Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16512


This item is only available as the following downloads:


Full Text
V
AIV1V0 t. ATUHEHO 217
"af
V
*!?* A C,API'ALB MAB OHOB MO SEPAtil POBTE
*or tres meies adiantados......... M000
For isditos idem........... ... jJJJqJ
Por um anno idem...........!.*.*!!".* 349000
rCada numero avulso
93S0
1 OMWfA FEIRA 24 DE SETEMBRO DE 1874
t
IW troc ,o, .i*AI?A DBMTBO B FOB A DA PBOV 1\CI A.
ror tres mezi*> adiantados. .
Por seis tiitos idem ." .....
Per note ditos idem .'.............
Por uo anno idem. .* ." .* .' J .* .* ,* #\ ; \ \ \
#760
90B80
PROPRIEDADE OE 'HANOEJL FICUHROA DE FARM A FILHDS.
if In. Gerardo Antonio AhretA Filhos, no Pari; GonjalTes & Pinto,
. no Maranhao; Joaqoim Jo*S de OliYeira & Filho, no Ceari: Antonio do Lemu. Jra, bo Aracaty ; Jolo Maria Julio Chr, no Amu; Antonio Maraue. .. oL At* w i -.
IM. d'AImeid.. em M.ma,gupe ; Carlos Auxcncio Monteiro da Franca, M Parahyba; Antonio Joi Gome,, n. Vfll. d. Penh.; Be'^mino do, Sto, Buteio, em Santo Ant*
_______________AntODioF^eirade Aguiar,em Gojanna; Jolo Antonio Machaeo.noPilardaAlada|j Alvea 4 C.na Barn*; I A. Xarierteile 4 C. v
-
h
r
issis:::i: popular

Elenaentos de phvsica
LIVRO SEUL'NDO
II ((Irovtalii'ii
CAPITCLO I
M.ESSUES TRAXSMiTTIOAS E EXBRUUU9 PELOS LI-
juroos.
(ContinunrCio )
Impuxo. tie baixo para eima.cxcr-
i pelas liciuldos. Heata-nus mostrar
uue as presso.-s que a gravidade desenvolve nos
u.|uidos nio se transmittera so no ?8ntido horizon-
tal, como vimos pjr nieio do torniquete hydrauli-
co, mas tambera se exercem de baixo para eima.
I'ara demonstrar ;;i notavel propriedade dos
:: jui Jos, que i: ainda urna consjquencia do prin-
cipio do Pascal, faz-se a seguinte experiencia :
Toma-se Din graadc vaso eylindrico de vidro e
enche-se-o d'agaa ; em seguida toma-se um tubo
tambem de vidro, de diametro eonveaiente, e aber-
io nas duas extramidades, mas su-ceptivel de ser
obtarado em urna dellas por meio de um disco,
igualmente de vidro, qae se adaple perfeitamente
.i'i tubo e o feche iwruieticainente.
Colioca-se o disco u'uma extremidade do tubo,
<:, por meio de um cordao, ligado ao cenlro do
mesmo disco e preso a mio, mantein-se-o na po-
sicao de obturar o tubo, que, vasio, e introduzilo,
pela pane fechada do vaso d'agaa.
Feilo isso, larga-se o cordao ; e eulao se obser-
va que. nao obstacle ser a densidade do disco
maior do que a da agua, e se achar elle solto e
apenas enconstado ao tubo, nao cahe d* oude se
couclue que o quo o inantem e uui certo impuxo
oa pressao exereida pela agua de baixo para
eima.
0 meluida essa primeira parte da experiencia,
continua-se a mauter o tubo ua agua, e solta-se o
:ordao do disco ; e vai-se deitando, pouco a pouco,
agua dentro do tubo, e ubservaaJ .>. Nota-se en-
loo que, emquanlo o uivel da agua dentro de tu-
bo esta mais baixo do que fora, isto c, dj que no
vaso, nota-se, dizemos, que o disco con-erva se na
ii.esma posicio, isto 6, encostado ao tubo e oblu-
rando-lhe a respectiva abertura ; enota-si mais
que, apenas o nivel da agua dentro do tubo e
igual ou coincide com o nivel exterior ou do vaso
cylindrico, o disco separa-se do tubo e precipita-se
no (undo do vaso.
Visto que elle so cahe nesse instants, desse mes-
mo faeto se conclua que o impu.ro que o disco
suporta, de baixo para cimt, cxactamcntc igual
ao peso da columns d; agut que tern por base essa
disco e por altura a distancia qne vui do mesmo
disco ao nicelda apua no vaso.
0 impuxo de baixo para eima qne supporUm os
corpos immergic'os toraa-se sensivel quando se im-
merge a mao na agua, e ainda mais sensivel e
quando se a immerge no mercuric, que, seodo mais
denso, da lugar a pr^ssoes ainda mais considera-
veis.
E' porelleitodo impuxo dos liquidos que, quan-
do um balel, but-:, c inda ou qualquer embarcagio,
uha-sefurada na pane inferior, abaixo da liatia
d agua, esta se precipUa nas meimas erabarca-
i;oes.
I'.iuiim, logo mais, veremos que e esse impuxo
que suatem os corpos quo flucluara na superficie
tla agua ou ficar.i suspenses no' seio de sua massa.
As prcitHoes e\ercidas ii>1oh liqui-
Uu8 sau Indeiiendcnlt-m ilan formag
Uits vaKos.As presides que a gravidade des-
envolve nos liquidos, qaer actiiem de eima para
baixo, quer laitsraknente nas paredes dos vasos,
quer ainda de baixo para eima, nao so crescem,
eomo ja vimos, prjporcionalraen'.e a altura dos li-
quidos e a sua deosidide, mas tambem apresen-
tam a propneJaie de serem independents d ina dos vasos e da luantidade de liaaido que elks
ronlem, e por censegointe para um dado liquido, tenao di profanifiade.
Para demonstrar experimentaimente esse prin-
eipio tern sido enoendraJos diversos apparelhos,
dos quaes faremes mencjio de run de Pascal, modi-
iicado p r Massou.
Esse apparelh> compde-se : de uma plataforma
h.risoniai de madeira, do uma de cujas faces ele-
va-ae UIOAhaste vertical, tambtm de madeira, ter-
minada na parte superior por uma pequena ina-
neta horiscntal. ua jaal tode roover-se, com pas-
so de parafuzo, um cstilete aprcpriado.
Sobre a plata forma repouss. um rase cylindri-
co de vidro, proprio para recebtr agua, e de altu-
13. regular. Acima deste vaso, e ligaudose a hasle,
acha-se outra maneta de madeira ou metal, tendo
na parte livre uma abertura circular por onde
passa, repousando nas bordas um bocal de metal
qu6 serve de termiao a um tubo cylindrico de vi-
iiro, ou a um vaso conico em (6rma de funil, ou
como a chamin'; de um eandieiro, etc., etc.
Todos este9 vasos, isto e, o eootco, ou afuniiado,
o eyliodrioo, em forma de chamine de eandieiro.
etc., etc., tem f jraias diversas, mas, nao so tern a
.. lesma altura, mas tambem a mesma base, isto e,
terminam-se pelo mesmo bocal acima dito, a cujo
hocal pode ser aJaptado, sem ser preso, um disco
do metal on vidro, analogo ao d'. que trataraos
quando d-monstramos o impuxo de baixo para
chna.
Collocado quaiquer desses vasos na abertura da
segunda maneta, e potto o disco obturador, pren-
de-se este, por meio do um cc rdao seguro ao seu
tcntro, a uma dis extremiladi-s do fiel d) uma
halanja ordinarla, e na outra ex'.remidade eonser-
va-ae a respectiva concha.
Assim disposto o apparelhe e eoiloeado um- dos
vasos, deita-se agua neste, e. I .-go que elle esta
quasi cne:o, faz-so o equilibria ua balanca, collo-
caodo-se pesos na concha, a!- que esles contra-
baiancem a pressSo exereida si bre o disco pela co
lumna d'agua do vaso.
Feito isto.con'iniia-se, poue-. ; poaco, a deilar
agoa no vaso, zi. que o disco, afastandose ligei-
lamente e sem cahir das borJas do vaso, deixe
eseapar algumas gottas da rresma agua, caso em
quo move-so ocsti'.lete, de qut acima trataraos,
atj que a sua pouta lira a superficie da agua con-
tida no vase, e rectifica-se o equilibria da balan-
.a, noUnlo o peso qne fez equilibrio a pressao da
agua.
Tira-se ectio o vasn, e cm an lugar colioca so
catro, de manr ou menor capiridade, mas, como
ja dissemos, ten !o o mesmo i (.ral e a mesma al-
lura, e re?e'.e-se a experiencia deitando-.e agua
M vaso e restabelecendo o equilibrio da balanca,
e sempre notamio o peso que fat equilibrio a pres
sao da mesma ; gua.
Observa-se entao que, qualquer que seja a for-
iaa do wo, log-> que o nivo! d'agaa ehega a altu-
ra fixada pela ponta do estitl ., o disco af.sU se
l.geiramen'.e, como na primeira experiencia, edei-
xapassar aluntnas g;ttas do Uqr.;-lo, evidencianJo
assim que, desda que a alturs do liquido e a ra ma, em toi)s os caso?, a presold sr>bre o disco lam-
hem e sempre a mesma, 1r.{epeQdentei.iente da
forma e da capacidado dos vaics..
Deaiais, o peso collocado na concha da balanga
para estabelecer o equilibrio mostra que a pressao
exereida pelo liquido c semi J3' a0 V**0 &'1
columna d'apuuque tem por base n seeciio interior
do disco e par* altura a disicncic vertical desse
disco obturador ao nit el do In.
0 prracipio, que assim temoS demonstrado, al
gumas vezes e denominado paraSoxo hydrostatico,
para expnmir o que elle parece. ter do paradoxal,
quando se diz que, ainda mesmo com mul peqne-
usa qaantidades de liquido, pole-se obter conside-
raveis pressoes, como prova a
cia :
i;v{icriciicia do toncl de Pascal.
Para demonstrar a polencia das pressdes exerei-
das pelos liquidos, ainda mesmo debaixo de pe-
qucno volume, quando contidos em vasos de gran-
de altura, Pascal fez, em Ruao, em 1617. uma ex-
periencia que consistio am adapt.ir n'uma das ba-
ses de um tone! ou pipa de madeira, solidamente
construida, um tubo de inui pequeno diametro e
de dez metros de altura, encbeado d'agua depois
a pipa e o mesmo tubo.
Logo quo o tubo foi cheio, o lonel ou pipa es-
tooron por effeito das pressoes transmittidas as
aduelas, de dentro para fora, pressoes que foram
as mesmas uue seriam se o tubo tivesse o diame-
tro do tonel oa pipa, ou ainda um maior dia-
metro.
(Continia.)
FAfiTE OFFICIAL
Governo da provlncin.
I* divisao.-N. 274.Peroambuco.-Reparlicao
das obras publicas, em 15 de setembro de 18*7i.
Him. e Exra. Sr.Um grande numero de pro-
prietari agricultores do municipio de Bonito ex-
p5em a V. Exc. por meio de um requerimento da-
tado de to de agosto proximo passado a necessi-
dade de construir um* estrada de rodagem ligaodo
IJonito a uma das estacoes da via ferrea do Meci-
fe a Palmares, quer a esta ultima e3tacao, auer a
de Agua Preta.
Esta estrada de rodagem facilitara os trans-
portes de immeusos productos deste municipio pa-
ra o mercado do Recife ; animara ain la mais a
cultura do cafe ja tao generalisado neste munici-
pio, chamando assim para elle novos cultivadores
para uma iudustna para a qual o solo e o mais
apropr iado.n
Em consequencia disto os requerentes pedem
a construceio a custa da provincia de a uma es-
trada de rodagem qne, partin Jo da villa do Banito,
va termioarna estacao de Agua-Preta, pouto esie
que mais se aprox ma desta villa
Acamara municipal do Bonito poroflkio de 19
de agosto recommenda esta peticao a attencao de
V. Exc.
Um deseaho dos lugares, annexo a peticao,
mostra qu de Bonito pode se chegar a estaclo de
Agua-Preta oor uma estrada a construir, cuja ex-
teasao e avaliada em cerca de 30 kilometres pou-
cu mais ou menos, ligando-se a estacao do Palma-
res por u na estrada que una o Engenho Verde e
uma outra de 20 a 23 kilometros que ligue o En-
genho Verde a estacao de Palmares, era seguimen-
to ao rio Una'.
Seguraraeote a peticao dos referidos proprieta-
ries esta perfeitamente justiricado que o iuteresse
agrieoia pedilo e muito notavel. e a direceao in-
dicada, de Bonito a estacao de Agua-Preta, pare-
ce a melhor para ligar Bonito e sua agricultura a
via ferrea.
Pe<;o unicamente a V. Exc. permissao para apre
scalar uma observacao pnivia.
0 art. 51 da lei n. I,til e assim coneebido :
O presideute da provincia ftca autorisado a
adoptar nas pontes e estradas que forem era virtu-
de desta lei mandadas executar am systema mais
economico, e dando preferencia, quando o enten-
der necessario, aquellas das ditas obras que os pro
priclarios das diversas localidades se presturem a
auxiliar a provincia nas despezas.
Acho que cabe nest-s caso a applicacao deste ar-
tigo, que sera fecunlo em grandes resultados para
a estrada provincial,^.!) tanto que o goterno da
provincia applique rigorosamente esta mesma con-
dieao a todos os pedidos analo^os, relativamente a
promulgacao da lei acima citada.
No estado actual das eiusas a provincia possue
um certo numero de estradas provinciaes con-
struidase conservadas asua custa, e que e preci-
se concluir e conservar para o faturo a custa dos
fundos provinciaes.
A sua enumerajao nao setti extensa (si prescin-
dirmos do municipio do Recife, em que a questao
apresenta uma complicacJo especial e de've ser
tratada separadamente) :
1." Estrada do norte, do Recife a Olinda, Igua-
rassu, Goianna e seu prolongamento ate o limite da
Parahiba em Pedras de Fogo.
2 Estrada do Itapissuma a Nazareth.
3." Estrada do Recife: a Pao dAllio e l.iraoeiro e
ramal de Nazareth.
4." Estrada do Recife a Jaboatao, Victoria e Gra-
vata.
5. Ramal de Jaboatao a Escada.
6. Estrada do sul : do Recife a Ipojuca e ra-
mal de Muribeca, ramal do Gabo.
Esta estrada do sul reclama um prolongamento
parallelamente a costa em direceao a Serinhaera,
Rio Formoso e Barreiros.
Ja apontei a necessi Jade desse prolongamento
quando tratei em raeu relatorio de 20 de agosto
proximo passado da questao dos caminhos de fer-
ro^seenndariosprojoctados nesta regiuo.
7. Estrada de Palmares a Pimeoteiras. Parece-
me tambem necessario considerar provincial uma
e=trada que desce da margem direita do Una, de
Palmares a Barreiros, pela povoacao de Agua-
Preta.
Postas de parte estas sete estradas como estradas
provinciaes, acho convenieate qoe o prcsidente ea
assemblea provincial adoptem d'ora em diante co-
mo regra absolula conceder somente subsidios pro-
vinciaes para construcgao, reparos ou couserva-
Qoes de estradas de rodagem sob condicao oxpres-
sa de um concurso consideravel dos intercisados
ou das camaras municipaes.
Com esta condicao somente sera possivei, entre
as estradas provinciaes e os caminhos municipaes
puramenle locaes, dar prineipio a esta categoria in-
termediaria e essencial de caminhos quo merece-
rem por excollencia o noine de estradas agricolas,
e que em diversos paizes loraara o nome de a ca
minhos vicinaes de grande communicacao.'
A grandes distaucias da costa a accjio dos agen-
les provinciaes e muito menos effectiva do que a
influenc'a ea previdencia inleressada do proprie-
tario do engenho que dispoe do pessoal necessa-
rio.para fazer immediatamenle e sem despezas os
reparos oa terraplenagens novas, que a provincia
so poderia dirigir com grandes despezas.
O grande descan^o qua quasi sempre deixa em
cerlas estacoes o trabalho da agricultura sera des
te modo aproveitado, e a provincia daria o que nao
podem fornecer os proprietaries inleres direceao technha dos estudos e das obras, 3 uma
subvencao era dinheiro que serviria principalman
to para cooslruccoes de pontes e outras obras
d'artc.
I'ara geoeralisar esta eombiqacao seria precisJ
ma lei especjal coxo a que em 1830 era Franca
nmitada depois era Portugal e ou'.ros paizes) tor-
nou obrigatoria uma preataijao annaal de tres jor-
naes do traballiD de todo o homem de 18 a 60 an-
nos, de todo o animal de carga ou de sella e de
todos os vehiculos, enmprindo se ali-m disto esta
pre-tacioa vontade de cada um em Irabaliio effec-
tive oa em dinheire, segaudo uma tarifa fixada
pela assemblea provincial: tanto o dinheiro como
o trabalho serao exclusivamente destinades a con-
straccao e conservacjio das vias de communicacao
que interessam a localidade, e 2 tercos do total das
prestaQoes serio exclusivamente destinados aos ca-
minhos vbinaes de grande communicacao, isto e,
as vias de communicacao mais importantes, como
por exemplo as que conduzera os productos da
agricullara as eataciios dos caminhos de ferro,
seguinte experien- aos portos de mar oa aos mercados do interior.
) E Ulll tfsfnrm hamii. ,!,> ..,,..1 -*-------'- -.
-
; Domiugof Joa^ da Com Bnga, em Hcureth;
Rio Janeira-
E um esforco beroico do qual depenJea pros-
pendade agrieoia da provincia, porque nao e cam
os unices recursos provineiaes que se podera exe-
cutar a rede enorrae de estradas secundVias, ne-
cessaria para conduzir prmcipaimente o assacar e
o algodao de todos os ponies da provincia para o
Recife, por precos que deixem um benefbio impor-
tant^ ao productor.
Na especuiiva de nue o governo provincial, sus-
leptado pela opmiao pubiiet, assuma a responsa-
bilidade de uma lei tao essencial, convem apressar-
se em acolber todos os reclamos que alguns pro-
prietaries intelligentes dirijara ao governo para o
melboramento ou complement > das estradas agri-
colas. Convem, digo, acolner esles pedidos, como
por exemplo: o que acabam de dirigir os propriata-
rios da villa de Bonito, e convidal-os a garanlir a
provincia o concurso dos interessados por uma lisla
eoniendo as obrigacoes de cada um.
Estas obrigacoes poderae coasistir em dinheiro
ou em mao d'obra, especiflcando neste ultimo caso
o numero de jornaes de trabaliiadores e deani-
maes que cada proprietario se obriga a dar gratui
taraeute para a obra reclama da.
Uma consideracio especial ao negocio que nos
occupa vem eoiroborar oossas conclusoes : a pro-
vincia concedeu a execucao de um carainho de fer-
ro de Palmares a Bebedouro, que dara traosporte
a Bonito; esle eaminho de ferro sera deste mode
o verdadeiro eaminho de iuteresse geral que fara
communicar Bonito com os mere ados o os portos ;
e a estrada pedida do-Bonito a estacao de Agua-
Preta tera desta'sorte uma utilidade modesta e an-
tes municipal. E', pois, difflcil exigir presentemen-
le da provincia para esle fim a despeza considera-
vel de 250 a 300 coot is de reis pelo menos, a railo
de 10:000*000 por kilometro para uma estrada
estreita e economica.
Seria com effeito mais raeional que a provincia
consagrasse este esforco era activar por meio de
uma subveocao e uma garaolia de juros a coa-
slrucgao do eaminho de ferro de Palmares a Bebe-
douro.
a situaea do porto; e em consequqocia disto abs-
to qualquer temeridade, a Mo creio que^. regiao e indispensavel ** o B^otm.qaer'de dia,
nenhuma-daj medidas qua propoe possa parecer
duvidosav-
Em resumo son de opiniao qne a estrada pedida
e utii; mas que nao tern urn caracter de tamanbo
interesse geral que couvenha executal-a exclusiva-
mente a custa dos cofres provineiaes. Em couse-
3ueacia disto proponho per applicacao do art. 51
a lei n. 1,141 que V. Exc. communique o presen-
te ofQcio a camara municipal do Bonito, convidao-
do-a a promover offerecimentes de concurso dos
principaes interessados, quer sob a forma de uma
subscripgao em dinheiro, quer sob a forma de jor-
naes de uomens e de cavallos ou forneeimento de
materiaes, ou de transporte de um volume deter-
minado de terra oa de materiaes.
A camara municipal ou os interessados deverao
se explicar igualmente sobre a parte que elles con-
tam temar na despeza is conservagao da estrada a
construir. -
Deus guarde a V. ExcUim. e Exm. Sr. com-
mendador Hjnrique Pereira de Luceoa, digoissimo
presidente da provincia. Fi'rtor Fournie, enge-
nheiro director.
OESPACHOS DA PaESIDBNCtA. DO DIA 22 OE SET EMI) HO
DE 187*.
Antonia Francisca da liara. Entregue se me-
diante recibo.
Araalia Maria Vieira de Barros.Passe portaria
com ordenado.
Francisco da Silva Miranda.Indeferi Io.
Galdino Americo Torres Bandeira.Sim, me-
dianle recibo.
Hanriqueta Amelia de Menezes Lyra. Itequeira
pelos canaes competenies.
Isidoro Marinho Cesar.Nada ha a deferir, vis-
to nao estar publicado a obra a que se refere o
supplicante.
Maria Manoella Cavalcante. Indeferid) por nio
haver vaga.
Mathias Soares de Almeida. Sim, na forma da
lei.
Manoel Felippe do Monte. Seja o supplicante
removide para a cadeira de (Juipapa, ficando de
nenhum elfeito a sua remocao para Cabrobe.
Marianna da Cost).Informe o Sr. Dr. chefe de
policia.
Thoraaz de Carvalho Soares Brandao Sebnniie.
Deferido com offlcio desta data dirigido ao tlie-
souro provincial.
Vicente Nunes de Magalhaes. Deferido com o(-
dcio desta data ao Ihesouro provincial.
Fr. Venancio Maria de Ferrara.Deferido com
eflkio desta data ao thesoureiro das loterias.
Padre Vicente Maria Ferreira de Albuquerque.
Informe a illustrissima camsra municipal do Re-
cife.
lt<*|iui-ticto da policia.
I.' secjaoSecretaria.de policia de Pernambuco,
23 de setembro de 1874.
N. 1161.Illm. e Exm. Sr.Participo a V. Exc.
quo das communicacfies reccbidas hoje nesta re-
particao consta que foram recolhidos os seguintes
individuos:
A' ordera do delegade de Jaboatao, Antonio Joa
quim dos Santos, de quem tratei era minha parte
aiaria de hontera, com) criminoso de morte, a dis-
posi^ao do Dr. juiz de direito do 6 distrieto cri-
minal.
A' ordem do snbJelegado de Sant) Antonio,
Franeisci, escrava de Jose Feliciaao de Nazareth,
a requerimento daste.
A' ordem do do distrieto de S. Jose, Cordoli-
na Maria Francisca e Emilia Veronica da Concei-
cao, per disturbios.
Heniem foi tirado do rio Capibaribe o cadaver
do preto Gyre, e-crave do Dr. Fortunate Auguste
da Silva os peritos que proceieram a vistoria de-
claiaram ter sido a morte o resultadode asphyxia
per submersao.
Deus guarde a V. Exc-IUm. e Exm. Sr. com-
mendador Henrique Pereira de Lucena, digno pre-
sidente da provincia. -0 chefe de policia, Anto-
nio Francisco Correia de Araujo.
DlAmUDEPMNAMBUlAJ
RECIFE, 24 DE SETEMBRO DE 1874.
O Melboramento do Porlo do
Recife.
Ill
Proseguindo no exarae e noticia que promeite-
nios fazer e dar acerca da memorii que, sobre o
porlo do Recife, publicou o Sr. Victor Fournie, ire
raos seguinlo a mesma ordera logics, guardada
em seu trabalho per aquelle distincto engenheiro,
e. acompanhando pari e pmu o desenvolvimento
do eslu lo, aiduziremos as noisas ligeiras relle-
xu:s.
Eolremos na materia :
No capitulo I do sou opusculo, o Sr. Fouro e fax
brevissiraa referenda aos projecios ate enuko apre-
sentados ; e, loude assiguaiado que em geral os
seus autores so encararara a questao do porto sob
ura aspecto restricto, abre excepQao era pro das
mem.tr/asdoSr. engenheiro Galvio sob o ti-
tulo de Estudos sobre os melhoramentos do porto
de Pernambuco, causas das cheiai dos rios que
desaguam no mesmo porto e meiosde remove -las.
meneiona as Ires cathegorias de trabalhos propos-
tos por esse illastrado engenheiro brasileiro, e diz,
a proposito das suas memorias :
No piano dos trabalhos qae elle propoa para
melhorar o porto por conta do estado, esse enge-
nheiro parece sempre dirigido por asle pensamen-
to ; nada fazer qae, em caso de mao exito. peiore
Sinio.me, pois, feliz per. no comeco dos meos
estudos aaoie o mesmo porto, poder apoiar-me
o um trabalho cujas ba;es me agradam e satisfa-
zem-me 0 eapirito.*
Nessa axplicita declaracjlo do Sr. Foa*aie, nao
sd esta coatida uma hemenagem ao angenheiro
brasileiro, horaeBagem que aos deve desvaaacer,
attentas as eondifoes em que 6 feita, mas tambem
est enunciado o pensamento de que nas suas co-
gitC6es sobga o porto servira.n-lhe de ponto de
pariida as memor as do Sr. Galvao.
Este pensamento ainda se completa eom as se-
gumtes lialias, em qae se revela a coafianga qae
o Sr. Found* deposit* no trabalho onscieoeioso
do eogenheifo brasileiro, a cujas reffexoes sobre
os demais ptject* ioteiramente se reoorta :
E' assiJi one, diz ainda o Sr. Fownie : A
cuidadosa ravisla que elle passa nos project >s ao-
teriores dospeosa-me do trabalho de insislir
nesses nuraerosos projectos, cuja uoica enumera
cao e ja de # muito lonja ; e, pois, em relacao a
laes projectoa reuro-rae >o que diz o Sr. Galvao
Filho. i)
Nao so conclua, porem, d'abi que o Sr. Fournie
julga compJeio o trabalho do Sr. Galvio, nao. Nss-
se, como oos antenores tratialhos ha laeunas, se
bem que o do Sr. Galvao prime sobre os demais.
Quer na primeira memor it desse engenheiroi
aquella que se refere ao porto e meios de melho-
ra-lo, quer na segunda, a que trata das cheias dos
rios e meios de obvia-las, o Sr. Fournie encontra
laeunas, e Ideas que nao aceita embora respeite
estas come Jilbas que sao doom espirito atilado
e illustrade.
Deixa ado a sgunda, de que so se occupa no ca-
pitulo de sun memoria que tem por epigraphe
Bacia do Capibaribe diz o Sr. Fournie, sobre a
primeira, e di lo com toda razao e maximo cri
terio :
Todavia essa mesma memoria do 1870 tem,
segundo penso, uma grave lacuna. Pernambuco
nao e somente om emporio co nmeicial, e o mais
importanfe panto de carga e descarga do nor-
le do Brasil. Tambera e uma notavel posicao
geographic*, uma eacala obrigatoria e consequen-
lemente uma estancia natural (atlerrage) da costa da
America do Sul para toda a navegavao delongocurso
que freqoenia o oceano allantico : e nao resulta-
rio d'ahi nscessidades particulares que interessam
a todas as marinlias commerclaes 1 Aioda e tam-
bem, em oaso de guerra marilima, uma posicao ag-
gressiva de primeira ordem ; e, per ventura, en-
contrara abi a marinha mihtar brasileira, para as
suas esquadras, todas as comraodidades de abas
tecimento, de reparacae e concerto, de livre cir-
culaijao, de opportunos avisos e de defeza era caso
de necessidade ?
Taes quesloes tera sido descuradas ete agora
pelos engenlieiros que tem escripto sobre o porto
do Pernambuco.
. Elles estudaram o interior d > porto, e, em
eertos limiies, o ante porto do Poc^o ; mas de mode
nenbum |omaram em coasideracao o ancoradou
ro exwrior {rade) e bem assim as facilidades que,
fora'do porto, podem reclamar quer a marinha com
mercial, no intuilo de diminuir as despezas inu-
teis {faux (rats) a os premies de seguro, quer a
marinha rniljtar, em vista de seu deslino especial."
Ante essa ex posicao de motivos, assente em
principios indiscutiveis e de toda procedencia, po-
de-se desde lego antever que, pelo menos, sob es-
ses pontos de vista, o Sr. Fournie encara o proble-
ma do melhorameuto do porto por faces inteira-
menle ou quasi inleiramenlo novas
Dizeraos quasi inleiramente novat, porque justo
e que, dando a cada um o que e seu, facamos uma
restriccao ao enuncialo geral d>t Sr." Fournie,
quando, referindo se ao aneeradouro exterior, as-
severa quo nenhum engenheiro ate agora tomou-o
em considerate, tendo em vista o larguissimo des-
envolvimento commercial que no futuro pode ter
Pernambuco.
A prova plena om que se apoia a noss3a res-
tncgao eneontrara o Sr. Fournie na collec^iio des-
te Diario, do anno do 1865, onde podera ler ura
artigo sobre o porlo de Pernambuco, da penna do
Sr. Manoel de Barros Barreto, e no qual este en-
genheiro apresenteu a idea de proteger-se o aoco-
radouro exterior com um quebra-mar, na previ
sao futura de engrandecimento commercial.
Nem foi somente esse engenheiro quern pensou
em tal objecto, nem mesmo Ihe cabe a prioridade
da idtja, visto como, antes delle, ja Iraham-n'a
enunuiado, posto que particularmente, como de-
pois foi revelado por um alto funccionarie do im-
perio, dous espiritos e'egitadoreso fallecido gene-
ral Abreu e Lima e o Sr. Francisco Maria Duprat,
este patricio do Sr. Forurnie, e aquelle nosso pa1
tricio.
Com effeito, quando, era 1864, se nos nao falha
a raeraoria, andou pelas proviocias a examinar as
obras railitares o Sr. general Henrique de Beaure-
paire Rob in, aqui lhe foi communieada aquella
idea por ambas as pessoas a quern nos referiraos
acima, e isso mesmo referio aquelle alto funccio-
nario na memoria que, a respeito da sua commis-
sao, publicou em 1865, quando, se nos nao enga-
naraos, ja era rainislro da guerra.
Essa restricgao, porem, em nada desabona em
tal assumpto a idea do Sr. Fournie, nao so porque
no curio lapse do tempo que aqui esta era-I he
im possivei veriOcar isso, mas tambem porque,
como elle o diz, nas memorias impressas sobre o
porto nao se fez mensao da idea.
Assim, pois, tem razao o illustre engenheiro
quando no seu enunciado propoe se a encarar a
questao sob essas duas faces novas, apoiando-se
em trabalhos do Sr. Vital ds Oliveira e seus di-
gnos collaboradores, nos trabalhos dos marinhei-
ros e engenheiros hydrographos francezes, taes
como do almirante Roussini, do Sr. Gressier, do
commandante Monchez e outros.
Vejamos oorao se desempenha da tarefa o Sr.
Fournie.
IV
Nos capitulos II e III da sua memoria acham-se,
tanto quanto era precise, desenvolvidas as ideas
do Sr. Fournie em tal assumpto, e pode se dizer
qae sao esses capitulos muitissimo interessantes.
Deixemos de parte o HI, de que depois tratare-
mes, e consideremos o II.
Abi o Sr. Fournie, apoiando-se nos trabalhos
dos Srs. Ernesto Mjucbez e Korellet e na obra
official brasileira o Brasil na exppsiciiode Vien-
na cm 1873, descreve a costa Este do Brasil,
nao so assignalaude-lhe os pontes mais notaveis,
sob o ponto de vi>ta da navdgagao de longe curso.
mas tambem estudando-a em relacao as rotas tra-
(adas pelas correntes aereas e marinlias a grande
navegacao qae se faz entre os conlmentes cujos
iu.cresses se ligam.
Oesi'arte o Sr. Fournie deixa bem palente qae
o espar: i ^ue separa o caho do Sao Roque
Em primejro lugar, diz elle, em tao importan- ta,imm ., ?*-,_____
gtao a indispensavel que o naute, qaer de dia, ST\\\lSSl>*ZZZTlJwo
quer a no.te, tenha psrleito e exaclo c.^Dhecimento *~~'*"""- "'
Bra-
do Penelo Sao Pedro, espage onde successiva-
mente se encontram os escolbos fronteiros ao cabe
de Sao Roque, os escolhos das Rocas, a ilha de
Fernando de Noronha, e fioalraente o Penedo de
Sao Pedro, -serve de ponto obrigado para toda a
navegacao que se faz, quer entre o Brasil e a Eu-
ropi e Eitauo3-Unidos, quer entre os Estados-Uni-
dos (lado de atlaotic >) eo PaciGco,. quer ainda
entre a Europa e a Australia.
D'ahi deduz logicamente o Sr. Fournie algumas
conclusoes iraportanlissiraas, qae, nao so interes-
sam a marinha mercante de todo o munde, espe-
cialmente a do Brasil, mas tambem a marinha de
guerra.
da sua posigio geographica. Pertaoto, ha utilidade
publica de grande alcance na illamioacao d'esta
Imba:
1." Pbarol de 1 ordem nos escolhos frontei-
ros ao cabe de Sao Roque;
2 Pharol de t.* ordem nos escolhos chama-
dos Rocas;
3." Pharol na ilha de Fernanda-** Noronha;
4. Pnarol de !. ordem no Penedo de Sao
Pedro.
Certo, aos homeos do marj acoslumados a avisi-
oharem se d'aquella regiao, ericada por assim di-
zer de cardos submarines, nao escaparao as van-
tagens que lao feliz e bella idea ihes pode propor-
cienar, nem tambem podera ella escapar aos espi-
ritos que cogiura em diminuir os males que alTJi-
gem a numauidade, quando soulterem que, nas visi-
uhaogas dos pontos assignalados, d-.i continuo se
dao naufragios, qa\ nao so acarrelam prejuizos
pocuniarios, mas tambem, e o que mais e, heca
tombes de homens, que alii perdera ingloriamenle
a vida.
Mas, nao 6 so essa a coaclusao a que chega o
St. Fournie, nao. Tambem oulra deduz elle dos
prineipioa. que etabelece no cap. II da sua me-
moria, e esta idea e por sua vez de ura aleance
immense para toda a sorte do interesses que se
prenlera a navegagai, e de uraa fertilidade pro-
digiosa era resaltados praticos para o comraercio
e para as esquadras de guerra, no caso superve-
niente de um cenllicto com qualquer potencia.
Essa idea grandiosa 6 nada menos dj que, tendo
em vista que todas as rotas do viagem, acima
apontadas, conduzem a aproxitaagao de Fernando
de Noronha, ligar esta ilha ao continente, de Per-
nambuco, per meio de um cabo submarine, esta-
belecendo alb uma estacao electro semaphorica, a
imitigao das que tem, nos seus portos avaucados,
a Inglaterra, a Franca e Portugal.
D'esi'arte qualquer navio que se achasse a vista
de Fernando, communicande per signaes sema-
phoricos com a terra, alii se deteria pouco tempo
afi n de receber ordens de seus consignatarios ou
corrospondentes, que, pelo cabo eleclrico, que
hoje nos poe em relagao com o mundo iuteiro,
Ihes transmittiria as instrucgoes precisas no iu-
tuito de dirigil-os para este ou aquelle porto do
BrasilPernambuco, Babia, Rio de Janeiro, etz,
onde as condicoes commerciaes os convidasse a
entrar.
Tempi ha de vir, di: a Sr. Fournie, em que o
tempo sera realmente dinheiro, e em que dons on
tres dias de mais ou de menos na chegai i de um
navio ao porlo onie se manifestam mcessidades
sera uma cousa grave.
E assim sera, e, diremos mesmo, assim ja se
vai cons-derando o tempo, com que alias bem
pouco se cenlava outr'ora, quando as oossas re-
iacoes co rmiercnes estavara adslriclas as demora-
das vVgens dos navies de vela que faziam a tra-
vessia entre os portos do Brasil e os da Europa e
da America do Norte.
Hoje, nao; as cousas estao modificadas. 0 te-
legrapho, p ndo-nos em communicagao com o
mundd inteiro, alargeu o borisonte das nessas
relagoes commerciaes,- creou, per assim dizer, no-
vas re!ag<5es, estreitou-as lodas, da f irma que a"f
brevidade das commuoicagoes e transacgo3s como
que surgio imperiosa, reclamande todos os meios
praticos para a sua accelerada manifestacao.
Por essa razao, sobre tude, e que a idea do Sr.
Fournie nos pareee grandiosa e utilissima, sem
contar que c de um immense resultade econo-
mico.
Mas nao e so isso. Accessoriamente, diz o Sr.
Fournie, essas possiveis relagoes dariam ae go-
verno da provincia de Pernambuco, grande* faci-
lidades para dirigir sua penitenciaria insular.
E isto e de simples intuicae. e nem carece que
Ihe demeustremos as vantagens.
Em caso de guerra maritima, diz ainda o
Sr. Fournie, imporlaria muito ao governo brasi-
leiro conhecer, por meio d*esse posto avangado.
os moviraentos de quilqner esquadra ioimiga ou
da^ua propria, e poder inversamente traosrailtir a
sua marinha e bem assim aos navios de coramer-
cio era viagem toda e qualquer instruegio alii.
t Assim, pois, conclue o Sr. Fournie, a mengao
dos quatro pharoes a construir, accrescento esta :
a .').* Estabeleciraento de uraa estacao electro-
semapborica em Fernando de Noronha", e juncgao
d'esta ilha a Pernambuco, por meio do cabo lele-
graphico submarino. >
Taes sao as cince conclusoes a que chega o Sr.
Fournie, in fim do cap. II do seu opusculo ; e
ninguem dira por certo que alguma vez ja foram
ellas deduzidas de uma argumenT?.cao mais logica e
mais palpitante de iuteresse, nem mesmo se pode-
ra dizer que tao generosa e bella idea foi alguma
vez aventada
Nao, essa idea nunca foi emiltida, que o saiba-
mos; pertenee toda, inteira, ao Sr. Fournie, e de
certo nao ssra um de seus menores tilulos aos
respeitos do comraercio, a quem, mais do que a
ninguem, ella aproveita, pela economia de tempo
e de dinheiro que lhe ha de produzir.
Proseguiremos.
IrlOO toneiadas. e decentbanmram
bo* ditas. O iiBTi-aiii. de amurar
*! ttrme o total do di-piiHiio em
.onir^. Liverpool. Bristol e Clyde
* de u.ooo toneladas j foram- ea-
cregHteo lemana isaiou lonriu
dao, e desembarcaran* 7,ooo
tao.
di
ewYrk -Cambio sobre Loa-
"r -- /. Oaro ivt/. irr
reeantentoii de ca /*,. good ix i h i/. earn por libra r- o
depostto do de proecdeaeia do Rra-
ll nos portos da America de Norte
e.de lor>.ooi> saecos i do de Santo*
no. ha durante a sensana ven-
deram-se em Keo-Vork t.oou sae-
cos do de Santos e do BUo de Ja
neiro. ll^odao aaedlano uplands a
1 :t/H com por libra j cbegaraa ho
Je aos portos da America do Norte
loofcOO tardos.
Liverpool Hercado de algo-
dAo desanimado ; en-deram-se ho-
je 10,000 Tardos. sendo l.SOO de
procedencia da America do Sul i
o FAin de Pernambuco a s d.. o de
Santos a 7 ii i; ,i., ,- de Maces*.
a 9 9/S d. por libra.
Anluerpia S*Os preeos
iknntein se.
nambnrgo S%.-Mereado
flrmn : lotes de Santos
sr. 1/9.
Havre t'i. Venderam-se 3.SOO
saecos do Rio a tI francos.
Marselba S3.Cafe do Rio bom
ordinario a SI francos. Assacar
de Pernambuco n. a St fran-
cos.
Rio de Janeiro S3.Cambio inal-
terado.
Bahia 3. Cambio sobre
dres 4t 1/4 d. bancario
" ; H d. particular.
do eafe-
de cafe
average a
I.IIU
S61/4 a
&mmMmmm%:
( AGENCIA TELEGaAPHICA HAVAS REUTER.)
Berlim 3 de setembro. Mailtos
subditos dinamarquezea foram ex-
pulsos do Mchless i^-Holstein pelas
autoridades allemas. O NATIONAL
ZEITUNG approve essa mcdlda das
autoridades allemas. mas as-.-mi
ra. entretanto, a amizade do gover
no allemao pela Diaamarca.
Madrid **. o general Lascerna
conseKuio escoltar um trcm ate
Pamplona.
WHAMA m\ftM\a\%.
IiOndres *.o paquete Inglev PO-
10SI chegoa a Liverpool hoje, pro-
cedente do Brasil.
Rio de Janeiro S3.Os patguetes
ORENOQUE.CALDERON'e LIDADOR che-
graram.
Babia S3.-Cheajou boje o vapor
brasileiro BAHIA e sabe amanha pa-
ra os portos do norte.
COMMERCIAES.
Londres **.A taxa do descouto
coiitiniia a ser na praca de % 3/4
por cento. Consolidadus de 3 */ ''"
account, a PS S/8. Fundos brasilel-
ros de S %, do anno de tKii."., a IOO i
ditos do I nu'iiaj de 6 '/., do anno
de 1S11, a G1 / ; ditos argentinos
de 6 % do anno de ihji, a 91 is.
o mercado de cafe contlnua flrm'e ;
venderam-se hoje dous carrega-
mentosde t,IOO saecos pelo SAP-
PEMEER a 81/, e de S.OOO saecos pelo
ORENBURG a SS/ por cwr ; o depnsite
total em Londres 6 de
(AGENCIA AMERICANA.)
Liverpool 22 de setembro.Algodao:
mercado frouio, JIG mais baixo ; o de
Pernambuco 8, e b do Maranhao 7 15/16.
Cafe do Rio, primeira qualidade, 73. As-
sucar : do Maceio 21 ; venderam-se hoje
3,500 sa cos. Couros e sebo, Grmes ; pre-
i.os inalterados.
Londres 22.Cafe do llio : mercado
"ffouxdl pregosem alteragao.
Paris 22.0 conde de Coambord enviou
seu sobrinho, o conde de Baidi, em missao
junto a 9. Carlos.
Lisboa 23.Sahio para o Para o vapor
inglez MAHA,VHEMSE e o brigue portu-
guez EDITOR.
Ilio de Janeiro 18 (retardado).Sahio
para Pernambuco o patacho portuguez JO-
SE'. Tambem de Montevideo sahio para
ahi o brigue nacional FA USTO. Cbegou
o paquete inglez GOHCOVADO, procedente
d'Kuropa pelos portos de Pernambuco e
Bahia.
Montevideo 15,Xarque : mercado fir-
mc ; os p tssuidores pedem pela qualidade
gorda 15 reales; otl'erecem 4*. Para o Bra-
sil einbarcaram-se durante a quinzena
14,000 quintaes. 0 miaisterio sollreu al-
teraQao. Os ministros da,guerra e da fa-
zenda derani as suas demissoes, e foram
substituidoso primeiro pelo coronel Vas-
quez, e o segundo pelo depulado Pedro Bus-
tamente.
Buenos-Ayres 13.Cambio sobre Lon-
dres 48 7,8, sobre Paris 513 a 516. So-
bre o Brasil 31,000. Xarque: mercado
ftrme ; para o Brasil 40 reales, para Havana
35 a 36.
Bio de Janeiro 20 (retardado). Sahioo
paquete nacional BAHIA para os portos do
norte. Entrou de New-York por mais por-
tos da sua escala o paquete a.nericano
SOUTH AMERICA.
Rio de Janeiro 23.Cambio sobre Lon-
dres 26 1/4 bancario, 26 3 8 e 20 1,2 par-
ticular ; sobre Paris 360 bancario. Ama-
nha segue para a Europa, pelos portos do
norte, o paqueto inglez NEVA ; e depois
d'amanha sahira" para New-York, tambem
pelos portos do norte, o vapor americano
SOUTH AMERICA.
Bahia 19 [retardado].Entrou opaquete
inglez UYPARCIIUS, procedente do Rio
de Janeiro, e segue para a Europa depois
que concertar ura desarranjo que soffreu o
seu maquinismo.
Bahia 21 (retardado).Entrou da Euro-
pa o vapor inglez GALILEO, que segue
para os portos do sul. Sahio para os por-
tos do norte, da sua escala, ate" Pernam-
buco, o vapor nacional DANTAS, da Com-
panbia Bahiana.
Babia 22 (retardado).Chegou dos por-
tos do norte o seguio para osul o paquete
nacional CERVANTES. Seguio durante a
noite para Europa o vapor inglez HYPAR-
CH US, tendo concertado o desarranjo do
seu maquiuisuio. Cambio sobre Londres
26 1/4 bancario e particular.
Bahia 23.Entrou o paquete nacional
BA HI A, procedente do Rio de Janeiro.
Bahia 23.Cambio sobre Lonires 26
1/2 bancario e particular.
PSMAM33UCO.
ASSEMBLEA PROVINCIAL
SESSAO ORDINARIA EM 3 DE JUNHO.
I'RESIDENCIA DO SB. FSRRBIRA DE AGUIAB.
(Conclusao.)
O Sr. TVascimento POrtella i{Nan
devolven seu discurao).
O Sr. J. Hello Rego t ladependeute-
raenle das observacues quo acaba de fazer o no-
bre deputado pelo 1.* district), eu leria de tomar
algum tempo a casa, no iojtaito d^ dar-ibe expli-
cates da causa que levou a comniU9ao de orca-
meoto a con vir em que se eleve mais am pouco o
impjsto de exportacao do assacar.
Se tal era o meu intuito, depois que o nobre de-
o.ooo tone-1 patado pedto informacoes, mais pressa XQ3 d9 etn
'
:
L




*
K8I MMKSTifc Mil /JU3-I ^ao*^^e Pernambucc Qainta teira 24 de Setembro d6 1874 -jo
',&
ealisfazer esse ruu desejo, para assim melrior cor-
respon ler so mesmo uobr* deputed*).
0 Sit. NmkVBnto I'crteila ; Obrigado pete-
sm aitenajto.
0 Sr. JTji\giio,RF.Go :A commissao lembroa-
*e dB proper a reduccao do' imposto sobre o-ava-
tar, porqaVi HUada qup devemos ir ponoo a pou-
eo diminuindo is direfcas de exportigVo ale extin-
siiilos ; mas a iitfeucao da comminao nao era
c'ertamentft levar erta redwdio *o ponto do pre
judicar as necess-idedes urgoutes da provincia.
Quando me i.eoopei da :jegtind& discos>io dos
le projecto, dechro a cva que ncs seus calculcs
'".uiha a commissao coinnwtrido am engano prove-
tiiente de haver, por informs;~ies que obleve, to-
rnado o terroo nwdio do pre$e dj assucar na razao j que os 90 ret?.
o projecto i% estava impresso, veririqalei itrmo medionaa podia seT superior a 10160, por-
que era exaeumeate -o que indicava a pauta da
-alfandega quando eu a-examine'i.
O Sn. Manoel D3$teGo .Isto &*o exprfene a
Tcalidade, n-m pode expnroir.
0 Sn. J. Mello Rb6 > : Peco ao nobre fteputa-
4a gas uao cub iaWrompa. S qar fallsr, fa-lle
depois de mint, e-assim coosiK:. que prosiga na
miuha demonstrate. Se teni davidas pergunta,
rosnp*.
0 Sh. M.txora. do Rego ;Neo estoa interrom-
pendo ; foi urn aparte em vo* muito fcatxa.
O Sr J. Mkuj Reod : Tasto peior ; assim i
que me interrompa mais, porque me distrahe a
iiltftni'^'i
VotTo -ao-qxre diria. A wducc-'.o, pois, 68 int-
atttlo do assucar, quo eujmiss de W):00<)*, sulnu a sotnni* dc'$4:000 a.
Deitf laeJo os sus,ralclo desequilibtarara-se,
e coavjnha retnediar u eqiv'co.
Fui .-*a. a rauo pjr miu a commissAd jaigou
ilivoiuL'r/.H, na z.* dwiu-.-iao, H;.j-ii>uiur urna
ci.ieuda duplicasdo o -.mp^.ji-j de pedagio, para
\c: ,-e iM-un ciiapeustva de alguma (orma a
grapde diti'creu'^. que gt'rou engano, difference
'superior aqueila que-Jinh?. slfio previsu. Jalelii-
iaenie-,u. discussM csta -jinenda (i rejeitada.
c ctirinuou jj.ir cucrcijue .u op^sao de.-equfi-ibradi). Era procis* proearar
meio dV ruiiuw ftti-iacix>venie3te.
AjOfp dist>, casa fex r:suc-rues era oairos im
posJos, uiuiio dusMiii.atla. *em duvida, de que a
ctevaca-; de-nxsiada da naiosk;4u >cibre as bebida;
e>pintuua>, !>.*a par-.i equilibrara< cuusas e
rH<*W3r an dtrlicQidadaa.)
be feilp, se- podesse prevaiecer a impofifao du
plicada --l.re s vnl.os. o uri.-aineot iicaria i;uasi
quj]lb*adu ; w*s deedd logo eu prote^tei cuatra
a elevatjio Ue suindftaale iaipqsM, p lla ja la'aiVi fe, doplka la, coiqj foi, equifale
a uma iui(fj.-^u pruhKjiiiva, que 0*0 .'6 etrvc-
para crear venames to couiraefoio, corno vem
causar dilticuJoades a provinci.i, por isso nnda cm da dog liqutdos Inbu^lo-.
lilt ait. Oehitado : E eoneorria poderusataea
te para a >afecQao ikllen.
0 S11. J MiiLo Rsjo : A' vi-t de ttido isto,
eu, p?riieolarineii&, assevorei a diversos Srs. de
puiaJiw iiae a oaawra aguardava a 3.' di-cusii>
para faier ao priye>.io as aiierajoes e letoqufs
que eram ajeeessariof.
Urp!>is do ler I.*;:-; e>lad 1J0 0 e-t.tdo em qae ii-
cou o projelo de orcament.', quanto a renda que
podia produzir.; (2rp. dd approvado em 2.* dis-'
DMiWi '' HVcuci-iiH' ilo que cirectivaraenle era
jneci.-o haver ou augiocnl) de impo*i;ao ja-voia-
da, ou a ertar'io 4s mais outros impo?io>.
Pniresta :ca.>iac confulJei ao illiistrado inspfc-
lor da ihesoursria a reapeito da providencia a to-
mar, pedi-lae qua ma-Jiusse sobre o estado das
ouu>as, soUre as foryas ;e qua eslara voudo, e
I2e dt'.-s'? a Mta v.'i^osa e esclaieciJaopiniao.
Es;e digitj foociKUUcio dirigi'*-me enl&o a se-
goiate carta, ;ie_tkve ser lida inuito em atienrao:
Pel a discus*5o do orcaineaio, noto algumis
raedida.% quo me parecendo de ioconvenienria em
seus elT;i!os pnltOK1^ cfuer robiivainenie a pro luc
V'ao de leuda, quer a respeUo de sua execuyai), le-
oho por noceisario (azac ihe algumas coosidera-
tjoes; as qaaa-estoa que nao Itie terao eso.tpado.
A eleva*io Kiemasiada da taxa de imposifao
sobre 0 vinao af.o se aconselha nos priKiploS pra-
Ucos doaug:nenio da arrer,a1a(;ao nessa fonte de
reada.
Prevejo qac es?a medida fara descer a arre-
eadagjp actual,tgeafiando gem duvida do no-so
mercado tal produi.-lo, do ahrindo espatjo a quaes-
tjuer meios de i!ic lir a uercepcao do iinposto. Nao
obsta a naiu.-eta des>e produci.o, logo que a irapo-
sigao sobre elle nao 6 de caracter prohibitive ou
prctectivo ; e conio, portanio, nao pode ser consi-
derado senao de D.ilureza lisoal, importa que a ta-
xa nao inuti!ie a exloa-io da renda.
t I^uul coooideraoio faco quaulo a verba de joa-
Iheiro.-, seodo %B9 neiia ]a a experiencia tem tle-
mons'.rado na praiica a verlade dos prinoipios da
scieneia.
a Da imposi^iio cresciJa tern resullado a illusao
em pane dn notHBa iinpoaioio, cujo producto nao
Vim correspondido ao iiumero dos que cominer-
ciam em tal raiuo de negnoto ; porq-.ie, eemp sa
be o, 0 impost!), que recahe subre e-s.i induslria,
nao u dj lancauuM;'..', e Sim de pateute ou liceica,
cuja syiicitacao depende da pane, que a tirala
pode prefi-rir 0 riaeb da apprchcnsio, visto 0 eres-
ciJo impos.o ientar a eventualidade.
Nao vejo razio para a c-liminacao ou baixa do
imposlo de ti08 por cavallo vendido on permu-
lado, I020 que se ado exija a rcatriculi e escripto
i lendia->e antes a isto que an imposto; equaudo
;te ja se vaj cobrando com alguira regularidade;
quando arrefecem os eitlinulos da antipatliia des-
pertada ; quaado 0 coahecimeHto da imposto pago
estabelece um titulo de acquisi<;ao bern aueitavel,
que vantagem pofia haver em acab.tr ou diininuir
o refendo inqcislo.q-je sent duvida devcra produ-
zir mais de espajo alguma renda sera mor gra-
vame ?
Converia que se mantivesse a imposicao e a
taxa, ccssando porem a malricula e 0 papel de
contraclo exigido no regulamento.
o Nao tenho por proprio da assemblea descer a
minuJeocias da nalureza dessa do ferro dos bezer-
ros. A!em de que, etousa-ae oceupar se disto, por
que no regulanteoto qae d jve ser dado, (t materia
ja cogitada no sentido da dispensar 0 mesmo
ferro.
A arrecada$2o do cov 1 imposto sobre 0 con-
sumo de farinha de trigo, etc., etc., 6 impralicavel
pelo consulado provincial, cujo pegjoal ja bastante
atarefado, e intcUBciento para dar expediente proin-
pto as obrigac5e quo ora pesara sobre a reparli
Cio. Deve, portaato, ser a arreeadacao elTectua-
da por agenda, eomo as aetuaes de futno e liqni-
dos espirituo-os, nio coaviodo de sorte algum' a
modificacao do projocto de or?amento, de modo a
tirar-lhes a attribaicaoda^obranea.para reduzil-as
a simples liscalisadoras; visto que absolutamen-
te 0 consulado nao pole, pela natureza desse im
posto e pela delicieacia de pe3soal, nem li-eal sal-o
.. a menos arrecadar o sea prcducto por guias dos
agentes.
Em.qualquer d^t; casos 3eria precisu crear
ama seccio com eraprgadis especiaes; 0 assim
sera mais economico ectabeltMer a agenda na for-
ma das exietentes. com a porcentagem estaboleci-
da, sendo 0 agente obrigado a ier um ajudante
pago da saa- porcentagem, para 0 seroico e escrip-
-iuratjao da eeiacio, ficatido aa.regulamcutodeter-
minar taes coadicoes.
a Parece-ma que poder se-bia crear uma impo-
sic2o de.200 r6w por kilogrammo de eba ennsu-
mido, regnlando assim 100 rfos por libra. Lem-
fcro-o como medida especahtiva, qnero crer que
produzira alguma i;ousa, se for aproveitada. Nao
supprira a .-upprasjaovlo 111 ;l t
Agora 0 mais importaule, por iocar tambem
na foate mais productiva da receita provincial, e
interessar a condicdes vitaes da proviuda.
< Nog termos em qua acha-e oreada a renda pe-
Jo projecto e emeadas apreoeatadas, calculo que
sera iaufflcieote para as do pezas do auno. Sem I
duvida alguma nao podera fazer race ao dellcit cal-
-culado por eiUUhesouraria em seu orcaiueuto, e
mais ao que deve resultar.da deflcienda de renda
flo anno corwutq, que esta a lerminar, visto que
A arrecadaclo da receita netle ba de ter uma dif-
ferenca para menos em cerca de uns 300:000/
nas verbas da aJgodao e assucar, comparativamen-
,'> ao anno anterior, 0 que affectando ainda a re-
tdta orcada por esta tbesouraria para 0 fnturo
anno, in de inflair tambem quaBto a despeza pelo
excesso do deficit a /alia de reenrses para satis-
fazel-a.
a Entendo, portan'.o, como meio mais teguro de
cccorrer a .-.it jacao 0 decretar se 0 imposlo sobre
n assucar na razao de 90 tMs por IS kiJograramos
ou arroba ; e qaando se pretenda loroar a impo-
sieio ad valorem, 0 que sera mais equitativo, po-
der-se-ha decretar a taxa do 1 1/2 pela mesma
nuantldade.
Sobre taes dados creio que se fara alguma
coosa no sentido ra, em conjuncto com outros m;didas ja tomada*
no meim-t iotuito.
?< estj oarta, como 3? vo, eini'lte ^j digno ijspec-
0 sobre os di^'jrsosi!npo "o' tor ?ua
iwo-a .
?as, e.lcinbra j|uo imposto sobre aexa.ifttra> ilol
assucar pode screlevado a 4 l/S pr cejito, p que
correspondia rtcactaraente aos 90 reia por arroba,
am que actwtlmeute esta tfibutado.
Este alvRra tembrada, dara em resullado'lntitl-
lisar 0 pensamento queteve a commissao de redu-
rir algum tanto 0 imposto da exportac,ao do asu-
car e iigodao.
five, pois, davi*as em aeeitar a idea do inspec-
tor la ihesouran'a antes de ter um calculo iireu ;
lil p, e depois M ter calcalado a tmportancia do
Imposto sobre 0 assucar, veriliquei que a taxa de
com os raens ollegas d*
commiss&a, e de aecordo com um, o meu bonrado
amigo, 0 Sr. Dr. Ferreira, resolveosos estabelecer
0 imposto em 85 reis por nroba, lazendo uma re-
duccao -cxacia de 5 rets. Ao dosso ver era tudo
quante nas circumstancias m qae esta a ptovincia
podwmos fazer.
Mas appareceu depois uma eoienda que elevava
o imposto a 4-4^2 por ento. Ooncordou de uovo-
a commissao era nio -apresentar a emenda que es-
tava redigida e a apresentar u na sub emenda a
emenda apreseatada, aceitvado assim 0 impost:
razoavel.
Entretaa**, por engano, a primeira emenda tfue-
redigimos (icou sobre a mesa, foi apoiada 0 puoli-
cada no j guiulo rettrada, quaadu livemos de facer a jre-
sentacio da qae reduzia a 4 por ceMo a ta-xa de
i 1|2 (irop.ista pelo Sr. Tiburcio de Hagaihies.
Nao etistaflle, porem, ser o impeste na ra#j de
por cento, 0 assucar nao vem psgar tanto
;naiiio paga aetualmente 90 rets por arcoba.
Feito 0 catculo com a base de 1/160, -tjue e a
mats aproximada da verdadeira...
0 Sr. Wknokl ao Rego : Gs4a muito baixa.
0 Sr. i. Mello Rego : O aobre depatado eu-
teade mini "f
Eu admitti uma base conbecida, awfta na re-
parti.cae fiscal, que faz por etla-a arreeadacao dos
imposios -geraes. Me pareee, pois, que esta base
e muite mais segura do que qualquer outra que
se possa'imagioar. Qailquer que seja a base qae
0 noferedeputado aqui apreseatar, nee sera aquel-
la porquesa fara a arrecadaclo ; por consequen
eta a qce tem de prevatecer i a que existe na al-
fandega. Por esta e que en me reguto; 6 por el-
la que se ba de cobrar o imposto.
Assim, em vista desta base, 0 imposto de 4 /
vein a ser Hi reis por arroba, menosO reis do que
s paga actualmente. A commissao, tendo em
vista fazer a reJuccao do imposto -sobre 0 assucar,
nao a podendo estabelecer em taato quanto de-
ieja-va, achou couveniente que sempFe aignra*
ditl'erenca se fizesse, e a emenda que esla sobre
a mesa, eomo mosirei, nio traz e restabelecimen-
10 do imposto, pelo contrario, 0 dimioue era mais
de l.'i /.-
O Sr. Oltmho Marijues : Cooforme.
0 Sr. J. Mf.llo Rego : Perdeo, nito ha confor-
me....
0 Sr. Olimpio Marqdes : 0 preip da pauta
e variavel; na epoca do relaterio era rauito su-
perior.
C Sr. J. Mello Rego : E pode descer mais
do qae esta. Esta base e variavel, e certo^ mas
'ambem e certo que a vanaeao ha de dar-se tanto
em reladio a tubida como a diminui;ao do
preco.
E fui assim que contra a mioha opiniao, contra
0 meu desejO. assignei a emenda que inarca 0
imposto a i "/
Sou contrario aos Inpotlto de exportacio ainda
0 digo ; mas trata-se de rt-mediar as diQiculdadcS
P.aanoeira8 em que c>ta a provincia ; os orcamen-
los apresentados pela tnesouraria provincial dae
um deficit de. 309 contos; e bem fd a casa que nao
podemos desatteoder a estas circumstarieias, e
dei.Xar que 0 detail continue, seudo augrnentado
em cada anno.
0 nosso lever I fazermos 0 mais possivel para
equilibrar a receita com a despeza ; e, ceriamen-
te, nito 0 preencheremos se nao procurarmos cho-
ga.-a este resultado ou pelo menos, approximar
no3 delle tanto quanto ser possa.
Nodiscurso que tiz por occasiio da 2' discus
slo do projecto, eu iisse que a commissao pelos
seus wlculos tinha conseguido, uao equilibrar a
receita com a despeza, mas deixar apenas um
excesso de 39:000*000 desta sobre aquella, exces
so que poderia desapparecer pelas despezas que
se deixassem de realisar. .
Tendo, porem, por effeito da 2' votacao do pro-
jecto em discassao, perdido o orcamento todo 0
eqnil brio em que assentava, toruou se dev*r da
commissao attender a isto, e procurar remediar 0
mal que sa Ihe afigura.
0 Sn. Manoel do Rego : Mas a n-jbre com
raissao nao podia contar no sou calculo com
j accresdtno que depois foi preposto e appro-
vado.
0 Sn. J. Mello Rego : Estou dizendo que 0
orcamento perdeu 0 equilibrio por effeito da vo-
tacA).
0 Sr. Manoel do Rego : Mas do projecto
nao se diminuio nada; pelo contrario augmen-
'.ou-se.
0 Sr. J. Mello Rego : Diz 0 nobre depntado
iue a casa resolveu de conformidade ccm o pro-
jecto da commissao I
0 Sr. Olympio Marqu'Es : E augmentou muita
cousa.
0 Sn. J. Mrllo Rego : E augmentou muita
cousa, diz outro I
0 Sr. Olympio Marques : Muito pouco.
0 Sn. J. Mello Rego : Eu mostrarei 0 con-
trario.
O Sn. Manoel do Rego : Nao do projecto.
0 Sr. J. Mello Rego : Do projecto.
Quando fallei na 2a discussao coofessei 0 enga
no eat que tinha cahido a commissao, e ja hoje 0
repeti, e disse que era preciso adraillir um meio
que contrabalancasse com a differenca que resul-
ta ds engano de calculo. Eotio a commissao ha-
via apresentado para isioa iJea da daplicacao do
imposto do pedagio, esta idea foi rejeitada.- Com
esta rejeicao, portanto, 0 desequilibrio do o.-ca
uiento tornou-se manifesto.
OS11. Manoel do Rego : Sempre houve dese-
quilibrio e ainda ha..
0 Sit. J. Mello R uq : E' mais uma razao
em meu favor 0 que diz 0 nobre deputado.
Eu entendia e ainda entendo que 0 pedagio e
um imposto que podia ser laocado sent constran-
gimenlo.
0 Sa Olympio Marques : Xao, e um imposto
di recto.
0 Sn. J. Mello Rego : Nao quereni 0 impos-
to directo quando se trata do pedagio, nio querera
o indirecto quando se trata do consumo 1
O imposto do pedagio foi estabeleddo em 1837
ou t3*J, com applicajao especial a conservacao
das estradas.
Se naquelle tempo, em que havia pcquenas ex-
teMMi de estradas, foi creado o imooito de 20
reis per cada quadrupede, hoje qua a extensac
deseas estradas 6 muitissimo maior, contem mui-
tos pontos, e occasiona excessiva despeza de con-
servacao, nio era sem justica que se elevaese
aquelle imposto para ser sufflciente ao sen fim.
Mas disse 0 nobro depatado p^lo l* districto que
haoatro meio de-elevar 0 impirto do pedagio, e
crear novas barreiraa. A creagso de novas bar-
reiras dtt, no antender do S. Ex'c, o mesmo re-
sultado que a alevacac- do imposto. porque, se se
eoMaearem 5, 6 barreiras em cada estrada.. .-
0 Sa. Nascibboto Porthlla : Em estradas
dinerentes.
O Sn. J. Mello Rego :- ... de forma que se
augmeate e namero dolla*, o imposto sari maior.
emboradistribwdamenie, do dobro do aue actual-
mente se cobra.
E 0 que quer dizer este meio 1 E\ apenas um
disfarcar do imp)sto, mas nao c dimihuir, nem
manter i> que existe.
0 SB. Nascimento Portblla : Snavisa 0 im-1
[WStO.
0 Sr. J. Mello Usum : Nto 0 suavisa, por
(ju se 0 contribuinte uao paga o dobro n'uma so
barreira, tem de paga-lo do juairuplo talvez, na
1% na 2, na 3' e na ia barrdra.
0 Sa. N-vsciMsjiio Pobtella : Nap 6 assim,
pagar du.ts e tres vezes na mesma e*'.trada.
0 Sr. J. Mello Reco :E onie se ha de esta-
belecer at barreiras r
Todas as nossas estradas ja tem cada uma, duas
0 ires, e 0 regulat-iento eompetente marca apenas
duas legnas de distincia de ama para outra bar-
reira.
Ora. admitta-se que este raalo sera executado, e
que o impe3to pos=a dar maior renda de qae a qae
foi Qroposta pela commissiu.
Mas, a comraissio nao podia aeeitar que se nJo
propuzessa a duplicacao desse imposto e fica se a
administracao a exesujio do regalamenlo, porqae
a renda produzida por este meio nai vem a ser*
vir do auxilio a provincia, Em renda seria ate*
insaflleieoto para a construcgao das casa3 de bar-
reiras, que seriarn necessarias, para ier Ingar a eb
branca do imposto.
fiat vez, ppi*, de ser uma fonto de renJa auxi-'
Port tito, e acoram's-So confiassa jjesle ateio,
a oamtrectao das casa& para a? barreiras mataria
tjda a sua coeliauca e as cousas peiorSrtam.
Kniretanto, foi rej'Mlada a elevagao d j !iposto do
pedagio, e a commissio entendeu que nao devera
insistir n'uma idea ja rejeitada pela casa, que de-
vera contormar-me com a.votacao^ ist) prevale-
ceu para quo taao reuovassa a idea.
Ficou, portanto, 0 or^araeale depots da wlacao
oestas coadicoes :
A reduccie do im posto sebreo mel da jure, equi
vale a 289*000.
A daniauirao si.breas vinhos, feita Ba votaclo
de boBtem, calculo em IS: 120*000.
_0 Sa. Manoel do Reao : Mas esta differenca
nao foi sobre a receita calculada pela projecto.
0 9a. J. Mello Kboo: Sem duvida.
Aommissao propoe no prefe'gto 35 rs. por li-
tre e a votacao detiontem reduzio a 25.
-0 Sr. Manoel 00 Rego : Mas augmentou nos
oatros vinhos.
0 Sr. J. Memio Rego :Se a emenda fosse ge
rsl a todos os vionos, a difference serta de triota
tantos contos. ^
Unco i-'Msaquivale a 6" parts i imposto, one
bre deputado pode ver a renda de urn anno e cal-
cular essa pafte, a quanto monta, e assim co-
nhecer qic exacta a differenca que mdico.
Om Sa. Dcpctado E 0 nobre deputado nae
calcula com 0 augmento da importacao em conse
queocla da diminuicSo do imposto 1
O Sr, 4. Mello- Rego : Nao seaiier, a dimtnai-
cao do imposto e tal que nao pode trazer ete re-
sultado-; poda melborar um pouco 0 eatado do
mercado, mas nao a pento de produzir augmento
da renda em proporcto qua baste..
Estes calculus aerees nao nos de\"e impressionar.
Ainda tia poucos dias, fatia-se caiculo com a safra
deste anno, qae prometie ser iimnensa ; eatre
taote, fui hontem informado de que ja ha muito re
ceio quant j a sua eolheita, porque as chuvas teera
feito mal a canua.
Tamtieiu tia differenca no imposta sobre venda
de escravos; aemeada que foi approvada, fax umi
dMntnuieao de i7:700*OtXJ.
Tendo cabido na 2* discussao a emenda s.bre 0
pedagio, houve uma differenca para menos nesta
verba de 37:OOOs A commissio quiz substituir 0 imposto de troca
de cavallos palo itnposte da> 569 rs.. p.ir cavallo :
mas foi tal a antipat'na quo a emeada inspirou a
casa, t,ue ella resolveu se a retir i a, havendo por
c-m.-equeecia ditto uma redaccao da receita de
2:00O#OOO.
\6 se, pots, que na S* discassao o orcamento
(tenu dosequUibrado na imporlaneia de 75:OW^,
que com a de 3!:0003 tto deiicit que a commissao
ja apresentou, elevava este a H4wM>000.
O Sr. Manofl 00 Rego : Mas ease deficit de
39:000^ era ficticio : elle sempre foi muito maior
do que isso. perto d I00:000i.
0 Sr J. Mello Reco : 0 nobre deputado, esta
me auxhaado com os sens calculos ? Mas ba
de permittir que eu confle mais no que tiz, do que
nos ieu< ; 0 peOo-liie que nio me interrompa nes-
ta demouslracao rrue estou fazendo.
0 Sr. Manoel do Rego : Mas nio admitte nm
ou outro aparte '
0 Sn. J. Melio Rego : Aceito 0 aparte quando
e dado na intea;ao de reclamar ou explicar qual-
quer duv:da mas nao em torn de eonversa con
tmuada, que medesvia do assumpto de qae quero
tratar.
A commissio, portanto, propoz a emenda ja vo-
tada sobre 0 imposto do assucar, para com ella re-
mediar 0 effeito dessas differencas.
0 Sn. Olysipio Marques :Acho que havia nrna
solucao melhor.
0 Sa. J. Mello Rego :Talvez haja, mas nao me
occorrea na occasiio, indique-a.
0 Sr Oltmpio Marques :Gortar a despeza.
0 Sa. J. Mello Rego : Mas porqae o nobre de-
putado nao propoz es commissao propoz toda a reduccao de despeza que
Ihe pareeeu jossivel fazer-se.
Se 0 nobre daaatado entendeu que mais verbas
haviam por onde oortar, propuzesse emendar. Se
Ihe achou nzao, aaseguro-lbe qae otaria por e-
sas emendas.
0 Sr. Olympio Marques da am aparte.
O Sr. J. Mello Rego :IstonSo, a commissio
nao pode nem deve fazer questao ; emitte a sua
opiniao sem todavia ter a pretengao de unpol-a a
casa : a ca-a vota como entende.
Reconheco, entrelanto, que 0 orcamento depois
de votado hontem em 3' discussio, ticou melhor
do que estava, porque 0 deficit caieulado pela
commissio em 39:000*, esla hoje reluzido a___
21:0004000.
A commissao, com os augmentos que propoz,
e foratn aceitos pela casa, conseguio este reullado,
3ue contio nio sera na votado de hoje distribui-
0. K' da esperar que a quesiao da receita fique
resolvida conforme a votacao de bontem.
Isto posto, eaten io conveniente dar a razao por-
que a commissao p'opoz um augmento sobre 0 im-
posto de exportacio de Couros.
0 imposio sobre couros vera de 15 ou 18 annos
pass.: 1 us, vem do tempo em que um cuuro valia
metade do que vale hoje.
E' um producto que dnplicou de valor, sem que
0 imposto seguisse em proporcio, fleou sempre 0
mjsrao.
\ Assim, tratando-se de augmentar a renda, nao
e (ora de regra augmentar esse imposto.
Pode alguemobjectar, que e augmentar 0 impos-
to sobre 0 productogado, mas e um augmeoto
muito pequeno, para um producto que tanto tem
augment-do de v.dor.
0 imposto sobre 0 gado, como demonstrei em
outra occasiio, equivale a 7 (., e com mais este
augmento podera chegar a 7 1|2.
Ainda assim, e um producto que nao esta muito
aggravado pelo imposto ; 6 aquelle sobre que re-
cahe imposicao mais fraca.
Ora, em vista deslas consideracoes, creio qae 0
procedimento da commissao eao pode ser lido como
uma incoherencia. A commissao licha 0 dever do
procurar todos os meios de evitar as di'HcuIJades
Goanceiras da provincia.
Quiz conciliar estas com a3 circumstaucias em
que esta a agricultura, mas alinal vio qae nao po
dia fazer tanto quanto era sea desejo, tanto quanto
conviria.
Era preciso servir a pnvincia ; oceorrendo aos
meios de satisfazer os seus pesados incargos nao
foi possivel faze-lo por outro modo : moito peior
seria se para diminuir muito 0 impost') de expor-
laeao, tivessemos exagerado a taxa dos outros tri-
butes, tornando-os insupportaveis e affliclivos da
populacao.
Accresce qae a volacao sob a imposicao do as
sucar nao podera ser de effeito man, nio so por-
que sempre ha diminaicao da taxa, comogtam-
bem porque 0 governo geral acaba da propor a
reducgao de 2 *|. sobre os direitos de exportacao.
Ja se ve\ pois, qae 0 que a provincia quiz fazer e
nao pode, nio deixa de ser, em resultado, obtido
pela agricultura. O imposto sobre 0 assucar e 0
algodao que era de U |,, iadaido 0 geraleo
provincial, ira ficar reduzido a 10 3|i (, |[i con
cede a provincia, 2 0 governo geral: isio ja e al-
guma cousa.
Entrelanto, se os nobres deputados entendera
que de preferencia as condicoes em que esta a
provincia, devemos conceder fav.^res a agricultura
em eseala elevala, que 0 facana, estao em sea di-
reito ; mas a commissa) de orcamento nao pode
propor nem concordar com esta sofnea). Ella
sente nao poder fazer a agricultura todo 0 bem
que desejava e 0 que Ihe reconbece direito; mas
tambem nao Ihe fica 0 pesar de a ter anerado com
impostos novos, ou augmento dos existentes, fica
Ihe ao contrario, a satisfacio de sempre ter feito
reduccao desses impostos, e assim ioiciado am
trabalho que .ha de a final ser concloido.
OSr.RatiskSilva:-Os interesses da agri-
cultura estao tambem nos interesses da provincia.
0 Sn. i. MRt-t-o Rego :Estao certamente, mas
a commissio nio aupmentou esta iraposidio...
0 Sr. Manoel bo Rego : Augmentou
0 Sr. J. Mrllo Rego :Nio augmentou ;...o
nobre deputado nao cede dos seus calculos 1 Aguar-
de os factoe.
Nao de vo eoncluir sem fazer reparos sobre dlver-
sas em'endas qae foram hontem approvadas e di-
zem respeito a augmento de vencirnentos de em-
pregados pubficos.
Parece-me que quando a provincia esta em cir-
cumstaadas de erear impostos e augmentar as ta
xas dos que existem, nao e precedente mui razoa-
vel votar augmento de ordenados, 0 vota-ios na
masma lei era que se ereara e augmentam taes im-
postos I Isto sera cousa do mats triste effsito, tauto
raais ijuanto os augmentos de ordenados propostos
nao sao justificaveis.
0 Sr. Olympio Marques :NSo, razSo justiflca-
vel ba.
0 Sr. J. Mello Rego :Nao vejo razao justifl-
cavel para oj augmentos do ordenado a que ir.e
reflro.
0 Sn Olympio Mahqubs :-a mesma que (eve a
commissao para augmentar 0 ordonaib de um em-
pregado. ]
0 Sh. J. Mello Reg>:.A connoUsSfo propoz'
[nnicamente o augmento do ordeuadO do Inspector
da tlHsouraria. Presciodindo da importanCia, do
lagar, d.\ nature/. 1 das funedfe's do citefe daquelia
renarti,;So, do elevado mere--.ipiMMo e oabUitaspes
du ftniccionario actual, a co-mis*tl> ordeua uma
grartdtirazao de equidale, d: justica mesmo.
0 actual inspector da thesouraris, cbama'da pira
esse cargo, tao iraportante, como e", sujeitou se a
uma dtraiuuicao de vonamentos, porque no autro
cargo qae exercia, auterta maiores venelmentos do
onD os qoepercebe actnalmente.
Ora, aeado ja um sacrificlo aceilar um logar
detanta responsabilidade, pareeeu a cDinraistao
que outro nao devera ser exigido d> honrado ins-
pectoro de near era diminuigao de venciraantos,
e por isto propoz Iho um pequeao augmento tfa-
quclies tnacimentos.
Alern disto sobre 0 lugar de inspector da tae-
sourxria uva-se a circumstaaeia nua meaoioeet
em outra occasiio-, c a de qaando furam aug
tncntados os vencirnentos dos empregados d'aauel-
la repamcio. nio se gaardou a devida prof or<-ao
quanft ao augmento qae teve 0 inspector.
Concerdo em que 0 funccionalismo provincial e
mal rehibntdo, qae se deve pagar melhor aos em-
pregados puhbeos (apoiades), mas isto qaando a
provtecia estiver em cireumstandas de fazel 0.
Hoje, porem. que'estamos em eircatastancias
difiiceis, que estamos tributando a populacao, e
augraentando os impestos, que estamos fazendo to-
do* os esroreos aflm de adqnerir meios para salvar
as unancas da provincia; nao podemos, nao deve-
mos dtvldtr 09'dinheiros da provihcrae applieaios
a augmentos de vencirnentos de empregados pu-
blicos.
0 Sn: NascwentoPortrlla :-E;ti de aecordo
commigo.
0 Sn. J. Msa.Lo Rbgo :Isto nao quer dizer que
eu seja adversario do augment dos vencirnentos
dos empregados publicos; ao contrario, reconheco
que em geral sao maito mal pages, tanto que
hontem voiel'era favor do augmento do ordenado
de alguns empregados, que m-rmheco estarem
muito mal retribuidos, mas hoj, em relaeao a
elles, nao raantenho 0 voto de hontem.
Reflro-rae os erapfegados dtasylo de meadi-
cidade, qnesio pagos por cofres, que nio sao os
da provincia, e que eu suppunha estarem desem-
barsfados.
Tendo eu votado pelo augmento do ordenado
do director daquelle asylo, porquauto julguei que
estava no caso de ser attendido, nao so porque
em relaeao a importancia do lugar os sens venci-
rnentos sao insignificantes, mas tamhem porqae e
um bom funcoiooario e de quern fago bom con-
certo; vi depots nma emenda a ugmentando tam
be no os ordenados dos outros empregados daquelle
estabeleeimeffto, e enleadi nao dever fazer ex-
cepcio lea tot
Mas estou infermado de qne 0 patrimonio do
mesmo asylo esta tambem em difflculdades, tauto
que as obras do novo edificio, vao ser paraly-
sadas, porque a respectiva verba 6 insulliciente.
0 Sa; Ratis e Silva : Mas a Santa Casa nao
deu parecer favoravel t
0 Sn. J. Mello Rego : Encontrei hoje, por
acaso, 0 digno provedor da ?anta Casa, fallel-lhe
a este respeito, dissa-mo elle que pela sua opiniio
teria a respectiva junta iufofimdo contra 0 aog-
mento de vencirnentos ; que mesmo se oppoz a
que se desse informacao favoravel; que se po-
desse fazer excopcao, a faria soraeate era proveito
do director ; mat que quaato aos oatros se tinha
opposto, nio porque deixasse de re^onhecer que
sens vencirnentos eram muito insignificantes,
A esta^rnptagaJ* ja attandeu de aigama sorte,
\ctte ca-o deviMiDs attended a outros, qua aiuda
uao furam attendidos o;u-jona abiunii.
, (Ha um apauo.)
0 Sr. J. Mello Rego : -0 que digo & que esta
empregado nao icra direito a melhora de veuci-
tneatos ; se e um favor que ;e Ihe quer fazer, fa-
case, cerfa a casa de que fara uma injustice, por-
qae outros em tguaes circamstancias nao sao at-
tendidos. Ainda hontem foi rejeitada uma emen-
da, propondo uma gratiflcac'io de MOs ao secre-
lario da reparlicio das obras publicas, que 6 um
empregado muito iotelligente, muito pratico e de
muito bons servicos.
Eu votei contra essa gratifictcio, pela ratio do
estado da provincia e de ser da sua repartigao 0
unico a quem se qaeria attender ; sou agora cohe-
rent!', em fazer 0 mesmo em relaeao as emendas
de que trato.
Feitas estas considerables, creio ter feita quanto
me cumpria. 0 meu dever de membra da com-
missao de fazenda esta feito, bem ou mal, ni) im-
porta agora ; a casa que faca tambem 0 seu como
0 eutender era sua justica a crilerio.
Limit? me a estas considerables. (Mnlto bem)
O Sr. Manoel do Itcgo : -(Mao devolveu
seu discursoj
O Nr. ichoa Cavalcaute faz algumas
conMderac5es no sentido de nioslrar que a eraenJa
rejeitada na anterior sessio, elevaado_ os venci-
rnentos do director da escola normal, nao aprovei-
lava ao actual director.
o Sr. Kaielmento Portella declara
que nas observa^Oes que fez nao se referio ao no-
bre deputado qua acaba de fallar, nem a essa
em?nda elevaudo os vencirnentos do director da
escola normal.
Ninguem mais pedindo a palavra, encerra-se a
discussao e procede-se a votaijio.
Sio approvadas as omeodas de n=. 129, 139,110,
141, 145, 146, 147, 148, 149, 151, 132, t33, 154,
1.19, 16.1, 67, 17< e 220 ; e rrjeitadas as de ns.
128, 135,138, 143, 155, 160, 164, 16< 174, 201,
203, 207, aiO e 215.
Estando a hora adiantada, 0 Sr. presidente de-
signa a ordetn do dia segninte e levanta a sessio.
mas pir causa dos apnros era qne'estao patri
raonio do asyle, que despecde vinte e tantos con-
tos por anno com 0 servico do pessoal, e 0 resto
da sua receita applica as obras do novo edificio.
Este anno, porem, o avanco das obras foi tal qae
a verba foi absorvida antes do tempt, e nao ha
remedio senio pararcom ell as.
Nestas circumstancias e a vista de opiniio tio
competeate, e justo que nio votemos por estes
augmento* de ordenados.
0 Sr. Ratis e Silva :Mas 0 augmenlo e muito
insianifleante.
0 Sn. J. Mello Rego : E' de 400* para om
a de 300i8 para oatro. Mas, emlira, nao correnda
esta deepeta por conta da provincia, dig) apenas
que tenho motivo para tnular de voto, com ex-
cepjao feita do director.
Quanto, porem, aos outros empregados publicos,
nao vejo razat para 0 augmento.
0 Sr. Ratis e Silva E' de toda a justica.
0 Sr. J. Mello Rego :Nio sei; mas se 6 justo
que se augmento 0 ordeaado dos empregados pu-
blicos, a justica deixa de existir quando n'uma
reparlicio 0 augmento recaha soraente sobre am
ou outro empregado.
Um Sr Deputaoo : Isto e conforms.
O Sr. J. Mello Rego : Nio ; estando entre
elles guarladas as cathegorias, 0 augraeato que
se deve dar a um deve-su dar a todos, na devida
proporcao.
0 Sit. Ratis e Suva : Por esta razio 0 nobre
deputado deve votar pelo accrescimo de todos.
0 Sr. J. Mello Rbgo :-E' 0 que acabo de di
zer. Se a provincia estivesse em boas condic5es,
eu mandaria lima emend 1 augraentaodo o orde-
nado do todos ; mas, como nao ha diaheiro para
se dar a todos, nio voto por estas exeepepas, que
sao ate odiosas.
Tratando, por exemplo, do augmmto ao empre-
gado da secretaria dasta assemble* eu direi : e
um empregado que cumpre muito bem os seus
deveres, que 6 muit) iotelligente, que m'ereee a
attencio de todos nos, particularmente do mim.
que tenho motivos para aprecia-Io e ate estima-lo;
mas vejo que este augmento nao e justificavel
havendo pretericao dos outros empregados ; vejo
que 0 empregado subalterno nao deve ter vend-
mentos iguaes ao do chefe; vejo mais que a razio
que se da para 0 augmento nio 6 p ocedente.
A secretaria da asserablea nio tem designa^ao
de trabalhos; 0 servico fazse pela distribnicie
do official maior. Todo 0 trabalho, maior ou me-
nor, que se da a uiu ernpregalo, e 0 que elle de-
ve fazer ; nao ha accumulaclo de servico para
dar a essa empregado direito a uma gratificacio.
Alera disto 0 servico de que se trata nao e da se-
cretaria da asserablea; nio e a provincia que 0
deve pagar, pague quem 0 manda fazer.
0 mesmo da-se com 0 cartorario da thesouraria
provincial.
Um Sr. Deputaoo : Nisto 0 nobre deputado
tem razio.
O Sr. J. Mello Rego :E' muito bom emprega
do; cumpre muito bem os seus deveres, mas 0
servico que tem hoje e 0 que teve sempre. Quan-
do se augmentou 0 ordenado dis empregados da
thesouraria, elle tambem teve 0 augmento qua Ihe
coube. Entrelanto boje da-se Ihe 0 augmento, e
nao se da aos ouir-js I Eatendo que isto 6 uma
injnstica.
0 Sr. GoNg.u.vKS Ferreira : Ao contrario,|re-
para-se uma injustica.
0 Sn. J. Mello Rego :Nao se repara tal, por-
que 0 cartorario serapre'teve a cathego'ria que tem
hoje.
Um Sr. Deputado :Eotio a mesma razao de-
via prevalecer quanto ao inspector.
0Sr. J. Mello Rrgo : Quant) a este havia
duas ranjes, como eu disse : cm 1 lugar a dimi
nuicio da vencirnentos que elle soffren ; em 2
lugar, qaando se augmentou 0 ordeaado dos em-
pregados da thesouraria, a pane, que Ibe tocou
nio foi sufficient'', nao guardou a devida propor-
cao.
0 Sr. Goncalves Ferreira da um aparte.
0 Sr. J. Mello Reg) ; Entao aio querem re-
parar uraa injustica, querem fazer uma nova con-
cessio, dar cathegoria superior a esse empregado,
dar-tbe methor venetmento, abrir uma excepcio
para elle, sem se aUeodsr aos outros.
Mas injustica nao nouve, porque 0 lugar foi
creado com aquella cathegoria, nalla tem sido
manfido, e 0 augmento que se deu a todos os ou-
tros empregados lave tambem 0 cartorario.
0 Sr. Go.fcalves FtaaBinA : Mas nas outras
reparticoes 0 archivista aao e 2* escripturario.
O Sr. J. Mello Rego :Mas 6 naquella reparli
cao. Nas outras reparticoes os secretaries tem
muito bons vendmontos, e aa directoria da ins-
truccao nio tem, tanto que se pede tambora 0
augmento do ordenado desse empregado, e eu
voto contra, apezar de ter a seu respeito os melbo-
res desejos.
0 Sr. Ratis e Silva :Mas esse empregado da
thesouraria foi sempre arcbivista.
0 Sr. J. Mello Rego :A principio 0 lugar de
archivisla era reunido ao de escripturario da con-
tadoria ; depois creou se 0 lugar de eartorario ex-
clusivo. Jase v6 que ella nio tem bje 0 traba-
lho que entao accnmulava.
O Sr. Goyg.ALVBS Fbiireira : B' um lugar im-
portantissiraq.de muito trabalho.
0 Sb. J. Mello Rego : Nio conteslo ; 0 que
eontesto e que se faca excepcio deste empregado
com prejuizo dos ou'trcs, tanto mais quanto ainda
hontem foi approvada por esta casa ama emenda
elevando a 2 [, a porcentagem estabelecida no
art. 46 da lei n. 510 da lei n. 611, e por conse-
qoencla elle ja tem um augmento.
Um,Sb. Deputado :E' graude cousa I 12| I
0 Sr. ;. Mbllo Rego : -Tinha 124, passa a ter
SESSAO ORDINARlAEM 5 DEJUNHO.
PRESIDEMCIA DO SB. FERREIRA DS AGUI'AR.
Um quarto de bora depjis do meio dia, achan
do se prerentes os Sr.-. Manoel do Rego, Gomes
Parente, G6es Cavaleaoto, Agaiar, Toleatina de
Carvalho, Vieira de Mello, Oiraingos Pinto, La-
cerda, Mello Rego, Araaral, Gmcalves Ferreira,
Tiburcio de. Magalhae*. Ratis e Siiva, G. Gondim,
Uehoa Cavalaanle, Antonio Paulino, Camhoim,
.Vovaes, F-li, pa de FigueirOa, Gaspar de Drum
ii!ond, Olympio Marques, Travasso da Arradi,
Olivefra Andrade, N. Portella, Arruda e Pinto Pes
soa, faltandoos Sre Tito, Ar^oucio, Peretti, Cunha
Cavalcante, Soares, Alipio Uosta, Dario Cavalcau-
te e Souza Leite, abra se a sessao.
B* lida e approva ia a acta da setsjj anterior.
0 Sr 1 secretario declara nao haver expe-
diente.
O Sr. presidente declara que esta sobr-; a mea
paraser examiua la pelos Srs. deputados, a re-
daccao do proj cto de lei do orcamento'.
O Sr. Gonacs Parente ;oela ordem) diz
que a commissao jnlgou conv-niente nio incluir
nessa redaccao uma emenda assignadi pelo Sr.
Antonio Pauliao, ate |oe a asseinblei reeulva se a
palayra averbagao ontiia na mesma emeudadeve
sar interpretada no sentld) de regislro omo en
tende o seu aut-.r.
Dapois de uma quesiao de o-dem, era que t)-
raou parte 0 Sr. Antonio Paulino, resolve a assera-
blea pela ailirmativ.t a questao proposta.
O Sr. F. do Figueiroa (pela ordom) ro
claraa contra a ma collocagao que foi dada a uma
emenda sua, que se refere ao theatro de Santa
Isabel, ten-Jo sido indevidamente pj.-ta entre as
disposicoes geraes, juaudt d pertnanentes; e bem assira contra 0 acires :imo da
palavr.t in banns era uma outra sua emeaJa, que
se refere a tompanhia Feno carril,
O Sr. Gomca Parente declara que serao
satisfeitas as reclamacoas do Sr. F. de Figueirda.
Ninguem mais pediudo a paiavra, e approvada
a rodacijio do orcamento.
Sao mais approvadas as .-eda:caes dos projeclo3
ns. 27 e 55 deste anno, e de uma representacao a
assembl6a geral, solicit.ui lo provideuiias era bane-
ficio da lavoura.
E' lido, apoiauo, entra em ditcussao e iica adis-
do por haver pedido a paiavra 0 Sr. J. Mello Reg >,
0 seguinte parecer:
a A commissao de constituicao e poderes exi-
minando a indicacio que Ihe foi presento no sen-
tido de dirigir esta assembled uma representacao
ao governo imperial, pediudj para que sejam re-
vistas as clausulas do conlrato addicional da ca
patazia, de modo a serem attendidos os interesses
do coraraercio, e de parecer qua a mesma indica-
cao lonha 0 destino que se requer. Sala das c im-
missoas, 5 de junho de 1874.Goes Cavak'Uile.
A'Uonio Paulino. Uchoa Cavalcante.
V< m a mesa e e lida o seguinte requerimento :
Requeremos que so cousigne na acta uma
rnanifestacio de apreco e louvor ao Sr. conselhei-
ro Aguiar pela justica e imparcialidade, com que
na qualidade do presidtnte desta assembler, pro-
cedeu duranta a sessao que hoje find 1, nunten-
do-se nesta como nas auteriores na verdadeira
altura da contianca que sempre tem merecido
J. de Hello Rego.Goncalces Ferreira.Tvlentino
de Carvalho.Goes Cavalcante.Oliceira Andra-
de. Antonio Paulino G. Parente.Dr. Manoel
doRego. Firmino de Novaes.Pinto Junior.-
Vieirade Melfo.Marques da Silva-P. G. delta
tis e Silva.Dr. N. Portella. -G. de Drummond. -
Figueirda. 0
0 Sr. conselheio Aguiar deixa a cadeira da
presideucia que 6 occupada pelo Sr. Dr. N. Por-
tella.
Apoiado 0 requerimento, entra em discussao e
e approvado, requereudo 0 Sr. Gomes Parente que
se deel re na acta que a a; provacij foi por una-
uimidade.
0 Sr. conselheiro Aguiar cccupa novaraente a
cadeira da presidencia.
ORDEM DO DIA.
Sao approvadas as emendas offerecidas era 3J
discussao ao projecto n. 28 deste anno, autorisin
do 0 presidente da provinda a conce-ler um anno
de !i -tinea com os respectivos vencirnentos io ci-
rurgiao do hospital Pedro II.
O Sr. Mnnoel do Rego requer que as
emendas sejam separadas, para conuituirem pro-
jecto distincto.
Consultada a casa, decide pela negativa.
Approvado em 3* discussao 0 projecto, assim
emendado, 6 rameiti-ie a commissao de redaccao.
0 Sr. presidente suspende a sessao afim da ser
lavrada a acta.
Meia hora depois, reuoidos novaraente os Srs.
deputados na sala das sessSas, e coutinuando os
trabalhos, e lido e sera debate approvado a redac-
cao do projecto n. 28 deste anno.
E' finalmente lida e approvada a acta da pre-
sente sessao.
0 Sr. presidente declara encerrados os trab?lhos
da 1 sessao da actual legislatura.
REVISTA DIARIA.
Aatoridade polieial. Por portaria da
presidencia da provincia, de 18 do corrante, foi
noraeado Americo Vespncio do Andrade, subdele-
gado do districto de Caxoeirioha, do termo de S.
Bento.
Hals donntivoH. Recebemos 0 seguinte
a graded men to :
t Gabinete da presidencia de Pernarabuco, em
22 de setembro da 1874. dim. Sr. Jose Torres
Campos de Medeiros. Agradecendo a V. 8. 0
dooativo de vinte mil reis, que se dignoa de
leinetter-me para a obra do hospicio de alienados,
uao posso deixar da louval-o por semolhante pro-
va de seas sentimeotos de caridade. Sou com
respeito e consideracao De V. S amigo e servo
affectuoso, Henrique Pireira de Lacuna.
Aiiniver*arlo. Completam-so hoje 40
annos qae falleceu S. M. 0 Sr. D. Pedro I, Impera-
dor do Brasil. Por esse raotivo : as estates pu-
blicas, navios de goerra e casa3 consulares, terao
suas baudeiras era funeral ; ea fortaleza do Brum
dara uraa salva as 6 horas da manha c outra as 6
da tarde, e um tiro de 10 era 10 minutos durante
0 dia.
:Movenas.Oerera comegar am.tnhi as nove-
nas de S. Franeisco de Assis e da N. S do Ro-
sario.
Western and Brasiliaa Telegraph
Company. Acha-se reparado, desde ante-
hontora a noite, 0 lio telegraphico submarino entre
Pernambnco e a Bahia, e assim'restabelecidas as
communicates telegraphicas com todo 0 sol do
imperio.
Tetrgrnpno terrestre hrasaleiro.
Da ddade do Penedo, na provincia das Alagoas'
ate onde functions, a lioha niegraphica terrestre
desde 0 rlia 2| de agosto ultimo, recebemos hontem
a segninte nolieia :
a Esla concluida a lia^a telegraphic J terrestre,
teiyfiBOft *seuta* o^aBoifoi-aqaalfco de Pene-
do, onde, a imlu (fanspoe a-ri>B. Francisc>, ligan-
d) pelas 'jxtremidades as liuhas de Alagoas e de
Sergipe. 1)6 Pane Jo para 0 sul nao podera strvir
oTi-ojaniu nao chegarem "pessitl e os appare-
ihus para as estado s eu Aracaju, Estancia, Ala-
goinhas, Bahia, eto
Congratulamo-r.os com os lea.res pela reali-a.ao
de mais esse mellnramento.
Aceidcate e ntsrte.Hontera, ponco de-
pois das 3 ij2 horas da tarde, deu-se um accidea-
Xe na via ferrea de Oiiatia, resultando delle a mor-
te por e-magamento da mulher de nome Jo-quina
(conhecida por Joaquina moca), de cur preta, e
represeniaudoter de'tS a 50 annos de idade.
Essa mulber era lavadeira e ia do Recife para
Beberibe, onde lavavs a roupa que Ihe conftavam,
quando, proximo a bomba da estrada de Joao de
Barros, foi apanhada pela maehina que rebocava
0 trem sahido do Recife as 3 1|2 horas da tarde, 0
succumbio esmagada por ura* d.s rodas d'essa
machiua, que era dirigida pelo raaclHnista de no-
me Antonio de Poutes Manuho.
Das iafonnac.oes que colhemos parece-nos re-
sultar culpabilidade para esse machinfsta, nao
que elle tenha esmagado propositalmente a p .b"e
mulher, mas porque nto curaprio 0 disposto no
art. 3o do regularaeato de it de outubro de 1872.
0 referiJo machinisia, logo aoot 0 aeddente,
evadio-se, dirigndo se para a> band-as da Beberibe.
A aworidade polieial da localidafe torn >a co-
nhecimento i!o facto e trata de proceder de con-
formidada com a lei.
Offerecemos a policia os seguiates aomas de ia-
dividuos que testemunliaram 111 tis ou menus >
accidente :
Olegrio Jose da Sonzalgaacio Jartfida Silva
Braga e Joaqaltn de tal (togtietair"). todos os
quaes morarn nas visinhoucts do lugar do acci-
dente ; Dr. Paula Baptisla rilho, Paulo Tolentinj
Nigramonte. Antonro Ignado do Reg) Medeiros o
Joaquim Felippe da'xista, que se achavara n>
trem, e finalmente Catharina de Albu lue-que Ga;
ma, preta e moradora na Encruiilhada da Belem-,.
era casa da viscondessa de Goyanna.
Esta ultima (Catrtarina) viuhi a pe da Encruzi-
Ihada para 0 Recife e testemunbou perfeitamento
0 occorrido.
Cadn%er. No dia 12 do c trrente foi lirado
do rio Capibaiihe 0 cadaver do preto Cyru, eacra-
vj ao Sr. Dr. Forinnato Augusto da Silva. Os
peritus, que procederara a vistoria, declararam ter
sido a morte produzida por asphyxia pur sub-
mersao.
Ternio de Panellas. Cora 0 prate do
sessenia dias, contadis de 14 do corrente, aoba-so
a c n:urs 0 proviinento vitalicio do* ofllcios : de
primairo'taSelliio do publi;o, judicial e nita', e
essriv.'io de orphaos. ausentes, 'Sapellas e residuos,
e de seguodo tabelliao do publico, ju-li-'ia: e nolas,
e escriv.io do crime, civel e execucoas e mais
annexos do termo de Panellas, cread's ainbos pelo
ieeretoda3) da Janeiro da 1831 ; d; Msrirao
privativo d> jury e execu:6es crimiaaas, creado
pelo art. 108 Ja lei de 3 de dezembro de 18*1 ;
a de uartidores, conta-Jor e distnbuiior, creado
pela iei provincial n. 5oi de 29 de nwi) de
1861. a
i;i<-.\ fdllz. A as3ociaca> Anir a Benefi-
cencia dos talrtad ires de carnes-varies, coinpeai'-
trada do heneiicio com que acaba de aerd.itaia
esta provincia pelo Exrn. Sr. commenJador pre-
sidente da provincia, cun a fuudacao do hospicio
de alienados, resolveu raanifestar do modo mais
eloqaeate ao mesmo Exm. 5r. os pplauso< qua
ella, corao representaute tambem do elemento po-
pular, Ihe tribata pjr as to tao mentorio ; e on-
correr de soa parte coin 0 que Ine for. possivel no
intuit) de auxiliar a re.ilisa;io proxiraa de insti-
t,.ii.;ao tao huntnilaria.
Nestas disposicoes, deliberou aquella associacao
celebrar no dia 27 do corrente, a briihaota festa
de honra e cari lade, cuja descripia) consta do-
programma d.i mesma, que corre distnbuido era-
avulsos e f)i hantam pnblieado na seccio proprii
desia Uiario, para 0 qual cbamamos a atten^ao do
nossos assigcintes.
Ui^rna de imitai-ito. A associapio be-
nelicente Luzo Brasiletra, installara no da 27 dD
corrente, acto ontinuo a celebracit de sui lassao
magna, da que ja nos oeaupam)s, duas aulas, ura
de instruedio eleraentar e ottra da lingua franeeza,
graluitarnents aberta aos seus associados, lilhos
lestea, e a eriancaa, cujos protedores drllas so
jiieisam atiKsar. A de insiruccao primaria fuoc-
cionara todos os dias u'.eis, as horas, que oppor-
mmmeate sera) annunciadas ; a ds lingua fraa-
ceza nos dias de terca feira, das 8 as 9 horas da
nolle.
Para a matriculj e mais circumstancias, ve>-se
o compelcnte annundo, que vai publicad) na
secci) propria.
Fazemos v^tos para que acto tio raeritorio mo-
tire a pratica da oatros semelhantes.
LMO-Brasilelra* Esta aasoeiSQaO be-
neficen'e celebrara na manha da 27 do corrente,.
sua sessao magna comraemorativa do 2* anuiver-
sario de sua installagio, precedendo a este acto
ama missa resada no convento de S. Francisco,
em aceao da gracas io Patriarcba S. JosO".
A' noite do mesmo dia, a sala das sessoes qua
eslara luxnosamente ornada, sera franqueada as
familias e cavalheiros que a queiram visilar, das
6 as 10 boras.
Concerto musical. Nao tendo pidido-
ser bastante convorrid0 0 concerto dado, na sema-
na o 1 -, 11. pela ban la de musi ;a allerai, e n-
beoellcio do hospicio da alienadts, por causa da
eltova qua cahio daraate a tarla e noite dajaalle
dia, rosolveu a co.ninissi) ensarregada d > bazar
da prenlasaeeitar 0 a>'o offered naato fe to pela
referida band* da masica, pira ura seguido c>n-
eerto no jardira Io Gim?) das Priaaeaaa, 0 qa 1
se devo realisar hoje a aoita eon 0 saguiote p.-o-
gramma :
Marcha da Vktoria, por Gartner.
MeloJias da opera Afncina, da Jleyerbaer.
Mizerere da opera Trwador, de Verd'.
Oivertura da opera Dame blamhe, de Boieldiea.
Walsa Os bnmortaes, por Guagel.
Polk* Luiza, por Brandt.
Melodia da opera Beatrix de Tenda, de Bellini.
Dueto da opera Norma, de Baliini.
A Setenata, An Schubert.
Quadrilfta da gran le opera Gaarany, por Carlos
Gomes.
Eoro e tsreeto da opera Nabuchodomzor, de Verdi.
Melodias da i.pera Guilherme Tell, da Rossini.
0 jardira achar-se-ha todoillumiaado, baveul)
quaritidade de cadeiras para as familias.
Vlsarlo Barretto. Acha-se prompto 0
1* volume (prosa) das obras do finado vigari)
Fraacisco Ferreira Barretto, a impressao das quaes,
autorisada por lei provincial, foi levada a tiTeito
por debberacao do Exm. Sr. commendador Locena,
presidente da provincia.
Commeltido 0 trabalho da edi<;io a typographia
dos Srs. C. E. Mulhert & C, e aiuella nitida,
corao era geral sio cs trabalhos dessa oflkina.
Chamamos a atten<;ao dos que assignaram a
publicagio dessa obra para 0 annancio a respeito
mandado publicar pelos editores na seccao com-
petente de.-te Diarto.
Bdna artista paeta.0 Sr. Odavian) Hud-
son, lilho do Rio de Janeiro, typograpbo e poeta,
operario e pensaior, acaba de publicar um volu-
me de versos inti'.alado Peregrinas.
Abre 0 livro do arlista poeta um ligeiro, ma*
consciencioso juito critico de L. N. Fagundes Va-
rella, aquelle talento esplendido de quem guardr.-
raos as mais gratas racordajoe*, e em cuja fronte
serena e loura corao que lampeja a-aurora eterna
da poesia.
Vejamos 0 que diz Varella de Octaviano Hulsoa
alern le ou tras apreciacocs seenndarias:
Octaviano Hudson, 0 horaem do povo, 0 poeta
dos operarios aprendeu aos 16 annos de idade a
arto typograpbica na casa dos Srs. Soares & C,
pas-on u'ahi para as o'ffcinas da Diario do Rio de
Janeiro, sabindo d 1 Diario, tomou aadmins'ra-
cao da extiaula erapreza do Cididuo, d'onde ao Lira
do um anno, partio para Petropolis, onde gratuita-
raente trabalhoa na composicao e paginarjao do Pa-
rakyba; da Petroiiolis passou-se a provincia do
Espirit0 Santo, e ahi montoit a typographia da
Mercintil. Sempre infeliz, illudido sempre, volvea
do Emirito Santo trazondo por unica recompensa
de seas labores, corao elle proprio pbilosopbica-
men e 0 diz. ... ura feixe de caoas I
Trabalhoa ainda na Nova Phase, de Angra
dos Reis, onde redigio 0 Beija flor dedicado, as se-
nhoras; na Republica, Correio do Brasil o final-
mente no Diario onde muitos artigbs escrevea em
defeza dos operarios.
<< Os cantos de Octaviano Hudsou sao pela maior
pane lyriees.
i Nesso lyrismo, porem, descobfttnos duas tenden-
oias: a primeira a da poesia vaga, indetenninada,
a do sentiment) que fall t e se expande sem alvo,
sem ponto fix0 ; a segunda 6 a inspiraeai de Pa-
trarca e de Gonzaga, e a lyra propriamente dda,
0 cmstanto louvor a um eala real oa ideal, que o
poeta chtma Celina Entra as- nolas melodiosas
dos hymaos deesperao?a, de amor ou de sauda-
de.resOa e' verdade, uma nota raais aspera as ve-
I






\ :
24*. Jsto sempre ii aigama c mst, stjrapre ser?e.' e ligada a do Recife a do Rio ie Gontas. fflffwa'zc". 'Jir-s^fiia um gr;;o d' laiipafjio, 0 silvar de
J*
I ./,'




JKflfio. de,/iBroaigbuaoi-P ^Q^iite. feira 24. de Setembro cte 1374.
*
nma setuhemdj; dao imparts, sao n^tii-ii^n-
cm is. o ru:i u, a tfjiaa.;;^ u foran ou o e.-lylo da
compjsicao sao lyricos Porhater esoript) odes,
ceieoraao neroas e ineinoraveis acoutecimeatos,
mnguern ainda classiflcou V. Hugo do poet) epico.
A piesit ;pi;i e especiaiissiuu, 6 propria de cer-
'i9 orgamsaeoes.
.Agora WMl flta agra-Jewra) Sr. Octiviano
HiiaiOS t 'emes^a qua nos fez de urn exemplar
de sua publicaeau, uuo sausfazemos, auguran 1:
o Rials ridente future- a.) vajor da? Peregr.inas.
Vin-ferrea do t'axau. Domingo
<27) a gerencia desta coropanhia expodira para
a famarineira" trans espociass, pelo ramal do
Arraial, a 1 bora o 5 minutos da tarde, 3 o 5, 4 e
5, 5 o a, tario do Mcnteiro as i, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 10 haras
da n.tit .
Mociedurfc Propilgndora da ln<-
(ruu>ao Publica. Hoje deve reunir-io o
eonseliio superior a) lugir e hora do eoslumc.
Paaeil is -Eicravem uoi de-sa villa em li
do corrente :
Hnntem f>i no dia fasti vo para o; luM
tautas dasti vitla. Piuell.is vestia-se do gala
para cecaii :r o s;u orimeiro uugistradj, quo far a
sua 'iiitradi pir eaira acelaraacu :s geraes de rego
sijo,nui*ii por ser eouiinaala" sua euianeipa-
:i) de Cirouru, uoi p.'ia acjrlala doianaeio do
govern? Mpukial na pease* d ) bouamerilo Dr. Jose
AaU'iiv) C iniij da Silvapara juiz de direito de^la
nova eoaurca.
Desde que aqui chegou a noticia de achar-se
u mHsojaia do direito am Altgoa dos Gatos, a papu-
laci) aivorocaia ooi.se en toiviraento no sentido
de faar mm recepcao digua da tao dts'.iacto ca-
vahein. Muitn fram buioal-o naquella povoa-
r 11, ouuMi ttsperaU'aui no ua dUlaocia da uma Ie-
gui.eeutroudJilJ.oo Dr Correa da Silva aon-
paniiilo de cony de 60 cavalloiros danlre as mais
gradas pessoasw comarea. R' inlnseriptivel o
oatentammt) coin tr/reo pjvo saudava ao sympa-
tliicj e linuo Dr. G>rrei di Silva, e buseava tr-a-
d.uir o satrtfajvinecimeoto m- innuTi?ra< g'ran-
d''a< d-. f:g, 0)3 rjiiirjuas, '. o iju) e tnais, nas
simple* e ioacutea expanarjas con 900 0 povo
saba hjnr.tr aimollas, aae raiaaio conn o Dr.
CirrBi 11 Srfv.i, un trato liao o dalicalj, 0 cabe
dul iaapraoiavel de serngoj q-ia 0 racomaieiidarD
a ea'j in p-.iblica.o girantem o bjin desempenlio
daqaal'iaer eo a ai>sao, ain i 1 a mais espiohosa.
Desde qua tivemw noticia de qu; era elle 0
it )3i > i'JB dt direit), a hisljria ds leus gorvijja e
aptiddes eorria aqui dc boeca em bocca, de modo
qua ja u Dr. Silva era viiiico::hecidis.simopelosseus
8ervt$03 na eurta, mas meliudrosa administrai;ao
di co:mrc:i de Floras, e na illunrada, imparcial e
ai-liva cii ifalura de p..licia do Rio Grande do Norle,
oule lamaUdarera sar esquacido.
c Estam'is, pel*, cu a j.ist'Ci a porla, e todos
niuito satisieii >s. Ouossjjaii uiuuijipal e urn
in >eo digo 1 1 ,1 ; 1 a ettliraa ; 0 9 promotor, a
quem ainia nao 0 conhaeo uiuito da perto, devo
erer qoe ioscara imitar a taj bons raod'los.
As cliuvas tern c -s-ndo : uai rests duvida
quo eiitramos ua e>tacao calmoja. Acabo da saber
dajgraude festa que houve ahi pur occasiao da ban-
j5o da pedra do Asylo de Alienados.
toeeUuea- -Sio'viito as companbias dra
malicas iWfcnaa qae actualmoule viajam oela Eu
ropa 1-America : a Hi-1 ri aeia-se em fiaenos-
Ayres ; a Penana no Bra.-il; Kossi, em Vienna ;
Givili, em lla-pinln ; Diligenti, ua Turquia ; Sa-
liati, uo Egypto ; Paladini, em Valparaizo ; e Sal-
v..11 ua llivaiu.
0 bi.-p0 J.. Auger;, a0 receber 0 marechal
Mac Mabon ua cathedral, pediolha a liberdade do
( nsiuo superiur.
Foj presa na estaylo do caniiuh) de ferro em
i.\au. b na mul er, procedente da Suissa, qai le-
va va 0OE0H09 muitos anxneros da Lantern, e di-
versos exemplares do paxphleto Jesus per ante a
Historia, e uutras obras do mesiuj geaeru.
DaeflU as uoticias da Chiua que a coiheita
do dia f.ii ma, tend 1 Dor is-o 0 genero soffrido ja
uma grande elevacio de preco.
Beta actualmente reumdo em Lya, sob a
jiresidcooia de iftonsenhor do Segur, mn congres-
sodis.sssociajSea catholicas de operaries. As is-
Ifii a elle uiversos bispos e arcebisos.
Acaba de decobrir se em I-agny, no- terre-
1 peRten -entes a ompanhia i'J de lesie, unj magnifieo dent i f usil, do-mais paro
inaTliiii, e que made 2 metro; e 75 centimetros d.<
compriAKnio. E-to dente, uma verd deira rari-
Jade, vai ser inanda.ln para mn dos museus de
Paris.
Urn bareo que coodazia um grande numero
de peregrioos do Tacksacg para o sautuario de
Ersenin;-'. na Haogria, virou-se no roeio du Dana-
morrendo to.la< as pessoai que 1am a bordo.
0 capitao americano Haning acabi de des
..: outre os conlins do Colorado e Novo Mexi-
omi povnajaq de 2,000 habilantes de raca az-
leca pura, e que tem conservadb os costmnes e
civilisacSo qae liavia as Mexico qnaado 0 con
i -'iu Fernando Cortez. Esperam com fe in-
rantavol a win de Uontezurna, como os bre-
: 1 da idade media espsravam a dj rei Arthur.
0 sen governo e, scgondo um piriodico do Cob-
ra!). qti. da esta noiieia, um especie de republi-
ca c mserva lora (Jsam ainda para a cscripta,
i-.rJas de 06-, o que permute decifrar os antigos
! enmentos mexicauos qae estio sendo 0 dssos-
pero dos areheologos. a- ceremonias r<.-ligiosas
si > moilo nomposas. Creem na immortalidade da
alma. As mulheres sao objecto de graudo res-
!
Dizeui de Hjag Krng, em data de 2i de
{Oslo, que na tarde de it embarearam se uns pi-
1 jta-, com.) passBgeirof, a beedo do vapor Spark
D'irante a viag-:m de Cantao p^ra Macao assassi-
narara 0 capitao e feriram gravemente a maiuF
1 s iripolaoles. Fie.iram senh>res do vapor
Die se:a horas, fogindo depois n'ura jonco. Os
machinistas ctiinezes (heram cbegar onavia a Ma-
sahindo imraediaumenje aigumas canlionei-
ra? ern pcrseguicai dos piratas.
Acaba de fazer-ae e:n Paris 0 primeiro en-
- i do omnibus a vapor, entre Chateau d'Eau e
\incenoes. Este qov.i vehiculo caiuinha com uma
vdcdide qaeexcedo a dos omnibusordinarius
era u na ter^-a parta, e ale em metade sem incon-
veniante para a locomocao. Os en-aios damoos-
trararo que a invencio tem mais importance do
!"- -eciO para a -Jrculacio uos caminhos vici
:-:v:i c para aagricultura.
0-
Maria Gliceria da Purilicaeao Bandeira, narda,
PeriiSrnoueo/ 98 SnocsJ das&a,: ROidsel melas-
3mzes, Boa-Vista;
tjifl.
. M"aria, psrd.1, iWdambuco,
em constmiepcia da insenso;
Mou&C^pardo, Pepflaiabaeo, 10 anaos. Boa-Vis
la
Hepatite.
neriodicos de Vienna asseveram julgar se
ter sido encontrado em Tisza-Hou* (Hungria) 0 tri-
idice sarcophago de Attila, rei dos huoos e 0 fit-
1 //() de Deus. A uma ineia legua de Rjff, os Pes-
cadores deseobriram no leito do rio Tiieiss, a dis-
tincia da eerca de tres toezas da margem, um
objec(o que ticando-se com paos. produzia um
som semelltaaie aj de am arame posto em sgita-
.; u. 0 comprimento e a largura do objecto des-
objrto f z suppor quosej* mn eiixlo mirtuario ;
8 p-jrqne nao sera 0 d; Attila i A villa de Ro II tem
0 uoma do irmao daqoelle rei. Logo que as aguas
do Tbeiss descerem, proceder-.-e-ha as aecessarias
buscas.
Foi davoralo por um incendo 0 cauello de
Ainerois, esplendida rasidencia do conda de Flan-
dr:',. 0 logo comer.ra em um fogaa do tercairo
iniar. A mobilia foi quasi toda salva.
Os ameiicanjs aperfaigoara cada vez mais as
mas consiruccoas uavaes. Aeaba agora de ser
iaa;ado aagua dos estileirosde Chester (Pensylva-
-i; mn djs raiioras vaporai, 0 City of Pekin
'-inado ao servico do orreio no Pacifico. 6
comprimento deste navio 6 de 128 metros, a 'ar-
Mn de 14 matroa eSO centimetros, e a arquea-
ii de 6,000 toneladas. Tem uma machlna da
rca de 4,5-JO cavallos efTectivo.s. Pode trans-
port ir 2,0')0 pas'ageiros ; entraiam na sua cons
irucijao t,J67,000 kilogrammas de ferro ; tem
j'i-'.tro mastros e con?uuira de50 a 60 toneladas
rvao pi.-r dia. Esta em cantfruccao oatro
nwio das mesmas dimensSes em Delawere.
i.eiioi'-i. lljje (li) bffeetoa 0 agante Pinto
0 da movers, louca, crystaes, vinhos, livros, objec
tos de electro plate, ede um fogao de ferro (gran-
de) ; ao 1, 2 e 3* aodares do sooralo da rua do
Goramarclo n. 12, Hotel d'Europa.
Hoje, 01 forma d) costuraa, havera na faira
samanal Ieilao de trastes, ouro, prata brilhante,
miadezas e grande quautidada de artigos do u>o
dimestico a troo d3 barato. Principia sempre as
II noras.
H je effectaa 0 agente Dias 0Ieilao de ccrca de
500 saccos com farinha de mandioca em 0 aruia-
zem i.-nominad0 Trap; :ii: da Companhia, as 10
1|2 horas em ponlo.
En eontiauaclo veadera 0 mesroo agente 59
barrifas com eil de Lisboa.
i.oterla. A que se acha a venda e 118.'
abeseQcid da igreja do Livraraento de Pao d'Alho,
que eorre no dia 30.
Cfltut de detenciio.Movimeato da casa
de (J'Jtebfio do dia 22 de setembro de 1874.
Eiistkim prosoe 319, eatraram 4, sahiram 7,
existem M6.
A saber :
Nacionaes 249, nwiberes 9, estraageiros 21,
aravos 3i, eseravas 3. Total 316
Aliiaentaios a cas^ dos cofres publicos 842.
fERCEIRA 3ESSAO DV TKRCEIRAORWNAiUA
EM IttDESETEMRHODE 1674.
BBR8|DKNCIA DJ SH. ttG ) B ALBUQUBnQUE.
A^ oio an, prosealojoB Srs. Gameiro, Cejayio
Je Mello, Theodoro Silva, Dr. Moscoso, Cunha r.ui-
maizes, l^>yo Junior e Rego Barros, abrio-ao" a
aessao.
Lida a approvada a aotu da aalecedeato, cam
a deciaracao que nalla se contem, louse osegumte
SXPEDlK.tTE :
Offlcios :
Do procurator, aprasaatando a conta das des
pezis faitas com diveraas questdes judieiaes, e
pedtndo quo ss Ihe leva em coota ua verba com-
patente. Ao contador.
Do mesmo, remottendo a r -larao das raultas
impoitas pelos Q-caes, a cootar do 1* a 15 do
e'>rrente. Ao archivo.
Dj masmo, padindo que se Ilia leve em conta na
verba compelento, a quiatia de 74000. eonitante
da reiacio junta, feita com um livro, qua forne-
ceu ao escrlvao do juia da naz da fragaezia de
Santo Antonio.Ao contador.
I'' fiscal da freguczia da S. J.se, partioipaado
que a iatrina publica daquella freguezia se acha
deseoqeeruda. OiRcie se a companhia Recife
Drainage para roaadar fazer os concertos.
Dj. fiscal da freguezia dos Afogado?, iuforman
do uma peiicao de Ballarmini Basilia dos Santos.
Indeferio-se.a peti^io.
Do engenheiro, informaado uma peticao da
junta adninistrati"a da Santa Casa de Misericor-
dia^A' commissao de editicacio.
Foi apresenudo 0 seguinte parecer :
t A commis3ao de picia, a quem foram presen-
ts us raquerimeutosconstante* da relacao annexa,
em quo sa propoem a coucorrer as arrematacoes
das casas da praca da lulepantencia e da ribe:ra
da Roa-Vista. 6 da pareoer- qua sejam adinitlidos.
Pacodacamara muuicipal do Recife, 16 dese-
terabro d> 1874 -Tiieodoro MaohaJo Freire Pa-
reira da Silva. Joao da Cunha Soares Guimaraas.
Approvado
Um abaixo assignado de inquiliuos das casas
da praca da Independent, padin lo abate no
preco do ^luguel das mesmas. A' commissao
de pelicoes.
F i apresentado 0 r.'querimento seguinte :
Requairo que se adie por mais tempo a ar
rematacio do mercad) da Boa-Vista ate quo se
apresente a mesraa camara 0 rcndiiiento daquelle
mercad 1, a planta e orcamento alim de ver-se se
sera mais conveniente arrandar se ou demolir
para se fazer um novo mercado no inesuio ou
u'outro lugar. Pace da camara, 16 de setembro
de 1864. -Bellarmiuo do Itego Barros. Appro
valo.
Foi laml'cm adlada a arrema^ao das casas da
praca da InJependencia.
Foi apre3entida a seguinte proposta :
t Nao podendo actualmente 0 eapellao do cemi-
terio publico preancber satisfactoriamente a*
foaecOps que 0 regulamcnto Ihe impoo, e correndo
pen go eni ser p rlarbada a ordain publica no ce-
miterio, dando se couflictos, proponbo que seja
dispensado n capeilai do camiierio emquanl > os
podarea do Gstado nio harm misar 0- daveris e--
pirituaes. Pacodicanira municipal do Recife,
16 da setembrj de 1374.9 vereador R--go Albu-
querque.! Foi approvada a proposta, vot?nJo
contra os Srs. Cesario de Mello, Rego Barros, Cu-
nha Guimaraes e Luyo Junior ; e a favor US Srs.
Rego e Albuquerque, Tlicoioro Silva, Dr Moscoso
e Gameiro, sendo vota vencelor 0 S". Rego e Al
bumerque, na qaalidada do presidente da ca-
mara.
Foram deap3chadas as pelicoos seguintes :
De Antonio Forreira Alves, Amaro load da Sil-
va, Andre Bouson, Antonio Igoacio Heitor, Ber-
nardino Jose da Silva Maia, Bollarmino Raslio dos
Santos, Braga & Pimentel, Domingos Jose da Costa
Amcriin, Francisco de Paula de Albuquerque la-
rauluo, Henrique Beroardes de Oliveira, Jose
Carneiro da junha, Luiz Cabral de Medoiros, Luiz
Antoni'i de Siqueira, Manoel Jose de Aguiar,
Pinto Mendes & C, Jose Jeronymo Monteiro e
Manuel Jose Lopet GuimirAes.
Nada mais haven Jo a tralar, o Sr. president-)
encerrou a sessai a 1 1|2 hora da tarde.
Eu, Prancisco Augusto da Costa, secrelario, a
escrevi.
Theoloro Macliado F. Pereira da Silcu pro pre-
sidente./. Maria Freire Gameiro. -Jose Cesario
ie Mello.-Bellarmivc do Rego Barros. Joao da
Cunha Sonus Guimaraes.
as, -bem q/iielo, mereceado
i* feiWje^ port)
co*, etc.
INesse sontido as liJ'.'WA* rema?peAdiidas>5o am
bom servico a caATaida .'dsirucfaTJ. ^ a propna
Pirooincia bSQ.dfixDtr de applaudir-.ma dellaff,-
a ilo: profearer de Jareraa, da apal ^43lizanioje
em sen t>. 391, inetava' coaj c tnsrteiMor ^* '**
instrujcao publica para i|ue a m^utivetse, pois '''"
zii ccrnstar.tar'se da cobslderal-a tem effaito, 0 qae
aljas nao erae fiSo 6 eXw>.
Isto e sem duvida raellihrar nm estado de con
sap que reclam'a serla allencio ; iato, nm w. da
ser, como maligaame.nte inculca a Provineia, dar
paslo a perversrdade. e am verdatfeiro servico a
boa dilmsao do ensino.
Em vista do qae vai dito, vd-se qae 0 errrtwista,
ao mesmo tempo quo procura armar a affeic9f> da
classe dos profossores, trabalha para cbamafo
odjo e msldicao della sobre 0 Exm. Sr. presidetrle
da provineia, e cspecula para seus lins, com a igno-
rancia em quo muitos estao das- circomstanoias e
inotivos daquella pretendida cnlr.adan^a
Quem observar que havia muilas cadeiras va-
gajs, que se supprimiram e crearam aigumas e que
havia professoras qae- se toraaram tmpossiveis nas
localidades am qne estavam, pod a bom ver que na-
da ha de extraordiuario Baa,remocoes que se tem
dado.
Nem S. Exc. se tern jamais tornado liy-til aos
professores ; aeaao rpie tem Imtado, skn; de fczer
aoabar can) a deiidia e reiaxacio do aUuus, 0
que re.vela 0 zelo e. interesse que S. Etc. teni das-
eovolvldo com relajao ao important ramo do ser-
vigo de que. hos occupamos.
E'. pois, uma cen-ura desarrazaada. e iiabe:il
aquella de que qos occapames.
'..
(data do. dia 23
436*477
a&tf*"-
,-rimoira pcjtia.....
Iefc'unda pona :
'Vceira pona .
!TP*ctv Cc"ncfiao
im
19,601
ED!BR
Os abaixo assignados membros da commissac
encarregada de ageneiar prendas era beneflcio do
asylj de alieuados, exlremainente agradecifla a to-
dos que concorrerun a festa de domin^o, vem
pelo presenle manifestar o sea reconhecimento;
e coBvidar oara eomparecerem novamente 4s 4
horas da tarde do dia 27, no mesmo sitio da Ta
marineira, onde pela ultima vez tem de offarecer
ao publico as prendas que receberain.
A commissao sentaqne por motive iodepeuden
tes a sui vontado, nao fos?e mais brilhante a festa
de domingo, porem esperasatisfazer plenamente no
dia 27, a todas as prssoas que 9e drgoarem com-
parecerao bazar dis prendas que Iha'tem silo of-
.'erecid s. *
Para previnir qualquer accidente os abaixo as
signados ja oritiveram da gwieresidade do Exm.
Sr. bario do Livramento a reconstruct) do barra-
cSo qua desta vez sera coberto de zineo e esparo
so de m0 Jo a offerecer as possiveis cummodidades.
A commissao faltaria a um dever de delicadeza
se tambom nao agradacesse aos qpe Ine fizeram
donaliv s, e por isto pedc-lhes que aceitcra mais
esta prova de seu reconhecimento.
Co fiando ainda na generosidade dos habitantos
desta cidade, a commissao espera receber novos
presentcs para a festa futu'ra; e, para facilRar a
entrega de alguns objectos que Ihe teem sido
offertados, re3clveuautori.-ar a cada um dos mem-
bros que a compoe, a recebel os nas casas de sua.-
residencias, ou escripturios de coinuiercio.
Recife, 14 de s-terrrbro de 1874.
LuizUoncalves da Silva.
Joaquim Olyntho Baos.
Joaquim Dias dns Sontos.
Adolpho Sehmitli.
Joao Carlos Bastes de Almeida.
Rodolplio Kruk'.Tnberg.
Joviniano Mania.
Dr. Peiro de A. Lobo Moscoso.
Francisco J. Pinto.

GAPmt 4,000-ooojwoo.
fonu leguro de mercaJorias e diotifiifC
co maritamo- em rravio de vela e vaporet
psia dentro e f6ra do imperio, assim come
contt logo sobre predtes, generos c fa
rondaa,.
: Joaquim Jose Gonijalves Beltrac
J3J ua.'ioCommercio n. 5, 1" andar.
20,183
MAiiifiiiG
Wirongj? d?3;arregadas no trapicte it
0*0 dia la 22 *?*'.
,to dia 23. .- .
l) trapicl: Concaicic .
22
4
I
t
il
AtczmamA de rendas lntehnasge-
RAES DE PERNAMBUC!
AtndiiMW) n dia 1 a 22 31:989*447
Aim do rUs- 23 ... 2:670*537
34:659/981
GOWSULADO PHQVIMCUl
Aeadunenio do di,a 1 a42J' 48:473*001
den do.dia 23 6:216*119
51:680*150
IN
Capital. ; 28,000:000$00f
.'ando de resem. 8,000:000oo<
Agvntes,
Mills Latham d C
UUA DA CRUZ H. 38.
Companhia Indemnisadora
do Porto.
CAPITAL 2,000:000*000.
Thomaz de Aquino Fonceca 4 C, successors
agen'es.
E.-ii companhia toma seguros marilimos e ter-
restres, daodo nestes 0 septimo anno gratis aos se-
gurados.
Bun do Yigui-io 11. 19
ipelo art. 108 da lei de 3 de dwrnbro d^ 1?41 e
nariidor, contador e distribuijor pala lei pro-
Q r Sri, de 29 de raaio da 1861, os qnae3
?ineiaI.. por nao terem sido proyidos fles-
sd atshain vav. ^esnio "tWriio. ,'^s preteodeotes
de a crdaalo do 1... '"Mbnltados na forma da
deverao apresentar-so -.
lei. -^oj de todcu,
E para que cliegua ao conhcoltn*.^ ^o'nos
mandei passar 0 presento, qua sefa affljw ""*
lugares do costume e publicado pela .impfe^fti,
capital.
Villa da Pnella<, li da selembro de 187J.
Eu, Tiburtino Piuto da Amjeida, escrlvao (meri-
no do crimo e civel, 0 escrevi.Ferninio AfTonso
Ferreira.
E mais se nao contlnha em 0 dito edital, qun
bem e lialmente copi.al do proprio original, ao qual
me reporlu e dou fe.
0 escrivao iojerino,
_^___ Titurttno Pinto de Almeida.
. EDITAL.
a." beccao.Secretaria da p'residencia de I'er-
nambaco, 23 de setembro da 1874.
Por esta secretaria se faz publico, da conformi-
dadecom 0 art. II d. decr'eto n. 817 de 30 de
agosto da 1851, o edital abaixo transcrioto, pondo
em concurso, com 0 prazo de sessenta dias, os of-
ficios de justiga do tarmo de Panellas.
0 secretario,
Joao Diniz Rfbeiro da Cunlta.
mmmin m p
n
AGENCUS PROVINCIAES
Liqiiidos espiritnosos.
Rendimento do dia I a 21 4:262*634
Idem do dia 22 600*739
Bacalb.au, etc.
Kendimeoto do dia 1 a 21 1:003*723
Idem do dia 22 53*148
Generos de estiva.
Rendimeutode dia 1 a 21 3:238*333
Idem do dia 22 563*280
Farinha de triifo, etc.
Rendimento do dia 1 a 21 4:393*322
Idem do dia 22 *
4:863*423
1:056*571
3:801*613
Porno, etc.
Rendimenlo.do dia 1 a 21 1:901*"80
Idem do dia 22 73*3%
-------------4:393*322
Vioagre. etc.
Rendimento do dia 1 a 21 l:52l<3iol
Idem do dia 22 45:1.16
1:979*976
1:525*807
PAST?
PARTIS*!t GOH9lEUVxlL503t
RECIFE, 2i DE SETEMBRO DE 1874.
itlais uuiit uicntira.
Sob a epigraphe -mais uma perseguigiio pu-
blica a Provineia n. 394, em ua Cluoniei a noti-
cia da remocao do professor publico da inslruccao
primana da povoagao de Canhutinho para ou'tra
cad-ira diitante daquella localidade quarenta
leguas.
A razao de3sa coulradanya, diz 0 ciironist^i, foi
0 ser 0 refendo professor infenso a influencias
conservadoras em Caruarii. E commonlando 0
ficto, accresceota qua 0 president da provineia
descasou professores, removendo do um dos lugi-
re3 do centre 0 marido para 0 sul e a mulner
para 0 nor.e. Nao diz, porem, quaes sao e-ses
dseasado8.
0 que ha, entretanto, i: real nestas accisa-
coas t ,
No Diario de 1!> esta publicado mn offlcio do
presidente da provinc'a ao professor Manpel Cle
mente dos Santos auturisando-o a abrir em Ca
nhotinho (lugar onde tem sua cadeira) uma aula
nccturna, qua se offereceu a estabelecer gratuita-
ment-1, sendo por tal procedimento elogiado; e
essa publieagao lave lugar no mesmo dia em que
a provineia inventou a remogSo daquella profes
sor para quarenta leguas.
Qae jaizo nao fariam os leitoros daqoelle jornal
lendo uma tal noticia e ven lo a publieagao no
mesmo dia, pelo Diario, do offlcio a'que nos refe-
rimos I
Que remocao seria essa, quando se autorisou 0
professor a abrir mn curso nocturne- uo mesmo
lugar em quo actualmente rege sua cadeira ?
Remocao para 0 mesmo lugar em que estava,
ou eirtao a escola diurna, na mesma sede da noc-
turna dista daquella quarenta leguas.
0 dascasameoto de professores e outra falsidade,
foi cousa qua nao sa deu. Qae 0 diga 0 professor
de Olho d Agua dos Bredos, qae t'endo-li*e -ido
supprimida a cadeira e sendo suamulber profas-o-
ra publica no mesmo lugar, foram ambo3 removi-
dos tiara Cimbres. *
0 chronista falla tambom de remociies a bem
de calculos de alguns regaljs de aldeia. Mas, se-
gundo seu systema, conteota se com dizer isso,
sem a creseentar, que remogfias foram essas.
Entretanto as remocoes que se tem dado foram
molivadas, parte pelo facto da creagio e sappres
sao dc cadeiras e parte por conven'oncia de ser-
vico publico.
Creadas novas cadeiras, foram preonchidas por
raeio de reraocio da professores, que deixando
vagas as cadeiras qae exerciam determinaram a
necessidada da uovas remog5es para provimonto
das cadeiras de qus sahiram e nisso so houve
vautagem para os reraovidos, qae melhoraram
assim da lugar.
A suppressao de aigumas cadeiras deu tambem
lugar a essa, queo chronista chamouc ntradanca,
qae aiada poderia ser maior, se uma boa parte
das cadeiras supprimidas nao estivessse sem exer-
cicio. Alguns professores tiveram por isso da pas-
sar a outras cadeiras, e porqne pelo sea procedi
mento um ou outro nao estava no caso de ser
provido era melhor cadeira, designou-3e-lbe outras
de iguaes condicSes. 0 contrario seria uma in-
justiga, pois importaria preraiar a desidia e a
relaxacao.
Aigumas, e muito poucas, remojSes S3 deram
por conveniencia e necessidade do servico publi-
co. Trata-se le uma orgaaisacao no servico da
inslrucg&o .publica : a lei creou as entrancias
e a inamovibdidade dos professores depois da
classificagao das cadeiras : alguns professores, e
(per hoara'da elasje) bem poacts, se tiaham tor-
nado incomoativeis no lugar de suas cadeiras, in-
lerviado ou seado objecto de lntriga3 partidarias,
desmoralisando se, perdendo a confianca dos, pais
de familia, etc.
Ora, p^r amor da regularidade e baa marcha do
ensino nas localidades em que isto se d iva, era
preciso aiabar com, am tal 63tado de coasas : no
interesse mesmo d|> professor esij verse em con-
Knti'K a sacule e a sepulturn.
Nao existe mais do que uma franzina separacao,
c e de suppor, qne todos que apreciam a viia as-
tejem desejosoi de fazer todo 0 possivel ao seu al-
cance, afim de evitar que a molestla a niio derru
be. Quem s ra 0 louco que espere 0 ataque line!,
quando 0 primeiro assalto poJe ser repellido com
as pijulas assucaradas de Bristol; uma prapara
Cio tao genial e balsamica, lio inve-tigadora, c no
enitanto tao firtiticante, quo ao par que ella re-
bate a enfermidade e expulsa a sua causa, ella
restabeieee e da robaslez a eoastitalaao do aoente.
A sua composicao e eomposta de lagredientos an
tibiliosos e vegelaes catharticos, sendo a uma se-
garos e inve-iigantes, e 0 uaico moio do cara con-
tra os desarranj >j do aalornago, do figado e dos in-
testinos, nas quaes se poda c-mflar debaixo de to-
das as circumstanoias, sando a sua acoao iovaria-
yel era qualquer clima que seja. A idea de dores
e merecidaraeate associada com e^ses purgantes
ordinarios; porem, as pipulas *s-uearadas de Bris-
tol, nem saquer pioduzem 0 mais leve incomr.o-
do que seja, sendo a sua operacaj branda e suave.
Por venlura sera mister dizer-se que ellas sao 0
melhor carhnrtico e alterativo de familias ate ho
je conhecido ? Ellas se acham acondicionadas
dentro da vidrinhos e por isso a sua conservacao
^ amadoura em todos os climas. Em todos os ca-
ses provenientes ou aggravados por impureza do
sangue, a salsaparrilha de Bristol devera ser loma-
da conjunctamenle com as pilulas.
;yi$f||
JUNTA DOS CORRETURES
Praca An Sê,33ile ssteiubro
do 18J4.
AS 3 HORAS DA TARDE
OOT.UjOKS OFFICIALS
Algodao dosertao 1-sort? 7^0'iO por 15 kilos.
Algodao de sorte 7*600 dor 15 bios', ton
torn.
Couros seccos salgados556 rs. 0 kilo.
Cambio sobre Londre3 a 90 d|v. 26 1|2 d. por
1 *0O0, hontem.
Dito sobre dito a 90 d|v. 26 3(8 por 15000, do
banco.
Cambio sobre Paris a 3 d|v. 368 rs. 0 franco,
do banco, li intern e hoje.
Cambio sobre Lisboa a 3 div. 109 0)0 de pre-
mio, banco.
Desconto de letras 9 0|0 ao anno
B. ao Vaacouceilo?
Presidente
A P. de Lemos,
SeoretarK
ALFAND"""'
iteaaunaaio do -l;* 1 a 22. .
dm dj dia 23 .
470:216*696
14:7 79*481
484:996*177
Descvragam Uoja 24 da setembro de 1874.
Barca franceza-Frt-iif(HM-(atracad> mercado-
riae^araalfandega.
Vapor naciona! Marqmz de Ctwias (e-peradb)
generos nacionaes para o trapicb9 da
companhia.
ImprtrlaRiift
Barca portugueza L-iiu, emrada do R,io Grande
do Salem 23 docorreote e consignada a Silva Gui-
maraes & C, manifestoa:
Azeite de egua 33 barris, diu de moeoto 4iai-
xas.
Couros seccos 60.
Fumo em folbas tOO fardo3.
Graxa ui yipas.
iSebo 322 barrioas com 21,774 kik.
Xarqae 176,250 kilos a ordem.
aE SSTEMBRO DE 1874,
Pa?-a os portos du .itxterir-;
No trjgue poriuguw THumpho, para 0
Porto, carregou : T. L. Soares 273 couros salea-
dos com 3,336 ki'os.
No brigue haspanhol Amatia, para 0 Rio.da
>'rata, caregou: A. Lcyo 30 pipas com 14.400
litrosde aguardepte.
Para os torlot do interior.
Pra 0 Araoaty, no b,ite niciinal Deus te
Gaarde, carregou : A. da Costa Araujo 3 barricas
ccm 302-kilos ue assucar refir.ado.
Para Alagoas, na baroaga Anfetrite. earn-
gou : ta. da Costa Gaotpos 1 b'aarica .04m 6U,kitos
deasmear refinaio.
Par'|fa8or6, ca baroaga Djms Amigot, *r-
regoa : Stelfano l,eroos 10 barricas com 560 kilos
de assuoar bronco.
vaPA'JAZIA DA ALFANDft^
rttndimegso do q:a I a 22. ,' a;i82-*Uy
17:821*212
Thesonri povincial de Peraamaco, 23 de setem-
bro de 4874
0 escrivao,
Joao Carneiro M. da Silva Santis.
Aapsli F. d'illiveira vt C.
A casa commercial e bancaria de Augusts
j d'Oliveira & C, a rua do Co nmercio ns
42, euearrega-se de execugao de ordens
par* emharque de prodoctos e de todos o-
mais negocios de coiumissao, quercommer
ciaes, quer bancarios.
Oocenta Icttras, e toma diubeiro a pr-j-
iiio, compra cambiaes, e saca a vista e 1
jazo, a vontade do tomador, sobre as se-
guintes prar;-as estraiigeiras e nacionaes :
iiositlres. Sobre o union bank of
LONDON, 0 LONDON AND UANSEATIG BANK,
limited, e varias casas de 1." classe.
Paris. Sobre os bauqueiros fol'lc
& C, MARCCARD ANDRE & C. e A. BUC'JUE.
VIGNAL & C.
ilninhurj;,!. Sobre os Srs. joAo
SCUU BACK & FILH S.
I,ls'n. Sobre os Srs. fonsecas,
SANTOS & V1ANNA, 8 SEBASTIAO J05E DE
ABREU.
Porto. Sobre o banco uniAo do portc
0 Sr. JOAQUIM PINTO DA FONSECA.
Para. Sobre o banco commercia-
00 para, e os Srs. francisco gaudencio da
COSTA & FILIIOS.
SlarauuSo. Sobre'o Sr. jose fer-
reira da silva JUNior..
GSahia. Sobre os Srs. marinhos & c
Btio do Janeiro. Sobre o banco
industrial e mercantil, banco nacional e
6ANQUF. BRASII.IENNF. FRAN^AISE.
Navio entrado no dia 23.
Rio Grande do Sul 18 dias, lugar portuguez
Laxa, de 273 tonaladas, capitao Antonio Fran
Cisco Vieira, o |uipagem 11, carga 180,003 kilos
da carne ; a Silva Gaimaries 4 C.
Navios sahidos no mesmo dia.
Porto Seguro -Hiale nacional Amelia, cipitao I.
P. da Silva .Neves, em lastro.
Liverpool-Barca ingleza Fusilier, cpilao 1. Cham-
bers, carga algodao o outros generos.
BabiaPatacho inglez Ann Melclielle, capitao San
ders, carga parte da oue trouxe de New York.
fi)
ITAEI
Alfandega de Pernambuco.
BJital cim praio dc *tt dias n. II.
Veto inspectoria da alfandega de Pernambuco se
fai publico que, achando se as mercadoria3 conti-
das uos volumes abaixo mencionados, no caso d->
NARITINOS
CONTRA 0 FOGG.
A companhia lndemnisadora, estabelecidi
aests praca, toma seguros maritimos sobre
oavios e seus carregamentos e contra fogc
^m edificios, mercadorias e mobilias: n
rua do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Seguro coatra-logo
t'HE LIVERPOOL & LONDON A GLOI
INSURANCE COMPANY
Agentes
SAUNDERS BROTHERS C.
11Corpo Santo11
Banco do Minho.
Joaquim Jose Goncalves Beltrao & Pilho sacaiia
por todos os vapores aobre :
Anaaia. Evora.
Aguiaa. Fale.
Aveiro. Faro.
Beja Guarda.
Cbaves. Leiria.
Elva?. Lisboa.
Amarante. Barcellos.
Guimaraes. Goknbra.
Covilha. Mirandella.
Melgaco. Penaflel
Portalegre.
Arcos de vai de vez.
Celorieo de Basto.
Caminba.
Mangualde.
Pbnte do Lima.
Povoa de Laatoosa.
Villa-Nova de portimao.
Moasao.
Cwar.
Bo/to.
Tavira.
Regoa.
yeo.
Pigueira.
I^amego.
fistarreja.
Valenca.
Villa Real.
Cabeceirasde Bastos.
'! i.-tello-Branco.
Espozeode.
Oliveira de Azemeis.
Povoa de Varzim.
Vianna do Gastelio.
Villa Nova de Famalicaa.
Villa do Coade.
\as IBJms.
Madeira, S. Miguel, Faial e Terceira.
SEGU
MaritkuA e
COMPANHIA
fhemx Pernambucana.
Rl'A DO COWMfiftCIO H. 3i.
C0MfAfflIA~4iLR?A
seguros naaritimoB e 6rrob
tres estahel^oidft na Bank
em 15 4e Janeiro ena 18 7 0
rem arrematadas para consummo, nos termos do
capituio 0' Tit. 3 do regulamcnto da 19 de setem-
bro jie I860, os seus donos ou consignatanos do
verao despacha-las no prazo de 30 dias, sob p?na
de, findo elle, serem vendidas por sua conta, sern
que Ihes fique competiudo allegar contra os elleitos
detta venda :
Armazem n. I.
Marca J R & SI, n. 928.-Girta caixa vinda do
Havre na barca franceza Veriii ma, descarregada
em 21 de Janeiro do corrento anno, eonsignad* a
Manoel Gimes Pereira.
Idem N S & C, contra marca A L, n. 2,141.
Uma dita idem no vapor francez Ville de Bahia,
de-carregada em f!i, idem a J. Goncalves Oliveira
Sobrinbo.
Idem C. & I C, ns. 37,60, 6.i, fio.-Qualro dilas
idam no vapor fraucez Henry IV, idem em 27 de
fevereiro, idem a Costa Irmaos & C. '
Idem L & V, n. 0.Uma dita, idem, idem i Ly-
ra & Viauna.
Mem C & I C, na. 58, 58, S9, 61, 62, 61. Seis
dilas idem em 28, idem a Costa Irmaos & C.
Idem S S & C, contra marca B & C, n 9,733.
Uma dita idem idem a Siu'.i Si & C.
Idem S It i F, n. i-i.-Uua dita idem idem a
Silva Barroca & Fillios.
Idem D J, ns. 7,158, 7,185.-Duas ditas idem,
idem a Duarte Irmaos.
I Jem S S & C, contra marca L P & C, n. 37.
Uma dita idem cm 2 de marc>, idem a Strata Sa
& G.
Idem S B & F, contra marca E H, ns. il, 42.
Uuas ditas idem, idem a Silva Barroca & Filhos.
Idem S 8 <& C, contra marca B & C, os. 202.
203. Daas ditas idem, idem a Souza Sa & C.
Idem S S & C. cmtra marca LPiC, ns 32.
35.-Qualro ditas idem no navio francez Mineiva,
descarr'egadas em o dc maoo e consignadas a
Soaza Sa & C.
Armazem n. 2.
Marca A L B, n. 3,967. -Uma dita vinda de Li-
verpool no vapor inglez Arbitrator, descarregada
em 27 de fevereiro do corrente anno e consignada
a Mendonca Carvalho & C.
Idem idem n. 3,968.-Uma dita idem idem idem.
Idem JR4SI, u. iO.-U.na dita idem, idem a
Manoel Comes Pereira.
Idem J A A & C, contra marca P, n. 753. Uma
dita idem, idem a Joa jiiim Ant -nio Araujo A C.
Idem X, ns 1,08!* e 1,0'JO.Duas ditas idem,
idem a Cur.ha A C.
Idem C G & C, contra marca F E C, a. 11.
Uma dita idem, idem a Guimaraes Ribeiro & C
idem X, ns. 1,099, 1,100, 1,103 e 1,105.-Qua-
lro ditas idem e:n 2 da marco proximo passado,
idem a Cunha & C.
Idem S B & P, contra marca n. i8i. Uma dita
idem, idem a Silva Barroca & Filho.
Idem J .i A & C, n. 751. -Uma dita idem, idem
a Joaquim Antonio de.Arauio & C.
Armazem n. 3.
Marca X, ns. 1,058 a 1,060. Tres faraos viudos
de Liverpool uo vapor inglaz Lalande, descarrega-
dos em 11 de fevereiro proximo passado e consig-
nados a Cunha & Mania.
Idem S B & F, contra marca M, ns. 485 e 486.
-Duas ditas idem no vapor -inglez Arbitral.r, idem
em 28, idem a Silva Barroca Filnos.
Armazem u. 4.
Marca M J M N, centra marca L M, n. 1,101.
Uma barrica vinda no navio francez Miranda, des-
carregada em 27 da fevere ro proximo passado e
consignada a Manoel Jose Martins das Neves.
Idem triangulo M no centro sem numero.Urn
embruliio vindo no navio iaglez Eheviole, idem em
13, ignora-se a consignacao.
Armazem n. 5.
Marca J A A & C, ns. 229 e 222. Duas caixas
vindas de Liverpool no vapor inglez Lalande, duj-
carregadas em i e 9 de fevereiro proxim > passado
a consignadas a J A de Araujo & C.
Idem S S k C, contra marca B & C, ns. 204,
206 Duas ditas idtm em 9, idem a Souza Sa
& C.
Idem J R c\ M, ns. 36, 39.-Quatro ditas idam,
idem a Manoel Gomes Pereira.
Idem ALB, sem numero.-Uma dita idem,
idem a Antonio Luiz de Brito.
idem triangulo P S no centro D em baixo e I
no lado ns. 56, 37.Duas ditas idem, era 10'idera a
Simpson & (1
Idem J A A A C, n. 310.Uma dita idem em
11, idem a J A Araujo & C.
Idem S C Souza Castro & Almeida.
Armazem n. 6.
Marca S C 4 A, ns. 110 e II1.Duas ditas vin-
das de Bordeos no vapor francez Erym intke, de-
carregadas em 9 de fevereiro proximo passado e
consignadas a Souza Castro 4 Almeida.
Idem S S A >:, contra marca S C, n. 130.Uma
dita vinda de Southampton no vapor inglez Neva,
descarregada em 26, idem a Souza Sa \ C.
Idem A G, ns. 133, 136 e 137. -Tres ditas idem,
idem a A Gibson.
Armaaem n. 7.
Marca R & I, ns. 1 e 2.Buas gigas vindas de
Liverpool na barca ingleza WtfA* of the Teign. des-
carregadas em 3 de fevereiro proximo passado e
consiguadas a ordeiu.
Idem R & I, ns. 36, 81, 86, 87, 88, 90, 95, 97,
98.Cincoeuta e tres ditos idem idem.
Idem B B, sem numero. Cmcoenta barricas,
idem no vapor inglez Arbitrator, idem em 27
idem, ao Barao de Bemflca.
Idem F R & S, sem numero, Trjnta e sete
caixas vindas de Lisboa idem idem a Pereira Vian-
na & (1
Alfandega de Pernambuco, 16 de setembro de
1874.0 inspector, Fabio A. dt Carvalho Reis.
0 Dr. Fernando AuVmso Ferreira. juiz municipal
e de orphaos do termo da Panellas, da comarca
,do mesm i nome, e provineia de Pernambuco,
por Sua Magestade o luiperador, a quem Deus j
"gaarde, etc. t
Faco saber a todos os sens h.ibitantes e a quem ,
mais interessar passa, que com o prazo de lessen-)
ta dias, a contar de-ta data, se acham em concur-'
so os seguintes offlcios de
Edital n. 54.
Pela inspectoria da alfandega sa faz publico que
as 11 horas da maoha do dia 28 do corrente, a
porta desta reparticAo, se ha de arretnaur, livres
de direitcs e sujeitas ao i ro posto da op.iiHzja, a.<
mercadorias abaixo declr.radas, qne .laixarau, do
ser despacbadas deatro do prazo mureado por
edital n. 10.
Armazem n. 1
Marca S N & G n. 124 I caixa vuada de Him-
bnrgo n- navio allemao Active, descarregada em
20 de dezembro de 1873 e coasigu&da a Silva Ne-
ves & C. contendo obreias de massa. pesando nos
cartoes 149 kilos, no valor de 2504321'.
Idem idem n 1601 dita idem idem, c; intend
2 kilos e 120 grammas da litas da seda, pesaodo
liijuido real, no valor de 128613.
Idem 1 lam n. 173 1 dita idem idem, contend >
60 duzias de pares de meias de algodao, curias,
niio especilicadas, ale 20 centimetros de compri-
mento, uo valor de 85 4000.
Idem idem n. 184 1 dita idem idem, contendo
2 kilos de obras nao classificadas, de cobra, e suas
lig .-. prateadas (canetas), no valor de 114200.
Alfandega de Pernambuco, 22 de Setem-
bro fie 1874.
0 inspector,
Fabio A. de C. lleis

Ojdesenibargador Francis:o de Assis Oliveira Ma-
ciel, official da imperial ordem da Rosa, e juiz de
direito privalivo de orpbaos da cida e do Reci-
fe de Pernambuco e seu termo, por S. M. o Ira
perador.a quem Deus guirde, etc
Faco saber a quem o onheci ento do presente
chegar, que por e te juizo e a requerimento de
Fraucisco Luiz dos Sautos se procedeu a jusiiQca-
f5o de prodigalidade contra sen filho Manoel Luiz
dos Sant03, e depois da prova tssteinuuhal, e pa-
recer do Dr. curador geral, subiram os antos a mi-
nha conclusao, nos quaes proferi a sentenca do
llieor seguinte :
Vistos os d'cunentis do lls. 5, a ils. 11, e in-
querieao do Qs~. 13 a (Is. 10, qua provam eslar o
justifieado Manoel Luiz dos Santos praticando ados
da completa pioiigalidaJe, o hoi per incapaz de
adminislrar sua pessoa e bens, que ficarao sob a
adminiitracao de seu pai Francisco Luiz dos San-
tos, a quem nomeio curador.
U esorivao passe edital para ser affixado no lu-
gar di co-tume e pub.ici.b pela im;ironsa, e cus-
tas. R.-cife, )4 deseteinbru da I87t.Francisco
de Assis Oliveira Maoiel.
E para que niugoem faca negocio aigum com o
precitado prodigo Manoel Luiz dos Santos,, senao
por inU-rmedio de seu curador, com previa aatori-
sac-io d'-ste juizo, mandei passar o presenle que
s.-ra affixado no lugar do costume e pabicado pela
imprenta.
Da lo e passado nesta cidade do Recife de Per-
narabaco, aos 16 de selembro de 187 i.
Eu, Manoel do Nascimenio Ponies, escrivao, o
subscrevi
Francisco de Assis Oliveira Maeiel.
Recife, 16 de setembro da 1874.0 escrivao.
Manoel do Nascimenio Pomes.
Ao sello 300 rs.V. S. S. ex-causa.Oliveira
Maeiel.
0 Dr. Carlos de Cerqueira Pinto, official da irape-
rial ordom da Rcsa, cavalheiro da de Clin.-i
e juiz de direito especial do coaimercio, nesta
leal e valorosa cidade de S. Salvador Bahi de*
Todos os Santos e seu termo, por sua magesta-
de imperial e constituc'onal o Sr. D. Pedro II,
quem Deus guarde, etc.
Fac i saber que no dia 8 do vindouro outubro.
as 11 boras da maoha, a bordo do vapor nacional
Cruzeiro do Sul, fundeado na ribeiia de Itapagi-
pe, tem de ser vendido em 1- Mao, pelo agente de
leiloes Luiz Zuany, u mesmo vapor a suas perlen-
cas, avaliado era sessenta contos de reis polos pe-
ril s que procederam as vistorias, sendo o dito
ehlao era 65 lotes, os quaes sao :
{.' lote e o seu casco com todo* os seus mas-
tros, gurupes, vergas, paos do carga a ensarcias,
cabos, macbinas de vapor, 4 tan |ues de ferro para
agua, um f^rro e uma corrente de 60 bracas.
2.' dilo. 1 tnacliiiia da vapor, chamada gurrien,
de forca de qualro cavallos que serve para des-
targa.
3." dito.
4."
1 bole n. 1.
dilo. 1 dito n. 2.
5." dito. 1 dito n. 3.
6 dito. 1 dilo n. 4.
7." dito. 1 dito n. 5. Salvavidas.
8. dito. 1 ferro grande ile 14 quintses.
9* dito. 1 dito de 12 ditos.
10. dito. 2 ancarotes.
11. dito. 1 amarra da GO braga?.
12 dito. 1 dila de 45 ditas.
13 dito. Pannes constaotes de 1 latino, I traqne-
le, 1 velacho e 2 velas de proa.
14 dito. 6 loldos de loniua.
15 dito. Puliame do servico do navio, eonatante
de eaderuaes, moitoes e cabos de talha.
16 dito. 20 remos e sua palawenla do servico
dos boles.
17 dilo. 80 toneladas de carvao de cardie.
18 dito. 3 bitaculas com suas agotbas.
I'.l dito. I relogio da camara.
20 dito. 0 barometro.
21 dilo. 31ampeoesda camara.
22 diio. 5 lantern.s e ptiaroes.
23 dito. 3 phroes de roda e mastro.
24 dilo. 15 ba'des.
25 dito. 1 bomba de incendio com sua? perten-
ca s.
26 dito. 1 aparador com espelho.
27 dito. 1 espelho n. 1.
28 dito, 1 dilo n. 2.
29 dito. 1 diton. 3.
30 dito. 26 ditos pequenos- dos camaroles.
il dito. 1 mesa n. 1.
32 dito. 1 dita n. 2.
33 dito. I dila n. 3.
34 dito. 1 dita n. 4.
35 dilo. 1 dita oval n. 5.
36 duo. 6 bancos da mesa da camara.
37 dito. 6 ditos de dila.
38 dito. 6 moxosde de assento de palha.
39 dito. 2 commodas.
40 dilo. 1 armario da vidracas.
41 dito. 2 guardacopos.
42 dito. 1 cadeim de braco.
43 dito. 10 bancos do couves.
44 dilo. Louca de mesa constante de pratos
cbicaras, pires, pratos travessos a cobertos.
45 dito. Vidro de m-sa constante de garrafas,
copos, calices e compoteiras.
16 dito. A|ii.:arelhos decamarotes.constaado cada
um 4e bacia, jarro, ourinol, escova o saboneteira.
47 dito. B.aldes de folha para despejo dos ca-
maroles.
48 dito. Trem de mc'.nl, canstanta de torrinas,
pratos cobertos, assucareiros, manteguiras, gaJha
teira< e palmatorias.
49 dito. Talheres de mesa, con;lante3 de Jacas
garfos, colheres de sopo e de cha.
50 dito. 86 colchSesde eama dos camar,M com,
seas travesseiros.
51 dilo. 200 lencoes.
52 dito. 80 cobertas da caina.
53 dilo. 30 toalhas ds mesa.
54 dito. 150 guardartapes.
55 dito. 100 t >al!u--. de mao.
.56 dito. 362 frouhas.
57 dilo. 1 pamio de meza,
58 diu Tram decozinha.consiante de cl
justiga deste termo, o
de primeiro tabelliAo do publico, judicial e notas e: cassarolas, panellas, etc.
escrivao de orphaos, ansentes, (Spefli's e residues, 59 dito. 1 fogjo e I caldeira porlalel.
e de segundo tabelliao do ppblico judicial e notas, 60 dito. 1 lota da rcslo de lintas, oleo c oulros
escrivao d > crime, civel, exeouco^sie mais annexos, I objecto ia sohreaalejile do oavio.
creados pelo decreto de 30 d^ Janeiro de I83*i de I 61 dilo. 1 virador de liaho do 4 pollegada-
escrivao privativo do jarv e eiecacoes oriailnaej! 91dUo. 4 esptoe da .
\
9-


*
63 dito. Uma porcao de cobre noro e velho
6i dito. i guindaste volante.
65 dito. 2 sinos e 1 eampa de metal.
Cujos objectos serio vendidus em lotei de*''
do pela numeracio mencionada, a ,, der, vistq me ter a9sim requertdo -ium miis
do sobre dito vapor Quilherw .< commandante
o abandononpor innaven-' j vYaddington, e quo
de seguros delle -' .iwlidade, eascompanhias
E,para at" j.o quizerao tomar conta.'
pretend ^ chegue ao conhecimeoto de todos os
do mez proximo vindonro, para ser
.aentea, mando que seja o presente publica
ao dos lugares do estylo, pela impreusa, Unto
desta cidade cemo da corte do Rio de Janeiro e da
provincia de Pernambuco, o que campra.
Bahia, lode setembro de 1874.
E en 01 rio Jose Rodrigues Pimenta, escrivao,
que o subscrevy.
Carlos de Cerqueita- Pinto._______
IcorrenU
arr1matado por tempo de am anno, por quern mais
offerecer, o alnguel do sobrado n. 9, sito a praca
do Corpo Santo do Recife, por 725*, e os impostoi
de capim de planta por 507*200, a 320 rs. por
carga de peixe exposto a veada no mercado pu-
bllco, por 12*.
Os pretendentes deverao apresentarse compe-
lentemente habilitados.
Paco da camara municipal de Olinda,
setembro de 1874.
Barao da Tacaruna,
Presidente.
Marcollno Bias de Araujo,
Secretario,
Shrico
17
t*
0 lllm. Sr. inspector do thesouro provincia
manda fazer publico, que em cumprimento da er-
Jem do Gxm. Sr. presidente da provincia, de 2i de
agosto ultimo, tem de ser coutratado perante a
junta do mesmo thesouro, no dia i\ do corrente,
o-foroec mento dos move is precisos para as e&olas
do sexo ftininino, dos Coeihos, Campo Grante,
Campo-Verde e Fundao, os quaes vio declarados
aa tabelta abaixo transcripta.
As pessoas oue quizerem contratar dito forne
-men*), comparecam na sala das ses-oes da mes-
ma jHOia, pelo meio dia do dia acima indicado.
Secretaria do thdsouro provincial, 16 do setem-
bro -da 1874.
0 secretario,
Miguel Affonso Ferreira.
TABELLA.
Quatro qnadros com a etfigie do Senhor Cruci-
ficado com 0,66-c de altnra e 8,44-c de largura
nra (10*) 40*000.
Quatro mesas de amarello com Inn, 11 de com-
primento, 0,m 65 de largura efl,m 75 de aliura
com pes torneados e duas gavetas, cun (22*000)
88*000.
Quatro cadeiras de amarello, de bracos, uma
(16*) 6l.*600.
Oito ditas singflas C4*000.
Quatro estra 1os de looro com l.m 60 de compri
mento l.m 40 de largura e 0,m 15 de aliura, um
)20*) 80*000.
Doze classes ou mesoes de amarello com lit 64
de comprimeoto, O.m 44 de largura, 0,m It de al
tura na (rente e O.m 76 do lado opposto, coin pes
torneados, conteodo qnatro tinteiros e ires trasla
dos em quadro, uma (3431 408*000.
Dezeseis bancos do amarello. assento de palhi
nha, com 2,in 44 de compiimento, 0,m 25 de lar
gura e 0,m 45 de altura, com pes torneados, um
(25*) 400*000.
Quatro pedras para calculos com l,m de com
priraento e l,m 20 de largura, uma 110*) 40*.
Doze cabides de amarello com 8 t 60*000.
Quatro r'gua* de jacaranda, uma ("00i 2*.
Quatro escrivauias de metal, uma (5*) 20*.
Quatro tneares singelos, um to 51 40*.
Qnatro jarras, uma (5*) 20*.
Qoalro cocos de felba de ferro &' 00.
Doze bacios com lampa, urn i2{) 24*.
Quatro cuboi de amarello, um (7*) 28$.
Conforme.Miguel Affonso Ferreira.
COKPANHIA
DA
Estrada deferro do Recife a
0 Dr. Joaquim Gonralves Lima, juiz dos
feitos da fazenda desta provincia, por
S. M. Imperial, a que Deus guarde,
etc.
Fa go saber aos que o presente cdital vi
rem que, em cumprimento da ordem do
thesouro de 30 de dezembro de 1865, e
das instruccGes que com a mesraa baixa-
ram, findo o prazo de tres mczes a contar
da dala da publicacao deste, sera" vendido e
arrematado em basta publica celebrada na
comarca de Itambe, a quem maior prego
otYerecer, a vista ou a prazo ate 11 annos
quando muito com juros de 6 ao anno
pelo tempo da demora a comprehensao de-
ouminada, Bursco do extincto vinculo
de Itambe, sita naquella comarca a qual se
[uais
4eis
acha avaliada em cinco contos
contem segundo a medic.ao a que se proce-
deu e corjsta dos autos a extensao seguinte :
do lado do leste 1,110 Dramas, do lado do
norte 4 09 braces, do lado do noroeste 082
bragas do lado do poente HI bragas e do
lado do sul G81 bragas, sendo todo o ter-
reno nroprio para a cultura de mandioca e
outros legumes e ficando certos os interes-
sados de que, tanto por tanto sera referido
o lanjD do posseiro respectivo, na confor-
midade da ordem Jo thesouro, n. la de 28
de Janeiro de 187V.
Recife, 1-j de setembro de 1874.Eu,
Jose Francisco do Rego Barros, escrivao, o
subscrevi.

)?~ft5r-W?;tr-
^s
Caxanga.
No domingo 27 do corren
te, a Urde, serao expedidos,
pela lintn do Arraial, por
occ*9iao 4o leiiao em bene-
ficto do asylo de alienados,
trens a I hora e 5 minutos,
3 e 5 ditos, 4 e 5 drtos, 5 e 5
ditos, 6 e 5 ditos, 7 e 5 ditos, 8 e 5 ditos e 9 e 5
litos; os quaes deven voltar do Uouteiro as 2
horas, 4,5,6, 7, 8,9eW.
Escriptorio da csmpanbia, 23 de setem-
bro de 1874.
A. C. Batterbee,
Gerente.
No dia 29 do corrente mez de setembro finda
a audiencia do lllm. Sr. Or. juiz de direito da 1*
vara civet desta cidade, se ba de arrematar em
praca publica um sitio no lugar de Sant'Anna, da
fregueiia do Po;o da I'anella, pertencente a viuva
e a herdeira do fallecido major Joaquim de Albu
querque Melle, para pagamento da importancia da
execucao que contra ellas move Joao Chnatiani ;
cujo e9cripte se acha na mao do porteiro do juizo,
e nolle constant as dimensdes e bemreitorias d
dito sitio. e que q valor delle 6 de 4:0005.
Vice consulado deEspana
El Exmo. Senor presidente del pnder ejecutivo
de la nacion, >e servio aprobar por decreto q'tince
de julio proximo pasado, la tanfa de los derechos
que se deberon percibir en los consulades y can-
cillerias de Espana em paizen extrangeros, la que
se pone en ejecucion y su pleno vigor desde esta
fecha, lo que se conmunlca al publico por orden
del represenlante de la nacion residente em
corte de e^te Imperio.
Pernambuco 21 de setiembre de 1874.
Ei vice-consul, Jtutm Huswh.
Pernambuco Reading
Club.
A Reading will take place this (Ihurs-
day) evening at Mrs Davis' house, Estan-
cia, to commence at a quarter to right.
A Special Irain will be at Camioho No-
vo Station at 11 aclack.
By Orderof the Committe.
James Marsd^n.
Hon : Se C :
ESTRADA
DO RECIFE A
da noite.
1* clause 250 rs 2
Ficando muito perto a
Encruzilhada da Tamarinei-
ra, a gerencia desia compa-
nhia expedira trens todas as
meias horas, no domingo
27 do corrente, das 2 1|2 ho
ras da tarde as 0 1|2 horas
dita 120 rs.
0 gerente,
L. J. de Miranda.
Luso-llrasik'ira
DECUSACOES*
SA.NTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
A lilma. junta admimstrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife, manda fazer publico que
nagsala de suas sessoes, o dia 2i de setembro, pe-
laa 3 horas da tarde, tem de ser arrematadas a
quem mais vantagens offerecer, pelo tempo de um
a tre3 annos, as rendas dos predios em segnids
declarados.
ESTABELECiMENTO DE CAR1DADE.
Rua das Calgadas
Casa terrea n. 30 (fechada). "... 200*000
Idem n. 36........221*000
Vidal de Negreiros.
<;asa terrea n. 114......362*000
Idemn. 94.........301*006
Rua larga do Rosario.
2.' andar e loja n 24 A. 310*000
2.* andar a 24 A.......408*000
3/and^m. 24 A. ... 251*000
Rua de Antonio Henriques.
Casa terrea n. 26...... 99*000
Largo da CampiDa.
Idemn 11 fechada)...... 96*000
Rua do Nogueira.
Casa terrea n. 17 (fechada).....300*000
Rua do Coronet Suassuna
i# andar do sobrado numero 94 386*000
PATRIMONIO DOSORPHAOS.
Rua da Moeda.
Casa terrea n. 21 fechada)..... 400*000
Becco das Boias.
Casa terrea n. 18.......421*00f
Rua da Lapa.
Casa terrea n. 11.......202*000
Rua do Araorim.
Sobrado de 2 andares n. 23 6026000
Casa terrea n. 34......2J 2*000
Ruar do Bugos.
Casa terrea n. 21.......153*000
Rua do Vigario.
J* andar do sobrado n. 27 243*000
i# andar do rnesrao......240*000
Loja do mesmo.......300*000
Rua do Encantamento.
Sobrado de 2 andares n. 13 (fechada). 1:400*000
Rua da Senzalla velha
Idem n. 16.......209*000
Rua da Guia.
Casa terrea n. 25.....209*00i
Idem a. 29.......201*000
Rua da Cruz.
.Sobrado ic 2 andares n. 12 (fechada). 800*000
:dem u.ti......... 600*000
Rua de S. Jorge
idem n. 103 B .
Rua do Amparo )OIinda)
Casa tercea n. 18 (fechada).....
Os pretendentes deverao apresentar
irrematacao as suas fiancas,
acompaobados dos respectivos
A dircctoria convjda a todos o* senhores asso-
ciados a comparecerem no dia 27 do corrente as
10 horas da manha, no c^nvento de S. Francisco,
para ouvirem a missa mandada rezar ao Gloric^
Painarcha S. Jose, segundo preeeitna o art 7U
da lei social, e daii, enc rporados, dirigirem-se
a s61e social onde tera lugar a sessao magna em
mmemsracJo do 2* anniversario da installacao.
A noite, de 0 a 10 horas sera frrqueada a
entrada do templo as Exnias familias que se
dignarem honrar com suaa respectivas presenjas
e aos socios e seus convi jados.
A directoria pede aos oradore3 ce commissoes,
aos socios e convidados que por venlura deseja-
rem pronunciar discursos a dingirem-se aos fins
da associacao que sao.vastos caridade, ins-
truccao fraternidade.
Espera a directoria que esta festa de caridade
seja muito concorrida.
Recife, 24 de setembro de 1874.
Bodrigues da Cosla,
Secretario.
3 ** merc?d0^M *eposrt4das,
prompto, precos mo''^,^* etc
ambem reeol^ ^Muto prevw Ccordo,
iAin.* ^ws de reja08 e commodos,
!rnirAft wo* aipfcalUdoa, iientos di
^p ^ftAw.etc.etc. ,
As yessoa* que quizerera utilisar-se deates ar
%azens, pederao dirigrr-se ao escriptorio da com-
pankia pernambucana, que acharao com quen
tratar.______.____________________
Detfrtfemdo lllm Sr. inspector d^tnesoura.
ria da fazenda desta provincia se [z publico, para
conbecimento de quem interessar, que no dia 26
do corrente mez, pelas 2 horas da tarde, perante
a junta da mesma thesouraria, sera posto em basta
publica para ser arrematado por qnera maior tango
offerecer. o proprio naciooal, denominado Cala-
bouco, sito a ma do mesmo nome, neita capital,
servindo de base para a arrematado a quantia de
3:110*, maior lanco offerecido na Tiltima praca.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 5 de setembro de 1874.-0 2 escriptu-
raio, servindo de secretario,
Carlos J. de Sonza Correia.
Nan tit Casa de Misericordia
do Recife.
Perante a Illma. junta adminislrativa desta San-
ta Casa val de novo a praca, em sessao do dia 24
do corrente, pelas 3 horas da tarde, a arremataeao
d > fornecimento da carne verde que houver de
coasumir os estabelecimentoa pios a sen cargo, no
trimestre de outnbro a dezembro vindouro, torna-
do por base o raenor preeo offerecido de 360 rs.
por kilo. Recebe, portanto, propostas neste senli-
dn ate a hora acima indicada.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
ife, 18 de setembro de 1874.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza
Pela recebedoria de rendas se declara ao
contribuintes do imposto sobre industries e pro-
flssdes que e no corrente mez e no de outubro
vindouro qne devem vir pagar o primeiro se-
mestre pertencente ao exercicio de 1874 a 1875,
incorrendo na multa de 6 *|. todos aqueltes con-
tributes qne flzerem depois do mesmo prazo.
Recebedoria de Pernambuco, 1.* de setembro
de 1874.
Servindo de adminittrador,
Jcse Felippe Nery da Silva.
Perante a camara municipal desta cidade
estarao em praga nos dias 23, 24, 25, 26, 28, 29 e
30 do corrente para serem arrematados por quem
maior prejo offerecer, o seguinte :
Os alngueis das casas da praga da Independen-
ce, ruas de Joao do Rego, Riachuellu e Imperial;
os pretendentes a taes arrematacoes habilitcm-se
na forma da lei.
Pago da camara municipal do Recife, 2
de setembro de 1874.
V. /. do Rego Albttqwrque,
Presidente.
Francisco Augusto da Costa,
Secretario.
A camara municipal desta cidade, pelo pre
sente convida todas as irmandades e proprietaries
que teem tumnlos e catacumbas no cemiterio pu-
blico, a mandarem quanto antes limpa los e repa-
ra los, como se faz necessario a conservagSo, o
formoseamento e decencia do mesmo cemeierio.
Pago da camara municipal do Recife, 22
de setembro de 1874.
.1/ ./ do Rego c Mbuquerrjne,
Presidente.
F. Augusto da Cosla, "
Secretario.
Pernambuco Reading Club.
A reading will take place at the house of Mrs.
Davis, Estancia, on Ihursday 24 th Inst, to com-
mence at a quarter to eight.
By Order of the Committee
James Marsden
Hon: Sec:
I
Santo Antonio
Se.vta-feira 25 do corrente.
Espectaculo extraordinario.
Em benciicio do ex ponto
Julio Cesar.
Depois qne a orchestra tiver executado uma
das suas melhores symphonias dara principio ao
ospectaculo cu.n o dr;>ma em 3 actos :
Real conipanhia de paqoele :ld.
jlezesayijiP#
Ate o dia 26 do cor-
rente espera-se da
Europa o vapor in-
Slez Boyne, eomman-
ante Keeks, o qnal
depois da demora do
costume seguiri para Buenos-Ayres, tocando nos
pottos da Bahia, Rio de Janeiro e Montevideo.
No dia 29 do corrente espera-se dos portos do
snl o vapor inglez Neva, commandante West,
o qual depois da demora do costume, seguira para
Southampton, tocando nos portos de S. Vicente e
Lisboa.
Para passagens, fretes, etc., trata-se na agenda,
rua do Commercio n. 40.
CHARGEURS IIIIIMS
COM PAN HI A FRINCEZA DE NAVE-
GACAO A VAPOR
L1NHA MENSAL ENTRE 0
Havre, I.isboa, Pernambuco, Babia, Rio de
Janeiro e Santos.
STEAMKR
VHJUE, B, lVVlllV
Commandante. P. Robert.
Segue viagera hoje
24 do corrente ao
meio dia, para os
portos do sul do sna
escala acima referi-
dos.
Para fretes, encommendas e passageiros, trata-
se com
OS CONS1GNATAR10S
AUGUSTO F. D'OLIVEIRA 4 C.
42Rua do CommercioEntrada pela roi
______________do Torres.____________
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
HavegacSo costeira a vapor.
Maceiu, escalas, Penedo e Aracaju'.
0 vapor Jaguaribe, com-
mandante Julio, segui-
ra para os portos acima
no dia 30 do corrente, as
5 boras da tarde.
Recebe carga ate o dia
29, encommendas, passa-
geiros e diaheiro a frete ate as 2 horat do
dia da sahida : escriptorio no Forte do Mat'cs
n. 12.
/^^K
ri*sS
Almeida Garret
Commandante Tomasini
E' esperado de Por-
tugal ate 30 do cor-
rente, tamhem, depois
de pouca demora den-
tro deste porto, se-
guira para a Babia
e Rio de Janeiro.
Passagens e fretes de cargas, encommendas e
valores, tratam-se com os
AGENTES
E. R. Rabello <& C.
17Rua do Commercio 17
Entrada polo largo do Pelourinho.
Companliia de navegacao a va-
por baliiana, limitada
Macei6, Penedo, Aracaju e Babia.
E' esperado dos portos
do sul ate o dia 23 do
corrente o vapor Morquez
JeCaxias, o qual seguira
para os portos acima no
lia seguinte ao de sua
chegada.
Hecebe-se carga, encommendas passageiros e di-
nheiro a frete.
Agente
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
________57Hua do Bum Jesus H7
Ilha de S. Miguel
Segue com brevidade para S. Miguel o palha-
bote portoguez iVoco S. Lourenco, para onde rece-
be carga e passageiros : trata-se com es consig-
natarios Thomaz de Aquino Fonceca <& C. Succee-
sores, ma do Vigario n. 19, 1* andar.
espectaculo
lindissimo
CO.NSULAUO PR0I.NCIAL.
Por esta reparticao se faz publico aos devedores
dos impo3tos pertenceutes ao exercicio em liqui
dacSo de 1873 a 74, que no dia 29 do corrente fin-
da-se e prazo marcado para o recebimento de seus
debitos com a multa de 6 0|0, ficando sujeiioss o
que n3o pagarem ate aquelle dia, a serem ajuiza-
dos com a multa de 9 9\0.
Consulado provincial de Pernambuco, 1
de setembro de 1874. 0 administrador,
Antonio C. Machado Rios.
Secretaria do gymoasio provincial de Pernam-
buco, 21 de setembro do 1874.Por esta secreta-
ria se declara aos pats, tuiores e corresponden-
tes dos alumnos deste instituto, que do dia 22 do
corrente principia a correr o prazo de oito dias,
dentro do qual teem os mesmos de effectuar o
pagamento da pensao dos ditos alumnos, corres-
pondente ao 4* trimestre do corrente anno.
0 secretario,3
Celso Tertnliano Fernandes Quintella.
241*000
207*000
240*000
no acto da
ou comparecerem
fiadores, devendo
pagar alem da renda, o premio da quantia em
ine for seguro o predio qua contiver estabeleci-
mento commercial, assim como o service da lira
peza e precos dos apparelhos.
Secretana da Sanu Caaa dalMisericordi* do R
ire, yi de sstembro de 1874.
0 eacrivio,
Pedro Rodrigues de Souza,
FUNDIQAO
DE *
C Starr & C.
Sao convidados os Srs. devedores a vir
satisfazer seus debitos, provenientes de let-
tras e contas vencidas ; sendo que nao o fa-
zendo ate o dia 30 de outubro proximo vin-
douro, -serao vendidas em leiiao. PoderSo
comparecer ou mandar ao escriptorio da
fuudi^ao ou do testamenteiro H. J. Cannan,
rua do Commercio n. 40.
Continuara
dueto :
0 meiriuho e a pobre.
pelo Sr. Fl-wiano e D. Leopoldioa.
Finalisara o espectaculo com a novis?ima scona
comica :
Rabeca e rcalcjo
pelo Sr. Penan te.
Serao preenchidos os intervallos dela banda de
musica militar do 9."
Principiara as 8 l|2.
GRANDKBAILE
Com mascaras e sent ellas
Sabbado 26 do corrente
0 proprietario deste theatro, attendendo aos
pedidos feitos por diversos amadores desse diver-
timento, resolveu dar esse baile com mascaras e
sem ellas.
Confia em qne seus esforeos 3ejara correspon-
didos.
As familias teem camarotes gratuitamente, pa-
gando 3omente o ch^fe.
Precos os do costume.
Ilho de S. Miguel.
Com muita brevida'o segue para S. Mignel o
conhecido palhabote portuguez ,Voro S. Loarenro.
Para o resto da carga e passageiros trata-se com
rs consignatarios Thomaz de Aquino F*luceca &
C. successores .i rua do Vigario n. 19.
Pacific Steam Navigation Comiao)
BOYAL MAIL STEAMERS.
Companhia Fidelidade
legnrea maritimos e terrestres
A agencia desta companhia toma seguros ma-
rittmes e terrestres, a premios razoaveis, dando
nos ultimoso sdlo.livre, e o setimo anno gratuito
ao segurado.
Rua do Visconde de Itanarica, antiga do Appolo
n. 51.
Feliciano Jose-Gomes,
___________________Agente.
ftWWS MARITIMOS.
ompwnn itit isim in \
DE
NAVEGACAOAVAPOR
Portos do norte
(DE 4081 TONEADAS)
Commandaiite Shannon.
Espera-se dos por-
tos do snl ate o dia 27
do corrente, e depois
demora do costu-
me seguira para Lis-
boa, Bordeos, e Liver-
pool, para onde recebera passageiros, encommen-
das, e dinbeiro a frete.
N. B.Nao sahira antes das tres boras da tar-
ie do dia da sua chegada.
AGENTES
Wilson Rowe A C.
14PRACA DO COMMERCIOi
Rio de Jame.ro
Brigue nacional S. Paulo
Sahira com brevidade : para carga e escravos a
(rate, trata-se na rua do Vigario n. 7.
LEItOES
Em continuacao
LEILAO
DE
miudezas, calqados eperfu-
marias, existentes no mes-
mo armazem.
Por intervenc&o do agente Pinto
lhante, ouroeprata, qua-
dros com finas gravuras,
mesas para jantar, charu-
tos da Bahia, em lotes, a
vontade dos compradores,
camas francezas de jaca-
randa e amarello, relogios
de parede, ditos de algi-
beira de ouro e prata, le-
ques de sandalo e varias
miudezas, estantes para
livros, 1 grande fiteiro pa-
ra qualquer estabeleci-
mento, muitos moveis
avulsos, e innumeros arti-
gosdouso domestico que
serao vendidos por conta
de diversos
ao correr do marteUo
Hoje
as 11 horas da manha
NA
FEIRA SEMAN.YL
16Roa do hnperador-"
ARMAZEM
pelo agente Martins.
E
LEILAO
Hoje
De moveis, louga, cristaes, vinhos,
res, objectos de Electro plate-, e um fogao
de ferro grande.
No andar terreo, l., 2., e 3/
do sobrado da rua do Commercio
liClt-
, andar
n. 12.
HOTEL D'EUROPA
A saber :
Mala do andar terreo
Um balcao e arma^ao, l relogio, 1 mwa gran-
de com pedra raarmore, 8 ditas menores, 2 diias
de madeira, 8 saleiras.2 fructeiras, louca p3ra clia,
dita para jaot r, copos, garrafas, e calices, 24 gar-
rafas de metal, colheres, porla guardanapos, 1
lustre de gaz e i-adeiras de guarnicao.
Salao do primeiro andar
L'ma meza com 1 pedra grande (inteira) 8 mezas
menores, 24 cadeiras 2 espelhos grandes, 10 qua
dros com (inas gravuras, 1 relogio, 1 rico guarda-
loui.-a, I candieiro de gaz, objectos de Eletro plate,
porta-cremo, cali:.'s e copos de fioo crisial, facas
de sobre meza garrafas de vinho bordeus e viiiho
do reino.
Na dispensa
Dois guarda comidas, 2 porta garrafas, 1 arma-
rio para roopa. pratos compridos, cassarclas, cal-
deiroes, garrafas com vinho branoo, dito com
chery, de bourgogne, madeira, etc. etc. 1 macbina
para limpar beas, etc.
duarto n. I.
Duas camas de ferro completas, I lavatorio, e
perlences, 8 cadeiras, 1 marqueza, 1 commoda, 1
secretaria, 6 quadros, 1 espelho, 1 tapete, 1 meza
quadrada, c 1 cabide.
Quarto n. 9.
Duas camas de ferro, 1 lavatorio, I commoda, 1
espelho, 2 quadros, 2 cadeiras, e um cabide.
Quarto, n. 3.
Uma cama de lerrc, I lavatorio e pertences, 1
marqueza, 2 cadeiras, 1 commoda, 1 espelho graa-
de, 2 quadros I cabide.
Una rto n. O.
Uma cama (divan) 1 dita de ferro, 1 ;omr.ioJa,
1 Uvatorio. l esp.'lho, 4 quadros, 1 cabide, e t
cadeirj.
quarto n. 9.
Umi marqueza, 1 meza com marmo'c, 1 cama
de ferro, 1 lavatorio, 1 espelho, 2 quadros, 1 ca-
deira, e 1 cabide.
t izai'io n. lO,
Uma commoda, l meza pequena, 3 cadeiras, 1
dita de balance, 1 espelho, 4 quadros, 1 cama de
ferro, 1 bam e pano.
Quarto n. 11.
Um lavatorio, 1 cama, 1 commoda, 4 quadro?,
1 espelho, 1 consolo, 2 cadeiras, 1 dita de balanco.
\o sotao
Uma meza grande, 1 macbina de lavar roupa,
4 camas de ferro, 2 pedras e outros objectos.
Na costnna
Um excelente fogSo deferro. 1 meza de.cosi-
nha, 1 cafeteira, cassarolas, caldeiroes, raspadores",
coadores. machina para cafe, pratileiras, I picador,
de carne, piioes, i deposito para agna, e muitos
outros accessories.
Quinta feira 24 d3 setembro de 1871.
Por interven^ao do agente Pinto.
No grande e belio
HOTEL D'EUROPA
Rua do Commereio,n. 12.
0 leiiao principiara as' 10 hoi as em ponto vislo
serem mnitos e diferentes os lotes.
10 ditas de atoalbado era,
4 ditas de atoalhado de linbo (bramante).
30 ditas de damasco de cures.
24 ditas de dito de la.
13 ditas do dito de setim. ,
20 ditas de filo pre to francez.
120 ditas de panno para colehao. k
100 ditas de mussulinas aberlas.
10 duzias de veos para casamentos.
2 diias .de capas de casemira.
1 diu de tunicas dc chuly.
11 ditas de cintos de seda.
50 pecas de chilas de gangs.
60 ditas de cassas para cortinador.
15 ditas de algndio enfestado.
10 ditas de damasco de linho.
10 duiias de camisas de linho.
100 pecas de sargelim preto e de cures.
10 ditas de damasco lustroso.
Tapttes de diversos tamanhos.
E ronitas outras fozendas.
Quarta-feira 7 de cutubro
Rua do Bom Jesus n. 63.
Os adrainistradores da massa fallida de Pereira
de Mello & C, usando da autorisacao que tem do
lllm. Sr. Dr. juiz de direi'o especial do commer-
cio, continuarao a dispor em leiiao no dia acima.
dito, por intervencio do agente Pinto, das (uendas
supra mencionadas, quo fazem parte da mesma,
e que tornam-se recommendadas por serem mai-
tas dellas ullimamente despacbadas, e proprias pa-
ra a presente estacao.
0 leiiao principiara as 10 1;_ horas em ponto,
no armazem da rua do Bom Jesus n. 63.
Os pretendentes poderao examinar ditas fazer--
das na vespera o dia do leiiao.
AVISOS DVERSOS
ENSTNO
DE
P4RTIDAS UORHVDAS
E
IRITHMETICA
dirigido por
MANOEL FONGCCA DE MEDEIROS
tres vezes por semana
a tarie ou u Loiie
P.oa &i Manjuez do Her val (outr'ora
Concordiaj n. \> a 140.
Aluga-se o armazem de recolher, do sobra-
do da rua dos B.ugos n. II, per detrz da rua do
Vigario : a tralar com Jose Feliciano Nazareth,
rua da Praia n. 21.________
Alugase a casa terrea n. 41 da rua 24 d*
Maio, jutr'ora, Praia do Caldeireiro : na rua d-i
S. Franciico n. 6. ________________________
Aviso ao commercio.
Os abaixo assignados, membros da firma da
Christiano & G., pelo presente fazem sciente a to-
dos os seus credores, que, de comrnum accord.1,
teem dissolvido a sozedade, .jue tinham no e3tab-
lecimeato de molhados, sito a rua do Bom Jesun
n. 27, outr'ora rua da Cruz ; ficando tolo o ae-
tiuo e passive d:-dilo eslabelecimento a cargo .
responsabilidade do socio Jose Jo3o de Castro
Amorim ; e o socio Christiano Jose Espinola pafo
c satisfeito do sea capital e ioteresses; livre .
desembaragado de toda e qualquer responsabilida-
de tendente a mesma sociedade.
Recife, 31 de agosto de 1874.
Christiano Jose Espinola.
.! ?' Joao de Castro Amor.m
Agente Dias
leiiao
A directoria desta humanilaria associacao, df-
sejando que.os Cns sociaes fossem Gelmente cum-
pridos e;se traduzisse em facto a idea grandio-.
consagrada no. rriigo 2." 2.* dos estatutos, re-
solveu abrir no dia 27 do corrente, por occasian
da sessao magUH, uma aula de instruccao pri-
maria, nao so para os socios, seus lilhas, como
tambem para as criancas pobres que quizerer'.
della utilisar-se, a qual fnndonari todos os dia-<
uteis, sendo a hora brevemente annunciada.
A directoria aceilou o offerecimento (|ue fez did
pretimoso con'ocio, o resolveu tambem abrir no
mesmo dia uma anla de franccez, que funccii -
nara nas tercas-fciras, de 8 a 9 horas da noite.
A matricula esta desde ja aberta, podendo o
Srs. socios, no gozo de seus direitos, inscrevereir-
se para qualquer uma destas aulas. para cujo
fim eocontrarao (ate sabbado 26) das 0 as 3 hors"
da tarde; na se&a socal pessoa habililad3.
A directoria Mta conscia de que os Srs 88*0-
ciados e demais pesscas inte^essadas reeonhecen-
do a vantages te re-ulta da instruccao frr-
quentarao as diias aulas cum assiduidade, dand
assim prova solemne de que nao foram iuutei
os exforcos daquellcs a quem a assemble gera
CODfoiflos I !SiiM sociaes.
Recife, 23 de setembro de 1874.
Rodrigues da Costa.
Escravos logidos
Continuam a cslar fugidos desde o anno d?
1870, os escravos seguintes : Francisco, crioulo,
com 28 annos de idade, pouco mais ou menos,
altura e corpo regulares, olhos grandes e branco?.
denies perfeitos, cabe!!os carapinbados, uma o-
eatrii per cima do olho esquerdo, barba a Cava-
nhac, muito conversador e risonho. Antonio, a-
bra, com 23 anncs de idade, pouco mais ou m*1-
nos, alto, secco, olhos grandes e vermelhos, ca-
bellos um tanto soltos, pouca barba, denies per-
feitos, pes rompridos e seccos ; ambos foram com-
prados ao barao de Nazareth. Desconfla-se que
os ditos escravos es!So oecultos na comarca de
Pajeo de Fores, ou no Bio de S. Francisco. Ro-
ga-se, portanto, as autaridades policiaes e aos ca-
pitaes de campo a captura dos mesmos escravo-,
e serem entregues a seu seu senhor, Emilio Perei-
ra de Araujo, no engenho Ajudante, na fregue-
zia da Escada, de quem terao a paga de 300*000
por cada um.
A. I/.niii-
- E' esperado dos portos
do sul ate odia 27 do
corrente e seguira para
os do norte depois da de-
mora do costume.
Portos do hiil
LEILAO
Da cerca de
500 saccos com
mandioca.
farinha de
No dia 29 do corrente mez de setembro, fin-
da a audiencia do sr. Dr. juiz substitnto do da I1
vara civel desta cidade, se ha de arrematar em
praca publica nm bilhar em bom estsoo. com II
taeos, 9 bolas e 1 tabella, avaliado tndo por 500J
para pagamento da importancia da execucSo aue'
mo7e Jose Fernandes doe Santos contra seusde-
vedorei Henrique Linden & C.______
Perante a camara municipal desta cidade es-
in rwvameote em'hasla publica, nos lias 24 do
CONSULADO PROVINCIAL
Por esta reparticao se faz iciente aos contri-
buintes dos apparelhos, differenca dos mesmas,
annuidades e encanamentos da Recife Drainag-
Company do semestre finde em dezembro de
1872, que foi prorogado por mais dez dias uteis e
recebimento qne ora se procede, terminando a re-
ferida prorogacao no dia 14 de setembro vin-
douro.
Consulado provincial, 29 de agosto de 1874.
0 administrador,
Antonio Carneiro Machado Rios.
Commandante Qnadros Junior
E' esperado dos portos do norte
ate o dia 29 do corrente e se-
guira para os do sul depois
da demora do costume.
Para carga, encommendas, valores e passagens,
trata-se no escriptorio
7-RUA DO VIGARI0-7
Pereira Vianna & C.
Quinta-felra 4 do coTFente as lO
12 boras da manha.
Em o trapiche da companhia.
0 agente Dias, competentemente aotorisado, le-
vara a leiiao no dia e hora acima designados, cerca
de 500 saccos com farinha de mandioca, vinda ul-
timamente Ce Santa Catharina.
Em continuarao vender-se-ha por conta e risco
de quem pertencer 30 barris com cal de Lisboa.
DE
32 accoes da companhia do Boberibe(agua;
e8 ditas do Banco do Brasil
SEXTA-FEIRA 25 DO CORRENTE
A's 11 horas da manna
No sobrado da rua do Marquez de Oliuda
n. 37, primeiro andar.
0 agente Bias, competentemente autorisado, leva-
ra a leiiao no dia e hora acima designados, 32
accoes da companhia deJBeberibe e 8 das do Banco
do Brasil, como acima se menciona, as quaes sao,
as primeiras de valor realisado de 50#<>O0, o as
segundas de 200J0Q0 cada uma.
Agente Dias
LEILAO
Feira Semanal
Annazens da companhia per
nambupana.
$euros contra o foeo
A compannid pernambucana, dispondo de eX'
Mllentes e vastos ar,maen9 em seu predio ao for
te do Mattos, otTerece-^." a commercio em geral
para deposite de generoa, ^vantlndo a maior con-
m\ o porto.
0 brigue portoguez Triumpho, pretende segnir
com moita brevidade : para carga e passageiros
trata-se com os consignatarios Tbomaz de Aquino
Fonceca A C, successores, ma do Vigario p. 19
Libras esleriinas.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
Rna do Cornnaercio n. 42.
pianos de armario, toillettes
de mognojacaranda e pao
setim, guarda lou^as, 1
mobilia de amarello, 1 dita
de oiticica, carteiras para
escriptorie, espelhos gran-
des com molduras doura-
dae, jarros para flores,
crystaes, objectos de bri^
Em a Casa Forte, confronte d estagao do
Chacon.
Em continuacao ao leiiao de moveis, o agente
Dias vendera um cavallo de bons andares, pro-
prio para senhora.
LEILAO
DE
fazendas e chapeos
(Em continuacao e por liquidac,So)
A saber:
Chapeos a Cavour, de palna, de merino, de clina
de seda, de castor e la.
Chales de merin6, de seda, de la, de metim, de
ganga e casemira.
Lencos de cassa, dsseda, decnita.de gaoga e
cambrala.
Uerino preto e de cores. '
Casemira preta e de core?.
Gravates de diversas qualidades.
Chapeos de sol de alpaca
59 pecas de mussulina branca.
100 ditas de oambraia bispo.
20 ditas de granadine de cores. x
ESCRAVO FUGIDO.
Fugio do eagenho Malaya, na freguezia de So-
riohaem, no anno dc 18G?i, o escravo Krancisc ,
mulato, com 1G a 18 annos dc idade, pouco maiv
ou menos, altura e corpo regulares, olhosjrasos e
azues, c>'ir bem clara, cabellos boos, denies per-
feitos, nariz afilado e curio, feicao bouita, sea,
oarba, muito moderadb, pes seccos e bem feitor.
0 dito escravo foi do Sr. commendador Antonio
dos Santos Pontual, senhor do engenho Cabega d i
Negro ; comprado ao corretor Oliveira, inorad-r
no Recife.
Fugio do engenho Ajudante,. ua freguezia da
Escada, no anno de 1872, o escravo Guilberm .
com os signaes seguintes: pardo, com 25 ann
de idade, pouco mais ou menos, altura e corpo
regulares, cabellos cacbeados, olhos grandes, ro-
comprido, com alguns signaes de barba, aarii
oomprido e um tanto arquerda, denies porfeitos .
tem umas sardas pelo resto, e faz movimento n
corpo quando and a, o na occasiao de cum prune: -
tar a alguma pessoa, leva o chapeo por cima til
cabeca para a retaguarda, e muito alegre e diver-,
tido. Desconfla-se que esteja na cidade da Parf.-
byba, ou em Nazareth. Por tanto, roga-se as
aotoridades policiaes e aos capitaes de campo .
apprehensSo dos ditos escravos e serem entregues
a seu senbor, Emilio Pereira de Araujo, no refe-
rido engenho de quem terao a paga de 300*0"
por cada um. N. B. 0 escravo Guilherme tem
uma cicatriz sobre Cma sobraHcelba.
' m .........
Escravo fiigido.
Fugio do eogenho Ajudante, na freguezia d&
Escada, no mez do junho do corrente anno,
escravo j Hartioho, de cor preta, com 21 anc
de idade, pouco mais ou menos, altnra e corp
regulares, olhos grandes e brannos, com princip;
de barba, denies perfeitos, cabellos carapinhado-.
pes grosos e compridos ; anda um pouco deel-
nado para freote, com a vista firmada para o
chao; e muito cantador e oflicial de carreirc-
Descoofla-se que o dito escravo esta occulto em
terras do engenho Para, na freguezia de Ipojui
pelo que, incorrera nas penas da lei, quem o tiver
occulto. Roga-se as autoridades policiaes e aos
capiiaes de campo a captura do dito escravo, -
ser entregue a seu sonbor, Emilio Pereira de
Araujo, no referido engenbo, de quem terao a
I a paga de 30*000.
\
I
I
i
-
JL
I


~
Diario de Pernambuoo Quinta feua 24 de Setembro de 18 H
CRUDE LIQIIDACAO DIJOIAS ATE FE-
VEREIRO PROXIMO W\M
i?wa do Cabugd N. o.
Os proprietarios desta auiiga loja do joias, res.>lvrntlo-so l*fi!'iti-
vamente iiquitlar o seii estabelecimento ; vendcm para ac;il>r O-lis
as suas joias douro, prata o brilhantes 'coin enonne ; bailment' ii'w
precos, assim como as encommendas j& feitas, que forem cbegaudo aa
Europa, pelos pre$os da factura.
Grande Liquid; itf.o
Do Museo de Joias
Rua do Cabugd n. 4
Neste importante estabelecimento, vende-so para acabar ate feve-
roiro proximo futuro todas as joias de ouro, prata e brilhates alii
eiistentes, por precos ate" hoje desconhecidos, bem assim as remessas
que forem cbegando da Europa, pelo preco das facturas.
GRANDE LIQUIDACAO
TOLENTINO DE CARVALHO
Rua do Cabugd n. 1 c
Tendo resolvido liquidar o seu estabecimento de joias, declara
qua desta data em diaiite os seus preos serSo extraordinariamente
redozido, como nSo podera* haver competencia.
Grande LiquidacRo
0 COLLAR DOURO
Rua do Cabugd n. 3 A.
Os donos desta grande loja de joias,Vesolvendo-se a liq'iidar o seu
estabelecimento ate- principio do anno proximo futuro, vendem com
grande abatimento de precos todas as suas joias de ouro, prata e bri-
lbantecomo tambem as que for recebendo da Europa, pelo preco
da fabrica.
Grande Liquidaqao
anoel Antonio Goncalves
Rua do Cabugd n. 3.
Tendo rezoivido liquidar no menor tempo possivel o seu estabe-
lecimento, vende para acabar todas as suas joias de ouro, prata e bri-
lhantes, com enorrce abatimento de preijos. E as remessas que fo-
rem cbegando da Europa, pelo preco das facturas.
Yejam !...
o
O Coraqao de Ouro, liquida :
Correntes de ouro, modernas, para relogios, a ol'hOO a oitava.
Relogios de ouro para senhora, a 40*, que em cutra parte e 1003-
Relogios de prata bem dourados a loV
Rozeliohas de brilhante a 14|.
Anneis de pedra com lettra a 6 j.
Anneis para por cabello a 2*V
Pencenez de ouro a iot.
Pencenez de prata dourada a 3/500.
Dedaes de prata, fundo de pedra, a If.
Brincos do coral e euro para meninaB a 1/300.
Cacoletas muito modernas com 50 por cento de abate.
Palceirinbas de coral e ouro para crianga a 10/.
Pulceira de ouro e coral, feitio de uma cobra, a 10/.
Obras de prata a 400 rs. a oitava.
Brincos para senhora, muito modernos, a 15/, em outra parte e 40^
Voltas de ouro e cruzinba, com 50 por cento de abate.
Grande sortimento de joias de brilbante com 50 |<> de abate.
Brincos de coral para senhora a 4/.
Correntes de ouro para relogios a 18/ cada uma.
Aderecos por metade de seu valor.
Sortimento complete de joias, que vende por metade do seu valor.
Mr^fl
A liquidaQao.
m**mr**mm
^
mm^^m
FUNDIC40 DO BOWMAN'
niT 4 11.41 RRTTlf X W
DO BIUM Ef. m.
Passando o chqfark.
Vende taxas de ferro batido a 300 rs e de ferro fun-
dido a 150 rs. a libra.
Fede a attenqao dos Srs. agricultores, A qualidade e
preco de seus raaquinismos de toda a especie e tamanho.
esc. p. i no mo
ESTACAO PRINCIPAL.
a rua bucntia u. 2. us. 5$ a 39.
Esta empreza iln transports do :nerciloris, foaugura i> trifegu do suas fifijins ru
ilia to ilfl ag--sto_do corrente ruiu:
Ni-i-vico d*a BCmtit <->< ilaN (JiilCO I'oiilun |ura u steel lc.
A empreza encarrega-se dii entrega das cartaa vindas pela estrada de ferro aos SetM
fregupzes, de lirar e entregarIhes ale as 8 boras At manlia, as amostras do assucar
chegado na vespers, pagar a* vista do conbecinjento o respectivo frete e fazer ennduzir 0
assucar e os outras geiieros com a tnaior protnptidao para o a/mazem dos compradores
ou recebedon s.
O preco do transporte comprekendidos 08 servicos acima mencionados, a carga,
descarga, e arrumacdo no armazem 6 :
Por sacco de assucar................ 120 reis.
Por fardo de algodao................ 160 reis,
Ancoras ou barris a razao de.......... 2J&000 reisapipa.
As cargas destinadas aos engenhos e remettidas pelos freguezes da empreza serdo
transportadas gratuitamente para a estacdo das Cinco Pontas, e serdo recebidas nao sd
onde ixistirem os trilhos, mas em qualquer ponto dos bairros do Recife e Santo A n-
onto.I
Wervioo do Forte do Mattoa para as ruas do Apollo e Ilium
A empreza encarrega-se de rectber com o seu pessoal os assucares e mais genero
dos trapiches ou do caes, com direccSo aos armazens das ruas do Appollo e Brum
quaesquer outras do bairro do Recife na proiimidade. de suaslinhas.
O prego de transporte comprehendida a carga e descarga e arrumacdo no arma-
zem e :
Por sacco de assucar................. 80 reis.
Por fardo de algodfio................. 100 reis.
Por ancoras ou barris A razlo de........ 10300 r&s por pipa.
Recife, I de agosto de 1874. ____________^___________
N. 45 A.Rua do Barao da Victoria.N. 45 A.
LOJA DE JOIAS
DE
JOSE JOAOIIM WAS DO REGO.
I(o sim ja nao 6 liquidacSo e qneima! I
O proprietary deste novo estabelecimento aturdido com o inesperado cstridor dos gritos que
surgem de lodos os angulos desta grande cidade, annunciande a liquida$ao dos estabelecimentos de joias;
e, receioso de Rear SOSINHO, apezar de bem avaliar as grande3 vantagens que neste caso deveria au-
ferir; tomou a inabalavel resolucao de QUEIMAR todas as suas joias, com o unico fim de eneorporar-
se a grande caravana, e, com ella, seguir em romaria para.......e segredo I
A pyra esta ardenteas victimas aguardam brilhantes o momento do sacrificioso faltam
os sa,crificadores.
Isto posto, esperase, com justa rszao, uma grande concurrencia dos amantes da economia,
qae nao devtm perder o ensejo dese proverem de objectos laes; e devem-n'o ainda assim fazer, visto
qne depois de todas essas liquidates, com o novo anno, acabam se as JOIAS desta cidade, e nao mais
tera o publico aonde dellas se possa prover.
A ellas! A ellas !
CASA DO OUKO
Aos 4:OOOJ000
Bilhetes garantidos
Run do Hnrno da I'tetVta (n-ilr'nrn fhmn
. Hv, faun do mxlitft
o iIihixo .i!>!>i;rii-.'!> i.-iti-i dp v.-twi r O'i? wu.-
'>; itoi 'i O Mi erfl ini
-*>rir.
!i.ifjn tultii In i^. -j';'-i. .>.i !. ..( ira
HiWons tie 'tU^IHH' i i'.KKi ri |i -t ,-u
acabou de nxirahir (117); dmvlita :,w pufsaido-
res a virem n&Sbvt, qae |ironiptatneOM serio
pagos.
. O iresmo abaixo assign* to mvida an re^pciu
vel publico para vir ao seu estabelecimunto com
prar os muito felizes bilhetes,qn9 nio deixarao de
tirar qualquer premio, como prova pelo^ mwnw s
annuncios
Acbam-se a venda os muito felir.es bilheies ga .
'antidos da 't' parte da Int-ria a b'-nericio da
igreja deN. S. do Livramentu de Pan d'Alho, qu<
se extrahiri no dia quarta-feira, 30 do correntc
mez.
Precoa
Inteiro MOW
Meio i*(KK)
De 1OO0OOO para cl<
Inteiro HX'"
kteto U750
Recife, 3 de setembro de 1874.
Jodo Joaaium iin Cntta Unit
aviso
\ende ?e un.a ea'ta utte* nos Afogado.', na fq-
lea a dos ltni:-ui..n, li-iuto 2 salas, 2 quart's, &>
>i:ifia deUtrii, e. quiuul : a ii.i ar ccim I'edro h< i
M.iiiu.'io, in. r..l. r na ineima rasa.
Itoces, Irucfcis c fluids
!;.. .:..! I- fin i-i:
: | || .- ne I. pr. v:."
tm |.iii '.rin i
I! mIi hi II :'> >! i'l
I I'll '..! I Ut n. I, o
- m;-n- -mi i : i r i UIWU i
."ii e mi iteii i i....i ,- -'.- |'ir !;.'!: m I*
mi:.- ut' ji.iii. mu> ** vfuiiitra gem*iv : iioees
i!.: i-.-ilj.i i!e I'Jilan '> q'Mliitad*. p>Jes w irtffe-
lent.'j rr,!i-t:is. e. mil de -..w.i xar. pi
CASA DA PIOTA
AOS 4:000X000.
BILHETES (iAKAMTIhON
A' rua Primeiro de Marco (outr'ora rua no
Crespo) n. 93 e camu do coatwm*
O abaixo assignado, tendo vondfdo nn turn fe
lizei bilhetes um meio n. 238i rum 1:000*000, urn
meio n. 56 com 7G00(!0. um inteiro n. i"47 Cora !
lOOjOOO, um inteiro n. iiO com 100*000 e1
outras sortes de 404 2ii da loteria que "e
acabou de extrahir (117), cunvida aos pwsufdo-:
res a virem receber oa RoDrorraidade do costume, I
sem desconto algum.
Acham-se a venaa os felizes bilheies garauuan- |
da 4' parte das loteria.- a benelicio oa ireja
de Nossa Senhora do Livramentu de Pao d'Al o
(118*), que se extrabna ua quarla feira, 30 du
corrente mez.
PRECOS
Bilhete inteiro 44000
Ueiobilheie n,-.. *.
KM PORglODK 1009000 paka CIMa
Bilhete inteiro 34500
Meiobilheie 14750
Manoel Marlins Fiuza.
,a tudu
as fri!i!"<, bnitcijis c fi ios bilidho*, i .le Id,
poiiin, !j.:K>, e ouir.is de muiias especi ; 'awbem
vende sememes de hiirtalice.", niu.lo ii va-. laran-
geiras, limas, Ogoeira*. lima' doce, ImTIi'k <*ravi
e f.utras plauias para jarJiin, tudo islo m H" rres
cido, e. cada uma plania eifi su< vasilh.i ; apnunp-
lam ?e b'.iuqnels para nuivoi--, bailes e para jrros,
cap lla< rte rwas e outras tlorcs iinas, e 1e frac-
tas, de preferencia a de c Para o sprvirn de uma cisa de ppqu na fami-
lia pre:i I conJurta : quern liver e queira atogar, Jirtja-sa
a rua do Coramensn n. 17, primeiro and^r, lad-)
do mar. enlradi pe|n ': pi do Pelmirinli-i.
- Ollerere .-e um Itumeui que ent mle l"-m de
jarJim e de hurta, ja J i id.ide : queui preefstf
dirqa-se a rua larsa do Rosario n 50, ou na rua
do StJbo-, fabrica de irerveja.
Na rua dw Itarquei de llerval n. 1'0 pre:i-
63-fe d- anw pflssoa eserava ou forra ora eotn-
pr r e vender na rua._________________
Aluga se ii >eisuiii)o audar, i rim >i Viga-
rio n 33 ". a Iralar no orimriin andar Massafall da de Bernardino
Pinto Coelho
Saongados 9* eiedrM do'allioVi ^e na-dino
Pinlo Cnelho a apr. seolarom sens tiiulo- n cre-
dito para classiGeacM, lenjro do prwo i oit:>
dias, no pscrlstorio dos adminlstradore- Joi Qni-
rino de Agollar 4 C, n. 02, rua d Mar m z dd
Olrada, I' an lar.
PUNDIGAO DO BOWMAN
RUA DO BRUM N. 52
(Passando o chafariz)
PEDEM AOS senhores de engenho e outros agr.icuitores, e compradores de ma-
chinismo o favor de fazer uma visita a seu estabelecimento, para verem o novo sortimen-
to completo que ahi tem ; sendo tudo superior em qualidade e fortidao ; o que com a ins-
truccao pessoal pode-se verificar?
ESPECIAL ATTENCAO AO NUMERO E LUOAR DE SU\ FUNDIf.AO
VaporeS -e rodaS d'agUa dos mais modernos systemas e em tamanhos con-
venienfes para as diversas circumstancias dos senhores proprietarios e para descaro^ar
algcdao.
MoendaS de Caillia de todos os tamanhos, as melhores quo aqui existem.
rvOdaS dentadaS para animaes, agua e vapor.
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
MaCfliniSmOS para mandioca e algodao, e para serrar madeira. iSer movidos a mio
PomKoo |Pr agua> vaPr-
jjUlllUtto rJe patente, garantidas........ lou animaes.
lodaS as rriaCllinaS e pegas de que se costuma precisar.
Faz qualquer COncertO de machinismo, a prego mui resumido.
Form as de ferro tem as melhores e mais baratas existentes no mercado.
JinCOmmeilQaS. Incurabe-se de mandar vir qualquer machinismo a* vontade dos
clientes, lembrando-lhes a vantagem de fazerom as compras por intermedio de pessoa
entendida, e que em qualquer necessidade p6de Ihes prestar auxilio.
AradoS americanOS e iostromentae agric las.
AVISO
BRUM N. 52
SSANDO O CHAFARIZ
0 abaixo assignado declara que no iia 18 de se-
tembro de 1874 enlrejj'm < Sr. Jos6 Duarle Pe
reira, perante o delegado desta capital, na fCre-
taria do policia de Pernam ue>i, o objeetus per-
encentes ; Sra. D. Francisra Maria de Miranda,
como consia do recibu pa-sado na me m >ecre-
taria, e declara que n:iia tem em seu pnder, da
mesma senhor;. acima, e para 'iti- flqo ;alv.. il-
qualquer tnao joito, faz u pr'>oute. Recife, Hi iU;
Aluga 'e um. esr-.-iva para t jdo >
na rna da Gloria n. 146.
\-u-j
setembro de 1875
Mamel J>6 Itamns Juni T.
Apipucos
I50r de gratiflcHvftn
Esta em Apipuco> o men e<< nvo Ignacio, o
qual lem os signaes se nintp- : cilira acah'iclado,
26 anno3 de idade, aitura e > in re/ulam", <-
bellos prctos e cresp *. Wgiidmlm Hn-i e ma to
pouca barba na ponii d'i ipieix--, wn uin -.rn
nho da um lado da rant la n-r '6r^. nai- lem
unb33 nos pes a exep|.ai rti> inn o>dn. lem .no
e-rpontareaa de chie-io p na pa din-iia nm pe-
qileno calo, falla man-a o aixa, car* bexig" a e
olhos brancos. D4-s i54 > i m trnx r
engenho Arendepe, ft+tQ*tia > Ii"1 iKa i-o i
ta praga ao Sr. PfaDflw lid irn >ii de l*ar
valho.Manoel Ftlip e .1.- <>* I. So Jon .r
O Monte Lima
ien an complet" -orti::i!nt> do gslao e i'- --J 3i
(inrn e pr.ita, verdadeiro, it todas a- laiguru,
abotuaduras douradas para ofliciaes, ranmiihoa
eiifeiies para bnrdado. Tambem se pr.eu-g: de
todo e qualquer fardamento, c mo sej;. : nets,
tallns, pastas, espaoa-, dratinnas, -1 arts''1 oa-. ban-
da*, a-'iitoailuras lisas e dourada?, pam '-nail?
etc.; assim como um completo sortm um d
ranjas, galao (also para ornameoto, e Man e 15
coni bnrla iiar.i qnadros e espelhos r-iii'-rmeo
postu da enci mineuda) tudo pur mum -nos
pr-co que em nulia i(ualqa>r parte: ": i-r-.a ir\
lildepeiidi-ii"i:i n. '7. juiltO .1 l-'l 1 ') >r A '! S,
Ao commercio.
Antonio Catemirn da Triadade f.iz i-ph t
po (Jo e.'iiini'ii-i.i, qoe e-unpr >u ,loja de m mieiro,
no lar.L'o/la inatriz da ^anto tn! .; > t i -
desembaracada 1b qualqa : ...- I! ". 22 '-
m ii mbro de 1874.
( iiKSK'GVWi
iu'i r m Marco n. ro
Junta a loj s :f:? esqoli* '.
HHIXANDA
Brim Fl'llanda. p" pii' para .-.ustui-
mem > iw ni" s HOO rs,. i >vado -6 .
Lei C" eoiu liirra ile eor.
I ainbraia transput end*, pi i
Brim brancn o> Imho varo
Meias i>a*ra senhi-ra, em rai3 i mod
I dii'ia .
C i rai*s protas cum | int:i
ad ; Ma.la \^.- fi >ea
Bramanie de liulto C'm II $ 'mos do
r
260
ii : v- '
rni a. *H*
. .. .
Pr-ecisft-se
alngar um moleque de 10 aim s para nservi^o do
meslico de casa de p aica f in ha : na rua D iqu
de Caxias n. 97.
So .. HE jnni" I i' "'a esquina.
n ierp< ini an hr l h; > o. > dj ru Wg
ri-. Piiin hi n- n ^r;.:: k).' pai ( ''-
:i ii- i: r ii arm : ui u 23, travea-a
S ni".
?f B il I
i ii ii n v r\ n r* ^ r*
INHU e AAHUrt de
n**
FUNDICAO DE FERRO
4' rna do Bariio do Triompho (roa do Brum) ds. (00a 404
CARDOSO & IRMAO .
A VISA M aos senhores de engenhos e outros agricultores e ao publico em geral que
sontiDuam a receber de Inglaterra, Franca e America, todas as ferragens e machina s ne-
cessarias aos estabelecimentos agricolas, as mais modernas e melhor obra qoe tem vindo
ao mercado.
VaporeS de forca de 4, 6, 8 e 10 cavallos, os melhores que tera vindo ao mc-rado
'^aiQeiraS de sobresalente para vapores.
jlOeilClaS lllteiraS e meias moendas, obra como nunca aqui veio.
TaixaS ItundidaS e batidas, dos melhores fabricantes.
bCOdaS Q aglia COm cubaje de ferro, fortes e bem acabadaa.
RodaS detitadaS de todos os tamanhos e qualidades.
aelogioSeapitOS para evapora.
DOlllDaS de ferro, de repucho.
ATadOS de diversas qualidades.
FormaS para aSSUCar,grandes e -wquenas.
VarandaS de ferro fundido, franceias do diversos e bonitoj'goet**.
rOgOeS IrancezeS para lenha e carviSo, obra superior.
DitOSditOS paragaz.
Jarros de ferro fundido p8ra ardim.
l eS Qe ieiTO para mesa e banco.
jiacnina para golar agua.
V alVUlaS para bomba e banheiro.
CJorreias inglezas ?ara machinismo.
IjaJlCOS e SOtaS com tiras de madeira, para jardim.
C/OncertOU concertam com promptidio qualquer obra ou machina, para o que taME
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmniendaS man,^am y,r Por encommenda da Europa, qualquer machinismo,
para o que se correspondent com uma respeitavel casa de Londres
oom am dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentai
fctas ma chinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmw.
Rua do Barao do Triumpho (rua do Brum)ns. 100 a 104
FUHDigAO DE CARDOSO 4 IRMAO.
J
55-
Constructor e aliuaor de pianos
-Rua do lmperador55
Ex-afinador das antigas e jfamadas casas Pleyel & Herz, e antigo direc tordar
officioa da casa Alphonse Blondel.
Tem a honra de declarar ao respeitavel publico desta cidade, que tera aberto
sua casa de concertos o afinagoes de pianos, qualquer que seja o e-tado do mstrumento.
A' mesma casa acaba de receber um grande sortimento de pianos dos melho-
res fabricantes de Paris, como Erard Pleyel, Henri Herz*] Alphonse Blondel] todos
os pianos sahidos da casa Dhibaut sao garautidos.
Compra-se e recebe-se era troca os pianos usados.
rpwg op o iSnjJ0j op ssioroweqd GOVda)
?madbbu o 'vzoaava -ii o vivm 'vniaaaaj oonquivvusd ma sojiBodoa
-BVIJOivj|dsej 6bia sp s'eitsaiom se scpoj j)uod \vjsS mo 8 9)|9aXii 'easojAon 'jbu
-oniind Boqjjtvo l,niq8'B b 'bjjuoo BSueqaoo uioo jbhiosuomb Bssod as 8nb 0}J83 ojpsuiM
oonm o sojjbSid S8is8 Biod obr >ontoj oidpuijd umnuou uiojuoo oju soxreSp sosgou so snnjod
'o.\isu8}joui 9 6}9idtuod "opidBj oi.\ntnh vjAered wun ws 'ossojddo joueai 'JBJ|ds3J mo apup
>|QM 8pirej3 mun oSoi 08>v)ou 'B5mnj cumS|B Jidsoj as scuadB anb 'siSAwnnp^ S S8
sojjbSio sossou uiojuoo anb BreEuag op oraBquco op o.midb oidiouud op sapBpaudojd sy
\vmS uia opnes b o BiouoSqiajuj ? sesoraimad ajuouiBtmas obs ojsi.p uiajB 9
OJqaiao ou osod epuBjS ran osx-pp 8rtb svaixoi sviDuvisans 9SBq jod sopoj raai 'sBuojBiidsw
bbja SBp sBijsaioiu sop a BiutijsB Bp jbiaipj BJBd ofoq cub sop2ajdtu9 soo!}i09d69 so sopoi
SIHVd ra9 soonii90BnuBqd '^3 s J.1QVWIH9 9P
COM LACTOPHOSPHATO DE CAL
Os medicos dos grandes hospitnes de Paris receitSo ambos estes medicamentm, c lc-
rades como reconsUtuintes c reparadores por f\ 'ioncia para ezcilar o appeUt", 'lesr riar a
iome c conseguir a assimilariio rapida dos alimentos.
O seu emprego snbminisira as mulhercs jo elemento generador '; u-to, is -"jaa
um correcttvo certo dos defeilos que possa ter o I to, eascrian r i-nascidas i cria .
com o Mberon, um panacea admiravel, quo. neutralizando as mas qua I do Ii ite, pi
e curaa diarrhea a que sao propensos.
Nas molrstias dos oskos, fracturas e terldas, apressa a koI ladnra dosossos. ;
mocas, produaem o mesmo efteito queoa melhores terrti'-'lnos i: pelos I i' '-
menle os tuberculos dos pulmoes, e emfim pelos conVal a nl a e o i v-i:. is, pelas p.- <
usadas pelo ti-aballio e pelos execssos ajuda-lhe : a.rei far as : : is es? 'stadas ou pen
f^T
iIODCRETO DE FERRO e MANGANi-Zi a^rou ;3 peb teakajia Je tMtm de Paro.
A ineificicia t3o (rcqucnlc das pilulas de iodurcto dc teQ provem de quo nao cntra n"ellas
manganez. corpo que sempre se acha unido ao ferro no organismo, como provao os trabalhoa
dos mais distinctos chymicos.
As pilulas de iodureto do ferro e manganez de Burin du Buisson, approvadas pela
Academia de medicina satisfazem cstas condieoes, c e cste o_motivo pelo qual os sous
effeitos s5o maraviliiosos. seguros e infalliveis em todas as affeocSes lymphaticas, escrn-
falosas, rachiticas 0 tuBerculosas, nos enfarces das glaadulas, irregnlari-
dades da menstruafao. e nos accidentes de siphillst constitucional.
Depo8itos em PernambHco : FERRF.1RA. MAIA e f> j M.-A. BAR60ZA, e nas prin*
cipaes pbarmacias de Portugal 0 do Brazil.
8VNNVO
SOIQNI SOHHVOIO
Ua folheto qne t om Trddlro tnttdo d medlcln
aiaal domesllci M dt.do grt( com ctda JMJM
da ELIXIR. BUe todlca u doaDeas od 0 ELIXIR
a unl a 0 modo da uaar della.
As pessoaa qoe qoizeran conaallar aste lolbato
tnies da aaaram deaia BLIXIR, odam dlriglr uu
pedido franco ao S. Pint GcB, am Parla m
provlncla on nos palias astrangelroa, om casa dos
daposiiarios: asia folheto Ibes se** entregue le
araca 01 immedlaiamenia. ,
Iiesde cincoania innos a rapuueaodo BUxIrOoiUle
espalhoa-se no mundo Inlerlo pelos aervlcos que
qua cada dia ella preeia aos medicas a aos anfermos en
casos graves on deseng ...ados.
r
S03aH08 00Lin33VMVBd
opB}89 1106 o Bfos 9nb janbpmb 'o)tad op sbiissioui sb sspoi e.ipjoj ibjsS ma
' sagptnbnoa jcuomind oqjav^BO'' soxngap
so bj|U03 oonSss 9 oiuipouuui siod 9q 0)iaj]a nes
! BZ9jnd 9 viiijoiio Bns b Bpoj utbo sosohisoj sotdp
.mud so uiajuoo '3joajb Bp jpibs ob 0801 Bpnijooaj
'aqatiujd op B.\t9s b moo opBOtiqBj odojBX osson
PJA B JB}10A 0JU9OP O J3Zm
miSSB JOd 3B-3A 'OB33B BUS B 09-9ATOAU889P 9tlb
Bprpaui onb 'BSoqpABJBOT ogj oq 'WOfaqs Bp sobjS
bo eopoj mo o^mrnd o ejqos ouiijijbui ofloquid
op sosoujsoj Eoidjoupd so uiaj anb Bpuanuu] v
a VOISIX
3SSVOV130r^
f OWIIIUVIA1 0dl3HNId 00
VAI3S va
vssvw33doyvxI'
JiS
ill
CONSTIPATES e MOLESTIAS do PEITO
XAROPE
ANTIPHLOBI8TI00
DE
BRIANT
PARIS, Pharmacia BRIANT, 150, ma de Rivoli, PARIS.
As Celebridades medicas de Paris recommendao ha mais de BO annos o XAROPE
BBiARTcomo o medicamento peitoralogotto mais agradaeel e a efficacia maiscerta.
Deposito em Pernambuco, L REGORD-
VEROADEIRO ELIXIR DO D" GUILLlE
TOHICO 1HTI-FLEIM0S0 E ANT1-BILI0S0
PREPARADO POR PAUL GAGE, PHARMACEUTICO
trnlco ppoprietario, ra As GrwUe toint-Germai*. 9, em Ptrit.
acclo de iUlr mUI a Inialramfnie Doneftca.
I Com* pwaaUTO nlo dabiltu como os ouuos "medws
tSEBE* porem in.llcm a rafr.se. no, mjsmo
tampolaniillaacorrlga lodaa aa aecratOes; da fore.
conlrario e praclso lomsr um. *"f** .* *g
anande M oiax dalle; node ser admio.-r.do com
SsWaaSt namaU lenri Idada como na mas adlan-
uJa yelhlea asm none, cn^r arcMatM JffSt-
N. dose d-ama colherada peqo.na deniro d um
ponco da aguaassuc.d.,..). inias Mja ^a*a ^
mida,astimulaoappaiiK. aviva las'c^"fi;;1'jT"'
subsiltuea losna(..<*.),o 4 e bebidasamar-
casant Ncostums lom.r. ~________.j___
PHOSFHATOdeF
De liERAS. pharmaceuiiee, UOUiOH EM SUKNUa. .
Todos os ferruginosos conhecidos ate hoje, produzem grandes irritacocs e prisao de ve"lr^'
Ou porqueo estomago nao pode supportal-os ou entao he quo nccessit2o do succo gastneo
para assimilar-se ao organismo. O que hoje recommendamos ao publica ho um liquuia> q;i -
n!So tem gosto nem sabor dc ferro, niio ennegreco. os dentes, c como se assimtia imme-
diatamente, nao produz nchum dos maos effeitos quo a^abamos de citar.
A cura he rapida c i:krta nas cores i-allidas, chlouo-ls, e debilidades, cna regnjanaa*
mensthuacao e ajuda vig.rosamentc as convalescences tlii'ficeis; em uma paiavra e o panacea
certo de todas as molestias que tem por origem a pobreza do sangu-. e o rememo mais
energico para reanimar as forpas debilitadas pelas iatigas ou pe.a ardores do clima.
CURA RAPIDA
PEI.0
INMdaINDIA
Enxaquecas, Ddres de Cabeoa, Neuralgias
De 6RIUAILT e C*,
PUARMACEUTICOS BM PARIS.
este medicamento para se ftcar convencido* r^a-J"" ^
s6 dose/diluida em um pouco dagua com assucar. faz desap^reeor .as^ > J" _~v*
mais vlolenta enxaqueca ou nevralgia. E' por este motivo que cllo lot admiitido na nov i
pharmacopea franceza publicada pelo geverno.
Depositos era Pcmnmbvco : FERREIRA,MAU e C; M.-A. BARBOXA, e nas prln-
cipaes pharmacins de rm-tugal o do Brazil.

?<


4-


7T
6
0ia>ioAe'&tfmmbT&o K Qiunta fm$* 4 it Setembro de 1874
I
I

Desappareceu no Cia 13 d > corente, o me-
n r Adehno, pardo, trajava catca prela, jaquela e
ehap6o de fcliro, preto, que so achava no poder
do abaixo assignado, aprendendo o offlcio de al-.
faiale; e como ale esia data nao tenha apparccido,
'ojri-se a3 autoridadcs puhViaes ou a qualquer
pessoa que delle teoha noliria, a eniregar na rua
de M rcilioDas n 116
__________Aniopio Jovino Torres Bandeira
AUeigfto
A loja de loaca da roa da Impferatriz n. 6,
querendo acab-r qganto antes, vende por atacado
e em retalho, loucas flnas e grossas, vidros, ricos
candieiros e iarros de diversos autores, por am
preco resum do qne faz admirar; vende se lam
bera a rica armacao de amarello. toda cnvidraca-
das : quem pretender dinja-se a mesma loja.
Soares de Amaral & C.
avisam aos seus freguezes que mudaram o sen
estateiecimento de generos de estiva, do armacem
docaes da aliandega para o armazetn da rua da
Jdadre de Dens n. 22.
Madama Freire, modista brasileira avisaao res-
peitavel publico, quo continua na sua arte de
modista; assim como, recebe por todos os va-
pores da Europa Sgurinos, os quaes acham-se
a disposu;ao de seas freguezes, podendo ser pro
curada para exercer a sua prolissao, a rua Di-
reita n. 16.
Ratoeiras nmgicas
Ao Bazar Universal chegon uiu sdrtimento de
ratoeiras de ferro para pegar pequenos ralos, eslas
sao de lania vanlagem que nma so ratoeira fara
desapparecer tod is os ratos quo houver em uma
casa, e inteirament'i unia novidade de vanlagem :
na rua do Barao da Victoria n. 22.
Antonio Alves Bezerra
Adelino Lucas Alves Pequeno e
sua mai convidam a seus parentes
e amigos do seu scmpre lea brado
e chorado av6 e pai, Antonio Alves
Bezerra, para asslstirem a missa do
stlimo dia, que mandam eelebrar
na igreja de S. Francisco, pelas 7
boras da manha do dia 2i do correnle.
r. telippe de Souza~Leao, Tiiomaz Jose da
silva Gusmao, Perminio Francisco de Paula Mes-
quita, D. Ermelinda de Souza Leao, Nanisa Am-
brosina de Muraes Gusmao e Elvira de Paula
Mesquila, agradecem as pessoas que acompanha-
raro ao ultimo jazigo os restos mortaes de sua
mai, sogra e av6, D. Maria Cysnelro Freire de
Morals, e rogam as mesmas pessoas e aos seus
amigos o obzequio de assistirem a missa, qua pelo
repouso d'alma da mesma flnada, mandam cole-
brar na sexta-feira 21 do corrente, as 8 boras,
setimo dia do seu passamento, no eonvento do
Carmo.
~ ij.-.i
Na travessa da rua
dasCruzes n. 2,
pri-
Com este tilulo acaba de se abrir uma loja
de (azeudas a rua Primeiro de Mar$.. n.
2o, junto a t >ja da esquiua. e os proprie-
taries estAo resolvidos a vender muito
barato par;i assim opurar muito dinhciro:
>6 yendo-se e que se acrclita.
Lazinhas.
Lazinhas de quadros pretns e brancns, a
200 rs. o covado, assitH como de msis pa-
drflBS; dao-se amostras.
Metins.
Metins, pndroes modernos a 280 e 300
rs. o covado, chitas c'arase escuras a "280
5 300 rs. o covado, canbrais Victoria e
transparent^ a 33003 e 3r5oOO a peca, ma-
dapoloes com def.ito a 4$00<) a pe$a, meias
para meninos e tueninas a 25000 a duzia,
Lrim Angola verdadeiro, com bonitos pa-
hdes a too rs. ocovado.
Chita preta com defeito a 20500 a pee.a,
as lisas com diversns cores a 280 rs. o
covado, slgodao marca T a 4)?0O0 a pega ;
assim com > muitas outras fazendasque se
torna enfadonho mencionar. S6 o Desen-
gano da rua i'rimeiro de Marco, n. 25 jun-
a loja da esquioa.
Camisas bordadas.
Camisaa deliobo, ingl-zas, bordadas com
um peqaeno dtfeito de ovaria a 35,5000 a
duzip b a 39000 cnda uma. So o Desenga-
iio da rua do Crespo, n. 25 junto a loja da
Bsqoiaa.
Modista I'raiiceza.
Mademoiselle Eugenia Lecomte 4 Irmi, avisau
a suas antigas fregnezas e ao publico em geral
que abriram novamente seu estabelecimeulo de
casa de costuras a rua da Imperatrii n. 5, pri
raeiro andar, pelo que esperam continuar a me
recer a concurrencia das pessoas que precfearem
de seus services.
Catharina fagio.
No dia 28 de agosto proximo passado. aasen-
touse esta escrava, a qual tem os signaes seguio-
tes : estura baix3, rosto rodondo, c6r preta, pes
pequenos, costumava vendor leite, anda sempre
com um cacete que Ibe serve de arrimo por sof-
frer de rheumatismo, ja e idosa e de nacao Cam-
bin la : quem e encontrar, peguc*a e leve-a ao sitio
do Cafunio, estrada de Joao de Barros, qne sera
gratificado^_______
Francisco Luiz dos Santos, curador de sea
lilho Mauoel Luiz dos Santos, pede a todos que
forem crejores delle apresentem sens timlos no
praio de oito dias. Recife, 18 de setembro de
1874.
meiro andar, da-se.
dinheiro sobrc pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos raetaes epedras.
AtOGA^SE
umatrandecssaterrea com baslantss commodos
sita Ita, estrada doftucas : a tratar na roa do Vi-
gario n. 31.
i
= Precisa de duas amas, sendo uma para co-
zinliar e comprar e outra para cngommar e en-
3aboar : na rua da Cmocordio n. 43
A ma, l>reci8f-&e do uma arna para o servico
^XII1* interno de |una pequena faraj|ja na fua
Duque de laxias n. 5^, ija.
OITertce-se uma anaa para
Pk TY~\ *i p'igommar e cozinhar para casa
'a rua da I.apa n. I
do |iouca familia, de pertas a
tleniro : quem precisar dirija-se
ao
Da-se -'Wiedadd cm uma taverna bed JucaliSii-
da e afreguezida, com poucos fundos : a pessoa
que quizer, dirfja-se S rua da Ribeira da Boa-
Vista n. 25, que se the expJicara todo o nego-
cio.
o 3 audar d. sobrado Ja ma do Vigari<*. 5 grandee e boas eommjdos para familia, e aeua
pobvel : a tratar no grmazem da travessa do Cor-
po Santo n. 2D.
l
m Consullnrio nedico*cirurgieo
Dividendo
iftga'se se8unld.e ultimo, na razao de 3,4,838
0|0 damas.-a tall da de Joao Hygino de Souza, na
rua do Vicario n. 19.
GR1AD0.
asa-so da am criado que seja Gel : no largo
a.- .r'.triz -.le Santo Anlonij d. 2, 1 andar.
lioa moradia.
.^uga-se o sitio da estrada do Agua-Pria n. 2,
boa ci '. | ara numorosa familia e excellente
>nori:i io Jacare, perto da estacao do ea-
: a tratar oa :ua Primelr-.> do Uar
23.
Triumplio da-
SCI! M IREBIC.4!
.<
I

Aluga-se
utna excellente casa terrea em Oiinda, pateo de
S IVdro Novo, com gaz e agua : a tratar com
Marc lino de Souza Travassos, no Forte do Mat-
tes.
A. B. da Silva Maia.
Medico, pacteiro e operador.
Bus* (f u. Raiitet k r.t
Consultas das; 8 ii iO hoMs.
Cbamados a qaalquer hoM!.
Gratis aos pobres.
I
Ama de leite.
Precis.e de uma ama de leite sem tilho : na
rua Duque de Caxias p. 54, lojaT
Ami Frecisa-sH de uma qne cozinlie e com-
xxiiiu pre e ou[.a para ong0lliniar e majs ger.
vico para duas pessoas : a rua da Concordia n.
Precisase alugar uma es-
crava para andar na raa : a
tratar na ma do Cabuga n 3.
AMA
segundo'andar.
Prewsa de ama ama para cuzinli ir e com-
praf : na rua Direila n. 38, armazem do Daliza
Ama de leite
Precisa se de nma ama de leite sen fiiho : na
'ftta do Livramento n. 33.
OITerecese uma ama para en-
irommar e oiinhar para casa de
pouca famiiia.daodo preferencia a casa de ho-
mem solteiro : a tratar na rua da Conceicao nu-
mero 56.
AM i
0oiQ^i^Ko.ii?o^^:j>c^0
DE
Jos6 Furtado de Simas.
Unico deposito em Pernnmbaco, a rua do Mar-
eczndeOlinda n. 15, de Bourfard A C.
Aluga sc o segundo andar a rua Duque de Ca-
sias n. Si: a tratar na loja.
Na travessa da matrix de Santo Antorio n. 6
ha uma ama de leiU", e seccas constantementp pa-
ra alugar.
Antonio de Azeve*to ftitotmo.
Pelo presents sao convidados os alilliado.- e afi-
Ih.das dj Antonio de Azevedo Villarouco, falle
cido em Portugal no raez de oulubro de 1873, *
apresentarem :lcotro do piazo de 60 dia a con
tar de-ta data, a certi.lao d= seu nascimento, era
casa do abaito assignado, lestementelro insii-.uido
pel i dito fallecido, aflra dr que sejam devidamente
attendidos na partilba a (pie tem de proceder-se
com a precisa igualdade, de accordo com a d-spo-
sicao te.-tamentaria. Recife, in de setembro de
1874.-Man el Azevedo de Andrad?.

.

Km tempos modernos nenhum descuLn-
fiito ope urornaior revolur;oo no modo dt
: aiiterinrmente em voga do que o
RflttaL 1 MMMk!
TANTO NO TRATAMKNTO
DA
Tosse, Crupo,
Asthma, Thisica,
RouquiJao, llesfriame:itos.
Broncbites,
Tosse Convulsa,
Dores de Poito,
Exp^ctura^ao de Sangue.
Como em toda a grandc serie de enfeiaii
dades da Giar^anta, do Pcito e do
Orgaos da respiracao, que tant
atormentam c fazem soffrer* a hurnanidade
A maneira antig.i de curar consistia geral-
mente na applica^ao de vesicatorios, San-
grias ea:jar ou applicar exterionnente un-
guentos .rtissimos compostos do substan-
cias Testcanles, afira de produzir empolhas ;
cujoc difteroBtes modos de curar, nao faziam
setiao ci. Vaqueccr c diininuir as for^as d-
pobre dotente, contribuindo por esta form*
d'uma n iioira rnais facil e torta para a en-
ferm. JaoV a destruicjto inivitavel de sui
nctima Quam differento 4 pois o effcitc
admirawul do
nmni be inttmui
Era vez de ii ritar, mortiftcar e cauzar inau-
ditns soflrimentos ao doente,
Cnlrnn, modifica e suavisa a dor,
Alliviaa irrita^ao, -
Uesenvolvo e entendimento,
Fortifica o corpo
p. faz com que o systema
doje ci'urna maneira prompta e rapid*
ate o ultimo vestigio da enfermidade. Os
melboit's votos em medicina da Europa, (os
entes dos collogios de medicina de Berlim-
teslificam sercm exactas e verdadeiras estas
relacdes analogicas, e alem disso a expe-
riencia de milbares de pessoas da America
Uospanhola, as quaes furam curadas corf
Pi.lTOHAI. DF. ANACAHUITAI
Devc-se notar que este rcmedio se acb..
intciramente isento de venenos, tanto mine
raas, como vegciaes, emquanto que algunt
urstes ultimos, e pnrticularmente aquellet
que sa i dados sob a forma de opio, e aci-
do liydrocianico, formam a base da maior
parte dos- Xaropes, com os quaes tSo fa-
eilmento se engena a crodulidade do pu
blico. A compcsiQio de anacahuita peito-
ral acha-se linda e curiosamente engarrafad?
em frascos da medida de cerca de meio
quartilbo cada um, e como a dose que se
tomae s6 d'uma colher pequena, bast*
geralmeute & applicant d'um ou dous fras-
cos para a effectuacao de qualquer cura.
Acba-sea venda em todas as b H. Frosters di C, agentes.
Signaes do negro Feliciano
Crioulo, idade 40 aonos, pouco man ou menos.
alto, corpo regular, bem preto, desdentado, barba-
do, mai feito de pes, tendo um dos Jedos graudes
ou ambos bastante tonos. Acba-se fugido ha 6
metes, desta SCganda fugida, e da prim"ira esteve
dens annos no enjecho Tumbador, freguezia do
Rooito, pertenL-ente a Francisco de lal, genro do
capitao Christovao Jose Machado, senhor do en-
genho S. Christovao, da dita freguezia, e por estes
engenhos csia occulto, como tem cstado Veio pela
priraeira vez preso pelo capitao de campo Joao
Ventura, que mora era Agua-Preta : recommen
da-se a sua captura as autoridades policiaes e ca-
pitals de campo, e leva-lo ao eDgenho Hinas No
vas, freguezia de Gamelleira 0 dito negro intitu-
la-se forro com onomc de Joso Felician j.
Massa falhda de Jose Ber-
nardo da Motta. '
Pelo presente sao convidos todos os credores
da referida massa, apresenUrem os seus titu-
Ics no praso de 8 dias, afim de serem conferidos e
classificadc s como pre.-xreva a lei : na rua da
Imperatriz n. 86, loja.
Recife, 22 de setembro de 1874.__________
Pergunta que nao offende.
Pergunlase aos Srs. collecttres do imposto so-
bre as casas que vendem cal de Lisboa, se as do
bairro de Santo Antonio tarabem nao estao sujeitas
ao mesmo imposto ? A lei deve ser igual para
I0d03.
Os prejndicadi)s.
Estd encouraeado !! !
Agua aiole em pedra dura
Tanto da ate que a fura.
Roga-se ao lllm. Sr. Ignacio Vieira de Mill
aserivao- na cidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a rua Duqne de Caxias a 36, a oon-
iluir aquelle negocio que S. S. se comproinetteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
Qns de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou a fevereiro e abrll de 1872, e Bada cumprio;
a por este motivo e de novo chamado para ditc
1m, pois S. S. se deve lembrar que esta negocio
ie raais de eito aunos, e quando o Sr. ara tllbo se
tcbava nesta cidade.
Aluga se uma loja no s brado atraz da ma<
trie n. 44, muito fresca : a tratar no Corredor do
Bispo n. 73, a oualquer Kbri. Na mesma casa
tem para se alugar um excellente cop iro muiu
fiel, e um escravo trabaliiadcr de enxada para se
vender : a tratar a qualquer hora.
AMA
Precisa-se de uma ama pa-
ra duas pessoas : na rua do
luiperador n 6.'i, 2 andar.
Attengao
Madana Albuquerque &*
Irma.
Rua i. de AIar Teem a satisfacao de avisar as Exmas. Srs.
que recebem por "todos osvaporw, Hgurinoj, os
quaes estao patentes para todas aqnellas qne qni-
zerem vestir-se com goslo. Stndo seus tr*baJlios
perfeitos e mais baratcs do que em outra parte.
14 Rua do Crespo 14
Quem precisar alugar uma escrava de'fti-
cellenle conducta. perfeita cozmheira, dirtja-?e a
rua da Soledade n. 9J. juuto do aobvado qo Sr.
Guimaraes.
A*?0(jiaqaof CQ^ipeijeial be-
neflccnte
Compra-se os relatorios ;dos annos de 1833 e
1837, desta assoeiacao : quem os tiver e-qoizer
fender, pptenda e com o arehivista da mesma.
. Coropra-.-e em bum estado o 1 volume ho-
meop.tba do Dr. Sabino : na rua do Queimado
loja n. 67. '
V

LEIS PRQVINOIAES.
Vende-se no 1. andar desta typograpbia,
em m3o do administrado, Colleecgoes de
Lais Provinciaes-h 500 rs. o '.exemplar de
cada aino.
Furlaram no principio do cerrenta mez, da ei-
trada nova de Agua-Fria.wn cavallo alasao, frcnte
aberta, castrado, de idade do'9 annos, tem o.pe
esquerdo brancoe a erelha tambeu> esqijerda
lascada, e tem o segninte ferro MS no- qharte di-
reito : quem de'le noticia der ou leva-lo a rua
do Socego n. 31, sera recompensado getrercifa-
mente.
AMAS
Aluga-se o armazem do sobrado da rua D-
Maria Cesar n. 37, uropfio para recolber fazenda"
por ser muito espacoso e reedifi;ad>, ou para
qualqoer estabehcimen'o : a tratar na rua de Do-
mingos Jose M rlins n. 48, antiga Senzala-V'elha.
Joao Correia de Carvalho, arlisia alfaiate, ten-
du-se desligado da sociedade da casa commercial
exisiente a rua do Barao da Victoria n. 26, sob a
razao de Araujo, Carvalho & C, acha-se novamso-
te eslabelecido na sua arte, a rua do Marauez de
Oiinda n. 46, 1 andar, aonde os seus numerosos
freguezes o encoutraraV; prompto para executar
qnalquer obr? tefidente ;> sua arte, com esraero e
pr mptidao.
Alugase por alfuos mezes o 2' andar d-
sobrado n. 33 da rua da Imperatriz, complelamen-
le mcbilhado, a pesso.i de pouca familia, preferino
do-se estrangeira : a tratar no mesmo.
Na sex'a-frira 18 do corrente, fagio a escra-
va pornome Seraphina, de cur preta, baixa, e com
falla de d3ntes na irentn decima, foi comprada ao
Sr. Dr Ernest i de Aquino Fonceca : pede-se a
quem ddla sunber, o favor de traze la a rua do
Amorim n. oi, ou a praca do Conde d'Su n. 30,
5i andar, que sera gralilicado ; e no caso que es-
teja acoutada cm aUjama casa, como se suppoe.
de3de ja se protista contra quem a tiver.
OLINDA.
Aluga-se por festa ou por anno, na rua de S.
Pedro Apostolo ou Passo Castelhano, tres casas
terreas, com encanamento d'agua e gaz, bons com-
modos e quintaes grandes e murados, com diver-
sob arroredos de trncto : a tratar no pateo do
Coro Saato n. 17, 3.aBdar.n
Escrava fugida
Desappareceu- pela segunda vez, de casa de sens
senhores, lioje U d* corraflw, a woiata tfe aoese
Juliana, com os signaes seguiutes : mulata aaa-
boc'ada, cabellos corridos, costuma traze ios araiu"-
rados, cara larga e com bastantes espmbas, nariz
chato, com fa Ira de dentes na frenle, cheia do cor
po, altura regular, idade 25 annos, pouco mais ou
menos, levou nas orelbas tins brincos de lalio cam
pedras brancas, tem as pernasaciaiealadas la*ou
um chale de merin6 estarnpado, de cdr bpanca, ja
velho, 1 par de sapalos de traoca, 4 vstidos de
chiti, sendo 2 claros e dous eiauros, 4 camisas de
madapolao, t de algodao e 3 lenooes; algnma desla
roupa levou a no corpo e o reato em umi troaxi.
Suppde se que dita escrava esta acputada em/al
gum callagy aqui nesta c dada, vinlo di'Rio fifm
de do Norle, embarcada, por is so nao sabe estwda
nenbuma para o centro : roga-se, p^rtaaL?, a to-
das as autoridades polieiaes e aos Srs. capiiaes de
campo que encontrar di a escrava, leva-la a raa
Duque de Caxias n. 76, antiga do QuMmado, que
;trao genero-amenle rceompensados.

Prot sfco.
Cbeganda ao cenhecimento do abaixo atsSfnado
que seu irm4o Joaquira Jose de Meirappetende
vender o e cravo crioulo, de nome Tertuuano, o
mesmo abaixo j-ssignado, previne, desde ja, afira
de que niuguem corapre dito escravo, e se ehame
a ignoraneia do presente protesto, visto como sao
consenhores do dito escravo, nao so o anntiaeian-
te qua pretn 1e facilitar a alforria do referido es-
cravo, dispensando a parte que Hie toca, mas tarn-
bem Sezinando Marddilo do Meira e Isabel Vielo
ria de Meira, que ignoram semelhante Wnia.
Recife, 23 de setembro 1 1874.
_______Ladisldo Cemdido -de Meira Limn.
E. A. DELOUCIIE
24--Rna (io Maipez de Olipda-24
Esqainm do beo Lar^o
Participa a seus freprezes e araigos que mndon
o seu estabelccimepto'du relojoeiro para a mesma
rua n. 24, on'de eDContrarao. um grande sortimento
de relogios de parede, americapos, e cima de me-
sa, do3 melborea gostos e qnalidades, relogios dt
algibeira, de toda3 as qualida^es, patente suisso,
de ouro e'prara dourada, foleado (plaqnet), relo-
gios de onro. inglez, descuberto, dos melhores
fabricantes, cadeia de ouro, plaquet o crata. lunetas
detodfs as qua'.idailes, tudopor pregos muito ba-
ratos.
tm.
Aluga-sc ou VL-ude se uma grande casa terrea
em Oiinda, propria para grande familia ; tem gaz
a agua eneanada, sita a rua do AJjabe n. 31 : a
tratar pa rua da Imperatriz n. 86,1 andar.
Precisa se de uraa pa-
ra c zinbar c outra i ara
engommar, e um mole-
que ou preta que saiba vender' na rua, prefere-se
escravas : a tratar na pharmacia Torres, a rua
de Marcilio Bias n. 133, das i 1 boras do dia as 3
da tarde.
Precisa-sfl de uma ama que saiba cozinhar;
na rua do Vigarii n. 19.
Precisa se de um? ami para casa d-s peque*
na familia : nt ma dos Baararapi's n. 94
Ama. para coz i i har,
Precisa-se o>. uma ama para cozioh .> prfef-.-
re-se cserava : na rua Primeiro oe Mar< n. 20
A, loja.
Casa e tcrrenos baralcs n Sal-
ijatiinho
Antonio Juse Rodrigues de Sonzs, na Hiesoura-
ria das loterias a rua do Crespo n. 6, vende sua
casa de taipa e terrenos de seus sitjos no lugar
do Salpadinho : a tratar somente ccm a mesmo.
Aluga-se
o primeiro andar com grandes commodos c sotao
do sobrado sito na rua do Hospicio n. 63, junta-
mente a loja : a tratar na rua do tigario n. 31.
Preservalivo (In Erysipela
Descoberto pelo Bacharel
UfaHoel de Siquei a (];i\:jleanli
Tendo o Governo Imperial pcririttido ao des-
cobridor vender aquelle medk'amento, 6 publico
o tem a sna dispusicao.
Ciopoxito.H imiciiii.
ReeiCe : rua do Barao da Victoria (rua Nova)
n. 40, casa do Sr. Rocha Siqueira.
Rio de Janeiro : Corle, rua do Ouvidcr
n. 78.
0 Preservative da erisypela ja e bem conheci-
do : entretanto transcreve-se para este aonuncio,
do Jornal do Commcrcio do Rio, o? attestad^.'s in-
fra.
Queiram os Srs. doentes os ier, e ver por
quem eslao elles assignados.
luspector da saiide publica em Pernambuco.
Em cumprimento do despacbo de V. fixe, sobre o
requerimento do Dr. Manoel de Siqueira Caval-
canti, tenho a infurmar o seguin'.e : Acho jusla
a pretencao do suppiicante, porquanto o seu me-
dieamento preservati*i> da erysipela tem da-
do muitos bons resullados, nao so nesta cidade,
como na curie, onde elle tem sido applicado com
vanlagem e e procurado. A preparatfio deik i
simples, por ser tinlwa de uma so planta. 'O
inspector, Dr. Pedro de Athnyde Lobo Moscoso*
Declaro, por ser verdade, que padecendo de ery-
sipela, foi-me dado pelo Sr. Manoel de Siqueira
Cavalcanti um medicamento, do qual fazendo uso
por alguns dias nunca mais ate br.je, me tornou a
accommett r essa enfermidade. Pur me ser pe-
dido passei o presente, por mim feito e assignado-
Rio de Janeiro, 16 de junho de 1874. Duque de
Caxias.
Alleslu, que tendo empregado o medicamento
dymnamisado, que no? foi forneciJo pelo Sr. Dr.
Manoel de Siqueira Cavalcanti para o tratamento
da erysipela, colhi sempre resullados supenores
aos de todos os medicamentos conhecidos. Em tes-
temunho da verdade, e por mo ser pedido, firmo
o present. Rio de Janeiro, 13 de junho de 1874.
Dr. Salurnino Soares de MeirelSes.
Concordo perfeiiamente com o parecer supra.
Dr. -Joaquim Jose da Silva Pinto.
O abaixo assignado, doutor em medicina pela
faculdade do Rio de Janeiro, cirurgiao-mor de
brigida honorario do corpo de saiide, cavalheiro
da imperial ordem de Cnristo, etc.
Attesta sob juramedto de seu grao, que tendo
usad'i de um medicamento que lbe foi fornecido
pelo Sr. Dr. Manoel de Siqueira Cavalcanti, de-
nominado Preservative da erysipela tirou
sempre o nielhor resultado possivel, de sorle que
os-doentes ate hoje nao foram acommettidos das
erysipelas, que soffriim frequentemente. Rio de
Janeiro, 19 de junho de 1874. Dr. Jose Lino Pe-
reira Junior.
Tiverm 1871 dez r-r.sipelas em uma perna, fui
a Europa, e considerei-me curado, voltei ponco
depois, live novo ataque ; tomei o temedio Preser-
vative da erysipela do Sr. Dr. Manoel de Siqueira
Cavalcanti, e cessou a molesfia, ba mais de um
anno. Creio ser islo effeilo daqnelle remedio. Rio
de Janeiro, 13 de junho de 1874. Barao de Cabo-
Prio.
Gratis aos pobres.
Aluga-se ou vende-se ura piano de
rio : a trgtar na rua Jo Rartholorocu n. S3
Bom bocado.
Recebe se encommendas de qualquer qualid3-
de de bolos, banlejas para ca-amentos, pfiTlidas
e bailes : a tratar na rua do Imperador n. 14,
armazem Pidolidade.
A 1 WO
0 abaixo assignado faz sciente ao respatavel
publico e com especialidade ao commercio, que
tem justa e contratada a taverna s;ta a rua Vidal
do Negreiros n. 148, perienr.ente ao Sr. Joao di
Silva Santos, livre e esembaraca-Ja de qnalquer
onus: sealguem e julgar com direito a mesma,
dirija-se a rua do R'angei n. 1, no prazo de tres
dias. a cjntar desta data. Recife- 22 de setembro
de 1874 Jose Tavara de Gouveia.
Uraa pessoa que tem pratica e conheciraenio
de architectura, oltcrecese para eonstruir qual-
iner edificio, mediante o aju>te que se cootra-
lar, para cujo fim offorece g-arantia e se acha
preparada com os melhores materiaes ; quem de
net) prestimo se quizer utilisar dirija sea raa Im-
perial n. 277. ________
Quem precisar do um optuno copeiro, para
casa de familia ou de h-mem solteiro, dirija-sc a
rua da Imperalriz, sobrado n. 63, primeiro an-
dar.
0 Sr. Luiz Aprigio de Oliveira Salermo, quei-
ra apparecer a rua do Rangol n. 67 a negocio
particular interesse.
Banhos e dormida fresca no
Monteiro.
Aluga-se aili duas casas- pequenas, tendo cada
uma, duas salas, tres quartos e coziuha : a- tra-
lar na rua Neva, loja u. 7.________
Bods pianos,
ibegados de novo.
Vende-8e.
Troca-se.
E aluga-se.
No armazem do vapor francez, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Nova u. 7.
MOBILIAS
k \\m c de bia.
Vende-se muito em conta ; cadeiras avulsas, de
balanco, de bra cos e d dobrar : no armazem do
vapor francez, a rua do Rarao da Victoria, outr'o-
ra Nova n 7.
Perfumarias.
Pino.- extractos, banhas, oleos, opiata e pos den-
irifice, agua d-.i flor do laranja, agua de toilete
divina, tlurida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
crosmeiicos, muitos ariigu delisados em perfuma-
ria para preseates em frasccs de extractos, caixi-
nhas sortidaa t- garrafas de cvitl'erentes tsmanhos
d'agua de Cologne, (ado de primeira qualidade
dos bera coohecidos fabricantes Piv.T e Coudrav.
No armazem do Vapor Fruacez, a rua du BarLi
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
4r4sgos* de ilitTereates gostos e
pixantazias.
Espell>cs, leques, luvas, joias d'ouro, tesourishas,
camvetes, caixinbas de cosiura, albuns, qnadros,
e caixpobas para retratos, bokiuhas de veliudo,
Jita.de couro, e cestinhas parabracosde meninas,
ctaieotes, bengalas, eculo, pencinez", ponteiras para
charutos e eigarros, escavas, pentes. carteirinba de
madreperola, tapete para lanternas, malas, bolsas
de viagens, venesianas para janellas, e3terioco-
pos, lanternas magicas.cosmoramas, jogos da gloria,
do damas, de bagatella, quadros com paisageos'
globos de papel para illumimcoes, machinns de
faaer cafe, espauadores depalhas, realejos de veic,
accordao3, carrinhos, e bercos para crianca3, e
outras muitas quinquilharias.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de to
dos os brinquedos fabricados em differntes partec
da Europa, para entretimentos das criancas, tudu
a precos mais resnmidos que" k possivel : no ar-
mazem do Vapor Francez, rua do Barao da Vic-
toria outr'ora Nova n. 7.
Calcado francez
9$
Calcado baralo
l. o j a do Arantos
Praca da Independencia ns. 13 e 15.
Bolinas de peJJisa d'otfrada, cinno alto
e lacp, para senhnras 7^000
W/Bas tfc- duiaque preto e d> core?,
para seohcras SjOOO
Ditas-dedora^na de c*r,< gaspeadas e
oBfeitados, paia *euh+.ras 4^000
Ditasde draqo, gsfpeadss, e .prela
dfe- 2*000 a 3*000
Dltas-de pdlfica, pret*, eanrro a he 4*001;
Dilas de bezerro, part-bomens 7*000
Sapatos de doraqne, tie eor e couro 2*00o
Bolinas de Sueer e P&taeb, muito pova?, para
homeas, dilas pretas e de cores para seahoras
na I ja do
Vende-se
ub aasapna-viila de Bai^tins, na rua do Com
inercm, por prec/) modico : a tratar com Tasso
Irmaos & C.
Alfacas k tbm.
Alpacas de cores. Unas, cam listrap, largura
de ehita franceaa, a 360 r3 e euvado, e fazenda
le I* : so na rua do Crespo b. 20, loja de Gui-
Iherme & C.
Na loja do Pavao vende-se madapoloes france-
zesi inuito incorpado*. com 20 jardas a 6.000 re:s,
ditomuif) fino cmn 12 jatdasa 3,000 e 3,500", as
sira como ura grande sortimento de madapoloei'
raglezes de 4,:i00 are 8,000 e 9,000 : a rua da Im-
peratriz n.60, de Velix Pereira da Silva.
Pechineha
Odilcn Duarte A; Irmao receberam pelo ultimo
wipor um grr.nde c varia4i sortiarento de eoques
de cabelio humaao, o que ha de mais moderno, e
vende se pelo baratissimo preeo d 10* cada ura .
a elles, aut-s que se acabeui.
Vend* ?e nm.tern-no coin 100 palmos di-
SreBte e 40i> da fonjo, plantado com boas fructei-
rasecon* porpBr>;*s para se edifiear um bonitr
predio, por ser o lugar em um dos pontos que
para o trem da linha- do Apipuces : a tratar ea
rua da Cruz n. II.
A 120 rs. o eovadt.
Na rua da Imperatriz n. 60, vends se para aca-
bar uma grande quaatidade de las, resUjs tk di
>ersos s nimeetos, .desle 120 rs.' ate 500 rs.; >
tando-se que, quaado havla sortinientos comple-
tes, se vendiam a 1*280 e. !*C08 o conrado, ha
grande varidade era padru^s, os. que primcin<
cliegarem meihor pechncba fatao, a ella a ruftde
Imperatriz n. 60.
Vende-se o sobrado rneia agua, de dous anda-
res e sota-i, sito a rua do Fogo ii. IS, em lerrsa
proprio, e de muitu boa coBstrucQib, e que da bom
reHdimento : a Mtar com seu pronrietario, na roa
da Conceicao n. 22, ale as 9 da manha, e das 2 a.-
6 boras da tarde.
Fazendas muito baratas para
liquidar.
I".' irem deprcssa, antes qua 313 acabem.
Cambraias de cur, organdys, covado, a 2'i0 rs.
Algodao azul, cuvadi, a 160 rs.
Idem ua lkstras a 240 rs.
;nita preta muiio fina. covado, da 260 a 320 rs.
Meias para meniuas, duzia, a 2* a 2*500.
Chales de mertnd a 2*.
E muitos outros art'gos de. fazendas e rcupa3
feitas por muito mesos de seu valo- por se que-
rer mtidar de soi'.L'.ento : ni raa do Barao da
Vi'l ria n. Ii.
Para senhor a.
Chapeos, gravatas, collariiiacs brancos e de
cores, leques e ft ores arttficites : vende se no Ba-
zar VicU>riaa rua do Rarao da Victoria n. 2.
Cerveja
Botinas para homem
"Acabam de cbegar grandos jactura3 de botina:
de bezerro, de cordavao, de pelica. de duraqn.
com biqueira, de bezerro com botSes, e com ilho-
zes a 9^000 (a escolher) por ter vindo grande
luantidade por conta e ordem dos fabricantes;
Vende-se por precos baixos cerveja branca,
marca Raa1, e preta, marca Barclay, cm barricas,
ainbas de superior qualilade : no escriptorio dt>
Eduardo Fenton, rua do Comm;rcio n 22, primei
ro andar.
A 9$>5G0
Libras sterlinas : Cabuga n. 2 B
administrai;aq DOS C0RREH)3 DE PKft-
VeBde-se nma taverna bem afregui-zada para
a terra, com poucos fundos, propria para ura prin-
cipiante, na rua de Riachuello n. 40 : a tratar na
mesma.
Vende-se uma casa terreana rua do Cotovel-
lo n. 33 : a tratar na mesma rua n. 25.
Vende-se a taverna sita a rua dasCarrocas
n. 1, esquina da rna de S. Joao, com poucos fun
dos, propria para no principiante, e 0 moiivo da
venda sedira ao comprador : a tralar na mesma.
Vende-se
Um terreno com nma pequena casa no lugar de-
nominado Belem, no sitio que foi do Dr. Feitoza ;
a tratar ua rua do Imperador n. 10.
Casa para alugar
Aluga-se uma casa na rua do Visconde de Goy-
ann n. 109, com 2 salas, 4 quartos, cozinha, ap-
ptrelho de earabrone, grande quintal raurado e
c-im diversas aryores de f uc.to, cacimba e portao
para a camboa, aonde so pode tomar banbos sal-
gad- s e temperados: a tratar no largo da Santa
Cruz n. 4.
Aluga-se
nma casa terrea ?ita na rua Velha n. 66, com 4
quartos, coziuha, bom quintal e cacimba : quem
0 pretender dirija-se a rua do Sebo n. 8._____
4o cominertio,
0 padre Jjse Fernanaes de Madeiras, coad-
jutor da villa do Acry eapeNa .le Curraes No-
vos, no Rio Grande do None, avtsa a quem inte-
resaar possa, que deta data em di rate seaisignara
pir Jose Fermndes de M.ria. Villa do Acary, 8
de setembro da 1874.
Aluga-se uma ca-i lerr a na ma do3 Pesca-
dores, com 2sal.-, 3 quartos, coziuha fdra fl quin-
tal grande, ;.i ca-.tm'M : tratar na travejsa de
S. Jose n 22.
Quem precisar alugar uraa preta escrava,
perfeita engominadeira, e de boa conducts, dirija-
se a rua da Aurora n. 49.
Obras inedictas do flaaao vigarfo
Frandaro Ferreira Barreto
Acbando-se ifllpresso o 1' vuloxne (prosa) deiti
important obra, oi e-jiioia Miim A Jdjfls
nliores siDScriiJtore' Sc o ir '"
aonde subfcrevenanl rkQm/coa
ainda quIferMi *utt*4o\>r, o-po
vranas data prap, fn* nesia t
Torres n.W, melilffla a
nesta ocefsiao. atro
sociedade A a quem
mettara np as
sceber uo'
para serei
dkmos ess
Alu|
povoacao
rador, li\
?>r
''faser M9-
ruado
5*- paga
liente as
enviaraos circulares, que ro-
fAfts^fcOJrtliis'iulcfnlrWas,
i enyiados os exemplar. Recommen
i(^a'H9- 'se por preco rairavel" uma casa na
i: a tratar .na rua do aupe;
0 abaixo assignado declara ao respdtavel cor-
po do commercio que dissolveu a sociedade qne
tmba com o Sr/ Luiz Manuel de FreiUs Ribeiro,
na taverna qne gyrava sob a firraa commercial
de i.'ampos & C, desde o dia 11 do corrente, fi-
candi o mesmo abaixo assignado obrigado pelo
actiyo e passivo da mesma casa.
Villa do Cabo, 22 de setembro de 1874.
Wilson Rowe & C. vendem no seu armaiau
a rua de Commercio n. 14 :
verdadeiro panno de algodao axul amenaaao.
Excellente fio de yela.
. Cognac do 1' qualidade
*"* ao armazem do Vapor Francez, a rua do Barao dB- Vinho de Bordeaux,
anna- Victoria (outr'ora Nova) n. 7. Carvao de Pedra de to
Para senhor a.
BOTINAS pretas, brancas e de c6res. diflerentes
lisas, enfeitadas e bordadas.
SAPATIN'HOS de phantasia com salto, brancos,
pretos e de cores differentes, bordadas,
SAPATOS de tapctes, chariot, ca3tor e de tranca
Para meninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentas,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTJNADOS de diversas qualidade?.
SAPATOS de tranca portugnezes.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavao,
BOTINADOS e sapatijes, de beaerro, de deversas
qualidaaes.
SAPATOS de tranca.
Botas de montaria.
Botas a NapoleiLo e a Guilberme, pen.ir
meias perneiras para homens, e meias perneira
para meninos.
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria n. 7. |
i .'.as as qualidade.*.
Grande liquidacao.
De calcados, fitas de sarja largas e estreitas, e
tudo o mais concemente a uma loja de miadezas:
rua da Imperatriz n. 86.
Vasde-se umu escrava moca e de bonita
igura, sabe cozinhar e engommar com perfeicao
Sscm defeitos: a tralar Ba rua do Marques de
linda n. 57, outr'ora rua da Cadeia, no oscrip-
torio dos Srs. Parente Vianna & C, com Jose"
Antonio da Silva Guimaraes, ou na villa do Cs-
bo, rua do General VicJeriUia- 21.
tj?110f I l''frnan;lp; I'j rni)y-
i 'aixeiro
Na rua do Rangel n. 1, precisase de um raeni-
I no portugnez de (2 a 14 annos, com pratica de
molbados, dando fiador a sua conducta.
Aos nerrosos
A NOVA E5PERANCA acaba da recej>er a'qnel-
ios milagroso8 anneis electricos, cura infallivel des
nervoscs.
Para concertar meias
A NOVA ESPERANCA, a rua Duque de Caxias
n. 63, recebeu desta necessaria linna.
tifa*M
e engomirta'-se co,
hofljem o de sen_
loja nor traz da"
rtialoBarMftt4fWoria
;o# accio e neifi
tp : na ru dc '
a Tabrica de cna
. aPa ff
fima
e sol
*
Para adiBinvstradar de epeephp. .outro qua*.-
fr empregp, e'tn^smo l^jmm&'w'v***
rece-'se uqja pessoa qiie teni ba'tante PWc|,
al"'ffaJnaa*or, se for para eobrancas : a'Hrata}
farga ^ Rrto n. l,*Wja.
Aluga-se nm excellente sitio no Monteiro,
junto a e3lacao da liana ferrea, com miut03 com-
modos ; tem jardim, coxeira e gaz : a tratar na
rua do Imperador n. 83, 2. andar.
m&s
Ccmpra-se um tanque de ferro que leva iO
canetos d'agua, pouco mats ou menos : na rua do
Apollo n. 10, armazem.
Boa venda
Vende se o estabeJecimenlo de cabelieireiro, silo
a rua do Rangel n. 36, prompto da todos os ob-
jectos tendentes a arte, e tambem muito afregue-
zada, visto a pessoa ter de se retirar para fera da
provincia, muito propria para principiante.______
Vendefe um terreno com 62 palmos de fren
te e 170 de fundo, com uma casa no centro, pro-
pria para familia, todo murado em roda, alguns
pea ie fructeiras, por preco c ramudo, silo a rna
do Capitao Antonio de Lima, em Santo Amaro : a
tratar.na taverna n. 70 da mesma roa.
^ende se duas casas na rua do Visconde de
Goyanna n3. 20 e ?5, p b n fcbrado na roa da Res-
tauracao n. 34. Aluga-se u atuiatem na rua do
Senhor Bam Jesus n. 6 : tudo a tratar na rua
acima n. 16, dis 6 a3 9 horas da roanba.
[
]

N

'
-
1


* "Vi*. .
*I8fetfW di* Pernambtico ^ Quiiita (eira "24
lbU.
Fazendas e artigos de a!ta
iK)vidade
NA
DO M880
faienda,
la, etc
Rna Priureiro de Marco a, 7 A.
KCerdelro wimuea A C, proprietaries
deste importante estabeleciaiento^ oo loavavel pro-
proslto d nao desmcntirem i conceitn que os
seus aumeresos freguezes \fbes tem dispeusado.
tcabara dercceber de sua conm o mais Vico sor-
iimeoto do sedasv popelinas, las a anigos a ul-
tima moda em Paris e contiauarao a receber
por todos os paqueter, daquella procedencia ; por
isso cfcamam a attencao de seus freguezes e os
eou*dam a darem um passeio ao sea estateJeci-
mento, garandndo-lhes que encoatrarao a reali-
MM do que fie* dilo, .e para prova dao um pe-
qoano resumo, cujo lufallivelraente despertara a
rattenclo d'.is prcfendontes.
Maudam laeoedas a casa des freguezes, e dao
amostras m-diante penhtr.
JVtalgos de alia no\idutle
ulti:ua nlA.
Cartes do vtido de Moho gaawecidos de bico
da mesma fazenda e cOr, trazendo flvelia, bolca,
cm to, etc etc.
Riqaissimos chapeos para senhora, de cores e
pretos.
Cortes de carcbraia braacos com lindos bor*
dado*.
Ditos de cores com enitites da mesma
tiguriao, etc. etc
Capas de la para meninas e senhoras, guarnc-
cidas de armisbo.
Vestuarios para NtjKRfSftt.
Riqnissimas camisas bordadas para senhora.
Leques de madreperoia, para aoivas.
Hicas c Ivhas de seda, para casatneoto.
Ccrtes de seda, lindas cores.
Gorgorno de seda hranca dito pretc.
Sedinhas de delieaJus padrSes.
Setim Macao de tolas as cores.
Grosdenaplcs pretos e de cores.
VeHado prcie e- damasco de seda.
Gnmadrae preta e de cores.
file de seda branco preto.
Ricas ba>qt?:nas de sew*.
Casacos de merino de cores,
Manias brasileiras.
Cappllas e mantas para noiva.
Oambraia de cores, ditas mariposas brancas, de
cores, lisas e horladas.
Flor do bosque (novidade).
Percaliaas de quadros, listras, etc.
Brins de Iinho para vestidos.
Fastan da cores.
Saias bjrdadas p^ra senhora.
Grande sortimento de camisas de iiuho li ;as
bordadas. para homem.
Meias de cores para homem, senbora, ranniecs
e meninas.
Sortiir. nio de chapeos de sol pftra homens e
senbora.
Meriaas de cores para vestidos.
Dtto'pieto trancade e de verao, borabazina, oan-
ao, alpaca, etc. etc.
Attamadu de liuho e algodao papa loalhas, <>ito
pardo.
Damasco de la.
Brim de Iinho branco e de cores.
Serins de lindas cores com listras.
Cbeles de merino de cores e .pretos
Dili de touquim e ditos de casemira.
Cau.isas do chits para homem e ditas desk-
oella.
Ceroulas de tioh i e ditas de elgodao.
Pa^nos do crochet para sote, cadeiras, eic.
Leaf os bordads e ditos de lai yrintho.
Ricos cortes de vestidos de tarlatana, bordados,
para baifes, e tarlatana ae todas as cores.
Coiebas de damasco de 15, e ditas de crochet.
Espartibo:- lifos e bordados.
Foulard de seda, liadas cores.
Meias de seda fiara seuhoras e raeninas.
Casemiras pretas e de cores.
-PopeliniMc.
Neste artigo teat* um varialissimo sortieaento,
oao so em go Las
com listras de seda, ditas com pal nas bordadas,
ditae MMpWMlea e de octrae ruuitas qaa'. Liivaa
de pallica braocai o do cores, do verdadeiro fa-
oricnte Jouvio.
rinnlmente :
tapetcs para sofa, cadeiras, caina, entrada, etc..
'.ambraias brancus, chitas de todas as quaNades,
aiadapoioes, esgwaj, t relannas, bramantes, algo-
J5es, cijllarinhos, punrrs, rm ias para homem e
enhora, punhos e collarintios brancos e de co-
res para seuhoras, gravatas para homem e senho-
ra, peitos bordados, lencos de Iinho braneos e de
A>re3, ditos de carabraia de lioho, toalhas.guar-
ianapes, panuo flao, etc., etc.
Loja do Passo
Rua Pri.noiro de Margo D. 7 A
antiga do Crespo.
N.7 2.R
Grande liquidaqao.de fazendfs
N.7'2
Mend
t r i z

0 4S Queimado -
liaslnlia* vcrclnrieiras.
k 2-00 rs. o covado
& li
0 43
Ceroulas e camisas*
T
cezas de todos os taraanhos para homem a
P0M4B
VENDE-PE
TOflOS STC iifSniirani !!
Liilbhas verdndeiras com llndi simos padroes
es iruimaraes iKmaesMiSS^cs&*'^K
i aminas para manaarem buscar as amostras.
IIUG
Tendo os proprietaries dc6te estabeleotmento resolvido diminuir o gianJe Jerosiio ie fa
jendas, cntenderara fazer esta grande liquiJacao, cjmose ve" Jos preyos aba'.xo meocionadoa :
Hua do Queuuudo.
15J600, e ditas de Iinho a 2?J00, 2(?500 e Da roT^" H-spieto n!,7!'
|3WflO:
CamlSBS brancas com peitos de algodSo,
faZenda fina e por estarem um pouco en-
1 xova4badas a 20|JOOO a duzia, ou a 18800 j
jcada urna, ditas com peito deesguiSodej
jlihho a 35000 e 3$500 cada uma, ditas!
[ com peitos e putihos de cdr a 2$000 e J
29500: & rua da Imptralriz n. 60, de Fe-
lix Pereira da Silva.
Vende-se peg de sapotas de optima qualidade
Chitas largas a 100, SCO e 280 reis.
Vende-se chitas franceias e flnas a ii0,280 e 320
o covado.
LiUmhas a 120 rcis.
Vende-se ISainhaa para vestidos a 120, 210, 320 e
400 reis o covado.
Chitas para cobertas a 260 reis.
Vende-se chitas para cobertas a 280 e 360 reiB o
covado.
Alpacas de cores a 6VO reis.
Vende-se alpacas de cores, Unas, para vostiJos de
senhoras, a 6\0 re"is o covado.
Metim de cores a 3?0 n'l.
Vende-se metim de c6res par* vestidos de seaho-
' ras, a 320 reis o covado.
Cassas flnas a 280 reis.
Vende-se cassas franeens. finas a 280, 3JO e 360
r6ts o covado.
Cambraia Victor a 35000
Vende-se cambraia Victoria para vestidos a 3|,
Z&m e 42000 a pec*.
Cambraia transparente a 2 e 3/000.1
Vende-se pegas de camVaia trartsparento a 3*,
33500, 44 e :>?..
Cortrnadss a 14*009.
Vende se cortinados 'Bordados para camas a ll-J'
164 e IBS.
Ganga affiarella a 530 reis.
Vende se ganga amaTella para vestidos de senho-
ras e roajia paraeninos. a 400 rtis o oovado.
400 iota
cores part
ra'.cis c
Rrim de cores a
Yende se brim pardo e de
400 reis o covado.
Toalhas para rosto a 700 reis.
Vende-se toalhas dt lijilio para rosto a 700 e 800
reis cada uma.
Chales de la a 610 reis.
Vende-se chales do la de quadros a 640 reis, rha-
les de metim a 14160 re"is, chales de memo
linos a S4, e chales de metinrt estampados, a
34600, 44 c 34.
Aberturasa 26009.
VcD;]e-se abcrturas de Iinho bordadas, para ca-
mil*s, aSio 3^500. Ditas de alcodao a 200 a
400 refe.
Cortes de casemira a 54000.
Vende e corl- s de casemiras finas para calcas a
34,04300 e64
Cortes VerrJe se cone's de brim de cores a 14400. Dilos
Cobertas a 24000
Vende-se cobertas de chitas de cores a 24.
Colctos a 24J(0.
Vende se cokhas de Tus'lao para cama a 24,
44-
Paklots a 3.0C0 rs.
^ Vende-se paletots de alpaca preta a 3, 3,60
3,000 rs. ; calcas 4e casemira pretajc de core
leies de ccserarra preta e de cores," e outra s
tas ronpas feitas baratas c fazeudas one est
quidando no Bazar .Nacioturl, a rua da Ira
Iriz a. 72.
u
Na. rua Direiu n. 14. vende-se novissima cal de
Lisboa da ultima chegada.
,ra o labrico de chapeos
A NflVA ISPBRAN'CA recebeu 0 araim proprlo
para armagao de chap'eas.
Vende-se
Uma pfopriedade & margem da Cambde
&bs Reisedios, contendo barro para toda e
qualqU^t- obra, com uma gran ie ol'arta,
casa d* vivenda e trcs viveiros com peix^s.
Proiocitte-s^ fazer todo e qualquer negocio :
a tratar com De'lfirti Lins Cavalcarite Pes-
soa.
34 e
Organdy.
um sobrado em caixao e uma casa terrea, sito a
rua da Sole^ade ns. 2 e 4 : a traiar na mesma
rua n. 54, das 3 as 6 da tarde.__________'
Cortes de cambraia
Na loja do Pavao vende-se cortes de cambraia
transpafenle com babadws largos, tauto braGcos
como de cores, por baratos pre;os, por terem al-
a rua da -Impcratriz d. 60,
Cura is cstratamento d'urelra rH9rffi^
pela facil applicacao das
SONOAS 0L1VAES
A' rww do Cetit;a n. t .1.
Organdy <3e a ceo to branco e it cOr, com Ho-
res miudas e listras dc seda e de ii a 400 rs. 0
covado, e teenda de 14, e e pechincha : so na
rua (to Crespo q. 20, loja.d-< Guilheraie C
tetftk kimftw
Que a NOVA ESPERaKGa, a rua 'Deque de j '0 ahtigo barateiro rsrftinua a vender por mencs
-.alias n. 3, bem cenhecida pela siiperieridade de!%o m:e artro quatqier, com a fraujr.jca e shl-
PREDILECM IE'm{ sareivse
* ****#AUUU A iJL I Que a .VOVA ESrSRAKCA, a rua Deque de
^s proprietarios da Predilecta, no irtuito a ,^eus ""gos de mot^a phMtasia, acabo de rece- -ceridade ja conhecide.
weserwr o'bom cooceao que teem tnerecido dc ber diyersas enconxstendas de mer adorias de sna LSs de tires a 20O-c$tO rs. 0 cdittftt
j repafu'cio, que pc cleganci 1 bem moS'.ra aptidao'Las pretas superior, A 400 rs. 0 covade.
e bom-go-to de seus antigos correspoadentes deiLa e -seda, fazeada rie 1^100 por 700
|Europa, e por est raiao a NOVA 'BfcPERA^CA,| vado.
1 a rua'-Duque de -Caxias b. 63, corNkte a sua bea Mm de c6res a 4fl 280 rs. 0 ro^-'ifto.
e constante fregaezia-c cam especialifiade ao seeo Meuits de. cores aU80 rs. 0 euvado.
rel, a visitarora na,*Bin de ap-.wiarem e Cretoees de padroes lindos e mods
.---nj } 44 rs. o covado
A NOVA ES'BRA'NCA nao qaerentrar no-ru Bapttas de liados padroes a feOO rs <
mero dos nwesantes (verdadelrds aZllcrin?) com Cambraias de c5r^T TSIudas e graudts
extensos anooacios e nem dretende descrever a; oevado,
BW
da
00 rs. 0 co-
raos a 400 e
covado.
1 280 rs. 0
24008-8 -metro,
chincba.
1-3800
fazenda
fazenda
ara ; 6 >pe-
respeitavel publico, distinguindo 0 sea estabeleci-
Eento dos mais que i: -cociam no mesmo genera
wem scienfificar aos seas bons fregcezes que pr-
verriramaosseus correspondentes nes diversaspar-
cas U'Boropa para Ihcs enviarem per todos os pt-
quetes os objectos do luxo e bom gosto, que se-
jam mais bem aceltos pelas sociedades elegaaes ".^S?^!d,lr^; a
JaqaeHes paizes, vfeto aproximarse 0 tempo de j
'esta, em que 0 bdHo sexo desta linda Veieza I
mais oscenta a riqueza de snas toillettes; e co-
mo ja recebessem pele paquete francez divtrso
artigos da ultima1 moda, veem. pa ten tear alguns
d'entre-elles que se tornam mats recomraendcteia,,
esperacdo do respeitavel publico a costBmadaje K,ma a "beriiadene acorlselhar ao bello sexo
concarrencia. ^ae a v'snem constaatemKnte, psra depoy que f
Aderecos de fetrtarnga os mais lindos que teem comprarem em outra qualquer.parte Dao -se arre-i Cambraia trans^arente. rlua, a 34 a^pe^a.
vindo*o mercado. pendefem, a visia do bom e esco'hido soriimehtof IWfa Vrctofia, ffca, a 343<5o a peca.
Albans com riGas capas de madreperoia e a* : *pe ha em d>to estafeelecimenio, esta razao tam-l A:goJ5o traneado, alv-o, a 440 rs. awa.
vellafio, sendo dwrsos tamaohos e baratos pre- fctm demoHstra que qualquer seolwra do Com torn,J8rira branco ee Iinho a 14400 a vwra.
os ,linao podera corapietir a ela^auaa de-sea toiiet'EBltos de cdres-Se liuho fi'09 a 500 rs. 0 covado.
Aderecos com*etos deborracha proprios.parai":lraI!1ue*-"TnPasf>*:o a .N0VA E3PBRATVCA, a. ftfada'polao Treacez verdadeiro, 24 jardas, a 6^ e
Ha, laaabea se vendem meios aderecos malto'bo- i.i *>uqae de Uxas n. b.i a qual acaba de refte-- \ 74 a peja.
Bet os sogaintvs artegoMe luso e inleua aovida-i. Algo8aoT,-larfo e superior, a 54 a peca.
'(Svrgorao f>re;o de seda para vetidc e para coUste
Modernas tettas Dara prender es cabellos j a 34 c ccvsdo
PrimoreE^s leqnes de phaniasia. ffoalbas |rBdes a 445*0 c Bonitas sahidas de fcailes para senhoras -3 meiiB-j Cbfcftas.granges a 34 ntec.
na9- iLehcoes debramante a^t am.
Inieressatrtes gravates para seafcoras. i Cobertas de^anga, forradw, a 2-4e 34.
Elegante* facbas deiouqoim. VLen^.s de Knho, ?bas!ados e eu caixinbas
Bons aderecos de nwdreperoia. 34500 a duzia.
Delicadtis adcregos pretos de pufalo e torracba :Jitos de vtrss a 345P0 a duzia.
(gosto-novo). e omros-RXtitos artigs.[Kr prec rEo aa rwa dt Crespo .-2, loja das 3 portas. Bao- j ~-, Vifnhi!
^^^ ___^________IpaS a
DE
COMMA ELAST1CA
As mais modernas e aperfeicoadas de todas
as conbecidas
Vendem-se
NA
PHARMACIA E 0R0GAR1A
DE
Bartholomeu & C.
____34- Rua larga do Uosario 34
Cortinados para camas
Na loja do Pavao vende se um grande sortimeu-
to de cortinados bordados proprias para camas e
janellas, pelo barsto pre^o de 8, 9 e 10,000 rs. o
I par, assim como eulehaa de damasco para camas
jde noiva a 10 e 12,000 reise pechincha : a
rua da Imperatriz n. CO, de Felix Pereira da
Siiva.__________________________________
rentes girafe.
Rentes girafe, proprios para senhora, ( ultima
muda) : a Magnolia a rua Dujue de Caxas n. 45
e so Papai, mamai.
Como sao linda? as bonecas de. cera que cha-
ma:n papai, mamai, chram, andaro, etc. So na
8gnolia a ma Uuqae de Caxias n. 43.
Gaiolas-, gaiolas.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 43, re-
cebeu gaiolas de arame de iindis>imos modelos,
proprias para passaros ; a ell is ant.-s.que se aca-
bem.
Engenhos em Mamam-
guape.
Vende-se os seguintes:
Barra,
e Pateiclo
A tratar com sens proprietarios aesta cidaa
e para informacdes com Joaquim Pinto de Met-
relies Filbo na mesma eidade de MaraamguaiH
.-so frmios aTc.
Attencao
Salsa par-ilha
Salsa parrilha
Salsa parrilha
muito nova e de boa qualidade, tem par* vender
Barthrdomeu & C
'4 Rua larga do Rosario3i.
Vrjam e admlrem.
A 500 rs. o covado.
0 barateiro da rua da Imperalriz n. 60,
j vende popelinss pretas cem listras asseti-
nadas pelo barntissimo preco de 500 rs. 0
covado. para acabar.
e
Lavas \mnm
de Jouvin : a M: gnolia, a rua Duqne de Caxias
n. 45, e soqo'em as tem fres*as.
t'ara senhoras
.Como sao lindas 0 modemas as gravatinhas que
a Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, acaba
de receber I
j Sedinhas a 1$500 o cov do.
Venham antes que se acabera : na loja do Passe
a rua 1.* de Marco n. A.
Lustres,
arantlelias.
A empreza do gaz, tendo recebido ultiair.m.-n'.e
uma quautidade de lustres, candieiros, arandellas,
globos etc. etc., tudo o'ora de gosto e d^ primeira
qualidade ; acha se em posi;ao de suppnr a seus
freguezes, por precos men ..res do que antigawen-
te. Para verem as amostras, dirijim-se a rna dc
Imperador n. 31.
Tio
Vende-se na ma do Vigario, eseriptorio de Tho-
maz de Aquino Fonceca & C. Succe-sores.
Fiambres
Into.
riites 1V-
B estfdos de seeder* ; tambera tem para collete i
naMtit
Bclsas para senhoras, exists um bello sortimeo-j
do seda, de p3'ha, de chagrim, etc., esc, \mt j
barcto preco.
Bonecas de todos os tamachos, tanto de louft
eomo de cera, 4e borracha e de massa ; chama-
mes a attenpto das Exmas. Sras. para este artigo,.
peis as vezes tercam-se as eriancas um pouco im-.
pertinentes por falta de ora obiecto qoe as en-
tretenham.
Camisaa de Iinho lisas e com peitos bordados
para homem, veodem-se per preco comsodo.
Grande liquida^ao.
de mindezas e chapeos: no novo Bazar, rua do
Marque* de Olinda n. 53.
CIIEGA
a*B.
I
^
I
E' com as seaboras.
A >!- ?noiia, a rua Duque de Caxias n. 45, par-
.icipa ao bello sexo que acaba de receber da Eli-
ropa, am compieto aortimento de artigos de ulti-
ma moda, e como acha desnecessario fazer um
enfadonho anuuncio, por ja ser bastanle coahe-
cida, e caprichar sempre em ter boos correspon-
dentes, sendo a primeira que apresenta 0 que ba
de mais aoderno e por pregos mui razoaveis, por
isso limita-se a descrevcr somente 0 seguinte :
Sedan douradas.
Bicos de cores, tanto de seda como de guipure.
Leqaea dourados, de madreperoia, rcarfim, tar-
taruga, osso, etc.
^nliiilaM de L..i e.
Presenter, diversos artigos proprioc ,'.ara pre-
sentes.
oiinbaK e punhos.
fiarma 1 para missa, cora capa de madi'eperola,
tartaruga, marflm, velludo, etc.
Supniiii lti-H de setim para baptisado.
Camisaa bordadas para senhoras.
LigaM de seda.
PrnnjiiH moeaicas.
*it'icoH de tartaruga.
Voltas'de madreperoia.
a*al8oiraS de madreperoia.
I.intnM tlores para cabeca.
olssn de velludo.
Perrumarlas dos meihorec e mais afamadoe
fabricantes.
Citap<-eM de sol para senhoras.
ft law de velludo de todas as cores e larguras.
Moscas.
Qaereis iivrar vos destes malditos icsectos? com-
prai uma m.iChina de matar moscas por 34000
na Magnolia, a rua Dujue de Caxias a. 45.
Calviee.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 43, ven-
de 0 verdadeiro Vigor de Ayer, que impede a
cahida dos cabeilos.
Sardas e panos.
Is6 ten> sardas e panos quem quer; porque a
Magnolin. a rua Duque de Caxias n. Mi, tem para
vender a verdadeira Cuticuleria, qoe fax desappa-
recer estas manchas em poneoe dia?'.
Grande descoberla
Curativo das molestias do
peito pelo
Xnrope do suipfftito do soda
A. HI 11 \^ I
Este importante medicsmento qne acaba da ser
recochecido" pelos distinctos Drs Zallpai e Paras-
cbevas como um verdadeiro c-peciieo contra a
pbtysica, si-gundo provar'ara r.os grandes nume-
ros de casos por elles ffiperimeiitados, como se vd
na sessao da academia de Paris de 24 de marco
io errrente anno, eneontr?.-se unicamecte no
Depofito-da -.bsmiacia e drogaria
de
I7ai'(holomou & C
B. 34 Rua larga do Rosario N.-34
j ta proviBc.a, p-oporciona aos btbitantes deila as
maiores vantageos
Se
E se nao vejam
Caixinhas cok musica, 0 que ha de rrais lindo,
oiB disticos bs tampas e.proprios para presen-
te
Coques os mais aDodern<. de diversos lonna-
ufl.
Chapeos para seahora. Reee^eram um sortimentc
da ultima moda, tanto para -senhora, eoaao papa I
meuinas.
Gapellas simple* e com *ec para noivas. >
Ca^as bordadae para raeoisas.
Eatreraeios estampados e i jordados, da lindoa i
Sscovas electrises para dectes, tem a proprie-
dade de evitar a eerie dos dectes.
Franjas de seda pretas e de cores, exte am i
traade sortiraeoto de divercas larguras e baralo j
preco.
Fitas de saria. a>\a*o de diversas firguras e fconitaa cores. .
Faetas de gorgurao muito linias. i todas as ^aalidades para embarques, e tem
Ft. r- artificiaes. A Predilecu pnma em con- I *ec,Pre feparados fiambres inteiros e a retatoo,
ervar eempre um beilo e grande sortimento des- pas^is dediversas quakdades, eropadas de canta-
tas flores, nao so para enfeite des c^bellos, como 1 ro?f e, ('arQe- _
amhem nara omatn i5,> vMti as desejadas lazinhas a 200
rs. o covado.
Rua do Queimado n. 43.
(Oefronte da loja de chapeos da Pracinha.)
a iimiacao de seda com riquissimos
j padroes a 200 rs. o covado. So o 43. Dao-se
amostras. Venham antes que se acabera.
para vender na Assembles do
& Lima, rua do Commtrsio nu
Oortes *le casimtra a 4#, $}]
e 6j3OO0.. Chocolate hespanhol
m i j n j j 'muito mm, tem
Na loja do Pavio, veade-se ejrtes de ea- commercio Meir
jsemira para calca a *%% 5 e 6-5000, ditos mero 22.
joiuito fi sio umas6c6r com Iktras ao la-j
| A, fazewia qoe sempre se vendeu a 9JS e \
tudo quarrto e ne-J.tW00e| ^ida-se aT^OO para acabar: |
& sun da Imperatriz n,.60, de Feiix Pereifa j
4c Silva.
uma pessoa
coseano para
Um casaeflto
Ura baptisado
Uma parlida
Ura cba para vfsitas
Um lauto jantar
?ao tem mais do que ir oa mand^r A con-
feiUiria do Campos, rua do
Imperader n. 24
Alii tambern se encarregam dc bouquets, flares
e folhas para casamento : assim como, de doces
E' baralissimo.
Attengao.
loordovao; veode
}uo 4e Caxias a.
E1 economico.
Enfeitam-se fi.mbres, bbjos, paes-de-16 e-bao-
deijas, tudo por pre50s razoaveis.
Allialegra se avi;ta e satiefaz-se asexigencias
od paltJar.
ambem oara orcaw da vestido de noivaa. **?.}a? , Galoes de algodio, de la e de sete, brancos,ipre-! WSS? '""P**3 ,e promptidao._
os et de diversas cores. '
Gravatas de seda para homem e senhoras.
Lacps de cambraia e de seda de diversas cores
para senbora.
Ligas de eeda de cores e brancas bordadas par*
niva.
Livros para ouvir misza, ccm capas de madre-
peroia, marfkn, dso e veliudo, tudo qUe ha de
bom.
Pentes de tartaruga e marflm para aksar os c-
bellos ; teem Umbem para tirar caspas.
Port bouquet. Um bello sortimento de madre-
peroia, marflm, dsso e dourados por barato preco.
Perfumarias. Keste artigo esta a Predilecta bem
provida, n5o so em extractoa, como em oleos
bantas dos melhores odores, dos mais afamados
fabricantes, Loabln, Piver, Sociedade Hygienica,
Coudray, Gosnel e Rimel : sao indispensaveis para Doces seccos e em ealda
-------- PfAproveitem antes que se acabera, popelinas de li-
1 oho, padroes model nos, pe'o baralissimo preco
i de 400 rs. 0 covado : quem duvidar, venha ver e
Scaxa gifeema aropoi.para11 conwrvacao.do r canwrar : na rua Duque de Caxias n. 88, loja de
a?0VA "WawANCA, a rua Du- Demetrio Bastos.
63.
Salsa parrilha
Muito nova grossa.
Veiide-se por barato preco, em porcao oh a re-
talhoj aa rua larpa do llisario n. 34.
Espartilhog.
Na loja do PaVSo, vende-se cf^arirthos
dos maie modernos a 3|f500 e MWOO cada
um ; assim come bonitos cintos eom laces
Vende-se
ca rua do Vigario n. 19, primeiro andar :
Vinho do Porto engarrafado, em barris e em
aocoretas.
Cera em velas, de Lisboa, superior qualidade.
Retroz do Porto.
Cimento Portland, legitimo
Farinha de milho
jde setim a 5tOQO,e sedinhas lavradas
Ie mofo a 12000
n. <30, de Felix pereira da I
Veode-se farinha de milho moida a vapor, dia-
riamente, da I" qualidade, para cuscus, 12patacas
a arroba; da 2, para cangica e pao de provenci
a 11 patacas; da 3", para augti, a 10 patacas; da
com ; 4*. para mangunza, a 9 patacas : na rua do Coto-
Tem muito bons a Assemblea
22, a do ommercio.
do Comnscreio a.
Salsa-parrilha do Pard
Tem para vender Antonio Luiz de Oliveira Aie-
vsdo, no seu eseriptorio, a rua do Bom Jesos BQ-
mero 57.
Aos cigarreiros
A NOVA ESPERANQA vende papel de lfefec
proprio p3ra cigarms. de diversas larguras.____
VENDE-SE
Na rua do vigario n 19, vende-se c segainte :
Cimento de Portland, em primeira mao.
Vinho do Porto, engarrafado, linissimo, t.n cai
xas de dazia.
Dito dito em barris e aucoretas.
Vinho Sherry, ingiei em caixas de iuiia.
Viuho Collafes em anioretaa,
Cera em velas, de LislHth
Cora em grume, idem.
- Vetde-s > dual partcsle-uma casaltrrea"
sita a rua \elha n 79, com muitos bops commo-
dos : a tratar a rua da ConceicAo n. 60.
Bramante para lencoes
a 1|800 2#000 e 2|500
Xaloja do Pavao vende-se superior bramante
para lenroes, com 10 palmos de lurgnra, ace ape-
nas precisa da 1 vnra 1/4 para um Icncol, sendo
de algodio a 1,800 rs. a vara, dito raais eii-
"jpado a 2,000 rs., dito de liuho puro a 2.F00 e
2,800 rs.; assim como atoalhadas supericces,- tan-
to de Iinho como de algodao, porpre^o, nim'tj em
conta, e pecas de algodaozinho cura I uf-ieae toa-
!has, tendo de 4,000 rs. para clma : a rua da im-
peratriz a. GO, de Felix Pereira da Silva.
E' bouito
da Impecatriz
Silva.
Fusllio.
S6 na COnfeitaria Assemblea do Gdnunercio
Rua do Commereio n. 22
Ifeira k Lima
0 proprietarios avisam A seus freguezes que
teem para vender o seguinte :
Cinco minutos da attencao
a festa.
Saias bordadas para senhora, por commodo
preco.
Sapatinhos de la e de setim bordados ,para bap-
tisados.
Tapetes. Recebeu a Predilecta nm bonito sorti-
mento de diversos tamanbos, tanto* para sofa co-
mo para entrada de saias.
Vestimentas para, baptisado o que ha de melhor
gosto e os mais moderno t recebeu a Predilecta
de or arrto preco, para near ao afeanca
qnalquer bolsa.
Vende-se a taverna da rua da Ponte Vein;
n. 1, bem afregoffctla c com pcqu?n?s fundos : a
tratar na mesma.
Cura das hernias, pelas fun-
das de borracha.
As melhoros e mais aperfeicoadas das aid hoje co-
nbecidas.
Vende-se
na
Pharmneia e Drogaria
de
Bartoloaneo A C.
**Rua larga do Rosario 34
Vaccina. Vaccina.
Tendo o Sr. Dr. Jose Lourenco de Hagalbaes,
montado na corte ara compieto servico deste ar-
tigo, teni aqni aberto um deposito da melhor e
mais recent?, cujos tobos se encontram na
Pharmacia e drogaria
A'
34rua larga do Rosario 34.
Aproveitem
0 PARIS N'AMERICA, a rua Duque de Caxias
n. 59, primeiro andar, esta vendendo calcado pelos
seguintes precos:
Botinas '
Ditas de
Ditas de dito "com bowes ao'lado, a 4,000 r6is.
Ditas gaspeadas, cano alto, pira senhora, a
5,000 reis.
Ditas de pellica, ingleza, a 4.000 rtis.
Ditas de daraque bordado, para senhora, a
5,000 reis.
Ditas de duraqud, de otp, para meninas, a 3*.
Em quanto 6 tempo
Empadas de camarao
Fiambres preparado
Salame de Lyon
Tudo bom.
Bolos inglezes
Fmctas preparadas
Vinhos superlores
Cerveja gelada
Tudo bom.
0 bom cafe de Moka
Petiseos e bons bocados
Na assemblea
Se serve com agradb,
Tudo bem.
Bolinhos para cba
Pndms, paes-de-16
Cbarptos da Bah in
E jofio de domino.
Os donds deste estabelecimenlb avisam a seiu
fregaetes qae nJo sao egoistas' e prnmeflem veh-'
der barato, para vender muito.
If. 22 Rua do Comercio N. 22
Armazem da Asemblea.
FnstJo branco para roupa de meninos a 300 rs.
o covado; e pechincha : na rua do Crespo n.
20, loja do Guitfieerm & C.
Asunicas verdadeiras
Bichas hambargnezas erne vom a este merca^c
oa ras do Marnnez de olinda .51
Esta se acabando
Egarante se a boa qtftKdade do vmho pare das
qaiotas do Lima, des caiqpos da Beira, superior
ao da Figneira, e so se encootra no armazem de
Jose ferriandes Lima & C, a rua Co Barao da
Victoria n. 3; seaa snccessWeg.
Lushes e arandeias de vidro
para gaz
Na grande exposicao da rna do Imperador n.
35, junto ao escnptorio da coropanhia do gaz, ven-
dem se os ritais bonitos e modernos lustres e aran-
deias de vidro para gaz, assim como tudo o mais
Sue se tornaneeessario para ease fim, sendo tudo
os melhores fabricantes qae ha na Inglaterra. Os
precos sao mais baratos do que em outra qualquer
pane, e corn a vantagem qua 6 o dono do estabe-
leciraento mandar assentar os lustres ou arande- j ODra tenaente a aifaiate, com a maior presi
ias no lugar que o comprador quizer.sem que para por precos rani to raaoaveis : a rua da Impera
isso pague alguma cousa. Tambera se compra ou triz n. 60, de Felix Pereira da Silva.
troca se lustres e arandeias ja usadas, mas que
estejam em estidb de poder servir.
As almofadas bordadas de la matisadas qoe re-
cebeu a Nova Esperanca, a rua Duqae dc
Caxia." '"* ^
Km
hiemnos
A NOVA ESFERANCA, a raa Duque de Caxias
n. oJ, acaba de receber um bom sortimento de fi-
nas bonecas que falfam, que riem-se e choram
tambem as tem ratidas e surdas ou surdas-muda< '
venham ver se nio i terdade.
Veode-se nm terreno com 200 palmos de
frente e 250 de fundo, tendo edificada uma casa
de madeira.no fundo do mesmo, confronts ao ce
miterio pnblieo, em Santj Amaro: a tratar no
mesmo a qualquer hora do dia.
Casemiras
Na loja do PavSo vende-se um grande sortimen-
to de casemiras de cores e mescladas, tanto claras
como escoras, proprias para caica; paletots e co-
leies por precos rauitj baratos, assim como no
mesmo estabelecimentos se manda fazer qualquer
obra tendente a aifaiate.
Laazinhas baratas.
Na loja do Pavao, pana liqnidar, tende-se
i uma poicao de laazinlias de cdres para
vostidos, tendo de 320 rs. para cima ; as-
sim como ditas com listras de seda- muito
bonitas a 640 rs. o covado ; alpacas de:c6-
j re* com listras de seda 'de-640 r%. para
; cima : a rua da Imperattfe rr. 60-, de FelSi
Pereira-da Silva,
Cal de Lisboa
Vende-se cal de Lisboa I na praca do Gorpo
Santo U.J7, anaar.. eseriptorio de Joaquim Ro-
drig?es Tavares de Mello.
Novidade!!
Liquida^ao de roupa feita
_Na loja do PavSo liquida-se nraa grande por-
cao de roupa para homens e meninos,como sejam:
calcas de casemiras pretas e de cores, para todos
j os precas e qualidades ; ditas de brim de An-
gola para differentes precos; ditas de brim de
j cores, pardos e braneos; paletots saccos, casacos
I e fraks de panno preto e de casemiras de cores;
' coletes de todas as qualidas, por precos bara-
I tissimos, assim como grande porcao de camisaa e
wT |^ i ceroulas por menos 3 Ojq do seu valor so para
v enrram antes aue se acabe I aca,>ar: a rua da imperatm n. 60, de Feiix pe-
..i.__.-r- .K -. ... reira da Silva.
E' com as noivas
A NOVA ESPERAXgA, rua Daqae de Caxias c.
3b, acaba de receber boas meias da seda proprias
ptra noivas, e os apreciaveis ramos do laranprira
Cartes de
casemira.
Cortes de casemiras finas, gostos BJodernos, a
ii/500 o corte ; a elles antes que se acabera, e
pechincha: na rua do Crespo u. 20, loja de
Guilherme & C.
NBE-
a taverna sita a rua
muito afreguezada :
Rosario n. 40.
3o Barao da Victoria n. 51,
a tratar na rua estreita do
1
Penteados
de aova invencao.
Com um penteado destes pentea se uma senho-
de- duraque para senhora a 3.500 reis. i nLfaVT^T*1^ / acba wSe-, decentemente
dito preto a \000 reis. I ?"*?* IT nra t0">6e> om baile, assistir ca-
samento, e para ser noiva tambem : vende se pe-
il0 baratissimo preco de iU cada am, e s6 na ca-
, sa de Odilon Dnarle & Irmao, rua da Imperatriz
n. 82, primeiro andar.
aproveitem.
Taverna ttvettila
Vende-se a taverna n. 88 da raa de S. Jorfee,
(era Fdra de Portas) bem afreguezada, com Don?-
fundos, e muito propria para "- ...:-, "".'1
- propn
A tratar na mesma.
francez fino a 3/200, 5/000, 6J e 7*
find, a 3/50f); 4/, 4/800, 5/000 e
a pe?a.
Aflgd$p bom a 3/1500, 4/090, 4/500 e 5/000
C ClHWS d9Cara?' a 240' 2^' 280> 30 e 3J0
WUsWn{*MJa-i, aa, a 2HO, 300 e 320 rs. o co-
vado.
Las japonezas a 200, 220 e 240 rs. o covado.
Sapatos de cbarlote e'de casemira, para homem,
Dito de dito, para meninos e meninas, a 1/800.
Chapdbs do todas as qualidaaes, para homem, a
!Oi^'-3*' 3'80 e 4/ nra, e para menino a
(* 800 am I
Collarinhos de Iinho a 2/ a duzia, e de papel a
200 e 240 rs. a dutia.
E outras mmtas fazendas qoe se vende com 30
per cento medes de seu valor, na rua do Livra-
mepto n. 30, loja do Lima Continho & C.
Salame ie iyea
-, _, V 1SSOO a libra
f"1"* -u principiante. | So na Assembl6a do Commereio n. 22, rua do
Commereio, Meira 4 Lima,
reira da Silva.
Chap6os para senhora.
A loja da Passo, a rua Primeiro de Marco n.
7 A, recebeu um rico sortimento de chapeos
para senhoras, pretos e de cores.
PARA LUTO
Vende-se chi}a3 inglezas pretas com {-iotas a
200 rs. o.covaao, dita franceza muito fina,tanto lisas
como com pintas de 320 rs! para cima ; cantao
preto a 800 rs. e muiio' Otlo a 1,000 rs ; bomba-
zinas, princezas e alpacas de todos os precos;
lazinhas pretas lisas de 400 ate 500 rs.; assim
como uma grande porcao de reialhos tanto de
chitas pretas como de las, qtte se vendem por
precos baratlssfmds ; tambem ama granffe porcao
ie chales preto? de las a 1,000 rs. por estarem nm
pouco russos: a rua da Imperatriz n. 60, de Fe-
lix Pereira di Silva.
rXi~~ --------~
\ymcriClS
Na loja do PavSo
para camas
vende-se colchas de fuslab
braneos, para cama a 2,500, ditas de dito de cor
a 4,000, cobertas de cbita e de cretone, de 2,500
para c madapolao a 5,000 : a rua da Imperatriz n. 60,
de Felix Pereira de Silva.
12 Rna doCabugd 12
LIQUIDACAO
de joias de ouro, prata o pedras preeiosas.
Ouro de lei.
Correntes do ultimo gosto, a oitava
Alfinetes para retrato, circulado de
perolas
Idem idem idem esmearladas
Idem idem idem robins
Relogios de prata bem dourados, de V6 a
Relogios para senhora, de ouro, de 40/ a
Ricos aderecos com pedras finas com
30 0,0 de abate.
Bonitas pulseiras do ultimo gosto com
50 0|0 de abate.
Brincos de phantasia dos mais bonifos
qae tem vindo ao mercado, de 15/ a
Voitas com um bonito laco, por menos
do que se vende em outra pane.
Bonitas cacoletas, tanto para senhora
como para homem.
Anneis de diversos feitios, de 2/ a
Pulseiras de cobra de coral por 50 0(0
de abate.
Tendo o proprietary deste estabelecimmn rece-
bido nma grande porcao de joias' dos ultimos gos-
tos de Paris, e por precos ja resomidos, ."articipa
a todos os seus freguezes, bem como ao i-espeita-
vel publico, que se acha sen^re prorapto a senir
com toda a exactidao como costuma; certos de
qne passara um recibo, pelo qaal flea responsabi-
li5adopelatraBacc5o.
5/500
55/000
60^000
65/0 0
30/000
80/000
60/000
20/0(0
Camisas.
Camisas francezas brancas de algodao too com
frizo de c3r a 2/000 ama, em dazia a 23/000;
6 pechincha: na rua do Crespo n. 20 loja do Gai-
lherme & C


3iario de Pemambuoo Quinta feira 24 de Setembro de 1874.
kSSEMB'EA GEBAL
CAMARA DOS DEPCTADOS.
ORQAMENTO DO IMPRRIO.
(Continuagdo).
O meio ordinario, quo logo deve ser
procurado, para cohiliir o prelado DOS ex-
cess ishin que t-ra csliilo, o qqando ainla
relu<-t* c >ntra a decisao desto recurso, e o
do s u ju.gamenlo no synolo ou concilio
provni-i.il, quo, segundo a lei da igreja, e
o co npju-nte nao s6 para rcprehon ter to-
dos I' IdUO. < *.
En seguida* o illustrado consclheir i de
esta so, cuja opimao aoabo de Ier, cita as
dispo^igd-s do concilia tridentino, que ser-
vein d i fundameuto ao sen parecer.
Eis. pois, Sr. prosid ute, recorrondo a
autunlrtle insuspeiti do couselho le esta-
do, noti-s-! em grande inaioria delle a con-
demn*-ao antecipida do pnKedimento do
supremo t.iliuual, e ao mesmo tempo
pn.va irrecusav.'l da injustice e violencia
qua sao soffrendo .s dous illusires con-
fe^snres da fe, o- bi-pos do Oliuda e do Grdo
iura.
^gundo o voto do consclho dp estaio
quau.in uuito po ham ser condemnados nas
pus 11 art. 128, quo trata da dosobedien-
cia, o ciijo maximo edous mozcs de pri-
sao ; h, en.relanto, la estao solfrendo a pe-
ua de pirttro annos de prisao I (Apartes )
Prtssimlo agora ao outro assumpto, des -
jo pi-r^uiitar ao governo ate quando quer
que pnse s ,bre as urdtiis religiosas do im-
p no a in onstituci >u-il prohibiguo de ad-
mittintin novigos quo as restaurem, e tirem
d- lamentavel abatimento era quo se
acbam.
0 urocedimcnto do governo a este respei-
to, proposito que tem manifestado de
quH-T in- .bar leulamcnto com as ordens re-
ligiosas, dao bem o conaecer as disposigoas
que o ammam com relaeao a .eligiao catho-
lic* qu professamos, e para eujo desenvol-
Viintiato e prosperi Jade sao tau necessarias
aojuetlas "rdens.
0 Sk. Pereira djs Santos: Foi um
aviso do ex-ministro do imperio.
o Sr Takqiinio de Socza:- -Estd enga-
na lo o uobre deputndo.
Em 855, quando ainda corriam pela
pasta da justiga OS negocios ecelesiasticos, o
resp'-ctivo ministro, que entdo erao Sr. con-
selneiro Nabnco, publieou uma circular cas-
sando suppostas licences para a Imissao de
novicos uas ordens reiigios s ale que fosse
resolvida a concordata quo d santa so ia
propor o governo imperial.
De 1&55 para eft* viio 20 annos, e nem,
que me couste, concordata alguma foi pro-
pjsu d santa se, nem jdmais se per nittio a
entra la de novicus. A prepotencia do go-
verno raanifesta-se aqui como em tudo
xunis quo re.-peita aos negocios ecclesias-
ticos.
a circular de 19 de maio de 1835 podia
ser inspirada por uma boa id&i, a da refor-
sna das ordens regularcs, que com ctTeito
pr*-cis.m ser ret'ormadas. Mas o que e cer-
to e que, nao se tendo tratado da reforma,
nao se havendo proposto a alluoida concor-
data. deve oesssr a prohibig3o contida na-
quells circular, visivelmente contraria ao
preeeilo constitutional, que nao perniit'e
quH o cidadao brasileiro spja obrigado a fa-
zer ou doixar do (azor alguma cousa stnao
em virtudo da lei. (Apoiados.)
Nao conher;o lei alguma que prohiba a
prottssAo ns ordens religiosss, o nem sei
como em um paiz, onde ha liberdade para
tu lo, so nao haja para que os individuos
possam seguir os conselli etangolicos,
eoutliado os vot-is de pobreza voluntaria,
obediencia inteira o castidade perpelua.
E, entreUnto, senbores, esles votos sao
bem neoessarios em dias de hoje, seriam
urn p ideroso exemplo, um giande antido-
to ontra 0 exagerado amor das riquezas, a
{ml rebeldia, a grande coucupiscencia e
Uicivia que so observam na sociedade, e
in a it is vezes dao azo a grandes e lamenta-
>eis crimes.
Contapdra virtude ao crime e sempre
um bom meio de corrigil-0 ; mas, iufeliz-
niHtito, no Brasil mil se po le ser virtuoso,
na p"de ningucm seguir os conselhos evan-
g^licos, porque o governo proliibe !
(Trocam-se apartes.)
Nao s6 subsiste a circular de 1865, da
qual me tenlio occupado, mas ainda o no-
bre miniftro do imperio aggravou o mal
0 Sr. Ministro da Jusrici: Eis-ahi
uma eloqueneia, digna de melhor causa.
0 Sr Tarquinio de Socza :r-Um illus-
Jtre ordor anhriaco, o priocipe Alois de Li-
della, expeiindo n aviso de 27 de rutubro'chtenstein, na assembles geral da uma as-
de 1870, que prohibe a>s brasileiros, que sociagio catholics, impugnando as leis ul-
forem professar em ordens religiosas no es- tiraamente votadas no parlamehto da Aus
trang-iro, de virem fazer parte das com- tria, concluio o sen discurso, convidaodo
munidades brasileiras. l-os calliolicos a n8o fazerem concessdes a
F.ii uma n -va violencia a liberdade in-'sous adversarios, a aceitarem a luta a todo
dividual, uma grave offensa aos principios transe, porque s6 a luta cooduz & victoria,
religiosos quo professamos I (Apoiados.) e a victoria ecerta para os que pelejam pela
Fode o brasileiro fdra do paiz abracar a causa santa da religifio catholica-apostolica-
prolissao que quizi-r, e vir exercol-a na sua romaoa. (Apoiados.)
patria ; mas se pn.fessar em uma ordem re- Eu poderia dizer o mesmo, poderia tam-
ligiosa, ou hi do Dear expatriado, ou, se bem assim terminar o meu discurso, por
voltar para o Brasil, ha de ticar privado de que desta luta que o governo tem travado
viver no seio da f-mitia religiosi, que a- coma igreja, se podem resultar males para
doptou, e de fazer parte da cominom lade, o Estado, a igreja ate" o presente s6 tem co-
a quo pertence pel. s s us votos. Etulo lhido beneficios : a fe desperta, o espirito
isso cm tempo em que decresce visivelmen- publico se levants, e os brasileiros se cou-
tf o numero dos que se dedicam ao sacer- gregam em to mo da area santa desua reli-
docio, em que o numero dos crimes aug- giSo. (Apoiados.)
menta, emque o- povos do interior estao Mas, como disse, sou brasileiro, amo
quiisi pnvados do casino christao I (I- muito minba patria, e por isso faco voto>
poiados.) para que o conll cto termiue o mais breve
Fique, pois, consiguado que o aviso de Possil. para que se resolva do melhor
27 deoutubrode 1870 nio sd coufirmou a modo. es?* questao que tanto tem agitado a
violencia da circular de 1855, mas ainda coisceoc dos brasileiros. (Muito bem.)
aggravou o mal, tirnando impossivel para Vej0' Porem Pra uma feliz solugao
os brasileiros a pro issao era ordens religio- dus 8rndes embaragos : a prisfio dos il-
sas. (Apoiados e nao apoiados.) (lustres bispos de Olinda edo Para\ e a con-
Eu sei que as ordeus religiosas, ao menos twuagio do minislerio 7 de marco.
algumas dellas, uao se acham em estado' A Prisfto dos D-SP0S porque, emqusnto
I songeiro, nem prestam aquelles servicos na cessar a violencia que elles estao soffren-
que podiam prestar. |do nSo podemos teresperauga de paz, nem
O Sr. Diogj de Vasconcellos :Por dessa feliz sol"C*o, que sinceramente dese-
culpa do governo. ijamos. (Apoiados.)
0 Sr. Tarquuho de Souza :Mas nao' A continuacao do minislerio 7de marco ;
soja isso motno pra acabar com ellas. En-[Porclue' ,nao podendo inspirar confianja a"
tenda-se o gover. o com a santa se, e procu-|saDta se a quern J^ uma vez foi desleal,
re remediar o mal que deploramos, ou en- na0 Pode tambem inspiral-a aos catholicos
tao deixe liberdade aos superiores das mes-, brasdeiros. (Apoiados e nao apoiados.)
mas ordens, confie nelles que hao de me- .A ">tarTencto da santa se e indispensa-
lboial-as. O que uao convem, o que eu Para a W,US5 do conflicto, ,e o ministe-
nao desejo, eqoe continue o estado actual, I rio 6 ura el>ara$o constante a que tenha-
que desapparecam do nosso paiz instittrcfos'mos .uma fe.l,z ^^o, (apoiadis e nao a

FOLHETIM
JOANNA
OM JOGO DtPAIXOES.
re;
George fr..nn '.TRAUUtXaO DI'. X. S. X.,
PARTE PRIMElllA '
111
(Continuafao do n. 216.)
Fmbora vivessemos muito agradavel e
confortavelmente, nem por isso deixamos
dfi tr satisfacao em ir ret 'mar o estado de
ostalajadeiros na cripta do monte Bergonz,
visto como minba mai desejava muito que
*qm He estabelecimento prosperasse, espe-
rando, segundo penso, que meu pai afinal
se retirasse da industria occulta que exercia,
porque seriaraos bastante ricos corn o pro-
ducto annual d'essa estalagem, ou de algum
outro estabelecimento do mesmo genero e
ra*is iraportante, que poderia ser fundado.
Ao trrminar, pore"m, a estacao dos ba-
nhos, ella reconheceu que n8o era essa uma
posicj&d convenience para Joanna.
Com effeito, Joanna era uma mor^a com-
pleta, e muito ir.'.eressante ; e por isso era
muito indicada, e apontada uo ponto de
ninguem ir mais ao nosso estabelecimento
para gosar da ascencao do pico de Bergouz,
mas sim como um pretexto para ver a menina
Biolsa e tratar de conversar com ella.
g*Todos suppunham que a filha de um esta-
JajaoViro, por mais bern educada e destiucta
qoa fosse, nio podia resislir & brilbantes
offertas c proposic^as, e pois, lodos lh'as
fa/iam em cartas que nos interceptavamos
c queimavamos.
Por essa raza>, mamai declarou que nao
voltaria d Luz, e meu pai arrendou a casa
por trc~ annos.
Joanna mostro i ?o satisfeita com essa ro-
solufao, tamo e; j certo que, embora sern-
jro tivosse raostrado aeeitar aquella occupa-
Vi. como no inferior d si, comeoava &
cborrecer-se do." 'dhares com que a porse-
guiam os frequontad res da estalagem, sem
contir que ali, no campo, nao podia entre-
fcor se ii delicias de sua paix5o pela mu-
sic*.
J*ianto a mim, d quem ficsva sempre a
que prestaram e ainda podem prestar rele-
vantus serviyos i rehgiao e d patria. (A-
poiados.)
Deixo para uma outra occasiao diversas
consideragoes que prelendia agora submet-
ter ao coubecimento da camara dos Srs. de-
putados.
Tuuho necessidade de concluir porque a
bora acba se muito adiantada, e eu nao
qu^ro abusar por mais tempo da bondade
dos honrados colleges que me estao ouvin-
do. (Muitos nao apoiados.)
Vozes : Estamos ouvindo o nobre depu-
tado com muito przr.
O Sr. Ministro da Justi<,:a : Eu ouco
sempre a V. Exc. com toda attencSo.
0 Sr. Tarqi'ixio de Souza :Senhores,
lem-se procurado coutrapdr a posicao de
cidadao brasileiro d de catholico-apostolico-
romano, tem-se dito que desde que as leis
do imperio forem oppostas ds leis da igreja,
deve.nos obedecer dquellas, embora com
prejuizo destas.
Declaro solemnemente que ndo estou por
essa doutrina.
0 Su. JoAo Mendes f. outros Sexiiores :
Muito bem 1
0 Sr. Tarouimo de Souza: Sou bra-
sileiro pelo meu nascimento, aaio, como
quem amis amar, a minba patria, e estou
disposto a fazer por ella todos os sacriQcios
que de mim se ex^girem, assim como estou
certo de lhe haver prestado aquelles servi-
cos que estao nas minhas limitadas forcas.
0 Sr. Diogo de Vasconcellos : Tem
pr-stado muito bons servigos.
0 Sr. Tarquimo de Souza :Sou, po-
rein. catholico pelo meu baptismo, felizmen-
te nao coi heco antenomia alguma entre as
leis do meu paiz e as da igreja a que per-
tenQo. (Apoiados.)
Declaro, porem, d camara que, se infe-
lizmente hoavessem leis no Brasil que fos-
sena de tncunlro ds leis da igreja, nesto
conflicto antes de todo obedecena ds leis da
igreja, cump:iria as promessas do meu bap-
tismo, porque entre l)eus e o homem, entre
a patria terrestre e a patria celeste, a que
eu aspiro a escolba nao pode ser diflicil a
quem, comoeu, liniioraeute ere na vida e-
terna.
0 Sr. Diogo de Yasconcellos e outros
Senhores :.Muito bem 1
liberdade de, nas ferias, dedicar-se d vida
de monlanhez, contentou tambem aquella
resolucao, porque liberton-me do dever de
rondar a casa como um policia.
Demais, ap6s a aventura de Panticosa,
onde tao ridiculamentc fdra punida a mi-
nba romantics paixao, eu jd nao amava
tanto essa rgido dos Pyrineos, e dizia de
mim para mim que, om face d'essa loucura,
nao tinha o direito de inquietar-me pelo que
me parecia um signal de loucura em Joanna.
E estava eu realmente curado d'essa lou-
cura. quo durara urn annointeiro? N'5o
sem duvida ; porque, se era certo quo ella
nao e obrigava d abandonar o trabalbo,
nao era menos verda le que o sonho dessa
Manoelita, tornada encantadora, ainda me
pTseguia. embora eu o repellisse, lembran-
do-me de que entre ella e mim interpu-
nha se seu torpe e miseravel pai.
Bem s *i que ella nao tinha culpa de que
seu pai fosse ruim ; que talvez ella fosse
desgraQada e se sentisso humilhada ; e que
era bem possivel que urns palavra minha
bastasse para decidi-la d abandona-!o e se-
guir-me, visto qu^ eu a amara muito antes
da minhs decepc,ao ; mas o que fazer ?
Ninguem so desabitiia facilmente, nin-
guem se desprende com presteza de uma
idea quo o aliaientou, que o fez viver rlu-
rante um anno.
Entretauto nada fiz para saber o que era
feilo d'essa Manoelita ; e resumi todo o
meu empenho em ser medico, em ter uma
profissdo, em nSo dever o meu futuro se-
udo a mim mesmo, e em sustentar minha
irmaa e minha mai, caso os negocios de
meu pai fossem mal succedidos.
Demais, amando a sciencia, e votando-
me & ella inteiramente, dominava-mo a
crenr.a de que, por Qm de contas, a minha
chimera amorosa tivera grande peso, visto
como servira para preservar-me das exci-
tantes paixoes e arrebatamentos da primeira
mocidade.
Algnns mezes depoi;, minha -mai, quo
frequenteraeme escrevia-me cartas muito
bem redigidas, muno sinceras e francas,
communi ou-me que Joanna f6ra pedida em
easam^nto por um moco advogado, que
parecia urfiS I?0^ acquisi^o e qua era :aui-
to sympathico ; mas quu. V,1." :--^.-...'; di-
zendo quo era aiuJa^ .muito ruoca o /ju :i"
continuar snrn preoceupngdes' da familia o
estudo da musica, quo era enldo sua un';ca
paixao.
poiados), solucao compativei com a liber-
dade e independencia da igreja, pela qual,
de minha parte, estou prompto a sacriGcar
tudo ate mesmo minha propria vida.
Vozes :Muilo bem 1 muito bem I
(0 orador e" felicitado por todos os Srs.
deputados e ministros que se acham pre-
sent-s.)
REFORMA ELE1T0RAL.
O Sr. Cuoha Ferreira tinha for-
mado o proposito de nao entrar nesta dis-
cussdo ; mas fa-lo para responder a alguns
topicos do discurso do deputado pelo 1
districto de Minus, que hontem occupou a
tribuna.
Seguindo a arguraentacdo daquelle depu-
tado, sustenta que nio ha inconstitusionali-
dade no systema proposto na emenda da
comraissao para a eleicdo senatorial.
Acha tambem contradictoria a accusacao
de que o gablnote tende para o absolutismo,
quando todos os dias a opposicao diz que
elle adopta as ide*as do programma liberal.
Na especialidade do artigo, faz largascon-
sidera^oes, defendendo as emendas da com-
missao e sustentando a representacdo das
minorias e o voto incompleto.
O Sr. Martinho Campos, comeea
recordando as palavras do orgao do governo,
a que em seu discurso jd se referira o de-
putado por S. Paulo. Alii a discussdo foi
classiGcada de official; mas o orador enten-
de que official e neste caso synonimo de
banal. Com effeito, tem-se visto ser uma
cousa sem importancia. Ella vai correndo
na mais complete indifferent,-a por parte da
pessoa que tem obrigacdo de a acompanbar.
Essa pessoa e o ministro do imperio, que
nao p6de ser substituido na discussao senao
por algum dos seus collegas, ou pelos mem-
bros da commissao. Mas esses nem teem
tido a liberdade de acampanhar a discussao
dos artigos, porque os encerramentos veem
immediatamente depois de se apresentarem
as emendas.
Aceita a designagao da folba do governo,
se official quer dizer mera formalidade, dis-
cussao por demais, discussdo a que se e in-'',
differente.
Observa com estranheza que o deputado
por S. Paulo pedio ao ministro algumas ex
plicacoes, e que nenbuma lhe foi dada.
E o que 6" certo e, accrescenlava minha
nidi, que ella faz progressos rapidos e revela
qualidades admiraveis ; isto d tao uota-
vel que jd nao ouso manifestar a admiracao
que elia me causa.
Receio ve la tornar-se exclusisista, e
que sua saude nao venha a ser prejudicada
por esse extasi continuo em quo ella parece
absorta, e que substituio a devocao, que
parece absolutamen^e esquecida.
Bem ves que ella contiaua d ser o que
tu chamas caprichosa e extravagante, mas
ao que chamo eu excepcional, o que e dif-
ferente.
Gragas d Deus ella gosa saude e cada
vez fica mais linda. Eu velo por ella e di-
rijo-a com cuidado o cjrinho, alim de faze-
la seguir um bom regimen ; e isto e tanto
mais necessario quanto nao e possivel con-
seguir d'ella que trate de si.
Pouco tempo depois disso, Joanna, cujo
talento comecava d ser coahecido, ndo obs-
tante a vida modesta e retirada que levava
com sua mai, foi ainda pedida em casamen-
to, e recusou.
Ella jd ndo dizia que ndo queria casar-se,
mas minha mai tinha receios de que fosse
essa uma deliberagao inquebrantavel. A'
mim, porem, ndo inquietava a cousa, por
que Joanna era ainda muito crianca.
Eu julgava-me tao feliz quanto era pos-
sivel se lo em Montpellier : visitava a fami-
lia pelas ferias, e meu pai, n'essi epoca,
passava sempre alguns dias comnosco.
Um dia propoz levar-me & Mds, on-
de tinha o que fazer. Aceitei o oderecimen-
to c^m prazer ; e, posto que nainha mai
receiasse ver-me abordar os peri^otjd'essa,
que, nosconQns das nossas proviocia, ainda
tinha o home de grande Babylonia, nem
por isso deixou de recoahecer que, pelo
meu trabalbo, applicacao e bom comporta-
mento, eu tinha feito jus d todas as condi-
coes necessarias ao meu desenvolvimento in
telleclual.
Uma circumstancia especial devia ainda
tornar-me essa viagera mais agradavel.
Eu conquistara um amigo em Montpellier;
era um bom rapaz, de nome Medarl Vi:nue
mais velho do que eu dous annos, e dotado
de uma viva iutelligencia e de um coracdo
excellence.
Tendo estado jd em Paris, e para ali
indo, seria C!!? Kuifl pr minha inexpe-
riencia ; e, derendo nOs raojaf j'J2!?sser"
via isso perfeitamente i meu pai, que ndo
Ello perguntou como se procederia no
caso de reeleicdo do deputado cbamado a
ministro da corfta T Isto ficou sem resposta.
E, toda via, a pergunta ndo era uma iraper-
tiuencia, nem uma questdo pessoal.
Cita o facto de se achar na camara o mi-
nistro da agricultura, eleito por 39 votos.
Applicando o exemplo d hypothese que
figurou sobre a disposi^ao do projecto, per-
gunta qualserd o homem que tenha a triste
e deploravel coragem de vir sentar-se na ca
mara bavendo outros mais votidos ?
Julga assim importantissima a pergunta,
digna de figurar no discurso do deputado
por S. Paulo, e estranha por isso que ndo
merecessea consideracdo do ministro do im-
perio, que para ella chamou a attencdo da
camara.
Diz que nao ha foute de raaior desmora-
lisaga ), do que a lei que se ndo cumpre.
E o orador crS que nenbuma camara ha
de dar assento ao ministro, quando houver
outro candidato eleito com maior numero de
votos.
Occupa-se depois da eleicdo senatorhl.
No estado de decidencia do systema repre-
senlativo, tem esta olei^do a maior impor-
tancia. Vale muito menos a de deputado,
ouja missao e tr*nsitona. E' por isso mui-
to grande a posicdo do ministro que tem
para dar cadeiras de senadores.
Rofere-se n^ste ponto aos augraentos da
representagdo que se propoe para aquella
camara.
Lembra que o Sr. JoaoMendes analysdra
esses augraentos, provineia por provincia,
coatestando a veracidade da estatistica quo
lhe servira de base. Ello mostrou o nenhum
valor de semelhante meio, desde que a es
tatistica era completada, como assegurou o
2 secretario, por estimativa. Oia, o mi-
nistro do imperio devia justilicar esse aug-
mento de representa^do. Mas elle ainda
ndo reconheceu o seu dever, nao dando os
esclarecimentos que lhe foram pedidos.
Acba este facto exlraordinario. Nao quer
fazer tempestades, mas ndo p6de deixar de-j
apreciar este facto.
Foi educado na escola politica, em que
os ministros eram os primoiros a responder
ao parlamento quando se contestavam os
dados em que se fundavam os seus pro-
jectos.
Allude especialmente ao augmento da de-
putac,ao do Pard, que coiiita da eutrelinha
na emenda da commissao.
Cre que o Pard tem maior popularjdo que
a accusada na estatistica. Mas, se hi mexac-
tidoes para o Pard, porque as nao baverd a
respeito das outras proviucias ? Se nao es-
tava alii feita a estatistica, tambem o ndo
estd em outras provincias, pois que s6 em
quatro ou cinco estdo os trabathos con-
cluidos.
Entrando na apreciacdo do modo como
se faz a estatistica, combate o meio que se
adoptou de estimstiva. Para paiz novo,
como o Brasil, nao ha regras que possam
adoptar-se para concluir por estimativa de
um lugar para outro.
A questao nao e da extensao do solo;
ella vem de outras causas que determinam
agrupar-se oudividir-se a populacao.
Ha o corte de madeiras, a exploracdo de
diamantes e outros elementos que iufluem
para esse Um. A unica regra, pois, que
p6de adoptar-se para a estatistica e o arrola-
mento.
Na provincia de Minasconcluiose. de 170
parochias a populacao de quasi outras tan-
tas; isto assim e um brinco, nao e uma
COUSa sena.
Se se tivesse calculado pelas parochias da
corte, onde iria a estatistica 1
Voltando ds senatorias, diz ironicamente
que ellas devem crear-se nos burgos precio-
sos do Amazonas, Pard e Matto-Grosso.
Kefere-se directamente d deputacjao do
Pard, dizendo que ella tem vacilladono seu
apoio ao govern), e que por isso o augmen-
to que se lhe propoe na representacao e um
confortativo, e um tonico, tem o effeito do
quinino.
0 Sr. Siqueira Mendes, vendo nesta ulti-
ma expressao uma allusao a facto de que jd
se occupou na camara, disse em aparte que
desde qu: se fazem insinuates, as podia
tambem fazer ao orador.
Este, tomando um torn muito energico,
replicou que a sua cauda andava a rastos
pelas ruas esperaudo que lb'a pisassem.
estava acostumado d ser vigilante assiduo.
Vi an lie foi buscar-me d Pau, e rainba
mai convidou-o d jmtar ; e, tendo-lbe elle
iuspirado conflanca, ella reeommendou-me
aos seus cuidados, como se eu fosse um
menino delicado e precioso.
Vianne vio minha irmaa, e ficou mara-
vilhado ante o seu rosto.
Ella de ordinario fal.ava tao pouco, que
difficil era saber-se no que pensava e se pen-
sava em alguma cousa; mas, felizmente,
n'esse dia, consentio em improvisar alguma
cous3 no piano, e seu genio se rovelou.
Eu proprio tlquei encantado ; e, quando
ella terminou, peguei-lhe das raaos e bei-
jei-as com entbusiasmo, dizendo-lhe :
Eis tudo quanto tenho no peito. Sou
feliz, e t'o agrade$o I
Vianne ficou tao comrnovido que nao
pdde fallar, e empallideceu, bem como
Joanna, que, sem erguer os olhos, nem para
mim, nem para elle, foi sentar-se junto d ja-
nella, sem pareccr lembrar-sa de ter pro-
duzido ou experimentado essa emogao.
Na manhaa seguinte, quando a diligeacia
nos conduzia d Paris, e quando, segundo o
seu habito de viagem, meu pai dormia d
so in no solto, o meu amigo fallou-me acerca
de Joanna com certa vivacidade que nao
estava nos seus babitos.
Cuidado I disse-lhe eu. Ella e uma
santa e tu muito moco para te casares.
Ndo, replicou elle, ndo sou tal muito
mogo, e, d'aqui dun anno, serei med.co.
Tenho alguma fortuua, e bem sabes que sou
rapaz honesto.
Sem duvida 1 e de mais d maises bo-
nito I Deves saber quo eu diria sim com
satisfacao ; mas d quaotas cjuvouionoias
nao 6" preciso at tender para que' um casa-
inento seja possivel sem contrariedades !
Tu perlences d velha burguezia de Mont-
pelior ; nos somos, porem, burquezes de
hontem. Na minha iufancia, brinquei nas
calgadas de Pau com o que ha de mais
proletari) : tu tens uma fortuua certa e
brilhantc, enlretanto que n6s... nos talvez
na la possuamos. Esse querido e excelled -
te homem, quo ronca ahi d teu lado, ganha
dinhciro, 6 certo ; mas descobri, ha dous
ou Ires annos, que joga na Bolsa, u creioque
vamos a Paris ainda para esse lira, de sorte
que de um dia para outro tudo podemos
per Ier.
Tudo isso e-me inteiramente indiffe-
reut? f'-sDondeu-me Vianne ; e, ate, pe-
Desafia o deputado pelo Pard a que traga
d d.scussSo o qua souber a seu respeito, e
diz-Ibe com a maior vehemencia que espera
que o sacerdote ndo terd a coragem mais
baixa, a infamia da calumnia.
Estas palavras produziram na camara e
nas galerias um rumor de sensacdo.
A minha cauda, prosegue o orador, ndo
e igual d de outros ; o deputado pelo Pard
pode consuitar os seus espiritos-santos, que
sdo da terra em quo o orador se creou. Tem
tambem d sua disposicdo os archivos do im-
perio.
Ndo faz insinuates, discute factos. Quan-
do falla em quinino, refere-se a documentos
officiaes. E, se entrar nessa questdo, ha de
tirar as cataratas, que outros ndo teem tira-
do. Ha de pedir as contas de outros exer-
cicios para mostrar que nao sao so cento e
tantos contos de quinino.
0 presidente interrompe o orador, pedin-
do-lhe que entre na materia do debate.
0 Sr. Siqueira Mendes dizia em successi-
vos apartes que ndo tinha nada com isso.
0 Sr. Martinho Campos continua dizendo
que sabe apaubar as insinuacoes ate nas pa-
lavras do ministro do imperio, quanto mais
nas de um ministerial, que ndo e" tdo pode-
roso.
Diz que ha de sabir da camara como en-
trou, rodeado da estima e da consideracdo
pubhea. A cadeira que occupa so lhe ha
deservir para cumprir o seu dever; e nao
para obter por ella uma senatorial, nem
para augmentar a deputagio da sua pro-
vincia.
Quer que lodos os brasileiros sejam
iguaes e que os ministros ndo tenham a co-
ragem de se conservarem no poder a custa
d >s direitos dos cidaddos.
Qual a razao do privilegio para o Pard ?
Se a provincia tem 170,000 habitantes, por-
que ha de dar seis deputados e quatro sena-
dores '?
Nao vc outra razao para isso sendo o pre-
cisar o governo dos votos dos deputados do
Pard.
Votando pelo augmento da represontacao
do Rio-Grande do Sul, ndo o faz por inotivo
pessoal. Fazem-no os deputados do Pard,
quando confessam qae ndo ha razao de in-
teresse publico para o seu augmento.
Assentada a base para todo o imperio,
votard o augmento.
Proseguindo nesta ordem de ideas, com-
bate o augmento das deputacdes do Amazo-
nas e Matto-Grosso, e depois refere-se a
Piauhy, provocando as suas palavras muitos
apartes dos deputados desta provincia.
0 orador, replicando a esses apartes, diz
que o que o ministro do imperio quer e"
augmentar a deputacdo dos seus burgos.
Em Inglaterra, pela reforma eleitoral de
1832, foram excluidos d representa^do
mais de cento e tantos burgos como o Piau-
hy. Aqui o ministro julgou-se no direito
de fazer o contrario. 0 pensamento dedo-
minar a representagao das outras provincias
realisar-se-hia melhor igualando a todas.
0 que se quer fazer representar ? Serdo
os eleitoros ? Esses ndo existem.
Serdo entdo as florestas, as areas ? s er
os rios ? serdo as febres ?
Refere-se depois d eleicdo directs, e diz
que a maioria da camara a quer ; masque
o governo conseguio repelli-la, porque este
suspensa sobre ella a espada de Damo 1m,
dizendo aos deputados conservadores que
votem, porque senao virao os liberaes.
Entende que o governo nao faz bem em
encerrar os debates. Elle deve provar que
o projecto e bora. Tem feito assim d oppo-
sicao a vantagera de mostrar que o methodo
de eleicdo que se propoe e detestavel. Mas
o ministro julga.que e uma vantagera fazer
votar uma lei desacreditada. Seria melhor
provar que a opposicao ndo tem razao.
Entra depois o orador na analyse da
emenda da commissao ao artigo que se dis-
cute. Encontra ahi um grande vicio na
qualificagao, que fica peior que e hoje. Ella
exclue das mesas a miuoria.
Fazendo a proposito algumas considera-
goes politicas, diz que ate aqui os consorva-
dores eram osquequeriam conservar. Hoje
ha outra especie: sao os qua se dizem con-
servadores, mas que se incommodam que
permanega alguma cousa.
Entende que as provincias pequenas estao
representadas de mais ; mas tambem ndo
go-te perdao por isso, admittindo que
lua irmaa nada possuisse absolutamente e
que fosse ainda mais plebia de nascimento,
ainda assim ella teria ura valor muito su-
perior ao meu, e eu lhe seria ainda grato a
todos os respeitos.
E' realmente bella essa linguagem,
disse-lbo eu sorprendido. Julgavate mais
positive ; e, pois, felicito-te.
Se me suppoes romantico, replicou
elle, repillo tuas felicitagoes I Creio ser
perfeitamente logico s6 querenlo que mi-
nba futura mulber me agrafe ; e, pensan-
do que a opinido dos calculistas e dos eiva-
dosde prejuizos e um obstaculo d felicidade,
julgo que os bomens sensatos ndo a devem
querer para si. Nunca darei, na vida, o
que se possa cbamar uma cabecada ; mas
so eu e que bei de ser o juiz do meu pro-
cedimeuto, e talvez que aquillo d que o
vulgo pode cbamar loucura, ndo seja para
mim sendo a cousa mais rasoavel que eu
possa fazer. Por exemplo : nunca uma
sirigaita, por mais seductora que seja,
conseguird levar-me para onde eu ndo quei-
ra ir; mas uma mulher de verdadeiro me-
recimento governar-me-ha se quizer, esem
que eu lhe resista.
Paris interessou-me muito, embora eu a
tivesse visto e apreciado com esse proverbial
desprezo que os filhos das ricas ou doutas
cidades do sul affectam pela capital.
Vianne mostrou-me perfeitamente essa
cidado sob o seu verdadeiro aspecto, e sou-
be combater e veneer os meus 'prejuizos
provincianos, criticando com igual criterio,
e sempre d proposito, o lado corrompido e
insensato d'essa grande civilisagdo.
Se d respeito de comportamento ndo fo-
mos absolutamente ortbodoxos, tambem
ndo e menos certo que nos cohibimos per-
feitamente de cagos e irreflectidos arrebata-
meatos, que fizemos refleioes philosophicas
dce.'ca de duas ridiculasceias, e que, ao ca-
bo de oito dias, de.xamos sem pezar as de-
licias da grande cidade.
Tendo abservado meu pai, certifiquei-me
do seu gosto pelos jogos da Bolsa, e, na
manhaa da nossa patila, percebi que ello
passara por algumi decepgdo, por isso que
seu rosto acoava-se ligeiramente alterado.
Ndo obstante, elle foi comnosco a.e a es-
tagdo ; mas, ali, tendo-lhe uma pessoa falla-
do ao ouvido, disse-nos que lhe era
impossivel partir n'esse dia, mas que iria
en breve ter comnosco Pau,
quer que se lbes diminuam as deputacdes.
0 que e preciso 6* que se ndo fagam mais
favores, que se nio d representagao is flo-
restas, is areas, ao gentio errante. 0 bra-
sileiro no Amazonas ndo vale mais qua no
Rio-Grande, e ao deserto nio se di repre-
sentagdo.
Nd*o dd emfim maior importancia iques-
tdo, porque estd certo que este systema ha
de acabar. 11a de vir a eleigao directa, que
e a opiniio do paiz.
Passa depois i analyse 0 $ 3' da emenda.
Acba am assumpto muito iraportante.
A consequencia de suas doutrinas serd em
favor do partido liberal; mas nem por isso
deixard de a combater. Por ella'fica o so-
berano em luta com os partidos.
Diz que durante todo este reinadoo em-
penho dos conservadores tem sido fazer crer
que o Iraperador e cbefe de partido.
Com a lei o ministro do imperio quer
que o seberano de coiistautoraente publico
testemuuho em favor deste ou daquelle par-
tido. Serd uma posigdo insustentavel, peri-
gosa para a corda e para com o ministerio.
Com o systema do governo, a libardade
da eleigdo serd cada vez mais illusona e re-
dobrard a difficuldade de veneer.
Sustenta, emfim, que a discussao na ca-
mara e pro forma, porque todas as objec-
goos feitas no reciuto estdo desatlendidas; e
s6 se teem aceitado as que foram apresenta-
das nasecretaria da ag-.icultura.
0 ministro do imperio teima era prejudi-
car grandes iuteresses publicos e particula-
res. Todos estdo sacrilicados ao seu capri-
cho. Ndo entra cousa alguma em discus-
sdo. Nem as pensdes por servigos militares
teem prefereucia ao projecto, qua nao p6de
passar.
Pergunta pela pensao ds filhas do coronel
Genuino, que morreu no ataque de S. I.eo-
poldo contra os fanalicos da seita de Mau
rer.
0 que ha de certamente passar este anno
e o projecto de loterias, que hoje foi publi-
cado no jornal da casa, porque e a corda
do ministro do imperio.
E' essa a reforma com que o ministro se
vai immortalisar.
Que soberba gloria I que louros elle ndo
ha de ganhar 1
0 orador conclue repetindo quo o minis-
tro do imperio tudo tem sacrificado ao pro-
jecto, que ndo p6de fazer passar na pres sessdo.
O Sr. Agesllao agradece ao deputa-
do por Minas, que hontem occupou a tribu-
na, o ensejo que lbe proporciouou para vir
hoje defender os seus amigos, e elevar a
provincia do Piauhy, accusada por factos
que constituem uma das paginas mais bri-
lbantes de seus annaes.
0 deputado por Minas, para que a discus-
sao se prolongue, langa mao de muitos
meios. Ora recorre as paredes, ora aos a-
diamentos, ora factos, que trazidos d discus-
sdo obrigam a tomar parte nos debates mem-
bros obscuros como o orador.
Nio faUara* occasido em que o deputado
por Minas estranhe o orador ter vindo d
tcibuua. Mas, ainda que lhe pese, ha de
dizer alguma cousa do art. 5.*, ndo pOden-
do deixar sem reparo o que disse aquelle
deputado das provincias a que chamou bur-
gos pddres, e especialmente no que se re-
ferio ao Piauhy.
Elle deu essa classificagao a Matto-Grosso,
Amazonas, Pard, Goyaz e Piauhy. Quiz
assim dizer que, pela subserviencia dos seus
homeus politico*, ellas eram indignas de te-
rera representagao.
Diz que nunca se fizeram na camara cen
suras mais injustas. I. nao ba outro facto
que as determine, senao o acharem-se essas
provincias representadas por iudividuos do
partido conservador.
Entrando na analyse dessa apreciagdo,
diz algumas palavras sobre a provincia do
Amazonas, o refere-se depois d de Matto-
Grosso.
Nao sabe se a respeito desta provincia de-
termiuou aquella opinido o facto de ter por
ella sido eleito senador o Sr. Visconde do
Rio Branco.
Reclamou o Sr. Taunay contra esta in-
terpretagao. Aquelle facto e muito honro-
so d provincia. Muitos deputados apoia-
ram esta opinido.
{Continuar-se-ha.)
A noticia que lhe derara, sem duvida fo:
boa, porque elle tornouse jovial e risonho,
e por isso deixei-o sem cuidado.
Vianne pretextou alguns negocios eu Pau.
para ficar ali alguns dias, e dest'arte poder
frequenlar a nossa casa ; e eu, percebendo
que elle estava seriamenti enaraorado de
minha irmaa, fallei a esse proposito d mi-
nha mai, que me disse :
Con versa com Joanna d esse respeito.
N.da posso fazer, porque, d meu despeito
daria muita solemnidade ao acto, e ella
tomaria medo. Comtigo a cousa e diversa,
e tu podes fallar-lhe alegre e ligeirameate -.
e saberds se ella estd ou ndo definitivamente
resolvida pelo celibato.
Assim fiz ; mas Joanna pareceu nao rat
comprehander, e fallou-me de outra cousa.
Insisli algumas horas depois, e ella disse-
me :
Ah 1 Insistes em que eu pense no
teu amigo ? Pois bem elle c bem educa-
do, e seu rosto e sympathico. Todes dizer
lbe que me agrada muito.
Tens uns modos de dizer as cousas...
Sera por ventura para zombar ?
Ndo ; creio que elie merece a estima
e a amiza io que lbe consagras ; mas d mim
tu bem sabes que os homens sdo indifferen-
tes porque eu s6 amo a musica.
Entdo, so amas o teu velho mestre,
e sem duvida e elle d quem desposards ?
Ndo, porquo elle e* casado, e repug-
oante ; mas e que ndo tenho necessidade de
desposar ninguem, visto que man amor nio
i- d'este mundo !
Ainda peosas em tomar o veo de re-
ligiosi ?
Ndo, desejo conservar meus cabellos.
Jd nao es devola ?
Sou mais e melhor do que isso, por
que sou christi.
Tambem sou cbristdo... Ainda me
condamnas ?
Ndo, ndo condemno mais ninguem.
Acabaste de me confessar T
Ainda ndo, minha bella.Visto qua
voltaste i razao e i verdade, porque mo^
tivo suppoes quo, tomando te uma boa
mai defamilia, deiiards de ser artista ?
1
j:
(Continuar-se-ha).
lit' DO DIAKIO. '.'.tJA UUUUE DE tAXU
J


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E2DSI1TX5_3LHFEU INGEST_TIME 2014-05-28T01:49:57Z PACKAGE AA00011611_16512
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES