por esta fjrmaPernainbuco
e um pessimo porto, precedido de um mao anco
radouro ; o que alias se conforms melhor com
o adiamento proposto pelo proprio Sr. Fournie,
quando, no mesmo cap. Ill da sua iriemoria, diz
que iwo propoe a construqdo mmediatado qae
bra awr, (principal melhoramento que indica para
o ancoradouro exterior) porqae isso accarretaria
uma grande despeza, sem davida prematura.
E creraos, e c nossa conviccao, que, se nenhum
dos preJeccssores do Sr. FourniS estudou o me-
lhoramento do porto sob o ponto de vista cm ques-
lao. se sens trabaihos nada dte^ni a tal respeito,
nao proveio isso se nao da preferencia que todos
derarn ao porto sobre o referido ancoradouro ex-
terior, preferencia nao so oriunda da maior ur-
geneia de melhorar aquelle antes deste, mas tam-
bem decorrent i da premaluridade da obra que
para o egundo propoe o Sr. Fournie.
Nio se pense, porem, que, assim descnlpando os
anteeessores do Sr. Fournie, seja nossa ioteucio
justilicalos plenamenle, e, por isso mesmo, eriti-
car da idea do actual director das obras publicas,
uao ; tal nao e, nem pode ser o nosso fun, poi-
que nem desconhecemos que, alem de oalras, torn
os irabalhos daquelles essa lacuna, nem lao pouco
deixamos de comprebender e devidamente aquila-
tar as grandes, as iramensas vanugens que podem
e devem advir a Pernambuco, quer pelo lado
commercial, quer pelo estrategico, da execucao
das obras indica Jas para o ancoradouro exterior.
Que Pernambuco, ligado ao post) avancado de
Fernando ae Norouha pelo cabo subtnarino, e ten-
do um bo ;n ancoradouro exterior, ha de ser um
ceiiir > alractivo, um magesloso emporio commer-
cial, uma magnltlca eslaocia para os naulss que
sulcam o oceano era variad .s direcoes; e cousa
e.-la de tao simples intuicao, e objecto a tal ponto
ao alcance de todas as intelligencias, que, nem ao
menos. e admitsivel que alguom cogue de crear
objeccoes.
Que, ainda na mesma hypothese de ligaeao elec-
trica a Fernando, e defendido por um sysietoa ra-
ci.mil do furtiGcagoas, e tendo um bom arsenal
de marinha, cspai J : grandes emprchendimenlos,
pode Pernambuco vir a ser um soberh.i porto ae
guerra, um excellenle ponto estrategico, uma mag
niGca base em que possa apoiar se uma esquadra
brasileira, no easo superveniente de uma guerra
exterior; tambem 6, se nao de tao simples intui-
cao, pelo menos de natareza a ser bem cumpre-
beudida essa ilea por quantos sabem dar valor e
mensurar os proventos que podem tirar as nacoes
de posicoes taes como a posicao geograpbica de
Pernambuco.
Mas, forja e coafesar que tudo isso sao quus-
Ides do future, depenAeoies de innuraeras eir-
cumstancias, sujeilas a grande copia de ontrss
qaestoe-, cujas solugoes hao de vir forcosameate,
mas so virao lentamente, a medida que o paw se
for desenvolvendu, e ua proporcao do augnseato
da sua popalacao e da sua riqueza.
Nio serve isto. A certo, de obice a aceitacio da
bellissima e otilissima idea do Sr. Fournie, idea
que abracsmos jobilosos ; mas enmprindo-nos fa-
zer essas observagoes, ahi as deixamos, para en-
trar na descripcao das obras.
Propoe o Sr. Fournie em primeiro lugar a eoos-
truceao de ui euebra-mar, isolado de- cerca de
1,400 metros, asseote em fandos qae vsriam de 5
a II metres abaixo da baixamar, sendo parte so-
bre o franco tto inglez.
O'esse quebra-ioar, de que alias sao podemoj
ter uma perfeita idea, porque sua dsrecclo so esta
Gxada u* cam, que infelizmeolc nao acompanba
a memoria, diz o Sr. Fournie, nos o acreditamos,
que protegera efflcazmente, contra as maretas di-
rectas do S.E, nao so a totaiidade do ancora-
douro ehamado das Laminhas, que, no dizer dos
entendidos, 6 a melhor parte do ancoradouro ex-
terior, mas tambem a totaiidade do ante-porto do
Poco, sem comtudo comprometter o ancoradou-
ro ehamado Lameirao, onde apenas peoetra o
quebra-mar.
Alem disso, e conu nao sera bastaote, para a
inleira tranquiiidade desse novo ancoradouro, a
factura do quebra-mar, por isso qae, devendo esie
deixar ao sal ama passagem para entrada e sa-
hida dos navios de vela com vent) d'Este, ficaria
o mesmo ancoradouro exposto aos maos tempos
de S.E. ao S.0.; propoe mais o Sr. Foarnie,
come remedio effienz pars esse nial, a consiruccao
de am molhe, a que da o nome de molhe do Picao,
que, partindo de um ponto um pouco ao sal do
forte do P:ciio, no recife natural da costa, estenda-
se ate 700 metros de distancia, na direccao Oeste
E'le pouco mais ou menos, licando assente em
fundos que variam de 6 a 10 metros abaixo da
baixa-mar; o que alias nao prejudicara a navega-
eAo no rumo snl, por isso que, entre o extremo
E'ste do molhe e o extremo Sul do quebra mar,
ficara uma abertara, orientada na direccao Sud'
E'ste, pela qaal poderao facilmeote enlrar e
sahir os navios que demandarem o ancoradouro
oa delle se relirarem.
Tudo isso parece-nos racional ; e o qoe e certo
e que, com essas duas obras, a extensao do anco-
radouro abrigado vira a ser da 320 hectares, dos
quaes 160 com um lundo superior a 9 metros, e
pois capaz do receber os maiores navios de gran-
de callado d'agua, sem contar que offerecera
abrigo a um consideravel numero de navios, baa-
tando assim a um desenvulvimeoto commercial
decuplo do que actualraente aprcsenta Pernam-
buco.
Assim mclhorado, o ancoradouro exten.r do
Recife t)rnar-se-ha sem duvida equiparavel aos
melhores portos artiflciaes da Europa, sendo ape-
nas inferior em exlensio ao de Portland, que tem
bio hectares abrigados, e ao de Cherburgo, qae
tem 400 hectares nas mesmas condicoes.
Alem das vantagens decorrentes de tal melhora-
mento, acresce dtz o Sr. Fournie, qae: A re-
giao triangular, comprehendida ao Norte do mo-
lhe do Picao. e limitada nor uma. linha fjcticia,
prolongamento da que jonla a ponta Esfe do mo-
lhe do Picao com a ponta Sul do quebra-mar, e
por uma segunda linha, prolongauento do recife ;
fica particularmenlo bem abrigada de todos os
maos tempos, e communica, directamente e bem a
coberlo, com o porto do Mosqueiro, pela Barreta,
dobrando-.e a rocha Tartaruga junto ao Pharol.
Nessa regiao, a que o illustre engenheiro cha-
ma ante-porto do Picito, e que ficara com um
fundo de 8,70 a 10 metres na baixa-mar, diz elle
quo nao so poderao estacionar vasos de guerra
para aprisionaremse, inas tambem poderao au-
corar os paquetes transatlanlicos para embarca-
rem ou desembarcarem, sem interrupcao possivel,
passageiros, malas e mercadorias, o que de pre-
sents nao tem lugar.
Nio se limita, porem, a i.so o Sr. Fournie, cajo
espiriio, comprebensivo de largos coramettimentos,
nao descura todavia os detalhes que podem inte-
ressar as questoes, num sentido mais ou menos
lalo, e em todo o easo em vista de resullados
praticos.
E' assim que, cumprehendendo que na previ-3o
de um onsiderabilissimo desenvolviraento com-
mercial para Pernambuco, pode haver toda a
couveniencia em separar o servico da marinha
militar do da commercial, estuda esta questao
com descernimento, e propoe que, n'essa hipolhese,
seja construido um outro molhe ao Sul do do Picao,
partindo do rc:ife e seguindo primeiro a direccao
Oeste E'ste, depois, parallellameute ao recife, na
direccao N.N.-E.. e deixaado entre si e o mo-
lhe do Picao uraa entrada, dirigida para Este, de
258 a 300 metros, entrada alias protegida pelo
quebra-mar citado.
Na hyp these d'essa nova obra, de naturoza es-
pecial, e tendo em vista um interesse peculiar, diz
u Sr. Fournie, que poderse-ha pratiear no molho
do Picio uma abertura de 80 metros, afim de es-
tabolecer a communieacio entre o anteporto do
Picao e esse novo porto interior, de facilimo ac-
cesso, a que da o nome de porto atlantico.
Segundo esta Dgurado na carta, que, ja disse-
raos, nao acompanha a memoria, diz o Sr. Four-
nie que esse porto lera uma superficie de 40 hec-
tares, dos quaes 20 podem ser atterrados com os
productos da dragagem do Mosqueiro, para ahi
serem conslruidas as offbinas e todas as mais
dependencias de am bom Arsenal de Marinha, fi-
cando os outros 20 hectares, com fundo miniino
de 9 metros na baixa-mar, reservados para a
baterias. .
Esse porto, no easo de consideravel desenvolvi-
raento do transportes mantimos por navios de
grande calado d'agua, podera servir, observa o
Sr. Fournie, nao so para receber os grandes na-
vios, mas tambem para admiltir os paquetes pos-
ues, quo alii poderao tomar carvao, descarregar
e carregar mercadorias, etc., etc.
E, tendo assim exposto e desenvolvido o sea
nlano, accrescenta o Sr. Fournie: Nao insis-
tiremos n'essas considerate*. 0 Qm que livemos
em vista esta attingido desde que mostramos que o
nosso systerna do molhe Pica) e do quebra mar
inglez presta-se mui facilmente a quajquer coai
plemeuto ulterior do grande porto maritimo, tanto
commercial como militar, de Pernambuco.
E, por ventura, prosegue elle, proponios a exe-
cucao imraediata do quebra-mar t Nao; sen*
isso uraa grande despeia, sem duvida prematura.
0 que basta e qua o seu tracado seja reconbecido
como possivel e admiltido em these. Mas a cons-
liuccao do molhe do Picao parece-mc pelo coo-
trario de grande urgencia em face dasconsideia-
coes ja expostas. Reconheceremos ^P0.18,^
ella e mesmo necessaria ao melhoramento oo saw
"tAfiS t'recho deixa ver c...ramente que,*
Sr. Fonroie pensa como nes e como todos em g.
rai ace"rca dS^r'todo Recfe, eqaej^WfBio
como motive para as suas, alias val.osisMinas, con
sideracoes, que ello avancou
a proposi^ao, a qc"
a X'd&'de que Peraambuco era um km
nuruf nreceoX de um mdo ancoradouro exterior.
PCclaemdo o cap. Ill, o Sr. FooroM f. mn
raoido exame do sysUioa actual do defeza da u-
dade o seu porto. e aisignalando-lhe a deficiencia
e os estragos que o tempo e a incuria dos bomeu*
Ihe tem caasado, deixa patente que e necessario
reformal-o, e propoe que os aclua fortes sepm
substituidos por: '
' i. Um forte ni etniBe?ia 4e QUuda ...
7
I



?/
">
Dutio de Pernarobuco Sabbado 25 de Setembro de 1874
T
.2
0//r*
2*Ua l*tct*Ja flo Ni
caao d'agua, acasr-se-tn* MB in
{* acteBsivaa, **bvemi-
aeaaa de Otada aarXim forte, two agria .doininudo
* MUomMk) culminante distancia da
ae^ da aroBKia;
J O f*J*aB-Juraeo qx-*erra canservado,
w*w **TP**^*e de er sabs*KaiXi par nma ha
** *** qa*bra-ra4r, qcsn 1> se vir i coa-
ir* ess* crao le obra*'*
At systema de defers parece realmenle de
stagens, e, at m tie w harm onisar coa
do Arsenal dc Uarinha, lal como a
>f- F urafcs, aeresee ejue, c un dapois
i*,sati>taz aadtras vistas do Ji-liocUt en-
aoaJture, p. is qua fc-flii.i a eoastruecto da esta
ii* t-raniul da csirada dc ferro do Sao Fraacisao
Hcalmle aaachaa fortaleza das Ciacol'ua-
Cm, idea, esta ha wo.to tempo iraMlliada, e bem
im 4ai as > a tsdanr desenvolvfr--e a esracao-
Ai da sWada de fern dn Liuioeiro, no local
4> tartalexa f..i2rum, para |ierli> da .|UI e.-ta pro-
icta4a acabo^a de linha d'wU xia-ferrea.
PtaseeureexM.
WaticiNW dta f Curort it.
n ci II boras e meia da nnnha fnndenu
taM*ft o vapor ingler B */**, trae-rrto dar**
ce Usfcw ale 13 do c. rreate, ;,diaat*ud > sole dias
aa Maries recebidas pt-li* I'tffe *,. &s o
FBUtCt.
T* *Bao publics oe.-e pail actaava-sa lo la
ire*6?n;ala com a -lei.a de u n deptila Jo pVFi
n**1*"*'" *> Maiue-et Loire, qua devia ler lu-
far bo du II d > current ->.
As Meaaca* a quo diva l-igar na impreasa,
"f*: aoiu t-i*s*ui,-s e muito mew, p)r isso
jae **tlaan rada vei raais o lerreaa .-uhreqne se
aastoa o pi-iido ctaainado seplaaatata, isto e, o
etaWii atrwfri, refjr^ad. |mU fra-vao da i1irr:i i
* *_ h osin o Sr dc Hrogrte sona) u;n va-
ralxivd a>*s |.riaaip< > .3 t* m-ntuicos
Eaire a* gMMdetf lefaiw Us ho aeio da ora-
M-ao de p^noaaeaeaa da assemble nicimal, foi
i djt refuUaiestj> di iiiiprensa, ij'ie fji traiada
i.*m mt+ i-i,t ocia e euia disciassao f ii imtii-i la-
KfaMk
* dejiiu %* .l psjuer Ja seduaiJ.is pela rmvle
racaa_qa > OMawtro .!. ia:erior tiah.i ino-trado
*t*tr**B2cmy e-perava!,! ap;>are:iceiaeate at gnu
Mf' -fue >e iraiava e-i-cia!:iiente de impar-
Ma4e,ii.i j >eriarn;i>..:.vi vtrter alumna cju-
<** C a** n*i aeou:e';-u assim.
**' "-.;* t)i;V ;|, |;t1 fjfjiu d:rigidai, o mi
Xr. rr-vciiiVi .|m 1,;,-^.! da li, par* a sua de-
feat e fa- a ajipiicava c;>:a Iftii a in tderacai.
' '<- '-i' l 'is,i.n-i-i i irn iirnal
"-.j'i!i-:i. i Sio: -lit so., j >n.il miiieral) eu
h tdaoH s, J.ss- )n u na iinlida giverua-
aaHaJ m aln:ai-!i4i! .i. ,,iali m tsnn aid se
;..-c-i- i Bribe*, l;v; -,-r naniili, p>r ista n\nnn
i-! M laiali ; > <| i rij n i^ria suspenliI >
ajaellejtraW, in.s ra% Uv-al) ss*a ni>peaiVi
><> J-crlali ;h:'..i f-m prcKcj.sjr, m jal.'.va ii
03Clf*^: de HUttirl t.
'.a. .J'-Ua-.-r>i. s;K'.i i ss : prirneira n h o Sr.
Caa*j :-l.ai ur, nidjulgafw %-m&Qi&o fjs-
)a-:i. rtd ;u-. em ij?ua i> circumslancias nil a
taria ; aaawli, a mIi1 trie Jade e^itre aiaistr^
*jm e aaecednu. aiu la c;--: lido *e |aregam pi.la
* ik* US } l ,?s ,i dtticis, e *io { gldl< p-los
:ar .s di rdrf-a in iral At ; -jng) pi-
iwji q u dira mt i-:.-tU ate e-e p .at i.
UaBa4Mrepi!>lic.it)s reciiwmi; lo go-
ern a Bmfa$i i t m I !i rig ros.i u injiuHii-
-**4, aaaoiMl cat a t j, ra.il repablica'no de
-r-wavam i u ci-silalj dtj na i rela-
im a o/ia.ai rajufi: caai a ii :.* so, sem reprevn-
-raaie aa in^rea^a ;.. ir oceanic ) das proximis eiei-
: jia.-st) -a u. ; hj.-:\ < de igiuil.ile pe-
ii .: .. :jiTrij>i (irp,-sr, e p .r coaseiueacu -Ic
W lihh FfeHoral.
Ea respiKia o aiaisirj haUMJ-Lal-inr, e:i
s-cau. m (act* di> _; .:V;s ,,;i,s u , au*ijvasar a rea,.J.-..-.;iJ d. j ,-:-,jj| ooil.:.i njj
lrit -'a aviaiHov.
- o Ti.iii-ir a. ipt>rur, re-poiikaJ.) a ama
rv-4. |) Sr. f.r-.i -. Pieird, relativa a uma
cmRbr d i caa Ii I > .n:i-u r. departaiaea-
ki ii U..U-; -t Lw<-, c i.,i in >a iwvaiaente a saa
tr* vojital; lj Ur-r r.-<:>eilar c decfete da as
- ">lea,Tii^ ;tr., mu-i > i % a:.)li.;a do impefio a
J'K-.H" ..:::.: | .:..{ [ ,;nar a api'Iiroa^ia
. i>rtui)ir a : ;: KI-; uirtitiru!. -.lOrseguiaJj o
asuifesti de a:a c i:; i. s .,; mas taj Mi :j.iiicaci) !: -..sir* nalaren. al) telia
be-:tabena aatregar a apftciaoao dajustica.
lat-rpelladio goverao -obreo recoDhecimen-
13 do ?>veino hespanh. i, u ministro efto rc-oahe-
aMl< co--a uir. facto cii-umm 5o ; eeffeCti-
na>en: '. Imm< Qjjk, .' dc 3 paaacava a nomca-
a <5o cade de Qaadordv riinbaiiador de Fran-
Trnuiaoa e iaqiierito militar-sobre a evasao
4s. aaMhal Satan
I i.-raj Lr/al lerataea o relaterio, qae ja foi
gtiverco.
r-~ pda ealpsbiliilade de
r>-n |j pcsanl civil, eaoarregada da goarda
d3 pn< :. sir ,.
! K i :jnto riasta, egar.da paree*, qne na
1 de ag.j-; i, o ex-mareclia! Bazaiae, ye
do fohrioli >. fJrao taaflMica.<
4creditaa nnj nyju* fervetiiea wru r.iMniai
; m a inatleravei nmiiiile du voso alTeciaosiiM-. dijetarja >u aivri-ii
(to.-Henrique, c'ade' de'CfiamfMf'd. proposii 'ife um "
wauv eT**taain$r
Os ioaaaes e correspoaienciaj de Italia fa!-
Jam, ha bastante tempoim confereocias e accor-
du ca*e os Srs. Migneti e o Sella, laato para a
re^9tit*tao de uma wakiria parlameaiar, coma
para a ealrada do segand > na gabioete presidi Is
pelo prim-'iro.
A OfimLne, qau t nuneia quc esjaa ceoterencias acabaoi de ter am
i esufcado salisfactorio; qne prdva^efmenie o Sr.
Sella nao catrara no gabinete, rnaj qao esti de ac-
cordo com o Sr. Miugneite, sqbre o nrogramina da
proxirna ses^ae, o jm the dara todo o sou apaio.
Ofabincte ia e?rt do Sccordo'em relaclo a oV
solucdo do pBTlaaienlo, 0 decreto coavoeandj os
eleitures deve apparecarftTaveaient'e,*ando o par-
lamento coavocado parao-aipado de noveinfcro.
0 estadj de excita^ao da Secilia causa vivas
preaceaptrae? so goverin ttahaao,
As opioioes dilTerem quaato aos meios a ernpro-
gar para restabelecer uma situacao a^rmal: un
sao de opioiao que a lei cqmmum, coratanto quo
seja applicada com energia, basta pata attingir
erte lira : outros pew conirario, recommenJara as
!eis ncce)iclciraes o a apphVacio do estSao d.i sitio'
com todos os seus rigores.
0 coasnlhj de miaistrns navfa iaeaeia di sea prejieeBie, para dehberar sebre
UiW assumpt), mas nai umdo os miaistros chcg.i-
do a am accordu, adiaram a rrselacilo. ate a to!-
ta do Sr Minghetti, qnc cslava ausea e de Koina.
DINAHAItCA.
As ciraafas do reiuo da Uinaniarca estao coa-
vocadas para o dia 5 de outftbrb.
Trata^e activamento das fWtiliia^as de CttpaV
nhagae.
1I01XANDA
0 aovo rainisterio hollaudez futacolbido pela im-
preata daqaello paiz. snSo com sympaihia, pelo
inenoa com uma especle de beaeVoleneia aoffMi i-
ii.il a unica que urn miauterio de circumstancia
tiulia direilo >ie reclamar.
Cimpjsto de clemeatos diversjs (era uma mis-
sat crfiDilmm ; o seu papcl coasistira ern eOtiHthi
os interesses do partid> cmjuaato teaha meios e
tempo para isso.
Aioda .pie o gab;ne:e conttaj sea greraio dous
membros catholicos. e o parti lo ultrammtano que
^e mostra arenos sati^feito.
0 chefe do gabioete, o Sr. Hemsfcerk, ainda que
cathilieo, e ja loAsiderada por cite partido aa ti-
leira do- suspeiios.
Em loJo a c iso a gabinete actual nao na'aced sob
uma estrella propricia e nij prometle uma lmga
etfeteneto.
Emquanto entr.; os s'avos da Bohemia, a appo-
siv-a. se desaggre-^a a p,mci pau-jo ; parece elu
aoinar urn runt wgor imtra <>s slavjj d.i lluaitri>
-A luta ettu-e o po ler r.ivi| p,, |-,r e|0nl
menu na d.eta do AgfsM, a
Jjeoto de lei propj-to pJI-iyi
a arcebi:
dc in
Al
aa niaosao lero ; devit.se esparar quo este de
ajalesse torn -lenaci lad* o terraao aue tinha usar-
pado.
& dilUcil1 de prefer a quern flcara a victoria,
por|ue n Qsleitliania, apeiar de urn mJaMario
Ibsral e de camaras hberae*, as ttiaij p#,iuenas
reformasteem ^raade difflculdado d^ sar apau-
cadas. rw^
Oi Jornaes hungaro* nubliearam uma memo-
na SsMginfla oelos chefes d"os rtamrttosda Transvl-
vaaia, exniiudo as condicoes em qae estariam dis-
p^isloS h abiwluir m arranjo- deOaitivo eota o g*
verno liungaro.
Estedocumentoe reJigi lo sem espiri'to coacilia-
nor, mesmo Kirmntaadn Totas^ caja rearisaciiaa-
muito diulcil. Eotretanto sob o pouu do vj-u
biingaro, algiiTisfestag wabadtii dawriam sar to-
rnados em considcrajaj em Pesth, porjue nao f6
sao Juttos, tnas amda porqne offerecem araa base
esses arembros eram os qne saniram.oi>MPiueJ
Beacam. rrrr-f ;
%M* inrnaes semi-i.mcuai MMaWem a rri-
ic. ao etejueiite allonsisia qajexhUja-ltTigabiaete a
4sse\>nm que os minislrus deiniianK'S eram
?iftJItfPtas-
lgitolda>l vai inais adiante, ^oVljue assegara-
'" depots de modiflcad), ainda Dcam
sistas.
|ue parece mais provafel e qae
a enie leva urn caracter pura-nttte militar, e ana
a aolltica eoafcrvadora naj foi defrotada e con.
tioaa a prevalecer uas esobara*
tats.
?aftc1 encorit>a*a'uxM*Tares Vs'lSS^a**?
r.-mo-anV'rjcan^s, quo ainda eonservam viva a
r-cordacao-das.luta* qae sustoctaram -contra a
Hespanh* niepocha da suaxnancipaca?.
0 Chile sobretudo, quo e iocontestavelmenie o
eslado maft hem gdvernado*. e 6 ma^ gbvernavel
da America do Sul, tern tiio frequentes peaden-
as com a Iltuauilia, a ainda oao eiquaceu o
bambardeameato brutal de Valparaija pela mari
nha hespaahola.
Urn despacho transmittido ao tknes e ao
amoB-JiYorrf. jjz qne o Chile esta dispo-to a anxiliar com
Aatea e depois Ja sjlueto da criae ministerial,
di>cutu a laprensa hespaahola a nscaaai'lado da
lical, de
INGLATtBUA
11a umas tregua* lacitis eutra o ministerio e a
opp iiii;ao e de ambaa os ladas se repousam, se re
colhem, se preparhm ; mas nao taroareiDOs a as-
sistir ao roinpimantj de hostilidades, em brilhan-
t-js lorueius oratorios, oade.. ae luvira a oajavra
ant 'risaJa di.s etietes cunsefyadi-rts e liberaes
Ji>alarem t\oquentemeiit'j o favor popular.
Q latidj ua eamara d n commitns sc voton a
3 pn>cipa Leopoldo, o depu'.ado por L-y- da.ua vuig.iuga, o aconselna o goveruj a u'ao se
I'roU'stou contra a dbapeta
a.is s.'us corr.,!i^oiiartoj, dt
tana e emharcando n'am
o "i de am vapor, que
i pat i!ii peia
adiiiij
- q e r Maai i iit,.,.
"-u .'vi-s.. wajaaJo s,. inferettevfi Ingar, ra-
w a eaaadveaea de uma parte do peasoai civil da
. c ::-i.':iueiicu da intervencio do tenente
T-jBel da esiai.-. isaior.- u in ictivtda !e, qae tittha
m1 aa'ri adea aeoapaanar s prisiondro.
K"rr-J4!- ^ae cr.a seolinetla fill;:: tambem
seas tfjaeraa. A resaonsabilidada principal
'.<:>' irn gnacla, cuia culaalii-
fclade sr ra .J A vu.l.nrn u Ihtor nio afrocon aur.ca. Os of-
BBaaa a aaMadVw daa daaeoatpaBhia-U4 regi-
eao HI, tireram irn coir.|M ;taaiento que i.'.ioda
0 m;-ia se piit di^er do ouloLil eommaaJanle
ia prsca.
0 reia' .no dj pen^r:.! [>W.il tfepoii di! let i HI
httoetdo a cnlpaiiilidade de ci rt-w agi-ni-s civis, e
aeayu de t-r iaHraiaadu a par:.: de iaasiaiivj u-
pelo leaeete-coi<:i! I Villetie, que de aecordn
b o pnsioneiro, eaataBeo a prasaroa os meios
exerncao da . eorrorapendo os fiiaolas,
de ler eaadnaado a falu as cogras "sia di<-
^ijaa ailitar euinella dnsviada d..s so s
4ewa- {Mr am g-arda .:i,.l, cindue queoi agea-
;^s accaados e a teuenie-.-oroael VtUatte, -Staam
edidos aeranle o trtbuaa! de a-sises dos Alpcs-
aaantuaos comn aecs.-;dos de terera facilitado e
Mia a evasa do .-ai.rechal Eazainecofl-
a 10 de decembro de 1873, a peiusdi
* Briaaeiro aa:>lha de guerre da primei
militar, /wjMao Inw M ** viDte --1"003 de.piisao.
O sotdad-j A.._ deve *-.r juJ/,ido p&r era conse ;
-aade gaejra, conform^ as less militar.s.
. 0 auaistro ao ialarior dedaroq, na ommu-!
czi 4e B^rnun-ncia da aMroablea, |ue o taiatciio
ja geaeni U val aeru psibiicido, mas nao antes
e ier sido aprcsent-do e*a-3 dwumento ca pro-
oe^oqoese deve instiurarem Grasse a ii iie se-
A Je r.-speilo diz i JtejmLu,jiie F.anr.aise
peo triianai eanweeioaal de Grasse so tera de
j*yf *** doj accusados em que o tribonai .do
aaasaa 4Aix lara da j-il^ar ;oa mais cmloaLv
Oajg-Tit. na, ranlou .-6 neglige.icias, mas aar-;
aaliraic:impi.c,dafc--.
~_*?* e!H l.eria de vida o eelebre bistoriadar
4"*u"t- aau8 "iatotro dc Laie Felippc
F*.aaapeaao p 13 dias o Uau-a:*. por an-
Baa aataqBtas ao guvacao hespanbol.
Eis a caru dirigida p^lo coo'ie daCSambord
aaen *ricca D. Carl#, o pnttadaBla de Ila-pa-
Maaami qacrido sobdobo: A tafiafacio
?J?*"*8 cansoa aiekura la roasa cirta. pela ener-
ga Baa aaaiiinentos qae aefia te nflecten, e tao vi
*a cima o ioteresse que me iowiraran udej aa
aaa. jrm*aores. k, fel a ir.jciar ao wi iiuto
ra**-os bkuvos que vos b varass a diriqir oro
so a?ar-raBdBa aa p-.fa?i:ria chri las. '
Odeaprezod, *m rejra geral, a melh .r rea
ao Bar* as impos:aras revnlacci maria-; mas as
aaa a eilaaaia ehega a ta&< exceasoi qae se nao
fadaca tnferar. Xeste raso rca eneofltrasies a-
BBB.
Baaara, Baaalaio q:ie depcis da Jeitara dos
"aascoai laata claro'a en ponies, as poten
'* *ne aaanta, rnelhor inrormadas a tf.n.t-^
o ob pmf.rio interess", nao cerrarSo por j
nem?-> g, obtm K j vrdide e nao Jir.lo ao
TZmZTSES!**'l!l lie cmlemplam >--.
^PWM^r-n. laanta Llegria terenvw,
*Ti/^i.^^. n" cheS'sr a B0'iia tri
na legiumr aaaeart-. ,.;Pnse< rfisefs da aaa
,;';r'-Hha ate a- flu poraae
,.' batenio eomd taada? fei-
'. pUa i,:i.ri,(.> da
dot i a <
i-e.-tT, Sr. "Taylor
agora dirig;ado SO
claroa, qne se d parlameuto fosse c^nvidalo
a pagar as diviJas do principe de Galles n.io dei-
x ini de levantar a vo para protest ir da novo.
A opiaiao pubiica escan latisou aa com esiaata-
que de iiiao go-to, coatra um principe que ha de
ser o sdiera.io de (BftUlerfn, alaquo qne oao seria
ooaoeatldo contra qaalqucr particular, tern rece-
bi-r o merecido oorreciivo.
A popub&fto do Leycester t moa eaaaa pf-lo seu
i'ulan> soli.Tano com a o s. u aciual deputtdo.
Tern :e dit>, repetid >, o ecripto inuitas ve
tea,a-Bpoiadq com os mai iucontestaveis dica-
mentos que a c osequeneia das greets, da dimi-
nuifa i das boras d-.t trabailio, do aBgnaato do-
salarios, tinha proda ido um encarecimenlo pre-
julicial a Inglalerra ; por isso que as outra* na-
gdoa mannlactureiras, laos com i a tielgica, a Fran-
ca, a Alamanaia, liulum visto augraenta- as su is
eBCOOMK n las.
Agora '.s defeasores das groves, e dos movimen-
tos uuioniitas dfelar mi que tolas as cifras sotire
que se ba-ea esle raciociaio s.1o falsas ; que os
relatoriqi do Board of had *Ho faltiAoadoa; quo os
ca-iitili-tas eoganam o publico e qae a Inglaterra
nada tern que rectiar das uacoes suas concur-
reutes.
Os exemplos qua sa dao nao se lascam secio
nos dados de 1871, epoca em que a B.dgica ex-
portoa aaieamente tres milhoes de libras ^arliqas
da icirj ode co e en que a Franca nao ex por too
nein ferro nem ayj, nem iBacbioaB.
Em .-. ido o caso oao se pd le .Kivi nar lanto em
vista dos documentos office ea coma racionalmea-
le, que as na..fl;s raaniifaclureiras teem tornado
um increment.) ca la vez mais po lcroso, a medida
que as greves so mulliplicam em Inglaterr.L
AU.EMA.NHA .
- 0 principe Je Kulienluha, embaixador da Al
lemanba em Paris obteve uma ficenca, para go-
zar na sua propriedade da Aoaade na Styria. Pas
sao Jo por Berlin., i\,i reeebido pelo imparador
Uuillierma e pelos priacipes di familia imperial,
com a major dbtiaceio. Do Berlim dirigii-sea
Varain a nsiur o p in ipe de damask.
Os |oro0S allem-les perguntam ;e o principe Je
Uobealohe leva a Vania as conlilencias do mare-
cbal Mac Mali in, ou do rei da Bavieia, que foi seu
hospede em Paris.
- 0 goverao prassjaao nao brinca com a? de-
monstrates dos uliramoDlanos.
No grau-Jucado do Postn, tm Xicns, aldeia que
em 1848 ja tinln reeebido uma rude licao, pela em-
bosc ula em quo tinha feilo cahir um dostacamen
to d iropas, a populacao qnia expulaar da igreja
o nova vigario, oomeaiio com o conscntiinento do
goverao pelo proprie-ti io quo torn direito de apre-
senla-;;io.
0 goverao atlemao eaviou immedia'.amente |ro
pa para a localidade, a pread.^r os amotin.dores
0 gov-rno esta reaulnido anpun.ir immediata-
an-nte todas estas teatativas do rebelliao que o
claro jai esoeatar pelas popu'acoes fanatisadas,
e os deaordeiros nao si rao de eerlo poupados.
0 aiiBiwersario da capilulacao de Sedan, foi
testejado no dia 2 de setembro, em Berlim com
uma certa solemnidade.
0 impcrador Gailherme passou por esta occa-
siio uma grande reaista, e deu um jantar de
gala
0 aariversario foi :ambem eelehradoem q-oai
todos os aaizes uUemaes. Em quasi todaaparte
estas demostracoes partiam exalusivamente da ini
ciatm popular; a uterveocio dos goveruos era?
nulla ; foram as municipalidade/, as corpora<-OHs
as soc edad-s, n'uma pa avra, a> proprias popula
coea que fizeramtodas as despe?.a<.
0 element.) militar oao era nellas represen'.ado
a excepjao de Berlim e de Munick, onde a corle
a os altos funciionarsos assisliiam a Testa militar
pelainauguracJo do ,monu nento dedicado ao exer-
cclo de Baviera
0 clero catliolico, oaedscend^ a palasra de or-
se aparti lo em quasi .-toda a pane, ainda que o
esoaipl:; nao fosse segowlo por U'dos os sous eel-
legat.
Par exemplo, o Map* de Baaaaa, Baviera, fez
uma ieclaracao no jomal PassauerTagebhU, que
Ibe vzlin a gaerra de quasi todos os sen* col a-
gas : aisse que o anuiveraiio Jo 3 de Mtewbro,
recordatJo ao aovo alleraao a reaiiaaeao do seu
mais laro vyto, a uoidade aaeional, < ra uma /esta
OMinonteeji-Me popular, a que aquella uue se abs-
t.a'u de tamarparte aeHa fatia aclu da raao ci-
dadao.
AUSrRO -HUVGBIA.
dejransaccio po.-sivel_
Dtste docum-,nt' f9 se que os ronmanios appro-1!
vain o pacto de 1867, cooclai io enlre a ilungria
* Austria, 1$ protestim cmitra a insidaayiib 4a"
"ppesieao qua preleade .we ea roumanioa se balam com aesptranca de um desmemDraioeato
da IPHigria, o-lies prefert-m uma auoe.taejo da
rransylvama a Rojaiania.
A memoria acciu a uuiao da Transylvania coin
a Huogria, mas exige nma Diela Transylvania
para os nfgocios locaes a eapw-l.ilmeiite rauma-
uios; alcm disw proporftxar as condiedet da uaiio
da Transylvania cj n a Hungrla, por am diploma
real, que o goverao faria aJoptar pelo parlamento
hungara.
Esle pedido nao sera de certo bem acolhido em
l'e>th, porque os magyares n:io aimitiirao, jiimiis,
qtte uma p.rte do'territorio hungaro, ab-lrahiajl)
dos reinos slavos, seja coHocado sob um regimen
dtlfereote do da paiz. >
Os roamanios pedera alem disso qne o seu iJio-
ma natal seja emprega lo para os negocios de sua
admlnlstraca? intern i.
A masma franjiK/.t c pe Ji Ja pelos aliemaes tran
sUvanios, a pelos servios dos kanatos; c a isso
mesM) qne o inagyarir uom aempre se op-
p ra
0 do umcLto a que nos teoiGs r^fcrido, e iu
expandir se em queixas e recriminates, o que
permitta espcrar u.na :rppr..xi:nicao Je vistas en
ire os chefes roumanos que a assigaam, a o gj-
v.rno hangaro.
Us jornaes hungaros o:cnpam-se deum inciden-
teijue pjleria loruecer malaria a um wullict) ea-
tre o governo real e a Boumaoia.
Uiii baado armalo de roumaui)J, coaduzido por
um official do exercito, fez uma iocorsaj sobre o
lemtorio hanjraro, r.Mibou robanhos, e preudeu
subJitos hungarus, qae ioram arrastados alem da
fronteiri.
0 Lloyd de Peslh ve neste facto um crime, qae
coutentar com as desculpas banae', com que o go
versa de Bucharest querabafar o negocb.
PUSSIA.
No dia 28 de agosto re.ilisou-se mi S. Peters-
burga, com UJo o aspieod >r u sioes na coit-; da Bjsia.a celebrar^io do casamen-
I'^segunlojos rilos orth id oxos, do grso-doqua Vla-
dimir filho do impeaa for Alexandre, co-H a prin
cU Maria de M- ckfembourg Sehwerin. A n.)iva
us^H u*api cm olahW do Hums Ob Maria Pan! -wna
com o tilok de alteza-imprntl.
(ITtH?
A eamara lielaniea rouirfr-sa-ha proximamtnte,
ea sua primeira miss*} sera :. varifi;^ia de ei-
eoas. O; deb ites, por Mta oocasiio, MSradrraPi
hao da irntaca) d*s oartida*, e as illegalilades
aommemdas, bbbb oemo os oumerosos proie>to-,
que v.oser dep)tos, foraecoiao ataaJt maerii
a a'.aquas viatsatos, cjotra o mini'teri > ttulg'iris.
A*s.-gura se qua oio ha acwrdo perfeito no seio
do gabiufte,.-obri-tuJo a respeilo das uomeacois
a Juoc.oes publicis, cada ministro tenlo os seus
protgi.l.)3.
TLHQIJiA.
I AWCfi preparar-.^e um unfliata na Tannia, a
proousit) dojouveuto Jo Mmtfe Atlus.
As pretencoes do, ,'rales russos a posse exclusi-
va do iHojteiro de S. P.iotolaimoa, sao vivamemte
c tmbatidas pelos frades gregos, o u patriarcba ecu
rneuico toma actualmente cjaaecimenlo desta-
pre!en;5es.
A sublime Porta abstem-se cuidadosameote' de
onlrevir nestas questoes; mas dos dous laio as
paixSes est.to sobrc-excliadas.
Os frades gregos d zem qae o MontJ-Athas t>, seu
dominio ticiasivo, e jne ouoca alii admiitiram os
fral.'S ra sos senS i a litttta de estrang-oros. Est'.'S
exiifbemdocumerto que His recon.'ieiem a p o-
prie !a ie do mostelro de S. I'anteleimo^.
IVoVaveimente a governo turco tera de intervrr
oi que-tao e de^idil a a s-u bel prazer.
^ No dia 10 de ago?to foram a.-fignados em
'-onstautinopla.entre o governo oftomano eod
Estad.is Unidos, dou- tratados, um sobre a extra-
digio e outro sobre a iiaiaralisa.ao dos subditas
dos dous paizes nos esta Jos d'ura ou do ou-
tro.
0 Levant Herald, a propaslta destes tratados. Jis-
se qne o ponlo principal a assignalar o a sua in-
teira reciprocidale.
A Turquia nao cede coasa alguma, que a Ame-
rica nao conceda ; vice v.rsa
ffo tratado relativo a naturali^acio, o governo
oltomano recoahece pela primeira vez qne oi
subdilos ottomanos n^turalisados, conforms a lei
americaoa, jotornjtn nuicameate por este facto os
subdjlos americaniis.
A America almitte a reciproca, por isso qae o
conjuncto da convencio ej de accorJo com os
principios fundamentaes do direito internatio-
nal.
0 tratado de extradicnoe considcrado c mo ten-
d i uma gran-Je importancia .para o governo Otto-
man.), nois as largas retacMs com a \mcriea para
o foruecimenlo de armas, tornain iniispensave!
para a proteccao d>s seas interesses nacionaes que
o braco da lei turca se possa fazer sentir alem do
Atlaulico.
No mesmo dia foi tamnem assignado um pro-
tocollo a favor dos Kstados-Onidos, relatiapra.-nte a
posse de propriedades ferriloriaos por snbditos es-
Irangeiros, a quern o governo tnrco nao tinha ate
aqai dado a sna adhesao.
Hi;.Sl'A.\l:'l.
paiz escreve
nossi cor.-espon-

[! jse?r;.::;;..:!.;,;.;;'
0 ioperaderd'Auslria atmiateactnalmenlaajH-aa-l
das WMobras de cavallaris, em T.tis pert" de
Cimom-ii, na Hangria Dep-Ws Ira a 3.->heajia as
maoobras da Brandeis.
A eurtt lemora quo lenelana fazer em Praga e
um acontePimento para earn provjneia, oa aatea
para esle reino, cooio Ihe rti.amam os Tchequas.
0 partido faJenHita queria organuar por esta
oewsiJo uma randa demon tracao de qae to po-
aert erperar ma resulta lo negativo.
0 im..arador reeabora em Pragi os me.r.bros da
aristocraci i, os d.-legados dos borpos consrimHos
e a^ auforidada*. maj todas as medidas tomadas
para quo nao Ogaem ao? impeiiaes, sio fra-
ses mal-soant'--.
A Germittin, Mb? a'trammum de Bjrlim a.--
i emtectoa sobre a Thin imperial a Bohemia ui
piano complete de centra refotoeaa! As suas In
diserlfifes anteeipa-h> cnntribiiiram ba-ta.'e pa-
ra advartir a opinm pnhHoa do jbysmo pan on-<
>a esrorcam de arrasiar opiiz
R' do pre,ur: am Praga i.avorecora ,,s iFspntfejGte eonciliadoras
qae omcciui a mo.-Ji-jr -. e.-iird o parti Jo nicio-
nal tclioque. .
Todos os depotados libaracs do partido naeioail
fy-i' in da abttaaeSo,
leif9i ojJitH *
ji i 'iliram rMtigeiar d
Sobre este
dante de Li-boa:
Na minfia ultima csrrespona'eaeia euviei-lhe a
composicao do novo gabinete hespanhol, quoraliii-
camos:
Sagasla, frejidenle do conselho, ministro da
gavernacao ; Ulloa.estrangeiros; Alonso Colraena-
res, jujtica ; Serrano Bodoyi, goorra ; Gamacho.
faeenda; Nivarro Ilodrigo, foraento; Boraero Or-
uz Ultramar; llodrigues Arias, marinrn.
A causa da crise pode-so attribuir a dasiatalli
geacias tatte os ciembros do gab nete anterior
asaiaa, o min'stra da fazeuda uao contava com o'
apoio dosseuscolJegasquaaJoseiratava desatis-
tazer a exegenciaa monetanas doa geaeraes ea-
carregadas de diriair a camaanha contra os ear-
listas; o ministro da jastica corabaiido pelos perio
J.os q*e sao orgao^ gostoso, a chegara a jjeJir sua deonasao tres vezes
em umasemaaa ; o nsioistro da goven.acSo one
representava uo poder a'politica raais reaccionaria
nao sa eaatontava em t:uerrear o Sr. Alonso Mar'
tioez, raimatro da jusiica, porque este, apezar de
pouco liberal, nao aceitiva as imposinSes da Sr
hagasti, a maatinba indepeudente no gabinete a
*ua lndivtdaalilade, raaa preparava a queda das
aeus coilegaa Dlloa e Romero Ortiz, que eram os
iwiustros mais bberaasda sitaacao, paraos eulwti-
tuir po-- outros mais flexivies a sua vontade. Por
oatro lado Uilflae Romero Ortiz preparava ma do
nuasau do ministro da guerra mterinu o Sr Goto-
uer, a de-tilaigda do geueral Zavaia e talvez a qua-
da do >r. Sagasta que era a alntadapoliticaaoti
dauyeratica do gcveraoaespauhol.
a A oprniao da'iinpreBsa hospanhal.i sobre a so-
lucao da crise 6 em resu.no a seguiete:
A Polilici iii que a modilicaeaa miuisterial
iito aigmlici de .nodo algum abdicacao da politica
a principios conservadores, mas, pelo coatj-ario aa
r;mto a cone:itracao do poJer o permiuo a'oer-
tir .ss molas da maehiiti no qne diz reaaeUo a
impadir nov.s progress** do carlismo.
a; A Prcnti du que a criso teve uma nouvei;
jigoiiicopao reTotocioaaria, porqua o seu resulta' 11
foi a talnui das elamentus mais reareiooarios d i!
gibinete de 13 d* maio ; e accreseeata qae e-ta
modifio.ica) oao fora 15) extonsa eoma coavinha
vi.-to Hcaivem at g.iWiwtc algum on alguns minis-
tros que deveram ter segnido os domissionarijs
0 Iinpiraal falla no mesmo ientido, conttr-
tbrtaogJJe, fnando qtia algiiu meitftwi do gabmee anterior
OMfagi.-^'.iaaipoili^araajcbaari!, ;r?as -.. Jedara
uma proxipMoavocacao das cartes. Altribue,
a prim^ira,.lndicaclo nests senlido a Bailh Gaa-
teilar ; o Oobiano e a Politici foram os primeiros
Jornaes qne pregara u a fleie-'sidsde da rcunia i de
uma assemblea Itgislativa.
(I- jdraaes mmisiefiaaaata;ajaf1ea
nnam que o* farnaes iim Vor* t*ham>
lidoas ideas e interesses do partido radical, ae-
femfenao conw saa nma coasa qua so pode re4nn-
J.if em prov-eiio dos radicaes.
t A fieri* diz BosiUvamarra : A convocatoria
das cortes nesta accasiio seria um erro oa uma
insonvenieneia- dtgaa da malar eensnra, porque
nao e iicito ao general Serrano, aitealas as exi-
gednias th politica trlentaa as cooTenienrias do
patiiutismo attenlos as sacratistiinos deveres que
coulrahio eom a Bacao depois da 3 da Janeiro, ena
mar esta aos cmietos, sew ter primeire resolvido
a questao da guerra.
A Gazela oablica a nameacao de Laserna
coma general am obefe do exer'.ilo do norte; Lorna,
da divrsao da etifuerda ; Geballos do eealro; (Ja-
leate, secretario ger.:l da guerra.
Diz a Iberia que se nao pens* por agora em
generalissiiiO para o esercilo.
Sobre o levaataraento da cefed de Puijeerda,
d z o Impartial one aquella pn.ea sesalvonda
barbaria carllsta pelo esforeo verJadtlraiuenle be-
roico da saa eseassissima gatrnieao, e dos seus
liberaes habitantes; quo o carli-tas nao poapa-
ram meio aJgumdadisiribuicao para dom*r o /3-
lor dos defeusores flesia eidade, pwrem qae lado
f..ra muni; que entretanio Saballs uaa deixara da
cumprir a sua palavra de iacendiar a praee, pois
chegara a euviar sabre ella bomb as mwndiarias.
nao conseguindo parem todo o resulladoque espe-
rava. Depths desta lentativa de Inceadio os car-
listas empreheaderara outro assalto e i>ela quin
ta vez foram repellidoscomgrandes perdaa.
A prova de qae as-pefaas foram coasidepaveit
e qne dias depois do levanlameato do silia de
Puig-erda, Midavam os c^rlisias, que servem as
or.iens de Saballs, percorrendo as povoacdas de
Ribas e outras i-nmeliatts para obrigarem sub, se-
veras p>-nas, os seus habitantes a ireaia os arre Jo-
res de Puigcerda para reeolherem os f.;rido->.
Houve um recontro entre as foroas commaa
dadas nor Lopez Dominguez e as de Stalls em
Baga ; os carlistas foram derrotadlM e antes de
fu^ir queimaram sete casas naquella povoaeao.
Lopez Dominguez foi entnusiaslieatnenta re-
eebido em Paigcerda.
A briga-.la de E-lebau bateu os carlistas nos ar
redores de I'uigcerda, fcn lo estes u na per Ja de 700
homeus no camiuho da Guardia.
Aiianca se que os carlistas pretendem deixar
a Itnha de E-tella por falla de viveres.
t Lopez Djminguez fez ami rapiJa marcha ate
Barcelona, persegaindo os carlistas que invadiam
a |ue'la prafn6iav
U n desiacamenlo carlisla ojcapoo momenta-
neamente Calanorr-i, ua provincia de Logrono e
Alcncer na provincia de Gaadalajarra, levanlando
alii contribaicSes.
D. Alfonso, irmao Jo pretendent", po.leroa-se
Je Alcauiz, ciJade da provimia de Teruel.
0* lelegra-nmas nao s:t> eaawrdes sobre a
importancia do ataiae dirigido pelos e.iflhtas con-
tra Calatiorra ; os de orig.>m earttsto consideram-e
como um feito de annas da maior importancia, os
de origem republic na considcram-o acflW dm
simples acto do brigandigem. commeltilo por
oma partida de cavailaria. A Corfcspondencia e
o jomal que traz vatii mais verosimil: fresmil
carli-tas de iafanteria passaram o Ebro em Arne-
ililla, sib o conimanlo docabecilba Perula. Fize-
ram pnsioneira a gnaraicao, qae se compunha de
pe |aeuo iiumero da carabiueiros e tevantaram
um i.iipo.-to do ce.m mil francos dos quaes 60/XW
pcrteuciam ao capitulo da cathedral.
Os carlistas as ordens Je D. Affonso liveram
grandes per las diante de Castello a foram obri-
gados a retirar para Alcala.
0 cabecilha Gisbei t em consequancia da der-
rota dos seus zuavos ettrangeiros pedio aasnistia
as auiorilade- liberaes dal'eni-cola.
0 general Pavia partio de Teruelem persegui-
^.".o Jo l>. AffoQSO.
Lopez Pinto derrotou os cariistas na provincia
do Tcruel, depois de an sangreato combate qjoa
durou dez boras, tomanJo a villa e o castello, qae
eram defeaJidos peloa carlistas.
As guemlaas de t. AlT-msa, indo paraSegor-
!3 relrocederam para Burial.
a As canhoaeiras alleaias que cruzam n I golfo
de Biscaya, visitaram .successivameiite as entraJas
dos rios e os portos da peninsula, qua servem ha-
biiualmente ao abastejimento das for.;as carlistas.
As canhoneiras tam ja cousrguido o desappa-
reeimeote das forcas earli-tas das margeni do
Nervion.
V canhoneira ^/outros* approximou sede Gue-
laria para presenciar o fogo entre o forte a os
carlistis, racebeado destea aJgomaa balas de as
pingirdas que Ihe causaram atgoas estragos ; o
commaaJante in nJiu arvorar a banl.-ira liaspa
nhola para signilkar ao forte qua tratava de se
defender das aggressoes dos cariistas, disparar
doze tiros Je pocas qua os pot em doaaadaJa.
c E-ta corae^ida a iatarffea^au armada da Alia-
.nanha na Hespanha.
Os coutros olfieiaes parecein dar pouca im
portancia ao acto do Albatross.
a 0 commanJ^nte da canhoneira mandou a sua
commuuicac'io official ao governador de Saalan-
der.
o subsilio de am railhao de dollars a causa da
*nlepeadeacia cubaaa, tendo ja o governo ch leno
gjapresentado uma propose a ancmblda legulatlva
Hlwra pelir que sej convocado em Lima m
cougresso da federa^-ao da* repubfcea* heipaao
ajnericauas, afki de se aloplarem os meioa oe
cessarios prra ajadaros cabanos a conquisfarem a
sua in lependencia.
A occasii) nao p dia or mais prooicia, vist
o eshao aciual da Hespacht. mas se tal noticia se
contlrmasse seria talvez origem da urn novo e
grave comltTa dtpfomarco.
a Dizem de Madrid que d inexacta a noticia do
general Ooncha, commandante geral da ilba de
Cuba, uegociar a paz com os insurgea'es.
Um t-jJegramma da Havana, de 7 de setembro.
diz que, Garcia, chefe da insurreicao no departa
memo oriental e o major general Quesada foram
e_ Jeitos pnsioneiroj, o qua 38 cubanos foram mor
Tto. Affinna-se tambem que Castellon, major
general dos rnsargentes, ficara prisionetro.
0 ministro occupa-se em fi-zer um reemta-
mealo de 1-2 mil homens para enviar para Cuba.
PORTUGAL.
.\osso correspondente de Lisboi escreve o se-
guinta :
DesJa a mlnha de 6, pelo Ville de Dahia, a
ocearreocia qne tern impressionado mais o pa
bHco f ii a energia com qae o mioistro da guerra
ptoeaden contra o regimento n. I de lanceiros (de
Victor Emmanuel), do qua! umas Ilipracas ti-
nham faltado a duas chamadas conseculivas, com'
en tempoIhes cm'.ei. Esta acto de insub rdina
,cao qua uao pode :er absolvido, ma que se ex-
plica pela actividade a rigor do nnvo coronel da-
quelle corpo de cavailaria o Sr. S.lgado, servira
de themafeorao tambem Ihes disse), a proloogadas
diseus-5 s ai i.nurensa periodiea.
Toda a gente a final e todos osorgSos da pa
bliejdade votavam pelos meios energieos, por i:o
qae sem diseiplmt nl) ha const mais perigesa e
fatal que um exercilo.
Tendo se procedi.lo immeliatimente a conse-
lbos de averigaacao, foi possivel deseriminar as
pracas que t nbam feito a parede. E' de adv-rtir
qua ns populares d,i villa de Extrenwz (Alemta-
jo), oade se achava de guarnieao o regimento ha
maitoi annos (lilacSo que e sempre um erro gra
ve), se tinhum iwadlfaatado com vozerias a favor
dos soldados insubordaados, n '|iie naeera da
permanencia proloogada do corpo oaqatlla lerra,
e das inlimas Hgardss de uns e de outros.
a Chogando ao miDistro o resullado das averi-
guacoes, deu nrdem Immediala, uo dia 7, para qua
0 regimento de infenteria 7, complete umas du-
zentas pracas de infant-ria 2, e rarios offlciaes de
ca-/allaria partissem em barcos de vapur de Lis-
boa, a naite, para o Barreiro (oa outra margem
do Tajo), aH.u de tcmarem o comboio expre-so da
linha de sul e sue-te qua se fez sahir sem oo.'da
de tempo para amanhecer aquella forca em Ex re-
mor, sem qne ninguem alii a esperasse.
0 embarque das traps* a noite den loaar em
Lisboa a um sem numero de fibulas, pois se dizia
que o motivo principal da sahida d.i forea, sob o
ommamlo do coronel do 7. de infanteria eram
movimentos e ousadias de tropas hespanholas na
fronteira, e mil octras versoes.
Antes das 7 hbrs da mahha tinha z egalo o
express* a Extramoz. As oito formou em p'arada
B> ro:io da villa. 0 destacamento de caeadores
que alii estava fazendo exercicio, ocenpoa logo a
mei fa, tneseaaeicn iafjriao or. Padua Freire
Pava, piatior gera/ do iniuUferro dasobraspa-
bhcas. Vai -.-r dirigi !a uma circular a lodo 0
carp) dipfjmTtleo c frmnfrr p*ra qne haja da
cutttriirair para a'ssgbad< Mbsc'Mp^ao p r i e
pyr'suas relacofia. n}.
Vai recomecar as soas operac5e o Banco
-Nacional Portaguez, cuja sede e em Lisboa.
furam presea-na fregin aa) If Agrclla, conse-
Iho de Ghaves, ires carlistas, aos quaes foi ap-
prehendiJa aigama corraspondaaeia a UraJos os-
cavallos qua uwatavau).
A Lisboa tbsgoa o Sr. SeaatiProitas, aaifga
jornalista portnguez, quo andon *or muiio lempo
no qusrtij general de D. Cafloi Dizia bontena
uma folha de Lisboa qoe o govarao o ia mandar
parabordo da eorveta Bartkoltmm Dias, no caso
de nao obadecer a intimacdo deeaair para fora do
paiz.
a Ha dias pabllcaram os periodiea* desta capi-
tal una carta del). Gumersindo de la Rosa, nmdos
ires redactores da Europa, que o governo poita-
guez, em virtude de reclamacoes do goverao de
Hespanha, iatimou para sahir am do Poring I, eomo
lhe referi na minha do G d^*c'oi^enTer,"f3^miTjo
das insinuates do desabafo do Sr. la Rosa e de
tal. rdem, que as proprias folhas portuguezas era
que o pubheou, Ihes fazem o devido correclivo.
Esta polemica sobre o procedimento do' gover-
ao era relacao a-.s tre< uieacionados iadividuos,
ainda con'.inda e prnmelle diiraca".
Fez-so no doraingo passilo Bum quini-.lao
nos subnrhios de Lisboa uma corrida da jnmenios
em paroila as do hypolromo. JialivBrammais da
tres mil pessoas que se divertiram muilo. Os car-
tazes e.-.mi iritpressos- en letras irznn alternadaa
com letra*acoaniaa Pada ler sou caiato^aas....
podia-se svrtar para eviiar conflictos.
Nad* honvo porquo esses aleuahas cow qae
os part;dos se designavara nas latas de 32 e 34 ja
csqueceram quasi, e niognem se importa com as
conbinacoes j.i das c0.e#, a nao ser algam vet ra-
no da libtrdade oa alguma relijuia do vdho mi-
guelismo.
Filleceu o jrcneral de briga la raformado Jo-e
Raymuudii Danin.
i Apparrciu urn roubo important; dacintarues
e d'ontros objectos e de ntaitns kilos .le chimb)
no arsenal du exercin. Foram des;edidos varios
Suardas e creio quo o liel. 0 eorunol cemmaa-
ante do material de guerra for-subnituido pela
major Malaquias de Almeida. Parece qoao coro-
nel por sua boa fe extrema e indulgente n*> tiuha
corigado os seas subordinados a uma regular es-
cripturacao.
Morreu em G'dmhra o mais antigo impress* r
da Uaiver.-i lade, o -r. Ilodrigo da Costa. Ja tra-
balhava alii quanlo era 1810 entron em Coimbra
o exereito de Massdoa^
Hontem sahio
Dizem de Berlim qae o ggveroo allemio de-
eidio refarcar a esquadra uo caso de nova aggres-
sfio da parte dos carlistas, a approvou o prooedi-
manlo do commandante do Albatross.
0 levanlamento da reserva extraordiaaria
operou uma desurdeoa, mas nao deu o r.'soJ-
tado quo o goverao esperava em altenea) ao ef-
feitivo.
0 minis ro da guerra acaba coin effeiio de
ordenar, para lular contra a resislencia passiva
de grande nuinera da recrutas qua se oao tern
apresealado, raediJas euergicas. A communa de-
vera fornecer um soldado por cada am que se
nio apresi ntar oo prazo da oito dias ; os que
faltarem sera i considerados como desertores, e
con .'omaados a servir par oito annos em Guba
0 recrutameoto ate agora aparado eleva-se a
79 mil recrutas. As sommas re:ebidaa pela re-
raissao do sarvico milrtar eleva se a 37 milhoes de
reales.
A Russia explicoa os niolivos que a decidiram
a nao ae associar as outras poiancias, para reeo
nhocer offlcialraente o governo do marechal Ser
raao. n'am despacho, da que a Presse do Vienna
pubiica uma analyse.
a O despacho 6 datado de 19 da agosto, a o aeu
torn <5 bem accentuado. 0 gabinete russo nao
considerao governo presidido pelo marechal Ser-
rano, seoao como uma diotadura provisoria a af-
nrraa que esle governo, nem mesmo foi reconhe-
cido pelo seu proprio pax. Alem disto e de pa-
ra :er que o reeonhecimeeto diplomalico do gover-
ao do MadriJ, coastiuia uma iutervencio nos
negocios intericres di Hespanha, pelo facto de qne
esse recouhecimento fa>'oreceria um dos dous
partidos aetualmento em luta.
A Russia nao far objeccao a qao os gabiuetes
de Berlim e de Vienna procedam como enlende
rea cms respeilo ; m.ts ulo eatrara em rela
cSes olRciaei senao com nra goverao hesparjhol
qae se linne ssbro bases legaes e ofler-eca gar'ar.tias
da duracao.
0 antigo clwfa do partido radical de Hespa-
nha o Sr. rtuiz Zorrilla, pronuacia-se definitiva-
ments pela republisa. N'uma antrevista que aca
ba Jeter com os ;-us amigos politico?, bo Escn-
n'al, deehroa que o governo interino e indefinido
do maraebcl Serrano, nAo baata a Hespanba e
que para iutar contra 03 carlistas e preciso ter
como elles nm goverao, quo teuli.i am name e
um fotaro. PropOe pois a proclamseia da repu-
rectaguarda do r|Uartel de lanceiros.
Foi ontaoijue este regimemo tva orJern de
sahir por compauhias, ficauJo assim no cectro das
tropas quo haviam diegalo de Lisboi.
P.oc-.d-u se a cbamada dos Hi solJalos
apantados pelo conseiho e foram senJrentregues
deatiio d" prisaoa rorca de infant-ria rr. que
logo 03 conduzio para a estacao Jo camtnba de
rerro. Ghegaram a Lisboa as 9 da noite, e desdo
0 Barreiro, onde os esperavam alguns vapore*.
foram conJuzidos a Tone de S. Jaliiio da Birra.
Alii deverar campnr dous mezes de prlsSj Jisoi-
plinar, depois de qne seriio distribaiJo* por ou-
tros eorpos. Mui'os dos offlciaes do regimento do
laneei os receberam orJem de marchar para Lis-
boa, devendo entregar os commaa Jos de' suas com-
p.inbias a ontros de igaal graduac.io qae tiaharn
iJo de Lisboa. Na frente da parada em Extremal
tambem foi lido 0 decreto conlecorando com 0
gr.io de cavalleiro da Torre-Efpida 0 capitio Bre-
derode, cuja companliia oao havia contrihnido
com um uiic) sol lal) pira enirossar 0 nnmcro
dis quo se tiaham msuliordinado. E-te premio
conlrastan io com a chamada d is seus camaradas
que por menos energk ou cnlpabilidadc haviam
deixado <-hegar a iaJisciplina aqueile' ponto,
ainda tornou raais cntica a posicao Jestes ul-
timos.
O regimento n."7 aiada se demurira mais al-
guns dias era Extramoz.
0 regimento de hnceiros n. 1 marehou logo
para Elvas, qae lica a senlo o seu quartel. 0 da
v.vallaria 3, quo estava-"ii Elvas, foi para Villa
Vicosa. 0 quarteI genera! da l. divisio miblar,
qua era em Extremcz, passa a ser na ofdade de
Evora. 0 general de divisao, Jeronyaio Millona-
do, qae com'iiandava a 1/ (Extremoz), vem com
mandar a l."divisSo (Lisboa) ; 0 vKconde de Si-
gres (Gasimiro Benevenuto), que c mmaodava a
I.3, passa a servir as ordens de el rei D. L-.nz I.
0 general Paula 6 qn; vai para Evora comman-
dir a i." divrsao. As autondades judiciaes e ad
ministrativas de Extremoz procodem pira averi-
guar qmes os paisanos que por sua parte coaeor-
reram para 0 referi Jo uto de iidisiplim.
A cama-a municipal e a popolaeao em ma?-
sa va> protestar contra a Insinanjao qoe chamam
calamaiosa, de ler 0 elemenlo civil dado eaaaa a
insuborJinacao dos lanceiros.
0 certo e, poreni, qae se fez justica rapi Ja,
immodiata, sem annuncios nem cartazes, de am
modo inesperado e por isso de mais salut3r of-
fi-itn.
A irapreosa toda, sem oxcepcao, ap;>laadio
a? m didas tomadas pelo governo, hem mesmo a
opposicao, tao prompta era acbar pretextos para
a sua ;-(iada critica, achca qae dizer em conirario.
Os habitantes de Extremoz e qua nao go-taram,
porquo per le a villa muito da sua imporiaacta, a
0 commereio maitissimo dos seas interesses, por-
qaaoto na villa vira a dear apenas am destaca-
mento.
o Nisto se tera fallado, pois como e da praaa-
mir, a com isto se tam esqaecido mais osaggra
vos contra a corapanhia das aguas. A sitnacao
mesmo e menos critica, pois que 0 marquez de
Bellas deixou grataitamente entrar alguns anneis
d'agua nos aquednctos geraos, a com isto se tern
minorado um pouco os effeitos da extraordiaaria
estlagcm.
Chegaram de Paris 03 Srs. Bataille t Cotard,
delegidos do Comptoir d'Escompteji ao qu 1 ha-
viam sido transferidos 03 direitos alqairidos pelo
Sr. A. Samaran, como arreniatario par 99 aunos
das celebres minas de pho que perlencem ao Sr. J. R. Tocba, rico proprieta
no do Aleratejo. Vein coin ellos Mr. Edraoul
Pariissol, enaenbeiro. Tanlo 0 Sr. CotarJ como
este licer,-.m trabalhos muito imporlantes aa aber-
tur.i do canal da Suez.
Partiram nontem para Extremoz, aQm de ra
titlcaram 0 -coutrato Samaran com 0 proprieiario
das minas ; discutidis a aceitas que sejam as mo-
diflcacSei que vem autonsadas pelo Comptoir
(TEscomple a fate- ao referido conlrato
A casa eacarregada do transito e de toda a
axportacao dos pbospbatoi pie se lier pela barra
do ysboa e, scgunJo se alllr.na, a de L. Felippe
Leita A Irmao.
a Falleceu 0 eaadn d'Almada (D. Lmreogo),
-cujas dolorosas enfermidades 0 tiaham prourado
e quasi paralyticf) ha muitos anno.-. Era descen
deato de D. Antao dAlmada, um dos her)icos
vudlos quo prepararam a gloriosa restaaracio de
1640. Na sua easa a S. Domingos, em Lisboa, 6
|ue se reuniam os 40 coaspiradores de que resam
0 vapor India (portuguez) com
0 conimgente de tropas para Macao, sob 0 e-.m-
mando do tenenle coronel Lige, que vai cominaa-
dar 0 corpo de gaarnicao n'aquella coionia.
Trata-se declt'Ctuar 0 que 0 nobre marqnez
de Si di Bui leira havia proposto na caman dos
pare*, qne e 0 erigirse am monamento ao ialleci-
do m3rechal du qae d'i Tereeira. Parece qae aera
por iBbseripcio pel) > xereifo e eatre *Ddl4 os li-
beraes; e que 0 m.>numcnto sera levantaiona
ptaca dos Romulares (cae< do SoJre). approvan-
do se 0 orojecto do Sr. Manoel Maria BorJallo Pi-
uheiro, 0 qual tcm agradado pela boa barmonia e
propriedade da composieao. A eommissao de me-
Ihoramentos municipal's ja deu o seu pareeer sa-
bre 0 local da collccacio.
Gontinua a Jesercao para as praias delnnhos.
Lisboa esta msipida ao ultimo ponto. U-im a clas-
sica feira do Belein. O passei i public) do Rocia
illumina se apenas tres vezea por semana.
Vao fazer se maUobras nnlitares, era Sacavein
pehs tropas da 1" divisao militar.
Ja concluiram a sua missaonosesiranjeiros os
Srs. Sanches (coronel de engenharia) e ienent
Severi n le Azevelo, da mesma arma. E tuda-
ram os systemas de forUfleBefes de Plymouth,
Anvers e cutros, mas em Hillanda, nao Ihes foi
penniitido pelo giverno daijuelle pair.
c 0 Sr. Testa partio novaniente para Londres
afrrn de asrlstir a consfruccao dos oaVirs de guer-
ra, cujos pianos tronxera, c por cuja eseolha fora
elog-ado peltf governo n uma poitaria que Ihe 6
mnito hoorosa. -
a Foram conJecorados :
Com a Commenda da Gcnceicao, 0 Sr. Alfredo
Henrique Garcia, negociante em Pernaahno.
Gm 0 habito de Christo, 0 Sr. Dr. Henrique
Je Barras Cavalsanle do Lacorda, subdito brasi-
leiro.
t No dia 10 docorrente foram recebilns, em aa-
diencia solamne, os miaislros hespaahol e bollaa-
dez junto ai governo portuguez.
t Fl-i vendido por 8:0003000 a volha nao frisca
dt Gama, ao Sr. Henrique fturuay.
c< No dia 9 sahio daqui fpara
Pernainbuco), 0 vapor iranc-z Oienoqae., qua per-
tenco a corapanhia Messageries Mantimes e e e>ta
a sua primeira viagem. Te.u 123 metros do cora-
priraento na coberta, 12 metros de boeca e 10 de
profuuJidade, comportanlo 0/1OO tonelaJas. A ana
ebnstraccao eesplenJida. Admitte mais de 300
passageiros de la e 2J classe, sem raetter em linha
do couta osaiojamentes naoatsario* para a tripo-
lapao, qne se deve ompor de perto da IW no-
mens.
a A machina lem tres cylinlros do pressiio Ta-
cultativa, e a fares e deCO'J cavalhs, polenlo ele-
varse a 2,400. 0 sen andimento ii deslumbranle.
0 Qrenoqne foi consiruiJo nos priraeiros esla-
leiros da eompanhia, a esta acaba lo com grande
luxo e muita elegauci.i
a Naufragoti, a amVlegoa 1) B>rta de Villa do
Grade, agilera p3rtagaaza Ear opt, perteacente
a eompanhia Aliianci Maritima, qae ia de Liver-
pool pa a 0 Port), con di versos geaoros, sapooa-
dose o casco toialinente perdido.
Acbam-e a cargi : en Lisboa -Alexxnire
Hercnlano e Cdral para Pernambnco, Angelica
para 0 Maranhao ; no Porto Lisboa para Paimra-
buco, Aimzona e Liadi Palmeira para 0 Para.
^Itiiai da lnaerica
Par via da Lisboa icxmemos as segatnte.- :
ESTADoS U.VIOOS.
A divida public 1 dimiauio uo mez da jalao de
1.282,806 dollars.
Em caixa no thesouro no 1 de agosto havia
liJ,(J8l,44i dollar3-dos quaes 71,113,211 em na-
meratlo, e 53,9^3,000 reara entando certificaJos
de depositas de |>uro recebidjs pelo thesouro, e
16,913,233 em currency.
Burante o mez de agosto devera-se-ler veaiido
) milhoes de ouro, dos quaes I meio railhao na I*
e na 3' qaiala-feira do mez, a um milhaa a*
0 Brasil menus
P.
. Emdm como hoha politica a seguir, reelama
a oniao de todos os partida* liberaes sr,b 3 /arma
rcpublieana a ^ob a piv-i leaaia do n arechal S.er
I rano.
As BOtfeiaa reeebidas de Guba acerca da- >-i-
taacSa economica a das meJ'das radicaes, a iioe
alii se teem recorrida para a melborar. sao a
mais llsongeiras.
A noticia de que jam -er man lado* 12 rail
bomeat para aaforcar 0 oxerci.o da ilha eausou
alii 0 raelSor efft a cimpanha do iAverao devera sor.dav-'jsiva, ra-
cab'?nJo a iaj'arrricio am go'ls* inortal.
1
os fastos da restauracao da nossa indepeadencia,
ana quo loado atatilo pelo terremoto de I73'\
foi sabstitnida pelo palaeia onde se tcm constante-
mente reunido a commissiio central 1." de dezem-
bro ds 1610.
0 nobre linado era men bro honorario da
mesma eommissao. Saa espesa, a condessa do
mesmo litolo, 0 lilha dos condas da Figueira e
parteoce nmbem por seas maiore? a aiais velha
aristocracia portngueza.
!-ta eoeetaida a 1/ subseripcio da l. emis-'
A primeira desias venJas realisou-sa aa qjiata-
feira 6 entre 109-72 e 109 83.
Coraepon o reemboho dos liialos anligos, em
consequancia da emissao do novo emprestimo rea-
lisalo. Eolretanto caitsou admiracao, 0 s ber-se
que a cmis-So tintia dilo firrae uma somraa do
00 milhoes dos novos titulos 320, a ler 0 go-
verno annunciaio 0 raumboiso umcamente da 25
milhoes dos antigjs. Entretinto explica se esta
JilTerenca pslo gran-Je trabalno das secrelarias, a
que da lagar 0 reera joIso, a para evitar esse in-
eonveniente resolveu 0 governo nao exceder de
cada vez a importancia de 2J a 30 milhoes. Nesta
confo.miJade devera apparecer em setembro nova
aviso de rcembolso.
Hoave elelcSea em muijos estado9, e no ter-
ritorio de Utah. Na Marroouia traiava-so de ela-
ger um delegado ao atagnssao, cm substituieio do
polygamo Gannon, cujo mandato expirara a qua-
tro de setembro.' Houve dcsorJea* na ci-JaJe do
Lago-Salgado.
Aioda que a catnira d >s rapresentautes havia
declarado formTalmente quo Dia perraittiria jaraais-
a nm ptdygamo 0 tomar asseoto nas suas cadeiraa,
0 Sr. Ganuon foi reeleito por immeasa maioria ; o
que 6 raws notavel ii qae quasi todas as eleiloras
vuUram por elle B'eaten quasi certo que a
eamara se retrale.
Na Carolina do Norte tratava-se enlre ontras
cnusas de eleger oito r. presentantes ao congresso;
os democratas cons;'guiram eleger 7 candidatos
s- ns correliglonarios.
No Mississipi as eleiroes locaes da Vicksburg
reahsaram-se sem desordens. conlra 0 que sees-
.pcriva. Gs brancos e os prelo3 tomaram igaal
ardor, mas sera sahirem da lepalidade. Os bran-
ch venceram por 330 v-.itos. fa,' precis) notar qae
e a primeira vez qua os democratas, depois da
guerra reparatitta, lev.u a melhor. Contam se
0 prelos que votaram piloa cai-Jidalos do* bran-
cos ; e so quatro braucos jiie votaram pelos can-
dBdMot dus pretos.
Os democratas veaceram igaaJmente no Ken-
tucky a nc Taanessie ; mas naa se tratava, ceaao
no MisMsstpi, senao de eleieoe* locaes.
E' amia cedo para arriscar predicedes aobre as
I'liico.s do novembro ; mas pode sa esperar que 0
partido democraia ubtera grandes vantageas, gra-
sao ,li Banco Popular tadenendeneb, ettabelacido j cas as Jivisoes qaaas nroduzem no partido re uu-
por fuoceionanos do estado. Subi.) a 4,000 ac- Jb:j5ioa, e a apparicJo d 5 Qrangert na h>a elei-
coes aproximadaraenta. Fji nomado provisoria-.tora".
mente tMrelatio do Banco a seoretano da com- -iacrranisicao poder^a torn feito fallar nonco
m!s;4ajDital!a-Jjra, 9 Sr, A. A, Je'AgdraJe e .'.! J".; ma com por issa km delxadj de fmrra-
i
J
(
*- f
/-


?- ttkrftp d4mrated^^iMtfdo- 2$ ^^^^f &A&U
stan. Oi P-.MC-H dta regiai
p; fan 11
I >i da
regiao prelendem qua na?
^o^b almaHiitia oj araaco*, e qua par
IWBcm t p apuiamo de eOr nw vd com b ins
* progratti* dp asjtofjaci.) dos grangers.
"alara li> nvpais 20,060 loja< e mais da
MU
tanta
Saratag $ hoave tuna embsreae'a on
>da priacipa-s imiias deuamiahis da
irelmenta, earn o lira de se enlendc-
rtraatatrtese esiaheieoer *j n i
13 pira as mercai arias e viajmles.
1 du a Tribune, ccrlo nuaiero destas
1 Irocittua cuoibinar se para resistircin ao
f- rtum preiencuas cxageradas d is grangms.
fac lu da cert;, 0 qae as eraigrzmtes pagan j
> pule das d.^peaas desta conferaacia ; por-
^e. etsna du a Tribun:, estaa corapanhia< resol
Was Mtaninseiaaute taruir a levaMar 03 prjcosdo
Iraasaart* pdas Irons dos emigrants com destina
el?, a aliura da antiga tarifa qua, em maims
e de 100 por cento e 150 para algumas b
, ac4u da lirid actual.
*r qae c ogaiero tola! dos
simraui > met'. i. esie anno comparati
waaame a IS7-1
REVISTA DIARIA.
spiel* dealienados.-Os paranym
tih-shbuij indicalos enviaram as seguiaies es-
aaatas :
Triusjwrie 19:4003000
Ora.-n-nlatirJaaa (jiirrao d'Aguilar I0.)4U(X'
M . Pr-r!> Laic de Oliveira Azevedo SOjIOJO
19.d50g68U
Mat* *-, -D.i.-noseruseguida mais
a i alivi para as obras do hospicio da alie-
aad -
' a. ?Esm. Sr. commeniadur H-mri |ue Pe
von fa Lwvaa. Pec;.a a V. Exc. se digue de
mlar appRctr ao ha-picio de alieaados, cuja
UmtMri, e |ir...ioviia aesforcea de V. Exc, a po
ama quintia qu<* a e-t i aco njanha. Son com
14a a e-iini e disiincta c inafleracao. Da V.
E-. ;>>Hri e amiavi t.M^alcn /.mw.-Kecif', 1 d_-
l> !T*iiiicia di ^raimbaso, era
S: 4-^vrwViJ-ISTt. Hi. S-. !).-. J11 |uirn (i>:i
L'.9 Fii eolrega^ t > t'J.)J que V S.
:;n--drtrem^it-M- m -^:n carlt da 21 di or-
r-i. mtii!--i,m a in:-p!ci>deAiienados. A' esta
* aiMfi u^i dj* sealini'M is hurainita
n. ja- c*neen>im a p>soa da V. S, corresp in
4b ': as mais j'i mapnu > ern coufcs ar, co.-no I tnibam a ear
iiir reoaakaeiiDeM*, atiota<
a- r?si-> *ai *pe^i*< q:ie aw lgan aoi inta
4*fwBe !: 1 >*o esl.ilialeeim-'ni >. Sjii
11-: Urfi > e<:'iii> apra;oDe
V S r !-pi whij nviii'i atr-*>-ijso e obrig.ido.
H ritjn< ftrcir* de Lucai. 1
!* proiia~::ie. 03 impjstoi,
ra. r ibraoja fi id no dn 29 do cirrente, s?. i
i -nies a j anno linanceiro da
M I I '7i -jj I i -pou c>!irad is por me; is |Q
iij 5 pf^dios urbiaos.
:i das c-,-joraco a de ma ) miri.i.
<-. |i .-! tbalecimentM commer-
. id d'jgj^rJiraia.
- i jor caueira, c ml r ou inculoador de
*K cenii p l. cn-u!i in e, eseriptorios e
all pel,- f,:,:icis eeUabelecJoeotoe
lie,
SMlflta ftr ca-a hwrini, eaaroii anony.na
ucia.
^WA^WI^ar casa de Caealiio.
1 ^WjtM p.* c.i r ca-a de vciler joias era grosso.
l4MjaMper venJer p.; .ira
IWJflW par d yea! i d j kerosene.
. !< >r rea-la fa karos-no a ret.ilh >.
r \ua i -- r -ii;j.-i feita, obra-i dc sel-
araaaMia, oa uo!ra qualq.ier art1 feila
Iraapea >.
la e>Uie da tva|eiiH : Kf
tmbro. anniversafleda ivd^n leacia do Drasi
i'.irnn las oi batiHiois pitrioiijos. a cu|a frdot3
sc ,tc!r.n. como coiBmttfhnte 8a brtgntla o Sr.
Halredo ihintt Teltes, 4-; n horas'ih manhS, di-
ngrram-e ao hjgar e:n qo* fmvfa sid) deprsi:\l i
qcir.o triaiuph.il, e d'ahi b nonlajirara pyr entre
*> f" i -i'iQMtfa^*'casta 3?? cofr9S--pablico> 8i5
de se-* PmHautWSlMts.-Cheaalos dns pottisoVsal
eerretor commercial ou
e reoda, ou qual-
r cala
Ae t}' li-jlao.
ea*a J- c -,.!pra
rseete : I re e.-cravos.
re cir* d- ui>das.
I >.4ire c*a de atn so biliar, c mais
11 bi bar.
.'x cala i-scr\ iupregalo em scrvi-
ijB9< jor Im-i Ji i: al*areaga< e canoas
=#*< par cjJ.:
r--idi 3 mhs-lor.
- aarucular,de 4rodas ; iOi
i r -:,-. .; )Q pjt dilo da alugucl.
'. call oaaaAaa eWJ0:J0 porearrtf
-a o raior dca;u:n vculiJi na
- .; t
1 bdt'Cimenl) commercial.
: Je rarvao de pedra.
! p -r ra : in uu apencia de seguro
Maa pjr r^ l. osa j.ia reeder cat nio fa-
st i^erin-i-.
*^-a aajakafeaare. Mefiaar se-ha aaii-
Ke *t i"i:iina-;i-a, a asaieadida beta
c-.il 4sel:a4a icrai aar a boar di> praitdasof-
-- eaaaMaefisii 4a cMMtracgio diluspicio
. a it.
!? vstjji if esu a u i in. e I' sn;i|i ir qae a
z m-9irtM-* seja a in; ca. brilhaateo immmsa.
O iaxar Ja j-r'u :aj oil'-r^di-e til, q.ia pro-
msut ua ariiiui proiasto em auxiha de tlo
n ciBsca.M *- i I;,r.is dilarda.
jWi|!- i ..'ii'iife-ta;li dfS lailali
r.ii veric-. uiaai etasjrra parao wo
!- ismo.
iitri* die P^r.ia-jalaiinD S<> c'iega-
aeaal i lraieiro Bikit, e"ingl;z
!:>.T. duaibuir :.i; amanui nosso uuraeru
- xgiiada f.M?.
aiaheira. 0 va:T ia|iea Btgte le*oa de
is a i. :>ii:a l):0Wi.
v ,.- ataaiai. aefaadj leiegramraa d-
tu saaia d"*lii h >atem is 5 horas da larde
8-a* patM i tap ir ira-iloiro B ihii.
.i aaaaafcec: r i.
Para* aail I iiaperio. Com 9 rece-
atsta pant, laata a apor Uty.,e 30!
panapiwraa.
Traaaaane XWeraeizli. Segae hoja
aiuha, para M MMti, esto naviu de guerra,
leaea > lie Sr. aapmhara Hjwk-maw,
1 i : il < pin melli ira
*- pi in 4- Macen e de l'jja aria 4e Oliada Celebra-se a ma
ipT*i d> ta.nnario de Olioda, a fesli'i
aa*' 4e !bsa Saiora das Djres. A missa so-
'vaaf priaapii a- '.0 b ml da maiiha, Ion Jo por
Aw 4 rarpaetirj Rvaogilki o Rria. conego
I J.d G ^es.
-- i haaaa 4a laftV, paaaaief se-ba ao act) da
> *-^:la '-.tad r o IWm. Tli-mislo-le*
. 4- Aadrad*.
ra c Te !)t*m e b n^i-i eon o SS.
'.r"
*a*-t oEtm. =r. givarnad ir dtbupado. A
lit 4< Hire-, ere-aa aaqaelle ia-tstut). e
-<**:- 4)r<*;>-;.t:ri r-*:tor, pa-Ire Sebas
atiii ielUieirtH, acaha de ser re--
.aaaUaaMlai panfaet festivilaleseja
fljres iae eram uffrrecidas pelis senh0Ta> -qua
*o arhavainTiis janeflu, gyranJjIa? que sabrara
a cada passo, e no meio dos ctrthnsiasmas das mul
lliluas.
No -oliimo degrao do carro iam dnns mantnos
veB|iJi*s de naboclosenieandi o h* nno naoional
aeoaipauha-kpor uraa baoda de in'usica lorniada
twnbca de moniooi.
Cnegado o earro a matriz, leve lagir o Te
Drum. Fui ana solemnidade iinponante, na qaal
oroa o Itv ii. vigario geral J Oepoia do act*, reunirannse de uoto o bita-
Ihoas e percorreram as ruas da cidade, at6 iraaoi
lecsr.
A socie-ladi' Honta Pio dos Artisla' solemnisou
larabem ncsse dia o (ercciro aunivcrsario da svia
iasUlbcio.
Foi designado para exercer iateriaaiueatee
cargo de cbefe da poiicia da provincia das Ala-
goas, o Dr. Ua^nabo Elias da Hosa Galbeifos, juiz
municipal de Sanu Lnzia do Nerto.
O presidents da provincia, por aclj da 13 do
correnta tesolveu declarar caduca a concessao
feita pelo eontrjU) de 40 de selemoro de 1870, ap-
provado pela lei provincial n 590 de 19 dajunlio
da 1871, ao3 nagociantea Sfanael de Vasconcelloa
e Francisco Ferreira Uorgas para o estabaleci-
mento de trilhoa uriiinos entre estt cidade e os
lugares *aragua, Nevada e Beb.douro, por quanto,
o; coneessioaari is nao derara comegi aos iraba-
lliosetbras nos prazos marcadjs nos conlratos,
nio apreseotaram as planlas a unijacMs respecti-
vo9, nem em tempo algum se dirigiram a presr-
dencia rejuerendo prorojagai dos ditos prazos,
ja ha mnitodaeorridiJ, arm trnbem reeUmaram
taso de (urea maior que impedisse o cjmeci dos
irabalhos.
Lemos no Diario das Alagoas :
June muni ipal 3. supplenle em exercicio do
tenno de Muricy, 17 de selembro de 1874.lllm.
e Ezm. Sr. Tenho a honra de levar ao coon aci
menlo de V. Exc. o facto que hootem alleruu u
s.iceg-i publieo desta villa. Das 10 para 11 horas
da manlude honlom, quanli os habitantes da.-li
villa c as autirilales gozavam perfaila tranquilli
dade. eis que s;\ i assaltalos da dasagradavel a i-
ticia de achir-s3 no sitio denominado Manoel
Ribe-rodesle termo, gran Jo nuraero de pessoas
reunida?, armadas o ja eoi luta, sendo os ant re<
d'tquelia iuta Felix Girrei de Araujo e o ca.-itto
Anionio Games dos Santos, que disputavara a p-is-
se daquclic sitio ; a cuja noticia sem 8p*rJa de
tempo marchiu o c.ipitao Euslaquio Itabjlio lira-
sil, delegado de policia desta termo* acampan'iad)
de una escolta ompoili de pragas de m com-
inanl i, e segunlo informaedas daJa- pelo inasmo
capita i Eustaquio a este juizo, ja as pe-aoas gua
acompaahavam a i-Vlix Corrda da Araujo eata/am
diapersas, deixando um do aflus companheiros d-'
nome Aatao graveramte ferido por ana bala qua
the frarturou a perna direita, acliand i apenas no
iucar da luta o capitio Antonio Gomes doa Santoi.
qiSr^m ilagrantu fpra pre-o e conduzido para esta
villa, com o offendid*- tiarre aiu la a noticia que
os mesmos individuossa aalrim preuarados para
segunda liita, a que apolicia tem estado era con-
tiouo mjvtnaeotj, all n da evita-la, trata sa do
inquerito pjlicial e mais. liittcancial. Dsns guar-
de a V. Bxc. -Illrn. e Exm. Sr. Dr. loai VieiOa de
Araujo, digao prasidente da provincia.0 3. sup
piente do juiz municipal era exercicio, Francisco
U'-.s de Aleira him i.
' lliin. e Ex n. Sr. Mai? u n facio gpavisaiuio
praticado honiem no sitio -Manoel Itibeirodesta
termo, dialaote ires leguas mais ou nwnos d'eata
villa, ao rompar d'alva, acaba de ser tusie nualn
do. Kxiatia, corao exisie, um iiWgio sobre as ter
ras do refan lo sitio entre o capita) Antonio G i-
met dos Santos, Mairiei > Curea da Araujo, Felix
Corrda de Araujo e oulros, sendo qua d'lla se
achava apassado aquelle coin casas de leteis*! >iu-
irs acios possessorios. Entrelanto, nontem, a hora
indica la, fui aggredido em a propria easa-de resi
deucia por eaWs acorapanhadoi da fiuta e tantos
individuos todoa armadas de elavinote', ficaa de
ponta. michalo, fouce, etc., resultando desta ag-
gressao um conllicto, e con-'eguiuteraaute feriraen-
to3. As 8 haras mais ou raaaos, apparecendo a
noticia de-t; facto, maadtda dar pelo aggredido
quo doom soeoorro, marchou immediatainenlc o
delegado de policia, capitio Eustaquio Kioell-'
llrasil, coin a fo>5a di meamo aggredi-.io e urn indiviluo de nune Anlao
Bezerra de Luna uiu doa aggressorcs, com a peraa
direiti fracturada proveuiente de bala. Logo |ro
cedeu so a eorpo de delicto, fez-se auto de por-
fantas ao olT'O lido b dau-se comeij) a> inquerito
policial, que lioje 11 acessariamante sera concluido
para que se procela nos lermoa da formacai da
culaa. Daus guilds a V. Exc Jaizo do diraita
inlerino da comarca da Iraperatriz no Muricy, l'J
da selembro d lS7i lliui. e Exra. Sr. Dr Joao
Vieiia de Ar.-uj 1, muito diguo presi I.-iiI-j da pro-
vincia Juiz da direito intcriao, UJcfonsc Lopes
Ferreira dOrnenn.
DiiTerenc.i de haras. Do tuna folha
iogleza extractatnos a segninla labella das difTa-
rencas da hora era diver .as eiJaics do nmndo, a
qaal., sem davida, nacptc* actual deva intefes-
sar ac-3 noaaos lei tores.
r, pof -eUeoraA/r HfffeYrlUfa rfa AlbniOTMOte CTCnoB^ JeYseT, de
inna Saairo^n3rSr!S Sviifn M JSPZ^L* iuV;,11** '"'*? Aw^Sj" Aft. 2- As alamnas recebem nelle inrtraccao
^'JiJ".^10' A-.T- J; Lrt.alh.^ Jm6 F.-aajnco mWia-de Manoal ds Aaparo-CijVi reereio e prendas
WsTTllfiUr^SES-.
04
MAOtlASTA.
0 boras e 22'
Lai. 13"
Long. SO'
V N.
iu: E
Calcutta
0 horas e oi'
Lat. 22
WB'i. 88
40' N.
2o E.
MOSCOW.
2 horas e 30'
Lai. 53' 40" N.
Long. 37 28' E.
AMSTKitDAO.
12 bora* e 20'
Lal. 5i
Long. 4
21' N.
5*' E
1! boras e 30'
Lal. 5. 20- N.
Long. 12'34'E
BKHLI.M.
12 boras' e oi'
Lat. 52' 30' 8C.
Long. 13 2i' E.
I^ael. -X) dii iTt raira, 29 do cor-
ware. ttwUdeaeS. Wtad.
ra ErapttD 0 Rvm. Anumia de Mello
*
Jjad fesutidale -a!bra-;e-ha na igreja Ja Pe-
aaa. V atairvgada
elefesaai. Pelo Sr. Dr. cbefe de
lYoBBetula-> pina arsenal de guerra
dtftm ap^i :;ieadjJas par diversas
_ ttdadae pttic *u.
Um Trttiliirn A lualricala das aulas
at* ale note aa 9 horas da noile.
tWriraa. Peio repouso eterao
Hvg.no de Figaeiredo, lallecido
J On 4e I mart) a ii da agasto ulti-
* U..i Sr. (ijsemJnrgal-r Alexau-
It tVsii e Suva e Mi Exma. faujiu.1,
caaaMta da S. Francisa > desta
"--. j 4ia i : rr .t as 8 horas da ma-
.
Chag >a hontam ao
,.-1 Marque! de Caxias,
aaajadaiaaatsla Sa-gp: auj 14. e de Maceio
_ -> 4to xreate, 0 quo se-
9* -
DIIBI.I.M
II horas e 33'
Lat. 5* 20' X.
L"ng 6 20' 0.
KDIMBUIIOO.
11 horas 0 48'
Lit. oo' 37' N.
Loot 3 11' 0
BSUXKLLAS,
12 luras e 19'
Lat. 50' 52' H.
Long. 4- 20' E.
LONDBES.
12 horas.
Lal. 51 31' X.
Lon. 0 0'
RIO DE JANEIRO.
9 boras e 35'
Lit 22- 54' S.
Long. 43- 20' 0.
VIK.NNA. PARIS. ROMA.
f bora e 5' 12 boras e 10' 12 horas e 50'
Lat 48- 12' N. Long. 16' 23' E, Lat. 48 61' H Long. 2 20' E Lat. 41 53' N. Long. 12 28' E.
LISBoV.
11 horas e 24"
Lit. 38-
Lrag. 0"
M
0.
MAHRID.
H horas' 16'
Lat. 40
Long. 3
24'
43'
BOSTON.
7 boras e 15' '
Lat. 42 20' N.
Long. 7 9' 0.
NOVA-V IBK.
7 horas e 4'
Ut. 40" 42'
Long. 74* 8'
PBBNAHBUCO.
9 harts e 40'
Ul. 8 3' S.
Long. 3i5i'W
BAHIA.
9 horas e 27'
Lat. 12' 57' S.
Long. 38', 30' 0.
MONTEVIDK 1.
8 haras e 15'
Lat. 3i 5V S.
Long. 56 15' O.
BUENOS-AVRES.
8 haras e 7'
Lut. 3p 3* S.
Ung. 3" 2T 0.
VALPARAIZ >.
7 horas e 13.
Lal 83* 1' S.
Long. 71 il'O
Baoieria&a Rio.I'or telagramma rectbido
do H10, sabe-se que a K-teria 529 corre hoje.
birteria. \ one ^a a-in a venda 6 a 118"
then.lici'i d igr.ja ,lo Ivvramaato de'Pai j'A|bo.
que corte 10 dia 30.
C->.-'v le daeocSa di| dia 2't a saterabro da 1874.
Exi-.;iam preaos 309, eotraram 7, saluram %
exisrera 314.
A saier :
i3 242, maltseres li, estraagpiraj Hi
itfra-53 3i, es:rava3 3. Totil' 31i. ^^
d.1 Sfrva IJ.-aga, Dr. Adriano di AlbftqncT.rtfa 0
Wrttrolhar, Antonio Jjpe d* SiTnelTa B&fros
Laite 0 M.moel \V. Lviu.
Chagad is das pottos da Edrapa no Vapor
iogtez Boyne :
J, A.Tnom, G. rrfPawar- Wllilm Lindghon 0 sua
seBflon, Giarge VVIHJam Svfuon Hrfrmin Lan ,
dgren, JoJo V. R Reiaeier, Feliciano S>S6 Girac.
Jjao Padro Rodriguas, Tftjiuz di C Vilcata,
JUaoda S. Xlircalino, Joaquim EC da Castro,
Antonio M Pedrfjifae axi senhara Clara Joaqoiua.
Jas6 Joainim da Fcrate Gaimaraes.
Snhidos p-ira 0 sal m masnij vapnr :
llsrmai Londgren, Jujc Mimics de Prettis, NV.
Highcs, Djtniafos Arw Maffisus. commendador
-ATftorfio Gomes Xetto e sua fih.i, D. Maria Rer-
narda, Constantino da Costa E else i A. de Souza Araujo, alani d 1 25 era transit).
C'emtterio purilir t. ijbttuari-) do dia 23
de soterabro de 1871.
Rullna Maria di Concaioio, preta, Pernirabuao,
48 annas, casada, S. Jose ; pHtyaica pulmonar
Roberto, par*, Pern:*nbae>] 6 metes, Rac.fa ;
eaoa-sma.
Mmervina, parda, Pdrnambuaa, 3<) anuos, >o\-
t-ira, Boa-Vista, hospital Peiru II; tuberculos
pulraonares.
Jo.io Marques da Si'va, parda, Pornambuco, 27
annos, Solteiru, Baa-Vista, hospital Pedfo If tu
berculos pOrmonarfta.
Francisc, Pedro, par la, Peroimbuao, 5 mezoa,
Boa-Vista ; canvulaoas.
ft4*rt, -prau, Pefoambuea, 30 maws, 8*4*86-;
bronehite.
Francisaa das Chagaa Xeolea, branca, Permm-
huco, 8i aniiaa; vjuva, l!n Vista ; e.-ysip- la.
lalo, branca, Pernamnuw, I to**-, Afagadas ;
febre parniciasa.
Mithens, p.-elo. Africa. 8J-*1r*s. soltdro, Re
rile ; ascite.
- 21 -
Joaqiina. preta, esmagada pe.a tram da via
farraa do Recife a 0!ini:i ; mania la pela policia
J)io, pad-*, H ann-ta, S. ^ataaiu variolas.
Aiitani-i arit, pard.i, Peraamfcuo, 12 ami is,
sollairo, llu Vista, a^yla ; tetan-
Bernardina, branca, Parahvba, 45 annos, sol-
teira, Uoa Vista, haspilal Pedro II, tub,;rJUlia
pulmonarea1.
Ermeliiidi, branca, Peroambue 3 mete.', S. Aq-
tonio ; espasmo*.
Mana, parda, Pernambaco, 1 atfao, S. Jose ;
astiimi..
Jose Goncalves Porciuncula, Otaonn, Pernam-
buci, 20 aimos, Gran ; tibapal palm mar as.
Sanuoo, braoco, lvrnamb:j:d,anjoes, S. Anto-
nio ; menegite.
Joai|aim Gmealves di Cabi, branco, PorUgal,
6$ aunoa, viuvo, Boa-Vista ; infsccaa puroleiita.
llfltJ!%K,:a Jtr9MptsMk>
Tfitf illl.^i 4aa A il-il. k< .(>
SKSSAO Ed 2JWEETEdBR0 ')E i87i.
PIIESI3ESCIA DJ EXM. SK. CO.VSELHF.IHO
CAETASO SANTIAGO.
^Secretario Dr. Virgdio Coe'ho.
As iO haras da mauha, presences os Srs. dea-
erabargadores SHva Gaimaraes, Louren;o Sunlia-
go, Rais e Siva, Alraaila Albuquerque, M>ta,
pr.curalir la co:o, Oi.ningiias Silva, Souza
Leio, Olivaira Maaial e os jukei da direito darra*
da Lacerda, Cuneilo Pessoa e Gmaalve3 Lima,
cbanudos 0: quuro uliira^a pan jdldftnleDlO dc
habeas carpus, faitaalo on caut 0 Sr. daaem-
bargador Accioli, abria-sa a sassio.
Era si'guila 0 Dr. sacrdano procalau ao sortaio
dos adjuuetos para julgarnaut) dos seguinlcs ag-
gravos :
X. 02. Agjr.iviale A itoaia di S iva Junior, ag-
gravrtda Aljlpln Mir|u;.i d .s Santo*. Foran
aurleadas Oi Srs. daseuiairgti.>r s Dj.uaigias Sil-
va e Motta.
X-61.Aggravan'.e Auliuio dj Silva Jriior,
aggravala Eoglis Banks of Rio de Janeiro. Potato
aorieados as Srs disarabargalors Siui L'ii e
R-.-is e Siiva.
JULGAMENTOS.
Habeas corpus.
Pacicnta Dr. Luiid) Maauea VaaeauaeUoi da
DrummaaJ.Cjn-.adaa sea orde.u preventiva.
Pacien-.a Jase Xi.-.as da Mailj. -X.-gju-aa .-.,!
tura.
Paciaat; Rwnli ISirroi a Silvj. -Xij a; ta
mm aia'ieaiuianii Ii pejJif.io de lubuas corpus,
vislo quo 0 paciante fo a prnu iciijj pir aatari-
d ide competento.
Pacient; Piiitas A latino da Grata Dona. Xa-
gouse ordam pr a- aabir 0 paci-nla legalmeate
preaa.
Paciaula Fra icisc> Jne Espinil.i. Xegaa-se
ordam em visti da iiifarmagao do Dr. juiz da direi-
to do 2 diBirielO.
PASSACENS.
Do Sr. deaembargador Silvi Gaimaraes ao Sr.
descrabargador Rais e Silva :
Ajipellatoes civeis.
De Maceio. Appellaula a fazenda 11 cional, ap
pallado J.-isa Paulino ue Albuquerque Sarmen 0.
Do Recife Appellante Auguato Octaviano de
Souza appellado Manoel Fsrnanlesda Silva
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque :
Appel acoes civeis.
Do.Recife -Appellantes bacbirel An'.ero Ma-
noel da Medeiros Furtalo e ou ra, appellados Pe-
reira Carnc:ro 4 C ; appall \nte Jase Dias Gui-
Ferreira de Al-
Muita?
lacao torn
das ciJades
raaraes, appellado bachirel Joii
meida Guimarics.
Do Sr. dese.naarga lor Laurcnco Santiago ao Sr.
deaembargador Reis e Silva :
Appellacao c3mmerciai.
Appellante Jo:e Fran:iaco Pmr.eica, appellado
Anionio Gomes d is Santos & C.
Dj Sr. deaembargador Rais e Silvi ao Sr. das-
desaraliargador AlmaiJi Aibaquer-que :
Appella^ocs Civeis
De Barreir.is.Appallante Beato I'ereira de Oli-
veira, appellados Maaiei Firutioo do Meilo 0 ou-
trus.
Do Recife. Appaiiaate Miguel Arclnnjj da
Cunha, appelladjs Augaato, artba, Eluarde e
uutroa, pors'u curador.
Do Recife.Appel ante Jose Luis Aivea Ferrei-
ra, appellada Rosa, par sea curador.
Do Recife.Appellante JaaeJaciiua Tasao e ou
tros, appellado Ur. Ciciliaiiu Mama la Alves F.r-
reira e outros.
DoSr. desembargador Almeida Albuquerque ao
Sr. deaembargador Accioli :
Appellacocs crime;.
De Carapina. Appallante 0 juiii, appelialo
Manoel Josi1 de Sauza.
Da Exvi Appellante 0 juizo, appflllaio Jose Vi-
cente f'ereira da Silva.
Do Sr. deaembargador Domiuguas Silva ao Sr,
deaembargador Souza Leao :
Appe'Ia^ao crime.
D'Anadia,Appellante 0 juizo, appellada Cu-
pertino de Oliveira.
Do Sr deaembargador Sauza Leao ao Sr. dea
embargador Silva Guisaraea :
Appellacees civeis.
Appellante Leoaidas Titi Lourftiro, appeilado
Jase RicirdiCoelho ; appellante Salvador de Si-
i|ueira Cavalcante, appellado Joaquirn Salvador de
Siqueira Cavalcar.te.
Ao Sr. desembarga-lor Laurence Santiago :
Appellacao civel.
Da Maceio.Appellante Maniel Jaaquim da
Silva Leao, appeiladoa bacharal Jaae Angelo Mar
ci" da Silva e a (asmda.
Ao Sr. desembargador Silva Guimaraes :
Appellacao crime.
Appellante 0 promitor, appellada Manoal Paulo
da Siiva.
Diligencia crime.
Ao Sr. deaembargador proraator da justica :
De Camiragibe.Appellante 0 juizo, appellado
Anionio Joaquira Cobr* verde,
Ao Dr. enrador geral :
AppellajSes crimes.
Appellante 0 juizo, appeilaia Riymualo, c-
cravo.
D'atiUya.Appellante Manoel Joao Balao, ap-
pellada a justf**-
Appellagao civel.
Da Ca a.iFagibe. ApaJlaote 0 Dr. Ambruio
Machado .la Cunha Cavalcaate e oulroa, appelUda
D. Cariota Accioli d Barros e oulros,
A :gnou-se dia para 0 julgaiteuto dos saauin-
tea feitos :
Appel lacoes civein.
Appellante M^noel Ferrair* do* Santos Xeto.
appellado Zeferip) L,j;.es de Barro?-; appellaate
Guiltierme Ferreira Farro, appellada a baroaeza
de Giquia.
Appelfacoes- crimes.
Dj IMar. App^ttatua 0 juizo, appellado Jdaaoel
Games da Silva.
Da Boa-Viata.-Appelbt,nte 0 Juizo, appelUdo
Manoel Rodnxuea Ijma ; appellante Ba-nabo Pe- ,
reira di Rosa Caiheixos, appellado P*tilin2, fscrx
Recursos crimes.
M Sr. desembirg.idor Roia e 9irva :
Do Pf!ar-Rcaiirenie 0 juizo, recorrrdo Manoel
PrKhcfsco do Xasciinerrto.
Ao Sr. deaembargador Almeida Albaiae.-qne :
Do Buiqne. -Raeorreate 0 jnizi, recarrilo Ha-
nsel Joaquim doa Santos Gitirana.
Ao Sr.desembirgadir Dominguea Silva :
i fcscada.-Recorreoie Jostrino A. de Alba-
qaerque Punentel, recorrido 0 laizo.
Ao Sr. desambargadoT Souza Leao :
va Victoria. Recorrente 0 juizo reeorrido
Alexandre Alves Peraira
Ao Sr. desembargador Silva Guimaraes:
1 i V 1J?' -!le,:orr'''iH 0 juizo, rccorrida Olmt 1
Jaao da Snlva e outro.
Racursa de fallencia.
Ao sr aesembargihr Souza Laao :
Recorrente 0 juizo espaeial da commarero, re-
corndo Hiuoel Mam as da Azevelo.
Appellaroas crimes.
Ao Sr. deaembargalor Silva Guim iraes :
D)(ab..-AppaliaaiaM;guel Peraira de Car-
valhO,_ appall ij.- a jti-Uca.
Da Paralijbi.App.ffmie 0 jUjZ)- appellado
Demelrio, escravo.
Ao Sr desaiabaraaliT Loureie.i Santiago:
.,' '-APPella'-te Francisco Caetano Ribei-
ro, appellada a jttsiir-a
Do Recife.Appellante SebastiSo Manoel Lins,
appellada a jnsti.;a.
Ao Sr. deaeaibargidor Rois e Silva :
Di Iraperatriz. -Apjillanto JuliAO Jo.-e dn San-
tos, appellada a justica.
Do Recife. Arifiefl m*. 0 Exm. d -.samaargador
pre idante do Jary, aappellado Javcnsie Manoel P.
Paes Barreto.
Aa Sr. d sambirgilir Almaidi Aibuquarqi-i :
Do Ricifa.-Appallante 0 juizo, appellado Mi-
noei de Barros Braga.
A> Sr. da erabarga lor Accio!;:
DaRacifa.-Apaellinto Joaquim Mirtins Gimis,
appellada a j as tic*.
Do M'.Kicy.-Apoellinte Miaoal Jis.5 das Xeves,
ajipellada a juat'n.'a.
AaSr. desembargador Diaiiaguaa Silva :
Dal.np-ntriz -Aopillante Msiioel Candida
C-ielho da Silva. aap-'li 1I1 a juuiei.
Dj R-cif--. -Appallante Jiaj Gitaos da Cjsta,
appellaii Manul 0 il in Limi Vines.
Ao Sr. desarabarga lor Souza Lli 1:
De Daninairas.-App-Ihnta u jaizo, appellado
Irinci Peraira de Mall).
Do Rj:ife. -Appellante Euz^bio dos Santo*
Coimbra, appellada Prao;isci da Paula Costa.
Appcllirik's civeis.
Ao Sr. desembirgi I',: L"tirenc) Saa iag:
Da l^ai-uli. -Appaiiaate Firmino Evaristo R-
bero Varej-l., appa 1.1 la afi'.euli e Jus6 Felix
da Lamara Plmentel.
Ao Sr. desemb rgidor Reis e Silva:
Da Fazmli. App;il n'.e a fazaali da Paraliv-
bi, appeludo Antoaij da Bnti Lyra.
Ao Sr laiembargadir Al.naila' Aibu jaerqua :
DaMuvio. App-I'anta Pedro Affaaso Vallada-
res. aopallada [ria<, cairjva.
Ao Sr. desambargadir Malta :
Da Liraiairj.V.'p-llanta Dr. Laona-d) Fran-
cisco B.rg:i.-, appai!ili.J)sia Percira Cesar.
Ao Sr. aesombargador Accioli :
1) 1 Recife -Appllanta Ji-ajiiiin liiiningues de
Barras, a.ipllad 1 J 1-1? la Oliveira Fn-ita'a.
Ao Sr. deaembargador Domingues Silva:
D>Recife.Appellante Anttnio Mireira Reis,
appellada Pe'iCaitra Miria Oly npia.
Eneerrju-se a sessao as luas horas.
. prendas.
t. 3; A instniacih primiria 6 :-rehara, es
crfpta, contabiliiada (as quitro opera;5s>, HoerJ
da grammatica portugueza, co.'tara cha e era-
diria comprehende
Uz, italiano, biato-
Art. 4." A instn
-lingua nacionaJJwMMet. 1
ria, geographia e ariihmetica.
Art. 5. A iuirucci;j religioaa e dada pelo ca-
ibecismo ; as alumnas aprendem : [doutriua
chista, e todos os deveres religiosos a cumprir
para com Deo*, seus pais e pa ran lea, e em geral
com a sociedade.
Art 6 A inatraccao de civilidade abrange to-
do.- os actos da vida de uma senhora era relacio
com aa peasoas de sua familia e com a socie-
dade.
Art. 7. A iaslruecio de rorreio consta da de-
seniK), musiea, piano e dauca.
Art. 8. A iuslruccao da prendaa reune :
todoa os trabaihos de agulha e toda a especic de
borda los, que deve saber uraa $eBhora da melbor
sociedade.
II
Art. 9. 0 collegia admitie alumnas internas.
0 iBcipensionislas e externas.
Art 10. A lingua que se falla no interior do col-
legia e>a franceaa ; 0 durante as solas de inglez e
italiano so so fall-am esus linguas.
Art. LI. As alumnas qua esludam francez, in-
glez e italiano, aprendem a fallar, escrever e tra-
Juzir e^tes idioutas grammaiicilmente
Art 12.-A iiiaoiilidale para as internas e40J,
para as meio penaianialas 20* e para as exlern.ia
-54, pagos aliaatados, por trimesirea, que uma vez
cometjados.con.-idBramse vencidas.
Art. 13. A uistracgao das alumnas externas,
remuoerada segunda 0 arligo am-cedente, e a
dos arts. 3 n 5\ as internas e mei 1 pensionistas
teem direito ados arts. 3, 4, 5. 6, 7 e 8, podaido
lodavia, qualqner atumna externa frcquanlar as
aulas superiores, medianle a indemnisacao que se
convencionar.
Art. 14. As de-'pezas com livros, papel, etc.,
sao da canpeteucia dos pais ou cirrespondetes,
laa alumnaa, e bem assim a materia pnma da
bordados ; e estas oxecuiados, sao propriedade
das meamas.
An. 15. As aulas no Comreio aa Santissima
TbinoaDR, trabaham duas vezes Ao dia, de ma-
nha dos 9 aa 12 horas, e de tarde das 2 Ii2 as
5 1|2.
- Art. 10. 0 enxoval das internas e ao gosto de
sen 1 pus, assim corao a roupa iavada e eugom
mida e p rtences, por elles serio fornecidos
Art i7. As p.; |.i''n.is indisposicoes e males-
ias das iotarna-', sia tratalas no collegio ; nas
graves, porera, a direclora tax avisar aos pais ou
icorrcspondente*, para providenciarem sobre 0 tra
tamento, que pole ser era suas casas ou no col-
legio.
Art. 18. Os feriados sio os das aulas pubiicas,
salvo as quinlas fairas que, m cullogio, Qcam dea-
linadasa ins.truecao do recreio.
An. 19. Tolas as materias leccinriadas no Col
lboio da Santissima Tbindade, sao prfasdaaoes
pela direclora e saSis iriais, ou -.-utras seuhora
comaaptiiao procisa, e que a directora julgar
necessarias.
Recife. 30 de dezerabro de i&lZ.-Philomena
Uinervina dc Albuquerque O'C mxell Jersey.
Approve. -Direeturu gerl da iustruccSo puali--
ca de Pornambuco. 8 de jtaeiro de 1874. Joao
yarb ilho.
Ao publieo.
i!SUACB& I PFJ
II---
ijiiijiapa.
II intern partio desta localldtde earn sua Exm.
fniiilKt 0 digno professor pulilico' da ioalrafeao
elamantar, o Sr. Torqualo Liurcntino Ferreira de
Well i,qae porportaria de iO dapas'ado, foiremovi-
dopara a cadeira do Rio D.ica, eainaiiea da Olioda
Durante 0 tempo em que essedigoo funcciouario
cxerceu a ardua, mas ooaroaa missao de precap-
tor da 111 >:idi.lj datti pavoacao, serapre dcu exu-
beranies provas de empregada aelrao, de baniem
proha e de ci.la laa prcslnute.
Em hora laesOlemne, desejam is ao nosso pra<-
liinosa amigo uma febz viagem, c feli.-itamoi aos
habitantes de Rio Doca pela aeerttda acquisicao
que Ira s eoabe por sorle.
Qoipapa, 2 de seleiubro da 1871.
Tenanle coronel I iloio Ferreira Batelhu,
Capitio Claulini Jose de Mello.
Alfai'es CaeUOO Pestan 1 da Costa.
Tenenle Joao Joaquim Rmoiro Campos.
Capitio Domitigos i'errcira de Mace Iu.
Jose Vicente Ferreira.
Alferes Joaquim Fclippo Ribairo.
tw$& e fesla solemn
8.U, lilha
Exm
Tend) de se proaoder, hoja as 4 horas da tarde,
a beneao solaaida di i.uageoi da X. S. das Dires,
trecta n> convent) de S Fran5i*c>, a cunmis-ao
cniarregadn, peJe ai Exui.is. Sras. paranymphas
abaixo mencioaadas, digmms- eempareeer a re
fcrida behcio, afl.11 Ua ser elfa.'tuada a ceremonla
religioaa:
D. Maria Adelaide Peres dj Rrat, filha da lllm.
Sr. Jose Paras da Cru:
D. Maria da Couceicaa Pareira do Rego
do lllm. Sr. Dr. Vicaa.e Para'1 a do Raga.
D. Maria das I) ires da Araujo, fi ilia do
Sr. Barao Jo UvramenVi.
D. Maria II mini Ranriqo-'S da S lUza, irraa
da llm. Sr. Dr. Braz Floreoiina II. Souza.
D. Maria Lniza doa Saul is. lilia do I.lm. Sr.
Antonio Lai* do* Smbv.
D.Maria Luiza Amazon is Villas Bias, filha di
lllm. Sr. Dr. Silvi) l"ar|ainia Villas-Boas.
D. Maria E mli i d 1 Siva \i inta.
Paranympli s os Ill.r.a. Srs. :
Tente-coronM Joaquiai Catalcatuo dc Albuquer-
que Balio.
Ffederico I'eiuira Moutiuli^.
Major Carlos Mugno da Silva.
&
*e.
Os abaixo assigaadoa meirdiros da commissii
encarregada ile agaav'ar prendas em beneficio di.
asylj de alienadoa, extretnameuta agradecida a la,-
'laa que roneouar on a fesla il domingo, veni
pelo preseale manifestur n sou recuiiliecimenta ;
e caoviJar pira comparecerera novameule aa 4
haras da tarde do dia 27. no masioo sitio da Ta
marioeira, onda pela ultima wz tem de ollerecer
ao pubtica as prendas que recebeam.
Acommissao seats quo por ra divos iudependen-
tea asui vontade. uao fosse mais brilhaule a festa
de domingo, porera esperasatisfiser pianamente no
dia 27, a tadas as pessoas que so dlguarem cam
parecerao bazar il is prendaa que Itie tem silo of-
ajrecid s.
Para previnir qualquer acci t-nte os abaixo as
signados ja obtiveram da genercaidade do Exm.
Sr. bara-i da Lii'nnenlo a reconstrucao do barra-
cio que desta vi-z er;i c>.berto da zinco e espacc
so de mode a aQerecer as poasivejs cammodidades.
A comnissao faltaru a um deuer de delicadeza
se tambem nin .igrad'-cesfe aos quo lue fizeram
donaliv s, e par i.-ta pede-llies que aceitem mais
eats prova di-. sou recunhecimento.
Go.IlauJ; ainda na generoiidaja dos h&bitaales
drsia Cidade, a comiiiis.-ao e.-|iara recelier novas
presences para a fasta fulura; e, para facililir a
enlrega de alguns obJccbM que Ibe teem lidl
offertada?, rea-alveu auiorisar a cada uiu dos mem-
bras qae a compoa, a recebel os nas cisaa de sua*
residencias, ua esenptorins de commercio.
Recife, ti de saembro de'1874.
Luiz Goncalves da SUva.
Joaquim Olyntbo Bastoa.
Joaquim Dias dos Soahs.
Adolpb-, S-bmiH..
J-iao CarkM Bastoi de AlmeiJa.
IVodolpho Kroki-mberg.
Joviniano Mtvta.
Dr. Pedro de A. Lobo Mosc >->.
.Francisco J. I'mto.
etfLLEGIO DA &AHtFsSUJ TffWDADE
W-i'iia dos Coelho*SO
SOB A MHECJAo V, PHtUOJUJlV M'N;-llVi\V !)-. ALBU-
QljiSHQUE^ i/casxatx jaiisev, (;).vi)ji;v.\u\ ron
SITAS M1IA3 D LANOKUMA bli Aia*.'Ql.P.nQU8 o'CO.N-
NKL JBHSRV E D. OLINDIKA OS ALBUQCliiadt.'S O'CON-
SLL KllSEY.
Arligo I* 0 collagio dlrigidijoc Phi onieoa
Breves lerimcnlo r;s:;ua potavel a ciila-
Ue do Hceife, sen* cs^olas e meios
de sanear a ana ntniOMplicra. pe-
lo' Dr. Pedro de Ailiayde Ijolto
Mo:-u-Ds, formado em mcdiciiin
pela Facnldnde da Balila.
Enc tamos a publicacao de um pequeno iraba-
Iho seientlfleo, resumo de alheios Irabalhos.
Faremos esta advertencia para tirar 0 desejo
aquelies que, nada fazendo, esiao sempre pnmpios
a acbar 0 plagio no que oa outros emprclieu Jera.
0 medico qae ootra c uja nao fez em sua vida
senao piocuiar no exercieio da medicioa os mcioi
de subsisteucia, sabem todos que nao pode dedi-
cate a estudos de todoa ts cxtensos raincs da
sciencia.
Xio somos sednzldo, pnrlanto, peio desejo de pa-
rtcer sabio ; apaoas am iaeentivo actua sobre nos,
e e er sepoJemos pra.-tar algum servico aas nos-
sos patricios,e de co .seguiniioa que as que nea go-
veraam p estam algama attauca) aosinalharamen-
t >s que enlendem com a saiide publica, pois, pare-
ce-noa que vai sendo tempo de olhar para elles.
As classes m-mos favoreeidas tem iaaonte.-iavel
direito do serem coutem ladas 111 partil.aa do
granie nonie da fjituna publica, para a qua!
alias Cjncerrem com grand-; so 1 mn e essa exhau
rida de saa Irabalbo, de seu suor.
E' esta claase que uia tem Bgua para baber,
quanta mais para aatsfazer ladas as uulras preci
=oes: 0 seu coraraodo ea sua s.-.tide exigem que se
I he fornera esse mei 1 de conforto e de vida: ji tar-
ua ease benelicio.
E'precise ac-abar com todas as immuadicias,
ja que nao polcmos acabar com a maiur de ta-
das, a immunda Hecfe Drain y, e nao ha outra
alvitre do que lancar mao senao d'agua pura e
em ahoudaiicia.
Venha ell a, cusio 0 que custar. e se e impo-si-
vel absolula da-la da gr.ca a tolos,cpaguem a
ao iiieuot pels mcujr precu possivel.
A guarda dasatiJe publica perlence ;io esta Jo :
concona eate com um importanie adjutario e o
pavo, qua sente a falta a'agua para beber, se-
ra grata a queui 0 abaslecer desse elemealo de
vida.
En Uda a p.irte do muudo foi sempre o governa
salicita cm dar agua ao pivo : dava muito mais
porque dava-ihe os divcrtimeuloa.
Dainos-lha cos a 1 niauos agua para beber e re-
frigerar-si das catofea do nosso sol ardante.
Se algura dia 0 pova da nossa teira liver a feli-
cidada de gosar desse grande conforto sera Ihe
custar dinbairo ou apeuas paganlo por eila uma
quanlia inadica, se lembre que para 1830 larabem
caacorri. Itecife, 25 da a gosto de 1871. Dr.
Pclro ile Athayde Lobo Moscosc. -
A abundancia d'agua pura nas
cidatese uma nacessidade re-
clamada pela salubndada pu-
blica ?
A companhia de Baberibe, nas
actuaes circu'isiauciis, podesa-
tisfazer na capital do Recife lao
palpilaute necessidade ?
Ha tempo, que alguns espiritis se acham gra-
vcuiante pieoccupados com a mesquiuhez do for-
necimeuto d'agua que faz a companhia de Bebe-
beribe a esta cidade, c.ija pop llacao, crcscente ca-
da dia, della exige niaior quantidade, naa so para
a aliraenlacao, como tambem para saiisfazer as
suaa diversas precisocs.
Esta quesiao enlende direclamente com os mais
vitaes interesses sociaes ; e eonvo.n que seja snf-
licicn emente discutila ; porque della pod.'tn ori
gioar-se u.ales incalculaveia, ou beoeficios de sum-
ma iiuportancia para a populacao.
Bern aquiiatada a valia da quesiao, e temerida-
de intromatierrao nos nella : fizeiuo la someute,
porque oa mais ricos de conhecimeotus nao tem
della querido occupar se; Dest'ane arenas pro-
curamaa auima-los a quo venham corrigir os er-
ros e preencher as lacunas, que davem.abundar
em um Irabalho, qua ejjge estuios espaclaes e
profundo'. E" queaia> de easencial ioteresse pa
blico. niio podumoa a ella sar indiffar.ente.
Todos sabem quanta e terrivtl a iuia, qne ya-
I'am os interesses coutranaaos : flque-se euibora
vencido neata balalha ; liqae embora 0 povo desta
cidade privado do nm benelicio, que os ^jotos ci-
viliaadoa eslao hoje a uiaas largas reaebendo deg -
vernos palqolkos, peloa esforcos de incansaveis a-
bios hvgieuistas; a coa-.".iancu Ccara traoquiila,
porque se eump.ioo d. ver.
Nao lardkr^ inaito que a quantidade d'agua,
que nos pode^feroecr a companhia da Baberi-j--,
empreg-nlo oa seusmelhores esforc-is e baa von-
tade, como rabenias que erapr.-ga, seja in.suflki9n-
t^ pira as mrnprfts prccisues quatidianas de-la ci-
iiade ; e ainda qne raaior fossa a quantidade que
ella pira aim ixidesse eacaminhir, com difBcul-
dade poderia couduti-la as mais I mgiuquas rani
ii -aeijes; porqne: nao ba press':!) bastaute para
toanelli la lao tonge. A companhia, entrelanto, la-
Bora s6 com uma serie i^ dtspazas avultadas
sem consepuir 0 fi:n, a'que cjin tan is a fan H
pira.
Julgamoa (lalvez que a itai nos induza somenle
0 no'so bom dpsejc) que peaaoa alguma de bam
pensar e que se intir.-si pelto b-mn- psblica, nas
canaurara par torn arm parlt nasti fmporlanie
qotstaj. .Nossa iatuilo aaoefenr ia'.ero
li
e diversas saa 3* n^ler'af, que feca r
1 os lornecimenios d'agaa as popo.la<;oe*
ea ; e em Umpp u^ip. a excepcao da
mais reraola antigardadc, se pro.mrod lacio, eomo
boje, suppnr ts eiUidos d'i vel e na maior abuadancii.
Oj irabalhos dealsmns annos ii e.-ta parle, effac-
tuados na loglalerra especiahnenfe, ii* admicaweia
pela maxima imporbinm bydienica, nw elles ex-
primem; 0 qaederaonatra aid 1 nde cliego fnlerrs
se, q ic as edilidades e 0 govwua lomain pela saiide
publica.
A qualidade especial desses traballipe e alsds
um sag re Jo para mniia genie; e nao |todemo-
esimir-nos ae fater o*lla uraa breve refenka era
lugar competente, para saber-so 0 qirp os ingtezes
fa ..mi na sua aderada Inglaterra ; e-o que etxen
lam aiinres, qoando tem de dar voHTprimeeto a
seus contralas.
Teremos de fallar neste resmnidp Irabalbo das
qualidades das dtveraaa agnas, do qua nos scrvi-
mo3 para beber e para os usos dcqwsticoj ; d
necessiJade que ba deUermos sgiw para- e era
muila abundancia; e da raoda-mais ntcil c coo-
venienie de de*trni-la. de forma qtwisefupre o p>-
breon 0 rico ache a tomeira loaa quaetidade, de
que liver precisao. Procuraremosdemonairarq-.e
0 DBieo meio de parif-car o ar das cida^es e wr
agua em muita abandannia para nta haver demo-
ra na evacuaoaodas divirsas maifc organicaa
snsrepliveis da alteracao, e one lodo* os witros.
nae se tem posto em exeeti^Ao ate h<-jo, leni sWo
mais ou menus imprebeuus. Faremos afgottas
consideraroas sobre a canpauhia de Beberihe.seni
que lenbaiiM-t yulo proposilo se nastii mar ? sa
alleilrao, a da governo providfcia'.-a d> guvt-rn*
geral e a de lidos os cidadaaa bre rtau ,p
ressantissimas necesaidadd s paikitatfie >- mei<-
de remedia las antes quv.o rekijri'-4. ie up. -.,'
signal de serem chegadas aa iiwas d-- vfxaift.
E' sobre aa palavras lextoatr de aulores aqew
profiscientememe tem tratado desta qurstao, la
menle hanianitaria que urmarejiios a nosta oi-
Diao.
Mr. Grimaud de Caux, a qoem sat. devidas os
m.iis imporlantes trabaihos subre 0 f-rueeimeatD
d'agui ao publieo, exprimo-se assim : Qaabto
mais agua ha, mai- >e eon dancia f..z naacer iiacs idades novas. Quando se
salisfazain as necessidades physicas. vera oa pra-
eresdoaceo.aque e 0 mala solido eleroente do
bem estar, da sail le e da degancia Oa vida ; aeeio
bera enteudido, que nao se applies somente ao in-
dividuo,-corao a ludo que 0 eerci e que Ihe serve.
0 aceio e a base da ?ahr>ridade.
Mr. Foucher (Estudos s ibre a i-xpositao de 18W,
paa 273) disse : E' preciso que haja agua dr
mais para que ella srja b staple
E, vislo como afagua e indispensavel a vida, c
precis.) se faz que e la seja fameeida em grande
quantidade para paler saiisfazer a tadas aa ueeei-
sidades e prec-ncner os lina a que e destinada.
scin 0 que nao .-e pode obt-r um ccrlo grao de
sail la e conforto ; ja ijue uao se peu~a em appro-
xira,.r-so a este grai da perfeieao, que tra de de-
sejar, f ntendeinos quo 1 ao ha razaa para se adiar
por toda sempre uraa questao de vital iotcresse
para a pupulacao desta cidade, quealeoi de viver
acabrunhada s.ib 0 peso de muilis ouiras preci-
so js, sente domasiadameiite a faha d'agua ; qua
Ihe e foruecida por um preco^lae elevado que 0 po-
bre apenas pode oble-la em pa.juena por^ao, e as
vezes com tr.uito custo.
Nao pademoa esquiva- nos de facer algumas
consideraroas a respeito do Hntigo modo de pen-
sar daqnefles, que se moslrarara empenbado= em
velar pela saiide do3 povus ; e do procedimento,
qua hao lido nesaas epocas bem rcmolat, nas quaes
julgamos que somente imperava a cegueira ; en-
t?elanto que, a alguns rcspcitos, parece certo qua
tones not que lemos cstado pelo mc-nos com a
vista um pouc. embaeiada.
[C(itiliiiiiar-s--ha).
A esMtpa e (KilroM Btalea ijue alfligem
0 craneo mevitavelmenle destroem a viiakdade
dos eabsllo?. 0 remedio sobers no cmtra t-stes fla-
gellas e o Tonico Orient"/, 0 quai, como por en-
canto, pr impiamenle os ia/. desappare.er.
I'arem iata ainda nio i- tuio : vigi.nsa e da torn
a cuiicula par til furroa qne oau e possivel poder-
se reprodnzir, a nao .-er qne o seu uso st-ja ccnti-
nuado
A iranapiracao obstruida cansad 1 pelo enlorpe-
eiment0 da membrana exterior 6 a origera de mui-
taa das affeccaje< e eofermjuades dos cabellos, e
este eulorpecimento nao (>6Jc existir, quando os
vasos superliciaes recebem saa maior fecuudidada
mediante a poderosa "acvau e auxilio deste ran
vigoratior vegetal.
:

72JI0OO
18 kilos.
JUNTA DOS CORRETOUES
l*raa do S8ecife,35 ile setoiularo
dc Wil.
AS 3 HORAS DA TARDE
COTACOES OFFICIAES
ApOh'ces=da divida provincial de 1:00 5C0O, jura
de 7 0|0, 8605.
Aecio da estrada dc forro Jo Recife a S. Fran-
cisco 13530I0 cala uma.
Accio da companhia de Beberiba
cada acefto.
Algodao do serial 1 "sort a 7^600 par
hoiit-.m.
Cooros -scccos salgadoaSoG rs. 0 kibi.
'latm.-io svbrd Loudres a 0 d|v. 20 l|1 d. por
l 000, honiem.
Dit;> sobre dilo a 90 d|v. 20 3|8 por 1J000, do
banco.
Ctmlifo sobre Paris a 90 d|v 30! rs. 0 franco.
do banco.
Dito sobre dita a 3 d|v. 3GS rs. 0 franxi, do
banco.
Cambio sobra Lisboa a 90 djv. 104 0|0 de pre-
mio, banco, bontum e hoje.
Dito sobre dito a 90 d|v. 103 0|0 de premia,
h ntem.
lilo sobre dito a 3 dp\ lu8 (1(0 de prernio, do
banco.
Cambio sobre 0 Porto a 9U d|v. 101 0,0 de pja
niio, banco.
Cambio sobre 0 Porlo p-igavel em Lisboa, a 'M>
d|v. 103 OjO de premio, l-onlem.
Da3conto dc letras 9 OjO ao anno, honiem.
8. ae Vasconceuos
President*
A P. dc Lemos,
Secretario
tleiMztateou
r'5i.a do da
^bFstNUKUA
a, d I a 21. .
23 t
305:538. Of*"
10:471*75*
516:009,851
Descarregam hoje 26 ile s-leiubro de 1871.
ilarca franceza Veridima (atracada) meread.-
rias para alfandega.
Vapor nacional t7aA/a (aperadolgenero.- na
cioaaes para o trapiche da compaabia.
Itaapnrlaeffo
Vapor nacional karuncz de Caxia; entradn
dos portos do sul e con a Antonio Luiz Ua
Oliveira Azevedo, n,anifestou :
Agua salgada 1 caixa a Marc Imo Jose Gn&ca!
yes da Fonte. Algodio 22 saccas a Miguel I $;
Alves.
C-iuro-> salgado* isl a Pareira Oaraeiro & C.
Oleo de ricino SOhtas 0 43 caix s a Fran
Goncalves Torres.
Penoaa 2 saeeos a J C. da Silva &m
Saccos vasiiia i volume .1 Miguel Jase Alves, I
a Rellrao & Filho
Tmta 2 barricaa a Mm Vappr inglez, Bjyne eulrado da Europa na mea-
ma^lata econaiguil > a Adanso 11 tliwie & C. nit-
nlfeston :
Amostras 18 volumes a ordeax
Boioes I caixa a ordein. Brfnquedos 1 caixa 1
J. G. Gamble.
Cha 68 caixas a T. de Aquino Fonceca A btic-
cessores. Chapeos2 caixas al". Monteira da Cruz.
2 a Cramer Frey A G Chaillioi 1. ca xa a Henry
Nuesch Caleado 1 caixa a JJoaquim Anloi 11 A 1
ArauiJ & '' Dito a gravalas I aixa a J. M"Uta.-
ro da Co* Ditos e enaws 1 caixa
Irm'ao & C. Crafeicaa i caixa a
Vatconctllos. Cera uoia caixa a
Barbaaa. Cirru.igem 1 caixa a J. A.'
Fructas 10(2 caixas a J. Ff man lea,
Jarnaes % ca*.(a> a Da Liiihac.ir A [_
caixa a A. Hy^ornal At.
Livras 3 caixas a Walfio.lo & ?.ouza, I a S;
Cardoso A Pessoa
Mneia I caix* a Metuna i C. MiudcU* Jen-
xas.a E-iuarda Ivntan. Mpdis I <'ai<> a Monhard,
ilatilar & C." MamiicTijTya ? rafx> a J. *>
soa.es, respailamo-loi qaanloi possivel, cam \ "dig- [co.icellj?. Bafi.T.ai^Mi 3 voluaiea a F'.'
oiJtade da cargo iociaf que exerconoj, 'M&ia&C.

<




Diano de Pernambuoo Sabbado 26 de Setembro de 1874.
a
4* esscisterio 1 eaixa a Luit A. W-
laflfcaCwiuo&C Ditos para eh apea
cantaria 1 calx* a Manuel & Maestrali.
1 eanca a ttoarfard & C. Provfcio
i Mini Perfaniaria 1 ciita a Sannders
A C Papel I eaixa a B. Baarte Campos,
* C Pimeata 30 saeeos*.
II cants a Antonio Francisco Corga,
k A SiNa, 35 a D. J. Ferrcira Crar, *3
* 1. 8 a Jo** J.iaiuim Alves & .,
i Rosa Mhos, 16 a fau-
_ 4a Gaata An*>nm AC, 23 a Joaquim J.
ft C, 17 a Jose Corraia Brags, 32 a Bekrao
a Antonio Ferreira do Carvalho, 35 a
A Martins, 35 Fernaodes da Costa, 3 a
salVapor inglez Boyne. eommandanie
carga parte da que trouxe do Eu-
rtos do
Reeks,
ropa.
ObervaQto.
Suspend** do laraarlo para a Parahyba, o pita-
cho allemao Diamante, capitio N. Meyer, eom
mesmo lastro que trouxe do Rio de Janej-
ro.
EDITAES.
.Recife, 15 de setembro de 1874.Eu,
Jose" Francisco do Rego Barros, escrivao, o
wbscrevi.__________________________________
O-Br. Carlos de Cerqaeira Pinto, official da impe-
rial ordem da Rcsa, cavalbeiro da de Christo
e juiz de direilo erpec.al do commercio, nesta
leal e valorosa cidade de S. Salvador Bahi dea
Todos os Santos e sea termo,. por sua inagesta-
de imperial e constituc-onal o Sr. B. Pedro 11,
a E. Jane Perkins.
a Cranwr Prey ft C, 1 a
4a Cmx. 81 a Keller & C 1 a E7
j4 C, I a Monde* Azevedo ft C, 31 a
J 4 a Gnaealves Irmao & C, 23 a B. Thorn-
M 4; "C, M aos con*if naurto-, 16 a Mills La-
nwAC n Silva Guimaries&C.
fk< M smxss a I. do Rogo Lima.
5 karris a J. 0. C ttovle 1 a Cramer
ACBOSD* KXPOKTACAO NO DIA 2k I*
SETEMBRO DE 187*.
nm ns portos do exterior.
H aasio inglez 3km Inotand, para Nova
Inani. ri-rrc n : H. Porster & C 9,600 saccos
475/ __ Jto srigue hespanhol A malm, para o Rio da
A. Lryo ISO barricas com 8,373
branco e 123 ditas eom 15,451
4n4tenM9caa4o.
Pmrm m portos do interior.
n4Uo Grande do Sal, na barea nacio-
earregon : J. L. Leal Reis 45 barris
_ l.liataaras de agaaidente.
Pan o Aracalv, no hiale meiosal Dai* te
. earregon: A. C Araajo 10 barricas com
7 Into* 4e assuear refioado.
Para M^nungoape, na bareaca Maria Isabel.
Macelo Basms & C. 1 barriea com 60
ne assccar branco.
DA ALFANDBGA
a 21. I2:96fli463
2271364
l:W7tmi
SaHiDOS
20,793
ifi
60
682
22,070
SEKViOU MAKITIMO
t>>raafa Uoacarregadas on trapicb* da
aifandega.
MnAttlaU ....
' traj-jca* Cx^ok^1
2." seccio.Secretaria bnee, em 23 de setembro de 1874.
Por esta secretaria -ee faz publico, de confer
m id ad e com o art. II, do dec re to n. 817, de 36
de agosto de (851, o-edital abaixo transcripte,
pond) em coaeorso, com o praso de 60 dias, os
offleios de jnslica do termo de Panellas.0 socre-
tario, Joio Oio'iz Ribeiro da Cnnha.
0 Dr. Fernando Affmso Ferreira, juix municipal
e de orphaos do termo dc Panellas, da comarca
do mesmo nome e nrovincia de Pernambaco,
por S. 4. o imperador, a quern Deus guarde.
etc. etc
Faco saber a todos osseus habitantes e a quem
mais interessar possa, que com o praso de 68
dias a contar desta data, se acham em concurso
os segaiutes offleios de justica deste termo, o de
primeiro tabelliao do pnblico, judicial e notas e
escrivao de orjhaos, ausentes, capellas e residuos,
e de seganda taboUiao do publico, judicial e no-
tas, o*cnvao do .Time, civel execnoSas e mais an-
nexos, creadoe peio decreto de 30 de Janeiro de
1834, de escrivao privatrro do jury e execu^Se-
criminaes pelo artigo 108 da lei Je 3 de dezembro
de 1841, e de partid r, eontador e dislribuidor,
pela lei provincial n. 504, de 29 de maio de 1861,
os quaes se aeham vagos por nio lerem sido pro-
vidos desde a creacao do mesmo termo.
Os pret-mdente* deverao apreseatarss habilita-
dos na forma da lei.
E para que diegue ao conhecimento de todes
mandei passar o presente tjue sera atflxado nos
lugares ao costume e publicaflo pela imprensa na
capital. ,
Villa de Panellas 14 de setembro de 1874.
Eu, Titmrtino Pinto de Almeida, escrivao inte
rino do crime e civel, a esorevi.
Fernando Affonso Ferrei'a.
E mais e nao eontinli i era o dito edital, que
hem e delineate copiei do propriJ original, ao qnai
me report i e don fe. -0 escrivao interino, Tibur-
tino Pinto de Almeida.
A camara municipal dela cidade faz publi-
co para conhecimenio dos intere.-sados, que a li-
cea;a, dada aos capatazes, talftadores, magarefes,
ajudantes ou aprendizes, valera omente por um
anno, e a falta delta nos primeiros 15 dias do
mez de outubro do anno fioaaceiro municipal
equivalera a perda do emprego, canforme deter-
mina o artigo 211 das posturas municipaes de
26 dejunho de le73.
PaQO da camara municipal do Re ife, 23
ie setembro de 1874
H. J. do Rcgo e Albuquerque,
I'residente.
Francisco Augusto da Costa,
Secretario.
39
4W.SB83-.RiA Dfi RENDAS LNTcRNAS GB
RAES i-'R PERN ASS BCD
no dia S a 24 35:030*724
o da 25 562*374
1:4004000
2094000
35:593*098
(30MGLADO PROVlNaAb
i- 4to !
a2i.
63:755*435
4:286*759
68:042*194
AOESCIAS PROVINCIAES
Liquidos espirituosos.
na do dia I a 23 i:863|*3
do dia 24 23*416
iticalliao, etc.
rd-.ajes'.o d" dia 1 a 13 1:056*871
Una do dia 24 I
Onens de estiva,
x^cu.de dii 1 a 23 3:967*7.57
j da 24 91*168
1:8861839
1:056*871
4:058*905
Farir.ha de trio, etc.
smi< di dii I a 23 4:593*522
la dia 24 4
-------------4:5935521
Pamo, tic.
QcaiiiiKsiv la dia a 23 19b2*8f'.0
4I0| 146
tanannraio do
I4ead)cia2i
..i
inaur
, etc.
1:502*086
111*110
2:393*006
1:705*196
18:694*339
Ikosonr d de P..roamaco, 25 de setem-
tn de i*C4
0 escrivao,
Jaio Carneiro M. da Silva Santo3.
taco CofuiHereial de Braoa
Jorj;e Tawso
37 Rua do Amorim 37
Sacca qaalquer pintia a prazo on a vista
s-ibre ele Banco ou suas rsspoctivas agencias
an segaiutes cidades e villas de Portugal, ilhas
djarent^ e liespanha, a saber :
rormzal
Anurante. Guarda.
Aaaaa. Gofcnaries.
Aroos Gouveia.
Aoeiro. Lagos.
Afneda. Lamego.
Arts de Banlbe ca ca- Lisboa.
toeeiras de naates. Louie.
Barea. BmiiPof. Melgaco. Mirandeli.K
Mon^ao.
Mrafaa:a. Mealhada..'
Ohaves. Monie-mor o velho.
farfi i )live:ra do Arcmeis.
Cnara Ovar.
C*>Bu PenaGel.
CntanBo Brasc >. Pinbel.
r^BB^k> Ponie de Lima.
ESwas. Portimao.
fMVffi; i'orto.
Ennra. Povoa do Vanfan.
rt nlr Port'Alegre.
r^ihrli Povoa de Lanboso.
Plnrn Hegoa.
Flfadra. Slves.
fST Santo Tbyrso.
Tbanur. Villa Real.
lavira. Vmhaes.
Tarm Noras. Vizea.
Yanen^- Villa da Fcira.
H^n Villa Pouea de Aguiar.
T4b4oOie. Villa Heal de S. Antonio.
Ta 'v-jra da Cerveira.
hBfl
FoacaaL Fayal.
H' Kpatmnm
Madrid. Cadiz.
BarceUona. Orense.
Vio. Corona.
MOViMENTO DO PORTO
Nmcios ealrados no dta 25.
62 dias, bruae aastriaco Bakar, do 272
is, capi'ao Venicenzo Pravdiza, cquipa-
earfa 2,800 barricas com farinba de tri-
loo Pater 4 C.
. iatermedios10 dias, sendo do nl-
12 boras, vapor nacionil Marquez de
ne 471 looelalas, commandante A, D.
oqaipag -m 24, carga differontes ge-
; a A. L de Oliveira Azcvedo.
e porto3 intarmedios16 dias, sendo
porto 12, vapor inglez Boyne, do 2,084
conwnandaate Reecks, equipagem 119,
farrodas e outrcs gencros ; a Adamson
Aarics tafados no mesmo dia.
ratacao nacionil Imvenctvel, capitio Fran-
can Pedro d; Ahn-ida, cim o mesmo lastro que
nrgnnnaBsbia.
0 desembargador Francis:o de Asis Oliveira Ma-
ttel, official da imperial ordem da Rosa, e juiz de
direilo privativo do orpbaos da cidale do Reci-
fe de Peroambnco a sen termo, por S. M. o !m
perador, a quern Ocas guarde, etc.
Paco saber a quern o conhecimento do presente
chegar, que por e te juizo e a requerimento de
Francisco Luiz dos Santos se procedeu a juslifica
cao de prodigalidade contra seu filho Manoel Lutz
dos Santos, e depois da prova testemnnnal, e pa-
recer do Dr. eurador geral, snbiram osautos a mt-
nba conclusao, nos quaes proferi a sentenca do
theor seguinte :
Vistos os d' cumentos de lls. 5, a tls. 11, e in-
quericao de flj. 13 a fls. 16, que provam eslar o
justifi'cado Manoel Luizdos Santos praticando anlos
de completa poodigalidaie, o hei por incapaz de
administrar sua pessoa e bens, que ficarao sob a
administracao de sen pai Francisco Luiz dos San-
tos, a quern nomeio eurador.
0 escrivao pase edital para ser afflxado no lu-
gar do eostoue e publicado pola impreosa, e cur-
ias. Reci'j, li de soiembro de 1874.Fran:isco
de Assis Oliveira Maciei.
E para qae ningucra s'aca oegoeio algnm com _o
prccitado prodigo Ifanoel Loiz dos Santos, senao
por intermedto de sen eurador, com previa autori-
saeao deste juizo, mandei passar o presente i|ne
sera afflxado no Ingar da costume e publicado pela
imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 16 de setembro de 1874.
Eu, Manoel do Nascimtnto Ponies, escrivao, o
sobscrevi.
Francisco Je Assis Oliveira Mac-'"'
Recife, lGdu setembro de 1874.0 escriv.,..
Manoel do Nascimento Pi.nes.
Ao sello 300 rs.V. S. S. ex-causa.-Oliveira
Maciei.____________________________
0 Or. Sebastiao do Rego Barros de Lacer-
da, jui/. de direito especial do commer-
ce, nesta cidade do Recife de Pernam-
buco, por S. M. Imperial e Constitucio-
nal, etc., etc.
Fa>;o saber que no dia 13 de outubro
proximo, is 11 horas da manha, na sala
das audiencias, devcrd ter logar a reunido
dos credores da massa lallida de Joao Dap-
tista r.on^alves Bastos, para proceder-se a
tomada de contos do administrador de dita
massa fallida, cerlos os crelores de que,
n3o serao admittidos por procurador sem
que os teexhiba procuraijao especial, a qual
naopoiera ser conf-.-rida a devedor do lalli-
do, nao podendooutro sim, um s6individuo
represent3r por dons diversos credores, e
que seri bavido o credor que nao compare-
cer como adherente & quitac.ao plena ao'
lallido, nos termos da lei. E para quo
cheguo ao conhecimento de todos, mandei
pas;ar o presente, que sera publicado pela
imprensa c aiFivado nos lugares do costu-
me. Cidadq do Rocife, 23 de setembro de
1874.Eu, Manoel Maria Rodrigues do
Nascimento, escrivao, o subscrevi.
Recite, 23 de setembro de 1874.
Sebastido do Rego Barros dc F.acerda
quern Deus guarde, etc.
Faco saber que no dia 8 do vindouro outubro,
is 11 hors da manna, a bordo do vapor nacionaj
Cruzeiro do Sul, fnndeado na>ribeira do Itapagi-
pe. tern de ser vendido em b itao, pelo agente de
Ieil5es Luiz Zuany, n mesmo vapor e suas pcrten-
pas, avaliado em sessenta contos de reis pelos pe-
rit.s qae procederam at vistorias, sendo o dito
olilao em 65 lotes, os quaes sao :
I.* lote e o sea casco com .lodo* os sens mas-
4ros, gurapes, vergas, pios de -carga o ensarcias,
cabos, machinas de vapor, 4 tacques do ferro para
agua, um f-rro a uma currents do 60 bracas.
&.* dito. 1 machiiu de vapor, '-Jiamada gurrien,
dj foroa de quatro cavallos que serve para des
carga.
3.* dilo. 1 bote n. 1.
4.' dito. I dito n. 2.
&.' dito. 1 dito n. 3.
6 dito. 1 dito o. 4.
7.* dito. 1 dito n. 5. Salvavidas.
6.* dito. 1 ferro graode de 14 quintaes.
0.* dito. I dito de 12 ditos.
10. dito. 2 ancaroles.
11, dito. 1 araarra de 60 bracas.
12 dito. 1 dita de 45 ditas.
13 dito. Pannes constantes de I latino, I traque-
te, 1 velacho e 2 velas de proa.
li dito. 6 toldos de lomna.'
15 dito. Puliame do servico do Onvio, constante
de caderuaes, moitoes e cabos de talha.
16 dito. 20 remos e sua palaseata do servico
dos botes.
17 dito. 80 toneladas de carvlo de car dm.
18 dito. 3 bltaculas com suas agaJhas.
19 dito. I relogio da camara.
20 dKo. 0 baromelro.
21 dito. 3 lampeoesda camara.
22 dito. 5 lantern.s e pharoes.
23 di|o. 3 pbroes de roda e mastro.
24 dilo. 15 ba des.
25 dito. 1 bomba de incendio com was perten-
can.
26 dito. 1 aparador com espelho.
27 dilo. I espelho u. 1.
28 din. I dito n. 2.
29 dito. 1 dilo n. 3.
30 dito. 26 ditos pequenos dos camarotes.
31 dito. I mesa n. 1.
32 dito. 1 dita n. 2.
33 dito. I dita n. 3.
34 dilo. 1 dita a. 4.
35 dito. 1 dita oval n. 5.
36 dilo. 6 baneus da mesa da camara.
37 dilo. 6 ditos de diia.
38 dito. 6 moxosde de assento de palha.
39 dito. 2 commodas.
40 dito. 1 armario de vidr-jas.
41 dito. 2 guarda-copos.
42 dito. 1 cadeira de braco
43 dilo. 10 bancos do convos.
44 dito. Louca de mesa constante de pratos
chicaras, pires, pratos travessos a cobertos.
45 dito. Vidro de m-sa constante de garrafas,
copos, caliees e compoieiras.
46 dito. Apparelhos de camarotes.coustanao cada
um de bacia, jarro, ourinol, escova e saboneleira.
47 dito. Baldes de folha para despejo dos ca-
marotes.
48 dito. Trem de me al constante de ternnas,
pratos cobertos, assocareiros, manteguiras, galhe
teiras e palmatorias.
49 dito. Talr-.eres de mesa, consumes de facas
garfos, colberes de sopo e de cha.
50 dilo. 86 colchoes de eama dos camarotes com
seus travesseiros.
51 dilo. 200 leocdee.
52 dito. 80 cobertas de eama.
53 dito. 30 toalhas de mesa.
54 dito. 150 guardanapes.
55 dilo. 100 toalhas de mao.
56 dito. 362 fronha?.
57 dito. I pantio de meza.
58 dito. Trem decuzinha, constante de caldeiras,
cassarolas, panellas, etc.
59 dilo. 1 fogao e 1 caldeira portatel.
60 dito. 1 lote de resto de tiolas, oleo c oulros
objectos de sobresalenie do navio.
61 dilo. 1 virador de linho de 4 pollegadas.
62 dilo. 4 espias de couro.
63 dito. Uma porcSo de cobre novo e vein?.
64 dito. 1 guindaste volante.
65 dilo. 2 sinos e 1 campa de metal.
Cujos objectos serJo vendidos em loies desigoa-
dos pela numeracao mencionada, a quern mais
der, visto me ter assim requerido o commandante
lo soLre dito vapor Guilhermo Waddington, e que
o abandonou por innavegabilidade, e as companhias
do seguros delle nao quizerao tomar con'.a.
E para que cbegue ao conhecimento de todns os
pretendentes, mando que seja o presente publica-
do nos lugares do eslylo, pela imprensa, tanto
desla cidade como da corte do Rio de Janeiro e da
provineia de Pernambn :o, o qne cumpra.
Babia, 15 de setembro do 1874.
E eu Olirio Jose Rodrigues Pimenta, escrivao,
qae o subscrevy.
Carlos de Cerqueira Pinn._______
A camara municipal desla cidade, faz pu-
blico para conhecimento dos interessados, que a
licensa.dada aos capatazes, talbadores, magare-
fes, ajudarites ou aprendizes. valera somente por
nm anno, e a falta delta nos primeiros 15 dias do
mez de oulubro do anno nnanceiro municipal
equivalera a pcrda do emprego, conforrae determi-
naoart. 231 das posturas municipaes de 26 de
junho de 1874.
Manoel Joaquim do Rego Albuquerque,
Presidente.
Francisco Augusto da Costa,
becretarlo.
Rna do Baeastnmento.
Sobrado de 2 andares n. 13 (fochada).
Rna da Somalia velha
Memo. 16.......
Rua dania.
Casaterrea n. 25.....
Idem n. 29..... .
Rua daCrni.
Sobrado de 2 andares n. IS (fechada).
Idem n. 14.........6004000
Rna de S. Jorge
0**a Wire* n. 100 (fecbada) 2414000
Worn n. 103 .. "... 2074000
Rua do Amnare )01inda)
Cza tercea n. 18 (fechad) .
Os pretendentes deverao apresentax
arremalacio as suas flaacas,
acoinpanliados dos respectivos
Sociedade Rcreativa Ju-
ventade
De ordem do Sr. presideote convido aos sonbo-
2094000 res socios a reunirem-se em assemblea geral ex-
2014060 traordinaria, domingo 27 do corrente, as 7 horas
' da manha, para eleger-se o vice-presidente, por
800*600 nao.aceitar o cargo o eleito em a sessao passada.
Secretaria da sociedade Recreativa Juventade,
24 de setembro de 1874.O secretario,
Orestes Monleiro.
240*000
no acto da
on comparecerem
tiadores, devendo
agar alem da rend a. o .premio da quant ia -em
^ae for seguro o predio qua eontiver estabeleci-
meato commercial, assim como o servico da lim
peza e precos dos apparettios.
Secretaria da Santa Casa da|Misencordia do R
sife, 17 de sstembro de 1874.
0 escrivao,
_____________Pedro Rodrigues de Souza,
Coiiipanhia Fidelidade
aegaroa maritintoii e tcrrentrcM
A agenda desta compnahia toma seguros ma-
ritlm s e terreslres, a premios razoaveis, dando
aos nltimos o solo livre, e o setirao anno grabiito
to segnrado.
ftna do Visconde de Itaparica, antiga do Appolo
n. 51.
Feliciano Jose Gomes,
Agente. _________
Pela recebedoria de rendas se declara ao
contribuintes do imposfo.sobre industrias e pro-
tlssSei que e no corrente mez e no de ontubro
vindouro qae devem vir pagar o primeiro se-
mes tre perteneente ao excrcicio de 1874 a 1875,
incorrendo na malta de 6 *|. todos aqaeltes con-
tribuintes qae fizerem depois do mesmo prazo.
Recebedoria de Pernambaco, 1.* de setembro
de 1874.
Servindo de administrador,
Ji-s4 Felippe Nery da Silva.
Peranle a camara municipal desta cidade
estarSo ea praca nos dias 23, 24, 25, 26, 28, 29 e
30 do corrente para serem arrematados por quern
maior preco offeteeer, o segninte :
Os alngueis das casas da prara da Independen-
cia, ruas de Joao do R-go, Riad'i < II j e Imperial;
os pretendentes a taes arrematacoes babilitem-se
na forma da lei.
1 Pa$o da camara municipal do Recife, 2
deseteabro de 1874.
M. i. do Rego Albuquerqut,
I'residente.
Francisco Augusto da Costa,
Arremata^ao. Q Secretari0;
Pelo juizo da seganda vara, escrivao Atbayde, OOCiedade FrODaffadOra da
vai a praca no dia 26 do corrente mez, diver-
saa taboas e pipas vasias, botijas com cerveja e
um caixao e balcao ; objectos estes pertencen-
les
ma
dradr & C. por execucao de Antonio Ferreira
Pinto, e avaliados por 61*000.________________
COMPANHIA
DA
Estrada de ferro do Recife a
Caxanga.
Instruccao Publica
NSo se tendo real sado a reuniao da assemblea
a venda que, foia rua do Visconde de luhao- gera| no dja 30 de agosto flQ(]o por fa|ta de nnme.
n. 4 : cujos bens foram penhoridos a An- r0j ^ novamente convidados todos os socios a
Libras esterlinas.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
Rua do Commercio n. 4*.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Mavesnsf o e*telr m vazrnwr.
Maceio, escalas, Penedo e Aracaju'.
O vapor Jagum-ibe, com-
mandante Julio, segui-
ra para os portos acima
no dia 36 do corrente, as
5 horas da tarde.
Recebe carga ate o dia
29, encommendas, passa-
e diaheiro a frete ate as 2 boras do
sahida : escriptorio no Forte do Mat'on
geiros
dia da
Q. It.
Almeida Garret
A camara municipal desla cidade, pelo pre
sente convida todas as irmaudades e proprietaries
que teem tumulos e catacumbas no cemiterio pu-
blico, a mandarem quanio antes limpa los e repa-
ra los, como se faz necessario a cooserva^io, o
fjrmoseamento e deconcia do mesmo cemeterio.
. Paco da camara municipal do Recife, 22
do setembro de 1874.
M J do Rego e Albuquerqnc,
Presidente.
F. Augusto da Costa,
Secretary.
0 Dr. Joaquim Gooc,alves Lima, juiz dos
feitos da fazenda desta prowncia, por
S. M. Imperial, a que Deus guardo,
etc.
Fsqo saber aos que o presente edital vi
rem que, em cumprimento da ordem do
thesouro de 30 de dezembro de 1865, o
das instruccoes quo com a mesroa baixa-
ram, findo o prazo do tres Inezes a contar
da data da publicacao deste, sera vendido e
arrematado em hasta publica celebrada na
comarca de Itambe, a quern maior preco
oil'erecer, a vista ou a prazo ate 11 adnos
quando muito com juros de 6;', ao anno
pelo tempo da demota a comprebensao de-
onminada, Buraco doextincto viuculo
de Hambe, sita naquella comarca a qual se
acba avaliada em cinco contos de reis o
contem segundo a medigao a que se proce-
deu e coosta dos autos a extensao seguinte :
do lado do leste 1,110 bracas, do lado do
norte 409 bracas, do lado do noroeste 682
bracks do lado dopoente 411 bracas e do
lado do sul 681 bracas, sendo todo o ter-
reno proprio para a cultura do mandioca e
ontros legumes e ficando certos os interes-
sados de que, tanto por tanto fUsi referido
0 lanco do posseiro rcspoctivo, na confor-
midade da ordem do thesouro, n. 15 de
de Janeiro de 187*.
CECUBACOESa
Cap.'. RegeneracSo.
Convido aos Mr.-. CCap/. a comparecerem a
3es.'. de eleicao para o futuro anno, sabbado 26
do corrente, pelas 6 li2 horas da rarde.
Aguilar,
AUV._________
No dia 29 do corrente mez de setembro, fin-
da a audiencia do Sr. Dr. juiz substituto do da la
vara civel desta cidade, se ha de arrematar em
praca publica nm bilhar em bom est do, com 11
tacos, 9 bolas e 1 tabella, avaliado tudo por "100*,
para pagamento da importancia da execucao qne
move Jos6 Fernandes dos Santos contra sens do-
vedorei Henriqae Linden & C.________________
SANTA CASA DA MISER1CORD1A DO
RECIFE.
A lllma. junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife, manda fazer publico qne
aajsala de suas sessdes, o dia 213e setembro, pe-
las 3 horas da tarde, tem de ser arrematadas a
quem mais vantagens offerecer, pelo tempo de nm
a tres annos, as rendas dos predios em segnida
declarados.
ESTABELEC1MENTO DE CARIDADE.
Rua do Padre Floriano
Casa terrea n. 63 ...->.. 207*000
Rua das Calcadas
Casa terrea n. 30(fechada). 200*000
Idem n. 36........221*000
vidal de Negreiros.
Casa terrea d. 114 ...... 362*000
Idem n. 94...... 301*006
Rua larga do Rosario.
2. andar e loia n 24 A.....310*000
J.-andar n. 24 A.......408*000
3.' andar n. 24 A. ...
Rua dc Antonio Henriques.
Can terrea n. 26 .
Largo da Campina.
Idem n 11 (fecbada)......
Rua' do Coronet Suassuiu
1* indar do scbrado numero 94 .
PATRJMONIO DOSORPHAOS.
Rua da Hoeda.
Casa terroa n. 21 fechada).....
Becco das Boias.
Casa terrea a. 18.......
Rua da Lapa.
Casa terrea n. 11.......202*000
Rua do Amorim.
Sobrado de 2 andares n. 23 602 Casa terrea n. 34......22*000
Roar do Bngos.
Casa terrea n. 21........153*000
Rna do Vigario.
2* andar do sobrado n. 27 243*000
1* andar do mesmo......140*000
Loja do mesmo.......300*000
251*000
99*000
96*000
386*000
400*000
42I*00T

No domingo 27 do corren-
te, a tarde, serao expedidos, |
pela linha do Arraial, por
occasiao do leilio em bene-'
ficio do asylo de alienados, |
trens a I hora e 5 minutos, |
3 e 5 ditos, 4 e o ditos, 5 e a
dilos, 6 e 5 ditos, 7 e o ditos, 8 e 5 ditos e 9 e 5
ditos ; os quaes devem volUr do Monteiro as 2
boras, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 10.
Escriptorio da companhia, 23 de setem-
bro del87i.
A. C. Batterbee,
(senate.
No dia 29 do corrente mez de setembro finda
a audiencia do lllm. Sr. Dr. juiz de direito da 1*
vara civel desta cidade, se ha de arrematar em
praca publica um sitio no lugar de Sant'Anna, da
fregueiia do P.ico da Panella, perteneente a, vinva
e a herdeira do fallecido major Joaquim de Ainu
auerque Mello, para pagamento da importancia da
execucao que contra ellas move Joao Christiani ;
cujo escripto se acha na mao do porleiro do juizo,
e nelle cooslam as dimensoes e bemfeitorias d i
dito sitio, e queo v*l r delle e de 4:0003.
comparecerem no dia | de outubro proximo vin-
douro, pelas 6 horas da tarde, na rua de Pedro
Affonso n. 29 (escola normal), afim de constituida
a assemblea geral com o numero que se aprescn-
Ur, ouvir ella e revolver sobre o seguinte :
Approvacio da acta da ultima assemblea.
Exposicao do movimento da sociedade durante
, o corrente anno social, pelo presidente do conse-
lbo superior.
j Leitura e approvacao das contas do mesmo con-
selho.
Parecer da co nmissao nomeada para indicar a
i refo ma de que precisam alguns artigos dos esta-
i tutos.
Eleicao do novo conselho.
Secretaria da sociedade Pnpagadora da Ins-
truccao Publica, 18 dn setennbro de 1874.
V. de M. Mello,
2* secretario.
Manoel da Silva Faria <#0V
administradores da massa fallida de Ignacio
Pessoa da Silva, pagam o 1." dividendo da
mesma, na rszao de 29,14, 27,94 e .. ..
26,63/..: em seu escriptorio & rua do Vi-
gario, n. 2o.
Ill) MfflEHti
Vice consulado deEspana
El Exmo. Senor presidente del puder ejecutivo
de la nacioo, e servio aprobar por decreto quince
de julio proximo pasado, la unfa de los derechos
que se deberan percibir en los consulados y can-
cillerias de.Espana en paizes extrangeros, la que
se pone en ejecucion y su pleno vigor desde esta
fecha, lo que se comunica a I publico por orden
del representante de la > nacion residenle em la
ciirte de este Imperio.
Pernambaco 21 de seliembre de 1874.
El vice-consul, Juan Busscn.
ESTRADA
FERRO 00 RECIFE A
E BEBERIBE.
u nwm\
Fieando muito perto a
Encruzilhada da Tamarinei-
ra, a gerencia desta compa-
nhia expedira trens todas as
meias horas, no domingo
z7 do correnle, das 2 l|2 ho-
ras da tarde as 9 1)2 horas
da noite.
1" classe 2-ri0 rs 2' diia 120 rs.
0 gerente,
L. J. de Miranda.
A directoria desta humanilaria asrociacao, de
sejando que os fins sociaes fosscm lielmente cum-
pridos e*se iraduzisse em facto a idea grandiosa
consagrada no artigo 2.' 2.* dos estatatos, re-
solveu abrir no dia 27 do corrente, por occasiao
da sessao raaena, uma aula de instruccao pri
raaria, nao sopira os socios, seus lilbos, como
tambem para as chancas pobrcs que quizerem
della utilisar-se, a qual funcionara todos os dias
uteis, se^do a hora brevemente annunciada.
A directoria aceitou o offerecimento que fez urn
pre timoso eon-ocio, e resolveu tambem abrir no
mesmo dia uma aula de franccez, que fonccio-
"jnara nas terQas-feiras de 8 a 9 Doras da noite.
A malricula esta desde ja aberta, podendo os
I Srs. socios, no gozo de sens direitos, in3creverem
se para qualquer nma destas aulas, para enjo
I fim encontrarao (ale sabbado 26) das 9 as 3 horas
da tarde; na sede soe al pessoa habilitada.
A directoria esta conscia de que os Srs asso-
ciados e deroais pessoas interessadas rcconhecen-
do a vantagem que re-ulla da instruccao fre-
quentarao as ditas aulas com asiduidade, I'ando
assim prova solemne de que nao foram inuteis
os exforcos daquelles a quem a assenble geral
confo:flosde Recife, 23 de setembro de 1874.
Rodrigues da Costa.
Cunimnndnnte Tomaslai
E' esperado de Por-
tugal ate 30 do cor-
rente, tambem, depois
de poaca demora den-
iro deste porto, se-
guira para a Babia
e Rio de Janeiro.
Passagens e fretes dc carga?, encommendas e
valores, tratam-se com os
AGENTES
E. II. Rabcllo C.
17Rua do Commercio 17
Entrada pelo largo do Pelourinho.
Ilho de S. Miguel.
Com muita brevida 'e segue para S. Miguel a
eonheeido palhahole portuguez A'oro S. Loarenc'i.
Para o resto da carga o pa^saieiros traU-se com
rs consigaatarios Thomaz da Aquino l#uceca tt
C. suceeseores a rua do Vigario n. 19.
Pacilic Steam ^ivi^alion lompan>
ROYAL MAIL STEAMERS.
DE 4081 TONEADASl
Commandante Shannon.
Espera-se dos por-
tos do sul ate o dia : 7
do corrente, e depois
demora do costsi-
me seguira para Lis-
boa, Berdcos, e Liver-
pool, para onde recebera passageiros, encommen-
das, e dinbeiro a frete.
N. B.Rio sahira antes da tres boras da Ur-
le do dia da sua chegada.
AGENTES
Wilson Rowe A C.
14PRACA DO COMMERCIO-1
COMPANHI4 IIKANILEIR.)
DE
\AVEGAC\0AVAPOR
Porlos do norte
Luso-Brasileira
A directoria canvida a todos os seohores asso-
ciados a cemparocerem no dia 27 do corrente as
10 horas da maoha, no convento de S. Francisco,
para ouvirem a missa mandada rezar ao Glorioso
Patnarcha S. Jose, segundo preceiltia o arl 79
da lei social, e daii, enc;rporados, dlrigirem-se
a s61e social onde lera lugar a sessao BWgna em
commemsracao do 2* anniversario da installacao.
A' noite, de C a 10 horas sera frrqueada a
enlrada do templo as Exmas familias que se
dignarem honrar com suas respectivas presencas
e aos socios e seus convidados.
A directoria pede aos oradore3 ce commissoes,
aos socios e convidados que por yentura deseja-
rem pronunciar disenrsos a dingirem-se aos fins
da associacao que sao vastos caridade, ins-
truccao fra'ternidadc.
Espera a direciona que esta (esta de caridade
seja muito concorrida.
Recife, 24 de setembro de 1874.
Bodrignes da Costa,
Secretario.
FUNDICAO
DE *
G. Starr & C.
S3o convidados os Srs. devedores a vir
satisfazer seus debitos, provenientes de let-
tras e contas vencidas ; sendo que nSo o fa-
zondo ate o dia 30 de outubro proximo vin-
douro, serao vendidas em leilao. Poderao
comparecer ou mandar ao escriptorio da
fundicdo ou do testamenteiro H. I. Cannan,
ma do Commercio n. 40.
Ajmazen8 da companhia per
nambucana.
Seguros contra fog*
A companhia pernambucana, dispondo de ex
:eUentes e vastos armaens em sen predio ao for
te do Mattos, offerece-os ao commercio em gera!
para deposito de generos, garantindo a maior con-
jervacao das mercadorias depositadas, service
prompto, precos modicos, etc.
ambem recolhera, mediante previo accordo, ex
ilusivamente os generos de nma so pessoa.
Estes armazens, alem de arejades e commodos
sao inteiramente novos e aspbaltados, isentos dt
;upim, ratos, etc., etc.
As pessoas que quizerem utilisar-se destes ar
xazens, pedcrao dirigir-se ao escriptorio da com-
panhia pernambucana, que acbarao com qnen
Tatar.
Imperial sociedade dos artis-
tas mechanicoe e liberaes.
Nao so tendo procedido a eleicao da directoria
qae tem de reger no anno de 1874 a 1875, no dia
annunciado, foi desigoado o dia 27 do corrente, e
para esse lira convido a todos os socios one se
acharem habilitado9, a comparecerem pelas 10
boras do mencionado dia, para elegerem os mem
Bros qae jalgarem aptos ao bom desempenho da
grando missao de dirigir tao importante corpora-
p5o. Recife, 25 de setembro do 1874.
0 1 secreUrio,
Pedro Paulo dos Santos.
GRANDE BAILE
Com mascaras e sem ellas
Sabbado 26 do corrente
0 proprietario dc-te theatro, a'.tendendo aos
pedidos feitos por diversos amadores desse diver-
timento, resolveu dar esse baile com mascaras e
sem ellas.
Confla em qne sens esforcos sejam correspon-
didos.
As familias teem camarotes gratuitamente, pa-
gando somente o ch*-fe.
Precos os do costume.
THEATRO
DA
ENCRUZILHADA
Sabbado 26 do correnle
Eapectaculo dado pela companhia
do I'lioiiix Dramalica em
beneflcio do Lacerda.
Drama em 5 ,-cios, muito applaudido :
0 Iriampho da imprensa livre
OU A
Queda d'um ministro
Terra ina'ndo c especlaculo com a scena comica
do sympalhico actor Lima Peranie, intilulada :
i 'oncerto tie rahcen c renlejo.
Principiara as 8 Ij2 horat.
0 resto dos bilhetes eslarao a venda no dia do
esp'clacnlo a poria do mesmo theatro.
Trem para o Recife.
THEATRO
PHENIX HAMT
Sabbado 97 do corrente.
A'a s lit da tarde.
Grande folia 1
Espectaculo para rir I
Espcctaculo para chorar !
Uniao de artistas !
Offerta aos caixeiros I
Pagode e mais pagode!
0 theatro livre do circo, canu victoria ej offe-
rece no domingo um espectacuio a rapaieada.
4YIS0S
No dia 28 do corrente tem de ser arremata-
dos pelo juizo de paz do S. Jose, diversos moveis
pertencentes a Janaario Jos6 Ferreira, a requeri
mento de Joao Gomes da Costa,
tarle.
Rio de Janeiro
Brigue nacional S. Paulo
Sahira com brevidade : para carga e escravos a
frete, tratase na rna do Vigario n. 7.___________
M 0 PORTO.
0 brigne portngnei Triumpho, pretende seguir
com muita brevidade : para carga e passageiros
as' i horas da trata-so com os consignatarios Thomas de Aquino
' Foncoca A C, successores, rua do Vigario n. It
Commandante A. Izaae
E' esperado dos portos
do sul ate o dia 27 o>>
corrente e seguira para
os do norte depois da de-
jnora do costume.
Portos do sal
Commandante Qnadros Junior
E' esperado dos portos do norv
ate o dia 2'J do corrente e se-
guira para os do sul depois
da demora do costume.
Para carga, encommendas, valores e passagen-.
irata se no escriptorio5'
7RUA DO VIGARIO-7
Pereira Vianna & C
Real CiHiipunhJa de patptes
giezes a vapor.
in-
Ate o dia "16 do nor-
rente espera-se Europa o vapor In-
glez Boyne, comman-
dante Reeks, o qual
depois da demora d
costume seguira para Bnenos-Ayres, tocando r -
portos da Rahia I: Unciro o Montevideo.
No dta 29 do correnle espera-se dos portos d i
sol o vapor injlez Ncca, commandante West,
a qual depois da demora do costume, seguira par i
Sonthampton, :oc3i!do cos portos de S. Vicente
Lisboa.
Para passagens, frjtes, etc., trata-se na agenci.i,
rua do Commercio n. 40._____________________
Ilha de S. Miguel
*egne com brevidade para S. Miguel o palh.--
bote port'iguez Novo S. 1/mrenco, para onde rec- -
be carga e passageiros: trata se^ com es consig-
natarios Thomaz de Aquino Fonceca & C. Succ<*-
sorcs, rua do Vigario n. 10, l* an Jar.
UiLOt^
Agente Pestana
leilao
DA
arma<;3o, generos e mais utensilios da mvi-
to afregue/ada taverna. sita i rua ^J
llangel n. 39
TF.ROA-FEIRA, 29 DO CORRENTE
its 11 boras em ponto.
0 preposto do agenle Pestaua fara leilao, por
conta e risco da quem pertencer, da armacao, ge-
neros e mars utensi ios da muiio afreguezada te-
veroasita a rua da P.angel n. 3'J, em um ou.ma *
lotes, a vonlade dos Srs. compradores. 0 mesr.. i
preposto avisa aos Srs. compradores que o balan-
co aclia-se em seu poder para os Srs. concurrents
examinarem.
Leilao transfcrido
0 que se bavia annnnciado para o dia IS i
corren.e, para commedidade dos Srs. mutuari.",
fica traosferido para o dia 2 de outubro, na e*a
de penbores. a travessa da rna Duque de Gay -
n. 2, as II horas da manha.____________________
"LEILAO
DE
moveis, louca e crystaes
A SABER:
Um piano forte, 1 mobilia de jacaranda, 1 sou.
1 jardineira, 2 consolos, 2 cadeiras de braqc
12 de guarni'.-io, 1 secretarial cade'ras de bal,.- -
go, 3 espelbos, 8 qnadros. 1 candelabro, 2 serper -
Unas, 4 figuras, 4 jarros, tapetes e escarradeiras.
Uma eama de jacaranda, franceza, Icommc.'.
de jacaranda, 1 lavatorio, 1 toilette, I mesa de j -
caranda, 2 guarda-vestidos de mogno, 1 guard -
ronpa, I raarquezio, 1 maquina de coslura, lb.-,
noclo, 163 vistas e 4 venezianas.
Uma mesa elastics, 1 guarda-looca, i apara-
dores, 1 sofa, 2 consolos, 12 cadeiras, 1 quart-
nheira, 1 lavatorio, I relogio de parede, porcelani
para cha e jantar, garrafas, copos, caliees, comp -
teiras, candieiros a gaz, 2 jarras e 1 tacho,
Uma taboa de engommar, 3 mesa, 2 cadeiras, -'
crades. I maquina para cafe e flaodres.
TEr.CA-FEIRA 2fl DO CORRENTE
No sobrado da rua da Imperatriz n. 10.
Joaqnim Baptista Nogueira, tendo de effect;:."
sua viagem a Earopa, Tard leilao, por intervene n
do agente Pinto, dos moveis e mais objectos de
casa de residencia, a rua da Imperatriz n. l
sendo qne ditos moveis sc acham em bom esttd-,
por ter sido roontada dita casa ba pouco ter
e ser sua familia composta de penoas pessoas.
0 leilao principiara as lO.lrl hcras
/
/,
./
A


-
I
I
uiano de Pernambuco Sabbado 26 de Setembro de 1874.
LHLAO
DE
fazendas e chapeos
[Em continiiaran e por liquidarSo)
ANMhcr :
Caaasai a Cav.mr, de palia, de merino, de clina
de *rda, de ca>tor e la.
Chafes d*; iiHiiiin. dt- seJa, de la, de melim, dc
ganea e c ssatira.
de eassa, deseda, de cbita, do ganga e
aria* pro e de cure*.
Ci iin preu e de cores.
Gn vitas de diversas qualidades.
Gkapeos de sol Je alpaca
Wk) aseas de mustulina branca.
M*lu decamhraia bispo.
aW *tas 4a granadioe de cores.
M data* de atoalbado era.
***s de atoalhado de linho (bramante).
*as de asmaseo de cores.
* ditas de dilo de la.
Uaaasae dilo de setim.
M Ates de fiJo prete francez.
i dates de paono para coJehao.
M> ditas de taussnlioas abertas.
danias de veoa para casanH>ntos.
S data* de capas de casemira.
I *ta de toaieas de chuly.
II ditas de ciotos de seda
mm rjoriDACAo de joias ite fe-
1
El
Rua do Labugd .V. o.
Od proniielarios - fit- iti-
vampiiti-1 !iqui!r ci S"!i <'.-t-l>i li'Hnii f:to : ii'li-m para ar;i|). as suas joins il'ouri., [>f,i:.i p Itriltiahtita t;i! uwr.ne bb.uimeiiio nos
preyos,
Europa.
assiui comu as uncoinmendas ja" fiil
pelos prr.;os iJa factura.
qoo forcro cbegando *a
a pecas de eaitas de ganga.
de cassis para cortiaados.
15 ditas de alfodao enfestado..
M ditas de damasco de linho.
M daiias de camisas de linho.
MO pecas de sargelira preto e de cures.
W ditas de damasco lostroso.
Tapeies de diversos tamaohos.
E BBBiUs outras Cozendas.
Quarts feira 7 de outubro
Rua do Bom Jesus n. 63.
Os administradores da massa fallida de Pereira
is Velio & C, nsando da autorisacao qne tem do
Bam. St. Or. jaiz de direi'o especial do comraer
as, coaaaaarao a dispor em leilao no dia asima
data, par iatervencio do agente Pinto, das fazendas
saprsjaeacijaadas, qne faz em parte da me? ma,
e aas toraam-se recommendadas por serem mui-
tas asUms nltimamente despschadas, e proprias pa-
ss apresenle estacao.
O leai priori lara as 10 i\i boras em ponto,
ao miiilm da ma do Bom Jesns n. 63.
Os praeaaeates poderao examinar ditas fazen-
das as vespers e dia do leilao.
MISOSDtcHSOS
St EXSINO %
*2 DE 1*
* PARTIIIAS DOBRAMS 4
ARITHMETIC!
dingido por po
J MANOEL FONCECA DE MEDEIROS F
tres vezes por semana Jg>
a tarde on a noite ;--
Boa d--> Marqnez do Herval ( ontr'ora gfij
Concordia) n. 138 a 140. gj
Aluga-se o armazem de recolher, do sobra-
da ma dos Burgos n. II, por detraz da rua do
h
Vssssai : a tratar com
raa da Praia a. 20.
Jose Feliciano Nazareth,
A.'uga se uraa prela crionla, que sabe cozi-
ahar o aario de nma casa e engommar : quern
preseader, dirija-se a raa de Pedro Affonso n. 34,
rntr'ora rua da Praia.
AJaga-se o armazem dajua da Mad re de
Deos a. 30, com sahida para a raa da Cacimba,
qne servio e serTe para reeolber generos de esti-
ts : a tratar oa rua Duque do Caxias n 73.
Caixdn.
Precisa-sed^a.ii meuino porluguez cam algamc
praaca de tavema, dsndo coohecimento de saa
adacu : a tratar no pateo da Tenha n. 8.
Aluga-se
(iriinde Liqird ci
Do Museo de Joias
Rua do Cabuga n. 4
Neste importanto estabelecimento, verulo se para acab.ir aid feve-
reiro proximo futuro todas as joias de ouro, prata e brilhatcs slli
existentes, por pre$os aid hojo desconh?ci'l que forem cbegando da Europa, pelo prec/i das facturas.
GRANDE LIQUIDACAO
TOLENTINO DE CARVALHO
Rua do Cabuga n. 1 c
Tendo resolvido liquidar o seu estabecimento de joias, declara
que desta data em diante os seus precos serao extraordinariamente
redozido, como nfto podera" haver competencia.
Grande Liquidacao
0 COLLAR D'OORO
Rua do Cabuga n. 3 A.
Os donos desta grande loja de joias,*resolvendo-se a liqnidar o seu
cstabelecimeoto a to principio do anno proximo futuro, vendem com
grande abattmento de precos todas as suas joias de ouro, prata e bri-
lhante-corao tain bem as que for recebendo da Europa, pelo-pre^o
da fabrica.
^dralnlMMflo: I'ARIZ, tl, liniilerird Uontnimtrr.
^.i<
MMSf-SRILtl. Alfrc.,5-. Iv.ni.li.llc.... ,!
Utti.is .tii,-...!:.. a,, otetrMrrSr* th. f^ptM a da ..
Ofctrucptei vl-CCM.J. ennir tfl ., i|.i:'o>i ill Lilf.'
MOUTH. AifCred f.it :u, dlffmlrM, in.. )
iHnoiSn uinic), Insp;etaivhi,
0D1LON
bit
riu:iii;vl.>
DUARTE
LLLilHtl

IRMAO
BOS
Hit
e.vp'M
'.(
'*>
.!o
if'nii.
mtn'cii, ;.. ii
CtlESTIKS. -.ur:-;tC, -. Imil.rf. U btIi, nr.lt
MncrfOl iM ouiiiMR, gntu, i:l..bclu, albumlnuiU.
HUTERIVt AITccfOi-s ilns rim, d bexig*, >rcia<,
concre$Ou diu onrlnn, jo!, d.ibelu, ilbuoiuurla.
EXIGA-8E
o NOME da FUERTE na CAPSDLA
,
As Fonte de Vichy, aclnm no:neadu, adilu-so:
J5SS!m' M*",WHW uwu.
RETALHA-SE
Na botica francez a n. 22
Rua do Bom Jesus
Eseravo fugido.
|' .Fugio
Ecada, no mpz de jnnho do corrente anno,
do engeiiho Ajudante, ua fregnezia da
Grande Liquida noel Antonio Gondves

Rua do Cabuga n.
Tendo rezoivido liquidar no menor tempo possive! o seu estabe-
lecimento, vende para acabar todas as suas joias de ouro, prata e bri-
lbantes, com enornte abatimento de pregos. E as remessas que fo-
rem cbegando da Europa, pelo pre$o das facturas.
di
eseravo Martioho, de cor preta, com it annos
i do iJade, puuco mais ou menos, altura o corpo
i regulares, olhos grandes e brannos, com principio
: de barba, denies perfeitos, cabellos carapinhados,
: pes grosos e compridos ; anda um pouco decli-
nado para frente, com a vista Armada para o
| chao; e muito cantador e official de carreiro.
Desconfia-se que o dito eseravo eta occnlto em
| terras do engenho Para, na fregueiia de Ipojuca,
pelo qne, incorrera nas penas da lei, quern o liver
occulm. Roga se an autoridades policiars e aos
capiiae* de caropo a captura do dito eseravo, e
ser entregue a sea tenhor, Emilio Pereira de
Araujo, no referido engenho, de quern terao a
a paga de 50/000.
Apipucos
150r de gratiflcacao
Esla em Apipucos o meu eseravo Ignacio, o
qual tem os signaes setnintes : cabra acaboclado,
26 annos de idade, altura e corpo ro-gulares, ca-
bellos pretus e crespos, bigodinho nno e muito
; pouca barba na ponta do queixo, tem um caroci-
I nho de um lado da caneila por fora, nao tem
unbas nos pes a excepcao de um dedo, tem no
c >rpo marcas de chicote e na pa direita nm pe-
! queno calo, falls maosa e balxa, cara bexigo-'a e
i olhos brancos. Da-se ioOt a quern o trouxer ao
engenho Arendepe, freguezia ie Ipojuca, ou nes-
, ta praca ao Sr. Francisco Izidoro Ribeiro de Car-
I valho.Hanoel Pelippe de Souza Leao Junior.
N.5 A.Rua do Barao da Victoria.N. 45 A.
LOJA DE JOIAS
DE
JOSE JOA01HI U1.4S DO REOO.
Isto aim ja nflo Iic|uidacito 5 ifueima! !
O proprietary desle novo estabelecimento aturdido com o inesperado estridar dos gritos qne
Eurgem de todos os angulos desta grande cidade, annnncianda a liquidacao dos estabelecimenlos de joias;
e, receioso de Bear SOSINHO, apezar de b?m avaliar as gran \as vantages que neste caso deveria au-
ferir; tomou a mabalavel resolugao de QIIEIMAR todas as suas joias, com o unico fim de eneorporar-
se a grande caravana, e, com ella, seguir em romaria para.......e segredo I
A pyra esta ardenteas victimas aguardam brilliantes o momento do sacrificios6 fa/
os sacrificadores. '.
Isto posto, espera-se, com justa razao, uma grande c-nenrrencia dos amantes da econ
qne nao devem perder o ensejo de se proverem de objectos lae*; a devem-n'o ainda assim fazer,
qne depois de todas essas liquidates, com o novo anno, acabam se as JOIAS desta cidade, e nao
tera o publiio aondo deltas se possa prover.
A ellas % ellas !
ESSENCIA C0NCENTRADA
> I* sonar e *ctio da ma do Fogo n. 27, e tambam
si i'nta nm separada is ontro : trata-se a raa do
Apollo n. 30, annaiem.
1
AOS 4:000,8000.
SILHETES GARAIVTID0S.
i ma Prtnutro de Margo (outr'ora rua do
Grespo) n. 23 e casas do costume.
O aoaixo assignado, wndo vendido nos seas te-
ase* bilbeles aaj mai,> n. 2"8i com *:000*000, urn \
meio ^ 0 com 700*OCiO. nm icieiro n. 1717 com
OO*090, um inteiro n 410 com 100*000 e
?ntras sortes de 40f e 203 da loteria que se
acaben de extrahir (I I"*), convida aos possnidc-
res a virem receber na conformidade do costums,
jacnasB-se a veada os felizes bilhetes garantidos
a 4* parte das loterias a beneScio da igreja
de SossaSenhoia do Livramento de Pao d'Albo
(!!), qae se extrahira na quarta-f8ira, 30 do
osmJaie.. soez.
PREQOS.
Bi'bete mteiro 44000
Meio bUbete 2*000
m poaclOM 100*000 para ciha.
BtlLete inteiro 3*500
Meio t.ilbeie 1*750
Waned Martins Fiuza.
Pelo presenie sao chamados os credores da
mas^a fallida de Paulo Fernandes de Hello Gui-
sntias, para no praso de cinco dias apresonta-
reas seas titalos para serem verificados e
asss admini=iridcr na rua do Carao da Victoria
I 52.
IVciie. S3 de setembro de 1874.
Exmos. noivos.
CaanusBos a vossa att> ncao para o novo csta-
sakaiiin. uio qne acaba de abrir-sc i rna do Com-
3tz.-j n. ii, denomina'Jj ASSEMBLKA DO
>MHERC10 onde se preparam ncas bandejas
grande vari3dade de bolinhos eapricbosa-
is eafeitados, tambem se apromptam bou-
AssemUea do Commercio
Meira & Lima
22 Raa do Commercio 22
f^ltaij.ts^^isirJrSa";-
Premiada nas expo- *
sicoos de Pernambuco
e Rio de Janeiro.
DE
Premiada na expo-
sicao de Vienna d'Aus-
tria.
UEDALHA
I m novo rival!
Pars onis cidade ilo popnlosa como a nossa, 6
*jt csrta iafsnVienie a existen :ia de am unico
efitoMesaasolo no genero da-jnelle qua se deno-
asn GoaiVHaha d > Campos. .
E* use o motivo porqne acaba de abrir-se a
eaocorreacu poblica no bairro do Recife a rua
s Cossoercio a. Si, ami casa commoda e de-
asate, sob o titnlo de Assemblia do Commercio
soJ* 9 r r 1 psblico cnZ' n'r.ra sompre
Sprsasaf, 'j necessarn para :
I ma av>iree.
I'm !ia;,',?ade e
I'm lancV.
Ha
iWTOCAORS
PbamiacoiUico
Pf^Ia esoola de Parts
Successor de
ARISTIDE SA1SSET E. J. SOUM
Tratamento puramente vegetal verdadeiro purificador do sangue. sem mercurio.
A Easeacia Ue Carsba e um remedio hoje rcconhecido como um podcroco depura-
tiva e especial para cura de todas as molestias quo teem a sua origem na impureza do sangue
como sejam : as moleslias SyrmLrricAS, Bocdaticis e EflcnoFrooSAS, Rheumatjsmo, EaTOWBfB, Dar-
THG5, LLCEI1AS, ErUPQOE?, ETC. ETC.
Os prodigiosos eofeitos que tem produziio a Escicnrla de Caroba, por toda parte
onde ella tem sido apropriadaraeote expsriraentada, a tem feito adoptar como um dos medicamen-
tos mais soguros e mais energicos para a cura de todas as molestias do natureza sypbilitica e
fcoufcatica.
A cada frasco acompanha uma instrucr^o para a maneira de usar.
Pomada anli-darIrosa
Contra as affec^oes cutaneas, darthros, comichScs, etc., etc.
iDgoento dc laroba
Para cura das boubas, ulceras, ohagas antigas, etc.. etc.
UNICAMENTE PREPARADO POR
fiODQDATROL IRHAUS, SUCGESiOBES
Botica Franceza
22 Rua do Bom Jesus 22
AMIGA RUA DA CRUZ )
Precisa-se
i alugar nm moleque de 10 ann s para o servico do-
laBllloo de casa de pouca faralia : na rua Doque
I de Caxias n. 97._____________________________
Doces, fructas e flores
Este estabelecimento, conh'cido ha mais do 20
' annos nesta provincia, a rua da Cruz n. 11, o seu
; proprietario tern sempre em sua maior attencao
em .~ervir bem a todas as pe>auas que Gxerelt) as
suas encommendas dos seguinies geneios : doces
i de calda de todas as qnalidades, geleas de di/Te-
: rentes fructas, e man de vacca, xaropes de_ todas
! as fructas, bandcijas com Goos bolinhos, pSo-de 15,
\ pudim, bolo, e oulros de multas especies ; tambem
j vende seinentes de bortalices, muito novas, iaran-
geiras, limas, Bgueiras, lima^-doce, laranja cravo
o outras plantas para jardim, tudo isto muito cres-
cido, e cada uma planta em sua vasilha ; apromp-
tam-se bouquets para noivos, bailes e para jarros,
cap-lias de rosas e outras flores Unas, e de fruc
tas, de preferencia a de contas, etc.
Aluga se a casa da ilha de Beailica n.10 A,
com sete quartos, quintal fechado, com cacimba
e banho na frente, por ficar a margem esquerda
da ponte da Passagem da Magdalena, lugar mui
saudavel e pittoresco : a tratar na rua estreita do
Rosari-i n. 17. I.0 andar.
Aktita se itti> excelleuie sitio uu buuteiro:
junto a estacao da lioha ferrea, com miatoa coui-
modos ; tem jardim, coxeira e gaz : a tratar na
rna oo Imperador n. 83, 2.* andar.
Na rua do Marquez de Herval n. 161, pre:;-
sa-se de uma pessoa escrava on forra para com-
prr e vender na rua.
ill A
n>
*'l PUR AT It 12
!. ANDAR.'
Ws
Q
>
-^<:^-
^%-
,.^,; nS:. --" '
- i ;:iv *<".,
at ^*. J*
rtUA
Da
+J,
. MP*>
IM1KRATB12
N. 82
.' ANDAR.
Acabam de reformar o seu estabelecimento, collocan.1o-o n < melhorus coa--
iiu^des possiveis de beia servir u publico desta iGustrc apiul, e .-is I j-nss. Sras. n'a-
qaillo que for tendeiite i arte de cabelleireirn.
Fazem-se cabelleiras tanto para humens co.nn p.ra senLoras, tupeto, chignon,
xMiues modernissimos, trances, cacbepeigu, teciifus, dse(ibos cm oaix-llos, c^uariros tu-
mulares, flores, bouquets e lodu e qualquer trabalbo imsginsvel cm ealwllo.
O estahHlecicm'tito acba-se provide do qw ha .ri-llii.r no* nii-rcados estran-
geiros, recebe directamente por tnd- s vapi>res da Burnfis, as =uas encnnimeudns h flgu-
rinos de modas, e por isso pode vender 20 '/ menos quo outro qoalqser, narantiocio
perfeic^o no trabalho, agrado, sinceridade e preco razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fora ; veitfe se cabellos era
porcJo e a retalho e todos os utensilios perUmcentes & artc de cabellnin.'ir...
HllTEL
RESTAURANT DE BORDEAUX.
Rua Primeirode Marco d. 7 A., 1.*andar.
Quartos mobihados com gosto
Perito cozinheiro francez cbegado ohunameote da Europa. P. Sauvigoac.
Assigiialiiii.s iwnsjps
Gabinetes particiifaure&
Salao verdo
Salao encarnado.
Administrador, J. Dehuc.
Grande vant-agem
Utilid^de barata
Por que e degraea
Mil e novecent' s object s
P'ra chegar p'ra todos
Os p-oprielarios da confeitaria do Campos, para mis
arrigos e fregue/esVcom es^ecialidaili
sencas o seu
ds Exms. f"in
gradar ;'
!0:T) K mra
US rimiros"
com *os p;
Pavilhao Cam dos
sito no mais piltoresca c aprnzivel armUaliie
** Tamarineira
a
aonde no domingo, 27 do n irrento tn n de fffec uar se um psplcndido -ilao !e pri'iid/is.
Tomaram a dehb-rnjao de distribuir gratis a cada pessoa que aJli for em tc c h
de seu
Pav ltiil) Campos
l;m objecto para uso proprio, u qual pode durar 36-:i : l:iG*aias, i&tu c : .1
anno
Solar ou bissext
Alera do quo todos enco- ti-^i.i
rantc todo o dia : lancbe u bi-bidas
i iii :iii' i: i >
1,5-17 qualid.-.des.
. lull quatiti.
iMlhao, mc : '! m -:o^ pr-^.s
Lava-se
nUNl
BU
w JO
.;-
Bacharel Manuel de Siqueira Cavalcaufi
Remedio efficaz,n3o so para curar qualqoer ataque de erysipcla como
para impedir o seu reapparccimento.
Approvado pelo Governo Imperial, acha-se a di?poi;Jo do publico
com as respectivas instructoes, attestados de pessoas notavew 6 J'1 Medicos
1 grande reputacao.
e engomma-se com aceio e perfeinao ronpa Je
homem e de senhora : na rua de Pa'ulino Camara,
loja por traz da fabrica de chapeos da sol da
rua do Bariio da Vrctoria.
ESClAV0~TOlD0.
Fugio do eojrenho Atalaya. na freguezia a*a Se-
rinhaem, no anno de 1865, o eseravo Francisco,
mulato, com 16 a 18 annos de idade, penco mais
ou menos, altura e corpo regulares, olhosjrasos e
azues, cor bem :lara, cabellos bons, denies per-
feitos, nariz afilado e curto, feigao bonita, soaa
barba, muito moderado, pes seccos e bem feitos.
O dito eseravo foi do Sr. commendador Antonio
dos Santos Pontaal, senhor do engenho Cabeca de
Negro ; comprado ao corretor Oliveira, morador
no Recife.__________________________________
Fugio do engenho Ajudante,.na freguezia da
Kscada, no anno de 1872, o eseravo Guilherme,
com os signaes seguintes: pardo, com 2-3 annos
de idade, pouco mais ou menos, altura e corpo
regulares, cabellos cacheados, olhos grandes, rosto
comprido, com alguns signaes de barba, nariz
comprido e um tanto anjuerda, denies porfeitos ,
tem umas sardas pelo resto, e faz movimento no
corpo quando anda, e na occasiao de cnmpr:mcu-
tar a alguma pessoa, leva o chapeo por cima da
cabeca para a rotagoarda, e muito alcgre e diver-
tido. Desconfia-fe que esteja na cidade da Para-
hyba, ou em Nazareth. Por tanto, roga-sa a?
autoridades policiaes e aos capitaos de campo a
apprebensao dos ditos escravos e serem entregues
a seu senhor, Emilio Pereira dc Araujo, no refe-
rido engenho de quem terao a paga ds 300^000
por cada um. N. B. O eseravo Guilherme tem
uma cicatriz sobre uma sobrancelha.
Aluga-so uma loja com commodos para pa"-
quena familia ou negocio : no largo da matriz da
Santo Antonio n. 2. .
0l:.
t\

n
sal
ehafariz)
de
Depositos unicos.
I variedade la behidas Snas
eto sortimen < de doces para cmbar^ue-t.
sortidos e iractas de delicado sabor.
cspricbosamente prcparadaa.
i e bactw a qualquer bora.
Taio cca asmerado aceio, prest2za e projos eqni-
tstrvaf.
22 R: dc Commcrci'' 22
Meira & Lima
sataa do Commercio.
1(1(1(90.
A^fi-?e bi es:el escrava som vicio al-
1. T-' etifimma suirrivaln'en'j rcapaj de
fcarj, ; nha tambem, com a -ondicao do ri
Mm 3.z ^ b'ras da manba at-: as 3 ds tar-
e:_a aa:=: cmrier, dirija se a: f" n4ar Jo so-
ar* -f> rua N,a n SI.
Kecife: rua do Barao da Viet ria (rna Nova} n. 10, casa do Sr.
ltocha Siijueira, .
Rio do Janeiro : Corte, rna do Ouvldor, n. 78.
Gratis aos Pobres.
r.-
Itfarco
fISTIi
A 240 RS. O 0OVAD0
r in la, cassas de cores o brn,; com lic'.ras o palmas assetinadas a 240
>io:.n loja I; kA^nio ".orrcia h Vasconcellog, rua Primeiro de
AVISO,
Jose dos Santos Oliveira, arrematante das divi-
das da massa fallida de Tnomaz Fernandes da Cu-
nha & C., avisa aos devedores da massa fallida que
mandem pagar sens debitos a rua Daqua da ta
K as n. 70.
(Pawsand< o
PEDEM AOS senhorfs de engeabo e n tros agrirult->r s, e compradorfs de ms-
chinismo o favor df f^zt-r uma visit* seu nstabeleciiiient-j, para wem a ttovo >ortimen
to completo que ahi tom ; sen tudn superior i m qu idade p fr.tidao ; o que mn ine-
trucrao pessoal pode-se vprifii-ar.
ESPECIAL ATTENCAO aO NUMKRO E L0 AR DE SU FUNDIQAd
V dporeS e roilau ll h^UH ,|,,s rnis mod^rnos sy*t*mas a cm tamaiihn* con-
venientes para as diversas circumstaiicias dus senbor s pniprietarios e part d- i.roc*r
algcdao.
Moendas Cie Canna d0 todos os tamaabos, as tnelhoi squi cxisMii
iXOdaS dentadaS para animacs. aua c vapor
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre
Alambiques e fundos dc alambiqueb.
MachinismOS paramandiOcaealg do. o para serrar madair^laar SJKa'nS
BombaS d patnnte, sjaranmas, ,.....\ [p,7 Vi
Todas as machinas e P.-.is d.
Faz qualquer coucerto He
Formas de ferro
Encommendas.
anim-.i.
clienti-s, le:nl>rii(1ii-liii
entendida, e que cm qtnilq'i
Arados americanos
fin n
Ifl quo so costU'i a precisar.
aiarhiiiismo, a prec/i mui eestiniJo.
torn as mulhores s mats hsratas existent'1
hscumbc-se de m in lar vir
i rpTi a
a vantagein ile fazere n a-; co npras por r I ,. !- .<,.-..-;
necridaiu '.)!' Ihcs prrsiar .:uxi!i^.
RUA
i* ASS AN
UU D
M
O O CHAFAJIIZ
n. 13.
>K
^F
gji m*f
Aluga-se r>l.# andar com sotao do
sobrado sito a rua estreita do Rosario, n.
29 : a tratar na loja do mesrao sobrado.
Escravos fugidos
Continnam a estar fugidos desde o anno de
1870, os escravos seguintes : Francisco, crioulo,
com 28 annos de idade, pouco mai; on menos,
altura e corpo regulares, olhos grandes o brancos,
denies perfeitos, cabellos carapinhados, uma ci-
catriz por cima do olho esquerdo, barba a Gava-
nhac, muito conversador e riaonho. Antonio, ca-
bra, com 25 annos de Hade, pouco mais ju me
nos, alto, secco, olhos grandes e vermeJhos, ca-
bellos nm tanto soltoj, pouca barba, denies per-
feito?, pes corooridos e seccos ; ambos foram 3om-
pnooi ao barao de Nazareth. Do8cdD.1a-se qne
I os diios escravos estio occultos na cor: -,rca de
jPaJed de Fores, ou no Rio '.1 S, Fr?r..'-.:\ Ro-
ja*'** P&rtanto, as antaridades policiu: 3 ios ca-
J pita--}3 de campo a captura dos mestnas c-.cravos,
| e serem entreguos a seu seu senhcr. Emilio Perei-
1 oraui0' no eD?eDho Ajudinte, na fregue-
zia da fcscada do ou.-m tera.i a paga de SfOiQOO
por cada nm.______________.
*!~ De.s.aPParoceu da rua de Pedro Affonso n.
*>, no dia 21 do corrente, uma caxorrinha do
rcmo, toda Lranca, que da pelo nome do Con
aon, eatava com uma coleira do motal na pesco-
co : quem a tronxer ou der notieia na dita.Casa,
sera recorapensado.
| <> phnnagc..tlr.t.r, .le < .>,tBH..e, l'rh, anlro proprirlnrto e preparador
DE
PEPSINA
HOGG
1-JWI.T.M ______
menstruacOes difficeis) e pars restabeleccr as saudes debilitadas. oranoo
c^ii!?!1*8 df H?gJ! com Peps'na e proto-loduro ferreo laalteravel. oara molestia*
escrofnlosM, lymphatics, a syphiliticaa, para a tWes. a cscheiia chlorotkae \SmS3Sm
racroiuiosaa, lympl
atonicaa geracs do corpo.
Em, fraacos triangular*.
Depoaito em Pemambvco. A. REGO
Em, fraacoa triangularea de 100 et BO nilulas j prccoa indicados sobre oa frascoa.
RD,
e naa principaes pharmaciaa.
falsifica^oes
DAS PILULAS DE BLANCARD
A reputacao cada vet maior de noas pilotas
tem animaoo em quasi todos os paizes a aurfacia
dos falsificadores. A cobicia fi z meamo com que
muitos d'elles lem e itrevido em eubslituir 0
iodurclo de ferro pelo titriol1 I
Rogimos aquiencarecidamcole ans no*.oi fre-
Sueies para que sempre* e cariifiquem^da ongom
as pilnlas qne Irawm 0 iioao nome, uppfllindo,
enlre oulros meiiw pratiroa, para a boa fe dos
DOMO& collegia oa poarm,ii:euuco. Shot duvida.
Qncoi soioDKmenta Tendo nm mpdicaoMnto fils'6cado e eoatra-
felto so hi cnmplice de nm falurio a mm'vu iim cewprooMtta
a cando do dosnt- depoii do abnur de saa confianca.
esle> bonradoi iatermediarios ja'garto qne Ibes
inenmbe o dar do comprar lao tomeole as te*-
i'aiie has riLDLas be BLAKcaaoquerem nosaacaaa
em I'ariz qaer em casa
do< noiiuos corre?pon-
deni.->, queremSmnas
casas de main repola-
cJo de sen paii.
Pha rmaceutj'oo, rua Bonaparte, 40, em Part*.
Am vrrdadelraa Pllulaa Ji- II.km aril .cKii>


[Mario- cle PfeiiftarHDaeo Sata>ado 26 dt Setembre de 18 7 4
MB^..
A5lcnca>
da nii da Imperatr/
- r qf antn antes, vende por
*m retala*. (k*ras Cr.as e prossas, vi d
aa*aeir<*e tarre* de gtiversts autores, p
if i rsa 4-t aae f.:* aduiirar ; venJe se
kaac a nca artan de am -Tcllo, toda envidr a5a
preteader dinja-se a mesraa loja.
Soares de Amaral & C.
a*:-:s an s^a* fregaexes qae ciuJaram o
a J raai.Mv de geberos de estiva, do arma
*ow afcv a> rvn$ b. 22.
O UoeiiiUar^aUjr Alexandre Bar.
nardino d*s lie s e Siiva eD la
hel Joaquina de Figueiredo' Rels e
Stla e seus filhos, por occasiao do
trigesimo dia do passameoto de sen
mui pr.sado cunhado, irma.) e tio,
corooei Minofl Hygino de Figuei-
redo, mandam resar missis no convento de S.
Francisco dest > capital, do dia 28 do corrente, as
f8 horas dinanha : e pa-a assistoara a este alto
de caidale e religiai, convidam seas parentes e
amigos, confes.-and >-se desde ja eteraamente gra
tos aiinelles rue comparecer,-m.
SOB
- N.tuaa Frare, ntudtsu brasileira avisa ao rea-
rs! ptBtkc; qua eootiaua na sna arte de
ta; aaaiai c^mo, recebe por todos os va-
4a Earopa Sgnrinos, o* qaies achara-se
s4vao de seus fregnezes, pod-ndo ser pro
1 aara exereer a sua prcfl-sao, a roa Di-
riiil,
Cm e*at Ululo acaba tie se abrir uroa loja
4fo Iax oiis a ru Primeiro de Marc^i n.
25. jj:Ui a I .ji da esejatn > e os proprio-
laraus cAi.j MMhkdttj a vender muito
tarata ra assim apurar muito dinhii 0:
i esdo-$e e que se acred it a.
Lazinhas.
7iLts de quadros pretas e brancas, a
SM r>. gm 10, assi como de raais pa-
iraes.; day-so amostras.
Metins.
*<*-.*. padrdes modernos a 280 e 300
t-. HUH, chitas c'arase escuras a 280
39C is. o cu*ao, ca.uhrais Victoria e
tH<- a 3vOOJ e3r>a00 a peca, ma-
i-Mtn ilef it* a V?M)00 a p:Qa, ineiis
bi-jo> e aieninas a 29000 a duzia,
: rt.n Ang *-> a TOO r>. ocovado.
Ctrl, ]tre!acj.'n ief-il. a 29500 a peca,
las lisas cum dirersas rdres a 280 rs. 0
4a. *l^:*ia' roarca T a 450O0 a pp^a ;
assia c mencionar. So o Desen-
U nui *'ri:n"iri> de M.irr >, n. 25 jun-
.< j- : j'Mna.
^dmlsus bordadas.
a i -lin'i 1. iiigi z.s, bordadas com
I f u deavaril a 35^000 a
4aaia e 3 caJa u-na. So 0 Oeseuga-
.-,' u. 25 junto a loja da
CttlADO. '
e de a:u .".. Jo iju s.'ja fit-l : do largo
.:* v i Aa*o n. 2. 1 andar.
Boa moradi i.
' la e.-tradj d:' Agm Fiia n. 2,
. ca-- rra 1 fan:i!ia e exiellente
Mr j....r.-. iM-riv. di esta.;ao do c.-
: a tiaur mui l*nir L
-a- d(> on'ipi hi 1 r..|.oiro, para
- 1 Ju de h- weni sokelw, dirija-;o a
as f.bi. 'i, priaMiro ao-
voira Salonno, quei
:'.. I 11 07 :i Befoci'i
aia^ir aai. (r-'ia e.-crava, para
a raa : a iralaroa
. 11.
i

>oa ccwiscrvaijao
2-BELLO
'v
.p.. e n-it'i contr.
- Mktaara bra -iani'l.; !> .i palle d>
pro^,:,t..i (ai cessar a qaflda prema
: -s.
qmeu de lustre aos ca-

s-

iiaa e fax preservar >.s cabellos, en:
1 ;aer forma ou posi'/a > que se dese
. tV31 ostado faniOBO, liso e macio.
en m -fecaheHos basto? e coamri-

roaserva a pelle o 0 casoo da cabey'
Saps e livre de toda a esjecie de caspa
Be j-.-^iw 'tscabellre do s-1 t'>rnarem bran
jCT.> a cjbe;* u'um oslado de fres.
Ok? b3b e J.iBasiadamentP oleoso, gordo
. aenor dieiro desagrad;
vet
1 .- cabellos da-
-
< mail api.isivel artig
era I MasBrvafi*earraago dose*
.:. ^ras.
1 .r',i>: BMfjrio pan 0 pentea
'; : .''.;..; us s lihon1-.
U&tOn lit SCNHORi Si
K1T ^SIDEJUR COMO COM-
; POSEMO
50M ORIEiNrAJ.
Taa; : f-jftifica e aibrmusC'
iikFXJ O
> > ^ ^ xla, fcf -i^ SaLd Jl--^f .
k) ihs esiabelecirnentos di
:"., ascutcs. F etu tod as t:
4e perf.iTnarias < bolicat
I Halt!
1 le i .p ntitiisioia !l!
f o'o ra'ix d-.> rap^inr vinh >
v '. 1 hr do aolirado
, i 1 .. a paV^rieJale de *ubs-
j v. i,:.^ ;.. e !X:.;i-r iu-ria eco-
r<.: >:! = e conh -ei
a. O mli-am.D' 1 fm
t -d a : raole^ias e
acom^a-
nc-
tfc
aata,
?ora t
1 m a '.ii "iajn, acom,

.. I f^s-, e is:ia,a 0 sargue, s:m a
: **- a ftO-le._________
di*w vs> ei luraoVr do ^eu
- Saal->-. ppdr' a t1 ). 8*6
1- -?: Bie:.-> fi>u liHil >s do
j K cat-, W o> jiieiiibro de

HP
di;
Vr.in3i*3it tit: P.inla Hiip-
iista.
0 barharel Maooel liarlio-a do Ar^uj'i, Felix
Coellso da Silva (auseutr) Louren^a r rmeliuda da
Silva Barbosa, Eiiziaria C-ielho de Albiijuerque^
Fraocisao Antoni) de Albuquerque c Antonio
FrancijC) de Albnqnerqae, cenro, filhos e netos
da flnada D. Franciaca de Paula Bapli.-ta, Sgra-
deecm do ictimo d'alraa a tudas as pessoas, qae
st dignaram de acc.ii.pauliar 0 sen cadaver at? 0
cemileri publico, e rogaoi aos seus parentes e
aniigos 0 caridoso cbseqnio de assistirnTi a niaa
niis-a que, por alma da mrsma ;era celebrada
no conveoio da Gloria, do dia 26 do correote,
pel..s 6 boras da maiiba, se imo de seu passa-
niento.
Augusto Adr ao I'aolmo da Mlva
couvida aos seas tarenles e aniigos
para assistirem do convento da Glo
ria da Bra Vi-ta a missa qno t&n
do mandar celebrar as 7 norao da
manha do dia 28 do corrente, trige-
sini; do passame.to de sna pre.-ada
e sempre chorada esposa : pelo que desde ja se
eC!Dfe Joso Camellu Pesstia de Slqueira
Cavnlcaiilc
Os Mhos t gonros de Josd Camel-
lo Fessoa de Si joeka Cavalcaute,
mandam-lhe rezar urna misa no
dia 28 do corrente, primeiro anni-
venario do seu pas?amento, as 7
horas da manha, do convento de S.
Francisco: couvidam aosscus paren-
les e amigos para comparecerero a esse acto d-1
caridade;. e protestam sna gratidao.
Mariaunu Oliccria dti Purl*
flca^ito Daadeifa-
Antuuio J ivin'i de T. rres Bandeira, Jose do
Carmo Ferreira, Balbiua A. losephraaFerreira e fi
iii.1* menores, mani.'eslaadj 0 mais profundo re-
coohecimeuto a lodas as pessoas de sua amisade
e especiaimente a* kiSoeiacSes Monte-Pio Popu-
lar. Coracao Livie Popular, Benelicente dos Ar-
tistas Alfaiales e Club Popular, pela esponianeida-
de cum que se dignar>m no dia 22 do corrente
inez a:ompaohar ao ciiniterio desta cidade, os
restos rooitaes de sua sempre lembrada espos ,
ami, irma e cuoliada Marianna Gliceria da Pu-
rifieatao Binleira, rogam aos seus pareutes e
as p de iSfialireiD a missa que pelo repuuso eterno da
inesma liuada man lam rezar na igreja do Nossa
Senbora d> Terc as G borasda maalia do dia se-
gunda feiia,28 do ccrrene, setimo do seu p:s-
sameu'.o.
ukB- --".......'*-' --'
Alaga-se uma casa terr. a na rua dos Pesca-
dores, com 2sai.>?, .1 quartos, cozinha fora e quin-
tal grand-.', >:o a .a;iniba : a tralar na Uave-sa de
S. Jose d 22
PEW
Na rravessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro audar, dd-se
dinheiro sobri- pe-
nbores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qa^ fora <|antia.
Na mesma casa
oompra-se os nies,-
mos metaa^epockaa.
Waga-se
o 3 andar d. sobrado da rua do Vigario n. 5, com
graodes e bons commodos para familia, e agua
potavel : a tratar no armazom da travessa do Cor-
po Santo n. 25.
ftX!*aC^KSQiQOa^
i CoMsnltorio niefic^cirarfricu v
DE K
% A. B. da Silva Maia.
Aluga-se
uma exceflente casa terrea em Olinda, pateo de
S Pedr N v.. com gai e agua : a tratar com
Marc linn d-j St'Oca Travassos, no Forte do Mai-
,os.
CASA
A:ur'a se o .-egondo an '..r a rua boque de Ca
xias u. 51: a tratar na Inja.
AnliiuiiJi' kmtk \V$xtmM,
Palo presents sao cmvidados os afilhados c afi-
Ih .das do Antouii de Arevedo VillaroUCO, falle
cido em Portugal no mez d.> oatobro fie 1873, a
aareaeotaTem .ientro do prazo de 60 du a con
tar de-la diti, a ceitMao d sen uascimaoto, em
eat a d abaixo assignado, tealamanhsird insti uido
pelo duo falleciJo, afim d que sejam devidamente
attendidos na p'arliltaa a que tern de pr. ceder-se
mi a precisa iKiialdade, de accordo com a d'spo-
ricio lestainentaria. Recife, 10 de setembro 1874.-Mm el Atevedu de Andraue.
Medico parteiro e opcradt-r.
Run do nnnsi I n. -!
Consultas das 8 a. 10 boras.
Chamados a qualqaer hora.
Gratis aos pobros.
CHAMOS
DE
Jose Furtado de Simas.
Unico dep. silo em Peru imbuco, a rua do Mar-
tczn de Oliuda n. 15, do Oourgard & C.
ALDGA=SE
uia grandecasa, terrea com bastaotes commodos
sita na e.-trada do Lucas : a tratar na ua do Vi-
gario n. 31. ______ _____________________
= P/ccisa de duas araas, sendo uma para co-
ziubar e comprar e outra para engommar e en
saijoar : na rua da Cmocordio n. 43
Ami Precisn-se de nma ama para olervi^o
XllJ-iUi jnterno de uma pequena familia : na rua
Duqne de Caxias n. W, loja.
OIT-Tice-sc mn.i auja para
1 ^1 *\ engimmar e coriiu^iar para casa
jlXJ-CX dd pooea f.'.milia, de pertas s
quem precisar dirija-se
a rua da l.apa n
d.-jtro
I
Ama de leite.
Precis se de uma an.a de leite si in liklio :
rua Duquft de Caxias u. Si. leja.
ua
AMA
segundo andar.
Precisa >a alugar uma es-
rrava p\ia andar na raa : a
tratar na rua do Cabuga n 3,
AMAS
AMA
Esta eneouragado !! !
Agua moic em pedra dura
Tanto da ato que a fura.
Koga-se ao lllia. Sr. Iguacio Vieira de aisll
ascrivao na cidade de Nazareth desta proviacia,
faror de vir a rua Imqne de Caxias n. 36, a con
:luir aquelle negocio que S. S. se compromettea a
realisar, pela lareeira chaaiada desle jornal, eai
Bns de dezembro de 1871, o depots para jaieiro,
passou a fevereiro e abrii de 1872, e nada cumprio;
t por este motivo e de novo chamado para dito
'im, pois S. S. se deve lembrar que esto negocio
le mais de oito annos, e quando o Sr. sen ulho i>
tohava nesta pidade
Aluga se uma loja no s lualo atraz da ma-
trix n. 44, muito freaea : a trjtar no Corredor do
Bispo n. 73, a qua quer huN. Na mesma casa
tern para se alugar urn exe.ellente cop iro muiu
del, e u.-ii escravo trabalha Jor de enxada para se
vender : a tratar a qualquer bora.
Aluga-se o axmaxcni d subrado da rua D
Maria Cesar n. 37, propriu para recolhur fazenda
por ser muito espacoso e reedifi-'ado, ou para
qualquer esUbeb cam mo : a tratar na rua de Do
mingos Jose Hsrlins n. 48, amiga Seurala Velha.

Signaes do neg.o Feliciano
Cri mlo, i^i le 40 annos, pouc:) mais ou tr.enos,
alto, corpo regular, hem preto, desdentado, barba
do. mal ft'ito d.' pes, tendo nm dos Jedos grandes
nu amboB basttnte tonoa. Aeba-sc fugida ha 6
me es, desta s'gnnda fugida, e da primeira e.-teve
dona annos no engeuho TVmbador, fregueiii do
Bonito, pert: n -eiite a Fraucsco de tat, genro do
capitao Christova.i Jo.-e Machado, senhor do en-
geuho S Christovao, da dita tregnesia, e por estes
engeuhos e.sla occulto, como tern estado Veio pela
primeira ei preto pelo capitao de campo Joao
Ventura, que m ira em Agua-Preta : recjinmen
da-se a sua caplura a> autoiidades policiaes e ca
liitaes ile campo, e lava-la a engeuh i Minas No
vas, freguezia de Gatnelleira 0 dito negro inlitu-
la-se forro com o Dome de Jose Fe.lieian .
Pergunt j que nao offende.
Pergunta-se aos Sra. Collect,res do imposlo so-
bre as casas que vendsm cal de Llsb&a, se as do
tairro de Santo An'.onio tainbtm aid e-tao sujeita<
ao mesmo imposto ? A lei deve ser igual para
todos.
Os prfiiitdicad')S,
OLINDA.
Aluga se por festa ou por anno, na rua de S.
Pedro Apostolo ou Passe Castelhano, tres ca.-as
terreas,- c.im eneaunmen'.od'agua e gai, bons com-
modos e qaintaes grandes e murados, com diver
*os arvoreios de fructo : a Iratar no pateo do
fioro Santn n. 17, 3*andar.n
Alten^ao
Madan a Albuquerque &
Irma.
Buq 1." de Aliircn n. 14, 1. dtidar.
Teem a sati^facao de avisar a< Exmas. Srs.,
que recebem por todos os vapores, tigoriuc.-, os
qua-s estao patmtes para tudas aquellas que qui-
zerem vettir-se Cora goslo. Scudo seus trabalhos
perfeitos e mais baratos dj que em outra parte.
Ii Rua d Bom boeado.
Recebe se c-ncommendas de qualqiur quilida-
de fle bolos, ban telv para ca ameotos, p.-irtidas
e bgiles : a tratar na rua dt I uptrador n 14,
annaze-in Fid^lidade.
Bi nhos e dormida fresca no
Mi'itteiro.
Aluga-se alii duas.casas prquenas, tendo cada
uma, duas salas, ties ^uart i- e coziolia a tra-
lar na rua Neva, loja n. 7.
Quem prrci.'ar aluga- mr pr ta escrava,
oerfvita engotnmadeira, e de boa eorriJWBt', drrtje-
se a rua d< Aurora n. 49.
AO HIM
Joao Correia de Orvalhn, arli-ta alfaiato, ten-
do-se desligado da sociedade da casa commercai
existcnti! a rua do IJariio da Victoria n. 26. sob a
razao de Araujo, Garvathe A. C, aetaa-ee nuvameu-
le estabelecido na sua aito, a -rua do Maniuez dc
Olinda n. 46, 1 ar>dar, aonde 08 sous numerosos
freguezes o encoDtrarao proiiqito para executar
qnalquer ofrw tendente ana arte; com esmero e
prompti dio.

^
E. A. DELOLCIIE
24-iaia mi Hiitipn dc (Mimtii-2'i
I'Jsqt -jui do lccco Large
Participa a stus frognezes c amigos que mud >u
o seu estabeli ciuie;.to de rekrioe re |>ara a mesma
rua n. 24, ond^ enroalraran urn graiwe sortimento
de relogi' s de pan de, auericano?, e cima de me
sa, dos melhores gestea e quaiidadts, relogio* di.
algibeira, de tedis as qu.ilida es, pateute snisso,
de onro e prata dourada, foleado (plaqnet), relo-
gios de onro, inglez, desruberlo, dos melhores
I'abricantes, cadi la de ouro, plaquet e prata, lunotas
detod!>s as qual dades, tudopor precos muito ba-
ratos.
Prcci^a se de uma pa-
ra c ainhar e outra para
eajionmar, e urn mole-
que ou preU que jaiba vender na rua. prefore-se
esentaa : a iratar na phannacia Torres, a rua
de Marciiio Dias n. I3o, das It h-iras do dia as 3
da tarde.______ ______________
Na rua Direita n. 14, pre-
cisa se de area ama de meia
Wade para comprar e*i-
nhar para uma pessoa. ___________
Ama Precisa-se de uma ama livre ou cap-
\ lllcl jiyg para ea.a (je peqUena familia : na
rua da Unio p. 47.______
Precisa-se de uma ama que saiba cozinbar ;
na rua do Vigarin. 19.
i \ i Procisa-se do uma ama de meia
\ VI \ idade e de boa coaducta, para com
iXLlXn. prar e cozinhar, e sarviijo domestico
em crsa d pouca familia : na raa I) i pie do Ca-
xias d. 70, I" andar____________ .
Casa c terrenesharal'S n\ Sal-
gadinliu.
Ant.-in j Jose Rodrigues de Souz;., ua Ibeeoara-
ria das loterias a rua do Crespo n. 6, vend? sua
casa de Utpa e terrenos deeus sr.ios km lugar
do Salgadinho : a tratar somente cm > luesmo.
Aluga-se
b primeiro andar com grandes nonaradi sotao
do subrado situ na rua do Hospicio u. b. junta-
mente a loja : a tratar na ma do Vig-tn u. 31.
CllIABO
Para o servico de uma casa de pequeua fami-
lia preiisa-se de urn moleqne escravo c dp boa
conducta : quem Bver e queira alugar. ilirija-ee
a rua do Ojmmercio n. 17, primeiro and-r. lado
diraar, entrada pelo la go do PelOnrinho.
Escrava fugida
Desappareceu pela segunda vez, de casa de seus
senhores, h Je 23 do correute, a escrava U^ noroe
Juliana, com os s gnae- seguintes : mubta aca-
bociada, cabellos n i,-. stumalrazo ios amar-
rados, cara larga hin! "spinhas, oariz
chalo, com falta do luttna ua ii-'o-. cheia do cor
po, altura regular, idade 2'i auuos, pouco rna s ou
raenis, levou nasorelhas uns brincos de latao com
ptdMB brancas, tern as pernas acinzentadas, levou
urn chale de morioo estarnpado, de 06r branca, ja
velho, 1 par de sapalos ae tranca, 4 veslidos de
cliil i, sendo 2 claros e dous e^curos, 4 camisas de
madapolao, 1 dealgodao e3 lencoes; alguma desta
roupa levou a no corpo e o mate em nimtrooxa.
Suppo-i-se que dita escrava e-ta aceutada em al
gum callogy aqni nesta c dade, vinio do hi > Gran
de do Norte, embarcada, por iso nao sabe eslrada
nenhuma para o centro : roga-se, pirtanto, a to-
das a autoriJades policiaes "c aos Srs. capilaes de
campo que eiK'ontra- di a e crava, leva-la a rua
Dnquede Caxias n. 76, autiga do Qii.imado, que
serJo genero-ampnle recompeus^dos_______^__
Protsto.
Clieganda ao oonhecimeDtn do abaixo as.cjgnado
que seu irmio Joaquira Jose de Meira preteode
vender o e cravo crioulo, de none Terluliano, o
mesmo abaixo assignado, previne, desde ja, afim
de que ninguem compre dito escravo, e se charae
a iguorancia do presenle protesto, vislo como sao
cousenhoros do dito escravo, nai so o annuncian-
te qm prel"ii le faciiitar a alforria, do referido e-
cravo, oispensando a parte que Ihe toea, mas tam-
|icm sezinando Mareofiio do Meira e Izabel Victo
ria de Meira, que ignoram semelhaale van la.
Recife, 23 de setembro de 18'i.
Ladishhi Candida de Meira Lima.
0 padre Jose Fernandes de Medeir s, coad-
jutor da villa do Acary e eapellaa de Curraes No-
vos, no Rio Grande d i Norte, avisa a quem inte-
ressar possa, que desta data em diante seajsignara
pjr Jose Fernindes de Maria. Villa do Acary, 8
de setembro do 1871.
Nodislii Ihinceza.
Mademoiselle Eugenia Lecomte Si Irma, avisaai
a tuas antiga3 fregnezas e ao puolieo em geral
que abriram uovarnento seu eslabelecimento de
casa de costuras a rua da Imperatriz n. 5, pri-
meiro andar, pel >.quo eaperam coutinuar a me
racer a eoncurrencia das jiessoas que precisarem
de seus strvicos.
Aluga-se cm v-al-.- se uma grande casa terrea,
em Olinda, pio->rla t ara grande familia ; tern pnz
e agua encanadn, sita a rua do AJjube d. 31 : ?.
tratar na rua da Itnperat'ia 0. 86, 1 andar.
Oathariua fagio.
No dia 28 de agosto proximo passado ausen-
tuu se esta escrava, a qual torn os signaes seguin-
tes : e.-tura -baixa, rosto redondo, cor preta, pes
pequen s, costumava vendor leite, anda sempte
com urn cacete qtie Hie serve de ammo por sof-
frer de rbeumatismo, ja e Hosa*e de najiio Cam-
bio la : queui e encoutrar, pegue a e leve-a ao sitio
do CafunJo, eslrada de Joao de Barros, que sera
gratificado.
(JMonte Lima
tern um completo sortimento de galao e franja de
onro e prata, verdadeiro, de todas as 'larguras,
aboloaduras douradas para offlciaes, canutilhos e
enfeites para bordado. Tambem se encarrega de
todo e qualquer fardamento, como seja : bonels,
talins, pastas, espa la', dra;orias, cl.arlattiras, ban
das,-aboloaduras lis*s ft dourada", para criado
etc.; assi/ti como om completo sortimento de
ranjas, galao fal-o para oroameoto, cordao de U
com borla para quadros e espelho.- (conforme o
gosto da eneommeuiia) tudo p >r muito meuos
prejo que em outra cnialqupr parte : na prsoa iDdeoenden'iia n. 17, junto a loia do Sr. Arafites.
~ -r > .- Hjma it*ax% < if- unanr d
s^ar. a -i :* raa Ofttssp^ral-i?, roafiM.s:>:
BPaa Bay -** *? pwca f>mis, pvWerity>
4- a ',--w rw nsi-rri-
aijtii''d" "lil-r AnVrir; c. 6
------t" a Uaawa a> |
Massa falhda de Bernardino
Pinto Coelho ,
Saor.^.djs o* credores d.> faflido Berna{lino
Pinto C-eUio a aprrsentarem seus titulos de cre-
dito para ekarifleacSo, dentro do prazn de oito
dias, no *.-cri*t..rio do* adaiinMra' >re-' fc ftui-
rin-i de Agudar A C, a. 61, rua d* aJaruiic-s d.-
Oi.Bda. 1' andar.__________'
ATuga se uua eac/ava.pira t 4o o scrvioo':
na rua da Glcxia lie.
AIn$hm
o aoimin de um aadar e sotea, a rua Direita n.
a)4, :wti lions cKi.mfcdoe para, famiaa i- a#ua po
Uvt'i: a (ratal ua loja do meet&t..
Para a-lrruuirlrad quer emprego, e mesmo para cobrain;as no mato,
offerece se uma prssoa que lem bastao'.e pratica,
a qual da fiador, se f r para cobraocas : a tratar
oa rua larga do RttarK) n. it, loja.-
i -
Ottras Ined'Cttia c!u Hondo vlgnrio
JFraaciato Ferreira iin.-i'eto
Aehmdoso impress.) o 1 volnme (.irosa) de. impoiiante obra, os elitores avi-am a lodos os se-
nborea anbseriptores de o ir receber no lug.r
aondeanbscrevernm a sin cumo o- aiflwtti qae
aindi qniserem suhscrev<-r, o podem fazer nas it-
vrarias desta pra-a, oa nesta typograpliia, rua do
Torres n. t, mediant* a imporlaneia de aa paga
net5 oceasiao. Gulro afan, faiemiu scente as
fociedades, a qnrro enviamos cireulare*, qae re-
metiam nos as bates do aiigaanaM adquiridas,
para serem eavtados u exempiaros R>:C.immen
damos essa obra ao iltostra clero.
Alngt-se por preco razavel uma casa na
povoacao do Cxanga : a tralor na roa ao-mpe-
rador, livrana Uuiversd, u. 54.
Aluga-se
o tercfiru andar do si-brado u. 3 da rui do.Viga-
rio, ci^m bens o grands commodos para familia :
a Iratar ao armawni n. 23, da trovessa do Corpo
8:.Bto.________________________________
ltoga-Si; so S*. Chico Ramos, quu
0 DRSENGANO.
Hl.\ lDi: MARCO N. 25
Junto a loja da estiiiiim.
HOLLANDA
Brim Holhnda, pr. pri > para costumes para ho
mens e meninos a 600 rs. o eovadu e pechincha f
Len^o com harra de cor, duzia t/i000
Carabrtda transparente, pe?a S|500
Brim branco de linho, vara 1*600
Mcias para seuh'^ra, cm caixis mjdernas,
duzia S*50f.
Cambnias pretas com pinlas brancas, co-
vado 260
Madapoldes frane-'zes linos, peca 5J.500, 5i800
Bramanle de linbo com II paluios de lar-
gora.vara 2*6(10
So o DESENGA.NO da raa Je Mar.i n. 25.
lunM a l*>ja da esquina.
Boiis pianos.
- Chpgadas de novo.
Vende-ae.
Troca-a>.
E alugn-ae.
No armazem do vapor francez, a rua do liarao
da Victoria, ontr'ora Nova n. 7.
MOBILIAS
dc viiiie e dc faia.
Vende-se muito em conta ; cadeiras avulsas, de
balanco, de bracos >j da dobrar : no armazem do-
vapor francez, a rua do Barfio da Victoria, ontr'o-
ra Nova n 7.
Perfumarias.
Finos extractos, baahaa, oleos, opiala e pos den-
irifice, agna de flor de laranja. agua de toilete
divina, florida, lavande, p6s de arroz, sabooetes,
crosmeticos, muito- artigodelicados em ptrfnma
ria para presentes em frascos de extractos, caixi
nhas sortidas c garrafas de diffi-ientes tamauhos
d'agua de Cologne, tudo de primeira qualidade
dos bem cunliecidos faLricauies Pi vex e Coudray,
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
\rtix*%s le dihtTerenteai arusiloM e
phantuEiaa.
Espelbos, lerjues, luvas, jeias d'ouro, tesourinhas,
canivetes, cajxmlias de costura, albuns, quadros.
e caixinhas paxa retratos, bolsinhas de velludo.
dha de coure, e cestinhas para bragos de meniaas,
chicotes, beugalas, eculo, pencinez, ponteiras para
charutos e cigarros, escovas, pentes. carteirinha de
madreperola, tapete para lanternas, malas, bolsas
de viagens, veuesiauas para janellas, esterioco-
pos, lanternas magkas.cosmaramas, jogos da gloria,
de damas, de bagatella, quadros com paisagens
globos do papel para illuminicoes, machinas de
fazex cafe, espanadores depallias, realejos de veio,
accordios,carrinhos, c bercos para ciiani;a*, ft
outras muitas quinquilharias.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade qm- se pode desejar de tc
dos os brinquedos fabricados em differntes parte
da Enropa, para entretimentos das criaocas, tudu
i preQos mais resuuidos que e possivel : no ar
mazeoi do Vapor Fraucez, rua do Barao da Vic-
toria outr'ora Nova n. 7.
Calcado francez
Botinas para homem
"Acabam de chezar grandes jaeturas de botina:
de bezerro, de cordavao, de pelica. de duraqut
com biqneira, de bezerro com botoes, e com ilho-
zes a 9<5000 (a escoiher) por ter vindo grande
quantidade por conta e ordem dos fabricantes;
ao armaeem do Vapor Francez, a rua do Barao ds
Victoria (ontr'ora Nova) n. 7.
1'ara senhsra.
BOTINAS pietas, brancas e de cores, difterentei
lisas, cnleitadas e bordadas.
SAPATINHGS de phantasia com sal'.o, brancos,
firetos e de cores differentes, bordados,
SAPATOS d tapetes, chariot, castor e de tranoa
J'ara RicniniiN.
HOTiNAS pretas, brancas e de cores differentes.
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca pnrmguezes.
S*ara uicaiatus.
BOTINAS de bexofo, lostve e de corda ai:.,-
!B0T1NAD0S e sapatoes, do beaurro, de deversas
qualidates.
SAi'ATOS dc traaea.
Botas de moiitaria.
Botas a Napoleao e a Guilherme, pen-^r
m.iiis pemBiraa para homens, e meias perneira
para meninos.
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria n. 7.
Atteneao.
Fortinata Fortes avisa aos pais de sous alumnas
e em geral a to Jos os chafes d'j familia, tant i daqui
como do fora, que se scba madada para o I* an-
dar do gobradd n. 21 da rua Nova, onie contimia
com sua aula de histiuceao primaria, ensinando
tambi-m t--J)< os trabalhos do aaoRu, bordados de
lodas as qualidades, trabathos de la. criChet e II j-
res, com mmta perfeieAn ; e. cm sua ca=a ensir.a
tambem o franco', desenbo, mttsica e piano, por
ter para i*so escolmdos prufessores. Aceita ext r
nas g idlernas, af!i n.a bom tratamenlo, muiti ap-
plieacao, eootaviaaais favoravel que em outra
qoalqoer parte.
Aluga se o segnndo aadar, na rua do Viga-
rio n. 33 : a tratar no urimeiio andar do mesmo

As&ociacjao commercial be-
neficeute
Compra-se os reiatorior- dos anno* de 1853 e
1857, desta a-sociacao : ijucm os tiver e quizer
vender, enteuda-se ''.om o arehivista da mesma
LEIS PRQVINCIAES.
Vende-se no 1. andar desta typograpbia.
em mao do adeninistrado, ColleecQoea dt
Leis Provincial a 500 rs. o exemplar de
cada anno.
ilua do Livramento n. 20
MJi'iirai. Exmas. ecahara^t!!!!
Aos viutc mil covados!!!
A loja das tres estrcllas acaba de receber um
importan e sjrtim-nto de Uzinhas com lislras e
Qares de seda, que estavenlendo pelo diminuto
prego de 280 e 400 rs., fazenia qne val 500 e
000 rs.
A ell.is. antes qnase acabeui
Vaude-se uma escrava m>ci e de couila
Bgura, sabe cozinhar e engommar com perfeicao
e sem delcitos: a tratar na rua do Marqnez de
Olinda n. 57, outr'ora rua da Cadeia, no oscrip-
torio dos Srs. Parenle Viaana & C., com Jose
Antonio da Siiva Guimarae.', ou ua villa do Cj-
bo, rua do Geueral Victorino n 21.
Y^ndf>se
uma casa na villa de Jiar*i/Jf, da rua do Com-
mercio, por pre^o-fnooiewr a tratar com Tasso
Irmaos & C.
Alpacas de cflres.
Alpacas de cores, baas, ccm listras, largnra
de chili) iranceza, a 360 rs o covado, e fazenda
ie 1* : so na rua do Crespo n. 20, loja de Gui-
Iherme & C-
ADIPOiOE
Na loja do Pavao vende-se madapolSea franca
zes muito incorpados. com 20 jardas a 6,000 reis,
dito mail fmo com 12 jardas a 3,000 e 3,500 ; as-
sim como Dm graode sortimento de madapoI5es
mglezes de 4,500 at6 8,000 e 9,000 : a rua da Im-
porairiz n.60. de Felix Pereira da Silva.
1'ecbincha
vapor um grrnde e vajado socUweat) do eooaes
de cabelm humano. o que hade uiis moderno, e
vende se pdo baratissimo pier., de 10* cada am .
a eiles, ant-s que se acabeoi.
Vende-se o Mtbrado meia ugaa^de dona anda-
res e s dito, sito a raa de Feao n. t8, em terras
proprio, ede muiio boa eonstraeca>, e que da bom
rendimento : a tratar coat sea proprietario, na rna
da Couceicao o. it. ate as 9 da manha. e das 9 as
6 horas da tarde. ______________________
Fazendaa muito baratas para
liquidar.
E' irem depressa, antes rjue se acabem.
Cambraias de cor, organoys, covado, a 240 rs.
Algodao azul, covado, a (GO rs.
Idem de listras a 2i0rs.
Cnita preta muiio Una. covado. de 260 a 320 rs.
Jleias para meninas, duzia, a 2* e 2*500.
Cbaua de oiectoo a 2*.
E muitos oulros art gos de fazendas e r. upas
feitas por riimto menos de seu valor por se qne
rer mudar de sortimento : na rna do Barao da
Vrtvia n. 14.
Para senhora.
Cbapeos, gravatas, collariabos brancos e de
cores, leques e (lores artillciaes : vend* se no Ba-
zar Victoria a rua do Barao da Victoria n. 2.
Cerveju
Vende-se por prefis baixos cerveja branca,
marea Bas-, e preta, marca Barclay, em barri-.a>,
ambas do superior qualilade : no' e.-cr.ptorio o>
Eduardo Fenton, rna do Comm-?rcio n 22, priraei
ro andar.
Grande liquidacao.
De calcados, Ilia; de sarja largas e estreitas, e
tndo o mais conccrnente a uma loja de miudezas:
rua da Impen.tnz n. 86.
Boa venda
VtnJe se o cstabelecimento de cabelleireiro, sito
a rua do Hangel n. 36, prompto dj lodjs os ob-
jectos tendtntcs a arte, e tambem muito alregue-
zala, Visto a peaaoa ut de se retirar para fera da
pmvincia, muito prepria para priucipiante.
Vende se duas casas in rut do Visconde de
Goyanna ns. 20 e 2J, e an sobralo na rua da Bes-
lauraijao n. 54. Aluga -se o armazem na rua do
Senhor Bom Jems n. 6 : tudo a tratar na rua
acima n 16, d is 6 as 9 horas da manhS.
Grande liquidacao
I ColLar da lt.iinha.
Esta grande loj. de miudez s e arligos deahau-
tasia, vem declarar por esse jornai, q ie esta ven-
dendo por meno^ de 50 0 0 do que em O'Ur.i qual-
quer parte, bem como botinas para senhora, em
p?rfeito cstado, 3*500 0 par, ditaa de custo de 7*.
por 55. tiurzeguins para homens, e um grande
sortimento de ttttimm sela, e outras mnitas mer
radorias e arligos de luxo, que so a vi>ia faz fe,
aproveitem o bem e barato : na loja dc mindezas
a rua da Imperatri'. n. 48
Aos nervosos
A NOVA ESI'EKA.VCV acaba de receber aquel
tea milagrosjs anueiseloclricjs, earn infaliivel doi
nervosos.
Hotel de Bordeaux
Ft1!a segunda va, os senhores dav^dor is ~a este
bo!,'sao convidadoa a virem saliiar seus debitos
ato dia 30 do correute, afim de prevenirem que
suaa contas sejam cotuadas judi.-ialmente, depois
de verem seus nomes estampados uos j:roaes maia
lidos desta cidale. Recife, 2 > de gatetnbro do 1874.
0 admmistrador,
J. Uelsuc.___________
tat3f.ejw.
p-ecisa se de um caixeiro que tenha inteira pra-
do taverna, para ir para uma proxin.a a via-
..v,e.. ^- ... ... ----- irt*; llica do taverna, para ir para uma proxtn.a a via-
,. qiieira vtr 6 rua Uu4ue dc Caxias. n 60 A, UKtm do.Recite a S. Funds*) : "^ rua Dirstia
|psra negocio dc seu psrticuldf ioteeesse^ |n. 13> sa^Ifa quem prPclsS.
Musica nova
Je sais aimer
ROMANCE NOUVELLE
Musica do (Sr. Poppe
Vende-se ni anligi cisa Vignes
I. DHIBAUT
Rua do Imperador n 85.__________
A rosa Priacijie AHrcrlo.
Valtfa para piano
Na loja d utu-ica- e in-trumeot*s de Emiiiu
Roberto, na rua d> barao da Vietorl* n: 17, acha
;e a venda esta lintii valsa para piano, composicao
do maestro Candido Janior
Preoo--l$5QG.
Vende-se por cuiumodo preco um terrena
com 35 palmos do frente e 300 de fundo, con*
uma casa Je tijolo ainda por repartir, em chaoi
proprios, situado no sitio qua foi d i Dr. Feilosaj
na Eacruzilhada de Belem : a tratar a q-ial
quer hora, na caaa das aulieuciencias, ou sua*
proxunidides, ouoi FraaciscoJLftU UiUrao, i raa
fdo Iuipcrador.
Bazar das FauiJIiaN.
Iteis e Silva A Guimaraes, proprielarios de=t
mui imporlaate loja, sit< a rua do Duijue de Ca
xias n. fcO A, esqujoa di eslreita do itosario, no
inluito de salisfazerem sens fregueze=, estao re-
sulvidos a vender por nvnos 51) por cnto do qu'
emoutra qualquer parte ; pelo q'le poem a dispo
si.ao do respeiLiVfl public, e espe:ialmente do
bello sexo, as seginotes f;Z:'nlas com Os respecti-
vos pieces :
Riqnissimas palonezas de gorgnrao preto, rica
mente enfeitadas, pela dimiout preco de38j0i(>
cad i uma.
LiDdis-imas pop. linns, padro.-s inteiramenten.'-
vos, que vendemes p-lo ditninutu preco de 2*2CO
o ovado.
P pelinas de differentes gostos, inteiraim nte no
vidade qui, vendemos pelo prafa de l^6\0 o co-
vado ; e baratissimo.
Popelinas de Jidho com listras. fazenda inteira-
meate nova, qne se *etiilc por 460 rs. o covado ; e
muito barato I
Lindissimas alpacas, gostos novos, mLilo lar-
gas, que vendrinos pelo preco de t000 o covado.
Liudas al[iacas pretas coml islras braneafl, mui-
to Urgas, que vendemos pelo diminuto preco de
1*000 o covado.
8_tim branco maca., f. zeu !a muito superior, a
3*00i) o covado.
Riqoisciroas caixinhas com e.-pelho. cada cai-
xinha ci ntenao uma duzia de lengos. pebs precos
seguin/es : 5/5u0, 6JS000, 6*500 e 7*000.
Riqnissimas caixinhas de madeira enfeiiadas, ca-
da caixinha conlendo uma duzia de meias para
senhoras, pelo preco de 5*500 e 6^000.
Lencos brancos, fazenda muito superior a 2*0'">
a duzia.
L'liiii-siina- cambraias brancas bord.idas com
listras de crochet, faxwida inteiramonte nova a
1*10) o metro.
Riqnissimas saias bordadas para senhoraf, a
6*0i K) uraa.
Um ci'mpleto softimcoto do laainbaa de cores
fazenda muito boa a 200 e 360 r< o covado.
Riquisaimns paSBM de crochet, lanto para pre-
sentes como para cadeiras de gaarnicao de salas,
a 1*500 um.
I'm completo sortimento de alpacas de cores,
a '00 rs. o covad>.
Cambrala tapada, Victoria, o. 26 a 7|000a
peca.
Cunbraia< bordadas com palmas decor?s, a400
rs. o ovado.
Cambraias trassparen'.es muito fintis, a 6* e 7*
a peca.
Cambraias transparentes Nanssuc, a 45000 a
peca.
Um completo s>rtimen!o dj meias de cores para
bomem. a (8*000 a duzia.
Ditas brancas e/n caixinhas, a 6ijO.)
Ditas difas de 4*'0-J, 4*500, 5*0flo, 5*500 a
6*000.
Tualhas WpuJas muito eac T.adi>, a 6JO0O;e
6*500 a duzia
Ditas alcochoad.is imitando liuho, a 5*500 a
dufia.
Gran;kdinas com iistras ai-.etiuad..s, a 800 r. o
Covado.
latlnd j-reu ffao^et, fazenJa muito boa, a 3*
0 covado.
Girtes de casemira, gostoo novos, a 4*300 e
5*00.. o curie.
BramiOte de i.;:!i qualm larguras, a 2*300 a
varn.
Dito de algwiao com 10 palmos de lar-gura, a
1 MOO a vara
Dili de dito trancado, do quatro larguras, a
t*6i)0 a vara.
Madapolao fraoiciz raadrasl" a 6i800a peca.
Dito superior Irincoz, a 6*8^X) a ptg*.
Dil'i inglez, mativilha, a 5*000 idea?.
Dito, tlepUantt, a 4*000 idem.
Um completosortimeusn dirhitssescuras ecla-
as polos seaujnt.s precos : iSO, 300, MO, 30 o
400 rs o c vdo.
Um grande sortimento da chalo de merino es
bimpados coin Kstta3 de scda,a 3*200,4*500.
,3*500 e 6*000.
Duos pretos lisoa, a iWaXaXBB*-
Uai coiiijileio sortimeni) #> algrnla >, de 3*800,
4*000,4B20J) e 5*30J a pe$a.
Aisim como oijiras bttmaaa ruie nio meccio-
dainos os |irec.os e que se vctuletu muito Kar^lo.
Uejs a S.l.a & Gaauwa-.*,
Corram quaflo anus :l grand* pecbincka 1
So na Bazar das Familia.-.
Raa Duqu de Cax'2: a. 6Q A.

i
>
'
x-
m
+
Ai




Oiario de Feraambaeo- Sabbado 2S dc Setembro de SW4.
Fasendas e artigoa de alta
novidade
LOJA DO PASSO
6n Priiiidrt de Harxjo n. 7 A.
Ir Kiaaes A i *afcetecimeato, no louvavel pro-
d-smentirem o concetto qne s
cmsrosos freguezes Ihes tern dispeasado
1de reeeber de sua conta o mais nco sor-'
*'!a' PPPelinas, Hs e artigos de ul-
em Pans, e cooUnaarao a reeeber
l roqaeies d.queha procefleceia : par
haauai a altcueio de seus freguezes e os
a darem nin passeio ao seu estabeleci-
farantindw Ihes qae enetrntrarao a reaii
ue ao aae 6ca dito, e para pr. va-did nm pe
qww roumo, enjo infallivehneBle desperura a
neacao d .pr.-ieudentes.
{azeodas a casa dos freguezes, e dao
; iB' diante penhor. *
AarUcaa de a Ma aovltfnde e
Cortes de ve>lilo de linho guarnecidos de bico
fazenda e cor, trazendo flvella, bolca,
i etc etc
Grande liquidacao de fazemL-.s
BAZAR
N.72. Rua da
m
Ceroulas e camicas.
Imperatriz H72
Na loja do PavSo, vende se ceroulas fran-
N rua Direita o. <4, vende se novissima cal de ceras de todo os tanoanhos para homem a
Lgajyattirrarerey,,.____________________ | lt600f e dJtM de |jnbo Q g^ g^ g
Para o fabrico de chap6os a*?00-. u ; ;
A NOVA ESPERANTO recebeu o arame Wo ^.T^ br8DC*S 00m Peitos de ',g0,iio'
para armac.'io de chapeos. ,8i0ni,'a tana e por estarem um pouco en-
POM
Vende-se pesde sapotas de optima qoalidada
na ma do H spicio d. 73. -
Mendes Guimaraes & lrmaos.1 Vende-se
um scbrado era caixao
VENDE-S'E
e nma casa terrea, site a,
i da fcoleiade ns. I e 4 : a iratar na mess*
TVndo os proprietaries deste esiabelecimon'o resolvido diminnir o gran le d.wsiio ie fa
zenda9, eutenderam fazer esta grande liqnida<;ao, Cjinose vo dos precos abaixo 'meow-nad g :
j lovalliadas a 20,5000 a duzia, ou a I1W00
cadauma, ditas'com peito de esguiao de rua n. si. das 3 as 6 da tarde.
jlmho a 3JJ00O e 35O0 cada uma, ditas
.com peitos e puuhos de cor a 25000 e
Lma propnedade i margem da Caroboa 235(0: a
chapeos para seBhdra, de cores e
Cortes de caa-braia braneos com lindos bor
cores com enftites Ja mesma fazenda,
-, etc. rtc
y \
cap** sMas de armiaho.
Ver^aarijs |iara aitisado.
Hr joi<5irr.is cann'sas b- rdadas para senhdra.
LevjaiLi 4* maJreperrla, para noiras.
Bicas c Jchas de eda, para eaameato.
u ztte de fcU, UniAt cottf.
o Je seda l.ranra e dito preto.
i ie driicals palroes.
Marao j.- roia? as eores.
np!-s pretus e de cures. --
Vctalc pieUi e damasco de geda.
raaadSne jreia e de cores.
FJi 4> seda hrarrco e preto.
Kcas birs'jinas Casac de nvrino de eores, 1$, etc.
Wa>tn braiieiras.
Cayrflas e manias para noiva.
^sstnia de cores, ditas marfposas brancas, de
i las e forladas.
4o bosjoe (oovidade).
Pjcslici* Je qoadros, listras, etc.
Tr.as de iiaiio para vsstidos.
Fastie 4e n res.
bjrdadas p^ra senhori.
scriiTento de camisas de linho Hjas e
aartaaa?. para humem.
IIi* de cores para bomem, senhora, meoinos
xeaiaas.
SartiojeBto de chapeos de sol para bomens e
Chitas l;,rgas a 160, 200 e 280 r<"is.
Vende-se chitas franeezas e Unas a 120,280 e 320
o covado.
Laziahas a 120 reis.
Voade se lazinhas para vetid(S a 120, 2i0, 320 e
400 reis o covado.
Chita3 pa'a enbertas a SS0 reis.
Veode se ehitas para coberlas a J80 e 360 reis o
covado.
Alpacas de cOres a CiO i t-is.
Vende se alpacas de cfires, flnas, para vestidos de
senboras, a 640 reis o covado.
Metim de cores a 320 rri*.
Vende-se metim de cores para veltidos de senho-
ras, a 320 reis o covado.
Cassas Unas a 280 reis.
Vende se cassas franeezas. finas a 280, 320 e 360
r6ts o covado. *
Cambraia Victoria a 3*000
Vende-se cambraia Victoria para vestidos a 3i,
3*500 e 4JC00 a pec>.
Cambraia transparente a 2 e 3|000.
Vende-se pejas de cambraia transparente a 3J,
3*500, 4J e K$.
Coriinados a 14$000.
para
los Kemedios, uontendo barro para toda e
qualquer obra, com uma gran ie olaria,
ca'ris n8Sa viveu'Ia e tres viveiros com peixe*.
raeltc-sc fazcr todo e qualquer negocio :
Cortes de cambraia
a tralar com Delfim Lins Cavalcante Pes-
soa.
bcrdados para camas a Hi'
Vende se cortinados
iii* e 185.
Ganga amareila a 100 reis.
Vende se ganga amareila para vestidos de senho-
ras e rear a pararrreninos. a 400 ris o covado.
Rrim de cures'a 4(0 i,.s
Ven>i = brim prda e de eurcs
400 reis a covado.
Tualbai para ro.-to a 700 reis.
Vende-se icalhas de linho para rotto a 700 c 800
reis cada uma.
Cliales de la a CiO reis.
Vende se chales de la de quadros a CiO reis, lia-
lesde metim a 1*160 reis, chales de m rin6
S>0 Vier?1" de menr;6 ***&**> a 0'.Myde aceniolranco e de cor, eom flo-
400 reis.
Cortes de casemira a 5/000.
Vende se con s Je casemiras Unas para calcas a
SB, 5*500 e 6*
Cortes.do brim a 1*400. ii f n
Vende se eortes de brim de cure: a i*400. Dit03 uHlInCfnU' K \
de brim da .Ang.-la a l*-00 e 2*300.
Cubertas a 2*000
Vende se coberlas de obUas de euros a 2*.
Colchas a 2*0(0
Orgmuiy.
Lojade fazeodas
U
Meriaas de cares para vestidos.
Hit pet* maraao e de verao, bombazina, can-
5 .alps-, rtf. e:>r.
AtoaSudo de Imho e algodSo para toalhas, e dito
A" rua do CRbu^a
Os proprielarios da Predilecta
conservar o bora concerto qne
respeitavel publico, distinguindo
mento dos mais qne nogociam
Vende se colchas de fusiao para cama a 2*, 3* e
Paletots a 3,QCH rs.
Vende se paletots de alpaca pr!ta a 3, 3.60
o.OOO rs.; calces de casemira pro(a> de core
lees de casc.-nira oreta e de cores, e ontras
tas ronpas feitas baratas e fazenflas rjae est
qnidando no Bazar Nacional, a rna da 1m
Inz n. 72.
W BOM SAREB-SE
Que a NOVA ESPERaNCA, a rua Duiiae de
; 0 antigo barateiro cootinila a vender por menos
do que outro qualquer, com a franqueza e sin-
cendade ja conhecida.
Lis de cdres a 8Ce:240 rs. o covado.
Las pretas saperior, a 40 r^. o covado.
La e seda, fazenda de 1*400 por 7(0 rs. o
i vado.
Chitas de cores a 240 e 280 rs o covado.
M*iins de eorps a 180 rs. o covado.
Cretones de padrSes lindos e modernos a 400 e
440-Ts. o covado
j Bapti.-tas de lindos padnVs a 400 rs o covado.
Cambraias de core- uifudas e grandas a 280 rs o
covado.
Ditas pretas com Oores a 200 rs. o covado.
Caaibraiaa bra: c;.s, bordadas abertas, fazenda
mais Una que lern vindo ao mercado, e" fazenda
de 2000 o metro, por I *rXM) a vara ; e pe-
oimttha.
pela facil applicnrao das
SQNDAS QLIVAES
fua .la Imptrttriz n 60 de Fe- >a loia do PavSo vende-ae corles de cambr^ie
Hi Pereira da Silva transparente com babadas largos, tanto brancoa
----------------------1____!_______________________ como de cores, por baratos pre:os, por terem a|.
Cora d;;s estrejlamento d'urelra r^g^ffo,0^*,.""da lmperalr" "";
Engenhos em Mamam-
guape."
Vende-se us teguiues:
Borra,
Pregulfa,
e Patricia
A tratar com sens proprietaries neta cjda4e
gara^mformacSes com Joaquim Pinto de M.
na mesma cidade lo Mamamga*w
-so IrmScs A C.
DE
. GONMA ELASTICA
As mais modernas e perfeir;oadas de todas
as conbecidas
Vendew-se
NA
PHARMACIA E DROGAIUA
DE
Bartholomeu & C.
34- Rua larga do Rosario 34
reiies Filbo
Gortinados para camas i
Na loja do PavSo vende se nm grande sortimen-
jto de eurtioadds bordados proprias para caroas e
: jaoellai, pt-lo barato preco de 8, 9 e 10,000 rs. o
eo-1 par, assim como cJchas de damasco para camas P* DC,V> ''e boa qualidade, tern para vends-
|de noiva a 10 e 12,000 reis-e pecfincha : a Baf | rua da Imperatriz
silva.
Attengao
Salsa parilha
Salsa parrilha
Salsa parrilha
o. 60, de Felix Pereira da
;4-Ilua larga do Rosario 34.
Fentes girafe.
Pentes girafe, prflp'ioa para senhora, ( ultima
rnoda) : a M.ignolia a rua Duiue de Cax as zi, 5
e m5Mjatm lem.
Papai,
veem scientificar mm seiu'boiis fregu"eie7qi!e"pre- I PWfji e prr eaa ra,io -N0"V'A"'E'SPERAXcTC KSir?lf>.^J,,'h0-?lir m.V-- .COvado
veniram aosseus correspondentes cas divereaa par- i a raa Du(!ue ^ &* n. 63, convfda a sua 6oa >dPo "ni.ea verdade.ro, 24 jardas, a 6* e
de. li.
rial d> linho branco e de cores.
?rti3* de !indjs eorta com listras.
Chales it merico de cores a pretos
Date de t uqoim e ditos de casemira.
Cacisas de ch.ia para liouiem e ditas de ila-,
CeroaJas de liahc c ditas de algodao.
Pzaam de crochet para sofa, cadeiras, etc.
Lrnces bordados e ditos de latyrintno.
Bins cortes de vesUd s de tarlaUna, bordados,
;-i.ra ^siles, e tariatana de todas as cores.
Cricbas de dzmasco de U, e ditas de crochet.
Esaaita-.c* Uses e bordados.
F" oiard de seda, liidas ores.
Ibaas de seda para senhor.-is e meninas.
'-asem:r2S pretas e de core*.
Popelfnas.
-*** artifo icm- n.n varialissimo sortimento,
** so eta gito como em qnalidade.
Las
jaza b-Tas de ? i.l-i, J:tas com palxias bordadas,
aiiiaau eaeoutras muilasqualdadss.
Lotas
peaBea brancas e de cores, do verdadeiro fa-
'ji.ao'* Joavin.
Finalmonlc :
Ofttet nara s fa, cadeiras, caroa, entrada, etc..
na*i us araaeas, chitas de todas as qualMaies,
aaiap^ih'ie*, e*guia>, :reanhas, bramantes, a'go
Bat, c Ibrinb..*, paah, m^ias para homem e
eaaura, pna'ir.s e collarmhus braneos e de c6
e para senhnras, gravatas para homera e senho-
a. paiaa aaraadoc, leacus de linho braneos e de
aa\ --" -ati.i.raia d; linho, laaibaf, par-
taaiy. paoiio lie >. etc, etc.
L ja do Passo
Rua Pri neiro de Har{0 D. 7 A
antiga do Crespo.
gas d'Europa para Ihes'eoviarem por todos ospa-1 e enstanre freguezia e com esj.ecialidade ao sexo
quetes os objectos de laxo e bom gosto, qne se-' smave|. a aMtareai na, a lira de apreciarem ate
jam mais hem aceitos pelas sociedades elegantes an'le l,oca pnreor d'arte.
daquelles pabves, visto aproximar se o tempo de A XOVA ESl'ERANCA nao quer c.lrar no nu-
Tesu, em que o bello sexo desta linda Venexa mero dos massante3 (verdadeiros azucrins) com
mais ostenia a riqueza de suas toillettes ; e co- ex,enso? annoncios e mm pretenJe dvscreVer a
rao ja recebessem pela paquete francez diverso 'fflmensidade de otjeclos que tem expostos a ven-
rtigos da ultima moda, veem patentear alguns da> d'entre ellcs qne se tornam mais recommendaveis, a mencionar alguos daquelles de mais alta novidade
esperando do respejtavel publico a costumada e tonia a. !'Dcr ade ^e aeonseftar ao bello sexo,
concurrencia. ?ae vi.-item c<.>nstantemente, para depots que
Aderec,os de tartaruga os mais lindos que teem comprarem_era ouira qualquer pane rao se arre-
vindo ao mercado. penderem, a vwla do bom e etculhido sorlimeato
Albuns com ricas capas de madreperuia e dt 3ae ha em di, e*tabelecimento, gjla razao tarn
velludo.
os
Aderegos corapletos de borracha pn prios para ?em ,^ae d& um passeio a NOVA ESPERANCA, a !
7* a .peca
Algodie T, largo e superior, a 5* a peca.
Oorgorao preto de seda para testido e para collete
a 3* o cevado
Tualiias grande? a 4*500 a dutia.
Colcbas grandes a 3* uma.
Lengoes de brarnaote a 2* um.
Cobertas de ganga, forradas, a 2* e 3*.
Lenci>s de linho, fbanbados e em caixrahas a
3*500 a duzia.
Ditos do cores a 3*500 a duzia.
E ouiros
S6 na rua do
se amostras
mamai.
Cumo sao Hadas as bunecas de ctra que cha-
mam papai, mamai, eh. ram, andam, etc. So na
Magnolia a rna Duqae le Caxias n. 45.
Gaiola?, gaiolas.
A llagnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
cebcu gaiolas de aiame de lindissimos molelos,
proprias para passaros ; a ell is act.-s que se aca-
bern.
LiiViiS linmas
. de Jouvin : a Ml gnolia, a rua Duque de Caxias
; n. 45, e" so qucin as tem fres -^.s.
Para senhoras
jrnas as gravaiinhas qne
a Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, acaba
i de reeeber I
i&^haff&S^i: Sedinhas a 1^500 o cov do
s. \euham antes que se acabem : na loja do Pass-
, sendo diversos tamanhos e baratos pre- b^m derao.n-ctra que qualquer senhora do bom torn, f!hrf*aa rlppocimirn a A.& t
v nlo podera completir a elegaucia de seu toilet! Ut5UlbllHIi ? oao ^mnlMni A* V r.v-,... K rv ____- St'-01 lllll' ill' MDl :::;*..::. v. VilV\ (TCDPQAVPt A /) X A .A r\
t cola as senhoras.
V M.-gooiia, a raa Duqae de Caxias n. 45, par-
< pa a bello sexo qne acaba de reeeber da Ea-
"opa, am complcto sortimento de artigos de ulti-
ma rcola, e MM acha desnecessario fazer um
aaadobbo anuuncio, por ja ser bastante eonhe-
Maa, e capri<-har sempre em ler bons correspon-
leaies, -en-Jo a pr.meira que apresenta o one ha
as mais moderoo e por precos mui razoaveis, por
*o limita -fe a deserever somente o seguinte:
S**tm donradas.
is* le curts, tanto de seda como de geipure.
i-ra^acs doarados, de madreperola, marfira, tar-
taraga, 0S.-0, etc
aaMaUts de bai'e.
*"* iies. diversos artiges proprios para pre-
aajaa.
a4lBAaa e punbos.
al para missa, com capa de madreperola,
aft*ri-23. inarfim, v^llado, pic.
*aa>aitihs de Bata pa>-a baptisado.
CaniKas bordadas psra senhoras.
lagaa as seda.
rnmjaii m< saicam.
Mtwioa d< tanarnga.
Voltaa'de nudreperuia!
** de madreperoia.
fti-res fiara cabeca.
de velludo.
in*nrias dos mtlUorcs e mais afarcados
faaiiiwit j.
de sol para senh. ras.
4e veilnd de todas as cures e largur. s.
Moscas.
j_ livrar vos I -it-- malditoi iBMMNMl com-
|ai aasa m.china de laatar moseas por 3*000
aa M.-'gji-.iiia, a raa Dupae ds Caxias n. 45.
Cal vice.
A laywaa, i rua Du pie J& Caxias n. 45, ven-
de er4adM:o Vigor de Aver, que impede a
aaa* das cab-Jlo-.
Sardas e panos.
1 ?a;das e paaos quem qner; porque a
, a raa Da ,oe de Caxias n. 45, tem para
verJadetra Cuticuleria, que fa* desappa-
"-achas em poacos dia?.
^aWTesfofcerta
Curativo das molestias do
peito pelo
tie suluhUo de seda
A. BamSBT
tie rafJicjraenio qne acaba de ser
prfos dis'Jnctos Drs Zalloni e Parag-
on md^deiro --pe iQco contra a
***a*d< provaram i/r.s grander name
- e*y*' V*' '''" experimetilados, como se v6
aa es-a da acadenaa de Paris de 24 de marco
"ntra-se unicaraente no
,' '' -> h.-.r:n;.?i- c -Jr Mrf*
de
Sgwfcalmear 4 C.
.n. Ba> | mTiSaZlS^^ rua da Ponte Velha
luto, tambem se vandem meios aderecos muito bo-
nitos.
BotSes de setim preto e de cores para ornato da
estidos de sechora ; tambem tero para collete
nalitot.
Boisas para senboras, existe um bello sortimen-
de seda, de pal ha, de chagrim, etc., etc, pur
barato preco.
Bonecas de todos 09 tamanhos, 'anto de lone*
como de cdra, de borracha e de massa ; chama-
mos a attencao das Exmas. Sras. para este artigo,
pois as vezes tornam-se as criangas um pouco im-
pertinentes por falta de um obiecto que as en-
tretenham.
Camisas de linho lisas e com peitos bordados
lara homem, vendem-se por preco commodo.
Ceroulai de linho e de algodao, de diversos pre-
i(8.
Caixfnhas com musica, 0 que ha de mais Undo,
com disticos nas tampas e proprios para presen-
te
Coques os mais modernos e de. diversos forma-
(OS.
Chapeos para senhora. Receberam um sortimento
da ultima moda, tanto para senhora, como para
meninas.
Capellas simples e com veo para noivas.
Oalcas bordadas para meninas.
Enlremeios estampados e bordados, de lindos
-tsi'nhos.
Escovas electricas para dentes, tem a propria-
iade de evitar a cai ie dos dentes.
Franjas de seda pretas e de cdres, exLste am
g-ande sortimento do divercas larguras e barato
yrerjo.
Fitas de atria, do gcrgnrao, de setim e de cha-
i>?loe, de diversas larguras e bonitas cores.
Fachas de gorgurao muito lindas.
Fl. rt-% arlificiaes. A Predilecta prima em con-
ervar sempre nm bello e grande sortimento des-
tas Cores, nao so para enfeite dos cbellos, como
rua Duqae de Caxias n. 63, a qual sraba de "reee-
ber osseguint:s artigos de luxo einteiia novida-
de :
Modernas setias para premier os cabeilos
Primorosos leques ,'e phantasia.
Bonitas sahidas de baifes pan senhoras
nas.
Inleressanles gravatas para senhoras.
Elegantes fachas de tonquim.
Bons adertcos de madreperuia.
Delicados sdere^os prelos de pufi.lo e borracha
(gosto noV().
e 6^000.
avfo, vende-so
a rua !. de Marco n. 7 A.
(xrande liquidacao.
j de miudezas e chapeos : no novo Bazar, rua
Marqoe' de Olinda n. 53.
do
Na loja do f'avro, vende-so cortes do ca-
.semira para calca a 49, 58 e UJJOGO, ditos
jtiiuito (in sde uma s<3 c6r com listras to la-
e meni- j do> fozwl'i , 105000, liquida se a 0^000 para acabar :,
ii rua da Imperatriz n, CO, de Felix Pereira, aS (ieSejauaS laZUlhaS a 200
, da Silva.
CHEGAII
i Vejam e admlrem.
A 500 rs. o euvMiio.
0 barateiro dn rua da Imperatriz n. 60,
. vende popelinas' pretas com i'slras asf.eti-
n8das pelo baratissirno prego de 500 rs. c
covado. para acabar.
Luslres, candieiros e
aramleliiis.
A empreza do g:,z, taodo re.-ebido uliin-.anvt.-*
, uma quautidade de luslres, candieiros, arand^(''a^
glor.os etc. etc., tudo obra de gosto e d^ primelrt
qualidade ; acha seem posicao de papprfr a teat
l freguezes, por precos men res do que antigarie?-
I le. Para verem as amostras, dirijim-se a rua ii
Imperador n. 31.
Fiambres
Tem muito bons a Ataeaablea do Corrrn. rcio s
22, a do omrrercio.
Salsa-parrilha do Par&
Tem para vender Antcnio Luiz de Oiiveira Aie-
vedo, no seu esoriptorio, a rua do Bom Jesus 3-
mero o7.
Aos cigarreiros
A NOVA ESPERANQA vende papel de
propno para cJgarroe. de diversas largorac
totM
Altenclri!...
rs. o covado.
Rua do Queimado n. 43.
(.lefronte da loja de chapeas da Pracinha )
wrdovao; vende a NOVA ESPERANC\. a rua Du- E L^zrahas a imitacto de seda com riiiuissimos
ana Ar, f .,!.. i-l n*HpS^o <*l"l" ~ -
ambem para ornato de veotido de noivas.
fia!5es de algodao, de II e de seda, braneos, pre- qualidade, limpeza e promptidao.
os et de diversas cores. Enfeilam-se Ii mbres, holes, paes-
Gravatas de seda para homem e senhoras. deijas, tudo pur precis razoaveis.
Lacos de cambraia e de seda de diversas cores I A"ialegra-se a vitta e satufax-se as cxigeucias
para sennora. ?rj paladar.
A confcit na do Lampos, slta a rua do fmpera-
dorn. 24, Uiiico estabelecimento de-tegenero nes-
la proviucia, p-oporciona aos htbitantes della as
maiores vantagens
E se nao vejam
uma pessoa quizer tudo quanto eo ne-
cossario para
Um casamerto
I'm bapiisado
Uma pariida
Ura cha para visitas
Um lunch
Um lauto jantar
Nao torn mais do que ir on mand;r a cou-
feitaria do Camp s, rua do
Imperador n. 24
Alii tambem >e en. arregam de bouquets tlores
e folhas para casamento : assim como, de doces
de todas as qualidades para embarqucs, e tem
sempre preparados !ia mbres inteiros e a retalho,
pa^teis de diversas qualidades, empadas de cama-
roes e de carne.
De tudo que alii se vende, garante se a boa
oil.* ia limnAin -..iMt.
de-io e ban-
E' ecoiiomico.
Graxa glyceiina prrpria para a cnnservacao do'
rdovao; vende a NOVA ESPEHA?""
iue de Caxias n. 63.
Salsa parrilha
Muito nova e grossa.
Vende-se por barato preco, em porcao ou a re-
talho : pa rua larga do Rosario n. 34.
Espartilhos. ~
Na U.ja do PavSo, veude-se espartilhos
padioes a 200 rs. 6 covalo. So 0 43."
amostras. Veuham antes que se acabem.
Dao-se
I Chocolate hespanhol
muito Sin", tem para vender na Assembled do
Commercio, Meir" & Lima, rua do Corr.znercio nu-
mero 22.
E baralissitno.
Ittenqao.
preco
ver e
d rua comPrar : na rua Duque de Caxias n. 88, loja de
la Imperatriz n. 60, de Felix pereira da Dcmetrio Bastos-____________________________
r88"- Vende-se
na rua do Vigtrio n. 19, priraeiro andar :
j Vmho do Potto engarrafado, era barris e em
e, garante se a boa qualidade do vmho poro das ancoretas.
qumtas do Lima, dts campes da Beira, superior! Cera ern vela?, de Lisboa, superior qualidade.
ao da bigueira, c so se encontra no armazem de : Retroi do Porto.
Jose Fernanies Lima 4 C, a rua .0 Bario da! Cimento Portland, legiiimo
ictona n. 3, seus successores. ,----------
toque de mofo a ICOOO 0 covado
Estd se acabando
Lustres e arandelas de vidro
paragaz
Na grande exposicao da iua do Imperador a.
L.gas de seda de cores e brancas bordadas pan. Sil na Pnnfoif- via Ar\ PoTnnr.D ^m^'f^ ^CKPt,^ *.nP*r dogaz, ven- *, para raaDguoza, a9paU
oiva. v 00 Uti COnieil^ 1 la OO UamDOS ^em e os &n bon.tos e modernos lostres e aran-, vello n. 25, casa de azuleio.
Fariuha de milho
Vende-se farinba de milho moida a vapor, fiia
riamente, da I* qualidade, para cuscus, 12patacas
a arroba; da 2', para cangica e pio de provenci
a 11 pata:as ; da 3*, para an.d, a 10 patseas ; da
" paUcas : na rua do Coto-
VENDE-SE-
Na rua do vjgario n 19, vend^ se 0 segoiale :
Cimento de Portland, em primeira raao/
Vinho do Porto, engsrrafado, finissimo, eaa<-i,:-
xas de duzia.
Dito dito em barris e ancoretas.
Vinho Sherry, inglez ern ciixas de duzia.
Vinho Colkues em ancoretas.
Cera em velas, do Li.-Loa.
Cera era grump, idem._________
Vetde-Sd duns paries de uma cas^t terreaT
sita a rua Velha n 79, com rauitos bons eoEEj-
dos : a tratar a rua da Conccitao n. 60.
Bramante p.;ra Iencoes
a 0800 2#000 e 2*500
Na loja do Pa*ao vende se superior braraani*
para Iencoes, corn 10 palmos de lurgura, que are-
nas precisa de 1 vara 1/4 para um len-ol, sendo
de algodao a l.sOO rs. a vara, dito mais eu-
corpado a 2,000 rs., dito de linho puro a 2,500
2,800 rs ; assim como atoalhados superiores, tan-
to de liuho como de algodao, porprecos muito era
conta, e peeas de algodaozinho para lnciiese toa-
.has, lendo de 4,000 rs. para cima : ;i rua da Im-
peratriz n. 60, Je Felix Pereira da Silva.
B "^ Assemblea do Cooiuiercio ^ssrass^srsasl**!
Livros para ouvir missa, ccm capas de madre-1
perola, raarllm, 6s bom.
Pentes de lartarnga e marfim para alisar os ca-
beilos ; teem tambem para tirar caspas.
Port bouquet._ Um bello sortimento de madre-
perola. marnm, osso e dourados por barato prego.
Perfumarias. Neste artigo esta a Predilecta bem
provida, nae ad em extractos, como em oloos
banhas dos melhores odorcs, dos mais afaraados tem Para vender o seguinte :
fabricantes, Lonbin, Pi ver, Soeiedade Hvgienica,' Cinco minutos da a'.tencao -
Coudray, Gosnel e Rirael ; sao indispensaveis para Doces seccos e em calda
delas de vidro para gaz, a-sim como tudo o mais'
Pistdo.
preeos sao mais baratos do' que em < iit'ra qualquer Eustio branco para roupa de meninos a 300 rs.
Rlia dn Cf\mmam\i\ n 99 par.Ie. e ^ra a vantagem tine eodeno do estabe- c"v?d01; Pechtacha : na rua do Crespo n.
liUdi UU \jOIlimerCIO IT. &L lecimento mandar assentar cs lustres ou arande-, lola do ^ui'heerra A C.__________
Jfcira k Lima
03 proprietaries avisam a seas freguezes qne
a festa.
Saias bordadas para senhora, por commodo
preco.
Sapatinhos de la e de setim bordados .para bao-
risados.
Tapetes. Recebeu a Predilecta ura bonito sorti-
iiento de diversos tamanhos, tanto para sofa co-
mo para entrada de salas.
Vestimentas para, baptisado o qne ha de melhor
gosto e os mais moderno t receben a Predilecta
de or ar:to preco, para Hear ao alcanoa
lualquer bolsa.
Cura das hernias, pelas fun-
das de borracha.
As melhoros e mais aperfeicoadas das ate" hoje co-
nhecidas.
Vende se
na
I'liarmaeia e Drogaria
de
Barlolomeo dt C.
A'
** Rua larga do Rosario 34
Vaccina. Vaccina.
Empadas de camarao
Fiambres preparado
Salame de Lycn
Todo bom.
Bolos inglezes
Fructas preparadas
Vinhos superiores
Cerveja gelada
Tudo bem.
0 bom caf6 de Moka
I'etiscos e bons bocados
Na assembled
Se serve com agrado,
Todo bcm.
Bolinhos para cha
Pudins, paes-ffi-16
Charutos da Bahia
E jrigo de doraino.
Os donos deste estabelecimerrto avisam a seas
freguezes qne nao sao- egoista3 e promettem ven-
der barato, para vtnder ranito.
N. 22 Rua do Come rcio N. 22
Armazem daAsemblea.
las no lugarque o comprador quizer, sera que para'
isso pague alguma consa. Tambem se eompra on i
troca se lastres e awndelas ja usadas. mas qne : f.ichas hamburgaezas estr-jam em estado de poder servir. na ni2 do Marouez de iMDda '.SI
As unicas verdadeiras
( al deLisboa
j Vende-se um tern-no com 200 palmos de
, frente e 250 de fundo, tendo edificada uma casa
\ende-se cal de Lisboa : na praca do Corpo',de madeira no fundo do mesmo, confute ao ce-
ar. escriptorij de Joaquim Ro- mlterio publico, em Santo Amaro: a tra'ar no
mesmo a qualquer hora do dia.
drig'es lavarr* de MeUo.
Novidade!!
As almofadas bordadas de la matlsadas qnt re-
cebeu a Nova Experanca, a rna Daooe dc
Caxias r e\
t---------------------------------____________________
Aos metiitios
A NOVA ESPERANCA, a rua Duque de Caxiar.
n. 63, acaba de reeeber um bom sortimeut* nas bonecas que fallam, que riem se e ctiorav ;
tambem astern muda? e sordas ou sardas-mudas
venham ver se n?o & itrdaie.
E' com as noivas
A NOVA ESPERANfiA, rua Duque de Caxias c.
36, acaba de reeeber boa- meias de seda propria*
pera noivas, e os apreciaveig ramos d^ hrangeira
Cartes de casemira.
Cortes de casemiras finas, gostos modernos, a
5^300 o corte ; a erles antes quo se acabem,
pechincha: na rua do Crespo n. 20.
Guilherme A C.
:ja
Casemiras
Na loja do PavSo vende-se am grinde sortimen-
I to de casemiras de cores e me9cladas, tanto claras
Venham antpq HUP SP qoqVio ? f.m0 escura?- PrP"a9 par* calga; paletots e co-
cima ill dlllCb que Se acaOe I letes por precos muito baratos, assim como no
Madapolao francez flao a 3-*20O, 6^000 6* e 7i mSBio estabelecimentos se manda fazer qualqner
a.peta. ,obra tendente a alfaiate, com a maior presteza e
Dl'.'oglw, fino, a 34i00, if, 41800 5*000 e Por prejes muito razoareis : a raa da Impera-
o*500 a peca. triz n. 60, de Felix Pereira da Silva.
Ajogo bora a 3^,oo, 4,000,4/500 e 5,ooo j Liquida9ao de roupa feita
Chtos claras^e escorav, a 240, 360, 280,300 e 320 | Na loja do Pavie Ihuida se nma grande por-
rt;t, iJZa0' c ^ cao de roupa para bomens e meninos.como sejam:
vidn. a 30 e 32 rs- co''caI?as de casemira8 Pretas e de cores, para todos
i si \t os pregos e qualidades ; ditas de brim de An-
'ponezas a 200, 220 e 240 rs. o covado. gofa para diflVrenles precos ; ditas de brim de
a
a taverna sita a rua
j muito afreguezada :
Rosario n. 40.
do Barao da Victoria n. ti,
a tratar na rua e.-trtita &;.
biuiu ii. i i "' "" V"" e"ra v"a u,ur|cu (jic^os uiias ue orim ae
oapnos ae charlote e de casemira, para homem, cores, pardos e braneos; paletots saccos, casacos
Dito de'dim onn i e fraks de pauno prelo e de casemiras de cores;
Laazinhas baratas.
Na loja do PavSo, para Hquidar, vetule-se
ffiinSt*!0'. Sara menino\e n>cnina*,a I#800.' coletes de "todas "as qualldas, "por precos'bwa
M bm I. a 9uahdaaes, para homem, a, tissimos, assim como grande porcao de camisas.
iiHr^di' ,* 3^300 e *t at. Para menino a ceroulas por menos 3 0|o do seu valor so para
uma puirao de laazinhas de
Tendo o Sr. Dr. Jose Lourenco de Magalhae,,! v^tldos 'tendo de 320
montado na corte ura completo servico deste ar-1 '.esuaos Jfnuo a
: :.... j-----,._.. i sim como ditas
tigo, tem aqui aberto nm deposito da melhor e i
mais recente, enjos to bos se enconiram na
Pbarrraeia e drogaria
A'
34-rua larga ao Rosario 34.
ps. para cima
i*8C0nm .
Co*r^'Dhi de linho a U a dtiria, e de papel a
cores para i 0 rs a duzia.
'-.,' on,ras mnitas fazendas
jj.i~ -- "-uiios idzeunas i|ue se vende com 30
stras -desedn m'iHto'K,nOjSw-08-de-^-?a,or-' "* raa do Livra-
bonitas a 640 rs. o covado ; aJpacas de c6-
res com listras de seda de 640 rs. para !
cima : & rua da Imporotu'z n. 60, de Peli*
'Pereira da Silva,
Penleados
de nova invencjio.
Com-am peoteado destes pentea se uma senho-
Aproveitem
0 PARI*NAMERICA, a rua Duque de Caxias
n. oy, primeiro andar, esta vendendo calcado pelos
segumtf s precos: ~
Botinas de duraque para senhora a 3.5O0 reis.
Dilas de dito preto a 4,000 reis.
Ditas de dito com botSes ao lado, a 4,000 reis.
sooortPsp "no a!t0' para 9eBnor3' *
Ditas de pellica, ingleia, a 4,000 reis.
iSn*3*-"* dara iw^Tst,* '"- - ' ., i V rructeiras, por prego c ramodo, sito a rua
aprOVeitem. I jk^Pmo Antonio de Lima, em Santo Amaro :
a tratar na taverna n. 70 da mesma rua.
toja do Una Cooaano A 0.
Salame de Ijon
A l.(SOO a libra
acibar : a raa da Imperalrizn. 60, de Felix Pe-
reira da Silva._______* ___________ ,
Chapeos para senhora.
A loja da Passo, a rua Primeiro de Mar^o n.
7 A, lecebeo ura rico sortimento de chapeos
para senhoras, pretos e de cores.
12 Rua do < 'abug& 12
LIQUIDAgAO
de joins de euro, paata o pedroS preciosas.
Ouro de lei.
Correntes do ultimo gosto, a oitava
Alfioetes para retrato, circulado de
perolas
Idem idem idem esmeatladas
Idem idem idem robins
Relogios de prata bem dourados, de 15J a
Relogios para senhora, de ouro, de 404 a 80*000
Ricos aderecos com pedras finas ccm
0 0,0 de abate.
Bonitas pulseiras do nltimo gosto com
i o0 OjO de abate. .
Brincos de phantasia dos mais bonitos
5*508
So*000
801G08
85*0 0
10*008
qae tem vindo ao mercado, de 15* a
'oltr
Voltas com nm bonilo laco, por menos
do que se vende em ouira pane.
I Bonius eacotetas, tanto para senhora
c. mo para homem.
I Anneis de diversos feitios, de 2* a
60^000
So na AhSemblaa do Comiwrcio n 22 rna do ^Jeaic:se cnitd3 'D8lezas PrelaS com [
Commercio, MriSi Lima im ">***. franceza muito flna.ta.
---------- ae"a <* ^"a.--------------------------^ como com pillU, de 320 fan ein)a .
A 120 rs O ffvadn preto a 800 rs. e muito lino a 1,0(0
nt.^. COVdUO. zinas, princezas e alpacas de todos
a raa da ImpeTatriz n. 60, vende-re para aca- lazinhas pretas lisas de 400 ate 500
PAR A TTO i AnDe'9 de diversos feitios, de 2* a J0*X
Pulseiras de cobra de coral por 50 0,0
plnlaaa* de abate.
anto lisas, Tendo o proprietary deste estobelecimenta reee-
cantao bido uma grande porcao de joias dos nitimos gos-
i,0t) rs ; bomba- tos de Paris, e por preps ja resumidos, particJta
os precos; a t0(j0, 0, seas freeaezei, bem como ao resaeita-
ra em dons minutos, e acha se decentemente
penteada para um soiree, um baile, assistir ca
samento, e para ser noiva tambem : vende se pe
I. Ml?,nMkpreco d.e .235- cada um>6 n ca' I rhtT*m mrthor pech-ncha larkol eiii
sa de Odilon Duarte & Irmao, rua da Imperatria Imperatria B. 60.
!"-.-. \-"-------- f"-~ == ;w aro aw rs. ;assim vel publico. aue se~acha sem; re prompto a servir
^."".aE?!'*5 qiantidadeJe las, restos de di [come nma grande porcao de retalhos tanto de com toda a exacHdio como costnma ; certoa da
versos scriimeetos, desde 1J0 rs. ate 500 rs.; no chitas pretas como de
b tanao-.e que, qaando havla sortimentos comple- prcpos baralissimos ; tambem uma grande porcao li^rto
|tos. se vendiam a U280 e 1*600 o covado, ha le chales preto; de lb a'1,600 rs. por estarem nm _
'S.S.-.Jan'nade em Pa,r5es. s Q'le prfmelro pouco rnssos: 4 raa da Imperatriz n. C0.de Fe i
: chfCarem m hnr wl las, qae se vendem por qa'e passara nm recibo, pelo qual fica respoaaaLi-
pela transaccio.
n. 82, primeiro andar.
~" Vendel-e um teireno com 62 palmos de fren
yuf..n How' Si C. vendem ao sea annaur
a rua de Lomrnercio n. 14 :
verdadeiro panno de algodao azul aaencano -
Eicellente flo de vela. ^^
Cognac de t mialidade
a Vinho de Bordeaux.
Carvao de feira de toJas as quaJidadea.
n^ini "~ i Camisas franeezas brancas de algodao Una com
L/OCC/iaS para CamaS '(ruadecor a 2*00euma, era duzia a J3^000,
Naloja do Pavio vende se colchas de fu*iao fkPtihiniha,: ^ raa do Crespo n. 20 toft* Qtti-
brancos, para cama a 2,500, ditas de dito de cor, me
Para concertar meias
j a 4,000, cobertas de chita e de cretone, de 2,500
; para craa e ditas de metim escarlate forradas com
j madapolao a 5,000 : 4 rna da Imperatria n. 60,. A NOVA ESPERAJJA, a rna Daque *
I de Felix Pereira de Silva. n. 63, recebeu (Jesta necessaria linna.
&
I


Jiario de Pernanihuoo Sabbado 26 de Setembro de 1874.

ASSEMBLE* GEHAl
CAMARv DOS DEPUTADOS.
REFORMA ELEITORAL.
(Continuagao).
O Sa. NimsThO Oi Imperio : Sao ha,
St. pr*si l*ale, prop il de uil'-jii'J^r-iuu ? I
.4 p-iuca cnicldade tir insiauar sc pKraute
a cj-ojim. peranto u paiz, que este ministro
^wr. iaca eritou a luz a pr.tvica. quo cxpue a sua vida o mais
JM iri rrmr BjIiou em man-jos igno
b** infamautes de raspadoN de acta ptra
)hi- o que se decidio iicsla casa ? (Apoia-
dos, mutto bem;. I'o-le a'gicra, tern algum
aVfHitalo o dircilo de dizer a urn homem
am qae islo sc fez ? Nem ao homem mais
wdwarin se lanca em face uma accusacdo
aViti urdeml {Muilus apoiados ; inui.u
bee,- Equandu m.'iho lance, a ubrig.igdo
do bomea leal c bom-ado e evhibir-lh ira-
e-titUaaeoU; a prova, que ndo p6 le deixar
4* acoMpaahar tao mfumanle increpagdo.
(Ap-nad*).
O Sa. Ferumka dz Agiiar :AccusagOes
derta nr4era nao lot am os acousados e sao
prop-ias de quern as f.
O Si:. Mart IS H > Campos da um aparte.
O S. Misistko do Imperio : -Qua mais
pile revdar v pwyito a que me refiro
4* qae a iusistttioa com que a mini e
tanb-fu a V. Esc, 8r. presidentc, se torn
procuraJo envoiver em um negocio desta
en um acto, cujo autorfoi opri-
a coofessii-o c exphcar a inno-
cum que o i :uha pralicado ? (Apoia-
Lax Voz:Eo autor e um libsral e
4Mtincto empregado da c.isa, o Sr, Bar-
reta.
0 Sa. Ministro oo Imperio : Que sig-_
aiaca I ban esta insistencia do attribuir-
j*> w, a aim, que procuro dar satisfagdo
de to io quanlo digo, que aventurei aqui
sor:ii-.iiniiie umi tal-i la:-* quaudo me re-
fena i recusa de uma nomear'io feila
+am IVrnambuc-j ? Apoiados; muito bem.)
E nia bade doer tambem. Sr. presiden-
ts, Miir ao dia scguiutc a luello em que
dcL.rei dc-ta tribuna, deste raesrao 1 igar,
qie M oao bavia feito favores d opposigao
q*e os it pedia iicn queria, nao me ae-
cusava a cjus.'ieacia de lbe ter feito uma
so mjaslica, uma s6 ofleasa, ouvir o ivibre
fcfiMUJo por Ninas lieracs, o nolire depu-
iitio que tanlo apura a verdade. e que tan-
aaccosa a que;a em sou conceit; delta se
4e>na. die-f quasi que em tligraute, acio
ouaauo, que eu decUrei que I'uera favores
i oppea^ao*
1 caaaara inteirj ouvio-me apoiados] ;
em siii eaitli semeibante proposi^ao : nao a
eairina.
C* que direito o nobre deputado, que
ate .*tfM coji aBeafio da saa cadeira, vein
a dia zegoiali a'.lribuir-n-: palavras q >e
aaa pr-ffari, qae n'a era capaz de proferir?
(lposaws.
da on !!io em tud > isto o proposito de
ajwac, de offeuder-rae?
Tea algaem quesesenta npst s cadei-
iaj Bnon do fazer a qualquer de seus
h aeoPSJCPM desta ordeui"? (4poia-
Cvmpos: iVc.o a pa-
, se ji uao estou ins-
f Sou docil, muito docil a todas as censu- to, que tenha errado muitas vezes ; oio da-
ras justai; ninguem se envergonha mats vido affirmar que tenho errado.
dos s^us erros do que ea ; aio me envergo-! 0 Sr. Silveira Martins (Com force): -
nh<>, pore"m, nunca de corrigil-os; e o meu E quo osta errando, sacrificaudo os iotores-
esfrgo e so-npre collocar-me de mo io que ses publ cos com asua permnncia oo go-
possa resistir as aggressdes sem ter de ms.veruO. f.Vpoiados da Opposic,5o, e rauitos
aiTro.-.tar e sem temer adversaries os mais.apartes da maioria *
contra audentior ito.
NSo hoi de seder, nSo hei de dobrar-rao aos dente ting a cimpainha e reclama ordem.
ataquHS. por mais ioiquos e duros q> se- 0 Sr. Mahtimio C-jmpos :(Levantauio
jam ; s6 quero uma forijaque
fortes.
Nio creiam, portanto, OS nabres deputa-
dos que mo intimidam; hei de dar provas
em tola a minha vida de qm sou um ho
mem infl*xivel diantedos ataques injustos;
hei d'* saber resistir aos meus adversarios,
dn tnodn que elles debalde procurarao aba-
ter-me. (Mui'o bem ; muito bem.)
Sigo esta rfgra : Tu m cede malis, sed
0 Sr. Minsstro do Imperio :Perdoe-mo
o nobre deputado que vem entar no corn-
bate-com o rcforco do refresco; pcrdoe-me
quo eu the diga : pois posso do<;!arar-me
impecavel quando vejo qu-) os mais exi-
gentes accusadores, oj censores mais etal-
tados, ndo sao impeceaveis e nio podem
querer quo*sous actos sejaru rigorosimente
examinados ? 1
(Cruzam-sedi versos apartes ; o Sr presi-
m nha se.) Cbame V. Exc. o ministro a ordem.
coiiscipnoia me tie testemunbo de qu sou
u-ii homem de bem, e que contra uiim se
dizem injustices. (Mui'.o bem ; muitos apoia-
dos.)
Sr presidente, nio pretendo coraparar-
0 Sr. Card >s j ok Meneezs : Cabimos ua
comedia
(Proseguem os apartes, e o Sr. presiden-
te coutiiiua a'reclamarattencao.)
0 Sk. Martisho Campos : V. Rxc. de-
me com estadistas notaveisque o Brasil ad via ter tocado a campaiuba para chamar &
mirou, e que a historia ha ile registrar como ordom o ministro que nos provoca.
bemfeitnres deate grande paiz. 0 Sr. Glsm.\o Lolo :-Oudo esta a pro-
Para a, aquelle gran la coracao, aquella vocacao ?
alma aberta para tidas as ideas generosas,' 0 Sr. Silveira Martins :0 ministro
aqtHfresUduU que nenhum partido ho- tern provocado, ninguem tem medo delle.
\ *ie iniciativas muito largas e mais bene- a VV. EExcs.
licas, t'arana, quj a tantas generosidades' 0 Su. Ministro do Imperio : Ndo Gz
reunia impacienotas resultantes do seu tem-'offeusa a ninguem, disse que nao sou im-
perametito, em um dia dessas impaciencias' peccavel e tambom que niuguem o e. Ha
fni oorigado, eoagido pela calumnia, pelain- aqui quern pretenda a irapecuabdidade ?
sinuacSo atroz, a fazer o seu inventano no
senado.
OSr. Mautinho Campos:Nao precisava
fazer.
0 Sr. Ministro do Imperio : Constran-
geram a este papel um homem que deAia
ser acclamado p r to los os partidos como ger a campainha.
0 Sk. Silveira Martins :Havemos de
punir a insolencia.
0 Sr. Cardoso he Menezes :Queno e o
insolente a quern se ha de puuir ?
(Cruzam-se apartes de todos os lados da
camara e o Sr. presideute eontinuiia a ta-
n3o aceito a provocacao do nobre de-i ~ Finalmente trazido o projecto i camara, (direito que cada um tern de ver respeitada a
jiui Perguntar lhe-hei sonente em foi snbmettido aoestudode uma commissio Sua opiniio, embora combatida. (Apoia-
especial, deque Qzeram parte : o honrado dos).
deputado pelo Ceard, antigo e distinctissimo Em que se fanda o juizo emittido pelo
lente do direito, adroiniMrador conhecido
tt Sfi. M_\!.i.nuj
ptra re>pond.
cripau.
i S. MixisTftO do Imperio :Estimo a
ri^MSta de V. Exc, porque quero que o
as juiguc.
H'-i do defender-me de acrimonias que
i aewna -la camara ba dc repallir.
Vweaos com o que V. Etc. vem' contra
*. Martisho Campos :V. Exc, ou-
O St. ItaeTuo i*o Ims-ekio : -E senho-
*.. uns-aio oestes factos, diroi me hor,
tK4ta imvo^oas, que bontem o nobro de-
l*ij pelo 2* districto de Minss Games
%aaaa| a dizer que eu nada podia as-
semrar s^m acompanhar a minha asseve-
r Sr. pivsadetite, era o enso
aj- sr lcvantara.r. contra n-:m
do exclamar
testemunhas
<>iqae 6m se taz isti? Pretendem os
i_ 4.res depuUdos attcrrar-me ? ^ra para
qwe ea dWxe de cu aprir o mou dever ?
ira paasa.. Tempo perdido ; euga-
>luito L>era : muito l)em.
um dos benemerjios da patha. (Muitos apoia-
dos.)
Olinla, o meu ven-srando comprovincia-
no, que foi muitas vezes elogiado e accusa-
do pir umeoutro partido... que chegou
em um te.npo a ser quasi canonisado pelos
liberals; Olinda, no ultimo quartelda vida,
vergalo ao pos dosannos, prestando ainda
ao paiz os servicos que lhe podia dw, vio-
so ag^redido ate na sua vida particular n*s-
ta csm.ira. e to Io o mundo sabe que in-
sinuacoes ferinas se lhe Qzeram. (Apoia-
dos )
Manoel Pelizardo, estadista notavel, in-
tellig^ncia vasta, administrador como pou-
cos e <\- honeitidade imraaculada (apoiados)
a camara e o paizsabem, teve contra si ac'
cusadures implacaveis; a sua honra, demons-
trada depois de sua morlc de u n raodo evi-
dente e inconcusso. foi alacada com feroz
viulencia. (Apoiido>.)
Quantos outros, sr. presidente, foram as-
sim offeudidos, caluraniados, insultados 1
ras, nao .Hxaram de ser o que erara, por-
que, desenganem se, a verdade nunca ha de
ser a mentira repetida, a calumnia nao tem
o effeito que se lbe attribue, de tisnar o
homem limpo. (Apoiados, muito bem.)
Em tao boa companhia, senhores, vejo,
posto que fraco e humilde, o primeiro que
se confessa incapaz da posic,3o que immere-
cidamente occupa (muitos nao apoiados),
p r-sode parte u na adminislracjio de qua-
tro annos, na qual era alguns actos meus
havera erros e desacertos, para manejar-
se contra mim as armas da detraccao. (\-
poiados.)
Disoute-se o meu temporamento; attri-
buom-se-me provocaQoes quo nao fa^o-; :n-
verlHin so rainhas palavras, e poe-se-me ate
a pecha daquelle mesmo vicio ou poccado
que mars e >joo me causa, e do qual eu,
sim, e que do todo-. os roodos e muufesta-
56es teuho sido objecto e viclima. (Muito
b m.)
Nao creiam os nobres deputados que des-
te modo bSo de vencer-me, nio ; mostrem
me os meus erros e crimes, e este que le-
vauta a cabi'ca com certa altivez e desafia
seus gratuitos accusadores, terd a franqueza
e submissao de dizer : errei, e vou eu
proprio corrigir-me deste erro. (Apoiados ;
muito bom.)
0 Sr. Silveira Martins : Ainda nao
deu provas, porqu**, sob pena de julgar-se
impecavel. veio Jeclarar perante o paiz e o
parlame.ito quo ainda nao orrou. (Oh I
Oh I)
0 Sk. Ministro do Imperio :Ao con-
tra rio, dcclarei que e possivel, e quasi cer-
0 Sr. .Ministro do Imperio : Estoude-
fendendo-me das accusacoos que a camara
ouvio. (MuitM apoiados.)
0 Sr. Ferreia de Aguiar:E com a
maior dignidade.
Um Sr deputado : 0 que esld em dis-
cussao ea reforma eleitoral.
0 Sr. Ministro do Imperio iDefendo-
me de accusagdes que me foram feitas nesta
mesma discussao, e uso de melbor direito
do que aquelle com que os nob.es depute
dos trataram de politics de proviacias, e
renovaram questoes de veriGcaQao de pode-
res, decididas ha tres annos. (Muitos a-
poiados.)
(0 Sr. Martinuo Campos no raeio des-
ses apoiados levanta-se e diz algnmas pala-
vras, lallaudo em sua honestidade )
0 Sr. Ministro do Imperio :Nao te-
nbo nada que invejar a V. Exc. em materia
de honestidade I (apoiados e apartes), nem
sei porque o nobro deputado se pde era
questao e agita-se tanto.
Peco a camara que me permitta eontinuar
minha resposta, e defeuder-mo de injustis-
simas censuras. Senhores, a boa reputagao
e um segundo patrimonjo que deve ser ze-
lado mais do que a fortuna.
O Sr. Ueraclik) Gra^a :Maie do que
a propria vida.
0 Sr. Ministro do Imperio :... e mais
ate do que a propria vida. (Muito bem.)
Dizia um antigo philosopho : eu antes
quizera que se ignorassc que existi do quo
se soubesse que fui vicioso.E as sagradas
letras, que acaba de citar-me aqui em voz
baixa o meu illitstre comprovinciano, di-
.- -mii que o bom nome e melbor do que
muitas riquezas.
Quem tem trabalhado por raanter puro o
seu nome e illibado o seu caracter, nao pode
deixar quo so toque neste patrimonio sagra-
do sem defender-se com energia. (Muito
bem.)
N3o e por ostentaQao, corao jd disse um
jornalista dissiden'e, que tenho fallado a-
qui de minha honestidade. A honestidade,
eu o sei, e um dever commum ; mas vede
bem que a este dever corresponde ura di-
reito, o direito de ser respeitado (muitos a-
poiados, e que ao menos nfum parlamento
sao improprias as invectivas, a contumelia,
as detraccGes, que mais ferem a quern as
eraprega do que aquelle qae dellas e pacien-
te. (Apoiados.)
Disse o nobre deputado que n3o confiava
mais na mioha palavra sem provas.
Eu jd observei d camara que a express5o
6 demasiadamente dura para ser lancada d
face.de ura homem de brio. (Apoiados.)
FOLHETIM
JOANNA
II JBEB DEPWXOES.
ran
l;i'r;e Sand.
TRAIH'O 50 DF. X. X. X.
PARir. PP'.HEIRA
lit
(CouUnaaQao do n. 218..
Dvracte saa curta e terrivel doen^a,
orn rase sombri" e taciturno ; e morrera
+J- oada explicar. ignoraudo ou fingindo
isar-nr oosso futuro, e retirando-se da vida
ttmwm que envergonhado e desesperado por
it driulo i per dor a sua causa e por ndo
i*r aUiugidoao BM fim.
r.rante a Icgdidade, foi um enrao
s^-rageto, que despreza as huraanas insti
ttfKdes, mas que ao lar, na choca, torna-se
7il**^, bospil-.l'iro e sociavel.
|vsim4o n'ellc. como que se firmou ca-
di *** mais em aeo espirito a convicgdo
de q i miiiia r-ai dcvla eu toda coiiQan-
ca <- detreocia, per isso que ella lutara
sgtprw por cmservar a direc^io e governo
fa -As filbos. E, rea'mente, para ondo
isr i me niiiilmrto se meu pai tivesse
fetu* \c mim mat lc Perez e esposo de sua
Mi
red me po pensar, sem emoijao,
rs5< Mioocla q- sem o saber, jd tinha
rep^; ..'.sJo um pspel muito vanado e ira-
iKKtaiiif ut minh' *ida.
App!?u1i-me por nio te la visto por oc-
t>s< ; aas oao pude deixar de fazer i
bm aMso erta -rgunta : Quern sabe se
mta amor na:. :ia l;i\o d'clla uraa mu-
Ibh- b hji-sU ?... 0 que e certo e que a
suit pane das pess>as que me fallaram d'essa
oca ttMMnlararr.-Ti'ti, e que aquelles que
? oab^eeram, ainda que pouco, pare e-
ra-n me terem Qcado apaixonadis por ella I
P; icurei lembrar-me, mas nao o con-
iw.cKiio quepodsria ieixar i ap;
de um anjo. Por isso ainda pergun-
tei d mim mesmo : Havoria n'ella alguma
cousa particularmente seductora, ou foi s6-
mente a minha imaginaQao qucm formulou
to la ossa seduc;ao 1
IV
Eiualmente cheguoi d Pau, e commuoi-
quei d minha mSi o resultado negative da
minh* viagom.
Ella resigoou-se, dizondo-mo que procu-
raria viver con o que tinharaoi realisado,
e que buscaria evitar, com previdencia e
economia, quo soffressemos privagoes.
Nao te occupes, nem te inquietes por
minua cauw, respondi-lhe, visto como s6
te serei pesado durante o tempo iadispensa-
vel para concluir os meus estudos, que alids
vao agora s-jr mais serios e ardentes do que
d'antes.
Deixei-a para ir proseguir n'esses estudos
e tratei de ganhar, por meio de esforcos du-
plicados, o tempo quo me f6ra preciso con-
sagrar & nossos negocios de familia.
Torn i d encontrar o meu querido Vian-
ue, s^mpre laborioso e prudente, serapre
lallan 1 i de minha irmaa como do seu ideal,
mas, entretanto, sem pensar n'ella d todo
instante e sem porder a razao, como ou-
tr'ora me acontecera, no primeiro anno do
meu amor por Manoela.
N'aquella occasiao, naturalmente, e sera
revelar-lhe o quo concernia d meu pai, ea
referira d esse araigo aquella aventura arao-
rosa ; e elle, a imiranlo-se de me ver assim
impressionado e roramtico, d pezar do meu
corpo athletico o do meu rosto alegro, dis-
sera-me :
De todo isso resulta uraa observa-
?ao, e 6 que, se pelo caracter, pela phy-
siononoia, e pe'os gostos e inclioaQocs de
um rapaz pode-se verificar a tendencia e
predizer a marcha de sua existencia, n5o
deixa de ser verdade que ha um ponto dif-
ticilimo de julgar, por isso que e essen-
cialraento mdependente de tudo mais, e
muito mystor.so p Esse ponio 6 a natnreza de saa no^io so-
bre o amor,
a Exami'niilolo, cr ij [wider .diwr que
es activo, corajos) e dedicado, e quo es na-
Uir>lmout.' east's muito geueroso e inclinado
-0:.ju._: cavalheirosos. Entretan-
Mas
putai
que litulos se afdra o nobre deputado para
julgar assim ura homem de quem nao pode
allegar crimes nem vicio* quo o desacreditom
e de quem nunca recebeu uma offeusa ?
0 nobro deputado esld dostiuido, por
seus talentos, pelas suas virtodes que ndo
contesto, a Lzer uma brilhanto carreira.
(Apoiados.)
Eu Ih'a desejo, ndo lhe con,ervo rancor
polo modo porque me tem offendido; mas
direi ao nobre deputado que antes de atirar-
me essa accusa^do devia reflo ;tir que o
homem a quem dirigia expres 60s tao du-
ras e tao iojustas, e aquelle que comegou
as lutas politicas aos 20 annos de idade,
aiuda estudante filho fa nilia ; foi hour .do
rado entao polos sou* comproviucianos
era votos para inembros da asse-nblea
proviii ial, polo que faltaulo lhe a i la le, a
eleii.ai foi anuulUda ; recebendo 0 grao de
bacharol, e eulrando ua vida publica, lulou
serapre activamente, e, travando lutas
mais ou menos fortos, se npre delbs sahio
com a ostiraa dos seus co-religionarios, c
com 0 resp ito dos seus adversarios (apoia-
dos) ; ndo esta por isso no caso de soffrer
tao duras a<:cusa<;5e3. (Apoiados.) Esse
li imoui, a quem o nobre deputado se diri-
gio, te n tido, ao menos mais do que S.
Exc, occasidode inostrar o quee : exerceu
einpregos publicos desde 0 cargo de promo-
t >r ate ao que immerecidamente hoje occu-
pa (1180 apoiados), exair.ine.no digam-me
se eu soffri nuuca uma accusagdo que po-
desso do qua!quer modo deprimir o meu
caracter e desairar ine. E so un homem
na idad 1 men or de 0 annos, que em um
periodo de quasi 20 annos toraou parte nas
lutas puhticas sempre aclrvaraenie e exer-
ceu tantos cargos publicos, tivesse defeitos e
erros uotaveis, esss defeitos e esses erTOI
constitui iam ha rauito, |ra elle, capitu-
los drt fcccusa^do. (Apoiados.}
Nao venba, p iis, o nobre deputado, at-
tribuiiido-se "J'lia autoridade que rhe lalta,
porque ninguem a tem, alirar A face de um
uomom boarado expross6es que so- em um
momeuto de ira e irreOeXto am cavalhei-
ro como S. Exc. poderia proferir. Apoia-
dos.)
Estou, entretanto, quasi intslinada, ou
antjs perfeitamente resolvido a iksciripar 0
nobre deputado. >'ejo que S. Exc. tdo
brando, tdo mod rado, tao sympatlwco para
todos nos (apoiados), tem nestes uitimos
dias enirado em uma phase de impocienci 1
nervosa que me faz desconhacc-lo.
0- Sr. Iuna Martins :V. Esc. e
quem me impellio a isso.
OSr. Ministro do Imperio:A caroara e
testeraunha de que, tratando-se da reforma
eleitoral e principal nonte do encerramento
de ura artigo, o nobre deputado e todo in-
quietdQ.ao, senta-se, levanta.se, mude de
c-deira, sahe, entfa, e quando toda a eama-
ra, por verificagao dos secretarios, do hon-
rado Sr. presidente, dos Srs. deputados,
dos proprios membros da opposirao, peco-
nbece haver numero para votar-se 0 eacer-
ramento, o nobre deputado diz : nao ha
numero, vota-se sora oumero, lancando
assim & mesa e a toda a camara uua accu-
sa^So grave de que em uma occasiao decal-
ma e de reflexao, estou certo, 0 nobre de-
putado se absteria.
Vejo tarabem que 0 nobre deputado estd
sempre irritado Contra o projecto da refor-
ma eleitoral. E' um projecto detesfeavel,
absurdo. Nao ha quali&ca^do bastantc para
o nobre deputado, amoutda as peiores
quaLlicacoes que lhe oecorrem. Ora, islo
rae obriga a fazer a camara uma revalacdo.
Ese projecto que so dia tao detestavet, tao
absurdo, Qlho deprecipitacao e da irrefle-
xao, d, Sr. presidente,J nada menos d<> que
o resultado de todos os seguintes e longos
trabalhos:
Estudos por muitos dias da seceao do cou-
selho de estado dos negocios do imperio,
composta dos Srs. marquez de Sapacuhy,
visconde de Souza Franco e visonde do
Bom-Retiro.
Trabalhos de uma commissao composta
de homens taes como os Srs. viseonde de
Jaguary, marquez do Sapucahy, conde de
Baepandy, senador Catidi Io MenJes, V. Exc,
Sr. presideute, e alguns outros.
Organisaio assim o projecto, sem idea da
represenlaQao das minonas, passou polo
exarae de todo o minUterio em successivas
discussdes, 0 foi aiuda objecto de lougos es-
tudos.
no paiz, parlamentar babilissimo e que
cada um de 116s, 0 nobre deputado e eu,
ndo p6 Je deixar de aceitar corao mestre: 0
Sr. couselheiro Antonio Jos^ Uenriques, cu-
jos al'.os merecimentos tem sido demonstra-
dos nao so no parlamento como nos cargos
publicos que tem exercido (apoiados) ; ta-
lentos n >taveis e conhecidos corao o nobre
deputado pelo Maranhao, 0 nobro deputado
pelo Ilio de Janeiro, e 0 nobre deputado
por S. Paulo. (Apoiados.)
Ve, pois, V. Exc. que & materia tao im-
portant* 0 governo ligm a importaucia que
ella mereoia ; foi, depois de muitos estudos
feitos por cidadaos dos mais qualificados
deste paiz, quo se orgaoisou o projecto, que
foi offerecido & consideracao da caraara.
Qje direito tem, pois, 0 nobre deputado
io duer que um trabaih que passou por
todo3 esses cadiubos, e um irabalho absur-
do, delestavol, incapaz de sur lido ou
aceito ?
0 nobre deputado tem certamente 0 di-
reito de mauifestar livremeule a sua opiniao
de combater coin as armas do raciocinio 0
quo a tantos cidadaos notaveis paroce bora,
mas uao p6 lo o nobre deputado empregar
palavras que udo sao admissiveis, ndo pelo
quo so refere ao aulor da proposta, aquelle
que teve a honra de ollorecela, mas pelo
quo so refere a intelligencias tao notaveis, a
ostadistas tao provectos que coilaboraram
para 0 projecto em discussao. (Apoiados.)
Discuta o nobre deputado como> entender,
cixn toda a liberdade ; mas poupe qualifica-
tion que ndo podem deixar de ser offensi-
vo a pesso is que tem, ao meuos, 0 direito
de merocer todas as altengoes e delicadezas
de S. Exc.
(In dosargumentos-apresentados pelo no-
bre deputado contra o projecto e qae este
nao tem resistido A critiea desta maioria de-
dicada ao governo.
Sr. presidents, jd dissomos de uma vez,
e repito ainda, o governo provocou aos pro-
prios araigos 0 estudo, > discussdo franca, e
ped;o mesmo que com to-ia a benevolencia
e liberdade offorecessom emendas. 0 pro-
jecto que o nobre deputado diz ter sido re-
pellido em todas as suas partes, foi aceito
b r -speitado em ta los os seas pontos (apoia-
dos) ; pop exemplo, na qualilicaeao subsis-
te a idea do projecto, porque a respeito del
la s6 se alterou a coraposicao das mesas e
uma outra idea secuudaria e menos iaipor-
tante.
Passou tambem por uraa- modificar^ao a
representagdo das minorias. Sr. presidente,
V. Exc. sabe quaes sao as ideas capitaes do
projecto, pelas quaes o governo fazia empe-
nho. Um destas ideas e a representecao
dasminoriae, princ pi-i esseucial, idea capi-
tal, que 0 governo nao podiiK sera derrota,
ver rejeitada pola maioria ; mas quando se
trata do processo, V. Exc sabe que este
principio, na sua applicagdo, ainda esta su-
jeito a estudos ; que 6" ainda uma questao
coutrovertida, porque debate-se qusl serd 0
melhor systeraa, e ndo ha opiniao assentada
como a melhor, como a perfeita, que nao
a ha ainda em materia eleitoral. (Apoiados).
A modificagdo, portanto, foi sobre pontos
pouco importantes, secundarios, em quo o
governo nao podia deixar de condescender
com os seus araigos, que enteuderam que
seria melbor, a exemplo da Inglaterra, acei-
tar 0 processo do voto incoanpleto. De ac-
cordo co as raodifkac,6es a quo rae nefiro, e seja-me
licito acerescentar que nao conhoco um s6
projecto apresentado sob a f6rma de pro-
posti governo, que aao tenha soffrido
rnodifica^oos no parlamento.
0 Sr. Ministro da Justify : A refor-
ma judiciaria, por exemplo.
0 Sr. Ministro do Imperio : Confor-
me o quo acabo de exp&r, o projecto devia
receber e recebeu emendas, L-mondas que
ndoatacara 0 que elle tem de substancial, e
alteram apenas o modus (aciendi 0 outras
(iisposigoes que naturalmente foram melho-
radas, porque assirc pensaram a nobre com-
missao 0 a illustro maioria da camara.
Deduzir d'aqui que o projecto merece a
qualilica^do hedionda que 0 nobre deputa-
do lhe tem dado, udo 6 justo, e, permitta
dizer-lbe, nao e prudente: si nao leva a
mal, direi mesrao que offende a susceptibi-
lidade e melindre alheio, ou antes ao bora
nobre deputado quando nos diz que 0 go- *
verno sempre estd fazendo concbavos e
transaccoes para viver ? Noto que a vida
do ministerio incommoda os nobres deputa-
dos ; naquellas hancadas (apontando para
a opposirao cpnservadora) vejo mats pa-
ciencia ; entretanto os nobres deputados
(referiudo-se d opposicio liberal) diziara
antes v6s (>s miuistros) do qtie os outros ;
agora estdo impacieutes.
0 Sr. Martinuo Campos : Faga testa-
meulo em favor de outros, udo nos faca le-
gados.
0 r. Ministro do Imperio : Ndo fa-
rei ainda testamento ministerial ; outro tam-
bem Oao faco, porque tenho j Glbos, e n8o
devo deixar legados a estranlos.
OSr. Martinho Campos :De"s-jo que
outros sejam os herdeiros.
(Ua outros apartes).
UlA Voz :As uvas estdo verdes.
0 Sr. Ministro do Impekd :Em quese
funda, dizia eu, o juizo do lubro deputado
para fallar em transaccoes, para dizer todos
os dias... outr'ora creio que qualificava a
maioria de empregados publicos...
0 Sk. Martinuo Campo Quer ver
se irrita n maioria contra n ; prepare isto
fora d'aqui, aqui 6 dillicil, porque n6s es-
laraos para responder.
0 Sr. MtNisTRo do ImpiMO :Os meus
amigos ndo se irritam. Bant, como eu, es-
tudo de moderaedo- (apoiajios), como um
lantidoto a irriiacoes possivfis
0 Sr. Martinuo Campos i Como temos
visto hoje ; irntai;ao estudada.
0 Sr. Ministro do Imperio : O n-.bre
deputado lamentava que 0 governo arras-
tasseessa nobre e dedicada maioria, como
agora a qualiGca, e que ndo tivesse com
ella as attencoes de que era digna, mas
quando 0 governo diz aos seus amigos re-
unidos-: -aqui teodes 0 projecto, as ideas
capitaes sdo estas, vos, que sois es legisla-
dores, ijue deveis fazep e teudes ebriga^ao
de fazer a lei, estudai^o e emendai-o, e os
araigos do governo exeroera este direito, 0
nobre deputado dizimposicdo !Demodo
que, so o ministerio tivesse feito questao ate"
de pontos, virgulas e lettras do projeeto, es-
taria em um papel verdadeiramenle> parda-
inentar e cSgno de ser applaudido pel* nobre
op pos e a o liberal.
OSr. Silveira Martin*:Naturalmente.
Nos reformadores da inslrucijao publica de-
via haver grammatica, pontos e virgulas ;
ua j estamos legislando para o Congo.
0 Sr. Ministro do Impkrio : V. Rxc.
veio do refresco (risadas), e eu o 9uppu-
nba agora mais araeno, mais docil, mais
cordial...
OSr. Silveira Martins: Para se*vi-lo
sou capaz.
OSr. Ministro do Imperio:...mais
dado ao amor do que d raiva.
OSr. Silveira Martins: Mesmo para
seguir os bons exemplos do ministro ; a um
bom modelo.
O Sr. MhhsmO' do Imperio : Peo ao
nobre deputado quo esteja um pouco qoie-
to; estou doente, deixe-me dar 0 into-K-
eado como posso.
De modo que, dizia eu, Sr. presidente,
do facto do governo ter para com os seus
amigos 0 procedimento que devia e o mais
regular, dedua 0 nobre deputado. que s diz
sempre zeloso, e ostou certo que zela as pre-
rogatives do parlamento 0 o papel da legis-
lator, deduz o nobre deputado que bouve
imposicdo de um lado ehumilhacdo da par-
te do governo, que aceitou modificac.oes.
Para que este juizo tdo infundado? 0 go-
verno aceita as modiGcacoes que o nobre
deputado apresentar uo projecto. Declaro
soleranemente que as aceita. (Apoiados).
0 Siv. Ueraclito GftfcQA. : W aceita-
mos algumas.
0 Sr. Ministro do Imperio : -0 governo
nunca disse que 0 seu projecto era um noli
me lanycse, um typo de perteieao ; ao con-
trario, pedio a seus amigos, a cada um de
per si, a todos om geral, que estudassem^
quo vissem. que lembrassem o que !hes pa-
recesse melbor. Ila, portanto, uo procedi-
mento do governo muita lealdade osinceri-
dade, e nenhum fund3inento para esta acsu-
sacdo quo 0 nobre deputado nos fez. (A-
poiados).
to nada disto basta para que eu possa aflir-
mar que ejtds ao abrigo de qualquer enor-
me loucura, inteirameme em desharmouia
com os teus bons instinctos, visto como
ignoro de que raodo araards a mulher.
u. 0 que me dizes causa-me admiracao e
parece me filho do temperamento lymphati
co-uervoso de algum pallido estudante dos
contos do Hoffmann ; entretanto a tua or-
ganisagao e" a de um cagador ou de um
pastor das montanhas de Ilespanha.
Hei de estudar-te mais e melhor sob esta
ponto do vista, e dir-te-hei depois o que des
cobrir, aGra deque, se houver perigo acci-
dental, tu 0 evites, e para que, se appare-
cer a fatalidade, tu a combatas, visto que
nao S)U d'aquelles que suppoe que a fata-
lidade organica e impossivol de veneer.
Quando, depois, tratando casualraente
d'esse objecto. fiz ver ao meu amigo uma
certa solicitude, uma especia de compaixao
pela filha de Perez, elle rae disse :
I.astimas ndo teres podido tentar a
experiencia de dcsposa-la, para fazer d'ella
uma mulhor honesta ? Ndo digo que terias
naufragado, visto como nada sei d'ella ; mas
volto ao meu exame dierca do teu modo do
amar. Tu es do numero d'aquelles que
teem em si mesmo uma couGauca cega e
balofj, 0 que, sob pretexto de respeito pela
natureza bumana, julgam que, graces ds
suas perfeigfies, teem 0 poler de santiGcar
tudo em que tocam.
Nao zorabes, disse-lhe eu ; ndo sei
defender-me de zombarias. Bem sabes que
sou instinctivo e rustico, que n5o sei crear
theorias, que ndo me conhego, e que por
consequencia nem mo despreso nera me
sei exaltar. Sinto-me inclinado a lameutar
'e a protegor a fraqueza, sem perguntar.
1 sem indagar [se poderei salva-la e santifi-
'cada, corao dizes. Precipitomj ao mar
'para salvar quem quer que ali caia, sem
'sabot1 nem cogitar se me afogarei tambem.
Cres n'isso, bgo tu assim pensas, e es
1 siucero, 0 quo alids nunca puz em duvida ;
1 mas, langando-te assim ao mar, tu contas
'sem duvida com a tua forga e destreza. Se
' tivesses a certeza de morrer sem salvar nin-
'goera, de certo ficarias aa praia, ou, se
te precipitasses, fa-lo-hias
s6mente levadoiyue Joauna, aos vinte
pelo amor proprio. 'oxactamente a mesma
Chamas vaidade ao dever de darexera
plos t
Ah I dar exemplo, eis a cousa 1 eis
0 que receio de ti I E's muito idealista
para a seciedade em que temos de viver.
E's capaz de muito bonitas acgoes ; mas eu
quizera estar certo do que s6 farias 0 quo
fosse rasoavel, visto corao, se ha cousa no
mundo que exija 0 emprego da razao fria e
calma, e sem duvida a pratica da sciencia
que estudamos. 0 medico ndo deve obe-
decer d inspiragoes do momeuto; 0 nego
que tenha 0 direito, ainda mesmo em casos
desesperados, de seguir os dictames do co-
ragdo ou da imaginagdo.
Estas conversas repetiara so amiudadas
vezes, e ndo raro levavara-nos a cem leguas
de distancia do seu ponlo de partida ;
bdo porque fossera uteis e convenientes,
visto corao, nas discussdes entre rapazes,
muita vez acontece collocarem-se os con-
tendores era terreno a que, erabora d prin-
cipio ndo liguem important; habituam-se
d considerar como sua propriedade exclusi-
va ; mas porque erara agradaveis, visto co-
mo a mocidade ndo se alinenta sendo de
theorias, e ndo se lerabra de que a actual
sociedade s6 vive de pratica, e, longe de
corrigir os erros da nossa ioexperiencia na
idade madura, serve-se pelo contrario das
nossas crengas ou paixoes em seu proveito,
quando por ventura nao nos sacr.Gca ain-
da em cima aos mais mesquinhos e ridiculos
interesses.
A' pezar, por6"m, das theorias e fins pre
conisados por Vianne, tal nao foi entretan-
tj nem o ineu uem 0 seu destino ; e, se
fallo das nossas amistosas querellas, ndo e
sendo porque, lembrando-me do desonlace
imprevisto que ellas tiverarn para 0 meu
amig), nJo posao deixar de rir-me um pou-
quinho d sea custa.
Ao cado de nossos cinco anuos dc estu-
do, couquistamos o nosso diploma de me-
dico, eu 0 Vianne, no mesmo dia ; c olio
foi comigo para Pau, confiando-rae as suas
intengdes de fazer cdrte d minha irmda, se
d isto ella se ndo oppozesse por formal de-
daragdo.
e um annos, era
a mesma quo aos dezesete,
mais bella e melhor astista, porem, sempre
adiando a idea de casamento som hesitagao
nem pezir, e sem que raiuha radi procu-
rasse desrespeitar sua vontade em tal as-
sumpto por umj insistencia descabida e
improficua.
Vianne era entretanto a melhor acquisi-
gao que ella podia fazer. Bem collocado e
conceituado era Montpellier, onde, sem
grande esforgo, podia conquistar uma boa
clieulella clinica, elle tinha alem disso seus
recursos proprios, nao tinha pai uem mai,
que podessom discutir acerca do nasclmeuto
e da fortuna da sua noiva, e apenas contava
um bo velho, que s6 via pelos oihos do
sobrinho.
Seria nraa felicidade para elle encarregar-
se de minha mdi, visto corao possuia uma
casa em Montpellier, e poler-se-hia vender
a do Pau.
Seu pedido merecia, pois, muita attengao
e reflexao, e minha mdi aceitou-o, posto
que sob a clausula de nada ser revelado d
Joauua, afim de que esta tivesse plena li-
berdado de cscolba.
A. uuica possibilidade que havia de bom
resultado 'da cousa era que Vianne, que
via Joanna amiudadas vezes,ndo todos os
dias, viesse d agradar lhe.
Em consequeucia d'isso, elle ostabeleceu;
se na nossa cidade com 0 designij de ahi
passar algumas semauas, sob. 0 pretexto
muito plausivel de tratar 0 medicainontar
um amigo que ahi tambem rcsidia ; e eu
parti para os Pyrineos, onde era mister
quo quasi todos' os annos, fosse passar al-
guns dias afim de inspeccionar a pequena
propriedade quo ali tinharaos.
D'essa vez Gquei ali maior numero de
dias.
0 velho medico das aguas de Sao Salva-
dor, que havia rauito tempo rae estima-
va, sempre deevjara que eu*fosse seu suc-
cessor. Fallava era retirar-se, e, veudo-mo
feito medico, aconselbou-me que solicitasse
o seu emprego, promettendo ajudar-me
n'esse empenho, e bem assim auxiliar-me
nos trabalhos durante algum tempo, oGm
de supprir 0 que me podessem criticara
)Continua.)
Eu nada eiperata era seu proveito, por mocidad&e a iuexperiejocU
Eu era tao bem visto na localidade que
nenhuma opposigao podia receiar. Entre-
tanto pedi tempo para rcflectir, visto como,
embora 0 emprego fosse bom, era de curta
duracao annua, e, pois, tornava-se-aae pre-
ciso Gxar-me n'uma das regioes vizinbas,
onde podesse passar 0 in verno e ter uma
clinica certa.
Ora, uao sabendo de nenhuma silua^au
aceitavel nas cercauias, pois que todas esta-
vam occupadas e sem esperanga de vaga-
rera, foi-rae preciso passar uraa semaia
tratando do verificar e ealudar osse ponto
importante, tanto mais quanto, estando in-
deciso sobre 0 tuoatro da minha estrea, e nao
devendo pensar em ostabelecer-me em Pau,
por isso que ali jd bavia maior numero de
medicos do que comportava a cidade, uao
desejava todavia ficar muito arredado de
minha f jmilia, e Luz, ao ver de minha mdi,
jd era muito longo.
Taes erara as perplexidades do meu es-
pirito, quando o acaso, e nao sei se diga
somente o acaso, veio resolver a quesldo.
Eis o caso :
Certa raanhaa, tendo sahido d pasSeio, e
ten lo subido aos curraes, isto e, ao grupo de
chalets ou cabanas suissas, situadas nos
pastos do pico de Bergonz, cerca de meia
hora do viagem aciraa do nosso albergue,
vi chegarera dous viajantes, que faziam
tambem aquella escursdo um d pe, e ou-
tro de cadeiriuha.
0 que ia d pe era um inglez de apparencia
destincta, e cujo rosto syrapathico e elegan-
te, revelava um homem de cineoenta annos,
ao passo que as juntas endurecidas e os ci-
bellos brancos denunciavam seasonta.
A pessoa que ia n cadeirinha, levada
por dous vigorosos montauhezes, era uma
rooca de cerca de vinte quat<-o annos, um
pouco pallida e fatigada, mas extreme mente
linda e muito bem trajada.
Os viajantes ndo tinham guia, por isso
que nao bavia mislor de g lia na uscensao
do Bergonz, que; nem e complicada, nem
dillicil.
{Contimtar-se-ha.
XXi IA) U.AiUO. -iiL.-v vlWi- Ui. UAXa
----1
4tr
,
X
4-1
I

i-
r
/


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EV81DTS7K_35QKIC INGEST_TIME 2014-05-27T23:42:05Z PACKAGE AA00011611_16514
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES